Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07795


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Full Text

'




ANNO XXXIII N. \U
***>.
Por 3 mc/.cs adiantados 4000.
Por 3 inczes vencidos 4s300.
SABBADO DE AGOSTO DE I8o7
Por auno ndiantado j$000.
Porte franco para o subscriptor.
DIARIO
ENCAROJ-GAOS DA, SUBSCRIPCAO DO NORTE.
Panhibfl, o Br. Joo Hodolpbo Goroef ; Natal, o Sr. Joaqtilm
rTareirt Jnior ; Araty. o Sr. A- de Lemoi Braga ; Cea-
ri'.oSr. J. Jo** de Oliveira : Miranho, o Sr. Joaquim Mar-
qna Rodrigues; Ptauhj o Sr. Jos Joaquim Avelino ; Pa-
r, o Br. Juitino J. hamof Amaionai, o Sr. Jeronjmo da
Cou.
PARTIDA DOSCORREIOS.
Olindo : todos 09 dias, ai 9 nvia hor.i* Al lia.
lii.ir..,-u Mianna i* Pnrahilta: n..-. .-oiun.la* e eilas-reras.
ft. Ahi.hi, BaHITM] lloni.i, Ganara', Altitiho c G<'r,inhun-i: na lor^a-fcira.
S. l:ii.i-.'ti>; 1, r.in d'Allio, Niwr.ih, I.imiH'irn, ltrj, Pamain, liitf.i.u'ira,
Flore*, Via-lk'Ua, Boa-Vista, Ouiicurj a K\iT, nnsquarlai-IHrai.
Cabo, lpojoca.Srrinlirti'm, Hio t'ormuso, Cna, Itarrnrofl, Agua-Prcfa, Pi-
rarntciras e Natal: quinlas-feira^.
(Tedoj o corrcio parten as Irt horas da manh.'a.
AUDIENCIAS DOS TRIBUNA ES DA CAPITAL.
Tribunal do commercio : segundis quintal.
Relaco : tcrcaa feirai ubbados.
Fazenda iquirtis e aabbadoa aa 10 horai.
Juiao do commercio : segundas aa 10 horaa < quimas ao meio da.
Juizo da orphaos i segundas a quintas as 10 horaa.
Primelra Tara do civel : acgundaa e sextas ao mcio da.
Segunda Tara do civel ; uartai i aabbadoa ao meio dia.
EI'lIKMF.KIIiF.S DO MEZ DE AGOSTO.
7 Lu chela as 4 horas e 24 minuten da manhaa.
14 Quarto minguante ai 10 borai e 57 minuto di manhaa.
21 La nova la 8 horas e 53 minutos da manhaa.
28 yuarto crateme as 8 horaa e 85 minuto da Urde.
PREAMAR DE HOJK.
Primein 0 e 30 minutos di Urde.
Segunda U e 54 minutos da manhaa.
DAS DA SEMANA.
27 Segunda. S. Pantaleao Medico.
28 Terca. S. Innoceneio p. : s. Nazarioc Celio Mm.
29 Ouarta. S Marta v, ; a. Deatrii e Flora Mm.
3U Quinta. S. Donatila : s. Riilino m.
31 Seita. S. Ignacio de Leyla fundador dos jesutas
1 Sbado. S. F Esperanza e Caridade-
2 Domingo. 6. N. Senhora dos Anjns.
ENCARREGADOS DA BDBSCRICAO NO 8UL
Alagoas. o Sr. Clsudino Falcio Dias : Babia, o Sr. D. Duar
Rio de Janeiro, o Sr. Joao Pereira Mirtina.
EM PERNAMBUCO.
O proprieUrio do DIARIO Manoel Figueiroi da Firii na tul
livnrii, praca da Independencia n. 6 e 8.
PAUTE OmCfAL
OOVERNO DA PROVINCIA.
I.EI N. 432.
Josvquira Pires Machado Poriella, vice-presidan-
te da provincia de I'ernambaeo. Fsrn saber a to-
dos os aus habitantes que a assimbla legisla-
tiva provincial decretou, e eu sanecionei a resolu-
to seguinle :
Arl. 1. Fica creada urna fregnrzia na capella de
Nossa Senhora da l'.onniro de Qaipapa'.
Arl. 2. Esta nova freguezia tej*a' os limites se-
gointea : Principiara' no rio Pirngi nn lugar barra
do riacho Perpiri, e seguir' por. este mesmo riacho
Perpiri acuna al encontrar o lincho loga', e d'ahi
seguir' al o lugar deooroioado Brejo de Joao Al-
ves, anude seguindo-se a estrada denominada de
Feijio, sahira' na grande e-lr na de Panellas a S.
liento, por oude se sabir*' al encontrar o riacho
Chala, e seguir' por esle riacho aciroa at a di-
vis.io da freguezia de S. lenlo aeoropinnaodo-i al
a estrada de Canholinho para a lazem do Ca-
lilllo, e deeceodo-se esla lagem al encontrar o
sitio Caivete, divisan da provincia eom Ala-
goal, e se seguir' pela mesma diviaoaleSerra
Grande, donde seguindo-se ira' ao mesmo rio Pi-
raugi, barra do Perpiri, primeiro poni da divieao
da rregoeiia do Bonito.
Arl. 3. A nova freguezia de (j lipapa' n o atiera
os acluaes limites da fregueiia de S. liento.
Arl. I. As [racimes deterritoiio doa termos de Ca-
ruara', Brejo o Cimbres, que fszem boje parte da
freguezia de S. Benlo, licam d'ora em diatile per-
teneeodo ao termo de Garantaos.
Ari. Pcara revogadas as disposices em con-
trario.
Mando, por tanto, a todas as autoridades, a quera
o conhet'.imento e execucao da referida resoluto
perteucar, que a cumpram e faram cumprir Un
inteiramenle como nella se conlem. O secnlario da
provincia a fstja imprimir, publicar e correr. Ci-
dade do Kecife da Peroambuco. aos 23 dias do mez
de junho de 1837, trigsimo sello da indepen lenei-
e do imperio.
L. S.
Joaquim Pira Machado PorleUa.
Carta de lei pela qual V. Exc. manda executar
a resoluto da assimbla legislativa provincial,
que sanecionou creando urna nova fregaezia na ca-
pella de Qaipapa' e mircando-lhe os respectivo*
limites.
Para V. Etc. ver.
Firmino llercolano BaplUla Kibeirn, a tez.
Sellad e publicada nesta secretaria do governo da
provincia de Pernambnco aos|23 de junho de 1857.
Jos Rento da Cunha Figueiredo Jnior, olTicial maior
serviudo de secretario.
Registrada a fl. 88 do livro i de leis provinciaes.
Secretaria da governo de IVrnambuco aos 21 de
junho de 1857.Joao Domiogues da Silva.
CxpedUrUe do da 11, de lulho
(inicio ate Bita, eommandante das armas in-
terino, inleirando-o de que o governo imperial de-
ferir o reqaerimento do lente quarlel-mcslre Ma-
noel Caetano Xavier da Oliveira pedindo o transporte
para a Baha de duas cunhadas sua, orphaas depa
e mai.
Oilo Ao mesmo, dizendo ficar srienle de lerem
sido aldidos ao 10- balalhao os recrulas Vilalino
Marques Viauna, Jos Francisco dos Santo*. I.uiz
Antonio e Jos Roque da Silva, que forara julgadns
apios para o servido do eiercito.
Dito Ao chele de polica, inlnimndo-o de que
e mandn pagar as despezas enm o sustenle dos
preso pobres da cid i da Victoria niw mew*,'1'
alnt a Juuno. u r..m i~uu u.,. j j, uu. Fofioso,
de Janeiro a junho ultimo.
ito _A' lliesnuraria de tatinda. VMo que,
segando V. S. declara em tea Hielo de lioulein n.
:tO, com referencia a urna reprtseniacao do iuspec-
torda alf all se istao fazendo, por iaso que nao eniste credilo
fxado para ellas, e ja fo dispendula a importancia
em qoe foram oreada* no negeiela lindo, lenho re-
solvido conceder autirisaco para se ir dispendendo,
sob minha responsabilidade, al que o giverno im-
perial resolva, como entender convenienle,-a qnantia
quo for preeisa para a conlinoacao das mencionada
nhras, o que commomco a V. S. para *eu conheci-
mento, e alim de o fazer conslar ao n lerido in
pector.
Uilo Ao mismo, para que adiante ao director
do arsenal de guerra, lob responsabilidad* deite go-
verno, a quanlia mensal de 3U09 para ir He occor-
reiidn as despezas miadas daquella repul;ao.
Ciimmauicoii-se aa mesmo direclor.
Dilo Ao capillo do porlo, dizndo ficur inlci-
rado de lerem aidoapprovadas da conformidade eom
o disposto no arl. 113 do reiiuiamenlo de I'.I de main
de 1846 ai coalas da reeeila e deiprza do cofre das
mullas da capitana relativas ao eiercicin Tindo.
_ Dilo Ao juiz de direilo interino de Santo An-
to, declarando que o recruta por Smc enviado, de
nomo Jos Francisco Barbosa, fura reeonhecido de-
sertor do 2- bilalhan de maulara.
Dilo A' cmara municipal le Cimbres, para
que, de conformidade com as ordeus eipedidas por
ete governo, remella com urgencia copias das acias
da eleirjo de eleitores a qoe ltimamente ae pro-
ceden na freguezia de Alagoa de Baixo.Igoaes as
cmaras da Escada, Pao d'Alho, Barreiros e Oari-
cury. -
Dilo Ao vigario do I'.onilo, ileclarando-llip,
em resposla i consulta qoe Smc. faz com relajo ao
ngiilro das trras possnidas, qaei nao est ainda am
eiecufao nesta provincia a le n. (01 de 18 da se-
lemhro de 1850, e o regolamenlo que biiiou eom o
decreto n. 1,318 de 30 de jmeiro de 18i, e que
opporlanamenle ser-lhe-hAo Iransmillidas as ordens
BeiiMWiaa acerca desse objeclo.
Hilo Ao presidenle da cmara de Pao d'Alho,
enviando o modelo que Smc. requisilou alim de po-
der organitsr o mappa da populado livre e escrava
dcue municipio, cnnfnrme fui cupido por esle go-
verno em offlcios de 4 fevereiro e 1- de jnnho l-
timos.
Hilo Ao eommandante do presi lio de Fernan-
do, dizendo que leudo-se dado equivoco no uiunt do
sentenciado Joao Jo da Silva Serra, que por olli-
rin de 7 de abril ultimo man lu tile governo re-
gresar d'ahi, ,i r-? | i'-u-.ii do E\m. presidenle das
\l : in, ali n de ser aiibmetlido a novo julgamenlo,
se Un remelle agora os pipis junios para que exa-
mine se exisle naqaella preiidio o senlenciadn em
i|'i-i,i i, e no caso all milivo, o envi com seguran-
ja para aqu na primeira oecasiao
Uilo Ao hacharel Jos Rodrigan da Paisa Ja-
nior, dizendo-lhe que tica inteirado de ler Smc. n-
tralo no exercicio do cargo de juiz municipal e de
orphaos da Boa-Visti, asiumndo logo a vara de
direito.Commanicou-se a quem romele.
P.irlaria Coueedendo, de conformidade com a
mf iruu.;an do inspector da alfandrga, 10 dias de II-
canea eom vencimentos, na lorma da lei, ao ama-
nuense d.quella reparli^So Maximiano Francisco
Peixolo lln.irle, para ir ., enmarca de Oaranhuns.
llommanicnu-se i Ihesouraria de fazenda.
Hila A' agencia dos vapores hrasileiros, para
dar passaaem de estado para o Rio de Janeiro ao ca-
piia Antonio Alves de l'iiva.
17
Oflieio--Ao Exm. commandanle das armas, de-
clarando em res posta ao seo oflicio de i do corren
le, requisilando providencias sobre o Ir-nsporte do
capelln, cirurgiao e pravas que vao servir no presi-
dio de Fernando, que estando a seguir para all um
tingue mercante que poder conduzr os ofticiaes e
pravas, sirva-se S. Exc. de declarar o numero lauto
de um, como de onlras, aflm de so regular qualquer
ajuste nesle sentido eom n consignatario daquelle
biigue.Cammunicou-se a sabida do hrlgue ao con-
selho administrativo, e ao joiz municipal da primei-
ra vara.
DiloAo mesm? dizendo que apenas receben o
sen otllcio nii.ner.i ili", rre,immiulara a lliesoura-
ia de fazenla, que eipedissn as rnnveuientcs ordens
nao s para que d'ora em dianle na veneimentos das
praeas da primeira linha sejam pagos em dous prels,
aendo nm dos vencimenlos decorridis de 1 a 15 a
nutro de 11 ao nllino do mez, mas lainbam para que
a importancia dos prels do 1 a 15 desle mez, seja pa-
ga hnje.-^-OHicioii nesle senliilo a (limoiiraria de fa-
zinda.
DitoAo ebsfe iH polica, dizend.i que se man I mi
piir as despezas enm o aloguer t\:i eaia que serse
de qoartel do '1e.|.>raineiitn de Santo Aullo, vencido
no mez do ionh ultimo, e com Inr para o mesmo
qoartel desde Janeiro a junho passados.
DiloAo mesiin, recninmend.iirln a expp'lica i de
anas ordena, pira que as autoridades [i iliciae- de Pao
d'Alhi, nao eonlinuem a linear in.lo do armainenlo
das pravas do del*camenlo d'alli para amar us pai-
sanos destinados a escollar preaos.Cnmmaoicoa-se
ao eommandante das ann>.
Dilo\ Ihesouraria de fazen la, duenda que para
pn ler aquella repartidla rumprir o que Ihe f ie-
r imiii-n I il em nli-in da hoje sobre os prels da
tropa de pmneira linha, lem esle governo rttolvido
qoe o pagaminlo de taes prels sej i realisado tob tua
responsabilidade, em qdinlo nao ver da eorle a or-
dem do tribunal do Ihesoaro, fixando as despezas dos
difTerenles ministerio!.
DitoA mesm*. para pagar sob responsabilidade
desle governo, a porreniajem vencida pelos empre-
gados da alfandega no mez de jonho ollimo, e que
delxou de ser sitisfeita por imufticiincia do credilo
eoncedido para csse fim no anno fuanceiro ol-
limo.
DiloA mesiiia, communicando-llte ler linntem
fallecido o capilao do dicimo balalhao de infama-
ra Claudino Agnello Caslello Branco.
DiloA misma, approvando a arrematarlo qoe
(Itera Jos Joaquim Sdveira, por um Iriennio, e pela
quanlia de 30I9OOD res annuaes, do arrendamenlo
da um telheiro em Fra de Portas, contiguo ao qoar-
tel do engajados.
DiloAo director das obras miniares, pan man-
dar caiar o qnarlel das Cinco Ponas.Commani-
cou-se ao eommandante das armas e a Ihesouraria
de fazenda.
DiloAo arsenal de guerra, para qoe conlrati
com Eduardo Ferreira Barlar o transporte pira Fer-
nn lo a bordo de um brigoe de qoe he elle consi-
gnatario, medanle garanda e frele razoavel, dos ge
neros rumiantes da relajan jonla, e de oulros mais
que forem destinadas aquello presidio, entendendo
para essa fim com o eonselho administrativo.Olli-
ciou-se a esle.
Dilo4 Joao Fnncisro Cnelho llancoorl, qnarln
suiqilenle do juiz municipal de Smto Antao, dizen-
do que com a retuessa de copia do parecer do presi-
dente da relae.Vi, fica respondido o oflicio em que
Smc. consaltz : primeiro se as petiec* que nao fo-
rem felas e assignadas por advogados devem ser al-
tendtdas na cenia das cuitas judiciaes : segundo se
as pessoas qae nao forem dessa profissao podem ou
mo avallar ai cansas para ser recibida a appellarao,
e para pagamento do imposto substitutivo da dizima
da chancellara.
ERRATA DO EXPEDIENTE DE 15 DE JULHO,
Em lugar de suas obrjgac,esleia-sesuas de-
(ermnacCes.
Em lugsr de Chares Main Cosoalleia-seChar-
les Marie Colsool.
131
COMMANDO DAS ARMAS.
.flnartel feaeral da commando d. i
Pernambnco na cldade do Heclfe, i
juiho de 1867.
ORDEM DO DIA N. 13.
O mareclul de campo commandanle dis armas,
publica que, por oflicio da presidencia datado de
hontem, foi-lhe commanicado ler sido exonerado do
cargo de I. snpplenle de delegado do lermo de Rio
Formoso o Sr. lente Manoel Jos de Mtnezes, por
asim o haver pedido*
Pormolivo de molestia, por assm o haver pedido,
passam a servir no I.- balalho de arlilharia a p o
Sr. pa Ira capellao Io3o Cyrillo de Lima, e no 10 de
infamara o senhor padre capellao Manoel Thomaz
da Silva.
A revisla de moslra lera' lugar amanhna as horas
segoinlos :
A eompanhia d artfices as ('. horas da manhaa, ao
9" balalhao de infamara da guarda nacin! ai 6 .4',
ao 8.- balalhao de infanlaria as 7 horas, ao 9.- as
7 '.j, ao 10. as 8, a'companhia de cavallaria as8 ',,
e hii 4.* balalhao de arlilharia a p as 9 }.
(Assignado)Francisco Sergio de oliceira.
Conforme.Horacio de tintn -i > Coelho, alfares
ajudante de ordens encarroado do delalhe.
Illm. e Exm. Sr.O qoarlo snpplenle em exerci-
cio do joiz municipal do termo ae Sanio Antao por
meio do oflicio, qae incluso devolvo, pergnnla se
devem ser alien lulas na conla das eustas as pelir;5es
que nao stivenm assignadas por advogados ; e bem
assim se nutra, pessoas, que na > liverem semelhantrs
P'nfiseoes podem ou nao avahar as causas, nao s
para ier rrcehida a appell pagamento do imposto sabslilutivo da dizima de _
ehancellaria. Emillindo minha npiuiao a respeto, ^''nos "" le abril a junho.Mand
conforme exige V. Exc. em officio de 9 do correnle ,,*,;"""I.?.Le.e'f ??"... ,......
mez, lenho a dizer que nem o artigo 63 do regula-
minio de eustas numero 1569 de 3 de marro de 1855
nem oulra alzuma disposirao prohibe que se con-
lem os papis e requerimenlos nao assignados por
advogados, e anles o artigo 12 marro de 1812 admilte, qae ulras pessoas lambem
os assignem, devendo por lano le-los em considera-
cao o ron 1.1,lar na conla qae fizer das eustas dos au-
ios. Do me-nw mito nao be vedado pelo artigo 77
do citado regiment ( que s marca a is advogados o
qoe Ibes devo perlencer por diiersos Irabalho* ) que
as parles se louveni em oulras pessoas qoe nao -e-
jam nlvogado para arbilrarem a causas para os lins
cima referidos cuno sempre pralicou-se, e o per-
'"iHe a ordenadlo do livro 3. lilolo 70 S II, po len-
do por lano as parles esculherem uu advogados ou
qua-squer outras pessoas para as dilas avaliaroe: as-
sim pens.
Dos guarde a V. Exc. Ricife 13 de juiho de
18-57.Illm. e Exm. Sr. Joiquim Pire Machado
Polilla, vjoe-pre'idenle da provincia de Pernsmbu-
co.Antonio Ignacio de Azevedo.
DiloAo bacilar.I Jos Qoinlino de Castro l.c.lo,
dizendo licar nteiradu de haver Smc. entrado no
exercicio da primeira vara crime do direilo det ca-
pital, no impedimento do l)r. l-raucisco de Asss de
Oliveira Maciel.
DiloAi presidente da cmara municipal de Ca-
li'nlio.t. lustainin-nie do oflcin que \*ine. me di-
r'i o em l de abril ollimo, qae por ini|ic1iineiil >
de vereadoies c supplenies lem deludo d? reuoir-se
a cmara muncpal para dar cuinprimeulo a diver-
sas ordens desla presidencia, lenho a recominendar
a \ me. que rae informe se posteriormente lem fun-
cionado i mesina cmara, e seja se acham empossa-
do>, desdo qaando, os vereadores e limes de paz
eleilos para o prsenle quadriinnio.
DiloAo direclor das obras publicas, anlorisando-
o a mandar fazer os reparos piecisus a' ponte de
Santo Amaro, os qoaes, segundo o en;menlo que
Smc. envin, importan) era 3383000 reis.Cornmu-
nrno-si a thesouiaria provincial.
PortaraConcedendo de conformidade eom a in-
formacan .lo regedor doymuasu provincial, um
mez de lirenra rom veucimenlns ao professor da se-
gunda cadena de lalim do liymnasio, padre Ignacio
Irancisco dos Sanios.Fzeram-se as communica-
(Oes do eoslume.
Expediente do secretario da provincia.
OfficioAo ebefe de polica, declarando que ai
ler o conveniente de-lino o oflicio e o mappa que
acompanharam o olllcio de S. S. de 16 do correnle
numero 670.
18
Oflicio Ao coronel eommandante superior in-
terino do Recite, declinndi ler laucado no reqoe-
rimenlo em que Antonio Joaquim de llollanda pede
seja eliminado do servido da guarda nacional san t-
Iho Severiano da Fonceca, o segainla despicho :
Seja o lillio do supplicanle dispensado do serviro da
guarda nacional alo a prxima riuniao do eonselho
de quahi'icac.ui, quem deveri requerer o seu di-
reilo, vislo nao ler a idade exigida pela lei.
Dilo Ao commandanle da eslacao naval, para
por em liherdade o recruta S;verino Comes da
Silva, que, sendo Irabalhador da esln la de ferro,
esta isento do recrutamenlo pela 9" das condi^es
qae baiiaram com o decreto n< 1,030 de 7 da agosta
de 1852.
Dilo Ao chefe de polica, dizendo qoe se man-
dou pag*r as despezas com o smleiilo dos presos po-
bres da cada de Garanhuns.
D lo A Ihesouraria de fazenda, para que pague,
sob espoiisabilidade desle governo, a folha dos jor-
naes que venceram os srvenles da rapazia da mesa
do consolado do a I. do correnle, vi'lo nao ler
ainda ebegado a aalorisac,ao das despezas a car^o
de Dilo Ao juiz municipal da 11 vara, inleiram'o-o
de ler deferido o requerimenlo em que o senlenci.i-
do recluso na casa de detencHo Jos Brando de
Soliral pede para cumprir em Fernando dous annos
TRIBUNAL, DO COMMERCIO.
SessAo ADMINISTRATIVA EM 30 DE JULHO DE 1857
yice-presidenciado Exm. Sr.deembargador
tillare!.
As 10 horas da manhaa, achando-se prsenles
osSrs. deputados Reg, Basto, l.emose snpplenle
Ramos e Silva, o Sr. presidenle abri a sessao ; e
sendo lida a acia da ultima, foi approvada.
Leu-se o seguinle
EXPEDIENTE.
ro lido am oflicio do secretario do meritissimo
iniisiii.il do commercio da corle, datado dol.'de
jonho do crlenle, acompanhando i relac.3o dos com
merrianiea matriculados naqoelle meritissimo Iribo-
ou-se archi-
Outro do mesmo merilissimn Iribonal, daladn de
9 do predilo mez, incluindo o resumo das decises
dadas pelo dito meritissimo tribunal, sobre a mlelli-
gencia de varios arligos do cdigo do commercio, e
seu regiilamenlo, para o metilissimo Iribonal desla
provincia dar o seu parecer a re-pcilo. Vlandou-se
aecusar a recepcao para salisfazer-se em lempo op-
porlono.
Ouiro do mesmo, dalado de 16 do referido mez.
enviando orna copia completa das suas decidles sobre
a ulilligencn de varios arligos do cdigo do com-
mercio e seu regulameolo, vislo como contera lacuna
urna copia que anleriorrarnla enviara__Mandou-
aecusar o recebimenlo, para salisfizer-i em lempo
opporluno.
Foram prsenles as cotacoes ofliciaes dos proco.
enrrentes da praca, relativos as semanas findas de
18 e do expirante mez.Mandna-se archivar.
Foi lambem prsenle o mappa semestral do trapi-
che Companhia.Mandoo-se archivar.
DESPACHOS.
l.m reqncrimenlo, infermado pelo Sr. desembar-
gador fiscj, de Joaquim Monleiro da t'.ruz, porlu-
guez, pedin lo matricnlar-se.Matriclele.
Ouiro, lambem iufurmado pelo Sr. desembargado!
fiscil, de Jos Raimundo de Cirvallio, brasileir,
pedindo registrar a sua lancha Tnliarilo.iiPrsta-
lo njurainenti e .. ;i-a'.. .- -rni .' r>eponaabtli-
dade, segundo n andigo, s.ja regs rada.
Ouiro de Gailherma da Silva buimarjes, pedindo
registrar a nomeaeao qu fizera de Manoel Vieira
I erdigao, para seu caixeira.Regislre-se.
Ouiro de Jos Mara Freir (ameiro, pedindo re-
g'slrar o destrato da soeedide que linha, sub a firma
de (.ameiro & Companhia.Regislre-se.
Oolro de Arauaga ,\ jlr'an, cnmmerriantes ilesta
a^a, pedindo registrar a procurado que deram a
.lo Angl.ida Filho, Jos Anglida e Jale E. Ro-
birls, pira dirigirem os seas negocios durante a au-
sencia do socio gerente Miguel Biyan v l.vermoze.
Regislre-se, licando cerlos os suppiemes que a
Joao E. Robera, correlor, he prohibida loda a es-
pecie de negociacao, sob pena de perdimenln do
oflicio e nuil idade do contrato, art. 59 B f do cdi-
go do commercio.
Ouiro di Manoel Custodio Peixolo Soares, pedin-
do regulrar a escriplura de compra de um quarloda
barca Clemenlina.Regislre-se,
Ouiro de Manoel Azevido Puntes, porlugaez, com
-!2 annos de idide, residente nesla cidida, onde he
eslabelecido com negocio de fazenda em groso e a
relalho, pedindo roalricnlar-se.Foi com visli ao
Sr. desemhargador fiscal.
Ouiro de Jos Manoel das Sanios Villas, eom-
mereaiile, leliudo asna rehabilitara de fallido,
vislo ler salisfeilo aosseus rredores directos e indi-
recios,Hija vista ao Sr. desemhargadnr fiscal ; de-
pois de auloada pelo amanuense Manoel Maria Ro-
drigues do .\ '.cimento. quem nomeam escrivao.
Nada mais havemlo a Iralar, o Sr. presidenle le-
vaiiloa a sesao.
praca
Joa
Sessao judiciaria em 30 pe juliio de i 857
Presidencia do f.rm. .Sr. desemhargador
I illares.
Esliverain prsenles lodos os memhros do Iri-
b n I.
Nao houve expediente nem jolgamenlos.
O secretario,
Dr. .tprigio Cuimaracs.
IITSRI9H
O Sr. Viseonde de Uruguay diz qoe lendo o nohre
sanador por Malo-Grosso citado um trecho do relato-
rio do raimstrio de negocios eslraogiiros em 1853, a
respeto das nossas relaees com o Parigoav, pedio
a palnvra para explicar o sentido das eipreases alli
ampregadas ; mas qae acrescenlara' algumas refle-
xiies sobre a materia do requerimenlo.
Ds duas nalarezas sao as quesloes qae Imje (eraos
eom o Paraguay ; nmi pelo que respeila a limites,
oolra concernenle a" navegaran.
O relatorio de 1853 nao consideroa as quesloes a
que podi dar lugar a navegacflo do Paraguay ; re-
ferio-se nicamente as queslcs de limites, nao no
que eram naquella actualidade, mas no qae de fa-
loro poderiam ser.
Ora, deslas qneslSes de limites njfl e Irata agora,
porqoa forair. adiadas por seis anuos, eco virlode do
Iralsdo Ja' si ve' que as palanas citadas nenhuma appl-
Pedia mesmo a jnslica qoe os nobres senadores,
considerando que o ministerio existe ha 6:1 diat,
nao viessem accusa-lo pelo estado mais oa menos
exacto d.i defeta da provincia de Malo-Gros>o e
aas fronleiras, que elle Di* podia ja ler mellio-
rado.
Declara qoe o governo oceupa-se de vencer ami-
gavelmenle as duvidas qae existem com o Paraguay,
e nao se pode convencer que haja alguem que acre-
dite qae nesse intento ha de a administraran ser
coadjuvadi com discasses desla na'ureza. Pensava
memo que desde que o ministro dos negocios es-
Irangeiros reclamava do senado qoe cessasse dis-
custo sobre este assnmpto, era al da constituir;
que ella nao devesse continuar.
O Sr. Pimenla Baeno nao pretende votar pelo re-
querimenlo ; mas concorda com alguna dos nobres
senadores em qae, pelo menos, a sua apresentacan
deu lugar a ama discussao minio til ao pait. lie
cai;ao leem ao caso actaal, islo he, as dividas que jsem duvida vantajosa urna prudente reserva nesta
se tem encontrado na execnr;ao do tratado qae
reconheceu o noiso direilo a' navfgacao do Para-
goay.
Considerando o requerimenlo. Hadara que nao po-
de volar por elle, e enlende mesmo que a sua diseus-
s3o talvez complique mais o estado de nossas rea-
res com o Paraguay, enlretanln que o noasu minis-
tro plenipotenciario declarou, na oecasiao qae s.bio
da capital daqnella repablica, que se retirara porque
assim o exiga o serrico do Brasil em oolra locali la-
de, mas qne voltaria a' Aisamp;3o pira continuar as
negociaces.
Este fac'o he Instante para qae por ora nao
se discala o assumpto de que Irata o reqaeri-
mento,
arador tem loda a esperanza de que havemos
de chegar a am accordo com o governo do Para
gaay ; mas nem por iso dina de estar convencido
de qu- lisemos estar preparados para repellir qual-
quer aggressao, no caso de qoe os nossos diroitos nao
sejam respeitados.
Desoja que se nao percam as licas da experiencia,
qoe se lenha em vilas o modo porque o governo do
Paraguas tem sempre procedido eomnosco.
1" o histrico das oossas relarOes com aquella
repoblica disde 1853, e moslra "que sempre qae
aquella governo teni-.e achado envolvido em ques-
loes com oulras najeies, procura eslar em harmona
comnosco ; masque assim que s vi' desassombndo
desdas difficuldades, Irata logo de por-uos pe'n.
Foi assim que, ten lo celebrado comnosco o irala-
do de 6 de abril, quando tmba queslascotn a Fran-
ja, os Estados-Unidos, etc., assim qoe se vio livre
dellas.publicoa regulamenlos qae inulilisam aqaelle
tratado.
Avista desle procedimenlo conslanle do governo
do Paraguay, e sendo cerlo que elle se lem prepara-
do mullo, lano em rolaran ao pessoal como ao ma-
terial, para qualquer eventnaldade.enlende o orador
que, embora se far.a loda a diligencia para termi-
nar amigavelmenle as nossas qoesles, nem por isso
devemos esqoecer qae o melhnr meio de a.rnic.r a
paz he estar bem preparado para a guerra.
Enlende, que a provincia de Malo-drosso nao es-
ta hoje em peiores circunstancias quanlo aos meios
de sua defeza do que seachava anteriormente ; he.
porem, da manir neressidade que o giverno nao
perca nem mu imante de visla a necssid*de rigorosa
de ter alli excellenles ofliciaes e urna boa administra-
ban militar.
O actual presidente daquella provincia conhere-a
perfeilamenle ; mas he indi.pensivel qao seja habi-
litado com lodos os meios para que bem desempenhe
a sua mi.-ai.
materias ; mas n,lo se devo levar esle principio i
urna extens.1t> 13o absoluta que sobre ellas deva-se
guardar total silencio. Assim, se viesse a existir urna
dessas adminislracoes que nao resolve difficoldade
alguma, que nao emprega senSo a protelacao, acon-
tecera que a nielo nao poderia contar, para acudir
ao sus reclajnos, nem com o governo, nem com o
corpa legislativo. E ate certo poni foi islo o que
acontecen.
Urna das mainres faltas commeltidas fui a de nao
se mandar para a Assuospcao um nosso plenipoten-
ciario especial que velas.e pela execucao franca e
leal do li alado de 6 de abril. Alegra-M "pois por ter
onvido hoje ao nobre ministro que o governo eslava
neslas vista.
Paia a mostrar qoe o Brasil lem mais que quei-
xar-se da soa administrarlo do qae do governo do
Paraguay, porque as difficuldades com que luamos
agora provieram de nao se ler approvado o tratado
feito com o presidenle daqoella repablica e de nao
se ler mandado ocenpar o Pao d'A>sucar, quando
nisso consenta o governo de Paraguay. Estas coosas
derao lugar a que este governo entendesse qoe as-
sim se pralicava por accedermos aos desejos do go-
vernador de Buenos-Ayres, e que inda pudendo es-
perar do Brasil, nao valia a pena ler comnosco boas
retardes.
O que hoje pois melhor se pedera fazer era pro-
curar convencer o governo do Paraguay das nossai
boas e desinteressadas nlmcSes ; do nosso verda
deiro desejn de cultivar aruigaveis relaees com
aquella repblica.
No enlanlo nao pode deixar de censurar o governo
pela frunxidao eom que tem encarado as cousa na
provincia de Malo-Grusso, descui lando-so de man-
dar alli abrir estradas militares, establecer colonias,
e regular a navegacao dos nos. Qaando assim se pos-
tergan) os nossos man vilaes inleresse, nAo se deve
exigir dos representante, da nac^n que se conservem
silenciosos, porque assim fallaran! elles aoj -eu.
deveres.
O pensamenlo do orador he pr a prnvincia de
Malo-tiro..o no estado exigido para defeza da digni-
dade nacional, e por ootro lado nao poupar esforcos
para chegar a um accordo amigavel com o governo
do Paraguay.
O Sr. Warderley principia observando qne esta-
mos em paz com o Paraguay, e que ainda o anuo
passado celebramos cem esla repblica om tratad
que poz termo as principaes quesloes que com ella
Hollamos, lio que se trata he de remover algumas
difficuldades que appareceram aocuinprimento de
tratado ; mas de repente eolia se um grito de guer-
ra, quer-se acabar com todas as duvidas por meio
Em tima palavra, n estado mililar da provincia de das armas, ao mesmo lempo que se declara em alia
Malo-Grosso he a condigno irnis imprtame das nos-
sas boas relaees, nao so rom o Paraguay, como com
a Bolivia e aor-dita o orador nno o governo n3o
um assump
quo o governo
!ao gl*.*u impor-
HIO DE JANEIRO.
SEfUDO.
SESSAO EM 7 DE JULHO DE 1857.
Presidencia do Sr. Caralcanli de Lacerta.
A' hora do eoslume, feila a chamada, achando-se
de ini-.io que fallam para completar o lempo isen- | reunido numero legal, abre-ie a sessao.
lemji com que fui condemiiado, sendo porem dis-
pensado do servido naquelle presidio, alienta a sua
idade vaneada.
Dilo A Ihesouraria provincial, declarando em
resposla no seo nflicio de :WI do correle consultan-
do se deve considerar legal o augmento de .i(IO rs.
obre charutos cigarros, de que traa o S 12 do arl.
41 di lei do iireamento vigente, que a carta de le
est conforme eom o aulngrapho vmdo da as-emhlea,
e que perianto compre sejam fielmente observadas
is suas disposires, qoe nao compele presidencia
llarar.
Dilo A' iiiesma, pan entregar ao Ihesoureiro
do eonselho administrativo do patrimonio de orphaos
o subsidio de 3:0009 eoncedido aos collegios a' cargo
daquelle eonselho.
Dito Ao direclor das obras publicas, rommuni-
cando-lhe ler enrarregado o capillo llrasilio de A-
inorim Bezerra da adminislracao das obras do acude
.le Baixa-Verde. Communicoo-se a' Ihesouraria
provincial oflHon-se o mesmo capilao.
Dilo Ao Sr. James Templemon Wood, supe-
rintendente da eslrada de ferro, para que orgsnise
envi a esle governo uoa nova h-ia dos Irahalha-
dores daqoella eslrada, declarando os seus nomes por
extenso os bairrns a que perleiicem.
DitoAo director do arsenal de guerra, para
torneeer ao eonselho administrativo do patrimonio
^(m0^Plh,0,' ,ne'lii,Dle a competente indemnisacao,
W velas de romposii-ao para extinguir as formigas
existentes na igreja do collegio de orphaos.
D'to Ao direclor das obras militares, recom-
mcndaiidii que repila pela imprensa os aniiiincioa
para a arrcmalacaodos reparus do quarlel deOlinda.
Dilo Ao arsenal de marinlia. dizendo ficar
scienle de ler Smc. mandado por nos seus lagares
i as li ua. que eslavam demarcando o baixo do Inglez,
1 e arrchenlaram as respectivas amarrac,6es.
Portara Exonerando os arlu-es supplenles do
subdelegado do Ourirury por tsrem mudado a sua
residencia, e Humeando para sub delegado da niesrna
l'reuuezi e seus supnlcnles os cidad.lo egniiilcs :
Para subdelegado.
Jos Antonio da Silva.
Para supplenles.
Pedro Lacio Marinho Flelo.
Jo- Wenceslao de Oliveira Catire,
Rodrigo Ciliar di Rocha Barros.
Raviirindi Jos Barbosa.
Aderaldo de S ioxa e Silva.
Manuel Ferreira da C inceir.lo.
Comrannicou-se ao chefe de polica.
Dita Concedendo seis mezes de licen^a pan ir
para fura di provincia ao lenle do 3" balalhao de
guaras nacional! deile mnniripio Silvino Gailher-
ma de Barros, com a cundirn de comerar a s-r enti-
lada do dia em que embarcar. Communicou se ao
commandanle superior do Recifc.
I.
2."
4.-
6
Lida a acia da anterior, he approvada.
O Sr. I. secretario d cenia do seguale
EXPEDIENTE.
Tres officios do ministerio do imperio :
1. Remetiendo ao senado o auloirapho da reso-
luto da a.semillo* geral approvaudo o subsidio ad-
dicional de 36 rontos de ris annues coucedidos a
Jos Rodrigues Ferreira por decreto de 14 de maio
de 1856.Inteirado.
2. Remeltendo o autographo da rrsnluc.l > da as-
sembla geral que approva a pensao anniml de lin.i-
coocedida ao cunselheiro Joao Maria Jacobina, com
a clausula de se verificar por seu rallecimenlo em
suas qualro netas.Inteirado.
3. Remetiendo as copias aulhenticas nao s daa
leis, ordens e provises relativas a crearn modifi-
carao de imposlDs de imporlaclodeanimaes, a con-
la da importancia de tae imposlos nestas estareido.-
rante os tres ltimos annos, como tambem as" copias
das leis provinriaes de Sania Clharina Rio Grande
do Sul, e as copias das leis, regulamenlos e ordens
r un rnenlos a admini.Iraca.i da fazenda da pro-
vincia de Santa Catharioa.A'quem faz a requi-
sir.lo.
Sao lida daas redaccOes qae licam subre a
mesa.
I.i Da pioposii-ao da cmara dos deputados, au-
lorisando o goveruo a dejio.ilar no Banco do Brasil e
suas caitas liliaes as sominas diiponiveis do Ihesou-
ro. ele, ele.
2." Di proposirao da mesma cmara fixando as
forjas navaes para o anno financelro de IK>8 a 1859,
etc., etc.
I,-se a seguinle indira^lo do Sr. Ferraz :
Indico qoe se acrescentem no regulamenlo as
seguintes dispn.irnes :
u Qoe se admillain requerimenlos di cada se-
nador, pedindo informarais sohri qualquer ma-
teria.
o- Que laes requerimenlos leobam ama sndiscussao
no mesmo da em que forem prepostos, salvo adia-
menlo que se vencer.
o Que as discos.*s de laes requerjinenlos lenham
lugar na primeira hora das lessfiei dianas, salva ur-
geoeie para ser disculido al se volar durante toda a
ensilo,Silva Ferriz.n
lleapoiado e remellida commissao da mesa.
ORDEM DO DIA.
Entra em diseus3o.o requerimenlo do Sr. Joao
Antonio de Miranda :
< Reqoeiro, qoe se peca a correspondencia havida
entre a repblica da Paraguay e o noso enviado
exlracidinario na Assompcao relativa ao fim de pro-
mover o accordodua o governo imperial esperara da
perde de vista
lana.
Em nnn opiuiffo 'li-cus-ao d-ve ceasar, por-
qoe pnls pnjudicar-iios ; e vnta contra o requeri-
menlo.
O Sr. Viseonde deMaranguap (mininlri dos nego-
cios eslrangeiros) lencionava responder ao nobre se-
nador por Mllo-GrosM, da mamita que eorla*se a
dicussao ; e posto que fosse prevenido pelo nolne
senador pelo Ro de Janeiro, sempre dir' que na-
da, un sua npiniao, mais extemporneo do qae urna
discssio snbreesles assumplos na actualidad.
A lei ura do proprio a Semanari do Paraguay
basta para mostrar qoe as nossas negoriacOes com
aquelle governo estao em andamenlo, no ces-aram ;
que o plenipotenciario do Brasil reliroa-s* da As-
arapsjia, porqui a sua presenta era reclamada em
oulra parle, segundo as orden que receben do go-
verno ; e esle fado esl demonstrando convenien-
cia qoe lalvez haja de ter-ee no Paraguay um en-
viado extraordinario *m sabwla especial. O que lie
certo he que o governo imperial presta maior at-
leiica i a este assumplo.
Tambem sobre o estado da provincia de Malo-
Grosso nao paraca convenienle qae se estabeleca
urna discussao nos termos da que tem havidn. En-
tretanto o orador dir qae he singular qae ao passo
que o nohre senador por Mato-Grusso sustenta que
nauuella provincia nao lia o armamento preciso,
urna daa qoeixas mais fortes que o govsrnn do Para-
guay aprsenla conlra mis "he por pretender que lo-
mos mandado para alli grande porjao de armas de
loda a qualidade.
O governo lem toda a esperanra de terminar ami-
gavelioenle as nossas disidenrias com o Peraguay ;
mas se conlra os seus desejos chegar o ocasus belli,
eiperi que na i f ili ir.i.i ao presidente da provincia
de M ito-i,'.,.., iodos os meio de sustentar eonve-
nientemenle a dignidade nacional.
O Sr. Ferraz observa qho a marcha comanle (l
governo do Paraguay lem fido gauhar sempre lem-
po, alim de poder se collucar em posico de fazer-
nos frenlp. Ainda debaixo da impressao da nossi
demonslrarao armada no Paragaay, nao fez mai do
que conlemporisar, de accordo com o seu aystema
sempre seguido ; cedeu qaaolo navegacao, he ver-
dade, mas deixou tu lo dependente do regulamen-
los, e ubl've um adiamenlo por seis annos da ques-
tao de limite,, que era o ponto para aqucMe gover-
no mais importante, pirque Ihe d lempo para pre-
parar-se, como de faci se esl preparando, para
qualquer evenlualnladr. Mandnu cuiilralar a Euro-
pa ofliciaes e sargentos ; mnlralou gente na Conde-
rar.io Argenliua ; e Irata de adesirar as armas loda
a popularn. Ao mesmo lempo vai-se monindo de
armamento, e fortifica todas as ma^ens do Paragaay
e de oolros rius.
Islo nosdivia ndozir a eslar preparados, mas nao
acontece assim. Da boa organi*ac,3u da marinha e
do exereilo depende su-lent.r.m do no.-os direilos ;
as nossas fronleiras deviam eslar bem goarnecidas e
defendidas ; nada dislo se lem conseguido, nao por-
que nos fallera meios, porem porque nao temos ad-
minisIraeSo.
Pira compres ar esta s.ere.io, pi.-a o er.tdor a
relatar os sulTrimentos do balalhao de arlilharia que
foi da Babia pan Malo-Grosso em sua marcha para
esla provincia, solliimenlos iggravadol pela f.lla
de pagamento de seus sidos por mais de dous
annos.
Moslra dipois que nao lemos era Malo-Grosso as
(meas necessarias para rechazar qualqurr aggressao
do Paraguay e que nao ha de ser no momento pre-
ciso e em tal distancia que se poder por alli a Torca
conveniente.
Se nao lemos pessoal, lambem nao lemos mate-
rial. Falta armamento, equipamenlo e fardamenlo.
Nao ha alli a torea naval precisa para proteger oeser-
cdo de Ierra. Nada lemos;em elimina, nim osofli-
ciies precisos alli ; porque a musa oflicialidade con-
sidera como um degredo ter de ir servir em Malo-
Grosso.
De ludo ito resulla que nao eslamns preparados
para as eventualidades qoe podem d.r-se naqoelle
importante ponto do imperio. Esla discussao, pois,
"/o he tao esleril nem prejudicial, como se lem que-
rido inculcar. O estado destas nossas cousas he mais
sabido no Paraguay do que entre nos ; se o pre-
sidente Lpez queixa-M deque temos mandado para
M'lo-Grosso graule porfo do armamento, nao pas-
sa isso de um ardil propiio dos governos da rara
hespanhola.
Ora, se no Paraguay nao sC ignora o estado das
nossas fronleiras e o que vai por Muto-Grossu, pa-
rece evi lente que a dlMOHio su-cilada pelo reque-
rimenlo do nobre senador por aquella provincia nao
he prejudicial; porque nao revela cousa alguma que
o nosso adver-ario ignore, e pelo contrario he VIn-
lajosa, por isso que desperta o governo imperial
para que preste toda a lUI alteneao a tao impor-
tante! assomplos.
voz que as nosjut armas nao se acham em estado de
ibegsr a csse lira. O orador nao ruinprehende nada
disto.
O parla do Paraguay ha rni extraordinaria dea
rnnfiin(a paia com o Brasil ; era cada passo do nos-
so governo all se enverga a inlene*o .fe apossar nos
do que nao nos he devido. A vista desla preveneo,
eumpria procurar convencer o Piragua} de que nao
pode ler mellior amigo do que o Bra-il, pois que os
nossos inleresses em n-da alo nppostos, e ijue lado
concorre para que soj-m >s amigos sinceros. Avin
peii.ainlii, ja se v que nao pode aehnr conveniente
qae se do a entender quo m nos resta o recurso es
armas. Estas discossGes 3o muilo mal interpreta-
das no Paraguay, onde nao se comprehende a liber-
ta le de imprensa e da tribuna.
Espera que o governo prosiga as negocia^es enm
firme de-ejo de chegar a om accordo pacifico. Mai
se fosse exacto que s por meio di guerra se podia
resolver as diflicoldades existentes, ainda assim nao
concebe como fosse convenienle a discussao que lem
tido lugar, e qae nao lem servido -en io para exage-
rar o eitado de nossa fraqaeza.
Enlrelanto nada mais evidente do que acbar-se
boje a provincia de Malo-Grosso e as soas fronleiras
em muito melhor estado de defeza da que quando
estivemos ameac;ados de urna guerra com o Paraguay
A nossas torgas de Ierra foram alli angmendas na'o
su em nnmero'como em qualidade. A nossa defeza
fluvial lambem esta' em muito melnor p do que
entao, para o qne basta considerar qne lemos a nn-
ve Paraguay, depojs do lraladn.de (i de abril. Por es-
te lado nao devemos recriar o menor insulto nem de
loda eiquadrilha do Paraguay reunida, e he justa-
mente por ese lado qae ai nossas fronleiras sao mais
susceptiveis de serem atacadas. Desgranada da tro-
pa do Paragaay s por Ierra quizesse ir acommelter-
uoi em Maln-Grosso ~r nao le poleri sustentar em
campanha.
Ja se v que o estado Has nnssas colisas nao se pa-
rece nada com a pintora que della fez o nohre sena-
dor. E se foi exagerada a nossa fraqueza, ainda
mais se exageren o poderlo de nossos vizinhos. .
Palia o orador a expor as difliculdades com que se
lem de lulsr para mandar, por exemplo, arlilharia
para Malo-Grosso sio tae, que cusa a conducho
di cada peta de arlilharia mais de nm cont de ri.
Ora. estradas nao se improvisam ; mas nao he menos
exacto que o governo tem mandado proceder a pica-
das, e\plorar.es e esludos, e qae tem lido em vislis
acudir convenientemente a esla imprtame neressi-
dade.
Disse-se que a nossa Iropa nao lem Ijrdamenlo
nem lem siio paga. Pode ser que alguma falla de
fardamenlo se lenha alli sentido, nao porque nao
fosse enviado, mas pelas diflicoldades do transporte ;
e os nobres senadores reconhteeram que pane delle
fiecu em rarainlio. Mas agora, com oa meios de
rnramuincar.'iu lluvial, i.o se deve recelar que lal
falla se reproduza,
Quanlo a' falla de pagamento de sold, na > pode
comprehender como isso he. A provincia de Mato-
GroHO esta' aolorisada asacar sobre o Ihesoaro pi-
ra occorrer as suas necessidades ; e como nao bas-
lassem es-es saques, fazem-se remessaa de dinheuo
do thesonro. De juiho de IS56 a juiho de 1857 os
saques pagos e as remessas feilas (em montado a 396
conloa de ris, e nao pode andar em muito mais os
sidos que alli ha a pagar. Como pois se pretende
qae ha dous annos est a tropa por pagar ? Cusa a
ouvir aggravar assim as nossas faltas.
Achaudo pois u requerimenlo importuno e impn-
lilico, nega-lheo sen vol.
O Sr. Ferraz entende que um membro do minis-
terio passado era luslamcnle quem menos devia al-
legar a desconfianca do governo do Paraguay sua
prvenoslo conlra mis. Nada mais concorreu para
essa desrnnliaiir.i e prevenr.i i do que a demon-lra-
rfto armada que e--e minslerio mandn fazer, e de
folha qae nao publica senflo o qoe o presidenle
Lpez Ihe ordena, insera um artiga intitulado O
Pastel deseoberle, em o qoal o diz qae a despedida
do nosso diplmala foi hnsln. i
O nobre orador paila a cpor longamenlc os de-
as suas obrigacoes e nao v avante, suspeila qae, lal-
vez exista nas praeas da Europa, onde descc-Ahe-
eem as caosas das difliculdades com que a misma
companhia lem lutado at agora.
Eulretsnlo v que o piosimento da commissjoles-
leitos da organisacao do nosso exereilo e armada, e i< de accordo com as necessidade da compauhia do
a ralla da boa adminiilracSo qae scnlem estes dous paiz, al porqo ja na mesa evi.lera emendas da nro-
ramnsde servirn ; e conclue so.tentando que esta pria commissao. Abslem-se por con-eqoencia de o-
discussao nao tem sido intil, porqac ficoo e n- ferer qualquer emenda, certo de que o eoverno i-
tiendo nnis *o^hr.,;,.r a, .,.-. _:_:_,__ J____ _.- ^ ,...
bendo, pelas deelarares do nobre ministro dos es-
trangeiro, que as nossas frnnleiras nao esiao em 13o
mo estado como se pensava ; e qai conhecer-se-ha
lambem que o govarnn encentra no senado o mais
forte apoio sempre que se Irata de hahilita-lo pira
sustentar o inleresses do Brasil aexecnrodos traa-
dos e a dignidade nacional.
Estando as guir o pensamenlo da cmara ; e guarda-se para fa-
zer algumas rmnidcrare*, depois Jos discursos que
leem de ser pronunciados sobre a malcra.
Sao apoiados, para enlrarem em discoisSo cora o
projecto, as seguinle. emendas da commissao :
a Em logar delendo em vista o allivio dos n
cargos do ihesoaro geni provincial diga-se :
""?"..!.._ i0"0' dicl"" orat,or 1e ha de (, volar contra o eu requerimenlo.
O Sr. Viseonde de Ma.angoape enlende quenao
era preciso de modo algum o requerimenlo que se
tem discutido, para qoe o governo tivasse a convic- ..
n o,LT e."con,rar'arnaym liRislaliva. lodo Oliveiri.-Torres Homem.-Sergio T. de Macedo.-
do the-
sonro geral e provincial.
Ao3.
a Depois das palavras, capital erapreslado, sappri-
~a-se o relo do S.Barao de Mao. Augnslo da
o apoio preciso para defender os inleresses do eslado
A discussaofica adiada por nao haver casa.
A ordem do dia he a mesma.
I.evanla-se a sessao ai daas hora da larde.
CMARA DtSSRS. DEPLTADOSa
SESSAO DE 7 DE JIMIO.
(Prtsiiem-ia do Sr. viseonde de Baepcndy.
\ hora do costume, feila a chamada, e achan-
do-se reunid,, numero legal, abre-se a sessao.
Lida a acia da anlecedenle, he approvada sem
dbale. ''
EXPEDIENTE.
Um oflicio do ministerio do imperio Iransmiltin-
dn, em alistarlo a exigencia da cmara, ofllcios
documento relativos a ultima eleicao primaria da
freguezia de Guaratinguela'; deixando.porm de
remetler os documentos relativos as eleicOes das fre-
guezias de Pindmonhangaba Tanba'l, por n.lo
haver ainda a presidencia de S. Piolo satisfeilo, nes-
la parle, a soliritaeao do governo.A quera fez a
/equisii;.an.
Um oflicio do minilerio da guerra lranmiltindo
o requerimenlo do major graduado Antonio Flix
l.oho, secretario do commando das armaa da pro-
vincia do Rio Grande do Sul, pedindo a asemhla
geral qae o governo imperial seja aolorisado a con-
ceder-lhe passagem para urna das classes do estado-
maior do exercito, concedendolbc o aeceiso qae
porvenlara possa rompelir-lhe, o que nao pode ser
resol, i., senao por acto legislativo.A' commissao
de marinha e garrra.
Un requerimenlo de Manoel Francisco Damas-
ceno, pedindo subllur.ao da olas que possue do
exlincto Banco pelas do actual padro, no valor de
1:6208.A' commissao de tazenda.
Le-se o seguinle psrecer da cmnmissao de ins-
Irorela publica, que fica sobre a mesa, para quo o
artigo addilivo quo comprehende seja apreciado
qaando diseulir-se o projecto n. 13.
A commissao de instrurcao publica, a quem fo-
ram presentes as difirenos "emendas a resnlucao n.
12 approvada em sesunda diseosao, ilim deas
considerare dar sobre ellas o seu parecer, oulenle
qae devem ler substituida pelo seguinle
Artigo addilivo.
Fieam desde ja admillidos a' matricula os eslu-
danles das facoldades do imperio, qne no correnle
anuo se nao pndtram milriculara lempo, achando-
se nas condiees do arl. I-, ahonando-se-llis como
frequencia (odas as prel-cces a que lenham isis-
Inlo como niiviutes :
IS.)7. Villel lavares.Barao de Cnnnragilie.n
lio lido e approvado sem debate segunuo pare-
cer da commissao de ciiusiuicau .
A commi.'sfo de cuu-lituic/io c poderes, a quem
foi submetlido o ullicio do ministerio do imperio de
23 de jonho prximo passa !o, era que e solicita
dalla cunara o neeessario roiisenliinenln para que
o,Sr. depulado Jos Mana da Silva Paranhos posga
desde ja exereer pritldeneia da ptuvincia de S.
Paulo, aprecian lo a pondaraeJIo conslanle do mes-
mo ollieio, de qoe ha islo indispensavel a bem d>
Estado,n he de perecer :
mento.
o 2. Que se chame o respectivo supplenle loco
que.e v.nlicara relirada do mesmo Sr. diputado.
Sala das rommissoes, 6 dejulho de 1857.Je-
nimo Jos Teiieira Jnior.J. J. Pacheco.An-
qae as palavras do primeiro presidenta do eonselho
desse mesmo minislerio a respeilo dessa expedido
em referencia as nossas relaedes com aquella repa-
blica. A maneira descosida e atropellada cora que
essa demonslre^ao se fez nada mais produzlo do que
dar prelexto para sospeita e proporcionir ao Para-
guay o adiamanto da quesiao de limites, qoe era o
o que o governo daquella repblica mais desejava.
Se pois hoove grito de guerra, foi dado pilo minis-
lerio a que o nobre senador perlenceu, e nao por
quem defende agora este requerimenlo.
Nenhnm governo previ.lem : encela negociacoes,
quando pode correr azares de guerra, sem preparar-
se para ella. O descuido e negligencia em guarne-
cer devidamente as nenas fronleiras he qoe pude le-
var o Paraguay a prelencea exageradas, e nao a
discussao que lem tido lugar. K se no relatorio do
ministerio de eslrangeiros, em 1853, podia o gover-
no declarar que as iio.sas queiles com o Paraguay
sn podiam ser corladas por meio das armas, como i de contar a rompauhii ; as despezas que leni feito .
nao pode ser islo lidio a nm representante do paiz, os recursos de que dipoe, ele.
no ni lo lemos um tratado que se Irata do fizer exe- Entra em eonsiderasjSea cireum.lanciadas Acaree
cular 1 Ora, se 0 tratado de navegaciio e-la feito ; I das ideal das drpulacajes le S. P-ulo, Rio de Janei-
se o de limites esl adiad i por 6 anuos ; se nao c ro c Minas, e das opinioes inamfe.ladas.pela com-
O Sr \ isconde de Haraogoape observa qae o ,c- i (rala de fazer nenhom ouiro ; como diz Sr. mi- mieso no seu parecer ; confronta o proiieto que se
nano esta vendo que .ii discussao cada \z pode mais j uislro dos negocios eslrangeiros que a constituirn discute com os dous nrojectos apresentadoi anterior-
prejndicar as negociarues. qoe a esta hora lalvez te- ralo permute esta discussao 1 O senado nao est ds- I mente e que a commissao refundi no qae apre.en-
nnem continuado enlre o nosso plenipotenciario a o cutindo tratado algnm ; do que se esla' oceupando lou, etc. etc.
verno do Paragoav. he ilu estado dn nossi frini!,-,. ...
".,-. esiauo ae nossas iranlen... Na sua opiniao, nm meios principaes pira que a
O nobre senador acaba de pintar o quidro mais; Passa n mo-lrar que o tratado de (i de abril Irazia companhia da estrada de ferro de Hedro II consiga
eiaocolico e trille do nosio exereilo e armada, ao em si mesmo o germen das dissidencias que se tem os lins uleis quo lem em visl, para qae conserve o
lomo Candido da Cruz Machado.
O Sr. I rauco de Almeida pede, e a cmara ap-
prova, urgencia para apresentar, depois de motva-
los eni poucas palavras, os segrales
Requenmeiitos.
i Reqoeiro qae se pecara ao governo inferma-
rfles acerca de ludo quanlo liver referencia com o
objeclo do requerimenlo a' esla cmara endererado
pelo prosador da Santa Caso da Misericordia da pro-
vincia do Par*', pedindo 6.000S annuaes para a re-
eeila do hospital da csiidade, como juro da quan-
lia corre'poudenle aa leri-n do produelo dos bens dos
eitinetoa mercenarios, que caba ao dilo hospital,
e mais qoarenta cnnlos de ris para a conslruce,ao
de om novo edificio para hospital por conla dos ju-
ros vencidos. Esle lequerimenlo com os respecti-
vos documentos foram enviados ao governo para in-
formar em 23 de junho do anno passado.
_Paco da cmara dos despuladns, i de jalho de
1837.O depulado, Franco de Almeida.
Reqoeiro qoe a' commissao de poderes sejam
remetlidos lodos os papis e documentos que res-
peilam ao dlltrlclo eleiloral do Casias, da provin-
cia do Marinho, para dar o aeo parecer acerca das
cleic/iei primarias das freguezias do Cud o Trezi-
ijella.
i'_Paro da cmara dos deputados, I de juiho de
I8S7.O depulado Franco de Almeida.
ORDEM DO DIA.
Primeira parle.
Lateras a' nova empieza Igrica.
Entra em lerceira discuisao o projeelo u. l des-
le anno, relalivo i' coneessflo de 36 loteras a' no-
va impreza lyrica, assim como os arligos addi-
livos.
O Sr. Pacheco ;pela or lem) reqaer, e a cmara
approva o encerramenlo desla discussao.
O projecto he adoplado em lerceira discussao com
diversos addilivos, e remetlido a' commissao de re-
dicha o.
He porem rejeilado o addilivo offerecido pelo Sr.
Brandan, concedendo ,50 loteras auuuaes com pre-
ferencia a ludas as outras, para a instituirn de urna
clxa de soccono para as classes neressiladas, em-
i He considerado prejodicado o do Sr. Araujo Li-
ma concedendo duas loleiias a' malriz da cidide de
Theresina, capilal do Piauhy.
He em seguida approvado o seguinle requeri-
menlo :
a Reqoeiro que os arligos addilivos qoe foram
approvados sejam redisidos em lanos projeclos
quintos forem os mesmo. arligos, licando em sepa-
rado o projeelo sobre o Ihealro lyrico Fluminense
cora a emenda sobre a opera lyrica nacional.Pa-
checo. Virialn. -
Esla emenda concede i loteras annuaes a' opera
lyrica nacional.
O Sr. Teixeira Janicr pedio e a cmara approvou
a urgencia pan ser discutido de preferencia na pri-
meira parte da ordem do dia o projecto que con-
cede emprestimo a emprezis de estradas de Ierro.
Empreslimo s emprezas de estradas de ferro.
_Enlra pois em 2. discussao o art. 1 do projecto n.
37 desle anno.
Pedem a palavra os Srs. Teixeira Jnior, Gomes
de Soaza, Pinto Lima, Fernandes da Cunha, Mado-
reira e Dantas, conlra ; e os Srs. Sergio Augusto de
Oliveira, Barao de Mau, Nebiss e Sarapaio \ taima,
a favor.
Acham-se prsenles os Srs. ministros do imperio,
fatenda, guerra e marinha.
O Sr. Teixiira Jnior, nblendo a pilavra, declara
adoptar a idea principal do projeelo : mas diverg
quanlo a certas clausulas secundarias desle, a certas
cnndires que a seu ver leuden un a fazer mal
companhia, se as iulenres do governo, da commis-
sao e da cmara nao fos>em difterentes daquillo que
parece dever-se deduzr do projecto apresentado.
Demora-se em calcular a vaiitagens com que po-
Sampaio Vianna.
Fica a discussao adiada pela hora.
Segunda parle.
Forras de Ierra.
Enlra em 3.a diicassao o projecto qae fixa forca
de Ierra.
Pedem a palavra varios Srs. deputados.
O Sr. Marlinho Campos| camera por "oli-ervar
que no movimeolode espantoso progreaeo que a civi-
lsimo do nosso seclo tem lido, causas que nao ha
opporluno investigar, noe reliveram apenas como les-
lemunhas imraoveis e extrauhas marcha das caosas
que locivam os noisos inleresses mais vilaes ; e qae
por isso he um dever procurar remediar esla silua-
S*o, como vu fazenda a Hepanha e Portugal, aicos
companheirns do nosso paiz no alrazo.
Passa em resenha varios fados do nono ixercilo
em pocas difTerenles. Ao leu ver o exereilo nao he
o mais proprio para ajadar a polieia e a jastirs, indo
nesta opioiao de accordo com os Srs. marquez da Ca-
sias e Nahtico.
O poder dos exercitos acabon, e para prova-lo ci-
la o exemplo da fiussia, qne, apezar das soas torcas
mimares permanente serem tao numerosas, naojpde
deinr de ceder o campo a cvilisa;o.
He pois sua opioiao qae se deve redatir o nosso
esercilo, para que possa ser melhor pago e ler me-
lhor discipline ; e enlende qae elle nao deve ser des-
viado do sen deslino, qoe he manler a ordem, fazer
a guarnirlo das grindes cidades, e guardar as fron-
leiras, para por os Brasileiros ao abrigo de quiesquer
violencias dos vizinhos.
Em fim chama a aiionri do minislerio actual pa-
ra a nnica constituicao da sua existencia, islo he, os
melhoramenlos do paiz ; e qoe he ni comprehenden-
do o pensamenlo da eonciliacjlo e da concordia qoe
aalfilar a' urgente reclamac6es da opiuiao do paiz.
rica a discussao adiida pela hora.
Levanta-sc a sessSo pouco antes da 3 horas da
larde.
A ordem do dia da sesao seguinle he :
1.a parle.
Dicas3o do parecer da commiisao especial sobre
a denuncia dada contra o ex-minislro da juslira, o
Sr. conselbeiro Nabuco de Aojo.
Se houver lempo :
2." dita do projeelo n. 37 desle anno, qae concede
empreslimo a's emprezas de estradas de ferro.
I'.- -si----, i do pacecir da commissao de poderes
obre a eleicdio do 3. dislriclo de provincia de S.
Paulo.
3. lila do projeelo n. 3 do mesmo anno que dis-
pensa as leis de amorlisirao em favor do collegio das
orpha.is da ci la le da Babia.
3.a dita do projeelo n. 9j de 1856. sobre permu-
taran le terreno da cmara municipal de Porto
Alegre.
9." dita do projeelo n. 52 de (856, qoe prohibe
conservar iberios nos da santificados os estabeleci-
menlos cnmmerciaea, eflicinas e fabricas.
3." parle.
3." discussao do projeelo que fixa a forra de Ierra
de urna hora em diante.
paaiAKHuca
ssmo lempo que procurou apresentar em estado dado, porque n.lo deu logo as bases para os regola- seo credilo c altlnja o hrilhanlc futuro que Ihe esli
Hluslrarlo e ann/ade do governo paraguayo enneer- mai prospero os meios de defeza do Paraguay. Ora, menlo. da navegacao, como be uo comanle em reservado e os bens que della espera o piit. be que
niile a maneira deslal com que aquella repblica embora nada disto seja como o nobre senador figu-
prncoroo emharaearou Inollliiar a execuraodo ira-1 rnu. nem por isso deixar de einbararar lalvez a
lado de d de abril de IS'iti acerca da nossa navega- i nossas negociarues pelo echo que encuotrar.i fura do Vssnmprao
ca para MaloGrosso.o I paiz. | orgeies' em


