Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07791


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Full Text
APO XXVIII N. 143
Por mezes adiantados V.sOOO.
Por 3 mczcs vencidos -l<>'500.
r
OIIMA FEIIU 2:i DE JIMIO N .8.7
Por anno adiantado Ki.sOOO.
Porte franco para o milito iptoi.
ENCABREGADOS DA SL'BSCRIPCAO DO NORTE.
Panhba, o Sr. Joao Rodolpho Gomes; Natal, o Sr. Joaquina
t-Pereira Jnior ; Aracaiy, o Sr. A. de Lentos Braga ; Cea-
ra'. o Sr. J. Jos de Oliveira : Maranho, o Sr. Joaquim Mar-
qnes Rodrigues; Plauhy o Sr. Jos Joaquim Avelino ; Pa-
ra, o Sr. Justino J. Ramos ; Amazonas, o Sr. Jernimo da
Costa.
PARTIDA DOS CORREIOS.
Oln.!r : i,l... ... .l..i-,...'>' m.'i.i lior.. ,l,. ,u.,.
laHaratse', Goitnme ParaUba n,i, segeaolaa fcstat-leirse.
S. im:,... l;./.-ir..-. Buelta, Caara*, Aliml..... i-ku.I.loi. : im larra-Mn*
>,. Loarearo, Pao | aloe, asaren, Luaoe, llr.j... Peaqeeira, Injaseia,
Piona, Viiia-Boli. lioa-\iiia. Uarkarj e En', aaaqaanai-Mni.
Cal, li'"i'..SirmhJcm, llio Formus... In.i, llarcriraa, Agu-PcMa, l'i-
aen....." &aul: OBlatu-Teiros.
Tcda m carretea partea u ni tona da Bsala.
AUDIENCIAS DOS TRIBUNA! DA CAPITAL.
Tribunal do commercio : segundas e quintas.
Relacio : tercas feiras e sabbados.
Fazenda : quartas e sabbados as 10 horas.
Juizo do commercio : segundas as 10 horas c quintas ao mcio dia.
Juizo de orphos : segundas e quintas as 10 horas.
Primeira vara do civel : segundas e sextas ao meio dia.
Segunda vara do cirel : uartas e sabbados ao meio dia.
EPHEMERIDES DO HEZ DE Jl"NHO.
~ La cheia as 3 horas e 3 minutos da larde.
15 Quarto miiiguante as t horas c 50 minutos da manha
21 La nova as 7 horas e 44 minutos da larde.
29 Quarto crescente as 2 horas e 1 minuto da manha.
PREAMAR DE 1IOJE.
Primeira as 6 horas e 84 minutos da msnha.
Segunda as 7 horas c 18 minutos da larde.
DAS da semana.
22 Segunda S. Paulino b. : S. NfecM b.
23 Troca. S. Agripina v. .-Ss. Zenon e menas Mm.
24 (Ruarla. : S. Joo llaplisia.
23 uuinta. S. Guilherme ab. ; i. Frbrona v.
2(V Sexta. S. Joao e Paulo ir>. .Mm.
27 Sbado, t;- Ladislao rei ; s. Zoilo m.
28 Domiugo 4. A Pureza de N. S. s. Lco II p.
I V AltlilGADOS |IA SI V.-' Ra, i Jjo m I
Alagoa*. oSr. Claudino Faloao Da ; Itahia, o Sr. I. leuai'
Rio de Janeiro, o Sr. Joao l'ercira Macn..
EM PERNAMBTCO.
O proprieUrio do DIARIO Manorl Ficueiroa de tana na as
livralia, praca da Independencia it. 6 e 8.
EXTERIOR.
EstSo terminada*, as eleices inginas e o novo
parlamento acaba de abrir sua sessAo. Durante lo-
do un mez, a Inglaterra apretentou o interessante
espectculo de uin povo livre que trata por si mes-
mu de seu. negocio* no meio da mais viva excita-
rlo poltica, nilo s sem qu oinguea.nera nos tres
reinos, nem inesmo no continente, teuha pensado
ein temer que a orden) social podasst por isso sof-
frer a menor violadlo, mas anda sem que a mar-
cha regular do goveruo, e dos negocios teuha sido
torres propriamente dito, he a phalange de homens
polticos que sAo conhecidos sob u nome de Peelis-
lasn, bem que boje nSo conle mais em suas nietras
nenhum dos membros da familia de sir Kobert Pe-
el. O nome foi enlranlo bem applicado, porque os
Pselislaso de hoja loram o verdadeiros ajudantet
desle h.miera ri'Etlado, os coadjutores habis e elo-
quentes, que o ajudarana e seiviram em leus tr-
ballios.
I'ouco numeroso.,porem considerveis pelo lalenlo,
pelo raracler, pela posieao social, todava por lougos
Palmerslon, porm se como pensamos o negocio do
Arrow* dista d'ora em diaole lano de mis como o
negocio iloPacilico, se elle Dio pode subministrar pro-
vavelmente o lexlo de um programma de governo, se
a questAo real fosse fazer sobresahir da grande prova-
(o eleiloral, una maioria com qoe se podesse go-
vernar, parece-nos que lord Palmerlon quasi que nao
osla hoje em melhnr posicfio que no proprio dia, ou
que a causara dos comn.uns preslava um vol de
censura contra elle.
(ero sabe o que vai produzir a entrada de cerca
anuos elles faram conlados no parlamento, e era I rie-JoO membros novos em una cmara coraposla de
por algum modo influenciada, sem que no
vida de seu illuslrc raeslre, foram com elle os arbi-
pj0 Iros da situarlo.
.testas populaces agitadas pelo cuidado de setis in-
teresses mais charos, ou pelo movimento de snas
paixdes mais nobresa ordem publica, a simples ad-
mmi-iraco da pulira leubam cuslado minio mais
cuidado que de ordinario as autoridades a quera in-
cumbe velar sobre ellas.
A exceptlo fui lAo rara que dizer-se pode, que
ella n3o se manifestou senAo para confirmar a le-
gra gerat ; houvrram algumas coutusoes em Tippe-
rary, algums6 paradas em Kiaderninster, he verda-
de, mas definitivamente oque sAo estas sombras,
por desagradaveis que sejam no glorioso quadro,
qoe apresenlava o paiz? Oque val islo, se com-
pararmos estes pequeos incidentes com o que
outr'ora ce passava as eleicdes, sobretudo as de
Irlanda, quando as violencias qoe ahi tantas vezea
se coinmelliam fizaran) screscrnlar ao nume gene-
rico do Irlandez Paddy o sobro nome significativo,
mas hoje quasi esquecido de skullbreaker, de os-
sifragus o cacador de os^os, e quebrador de cabe-
. A Inglaterra leve a coragem de supporlar
eslas provai-Ses, leve o bnm senso o a animo.11-, le
de nao se de'goslar da liberdade pelos pequenosin-
convenienles que a applicarao do principio podia
arrastar, e hoje he magnficamente recompensada
de sua persevcran;a. Durante Iodo um mez, vio-
se reuoirem-se todas as noiles, ilepois do Irabalho
do dia, em todas as cidadesdo Reino-Unido innu-
meraveis assemblas em que desde os mais humildes
al aos mais illuslres cidadflns, lodos vnham dizer
livremenle, aem reserva e ale com loda paixio que
Ihe ilera a nalureza, sua opiniao sobre os negocios
do paiz ; e islo fez-sa e as propriss elei;oes lizeram-
e sem que da mudares e milhocs de discursos que
foram pronunciados se possa tirar oulra conclo.ao
que nao esla, a saber que etla sociedade 13o viva,
tii livre *m suas inanifeslaqes, 19o independeule
em seus scnlimeolos, he admiravelmenle uuida so-
bre us principios que serven) de base a soa urdtm
social e poltica. As violencias de outr'ora suppor-
ladas com calma, com raauluc,ao lornaram-se hoje
impoa'ibilidadef ;.o a*ppello a forja sera em pri-
rneiro lugar um crime, e depnis ama acr,lo ridicula
em um mundo em qoe ninguem esla' aotorisado a
dizer qoe .existe alguma diflleuldade em produzir
toas queixai, te as tem legilimat, e se sao merece-
doras de publicidade.
_ I ambein as eleirOes que nanea que pareca dever
ser-lhe eiernamenle hostil ; jamis pozeram mais
gente em movijneolos, suscilaram verdadei-
ri* diluvios oratorios ullimaram-se, sem que poFsa
sssignalar ama palavra, ou um s arlo sedicioso.
Ha diverzeucias sobre o modo de applicar os prin-
cipios, e faz-se uso sem reslricro algnraa do direi-
lo qoe se lem de discutir eslas divergencias ; porm
lodos eslao de ceordo sobre is proprios princi-
pios. Pares do reino oa prnprielanos rustiros. |u-
risconsullos, ou militares, ricos iodnslriosos, ou Ira-
cot commerciautes, artistas oo agricultores ; lories
deram expansilo a soa eloquenria e todos lall -ram
com respeiln e com deriicacAo da casa e do parla-
mento do poder o da liberdarie.
Os homens h projeclia e de reformas, n< inveu-
toiea de ulupias, esaes que por toda parle se cou-
sideram como perigosos, e que mf parte dos go-
vernos prociirtm ler occuilos, sao eulrelanlo mais
numerosos em luchlerra do que cm nenhum ou-
tro paiz, mas ah elles nao tee,n veneno.
As eleic.'s sao o boni lempo paia elles, e Dos
sabe se elles deixaram de aproveilar-se da uccasijo
que Ibes acnba de ser otlerecida para produ/.ir-se.
Lima cousa eulrelanlo nos locou e fui que entre os
mais fogosos dos reformadores, ou dos radicaes, um
s n.io ha, que proomanrio excitar o elo de seu au-
ditorio, nAo teuha serapre exprim o a conlauc,a e a
conricrAo de que as iusliluijoes do paiz por imper
feilas qQe fossem a seus elhos em cerlas minuciosi-
dades, eram entretanto as.aa liberaes para permil-
lir-lhe fazer tiiumphar pelos meios legaes toda
reformas, de que elle se consiitoiajo apo.tolo.
Os utopistas e os reformadores Iheoricos nao lem
no enlanto muito que se luovar d<> resultado denlas
eli'ir.s; aeos candidatos foram acinlosamenle com-
balidos, onde quer que se apresenlaram. A iclo-
ria do governo lie, forja he confessa-lo, completa
sobre lodos os pontos, ao menos apparenleinenle os
corpoi eleiloraes lb-'.dci.im victoriosamenle r.i/.lu
conlra a camisa dos communs, que o (joverno esla-
va na obrigaro de dissolver.
Todos quantos linham lomado parle na coalicjlo
foimada conliaelle, foram sevenmenle castigados
pela opiniao.
A Inglaterra n.lo ama as coaliroe.s, dizia M. Dis-
raeli em 1852 ; elle podero hoje*gabar-se da jusle-
/.a de sua apreciacAo, se a prova nao hnuvesse sido
fnrnecida as suas proprias m-t-., se o pailido a que
i'lle mesmo perlence nAo aeobatM do ser muil'i ra-
demenle maltratado para ler-se rieixado anda apa-
nbar em flagrante delicio da coalirao.
O partido conservador lave percas crueis as al-
deas, perdeu al eleires nos condado', que desde
0 cornejo do seculo paren.un quasi enfeudada'. Su
em Irlanda he que o partido conservador nada per-
deu, ou aules "i ah he que elle cauhou um pou-
en de terreno. Esta TracrAo do iteino-l.'nido, que
Tornela a famosa brigada irlandeza com cu;o au-
xilio o ministerio de lord Melbourue e todos os ga-
binetes wliigs lem vivido ha liinla annos, que era
o gran le embaraco de sir Hoberl I'eel e a pedrt de
escndalo de lodos os aovemos conservadores, a Ir-
landa acaba de fazer eanhar na ultimas eleiroes al-
-umis vozes ao partido deque lord Derby ha o
rhefe, e para tornar o laclo aindamis excntrico,
parece que he a assisteoria rio clero calholico que
o partido que prelen le es-encialmenle ser prnles-
lanle, deve este re.ulla.ln inesperado. Comludo he
un Iriumpho de pouco valor, as Ires ou qualro vo-
zes que es conservadores ganbaram na Irlanda, os-
lan bem lonae de compensar as peritas minifica-
das, que elles tuflreram na Inglalerra e na Escos-ia.
Um partida que foi (indi mais maltratado que os
OREIDASMOXTAXIIAS.
POR EDMUNDO ABOOT.
IV
lladgi Slacroi.
'ConnuacSo.)
Mary Ann deixou o pAo que levava a bocea, e
di.so :
De-me um pouco de vnho.
O sallador apreenlou Ihe o copo cheio ; mas a-
papaaalla locoo-lhecom os labios deixou escapar orn
grito de repugnancia e de susto, a pobre moca rol-
lava que o vu.lio eslava envennala. Tranquiilisei-a
babendo todo de uin traao, e di.se-lha
Nao lenla rereio, he a resina.
Qual resilla ".'
Ovinln no e conservara nos odre, a nAo
Ibo aerescenta^em cena du peda de corromper-se. Eoa mi.lura w .
agradavel, ma tenhora v qus elle pode Juv,
bul sem perign. e~
Apezar do mea etempl llarj Aun o a mil man
darera batear agaa. Otalleador correo tome ,
vollou em tres p^.ru das.
Eram geueraes sem exercilo, sem etlado maior
sem tropas, purera ofliciaes.IAu brilhanits.combalen-
tes lAo lemiveis, e cercados d'ura tal preshgio que
tempre levaram comsigo a vicloria, ao menos pelo
lempo duranle o qual a alta sabedoria, a sereuida-
de de espirito, a lirmezu de carcter e a grandeza
d alma de sir Kobert Peel inspiraran) seus aclos, dis-
ciplinaran) seu ardor, dirigirn) sua conduela. Elle
era a alma o principio de vida d'csta brilhanle
conslellajao, e lano o era, que no da cm que elle
ilesappareceu nao deixou de decrescer e de decebir
protegidos em primeirn lugar por sua repularAo, el-
les foram chamados, depois da morle de seu chele,
a' diversas gabinetes, mas ahi nAo desenvolveram
nenbuma das grandes qualidades que delles se es-
peraravam.
Eram sempre homens de um lalenlo e de urna pro-
bidade iiirouteslaveis, porem ja nAo forniavam mais
urr partido, nem ale ama escola ; fallava-lhe ja o
espirito de governo. Em todas as questes, consi-
derava-se frouxos, dovidosos, sem saberem o que
queriam, di.pando apenas, para palliar a fraqueza
e a indecisAo de sua conducta, dos recursos d'uma
eloquencia mais aventurosa que solida. A grande
crise da guerra comra a Kussi.i lez sobretudo i r-se
a ola soa impotencia ; elles cahiram aullo do po-
der por nao ler sabido fazer nem a paz nem a guer-
ra, e esligmalisados por um descrdito que se foi aug-
mentando ale ao dia em que a impaciencia pouco
refleclida de M. (jladslone os alirou em urna coali-
cAo com M. Disracli, o ulliruo homem a que se po-
derlam alliar os ol'eelislas, por pue M. Disracli
nao deve a posijAo qoe cm seu partido oceupa senao
com que servio aos odios a esperteza dos lorys, fa-
zendo a sir Kobert Peel urna guerra de persoalida-
de deplrate!.
A opiniao fez-lbo expiar severamente esla falla
enorme, pois que melado d'enlre elles foram viclo-
nadot nos campos de balalha eleiloraes.
He provelmenle o golpe mortal du parlido, qoe
alias a meara ditsolver-se. Com effeito, sir Siduey
ilerbeil ja annunciou, que passava para as bandei-
ras de lord Palmerstou, e sir James ijraham para as
de John Knssell. (.loauto aos outros, devoraos es-
perar ve-Ios entrar no partido conservador de que
sahiram, ha agora doze annot para render ao paiz o
immenso servijo de nlhromsar a liberdade de com-
mercio ; be este o parlido a que elles pertencem por
srus principios e por suas (rudicces, mas s podero
entrar neile bonrii?ainrnle exigiudo de sua parle pe-
nhores de absoluta adhesAo a causa do freelrade e o
sarrilicio de M. Disracli, como chefe do partido ua
cmara doscommuns.
Algumat pes.oas ha que inda foram mais mallra-
ladM pelos eleilores do qoe os Peelislas, a e laes
s3o os homens do congresso da paz ;he o que se cha-
ina, deveriamos quasi dizer que se chamava a esco-
la de Manchester. Que elles renresenlaram um pa-
pel ao mesmo lempo ulil brlbaDle na liga conlra
a lei dos eereaet, be o que ninguem pedera justa
menle negar ; mas desde enlu qaal he a qoetllo
em se nAo leniiam rumpromeilido e-les exeenlrieoa
Pla exiravasanria da .-us procettos, pela aingolari-
dtiie ile toa c.....luc-, por aun obeliaV,cii na-* op;-
mfiet taali absurdas 1 liles linham fatigado a popo-
lirulade pela raUimidada de suas lijoes, pelo orgu-
Ihso desfai.-aiijciito com que em todas at'orcatioea
elles se separaran) iiu .entimenlo nacional. Em
quinto quo a aritlocruria fazia coniistir sua gloria
s rvir os inleretset e as paixes do paiz ( e lal he a
honra da aristocracia iuuelza e o verdadeiro segre-
do de saa forra ), oles demorralas, lo euf.iluailos
de si proprios como a geoeralida e de en- cullegat,
nao lenliam c, menor escrpulo em pisar aos pos com
o manir iiesdem que he potaivel a opioiao publica
e pouro se Ibes dava romper com ella.
