Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07792


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Full Text

V
ANNO XXXIII N. Mi
Por ." mezes adiantadot .sOO.
l'oi- 3 mezes vencidos ,s500.
-------------B------------

SEXTA FEIRA 26 DE .11 Mili HE 18:7
Por anuo adiantado 135000-
Poi l' franco pai a o kuIjsci i|itoi.
incakrkauos da subscripcao do norte.
i1.-.Mhib.i, o Sr. Joao Rodolplin Gomes ; Natal, o Sr. Joaquim
I* l'ercira Juin ; Ar.-raiv, t, Sr. A. de i ; :< ; Cet-
ra', o Sr. J. Jos de Oliveira ; M.mnlu... o Sr. Joaquim Mr-
tires Rodrigues ; IMauhy o Sr. Jos Joaquim Avclino ; Pa-
ra, o Sr. Justino J. hamos ; Amazona*, o Sr. Jeronynio di
Coala.
PARTIDA. DOS CORRF.10S.
Olindi : |..,| ......ih.i-..i* ''i- ni.-i.ilior.ii dndi.1.
IfiaraMn', linau* l'anbiba: nu nnLi* -
s W to, Carpa *, Vltinto
Igiaraua', Cuiatiuv l*aruiba: nu tr ira*.
s. Vni.i. li -. r>'i::i,>, Caro > ti', lini'iii i.. H.I..UI-; na ti
S. Lih;i.-h. >. I'.'i ilAHm. .v,'.!!,-:1,. Liauciro, llrujft, I !... ... |.
i.Dv*, %.ii .-:t i.i, Boa-Tbia, Oaricurj o Exu", na*|iwrtiw-IWiaj.
i .,i.... I|...i ^Serhlem, Rio Konmwo, Una, Itai rinw, Agw-I*ccl, IV
ntrintt* >.i;jI : ajataan-frinu.
ntrintt* >,i;j1 : ipiinU)-.-1
corrcfoi parten
ni boias AUDIENCIAS DOS TRIIH'NAES llACAI'ITAL.
Tribunal do rommercio : segundas c quintos.
Ittlac.io : torcas Iciras e sabbadns.
F.i/rnda :quartis e sabbados as 10 horas.
Juizo do eummercio : secundas as 10 toral e q.lnlas ao meio da.
Juizo de orphaos : segundas quintas as 10 horas.
Primeira vara do civel : segundas c sellas ao me o dia.
Segunda vara do clvel : uarlas e sabbados ao meio dia.
KPIIOlF.IUDi'S DO HEZ DE Jl MO.
7 l.ua rhea as 3 horas e 3 minutos ca tarde.
13 (.'nano iiiingiiantc as huras c 50 minutos da manhaa
21 La nova as 7 horas e i minutos da tarde.
21* Ouarto crescentc as 2 horas e 1 minuto da maulla..
PREAMAB DE BOJE.
Primeira as 7 horas e 42 minutos da inanha.
Segunda as 0 horas c S minutos da larde.
DAS da semana.
22 Segunda S. Paulino b. : S. Nica. b.
2:1 Teecl S. Agripla 1 .vSs. /.eiion o menas Mni.
24 (Juana.* S. Joao Ilaplisla.
23 tjiimtii. S. (uilhcrme ab.; .. F'ebruna v.
21i Seila.lS. Joao e Paulo ir. Mm.
27 Sab.nl. ^. Ladislao rei '. s. Zoilo m.
28 Doinigo-I. A Pureza de S. s. Uo II p.
K.M.ARII.I.AIHIS KA M HNJili.An NO -I I
Alagoas. n Sr. ( laudino Falr.io Mas : Rahia. u Se. II. '
Rio de Janeiro, o Sr. Joao Perora Martiii-,
Bal PEIIYV.UUI t.o.
O proprielario do DIARIO Manuel Ficueiroa de lana na aaa
| livrana, praca da Inde|iendcnna n. firK.
O ministerio nao se embaracen com dizer o pruvor erva que fnrmam do carcter dislinclo dos habitan-
d'onde proven) este acreacimn. Al esle enno nao se I les. Na Dinamarca, pelo contrario, ellas se manifes-
fazia figurar no budget as cusa de perceprao do lam com tima vehemencia tal que o governo locou-se
imposto nem as peiises das lnanra- que agora sao dellas, e julgon dever denoocia-las a" Europa intei-
aln contadas na somma total de 4 milhes (i'.tU.OUO
libras esterlina, ou 117 milliOea -J'iO.tHXMI fr-ncus,
que nao sao urna despeza nova ; he minio simples-
mente urna reaularisacou do escriplura e uma medi-
da de ordem finr-nceira que o parlamento reclamava
de ha muito tempn. A' esta somma deve-se acres-
centar 2 milhes 20,000 libras eslerlin.is, oo ."ifl mi-
lhes oaO.OOO francos, que represenlam os onu ini-
ra, corr.o se pude ver pela circular do ministro das
relare* citeriores, H. de Sebele, circular cujn tex-
to vio a' lome no .Jotirnil des Debis de > de
marco prximo passado.
As sympalbias que actualmente e\i*tem entre os
Surcos, Noraegaaoie. e Dia.marqaeie. sao noUT.ii,
quarido se pensa as profnndis inimizades, que ein
lo.los os lempos divi.liram esle< tres povos. Elles fo-
P4ST1 Qf FIOiAL
COMBANDO DAS ARMAS.
QuArtel gemeral do coinmando da. ariaa. de
Fernambaco na cldade junho de 1857.
OIIDEM DO DIA N. .100.
O eener.l moMModanle da armas, faz publico
para sriencia da puarnir;io c devido efl'eilo, que a
pradanei. na dala d 22 do correte foi servida de
ippiOT.r a tabella conleccionada pela tliesouraria de
f.i/cMiiia, livanJo o valor da clape e forragem para a
tropa de linha existente nesta provincia lio semestre
que tem de decorrer de julbo a dezembro do presen- | s.er, imputado ao cltaiiceller do Erario. O inesmo iq Scandiuavos de boje : era uin .RSreg.do forcado de
le .ano, sendo a nica de .lape na razao de 300 res,
a de forrasen) na de OSO, c o pao alvo (meia libra,
subslitnitivo da familia de maudiOM para os doen-
Ics cm Iralam.nto no hospital, na de !NI res.
Jos Jud'/uim Coelho.
THIBTJNAX. SO GCMMERCIO.
SessAo administrativa EM 25 DE JUNIIO DE 1837
Presidencia do Exm. Sr. desemUargador
Souza.
poslos por um lempo sement, pelos impostes e de- rain, be verdade. reunidos DO XIV seclo sb o rei
psito, enntrahidos durante a ultima guerra. He um nado da ranilla Marsarida, porcn nao era essa oiua
'apilulo llov, mascuja rcponabilidade n.lo pode a^socia^ao ou uma confederaran como a enteutem os ,
linas que o scandinav.smo altrabio nos paizes es-
traageirof.
MrIMa.
'.'ounial des Debis.)
IlTKRiaa
la' com as costas da uerra -ia tossia, contadas cm i elemenios heterogneos, bosi's ale, que nao poda 1er
2("(,000 libras esterlinas ^ 11 milhes l2.,00) fian-| louca durarlo, e que com ffeito dissolveu-se justa-
mente nu momenlu em que a niorle fez othil o .cop-
eos ; e com as despezas que arrastra a organisacao
da policia e dos cursos do condados, para o* desen-
volvimentos *jue se deve dar' inslruccao publica,
para a creacao de novos ofliciaes niiuisteriaes ; a
mesma cousa da-e com o aucmento consideravel
qne sobreveio na cifra das penses e que boje altm-
ye a' quasi .~>0 milhes de francos.
Sao leis votadas pelo parlamento que crearan)
causns de despezas. Conlar ainda o qoe resalta ^n
As 11 horas da mauhaa, ac!iando-se presentes; auxilenlo da arma de arlilharia, da creacao de um
os Srs. .lepulados Kego. Basto, hemos e supplenie | orpo da lrm d eqaipagaoi e (le um corpa de cu-
itamos c Silva, o Sr. presidente abri a sessao ; e
sato abri a sessao
nado lida a acta da ultima, foi approvada.
I.eu-se o seguinte
EXPEDIENTE.
I'm ofTicto do tribunal do oommercio da Itahia,
fermeiros, da reor^anisa^ao da intendencia, coosas
cuja lodl.pan.avel necetsid.de tem demonstrado a
experiencia ; juntii finalmente ,'t lado i>l o que
prodnzem os mercado, e os contrato, que .inda cs-
13a em curso de execu<;ao, c o desenvilvimeuto que
le 1S do correnle, accauada o recehimento do que I receberam certos ervicos pblicos, como, per exem-
foi-lhe dirigido por este liibunal em dala de" de
inaio prximo passad".Archive ^c.
DESPACHOS.
I'm requerimento de liocker Ov Companliia. pe-
dindo regislrar o emirato de sua sociedade. que a-
junlam.llaja vista ao Sr. desembarca or liscal.
Outrn de Timra Mousen i\- Viuassa, pe 'indo re-
gistrar a uomeacao de seu caixeiro Joo laplista de
Oliveira.ll-ci"tre-se.
Outro de Antonio de Azevedo Pereira, c a viova
Tbeophilo Filho v\ Hibeiro, por tea. procoradores,
pedindo registrar o eu luale Novo Anglica,, que
compraran) a Joaquim Jos da Silveira, sendo cntao
denominado Estrella da r.onceicao.Foi com vis-
la ao Sr. desembarsador liscal.
Oolro de D. Paulina Caelana Soares Carneiro
Monteiro e Jos Cicilio (Carneiro Mouleiro, replican-
do ao despacho deste tribunal sobre a rehabilitarlo
que pedirn).Junte-se aos autos e sellados vollem
conclusos.
Nada mais havendo a tratar, o Sr. presidente le-
vanlou a sessao.
Sessao judiciaria em 25 de idrho de 1857.
s
Presidencia do Bxm. Sr. dcenibargador
Souza.
Esliveram prsenles iodos os inembros do tri-
bunal.
Dislrihuir'irs.
l'oi distribuida ao Sr. desembargador Villares, a
appellarao entre parles:
Appelanles, Rnthe & Bidoolac ;
Appellados, l.asscrre A \'i Escrivo Martins Perelra.
Jnl/jrtmenlos.
Appellanle, Jlanoel Pcreira de HagalhSes ;
Appellados, Mauoel l.uizOelho du Aluicida C sua
mullier.
Foi coafirmada a senlenca a'.pellada.
Embargaale, Jos P rea da Cruu;
lambareado, Masoel Goncalves l erreira c
Keceberam-fe os ambaraos.
) secrvtario,
. l)r. Aprigio Guimar'irs.
ilva.
Sexta-feirn panada o r hancell-r lo Erario, sir Cor-
ruvall l.ewis, expoz na cmara dos coromons o= mo-
tivo, do liudgei pedido pelo governo par. salisfaier
a oeeeaaidada. do anuo fioanceiro, qoe comecara no
dia 1 de abril prximo para acabar no inesmo dia do
auno de 1855.
O discurso do ministro Dio durou menos de Ires
lloras.
He sempre um grande negocio para o publico in-
gle a apresenlaeao do bod^et ; be na mor parte do
lempo na podra de toque da situadlo tinanceira qne
a upinino juica a cimducta do c>verno, p se nos re-
montaramos lia siiiie annos atraz, veremos que de
facto lodos os ministerios que se lemsuccedido tem
sido desmoronados ou levados ao poder por qneslcs
de lin unas. I'orera nesle anno ligava-se com inle-
resse ainda mais palpitante que de ordinario -la
solemuidade ; era, depcis da asGunalnra do tratado
de Pars, o primeiro budgel de paz que era apresen-
lado ao parlamenlo, e os eontribointe. inslezes que,
de hoa vontade e com um patriotismo porque se po-
de desvanecer oorgulho nacin ,1, haviamsupporlado
lo los os impostas qu. se Mus havia requerido paia a
guerra, estaram moilo desejoaos de saber o que li-
nham canhado com a paz ; depois de havercm pa^o
^i risr.a e ceuprosamenle, corri i-lh.'s tollosos llret
los de exigir qoe nao se os qui/.esse a-similar a
poole aux n-ofs d'or. o
Se o publico nao ganlion tU(v, qnanta almejava,
ao menos mo foi illu.li >.. sua lecitima expectativa,
(l'imparalivamentc ao budgel qu-> apresentra no ul-
time anno, quanlo a paz anda nf.o eslava assjgna-
da, a rhancellcr do Echiquier prep- para o anuo
prximo urna redcelo de despaia. sobre os captu-
los militares que na vai menas de :i"i millioes de
libras esterlinas ou 875 milhoes de francos.
He nina ditlerenca entre o estada de guerra e o
de paz que vale a pena ser Dolada. Todavia n3o se
a deve contar como a differenoa real entre o que a
naeao paguu no ollimn anni e o que lr de panel
este anno, visto como no mez de malo de 1S5G, loco
depnisda troca das ratilieace do tratado do paz,
o soverno havi.i-.aja aprestado em redozir inas pro-
posieesde deepeaa. em uma somma de mais de !00
milhes de francos.
A diminoica piojectad. sobre o badget assim re-
daxida do anno paasado monla eiilretaiitn unda na
realnladc a semina de 17 milhes. grji, ISO libras ts-
lerlinas, ou :to milhes, 104, 725 francos. Na. no-
vas previwes a arma la sera' montada com 13,000
marinheiros ou soldados de marinha ; o exercilo con-
tara' sob suas bandeiras I2f>000 soldados, indepen-
dpntemente dos 2S,0)0 homens de tropa, rene, que
serio m.alidos pela companhi. das Indias. He o ver-
fladeiro estado de paz, e estado que rodal sua ar-
ma la e sen exercilo a' qnaji metale, nao sera' sem
duvida aeeosada pelos homeii' de bom juizu de pro-
curar perturbar a paz da Europa ou de pensar em
f izer conquistar, assim como nao polera' ser sus-
peito de querer que no pai'. predomine o elemento
mihtar, o coverno que faz desrer a cifra de suas tro-
pas de 216,000 homens a' 120,000.
Os Inslezes que Uto c^osos age de suas liberdades e
de seos privilegios, cerlo que nao senliam serias in-
quila.;0s a' este re.peito, mas nga drixavam de
manifestar algama deseonfiane,. a' respciio do cran-
rie numero do tropas que viam reunidas lias libas
lirilauuic.s.
Era um Ihema de dcclamares militas vezes de-
senvolvido nos meeliag populares, o com tanto
mais probabilidades de laceme porque o whig que
boje diminam no cabinele, s.ampre psssaram na In-
glaterra nor ter Inslinclos de eeulrasaco que nao
-a i ;. mpalhieaa a mass. ilo povo; eam razio ou nao,
ella considera a eantralinejla como Jom Inslra-
menl i d. servida. As susceptibilidades eram bas-
tantemente vivas panqueo clnnceller do Erario
lenhljolgado dever assecurar a oplnlo sobre esle
delira io paulo, e respon 1er, rom a linguagem elo-
queuic das cifras, pelas boa. intenres dogoverno.
Qaem mus dlflleil fisse que os luglezes ter-se-
hia tilvez satisf.ito com .. boas novas que Ibes vi-
uin snnuncl.r sir Cornwall l.'wi-. No encanto elle IDr
leve o coi lado de notar qoe seo prujeele de budsel '''"'<" esterli
po, o dos vapores Iransallauticos, que boje conla
cerca de 25 milhes de francos, mas que compensa
em vanlascns de diversos gneros muito inai. que
sua despeza, e eolio veris que deliniliv..mente o
governo mostrou-se econmico dos dinheiros pbli-
cos ; que depois de ter feito a guerra sem merca-
dejar con) oqucesla podia cusUr. sabe entrar com
a paz nu seus junios limites.
lina das mais interessantc pgSMgea. do discurso
do chaneeller do Erario, he aquella em que elle faz
o calculo das despezas e dos encargos impostes In-
glaterra contra a Kussia. Seeundo seu computo, o
total das despezas fcilas dorante os tres annos 1S5i
1855, 185518511, 18561857, eleva-e. i cifra de
228 milhes 721.000 libras esterlinas, ou 5 milhes
718 milhes 25,000 francos, o a somma das recei-
las, nio compreh-udido o producto dos empresii-
mos, a 102 milhes 085,000 libras esterlinas, 11 mi-
Ihares de milhes, 817 milhes 125.000 francos);
difl>ronea entre a leccila e a despeza, 0()O milhes
000,000 francos. Para supprir a este dficit, foram
creados, quer por adjunreao divida consolidada,
qur por meio da divida lluetuanle, recursos equi-
valentes a i I milhes I,OnJ libras esterlina. (1 mi-
Ihao 26 milhes 25,000 francos) somma superior s
necessidades que se produzram, porque as despeza*
da guerra pararan) na somma 70 milhes 398,000
liara, esterlinas, ou 1 biliio 000 milhes 960,000
francos cm quanlo que o. recursos fornecidos para a
Circamstancia pela imposto ou pelos empreslimos
eram da 81 milhoes 103,000 libras etlerlinas (2 bi-
Ihcs :I5 milhes 95,000 francos.)
A Ingl.terr. niiu se poupava, como se vi-, e no
eiitanlo a prudencia com que ella administra a prns-
peridade durante a paz permiltio pedir imposlos,
para .ppliea lo inimediatamenta s despezas mili-
lares, urna somma de ;o milhes 362,000 libras es-
terlinas (I bilhaa 0 milhoes 5>,0;: raacos.) Sc:n
duvida a priipriedadi uo aeradereu esle peso w a
ella ; mas definitivamente ella c oporou em nimio
grnele p re c wt fraclooso Basilio ips^ rregou
lamo o (Vlu pr ... > i.ilv'/. as perlorbuc s qu,
Icnam de i ITror >> eorosnercto a taduatria naeiv-
oal em sin > 15 critico coro.....si i i legoer-
la se io.se inis'.er requerer a emprestimo os re-
cursos que o ii income tas a principalmente pro-
nzio.
llamis o u'.ur nao ^e antolha carrecado. Usau**
d-i da* previdenles reservas que se Ozeram as leis
ronslilolrvas dos novos emprestimes, sir Cornwall
l.ev.is calcula, qoe todos poderao ser rasgal lase
rceinboli .i em 1877, ista he, em vinle aunse
lalvex qoe s em dezesei., eom os meirs ordinario,
do. hoigeis: (( Parece-me, dizia o chaneeller do
" Erario, que um scmelbante estado de cousas per-
mili, lanear um volver d'olhos retrospectivo que
o nfla deixa de ser lisongcirn, sobre a gestaode nos-
sas financia dorante a ultima guerra. Elle mos-
Ira lamben) quao maior he a previ leona paler.
nal de nossa geraejio que a das geraces que no.
precederam, e se neaao. antepassados hoavessem
para Cumnosco as niesmas attenc5es que temos
(i tido para com nossa poalarid.de, nao esterismos
o boje sobrecarregados eom o onos d'un.a divida de
o 800 milhes de libras esterlinas 20 bilies de fran-
Cos.
Sir Cornwall Lewis, po lera aereseentar qoe, em-
bora a enormidada desta cifra, a Inglaterra asoppor-
ta entretanto com mmlo mais acllidade do que >ap-
portam outras potencia* unta divida muito menor,
e que anula boj ha uma difieren; i de 50 por 100
em sen favor entre seu rredilo e o da Franca, que,
depois d rredilo da Inglaterra, he o primeiro cr-
dito domando. Muitis diversas causas conlribuiam
para pro lu/.ir este resultado Lio honroso e Lio van-
lajoso nos interesses do paiz ; porm no numero he
nii-ler levar em india de conia a brandara com que
sempre fin datada a propried.de territorial e o pres-
tigio que sempre a cercoa. Em lempo ordinsrio,
ella sollicita em um intcres;e cons rvader da socio-
it.de as amhicfs d. toda- as p.-ssoas que eurique-
eem, e fornece aos adraini-lradores locae- urna ma-
gistratura, cuja popal.ri l.de uao tem rival sobre a
ierra, e em lempo .le cris d com ludas a* suas re-
servas e vence as difliculdades que se obsl.im gran-
deza e prosperidade nacional.
Nao admirs poisque a guerra em nada lenha of-
endidu a aetividade productiva de tima sociedade
lao bein eslsbelecids.
Na anno de ISO. a cifra da imporlaces elevou-
se com elTeito a somma de 115 milhoes 890,000 li-
bras esterlinas 2 blliOM<698 milhes 250,000 fran-
co*.' lie justamente o dobro das imporlaces de
1849, bisele anuos -rnenla a csla pane, exemplo
que mostr o eztraordioaria beneficio que o rum-
mercio inglez reeebeu das saldas e liberaos mod.fi-
cr.ces que se (izeram na tarifa dasalfaodegas, lan-
o mais quanlo, uestes elo annos deve-se levar em
cuota tres annos de despeza. de guerra, e o melhor
numero lalvez que foram annos ie m.ios proiliulos.
E o lluenci. do liberalismo e-n materia de commercio e
-le iu-lus.rii, he qu. interiormente, para obicro
nesmo esul'a lo, isto be, o dobro de suas exporta-
rles, a Inglaterra espern mesmo em lempo de paz
Irinta e Ires anuos; masera a bella poca da pto-
teccae e da prohibic^o,
Em 1810, as evporlBcts apenas eram o dobro do
que heviam sido em IS1G ; boje chegaram ao qua-
drupulo.
Do mesmo modo os temores que haviam .argido
no lempo da revocaba do aclo de navegara) e da
abertura dos porlos iuglczes a navegara clrangci-
r. tratarla de boje em vante da mesma sorte que o
pavilhao nacional, este, temoies esto boje di-sipa-
dos pela aatoridade dos facto. produzidoe. Sol o
novo rgimen liberal, o muviinenlo dos porlos in-
clezes represrnlouem 1850, nacomprehendidoi os
navios ,i leslc, um total de 17 milhes 901,000 to-
neladas, e no augmenlo que arcosa e-la cifra enor-
me a parlo proporcional do pavilhao nacional vai-se
deaenvalven lo com mais rapidez que.a dos pavilhOe*
c neurrentes*
A' reilurra ce despe/.as proposta pelo enverno
devi. naturalmente carresponder urna diminaii.a.i
nos imposlos: O abale feito aos eontribainles ser
segando o. calcules do chaneeller do Erario do 11
milb-s, 791,01)0 libras esle linas, a 309 milhes,
975,000 francos, assim divididos ; sobre ,i reva la, 2
milhes de libras eslernis ; so'.ire o cha 369,000 li-
bras esterlina. ; sobre o cafe, 135,000 libia-esterli-
nas ; sobre o as*ucar, 342,000 libras esterlina. so-
o meome-taz finalmenle 0 milhes 125,000
is 228 milhOe. 125,000 francos.
ni i comprehendi. lodss as reducen -s qio era per- I Dever-se-ba notar qoe, salvo sobre a propriedada ,
niitli lo esperar pira os e\-rc nos s-miles. Segn-I qne ll'iovet pago quasi pur si s c titulo de con- : '"-'la. e houvesje pnra isto lugar, ainda antes da
tro das poderosas maos que o haviam creado e man-
tillo.
Doo.scalos depois, ChriStiano II, rei da Dina-
marca c da Noruega, procuiou apoderar-so na Sue-
cia, porm esta tentativa, depois de ter frito correr
groMO jorros de sangoe nos ram|ios de batalha e nos
cadafalsos, aborlou completamenle e smenle conse-
guid augmentar os inveterados odios naciooaes j
exilente., os quaes se conservaram mais ou menos
vivazes al a poca em que a Noruega foi desligada
da Dinamarca e aunexada a' Suecia is", successo
que operon orna completa mu lae i as relares
como nos sentimentos dos ires povos.
A Dinamarca, azhaarida por uma gueira de olio
anuo*, e feri *a em seu poder poltico pela perda da
Noruega, sentio a necessidade de um apoio, c Unrou
iiatiiralmenle os olhol para a Suecia, a qual, de seu
lado, p-.la acquisi^a.) da Noruego, que sempre ambi-
cionara, deixou de ver na Dinamarca, como al en-
Lio o (izera, om viziubo que podesse tornar-se-lhe
um inimig poderoso. Dest'arle os odios que subsis-
tan) entre os dous povos, deram pouco a' pouco lu-
gar a' sentimentos de benevolencias reciproca.
So entu he que as tendencias scandinavas actuaes
comeearam a' surgir. A loocidade das escolas dos
Ires paizes, que conceder a primeira idea, reuna se
e fralerniseva-ee, ora em Luna nu em Kpsal, ora em
Chrisiiania e em Copenhague. Neslas assemblas fa-
ziam-se saudes a' uniao das patrias respectivas; pro-
nonciavam-se discursos no mesmo sentido, e estas
manlfeitaeSe. acharam echo na allloencia dos espec-
tadores, qoe concoma. Mas o negocio licou ah, e
provavelmente o scandinavismo anda esiaria no es-
tado de pura thearia, se acontecimtnlos posteriores
nio viessein dar-lhe a forca e vilalidadc que tem
agora.
Es!s acontecimentos eram : Para a Dinamarca, a
niurre;3o dos ducados de Schlesoigrie Ihilslein e
de l.aiiemhonig ; a enrgica e constante opposicao
de-les mesmos ducados a' sua encorporacao na mo-
n.rcliia dinamarqaeza, e o grave conflicto que se Ihe
seguio entre a Dinamarca e as grandes potencias
allemSea ;na Suecia c na Noruega eram os trata-
dos as.ignados cm novembro da 1855 com n Franca
e a Ingl-lnra.
E-les tratados, protegendo a ntegridade do terri-
torio sueeo-norueguense contra toda invasio da Itos-
sia, liberlaramao mesmo lempo os dous povos do
jugo qu a potencia moscovita nao tiulia denado de
faz-r nezar sobre elles desde a peca em que ella ad-
quiri a Finlandia (1809 .
Os Dinamarqoezes, por sen lado, bem qoe na in-
terviessem uestes Irnlado., viram nelles da parle das
potencias occidentaei urna garanta senao positiva, ao
menos moral, contra a grande dependencia em que
i ltus-ia lioha seu paiz.
Os ira. retiios scandinavo. respiraram por ii
lie des,t.. rula- que eelioaram ni prara pal
acharam crav. > fr>'mp.lhia -.- votos pelo seu fuiuro.
Os esladantes quando iair. reomr-se, nio tinham
mais uecessidaiL' de aaeatiiirem para pagaras dcs-
fn'/.as da viagein. Os proprios governos punham
SU. di.po.l(9o b leis a' vapor ; os n s osrar o Fiede-
rico \ II, em pessoa, os acollreram, deram-lhea bos-
p'nalidade as proprias re>i-:;-nciasi rrt;Ks c lestemu-
nhavam-lhes ama alia e calorosa benevolencia.
^Ellas augustas approvafdeo deram un novoegran-
dio.0 impulso ao scandinavismo, subte tu lo na Di-
namarca, que i-olada de suas provincias a.-inaes,
eolio mais que nunca a necessid.de de uin apoio ;
lamben) foi ueste paiz que pela vez primeira fez-se
publica a quesillo de realisar a uoMo dos paizes scan-
diuavos.
He sobre esla qucsLTo que arrebenlno urna grande
sejsma enlre os scandinavisla. dinamarquezes. t.)ue-
rein mis Iranspor ludo e ir direilo ao fin; ostros, e
felizmente estes eonetiloem a grande maioria, rapel-
lem os me.ns vilenlos e snslentam que he misler
respeitar os direilos adquiridos, nesles comprehen-
deiiclo-se os das dj naslias. Enlrilanlo todos esiao de
aceordo sobre esle poni, que a conservacrio dos du-
cados allamies como annexos da Dinamarca he in-
eompalivel com uma Scandinavia penilaria, a qual
deve necessariamente ser homoacnea e excluir toda
iuliiencia eslrauba.
A' este respeilo soscilon-se uma polmica de uma
vehemencia, de que nio se poderla fazer urna idea,
quajidu nao se cuihece as largas bases sobre que
esta' repoosada a liberdade da imprenta na Diua-
marca. Os j ruaes olciaes ntervierum e defenderam
o .talo q-i i. m :S com nio lerarao, e sempre recoahe-
cendo a ulilidade e a conveniencia de urna Scaudina-
x ia unitaria.
Enlre a* innunierave's brochara, que foram pe-
hlicadas sobre a queslo, urna huuve quo produtlo
orna immensa e legitime sensacan por oao*a da po-
sicao toda excepcional, em que -e acha seu autor, M.
bario do Blixen-FinerLe, que prende-ae' de petto ;i
eas i reinaute da Dinamarca.
al. de Blixen, como marido da princeza Augusta
de 11,-sse, a' qnem despesuu acerca de dous annus, be
Conhado do prinripe Chri I ano, que, em virtu-le do
protocolo de Londres de 1852, fiz-se o herdeiro pre-
sumptivo c proVavel da coroa-la Dinamarca; he
l.mbem cimbado -I principe Iredcrro de Hese,
que a enliga le real da Dinamarca, abrogada pelo
pr iiiroin, chamava evento.lmeate ao throno do
mesmn | ai/. Alm lisio, o qoe mais nolavel he ain-
da, M. de Blixen, naqualidade de proprielario de
grandes dominio, lilis situados na Suecia, outros na
Dinamarca, he membro nato da cmara da Nobre/a
da Dieta I primeiro -lesies reino*, ao mesmo lempo
que he elegivel na Dinamarca, onde inda lia pouco,
lazia liarte da representado nacional.
Em -na brochara, que he intitulada: u OSean-
dinavismu encarado sob o aspecto praliro e que
traz por epigr.plie esta phras? do rei Carlos Jlo
[Bernardotta): Julgais vos que se poasa fazer alia
poltica siui sncerdade M. de Itlixeu ci-meca
por dizer que, sendo ao mesme lempo eidadgo Ja
Suecia e eidadgo da Dinamarca, considera como um
ile-.er dizer sua npino sobre a ardenlequesia da
rilem do lia em um momento em que o scandina-
vismo, sahindo das eapberai idaes, tende a tradu-
zr-s- em actos.
Elle declara que os che fes di partido scandinavo
sao lodos homens honrados, pertencenles s ela-se*
letradas, e profundos conheeedores da historia dos
paizes -lo liarle ; elle convm que a uniao dos reinos
scandinavo.Mb o aeeplro de um s soberano, seria
mil sib todas as relaces, e que teria uma ba.e so-
lida c doravel, visiu como o elemento popular con-
r irreria para *ua formacao, elemento cuja ausencia
tinha feito cahir a anliga una srandinava, coeno-
minada de Colmar, que nao foi senio o resultado de
combinaees dynaslicas c nabiltares.
M. de Blixen iesisle lamben) sobre a necc*sid.idc
de fazer cessar toda ligario intima do. ducado* alie
maes com a Dinamarca, desde o momento cm que
esta entrena na Scandinavia onit.ria.
Plisando ao objeelo principal de sin brochara,
qne he indicar o meio de realizar a uniao, .M. Bli-
xen prope s dynaslia. la Dinamarca e da Sue-
cia Noruega .dopl.rem recripruramente. isto h-,
formar ama onio proliom de modo que aquella
das dua- lindas masculinas que sobrevivezse a nutra,
sudiria ao Ihrono vaslo. M. de Blixen -leseja que ns
governos rnpecllvos submeltam s Dietas projeclos
de lei nesle sentidn, com a reserva que, em raso de
succeans extraordinario., a oniio pudese ser elfec-
da o rhanr-'ller d Erario, na e pode chamar rom IribuicSo exraordiuaria a maior parte das
r-zao um bu Iget de paz ao I 1857 a' 1S".S ; seria
mais jus) tizar que he mn budtrel de Iraiisrio en-
tre a guerra e a paz, por que elle ainda lea' qu.
Mpp triar as ronse i r-ncias I m r a li s em'vista da
guer-a e a liqui laci i de i m i cifra hem imporlante
de despeza. qoe anda ni i i posiv-! terminar. He
a' esla caos* o m irmenle aos resull: '.i>s nece-
do. empreslimos contrahidus daranlea lula a como aos deseiivolvimenlos indfpen*aveis qu-'
beram serlos n '- pol lieos que se d -ve atlril uir
adifference,all s inasa psrenledo qoe rea!, qoe
e\i- e enlre o novo bodgel o dos anuos nn. ...
deram a guerra contra a ftussia. De 1850 a" 1855. o
lnno medio das despeis era de i-rica de 5i mi-
IhOesda libras esterlinas, ru de 1 mil
:'. o niilli.'s i|a frau-i-s. em quanl qi
po-ia p-ra is57 a I85X he -le 65 milhes, 474.000 li-
bras e-ieriina-. ou de 1 inilha d un hfles, 6:16 mi-
lhoes 850,000 francos : difierenca pir mais sobre o
prximo exercieio Bn.nceiro de 2S6 milbOu de
francs.
rornecida. pe imposto ditecto para as cusas da
guerra (mais le 33 milhes de libras esterlinas lo-
dos 01 abites concedidos vcis,m sobre objecto i'e
cornomacio popolar. A triitocracia que governa
Inglaterra se-< pre meilron um
p ios nter, s dai :' letal, e be i I le
curar mais longe, que .-deve etlridnir o I
noea dolaba de seu reinado.
Journal dti !> lis.
xtinc{go .le in. 1,1 da* Midias masculina-.
E-la-alucao de problema cm prosenca la uume-
r -: 'V- i'ii leneia natural de uma -'as tamilia. ieaes,
e 4a succenla legalmenle desigt la par.-, a outra,
ua saliafei o* o prit-
riliau-
lin ... i ir; i, pr ijeclo tle reunir sobre uma
-. ni ni.i r.,;. .. ,|a Dinam irea a
- Noruega, preoecup. porfiada e i'mullaneainen-
Ode milhoes le I os espinlos nesles paizes: be agora umi
cifra pro- | questio social que se agita entre pnpol -; "- comp s.
t-s de li nullis de pe-soas, e que merece ser exami-
na a.
Na Sa-via e na Noruega, a< lendeneia. srandina-
va., l-ilas fortes!, ludas populares como sao, di-eu-
l lemse ciitrelaleTo com a modera;! >, a calma t a te-
cidado eilremo I fulnro longinquo e indeterminado enmprimento
sea. voto; mas elles ap leram se d votos I i-
tos cm favor do scanitinavismn p r um homem que
- -ii re pas.au p r ler a coragem i!.' n i opiiiiu, e
qoe puueos dia. anl.s da publica;ao d sin brochara
linda rompido ab rtament com a curte di Dina-
ii irra.e demtlira-r> do. all s r ...gus v. ni i, lanienle
retribuido que oecupava junto a familia real da
Dinamarca.
O scandinavismo excitan mui gran,le inleresse na
Allemanlia. porque sua rcali/aro arra-liaria a se-
parai.a.i da Dinamarca dos ducados de Uolstein e -le
Loxembonrg, que a i'.iiiifedera.;.i. Germnica sem-
pre lenlio ve los enllocados sol) o Keptro de um
prncipe c.lraogeiro.
He dista que M. de Sedele, em sua circular pie
mais cima ciamu*, fez allusio hilando das lympt-
RIO DE JANEIRO.
CAABA US SHS. ItErtTUOS.
SESaAO' DE 25 DE MAIO DE ls .7.
Presidencia do Sr. N'scouof rfe liaependi/.
A' dora do coslume, feita a chamada, c edan-
do-se reunido numero legal, abre-e a sessao.
I.ida a acia da anterior, de approvada.
O Sr. Primeiro Secretario da conta do seguiulc
expediente:
Nove uilii-i do ministerio do imperio, commu-
nieando ficar o governo inteiradn le lercm si'l ap-
provadas na cmara dos Srs. diputados as cl-ices
secundaras de diversos circuios provincias.Fica a
cmara inleira.
Dou dito* I secretario do senado, communican-
do que, S. M. o Imperador consenle as resoliices,
que approvam as aposentadorie. concedida, ao. jui-
zes le lireito l'r.nriseo de Paula le Negreixos
Sajao dolalo e Francisco Veira da Cosa, c igual-
mente na que declara que a ultima parte da dispo-
sir.lo do arl. 1- da le le 28 le selemlno de 1853,
comprebende as viuvas e fidas dos ulliciies e mais
pravas do corpo municipal permanenlo da corle.
l'ica a cmara inteirada.
I'm requerimento de Antonio Simes de Fariaa,
pe lindo ser admillido a exann-s lo segundo e ter-
ceiro annos mdicos.A' commissao de inslruc- 3o
pudlica.
Dito da cmara municipal da villa le S. Joao da
