Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07793


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Full Text
J.NNO XXXI'II H. 145
*
9
'WW
Por 3 mczes adiantados 4#000
Por 3 mczes vencidos 4.S'300
svr.nviMi 27 ih: jimio de mi
Por auno udiantado ljOOO.
Porte franco para o sulMcri|toi.
. BvCA BREGADOS DA SUBSCR1PCAO DO KORTE.
Parshibi, o Sr. Joao Rud!|iho Gomes ; Natal* o Sr. Joaquim
l'Pereira Jnior ; Aracaly, o Sr. A. de Lemos Braga ; Cea-
ra', o Sr. J. Jos de Oliveira ; Maranho, o Sr. Joaquim Mar-
qnes Rodrigues; l'iauuy o Sr. Jos Joaquim Avelino ; Pa-
ra* o Sr. Justino J. Ramos ; Amazonas, o Sr. Jeronvruoda
Certa.
PARTIDA DOSCOBREiOS.
OUedl : lodos ... Iniaraase, oUnwe Parahiba n... temada!
IS-f.-i
S. Ailo,lletairosltonia. Canuca', Aluaba ,- Geraeaan
S. Loafrc** '" i'Alho, .\ai.relli, l.lartlm. Itii'jn, Pe*
Flotes. IUa-Hefl, lloa-Yista. Ouriearj E\e', nasi|ujrtas
i:.il>... l|,'j".'.i,N.-iinli.M'm, Rio Formo*, Dea, llam-iro,,
eatdi..... natal: felalaa-feiras,
TcdtM com-lo | lacin
h-ir.ii.
Aua
"ln'-
,-l'rel
Ira.
i, l'i-
AUDIENCIAS DOS TRIBU.\AES DA CAPITAL.
Tribunal do cornmercio : segundas e quintas.
Relaeo : tercas feiras e sabbados.
l'azcnda -.quarlas e sabbadus as 10 horas.
Juizo do comiiiercio : segundas as 1 boras e quintas n meio da.
Juizo de orptios : segundas e quintas as 10 horas.
Priraeira vara do civel : segundas e sextas ao meio dia.
Seguuda vara do civel: uartas a sabbados ao meio dia.
EPHEMEIUDES DO MEZ DE JIMIO.
7 I.ua cheia as 3 horas e 3 minutos da tarde.
15 Quarlo minguante as -i horas e 50 minutos da maubaa.
21 La nova as 7 horas e \i minutos da larde.
2'.l u jrtj crescentc as 2 horas e 1 minuto da maubaa.
PREA.MAR DE 110JE.
Primeira as 8 horas e 30 minutos da menha.
Segunda as 8.boras e 51 minutos da lafde.
DAS DA SEMANA.
22 Segunda S. Paulino b. ; S. Niceas b.
2:1 feeca. S. Agripnia v. .Ss. Zeuuu e menas Mm.
24 Quarla.4- S. Joo Itapiisia.
23 Uuinta. S. Guilhermc ab.; s. Fcbrona v.
20 Sexta. S. Juo e Paulo ir>. Mm.
27 Sbado. s*. Ladislao rci : s. Zoilo m.
28 Domiugo i. A Furcia de N. S. s. Lcio II p.
EMARIIDAIHIS HA SI HSCI.Ii.An NO M L
Alag.,as. Sr. I.laudino Falca II..,. : Haba, v Sr. D.
Rio di: Jjuciro, o V. Joao l'crcira Maiunt.
EM PEItNAMBK.n.
O propriclan d IIIARI') Manuel Fuiuciroa de lana
Inraiia, prava da Independencia u. 6 e 8.
PARTE OFPICIAL
aOVEHNO DA PROVIMCI.
1.111 N.431.
Joaquim Pires Machado Porlella, vice-preiideo-
te da pruvincia de Peruarubuco. Paco Moer a l-
doi ot seas habitantes que a MIMIl legisla-
iiv.i provincial decraloo, e eu sauecionei a lei se-
guiute : ___
TITULO I.
Despeza provincial.
Arl. I. O presidente da provincia he aotorisdo
a despender no exercicio ila 1857 a 1858, observan-
do a dislriboicao fela nos artigos seguintes, a quau-
lia de 1,021:9059Ui.
CAPITULO I.
Assemblea provincial e secretaria da presidencia.
Arl. 2. ''. mi a assemblea provincial :
- I. Com o subsidio dos mvinbros
da assembla ero tres raezes de ses-
sao ...........
. 2. Com a ajuda de cusi de
viuda e volta dos membros residen-
tes no interior e fura da proviu-
cia...........
. 3. Com os empregados da secre-
taria ...........
. i. Com o expediente, asseio da
casa, psame!" do excesso da des-
peza I o 111 com os reparos d.i casa, e
novos coucerlos, dos objectos com-
prados para a casa, e uovos que s3o
precisos..........
5. Com a publicado dos traba-
dlos por lachigraplios em Ires mezes
de sessao.........
16:5608000
1:9905000
4:1509000
2:0003000
pinina de navegado coiteira a va-
por, sendo loda ella paga adianlada,
ob llanca idnea que prestara a
companhia, descontando na occasiao
do pagamento o juro de i por cento
que a thesonraria paga a caita filial
do Banco .........
CAPITULO IV.
Obras publicas.
lteparlic,ao.
Arl. 11. Com a repart cao :
j 1* Com os empregados, conti-
nan Jo em vigor a ditposic,lo do art.
12 da lei do ornamento n. 320 .
? 2 Com o expediente e asseio da
casa...........
OtOOOsOOO
40:0005000
38:02.5000
1:430)000
6:7503000
31:1503000
Secretaria da presidencia.
Arl. 3. Com a secretaria da presidencia :
S 1. Com os empregados. 15:2009000
* 2. Com o expediente e asseio da
casa........... 2:3905000
CAPITULO II.
Instruccao publica.
Directora geral.
Arl. 4. Com a direcloria geral :
S Com os empregados ...
2. Com o expediente, um ser-
vente que lera 19600 rs. diarios, e
asseio da casa........
Gymnasio.
Arl. 5. Com o Gymuaiio :
1. Com os empregados e profes-
sores, inclusive o augmenlo dos or-
denados de secretario, e do pruleisor
de deaetihn.........
". 2. Com o expediente da sacre-
Una...........
3. Com o alnguel da casa, mo-
vis, utensilios e srvenles. .
3 i. Com as inensalidades de doze
alumnos pobres, samiu seis meio-
pensiouistas........
> 5. Com o acreicimo da casa em
queesl actualmente o (jymiisio.
S 6. Com a escola de cornmer-
cio ...........
Aulas de latim.
Art. 6. Com as aulas* 00 laliui :
S 1. Cum os pniiess'iir-. Inutnivo
a quantia de I Jo rs. correspon-
dente aos tres me/.es que dcixou de
receber, e a 'pn1 tom direilo o pro-
fessor de Nazarelli......
2. Com o alague! do casa do
professor de S. Jos......
Escolas primarias.
Arl. 7. Com as escolas primarias :
S 1. Con) os professores, inclusi-
ve dez adjunlos a 3009 rs. cada um,
licvndo o governo aulorisado a ex-
ceder esta consignarlo paraaugmeu-
lar 04 ordeuados do* professores qae
se habilitaren, na forma da lei n.
369, conceder as gralilicacOes por
inais de doze o quin/.e aunos de
semen, e aquellos que adquirirero
este direilo, e igualar os vencimeu-
tos das professnras aos dos professo-
>es na conformidade da lei qae au-
torisou este augmenlo, crear mais
seiscadeiras, e com o pagamento de
3379500 rs. ao professor de Pao d'A-
ll.o...........
S 2. Com o aluguel de casas, Pi-
cando o governo aulorisado a exce-
der esla cousignacao para igualar
estes alugieis de conformidade com
a lei, que assim o delermiiiK. .
'. 3. Com o expediente das aalas,
In ros. movis e mais objectos ueces-
sarios aos alumnos pobres. .
-" 4. Com o sustento, vestuario e
curativo dos alumnos iodigeules. .
Associacao dos arlislaii
Arl. 8. Com a subveuc,,lo a asso-
ciacao dos artistas......
v 1. Com a escola de industria
normal, de que (rala a lei 11. 222,
rtaudu-lha o governo nova orgamsa-
c.lo, e tornando extensiva a um dos
professores por ellescolhido as van-
logeus do arl. 12 e 13 da lei 11. ra-
lada de l(i de agosto de 1818. .
S 2. Com a subvenrio ao artista
Arseuio fortnalo da Silva .
Ihliollieca publica.
Arl. 9. Com a hibliotheca :
.- 1. Cotn o bibhothecario. .
i) 2. Com o aluguel e asseio da
casa, srvenles, uteusilios e livros.
CAPITULO III.
Auxilio industrial.
Arl. 10. Com a subveucao com-
17:5903000
3:0009000
8009000
30:1743000
Factura, reparo e coniervar.au das obras.
Arl. 12. Com as preslacoes das
obras arrematadas at o ultimo de
junho do correnlc anuo, estudos gra-
pliicos; com um acuJe em Pesqueira
e os mais que forem uecessarios em
outros lugares, seudo 2:0003 para o
de Nazarelli ; hospital Pedro II, ca-
sa de detenc'io, para a qual se prefe-
rir' a arrematarlo ; continuacSo
das mais obras que se eslao fazendo,
inclusive o calcamento das ras des-
la cidade, e a quantia de 1:5009000
para indemnisarao a liento Jos Pi-
res, a de 2OO9 a Simplicio Jos de
Mello, a compra da casa que ser-
ve de cadea em Pesqueira; es-
pecialmente a picada na Serra de
Mascarenhas, em Nazarelli, de modo
que facilite comraunicarao ao povoa-
do de S. Vicente ; e lambem cum
os melhoramenlos da eslrada que de
Nazareth se dirige Alagoa Secca .
Art. 13. Com as obras das matri-
zes...........
Arl. 14. Com o reparo e conser-
varlo de todas as mais obras, sendo
3:0009 para reparos da cadeia de So-
riuhaem..........
oflicial da secralaria, porteiro a con-
tinuo........... 5:200;000
2' Com o procurador fiscal, seus
ajudanles, escnvo dos feilos da fa-
zeuda provincial, solicitador e ofli-
ciats de juslica....... 4:6265000
S 3" Com os seis por cenlo da di-
vida activa que venoem os empre-
gados do juizo dos feilos da fazeuda,
menos os ajudante....... 3:2553000
4. Com os empregados da con-
lailoria e pagadoria...... 15:3509000
5' Com o expediente e asseio.
da casa.......... 2:7905000
31:211c0OO
Consulado.
Arl. 32. Com o consulado : .
: 1- Com os empregados, inclusi-
ve dous lauca,lores, cajos lugares i-
eam creados desdeja, com os \ incl-
nenlos de segundos escriturarios,
elevando-se para isso a Ires e Ires
quintos a porcentageni de tres e um
quarlo que actualmente vencen) os
ditos empregados....... 29:81 isOOO
i 2. Com a eapalazia..... 2:4753000
: 3. Com o expediente e atseio da
........... 1:9009000
3:8003000
39:2603000
4OO3OOO
3:0003000
3:240921o
4:00O300
3:0>J03000
52:U00340
4:4259000
2009000
4:6253000
51:5459831
7:0509000
2:2009000
4:0009000
6*:795983I
1:5009000
0:0009000
1:2003000
8;70C9UO0
6003000
2: 003000
3:0003000
0 IH DAS MOMASBAS.
POR EDMUNDO ABOUT.
IV
llaig Slacros.
(Coniinaar3o.)
Com rITeilo sou re, respondeu-ma elle sorrin-
de, pois acho lisonceiro anda mo-mo entre os meus
iiniiigos. N.1o se defenda Sei icr nos serablanles,
e V. S. ......< m-m-' arta iimii:,.\ conlo ho'oem a
quein rlesejaria ver colorea,! o.
Visto que me convida fraoqoeza, confesso
que live um movimeiiln de mo humor. O aenhor
peliii-me um resgale nao razoavel. Que tome cem
mil Trancos dessas senhoras que os tem he urna colisa
natural, a propria de sen alucio, mas que exija quin-
ze mil de mim que nao lenho nada, he o que jamis
polore a Innllir.
Enlreanlo ni* hl coua mais limpies. Todos
os eslrangciros que vem ao ruis paiz sao rlarn
porque a viagem coala caro. y. s. allirma que nao
viaja oa cusa ; qearo rre-lo. Porurn aquelles que
aqu o eiiviararu dlo-lhe palo intrii.is Ires oo qoatro
mil francos por anuo, e sera duvida lem algoma ra-
z.io para fazrem e-a ilespezn. O senhor reprsen-
la pois a seus nlhes um capital *iL- -essenla francos
yogo, resgalando-0 por quince elles -anham.
Mas o esUbeleeianenlo que me paga nao lem
capital ; lem Mnenla rendas. U orcamento do J.ir-
dira It llame,* li* votado lodos os ann a pelo sealo ;
seus recorsos -a.i limita,los nanea se previ,, un
caso semelliante ; nao lei como Iba explique... o se-
nhor nao pode coiiiprchender...
F. ainis qoindo en eoropfehendesse, lornou elle
*m lora altivo, cuida que deixaria ,1 enmpric o >|ue
disse .Mm',1.1. palavraa rfio lea : se quero que .e-
j.mi respailadas i,,,.,, rjovo viola-l,s niesmo. Te-
ulio o direilo do set injerte, nao l-nln. o direilo de
(Vid. Diario n. li.j
Theairo publico.
Arl. 15- Com o tliealro de S.
Isabel :
s 1* Com o ordeuido do adminis-
trado...........
2- Com as *r>presentaroes, po-
dando este subsidio ser elevado al
23:0003, se lionver companhia I) rica.
CAPITULO V.
Scguranra publica.
Corpo de polica.
Arl. 16. Com o corpo de poiicia :
S 1" Com o sold e gralificacOes.
:': 2' Cora o I ir lamplo. ...
S 8" Com cavalgadaras ....
V Com forrageos .....
; 5- Com armamento e equipa-
menli...........
? 6. Com o curativo das pingas. :
> 7 Com agua a luz para os quar-
leis do corpo e dos destacamentos. .
S 8. Com livros.......
Casa do dctenc,ao.
Art. IT. Com a casa de delenao :
Com os empregados. *. .
S 2- Can os servales e evenluaes
llluminarao publica.
Arl. 18. Com a illoiuinacao das
cidadas do llecife, (Hurla e tioian-
na, devendo a desla ultima ser posta
desde ja em everucao, pago o arre-
mataiilcdado Kecife descoulaudo-se-
llie o que deve a fazenda do empres-
iimo que se llie fez ; a fieaudo o
presidente da provincia aulorisado a
prorogar por seis anuos o contrato
feito com Joao Francisco Aniones
acerca da illuruiuarao da eidade de
Olinda, quando terminar o prazo que
actualmente vigora, devendo porem
expirar semelliante coulralo no mo-
menlo que se eslabeleca na referida
cidade a illumiuacaopor meio de gaz
200:0003000
16:0003000
60:0009000
276:0009000
1:8009000
12:0009000
13:8003000
120:4505000
9:5779000
3()i isO'JO
4:3809000
2:0003000
4:9785050
1:7003000
20O9OOO
143:5859050
&OTJ09000
1:7003000
Colleclorias.
Art. 33. Com as colleclorias :
> 1. Com os empregados. .
S 2. Com o expedieule .
Agencias.
Arl. 3i. Com as agencias :
1. Com os empregados. .
: 2. Com o expedieule .
34:1895000
10:9375000
1315000
11:0683000
4:2543000
225000
CAPITULO IX.
Aposeutados e jubilados.
Arl. 35. Com os aposentados. .
Jubilados.
Arl. 36. Com os jubilados. .
4:2769000
9:1913279
14 :'i163705
CAPITULO X.
Divida publica. .
Arl. 37. Com a amorlisa<;ao da di-
vida publica........
Arl. 38. Com os juros desla divida
Arl. 39. Com a divida dos exerci-
cios lidos.........
CAPITULO XI.
Eveuluaes.
Arl. 40. Com as evenluaes, dotes
das etpostas, inclusive o da exposla
Emilia Feliimina de llarros Leile,
com pasamento das despezas feilas
com as irniaas de caridade ; e dez
conlos de reis para o augmento dos
vencnenlos doB empregados provin-
ciaes ua forma da lei......
23:6103981
40:0009000
5:0009000
16:2283339
61:2289339
30:0003000
30:0005000
S:ti005000
52:6993000
CAPITULO VI.
Soccorros de beneficencia.
Arl. 19. Com o estabeleciinenlos
de caridade, inclusive o alugoel e
reparos da casa em que se achato os
hospilaes e as exposla......
Arl. 20. Com o sustento e curati-
vo dos presos pobres, sendo a sua
diaria de 200 r'.......
Arl. 21. Com as recolliidas do
convento de Goianna.....
Arl. 22. Com as de Igoarassii. ,
Arl. 23. Com as da Olinda. .
Arl. 2t. Com as de Papacara, iu-
cloiive a gralificato do 4005 para
um capellao, e de igual quantia para
urna professora.......
Arl. 25. Com os dous collegios do
orphaoi ..........
Arl. 26. Com a propagarlo da
varcina .........
Arl. 27. Cora o hospital de mise-
ricordia de Goiauua.....
52:6993000
22:0005000
28:0005000
8005000
6009000
5009OOO
1:8003000
3:OUOjOJ0
6OO9OOO
3009000
CAPITULO VII.
Cullo publico.
Arl. 2S. Com os coadjuclores das
frcguezias.........
Art. 29. Com oguizamenlo e fa-
bricadas malrizes.......
Ait. 30. Com os religiosos Capu-
chiuhos .....
57:600.3000
5:0003000
1:7399000
869OOO
7:703cOO0
CAPITULO VIH.
Cobranca, arrecadarAo e liscalisacio das rendas.
AtI. 31. Com a Ihesouraria :
S 1" Com o inspector, secretario,
ser rraco. Miuhas injusticias smenle causara damno
aos ouiros ; urna fraqueza me perdera. Se soubea-
sem que sou exoravel meus prisioneros procuraran!
supplicas para me vencer em vez de procuraren) d-
nlieiro para me pagar. Nao sou como os salteadores
la da Europa, que faiem urna mistura de rigor e da
geuernsidade, de especularlo a de imprudencia, de
crueldade sem cau>a a de enlerneciraenlo sem des-
culpa, e que acabara tolalraeule no cadalalso. Dista
dianle de leslemaiihas que teria quiuze mil francos
ou sua cabeca. Arrange-se como quiztr, mas de
qoalquer modo hei de ser pago. Ouca-me : em 1854
condemuei duas rapariginhas que imliam a idade de
minha querida Pholiui. Ellas csleuiiam-me os lira-
eos chorando e seus gritos commoviam meu coracao
de pai. Vasilio que as malou, ferio-as muilas vezes
sua imla Iremia. E todava fui iuflexivel porque o
resgale nao fura pago. Cuida que depois disso eu
va perdoar ; De que me serveria ler morlo aquellas
pobres creatnra-. se eorresse a noticia de quesoltei a
V. S. de graca '!
Abaixei a cabeca sem achar urna palavra para res-
ponder. Tiuha mil vezes rallo, mas nao sabia oppor
nadan lgica desapieaada do velho algoz. Elle l-
rou me do miuhas rellexes balendo-me imigavel-
mente sobre o hombro e disse-me :
Coragem J vi a morle de mais perto, en-
lreanlo aqu eslou forlecomonmcarvalho. Durante
a guerra da Independencia Ibrahim mandou-me lu
zilar por sele Egypcios. Seis balas perderam-se, a
stima ferio-me 11a fronle sem penetrar. IJuando os
Turcos vieram buscar meu cadver, eu lioha desap-
parecido com o favor do fumo. O senhor lem de vi-
ver lalvez mais do que peina. Escreva a lo los os
cus amigos de llamburgo : ora doolor deve ler ami-
gos para mais de quinta mil francos. pe|a minha
parle hava nao me dara nenliuxn pr.izer, e anlcs creio que acha-
ra os lueios de pagar-me em dinhciro. Par ora >
descansar com essat senborat. Minha genio bebeu
sera conla eollia para as [nglezas *lo um molo que
nao aniiuuci.i boa eoasa, Esses pobres enles san con-
demnadosa urna vida ansiara, a n.'i.v lem sessenla an-
uos como cu. Ordinariamente dumo-os pela radi-
es ; mas ao cabo de una hora, se a moca licasse all,
eu nao respondera por nada.
Coro efTeilo ora eireolo amea;ador formava-m
lomo de Alary Aun, a qual exanuuava esias figuras
nhas com iiinocenie eoriosldade. Os salteadores
ao oovido, e faziam seu elogio em termos que feliz-
mente nao eram comprehendidos.
O Corfaeose, que recuperara o lempo perdido, of-
fereci'u-lhe um copo de vinho qoe ella repellio cora
altivez, a que foi derramar-se sobre os outros. Ciuco
ou seis salteadores j muito embriagados Irocavam
fortes murros como para animar-se a oulras maioris
facanhas. Fia um signal a misterss Simons : ella le-
vantou-sa com a filha. Poram 110 momento em que
eu Morena o braco a Mary Ano, Vasilio adiaotou-
se cambaleando, a fez o gesto de segara-la pela ciu-
lora. A essa visla sobio-rae ao cerebro nao sei que
fumo de colera. Sallei sobre o miseravel, e aperlei-
Ihe o pescoc.0 com os seis dedos. Elle levou a m,1o
ao cinlo, a procurou as apalpadellas o cabo de nina
faca : mas antes de ler adiad nada eu o vi arran-
cado de miuhas maos, e laucado dez passos alraz pela
mito dp grande e forte do velho Itei. Oovio-se um
in 111 ni un o na aisembla. Iladgi Stavros elevoa a voz
cima do rumor e grilou :
Calem-se Moslrem que sao Hllenos e nao
Albaoezas !
E arrescenlou era voz baila :
Vamos de pressa ; Corfucnse nao le separes de
mini : senhor Allemao, diga as senliorasqoe dormi-
rei a porta de sua cmara.
Panio com nosco precedido pelo seu chihoadg,
que nao o den,iva de dia nem Je noite. Dous ou
tres liomens dispnzeram-se a segui-lu ; mas ella re-
pellio-os rudemenle. Nao eslavamos a cem passos
da mullida,1, quando orna bala passou assoviando
por eulre nos. O velho Pallicare nem vollou a ca-
bera. 1 lili,.,u para mira surriudo, e disse-me ein
meia voz :
eve-se ler indulgencia, lie o dia da Assen-
cao.
.No caminho aproveilci as dislracces do Corfuen-
se que Iropecava a eada passo, para pedir a mislrcs
Simona urna audiencia parlicular.
Tenho um segredo imporUole para commnn-
c.ir-lhe, diaae-lhe cu. Permita que v as escoudi-
das a sua lenda em quauto o uosao espa dormir co-
mo Noe.
Nao sei se essa eompararo bblica pareeen-lhe
ponen ratpeiloai ; mas pila reepondeu-rae seccameo-
le que nao linh.i sesrodos a pirlhar comigo. In-
sisli. mas de balde. DS801he qoa achara o meio de
salvar a nos tojos sera abrir a bolsa. Ella ma lau-
{ou um olliar de lasconlianea, CODSUltou a lilha, e
I de ccoras diaue dclla fallavam eulre si ciu voz alia em fita coucedeu o que eu pedia, llads,. SUvros j
eipor-
1,021:9053444
TITULO X\.
lteceita provincial.
Arl. II. Fiea o praasdeute da provincia aulorisado,
para cftecluar 11 ,u-.pr/.,i no exercicio de 18.YT IS58
a cobrar e arrecadar as rendas designadas nos se-
uumles :
S 1. Tres por cenlo do assucar e algodao
lado.
2. Cinco por cenlo dos mais gneros de prodoc-
r.n, da provincia, quo lambem forem exporlados, nao
seudo fabricados cum materia prima SMiangeira, ou
importados de oulras provincias, com excepcao do
calo e do oleo de ricino fabricado na provincia.
S 3. Dcima de predios urbanos.
4. Dous mil e quinheulos res por cabera de ga-
do vaceum comuraido nos municipios du Kecife,
Olinda, Iguarais, Uoianna, Kio-I'ormoso, Nazareth.
laudo Albo, Victoria, Cabo, Seriuhaem e Agua-
l rola : nos oalros municipios, so pagaio esle im-
poslo aquelles que talharem carne para negocio, e os
creadores pagarlo o M/imn.
S 5. Sello da heranra e legados, menos dos filhos
nataraes, reconliecidos em leslamenlo ou escriplura
publica, segundo a lei de 2 de selembro de 1847,
que eslao delle iseulos.
5 6. Meia siza de aservaos.
g 7. Duzeutos mil reis por escravo exporlado da
provincia, aindu que importado de oulras, exceplo
os que forem em companhia de seus seohores, e a
seu sernco, sendo domiciliados uesta provincia, li-
mitada esla axcepcao a Ires escravos por cada fami-
lia que u 10 exceder de Ires pissoas, e dahi para ci-
ma na razio de um escravo por duas pessoas de fa-
milia, provando, quando levaren, mais de doos, que
os possuem ha mais de seis mezas.
Se purera os seuliores forem empregados pblicos,
em cujo numero se coraprehende us olliciaes de Ier-
ra e mar, e lzerem a viagem em virlude de seu *m-
prego, poderao levar todos os seus escravos, deveudo
enlreanlo provar pelos meios legaes, que os poiso-
lam anlcs do decreto de sua nomeac^o, ou remuelo ;
ou se possuiram depois por liorauca ou casameulo.
Liceplu im-se lainln-ui os escravos herdados ua pro-
vincia por individuo ja residente em outra ; e bera
assim os escravos possuidos ha mais de anuo por la-
vrador que lenha de mudar seu eslabeleriraeulo pa-
ra outra provincia. Esta disposiclo ser desde ia ex-
cculada.
8. Emolumentos da polica.
0. Dez por cenlo dos novos a
empregados provinciaes.
S 10. (Juan por ceuto sobre o alnguel das casas
em que seacharem na cidade do itecife os seguales
eslabelecimenlos : botica, lojas em que se vender a
relalho, de cambio, armazeus de carne secca, de ma-
deiras, de lijlos, de cal, de eapira, de assucar, de
sal, de fazeudas, de familia, da tnolliadoj, de maca-
mes, de couros, de drogas, de recollic;, tabernas,
boleqoms. serrara, olarias, (vpograpbias, cocheiras
cavallancas de aluguel, preusas de algodao e fa-
bricas.
SU. (Juarenla mil reis sobre casas de modas.
S 12. Cera rciepor libra de lahaco fabricado, seis
ceios re por arroba do nao fabricado, mil e qui-
nheulos ris por milheiro de charutos e cigarros,
trulla ris por cauada de bebidas espirituosa, qainze
res por caada de vinagre, e oilo ceios res por ar-
1 velhos direilos dos
roba de sabao, (cando isenlas destes impostes as fa-
bricas desla provincia, e o produelo das oulras que
fr reexportado.
13. Viole por cenlo de agurdenle de prodc-
elo brasileira que fr consumida na provincia.
14. Um coulo a duzeotos rail reis de aada casa
em que se venderem bilhttes de lotera e caalelas de
oulras provincias, qae so poderao ser vendidos de-
pois de rubricados simultneamente pelo administra-
dor do consulado a vista dos bilbeles origiuaes, que
lambem o scrao.
S 15. Pedagios das ponles e estradas, continuando
em vigor a disposirao do S 17 do arl. 3* da lei uo-
mero 261.
S 16. Bens do evento.
S 17. Appreheosoes pela polica.
S 18. Multas por infracces.
S 19. Ile-liluci'ies e reposices.
? 20. \ inte mil ris por casa de jogo de buhar.
S 21. Produclo da venda do gneros, uleusilios e
proprios provinciaes.
S 22. Melada du divida anterior ao !. de julho de
1836.
S 23. Divida acliva.
: 2!. Ileuilimeiito da capatazia do algodo.
S 25. Saldo do exercicio correnle.
Itendas com applicaces especiaes.
26, Produclo das loteras do Ihealro de Santa
Isabel.
$ 27. Dilo das ditas do (jvmnasio.
i 28. Dilo das laxas de que Irala o arl. 111 da lei
n. 369.
TITULO III.
Disposices geraes.
Arl. 41. As rodas das loteras do hospital Pedro II
correr em separado, servando de thesoureiro o llie-
sooreim dos eslabelecimenlos do caridade, que se
prestar graloilaruenle, deduzindo soraenle as des-
pezas iudiipensavers para sua extraerlo, nao poden-
do com ludo fazer'correr mais de urna parlejpor mez,
ou o proprio thesoureiro das loteras que prefina,
cedeodo sua commisso a favor das obras do referido
hospital, com lamo que faca correr, pelo menos urna
parle por mez.
Arl. 12. Correrao s no 1 semestre de cada ex-
ercicio as rodas das loteras dos collegios dos Or-
phaos, Gymnasio, Ihealro de Saula Isabel e collegio
de Papacara ; e no dilo semestre, o governo dever
mandar correr todas ou algumas partes das loteras
concedidas a favor do convento de S. Francisco de
Olinda, se julgar de urgenle necessidade os reparos
do inesma couvento.
Art. 43. Conlinuarao a ser desde j arrematados,
de conformidade com o disposto no arl. 45 da lei
n. 316, os imposlos que se achavara a cargo das col-
leclorias da Boa-Visla, Flores, Garanhuns, Brejo e
Cimbres, e o sero tambera os que cobrara as collec-
lorias de Igaarass, Limoeiro e 1! jnilu, que por isio
(cara supprimidas.
Arl. 44. O governo mandar fazer, por adminis-
Irueo ou arieiiijiac.io, os reparos da matriz de
(ioiauna, ou entregar para esle fim ao respec
vigario a quantia precisa e o producto das lold,
que Ihc foram concedidas, exisleutes na thesoora
sera careaer nada de llanca, o semelhaule pralica
ser exleusiva aos vigarios de todas as malrizes que
esliverem no inesmo caso.
Arl. 45. Ficam supprimidos os ordenados dos
memiiros da aduuiiistracao do collegio dos orphaos.
Arl. 46. As porleiras dos engenhos, cojos cerca-
dos forem alravcssados pelas estradas, terao condi-
ces marcadas pelo governo, qoe lien aulorisado para
isso, e desle modo se;,10 permillidas as ditas por-
leiras.
Art. 47. O presiJenle da provincia fiea aulorisa-
do a reformar o regulameulo dos estabeleciinenlos
de caridad c os eslealos dos collegios dos orphaos,
sondo revoladas asdisposicas da Icis qne aulurisam
a mclos.. j de meninas expostas no cullcgio das or-
phflas.
Arl. 48. Fiea o governo aulorisado a dispender n
quantia que for precisa no correnle exercicio para o
pagamento provavel do juro garant du a companhia
da eslrada de ierro do Itecife a S. Francisco, e em-
pregar nos ol.jedos epecificados uessa verba lodas
as sobras de despeza.
Arl. 49. O governo far a despeza precisa com a
vinda de sele irruas de caridade, sendo qualro pa-
ra atrein distribuidas pela casa dos expotlos e colle-
gio das orpbaas, e Ires para o de Papacaca.
Arl. 50. presidente da provincia lica aulorisa-
do a contratar com um ou maia individuos o inelho-
r.miento do eslrada de Beberibe, e de oulras e
iguaes circomslancias, assim como a feitura de pon-
les, enlre as qoaes urna sobre o rio Seriuhaem, 110
lagar denomiusdo Porto de Pedral, e de qoal-
quer raiiiiicie.iu das estradas provinciaes, oa prn-
cipaes vias de communicac.ao da provincia, lano por
agua como de Ierra, com laulo que neuhoma des-
eas obras assim conlraladas seja empreheudida a
cargo dos cofres pblicos.
I. Depende da assemblea a approvacao dos
contratos feilos em virlude deste artigo, excepto po-
lm nao s o que s eflecluar a respeilo da eslrada
de lieberibe. urna vez que todo elle esteja de accor-
do com o seguiute paragrapho ; assim como aquelles
contratos que versarem sobre obras de um valor in-
ferior a Ires coulos de ris, ou em que se estipular
pedagio que nao exceda de um auno de percepcao.
2. Us coutralos aerao formulados sobre as se-
guinles bases.
l. A inspeceao da obra, nao s na feilura, como
na couservai-ao della, ser privativa do governo, e
bem assim a approvacao dos plauos, podeudo eslea
serorganisailo** nos (trinos do c.pilulo I" do til. 2-
da lei regulamenlar 11. 286, quando o emprezario
assim o queira, le accordo com o governo, ou quan-
do esle aisira o determine.
2.a O governo garantir ao emprezario a percep-
;ao do pedagio pelo lempo e forma que contratar,
eom lano qae os ronlribuiules do pedagio nao pa-
guem era cada barreira mais do duplo do que coslu-
loam faze-lo as do goveruo.
3.a O emprezario eomeear e concluir a obra em
lempo estipulado, e sob penas convencionadas.
4.a O numero de anuos para a percepcao do pe-
dagio sera em alienen ao transito que'possa ler a
obra, exlenso e dilliculdadc della.
5.a Emquanto nao lindar o prazo da percepcao do
pedagio, o emprezario conservar a obra en per-
feilo estado de trausilo, sob pena de ser fela a re-
pararlo pelo governo cusa delle emprezario, pa-
gaudo esle, alem disso, una mulla correspondeule a
dcima parle do valor da repaiarao.