A seu Inrno, a opiniao acaba de puni-los e Innlo
mais rigorosamente por quo a sua derrota accresce
urna certa lez de ridiculo, que o juizo que us con-
demna nao vira tmente os homens poblicos, mas
comporta lambem orna Ic.lo do moralidade privada
e de saber viver com seas amigos. Elles suecum-
bein por se lerem offererido rnuito naturalmente ao sa-
crificio em beneficio dos pulros. e para o mor pro-
veilo dos proprios qoe deviam considerar como arus
mais perigosos adversarios; elles sAo ponidos pi.r le-
rem prestado o lerreuo meulro ile tuas opinies ex-
cntricas urna coalirAo, que victoriosa, teria compro-
mellido grandes ioleresses nacionaes, tornara lalvez
impos.ivel lodo governo, e que sobretodo,careca
instantemenle, o mais instantrinenle possivel, de de-
sembarajar-se, no dia que soecedeu ao Iriumpho,
dus simplesc dos innocentes que bouveram a fraque-
za de preslar-lbe sua handeira ; elles viran se em-
lim rejeilados por lerem sem r trajes em pleno parlarrenlo a nm de seas amigos au-
sentes, a um amigo secretario do congressu da paz,
airjohiiing Uoirmng a quem apodram de estpi-
do e vidoso,de homrida eqoasi de assassino; porem
a quem as eleiroes acabam de jaslificar conlra seus
aggressores.
Alguns discpulos obscqros da escola de Manches-
ter cooseguirain lalvez salvar seus assenlot ; mas cs-
les >;io raios, e qoanlii aos chefes. por loda parte
viclnriaram-nos os eleilores ; a ullima consolajAo
que Ibas devera' assislir, he ver entrar no pailamen-
lo, para o dttlricto sul do condado de llarham, um
cerlo M. Paese, cgiie foi, pelo^que, parece adjunto a
grolesea cmhaixadn enviada em 18113 pelo eougres-
so da paz junio do imperador Nicola'o. Mas sera'
eslo lal M. "ease rapaz de recon-tiluir o partido ?
He natural que agoia se nos interrogue quem. pois
gauliou ncslas eleijes ? Parece a primeira vsla, que
e deve responder que foi lord Palmerslon, c de fac-
i seus amigos enebem os ares de cantos e de Irium-
pho.
Julgamos todava que elles se enganamou que pro-
curara engauar-se sobre a realidade da siluajAo. Se
n.lo te .iew.se pedir ;is eleicfles senAo um juizo arbi-
tral prestado pela narAo sobre o negocio da -lorcha
j4 membros? Vcrdade seja que desles a mor parle
se acba compromellida sobre os haaling para volar
ludo quaiitu se Ibes pedir para prosaguir calorosa-
raeule a guerra Conlra a China ; mas he esla agora
orna quesiao mora, e oulra cousa he que rai oceunar
a aclividade do novo Parlameulo.
Ora que conducta haverAu nos futuros debates lan-
os homens, os quaes pela nnr parle, nAo estam alu-
da compromeltidus por seus antecedentes, e a quera
o proprio lord Palmerslon oUcrecea a occasiiode en-
trar no pailamenlo sem ter lomado oulro empenho
que nAo o empenho retrospectivo e e>leiil de appro-
var a coudocla de sir Johu llowring com o mandanm
\el) .' A menos que oAo sohrevinham acoutecimeu-
los que nada autunsa a prever, be mais que prova-
vel que a poltica ingleza v dentro em pouco enlrar
em s?u queridos erros de reformas interiores de pro-
gresso social, de aperfeijoamenlos adraiuislralivos de
deseuvoltiinenlo pacifico das ideas liberaes. Mas en-
lo qual ser aposicAo de lord Palmerslon e do gabi-
nete de que ello he o chefe 1 Em lodas as quesles
orticas que este diversos assumptos sublevan) e de
que he impos ranura em lAo grande numero renovada, e por con-
seguinte lo desejosa de fazer alguma cousa, lord
Palmerslon nAo leva tmenle a desvanlagein de nada
ler que propor, mas tambera quasi sempre obrigaio
por seu passalo a nada fazer. Nenbuma deslasques-
lie perlence, nem a elle nem a nenhum de seas col-
legas.
lieforma eleiloral nos condados, abolijAo dos ckar-
cb-rales, emancipacao poltica dos Israelitas) e dos
dissidenles, desenvolvimenlo da inslrucco publica,
modilicaces nos imposlos, aperfeiroamenlo do sys-
leme uanceiro, ele. ele, ludo islo perlence ao do-
minio de M. (lladslone, de lord John Kussell, de sir
Job Parlviugloii, de M. Disraeli, de lodos iqoelles fi-
nalmenle que se conlam entre adversarios de lord
Palmerslon, e que em breve o lerAo derrotado se
anda urna vez nao exercerem om ardor irreflectido
em querer faze-lo, se nAo procurarem precipitar la-
inerariainente o curso natural dos acontecimenlus,
porque ilefinilivamente as eleices nAo produzirara
para lord Palmerslon urna maioria com que elle pos-
sa eovernar.
O que muito mais cerlo he que ellas augmentaran)
rauilo a massa Qoetonnle na enmara dos coramiins, e
era esle um resultado a que se devia allender quando
se as via correr sobre urna queslo lao estreita como
a do Arrow, e sobre o reinado do um ministerio
lomeado para fazer a guerra, mas qoe nao (cm par
si mesmo nenhum programma de pjlilica interior.
{Journal les Debat.)
io -------...... < quaes nao lem podido presentar o seu vol era se-1 a Julio de Alhaijde o que he esle nosso raun
ir "7 a i I "" War1uz Ue Abraules. i parado sohre a eleicio do Piauliv, demonstrando que | miserias.
\ iteonde de llaborahy. l);i0 lem em visla atropellar a discossao do mesmo | Julio, qae be
tni _, de julho de Ibi3 adoplou a cmara dos parecer. j que pesam em todos aquellas que o semelhaiu no
lose remelleu ao senado um projeclo de Ot Srs. Teixetra Jnior e Cvtz Machado res- verdor dos annos, oove Roberto allem-ioiam-ntc,
ao governo um crdito de OOrOOOS para pondera ao Sr Pacheco, e jotlilicain qual lem si lo ponderanlo-lbe depois as suas bellas aaoaraaeaa,
iue enlao careca a inonianha da capital o modo de proceder como inen bios da eommlitao [ fuudadas no amor, com ajuda, do qual pretenda l-
Arrow.n entre o governo e a aoliga cmara dos com.
muns, lalvez que hoiivessem razio os amigos de lor^
RIO DE JANEIRO.
SENADO.
SESSAO DE 28 DE MAIO DE 1857.
/'residencia do Sr. Manuel Ignacio Cncalcanli de
Lacerda.
As II horas ..M maiiiiii i Sr. presdanle abroa
ac.ao, i.i...: preawnlaje -Wi Sra. Mnadttrea.
I.ida a acta la anterior, lie approvada.
O Sr. l'rimeiro Secretario da eonta do seguinle
expediente :
Um oflieio do prndente do Para, remelleudo
dna. collecre> d^s leis da niesraa provincia pro-
mulgadas no auno passado. A' commi.sAo de as-
semblcas provinciaei.
Im requerimenlo de Edaardo Augusto de Oli-
veira, pedindo dispensa de idade, alim de se matri-
cular na I'acublade de Dirello de Peruambuco.
A conwnissDo de inslrucjao publica.
Len-ta os seguimos pareceres:
Os negociantes qoe veudem agurdenle a va-
rejo pedem no requerimenlo junio que u senado
lome roubrcimcnlo da represenlarAo que llio diri-
gir.un, pedindo providencias contra o grvame que
sufliein pela maneira por que be lancado e cobrado
0 imposlo de palele a que eslAo sujeilos, por ser o
pagamento della adiaulado, e porqoe, no dizer dos
peticionarios, suas casas sAo hiladas em precos maio
res do que os que ellas venden), alera de'pagarera
pela patenle mais do que fra devido, em razo do
excesso da avaharao da agurdenle para serem de-
duzidos os 0 por cenlo da imposto.
Na pasia da commissAo de fizenda nenhuraa
represenlarAo ha dos eupplicanlcs e instruida com
as necessanas provas do que allegara, as quaes tam-
bera nao apresenlam elles no tor.re.1ito requerimen-
lo : mas anda que all existisse urna semelhanle re-
presenlarAo, tora, como he a opio Ao da commisso,
que iieubuina resolurAo la que lomar-se a seme-
lliaule respeilo, leudo sido o governo aulorisado
pelo S 1 do arl. 1 da lei de 15 de setemhro do an-
no passalo n.8iU, para alterar, como parecer mais
Conveniente, o actual imposto de O por.cento sobre
a agurdenle de consumo, devendu por isso os peti-
cionarios dirigirem a sua represenlarAo ao mesmu"
governo. Paco do senado, 22 de maio de 18.7.
J. F. \ i.una.Mrquez de branles.Visconde de
Itabnrby.
ii O leiienle-roronel Dcllino de Sonza Lima, r-
ndenle na ciJade da Franca, da provincia de S.
laulo, pedo no requerimenlo incluso que o poder
legislativo eolorise a Ibesouraria de fazenda de S.
1 auln para paaar-llie a quanlia de }<>, ,.a qual diz
ser orador ao Estado de.de I8i pelo (ornecnnento
nue fez, a pedido do respectivo juii municipal e de-
legado de polica, para armarle urna brea que so-
guio em soccorro do Arax no relendo anuo. O do-
cumento que o peticionario junta in seu requeri-
menlo Ua omprova o seu direilo. romo be fcil de
ver-se pela simples lelura delle ; mas, anida que
a'sira nao fosse. ao governo e nAo ao poder legislati-
vo compele liquidar as dividas de cxrrcicios finrioi
e ordenar o pagamento deltas se as julgir legaes,
pira o que lem na le o preciso erediln : sendo por
i'so o parecer da comms.Ao de fazenda que o mes-
mo peticionario deve recorrer ao governo pelo mi-
Srs. depulados e remelleu ao
lei abrindo a
as obras de q
da Haba. de poderes ua apreMOtaete dos pireceres, que delles I cancar urna brilhanle po'tirAo.
A commisso de Tazenda encarregada do exame se acham pendenles.
desle negocio exigi que ta expedissem ao governo I OKDEM DO DIA.
informares circuinslanciadas cerca das obras effec- I Enlra em dltrateae o parecer da commsAo de
luadas e projecladas, das somraas ja despeudldas e poderes sebre a eleirao do uilavo circulo da provin-
das que se huuverein anda de despender, bem como ca de S. Paulo,
da necessidade Jo crdito e sua importancia. Vem .i mesa, he apoiad.i e enlra conjunclamcnte
Em I8>.> repiu.eiil.nl a assemblca provincial em discossao a seguinle emenda :
pedindo que o senado approvasse o referida crdito :, |.- u.,e se approvrm as eleiroes primarias do
novas informaces se peiam, e o ministro d. im- i ollavo dislriclo eleiloral de S. Paulo, sendo annul-| da comedia.
peno em aviso de 22 de junho de 1846 remelleu lados os diplomas dos quairo ltimos do Pirasinun-1 Roberto tomou lo"n o cuidado de prevenir Julio
diversos ollicios da presidencia da Babia ubre esle I ga, dos qualro uliimos de *raraqura, dos dous ul-: de Alhavde, dando Ihe inslrucc.es do carcter doeaa
oojeclo, e nao prestando elles os csclarecimenlo pe- linios do Descalvado, dos qualro ltimos de llrelas e butr.em "perigoto
Odos pelo senado, a commis.ao de fazenda insisti j finalmente um de Sania Barbara. I Pedro Jorge, empenha-se para ser despachado
rio seu p.im.liv.. pedido no parecer que deu em 26 _>. Que se remella copia desla decisAo ao go- | para a legar,, de Uiidre. He nesla occasAo que
ue tevereirode 18)0. ... v,"r"" para mandar proceder novamenle a eleijAo de i entra llorgcs, homem lambem de igual llieor, aiud
A esta nova exigencia repondeu o uilniiteno depoiado e tepplente.
do imperio em 2i de agosto do mesmo anuo, remel- j Cmara dos depoladot, 23 de maio de 18.">7.
lendo um rebilono do enaeiilieuo cncarrrgado da A. da C. Piulo Silva.J. O. Neb.a. a
obra, o qual todava nAo presta os esclarecimenlos, Tomaran pan. na discussAo os Srs. Cosa Piulo,
exigidos Cruz Machado, Carrito, Augusto de Oliveira, Paclie-
i.onciup--.., porem, de lodos esles papis e do i co e Cesar,
ultimo avilo do ministerio du imperio, qoe se lize- i A discu.Ao fieoii eurerrada.
ram as obras indispensaveis para a segoranja da O Sr. /'oes Hrtelo pede urgencia para ler e ir a
e que para ellas conliibuiram os cofres I imprimir no jornal da casa o parecer da commis'o
le poderes sobro
o del A platea viclonou a no fim da comedia, rtiatna
! do-a a cena e applau lindo a.
aiuda rapaz chein desas illuses. | |i. Kranci.ca. Ilota di I n*e. detompenh^a .(-
frivelmente. Lamenta
Roberto que inio be um homem de meias medi-
das, prope-se a Julio para o ajudar nos seus empe-
nbos...
A uamorada deste jveo h /fosa da Cunha, filha
do deumbargaaor KttetSo it IHomra, que alea de
ser bomla. liaba de mais a mais ese infernu da
vida, o uuro !...
Enlra Pedro Jorge que he o principal personagem
montanhn
geraes.
0 Nesles termos emende a commissAo de fazenda
que be hoje desnecessario volar-se o referido crdi-
to, o que he at confirmado, no entender da com-
missAo, pelo que deixa referido.
He, pois, seu parecer que se responda i cmara
dos depulados que por essa razao o senado Dlojolga
mais necessaria a adopcao do referido projeclo, e
que se remellan) ao ministerio do imperio os docu-
mentos que fnrm llalli reraellidos. Paro do senado,
22 de maio de 1857. J. F. Vianna. Mrquez de
Abraules.Viscunde de llaborahy. ..
1 icam sobre a mesa.
ORDEM DO DIA.
SAo approvadas, sem dbale, em ll" discossao, para
subirem a tanrcAo imperial, as proposicoes da c-
mara dos depulados, urna aulorisando o governo a
fazer reverter arma de infanlaria o mejor gradua-
do do estadu-maior da 2 classe Antonio Joaquim
de Magalhaes Caslro, e oulra declarando que os of-
ficiaes do corpo municipal permanente da corte per-
ceberao a mesma elape que os olliciaes do exercito.
O Sr. Presiden/e declara escotada a ordem do
di, e da para a ua primeira malo a 1 discussAo da
proposicAo da cmara dos depulados isenlaudo de
pagar o imposto de 8 por cenlo a 'oleras concedi-
das pela assembla provincial da Haba sociedade
dos Artfices da mesma provincia.
I,evanta-se a sessao as 11 e mera horas da inanhaa.
CMARA DOS SUS. DEPUTAMSa
SESAO' DE 23 DE MAIO DE 18,7.
/'residencia do Sr. cisconde de llaependy.
A hora do coslume, feila a chamada, c achan-
do-se reunido numero lesal, abra-la a sessAo.
Lirias a actas antecedentes, igo approvadas.
O Sr. l'rimeiro Secretario da cuula do seguinle
expediente :
Seis ofllrios do ministerio do imperio, cemmuni-
eandu firar o governu inteira lo de ler a cmara dos
Srs. oepoladoa approvado as clirfies para depu-
lados procedidas em diversos circuios perlencen-
les a diversas provincias.Fice a camaia inlci-
rada.
Dito do Ni...in ministorio, remoliendo o oflirio
do presidente da provincia de boyas, propondo
que teja declarada eabeoa .1 di.nielo a vilia da Na-
/ividade.-^.V' commissAo da consliluicAo o pode-
res.
Um requerimenlo de Filippa da Molla de Azeve-
do Corre., estudanle do lerceiro anuo da Faeoldade
de Direiio do Reeife, pedindo ter admillido ,i ma-
tricula do quario anuo da mencionada Faeoldade,
alenlas as razes que allega.A' commisso de ins-
Irurjao publica.
Dilo .le Jos Bernardo GalVlo Alcoforado J-
nior, pedindo Ser admillido a exame no tira do an-
clivo das malcras do priineiro anno do cur-
ten) (requemado
..e inslrucco po-
blica. '
Dilo de Jos Marciano da Silva Puntes, alumm
da Faeoldade de Medicina desla corle, pedindo ser
matriculado no quarlo anno da mesma I aculdade.
A commissAo de insIrucjAo publica.
Sao li las e appiovadat as redacres dos proiec-
los ;
eleicAo do quarlo dislricto do
Cear.
A ramara consenlc no pedido.
Indo-ae proceder a vuiajAo do parecer da com-
misso, reconhece-se Dio haver casa.
O Sr. Presidente manda proeedei a chamada, e
da para ordem do dio:
\ olacAo do parecer sobre a eleicao do oilavo dis-
Irirlo da provincia de S. Paulo, cuja discussio ficou
encerrada ;
DiscussAo do parecer sobre a eleicao do quarlo
dislricto do Ceara, so esliver impresso ;
DiscussAo do parecer sobre a eleijao do primeiro
districlo da proviucia do Piaohv, se esliver im-
p.esso ;
As materias anteriormente designadas.
l.evanla-se a sessAo isduas horas da larde.
PAG1HA ULS&
CHRONIGA THEATRAL.
Ouinla-feira, 18 .le junho do 18.">7.