Palma, pedindo a creacao de ama nova provincia
ao norte da de Govaz.A' commissao de esta-
liilica.
Dito da cmara municipal da villa do Araxa', pe-
dindo que teja dividido o dislriclo eleiloral a que per-
lenee o seu municipio em dous collegios, sendo um
na cidade de Eberaba e oulro na villa do Araxa'.
A' coniinissao de conalilniclo.
Dito4o deiembargador Padre Madeira le Adreo
Brandan, pedindo a solurao de um requerimento
que dirigi a' cmara.A' commissao le penses.
Lm parecer la lerceira commissao do ornamento,
que appmva a ladella dos venrimenlos dos macis-
Irados e empregado. do tribunal !n couselbo su-
premo militar, do de justiea e da respectiva secre-
taria.He julgado objecto de deliberacao e vai a
imprimir.
Dito da commissao de pensis e ordenados, pe-
dindo informacoes ao governo sobro a pretencao dos
empregados lo coireio da corte.He pprovado.
Vai a imprimir o voto em separado do Sr. Pa-
checo sobro a eleicati do primeiro districto da pro-
vincia iio Piaubv.
OKDEM DO DIA.
Volacq rio parecer de commissao sobre as clci-
ees do oilavn districto da provmria de S. Paol-i.
He approvado, e em seguida o Sr. presidente de-
clara :
Depatado pelo relerido dislriclo o Sr. Dr. Ga-
briel Jos Rodrigue, los Santos.
Segue-sc :
Dlscossio do parecer r!e commissao que reconbe-
re o Sr. Jagaaribe como deputa lo pelo quarlo dis-
lriclo eleiloral da provincia do Ciara';e do voto
em separado -lo Sr. Pacheco favoravel ao Sr. Dr.
Pompen.
Tem a palavra o Sr. ladnreira.
S. E\c. comer, o seu discurso declarando que
(endo par almiiis das feito parte da romml*si-i de
poderes no impedm mu do ..r. Teixeira Jonior,
vai por a ca-nara o vnlo que prwleudia darneaU
questio, voto eonseiencioso e firmado anicamente
nos docamenlos que aximinon, a' villa dos quaes e
incenteslavel o direilo do Sr. Pompeu a oceupar
um atiento na cmara los Sr. d pula tos.
Entende o orador que a cmara deve decidir c-la
quesiao com toda a ju-lir i e imparclalidane, um
allender a cor poltica los eonlendoros ; que elle
orador nao pode ser suspeito (apoiadosi e que mi -i-
gu a ped> legitime direilo.
Diz mais que a que-tau da niuilo grave e a sua
deci-ao ter' grande influencia sobre a moraddade
publica, [apoiiidas] pelos episodios que a acompa-
nnarain, como pleura* a expor.
A cmara de IS57, exclama s. Exc, deve coUo-
car-se cima de todas as ronsider.ies de parlulo e
muslrar-sc na sua ver lad-ira fitina, na altura que
compete aos representantes do povo. Muilus apoia-
dos.)
Pana depoii a enalvsar o parecer da maioria la
commissao e o combate especialmente quanlo ao
numeru Ilegal dos cleitores de Santa Cruz, o qual
de maneira algomn pode ser le 21 romo quer o pa-
recer, a.im oe 12, como sempre tem sido marcado
por lodos os prndenles daquella provincia ; nu-
mero lambem marcad pela cam.-.ra dos diputados,
quando approvou o proredimento do collegio da
Imperatriz que julgou millos es nove votos "exce-
denies ua leglslalnra piarada.
Diz lambem que os mesmos 12 eleilores de Sania
Cruz nao poden] ser approvadoa, por se lerem se-
parado do collegm sem molivo joslific.doe presi--
dus por um juiz le paz estr.oho. Que pois nao id
o excisso he Ilegal como sio nulloa tudus os votos
de Sania Cruz por f.di, Je condicao essencial para
sua validade.
Detmis -le disrnrrer s lire cnlrns pontos do pare-
cer, n.nclue declarando quo pelas razes apreseuta-
-1as, nao era possivel deix.ar de ser reconhecidu co-
mo legitimo dcpnlado o Sr. Dr. Pompen, sCm a
vals u.granle njustica.
i Durante o seu lisTiirso foi o ora-.'or inlerrom-
Pido pelos .-srs. An lie Bastos, Fernandea Veira e
Arauju Lima, ans quaes responde rom a maior cal-
ma e energa. Os Srs. depuledos pelo Cara' s
lepetulas vezes chimado, a ordcni pelo Sr. pres-
deme.o
O Sr. Cruz Muflate astenia o parecer.
O ^r. filala Turare* entrando na apreclacia
lo piuccssn eleiloiai lo qoarlo dislriclo, narra com
miiiuciosnade as illegili laoes que o viciaran, ja no
numero legal d-.sseus eleilores, a na calma e boa
or.lem neceaaiia para o inleira libei-ade do voto ;
apnsenla como queslao caplal o excesso de 0 elei-
lores no collegio de Santa Cruz, que I pozar de ler
sido reprovado em 185.1 pela cunara, prevalecen em
favor da candidatura do Sr. Jaguaribe ; expe a
violencias pralienda na eleicaoda Imperatriz pelo
juiz do direilo Dr. Ra)mondo de Arivijo l.im.i.e
termina entregando a' imparcialidadVda camaia a
aprecioslo dos seu* arrmenlos.
O Sr. Aravjo Uma romera por declarar que irlo
deixaia' passarsemdefeza as accaucSe lanradss
por seu predeensor na triduoa ao s'eu pareite e
amigo o Dr. K.ymando de Aranjo Lima, cuj pro-
cedimenlo ja que o foreama levantar o veo do pai-
rado] compara com o que leve um lia S. Exe. (Os
Srs. Barros Pimental, Silveira Lobo, Toaeane Br-
relo e Fernandes da Cunha reciam. in coutra estas
palavras do orador.
O Orador (couliuuando contesta lambem a par-
le lo discurso do mesmo Sr. lepolado que referi-
se ao numero exeeHivo dos elcil- res de Santa Crur,
a ni.Mua iofloenciida aatoridade na Impeainz,
canclundo com a declaraclo do desejo qoe nutre-
ria, sendo possivel de ver eom assento na cmara
ambos os eaviUeiro.coja cus esta'em tliscusssio.
A disciisso li,a aliada pela hora ; u Sr. pres -
dente encerra a so.so ,-|Hndo para a seguinte
OP.DE.M DO DIA.
A mesa anteriormente designada .crescendo:
Terceira liscossao do pn-jeclo n. 00 de 1850, que
entorila o governo para trocaras nota. c!o exmelo
Banco do Brasil, e as cdala, lo lliesmro, de que
lie i .' i ur...;. i o conego 1 dppe Jos de Moraes.
Terceira -lita do projeclo n. 7: le 1856, que ap-
prova o conlralo celebrado com Henrique Blume-
neau para a fundara-i -le una robinia em ItagUlh)
na provincia de Santa Galiiarina.
Levanla-sa a sesiflo as:; horas da tarde.
Arham- ecoma i ii vra os >r-. Pes Brrelo.
Andrc I: slos, Ma.lurera, Fausto c Pacheco.
K3o hoave ...sao no senado no dia 25, 26e27.
26
Prcaicfencia oSr. lisconiede llaependy.
Abre-ae a lessio.
I.i-la a arta di anlerior, de approvada.
O Sr. Primeiro Secretario di conta do seguinte
- expediento :
Cincoofl! ios do ministerio do imperio, eommu-
nicando <' i o governo fnletrado da appi
ilada pela cunara dos Srs. di pulidos as eleiees se-
cundarias le diversas circulo, previnei.es.Fica a
cmara inteir.da.
Ditodo Dr. Pedro Muniz Brrelo de Araggo, de-
potado pelo 3." circulo da provincia da Babia, pe-
dindo lieene a cmara para rctirar-se para a -o i
provincia por motivo, de conveniencia.A' com-
missao de po irrts.
I'm requerimento dos empregados d lllm.' c-
mara municipal Ua enre, pedindo que, por umn
r-s.iiura i la ass imbla geral legislativa, deel ir que
elles leem direilo a aposentador!., na forma da* lei.
|ue regulain. A eoffimissio de cmaras muniej-
paci.
l.-se e apprnva-se sem debate o parecer dn com-
missao le poderes sobre a eleicao do 2. circulo da
provincia le Govaz, e sao declarados :
Deputado pelo referi lo crculo o Sr. l-ilippe An-
tonio Cardo*o de Sania Cruz, e supplente o Sr. Jos
Bodrigues Jardim.
OIIDEM DO DIA.
Continua a discussa do parecer da commissao le
poderes e vol era separado sobre a eleicao do 1.
dslrcto eleiloral da provincia do Cear.
(1 Sr. I'ilella Tarares, pedio lo o odenlo a pa-
lavra para respon ler ao discurso proferido pelo Sr.
Arauju Lima na iranio anterior, repelle as iiisiiiua-
e-ies e referencias oiliosas feita. nfsaa Oec.silte ao seu
passado poltico, rujas erros e-la oscurecidos e co-
berlos pelo manto imperial ; diz que, exprimindo-se
nesse. sentido o mesmo oa lor a quem ,se refere,
de-resp-iiau al s altas pierogalivas da rjroa ea
couilituicao lo imperio, ifutando-ie da queslao
que se rt'sculia, para lalvez. chamar a si com essa*
recordaces inconvenientes os votos los conservado-
res e moderados, inembros da cmara.
O orador esl, porm, convencido de que a cma-
ra lulo era guiada por laes Influencia!, e s apre-
ciara a Jostira -la cu*a que Ihe esl suieita. Apota-
dos dos Sri. Tilo, Tosca no, arrelo, demandes da
Cunda, Silveira Lobo, Madureira e outros.'
Chamado a este terreno, e toreado a sen pezar
a responder s palavras pooco generosas du Sr.
Araujo Liona, o orador demora-so um pones) na le-
iiionslraeao da nenhuma "ne'essidade que bavia des-
sas nv.eclivas pessoaes que Pie foram lanzadas, para
o esrlar.'cimenlo'da materia em diecUMao : declara
que ja'confessou o ainla confessa ao paz ea c-
mara, que a revolucao de 1818 em Pernamhuco fui
un grande erro, m>s um erro lambem proveniente
da oppressSo e do arnle.
Beclamaroes do Sr. Augusto de Oliveira.)
O Sr. Presidente convida o orador a entrar na
apreciarn da malcra que se discute.
O Sr. /'ilella 'layares ,eonlinuando> sent ler si-
do compellido a dar as explieaees que a'caa tem
ouvidn, e, salisfazeiiilo ao seu presidente, tratara'
lo olijoclo em questio.
Itesumindo o que nese sentido podero dizer, o
orador su(en(a a ille^alidade da eleicao do Sr. Ja-
goaribe, levida, comoj expoza' cmara, a urna de-
putacao nos votos cbtidos pelo Sr. Dr. Pompen, e
as mais violencias com que lm combitida a soa
candidatura, terminando por entregar a volarao es-
clarecida da casa a causa que tem advogaao por
amor la jusiiea e do hom direilo.
O Sr. Aor Bailo, sustenta o parecer da com-
missao c a validade da eleicao do Sr. Jagiaribe.
O Sr. Sala/Viiff requer o encerr.meulo da lis-
cussao.
lie approvad.o este requerimento, e sendo posto
a voto, o parecer he approvado.
O Sr. presidente declara :
Deputado pelo 1." diltriclo aleitoral da provincia
do Ceara o Sr. Dr. Domingos Jos Nogueira Jaeua-
ribe, e supplenie, o Sr. padre Raymuodd de Arauju
Lima.
Achando-si na anle-camara os Srs. Jaguaribe o
.Santa Cruz, sio ambos introduzidos com as forma-
lidades do estylo ; prestan) juramento e tomam as-
sento.
Segu-se :
DiscuMSo da parecer na commissao de poderes so-
bre as clcic,es do 1. dislriclo eleiloral da provincia
do Piauhv.
*-0 Sf. Varhct'o requer o adiarrenlo da discussao
ala o dia seguinte, alim de ser a questao mais liein
esiodada pela cmara, que na pode ter atoaado
liada as C'insi.teraees que expoz n-t seu voto em
separad i publcalo n talba ollicial do,dia.
Apoiado o requerimento do Sr. Pacheco, entra
em discussll i.
*^ .s>. ParanoTiTuri pronuncl.-ie conlrao adia-
rrento, entendendo que urejuliea *eni eonvenienei i,
urna discussao urgente como be a de-so parecer,
rujis razts fnudumenlae. sio condecida!! da c-
mara.
" .sr. Aranjo Jorge uctenl i a necessidpde de ser
demorad, a rtiseussio pelas ra/es allegada* pelo no-
bu- d nnlado autor lo reqoerimeoto.
" Sr. 7"ci'./eiri Jnior vota conlta o adia-
menlo.
Sendo osle sujeilo a' votagio da camarai, he re-
geitado.
Prosegue a discastio do parecer.
O Sr. Uto, examinando os documentos quelem
junto a si, relativos a' eleii.ao do I." dislriclo do
Pituhy, expeos diversos vicios e iliegaliilade. que
os mesmos comprovam, e termina reservando o mais
qoe lem a dizer conlra as cnirlu-es do parecer e
em favor do voto em separado para quando Ihe coa-
ber de novo a palavra.
O Sr. VonraXrts dn Silea sustenta o parecer
da commissao e a validada da elcic.lo do Sr. Sal-
les.
A disenssao lica adiada pela hora, e o Sr. pres-
deme encerra a sessao, dando para a seguidle a mes-
ma ordem do lia anteriormente designad!.
Levanla-se a se-sau as 2 :!| horas la larde.
Acbam-se com a palavra os Srs. Paranaeua'e
Tilo.
presidencia A'dora do coslume, feita a chamada, e acban-
do-se reunido numero legal, aiire-se a .etilo.
Lida a acta da antecedente he apprnva-la.
" Sr. Vrimtiro Secretario da coma du seguinte
expediente.
Sote i fieos lo ministerio do imperio cjimmnni-
can lu lir.-ir o governo inleiradO de llavera cunara
dos S'S. deputado. approvado as eleices para depo-
l.dos, procedidas em diteros circuios jietlteticeiilcs
a dfierente. provincias.hileirada.
Dito do ministerio da guerra, enviando Os reque-
rimenle los capilies Antonio Jo- lo Anuale
Mauoel Jos Hachado da (aisla, pedindo Jerem re-
movidos, o primeiro para u rorp do esl.jdo-m.ior
le prime ra cl.sse, o segundo para o corpa de enge-
iiheiios. A' commissao de marinha e guerra.
Dito do ministerio la juln.a, leuiellelid nina
repesenta;io que a asiemblca provincial lo Bio-
Grande do Sol dirige .,' iiseiqdloi geral, ijiedindo a
exeeurio do arl. 133 da le regulamenlur [de 10 de
elembro le 1850 em favor da guarda nacional da
moi-ma. provincia. A' commissao de pensfics e or-
denados.
Ditos dos Srs. depatado. Sergio Teixeira de Ma-
cnlo e l.uiz Pedieia de Couto Ferraz, cqmmoni-
cando nio po lerem comparecer por alguus das,
por se acharen) incommod.dos.Fiea a cmara in-
teirid .i.
I ni requerimento da cmara municipal la villa
de (.alias, provincia de Minas-Geraea, pedindo que
a devisa entre a mesma provincia e a de S. Paulo
seja o ro Sapaeab), que serve de limite ao bnp.do
du mesmn nome e ao de Marianna.A' commissio
de estatstica.
Dito da cmara municipal da villa de Bag, na
provincia do Rio-Grande do Sul. pedindo que se
tornem extensivas ao rriine le furto de animaes as
penas do crime do roobo.A" cummissio de justiea
rrimin.'l.
Dito los labelliies c escrivies dos diversos muni-
cipios ,i, provincia de Sergipe, reclamando contra a
distribuidlo de atlribuices cveis e crimes que Ihes
pertencem feia ao.eserivile.de orplilo..|A'com-
missio de usiica civil.
Ditn_do Dr. Reguladlo Muniz Freir, pedindo an-
lorisaeao para encorpurar uma .-ompaiibia anonymi
de iiavcgaeao e commercio.A' commissao de com-
mercio.
Ditos i Dr. Ignacio da Silva Siqueira e Mauoel
da Rocha I.cao. pedindo dispensa do lapsn de lem-
po para se naturalisarem cidadios brasileiros.A'
cominsao de poderes.
Uilo lo padre Joao da Costa Silva Bossnel, viga-
ro da freguezia de N'ussa Senhora das Bielas e de
SentoAm.ro, da villa da Allala, provincia das A-
la-oas, pedinilo dispensa das leis le amortisa<;ao pa-
ra que a dila senhora possa possuir, nio s- o"patri-
monio de meia legua em quadro que Ihe fota doado,
c nio entras doare. que Ibe lizerem atiaquanlia
de illilliil -. a' commissio de (azenda.
I.eem-se e approvam-se os pareceres da commis-
s3o de poderes:
Oue eoticeile a brenca pedida pelo Dr. Pedro
aluuiz Birrelo le Arag.io, depatado pelo II. dislric-
Ij da Balu.i, e chamando o supplenie a lomar as-
senln ;
Queapprov. a eleiclo do 3. districto d i provin-
cia Rio Grande do Sul ; e de proel un ido depu-
ta i pelo mi imo ctcuIo, o Dr. Fr.m sed Carlos de
Araujo brusqu* ; sup, lente, Dr. Antonio Angosto
i '.-: lino I loravanle :
.Lie approva a inicio do I. dlslricld Das Ala**
goal ; e he proclamada depotado o Dr. Manoel Joa-
qun) de&Iendonca Caslello-Branco, ficlmdo aind
par di i .ii-i- eleicao .i-, supplente ;
Que approva a elei-_- i i do 5. districto de S. Panlo ;
e he proclamada deputado pelo mesmo] dislriclo o
brgadeiro Raphaet Tebia de Aguiar : supplente,
- Dr. Antonio de Agolar Barros.
II- lulo, e a pe lili ,1o Si. P!es Barrelie vai a m-
iiriuur no jornal -la casa, o parecer rtajeommissio
de pnilre* que reeonhece deputado pelo :!. districto
da toviucja ce S. Paulo o Dr. Antonia Gonealvcs
Birdosa da Cunha, e sopplenlc o comineudador
Francisco de Paula Macdadu, com o voto em sepa-
rado do Sr. Pacheco.
Achando-se na ante-sala os Srs. Brusqtie, bario
de Porlo-Alegre e Pinto Lima, sao nlrodiizidos com
as formalidades do estylo, prestam juramento e to-
mam asiento.
O Sr. Cruz Machado, pela ordem reclama con-
tra a inexaeiidi-i le alguus pontos do discorso do
Sr. deputado Pacheco, publicado no supplemcnto
lo Jornal do Counaercio de 25 lo correnle.
ORDEU DO DIA.
Continua a discussa adala do parecer la com-
mi-s.'iii de-pa-leres e vol em separado S'dire a elei-
cao do 1. circulo la provincia do Paubj ; reennhe-
cendo deputado o parecer ao Sr. Salles, e o voto cm
separado a Sr. Castello-Branco.
' O Sr. Francisco de Aimeida el,leudo a palavra
para responder, nstenla i vista do exame que pro-
rede los documentos a legitimidad, la eleicao lo
Sr. Castello-Branco, e responde as consiueraces do
Sr. Goncnive. da Slva.
A discussao liciui aliada pela dora.
O Sr. Presidente da' para ordem do da :
A mesma aulchormente designa-la, acerecendo a
discussao du parecer sodre a eleicao do 2. dislriclo
de S. Paulo, se estlverjinpresso.
I.evautj-se a sessao as:{ horas c (res qu irlos.
CORRESPONDENCIA DO DIARIO HE
PERNAMBL'O.
PARHIBA.
Pombal 7 de junho.
Ja qoe lenfio opportiinidade para es*a cidade (Ier-
ra dos mena amores>, nio devo llenar de fazer chi-
car a Vmc. notieas i.....lu-, anda que sejam ellas
da espbera das que se den-minam cruas.
O mcu'fardo vai sem uovida-le,.gracas ao Todo
Poderoso, si-ffrendo apenas as privaees de que lie
victima esla c outras localidades em distancia das
capitaes.
v Ja qae trato de localidades, direi qoe esla vai bem
emquautn a Iranqolldade pudlica, seguran;, indi-
vidual, de propriedade, ele, ele, pasaanln smen-
te pelos sofi'rimeiitos das interinidades reinantes no
odiciario, e pela falta de um fiscal, que faca da-
ver consciencia da parte dos negociantes e merca-
dores.
Segundo me informa o Cosme Malote um dos ne-
gocianti. lesta villa;, acerca do occoriido em medi-
las, peos, vara's, etc., etc., digo a Vmc, que o
escndalo, a falla le consciencia, emliin o farlo {fi-
que enlre mis) vio doseando o seo apogeo.
Nao su, porque a illustrissma moniclpalijadi da
deixado de satisfazer a exigencia, a por mais de uma
vez feita, da numeaclo de um fiseal, cuja falla re-
dunda nao i em detrimento do monicpio, como
timbem dos proprios inteersses da mesma municipa-
lidade.
He le admirar, que a illustrissma municipalida-
de, prezando lauto os seas furos e esmerando-*! per
cumprir os seos devores, tenda sido necligenlc em
fazer de*?pperecer uma losensivel folla.
Dizem-me que o lente Jusc Anselmo Rodrigue*,
commandante do destacamenlo aqu estacionado,
pa-s.i a res ijr no termo de Catle, sob o carcter
de delega 1-.
Se assim for, tei n.lo su de soffrer o estado actual
da Iranqaillidide pudlica. como lambem o -las rela-
ces, puis ii lente Jos Anselmo Rodrigues rene
ao carcter de ollicial intrpido e aclivoo o de bou
lailoso e affavel.
Ilens queira, que a presidencia, removendo o l-
enle Anselma pira Catle, faca ser elle subslilui-
do pir um nnlro ofilcial. sob cujo commando liqoe
o lU.tacac uto uqo. estacionado, e que guarnece a
cadeia, pola, do contrario, a delesacia Uta por al-
gniiia, vezes de ver-se em apuros, segooOe o queja
em pocas pas-r.!,is se lia dado.
O ion lera de Irabalhar a 2! do andante, por
Iranslerencla feita pelo lir. Manoel Tertuliano Tho-
maz Henrique--, boje ebefed polieia, quando exer-
cia as fuacees de juiz I.; Iireito da comarca. Atlen-
denilu ao que me aeab- de expr o Lucas, (porleiro
la camarai, o jurj pass^ru anda por segunda Irans-
feroocia, poli quo o Dr. Aurelio da Cosa Villar,
juiz municipal .e interinamente dedreito, tem ne-
saclo i presidencia do meimo, tanto que iienhum
:l da que se compile a comarca auda leve o prazer
le vc-iu a ejercer t.lo importante parle Jas func-
res lo cargo, que por tantas vezes ha oceupado,
achando-se ja boje no segundo quatrienuio dejoiz
municipal.
l-azen'o a presidencia ;e-lira ao mrito do Dr.
Manoel Tertuliano fbomaz Heuriques, chamamlo-o
para a ehefinea da polica, fez um mal a esla co-
marca, privando-a do seu joiz le direo.
Nao posso deuar de arompanhar ao illu-lra lo re-
dactor la i Pagina Avnlsa n, emqaanto urna dem
justa censara, que lizera a om prufessor la inslruc-
cao primaria, por lar lices aos discpulos no con-
sistorio de um i igreja, pois laulo-se oulro tanto
nesta villa, algomi nota ja davia eu feo.
Admira que o lllm. pastor, a cujo redando (codo
a dlsliucla c sudlda donra de perleucer, ronsuila
qoe o consistorio da sua matriz *e preste a um 1,1o
improprio mistar, ao pa-so que para mm unirs cou-
sas de menos eonsidera(3o protesta lanl zelo.
O agente da policio nesle Ionio continua em sua
actividad na repressilo do rriine, tanto que acha-oe
a Irat.r de in-taurar um proro-s por emne de ho-
micidios perpetrado, era 1839 oa era l84l,Khando-se
|i raplnrado pilo mesmn ai-ente di pulira, e reco-
lln lo a cadeia um dos delinqoenlc.
Se sempre o governo se visse cerrado de agentes
policiaca la espbera do nosso, certamenle muito ga-
nhara elle.
Por e-te centro vai repugnando o povo com as
notas du Banco, e ci ni as dilaceradas do nosso Ihe-
sonro.
O Dr. I'aria, delegado de-le loria, da tratado de
fazer desapparecer a repugnancia, ja por ineios bran-
dos, ja por meii-s forles.
feudo en lerei-adu a Vmc. uma missiva em abril,
e sendo om do* sens tpicos a lr.in-nii--.iu de urna
partida, qne livera lugar nesla villa no dia 12 do
mesmo mez. chegando posteriormeate au mea pnder
las nvaees poticas a urna das evrellenlissimas que
conenrrerem dita paunia, resolvi-me a fazo-las se-
guir ,is suas man', afini le qne convenea-sc Vmc,
que por este calrand.ir de Jada, lambem lia quein
algiima eou*a de poalico produza, e quein as excel-
sas qo.lid.des de urna exeellenllsiima aquilate, fa-
zendn mi mesmu lempo que seja o ;Cu peitu o san-
tuario do amor.
Deivo de referir a Vmc. os nemes dos autores las
qoadrinba, por nao me adiar iuloiisado |iara
tanto.
1.
Era ella a nvmpda (ormosa,
i.'uc na sala qaadrilba daaaava ;
Foi da Ierra a cslrella mais bella,
Oue ,i Doite no baile brilhuu.
II.
Ella tinha delgada pelrina
Oue inllimmav a lodos le amor ;
Seus pesinbos ligeiros dailivam
Sad a seda da mais linda cor.
III.
Era ella morena, engracada,
Sua lee a maii lina e mimosa
Cm seus 1 alnas le rudro carmim
Despontava a frescura da rosa.
IV.
hulla ella um rorpinlio de anjn,
As madeixas aunadas le llores,
Era ella a princeza du bule,
Era ella a deesa de amores.
V.
Ella linda *eu olbinhos fagoeiros,
Oual a tula amorosa no valle.
Foi Nardina a menina Iravessa,
Ella foi a princeza do baile.
I
I ni elli que mereco
No baile a primazia ;
foi ella quem ollnscou
Das oymphai a galhardia.
II.
Foi ella que o snlo
(ccupriii .la belleza :
l'oi ella que o srepIrO
Empotih io da realera.
III.
! ni ella que prenden,
.\ i val-ar. as attenc ;
l'oi ella que cunqui-lou,
Au cantar, os cirace.
IV.
Foi ella que o fulgnr
Ostentan no firmamento ;
Foi ella que no baile
Agrilboou o penramenlo.
\.
Foi ella que radiante.
Reinar f'z a beldade ;
Fui ella que, fagueira,
Sup-erou a rivalijade.
M.
l'oi ella que na fronte
Nivel crinadla ringla ;
Foi ella qoe no peilo
Cerlea seda vesta.
Vil.
Foi ella qne no peilo
Emblema linda de amor ;
I -o ella que no dalle
Aojo fra de candor.
MU.
Foi ella qoe nos pe*
Negros coihornos ludia ;
Foi -'la que inrilou
A brusca cancu mu-ha.
I\
Foi ella que dn vale
O corario a va-*, I! u ;
Foi ella, foi Narilllia
A nvinpha, que primou !
Se possivel mi fosse subir ao Pinna* ein iw-ra
-le toccorro* poticos, rerlamenlr raflUria ru latvt-
bein em verso a ueidade. que no d.il. mrer. as
minhas atlelroes e respeilo : mis, o que I -rer. -r i
natureza f-i mcs-mnlia pan comic*1. t'-m.ji, i-.-ms-
someule par. prosa, e esta desenrliab'.la l'arieo-
cia, cada um resigne-sc a sua estrella, am<:a qae a
seja ella srinllinte.
I m amigo, abendo o qo.into son amante ,la*
ancdotas, fez-me rhrgar a seguinte, tr.uisnuliin.l.-
Ibe i-u, por i-nlenler que Vinr. lambem a. apirrn.
Em lempos remotos bou ve um Italiano, que pla-
tea um 'papa e uin imps-rador, e ionio rir-le* mi
lldalgo, que dina,-u sirvo ele* dou*.Srsav.-ae
logo um lavrador, ditendocu saslenlo a e-n-. tro*.
Ao pe desles eslava um merridor, qne luaen
engao a estes qualro.Apparecia lamleeni un le-
trado dizeudoeu einbrulbo a eales rinre. \.. la-
do de-les um me-lieo, que di/iaen mato e-lei
seisFiltre alie, um Iranriscann, aponan.Ieai
ibolvn a estes sele.E 10 ft de lodos o Ji.l .-. di-
zendoeu levo i estes oilo.
Na verdade a critica he das mais bellas qae tende
ido.
Dizem-me que ja lora reconlieci-ln roma angosto
e dicniaaimn representante da iiarA n Kvm. Sr. Ir.
Ftatvie Clementimi da Silva Freir, sobra qoem re-
caluram os sofiracios deste rrenlo, o quinln da pro-
vincia : e que o respectivo sopplenl* tirara para
ni.ii logo, alienta a inlluenrii qu* tiveram a I*-
plicala* de Souza e Piauco, para com esle, senda tro.
os rampees da lica.
Com o projrio presentado na a*aembl,a Batata.
rial lessi provinri, relilivimenle ao ronlraln aaa
carnes verdes, algum incommodo se val dandi
por ce.
Juico em meu frico pensar, qae o* Exm*. da
provincial le ao. I.rra ao injustos pin com o BBT-
lanejos, pois que, se este* merecem aui dique a*
preco le soas mercadoras pe-rmilla-me e> I na),
lambem se leve e-tender t me*m diqor irmai-
ciasses de merradores, alenlos os all.s preco- e\n-
tenles pura com todo e qoalquei cencro.
Uiuir. o espirito de eqodede e jislira.
u II sutlt. n
Saode e patacos,
Au retourner.
(I f'omM'a-c.
PERiABaaco.
PAGINA iVULSA.
: .. ^h
I ni f irla vamos referir que c.-brr de tul-
loeani. deaoaaa *P ginaa.aalist ch--le itne-
-er t ., qoe : i.
Co-P-uit'S ni noitedo-lia -Jl do f unala aat rca-
- ,i-i i expiasaa) da mu oa asan) Inr^s i p-ivra.
"du/ili pelaa chamiu s -l.iim I.cu -le que entrara
em urna ra-a que neg- iva rom rssr ajmate, I
tinte - iM. Deaaa exgla.g. raaallea a .le-ir. n.nair.rnu 4*
i ou 5 rasas qne *e acliavun d.-diia-.a*. tal a
velncida-leq.i- o .eusiiu :a li-re- l--.,,am rni.l.r.
ruin a ruinas. (11, quadro de dnr e de haOfi r '
Ouem dina queessas infrlizr* Xrumas no remn
ua paz, e n scio de *ua familia* e n lio aaaaa lem-
po se tornass.m em cadveres pela impri-lruna ir
uns e ambicio do uniros .' Ooadro lio liornarl i-ara
o pai ou para a mal. que escapando des*a ralaolm-
pde, (ivesse de leslemuiiliar a orle que llenara ns
seos filhinhoi, e os seus prenle-' '. Sem dnvida ere-
mos que mil vezes preferirnm r.mparlithar a si*
dclles. doque ve-lo eslrangoladcs e morios A m.t.
nos treme, e o ii'-sso carar.in e opprime pela tn*,
'piaii'l'i rommemor.uno* e,sa cena -lit-na fr ret,
te lastima de romponrao. D-... queira qe* alia
sirva de exemnlo para que outra nao apparrra em
uossosdia*. Agora percunlareanm nm, qaena* dev
ser o responsavel por essas vidas qoe s* i-a-rtteram !
Ouanio a nos, ein primeiro lugar, a qaem cniraeala
que na capilal <* negocie com plvora, qae na-
jara depsitos .le!l.-i romo succed* em malla* eae
qoe ale sao desconhecidas. e ma anda qe* keaaa
Igualmente casas em que facaro fogos da arl Uin.
Como as que existcm en: -liller-nl-s ipaaaaaaaa, e que
-o I em publicas, cm segundo ans in-ptri i. pnr
rons itlir em que se soltera logele, pelas roas-,
quainl sao pr-ilulii los ; mas n.m a un, nem a ca-
iros cadera lespnnsadiiidade alciuna, porqae caita
um de per si se traala' de delen-l -r. >.-. eaapreaa-
dos, a secna porque arada de naar a iu.la-i.oic--
Pontas, c que por Bal foi l.-l iiiiiiiliail.i, b* man qae
-ollicienle para qoe uir-mlinenli firiis remover ca-
sis casas di plvora e toguet-ins, para bem longo
da (eljale, sem alleiidcrdes a caira r.ovea en-ia
maia loque a si-guranra de no--a vida*, emiragai
-is v.-os recursos para que de una vez para .cnapre
fique daiud eise lernvel u-o de focos nlln-, par
motiva dos quai, .cada de rt-ullar o cileriaiuiM ate
tanta, lamihas.
t.i'ii.U-uos que algn* raixeiros de-ir
e turdulenlos em .eeaarl. le alevina cd*ia-la -le va-
pore va para o rurreio, e all roiiimellena n. mala-
res di-l.irbios, como sueceileu un da -le-ie in*z |e
occa-i.iii da ,lis|ril>uic.> das caitas vui-lat da l.uri -
pa pilo vapor ingle/.-Me-lwav.- Consta mala aaa
o Sr. a luiuu-trail-ir loin.ira as ncVe-aua- pr.vi Ini-
cias para que n.lo se reproduiaio de-e- la. i -. nc
de rrer que o caaaaaaara. I. uivurr, |k lauta ata-
mus ao mesmo Sr. administrador qae. -adeuala rosa-
preden.ler n respeilo que de devi lo a repartir.-.qoe
lie dignamente dirige, soude re|*llir a e-r.'in..l-
tos que v.i i le enroulro m-n-ahdaJe publica.
Pedimos ao Sr. suddeleaauo da lir.-ue/ia d*
S. Josi-, uu a quein compete, que faca retirar -la n-
delra do peixe na me-ina degella a* certos atrave-
sadores que na> deis.un a popularan comprar pin*,
porque atraves.am a lodo quanlo all che;a. para
desl'arle rrra uoines. tinaos indicaremos.
Estamos no meia.tu do anuo, e entretanto con-
tinuamos a sir viriiiiM- descs desalmado! laaicban-
les. que esfolam aos bots e enphlviiram a- aansas
bolsas.
A roa la Santa Cruz vai sendo um at*poit
de lama prodozida pelas acuas ploviaea. e na i era
isso nocivo a salubridale punbc.i .' tur c*rt. qu
slui.l .bamanii'S portanto a alien ;ao la cmara ma-
njripal e dos seus agentes para que laram remover
seraelbanle inronvenlente.
Srs. fiscaes, nao percam de vita a ***a- carnes
baratas que se venden) nos arengue*-, pon noa cas-
ta que algumas tem sido vemlniis *m **ia lo !*
putrefaccio c i-so n.lo conven) qne a*im conlinne.
Pela roa de S. Iioncalo rinisla que inda ana
copidlnho lo i'llin lorio i reque-lar de p-rla ra
porla as madamas, que delle nao ('zem o weaar ra-
so por ser muito fro e de-ei.rhavMo : ora. meo *-
iilior, para que tanto de.fn.ri.., pi.-cure oulra vi la;
porque de p.sinies cupldinlio* ja na. far orluna.
'i'i'.aii.us atlencao da pe'ici. para o* daa-
qoinlioa da rlbeira de S. Jos.-, aoiide na horas va-
cas e a titulo .1* !u-j os peixeo dislradem n |.-m-
po com u | ai ao, e com elle van pcrdmd.n robra-
iihos adquiridos rom lauta uaura, e na |'1e .Ici-
xar le -vi nana porque, quem .leve a De..-pea a.
di.ibo
Anda n.lo liubasiilo publicada a ti.ilini qo
lioutem lelil. acerca la Irntat-va le airombameiu.
ra iimi i-a da ra de Berta*, qoinda om analro
laclo, pratirado pelo ihmw ti roe. daaa iiobiii-
r- de B- rife. Na I ir.I- .!.- fj .'.- r. neaala, por *rra.
-: i di- fe-tajar a S. Jola, 0 teten'- ei- |areg -de da
mala i .-rlagu.'/. raam a d-u- u Ir** ..mi-
gos se... di pois de \ ; fin*, 'n i le
--iiirain u:. -ubrad" eni nu laaMeva uma familia
I- n-t e ..:,! .lleaibll.l .. ranrrila e a palla .la
rscada, : fim de irein le r- ru uma mb.-ri a*er (iiaa
a sai I.....a casa. IV.I11. lo -cn.rr e || ..urna Isa
este, leve de lular eam aa. m laes que rnaprec.a a
i.i 'i repel.i a ordem de pri-.io que Idea era
intimada, nado alta pie-*.
Ut ie rra rem.-la o-- a- ra/ la
no isldmo .le l Ihola, serve -1* 1.-li/. .va aaa
busr.iiu e.ie p'.rl. c ni. i |-i. qa I i --
mu.. Algam lampe be une *.- i.M.iian.'ni' --
me*aa a da aancwar. e h"je .1 laale da au
cha per tal loima arra lat i*
me/. Pedimos a qocui compete vedi uosmioiuuioi-