ILEGIVEL
uniros |. n/o. ; e observa que qaando o nobre mi- o governo Ihe conceda a garanta qoe ella pede ; mai
Iro a.severa qne o nosso plenipotenciario sabio da em spngar-se o ome da companhia, para que enn-
por ler de ir cuidar de oulros negocios I Ira ella nao continu a lavrar qualquer desconfianca
i Corrientes, o Beoidnarto do Paraguay, I oa suspeila que possa haver de que ella nao cumpra
PAGINA &VUL.SA
l!..' USU
Para mostrar ao lerlor al qae pona tem che-
gado a usura descomed la de cerioi proprelirios de
chis, plisaremos a conlir o qae nos foi referido por
pessoa fidedigna. Desoccupando-se um andar de
certa casa, >iia em urna das nossas melbore* roai,
tres pretendentes voaram a casa do proprelario, ca-
da qual Uesejando ler preferencia ; nao foram po-
rem jautos. O primeiro ofltrecea mais oro lerijo
alero do preco porque eslava alagado o andar em
questao : o segundo mais metade, e o terceiro mais
ootro tanto ; a lodos ouvio o proprelario, que inle-
riormenle errehenlava de conlentamenlo, e a ne-
hnm den palavra : a apparee;a amanhaa qae enlio
accordaremo noque havemos de licar... F'ol o que
a lodos disse o esperlalho do usurario. Depois que
se reliraram os prelendenles princplou elle a racio-
cinar de lal sorle, caja resultado nos faz crer que
seria pouco mais ou menos assim :
a Um d roais um terco, ouiro roiis melada, ou-
iro mai oolro lano!... I.ogo ha de haver qaem
d dous lanos mai..... nao alago o andar a nenhom
dos Irez, esla dilo I Com efleito, no oolro da len-
do ido os prelendenles saber da resposla, Jisse-llies
mui lampeiro :
Nao posso alugar a nenhum dos senhores, por-
que lenho qaem me d pelo andar doas linios mais
do que eslava elle alagado. A lano nao rhegavam
o capricho e forjas dos prelendenles ; reliraram-se
pragaejan lo o maldito do usurario. E boalo qae um andar eslava para ser aiogado, e mais
de meia duzia de mocos qne eslavam procurando
pouso, delegaran) um dos seos collegas ao propre-
lario para qae enlabolase negocisc,oes a respeto da
casa com elle, dizendo-lheschega a tres lanos
mais se o endemoniado do velho qu zer. O enriado
deu conla da mi.si ; o velho vendo que chegavam
aosdous lanos maia, que elle quera, nao ficoo
nish, exigi mais um alm dos dous, consegoinle-
menle a qaanlia que eslava o enviado aolorisado a
offerecer ou o3o por duvida sobro ella. Recebeu a
chave, e oilo inquilinos entraran) para a casi, dii-
poslus a nao deixarem pedra sobre pedra, pera o
qoe pozeram de mo ama oulra rasa que Ihes foi
iflVrecida. Estiveram um mz ; colisaram-u, o
qao Ihes foi muilo mdico, psgarim o prlmiiro mea
e mandaran) levar a chave ao proprelario. x/eo
esle fazer ame visita a soa propriedade ; havia lixo
desde a escada al a cozinha, nao havia porta que
titesse fechadurs, e as que tinham, fallavam-lhes
as chaves; raros eram os vi Iros das vidi aras das al-
covis e virandas qne eslavam intiiroi, o fogao era
um moni io de ruinas, as paredes desenliadas com
helios arabescos, cmfim a casa ira um sempiter-
nos horror! O pobre homem bolou as mos na ci-
beca, qaiz qaestionar, mai disseiim-lhe que nao 6
ra gaslir mais do qui Rastiria para reedifica-la e
asseiar a casa, sen3o tambem qoe os inquilinos nao
hayiam recebido a casa por inventario ; desisti a
quiz vir se vingjva e nos tres primeiros pretindin-
les da casa o callo que havia dos oolros soflrido,
mandando offerecer a cada om al pelo enligo ilu-
guel o andar; leve, porrn, em resposla dos tres que
eslavam arrumados ; desenganoo-se e mandou pre-
parar a casa, dispendendo o duplo do qoe havia re-
cebido !
Oilenla e lautos arlislas nacionaes se acham
Iribilhando no graode deposito de roupai, do Sr.
capio Jos l.oi/, na roa Nova : oitenta e lanos ar-
tistas que lili vao encontrar o pao para as suas fa-
milias. Mil louvoras a esse disuado Pernambuca-
no, que 111 bem sabe comprehender as necessidades
com que lula enln nos a claeso dos homens labo-
riosos.
Tivemos oecasiao de visitar o collegio do Sr.
Silvano, na ra da Praia, c eompraz-nos dizer, que
conlinuando a marchar pelo modo que vai, mui-
to breve licara urna perfeila casa de educarn;
que enlre nos precisamos lie de estimlos o von-
lade. para aprender-ae a ler, escrever e con lar ; o
fraucez, lalim, inglez e mais preparatorios uao prc
eisamoi mandar os musos filhos para a Europa, a
menos que nao queiramos que elles saiham calrar ai
linas comxique e... el cadera Para serem civi-
litidos o que se requer he boa educarn em casa e
m '.tres caprichosos, que felizmente ja os lemos ;
a experiencia lem moslra la que nem sempre a Eo-
iopa ensina.
A falla de animado e proteccao fenecen) os nos-
rs genios que caosariam assinbru, se de qailqaer
modo os poderes de estado delles se lembrassim. Nao
ha qoem iguore, que lalvez por falla de recareos, vi-
ve oo campo ensillando em um engeiiho. am sacer-
dote que he um prtenlo de genio. As bellas artes
sao, por esse digno padre 13o' nalonlmenle cultiva-
das/que podemos allirmar. sem medo de errar, que
mnlium inestre della. da Europa, por muito ablusa-
do, poder excede-lu !. Ha dia viran um ramo de
bellas flores, cravns, anglicas e boninas, quitemos
colher uraa deltas, e ainda pozamos em execu-







'