Para fallarmos a verdade, o goslo pela arle dra-
malica em frente do desenvolvimenlo que leniobli-
do em oulras provincias do iniperio cuino MsranhAo
e Para, est entre DI oteiramenle atrasado. Tam-
bem para isso concorrem r poucos raeios que se
lem empregado para a sustentara,. > urna carapa-
nbi.i regalar, O inda raais falla de p.^'.ecjAo que
ola da parte do publ co, que lio o peior, para ns
artislasque manifestara o desejo de Irabalhar entre
nos, como acontece agora a corapanbia que esta' no
SBiila Isabel.
Dizemos francamenle que be um erro deixar de
maraiiar lau.l. m, a i.ar das mitras provinrias do
uorlc menos favoiecidas qoe a nossa
que menos atrevido, mas que soube alcanzar cerla
influencia no ministerio, e rommuiiica-lhe certas
dillieul.lados que ha para obler e-se emprego e di-
zen.lo-lhe lambem ser preciso arranj.ir meios para
susleutar com dinnidada o caigo que preleudia.
Pedro Jorge que nAo desmenta o teu carcter,
recorda.se de Rosa da Conha, e loma logo a delibe-
rarlo deescapar-se aos amoresda condensa da Silva.
Vsle momento enlra a condrs'a, Julio de Alhav le
e Rosa da Cunha. Pedro dlrige-sa a primeira, e pro-
valhe a ilescrenra que lem no seu amor, engran-
dece-so Julio por ler o g slo de dedicar-se a rou-
dessa, e filia aberlamenlc em om amor puro e pro-
vado de venlurat a Rosa da Cunts.
Vista do 3. aclo, sala He baile, ricamente mohi-
liada, com ouas salas ao fundo.
Nesle aclo vai ludo corren lo a medida dos dese-
jos Je Pedro Jorge. A decrenja que provara ter no
amor da condessa, faz com que ella Icnle aluda de-
persuadi-lo. Porem apparece Borgesque inierrompe
a scena, parlicipaudo-lbe que a sua partida devia
ser effecluada denlro de 2 horas. Pedro pede mais
algum lempo, e comprninetle-se a arranjar um csa-
mento lio bom. qoe Ihe dara as garanlias exigidas.
O conde, como a condessa da Silva, dominavain
Bstevao de Moura. Pedro qua nao detconhece esta
vaulagem, prnpe-se fallar a condessa para que
sirva de medianeira no sea rasamenlu com Rosa da
Conha. A condessa orneo com pasmo, e hesita ;
mas Pedro que ia prevenido, pfle-na na conlingenT
cia de, ou annuir ao seo pedido, oa ver as mAos de
sen marido algumas carias amorosas escripias por
seu proprio punir...
Annuindo, pois, a condessa trata logo de empe-
nhar-ae cora EslevAo de Moura a favor de Pedro
Jorge. Julio de Alhayde entra era scena In.lissinio.
K..l.eiio qae o via nesle estado, prometle-lhe a sua
prolerjao, e sahe.
Iteane-se a condeca, Pedro Jorge-e Jolio,a con-
dera aprsenla a Pedro a sua foliini noiva Rosa da
Cunha, esla ao pronunciar destas palavra-, cabe des-
maiaria sobre o sopb.
Julio exaspera-te e para ringar-te, ajoelha-at aos
ps da cond oa e jora votar-Illa elerno amor.
Vala do .'!" aclo, gabinete.
Para conclusa dos projeetoa de Pedro Jorge, talla
anda aaalgnarem-ae as eteriptaaraa,
/losada Cunha com quant.. pre^enciasse a ultima
cena rio 2" aclo. anda uio acredilava que Julio li-
vesse abandona.I. osen amor: recamado alo la a mo
de Pedro. Porm a eondeca que eslava aravemenle
--^------------ ..-......, ia* uw p.liI.UII
so jurdico, em l'eruambuco, que
romo ouvinle.A' commissAo rte
Al aenhoraa eomprebendem, ditae alio orrin-
do. que o llei n.io corauellcria a falta de envenenar "taina bem regulada,
petssoas tai. rilara..
E arrosci-niou vollan lo-c nara mira :
Tenho ordem de di/.er-lbe, seulior doulor, i|ue
Ihe sj.. concedidos Irinla di para terminar seus es-
Indos e pagar a s -nm i. Eu Ihe darei, bem com., n
aesas Mohoras, lu lo o que he preciso para e.-
crever.
Obrigada, responden mi-ler-s Simos, llave-
mos de ruidar nisso de h ije a oito di n lenao formos
libertada*.
Por quem. senhera .'
Pela Inglalerra !
Ella e.la lente.
Ou pela polica.
He o qoe Ihe ,iesj.. Por ora precisa de al-
guma cous. qu eo p ,-si rtar-lhe '.'
Preciso primelramente de urna aicovs.
Temos perto daqui gruas que chamam-se os
Curraet. V. Exc. I.i estara mal, porque guardaram-
se rarneiros ahi duranle n invern, e ficou Ibes o
cheiro. Mandare! buscar duas lendas dos pastores, e
V. Exc. se acampar aqu.... at a chegada da po-
lica.
Quero ama camarista.
-- NAj ha nada mais fcil. Nossos homens des-
cerAo ii plaid*, e apanhar.lo a primeira cam-
poneza que passar.... se todava a polica o per-
millir.
Preciso de vestidos, ronpa branca, loallias, sa-
bAo, espelho, penles, perfumes, um lear de lapeca-
ria, um.... *
SAo mollas comas, senhora, e para dar-lhe lu-
do isso seriamos forrados a lomar Alhenas. Mas Ta-
remos o que pdennos. Confie em mira, e nAo con-
fie mui'o na policia.
Dos teuha piedade de mis disse Mary-
Ann.
Um echo vigoroso responden Kyrie Eleison ..
Era o bem velho que vinln fazer-nos urna visita.
Elle saiidnu-nos rordialmente, depoz sobre a relva
um vaso chelo de niel, e assentou-se junto de nos di-
zendo-nos :
Toinrm e eomam : minhasabelhas lliesenviam
a sobremesa.
Aperlci-lhe a m.lo ; misier-s Simona e a filha dea-
viaram-se com aversAo. Obslinavam-se em ver nei-
le um cmplice dos salteadores. O pobre homem nao
linha lama malicia. Soi.....le sabia eantar sua. ora- | resignado a s. Ilrer ; mas ver o topplicio de Uarv-
..,.es, tratar das abethas. vender a oolheila, encallar jAno era cousa superior as minha. forra.. Lvamel-
as rendas de seu convento, ev.ver era paz com lo-i me poit resolulamenle, e disse ao ,osos
dos. Sua intell.gencia era mu limitada* sua .cien- I tunos :
ia nei.buma, sua conduela nancele como a de nina | __ Relirsm-.e
os pelos seos nomese bebeu a saude de um por es-
pirito de juslica. NAo lardei a amaldicoar sua visita.
lina hora depois de sua chegada me'lade do buido
eslaya assenlado ao redor de no.sa mesa. Na auseu-
eia do Kei, que descausava a scsla era seu gabinete,
os salteadores vinbam de ara era um collivar nosso
conhecimenlo. Um nosollerecia seus serviros, oulro
ios Irazia alguma cousa, oulro seintroduzia sem pre-
texlo nem embaraco como quem sente-se em sua
casa. Os mais familiares pediam-se amigavelmenle
que Ibes conlasse nossa historia ; os mais limidos
oonservavam-se alraz dos cam.iradas, e os impelliam
lusensivclmenle alo nos. Alguns depois de fartos de
nossa vista esteodiam-se sobre a relva c roncavam
sem ceremonia em presenja de Murv Aun. E as
pulgas conlmuavam a subir, e a pre<"enra de seus
primeirot senhores tomava-as tao nusadas que sor-
prend tres ou qualro sobre as costas de minha roAo.
Lra impossivel dispular-lhes o direito de palo : eu
nao era mais um hornera, porem um prado commu-
nal. Nesse moinenlo lena dada as tres mais bellas
plaas de ram herbario por um quarlo de hora de
sulniao. Misterss Simos ea filha eram mui disrre.
las para Cummunicar-me suas impressOes ; mas pro-
vavam por alguns sobresaltos involuntarios que cla-
vamos e c......nunida le de idea.. Sorprend mr.mo
enire ellas um olbar desespralo que quera dizer
a pulira nos livrar dos la.ln.es, mas quem nos rtes-
f.ra da. pulgas? E-sa qneixa muda despcrlou-me
no corae.io um teolimenlo cavalleimso. Eslava
gencia mais acanhada o rebelde : o thealro nao pude
ex'snrsem qoe o poblieo o anime eeoncorrade al-
guma orie .ara o .eu desenvolvimenlo. Se he nu-
co n ereilo qaerem evitare ua decadencia.
N3o podemos tambera olbar com p. ciencia para
cerla parle .lo nosso publico, que caneorre ao Ibes-
tro, mais pela fama dos actores, que pelo mrito das
eomposicSes que se representan).
Como tabem lodos, um JoAo Cotana ou um Ger-
mano he raro encontrar.
-Mas, perguolamne ni'.. ?
Ha de o thealro techar-te, e .leixar de ser con-
currido, porque nao represenlam neile artistas de
merilj lo esclarecido !...
Parece-nos lambem, qae Pernambuco, nAo esla'
hoje em escala rte pus.uir um thealro uuicameule
para actores. Temos enlre Da alguns i,denlos recom-
men.-iaveis, e urna boa academia frequeola la por al-
guns centenares da esludanles, enlre os quaes se
nolain ja' mollea notabilidades lillerarias, que com a
su.lenlajAo do thealro, poilnriam fuciliuente dedi-
car se a esse genero de litleratora, com preferencia
a quesles polticas e ao jornalismo, que mullas
ve/es Irazein nAo pequeos desgoslos.
Ahi v.io algumas lionas do Sr. lirnrsto Biester, fa-
moso eteriplor prlogoex, que, por muilo apronosita-
das, aqui Iranscrevemos.
A lilleralura drsmalira he como todacqualquer
lilteralura a prora que fica rta civilsajAo e do pro-
cressn de um piz, e he debano desle poni de visto
que devia ser considerada a prolecjgo e o valimeulo
que cumpre applicar ao thenl.o. A lilleralura rira-
malica pude amia abrangeruma cphera maior, ser
de urna grande ulilidade futura, de uraiuteresse in-
definido, a
Mas vollemos de novo ao assampto. O no. lro aclualmenle n,lo requer mais que a prolercao
publica, leudo Areeiichido ale hoje as exiaencias de
seu emirato. Tbdas asricspezass.i proficuas, quan-
do alleslam oliliHades, ludo mais innlil.
Deixemot ettaa eonalderafoas qae ja' devero ler en-
f.isliado os leilors, ape/.-r de incompletas pela ra-
pidez com que aslpas.am' s do bico da peana para
OS l\pot, dos typos para o papel, que corre agora
lanas mAos, aventurando a'sim.eslesacanhadus pen-
samentos, mal fundado.... lalvez...
Fello pus esle aulo de desculpa., passarao.a ana-
lyte do especlacolo de qninla feira pastada era be-
Deficio da actrii Isabel Hara Nones.
Ja em nina ehrooieapateada traamos di comedia
O Casamento e Despacho,que foi a escolhida
paia o beneficio, composir-io da bem couhecido poeta
Amonio de Serpa Pimenlel, fallando-nos alcumas
explicares sobre o enredo, que passamos a fazer.
Mais, on leie la loile. que vem a ser em b'>m por-
lugurzHaa, sobeo panno...Alguns ejpre-sivos
peino... p-hiu... impozeram silencio a platea cifian-
do-.e no palco lorias as altences...
I." atlo, vista de sala mobibada.
Duas personagens intereseaolet dio principio a
comedia por um exrellentt dialogo. Haberlo narra
um instante o rooxinol. perigo, re.gale e mnrdidel-
las ; feehci os olhos e dorm.
I.'ina liiilada espantosa arordou-me sobresanado.
Levanlei-ine 13o rpidamente que del cura a cibera
contra urna das eslaras de minha tenda. Ao mesnio
bstanle oovi rias vozes de inulher que griluvam:
Estamos salvos! Eis-ah o. soldados Vi dous ou tres
phanUiroes correrem confiisamenle alravs da escu-
ridao. Pela n.inba alesna c pcilurbaco ahracei a
primeira sombra que passou ao meu alcance: era o
CorfaeDia.
Alio griten elle, para onde rorro '.'
Vou ver so os sida ios arabarAo brevemenle
de fuzilar leus camaradas, respond enxugando a
bocea.
Mislrest Simons e a filha, guiadas pela minha voz
chegaram junio de nos.
Os sollados nAo viajan] hoje, nos disse o Cor fu-
ente. E o dia da assenjAo e o I.- de maio : dua.
reala*. O e.lrondo que ooviram he o igual du rigo-
sijo. Ja deu meia nuite ; al .unanliAa memas bo-
. ras nossos romp.r.heiros vao beber vuibo, comer car-
pedacode panno gros-eiro dobrado ao meio, .xadojiie, danrar a Romaica, e queiin.ir plvora, se qui-
no chao pelas pomas e aberto ao vento de ambos os ; zerem ver esse bello espectculo, dar me-hAo grande
lados. O Corfoense {grava que tacaramos alojados i prazer. Eu ... goardaria mais . como principes, salvo o caso do chava ou de vento torno do astado qoe a beira .la foute.
V.'u j a .- i He meulira disse a velha Smnns. Sao os
O bando tirio occiipon-se em linear
I rovadu como deve esl-ir, mesma para i intelli- I eompromvlliila, fi/. com qul? cll.i urn u qu Tedro
. r :i ii. i v .r i i,', i i i ,. .. i.. I l i i I 1 .... ._______ s. *
Que manda pigar ao lenle reformado Joaquim
Jos rte Souza ;
yue manda passar carta de naluralisacao de oi-
da.i3o bra-ileiro a Gustavo Carlos Amonio Lainn,
Jo3o t.oncalvese Joaqun) Manoel Rodrigues de a\l-
ineida.
fce-se o paiecer da commisso de poderes sobre
a eletrAo do primeiro districlo da provincia do
Piaohy.
O Sr. Cnir Machado pcJe que, a visla da exlen-
Ho do parecer, sejs o mesmo impresso no jornal
da casa.
A cmara consent no p*dido.
Achando-se na sala immediala n Sr. Sr. Dr. A-
goslinho Jos Ferreira Brotas, depuiari.. pelo II-
circulo da provincia de Mlnaa-Ueraae, he inlrodu-
zido com as formalidades do eslvlo, presta juramen-
to e loma a'sento.
0. Srs. Cruz Mohada c Silceira Lobo recia-
main sobre a iaesacldlo deseos auatles publicados
no jornal da casa.
U Sr. Priineiro Secretario expe que a mesa re-
novnu o contrito que lim.., com o Jornal doCom-
mercn para a piiblicarAo de seus dbales,obrigaii-
rio-se o seu propiielario a dar no fim da sesao :|IX)
exemplares da collecjo era volomes rieses dba-
le', exigindo por est, augmento mais a quanlia de
1:0(103 raeusal alm da aslipolada no anligo con
Iralo.
Apresenl.ie.o e discussAo de reqoerimenlos.
OSr. Monleiro priucipa fundamentando um re-
querimenlo que lem de mandar i mesa ; porm.
lendo-se lindado a hora para a apretenUfao dos re-
querimenlos, inlenompeu o seu discurso para con-
tinuar em lempo mi.ip -l'i,le.
O Sr. PacAr-'o pela ordem) d as razcs pelas
nho para armar minha leuda. Alraz deesas arvores
Dloealarei mmto mal, e lodo o reto Ihes perlencer.
V. Exr. lera a foute a mo e ea visiobaaica nAo a
iucominodai, visto que a agua corre pela encost da
montaiiha.
Meu nllerrcimenlo foi aceito contra vonlade. As
seuhoras leriam querido licar com todo, e mandar-
me dormir no meio dos salteadores. He verdade
que o cant brilannico leria ganho alguma co.i.a rom
essaseparacAo, mas en leria perdido a visla de Marx
Ann. Alem disto eslava bem disidido a dormir Ion-
ge das pulis. O Corfuense apeioo minha proposti
que lornava-lhe mais fcil a viga. Elle linha ordem
de guardar-nos noile e dia. Concordou-se que dor-
mira perlo de minha tonda. Exig entre mis ama
distancia de teis p. inglezes.
Concluindo o tratado, estahcleci-me em um canto
para dar cara aos meus animaes domsticos ; mas
apenas linha locado o primeiro lialta/i reappareee-
ram os curiosos no honsoiile sub u pretexto de Ira
zer-nosas leudas. A ve I ha Simn, den grandes ari-
tos vendo que sua casa rompunba-se de um simples
.lom- requer. /ton ominase e pnipoe se aSSifaas a
escrlptura. Pedro Jorge, qae contera a prest cerla,
retlitoe netaa ocasiilo at etrlat a' con,ler... Ii.. po-
ri-.n no aclo de pecar n i penna, da' com ..." olhos em
Julio, que e.la' a um lado da mesa, edesmata, al-
menlos depois vendo-aa com a coadec. i, aaievera.loa
amos anida e.la vet u tune* ri
lenlo rom que sempre se aprrwnla atea nkara evo
qualqoer papel de que e enrarrrue. Tarare lasta
de juizo eatareaa cena a ih ea mMum .mente.
quer elej.i lrab.lh.indo oe en... qurr no tnn,. tmt.