S 3." Qualquer das obras cima, embora empre-
hendida por particulares, ser considerada de ulili
dade publica, quanto as desaproprac,oes, de que por-
venlura dependa a sua realizaba, e por iso goi:ari
a tal respeilo dos mismos privilegios que as mais
obras da provincia.
Arl. 31. O presidente da provincia fiea aulorisa-
do 11 contratar dentro do auno linauceiro seguale,
com Carlos Richardo de l.ahautiore.o estabelecimeu-
(0 de urna labnca central de assucar em qualquer
dos centros agrcolas da proviucia, sob as seguintes
bases :
S I. Se o governo julgar indispeniavel para a fun-
daeo dessa fabrica, adcsapropriac.,10 do lugar era que
se tenha de lovantar seus edificios, bim como a do
Ierren que for preciso para as estradas que bao do
por a fabrica em coiiimuuicaeAo com os eogeuhos de
permetro ahaixo indican, lica aolorisado a cooside-
rar o eslabeleciraeulo de ulilidade provincial* alim
de que essas desapropriaces tenhain lugar nos ter-
mos legaes, corren lo porm por conla do emprezario
as despezas que com a mesinas se fizerem. Toda-
IITBRIOR
IUO DE JANEIRO.
SENADO.
va, laes desapropriaces se tara sem detrimento do expedieule
SESSAO DE 29 DE MAIO DE 1857.
'residencia do Sr. Manuel Ignacio Cnealcanli de
/.acerda.
As II liaras ,],i manila o Sr. presideulu abre a
sessao, eslaudo prsenles 31 Srs. senadores.
I.idas as actas de 23, 25 o 2N do correule mez,
sao approvadas.
O Sr. Vrimeiro Secretario d coula do seguiute
maueio dos engeuhos comprehendidos no permetro
de qoe trata a base seguidle :
j 2. Conceder se-ha a l.ahautire, seus socios,
successures e cessionarios o privilegio da fabrica por
vinle e cinco anuos, dentro de urna rea de exlenso
limitada por um raio da 1500 bracee, contadas do
pouto em que esliver a fabrica, para qualqaer de seus
la ios, alim de que durante o privilegio e dentro
dessa rea iieuhoiua oulra fabrica de semelhaule na-
(ureza, leudo o mesmo fim, seja eslabelecida em de-
trimento da oulra.
De sorle alguma porem islo vedara' qae qualqaer
dos propietarios, cujas Ierras eslejara comprehcii-
didas no referido permetro, conluiue a fabricar
seus asiucares nos proprios eogeuhos, ou nelles fa-
zer qualqaer mellioraucnlo, alim Je aproveitar
mais vautajosameule as cauuas ah someule cultiva-
das.
S 3. O amprezario, se os propietarios quiterem,
contratara' com elles o fabrico dos seus assucarcs,
garantindo-lhes pelo menos um liquido de sele por
cenlo em assucar secco do peso das c.unas, que Ihe
pertencerem e forem por elles postas ua labrica,
sanio dous tercos desse assucar da primeira quali-
dade produzido por ella, e o resto em partes iguaes,
de qoalidades inferiores.)
4. .V fabrica sera' de forca que produza pelo me-
nos 80,000 arrobas em cem dias, ou que nia todas
as caimas que os senhores dos engennos compre-
hendidos no permetro cima pozerem na fabrica,
seaando os contratas de que lala a base lerceira.
i 5. O emprezario sera' obrigado a franquear aos
agricultores da provincia o exame dos processos do
fabiico, e no contrato que o goveruo lizer se cali -
pnlarn penas para o casa de que o emprezario a-
bandone o empreza. ^_
Arl. 52. Dez dias depois da abertura daliferabla
provincial deverao estar impreisos e distribuidos o
balauco a orcamento dareceila provincial, assim co-
mo os relatnos das diHercnlWeparlices publicas
da provincia, sobre ludo o danliesourarfa.
Art. 53. As loteras concedidas pela assemblea ge-
ralpara o monicipio neutro, eilSn compreheudidas
no disposlo na lei provincial n. 399.
Arl. 54. Ficam em vigor as disposicijes dos rti-
cos 43, 41, 48, 49 e 57 da lei do orcamento vigente,
e lodos os mais desla lei, e dos orcamentos anleriores
relativos a cobranca, arrecadac.ao e li.calisac.to das
rendas; revogadas as disposices em contrario.
Mando, por lano, aludas as auloridades a quera
oconheciraenlo e exeruc.lo da referida lei perteu-
cer, que' a ciimpram e facam cumprir 13o inlei-
ramenle como nella se cootem. O secretario da pro-
vincia a faca imprimir, publicar a correr.
Cidade du Kecife de Pernambuco, aas 22 dias do
mez dcjunho de 1S.77, trigsimo sexlo da indepen-
dencia do imperio.
L.S.
Joai/uim Pires Machado Porlella.
Carla de lei pela qual V. Exc. manda execular o
decreto da assemblea legislativa provincial, que
saucciooou, marcaudo a despeza e oreando a receila
da provine a para o 11110 finaaceiro (fue tom de cor-
rer do 1.- de luido de 1857 a 30 da juidio de 1858.
Para V. Exc. ver.
I ruin..1 Uerculano Daptisla Kibciro fez.
Sellada e publicada neita secralaria do governo
da provincia de Pernambuco aos 22 de juuii de lS.i".
Jos lenlo da Cuuha Figueiredo Juoior, ollicial-
inaior serviudo de secrclaro.
llegistrada a fl. 7l v. do livrn {. de jleis provin-
ciaes. Secretaria do governo de Pcruanihuco, 23 de
juuhode 1857.Juao Domiugues da Silva.
favorecen nosa enlrevisla releudo o CoiTuense jun-
io de si. Mandou collocar sen tapete no alto da es-
cada rustica que condozia ao nosso acampamento,
depoz -na- armas, ao alcance da m.1o, fez o cAl-
boudgi deilar-se sua direila e o Corfueuse sua
esquerda, e deu-uos boanoite, desejaudo-uos soulios
dourados.
Fiquei por prudencia debaixo de minha leuda al
o mom?iilo em que Ires roncos dislinclos me alta
guraram que no 0 luinulo da mullida o exlnguia-so seusivelinanie.
Dous ou tres aliradores perlurlnvam s,menlo de
quando em quando o silencio da uoile. .Nosso vizi-
uho rouxinol conlinuava trauqoillamenle sua can-
elo comeijada. Dirigi-me por baixo das arvores a
lenda de mistress Simons. A mai e a filha me es-
peravara sobre a relva hmida ; os cnslumei ingle-
zes prohibiara-rae a entrada de sua alcova.
Falle, senhor, disse-me a velha Simons, nas
faca-o breveraeule. Bem sabe se neccssilamos de
repouso.
Senhoras, responli com firmeza, o que linho
a dizer-lhes val nina hora da somuo. (Jaereui ser
livres dentro de tres dias !
Mas senhor, amanhaa o seremos, do contrario
a Inglaterra Dio seria mais a Inglaterra! Dimilri
deve ler advenido meu irmoas ciuco horas ; meu
irmao fallou ao ministro hora do janlar, asorden?
foram dadas anles de .anoilecer ; os soldados esia
ein caminho, nao obstante o que diese o Corfueuse,
e seremos libertadas amanilla para o almoco.
>*o nos einlinlemos com iliuses ; lempo
insta. Nao coulo com os soldados ; uossos vence-
dores fallan) delles mu leviauameule para leme-los.
Sempre ouvi dizer i|uu nesle paz carador e caen
soldado e sallsador viviain 1111 harioiiia. Soppo-
nho em rigor que se enren) alguns liomens em
nosso soccorn, : llodgi Slavros os vera vr, e nos
conduzir por camiuhos afastados a oulro covl.
Elle condece pcrfeilainente o pniz ; lodos os rurlic-
dos sao seus cmplices, lodos 01 arbostoa seus alli.i-
dos, lodos os desfiladeiros seos occulladores. O Par-
nesio o favorece contra ns; elle he o rei das mon-
taulias '.
Bravo. Iladgi Slavros he l)en, e V. S. he seu
prophela. Cerlamenle elle fieerfa locado de ouvirl
fallar a seu respeilo cm lanta admirarn. Fu |j
linlia alevinludo que V S. era sen amigo por ver |
como elle balia-llie ao hombro, e llava-llie conli- 1
COMMAXDO DAS ARMAS.
Qoartel geaeral do commando das armas de
Pernambuco na cidade do Recite, em 26 do
juntao de 18&7.
OBDEM DO DIA N. 501.
Chcgando ao conhecimenlo do 'geoeral commiin-
danle das armas, que os senhores olliciaes do corpo
de -me doulores Jos Sergio Teixeira, Prxedes
liomes de Souza Pilonga, e Jos Augoslode Souza
Pilanla, ao nbereu da explosao qae leve lugar as
6'; lloras da larde de 21 do correnle em urna casa
da ra das Cinco-Poslas, que ficou cohiplelaraenle
com oulras desmoronada, esraagando as peisuasque
nellashabilavam, e aquellas que na occa-i1- (raus-
lavam, pressurosos se dirgiram para o lugar do de-
sasir, e alii preslarara caridosamente lodos os soc-
corros de que as victimas necessitavam.
Nao deveudo ficar no olvido acia lao meritorio, es-
pontneamente exerculo por olliciaes .lo exercilo,
que sabem perfeilamenle comprehender os seus de-
veres profissionaes, o general c. malandante das ar-
mas, louvaudu-o, se apraz em consigna-lli na prsen-
le ordem do dia, provando desl'arle o aprero era que
lera os serviros que em occasiao 18o momcutosa pres-
laram os referidos olliciaes.
Nomea o Sr. capellao Fr. David da Nklividede de
Nossa Senhora.lpara o deslacamenlo doj presidio de
Fernando no semcilre que lia de decorre|r de julho a
dezeml.ro do prsenle ar.no, devendo eslar promplo
a seguir para o seu destino na priineiralopporluni-
dade de transporte.
Datlara, para os lins conveniente*, que nesla data
conlrahio aovo engajamento por mais (i anuos, no
lemos do rvsulamenlo de li de dezembro de 1852,
precedendo inspeceao de saude, o soldada da 7. com-
panhia do 4." balalhao de artilhana a p, Flix Joa-
quim Alves do Sacramento, o qual perelier alem
dos venrimentos que por lei Iho compellrem o pre-
mio de 4000000 rs. pago segundo o disph.lo no arl.
3 do decrelo 1401 de 10 de junho de 1854, e lindo
o engajameiilo, una dala de Ierras de 2*500 bracas
quadradai. Se il.--erl.ir, perder as vangens "do
premio, e as que liverdiieilo, sea considerado como
recrulado, desr.oulando-se no lempo do engajamenlo
o de prisao em virlude de senlenra, averbando-se
esle desconlo, e a perda das vacaseos no respectivo
titula como he por lei determinado.
Jos. Joaquim Coelho.
Um aviso do ministerio da juslica, remetiendo urna
represei.lrca.i da assembla provincial de >. Pedro,
pedindo a execocao do arl. 135 da lei regulamen-
lar de 19 de selembro de 1850 en favor da guarda
nacional da mesma provincia.A' comuiiss.ia de
assemhlns provinciaes.
I 111 oflicio do prinieiro secrel.irio da cmara dos
depulados, arompanhando as proposiees da mesilla
caui ira. una BUtorwando o governo a conceder car-
la da naluralisaro a liuslavu Carlos Antonio Lain-
ii'',e a outros, e a pagar a leueute Joaquim Jos de
Souza sidos atrazados.-~Vo a imprimir nao o es-
tando.
Oulro do mismo, participando quo aquella cma-
ra adoplou c dirigi sanelo imperial a re-olueo
do senado, que concede lolerias a vanos eslabeleci-
menlos de caridade da cidade de Cavaba.Fiea o
senado iulcirado.
lica sobre a mesa a reiaccao da proposirn do
senado que approva a penso concedida a D. Flo-
rishella Mxima da Silva.
He apoiado e approvado o scguinle requer-
menln :
Keqnciro que se pecara ao gobern o regimen-
t, cdigo penal e do processo para a forca naval,
que, segando as coinmumeacei Irausmilluias as c-
maras, nos relatorios de 1834 e 1S35. foram organi-
zados por una commisso Horneada por decreto de 5
de dezembre de 1833, e coja imprento deve adiar-
se completa, deveudo, na falta dessa impress.no, re
melter-sc com urgencia a copia de seuielhaule tra-
balhn.
Paco do senado, em 29 de maio da 1857.J. A.
de Mirauda.
OBDEM DO DIA.
Eulra em primeira discussao a proposicao da c-
mara dos deputados isentando du pagamento do 1111-
poolo de 8 por cenlo as lolerias concedidas pela as-
semblea provincial da Baha a sociedade dos Artfi-
ce', ui mesma provincia.
Encerrada a primeira discusslo, passa a proposla
a segunda, na qaal eulra logo, e be apoiado e ap-
provado o seguinle requerimenlo :
Beqoeiro que o preseule projecto va com-
misso de fazenda para dar o seu parecer Dan-
las.
O Sr. Prndenle declara esgolada a Balera da
ordem do dia, marca a de amanhaa e de segunda-
feira, e levanta a sessao s 11 bolas c meia da ma-
n,.11.
No dia 28 nao houvc sessao.
denciahnenle. Nao foi elle quem Ihe supgerio csse
plano de evasao que vem propor-nos?
Sim, seohora, foi elle, ou anlcs soa correspon-
dencia. Achei esla mauhaa em qoauln dictava Mil
carias o malo infallivel de livrar-nos gralis. Tenha
a bondade deescrever ao senhor seu irm.o que re-
na urna somma de cenlo e quinze mil francos, cera
para seu resgale, e quinze para o meu, e que a en-
vi quanlo antes por um homem seguro, pur l)i-
milri.
Pelo seu amigo Dimilri ao seu amigo o Bei das
monlanhas? Muilo obrigada, meu charo senhor!
He assim quo seremos livres de graja !
Sim, senhora. Dimilri nao he meu amigo, e
Iladgi Slavros nao teria escrpulo de corlar-me a
cabeca. Mas continao : em Iroea do dinbeiro V.
Exc. exigir que o Ue Ihe assigne um recibo.
Ser um bilbele precioso !
Com esse bilhelc V. Exc. recobrar seus cento
e quinze mil fraucos. e vou diter-lhede que modo.
Boa uoile, senhor. Nao sed ao Irabalho de
dizer mais nada. Desde que desembarcamos nesle
desgracado paiz temos sido roubados por lodos. Bou-
haram-nos os empregados da alfandega do Preo,
roubou-nos o coclieiro qoo nos en. tu/10 a Alhenas,
roubou-uos o eslalajadeiro, a o criado que loma-
mos, e que nao he seu amigo, nos lancou uas raaos
dos ladres ; encontramos ura frade respeilavel que
comparlilhava de nossos despujos ; lodos os aenhorea
qoe bebem all san Jladroes, esses que dormem a
uossa porla para proteger-nos sao ladres ; V. S. lie
o nico hiiineru honrado que temos encontrado na
Grecia, e seus eomelhos sao excelleules ; mas boa
uoile, senhor, boa noite !
Por Dos, senliora !... Nao quero joslilicar-
me ; pense de mun o que Ihe aprouver. DelU-Oie
smenledizer-lho como recobrar seu dinhciro.
E como doleremos recobra lo, se lodos os sol-
dados do reino nao podem arranear-ims daqui '
Iladgi Stavroo nao he m>is u Itei das Monlaoliaa 1
.Nao sabe mais caniihos afaslados '.' Os arbustos, o-
rochedoi n.ii) sao mais seus occoll 1 lores c seos cm-
plices '.' Boa uoite, senhor, bei de dar le-temiinho
de seu zelo ; hei de dizer aos salteadores qne V. S.
desempi'iiliou bem sua coinmiso ; mas emlim boa
noile !
A velha unpellio-nic para fra gritando boa noile
em lora lio acodo que lem desperlisse osnosios
guardas, e fugi Irislemenle para minha leuda. One
GilAU DOS SRS. DEPITADOSa
SESsAO' DE 28 DE MAIO DE 1K.V7.
Presidencia do Sr. citconde de /(r/ieiitj/.
A' hora do cosime, feila a chamada, e cliau-
do-se reunido numero legal, abre-se a sessao.
Lida a acta da auterior, lie approvada.
U Sr. Prinuiro Secretario da conla do seguate
expedieule:
Diversas representarles doa eleilerea da villa de
^. Jos da l'ira'iiba, ma villa, doa deilores da paroehia de Noeaa Senhora
da Concaico da cida.de '.c Jacarahy ; da cunara
municipal da mesma cidade. lodas da provincia de
S. Panto, pedindo a modificaclo do decreto u. IS22
le 17 de selembro de liSt, que dividi aquella
provincia em dulriclos eleitoraes.A' rnmmloola
de consdluic.io e poderes.
DitaDos eleilore da villa de Sania Isabel, na
mesma provincia, ronlra a amiev. 1 do circulo
eleiloral a que perleucera, e pedindo para d'ora em
diante volarem no seguudo circulo, acudo declarada
sua cabeca a cidade de Jacarahy.A' commisso de
poderes.
Dita dos oledores e da cmara municipal da villa
de S na Branca, lermo da cidade de Jacarahv, na
mesma provincia, pedindo a crear de um collegio
eleiloral naquella cidade.A' commisso de po-
deres.
Dila dos empregados da rdminislraro do corrco,
na provincia das Alagoas, pediudo" augmento de
vencimenloi.A comuusso de peus&ci e orde-
nado!.
Um offieio do ministerio do imperio, mandando
eliminar o dcimo elelter da villa de Cuaraparv, na
provincia do Espirito Sanio, e qoe seja rucado do
numero dos eleilore de Carapina o eleilor Francisco
Marlins de Azamboja Meirelles, por nao ler a idade
compleme.Fiea a cmara inleirada.
Cinco ditos do inesmo ministerio, communican-
do eslar o governo inleirado da appruvacao dada
pela cmara dos Srs. depulados s eleires secun la-
nai de diversos circuios provinciaes.Fiea a cmara
inleirada.
[Vove ditos do mesmo ministerio, arompanhan-
do diversas acias elciloraes.tica a cmara inlei-
rada.
Dito do Sr. deputado .Morcn les, communic.indo
lio poder comparecer a sessao do dia, por se achar
irommodado.Fiea a cmara inleirada.
Dilo do raiiualerio da juslica, rom. lien,I e adian-
do juslo o requerimenlo em que o inajor do coriio
municipal permanente, J. Hara Babelio pede
urna sralificaeo pelas razes que allega.A quem
fez a requisicao.
Dilo do inesmo ministerio, aeompauhaudn uina
represenlarao da cmara municipal da villa da Ca-
chorra, na provincia do Bu* Craode o Sol, pedin-
do que se faca extensivas ao crime de furto de am-
raaes as penal apphcadas ao ruine de roubo.A'
commisso de juslica crimiual.
U sr. Danu, oblendo a palavra com urgencia,
aprsenla acamara diversa* consideracoes sobre a
uccessiiade argente qae em lodo o imperio se faz
sentir da melhor urgannaco do seu sytlema aclual
de recrulaineulo.
Sem entrar desde ja na analvso parcial dos tres
raaueiras por que se tai em diversos paizes europeos
a cobranca desse uuposlo de laif a ; sem Iratar
inopporluuamenle da conicripco, da leva loica 1 1
ou do aliilaineulo voluntario, o orador reconhece
que a cmara qne, por assim dizer, s se lem ale
eniao oceupado com Irabalhos prcparalonos, deve
resollad* hu.S.
denles, porque pastara desde que partir de Alhe-
nas em procura da bonjana variabais. O encontr
das Inglezas, os bellos olhos de Mary Anu, as es-
pingardas dos salleadores, os caes, as pulgas. Badal
Slavros, quinze mil francos que lioha de pagar, mi
liba vida por. esse prei;o, a orgia da Ascem.ao, as ba-
las que iii.lt im-nie assoviado aos ouvidos," a cara de
Vasilio embriagado, e para coroar a fesla as inju-li-
c.is de mislresi Simem Depois de lautas prwaetea
nao me fallava mais do que ser lomado por la lio '
somuo qoe nos consola de ludo, nao veio ein meu
soccorro. Eu fora impressiouado por lodos os acon-
(eciraenlos, c allava-in; a forca para dormir. O dia
despoulou quando eu anida eslava inergulhado em mi-
uhas tu- iit .es dolorosas. Segui com olhos fatiga-
dos o sol que liasen. Humores confusos succederara
pooco a pouco ao .silencio da uoile. Nao seulia-me
com a coragem de consultar o relogio ou de vollar
a cabera para ver o que se pasi iva ao redor de
mim. Todos os meus sentidos eslavaru entorpecidos
pela fadiga e pelo deslenlo. Creio que se me lives-
sem feito calor da inonlanha ahaixo, nao leria e*-
teudido as mos para reler-me. .Nesse auiquilamen-
lo de miuhas faculdades Uve una visao que era ao
mesmo lempo sonho e halluciuarao, pois nao eslava
acordado nem adormecido, e meus olhos nchavaro-
se enlre-aberlos. Pareceu-ma que liuham-me en-I
terrado vivo, que minlia leuda era um calalalc or- I
nado de llores, e que canlavam-se a' minha cabera
as oraeoei de dafunlos. Tita inedo ; gavia gritar, 'a
voz morreu-inc na garganta, 011 I01 caberla pela dos
cantores. Eu ouvia assaz dislinctarueiile os vers-
culos e as resportai para couheccr que ininliaa exe-
(|ukh eram leilas ein gfego. Iiz um e-foreo violen-
to para mover o braco direilo. elle eslava pesado co-
mo chumbo. Esleudi o brae esquer.io ; elle r, leu
laeilmeiile, baUu contra a ininlia leu 'a, c (le cahir
una cousa que a-seinelliava-se a 11111 r.imalntle. Ks-
liesuti 01 olhoi, assentei-me, examine! easaefl res
e.iludas d e, 1 c reconbeci entre ellai uina liada
o in ( cariabilh. Ero ela, mesma a ramba das
malvaceas. Mas porque acaso achava-se u fundo
de meu lumolo .' e romo noderia envia-la de lau
lonse ao Jaiilim llolameo de llamburgo .' .Nes-e
monate urna dor viva allralint-eae a altearla pira
o braco direilo. o qual pareca lacado por un lor-
micoeiro inviiivel. Sacudi-acom a mao esquerda,
e penco a pooeo elle volloo ao estado normal. Ii-
uha nulentado mlnbi eabe^a daranle mullas luna-,
c,lincear a sua 1111--10 Icsislnliva, la/cuda eolr, .,-
Iros actos iinpoilautes, a reforrua da le do rorva-
lameiit. iccoiiiineiidada lanibeui ua falla do Mm.*m.
O orador he anida de opiuio qae, labaraada ca-
se luluito a cmara, deve alleudcr as aaiai c-Ha-
mes, ai uossas necessidadea e .10 Boyo gr.te de lls.ieo... Apiad..-.
O Sr. Siceira l.otio :... E a ladrte da ea-aa.
O orador .conlmaaudu .... ambara as aarsta ^aa
mais teem tratado de-j nuleria, a I iaiK;. j pm-
ia, a Au-lria e a mesma ln.l.ilm.i aj 1 1 iliia
netse poulo nao ha o qoe mais devenios *acar aava-
enlem aclualuienle Beata garantas.,., cidad-ia rka-
in.ul.i ao semen liulllar. do qae o Brail aada a
recrulamenlo serve mullas ces pai^ I aiii.ra ee
mauejos vilenlos e illegaes de alguas Ivraaaalaa da
localidade.
Desejaudo pois ver prerntl.id.. esea naata falla
que progretsiv.menle ...llrein.... .1 .kj l.*r *.||>irce ^
consiJeracao da cmara e seguidle rrqaeiimaala,
peduido-lha desculpa se abusou detaasia menla da
sua Jlleueao. \a apoiado.. Muilo beaa.
Itequor menlo.
o llrquciro qoe tejam u-mellidos a rrotnis-aa de
111 innlij e guerra .......lerenln projrrlus vi.lrnlr.
na casa, acerca de recrulaiucnl. para qae rila, ei-
(udaudo-os e cousider.iu lo-,,., d.- e.*m atgearia
parecer que dever.i servir de base divaas-X da re-
forma da le do recruUmeulo.Ilaalas. Me ap-
prova.1 >em dbale.
Vei a mesa, lie li.la e remellida a' ruoiaaiaie da
poderes a segrale indicara :
o Teudo-se reinado para S. Paule a ..epatada pe-
lo seinno dislriclo. Dr. Gava Peitel. im.Ih aa
so d asseul ao respectiva supplrHlr, a 9,. \
l.uiz Pereua da ( unh.i, qaa se ai ha Bcsta cal
>. B.Silva Miranda.
ORDEM IH) |i|\.
Conlinua a discu-sao adiada de parecer da
Brisado de poderes BBBM a- aaaaadM do prinieuadn-
Iriclu da provincia do Piauhv, a Ja ,i tm tnt-
rado do Sr. Pacheco.
O Sr. I'.ir i/ei;n,.usleim a legiliaii la Ir 4a di-
ploma do Sr. Dr. Miles ; aprsenla e Ir veiiaa de-
cimientes sobre a uilerva e.. indetola da aMBaaV
denle da provincia, a favor da caadi talara do -r.
Casleilo-Branco, e, finalmente, coatia a causa qaa
advoga ao iraparcial e esclarecido jaia da c-
mara.
\ai a' roela a seguale emenda.
a >e for approvado o paiecer e rrgeilada a ata
era separad, proponho que se mando proceder a*
eleicno da frcguezia da Parnaluba, qaa da 2 eVet-
lorcs, a proceder-te defaria a' apuraraa n saeaaaa
collegio eleiloral, porque a dillerenea catre ee<
candidatos he de Is voln, 1- aquella fre
do 21 eleilore, pode iufler no resultad
R-Franco de Almcida.
He approvada na primeira parle, o resellada
to ao mais.
O Sr. Baria de S. Dentn, reqa
to da discusslc.
A cmara approva rsle reqaerimeal, c
goida o parecer da commistlo.
OSr. Presidente, declara :
Depulado pelo I.- dnliirlo eleiloral da |
lo Piauhv. o Sr. Dr. Amonio Fraanse da SaHe* :
supplenle, o sr. Dr. Antonio llsrges Leal iiHTti
Bronco.
Acliaiido.se mesma Sr. depala Ja na inlr rilan.
he iulrodnzido com as formalidalet da estvle. Mea-
la jurameulo e loma assei.10.
I.-se c approva-se sem drlte. um parecer da
coinmisto de poderes pr lindo ladea a inf.aaniaa.
docomenlos e ollcies reliliv. a. allissva eln'r.
primarias da GajBaattaaraata, Taatata e l*i
Bhaageaa, na provincia de >. l'j
Eulra i ni daeaaala opa eser da mesma <
sao sobre as aaaegoM fio J.- di-lnci eteumal da
meaaM provincia.
O sr. Silrcira A,',., rr.iaer o a harnale da dt<-
cii-s.,.. .Njj havciiJura .arases..!., a aaaaaaaMBb
he esle encerrado.
O sr. presidente enerrra a es.",-, marejada paro
a nr.lem do da da eguuile. tiran da aprpwMlarM da
prajartai e iudic.res. ua 1..0. cuipeiiuie, aa nula
ras anleriormenle deattaa -a.
Levanla-^e a sessao a- f ttt Imras di lar Je.
Uisctu-so |iroiuincjili> >ilo Dr. Joninv-
mo Vilella, 111 Meto fe 2-i ele naaiu,
por occasi.10 ilc dii.nl 1 i-so t-ki(.xlo
<| O .sr. 1 Tacare':St. pr-videnle. eaaalaa par-
soadido que a physionomia poltica dos aoarea cid*-
dios, de coja el'lco se Hala, na inDuM.i na i i.
da cmara dos Srs. depulados para a aaa darulo a
repello drsle negocio apoiado* e aiaha peoaasla
cresce de poni, quando alien lu ,ar.. a fac.* qae ba-
je se dea relativamenla a agautjaaaaa da rletfaa da
dislinelo orador o Sr. Kodri^aes do >aal>-, wakt
do partido progreeaila.
A enmara, pea, nlo levan a mal qae a, leuda
esla convidlo, lome a palavra par* 1.,/et aljanun
coiisi Jer.ice.i em ordem a delender a Inri desaad-
Ic que lulgo ler em sea favor n b<>ui dtreiia, daquel-
le qoe foi o Nou poltico, que tvalvaa da aatilrasw
eleiloral do Cetra, daquclle que mi rparae auta w-
felizes do que hje nao de. leuiaaj deleadea-aw Imb-
hem. a assim mingar os legeme da miulu -iiear*-.
Ha urna divida que Ihe ea pago agora, r qae pag
lano mais salisfcito e conlcule quanla aa Ira a
minha cousciencia, nem violo a mea dever.
Olanlo se proclaman) no au a poltica de rtwi-
liaro, a polilica de modc*ae'.o c coacaidia. atttca
que na miiiha humilde c.pn.i.e, n. |~.le rnav.r aaa
cuc.....-lancias acluacs, aaa p dilicj |. ma rs. aa se-
nos abracada pelo imperio ; I ..uve p .1. m
liroviurias qoe a repellir.m, 1 a Ccai.i l.-i <
que mais se revollararo contra ella, |*cali
da meiur hoslihdade.
All a iullueiicia do parllo dominante, qae he ex-
cesivo, demasiado uiloleranle e eaaaaaada, cawaaa a
ponto de nao coii-eulii que o pul I qaeae a La I
a d.n posie.ies oiciae-, ajaa aa a>aiaaaa paaar,
podeise pleitear a saa cleicao. II. jr.nttum.-alea
dcsa-lrosos que ullimamenle e deram ai que! le pra-
viucia provain de uina mancira iireliagavel a |i.
pstelo que eslou enunciando. Ni apaudes a apaaa-
dos.
OSr. /'. Hirreto : l'rovam o.nl.a aatbo..
OSr. / Tacares:Eu p,.r.-m na., qarra tallar
do pastado ; a queslln de que me dev rapa* lis
tnicamente a eleiclo do quarlo di-lrirtu eleiloral do
Cear.i ; e poli fallarei della o mais itsaati.
que me for p, ivcl.
Oquarlo dtslriclo eleiloral do Ccara. 1
dilo, r.iiuprchende dnas collegio. ; o pnn
tin as freguezias de Btloule e t.aniaje. e a tegaa-
do as freguezias da Iniperalrtz e Sania l.ia/. Aaaa
dia, seulior! Bmprehendi lecipilnllr lodos os iu'ci-1 e a pressio o enterpeeaig, Eu viva, pois, valo que'
a dor ha om dos privilegios da vida Mat eni.i quo
tiguificava e-sa cancaa luneltra que loma.a.e i-t*-li-
uadamenle aos oovidoa ? Lavaali-i-me. Ni*o
senlo achava-ac no mesmo oslado qae aa ve*pera 1
noile. A velha Simout e Maiv Ano dormiaaa pra-
fuidameole. Um grande ramalhcla seiiirlh.*uie a
meu, penda de cimu de tua lenda. LeatBrri aa
erafim de que os tuecos cosluiii-m ornar de Nares
lodas as soas habilacei na uuile da dafaaaao.
I'^sscs ramalheles e l^ryna rari'|/il/r viuti*** inuilicancia do Bel. A caueo fonelnc coalinoava
anda. San a cacada que coatarta an utloaete le
Iladgi Slavros, e ah achei um r.|ieclacul BUte ra-
ncio que lodos os que liiihain-aie lenirada aa are-
pera. I m aliar eslava armado .Mmiio da (ihi-
ro real. I) frade vestido de or menlos anagaitir,-*
celehrava o odicio divino rom 111 t^eslosj dii:i*Udc
Os behermes da noile, bus em pe, oalnx de tarllm
na poeira, lodos religiosamente dse, nerl-v liabam-
-e mclauoipho.ead.i coi taiilinhot ; um bafjaao de-
votamente uina imagem pintada em nnJrai, oalr*t
pewignava-se e balia aos peilos r pulir, us mais fervoroso* ..haivavam a Ir< ale a
varnain o chao com os cabelles. II joven AoiUsed-
ci de Bel etreulava enlre el1* eco urna salva di/en-
1o : Dai e.mol.i, qaeaa da' a' iCTeja eaapresvia a
Dos. E os cntimos choviam Junte delle. e a le-
1111 do cobre acoinpauliav.i a voz de padre e a* *r-
ees das a-i-lenle-. Uuanlo enlre na .fllii
dos liei. lodo-, .audarau-ine cen nnsa cocditlutaea
discrela que t,/ia-me lemliai o, I primen.- lcaa|iw
da tanja, lindo Slavrns tni 1 c junio .1 alur dea
me um lu-ar a seu I ido. I inha ni ti.a bb litio
greade, e julsue V. S. de minha -iprcfa qaaadn
vi que e.tulava os psalino. ru. ver ella. I atlra>*lr
olliciava Becelicra em aa* n. .. a sesatida *lav
01 leus n.en. re, are latea ea at *-"" wmm
a grao lena aada eaoreitle, *<'< apaleada
eipellir aa deaaeewas Cartaaaaata -. 1 liar, aa hi
deaeae eiatawtaa ejaa idiwtai aa de ia e aaaajaa
assaz em-t eanienle o aaaatl ma-li|aci
patinado oanle dessa ecrcraoBta I
\ eudo as _'enulK*xc.. ouv 1 >. qa-liaer
|iesaoa lena podida ; I te- 1 a i.i.hnnt
oulra culpa eeaaa i'tu peer de 1 1. Sao I
pareca viva e sua caavirr n : lan 1
os coulirri 1 per obla-, c .1.....
poaco chrialaoi cea jrc. 1.. j deixai
comiso : a A qucui cuganam 1
.t"'!: i"