DIARIO DE PEIiNAMBLCO SEXTA FEIRA 26 DE JL'NIIO DE 1857
los pnhbcos, lunre s^^ vistol pir.i nquvHo. A re-
paiiicao iias obru publicas, qusaloantea dees msu-
ilai later os canearlos necesse-rioi conservado de
tal pntelo Je eres rulas.
O vapor nacional aPersinonga sabido a 25 do
ro rente para Macen, a portel iiilermeiliof, Condo-
no a seu h'.rdo os seguiutes pas.ageirns :
lanoel Elial de tteura, Simiiel llaricock, |)r.
I hundorn Machado Freir Pereira da Silva edi>u
ch d. s LeandroCavalcanti di. Silva Golmaries,so8
seuhora, 1 mua, lilhos menores e tres i iad -.
Amonio Silvro Cavalcanli Lina e seu escravo, An-
tonio ile Souia Olivcira, Mam el Antonio da itoelia,
Antela da Rocha Wanderley, Pedro Ruarque di
Macedo, Hnralo de Agolar elles di' Mencze*. Joa-
qiiuii de Azeveriu Villaioueo, Jo llvgino Xavier
ila lomera, Anlumodea Santos Vital e un citado,
llr. Joao Francisco dea Sanlos-firaga a um criado,
Miguel Vicente da Costa, An- i-io Arnoli de 11. Pi-
mi'iilel, Antonio \ cenle da Silva, l.niz Antonio
Anoes Jacome, Francisco Augusto do Animal. Ma-
nuel Jusde l.inia. Joao BaptUla Accioli lilis, l'iis-
ri.i iilc Barros Accioli Lina e um errad... Joo lg-
iiano dos Sanios, Jos Mana Ferrem Braga, le-
nenle-corouel Joso Aulonio Lopes e um criado, l)r.
Caldea Linee I eha.io, Manuel Mendos lian leira
Jaiiior, Jos Joaquim de Sant'Anna, alferes Anto-
nio dos Sanios Caria e2 pr.ic.as, ra; illu Aolooio 1.
Latir, Manoel Antonio Leopardo, Augusto Joso da
Coila ('.., Maiioel Joaquim Cardlo, F'rancisco Pe-
reira de Andrade, Jos Manoel Raplisla, Antonio
Teueira l'inlo, major i'humaz fin- Caldas.
Al- amaniata.
COMARCA DO BONITO.
Cidade de Caruan, 1S de lunlio.
Wll.
Os presos que vieram ri'adi para responderem ao
jury, fagiran, sendo que apena* licou um dos que
vieram ; puis leudo fgido doic e lirado um, pre-
ciso foi que Ires que aqui eslavam acempaohassem
aquelles para complelarein urna duzia.
Il< evadidos, a meiof parle sao criminosos de al-
io colliurno. c talvez que a esla beta estojan) elles
eiercemto eeoe mo inslinctos.
Eslremerii e tremo com a sedida de semelhanles
leras da cada, poissitocnze inimigos de mais qoe
a ociedade lem em seu seio.
Apenas um su que licou dos preso, que d'alii vie-
ram, responden ao jury, sendo quo lodos os demal
eslavieo uespersuadido's de enlrarem ero julgauento,
poiqje os processos nao eslavam preparados para
seren apresenlados ao Iriliunal do jurv, que tuppo-
nli i nao liainliiii.i lioje.
Nao liavia necessidade da vioda de semeldanles
liomens para esla cidade, pois a cada tinha crimi-
nosos bailantes, e que sobravam para Iraballiar o
tribuna! do jurv.
Ensli un na cadea vinle e Ires presos, vieram dez
do Recito, licou porlanlo o numero elevado e trinla
e Ires.
A fgida dos presos foi elTecloada por om arrom-
bamentu na parede que divide rasa do lenenle-co-
loncl Joao Vieira de Mello e Silva, da carina ; os
piesos arrombaram a parede e saluram pela porla
d reole, leudo, segundo o qoe me informaram, a
senlinella perseiitido lito somenle no momento de sa-
hirein arrojadamente por sobre o posto da senlinel-
la. que lien um tiro, nada coiisegoindo.
A pressa nao permille mais.
CMARA MUNICIPAL OREC1FE. '
.SESS.U) EXTRAORDINARIA DE 3 DE JL'NIIO
DE 1857.
Presidencia do Sr. llego e Albuquerque.
Prsenles os Srs. Reg Rarros, llarros Rarreto,
Rarroca, Franca, liarala e Mello, abno-se a sessao,
e foi lilla e approvada a acta da anleccdeule.
I -i lido o seguale
EXPEDIENTE.
I.m "flii-in do Exm. vice-pretidenle da provincia,
direndo que deeonformidarie com o que a cmara llie
requisilou em oflicio de 27 de mam ultimo, sol a.
41, exprdira a conveniente ordem para que urna das
piaras qoe fazem a guarda diaria da thesourarin da
fazenda, se posle de senlinella junto ao caes do l'as-
seio Publico, conforme se pialicava, afim de impedir
q le se faram all despejes e seja damnificado o mci-
ino caes. Ialeirada e rnandou-se communicar ao
fiscal de Saoto Antonio.
Oulro do engenheirn Joe Mamede Alves Ferrei-
n, como encarregadn do superintenle da companbia
f- da companbia da estrada de ferro, dizeodo qoe a rti-
r;crao da mesma companbia, reconsiderando sobre
o pedido desla cmara de 13:1)009 rs. pela desapro-
propriar.no dos edificios, e lenos adjacenles, de
propricdude municipal, sitos no largo das Cinco-Pon
tas, aceilava o mencionado pedido, mediante a
con licoes segointes : primeira, de se eilremar no
titulo o valor da desapropriar,fu dos edificios do va-
lor do terreno : sesundo, de ser aquella avahada em
10:000}, esla em 5:0005 : terceiro, de se mencionar
no mesmo titulo, quaulo ao terreno, a clausula de
resliluirao da quantia recebida pela cmara, caso se
verifique nao ler ella dominio sobro o leircuo.Pos-
to em descussao, fallaran! sobre a maieria os Sur
Barala, Rarroca, Barros Rarreto e Franca ; depois
de desculida, foi i volea resolvendo a cmara annuir
a primeira e-seuunda condir,0es risto he, que se ex-
lreioassein us valores, nao como propoz a direrrilo,
mas simquo-adesapropnarao tos edificios fosse ava-
llada em 12:75(1.3 a do terreno pelo mesmo preeo le
S&8309 da av,.har i judicial ; n,1o e couforinanno
porem com a terceira con-iiro, por julsar escusada;
i! nesto sentido man lou respouder ao releiido encar-
rogodo do superinlendenle. O Sr. Barata depois de
ler fallado sobre o objeclo, como tica dito, deu-e de
u-l'i iio, e reiirou-se para a ante-sala, anles de se
volar.
Oulro oflicio do advocado, emiltindo o seo parecer
acerca da prelmrao do vigario Manoel Vicente de
Araujo, relativamenle a desapropria^ao, que requer
He um terreno recouhecido de marinba, e destinado
para legradouro publico, eiisle por Iraz da ra Nova.
e praras da eidado, alim da poder i remara pr em
e\erur,",o as posturas que olinijaiii OS proprielarioi
i concertar vi passeos da loearoat ras, s R.
."illa Barroca, i
Foi appruvado um rarerer do eommioSo deedifi-
c,i{oes, dizeodo que a divlsao relia na obra que e-t.i
razeodo Joaquina BapliiU de Araojo, na ra da E<-
perao;a, d3o era contraria poilnra ddieonal .le
M de maiode 1831, pudendo por isio eoillionar a
eonilroccao.
Foi Umbeol approvadn u.n parecer da rnmmisa.lo
de prlir,-,.. ,i f,vor (pf|0 lado da olldade publica da
pehrao frita ao (overno da provinria por Claudio
Dubeu para contratar o ulabelecluieoto das lindas
de mnibus que ja. possoe, ou de nutra, para o
arralialdes da cidade, com o privilegio exclusivo de
dez anuos, nos termos da le provincial n. I'.ll de :iu
de mareo ce 1847.
I) .Sr. vereador Rarros Reg declama que liulia
ajui.la.lo compra do Ierren., deilioado para oce-
milerioda freijuezia de S. I.....renro da Mala por
qoanlia Jo-r 1 eres Campello, o o resto a Luir, do Reg llar-
ros, proprielario de parte do mesmo ierren. .\
cmara ipprovoo a compra, e i......lou expedir or-
dem ao procurador para far.er lavrar a escriplura
compleme.
Mandou-se rcmeller i eommlialo de edificarOes
os reqoenmentos viudos da preaidancla, de Joaquim
Lucio Monleiro da Franca c Francisco Casado da
l'onsec, pedindo aforamento de terrenos de ma-
ana.
Despacharam-se as pcliros de Antonio Moreira
Res, Antonio Jos Pereira Bulos, ChrittovUo Slar
iV t.ompanbia, Joc Baplista Brax, Joan Nepoinu-
ceno Accioli, frei Jorge le Sant'Anna Lucio, Jo.lo
Francisco Puntes, Joaquio Antonio Pereira, .loa,,
Ignacio Avila, Jnaquim Jos de Oliveira. Dr. Joao
>nomncciio Dial Fernandes. Manoel Goncalve
feri l om e. ncurso immenso d,? povo, lodos inspi-
rados por um sublime seniimenlo da maiseenerosa
dedicara., p la srie disallliclos.se prcslaram Com
os seusc-orros pessoaes neslasreoa de um vtrdadei-
ro horror.
Conlam-se rilo morios c quinxe rerimenloi graves,
iras este irsollado nao o repotamoa exacto. Anda
so tslao colhendo os dados preciaos, e logo que che-
sarem ao nosto eonhecimenio daremos obre ellea
nina expsito cirrumslanriada. Entretanto cba-
mamos alleofan da p liria para o fado argoinle :
he sabido que nealn cidade ha deposiio de plvora,
e que un minias tabernas e lojasds ferragensse ven-
de esle erliijo, com infraccao manifest das postaras
ir.unirip.ies. Asim, be da mais uri'enle necessidade
que a poliria vareje urna e mullas vezes ess..s dep-
sitos aquelles que traficaren) rom este conern dentro da
cidade. A vida do liomem osla cima dos inte
resses de alitons individuos. Talvez que o maldito
fyslamodu complacencias fosse a causa principal
deMa desrara.
lia sote para olio inezes que a ireja pemambu-
cana fci crandemeule escandalisada pela publicara.)
de um disrurso lodo hertico, prenunciado pelo sen
aolor em urna reuniao solemne. Membro insignifi-
canle desea igreja, levantei a mioha fraca voz para
protestar contra semelhaute ollrage fcilo a noesa r
commiim. Sabe esla provincia, sabe o Brasil inleiro
o modo Indigno pelo quel fui tratado. Nao podendo
combalrr-me, rerorreu o meu adversario ao expedi-
ente de injoriar-me, dirigindo-me as mais nojanlii
deseompostoras, os mais atrevidos losoltos. Debalde
Iheliz ver que linha contra si todos osphiloaophos de
como lodos os
Pois i ido Isao proclamen o l'r. F-itosa em seo ,
discurso Era a primeira ve/, qoe Itil coosa aconle-
cia cin l'eriiainliuro, n mino callio'iro julsuei que
llena levanlnr a mioha frara voz, ja' qno nenbuma
torio se tizara ouvir, para combater orros, ao meo
ver. fune'lissiinos, pois podem apartar o, que 01
rin do ciminho do bem para o do mal.
Bacrevi para esle lim urna serie de earlas, Q n3o
sendo minha ioteocjlo nileu.ler o aolor do dlseorsa
que eu sabia ler erra lo pnr detrito de nlellieenci;
o de vootade, Iralei-o crin toda a delirad'


