Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07794


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Full Text
aNNO XXXIII N. 146
Por ~> anexe ailianlados i.s'OOO.
l'or T> metes vencidos V.SOO.
TER feri :o di: .11 MI K I*Si
Poi anu.....liaiilado ljtdOO.
Porte franco pal .1 o sul>ciiloi
ENCARRKUADOS HA SL'BSCRIPCAO DO NORTE.
!'.inhib, o Sr. Joao Rodolpho Gomes ; Natal, o Sr. Joaquim
rPereira Jnior ; Aracaly. o Sr. A, de Lemos Braga ; Cea-
r*'. o Sr. J. Jos de Oliveira ; Maranho, o Sr. Joaquim Mar-
ques Rodrigues; Piaubj o Sr. Jos Joaquim Avelioo : Pa-
ra, o Sr. Justino J. Hamos ; Amazonas, o Sr. Jerooymo da
Costa.
PARTIDA DOSCORREiOS.
niin.U; : i..!.- .'- dioa.M 'i'' ateta hora* do dia.
l-.,r.,.,.i. 1..1,1111 l',irahil.a: au ci(anda* aeuu-felfM.
i .. u. / ""inio. Caara', .\lliobo < .."i-mliun-: na i.n i-l.ir,.
s. l..nif..n\'. 1'.....l'Alho, naiaralh, Laueiat, lln-j,., Paaqaeira, li-mi..
Florea, Vllla-B*'llaBoa-Vtsu, nuri-urv .. t:,u '. ii.i-Mrin,ir.ij.
iaca,SeriaalMi, Rio r'orawMi, Una, Barreta, Agaa-Preta. I'i
,...,.. Nul:.-i..... '-
Mu- '
.' 1,...ima,SerBBiMi, Rio
aintaa-feifu .
irli-m .i- I' l.-.r.i- .i.i manlu'.i.
AUDIENCIAS DOS TRIBL'NAKS DA CAPITAL.
Tribunal do rommercio : segundas e quintas.
Relacao : tercas feiras e sabbados.
Fazenda : quartas e sabbadus as 10 horas.
J ui/o do commercio : segundas as 10 horas e quintas ao meio dia.
Juzo de orphos : segundas e quintas as 10 huras.
Primeira vara do civel : segunda e sellas ao meio dia.
Segunda vara do clvel : uarlas e sabbados ao meio dia.
KI'IIEMF.ItIDF.S DO HEZ DE JIMIO.
7 Lu i lieia as 3 horas e 3 minuto* il.i tarde.
15 Cuarto miiiguaute as 4 horas e o" minutos da nianliaa.
-I La noia as 7 liora> e 44 nioutoi da larde.
2!> (Juario crescenle as 2 Imr.is e 1 minuto da manh.ia.
PKEAMAR DE HOJE.
Primeira as 10 horase 54 minutos da m.':nba.
Segunda as 11 horas e 1S minutos da tarde.
DAS DA SEMANA.
2(1 Segunda..:' S>. Pedro e Paulo ipp. : Ss. Oro e Casio lib.
30 Terca. S. Mercal h. e S. Lucina.
1 Quarta. S. Aarao primeiro sacerdote da ordem letitica,
2 Uuiula. S. Milln h. Ss. Proorsao e Marliuiano Mm.
3 Savia. S. Eulogio m. : Ss. Anatolio. e Elcodoru Mm.
i Sbado, 6. l/abel rainha de Purtug.il v. f.
3 Doi.....go. 3. S. Filomena v.
EM ARUEtlAD-l DA H BSI RH, V" V.i H I.
Alagl as. oSr. I.laudino Ka Ir io Mes : Behae, o Sr. II. leuari
Rio de Janeiro, o Sr. J0.10 J'crtira Martin.
EM rEKNAMBl i ".
O proprielario do DIARIO Manuel Ficuiiroa de lana na -na
livrana, praca da Independencia u. 6e 8.