i
DIARIO DE PERNAMBUCO SARBADO 1 DE AGOSTO DE 1857
a
Sao o mo menlo, cram ile cera os llores! Na-
da miis bello, na* mals natural; e no entre-
tanto as autoras lores vegetara oa pobrea, na osa n. 20, na roa
de San-Francisco. Quera enlre no qutrer dar a
insignificante qoanlia de 3g a 49000 por um rico
boquet de llore de cera '.' Os eslrangeiros leem in-
leresse de mo darem importancia ao que he nosso,
porcm nos... nao ha o que juslique u nussu indilfi-
ranlisruo. Oovimos dizer que ras senhora vao olle-
rerer a S. M, o Imperador algura primoroso Ire-
balhu .le -o.is mitos. Nao ha quem igualmente ig-
noie, qoe hi enlre nos ama familia que Iralialha
tilo bem em doces e boneca, Iiicjiinhos, floras, ele,
de doce, cono o melhor ronfeileirn de Pars ao pat-
eo que bebemoa os ares, como so cualuma duer, por
um calungoinha de Pars 1 Van ans serlOes do Cea-
r,i, Marnnhao e mesmo a muilas de nossas villas e
l> ivo.iriv, o verlo Ir.bilhar t.10 magnficamente em
obras de labyriolho, que 11,1 corte lem sido admira-
do use traballio pela propria imperalrii.
Tivemos noticia de Guarahira Parahiba a fe-
bre amarella tem percorrido alguna pontos daquella
villa, do eolretanlo que a populacho vai conlinuau-
do em ieos atizares deias*uml rada, e muito confia-
d 1 nos aoiiiioa do govemo.
' Um dos duendes oa pimisimas que atsom-
liram a roa da Concordia, tem por signal signilicali-
vo do sen poder malelleo, urna lita amarella sobre
o pescoro, cor qoe deoola o desespero. Fuj.im
delle !
Estando um itadonit em o segundo andar de
eerlo patio, emeontenda com orna pobre miilher,
depois da dizer-lh* muins improperios, deseco,
obio, descompot, sabio licau palitaQdo 01 den-
les Ora, com effeilo Quem quei descompor a seu
eilvo oada mals faeil, o publico serve de padrinb.
e uera stqoer umsAvi-Mariade penitencia !
llovemos crer qoe ese senhor tendo-se sabido ISo
bem da primeira, nao se mella em segandt, porque
tslvez a paciencia dos pacientes nao esleja dor-
mindo.
Hospital de caridado 31 de jolho.92 doeutes.
.li aman/ia.
cmara pagar ao facultativo Francisco Jos Cv-
rillo Leal, a quanlia de 6? ris, d'uma corrida
quo fui 110 da 3 do crrenle.Que se pastaste mau-
dado.
Oulro do mesmo, tambem para se mandar pasar
ao mesnio ciiurgiao, e aos douturia Itozendo Apn-
gio Pereira Goimaraes, e Josc Miiniz Cordeiro Gt-
lah\, iquilla a quanlia de (13 rs, e a cada um (les-
tes a de 39200, ludo de came sanitarios hites nos
das 1 do abril, 28 e 29 de junho dele anuo.Que
se passasse mandado.
Oulro de-7 de jolho ultimo, de Jos Kranciico
de Souza Lelo, juiz de paz mais volado do primeiro
disliielu da fregoezia de Jaboarlo, dizendo que por
> tente, em estado de nlo poder presidir a
municava
eicio o leiceiro velado.6 Sr. presdante declarou
qua lendo sidu este ofllrio reeebilo uo da I.- do ror-
rete, no mesmo dia olliriara ao referido juiz do
segundo auno, para nao lei.ir de presidir a
junta.
Oulro do fiscal dos Afogados. dizendo que o lugar
em que se fazia a malanga de gado, na povoacao da-
quella freguezia, fora lomada pela estrada da ferro,
a actoalmente se eslava fazendo esta servico na Ira-
vessa da ra Direilade Nossa Senhora da Paz, lugar
improprio para isso, parecendo-lbe que o terreno
quej indicara, de Manuel Joaquim Muniz Baran-
da, era o mals apropriado para dilo fim.Que se
olciasse ao engeubeiro cordeador para, eiilemlindo-
se com o fiscal, examinar o terreno e duer o que
Ihe occorrer a respeilo.
Oulro do segundo juiz de paz do primeiro districto
da Iregurzia de Jaboalao, datado da 7 do crrante,
e recebado a 13, dizendo que nem elle, nem o ler-
ceiro votado pre-idiram a junta de qualiicaqao, na..
leudo por isso esta se reunido, e enviando o otlico
em original, que Ihe dirigi o tleito em lereeiro la-
gar.Que se levaste ludo ao conhecimento do Etm
cali sendo ; quamlo a sua poltica ilumina, qoando
ainJa a sua inlluencia, os saus amigos e familia le-
varam ao parlamento um humera develado ao go-
verno actual, contra lalvez exagerada imposicots,
qnaiido'felizmeiile na coa id* publica e particular
nflo ha um rrime que conicienciossmente se Ihe iin-
pnle '.'
O govemo geral acaba de er naturalmente infor-
mado com miuuriu-id le do estado anormal a que se
lera redolido urna das melhore-t comarcas da pro-
vincia, c anteven lo os males que por ventura tenha
alada de passar, acaba de nomear juiz de direilo
para ella o mu dislinclo depnlado geral l)r. Fran-
cisco l'aes Brrelo. Os precedentes honrosos desse
senhor, e seu caracler prohidoso, fazem erar que
respectiva junta de qaalificac.ao, convocada para o urna nova era se vai abrir adiaola dos comrcaos do
Ola J do correle, ofticiara ao seu immedialo para Rio Fnrmoo: fazem crer que essa devastadora epi-
prendi-Ia ; mas que este Ibes responder que lam- deimarholcra-processonao ficaru endmica ao
igual motivo o nao poda fazer. o que com- solo daquella cidaile, e que a jusilla e a rectidio, a
esta cmara para fazer eulrar em enr-1 energa e imparnalidade reinarlo com pezar do
folicolarios..!
Pela leilnra de documenlo quo se segur, cooheee-
r o publico ale que poulo tem cliegado o furor des-
communal dos inimigosdo lenle coronel los An-
looio Lopes, e dahi ajuizii se o que sa lem dito a
respeilo de ludo esse trame tu imprudentemente ur-
dido ha ou nao real. Quem eonhece no lenle co-
ronel Joi Antonio Lopes desde os anuos o home n eisencialmeute pacifico, honesto, la-
borioso, ordeiro, amigo sincero, e encllenle pai de
familia, vai ve lo agora pelo reverso da inedalha o
hoiiimiivpodas maldades !
Foi preciso, que um estranho, ligado corpoe alma
aos liomens a qutm o lente coronel Jos Antonio
Lopes faz sombra, viesse dizer aos Pernambucano<,
o que a aditemam rei memoriam dizem a seguin-
tesliohas, completamente pulvensadas peloVaritas
do Jornal do Commercio d desta capital o...
lllin. Sr. l)r. juiz d direilo, nlo sou acruiado
por 1er roubado a vida a meu semtlbante ; nilo sou
aecusado por ter usurpado os bens alheios ; nilo sou
aecusado por ter redurido a miseria orphas, e viuvas
desvalid-.a ; uo sou aecusado por ter prostituido in-
CAMARA MUNICIPAL DORECIFE.
SESSAO EXTRAORDINARIA DE 15 DE JL1I0
DE 1857.
Pretidtncia do Sr. ajo t Albuqucrqu.
Prsenles os Sr. Barroca, Kcgo, Mello a Jo-
quim da Almeida Pinto, que foi chamado a tomou
assento, abrio-se .1 sesslo, e foi I ida e approvada a
acia da antecedente.
Foi lido o saguiole
EXPEDIENTE.
Um ofcio do Eim. vice-presideute da provincia,
commuoicaodo que de aecordo com a informaclo
desta cmara de 18 de junho ultimo, 11.10 s inde-
ferra o requtrimenlo em qoe Blanoel Peres Cam-
pello Jacome da Gama pedia por ..(omnenlo un ala-
gado de marinha, quo eiisle devolulo na povoa;o
dos Afogados junto a ponte do mesmo nomo, roas
lai.iliem recommendava ao >ospeclor da Ihcsouraria
de fazenda mandaise medir e demarcar o referido
alagado, e rtmeller 1 esta cmara o retallado.In-
leirada.
Urna petirao vinda da presidencia, para a cmara
mlormar, de Jos Francisco do Reg .Barros,
pedindo ser relevado da multa qoe Ihe foi im-
posta pela junta do qual.licaeao da freguezia do Poco
da Panella, por nao lar comparecido reunan da
merma juota, na qualidade de eleilor, allegando lar
estado encommodado com a molestia de um sea li-
Iho, que morreo, ao lempo da mema reuiiiao, como
pruvava com alteslado de medicoRasolveu-se so
informaste a S. Eic qoe, sendo da competencia "das
juntas coohecer das fallas justificadas ou irlo justi-
ficadas dos eleitoret a soppleotts convocados para a
sua reun la, nlo cumpria a cmara apreciar aa ra-
J6s do peticionario ; e que, em coostqoencia de ter
o joiz de paz competante lha ofllciado dando parle
da mposir.io desla multa a de ootras, dera ordem ao
procurador para arrecada-la, fundada 00 arligo 127
da lei de 19 de agosto de 1856.
Outro da eommissao de hygieoe, dizendo que, leo-
do um dos seos membros examinado as cavallarir;as
deila eidade, as achara todas em mao estado da lim-
peza, e nenhuma feila com as cundieres das respec-
tivas postaras, coja observancia mu-iva rizaste a c-
mara elTecliva, astim como que eligiste dos fiseaes
participacOes semanaes sobre o oslado de laes estabe-
lecimenlos.Qoe se remellessem eopias -i'eile olTicio
aot fiseaes para responderem.
Oulro da mesma, rogando Ihe iodicasse a cmara
o fiscal que a deve acompanhar as visitas que pre-
tende fazer nos eslaheleciinenlos parliculare.Que
se rcspoudesie, que poda chamar o fiscal da fregue-
zia onde liver lugar a visita, para assim nflo recahi-
rem os Irabalhos subre um s ; e qoe se oflieiasse aos
fiseaes para se prestarem ao chamado da c inmi-.i'.
Oulro do lenle coronel Jo,1o Valetim Vilell,
duendo que Dio poda tomar asento ne-la camaia
na qualidade de veriador sopplenle, por ser oficial
da secrelnna do govemo.luleirada, e mandou-se
chamar seus suppenles.
Oulro do engenhciro cordiador, informando a cer-
ca da represantacao do cidadao llerculauo Alves da
Silva, contra a directo que o mesmo engenheiro
dera a ra das Nimphas, que pasta em terrenos de
piopriedade do representante, mostrando o enge-
nheiro qau n represcniaro se funda em allega^es
inexactas.A' commitsao de rdilica(es.
Oulro do mesmo, devolvendo o requerimeolo de
Biriholomeo Francisco de Souza a mas papis que
o acorcpaiiharam, e enviando um desenlio da parte
d terreno de propriedade particular do mesmo Itar-
Iholomeo, qoe deve ser oceupado pelo maladouro
publico, segando a planta approvada, e oulro da par-
te do referido terreuo actualmente oceupado pelas
obras fritas ; c acretcenlando que deste ultimo ape-
nas 12 bragas quadradas se acham oceopadas por
parle d'oma casa.Adiado ate a sesslo seguinl
requerimeolo do Sr. Reg.
Outro do procurador, communicando que o enze-
nheiro enearregado pela superenlandencia da estrada
do. ferro Ihe haviu ltimamente declarado qoe podia
mandar pasiar a eacriplura de venda dos edificios e
terrenos das Cinco-Poolas, pois que a companhia
dava a qnanlia que offereceu, sem rr.ais dependen-
cias ; mas que consultando ao advogado esta Ihe a-
conseltiara qoe seria conveniente dar disto sciencia
camera : dissa mais verbalmenle que a companhia
razia as drspezas do titulo.Monduu-se respouder
Tie concluste o negocio.
Outro do mesmo, pedudo aotorisaclo para des-
pender o necessario cora copias de escriplura* a sen-
teurjas das desapropria;Oes, que tem a cmara feito
aioigavel e judicialmente, assim como que se desee
ordem ao solicitador para requere-las.Autorisoa-
se. e mandoa-se espedir orJein ao solicitador.
Outro do mismo, pedin lo aulorisarao para despio-
der o ercesto de 1523000 res, sobra a quanlia de
1(U3000 reis, qoe foi aolorisado a gaslar com os re-
paros da ribeira do mercado do pene da freguezia
de S. Jos.Aulorisou-se.
Ootro do mesmo, juntando a carta do procurador
da casa das sesssoes d'esla cmara, elevando o seu
alaguelannu.il de 50O3OOO reis a 8OO3OOO rei, a
principiar de 21 de selembro prximo loluro.In-
tnrada ; mas que te proenrasse outra casa.
Oulro do mesmo, communicando o estado da de-
niohrao da cata d equina da roa do Livramenlo e
lizeudoque lendo o predio contiguo do cidadao
I liorna/, de Aquino Fonseca soflndo com o desloen-
ment das travs d'aquelle, mandara a reclama;au do
mismo proprielario, tomar os buracos.lnleirada.
Oulro do mesmo, inviando os balancetes da recei-
la a despeza municipal do mez de junho ullimo, e o
do cemileno, perlencenle ao trimestre findu no re-
ferido roez.A' commissao do polica.
Outro de Manoel Ferreira Antuiies Villaqa, de 11
do correute participando ter na ni'sma daU entrado
em exercicio do cargo de subdelegado da freguezia
de Santo Antonio, na qualidade de primeiro eup-
pltole, por Ihe ler commanicado o ejTectivo qoe se
achava dorte.luleirada.
Oulro do raesmo, (dalado de 15) dizendo ler pas-
sado o exercicio ao efisclivo, por se adiar este res-
tabelecido.Inleirada.
Ootro do fiscal de Sanio Antonio pedindo se man-
daise pagar ao cirurgiao. Frauciseo Jote Cyrillo J.cal
a quanlia de 1&?i00 reis, de exame e visitas sanita-
rias qoe fez nos das 2U de maio, 12 e 9 da junho
desle anno.MaudoO-se passar mandado.
Oulro do mesmo, pedindo se mandaise pagsr ao
cirurgiio Jos Antonio Marque a quautia de 69000
res, de urna corrida sanitaria, no dia 8 da junho ul-
timo.O mesmo destino.
Outro do mesmo, participando o que fizara as
semanas lindas, e tratando do relo de "vaver adia-
do plvora na casa de Luiz Joaqaim de Sanl'Anna,
felo o termo de infraccao. e o remellido ao subde-
legado para proceisa-lo,ejulga-lo.Inleirada.
Outro do contador, informando que o escrivlo
Francisco de Paula Esleves Clemente nlo podia ser
pago enlegnlmenle da quanlia de 3313060 rs. de
cusas.ludeferio-se a pelillo.
Oulro do solicitador, dando parte do estado de
algumai queslOes deila cmara, e dizendo que, de-
pois que apresenlon, em 31 de maio ollimo, a cun-
ta de Jespezas judicises, lease feito ootras, cre-
cidas, para pagameulo das quaes, e das que se fo-
rera fazendo precisa da quant a de 2003 rs.Que o
procurador dsse o dinheiro.
Oulro do mesmo, dizendo ler recebido de Joa-
quim Jos de Miranda, e (entregado ao procorador
as costas contadas na sentm; 1 exlrahula dos autos,
da questao contra o mesmo Miranda sobre a casa
da esquina da roa do l.ivrameuto, assim como as
mollas e cu-tas por infracjes de posturas, commet-
lida por Manoel Antonio Teiirira e Jo- Cameiro
la Luuba, ludo na importancia de 9H-390.Inlal-
Outro do fiscal de'S.Jos, pedindo se mamlasse
pagar ao cirurgiao Francisca Jos Cyrillj Leal, a
quanlia de I23rs. de don corridas -ailara- qoe fez
nos das I. de junlm pruximo lindo, e 13 do crren-
le.yue se pas-asse mandado.
Oulro do raesmo. coiuiunicando a nfnce.io que
commetlera Antonio Joaquim dos Santos Andrade.
por ler edificado na 111a da Oncordia, nos fundos
d urna sua casa, onze nfcias-aguas, fura de todas as
regias .las posturas, e sen lieenra.deiainlo abano o
muro, dentro doqual as conslrutu, expondo-asii vista
do publico, assim cuTnoqoe ia fazt-r lavrar os I.-rmi-
de a lia I a que. mi face do arl. 2 das pisturas de 13
de junho de 1855, dcviam ser onze. e a importancia
las mullas 3303 ".Que se responde-se que proce-
desse na forma das posluies.
Oalro do mesmo, propomlo a demissao do guarda
muui.cipal Manuel Ferreira de Souza, purse ler-or-
lado mal nu cumplirn,! de suas olirigai;oe<, S> a
sua -uh-iiluirao por Jos A11I01110 Baptisla.Ap-
proviu-se, volando cunta a 11 .mear 1 1 o Sr. Bar-
raca.
Oulro do fical di Boa-Villa, pedindo mandatae a
--------------------------_ ...------------------, -------_ _,-----------_._ ~bkiu-w.iv (' > 1. liiu-'iiiuiiu
vice-prisidenle da pruviucia, paia piovidenciar co- caulas donzellas, ou leduzido mulheres casadas
mo bem eulcuder.
Oulro do vigario da fregoizia de S. Frei Pedro
Ijonralves, respondendo que a sua idade, mole>lia e
tervicos da sua matriz, nao Iba permilliam fazer o
Irabalho qoe esta cmara Ibe pedio, da orgam-arau
do mappa da pupula;ao llvre e escrava da soa fre-
guezia, com as derlarac&es especificadas no mudrllu
que sa Ihe enviuu.luleirada.
Oulro do vigario da fr-guezia de S. Jos nos mes-
mos termos do anterior, com pouca diflerenra.In-
leirada.
Oulro do vigario dos Afogados, enviando o mappa
dos baplisailns leilos uaquella fregurzia, 110 semes-
tre findu na ultimo de junho desle auno, e di-
zendo tambera que nao podia fazer o Irabalho do
anolamenlo da populacao livre e escrava.inlei-
rada.
Oolro do fiscal da Vare*, dizendo qoe os luga-
res daqoclla freguezia que ada mais proprios para
a malenca de gado, sao o Ambol, e S. Frencisco da
vanea.Inleirada.
Kesolnu-te que se oflieiasse ao Exm. vice-presi-
denla da provincia, para mandar que a tbesouraiia
da fazenda passe cerlid&es da medicao dos Imenos
de marinha, que leem sido concedidos A cmara pa-
ra serventa publica.Aulonso.i-se a piocurador
para comprar om livro para o registro de olcios di-
rigidos presideocia.
Assentou-seque d'ora *m dianld os Irabalhos da
cmara deveriam principiar s lloras designadas na
lei (9), e qoe os vereadores qoe deixssem de com-
i-ancer sem motivo justificado, serian multa-
do.
Mandou-se remeller commissao de edificarles
os requerimenlos viudos da presidencia, pedindo f
raminto de terrenos de marinha, em diversos luga-
res, de Antonio Ferreira da Cola Braga, Francisco
BV.elho de Andrade, Sancha Mara da Concec,ao, e
J080 Marques Correa, e oulros feilos i cmara so-
bre diversas pretendes, da Joan Baplisla Fragoso e
Jote Baplisla Ribeiro de Fariai, Marerlioo Jos Lo-
pes, a Antomu Botellio Pinto de Me A cmara receben citaefits de Joaquim Jos de
Mirauda, ainda sobre a queslao da casa da esquina
da r na do Livramenlo, e de Anloniu Jos d'Oiiveira
Braga, acerca da causa relativa a estrada do cemi-
lerio, e mandou remeller copia das pelicOei au ad-
vogado para requerer o que for de direilo.
P ic-loii o juramento do arl. 9 da lei de 23 de ou-
tobro de 1832, o iialoralisade lirasileire padre Joa-
quim Ferreira dos Sanios.
Despacharam-te as petic,oes de Antonio Romlo,
Antonio Fernaiules Velloso, JoSo Joe de Cirvallin
Morar-, Antonio Pedro das Neves, Angelo Coetodio
dos Santos, Antonio Alves da Fonseca, Antonio da
Cunha Soares Guimarlee, Alexandrina Teixrira
Soulo, Bernardino de Sena Barbosa, Ur. Bernardo
.Machado da Co>la Doria, por prncur^cao. Claudiu
llubrus, Francisco PeToSuares Blandi, llvpolija
Genero-a da Conreic.ij, herdeiros de lelo Menique
da Silva, JoSo Pinto de Queiroz, Dr. Joa.i Nepoinu-
ceno Das Fernandas, Joaquim d'Albuqucrque e
Mello, JasvCarvalho da Fonseea, Jos Bernardino de
Sena, Joaquiir Anlonio Pereira, vigario J..,"o Anto-
nio Torres, Jos Simea d'AlmeiJa, Jicintho Silves-
tre Vieenle, Jos Maria de Mello Zumba", Justino
Pereira da Andrade, Joi Velloso Soares, Jns ilon-
Calves Curada, Joaquim Alfas Barbosa, Joaquim
Francisco de Paula Estevrs Clemente, Luiz Jos
Marques, Ludano Jos da Costa, Manoel dos Arijos
l'irres, Manoel de Souza Pireira (2), I). Maria da
Tnndade, Manuel (inncalves Pereira, Pedro Anto-
nio leiteira Cuimares, Rom.lo do Reg B-rros,
Tliom Rodrigues da Cunha ; e levanlou-se a ses-
s3o.
Ea Manoel Ferreira Aecioly, secretario a eercvi.
Declaro em lempo que o Sr. Barroca volou contra a
Hornearan do guarda municipal proposto pelo fiscal
de S. Josc por nao eoiihecer.Accioli, o declaro.
Reg c Alhuquerque, presidente.Barro Rrgo
Silva Barroca.Mello___Gameiro.
piequadrilha. Km Franca v.'--e daniar o canean .sale nem lem de sustentar demanda
troduzindo enlre as familias a desordem ; n9o son
aecusado lioalmenle por ler atlenlado de neohuma
soile c mira a liberdade individual dos cidadaos, e
nem lio pouco por me deisar influir da importancia,
que a si arrogam essea hornera pequenino, e sem
conceilo no proprio Iheatro de suas heroicas faea-
ulias, para obrar eonira a lei ; sou sim aecusado por
ler feito levantar por cima da ral.er.i do queiioso a
espada da juslija. que lia milito devia ter descarre-
gado-lbe o seu golpe, porem, que forjas desconheci-
das lem obstado a soa aecao. Dous alo os fictos :
1 por ler prestado ouvidos ao seus inimigos,
para qoando tirar desforra dos fartos entre mim.eo
queixoso havidos. considera-lo como mandante (que
escarneo, meu lieos !) do asasinalo do infeliz Ma-
noel Cambado, obrigando com promessaa, e ame-ra-
a Flix de tal irinlo dosassissinosdessi infeliz a d'r-
clarar, que u queixoso, fora quem mandara perpe-
trar esse assasinato por om seo irmlo, o qoe diz
elle, fdra por Flix Matado em pre-enca de algu-
mas tetlemunliss mencionadat na queixa :
S.| o ler eu convidado a diversas ptsioas pira
falsimenle deporem cunlra o qurjxoso.
1 Di simples narraeao deseca dous fados se eo-
nhece evidentemente a sua falsidade : o que he eer-
lo he que tendo apparecido alien.la o poblico '..
CjT par debaixo da porta dos cadetes do destaca-
mento du meu ominando urna carta anonyjnastSSB
em que se referia, que o qilcjioso fora quem uo au-
no de 1853 otando, no exercicio da deligacia desta
eidade, aconselhara ao issassioo de Manoel Camba-
do, qui a elle recorra, como auloridade pedin.lo
providencias sobre certa disenres particulares,
que o mataste e sa drdarava os meios de chegar a
justira ao conhecimento da verdade, pastel a infor-
raar-me do caso, e pasme quando soube, que ae-
ralmente era esse facto na verdade allriboido ao
queixoso, e foi entlo, que jolguei do meu rigoroso
dever contra elle proceder na forma da lei, empre-
gando para isto as diligenciar necessarias; e porque
esse Flix de qoe falla o queixoso no aelo de ser in-
terrogado me pareeesse transido de medo do queixo-
so, ru Ihe liz ver qoe podia e devia declarar livri-
"enle a verda te, sem receio de consa alguma, poii
que nada devia temer do mesmo qoeixoso, o que
he inconteslavelmente difTercnle de obriga-lo com
promessas e aineacas a fazer as declaraeiies que fez
contra o queixoso e quanto a ler eu mesmo convi-' vea, contra o baclrel Formado Verialo Amelio
dadj testeminhas, paia jurarem contra o queiioso, d* Cunha Guaveia, Ihe d urna cerlido de verbo
alela de nao liaver lei nlgoma, qoe m'o prohiba e j *d verbuin do ullimo accordlo c bem assim dos rul-
antes toda a legi-laeao criminal do paz me autorisa bargos que Ihe serviiaui de causa : prtanlo pede ao
a empregnr as diligencias precisas para o deseobri- '""> Sr. Dr. juiz municipal e orphaos mande ps-
menlo da punirn dos delinquen!- por ncca-lf. i de
a' Mahille, da Clialeau des Pleura; mas nunca em
om Iheatro, liante de espectadores qoe se nilo co-
nhecem, cujas svrnpslliias se le necessidade de
grangoar. Podemos afianfar que mo sa dan-oii o
canean no thealro de Santa Isabel, que nada se ileu
III que podes-e nem de leve oflendcr ao pudor : pe-
lo contraria ludo quanlo representaran! os rosigues
actores francezes fui calorosamente applautido pelo
publico. Si ha quem sopponh.i ser indecente a dan-
sa que indevidainenle inlilularam de canean, por-
que antes nlo censura esta chusma de duelos imir.o-
raes que se levara constantemente a' scena '.' por
ejemplo : oMeirinlio e a Pobre e a Panella dos Fei-
'Cos!..... ah he que faz-m umi dansa immoral,
chala de niavimentos escandaloso.
Direr em resumo que lalvez se|a slo om principio
de guerra feita campanba franceza por alguus que
cntendem que o eitraiigeiro nao he oosio irmao, e
nao merece por conteguiute a mesma proteecao.
Srs. re larlor.--. l'rn lo corrido impresso^ na 1 st'i
no seu respeitavel e precioso aDiarimi, como lara-
bem no Liberal Pernambocaiiu e no jornalnDirei-
l.i,ualguns artigus jurdicos acerca da queslao tutelar
de que tratara as doa- cerlidfies inlra ; venho rogar-
Ihes o especial obsequio para conheciinenlo do
publico, de Ibes darem a devida putdicidade, conce-
dendo-lhes aleum eipaco em urna das columnas do
teu mesmo Diario.
He as-im, senhores rodadores, que a verdade e a
causa da justija sempre s em Iriumpbar, par mais
gigantescos que sejam os eiforcaai ampregados para
obcorecer-se aquella, e levar-te a asta di rojo !
Louvores mil s-jam dado ao supiemo tribunal da
rcl.u-ao do districto dasla provincia, que abundando
em illusliarao e sentimrntos de recliaao, buca ob-
servar e fazer observar, por suas sabias deeisoos, o
suum caique Iriburc, dissolvendo, por semelhan-
le goisa, os enleos e os clculos da calumnia ; mal-
logrando us caprichos da prepotencia, aniquilando
esse e-pirito de nocivo nepoli-mo, que desvirta a
desmnralisa a julir;a social, a finalmente reparando
e rorrigiudo as elaraoroaal injustas, que em regra
e salvas honrosas excepc,es, vAo qu di.lianamen'-e
pralicandn, sem respciioat leis.asses pachas dos cen-
tros ehrismadoTcomo pomposo titulo de juizes mu-
nieipaes e orphaos.
Prara aos eos, que os doos accordAos, cuja pobli
car;ao Ibes rogo, servi-sem de correcclo ao inaiida-
rim desla com: reaCaelano Eslellila Cavalcanli
Pessoa.para qoe em seus actos ulteriores s Iratasse
de dar fiel exeeucAo as leis, a de destriba r jasli(a
era igualdadr, abandonando de ama vez oseu pessi-
mo habito da patronato, de escndalo, parcialidade,
ele. etc. ; mas elle osleola-se incorrigivel, e de-
manda um mais forte visicalorio na nuca Deo
Ih'o conceda quanto antes.
Kntrrlanlo, si emquantn oulros se nao succedem pela forja mag-
ntica daverdade e da justicia,di hnilivo aires
victimas rteise e cutios pleilos estrundosos, que
ainda pendrm na primeira e seguuda instancias j
sirva de um solemne e provisorio protesto contra as
ferhlas que por ventura as armas da calumnia pos-
sam ter aberln em suas repulsces, alias bem fir-
madas, resignsndo-se ellas dianle desta verdade
eterna ; que ueste mundo iienlium bem se pude
operar semdulorusos sacrificios, maiores 00 menores,
recordando-se o publico esclarecido do anligo pro-
verbiovenias olium parilpara dar o necessario
descont e aguardar a defeza dos opprimidos, qoe
as occasides proprias Ira deseuvolvendo-se, mxime
qoando de modo bem expressivo se Ihes I1A0 difli-
cullado, seuao vedado, os recursos da imprensa nal-
la provincia !...
Adcos, Srs. redactores, at o dia mais conve-
niente.
Son o
Dr. dos tubrculos sendeosos.
Goiaona 30 de junho de 1857.
DOCUMENTOS.
N. 1.Manoel Antonio da Pai\.1i, necessita por
bem de seus direiloi que o etcrivAo Andrade, com-
pulsando os irWos, que Ihe aeran apresentados pelo
lupplicanle da senlenca de appella^ao que 110 supe-
rior tribunal da relaciio de Peruambuco obleve o
lenle coronel Trajano Olimpio da Cunha Goa-
com a sua, mesmo contra aquel los documentos; saibam
'"'I"*'", pois. e o respeitnvol publico, que se esU
Provara que o embargante nunca fez rsforeos scgumdo essa forma de processo era Crimea
par ser nomeado tutor de sua irniAa, a se hoja sus- ,, ,ihjaJe (|c |mprM
HEPARTIQAO DA POLICA
Oecurrencias do dia 3f>; de julho.
Ioram presos: pela sobdsleg'acia da frogarzia
do Iteeife, Maria Sabina da Conceic,ao, para correc-
c,ao, Manoel Joi de Oli>eira, por estupro.
Pela subdelegada da fregoezia de S. Anlonio,
Jo.lo da Cruz e Jos Antonio, para corre-cao. Sc-
bailiana Maria da ConceicAo, para averigiiares po-
liciaes. '
Pela subdelegara da freguezia de S. Jos,
Joao da Silva Cmara, sem participaran do mutivo-
Pela sabdelegacia da fregoezia da Boa-Vila,
Candido Leodoro de Miranda Coulo, para averigua,
(oes policiaes.
DESPAClIAItAM-SE PELA POLICA.
Dia 31 de julho.
O escravo Manoel, obleve passaporte para o Rio
de Janeiro em eompaulila de seu scuhor.
A escrava Frlicidadr, obleve passaporle para o
Rio de Janeiro rm companhia ue seu senhor.
A escrava Rufina, obleve passaporle para o Rio
de Janeiro em companhia de seo senhor.
O porlogurz Jos Mertins Pedral, legimou-se
para obler passaporle para a Europa.
Negocios do Rio Fonnosoo (cuente co-
roni'l Jos Antonio Lopesbem funda-
das esperanras de declinar a epidemia-
citoleraprocetSOsua perseguicao
um documento ad cternam rei memo-
riame digm (|ue depois de lei turas
taes nao se lica em pasmaceira.
IV.
l'rmos feito alio por alguns das em nossa serle de
rticos ,i rrspriln dos negocios da Rio Formoso, em
relacio com ispecialdade ao lenle coronel Jos
Anlonio Lopes, que se acha ainda atirado na fortale-
za da Tamandarc. esprrando da imparcialididr e si-
sudez de um magiilrado, moco sim, mas que he de
crr ii.ii queira crlebri-ar-se oas persrguir;6es, n3o
su porqoe alientos isperavamos noticias daquella ei-
dade, senao tambem porque, devendo o brado da im-
prenta chegar al o governn imperial, eeprravamos
urna medida qoalqurr da corte, que fizes.e qoando
nAu uslar, ao menos modificar esse furor encarnica-
do com que prctrndf m arrestar a ulinn.i expressao
do desrspeio a muitos cidadaos inconteslavelmente
conspicuos, qoando e proclama por loda parlecon-
ciliario !qoando a pedra de toqueo talismn a
palavra sacramental de acloalidade he... conciliaeao,
coiiciliaciin !
Coiicliaco?! yue pois hade o aoverno do Impe-
rador fazer crr, qoe o imperio ser governado por
meios brandos, fazendo-te Justina a quem a tiver,
puniudu-o o crine, oude quer que elle esleja, cha-
mando se a um gremio os homena de todo o
credos polticos, hanimlo-se a perseguirlo, as repre-
salia, estes auliioi odios proprios de hordas srlva-
gens qoando veucem seus inimigo, e no Rio Formo-
so. um canta do imperio, a lei hade estar vilmenle
calcada, ser mu lo de capacho a liomens odenlos, a
homens, que cavara odios figadaes, a que nao pn-
dendo-se vingar-se parlicolarmenle procurara ras-
gar as tullas da constituido, fazendo dellas mascara
ura proeesso, he falso que eu aliciasse para jura-
rom falso, pois que o que apenas fez fui,oliendo que
algumas le.leniiinlias luiliam o mesmo receio de Ka-
lis. a procuravain escapar ao ilrpoi-ninlo, p rque
temen), que o queixoso, para o futuro tome dista es-
pantosa vinganca, fiz-lha ver que nlo ao elle ti-
nhaiii obriRauo dr jurara verdad*, e sera conslde-
racilo peasoaialgoma, como que nada deviam re-
celar do queixoso, porque as Iris ponera os culpado
e elle nao seria lia loucu, que ven lu investigados u-
seus aclos criminosos praticasse oulrns de igual jaez,
o que o>rl .111 1,le prndozio o effeilo por mim esmera-
do, por lo que as lesluuiunlias escs.dadas na pro-
lectAo da justir^i depozeram contra o queixoso, e ja
hoje esta' peraule inim prnvado, que elle concurren
directamente para a morlo de Manoel Cambado, e
con>egui uemenleque aquella a que presentemen-
te espoildo, ftil como he, sendo lilha do despeilo,
que conl a mira nulre o queixoto, a um simples ma-
nejo pan ver se enn-egue allerar-me e mudar de
rumo ni un -ligarlo de oolro Crimea do queixoso,
que me c insta ler muilos ; Infelizmente elle errou
o alvo a que allingia.
A qi e'ixa he tao infundada,e rrclieiada de inex-
alidoes, < ue nella diz o queixoso ler sido quem im-
medialanienle fez caplurar e procusiar os assassinns
de Manoel l.anha-lo, quaudo hr certu ese provacom
os docamenlos juntos sob n. 1 e que nem o proees-
so foi instaurado pelo queixoso, como delegado, qoe
era em exercicio, e nem leve lugar logo depois da
morle perpetrada, mas sim 3 mezes depois, e isto
em dovida porque as folhas publicas, oceupando-se
denle faci, e allriuoindn-o ao qaeixuso, fdra rnisler
fazer com que o subdelegado de eniao, Carlos Jos
Caralcanti, instauraste proeesso para que no lodo
au fosse a yrrdades deseoberla, sendo que a essi
lempo ja Jns Gomes de Mello, qoe havia sido pre-
so no dia do as-assinalo, havia sido sollo em proees-
so por ordem do dilo tnhdrlegado ; por quanto indo
no dia 30 de maio daqurlle auno o escrivao Coimbra
mimar a suslrnlac.an da pronuncia ao dilo Josc Go-
mes, que alias linha sido preso, e da cadeia nAo ru-
gir senao por dizer o careereiro, qoe linha sido
sollo !
Como pois foi que elle qoeixoso ffz proceisr, e
trz capturar os delioquenles, miando be certn, que
por influencia sua foi que eslava o preso solt !
o Avisla porlanto do expendido, entend, que de-
via procurar o qoeixoso, perqm se o nao ze na enlAo 111. t. 1 lo as penas ;quo escrpulos^ do ar-
ligo l.'.S do cdigo criminal e... .oucim ouram
merc de Dos, abomino oa pr-.n ai leaderes para
com ellrs nSo me parecer
< Tenbo ir-,.ondulo a queixa do que xoso, c lenho
ralilicado os fac.tot motlrando a verdade do occor-
rido e podrodo entrar em om delalhe de todas as
ae^fici criminosas da queixoso n3o fajo porque a jos-
llja se oceupar opporlunainrnti dellas, e eu Oevo
eMlar a ilivaiai_iioera qoe forzoso sera entrar, oc-
cupando-me desi.i materia, mas nao posn deixar
antes de concluir de chamar a alinelo de V.S. para o
rol das leslemunhas olleiccidas pelo queixoso, a para
mais nada dizer, sobre ella conclnirei dizendo, que
cora laes testemunhas pode o queixoso protar ludo
quanto quizer, poiqoe achara ternpro nellas dispo-
sioes para obedteerem crgamente aos teus dc-
tame.
tenia essa nomnelo he porque assim o exigera a
sua honra e os seus deveres.
Provara' que com o devido respeilo se deve re-
formar o accordAo embargado, qoe alltl do expen-
dido, declarou valido um proee-so evidentemente
nulio, mandaado-ae ruinprir e eieeular o acenrdlo
de folhas 115 verso coudemnaudo o embargante as
cusas.
Faina publica.
Pede reeebimcnlo e costas de ju-iiea, prollslos ne-
cessaros e cusas.Dr. Antonio Vicente do Naici-
menlo Feiloza.
Aecordao em relac.ni.
Que desprezam os embargos folhas por nao conle-
rero materia que destrua os fundamentos do aecor-
dao embargado, fac,a livre transito pe'a chaeellarla,
pagas as cusas pelo embargante, em que o enndem-
nam. Recife 18 de nombro de 1856.Azevedo, pre-
sideote.Valle.Itaslos, vencido Rebello.Tel-
ina, vencido.Santiago.
E nada mais se rontinha em dilos embargos c ae-
cordao qoe eu rscrivile uo principio desla declara-
ndo a abaixo assignado, qoe bem e fielmente inan-
dei copiar por certidao da snhre-senlenr;a civel de
appellacao, que lica em meu poder r carlorio, a
qual me reporto, e vai na verdade srin cousa qoe
duvida faca, conferida e concertada, e por mim
subscripta e assignada nesla sobredita eidade e co- p;>Pecial favor a seu constante lettor.publicar
marca da Nossa Senbora do Rosario de (ioiauna ana & presente
d3 de junho de 1857.Subscrevi e aisignei. Em f
de verdade, o escrivao de orphaos.Francisco de
Paula Norberlo de \u.lrad.
ContribuirSo de eahdade.
Ron.Mnenlo ueste mez......... 2.1.-M2
Altasdegade Peruambuco, 31 de julho O escrivao,
* Faustino Jo dos Sanios.