Cilemos S. Paulo um dos tolores sacrados que
Pelao aprsenla. S. Paulo escrevia ..os de Cerii llio
Ilperalu- 0DU, tipie i.l"in spiritus, dividen -in-
'.:ulis, pruul vull. cap, 12, v. II. S. Auib o-io,
axplaoaodo esla* palavras do apostlo, diz: irool
vull, idest, pro libero volonlalis arbitrio, n n pro
neressjtaijs obsequio, lib. -, *^' lido rap, II.)j
Podramos amonloar cilares sobre citaffies, Bpre-
senlar roonomeolos e mais mooomeotos noisda
autores sagrados como de S>. PP. e Ibeolngos sein
numero, em o< ques se artia depositado o prenoto
ir.-s f.iruldades de Dos, a vonla le ai
geuria .. lensibili.lade, rhamaiido a p
ii.lli-
. uncir
Pai ; a sciiii la I ,it i ; a lerreira Espinls
Sanio. A sania grej i sempre euleinleu, sempre
ensinoo qoe o Pai. pilho e o Espii lio > mo
cram entidades sub-islenlea erealmeule disuorlas
enlre si;que eran. Ires pe-- ios ver el realilcr; .
lisongeando-lhe ale o amor proprio para que ihe dogma .la liberdade de lieos: podramos snu, mal
Agr, Milenios Luix i.Vllem.lol, Manuel Joa'quim P, i' "*"n,U ?'"?,' ?*'.","
Rodrigues de Siqueira, Marcellino Jos Lopes e Pe- i fT a""" f*"*,'," balJ'" ?S5 M"*ri"
l daJe de dona concilios celebrado em Fr?nca, e ap-
provados pilo sanio padre Pi IX ; de balde homens
laes como o Rvd. Sr. padre Gama, provisor deslebis
.......------..opea .. ,
oro Anlumo leixeira tidimaraes ; e levanloii-se
esso.
I'.o, Manoel Ferreira Accioli, secretario, a escrevi.
franca.lego.Mello. Iltala ae Almeida.
f taima.
HEPABTI5AO JA POLICA.
Occurrenciasdo dia 2 de junho.
I'oram presos : ordem do llr. chele de polica,
Joao Francisco da Cunba, por lenlar contra a exis-
tencia de Manoel Coelbo Cintra, com um suvelo
em seu sitio no lusar deS. Amaro, onde foi preso
em flJi-raiile pelo cadete de cavallaria, Juaquim Vel-
loso da silveira.
Pela subdelegada da fregosla do Recife, Fran-
cisco Cantoso da Silva, por' cspancamenlo, e o prelo
escravo Lourenjo, sem parliciparAo do motivo.
Pela subdeleuaria da freguezia" Oe S. Jos, Izido-
ro Francisco Lopes, para averiguaces policiaes em
enme de fuilo de cavallos.
23 e 24
I oram presos : pela subdelegada da frecuezia do
Uecife, Andre Neslel, Alberto Rideus, Pedro Jos
de Carvalho, sem parliciparao do motivo da prisio,
William lesleus, por crime de roubo, o prelo es-
rravo Marcolino, a requisicao do subJelegadn de S.
Jos, Januario Alarlms, Chrislovao Joo Mendes,
Joaquim Alves da Cunba, Jo-c Teneir, de Alinei-
da e Manuel Francisco da Silva, sem parle.
Pela subdelegada da fregoezia de S. Anlonio,
Marcelina Marja da CoDceicao, Anlonio Jos de
Carvalho, para correccSo, e Manoel Fumino Reis,
por infrarro de posturas municipaes,
Pela subdeleeacia da fresuezia de S. Jos,
tiaodinoitfk, Jos Rodrigues, Jos Domingues Fer-
reira, Anlonio Ferreira da Silva, para averiguarles
policiaes, Manoel Firmino Rodrinues, Jos Jolles,
e o prelo escravo Severino, sem paite.
E pela subdelesacia da freguezia do Poco da Pa-
nella, o prelo eicravo Maoosl, por andar fgido, e
Manoel Jos de Sanl'Aona, por suspeilo em crime
de roubo.
No dia 2 do crreme,em orna prensa de algodao
no locar do Forte do Malo na fregueria do Recite,
onde se declarou om iucendio em urna sacca de
Ha, o qual foi immediatamenle etliiiBoido, lendo
logo marchado para all orna forra de (mita pnces
do corpo de policia.
Ilonlcm as 7 horas da Doila deu-s um felo bem
laslimoso na ra das Cinco Poulas onde houvc orna
expln-ao na casa em que morava um lal Catanho.
que>liiiha urna lasca e venda plvora.
Conta-se que na occasilo elle oceupava-se em
vender urna porrao desse genero u,..... um Gibo
da parle de Cora alac.-indo faeo a um fanele, as
cenlelhas desle penetrado a sala da casa lucaram um
barril d'aquelle combuslivel 3 produzm a exploro,
causando immeilialamenle o desmoronaiuenlu des-
s e de mais quatro casas contiguas e de duas ou-
Iras do fundo.
Muilas foramas de-grajas produzidas per om U!
acunlecimenlo a que lego acodiram o sobdelegado
da fregoexia, inspectores de qoarleirAo, o Dr. che-
fe de policio, o director do arsenal de aurrra com
centella companhia de artfices e bombas, o com-
mendante superior inierino da guarda nacional, o
delegado de polica e subdelegados de nutras fre-
guezias, gente do arsenal de marinba e d.....ovias
de goma, forras de linha, policia e do guarda na-
cional, e diversos facullativos que prestaran) gran-
des socorros, bem romo o pliarmaceuliro Torres
com botica junto a igreja do terco : liouveram unir-
les e lerimenlos gravissimos e apelar de um Iraba-
liio atorado.
EslSo se colhendo lodos os dados de um aconleci-
mcnlo iao desastroso para ser ftila s.bre elle urna
exposisao delalbada.
i cmara couformou-se inleiramenle com a opi-
niao do seu advogado, e resolveu que com ella se in-
lorn a-e ao Exm. vice-presidente da provincia.
Oulro do emienbeiro cordeador, indicando a irre-
gularidade quo enconlra'ra nos aliobamenlos da ra
do Camirao, qoando all fura ilar conleuc,ao ao F'ran-
ccx Barrilier, para construir um sobrado. A cum-
missao de edilicare.
Oulro do fiscal do Recife, dando parle do que oc-
correu na mesma freguezia na semana ultima. lu-
Icirada.
Oulro do mesmo, pedinno se mandasse pagar ao
rirurgiao Jos Antonio Marques a quanlia de 'J5ti0
de :i exames sanitarios que fex nos dios 22de abril,
1 e II de maio do crrenle aono. IJue se passasse
mandado.
Oulro do fiscal de Sanio Aulao, solicitando a
iidnprao de urna postura que prohiba que vaguem
pelas ras da cidade, bois, ravallos, carneiros e ca-
bra. A' comiiii sao de policia.
Oulro do mesmo, pedindo mandasse a cmara pa-
gar-lhe a quanlia de tiOO? que depender c.nn a
conducrao e eulerramento de um cavallo quo appa-
receu murto no dia 30 do mez ultimo, na ra do
Joeimado. Mandou-se passar mandado.
Oulro, do mesmo, commur.icando o qu lizera na
fregoezia na semana ultima, iiuanlo a Gsealisacio.
Ialeirada,
Oulro, do fiscal supplente em excrcicio da frecue-
xia de Sao Jos, no mesmo sentido do anterior. Ao
archivo.
Oolro do fi 20 de maio ultimo ) Informando acerca d-i pelicfo de
Jo.lo de Medeiros Raposo. A' commis-o de "edifi-
ca res.
Oulro do mesmo, ( da mesma dala ) informando
ser exacto o que em sua represcnlaeao allcgam os
propietarios e mofadores da ra Imperial sobre o
mal que llies pode cansar as excavacoes mandadas fa-
xer as immcdiarf.es do suas propriedade e habila-
roes pela companbia da estrada de ferro, para a
eoitstroeolo desta, em rousequencia das aguas plo-
viaes da maro, que eslagnam as mesmns excavacoes.
Resolveu-se que so submeltesse ao conliecimento
do Exm. vice-presidente da provincia a representa-
ran para a lomar ern consideracau, e providenciar co-
mo entender.
Oulro do mesmo, ( de 27 do mesmo mez ) infor-
mando ser exacto ler o terreno de Joao Francisco
l'onlos, sito na ra do Alerrim, onde pretende edifi-
car, 22 palmos do frente ; e estar collocado enUe
edificc,es. Concedcu-se licenja para se edificar
lio terreno.
Oolro do procurador, remeltendo o hnlanccte da
receila edespeza municipal do mez de maio ulti-
mo. A' rommissao de policia.
Oulro do solicitador, remetiendo a con'a da dss-
pexa feita com costes judiciaaes, de 4 de marfo des-
le anno at 2 do eorrenlo ; e dizendo qoe os autos
da arcao de demolilo do sobrado da esquina da ra
do l.ivramenln, perlenrenle sos herdciros do rasal
rio finado Joaquim Jes de Miranda, liuliam subido
i conrlusao do juiz municipal da .vara; e que a
decisao sobre a quesIAu dos embargos feifos na obra
da cslrada do cemilerio por Manoel l.uiz da Veiga e
nitros, eslava depeadeolede urna ve-loria no Ierre-
no, a qoal solera lugar lepois do encerraminto
da assemblea provincial, per ser o louvrdn por parle
do embargante empresario na mesma assemblea, c t
poder para esse lempo preslar-se a isso. A' com-
misslo do policia, quaulo a |,s parir.
Oulro do fiscal !dos Afogados, Iralando acercada
allnbamenloodos muros de Joso da Fon-eca c Silva,
rommendador Joao Piolo do Lemoa eJos Velloso
Soares, na Passagem da Magdalena. Que fus'e
Iransmiltids so eugenbeiro cordeador para infor-
mar a respeito.
Oolro rio rnasnio, iinhrin'un terreno existente
ao lulo esquerda .1^ bomlia do beecodoQuiabo, e ou-
lro que lira ao lado do irte da mesma, perleucrnlr
a Manoel Joaqaim Maniz Bandeira, romo mais
proprm para a Batanea, de gado naquclla fregoexia.
Inteirada,
Oolro do fiscal de JaboaUo, indicando Inmbem
os locares qoe arhi mais proprios para odito lim,
Maquila fregoexia, sen lo, om Da povos(.1 oolro,
no eugeuho liurjaii ks cima, e oulro ni engolillo
Tapera, onde, se eosluma a pratiear a matando iie ga-
do. loloira la,
Oulro ^o riscal :. Varzca, pedindo Ihe mandasse
a cmara | o qoanlia de 109 qoe despendeu,
-':i,i i Kg c i i-. ,. Iliadores empresarios na dem r-
ao da estrada projaclada para aquella fregoexia,
RELACAO DOS BAPTISADOS DESTA FRE-
i.l.E/IA DESANTO ANTONIO 1)0 RECIFE
DO ME/. DE MAIO DE 1857.
Ao- :;. -Hel| luna, branca, nascid a 5 de Janeiro
do crreme auno,
dem.I.niz, pardo, escravo. nascido ha 2 meses.
dem.Luisa, crioula, nascido ha 10 mezes.
dem.Mara, branca, naacida a 7 de julho de
IS55
dem.Laura, branca, nascida a 29 de jaueiro do
coi rente anno.
Aos 4 Joaquim, branco, nascido a .10 de setembro
dojuinn prximo panado.
Aos7.Benedicto, crioolo, escravo, nascido ha 3
mezes e ineiu.
Vos 8.Ma.ia, branca, nascida a 13 de outubro do
anuo prximo passado.
dem.Mana, branca, nascida a 26 de abril do
correnle anno.
Aos 10.Romana, parda, nascida a 28 de fevereiio
do Coi rente, uni.
dem.Eulirbio, semi-branco, nascido a 15 de
abril rio crreme anno.
dem.Manoel, pardo, nascido a 16 de Janeiro do
correnle anuo.
dem.Maria, parda, nascida ha 1i mezes.
Ilem.Herminia, parda, nascida a 3 de agosto de
18>5.Sanios leos.
dem.Rogariana, crioula, nascida a 20 de outu-
bro do anno prximo passado.
Aos 13.Sevenna, parda, eeerava, naccida a 23 de
feverein. do curenle anno.
Aos l.'i.Francisco, branco, uasci.lo lia 2 anuos,
Santos leos.
Aos 17.Anlonio, branco, nascido ha IS mezes.
Aos 21 .Jos, branco, nascido a 22 ue abril lo
correnle anno.
dem.Rila, parda, nascida a 23 de novembro do
anno prximo pastado.
Aos 22.Mana, parda, nascida ha 24 anuos.
Aos 24.Manoel, pardo, nascido ha!) mezes.
dem.Mara, branca, nascida a 17 de ebril do cor-
renle anno.
[dem.Sebaalito, branco, nascido a 20 de Janeiro
do correnle anno.
Aos 20.Remjamiii, crioulo, nascido a 2 de miTCO
do correte anuo.
Aos 31.Antonio, branco, nascido a 7 de abril do
correte anuo.
dem.Maria, branca, nascida a 7 de marro do
correnle anno.
dem.Cecilia, branca, nascida a 22 ele novembro
do anno prximo passado.
dem.Jaciniha, branca, nascida a 22 de agosto do
anno prximo passado.
dem.Leopoldina, branca, nascida a 13 de setem-
hro do anno prximo passado.
dem.Ildefonso, pardo, nascido a 2!) do dezembrn
to auno prximo passado.
dem.Maria, parda, nascida ha 2 annos.
dem.Manoel, pardo, uascido a 30 de agosto de
1855.
dem.I.noicnra,p,rda,escrava,nascida ba3metes.
dem. I heodoiu, crioulo, escravo, nascido a 17 de
de.eir.bro du anuo pruxim? passado.
dem,Sevrriana, crioula, nascida ha 5 mezes.
Ideo .Sezmo, eiioulo, nascido ha (i mezes.
dem.Maria, parda, nascida ha i mezes.
dem.Francisca, branca, nascida lia 2 anuos,
dem.Jaciniha, parda, nascida a 1!) de outubro do
anno prximo passado.
dem.Jos, crioolo, nasci lo ha S mezes.
[dem.Amelia, branca, nascida a 17 de fevereiro
lo correnle anuo.
Ao lodo42.
Fregoexia .1. Sanio Anlonio do Recife, 31 le maio
de 1857.O couego vigario, lenancio ilcnriiues
le lltzende.
pado, os Srs. eonseUleiro Dr. Aulran, Dr. Joaquim
Vilella, e Dr. I.uurciro, lentes da FaruMade de lli-
reilo, Dr. Parla lente de Iheologia e director dos os-
lados do semiario le Olinria, e o padre meslre Joa-
quim Raphael regdor do (ivmnasin provincial, sus-
tentaran) crn publico que era verdarie lurio quanto
eu liavia dito acerca .la rioulrina de S. Thomaz e
dos concilios de Franca sobre a liberdade de Dos.
A nada al|eudeu elle.
^ Foi i.oi grande a sua pertinacia e o seu descome-
dimento, que lomando para juiz da questao o Sr.
conselheiro llr. Aulran, em quem disse que linha a
honra de reennberer as qoalidades de rioulo e rie
canslao, pedindo-lhe em varias cartas que publieou
que o inslrotsse, visto que sendo urna das mais
bellas e mais poderosas iiilclligenrias que adornan)
a nossa F'aculdade de Direilo, niuguem melhor qoe
elle Ihe poda corrigir os erras, passou depois a in-
jona-lo, cbasoando-0 at de herege, apenas o doulo
lente eondemnoo a sua donlrina como conlnria a
da igreja, arresceniaodo que. se era calliolico,
como elle suppunlia, devia dar-se pressa em rerac-
tar-se para reparar o escndalo |ne tinha cauado !
Acontecen infelizmente que os adversarios poli-
lcos desse individuo apruveilassem a oceasiSo que
julgaram favoravel, paia ver se o denolavain com-
plelamenle ni opimao pohlica ; mas esta manobra
n.l. sorlio o elleilo que dola se esperava, por quanto.
lino e astucioso, rieu-se elle pressa em apresenlar
como guerra poltica a censura por mira frita a sua
perniciosa donlrina, bem cerlo de que seria por
inultos acreditado, pois que nao lia cegueira maiur
do que a quo he produzida pelo espirito de par-
lido. ;l)
Nesie estado do comas, compadecido da sorle dos
miseros igooranles que o consideram romo um por-
lenlo de sabedoria. somenle porque falla multo, di-
rigi-me ao Esm. Sr. arcebispo la Rabia, a quem
remet! o discurso por elle prooooeiado, e as carias
por mim publicadas, pedindo-lhe que, como pri-
meira auloridade ecclesiaslica do paz, lixesse oovir
a ua voz, afim de vingar a verdade e confundir o
erro.
Lis aqui a carta que Ihe escrevi :
Exm. e Itvm. Sr. Se a nubreza impOe deveres
aquelles que lidia gozan), maii.res sao re; menle
os que a sciencia hopos V. Exc. Rvm., nao o digo
eu so, di-lo o Brasil inleiro, reno em mu sulno
grao lodos os ronhecimentns, as'im sagrados como
lirufaiios. Metropolitano do imperio, os liis reco-
nhecem em V. Exc. o meslre, o juiz da fe; liomem,
todo os Brasilelroi o eonfessuin, om dos mais doolus
e dos mais sables do palx.
Se a Divina Providencia aprouve adornar assim
a pessoa de \'. Exe. Rvm. com tao preciosas quah-
dades, au foi cerlamenle para que as leixasse sem
apphcarao ; foi pelo contrario, para que lizesse del-
tas o uso que V. Exe. realmente faz : islo he, foi
entre miras cousas, para que combalenrio o erro,
qualquer que seja a capa com que se acoberle, lizes-
se Inoinphar a verdade, pois que o iriumplio da
verda.lc sobre o erro be o Iriumpho do principio
do bem sobre o principio do mal.
Rvm.. e principalmente no zelo apostlico que o ca-
racterisa, posto que me nao seja estrenua que o go-
verno de lio vasto arcel.i.pado e a promocao lo bem
espiritual de Uto numeroso rebanho devam occopar
a \ Exc. lvm., .le modo a rieixar-ll.e poneos mo
menlosiie repens, todava vou rugar a V. Exc. lig-
ue-se de allenderpor um pouco aseguinteexposisao:
Em o dia 11 de agosto do anno prximo passado,
reunida em sesslo magna a sociedade lilleraria de-
nominada Alheneo Pernambueauo, no edificio em
que se cha estabelecida a faruldade de Direilo riesla
cidade, pronoocioo n |)r. Antonio Vicente do Nas-
ciineulo Felosa um discurso sobre u destino rio lio-
mem e da liumamdade que, sendo milito applaodido
pela mneidade acadmica, foi pelos fins de outubio
publicado no peridico que lem o titulo da mesma
sociedade.
Lendo com altencao esse discurso, do qual muito
bem me liiiham dito, pareceu-me que nao mereca
os elegios qoe llie haviam prodigalisado, pnncipal-
menle na parle religiosa que, segundo as ideas que
leiiho.hc absolutamente Contraria a fe ralhulica.
Sera Exm. Sr., conlormc com a doutrina da
igreja, proclamar-se que Dos nao be livre, porque
nao lem a escolba ; que quer necessariameiile e sem
saber o que quer, v.slo que sua intelligencia nao
pode fornecer mutivos a' sua vuntade ; que a libei-
.lade sera em Uros urna faruldade ou um altnbulo
repgname e sem posibilidade de ser rourebido,
urna imperfeiro, urna fraqueza, urna conceprau re-
pellid* pela c-sencia divina? )
Sera' conformej'com a diiulrina da igreja procla-
mar-se que se I) os lie uno e trino,|he somenle por-
que lie um espirito que lem vuntade, inlelligenria
6 lensibilidade, que as pessoal divinas sao estas ires
facilidades; sendo a volitado o padre, a intclgencia
o lillm e a sei'Sibilidadc o Espirito Sanio '! :l,
Sera'conforme com a rioulrina da igreja procla-
mar-se que a queda lo pai do genero humano, em
ronsequencia do peccadu por elle rommellido nao
fui total e que o resollado desse pircado nao loi ou-
lro que ficar o erro dominando no innudo '.'
Sera' conformo rom a rioulrina da igreja procla-
mar-se que a iiiissjo do Sslvador lora si'.men'.e com-
fosse faril retrartsr-se, fiz ver que a soa doctrina
he eontraha a* da igreja, e que 0 iiiplb.uln por elle
empresario li!> o mesmo que na Allcmanha lem con-
dozdo alguna philoaopbos modernos ao abvsmo do
albeismo rspernlalivo.
Indignado, porem, e furioso por ler eu ousado
rombaler a sua donlrina, o|)r. Feitosa, qoando ape-
nas duas de miohas earlas llnham -iio publicadas,
escreve contra mim um rmnniunicado lerrivel, e
0 manda publicar no peridico Liberal l'ernambu-
rann, por elle dirigido.
Em paga de le-lo cu elogiado logo em miaba pri-
meira caria, dizendo que era geralmeule considera-
do e com razio, como um lo prmeiroa advogados
do foro desla cidade e urna las uilelligenciS mais
esclarecidas da provincia, Injorioo-me elle atroz-
mente nao si. lese communica.lo, senao lansnem em
oulros que depois poblieoa e man lou publicar. Cha-
mnu-me oslenlador da falsa e indigesta erudirao,
sophists encapotado, ignorante, pedante, charlatn,
minado algebrista, corarao ralado de inveja, ele,
etc., ebegando at a esrrever o a mandar esrrever
que eu obedeca a clculos rlheios, que era inslrn-
menlo de seus inimigos polticos, os quars paga-
vi.m-me para incommoda-lo !
Mullo sollre nesle mundo, Exm. Sr., quem pogns
pelar; mas tamhem ai dequelles que a despre-
xam e cumbatem I
O Dr. Feitosa nao se limilou a qoerendo mostrar que as proposiri.es por elle enun-
ciadas nao sSo conlrarias Pe Calholica, riesfieuron
os raciocinios de San-'l liorna/, de Aquino, e, dando
como rioulrina do Anjoda Farola, as ubjeccGes qrie
elle aprsenla para depois resolve-las, leve a cora-
geui de allirmar pela impiensa qoe o mesmo anana
que a vootade de Dos he necesaria e nao livre, e
romo eu Ihe exprobrasse Ue reprehensivel procedi-
menlo, publicaudo ao mesmo lempo nina Iraducrao
bel da rioulrina do Sanio Dr., sobre o ventado de
Dos, ousou asseverar em um commonieadn publi-
cado no /.ifterul que era eu que cilava da falto a
San-riioinaz para provar o cunlrario do que San-
1 liorna/, eiisiua
Indignado. j pelo mao Iralamenln que havia re-
rebilo.iu mea adversario, j pela falta de sinceri-
.lade com que proceda, publique! um communicado
que remello a V. Exr. com as miiihas cartas c com
o discurso em questao, no qual assim como na ul-
tima caria, me ervi de urna linguagem folie que
pero a V.;Exc. digne-se de desculpar, em ltenlo
s elrcomstaoeiai em que foram escripias.
O Dr. Idiosa, bem que sem duvi.la convencido
do seu erro, todava, nio lem querido relraclar-se,
anles, pelo coulrano. persisto em suslenla-lo, fazen-
do assim a niaior afirouta que se pode fazer a ver-
dade. 5)
Nao lie. pois, por amor delle que vou incommo-
riar a \ Exr. linio., he por amor dos ignorantes
que juram em suas palavras, que talvez nao sejam
poocos, visto que, sumo diz, he chefe de um par-
tido.
Essa pobre genle. nao lenilo confanca em mim,
pois o Dr. Feitosa Ibes diz que sou pago por seus
inimigos polticos para o molestar, nao leudo a pre-
cisa capacidade para em lia grave questao distinguir
a verdade do erro, precisa que una voz anlorisa-
da como be a de V. Exc. Rvma Ibes abra os olhos,
Tazendo-llie ver qual he a doolriua da igreja res-
peito.
Em o nomo, pois, da religiao, rogo a V. Exc.
Rvma.digiis-sedeemsua qualidaje :e Metropoli-
tano do Brasil, allendcr ao bem espiritual da popu-
larlo desto parle da Ierra da Sanla-Cruz, eiclare-
cendo-a a'cerca das proposic,oes comidas no discurso
do Dr. Feilosa para que lodos fiquem sabendo se
sao conformes ou se s,1o conlrarias a Fe Calholica,
e a las. Se V. Exc. Rvma. quizesse I.m .km ler a be-
ingiii.la.le rie examinar se ha em minhas carias al-
guma proposicao que nao seja orlhodoxa, bom se-
na, porque leudo ellas de ser publicadas em separa-
do a pedido de varias pessoas, nessa OCCSSilo cu as
reformarla.
Sou, com o mais profundo reipeito, de V. Exc.
Rvma, servo homilissimo.
Felippe Xer/ Collwo.
Recife 5 de Janeiro de 1857.
Recehcndo a minha caria, dignou-se S. Exc. Rvm.
do ii.nnear urna commissao dos lentes do grande Se-
minario daqoella D oceie para oceupar-se de (ao alia
questao, e com eOeito, depois de maduro exame,
derlaroo essa commissao o pal unaiiimidade de volosa
que as propojiccs do discurso do meu arivarsano,
por mim impugnadas romo hereliras sao realmeule
conlrarias a F Calholica, roulormaii !oc S. Ex.
Rvm. com ela decido e aerescenlaudu na caria
que me [el a honra de escrever. consideraries laei
que tiram loda a duvida a eile respeilo, a'inda aos
-nais srepliros espirilos.
Ja \, pois, o publico que Uve loria a raza.) quan-
do escrevi qu o discuso do meo adversario, consi-
derada dehaxo do ponto de vista pnilosophico,oeohu-
ma significa;ao linha e que debaixodo ponto de vis-
la religioso era u.n complexo rie beresiss capuz de
lioni n-ar a qualquer espirito piedoso, acreicenlaudo
que ou elle nao conbecia o Dos a quem adorava, oo
entilo adorava a um Dos que Dio he o de Abraham
e de Jacob,qnefnlo hejo dos Chrislaus, que nao be o
nosso.
Eis-aqol o parecer lado pela commissao nomeada
pelo Sr. Arcebispo, a que cima mo referi :
Qucst.H's formuladas pelo Dr. Filiprie Ne-
ty Collaro, eresposUida commisso no-
meada por S. E\c- Rvm. o Sr. arce-
bispo da Babia .metropolitano e prima/,
do imperio do Brasil ele. etc.
O. 1.a Ser conforme com a doulrina da igreja
proclamar-se, que Dos nao be livre, porque nao lem
esculla;que quer necesariamente, e sem saber o
que quer, visto que sua ntelligencia nao pode for-
necer molivos a sua vootade ;que a liberdade seria
em Dos urna facoldade ou um altribulo repugnan-
te, e sem possibilidade de ser concebido, urna imper-
feiro, urna fraqueza, urna conceprau repellida pela
esseoca Divina?
R. A sania igreja sempreensinou,eos fiis sem-
pre ptimamente entenderam, e lirmis-imamenle
sempre rrerain, que Dos era soberanamente li-
vre. (6)
Pelau em sua Dogm. Theol. lom. 1. lib. 5, pro-
vade modo nvencivel, inrontrastavel ja rom a ...
criptura e ja com a tradiro universal e constante dos
SS. PP., qae a liberdade de Deo he dogma funda-
mental do chrislianismo.
para (ue, se iodos us enrielaos que oram, sabana, di-
zer e desd' o fundo do corara..:Paternster, qui es
injrrrdis ; saucliliretur numen luum ; a Ivenial r'-
fial vobinlas lila sicut iu r.i'l.
el iu
gno.'n tuuin
Ierra'.'
O dngma da liberdade de Dos esl pois. p ra as-
sim dizer, inclinado na cousciencia rie torio, os li
eis.
Lnir-ian para sobrelevar a resposla, registrare-
mos aq.n os adversarios leste dogma. Seus nomes e
sen* svstemas revelaro a importancia da duulnna
contraria.
Em os primeiros seculos rio chrislianismo os adver-
sarios da liberdade de Dos, que os SS. PP. llveram
de rombaler, frram.
I. alguns phiiosophos pacaos, que S. Thomaz uo-
mea em o seu lib. 2, conlr. tienl. cap. 25.Faziam
ellei descender o iiiunioex necessilaleou da es-
sencia da Divindade. ou da malcra eterna, ou, se-
guinrio o optimismo de PlatiO :Deom noltatenos
mu. liim meliurem facer p ituisse :necessilavam a
luiii l le Divina, que segundo elles oa poda deivar
de expandir-se de obrar e obrar sempre 0 melhor.
2." O Mareionilas, os Manieheos, e alguns tinos-
tiros, que eusinavam a rioulrina dos dous principios
bom e mo, ambos entes Descasarlos, ambos sem
liberdade de acr,ao, sem liberdade alguma absoluta-
mente fallando. (Oazzaniga lom. I, riisserl. j, cap.
6, n. 182.)
.1. Em o seculo 12 Ricardo de S. Vctor e o cele-
bre Pedro Aheilarri. Deslumhrados talvez pello opti-
mismo de Pialan, resusnlaram o erro da vonlBdeue-
cessilsiilc de Dos. O|isnto a Abeilard, vmasltna-
mente aperlado e confundido por S. Rernardu, ah-
jurou o erro afina I. [P. lierlrand Tissier lom. i, sub
boc Ululo :Responsio Petri Abulardiconlracalum-
nias objeclorom.)
I. Em o seruio 14 JMo Wielef, Inglez. :ilos>uet
llsl. des Vanations des Eglises proleslaulcs, lib, II
cap. 153.)
5. F:m o seculo l(i I.utilero, Russero, e Cilvino
(Bellarm. lib. 2, de gratis el libero arb. cap. 15
li. Em o seclo 17 Renlo Spinosa com o seu svs
tema denominado pamliei-mo.que he tainbem ap
pelliado de sen oomeSpoosismo. Tlergier arl
Spinosime'. E nesle mesmo seculo Leibnilz e Male
tiranche restaoiaram o optinismo de. I'laiqo, e, na
phrase d.) Dr. Ileuri Klee, diilcilirando-o, re.lnzi-
rani-no a svstema. Ilrnri Klee lrad.de Mabire,
lom. 1, 2, par. cap. 5", n. (i.) Sabe-so o que acon-
tecen a Wolfio na Pronto por levar, pela forja de
sua lgica, al as acr/ie humanas a nccejsidade de
obrar. Reccbcu ordem de despejar a I'ru-iia dentro
de 21 horas.
7.o Em lim no seculo passado e no actoijl os ma-
terialistas, como Helvecio e liolbak, r os phnlheislas
AllemAos, Inglezese Francezes etc. fLda-SB a conf.
'1, rio 1. Ventura n. 71.
A | lulos pina moderna, que he a philcophia do
seculo passado, ^discoire o eminentissimo oradoispa-
dre \ entura) leudo apenas de mais a h\ pocrisia, en-
sina :Dos, sendo urna causa necessaria absoluta,
que mi pode dallar rie passar a aclo, ou ao pude
passar sem acto, creoo o mundo de loda a necessida-
de. Aristteles ja o tinha dilo. (A conf. supr. cil.
e o mesmo o. 71.
I'orm a lii.crdade de Dos lem sido sempre defen-
dida victoriosamente por varos betiemonUi da San-
ta Igreja. Para confirmaimo esla assercao. Humea-
remos por lodos os SS. PP., na piimeira lde, a S.
Agoslinho :In eo vero quod dicitor,vidit Deus,
quia liaii'iin est,satis signilicalur, Deum nulla ne-
cessilale, nada sua cujusquam utililalis indigencia,
sed sola bonitale feclsse, quod factumesl, idesl, quia
bonum ,Civil dei 11, 2i.)
Por lodos os SS. PP. e Theologos da idade media,
apuntaremos S. Thomaz. Lea-se o sea livro 2, con-
Ir. Geni, eu o cap. 25. Na primeira parquestao
lo.arl. :!, ad. 2, o santo padre discorre assim ca-
tegricamente :tbiod licel Deus ex necessilale ve-
di bonilalem suam, non lamen ex necessilale voltea,
sem qae jamis definiste como fustero em si aquellas i remello no parvees junto
entidades subsistentes o realmente distinclas entre rom o qual me confort.
si, ou o que fossem aqoellas pessoas ver el rea-
liler. o A santa igreja sempre reconheceu que o dog-
ma da Sandsima Trinitaria eslava cima da cm- Irma r.ill
prehensSo humana, a mas, como observa S. Agos-
11 litio, as denomiusva laes persona' ,........i,
para sempre dizer alguma nasa r nao tirar 11111111-
decida :Diclum esl lamen Personue non il-
lud direrelur, sed lie lareretus.
i.7" Em consequenria rrdurir as Ires pessoal ili-
v iiias 111 lies faculdadrs voularie. inlelligoncia o
sensilulidade he ensillar o nominalismo ou mode-
lismo dos Simonlsnos, Praxsistns, Needanes, Sabel-
lianos, e SoolnlOBOS, rioulrina mil ve/.es combatidas
" "l!l1 adl.....I. (.,iludir. 1 ..
logo aguardar essa retracufio qu< 1 1 1 paia-
pad o desgasto de un 1 censan .;, ,
qoando recabe sobra h m
leuii s e amor as leltio-.
Ja v pas V..-. qoe 1, ,, i,.|w,,
nial- promptacneate .1 su 1 .0 ... 1
.: 1
1
1
Per.ii.ilo-ine que elle 1ittil s s 1.1,, ,,.j,. \. ,
nlia tm vista, expando r.,m :.*,, r (,.,,
Iica sobre us|ue>i:o. 1 .mu. 1 j,.w \ s
.S'iato ni nlrrnii 7 nr o Sr. l'r. 1
Utrurm pnrmntenle mtmiami 4*4.
fll"it" 11 ..,(. .li,/. r/,, .
sois, pmimztnt umn mm i
cuntanle rtuino don poaVos r amlnr-
tU> mmil '.'l'/ll.to ,,,,/f,... I r n-lrn; .1
ii'-m-i. e\p u.do-e .1 iiK-m.1 osla .ir .
mu eleva las iatellieeaeiso, qae pos i n ei
illlrapa--i.
inca no sao jalao prrvaae, aStraoonsM
ile onda se pasto estoae** a tosnltsa
e mil ve/es rondemnaria pela Sania igreja. como er- | losophia na investitaj I r..nv .. I ,.
ranea e hrrelira. visivelmente opposl.) a'criptura ladas aalYagaram na Fe, o roasa di/a F-,.
ea Irail.rao universal e constante dos santos pa- qu-rendo e.qu.i.innb.ir o. airan... i, |.,.,
' ria.liraram oppnmi la- rom ,, .
Aiii.iainais: os sanios padres pBra explicaren-, Uim que o.lisrurso do vSr. Isr.Feilasa. navei.u.u ,, ul
qoanto he possivel explicar, agoraran rio l.lbo de bello a oulro. respeto.. ---------m ,lr .i. ,
.....' !' a PrnfeasSo do Espirito Sanio, que. senda o-< le oao'ossaarswsj ...rievi.la. m,,,,,,,,,,,, ,,
perarnes dillerenles e diversas in Uivinis, ,1- i ,|co assuinplo (i ,)...........i, mrm r ,,, ,,"','
les iguoravam Minpletamoole o modo ou a natorera | ni toda .llerecia ., el..q,...,,r,, f, ,,.h l ...iwTeia
terum qoissilhuju. campo valinsaao ostia pasea renga mu 01 is .
san i anta ad tx-m..), v. o e nunca sosal- us sua- Mpraastos carias, bsjsmsvfstoi m Otan *',
lia lodos os sanios padres e lodos os llieu- j l'ernambnro roiilem riuuiriu.i ... Un. loii rxi.eii li la
ea-se o mesmo S. lliomaz na p. e q. pr.- com tanla erudir.io como lacnle c ai.enid.de dte.-
'".' Ixlo.
rie semellianle dlslioCfSo :
riislinciionis modos, prorsus Mecimos (S. J0.I0 Da-
mascenu in lib. de file orlhodoxa cap. I.; faziam
descender a geracao do filho de lieos do divino en-
lendimento, porque o evangelista em o cap. |.. cha-
ma o mesmo lilho de Dos Verlium e segun-
do S. Agoslinho ;frmala..... cogitado ab ea re.
quain scimu", verbum esl, quod in corde riicinn...
S. Aol;. lib. 15 de Innilate cap. 10.) Or. riisror-
riam os santos padres, o principio furmal da cogila-
rao he o principio cogitante ; mas o principio co-
gitante he o eiilendimenlo.Logoni lliviuis a
geiarao do Verbo descende do divino enlendlineiito.
,Leia se S. Thomaz na 1. p. q. 27 arl. 3.
Depois dislo a vuntade da'-se. nao se reprodoz
quando no sen desenvolvimento. Ora o Verbo Di-
vino he chamado na esrripluia linago ni.a-
gcm. (S. Pan:, rol 1. 15.) Logo o varbu divino lie
serado pelo divino ciiteudimenlo e nao pela vunta-
de. (o mesmo S. Thomaz nos lusares precitadas.
Ouanlo ao E'pirno Sanio, oo santos padres o fa-
xiim proceder d i vuntade on do amor do pai e do
lidio, pirque na ascriptura o Espirito Sanio be cha-
mado Amor ; Chantas Dei dirTosa esl in cordihos
uuslris. San Paulo ad Rom
hilidade.
lugos. 11
citada arl. 4
Oulro sim : nolam alguns desles ltimos ;
alguns theologos, que explicar de oulro modo a ge-
rarao rio verbo Divino ea praeeisae do E.pirilo
Sanio he divacar fura de lodo fundamento da escrip-
tnra e ria tradirao, e expor-e a intuleraveis abs ir-
dos ea erros muito graves ,1'lieol. de l'oihers lom.
I. de l'rinil. arl. 11..
l.uilnn os S. S. P. P. valendo-se de similis oo a-
oalogias ja da ordem physica, como o sol, o rato, o o
desenvolvimento do raio, e ja ria ordem psvliologica,
como o eiileudiincnto, a voulade, e a monacato, nun-
ca quizeram, nunca pensaran), nunca podiam ler
pensado em constituir com laes siunles ou analogas
a Irindade sanlissima, nao : fot sua mele aprensa-
la-Ios para onicamenle mostrar a raciouahiliilade do
mjsterio, e verificar as palavras do apostlo, que a
nossa f nos aueuslos mj.terios da saeta-Mala cruz
du Calvario he em verdade um obsequio razoavel
ohsequium ratioiiabile.
. ij indo temos dito para demonstrar a incompre-
hcnsibilidade do Sueusto mytterio da S. S. rrinJa-
de, baila para abouar, para coolirm ir, em loda a
luz da evidencia, o fini.a mira, que tiveram o S. S.
I'. I', procurando smiles uu analogas por toda a na-
lurexe,
Queslao 3.aSera' conforme com a donlrina la
igreja pioclamar-sc, que a queda do pai do genero
liumano, em conseqoeucia do pecrado por elle com-
melli.lo nao fui total, e que u resudado desle pecra-
do n.lo fui oulru que ficar o erro dominando oo
mondo?
R.lie de fe calholica, que a queda do pai do
genero humano fura l.lal nesle senil io : 1\ que
nao Reara somenle em Ado e sii por conl. rie Adao
apiilau.o. que merecrii ao ata nun,
sem que fosse pvcotso profun ir r--r- pesaaa i
ticos mais proprios de uina escala l!iro|..tK.i aan d. -
esparo, lia Academia ou do I.m...
Permita entretanto V. S. ausMaa qu i
fui mnstai seasivH a maaatra saaasa* -e oaasatai
les.igradavel polemira. qoe ver-ando ansa* en
da mais alia llanscen lenria, por I .ul.i d ,.. i-
rein tratadas osea a calma e e-puii.. de pal ni
nos ronloime aos nobre. ui.fin.-|., d. g. .
ravalleiti-in.. que.levem bni.'i r nr.la. totas la .||.r
luaes du qe .,,,4 ,|.|,,M ,,., r, u e ,.,.,,, .
g.inlo a bem ranherid i maxim rie -. \.
" '" nece.sar.juu.1.,,, ..,,, ,,, ,_,......Bi.
chantos infelumeats eceaarao em racsafeaa, m-
vecliva e personalidad-. .,.,.. ,, ,..,,,.,, ,tn .
.non,.i lien, rom a gravida.le ria ra.,., q d.-,l..,
nein com a rccoiihcci.la illu-lm ,0 ,|. -,
dores.
Com lana, sem apprnvjr e-les de-ofsgo. d. r. -n
l.menli lilieran... as rar. I. je em eiaell,
debate., quer na imprriisa. q.i>r o i ir Luna i i ,
de poder assjesmrar a V. s. qu,. Mi mMJkm aase*
qu.p vull propler bonilalem suam, quia bonitas e jus como esmuarain os Pelagianus ; porem que se Ir.ins-
ler a erro e fazer triumphar a verj-ide? (4)
potesl esse sine alei
A final para os adversarios da ultimo e do corren-
le seculo, materialista c panlbei.las. por lodus os
grandes varos, q0 sustentaran! a rioulrina ralhuli-
ca, apoularemos o (Rastre e benemrito Benelon em
o seu Ineslimavel tratado sobre a existencia rie
Dos.
^ F^ sim : nao esqueCeremos os dous concilios da
Franca celebrados em 1819, os quaes so felizmente
rilados pelo Dr. Collaro :O de Paris presidido pe-
lo respectivo arcebspo, e o le SoissoOl presidido pe-
lo de Reims ; Concilios anecionarios con) a aulo-
ridaclc do papa Pi l\. Elles lem vingirio nos seus
decrelos conlra o panlheismo moderno e Dogma
calholico da liberdade de Deus.
j Assim a iyreja (diz o sabio l)r. llenri Kleei a fiel
a' doutrina da esrriptura. tem conservado em toda a
sua iiitegri.larie a idea .la perteilu ni lepandeneia .!-
Dos na obra da cresro, e repcllirio da maneira
mais explcita loria a idea de coilslrangitnciilo exte-
rior ou rie necessidade interior quer relativa-
mente acrear.loem geral,quer relativamenle ao mulo
porque ella leve lugar. (['. II. Mabire.lom. 1-, 2."
par. n. (i.) (7)
Queslao 2.' Sera' conforme com a,donlrina ria
igreja proclamar-se, que, se Dos he un e trino, he
si.irenie porque he um espirito que lejm voma.le,
inlelligenriae lensibilidade ;que as peksoas divinal
silo estas Ires faculdades, sendu a vonlide u pa-
dre a intedigencia u lidio e a sensibilida-
de o Espirito Santo .'
R.ou dogma de Dos uno e Iriuo foi sempre ve-
nerado pela sania igreia como sendo por excillen-
cia o mvslcrio da fe. (S. XIal. in Malh. c. li. n. 1.)
miltira a loda sua posteridade : Sicut per unuui
lior.iiiiem peccalum in hunc mun lu.n letravil, el
per pecealom mois ; el ila In onines homines mora 11u"r 1* 'r\"m as provocar,-,. ,|, m>a a.ivtari
Eslimarei que V. S. nnlinae a tazr iga! bmi *>
seu saber, empunliaii lo as arma, da "innato c 4| I
em defez.1 d > ri.n-iiani-ino uto scaraal;.. naatm no
ngo-.s .i.i- pelas fue-la. e latvQlanm ihenria.....
rarioiiali.mn que nada m-iios impsrto que a as
de Indos os dogmas c da llmn.i Constituir** 4a I r"
ja Calholica Ap...|i,lica liomau .. A.r'.laa>' i.,
penodiro religse deslacapil.it. .VetacaaSaV' /', .-
//ro, mu i ra Inoran.ni emu a. prodsrr,.. a, ,
Inli.iiina peana de V. S. em a-umpo taetS naiii-
reza.
Soa ciin a mais subida estima
De V. S. Mullo ltenlo, tronador e obriexto
servo,
llnmiiaUo, arrebispn da Balita.
Babia 12 de junho de 1837.
_0 queretla he que o meu adversario in-- -e
nao ....nenie lingindo le lim Sr. Arreaa.poa. ase-
mas iujuriis que j dnicira a* Sr. eoiMellitirii IV .
Aulran.qii.iii.il>, ce.lendo .mu. re.i.rad i-iu.. ..
para que In.uvesse por bem m-iroi-li. 4ir-lhv qte
eslava em erro, que sus rioulrina a contraria a 4a
igreja e que devia relraclar-s- para reparar -cn-
dalo oaalMVta dado, ..na lambrm snanadari.
que roiiiiuuein a in.utlar-me oo / ineril fr-
namhurano ; mas nema ceno que S as*. e-:a
Uto altamente rollara I e lie -errario de ansas hrilli.
qoe na la que dril diga o nodera prrioir.r. e ar
pela mmha parte, len.lo lila a feheitade de asererer
l.1o bom ruii.cito rie om v.n., u |,,.i, jh,.
como he o .dual Melropolar.o e Prim. .! StmI.
jolgo poder entregar ao denr-zn a man r hsBat-
in. de lodos o. Paitases, \VW, Wantoaai havij.-
por liaver.
Baleada a que.ia i aoaMnls pria esjlarl la le r _
peteiil, unta mus pnl.lirar-i a e-l re-pello. q.,..
:
ffc.