ILEGIVEL

.


DIARIO DE PERNAMBUCO SARDADO 27 DE JUNIIO DE 1857
a cinara me perinillira' que eu laca una rtfleiio.
Qeaodo se Iratou la <>ri:anisacuo dos dislricloa elei-
luraee, o ojurnal do Commercio,! que he folha ofll-
ct.it, apiesculuu oa- quiltro lre. u.'/.ias compuudu Un
mj collegio senda caliera de seo collegio a villa de
Can ule : mas nao sei porque myslerio...
Jo ha uiilo myiterio uan-
llUin.
O Sr. I. lavare:... nao so porque motivo na
Uazelta iHlicial do Cetra' loi publicada a urgani-
l \\ io desse distrfclo rom Jcullegius, sendo a cauara
aparadora a de lialuril...
OSr. P. Hrrela da* um aparta.
OSr. i. Tacan < :Ealou aprosenl.inilo a cma-
ra e-la enn-nler.K.10 para ser apreciada do modo que
us Sr. depulados eulenderem convenienle ; a ver-
dad he que o (Jornal de Commercioa putilicou a
fuiuur.io desse dislriclo elcilural apenan eni um
collegio, competi das qualro fregoczias, sendo calie-
ra delle CanindOi e i ulha ollici.il do Ceara' publi-
cou a forauflo eom dout cuileghu, -mo, repilo, a
cmara aparadora a de Biluril, e lu esl.i a orgaoi-
saco que preveleceu.
(I .Sr. /'. Barrete :Entilo falsificou-se '.'
11 Sr, T. Titian:Kslou eu dizendo que se al-
silicnu '.' Nao me lera' permitlldo fazer e.-le reparo,
e Irazer a esa ule laclo lio nolavel ?
Na que-lo de que nos orcupamos creio que lia 2
pomos capilaea a considerar: o i. he relativo ao
nuiiero de eleilores que deve dar cada urna das fre-
gue/ias que compito os iluiis collegius compreteud-
ilus uo quarlo disinti eleilorai do Ce.ua' ; o 2, he
relativo a algumas 11 regulan la Je-, e no meii pensar
a ntillidadei inesmo que houvc em algumas des-as
freguezias. Tralare agora do 1, poni, islo lie, do
numero de cleitores que deve dar cada urna das Ve-
gueras.
A Ireguezia de Jlaturil dea 3;) eleilores, c com
elleilo devia da-los, cuido que a respeilo do Homero
de eleilores desla freguezia nAo ha a menor quesillo ;
nuil a eoromis-.io >i>e em duvida esse numero, Dem
nenliiim dos Srt. depotados que fallaran) a re'peilo
da aletean dessa freguezia. O rnumo porem nao a-
coutece com as freguezias de Caaiod, lmpcratriz e
Santa Cruz.
A freguezia em 1844 deu li ; paranlo devia dar agora necesia-
riamente l'.t cleilores, |iorque tnniando-se o minimo
i- accrcscenlando-se um quinto, nece-sariamenle de-
via dar esje numero de 1, numero que a sua quali-
licacjlo, que he de parto de HU votantes, auloria
por cerlo. Mas, di-se-se que nao poda dar esle nu-
mero de eleilores. porque foi desmembrada um. per-
cao de Cimnd para Sania Cruz.
lie verdad qnc deu-se esle faf lo ; mas niio ic sa-
tieudo em Canindc quanloi votanlo comporlava es-
ka porrao de territorio que havia ido desmemhrada,
porque o archivo da cmara in ha sido rouhado, e
niio apparecia nein era ronhecida ordera alguma da
presidencia a este re-peil.....
O Sr. P. Brrelo :Tanto se conhecia que em
1832 deu H aleilorei.
('Sr. /'. ZoMrea :...o jniz de paz compclenle
olliciou ao parodio da freguezia, persantando-llie
quanlos volantes podia ter a fraccilo que havia sido
desmembrada de Caalod para Sania Cruz, e respou-
dendo o parodio que dava TU volantes, o joiz de paz,
dinitnuindo 2 dos 19, assenlou que a rreguezia devia
dar 17 ileilorr<, e com effeilo a eleigao lui feila com
o noinero de 7...
t'm Sr. Depulado:Mal deu lf em 1852.
OSr. /". 'lavares :Muilo depois verilicou-se,
que na secretaria do governo havia urna ordem do
presidente, creio que de 184'., tirando qualro elei-
lores de Caniudc para Sania Crnz, e marcando 1
cleilores para Caoiad ; mas anda quandn esla or-
den; pudesse inluii' directamente na eleicao, qoe ja
liana sido feila, porque a ordem n3o loi apresenla-
da .mies da eleicao nein na oceusiao dalla, purm
muilo posleriormenlc, a bise em que se fundou o
presidente da provincia para marcar nessa poca, li
cleilores era urna base falsa, pois que, devendo Ca-
iin J, pela letra da lei, dar I!) eleilores, ainda li-
rando-se 4 para Sania Cruz, devia fcarcom lie nao
com I i, islo he, so arithmelica nao falla...
O Sr. P. liarrelo da' nm aparte.
O Sr. /, Talares :Niio cuinprehendo o aparte
do nobre depulado...
(' Sr. 1'. larrelo :Qaando o presidente mar-
een deu a razao porque marcava ; foi em visla da
quulificarao.
O Sr, /'. Taiares:O presidente nao poda dei-
xar de conservar os t'J eleilores, alenla a disposi-
raodale eleiloralea qualilicacao dessa fregue-
zia.
t) Sr. I, /jrrelo :Nao hoove urna desmembra-
O sr. (. Tetaret:Eslou mostrando que dada a
de-menibraco da Ireauezia deriam licar 13 eleilo-
0 nobre ev-presidente do Crara' luppoi, dizia
eu, que a purrao de territorio que havia nido des-
membrada da Imperalriz |.....i Santa Cruz raiiliiilia
um raudo numero de volantes ; mas. seuliores, o
I acia he que apenas foi lirada da freguezia da lm-
leralr.z una poic.io da seria do Mundana', que
quindo muilo lein 70 volantes, numero e-te que
corresponde a 2 eleilores.
O nubie ei-presidenle anda lahnrou em oulro
erro, lito he, eoppox qoo o dialriclo de Sanio Anlu-
nio que foi desniemhrado da rreguezia da Impera-
lriz para Suda Cruz, c fura lamben) Da parle es-
piritual ; mas mo, fui lomeiiie na parle civil, n.i
liarle administrativa o municipal ; o dtelrielo de
Santo Antonio eoutineofl c continua a |iertencer a
freguezia da Imperalriz ; perianto a desmembra-
ra > dessa pne.lo de territorio nao poda inliuir no
DUHDero de eleilores.
Sr. Fatulo :Esla' argomealando eom eonjec-
loras e eom dados |iosteriorei ao arto. Uanalavel
quei ola arguiiienle com usdadus queme serviraiu
de liase Dessa occasUlo.
OSt.Paa liarrelo :Aqu esla' a portara dl-
teudoque lie em vista da qualil'u ae.lo.
Or./'. Turares :iliz o nobre depulado que
eu nao argumento com dados...
" Sr. ramio :Com os dados que me serviram
naquella poca.
o Sr. I'. Tacares:Tanta argomento com lia-
dos, e lamo eslou fundado na boa razao e nos
fictos verdadeirose legtimos que se deram nessa
apoca, que o nobre presidente do Ce.ira' em 1852, o
Sr. Alineida llego, mandn por ollicio
rtr.
i
dos^
< I Sr, P. liarrelo :Em qoe se fonda ?
O Sr. r. Taiaret : Ouerque repita o rneu
ari lmenlo ?
'} Sr. l'aes liarrelo Dosejo.
:' Sr. i Taoaret: Cauind devia dar 19 clei-
tuics...
O Sr. /'. liarrelo : IIojc plle dar, mas na-
quellc lempn nao poda.
li Sr. f. Tarares :... lano pela sua qualili-
ca.ju, como porque Imha dado lli em 182, que
com o accrescimo do quinlo prefaz 1).
U .Sr. P. Jrrelo : Porque deu 111, nao se se-
goe que devetae dar 19.
O Sr. /'. Tasaret : Nao sei eulo o que o no-
bre depulado quer : se nao allende a qualilicaeim,
em a base de 1842, marcada pela lei, ndu se: o que
llu hei de fazer para conlenla-lo.
Mas, como dizia, Caniod devia dar l'.l cleilores;
liando-se desses 19 cleilores i para Sania Cruz, o
quo rola silo 15 eleilores, c o presidente uQo poda
perianto marcar 1 i.
Islo, lenhores, pelo que diz respeilo ao numero de
rleilores que deve dar Caiiinde ; e por e-la razie
Hilo possu concordar com os meus uobres amigos que
lallar.un acerca desla eleie.'in, quando, combalendo
o parecer da comiiiissao, concordan! em que Cania-
do deve dar lmenle li eleilores.
Nao pean aceitar a eonclu>ao do parecer'nesta
parle ; as premUaai sao falsa.
Se Caniulu nao pule dar 17 cleilores, em visla
da verdade dos factos iposlus uju pude al<-olula-
ineute dar menos de 15.
Agora vamos ao numero de cleilores que deve dar
.i freguezia da Imperalriz.
Creio que, depais da freguezia da capital,a da Im-
peralriz he a niais populosa da provincia do Ce.ira.
Pele ultimo arrolameulo feilo em 1854 v-ieque
esa freguezia tam 22.D8H habitaules.e que a sua qua-
lilicarao menta a 2,383 volaules.
(i- nobres depulado do Cear me podem coulcs-
lar se o que eu digo niio he exacto.
Urna io: : Cuuleslarei em lempo.
O Sr. / layares : Ora. sii por aqu se ve, que
a freguezia da Imperalriz pude dar 5!) cleilores ; mas
nao den 59 ; deu 30, anda assim os nebes de-
pulados que fallaran) cm favor do parecer, enlen-
dem que es-a freguezia deve dar menos de :ll elei-
lores, islo be, deve dar 32.
(' Sr. /'. liarrelo : Eslii em completo engao ;
lama a qualilicacao desto anuo, quaudu deve lo-
mar a (le 1818, lano para ah como para Canim.e.
lleve tomar a qualilicacao de 1848, que foi quando
se f.-z a diviso e marcou-so o uuineio de elei-
lores.
O .sr. / Tarares : Perdue-OM, vou la.
Lin que se fiiudam aquclles que quercn que a
rreguezia da imperalriz, nao abtanla eaaa popula-
rlo importante que lein. nao oh-lanlo cssa qualilica-
,"io que apresenlei de 52 eleilores a nao lli .' I un-
dani-se cm que cltssa Iregaezla foi desmembrada pa-
ra Sania Crui nina prelo da territorio que com-
porlava (repare bem a cmara) que comporlava ;
cleilores.
Tma vos : Quem assegura isso ".'
I) Sr. /'. lavares : Mas, senhoiei, esle arg-
llenlo nao procede porque, aiuda sendo esaeto qoe
de :!(' cleilores que dava a freguezia da Imperalriz
se devesse tirar Ires para Sania Cruz, os que rcsla-
van erarn 33 e nao M.
(Ira, S. Esc. o Sr. conselheiro Fausto, que eslava
nessa poca na presidencia daquelln provincia, c que
foi quem delerminou o n. de :I2 eleilores para a fre-
L'uczia da Imperalriz, lomou p/i base par esse cal-
culo aqnillo que no era verdadeiro.
(I nobre ex-presidenle do Cear, naquella poca,
lomou a base de M eleilores, que se diz que a fre-
gaezada Imperalriz dera em 182 : mas no calculo
que fez prncedeu quaulo a niiui de urna maneira ir-
regular ; porque, ainda lumaJos esseslKI eleilores,
cana o 5.' que se Ihe deve unir, e que sao li, licain
lili eleilores: e, ainda tirados deraea 36 eleilores 3
para Santa Cruz, licaru :'- e nao :I2. Islo me pare-
ce evidente.
Mas, querem saber cono (ai felo o calculo do lie-
bre rx-presiilciile doCcai.i .'
O nobre ex-prcsidenle do l.cai.i fez o calculo as-
sim ; toiiMii 30 eleilores, diminoindo delles os que
devlam licar para Santa Cruz, llenando prtanlo ^7,
e juntan Jo tsses 'SI o quinto que sao cinco, obleve
32 eleilores.
Mal n.lo he desle modo que se deve fazer o clca-
lo (apeiadetV ; o nobre ex-presidente do Ceai de-
via temar o 5.' antes de siilitrahir ou descontar os 3
cleilores de Sania Cruz. IpoladOi.)
O Sr. Faueta : Era preciso que a qualilicac3o
pcrmillisse o quinlo.
(iSr. r. Tacares: Permlltia ; pJe ver que
parmiitla.
O >r. Fatulo : lio o que resta provar.
O Sr, /'. Tarares ; Ja' se ve que eu fazendo'
l" I eom ai possivo a respeilo da freguezia
.l.i lippi r.iinz, ii.ii |.....o concordal em que es-a lie-
gne/i.i d 32 eleilores.
u Sr. Fatulo '. Mas ..i i o demonstra pelos da-
dos e-i. tisticos, iio be, pela qualificacAo ; esla he
qoe lre i !i ise.
i).-r. /. '/i ares :Ainda vou mostrar que o
nobre ex-presidente do Ceara1 nessa poca enga-
iioa-se quanto eos dados q le lomea para sappor
en i da freicuezia *ia Impel triz duviara ser desmem-
bradoi :> eleilores para Sania Cruz.
O nolno cx-pre-ldente suppoz que a porco de
territorio que havia -idu desmembrada da Impera-
lriz para Sania Cruz continba un grauda numero
lie vota lli -.
OSr. / :.-.- ro :le dirisi pelas mformarOesof-
pelos il.ulos eslalislicos que havia na oc-
.1-. .
<) Sr. i o ,i.-.-;,: i isso n.lo he o que -c dc-
11eiendoiia . i les ni materia, informa{ que c u-'i.iui i'os papen que i la annezoi ao pare-
, .i ii.,i'i ao.
J Sr. l-i,i-: i .- Em que data '.'
o sr /. i ..,!'::Utixc acabar o mea racio-
cinio,,.
oulubro, que a Ireguezia da Imperalriz coDlineasse
a dar os mesmos 30 eleilores que deu uus anuos an-
teriores.
O Si: Pacs liarrelo :L'uia poilara geral que
fez para toda a provincia.
O Sr. i Tarares :E o que lem isso ".' Pois
porque fez urna portara peral, c nessa portarla
mam.u para a freguezia da Imperalriz 3 cleilo-
res mo i poda fazer I Os actos do presdeme da
provincia sao invocados aqu em favor do parecer
quando fazem canta ; mas quando nao fazem. que-
rem os nobres depulados que sejai!! reparados ille-
giliuios !
Nunca, Sr. presdeule. nunca absolutamente se
poz em duvida no Ceara' que a freguezia da Impe-
ralriz devane dar :i< eleilores ; e aqu cabe fazer
urna nbservaco a cmara, e lio que ness.i fregue-
zia preduniiua o principio liberal, o principio pro-
-re- -la ; e aquelles que nn Ceara' coinbalem esse
principio e lem lodo interesse em fazer diminuir o
numero dos eleilores daquellas Iregacziai que Ibes
sao infensas, nunca dsseram que a da Imperalriz
devia dar menos de :lf eleilores. Aiora, porin,
poique be preciso dirrunnr qualro eleilores dessa
freguezia, reduzi-los a 112, porque su assim a elei-
co sera' desfavoravel lo Sr. Pompea; agora, digo,
he que apparece aasa preleuc.lo, qoe julgo legitima.
< Sr. Augusto de (zliieira :Agora he que ap-
parece esse auamenlo, porque r assim he que a
eleirJJo pode ser favoravel ao Sr. Pompeo.
0 Sr. T. Tarares :Se dizee lamben) que da fre-
guezia da Imperalriz se lirn parle pura Sania Au-
na e parle para Acarucu', e que assim lamben) se
diminuio o numero do eleilores dea tregaeztl ;
mas os nobres depulados, que se prevalecen) de-le
argumeulo para fallar em favor do parecer que
combato, laboram n'ura erro, c he quercrem que
prevaleja a diminoicao do numero de eleilores da
freguezia da Imperalriz sera durem aiiEmeulo ao
numero de eleilores das duas oulras frcguezias, e eu
nao comprehendo como isso possa ser.
Ainda os nobres depulados cnmme'.lein um outro
erro, e he que se deve descontar da freguezia des-
membrada na razao do mltiplo de 40 c lanos elei-
lores quanlos forem esses mltiplos, em allende-
rem que pode ser lirada de urna freguezia nina por-
cao de lerrilorio, e asea freguezia n.lo obstante crei-
cer, e soa quahficaeao augmentar, perqu esle fado
nao he impossivel : elle ja se lem dado e cuido que
se ha de dar militas vezes.
1 ma VOS :Deu-se aqu na corle.
O Sr. /'. Tarares:E se assim nao lie, pergiin-
lo aus nobres diputados, Santa Amia e 'Acaracu'
augmentaran) o numero de seos eleilores ?
/ ma DOS :Nao augmentaram.
OSr. /'. Tarares :Se n;lo augmentaran), como
diminuir te o numero de cleilores da freguezia da
Imperalriz ?
Senhores, nma lei qualquer, se nao he lilha d"
arbilno, se nao he lilha do capricho e da prepoten-
cia, necessariamenle lem no passado um motivo,
uma capsa, urna razao que a determine ; procurar
esse motivo, causa ou razao lie o qoe te chama in-
dagar o espirito da lei.
IJuil foj pois o espirito da lei quando quiz que
os eleilores fossem regulados pola qualilicarao das
freguezias ? Fui dar as freguezias a importancia
que ellas realmente lem, foi respailar seus direttoe.
Ora, so a freguezia da Imperalriz he, depoil da fre-
guezia da capital, a tois populosa do Ceara', uma
das tois imporlanles...
Uma \oz :Neg. 5
Or. I laxares:... para que liavemos de
feri-la em seusdireilos por amor de conveniencias
polticas ?
Pela qoaUueacao da freguezia da Imperalriz lie
que se deve regular a perda que elle leve, fapoia-
nao pela qualilicacao das novas freguezias
vi-la, -.lo ,le uuvir dizer, e nada coma da ida a sp-
iiielhaute respeilo. e-Senh-res, au comprehendo
esta jurisprudencia I Eu sel que duas leslemonhai
de vista, endo contestes, fazem prova plena ; mas
mente sei que qualro ou Cinco lestemunhai de
ouvir dizer, sendo maiore de 1 da a ezceprio tain-
bem fazem pruva.
I mu / n: lieos nos livre desle preredeille.
o Sr. I Taeare*:Agora pergontarel .1 tma-
ra, como h ivia de cuusUr da arla esle fado, se elle
foi planeado |ielos proprios inesaims que esireveram
a arla, no Interesse do Sr. Ilr. lagnaribe '.'
o Sr. l'aes Brrelo :I1I0 pule ser urna fraude ;
nBo demooslra violencia oo coacrao 4 libenlade do
voto.
' Sr. / lavares : Paisarel a dizer alguma
eonsa a respeito das fregaeiiai da Imperalriz c de
S.Hila Cruz.
Sr. presdeme, mo lenlio a honra de conhecer
pe-oaliuenle ao Sr. I)r. Araujo lama, conliefO-o
apenas de Dome, faro justira ao seu iiicreiimenlo,
respeilo muilo ,is suai nleD{Sfl ; porm nao possa
deuar de eiligroallsar 0 sen procedimenlo, do alio
da tribuna, com rrlar.ln clenao da freguezia da
Imperalriz, onda essejuiz dedireilo, esqneeende-se
da sua alta nnssao, se poz a testa de grupos para
razei eleilores illegnimot, ca-sim oblcr um Irium-
pbo, cun o qual poderse entrar em negociares com
oulio caiiJidalo que purvenlura se padesse apre-
senlar para depulado desse circulo.
E-se juiz de dreilo, Sr. presidente, inslallou na
Villa da Imperalriz una me-a evidi-nlemenle nulla,
e 211 de presidida por um juiz de poz incompetente
niio ; iii.i do Sr. Alboquerque emprrgado no Con-
sulado ; urna -uluiuli.i do Sr. Ileal ; e de ama oulra
pi.-iia que leodu rerulliula ao llespilal ite Caiilade
all tallecer no dia 25 do correle ; brando grave-
mente ferido o niesnio Sr. Calando ; a sra., e sagra
do Sr. Albiiqueri|ue, a lilha do fallecido Sr. Ji ,1o Ar-
senio liarho/a, nina parda de iiome Ssvcriua ; uin li-
I.1.1 do Sr: eal ; um menino cujo nnine igunrainoa,
un* p 1.10 que izem inorar no beceo da Chrislina.
e um pardii.ho de nove a III anuos que -.1 depoil de
II lloras da uoite foi encontrado sepultado nal rui-
nas, e donde foi tirado seni a menor te-an. No meio
de Indos esse) acnnlccinieiilos que devian -tul du-
vida cantrlslar a iodos, ninguem aeredlara, que al-
guam boovssse que potsuido da idea de InrupIHar-
se, se dirigisse a aquelle lliealro de saugue, para -e
aprovallir d'algona Iraales da- victimas, e nao sem
grande magoa temos a indiciar que, com elleilo,leu-
do om individuo, cujo lime ignoramos, adiado urna
caixa ou hcela com obrsi de ouro, e querendo cha-
mar-ia a pone des-es rosles que nao Ihe pertenciam
foi-lbc ohiladn pelo Sr. lenle Castro cuininainlan
lisia que -e ai lia na mesilla a>ociaea niliv.iii.eiile ruin urna avallada quaulia. I'araben
a esses dignos cuta Ios que espontneamente 'e lem-
braram de procurar eeses recursos para wcruirarein
a lautos iiil.il/v-. Logo que a sull-CI ipr.lu esliver
linalisada sea' distribuida, entretanto -e alnuna dos
iiece-siladus precisareu desoecorios podem dirigir-se
.1 commissao eucairegada,na caa da associarao com-
merci.il acucla, na ma da Ciu/.
cado o fingido das meemiis, qoe era oque fallava sagrada esta obra de pliilantropia, lee provavel que a
para o s?ii acabamenlo.*Jae se olTiciaise ao procu-
rador.
Oulro do fiscal da freguezia de Santo Antonio,
enviando o lermo de vesloria a' que proceder rom
peritos na fieme posterior dosobraslu da ra do Ci-I-
legio n. 12, pertencente a Jote Felielaua Parlella, a
qoal -e acha escorada para -er demolida e construida
de novo, para o que inaicaraiu os perito- um prazo,
que se linda no ulliuio de agosto prximo toliiro.
Inleirada.
Oulro do contador, ponderando sobre nao serum
laelaidoa no pagamento proporcional da u-in a-
quelles que lequereni quanlias pequeua- de I19S89,
e ania meiins, vislo que feila a propoirau para elle*,
vira' a caber-Ibes quanlias mu pequeua-, porque da
respectiva qoola so realam SilClfit, en que falta
pagar-as monta a I:I8V|72.A cainaia coniirmoa-
se com as consderaees feila, e mandn que se pos-
sassem mandados para pagimenlu integral de--a-
quanlias.
Oulrn do fiscal sii|iplcnte da freguezia de S. Jos,
(f>mnttmlcad0.
lenaridade chegoa ao poni de nao querer que e-a
mesa cedesse o lugar ao legitimo ioiz de paz qoe a
quera presidir, c legalmcnle forma-la para tratar
da eleicao de eleilorei.
Os fados escaoealosos que se deram por oecasi.lo
dessa resi-lencia eslo no dominio do publico, o
paz lodo leui delles ronhecinieulo. Desoidensgra-
ves apparereram na igreja, sahiram uus e ou'lros
para fura della na lula a mais encarnicada, o san-
ue ceareuse oi derramado e houvc ale uma marte!
Nao obstante estes acoutecimenloi lataes. o juiz
de paz legitimo pule formar a mesa, e a eleicao cor-
ren regularmente.
O Sr. a. de Olieeira (com irona):Apoiado !
(Lruzam-se diversos apartes.1
O Sr. 1. Tarares:Admiro-me, Sr. presdeu-
le. de que os nobres depulados que se dizein os res-
peiladoie. da lei a da constituirn, os mantenedores
exclusivos da ordem (nao apiado-), queiram cha-
mar irregular e Ilegitimo essrsprucediiiicuto do juiz
de pai mais votado, do juiz de paz legitimo.
O Sr. ,1. de Oliccir.i :Islo nao he poltica de
conciliar.au. (Apoiados.)
O Sr. / Tarares .Uma mesa presidida pelo
juiz de paz compleme e obrando legalinenle, Ibes
parece irregular, s porque nao prevalecen oulra
formada pelo homein que quena que a eleirlo foise
inleirameiile feila a seu geilo.
lina I n; : Nislo ha exagerado.
O Sr. / Varares a respeilo da eleicao da
imperalriz nada direi mais, lamentando que 'e de<-
eiii esses fados, que devem licar consignados na
historia do paz, e que, de cerlo, se Irazem desar,
nao he para a opinfao progressi-ta do Cear.
Passemoi a eleicao de Sanla-Cruz.
A eleicao de Sania Cruz foi tamben, ii fluenciada
pelo juiz de direito o Sr. Ilr. Araojo Lima.
O Sr. Pues l-.am-to :lie isto o que nao he
exaclo.
O Sr. /. Tarares:O nobre ex-presdeule do
Ceara deve saber que i testa da eleicao eslava um
soblclegado, rranciico llavmundo, hoinem violen-
to, partidista extraordinario...
lima / o; :Como silo lodo.
O Sr. i". Tarares: (Jue quera vencer a lodo o
transe. Esse snhdelsgado era incompetente, porque
eslava processado por crime inafliciancavti ; por
cnnseqiieucia legalmeule niio poda exercer o lugar.
EsUndo assim dominada a eleicao dessa frejjoezia
por aquella subdelegado, protegido pelo juiz de di-
reto...
' ina.
vo
(' Sr. /'. Tarares : ... nao pode deixar do te
considerar nulla. Os pontos de nullidade constan)
do prnlcslo annexo ais papis remettidos a' commii-
-.i.i de podares. *>
O Sr. Cruz Machado ; Foi o meio de legali-
ara elelcHo apocrypbi de Santa Cruz. (Apoiadosl.
O .Sr. / Tacares : Vio-se nessa eleicao votar
11 me-iiio individuo duas e Ires vezes.
O Sr. /<. Barreta : A opposicao volou cm
Sania Croz,porque tez os supplenlcs.
i Sr. I Tarares : Nessa eleicao foi admill-
te da escuna lAndoya, resollando do sen celo, lano reqaisilando novas correnlc- para a balanra do re-
elle como 11 Sr. Iluliuo los Correa de Almeida, irein peso respective, por lulo se adiar em boui astado
sendo victimas de um povu infrenc que aunados de exi-icule, assim como Ires pesa- que fallaiu para cun
"ifij'o: : O juiz de drsilo que eslava fugili-
panhaes investan) para ellas, e o leriam sido so nao
lera a intrepidez dos imperisea marinheiroi, que a
ludo tiTroniaram para os salvar : louvores porlanl'o
damos a essa heroica genio pela sua coragem. Nao
pura aiuda ah a nosaa narraeilo, visto como lulo he
pnssivel omillir ama circiiinslancia que revulla ;
e he a seguiule :No aclo desse de-astroso aconlcci-
meiilo em proporcao que se iam encontrando as
pessoai que eslavam fendas.algaein se leinbrnu de as'
fazer condnzir para um sobrado na iua Ihreila para
serem all [raladas : mas oh! deshamaoldadoinau-
dita o dono dessa casa a isso se rerusou forinul-
menle ; a visla dessa recusa o povn lodo em raiva
se dirigi a ella, e legando se diz com vistas de lo-
marem vinganca, e a leria elTecluailo se nimos pru-
denles nao a ohstassrm. Foi neilM Irislssimas cir-
cumsiancias que aquelles ferdos, bem como oulros
que se foram encontrando, foram couduzidos a boti-
ca do Sr. Torres, que humanamente se presin em
recehe-los, e onda foram soccorridosprnmplamente
pelos Sra. Drs. Nery da ronseca, Sergio Prxedes Pi-
langa,Carolina, e oulros que em crilicas ciicunislan-
cias ludo affronlam, c niio Irepidao em sorrorrera os
infelizes que delles carecen). Louvores sejam dados a
esses Srs. Un. e phnrmaceulico Torres pelos servicos
que pre-taram, e ii:ualmenle acs Srs. director do ar-
senal de guerra, Manuel Ignacio llricio, o capitn
commandanle da cunipanhia de arlifices Trujano Al-
pio de Carvalhn Hendonea, Baflno Jos Correa de
Almeida, e a todas quanto desntercsadmcnte se
prestaram em roadjuvar, e a soecurrer as infelizes
victimas de (ao horrivel cataslrophe. Temos dilo
quaulo basta a cerca desse doloroso assumplo, agora
juslo he que invn memos a cmara municipal, para
qoe fazendo ell'eefiva as suas postaras, lulo constnia