IMPORTACAO'.
Palhabote porluxuez Coincidencia. viudo do
ma-
su para assun se
nos levar a prisiio por nina,pronuncia injusta
",l.rnnrav?,tH1' POri,Ue ,!,."ilide/,0 'a
i.stopor va de recurso, eslou sotlrendo, e Porto, consignado a Dumingo. Alves Malheus,
nao acho mao o calculo, assim nSo possa 1 Difeslou o seguinte :
elle vir a produzir algum mal contra queai 1.397 mullios e 28 canaslres, 50 eonhetei velas de
sendo ofTundido nessa correspondencia, n.-i,, sebo, i barril vioho, 13 caixai coiunilhos, loalhas,
culpa para 5 do prximo agotlu, ta'.ve/ por
1 que tem dias chama los aziagos.
Ja esquecendo-nte dizer-llie, que a sagat.
da teslemunha Abcdott, que jurou, lie o ho-
rnera mais feliz do universo, porque jurou,
que nao tiuha inimigo algum, c isto sem se
lembrar, que a 26 do crrente hrigou, se-
gundo se me allirma.por queslSo de msica,
e dizem-me que por amizado lite foram ao
pello ; porque por immizado Dito podia ser
a isla do seu depotincuto 3 dias depois des-
sa queslSo.
Queiram pois, senhores redactores, por
Coianoa 30 de julho de 1857.
Anlonio l'iiiln'iiu de Mendonea.
^Mblicacotg ptblbo.
11 avendo-se propalado sem fundamenta plaosivrl
i que douscommoiiieados, que bao sidu inseridos no
Diario rirstes ltimos das, tem partido da soeie-
iladeeinpiczaiia do iheatro le Santa Isabel, por tinu
por pedido seu,apre-sam-se os ahaiso atiictados, que
eorapOem aquella sociedade, a vir declarar, que ne-
i?vPIi nhum* P"rlt qu-r directa, qaer indirecta, ellrs bao
uvas a |jdo naquella poblicarao.
Srs. redactorei.Por mais que queiramos guar-
dar silencio sobre o que lem dito o mosaico na folha
Imprenta, poblicada na capital desta provincia,
relativamente ao Sr. Antonio Lucas de Souza Reg,
acloal sobdelegado desta freguezia do Taipu', nao
sPe0f1,m.0.SJUS,,,en,mrha,,.'f,CT' P*" "n,": f,in'"l|'lada empiezan, do thealrod'e SanlVls.beUpor'siou
se lossimos um Job, lalvez que com provello fosse-1 jj-
iiios tentado.
Com i tirito, o lal eieriptor mosaico ainda nao
iiuiicion urna verdade em suat noticia rea
K 1"""'' 'T"> nul"r\ felo sempre oacoinp.nha are.....lo de oolra. mu- det rli,lic,, doBSr. Cermano e ,1, Sra. D. Manodla,
para que nao avnliein igualmenle em muilo o con-
sar a cerlido que requer o supplicaule.E R. M.
Dt-se-lbe.oianna 2(> de junlio de 1857.Es-
lellita.
Francisco de Paola Norberlo de Andrade, escrivao
de orphaos vitalicio e alsenles ne-la eidade e co-
marca de Nossa Senhora do Rosano de ijoiani-a
da provincia de Peinambuco por S. M. I. e C. o
Sr. Den) Pedro II, que Dos guaide etc.
Certifico que revendo a senlenca civil de appil-
lajao de que trata apeliro relio deila eoti.ta adiar-
se us embargos do llicor srgointe :
Por embargos ao venerando aecordao de folhat diz
rrajauo Olimpio da Cunha C-ouveia contra o bacha-
rel \erialo Aurelio ala Cimba Couveia ; e sendo
necessario pros,ara que o acordao embargado, posio
que vener.in.fci be todava merecedor da reforma,
que se implora, e se espera oi.ler : por quanto pre-
ver que a razAo de ler sido", nomeado o embargo
para a tutora com as formalidades legaes a de ser
i irm.lo mais velbo das muladas nao impedia a ra-
in .rao qoe foi requerida e ordenada. Por quanlo
provar que para a remoran baslava a ligitima sus-
peila contra o tutor nomeado, e esta sotpeila nsol-
lava suflicienlemente da compra das dividas de acur-
do com o inventarame que requerir a Baaaeaetta
de lu!or e iudicou o embargado depois desta cm-
pra. Provara que a transferencia qoe se siinulou
prova que se requereu a referida nomearAn para se
conseguir o fim desejado em detrimento dasorphaas.
Provar qoe a referida Iransfeieucia nSo removeu a
suspeila e impedimento, que havia para a noraea-
cao que se fez sem pleno conhecimento de causa.
Provara, que se nao deve atlender a major proxi-
inidade de parentesco sa nao a maior idoueidade do
que lem de ser nomeado tutor. Provar qoe pela
propria escolha do pai das oiphaas foi considerado
mais idneo o nomeado era ollimu lugar, e por mais
esta razAo devia ser confirmada a soa nomeac,ao.
Provar que a lei manda excluir das tutoras os que
mostrara inlereises em exiree-las, e lem uilereises
oppnsto' aos tutelados, em cujas circomslancias e-ia
o embargado. Pruvar que por capricho e nao pelo
inleresse das nrphaas insiste o embargado em ser
conservado na tutora o' que deve concorrer para
que nao seja Hendido. Provar qoe ao embargado
astisle impedimento legal para que fosse nomeado
lutur, como sustntala. Ncsles termos pede o re-
cebimcnio dos embargos para que subam e ssjul-
guem prnvados para elTeito de restaurur-se a semen-
c,a de folhas. Faca- nardo tiakio Alcanforado.
Aecordao em rolarlo. Que recebem e julgam
provados os embargos at folhas U'J para refoimar co-
mo refurmam o aeordo embargado a folhas !)j ver-
su e coufirniarein como confirmara a seolenc.a appel-
lada a folhas 53 verso nao s petos seos fundamen-
tos como por nao ter razao soffl-ienle de ser con-
servado na mima o appHanle pelo simples fado
de ler o irmao mais vriho, pois que em razao o nao
habililava pare esse lim visto ser errdor do casal, e
ler de sustentar por parte de soa tutellada, queslots
em que elle era Ii.ieressado. e pelo que nAo mspira-
va couiianca devida, nem dava garanta de desin-
teresse e zrlo qoe deve necessariamenle ter um tu-
tor por seus tulellados e muiln principalmente fa-
zendo exfor^os para ser nomeado lulor como se pro-
va dos autos, tendo sido para esse lim indirado por
um socio inleressado na compra das dividas, e nem
prevalece as nolli lados apresenladas sobre o proees-
Porlanto a vista do que ponderado
f Aflnal, IHm. Sr. Dr. joiz de direilo, lenho de
significar a V. S. que a queixa rio queixoso he o mu- ,0 da rernocAo.
numenlo mais glorioso, que nesta eidade me pode-
ria srr olieron.lo, porque ella revela de urna ma-
neira inqueslinnavel. que eu nAo rae curvo ao pre-
tendido mandam do Rio Formoso o que em vez
de me deslustrar, de milita honra me serve, pelo que
espero, que V. S. considerando, como folil, Taha e
miseravel a acrosaeao que se me f,z. julcue impro-
cedente a quena, cundemiiaindoo qoeisoso as pro-
iiuneiaeAcs de direilo, e a>sim o espera o delegado
sopplenle rm netricio, Manoel Joc Moraes.
Rio Formoso 1(1 de junho de 1857.
Depois da Irilora de um napel lo importan!, que ,0> vai na verdade sem cou
faz honra a penna que o elaborou, eumpria-nos, se
Tossemos algum lenle, mandar rufar tambores,
guinchar pfanos e presentar armas: nAo o farcino-,
porque melhor seria se dessemos voz de arma em
funeral !
Ora, quem nao ve nesa respasla do queixa i)m
documento acidioso, que faz houra ao Sr. cx-dele-
gado ;
Nos nAo o comentaremos: ah lira as columnas
do Diario para traslado de quantas respostas de
queixas hnuverem para o futuro.
E digam que depois de leiluras laes se lica cm pai-
msceira.
n. /;.
Mais om acto de sua esclarecida jostra acaba de
pralirar o goxrno daS. M.o impirador na nnmea-
;Ao de um dos nossns mais nutaveis comprovincia-
cla olirigarao de "."* v"a """'"mando de um dos balalbes de go ir-
o feodas intrigas' a "aclonal lla Uta da Escada.
us devrres ?! Oh !
0/itndo, em que
lempo i comarca do Rio Formoso esleve opprimi-
lla da mane ra que e-la' hoje? i.i un lo. em que lem-
se se;regarem o mais potsivel do Pico das intrigas
e oceuparem-se tao somenle de seus devrres ?! Oh !
nais que miseria Uando, em qui
he miseria he i
po partido mais sequos-, di saugue que de e'xlerm-
nio abus-u cum lano cynismo da arma do proeesso,
como esse grupo de homens que. Dos nos penloe" ve-
getara em tao ignobes seulimenlos de vingunea, il-
loilindo a boa fe publica, menlin I i com desranco
furycando denuncia- falsa, paitando individuo in-
cautos, comprando lestemunh is venaes, corrompen-
do pesaos* nere-.ilailas para deporem, como li sabi-
do eonira um inimigo generoso, que mesmo dentro
dos maree da tmi fortaleza lamba c escarnece dos
furores dos seus inimigos imbeceis, ri-c da sanha ca-
licata do leviann cspailaiiclem, que enllocado a fren-
te de ura grupo immoral tem-se presta lo cora irrisAo
le-ses mrsmos qie Ihe bradam ao oavidoe....c.. ,
parrudo !...a fazer o papel de carrasco de quem se
deaejin vulgar por motivos eleilorars I
Abr, vii, parli tarius da conciliario, a historia
di dominio do partida liberal no Rio Formoso, e
ii/ei-iins : guando es-e partido, a que naosoinu ti
gados, ja comprimi os aaquarema deas i localilade,
la miaeira que boje e-lo ellrs sendo ?
O'iando, em qua Icmp o Irnenle'coroii.l JoiO
Antonio l.ope lol lio ignoini.iiuiae alruzraents per-
seguido pelo pailido libtial uu praieiru, cuma huje
O Sr. coronel rommendador Francisco Antonio di
Barros e Silva, que ha por vezes -ido devidamenle
distinguido, tatito pelu aoverno provincial cuino peto
geral, anda juma nulra vez he por este apreciado
com u cummeltimcnto dessa lAo honrosa niia-o, que
ao mi -mo pasito que aproveila a-siin em beneficio
la naeAo o seus servico, o remunera salivatoria-
mente, sanecionando o merecido conceilo deque
goza a Sr. commemlador Barros o Silva.
Qoando pm lal guiza o governn nao deixa desco-
uhecidns serviros que sAu prestados ao naiz, a cren-
r;a as iiisliinfcoes tornam-se robustas e uasre
lica, reformara o acordAo embargado e coufirmam a
srnlinca appellada de fulhas 53 verso am vista dos
aulus a disposees de direilo e cond:mnara o em-
bargado as cusas.
Rrclfe II de abril de 18.5R.Azevedo, presiden-
te. Valle.Bastos.Rabello. I elles. Santiago.
E nada mais se cnnliuha em dilos embargos e
acordao que eo escrivao no principio desta declara-
do e abaixo assignado aqui bem e fielmente mandei
copiar por cerlidu da Malenca eivel de appellar.lo,
que lira era meu poder e ca lorio a qual me repor-
to, e vai na verdade sem coua que duvida faca con-
ferida e concertada e por mim tobredilo escrivao
subscripta e assignada nula eidade e comarca de
Nossa Senhora do Rosario de C-oianna da provincia
le Peruambuco aos 2(i dias do nei de junhu do an-
uo do Na.rmenlo de Nosso Senhor Jess Chrialo de
l857.-rSuhcrevi e assigoei. Em 13 de verdade o
escrivao da orphAos.
Francisco de Paola Norbmo dr An linde.
N. 2.Manoel Anlonio da Paisto carece ,i bem
de seus direites, que o escrivao Andrade revendo os
aiiins que Ihe serla appresenladus da sohre-senleD-
ra oblida no superior tribunal da lellacaode Per-
nambsjea, pelo lente coronel Trajano fllimpiu da
Cunha Couveia conlr.i o hacharel formado Virialo
Au-eliu il i i unha Couveia, Ihe de deila orna ceiti-
dAo exliahida de o verbo ad verbum.u inclusiveis os
embargos despachados pelo mismo tribunal ; e por-
lanto.
P. ao lllm. Sr. Dr. juiz municipal e orphAos Ihe
mande passar a dita certidao que preulede.E
R. M.
P. rm termos, (joianna, 19 de unho de 1857.
F.-Irllila.
Francisco de Paula Norberlo de Andrade, escri-
vao de orphaos vitalicio e ausentes irsla ridade e
comarca ile .Nossa Senhora do Rosario de domina
da provincia de Peruambuco, por S. M. imperial e
constitucional o Sr. I). Pedro II, que Dos guar-
de ele.
Certifico que revendo a obre-sentenca eivel de
qoe trata a petieSo retro, deila consta, achar-ie os
embargos do Iheor egninle :
O hacharel Varalo Aurelio
delegado a Jos Lua do Reg.
Srs. redactores, quasi sempre a mentira se apr-
senla com taes cores, que a primeira vista se pode
le-la como verdade ; porra mal estaramos selani-
bm com qnalquer assercJlo em contrario,esta se nao
manifestasse.
Existe nesta freguezia um silio denominadoAla-
goa Cercada, que de ha muito se lem dividido a
subdividido por diversos conscnli^re*, cujo nume-
ro lalvez chegue a centenas. Entre os principa po-
rm contam-se Francisco de Sooza, e Jos Luiz do
Rrgo. Filien leo este ullimo consenhor, qoe devia
propalar que quera levantar no dilo sitio om en-
genho de fazer assocar ; e romo quer que os demnis
coDsenhores se moslrassem upposlus isso, comee<>u
Josc Luiz a invadir as postes alheias, e a im-
pedir qoe aquellis dous comenhoret zessera qoaes-
quer p;amac,fle9 no tal sitio. Mas eslrs nao poden-
do sofTrer semelhante esbulbo, procuraran) remo-
ve-lo.
Nada haveria nislo, se estes ronsenhores nAo fos-
sem urna..- do subdelegado do Taipu' ; porque en-
l'io entendeu o mosaico, qoe a crcasiao era muilo
azada para continuar a calomnia-la, dizendo que
elle liaba reunido gente e com auloridade policial
corlara as madeirai do engeiAw de Jos Luiz do lle-
go. S um mosaica seria capaz de inventar um en-
gonho de fazer assocar cm seu jornal, e da-lo a
Jos Luiz e por isso pooco admira que inventa-
se que o sobdelegado do Taipo' cortasse as laet ma-
deiras.
Disse o mosaico, que lano o faci era verdadeiro
que ah estavam as va-lora- e teslemonhaa, nao re-
fleclindo qoe desle modo fez de Jos Luiz um for-
inidavel maluco, porque este, tendo leslemunhas do
fado, como disse o mosaico, platicado pelo sub-
delegado du Taipu', requireo urna vestoria em
urnas eeicas desmanchada contra o consenhor Ma-
noel Francisco da Souza, como deve constar do car-
torio de paz.
Porm ainda nao ficara aqui as mentiras do mo-
saico, sobra lodo este uegocio de Ierras de Alagoa
Cercada.
Novamenle nu nomiro 10 da Imprensa diz o
motaico, que o sobdelegado do Taipu', lendo feito
um grande negocio com Jos Luiz do Reg, d'uina
parles do sido, comprou outra de tres mil lis pata
vndela por bom preco ao mesmo Jos Luiz, sob
pena de excrcer a sua auloridade lobre esse pro-
prielario !
Continuemos o fado: Jote Luiz, vendo que isto
de vestoiia nao Ihe poda aproveilar, porque jamis
pedera prrjudicar aos legiti'nos conseuhores do si-
lio, reconeu a meios amigaveis, nllerecrndu compra
das parles de Ierras dos conseuhores Francisco de
Souza, e Manoel Francisco de Souza. Devemus no-
tar qua j o anno passado Jus Luiz offereceu 5IK>
rs. por urna dessas parles ao consenhor Francisco de
Suuza, negocio isle, que pur certas circumslancias
i.iTu.ti-.. muilo sabido nesta freguezia, e cora-
mentado contra a dianidado de Jos Lniz do
Reg.
Mas agora qner o Mosaico qu o subdelegado do
Taipu' tenha sido vendedor de duas partes de Ierra-
a Jos Luiz por preso exorbitante, e que esse preco
resulte da subdelegacia. Forte m.mello, para nao
dizermnsdesciiradamenlo, para prononclar-se a fal-
sidade e a mentira ? !
Nunca vimos adullcrar-se tao deshumanamente a
verdade dos fados !
Jo-e Luiz arliuu agora ora lOtor, corador,pai, e
man o que precisava. Se o mosaico ii.'u protege-lo
debaixo de tuas azas de calumuia, por cerlo que o
subdelegado do Taipu' tomar a Jote Luiz o ea mes-
mo chapeo, e ficar este sem cablea, gritando, mo-
saico, aeudara-me, que o subdelegado do Taipu' lo-
mou-me o chapeo.
He a alteiic.io ao respeitavel poblico, para quera
tnicamente escreveraos, que nos conten nes limi-
tes da prudencia; pois do contrario diriamos o que
oos merece o mosaico. Sr. Jote Loii do Reg, lera-
bri-sedo prucesso, que o Borja Ihe instaorou, como
subdelegado, pronunciando-o como autor no crime
de mrlc perpetrado na pessoa de Florencio, om dos
celebres enanas du Riacho Fechado ; e veja se ah
andou ou nao influencia mosaica 1 nAo sabore, Sr.
Jos Luiz, o mel depois de ler tomado o fel : nao
queira um eDgenbo dado aitiin mosaicamente .
Olhe qoe nesla freguezia lia com ctteito quem saiha
vender bem caro o seu pdxe : quem tenha mosai-
camente qualro patacas bem PESADAS, quem por
bello modo deixe de pagaros bons cintos de reis,
que deve, tirando cora sro engenho livre e des-
embargado contra a vonlade do credor.
1. tambem saiha, qne o aolecetsor do Sr. Locas ia
dignoo conservar por inspectores di ejaarletrlo, o
celebre Lola de Harina, o decantado Chico Monlei-
ro do acude do mismo oome, o grande Pequira de
Antas do Somno, o sagaz Jola Maniz de S. Miguel,
cujos numes infelizmente sao aqu bem conhecido.
Esse ex-subdelegido, sendo ceg d'om olho, e vendo
menos einda pelo outro, leve todava a earioaidade
de mandar ronduzir da cadeia da villa do Pilar para
sua casa, a qualro leguas de di-tancia, om preso pe-
lo mesmo denunciante seu inimigo ; e desla vez
em audiencia criminal aolloo-o, gastando o lal pre-
so ainda vinte e cinco mil reis da cusas, sem
haver lerino de bem viver on qnalquer oulro pro-
eesso
Mas o Sr. Jos lem milita coragem, dispoz-se ds-
la vez a ir deuunciar do Sr. Lucas aoEim. vice-
presidente desla provincia : lauto livrssc ello para
isso e para o mais no lempo dos raiana, em que
por omissao foi caosa de lanos males .' Sr. Jos
Luiz, Srric. j,'i chamoo-seNennen. ou somenle
os mosaicos he qaerem dar agora esla honroso ti-
tulo .' Olhe quiurna di duas: oa o Sr. Lucas o
engnlljr, ou ficara Smo. protegido, e este dislrirto
enlregoe As asneirns du per' Ionio ; pois atquestao
de Alagoa Cercada e-i. de cri-e, e nAo ha duvida
que as calumnias do mosaico contra o subdelegado
do Taipo' lem per fim conseguir a soa dcmi--l s
ser nomeado esse ex-subdelegado d'om s olho, por-
qoe enlao, alem do mais qoe inlereisa, algoem con-
tinuar a enclier as saas algibeiras em soa advo-
gacia.
speit
Itozendo Ferreira da Silva.
Manoel Gomes de Oliveira.
Anlonio Jos Duarte Coimbra.
Julio Cesar Pereira da Rocha.
Antonio da Cunha S. fuimaraei.
Frederieo Skener.
Jos Alves Monteiro.
Cuilherme Gonc ilve Garda.
Rerna*rdino de Sena llenrique.
Sania Rosa.
Diz Manoel Cornelio de Araripe llezerrra de Me-
neaos, e morador na eidade do Recife. que lliesendn
Kslevao Cavalcanli de Alhuquerque, ilevedor da
quanha de quatro conlos e qoiuheiilos rail ris, prin
cipal, proveniente de um leltra, vencida a > di mar-
50 de 185,, e mais os juros, acontece que o soppli-
canta al o presente nao lem solvdo sua divida, por-
lanto, vem o supplicante requerer a V. S., como
juiz de paz do dislrteto mais viiioho, na falla abso-
luta de un/es de paz juramentados, tanlu da fregue-
zia de Taquara, como d'Alhandra e Jacoca, como
provam 01 docamenlos juntos ; para que manda ci-
tar ao lopplieado para na primeira audiencia desle
111 izo conclliar-te cora o sopplicanle,pagando-Ule prin-
cipal e juros. E quanlo o supplicado se oeculte pan
evitar a cilacAo.seja citado com hora certa,como per-
mute o artigo 16 do decreto n. 737 de 25 de uovira-
hro de 1850,ficando logoe itado para lodos os termos
da caosa, e ludo sob a penas da lei.
Pede a V. S. Illm. Sr. joiz de paz o defira.E R.
MeComo procurador Peregrino Antonio de Oli-
veira.
Nao me julgo competente para defirir ao soppli-
canle.
Cidade da Parahiba <2i de marjo de 1857.Car-
valho.
' E nao he tao bom ser-se potentado de aldeia ? )
Vamos aliante. ,
Illm. Sr. juiz de paz.Diz Manoel Cornelio Ara-
ripe ile/Tra de Menezes, morador na cidade do Re-
cite, qne Ihe sendo devedor E-levao Cavalcanli di
Alhuqaerqoe da quanlia de qualro contos e quinhen-
tos mil ris, principal, proveniente de urna lellra
vencida a -2 de marco de 1851, e mais os joros ;
acontece qoe o supplicado al o presente nao lem
salisfeilo o sea delMlo ; pelo que o supplicaul vem
requerer a V.S para que mande rilar aojsupplira-
do, para que na primeira audiencia rio jaizo com-
parec para coneiliar-se, pagando ao sopplicanle o
principal e juros. K quando o sopplicanle se 1.emi-
te para evitar a citac^lo, eja citado com hora cerla,
como permute o artigo 10 do decreto n. 737 de 25
de novembru de 1850, ftcandologo citado para lodos
ot termos da cau-a, e ludo sob as penas da lei.
Pede a V. S. Sr. jui. de paz o delira.E R. M.
Como procurador Pereavino Antonio do Oli-
veira.
Averbo-me de snspiilo por ser filhu do soppli-
ead >,
Taquara 17 dr abril de 1857.O lenle coronel
llerculauo Cavalcanli de Sa' e Alhuquerque.
Seja criado para o da 2 de maio se adiar na au-
diencia, aa 9 horas da rn-nha.Bandeira.2!) de
abril de lzvti7.Gaedes.
Certifico, que notifiquei em propria pessoa o co-
ronel EslevAo Cavalcanli de Albuqnerque, em soa
casa no engenho Tab, por todo o ronteado na pe-
lirao retro edespacho supra, o que hem o enten-
deu, e se dea por entendido.
E para constar pso o presente. Engenho Tab
J(l de abril de 1857.Em f de verdade Francisco
ravarea Guedes de Oliveira Mangcruna, escrivao do
juiz de paz.
Em publica audiencia de 2 de maio de 1857, que
em casa de sua residencia, no silio RrandAo, fazia o
juiz de paz lereeiro votado capitao Joo Guedes Al-
canforado comigo escrivao abaixo nomeado, e ofi-
cial de ju-lica, servindu de porleiro, Joo de Souz
rompareceu Peregrino Antonio de Oliveira, procu-
rador de Manee! Coineljo Araripe lie/erra de Me-
neze, para o fim de urna conciliacAo que faz ob
jecto a priic.ii) retro, com o coronel Estevao Caval-
canli de Alhuquerque, o qual tendo citado nao com-
parrreo, nem algurm por rile, pele qoe houve o juiz
as partes por nao concilladas, do que (ac a presente
declaraban.
BrandAo 2 de maio de 1857.O escrivao privati-
vo desle juizo da paz Francisco lavares Guedes de
Oliveira Mangerona.
He eila a (erceira cit-ic.io, a foi qnando se pode
fazer a conciliar;!.1 com o Sr. EttevAo do Tab !
( Isso he extraordiaario. )
Vamos adiante.
"i*/.. I W4
CAMBIOS.
Sobre Londres, 28 d. a 00 d.
c Pars, 34(1 rs. por fr.
t Lisboa, 92 por % de premio.
Rio de Janeiro, 2 por 0|q da descont.
Acc3o do banco 50 por nlo de dividendo por con-
la do vendedor.
a companhia do Brberibe 608000 por aceao
a ir companhia Pernambucana ao par.
a a l.'lilidade Publica, 30 purcento da premio.
a Indemuisadora. 61 iiier.
a a d* estrada de forro20 por 0|0 de premio
Disconlo de letlras, de 10 a 10 por cento.
Acole- do Banco, 40 a 45 de premio.
Ouro.(Incas hespanholas.
Moedas de 69100 vellias .
a 69400 nova- .
a 45OOO. .
Prata.Patacoes brasileiros. .
Pesos coliimnari s. .
a mexicanos. .
ALFANDEGA.
Rendimenlo do da 1 a 30. .
dem do dia 31......
O Sr. Lucas he aqu bam conhecido como incapaz
de pratiear qualquer acto que venho marear a sua
repulacAo .- o teu grande crime no tribunal mosaico
Ira por sera dovida aquelle em que incorreu a maio-
ria do segundo circolo desta provincia. Maldito
despeilo e maldita forquilha, que tantos male tem
causado !
Oueiiam, Srs. redactores, por amor verdade,
dar pobliciriade a estas linha. com o que muito
obngarao ao seu constante leitor.
,. O J oslas.
Freguezia do Taipu' da Parahiba, ls de julho de
1857,
289 a 285500
. ItJjOOO
. IGOOO
. Ojooo
, 2B000
. JSOOO
. I 15860
487:98258(9
41:2935595
529:27(>t1'i
a ,
Dcscarregam hoje 1. de agosto.
B irra ingle/.aOberournercadorias.
Pal.ie.ilo DglezUn;yoncerveja
Patacho purluguezMana Ignezcebla, batatas,
cal e (amiba.
Patacho portugaeza --Coincidencia rnercadorias.
Brigue nacionalSagitariohacalhao.
RE.NDI.MENK) DO ME/. DE JULHO.
Importanio.
Dircilos de consumo. ."......
Ditos ilc 1 por cenlo de reevporlarao
para os porlos cslrangeiros. .....
Dilos de 1 por conlo do reexportacao
para os porlos do imperio......
Dilos de haldeaeAo...........
Evpedieiile de 5 |H,r rento do-, generas
estrangeiroa navegados por cabota-
gern.................
Dilo de l|2 pur c. !"> gneros do pare,
livres.
Mullas ralrnladas
Hila- diversas.
Sello lisa do papel
Palenle-
Rasisnadns
desnachos. .
Interior.
emnlac,,, entro'o. que slo testemunlias de's.e prjee" \ ,.',' ZI1! """? *"""" d'' C"n.hn ooveis
ler de e.nine,,,. jo.tlc. para com os cidadaos bene- \,l\Sl no, ', v'"er""io
mentis.
Damos os nosso emhoras, pois, ao Se coronel
cnmmendadur Barios o Silva por essa escolha, que
lano mais o boma qiiamu lem por base o renlo que
o Lia.lo. ; p mi conclusAo eongralulamo-nos com o
digno balalhjto ;iiio leve a dila de haver um coin-
nidii Jante lao dislinclo.
I"m amiga praciaao.
leu lo a l'agtna liulsa de honlein, vimos que se
pretenda prohibir 110 Iheatro a dansa denominada
o Canean. Contestamos que se deve dar sempre
aa cousas us seus verdadairos nomes ; assim, puis,
he um ario qualilicar de caucan urna figura de sim-
aecorrtao
que Icliaa rom Trajano
Olimpio da Cumia Couveia e deduzindo-os diz pela
inaneira seguinte :
E sendo eareea.
Provara' que os fon lamentos da senlcnri appel-
lada foram rompidamente destruidos pelo venerau-
do doulo accordAo de folhas 05 verso.
Alm nislo provara' que o embarganle como ir-
mao nao lem raz.lo que o priva da luidla de iua
irmSa menor.
Provar' que pelo contrario o tutor nomeado tem
cintra i motivos prnvados dos autos que o inhiben)
de desemperihar o sagrado empeoho que as leis Ihe
nicumhein.
Senhores redactoros Comparec hpntcm
cm juizo, perante o Sr. Dr juiz municipal
Lstellila, e que ao mesmo lempo he parte
offendiia como lhc ftz ver pela correspon-
dencia que Ihe reroetti a 27 do corren te," Dtodel'l|2por c. dos.eiioi...
para ser publicada, e por mais que nos es-i Armaienaaeni das merradorias.
lorcassemos a mostrar aquella falta de com- Dilada plvora.........
petencia do juiz, e protestamos por acto !'."'!"'"'||: '|2 iHircenind
ISo revoltante, tu.lo negou, c pelo quo se o
livd. vigaiio podesse ser tambem escrivfio,
as cousas lalvez corressem ainla melltor,
posto que vfio cscellentemonte, para nos le- Patentes dosdesparhanics
j varetn tnfallivelitienle a pnso indevidainen- Ditas do ajudante dos ditos......
le por pronuncia, por isso que nosso pro- leitio de litlos dos despachantes, dos
cesso de responsabilidad!! pela oorrespon- aiieirosdespachantes, ele......
dencia que publique! no seu Diario do 17 de E'""'""^''!* le certidoeo.......
junho ullimo, se esl seguinlo a mesma or-
lem doa pror-essos ordinarios como se pra-'
lica DOS Crimea de morle, furto, uso do r-
masete, inquerindo-se to.vtemunhas pre-
sentadas adre ie pelo Itvd vigario, das quaes
as duas nicas que hontem juraram falso a
loda prova, nao s por dizerem que nilo e-
ram amigos rio P.vd. vigario, e meus inimi-
gos, como porque leudo sido pcrgunlados
sobre cada uin dos fados comidos naquella
correspondencia negara, e dizeui q
519:3549128
1639506
1919093
.1 canas huleas, eolias, conta, volantes, pslheta,
raudal, espenoilha, retroa, linha, bordees de rame,
penle, relogios daiol, missanga, garios e facas etc.:
a Albino Josa da Silva.
1 eaitao casina e loalhaa de linho : a Manoel B.
da Oliveira Braga.
5 caixoet echaduras, 1 caiao linha ; a J. 1". P-
rente 'Milu -.
1 caiiole vinlio ; a Joaquim Itodriaues lavares de
Mello.
0 entbales velas de sebo, 5 fardos ardiles, I
saeco rolhas de cortina, 2 pacolla rordas, 1 caiiAu
peiie, I dilo retrato, I eaia cosint, 1 dua fio de ve-
la ; a Miguel Jos Alves.
1 barra viales ; a Marques Barros A C.
1 caiso damasco, relroz, galao, fio, baudas a ele.
a Joio Francisco Araujo l.iraa.
i r.iiates retruz, vidiilho, pslhela falta, volan-
tes, galles, rendas.Irspesuilha etc., 5 figos louce,
:18( barias, 150 duzias de tigellas, -2,500 oorinois,
0 cadeiras de pinho, 2,OK) lijollna de limpar faccas,
b2 duzias de chicaras e pires ; a Francisco Gaedes de
Araoin.
1 barril presuntos e salpicos ; a Francisao Anlo-
nio Corrria C.
1 caiiSo obras de prata. 19 barricas e ti saceos
rarelles, 1 barril vinagre, 1 ancoris chonricas, 1
dila toocinho, 2 ditas azeilonas; a Joaqaim Juvencio
da Silva.
5 caiMiea chapeos, 1 dito fenles de zitre, I ea ia
bridfies ; a Burle-A Sooza.
2 caias linha e relroz ; a Anlonio Lopes Pereira
de Mello.
2 caixoles vinho, 1 dito e 9 harris azeilonas, 9 la-
tat_ e 1 caiiote carne ; a Joaquim de Oliveira Pinto.
50 barris e 20caii0es vinhus ; a Maooel Goaveia
de Souza:
1 caixa retroz ; a Seraphim letelra Bastos.
1(1 saceos trigo ; a Jos Joaquim Save.
:i fardos-coilos e cobertores ; a Manoel Joaquim
K. e Silva.
12 barris prrrzo, 2 caii&es freios a esporas ; a *"
lliomaz I", da Conha.
6 caiiOes chapeos, 1 caita missangas, perfumado-
res e accestorio ; a Amorim & Irmao:
I cunhitc cartas de jogar ; a Manoel Joaquim de
Oliveira.
6 barrieas sardinliis; a| Jo3u Pires de Almeida
Lopes,
60 sallDes velas de teho, 60 ditos e 16 barril vi-
olios ; a Jos Joaquim Dias Fernandee.
.50 caisoes velas de sebo ; a Jos Pereira da Co-
olla.
1 palito obras de prata ; a Manoel Antonio Gon-
ealves.
210 cadeiras com asseuto de | albn!,a ; g Jos Joa-
qaim da Costa Maia.
2 barris vinho, I dilo liii'uica, | caiiote relroz,
rede para bandas, obras de prsts, loura iO lalhas,
255 alguidarrs, 48 car.arolas, 60 bolOes, 68 pinga-
deiras ;a Manoel Francisco Moreira Mala.
1 sacco polbo ; a Francisco Ignacio Tinoco da
Silva.
1 eaitao livros ; a Jos Barbosa de Mello.
1 dilo obras de prala, i cotins da linho ; a Thomaz
de Aqoino Fonieca Filhos.
18 barris pregns, 1 caita fichadora, 10 coolieles
sebo em pao, 2 caitas pomada, I dila livros impres
fos, 1 dita bonecas de barro, al eaitotea obras de vi-
|ne e rolha, 75 ceslos, 13 amarrados, 1 barrica sapa-
los di trancinha, 2 dilos prisontos ; a Cusma Jos
dos Sanios Callado.
116 barris azeite, 3i dilos.1 pipa e 5 roeias ditaa vi-
ho, 3 caias linha, I dila eoxonilhos e tldelos : a
oao Pmlo Reges de Souza.
II eaitao panno de lioho, colurnos, loalhas ele, : a
Manoel Joaquim Gomes.
i 11 barris pregos, 4 dilos presanlos, 1 caita fecha-
dlas, i ditas pannos de linho, cotins,loalhas e gdar-
dBnapo ele, 2 dita pomada, 4 ditas ardiles, I di-
la panno de linho a linha ; a Carvalhn & irmao.
I 10 barris pregos, 1 eanheta ents, 1 dito bot6eS. 5
c nas lonja, 2 dila panno de linho a linha, 1 dita
inpreos, 1 dila cotiut o lenc-aes ; a Antonia Mo-
ruira Vinhas.
1 19 barril pregos, 100 dilnsehombo, 1 conhele Hi-
drilhos,5 caita volantes, cotins.lencos e loalhas; a
II arroca i Castro. L
1 fardo capacho de asparlo ; a Maooel Joaqaim
las da Cunha.
1 dito dilo, 1 dito Rrossos da palha ; a Miooel
J)aqu m de Souza Carneiro.
2 cunlietes brides, picadeiras, estribos ele., 1 eai-
tlu mradezas ; a Antonio Joiquim Vaz da Miranda.
1 caitau camas de firro, 1 embrolho pertsness da
n aanrrrj i m<>ao .,n-Bni nunaa, i uno raen para
fiqueiro, 1 dito obras da prata. 1 dito lampada da
U loo ; a Jos Antonio da Conha & Irmao.
lu caitas azoleijos ; a Manoel Ignacio de Oli-
veira.
6ditas fechos. 4 dilat techadoras, 4 dilas linha-, 1
dila pintes ; a Feidel Pinto 6r C.
5 cuines chapeos grosos ; a Maia <5( Irmao.
I dito imagen ; a Fonseea Medeiros 4 C.
1 caiva peneiras, crisos de rame, bride, rendas,
sapatos ele. ; a Jos Moreira Lopes.
20 cunhetes velaa de sebo ; a Koza & Irmao.
1 eaitao imageni adornadas ; a Joaquim Ferreira
des Santos.
I dito chapeos; a Joaqaim Baplisla Fragoso.
1 dito sapatos de borracha, I dito cotini de linho ;
a inlem.
1 dilo brides, 1 dilo palitos, 1 dito loalhas, 1 dito
louza. i dito ferro de labio, peines, palitos, 2 caitas
(echadoras ; a Elias Jos dos Santos.
? barris vinho ,- a Loii AlTonso.
1 dito presuntos e salpicos ; a Francisco Montei-
ro Pinto Barbosa.
2 fardos capachos de esparta, 1 eaitao pen'es, 5
ca tas rozarios, missangas, tola, ligas, volantes,
lrmoias etc. ; a Jos Al vis da Silva GuimarSes.
I eaitao etcovas, 1 dilo eeiint de linio, 5 caitas
ar botes, bsrris presuntos 2 barricas palnco, 8 di-
lai cevada ; a Domingos Rodrigos de Andrade.
1 barril vinho, 3 saceos Irijo, 2 ceslos de pito, 1
pb e madeira para om moinho; i Jos Mouteiro de
Siriueira.
i> barril prego, 1 dilo enehada, 5 cunhetes ros-
aliados, 7 ditos foaces, 1 dito entt, 1 caita fecha-
dores, 1 dila brides, 1 dita peneiras, 1 dila linha
barhoinha ; a Sebaatiao Jos da Silva.
Patacho nacional Sania Crozo vindo do As-,
con,mnado a C. C. da Cosa Moreira, manifesljii o
tigtiinle :
385 I r- alqoeires sal; a ordem.
1 alacho p.>. iii,|i,iv .M,ri.-i Ignez, vlndo de Litboa,
consignado a F. S. Babells de Filho, manifeslou o
segtiinle:
5>p mullios ceblas, 280 moedas de ooro; aos
consignatarios.
1 caita orna imagem, 125 e meia pecas de ooro ;
a Amorim & Irmao. .
1 caita diversas miudezas, 2 volomas com om bor-
nidor ; a ordem.
1 caita obras de la(3o ; a Lima Jnior & C.
300 pecas de ouro ; a lliomaz de Aquino F. &
Filhos.
150 dilas de dito ; a Manoel Ferreira da Silva
[arrase
Palhabole naeional Sobralensea, vindo do Aca-
reen, consignado a C. C. da Costa Moreira.
21 saccas feljao, 3 ditos gomma, 2 ditos milho, 333
arrobas de carne, 8 garajaos de facto, 45 cauros sal-
gados, 108 melhos sola ; a Manoel Gonjalves da
Silva.
1.362 meiot sola, 9 cooros salgados ; a JoSo Jote
da Millo.
263 meiot sola, 3 coaros salgados, 4 saceos gom-
ma ; a Jos Rodrigues Ferreira.
62 massos carne, 20 miios de sola, 41 couros sal-
gados, 2 garajaos e 1 pacote sebo, 6 eaiies Mijes,
86 ponas de boi, enlieira cascos di dilo, 217 maro,
couros miados, 4 laceas loa de ovelha : a Oinihra
& Filhos.
377 couros salgados, i meios sola, 23 barricas se-
bo, 3 alauados; a Angelo Jos Ribeiro Duarte &
Filhoi.
1196 meios sois, 45 massos cooroa miados, 2 coa-
ros salva los, 2 cauolos qoeijos, 2 barris lingujra,
2 malas carne ; a F F. de Siboia.
6 garajaos paite, I raiiio ovos; a Joao dos Sin-
los Lopes M.
856 moios sola, 180 couro salgado, 117 mssot
carne, 8 garajao e I masso peno, 9 enitoes qoeijos,
4 dilo e 10 barris sebo, 10 saceos feijSo, I dilo gora-
.\ 753S782
9159(56
9709500
927339
IO900U
5:1239876
lllK-bli,
I05O00
1839190
387*500
259000
1356200
I494O0
529:2769444
ina, I banllinho e I caiietinhi ovos ; a ordem.
CONSULADO GERAL.
Bendimenlo do da 1 a 30.
dem do dia 31. ,
1OVS85S09
2.5279N78
108:11199 27
iilieirs
Assiguados .
Depsitos.
Entrados no ro rente ose
Sabidos .......
67:95K.->333
261:318-7109
:75IS102
9
. -,ue o P.vd
Irovara que o embargante oao lie credor do ca-1 vigario lie incapaz de pralica-los, e isto
Etisleoles. .
.Vas sei/iliiitr*
Dinheiro. .
Letras, .
5:751-1112
esperte*.
758833
. 5:(i7.V-.'67