.- noile de 21, s 7 horas pouco mais ou menos.
a popularan rio-ia cidade presencioo una scena liis-
lissima, i a mu d n Cinco-Ponas : incendioo-se om
li irri '< plvora na casa em que morava um indivi-
duo de nomo Calanhu, c onde tinha elle urna loji-
ii.ia de diversas miudezas un que venda plvora.
.i"u> se sabe no cerl a causa que molivoo a explo-
'ini, dizem una que (ora um bosca-pe, vibrado de
defrnnU : oulros que na occasilo em que occopa-
em vender polvera, om seu lilho, da par-
le de r. ra macara I gu a um logueliulio, ruja, cen-
t. lilis, penetrando um barrisques! cheioda plvo-
ra, ;r lu/iram a OXploslO. Iniviedialanieute desmo-
rorruo-se a dil i casa, mais quairo cooligoas, e dua>
"' as no la.l i poilei ni d i ra.
'ni horrivel calastropne prodozio insudilai des-
I subdelega lo di frcgooza, vario
. _ra._ -. .. ,.,..;; ,o ,,d ircgoczia, vanos insnerln-
e i com ii enlerraroeula rio um boi qaeappareceo res de qnarlciao, .. cheto de polica, o director ,l
morlona Undi-Noi de Pao d'Alho. M.nduu- arsenal de guerra com .oblados ,1a eom?anhia*'
lifices e bombas, o cammaod.inle inperior inierino
la guarda nacional, dcl-gado rie pulira e sofa Ic-
I r. a icguinle propoila, que fui
-ir m.....i
' Sr. Rarroca
approvada
Proponho qon novameole se reprcspiile ao go-
verno pedindo qoe manda proceder aos Uabalhos
uecc-sarios para dclc.-miiiai o uivel.imenlu das ras
I Ha nove pira dez annos que faro pane da rc-
riacrao do Diario de /"rnoniOUCO.apsoas ires arligos
tem elle poblicado por mim esen, los sobre polillci
interna a pedido do iq Ilustre proprielario : o.
primeiro turante a adininislracao do Sr. Souza Ra-
mos e es dous oulros dorante a do|Sr. Viclor de Oli-
veira, por occasilo dos movimcnlos bavldi s no inle-
riur da provinria em razao ria le do senso.
1 u.lo pois, que o Liberal Pemambucmo tem dilo
nesles ultimo, lempos a meu respailo, apresentanrio-
mc romo o autor los arllgos publicados no Diario
conlra o seu chefe .luanle a administraran de Sr.
Sergio, he pura falsidade a que rerorreu o meimo
para inriisnur-me rom os seus correligionarios, ..lim
rie ver se por e-so meio tirava o valor as considera-
rles por mim feitas cunda as heresias por elle pro-
clamadas.
2 No Ciiado, periiulico rediaido pelo meu ad-
versaria e por elle destinada a educar.au do povo, nao
linha ehegadO .'inda a negar a liberdade de Dos,
pondo as.im o Enle Supremo em condigno inferior
a do liomem ; mas ja o linha rebalsado bailante poii
proclamuu que o llvenos amar como a nos mes-
mes.
Todo o rudo para com Dos, diz elle em o nu-
mero Si do dito peridico, cifra-se em ultima ana-
lyse uim.i io palavraAmai a Dos cemoa M>s mes-
mos Asnm o diz o decab.go.
Ouem levanta desla modo falsos ao proprio Dos
.le Mojes, assegoraodo que elle manda que o ame-
mos romo a nos meemos, bem pude nao ler seniido
nenbiim escrpulo em Isvanto-los a S. Thomaz de
Aquino, dizendo que elle ensilla que Dos nao be
livre.
[3J No Cidadon. 41, a doutrina be oulra. A vou-
lade he aluda o Padre, mas he a inlelligencil que
he o Espirito Santo ; lio a sensibilidade, o amor,
que he o Filho.
A redemprao, diz elle, onvolvendo o perda da
lium.ini.lade criminosa, dever ser um aclo de seo
amor (filia de Dos) obederendo i sua vootade e
barmonisando rom sim inteligencia, lie portauto
com rallo qu? o amor de Deus na Irindade Saullssi-
m i li-> representado como o Filho.
Emlim continua i iotelligencla infinito qae pre
ido a lodos os icios da vonlada e Daos o que Ilu-
mina o amor infinito nn a sensibilidade di ina he
bem representada pelo Espirito Sanio na TrinJadc
chrislaa. n
I ni uu don. ann.'s depois ja isso mo !>m lugar A
ini. llig-nciu Infinito ja nao he bem representada pe-
lo Espirito Simio, v.,?> sim pelo Filho. Do mesmo
modo ja nao ha razan para qoe o amor de Dos seja
repre nlado como o filho, embor.i a redempo eu-
volv sempre o peda, da homanidade criminosa,
agora ello deve ser representado p lo Espirito S mo !
Quem n-s n Iru ve/ moda los ? Oun a vonladi n9o venha in U
i ii re| mentada un. din pelo 1 spirito Sanl i n-
libilidade pelo Filho e a inlelligencia pelo Padre '.
Ol! o que seria da un lid di i se lod o
ealholieos Fossem tilo sabios, 1,1o modestos e humil-
des romo o Ilustre rrilurtor do Cidade i I
No CUaio n, 30, vem .una man omahe-
resia -ubre nalurea do Salvad ir do Mundo, ja
eondemn,'a cxprrs-anienie peh igreja : esa heresia
he a que nega a alma humana de Clirlsto.
' I ni um espirito a um corpo, diz o $abio e eatho-
Uro redactor, e lereis un bomem : se esse espirito
na. A vida phisica e a vida moral se acharam as-
sim unidas de urna maneira que nada lem d oppos-
lo razao ; porque, anda o repelimos, o segrerio s-
l.i em unir um espirito inlelligentc a um curpo ani-
mado ; esse segredo he sempro um mvslcrio para o
liomem, mas n que nao he segredo nem mvslerio he
a i' ah la o dessa uniao, porque be um facto ao al-
cance de lodo o homem. So o espirito be Denso
se o corpo be o germen animado no seio de uina
ii virgem,temos mol naturalmente a exi>lencia de um
ser que he homem e Dos ao mesmo lempo, que
he liiiilo e creado pelo corpo, e infinito e increado
a pela alma, pelo espirito inlellignile. >
Pode roncel.er-se maior ignorancia sobre as cen-
sas da religiao e maior ousadia em querer explca-
las ? Os homens compeleules que deculam.
Tem havido no mundo varios herestorehas, mas
nenlium que tenlia ao mesmo le.npo proclamado (au-
las heresias.
Nalure/.a de Dos e das Pessoas Divinas ; natuie-
za do Salvador e sua miiso, queda do pai lo gene-
ro humano : nada cscapou, ludo lem sido adolle-
rado.
He muilo he le mais I
5 Derlarou em orna das carias que dirigi aoSr.
conselheiro Dr. Aulran, depon da decisao por este
dada,que nao linha de que relraclar-se nem sobre o
que liavia publicado conlra a liberdade de Dos nem
sobre o que hsvia dilo relalivamenle a nalureza das
Pessoas Divinas.
^) Transcrevi pedamos
plulosoplios e Idelogos para demonstrar esla verda-
de; lix ver qoe, segundo anana o dolo padre Ven-
turanao se concede a Heos, nao se pude mesmo
Os santos padres, para o demonstraren! sus inno-
vadures do seu lempo, coslumaram apjresenl.ir-llies
em frente o texto de Isaas : lienerationem ejus
quis soarribit 1 Cap. 33, v. 8.) e o de S. Matheus:
Nemo novil FMiom, nisi Palcr ; nfque Patrem
quis novil,nisi Filias, el ca volueril Filius revela-
re. (Cap. II, v. 27.) Easinavam lambernque, quan-
do S Pedro confeyou a Jess Christol como verda-
deiro lilho de Dos, rncreceo-ihe estas bem notaveis
e significativas palavns :Reatus es, Simn Rarjo-
na, quia caro el sanguis non revelavit na, sed Pa-
lor meu', qui in cu-lis esl. (Malh. capJ lli v. 17.)
Qoaolo aos theologos, nao s elles fe ten. servido
de laes e oulros muiiuineulos da esciplura, como
tamhem, consultando a tradirdlo, a lem echado un-
nime na cm.ru universal da incompichensibilidiide
do mvsterio da Sanlissiina Irindade. .Para onnllir
cilaoes sem numero, rilaremos Santo' Ambrosio, S.
Jernimo e Santo Agoslioho.
O primeiro escrevia :impossibile esl, generado-
nis Verhi cire secrelum ; ineus dficit, vos silel.
S. Ambr. lib. 1. de lile al Graanuip, cap. 5.)
O segundo se exprima assim :Non dico de mvs-
lerio trinilalis, cujus recia confessid esl ignorado
lenlenlim. (Uyeron. in cap. S. I O lerreiro senda desle modo :Humana* ments
lirrlransiit, in quo omnes peccaverunl
It. 12).
2-.Oue a queda ferio o homem lo.lo. isto he,
linio o corpo romo alma, transmutando o homem
para peior :Per offensam pmv rira'.n.nis Ad.r lo-
tun hominom, Idesl, ernndnm corpas etsaiman,
io deteriosfolsse commolstom. Cne. Aranjieaoo
2-.ean. 1).
F: o ronrilio Iridestllno ensina : Si quis non con-
liletus pj iiiiii) homiiiein, cunim -nriatum Dei iu pa-
radiso fuis.et IransgrMsos, stalim sanctilalem, el
josllliam in qua coosdtutus foeral, amistase... lo-
liinique A.lain perillam prii-viiric.itii.ni. lerundum eorpostel Bniraam, In detisrios remma-
laioi.. fui -o. Biiniliema slt.(Tnd Seas. ->, le [..':'-. ..
n^. can, I .
O mesmo ronrilio na sess. 6, cap. I, diz : Cum
omnes nomines in piccvaricalione Ada* inneceaitom
perdidissent, faetl mmondi, el, ot Apostlas mquil.
oalora lilii ira-.,, usque adeo serv er.iul pecc.ili, el
-ul> p leslate dlabnll, aemorlisolc.
n Portadlo, r mu evidentemente se rieixa ver, o
resultado da queda le nosso primen., pii, nie f.u
simplesmenle o erro domiuando no mundo, foi o
proprio crime com as proprias penas de ne.se pri-
meiro pai, rie que nincuem jamis se salvara' seis
por Jess t:iiris!o: Sicut palmes non pjlesl fa-
cer Iruclum a semotpsu, nisi manseril iu viie, ic
nec vos nisi in me manserilis... quia siue me nihil
poteilis facer. ( S. Joan. cap. 15).
Queslao 4.Sera' couforme com a doulrina da
igreja proclamar-se, que a miaste do Salvador foi
somenle combater o erro o fazer Iriumuhar a ver-
dade ?
E.a Palo que dissrmos na resposla sopr.i, fira
bem patente, qoe a missao de Je.us Chrislo nao foi
combater o erro e fazer triumphar a verdade, ou
romo losleotovam os Pelagianos no -5- seculo, e de-
pois os Sonianos no leculo IG ensinar a nova doulri-
na, e rubuseca-la com o seu poderoso exemplo.nao
fica bem palenle, que a missao de Jess Casaste foi
salvar pela morle da cruz a lodos os homens, trans-
formados em fillios da ira, servos do per.-ado, sol a
denomiaieJh) do demonio o da moile. (Conc. Tri-
denl. na precitada sess. ti. cap. 1).
Se porem cumpre dizer mai. alguma cousa a res-
peito, Iriremoa a pas.agem de S. Paulo : Slcol
per iinis deliclum in omnes homines nronilemna
lionem, sicut el per unius justiliam in omnes homi-
nes in jusdficalionem vilffi, [S. P. ad. B. v. 18'.
E lambem liaremos anda o concilio de Trente.qoe
e-labele oiido na sess. 5. o pecrado original, enana
qoe o peccado de Adi nao poda ser apagado sena
Paul, ad I Recife 21 ds jonho de 1817.
P.S. i
N. I!.Intercsisiidi gravemente a todos o. FanVa a
deeisaa cima da.la, esSfS. ralaclo-r. 1-ra.iahm-
riade de repetir aiuanha i.o -...nenie o pre--rr .! i
rommissionninrala pelo Exm. S.. \r-r!,i.,.. ^. ,
lambem a caria em qoe esle declara cenforatar-e
com elle.
';i.riYi>tii ;..
nao pode rie nenlium modo ser necessilado a
crear o mundo, g mas que o fez livremente e por-
que SSiim o quis. Se he verdade, diz anda Mr.
tils, (ue existe um Enle soberanamente in.iepen-
rienle em si me*mo e que possoe o poder de proriu-
xir oulros enlcs fora rie si, o peusamenlo n.lo porie
admitlir que esse F]nle possi ler si'o determinado
a exercer o seo poder creador por nenhuma es>ecie
de precisan, nem em consequenria rie nina neces-
sidade de nalureza ; porque, e he este o princi-
pio que tolla sempre e qoe nao pode ser abalado, o
Enle infinito, .rnenle porque he infinito, .leve bal-
(ar-se intinilamenle a si mesmo, deve eslar por
ron" mul intinilamenle cima rie loda a predijo,
deve ser infinitamente isenlo rie loda a neressul -de,
assim interna como externa. Se por lauto exislem
exlraludos dos grandes enlrs fora de Dos, esses entes uno podem exi-tir
pela raz3o de que Dos nao p.'ide rieixar de produ-
zi-los, i cumpre, pelo contrario, dizer que e Dos
uranao se coiicene a lieos, uo se pude mesmo os produzio, nao pode l-los produzido ionio por-
concel e-lo senao romo uniente soberanamente livre; i q,le am 0 qniz e o quiz livremente. Em urna
cilei o padre C-atry, que no seu bello livro / la con- palavra tanlo be cerlo c musanle que o Enle su-
i:sirisru:\ in ursMiA
" "^"V'.:''' ll"-"'-. cuan- ,i. rasa)
auno ue l.v... presentad. .,. ,,,:;,.,,.. ,, ,;. M
pe > seu mini-lru .In. negocios inle.i. ^n,H.
Us inilirias c-titisl.ras
No auno de iro f,,,,.,, raai,!,,,, ,m ,,, # ^
peno i.Pt,!l.i, homens, sen I. :i;.ir.; lesar-,.-
inenle para es Carpas de muira, ir, 7 i., ;
como reserva. Compolsnds as firn pri tuil .
li.! popular.?.. ,s| he. es inlida*. enl.e t~-
t anuos, em Iu unido.. e mno. ve-e ,.j p,,., i.
por c.nlo. i 11.. p.iP frtm rn,.aM Mt .
ra aos ii.ih.ildos nroaaaatoos.
O producto .los imposto. |.r.-.'.. orlin.n. .M.
ramea primeiro semelre le llifai de "s;. _-,
rublos mai. ,U 15 mil ronlos .le ir, mi lu
a um mili,,,,, ,|e rublos a rereili rnrre.peii-ltiiic le
lo t|.
Os Jomlivos roluolarim em dmliriro em |s,.
rorar,. no valor de i>,:M,nm rabio, m, 0, | ^
con los.1
Em IK.55hoove 7,701) incendie., sendo 1.0 pro-
duz.los por Maesa eleclr.cas ; estes inre.,1.,.. re-
arara a vida a I* pe~o,. ,,.e aHIes perre-veav.
US incendios mais eonsidcaveis, qee majnsssjsnna
le 139 a t.ill casa., nrrorreram no bvrga dr Ni--
laiev.sk, goveroo .l'AsIr-La... na rtale I. fiassas-
lo, enverno de HsjaSl Hoi|niaax, em Sarar..,
ladimiro, kimxclime. em llearaa e '..Ir,
pontos.
^n-" "" ""' *" "" de |s...
r>l.l,i caso- de pele, sendo mortar. I7l.ll.
Compiirando e-le. algammo. rom 0ai. I~
ll da popular.o, ve se que. I p,s a .br. M (M
atacada, e que soccambio I sobre :|.V. li rlutrr- r
olxphoforam as molestias que m.w __ieji____
causaram.
O imperio romava em naaa, tfi ataaassa, oata
mi limri.i, municipal foi de llall,.:pe, r m,,.. ,.
bloi (perln de 7,"ta) conlo. h>v,.,.| um. dimn-,.-
pelu mererimeni.) rio um Mediador, que he nosso C^o oo I p .r ro d.. ru. n-l.. a> amia .1 ik.|
Senl.nr Jess Chrislo, o qual nos reconcilian em seu | Naqoella ...uima figura S. I'lrrburen cm rr..-
saogne cem Dos, faxendn-so a nossa jus(i;e, a nossa i ("nenio de 2,0 :i.'.ll> ruhl.x ma .le I I rus.
s.iiclifirarao ca no.sa redemprao : Quam per ] li-, Mosco rcm I,:i-.5,IHap rublos ruaco *mai *Jl*l
acies invadida in lam excellenli luce non fingilur, menliim unius Mediatoris II. N. J. Clirisli, qui nos ceios.) *
nisi pe justiliam lidei nutrita vigeietur. (S. Ang. Deo recunciliavil in sangoine suo, aclus nohis jus- Odeans, Riga, Kie. Niiuii-\i.v-orl oanaSl
l.b I de rinitote cap. 2.) tilia, lancliffeatie, el redemplio.- Balada asas- Saratow, Arehangei, ka.au \, .k',a7 taaaaZs
Huiro sim : i A santa igreia nunca enlendeu, e mo concilio. Na sess. 6. csp. 7. elle defini, qu a pcsiiem um NTialmiall muuici,.,! ana aa r
nanea ensinou, que as Ires divinas pescas fossem as. causa meritoria da nossa justificaran ora .Y...,, Se-I loil.OOtl rublos H conloe.
________________;__________________________________"bor Jess Christo, que pela extrema cridade, rom Conforme o relalorto, ei aqei al na?, la. re.
__ .. I loe nos amara, padecer sobre o l.enho ila Cruz, o! cipaes sabriivises da popular,. nt i.m a, |v.,
,i) O sabio escnplor cima citado tratando desle desla arle sadslizera por mis a seu eterno pai : I nn Homero, redondos
ponto exprime-se do modo secuintc : I Qui, eom essemin niinici, propler nimiam cbarili-| Nobrcs, 7n,lSI faoulias, pessoin a UN mai i-r
Finalmente dessa mesma idea do Enle infinito | lem, qua dilexil nos, sua sanrlissima passione in lie- I ras.
segue-se rom a mais bullanle evidencia que Dos I nocrucis nnhis jusdficalionem meruil, el pro nobi
palavra tanlo lie cerlo c constante que o Knlc su
nremo, por sua infinita perfeigao, acha-se isenlo de
ludo o que nao he elle, com-> he manifelo que es.e
me.mo Ente infinito nao pode ler sido determinada
a producir alguma cousa fo-a de si, se nao por orna
dei.irriiiniio.it inteiramenle riependenie de .aa livre
voulade- Se fora rie oulro modo, se lieos n.ao Irvera
produzido o mundo por urna livre determi.iarilo ds
sua vuntade, seriamos de novo obneados a dizer' que
nlo e
legados do nutras freguexlis, genle d arsenal dr ma-
rinba edns mivius de goerra. foro i de linda, de po-
lios mdicos, o pnai-
licia, c da guarda nacional, \.
miissancc de Dieu, premiado pela academia france-
za, diz mui lermnianlemenlc que negar a Dos a
liheiria.le he arrancar-lhe o coraraa, he mala-lo.
..Tirai a inlelligencia, tirai o amor', lirai a liberdade
.pie tira o amor, vos extingus o odiar, anaucaes o
corac,."io daqoella que era. Vos Ihe liraes a ser lio
bem que enlilo lizei. : NSo lia lieos. In* o aYseis
e dcreis dize-lo. NSo ha mais ente que nos srja su-
perior, nenlium ha qu nao no. seja inferior. So-1 o Enle infinito nao he intinilamenle intep
mus incompiravelmeole superiores a esse Dos des- '
trado, pois que cimbreemos, queremos, amamos.
Nao llamis enle absoluto. Nada diss > prodotio
aOeilo. O meu adversario reipoodeo-me descompon-
do-rae e iojuriando-me, pensando de-lo modo mo
[aria calar. Loncora !
Depoii da publicaran de minbas earlas lenho re-
cebido da Europa varias obras excelleoles recenle-
2S,^'!1* "b!' '* ,P!"MaDi aisumpto, sus. Oueuiao. su, pon lose que lieos predoxira
eui e^ellas uinaque iempurtiiulu-I.es Dagme. o mundo, nao por um aclo de l.b.rdrde, mas em
t.alli.i.iqais exposOs, prooves el vengus des ataques virtuled
Den Palri satisfecit
F.. aqui, Exm. c Rvm. Sr.,n parecer da commis-
sao, que ella tem a honra rie submeller a alta consi-
derac.lo de V. Exc. Rvm. A commissao lem profun-
da ronvicrao, que ella descnvnlve oas suas resp.tas
a mesma rioulrina. que a a santa igreja proclama-
ra serupre, e sustentara em todos os lempos sempre
conlra loda a especie de innovadores frisos, prophe-
las e herejes.a Entretanto a ratnasaSo espera
abmissamento a correccao de V. Exm. Rvm., como
quem he o juiz competente em laes materia., pois
que o apostlo Ihe ensilla, qoe o E-pinto Santo ele-
gera a V. Exc. Rvm. para reger e defender a igre-
ja te lieos conlra as porta, do inferno.
Rabia IS de maio de IS57.
Dr loau Pereira Ramos
l.enle de riiretto canonicn.
Fr. Analo da Nadvidade rie Mora.
Lente rie historia ecclesiasttca.
Ir. Ravmundo Nonato da M. Dens Peales.
l.enle de moral c secretario da commiivlo.
O vigario Jos rie Souza l.ima.
l.enle sub.litlo.
l'r. Aulonio da V. Maria liaparica.
Lente de Iheologia doginatiri..
Eis-aqol agora a caita que S. Exc. me fex a hon-
ra .le dirigir :
lim. Sr. Dr. Felippe Ncry Collar-..- (loando re-
cebi a e-liiiiiidi-im.i carlu e V
rie V. .N. rom I la d.-
de jaueiro,acliava-me eu [ora ria rapital.por ceaeade
nfinitomento superior a ludo o queu.i I,, i rcslabelecido e que me
Rnrgaezes notaveis. 11,(tai nsasaaa,
Negocianles. :iNI,ih| |>essoa..
Ilurguei.s, -HSI.tKHIpf-o,-
\ iii..es servas, ll.smi.insi pasases.
VllMea livre., -jn,m.n pe-.,-..
Vill> da roma, eslabelecidos as sea pr..riia.
Ierra., Il.i.uai. '
Julcr-, IS'i.v,-, familias.
l-.-trangeiru. que vieram a tirar sobJile- ii ,
.llS.
Jornal di Commter as le l.i-W<.
POR CA SA DE il'AKIA IMIMI.
l.uarda ii.f.i.iie em lemp,. ,l.~ .. vaaraas i
Iri-avosera om Ira'ls muilo pasvetaa oas asSSM
no lim, senao na aaSSSnaa, romo um- ero., a nasa
poi ah chamaiu miriaque, mo.. < llr-i h. |.-
rar-.e-lhe nome, visto qae de an. ln-p.li^l. nato
a iib-s dr raares osea es. O qae iHlmn~
preesdorrs e rulilo qaeer.in ren-..tes .ud. n.
janotas lo lempo, aaaaaaa aSaaaSse eaaasBaaaaa,
rtaria volume. .. que de ham que .s tenor qa* *
qu-ixam los lanVslIssisSBS, que -- ll... azamm j-
saias, tiquem abcudo, para ranelo de er e 4r--
rulpi de oulro*.
Kxpl rd oque he nm guar.i i n.l-.,le. veni.,s
cuntir urna Inslna que sj. lem naesaxs al
Ermrlinlu d> Enrarnarao ha .mo ,
rosto ri-onlu. e anata hmeeasaa, me ri-
lados do Ru mim; o Sr. J.^.-.... i
esquereu-no- um [ihvlinjjlll I 1 i..m
junta aos .ru. mrrrrinieiiio. ..:.-.
'ca. E m |.i : i.....ms, l Sr. J-- ara
11 Religiao, desconfiando sempre, eomo cosi me, t
mnhis proprias forras, julguei conveniente coa)- ,
Ainur. que n ..-> j n ;.
mo oii um p .ela. lev ni S
quem B>em qaer e
1.* melin.la a ti b.-
liberdsde de urna perreigo e elle he o ente lobera-
menle perfoito i-,'> o meu adversario ichoo que
liberdade que engrandece o liomem de una imper- ; Enle infinito e riinliadizcr ao nn-mo t
toirao e -.i,i Mol o,, Elle de livre de urna lber- ; o. le-liiniinlms rie oosil ci nsciencil ass
u Assim eonelue Mr.Til, a menpi que queira-
moi renunciar a di-a le lieos, copsiderada como
eiupj lodos
corpn de iiin.i virgem, lereis o llrmem l'cos, lereis
u Redemplor da hutnanidade.
Jeus Chrislo.porlanto, sendo homem pelo corpo
inaceulio lorrc-, en, cuja {botica luram Halados os c Dees pela alma, he a rslisScJJo da pro.ue5a dlvi-
foro espirito de Dos o esse corpo urna pailirula do | de plenamente senhor de' si me
indepeudeoto I elle no esta
Iranglmnto, nem a essa necessidide nleroa de
que fail.im os panlheiilasa que anniquillaiii aomes-
Acrrescpu anda haver me aqu aseevvrado um
amigo il, Sr. Dr. Faltosa, que elle eslava (I -
relraclar-se oo a explicar o sentido ,i. r. pesirt' que
... .a assim intellec- ''inildra em sea .li-curs>, o que deerrlo loado ohnn-
.I...1. p.i.,1. in.ei.a iniiniia de una liberdade que lu,l cuino moial, snmn. ndrigarins a sdmillir que o '"I*. < removera qualquer desconGanca acerca da
'en !.,'.,'i" riT"; '"Jel .i" f,n,h!,,-'r:"- ,,ilj|' ""'"'.....-o Pode ser seuau u pro meto de um acto de
deleites, a mil fraquezni, a mil coolradicc,oos. Deus i,deri,ide. u
mu lempo a liberdade a u iultlligeucja.u
^asea mi. a linguagc, da razao e da vento- ooo EvPo".h^?fti2Z*V?S
os- deiraphilosophia? iocdemaissimplc o ao mes- ma. Nenhom de \.s nlo receba pois
in, leispo qoe de mais razoavel que esses nun..-,- no.so IrmSos lem excommongado ;.....euei
nios 7 e que se poderi oppor a conclosao do auleiTloiseuidiKanosnem leaos teas rscnpios
sopliisinasevaussubdlezasialvez ; riioes, nao, impostores que nao dizem jsmsii a verJ^dc
'.'i i letames | aWsSa
ir .nire ,. fra lo ..... o Mam n a-I. ras
Uanfrede e Faasta, aaa> namea u.. .. ei. |
em qaenoviram i Itoi : qu.' .. nao toa aa
Balas I. -.1.. o ; .. ,|- I: o ... : ..
e ouiri.sarrrbiqaes, qae ss
maaal. ale s aoili ntel 1* o*l
i.n-. mu paia natas.
F.riniiiii i. qui i; :., da mes ,na
v.i, !-.:..
nm .- mrru i -
1 in-l. mo _!..! la ii.IhUI.-. Vi., i i.a dsesHa-
| go> app.uccil cara lujoi safXSjlHI melad "les a 4M