IITERIQR
RIO E JANEIRO.
CAI41A DOS SKS. DEPOT ADOS.
SESsAlV I)E 30 DE MA10 DE !'>'.
Presidencia do Sr. risconde de Haependy.
A' hora do costume, feila a chamada, e achan-
do-ae rauuio numero legal, ahre-e a saasao.
I.ida a acia da anterior, he approvada.
Comparerem depois da chamada os Srs. Augusto
Correa, Almeida Caraira e Cyrillo.
O Sr. Primeira Secretario da conta do stguinte
expediente:
1,'m ollicio da presidencia de Minas-Geraei, in-
eluiudo a cullecr.lo dos aclo* da asaenibl.v provincial
da mesina, promulgado! BO anuo proiiruo pasaado,
acoini>anliada do regulameiito n. 38 expedido oo
mesino lempo. A' commissAo de as-embiras pro-
vinciae*.
Dilodo Sr. depulado Pedro Antonio da Costa Mo-
reia, participando para conhecimenlo da cmara
nSo poder comparecer assuas sesses por molestia.
Fica a cmara inleira'a.
Dito do Sr. depulado Jusliniano Baplista Madu-
reira, no mesmo sentidu. quanto a sesAo do dia,
acreacenlando que, a continuar o inenromodo que
loflrr, sei forjado a prolongar a sua falta. Fica a
cmara inteirada.
Urna representarlo de Josc Uernardino deMoura,
pe li" lo providencias contra a inconstilucional inler-
prelrac/ao dada pelo aviso de 27 de Janeiro de 1855
ao arl. 101 do cdigo do processo.A' commusao
de joatica criminal.
Dita dos fabricantes de chapos da corle, contra
unta po-tura da cmara municipal, que Ihes prohibe
o oso de carvao de padra as ullciuas. A' com-
: 111 "i i de cmaras municipaes.
Uro requerimeuto dos irmaos e msanos da ir-
mandade Je Nossa enhora da Kia-Morle da cida-
de do Kananal na provincia de S. Paulo, pedindo a
concessao de urna Infer,i. afim de poderem com o
producto della continuar a obra la sua igreja, e que
a ejlraerjlo seja feila na corle. A' commissAo de
fazenda.
Dito da directora da Associaii.lo de CariJade, pe-
dindo a concessao de algomas latera*, para poder
mais livremente desempenhar os filis tz. sua iiisiui-
rAo.A' commissAo de fazenda.
Dito rte Jos Vctor de Oliveira Pialo, major re-
formado decavallaria, pedindo a lolucao de um re-
querimento que ha lempos dirigi cmara dos Srs,
deputados.A' enmmis-ao de mariuha e guerra.
Dito do jui de direitu aposentado l.uiz Paulino
da Costa Lobo, pedindo urna resolucAu sobre o de-
creto que elevnu o ordenado da sua aposenladoiia a
1:0003, e que lia mais de dou anuos foi remetlido a
cmara.A' eummi-sAo de pensoes e ordenadas.
O Sr. Pinto Lima fundameula e manda :i mesa o
seguinle requerimeuto, desejando elucidar este pon-
i jurdico que julga imprtame : seum vice-presi-
dente de provincia tendo sido levado presidencia,
poda depois da exonerarlo deste cargo reasumir as
redeas da adroinisIrarAo no primeiro carcter :
a Kequeiro que se pera ao governo informarles
sobre se o Sr. L>r. AI va. o Tiberio Moncorvo e Lima,
assamio a presidencia da B-diia na ausencia do Sr.
Sinimbu'.S. K.Pinto Lima.
He approvado.
O Sr. Danta* lendo lido as noticias do norte du-
das pelo Diario do Rio, a IranscriprAo de duas
cartas .publicada* no Jornal da Baha, em que he
lamentado o descrdito em que ulliinameulc lein ca-
liido na praca de Londres a empreza da estrada de
ferro do Joazeiro, sem que aa po-sa explicar es faci senAn como o resollado de negligencia da par-
te dos plenipotenciario* Imperio naquella capi-
reira Jnior, A. C. da Cruz Machado, Jos Joaquim i amorlisarao em favor do collegio dos orphAoi do
de Lima e SilvaSobrinlm. Ilermogenes Carueiro de |Santisimo Carabao de Jess da ridade da Babia.
Araujo Brunswick, Agoslinho Jos Ferreira Bretas, I O Sr. Teixcira Jnior pede e obtem urgen-
Pedro de Alcntara Cerqueira l.eile, JoAo Da Fer- cia para apresenlar o seguinle projecto que funda-
raz da Luz, Jos Machado Coelho de Caalro, J. A. menta:
tal, visto, que l-nrto esa empreza representada pele.. eiliiie.
C. de Sania Cruz, Libamo Augusto da Cunlia Mal-
los, Pedro de Alcntara Machado, Jernimo Josc
Teiteira Jnior, Francisco de Assis Alhayde, Do-
mingos Theodoro do Azevedo Pal va, Francisco t.y-
rillo Kibeiro e Souza, h.ir.v de S. Benlo, ADtonio
Filippe de Araujo, Innocencio Velloso Perdeneiras,
Bernardo Belisario Soares de Souza, Antonio Jos
Monteiro de Karrns, Antouio Joaquim Cesar, Laiz
Carlos, Salathiel de Andrade Braga, F. A. da Silva
Campos, Paulino Jos Soares de Soaza.u
lie lido e approvado o seguinle requerimento.
A commissAo de poderes reqoer que se peca ao
governo copia de todas as peris olliciaes e represeu-
tacoes lisenlas as secretarias dos ministerios do
imperio e da justica, sobre as eleires municipaes
de Pindamonliangaba e lioaralingueta', bem como
informadlo das providencias dadas pelo presidente
da proviocia de S. Paulo, exigindo-as da presiden-
cia da mesma provincia, caso nada conste a tal res
peito das referidas secretarias. Sala das commis-
sfies em 30 de malo de 1857. Antonio Candido da
Cruz Machado.Jeronymo Jos Teixeira Jnior.
O Sr. Baplista Monteiro, vista da hora adian-
lada, i' K' urgencia a caa para justificar um reque-
rimento que tenciona mandar a' mesa sobre o las-
timoso estado em que d
lem a honra de repre
urna pesaima admnistrac,Ao que soffreu.
Consultada a casa sobre a urgencia requerida, oAo
a approva.
lie lido e vai a imprimir no jornal da caa a re-
querimento do Sr. Cruz Machado, o parecer da
commissAo de poderes que valida a eleicAo do Sr.
Domingoes da Silva como deputado pelo segundo
districto da provincia do Caer,
ORDEM DO DIA.
Enira em diicussAo o parecer da mesma commis-
sAo cima, sobre as eleicoes do segando districto da
provincia de S. Paula.
t) Sr. Carrao oa contra as coucluses do pare-
cer, que diz nao estarem baseadas na verdade dos
fados, mas em urna inlerpretaco viciosa da lci elei-
toral.
O Sr. Lu: Carlos contesta este argumento, e
justifica a commissAo na maueira porque entendeu
a legalidade da maioria ab de negar o seu voto -- coorlnsdes do parecer.
A di'CossAo fica aliada pela hora.
O Sr. presidente encerra a ses-Ao, e marca para o
dia I* de junlio a seguinle ordem do dia :
Ciiitiiu.n;.ii da discus'uo adiada do parecer da
cemmissAo de poderes sobre as eleires do segundo
disliicto de S. Paulo.
DiscussAo do parecer da mesma commis'Ao, se es-
liver impresso, sobre as eleices do segundo dis-
tricto do Ceara e as materias anteriormente desig-
nadas.
Levanta-se a sessao as j e meia horas de larde.
I- de junho.
Prrsilenria do Sr. viscoiide de Bacpendy.
A' hora do cosanla, feila a chamada, achando-se
reunido numero legal, abre-se a sessAo.
Comparerem depois da chamaba os Srs. Santa
Cruz, Candido Mendes c Araujo Jorge.
Lida a acta da anterior, lie approvada.
Comparecem depois de abarla a lessSo, os Srs.
llantas, bar.lo de S. Be.lito, Braii.lAa, Marcondes de
Oliveira, lleiiriques. B'zerra Cavaleanti, Faus-
to, Barbosa, Gomes de Souza, Cyrillo e l'lavio Cle-
meiilinu.
O Sr. Vrinieiro Serixtario da conta do segiiiiitc
a eleii.Ao do quarlo dislriclo da provincia da Pan-
hiba '.-e estiver impresso.)
E, se houver lempo, as mais materias anlerior-
meule designada.
Levanta-se a sessAo as .1 horas da tarde.
Projecto.
A assambla geral legislativa resolve :
ti Arl. I. O governo fica aulnrisado a garantir
um emprestimo at 12,000:0001*1, celebrado dentro
oa fira do paiz pala coropanhia da estrada de ferro
de 1). Pedro 11, em suhslilurAo a igual emissflo em
accoes, com as seguintes clausulas :
1.a A compauhia celebrar, quando mais con-
veniente Ihe parecer, o contrato para o erapre*limo,
e ai condues sero laes, que o juro e a amorlisa-
cao convenciooados nAo eicedam a 7 por r.eulo do
capital.
2." Comecar a realisar-se o emprcslimo qoan-
do o esigirem as necessidades da empreza ; e o go-
verno regular' a emissao, ouvindo a administrarlo
da companhia.
o modo de dirigir a operario, serAo reguladas pela
directora com approvagao do governo.
ii Art. 2. Ficam revogadas as ijfpoaijoM em con-
trario.
a Paro da cmara dos deputados em "ifi de maio
de 1857.Jeronymo Jos Teixcira Jnior.I.uz
Pedreira do Coui" Ferraz.l.uiz Antouio Barbosa.
Jo Machado Coellio de Ctro.Joaquim Orta-
diz achar-se a provincia que vio Nebias Antonio da Costa Pinto Antouio Pei-
senlar, em cansequencia de oto de Azevedo.trancisco de Salles forrea Ho-
maro.Francisco de Assis Alhayde.Jo Silva Paranhos.Paoliuo Jos Soares dt Souza.
Amaro llez-rra Cavaleanti.Pedro de Alcntara
Machado.Jos Joaqun) de Lima e Silva Sobrinho.
Antonio Filippe de Araojo.Domingos Theodo-
ro de Azevedo Paiva.Francisco Cyrillo Bibeiro
Souza.Agoslinho Jos Ferreira Bielas.Joo Das
Ferraz da Luz.Francisco Alvares da Silva Cam-
pos.Bernardo Beluario Soares da Souz.Pedro
PERIAMBTJCG.
KliCIFE 27 DE JUNIIO DE 1857.
AS 6 HORAS DA TARDE.
Krri.osrECTo sema al
A preocctiparAo da semana foi a explosAo de om \ pagar todas as sua* dividas.
sos beneficios que d"lla lem recebido lia relribui lo que pelos seus trajes inculcava ser poli lo e de edu- nheiro. que alia nAo p.du anuir a q i- na .mtii.-
com generosidade. Toda* es*as obras em Tamaodare, cacao. Esse ruoro que. como m lilos, Dio pdenlo tura de venda dos elilicios r leirei.o das taya
llapissuma, lioianna, al nesta cidade sao un tes- llenar o seo eharutinlio, entrn pela sacrista o .i- ti
temunho aiithentico dcsta verdade. joalhou-aa jaolo a polla que entra para o rorpo da
A pinvincia no lem poupado nieios para roadju- : igrjja, com elle na horca, e a*sim se contervoo al
va-la. votan lo ultimanienle a assemblea provincial que oe concluido o santo sarrilicio da ini*-a, lal-
o adianlamenlo de un auno de subvenrao p>ra qoeI vez soppondo que a casa de l> tila aolvetse imm'dalamenle lodtoi os seus debito*, [de baile. Lainenlaraos, que mi senil em que .ive- nhia da i-ii.iia de ferru, e (azer panar. a menci.
se deixasse de d*ciiniuiar o prero daqurlle* 4a
iie*le corana principio propoz u nNasino enirefclier.
d ni lo-se ao terreno o meni a > da avalM)ja jn-
ilirial. aiin como mandou olliciar pr,.iirjjr m-
lori.au .0-0 a enteuder-se rom a direrri da 1
e leudo consegoi- 1 mo* se enroiilrem pessoa* lao desrespeilo*as c fallas
a minio da porto da menorUnturaJe religiAo ; m.s nao admira
de cenlo e vmle conlos de ria em acres ao par. Dea que e*e moro a-sim pr.ilica.se. o que he mais de
poaraidnra de dous eicellente* vapores no valor de i admirar, e alo mesmo pra censurar ha que esse
- l'enlre
Com una medida lao BCertnda,
do a companhia Periiaroburana
260:0009000, de irapirlies e trrenos na importancia f fado toase observado poi lana gente e que d enlr
de cenlo e tantos mulos e com suflicieoles meios para 1 ella nina su pe-soa nao Ihe lizes-e -enlir, que elle s
da e*rriplura.
I. >-*e urna informa.; 1 do li-ral de anlo AnttaiM,
dizen.l, qoe i.de ner ...nr-ili la 1 .l..,.|Mini iw da
Olivctra, a licenra que pedM para rom luir a ana ra-
-a, na ra da Palaaa, vtftte que 1 utr.i leila e a-
chava de C011l.1rm1l.1de com a- posluras.-
barril de plvora na ra das Cinco Ponas.
A semaua foi fatdica acerca de suecessos desta na-
lureza. No dia 24 pela manhAa a popularAo quasi
que foi acordada pelo lgubre toque de fugo : foi o
principio de um incendio que se manifestnu em
urna prensa de algodao no forte do Mattos. Feliz-
mente apagou-se o fugo sem que se tivesse dado in-
cidente algum lamentavel. Ao anoilecer do mesmo
dia, novo signal de fogo: era a calaslrophe, cujas tris-
tes consequencias ja sao sabidis por todos. E tildo
islo cau*ado pelo barbara diverlimtnto dos bosca-
pes e de. milras especies de fogo de artificio. No dia
27 se ia inceiiitian o urna casa no bairro do l'. > 1 .
Anda se poderam apagar as cbammaa em lempo, mas
desgraciadamente ardeu parte de um berro onde es-
lava urna pobre crianra recemuaicida, que se anda
oao morreu, e*l bstanle perigosa.
Falla-se lauto em a nossa civlisacAo, e com ludo
ainda conservamos cerlos usos que attestam o ele-
mento primitivo de barbaria, que caraclensa a in-
fancia dos povos.
Ja he lempo de acabarmos com e*ses passatempos
'Lem por tanto al Imje feito apenas omi emis*3o
de quinhenlos cont* de res, retervaodo passar os
cem restantes, complemento doseu capital, assim que
a assemblea geral dos seus accioaitla) resulva, depoii
de feito o primeiro dividendo, a constructao de um
lerceiro vapor.
Nao podernos deixar tambetn de felicitar a empre-
za pernamhucHiia por haver conseguido, apezar do
punco lempo em que naveeam os seus doos vapores,
oiilr resultad mu importante, e assas li-ongero
para os seus interessados.
Kealisando urna viagem mensal para o norte e tres
para a liulia do sul. tal he ja o desenvolvirtienlo das
relaroes rommerciaes, principalmente nesta ultima
parle, que nem urna su vez deixa o vapor u Perse-
nunga este porto sem que va completamente car-
regado, levando grande uumero de passageiros, ou
lodos aquelle* que po.le admillir.
E islo sorcede em orna poca em que a safra se
pode con*iderar qua*i terminada ; donde concluimos
que no prximo anno haver..' absuluta necessidade
de destinar a' linha do sul un vapor de matares
se
ochava na eaifl de Deo*, onde era prenso que esli- deu-*e.
vesse com lodo espeilo : enlreta lio impassivos lo- | Oulrn, do fisral de >. J*.-, participan lo ler
dos se loruaram, porque parece-nos uuvir di/er, termos de adiada ronln Joaquim Anl>,:.i.le M
que ningueni se quiz compromelti-rmiseria uiau- uor .1 encontrar va adosada garapa pirada, a raalra osa-
dita E asiim vai ludo se desmori lis indo e alo me*- : Iros por diver*as infracr-s.Inieirada.
mo o que mais devor-.e-hia presara religiao do 1 Oulm, do liscal da llaa-Visla, informando *|ssa,
ncisso* pais '. fin lado no art. 2. Iil. 3. das postaras de :* de (ataba
Pede-se ao Sr. Ii*cal de S. lo-, que lance suas de 1849, obstara a que .Manuel \ntuniu l>aa;ale,
vistas para o berco di Itamella, e observe o estalo con*lrui*se o cano, para que blese ticenca. ea-
em que se actiam as calcadas daquelle becco, o mon -
turo, que existe 110 oillo da r.is.i da esquina do
ini'-uii. becco, e mais que lado para a* immun li-
aanoa
selvagens, assim como felizmente se acahou com o proporjesdo qoe o a Persinanga. 11
entrudo. Que devocAo, que prazer, que belleza ha K n.lo leremo* sido verdicos quando di*semos qoe
neasaa niynadas de fugeles, que se sottam em todas por IA 11I1I e proveilo*a idea,a da navegarAo eos-
da Alcntara Cerqueira Leile.Antonio Joaquim parle alguma rivilisada do mundo onde se olerve
Cesar.F. Ortaviai.o.J. J. l'ache:o. llermog- seinelhanle costume. NAo duvidamos que .ilguem
Sr. Muniz Bsrreln obtido da aaaefDbla provincial da
Babia as coacessf.es mais favoraveis, devia marchar
desimpedida de nbslacul >s, manda a mesa o MgDitB-
te reqaerimento, que em *ua opiniao tende a dar im-
polso a um ramo de melhor tameule ligado aos futuros interesses de Iodo o paiz,
(inuitus apoiados1 :
Requerimento.
< Pero que se solicile niormaefles do governo 0-
bre as nccurreocias bavidas quinto .1 estrada de fer-
ro do Joazeiro, qual o proredimenlo dos seus pleni-
potenciarios em Londres, e as razoes que lem obsta-
do a cncorporae,io da companhia respectiva.S. R.
M. Dautas.o
He approvado.
O .S'r. I ralo pede, e ohlem urgencia para apre-
senlar o seguinle reqoerimento que fundamenta :
Bequeiro informares ao governo sobre o estado
om qoe se acha a empreza da navegarAo a vapor
coiteira do MaranhAo ao Cear, e do MaranhAo ao
Para* ; eaobre os motivos que tem demorado a exe-
1 ne.lo da leis de 18 de selembrn de 18.51, sobre tal
emp.aza ou navegarAo a vapor.Virialo.u
He approvado.
He lido, e he a pedido do sr. Barbosa, remeltido
a' commissAo de fazenda e commercio o seguinle
projeelo :
a A assemblea gerarMegilaliva resolve :
Art. I. Fica o governo autorisadoa garantir o
emprestimo que, para continuar as obras a seu car-
go, baja da conlrahir a eompauhiaCniAo e Indus-
tria, dentro ou fura do imperio, al a qoanlia de
dous mil contos de re", ou a emprestar a meama
companhia com as condiees que forem mais vaula-
josas, as aommas de que precisar al aquella quan-
tia, ohlendo-as por meio de operares de crdito,
quando sejt necessario.
a Arl. 2. A forma, cndilo e amorlisac^Ao do
emprestimo, sera* regulada de accordo com a com-
panhia, comanlo que em nenhum caso o governo
lenha de pagar juro nidlor do que esla' gaiau-
tido.
9 Paro da cmara dos depulados, 28 de maio de
1857.l.uiz Antonio Barbosa, Joao de Almeida l'e-
Oito oflicios do minislrrio do imperio, communi-
cando estero governo mleirad da epprovarAo dada
pela cmara dos deptiUdos as eleiresas-cundarias
de diversos circuios proviuciaes.Fica a cmara in-
teirada.
Dous ditos do ine*mo nafrsierio, remetiendo acias
eleiloraes da provincia de Coyaz.A' commi**Ao de
poderes.
Dito do ministerio da guerra, arompanhanJo o
requerimento do lenle reformado Jos Carduzo da
Cusa, pedindo melhoraineiilo de reforma.A' com-
missAo de mariuha e guerra.
Ililo do Sr. depuladu Belizario, communicando
nAo ler comparecido as sesses por achar-se doeule.
Fica a cmara inteirada.
Dito do Sr. deputado Salles Torres Homem, com-
municando achar-se de nojo por haver fallecido sua
sogra.Mandau-se desanojar.
I 111.1 represenlarAo da cmara municipal da cida-
de de Porto Alegre, provincia do B10 Grande do Sal,
pedindo que sejam extensivas ao crime de furlo de
animaes as penas applicadas ao crime de roubo.
A' cammis*Ao de jostica rriminal.
lim requerimento de Francisco Pereira, pedin-
do dispensa do lapso de lempo para naturalisar-
se cidadAo brasileiro.A' commissAo de poderes.
I.e-se e vai a imprimir a pedido do Sr. Teixeira
Jnior o parecer da commissAo de poderes sobre a
eleie ni do quarlo districto da provincia da Parahiba,
em que remullere como deputado o Sr. Felinto
Henriques da Almeida.
SAo approvados sem debate os segaiules pare-
ceres :
Da commissAo de fazenda, pedindo informares
ao governo sobre a pretencAn do solicitador dus fei-
lus da fazenda nacional, na provincia da Baha, An-
tonio Teixeira Alves.
Das commis*es reunidas de fazenda e commer-
cio, pedindo tamhem iiiformaQoea sobre o projeelo
relativo de 12,000:000-5 companhia L'niao e lu-
dustria.
He julgado objecio de deliberarlo e vai a impri-
mir, para entrar na ordem dos trabalhos, o parecer
da cuinini-.i.i di fazenda, que dispensa as leis de
ORIGINAL DO DIARIO DE PERNAMBUCO-
nes Casimiro de Araujo Brunswik.B. A. GaviAo
l'oixoto.Martinho Alvare* da Silva Campos.An-
tonio Jos Monteiro de Barro*.Salathiel de An-
drade Braga.l.uiz Carlos da Fonseca.J. Carrao.
Francisco de Paula Silvera Lobo.Antonio Can-
dido da Cruz Machado.Sergio Teixeira de Ma-
cedo. ji
Sendo julgado objecto de deliberarlo, vai a im-
primir para entrar na ordem dos trabalhos.
O Sr. Sikeira Lobo, pedindo eoblendo uraencia,
manda a mesa o seguinle requerimeuto, que justifi-
ca na segunda parle com a analyat de vario* aclos
da adminisIrarAo do Sr. Penoa, que qualifica como
desregrada e inepta :
Requerimento.
11 Ktqueiro se pera ao governo, que informe, aa
foi ou nao pedida licenca ao senado, para que o Sr.
Hercolano Ferreira Penna, continu depois da
abertura das cmaras na presidencia de Minas Ge-
raes.
Bequeiro tambem que a mesma presidencia de
Miuas, por intermedio do governo, sejam pedida*
informares e esclarecimentos sobre urna ordain por
ella expedida ao juiz de paz da paroebia da Ponte
Nova, na ultima eleirao de 17 do mal panado, pa-
ra que nSo desse execu;Aoa um proviineulo do coii-
selbo inoi.irij.il de recurso, relativo a mesin.i pa-
roebia, c caao tenli havida seinelliante ordem, que
declare em qoe se fundou para a expedir.
Bequeiro finalmente que pela moma maueira
se pera dita presidencia iuforiiiices *obre os abu-
sos, violencia* e e\ces*os que os .uhlew-liados dos
Iwlrictos do Abre-Campo Aula, Santa Cruz, Ponte
Nova, Barra Lonara a Caehoeira, pertencente ao
muuicipiu de Uarianna, eslao cuinuieltendo com o
oslensivo lun de perseguir a quanlos as tres ele-
r s ultimas, qno ni* respectivas parochias se lem
pr cedido, volarain em sentido oppualo aos mesmos
-lili lelc;adus.Sala das sesres em 1* dejjnhode
IS57.Silveira Lobo, o
Entrando em discossao, fica esla adiada por pedir
a palavra oSr. Salalhiel.
He lido o >eguin(e projecto :
A asseni dea geral legislaliva resolve :
Arl. 1. He aulorisado o governo a conceder om
anuo de lice i^a com todos os seus vencimeutos ao
actual r nuil, : 1 Pinte das armas da provincia de
Peruambuco, o lenle-general Jos Joaquim Coe-
llio.
Arl. 2. Ficam revogadas para isso as disposi-
Qoes em conlrario.
Paco da cmara dos deputados em l- de jnnho
de IS57.J. J. i*, de Aguiar. o
S-3iido julgado objecto de deliberara, vai a im-
primir no jornal da casa a pedido do Sr. Paes Bar
reto.
ORDEM DO DIA.
Conlinua a diacussAd adiada do parecer da com-
missAo de poderes, sobre as eleiQues dn segundo dis-
triclo da provincia de S. Paulo.
O Sr. \eliias sustenta o parecer e a legitimidade
do diploma cun que se aprsenla o Sr. Barbosa da
Caoba.
O Sr. Augusto de Oli<:eira reqoer o encerrameu-
lo da discus-ao.
Nao Inven lo numero para se proceder votaco
deste requerimento, tica ella adiada para a sesso
immediata.
O Sr. presidente levanta a sessAo, marcando para
a ordem do dia da seguinle : votacAo do requerimen-
to do Sr. A. da Obveira, e se 11A0 for approvado,
continuara dn discuasAu suspensa.
1.a Di*cussAo *lo projecto que autorisa o governo
a conceder um anno de licenca ao leueule-general
loa Joaquim Cuelho at ao meio dia.)
DiscossAo do parecer da commissAo de poderes
sobre a cleigio do segando districto da proviucia do
Cear.
Discussao do parecer da mesma commissAo sobre
as testas de igreja, em nichos ? NAo existe boje teira a vaporlevada a etlnto deve caber gloria a
aquelles que a emprelienderam, que lem vencido to-
dos os obstculos, e que por lim a apreseiiljm em
favoraveis condiees ?
Na discriprAo que lemos feito, ler-se-ha visto que
apenas com quinlienlos cnnlos de rcis se ha pulido
montar urna ersprez't colo.sal, e qoe rerebido todo
faca disto um meio de vida ; mas ha oulras mo
industrias mais lucrativas, e isentas de perigos, em
que a* forras que anualmente se applicam em fa-
zer logeles do ar e buscapes, se podem emprear
de urna maneira mais lucrativa. E quinina des-s fu- o seu capital, se adiara' cullocado tm posi.Ao de pro
gueleirns nao lem sido victimas de explosoes ".' As- ( spgnir desembarazadamente .prestando ao commerciu
sim em noma da iustira e 3o bom senso, pedimos a'! nm servico de navegarn conalanle e regular,
cmara municipal que prohiba o oso de lAo terni-l Se infelizmente m accioolalaa lem estado com
cosa iodoslria, inlligindo penas severas a aquelles os seus capilaes empatados, a final se verAo pos-
ea as suas probibices. Viole oujsuidores de um privilegio, que linham quando Ihe
27 DB JU.MIO DE 1857.
ELCAC-VO. FRAGMENTO DE UM TOEMA
INEIlOEORKihNAL.
N'ura lempo era que tanlo e falla em desenvol-
vini-?ni'i material, que alias reputamos 13o juilo como
outro qualquer, u.lo ser.'i Tura de prupostlo. que de
quaudo em quando digamos algumas palavras lubre
o desenvolvimenlo moral.
Emquaulo houver obre a trra urna creatara
liomem linmem era a maior da* obras, utna ubra providen-
cial e saerada, urna tarefa divina, um sacerdocio.
I m publicista eminente dos ns Ruinte : se tomarmos entre as iiiV-. a educaro de
um povo, teremos o -eu deslino entre as m.los ; e
|.ibmU lambem havn pronaaeiado cstd phrase pro-
funda : a serapre Uve par^ mim que se se reformaste
o senero hurnau, se reformari a elucacao da mo-
cidade.
Ue a elucac^o que pe* influencia decisiva qoe
eiterce sobre o menino e sobre a familia, elementos
primitivo* de qualquer soriedaie, faz oseostumesdo-
rnelicos, inspira as nirtudes soci-.es, e prepara mila-
grf inesperados de re!aurabilo intellectual e moral.
lie a elucaril qie f-i a arrfnJc^ados povos, man-
lem o seu espen ljr e previne a respectiva decaden-
cia, e at lev.iuu-no* do seu abatimenlo.
lie a eduoarao que cultiva, desenvolve, fortifiCT, e
aperfeicjia lo las is f^culd-ides physirai, inttllectuaes
e mir.ii1-, que conslituem no menino a nnloreza e
di-M.i lade liumaua, que d a ela facuMades a per-
feila iulegrida le, rolloca-as na plenitude do poder e
da accjlo.
lie a eduiMco qu forma o homem e o prepara
para servir a palrla u iiver-a funches aoclaai
a que um dia ser. chamado a exercer dorante a
vida.
Quando se anre-enla um menino, de que se (rata'.'
brida eliiq ic it-iiirnie um CimpUr coutempu-
raneo.
Este menino, dil elle, lio o caiien. humano, he
loda a huiiMiii lu-"; he o lnunem com tolo o seu fu-
turo eucerradt n sus primearon lun.w, he a rspe-
raura da familia c. da socie ladp, ha > Jenaro hamaso
que rpuasce, ha a patria pjaa <" arpetOla como a re-
iiovarao da hum uiididfl im su.i flor.
< meninu he urna crcitora ama\el. continua elle,
coja candara,mplieidada msenua e docilidade coo-
quslam alleices e fe/.ein mscer os mais fth/.ts pre-
sacios.
He a bcnr.it) de Doos, ama alma innocente cojas
paixues ain a no lem perturbado o aomno pacifica,
ruj i rectidao .''.mil.-, na lem aido alterada pelo- Btiga*
nos da menl'f.i nem pelat illufcdc*. do iniiudo.
O menino he um coracSo limple 6 puro a quom
a* mais elevadas Idas se podem apru-enlar com con-
liaur], que ainda iijo tem interese* KcretM a de-
que transgredir
nula mil res de mulla e dous nu tres das de pri-
sAo he nada. Muitn eenle se submette de bom gra-
do a semelhaule onus, com taino qno leuha o goslu
de -h'.i-i ./>: essas pauoes selvaeens.
Dos permita que o succisto da ra das Cinco
Ponas sirva de licao, eqne as providencias nri se
lirailem a enterrar os morios, curar os feridoi e la-
mentar estpidamente a clamidade.
He sa!ti.]o que em multas ljas de ferratens
e vendas ha plvora para venler. Dizein que
em toda a ra INuva ha mais de treienlus harris
cheios des*e innocente cunero, (llimamenle, cm
urna das bijas >--1 ra, onde ha plvora, inccnili-
ou-sc urna garrafa de alcohol. E se o incendio se com
mullicare ao lui;ar em que fila esLiva, o que seria
da ra Nova, o que seria das roas adjaceAtM "
TctDus uuvhIo alaiomas pes,*oas iii/.er ojue o* cla-
mores auscitadot peloa acoolecimenloe da aoll de ^i
etitrfio em quaulo catea aconteeimenio ealiverem
racen tes ; mas pela nos*a parla pretendemoa no
nos calar, cm quano im constar que rtn!r. da cl-
o'aile se exerce ('a fatal industria : a final nppida-
remos pira a Ulich'law.
I.aucenio* acora ama vista rl'clhns rr'n.^|'<> (iva
sobre o estidu da companhia i r 11 '"*ma.
Oamlo nina Kla lie ulil < >; ''< ** pala, n-
queiles <|ue a lem p>*toem pr Ittt a Uirnam rtisno*
da gloria que seinnr coab: Bi :. ?rj,,i e a i
tancia.
^ill^uelr. ten) concorrido !.-' r,,r: am melhora-
meiito imporlaiile em Pernambaro 'lo fine as pw-
ftoas que aoBprehanderam dolar a nossa provincia
com a companhia o> na ve a "i r -;, : 3 vapor, nlo
s porqueesia empri-i acora pracnchendo o sea
liin,cumo porque he a epnr:. dr reciijn[ie:nar rom re-
cular inte reate s que patrio! 'amen!
Mas una serie de acontec me 11 tea imprevistos'
e desanradaveis (em ni \r< r; 'ci!o desanimar alga-
mas pessoa* s cana. He para tranquilizar CtBG passoai| qno va-
mos Iracar al^uii.;(- hnh
Em primeiro lugar deo-* a per da vapor que
acabava de encelar a iiavco';'1o, fc,=io projiiiafo, em-
itora indemnisado, porque felir.mciile o vapor u Mar-
qoei de Oiinda, foi paco pem seguro cm Inalater-
ra, todava no deiv.u de acancir ojitc-ts perdas
graves, alem d; i-ranile desanimo,
A companhia va InlerYompida pr !.a?lant'! I^m-
po o meio de adquirir lucro", epnito enlre milon
importantes, eujos conlralos por ln>:ira sua era ohri-
iado a salisfazer, linha consecui ni ementa de oue-
r.it-se de fil^umas dividas paia alisfa/er aos seus
compromisos.
Em lAo ciilica circumtancias, ninguem se ani-
mava mais a empalar seus capilaes, quando apenas
re(ava a esperanra de um resuludo futuro, que, ein-
bora sa moslrasse lucrativo, leria de ser demorado
por muilo lempo.
Mas hoje qoe vemos a sorte de*la empreza secu-
ra ; hoje que ella c--:i* a mior recolandade Htiafai
todas as clausulas dos seos contratos com o coveruo
do paiz, e que o commercio dos porlus em que tocam
os vapores se vai acuslumando a um avalenta mam
aperfeic/Mdn de transporte para os seus produclo,<,
conven desterrar do espirito ile pessoas menos con-
fidentes qualquer appreliens;lo que anda por fatali-
dade posean ler sobre o bom resulladu para os accio-
nistas de urna (al empreza.
Esta companhia lem emprc-lipuli lo melhoramen-
los mu importantes na provincia as*im aos vaho-
fender, e que se deita voluulariamente euleruocer
pela voz materna.
A sua appanco no mundo, o seu primeiro olhar,
o seu primeiro surriso he um signal de paz.
.N.i'i tem urna uuvem ca fronte, uoora o passado,
sorri ao presente, lanca-se para o futuro, e para ahi,
parece transportar toilo o mundo com siso.
Tem direito .j solicilude de toilas as autoridades,
.i acc,Ao e aos beneficios de todos os poderes ; tem di
reito a todos os respeilos.
Todas as potencias divinas e humanas, o principe,
0 padre, o pai, o prof-ssor, o magistrado, a familia,
a sociedade, sAo instituidos para elle.
A djiciplina moral, o ensino. as Irttras, as scien-
cias, lodos os premios do Irabalho e da virtude, a
providencia, ludo ueste mundo Ihe pertence.
Eis porque raz;lo ludo ueste mundo deve traba-
Ihar para sua educacSo, ludo deve concorrer para
educa-lo, tudo deve concorrer para esta gran le
obra.
Como a aeradlo presente be a fonle das sera<;es
futuras, be forca educa-la, he Inri continuar a obra
divina 110 que lem mais nobre e mais elevado.
Mas qual he a tarefa da educado ? O homem be
ao mesmo lempo corpo e alma, intellieencia e vonla-
de, corario e consciencia : Dos assim o fez.
Por tanto, formar o hornera he fazer que o menino
altnja lodo o desenvolvimenio, toda a elevacAo.lo 1a
a fori;a, loda a belleza, de queseo susceptiveis assuas
faculdades physicas e iutellectuie-, moraes e reli-
giosas.
lie dar-lbe ao corpo o vicor, a tlexibilidade e aci-
lid.ide necessarias ao servico d'alma, he dar-lhe ao
espirito Indos os bellos conhecimentos, revelar-Ihe
Indas a nobres doulrinas que serilo o ornammlo e a
luz da vida, he fazer-lhe adquirir toda a forra e toda
a exiensno, he desenvolver nelle o penamei.to e a
palavra, as dua g'aodfs prerocalivas da homani-
dade, be forliticar-lhe o carcter, Iirmar-lli a vonla-
de, eselarecer-lhe a ennsciencia, inspirar-lhe ao co-
rarilo urna ensibilidade cenerosa.
Tal he a obra, laes sAo os seo* beneficios, tal h* o
elevado a vasto pensamentoqy deve presidir em to-
dos o* araos porpie pasa a eo"f.c^cilo humana : edu-
cac;1o materna, educar.10 primaria, educado senon-
daria.
Sob pena de spr incompleta nTo pode fleixar de fa-
1 zer islo, alias eri om trabalho imperfeiln, nma obra
iniwravel. alias nao el-va o homem em Inda quanto
! ella recebeu de l'os. falla a int'cndade de todo que
he a le providencial <11 vida e do futuro.
A*sim, pura nflo fallar ao sea devor, para nfin tra-
bir a sua misin 1a nuneira mais solpavel, p:ra rea-
lzar a ua crand obra, a educara" deve srr ao mes-
m 1 lempo pbysica, intellectoal, disciplinaria c reli-
g0*8a
l)eve elevar ao mesmo lempo, nn menina, n r pn, o espirito, a voulade e o carcter, o coraraoe a
conseje ocia.
Heve ao rorpo os coldadoi mais rlelirados e mais
alleul ts ; deve .: espirito a mais COidadota InstroC-
rao. deve a vontade e ao carcter a disciplina.
lleva ao roraro < .1 ronscieneia as lire*> mais: *u-
iihnif- e nais poras.
Deve desenvolver as fatuidades rorporaes, as po-
leoriai da iulellicencia, ns hbitos <1 ordem e de obe-
diencii a reqr.i, as iuClioacOei piadosas a as virlodej
I chrislaas.e ludo irlo bimulUncameiitc e desde os pri-
confiarara esses mesmas capilaes, apenas a excuj
sbveinilo de sessenta contos, masque acora pis*ue
a de canto a quarenta e seis conlos anuualmeiite,
com probabilidad? de ser anda subsidiada por oulra
provincia comprehendida na linha que percorrem
os vaporeo.
Finalmente, podemos asseaurar qua a sorte da
companhia l'eriiambucrna he lisonceira, e M depen-
de de mais nm pequeo sacrificio por parle daquel-
les que desde principio Ihe lem prestado constante
apoio: esta sacrificio he o da demora de mais alauns
mezes para o recebimento Oo seu primeiro divi-
dendo.
A companhia pretende alfandegarto seu irapirhe
deTamandar. Erna nossa revtsia paseada Hcaram
demonstradas as vaniaciens qoe itevem resultar de-
le medida. Acha-so tioja a' fenle dps necocus do
pai/. um homem que mullo concurieu para o eslabe-
lecimeuto daeraprezSa as mXosdelle esta' o con-
cluir a ultra com que lito ccoero?ameute dotou a sua
provincia mi.i.
Acha-se sul s<*ripin lodo o cap1!. 1 l-sianado para
0 novo Banco u Uoiflo coanmereiul de Ivinambuco, <>
e rela qno neja submettido a* aner-m imperial.
tl- provavel qoe > soverno de >. M. oliciio ru-
mo tu lem mo*lrado em promover a prosperidnde
''-le vasto imperio, aotorise a e!icor|>ur.i;A" de-ie
imnorlante eslalielectmento de cr-diu publico, que
dar' a' iu*sa aciirullura e industria Itlais om forte
impulso f.ira altioeir raaior(tra*o ile prosperidade.
il-i i provincia que he hoje asegonda do imperi >.
reclama a fondacAo ;' mais um csia.helerimeuio
bancano, poia o nico que cusie nao piule di-por de
lundn sullirienle para o a\ro rummiprcial que -e
lem ltimamente desenvolvido, lanto em cooseqnen-
A nimarairr^ cia do crande aunmenlo na importarat, como pelos
1 valores subidos dos nossos productos, o que ludo
ronrorre decimenlu da riqueza publica.
He saludo e ennfessado por loda a ente que a
caixa filial lulo sa lisia/, as Mcessidades da praca,
puis qoe m ni tas veze* lem icixarto de f^zer Iransac-
res, por falla de dinheiro.
A Baha lem mol los orc,ln de credilD, e o Mara-
nbao, que he ama provincia de seimndaLordem con-
(1 doos 011 (res. EnlreUnlo, esta provincia cuja im-
porU^ao lem crescidn de maneira admiruvel, possue
apenas um estahelecimeuln baneario. Ansim he da
mais urcenle necessidade que se lun itm oulros.
As noliriai do interior da provincia sAb satisfacto-
rias. As chuvas lem lomado 1uir.m-.1U> f i- as estra-
das do sul, as vaneas chnvido mudo para estes lucares. A estrada da Vic-
toria, uma das melhores da provincia, jtambem se
acha em moilu mao astado.
se us vapore* costtiros podeisem locar! em l'orlo
de Uallnhaa, encontrariam urna colheila do passagei-
ros II > ampia, como em Tamandar.
Fallecern durante a semana 1 pesnWs ; sendo
U hameos, 15 molheres, ti prvulos, livres; 3 ho-
meus, 5 pcrvulcs, escravos.
cas e aauat potridas que 1&0 laucadas na ra pe-
los moradores da casa dous ou um.
A proposilo pulimos icualmente a cantara mu-
nicipal, e ai s seus asentes para nSo perderem de
vista outras multas calcadas, que se arham em da-
pluravel estanu, cm detrimauti do transito pu-
blico.
Exi*ie entre os carniceiros f pessimo costume
de cortar r,sss la carne a mchalo, que bem no-
civo se loma. Em provincia menos adtautada, a do
Cea 1 a. por exemplo, nAo headm.tlido que o mais pe-
queo osso seja enriad 1 a marli.idj e sim a serrle,
para evilar que alcuma esquirola nao produza en-
gasffoa aflenda oorgfloda deglutirlo de al-uem. f 1
e algom carnieeiro ousa infringir esns ordens, qae
para serem bem observadas! os fiscaes acomiaiih--
dol de pracas de primira linha se ennservem rmis
lantcmeule un mercado, silo incoiilineule presos e
multados. Ora. dicam-nos parque nao se hade \ ro-
\>ilar oque for de un, veuha *onde vier o cos-
tume t C< a v-eui^n te seria por la ni a que icual \ -le-
ma foeaa entre nos tambera adoptlo, puuiudu*se a
tudosquanios o infringiesen).
Somos informados de (pie exislem no duas
moras, que endo descendentes de pas favorecidos
da fortuna, liveram a desdila de perder pela epide
ma do cholera sua mai. Seu pai pascando depois a
secundas nupcias. Ibes dera por madrasta uma rou-
Iher de cento lerrivel, que Uuturumiiiouconlra
aquellas infelizes at que uiduziu a eu pai a ha-
ll.ara nAojaiS.ee) procedeulo a idijerrao, o
tuh'i-Iir o seu deparho de r..nre-.l '.
tuln do memo, parli.-'p^uio que tizna tervae 4o
adiada mnlra Jo*.e Alve* Lima, por infrinctr .sel.
2, til. ti da menciona las p..*lurj. s? apphear^ mm\-
vonica aos cts, que va^avam |-'las ru**.la tet-
rada.
Examinando a cmara os auto*, qu Ihe apreel#na
o seu solicitador, da quel;lo de demolida** d predt*
do angola da ra do l.ixraineulo, e a enlenca nel-
les prnleridas, resolvru nao appi-ll.tr para o tribunal
da relajea da ultima deeisdo, e asaeaa o man 1. o tan
muuicar ao solicitador, andando lo.o espedir or-
dem ao procurador para de acnirdo ioin en.20>h-
ro e advocad fa/er demolit o piodi-t do m*j pree-
cipto 110 julcamanlo.
Mandou se remetler 3 commts*;,. de tdiaicps;sa
um requenmeulo a Joaquim de Almera l*inlo, %io-
lo da presidencia, pedindo aforamiilo de tm ala-
cado na ra Imperial, em s*i:uim<-iitn di.* Ierre***
requeridos por Antonio los da Ohveira.
Ui^p.icharam-*e a* p-ln;oe de Francesco Perviva
da LMlva Santas, Josa- Lena de Souza. I*hel Maris
de lluncria P11-, Joaquina Lucia da Cuona, RaaOaW
do Iteco BorrOSf e le*aulou-*e a teaMO.
Eu Miuoel leireira Arciuh, secretaria o satHera-
vi,Meco e Albuquerqur, prsideule.--lrae>c.
\ lamia.Mello. Keco.
SES5AO' OKDI.NAlUA EU l JIMIO
DBWST.
1'reaiilenria dt Sr. Hfg t .11'''/mrrymr.
IV ese ules os Srs. Vianna, Mel o. Krgo o I raa>ca.
fallanda sem c.iu*a participada mais seohsMOS, a-
ni-las de casa e despreaa-lajs completamente, sem bnu-s a BOOsto, e foi lida e ap|rovada a acU a on-
Hender que aquillo mesmo que ella pra tica va com lecdenie.
meiros instantes. Tomar.i o homem no seu naci-
menlo e na manifetarAo dos seus prirneiros aritos.
Uepois, os priineiros aflasot que a mili Ihe prodi-
aalisa ; a primeira palavra qua ella Ihe depe com
um beijo nos labios ; o primeiro penameuto que o
som da sua voz, a ternura e a luz de neo nlhar, a ini-
pirarao e o sopro de sua alra.i v;lu despertar no inli-
mo dessa (enra intelliLencia ate a ultima liqSodada
por um pai ou por um protessor, di^no deste mue,
no momelo da entrada no mundo.
Tudo o que se diz, ludo o que se faz, ludo o que
e ordena sob o ledo palerno assim como na escola
se deve dizer, pralicar e ordenar ou prohibir na in-
toil.i de cultivar, exercer e desenvolver nelle todos
os dons da nalureza, na esperanra de elevar-lhe to-
das ai faculdades a' forra da sua inle^hdade natural
e eslabelece-lus na plemlnde do sen poder e da sua
acc.lo, para o dia em que checar para elle a grande
encola da vida, em que os homens, os lempos e as
coums, as paixoes e os interesses, os Irabalhes e as
provacAes de toda a especie Ihe reiervam nai soas
correles contrarias Uries infinitas.
As-im, a educac.lo nao deve ter inda limitado era
restricto.
E com ludo ha homens, pais ou professores, que
n3o eumprem os seus devere mais sagrados, u;v> dio
aos meninos de que sao eucarregados toda a edu-
ca cilo.
l'ns deaprezam, pelos caidados pbysicos, a inslruc-
ciio e a disciplina ; oulros desprezam,pela instroc^Ao,
os cuidados phvsicos; alcons mais raroi despreiam,
pela educado moral e religiosa, a educacio pbysica
e a instruc^ao.
Fazem sabios inhabeis, ianorantes dos seos Heve-
res e sem virlodes praticas, sabio* fri, dissertadores
de virtudes, sabios sera consciencia, casuistas, dea
lores intelligentes, e nada mais: emlim, homens mal
feitoa, mal educados e infelizes, em quem os direitos
da ihjip.ii ie humana s.V> violados, e a obra do Crea-
dor deshonrada.
Mas no meio de todos os erros, de todas as (acu-
nas, de toda a confosao. u mais dc renovado em nossos dias he aqnelle *m favor do qual
a instroccao lomou o nome e o lagar da educac.lo,
em favor do qual o meio prejudicou o lim.
Esqueceram-se especialmente em nossos dias que a
educacio desenvolve as faculdades, que a nstrnctlo
da' conhecimentos, que a edueacflo eleva a alma,
que a intruc<;."io enri(|uece o espirito, que a edoca-
c.lo faz os boraens, que a in-tiun; 10 t'iz os sabios,
que a odocac,3o he o lim, qoe a Instrarcfio n.lo he
mais do que um dos meios, qaea educacao abraca o
homfm inleiro, <|ue a inslrucito, nao, que a educa-
c.lo he tamhem singularmente mais elevada, mais
profunda, mais extensa do que a instroccao.
Em lodos os lucares da sua osorparjlo, a Instrue-
r.lo transmillin aus ospiritoa simples noees e as
"eixou sem descnvolvimenlo, sem elevacao e sem
forra.
Amontoa os seus conhecimentos sem que aquelles
que Ihe nao prestado exclusivamente a milo duvidas-
sem de que n.lo se trata tanto de lilteralura, de his-
toria, de philosophfa, causis de qoe << pequecein il
aooi t* vene, romo de firmar ,1 imaeinacao, a memo-
ria, jui/o.ijiie permanecen) sempre, sem duvidarque
educir he formal o carcter, enternecer o cot irlo, fir-
mar a vontade. en lireilar. rectificar a consciencia,pu-
rificar, ennobricer a scuiibiliJade,-Uvar u almu,ius-
suas anteadas, nutra madrasta poderla lamben,
pralicar com seus lilhos. E*se desalmado pal e-qui-
cen lo-se do amor paternal, au duviluu satisfaier
o-, desurrlenados caprichos dessa mullier ua form.i e
no nom Pas-a pur cerlo que ess.is innocentes me-
ninas exislem hoje reduzi las ao ultimo apuro da
miseria, lotando com a sorte, o com as vicissitudes
do lempo, que ainda nao leve poder para afasta-las
do caminho da honra, embora a fume e a miseria a
que eslao condemnadas tenhara a muilas ouir.is em
iaaaes circnmstunclas alirado no lodacal das torpe-
zas e prnviiiuican. Ellas, porm, qnaes doos aojos
da caudnra atado o hAo resiaoads para nao e ve
rera redolidas a mercadejarem -ua honra, e o upme
desse pai deanatu ado. Levamos ao conlifcimento
do publico sala noticia, nAis para que es*** infe
h/essej 111 soccorridas pela cndale, e pr pelas aul rid :de-, senTio tambem para que osiu-
ve-lica Ime.nao as atormenten] com seucuida- | ->" que Ihe pae*OS PJMS M
osdemasiados a repelido*... Ellos preferesa 1
iidrajos da purez.i as -r,\\i da o| pro-
bifo.
Pedimos .no Sr. fiscal da Bja-Virts qoe nao
perca de vista um carnieeiro, escravo -v- certa
marchante, pola loformam nos que he n-sne
na arle de furlar nos pesos de carne, que la/., e
qae fsto ja fura reconhecido ha lempos pelos pro-
pros guardasliscaes, mas (pie liceo impune por teff
alc,uem illaqueado a boa fu de S. S.
IVdiuius as aotoridades e inllupiicia-exlra-mu-
ros, para qoe njudem com as suas bolsas, a ser HM
corridos os fillio-, esposas, proI"C dos etc. ele. da
viclimas da explosn e mais descraras Inxilas, ua
noiie de 2 na- Cineo-l'ontas. Acha-so aberla um.i
suliseripcao ; nunca occa*flu na s propicia se elle-
recen a penerosidode dasalmai caridosas.
A falta ile rcliciosidade cada vez sobe de ponto,
e ja nem aliencao -e pvesta ao sagrado Viatico que
he levado a alcum enfermo. N.lo ha dia em o qual
nao enroiilremo- o aerado viatico em as mas desta
cidade, sem que aquelles que iranaitarn a carros, ca-
vallos e cabriolis, m> quer descara delles para ajoe-
Ihar anta o eterno Pal, coutenUndo-se com o parar
do carro e o tirar o chapeo. He o pragreaso que
marcha a largos pauses,
O paquete Hxdaspe, viudo dos por!os .la Eu-
ropa, trouxe a seu bordo os pa*ageiros segoiolea :
Otorgo l'urner e 1 criado, Eslexau Da vis, Fran-
cisco Lopes Vidical, Jos Marliohu da Costa, Fran-
cisco Tliomaz, Antonio J. Alves, Gastadlo Jos
Alves (iuitnaiaes, .Manuel Joaquim de Oliveira.
(/< 'linailtv'i'i.
pirar o co-lo de uma vida sisuda e applicadaquc um
dia pro lij/.ir.i' a gravulade dos co-'lumes e a fideli-
dade aos deveres, excitar o amor do irabalho, o aoi-
!o inlelliccnle das lellras, das sciencias, das arte,
da industria, da acnculluo e do commercio, seaun-
do as diflerenie^ especialidades da educac.lo e o ardor
por todos us bellos conhecimentos, por lodos os no-
bres progresos ; emlim fazer encontrar as impres-
soes c rememscencias da edocar,lo, a felicidade, a
verdade e a virtude, e ao mesmo lempo a mais ele-
vada dicnidade da nalureza.
II* lempo que cessera os mal entendidos e que .1
luz se manifest.
Primeiro que loto compre fa^er que o menino
procure a ua educac.Vi por si mesm^. O menino,
ente sublime, capaz de verdade e de virtude, de co-
nhecimento e de amor, crpatura poderosa, activa, so-
berana, dotada de consciencia e liberdade, deve ne-
cessariamenle obrar e se desenvolver por si mesmo.
Compre deita-lo livrp, compre respeilar nelle lodos
os dons, lodae as esperainr;*)*. todas as forcas nascen-
les da humanidade, toda a araca, toda a dicnidade,
loda a aclividade do homem.
Compre respeita-lo na liherdade da sua nalure/a,
na liberdade >la soa intelligOBCia, na liherdade da sua
vontade, na liherdade da sua vocacao.
Neste mondo tudo tem um mistar ; ha um estado,
uma funccilo, nra Irabalho para cada um, epja qual
fr a sluac.lo que lenha creado para li, todos tero
alauma cousa a fazer, nina estrada a seguir, um alvo
,1 alcanzar, ura irabalho a executar, um lucar a oc-
rupar, n'uma palavra, obricaj;es araves e deveres a
cumprir.
Dos e os homens deaprezam, repellem como um
servo intil o homem que nAo faz nada ; a applica-
c.ao somenle he que faz os srandes homens, os gran-
des santos, os grandes hroes, os homens de en-
genho.
He de Icslitoicla divina que as facoMades conce-
didas ao homem devem ser cultivadas e desenvolvi-
das pelo irabalho, que he nao s a le natural, moral
e religiosa do homem, mas lambem a lei social da
humanidade.
E a educac.lo, dando ao mo*rao tompo a todo as
lice* fundamentaos de rohciao e de moral, li^i's
primitivas a supriores, da intelligenda, do coracao
da consciencia, deve lomar em considerado o lem-
po e os logares, a familia, a paix.'n, o seculo e a
poca, o estado geral da sociedade e da uature/.a.
Hiiiinl 1 ella lm prepara lo o homem para o com-
plemento de todos os deveres q-ie elle lem a cumprir
no mundo, lorna-se especial e professional para col-
tiva-lo no intuito da sua vocac^ 1 no mundo e do seu
lunar na ociedade, fiara prepralo directamente,
para fa/.e-lo enlrar as vias providenciaos, que leo*
Irarjnu para elle como um caminho para o alvo su-
premo e definitivo, em lodos o* graos da hierarchia
social.
E-la educacao prof*ssional a' que nunca se deve
sacrificar a educacao easencial, lorna-se eiilfto ou a
oducaeflo iodnstrial e commercial, ou a educacao ar-
tstica, ou a edacaco popular, Oo eotao ainda a alia
ediiracao intellectual.
Ensini 0 un- o e apoderar das forras materae-
da nalureza, a suaeilo-l 1 torna-las Inhularia-, de
lu las aa nece*sidades d lioiuem ; a nutros as rel.i-
; roes de inlaresscs que lgam as nai. -o-, entre si, pelos
'quac o ulico mundo estenJc a tujo au novo, eu
loi lido o seauinie
lAPEIilEME.
Im oflicio do fi.cal du Kecife, li/ento qoe. nW va
li'tli t dada occurreucia uenhuma exlraordiooria na
sua freaoiesia na semaua llima.A* archivo.
Dulro do fiscal de Sanie Atilosui. declaaaaio qoa
fizer.i na s*rnaua ultima, con-i-lindi ov eu Iraha-
Ihos, 110 telendo lempo na licahar Oim eslabflf*-
Cimentes Oulro ilo fiscal suppleuleem exercicio da Irecoezia
de S. Joa, ouendo ler ptaoassssla a *e*lafia e> caa
nosaero *1 da ra de S. alao, de qoe he |reraar
Podro Antonio Teixeira tiounaiacs e qse pgSvaval
liaviam decla'auo como oasBlova do teream Sjoo re-
mellia, que a casa devia ser reedificada.lolei-
ra la.
Outro do fiscal do Poco, diaoo !o em salifaria o
irdeni de*ia cam.ua de J I da m-/ :ll ino, gao l-
pn p 1.1 a maiaoc do
Cidu 11* qu'lla fic^uezia, Ueilio< J<>aqaioi Ma-
riubo EalCafta, no Arraiai, \a par lie.ir mai reiwas**
i pqs? os cao, aja por ler prn\iim um riacho d'oside
c mi faclll lade se pode ISVOC a a-oa potv que fc
i usier. nleirad.i.
Ile>pacharain->e es petice* de J--*qini Je*r 4s
Oliven a. vicario J.":o Anl e Fernandas Pirco, .exant.iu sa eaei .
Eu Ufa noel Eerrotra AcciaH, saswasa as esnwi.
Keco > Al< uquenjue, pieidcnie.I raax-a.Vi-
auiia.Mello,Keso.
SESSAO' OKUINAHIV E.\l 17 JIMIO
lE 1837.
Prnntdnirin dn Sr. H"*i r Allwynerijnt.
Prsenlos os Srs. ysesnao, avssja, Fesjasnaa Matea,
abiio-se a i>e*sai, s foi lida e apprvvaJa a arla da
antecedente.
I.u-s* om ollicio do tsSCSl do ltenl y \\n '.n as
man lasse pagar ao orurkiao Jo*.- ANiouin MaroaM>,
a quautia de tss)MM r., imp'irUiiria de dons ruar*
aaoiloi ios que fez nos osan fl da gBjgSj e ptuuetra do
11.11.. ullimu.ManOou pawar roandado.
I'ma informacau do c Hilador, aiizendo qoe n liaras
de Cimbres esteva na Ctoss da pen-rher 1* rvitai Sa
processo de desaprnpriaro qoe contra elle
e-la cmara, oa imp -. I.ncia de |xi"*s7o, pela
(a de evauluae*.Maudoo -r pasar madao>.
Despacharam-se as petices de Aleiaetsiro lestes-
r.i Soulo, dj fiarlo de Cimbres, e levantao-se a m-
ao.
Eu Manoet Ferreira Accioli, -rean., a 1
liarros Keco, pro-pmidciile.traocj.!-ilva I
roca.Vianua.Millo.
PfSti. AVULS
'.'i 1-[.t-11 ; que no dominao 'i por nccasi.lo da
mi-sii d.is 11 horas ua matriz de S. I*'rei l'dro tion-
calves, e pouru antes de levantar a Dos entrara
uaquelle lemplo um moco deceutemeiile yeslido, e
novo enva ao anliao os seos Ihesooroi ; emlim, a
oulros a clorificante aspressAo do bello : nesle ponto
dirice-se -s classes medias, lao cousideraveik as su-
ciedades moderna?.
l*ara o j ovo, ao passo que Ihe fnrna q espirito
justo, solida, esclarecido, d-lhe especialmlenie co-
ranlo, cunscienria, carcter, virlude, lornal-se paia
elle ao memo lempo a sus educacao secuudWia e a
sua edneacio professional.
Para esses, em cujas m.los repoosarem os Revernos,
as leis, os interesaos polticos e internacin.es ; pa-
ra esesque, cullocado* pela iulellicencia nouastigio
da ordem sucial develo fazer carmnhar a sociedade
na estrada da prosperidade e da paz, da verdade e
da jostica, ella e torna a alia educac.lo itile|leclual
que prepara para as mais nobre* luncces stlciae? e
mais laboriosas, para lodos os servidos generosos, ci-
vis o p fileos, intellecluaes e moraes.
Eul.ln ella domiiH tudo, e islo he justo, pis que
se a industria e o commercio, se as arles hlo|toma-
do na vida dos puvos contemporneos un lugar mais
coiisidtra\cl, he de razao ^que se consaaro a' alta
coSjcac.lo da alma uma atlencm mais seria, cuidados
mis ltenlos, assim como a vida intellectual fc mo-
1 I -i1 eleva ainda rnais alto do que a vida mate-
rial.
Emlim, sob om ultimo ponto de vista a edikcacan
seja qual for.dcve ser nacional, deve inspirar clamor
i da patria, o respailo as *>uas leis, o zelo aos seos iu-
; leresses, a dedlcacfto a' eloria, dado islo n'umja re-
Igigo Igo alta, to pacifica e lao pura que o hi-le
echo das lutas publicas nunca ahi pussa chegsjr sem
excluir u amor da liumannlade.
Eis alauos marcos extrahidos de um bello tria lado
eloqueniernenle escupi sobre a edneecSo.
Depois du que precede no sera' fora de li
leitura dos versos sccuinles :
Ouando bem cedo, ao luniar da vida,
Siiho innocente de mimosa infancia
Corre a embalar-nos em macio leito
he ineflsvais delicias, ja vem perlo
Esse tropel de sensacOos profundas
Graves cuino ellas -.o depuis que o cermen
Se Ibes abri no peilo : ja despontam,
Como incentivo a frvidas ideas,
Nobres iostinclos que esmacar mo pode
Emana marcha o lempo tjnem uu-ara
Oizer entao ao espirito nascenle,
Ouo s'emlipvere a contemplar ancioso
Ua oatoreza os quadros Itetrocede,
oiha de tonga a vasiiddo pasmase
t,*ue le arrebata, o vo nao prosis i,
" Entrega-te ao silencio, nao procaic-,
" Espandir-te nrs cnticos sngalo"
Desse amor que le exalta /... 1 .,1 iuiauo|
Unerer sumir no necaso a luz quehnlii*)
Inda no alvor d'essa manhSa serena
Por entre vu das transparentes naveni
De rosado crepsculo : mais tarde
Li -urce o sol, ergoendo-se do occasus ;
K 1 cre.ic.lo no vivido realce
lie um Ihesooro de belleza iulioda,
Doce nnlevu d \* othos. i lueni podra
1 l -1 a lim no vico que .1 locan 11,
1 i"h i-iii-1 o i 10 a nuilil.va Ierra
* c> -1 1 mi.....1 ilesiroir-lhe a lona
Im prodacca, desbaralar-lhe ns peala*,
Etumurcbeco la emlim : Mal que aos e-iavioi