e-se Irafico de plvora que existe na maior parle des
sas lojas de lerragens, romo nos consla, e cm oulros
lagares como he bem notorio, c sabido por lodos ; e
a polica para que empregue toda a soa vigilancia
para os arnanles dos baseaps, que nis consta se pre-
param em grande escala para a nole de S. Pedro.
Vlo daiiaremaa de clamar contra a conservacao des-
sa casa da pracinlia do I.ivr.-imenlo, e do aterro da
l>a Visla consumida pelas chamas: ambas annun-
'am o mais cinioente perigo e antes que elle e de
com preju)7o de oulras tantas victimas, ju-to be as
suas demnliccs.
Consta-nos que na ra da lloda sobrado n. exis-
te uma meretriz, que com os seus escndalos e im-
moralidadcs prohibe que as familias honesta! che-
guem as suas janellas, seria pois convenienle que a
polica a despejasse para oulro lugar cm qoe com
mais franqueza po-sa exercer os seus mnos cosame-,
Continan) em grande escala as casas de labo-
lagen-,e dizein que atguuias ha bem appliradas e ga-
rantidas por quem pode; rumo laes indicara o bilhar
da ra do Torres ; ra do Ijucimado sobrado n. ...
segundo andar, e ra de S. Francisco, casa com en-
trada pela mire ; dizsm mais que nesta casa, grande
he a somma que ss jega, e da qual se dedal mo pe-
qaeno barato, e que delle alguem vai vivendo ho-
nestamente, ja se sabe. Sr. subdelegado, o qoe aca-
bamos de dizer nos foi informado, e para que com-
plela seja a vossa missao no lugar que oceupais, lyn-
dicai do fado e a ser exaclo, polica com essa
gente.
Um'principio de incendio leve honlem lugar
na ra da Cruz 1I0 Kccife, proveniente de umaquan-
lidade de palitos ,ie fogo atendidas por uma en-
anca. Jolga-ie que s um recem-nascido que lia
i.iui'sl'Vs lu imiliulns pelo f. Filipnc N-
ry Cull.n;o, ii aposta da coinmis.o no-
arec-
rimaz
les ignoravam completa niMtle a u. :. naiaree,
de mellianle ilisliuc^Ao u-leram ). -,i ..
dn.iuciioiii- modas, proraas assciaaas i ,
mascona n lib. do lile mih d..\ c..|.
descender a gerara* de MUta la lleta de
leu.lliu-lliu, pulque o evan-.-ell-'.a .-ni r.,| l ,
mao ine-inn lillni :e lien. \ erluini -
doS. Vgostmlio ;liiin.da..... e. _ii.ni,,
quain -C111111-. veil.uin ast, qiiud n curda
pletar o temo.Uuc o procuradur foruecesse
Oulro do inesmo, pedindo maudasse a cmara pa-
gar ao facullalivo Josa Cjrillo Lala importancia
ile 125500 rs., de uma corrida e dous exames sanila-
rios que fez nos das 29 de maio ultimo, li e 8 do
cumule.Mandou-se pasear mandada.
Oulro do fiscal da lloa Visla, commoaicando qne
as emborradas pluviae de quaila para quinta fera
da semana passada liiiham anuinado a rampa do
c.es da ra do Capiharibe, fronleira a ra Velha, em
oslado de precisar de promplos reparos.(>ue se re-
preseulasse ao Exm. vce-presidenle da provincia
para ordenar os reparos a' quem competir.
O Sr. Mello fez o saguiute requeniueiito, que lu
aprrovado:
a Kequeiro que o engenheiro da cmara relacione
os terrenos designados para preces publicas, ulim de
se pedir 110 Sr. presdeule da provincia para mandar
fazer a demaroro delles. Herir I! de juulio de
1857.Mello.
Mandou-se remoller a' rjommieska de edificac,es
os requerimentos viudos da presidencia da provincia,
de seiilinrinha Solera de Albuqnerque Campello e
Manuel tioncalve* da Silva, pedindo afemnenlo de
terrenos de marmita, na ra Imperial e na ra da
Sen/ala Velha (nos fundos'.
Deapadharam-aa as pelices de Antonio Joaquim
Das Medronho. Anlouio Itodrigoes de Almeida, l)r.
Ilernardo Machado da Cosa Doria, por seu procu-
rador Jo.lo Francisco Potiles, J0A0 l.uiz de Sou/.a.
os devotos de S. Antonio do arco, Manuel Anlouio
E eu Manuel Ferreira Accioli, secretario a escre-
vi.llego c Albuqnerque, presdeule. Franca.
Vianua.lte-to.Mello.
HEPARTigAO DA FOI.ICIA.
Occurreucias do dia 25 de junbo.
Foram preso- : pela subdelegada da Ireguezia do
llecife, Joao itibeiro, sem participadlo.
l'ela lobdalegacia da freguezia de S. Antonio,
Jos Francisco do Nascimeulo, para correccao.
E pela subdelegad! da freguezia de S. Jos, Ma-
nuel Flix, por desobediencia.
Em ollii-iode 18 do curente refere o delegado do
termo de Caru-r, que em a noili; de 17, ns piases
ai r. iiibaii l.i a respectsva cadeia pelo lado do uilau
que devide com uma casa que Ihe lica contigua e se
achava vasia, evadirem-se dozo dos priucipaes cri-
minosos, sem que a .enlinella e a guarda da cada
podeise obslar a fuga que loi inesperada e de sor-
preza, sendo qne o mesmo delegado havia feilo mar-
char lugo uma forja em secuinienlo dos fugitivos,
para coja captura coDtinuava a empregar lodos os
mcios ao seu alcance.
O Sr. SUteira Lobo :Exactamente, porque esla
pode ler sido arranjada adrede.
II .Sr. / Tacares :... mnrmenle quando ve-
mos que iins-as freguezias predomina o principio
que be hostil a e-se augmento de leilores que se da
na freguezia da Imperalriz. (Apoiados.)
A cmara, pois, nesie negocio, deve proceder com
multo tino, rom mulla rircuru-pecro e imparca-
lulaile ; deve examinar minuciosamente estas qaes-
loes para que a sua decisilo uao pos-a ser capilula-
da cuino precipitada e injusta. Apoiad.s.)
Asura, Sr. presidenta, tralare do numero de
eleilores de Sania Cruz, e irei a essa que-tao, que
eu ado capital, com relacao a eleicao do que se
trata.
A fregnezia de Sania Cruz foi creada em 1819,
e lem uma populacio de 5,155 habitantes. Para
esla freguezia, no mesmo anuo da sua ereacSo, foi
mareado o numero de 12 eleilores. c deu conslan-
Itmente esteoamero ; mus eiu 18i2, niio obstante
a regra que para ella lora estabalecida, deu 21 elei
lores.
Fel a eleicao de 1S52 com 21 eleilores, dirgi-
ram-se estes eleilores p ra a frcuuczia da Impera-
lriz, que era a cabeea do collegio. Esle collegio,
considerando nullos jiote 1 cmara nesta eipreaaae),
os 9 votos excedentes da 12, pois lanos eram os
eleilores qoe rievera dar a Ireguezia de Sania Croz,
mandn todava que fossem lomados em separado.
Em 185:1, quando nesta cmara se traluu da ve-
rificajao des poderes e apreciado da eleu;ilii das
dilferenles (regueziaa do Ceara', a nobre Cammiasao
de conititnicao e poderes, em o seu parecer, que
foi adoptado pela cmara, approvou o procedimeu-
tu dn collegio da Imperalriz.
(i Sr. Siltfira Lobo :Logo annnlloa os9 votos
escedeoles.
O Sr. I'. Tarares :Ora. senhores, se a cmara
approvou o procedimenlo do celleeio da Impera-
lriz, para mim lio claro, he evidente, que o que a
cmara approvou foi que a freguezia de Sania Crnz
des-e smente 12 cleilores (apoiados e os nove elei-
lores julgados nullos pelo collegio foram lamben)
julgsclos natos pela cmara.
(Apoiados, e n.'m apoiados.)
11 Sr. SUteira Lobo :lie evidentlesimo.
OSr. I. Varares:Ouaudo, Sr. presidente, o
nohe diputado o Sr. Cruz Machado ha pouco Ira-
lava de mostrar que a cmara, approvaudo o pro
colmenlo do r.-lleeu da Imperalriz, approvavta
numero de 21 eleilores de Sania Cinz, eu diise do
ineu lugar :a logi;a do parecer ila commissao nes-
ta parle he iiicomprehensivcl,e um Sr. depuladu
palo Ceara' me rcspnndeu dizendo :incompre-
hensvel he a lgica do progresso.
I) Sr. Bastn de OMceira :Sim, seulior, disie
lio.
O .Sr. V. acara :N3o sei que alcalice possa
ler e-le aparte do nobre depulado.
O Sr. Beatos de (Uncir :F.o o explicaren
'Sr. I Tacares :Mas se o nobre depulado
quer dizer que a lgica com que coinbalcmus o pa-
recer da commissao, que se echa em diaeastSa, e
qoe quer fazer, sem duvida contra as nlenres dos
seus Ilustres membros, tuna depurac.lo nesta ca-a,
he a lgica do progresso ; a lgica do nobre depu-
lado, que quer esla depurarilo, he a da injustica,
da paixao, be a lgica do regresso.
O .Sr. Bastos de Oliveira :Acoilo.
OSr. l'aes liarrelo :Para que esla qneslao de
depuracoes 1 I 1 aluno- da materia que se disrule,
vejamos quem lem o direilo, e seja dado a quem
competir.
O Sr. /'. Tarares:Eis aqui, Sr. presidenta
em pouras palavras o que eu emendo que deve ser
apreciado pela cmara, relativamente ao numero de
eleilores que deve dar cada uma das freguezias que
eompem o i- dislriclo eleilural da provincia do
Cea ni.
Agora me orcoparei do segundo poni, islo he, do
Bigamos irregularidades, e mesmo nullidailes que
me parece que houve em algumas dessas fregue-
zias.
Na freguezia de Canind, senhores, a eleicao cor-
reu plcidamente; > bre esla eleicao creio que nao
I1.1d11v1.l1 lignina. O mestno, porem, nao acontece
com a das freguezias de llilunle, Imperalriz c Sania
I Cruz.
O r. Vastot de Olieeira :I)e lialuril lam-
liem !
o Sr. 1. Taeare*:Sim senhor; a re-peiio des-
la rreguezia posso dizer que houve Iraude, que nao
liouve ii rdade de voto.
Eajdeclarei acusa que n.lo quera revolver as
r:n/.i- do paseado ; maso nobre depulado deve sa-
ber, por in'irmiires de seu- smiaos, pais nessa po-
ca aenava-se em Pernambnco e nao no .Ci-ai.i, que
na eleicao de Balorit nao houve a liberdade de
vol que a i. i preacreve.
o ,-ir. Bastos de Olieeira :L o nobre di nal ido
porque va sabe qoe se dea essa fulla de liberdade
de voto, aelianliie lanibem em l'eriiainbuco ?
" Sr. /. lavares;Eu sei que ii.io houve l-
ber ade de \ lo nessa eleicaa pelo uquerito que o
ii 00 illuslre cnllega 1 9r. l'aes Barreta, presidente
do Ceara, manoo proceder por 11111 juiz ue direilo
que nao he suspe.ito, o Sr. I ir. Tbenphilo, de cujo
inquerilo te x rom irona) que houve all lauta
lil.inl.i le de voto, qoe ale o velo de Din eleitor da-
do .1,1 sr. Ilr. Pompea foi lomado como leudo sido
dado ao sr. Ilr. .! igoanbe Se o nobre depulado ler
esse inquirilu, pois exista na ca-a, e apreciar o di
. einco lestemunhai que sao contestes .1
respeilo de m 1 que nao houve I lierdade de v.iio em Uaiunlo.
Mas, du-e-ha: -. Essas tesleuiuui.ui uao
do a volar um menina, que se apresenlon cora o no-
mo de um homein casado que eslava qualilcado. Es-
te fado consta do protesto a qoe me relro.
Ne*sa eleicao foram adimlldn a volar individuo-
moradores na fregoezia de Sania Ouileriu. Para que
os negocios corressem mais vanlnjosainenta para a-
qutlles que a queiiam vencer lodo o Iranse.carrega-
ram ,1 mesa do meio da igreja, puzeram-a a um can-
to della, encostada a parede, e lomele fai roncada e
vigiada pelos que tinliam interesse ua eleicao por
liarle do subdelegado.
O Sr. /'. liarrelo : Islo he um romance que
Ihe mular un.
" Sr. Cruz Marhndo : sao historial inventa-
das para desmlpar a eleicdo apocrypba : o nobre de-
potado loi Iludido em sim boa fe.'
" Sr. 1 Tacares : Entilo os quo cram trata-
dos por semelhaute modo foram fazer a' parle uma
eleicao. que eu niio defendo, porque lanibem a con-
sidero illegiliuia.
(lia aleun apartes'.
OSr. Presidente : Allenr.lo !
O Sr. I Tacares : Os nobres dcpiila.lt s com
os seos apartes me desviim do Oo de miabas ideas...
i'..saeleicfio que furau: fazer a' "parle, cu repulo-a
illegale.nulla...
O Sr. i: nrrelo Nao se fez tal eleicao.
(' Sr. i 7acures Mas nao admillo, senho-
res. que aquellos que como cu entendeiu que cssa
eleicao he nolll, sejam os proprios que pretendam
validar a eleicao de Sania Cruz, feila deuaixo do ter-
ror e com lautas Ilegalidades. Entretanto quero ser
generusn cun a nobre commissilo de podaras. Vali-
de-se essa eleicao de Sania Cruz, feila pelo subdele-
gado Francisco Kayraondo, mas nao se admiitan co-
mo legues 9 eleilores que exceden) do numero ad-
miltido. de 112, nao se leiiham per validos 3 eleilo-
les menores que nao eslavam qualilieados.
lina I o: : guem as.egura i-1 j ?
O Sr. I 'Jurares : Senhores,em ronlraposicao
ao- meus principiosar^umenla-se que,exmela a qua
lihcarilo a cmara dos Srs. depulados nao pode en-
trar mais nesse eiame.nilo pode annullar esses 3 elei-
lores menores, como me he fcil piovar pelas cerli-
des de haplnmu que aqui trago.
Urna Vos : 1'i.dem ser de oulros individuos.
O Sr. V. Tacares : O nubn? depulado diz islo
com um ar de riso... que n.lo sei o que Significa.
A mesma coz : Essai certides mo sao proras
laflicienlea.
O Sr. V. Tarares : As cerlidoes de baplismo
nao -ao proras sullicientes 1
A mesma eos : Podem ser de oulros individuos.
i'r. I. Tacares : He muila coincidencia!
Uniros individuos com o mesmo iiomc, scmdillcrcn-
ca alguma, c...
4 mesma 10; : E baplisa-se cora o uome por
mleiro t '
OSr. /'. Tacares: Nflo he possivel que se
COUlIDll na piiz qoe ligorem como eleilores meno-
res, individaoi que nao sao sur
que a cmara nao pode conhecer mais desle negocio
porque o aclo esta legitimada pelo lempo : he"juri--
prudcnria que mo posso enmprchender. Aquillu que
he niiliu desde o seu comeeo nao pode vigorar pela
iiluruiilade dos lempos.
Se esses individuos pois nao podiamser eleilores,
" 'erem menores, nao licam tendo direilo pa
ana referida casa sera a nica victima desla catas
I
XHtuio H tytmmnlmw.
Iphe.
llDiilcm livemoJ noticias da comurca de Smlo
Aniao, com data de 25. que dio aquella comarca
em paz e soccorrida de bstanles chavas. Em con-
equencia de lehar-se iucommodado o subdelegado
Heraldo de Barras Coelho e primeiro supplenle Ale-
xandre Jos de llollanda Cavalcanli, passou a sub-
delegada ao segundo supplenle Antonio Teixera
Machado. Tinba sido roubaria uma taberna do Sr.
Manuel Antonio oucelvea Lima, de onde leveram
cerca de 9008000 rs em dinheiro. A fera foi con-
corrida, vendendo-se o feij.lo a 1.-I0 rs. a cuia, fa-
rinha do mandioca de 180 a 210 rs., arroz, a 330 rs.,
inilho a ISO. carne do ido Crande do Sul ,1 210 rs.
a libra, beealbso a 180 ra., c sement de carrapato
a'.' 1 r-, a cuia. Appareeeram l,nlii bois, dos
quaes vender.im-se 948, regulando de 39 a :i-200
rs. a arroba, sendo retalhada a V?80 por arroba.
Ale umanhua.
CAMAHA MIMCIPAL DO RECIPE.
SESSAO EXTHAOROINARIA l)E 13 DE JL.MIO
UE IS57.
Presidencia do Sr. Franca.
Prsenles os Srs. Vianna, llego, llarala c Mello,
fallando sem causa parlicipada os mais senhores,
ahno-se 11 sessao, o foi lida e approvada a acia da an-
tecedente,
lu lido o seguinle
EXPEDIENTE.
Um oflicio do Exm. vice-presdente da provincia,
remetiendo, em ad filamento ao ollicio do mesmo go-
verno de i de fevereiro ullimo, un modelo para por
elle ser com facilidad! e clareza organsailo o map-
pa da populara livre e escrava delle municipio,
tende-ea em visla as dc-claracOes exigidas naquelle
i.llkiu ; assim como rccomiucudimdo que, para que
seja o i.-uii.i in desse Irubalho o mais aproximado da
exaclidilQ que for possivel, procurasse esla cmara
oblcr das auluridades e pessoas competenles todos os
dados e os esclarecimenlos que possam ser Dccessa-
rios.llesolveu-se queso ollieiasse ao Ilr. chele de
polica e aos garios das parochias desle municipio
para aoxiliarem a cmara no dessmpenho ds seme-
lliaula ordem, lemellendo-se-lhes exemplare imprei-
sos do modelo do mappa
Oulro do mesmo, aecusando a recep^ao das copis
aulhentieas das actas da eleicao ultima de eleilores.
Ao archivo.
Oulro do secretario do mesmo governo, remetien-
do d'enlem desle um exemplar do relatorio qoe o
Exm. Sr. conselheiro Sergio Taixeira de Mncodo,
presdeule desla provincia, apiesenlou 11 respecuva
issembls, 110 aclo da abertura de sua lailllo ordina-
ria do crrenle anuo.Ao archivo.
Oulro do engenheiro Jos Mamedc Alves Ferreira,
na qualidade de encanegado da superiulendeucia da
direceao da companhia da estrada de [erra, dizendo
que a direccilo eslava prompla c enlregar a <|uaulia
que ja' ollereceu pelos ediOeic
.. e terrenos das Cinco
juris. Nao so diga I Ponas, pedidos para o letminus da cumpauliia, por-
que quera obviar qualquer emharaeo que da demo-
ra da desapropiadlo possi resultar ao bom anda-
mento das obras ; ma- que protestara llavera qusn-
lia em que se arbitras-e o terreno caso se recouhe-
cesse que elle nao he do dominio da cmara, o sim da-
quelles cuja cessiin deve ser gratuita a companhia, e
.-., _-._.^, t-,, ,,dl que com esta declarac.lo lornuva-se desnecessario des-
mm, r 8 Cl',"r i"""0'" a fl'M. criminar o preco do lerreno do preeo dos edifico
ou or se ler passado muilo lempo : c assim a cama- ....ir. .,..-m^ .x..____,...,.. ......ni..;
ra deve annullar os seus diploma
Senhores, nos diversos pontos de visla em que le-
11I111 considerado a qatstao, o Sr. I'ompeohe o legili-
1110 depulado. lie o depulado, quer se aiiiiullem lo-
dos 01 eleilores da Ireguezia de Sania Cruz.....
/ ma / o: 1 k innullindo-ss '.Sr. / Tacares : ...quer smenle os 9 exce-
ileules un numero de 12, rassados os diplomas dos :!
eleilores menores, que o nao podem ser. leo de-
pulado dando cuino den Imperalriz, e como devia
dar, 36 eleilores, lie o depulado dando-lbe ovlo
que em lialuril Ihe foi dado pelo eleilor Braga, e
que a mesa lomou-o para o Sr. Jaguarihe. lie final-
mente n depulado era militas hv putlieses, em quanto
que o Sr. Jaguarihe s o he na aniel hj polhese figu-
rada pela eommbsto em a parecer. Vol pois
coaira o parecer c pelo vol em separado do Sr. Pa-
checo.
PEHIAMBSCO.
Na Faculdade de Direilo arham-se malricula-
dee i 13 eslndanles em os diversos anuos, sendo : 117
no primeiro, dcslcs 2 do Para. 7 do MaraabAo, 3 do
l'iauhy, 20 do Ceara', I do Rio tirando da Norte, 7
da Paralaba, 16 de Peruambuco, 7 de MaCe, 17 da
Babia, 2 do Kio ma ; no segundo 81, -endo : do MaranhAo, t do
Piauhy, 5 do CcarA, 5 da Parahiba, :;i de Pernam-
bico, .ide Macen., 2 de Sergipe, 22 da Babia, i do
Rio da Janeiro e Ide Minas; no lerreiro 82. dos
qoaea : I do Para. do Maranh.lo, :i do Piauhy, 8 do
Cear, 1 do Itiotirnds do Norte,Oda Parahiba,29
da Parnambueo, :l de Macei, I de Sergipe. 13 da
Babia, 1 do Itio de Janeiro. I do Paran, i de S.
Paulo, :i de Minas e 1 de Lisboa ; no quarlo .57
do : do Para, :i d.i Slaraiihiu, (ido Piaoh]
Ceara, 3 da Parahiba, 1. de Pernamboro, I de Ma-
cei, -' de Sergipe, 11 da Babia, G do Rio de Janei-
ro, t I di Mlnai; no quinto 7li, desle : 2 do Para',
1 do Mnranhao, 1 do Piauhy, 6 do Ceara', 1 do Kio
Crande do .Surte, 11 da Parahiba. H de Pernam-
boro, 2 do Macen., : de S-r ipe. g i da Pabia, :| do
Bio de Janeiro, 2 do Paran' e 1 de Alinas.
N 11 he sem grande pc/ar que pauamea) a refe-
rir .vn.! 1 a rali slrophe que Uve logar na ra daiCln*
ro Poolat, revesli la de alguus promcuores, que por-
tamos 'ir 1.1 por mu -er ministrado por algumas
pi------1. de criterio que leslemonharam a faci. Foi
e--' cit.i-u qihc, como lie sabido, occ.isionada por
gando o mesmo engenheiro nomeasse e ronsliloisse a
cmara, pesaoi com quem se enleudesse a direccilu
para eonclosao desle negocio. Posto em discussao,
deu--e de lospeilo o Sr. llanta, e como uao licassc
numero legal para resolver sobre o objeclo, licou esle
adiado para a sessao seguinle.
Oulru do solicitador, communicando que tinba si-
do julgaila a accan da demolilo da casa arruinada
da esquina da roa do l.ivromeuto, inundando subsis-
tir a seiileiir;a embaga.la ; e que caliendo recurso
de appellarao para n tribunal da relacao dcste ulti-
mo jalgamenlo, ia tratar disso, se mo recebesse or-
dem era contrario,Mandou-se responder que pc-
disse em conQanca os nulos, e os apresenlas-e u c-
mara segunda fer. 15 do cnrrenle, para a' vista dos
termos da ullima doci-.lo de resolver.
Oulro do subdelegado da freguezia de S. I'rei Pe-
dro Coiic.dves, pedndn man.la-e a cmara pagar lu
facultativos Joaquim Anlouio Alves Itibeiro e Jos
Antonio de Aorada a quanlia que marca o arl. 179
do regiment de cusas, per lerem feilo a" requsieilo
daquella subdelegara a autopsia no cadver dura
prelo escrava dos herderoi de Norberio Joaquim
Jos liuedes, para conheccr-se se a causa que Ihe
produzio a morle, fui a cabreada que Ihe dera
um tambor do batalllo de irtilbaria da guarda
nacional daquella freguezia, ou oulra.Uue se rei-
poodease i|ue nao poda a cmara pagar ja' esla des-
peza, vislo que pelo arl. 307 do cod. do prec. as mu-
nicipalidades >u sao obrigadM a pagar cusas de pro-
s crimes. quando ju-iiea publica deeahe da Ivoraentregueoiraspertivsd"nos.
Vn passo que as victima! da expl
Em o nosso numero de honlem promeitemos dar
um relalorio circunislanciado dos successos que li-
veram lugar na ra das Cinco Ponas, assim que II-
veiscmos as informaces precisas para esle liin. Va-
mos buje cumplir a Dossa prometa. Eil aqu o
fado.
Na casa o. Sfi, tila na mesma roa morava Pedro
Tavares Catanhu, e ah tinba uma pequea loja de
miudezas, mide venda plvora, iufringindo desl'ar
le as posturas innnicipaet. N'uma necasiao em que
o dilo Calando eslava vendeudu plvora, um lilho
menor, serondo allrmam os viziuhus, alacou fogo
a um logele buscap, cujas chammas, ao penetra-
rcm na cusa, iucendiaram o barril de plvora.
Por um favor providencial os estragos au foram
muilo maiores. pois no dia 25,eiicoulrarara-se cinco
barris de plvora, dentro de um bab, na mesma
casa e sob a cama em que dormiam os donos.
Immedialaieenle se desmoronaran) a casa du Ca-
llana e mais qualro eODligOIS, licando mu arruina-
das uma ao lado, cinco dclronle e varias na roa Au
gusia. O estampido da eiplaso foi tal que se auvie
em luda a cidade, eabalou umitas rasas, especial-
mente do lado da Boa-Vista. O nmero dos mor-
ios he o seguale : Claudina dos Aojos Tavares, Ig-
nacio Tavares Calauho, Florluda Bluria do llom Par-
lo. .Minia Franelaea da Albuqnerque, Mura Lome-
de Siqueira e Pedro Ferreira, ao lodo seis : achra-
la gravemente feridos Pedro Tavares Calanbo, Joa-
quina Francisca do Nascimeulo llotelbo, Aulunm
ilo Corae.lo de Jess Foruo. Alexandriua Eugin.
do Matn- \'iainia. Alaria l.uiza da Coureic.io,
Frauklina Arseoia arbosa, lleruardino de Seuna,
de 10 anuos, Francisco llasilio de Jess da M ;;...:
Lia I i anuos, Jus de Malos da Silva ; e ioram le-
vemente feridos Manoel de Araujo Ileal. Ilulina
Eugenia da Silva, Joiio Jos do Monte. Marlinho
Correa de Sa, de 9 anuos, Josc de Azevedo Pereua,
Francisco iasilo, Mara Francisca Fernandas Vian-
na, Mara Zafirina l.ins.
A primeira auloridade policial que appareceu no
lugar do desastre foi o subdelegadu Eduardu Frede-
ricoBanks, o majar lleoeel Ignacio Bncio, aeem-
panhado do capililo e pravas do< artfices com uma
bomba e oulroi Instrumentos, e os segundos len-
les da armada Caslro, commandanle da eaicona Un-
djya, e o lenle Viegas, ajodaiile da capitana do
Poilo ; depois chegaram o delegado do primeiro
dislricto e o subdelegado Itufiuo Jos Correa de Al-
meida com a guarda da Hlheira da Uoa-Visla.
A direccu dos Irabalhoi foi confiada pelo Sr.
ciiefe de polica, que appareceu logo depoia, ao ma-
jos llricio. Tamben) comparecern) ao lugar o
major do oilavo batalho de Leadme- cun uma for-
ca, u commandanle superior da guarda nacional
llomiugus Allunsn Nery Ferreira, o commandanle
do corpo de polica, uma forra da guarda nacional,
oulra ile marinha e da eslai.an naval. No primeiro
da os (rebalhos duraram at onze horas e meia da
nuil, sendo entilo r.lerrompidos.porqoe se aflirm-
ra que nao havia mais ninguem debmxo das ruinas.
As qualro horas da manhaa do oulro dia, vollou o
major llricio cun artfices, e trabalbou aiuda ale
Olio horas do da, retiiaudo-se depois por nao ser
mais necessaros os leus socorros, llaln em dtaule,
ludo o mais foi feito sob a dueccao do fiscal da Ire-
guezia.
Comparecern) igoalmenle e oITcreceram os seu*
serviros o chele de divis.lo, commaiidaiile da csla-
cao naval, e se preslarum com grande zelo o primei-
ro tencute da armada Hodrignes de Souza e oalroi
olliciaes de marinha, cujos nomea ignoramos:
Portaram-se com dislinceilo mullos contingentes
dos Corpus do primeira ludia e dos balalhes da guar-
da nacional ; os lenenles-corouen Ilodolphu Joao
llarala de Almeida e Joaquim Lucio Monleiru da
franca, o coiiimaudanle e alguus olliciae-da reser-
va, cuinmaudaiile do corpo de polica, ofliciacs c sol-
dados do mesmo.
Silo dignos de especial muidlo o engenheiro civil
los Mamada Alvaa Ferreira, varios inspectores de
quarlsirao e inimenso numero de paisanos, disliu-
guindo-se entre csies os cidaililos Jo- Francisco
Carueiro c Tliom Carlos Perctti. O boticario Ma-
noel Anlouio torres, coadjivado pelo teu caixoiro Ig-
nacio Pessoa tsleves da Silva, elevou-se a um alto