DIVEUSAS
Hendimento do da 1 a .
dem do dia 31. .
PROVINCIAS.
30. .
9:6159f.!M>
168/012
9:7839708
K^nu1M.E.->'ro DA MESA CONSULADO l'K
"tllNAMULCO EM TODO O ME/. DE JULHO
lili 1857.
Cuusuladu de 7 por cenlo.
Ancoragem. .......
Direitusdel-por cenlu das
cnibarrajoes eslrangeiraa
|ue passam a nacionaes.
Direitoa de .5 por cenlo na
compra e venda das em-
_ barca^oes .....
Expediente das capalaatas.
Mulla-........
Sello Oso e prnporciiinal. .
Failio dos tituioa do cai-
t'irns despachantes.
Emolumentos de cerlides.
103:."i09c459
----------------103:5095J4
2:0)59000
999500
429000
1:078-378.5
IO9OO1)
1:4709288
90|000
138160
4:902*133
-'"-
108:4119927


'



DIARIO DE PERNAMBUCO SABBADO 1 DE 1AGOSTO DE 1857.

Diversas provincias.
Disino do algoilflo c oulrus
gneros do Kio Grande do
Norle....... 103350
Diio dilo dilo dilo da Pa-
rahiba....... 9565131
Dilo do assucar e oulrof ge-
da .1 ii.'....... 2613210
Dilo dito das Alagas. 8:556J0I7

k ;'