1
ILEGIVEL
CMARA MUNICIPAL DORECIFE.
SKSSAO tiKIll.NAKIA DE 1 HE JIMIO
hE 1857.
Presidencia do Sr. Reg i Albuquerqite.
Prc-eniea oa Sra. Fraoaa, Vianua,*ReaTO e Alello,
rallando 'em cau*j participada u* aaaii *enhores, a-
lirui-se ,1 us^jo, e fui lula e appraTada a acta da an-
tecedente.
Pataando-ae a ltito como o ollicio do eicenlieiro Jote Mamede Alvc*
Parreira, <|ne libara adiado 11.1 icaaSo antecedente, e
resolve a cmara ,ue se raapODdaaaa ao meamo enne-
D'.iur, su.ive trmula s'eleva.
Ei-la do ra!i\ <]ue ueulll *e alirira
H-*s|jrocli ni.i. a llur, ei-la que esparse
Delicado purfnine e a u.ilnreza
Mal se ray n'essa primor brilhanlf.
Eit .1 primeira idade lis rfao anglico
Kase ijue rompe de iiinocentes I lno<
Ao infante no herr : lio doce inicio
K**a linguatTemda inell.vel coJ,
Esse exprimir de magicaa deliciaa
IJoe d'alma llie lirolou Quanlos nnslciios
> adi-jar da candida aaiataocia,
No aaponlaneo luz r d'olhoi io(|uie(ost
Na vaga a'puar.lu que hosca em tudo
V. era ludu eucunlra um salutar repouao.
Mas que 'eslen.ie em seiiliinenlos vario*.
Km lublimca tendencias! lie qoe o mundo
Ahre Ihe eolia um mageatoto quadrn,
He que o e\i*lir n'e**e arreh.d da idede
Traca Ihe a norma do existir luluro,
E ns iialurae* iui[iul*ns que n Un.m.un
J -e revelara Ova suhlis ensaiot.
Sanctuario de irara encaiita.loro,
Da vida o influso se dilata em breve ;
1.. quando, ap* indicio* precursores
Do surtir da razio, ella desp.rla
D'es*e dormir de um da, e vem -zuda
llasnar o maulo sillu-es pstalas,
Erguer aob'iana o aceptio uodeioao
i)o Iivre arbilrio ; toapiracjU) divina
l.he agita o seio, a mente Ihe reolve ;
E o que ja lora delicado infante,
Tenue vergonlea do alteroso tronco
Da hooaaoidade se arreroeasa ulauo
Senle no peno palpilnr-lha anciado
Altivo rnracao, alonga os vooa,
A ialelligauea frvida Ihe ondina
Em dilatado espato ; e lie quando a vida
A' liherdade se piendeu pr'a sempre.
A 11.dureza enlio ICW percorre
Na propria e-pliera 11 lignalado campo
De mais altas luncces : ledo attraclivu
D'esses prluiciroa deleiloaos lempo*
Ja se ciiiilnndp com o ponaaf mais grave :
L da scena iiifinlil qoe se apai'ara,
liidelinidas propenaOaa dem.....Iram
Que casa que vaio cuinplidou-lhe a essencia.
I'.!* o m\slerio que l" hein retratas
yo leu lido inalil, nol t.-us ene, ntoa,
i.lu.mdo |iuu! is peffuiu iJa c Ue 1 .
Mor. que 1 .-n !!.i-' ni tii vanan ron
r>.. arrelvnd 1 du E' a quo e\| rimes,
\-li.i Inri.. ., 11 ili-ipir aa Iri" ,1-,
An ii-liil..ir Ha roa dn- inlciru-,
An refrangir n lu por -:.!ii *.s ramas
Ua enredada florala, iletfazendu
Sombra- espastaa, destnliaudo airoso
As Ir^ia 1._. 1 s li'tniio lio painel das aguas.
K qnem dir que provi lente man 11
.'. i'. \ 1 lamben! 111 surre*-3o do* 10:111-09
1-1 11 ,1 .11 ;.. ., :. ll 1 I 1 .._..
Do \ ,. ,1 lia ... l^lilr poa .1 ,.lllli. e
i.-- ..| UCI I 1 .
; 1 ., le impe tel -
Que se Iraosmilte as geracOC rindvuai,
*
BEPABTXCAO DA FOLICXA
I. Secuto.SocrelarM da polica >i- IVriiambnr>t
-Jtide jnnbo i|p 1H.*".
Illm. e Etnia Sr.CoOOOfOBC ro:nmuTi:qoci a \.
Etc. ua pjtle de lio ti lem na rea la t joca |*ot**
a r.!* 11. M, norava l'edro ra*re <-Ij"iHo, e *N
linha u'iii pequea loja de miulrzi. on-le m* oc-
< ullas venda polvori.
Ai6 '; horas oa tarde do dn -'I oMaa*l *<
Cetanho a vender pohom rom um hirrtl .ibrt*.nm
lilho delle Incoo ni poilaum RojOMol cliaiairl* ba-
ce-pf e ceiilclhai* do iii*.in > fa'uHe entraa* (ala
Sen que a uiislenoa Ihe aoaoOMMI um da
INa rude/a iiildiilil, em qu- BOB *mi lalm
Aulisa Irailirroe* iir^vm lenitraur
l*o- priimlivos .miio* ? o i-l O'cntic clin
J.i i'elevou na rpida rarreira
De um pasio-o por\ir. -em qoe Ihe outi^em
Keproduatir em iMrrarp* a ln*loria
Oo qu lu, do que he J llaldado lilcnlu
Foca o iie ler nao aaetoa oofooiataa
lia humaua uer.irao |dite4 ii.l renlea
Da* que em seu c>ro perennal pMCi-ire
U boinein por N f ; lem bwro mu pav,
Como ,t.pit-|if o lOaTOa romo ja te**,
Ao despertar a lu/. n'e-le epecl*cul
Da tolal h irnioma que o circunda.
Min quem Ibea tlix : < BoobM OOBoa wmiifc,
" Canora nao ir avante, um termo lio polo
" >o vos*o alvorecer l.ei aempilefua
Oue se lola na aa^OOMa Jos ^eTa
D'aiile miio lnes tirm.ii bahra e norte,
Ooe nao ha iran-ureilir ; e um pov crewe,
K nao recua, e intrpido pn^rede,
'.'naiido no seio o cimcn.ibe avvenla
lia ruoridade ce efli',i' Alirtujl
Da propria eltvarao. In-lepen*! nle
hile se u.*roja frvido, anco-e.
V que a raote Ihe de**Mi Ura eonon,
Qoe he lempo deer livre, e dtspela-.i
Juco la infancia que o tr< aKOfa | roo
As impresiOcsda primitiva ida-ie.
I0I20 do \er '(lie em leu annae( l'alna
Meu qnvri*lo ltra*i, tamlifin li.'ora
K--e t'p intriiie t <'('(eii.ir -in_-!o
D.-'i ruf:- :i\.!'. Mu- :n |Miii:ra
llamear-lea bi*toria, arremedando ulooto
Na > aronem lo* aeculae, na laido,.
1'.cias cheus e valor que exalta,
Oo- eulhu*u*tni .> ri prunen-o-
A' bber.lade Kv.mip! i m igritoae
I ens em ti rneuna que ntan illo falla
i.iue os ilheiee Ironnoi: taeAoea loergor^
lace allancira nesle qu>idro HOOOOnae
Do mundo amenrarui. Kra* ba muro
Dbil 11 berro cuino a loi c* *+~*
I) i'lre|linh.i eeuiil, rom pende .1 rn-to
No evo oriental paHid .aivuia,
I e de-f, :..,, i metutinaa tala*,
Dealtnlai i-te ;- 1 m i d la lene;
Otie no !.rir da inl 1 1. 1
i era um Rtvo, .1 r*rbil 1 1 riaat 1
l m *-ijiia poro D, >'* al iryaoj-
;,rfitn 1 1 rhcganl .-i iii< i .lo Ir.- 'til .
DeNan In apo* *)< li 1.1-I 1 1 4h
l'-|.i amph Mo do eepac 1 e r n" "' \
\ lia .r ni ha asa na mli i
|)fl i:ill |M>*0 a IIIM_.MII, ^- litol
D'uma nova nar.V', ea bello in pe
One em li meima reoeta*, eue re*naaai
l>i> existir rJai nacOei o meoiaaenlo
11 al01 pedi-ni qoe ranel ata' '
Ujtp
mo que guefdaiuO* o ip



: : ; A r,(i DEJUMIO DE 1857
casa foram incendiar n dito barril, e fe lo altar im-
t idi i '< i:' causan lo imhn o <1
ronaniento da mencionada rasa a de : qu
coi t.- i- e i rruinan ama ao !' ', 'inco d< fronte
p ^L'n .--n.i na Aogosla, .' e Inmp'do di > i -.;
(. i tal ,). --. ia a i m lo la 'i cida 10 .di I. .1 mu-
1.;-. cas principalmente do lado da Boa-V, Isla, rtes-
si desastre r^*ii11: a- morios 1 P Cl iu lina di An-
ios Tavares, [gnac o Tavnrrs Catai no, florn ',< :-
ra do Bom Parlo, Mana l'i nctaca de Albaqacr-
qae, lil-aria lioinse de Siqneira o Padro Penetra;
o-, ferimentoa Igravea ne Pedro Tavares Cslnnho,
Antonio Tavare Calando, Joaquina Francia do
Nasdmenlo Bolelho, Aulonio do CoracSa ic-.; 11
F.trno, Alexandrtna hugeniade U vianna, "i tarto u.i
ri 1 Lauta d.i Conceirflu, Frauklina Aragnla Bar
Bernardina deSeuna, de 10 auno*, Frintdaco 'o.-.
lio dejesosda Molla, !p 13a \'. anaioe, ji.....le
Matea da Sil**, eleves Manoel de Araojo llal,
II ifina Eugenia da Silva, JoSn toc do Moole, Mar-
tinho Correa da Sa,ida 9 aonoa, J"-u de A/eiedo
Pereira, Fraociaco Ji-ilin, Mara Fraudara Fer-
nanda* |Visnns, Mara Zeferina Lina- Iio h, a
que ao meu eonlieeimento tem chegad* at agora.
Chmpro-ine mais informar a V. Exc. que a prin
meira aotondade policial que apparaeeu no lugar
do desastre foi o subdelegado d* r*guezia Eduardo
Prederieo Banks o major Manoel Ignacio Brido
aiompanha-lo do rapiaui preces dos artfices cum
u aa iKimh, machado* a oulros inslramenlos, e os
tesando) lenles da armada Caalro, eommandanle
da escuna indoya e Viegaa, aldanle da capitana
do porto, logo depoii o delegada Dr. Joaqoira Ax-
raa da Almud* Frailea, e subdelegado Kuiino Jo-e
i otra de Almeida, rom a cuanta da riheira da
" iei ram cenas irn lomar parle. 1 la rret
' lve rom ......
rio
om crup e coi um
qual SO ll t> II a 11
a .'.' -. i-i !i da la p.
Da 1 .a n tilti 1 1 ; .- -ni ir .' 1 n
Jept 1 lo di l.iep ., J|r. Frere, lu u 1 liren 1 lo
palacio 1 re; -un que rlt 1: .. ... ',, .
ao redor da gr-ndo ;.-\,.r da Iibeniade/e ,.,.; ,
oto o- ranl if. p 1 ulare 1 1 /. ,' wzonnr, rom o
que fe millurai ira (1 gritos .1- :
.1 Viva a rei Abaixo os eonvi nlua
hon mull .1 1 dirigi ..., mu.
uslice, repetinoo o ..- e ;
Ab liso oaconxpnl !
a Em aasnida correo pr!:i pra .l" S.ililon.alc a de
Mr. V>rhici{eu,ach.indo-aeu'uiii iu lanle na ra doi
Mueimoa.
All gritanm lambam :
Viva a aaqoerda !
v Viva Verhargen Abaixo o< convenios'.
' 1
. lijs ro j
1 ill .. ;
i.oiii.-mo ji.t lin| .rriplo o I Macen.
' I '' 'II 1 .; : -
pertit 1 ni 11 1 ||, .. .'-,,..,_
-..:.. :,.... le
ni expre -1 ai ari ma< ;
' ib n 1 m a caria lora p-
' > o ministro da meriiha e l.'llrmar, vi
:... exfi naqoel
nloii. .
I :
; \ 1 -
Depoi da lerpermaneciio na pra;a-um qnarlo ronde de S. O re rendo 1
le do 1 1 1 tilo 1 m lo 'a a fra icra u n 1
: :.....' nlri cn'ia re 1I11 pa-
l'iia-Viti.i, eo ehegoei depoii adiando em cr^n'ie
d 'surdem os IrabalhoS da exravaSo, porque peaaia
Imprndcnataa agclonicravani.se no lucir do deaaalra
c impedan os trabelhoa. Bullo del a directo dos
liabalhoa ao major Brieio, e vendo cliecar dolarlo
dis l'.iiico Puntas um.i liirr.i do oilavo balalliSo de
primeira lijghaao mando do respecllvo major, c do
lado do Terco o coronel Domingo! AIV1110 Neiv
Forreira, acompanhado do lenle coronal rom-
mandante do corpo de polica e de una torca da
guarda nacional, ped ao dito major que impedirte
a passagem do lado d iu Cinco Poulaa ; ..'. comman-
dante sn|.erior do lado rt.i Terco ; o alem dian li-
teata immediatamente retirar i ia a gente que nao
foaaa dos arsenaes de guerra, mantilla e ealac i n -
val, que logo depoia ch'carai, afm de se poder 1ra-
balhar cum ordtm e maior proveiln : p aaiim se fe/,
cinliuuaram-sr os trabalhoe al ODia meia hura
da noile, lolerrompendo-te a e>la loo.', porque fui
infonnadu que nflo realava mais pexsoa alcunia a
salvar, neni |iareiis ;:m.Mc;.:ii!n ruinas e lambeni
rorqoe fui avisado por Padro lavares Catando, que
anda liaviam cinc. Iiarris ile plvora,delle,poi bal-
xo dai rainae, e a noile nao permitliudo Irabalhar
aem archotea eorria-te o grande risco de incen-
die-loa.
A< qnalrn hora! da manilla vollou o major liririi
coni artfice! e trabalhoo una at fs S horas da
Tiianli.ia relirando-se pnr nao haver mais mri'--ii!.i-
de de aeoa aoeeorroa. O rc-io periencia a cmara
1 lunicipal a cojo Bacal mandei avisar e ans propne-
larius dos predios arraaadea e arruinado!.
llevo informar mah a V. Ex'-, que lambem com-
rareceram ofTerecendo seos serv:c;us o rlicfe di* di-
visio commandanla da eatacJo naval, e Irabalharam
Com loila dadicacao o primeiro lenle da armada
Holricues de So'./a. e outros oliciaes da armada,
rojos nutnes de UOi me nao rrcordo, e de oulrus ic-
noro.
Coneorreram e presisram-se ma ios rontinsenlos
dos corpoa de primeira liuha, e doa balalhSea da
guarda nacional ce lenles coronel Radolpo Joflo
Barata de Alm-ida. Joaquina Lucio Montero da
1'ranea, o commaiidanle e alguna oflleiaaa da reser-
va, commandaiile do corpo de policia.olliciaes e sui-
da, os.
Fez muilo bous serviros o engenlieiro civ 1 Jos
Mameda Alves Ferreira, os impeclorea de r, narle-
lio de ludas as frpgoe7ias p outros eidadloi de pil-
tre esles. distinciram-se .los Francisco Cl ueiro,
Thom Carlos Pirelli.
l'ara Iratar dus ferios prcalou-ae rrp Indo
13 tinlia o boticario Manoel Antonio Torrea a
relo sen caixeiro Icnacio Peatoa Eleves da Bliva,
Tralaram com toda a dedicajao des ditos inlelizes
c.s mdicos |)rs. Carolino Franciaco de l.ima Slnloa,
Ignacio Nery da Fonaeca, Miguel relicto da ila,
Jo.lo da Silva llamos, Augusto Carnelro da Vil\..
Santos, Joaqaim Jos de Sooza, Joae Augus de
Sonaa Pilanga, Prxedes de Sonxa Pilanca c los
Sergio Ferreira ; e olcuinas familias cojus nolnes
anda nao teuho.
o armador Miguel preaton-*o a vallros mor
t Jos Pinto de Magalhai > faze-loi con luiir
cemitenu emseus carrol riros spm procararflro p;
Todos estes cidadaos poia, >o dignos de elui
brn como o irmandade do Sacramento da igreja
Terca, por ter franquead 1 ludo qoanlo podia nervil
as victimas, lie de esperar que I3u laslimcso acoi
lecimento rcsojva os vendedores de plvora a roli-\
>a-la do centro dos povoados, p os que ool
ooda ella esliver escondida denunciar a-pol
que e lnm mpre encontrado 'u quan lo ha
do descubrir es escondrijos detse lerrivel genero i
negocio : e a populacho deerii refleclit bem para
deixar um divertimenlo tao arriscaoo, que a boa ra-
io condcnuia.
.*.(roveito a orrasio para rogar a V. E\c. que
de ioaa ordens para que hajam laoterms propriai e
cnt numero sulliciente para os llnbglhos da. incendio
innuuiUrno e dcsmoreiiamenti.- durante a oite pe 1
fraude rj'co qae apruveila o emprego de ardile
alcatroado!.
Dos guarde a V. Ev. Illm. p Bxm. Sr. Ilr
Joaqoim Pires Machado Poitella, viee-presidenle da
provincia.|)r. l'uljcarou Lopes de Leao, ebefe de
polica.
dio .. Mas purqoe veio um escripia conl lencial
; ira a ten en a impiet 1 >ri 1 J Ih'osel
d r, Sej mo : ludo i-to ei I in 1
as cmara! a Iralarem maduramen-
te deste importante n jncia, onde vas envolvid
t dos inlet tu espritu; es di quellea povos. mul-
los oulro a .'ir. \ erhaegen leve qu abrir orna das -u.vji- dado i.-i.o I.
nellaa a saudar a roulliiiao, que ae dirigi casa de ."o na cmara dos parra o reniralo ce!
Mr. Orla.....le se reproduxio a meama scena. 'o com Mr. P> lo para o 1 nho de I rro de Lisboa
a A mnllidaocantinnava engrnasando, e paasan-lo 10 P01I0 ; .. pr pela ra das tiraeltnas, ondi e Ij s'luado o eolle- contra 5. Sobreoprn.....o do caminho de I rro .>
gin e o pensionado dos padres JeCoilar, tornaram a norte prupoz o Sr. J. M. Eogeni eAlmida qo o
Baltar : governn loase autoriado arontrelar a eonsIrurcBo
a Abaixo os convenio! de um ramal que ligue rom aquella caminho de fer-
I Deste ponto a inullnblo, rompo.la a' de qualro ro a 11 : v d ir.. ronredendo-si ..... subsidio
cinto mil pessoaa, dirigi a'roa doa Fundidores, iaoal ao qne ja esta' ealabelrcido no contrato,
onde ealavam oa padrea eapuebinhos. a A fut! oflirial ja poblicou na semana passada
o Nos crupos fallava-s de um tropel que havia a carta de le que aancciona o decreto que aulorisa
de salnr na praca do liulel de Ville
F n 1
i eo pa.a 11 |im o '
....' 1 .
' ubre o
...... 1 a utar- 1
pnr par 1 eos. rno.
O dalor da rommis lo do prr
'""' i '. 1 1 -
,i : 1 ...-....-. 1. ,.
le recen iqu* ligu oicamenlo na 1 Iu
I n I I ,.,-.;..
11 nsilorlas nu | ir a li menlot de ..
meios lemporari -. que aeri m Iveis ronli-
nu tren tu -. un n tecuinli .
ib r nftn 1 le .: \ igualmente re ti
'i f ; 11 i:i p la goi rno a c 11-
0 a Iram >nto la divi .1 coulr lud rp-
lativHincnle i rompanbia do< raminhoa
' relator termina 1 lo a aja e\pnai(lo, fez eo-
uheeer a cifra, deixon a 1 1I01 admirados pelo
ciando delicil apezar de anida nao poder ser bem
i ti .'.
i embrrgo a quantia conheeida monta :i !Ml
bfl'.re '" : i : :;..v Til
f rlitil-; |i 'siilctites c- um
lid ;: '.,.:(..:.
, j pmpn-li-'iiotr qu -.*.!,..
i ..';', lili ; o
:n a tito > 1! Ipil -' \ -. 11 1
l .' 1 1 i ..i' ll" coi 1 1
.
,, > Central sera' sempre na m i td 1 entre a lu Ierra 1 01 Estados I !o .
aolidari