Nonca viraos tamo mao gaatoaatra nr. i.,, .u
aclnz. I'ina ... vez ata a vnn.w con prrl.-.il.r t. tett-
lin. do aulor : teetle pfde qoe rhtH rila na, .
ao contrario, indica qu- nae. ella apeeuta tu
hilaridad- mm.-lr.. ; he pean qu lio atentaos p-i-esa
cm.., rtaaa ala CoaaVa, IfaraiWto. M-rmria4 o
oulro. Ihe Iriiham taao aliajoM. E-prramat te la
na t'ltima carta para saselas de j.../,. a Sr. Duarle CuimUa. I- ic ,,r c.p. n raracler
de Haberlo imprinni. !.. II,- lo I. i lii,|.,|,ite
propria. -em cm lado aflat.ar-.o ,1 atilnr. que m-
be tiabilmenle romprelienrie. na. .iii>r..e n..-. fta-
porl.ute. do teu bello papel de pintee!">r, de que ti-
rn grande partido.
Sr. Lima, Julii de Ithniir, enren beta no m
papel, e di ai' inelhnr que n sea BaaoCOBaor >-
rio, nolando lambem que este pp?l nn clava a ca-
rao! t do ultimo.
Rela ajas agora fallar do So. Rana... Et aclnr
auradoa-..... mullo mais na pnmrrra reprtteolara
dels comedia.
He pena que team o enoarregado da principal par-
le da come lia como he Pedrn Jirfr. Na teveatla
oo nos agradnu o ilosempenlm qae rleo r^e intri-
aante que passeava na tila, decapara prela e BBOBB
brancas, mas... se lun na. rec.r amo., paas oe qaM
Ihe nao vimos luva...porem como o drama njj atar-
ea, viva a economia !...
Os uniros p-pei. -Ao de ponoa importancia...
A cantnela betptnhola. .lana m, t-h exoellenie-
menle cantada pela beneficiada. O Hmhrr de atsa vac
m-b. liosa, pre-la-se com facilitad a. tnadalarnet
musioaes *em esf.irro algum.qaa.i qae nalsralnvie.
A plala applaoii-a muilo. pedindn-lhe repel- Jn.
ao qae te prelna grariiManienle.
II Jniz eteito deaagradou^iot moilo.
He urna comedia de ro.iflmet qae no* ir.e verda-
deiramenle etlranlio.. alrm ditas ale aprstala a
menor enreL. qae pren la o etperladar. Etn Pnrta-
nl poder' ai-radar mal. qoe enlre ii.m. paraae e*-
:ao Indos ao faoto des.es caracteres da prnviaria
Minho.
O duelo, a Panelln do [tilico, cantada rl oaoi
flotada e arlnr Sania Rota, prndatia ata efleile. *a-
cellenle. C nsla-no. que ha ann... liaoa qa< iaht4a
a' toena. por.un agora foi aoolhidn de ul arle cansa
se fos.e a primera vez.
O mimo a delicadeza com qna a Sr.- D. l.iM a
canlou deitou-nos maravilhado.. A fretrara 4e aaa
voz e a pura exprettao de que tabe reveni-la alra-
be... impresiona.
O Sr. Stnla Rota lambem fez de saa parte o eme)
p.'. le pira talitfater a plala.
Cabe-nnt aqui dar jo.ln. eloziot a nrrhe*lra. dtri-
gida pelo insigne profrator Pedro KaplHla. pele
Iba das peras novas de mu.ira quo epretcntaa i
especlacolo. e no antecedente.
Como tahemos as I. .as na mas peoat leca la- aaa
inlrrvallos taml.em tazem pane do" etpeclaralat ;
conlinue pon >r. Pipi.-la a delrilar-am.
A schnliisch, Isabel, locada aaj miorv.ll.. da ler-
reirn ao .juirio aclo, rnmp,la |wl Sr. fcatta e af-
ferecida a' benelioiada he excellcnle. Aaitaaeaat a
artista para que ronlinae a ap:.c. i..r-no asisearat
le seo provado -I-, na arle de \ erJl e llrliii...
Bom <-na que o Sr. inspector do thealro maa-
daasa ,mr em viajar om do attlnsa da regulamem,
que prohibe a entra-la na caita ia Ibeatra em anilet
le aaaoio, pois que e.te erando a; ooboBobos de pe
...at, seria petjadleiaes a caaaaiaoMa. Isla uta a*
mata que raclifi.-. r .. aawja' ^ra aso < ui,>a>aair>.la tt>
dtsae por ele rr.e-ino Jornalo
Ftehiremos a CbtaeHct n..iicani.- >. ininrrt.
qae nunca >e unir com um homem a quem nao lem amor nenhum. Saetas I Itima carta, riaiglilf rio >,. Larords.
Enlra Pedro Jorge ; a con era relira-se. Ete que I''"".'"" 'nlinuao.i,, ,io. /).,. ,,,4. t. k- oe raaiin
se v a sus com Rosa da Cunha, qn-r ferea-la a as- I 'lleilii aeanlea, ,\ aCMa Soledme, c:.o-a la 4a ar-
te, remesenl.ira' ness^ rom.'Jia, .-;uu,le nv allir-
Baorato.
Est pastado a atando das a laasMa, qae
ia tundo bem fatal a um prrnri rte lgida. tt-
quanln m fusca., tem riuvida. dn lamanom, aette-
Irando o inlerinr della. le contaminar o faca a tar-
cas, o qaal s pelas tele hora, da asanha im tu -Js
s pede preseulir; pasosa craoas a I).,, >. ara-
n lonl.s e pr.unplas medida', que era letaaa >a
deram poder.m traatat at oa. ms oaaaeqecartat.
Hoave. aperar dat medidas palie.,, craataa
quanldade de fogre pr BOaVOOS ; 'elua.ei.1. as
lr. palrulba., que, em ebeMO da verdade. nieta ar saa
urna dohadoura, tem qae porietarm filar t leratat
apaixunadot de 13 > geli la briacadoir.-. Ceaga pata.
nao bouves.e eaajaa alcumi que desae ou 1.4a at
medico, ao. padre.,e aos rovoiro-, nVtaot de karata
qoalqaer cbainii-oadells, que pnr tentara hantraa* ;
o que porem tent.innt he qae a rataara i...e T I...1
ot gadanhos em sordst mulla*. -|ue .erante artas
ucea.Oes apparerem.
IIa no principio do aterro da Boa Yitla esa nata
porta de sobrado certa nr-u qml. doira, qae asesa
de deitar, quan la termina a tas t rud .sta. I4a
calcula cu. pe-.imo .-.lado de p.rci.a rom i-.lka-. a
hagarot de caima,rene em Inrno de ti anta pkalaa
2e de Ehoprs, que em immnralhatimn saraa pai'tm a
a noile. sem retpeilo a. ne,.s qu- nauao, e as la-
milla, qae aelism as vara-i '. IV-timat parlaai-
l.i ao dono ou rinna doa ]aeia qu- va para a e*r-
linda aliii) d- que roh.l.a ea prel.nba 4e laU sata
liar da moralidade publica. Na teganda tetra a rea
nilo foi lal, r pnr lal moda, q-e na taclla aoja-
Passava lava da parar, e '-..'. en,i-r a >..* 4a
baile, que lao escandalosa enlo s. osltnlata.
Nao temos culpa, que n<> percualempor qae
ratid um rio. olliciaet do Sr. I.... aa raa l O...
oecopa-.e em znml.ar de cerla f Bastee, qaa toara 4m-
froute rie .ua oflicina, na u le .pen le A -er asar-
lo nAo .-remo, i..,, quem dar-mo. resnela a tesae-
llianle pcrsunla ; o que n.. runipre be pedir, *
ee nflici.il 0 aprendiz enhiba-.e pnrqaeat ke, ^
realmente laes de-acalo. sr dio. perqaaxle atoa la-
milla honesta e mesmo que nao tea aaa tas asa-
livo para zombariat a gaialiret.
Pedimos i polica de Sanie Anlnni. qae
signar a eteriplora. Kisto apparece Julio, que lem
presenciado o final desla cena, e pr,.poe-sc a de-
fende-ls.
Entrando a condeca Pedro ditije-se a ella narra.
rio-lhe o orcorrido ; mas nada ha mait bello aqui
qoe o iidiir-renlismo com que Ihe respon.ie, viste
romo esla linha j em seu poder as carias qoe a pode-
riam criminar.
Pedro Jorge vendse illudido deepera-se, e pro-
mane anda singar se com lodo o cinismo e hedion-
dez rio seu canelar.
Julio .le Athatde e Risa da Conha liram sus ; en-
tra Roherlo muito cantado, alirando te tobre um .o-
pb,Julio o liosa aproximara se delle, que prova
em um bello dialogo ron.n lem ii .baln lo a favof de
cada um, e depois de ambos,?xplica a que Ihe a-
couleceu por cata do ministros, e expe o fim que
leva o tal intrigante Pe tro Jorge.
Filialmente declara s-r removida o despacho, p|o
qual e empenhava Padre Jorge.para Julio de Alhai-
de eireol.iando n Casamento cun Rosa da Conha.
Assim termina alegremente o simples enredo da co-
meda.
No fim desle aclo oanlou a Sr II. Isabel loas co-
pla, ajuriada pnr cros, que produzirara om bello
effeo na plala.
Kallar-mos do riesempenho.
Entre as artistas da actual cnmpanhii a Sr.t D.
sab-l he a acp iz que mais nos lem ag.a lado, talvez
porque lodas as compo-ic't que tem sabido .. cena
sAo verdateiramenle do genero de seu Irabalho.
Nesia comedia provoo adfstiocta aclnz o seu m-
rito artislieo, que ja' be b-in proterbial enlre n..s ;
joslificaudo o apreco e dislmcoa.) que tem sempre
merecido a plal.-a.
Os lo.iros cooqolstadot no 1/arpier de Paraguru
e nos Dous muirlo*, revivaran! aiuda...
t) seu estai em scena, movimenlos, |.,dn...tudo re-
vela, e confirma briihai.iemenle essa reputaoao de
que goza.
Na esprestlo do amor oa pelln, lentimeolai nti-
mos, ssbt esla actriz revesti-la rom tal rii.tincoao,
que illr Ii. e con.move sem precisar iuculc.ir-se.
O sen papel de condeca f ii ostentada com inl-ll-
geucia e linora, j.miando a verdade das expres-es
naluralidade do eeslos. a cl'ganria aa e-i.iume da
alta sociedade. Pelo r
alta sociedade. Pelo relevo mimosa que sabe dar aos rir, peilln, fnm ,,, vr n., ^ S
seu. papis, rea ea sempre brilhanlemenle como nes- do se-mnle f.eto, qee aaa con.|o. No da 7 4.
!,!.ci' ;* ,re'' i"", m,nle.e"a n"e P"a 3 ,M" ren,e S '""" '<- <" in I,.,'..,, c. ,
neflciada loi de legitimo tr.umpho. por ori ,r.|,.. ,,,.,, ^,4
Todos estes homens, excepcAo do rei, behiam, co-
ii,i.un. grilavam e saltavam ; nAo vi um s. rir.
lladgi Siavros desculpou-se galantemente de tor-
nos de.pcrlado.
Eu nAo be que sou o culpado, dis.e elle ; be
o coslume. Si o |" de maio se pistaste .em tiros,
essa boa senle nao crena na valla da primavera.
Sao entes simples, educadot no campo, e aferrado-
aos amigos uso. rio paiz. Vou educaudo-ot o melhor
que posto ; mas lie i de morree antes de le-los po-
liriado. Ot boinens nAo s- refundem em um da co-
mo as obras rieprala. Eu mesmo ja arhei prazei
oesses lolgoedos groasetros ; hel.i o daneei como
qualquer outros. NAo ooohecia aiuda a citili europea : para qae oomecei lo larde a viajar '.' Da-
na muito para ler tmente einceeata annos. Tenho
ideas de reforma, quo jamis serAo exaeatadas, por-
que vejo-me, como Alexan ir, sem um herdeire
digno de mm. aledilo urna nova urg.ni.u.i. de
talteamenlo sem deaordem e .em romor. alas nao
tenho quem me tjude. Deveria ler o reccii.eaineuio
exacto de lodos os habitantes do reino cora o e.la lo
aproximalivo de seus bent movis e immuvi-i-.
doat cmaras. Ab .enlmr, aa oo livoo lempa ?
Comprara lodo .. ciado ; n .meana ama cmara ae
dapoladaa leda okVoaw : a In aaosaava ata ekaera-
lo, e rrear.e-hia -e l.ie preri-o um n.ini.leri da
estradas ; Isso me cu.lana .l.,u mi Ii mirknaa pa-
ra u eslabelecimenl'i, asaa em qa.lrn anaaeii reio-
l.ol-an.i loria es.a qoaulia, e alo co.ieervana at cerra.
das ranilla cusa '
Elle su.pirou solcmncm-nlc, e depait rnoli-
nuuu :
Ve com que franqueza conl-i-lhe. mea. aeea-
cios. He um habito antign. ,|, qual noaoa ata 4-
firei. 'I'enlm vivido -mpre n.lo <. ;... ar livre rama
lambem ...clara.. N*a profi-a.. -na trrnakaa,
*e 1 is.e exercida claiilo.liiiatneMle. \ ... m-aooal-
lo, porque ni tomo a aOoooOas. Man lo \ >. |er
no. joruaes que an la-.e a' niu.ba iiiooora. diie -om
bes.lar, que he nina lie,-.. parlamentar : al*r-a
aeatvara onde esloo. Nao lomo ... mtaooaaa, oam a
-vcinl... nem ... lril.Jil..et. *) iiiii..lr. I^ra sa-
l.-m que cora um ge>lo pi...i mu.lar o gabinete, ii
esarnla he a mu f.v .r be el e qu- ae l.n-nere
- i recrnlas qi.andT pr-n.o. I ..nn-lbe al la.l ~, enlre
Qaanlo aos e-irangeiro. qoedesembareastem, am ,^|,, ,.fli ,.. ',,, ,. ..,,.
labelecido ein cala porto me faria eonhe-
impor-
Creio q-ie nAo sabia diitin-i vivera
Indo
. O rei nos elojou aqui para
moa tranquillos ale a rbega-la do nosso resgale.
". i, e"oi',!"e '""' ?? 22' <,,,ei """ *m i l'1"2"cl "'" C"-|J ^u "r" "" au lnamo>
-r.nde diilereiu) entre um ladran eum homem hon-direilo de ficar su.. Nao se pejam de reunir-c ao
Saa sabedoria eontislia em comer qualro vezes | redor rie urna mesa como ces paratjtai Vmc. nAn
beber de quando em quando um pouco de; lem nada a fazer aqui. Jolgam qoe postamos fogir-
Por onde ".' Pela cscala".' Uu pelo gabinete do rei ?
i Deixeiii-uos em paz. Curfuen-e, laiioa-us f ira, e eu
ao pro.ente que nos trainera. Es=e mel le ajodarel, se quzeres !
Vid. Diario n. I i.1.,
ao .lia
vnho. \li-ii)de oue era om dos melhorea iradesda
su i ordem.
l-iz honra i
meio aelvagem assamelbava-aa quelle que \. S.
une em Franca, sssim cuino a carne de um rabrilo
montes a .1 um eordelro. Pareca aoc as abelhas
linham desllllado e.n um alambique iuvisivel lodos
o. perfumes da m mlanha. C.omendo minha falia de
pao. esqoeei-me de que nao (inha mais de um mez
paia arhar qoinza mil francos ou
O fraile a seu luru
morrer.
pedio-nu. a permiosSo de re-
rrescar-seam pon.,,, um esperar respesla encheu
o copo e bebeu socestivamenle a laode de cada om
de nos. Cinco ou s-iS salleadores allrahidos pela ra-
rietidade mlroduzram-se na sala. Elle interpellou-
lleuui a acc.lo palavra. Empotrei n. ragorosos,
aeordel os que dormiam, sscadi o fra le, foretl o
lorfuense a aju lar-me, e p.....-o depois o bando dos
salleadores, alias armados de punhaes e piallas, ce-
deu-iios o lugar com docilidadp de rarneiros ao mes-
mo impo repingando, dando pattinhos, reslinda
con. as espadaas, e vollan 'o a rabe;a como menino.
levados para a sola quando finda-.e a reciearao.
Fieaudo eu.fim sus com o Corfaeose, cu" dhvse a
mislress Simos :
Senhora, estamos em nosa casi. Quer qoe se-
paremos o apoieala em dous,' Baila-me um canii-
eslacaa,. soldad
preparar es eamis. e irazer as coberlss. Cada cama! V.uro. ver. acreseenloa Mary Aun.
roinpanh?-se da um tpele coberlo do om- capole
gr.is-eiro de pellede cabra. A >eis linas n re veio
rerlilic.ir-se pelos seo proprios elbos de que nada
nos relleva, Mitlress Simona mais irada que nunca
respondeu que fallava-lhe ludo. Ped formalmente a
excluso de Irdosos isiladnres inulei'. O ro esla-
beleceu un. regulamenlo severo quo nanea foi se-
guido. Disciplina lie orna palavra mu difllcil de ira-
duzir cm grego.
O rei e seus vasaalloa reliraram-se s .ele hora-, e
S-gui-a-. O romor era 1,1o grande que imposeivel
(.ira dormir. Sos.n gaia IVz-no. alravo-s;r o gabine-
te de rei, e mostrou-noi u campo dos ladr-s illu-
mioado como por incendio. Pinbeiros inieiro. ar-
iiain de esparo ein etpafO. Cinco ou .^is gropos as
.-ul. los ao red.r .lo figo essavam earneiros, na pon-
la de bittoes. No me-., .la mull lo uinh lila de .lau
...i res terpeavs lentamente ao som deToma msica
horrivel. O* Uros parliam em lodos aa semidos. Veio
direceo.