grao na eslima e gralldilo publica, soccorrendo os fe-
udos, em numero de nove que foram conduzi ios a
sea esliibelecimemo, e prestando lodos os remedias
necessaros. Prcslaram-te com generosa de.licac.ilo
nn momento do conflicto os medios seguinle- : Ca-
rolioo Francisco de Lima Santos, Ignacio Nery da
lunseca, Miguel I ilicio da Silva, Jo.io da Silva lla-
mos, ADguslo Carueiro Moiilero, Jit Augusto de
Souza Cilanga, Prxedes de Souza Pilanga, Joaquim
Jos de Souza e Jos Sergio Ferreira. Fioalitaramoa
esla e-tatis|ica das pessoas que se dedicaram nesta
triste cataslrophe, mencionando os nomes do armador
Miguel, qne se prestou a veslir os morios, c do c-
dadao Jos Piulo de Magallules, que forneceu os seus
carros ricos a couduzi-los ao cemilerto, ambos esles
dous cida,iius fizeram ludo lito gratuitamente.
Esla Magrala licflo dada por um limpies acaso
deve corrigir aos que nfriugem as postura! muid-
pees, vendeudu plvora dentro d.i ndade, os quaes
p6e era risco inilhares de vida, inclusive as das mal
proprias familias, collocandn-lhes um vulciiu debano
dos ps. Paita que leuha havi lo alguma negligencia
em punir os rontravenlores das posturas municipaes,
lodavU o subdelegado de Sanio Antonio ha pooeo
lempo appreheudeu (IS barris, as quaes apprehensnes
foram depoil jolgadas de nenlium elleilo, e a Dol-
ara hijuele que peneliainio em uma ca-a que ven-
da plvora, ie-ulluu a exploso de um barril della.
|)es-a expl.-in, eu .mies desse nnistro acontecimen-
lo. re-ulluu o de-merenameiilo de 5 casas, e delle
ce.io. ou sumtnle mrti'le dellas arl '.'9 da le de :t
de dezerabro de ISiI, quando o ro coudemnado Ir
lilu pobre qne as mi possa pagar ; o quo M depois
do julgameulo do respectivo proceiso.se poderia l-
ber ; e islo no caso de ler si lo a aouq -ia feila 1 \-
olllco, porque se fos-a a" requerimenlo dot conse-
nhore do preto, a' tiles corra a ubrigacilo de pagar
I .! || eza.
Oulru do procurador, pedindo esclarccinienlos a-
cerca i'.. clausula conlid 1 ua procaracJto passada pelo
sen-I coronel Jos Peres Campello e ron mulber, dando
"> do I poderes ao seu procurador Manoel Peres Campello
.laciine da Cama, para pa-ar e-ci iplura de venda a
esta cmara do lerreno un que se lem de coDItruir o
cemiterio publico
Mala ; consislindo a clausula em 11*10 licar compre
hend la na ven.la a cara de Isipa exilente no mesmo
lerreno. Adiado al comparecer o Sr. vereador
Barros llego.
Oulro du juiz de paz, pre-idenle da junta de qua-
lificarilo da Ireguezia do Pnce, declarndoos nemes
dos cleilores e tupi I uti respectivos, que pela mes-
ma juma foram modados ua quantia de 103 r-. cada
um, por lerein, sem motivo justilleado, deizado de
comparecer para u soa ora misaran.Une fu-e Iran-
as ag.mas da morle e nos transes de dures inau
ditas, baiiqueleava-se na mesma roa o dono de 00-
Ira taberna que ah existe, e ond haviam miii de
cincuenta barris de plvora. Ao ouvirem 0 medo-
nho eslampido todas os convivas flcaram BSSUSlados,
malvendo que nada Ibes havia acontecido, bebe-
rn) a' saude da sua boa estrella. Na mesma noite
dizein que os barris de plvora foram coulu/idi-
1 ni carreen- pela parle posterior. Alm desla casa
ha militas oulras na mesma ra, onde se trafica com
este genere.
A' vi-:.1 destai ir i-tes oceurrencias, pedimos a' po-
lica e aos -raes di iiioiiicipiilidade qne un im
na (re,uezia de San Luurencu da | por lodos os ineius ao seu alcance a venia di-le
nn'iida por S- l\c. Itvm. o Si
liisiM) du II iln.1. nn Inili ilil,1110 c
'.' 1." Seiii confu lito cun a dnulnua da groja
pnii lainai-i. ,| ue Dos nao he livre, porque nao lem
escolha;qiiaquer iieces-ai laineule, e lem saber o
que quer, vi-tu que sua inlelligeiieia i.ilu pude I, r-
uecer molivot a nu vootade;que a liberdade sena
em lieos una laculdude ou un alliibulo repugnan-
le, e sem pos-ibilidade de ser concebido, 11111a unper-
feeilo, uma fraqueza, nina eoncepcilo repelhda pela
essemia Divina?
It. 11 A santa igreja sempre en-inou. e os Fiis tein-
pre opliinameiile eutenderam, 1 liruiissimanienle
sempre rrerim, que Heos era soberanamenle li-
vre. Petan em tua Dogm. I'beol. loro. I. Iih. .">, pro-
va de modo inveucivel, inconlraitavel, ja ruin a es-
criplura e ja com a Iradidla universal aconstanU d s
SS. I'l'., que a liberdade de Dos he dogma fuuiL-
inenlal du chrisliauismo.
Citemos S. Paulo um dos autores sagrados, que
Pelau aprsenla. S. Paulo escrevia aos de Corintlm :
Operalus unus, atque dem ipirilus, divideus sin-
gulis, proul vull. (cap. 12, v. II, S. Ambrosio,
explanando ela palavras do apostlo, diz:proul
vult, desl, pro libero volanlalis arbilrio, non pro'
necessilals obsequio,(lib. 2, de fide cap. :l.)
Podramos amunloar cilacoessobre rilacbei, apre-
senlai inonuincnlos c mais monumenlos nao su de
autores sagrados como de SS. PP. e Idelogos sem
numero, ,-111 os quaes se ada depositado o precioso
dogma da liberdade de Dos ; poder.imos slin, raes
para que, se lodos us chrislilos que oraiu, saliera di-
zer e dsd' o luudo do coraran:Pater nosler, qui es
in.rci'lis ; sauclilirelur mimen luum ; advenial re-
giium luum ; lia! voluulas tita sieul in cirio el 111
ierra 1
0 dogma da liberdade de Dos csIS pois, para as-
sim dizer, ncarnado na couscieucia de lodos os li-
is.
Entretanto pura sobrelevar .1 respo-ta. registrare-
mos aqu os adversarios desle dogma. Seus mine- e
seus svslemai revelarn a imporuucia da duulriua
culinaria.
Enios primeiro! seculosdo chrisliaoismo os adver-
sarios da liberdade de Dos, que os SS. PP. liveram
de combaler, foram.
1. alguns pbilosoplios pagaos, que S. Thom.iz 110-
mi em o seu lib. 2, conlr. (jent. cap. 25.Faz iam
elles descender o mundoex uecessilateou da es-
sencia da lliviudade, ou da materia elerna. ou. se-
suindo o optimismo de Plalao :Deuiu nullaleuus
muinlum meliurem facer pnluiie :necessilavam a
hondade Divina, que segundo elles, nao poda deixar
de expaudir-se, de obrar e obrar sempre o lucidor.
2. Os Manumita-, os Mancheos, e alguns linos-
ltcos, que ensiiiavarn a doulriua des dous piiuripios
bom e mo, ambos enles necessiirios, ambos sem
liberdade de iccfo, sem liberdade alguma absolula-
menle fallando, liazzaniga lom. 1, disten. 1, cap.
li, n. 182.)
i!.0 Em o serulo 12 Ricarda de S. Vctor e o cele-
bre l'edro Abeilaid. Ii-slumhradii- lalvez pelo epli-
mitmo de Plato, resuseilarain u erro da voulae ue-
cessilante de lieos. Quinto a Abeilard, vivissima-
minle aperlado e confundido por S. Bernarda, ah-
juruii o eiro alinal. P. lierlraud Tiasier lora, i, sub.
hoc titulo :Uespunsio Pelri Abulardi cuiiira calum-
nias objeclorum.)
." Em u seciilo li Joili) VViclef, Inglez. [Boasuel
Un. des Varialions des Eglisesproteslaules, lid, II,
cap. 153.)
5. Em o sceulo 10 l.ulliero, (lucero, c Calvno.
Ilellarm. lib. 2, de gratil el libero arb. cap. 15 |
(i. Em o secuto 17 liento Spinosa cum o seu svs-
leino denominadopanlheisino,que he tamben) ap-
pelliitado de seu amaSpinodimo. Ilergier arl.
Spioosime). E neslc mesmo seclo Leibuilz e Male-
branebe restauaram o optiinsmo de Plalao, e, na
phrase do Dr. Ilenri Klee, dulcifiraudo-o, reduz-
rain-uo a lyslejDl. Ilenri Klee Irad. de Mabire,
lora. 1, 2, par. cap. ;!, n. fi.i Sabc-se a que acon-
eeeu a Walfio na Prussla por levar, pela forra le
sua lgica, ale us acedes humanas a necetaidadede
obrar. Ilecubcu ordeiu de despejar a Prussia dentro
de 21 horas.
7." Cm fin do eculo passado e no actual us ma-
terialistas, comii Helvecio e Uolbak, e o- p inlhentai
Allemilys, inglezese l'raucezcs etc. fLea-H a conf.
3, do P. \,mu 1 n. 71.
A philosophia moderna, que he a pbilosopbil do
secuto pasando, .li-rnrr* a minanltvaSino orador pa-'
die Ventura leudo apena- de mai- .1 n-i ci in, w>
sma :titos, sendo uma causa neccasaria, absoluta,
qne uo poda drizar de pastar a aclo, ou nao pode
pastar sem aclo, cicou o mundo de toda a necesstda-
de. Aristteles a o liuha dilo. (A conf. supr. eil.
e u m-siiiii u. 71.
Porem a hl crdade de Dos lem sido sempre defen-
dida viclurii.smenle por varees benenieilos da San-
ia Igreja. Para cnifiinarmos esla assercao, uomea-
reinos por loaos os SS. PP.. na piimeira dada, a S.
Agosliubo :lueoveroquud dicilur,vidd Deus,
'l'.i 1 honuin esl,satis signilicalur, Deum nulla ne-
cessilale, nulla sua cujusquam ulililalis indigencia,
sed sola bouilale fecisse, quud faclumesl, 1 le.l. quta
bonuin Civil dei 11, 2J
Por lodos os SS. PP. e llteologni da idade media,
apoiiiaremos S. I huma/. Lea-sc o seu livro 2, con-
lr. Cent, em o cap. 25. Na primeira partequestao
I'larl. :t, ad. 2, o santo padre disrorre assim ca-
tegricamente :Ouod licel Deus ex uecessilate vc-
lil boollalem mam, non lamen ex lieces-itale vult ea,
qua- vull prupter bonilalem suain, quia baiiilas ejus
pulesl esse sine ahis. |
A final para os adversarios do ultimo c do cnrren-
le seculu, maleriali-las e pautbeistas, por lodul >-
glandes vales, que sii-lelil.ira.il 1 doolrini ealholi-
ca, apoDtaremoS u illuslre e benemrita Feuelun cm
o teu ine-liiiiavel Iraladu sobre a exislencia de
Deus.
E sim : nao e-queceremos os dous concilios da
Franca celebrados em I8i9. os quaes ate feli/inrule
citadas pelo Dr. Collaco :O de Paris presidido pe-
lo rcspeclivo arceb spo, e u de SoissoM prendido pe-
lo de lleini- ; Concilios anccionadoi com a aulo-
ridade do papa Pi IX. Elles lem Mugado nos -euf
decretos eunira o panlheismo moderno a Dogma
calholtco da liberdade de Deus.
Assim a igreja (diz o sabio Dr. Ilenri Klee'. fiel
a' duulriua da e-rriplura, lem conservaJo em toda a
sua Integridade idea da perfeita independencia de
Dos na obra da crescao, e repellido da maneira
mais expliciia toda a ii.ca.de euinlrangimeiilo esle-
rior ou de necessdade interior quer relaliva-
menle|11 cieaeilo em garal.quer lelativamciile 10 nodo
porque ella leve lugar. 1 (P. II. Ilabire lom. !-, 2."
par. n. (i.)
i.'ue-lau 2. Sera' conforme rom a daatrim da
igreja proolamir-se, que. se Deus be uno e Irino. lie
mrenle porque he um espirito que lem voalade,
iulelligeniia e en-iuilidade ;que as penan divinal
silo eslas Ires faculdade, sendo 1 voalade a Pa-
dre a iiitelligencia o Filil, e a sen-ii.ilida-
de o Espinlo Sanio '.'
II.il) dogma de Dos uno c Irino fui st-mpre ve-
nerado pela sania igrea como sendo por ezcelleu-
cia a mvsicro da fe. (S. Hit. in Malb. r. It. o. I.
Os santos padres, para o demun-lrareui aos Inno-
vadores du sen lempo, coslumavaui apresen!.ir-lhc-
em frente o texto de Isaas : dcneral nnem eju-
quii rnarribil ? (Cap. 53, %. s.. e u de s. Ualheos :
Nenio 11cvit I ilium, ni-i Paler ; eque Pitrn
quis DOVit.nll Fillui, el cui voluenl l'ilius revela-
re. Cap. II, v. 27., l-.iisinav.iin laml.em que, quan-
do S l'edro confessoo 1 Jess Chrlilo cuino verda-
deiro hilio de Deus, merecea-lba eNtas bem bou ven
significativas palavras:llealus e, Simn Bario-
a, quia caio el siDgnii non revelivil lila*, sed pa-
ler meus, qui 111 rirlis esl. Malb. cap. lli v. 17.
Qoanlo aus IheologOl, ngo S elles se len. servido
ds laes a outrns monumentos da escriptara, como
lambein, cou.ulundo a Iradieilo, a lem acbado 1111a-
liime na ereitCa universal da hiconiprchen-ihilidade
do misterio da Sanli-sim.i Tnndlde. Para oiminr
eilaciies sem ninneru, citaremos Sanio Ambrozo, S.
Jernimo e Santo Ago-lmbu.
0 primeiro escrevia :Imponibile esl, geniralio-
nis Verbi cire secretare ; meus dficit, voz silel.
s. Amhr. lib. I. dr lile al Oraliannm, cap. 5.1
O segoodo se ni rimil a-sim : -.Non diro de itn<-
lerio irinitelis, cujus recia ronfe-sio e-i ignoraiie
nnlentias. (lijaron, in rap. 8. Iaia>.
O lerceirn senda de-le modo : Humana- ments
acias invadida in Iam etctenli luce non Dagilur,
nisi per jusliiiam lidci natrita vigeielur. S. Ang.
Ilb. I de tiiuilale cap. 2 1
Oulro sim : A santa igreja nunca emenden.
1 nunca en-iiiou, que a- Ires divina- pe a- fossem
lo se eslorriain | lre- faculdades de Dos, a vonlade a mli 11
enca ea seniibilidide, chamando a nr,mi
- Pai "
,S. .lili. Ilb. 15 de lllliil-le cap. III. 11,
iiaiu o- -anlo pedrea, 1 rndase f01111.1t u.. ,
co ha o principio rogrlaasa ; raase ts a
guante he o cuten.lmenlo.|,aajeinli,,,,,.-
gwacao a.. Veri,., desalada da nivea* e.,iei,ilmtl,i.
II: 11.1/ lia 1. a. i|. ii all. ,
tu a ventada d-, 1, r......
i ile.envolvirocmo. lira ,, VerU |.
a nerisaistra 1, ^, _
Vi .1.. un 1
......' V.,1,1,-
11 int.iiio s. Ib,...../ 1.0. tugare, saraeil
Ouiinlu au E-piriiu Sanio, aa raaloi | 1..
ni pn.'edrr di V, uta te u ,|n .,., ,. ,
porque na cwviptura o F.-i.iii,. S..... l rlu
.li.nla- Dei Musa e.i u r. r,|,|.v
Di. ':. v. 5 e nulo 1
(Laii -e s.
D-|. 1-
qoaudo 111, >
Vino he el
geni. s. I'
gerada ni lo
le.
imada
ni. cal 1. 15.
iliviiiu iileiidiii,enl,<
S. I bulla
l.i di
lilla,'
111 ubi Amor :
n siria. San p.iulo
- |i...
i- I '
unsleno,
nessa fe
nhseqaio laro.ivd
bilidade. lia iodo- as sanios padrai e lada.
legas. J.ea-se o mesmo S. 'Ihomar na a.
citada arl. 4.,
Huiro -un : iieli-m algaae desle
alquil- Iheetegos, que ex| licar de Patn nsdi a 1 -
racedi verbo Uivnio ea precostal de E-pii !.,
Sanio be divagar fura de Indo luiidaiin-nln ,1a 1
lora e Aa liadicao, e auparsa a miuleraveg. al>- 1-
dos ea erros muilo grave llieol. de IVitier. ini.
1. de Trinil. arl. 11'.
Einlim o. S. S P. P. Valeale 11 de -iirnli- ou a-
nalngiai ja da ordem phxsira, roasauaal. 1,1,. .
de-envolvimeulo lo ralo, e ja da nidein 1 -. balan a,
como o enten lmenlo, a vonlade. e a iiiriu na. Baja-
ca quizeram. nunca iien..,nm, nunca posliam Icl
pautada em rjaajajHajsr cum laes smiles < raaaasajrai
a Irlndada utilualm, nao : M -ua meale laataaje)-
ta-las paia uinc.,,,,,,,1, aaaajliai j r.'irii>ual,ih e viili.-aii ,alavrasdoa|..isiol.., que t
os auto,io, iiiv.ieri., da tires li rjrsni
doCalvanu he em verdade um
ilisequnim ralionabile.
Ouanlo lem.is dita para dem.i, }glimln
hcntibilidade du augusto mv-lcni da >. s |tl,,,i,
de, basta para abonar, pan eonliim.i. ",
luz da evidencia, o inu.a mira, que lli ra asa n. >. '
P. P. procurando smiles ou analoga, pal tu la a atJ
111 reza.
l.lue-liio :l.'Sera' conlornie com a dnutnaa da
igreja piorlamar-.e. que a qaeda da pai d., lanavaj
Ihiiii.iii... em coilsequeiicia do |,ecra.l,i poi elle .11,-
mi tiln, n.lo fm tota!, e que o resollad., de-ir pajara-
da nao fui uulio que litar o erro iloiniuando 1,,
mundo?
I!.lie de fe calholica, qoe a queda d* pai .1-
genero humano fura l_l.il Beata -eiilnln : 1\ aaw
mo ricen someule em Aaio e z por coula de A I
como esiiiuaram os Pelagiaiius ; porem que s iran--
iniltna a luda sua |"'-i-i,da le : Sicul per unan
lioi.iiueiu percaliiui 111 hunc luunlom luiiavii. el
per Beccalum mari ; el ila 111 oiuue, humn ,. bj 1-
peiliausiil, 111 quo umue- percaveiuul. S. I'aal. ad
II. 12 .
2-.l.'ue a queda ferio o honiem lo I -, i-ln lie,
tanto o curpo como a alma. Ir insmiilaud Iminem
para peior :Per ollensam prutancalioinv Ma !-
tum liominem. idcst, seruudiiui corpas el animan,
in deleiiu. fuiste coinmulainm. Cune. Aianjirat,
millldn a,, proruradu
Huiro do adminiti
i" 1..1 1 ramera dar
para itihumai.au
paia cobrar a- mullas.
a tur do eemilerio, dizendo que
ua- ordem para se darem coia-
ralicumbas da innaudade d
de 1 a mirili de uuus Clhoi o uiua alilbada du Sr. Cata-' Seubor Uum Jess das Dores, viste ja' se ler coine-
-nn.ilau j.eiiiiei,,.,! dentro da rulada. A camina
municipal lein murcadu ns lugares onde II lleven
vender plvora ; mas ah mesmo rnmprc que baja
lodo o cuidado, ese loroem as nei.....irlas preeau-
rOes, pois que as vidas humanas nesiea lugares va-
len) o mesmo que as do interior da cihade. Sera
convenienle que as casas levantada para este liin
lejam conslruldas a' prova de [cyo. I
Fm consrqoeucia da miseia a que lie Irim ruin-' ronca e hereli
tidis as victimas du cataslrophe que sol'
os msmbros
minados pcl -,,,u -r,,,i,iieiiiu na canoa r, luriram 1 .xilina iubdj : o- santoi |
honlem uma subscripto cm livor de-tak mi-iti, quaulo be pn-sivel exi iir.n
viciimas. No primeiro da a lista coutevej porte de Ueo e a processao do Epml
.n!.1 Filho ; a lerceira Espirite
Sanio. A sania igreja sempre enteaileu. e-einpie
insumo que o Paio Filho en Espirito s ul 1
cram entidades sabsislentes e relmeme disimclas
entre 11;que eram tif. pessoai ver et lealiler;
-em que jamis di lni--e eom,, I,em em -i aquellas
cnlidadei tubsislentei e realmente dwiinztai entre
si, ou o que tasiem iqoellai pe si sen el rea-
liter. u A -unta igreja sempre recounecee que n oa-
ii,a d Santi.-iiiia Trindads eslava *eima da com-
pre lie,,-.1.1 humana, mas, como olcerva S. Agos-
hnbo, as ''en,'in.nava laca persona' ,,,-.. ,
: ira sempre dizei alguma rnosa nao licar en n .
den la Dicluin ( lam n 1'ei-ni.n- non il-
lud dicerelur, sed ne laeerclur.
x.,- l'.m .-un-eqii. ma 11 dii/ir ls lre- paseo ili-
viii.,- .1. lies faruldadesvonl
sensibilidade he rnsinar o nonnuali-mo ou moeX.
lisniu dm Sino ulanos, l'raxi isl is, Niri un os, s h,l-
l.aiii'-, e SociniaiHis, doatiina mil vezes comLalida
e mil \:ll^ cumie......ida pela sania igier; 111 ei-
Visivi In,.ule op|. 1 a ,- 1
lo-
2-. -11. I
E o concilio triicnlinn entina : Si qoit u.,u ero-
lilelor prunum hominein, roniinaiidalum Dei in j .1-
radito lui-.el Irausgressus. slslin taaclilaleai. el
jutliliam ni qua cuaslilulvs fueral, .musite. .. -
lumque Adain per illam pruvaricalioni 1 fiei.-aw,
teruii I11111 corpustel aniuani. 111 del.nue c,01,11,u-
laliim lu.,,-, auallieuia sil., I11J So. de pecc. o
n^. c n. I .
U uiesuui cuncilio na *n>. li, cap. 1, diz I mu
oinues humille- 111 p.n varicalnme Adir nnucraliata
perilidis.enl, farli iminumli. el, at Arma! inquii.
natura llu um... usque a Jes, tetvi eranl ptcr..li, el
sub tote.late diabuli, ac moiliselr.
Pul lano, coiiiii evideiileiiienle e leixi ver,
resultado da queda de no-so primeiro pai. n.'i.i fm
simplesmenlc o erro duiuiuaudo no mando. fi
proprio criase rom as proprias petus de uawt pn-
ineirn pai, de qoe ninguem jamis s* salvara' BZae
por Jetus Clin.tu. Sicul palmea ara pule*! la-
cere Iruclum a semelptn, 1,1-1 uianseril ni vita, te
nec vos nisi ni me man-eiili-... quia sute rae nil.il
pole-lis facer. S. Joan. cap. 15 .
Oue-i.i 1 i.'s-ia' cuiiiorme rasa a eeaatrtaa da
igreja pruclaniar-se, que a initsAo O Salxaoar tai
smente combaler o ei ro e fuer iniu|h.r aver-
ia!, ?
II.1 Pelo que dissemns na resposla BBBjaj Sra
bem palate, que a mizele .le Je-u- Cliri-lo .! Im
-,, combaler n piro e fazer Inunipliai a ver leUr.
cama paateuiavam o PalaeSajaiai tm -Vaacaaa, de-
nui- u- anetuiauas aa teculo lli entinar a irova dou-
lriua, e rehule--la eama sen peden 1 -v '"i I '..>;
fica bem pal. ule. que a BM>BM ii- le-ns l.hri-l. I
saltar pela ajarla da cruz a 1 ,1 In.mens. Iiji--
furin.dos em lili,,,, da ira, aarvas *)0 (,ec...|. -. !. ,
di-uuuiinc.iu .1,, a,.,.....,,,, ,, a., mearas iVarac. I,,-
,le,.i. ua pierna.,a -, --. ,.. Cafs. I .
se pon ni cmara dizer mais ataaaaa raua a r.-
pello, liaiciuo- a paatafali de S. Pauto : >it
|iei iiniii- deiitiuiu in aaausji beaaiaaa ra cnWmna-
liuneiii, sicul el pe uiiiu-ju-liliam in -411110 Ui.eiM-
nes III juslllic.ilioueiu Vllir. S. P. ad. II. v. |v .
r. lambeta tiaremei anida. couciIm, ,ie Troaa .qae
astsbelecaada na -cn>. 5. o paireas en 1u.1i, eu-ina
qoe 11 neceado de \,!.n, na., p li a -er ,| asadi -1 .
j.elu iiiererimeni.i aa um Mediador, ajea ha I asa
Sent.nr Jesn- (.iiinlo. 11 qual nos iccoucil|. saonaa con Heos, fazeudu-se a 110-,-a |u-nra. a n.*a
sji.cliliae,!.- 1 1 imi.a iedemp. la : i.iiiam |wr
mentn uum. Meliaions D. N.'j. l.hiwii, qui *-
Den reronriliasii m tannunir -uo, farlu. BaMl |
tilia, sanililicalio, el redriupli,,. Basada 1 mn-
m concilio. Na leas, l. rap. 7. elle delium. qi.. 1
rausa merilaria da Boaae jaaaaaaMjIa era >< se-
nlior Jess Clin-I, i, que pela cxlre'ma r rila-le. rmsi
que nos amina, padecer sobre o Lenh ra t.ras. e
desu arle salistizera por nns a sea elemo pai :
Qai, cum rainal.....alai, bbbbbbi Bazaien aaarab-
lem, qua dihni ii,,., .u inriiuna p.i-ioue 111 lig-
11 iciuei- md,i- jii-titiraiiunein meruil, (I pro h.-oi.
Dea Palrl sali.leeil.
_ E aqui. Bzn. a vm. Sr.,o parecer da ranun--
s 11, que ella lema honra de ulirnelle.- .1 alia rM-
: lac.inle V. Exr. Kvin. A commi-s.. lem |..fiii-
,111 onurc.io, que ella doenvolve aaa '.< rcprnl-.
a ineMii.i rieelriaa, que a sania Igreja pevcanBB-
r.i s.inpre. r -u-lenlaia em lodsis ... le npas -emm
cuoia ludas rapeeie te inn.nadoii- 'jeae, esvaBaa-
lat e herr|e>. Enlreanln a e.,.i,.ni-..i ,-., -ia
abinis-aiueiile a currecc.l.i de \ I-;nn. lli., cana
quem he o juiz roinpelriil- em l*s iiulen.. ,,n.
Iue n apo-tolu Ihe entina, que n E-pml S-nlo I. -
tera a \ Kxr. Hvin. para Befa) deleudcr a i.u-
11 de De,,, coma at pulla* do infcrao.
Haba ls de maio de IS57.
Dr loan Pe eir llarans
Lente de direilo aBjaradOB,
Ir. Aneara da Nai-idade iie mera.
Lenle do In-lor a rele-, .1, .
Ir. Itav mundo Nonata da M. Itasat IVnl--.
Lente de moral e ecrelarin da comn -
O vig mu leal de taaaa lima.
Lento tulitlilaln.
I r. Anloiilo da \*. Mara lla|arica.
Lente de thei l"-i d'.gitiJli,.-.
Carla |vl,i nuil o Exm. Si-, um ut|">il -
clara coiiliu'iii.ir-ac' tutu o partea .,-
'nuil :
lili". Sr. Ilr. I ehi.pe Nerx t'.ollar. i.iuan la n-
cebl o linli-iiiu caria de jaiairii.ar'iiiva-ine aa Inra da cap.al,pr can-a d
grave eufermidada da que asada ata raleada nsaa
restabeterida a qae ara Hnpu--.hilii.i-1 a ,1,11. 1-
me a qualquer Irahalli ou tena appl ra-_, 1
apena, ter pear lelarvaNoa a- laliiassi ite- caita* dajs
da- ,,,,r y, S. ao Sr. Dr. I eil ,ia. traaatvsaaasi i,
Piara de /'i, ,rit '... per aala 11. ,ei,-i.ria a
linda in.ns peledeerp dertrecada reau 11 >ri,,em ir-
gOCI '- l.io delirado-, ,< mar Ioram daTI l.nuale a can-
sa 1I.1 Iteligiilii, de-cui>lt.,ii.|ii eni| le. ri.nu. ea-ltnn.-.
das miiih.. praprias lorias, m aaai aai 11
locar ama rvraaiieaaa mnipo-ia aea ln,ie-
Srininarin desla Dinrne, que me paaravaaai "a"
cnnpeleales, ra razaa dea eadiias
para auxiliar-mr rom rala lean ae Jetea daatia 1
que V. S. pe,|e rom duriliaa Ir ,-rda-l'iram-i.i
rbristaa aabra a aiilaili dasaa .....reeerenean*
referida Sr.Dr. Keileza. Era p real i""i le hn '
o lente de I heolcma Dogmalirr laasaaea maal
da eidade, na4o parlaMa BaraaaalaB|arBr aaa le
vuli....e para dar nriuririo ao cx-im da ra n M
Acrre-reu anida haver-mt qui paaraeraa* t.ea
anisa ,1, Sr. Dr. Petteaa, que eiie ,-t.,\.i .
relraclar--e ,,u a evj-licar oteiilido .!. -1 1
einitlira em seu ,h-cnr*o, n que de ri 11 n .
raria,aremevarts quaiqn-r ,ir-r'iii,,i,,.a
sua 1 rlhoduxia e adlicMo 1 1 e Cillinlir I i_ 11
Inun laaardei easa rvJrar/ta|aa ae* -1,0- lena p a a-
patlu o dr.-e-lo de uma masera *< n ,
I quaude rerah* sobra lioniciit ti-i. Usf
e 1 teios e .n 1 .- mira..
. Ja sepis Y.$. qu,- ala m imnieel -in-l-.e.
- 11. n|-i 'i'i tantele .1 -u 1 reetall rea i
rentetlo na 1 aie 1 ,, -,.| ratita 1
C I" O qoal 11,0 n.r,,.. .
I'ei-u. div-n e ,|n ||a. Uiec.....lira qae I *. n-
nha in \ 1-1.,. 1 ., .,
II I .ii" 1.. -. ; i V ^.
M'llil n 1 ih, um
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lie
imas da cataslrophe que sobreviveram, e a' Iradi^au uinveisal c ruu-lanle ds sai
da a--oci.ica,i commercial agncola, do- ,he-,
9 santo euiimenio da carida'a, abriramj Aindamis: os sanios padre para e\;
ve1
au n '..
u.ni elei 1,.
II '. TU .U./.i I. .
. le unde -e 1
1,,-opli: 11 1 i I \u
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inlellisc ca e qu.....: -
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'.......'". 'i''"<." "i" .. ii-,.. lumeve pen...... 1 u,-e a pn ,,-a-, d., l-.-p,.....Santo, que, sendo o- lie,. ,ai. ....
dooa coates de rcis. Avista do lm> a qub ha cou- perar;oca diileicniea a diversas tu Uivtuis, el-' es|->5us da Academia ou do I
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luo-
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* n \.il.*-. 11. .ii r ,. :i '.[.- t id -
: t t]in' t:.i :. 1 .