!):78'.1;70K
landos, conforme foi annunriailo, que t-
nham de ser recebidos no dia 25 do corrente
mez, perante a junta da mesma ihesouraria,
para a preferencia noaforamento do terreno
dcmarinha air.da alagado, sito nos fundos
de outros em frente da ra Imperial, se nao
de receber em scsso da junta de 5 de agos-
to prximo vindouro, visto como naquelle
primeiro dia no po le ter lugar a respec-
118:1959635
- tiva praga.
Depoillos.
Era balance no ultimo da
jonno....... 7:122712
Eulrados no crranla mei. 1:96090-21
Depsitos saludos .... .
Ditos existentes ......
9:0829733
1:0319159
5:05152?
Mesa do consulado de Peni jinbucu, I da agosto de
1857.Pelo esorivao, o 1* eicripturario, Joao Fran-
cisco Rtgit Quintilla.
DESPACHOS DE EXPORTACAO PELA MESA
DO CONSULADO DESTA CIDADE NO DIA
31 DE JULHO DE 1857.
ConfaieracJo ArgentinaBrigue hesptnhol Corl-
naa. Amurim Irmtot, 355 barricas atsucar bran-
co, 200 saceos arroz.
LiverpoolBrigoe ingles aGaontlet, Henry Gib-
on, 60 saceos assucar mascavado.
PortoBarca perlognea aN. S. da Boa Viagain,
Thoruai de Aquino Fonseca & Fdho, 190 saceos
assacar braac*.
Buenos-AyraiBrigue hespanliol Monarcha, Bal-
lar & Onvaira, 28 pipas agaardeute.
LisboaBrigue portuguez Cooslanlea, Domingos
Rodrigues de Andrade, 20 coaros salgados.
EXPORTAQAO'.
Ar.ic-jly. hiate nacional aCapibariba, de 39 tone-
ladas, conduiio o scguinle : 162 voluntes genero
<*airang*iro<, 71 d:los ditos naeionaec.
RKCEHr.lIOfUA DE RENDAS INTERNAS GE-
KAES DE PERNAMBUCO.
Rendimcnto do dia 1 a 30. 37:603*961
dem do dia 31....... I:719ji458
39:3235.19
ItENDIMENTO DA RECEDEDORIA DE REN-
DAS INTERNAS GERAES DE PERNAM-
BUCO DO MEZ DEJULHO DE 1857. A SA-
BER :
Renda dos proprios nacionaes. .1: 5909OO0
Foros de terrenos de marinba. 1295702
Laurleraiea......... 635750
Sica dos bom de raiz..... 7:3719163
Dcima addicional das corporaroes
de mao mora....... 6085382
Direilos novos a vclhos e de clian-
cellaria......... 1:5108163
Dito* de patentes dos ofliciaes da
guarda nacional...... 2015000
Ditima de chancellarla..... 1285361
Mullas por infracefies de regula-
menlo. ........ 835698
Sello do papel liso e proporci-
onal .......... 10:5289622
Premio dos depsitos pblicos. 2758260
Imposto us correlores: .... 2:0005000
Emolumentos........ 3325980
Imposto sobra lujas, a casas de des-
ceios.......... 9:1958170
Dito sobra casas de movis, roupas,
ele. fabricados em paiz eslran-
geiro.......... 808000
Dijo sobra barcos do iuleriur 1143000
Taxa de escravo........ 3788000
Cobranza da divida activa. 1:8398105
Indemoisaces........ 5605160
39:323?11'.!-
Recebedoria de Pernambuco, 31 de julho de
1857.O eicrivao,
Manoel .Inlonin tiimes do Amaral.
CONSULADO PROVINCIAL.
Remlimenlo do dia 1 a 30. 93:455;38n
dem do dia 31....... 2:1788515
95:6335895
RENDIMENTO DA MESA DO CONSULADO
PROVINCIAL DO MEZ DE JULHO DE 1857.
Dircitos de 3 por ceulo do assucar
exportado........
Dito de 3 por cenlo do algodao ex-
portado .........
Dilo de 5 de diversos gneros .
Capalazia de 160 Ni por sacca da
algodao .........
Dcima dos predios urbanos .
Sello de herancas e legados. .
Meia -i/a dos escravos.....
Escravos despachados.....
Emolumentos de polieia.....
Imposto de por conlosobre di-
versos cslabelecimenlos ....
I l-m de 3 por -ente. .....
Islam de 20 por ceulo do consumo
d'asmrrtdenle.........
dem 1:2008 robre Man de loteras
le cairas p.-ovxnfin.....
-JiVA'ait aulas da imlrnecao pu-
blica .......... 368800
Cusas........... 7815862
Mallas.......... 28650 i i
nm........... 278360
37:9725507
2:4878169
11:159-191
3815760
33:376-5003
2:6875032
3:8925100
2008000
2009000
5t8f7tt
925580
2579010
1:2005000
95:6335895
Mesa do consulado provincial, 31 de julho da
1857.O escriplararin,
Luiz de Azevedo Souza.
Illa 90 potito
Navios entrados no dia 31.
Nawcaille, Lisboa a porlos mterme los43 dias va-
por inglet Pfimier Argentitas, de 282 tonelada,
capitau E. Goniiei, equipagem 22, a ordam. Per-
tence a Liverpool.
Rio de Janeiro23 dias, brigoe nacional Sagila-
rio,n 266 toneladas, capitao Jos Manoel Flosa,
qoipagem 14. carga varios gneros, a Manoei
Franclico da Silva Canijo. Perlenca a Pernam-
buco.
Il.lna5 dias, brigue nacional Piraja, da 281 to-
neladas, capilAo Antonio Jos dos Ssnlos Pereira,
equipagem 12, carga em laslro de ara, a Isaac
Curio C. Pertence a Biliin, veio racebar ordens
e egoe para o Ass.
s&*tef*&*&
Pela inspeccao do arsenal de marinha se faz
publico, qua feilo no vapor Igoarassii, da rm-
panlo Pernamhucana de naveaacAo coaleira, r.a
conlormidade do diipoilo no regulamenlo acompa-
nlianlo o decreto n. 1324 de 5 de fevereiro de 1854,
o exame no respectivo cisco, machinas, caldeira* ap-
parelho', maslreacao, veame, amarrase ancoras, a-
cliou s rommissao lado isio em bom estado, por ca-
jo motivo foi aosnimente de parecer que podia fazer
a viagem para a qual ds prsenla se destina.
Inspeccao do anenal de marinhi era 3) de ialho
de 1857.
O Inspector,
Elisiario Antonio dos Santo*.
O Ulm. Sr. director geral interino da
iustruccSo publica mana declarar, para co-
nheciroento dequem convier, que o concur
so a cadeira vaga de lingua grega do Gym-
naaio provincial, ter lugar no dia 4 do
agosto vindouro ; e para constarse publica
o presente Secretaria da directora geral
da iiulrucco publica em 31 de julho de
1857. O secretario,
Francisco Pereira Freir.
De ordem do conselho de administra-
dlo naval fago publico,que em sesso de 3 de
agosto prximo, se contratar a compra de
calas de algodao azul, camisas de dito, far-
das de panno azul, calcad de dito, bonetes,
caigas de brim branco, camisas de dito, e de
niais roupas, ludo constituidlo o fardamen-
to das pragas embarcadas nos navios da ar-
mada, vista de pro,-oslas que apresentem-
se, declarando o menor prego de cala um
dos objectos, entreguos ellas no dito dia,
at as 11 boras da manha.
Sala do conselho de administrado naval,
em28 dejulhodo!857. Osecrolario, Ale-
jandre Rodrigues dos Aojos.
CONSELHO ADMINISTRATIVO.
O conselho administrativo tem de comprar
o seguinte :
Para provimento dos armazens do
almoxarifado.
Sola, meios 200; fio de vela, arrobas 6 ;
papel almsco, resmas 10 ; tinta preta, garra-
fas 10; secante, arroba 1 ; hollanda de for-
ro, covados 4o.
8.- batalho de infantaria.
Caldeiras de ferro para 100 pragas 4, di-
tas de dito para 50 pragas 3 ; jogo de balan-
gas com os competentes pesos at urna arro-
ba I ; livro de 150 follias com a denomina-
<; m de auxiliar ao livro mostr geral das
pragas eflectivas, riscado de accordo com a-
quelle mesmo livro, istohe, para as pragas
do pret l.
Laboratorio.
Plvora fina de caga, libras 328 1,2.
Quem quizer vender aprsente as suas pro-
postas em carta fechada, na secretaria do
conselho as 10 horas do dia 7 de agosto.
Sala das sessoes do conselho administrati-
vo para fornecimenlo do arsenal de guerra,
89 de julhc de 1857. Jos Antonio Pinto,
presidente interino. Bernardo Pereira do
Carmo Jnior, vogal e secretario.
O lllm. Sr. inspector da thesouraria
de fazenda desta provincia manda declarar,
Dar conhncimenlo de nunm convier. nue os
.Secretaria da thesouraria de fizenda de
Pernambuco 29 de julho de 1857.O oflicial
maior, Emilio Xavier Sobreira de Mello
O lllm. Sr. inspector da thesouraria
provincial, em cumprimento da resolugo
da junta da fazenda, manda fazer publico,
que no da 6 de agosto prximo vindouro,
vai novamente a praga para ser arrematado
a quem por menos lizer a obra do 15.* lango
da estrada dpsul, avahada em I5;62s reis:
E para constar se mandou allixar o presen-
te e publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de
Pernambuco 27 de julho de 1857. O secre-
tario, Antonio Ferreira da Annunciaco.
CONSELHO ADMINISTRATIVO.
O conseibo administrativo tem de comprar
o seguinte :
Para o presidio Jo Fernando.
Farinba de mandioca, alqueires 400 ; fa-
rinha de trigo, da marca ss-, barricas 6 ;
assucar branco, arrobas 16 ; arroz, arrobas
10; aletria, caixas 2 ; vinho branco bom,
medidas novas 20; dito tinto bom, medidas
novas 20; agurdente branca, medidas no-
vas 40 ; verde-maga, Utas de 28 libras 2 ;
encbadas 200 ; reparos Onofre de calibre 12
8 ; cabo de linho de 5 pollegsdas, pegas 2 ;
picaretas 24; freches de 40 palmos 8; cu ni i-
eiras de 40 ditos 4 ; torgas de 40 ditos 8 ;
linhas de 32 ditos 8 ; madeiras para porta-
das, do comprimento de 30 palmos 4 ; paos
dovnxamcs para barrotes 24 ; caibros, du-
zrasKi; ripas, ditas 24; laboas de louro,
din i as 8.
Botica do mesmo presidio.
Alvjide fino,arroba 1|2; ammoniaco libras
4; alcohol, garrafas 16 ; alecrim, libras 4 ;
alcacil-, libras8 ; agua-rosaia, garrafas 12;
agua de louro cerojo, garrafas 12; auiz es-
Ircilado,libras 2; acidosulphurico,libras 4;
asecnialo deamuiomaco,libra 1; accido ntri-
co,libras 4 ; accido pruasico medicinal,libras
4 ; bejoi.m, libras 4 ; boriachas de gomma
elstica, grandes 24 ; ditas pequeas 24 ;
belladona em rama, libras 4 ; calomelanos,
oncas 4 ; crmor de trtaro, libras 8 ; casca
de uiescriSo, libras 4 ; cerveja preta, gar-
rafas 12 ; caixas vasias para pilulas, diuias
8; cicuta em rama, libras 4 ; cera amaril-
la, arroba l|2 ; dita branca em rama, arro-
ba 1|2 ; electuario de sene congosto, libras
8 ; essencia de lherebenlina,libras2; extrac-
tro de manesia, ongas 3 ; extracto de bella-
dona, ongas 4 ; extracto de meiuiondrn, on-
gas 4 ; extracto de valeriana, ongas 4 ; er-
va doce, libras 4; ether pliosphorieo, libra
1 ; lios de linho,arroba 1 ; hydro-ferreo cya-
nato de quinino, ongas 2 hydro chlorato de
morfina, ongas 2 ; herva terrestre, libras 2 ;
ipecacuanha preta, libras 2 ; dila branca,
liras 4; iodurelo de chumbo, ongas 4 ; Le-
roy purgativo do 3.- grao, garrafas 24 ; los-
na, lib'as 4 ; moscas de Milao, libra 1 ; mal-
vas, arroba I ; oleo de ligado de bacalhao,
libras 4; oxydo de zinco, libra 1 ; paslilhas
de ipecacuaiiha, caixas 12; ponas de via-
do calcinadas, libras 4 polassa caustica, li-
bra I ; pommada mercurial, arroba 1|2 ; pa-
pel de embrulbo, resmas 2 ; robe de lalTec-
leur, garrafas 12 ; robe de sabugueiro, gar-
rafas 12; raiz de sinoglosa, libras 2 ; raizes
aperientes, libras8; rezinade btala, libras
I; rezina de angico, libras 4; rezinade ja-
toba, libra I ; sal-ammoniaco voltil,libra 1 ;
strichinino, ongas 2 ; sulphale do magnesia,
libras 16 ; solva, libras 2 ; serpentaria, li-
bra 1 ; sal de chumbo, libras 2 ; thercbenti-
naliuid.: Veneza, libras 6; vinho branco,
garrafas 12; xarope de tamarindos, garra-
fas 12; dcgilales em rama, libra 1 ;
radeiras de nidal 50; camisas de
la 20.
2.- batalho de infantaria.
Algodozinbo para camisas, varas
panno preto para polainas, covados 100
bollan Ja para forro, covados 50 ; botOes
blancos grandes de osso, duzias 267 ; ditos
ditos pequeos de osso, ditas 134; ditos
pretos, do osso, ditas 334
9.* batalho de infantaria.
Grvalas 35 ; compendios de arilhmetica
por Collago, cxemplares 6 ; hollanda para
forro, covados 50
Hospital regimenlal.
Conchas de cobre 2; esquile coberto 1.
Botica do mesmo hospital.
Seringas de metal de capacidade de 4 on-
gas para injeegoes 6.
4.- batalho de artilharia.
Casemira carmezim para vistas, covados
7 ; hollanda para forro, covados 25.
10.- batalho de infantaria.
Panno mesclado, cor de caf, covados 81 ;
dito dilo azul, ditos 54 ; hoDanda para forro
covados 24 ; casemira encarnada, covados
16 ; cartas de A, B, C, exemplares 20; lita
de retroz prelo, varas 42 ; tahoadas, exem-
plares 20; exemplares da grammalica por-
tugueza, por Monte 6 ; compendios de arilh-
metica por Collaso 6 ; pautas 6 ; traslados
20; pennas de gango 400.
Companhia de artfices
Hollanda pala forro, covados 16.
Ullicinas do 3.a classe.
Blackverniz, barril 1.
4.' classe
CaItabo*, do norte n. 10,10.
5." classe.
Linhas brancas cruas, libras 10 ; ditas pre-
tas cruas, hbraa 10,
Laboratorio pyrotechnico.
Rezina de cajueiro, arioba 1.
Quem quizer vender, aprsenle as sus
propostas era carta fechada na secretaria do
conselho, as 10 horas do dia 1/ de agosto
prximo vindouro.
Sala das sesses do conselho administra-
tivo para foruecimonlo Uo arsenal de guerra
25 de julho de 1857. Jos Autonio Pinto,
presidente interino. Bernardo Pereira do
Carmo Jnior, vogal e secretario.
FAS DE FME S-iHS FEU.
ComedieI'royerbe, mcie de cliant en un acle,
par Mr. Baxlrd.
DISTRIBDTION.
limolon, Comiuis diez un llan-
qnier..........M. Marital.
SozanneSa femine.....M." Paulina.
Ha lame Rose jeune l'orlicre. Pasral.
(La scene n) p;s-t a Par.)
ORRE DU SPCTaCLB.
1. Mam'zelle Rose.
2. Pas de I mure.
3. Brelan.
Os bilheles de camarotes acham-sc desde ja e
venda em o hotel ingle em mflo de Mr. Pascal, a
no da do esneclacolo no cscrlploiin do Iheatrs.
Corncrur s 8 luna-.
TERCA-FEIRA 4 DE AGOSTO.
Em ben> fi-io de

&. r/c tei*na*pa ^r. re L/tuetra.
Subir a scena o drama em Z actos
A. Gar^alhada.
Venia correla doSr, Mendes l.eal Jnior.
Terminara' o espeelaculo com a comeJia
0 HDDO.
Os hilhetes acham-se em mito dn henefria^o no
hotel Francisco e no dia do espectculo no escrip-
torin do theatro. '
Principiar as 8 horas.
XH1AXRO
DE
Bailar, com as relages dos objectos que
tem de embarcar, as qoaes devem ser auto-
risadas por portara do Lxm. Jfr vice-presi-
dente da provincia.
UARANHAO' E PAILV.
Scguccoin brevidadeo bem conlircido
brigue national '.Firma, tem jiartcda
carga prompta ; para o resto que Ihc falla
liala-se com os consignatarios Novaes &
C, ra to Trapiche n. 54.
PARA O ASS".
Segu com a carga, que apparecer.o brique
nacional Elvira : quera nello quizer carre-
gar, entenda-se com os consignatarios Jos
Joaqum Dias l'eruandes & Kilhos. ra da
Cadeia do Recife.
~ O brigue nacional Elvira, precisa de
marinheiros nacionaes, para a sua viagem
ao Assu' : a tratar com o capito a bordo.
--- Para o Porto, a barca portugueza N.
S. da Boaviagom, segu impreterivclmente
a 19 de agosto prximo ; para um resto de
carga e passageiros, trata:se com os consig-
natarios Thomaz de Aquino Fonseca & l'ilho,
na ra do Vigario n. 19, pr>meiro andar.
Para Lisboa, sahe com a maior brevi-
dado possivel a barca portugueza Gratido :
quem na mesma quizer carregar, ouirde
passagetn, para o que tem aceiadoscommo-
dos, trate com os consignatarios Thomaz de
Aqnino Fonseca & Filho, na ra do Vigario
u. 19, primeiro andar, ou com o capito Bor-
ges Pestaa, na praga do commercio.
Couifituliia
Peraambucana,
ts*sEHPSS
S9HUHDM
escar-
llanel-
1,000
DE
Santa Isabel
SOCIEDADE DRAMTICA EMPRE/.ARIA.
UJli 1- DE AOSTO.
Subir a eccua o drama em 5 actos
Luiz de Camoes
O papsl de Cathasini sera desempenliado pela
Sra. D. Miujella, ein consequencia .ia molestia da
Sra. I). I.abel, os ileini s papis ser.io taitos pelos
artistas ja annunciados.
Terminar o e aclo
POR C4LS4 DE IM ALG.1RIS10.
Os bilheli-s da recita Iransienda : qaiuta-feira,
lerao enlrada nesle e.peclaculu.
COMPANUIA FRANCtZA.
7faartaa-/c Segunda representacao dos artistas fran-
cezes do theatro imperial do Rio
de Janeiro.
PREMIRE kepresentation de
WBRELA'ETallUPIEBS
Vau.ieviile inihiaira du Ihoalre du Palais-Ro>al,
par Mr.. Uuinanoir el Araso.
Dans ceiie pice Mr. L. Pascal remplira Irois ro-
le* da diBreala caracteres : I.e Fito, le Plore el le
(jrand l'i-re.
PERSONNAtES.
Eleunore (.onscril.....JOans)
Valentn Sara**). s ans} Mr. Pascal.
I.e pre (jarcousie. ... 9 ans)
tile-Cuir erjiplov ao\ Aballuir. Mr. Martial.
Csarine Jeune Ouvriere.....J|.i Pauline.
Malame Portugal Cbarelire. Mr. Pascal.
(!,a scue se paste a Parla.
MAM'ZELLE ROSE
RETOUR DE PARS.
Comedie yaulrville m'le de chanls, da Ihstre
d.s Varil.
DISTUIBTIONS DE I.A PIECE.
MalhorlnCultitafear.....Mr. I'a.cal.
Rose Femme de Chambre. M.- Pauline.
I.ulotte Seivaule...... I'ascal.
(La scene se passe en Normandic)
Pramire. renre.seulaljyu de *
lirande e variado espectculo de magnetismo ain-
nml cora a somnmbula Lucrecia Llysses e recrea-
c,es da inasica apparente, anda nlo isla nesta ci-
dade em beneficio do ruaenetisador J. Ulvsses pri-
meiro mngnelisadnr e prestigiador ueste "imperio,
socio correspondente la sociedade Magnelopalha
Parisiense, e discpulo do barSo Da Pote, primeiro
maenel- nli.r em Paris.
Jacome Ulyses lem a honra, pela primeira vez,
de participar ao illuslrado publicu desla culada que
no dia 6 de agosto presentara' o% seos trahalhos de
somnambulismo e reereacoes apparenles que sem-
pre merecerum os mais vivos applausos nao s na ce-
nital do imperio, como ni cpital da llahia. J.
Ulysses previne ao publico que nao da' mais do que
um espectaculo'por ter de relirar-se muilo breve ;
o espectculo con.la do seguinte :
PRIMEIRA PARTE.
Reereacoes de mgica apparente. '
"1. O menino mallosrado.
'2. Os lencos pradlgoai
3. O ecquecimenlo mlilar.
i. A gallinha na Crimea.
5. A Sra. sorprendida.
i>. O transpone iuvisivel.
7. A moeda viva.
8. A H--1III i i .
9. O ovo obeilienle.
III O cuzinheiro Irancez.
11 O grande deposilu de Alinagester.
12 O meio de pa io-,que muilo latisCarlo os espectadores por meio de
variedades bem combinadas.
SEGNUA PARTE.
Magnetismo Animal com a suiiiiamliula Lucrecia
l'ly.ses qoe se piesla. a ser magnrlisada peranle os
espectadores, a qual depnis de a.lonneccr e ehe^ar
ao estado de somuamt>ulimo veu Jar-lhe-hilo os
olhos com tres lencos, alhn de evitar qualquer des-
confianza sobre o uso da vista ; a somnmbula neste
estado a evniha perfeilamentc pela inllucneia do
magnelitador lado que Ihe fr apresentado pelos es-
I ectadores, ilcpois da soinuainliula Icr adevinhadu e
ilem.inalrado os pheuomenos que se passam durante
0 samnainlnilismi', o ma^netis^dor localisar-lbe-ha a
calalep-ia nos brncos a un lat pomo que pode apre-
ciar-se a perfeia paralvjsia.
Neste espectculo os espectadores nao i> colhem
ama idea clara du magtielifnio animal, como po-
dem lamben) licar habililados a magnelisar para
divertiinent.i, como verificarem a iniiencia que os
carpos esercem em distancia un- sobre os uulros e S
realidade da eiistancia da alma em ludo systema
nervoso, e a possilnlidade de ver a Iravez de'corpo
sem ausilio dos olho.
He este o espectculo que o bene.iciado lem a
1 i.nr. de orTerecer ao hospitaleiro e illuslrado publi-
co desta ci lade, a quem recorre pela primeira vez,
cerlo derjue hade acolhe-lo benignamente como he
de aeu carcter ; t -pe a pois obler de seas magnni-
mos corar;e aquella prulecf.lo que nunca lem re-
cusado qoellea que, longe de sua patria, lem oc-
taiiao de solicitar seui beneficios uesle paiz, onde
o traco acha aampre apollo, onde a desgrana encou-
tra semprelinilivo. O beneficiado protesta reconhe-
eimcnlo e sratidilo a todas as pessoas que honrarem
cora sua premies esle espeelaculo, para cojo brilhau-
lismo neulium estorbo poupai.
Os bilheles podem sor p'ocurados na ra da Ca-
deia do Recife n. 15, luja ilourgard.
Gabinete ptico
ATERRO IHIJtA-YISm. 4.
O director dcsle salan, participa a seus
Ilustres favorecedores, que len.lo-se de re-
tirar desta provincia,otTcrecc-lhos esta sema-
na urna Mgradavel exposigilo de vistas no-
vas.
GUERRA DO ORIENTE.
1.a Os fiis retratos das |k i me i ras perso-
nagens do inundo
S. M. Nicolao imperador deludas as llus-
Sias.
O grande du'jue Alcxandre,principe e ber-
deiro.
O grande duque Constantino, grande al-
mirante.
O grande duque Miguel. "
O grande duque Nicolao, acompanhado de
seus generaesele etc.
2.' Embarque em llalaclava, os alliados a
bombadeiarem Asapal.
3." O grande bombardeamento do Sebas-
topol.
*" Ass8lto de Sebastopol, emSdesetem-
bro de 1855.
5.a Aesquadra anglo-franceza passando
no mar Bltico.
6 A sanguinolenta batalha do alma por
outro ponto.
7." A sanguinolenta batalha de lnker-
man etc.
8 a o grande bombardeamenlo de Odessa,
os Inglezas bolando fogueles a Congieve
'.' A muJontia batalha das trincli.iras
francezas, em 8 de selembro de 1855, a noi-
te da tomada.
10. A cidade do Kio de Janeiro, lomada
da ilha Gallian.
11.* Vista de Santo Antonio em Pernam-
buco.
12 a Vista da entrada de llamhiirgo.
13 A abertura do Sepulcro de Napoleio
em Santa Melena.
11. Visla da cidade de Londres.
15.a Passeios ejardins do aperador da
Russia.
16 Jardim das Iarangeiras em Pars.
17." Casa da moeda Oui l'aris.
O salao estara aberlo das 7 at as II da
noile. Entrada a 19 rs., e os meninos do 8
annos a 500 reis.
I) vapor alguarassu'o acha-sc acarea para os por-
los do noile, para onde saliirV as seis horas da larde
do dia 1 de agoslo. A carga era' racebida ate as
"i horas da larde do dial. O vapor tundeara'na
barra de Mos-or a desembarcar a carga e passa-
geiros.
P'.RA O RIO GRANDE UO NORTE.
Sahe terca feira 4 do corrente a ba-cac*
Maria Amelia, para carga, trata-se no es-
criptorio de Prente Vianna, ra da Cadeia
n. 57.
Para Lisboa sahe com toda a brevida-
de, por ter grande parte da carga prompta, o
bonito e veleiro. patacho porluguez Maria
Ignez : quem nclle quizer carregar ou ir de
pas'agem, dirja-se aos seus consignatarios
Francisco Severlano (tabello 4 Filho, no lar-
go da Assembia.
O vapor inglez Argentino I sahe ter-
ca-feira, 4 le agosto, com escala pelo Kio de
Janeiro, Montevideo, Ituenos-Ayres, tocar
na Rabia, se houver passageiros : a mala fe-
cha-so ao meio dia no correio.
.df carac'
Segu com brevidade o palhabote Sobra-
lensc, capito Francisco Jos da Silva Ratis,
recebo carga e passageiros : a tratar com
Caelano Cyriaco da Costa Moreira, na ra da
Cadeia -,!o Recife n.2.
Aracatv.
\.ii sabir com brevidade o patacho Santa
Cruz, capito Josc Victorinn das Nevcs, rece-
be carga : a tratar com (.aciano Cyriaco da
C. M., na ra da Cadeia do Recife n. 2.
O.
aneiro.
Pratende seguir com brevidade o brigue
llore ules, capito Carlos da Silva Araujo, re-
cebo carga, passageiros o escravos a frote :
a tratar com Caetano Cyriaco da C. M., na
ra da Cgdeia do Recife n. 2.
I'ara a Bahi,
O Veleiro e hnm conhecido palhabote na-
cional Dous Amigos, pretende seguir uestes
oito das, (em prouipto dous tercos do seu
carrcganiento ; para o resto trala-se com o
seu consignatario Antonio Luiz de Oliveira
Azevedo,ra da Cruz n. 1.
Ptrt o to de 'aneiro
O veleiro patacho nacional Agona, pre-
tende seguir com muita brevidade, tem
prompto metade de seu carregamento ; para
o resto e escravos a frete, para os qoaes tem
encllenles commodos, trata-se com o seu
consignatario Antonio Lu/, de Oliveira Aze-
vedo, ra da Cruz n. 1.
lotera da
provincia.
Corre liojc, as 8 e meia horas era pon-
to.Por Salusliano de Aquino Ferrei-
ra,. Jos Fortunato dos Santos Porto.
Era casa de Saunders Brothers & C-,
praca do Corpo Sanio n. 11, lia para ven-
der o seguinte :
Ferro inglez.
Pi\e da Stiecia.
Alcatrao de carvao.
Lonas de linho.
Esponjas.
Drogas.
Algodao liso para saceos.
Dito trancado igual ao da Baha.
E um completo sortimento de fazendas
proprias do mercado: ludo por preco
commodo.
::-0:>:>::^& @SS^^
;'$ O lliin. Sr. prosador da sociedad Or- t?b
'.','. lodosa e l.itlerariaAmor e Caridade, j
"S* mana convirtar aos Srs. socios a compare- 5$ |
v;J cerem boje, pelas i horas da larde, na ra yj |
^ de Auas Verdes n. 01, primeiro andar. ^;\
l Recife l de agoslo de 1857.O escnvJo, ^
Manoel Joaquim Silveira. v/?
O abaixo assignado, (ente de philoso-
phia no seminario de Olinda, achanio-sc
competentemente aulorisado, propo-se a a-
brir um curso particular de tolos os pre-
paratorios, na casa de sua residencia, func-
cionando a tarde somonte, tendo a dado
principio aleccionar latim, francez e phi-
losophia ; pode ser procurado por ora na
praca da Boa-Vista n. 19. Recife 1. de agos-
to de 1857Padre Joodo Reg Moura
Sabem oslllms. Srs. Manoel Kizueiroa
de Faria, Miguel Archanjo Fernandos Vianna,
Jos Mendes de Freitas, e Dr. Augusto Car-
noiro Monteiroda Silva Santos, que pela illi-
mjlada confianza, que sempre depositei na
pessoa do fallecido Dr. Manoel Caelano Soa-
res por ser um carcter disi.incto o de pro-
hidade toda prova), com o qual z o meu
tirocinio de pralica da advocac, e entreli-
ve inaltefaveis relages de verdadeir* ami-
zade, eu deixava om sau poder quantilade
de folhas de jipel cni branco, nos com
a miulia rubrica, como tambem com a mi-
aba assignalura para nellas elle mandar co-
piar os seus interessanles Irabalbos forenses,
e sem demora por mim occasionada poder
a presenta -los nos diversos Juizos, o tribu-
naes desta cidade, visto como he publico e
notorio, que pela sua qualidade de eslran-
geiro no Ihe era permillido ropresentar nos
"inesinos, sob o proprio nome. E como quer
que o dito meu prezado amigo inesperada-
mente suecumbisse, e bem possivel seja, que
alem do alguinas dessaa folhas de papel em
branco por mim firmadas, que foram adia-
das, nutras so eslraviassem, eainda appa-
recam com diversa spplicacD, pr isso des-
deja venho patentoaresta oceurrencia teste-
munhada por aqualles senhores, para pre-
venir, e reselvar-me de qualquer respon-
sabilidade, que dahi possa resuliar-me
Recife 31 de julho de 1857.Antonio de
Vasconcallos Menezes de Drummond.
8 O l)r. Francisco de Paula Bap- @
-:[S titta, tem aberto escriptorio para :.;'>
'jig advogat-, no primeiro andar da (g
casada ra dasTrincheiras n. 19, i$
por cima do car-torio do escrivo @
Queijos de man-
teiga.
No deposito das bichas, ra estreita do
Rosario n. 11, vendem-se os melhore quei-
j.os do Sirldd, tanto de manteiga como de
coalha.
N.i ra (ls A^aas-Verdes
ii 46,
Yendem-sc 3 bonitos escravos de idade de
16 a 20 annos, sendo 1 escellcnte para enge-
nho por ser purgador, 1 dito de idade 30an-
nos. 2 bonitas escravas, sendo urna melhor
mucamba, pois lem todas as habilidades.
a
loji
das seis portas
tin frente do Livraineuto
COVADO A 200 RS.
Alpaca de algodo de quadros e cores so-
guras, com 4 palmos de largura a 200 rs. o
covado, riscado francez de cores escuras a
160 o covado ; do-se amostras com penhor.
Va hija das seis
portas eiu frente do Li
v rumen (o
Percas de cassas com flores miudas, blan-
cas e de cores a 23000, ditas de ongan
para cortinados a 3300o. saias bordadas para
senhoras a 23000 com algum mofo.
O agente Rorja, cm seu armazem na
ra do Collegio n. 15,fai.. leilao de um gran-
do e completo sortimento de obras de mar-
cineiria novare usadas, objectos de ouro e
prata, relogioMe algibeira e de parede, ob-
jectos de porcellana e de crystal para sala,
candieiros inidezes do novos modelos, di-
versas quinquilharias eoulros muilos ob-
jectos, que s com a visla podem ser ajuiza-
.la-i: sabbado 1 de agosto, as 11 horas da
manha.
ti agente Rnrja, de or.lem do Exm. Sr.
Dr.juiz especial do commercio, a requeri-
mento do depositario e procurador fiscal da
massa fallida de D. Candida Maria da Silva
Lima, viuva i'e Deltino Comjalves Pereira
Lima, l'ara leilao de 400 caixas de sabo a-
marello, perteocenle a dita massa : segunda
feira 3 do correte, as II horas da manha,
no armazem do Sr. Joaquim de .'aula Lopes,
defroute da cscadinha da alfandega.
LEILO.
C. J. Asi lev & C, 'arao leilao, por in-
tervenriio do agente Pestaa, de um com-
pleto c variado sortimenlo de fazendas
mgle/.as, I Va 11 ce zas e allemat, chegadas
ltimamente ao mercado: legunda-feira
~> do corrente, a's 10 horas da manhaa,
erasen armazem, ra da Cadeia do Re-
cile n. 21.
L^iliio de a 1.
O agente Pestaa far leilao. por cunta de
quem perlenccr, de cerca de 110 barra com
cal de Lisboa, para liquidaco : terga-feira,
4 do corrento, pelas 10 horas da manha, no
armazem grande defronle do trapiche do
algoJo.
Leilao.
O agente Pcslana far leilo por conta de
quem perlencer,de cerca de 200 barricas com
farinlia do trigo, ltimamente desembarca-
das : terca-feira, 4 do corrente, ao meio da,
no armazem do Sr. Paula Lopes, defronle da
escadinha da alfandega.
-'"' ':.
9*00
$0$
Pi-ra u Bulii .
Segu em potico dias o veleiro c bem co-
nhecido hiate nacional Castro, de primeira
marcha, forrado e pregado de cobre, ja tem
a bordo dous tercos de seu carregamento,
para o resto, trata-se com seu consignatario
D imingos Alvos Malheus, na ra do Apollo
n.23.
liba de Fernando.
Al o dia 12 .le agosto prximo tem de se-
guir para a llha de Fcrnsndo de Noronha o
brigue Rom Jess, para o que j tem compe-
tente permisso do F.xm. Sr. vice-presiden-
[te da provincia : portanto os carregadores
devero dirigir-so a ra do Vigario n. 5, a
I tratar com o consignatario Eduardo Ferreira
m
o .
$3 Baptista.antigamentc do fallecido ^
O Reg; eahi, das!) Iioras do dia em @
$g diante, esta' prompto a ouvir a :^
@ todos, e a receber as causas de to- $
,-SJ-i dos (jue ({uizerem procurar seus *'
-j servidos de advogado. S})
.;::;:.:v:};:;:;::^;S:;:.;G3S;;j
Precis?-se de ;>:000,s000 a juemio
de um por cento, dando-se bens a hypo-
theca : a quem convier annuncie.
Na ra do Queimado n. 35, ha urna
carta vinda do sul para o Sr capito do oi-
tavo batalho Ricardo Jos da Silva.
No dia 1. de agosto, depois da audien-
cia do juizo da segunda vara municipal, a
qual he ao meio dia, se ho de arrematar
em pra?a puolica dous terrenos sitos na fre-
guezia do S. Jos, penhorados aos herdeiros
de Manoel Francisco Guimares, por execu-
c'id de Malheos Aostin & C.
O Sr. diiector da sociedade das Artes
Mecnicas e Liheraes manda convidara to-
dos os seus socios para sesso ordinaria no
dia 2 de agoslo do corrente auno, na sala de
suas sessoes, as 10 horas em ponto do refe-
rido dia. -O secretario.
Marceliuo Pacheco de Mello.
Anda existe em poder do porteiro da
alfandega desta cidade para verider, por con-
t da thesouraria da fazenda, a nova pantt
ou tarifa da mesma alfandega, por 10$ cada
um exemplar.
A Sra. Joaquina Gomes de Siqueira de-
clarou que nada devia : pergunta-se a essa
senhora se o seu marido no licou deven lo
alugucis da propricJade onde liuha a sua
oflicina de marcineria? pergunta-se mais,
seo terreno da Soledade, na esquina da ra
da Esperance, no ora do seu marido, e se
no tem procurado venia'.' muilos mora-
dores daqucll ra declaram s ;r o terreno
de seu marido : pergunla-se mais, si no
mandou apresentar a certa pessoa um papel
escripto por quem vendeu o terreno, decla-
rando ter vendido o terreno a seu muido?
cjnsta que 3 Sra Siqueira quer vender o
terreno, alim de retirar-so pira o Rio de Ja-
neiro, projudicaudo assim o orpho Na pu-
len >, hordeiro de parte desse grande ter-
reno.
'iltV.JlM SC
um muiatiuho de idade de 12 a 13 annos,
que no seja vicioso ncm doente, e que sir-
va para pagem : na ra das Aguas-Verdes n.
46 ; paga-se bem.
Tietro francs
Todos os dramasque a companhia franec-
r.t tem de representar no theatro de Santa.
Isabel, eslo venda na nova livraria t ra
do Coll-'gio n. 21.
Precisa-sc de urna ama para urna casa
de duas pessoas: no patei do Paraizo, se-
gundo andar por cima de um acougue.
Roga-sea pessoa que achou no dia 31
do julho do coirenle anno 509000 em sedu-
las, duas brancas do 20/1100, urna encarnada
de 109000, perdidas da igreja da Conceico
dos Militares, ra dasTrincheiras, ra es-
treita do Rosario e pateo do Collegio : que-
rendo entregar a seu dono, dirija-se a ra
da Conceico n. 2, na Boa-Vista, que ser
generosamente recompensado.
Precisa-se de uina ama para comprar
e fazer a cozuiha de duas pessoas : a tratar
na ra de S Jos n 49.
Precisa-se de um caixeiro que tenha
alguma pratica de taberna : na ra do Ro-
sario da Boa-Vista n. 2.
Canina de ferro paro ca-
Bado e solteiro.
Vende, Antonio Luiz de Oliveira Azcvelo,
ao seu escriptorio na ra da Cruz n. 1.
Vid ros vi l meia, nina e
duas onca .
Vende, Antonio Luiz do Oliveira Azevedo,
no seu escriptorio, ra da Cruz n. 1.
Na ra da Cruz, armazem n. 27, ha
para vender coroinho e erva-doce.
Bichas de Ilaiu-
Ma lo ja
das seis portas
EM FRENTE DO LIVRAMEMo
A 640 RS
Cobertores oscuros para escravos a duas
patacas cada um.
Na noite de quarta para quinta feira,
desappareceram do fundo da serrara de Jos
Ignacio Avilla, cinco pranchOes de amarello
suppe-sn terem sido furlados por estar o
cabo que estavam amarrados cortado a faca :
roga-se por tanto a qualquer pessoa a quem
seja onecidos, do apprehende-los e mandar
dar parle na mesma serrara, na ra da
Praia de Santa Rila n. 37, que ser recom
pensado de seu trabalho.
Attencao.
O almoxarife do hospital militar contrata
com quem queira encarregar-se da lavagem
da roupa do mesmo hospital, para o que o
podero procurar ou na secretaria deste es-
tabelecimento, das 8 horas da manha as 3
da tarde, ou destas por diante na ra estrei-
ta do Rosario n 32, primeiro andar.
J. Cribier retjra-se para Franca.
Rodrigo Jacome Martins Pereira, tendo
comprado de sociedade com Manoel Fran-
cisco Goncalves o meio bilhpte n 575 da se-
gunda parte di primeira lotera a favor do
cidado Antonio Joaquim de Mello, e divi-
dindo-o em dous pedaqos, perdeu o que lha
tocou, sendo do la Jo ao talo, e tendo o nu-
mero escripto no verso : o Sr. thesoareiro
das loteras lera a bondade, caso saia pre-
miado, de no pagar seno aos supra men-
cionados,que rogam a quem quer quo achou
o pedazo do moio bilhelo dito, de o levar a
ra ds Soledade n. 42.
Attenc.
No dia 4 de agosto tem de ser arrematado
por venda, pelo juizo da primeira vara, um
sitio com casa do vivenda de podra e cal,
com diversas arvores de fructo, silo no prin-
cipio da estrada do Ariaial, o qual faz quina
para a travessa de Saul'Auua, por execuc.o
de Francisca de Paula da Paxao, e outro
conlra os herdeiros de Jos Germano da Cos-
ta Marlius.
O agente de leiloes Gregorio Anto-
nes de Oliveira declara aos Srs. adminis-
tradores dos hospitaes Pedro II, Portu-
guez e Inglez desta provincias que dese-
jando beneficiar estes estabeleciniertos de
caridade, e nao tendo actualmente recur-
sos de assim o poder fazer, por isso olFe-
rece e se obliga a dar, do I de agosto do
corrente em diante, em favor de cada um
dos ditos hospitaes, o por cento do liqui-
do producto das suas coinmisses de todos
os leiloes que o commercio' desta praca e
o publico em geral os mandar fazer por
sua intervencao ; e allirma que no fim de
cada mez entregara' prompta mente a
quota parte que competir a cada um
dos ditos hospitaes, du que passarao reci-
bos os respectivos tliesoureivos, para a to-
do terapo constar. Espera merecer a
protecro do commercio e do publico em
geral, alim de bem poder desempenhar
esta ollera. Recite 30 de julho de 1857.
Precisa-se de urna pessoa de boa con-
duta para ama de urna casa de familia, e
que entenda de costara c mais arranjos,
sem scrdecozinha : quem estiver nestas
circmmtancias dirija-se a ra Nova n. ">0.
que achara'cora r|uem tratar, asseguran-
do-se bom tratainento.
No dia 3 de agoslo prximo futuro,
a's 10 horas da maubaa, na casa dos e\-
postos, faz-se pagamento a's respectivas
Casa dos expostos, 30 de julho de
O re'rente Geraldo Correia
Lotera I
DA # [
provincia.
(Jorre boje, s 8 e mei
horas em ponto.
P. -i. L ijm<'
- Quem na porta da platea, ao acabar-
honlem (38) o cspecticulo no Sania sal
levou trocado um guarda sol de seda vei
escuro, tenha a bondade de desfazer a trt
na ra do Padre Floriano n. 58, ou na m.
do consulado gertil, das 9 horas do dia a
da tarde.
Precisa-se de um cozinheiro ou co
nheira, para urna casa de familia : a Ira
na ra de Apollo n. 24, armazem.
D. Joaquina Gomes de Siqueira, vil
de Gabriel l.amaire, vendo no Diario de h.
tem um annuncio em que se avisa ao pul
co no poder ella vender um terreno na:
ledade, declara que nenhum terreno poss
e nada houve por morte de seu marido ;
sim como nada deve, salvo alguma div
pbantaslica que algum litigioso Ihe que
armar
Jos Jannario de Carvalho Paes de .
drade vai a Europa, levando em sua com
nina seu irmo Joaquim de Carvalho Paes
Andrade, que vai tratar de sua saudc, c d
xain nesta cidade como procurador o
Manoel Joaquim Carneiro Leal.
O abaixo assignado, tendo perdido u
lettra do valor de l:000, da qual Ihe era
vedor o Or. Joaqun Francisco de Mello
valcanli, pela venda que ao mesmo fizj
da parte de torras, que possuia no engei
Aput, om Pao d'Alho, passada dita leltr
7 do fevereiro do corrente anno, o vene
no ultimo do maio do mesmo anno, e hav
do ja recebido do mesmo Dr. Joaqum Fr
cisco, a importancia da mencionda let
assim o faz ver ao publico, declarando f
para sempre de nenhum efeito a dita le
em poder de qualquer pessoa, que por s
tura venha a apparecer con ella, visto ja
sido embolsado do seu respectivo valor,
zendo ver ao mesmo lempo, que at a |
sent data nenhum outro negocio fizera (
o mesmo Dr. Joaquim francisco, pelo c
se conslituisso seu devedor. Nazai
amas.
1857.
Lima.
Extincto
PRECISA-SE de urna ama de leite
Corra ou captiva, para ainamcntar tuna
enanca, pasa-te bem : no pateo do Hos-
pital n. li, sobrado )
Vendem-se 4 moleques pessas, idsde
lia 17 annos, e uina negra de 22, crioula,
com habilidades, e nutra do 20 annos: ta
ra do l.ivramenlo n. 4.
- Vendem-se os seguintes escravos: um
bonito moleque crioulo, de 17 annos, urna
m gia rrioula de bonita li.ura, de 18 annos,
urna dita de nacao, a qual cozinha o diario
de urna casa, engomma o Ue ptima vende-
dora do ma : na ra da Aurora n, 36, pri-
meiro andar.
Veji.le-so o palhabote portuguez Coin-
cidencia, Je lote de 140 toneladas, de supe-
rior construcco, pregado e forrado de co-
bre, e prompto a emprenle- qualquer
viagem : os pretendentes podem ve-lo no
anc iradouro da carga, o para tratar com seu
consignatario Domingos Alves Malheos,
de Apollo n. 23.
C.oinprani-so Diarios e octra qualquer jama de casa de pouca familia, a qual mor
especio de jornal: na ra cslrcila do Roja- j na ultima casa da ra da Palma, ao virar pa-
ri n. I, taberna do Pocas. I ra o beceo da Itamella.
hurgo.
No deposito das bichas, ra estreita do
Rosario n. it, venJem-se bichas a -iOoOOO o
cenlo, e alugam-so a 320 rs cada urna.
Na praga da Independencia n. 4, prc-
cisa-so de urna pessoa vre ou escrava, para
ra | criada de um moco solleiro.
I.'ma senhora capaz, offerece-se para ser
Rauco de Pernambuco,
Os Srs. accionistas do extincto Banco
de Pernambuco sao convidados a recebe-
rein, do dia 31 do crreme cm diante, o
dividendo feto pelo Banco do Brasil, re-
lativo ao semestre (indo em 30 de junho
ultimo, na razao de 1 $70388 r. por
acco realisada, e Imdi assim o de CsOtiO
tambem por acrao realisada, feito pelo
extincto Banco, no fim de sua liquidarlo ;
para o que se acha antorisado o thesou-
reiro da caixa filial.Joao Ignacio de
Medeiros Reg, secretario.
Alugam-se carracas para conduzir
quaesqucrolijectos e iraleriacs, por pieco
muilo commiido : a tratar no armazem de
madeiras do Miguel, confronte o telhciro dos
canoeiros da ra Nova.
Fornecimenlo para obras.
Fornece-se arca, lijlo e carrocas para
conduccOes ole madeiras de quaesquer obras,
por justoc razoavcl prego : a tratar no ar-
mazem de madeiras do Miguel, confronte o
porto dos canoeiros da ra Nova.
--- Francisco Radich embarca para o Rio
do Janeiro o seu escravo pardo de nome
Joao.
O escrivo Francisco de Barros Correia
transferio seu carlori j da ra do Arago pa-
ra a ra do Sebo, casa n. 17, onde deve ser
procurado,
AO PATEO DE S- PEDRO
1. 6.
Charutos dos melhores fabricantes de S.
Flix, em caixinhas de 100, 50 e 25, vindos
pelo ultimo navio da Babia, nacionaes e re-
gala deThomc Pinto, Emilios e lanceiros
de Castanho & Filho, progressislas de riocha
Dias St C., circulares de Mmicorvo, suspiros,
serva e eobicosos ; he pechincha, freguezes,
a elles, a alies !
Precisa-se do urna ama, que saiba co-
zinhare fazer todo o maisservjqo 'le casa :
na ra do Caideireiro, taberna n. 6U.
Precisa-se de urna parda, qn crioula
de meia idade, para fazer compaahia a tres
mogas, c igualmeute prestar-se ao servigo da
casi ; a tratar na ra do Queimado n. 43,
ou annuncie.
elle
25 de julho de 1857.Plinio Augusto 53
canti de lhuquerquc.
Isabel Hippolyta do Araujo Basto
Fortunato Gardozo de Gouveia por seu |
curador, vendo publicado o ediisl para a
rematago, pelo juizo do commercio, do
brado da ra da Cruz n. 59, na execugo
move Jos Pereira de Goes, contra os her
ros de Francisco Gongalves Bastos, fa
sciente so respeitavel publico, de que
po lera ser arrematado in totum o r
rido sobrado, pois que metade he duriin
posse dos annunciantes, que se aguarda
estflo alerta para m tempo opporluno fi
rem valer n seu direito.
Associac
I
Commercial Beiieficent
Por ordem da direccao, he convoc
a assembia geral dos Srs. socios eff
vos para o dia 5 de arjosto ao meio-
afim de proceder-se ao disposto no art
dos respectivos estatutos. Sala da A
cmcio Corarffercial Benelicente de I
namhuco, 29 de julho de 1837.A. di
Rodrigues Isaac, secretario da diiec
caixa
ficoiiofiea de Pcrnm
buco.
A direccao convida aos Srs. socios, |
do dia 1 a 15 do mez de agosto, n
-,iivin as suas entradas subscriptas, i
de comecarem as operaees; tanto os
cios ja' inscriptos como os que pretei
rem ser admittidos, se dirijam ao
JoaoBaptista Fragoso, thesoureiro d
ciedade, cm cuja casa provisoriamente
rao lugar os recebimentos e entrega
cautelas.
O abaixo assignado declara as pes
que Ihes so devedoras de quantias pr
nieoles de effeitos que compraram em
taberna, sita no Monteiro, no anno de
at 1856, hajam de vir salisfazer seus c
tos no prazo de 30 dias, a contar da dal
publicago desle, pois do contrario po
ter por certo ver seu nome por extenso
ta folha.Nicolao Machado Freir.
No engenho S. Francisco, distriele
Alagoas, de que he proprietario o Sr.
noel Xavier Carneiro de Albuquerque, <
teum escravo donme Leandro, que
perlencer ao Sr. Manoel Bezerra Cavalc
do engenho Souza, termo de Goianna :
ga-se portanto ao mesmo senhor, ou a q
direito tiver sobre dito escravo, dirija-i
escriptorio de Manoel Gongalves da S
para, no caso de querer vende-lo, trati
do ajuste; notando-se. porm, que <
Carneiro de Albuquerque nao se respo
bilisa pela fuga.
--- O abaixo assignado, socio de indu
e fabricante de sabo da fabrica do Re
despedio-se da mesma sociedade e da
brica, assim como seu filho Francisco
de Menear, tendo dissolvido amigavelu
a soeieJade que tinha, o passou a resid
ra das Cruzes, do bairro de Santo Ant
n. 13. Recife 29 de julho de 1857.
Francisco de Alencar Alcantasino.
- O abaixo assignado faz scienle ac
buco, quo tem venda no seu armaze
11, travessa do arsenal de guerra, me
barris de diversos tamanhos, por pregj
lo commodo.
Joao Baptista dos Santos Lobo.
Costurriras.d
p tente.
Precisa-se de boas costureiras, ques.
desembaragadas no costurar; na ra
va, loja n. 52.
Precisa-se de um menino de idat
12 a 16 annos, nacional ou eslrangeir
que tenha pratica de laborna : na pa<
da ra da Senzala Nova n. 30.
No dia 19 do corrente desappsrec*
casa de sua senhora, Ignei de Freitas Bi
sa da Silveira, a preta escrava de nome I
denago Co-ta, altura regular, com tod<
denles da frente, algons pequeos talho
rosto, que chegam al bocea, bem fa.
te, alegre de semblante e andar ligeiro
vou vestido de chita rxa, panno da C
azul c camisa aberta de renda, tem sido
ta nesta cidade, e consta ter andado
Manguinho, Campo Grandevo Cajueiro :
ga-so aos capiles de campo ou a qual
pessoa que a pegar, de a levar a ra Aug
n. 16. ou a ra Direita. botica do Sr. P'
que bem se gratificar
LOTERA
DA
provincia
O abaixo assignado vende a dinheiro {
ta sendo da quanlia de 1005 reis para c
os seus feli/es l> Hieles, meios, c qua
pelos pregos abaixo mencionados, na
da Cadeia do Recife n. 45, esquina da II
de lieos :
Bilheles 5-;400 recebo 5:0003
Meios 23700 2:5003
Quartos 18350 1:2503
Por Salusliano de Aquino Ferr
Jos Fortunato dos Santos\
MUTILADO