- Jolgo 1, a vos recoi laran do 1 un 1 11 rdo
llulxver, que devia regular ludo entre es
mas que longe l nao fea mala que lesperl
o.I. efl -.
n S'aqurll tralado li lava-se dai 1
da Amerira Central sobre a qu i ca la urna
potencia! renunciava exerrer prepondei ncia al-
guma.
> n mi menta enique .1 Inglaterra eslava tpvnl-
meac i\ 1 de
uina LU-rra, que
s Unidos jolgaram *er o| p
rieaembaracarem
u*um 1 aiz ol
Hu-
no lala
Ml.l
Vida 1 oni .1 !,;i--' 1 1
ser long 1, os Ealadi
no o mumenlo para
, oo !]! oppunlia
inilbes. ,1. sa, co| .,_...
1'. PIm re r 1 ,'. projeetos llnanceiros aprsenla- Tendo-e concluido a paz, 1 Inglaterra ;
doa 11. t;iii da legislalur 1, a de que voa falle! na mi- 'tao ler levanlndo a luva que *c Ihe li va 011
nba ultima correspondencia, esqueceu-me mencioI nas ella lave a hedera e a inodera^Sa
lar t projecto relalivo n en't:ri'C' 'i-s limioi di*- la/er. e aluda lais fot a primeira em faxrr cor
a Ignoramos o objnto e a imparlanciadosla man- ;
fetlacao lixhila para as s horaa oa noile.
Segando ana, Iral? la de aaaignar urna pelican
conlra u projecto de le dos coovenlua.
.1 Continuando a desordena dianle den conventos
los Jesutas e >ios c.ipu. iiinbos .fiixiiu-se as prafas iolrodu;3o de pao cozldo pelos nnrlos seceos do rri-
0 governoa contratar definitivamente com :ir Mor-
ln Pello a contlrncralo do camti.bo de forro de Lis-
boa a,. P01I0.
a <'- lumnlli a <\c Chavea por causa da deslillarflo
de cereaei foram apaciguados, e por um derrelu iles-
tes ollim 1 rilas he permiltida ale o lim de innlio a
quan
lid vio
e outros lugares pul-lico* o seguiule
o Cidade de Kroxellas.
o presidente a cmara municipal da ri Indi c!p
Bruiellas.
a Visto o artigo O i da iei de 30 de mano de
1836.
Ordena-sp :
o (Aue luda reur io de mais de cir.cn pessoa fie:
prohibida.
As rontravencrs de-la dspoC,So 1 rao punidos
com aa peuaseslabelecidaa nosarligos IGi, ifijelG
do cdigo penal, e no caso de resistencia, oa ajoola-
meotoa ser.iu dispersos pela forra publica.
a C.sa da cantara -2H de maio de IST.
O presidente,
k (I-., ue. Brouckere.il
l.ee na Esperanza :
Os jomara belgas correspondentes ao sabbi lo 2
de malo resenham do modosrguinte oa acoutecimeu-
tos que liv rain lugar cm Bruxellat nos das quinlo-
feira e sexta.
o Quinta-felra Ss, a' noile.
u Ao vallar da ra dos Fundidores, a mullidao
dirigise a's ofilcinia da Emancipacau e do jornal
ile Broxellaa ; onde fez a la manifeslajao por meio
da gritos e vocifera(Oes lerriveis.
o O duque e a dutiusza de Brabante, ncompanlis-
do- smenle de madama Killi, dama da duqueza, as-
sisliram hontem a' noile repreaenta(ao do thealro
da Moeda, dada cm beneficio da sociedadedesoceor-
ros para os pobres, da qual .e presidenta honorario o
duque de Brabante.
no, livrn de quaesqoer direiios liscaea nu municip lea
e bem assim a Inlr duccSo Ir cerraos uu farinha po-
los porloa lecrot correspondentes iu alfandegaa de
Montdlegre, Chvese Vinhaea.
Ale ao paquete de 13 em que serei roais ex-
lenao.
i Puni* publico*.
Praca ue I,i boa em S.
30|0assenlamenlo.....7 i|i7 1|J
3 0(0Coupona ....... Vi 3|<4" l|i
Divida diferida.....: -Jfi |__)
Aetfitt do banco de Portugal. MttJZSns.
Ditas do banco do Porto ::j.">J'ti'^.
.".otas do banco de Lishua. ', -V..n--i.77;)."..
ludia chegad 1 aquella '-inte o celebre mgico Mr.
Hume.
A CMttafSodando esta notiefa, refero as segoin-
les particalart tadei relativas p-sc hornean extraor-
dinario :
0 Apezar da lermoa carta de pessoa que no-lo re-
commenda, anda iio podemos ve-lo.
1 Coaista-nos, pnrm, qoe -j arha em c:.*i ijp mn
amigo noss., que Irm > (requeme se-lro d'- se negar.
11 Asseguram-no! que na rompanhia unicamenl*
rieaae eavalleiro, que lie mais incrdulo que o Cla-
mor do Porlo, fura el o hontem, de para aa i ho-
ras da noile, aa Terreliodo Paro f./er algumaa ni-
gromancia! para o desengaar ; c foram laes qne
elle licoo alisorlo. Algnniaa ja boje se re fes iram no
gremio lillerario, mas nao nos atrevemos a afllanca-
las, porque t o que Irmol be que aOirmaremol aos
res, a quem n3o queremos illodir, por
o Ooviram-se Krandea gritos de viva o re! vivas qoe o caso pode aer mais serio duque a' pinnura
S0$ / :
r
doqueza de Brabante Ab.xo es runenles qu
.toa carroagem do principe passou pelos grupos com-
pactos que eitavam estacionados na praca da Moeda.
i( A' sua entrada no selBo S.. AA. (oram objecloa
de urna demonslraco nao menos animada.
n Herau:e os meamos gritos, e o i ubi .cu em tiias-
sa pedio a /Irabaiizonue, e o canto nacional, execu-
tado pela orchestra, fot seguido de extrundoioa sp-
plansoa, c de n vos crilos _e viva o rei o re viva
a doqceza de Brabante I
" Algoni inalantes depoi-, no secundo reto de
Cuillicruie 7Wf,conlinuou a Cancelo, eno verso que
diz :
I Salieis Irm o que he amor patria .'
Ouviram-se por toda a parle applaasos 13o pn-
Ihusiastas corno oa que liniam Bandado a' entra a o
principe.
SS. AA, nao deixaram o salao al depoia do con-
cluir-se a foucrao, e nu mojo cas maemas acelama-
coes a que te misluravam os protestos contra a
le.
A s-ia sahida do (bealro faram aaadadoa es du-
qus pela moltidio com oa gritos de viva o di-
que de Brabante abaixo os conventos !
Depoia da entrada thealro, os grupos que ealavam estacionario! na 11 -
ea da Moeda cnivtdiram, lirigindo-.e nns can ti-
doa Draubozonnc a prca Grande, p outros 1
mente a redacto da xEman 1 ac.lo, o all cvmri -
leram algans acloa hoslis, quebianUo ssvidraf;a<
destruindo o eso mlorio.
As 11 horas da nulo afi r m-se rs pra(aa
publica! edilaei probibindo loila qaalqoer tnai .
la^a .
II A' meia noile a m lis perfeila Iranqnilidade rti-
nava na cidade.
ce Saxla feii :.
Esla manbaa ebegaram a Braxellas, pela eslac3o
no norle do .- bal illi tea do lerceiro ngimento da ca-
tadores a pee alojaram-aeem Ixelle..
n O convenio dos eapuchinho. r i Ili do vai 111
vexes : .-,'Mm rom.' a osa de Mr. Haln, o a Jornal
de Bruxellaa >< e a Emanripacao. a
A gendarmera, a policio e a tropa d"o pravas
da mi deracSo.
a Fizcram ae algomas prisOes drenla as scena*
lomoltuosas de hontem a larde.
n Ciimei'.-u ama iu-lr-iria judicial,
a Certo numero le | <- ioi | erlenceutea a cencre-
cae, religiosa! abandonaram esta nianha Itiuxel-
las, n saiiraiu nu dloerenles dire coi a pelo caminho
de ferro.
vista pi rece
a l>i/.-se qnQ notando-lhe o ravalleiro portogoez
que u aroippauliava qup o Trrreiro do Paro nao era
lucir pro; 1:0 par ser Indo reicado de aeulinellas.
Mr.Hume Ihe responder sorrludo se. que elle la-
na com qoe os soldados ficassem inseosiveis; e nilo
desaem f do que e paseava ; restlluindo-lhe n>
sentidos so 111 momenlo cm que o relogiu il<* s mar-
cas.o 05 quaitos de hora para ellei gritarem alerta.
assim acontecen! Sendo a primeira coosa que Mr.
Hume apresenloo avista do Sr. A., a reumio de i- -
das aa senlinellaa qne estavam uos difiranles pos-
Ios da pr. [a do Commercio, icnarando-ai logo que
toava o releglo da Se.
a Depoia aentio o nmao amigo rinchar ncavalln
da eslalua eqotalre, c o vulto de el-re I). Joa ape-
ir-se bceiro, e vir pelo seu p apenar a mo a
.Mr. Hume.
k (nando o rei ia o monlar-se oolra vez o Tejo
cre-cu ale ao pr. L"lal da estatua.
o ti noaso amigo sentio una acopia como *e csti-
ve->e di baixo d'agua, mas n'oro relance, o mar ra-
cunii. eelle ach.....se perfeilamente emolo.
da nos contar m, pornt declaramos que nos
m a arredilar btu extraordinarias murkx
r, apezar do que se passon em Pai, com
cal i fm a pn f r de magia.
" ;: ; r. Hume aniiui i no convite que
Ihe Ini faite, i ra ir na vespe i di Sanio Amonio,
rdit da rasa da Sra. vi va ('.., na er.|ea.i do
luqu", i [aiui < i. tanque., di r o r i .......
de Ri : :: o i e ....... ...;..... ,. o;,3 .e
oli'ou para esae
a Sol a di la le e enlao pnrieremoa in-
fiu.-i ar i; no '> rai ds. Baviara achava-se em Pan-. O parla-
mei.to rranoex fdra encerrado depoia da havei vota-
do lodi a i -'; i le Iei api esenli di a pelo -
ser i .
pomveii da dol rao no anuo.
E-te projecto he ii m novo em prest imo oreado
pelo governo no pquivalenle de Ir.zenloa rilhors.
n or. 3. dslel de d de abril de I853, que creou
nma dolacSo tnnoal, exlipela que o- excedentes
riisponiseis sobre as receilaa feilaa pela cana oa do-
tacilu, aejam aoeeeaaivamenta empregadoi em cem-
praa de reodas sobre Estado, eqoeealaa rendas
sejam inseriptaa sob o titulo de dotacSo annual.
" .Mas segundo o prijari lm qaeslio eaiabelecea.
se que o ministerio das finalices >eja entorilado a
traiKierir da .biaciio annnal em rendimeutoa pro-
vemenlea da caixa de amerliaaclo a sorama dos ren-
dimenloa necessarios .ara o emprego dos etTceden-
jes djspomveia durante os anuos de is:.(i, I.s..T
I8-J8, eque pcapilal uestes rendimenloa seja ap-
pllcado para a ainorlisarao do de/fe"/ do ItlesuOro,
alo he, posto diaposijao do guvsiuu que c-la oes-
te momenlo em apuros.
" Por uto podis julgar o que se pastar ni cora-
tnissao nomeada pira examinar o projecto de Iei ao-
hre o banco de queja vos d tin correspondenciaa
I las estas emendas lem por objeclo prorogai
por mais irinla anuos o privilegio do i; neo ue I-ran-
ea, edar-ibe o dfrailo desaiear provitoriamenie a
quantia que Ibe |M)rlenca pelo ad.....lmanlo do ja-
re estipulado e j, v> n.i lo,
o Mas n 11 sendo aceitadas nenhomas desias c-
meiid.,. pelo onselho de Estado, a cmnmissSo do
corpo legislativo pedio o adiamanto d piojecloda
iei -, mas acbou aluda o conselho de Estado iuaile-
ravel.
u Os m?mbrs da commisiSo ponderaram qoe ja
verno nao recebia os cem mllhoaa contrata-
dos peto iianeo senao em !,s ,'.i, iu i
ntenlo a cum cm adiar
sesaao.
Mas estes ineon po nao se lembraram de que o prazo de IS:,;t Imha
'irto imaindu para dissimular a fallencia du Ih -
aouro, que dovia descontar anlecipadamenle o em-
preslimo ite rom milhea concedido pelo Banco.
Assim, Mr. Barocha presidente do conselho
..- ro rtecl
i re
', le liomem -i n ue ...
i a que a sua s i< n i mu i h
uniiiquilli OCi'TIl, SCPS-
-O-, i |p IIP 'i .- i lo I -I
i ii estrea di lu/il i urn < im
lus nocoiiveulo i!e i n- I
lou-se o'> ( orlas I t tltie ral om I ni I :
i Dfuj cipal '. isla I i lio-j
mens ilos tnesmos rec ': o -. para n
Ihe entregassdm as chaves, cen ion i iine
costuma a celebra se toJo (>; aiums ti -
r Un
luaa qttelledia
O arcebispo n.lo s 1 1* lar-llt
I 'i tibar:
lid '
> de Pin
1, ; 1 1
H

la. i -I :.. -
- qH
conlo------------ t ; .ir 1, ..
r .-.I ndi t. I :i. .. |. ni
10 a II par cent -
I r, i". -.-i \. raai fraai |n>i
- |on o Cnal di SI 1
aasurar, e 1 -,
era >!.,
o porto m| 1 I n ..-. 1 1 ih lat -

I 1
mtsnegou a lodos a entra 1 do lcnt| > 1 \
moexeoinmungados. Enirri .1 ,., 1
u O Kovernadornha des Jo an^s tmalas !"' -; :'-llh i '',: .....
...." ......,. .... a 1 Im lo.
Sshi'am U ni .1 rea d paizpan
- ros e I em laslri .
I rain no p rio r
merieam a. ai
1 .
as suas medida. %
I Ambas as turfes da ralhedral asi
cl ias de tropa, laaiin como as to
ais .
nei
ter-
vii incouve.
o prujedo pata a prxima
di
af:ea por nm novo tratado, conhecido -id> o non
Iratado de llallas Jarendon, uo qual a sua pr
pal diaposicao co isislia em f i.-t peder poia Ingl
ra ao Estado de liendoras, as ilhaa da lia ia
Ingl Ierra posaoia ''e (acio, mas contra ea tcrrii
tratado Bolwer, legando os Estados l'nido.
o A Inglalerra cedenda alas ilhaa o lio
limilava-sea estipular que a oseravalura aaoiei
mais estabelaelda, e e-la claoaala comprehen
bem quaudn se pansa que a Inglab ri len lo
pendido aommai immenaai par., a abolido (
cravatora uasiuas proprias colonias, nflo podH
miliir qoe el a fosae n'un daeatabelecida sobi
territorio que iii- linha perunrido.
<< Sem embarco o senado americano emen.'
tratado que foi enviado ao gabinete ingles, qu<|
do lailojs'lanas cooeea lubscrevesse ainda a ela nova exigencia
Mas eom erando admiraran dos bomens lie os-
lado- americanos, o governo inglel recusua rictili-
car o tratado cun esta cien
O inppridur d'Aa*lria mandn que se rrstili
os bens senoestralos aoa ndh iduoa condemnai
la ronir:ii-ui militar nu aos -eos berdeiros. (
do lodos soltar para os lagaa de aaus anlig
micilios.
aria oiiteas gt jas, os cotivonlos e os I
11, (icios iu tea ; foi bSui qu a c il le
nao I rodeada n'um momento da forija armada, o
ue, sem embargo, nflo impedio que o nu-
"ei neroso imviique te achav* docu nter I ir
inclusas imillas mulhercs, sabiwem a' prar^i
uo 1 dan"i vivas a' relitjiio tn irrasao governo,
d do arrojando-se a vanos soltados e desarmsn-
I0-11-. Sem embargo, aquella roultidflo In- Au
lisciplinarta, sem ariuaa, so .1 chelas a sem "
PA1 I \
do. preeot forrtnltt a ,,/.-. ,
;.....'-'/ .,......
rtium "i ii" '
nu 'Ui'iiiil *tr M\ ilr in
bn
mascavado.
refinado
em plnti!
ja-1 plano, era ciato que nSo podia resistir a'i
'! lorgaa do governo ; e assim fi.t que se di Als.....I0 '
persou. anida quo renovando se pouco de- 't
pois a mes in scena oa prca. enl ,',. .
a catbedral loi fecha la, e citiaJa cm t Aguas srdeansa alcool, u .-i rite
d'acuaiden'e. .
I F
per-
um
a de I.
.!.
eo-
'I M
issem
os pe-
nilcri-
do-
i!' :i forma, c ao aahireni varios conegos fo-
am presos por ord m do goveroador. *
Comonfort, entretanto, permanecia es- "
tacionado no Passeio com urna parta eonsi- ."
deravel da loii^a armada, esperando tima ti'- '"'"'",l
voluij-o em toda a regra, que erotta nSo re- | jt,'r ]

1 11 liarca
dlsldada r do reine.
Arroz pal
o em .
Iioutou, pots pela noile a tranquillida lees-
tava completamente restabelecida.
s .\ segn la-feira do paschoa,' o :iic po, o vigario geral a uns sete ecclesiasticos Axei'e
notaveis, foram presos, e pulicou s^'. um '
d. creto cotid.mu iiio-os ao desterro.
s Esta pena foi comunitaria pelo que res
110 seu mes-
1110 palacio
n Assegura-sa que ao ser preso o ?rc. his-
po, entregou a igreja o ludas as suas depeu-
'iu i .leticias nas nios do delegado apostlico
^;!.fs,^u"aV^jllll':lr:i.,dc.'!a?:,,!;'':::',s ;-.os 1^^;. su^ ,.,..101^.1...,-. ,, esi* persona-
ma- u,,,.l liaba solicitado urna reunilio ato corpo
' diplomtico iaia que o auxiliassa na guarda
do li.. u.-ito q 10 le Cora conliaoo.
Serios disturbios uiiham tido iguslmen- cera de cruau i esa i
. te lugar em'Puehla, Tamboza, Kan Joao ...i a em veas.....
'tito, Kocbimilco, Salamanca, Silao, Cela ya Cha .....
A impejatrii niai, da Ruasia achava-se eni l'urim
onde fura reeebida pelo rei Vctor Manoel conforme pcita ao arrelnspo, em prisl
requera a sua alia posicSo.
ll Lm/d de Penh poblica o segulnle
Vienna -jll de, maio.
" Confirma-se que a Porta deckrar
ni lia
principados, hem como aquellas del]
;ps dos Divans enviando nina Torca i
sulliciente a estas rovinciaS.
i O principo Kalllmaki, fez ainda
declarac&o oesta oerasir.o, c envinu u comento que prova da u aneira mats evl
te qoe a l'urla nSo niodilieoj a sua o; ini o
na questSo da uniSodos principados.
" a Porta ftinda-se sobre que o ttaliio de
do...........
I-i !.........
.......
icmlobira e de coco.
i peixe......
Ases .ii.ii.i- .......
| opacan--......."
Pcriquili s............
liol.n has............
Bisa lilus............
Cacau .............
tlac.iiini.o-...........
Cafe lioui............
em grao rc-Ioibn .
m rom rasca.........
a moidi............
. i aad i