ILEGVEL


DIARIO DE PERNAMBUCO SAIMADO 27 DPfJIMIO DE 1857,
Permita enlrelanlo V. S. duer-lhc qu* nao me
fui menos *ensifl a maneira porque -e condn. Mil
dMegradavel poleiuira. que versando sobre mileriu
d i mais alt.i transcendencia, por lano ilisna* 'le se-
rcm IraladM cun a calma e espirito de |i,i nao uie-
ou coufoitns ao< nolires inslinetoede generosidede e
ci v.illeirisnioquedeveiii lirilhar neslas lulasulellec-
ti .us da que aos diclamee di caridad* i-lirislaa, se-
B'indo a Lein condecida inatlma de S. Agoalioho ivreiiiaauns brincos,
ln necassartlanturs, 111 dnblis libeilas, u mnibus
chartas liifeliltnenle deiteuerou em reciproca- in-
vectivas o personalidades que nao eslavam em har-
liKiui.i neiii cun a gravidade da causa que discolianl
nciii om a reconhccida illuslracie dos dous cuiilcu-
dorea.
Can ludo, sein approvar estas desofogos de reseu-
limani luterano, na raros lioje em einelli. dbalo*, qgar na imprania, quer na Iriliuna, folgo
d poder aisegornr a V. S. que. salvo melli.ir juno.
cadaverea de liadmer a sua mullier, ehefea da fami-
lia que desapparecera.
A notiua desla achado, eapalhando-M pela cida-
de, allrahio ao no o ao cae* una uuanlidade inimen-
M de curioso*.
Iralnu-se da verificar a identidade ; e todos oa
vestigios eneonlradoii mostraran! quo o ca laveres
eran do Gadmar e de ua mullier. Esta linda uag
01 dedos lies .iiinei". e un
delleseom o ten uoni e o de seu marido, Uadner
apenas liaba lias algibeiras algum dinheiro cui
Irocos, e um i factura ; nSii se Iba encontrn ue-
nliuin papel que denunciaste o seu horrivel projeclo.
A mullier clava pajada de dous meua.
Para rarifieer a identidade foi oecesaaro lavar oa
cadaverea que eslavam coberloi de lodo.
Oa elidios da mullier limam enibranquri'ido
depon da cataalrophe.
liadmer e a mullier acharani-sa ao lado un do
Ivlo.
na sua. supratlltas Carlas. transcriptas no Diario d oulro ; o braco direilo da mullier panada a ciulura
ternamlmco conten dnulrina orlliodoia expandida I do marido, e un can.le cliaile prenda o corno*,
idir.io como laeidei e amenidade de t- lendo do .nado forleuieiile por bailo da cintura de
| liaduier; tiadmer veslia uin palito elnzenio,e a uiu-
; llier liaba apenas urna camisola a uiua tala,
Oa anuae* do suicidio no ineinaoiiain umciiuie
iuu.it a este. Ten liando pas qae em circumilaii-
as evcepnonae, se lein uiorlo juntamente com
Ealiraarei que V. S. continu a faier isual uso de
seu laber, empnnhando os armas da Setnela o da l'e
a em defeaa do clirislianismo lio aggredido oeatei i'-
riuosos das pelas funestas subversivas (lieonas do
raejonalUrae que nada manoa ini|iorta que a negaclo
da ludo os iloutoas e da Divina Couslilui;3o da Igra-
ja Cilholica Apostlica Human As columnas do
peridico religte desia eapilal, o Nolicinor Catino-
rico, mudo sa honraran com as producre* da ha-
bilsima penua de V. S. em assumptos deila natu-
reaa.
Son com a nata subida estima
De V. S. Muilo atiento venerador e abrigado
servo,
Hmnunlio, arcebispo da llallis.
Baha 1> de juubo de 1837.
Stnkoret redactores. lu e ineus llliua sumo
boje abrigados a recorrer as columnas de sen cou-
ceituado jornal |iara lavar ao conbecioaenla da pu-
blieo a preleaedes do Sr. Mauocl Carneiro da Lu-
nlia e Albuquerque, sobro o nosso ensenho Croa,
haseando-as em uin Ulula nullu, c em um contraio,
lambom millo, celebrado entra meu marido l.atl
Jos da Silva, lioje fallecido, a os Srs. Jos Uoncai-
>es e Victorino lioncalVH da Luz, ex-consenhorts
du eu^onlio 'tabocas, em cujas (erras, eu e meu ma-
rido, edificamos Cruz, e o inesmo Sr. Carneiro, Con-
cordia : a do que pesiamos a 'xpor ver-se-ba cun
que oireilo, eu c inaul QInos mis julgatnos seiiliores
ilo retendo endemia Cruz, ao qual o Sr. Carneiro
chama seu.
Meu manilo devendo ao Sr. Caclano (ouralves
l'ereira da Cuulia, instado e ameacado pur esle con-
cordou dar-lhe em pa^aiiienlo o engenbo Primave-
ra, silo na comarca de Sanio Autao, bein como a
parte qua de seu pi lilil, hnrdado no predilo en-
Iteuhu Tabocas, sito em Pao d'Allio, Uo valor de
'cisl-M^ij, mas nao se patioa e^enplura, e apenas o
Sr. Caetauo llie passou um reciba; ora que nao lia
aqu venda, nem contrato de qualidade alguna, que
lado i-lo lie nullu lie evidente a esta' ao alcance de
lodoa ; meu marido purm na ignorancia disto, ,<
per-uadido que este negocio amn feilo era lirtne
valioso, contrata com os coiiseubores da Tabocas (o
Srs. Jos l'ioiicalves a Victorino Ganealvee da Luz'
eedeaaam-lhe esle o sitio Cruz, para nelle edificar'
mu enganbo, desfrurts-lo por treze anuos Ib'o en-
Ireuar lindo este praio, do que se lavrouuma escrip-
lura ; au depols, porin, sendo esclarecido quo nao
liulia perdido o carcter de con valo ser iieii'ium o negocio bavido entra elle a o
Sr.,Caetano (mcalves, ja' ftllecido, aiilao intenta-
mos- urna acco coulra scus lierdeiros para anuullar
Cala celebro venda, se este nomo se lli pude dar,
enlrelanlo, meu marido sucumbe do citolera, eu a
meus Blhoi prosegalnoi na acelo intentada, cuja
sentenca liii.il foi proferida a i'.l de malo do crran-
la auno e a nossa favor, semenca esla que passou
em julgado.
Ora, sen lo esle chamado cunlralo nullo. sao nui-
les todos os mais que delle dependemii, lago be
nullu o contrato havido enlre meu marida c os se-
nhoresjos Gonealvese Viclorino (joucalves da Luz,
contrato esle que elle fe por se persuadir qae ja
nao era con,enlior em Taboca', porque a nao ser
arim, e para edificar em sua propriedade nao pede-
ra licenca a um lerceiro cun a condicao de per
lancee a esla a obra que nolla edtli -.i.-e, o que he
absurdo, nao ha liuuiem de senso rniumoin que
lal o faca ; poda, pata, em qualquer lempo pedir a
rescisau daslc comralo, allegando ser falsa a causa
que Ihe dau aticen; isla he, noler rendido a paite
que tiiiha no referido engenho Tebocaa, onde poda
levantar outro, indapondanta de qualquer cuuven-
{So ; mas o que acontece 1
Muilo antes de meu marido vir ao runhecinicnlo
de todas estas particularidades a de internamos a
arr.r. ja' referida, os coii-enhores de Tabocas vende-
rn] grande parle lale, inclusive o engenho Cruz ao
Sr. Manoe Carneiro, o estando agora a lindar-s o
prazo (en inaio do |S"iS requereu o Sr. Caro-ira
que dilo en-enlio fosse a praca por arrrndaniriilo
triannal, alleganda as segaiul raides icr com-
prado o referida engenho ao Sr. Jos Goncalvea e
Nictortno (joncalVea on Los, c\in osla penOancta
ii i Camena do Kecife, nao sabe a favor de qurm se
decidir'a qusiaa,podera' a deClaEO ilemorar-se mul-
la lempo, prevenir qualquer inao resultado para o
faturo, Icr meu man o vendido a parte que linha
em Tabocas : nol ha homem eulemlidu que leuda
asta policio, obrado Sr. capillo JoscSeveriuo Caval-
cauli, patrono do Sr. Carneiro, que. nao sinla ora
aorriso asaoaaar-lhe oa labios ; boje as ratoes de de-
mora e de invectiva da decalo Ja* nio existen em
face da sentenca que a nosso favor oldivemos, cuja
cerliu ja' tiramos e fuamos aos autos; oulra
r ir ni lambem allegada Coi meu marido lar vendida
i parlo que linha eu Tabocas, mas porque o Si. Car-
n jiro un o seu advocado mi i provou asa venda jun-
tando au eu requer nauta a esrriptura oa copia
della I e senao pude prova-la,......o provar i|uo nao
somos conscuhore ueste engenlio ?
Argimos de millo o contrato do levantamenta do
engenho (Jru/., porque ou a venda se cllirluou ou
nao, pela alrmaliva, c o eoalralo uullo por fall de
cousentiinento de tojos os inlerassados, visto que
Caelano Goncalvea ou os seus lierdeiros como conse-
nhores, nao jaran ouvidos nem ao menos mencio-
nados na escriplura, e se lal venda nao liouve he o
contrato nullo, p irqua elle suppe a existencia da
ira oulro contrate, cuja nullulade ja foi rccunlicci-
ilaejulgala par senleiica, deque nio liouve ap-
l"dlac,io ; portante esle contrato e nada he a mes-
missima coosa, enlrelanlo serve boje de base, posto
que fals i, aos ardil do sr. C irneiro.
Pedimos visla para embargar a arreinatac,ilo re-
querida, e nos enduren, que oprcsentainus lir.'mos
valer uoso asrazoes de niillidade, como tambera
nutras nao da menos pe-o, c esperamos que se nos
faca justica ; be verdade que na thealro doala Cl-
dade em urna repre*eulaQao que ah leve lagar lia
poucos di,n, se disse que a juslica he una velha
cega e entrevada que quaa nanea'sali do casa ; es-
peramos porem que desla vez ella ha de melliorar
da lodosos seus mal.s, e por-se a campo, para soc-
currer a mira a aos meus nlhes, e quaudo assin nao
aeonleoa, est hoje exubarautementa provado que
somos ceusennores no engenho tabocas e em lodo.
os mais edificados era snas le ra, que sao Crac e
Concordia,, e seremos em oulro qualquer que tiestas
sa edifique, ailorequareremos a praca de lodos es-
tes eageuhos, a o mal njae nos pretende fazor o Sr.
Carneiro Ihefaxemoa mis com lois razio e iosliea.
Nao negamos queoSr. Carneiro comprou Crux aos
ex couaanhoras de Tabora.. as eales vendoram-lha
o quo nao noasutem, agora o que Ihe compele be
haver a repararas du damiio dos vendedores ou dos
scus herdeiro, m isto n.io Ihe ceuvem, p rqua
teme Esaer estourar urna bomba, e lio auuularen a
venda que Uta fieram, que nulla he por sua uatu-
reza, secundo nos informan.
!'. m-l i-nos que urna consulta vai ser feila enm o
stuudviigado DO Kecife, mu para que fin, quando
a musa rala' nrox'na a ser jaldada llvenos desa-
lar, e eillao voltaramos a suas columnas, Srs. ra-
lladores, por agora, dem publicidad? a estas liuhas,
com o que muiio abrigara i a viova e filbos do
Luiz Jos da Silva.
Luz, 25 ilo jullto de IS'iT.
ida responden a todas as pergunir.s com o pedreieo ou como oflicial Jo HJesmo ofiicio,, Secretaria da tlicsouraria provincial to
"" e quizer engajar-so para ser empregadu no Pernambuco 25 de jtiiilio de 1837.O sccr
i levan, sua fiha, porm reparo da fortaleza dos Santos Iteis Mngos, lario, Antonio Ferreira da .nnuDciacSo
ra de ceno nana awasilo Ve w "pipetear o" ",1 r^vuit-.a doBioGrande do Norte, com- --- A adminislracao geral do ^Ubclcc,
crme, pareca nesta directora, onde se fir o en-[ ment tlt^ caridadv, manila tazer public
linha com euelo
ti havia ido para Ion
na provincia do Rio Grande do Norte, com- A adminislrscSo ge
nesta directora, onde se far o en- ment c caridadv, man
lieu-se busca em casa da mi, e achou-se urna fa-' K*Jemea!o at o fim do corre.....ncz. j q in? a arrouialar;io iias casas acuna declara.
ca couipriii.i, na qual se eurontraram alguns pello-, CONSULADO DE UUESOS-AYH&S KM PER- das, ser iVila HS10 lloras da niaiili.ia d<)
que podan ser de alcum animal: eran to peque- NAMBL'CO. I da 30 do corronto, e nao as* horas com
nos que quasi qae nem podan ver-sc ben com a i>"r ordem superior man la-se publicar pa- | esta anouncia lo.
vtaia desarmada. ra conhecimtHilo ij i|ticin cunipeiir, as se- Adminislrai3o gara! do estabeleciment
Uamprecadoda polica interrogando a mullier gaintes luis : IdeCaridade, J3 de juillto de 1857. Oescri
lluenos-Ayres, maio 15 de 1857.El sena- vilo, Antonio Jos Comes doGorreio.
do > cmara do representantes del estado do I Olllm. Sr. inspector da tliesouraria 1
iiuoin.s-avos reunidos un assamblca g no- fazenda desla provincia, manda tazer pi.bli
ral, lian sancrionado fin valor y fuerza de i co, <|uc o l.xtn
loiian pot inlcrvcnco do agente i i stana,
l".n barricas rom execllonte faritiba imeri-!
cana para fechar cotilas : quinta fcira 2 de
jullto do corronto anno, na porta do arma-
zem do arntazi m do Sr Paula Lopes, .lo-
fronte 'la scadinlia, as lu horas na manbSa.
0 c* 0
.breosle tacto, obtevedella a legulole respo aovlho cabido na rade, e coiici-lhco peaeoco rom
esta faca, n
A faca foi mandada para Londrc, onde a exa-
minaram com o microscopio.
Aperar tle haver sido lavada, deaeobrio-se-lhe,
desembaracando-lha o cabo da capa metlica, alguns
vestigios do Mugue, nao de animal, de mn codito,
mas de um ser humano. Ilepois procedeu-se ao
exiame dos pellos ou cabello.. O inicrosropsla,
alheio ao proeesso, declarou que us pellui eram de
galo.
.Nao poda elle enganar-sc ; porque t>< pellos de
. um animal, examinados com o microscopio, sao lio
seis aillos, denunciando um estado de exaltaran e| dillerenlas dos de qualquer oulro, alo so eniquanto
ama ssponlansidsds Dina dena exaltarla. Porm a groaanra, efir, etc., mas amqnenlo eonalracclo
no caso presante Gadmer premediten, calculan con phvska, que Bao era possivel haver engao.
a raaior fneza o sen crine, leudo couduzido do (')ra, a Chanca Irazia una tiestas pellicas, a que
noile os hllms ao rip mel(cu-so com elle, n'iiin bar- chamam viclorinas de pelle de -alo.
co, a arrojou-os a' agua; depois lirou o challe < A faca de cerlo linha ebegado A pellica, da qual
mullier, dulirou-o, preparouo |iara prender o st-u levara alguns pellos.
*"."!.". a"d,"f' easV'n SB l'recipiloua agua, exlin- Oa jurados considerara ra esta pro va como Des-
guindo por esle modo ama cerarlo.
JUSTICA INGLEZA.
I-o ullimameuie julgado n'nn tribunal da Igla-
terra ura proeesso, por onde se coubece qual he a
rigidez dus magistrados iaglexes, e como o fervor
das cretinas religiosas cede dianle da razao superior
da iusliea.
Lis ocaso :
Un sargento da brigada de marinha, embarcado Sobre Londres, 38 d. a til) d.
na fragata Pique, era rasado cora urna eathohca, n>, .ib rs. por fr.
lanle para coudemnar a mullier ; e antes de subir
Coeadafalso, eonfesaou o infanticidio.
(Sacio.)
CAMBIOS.
e elle segua a relenlo protestante.
O argento niorreu em ls.",l no infeliz ataque de
l'elropaulanski, as cosas da Siberia.
Ueuou elle a sua mullier, por di.posicao testamen-
taria, todos os seus basares, e eutregando-lhe a e-
dueaclo do seus filbos. Mas em que reiigiio ? ^au
0 diase, e daqui orginou-e uir. proeesso. L'uia das
Ulnas fura nellida n'uiu collegia protsstenle pela
commissao que preslou lio valiosos soccorrus por .
meiodesub'cripiesvolunlarias 4s viuvas e urpblus', "'scoiilo tle lellras, de Illa IU por cento.
das vicliuias da guerra do Oriente. Accoes du llanco, 10 a o de premio.
< Lisboa, !):> por % de premio,
a Itio de Janeiro, 2 por Ujn de descont.
Ad.ao do banco "i0 por cauto do dividendo por cen-
ia do vendedor.
o eompanhia tle lleberibe fiOjOOO por acc.io
o n rompauliia l'eri.ainbucana ao par.
< a Ulilidade Publica, 30 parenlo de premio.
o Indemnisadors.61 idea.
d eslreda tie ferro 0 por 0|Q de prerreo
Xm.i-U'Oi.
COSTMES INGLBZES.
Maris Ueeketl, tle ida le tle l anuos, compare-
reu peranle o tribunal cnrreccioiial tle Bow-street,
aecusada de ler esfolado um gato vivo. A re mal
vestida e repugnante, eslava sujsils a vigilancia da
polica ; sobre ella racahiam graves sutpeilas de ser
cuitumada a esfolar galos vivo., c iaaa tpie parece
haver-se propacado Ullinanenle, a' visla ta grande
quaiiiidade de gatos estelados que se encentran) to-
llas as ramblas nos paleos e nos subterrneos de
Leal lard e de Noltinghan Cour.
-N'um sabbado, pelas cinco horas ta manida, um
veodalblo, por nome Pagoe, vio a r andar por a-
quallaaaillos; traiendo umobjeele aaabrulbado no
avental. Depois observou que ella se abaivara de
repenteealirara com don. gatos e-telados para den-
Iro do sublerraneo. Os dous animan ainda eslavam
quelites, e um dalles anda trema. \ rc vendo que
atinhan sorprendido, disse: o lie s primsira ve/
que faca islo.a Foi pros i.
Parees que para estelaren os galos pregam-os na
pare.le inellendo-lbts una escpula na Cabera.
11 |uii perguotou quinto valen as pellos de' galo,
oflicial iie josticj responde-a que valem ishil-
Ao cabo de certo lempo, a viuva do largante quil
tirara fallan do collegio, para a educar Da feligiao
eelholica.A commissao nio consent. lnaugurou->e
um prooessu, o mullosjoraaes se decl iraram contra
a mal. E todavia ella eslava no seu direilo. e lord
Campbell sentenclou o pleito a favor da mai, fuo-
dando-se nos direilos du patrio poJcr confiados a
raai pela dispos {(o do pai, e no direilo que a (Iba
linha quaudo cheg.isse a inaioridade, da seguir a
rellglao qua Iba aprouves -Na diacusafo da causa foi aprcsenlada a seguiule
carta do sargento, modelo da expressflo dos verda-
deirus eiiliinenins enlistaos, de amor a familia, c de
urna candara dignas de aeren imitadas.
E este homem quo viven descoiihecnlo e obscuro
oeste mundo, que lugar lera na oulro, coi que os
ltimos sao os prirjiciros '.'
Eis a sculiila caria du sargento :
ti Querida esposa e querida Giba, ausenlo-nie por
algn, momentos, antes de romper o combate, pua
Ibes dirigir esla, pencas liuhas.
Quando receberem e>ia caria ja' cu ato cre dea-
te mundo, porque se as bailas na pouparem, nao a
enviarei.
Querida esposa, recebe o meu lerno adeus. ec
a Ueos apraz ehanar-ne a si. Confio porm na su*
providencia, tenho fe que ainda hei de lomar-tea
ver. Mas nem todos uin podemes esperar que vol-
vamos a patria contar is fac;anlias deste combate, e
eu lalvez esteja no numero dquellcs que bao de
uccuinbir pela ranilla e pela palria.
Querida mullier, grande consolado terei se
morrer pugnando pela liberda te, e cumprinde leal-
menle o juramento que de quaudo aseenlei prac.a.
Fia o meu teslameiito a leu lavar ; execota-0
conterme a miaba derradeira vonlade. Itesejo que
lo conserves viova at que os nossos liihoa poaaam
governar-se a si propuus. Confio que attendeai a
e.te meu vote. Querida esposa anula na recete
neiiliuma corla lu......m de onlra qualquer peasoa,
desde que parli de Inglaterra. E bem desejsva eu
haver Dolidas las antes da pasear a vida eteroi ;
saja, porm, feila a vonteda do S^nlior. Todosdc-
verr.os respeilar os seas sopramoi decretes, Querida
Olivia, mi) esiou bem preparado para couiparecei
na presenta do meu Creador, mas tenho esperance
i.' qae elle se compadecer' da miuha alma, o per-
doara as miohai culpas, assim eomo eu perdoo,
antea de morrer, a lodos que algn mal me fi-
zerau.
tt l)o melhor modo qilo pude regulei os meus n--
gocios ueste mondo, lia um abraca nos mena qoe-
ridea filhinbos ; da-lhea o derradeira beiju de um
rwi .|ur mulo o estremece, c Olt-lties que sao alies
o ultimo pensanenla miaba alma .o apartar-se da
seu involucro mortal. Eduea-os no temor de Deis.
OHia, querida esposa ; ora me parece ver a miulia
pobre Olivia chorara a perla de sea pobre marido ;
ora me parece ve-la risonha e alegre estender os
bracos ao marida exlremoeo, au suida lo honrado que
volla aos lares domeslicos : ai de mira que soulios
esles !..
s Ib/ o meu ulliino adeos a loa mii, a luis irma-
e a lodos os Dossos amigos. Oala' files le ainein
sempre e aos neus queridos Dlhos. Dala' nos lome-
mos a ver no eco. lie osla a ultima prece daquelle
que, quando receberes este, ja tora' comparendo na
presenca do Supremo Juiz. porque aguardamos so
que rompa o da para desembarcar em Pelropaola-
wski, e para darnos comeea a obra destruidora. Me
urna colonia russa.e he no'so dever apossarmo-no..
della, Querida esposa c queridos nios, a nolla vai
adlantada, e eu rererjo de algum descanso
mortfero cmbalo de amanilla.
Ueste que sjln de Inglaterra s por tinas vezes
paz p em Ierra, o foi apooi s por ahtnnas horas.
He esta a ultima carta do eilre non man lo.
tiLamouj Lace.
O MOKGAUO DO JIEXICO.
I m jornal americano publica promenoios ini
curiosos arerca de una lieranca que data do lempo
do ulliino imperador do Mxico, Uonlesuma.
Pernio Corlez privou do seu Ihrono u imperador
Moutesuroa, o qual morreu no assillo do Mxico ;
os scus descendentes porem slcaucaram dos vence-
dores a iiilitiiic,o de um morsadu, cojo ultimo ad-
ninistrador morreu era 1837, ua [vova Orlaana.
Disposara elle em favor da viuva 11., de Pars, a
qual desde essa poca pleitea com u (overno mcii-
cano, para entrar na posse do tal morcado. O mi-
nistro trance/, no Mtxico ja'alcancmi que a justica
mexicana reroalieeease a validada dos lilulos da re'-
querenle, e Ihe pagasse alguns rendnieutes ndevi-
damenta cobrados por aquella goverao : o pioces.o
continua ainda para levar au cabo o Completo em-
bolio da represntente do ultimo imperador do
Mxico.
(Journal do Commercio de Lisbos.
RIQUEZA DOS ESTADOS UNIDOS.
Do Coinmerriii do l'orln Km 1856 culliva-
ram-so 17,000,000geiras de tena, que formam ama
superficie ruma ns leriilorios da Duteica e da llol-
landa reunidos.
A producao lutal foi avahada em 13 railhSeS de
francoi ; o triplo da da 1840.
11 valor do terreno de ludas as pronrie lado, mon-
te a 11 nilhGes de dollars, para una popula, io de
2, milhOes de almas.
Os novas terrenos ex|ilorados nao se dcslinaram
unicameniea agrieallura : pois as empiezas do ce-
mmlio. de ferro, os Estados fizeran nequsirOss de
7(K),IM)() geir^s.
As conce-s.os tle caminhos em 1856 comprchen-
dem urna superfiriede :l'.l,aikl.(K)0 geires, islo he urna
superficie equivalente a qoa-.i urna lerca parte da
Franca.
No fim do anuo de 1855 eslavam em explorsclo
33,900 kilmetros de caminos ,|e frrro, cada um o,
quaea linha castado termo medio 1if.l,nun fr.
Tem urna rede de caminhos de Ierro em explora-
rlo tres vezes inaior que a Inglaterra, e cinco vezes
Ouro.< Incas hespanholas.
Moedai de i.;n;i velhas .
a a 6fi00 novas .
ir iStHKI. .
l'rata.Palacbes brasileiros. .
I'e&us coliimuari.-s.
* uieiicanus. .
Al.l AMIEt.A.
Bendimenlodo dia 1 a 2.">. .
I Itiu do dia (i. .... .
8 a 289500
. i',-".i
. 1I..-UIM
. 99000
. 29"tHI
. ".ictinti
1tiU
378:42iS"02
14:0643535
392:4899327
l)..carrcgam boje 27 do jiuiho.
Ilrigue inglezJoshua Uary mercaduras.
Barca ingleallindoodem.
barca americana Azeliafaruili i^de trigo,
linca hollandezaSpliinxl'arinha de Iriso.
Brigua americanoFannj Wsakmilhlaboado.
lirigue brasileiroMaria Preciosafumo.
Barca porluguezaN. S. da Iloa-viagemdiversos
gneros.
CONSULADO GERAL.
lte:iilimenlo do dia 1 a >. 113:3929031
dem do dia 2....... 1939490
1I385953I
DIVERSAS PROVINCIAS.
(tendimenlo do da I aii. .
dem do da 2(i.......
f:7779971
1J0/21
?:928917
pai a o
DESPACHOS DE EXPORTACAO PELA MESA
DO CONSULADO DESTA C1DADE .NO DIA
26 DE JIMIO DE 1857.
BenguellaBrlgue porlaguea ujoven Amelia, Ma-
nuel Alvo. Guerra, 18 pinas agurdenle.
LisboaPolaca nacionalZelosa II, Isaac, Curio
tv i.., i; saceos gomma.
LisboaIlrigue portognex aPescador, Novaes e\
C, 50 cascos mcl ; Antonio Luiz de Oliveira
Axevedp, lot) saceos assocar brauco.
EXPORTACAO'.
Porto, brigne portnguex Trovadora, de 345 to-
ueladas, condntio o seguiule : 1,889 ^arcos, 1S
bai i cas, 1 cania a 1 cara eom 10,430 arrobas e 30
libras de assucar, 138 cascos mcl, I ancorla agur-
dente, 211 lacean algodae, i cantiles doce de guiaba,
I barriquinha cate. 1,673 muros aleados, T'.ii meios
1,1 "" 2,00t......itas de boi, harnea c I sacc i fa-
ion.i da mandioca.
Gibraltar, brigoe laglea aUnrasIricled, de 300
nela las, conduxio o seguiule: 4,200 saceos
com -Jl.oilO arrobas ile ,nsucar.
RECEBDORIA DE RENDAS INTERNAS CE-
RAES DE PERNAMBUCO.
I'.en limer.to do da 1 a 2.j. 23:8129178
Idtm do da 26....... 1;502686
25:3149861
CONSULADO PROVINCIA!.""
Itendimenlo do da I a 2>. 71:0899707
dem do dia 26....... 3:4439585
Ari. I. Supprime se el derecho le toue-
lage para los buquea de alia mar to todas
la> banderas qae entren a los puertos del es-
tado des pues tic la publicacin Jo la pre-
sente, ley.
Art. 2.- Communiquese al poder ejecutivo.
Buenos-Ayres, maio 20 de 1857.El sena-
do y caara a representantes del oslado to
Buenos-Ayres, reunidos un assamblca gene-
ral, baoisa accionado con valor y fuerza de
ley lu siguiente :
Art. 1.- Supprime so el derecho de paten-
tes de cabotage, creado por decreto du 26 de
tlicieinlire de 1844, para los buques que en-
tren a los puertos del estado, dea puos de la
promulgacin do la presente ley.
Art. 2.- La collecturia general espeder en
papel sellado de cuarta clase la pateute do
navegacin para los buques de cabotage, lu
cual sera renovada animalmente.
Art. 3.- Comiiiuniquese al poder ejecutivo
Buenos-Ayres, maio 90de 1857.El sena
do y cmara do representantes del estado de
Buenos-Ayres, reunidos en assamblca gene-
ral, han saneciooado con valor y fuerza de
ley, lo siguiente!
Art. i.- Queda reformado el articulo 41 de
la ley ele Aduana de la manera siguiente :
Aii. 41. Loscommcrciantesaceptarn let-
tras pagaderas a seis meses se pasase de mil
pesos el importe del derecho, el que no pa-
sare de esta suma, seta satisfecho al cou-
lado.
Art. 2.- Coiniuuniquese al poder ejecutivo.
Buenos-Ayres, maio 20 de 1S57 El sena-
do y cmara de representantes dol estado de
Buenos-Ayres, reunidos en assambla gene-
ral, han sanccioitado con valor y fuerza do
ley, lo siguiente :
Art. i.1 Aprobase la escencioo de los de-
rechos do almacenage y eslingage, concedi-
da por el poder ejecutivo en su'dccrclo fe-
cha 10 tle enoro ultimo, las mercaderas
que se eslrajesen en transito para fuera del
estado por los primeros doce meas de su
deposito.
Ai l. 2. Communiqucse al poder ejecutivo.
Cu.VsEl.lll) ADMINISTRATIVO.
O conselho administrativo lem ue coutra-
tar para fornecimeiUo os gneros ahaixo
declranos, para o rancho ,1a eompanhia dos
aprendizes menores, durante os mezes de
jullto, agosto o setembro do correle anuo :
Assucar soineuos retinado, caf em grao,
cha bysou, p5es de 4 oneas, maulctgalran-
ceza, arroz do Maranlto, haealriao, canto
secca, dita verde, familia de mandioca, fe-
jo preloou mulaliuho, loucinho de Santos,
bolachas, azeito doce, vinagre, lenha.
Qucoi quizer fazer dito l'ornecimeiito a-
presenle ts suas proposlas em caria fechada,
na secretaria do conselho as IU horas do dia
30 do eorrenle mez.
Sala das sessoes do conselho administra-
tivo para loruecimenlo do atsenal de guerra
22 dejuniio du 1857Jos Antonio l'into,
lencnle-coronel presidente interino. Ber-
nardo l'ereira do Carmo Jnior, vogal o se-
cretario.
ROTEIBO DO THELEGRiPHfl
Fo.-,o <
Baha
i
1
Na livrai la s, G o 8
dencia ba para vender o roteiro do il"''. gra-
Sr. vic-presidunto da mes pbo, novameuto refot mado, com o nomo tos
na approvou provisoriamente a delibera(3i 1 vapores e oulras embarca.....s que deman-
uid ,iitii.non |iiin,.-.un.....iainui:ii.iia,iVii ...,-, ..........,............. .,o u^u.u,, i porqu.-s.n. ffl''s l-'it m ,.i do :: '
que tomara em sessiio da junta de arbitrar dam esto porto, a 24" rs cada um. ,.,, rjepuaUoda na de S. 1 ran .- ,, ,.
quantia de 390rs. para a etapa de primeirfa {,; ....::..'.-..:... :,: r^'cllcs, meusrrcgueie), antes qu
linha, no segundo semestre t'o anuo corrad-
le, e do 90 rs., para o fornecimetilo de pin
j alvo aos lo liles lio hospital militar, coull-
nuando a rabilo de forragem pata a eompa-
nhia lixa de cavallaria no valor de OSO res,
como ja eslava.
, Societaria da tbesouraria lie fazenda de
Pernambuco, 25 de jiuiho de ls."7. .No im-
pedimento to ofliciai-maior, Luiz Francit
11 Di. A. S. l'ereira do Carmo, lendo rJ
;"^ rlie^a.io i M^J-lll ene fe/ au Km.o ,lao :- .-.'-.
J! re, ct.nliuea nu exerccio '.. sos 1 roii-.i ;;
%.: podendo ser procuraui nu cesa de sna rei- *-.*"
:'. iieucie, ru.t Nova n. ti. '.
( hegou da Raliia nina gr nde pori
pistolas do ti 1 .- 1 iiii.inioi-, rotiolwi .
sortea de eslaln ; lo los 1 sU-n I
a primada |nlepeu- ,,.,., ,,,,, ,._ ,. .v, .,, :. -,.-r. ,
malditos busca '*, au pislulas r- ni
sem risco, pode sol 11 qu q mm i i
porque siio f. il 1 -1 di di j de un sil
.
ni
No da 25 de jtii.hu dcsapparrecu '
alorrn da Boa-Vista, raja da uro-i
l.'ui.lo, o moleque Nicolao, inlul
_-i[iiina r:i ra da mSo, < 11.1 vi.lt.1
ler perdido, visto ser ainda peauei..... ,;,
:..- '. ."...,...',"-..'--..:'..'.-.:.:! ".... estar pralico as ras desta ci cano
Precisa-so de um caiseiro de 14 a loiachou, pdedirigir-aei >-\ -
anuos punco mais ou menos, que lenha pra-1 la n. 70, ou annuncie para ser piocuratto,
S. I'aio o Silva.
Directora das obras ;iii-
litares.
No consistorio da igreja da Soled-de, bo-
de esta aquarlcl ido ti nono balilho, prci-
sa-se tle fazer alguns reparos : quoin ddlles
se quizer encarregar por empreitada, aclara
na directora o orcamento c ah podera fazer
o cunlralo.
TIIEATRU
DE
Santa banel
cu! tica de taberna, ou sem ella
ra da So- que si^ra ivctnr pensado,
lodade 11. 16. I Thomav \V Williaass, CapilaVa cto bn-
Vendo-so nos Coellios, caibros de 4'J, cue americano Fanay WaakamHli, vradwak
35 o 30, os precos he con'orme o numero Ncw-York com destiao a Menlnvidoo. r
dos ditos: na fabrica de telbas,- de Antonio lemenle arribado esto porta fin agua
Carneiro da Cunha. aiiorla, prcri-,a cerca de :. o*mj-i o soisre o
il do torrente me/., depois da audicn- casco c frote do dito brigua para as ejajsjpa-
zas : as pessoai que se prupiizerem asi I.....
Em couset|ueiicia ta molestia to ponto Julio l'e-
reira Ce/.ar, tica Irau-fen lo o espectculo aluiuu-
ciado, para quaita-feira 1 dejnlno.
Quarta-cira 1- dcjulbo.
QUINTA-RECITA DA ASSINaTRA.
Depois que a orchestra liecr eiccolado nina tle
suas novas e bellas ouverluras, dar principie ao es-
pectculo a mallo engraciada comedia em dous actos
0 COME ilE paragIv.
He cscosatlo lecer eloiiins a essa prodcelo do Sr.
Abranclies, pois a accilacjlo quo merecen I qoando
pela primeia vez foi representada, lie iaais que
ullicienle pira deinon-trar a sua sulilinudalle.
Em sagniiosnlo ira u bellu vaudeville em um aclu
que lauto agredn
por causa e vi kmmm.
E:n conl111u.1r.ii i a Sra. D. Isabel cantan alinda
canroueta lie-p...ibola,
I :n.il!-11. o diverliuiento a nova comed; Pin um
arto oruada de msica nunca represculatla ueste
lliealro
Q CAPADOR E LEES.
cia do Sr. Dr. jui/. municipal da seeuoda vara, s
bao de arrematar por venda na rasa das au tieucia-,
o resto dos liena penhoredos a Luii Pires terrena,
por execncJJo de D. Mariauna ta Cunceitv.o l'ereira,
eaervao Uaplisla.
T. Ilecker indo para a Europa, deia na sua
ausencia |ior seas procuradores aosSrs. ?t. tt. Ihe-
ber fi Companhia e llermon Ifolson.
Preeisa.sa de aprendizes de alfaiate para aju-
dar um ollicial aslranselro
apresenlar suas propostas em carta feriosla
aoSr cnsul tos Estados I nidos, na ra do
Trapicho 11. 8.
Alna.
I'recisa-se do n ^a ama forra mi cantina,
que lenha bom leite ; na tua Kova n. 4.
dar um oflicial eslraoeiro ; prelere--c o >iue 11 te- T ic 1 K ira, 30 de JUiho, aa Di huras
"" P',eM eelnras para raleas de liruu:uaiu i ,|., nianha, .io; os ,h audiencia 4t. linu. Sr.
' ~ Preeisa-M .le urna ama para o ^ervico interne I !f ? t"* "i)h;'f' ,",;, '"-';" ;'"'"";
d..,ieas.,,lep>ue, lunilla: a lt.il.ir o Moni.- :"> das di vi las activa, d,, i, lelo Mainel
", easa do fallecido commeudador Luiz Como le- '' er*ndea Uucdes, as quaea m daclararaai
reir. 1110 Diario 11. DI Ue deste nioMtio nio/. lio
I'recisa-se para urna casa tle negoci 1 ultima praca.
no centro desta cidado, >u: um caiseiro di-i ~- Veodem-seaaaoleques ci.m ir, anims
I i gente e llel, r tjue lln seje maio.'tle 10 an-
uos de tlade. da-se soffrivol ordena o: m
ra .Nova, la liorna n. 4s, se dir queui pre-
cisa.
olera
!>A
A sociedade dramtica espera
da liarle de seus protectores.
Os Inllieies aeham-aa a venda
thealro.
Principiar as S horas.
toda benevolencia
no cscup
orio do
iaile popular
76:3339292
01
nio 40 f>i>t
No dia 26
saludas.
le iuuho nao liouver.ini entradas nem
S>f<(
*' C
Pela tnspccqo da alfandega se faz pu-
blico que iH> 1. de jolhoem diante, si) pde-
nlo agenciar negocios que corram pela dita
repartilo : 1.- os donos ou consignatarios
das mercadorias e embarcacoes ; a os cai-
xeiros despacha tiles autoiisados pelo inspec-
tor para os negocios de seus paltes ; e 3."
os despachantes da alfandcga com autorisa-
c3o por escriplodo dono, ou consignatario
das mercaduras e embarcacoes. Otitras
quaesquer pessoas que se a presenta re m a
despachar ou agenciar negocios na alian le-
ga, incoircrao pela primetra vez na mulla
dolosa inu? is, pela segunda vez, na do
ilobro, e pela lerceira na do triplo alm de
Ihe ser vedada a entrada na repartic9o. as
inesmas penas incorrerSo os caixeiros des-
panhanics que agenciarem outros negocios
que que uo loro .1 os tle seus pairos.
Alfandega do Pernambuco \s dojunbo de
1S37. u inspector, liento Jos Fernandos
llanos.
A arrcnialac.no dos objectos porten-
cantes a presa do palhabole negreiro, tora
lugar na secretaria da polica, as 11 horas da
manlia do da I. de jullto do corronto ati-
no, visto nao icr podido ler lugar no da 17
do crtenle mez de juubo.
A administrad-o geral dos cstabeleci-
menlos de caridade manda fazer publico,
que nos tlias 25, :>s e 3o do crtenle, pelas
* lloras da larde, na sala das suas sessoes,
UO largo to l'araizo, iro prac;a, pelo lem-
po que decorrer do l.- de julbo prximo fu-
turo a 30 de J un lio de I86O, as rendas das
casas ahaixo declaradas :
liairro do Recite.
Ituas da Cadem ns. 3 e 3U ; da Moetla 31
e 35 ; da Cruz 13 do Encantamento 3 ; do
-naior que tranca e Allcmaiiba, incluiulo a IW V, ,o de I'eie i do amSim S A ,'
sla ; sendo de netarqae cada kllomelrodos eaminhoa' -,' L 5?il "J *'" ,rl"' J, ua Lapa
americanos cuslou cinco ve/.es menos que ou inale- 7,-' 23 Ku S0* 1? c 13 i u" l'^ar 73, 74,
es, qualro vezes men s que o* franceies, tres I J.s> ''e V '< do. ^ordoniz U ; do Cosa i da
ve/.es menos que os belgas, e ditas ve/.s menos
quo os ta Allemanba, nio obstante ser a mais
cara a mao d'obra na America que na Europa. Os
muros meios de communiearAo lem ssgnido o inovi-
menlo do pregresso geral, e ao pauso que os los elc-
tricos se tendrrim em todas as direecoes do lerri-
Seuzala Aova 25, 20 c 30.
liairro de Sanio Antouio.
Ras da Cadea ns. 6, 8, lo, ii e 24 ; do
Queimado 15, 34 c 3G ; das Cruzes4 ; do S.
francisco 3 e 5 ; Dirctta 3, 5, 7, S, 15, 33 e
...... ,c ~inin ,, i-m, tonas as uirerriies t lo lerrt- ,..,. vnva .. ,:, ... ,v '.,''. '" T
lorio da (Jalao, a marinha mrcame leve em oro an- ,-7 ,, J' *b> j7 e atf i uo ,dre
no o auineiilo de -.'Jl barcos de vapor e 1703 do "n0 ,S ,7' 3'J' *:1' *5> *7' *'', 68 065
vela. da Roda 1, 3, 5, 7, 9, 22, 29 c 39 ; du llortas
territorio anula n.lo aforado, I
31), 33 e 94; de .Santa Rila
Olllm. Sr. insneelor da tlicsouraria
provincial, em cumprimcntoda rcsolucSoda
junta da fazenda, manda fazer publico, que
a arrcmalaQo do ionioctmento dos medica-
mentos c utensis para a enfermara da casa
tie deieitcSo, Dea transferida para o dia 30
do corionlo,
E para constarse mandouallixaro presen-
te, o publicar pelo Diario.
Secretara du ihosouraria provincial du
Pernambuco, 23dejunhode 1S57.O secre-
tario, a. r. ta AnnuociacSo.
O conselho econmico do batallto 10
tle infantera, leudo de contratar para o 3.-
trimestre do correte auno, a contar do 1.
dojuliioa30 de setembro, os gneros ali-
menticios do primeira qualidade, pura as
pracas do dito balalno, a saber, ues de
4 et> ot^as.caleeni grao.assucar mas'cavado
rehuado, carne verde, dita secca, baealbao,
ioijo, airoz pilado, toucinlio, sal.aze.ite do-
ce, vinagre o lenha em achas ; convida aos
licitantes, a a presen tarem suas propostas em
caita lechada, c a compareccrem as secre-
taria do mesme batalbao, uo quartel do Hos-
picio no dia 27 de junlio correlo pelas 10
huas ua inaiili.i.i.
Secretaria do mcsnio balalliao, em 25 de
jnnbo de 1857.Cuillierme dus Santos Sa-
zes Cadct, teneute secretario.
Pela adninisliacao da mesa do con-
sulado de Pernambuco se faz publico, que
do 1. de julbo pioxinio vindouro em dianle,
a excepeo dos doi.os, s sero atlniiltidos a
despachar navios egneros do exportado,
que corram por esla mesa, aquelies despa-
chantes ijuese tnostrarcm competentemente
habilitada* nos termos dos arts. 4'J e 52 to
decreto n. 1U14 de 28 de marco do eorrenle
auno, couit'icado com os arls. 151 o 152 do
rcgttlamento de 30 do maio de 1836, e aviso
u. 89 de 10 de agosto de 1845 o que previ-
no alim de que, sem embaalo ao commer-
cio, se possa, de harmona com a alfandega,
dai a dovida oxecutjo aos oilados arts. da
le. Mesa do consulado de Pernambuco23
de junho do 1857. administrador,
Joo Xavier carneiro da Cuulia.
CSTACA'O NAVAL.
Circular n. 21.I'aco publico para conho-
cimcnio ta eslacSo, o llovida axccuco nclla,
o aviso circular do ministerio da marinha de
4|do coi rente, o qual deve ser lido eui uios
Ira ger a s. 8.Circular.lio de Janeiro, minis-
terio dos negocios da marinha, em 4 de ju-
nho de 1857. Illa, e Exea. Sr.s. U. o
Imperador liouve por bem, por decreto tiu
23 ue maio prximo pretrito, perdoar aos
reos de primeira e segunda desereflo sim-
ples e aggravada, pertencentes i armada, ao
corpodeimperiaes marinbeiros cao bats-
IbSo naval, ayrcsonUndo-se dentro do pra-
zodeS mezas,contados Ja data da publica-
CSo do dilo decreto em cada comarca, inclu-
indo-so lambem ueste indulto os que ja es-
tivuretti sentenciados, ou para o sor: oque
communico a V. Ese. para sen eonltecimen-
to c expediQo das conveniantes ordens ttb
parte tino lite (oca
i Dos guarde a V. EXCJos Antonio S-
raiva, Sr. presidente da provincia de Per-
nambuco. Cumpra-se.
o Palacio to governo de Pernambuco 20
de junho Je 1857.I'ortella.Coitl'erc, An-
tonio l.eito de PinllO.a
Conseguintementa os Srs. rommandanlei
dos navios da estaCO farSo gozar to sobre-
dito i'.dullo imperial, nao s aos reos que
oxisref em os navios do seuscoininandos
as i icumstaucias exigidas, cuno aosque
se aprosotilarcm, tiuor ueste porto, quer
ii'oulro qualquer uta quo toquciu em suas
commissOes.
Bordo do brigue barca Itamaraca, surto
no mosqueiro de Pernambuco 25 de junho
de 1857 francisco kianoel Barroso, com-
msiiiiantu ua divisflo naval. Esta confor-
1)E
MASCARAS E TlliMASl
NO
PALACETE DA RA DA PK
Sabbado 27 de junho.
Por motivos justos foi transferido
do >itu 24 para o dia 27como se linha
ciado, a niela noile, as damas sero
das com varias surtes, pelas quaes p
conht cer o seu roturo destino ; os
ilo ingresso s.io os mesmos do dia 2
principiar as 8 horas, e terminara as
VIA.
) hallo
IttlUll-
l rin la-
lero
Sartdes
do ve
le. elade, sao pora-, mus superiores que M
apre.sonlaui nu mercado: na ma duU.inji-
CO ti. 15, se dir t|Uotn vende.
- vcode-se um escrava rtiiiaainiaj d--
urna casa aatrangeira : quaai > paaajaajalar,
enienda-aa na ra da ra a. ^7, aa ua ru.i
de Santa Thereza n. I,j talo a salaraeja.
Koram condazi las ao reauiarta pu-
blico no di* 25 do crrante, tres raMscea
mocas a um paqueuo quo sucetinihtram noi-
le de S Joo, na ealastroaba da ra tas Lin-
eo Ponas. lacutiihio-sc vii.itiilariainciilo
lo pecessario do cuten o o nsxtagaai >r.
Jos Pinto de Magalhos, e fez eunlur.ir gr*-
tis os cada seres que se achavam apaaaea-
dos i,a igrej-i de. N. S. to Tarea cm um m:u
carro fnebre da primen a ordtm, riramen-
seus lolizes liilheles, meios e <|uartus da le ornado rada um por sua ve/, acompa-
presciile lotera, as lojasjdo COSlume. : nhando os tres amigos em um seo carro .le
Por salusttano de quino Ferreira. | passou. a., cemilerio, e ani o- rnadails a Ba-
lase Fortunato dos Santos Porto,I pultura. i.aridada desta orelaai ata cr
Em Fra de Ponas ra do Pilar n. i, condecida do publico, pan ihe vaUi aatisaa
jrroTincia.
CORRE IIO.IK
i ahaixo assignado aitils lem um resto do
l'elize

Hei
- ParaoAracaly segu era pouccs dia8
o hiataCapibaribe, por ja ler parte lasen
carregamanto prompto : para orestoepas-
sageiios, trata se na rita do Vgario u