ILEGIVEL





DIARIO DE PERNAMBUCO SABBADO IDE AGOSTO DE 1857

C0ISULT0R10 HOIEOPiTHICO
DO
Onde seacham sempre os mais acreditados medicamentos, tanto em tinturas como
a glbulos, o preparados com o maior escrpulo e por precos bastante commodos
PREQOS FIXOS.
Botica de tubos grandes. .
Dita de 24 .
Dita do 36 b .
Dita de 48 > .
Dita de 60 d d
Tubos avulsos a......
Frascos do tinturrademeia onca.
Manual de medicina homeopathica de Dr. Jahr com o dic-
cionario dos termos de medicina
Medicina domestica do Dr. llenry
Trata ment do cholera morbus .
Repertorio doj):. Mello Moraes
10/000
15*000
205000
251000
30000
15000
23000
2000
10/000
2/000
6*000
I'EUKAS PUECIOSAS.A'
Aderecosde brilliantts, Jj
diamante e peroles, pul-
seiras, alfinetes, briuros *
e rojetas, liolon e aiipfis $
de dilTereotcs sostos e de ks
diversas podras de valor. *
t,nniprarn, vendem oo ^
Nrocam prila, ooro, bri- $
llianle,di.)manl e pero- -
la., e oulras qoaesquer .*s
joiade valor, a dh.lieiro ^
o por obras.
OlElli*
LlJi DI 9UR1T8
Ra do Cabuga' n
UTE.
7.
Recebera por to-
dos os vap: resdaEu-
* B Aparemos completo* de B
ropa asobrHsdo mais i pr<|p*. bandejas, |
i* salvas, easl.caes, colheres *
moderno gosto, tan-
R*3B:,ssK*aeaK'tisas! oesm
OURO E PRATA.
g Adererot completos da ijj
ooro, meios dos, polsei- '.-
8 ras, ainnetes, brincos
g rozlas, cordes, (raneel- j|
g lins, medalhas, correnlea *
Jj-enfeiles para reloglo, e 9
g muros mollos objeclos de $
| ooro.
Aparelhos comptetus de
,..........*-=
g de sopa e de cha, e mu- ffi
tos ootroi objectos de
prata.
*wwaMaaBBaBmaal to de Jaranea como
le Lisboa, as quaes vendem por
>re?o commodo como eostumam.
O Dr. Ignacio Firmo Xavier faz pubti-
I que mudou sua residencia para o seu si-
na l'assagem da Magdalena, que lica ao
!rte da estrada entre a ponte grande e a do
ora-menino, e ahi lem preparado urna
a de saude com todos os commodos para
tralamento de escravos, cujos senbores
idam fra da praca, ou "que nflo os pos-
n curar em suas proprias casas i quem
-a islo quizer-se utilizar de scus servidos
dicos, que scrSo desempenbados com o
ior zelo, dirija-se ao palco do Carmo n.
pritreiro andar, ou no referido sitio da
gdalena. Preco2/000 diarios- exceptu-
lo conferencias, sanguesugas e opera-
os.
"" He chegado a loja de Leconte, aterro
--------r------ da Boa-Vista n. 70, excellcnte leite virginal
r-cU p'.gT dlM-d"'~-. 1ue lic* o ^ rosas brancas, pira refrescar pehe ,\ra
rada entre a nontp *n,nd ^ pannos, sardas, e espinhas, igualmente o a-
famado oleo babosa para limpar e fazer
crescer os cabellos : assim como p impe-
rial de lyrio de Florenca para brotoejas e
aspendadesda pelle, conserva a frescura e
o avelludado da primavera da vida.
AO publico.
O abaixo assignado faz selente ao respei-
tavel publico e aos seus freguezes, que aca-
ba de montar dous importantes estabeleci-
mentos de fazendas, na ra do Crespo ns.
10el4, ondeencontrarao um vanado e lin-
do sortimento de fazendas de todas as qua-
lidades, as quaes vende por preco muito
commo lo; sendo gerente do estabeleci-
mento n. 10 o Sr. Marcelino (Jernimo de
Azevedo. j. c. Malveira.
Attenco
5
Na grande fabrica de ta-
mancos da ra Direita,
esquina do becco de 5.
peclro n. 16.
Ha eleclivamente um grande sortimento
de tamancos para todos os tamanhos, quer
a retalho, quer em grandes porcOes muilo em
conta ; e fazero-se tambem de encommenda
a moda do l'orto, para homens e senhoras.
- Na ra da Concordia n. 26, deseja-se
fa.iaraoSr. Paulino da Silva Mindello, ahm
delle promover a cobranga de um val de
urna pessoa que s o mesmo Sr. Mindello
com sua influencia poder cobrar, cujo val
ja esteve em poder do urna pessoa para co-
brar, mas por muito condescendente nada
conseguio ; todo negocio se faz com o Sr.
Mindello, com tanto que elle nao perca na-
da com o tal velhaco.
Kio-Formoso. 1
O Dr. JoSo Honorio Bezerra de Mene- SiP
es. medico pela Faculdade da Baha, terrt
fijado sua residencia na cidade do Rio-I'or- rija
moso, e de novo aderece seos servidos a lo- 3
das as pessoas que o honrarem com sua con- 5JP
fiaiC. ',-,.
-Precisa-se de caixeii os, na ra da Ga-
a do Recife n. 50, primeiro andar,
stando urna lianca de 200J000, ven-
ido o ordenado de 200.S' a GOOS, que
para vender hilhelcs da lotera da
)vincia.
SEGURO CONTRA FOSO.
Companbia Alliance.
'ihelecida cm Londres, m mano da 1824.
Capital cinco milhoes de libras esterlinas,
unders Brothers & C, te a fconra da in-
iar aos Srs. negociantes, propietarios de casas,
que mais convier que esli plenamente au-
sados pela di a companbia para effeciuar segu-
sobr edificios de lijlo e pedra, cobertos J
te igualmente sobre os objectos quecontiverem
sios edificios quer consista em mobilia ou
(azandas de qualquer qualidado.
Joilo A Silva Ramos, medico pela un- fjt,
versidade de Coimbra, mudoo sua residen- ^
ra da ra do Cabaga para a roa Nova n. Sy
Ct, segando andar, sobrado do Sr. Dr. et- ^
lo, e alii cunliniia a receber, das H as 10 a
huras da in.inli.i i. e das ,'t s S da larde, as *
petwas que o queiram coiisnllar. ^
JOIIN GATIS,
corretor geral
(AGENTE DE I.EILOES COMMEUUAES.
n. 20, ra do Torres,
PRIMEIRO ANDAR,
praja do Corpo Santo
RECIFE.
DEHTISTA rRiNCEZ. 1
Paulo (laignooi dentista, raa Nova n. 41 : w
na mesma casa lem agua e pos denlrifice t
fasso Irin os.
visam aos seus freguezes, que as ultimas
nhas de trigo Richmond ebegadas ao mer-
b, sao vendidas em scus armazens, pelos
i i ii tes presos :
<;alega 268000 por barrica.
Ilaxall 253500 dem.
O Dance 249000 dem.
Columbia 2380U0 idem.
Icm dcslas tem farinhas novas de Tries-
las marcas SSSF. Fontana e primeira
lidade ; assim como completo sortimen-
as melliores marcas de l'hiladelphia, No-
'rloanse Ualtimore.
ESTRADA DE FERRO:
do Recife S. Francisco
LIMITADO.
Pailita ditrutab.
Os directores da Companbia da Estrada de Ferro
do Recife a San-Fr.nnciico, limitado, leem feilo a
1inja_chamada de duas libras esterlinas, oo rci
17;i /1 sobre cada arco na dita companbi.i, a qoal
deve ser paga ale o dia 2i de agoslo do correnle an-
no de 187 .no Rio de Janeiro, era casa dos Srs.
Mau.i Mac. Gregor v <- na Bahia, em casa dos
Srs. S. S. Davenport & C, e em Pernambuco, do
escriptorio da Companhia.
O accionista qoe nao realisar o pagamento den-
tro do lempo indicado, podera perder lodo direilo is
areoes sobre as quaes o dito pagamento nao se tiver
elTecloado, e em iodo casolera de pagar juros na
razio de cinco por eento no anno, e de nao receber
juros ou dividendo da companhia pelo tempo qoe
dicorrer enlre o dia indicado para o pagamento ea
sua realisar,ao.
Nenhom anlo de (ransftrencia pode ser registrado
anles do pagamento da chamada.
Por ordem dos directores. James Templeton
lyood, superintendente.
OO&OO&SG
W
DO DR.
PEDRO AMONO CESAR,
Casa de SaudeS