O re e seus vatsllos reliraram se s tele hora% e I ",n na nos.a diiecrao. ouvi nma baila as.oviar a
logo nos foi trazida a coi. Qualro fechos rie madrira pooeai poUeBadaa de minha cabeo.. Rliguei s e-
resinosa lllumitiaram a mesa. Sua claridade verme- "horat qoe aperlassem o \< ..... espeta lo qae junio
Un e afamada colora de nma maneira eslraoi lina-
ria o semblante um lano rmpaltedecido de misa
Simons, Seus olhos psreciam extnguir-se e aceen-
der-se no fundo das rbitas como pl.aros qoecvraro.
Sua voz abali la pela rediga recobrava poi nlervallos
um som singular. Ooviiulo-a m
em um mm. lo lobreoalural, a v
reminiscencia dos conloo phantattlcoa. I ni rooxinol
rantou, e jolgoel ver .ui canc3o argentina voltear
sobre OS laliiot .1- Maty Aun. I) da fura rudo para
lodot ni, eee mesmo qoe ja dei a V. S. pr. vas
evidei.l.s de meu appelilile, raconheci logo qu ha >
do rei estaramos mais longe do perico.
ii roj a..pililo em "a tpele prr
lemnidade aos diverlimonloi de en po
lellc esvasiavam-se os odres como tim
-i-edaravam-se os rarneiros como p, -.tizos ;
espirito perdia-se homem tomava uma p-rna ou.....a es
ha-me nao .ei que .. levava-a, Aorehottra (eoropaoha-se
sordo e de nm fagote fanho* a prin
d. por o-i gritar o segondo. Ils.i
libara l.r.. tpelos para '-rom mai
lavani-se% ...i.'in i'.lal ri" seus
quasi. De quaudo em qoan lo um del deitav
rdia em um
tinha foine smo de somno. Dei boa noile .......b .- baile, devorva um ropo'de violio, m
ras, e retirei-me para minha tenda. Ahi eiqeeci cm I peda.o de carne, dava um tiro, e volt
"
'
ag- ule e
cer tus mues, seu itinerario, e quaolo faaaivel
loiinna. Dease modo cu ..iberia .- que cada u.n po-
de d ii-me ; r9o e-l..ria ma** expnslo a pedir .lema-
iadamente ou mutlo pcoco. E-' li.'1-..ri.i ora cada
estrada empregadoi aiteiadoi e beta educados, pois
emlim de qus icrveria a.'oslar ot firg:.e.-s rara mu
traga repulsivo e um semblante carraoeod i \ i na
Franja a na Inglaterra ladrees axce^ivamenie >le-
ganles qae nu deiaavam por isso de exercer bem u
-eu ollicio.
Exigirla era Indos ot meu. sobordinailoi manei-
rat exqoisilas ; Bubretud. nos empregadni la re-
pail'oo das capturas, lena para ot prtMoneiros de
di.tincoA i como os senhores apotenlnt rommedos e
com jardins. E nao ere o qu- m i taliisse n til.- ira
|ieln contrario I Se lodos aquellos as iaj.nu pele
reino ehegasem necestariameote minli
eu poderla impor-ihei orna lava insignificiinl Bat-
a <| i! ." ida filh i i pala i eilrang lira d-m um
quarlo pnr cenlo do valor de eos ; en --.i.lu-
na pala qoanlidade Enl. osalleamente i.....era
i.i la aseada mais do qae um imposto sobre a enculaco ; impos-
te^ tamboril |to jusio. porque ser proporcional, imposto normal,
' porqoe tempre loi perecbi i i desda os lempos heroi-
cos. Nos .. simplificarem e for preciso pelas .-uu
rnpi.e- aonoaes. atediante ul soaaau ama vez
pasa, p ol., i um alvo conduelo pora os nataraes,
u.n vista no paessporte dut eslraugeiro*. V.S. me
dir, quo segunda n. loinioi na Contlto(io ne-
nhum imposto pode ser tltabelociaO stm o vol das
ii com 10-
. Em torno
les garrafas,
o.l
ir., licra tor-
neadores ti-
ageis. Ali-
coropa
va a dan-a.
jairea, elle.
iih-ceiu meu* .ei. lmenlo, a eu re.p.il... Ni. as
e.iimo, aaoa laaooooo-aa, i' >l.r- o n.i racin. -.a
.e pe le exigir qu^ c|am honrad..-. Alt.nor.ln a aa*,
taloa miras; lombaanfattaaO paos >,. n.iaha
\: i : ..... p ,.. ,, bemfeilai d > raa -m rtaa
I. .;.-;^i.tt!....... paa om g-".' m -a.b > ron, a
mar e a le.ra. diseoda
-- I u lo i-->. h- moa. I od n ua- r tpara m.n r-i
na me o- tobaaHiiJa | kt no bou aaoCosaV,
.ii pola ad.turaba .. I -nb I ... .,... i:.
rarem : o le-lavic nao ba aaaa m... -ia.- .. etie-
le ler um lilba cutos Htda-i Stavva*. t'aaoavora
em que ..s doulor. ron \ r i. -i m ai.t
htaleria, e que at ilh... do a'ohi.-l~g .Ii-aalaian
mire tt a loma de me tarea) stata i lerer. Slesie-
tral attara" iias caauproat. m at tta -n. .aar4a.
que romiiraaa-se n aosote AttM Ni l-at| as
l.i-l.. .le minha filil .un a ;u- .....nnripaH at-
I rail ., i. laraoei a I da -a ilepaavati a
i''. l laaniaadats !
ralves \ S. va rir de m otas 1e aer-
m Ultra ; i: a. .un .|-.,-a. i'.t esl na raa-
iiiiou tn ; i .Inn.la.iiei.i. !'. | u.-a. < imta-
la c..< grsndera no crime. ^ i im
occa*. i-, de leromoaltfe ..-.'...... --- heesara
qn- bavia Infaodia-ana qo reaj ii > S-e "' ttiatta
i... meio .1 oris nerarta nae i i- ..-*..I
de dettioo. Saa poteVii i .!- -o ) n-lc-!h.
snn. a icobar he vofd :' ni* '"
t .',.:,.- B-lVa-)
MUTTCSDD"



2
DIARIO DE PERNAMBS CO Ql"IVi., FElttA S- DE JXIIO DE 18'
lo, entrou violeulameiile ein casi (ic Joaquina Ala-
ria da Conceiclo, moradora no becco de Sarapalel
com vistas sinislras, por isso que entrara anuido de
um puuhal. A mulher coiihecendo quac. os intentos
desse traveseo tumba evadio-ie pura una cata visi-
riha,fl como quer que nlo a eiicuiilrasse,lornou-se un
pussesso ; quebrou linterna* de vidro, sotas, mesas,
Cadeiral, luuc,d e ana satisfeilo a arroinhar os habu
des-,, mulher, r.i-^-:i (oda roupa que eucoutrou.
Nao salisleilo euraminhou-se para alguma casa a
procura da mulher ein quem au sabemos porque
motivo desejava Mam duvida olTende-ta gravemente,
no totalDO-li : Nao se perdera nada io liou-
vese urna indagarlo a retpeilo.
Recebemos corlas de Agua Bella, comarca de
i.aranhans, lodo alli marchava cni muila Iranqnili-
dade. A polica era boa, se bem que pouco lacios
se deeru por alli, que n.urer/ui a aliento das aulu-
ridades.
Vimos entrar por esla cdade ,na legunda feira
urna purcao de presos ligados un los unir: por al-
hemas de madeira, e cercados por uro grande desta-
camento de lerlanejoi, una de raroisa e crruula, uu-
Iros de calcas, e fMihMrl, eaquellesde tamisi, >e-
ronla, e jaquela, e lodos com os seos complenle"
lurrftea, chapeos de couro, sandalina, e aunados de
davinas, riunas ele. O aspecto delta tropa, o esta-
do d'js presos, moldados, inmundos e tiapilhos nlo
agradnu aos que os observaran). E na verdade
parece-nos que esses destacamentos seiu eslarem
mililarmente unformisadns deveriam estacar fora
da cidade e pedirera urna Torca recular para condo-
zirem o presos que viesserndo nusso cenlro, afim
de que evile-se as apupadas, e vatas dos gaialos, co-
mo uos consta, que snlliera na l!oa Visla a Iropa, e
presos de que haveinos Iralado,
A ins leiicij de cerlos lioleeiros tcm chegado a
pantoque nansa pode guiar. Em um dns ltimos
nterrus, o carro em que ia alguns religioso!, enlre
elles o Sr. prefeito do Hospicio da Penha acom pa-
ndando o fretro rslacoo, devido a areia na estrada
do Cemilerio : o boletiru havendo espaucado exlraor-
dinanamenle os cavallos.prorompeu em declamarles
13o soberanas e escandalosas qoe, om secular que
lambern no mesroo carro ia, vio-se na precis3o de
partir com lal animalejo, e fazer-lhe ver o seu de>-
reipeilo para com ai pessoas que estavam prsenles.
lie preciso realmente que baja quem retrete as lin-
guas asquerosas deisas meus seuliores, para que si-
bam respeilar maisaquera nao Mlt oco'iumado aou-
vir esses brincos de cocheira. Kccomniendamos es-e
individuo, que he bem condecido, aos cuidados da
policia da Boa Vista, caso continu em lio estpido
procedimeuto.
Consla-nos qoe em urna das noitrs da semana
panada una sucia de valenles e desordeiros, tendo
a sua frente dous empregadosde marinha e um ou-
tro de primeira categora do consolado porluguez,
cercara em nome da polica urna casa as duas boras
da imite na ra de ilortas, os quaai bradando em al-
tas vozes para quem eslava dentro, que a ebriisem,
pois que a polica quena vareja-la, visto ter denun-
cia de que alli havia objectos Curiados, e como no
fossem lalisfeitos em as suas inlimacGet policiaes, tra-
taran) de botar a porta da ra em baiio, o que de
laclo o fanam, se nao fotsrm obstados por alguem ;
prodoziudo desl'arle, grande susto as pessoas que
dentro estavam, que para se livrarem de semelhaule
bando de furiosos, refugiaram-se para as casal vizi-
nhas, saltando peloi telhados. O Sr. l)r. subdele-
gado de Sanio Aulonio tem lomado as precisas me-
didas, adra de que lat escndalos s leis do paii e
a seguraora publica senlo reproduzam, e trata de
punir a esses individuos que lo arrojadamente se
alreveram a atacar a propriedade alheia, valendo-se
tao ignominiosamente do nome da autoridade.
Al amanhaa.
CMARA MUNICIPAL DORECIFE.
SESSA EXTRAORDINARIA DE 27 DE MAIO
DE 1857.
'residencia do Sr. llego e Albuquerque.
Presentes 01 Srs. Reco.Ilarros Brrelo, Kceo.Yian-
na Franca, llarroca, e Mello, abro-se a scsso, e foi
lula e approvada a acta da antecedente.
Foi lido o seguinle
EXPEDIENTE.
(.moflido do Exm. vico presidente da provincia,
Iransmilluido copia do oflieio que aos 23 do corren-
te dirigir ao juiz de paz da freguezia de Jaboalao,
designando novo da para a inslall.ir.io da respectiva
junta qualilicadnra.Inleirada.
Oulro do raesrao, euviando um ejemplar impresso
da falla do throno na abertura da primeira seisao da
dcima legislatura da assembla giral legislativa.
Que se archivaste, visto ter sido ja publicada.
Oulro do solicitador, remetiendo a avaliarao ;i que
se procedeu nos edificios e terrenos perl*ceutas a
mnuicipalidade, exilenles no logar das Cinco Pon-
las, na importancia total de '.1:71*03 rs.Posto em
discus3o, o Sr. Barroca pede a palavra, e suslenla
que o edificio qoe servio de acougue, pela la lar-
-ur"j. funJS oa conslrucc.au, valia niais que rs.
<:IMW9, porque tiulia sido avallado, e ola que do
aulo de avaliacao nao conslava a base que tinhain
tomado os avaliadores. o qne jolgavam essancial ; o
Sr. Barros Brrelo acompanha ale certo ponto o ora-
dor, entendendo que o predio valia 10:00(15000, c o
terreno, nao de marinha. entre elle e o lelheiro da
Miga malanca.um litio desta quanlia. viudo assim
a importar a indeinnisjclo em Ireze coulos e tantos ;
os oulros senhores vereadores fallam lambem ueste
sentido pouco mais ou menos ; e, finalmente posto
a votoi, se a cmara se couformava com a avaliarao
taita, ilen 11,,-.,, negativamente.
O Sr. Franca iininediatamenlc requer, e lie appro-
vado, que se nomce urna commissao dentre os ve-
readores presentes, para boje mesmo, em sessao, dar
seu parecer sobre o valor do edificio e terrenos, e
efectivamente sao nomeados o autor do requenmen-
lo, e os Srs Barroca e Barros Brrelo.
Relirando-se a commissao para a ante sala, pou-
ro depon volla, com o seu voto dividido, islo he, os
Srs. Barros Brrelo e Franca dando aos predios c
terrenos, o valor de I.VOOOJiOOO e o Sr. Barroca a de
20:000-3 sendo aquelle approvado e este regeilado.
Aeliivi-se prsenle o Sr. engeuheiro Jos Maiuede
Alves lerreira nomeado pela superintendencia da
eompanhia da estrada de ferro para contratar com a
licenca, que requer o proprietario para rapara-la.
pois que o predio s admille reedificarlo, em c.ui-
sequeucia de 1er tbido grande parle di iaa frente,
entendendo igualmente a commistlo qoe se >if \ ia
procedo, a velloria no oillo, pur sor linelo e pa-
recer estar arruinado.
Entra am diicosslo o parecer que eslava adiado,
sobre a pretancln de Vicente Perrtira da Costa, e
resiilvcu-se quinto a primeira liarlo do mesmo pii-
recer que o plicionario mosliasse por documento
que a cmara nao seria obncaJa a indtmnlsacllo al-
loma pelo terreno, por onde pretende que pate a
travesa projecUda na plaa que ollereceu ; e quin-
to ao secundo, que voltassem o papis a' coromis-
-ao para recoiniderar a materia, isso he, se a :au-
lanca da ra que indira traz, alm de ulilidade e
arormoseamento, diniinuican da detpeza que se a-
ria, conservando-se a planta como atU'.Aulori-
sou-ie ao vereador Barros Reqo para comprar o ter-
roso detlii.ado para o cemilerio da freguezia de S.
l.oHrenco ila Mala.
Preslaram juramento, o fiscal da fregue/ia da ata-
ribera nomeado ulliuiainenle, e o sopplenle de i^ual
cargo da frecoena de S. Jol.
Detpacharain-se as pelones de Alevandre Rodli-

Ntlo lie a enlode dos teis de Israel chrala por Je-
remas no loga de sua rletolaeo.
He a mimosa c cantil liiha do ocano, a encanta-
dora a mageiiosa Veneza da America, pranleando a-
margameiite a niurte de leoa habitadora tu vio,
aoi militares, da c noile, eahindo, sem deixarem a-
poi si uisis do que o cabo), nos larcopliagos do ti-
nados.
lie a formosa e riionha esposa ilos mares, qne,
rasgan lo leni vestidos, traca as ( alas do prazei pelo
negro ere pe da dar e di Irisletl.
ts cnticos das festividades fnram inbMitoidol pe-
lo eompian montono e lgubre das preces e dos
palnn.s ile David.
O tropear conlinuo c frentico dos lren netUl
mollas noiles de foliares achim-H mudados por um
movimtolo stirdo. Incetunle e pesado tas carros
incriuarios, couilu tierna !
He o viajar dos finidos: rilo os convidado! do fa-
tal hauqoed- da morte, olTerecido no hospede insacia-
vel dos cemiler:os, qoe te chama Chntera-mor-
bui.'.'
ludo e lena transformado !
l'orqoe ese, lerrnei viajante que, lanamente per-
nal d Almeidd. Amaro Antonio de haras, llercu- corre a luperlicie :t^ Ierra, desde o meio das asna
lao Alves da Silva, Joao Joso de C.rv.lho Jnnior, do Cauces al aos glo- itpleotrionaca ; desde os ge-
J"qutin Lucio alooteiro da Franca, JMo Damiict los do norte al os limites meridionaes do Brasil, es-
no tiorges.Joao Antonio Peratra Rocha, Jote Allonso se viajante misterioso, Irazando em seu cortejo
rerreira, Joio Dnnnelev, Marta de Sa" e Alhuquer- morte, lento como a eternidade, iini lacavel como o
que Altneida, Manoel Antonio Vieirt, Pedro Ao-1 deilino c terrivel como a joira da Den, se cha
toni0 leueira Gumaraaa, Rotulo do Reg Bar- entre mis, eelando eom agacada foice as vidas pre-
"i ,, I eioait da pal, dn mai, do iroilo, dairmaa, do filho,
fco Aliinoel lerreira Acaoli, secrelarin, a cscrevi. da filha, emlim de todos leal eieapgRo I !
fego Albuquerque, presidente.llar, os /roo. I l'erda se ti lemhro phata tao terrivel. Fni fil-
W. de llarroi Hrrelo.Franca./Jrala ae Al- la de materia qoe a isso me levou. Na te-uinle dir-
H0l,l.l ___ W. ,/ ._ ,._:________
meia. Mello.
' le-he* cousas mais ale-res
REI.At.AO DAS PESSOAS FALLECIDAS NA
FRKlilE/.IA DE SANTO ANTONIO,EM MAIO
DE IK07.
Maria Francisca de Salles Pereira lavares, branca,
vinva ; (ii annos.
Samuel Augu-to da Silveira Machado, brinco, ml-
teiro; 1S annos.