i
j e em vanos oultos punios.
" As noticias de Veracrus dn 20 de abril
pintam como mu grave a situac^o do Mexi-
ua
ir.
ment algumaa velleidad
aconleceo ha dous snnos.
la alguna das que leve lujar urna lesaio para
alten-Jer aa reclamae-s de um grauda numero de
seua membrosque se queixaram do papel que sao
obligados a representar durante o governo.
Abrn de,P, siluacao os msanos oradores fi?s-
>r iue lias ceremonias publicas que li-
tinop
foverero de 1856, f elos ministros delegados
E-te "'ando enrr. .i, daPorlaeos ie; res.:iilanies da Francl, In-
e corpo de Eslndo moslra nesls mo- e|lllerra c Austria.
|o, como ja Naque||e arlioOS(, dprlara que a MWJa-
via e a /alacbia terSo cada uina, comii no
passado, una adniinisirafSo separada jo iu-
dependente sob a soberana do sol tao, |
Escrevcm de Vienna a -21 Cazctn i!e
WoSS :
1 eln llytaiprs^ vapor belga, entrado ltimamente
de Antuerpia, recebemos caulas porisgoetai que al-
caneam a 10 do trrenle.
Oaronlccimenlo mai- nolavel que nr lias cncnnlra
mos passsa sena lieicita por occasiao de um projecto
de le que ae discuta no parlamenta sobre a caridade
publica.
lirande parlo da popalarao de Braxellasqae ha
protestante, proleslnu contra o prnjerio, insollsndo
o nuncio do Papa bem como rarioa uniros membros
do clero railiui.-o ecnian :..AballoMconvenloj '.
O governo, receioso das ron-equenrias de srmelbanip
pruccdimenlo, adiou iiidefimdam'iile nao a a cama-
ra dos repreienlantes sanio lambeta o proprlo 'ena-
do, parerendn assim dar razao aus amotinaderes.
Lete no Aord :
i A cmara dus representantes baleas terminou a
diseasaBo da lai sobre os eelabelecimentoi .le cari-
dade.
i Sem embargo, ra trssfla de ^7 de maio, os arli-
gos mais importantes da le foram appiovades, i ao
sem ler li.lo que despejar as tribunas u prest lente da
cmara por causa do alcutis grili s que daram os cun-
correiitc-.
Tendo-sa deudo na praca da NaeSo o povo expol-
iado daa caleras e formando depoia"gro| ua mol nu-
merosos, aagmentarsm-se de nm modo exlraordina-
rioem lempo rom a ebega la de novas concurrentes.
.i lina viviisima agilacao r inava naqnelle ern-
pos, qnsesperavam svidamenlsa saludados mem-
bros do congress *.
a A primeira pessoa qup se.npre de Sua Saoli.lade, o qual f i insultado pelo! revolu-
cionarlo.
i Po da S celebran se-.'io a cmara, e nSo ollcre-
ecu o ulerease que as anteriores.
Approvoo-se o artiga li'.l.in projedo de Iei, c o ar-
tigo 7o den lugar a om laico debate sobre a- incom-
patibilidades que ex lem entre a Iei actual c as do
1S2, lelalivaiifiiie ao entino primario.
o A di-ai.--.io laspenden-sa at o riia tegoinle.
. .V salo ta do palacio agusrdavam oa represen-
l.iiilcs mais de mil pessoas, u loroaram-se a reprodo-
zir as tcenaa da vspero.
Vo principio da sesfflo n niinislro dos negocios
e-iranceros falln Beates termos acerca do incidente
acontecido com o nuncio de Soa S.nlidarie nu da
anterior :
ir Senhores :
" Hontem se prsdnxio um incidente desagrada-
xe| ; o nuncio apostlico junio da corte de Broxellaa
lu objecio de nm atler.i-ido grave.
E-le incidenta verfleon-ae a .* boros da t:r.'e :
as .i hura- e meia o mim-l'o du* negocios eslrangei-
ros, achava-se em casa de S. ExC, e Ib den un ne-
nie do guveruo a salisfaeao que o nunciu hoaveasa
il rtilua exicir. se hooviste lulo lempo para formu-
lar a sua (u -lx :.
a Da nunciatura fui ao palacio de Lacken [ara
dar cunta ao rei da minha conducta.
a O rei a approeon, e enearregoa o gra manchal
de se diricir Boje 11 i snlifla a. casa do nunciu dn
l'api para Ihe manifeslar o aeo aanlimeiilo.
.< Creio que o ineidenle ha termina lo.i
i ll Obtertador llelga diz o seguinte eerca drs
aconteeim moa do da -'S :
a r itedia nao se tiuhareslabelaeido ainda atran-
qutllidade moral.
a A guarnicAo est sobre as
iba eireolado o romor noa e im dore da ca-
m ra de que o enverna r da provit da a o burgo-
mi Ir ue Broxcll l m dirig ao reipai
.. ea .; Holadorai siluar.....ani
a A'a horas na tai e.
Desdo o in......i meceu i ton i --
un I do i
sr abri a a 3o, o que se i aun.
ri At as quatro nao l.nba havido nenhum I do
.;. r i ec i .. itar-se.
'I ins paroelios na ra de
l.oivaiu : eis aq i I .
. .' '- qu ilt i lloras da I i i iqII idoni o
o p III i do ;: liado, :.. r ;. ni! a, edil igil i I
i ua i .
" A moili .ente, e
l meo i id| o i,, u i |a vai i .
i '' tu .o Parque, imo ,
I, .
No i lo cm quo os i -
sana a i ii -u i .. i .. .
de mai mil i vi-lui ..... ... p,.i
.-...:
o \ i rere Vil i tiles da cs-
q iei
I) primeiro .'..:.-. I q .
\ defin, i
rebido ; :! i -..::(
i olio.-, ni. .. | ..:-
iiifesuco pm iilid*. .>;!-.
Noall do i' rq ', luvia oulra inulliduo tiecu-
veram lugar ja em Pars, ja noi departamentos, ..
corpo de senadores foi considerado em lerceiro lo-
car.
o Tambem no concert qop leve lucrr no Hotel
i"' I 'Ilr, em honra do era,, doque Couataolino, o
senado n. i cnlroo pe!., p, ra ue honra, o na e.an-
lerenst.. qo leve lucir no Csmpo de Marta rol-
lie dada urna tribuna .le terreira ordera Sen ne-
nhum
n I
f r o qu livaram
un.a repr
a Nesln
loi rao i
I
. I.
tetna
As tropas c-tSo sobre as ;.i : |,.
A'i -1 horas. .\ aclaran be coral. A inania nn-
donalesta' convocada para esla tarde sS hora-.
Chegavsm dos suburbios da capital maltas, tro-
pas das diffrentei armas.
Ao redor do palacio das eamsra e do parque os
grupos sao consideraseis.
a A's.'i boras. A multidio n.lo sp dispersa. l"cz-se
evacuar o Parque.
t)s oliciaes .le carabiaeiroi campririm o sea tle-
ver cm urna modrracao e nma politica dignas de
elogio.
n Desdo o Parque, urna pnlitrrmn de doas cu Irrs
mil pessoas pertenrenles exclusvan cnle a ciaste me-
dia e a elevada A.: sociedade, -e dirigi p ra palacio,
un.le sa arha anda nesle momento.
o o bando prohiblndo os crujios do mais de cinco
pessoaa que se BXOII biutern foi arrancado quasi im-
mediatamenla em loda a par.
A i ni 'ii, tratando deslea aeoolecmanlos, expri-
me-se nos legoinli trrnoa ;
Sera' a. ura a vsi da Blgica '.'
a S ra' esla paiz ordlnarami nte lo socegado qu
lea' de-ia sez o triste ptevilogio de alrahiras vis-
tas do mundo polticos Je nos dar o espectculo
tas -na- agili. ies ;
Aa ..... escandalosas ds que a riindedeBra
sellas fui thealro em -Jt e 2] re maio renovaratn-M
enm maii violencia na noile de quinta feira.
a Esta tarbnlencia ..'uina oppoaijao qoo nunca
comprehrnd u a liberdade nem a latiera' tolerar e-
ruando servir aoa s. os instinrtoson iuss pai-
i '' cpo nss ou'.ras provincias desla pequeo
reino e foi Imitada pelos alvoroladores de Amera .
de 31 : .
.< Km presenta d.-s'cs aeontedmenlos deploraveis
o governo julgou deve lomar nina medida mnilo
grave.
- lo abrir a senSo de hontem na cmara loa re-
prp-'ci.iau.s o miuiatrn do inlerior leo lu decrel
real datado do meamo :., pela qual alia iodt unida-
mente a cmara e o senado, u
Sobre Portugal p Hespanha, ficreve-nos o iks-o
correspond nte de Lisboa o tegointa :
Alcane.-.in i (i jt. lunho as nolicl ii qoe Icmot da
Hespanha.
.i .Na can-ara dos depoisdos enrerrou-ae a discos-
ao da res| osla ao 'i-cus. da eoia, a qual foi ap-
prcvada|ior mais de a* votos coulra 10, calcdlsn-
do-se poi aqoi a immenu maioria queobicve o go-
verno.
i. No senado principiou a (ralar-se do tratado da
demarracAu .-un :.- fronldraa da Franca.
" Pallasa se a' ultima hora na Ml.la do S'. Pi-
dal, membro do m.....teo, a acreicentava-so qae
oncinislra Barxanallana sra' tambem subttlluido. O
Sr. Moyano tambem, secundo se di/ia, largava a
paala doa negocioa do fcmoOlo, inda para o seu logar
u Sr. ler.evi.Ies.
Pondos nu l,
a O consolidados pohiicaram-se a 40 e Ijdinhei-
'' viala, e a tivida difleri ia obtava --ti e lo. >.
i Lisboa, lo de jnnbo.
El rri iv,ro V reaolveo mudar de estado.
n lojao de S. H. fui Imniem cnmmunlcads
a- dona can.arai pela presid ule do cooselhu de mi-
is, tnarquez de l.oule, acrescenlando qne havia
.i' '.' ma lo : lianladas. Fazen lo isl par-
ase que eaperava qae a cmara prove-M
I o.i :u.va rai-'
' bem .como ai a exlraordinat ts. Ai i
de aodease encerramentoannt
ra o Moniteur a ronvorar,8o dos collrgios eleitorrs
; di jui lio.
'! con pon (lita r*a .Varita rn> ',':"i--, tratando
I s-umplo, exprime-as do modo acguinle:
O governo esta' inqoi lo, e nao qaer dar lempo
a que pr, ilusa quaiqu. r agilacao e por i--.) o de-
creto marra vmle dial para a leunio dol collegios
eleitorae que he jallamente o lempa determinado
pele le el itoral, para pruduzir as candidaturas, aa
II ofl -" i de f e os bulelina devoto.
o O governo anlccipou-ae mullo, pois que j boje
o jornal official usa do asa sonoro <] uno eleiloral.
Comrca pela rara circular du ministro do inle-
rior dirigida a.s prefeilos, lisonceaudo os borguezet
das eidades e c- eamponezea das aldeias, os qnsas,
aeaundo .r. a circular, lem tido o ubjerto da rotici-
lade du governo.
O muuslro dedsra que o governo nilo aceita nts-
le inumenlu, o concurso legislativo il'um crende nu-
mero de linmens eminentf-, pela sua fortuna, sen-
serviros e a justa rontiderarao que os cerca, e que
solicitaran! eandidttoraa ofiidaes.
o O governo,di/ o ministro, deve recompensar -eis
anuos de dedienc,So do corno legislativo actual, c por
isao, salvo qoaesqoer escepcOei ordenadas per ii.-
cessidadesespeeiaes, considera como um aclodejus-
licae de poltica apre-enlar a' rede rao todos os
meml io de urna aasemblea que la bem ha secunda-
do o imperador e e paix,
.. Lstas excepc.oes,ordeoadaa pelas noeessidadas es-
peeiaes, ifiu como -e s.be. a exclusa" i\p daos ou Ir-
depatidesque uut moslrado alcima iud.'|ieudeuca,
e a frente o orgSodo governo dapoit de ler ditposlo oj teo
c;\r. lidatos, dia que lambam poderlo prodozir-se
csndi laluras cenlrpriaa nma ve/, que-e confrmelo
arma Ic'aislarau ,-leitoral ; e recordando que esta le-
gislacao leva ser ron-dra la cuno >p eipbcou n'um
recenta d. relo do IrHional de CaasacSo, acreseseeulii
qi.c -e es juimigoa da paz publica creem adiar na
legisia^ao elelleral occasiao d'oma prototacao sedi*
rio contra la nosaas insllluieiea, e que se lentarem
(azer um inslrnmenlo de perturl j3o ou de escan-
da".t a instica era1 eomprir o ^eu .i' \er.
n E nao recordaislo urna lin loFi aroqoelem
odireiio de dizer lodo, de escrever lado, cora tanl
que nBo diga nada, nu que nao (..ra nada que possa
Cuntan, r u poder '.'
Isto que omini-lrochams nni! proUslac.io se
eiosa serism sem dovida, as can-iidaloraa .1 perso-
nagens qae e-ISa lioje no exilio, oa daqurllas que
nao i.fi, asaignado e deposlo nogabinele do pr cu-
radi r .:., nal as *ia- pi (di--r.es oa lo e os -cu- bule-
lina rte V' lo.
.. Assim >' ministro erpodei contar ainda desla vez
eom nma ni vr laeao pr alar das mais ealrondosaa
a I ivoa do imperio do sea chele, pois que termina
a -u i circular l/endo.que se a impirceplisel mino-
ra dos partidas hostia uuaai maoifeslar-se, ella vi-
na a afocar-se nessa immenta manifeslacao pu-
pulsr.
i. Que ni- verdad srra'parao moa lo um cloque-
le eenfiacnbi ver nove imlbes de elriiore i.'uin p. i/
ooti'ors i;> fscil de pertorbar vir pacificamente
chamado do Imperador, e dar por -ei- nove- annos,
aos seos mandatarios, a mtssao de o seeondat IWI
mente pelea leaa constantes etfof(Ct tara a gloria e
i n a| i dada da tranca.
i II paracrapbo, que termina a circular, annuncia,
que eran enviadas aos prelcilos insiruiruss circutus-
:.
i. E-tas inslrticre s8o relativas i f.ilsicr.cf.es p ?,-
icOes da urna eldtoral, o te fot necessano
sern tambem dadas aos :-endarine-, go II i s cam-
pestrea e agentei da aoloridade, para nao deixarem
dep.'r na urna, pehs eamponezea o maesa das cen-
es, que nos no-sos campos nao aabem nem ler nem
escrever, aeoo ^s .ias dos candldaloa do governo.
< A ciniiiar do mnialro do interior he seguida
n'um i i ara circular emanada rio ministerio da guer-
ra, que : : ueisara1 de prodoxir o sen fruto en- noa-
. orque lie hem sabido que o enverno.
i -ai',uer coui nunca perda o seu be-
iv. rio.
m sea nc
cor. P3o.
t nns naogarecoes do caminho de
lugar ullimamenl >, ni fez de
lio, lizi ram-noa Heurar con-
i n- funccioiiarins pblicos de ras-"
Im ,-!...; queixumei ler mi o ram por
dirigida ao imperador.
mesma ae So o senauo deaignoo rao
o parlo constitucional a remeaaa no corpo
legislativo do projedo de Iei arerca das modlfleacAea
da Iei .i.ii.-.l. .me aen.lo una Iei olfTanica, nao
ser jiiodilirada senBo poi um i a/M con-
.:.'/,j'S.
r ultimo panto o imperador aprestoa-
e em (azer jostica au -nado e a li i foi retirada do
rorpo legialatiso a enviada ao asna lo que luiuuu cu-
nhrcimento ddla na apaaSo de honlem.
Bi_mqoanlo a'soatrat leelamacdot o coverno dar,'
lemduvlda mea ulisfacao em (ornia pera nao en-
i Ira/ obslucnlo na lancero dai l-i. Ilnanceiraa, cu-
ja soluraii espera crin impadencia.
O conselho de estado decidi, do record eom o
eoipo legislativo, qae n..o htveria mais que nm por-
to om tr, n-a Jura o aervico dos paquetes Irn at-
tanlirua. o r
Na laglaterra nada de sxtraordioario havia oceor-
, H.ii. .
.
A princeza olllmmenle nereida dcvia baplsar-se
no da 1. ilo rilrrenle, sendo padriuho o principe da
I rsala e madriobd a priuceza real que com elle se
acha desposada.
O parlamente diaeote pouco, mas em compensa-
cao Irabalba muilo.
o -Nada de di.cnrsos, diz ama carta (Je Londres,
l-d parece ser a pelavra de orriem.
O casamento da princeza real com q principe
da 1 rus-ia (u ollicialmenlo aiiuuiiciado nu parla-
mento.
t-ia poiiiira esperava una oolra: o voto de urna
dolucaoa favor da joven despojada.
a A esle resiieitu inacilaram-sa duas spnfiea no
parlamento : um qoeram que se miaste i prineexa
ama tommi i por orna vez paca : oolrotpediam
que o dota consistlise em urna pen-So annual vtti-
licia.
a a no'a dirigida pela Porta sus signatarios
lo tratado de Pars na qual olTeiece enviar
aos principados troias eDcarregadas de fiian-
tera ordein, D3o foi accolbida lavoravelmen-
ic, uo sotu-ntc i eln i'rotiga ea RussiaJ mas
mesmo pela Austria e a Inglaterra.
>< As uas primeiras po'.enci.s respe idc-
mm por um protesto enrgico A Austi i ::.i
Inglaterra limitaram-se a ..'(clarar que esta
tuda uo era opportuua e a aconselhar ; o g -
vento lurcoque para o futuro seabsli aso
e meltiaotes denionstrar^Oes.n
(.om a raeliOcafflo do tratado de pai por parte do
Soba, tinbam termina :o as hoilllidrdea na fairsi.. i
meamo porera nao sedera ainda na China, onde'bem
que o Inglexsa h coniervam na defensiva, ludavia
(ortilieam-sa para eome{arem de novo as loslili-
daries.
O Moniteur de i: t'loUt, referindo-se > caria
recebi laa do celeste imperio, aprsenla o p :> i e
retum do que ellas conten de man nolavel :
o Lma cirenmalancia recente lia dado ceasi.lo
par se entrar em reboes com o ramoso Veis, ep. ra
e conhecer combaitaute exachdao asilaaiSi nos
neg r,. -.
a Yeh, vice-rel daa provin. as meridionaea do im-
perio, reliroo-se a San'Tehe-Ting, aldea c.i >\i^. ra-
ed situada a 25 kilmetros de C.anblo.
aFortiQcoo-ae mimi poeicio bailantevsota o-a qae
Ihe permutesasteular as suas commnnieac
l'ein o com as nutras tres pruvinrias que f..i*iiiaiii u
MU vire-reina lo, mudas a' de kunardi- lcln-,
.. II o- encentra ae aqudle chafe a1 fieme
exercito de30,003 bomens que se tagmeou ado
das por meids extraordinario*.
o lia algoBs diaa soube-se em Ilung-Kon:
guus maunheir e .: ..s ofl.-iaes suballerm
/.es que licaiam pri5iuneir.il em varios recoi
achavam sorendo minio no qurltl general
ttesolvendo se abrir negoda(Bei para obt
ca, um agente extraordinario, que j. cunbeei|j o vi-
ce-rei, se encarregou de tal diligencia.
Apreseetoo-ae aV'eh, quedepoisde es
anas |)ropos(.is, respundeo :
o Propoodet-me trocar 1(1 lucieres que linboem
meu poder por um numero .librado de Chin, te
ir os qaaes se enconlravara vanos efllclaei
l'KACA DO lt:ciKKi!7 Dh J! Mo AS
3 HORAS \ TARDE.
Cntar1- olliciaee.
Descont de Ultrasll 0|0 ao auno,
Cuurus seceos Migados340 rs por I bra
P. I!ur-?s, presidenta interino.
L. Doboorcq Jnior, stcrelarlo interino.
CAMBIOS.
robre Londres, 2S ri. a 60 d.
a Pan-, ilil! r-. p r Ir.
b Lisboa, 1*2 por ',. de premio.
i Ixio de Janeiro, -i poi t,., '- descont.
.'.".lo do bi nc:' 30 por canto de dividendo par cori-
ta '*> v ndedor.
n cr companhia de Tibe | r accao
cr ir r >ii;-,anlua i. '. : .. ai par.
o i. nlida le lo i ; rem o.
fl indar.; lora, til
n ii de estrada le forro I por 0|n do prem o
Hisconlodeletua*, de Illa 10por canto.
: ._'il lio '.-:-' I '
.< lo as | olas. 'js? a -
Ko lias !
o ll; :c> 11' va.....1
''"......
r.......H- .'.
P'- ari s. .
= mexicanos...... ir Kiu
ordinarios......
" regalia e prioi i .
Coros -o cus...........
Cooroa de : ligados.....
secciei o.i s| ixadoa. .
" verdei..........
ile otaca.......
i rabia rortadoa .
u i> cainitro.......
Doce de cada.........
n esaiaha........
u..........
.............
Bspan i lores gi in lea......
pcqueaaoi.....
ri.......
Bat aadonal........
cslningdra, maa d'etara
Farinha de ai trola.......
liillbo.......
o o mandioca......
Keija...............
!
I-I d'l
nulo
l
-


I
I< ii
I
' i
.i

1
_
. l
I
I
M
qoe al-
indo-
tros se
Yeh.
r a Iro-
tular as
o Eala nlli-ra npiniao prevalecen nos eonselhoa
do governo, e Dnalmente na cmara doseommona,
ce O chancellar d Bchiqnier, depoia ,ie ler toma-
do todas ai prtcauefies oratorias tascilada pelas eir-
cumslanciila ; depuia de ler rslabeleri.to que a lista
nvl da rainha Victoria era inferior aquella de Jur-
'.: III. depoia de |er folio observar que a rainba
conse ava na melhor rdem o e-lado das sua- 0- racSo a soa poli"
nano.- qae alo linha j mais, a exemplo de c r- ,, '....,.|,., rm ,,
loa de si u- predecrgseres, visto na c.dlisao de
rieir tu parlamento para o pagamento das suas di-
vidas, o chanceller do Eehiquier, pedio para a jo-
ven princeza urna somma annnal de oito mil libra-
eilerlinas, alm .le nm dote de 10.000 libras.
Devo aqu retrogradar um pouco para vos dizer
o muvimenlo qoe se produzo acerca oeste objeclo,
depo s que -e trstou .la qoettao do casamento.
o lis liberar! avanrado-, aul.gamente chamadoa
i ii aes, linham-se prunnnci do eoalra l da a duia-
. o u cioaal em proveiio da prioreza re. I.
A maior parte do- jornaes democralicos linham
abtrtiuma campanha contra armalhanle projedo,
e em om certo numero ..'< collrgioa eleitoraes, a
qur-iau linha sido apresenlada por t.l mancha r.os
can :idalo-, qoe s;- a iram obrigadua s pronunclar-ae
ronira a dolseo.. A' vista deslea precedentes deva
asperar-se pelo menos urna pequea batalha, ma-
nada liouve de grande huehlidade. apenas Mr. Roe-
dem do
lo l'.O
dio ,
AI.KAM)E<;.\.
lia I a u. .
It
::.!:Ui7-i. i.
: l:f..j6TC:i
leodrs
\.. li-
lil -ua
de Veb
liase e--
bock nii-ciu apresenlar urna emenda tendente a tuba-
muir u i a loidma paga por urna vez au projedo de
pen.o.
o Esla emenda nao Pnha mula probabilidade de
er admillida aenflo no caao de qoe a somma a pa-
gar un.a \'.-. por ludas f sse lixaM por ",lr. I I u-
ik: mas foi aqoi que a coragera l'dltuua.Vr. H' -
bock.
o um rommandante dos juuroi imperiacs
vossas protio.las.
u Nflo preciso para cousa algonta do< voaso
neiros, dos qoaes podis dlipor c.imo vos
mai se queris com empenho oa Ib Inglexes
meios nece-sarius para os resualr.r, ainanlnla
re eonhecer as minhai Inlencoes
aOagenie estrangeiro i|ue servia de inir+modia-
rio lcou uu icamparaento chinez, onde t
bem, e no dia seguinte so meio da n-reben
morada a Seno, pr.uieiro ajudante de eamp
e celebre pila adliesau que lem a seu ara
le uro militar que o vicr-rei, (amando em tonaide-
&0 e pelo apreco que deba fazia,
n Iver os preoi com coudicAo ue
e di- | que se Ihe pagarinm 500 piaalrai por cabe^aJ
aSino tcrescsnlou que aconsslliav au esurangero
que areila'-c. POIS apezar do s-u cada lo, nao pode-
rla sempre eonler a brulalidade dos s'iis -oblado.
icCumprebendeu-se o aviao, botcoo-se odinheiroe
o- prisioueirus foram dev.dvtdus iem que l!ib succe-
d. lie nada ina'o.
Depoii soube-ie que Veb nao linha marrlido mais
qae '. 10 piastras para o lesgita de cada presb,
o Slno aumneulou o resto por commisaab.
.. lisie ratf., prova bem o avaro e odiotolcaraceer
das ealorl ladea el,mezas.
Nos Estados-Unidos, o presidente llur!:art|an esea-
poo de morrer envenenado era ama hospedjsria, en-
irelautocr-se que nunca maia gozara' da ba n ude.
A principio julgoo-se quo o envenenamitnlo dir
ea-ual, nu s parece que se descubrir nllijnamcule
qu- boa leili de um ciime/i r--
Tralava-ae maia que minea Tr a.
Desearresam hoj I de jt ahe.
arca inglesaIIin 1 ingigoa de lou.;i e Irillioe de
frrro.
rioue inglczJosbua Uarylachas de farro.
Bngoe ioglezAmaonmeacadoras,
litigue br.isileiroMaris Preciosafardes de ferro.
Urigoe brasileiroDamflupipa, vastas.
IMPURTACA'O.
Brigoe nacional .. Ciar,., viudo da Para', consig-
nada a Jo-e Piulo roes, maOlf'ltoa > sgulule :
283 s,rro* rom 1,229 arrobas e .1 libras ds arroz
pia lo, J fal.-as 7JO palmos de laboa, (ata alqueirea
al ; n ordem.
ilriLtua Ingles Uargarol Bidley, vindo .le Ierra
Nova, eunstaoado a stdaia llruthera iV C, oub-
feslon o segumie :
_,iinti barrica bacalho : aos rae-moa.
ltale nacional o Doviduso, a indo daAracaly.
consi|roado a aiteoda, mauif siou o segoinle :
.'lS rourns salgados, 73 mullios rom 1,.ViO couri-
ubos, .VJ c. ix^- rom SO arrobas e S libras velas oe
k pristo-1 carnauba, 7* saceos eom 307 arr. bar e 13 libras de
I "Ta de carnauba, 11 barricas cora (I arrobas e II
en-
tarlaroa
n ueiiu ai I
cm loto bom .
o o: dinario.......... m
a cm folba bum........
.c .. o .linar :.i....... m
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lunes com 17(1! parea de ralo.alo-, "
ordem,
CONSULADO GEBAI
ab.raiii | Rendimanlo do da I a Ji. ,
l.lem du da 27.
q :eij .-, S vo-
lt o esleirs ; a
l|:!:^S-V,->l
li 19651
!r.:.J7-!7",
idqurlr a ilba de
l'ara salislazer aos -pus oledores ra
dimes, bem
Coba, enmuran 'o-a a lie-| .nba por aito prre.
No Slexico deu-se um (acto escandaloso. gover-
n.lor pren.teu o arcebispo e vanos outros Lcclesias-
(:. os da.-inlia cidade, por nao qunercm consentir
qu ella e os se,,t entris, m na calb dral.
o Clamor Publico referindo-se a perlod ros frsn-
cezea, or. o iegainle acerca desie altenlado :
Qaando o g iverna lor e o eonaelho doj diatricio
se apaesenlaram na catbedial do Mxico p ra sais-
qulzera elle | ropor una -omina modesta, mas cun- ''r ,0 olcio diviuc, o cabido dos conejos I es neuou
prehendendo ao msimo tempe, que com os sent- a entrada.
ra utos de lealdade que animara a grande maioria
c mar, orna semelhanla proposts leriasfds re-
geil la por ama grande maioria, achava-s' n'unu
o critica.
< Que fez rulan .'
O goveroador e o eonselho se retirarajn e adop.
laram imraedialameale medidas para detaj {ravarem
o decoro da -ua aoloridade oflendida.
n Varios eonegoi [unm presot a aahida
oulrus ia refogiaram no coo, rodeados de
a igrej i
"'o parlat non ram di pal cOes p, r,
: mi ao paco dosNeri sid lies feliritar o cl m,ni*'ro da goerra annuncia, qae, o liara ro
do i imara el liva lembrou I ? "", I"'.'.?>J anesbos que devi.m ser i
D.
::: >' de le para a di na
I lora i mili i de l'urlugal e d o co
r i lo o mini-tro da fai
i"- mini i;, que nao re-
'era | roposla nei han a a i l re pi lo, den n-
tuiplocoiiio I.-
.
i prii .'a pelo Sr
:- lili. .,.
:.. |
' ra p i r. o -. .
irubiari ; '..... desde ii
mi mico, mies i ti-
lla de cri r que m :, .
ler.HO p 11 ..... : ,.. nt, ,',.
i do corr. ..' .
I I : ::-
bda o,. ;
.... Ii '
. le. ..;:,,:,;,., ..
m ; ao aitigu pn-
m .
I maa que i;: rara i iiti : i i m
imili.-, -ei-' r evado a loui |- r
cera o que prefax o canli'ugpqle da cl -- .
O mini Uo da guerra, na circularqi i .
apeilo aoa geueraes commnnd ntes de ilviea
bvisfies i rril r :es, diz que ni o du< i I qu
esla i ida sei |a. mo ura
I -lemuuli -o! i|Ul e ,n, ,H ..., |09 Kig
es.
a I) minialra li ni r, zao aa pppul vol

i ai ,; :, oidi Iu prova' I que
lia .era' ... .:,,.. n.
o 3 as i il i fraileo ......
qu u i mo clu ma arma, un 11

ut nid hu
i de mais de
; <; :. nunra
ro (ra
i de tanto cstrondo qoe fizeram oa jorca e
: meel ng, ore il a la ii pr i si ni-se
li Votos p.r una r" tu;p.la do dote da pnneazs.
-i vedei .. i ierra nao e.|a' i
" le ab lir a ni n ichia e proclamai a ie, b-
l......
" A cmara lia x I lo e .aira, re o or;amei I i '
guerra qa ngoapr e anuda da exlraordln ri", a
' o aerqit 7,1 10 sol lados mais queo til -
limo o-.' inenl i ante da guerra.
A Inglab -: .-- ca :.-; vez m .- do
| ;:;:::: .a b tio-a m iu. li ra
muil i i mpo que o. ario, dop-l ,
ai balados aoi i cleilaslic ia para li
le fui toi i! aapeci i.
' l'or 1 Ul 11 I O, ,: ..:...'.,._ ,..,| 1 [ .I|
-
e -o-
itaula mil homoni ou .inda nii linlia sido roiisiderada al aqu, romo sendo
1,011 "' ;" : ... denles, do dominio eirloivo .I a aulotidadeseeclesi
r muilo vanl palea i Alo -. ira a tilo ra erau innovar >eme-
I uomena qoi r i

b' i i o i r se Ibe : li ..... rd rlianc. II
; '. : .
1.
-II,
i ;
do gra
al In
i. i r i i :-
uta lo |o lo
no lao da concrdala cam a aauta ie, sobre re-p.elivo ot^mento da rece.la obreVdip'ria'pu-
l idti ado porluguex no oriente, i-m eomiuaado a I bina :
i i u um i ra n gulai I-
ivorcii -.:....- un iqm a
por un -a .--'.!.
Ele bil lfoi iiu igu ., pelo duqoe de Nor-
folk, que lendu calb dico rombalao Oneraieauanta o
led i foi desan a e ni I ...