DIARIO DEPERNAMBDCO SEXTA fFIRA 2C OP JUNHO DSI857,
nos olhos, o den lamliem un verdadeire ponlap tu
tima >lo Sr. Jos. tlailisla adiviuliou. com um jui-!
to leruerari i que fe/, o n .me que demos ao icifin.i-
lue, e Gcoo sorumbalico como Othello, depois que
I r.: Uie falla uo diadema de Dosdemona. Aquelle
volume ei um p sadello, C'rreu as vtaiohaoeat ila
casa, mi v .1 rnparisa passava lodos os das da semana
e pr.ieuroii ipialfiodia ter sido o seductor. Achou
vinlo ou Irinia : pareeia-llie que todos linliam era
mira II jauellas f.ltaes. Esleve para devorar um,
a essadanhax outto, c a sospeila cresceu a pnulo de
que li tva de jotar que liuh n ouvido ciliar o iillio do
i-rime.
Na ante-vespera do natal a rnpariua veiopira ca-
sa, e o n .- Jos nielteu niquele a porta. Ella vmlia
pailita e triste, e mai< empallidectulilando o Sr. Jo-
IC, A noile ouvio-se ile portas a denlro uns dous
gritos abafadot, e depois Indo cahio no silencio. O
ALFANDEA.
Reiiilmciitn'dn dia 1 a 23. .
dem do dia St......
:yj:Mm;-st.i
J"t.!U7;!i7.l
378:i2t$792
nescarrezam lioje !('< de junlio.
Itricue IngleJothai Mirymercaduras.
liaica iugletalliudoodem.
Itnju' usier: A masndem.
Irii;ue logleMarearellic Hedcljliacalliao.
ll.iroa americana Alaliafarinlia de IriRO.
Itirca linll.inde/.aSpliinxfarinlia do trico.
Itarca portogneuN. S. da l>oa-viseni--itversos
eneros.
l'.ri.-uc hrasilciroalaria Precilafumo e cha-
rutos.
Iliale brasileiroDovidnsoseeros do pail.
CONSULADO (ERAL.
Rendimenlo do da I a 23. 110:007>S('.>
dem do dia "i....... 3:381gt62
DIVERSAS PROVINCIAS.
Rendimenlo do da I a 23. .
dem do dia -'.......
DESPACHOS DE EXPORTA<;\0 PELA MESA
l>t( CONSULADO DESTA CIDADE NO DIA
i>:> DE JUNIIO DE 18.-.7.
Rio da Prali Itrmue inslcz olfiRaOBOlh, Isaaa,
Curio &|C, 200 barricas e 2W3 saceos assucar
branco.
BengoellaItri-ue porlusoez Joven Amelia, Ma-
noel Alves Guerra, \2 pipas agurdente.
Buenus-Ayres Polaca liespauhola Madona,
Hallar ( i Hiveir.i, 180 barricas assucar branco e
masenvado, 25 saceos dito branco.
Lisboallriene portngaet Pescador, Novaes &
Ca 250 saceos assucar branco.
LisboaBarca > .Hn-.i.va Paqueto Saudade, No-
vaes A, C, OO saceos Macar branco e ma'ca-
vado.
Gibrallarlirisue inctezoUurestrictcd, N. O. Bie-
l>er & (',.. :|00 saccns assucar mascavado.
RECEBr.DORI V DE RENDAS INTERNAS UE-
It.VKS DE PKRNAMBLCO.
Rendimenlo do dia 1 a 23. 21:271352-1
dem do dia 25....... 25379655
23:8129178
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendimenlo do da 1 a 23. 71:0895707
dem do dia 25....... :.,3058.)
Navios eiitiauns no dia 2i.
Para'pelo Assu'10 dias, do ultimo porto 13, l>r-
aue brasileiro Clara, de 1K7 toneladas, capilao
Fernando J.i. dos Santos, equipasen) 12, carca
arroz e sal ; a Joai) Pinto Regs de Suuza. I'er-
tence ao Para'.
Deriane70 dias, liricue americano Fannv Saks-
melli, ne 175 toneladas, capitn ihomit Wil-
son, equipasem 10, caria madeira c fazeudas;
a llenry Portier iSc C Perlence a New-York. Se-
gua para Muiitevido, airibou a este porto cun
aua aberta.
Arac.itytu dias, liiaite brasileiro Duvidoso, de
10 toneladas, meilre E'tacio Mendes da Silva,
equipagem 1, carga coaros, aluodan e cera de car-
nauba ; a Marlins Irmans. Perlence a Pernal*.
buco.
>avios sabidos no mesmo da.
AnsolaBarca p-irlu ue/a Maria, capilao Pedro
Ausustu M. da Silva, carga assucar e acuardenle.
Liverpool por MaceiBarca inglesa Memphisi',
capitn Peter Cnnnur, cama assucar.
Portolirigue portugoez Trovador, capilao An-
tonio Theodoro da Silva, carga Mocar, mel e
courui.
Navios sabidos no dia 25.
Macei e porlos inlermediosVapor nacional Pertl-
nunca, commandaule o 2 luiente Joaquim Alva<
Moreira.
gfta
frgidas borror balou os nervus do fabricante,pas- itrlgue americanoFannytabeado.
toa-e, como a laura.Inri entre urdidura e trama.'
No da stsuinle, eslava u sol em casa de Crbislo e
elle a porta ja da morada da sua incrata. Da casa
sabio sorraleira urna mullier com um embrullio de-
baisuda capa. Ao parear pela barreira aueilnu a-
qnillo como a urna crianza, arrolou-a e pissou sera
revista. Nao tiaviaque .lovidar. Caminliou secuin-
do a mullier como o isludanle de Salamanca o plian-
laoma do oratorio, sem dea do caminho que levava.
A.i checar a Conloara, veio-lbe um pensamento. A
rnulher la dcilar a chanca a roda, e para elle que
nao sabia das novas disposices municipaes, coin-
niellia um crnne, no urna conlravencitj a lei, duinais
ravam-llio canas de etmagar a ciianr;a do seu rival,
ile p">r a pul la pelas ruat da amargura : curren para
a velba, e soltou om crito rouco :
Em nume da lei,esta' presa.
A rnulher esconden a Irooxa.
aisla' presa.
Oh senhor, nao me deile a perder.
Palavra tira palavia, e o povo a junlar-se a roda ;
e de env.dt.i alguns soldados de cacadores e da mu-
nicipal.
C uaradas, dip o cabo ; esta rnulher leva alli
un i enanca para deilar a* roda, quando a un a
pn le sustentar : prendam-na.
A mullier necou que levaste crianca algnma, mas
nao descubri a Ironxa.
O Sr. Jos, com um gesto dramtico, secnrou-a
p.ir u.ii brac..o, e com oolro arredou-lbe o capole, e
vio...um leitao ja' morlo e chamoscado, que moslra-
VI entre os denles urna rodella de liman.
Era um prsenla do pai de Ermelmda ao seu anl-
go patrSo. A velba lrou\c.ru-o ernbriilhado como
urna crianca, para o passarsem dirritos na barreira
ja" ataian paitara muila cuu>a. Ao Sr. Jone cahio-lhe
alma aos ps, e deiloo a fogir, azoado por urna es-
trepitosa carcalhada.
EXPORTACAO DE VINHOS.
t> total da vniii.i.i. de mullios pela barra do Por-
lo durante o atino indo de 1856' tai, segundo o
Commtreio, de 1I,H2I pipas, nm almude e cinco ca-
padas.
SINISTROS MARTIMOS.
Nos oito on del ltimos das do mez de novembro
f'r.'in regsdao'os no I.loyd de Londres lOf percas
'le navins, rontanilo-sc entro ellos tres vapores. Em
igual periodo eonlaram-sn qnasi quiuhrntas avarias.
NOVO COMBDST1VEL.
O vapor Trae/fiar tmli: partido de Cork para
Mildford, levan lo 300 carueiros, 300 porcos e 15
cabreas de gado cornicero, qoando enconlrou um
lempo Un rijo, qne mo pudo fazer mais do que an-
dar a pairar nu meio do canal de S. Jorse. No en-
Iretanto entraram a morrer o animaes que havia ,i
bordo, e com especialdade os porcos ; e comecoo a
scacear o carvito, sem ao mesmo lempo ser possivel
que as machinas drxa via perigo de ir dar a' costa. Ilouve enlato quem se
l-'uilira-.e de alimentar a fornalh1 c.nn porcos mur-
i*, juntando-Ibes (quanlos pedacos de madeira se
podessem alcanzar. Por este modo se reanimna u
foco, com 150 porcos morios, de sorle que o a Tro-
vador npde anda chegar. uo ao seu destino, mas
ao porlo de Duhliro, aonde eitlrou no (lia 8 de mi-
nha depois de ter resistido a um vendaval que amea-
cava a ludo o in>tanle melle-lo a pique.
INVENTO DESTRUIDOR.
No arsenal de Woolwieh, em Inglaterra, acabam
de fazer-se, peranla orna commissao de oflciaes,
ensaios mnito curiosui, rnjos resollados indican) as
vantagens de jntroduzir ferro derretido as balas de
arlilharia-
o ministro da guerra assislio a's experiencias : de-
ram-se nimios tiros de uhuz-Marlin. com trinla li-
bras de ferro derretido, contra urnas barracas oo
chocas ile madeira, qneimmedialamente foram ti-
cen liadas pela exploro desle liquido ardcnle. Os
resultados das dilas experiencias parecern) mais
promptoj e terminantes do que os das bellas arles.
INUNDACO NA INDIA.
O rio (anee* tablado do seu leito dum modo des-
conherlo, produzo urna inuniacao de falaes ceme-
quenci.is.
A 22 de elembro o Mirzspore cresceu de tal ma-
neira,qoeassoasacoasseeleva:am18 ps sobre vsen
nivel ordinario. Na baili Bengala, o tianges con-
verleu-se num vasto mar, alcanzando urna eilaiiaSo
de 120 rnilhas de larco, na qual podan) navegar em-
barcaco^s em tudes os sentidos rescuardando-se
aprnas das Doroaciiot, que. por mais elevadlo, sa-
lliam Tora ,t
l.i eslavam q
aguas urna ejitenao de mais de 100 rnilhas. A cheia
do tianges r.d tal, que n3o deixou vestigio desle po-
llerudo no. Da cubera dos vapores que cruzavam
aquelle immenso lago, a vista apenas descobria aqoi
e alem os cinios das palmeirase algom tecto de col-
ino que indicava o litio de urna aldea. Os liomeus,
a< feras e os reptis trepav.im pelos ramos das arvo-
res, procurando salvar-se do conflicto geral, sendo
ronsideraveit as perdas em lodos os gneros. Cat-
cutla vio-se tambem amcacada de ser coherla pelat
acuas, ebegando a ter as roas princpaes todas inun-
dadas.
OTEMPO TL'DO DESCOBRE.
Ol tribunaes fraucezes da (ronleira occopam-se
em suslenlar urna causa em que figuram nomes de
be assa-inalo entre Lesean o Oleren por dous paianm
que Iho serviam de guia, aos qoaes te haviam asso-
ciado dous ou tres fjaocezes. Um dos assassinos prc-
senleou a sna mullier com o vellido da capa da vic-
Ima que ella empregou no seu vestuario. A rnulher
do ouiro leve inveja, e importanava a sen marido
para que llie desse um adorno semelhanle ao da sua
vir.iiba ; o marido conlou-lbe enl.l > porque prec,o
se havia adqurido a prenda que ella invejava. e foi
daqui que te velo a descobrir. Os assassinos france-
zes el"o nopoder da juslira, mas os bespanhoes vol-
laram a patria, e como o convenio de eslradicr^ao nao
Ci'inprebende os sub lilus llespanhoes que delinqui-
rn) em Fjanca, tememos, diz o jornal dando loma-
mos estas noticias, que o seu crime fique impone.
DESCOBEM'A.
E-teva i Kabaniez, habilante de Ukrania, na Rus-
sia europea, lavrador de prefis^ao, descubri um re-
medio para a hydrophobia, que consiste na appli-
eaoie mordeduras de qual(|uer animal damnado.
de alisma planlago e parnala palustres, perfeila-
menlo pnlverisadas. E^le remedio fui j/i empregado
com excellenle resultado em rnuilos bospilaes russos;
a i -i- i t le eronomica imperial conferio por isso a
Estevao kabaniet utna medalba de ouro.
CALCULO.
Calculou o Sr. Waller Wdson, que cada anno
m ; rein aproximad..iiM-nlo 536 pessoas envennenadas
em Inglaterra. Admillindo que nao succumhem em
consequencia de eiivenennamentoi, se aclinm com
aquellas na proporco de II a 1, pude concluir-te
que cada anno Mo envennenadas nesia nacAo civili-
sada, 6132 pessoas !
VCTOR MANOEI. E I.ADRO'ES.
O jornal bespaubol El Criterio conta o se^uin-
te fado acontecido ltimamente ao re da Sardenha :
Vctor Manuel possue nao lonce do Tarima quin-
ta dt Moncalieri, onde passa parle do anno, para
unde as vezes cosliima ir sem acompanhamenlo.
la si'i, e dislrabi'lo em suas mcditarao, quando
di- repente se vio delidn por qualrii ladroes, qoe Ihe
apnnlram as suas carabinas. Vctor Maooel, com a
inaior tranquillidade e sangue fnu, disse-llie que era
o rei. Respundeiam que ja o abiam, eque lana era
assim que era a elle mesmo que eslavam esperando.
O rei allrou-lhet eniao rum dez napoleOei de ouro,
quo levava no bolso, e esle aconlecimenlo mo leve
nutras coosequencias. Os ladroes relirarain-se sau-
ilando respcilosamenle o |ei. Neste rae*modias?
. lentou coutra a vida do re de aples.
( Clamor publico. )
113:.!!t2-ii:!l
7:602?17l
175/500
7:777-1171
equizer ongajar-se para ser onipre";.iiJo no
reparo ila furl.leza dos Santos liis Ma^os,
na proviocia do Rio Grande do Norta, com-
pareca mota directoria, onde se fari o en*
gajameoto ate o (im do renle oiet.
(.ONSli.ADO OE BUENtlS-AVRtS Eli PER-
.NAMBUCO.
Por ordent snrerior man la-SO publicar pa-
ra conhecimento do <|ttcm competir, as se-
g titos leis :
Buenos-Ayres, maio 15 de 1857.El sona-
do y cantara de roprosentanlos del e>tado do
Buenos-A\ ros reunidos en assambla gene-
ral, bao sancrionado con valor y fuerza de
ley lo siguiente :
Art. 1." Suipritne so ol dorcclio de tonc-
lage para los buques do alta mar do todas
las banderas que entren a los puertos del es-
tajo des pues de la publicacin de la pre-
sento ley.
Art. 2 Communiqucsc al poder ejecutivo.
B.icnos-.\yrps, maio 20 de 1857.F.l sona-
do y cmara de representantes del estado do
Bueiiijs-Ayrcs, reunidos en assambla geno-
ral, lian sanecionado con valor y fuerza de
ley lo siguiente :
Art. 1." Supprime so el derecho de paten-
tes de cabotago, creado por decreto do 26 de
diciembre de 18, para los buques quo en-
tren a los puertos del estado, des pues de la
pro i'Ulgacion de la presente ley.
Art. 2 La collecturia general espeder en
papel sellado de cuarta clase la patente do
navegacin para los buques de cabotage, la
cual sera renovada annualmeule.
Art. 3.- Communiquesealpoler ejecutivo.
Buenos-Ayres, maio 20 de 1857. El sena
do y cmara de representantes del estido de
liuenos-Ayros, reunidos en assambla gene-
ral, bat sanecionado con valor y fuerza de
ley, lo siguiente
Art. I.- uueda reformado el articulo 41 de
la ley de Aduana de la manera siguiente :
Art. *!. Los comincrciantcs aceptaran let-
tras pagaderas a seis meses se pasaso de mil
pesos el importe del derecho, el que no pa-
sare de esta suma, scr satisfecho al con-
tado.
Art. 2.- Comti,uniquesc al poder ejecutivo.
por
ter parto do seu
carreuarnonto pronipto : para orcslocpas-
sageiros, trata-sc na na do Vinario u 5.
dar a devida execuQo aos citados arla, da ,o hiato < apibaribo,
l.i. Mesa do consulado do Pernambuco 23
de juniiude 1857.-O administrador,
Joiio Xavier i.arm-iro da Cunha.
O lllm. Sr. inspector do arsenal do ma-
rinha, para os fins que possatn sor conveni-
entes, manda fazer publico o aviso circular
da repartirn da tnarinlta de 1 do corrcnle,
tendo-lhe sido transmettido por copia polo Cyriaco da bosta Moreira,
FJxm. sr. trice-presidente da provincia, acom- do Recite n. .
ra o Ar-colv
segu com
cebo carga
irevidado o culer Tubarao; re-
a frote : a tratar com Gaetino
na ri !; ( ad.ii.i
pandando o ollioio do ante-hontem, ooqual
faz constar baver S. M. o Imperador por de-
creto de 33 do maio ultimo, perdoado os
reos do pritneira e segunda desertlo sim-
ples c aggravada, perlencentes a aimada,
corpo de imprtaos tnarinbeiros, o ao bata-
IbSo naval, apresentando*se dentro de 3 me-
zes contados da data da publicac,3o do mes-
mo decreto em ca.ia comarca, incliiinJo-se
tambem tiesto indulto os que cslivetcm sen-
tenciados, ou para o ser.
InspeccSo do arsenal de marinha de Per-
nambuco om 25 de junho de 1857------> secre-
tario, Alexandrc Rodrigues dos Aojos.
Aviso.
N. 8 Rio de Janeiro, ministorio dos no-
Aiaculv.
Segu para semana vindour, o hiato Oo-
vidoso, anda recebe carga o passagoims : a
tratar com Mattins & IrmSo, roa da UaJro
de Dos n 2.
gocios da marinha om i de junho de 1857.-
lllm. e Ksm. Sr- S. M. o imperador
Pretende saliir com brevidade, a liar-
es portuguesa Paqueto Saudade, por
ter paito ila carga protnpta: para o ic-
io que Ihe f;iliJ e passageiros, para os
qtiaes tem excellentc commodos, trata-
7tl:53:l?202
j"'"T" so com os consignatarios .Novaos C... ra
por bem por decreto de 23 de'maio prximo i ll Trapiche n. 54, ou com o capitao, na
pretrito perdor aos reos de primeira e se-' praca.
gunda deserqao simples e asgravada,porten-i Para o Porlo a barca portuglieza N. S.
cenes a armada, ao corpo de imponaos mi- [ da Boa-Viagom, protpndo seguir com a pos-
riuheiros, e ao batalhilo naval, apresentan- sivel brevidade: quem na mestna quizer
do-sc dentro do prazo de 3 mezes, c Hitados carregar ou ir do passagom, para o que tom
da data da publlcagao do dito decreto, em asseiados commodos, dirija-se aos consigna-
ENFERXARIA DO *. BATALHAO* DE ARTI-
.IKRIA A PE".
O conseio econmico da mesma enfer-
marla, contrata o forneeimento das dietas
para as praqas que tom de ser alli trtalas
durante o semestre a contar do 1. de jolbo,
o 31 de dezembro do correnlo anno, cons-
tando dos segu otos genaios de primeira
qualidada : assucar reQoado, arroz, bola-
chinhas inglezas, chao caf, carne verde,
auna. Ot territorios ao E. de Benca- I farmlla lina do mandioca, taiillho de tapioca,
uai_ todos submeraidos. cobrindo as frangos, gallinhas, goiaba la, lonha, leite,
^nticacao a p&lbo.
Recebi do Sr. primero lente Joto RoAricues de
Soau os -e;i,|.ii. iibjcclos por elle igor:i:slvados
das rotuas das casas da ra do Terco : urna imagem,
diversas rendae, urna pulseira de onro.dous resplui-
dures de prata, urna moeda de lii- c^s, urna colber de prata, 2 rozelas de ouro, um
cascavcl de piala, oina handeira de prala, 140 rs. em
cobre, um par de roalas prelas, urna pequea barra
de ouro, um ponleira de prata, urna rora de espi-
ii'ios de prala ou ooro.uuia asulba ijue parece ser do
prala, urna lila azol com qailii cliapasde ouro em-
Memalicis e daai fu* de ouro e prala, um lenco
de sala, um leque, una loalba de bicos, e um lur-
lianle. Junbo 21 de 1857.Ursulina Uinio de Tor-
res dalliu i.., inspector oe quarletro.C.01110 teste
nanitas, Beruardo Sulerio e Joo Pires l-erren.
1
ca:ii Bies.
Sobre Londres, 28 d. a 60 d.
a Parto, 346 rs. por fr.
o Lisboa, 92 por % de premio.
a Rio (le Janeiro, 2 por 0|0 de desenlio.
AecSo do banc-i 50 por cenlo de dividendo por con-
i.i do vendedor.
n i eompaohia de Babariba 608000 por acc.io
c fi bompaullil Peniiimbucana a o tlilidade Publica, 30 por cenlo di premio,
a a Iiidemiiisadnra. 61 de* .
i a .1- eslraila ^e ferro U por 0(0 de prem'O
I liteoalo de leltras, de 10 a 10 por cenlo.
: .roes dn Banco, 10 a 45 de premio.
manleiga, ovos, gOSes de quatro otiQas, sal,
loucinho, vinagre, vinho tinto, dito branco :
as pessoas que quizerem forneeer taes gne-
ros, envjaro suas propostas em carta lecha-
da, na secretaria do dito balalhio, na cida-
dodeOlinda, atoa 11 horas da manhaa do
dia 25 do crrente.
Enfermara do dito btalho, na cidade de
Olinda, 18 de junho de 1857. Jos Antonio
de Araujo, 2 lente ajudante.
O lllm. ellvm. Sr. director geral inte-
rino da iastraccSo publica, manda declarar
que o exame para o provimento da pritnei-
ra cadeira do segundo grao da freguezia da
Roa-Vista, lera lugar na quinta feira, 25 do
correte, na sala da directora geral, as 10
horas da manhSa.
Secretaria da directoria geral, 20 de ju-
nho de 1857. Antonio da Assunipc.3o Ca-
bra!, secretario interino.
Pela inspecgo da alfandega se faz pu-
blico que do 1. do julho em dianle, so pde-
nlo agenciar negocios que currara pela dita
reparlicao : !. os donos ou consignatarios
das tncrcadorias e embareaces ; 2 os cai-
xeiros despacha utos aulo'isados pelo inspec-
tor para os negocios de sous patr's ; e 3.-
os despachantes da alfandega com autorisa-
?o por escripto do dono, ou consignatario
das mercadorias e einbarcae,es. Outraa
quaesquer pessoas que se apresentarem a
despachar ou agenciar negocios na lan le-
ga, incorrerSo pela primeira vez na multa
de lO-ia 1O0.5 is pela segunda vez, na do
dobro, e pela tercetra na do triplo alera de
ihe ser vedada a entrada na reparlirjao. as
mesaias penas incorrerilo os catsoiros des-
panhantes que agenciarom outros negocios
que que nao foro a os de seus patrdes.
Alfandega de Pernambuco 18 de junho de
1857.O inspector, Rento Jos Fernandos
Barros.
A arremataco dos objectos perlen-
centes a presa do palhabote negreiro, tera
lugar na secretaria da polica, as II horas da
manhaa do dia 1. de julho do crrante au-
no, visto tifio ter podido ter lugar no dia 17
do corrente mez d.i junho.
A administrado geral dos estabeleci-
nienlos de candado manda fazer publico,
que nos dias 25, 28 e 3o do corrente, pelas
4 horas da tarde, na sala das suas sessoes,
no largo do Paraizo, irfio a praca, polo lem-
po que tlecorrer do i." de julho proxim > fu-
turo a 30 de janho de 1860, as reas das
casas abaixo declaradas :
Bairro do llccife.
Ras da Cadeia ns. 23 e 30 5 da Moeda 31
e 35 ; da Cruz 15 do F.ncaniamanlo 3 ; do
Azeite de Peixe 1 ; do \morim 31 ; da Lapa
5 e 8 ; dos Burgos 11 c 13 ; do Pilar 73, 74,
93, 95 e 97 ; do Cordoniz 9 ; do Costa 4 ; da
Senzala Nova 25, 26 e 30.
Bairro de Santo Antonio.
Ras da Cadeia ns. 6, 8, 10, 12 e 24 ; do
Queimado 15, 34 e 36 ; das Cruzes 4 ; do S.
Francisco 3 e 5 ; llireita 3, 5, 7, 8, 15, 31 o
123 ; Nova 29, 32, 43, 48, 57 e 5!) ; do Padre
Fioriano 13, 17, 89, 43, 45, 47, 49, 63 e 65 ;
da Roda I, 3, 5, 7, 9, 22, 29 e 39 ; do llorlas
30, 33 c 94 ; de Santa Rita 76 e 92 ; do Fa-
gundesSS e 34 ; dos Pescadores 11 ; da Caj-
eada 30, 32, 31, 36 e 38 ; das Cinco Ponas
70, 98, 116 o US ; da ViricSo 7 e 17 ; de
Santa Thereza 4, 5 c 7 ; do Rosario larga 26;
do ( ilabouQo 2 o 18 ; do Cabug 3 ; de Se-
nhor Rom Jess das Crioulas 8 ; do Noguei-
ra 17 ; do CollegiO 18 ; do Santa Cecilia 16 ;
largo do Carmo 13 ; travessasde S. Pedro 2,
de S Jos 5,7 e ti; do Carcereiro 11, 13 o
17 ; beceo da Caivalha 5.
Bairro da Boa-Vista.
Aterro n. 68 ; ras do Arago 8 ; da Ale-
gra 5 e 46 ; Velba 42 e 73 ; da (doria 65 ;
da Concei Buenos-Ayres, maio 20 de 1857 El sena-
do y cmara de representantes del estado de
Bcnos-Ayres, reunidos en assmbla gene-
ral, lian sanecionado con valor y fuerza de
ley, !o siguiente :
Art. i." Aprubase la csccncion do los de-
rechos do almncenago y eslingage, concedi-
da por el poder ejecutivo en su decreto fe-
cha 10 de enero ultimo, las mercaderas
que se cstrajesen en transito para fuera del
estado por los primeros doce meas de su
deposito.
Art. 2.- Communiqucsc al podor ejecutivo.
COKSELI10 ADMINISTRATIVO.
O consclho administrativo tem uecoutra-
tar para forneeimento os gneros abaixo
declarados, para o rancho da eompanhia dos
aprendizes menores, durante os mezes de
julho, agosto o setembro do corrente anno :
Assucar somenos retinado, caf em grao,
ella hyson, piles de 4 on^as, manleiga Iran-
ceza, arroz do Maranhao, bacalho, carne
secca, dila verde, familia de mandioca, fei-
jSo prcto ou mulatinho, touciuho do Santos,
bolachas, azcilc doce, vinagre, lenha.
Quem quizer fazor dito forneeimento a-
presente as suas propostas cui carta fechada,
na secretaria do conselho as 10 horas do dia
30 do corrento mez.
Sala das sesses do conselho administra-
tivo para forneeimento do arsenal de guerra
22 de junho de 1857. Joso Antonio Pinto,
tenente-corooel presidente Interino. Ber-
nardo Pereira do Carmo Jnior, vogal c se-
cretario.
O lllm. Sr. inspector da tbesouraril
provinctai, em cumplimento da resolucSoda
junta da fazeuda, manda fazer publico, que
a arremalacjiio do forneeimento dos medica-
mentos o uiensis para a enfermara da casa
de detengan, lica transferida para o dia 30
do corrente,
F, para constarse mandou allixaro presen-
te, e publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de
Pernambuco, 23 de junho de lts57.Osecre-
Urio. a. F. da Aununciar,So.
O conselho econmico do balalhao 10
de infantera, leudo do contratar para o 3.#
trimestre do currante anno, a contar do 1.
dejuliioaSO dosetembre, os gneros eli-
menlicioa de primeira qualida-ic, para as
pracas do dito batalbSo, a saber, piles de
4 b6 oncas,cafem gro.assucar mascavado
rolinado, carne verde, dita secca, bac.ilhao,
feijao, arroz pilado, loucinho, sal.azeiledo-
ce, vinagro e lenba em acbas; convida aos
licitantes, a apresentarem suis proposlas em
carta fechada, e a comparecerem na secre-
taria do uiesmc batalhao, no quartel do Hos-
picio no dia 27 de junho corrente pelas 10
horas da manhaa.
Secretaria do mesmo balalhao, cm 25 do
jnnho de 1857. Guilhcrme dos Sanios -*a-
zes Cadt, tenente secretario.
S3o convidados todos os foreiros que
tera dcixado de pagar a devida pensSoemS
anuos consecutivos a pagaren) atoo limde
julho, os quo csiivcrom devendo ; sendo que
lindo esse tcmeo.sc proceder como por con-
veniente aos mteresses do mesmo patrimo-
nio. Mas tercas feras das 11 as 2 horas da
tarde o senhor tbesoureiro so achara na sala
do conselho, para receber as mesmas pen-
ses, bem como as dos mais foreiros, etn os
seus vencimentos.
Secretaria do conselho administrativo do
paltimonio dos orphaos, 23 do junho de
1S57.O secretario, Manoel Antonio Vieges
cada comarca, incluinlo-sj tambam ueste
indulto os que ja esliverem sentenciados ou
para o ser. o que c unmunico a V. l-,xc. para
seu conhecimento, c expcdiQao das conve-
nientes ordens na parle que Ihe toca.
lieos guarde a V. F.xc. Jos Antanio Sa-
raiva, Sr. presidente da provincia de Per-
nambuco. Cumpra-se.
Palacio do govorno de Pernambuco 20 de
junho do 1857. Conforme, Antonio Leite
de Pinho.Conforme.O secretario, Ale-
jandre Rodrigues dos Arijos
ESTACA'O NAVAL.
Circular n. 21.Faco publico para conho-
cirnetito da estagSo, e dovi Ja axecuo nella,
o aviso circular do ministerio da marinha de
4 do corrente, o qual devo ser lido em mos-
tra geral as qnarniQes.
o .N. 8.Circular. Rip de Janeiro, minis-
terio dos negocios da niarinh.i, em 4 de ju-
nho de 1857. lll:n. e Exm. Sr.s. M. o
Imperador houve por bcra, por decreto do
23 de maio prximo pretrito, perdoar aos
ros de primeira c segn la deserr;ao sim-
ples e aggravada, pertencentes a armaJa, ao
corpo de imperiaes niarinheiros cao bata-
lhao naval, apresontando-se dentro do pra-
zo de 3 mezes, c Hitados da dala da pubca-
580 do dito decreto em cada comarca, i.iclu-
tndo-se l-.mbem ncs'.e indulto os qua, ja es-
liverem sentenciados, ou para o ser : o que
comniunico a V. Exc. para seu coniiecimen-
lo e expedi<;iIo das conveniantes ordens na
parlo que Ihe toca
1 leos guarde a V. Exc.Jos Antonio S-
raiva, Sr. presidente da provincia do Per-
nambuco. Cumpra-se.
Palacio do governo de Pernambuco 20
de junho de 1857.Portella.Confere, An-
tonio Leitode Pinho.
Conseguintemenle os Srs. commandantcs
dos navios da es'.aQao farao gozar do sobre-
dilo i.idulto imperial, nao s aos ros que
existirem em os navios de seuscommandos
as eiicutnstancias exigidas, como aos que
se apresentarem, quer neste porto, quer
n'outro qualquer om que loquera era suas
commissoes.
Bordo do brigue barca llamarac, surto
no mosqueiro de Pernambuco 25 do junho
de 1857.Francisco Manoel Barroso, coiti-
nuinlanie da divisilo naval Esta confor-
me, Ensebio Jos Antuues, 1 tenente secre-
tario e ajudante do ordens.
O lllm. Sr. inspector da thesouraiia
provincial, cm cumprimento da rosoluc,iio
da junta da fazenda, manda fazer publico,
que a obra do empedramento do atorro dos
Afogados, val novameuto a praca no da 2
do julho prximo viudonro, no valor de .
36:9609000 res\
E para constar se mandou allixar o presen-
te, e publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria. provincial de
Pernambuco, 25 de junho de 1857. .0 secre-
tario, a. p, da Annuncla O lllm. Sr. inspector da thesouraria
provincial, etn cumprimento da rcsoiucu
da junta da fazenda, mana fazer publico,
que no dia 16 do julho prximo viudonro,
vai iiovamente a praca para ser arrematado
aquein por menos li/.ora obra da coucl sao
do raio do sul Ja casa do deteucjlo, avallado
em 66:005-7720 rs.
E para constar se mandou allixar o pre-
sente e publicar pelo iario.
Secretaria da thesouraria provincial de
Pernambuco 25 de junho de 1857. O secre-
tario, Antonio Forroira a tnnunciacSo
A admtnstra(;,o geral do ostabeleci-
tarios Thomaz de Aquino Fonseca Filho,
na ra do Vigario n. 19, primeira andar.
Phiv. oR'o de Janeiro.
Vai seguir com muila brevidade, por ter
parte de seu rarregamento promplo, o bn-
gus nacional Maria Precios, capitSo Fran-
cisco Alvos Meira ; para carga c passageiros
escravos a frote, para os quaes tem excel-
lentes commodos : trata-so como seu con-
signatario Francisco de Paula Figueira de
Saboia, em seu escriplorio ra do Apollo
n. 5.
PAR A O CEARA,'.
Ohiatc novo Olinda, meslre Custodio Jos
Vianna, para 0 resto da carea, liala-so com
os consignatarios Tasso Irtnaos.
1
.
i*

O vapor hlice CEI.T, espera-^e ra l'.alua al
o da 2 de jullia, e scuuira' para Liverpool depois
de 2 dias de demora : para freles ou pa*sai;em, dl-
rijarn-to a C. J. Astley \ C.
lle-al eompanhia
(fuetes iugiezes a
-.,- .. .
+ : "
Al o dh I vapora destn compfinhia, a qoal, depon da demom
do eos|onie( octiira' pra o Kio de .laiir>iro, locando
na Bahiii : pira passaReos, Ble., Irat-se rom m
senles Adanuon llowie & C, ra do Trapiche-
Noto n, 'ti.
iWINCU.
() Sr. llicsoiircii'o ras loteras manda
f.i/.cr publico, i|uc se acham a venda, no
pavimento terreo da casa la na la Att-
loia II. 2li, (las '.) lidias (Ja iii.inli.ia .1 s S
da iiiiili',lillicl's, meins ipiartos. da *<-
'nula parte da prmeim lotera do R*>
ciilliiic.cnlo de Nona Senhora da Concei-
Co de Ulinda, cujas rodas anda ni no
dia i~i dcjunlio.
Tliesouraria das loteras 20 de junho de
IS.">7.Jote Januario Alvcs da Mata,
esenvao.
Lotera
Provincia,
GRANDE orFICIHA E GA-
leria de tia^ut: reot> >o.
ATKRRO l\ BOA-VISTA n. ;. iii;iii. ANDAR.
Neste estabeleeimento acaba de 1
se de Ncw-Vork, pelo Roaaaaoaid, mi
variado sorttmento deraixiahai I
lainmilios, para a enllocar;."m dos n-li.
lii.ii's untas a infinita variedade das
possuis <>c.-laliclecimciit'i, oCerrceaosli
''. '/rs mullo anude i-sc'-lti.'r a -s'u pt*t*i.
Igualmente recelu'ii--- nina exrell.nl-
macbna da pollir as chapa* en que
los na retratos ; alcm da tertrn
machina da ao pulido da- mi Mili- 1 Sapa-,
cronomisando tralmillo, aeowowiaa umbh
po, c por isso os retratos BO leni .-(.:
si a aeren entrpitas inmediatanw*nte, a-
possoas jue assiaa > dcaajarei.
olinllioda chapa cst vewado. i- '
tos vcem-se lacilinenic de qaatover I-
COR um vipnr extraordinario, M Irir-s
1.1.acora nes sou.hras.
Os precos dos relratos continuara a -n \.i-
riavelmele de O a isa, a calMwhas ; em
molduras prelas ou donradas de 7- at. 1,- .
em ('aclelas de ouro de 0; a 2">-, e '-mal
finetCS de uro de 211 ate 1J5 is.
lodos os das desde h I hora-, da manh.'ia
as ida larde, seja jual for o Uaapn, aatavh *
p.'lcia e ollirina a disnosua do publico
l'recisa-se de urna ama qje tilia rMt-
nhar c lazer todo o mais servido de ras 1
na ra do Caldeireiro, taberna u. wi.
COP.ISF- AMAMIAA"
O abaixo assignado ainda tem um rosto do
seus felizes billietes, meios e quarios da
presente lotera, as lojasjdo costume.
Por Saluslianode -quino Ferreira.I
Jos Fortnalo dos Santos Porlo,'
Vende-se um mulai 1 de idade 22 an-
nos, muito lioni alfaiate e hora lioliero, e.
um molequo Je II annos, muilo bonito : na:
ra do Livrament n. \.
Em Pora de Portas ra do Pilar n. H,
lia urna escrava crioulaja do idade, que co-
zinlia bem e lava : quem quizar comprar,
dirija-so a dita casa.
Gratificado
D-se 10^000 a quem apprchcnder a canoa
matricula la e com o n. ifi-o-e lev^-la na Fa-
brica de telbas de Antonio Carneiro da Cu- j
nba, COJOS signaos sao : 40 palmos, pouco
mais ou menos de camprimento, panero na
poupa e proa, sendo pregadas com pregos de
cobre pregado sobre o bico da proa, por esta (iril,,pn le ,,,, ,,.,.
panido, orna Uboa com 2 palmos de com- im.diiolb atan* larga, avada. .
prido e 1 do largo, a dita cano* hejle car- |>,lr, ^e c.'.re Irtt moiio eopenor .
reir, e n.lo tem cavernas, anda nao levou Selim preto mar.10, eovado.
J*L
>.
Grande
meitt de fnxeiida<< de
<1ms s (jii ii ludes.
lo-
de pa-
va por.
tinta, tem na pora urna corrente.
I l*i
lino preln e de cres, p.ra tn,to o* |irer<
2--1m
;- l'u|ielina de seda de ente malisada. eo-
vailo.............
Chale le cores, com ijuailio. de --da, co-
\.ilo............
I.aa ile qualros peqirtno* e grandes, eo-
vado ............
I.il.i eseda de novo* nadffvtl, rovedo.
Precisa-se. do um criado o urna ama pi-
ra o servido de casa do pouca familia: n
ra llireita n, 3(i, segundo andar.
Pre.eisa-se do urna ama pura casa de
pouca lamilia ; agradando paga-se bem : na
ra Velba n. 10i.
Vende-se tapete a covados, tanto para Mauritana de teda com naco [almo; de
igreja como para forro de sala: na loja de larcura, eovado.
qoalro portas prximo ao arco de Santo An-
tonio n. 3.
Vendc-sc um boi muito bom de carro-
sa, vendo-so s ou com carrosa: a tratar na
ra dos Pires na Boa-Vista, sitio de Manoel
Joaquim.
salte aie o (im do crtenle mez, a barca
KECIEE, a qual ainda recebe al{uina
carga a cete, essitn eotno leir. acerados
commodos para os passageiros: a tratar
com -Manoel francisco da Silva Carneo,
na ra do Vigario n. 17, prmeiroandar,
ou com o capilao Manoel Jos Ribeiro,
a bordo.