Francisca Antonia de; Jesns, branca, solleira ; 40
annos.
Anua Joaquina de Lemos, parda, solleira : 27
annos.
Isabel, r.rioula. escrava de Sebailiao l.uiz Ferreira ;
22 anno*.
Maria da Penha Torre, bronca, vinva ; 80 annos.
Marii Mtrcolioa de Macedo, branca, .casada : 2.*>
annos.
Carolina, Africana escrava de Antonio da Silva
Uusmo ; ni> aonos.
Tbereza de Santa Anoa de Jess, parda, solleira ;
80 annos. .Pobre.)
Justino Goncalves de Azevedo, branco, solteiro ;
90 anuos.
Jos Francisco da Costa, branco, solleiro ; 18 annos
Jos Pereira de Souza, branco, casado : 30 anuos.
(Pobre.)
Agotlioho, branco, filho do l)r. Candido Aulran da
Malla e Alboquerqut ; 5 mezes.
Maria, Africana, liberta, solleira ; 80 annos.
Jos nn^alves Nogueira, brauro, cisado ; 10 anuos.
Marta Joaquina da Silva Gama, branca, viuva ; 70
annos.
Laura, parda, escrava de Jos Claudino Leile ; 2
mezes.
Jernimo Jos Ferreira, branco, viuvo ; 75 annos.
Amouica Maria da Aonuuciacao, branca, casada ;
40 annos. (Pobre.l
Olympia, parda, filha de Maria Francisca da Con-
ceirflo ; 3 mezes.
Simplicio, pardo, escravo de Anna Isabel da S'lva
Neves ; 14 mezes.
Candida, crioula, escrava de Francisco Antonio Por-
tugal ; G mezes.
Amonio de lal, branco, solleiro ; 2"> annos.
Irancisco, branco, filho de Francisca Caclana da
ds Silva ; :J annoi.
Miria, brauc, filha de Francisca Maria do Concei-
/Jo ; 3 mezes.
Jo frica, escravo de Manoel Joaqoim da Silva ;
32 annos.
Melena Perpetua da Silveira, branca, casada ; 70
annos.
Valentina, parda, forra 15 mezes.
Anna Maria de Jetus, branca, casada ; 30 annos.
Manoel. crioulo, escravo de Catlino Silveira da Sil-
va ; 2 das.
Antonio, frica, escravo de Domingos Dial dos
Sanios ; o annos.
Silvcria Maria da Conc.eic.1o Machado, crioula, sol-
leira ; 73 anuo. (Pobres.)
Francisca Homana Cavalcanli da Mola, branca, viu-
va ; 34 annos.
Aprgio, pardo, escravo da vinva AlTonso Ferreira :
> mezes.
Antonia liomes, crioula, viuvi ; 35 anuo. (Po-
breJ
Amonio, pardo, filho de Domingos Soriano Piulo ;
2 annos
otteponbmci*.
mas pininas de seu pai, comporiaiu um seguirnenlo
ualuiil, as obras de lilaise Pascal, e fanam mellior I
ronliecer e-la idmiravcl femlia, que Richelieu ide-
viohi'ra desde a primeira vi.la e ita qualdUttra iiue
i quena f.i/er algumi coosa de grande, a Attim til
tainos em 1842. Nao se apreienliuilo ningueni que
tomasse an. hombros sla molesta trela, po/.cruos
por nns metmoi maoia] obra e enniamoa (./ir co-
nhecetem (>tlo ltenos Jacqueline Pastal,
i: lisie escnploera pois a nono! ollus como um
ppeodict io ni no Itvro dos Pemamenloi de Pascal.
Se o umAo tanto nleretai e com lauta raz.io, lison-
geamos, de que um pouco desie in.eresse se derra-
mara sobre i irmaa; porque a biugrai hia de nina es-
clarece e acaba a biegnphii do eulro.
l'orem ia Jacqueline ja noa tota como a irmaa
dumdos pcr-nuagiis mais cxiraordinarios doftCU
Quera impide todos otele
eem a verdade, quinde se ti
lario para at>igoar de resp m le
a que llevo aos leiihortl biips
o ciencia me nao permiti a o sa alta1 ein um livro que n io vi, e dtpoit
a ptrir paeitutemeule o que sacctder. u
u inos ? o binlmtnla para ot seculares, ;i~
t p ira as rehuios.is, a Invtiao do tmpora
ir e i mor le, se o q iteres! Purera nao he
gloria, e nao de\e ser esla nena alegria
iaslicos qod eonhe-, Depoli pretender reverendo que a joven liie fora se ot pan llie Ui'm cbslaco
aprsenla |> formii | apresentada couiti ama criada da cunara, por rale i n,\o be um acta iralaiti d
1e una divida.
Sei olretptlto fllbosleiro de novo genero que emprehendera levar a '
I r,,. .
. I..a. .
pon tn miqhi : m
na con-
Keuun-
t ciemos ao Evangelio ou sigamos at mal unas do
o Evaugelhb, e julgoemo-uos feltzcs pur s.ilrer al-
l guma cousa pela jusliga.
" Mas nscar-se-nos-ha talvez das filenas l.i i^re-
ii ja'.' Mas quem nao sabe que ntncuein p< le delta
ser excluido, seu man grado, e que o N| trilo de
lo dezesile, niio hesitamos em di/.er qoe ella nao nos i Jess Ortelo sendo o nico que une seis inem-
imporla menos por si mesma. por dous lilulos que I bros a' ella e entre si, podemos tir prit
o signaes, mas nunca do clleiio desla um
ir guern he memhro vivo deste sanio corpo
un nao se vC qoe, emquaulo nao elevarr
excellenleineiilt possue. Em pnmeiro lugar repre-
senta nos is rnulheres da primeira melada do seclo,
eslas ronlemporaiit.il de Richelien, de Ucearles e de
Cornelio, que nao eram inelhores anlores, mas que
linham inOnilo espirito, com a forca e randeza que
por loda parle so arhavain derramadas ; rnulheres
que sem saber eserever e sem nunca le-lo aprendido
como as que i seguirn), quando por necetaidldl pe-
gavam da penna. icluvim em su espirito em sen mente a' igreja, t que > elles etlirSo fo
coracaorasgos admiraveis e muilas vetes paginas in- a quebrando pela divisflo que qutzerim faz
50 da candade que os unia a' Jess Clin
lornava membros de seu corpo.
Ali nue deveriamos possuir-nos de a
inerece-semos sollrer algnma nolavel conf
Sr.. redactores.Reside nesla cidade do Rerife
um eorrespondtnle do peridico Pedro II, o qual
he ornis vil, o mais infame c mais torpe calum-
niador, n em negocios de vida privada. En provo-
co a cs mo por seus precedentes, e lambem pela bellas
qualidades, tlenlo e virtudes de oulras pessoas, a
quem involveu em sua correspondencia, assas se
me revelou, que, se lie Cavtlleiro, t nao, eomnica-
bo de dtzer, o mais vil, o mais infame, e o mais lor-
pe calomniador. arranque a immuuda mascara do
auonvmo. porque lenhu a ajuslar emitas com elle
perante 01 trihonacs do paiz.
Digliem-se porlanto, Srs. redactores, de dar lu-
gar as columnas de seu acreditado Diario a pu-
blicado deslas breves Imitas. Da Vmcs. alenlo
venerador e criado.
Dr. Lourenco Trigo di l.oureiro.
Recife 22 de junho de 1857.
^trYiii|-..iu.
tenas que llie invejariam os maiores escriptores.
Jacqueline Pascal esla na primeira classe deslas rnu-
lheres, pelas quacs olo dissimulamos todas as nossi
preferencias. Mas he anda por nutra rallo que ella
nos he rara, c que Ihe damos um lugar eminente em
nona galera : ella ah representa o qoe no seclo
dejcele admiramos quasi lano como a phlosophia
de Dscarle, a poesa de C-rnelio, o pincel de l.a-
soeor e de Poos-in, a politira de Kichelieo. e de Me-
sanno, o gemo militar de Con-, a eloquencia de
Bossuel, queremos dizer,'Porto Real......
a M. RoyerCollardtinlia costme de dizer : (lueni
nao conhece Porlo-Keal nao ronhece toda a nalure-
la human 1.o E nos tamhein repelimos rom plena
conticcao o que oulr'ora dissemos : Porto-Real lie
lalvez o lugir do murtdo que enrerrou no mais pe-
queo etpiro mais vrlode e genio, lanos homens
admiraveis e mnlheres dignas dellet 11 f.lo mesmo
as rnulheres, que sohreludo nos impressionam em
Porto-Real. He moilo natural que ellas lenliam lo-
mado as ideas de seus direcloret, directore, lact como
Saint-Cjrran, Arnault, Sacy. Perioe-lhe moilo
man fcilmente alguna erros de Ihenlogia, e nelta*
lana fineza,cornlancia, herosmo admira loca mais.
Ellas propunham-se um ideal sublime, a imlacao de
Je'iis-Chrislo, e parece-nos qua se aproximarn! do
modelo quanlo he possivel a fraqueza humana.
n Tres congregarse de rmilheres no eculo XVII
dtvidem d alguma sorle etle divino modelo. Os car-
C.lITII.Igeul aO Sala
que I
L'nidoi, criadat com atieuhorai em retacee a
iaeelletlevertieuRanir.se,visto I Ueitea bahili don: itc. .,lia, 1,. w, .
que ra'ilmcnle podem ser contun lid is no, EMadat ilguns ateaaealM. A.-tm l.e mmr, 1.....1^
re- 0111 pal. exaspu.ido ,!i tu \i.-.. ,,.,,
ado dos
em-
al liitl-
E as-
es aliar
o pai allei'ou esla hranda para lenlar fuer invali-
dar e-la alltane 1 em -en uoiiie e em nomo de sua li-
dia que vollara ao arrepeudimenlo. l'orem o tribu-
nal repellto auat preleuee e a coujoge ratieiiott
se a ir mor, au menos par algum lempo, cmn seu
esposo, qoe rnnsenlto em mudar seu ciada de co-
clfiro felo de carpuileiro.
ijoraaes refenam, ao mesmo lempo, a ln-loiia
d'uin casamento celebrado por um pnlur do Illinois, I Cada um para 1
ein um caintuho di ferro, unde fora encoiilrado por i Mis t-la dore, ou antes et. nenas i-i
"ni oven par qui ia precisamente procurar tua ben- | por oampeu.irao bin. ficios ger.e. uee *'
tflo.O reverendo Ih'a den em presenca dos v laudan- t neg.r. '
'; e casnu-ot podc-se dizer que a vapor. Os pai de familia nao .- ,m,
' 1
lal,
ca .1 om gei.ro .. quem liatu 1 .,. 1 .,
fugitiva em luc da iui, na l'lnl.l :,l| I,,... | ,,
arta acto de deaeapere cea 1 aaew nj m ,
tacao d que .vmpaUia ; seu Mti, 1 ,
de coramum iccordo, cmi Unco, ( f, ,
pelo jLtv.
\ lu-e, l.mhem
chusells. mu niho
gislalura local. L'm ,. .,,
eaj mua -.wprera. \|
..putar .., pai |,...r ,,
en demcrata.
Jos, pardo, escravo de JoSo Alves Pedroza ;
mezes.
P'aiedes Maria daCnnceicao, branco, solleiro : 35
anuos.
Anna Maria Francisca da Silva, branca, solleira ;
-8 anuos.Padre Leonardo Juan Crey, prioste.
<$omumnUio.
CarlAss .ilrc r. 10 coiii|tiidrc
B.. do ccnlpo.
IV.
'r'r compirc.
Depoil de procellosa lempeslade
Noclurna sombra e libillaule vento
Traz a manhaa terana claridade
Esperanca de norlo e salvamenln.
l)audo-le os prsenles versos do grande poeta por-
tuguez, eu nao fico mais do qoe expre-sar-le o
quanlo mea pelo ficoo aliviado doranle ettei dous
das de continuas chuvas. Apelar de me ler passado
o susto do lim do mondn, comludo, n'um sanlianien
camnra a desapropria(ao em quesiao, e disst que j"leuei que. tegumlo dizia algu-m, esse ph-nomeno
uao poda annuir a resoluto que se acaba de tu- "
mar e relirou-sa.Coulinuaudo o expediente, lu-
51 mail 0 seguinle :
l'm officio do referido solicitador requisilando
mais a qoanlia de 60? rs. para pagamento de cusas
judtciaes js feila, por se ler gasto a de i Uto ts. que
havia recebido.Mandoo-se talisfazer ao pedido.
Oulro (2', do lobdtlegado da fregutzia de Sanio
Anlonio, enviando duas partes do inspectores de
quarteirao, Joaqoim Vital Machado e Antonio Ma-
noel Pereira Vianna Jonior, contra Joaqoim Mar-
ques dos San(olSouza e Mello, e Joaquim Francisco
da Silva Loe lio, por lerem eommcllido iufracc^es as
posturas.Jlandca-se remeller as partes ao procu-
rador pira promover a cehrance das mollas.
Oulro do fieal do Recife, communicindo o que
occorren ni sua freguezia na semana ultima. lu-
leirada.
Oulro do mesmo informando qoe se devia nuvir
ao engenbeirn cordeador acerca da prelenrao de JoAo
Donneley.Mandoo-se ouvir.
Oulro do engenheiro cordeador, notando as irregu-
laridades que encontrara nos alinhameutos d'alguns
edificios notos exislenles junto ao trapiche da eom-
panhia, na ra qot corre por tras da praca do com-
inercio, quando alli fnra dar cordtacao a' J0.I0 Leile
de Azevedo, para conslruir um armaitm.A' com-
missao de edifice;Ges.
Oulro do fiscal de Sanio Anlonio, renovando a
coramunicatao que oulron fi/.era acerca do mo es-
tado das varandas de ferro do cenlro do cae do ps-
seio poblico, duendo qot aigons lugares ja' as nao
ha ; assim como pedmdn que se resiabele;a a metli-
  • guarda do thesouro, para vedar qoe o damniliquein,
    e que se facam alli despejos.Que se represenlasse
    ao Exm. presidente da provincia sobre una e oulra
    coosa.
    Oulro do fiscal de S. Jos, dizendo ler entrado li-
    le no gozo da licenca que a cmara Ihe concedeu
    na sesso interior.(le se parlicipisse a conlado-
    ria, e ao fiscal luppleule para enlrar em exercicin.
    Oulro do mesmo, informando qut para po ler Joa-
    qoim Pereira Ramos continuar com as obras que
    puncipiou a conslruir na travessa da ra Imperial,
    era precito que obtivesse licenca, por cuja falta ti-
    rilla sido multado, pagasse a laxa respectiva e demo-
    liste as paredes, que dividem is casas urnas das 011-
    dra>, visto parecer que nellts te nao rmpregara o
    lijollo que se devia einpregar.A eommis-ao de erti-
    ficacoespara examinar a obra, a propnr o qut fr
    conveniente.
    Oulro do mesmo, informando que quando se di-
    riftio a obra de Francisro Jos de Campos, na rol do
    Nascente, ja' achara as frentes das rasa. prompla>,
    de cinformidade com o que elh cora requereu ;
    nos qoe ella nao eslava f.ila segundo o dlipotlo no
    ari. 12, e 1 e 2 do artigo l:, 1 ,iUI<< 7 das posloras
    do .10 de junho de 1849, tendo elle fiscal denudo de
    layar lermo de adiada contra o infractor, por se
    .-Kbara questao allecla a cmara.-Qoe fos lormacao Iransmiltida aos Srs. Fraila e engenheiro
    cordeador.
    Oulro do fiscal da Boa Vlila, Informando qoe Joao
    Jase dos Sanios poda obter a licenca que requereu
    para levantar pilare junio ao odlo da sua proprie-
    dade, na roa da Esperanca.Concedeu-.e a licenca.
    Oulro do fiscal do Poro, informando a favor 'a
    anta que pretenda .zer Jos Afitoso Ferreira, ras
    duas casas terreas que acidan de romlror na povoa-
    ambii Api|,ucosBC Uniheiro informarse
    Oulro do mesmo, dizndo que Dten termo de
    aeliada por infr.ccao de posliins, eommeltid pot
    Joao Paulo lerreira.Inleirada.
    Osr. liego c Atbuqu.rque oilerecu a ipprovirga
    di cmara o seguinle arii-,, do pnslnrss :
    " lica prohibid., 0 dar-te garapas. a eavalloinoi
    passeos e na portas Ha- cas.,, cm 1 ,| is as roa. 1 ...
    >o\o.!doi du municipio do Itccifc. a-sim como a pra-
    lica de carai de rancho para mais d 3 cavados ;
    os miradores pr -
    ot reincidencia
    que.
    Po.loemiltiaiso.aue depoil a votos por parle
    tai approvada a primeira e lambem a teganda rom
    a seguiuto rien la a ella ellereci la :
    Eieeptaand aquellaa ratai que obiivetem li-
    raaea da cmara, Mliiriiendeai neeessar:a. eon'di-
    cot a bem da hvgieue publica. Silva Bar-
    roca, o
    Fti approvado om parecer da eemmlssAo de edi-
    ncaeSea, dizendo que,,, villa do estado em qoo n
    ach acjsa de Pedro Antonio Teixeira uiuai -
    aran a mulla di IO5 r-
    Paco, tic. llego e
    111I"
    Ai.iuqurr-
    nao devia ler lugar a treze, portm sim a tinte c tres,
    lano mais quanlo orna adundante catarata do reo
    se abri e fe* calnr sobre nos quasi dous dias de pe-
    renes chuvas. Felizmente lambem esle meu su.lo
    passou, e com elle as eucolomias qoe solTreu minha
    pobre cabres.