u Vai ioa individuo! :; V.\ :i
I Morra i inverna i !
.i t I
e a icali ..,.: i
Ir. ; na piala I rma.
a O ai po, o I po o i.
I pi n f ...:.: ir _! : poi
- *. I r, li n niiiiM aven.
...1. p .| um de
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trro | o ...::.. i : ;
lo qu m.i i i
M- a a ChrOi i ,, ibl e i um i
i de id de maio que da'
'' i i : .
c< (i i-; n io quo m s trouxe c;il
'' .: noln ias que o le igrapho
no i ittita -ii
.' i : 'i n si lente Cominfor
i Pie :bi: illa cal
tar.ln de ti i santa, i
lot o ,. s'co u ti lal Jo3o I
Im.tu ut famoso ielas suas q..ahd]ades,
constantemente, associalo. com quaulu
DIVERSAS PROVINCIAS.
Kcndim-ntu .to da I a iti. 7:928s2l7
dem dodia -J7....... -Si9/jl
8:-J075"39
RTXPORTAgAO-.
Rio ra Prala. brigue in: l./ nMignom Iha, de 291
lanciadas, condono .. seguiule : l.liti barnrai i
11 eos cota 13,1% arrobat e -in ilbrasdaas-
aucar.
RECEBbDORIA DE RENDAS INTERNAS UE-
RAES DE PERa VUBI CO.
Rendimento do dia 1 a 26. 2."):3ll-xSr,i
dem do da 27. ..... j'J'.'S.fcii
27:91 i^WH
Navios esniaaos m st ^7.
RlO de Janeiro !l .,.,., ,,,, ,Je _.m ^j^
ellarn.ri. c,u,:,.:, l,..|, |. (>, .
Batum .re;.! d...-,:..- .. .i., Hn-.-,
de i;ns i ansiadas, reptil a I. t. ..,, esjaHt>'-e.M
II. carga l.fts) feaniuai eom fafwlu 4 m
Schraiii.u Wlialelx & C i,.rlsnr s R.ll IHMr.
Segla p ira a Habsa.
Rio de J meare|. di -. Iirig i |
1 nei I .-, .' i :. i ;; \ i i
eqaipageea IJ, carga cafe e um- asMoa -;^J
1 : ; in .' ra IrruanJei. l'-rlejca ao i; i
Janeiro.
*':' o bi ha aa Baaaase lia.
(iibralt.trBrigoe u.glcz Inri tamhtli. i
Charle- |: ix rg i -orar.
NaVK>l : i o dn _...
Ba -ArrespetaKi teiitmsri i d--.e .
limo poeto l.*> das, harn hoiplwla saCairMii .
de |KS luuela.'a-.e.pit ,0 Jjjr..|.
i :. c, i.a i 7;.. rjstaMa baaMlMsa *s essna
ea;aAranaga i B'xan. IVrienre a .rrl
Antuerpia par Ssaliaaaaptaa, l.;-b <, ajstsaixa, !-
o rile :-. > cenlej; ,;,,<, vap,.i m\
daspea, eammaodaasla I. Roxvn.
Kavioa .aliulns nu rn-*rno da.
BahieBorca h ll.n t./a a parvsno, r.: i,.
kroisamoa, carga parta ala ame n... \e' i i,
C.o.n.u-:.,:.o-ie dinain.s-quct ...\1.. .
| :..o il. kroger, em lastra.
CONSULA1MI PROVINCIAL.
Rendimento do dia I a -'">. ... "
dem do da 2ti.......
Rendimento do dia 1 a 20.
dem do dia ^7. .
:i:i:>;- :;
79:9739CJ
79:117
_.: : ;
mfta
PARCA I") RECIKE, 27 DE JUNHO E
1857, AS :: HORAS DA TARDE.
/ 'a temanal.
Cambios------------l- ultimas in aacc/'ea r gularam
28 27 7|8 i. a ll'e 90 diat dato
aobr i I lre, e i'i rs. p >r frao-
sni re Tai -
MAPPA demomlraUm niuma .,-.'- in.- .. I
i'irr.i /mili.
m A-
i : .
pirpchoa
. d
len ; i i
bre 7.
Hlguma Irauq
do, di "...
algiiin mi ivado mal
rr. '. !'
- ehuvaa e
da (.-.'.,' o do m. i .; i i. : .
i airada i.....:.i ule i, sac-
ros ; ap. de
r de I i ... .'
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pt..;etto como contrario a' le divina mai todo- os I baixo e repugnante conlcm aquella ca, tta
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ii novo- cenes a pi b nr
... m rva '' na a- -a ua
sjmanliaad lia I. de julliu Ju CaHTeMe
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DIARIO !>:, !\ I IA ITOO l'ETl \ F IRA il) : 11 NII I
no, visto nao tar podido ter lugar no da 17. se quizer cncarregai porernpi ftMh a
do corrente mez de junho. directora o o.QOmento oihi '
A administraran geral dos estaheleci- i contrain
meatos de candarte manda fazer publico, Olllni ctoj athcsouraria -
quonos.t.Hs,-:., 28e 3. d,,.....ente, r-las vioC .nto dVSj do Exm
* oras 4a tarde, na saladas saas seques, Sr. presidente .la rovinci
rai'U O Mil
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i35; da Cruz i do Encantamento 3 ; >
Azeite de Peixe 1; do tmorim 31 ; da Lar
e8 ; dos Kurgos ti p 13; do Pilar 73, TV,
J3, 95 e 97 ; do ordouiz ;; do Costa i; da
Se u/ala Nova 55, d(i e 30.
Bairro de Sanio Antonio.
Ras da Cadea ns. 6, s. 10, id c 24; do
Queimado 15, 3i o 3( ; das Cruzes i ; de 5.
Francisco 3 e &; Direita 8, 7, 8. 15, 33 e das
183 ; Nova, 3* 13, 48 57 e59 ; do Padre !. para c 1 lar so mandn aiUxar o pre-
onano 13, 17, 39. 43, 45, 4t, 49, 63 e 65 .. sent b publi -a pelo Diario
? "oda 1, 3,5, 7.9..S2, t e 31; do (lorias Secretaria d Ihesouraria provincial de
ser fosta na :.. ma da [el
provincial n 313 le l de n -io de 1854, e
sob ascond:< es especiaos abaixo copia-
das
ssoas que se pr ipo en m a asta ;ir
matacHo coiniiarccam na sala das sessoes
da mesma una, no din cima declarado,
1 meio un, c im el ni 1 icnte habilita-
ale <> (iin '> coi r. ni mi .. .1 barc.t
RECIEE, ;i fjual anda re !> algum 1
carril .1 ['rete, essim como tein aet ;
ro.nmo.los pira os passngeir : .- Iratai
cora 1110 ; riMiiri'i ) da' S Iva Ca
11:1 r" : do \ gario n. 17, pi imeiroandr,
011 com o capitao Munoc Jos KuViio,
.1 bordo.
,.



i
\
3, 33 c 94 ; de Saula lilla 7l e 92 ; do |\i-
gandes33e 3V dos Pescadores li; da Cal-
i,Mda 3i), 3->, 31, :;o3s ; das Cinco Ponas
70, 98, iu e 118; da Viracao 7 e 17; de
Sant rhereza 4,5e7; 'lo P.osaro larga 26;
do Calabouco 5 is ; .io Cabuga 3 ; de Se-
n mr Ituui Jess tas Crioulas S ; do Noguei-
ra 17 ; d.i Collegio i ; de Sania Cecilia K j
largo >lo Carmo 13 ; travessas ue S. Pedro 2,
de S. Jos 5, 7 e 11 ; do Carcereiro 11, 13 e
17 ; becco da Carvalha 6
Bairro da Boa-Vista,
terrn. 68; mas do Ara gao 8; da Ale-
gra :. iii ; Velha 13 e 73 ; da Gloria 65 ;
ta Conoeico 5 ; becco do (Juiabo 8.
Os pretend ntesderem compaiecer as llo-
ras, e no lugar e i!i:s aplazados acnmpa-
nnados de seus dadores, ou munidos e
cartas destes. Adverte-se, porm, aosiuqul-
linos qne nilo estivorem cm iiia, qu nOo se-
rio reeebidoa seus lancis sem que se mos-
tr m quilus a quem posss inleresssr. Ad-
miBislracSo geral dos eslabclecimentos do
cuidado !9dejunhode 1857.Oescrivo,
Antonio Jos Gomes do Correio.
CONSELHO AUMlIdlSTrLlTIVO.
0 conseibo administrativo lem de coutra-
'l-i' para foroecimento os guelos abaixo
declarados, para o Macho da companhia dos
aprendices menores, durante os mezes de
julho, agosto o Miembro la corrate auno :
assooer apaleos rclinado, caf em grao,
clia hyson, pSes de 4 ooqis, manteiga rau-
CHza, ::rroz do Msranho, bacalbo, carne
secca, dita verde, rariniia de maudioca, fci-
ifio preto ou mulatinho, Oucinno de .Sanios,
b i .: s,azeite doce, vinagre, loaba.
Quem quizer fazer uito Ibruecimento a-
presente as saas propostas em carta fechada,
ni secretaria do conseibo as 10 horas do dia
30 do corrente mez.
Sala das sessoes do conselho administra-
tivo para fornociinento Uo arsenal de guerra
-'2 dejunbo de 1857Jos Antonio Piulo,
teneote-coroael presidente iaterino. l!er-
nardo Pereira do Ca .o Jnior, vogal e se-
cretario.
Ollim. Sr. inspector da Ihesouraria
provincial, em cumpnniento da resolucaoiia
junta da fazeoda, manda fazer publico, que
a irreraalacao do lornecimento dos medica-
mentos e uieosis para a enfermara da casa
le deleacSo, Gca transferija nara odia3o
do correle,
K para constarse mandou sluxaro presen-
te, e publicar polo Diario.
Secretaria da itvsiKiraria provincial de
Pernambuco, dejuntiodo 1857.Osecro-
tario. A. 1". da Annuaciac.
hli-
su
d

V
~- Pela adminisiracau da mesa do cdii-
luladode Pernambuco se az publico, que
-o I ilc julho prximo vindouro em dame,
aexce.pcao dos Joos,so serao admittidos a
aeSpacnar navios e^eneros de exporla^ao,
que corram por esta mesa, aqcelles despa-
cnantes quese mostrarem competentemente
liabiliUdas nos termos des arte. *9 e5 do
decreto n. 1914 de 28 de m ireo do corrento
anuo, combinado com os aris. tai c 152 do
reguiareato de 30 de m.n.i do iyj., P avs0
n. c'J de h de agosto de 1845 o que previ-
ooaflradeque, semembiraco o comm r-
cw, se possa, de harmona > a airamlega,
da ,i devida exccucSo ..,.., ..., ,..., rtll.,. .;..
le. Mesa do consulado de Pernambuco -si
dejunnoda 1857.-0 administrador,
Jo.lo Xavier i.arneiro da Cuaba.
KSiHl>'0 NAVAL.
Circular n. ai.Fago : ublico para conhe-
cimento da estaeSo, e devida axecuedo nella,
O aviso circular do ministerio da mminha de
4 do crreme, o qual d< ve ser lido em mos-
u geral as quarniefies.
N-8.Circular.Rio de Janeiro,minis-
terio dO'i negocios da mannin. em 4 deju-
ii'io de 1857. 1i.d. e Ksui. Sr.i 11. o
Imperador houve por boro, por decreto de
S3demaio prximo pretrito, perdoar aos
rcosde primeira esegunda desereno sim-
ples o aggravada, pertenceutes a armxda, ao
corpo de imperiaes marinbeiros eao : -
lilao naval, apressntando-se dentro do p a-
zc.de3 mezes,contados da tita da publica-
pao do dito decreto cm cada comarca, inclu-
Indo-se tambeui nesteindulto os que a es
tivcrem sentenciados, ou para o ser: oque
commuoico a v. k^c. para seu connecime-
le e expedico das convenanles urdens na
parle quellie toca.
<- Dos guarde a V. Exc.-Jos Antonio Sa-
raiva, Sr. presidente da provincia de Per-
nambuco. Cumpra-se.
Palacio dogoverno de Pernambuco 201-
de jiiulio de 18.J7.Portella.Confere, An- i
loma l.eitede Pinho-s
Conseguinlemenle osSrs. comman lano-
dos navios da eslaco l'arao gozar do sol, -
dito indulto imperial, naosaos reos que
exislirem cm os navios de seus comman ios
as ciicumsUncias exigidas, como aos que
se apresentarem, quer neste porto, quer
uoutro qualquer em qno loquem em suas
commissOes.
bono do brigue batea llamarac, surto
R0 mosqueiro .le Pernambuco 25 de juuho
d'1857Fraocisco M.mool Barroso, com-
maadantc da diviso naval. Esta coi
Pernambuco 26 dejunao det857 o secre-
tario, tntoni' Ferreira da Annunciacllo.
('lausuias e-pee.aes para a arrematacSo
l. as obras do lo.- I nrjo da estrada do
sul, far-se-liSo Je conformidade com o oren
nonio o porfis, approvados pe! i directora
em cnnselho,. e aprasentedos a a^orovacHo
do l.xm. Sr. residente di provincia, na
portancia de I5:S209 rs,
O arreinatante dar principio as o-
bras no praz i de um mei, o devera conclu-
i ni de tres mezes, ambos contados na con-
formidade doart 31, da le n. st, danto
transito ao publico, em toda a extensSo do
l:iuc,o no im de (i mezes.
3 pagamento da impnrtaucii da arre-
matagilo, realisar sc-ha em quatro prestacOes
guaes, cuja ultima sera paga na occasii
la entrega delinitiva, e as nutras correspon-
li rao a o la tergo das obras.
4" O prazo da responsabilidade ser de
?m miiio, durante o qual o arrematante se"
ia obriga lo a manter a estrada em pereito
Mtedoda conservaco, reparando as ruinas
lodas as vezes e exigir o eageaheiro da
tetrada.
Para todo o que nao se acha especi-
I cado lias presente clausulas, nem n.i oie.'-
Jlento, seguir-se-ha oque rtispoe a respeito
> i-i i rovincial u. 286 Conforme. o se-
eret ro, A. r. la Annun iacSo
O conselho econmico do batsUiSo 10
de infamara, tendo de contratar ara o ter-
c-irotn ,estre do COrrinte auno acida
111 de julho, a 30 de setembro, os gen us
imenticios le primein qualidade, para ss
pa^as iu dito batalhSo, a saber: pSes de ';
-i- oncas,cafem grllo, agsucarntascavado
Jllin do, carne verde, dita secca, bacalbo,
ilijao, arroz pilado, toucinl-.o, sal, azeite
dice, vinagre e lenba emach s: <-,> vida aos
lint ntes apresentarem suas ro| oslas e?i
cirta fechada, a a comparecerem na secre-
taria do mesma bata I h o no quartel lio llos-
pfcto no da 30 de junho do corrente pelas
II horas da manliaa.
liecretaria do mesmo batalhSo em 35 de
junho de 1857.Guilherme dos Santos -azes
Ci let, lente secrelai io
<>lllm Mr. inspector da thesonraria de
fatendadesta provincia manda fazer publico
qu; no illa 1. de julho prximo soguinte,
irlo praca peraote a mesma Ihesouraria.
paraserera aricmaiados a iiumn cur maior
pB 50 offerece os arreu lam mtoi
di casa de sobrado da ra do Ja
dasta cilaie, e do armazem do l"o te do Ma-
los, perteucentes a l'azeu la nacional. Se-
cretaria defazenia de Pernambuco 26 de
juuho de 1857.No itnpedim uto lo ollicial
miior, Luiz Francisco^. Paio c Silva.
anouaas
im n. 71
.
iir.

.

i- (i
(icjulho.
Quarta-feira
Qb'INTA-KECITA DA ASSINaTDRA.
D?poi 1....... i Lina da
mi.' noval e oallaioovrrlarai, Har principio ao o-
ptrtacalo a muilo eintragada eonied em doui ..i. -
I1 ''-" 11 lee rioio< l pro.1i rRo U ancli -. p.iis a areitaeSu que inerte quan lu
<>' |>rinielra \ei toi r|irei-nladi, he ma que
. para dcmomlitr i >ua (Dlillinidade.
smSfBnimcnlo ir.i a bello vaudevide .ni um acto
qu i mo l:.-.!,]ii
m CHSV D lili ALGARIS
Bni i'<>ntinii.ic.-|i> a Sra. !>. I-alud cunar a Iluda
cn.r.tiu'U lic-piiiliula
Pinaliwra o divorliniaalo a nova comedia cm um
lo ornada de niiiica nunca irpreaeniada noslt
ipealro
vfAQAQOr. DE LEOES.
A aocledada draioalira espera loda beaevolencia
4a parte de feus proICClorei.
Ot bilhele aeham-ee a veada n cscrinlorio do
ilie.
Principiara a s horaa.
Antonio Almeida Comoi fara leiUo
por con la e riso,, de quem pertencer, e poi
intervenijao do agente Postana, de cerca de
101) eaixas com massas, e -2j hcelas de pas-l
tenas, chegadas no ultimo vapor sal lo, o
sabir da alfandega cerca de 30 c lixas com a- i
zeite doce engarrafado : quaita-feira i de
julbo do corrente anno, as 10 horas da ma-
ulula, na porta de armazem do Sr. Annes,
lo.'i" i" : i alfan lega.
Jos Francisca da Fonseca Jnior far
loilo por ioterveneo do agento l'estana, de
150 barricas com excell nti^ farinha Ameri-
cana pira Tocliar cotilas : quinta eir 2 de!
julho do corrente anuo, na porta do arma-'
zem do armazem dj .sr Paula Lopes, de-
fronte da esca tinlia, as 10 horas da manh3a.
O agente Borja, em sena-mayo.: na
ra do Collegio n. 15, fara I lio de um
gran o po.'cao de obas de marcineii ia de
todas as qualidades, inclusive urna mbilia
de Jacaranda, dous graudes espelho^, um
lindo loilete c urna rica costureira de mog-
io. cam-. fraaceza, commodas, gua.da-lou-
ca, mesa de jamar, a ai adores, lavatorios,
objectosde porcellana edaviJro pira sala,
ditos para servqo de mesa, e outros mullos
objeclos etc.. perleoceates a una pos-,..
que seretira pj.a fora da provincia ; e b im
assim !) carros de mlin oovos, 3 niaclr is de
hulbar milhoea ditos de moer, e urna o-
nidade dilferentos artigos, qua fora enfa-
donho r; ncionar: quarla fera 1 da julho,
as lo lioras da manbSa.
Manoel Joaquim Ramos e Silva far leilSo
por conta dequ ni pertencer,e por inlorven-
.''' rente Peslana,de cerca le 200 r.iix-.s
com a-sas, desembarcadas ullimam ate do
vapor sardo: hoje 30 do corrente uel slO
hor s da manbSe, na porta do armazem Uo
Sr. Aunes, dclrontc da alfandega.
Coiitinu^yao do leilao de
e lo s
Hoje continala o leilo destearinas, na
piulados.. Annes, deronle da alfaudega,
assim como da manteiga Ingleza pan fechar
cuntas.
i
Para o Aracaly segu em poucos das
o hiate Capibaribe, por ja ler parte des u
Barrega ment prompto : para orestoepas-
kgeiro, trata-sc na ra do Vigario n
i'
r. o Av c>!v
*gue corr brevi id
(eb ca g i a frote :
o color ';.!-.-;; ,e-
tratar com Caet no
Cyriaco i i Costa Moreira, na luadaCadaia
n R cife n. 2.
di 1857Francisco Uaboel Barroso, com- '.i .
n'lV"1liI,l"!.lil,?"l a'7|?5 "ava!-- Est1' -'' 'mana vindoura, o hiate Do-
me, Eusebio Jos Antunes, 1 lente secre- y,!,., .i., ..... ,. ., .,* .
^otiMV0X: ., -''' ^n^K.'r^Madr
ii nim. sr. inspector da thesouraii jt lieos n.2.
'ai o {Jio te Jai<
p ovincial, em cumpriment da rosolucao
da jauta da fazeoda, manda fazer pub i o,
que a obra do empedramento do aterro loa Vai seguir com muila brevid i, por ter
A loga dos, vai nova meato i praca no a2 asrtede u carregaracuto proniptn, o bri-
do julho prximo vindouro, no valor de |ue nacional Mana Preciosa, capitao Ki
36:9609000 res. 4- (isco Alves Meira ; para carga c p sageiros,
E para constar se mandou aUlxar o presen- eraros afrete, para os quaes lemexcel-
te, e publicar pelo Diario. Ifnles commodos: trata-se como seu con-
Secrelaria Ja Ihesouraria provincial de latario Francisco de Paula Figucira de
Pernambuco, 25 de junho de 1857. Usecrc-Uboia, cm seu eseriptono ra u,i \ ollu
tao, A. F. da AouuaciacSo. i n .
-Olllm. -r. inspector da thosourarfol PARAOCKAR '.
provincial, em comprimen lo da resoluc3a Ohiati ; > Olinda, mestro Custodio Jos
"I i junta da fazenda, mana fazer publica, |Vianna, para o r sto i i r i, trata-so com
que no dia lo do julho prximo vindouro, :o, consignatarios Tasso l mos.
vai novamente a praca para sor arrematado
x quem por monos tiier a ubra da co" el sao
0 i raio do sul da casa de detoncSo, avaliado
en l(i:U0j?720 rs.
C para constar se mandou allixar o pre-
sentee publicar polo diario
Secretaria da Ihesouraria provincial de
Pernambuco 85 de junho de 1857.O se e
1-' no, Antoni i Ferreira da nnuociac.8o
A administracao geral do eslabeleci-
niento de cariade, mana fazer publico
que a arremalacSo das casas cima dccl
flis, sor feila ss 10 horas da maulida do
as coma
esta aqnuncia o.
Admmi,traca;, ger! do cstabelecim uto
docaridade, 25 de junho de 1857. Descri- .
v.io, Antonio Josc Comes do <
Ulllm. sr. inspectu da Ihesouraria da
fl IZI ola de-la proi il Ca, i !;lu
o, -i ie u i.mii sr. vice-| r*Md ib
a n| provou provisoria ;{l
H -i-' I ib ara eoi >s3u da junta de i 11
M lint a de 0 ara a i;. .
linha, nu egundo s-.... -:, du anuo con :.
ir-, e de 90 rs., para o fornncmenta de
alvo sos do ntes n i hospital n hiar, c .-.i-
nuandu i i n o a fon. 'ni a a i uinp.
nllia lixa de cavailaii. i,o valor de 1
i im ja eslava
Secretaria a tli tsour ra id
Parnatnbuco, 25dejui o de 1857.No m-
i edimeoto do ollicial :. I'io o silva i '

,>..
. "
O vapoi hlice C.KI.'l. npera-se i llalua
illa i de jallio, e egmra' para Liverpool .l^|.
i 2 dial I m ira : pura 'i. te<
i-tea C. J. A .),','.
I
QU p.>
tem, di-
*,:
i

I'