i--.,
7-s-l
ajasaj
-1
|sai
ortes de cllete
de vellud i a 2^000
Vendem-se na ra do Queimado n. 21 A,
cintas escuras largas a 210 o eovado.
/Ugeuti' l.cqaot
participa ao respeitavel publico, ora Pcruain-
linco, que o nico deposito tiesta praca, de
sen muito condecido vinho de charapegne,
he na casa dos Sis. j Praeger e C, ra da
Cruz n. H.
Vende-so ou permuta-se porum mole-
quo do 12 a IV anuos, una escolente casi-
nba da podra eeil, sita em Olinda, na ra
do Maihas Ferreira : quem a pretender an-
nuncie.
- .'.'.parecen no sitio da estrada de loSo
Fernandos Vicira, casa cinzenta, oma vacua
com cria : que-n se ulgar com direilo a el-
la, drja-sea casa do mencionado sitio, que
I lie sera cn'rcgue.
'eneao.
lua
O agente Borja lat-a' leilao, em sen ar-
mazem, na errado Colle;;io n. 15, de di-
versas obras de marcineiria novas e usa-
das, inclusive ama ptima mobilia le ja-
caranda cama Irance/.a, mesa elstica,
gaarda-Iouca, aparadores, commodas,
ment de caridade, manJa fazer publico, marquesas de dormir, objeclos de vidro
que a arrcmataQao das casas acuna declara- ,. porcellam para snla.loriea e diversos vi-
1)0
eche
das, sera feila es 10 horas da manhaa do
da 30 do c irrentc, o nao as 4 boras como
est annunciado.
A Imiriistraco ge-a! do estabclccimenlo
decatidado, 25 de junho de 1837. Osscri-
vo, Antonio Jos Gomes do Correio.
0 lllm. Sr. inspector da thesouraria de
fazenda dcsta provincia, manda fazer publi-
co, quo o Ksm. ,sr. vice-presidente da mes-
tna approvou provisoriamente a deliberado
que tomara era sessSo da junta de arbitrar a
quantia de 390 rs. para a etapa do primeira
llnba, no segundo semestre do anuo corren-
te, e de 90 rs., para o forneeimento depilo
alvo aos doentes no hospital militar, conti-
nuando a rabilo de l'orragein para a eompa-
nhia lisa de 'avallarla no valor do 680 res,
cuino ja eslava.
siecrolaria da thesouraria de fazenda de
Pernambuco, 23 do junho do isi". -o im-
pedimento do ollictdl-maior, Luiz Francisco
S. l'ato e Silva.
dios linos para mesa, ntensis de casa, e
nitros muitos objectos, etc., perlencentes
a urna pessoa, pie se retira para lora da
provincia, cuma rrlinidadc de dilljcen-
tes artigo*, etc., que se acham patentes
no sobredito armazera : sexta-feira 2G do
corrente, a's 11 horas da manhaa.
Duro.Oneaa hotpanholat. . 2SJi 2S.*-|00
Moedi , del'.slMi velhas . ... 1(iO>KIO
n o licl(K) aova* . . . 16><)00
e 4r0(>. . . .
Prala. Palac >e< lirasileiros. . ... 2S'HI0
l'esos coliimnari-.s. . . . ttm
mexicanos. . . . 1^>U
Fica transferida aarrcmalacOio dos clia-
larizes do haitro la Boa-Vista para 20
do corrente, a's !> horas da manhaa, soba
base e condicOes ja' annunciadas.
Escriptorio daCompanbia do Beberibe,
em sessSo ila direccSo, '2~> de jnnho de
IS.)7.O secretario, Guilhermc Sote.
O comellio adminislralivo do patrimonio dos
rpbSoa, tem de levar a hasta publica em a jala de
suas letaBet no dia ^(i du crrenle, as rendas das ca-
sas do mesmo patrimonio, annuuciadas para o da
1(i, visto como nesse da nao levo Iqspr a arrema-
lac.lo.
Os licuantes liajam de comparecer com os seos
lia inies em a sala dat sessoes do mesmo conietho as
II liorna la nmoliaa do mencionado da.
Secretaria do conreino administrativo do patrimo-
nio dos orpliSos 23 de junlio de 1S-J7.O secretario,
Uanoel Antonio Viecas.
Correio geral.
Rela^So das cartas seguras, cxislcnles na ad-
ministroslo do correio, para os seuhores
abaixo declarados :
Angelo Custo lio da Ilocha Miranda.
Amancio GonceJves dos Santos.
Antonio Pereira da Cuaba Filho.
Caetanode Castro.
Charles Mario.
francisco das Cliagas Hezerra Alvares.
Francisco Ignacio dos Santos,
Izidora Seohorinba Lopes.
Justina Lins Machado.
Joa(|unn Augusto de Siqueira Lima.
Joauna Maria da ConceiQo.
Joao Antonio da Piedade.
Josepha loaquina de Vasconcollos.
Jos Tav ros Dornellas.
i.uiza Maria do .Nascimctito Cesar.
Marcelino do.Souza Li ;a 2 .
ManoelConcalves Crie ra Jnior.
Manoel Jos Ribeiro Cava'canti Lima.
Manoel Rodrigues Villares.
Manoel Thomaz dosSa itos.
Osprelendentesdevem comparecers ho- SebastiSo Arruda de Miranda
ras, c no lugar c das aprazados acompa-
nbados do seus Madores, ou munidos de
callasdesles. Adverte-se, ;orcm. aosinqul-
linosque nao cstivorem om dia, que naose-
rao recebidos seus lancns sem que so mos
trem quites a quem poss* interessar. Ad-
niinistraQao geral dos estabelecimentos de
caridade 19 de junho de 1837.--0 escrivfio,
Antonio Jos Gomes do Correio.
Directora das obras mi-
litares.
Quem estiwr habilitado como mostr do
pedreiro ou como oicial do mesmo ollicio,
Thcotonio Joaquim do Almeida Fortuna.
Pela a.lnnistrac.'io da mesa do con-
sulado de Pernambuco so faz publico, que
Jo 1. do julho prximo viudouro em diauto,
i excepclo dos or.os, s serao admillidos a
Jes; adiar navios e gneros do exporlac.?io,
que corram por esta mesa, aquellos despa-
chantes queso mostraren] competentemente
habilitadas nos termos dos arls. 19 e59 do
decreto n. 1914 de -J8 de margo do corrente
auno, combinado com os arls. 151 o 102 do
regula ment de 30 de maio !c I83t, c aviso
n. 89 de l< de agosto do 1845 o que previ-
ne afira de que, sera ernbaraco ao commer-
cio, so possa, de harmona coc a altaudegn,
Sahliudo 27 lo corrente.
QUINTA-RECITA DA ASSIGNaTORA.
Depoll que a orche-lra liver execul.i lo urna de
Mal riovat e beilatonvarlarat, dar princirio ao e*-
pectjcui.i a muito engfa{tda comedi em dootaelot
(NUME M PAH4GAE.4'.
lie Mensado lecer elosios a essa producefo do Sr.
Abranclitt, pon a aceitarlo pie moreceu quando
pela piimeira \e fui represeuttila, lie man qoe
Dflicieiils para demon-lrar > sua sublimidade.
lim tegaimtnlo ira o bello vaudeville em um aclo
quo Unto agradou
POR CAUSA )E L'H 4LGU1SM0.
Em conllnoacia a Sra. i). Iialiel eaotari a l'mda
caiiconeii hespaaliolt|
1 inali-iir.: o divertimeolo a imva comedia em um
acti ornada de msica nunca reprcicnlada ueste
llrealro
0 2ASAD3R DE LEOES.
Joao Keller i\ C, atao leilo, por coir-
ta de |ne!ii pertenece, e por intervenro
do agente Pestaa, de 20U caixas com ve-
las steatinas, para fechar Contas: boje,
20 do corrente, a's II) bocas da inanbaa,
na porla doarmuzcm do Sr. Armes, de-
fronte da alfandega.
3
v^,i>:
i
A jcp 1.1 ie draiuAtii*a espera
d.i parle tU' .-es protectores*
o* lilleles acliiqi-iQ a veoda
Ihe 1 Ir o.
Viincpiar ai '< lluras.
: i'. 1 benevolencia
no escriptorio du
EOTEtf 0 00 THELEGMPHO
Na livraria ns. 6e 8 da pracaida Indepen-
dencia ha para vender o rote 10 do tbclegra-
pho, Dovamente reformado, ron o nome dos
vaporeseoutras embareaces |ue dercan-
dam esle porto, a -JUI rs cala ultn.
;'j U abaixo auigna.lo roga a pejsoa flesta ;".
el 1 le, que tem i-in seu poder cal las vin.las ;'.
'; d.i cidade da Babia, para llie erfin entra- '-.
'..} -oes. para o que ja' o prorurou eim casa do .[
.-k, Sr. Pontea, no lenle, sem o encontrar, as E
g qucira ir levar de novo a casa (jo mesmo *";'
r.i? Sr. Puntes, nu na ra ro Cratpo lis. 10 e 11. \^
$* Joso JoaqailB Curlus deUinena. '\
:::':. :r\: : .;';.'-,./, .--..;-..-:::';
:.:.'.....-.-.- .......-;. -.--:-'..-.J-j
C. J. tllev' rosa a quem tiver ctnlai particu-
lares com elle, naja de as apreseular ble o lim do
Roubaram da casa le pasta da ra das
Cruzes n. 3!, no dia 30 do mez prximo pas-
sado, um baliu' do 4 palmos c meio, levando
dentro os objectos seguintes : em dinbeiro
1:6708000, lodosos papis d eircuinstancia,
I calr^a de panno, 1 palito de alpaca com go-
la de velludo, 7 camisas, 8 pires de mcias, 1
chapeo do Cbili, 1 par de botins, lora rottpa
usada, e havendo saspeitas, como consta
nesta folln nos dias >3, 25 e 2fi do prximo
passado, no Sr. Mano d Carnoiro da Silva:
pede-se a tolas as autoridades policiaes c
lodo o public.i cm geral, que suspendan lal
juizo, pois se sabe quom Tez tal roubo, osla
publico, Joio Manoel Rodrigues.
Attenc-ao
Achando-me Iludida por met cimbado,
Manoel do Nascimenlo Rodrigues Franca. I-
c- sem eHeito o anuuncio que hontem fiz
contra raen man lo Antonio Pedro Goncal-
ves Franca.
Thereza .Maria do Jess Franca.
Na ra da Cadeia, defronlo da casa
dos omoibus, priniciro andar, torna-sc ile
5002 a lit'OOrOoo a juros que se convoncio-
nar, com hypotlreca era urna casi terrea na
ra dol'adre Kloriaoo.
CQmpra-s.i u:na casa no bairro de San-
to Antonio ou S. Jos, que nao oxeo la do
prego de 1:0008e 1:300/: quem a tiveran-
ouncie por esto Diario.
Na audiencia do lllm. Sr. jui/ do OV-
phSos, lora lugar boje as II boras da mi -
nhSa, a arremalacSo da renda da casa terrea
n. 19, sita na ra do Moudego da Boa-Vista.
lie segunda prai;a.
UrtallM de seda com quadros, r.niacens r
lislras m.ilMdas, rm.iln......iyu't
Sedas de quadros boniln* padrr., eovado. jTa
liliqueo de aaSa com rania;m, r..,.|... ~, al
Miissiilma branca e de cure*, evade. :_sa
Chitas rance/as finas........ JKM
Lronrloliiia de oaia pira vestidos. tuj
Cassas fraucc/as linas de bonilos ptdroes,
vara............. (I
Argentina de cores eiruras. rnm itlpiem de
seda, proprio pan |.alil.... ..... si
Italima de seda pela rum luslre, para |u-
lilos.............letal
Corles de veslUo de teda para senli.n**,
mais superior que ln no iiier-i.U. ;
Lana de soda de l-idis a. .o ,|j ,j i,.. 1^,^
liomeus. stulioras e m> mu.....
l.eiif cu de cmbrala loria Im, nimio lutos. t-^Ha
Hilos i|e dito de lintin Iim. .jra oii... -i
Corlet de casemirt pealo e .:^ rtat. >^",o
Cortes de c.nieles ite ^uiiuiao oe -e.la, dt
v.uios ptdrtet, UlIUdo...... t
Corles de l.la Mirada para v'.lid*., le
UOVOt ptdres, din 'i I..s eada
um..... ......oJSM
Chipos dcm.issi ,.i!;rr/es (.irinj- mm>. .-"i
l'alaus de alpaei t,rel.i. luios...... -.ii
Ihlos de alpaca c BWt' de core-......i
Iimi lol.is de alpaca piola c 'ir.. ,-..i
Chiles de inirin.. Ihii.i.iiIo i vtiludo BJMBw
les.............t I
Hilos de dilo b.rdj.l'.s a sejj..... -i-,...
Ditos de din. com li-lij t fu. (.- >
Ditos dt eliln com bura mili.adn-. l.-sutt
Dit.'S de dilo lisos......... :.- m
ilot slo dito com fninjjt Hn.isde lia idaoMarislot Vences. I
tiatrj rraaeen npennr de r.lr, envido.
Hoini'ira>Ue relroi muito Mq.eri.ire>, pi-
ra eiibiira..... .... ,i-*ho
i.m treme do i-ro di l,i..ie;..;o. |.a.,. i .
loja de r*rr.ujeiis, A seuuu U .le Ummm n. M.
\*&Q&9 v-.:.. \.r.'.: ..; ..r ':'.
O
..-
. -
Botica
>oo
mez.
':'. O Dr. A. S. Pereira do Carmb. leudo
;) cliesado di viacom qna fez ao Kiodu janel-
,S ro, ci.nliiiua im e\ercicio da -ni nrofiaslt,
..* pudendo -er procura lo na cesa de .ua re-i-
.' s ueucia, ru.i Nova n. jti.
central ftomcopnrhictti
EM PERHAMBICO
' IKI HK.
SABINO OI.LI.VIO L. PIMO. -
Knadc Saiilo-Ainaco (Mnn- '-""
do-Novo, n. .
N'-le cslHlel.'Ciineiil. eti-lem << HH-V'- -1 ':
- meol'.s mais idrqaadi~i io rlimi. do BO
te, prepara 1i- com a niaior timlaaeii pelo "'.'
5 pr.ipnelarin. ;
5 Kiislem inedir.imeiil.~s piepatalo* ix l.i j
', de Jaueirn, ,p,e s- ven lem ojaf preco ksi-
' sos, m.is o ,e carinle -ut rflirAClt.
i A .'i|.enei.ru tem diinonslnda ,. ot
ni. liiaiiienlos _i.qui OMsooraiat pra.lai-m
3 melhiir ell.'ilo. c.i as provine is dn unte,
'. du que ns que os le veni de tura,
.j Os precos i i ii\..s. toaio msi rjrm, por .
s-rem mellicres. os prepara )-. em Peni im *.*
': buc... '".
i TIILSOLRO IIOMKOPATillCO ':'.
-.:
t
>
:
Lotera
ras da manhaa
essa hora es-
lilhclcs rilliri-
...
0 Vi a 1(i
tenlia pra-
rua da So-
os de 40,
p numero
o Antonio
da audicn-
da provincia
\UMRTEM\.
Corro sabliado, a s S Ir
cm ponto, portan! i s a c
tarao expostos venda os
cailos por
P. J. Ljviu
Dr. itilieiro, pliysician maj lio
consuited at anj li>\\ in tus resi-
:- (lenco, ruada Cruzu. I^i.
MtltflM-sMttmHNi
Na fuadico d i
ae serventes lorros ou cscruvos,
servir dcbaivo de colierta.
Precisa-so de deia do Kecifu n. ")>, pi-imciro andar,
prestando urna lianca de OOjfOOO, vcb-
cendo o ordenado de 200,j a (00.v, que
i :-
--.:
d
-*-
O
. O
o
--
o
bilhctcs
Ha
lol
cria i.
lie pai a vender
provincia.
Desr*ja-so'fallar com osSrs. Jos da
Souza Rodrigues, c Joaquim Antonio Rapo-
zo, na rus da Cruz n. l's. casa de I iota lu-
nior & ''-, rara llio st c trege carias vin-
USCUL4S E PUOTASIV
^^)
lAfc.\CETB DA RA DA PRAIA.
Sabbado 23 de junbo.
Por motivos justos foi transferido o bailo
do iiia J i para o da 89 como se linha aiiuun-
ciado, a meia noite, as damas serao Imu la-
d.is com varias surtes, pelas (|ua.:s poderSo
conbecer o seo futuro destino; os carlOes
do ingresso sSoosmesmos do da i, dev
principiar as 8 boras, e terminara as 2
-y::y.:. :-::-.:': -y:-r:.r^:;.
Precisa-so de um caixeiro
annos pouco mais ou menos, que
lica do taberna, on som ella : na
IcJado n. 16.
- Ven lo-se n is Cocllios, caib
3c30, os preQos be conforme
d >s ditos : na fabrica do tellias,
Carneiro da Cunha.
.No dia 27 do correiile ni./, depoi
ca do Sr. Df. joi muuicipjl da aegai
lulo de arrematar por venda na casi d
o restodot beo penhoradot a l.uit l'ir'ps Ferreira,
por i \"-ncao de I). .M.inauia da CoDceicio Pereira,
escrv.i llipti-la.
T. Hechor in !o para a Europa, qoita na toa
ausencia por -eus procuradores nos Srs. >. O. itu-
ber iV Comptnlia e Hormn Molton.
Prr"-i-.' de aprendaos de alfi-ite para ajo-
dar um ofllcial eeletnaeiro ; prelere--e o que ja re-
nlia principio le cu loras pira calcas do Irrim :ua ru.i | ij Mll resdindo n.i praca da Boa-Villa eos
Nova n. 7>>. l!l, primirn sobrado ao enlr ir na ra do
._ Precita-tedoomaamtpar.iosTv.ro interno .-; ,\r^2in, mide podo ser procurado i qotlqoei
de unn cata *a V wci I ni......: a IraUr pn Monde- j) |iur.i dn di oo da noile.
SJ Recre 1 de jnnho de 1857.
la vara, se das da ilha de S. Miguel
ao lieurias.
OU
Vailc'Mecmm
0 ''ATalA
PELO 1K.
SABINO OLEGARIO I.. PINHO.
Estt preciosa obra coaMtojoMi a vei.iiH-s
na bolita ceiilr.il, i li'-aOO om lirochafi c
11-noo eueadernadi.
11(1 I At I (.IM R.
O unim toritsufu ;">r Hftl i i i eatnoatti rest,
errrt't imprrial.
Os mdicos dos bcspilar- rocommrnsian
arrobe de Lafleeteur, omm sendo asMeoj
autorisado pelo governo c pola real ocirl-
de de medicina. Este atesUcaanaato !.- um
gosto agradare! e l.u-il a tomar cm secreto,
esta cm uso na manaba r. al desde atis de
SO anuos; cura radicalnu'iiti' em pituco trm-
po com pouca daafMca, aaai RMreatrt .s af.
fecqoes da p-'lle, impingeas, as eatHeaanib-
cias das sai as, ul-,r.is i- o, acridi n
parto-, da idade critica c d acnnntrna bc-
rcdilalia Uiis linnioics ; conVMI atM catjr-
rbos, a beiiga, as coalracQea e fra sa
dsorgSos, procedida do absno das ii
JOS 10 ilo solidos, lomo nuil-- .
Aurora nrecsa-se arrobe cura om Boaentempar sa Romas i -
cenes nu rabel les, qiM ioIvcbi laceas
en consoi|ucncia do emprefjo da cpali:!-,
d;; CUbeba fiu das injl ('.,'< 5 qur ri'!'ri'-''iilaol
o virussem oeutralisa-lo. Oarraha Lal
teur he especialmente i r^taaaapsaa
ira as docncas invcirradas ral des m
iii'i i i :o eao io ....--! roem.
Vende-se na botica d
r't'liciaun \ I ves de A '. I
dro a. 88, i
. -
VII : i- ::' HE
Boyvi! ... al.
Os formularios I .--
genio Silva, na praca de I
fe
H
pata
Alii;-1ti-.-c duascasas terreas de no Porto, Joaquim u.. ; Bah .. Usas
v".
t

--- Para o Aracaly segu era puucos dias
ao. cata do fallecido coinmendadoi Luiz (lomet Fer-
reira.
Prec8S-S9 para urna casa de negocio
no entro desta cidade, J.; um caixeiro di-
ligente e li.!, e que nSo soja raaiorjde 10 an-
ua c cal, na Iravessa do Trindiide: a
fallar com Frederico (lomes de Olivcira,
com taberna no aterro do Alogado.
.,.... ... _
j O l)r. n inedicinii Jese Sercio Kerreira,
: de volts de toa viaijem ao Rio -e Janeiro, ..;
-:
mSos; I'.: naml I
i;., 'lia i .
Villa Nova, Joao IN I .
:.. i Cram i I i i
Compra-se
, 5o ( dir < da
.. i \ui ura, ua ra do I
da n.28, c na mesma fondifo, rm
Amato.
^ 11*
: : !-a -.; B S : I
- Ptecisa-se alagar urr molequ u par-
servido oe casa ; a
dinho escrav >, para o
nos de i lado! d-se solTrivel orderjado: na ;lrilt;,r nn a ,u ';lo,ia "7-
ra Nova, taberna n. 48, se dir quem prc-; Quem precisar da um menino brasi-
cisa. leiro, lo id-i e de IV anuos, para caixeiro de
espoleta, loja, o quo de liador a sua conducta, dirija-
n. li. I se as tilico l'or.las n. 71.
Venlem-se espingardas de
muilo linas: na ra do (jueimadu1

ILEGIVEL
paUMite nijj
Vio clir^j.:... a li.iir.-' > ve.da.-
\ .: .-..li i :in in.'> > i *' '" Mtaa
i IrtlMfhe-N.iv.. i i-, inu.un de Ureu4 .':
I .1 .j II.-vil i: ,i ., (..


UIAKIO DI l'KHNAMKL'O SEXTA FEIRA 2GDEJUNIIO DE 1857.
^ii
C0ISLT0RI0 5M;?;THIC0
DO
Ond soachara sempre os mais acreditados medicamentos, tanto cm tinturas como
era glbulos, c proparados cora o maior escrpulo o por presos bastante conuuodos :
PltEgoS Fl&OS.
Botica de tubos grandes. .
Dita de 2* i) .
Dita do 36 i>
Dita do 48 o .
Dita de 60 .
Tubos avulsos a......
Frascos de tinturr8dcmcia om;a.
Manual de medicina homeopathica de Dr. Jabr com odic-
cionario dos termos de medicina
Medicina domestica do Dr. Ilenry
Tratamento do cholera morbus .
Repertorio o 1>.\ Mello Moraes
10/000
155000
209000
255000
309000
10000
25000
205000
tofooo
2/000
60O0
.;-.::.
PEORAS MLCIOSAS- <.
^_
* -"
Alicrejos de brilliantts, .\
ili.oiiaiilea e perolas, pul- m
.'iras, alliili-les, brincos ^
.[ e resalas, boln; s aunen S
:. de diflerenlfs gostos e de >
divcrsas%pcdras de valor. &
9
;' Compram, vendern oa *
J Irocam prala, ouro, bri- S
Ihantes.diamanleae per- .
la", e oulras quaesquer
jolas de valor, a diiilieiro ^
. ou por obras.
:
k
tlk M 01IP.1V5H
Rua do Gabaga' n. 7.
Receben) por to-
dos os va p. resda Eu-
ropa as obras do mais
moderno gosto, tan-
to de Franca como
:...<:
g <
I Ol'ItOK I*lt.\T.\.
Aderero completos de ^
ouro, meio3 dilos, pnlsei- -.
ras, aluceles brincos e *
$ rozetas, cordoe's, Iranccl- '
3>~ lias, medalhas, correnles <
^ e enfeiles para relogio, e 1
f onlro muilos objectos de g
; oaro.
Aparelbos completos de
f prala para cha, bandejas, '-.
.':- salvas, castigaes, colheres ^
a de sopa e de ch.i, e Bel- *
* los outros objectos de i
3 prata.
preco
as quaes vendern por
como eostuniaiu.
SECRuTARUS.
e [le -si'
saceos com arroz pilado do liio d.- s. I"
'I
(011 l'KOrnfl TllE BE \V\RI.i yem-f --'* "! i! lo t ertaoi,;; "J (a"va l"1
iiu.ii '''V"' ',.",,. .i.im., de-se cera de carnauba, sapeloa n v
As melhores que at i ..je tcm anrarccnlo!s;ucoscom arr(,/l"l;ul" 0 l;i" "" s- 'ran" I A IJl^llt-,!<0 a *80 rs. a libra, manleiea iogleza a 640, c dilos de borracha* Mr pre
a este mercado: vendem-se no escrptorio c,scoa V800a arrob a : no armazem docaes Pecas ,,, madapolSo lino, ditas de aldo- que'jo do reino a 1C5O0, IsCOO e 1/900, ran-i
do agente Oliveira, ra da Cadeia do Kecile 'lo llamOS- de Jos.' Uai la I ernandes Thomaz. aSozn|l0 |jso muilo encorpado, ditas de'.ii- lia,u" l0in" 12". gomms a loo rs., Iingui-
n 62, primeiro andar. Vendse a verdadeira grava i igie-
Precisa-sede urna criada torra ou cap- k, 1(7, dos afamados fabricantesDa^
tiva, .omento pera cozmbar cm una casa ai .- l i a- 1
de pequea familia, paga-se be,,,: a trata* \& ^lii""' ''"' b',1lcas de duwai de
no segundo andar do sobrado n. 67, defron- P0,,'s: emeasa de James Grabtree & C,
te do vivero do Muniz. ruadla Cruz, n- -2.
OSr.Dr. Joaquim JosTeiseira, pode
procurar urna carta no escrptorio de Manoel
da Silva Santos, na ra da Cadeia do llecife.
Precisa-sede um menino para caisciro
de taberna, com pratica, ou sem ella; no
lar:o da Ribeira de S. Jos n. 1, taberna de
Jos Bernardino Alves.
- Precisa-se de um amassador:
da Sen/ala Velba n. 9*.
le- tu trancado e lar
Crespo, loja la esquina que rolla para a na
ua Cadeia.
I. >'i,nnir, ll||HJ un 'II" -------------------------------, -------[-----
vende-so na ra nol* d0 romo a 400 e6*0, vinho do Porto en-
CUAS BE FERRO
Fxcellenles camas de ferro para solteiros':
ra, ra lia Cadeia do Recite n. <-2, primein
andar.
Vende-so o engenho Palmeira, silo na
na ra j freguezia de Nossa Senhora da (.loria, de p-
tima prodcelo, rom tolos osseusnrces-
Aluga.se um preto para servieo de arl sarios, capella com seus ornamentos casi
mazem ou servente : quem o pretender, di-1 de vivenda cm boa moi.ilia, c bora cercado :
a tratar no engenho da sorra, com o lenen-
te-coronel Francisco de Barros Cavalcanti de
Queiroz.
- Vcnde-se urna prela crioula de 20 an-
uos, perita cosiureira, entornilla bein, o co-
zinha o diario de una casa, com urna cria de
4 mezes : a tratar na ra Nova n. 4.
rareiio
Vcnde-se superior farcllo vmdo <\r. Lisnoa
vedem-VeTo^scHptorio" d"oK{ete01ivei-1 ltimamente, em saceos o por barato preda :
Loteria
. DI
vincia.
Uefronle da milriz da Boa-Vista n. 86, ;>
y^ amola-se loda a qualiilada de obra de cor- .V
~ tg Ria de toda a qualidade e bo(.im-se ouvidos f/}
:li Mpiogardas: na mesma vendem-se e .*''.
,':" ilupam-se bichas, assim como inaadam-se
':' epplicara qualquer hora.
? i..' ^r Tt." & t s*
w &m
a&iSisa
A
o abaixo assiguado ven-
de bilhetesgarantidos, pe-
ios preros abaixo notados,
sendo da quantia de eem
mil ris para cima, a di-
iiheiro vista, eoi sen es-
crptorio, na ra da Ca-
deia do llecife n. 50, pri-
meiro andar.
Blietcs. n.sVOO
Meios. 2.S700
Quartos. 1|350
I*, .f. L yme.
O Dr. Ignacio Firmo Xavier faz publi-
co, que mudou sua residencia para o seu si-
lio na Passagem da Magdalena, que lica ao
norte da estrada entro a ponte grande e a do
Chora-meqo, e ahi tcm preparado urna
casa de saude com todos os commodos para
i Irviariiento de escravos, cujos senhores
residaoi lora da pra^a, ou 'quo niio os pos-
tara curar em suas proprias casas : quem
para islo quizer-ss utilisar de seus servicos
mdicos, que serio descmpcniados com o
inaiorzelo, dinja-sa ao paleo do Carmo n.
:), primeiro andar, ou no referido sitio da
Magdalena. Precio2OOo diariosexceplu-
sanguesugas e opera-
imio conferenci. s,
coes.
9 Dr. RiEeiro' an M.'nrin the S
|| Harvard Umvertityat Cambridge, ti';
J iMass% U. S. Member o" (breign
9 medical societlcs; ole., upou liis ;3
;[3 retara from Europe conlimies lo -
,'} reside in tlie same liousc, ra da '.'5
3 Cruz n. 15, where lie solicitt a {3
;3 cali from the American, Germn, j
^ and Englesb community, sliould 3
i^J los services be des'ued. Special '
5 altention is given to cluoinc di- '/}
O ase. @
French Spokcn.
Maria Martiniana de Campos eOliveira,
es-professora do collegio das orphas, ob-
teve licenga do Kxm. presidente da provin-
cia, para abrir aula particular para o sexo
feminino da instruc^ao elementar, que se
d as escolas publicas do primeiro grao, e
na qual se propoe cnsinar as materias desig-
nadas na lei; e por isso faz publico aos pas
de familias, e a quem mais convicr, que ja
deu principio ao ensino desde o mez de malo
prximo passado, no sobrado no pateo du
Carmo n. 9, casa do sua residencia, onde tra-
tar das condices relativas a admissao das
alumnas: tambera recebe pensionistas e
meio-pencionistas.
@@@ S@(|
IRio-Formoso.S
< O Dr. Jo3o Honorio Bezerra de Mene- '
%) Mf, medico pela Faculdade da Bahia, lem ,?
|& litado sua residencia oa cidade du Kio-l-"or- '
... moso, e de novo elerece ,eus servidos a to- "-^
'..y das ai pessoas que o honraron com sua con- 9
O fiaD5'- #
(JuyW' Anisasen de recolher.
Antonio Francisco Uartins, com um gran-
de, armazem na ra da Cruz n. 62, rccolhc
no mesmo qualquer gneros por armazena-
gem, mais barato que em nutra qualquer
parte, e com loda a responsabilidade, sendo
as entradas e sabidas pela ruada Senzah
Velba.
;-3 O Dr. ltilieiro, medico, de vol- ^
Q tadesua viagema' Europa, con- 3
@ tinua a residir na mesma casa da '.[':
*3 rua da Cruz n. i~>, onde pode ser t*i-
;"r procurado a qual<|iicr hora. r"
- Antonio da Silva Guimariles, avisa a
todas as pessoas que possuem cautelas frac-
cionadas pelo anuur.ciante, e que estejam
premiadas, que apresentem para sor pagas
no prazo de 30 dias, contados desta data :
lindo o qual prazo, requerer desoneraqSo
na thesouraria. Becife de junlio de 187.
Antonio da Silva Cuimaraes.
r,|a-se a praQa d? Independencia, loja n. -
Precisa-se do um caixeiro que tenha
pratica de taberna : na rua do encantamen-
to n. 77.
LOTERA
DA
provincia.
O abaixo assignado participa ao respeita.
vel publico, que vende os seus felizes bilhe-
tes, meios, e quartos, pelos precos abaixo
mencionados, sendo da quanlia de lOOs reis
para cima, a dinheiro a vista ; na rua da Ca-
deia do Becife n. 45, esquina da Madre de
iieos :
Bilhetes 5o400 recebo 5:000-S
Meios 2?700 2:5003
Quartos 1;350 1:250-5
Por Salustlano de Aquino Ferreira,
Jos Fortunato dos Santos l'orto.
tio do banbo, em casa de Antonio Sigarreiro.
Km dias da semana passada appareceu
na padaria co abaixo assignado ucn cabri-
tilla que representa ter de idade 9 para tO
anuos, pedindo o empregasso em algum ser-
vico, mandnu-.se entrar, e interrogando-se,
disse que era lilho da matriz da Vanea e
que nao tinba mais pai e nem mai, e per-
Vendc-se cal de Lisboa ltimamente c!ie-
gada, ssim como potassa da Ilussia verda-
deira : na prata do Corno Santo 0.11.
as Cinco-Pon tas n. I iO, casa parti-
cular, vendem-se sapa tos de marroquim e
como de lustre para senhora, igualmente
carregacao para o mato com todo soiti-
mento, por mais barato pieco do que em
outra qualquer parte.
Vende-se um lindo cscravo peca, ida-
de 20 annos, proprio para pagem na rua da
Praia, primeiro andar, por cima da tvpogra-
phia.
Vende-sc na rua estreila do Rosario
n. 31, armazem de Jos Moreira da Silva, ru-
ti_m, tanto a rolalho, como emgrandes por-
ces ; mais em conta que era outra qual-
quar parte, assim comocadeiras america-
nas com ralba, editas cora asseulo de pao.
Vendem-se linguicas do sertSo a 3C0 a
libra, manleiga ingleza flor a 900 rs., dita
guntnndo-se-lhc eai que sn empregava, dis- francoza a 610, qneijos do reino muito fres-
Attenco
s
I!. C. Vates & Companhia: estabelecidos
no liio de Janeiro, na rua do Hospicio n. 40,
vendo um annuncio publicado em urna das
folhas dcPornambuco polo Sr. Bartbolomeo
K. do Souza, preveuindo ao publico que o
verdadeiro xarope do bosque s elle be
quem vende,prevenimos ao mesmo publico,
que o nosso xarope he rcmeliido do liio de
Jrneiro pelos cima propietarios ao Sr.
Manoel Alves Guerra, e este senhor fez o de-
posito para ser vendido na pharmacia do Sr.
Jos da Cruz Santos, na rua Nova n. 53, ni-
cos por nos autorisados para venderem o
nosso verdadeiro, e n ais prevenimos aos
senhores consumidores, quo na*perlo de 5
annos os rollos collados as garrafas s5o
asignados por Ilenry Prins, como procura-
dores dos cima proprielarios. Bio de Janei-
ro 13 de Janeiro de 1857.
rij Joilo da Silva l.amos medico pela uni- f.-,\
^ versi lade de Coirobra, mudoa sua >esiden- ..tT
'...-' cia da rua do CabutM para a roa Nova n. vi>
I'.', se^ouilo andar, sobrado do Sr. Dr. Net- vi
lo, e ahi conlimia a receber, das S as 10 ^
::
horae da manbila, e das 3 :s 5 da larde, as ^*-v
fj^ pe^oas que o queiram consultar.
GABUA NACIONAL.
Continua a estar a venda o. manual da
guarda nacional, ou collcc.o de todas as
leis, reglamentos, ordens e avisos concer-
nenlcs a mesma guarda, relativos, nao s ao
processo de qualilicacao, recurso de revista
etc. etc. etc., seno a economa dos corpos,
joganisacSn por municipios, batalhoes, com-
panhias com mappas, modelos etc. etc.: na
rua do S. Francisco, deposito n. 6, onde en-
contrar ja encaderuados.
r-, O Dr. Oas t'ernandes, medico, deve ser ;%
i procurado do boje cm diaule, no primeiro >
fm andar do sobrado da ru dos Quarteis,
I travessa das Cruies, cuja cnlrada lie quaii a
to? em frente da bolica do Sr. l'inlo. '";
JOIIN CAT1S,
corretor gcral
E AGENTE DE I.EII.O'ES CMMEBCIAES,
n. 20, rua do Torres,
1'Kt.MEIKO A.NDARl
pra?a do Corpo Santo
KECIFE.
DENTISTA FRNCEZ.
O Dr. em medicina Ignadio Nery da
Fonseca transferio sua residencia do sobra-
do da rua Direita n. 31, para o pateo do Li-
vramento n. 25.
FIAMBRE.
Na rua da Cruz n. 62, se acham j promp-
tos muito bons presuntos de fiambre prepa-
rados, o melhor possivel para quem nao
quizer ter mais trabalho, e se vende muito
em conta.
Tasso fruaos.
Avisam aos seus freguezes, que as ultimas
faiinhas do trigo fticbmond chegadas ao mer-
cado, sao vendidas em seus armazens, pelos
seguintes presos :
Galega 253000 por barrica.
llaxall 2;00 idem.
O Dance 23;000 idem.
Col u ni I; i a 2290(10 idem.
Alem destas lem farinhas novas de Tries-
te das marcas SSSF. Fontana e primeira
qualidade ; assim como completo sortimen-
to das melhores marcas de Philadelplna, No-
va (irleanse Ballimore.
Desencaminhou-se na occcasiSo do em-
barque para Goianna, na barca Conceic.no
de Maria, ancorada no beceo do Noronba, 1
caix3o com 100 libras de rap, e julga-se ter
esse embarcado emuma barcada do mesmo
nome, pertencente ao porto do liio Fornioso :
quem de tal objecto souber, tenha a bonda-
de de dirigir-so a rua do Vigario, taberna
do JuDo Mutuo de Alnicida.
Lina familia que vive em Lisboa,re-
cebe em sua casa ate 2ou .1 meninos, que
seus pas queiram mandar estudar, dan-
do-1 bes cama, mesa, roupa lavada, medi-
ante a paga de 000 rs. diarios, pagos tres
mezes adiantados : a senhora tambem se
encarrega de educar urna ate duas meni-
nas, cnsinanclo-llie as primeiras letras.
Historia, Geograpliia, msica, piano ou
harpa, bordar de toda a qualidade, toda
a sorte de costuras, dando-llie cama,
mesa e roupa lavada, mediante a quantia
de 1,$'000 diarios, pagos tres mezes adian-
tados (entendem-se estas tjuantias em
moeda lorte): a quem convicr podera"
dirigir-sea' typograpfaia dcsle "L'ia'.io.
podendo licar certos os senhores (piecon-
I'
se, em tratar de uns cavallos no mesmo lu-
gar, mas que era maltratado, e por isso fu-
gira para a praca, manJou-so entrar para
dentro o quo ah se fosse entretendo, e man-
dando-sc indagar naquelle lugar pelo Sr.
Jos Luiz que tem por alli bastante rehenes,
nio houve quem Ihe dsse noticias de co-
nliecer tal menino ; interrogando-se segun-
da vez, desconlia-se ser captivo, e por isso
avisa-se pelo presente annuncio a quem di-
reito tiverao mesmo cabrinha, como escra-
vo ou como forro, de o procurar quanto an-
tes na dita padaria, que dan lo os signaes
certos se Ihe entregar, certo de que 0 abai-
xo assignado nao sa respoosabilisa pela sua
fuga por nao ter a certeza de ser forro ou
captivo.Manuel Antonio de Jess.
Ama de leite.
Precisa-se de urna ama de leite que seja
s3a e tenha bora c bastante leite, anda mes-
mo trazendo algum lilho de 4 annos para
cima, nao faz dilTercnQa ; asscvea-so que
lera urna boa paga e buin tratamento : na
rua Direila n. 66.
- Alup-se um sitio aa entrada de San-
ia Auna, junto do sitio do Sr. He. Calmont
c< C, com os seguintes commodos: acaba-
do ha pouco lempo, 3 salas, 10 quartos, co-
zinha fura, coche;,a ara 3 carros.estribaria
para 8 cavallos, senzala para 16 escravos,
quarto para feilor, boa cacimba, plantados
os arvnredns todos de novo, boa hortaiiee o
jardira : qu,:n> pretender, dirija-sc a rua Ve-
lba n. 54, casa de Manoel do Nascimcuto da
Silva Bastos.
Quer-se um mestro de inglez para
duas pessoas : na rm do Vigario n. 22, pri-
meiro andar.
U Sr. Ignacio da Molla V'ieira tem urna
caria viuda le Lisboa, no escrptorio de Ma-
noel Alves Guerra, rua do Trapicha n. 14.
o iir. Antonio Jos da Costa Ribeiro,
lica encirregado, na ausencia do Sr. Dr. Joo
Silveira de souza das causas em que este Sr.
ranecionava por suistabelccimento do sr.
Dr. Jos Bernardo Galvo Alcoforado, em
consequenoia da sua viagem a Europa. Quc-
rendo pots algum dos eonstiluiotes daquel-
les senhores, enlendor-se com o mesmo Dr.
iiiboiro, a respeito das causas pendentes ou
de cutas que qnciram iniciar, deveri din-
gir-se a rua do Crespo n. 6, primeiro andar,
escriplorio dos Drs. Alcoforados.
raes a 1>;oo c IcSUO rs arroz da India a 160
c 140 rs a libra, viulios de todos as quali-
dades, por pre^o muito coinmodo ; na ta-
berna da rua dos Martirios n. 36.
% 0 SAMOS COELISO. g
na rua do Queimado n. 19, esta'
torrando
-
a iiiniieii-o, as seguintes
fa/.endas :
Cinta frnncezas de pndrf.esasearose lo- 9
2 nilos a 210 r. o covad'i, dita, muilo linas a
W 2S0 rs., ditas incleua a 160, f so e 200 rs., e
muilo finas miudiuhis a 240 rs., eambraiM
JS francezas muilo finas a iOO rs- a vara, e a 200 1
e 210 r. o covaclo, llundelina >le seda, fien- CI
9 da muilo bonita de listas e quadroa a 800 rs. W
^ o aovado, dnqueza de ricos lavares, wndo t
v de campos furia cores pelo barato preco de C
" 1> o covaclo, auardanapoi para sobre nifs.i a
S 3-3 a duzia, aloilbailo de liulw com 8 palmos
J de largura a I3"00 a vara, albaaeza prela K
9 com 5 palmos de largara a la o citado, cor- j
les de chita de barra, proprina para escravos,
;.; com 12covadosa 2f, leneinhoa de eaaaa para
t meninos a SO r. cada um, e oulras moilaa C'"
5 falencias.
w-a.-*:r7- 3 '-y:
na ruado trapiche, armazem n.
i
h
Francisco Jos Germano, relojoeirona rua
Nova n. 21, faz seiente ao publico, que hu
do grande snrtimenlo de relogios de todas
as qoalidades, e objectos j annunciadius,
que acaba do receber pelo ultimo navio um
rico sortimento de caixas d. msicas com
as pegas as mais ricas que tcm apparecido,
inclusive as do trovador.
la loja
das seis portas
EN FRF.NTF. DO L1VRAMEINTU.
Cortes de C8"Semra com algum mofo a
qnalro mil rs., lencas de seda proprios para
pescoco de senboras a dez tusfoes, lencas de
retro/, matisados de cores a dez tu>toes, lu-
vas de sed pretas e de cores a cinco tustOes
o par. cambraia lisa a rous mil rs. a peca, e
cm varas a pataca, cambraias com llores sol-
fas e muilo linas a duas patacas a vara, cas-
sas com floros nara cortinados a tres mil
rs. a pec.a, e a sello a vara. A loja esta abor-
ta das 6 lloros da manliaa as 'J da noitc.
a
das
seis portas
Em frente Cassas pintadas a meia pataca o cova :o,
riscados estreitos a quatro vinlcns, risqados
francezes oscuros a meia pataca, crti-s de
vestido de casss com d-us o tres liabalos a
cinco patacas, saias brancas bordadas a dous
rail rs chales do cassa brancos com flojres a
sollo, proprios pura trazer por cssa.eoutras
muils fazendas que vende por lodo o prego
para scabar. De tildo so d amostra, levan-
do penhor que valha o que se quer ver.
relogios de pa-
inglcv.es de ouro, de sabonetc c de vicho :
vendem-se a preco razoavel, cm cusa de
Augusto Cesar de Abren, na rua da Ca-
deia do liedle, armazem n. I (i.
>
" P"l\all
garra fado a 1>ll00, dito de Lisboa a 560, ha-
cha de porro a 520 : as Cinco Ponas n. 2t
Venda de
pianos.
Vendem-se minios lindes c vxcellenles
pianos, chegados ltimamente de Ham-
burgo, ecom lindos retratos no Frontes-
picio : na rua da Cruz n. "i">, rasa de J.
Kellcr C.
jPianos.
Em casadcl'.abeSrhmettau ^Companhias
rua da Cadeia n. 37, veudem-se elegante,
Pianos do afamado fabricante Traumann de
llamburgo.
Vende-se superior linhas de algodo
brancas, o de cores, em novcllo, para costu-
ra, era casa de Southall Mellor i C.a, rua do
Torres n. 38.
A \0^000
Vciide-se cxcellente cera de carnauba do
Aracaty, c Assu', do una sacca para cima,
oscolhendo o comprador a sua volitado, p o-
lo indicado preco de 10/ a arroba : no ar-
mazem de l). B. Andrade & C, rua da Cruz
n. 15.
TAIXAS PARA ENGENHO.
9 fundifo de ferro de D. W. BoTvmank n
ru; do lirum, passando o chafariz, contina ha-
dar umcompleto sortimepto da taixes de ferro fun
Mdo e balido de 3 a 8 palmos de bocs*, as qnaai
ickam-so a vanda.por epreco ccr.u~.odo com
promptidao; embarcam-soucarrtgtB-st tmca
ro semdcspeza ao comprador.
.Selns e relegrios.
Novo es! heleci-
iikeiito.
Vendem-se queijos do reino vil Ion
no vapor a
Superior vinho de Porto eanrrafado
Cerveja ingina superior a duzia
Frascos decouserva ingleza
Carrafas de sz< ite francez
Caixas com B libras de cstrclin'.a
para sopa por
iscoiliuhos de lo as as quali ladrs,
a libra
Camellos novos, a libra
Vroendoas rrancezas roberas, a ibra
Espermacete de 6 cm libia, a libra
Dito ue Sem libra, proprio para car-
ro, a libra
Manleiga inglc/a superior, a libra
lula francoza superior, a libra
Talharim macarrSo e alelna lina, a libra mu
Cha preto, a libra -TNMia
Hito liysson, a libra 2-jei
Dito do Itio, a libra
Os melhores charutos i'o mercado,
vindos da Babia, caixa a 3/, i.- c :.hmm.
Pao e bolacha, tuda por conimodo pr>.., m
rua de Hurlas n. 16,
Na lja das seis
portas cm frente i
n
i