I a
O
ra
colv
segu com breviilade o cter Tubarajo; re-
cibe carga afrete: a tratar com t.aeano
Cyriaco da Costalloreira, na mada t.adjta
do ftecife n 2.
Aracaty.
Segu para semana vindoura, o biajlc l)o-
vidoso, aitida recebe carga e passageiros : a
tratar com Uarlins c Iraio, roa da Madre
de Daos n 2.
Par* o Rio de Janeiro.
Vai seguir com umita brevidade, |por ler
parte de seu carregatnenlo prompto, o bri-
gue nacional Mana Preciosa, capilaoi Frau-
cisco Alves Meira; para carga e passageiros,
escraros afrete, para os quaes te excel-
lentas commodos: Ira la-se como seu con-
signatario Francisco de Paula Figuaira de
Saboia, em seu escriplono ra do Apollo
n. 5.
I'aiaoci;.\i;v.
o hiato novo Ohnda, mostr Custodio los
Via o na, para o rosto da carga, trata-jso com
os cousigttalarios Tasso IrmSos.
ha tima escrava crioula ja de idada, que co-
zinha heni c lava : quero quizer compra.-,
drija-se a dita casa.
- Precisa-so de um criado c urna ama pa-
ra o servico do casa de pouca familia : ua
ra Ilireita n, 36, segundo andar.
NOVO ESCUIPTOMO DE PROCUItADORIA
GERAL.
Estabelecido nara da Cadeia do iiecife n.
5ii, primeira an lar, dofronle da ra da
Madre de Dos.
o ahaixo assignado faz scienle ao publi-
co, que do dia 1. de julbo du eorrenle em di-
anle, so achara iabarlo na casa cima decla-
rada, um eseriploro do procuradura geral,
debaixo da direccfio do annunciantc, no
qual estara sempr,- prompto nos das uteis,
das 0 horas da manhSla, as 3 da tarde, para
cuidar de executar qualquer servido que Iba
fui" conipalivol, o tuj cooveuha a sua itiler-
venQao, pata quem so dignar uecupa-lo.
rara mas faciiidada.
Organisar urna lista especial dos caixoi-
rus qae precisarem sei arrumados, o dos
quo quizerem mudar ou i clhorar de arru-
maco, assim cuno lambem dos patines que
precisarem de caixeiros, declarando cada
um as habilitarlos que Uver para o que pre-
tender.
dem dos loca 'ores.e locatarios de casas,
siims, e terrenos,seja para que uso for,
Idoir. dos vendoJores, e compradores das
propriedaJes cima declaradas, seja para
que uso for.
dem tos vendedores e compradores de
cstabelecimontos commerciaes, fabticas. ar-
ma.LS para estabelecimenlos, carros t ca-
vados do passeio, cairos o animaos de carga,
escravos, piano, jotas etc.
Guiara aos seuhores eslrangeiros ou na-
conaes, que iguorarem as localidades, uso,
e COSlumas desta praga, miiintidu-sc do lu
nlerpretrese preciso for, e ensinan lo-IKs
as moradas das pessoas a qucoi procurarem.
Procurar para tolos, tudo o mais que em
urna proriursdoria geral se poder fazer em
sentido licito, para cotnmodo dos concurren-
tes.
A vaslidao queja tem esta prac,a cm lo-
dos os seus tamos, com o vi.-ivel crescimen-
c considerad-o de que ha milito se faz tnerc-
Cedor, por casos idnticos.I m anii-i
Precisa-se de im caixetro tic M a IV
anuos, para tima lili.trata, que lenha alga
ma citica : na ra da Koda n. -j, aa una
quein quer.
(i escrivSo da irmaaaasla do Sssalaat
Bom Jess dasCbagas, erecta na iprja le
.v. s. to Paraizo, do ordem Ja awaii aaamaai
pelo presante a lodos aa iraal m para que
comparacam no dr. domingo, M Aa t'iirT-ti-
te, as 9 horas da maiili.ia, --ns aaiaaa aatMia
lorio, alim dse .roce lar i el a*fla mesa.---I bou loro Anluiuo de Jesn i
TACHAS PARA HM.KMIn.
Avisa-se aos sonJtores do ei ge iba na
correspondeiites. que no leposslo ata raa ata
Moeda forte do Matos junto ao trapi
Cunha n. 3 ;, ha aampie na complato aar-
t i ment de tachas de farro fun liJo a bat I ,
de muita solidez, rape or qualida c ate
lo los os taitianhiis, fibi teaiile Klwm M
bem conhecilo uesti praca: a t; -. r .
mcsino, ou na ra do frapicl -> n. II.
Ven la-se optt ao oserae i
bom cozinhetro,copetro, bolieiro, aaatssa-
do alguma cousa da trabalbo de pita eucia .
i Iralai e >. Muiool Goacalvoa ,1a Mira, ra
da Cadeia do itecifo
1 AO PlIUCI.
> No armaawa ie fai ttat baratas, mi ju t,
> Collegio ti." 2,
I venc-?c um completo sortrat asta ii a>
H nadas unas a grosaas, per oais a.
?* presos do que eni oulra qiuiquer parte, *
H tiie.iu em poreiei romo a retallio, ailian- *
'* i;iij-.-e a is cuiiijirailore nni s prece
*3 para torios: este estaboleciinento abr<-
^ de eomlrinaean com a maior pirte Jas ca-
w sas comroerriaes in;le/a>, franeczas, alie- Jx
^ miios e suissas, para aMasssT faaaaaaB i
^ em cinta Jj quo so lem vendidn, e por Me f
> olloroceu ello maiorcs vanla^ons Jo que
- ^-^ -f
O i
liius e 2 i ente 300 rs.) qoando .i galo ha estol ilo
vivo, s sendo de gato moto nao lem valor, porque i
pella per M.n.i Beekeil fui conlcmnaila a Ires nieics de
trabalhos forjad -.
SCICIDIO B INFANTICIDIO HORRIVEIS.
i-m Kouen Frailas) cansara urania mpressSo o
i --i|>>>.irvrinieno tle urna familia inleira ; oflo se
allfl iv.i cuto > motivu 1**12 surres-o, pinqne o rli"!?
ii.i familia er;i mu peasoa re se qae algurc grande erime (Ara perpetrado. Passa-
d i das, eneoolrnrain-se a i Sena os --- i iv.-i,.. ,ie
dua, crianeas parleneentes a' familia : entilo logo
i deciiiiioii que o pai e a mai la deviam estar
snsleaenle. I;i/.i'r.uii-c a iieeessariai pesqolaas p.t-
n deaeobrir es tadaveres, mas sem resaltada algum;
no da 14, porin, dona liarqueiros viram jolo de
un.i ponte do Sfin boiar mu objeclo olumoso, pa-
r i e litio ss encaminharam o reeonheeeram que
eram dona cadveres ligados om un oolro. Logo .i
poleia foi prevenida, o > empregados reapeclivoi
ilirigiram-ee au logar un le se baviam eneonlrado
eases logobres despojos moraos. Apezar deja' co-
franroi. '';"'"L "",'" e?,us 'ias Crioulas S ; do Sogue
xtensu
Pagoe no Heiieo rrrra de ->l milhes tle ..
pela acqoisicSo de Uesilla, lerrloro caja aileosio ,;l '7; uo Collegio is ; do Santa Cecilia 16,
heimal h no reina da Baviera. largo do Carmo 13 ; travessas .lo S. Pedro
A roriMda Cahforuiaprodoiirnm nos Ires annos de Juseb.Tell; do Carccreiro 11, 13 c
S..II inilhues da francos, dos quae.se exporlarametj, 17 ; boceo da l.arvulha 5
uceado o* restantes para n cireolarao interior.
Iluje eiiriiilrii-ne o govern em salado de pasar a
nwi-la nacional, qne diminnindo un* 5 p. r. em
S>S, lciu rednsldi a 130 milhes de francos; es
mesooro nacional tem ama reserva quo monta a 110
nilhues da francos.
liairro un Itoa-Visla.
Aterro n. d's ; ritas do Arag3o8; da Ale-
gra s e ii; Velha 4-J e 73 ; da doria tij ;
da Conooieo ; boceo do Quiabo 8.
Osprelendentesdevem comparecers bo-
iras, o no lugar odias aprazados c
(se
' ti satn
i) vapor hlice Clil.T, espera-se da Italiia al
o da de julitu, e seguir pura I.ivrrputol depois
d j das de demora : para fieles ou passakem, di-
rijam-se a C. J. Asile] iC.

r-
* oulro qualquer; o propritiar.) desle m-
f* portante estahelecimenlo run\n1a a Kvlos
B os seus patrinos, e ao publicu era g-ral,
lo das fortunas, erJa populacSo, vSo exigi-1S par que veoliam (abura ln scus mie-
< resses) comprar havassaa bacales: no ar- I
Real
cjuti
coiiipaiiiU
S li>tjZ :s a
tiu
\
pst-
fpor.
&& p
WWT\
At o da 1 de jullio o vapores desla eompanhia, o qual, depois da demora
do cosame, seanira' para o Itio de Janeiro, tocando
na Baha: pira passagens, ele, trauwae com os
agentes Ad>mson Ilowie v t-i ra dp Trapiche-
.Nnvti n. 12,
Para o sino
de Janeiro
da
.o m pa-
ndados do seus liadores, ou munidos de
meearea a decompor-se, enhacea-se que eram os i uhaa coiiduira a lillia ao canal. \ mal nada iti-
alICKOSCOPIA JUUICIAKIA.
Do Chamber Journal irado/, um diario ,.
capital um corioso artigo acerca dos lervicoi presta- fias tiestos. Adyerte-SC, porem, aos inqui-
dos em algam procesaos criminaea, na Inglaterra, linos que nao estiverem om dia, quo nao ,-e-
pelo microscopio, netles nllimos annoa, o aeerea da rao recebidos seus laucos sem que so mus
r,T,!a.'Vnrli';,,,lsll'''',f'''l''l'''rd lt""i"'ir''"1- trem quites a tjucni posss interessar. Ad-
TSSfa faSS* e.Pecie ha ^sffSAS^a?^dc
algons anuos, .> uibuoal crimnal Ue New- cwiaaae Junho de 57.O escrivSo,
i >!.. Antonio Jos Comes do Crrelo.
K'uma manhaa enconlroo-se u'om dos eaoaes do I |i i (w.',:i., ,; v. r,....... ...:
laear ama crianca de nove annosde idade, essani- *-'* t-CiOi Id US OU1US 1II-
na la ctun uin erimeulo no peseoeo. Kecahirare
gravea auapeitas na mai, que naquella
barca
libnilll.i
acetados
a tratar
Ca i ICO,
na raa do Vi;;.nio n. 17, nriinciroaiitlav,
ou com o capito Hanoel Just Kilieiro,
a bordo.
litares.
Qucm estiver Uabililadu como mcslre do! sent c publicar pelo biario'.'
me, b'usebio Jos Anlunes, 1 lououtesecre-1 n ,. ,
lario e sjudanle de ordens. s*".,c alc ,,,n do coironte mez, a
t) illm. Sr. inspector da tbesouraria UECIEE, a qual ainda ruceln
provincial, em cumprimento da rosolucSo carga a .c'.c, essitn como tem)
.la juntada la/.en.ia manda fazer publCO, coaitliodos para os |..issa"eios i
que a obra oo tiupcilraiiieiilo do alerto dos ,. \, ,, i i" o
togados, vai novamenle a praca nodaS ""
do jullto prximo viudonro, no valor do .
36:960? i0" res.
i. para constarse tnaiiiiou allisar o presen-
te, o publicar polo i)i i no.
Secretaria .la tbesouraria provincial de
Pernambuco, 35 dejunbo de Ist. Osecre-
Lario, a. 1". da AnnuociacSo.
- O Illm. Sr. inspector da thesourario
provincial, cm cumprimento da resolucSa ntorveneilo
da jauta da fazenda, manda fazer publico, too
quo nu da 16 vai nova mente a praca para ser arrematado sabir da allandcga cerca de 30 cai
aquem por menos hzeraobrada concl siio zeitc dt.co engarrafado
| do raio do sul da casa Ue detengo, avaliado julbo do eorrenle
do recursos mais abreviados para os inleros-
ses tle cada um.
a compeiisaco que se li/.or ao annuncian-
le, sera urna razoavel graUticacjiO pecunia-
ria, que se ajustar em relagSo a qualidade
de servido, e urna vez feito, sera inmediata-
mente Inemnisado de sen importa
Prometiendo o annunciantc emprrgar lo-
dos os esforc.os para bem servir agradar aos
concorrentes; puis que a sua praltca, expe-
riencia c actividado, o ajudaro a bem dos-
empenliar uai tal lugar, mediante a pro-
teL\ao do publico em geral, e dos sous ami-
gos em particular
Recife -ti dejunbo d' is>7.
Giegorio Anlun s de Oliveira.
Koga-se a corlo doulor que levo a ou-
sadia de quinta-feira irom tima .casa do fa-
milia sedu/.tr < urna senhora. que tenba a
bondade do desistir da sua pieloi.ao, visto
Itliziu nte a dita senhora nao encubrir nada
do chefe da casa, lembre-so <|uj o resulta-
do pode ser mullo funesto, por quo se esta
bem provenido, o nem sempre se piusa com
moderac.ao.
- Precisa-se de urna ama qae saina eo-
ziuliar c cugutniar, para casa de pouca fa-
milia : nos Bairros lnixos, defronte do si-
tio do lianlio, cm casa de. Antonio lgarrciro.
Lata justa e coiilruljda a compra do
sobrado de dous andares na ra do Culo,
na cidade de ulin.1.1, que fot do tinado Fidel-
ios da Figuciredo; e quem direilo tiver ao
mesma, comparece no engenho S. Francis-
co, ou na tua do A mor m n. :is
- Precisa-se alugar urna ama para urna
casa de duas pessoas, paga-se hei.i : no pa-
teo do l'araizo, segundo andar, tue tem um
acougue por baixo.
'.'../<*? .'" w w '-.'' ...'*> "..."'.*"-.,' -.' i I
,'Vs l'reci-i-sc cumpr.i srtneiiles da IkiiUIi- -,
JE ce tle dtllereules qnalidades, pc do [ruclet- ^
'*r ras aovas pura planUr-ae 'u meaiBO seinea- ^..v
; ,-. te-, lambem so qurr comprar um ca>dl de -j
gansos e um casal de oreos grandea, ds ra- ;
'*' a aalrangolra : a peasoa qu hvet easea Jj
.,.' ohjeclosuu algom deilrs, qutira aniiui.n.ir '.''i
.'" para ser procurado. e \
>,."'
Precisa-se de um feilor para um sitio
pequeo muito porto deprava; us preten-
dcules ditijam-se para mais inlormaeoes, no
Trapiche .Novo ti. lo, primeira andar, das 10
horas al as 3.
CONTRATO.
nUerccc-se urna preta de muito boa con-
ducta, engoma a, cozinha pcrfctl mu nle e
trata d meninos com lod i o carinho, uo
I V
Antonio Almeida Comes
por cotila c risco de quem perlet
lu agente Pestaa,
fara leilo
ccr, e por
u c
uo s lem servido tanto do ama de c ia(3 eomo cm tu i c i
a matean cU ra V>Caltegia n. i,.*:An- js
g tono Luiz .i'is Santos & \\
KaCKJEn Wktamm uj3mbbix*a~
S. STIEBIEL A <:., iMinintirosciK-
gociantes, esrabselecidos ha mtiilus ajajajaja
em Londres, u-c-in a atisfaorjao de !-
Iitipat a scus ciii'icsjioiith-iilis e ao niili-
co, t|ne acabam de luudar tasas IiIims
mi.s |ll'nC|>dCS pollos c tlislriii.s in.inii-
l.tttintii'osde Fraoca, Alcinaaha, (l,;!-
ca e llull.iit.l.i, conserva itrio asesa daa
suas | to|iti,i.s c.isas.tiit.iiiirim-iil, CalaaVc-
I rid is iias adades miii iiajiialssaati. t
poeto*inait i iritioiM i,: ...1,!,, i-|;n i ,, i; (i
o estfio cm imisKio van la jen. as pealo istiuse iMaaa nu miiiitai .
assinaem Loudeus como esn osatrotfaal-
t|UCr ponto ta Lllltqi.i. ilo 11 illa i....i pan
compra ou venda do rticos, besar i san
para os negocios de 'i!.iiis.u-i_aotlccic
c iiiikii dei|uak|ticr genero.
As |ICSSOaS ni-ii iiiliiii'iiirtnii',.-i!
nnnunci inh dei i G >acompcneta*s*sMJV'
di-ns cora ns fundos necesn i ios pan Ma
esciicfii) ; Jicaodo i ultiiditlis iji.cosan-
nuncianles nto teura diii,-nld.tdf (-ui aals-
aiit.n- 7. 0|0 sobro oa sencnai ranJiastoa
antes tic sua venda.
Os jifivos ctiti cnlcs o mais tnfuim i
eoiiiiiniciaes, ue loicm Ntlnlas, mi "i
enviudasgratuitarnentc, salvo o |mi i. do
correio, (totlendo tlirgir-se aoi .iiiiitim i-
autes.
PBLICAgAO' RELIGIOSA.
Biasil.
Peridico Calholtco, Lillararia, e N
so, publicado no Itio de JaBeiro, aafci i en-
sena liviana n. (i t -, na praca da la b
dencia a6a por setacstre( pagas aliautij.
RcGnaria de
veiio & liiifi >, uo ,lin-
tfiro.
No deposito do-1 a i,'i nana, na ra da i a-
d a i do Si rife ti. :; I, ha sempre aaaa
i:i,i '-.., r;.,; : otn !'
,
como secca, em ca i de algu.uas familias
que a podein abonar, lista csc tul
se o seus so diores c&igeni 8011 i
sua alforria ou menos alguma cous?. i m-
trata-secom qualquer pesso que Iho em-
preste o dinheiro para pagar com o eu ser- tet**n con a Irenle miada le aaia e -
ido : em i..:lra parle.
---- \ l'tl'u -Si- lilis t lili '.- l'lrl.. !i'ili.
i:r.: par t!.- cons se um > ;! i : i
Jacaranda' : na ti :.- Ib 11 n. I, is i
i?o, pelo tem; o que convenctonar na i ua
das Crozes, esquina dfronle la pra i
lnde| ndeucia, segundo andar, se .lia a
respi ito.
- pos oas que tbsejarem razer seguir
os scus lil ios, juntamente i alumnos
i litadas
tic litan ;ii.
caixas cim massas, e 25 boct tas de pas- dogovertio os cursos preparatorios, appli-
si lo, o
K.- com a-
fera 1 de
qua i;
mno, as lo horas d m i-
i, na porta de armazem dolsr, Annes,
I-. para cousUr so manuou allisar o pre- dcfror.te da alfandega.
ule c nuhlicar nelo Inario i ___
em 66:0059720 n
ca los a in luslna e a consl u \ 'u das macht-
:-, ; udem Jirigii ao ; r. Coh
.......ni la do ..: nal de tn triulia,
das 10 lu ras '.a ni. nhila asi ia I ud.
NaruadaCiuz no llocife u is, se-
undo andar, ha o ua mulata para veuder-
remiad
i i'n recolhtdas
i izoavel. alim 'i
. I 'lu I ngo
uhpram-se
| | ,-.|. -

II ".i ll
- i i i ; i i 1.1 r -
r Jos Francisco da Fonseca Jnior fara 'se, com 15 anuos de idade.
i ra .v va n. i.
'( onipi a-s
, i r '. io : no de : i adi
i > rora, ua raa do '.ium, i. culi. -
i n.'jis, e na mesina fundiv-o, em asaaatii
Amaro.
ILEGVEL



.


DIARIO DE PERXAMBUO SABHAIK) 27 DE JUXU DE 1857.


OISLTRIO HlKOPiTfliCO
o)
Onde seacham sempre os mais acreditados medicamentos, Unto em tintaras romo
ara lbulos, e preparados cora o maior escrpulo e por procos bastante coiiunodos :
PRECOS F1X.OS.
Bolica do tubos grandes. .
l)ila de 24 .
Dita de 36
Dita de 48 o
Hila de 60 i> i) .
Tubos avulsos a ....
Frascos de liulurrademeia ouga.
Manual de medicina homeopathica do l)r. Jahr com o dic-
cionario dos termos de medicina.........
Medicina domestica do Dr. Ilenry.........
Tralamcnlo do cholera niorbus........ .
li.q ertorio uo Dr. Mello Moraes..........
10/000
15JUO0
20-3000
25S0
30aooo
151)00
21000
205000
10*000
2/000
6*000
*
PEDRAS PRECIOSAS-
Aileieros de tirilhsntes,
< diamanta* e perolas, pul-
eeiras, allineles, brincos
i t rselas, boioes e aunen
de diflorenin uoslos e de
j diverta pedras de valor.
Compran), venilem ou
trocan) prala, uuro, bri-
Ihantes.diamaiiles e pero-
las, e oulras quaesqter
-"
'
gj
joiasde valor, a diiiheiro .;"'
- ou por obras.

mi i mm.
Li li BURIiU
Ra do Gabuga' n. 7.
Receben] por to-
il os os va p r s da Eu-
ropa as obras do mais
moderno gosto, tan-
to de Franca como
OURO E l'ltATA.

Na ra da Cadeia, dolVonlo da cusa
dos mnibus, primeiro andar, loma-se de
jOO a 1:000,?00 ajuros(|ue so cunveueio-
nar, com hy potheca em urna casa terrea na
ra du Padre Horiano.
Lotera
da provincia.
\DYERTENCIA.
Corre lioje a's 8 horas da manliaa
em ponto, portanto s at esta hora es-
tao expostos a venda os bilhetes rubri-
cados por
i3. .) Layme-
2 Dr. lii!i,miii. physician inay be
io\v iii liis resi-
AVISO
aos ferreros.
:<
Aderecut completo* de
'.-. ouro, ineios dns, pulsei-
5 ras, a 11111 e 11'-. briacoi e
S rozelas, conloes, Iraueet-
': luis, medallias, correles
* e eufeiles para relosio, e
' muros mullos objeclos de
; ouro.
jj A|>arelbos completos de ?
.-. prala para cha, bandejas, ;
.'.'. salvas, cailicaes, collieres
jj de sopa o de elit, e mei-
9 tos oulros objeclos de 7
7 prala.
de Lisboa, as quaes vendem por
ireco commodo como costumam.
- Vcnde-se urna preta crioul* do 20 an-
uos, perita cos ureira, engomma baoi, eco
ziuha o diario do urna casa, com unja cria de *80rs. a libr.tr manteiga ingiera a 6*0,
Vende-se (jueijo dot-ert&o
Pl
Lotera
D\
ovincia.
Ca-
da,
50, pri-
O abaixo asignado ven-
d', bilhetes garantidos, pe-
los piecos abaixo notados,
sendo da quautia de cena
mil res para cima, a di-
uheiro vista, em sen es-
eriptorio, na ra
dea do Recite n.
iiieiro andar.
Bilhetes. 5/J400
Meios. 2.S-70
Quartos. i|350
/*. .. L'ijme.
O Dr. Ignacio Firmo Xavier faz publi-
co, que mudou sua residencia para o seu si-
lio na l'assagcm da Magdalena, que Ocaao
mirlo da estrada entre a ponte grande e a do
Chora-mes no, o shi lem preparado urna
casa de saudo com todos os commodos para
o tralamcnlo do cscravos, cujos seubores
rasidam fra da praga, ou 'que nao os pos-
sam curar ein suas propriss casas : quem
para isto quizer-se nlilisar deseus servigos
mdicos, que ser3o desempeorados com o
maior zelo, dirija-se ao paleo do Carmo n.
1), primeiro andar, ou no referido sitio da
Magdalena, Prego2/00 diariosexceptu-
ando conlorcuci.s, sanguesugas e opera-
(OOS.
Aenco
I!. C. Yates 6; Componliia: estabelecidos
no Rio de Janeiro, na ra do Hospicio n. *0,
vendo um aununcio publicado em urna das
billas de Pernambuco pelo Sr. liarl Lolomeo
I", de Souza, prcvcuinilo ao publico que o
vordadeiro sarope do bosque, so elle be
(aiaa veiidojprcveni'.fios ao inosmo publica,
iuc o iio.ijo xaropo ho remellido do icio lie
lu",:.i pelos cima proprielahos ao Sr.
Manoel Alvus Guerra, e osle senhor fez o de-
posito para ser vendido na pharmacia .lo Sr.
Juso da Cruz Santos, na ra Non n. 33, ni-
cos por us autorisados para venderem o
nosso vordadeiro, o rr.ais prevenimos aos
senhores consumidores, que lia porto de 5
anuos os rotlos collados as garrafas sao
assiguados por llonry Prins, como procura-
dores dos cima proprietarios. Rio de Janei-
ro 13 de Janeiro de 1857.
C-v:;-,'.;-Gi.'- O -@@@&
;'; Joao da Silva llamos, medico pela un- Mb
5 versidade de Coimbra, mudou sua residen- jt^
"'.-" ca da ra do Cabug para a ra Nova n. W
'^ 6'J, sesuudo andar, sobrado do Sr. Dr. Nel- ^;5
..-., lo, e alii contina a receber, das s s 10 _'.
w horas da manilla, e das :i ;s da larde, as J^
yj peisoas que o queirara coiiftiillar. *.'
GUARDA NACIONAL.
estar a venda o manual da
@@^9
ag Defruiile da inalri/ da Uoa-Vicla o. KO, f'^
S[ amola-se loda a qualidade de obra de cor- /^
"'.-' le, assim como lim[iam-se ferros de ciror- *j>
i;^ -i,i de loda a qualidade e bolam-se ouvidos fj
v em Mpiogania* : na mesnia vendem-se e *_
S luRam-ie bichas, asiim como mandam-se ^-"
pplieare qualquer hora. ?y
Mara Martiniana do Campos eOlivcira,
cx-professora do collegio das orphSas, ob-
teve liccnQa do hxm. presidente da provin-
cia, para alu ir aula particular para o sexo
fominino da iusIrucQo elementar, que se
d as escolas publicas do primeiro grao, e
na qual se propoo ensillar as materias desig-
nadas na le; e por isso faz publico aos pais
de familias, e a quem mais convier, que ja
deu principio aoensinodosdeo mez de maio
prximo passado, uo sobrado no paleo do
Carmo n. 9, casa do sua residencia, onde tra-
tar das condices relativas a admissao das
alumnas: tambem recebe pensionistas e
mcio-pencioiiistas.
1 Rio-Formoso. 1
't O "r- Jao Honorio Bezerra de Mne- >f"
e? es, medico pela Taculdade da llahia, lem ..:
e liado sua residencia na cidade do Kio-I'or- ;"
.i moso, e de novo efferece eus servidos a lo- '%
'<.' das a* pessoas que o honraren) com sua cou- 9
Q fiauca. "ffi
Armazem de recolher.
Antonio Francisco Martins, com um gran-
de armazem na ra da Cruz n. 62, rccolho
no inosmo qualquer gneros por armazena-
gom, mais baralo que em nutra qualquer
parle, e com loda a responsabilidade, sondo
as entradas o sabidas pela ruada Senzala
Volba.
.. .-..,. .->... .-.>. i--..---..-,,..-..'--....
C;3 O Dr. Ribeiro, mudico, de vol-
{3 tade sua viagema' Europa, con- ^B
O tnua residir na mesma casa ilu .;;
]]'i ra da Cruz n. ~>, onde pode ser (j.
-." procurado a qualquer hora. ; ;-
Antonio da Silva Cuimaracs, avisa a
todas as pessoas que possuem caulclas frac-
cionadas polo annunciante, oque estojam
premiadas, que apresentem para sor pagas
no prazo de 30 das, contados desta data :
lindo o qual prazo, roquerera desoucraco
na tbesouraria. I'.ecife 4 do junbo do 1B57
Antonio da Silva Cuimaracs.
- O Dr. em medicina Ignacio Nery da
Konscca Iransferio sua residencia do sobra-
do da ra Direila n. 31, para o pateo do Li-
vramenlo u. 25.
FIAMBRE.
Na ra da Cruz n. 62, se acham ja promp-
tos multo bons presuntos do iiambro prepa-
rados, o melhor possivcl para quem nSo
quizer ter mais Irabaltio, c so vendo muilo
em conla.
Tasso Iruiaos.
Avisan) aos sous frrguezcs, que as ultimas
farinbas de trigo Itichmond ebegadas ao mer-
cado, s3o vendidas em seus armazem), pelos
seguales precos :
(ialega 231000 por barrica.
Ilaxall 2i;00 dem.
O Dance 289000 dem.
Columbia 22CU0 dem.
Alcm dcstas ten farinbas novas do Tries-
te das marcas SSS1*. Tontaua primeira
qualidade ; assiiu como completo sorlimen-
consulted at ang how in liis resi- 2
deiice, ra da Cruz n. \'i.
Na fundico da Aurora precisarse
de serventes torres ou cscravos, para
servico debaixo de coberta.
Precisa-sc de caixeii'OS, na ra da Ca-
deia do Recife n. 50, primeiro andar,
prestando uina (anca de OUsUOO, ven-
eendo o ordenado de 20s a (i(K).s', que
he para vender bilhetes da lotera da
provincia.
Deseja-se [fallar com os Srs. Jos de
Souza lodngucs, e Joaquim Antonio Rapo-
zo, na ra,da Cruz n. 28, casa de Lima J-
nior & C, para Ihe ser entregue cartas viu-
das da i Iba de S. Miguel.
Alugam-Se duas casas terreas de pe-
dia e cal, na Iravessa do Tnndade : a
fallar con: Frederico Gomes de Oliveira,
com taberna no aterro do A logado.
@ O Dr. em medicina Jos Sergio l-erreira,
@ de volla de sin viagemae Itio de Janeiro, @
; esta n.-i.lin.il. na prara da loa-Visla casa n.
SC 1'J, primeiro sobrado ao enlrar na ra do g$
i Aragio, onde pude ser procurado a qualquer
,'.; hora ilu da oo da noile. Gt
St Kecife 23 de junlio de 1857. E
Piecisa-se alugar um molequu ou par-
dinbo oscravo, para o servido de casa ; a
tratar na ra da (.loria n. 87.
GRANDE 0FF1G1I1 E Gi-
ieria de daguerreotypo.
ATERRO DAVDOA-VISTA N. 4, TERCC1R0
ANDAR.
Nesto cstabeleciinenlo caba do receber-
so de New-York, pelo llosamoud, um rico o
variado sorlimento do caixinbas de lodos os
tamanlios, para a nollocacjio dos retratos, as
quaes juntas a infinita variedade das quo ja
possuia o estabelecimento, oBerocc aos fre-
guozes multo aomle escollier a seu gosto.
Igualmente recebeu-se urna oxcellciite
machina de pollir ?s chapas em que sao fei-
tos os retratos ; alm da perfoico que cssa
machina d ao pululo das mesmas chapas,
econoioisando trabalbo, economisa tem-
po, e por issb os retratos podem apromptar-
se o seren 'entregues i inmediatamente, as
pessoas que assim o desejarcm.
O brilho da chapa osla vencido. Os retra-
tos vecra-sc fcilmente do qualquer lado o
com um vigor extraordinario, nos tragos o
douQura na sombras.
Os presos dos retratos continuam a ser va-
riavelnicnte de 0; a 168, om caixiuhas ; em
molduras pretas ou douradas do 78 al 25- ;
em cazoletas de ouro de 203 a 25-, o ora al-
lineles de ouro de 2I# at 35; rs.
Todos os das desdo as 8 horas da manbaa
as da tardo, seja qual for o turneo, estara a
galera o olliciua a disnosiqao do publico
frecisa-se do urna ama que saiba cozi-
nhar efazer todo o mais seivic.o do casa :
na ra do Caldeirciro, taberna n. 00.
F P01R1ER-Aterro da Boa-Vista n. 55
Tem para vender, a vonlade do com-
prador :
CAV DE PEDRA
de primeira qualidade, por preeo com-
modo.
Vendo se ou permuta-se por um molo-
nha de peora o cal, sila cm Olinda, na ra
de Malinas lorreira : quera a pretender au-
nuncio.
Vende-so la acto a covados, tanto para
igreja como para forro do sala : ua leja de.
qualro portas prximo ao arco do Santo An-
tonio ii. 3.
Cortes ele collete
de velludo a 2#006
Vcudcm-so na ra do Queimado n. 21 A,
chitas escures largas a 240 o covado.
Vende-se um mulato do idado 22 an-
uos, muilo bom alfaiate e bora bolieiro, c
um nioleque de 11 anuos, muilo bonito : na
ra do Livrameulo n. 4.
4 mezes : a tratar na ra Nova n. 4.
Pechincha sem
ijfial
Na loja da estrella, ra do Ouciinado n. 7,
vendem-se ricas fazendas de laa e liia e seda
para vestido de senhora. pelos baralissimos
precos de 500 e 800 rs. o covado.
* *uJC4k4k
J. PRAEGER & COMPANHIA.
Hua da Crol n. 11.
Rcccbcram polo ultimo navio do Havre
urna nova porQio de afamado e famoso
V1NH0 DE CHAMPANHE
de tugone Clioquot a Rcims.
Tintas.
Vcndc-se una porQio de tintas prepara-
das, assim como algumas barricas de alvaia-
dc : no armazem de i. Praeger & C, ra da
Cruzn. 11.
PRESUNTOS.
J. Praeger & C, ra da Cruz n. II, avisan)
aos sous fregnezos, quo lemos recebido no-
vamenle pelo ullimo navio do Hamburgo,
una porqo de presuntos muito feseos, que
se vendo por proco commodo
Vendem-se 2 cavallos para carga, mul-
to lories o bons andadores, por prego com-
modo : a tratar na ra do Cabug n. 2, loja
de ourives.
< rtes de collete de vel-
ludo a 2^000.
as lojas da ra do Crespo n, 10 c 14, vrn-
dom-sc polo diminuto prego de 2/000 corles
do rolletes de velludo.
al do mu*.
Vcndo-se sal do Assu" a bordo do bri-
gue brasileiro Clara, tundeado ao pe do tra-
piche da algodao : a tratar com seu consig-
natario JoSo Pinto Regs do Souza, na tra-
vessa da Madre do Dos, armazem de Martins
& Pinto, ou com o capitao a bordo.
Vende-so arroz Carolina a 2/800 a ar-
roba e 100 rs. a libra : no Palco do Paraizo,
taberna do (nado Nicolao n. 16.
Vende-so um escravo mogo, do bonita
ligara : na taberna do Marcelino, ra do
Vende-se cal de Lisboa ltimamente cho-
cada, assim como potassa da Russia verda-
deira : na praca do Corno santo n. 11.
(011 PEQUEO TOQUE DE AVVUIV
A UIMIIIRO
Pegas de madapolSo lino, ditas de algo-
ilaoziiibo liso muilo cncorpado, ditas do di-
to trangado e largo : vende-so na ra do
Crespo, loja da esquina que volta para a ra
da Cadeia.
Farello
Vende-se superior farello viudo de Lisboa
ltimamente, cm saceos e por barato prego :
m ra do Trapiche, armazem n. 7.
la loja
das seis portas
F.M FRENTE DO LIVRAMEMTO.
Cortes de cascinira com algum mofo a
qualro mil rs., longos de seda proprios para
pescogo do senhoras a doz tustoes, longos de
rotroz malisados de cores a dez luslocs, lu-
vas de seda pretas e de cores a cinco tuslocs
o par, chmbraia lisa a dous mil rs. a peca, o
om varas a palaca, cambrains cora lloros sol-
las o muilo linas a duas patacas a vara, cas-
sas com floros aara cortinados a tres mil
rs. a poga, o a sello a vara. A loja osla abor-
ta das (3 horas da mauhaa as ') da noitc.
queijo do reino a.1-500, I600 e-1/900, fari-
| nlia do reino a 120, gomma a 100 rs., lingui-
ga do reino a 400 c 640, viriho do Porto en-
garrafado a 1;000, dito de I isboa a 560, baJ
alia do porco a 520 : as Cinco Puntas n. 21.,'
Venda de
pianos.
Vendem-se inultos lindos < cxccllcnlcs
pianos, chegados ltimamente de llam-
l)iu o, ecom lindos retratos no frontes-
picio : na ra da Cruz n. 55, easa de J.
Kcllcr & C.
Pianos.
Em casa de Rabo Schmeltau ^Companhias
ra da Cadeia n. 37, vcudem-se elegaulc,
pianos do afamado fabricante Traumanu de
Hamburgo.
Vende-se superior linbas de lgndo
brancas, e de cotes, cm novcllo, par cos li-
ra, era casa do Southall Mcllor 6; C.i, ra do
Torres n. 38.
A |0S000
Vcnde-se cxccllento cera de carnauba do
Aracaty, c Assu', de urna sacca para cima,
escol hondo o comprador a sua vontade, pe-
lo indicado prego do 10/ a arroba : no ar-
mazem de D. R. Andrade & C, ra da Cruz
n. 15.
TAIXAS PARA EXGENH0.
la f undipo do ferro da D. W. Rowmana u
ru> da Urura, passando o chafara, coniinaha-
derum cora pelo sorlimePlod* la i xc- de ferro un
vi.io e balido de 3 a 8 palmos de bocea, as quaai
Molplir Ijour-
geois.
Visndcm-so arrcios para carros, dilos para
cabiiolet, vaquetas para cuberas, ditas para
guarda-lama, galao, panno, lanternas e vel-
jas: ua ra Nova n. 61.
(I SVMOS (MLIIO. X
2 na ra do Qoeunado n. 19, esta' '
f torrando a' dinlieuo, as tvrjiuiites jj
(azeudas:
CMIM francm as SSSMSl *curo l.o-
5* Hilos a 2|U i,, o rovailo. iim> nuil" lina- a V
SM rs.. dilai iinllim a IOS, iso r JUOr.. r %
muilo luai- mu,lilil'- a ji" l-., rambraiaa SJ
48 innata* muiiu lina a ino rt- a ata, e a J"o
94 e 21U r*. o cov.nlu. l1oii,ltliua da da. farm- W
9 da miuiIii Inania de lila< e i9 cu>alii. iluipia il campo* furia core |*lo liaral |,ir^ I- n covado, puanlauapoa para mi* a ?S
O 31 a do/ia, atoaltiailo ,lo liolio con, K palanoa
SS de laruura a 1;"iOO a vara, albaueu prcla 0
S> com 5 palmm de laruura a 1? o cnado, cae-
ii lee tt com 12 covadoi a 2?, leiiriulioa de taita para A
9 meninos a ni n. cada um, a oalrai naila*
J faiendai.
as 3*?: *-
Na ra da Cadeia do Recife n. 57, vcn-
dc-se cera de carnauba, sapalosdo Aracalx,
o ditos de borracha, por prego commodo.
Novo estabeleci-
ment.
Vendem-se queijos do reino viudos
no vapor a
Superior vinlio do Porto engarrafado
Cerraja mgleza superior > duza.
Frascos docouserva mgleza
l.arrafas do azeite fraucez
Caisas com 8 libras de cstrclinha
para sopa por
I-son
M