    Ha pouco. charo conrpadre, (depois da minha ol-
    lim), li em um atlrooomo que o no-so lemor do
    cmela foi infundado, vitto como, diz elle, esse phe-
    nomeno celesta so influa direclameiile obre a Ires
    parles do mondo Europa, Alia e frica, e qoe
    apeuai as Americas e Occeama te sentira um pt-
    dacinho do rabo que elle tagazmenle nos inlrodnii-
    ria. Algum tanto eu vejo realisado o proguosliro
    desle que parece ser menos bella que o oolro, se he
    que ambos nao o sao conjonctamenle. Qoalro se-
    manas faiera que por aqu a monalidade ha subido,
    de lal man..ira que lodos os labbadoa conlamna de
    n.en,1 cincuenta habitantes desle nosso tonaozinho.
    (lueres lu saber qual o mal que ataca e mala por
    esla forma? Oue prende, amarra e Itvi ajoujadosem
    s-u carro esses centenares de victima".' sao os orn/'-
    nk'is as fauces I !
    Anginho*! ?
    (toe poca, charo amigo, ale mesmo os anginhos
    ja lazern morios Esla molestia ha o apeno da
    borra do etophico por meio de pequeas inllama-
    tei como earocoi demudo, que prohibein o v-
    venle a lomar qualqo.tr alimenlo que seja, solido ou
    liquido.
    Foi a influencia do rabo do bicho que nos Irooxe
    esta remessa LVri-le o mais que poderes de tal
    molestia, porque puncos silo os qoe se escapam
    della '
    O grande segredo dos charlalaes em medicina,
    Consiste em repetir sem cessar, que curan, todas as
    molestias, ale aquellas que se repulan) iucuraveis.
    Applicaudo em parle esse peniimenlo de um nos-
    so escrplor eo le dirci que, deves-te pdr em guarda
    com tsla especie de gente, porque para lenlarem a
    deaceberta de um meiu para curar tal ou lal mole-
    lia, lodo arriscan,, ludo emprelieodem. 4 proposi-
    to vem anida mais contar-te um farto passado en-
    tre mira e um nos.o amigo (medico). Ei-lo :
    l'm afamado medico desla nona cidade jolgou,
    dormiiidn necessariainente, nue urna machina de tal
    especie servia para curar a prseme enfermidade, e
    eis que pre-lo mandt-a vir para experimentar.
    Ch'gada que foi, enronlrei-o e a seguiou-me que
    a experiencia elle fonaem u primeira i'ibre que Ihe
    cahisse as miel, (.loe alma (ue candade se abri-
    ga n'um eoraCSo ilesla ordem '! A cardade he urna
    palavra sem sentido no confio deat horatm, quan-
    do nao, elle jamis'xpresstna stmelhante idee.
    Depoi. de tres semanas de espera, um infeliz ca-
    hio-llie as inaos, e foi sacrificado com o manir san-
    gue fro noitivel. Anda, alem da murta, esse medi-
    co |,edio a paga da enrmenlo do menino
    Charol fiscaet, porpielade
    Olliem a felire amarella ;
    O nova Dato he da cmara :
    Nao capiiulou com ella.
    par-se-haeaieqne os nossus liteaei nlo feoham
    olhus .' ou nlo Itrio, como diz 1 eteriptora olho de
    ter, porque se Ibes |Ae anlre os olho. vetgos,lravei
    que Ihe embaracem a vista '' NAo sei, empadre
    o que vejo ha a lama, a po Irida.i e o inonluros co-
    bnrem quaii loda 1........,s roas. Nlo lia uairro
    cujas mas nao lenhan lama em quanlidaJe ; cu
    ficaea. Dnrinein sernno da morte !
    O cholera ja la val e com elle u lulo que sobre
    un. peaava, O praztr, a vid,,, a animara,, voltario
    a homo! membroi; lodot se ressentem dea gozos
    mundanos, desde o alto paler.tado at n menor vas-
    sallo, de.de a eavoacadora iguia al 0 peqaenino
    Ouhneil que pirilamp durante a noile. Para que
    contervemot nina pequea lembranca dessa poca
    de ootr'ora, perda te cscreva algnmi cousa a res-
    pailo.
    lu iii:i .',<.Como solitaria e triste se arlu orna
    cidade que 1 ri tao chela de vida e alegria .'
    Checou a ser u.n.i cuno viuva a bella senliora do
    noile ;
    A nrincezi das provincias licou lambem luieifa ao
    Iribulo !
    Chora sem ressar durante a noile. De da eorrem
    at lagrima pelas soa laces, soloca c peme como no
    lim de um gran !' lamento ; por que lodos o
    acrrimo, perseguidora
    das mas anjtQiliat.
    Nlo de a lili.a de JuJa
    servidlo.
    Bislanle raz.io linha eu par,, predizer, ha Ires
    mezes apenas, que M. Cou.o, apezar ie seus adeo-
    ses solemues s rnulheres do seculo XVII nao as dei-
    xarta.
    A despedida que elle deltas fazia, nao era como
    te diz no Iheatro, senao una falsa retirada. Nos o
    tornamos a adiar boje junio de una deltas, a mais
    digna, ht verdade, de nma tal volla, porque o que
    allrahe em Jacqueline Pascal, o que relem por laQO
    invenciveis os ingratos que quereni partir, nlo he
    nm da classe, nein as grandes paixet, nem as ta-
    cas aventuras, he a virlude no ascetismo, a eloquen-
    ca na piedade, a coragem na persiguirao. A mu-
    lher, cojo relralo M. Cousin de novo'publica, he
    relocado com umi mo piedosa e terna, he apenas
    urna tniillitr; he orna das sanias do jansenismo, he
    una joven religiosa, humilde e intrpida, cuja del-
    leza se esquece para se admirar ni seu genio e sua
    alma.
    ti hvro em que M. Cousin conla essa nobre vida,
    he um de-ses que mellior pintara a primeira, e. se-
    gundo o autor, a mais gloriosa melado do craude
    seculo.
    le na introdcelo detsa obra que U. Cousin ex-
    pe pela primeira vez soa Iheoria sobre a dtvi-ao do
    eculo XVII em dous seclos, o de Richelieu e o de
    l.uiz XIV*. Em um os caracteres sao enrgico, e
    altivos, a lingua be varonil e forle, o etlv lo sim-
    ples c grande, as mulleres bellas ; no oulru," os ca-
    racteres sao disciplinados e moles, a lingua correrla
    e polids, o eslvlo fro e composlo, as rnulheres boni-
    tas e s bonita.
    ti. Cousin ce reennherer nessa Iransformacao da
    belleza das rnulheres urna masen] eloquinta c ver-
    dedeira das mudanzas do seculo em lo.las as cousa,
    em polilica, em liltealora, e a mellior historia da
    grandeza e da decadencia dessa idade, lio a seus
    odos urna eolleerao de relralo.
    Esl historia M. Cousin a possue taita, em om
    grande armario envidracado, onoe elle (ein encer-
    rad -s e posta, cm ordem chronolog ca lodas as rnu-
    lheres. desde IfoOO al 1700. Quando claridade
    dessa rrepusculo que alunita apenas os moro da
    Surbonna, ve-e, como en ha pouco as va, todas es-
    las bellezas famo.as, evocadas por M. Cousin, sa-
    hirem lentamente do braneos carine, em que dor-
    mn, -semtlhanles as freirs que despertara voz
    de Huberto ; quando M. Cousin, com seu otilar de
    c'iimma, e tua palavra mais exniessiva qoe o pin-
    cel do pintor desereve es.es encanto! que sus ima-
    ginarlo transfigura ; quando elle refere estas vidas
    culpada e penitentes cora um. eloqueiicia que faz
    amar anda mai as fallas do que o arrependimento ;
    qoaudo elle vosmoslra na inttamorphose da belleza
    das rnulheres, os indicios fiis tl.s vicistilodes do
    seculo, a mageslade convertendo se em delicadeza,
    a forja em elegancia e a grandeza era grr,a ; no
    meio desses plianla-mas encantadores, sob o fugo
    deste olhar e desla palavra, quaulo he didicil resis-
    tir 1 M. Cousin !
    Vede, exclama elle, como corre insen.ivelraen-
    le o grande secuto soa forle eiva esgolada nao
    restaura mais as grandes geracoes. Madama de
    Mainlerion...(Peco a M. Ceusin a permissao de
    omillir soa pirrase cruel sobre Madama de Main-
    leuon. Nao quero quebrar por ella urna lanr,a
    contra elle, anda "que, sim ir por| Madama de
    Mantienen al ao imor, eu c.hegue al a admiraclo.
    Mas honlem ella era anda aqu rauilo defend'ida
    para ler iieressidide de um novo campelo. Admi-
    ro-me somenle de que aos olhos de M. Cousin a
    belleza de M. de Mainlenon, ampia, solida, mage-
    tosa, digna em ludo da primeira metade do seculo,
    nao lenlia oblido raja por seu carcter, que lio
    hem representa a segunda metade. Ao menos esla
    ailo na mesma pessoa dos dous Ivpos qoe M. Cou-
    sin oppoe um a oulro, esse phenoineno de urna mu-
    lher, por assim dizer, de ordem compotla, cuja fi-
    gura encimo a,i do bello lempo da Fronda e to-
    do o mais contemporneo do edito de Maules, he
    nma exrepcan curiosa que desarranja, pelo que pa-
    rece a Iheoria de M. Cousin, e que eu humildemen-
    te Ihe assignalo. Oh quinto eslamos n longo,
    Continua elle, di Madama Anglica Arnauld ro-
    mo o seclo acahou diltan ule do que cumejou !
    Aqui o etilo de Nautas, alli sua revogaglo ; a prin-
    cipio Porlo Real e o Oratorio, agora o reinado de
    Je-udas de corle e logo a regencia ; em logar de
    Sullv, de Richelieu, do Mazarino, de Culberl, um
    ronselho de empregados sem patriotismo e sem am-
    bicio, nao leudo oulro designio mal do que nlo
    desagradar ao enhur e guardar suas paslas. O se-
    culo XVII ice bou ; um oulro mundo est pretles
    naseer ; om espirito novo, novo cosluines. oulros
    emeos, oulra rnulheres vioappareetr. \oliaire
    vai saceeder a Descarte*, e o cardeal de Flenrv ao
    cardeal de Richelieo.
    Kis as Parabere e as Porapadcur, esperando as
    du Barry ; como rnulheres auloras ou presidentas de
    sociedades litlerarias, as Du Deli.nil, as lirallignv, ai
    tieoflrin, as Du Clralelel, islo he, se excepluan'les a
    nobre Ma.lemoitelle As c lalvez anda MU poTe
    insensata Slademoitelle de l.eipinatse, orna molbst
    verdadelra, algom saber era malhtmiticas e em pny-
    sica, algum espinlo, algum genio, nenhunn alma,
    nenbuma convicelo, ncnlium grande designio sobre
    si nem sobra o. oulros : lart sao .1 rnulheres do se-
    maulas roubaram alguma cousa de sua pureza inef-
    riVll, da sua toividtdt, de tua lernura. As filhas
    de S. Vicenta de Paulo exprimem a caridad, a in-
    faligavel dedicarlo rica infeliz dos homens. Aidis-
    cipulas da mil Anglica parecen) possuir a forja ma-
    ravilhosa que aniro.vi u Salvador do mundo, que
    Ide fez amprehender a mais sania.porem a mais dif
    dcil das revel.ici'ie, a converslo d
    alma
    etpinlo. e das
    que suslenlou sua homanidade as lernveis
    provaco-s qim enconirou ge no supremo combate
    desla noile em que se tantaram todas as seduefles so-
    bre o coraclo do julo e lodas as grandeza e a vo-
    luptoosi ladet ta Ierra sacrificadas a verdade.
    Porln-Real toca menos que o Carmelo cS. Lauro;
    mas foi-lhe pancula.mente dado elevar as alma ;
    elle as prepara as lulas da vida ; eusina i re.iler a
    appresslo ou sopporta la com coragem, I l.jdoaf-
    fronlar pela jusltrs, nlos aipcrseguices do poder,
    a violencia, a prieto, o exilio, mas as astucias da ca-
    lumnia e o erros ou os abatimentos da opinilo.
    O Camello orcolta se, sollre e ora ; Porlo-Rea
    combate, e eusina ,i combaler.
    Talvez que odom celesta da homanidade Ihe trnha
    fallado um pnneo e leuha levado a coragem ale a obs-
    tinarlo e a paulo. Mas nao sabemos qui todas as
    grandes colisas lem seu excesso, era religilo como cm
    polilica, como em philosophii e mesmo lias lellras e
    na arles t Tal he a inevitavel condico de que da de
    melhor sobra Ierra. Foi o mais sabio, o mais mode-
    rado dos polilicos qnee'creveu eslas lindas :
    Os deo.es ligaram ;i liherdade quasi lanas des-
    graca como a servidao ; mas qoalquer que deva ser
    o preco desla nobre liherdade, he preciso paga-la bem
    aos deoses. (I)
    Paguemos pois voluntariamente Porto-Real o
    preco desuas grandes qualidades, como em netsos
    das dt cmaro e fadtga estarnos promplos inclinar
    nos de bom grado, peranle ludo o que podesse
    dar 0111 pouco de diguidade e clevacao aos espiritos
    e ao caracteres.
    1 Jacqueline Pascal, he Porlo-Real inleiro com
    sua qualidades e com seus defeilos. Joven, espiri-
    tuosa, moi procurada e ja o dolo das mai hnlhanles
    eompanhia, deixou ludo, al eu vellho ai e -eo
    irmlo doenle, para .e entregar a Dos; entrou para
    a redgtao aos 20 anuos e morreo aos :i(i, de dres e
    reraorso por (er assignado um formulario equivoco ..
    por pura deferencia auloridade de seus superiores, ca
    Sua alia virluJe, sua inilexivel dedieacio aoque
    cria ser a verdade, su 1 sinceridade corajosa, seu des-
    pmo .le ledas docurai da vida apparecem bailante
    as numerosas Carlas ronlidenciaes aqui reunidas pela
    primeira ve?. Tambera ntllas ,e encontrara rasgos
    amatis e involuntarios da alllicclo Iminana por soa
    irmla (iilberla, sua fiel, como a chama, e por teu ir-
    mo Platse ; stnle-sc por loda a parle um espirita
    encantador prestas a desalgemar-se, se nao o relives-
    se a austei idade jansenista. Quanlo a seus talento
    nao queremos exagera-los, mas he certo que pouca
    rnulheres no seculo XVII e enlre as mais illoslres,
    foram melhor dotada. Ella linha alguma cousa da
    pereza do genio de Pascal, sua ualuralidade, sua vt-
    vacidade, la delicadeza, sua gravidade, sua energa.
    Como elle, ella era capaz da mais seria alinelo e de
    um longo Inbalho : e locedade lorie e pulida em
    que era chamada viver. era casa de madama de
    Sable, entre madama de i I aniel, rl e madada de La
    rayelic, sob os olhos e com os conselhos de seu ir-
    mlo, era fcila para elevar.se muilo cima. Todo se-
    cuta gabou suas felizes dispusieres pela poesia. Nao
    he preciso ver somanta sua extrema facilidade em
    ludo por um verso eem improvisar incessanlemenle
    sonetos, quarlelos, estancias do loda especie, signal
    de urna disposigio de espirita particular e de urna
    voeacan natural. Nlo, Jacqueline linha recebido do
    eco a iiispric,lo e u poder potico. Esta estancia
    ca do pequeo poema sobre o milagre da Santa Ep-
    ne nao parece perlencer 1 Imilaco de Cor-
    nelio '!
    contra aliar e perinaueeermos nos termo: de um
    o simples gemido e da dolara com que lup loriare-
    mos noasa perseguijlo, a candad! que nos lara
    abracar uotsos iuimigos nos ligara' in iolavel-
    ' a della,
    ir, o ta-
    lo e os
    egrta se
    islo por
    o Jess Chnslo Mas lano se lem feilo per obs-
    (i la-lo, que por tal guisa se distares a lerdade,
    a que os mais habus rustan) a rer.onhecel-a, Admi-
    ro a suhtileza de ispirilo e confesso-vos q ie nada
    " ha melhor engenhado que a pastoral. Kn 1 lovaiil
    a muilo um hertico, como louvava opaidefami-
    ir lid a' seu dtspenseiro. se 13o arlificiosainen e hou-
    ff vesse escapado a c,in.leinu.i..ao ; porm fie s, pes-
    0 soas que couhecem e defendem a verdade e a igre-
    ja calholica, usar de di.farce e simular, creio qoe
    '< tal nunca se vena nos seclos passados e rogo a
    11 Dos que antas nos faca a lodos morrer I tqe, do
    o qua que se inlrodoza tal ivttem na igreja Em
    verdade muilo me co.la a crer que etia sa >edona
    o ven ha do pai dos homens; mas sutes creio que he
    a urna violaclo da carne e do tangtie. Peni lai-me,
    n eu vo-lo supplico ; fallo no excesso de un a dor a
    a que, dem o sinlo, n3o poderei deixsr de s iccum-
    rr algumas pessoas fazerem-se volunlariamei le vie-
    re timas da verdade e protestar por urna veidadeira
    ti firmeza ou por urna fgida voluntaria coi Ira lu-
    ir do quanlo os oulros fizerenv
    Bem tci que se diz que ola incumbe ii joven.
    defender a verdade; se bim que ..izer se sodessa,
    a por um tritle acete, e pela conluto em q le irnos,
    que ja'que os bispus lera coragem de pivens, as
    o joveus devem ler coragem de bispos. Ma 1 se uo
    rr nao cabe defender a verdade, perlence-i os mor-
    n 1er pela verdade.