1
.'
i
; ;:i :
,
H m, locan
- agen*, etc., Iral -:.:.
i : ,\ '.., Ili.l do Tra|

.
10 DO THELEGaAPHO
Na liviana os. $e 8 da praca da Indepen-
dencia ba ::ara Vender o rote ro du thelegra-
pho, nnvanienic reformado, com o nome dos
" Jooulras c ibarcapOes ue demn-
dala este porto, a 24" rs ca-';: um.
i
l jfl' V Sn.^^jiyiLa
o Sr. tliesoureiro das loteras manda
fozer publico, que se acliam a venda, no
pavimento terreo da casa da ra da u-
rora n. 26, das 9 horas da ma di a's 3
d "o le, i. I ..i, s, ;,. .;,c ,. f|ai ., ,
primeira parte da primeirn lotera da Ma-
triz da Varzea, cujas rodas anda m no
') Sr.Ihesooreiro manda declarar, que por en-
?ano i i-.-im impriniKo* liilhrleg com ..
,i. ;-!iit. parle d i |>rm ira lotera conc.....la i
le provincial n. :;!):!, para o l.ivraim uto .la Vari .
rnaanaohe ea>i a loleria r|.....leve entender, *
ima primeira parlo la \ a -
' >. '.>- -...io pela l.-i provincial D. 402 de
> de abril de 1857, vi .si. pre ideme deiermlaoa que e\lraliiwe r co-
mo nao houvene lempo para de vrdii na imprea>flo, por ino > Sr. ilieraoreiro man-
da f,i/.>r essa deelaraeso para qoe nao -c tocile en-
Kanona enlreaado prodnclo da lol......, .i qaal -ril
i'iiir-cu- ao. coDceniooarioi da malrii e nao do l.i-
vrameDlo.
rt inclino Sr, Iheionreiro ped i i> >a ou tem
neemineiidalohiih-les pin .unto ^i:,,'.e ni
rxeeocgo a I i provincial n. ::>. qu< imnf,
porernio breoa billielM do lito, qneiram vir d -
clarar qoa porcAo de ItimXee querem, para qoe el-
le, avala d s q,i ,.a, plid, |.aa ora mijar um
plano que d maia iulere ^ Thesouraria das loteras i'i de unlio de
18.)7.Jos Januario Alvos da Main,
etcrivSo,
ena
DA
O O
.
:
do
prc
i
t
1
1
1
I 2
oram vend los na loja do;
" o da oa-Vista n 56, ossegaintes
ios la lotera da Coneei;!!
illi to nuu oro !^td
quarl i a i-t
i ito a 2774
dito n -J73S
bilhete i. 2991
meio 583
de Oh'n a :
t '! 0
50!000
100
: ;
n :,
" oto u
Jos Joaquim ds Silva "uimaraes
%3
FERIA D
%
viicl
5>-- ;iii -i:i parte da pri
i 1 n : ollli-
i-' o te ri'a.
> VI II'id -. H S:-
'.'>! tes or s, ;: ; bilis
tes i- i)? i do pelo u
- .-.ii io:
I
l.'.l
Iiliol
- ', (iiiai los.
m ios.
-'O.s
lo i >n'i
que n i di la l'in con ido. por
lo iii.'in nenio ; m.s
so p ir .: is : i .
u coi i-li nn razo
de i ni ru.i f ir. n. 15. a-
;;;> Peni i mbo d i
Jo io Jos lio'lrij
'c-o ao lllm. iiinisl idi la ca-
lo del i qu i., ;,. i rriogio
dol, pois que as >..;-,..,:.
co i os | eso i il i ... ,Vo-
rc a ni ulti ^ d i tu ,. I i qu i d o hilli nos,
proveniente lo re i au lar u liaui i um i
liora, o tJ nhe.m da pouca Id do
guarda n un >s ni- qu i i vi
Os S Manoel './ do do
Nasci '-i... i, |{oi..... An-
tonio Pereira Lia, o i caitas oGoianna
na livrara ns. 6e8da praca da lude
d acia.
- k pessoaque annunciou qur-rerenm-
pj-ar um i casa que nilo excede-s de I:.'
Jiri:i-s3 a roa estreil i do Itosari crtono
do tah hio Portocarreiro.
l'r cisa-se de urna ama i ic saibs co-
zinhare fazei todo o mais servico I" esa :
na ra >!o Cal I dreiro, I berna n. 60
Precisa-se a readiz s le alfaiate
para a u lar um ollicial estraugeiro, prefere-
seoqu a t aba princioio; tambem so ,-
cis -i ile cos iras para raleas de brim : oa
ra Nova n j->
Rio1 olor ;> s -gundo an lar do sobra 'o
la ru i Di re la n. i \>, o ac.'i n lo-rae em c .s:i
quando sodcu a calaslroi h ma das Cin-
co Ponas, declaro qua minha casa nao fol
:ura para abrigar nem urna sodas p s-
soas feri as poi aquclle faci ; assim allir-
mo que i i so i sfa e :: nira a barbari la I
Jeque (az menco a Pagina Avulsa de hoje.
iocile 27 de junho le 1857. Caldiuo Te-
misto li Cabral do V'asconct los
-- Prcci i-se leuniaam para cozinhar:
na ra da Aurora n 18,'primeiro andar.
B'snvinJo Gurgel do Ama-al declara
;:. ci iprou os st^un -, bil letes la lote-
ra p inreira sej iu I lo n ol limen
to >\<: \. S.da onceieodc ul'.nda, para o
a haiso iiiencionados, do .racaly : o u. 834
P i i ''-' F ; laudes llossas, o a. 2036 para
'' un o de Li a, o o meio n 2550 pa-
ra u r reren loj iiio francisco Pinhoiro. Ue-
cfe js dej iiili do is57
M; noel Aires Keneira mudou os tes-
criptoriu io largo da Assenhlt n 13 para
- ra d Moeda ti. 3, so;; indo a I ir ao | o
" rrop ne do t.i-.; i.
- Na noile ue 2<[. ra _"? do correte
iram a Ubi ma I. roa Di re la n i
erogados n. 26, de Autoaio Fraacisco Do-
mingues, sondo o furto e i diaheiro, -ral i
e miro, de 4110/000 is., e do urna orcao do
cobre.
p AMA DE LSTE.
1 recisf-se de urna ama que leu 1, bo n lei-
to e com abundancia, e que n.V. tetha lilhos,
paga-ae bem : na ma do Cato vello n 95.
.... .,_.. .
-- ., ..... .. .... .... .
..." 0 I ir. A. .>. Pereira 'lo Carino, leoiiii
, (talo ,, vi .'._ ro, cuolinoa 110 axorcicio d saa prolis-S .
' i' le,MIU procura o na casa de iuj rc>i- \J
1 1 -, ra Nova 11. ."j. .' 5
-', *,-
^- -..--.. ..'./ .
I r.eisa-so do um xeiro de 14 a I9
ann is ; uc 1 mais ou menos, que ten.i 1 .. -
lca 'i uern t, ou seiu ella: n ra la .1-
leda le 11. c.
I. II ,'..; indo para a E01 .: 1, .: lia na raa
'' P l Sis. ^. O. Bie-
ber i\j C 1 ; 1,, e II 1 11 .' : 1 .
-- Prec a-ae de uma ama para o i \ inleroo
:" '"" ;' 1.....'. 1 .1 lilia-: Irai r o Jl-mde-
-' ; :1 '' 1 illecidotcoi..... ir I
i.ir.i.
Prccisa-se de um criado e 1 na ro ; -
1 i 1 cas le o'. a famll 1: o
ra Duoua n, 36, si gundo an lar.
*" '
Ni- ..... i,, ,,,,,
larra um ravn ito Aiu-da ,'e .' mino
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1 rio no h
,; ''-< o levaran dito hotel -' ,'... 1.-,
le le lado,
. -
--- Precis i-so 'I n ;. co-
Z,P' lr( '- m r, r a c isa lo pouca f -
1 na : 11 ;- li irn s v ixos, d 1
to oh -. 1, em c.i in de nlonii
-Esta jusl.....'i 1 tuda a upra i!n
' de ous -i im na
na cidade le tiln a, q Coi o I I 1 ; ide
'" de i tueire I > qi m du ......; :.,)
incala, compareca .1 1 eitgi 11 1 is-
co, ou na mi do Amori< n. ''
- Precisa-se lugar urna ;" pura urna
casa de u is pessoas, > ga-e be : 110 pa-
teo do Pai 17.0, segundo andar, que lom ni
agougue nr baixo.
_.- ..... ... ..
-.....':.;
. Preriaa-se cumprar wmeulea da liorlah- r .5
'.. cede iilerenlen ; tal dade, 1 de > 1 .',
1 1 para planlar-ac no meamo semen- .
. lea, I imb 11 se qaer rocprai um r.v il de
porqil n ti :
10 eposi o d 1 11a Fr inci.' n n '
liles, m /;, s, r ni 1 ao ai
No da !5 111 o des 1 un
-i.'iro da Boa-v'ist, 1 1 Aui 1
i.o iole [uc ^ encesla 1,111 lo use ir urna
na n la [JntSo, c .' -s
11 'er lido, i 'i.- t o
esu i" pn tic 1 n r .- deata cida-le : quem
ac iou le dui -. a 1 .' ro d Ba \-\ 1 -
ta n. 70, i>u annuncie pa ser procutr lo,
que sor.1 1 lo,
NOVUEbCRiPTlllO DE PP. M 1,'KADOfcli
GER .1..
Kstabelecidn na ra da Oadeia do Rpcffe n.
50, priineiro andar, defronlo da ra la
M.i ro lo eos.
Oabaixo assignado faz scienteao publi-
co, que do dia 1. de julbo lo corrate c|n d-
ame, seai rm na casa cima ojee! -
rada, um escup 1 rio de procur doria
debaxo da diree^ilo do aaauocianteL nn
qual estar s| pi '- ipto nos das ttos,
das n horas la 1111 nh9a, as : da ti d ,
lidar de executar qualq 1er go ; llie
o compativel, e que conveuha a sua inler-
veoc_1o, para quem se igi pa-lol
lid ide,
0 ; nisa 1 un a isl 1 especial d cafxei -
' os que pi cisa em si arrum los,
\u:; 1.1;. ir ou \ elhorai de arru-
io, en ., 1 uilb '. ; '':,'.- 1
prec;.-.ti :. ;.,>.., de : irn lo
uin as habilit ',;.., que livor parao qu | 1 -
tender
1 !i m di s loca ores, o lo le cas is
sitios, o le 1 o: is,s ja pat 1 que usa ror.
Ide ; Jos v
propri :,. ci 1 deci. s, 9 .ja par
que uso for.
dem dos t. n le 1 es e coi ipradoi
estlbelecimonlos commcrcia -s, fabricas] ar-
ma 6>s paia abelec -, 1 1 tis e c -
vallos de 1 -. io, carr s e animaes de carga,
ese ,. os, : : 1, jotas ele.
Cui 11 -i a s 1 ion s esl 111 ji iros ou na-
les, ] : -il. 1 ..; c lllll idea 1 .
0 rost mu le, 1 pi ica, muni 1 -se il
tnler r se pn isu for, o ensin 1 lo I ti s
s moradas das pi ssoas a quem procurarjem.
rocura a p ira to los, ludo o mais que 1 111
urna procui doria ^..r.:! se podi em
sentido lidio, ara comino o Jos concn en-
tes.
A vasldHo queja tem esta praca ere) to-
dos os seus ramos, com o visivel crescu en-
te das foi mu is, o ta 1 pulacSo, vflo fixiiu-
- is mais abieviados per- inters-
ses de
a compensaQo qua so Gzer ao anuncpan
to, sera una razoavel gralilica Jo peruhia-
1 -, ue se ajustara em relac3o a quali ade
de servigo, e una vezfeito, sea 1 Oieduta-
mi :. In et misa lo seu importe.
Prooiettondo o ann jncianie empregar to-
dos os 1 ., 1 ...-.;.-, a i,,.,., S(>rvir e 1 gradar aos
concn,.:;:-'.;; puis que a sua pratica, 1 fp
rieacia e aciivtda le, o ajudarao ,. nem Ics-
e ."lili ir um igar, me ianle <\ bro-
tecco .'o ihl m al, i I >s sous ami-
gos.' : par c tlar
Itecifc -' j inho d 1 57.
Cregoi-io Aiilun ; del
Ai
II, C. Y *.i ... hia: : '.
no Rio li i'.i r,ia lo los i .
ven 'o um 1 publi o n 1
I .;:':..:'
' 1
.'ecdi.len 1 bosqm
un us ao mes no 1 1 I
. :. 1 rope ... 1 ..
o ., ao
i rr, e te nhor
o 1 .- i>i ido na 1 h -.. 1
Cruz Sontos, 1 No>
I'
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v, '" .-.a so re
'I "lid. -------na i-;.,... 1, |, .
r,,-- :.....atT.1
i; US roa .la .
' ''' R n. '."., esquina da x
Dos :
' 5-406 -.-'rir
J-70O ;-.>-
guiarlos i---, 1 i:-j.'.-
Por Sal nn de aquian t rrna,
hados san iw h rta
o,pri-;caAHD 0FF1C5 E GA-

V. i
1 -
lllietcs.
Meios.
Olla 1 los.
."' 'l)
!.s'"'."i!)
L 'in

ATK'tO
slc esl il '
'4 ;: reoty
D\ H30A-VISTA \. i, iVi;.:i.ii;t.
AMivi;.
ecimenlo rraba da r*i
-o o \ov-\01K, peto ttosaaaaaii, um rico c
varia lo 9ortimento deeaixiatmid*! .! ..-
1 Martiniana de Campos eOvera ,i",",:'ll;' 1 '' roUoeacS. dos retraa*,
r' quaes junUi. a inliaita vahedarle .asqu;.,
possuia opsubelecimentn, ofererc w ir.-
*oi t se illier a
.>.i.iiuu ni ,. S1. I-1" nrn .' liento
i escolas public s n !" l"'"1* ''' se p......iqaraeaofi-
111 qual so propoo e .. '. retratos; alcm da rfoirSo ,1 ,-<-
"i n le; eporiss,- ., .
ce fai : is .. a |ur>m m-.is 1 nvier,
ni 11 principi 1 ao ensno des :e o mez di
. no hra lo no patea
Carino -. 9, cas sua 1 lencia, on u tr -
1* 1
la ri nsi mis'as
' "' 1 do 1 legio .las oro I s oh-
1 1 '< 1 lo 'i pr ii-lr- do 1 rovin-
1 la, 1 ara .luir aula paicular para o se:
1 iiini da in-: rui 1 : pni ir, que so
Sandial o nrn >.,! re
. ii:a pea 1 -"!.....a lom d> I!
.-i procvi ido.
1
q..e n-.

1 r.f.'i "1 n 1
er 1 t
n i""ii.....lar
Precisa-se do um feitor para ni 1
u 1 Uo da praca ; os prel
" pai 1 mala informar;
1' Novo n. 16, primeiro an I ir, : s 10
hora< t ;.s 3.
CONTRATO.
1 1 preta de mulo bo-. con-
iipom a, cozinh 1 perfe mente e
: nios com tn lo o carinl o,
ido Unto de ama do 1
" ': 1 1, 1 casi de al ;ti is I
i'1'" ul :.i aboi ir. 1.-1 iva d
lorrar-s e res sij 1 ,
ira ou men | un a cous -
|u ; 1 e 1 que em-
pagar um o si
lo ti ipo ij invencionai : na 11
. 1 |uii a 1 1 onln
lia, segu lo ndar, se dir a
.:!>.
- Na ru la Cruz no Rocife n 18,
i-lar, ni u '. 1 irulal
se, co 1 nos do id
--- I homi .-. \','. Wilii ims, capil So do hri -
:; : 1 iFann; W' ks I i, in de
'' ino a Moni leo 1 n-
lemenl r i'-ada c im
rrol i do ito brigue 1
zas r as .
pro islas em ca.l I
r co sul .'os Esta ios nidos
Trapiche n. s.
" IS
i of p-ra
a
ais re enimos
, que lu i' 1 lo
' -
n, i '.
1 o
1
ni 1 vi
1 'nhori cous 1 Ion
" nos os r il du sol 1 as g-.rral s
' Pi i. <. ; oino roctlr.-
b pri \ 1 ... ; 11
'' 13 ii trodi 1857
..--.-...
-* :
ino, medico pe 1 u 11-
1 ma 'u da (loimbra, mudan uua residen-
ciada ma 1I0 Cabuai para a roa Nova 11.
; li'l, okuii 1 1 and ir, sobrada do Sr. Iir. N,l-
: '" e ahi contina ,1 receber, das 8 aa 1(1
' hnrae da manhila, das 3 is 5 da tarde,
' !'"- 1- qi 1 1 rom litar.
-"- -' 'Vi
.- ,....-.
CIlARIIA NACIONAL.
Continua .- estar 1 venda o manual da
guarda 11 ci 1 lal, 011 cnlle^eao do todas as
'os, 10 : h ;: ., ,, rjens avisos e
'';....." ; r a, relativos, n3 1 sil ao
1, re :.:. le revista
ele. oto. etc., sen econo na dos c ir -.
1 n unici ios, hal illies, com-
ps, tuo : isi \". etc.: n 1
",;| :'' ci? depc ilo n. 6, on le tu-
co n I n 1 ........
.;-; .
; ::. I lleve CI
i I"" irado im diaule, 11 ; run iro
..'.: '"' do S ......11 ..,...
uav 1 cu 1 entrada lie qua-i
. <''" !" a bul 1 Sr, P .
'".'
.'../'.
CATI -.
: 11
EAE El I.EIL0 ERUAEl),
"
II I A.'
: o Coi
RECI

.
'. ra u
Directo i
1
s o.-
tari1.
r ; i-
dc

- .,,. lirigue na-
c ni : : n cebe c m u 1, \< s-
!. ra o que tem 1
0',- lenles rommud is : ; tratar com o constena-
No conaialorio da greja dh Soled
d.j esta aquartel.do o nono bat lliao, pre*-1 urio Joa Joaquim Di s Fernandos, ruada
sn-e ue lazer al^uns reparos : quem dcllds 1 Cadea do Becife.
f Sr. I no SI : una,
""' I II 1 iJoii Hn II n -ia Vi 1
.' c casa de Jos J,i im I 1 ,
na 1 1 .;-,.;.. n, to s liu-
.s.-j I :. .
I nnir 1 o im am -
1 Santo An linlio p ....
-- IV i para 1 raoutrn
qual tu r 1 o. 11111 m 15.1 q......
li 1 .
. na 1 ol :':,;
' so quizer ulilitar, '. a r 1 1
31,
- V.m irtuguez il 1 mil boa bon
la Cll || po iros (1 ., i-
ixeii 1 de al;; ci-
, rincipalmenl le loja,
, ralici del la 1 m ia I rra, aonJe .- 1 p 1
anuos: tra ar na ra do Co.; 1 9, 1,0
; secundo ai. ;ai.

. .lita.
''' risa so -.: o .1 a na foi ra ou 1 iva,
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' SOUrs. diaii | igo tres
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: 'W--ani g ,;,. educar um 1 ate duas n sni-
nas, cnain mdq llie n ir 1 letras,
llistoa-aa, i. pliia, i ca, iano ou
" i"- bordar de toda a 1 ioJa
a soi-le do c sturas, d uido-Ilie cama,
mosa e roupa lavado, in. liante 1 iiii; ntia
barios, pagos tres rac/csa li in-
:'......' 1 ias quantiai era
ra"'' '-"I : a quera convier podera'
du-iRir-e a' Kpographia deste L'iario.
|od ndovar rertosossenliercs iiuecon-
luiem seus llios, q.ieacharao < I i.cari-
nhoe vigilancia .ara seus (Uros.
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' v, ra
54,
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I m recel lo d 1 : mea un and i 1 li-
enlo o soda 1
tod; > as c 1 clt cozin 1 s Iba 1 bor-
' I 1II1 de arroz, il los
1 mnasde3a 7ar.nos, enes d
noiva, luvas, ca ella m ni .
larl-n ulti-no
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::' ', na 1 us< ncia 1 r. Dr.J "10
ni que este Sr.
lonava 1 nr sul -, ibelecim I 1
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' sua vi tal Quo-
: i : mu ISC ti liu
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: ,>utr : qu iqi am i.iicia-,
: ; m imciroan ar,
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--- ci -se le u cria fot
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. 1. 1 iinilia, iga-se bem:
a lo il. 67, :
te du vi' o hiniz.
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dence, ra 1 I : 13.
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01 ''" lia lace .0 Hi-0-0 ovia n |a-
I lh I Antonio Cara, hn* da Cai-
nli 1, cuj is signe sao : |0 paleaos, p uro
u men s de coi prmeato, raaaaM m
'"'"I'1 s co-n t-res-s ia
1 bre pregado sobre o hico da iroa, Mr ata
pan. !:. urna I boa Cnoi 1 p I mh decom-
priJoe 1 1 h ;,, diU caaos h*> ,1c rar-
reira, e nJ 1.1 cave as, am la n;lo Icv.u
lima, t ;-i na po a oa rnrrmte.
Precisa-se ..'-r uaM ama pan cas a
pouca lamilla ; agradando Pac-aa h.-m na
ra Volna 11, 104,
, o*tpt*
0 uma casa no hairrode s;-n
p "lll.,1,1o .11 S. Jos,, ,,,,,. ,., ,.........
lW /. ,,..0111 a invraaH
Diario.
. "~ ,;,,m '' rea lo: ia33 wlaM
, '''"n '' <.' roasura: <
"V1 '.una .-K
1 'en 1 r, a ic
vincial, a
ros, .
I sobro p nilo .
*am-se
bilh m>a los de I derias .pie
i.....'' luidas a ihesouraria, coas 1
I ^niin 1.0 ::, dono, in.
balh) .... ngo pr resso liaqnoilaranwli-
.11: na 1 lia Aova n. II.
. ompra-se lenta hvoeiw. lo-
'" mdi psito da um 1 .
' rora, na ra do Irru, Irte, na mra-
la n.,28, O II,, ||] ;;:;:1 !..,;;, ,.,,, ,i,,,,
uiaro.
-
rasa
Vcimoi urna m 1, de no
um par de i uslos e un aotilm im!...;.-
: caranda': na ra de liona* n. fil
terrea con 1 frente pintada aral
I riadas de I ira neo,
af^endem-se
n les com taraMos : no arma/! *
lo caes da alfan lega n. ."
\- ra \u-o-ia. taberna !> ftportal
". v"' s carne d 1 seii ki nnito *-
rior, pelo !i niuuto proco dosoora. a Moro.
Vigilo do Porto
v o le-
1
' < 'Miro.
e-n cao .'(" Ramea
o rri'e 11. J.
.
oepedras
m

aa cana Rainba dos a. ms -
" roa .1 i. -,: do Kocsit n. V
;! ti serto.
' "' carne terlio, pe!.
baral .pre n 3*1 rs libra, rtoko .lo
' "! raf-" 'o ;. 17000 ,fa: ,,- r>.
quina lo real do Forte, na ra dea Ciar*
l'ontas 11.93
x '" Ci 1 :. do -, 1 UM ., ~-Hi a li-
bra : n 1 1 itc iror 1|.
0 P E r IMGLEZ
linha, et I --cm ca-a
rrodaB la-Viata n .
V 1 ca 1 Ierre 1 n l' .la roa
' I ''"- '' s. cora Sqnartos, roziartn 1...
,'", '-, un;.,,.,!.-- ., oapermota-auporoai-
- >', ni.-: ro andar, ': iscomm I % sondo no fro-
.i ........ '-/.' Santj Antonio: a fallar rom
... .1 O I. Mil I ,.,..,. ...
. lllll-
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s : 1
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1 terrea: na
ra uol'a .
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I C-Ija
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. ii
I, 53 pros
i mi .
n i.-,os
: I, 1
: ', : n : roubo,
... ,...
1 ;-- casa
n ruado roa 1. 1 1.
..... 1 !' a-
Ja Boj Visl i.srfoodooa lar
do sobra, n a. ii. re 1 le-s 1 a escraoa
I nos 'e i de, sal .1 na ,:."r.-. a v m i-
'os, eal io esta afeita laxta
" qual .1 1 rara < Iroea-a
l"' l/or im cscrava q .. saiba rncommar
1 cozinhar.
V osa i-i .1 ,
r : 1 I -i 1 ; qu 1 n
II in o
-- V 1 ,. ., ,
-. noc 1
'
CO -.,,,; ,
' 1 da i"
1 ...
1.
11
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... id ; 110
1 ('.
Cal .
1 1 : o. ;.-. i a
ios sa MX r-
r a