v.;
i
i

Na cidade de Goianna, becco do
Pavfio n. IV.
O Dr, Pedro Antonio Cesar recebe pes-
soas doentei para tratar em su.i casa ja'
mencionada, prometiendo desempenhar as
lunco.ies medicas com muilo zelo e aclivida-
dadt.
Prero diario.
Pessoaa livres. 3)500
?._ escravas. 29000 S$
u"se ale a 1uantia e 50|000 a pre-
mio sob penhoresde ouro ou prata : na ra
da Penha n. 25, primeiro andar.
Ama de leite.
Precisa-se. de urna ama de Jeito : na
ra do Collegio n. 8, segundo andar.
O abaixo assignado, possuido do
manir empenho de se descobrir os auto-
res e cmplices do horroroso assassinato
perpetrado na pessoa do seu mui pre/.a-
do amigo Thomaz Gollan, vice-consul de
S. M. liritannica nesta cidade, oli'erecc
dous contos de reis a rjuem I he prestar
qualquer esclarecimento exaclo sobre es-
se facto, ou mesmo o conhecimento de
alguma circumstancia.oii accessorio delle,
de modo que se possa averiguar a verda-
de, assim como assegura, sob sua palavra
de lionra, o mais mviolavel segredo, a'
<[uem tzer qualquer dessas revelacoes
desejado, seus' declarar-se" donde eas
piocederam.
Consulado Rritannico 11 de julho de
18.77.II- Augustas Cooper, cnsul.
fabrica de Hagao e tecides
dealodao.
c.
Os abalxo assignados, com loja de ouriveg
na ra do Cabuga n. 11, confronte ao pateo
da matriz e ra Nova, fazem publico, que
estSo recebendo continuadamente as mais
novas obras de ouro, tanto para senbora
como para homens e meninos : os pregos
continuam razoaveis, e passam-se contas
com responsabilidade, especificando a qua-
lidade do ouro de 14 ou 18 quilates, (cando
assim sujeitosos raesmos por qualquer du-
vida.-Seraphim & IrmSo.
- Aluga-sc um sitio na estrada deSan-
\\nn:i, junto ao sitio do Sr. Me. Calmont &
:., com os seguintcs commodos : 3 salas,
10 quartos, cozinha fr, cocheira para 3
carros, estribara para 8 cavallos, senzala
para 16 escravos, e outras muitas bemfeito-
nas para o desfructar o inquilino : quem
0 pretender, dirija-se a ra Velha n. 54, a
entender-sc com Manoel do Nascimento S.
Bastos.
Continua-se a dar dinheiro a juros
mdicos, sob penhores : na ra da Praia D.
43, segundo andar.
Precisi-se
alugar um copeiro bom para urna casa de
um estrangeiro com pouca familia : quem
quizer, dinja-se a casa de Itostron Rooker &
Ci praca do Corpo Santo n. 48.
P'nblicacao litteraria.
COROGRAPIIIA
cluoiiog:tupia. nobiliaria, ge-
nealgica c poltica
DO
IMPERIO DO BRASIL
COM VARIAS TRANSCR1PCOEB
DA
CoroSrapl,ia brasilera, do padre Mancel Avres do
rt' T, .'!" a Ame,ica .rorlugusza.'de Ro-
^,u. .."".Cl,rn'ilca..da =orop.dlia, de Viaeoo-
cellcs-Higiori. do Brasil, do visconde de Cav-
rn.Laslnolo Lusitano, por l-r. Rapl.ael de Jc-
nhor 1 lorro.-Annaes do Rio de Janeiro, je
Suva Lisboa.Anuaes do Maranhno, dc Berre-
do.-AniHes do R.oCrande, do v.scond. de S.
Leopoldo.Memoria da capilania de S. Vicente,
FZ'n"*" *\iPdre '" "s.-Eras do l'a-
orm",,'i.-Ve'.'.*---Me,"ur,a' l.i.loricaa da Babia
ni7.B SS f'".8!' ,,0r K Accioli.-Cli.ono-
ii?.', 2 g5""l' Abreu e I-'ma.Il.sloria do
Brasil, de \ arnl.agen.E de oulros impresso e
manuscribios :
, CONTENDO
A descr.pc.3o gcograpl.ica.e uo(0esliisioricas e po-
1 ticas, desde o descobnmenio do Brasil ale aeora
(lo-', e tambem o lempo em quo torna povoaJas
as suas dilTerentes cidad.s, villas e logares ;
seos uvernadores, e a origem das diversas fami-
lias bra,ileiras e seos appellidos, eilrahida de auli-
gos m.inuscnplos genealgicos que tu, tras diffe-
renles so puaeram obter
A hi.tona dos minisler'ios, sua politici e coies
com queappareceram.
A historiadas cmaras temporaria e Vitalia deide
a coosiiluiiil.de 17 de abnl de 1823 al 18..7 :
E lambem urna eiposic.Ao da historia da indepen-
dencia, escripia e coroprovada por lestemuuhas o-
culares que au.dam reslam, e dos ootros movimen-
los poltico., abro de qoe se lenlia um conhecimento
aclo nao so da geoCraph,a do paiz como da sua
hislona civil e poltica.
Pelo Dr. A. J. de Mello Moraes, naloral da cida-
de das Alagoas, autor de muitas obras Literarias e
scienlihcas.
da^.ar/HV!fV7e,'aJCllade d ReCfe- na livraria
da prara da Independencia ns. 6 e 8.
ir Jos 1-i-liv Pereira de Burgos recebe auT L
car de commisso : os Srs. de engeohos que JK
qnizerem ulilisar-se do seu presumo, diri- ?
jara-se ao largo da Assemblea n. 12.
^tnwtofftft.
Compram-se moedas de ouro de 5 e 10
mil reis com premio : na ra da Cadeia do
Recife, loja n. 50, defrontc da ra da Madre
de Dos.
Compra-se o Panoroma, obra comple-
ta, e que esteja em bom estado : no largo da
Assemblea n. 6.
Compra-so efTectivamente na ra das
Flores n. 37, primeiro andar, apolices da di-
vida publica e provincial, accGesdas compa-
nhias, e d-se dinheiro a juros, em grandes
e pequeas auantias, sobre penhores.
- Compra-se um oratorio com tres faces
de vidro, que seje quasi novo, paga-se bem.
Compra-se calcado para senhora : na
ra da Senzala Velha, casa n. 124, terceiro
andar ; c tambem se precisa de sapateiros
para faze-los a fcilio.
Benita**
^9 i ffWj v
y^^ka >V4
PILULAS IIOLLOWAV.
Este mestimavel especifico, composto in
teiramentedchcrva medicinaes, nao con
tem mercurio, nemalguma outra substancia
dclecterea. Ben.gno a mais tenra infancia
pois he bem possivel checar-se aofim .o101*6? 1t"'S"o a mais tenra infancia,
- > i ra do Faguudcs, loja 27, la-
icengomma-secom perfeicao, epre-
souimodo.
-Vi fuudirjio da Amor,
1-jiveiitei forros ou
delai\o dc cobei la.
- Precisa.se de um cozinhelro: no lar-
'''f'!o junto aoquartol, casa do de-
enii^i da cunlia. Paga-so
..-es il
n^raiJaiido o servico.
Precisa-se alugar urna boa sala para
iptoriodea-lvogacin, em timadas ras
unas a do Collegio : ciuem a tiver
incie, on indique a sua morada insta
agrapliia.
-I'IIMCISA-SF. de nina ana de leite :
alar na ra das Cruzes n. 11,
nd, rNovaes & C, ma do Trapiclie n.
sacam sobre as pravas de Lisboa e
lo, ao cambio (pese convencional-.
Os abaito assignados, lendoohlido da Europa, as
Meeenrias iUormaroes, planos e orcamentos para
a fabrica de lir c tecer algodao, convidam aos Sr..
socios a vir t-lo, d.> escriptorio do Sr. Manoel Al-
ves Guerra, na roa do Trapiche n. H.
Igualmente convidam as pessoas qoe eobscreve-
ram para laeropreza, a rcilisarem a lerceira pres-
latao de 20 po- cenlo, o que venficarao de hojo al
IH de agoslo proirno, no mesmo escriptorio
As pessoas que anda quizerem fazer parle desla
empreza serao admillidas, pagando o valor d.s en-
iradss reliaadu na occas.no de subscreverem no li-
vro dasfa.sienalnras. que silo de 100? a J:O0OU5 rs.
llecife, 1(, de jolho de 18j7.
. -linorim, Furias, Guerra & C.
ral)rica de iacao e tecidus
(e alffodao.
Os socios Rcrentes dcsta companhia, pre-
cisam comprar-cal, lijlo, telha, arOa. na-
ueiras dc le em pranchOes e em travs, c
enxems, raibros c rip^s j para este fim
convidam as pessoas que ne^ociam uestes
~ei''' "S > dirigir as suas propoatas por car-
pracHa^eju fechada, a 15 de agoslo prximo Tutu-
scravos, para ro, no escriptorio da sociedade, ra do Tra-
piche 11.14, onde serio abortas cm eessau
I ordinaria dos ditos gerentes. Uecife 16 do
!e julho de l857.-Amorim, Farias, Guerra
& :;..
Prccisa-se de um feilor que entenda dc
plantacSo, equesija bom para um sitio pe-
quenn e porto da cidade : a tratar na ra da
Madre de Dos n. 2.
~ Faz"sn todo o negocio com a melhor
toja de fazendas do l'asseio Publico n 9, com
lazendas ou sem ellas.
--- Precis.-se comprar 2 loneis grandes
emnom estado: quem tiver annuncie ou
inja-se a loja derunile.ro: na ra larga
do Jtosajcio n. 22. b
dTi &*"" 'le um foi,or 1ue cnten-la
de plantario para um sitio em SanlAnm. :
quem esttver no eaw, dirij a-se a ra Velha
n. 5#,
ift.M,l --- ..... -v.^mwb, Hciyuoimt'n<
o promiilo o seguro para desarreigar o ma
nai compleico mais robusta ; he inteira-
mente innocente em suas operaQOes eeffei-
tos ; pois busca e remove as doencas de
qualquer especie e grao, por mais antigs e
tenazesque sejam.
Entre milhares de pessoas curadas com
osle remedio, muitas que ja eslavam as por-
tas da morte, preservando em seu uso : con-
segmram recobrar a safide e forcas denois
dejhaver tentado Intilmente todos os'o-
tros remedios.
As milis alllictas nfio devem entrecar-se a
desesperacao; facam um competente ensaio
dos elhcazes efTe.los dcsta assombrosa medi-
cina, e prestes recuperarao o beneficio da
baude.
Nao se perca tempo em tomar este reme-'
dmjpara qualquer das seguintes enfermida-
Accidentcs epilpticos
AIporeas
segn-
Ainpolas
Areias imal de).
Asthma.
Clicas.
Convulsoes.
Dcbilidade ou exle-
nuagao.
Dcbilidade ou Taita de
Torgas para qual-
quer cousa.
Desioteria.
Oorde garganta.
de barriga.
nos rins.
Dureza no venlre.
Eufermidades no ven-
lre.
Enfcrmidadcs
do.
Ditas venreas.
Enxaqueca.
Herysipela.
Febrcs biliosas
,la
no (iga-
Febreto da especie.
Colla.
Ileniorrhoidas.
Hydropista.
Ictericia.
IndigeslOes.
Inflamma^oes.
Irregu la ri da des .
menslrua^iio.
I.ombrigas dc loda es-
pecie.
Mal de pe:!ra.
Manchas n cutis.
ObsLrucfSo do venlre.
Phtisica mi consump-
(;ao pulmonar.
Releii^iiu de ourina.
Khounisjtiamo.
Symptoinaa secunda-
rios.
Tumores.
Tico doloroso.
Cceras.
Venreo 'mal.
- Vende-se urna mulata de 20 aunos,
muito boa engommadeira o perfeitamente
cozinheira, arranja bem urna casa por j es-
tar muilo destra a esteservico; tambem la-
va bem tanto de varrela como de sabao, e
nao se duvidar dar para so experimentar,
pagando-so os dias de servico: a pessoa que
quizer, dirija-se a ra do Seve, sobrado em
quo morou o cnsul portuguez, que achara
com quem tratar.
-" Vende-se urna prcta crioula, dc 24 an-
nos de idade, que cozinha, lava, engomma e
cose alguma cousa ; no Forte do Matto, ra
do Codorniz n. 7.
Na nova loja de fazendg,
do Jos Moreira Lopes, nos quatro cantos da
ra do Queimado n. 18 A, esquina que volta
para o llosario, vendem-se superiores cor-
les de cambraia organdys com 9 a 10 varas
a 5M>00, riscado francez muito fino a 180 o
covado, cassas de cores a 160 ocovado, col-'
leles feitos, do fustao, finos a 23, c um com-
pleto sortimen o de palitos de diversas qua
Perfumaras,
Ka loja de Jos Antonio Moreira Diss & C,
na ra Nova n. 35, vendem- se as mais ricas
perlumarias, que tem vindo a este mercado.
Xa ma do Cabu
dezas
de miu-
uo
lem para vender um completo sorlimaulo de baba-
dos de panno de linho, lauto aberlo como bordado e
de todas as largura., principiando por dous dedos
rer remetler o dinheiro ao fabricante.
A 2^000.
Nendem-se cortes de chitas Trancezas es
curas, com 4 palmos de largura,
tissimo preco de 2:000 o corte: a loja de
4 portas da ra do Queimado n. 10.
Capachos
Vendem-se ptimos epachos para portas,
janellas e sotts : na ra da Cadeia do Hecife,
esquina da Madre de Dos, loja de miudezas.
Bous charutos
Avisa-seaossenhores fumistas que ha che-
gado no deposite da ra de S. Francisco n. "i' "wjwi uu reixe nao n. -, conti-
b, una grajide por^ao de charutos de todas nu'a a vender-se muitas e diversas Tazendas,
as qualiaades, e por muito barato preco r nr'"'ns *" "i n. ._
quem os vir nao deixar dc comprar.
AQW rs.
Carne do sertdo.
Na ra do Queimado, loja de ferragens n.
14, ha para vender por preco commodo mui-
to boa carne do sertao e frescaes queijos,
entro elles alguns de vinte o tantas libras,
bom Teijao e milho, assim como peixe sec-
co, ludo chegado do norte, pelo vador Igua-
rassu'.
haceos com feijo mula-
tinho e amarello.
Chegado o primeiro do Rio de Janeiro no vapor
Piralining e o teguudo de Lisboa no vapor Cal-
cota : vende-se ua traves-a da Madre, de Dos,
ii. \o.
Atlcncao
o
Vende-se muito superior carne do serillo
legitima do lugar Scrid) a 360 rs. a libra :
na taberna da ra dos Martyrios n. 36.
Vende-se na ra da Madre de Dos
n. 12, armazem de Nova es & C. barris
de ferro, ou cubos hidrulicos ; para de-,
psitos de fezes, a preco commodo.
Carne do Ceara*.
Vende-se carne secca superior por pc-
eo commodo : no armazem de Lui/. An-
nes, defronte da alfandcr-a.
Vende-se urna casa terrea na fregu?ia
da Boa-Visla, em boa ra, contendo os com-
modos seguintcs : 4 quartos, cozinha fra,
quintal grande, com 1 quarto no quintal
para escravos : quem rroteoder, dirija-se a
ra do Rosario da Boa-Vista, casa n. 28.
Vende-se no escriptorio de Brender
a Brandis& C, ra do Trapiche n. 16.
Collada Bahia, rjualidade superior.
(enebra de Holianda em (rasqueiras,
qualidade especial c superfina.
Oleo patente, omelhor combuslivel pa-
ra lampeoes de sala.
Vendem-se coqueiros pequeos para
se plantar : na ra das Trincheiras n. 29.
Primeira necessidade.
Na taberna grande ao lado da igreja da So-
leJade, vende-se manteiga ingleza a 640 e
720 a libra, flor a 800, 960 c 151 0, Tranceza
a 640, 680 e 720, queijos a 1C800 c 2>, dito
depralo bom a 640 e 720 a libra, cha fino
perola a 3S e 35200, hysson a 25500, 2*200,
2/e 15600. farinha do MarantiSo a 160, dc
araruta a 200 rs., bolachitiha ingleza a 320,
e grande a 160, sag' a 320, cevadinha a 240,
espermacete bom a 720, vinho bom engarra-
._ S ".^ ,8500 0JfOo< sm ser engarrafa-
rs., vinagre
dades, e outras muitas fazenoas por precos
commodos.
Vendem-se 3 escravas, sendo 1 boa
engommadeira e cose bem, refina assucar, e
com urna cria de 8 mezes: na ra Direita
n. 3.
Na olaria do Fundao, na ra da Cloria da
Boa-Vista, ha para vender a dinheiro i vista
muito boa telha, lijlo de ladrilho, alvenana
batida, e tapa ment, ludo bem cozido e per-
reitamante trabalhado.
CAL 1VA DE LISBOA.
>ende-se cal nova de Lisboa, chegada ul- bom a 280 assucar prata fina
niamente: na ra de Apollo, armazem "
n. 20.
Vnde-se um casal do escravos : a
tratar na ra de Apollo n. 24, armazem.
Vende-se urna crioula de 20 annos, de
urna linda figura, engommadeira e cozinhei-
ra, para rra da provincia, ou para algum
engenho longe desta praca ; na ra Direita
n 66.
Queijos do serta-o.
Na ra do Queimado, loja de ferragens n.
14, ba para vender por preco commodo
muito frescaes queijos do sertao, entre elles
alguns devinto e tantas libras, e muito boa
carne, bom feijao e milho, assim como peixe
secco, tudo chegado do norte pelo vapor
Iguarassu'.
- Vende-se um quarto possante, pro-
prio para carga : na ra Nova n. 61.
Vende-se rea quer por carrosas quer
por canoas, posta as obras, por prego mui-
lo e muito commodo, que he possivel na ac-
tualidade : a tratar no armazem de madei-
ras do Miguel, confronte o porto dos canoei-
ros da ra Nova.
Vende-se a heranga com posse as tr-
ras de Api pucos, por traz da caisa d"agua,
com grande casa de vivenda e outra por
acabar, contendo nm grande sitio, rico po-
mar de larangeiras, cafezeiros c outras mui-
tas fructeiras, bastantes trras de plantacSo,
tem urna porcSo de moradores que pagara
renda : quem pretender, dirija-se a ra es-
treita do Rosario, armazem ue Jos Moreira
da Silva, que lodo o negocio se far.
Altenco
Vende-so muito bom fumo cm folha,; de
primeira surte : no aterro da Boa-Visla
n. 72.
--- Vende-se urna cama anda nova, com
muito pouco uso, destas francezas, um par
do mangas de vidro, alguns romances, um
estrado novo, um pequeo armario, um pa-
pagaio novo, duas caraunas, urna das quaes
anda sola e he muito bonita.
----- r. -.......- 220, e velas
refinadas a 480, cordas de linho para amar-
rar animaos a 500 rs. a libra, poitas grandes
a 480, latas com 2 libras de marmelada a
15120, e muitos mais gneros de bom gosto,
por prego commodo.
. SECRETARIAS.
As melliores que at hoje tem apparecido
ieste mercado : vendem-se no escriptorio
do agente Qliveira, ra da Cadeia do Recire
n 62, primeiro andar.
Ao barate]ro da ra da
Cadeia do ttecifr;.
Na loja n. 50 da ra da Cadeia do Recife,
delronte da ra da Madre de Dos, encontra-
do os freguezes um bom sortimento do fa-
zendas, que cm porcSo e a retalho se ven-
dem por preco barato, e mencionaremos chi-
tas boas dc cores lixas o covado a 150, 160,
180 e 200 rs.com peca a 55200, 59600, 65,
65100 c 65800. chilas francezas de bonitos
goslos a 2f.O, 280, 300 e 320, cassas de cores,
largas, fazenda que nao desbota a 200 rs. o
covado.-crlcs decassa chita de cores, roxos
e pretos a 15600, I58OO e 29, cassas Trncalas
de cores a 480 e 600 rs. a vara, mussulinau
com llorzinhas e cores fixas a 320 o covado,
ditas muito finas com flores malisadas a
440, cortes de cambraia de cores muito lina,
com II, 12 e 13 varas, temi fazenda com
ramagem de frente para folhos, pelo dimi-
nuto preco de 69 o corte, pepulina de cores
com listras achamalotadas, fazenda nova pa-
ra vestidos a 960 o covado. e mepulina ou
lazinha com a margem matisada a 15000 o
covado, cassa para baado a 200 rs a vara e
I56OO a pega, esguiao de puro linho fino de
1|400 a 15800 a vara, e cm peca de 14 a 18J,
chal de cores com quadrinhos o cambraia
de seda a 800 rs o covado, panno azul de boa
quahdado a 15800 e 25400 0 covado, e fino
prelo e azul a 35200, 3-600, 49, 49500, 5J500
.e 69000, e finalmente outras muitas fazendas
que, a dinheiro, se vendem baratissimas, e
dao-se amostras com penhor.
l\a lja das seis
portas em frente do Li-
vramento
39000.
Cortes de rasemira com pequeo defeito a
tres mil reis, a qualidade he superior, etom
sortimento para escolher, palitos de panno
fino preto e de cores, com defeito, a IO9O00.
Cortes de laa para \esli-
dos.
Vendem-se cortes de laa
1 de 'lindos na-
narafo in.Ti>^moS,sq',ac'9ev,n'1emnlais droes.comi5 covados cada corte, pelo di-
ZTZ^JZ^SiBSJ?**""*'*- mi""t P^Co dc quinze patacas ; a elles.
antes que se acabem : na ra do Queimado
n. 22, na loja da boa fe.
"k 'j3 rUa da Moe,la n- 2 derronlc do tra
pelo bara- p e." GunB"s ha para vender pipas nova;
. i j e usadas, meias pipas, barris novse usados
arcos do pao para pipas, vimes, arcos de rer
ro em fexes, ferramontas para tanoeiros,
cal em pedra de Lisboa, tudo por precos
commodos ; assim como barris com azeite
de carrapato.
10 JKreguica
QOE ESTA VENDENDO BA-
RATlSSfr)
Na loja do Prcguica, na ra do Queimado,
esquina do becco do Peixe Frito n. 2, eonti-
---,Vendem-se duas casas terreas na ra
da Alcgru, urna n 1 e outra n. 32 os nre-
tendentes podem procurar no largo do Pe-
lourinho, armazem ns. 3 e 5.
Grande pe-
chincha
A 2,000 rs. o corte.
Jendem-se cortes de organdys mati'sados,
pelo baratissimo preco de 25000 o corte : na
I oja de 4 portas ,da ra do Queimado n. 10.
Cobre em nioeda.
Vende-se constantemente na praca da In-
dependencia n. 4, a um c meio por cento.
Vinho do Porto
superior chamico.
Vende-se nicamente em casa de Barroca
g Castro, na ra da Cadeia do Reci fe n. 4.
era de carnauba e sebo
cuado.
Vendr.-se no armazem de D R. And & C,
rua da Cruz n. 15, assim como velas de car-
nauba do Aracaty de superior] qualidade, e
fio de algodSo da Bahia, tudo por commodo
preco.
Cal virgen, e potassa.
Cal de Lisboa chegada nestes dias, e po-
tassa superior : na ra do Trapiche ns. 9 e
U, armazem.
Relogios.
Os melhores relogios de ouro, patente in
glez, vendem-se por presos razoaveis, ni
escriptorio do agente Oliveira, na da Ca-
deia do Becifen. 62. primeiro andar.
, caas de ferro
Lxcellcntes camas de rorro para solteiros :
vendem-se no escriptorio do agente Olivei-
ra, ra da Cadeia do Recire n. 62, primeiro
Bit (IB 1
Agencia
ila fundico Low-Alocr,
ra da Sensata i-ova
n. 42.
Neste cstabelecimento continn'a a haver
um completo sortimento de moendas emeias
moendas para engenho. machinas de vapor
e taixas de rerro batido e coado de todos os
tamanhos para dito.
Vende-se superior linhas de algodflo
brancas, e de cores, em novello, para costu-
ra, em casa deSouthall Mellor c C.a, ra do
Torres n. 38.
Relogios
cobertos e descobertos, pequeos e grandes,
de ouro patente inglez, para bomem e se-
nhora de um dos melhores fabricantes de
Liverpool, vindos pelo ultimo paquete in-
glez : om casa de Southall Mellor & O. ma
do Torres n. 38.
CHAPEOS A TAMBERLK
Do afamado fabrican' :
Pinneau de Pars.
Acabara d cliegnr pelo ultimo paquete,
os supra mencionados chapeos destr ala-
mado fabricante, e vende-se na loaijf
i poitas, da ra da Cadeia do Hecilo r .
i8, de Narciso HaraCarneiro.
Venda de
pianos.
Vcndem-se muitos lindos e excelientes
pianos, cuegado* ltimamente de Ham-
buigo, e com lindos retratos no frontes*
picio : na ra da Cruz n. 55, casa dc J.
Keller & C.
Pianos.
Ea> casadeRabeScbmettau'&Companbias
ra da Cadeia n. 37, vendem-se elegante,
Bianos do afamado fabricante Traumann de
a m burgo.
Methodo facilimo. .
Na li-'raria da'praca da Independencia n.
6e8, "ende-se o methodo facilimo-para
aprender ler, novamente impresso e seg-
mentado, por mil reis.
Arados de, ferro-
Na rundicSo de C. Starr & Companhia, em
--- Vendem-se saceos com um alqueire
de farinha no armazem defronte da alfan-
dega, por barato preco.
Moendas superiores.
Na fundicSo de C. Starr & Companhia, em
santo Amaro, acham-se part vender moen-
aas de canna todas de rerro, de um modello e
construccSo muitoisuiieriores.
1ECHAHISI0 ?AHA M-
NAFNDigAO DE FERRO DO ENG E
NHEIRO DAVID W. BOWMAN lvA
RUA DO BRUM, PASSANDO O J.
' Ali/.,
lia empre uro grande aormeolo doategainte. ob
jacios dr inerlianninosproprios paraenmnho as-si
brr : moendas c meias moendas da mais moderna
conslmccao ; la i vas de rerro fundido e balido da
superior qualidade e de lodosos tamaDhos: rodas
dentadas para agua ou auimaes, de loda* as propor-
Ses; crivose bocas de fornalha e registros de bo-
eiro, aguilhOes, bronzes.parafuios e eavilhaes.moi-
nlios de mandioca, rcele.
NA MESMA FUNDigA'O.
se eiecntam loda aa eacommenda eom a saperio-
22S ia nhec'da coro a devida preatea ecoro-
modidade em preco.
Sel lins e releffios.
BLLIKS e RELOGIOS e patente
a.: v*nd-no arroazrm de
gy-*. Rooker & Companhia, es-
mero .i. '"8 d0 ^'P0 sD,o aa-
Deposo
de rap princesa da fabri-
ca de E. Gasse, no Rio
de ^Janeiro.
Vende-se a preco commodo rap fino,
grossoe me.o grosso, da acreditada fabrica
ra, cuf ? K V,Pr S- S'lT'd0r "
Velas de esper-
macete.
Vendem-se caixas com 25 libras de ve-
las de b em libra, a1 preeo commodo, em
casa de Isaac Curio & C, ra da Cruz
n. 49.
TACHAS PARA ENGENHO
Da lundicao de Ierro de D. W. Bowman
na ra do Bium, passando o chala-
r.z, continua a haver um completo sor-
timento de tachas de ferro fundido e bati-
do de o a 8 palmos de bica. as quaes se
Bcham a venda por prero commodo e com
proroptidao, embarcaro-se ou carreeara-
se em carro sem despezas ao comprador.
de ferro do um
superiores.
sodello e construc;3o muito
a libra.
Boas velas estearinas a 6t0 rs. o masso de
nnVre,m' lomand< R"1"" PorcSo se vender
Fchres intcrmittenlcs p bou ,r.s-> luesahe a vela a too rs. : he
extraordinanaraenle barato : na ra de S
francisco n. 6.
--- Vende-se urna machina de cobro para
destilar aRuardentc e fazer espiritos at 40
eraos, em perfeito estado, com lodos os per-
tences, pelo sistema de Derosne, a dinheiro
ou a iroco de espirito ou dc agurdente,
pelo preCo do mercado na occasiSo que s
Velha n. 110, e para examinar, na rua Nova
II. 'I ).
Lfl (V C. vendem cal preta a 660
rs. o alqueire, equivalente a urna barrica
de bacalhno, cm canoas de 60 a r>()0 al-
nueires: <|nem
por precos baratissimos, entre ellas cam-
braias francezas, padrOes novos e cores fi-
xas, pelo baratissimo preco de 480 rs. a va-
ra, ditas dc cordo muito finas a 500 rs. a
vara, cassas francezas muito finas e de pa-
drees os mais modernos que ha no mercado
a 640 a vara, chitas francezas de lindissimos
padrOesa 280 c 300 rs. ocovado, mussulina
hranc? a mais fina que he possivel a 440 o
covado, dita decora 340, corles de casemi-
ra de cor de lindissimos padrOr-s e superior
qualidade a 6/cada um, corles de bnm de
puro linho de lindos padroes a 25100 cda
um, ditos de ditos a 25, ditos de algodo a
15360, ditos de culini de lindos padroes e
muito enco'pados a ts600 cada um, lencos
de cambrsiapara moa 120, ditos mais finos
s 220, pecas de bretanln de rolo de 10 varas
a Sf cada urna, chitas escuras de diversos
padroes e cores lixas a 140,16, 180 e 200 rs.
O covado, e a peca a 55, fi5, 65O0 e 75500 ca-
da urna, cobertores proprios para escravos a
700 rs. cada um, gravatts de seda de lindos
padroes a 15, ditas pretas de setim a l?280,
ditas de cortes em outro fiosto a 700 rs. cada
urna, luvas de seda deludas as qualidades
I relogios de pa-
tente
ingleses de ouro, de salionctc e de vidro :
vendem-se a preeo razoavel, em casa de
Augusto Cesar de Abreu, na rua da Ca-
deia do Recife, armazem n. 16.
Tat-lias de ferro.
Na fundicSo da Aurora em Santo Amaro-
e tambem no deposito na rua do liriim, logo
na entrada, e derronte do arsenal de mari-
nha, ha sempre um grande sortimento de
tachas, tanto de fabrica nacional como es-
trangeira, batidas, fundidas, grandes, pe-
quenas, rasas o fundas ; e cm ambos os lu-
gares existcm guindastes para carregar ca-
noas ou carros, livres de dospeza. Os preco
s.loo s mais commodos.
XAROPE
DO
BOSQUE
gal transferido o deposito deste tarop para a bo
tica dejse da Crui Santos, na rua rW. sS
jarra a. 5,500 meias3^K)0, sendo ?a!so tofo
IMPORTANTE PARA 0 PUBLICO.
l'ara curado phtysicaem todofosseusdiOcrn
iMgriat, qoermolivada porcOnstipacOes, tosse
stlima.plenriz.escarrosdesaDKue, drde eos-
lados epeito, palpilacao no coracAo.coqueloche
bronch^le, dorna ariianla, e todas asmolestia
dos orga 01 pulmonares.
$Httt>i*$ fn$r&0$
50^000 de^
tiieacao.
Desappareceu no dia 12 de junho pr-
ximo passado, um esersvo de nome An-
tonio, de idade de 54 annos, pouco mais
011 menos, com os signaes seguintes:
nemas tortas e um osso crescido no hom-
bro direito: quem o aprehender leve-o
a rua do Trapiche, no hotel Cafe Fran-
cez, que recebera' a gratihcaeao cima.
-- Fugio do engenho Coelhas,* termo de
berinhacm, nodia 22 do prximo passado
mez de junho o escravo de nome Jos, com
os signaos seguintes : idade, pouco mais ou
menos, 30 annos, beixo, grosso, cor bem
preta, tem urna cicatriz na testa, he de An-
gola, mas parece crioulo por ter vindo muito
pequeo, por cima da sobrancelha, prove-
niente de um talho ; levou camisas e cerou-
las de algodSo branco e de listras, e tambem
urna esmisa de bata encarnada com colls-
nnbo amarello ; este escravo foi ha pouco
comprado ao Sr. Malinas Guedes, que lti-
mamente foi administrador do engenho Tra-
c.,. _T.:-------L -""i'1* "s o"' mamenie 101 aaminislrador do cncenho Tra-
Santo Amaro,.acham-se oara vender arados piche do Cabo, em cuio engenho "oi 4to
de ferro do um mod-llo ,nna.,,,S. -..; guns djas da'pois e fugido8^',,^
cravo : quem o prender pode leva-lo ao en-
genho indicado, ou nesta praca em casa do
Sr. Manoel Al ves Ferreira no Forte do Mat-
tos, que ser* satisfactoriamente recompen-
sado.
Fugio no dia 16 do correnle o escravo
mulato, de nome Claudino, idade 14 annos
com os signaes seguintes: corpo franzino'
pea um pouco apalhetados, levou calca
camisa, anda um pouco espantado com roe-
do de que o peguero, tem sido visto nesta
cidade por diversas pessoas : quem o appre-
liender, leveo a rua do Crespo, loia n 6
que ser gratificado.
Attenco!

3*500
precisar procure no or- !"""" homens e senhoras. lencos de seda de
to das Canon da rua Nova no se.-. .!,. ""s KOsl,,s' Ra"g:is mcs^iadas de lindos pa-
anda do ultimo s.. \ "Cundo J" oo rs. o covado. cortes de castores
i como I de bonit >s padroes a l| rada um, cambraias
retalho
u.U;n ,, 1(I,llo C|n [le(.uena| |(on,-lcs
em seu armazem, na rua da concordia a
's. o alqueire
700i
t IVUUIVU lll.tl.
venuem-so estas pillas no esUbelecimeu-
o gen. de Londres r.; 244. Strand,,, c na
loja de todos os boticarios, droguistas e on-
jras pessoas cncarregadas de sua venda cm
toda a America do Sul, llavana ellcsp&nha
lendemse as bocetiuhas asoors. Cada
nma del I as conlin urna instruecto em por-
tuguez para explicar o modo de se usar des-
tas pilulas.
O deposito geral be cm casa do Sr. Soum
pharmaceutico, na rua da Cruz n. 22 cm
IVriiambuco. '
Da-so premio sobre hvpotheca de al-
guma pro^nedado a quantia' de 1:0005 : a
lrtar na rua cstreila do Rosario n. 31.
agurdente.
Vendem-se seis pipas eom superior
uardente deMauna, todas ou cada nina
isas Inris a 4-500, com 10 varas, ditas ditas
muito linas i. (i,*, o outras mullas fa/.cudas
que su deixam de mencionar, e se venderSo
por baratissimos pre?os ; e se daro amos-
tras com penhor ; assim como meias case-
miras '.'e qiiadriuhos rr.iudos, muito pro-
prias para calcas e palitos a 600 reis o cova-
do, liscados franc-zesde lindissimos padrOes
Jeia do Recite, loja n. 22.
Ha um completo sortimento de su- f"' Ja n" 20, venucm-se ecas de madapo-
lao com toque deavaria, polo diminuto pre-
Vende-so cal de Lisboa ltimamente ebe-
Sada, ssim como potassa da Russia verda-
eira : na praca do Corpo Santo n. 11.
Vende-se na rua da Concordia n. 26,
um casal do araras, dous papagaios e duas
cabras paridas, de boa raca.
.vfiissuiiiiiis brancas v, de
cores.
Vende-se mussulina branca muito lina a
440 rs. o covado, dita de cores de excelientes
padroes a 320 o covado : na loja da boa fe,
na rua do Queimado n. 22.
Aigodo monsti'o,
Vende-se algodSo mon^tro com 8 palmos
de largura, muito proprio para toalhas e
lencoes, pelo baralissiino preco de 600 rs. a
vara: na loja da boa l, na rua do Queima-
do n. 22.
CERA DE CARNAUBA.
Vende-se cera do carnauba do muilo boa
qualidade, recentemente chegada : na rua
da Cadeia, loja n. 50, defronte da rua da Ma-
dre de lieos.
uvas de Jouvin.
Constantemente acharSo na loja do Le-
conte. aterro da Boa-Vista n. 7, as verdadei-
luvas de Jouvin, do todas as
MUTILADO
_ a 210 reis o covado.
de per si: para ver no trapiche do Pelou- II17 IH&MT-'i /HIT IIlHISks co"
n,,l,o,e>al.,tilrdoaj,Istenaru.a.laCa-llt/ SAftAflI ilfc lllllll.
.\os quatro cantos da rua do Queima- l?"8ln>ente ricos pentes de tartaruga da ul-
tima mola.
Fende-se
na rua do Trapiche n. r>, escriptorio de
Novaesd C, superior vinho do Porto, em
caixas de urna e duas du/.ias de garrafas :
a' prero commodo.
periores cortes de cassa organdys de mui-
to bom ;;osto, com bab&dos, de 1 varas
cada corte, pelo baratissimo prero de 5$
o corte, na loja do sobrado amarello nos
quatro cantos da rua do Queimado, n.
'2'J, de Jos Moreira Lopes.

Ce de 15, 15200, 15C00, 1580o o 2-800 a' el-
les, quocl3ono resto.
- Vendem-se farelos n lijlos dc marmo-
re, cm casa de Baslo 6; Lemos, rua do Tra-
piche n. 17, vendem-se fardos novos de Lis-
boa, e fijlos de marmore de 12 pollegadas
quadrads, por preco commodo.
Fngio no da 26 do correnle da rua da
Cruz do Recife n. 42, segundo andar, um
moleque de nome Cantillo, representando
ler 21 a 22 annos, o ponas principia nescer
a barba, estatura baixa, grosso do corpo e
tem um pe inchado, sendo signal bem co-
ndecido nns fruncheos no pescoco; levou ca-
misa branca suja e calca prcta velha : quem
o pegar leve-o a mesma casa cima, ou no
escriptorio por traz do Corpo Santo n 66
que ser Generosamente recompensado '
--- Fugio no dia 25 do correnle um mula-
to de nome Firmino, idade 25 a 30 annos, es-
tatura regular, cheio do corpo, tem falta de
dentes na frente, lem alguma b-rba, foi es-
cravo em Olinda, onde sejulga elle estar,
levou vestido cale, camisa e jaqueta, anda
calcado, e costuma embriagar-se, foi com-
prado no mesmo dia que runio a Sra. D. An-
na Accioli Lins Wanderley, cojo escravo tra-
ba bou de boleeiio na cocheira do Sr A-
dolpho, e entende alguma cousa dealfaiate ;
quem o pegar, leve-o em cas do Sr Manoel
Alves Ferreira, rua da Moeda n. 3, segundo
andar, ao seu senhor Pedro Ignacio Wander-
ley, ou no engenho Roncador, comarca de
Btrreiros. que se gratificar generosamente.
No dia 21 de maio do correnle anno,
rugi do abaixo assignado, morador na ci-
dade da Victoria, o escravo Pedro, Angola,
idade 45 a 47 anuos, com os signaes seguin-
tes : baixo o choio do corpo, olhos agaropa-
dos, pomas e ps bstanles incitados, leudo
um dos pos embrulhado com pannos por
causa de duas ou tres Teridas de gomma que
tem no dito pe, tem de vez em quando urna
tosse, e quando fugio levou vestido camisa e
ccroula comprida de algodHozinho branco,
c levou charco de couro ns cabeca ; teve
noticia que fbi encontrado na ponte do Re-
cife, e pode ser que dc la lenha ido para as
partes de Goianna, aonde foi escravo e di-
zia que tinha senhoras velhas e mocas este
escravo oabaixo assignado comprou a Ma-
noel Rodrigues Pereira, morador no enge-
nho Ubaca, no da 10 de Janeiro deste anno :
quem o pegar, pode o Irazer ao abaixo as-
signado, que recompensar bem. Cidade da
Victoria 29 de julho de 1857.-Jos Thomaz
Goncalves do Rosario

ILEGIVEL
I



PERN TYP. DE M. F. DE FARIA. 1857


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