i -ja
- '

-i

cm
vra ment
Palitos de panno liiio,;.re'os s de con algum deleito, a dez mil rs. cada um.
Va lja das seis
portas era iVcnt do J.i-
v ramelo
Vendem-se cobertores oscuros para i
vos a duas patacas cada un.
:'-:M?';. :::::. \ y ,.:: -- ...
f W'u> *. <. : ... ..._ ^.. "... ...-.....,- .. -.. ...
'j Palitos llalli' *-j Vendem-e -paHtnt aabKStaaMaa4a i.n- '
-.- panno Gaa preln t da rana, furriel" i!c .r- :.
SBI.LINS a RELOCIOS de patente ^ dt BO**. l**t > -*U a Mt. Ma ;
inglez : a venda no nrniaztm de "
Realroa llooker i\ Comptahia, es-
qoina do largo do Corpo Sanio uu-
mero 18.
Igl
3*
Os sos.
OQQ&OQQ::
&
Paulo algnoai denlist, rua .Nova n. I,\
..i ii i mesma cata tem agna e p dentrica.
^;;::;:.;:;;:-:;:::.- ; ';> >;.-o:j-;
seguro contra foso.
Companhia Allianre.
Estabelwida era Londres, em marjo de 1S24.
Gipiul cinco milhoes de libras osierlinas.
Saunders Brolhcis & C, tcm a honra de in-
forr~.ar aos Srs. negociantes, proprieurios de casss,
a a que* mais couvier que esto plenamente *u-
lorisados pela dita companhia para effectu.ir segu-
ros subre edificios de lijlo e podra, colirios Ja
tlba e leuaiuiCDMsobra os oujecios queconlivercm
i na os edificios quer consiita em mobilia ou
tt (aUndas ae qualipiar qualidade.
Altiga-se o armazem da rasa da ruada
lima u. 64 : Ir.da-se na mesma no segundo
anchi, ou na rua da Cruz n. 33, primeiro
andar.
Ai EP.IC40'.,
Faz-se .seiente a quem convicr, que o ter-
mo marcado para as revisGes, termina no
ultimo do crrenle mez : os senhores que
nSoeslo co seus eslabeleeimentos revis-
tos, queiram dirigir-sea casa da aferiQo,
no paleo do'fercej n. 16.
arena seus lilhos, queacharSo zelo, cari-
nho e vigilancia para seus filiaos.
.\.--.-.,;::;^:\.;\.
O
i

o
lrmandade tie Nossa W
enhorado Bom- bon- X
selho. C
A mesa administrativa avisa aos \'j
irmSos o mais pessoas, que a mis.i r. ;
dos domingos edias santosdadita {,'
-.} irmandade, he a's 10 horas da -.
f manlia.
.''..": .."-..- ..:'.-. ..:"- y ,~ -5-'"; ''.
iviadaiua liosa Har Wova 11 54, '
tcm recebido de franca um grande sorti-
mento de chapeos de seda para senhora, de
todas as cores, chapeozinhos de palha abor-
tos, dilos de palha de arroz, ditos de seda
para meninas de :l a 7 anuos, cortes de seda
para noiva, luvas, capollas, mantas, meias,
ricos penlcs de tartaruga do ultimo goslo,
enfeiles do cabera para senhora, cnciioval
complelo para baplisar criancas, c militas
oulras fazendas, que se vendern cm conla.
Kobert Scott retira-se para Kuropa
com su senhora e urna lillia menor : quem
tiver cuntas com o mesmo, baja deapresen-
ta-las nestesoitodias, contando-se da data
deste, no escritorio, rua do Trapicho n. *.
Recifo i de junlio de 1S07.

Na rua da Sensala Yelha n. 116, compram-
se ossos do boi.
Compram-se travs de 95 a 35 palmos
de comprimento, c palmo de grossura : na
livraria da pra^a da Independencia n.6c8
Compram-se aeros da companhia de
seguros martimos Utilidado Publica a 85 por
cenlo : quem quizer vende-las, uirija-se ao
cscriptorio da mesma coinuanhia, a tratar
com l.uiz Antonio larboza do Isrito.
- Compra-se cffeclivaraenle na rua das
llores n. 37, primeiro andar, apolices a di-
vida publica e provincial, acc/iesdas compa-
nhias, e da-se dinheiro a juros, em grandes
e pequeas quantias, sobre penhores.
Compra-so un moleque ele idade deG
ou 10 anuos; pouco mais ou menos, adver-
lindo-seque nao he para embarcar : na rua
do Nogueira n. 21.
Vendcm-se luvas de pellica ele
Jouvin, de todas as cores : jia rua do
Qneimado, loja de Antonio Bezerra de
Meniv.es Lira.
Vende-se arroz Carolina a 2/800 a ar-
roba e 100 rs. a libra : no Pateo do Paraizo,
taberna do finado Nicolao 11. 16.
Vende-se um cscravo mojo, de bonita
figura : na taberna do Marcelino, rua do
liangcl.
Vende-se
sal do Assu' a bordo do hiale Capibaribc : a
tratar na rua do Vigario n. 5.
Vendem-se saceos cot, farinha muito
boa e saceos de alqueire, por prec;o comino-
do : na rua da Madre de ticos n. -2.
ttes de collett de vel-
ludo a 2 #000.
as tojas da rua do Crespo n, 10 e U, ven-
dem-se pelo diminuto preco do -2/000 cortes
de colletcs de velludo.
( do Assu'.
Vende-se sal do Assu' a bordo do bri-
gue brasileiro Clara, tundeado ao pe do tra-
piche do algodSo : tratar com seu consig-
natario Joilo Pinto Regs de Souza, na tra-
vessa da Madre de Dos, armazem de Martins
> Pinto, ou com o capitSo a bordo.
J. PR1EGER & COMPAHHIA.
i 11.11.
Na loja da estrella, rua do (.racimado n. 7,
vendem-se ricas fazendas de la e 13a e seda
nara vestido de senhora. pelos baratissimos
presos de 500 e 800 rs. o covado.
Jfdolphe JBour-
gcois.
Ven lem-sa arreios para carros, culos para
cabriolet, vaquetas para cobeitas, ditas para
guarda-lama, galSo, panno, lanlcrnas e vel-
las : na roa Nova 11. 61.
Ven ie-se muito boa manteiga ingleza
nova a 720 e 800 rs., dita franceza a 6S0, tou-
cinho ele Santos a 280, carnes, lomos e ore-
Ihas do mesmo loucinbo a 160, banca de
porro a 500 rs., arroz da India a 160 e a 120
a libra, vinho engarrafado muito velho a
900 rs., dito em pipa a 560, vinagre de Lis-
boa muito forte a 360 agarrafa, queijos no-
ves a 1?, ic280 e 15300 : na taberna da rua
das Cruzes n. 20.
Sapatos de borracha para llvrar de
constipado ; vendem-se na rua Nova n. 20,
por pre?o mais barato do que em qualquer
outra parte.
tiaiiteiga para S .loo
Na rua Direita, taberna n. 27, confronte
as duas lojasde marcinciro, vende-se man-
leiga ing -a muito superior a 960 a libra,
dita a 80., .s., dila a 600 rs., queijos llam-n-
gos muito bons a 15800, tseOO e 15*00, e
autros muilos gneros que se vndenlo mais
barato que em outra qualquer parte.
~- Vendem-se 120 pos de coqueiros pe-
queos, proprios para se plantarcm : ua rua
das Trinche!ras n. 29.
lito barato
Vende-sa na rua da Cruz n. 62, caixinbas
com superiores massas finas para sopa com
8 libras cada urna ; tambem so retalha em
libras, macarrSo, lalharim, aletria a 240rs.
a libra, caixinbas com ameixas de Lisboa,
latas com bolacbinhas iuglezas muito linas,
ditas de soda, selames o melhor que lera
viudo ao mercado, presuntos e toiirinho in-
gle/., latas de salmao de urna c duas libras,
ervilhas muilo frescas, e outros muitos g-
neros do melhor que se pode encontrar, e
muilo baratos.
Previne-se aos amantes da boa pitad*/, quo
chegou no va or S. Salvador o rap novo
princeza do !;io de Janeiro, que pelo seu
cxcellente aroma se confunde com o prince-
za de Lisboa: na rua do Crespo', loja de
miudezas ao pe do arco de Santo Antonio e
pra^a da Independencia n. *. aond.-se ven-
oe a 150110 a libra.
Ricas franjas paracorti-
Ilft'JO?.
Vcndcm-so ricas rranjas de alga 'lo, bran-
cas o de cores, lis^s o cora tiololas, para cor-
tinados, e por pre(o muito cominodo : na
rua do ..'ueimado, na bem conhecida loja de
miudezas da boa fama 11 33.
Massas suDero-
reis.
No aterro da Roa-Vista taberna n. 42,
.res.
Caixas grandes com 1 arroba de lalhfirim
macanac), lazenha o aletria por 6540 1 rs.,
caixas de 16 libras com pevide, cslrcllnha,
couliiibds etc., por 39500 reis : na rua do
Qneimado n. 35, loja de ferragens.
Cascos vasi .
Vendem-se barris de 4.- vasios noves, che-
gados de Lisboa na barca Flor deS. Simiio :
no armazem de Carvalho & lrmao, na rlia do
Krura, ou na rua da Cadeia de Santo Antonio
n. 26, primeiro andar.
Grande fabrica
de tamancos, na na i-
reita, esquina do beccu de
S. Pedro n. 16.
Ncste esta bel eci manto ha effeclivamente
um grande sortimento de lamneos, tanto
para homem como para meninos e sennoras,
a retalbo ou mesmo cm grandes po^ijtJes,
para omalo ou mesmo para a praca, rliuito
em conta e a vonlado dos compradores.
Methodo fac limo. |
Na liTaria da pra^a da Independencia n.
6 e 8, vende-se o meibodo l'acilimo- para
aprender a ler, novameuto impresso e aug-
mentado, cor mil reis.
(]assas france-
zas a 200 s.
Vendem-se cassas francezas finas a 20o rs.
o covado : na rua do Ijucimado n. 7, ioja da
estrella.
AtteucSu.
Vendem-se carnudos de urna rola pro-
Deposito
de rap princeza da fabri-
ca de E. Gasse, no fti>
de Janeiro.
Vende-se a preqo commodo rap lino,
grosso c meio grosso, da acreditada fabrica
cima, ebegado pelo vapor S. Salvador ; na
rua da Cruz n. 49.
Planta da eidade do Ke
cfe,
Vende-se a planta da cidade do llecife e
seus arrabaldes, l'eita pelo Sr. Dr. Jos Ma-
mede Alves Ferreira, por seis mil reis: na
livraria n. 6 e8 da praca da Independencia.
Mappa das distancias d
provincia.
Na livraria n. 6 e 8 da pra<;a da lndep< n-
dencia, vende-se o mappa das distancias
das ciiilercr.tes villas da cidade entre si, c
rol'?ao a capital da mesma, a mitris.
a rodftosinli a .; >n'ni.'
?ira saceos de assucar.' vende-se era esa
e N. O. Bieber & Companhia, rus da C uz
n. *.
N. o. Bieber i^ Companhia, rua d*
Cruz n. *, '. i'.i :. : :
l.oaas ca Itussia.
dem inglesas.
! BrinzSo.
lirios da Itossia.
Vinho ce Madeira.
.Igodao ara saceos do assurar
elogios.
ns melhores relogios de ouro, patente in
gloz, vendem-se. por presos razoaveis, mi
rscnptorio do agente Oliveira, rua da Ca-
deia do Becife n. 62, primeiro andar.
Peonas do ema, cera de abclha c de
carnauba.
Na rua la Cadeia itn Recite, loja n. 50, da-
fronte da rua da M.-drc de lieos, ha para
vender os gneros cima, rcccntenienle che-
gados, por preces razoaveis.
ite r aaiitaa if w a l-, aaaam jr ; .
;j* no lino toda fattaJa .le ada a JO?, palMi
\0 da alpara a 7ae8aH0a, d^ Um a ::-. <-..!- .-
_'. le l.'< el velludo a l3&j0a, dilo .i- ~.!.m
.5 prlo c de reres de ,\-a s^nai, d fartSu
y a :!?. ralc-.is tu ea,en>ir.i i/rel e de ratera,
-;.- de lil> e 139000, ramuas, atatlai, eaMa- -
!_ rlafcm, larawtaa m tmmptm tu laaaamm-
-..-' lidades : na rua b\; |..ja a. i. '
J: www-...-.-'., ..:
^MHAIISIJ .:
i
NAFUNniCAO DEFKRRO IH)IM;i.
MIEIRO DAVID W.BOWMW ,\
IILA 1)0 BftUM, PASSAMIO O ol v-
FARIZ,
liaiceniprcam;randeorimenlndn,e:ninie^.r.-
Jactos daaaechaDtaaawpaapiaaa fiaaai.>.a --
ber : moenelae meia* Maaato, >u aaaia aaadfta
roii-.trnre.-.'in ; lai\ade ferro tun-lcln e han |... ,|.
superior i|ualidaile e de torio.o Un aahaa e
dentada!- paraiRva ou animar*, ele loda- aa ta
coes ; crivnsc leeira dafaraa PreRcMna .Ir i....
eiro, agailbSe, l.roiues.p irar$<.- c TirrilhiaiJi.aa
ihiis ilc inaiidiiie-,i, etc. ele.
NA MI S?.!.\ FUNDICA'O.
.
ridada jai tanharida nai4ttMi pit-i /., f- -...
tnuiliil.iile i-i.-i pi ivm.
A.


DO

*>*.

l-oi ir.infei iddcpoaiia dote aatvtw para a ?"
ra .le Jo da tu.. Santos, n.iriia .N.,a i
uarraTa, .'i-'illii, e iiic-i-mi. r->.le l.l-.i .,
atjoelle nae aSafarvandMa nci-i* Sepo-li,
oijesefa/. opre^enl i ,w im< .
IMPRTAME PARA OPillICO.
I'ara cur.i.le pbljw i | laagroa, qncrmalivada p*r asltona, pleur i/.rsrarru-i' sanete,
lados e peilet. p-lp:l.|.-.ee p.i CeM .. .,
bronchite, dAraa crpanla, c lada aal
dosor| In-paliuoiiar. .
Sao muilo in s
.niio bou'

S'e
esquina do becen dos Ferreiros, defronte do prios para condncfSo de materiaes para a-
sobrado qneimado, vende-se superior man- trros, c trabalbos de sitios,assim con|o con-
teiga ingleza a 640 rs a'libra, velas dees- certo-se e trocam-se por outros queesli-
permaceto a 720, c outros innitos gneros
baratissimos, a vista do sua qualidade.
verem em inao estado
laberns n. 71.
A o
're&uica
.'.:
'O
;,
e
atralarna rua .Nova,
Perfumara
Agencia
la f'iindiyfio Low-.Ho r,
rnu da Sensata I-ova
n. Vi.
Nestc estabelecimento coulinu'a a haver
um completo sortimento de moeiidaserreias
mouudas para engenho, machinas de vapor
e taixas de forro balido e coado de toosos
la manilos para dilo.
Moinhosde vento
com bombas de repuxo para regarlior asaba
xa decapim : na fundir o de II. '< Bu* man
na roa do lirum ns. 6 8ell).
Km casa deSaundars Brolhors C pra^a
': C .' Scnion. 1 t,ka pira vn iar o s uiau
Ferro inglez.
l'ixe da Snecia.
Aica'.ro de carvao,
F.onas de linho.
Esponjas.
Drogas.
Algodiolizopara saccas.
Rilo atrancado igual ao da Babia
E am coa pelo sortimento de (zendas proprio
para rle mercado : ludo por preqo commodo.
B
f.
E510TIOS
gleza.
QUE ESTA QE1MAND0
COM DILIGENCIA.
Na loja do Preguica, na rua do Queimado,
esquina do becco do Pcixe Frito n. 2, conti-
nu'a a vender-se multas e diversas fazendas,
por precos baratissimos, entre ellas cam-
braias francezas, padres novos o cores li-
sas, pelo haratissimo preco de 480 rs. a va-
ra, ditas de cordao minio unas a 500 rs. a
vara, cassas francezas multo linas c de pa-
drfies o mais moderno quo ha no mercado a
tO a vara, chitas francezas de lindissimos
padreas a tjn e 3t' rs. o covado, mussulina
bianc. o mais lino que be possivel a *o I mercado', pelo preco da 1$W0 rs.: ni al'i-
covado, dita de cor a 340 o covado, corles de
casemira de, cor de lindissimos padrOes e
superior jir.lid. ele a (i-cala un:, corles de
brim do puro linho de lindos padrOes a
i8400cada um, ditos de dilos a 2r, ditos de
A verdadeira l>an!ia de tirso! :
venderte na loja de quatro portas, de
Narcizo .Maria Carneiro, rua da Cadeia
doRecife n. 48.
-"'
Vendem-se superiores queijos IVanrezcs e
bamburguezes, os mais novos quo ha no
cobcrlos e descoberlos, peqinlpios e grandes,
de ouro palcntQ.inglez, para* bnmem s'-
nhora de um iKis- melhores fabricantes de
Liverpool, viudos pelo ultimo paquete In-
glez : em casa de .Southall Mellor i\ C", rua
do Torres n. 38.
(liar utos i!;-. Ha va-
na : vemietn-se em casn
le C. :. Asay : C.
(nenenlo novo
Na rua da Cadeia de Santo Antonio, arma-
zem de materiaes, por preco commodo.
SAL DO ASSU
a bordo do bialc .Novo Olinda.
Receberam pelo ultimo navio do Havre
u va nova por^So de afamado c famoso
VINHO n CHAHPAIHE
de Eugcne i-liequot a P.eims,
Tintas.
Vendc-sc umaporiSo de tintas prepara-
das, assim como algumas barricas de alvaia-
ile : no armazem de J. Praeger & C, rua da
Cruz n. ll.
PRESUNTOS.
J. Praeger & C, rua da Cruz ti. II, avisam
aos seus fregnezes, que temos recebido no-
vamente pelo ultimo navio do llamburgo,
urna por<3ode presuntos muito frescos, que cu tos de castores de bonitos padrOes a t-
se vende, por pre^o commodo ca la um, ca obraias lisas finas a 1^500 com
Vendem-se cavallos para carga, mu- 10 varas, ditas ditas muilo Mu s i 6, eoli-
to fortes e bons andadores, por preijo com-1 tras umitas fazendas que se deixam de
mu o
,C,U,!L7S DE JCUIl
Constantemente acharo na loja
ras luvas d Jouvin, do Indas as cote
mente ricos pentes Je tartaruga da
moda.
do I.'-
elas de esper-
en, cele.
igual-
ultima
CHAPEOS ATAMERLF
D<> ai ano i
algodiloa 10360, dilos da cutim iie lindos
padrOes e muito encorpadosa iinoo cada
um, lencos de cambraia para mSo a 120, ti j-
tos mais linos a 220, pecas de bretaiiha de
rolo de io vars a 2g cada urna, chitas esca-
ras de diversos padres c cores GxasalM,
ItiO, 180 e 21)0 rs o covado, e a peca a -, G-,
?joo e 75300 cada urna, cobertores proprios
para escravosa 700 rs. cela um, grvalas de IlllieMIl tlf
sede de lindos padrOes a l?, ditas pretas de Acaliarailecliej'arpelo
lo1',1".,?"?. d'laS lle.CreS V" 0"(lro,f'';,s- o, s.ipia mcncioHudos cliaiK-os d'eit; ola
toa lOUrs. cada una, luvas de seda dy to-1 ,- .
das as qualidades para bornese senboras, maUo "Di-icante, e vende-se na lopio
leudos de seda de bons gustos, gangas mes-1 portas, da rua da Cadeia ilo Rcjcilo i
clauas do lindos padroes a coi) rs. o covado, \ iS, de Narciso Mana Carneiro.
fe
Na fundir'io de C. Slarr Companpia, em
Venuein-secaixas com ^"> libras ele ve-
Jas de (i cm libra, a' preco comino lo em
cone,_!.t...--o,^oa-V.sla 7, as vtjrdadei- M de ,;v,.,c ClJno ^ J. ,,,, Cnl,
-MussulitKS milito linas, matizada- rom
lindas cores, de padics minio htm \<
inlciramen'e novos; vendem-se prlo dimi
nulo prer;.i de 560 rs. o covado : na rua ile
Queimado n. 22, loja da boa le.
H '-." S V 12 i-i i- ^>
Um lindo a variado sortimrnln de mn.l'l-
los para varandas -. gradarlas, d.- poU mi-
dernissinio- na lunuicao da Aurora cm .Van
lo Aniaro.o no deposito da mes-iia, na rea do
Lrum.
Taclias Na fundicSo da Mimra rm sanio An-mo-
elambcni no dcpoMto na rua to llriifn. toca
na entrada, e oefronte doarsea Idi-man-
nha, ba samprc am grande sorUmata de
tachas, tanto de rabrica nacMval ensaco
trangeira, batida, fundidas, graad, pe-
queas, asas < funda*; e mi aatbea aa lo-
gares axislem guimtastea i ara rarrrgar ra-
noas ou canos, livres e!c despea. iia,r'-^fi
sjoo s mais commodos.
3 [ nda ii ;<
Na fuiclirno de C. Starr & r.orapanhia, "n
^nto Amaro, arhara-se para v nd I
das de canna indas de li-rr i, de ura nitidrllo e
conslruccao iiiuiLo superiores.
.
. :;il
;*ris.
llt mi > !>;|:: !
II. '.l.
, .
Avisi aos senhores de :n
iioedoiiis de oi\\-
Vcn
: i lira :
iba n. |0." Tambem so vendem cartas de
raques a 280rs. a carta.
i '! elia tj .!o rorrenii- mu fcagla S. haW .:
;.; da Barra une tsrrux.. _.a tu MaS., Imi\o, pernA. loria* pm oJ>i< ',..- -;
,5 ri.lei no huiiiliru .iirriln. Aqmll,- qUr ti i r-n- l
^ der a 11 levar an lito Mal >*rT |aeataaMan- *
- Ir iec.mp.oaaS*. Jm
Continua a catar lujjilo. dndVodaa
30 de abril, oescravo ciioaiu de mam*
Lcureneo, de dsrie '>. 23 ."a .111110-,
eom|ii'adn ao Sr. Dogo Soares Cara >
de Albuqueniue, mnr.tdor i>" rn
llamos, comarca to Pa'od'Albo, o <> ra-
ro tem os signaes leguinlo: narprrt.
1 ostoeom|iri(li>, .illura rciMilar, ja' I
radopeloantigo senhor. lem a peina di-
reita mais lina que a outra, r 111 moma
peina tem nina cicatriz caira de cascmir.i, einwnl.i clara, r.nm-.i
de algodo azul, cbaitr de > lia- ja' ii-
llio: a peatoa que o pegar oai dcrnotira
certas, ivechera' 5fls00Q de gratiik
11,1 rua Direita n. '<.
Jos ila Fonsrr 1 < Silva.
- No clin 10 de jineirn Ruina pardo Ma-
noel, idade 28 a M enoos, estatura 1
seceo do corpo, qoando asid dalla 1 11 <
Dalbetados,e cailhe o corpo t.ra a freal
pallnla, I.ai bailo,cuan lo falla entorta ^ I e
ca com geilo para um la ha UIm lao, e suppde-se estar empreg el.....
de Ierro, do 1 abo para c;ma. Anletmmen-
te esleve no 1 ngenho l I Inga do Cabe '
ga-sc as autoridades pulo: rs rrapii
campo, a captura uo re* 11 11 -ri -", i<-
0 possan conduzir rua ralii I
100 rs. a I rio n. 31, armazem de Jos Morena la
ein s
le-sc bolacha americana a
no pateo do Tcr^o n. 21,1 dito da Pe- que recooinensart coi:, ttogts. or graiili-
^ ^cnue-se
em casa !c S. P. lohnston i\ ('. rua dt Sen-
zata Nov il. 12, 0 seguinle -. arreios nara
: a tratar na ruado Cabuga n. 2, loja mencionar, e se veuderSo por baratissimos de ferro de um modcllo e conslruccao muito diciros ecaslicaes bronzeados, vaquetas na-
de ourtvcs. I presos, c se arfio amostras com penhor. superiores. I ra carro, chicotes de cairo o d
\
ILEGVEL

carro, scllitis para hoiiu-m e Senhora, can
|uela
montara.
ca(3o, alem das despezi que uernrn 1 m.
- I'ii/io no da II do rorrete n cscravo
de nome Ventura, natural JoM laitMa r
1 lado el 'i a .'i 1 anuos, altura :e Pol -r, > i. .1
do corpo, rosto acaveirado, Imba 1.
ponas arqueadas, he I isl ule 11 <>^t^
deu urna lug! acoulando-se na a
llebei ibe : gratilira-se a quem < 1 11
ti r a sen ..." V.> i>| dn silva >..:il -.
na rua da Cadeia do Rccil
i'tii.N. \\i: k ii. I. t>t t.vhii





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