I
.. I.
1 ;
>.o carnauba.
. ST.--

ILEGIVEL


DIAMOM-: PERNAMRTO TERCA FEIRA 30 DE J UN 140 DE 1857.
.... Vende-se u >, ptimo esclavo mco, i
bom cozinbeiro, copoiro, bolieiroL eenteu-
do nlguina COUSS do trabalho de pbarmacia : I
a tratar com Manoel C,onc.alvcs da Silva, ra I
da Cadeia do Recife.
Vcndem-se S moleques rom 16 anuos
de idade, sao pegas mais superiores que se
aprjscntam no mercado: na rualdo Hospi-
cio n. t5, so dir quem os vende.
. Vende-se um escravo cozijlheiro de
un casa estrangeira : quem o ptelender,
entanda-se na ra da Cruz u. 27, |ou na ra
de Santa Tnereza n. 1, junto ao sobrado.
Vende-se dos Coelhos, caibrol dolo,
35O30, os preces he coiuoroie O numero
dos ditos: na fabrica de tenas, de Antonio
Carneiroda Cunta.
Yendem-se espingardas de espoleta,
multo linas: na ra do Oueimado u. 13.
Vende-se ou termuta-se por um mor-
que de 12 a U annos, uma excelleule casi-
nli.'i de pedra e cal, sita em Olinda, na ra
de Ualhias Kerreira : quem a pretender an-
nuncic.
- Vende-se tate a covados, tanto para
igrcja como para torro do sala : na loja de
quiltro portas prximo ao arco de palito An-
tonio ii. 3.
fortes de collete
B de velludo a 2^000
Vendem-se na ra do Queimado n. 21 A,
chites escurfs largas a 2*0 o covadd.
J. PRAEGER COHPlflHIi.
^- ua a Crua n. 11.
leccberam pelo ultimo navio do Havre
uma nova porcao de afamado e famoso
V1NH0 DE CHAMPNHE
de Eugenc clicquot a Reiras.
s.
Vende-se una porQio de tintas prepara-
das, assim comoalguuias barricas do alvaia-
do : no anuazem de J. Praeger .V C.,' ra da
Cruz n. 11.
PRESUNTOS.
.1. Praeger & C, ra da Cruz n. 11. avisam
.ios seus fregnezps, que temos recelado no-
vamente pelo ultimo navio de llauburgo,
una porcSo de presuntos muito feseos, que
se vende por preco commodo.
Vendem-se 2 cavallos para carga, mul-
to fortes c bons andadores, por precb cora-
modo : a tratar na ra do Cabugi u. 2, loja
de ourives.
Cortes de coi le de vel-
ludo a <000.
Nss lojasda ra do Crespo n, 10 c 1 i, ven-
dem-se pelo diminuto prego de 2/000 corles
de colletcs de velludo.
Wal do r ssa .
Vende-se sal do Assu' a bordo do bri-
gue brasileiro Clara, tundeado ao pe do tra-
piche do algodao : a tratar cora seu consig-
natario Joao Pinto Regs de Souza, im tra-
veasa da Madre de Dos, armazem de Marlins
i\ Pinto, ou com o eapit.no a bordo.
Vende-se arroz Carolina a 2S00 a ar-
roba e 100 rs. a libra : no Pateo do l'araizo,
taberna do tinado Nicolao n. 16.
Vende-se
sal do Assu' a bordo do hiato Capiharibe : a
tratar na ra do Vigario n. 5.
Vendem-se saceos cot farinha mu i lo
boa e saceos ci slqueirc, por prci;o comino-
do : na ra da Madre de lieos n. 2.
Veudem-se
saceos com arroz pilido do liio de S. Fran-
cisco a 1/800 a arroba : no armazem do caes
do Hamos, de Jos liara Pernandes Thumaz.
Vende-se a verdadeira graxa oftlc-
/.a ii. '.17, dos afamado! laliricantesDa)
& Martin, em barricas de 15 duzis de
potes: emeasa de James Crabtree & C,
ra da Cruz n. 42.
SECRETARIAS.
As melhorps que at boje lera apparecido
Jesto mercado : ven.lem-sc no escrirloiio
o agente iiveira, ra da Cadeia do Recite
ii. ii_', primeiro andar.
10 raras,ditas ditas muito fins a 69, e ou-
tras muitas fa/en las que se deixam de
mencionar, e se vendern por baialissinios
preQos, e so daiio amostras cora pentiur.
Pechinelm sena
Na loja da estrella, ra do Oueimado n. 7,
vendem-se ricas razendas de 13a e 13a e seda
para vestido de senhora, pelos baratissimos
presos de 500 e 80o rs. o covado.
efe Og JVik
Vende-se cal de Lisboa ltimamente che-
gada, assim como potassa da Russia vorda-
deira : na prac.a do Corpo Santo 0. 11.
(0)1 PEQUEO TOQIE l)E AYARIA
A DIMItlKO
Percas de madapolao lino, ditas do algo-
dSozinbo liso muito cncorpado, ditas de J
to trancado e largo : vende-se na ra do
Crespo, loja da esquina que volta para a ra
da Cadeia.
Fareilo
Vende-se superior fareilo vindo do Lisboa
ltimamente, em saceos e por burilo preco :
na ra do Trapiche, armazem n. 7.
M loja
das seis portas
EM FRENTE DO LIVRAMEiYfU.
Cortes de casemira com algara mofo a
quatromil rs., lencos de seda proprios para
pesclo de senhoras a dez tustes, lencos de
retro/, malisados de cores a dez tustOes, to-
vas de sed pretas e de cores a cinco tustOes
o par, cambraia lisa a dous mil rs. a peca, e
em varas a pataca, camliraias com flores sol-
tas e muilo linas a duas patacas a vara, cas-
sas com floroes cara cortinados a tres mil
rs. a peca, e a sello a vara. A loja esla aber-
la das 6 horas da nianhaa as 9 da noile.
J\Ta loja
das seis portas
Em frente do Livranteiito
Cassas pintadas a meia pataca o covado,
riscados eslreilos a quatro vintens, riscados
franeezes escuros a meia pataca, corles de
vestido de cassa com dous e tres baados a
cinco patacas, saas brancas bordadas a dous
rail rs chales de cassa bratrris cora flores a
sello, proprios pora Irazer por cusa, e outias
mullas fazendas que vende por todo o prego
liara acabar. De ludo se da amostra, levan-
do peuhor que valha o que se quer ver.
relogios de pa-
tente
de sabonete C de vidro :
preco razoavel, em casa de
Vcmla cic
pianos.
Wndem-se limites lindos e excedentes
pianos, chegados ltimamente de Ham-
lungo, ecom lindos retratos no frontes-
picio : na na da Cruz n. 55, casa de J.l
Keller & C.
Em casado RabeSchmcttau i\ C.onipauliias
ra da (Cadeia n. 37, veudem-se elegante,
pianos do afamado fabricante Traumann de
Hamburgo.
A ,0#000
Vende-se excellente cera de carnauba do
Aracaty, e Assu', de uma sacca para cima,
escolhendo o comprador a sua vonlade, pe-
lo indicado preco de 10/a arroba : no ar-
mazem de D. It. Andrade & C, ra da Cruz
n. 15.
TAIXAS PARA ENGENHO.
Ka fundicao de ferro da D. W. Bowmanan
'.o Amaro,o no deposito ila niesma, na ra co
lirum.
?: H K C ? C
i 0 SANTOS (MLIIO.
" na na do Oueimado n. 10, esta
g torrando a'dinheiro, a* seguintes X
? fazendas:
Chite fraoetiaa oe padrOei escoro? e lio-
'- niliis a 2U i-, n covado. rtlB moilu lina-a
fi 280 ts.. iiiu* inelezsi a 160, I80900rs.i e 9
muilo linas iDludinh^K a 210 rs., eambraiaa
^ franceza* moho Dnai a ion i* a >arn. e 2O0 9
19 e 210 r. o cov.iilu. II iniUliiia .1 sila. f.i/en- 9
9 ila inuil'i bonita ilc lisia e qiuilto a NtMI rs. *
rf 0 rovado, iliii|iiza ilc rios lavores, <-n 1<> *
aj de campo furia cores pelo barato prega de 5
W 1 o covado, 2uardaiia|iii para sobre mesa a & :ia a doiia, aloalhado de lioho cora h paimoi "
i de larsora a 19300 a vara, albaoeza prela
ii com palmos de largara a I? o cavado, cor- O
i le de chila de barra, proprioa para escravos, SJS
fs com 12i'0vadiis a 'J?. lenciohofl de cassa para
O meninos a MI rs. cada um, e OUlrai muitas O
;* fazendas.
3ySK3-sse:--:lt::-ej
Novo est?ibelec-
mento.
Vendem-se queijos do reino vindos
no vapor a
Superior vinho do Porlo engarrafado
Cerveja ingleza superior (a duzia,
ra Ao Hrum, passando o chafariz, contina ha Frascos decouserva ingleza
derumcompleto sorlimertodo taixesde ferro fuo
vido e balido de '! a 8 palmos de bocea, as quaai
ackam-se a venda,pur epreco commodo a com
promptido: embarcam-s oucarrsgaa-sa sin cai-
ro seodcspeza ao comprador.
.-"ellins e relegios.
SEI.I.I.N? e BBLOIOS de paleDlt
ii.lv/ : a venda no orma/.nn de
lloslron Hooker & Compaiibia, es-
quina do largo do Corpo Sanio nu-
mero 48-
dt
Deposito
i*hp princeza da fabri-
E. Gasse, no Rio
de
ea
de Janeiro.
Vende-se a prer;o commodo rap lino,
grosso e meio grosso, da acreditada fabrica
acuna, chegado pelo vapor S. Salvador ; na
ra da Cruz n. 9.
Flauta da cidade do lie-
cfe
19800
1?280
060
900
Carrafas de azule francez
Caisas cora 8 libras de cslrelinha
para sopa por 4:000
Biscoitiuhos de todas as qualidades,
a libra 360
Camellos novos, a libra U200
Nmendoas francezas coherlas, a libra 1?280
Fspermaeele de 6 em libra, a libra 800
Dito de Sem libra, proprio para car-
ro, a libra 800
Manteiga ingleza superior, a libra 800
lula franeexa superior, a libra "0
lalhanm macarrSo e alctria lina, a libra 500
Cha preto, a libra 2,-(i)oj
Hito hysson, a libra 29240 l
Dito do Kio, a libra 25000
Os melhores cliarulos do mercado,
vindos da Baha, a caixa a 3/, 4> e ;0001
P3o e bolacha, ludo por commodo preqo, na)
ra de Hurlas n. 1,
ber : moendaa e meia nioen
con>truri_."io ; l.u\.isde forr
superior i|ualidade e de lodo* oa lamanhoa ; roda
doutadaa para agua ou animaos, de todas a propor-
(Aas jerivose bocaa defornalba eregialrotda bo-
eiri. a^uillioes, ln on/.es,parafusos c c.iMlbes,moi-
abos de mandioca, etc. etc.
NA UESMA FUNDigA'O.
se execuliim loihs ii encommeiMlas com a superio-
ridadfl jcoohecida coinade\iJd prestezu ecoru-
iii" -!.i le em i'ie.o.
XaROPE
1)0
l'oi Iransfei ido o deposito desle sarope para a ho
lica dejse daCruiSanios, narua Novan. 53
garrafas 5*500,0 mevasllsOOO. sendo falso todo
aquelle que nAofor vendido neste deposito,pelo
qui-sel'a/. o presen 11 aviso.
IMPORTANTE PARA 0 PUBLICO.
Para curade pblvsica em lodososseusdifleren
es araos, quer motivada porconslipacfies, tosse
aslbma.pleuriz.escarro!. desansue, dordecos-
lad ose peilo, pal|ii(araono corarao.coqueluche
bronebite, dorna sargaula, e todas asmoleslia
dosorgospulmouares.
Tachas de ferro.
Na fundicao da Aurora em Knnto Amaro-
e tambero no deposito na ra do lirura, logo
na entrada, e defronte do arsenal de mari-
nha, ha sempre um grande sorlimento de
tachas, tanto de fabrica nacional como es-
trangeira, batidas, fundidas, grandes, pe-
quenas, rasas c fundas ; c em ambos os lu-
gares esistem guindastes para carregar ca-,
noas ou carros, livres de despeza. Osprec.o
soo s mais commodos.
Motiidas superioren.
Na fundiQiio de C. Starr & Companhia, em
Santo Amaro, acham-se para vender moen-
das de caima lodas de ferro, de um modello e
construcc3o muilo superiores.
is. da mais moderna I sua oflicinas e niachiiiismo, e pericia del
fundido e batido, de | .seos olliciaes, Se conipi niinUiMIl a l'a/rr exe-
cutar cora a maior presteza e perfelcSo, e
exacta confonuidade com os modellos ou
descnlios, e iiislrucqes que llie forera lor-
necidas.

Sellins
patente inglez-
seus
m
nglczes de orno,
vendem-se a
Augusto Cesar tic Ahruu, na ra da Ca-|Louas.'laIlluss'a-
deia (lo Recife, armazem n. I .
livraria n. 6 e8 da praqa da lndcpendencit.
>lappa das distancias d
provincia.
Na livraria n. 6 e 8 da praqa da Indepen-
dencia,'vende-se o mappa das distancias
das diflerentes villas da cidade entre si, e
relac,ao a capital da mesina, a mil reis.
Al^odozinh a Baha
para saceos de assucar vende-se em casa
de N. O. Biebcr <\ Companhia, ra da Cruz
n. *.
N. O. Bieber & Companhia, ra da
Cruz n. *, vendem :
\a lja das seis
portas etu frente do Li-
vramento
Vcndem-se cobertores escuros para escra-
vos a duas patacas cada um.
@ 3
Palitos liance/.es. ;">
y., Vendem-se palilns e sobtecasaca de Dan-
'.f panno (ao preto e decores, forrsdn de se- v
'5 *la 1' de velludo, de -2i a Suf. ditos cg
Vende-se a planta da cidade do Becife e .-,...-;._...-.x^^s,- .->x....-.v.tv
us arrabaldes, Caita pelo Sr. I)r. Jos .Ma- y^Wi,V"?* t"^'*"'.;.'^
ede Alves Ferreira, por seis mitris: na <-)J Palitos uance/.es.
|:. \endem-se palilus e sobtersaca
'.' panno (ao preto e decores, forrsdi
vy lla Rola de velludo, de -2i< a :I0.
. de caienairas de corrs a 2?, casacas de pan- ^S
;;' no lino loda forrada ite seda a :10?, palitos vj*
-.J de alpaca o 7> eS^HIKI. ile hrim a 3, col- ?
CARVAO de pedra
de primeira qualidade, por preco com-
modo.
SYSTEMA MEDICO
HOLL WAV
;
*ape,
Previne-so aos amantes da boa pilada, que
ctaegou no vavor S. Salvador o rap novo
princeza do itiu de Janeiro, que pelo ,eu
excellenlc aroma se confunde com o prince-
za de Lisboa: na ra do
miudezas ao p do arco de
praija da Independencia n.4, aonde se ven-
de a lomJOa libra.
dem ing
Brinzfio.
lirios da Rossia.
Vinho de Uadeira.
Algodao para saceos de asfluca
ros.
BE FEHO
bxcellenles camas de ferro para solleros :
vBndera-se no escriplorio do agente Ollivei-
ra, ra da Cadeia do Recife n. 02, primeiro
andar.
Vende-se o engenho Palmeira, sito na
Ireguezia de Nossa Senhora da (loria, de p-
tima prodcelo, com todos os seus n*ces-
sarios, capella com seus ornamentos, casa
de vivenda com boa mobilia, e bom cercado :
a tratar no engenho da Serra, com o teen-
te-coronel Francisco do Barros Cavalcanli de
Queiroz.
Vendem-scllinguicas do sertilo a 360 a
libra, manteiga ingleza tlor a 000 rs., dita
franceza a 640, queijos do reino muito fres
caes a MOOetMOO rs arroz da India 4 160
oHOrs a libra, vinhos de todos as quali-
dades, por preco muito commodo ; na ta-
berna da ra dos Maitirios n. 36.
Manteiga para fe .loao
Na ra Direita, taberna n. 7, confronte
asdnas lojasde marcineiro, vende-so man-
teiga Ingleza muilo superior a 960 a libra,
dita a 800 rs., dita a 600 rs., queijos fiaovn-
gos muito bous a 18800, i>00 e 1:400, e
autros muitos geueros que se venderlo mais
barato queem outra qualquer parte.
Mito barato
Vende-sa na ra da Cruz n. 62, xilinas
com superiores raassas fiuas para sopa com
8 libras cada uma ; tambera so relalha em
libras, macarnlo, lalharim, aletria a 240 rs.
a libra, caixinha* com Braeixss de Lisboa,
latas com bolachinhas inglezas muito linas,
ditas e soda, sclaincs o melhor que lera
viudo ao mercado, presuntos o toucinho in-
glez, latas de saiiuo de uma o duas libras,
ervilhas muito frescas, o outros muitos g-
neros do melhor que se pode encontrar, e
muito baratos.
Ricas franjas paracorti-
I litio?.
Vendem-se ricas franjas de algodao, bran-
cas e de cores, lisas e com bolutas, para cor-
tinados, e por preco muito commodo : na
ra do Queimado, na bem couhecida loja de
miudezas da boa lama n. 33.
ds melhores relogios de ouro, patente in
glez, vendem-se por precos razoaveis, no
r.rcspo, loja dej escriplorio do agente (Hiveira, ra da Ca-
Santo Antonio e | deia do Recife n. 6-2, primeiro andar.
Peunas de enia, cera de abclha e de
carnauba.
Na ra da Cadeia do Itecife, loja n. 50, de-
fronte da ra da Aladre de heos, ha para
vender os gneros cima, recente mente che-
gados, por presos razoaveis.
' lelede velludo a 128000, Hilos de selim Tz
'.', prelo e de cores de 39 a 88000, de fuslao Jf
' :; oe 10 e 1250(10, camisas, aberluraa, colla- S|
' riuhos, grvalas e cbapeo de todas as qua- '
'f lidades : na ra Nova, loja n. 4. ^
KJHillAl
Fill
UiiV.
NA FUN DICA O I) E F E KIIO
Sao dictados e acham-se a venda os verdsdeiros
e bem enaltecidos sellins inslezes palenle : ua roa
do Trapiche-Novo n. 12, Bimazem de fazendas de
Adamson liowie \ C.
C. STARR & C
respeitosamente annuiiciam, que no seu ex.
tenso estabelecimnto, em Santo Amaro,
continu'a a fabricar com a maior perfeicSo
c proraplidao, toda qualiilade de machinis-
rao para o uso de agricultura, navegacao e
manufactura, e que para raaior commodo de
seus numerosos fregueses do publico em
geral, tem aberto em um dos grandes arma-
zens do Sr. Mosquita, na ra do Brum, atraz
do arsenal de raarinlia, um
DEPOSITO E MACHINAS,
construidas no dito seu estabelecimnto.
Alli acharao os compradores um completo
sorlimento de moendas de canna, com todos
os melhoramentos alguns delles novos e
o luinai'.- a que a experiencia de mullos an-
nos tem mostrado a necessidade. Machinas
de vapor de haixa e alta pressfio, tachas de
todo lamanho, tanto batidas como fundidas,
carros de railo e ditos para conduzir formas
de assucar, machinas para moe/ mandioca,
prensas para dito, foruos de ferro batido
[ para farinha, arados de ferro da mais appro-
1)0 FNCE- vai'"a oonstruccSo, fundos para alambiques,
^
Grande sorti-
mento de fazendas de to-
das as qualidades.
C.rosilenaple preto de seda laviada, covado. -2-:oo
Hilo diin liso moito largo, covado. SsdtO
Dito de cures liso muilo superior ff"1
Selim prelo macao, covado...... .iskio
'auno (no prelo c de rres, para todos o preco's.
1 upelina de seda de cores malisadas, co-
vado..........
Chai de cores, cora quadros de seda, co-
vado .........
Ua de quadros pequeuos e grandes, co-
vado ...........
Ua e seda de uovos padres, covado. .
Mauritana de seda com cinco palmos de
largura, covado........
Ursulina de seda com qoadros, ramaees
lislras malisadas, covado......
Sodas de quadros bonitos padroea, covado.
Uuqueza de seda com ramagem, covado. .
Mussulina brauca e de dices, covado. .
Untas francez;.* Tinas........
r'roudolina de seda para vestidos. .
Cassas francezas linas de bonitos padres,
vara..........
Argenliua de cores escoras, com salpicos de
seda, proprio para palitos......
Italiana de seda prela com lustre, para pa-
litos..............
Corles de vestido de seda para acabara,
mais supetiur que ha no mercado. .
Lava* de seda de lodas as qualuades, para
hoinens, senhoras e meninos.....
I.eiif os de cambraia bordados, muilo fiuos.
Hilos de dilo de lindo lisos para mao. .
Corles de casemira prela e de cores. .
Corles de colleles de gurgurao de seda, de
vaiios pedrOes, matizado......
Corles de lAa matizada para veslidos, de
novos padres, com l covados cada
um.............
Chapeos de massa franeezes formas novas.
fainos de alpaca prela, lino!......
Uilos de alpaca e gangas de cores. .
Gndolas de alpaca prela e de cres. .
Chelea de merino bordado a velludo gran-
des.............
Dilos de dilo bordados a seda.....
Ditos de dito rom listra de seda. .
Ditos de dilo com barra maluados. .
Dilos de dilo Idos.........
Ditos de dilo com franjas de laa '. '.
Ditos de lia adamascados de cores. .
Ganga frauceza superior de cores, covado.
Komeirasde relroz muilo superiores, pa-
ra senhora.......
Em fieme do becco da Congregacao, penando
loja de (err.igens, a segunda de fazendaa n. 40.
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PLELAS IIOLLOWAY.
Kste inestimavel esperifico, composto in-
teiramcute de berras medicneos, nSo con-
tera mercurio, nemalguma outra substancia
delecterea. Benigno a mais Irnra inlanria,
e a compleicao mais delicada, he igualmen-
te promplo e seguro para desarreigar n mal
na compleicao mais robusta ; he inteira-
raenle innocente em suas opcracOes eeffei-
tos ; pois busca e remove as docncas d
qualquer especie c grao, por mais antigs e
tenazes que sejam.
Entre militares de pessoas curadas rom
este remedio, muitas que ja estavam as por-
tas da morte, preservando rm seu uso; con-
seguirn) recobrar a saude a forras, depois
de.haver tentado intilmente lodos os ou-
tros remedios.
As mSis afilelas nSo devem entregar-* a
desesperacao; Tacam um competente ensaio
dosellicazes efleilos desla assombrosa medi-
cina, e prestes recuprenlo o beneficio da
saude.
.NAo se perca lempo em tomar este reme-
diolpara qualquer das seguintes enfersaida-
des:
I
A
,,. i crivos e orlas para fornalhas, e uma inlitu-
1OWMAN. *\ dade de obras de Ierro, que ser enfadonho
RA 1)0 BRUM, PASSANDO O lIA-,enumerar. No mesmo deposito exisle uma
FARIZ, pessoa intelligeute e habilitada para recebar
F. POIWEB.Aterro da Boa-Vista n.
ha sempre um grande si.riimenlodosseu'uintesobl'todas as encommendas, etc., etc., que os leii'^ para vender, a vontade do coui-
- -npriiis paraanhenlios.a sa- anniini'iantes contando COIll a capaciilade dp I piador :___________________________________
58*00
78*00
\xm
4C.100
JUOO
IRjOOO
Jjiajo
Ol-joll
fiaOOO
sJOtl
8SO0
dcuuo
600
9ff00
Accidentes epilpticos
Alporca.
Ampolas.
Areias mal de).
Aslhma.
Clicas.
ConvulsOcs.
Debilidade ou c\te-
nuacao.
Debilidade ou falla de
loicas para qual-
quer cousa.
Dcsinleria.
Dor de garganta.
de barriga.
nos rins.
Dureza no ventre.
Enfertiiidades no ven-
tre.
Enfermidades no liga-
do.
Ditas venreas.
Lnxaqueca.
Herysipcla.
Pebres biliosas.
tebres intermitlenle
I ebrelo da especie,
l.olta.
llemorrboides.
ilydropisia.
Ictericia.
Indigcsloes. \
Inflammaces.
Irregularidades tt
menstruacSo.
LomLugas de loda es- ,
pecie.
Mal de pedra.
Manchas na cutis.
Obstrurc&o de ventre. '
l'htisica ou con.sump-
c-lo pulmonar.
Ileleuco de ounna.
heumalismo.
Symplomas secunda-,
ros.
Tumores.
1 ico doloroso.
Cceras.
Venreo mal.)
AVISO
ao? ferreros.
jeelos de mechan iciiiom
\endem-se estas pilulas|no eslelielecimee-
to geral de Londres n." 2a. aStrand,- e M
loja de todos os boticarios, droguistas e on-
|ras pessoas cncarregadas de sua venda em
toda a America do Sul, Havana e llesp^nha.
\endem-se as bocetiohas aMOrs. i .da
nma deltas conten uma instruccSo empor-
tuguez para explicar o modo de se usar dea-
las pilulas.
O deposito geral he em casa do Sr.Soasa
pharraaceulico, na ra da Cruz n. 8, em
l'ernamliucn.
'Mtt%*>*$ t^*
Fugio no da 11 do correte o escra vo
de nome Ventura, natural do Maranbia,
idade de 45 a 5u annos, i tura regular, serr
do corpo, rosto ecaveirado, barba rapada,
peres arqueadas, he besante prosista e ja
deu uma futida, acoulam'.o-se na mata de
Beberlbe : gratilica-se a quem o pegar e en-
tregar a seu senhor Manoel da Silva Santo,
na ra da Cdela do Reeif*.
S> ;s premiosd segunda paite da prime.a lotera a beneficio do recollitinento de Nossa Scnhoia
ConceicftodeOlindi, ertrahidaa %7de .lu .ocle 1857.
da
A
No aterro da Boa-Vista taberna n. 42, da
esquina do becco dos Kerrciros, defionle do
sobrado queimado, vende-se superior man-
teiga ingleza a 640 rs. a libra, velas do cs-
permacele a 720, e outros muitos gneros
baratissimos, a vista do sua qualidadc.
assas superio-
res.
Caixas grandes com 1 arroba de talbarim,
maearr.lo, lazenha e aletria por 6?M)0 rs.,
caixas de 16 libras com pevide, cslrellinha,
coutinhas etc., por 3?500 reis: na ruado
Queimado n. 35, loja de ferragens.
Cuscos vasios.
Vendem-se barris de 4." vasios noves, che-
gados de Lisboa ua barca Mor de S. Simao :
no armazem de Carvalbo >\ Irmao, ua ra do
Brum, ou na ra da Cadeia de Sanio Antonio
n. 26, primeiro andar.
Grande fabrica
detaniancos, na roa Di-
reita, esquina do becco de
S. Pedro n. 16.
Neste estabelecimeuto ha effeclivimente
um glande sorlimento de taniancos, tanto
para hoincm como para meninos e senhoras,
a retaltio ou mesmo era grandes poices,
para o mato ou mesmo para a iraca, muilo
em cotila o a volitado dos compradores.
Methudo aeil.mo.
Na Taria da praca a Independencia n.
6 e 8, vende-so o methodo facilimo-para
aprender ler, novamente impresso e aug-
mentado, por mil reis.
(]assas france-
zas a 200 rs.
! I IJSej Vendem-sc c-sas francezas linas a 200 rs
o covado : na ra do Queimado n. 7, loja da
estrella.
O 9
Agencia
da fundicao Low-.V3o.:r,
ra da Vnzala i.'iova
i. 4<2.
Neste cstabelecimeulo continu'a a haver
um completo sorlimento de moendas e meias
moendas para engeubo, machinas de vapor
e laixas de ferro batido e coado de lodosos
tamanhos para dilo.
Moinhosdo vento
com bombas de repulo para regarhor aaeba
ta decapim : na (uDdi;ode D. W. Bowman
naraadoBramns.6 8e10.
Eiacas deSaundors Brothera C. prc
do Corpo Santoo. 11 a para vender o se uinle
Ferro ingles.
Pixe da Suecia.
AJcalro de carvo,
Ecnas de linho.
Esponjas.
Drogas.
Algodaolizopara saccas.
afilo entranjado igual so da Bakia
E ufci coaipleio sorlimento da fazendas proprio
para este mercado : ludo por preco commodo.
ss. PREMS. ,NS. l'BEMS.
IOS
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i
rcguica
ODE ESTA QDE1UHD0
COM DILIGENCIA.
\a loja Jo Preguica, na ra do Queimado,
esquina do becco do Peixe Frito n. 2, conti-
nu'a a vender-se muitas e diversas fazendas,
por precos baratissimos, entro ellas cam-
liraias francezas, padrfies novos e cores li-
xas, pelo baratissimo preco deiso rs. a va-
ra, ditas i'.e cor.ijio muilo linas a 500 rs. a
vara*, cassas francezas muito linas e lie pa-
drGes o m is mo lerno que lia no merpado a
uenos.
(V) a vara, Chitas francez s de lindiSsimos
padrOi S a 2Sii .? smi rs. o covado, imi.-sulma
branca o mais lino que be pnssivel i 4400
c v do, dita de cora :io o covado, cortes de
'a.se-T ua de cor de lindissiroos pa (roes e
superior qualidsde a6scadauiu, curtes de
Ii na de nuil linho de lindos paurOes a
28400 cada um, ditos de dilos a 2c, ditos de
algodao a 18360, diti i do culim tic linios
padrdes e muilo enco-pados a 1,?0|0 ci la
um, lencos d cambraia para mo a (20, di-
los mais Onos a 220, pecas de bietajnlia ui;
Vcndem-se superiores queijos franeezes e
hamliurguezcs, os mais novos quo ha no
mercado, pelo preco d 1:110 rs. : na ra Di-
reita n. 8.
LUYAS DE JVIN.
Constantemente acharao na loja do l.o-
conle, aterro da Boa-Vista n. 7, as verdadei-
ras luvas de Jouviu, de todas as cotes, igual-
mente ricos penlcs de tatiaruga da ultima
moda.
CHAPEOS A TAIBERLI*
Doafotado fabrican
inneau de Pars.
Acabam decliegar pelo ultimo paquete,
os gupra mencionados chapeos destenta
mado l'aliiliante, e vende-se na loja |.
\ poi tas, da ra da Cadeia do Reciioi
IS, de Narciso .Mura Caineiro.
r\radns d< ferro
Na rundigSo de ;:. Starr c Companhia, cm
Sanio Amaro, acham-se para vender arados
coberlos e dcscohertus, pequeos c grandes,
de ouro patente inglez, para hornera e se-
nhora de um dos melhores fabricantes de
Liverpool, vindos pelo ultimo paquete in-
glez : em casa de Southall Jlellor o; C, ra
do Torres n. 38.
Charutos do Hava-
na : vendem-se em tasa
<-ie G. J. Astley & C.
Cemento novo
Na ra da Cadeia de Santo Antonio, arma-
zem de maleriaes, por preco commodo
Velas de ester-
ina ce te.
Veudem-se caixas com 25 libras de ve-
las de G cm libra, a' preco commodo. cm
casa de Isaac Curio & C, ra da Cruz
II. i*..
Aviso aos senhores de en-
: 53 1
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Ii 59
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:3 52
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genhoedones de oiT
cinas
_ Vende-se bolacha americana a 100 rs. a
ibra : no paleo do Terco n. 21,1 dilo da I'e-
iha n. 10. Tambera se vendem carias de
raques a 280 rs. a carta.
ei
se
em casa de S. I'. Jobnston i\ C rita fa Scn-
zala .Nova n. 42, o seguinte : aricios para
carro, sellins para lioniem o senhora, can-
diciros o caslicacs bionzeados, vaquetas pa-
ra carro, chicotes do carro e de motilara.
Idolphe Bour-
el
do fem do um modello e conslrucc,3o muilo
rolo le 10 varas 2 cada uraa, ctiilis escu- superiores.
^.''^'''m"^"11"^ ? cores i1,:s.:,,4u' Vende-se queiio doertdo
160,180 e 200 rs o covado, o a peca a 5.-, 6>, >
67:10.1 e 7;500 cada una. Cobertores hroprioS I a 480 rs. a libra, man iga ingle/a a 610,
para escravosa 70( -s. cada um, gravat-.s de queijo do reino a 1^500, 18600 e 1/900, fari-
seda de lindos pa.lrfles a 1-, ditas retas de cha do reino a 130, gomma a 100 rs., Iingui-
setimat9280, ditasd. cores em opro gos- ea do reino a 400 e 640, vinho do Porlo en-|?..V.:e..,^q"!"p!rAberl
lO a 700 is. cada una, lUVSS le si
das as qualidades para homense
Vendem-se arreios para carros, dilos para
di I as para
vel-
iill'O CUS- n i)ii.iiiiiauiuiii, io'iiijii iiiriu en-;......_ ,. i ,- ,
.., ,|.r,0- g.irafado a 18000, dito de Lisboa a 560, ba- 8rla-1"a, galOo, panno, lanternas e
nhoras alia de porco a 520: as Cinco PonUsn. 21. ul*' "ruanova n. 01.
lencos deseda de
garfeas mes- Vende-se superior linhas dealgoJSol :' fJTau S,
ciadas de lindos padres a 600 rs. i) covado, brancas, e de cores, em novello, para costa- j Um lindo o variado sorlimento de raodel-
co tes de castores de bonitos padres a 151 ra, cm casa de Southall Mcllor C.a, rna do I los pora varandas e gradaras, de goslo mo-
(-t'O com' Torres 11. 3S. ) dernissimo na fundicao da Aurora cm 5an-
cada um, cambraias isas linas a t
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