cii.m-se a vnda,por prego commodo a com Biscoitinhos do todas as qualidadcs.
attencao.
Continua a estar a venda o
guarda nacional, ou colleegao de todas as
lois, regulaniontos, ordciis e avisos concor-
nonles a mesma guarda, relativos, nao s ao
processo de qualibcagao, recurso de revista l0 as men10res marcas do l'iiiladclpbia, NOr
etc. etc. etc., senoa economa dos oorpos,
jogauisagao por municipios, balalhcs, com-
paubias com mappas, modelos etc. etc.: na
ra de S. Francisco, deposito n. 6, ondo en-
contrar ja encademados.
'J O l)r. Das remandes, medico, deve ser :.'.
'I* procurado do lioje ojii diaulc, no primeiro ',
~ audar do sobrado da ra dos (juarleis, ^j
j travesa das Cruzes, cuja ealradl lie quasi
,';>- em lenle da bolica do Sr. Pinto. %9
JOHN GAT1S,
corretor geral
E AGENTE HE I.E1LOES COMMEKC1AES,
n. 20, ra do Torres,
PH1HEIR0 ANUA 11,
praga do Corpo Santo
RECIFE.
i^ ,.' ^a y^.* */ ..- -^' ..>... *,' -iyfX-r,
detst mma.
JS* Paulo (uit-noux denlisla, ra Nova n. 411 '';'
r @
SEGURO CONTRA FOSO.
Companhia Alliance.
Esuhalecida cm Londres, em margo da 1324.
Capital aneo milhocs de libras esterlinas.
Saunders Brothers & C., tora a honra da in-
famar aos Srs. negociantes, propietarios de casas,
a a quea mais convier que eslao plenamente au-
torisados pela dita compantiia para eecluar segu-
ros sobre edificios de lijlo e paira, coberios da
lelil e igualmente sobre os objeclos quecootiverem
us mesitos edificios quer consista em mobilia ou
aa fazendas i!e qualquer qualidade.
AFERICAO'.
Faz-se sciente a quem convier, que o ter-
mo marcado paia as revisos, termina no
ultimo do crrenle mez: os senhores que
nao eslao cora seus oslalielccimontos revis-
tos, qi.eir m dirigir-se a casa da aferigo,
no pali'.o do 'icrQu n. 16.
Ama de Icite
Prccisa-se de urna ama de leile que soja
s3a o Icnba Imiu o bastante leile, anda mes-
ino Uazeudo algum liio de 4 aunos para
cima, nao fez dillerenga; assevera-se que
lea una boa paga o hoin lialaineulo : na
ra Direila u. o.
Aluga-SC um ~iiiii na entrada do San-
la Auna, junto dosilio do Sr. Me. Carmont
i\ C,com ossnguinles commodos: araba-
do ha pomo Irjmpo, :; salas, to quartos, co-
zinba fina, coclieira iara 3 carros.estribaria
para 8cavallos, son/ala psra 16 escravos,
quinto para feilor, boa cacimba, plantados
os arvoredos tolos de novo.' boa liortalice e
jardini : quem pretender, dirija-se a ra Ve-
Iba n. 34, casa de Manoel do Nascimcuto da
Silva Bastos.
Precisa-sc de ummenino para caixeiro
do taberna, com platica, ou sem ella; no
largo da Ribeira 'es. los D. 1, taberna do
Jusc lioinmdiiio Alvos,
va urloause Ualtiraoro.
L'ruu lamilla i|iic vive eiu Lisboa ,re-
cebe em sua casa ate 2ou meninos, iiue
seus pais queiram mandar estudar, dan-
Jo-llieseama, mesa, rouna lavada, medi-
ante a paja de (00 rs. diarios, pagos tres
mezes adiantados : a senhora tambem se
enearrega de educar urna ate duas meni-
nas, ensinaiido-llie as primeiras letras,
Historia, Geographia, msica, piano ou
harpa, bordar de toda a ipinli.laile, toda
a sorte de costuras, dando-llie cama,
mesa e roupa lavada, mediante a (lliantia
de IsOOO diarios, pagos tos mezes adian-
tados (entendeno-se estas quantias em
moeda lorie): a quem convier podera'
dirigir-se a' typographia dcste iavio.
pudendo licar certosos senhores quecon-
liarein seus lilhos, <|,ie achario zelo, cari-
uho e vigilancia para seus lilhos.
Aladaiua teosa Hardy, ra
Nova ii. 54,
tem recebido do Franga um grande sorti-
mcuto do chapeos do soda para senhora, de
todas as cores, cbapcozinhos de palha abor-
tos, ditos de palha de arroz, ditos de seda
para meninas de 3 a 7 annos, cries de seda
para noiva, luvas, capellas, mantas, meias,
ricos pentes de tartaruga do ullimo gosto,
enfeitos de caboga para senhora, euchoval
completo para bapllsar criangas, e multas
oulras fazendas, que se vendem em conla.
O Dr. Antonio Jos da Cosa l'.ibeiro,
lica encarregado, na ausencia do Sr. Iir. JoSo
Silveira de bouza das causas em que esto Sr.
funecionava por subslabelecimenlo do Sr.
Dr. Jos Bernardo Calvflo Alcoforado, em
coiiscqucncia do sua viagein a Europa. Que-
rendo pois algum uos coostilintes daqucl-
les senhores, eulender-se com o mesmo Dr.
Itibeiro, a respeitu das causas pendentes ou
do oulras que qneiram iniciar, devora diri-
g r-se a ra do Crespo n. G, primeiro andar,
oscriptorio dos Urs. Alcoforados.
SECRETARIA.
As mcihoris que ale boje lem ipparecldo
a este mercado: vendem-se uo escriploriu
do agento Ulivoira, ruu da Cadeia do Recite
n. G2, primeiro andar.
l-ieeisa-sede urna criada forra ou cap-
tiva, tmente para cozinbar era uma casa
de pequea familia, paga-se bi'lli : a tratar
no segundo andar do .sobrado n. 07, dclroi.-
le do viven o do Muniz.
O Sr. Dr. Joaquim Jos Toizeira, pode
procurar uma carta no escnptorio do Uanoal
da Silva Santos, na ra da Cadeia do Recife
i'uun precisar d" un menino bra.i-
loiio, di: l&ue do 1 i- anuos, para caixeiro de
luja, o que de liador a sua conduela, dirja-
se SS Ciucu l'outas u. 71.
Roobaram da casa de pasto da ra das
Cruzes n. 3!, no dia -il) do mez prximo pas-
sado, um bahu' do 4 palmos c meio, levando
dentro os objeclos seguintes: cm dinheiro
1:070:000, todos os papis de circumslancia,
1 caiga de panno, 1 paul do alpaca com go-
la de velludo, 7 camisas, S pares de rucias, 1
chapeo do Cliili, 1 par de botins, lora roupa
usada, e havendo suspoitas, como consta
nosta tulla nos das 23, 5 e 2G do prximo
passado, no Sr. Manoel Carneiro d silva:
pede-se a tu tas as autoridades policiaes e
lodo o publico em geral, que suspendam tal
juizo, pois su sabe quem fez tal roubo, esta
publico, Juao Manoel Rodrigues.
ugene ( l:c participa ao rcspeilavel publico, cm Pcrnam-
bnco, que o nico deposito nesta praga, di*,
seu muilo conhecido vinho de champagne,
he na casa dos Srs. J. Praeger oc C, ruada
Cruz n. 'I.
Appareceu no sitio da cslrada de Joao
Fernandos Vieira, casa cinzenta, urna vacca
com cria : quem se iulgar com direito a el-
la, dirija-se a casa do mencionado sitio, que
Ihe sera entregue.
Gratificarlo
a
D-se 10;00O a quem apprehcnder a canoa
matriculada a com o n. lG-o-e lcvn-la na fa-
brica de lelbas de Antonio Carneiro da Cu-
nha, cujos signaes sao : 40 palmos, pouco
mais ou menos de camprinicnto, panero na
poupa e proa, sendo pregadas com pregos de
cobre pregado sobre o bico da proa, por esta
partido, uma taboa cora 2 palmos do com-
pridoe 1 do largo, a dita canoa be de car-
reira, o nao lem cavernas, anda nao levou
tinta, lem na poya urea correuto.
Precisa-so desuna ama para casa de
pones familia ; agradando paga-so bent: na
ra Velha n. 104.
Vende-se
sal do Assu' a bordo do hiato Capibaribe : a
tralar na ra do Vigario n. 5.
Vendem-se saceos co-n farinba muilo
boa e saceos de alqneire, por prego commo-
do : na ra da Madre de lieos n. 2.
Ve:idom-se
saceos com arroz pilado do Rio de S. Fran-
cisco a 1#80U a arroba : no armazem do caos
do Ramos, do Jos Maria Fernandos Thomaz.
Vende-se n vcrdadeira graxa ingle-
tsa ii. '.17, dos afuma i Martin, em barricas de 15 duzias de
potes: emeasa de lames Grabtree x C,
ra da Cruz n. 42.
Na loja
das seis portas
Em frente do Livijamento
Cassas pintadas a meia patac o covado,
nscados estreitos o quatro vintons, riscados
francezes escurus a meia pataca, cries de
vestido do cassa com diuis o tres babados a
cinco patacas, saias brancas bordadas a dous
mil rs chales de cassa brancoS com llores a
sl'IIo, proprios para trazer por casa.coutras
militas fazendas que vende por todo o prego
para acabar. Do ludo se da amostra, levan-
do peulior quo valha o que sequor ver.
relogios de pa-
tente
ingleses de ouro, de jabonete e de vidro :
vendem-se a proco razoavelL em easa de
Augusto Cesar de Abren, na ra da Ca-
deia do Ueeile, armazem n- l.
eape,
Prcvinc-se aos amantes da boa pitada, que
chi-gou no vapor s. .Salvador o rap novo
priucoza do liiu de Janeiro, que pelo seu
excellonto aroma ge confundo com o prince-
sa de Lisboa -. na i na do Crespo, bija de
miudezas no p do arco de Sanio Antonio c
praga da Independencia n. 4, aonde so ven-
de a IsiillOa libra.
proraptidao: erobarcam-soucarragass-ss smcar
ro semdospeza ao comprador.
Sellins e relegios.
SELL1NS e RELOGIOS depalenlc
Ingles : a veiula no 11 i.i/ein de
Itoslron ltouker A (.ump. nina, es-
quina do largo du Curpu Saulo nu-
il, ci ii 18.
Deposito
de rapprinceza da fabri-
ca de E. Gasse, no Rio
de .aneiro.
Vcndc-se a prego commodo rap fino,
grosso e meio grosso, da acreditada fabrica
cima, chegado pelo vapor S. Salvador ; na
ra da Cruz n. 49.
Planta da cidade do Ke-
cife
Vcndo-sc a planta da cidade do Recife c
seus arrabaldes, fcila pelo Sr. Dr. Jos Ma-
mede Alvos Ferreira, por seis mil rcis : na
liviana n. 6 e 8 da praga da Independencia.
Mappa das distancias da
provincia.
Na livraria n. 6 o 8 da praga da Indepen-
dencia, vende-so o mappa das distancias
das difirante villas da cidade entro si, c
relac&o a capital da mesma, a mil res.
Al^odftozinho da iiaiiia
para saceos de assucar : vendo-so cm casa
de N. O. Bieber i- Companhia, ra da Cruz
n. 4.
ix i.iiiupanliia, ra da
LOTERA
CiSaS BE FERRO
Encllenles camas de ierro para solleiros :
vendem-se no escriptorio do agente Olivei-
ra, ra da Cadeia do Recita n. 62, primeiro
andar.
Vende-se o engenho Palmeira, sito na
freguezia du Nossa Senhora da Gloria, do p-
tima produegao, com todos os seus necos-
sirios, capclla com seus ornamentos, casa
do viveuda com boa mobilia, e bom cercado :
a tratar no engenho da Sorra, com 0 tenen-
te-coroncl Francisco de Barros Cavalcanti do
ueiroz.
Veiidem-scjlinguigas do serliio a 360 a
libra, maulciga iuglcza llor a 00 rs., dita
franceza a (iO, queijos do reino muito fres-
caes a 1C500 e IsSOO rs arroz da India a 160
e 140 rs a libra, vinhoS do lodos as quidi-
dades, por prego muito commodo ; na ta-
berna da ra dos Marlyrios n. 36.
Mauteiga para fci Joao
Na ra Direita, taberna n. '27, confronte
as duas lojas de marcineiro, vende-se inan-
leiga inglcza muito superior a 'JbO a libra,
dita a 800 rs., dita a 600 rs., queijos llamen-
gos muito bons a l>300, 1:600 e 14O0, e
aulros ramios gneros qua se venderao mais
barato quo cm oulra qualquer parte.
Afeito barato
Vende-so na ra da Cruz n. 62, caixinbas
com superiores massaG linas para sopa com
8 libras cada uma ; tambem se relalha em
libras, mscarrao, lalharim, aletria a 240 rs.
a libra, caixinbas cora ameixas de Lisboa,
latas com bolachinhas inglezas muito tinas,
ditas de soda, selames o melhor quo tem
vindo ao mercado, presuntos e toucinho in-
glcz, latas de salmfio de uma c duas libras,
ervilbas muito frescas, c outros muitos g-
neros do melhor quo se pode encontrar, e
muito baratos.
Ricas franjas patiacorti-
a libra 3*"
Camellos novos, a libra 55
uniMidiias franeczas roberas, a libra Mp
F.spormacclc de 6 em libra, a libra eXM
Dito de 8cm libra, prupno para car-
ro, a libra >-""
Mantciga inglcza superior, a libra *
Dita franceza superior, a libra 720
lalharim macarro e alclria lina, a libra SM
Cha preto, a libra WWI
Dito liysson, a libra 2-210
Dito do Itio, a libra 29000
Os mclhorcs charutos do mercado,
vindos da Babia, a raixa a 3/, 4s e jhmhi
l'o e bolacha, ludo por eoinruiilu prego, na
ra do Hurlas n. 16,
\a loja das seis
portas em frente do Li-
vranieiito
Vendem-se cobertores escuras para cscra-
vos a duas patacas cada um.
ya Palitos Iiancc7aus. ij
;t Veudem-e palil.M e robeceasara* de pan-
'." pan 11 u fui. 1 pretu da cora, forrarte 4c r- t*
-y ila pula ilcvelluda.de 2l a :UI-. rtiloa .; ;.
-.*,* ^e eisemiras de cores a 21?. caMra. de pan- ...
^ no fino loda forra,la de >eila a IHr**. |>aliln :
:,;~; da alpaca .1 TdNNSOU. de liria, a :>.-. rol- .3
f leles d* velludo a l2? y', prelo c de ere de ."c a 8^l. d la p*
t a :i?, cali;a de cajennra prela t d* rore, W
\.t de '9 I2TO00, rami, .ilicrl.ia-, rolla- (J^
1 riiilms, grvala, r rlianeu, de tuda as qua-
-^p hilailc? : ua ra .Nova, lja n. i. .;.-
N. O. Bieber
Cruz n. 4, vendem :
Lonas da Itussia.
dem inglezas.
lirinziio.
Brins da Russia.
Vinho de Madeira.
algodao cara saceos de assucar
nado?
Vcndcm-se ricas franjas de.algodao, bran-
cas c do cores, lisas c com balotas, para cor-
tinados, e por prego muilo commodo : na
ra do ouomado, na bem conhecida loja do
miudezas da boa fama 11. 33.
lassas superio-
res.
Caisas grandes com 1 arroba de lalharim,
macarro, lazonha e aletria por G;t00 rs.,
eaixas de 16 libras cora pevide, cslrellinlia,
coutinhas etc., por3j500 res: na ruado
Queimado n. 35, loja de ferragens.
Cascos va sil s.
Vcndcm-se barrs de 4.- vasios novos, che-
gados de Lisboa na barca Flor deS. Simao :
no armazem de (.arvaltio i\ Irinio, na ra do
rum, ou na ra da Cadeia de Sanio Antonio
n 26, primeiro andar.
Grande fabrica
de tamancos, na ra i)i-
reita, esquina do beceo de
iECHilISlC
i?UU
m
,s.
l*edro n. 10.
DA
A
>
res.
Nesto estabeleciraeuto lia clfcclivamcnte
ura grande sorlimento de la mancos, lauto
para boincm como para meninos o senhoras,
a retalho ou mesmo em granitos porgues,
para o mato ou mesmo para a praga, muito
om co "la o a vonlado dos compradores.
Metboo faeilimo.
Na librarla da praga da Independencia n.
6 e 8, endo-se o molhodo faeilimo- para I para l5la mercado : ludo por prego commodo.
aprender lor, novainenlo impresso eaug-1
mentado, ior mil rcis.
Relogios.
Os melhores relogios do ouro, palo uto in
glez, veudem-sc por pregos ra/.oaveis, nu
escriptorio do agente Oliveira, ra da Ca-
deia do Kecife n. 62, primeiro andar.
Peniias de ema, cera du abclha e de
carnauba.
Na ra da Cadeia do Recife, loja n. 50, de-
fronto da ra da Madre do Dos, ha para
vender os gneros cima, rcccutemenle che-
gados, por pregos razoaveis.
Agencia
da 'nndio JLow-AIoor,
ra da Senzala Nova
D. 4*2.
Neste cstabolccimcnto conlinu'a a bave
um comploto m o 11 n: en to de moeiidas e meias
raoeudas para engenho, machinas de vapor
e taixas du forro balido e cuado de lodosos
la maullos para dito.
Moinhosde vento
coml-ornua* dcrepuxopara re.garlior asaba
na deeapim: na f uudiro de 1). W. Uowmao
uaruadnKruiuDs.6 8el0.
Encasa de Saunders Brolhers C. pr>;
do Corpo Santn. 11,ka pira vendar o sa muta
Ferro inglez.
l'ixeda Suecia.
Alcatro de carvao,
Eonas de linbo.
Esponjas.
Drogas.
Algodao iizo para saccas.
Uno ei.trancado igual ao da Bakia
E un: coc.pelo sorlimento da fzendisproprio
NAFNDIflAO DEFKIIRO DO E.NT.E-
NHEIRO DAVID W.aWWaaUM, a\
KLA 1)0 11HLM, PASSANDO O JIA-
FARIZ,
lia empre um zrande niiiinrnlo ionecaimcolil
jeclos deincrliau unios proprios paraenLCahoma^a-
bcr : nioemlaKc meias moriidas, ,la mal nmlrim
conslrurrao ; laivasde frito (uinlnlo e balitl... da
SUpehOf qualiil.ule e de lodosos lalnanho> ; ro.lj.
dentadas para acua ou aimoaes. de loda, a. profMar-
oies ; crivosc bocas defornallia e rrsMlraa do tm-
ciro, agailMaa, bronzes.parafusas e r.i\illic*,aM>i-
niius de mandioca, ele. ale.
NA MESMA FIINDIQA'O.
>e eveculam lodas as enronuiiendas cor a sei|rw
riilade ja conhecida com a devida presteza irm-
iiioiini.iai- eiu preto.
provincia.
Oabaiso assignado participa ao rcspeila-
vel publico, que vende os seas felizes bilhe-
tes, meios, e quartos, pelos pregos abaixo
mencionados, sendo da quantia de 100: rcis
para cima, a dinheiro a vista ; na ra da Ca-
deia do Recife O. 45, esquina da Madre de
Ueos :
Bilhetes 5-riOO recebe 5:0004
Meios 2-700 o 2:5005
yuartos 1?350 <> 1:250$
Por Salustiauo du Aquino Ferreira,
Jos Fortunato dos Santos Porto.
"twtottS
o Cgimpra-sa uma casa no bairro de San-
p Antouio ou S. Jos, que nao exceta do
rego no l:OU> c i-.-iW : quem a ti ver au-
nuncio por este liiario.
- Compram-so travs de 25 a 35 palmos
de comprimciilo, c palmo de grossura : na
livraria da praca da ludcpcudeucia n. 6e8
Comprara-so acgOes da companhia de
seguros martimos Ulilidade Publica a 85 por
corito : quem quizer vende-las, uirija-se ao
escriptorio da mesma companhia, a tratar
com l.iuz Antonio arboza do I.rilo.
No aterro da Boa-Vista taberna n. 42, da
esquina do becco dos l'erreiros, dcfronte.do
sobrado queimado, vende-sc superior mau-
teiga inglcza a 640 rs. a libra, velas de cs-
permacete a 720, o outros muitos gneros
baralissimos, avistado sua qualidade.
Ao f*regiiica
QBE ESTA QUE1MAHD0
C.U DILIGENCIA.
Na loja do Proguiga, na ra do Queimado,
esquina do becco do Peixe Frito n. 2, conli-
nu'a a vender-sc nimias e diversas fazendas,
por pregos baratissimos entre ellas cara-
braias francezas, padres novos o cores li-
xas, pelo baratissimo progodo 480 rs. a va-
ra, dilas de cordfio muilo linas a 500 rs. a
vara, cassas lvancezas muito linas e de pa-
droes o miis i ademo que ha no mercado a
640 a vara, chitas francezas de lindissimos
padrees a 280 e 3il rs. o covado, mussulina
bianca o mais lino que he possivcl a 410 o
covado, dita de cor a 340 o covado, curtos de
casemira do cor do lindissimos padroes c
superior qualidade a 6r cada un-, cortes do
brini de puro linbo de lindos padroes a
2400 cada um. ditos de ditos a 2?, ditos de
(]assas france-
zas a 200 rs
Vcndcm-se cassas francezas linas a 20o rs.
o covado : na ra du Queimado n. 7, lujada
estrella.
Perfumara in-
glcza,
A vcrdadeira lunli.i do urso :
vende-sc ua loja de quatro portas, de
Narci/.o .Maria Carneiro, ra Ju Cadeia
do Kecife n. *8.
s
elogios
o
cobcrlos c dcscobertos, pequeos c grandes,
de ouro patente inglez, para bomein e se-
nhora de um dos melhores fabricantes de
Liverpool, vindos pelo ullimo paquete in-
glez : cm casa de Southall Mcllor c\ C., r
do Torres n. 38.
Charutos do Hava-
veiilem-se en ras;
I. Astcv & C.
XAKOPK
IX)
l-oi l ran,fe ido o deposite dele arop* para a *
licadejusc da Crut Sanlns, naraa .Novan. .VI4
talas ..J.'illO.e un-ias.l;0OO. ,rn aquclle que na ido r vendido ueste deposite,pata
quesefaz opreienlcjviso.
IHIMIKTAME TARA ONBLIMI.
I'ara curade phlvsicaen lodow,*ea,Siflcm,
n-iimis. q ii o i mol i> a da por coust, |ari",*s, Ihh
asllima.pleurir.escarros iltunnt, eViraic*-
ladose peilo, palpilar.1i no corara.eaqaclarbe
brunrliile, dorna sarta"la, e Inda asuMleslia
dosurKaospulmouarca.
aiaiiiii.s e irad:s.
l'm lido o variado sortimculo de modl-
los para varandas e gradaras, dr go>lo nm-
deruissimo- ua fundigoda Aurora cm San-
to Amaro,o uo dcposilo da me.sii.a, na na do
Bruta.
Taclias do ferro.
Na fundicio da Aurora em Sanio Amaro-
o lamliem no deposito na ra do Drusa, lo;
na cuitada, c defronte do arsenal de nun-
tilia. ha sempre um grande Mirlimcnln de
taclias, lano do fabrica nacional cuino e-
trangetra, batidas, fuudidas, grandes, pe-
quenas, rasas e fundas ; c cm ambos os lu-
gares existen guindastes para carnyar ca-
noas ou carros, livres de despeja. O prego
s.loo s mais commodos.
Moudas sjpci iorc>.
Na fundigao do C. Slarr i Companhia, en
Santo Amaro, acliain-sc. para voher miM-n-
das de calina todas do ferro, de um modcllo e
coustruccSo muilo superiores.
ua
JO
C
Compra-so efleciivamenle na ra das
flores n. 37, primeiro andar, apolices da di-
vida publica o provincial, aegoesdas corapa-
nblas,e da-.-o dinheiro o juros, era grandes
c pequeas quaulias, sobie |ioiiliores.
<;oiupra-so um inolcque de idado dejo
ou 10 anuo-, pouco mais ou menos, adver-
t ndo-se que nao he para embarcar: na ra
do Nogueira n. 21.
CIJOS,
Vcndcm-sc luvas do
Jouvin, de todas as cores:
Queimado, loja ilu Antonio
Mcm z.c* Lira,
Ven lem-SO espingardas
algodao a !>360, itos de culim ue lindos
padroes e muilo oncorpados a l^COO cada
uui, leucosde cambraia para m5o a 120, di-
tos mais linos a 22U_ pecas do hretaiiha de
rolo do 10 varas a 23 cada urna, chitas escu-
ras do diversos padroes e cores tixas a 14U,
160, INO o 200 rs o covado, e, a peca s -, li-,
6S50 o 79500 cada uma, cobertores proprios
para cscravos a 700 rs. cada um, grvalas de
soda de lii> los padroes a i?, ditas pretas do
selim a l~^si), ditas de cores era outro gos-
lo a 700 rs. cada uraa, luvas de seda de lo-
das a qualidades para hmense senhoras,
lencos de soda de bous goslOS, gangas mes- ,
dadas de lindos padres a 600 rs. o covado, '
,.1 tesue castores do bonitos padrdesa 15
cala um, cambalas lisas linas a4o500coui
10 varas, ditas ditas muito linas a 6?, e ou-|
tras inultas fazendas que se deisam de
espolcls,! raencionar, e se veudero por baralissimos |
Vi'ii lera-s superiores queijos francezes c
hamburguezes, os mais novos quo ha no
mercado, pelo prego do 1;H0 rs. : na ra Di-
"luyas de jouvin.
Constantemente achara o na loja do l.e-
coute, alono da Uoa-Visla 11. 7, as vordadei-
ras luvas de jouvin, de todas as coi es, igual-
mente ricos pentes do tartaruga da ultima
rauda.
^0f^d:elr"v*
. o., .1
na ra
liezerru
do I
til
Qemeoto novo
Na ra da Cadeia de Santo Antonio, arma-
zem do malcraos, por prego cilmmodo.
SAL DO ASSU
a bordo do hule Novo Olmda.
Velas de esper-
macete.
Vendem-se eaixas com -l'> 1 las de ve-
las de ii em libra,a' pceo commodo em
casa de Isaac Curio ..\ C, ra da Cruz
11. i'.).
Avis.! aos MMii.ons de ll-
"euhoedouos do otti-
ciuas
Vende-sc iiolacha americana a 100 rs. a
libra: no pateo do Terco n. 2I.| dito ua Pe-
iba n. 1". lamliem so vendem cartas de
traques a 2S0 rs. a carta.
Vende-se
muito linas: na ra do ijueiuudu n. 13. I precos, o so darfioamostras com penbor.
CHAPEOS A1AMBERLF
Doit'i" :ii) fabrican
, imieau de i iris.
Acabara de cliejjar pelo ultimo parjut'te,
os supra mencionados chapeos destr ata-
nado fabricante, e vcnde-se na loja I-portas, da roa da Cadeia do Itccilo 1 .
'iS. de Narciso Mana Carneiro.
Arados <: ferro*
Na fun.ligao do C. stur s Companhia, em
Santo Amaro, acham-se oara vender arados
de ierro do un modolio c coiislrucgo muilu diciros e castigaos bronzeados, vaquetas pa-
superiores. 'ra carro, chicotes do cairo o de uiontaria.
em casi de S. P. Johnstnn ,\ C ra ra Sen-
zala Nova n. 42, o segunde : arreios para
arro, sellins para hornera e senhora, can-
SC No da 12 lo rorrele m*i lupo d Iwlrl .;
y$ da Barra un. rscravn ile Alsela de M j )
A (le idade, bailo, pstMI loria* um onct,-- (a)
i ciilo 110 hombro dueiln. Aquel Ir qa* peen- aS
;i der e o levar ao ililo liolel -na ctneiotaaM*)- a)
" le ii-compeusailo. -
Continua a estar liigulo, dewle o di.i
50de abril, o escravo crionlo le imine
Le tu neo, de idade de 25 "> .nisao-,
romprado ao Sr. UtogO SoarcS CariMiro
de Albuouerauc, moradoi m en;eulio
llamos, (iimarea do l'i'o d Al 10. o i-m i .1-
vo lem os signaes scjjuintos: rrnreiai,
rosto com pr do, altura rcjjular, ja bu sar-
lailupeloantijjo acnhor, lera a pena di-
1'Cta mais liii,ii|lie a iillli.i, C ni ) MH
peina tem 11111.1 cicatriz de limii: b v..u
caira de casemira, ciiixcnla rlara, e.imiw
dcalfjodo a/.ul, cImih-u U- j II. > j-t o-
Iho: a pessiia i|ee 11 |>c;;ai OU lia iMlaCMS
certas,rccchcra' .'.i'miiiii de p\lUkar*o:
na ra Direita n- '
Jos .ia l'onsc ea >ila.
I'tigio no da II d corretrta urscravo
denome Ventura, natural .loV'ianhao, it
1 lado de la SO annos, altura n-gular. MJC(J
do corpo, r, baraa 1
peruas arqueadas, bo luslaulc (insista ja
deiilllliafii.il''. ai'iiiilainl.i-M' ua mala Ua
lii'bi'ilbc : ::'.''.:-, -i ,,''ln > legar e <'ii-
tregar a seu senhor Manoel da Silva Saalua,
na ra da Cadi ia uta Recife.
itKN. i'xf. ut 3. l. l'fc FaVUaV toaiT
.



"


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