    1... Todos saben), muitisvizes o disse M. de Sainl
    rr Cyran, que a menor verdade da le des 1 ser de-
    11 feudida com tanta fidelidade como Jess Chrlslo.
    rr Que fiel ha ah qut nao houves ir mo, se se podesse dar que asislis.e 10 conselho
    rr de Plalos, onde se trataste de conderoiar Jesu-
    Christo a' morle, e que se conteulasse (le opinar
    ambiguamente, por modo que parecessej nao dis-
    crepar do parecer, se aquelles que o condemna-
    vam, se bem que era sua consciencia, e segundo
    todos ot eu. sentidos, suas palavras leidessem a
    o livral-o '.' Levai ao lira a comparadlo.
    a Oremos a' Dos, porque nos humilde e no for-
    ci tiuque, poi que a humildade sem forc,ai e a forja
    o sem humildade, s.lo igualmente prejudiciaet. \\
    aqui mais que nunca a occasilo de nosjrecordar-
    u mo que os tmidos s3o poslos na mesraajclassa que
    ir os perjuros c os esclavos...
    rr Se desde ja' islo vos satisfaz (ella leferia-se
    declara.;,,,, sem equivoco que propunlia ; quanlo
    o a inin, se a cousa de iintn depende, nunca farei
    rr nnira cousa. Emlim, suc.ceda o que succeder, a
    rr prslo, 1 morte, a disperso, a pobrezti, ludo islo
    nada me parece em compararlo da angustia em
    rr que passaria o resta dos meut das, se tao desgra-
    1 cada fosse que Rxessa allianca comji morte m
    11 urna lio bella occasilo de rendar a' lieos os votas
    ir de fidelidade qoe meus labios pronunciaran!.>
    Ha na lingua e na litleratura fraicesa muilis
    paginas sabidas da nao de (urna mullier que pela
    forjl e energa excedarn as que acabajmos de ci-
    tar r Nesle. aecenlo que parlera do coiajlo, a' es-
    la vehemencia inlerna, a' esta austeriilade spaito-
    nadi, nlo se rec.nl,ere a digna irmaa|du autor dos
    Procinciae<".' E quando Jacqueline diz que falla
    no excesso de urna dor a que bem sal., que sucum
    bira', nao ha ah um inoviraenlo ora
    jovens UmiM a loea de t^rVelW*" comedia, e itivoc.rira justa,,,.,,,, 0 .mlla|1(, ,,
    paslor que io, obngado a declarar wa (inha pro-
    nunc.ado o conjungo. \ corte bailn ,n decreto
    qoe valldou os casamentas, e islo coran era mna ecu-
    sa anta com a qual nao era pennetiido brincar o
    poblico applaodio ele jqizo.
    'ludo eoncorre para lomar o casamentes exi^,!,.
    tos e facis, nos K-tad, s-l nido-. Os coslumet a as
    tais r,inspirara a este respeilo Contra ni relibalarto.
    e contra os pas moilo diflcei. Armara-se rail I,,.
    ctsaiigs mesmos. Elle- sla Mus teasjs*atrae*
    mu de stus pas. Entrara un SMfJMSSU rta mu.
    idade em qut! ain.ll no na 1 t-mn ...d, ,|,,. r,.i_
    lecjes. Occupam-st> ja de cerlo miere-.c. qattad..
    nos nao nos orcupamo. itnlude prar-re.. 'li.tm
    todas ?s ridades da I rulo, rirceln pnliliro p rcri
    meut... le inilici.i-, roiiipolos (-joven, de i1.,i-~ j
    dezeril aunes, qoe di-mi-ni Indas as candi latut.
    lomara parle fliciosamenie rta tc^ot os val* a
    onvinam lias ras, a par dot raole, cntt mi
    n|e,i,.,| sWi.jjJ..
    r.-la pre
    eos aos pnmeiros e escaruere-se das queixas do
    s'egundos. O n.leresse geral domina e ollusca. em prepara! L.,ac",!T"tt" "" ""'
    semellianle caso, o interesse particular. Na he so- co do lerui'" V", *
    mnleem vista do acrescimo da popolatao queoilum prec-wn lem"'*."^,'*' r""' '"'* ,'",,i"tr '"
    dades da etsie;.',,
    desviar, tab a re
    he um
    grilo de desetpero, ura trgico presenttrneiilo ; por-
    que (res mezes depois de eserever esta caria e o fa-
    tal formulario assignado por obedieuri Jacqueline
    txpirava em Porto Real dos Campos, 1' i de oulu-
    bro de ltilil, aos nula a seis anuos de idade.
    n vjriem nao houver perdido o sentir eulo da licl-
    lezaslas couviccoes desinteressada, da diguidadr do
    racler, da constancia levada ale ao haroismo, quer
    seja jansenista, jesoila ou philosopdo, leve cousioe-
    r Jaequtiine Pascal c, m una gra idi alma e u,n
    piulo raro,cojas menoresreliqiiiub de amse guar-
    dada! rom 11111 cuidado religioso.
    Estarnos pois bem tange da arrept nder-nos par
    haver dado a Jacquebne Pascal o prun tire lugar ein
    nossa galeiia das mullicre do secuto VI1I ; mas
    pedtmos desculpa pelo modo porque 1 representa-
    mos. Faltou-nos o lempo em IKii par plnta-la co-
    lll 0 le.i.l r.
    t e os do con-
    s apenas fnr-
    mo qui/er,.inos e irucar urna biogra
    Enlre os (rabalhos da cmara do pare
    seibo da inslruccao publica, poderiam
    lar algumat hora para indagar e reunir carias in-
    ditas e liga-la por alguma palavra de narrarla.
    Ilnj- que a polilica nos permille des ati-ar e que
    lossos queri-
    Iralariamo
    SO
    aeivir-lhe
    a, i(o qua*i
    itpertot as
    ditas, potlas
    1 a das dalas
    culo Wlll. N;
    o somos nos que nos propomos ser-
    vtr-Ihes de historiador
    Assim falla M. Cousin. lie cerio que para quem
    ama a verdaaeira grandeza, ludas ssas eorleilii, lo-
    das estas malhers de lellras nao lem o llraclivu da
    inriaa de Pascal, que sepultou em um claustro seu
    leanlos c sua belleza, e morrea de desespero depon
    de ler asignado a abjurarlo de sua f jansenista.
    Nossos leitares c inlereesarlo por e-sa bella memo-
    ria, leudo a bella Inlrodiiccau que M. Cousin acaba
    de Ijunlir seu e-tudo) sobre Jacqueline l'atcal.
    Ros a reproduzimos toda.
    //. IliqauU.
    "Apresentarnos de novo 10 indulgente poblico que
    se digna trumpaiihar nossoa hnmildes Iribalhos qua-
    si laes coran han apparecido i do/e anuos (i), estas
    primeires etlodos sobre o coilumos e sobre s socie-
    dade do seculo de/csele. Fi enloque pela primei-
    ra \ei, deixando eiiilim appareceiem gestos cultiva-
    do, em silencio c por muilo lempo canudos por im-
    periosos dtvtret, oniamns fazer ao leitor a confiden-
    cia de suas nredilecfoes Iliterarias ao amor, trata-
    mos o phfnode tima galera das iiuilheres illusira-
    das rio-eculo XVII, a' Imitadlo da que Pemaall con
    sagrou os grandes hururii lia mesma poca ; lio ri- | sendo poni de aleada da tareja ;ina.iu-leiilaram,
    II
    Invisible soulien de l'cipril lnnguiinl,
    Secral consolaleur de l'ime qui t'honore,
    Espor de l'aing, juge de rinnoceiil,
    Dieu cache sous le voile ou l'Eglise l'adore,
    Jess, de (00 aniel, jelle les veux sur moi ;
    Ou ,1 vieune heureusemenl a'illumer danimon ame,
    Ano qui cel etpril qui forma i'univari
    Moolre, en rejaillissanle de inon ceor dans me vtrs,
    (Ju il donne encor aux sien une languede flamme!
    n Poli um pouco a rudeza corneliana d'esle ver-
    sos, sem locar na lorie seiva que os anima ; acres-
    cenlai 1 arta 1 eile admiravel natural, e Itrei um
    poeta de mais no secuto XVI. Mas, bem qoe desle
    sua converslo, Jacqueline houvesse consagrado seu
    tlenlo aosas'uraples mais santa,ella runcebru cscro
    putas acon.ullou a mai Agnes : e.ta consultan M.
    Singlin, enllo director de Porlo-Real, e foi decidido
    que a ser Sania Euphcmia renunciara poesia,
    porque nao era essa a graca de que Jesus-Chnslo
    Ihe devia pedir conla,
    A prosa de Jacquiline Paical he da melhor qua-
    lid.ide, san, natural, eiigenhoie, Igradavel. No (or.
    ordinario, he um punco desprezada, e nada off.rece
    detenstvel.sempre guardadlo urna disnltcclo secreta
    que mais se sent do quee pode definir. Porm se a
    paulo checa a sopr.r sobre a alma de Jacqueline e
    sobre sua penna, ella suppre a arle, eleva e su.tenia
    a linguagein, e enllo ouve-se como um echo de voz
    palhehca da lilaise Pascal. Por, loria prosa basla
    recordara caria sobre a assignaluri do furmulatio
    ! imposto religosas de Porto-Real.
    o Este formulario allribuia a Jamemos a famotas
    propisices coiilemnadas pela Sorbonna e pela a-
    sambla do btspos e pareca atacar a graca de San-
    to AfEoslinho. Saiainos de nosso lempo e 'transpor-
    ten: inos ao meio do seculo riezesele: as quesles
    religiosa rnovitm ailo o espritus e as almas lano
    como nossos das as qucilbea nolilicu. Di um x-
    Iremo da Franca a oulro, era-se enllo apaixonada-
    mente jansenista, no niolini.la, ou calliolico mode-
    rado, como depail se foi e anda se he buje pelo po-
    der absoluto ou pela repblica ou pela munarchia
    constitucional.
    O formularia agitan o clero, os campos religioso
    as universidade, n parlamentos ; dividem o mrsiuo
    jansenismo e Porlo-Real, lambem tivemos guerras
    civis. Os mais afamados doolore do partido Ar-
    nauld, Nicole, Singlin, o mesmo sohnndo do Saini-
    Cyran, deram as rellfiiosas o conseldo de as.ienar o
    fermulirio, cm respeilo pela igicja, de adherir a
    donlrina que reconheciam na igreja o direilo de im-
    por, reeosando-se sobre o poni de fado, a saber se
    a proposico's condemnadll estavam ou nao estavam
    no Aoguslinusa que ss religiosas declararara nlo
    ler lido. Pelo contrario Pascal e Damat nao eram
    somenle inflexiveissobre a qoeslo de laclo como nlo
    |ue
    podemos consagrar-nos lodo inleiro
    dos eeludo. a pliitasophia e as te tiras
    Joc,piel.ne Pascal como depois lizemoi cem muilas
    de suas grandes conUraporaoeas ; en liaramos ter
    o seu historiador ; enlo era-nos prec
    de alguma sorle do editar. Com effei
    que so ht nm complexo de escnplo
    colleccoes jansenistas e de cartas i
    urnas aps oulras, sem oulra ordem quj
    e acompanhadas de mu poucas reflex-ies. Jacque-
    line Pascal ah apparere s. Limitan o-nos a in-
    Iroduzi-la em scena ; ella ubra e talla
    expde por si mesma seus seuliiiieiili.s
    bro qu.io nobre carcter ; e he a cas o que 110 litn
    desla corta tragedia, tomamos por u 1 momento a
    palavra, como sobie o luraulo da lien
    rigir-lhe um ultimo a le.,- e exprimir
    peilosa liherdade, os pensamenloi de 1
    seculo XIX sobre lo verdadeiro mod de compre-
    hendrr e resnlver o problema do desti in humano
    a O leilor reconheccra facilmenle
    mos muilos manuscxjplos e pesquizanj
    meule os menores yt.rTgios que restar 1 de Jacque-
    line. Assegn a moSatscrupu lsame nle
    que bebemos. Tinhamos promellido un justo e pu-
    blico reconhecimenlo a quem te digt atse sssigus-
    tar-nos alguma nova prca que escapaste a uoiso ze-
    ta e a nonai invettiga^ie
    'i Porero sciilimo annnuciar que ri
    se pode descubrir oulras carias de Ja
    sde !-'.'. nlo
    queliue, na-
    da de novo, nango algn veros de toa juvenlurie
    ira caria au-
    llo he aiuda
    ] '.m comp-nsa-
    variacOs que
    que nlo merecein ser notados. A :ui
    lographa que Iraz a lembranca sua
    aquella de qoe demos o fae-tiini\e..
    r;lo poblicaram-te ura bom numeru del
    no serviram para confirmar e redil
    dos manusciiptos de que fizemos uto,
    ca de remontar aos onginaes, que b
    riera ler perecido, e moi provavelm
    aiuda sepultadas no p de algonta b
    seiiitla, em Clermonl, em I irecdl o em Pars"
    20 de oulubro de 18.j(i.
    V. (
    'Journal des\
    ISai*ie5ai5
    Vmericanos slo tomados da rnalriraoiiio-maua, he
    anda e principalmente coro ura tira moral e reli-
    gioso. Elles tomaran) a peito exlirpar de seo lares
    o concubinato que he a chaga serreta das sociedades
    europea e riisseram que o meio mai simples de il-
    lineir esle lim, era lomar as unioes legitimas to ta-
    cis de conlradir como tta dssolver. Eis aqui por-
    que sua legislaclo sobrero casamenta e sobre o di-
    vorcio fui reduzida a sua mai simples expressau.
    lie tao fcil atar como desnodar os tacos, e os ma-
    gistrado nlo se oceupam menos em desligar, que os
    pastares em ligar.
    O imp,litante, aoi olhos do Americano, he que
    turio se faja legtimamente.
    Elle, com efleitn, acerlou em lomar mui raros no
    novo mundo estas unioei illegilimas que lio nume-
    rosas slo no amigo ; porm se eleven como princi-
    pio o concubinato j altura do Sacramento, abaixou
    de fado o casamenta ao nivel de um concubinato
    leal.
    Bsll bypeerisis da virlude produzio oulro resolla-
    do. He que utn Americano tente menos escrpulo
    em ler duas rnulheres do que uina s senhora. He
    mais fcil e comprometa menos. I1,,uro. America-
    nos ha qoe nlo se casara, mas muilo se cuconlrim
    que se casara moito.
    Os Iribunaes eslabelecera a cada momento exees-
    ios legaes desle genero ; e os criminosos ita ruubo
    nlo san quasi mats numerosos qus os eliminlos de
    bigamia. Um desle ltimos, chamado John Spra-
    gue, acaba it de ser absotvido pela corle suprema
    de Portland, no Estado de Miiue, nlo porque era
    innocente, mas porque provou que ern vez de rluas
    rnulheres viva linha Ires. A aecusaelo sendo ron-
    vencida de erro I1iier.1l por esla inesperada ateja-
    mentac,ao, oallorneydo condado devens a'jan-
    dona-lu.
    Torios o faclos que acabamos de expor compre-
    liender-se-hlo tem difliculdade quando se souber
    que os casamento uao sao piecedidos nein seguido
    rta nenhuma publicidade ubrigatoria nos l.-i 11<>--
    L'nidos. Elles sao voluntariaiiieult considerad.>s co-
    mo um Sacramenta, ou como um acta civil, ou cu-
    ran ambas as cousas ao mesmo lempo. Elle ii ce-
    lebrado pelos padres de qualquer commuohao <
    pelos magistrados de qualquer gi.10, ix equo n :
    pistares, abbades, vigarios, juizc, inaire, aJjuulo,
    etc. Cada un delles lem um regislio do aalae ci-
    vil, ves entrega um certificada que he o vosea li-
    tlo. Ellos vos .'to catar em casa se sois ring* e se
    as e.porlulas valem a pena ; seulo ides a seo nfliciu
    ou a ua sacrista, com cu tem (estamiiuhas. O cou-
    eutimenle do pai nlo he exigido por le, q.iando
    0 doraem tem chegado aos rjezoilo anuos e a mullier
    aos quiuze. Tarabem muilas vezet aconlece qus pas
    e rali sai lia 111 do casamento de seus lilla. pur
    urna carta de participando datada de hotel era que
    01 noivot tarara pasar sua la de niel.
    Entretanto esle e>la.lo de cousa ja comee,.1 a s r
    aborrecido as familias aracricauas, a julgirmos por
    urna dupla tentativa feila na crudo e na cateara
    legislativa do Estado de New-Vork, pnr MM. Bruks
    t Varnuin, dos quaes cada 11111 apreseutou um pro-
    jcclo dehilltornando nri>M(ii.i., a publiciilide
    leviam .:,/tr aules, e o ..l.ouiuer das Ellli-I3uitn
    icretrenla com i.-zao qu?, para cuitar o 111 il p-la
    ,ai/., seria misler nlo smenle prescrever a publi-
    ca.; .o ilo. bandos, masaiuda fazerdo ca-ainenlu urna
    insliluicalo civil s clero de todas as rieiioraiuac,ei da alloi grito, e
    conservar per muilo lempo aiuda a forjados pre-
    juizos e dos liabilea.
    Estes hbitos pareceui-os incomprelien.ivei a
    us oulro Europeo, e ola'vemos senlo mu de-
    ploravel aberraban de coradlo e de espirito nc-la
    licenca filial de um lado, e netta detapparigao pa-
    ternal, por uulro lado. Mas elles sao una cunse-
    quencia racional da coiisuiuic.io da familia ameri-
    cana, do mesmo modo que tsla he 11111* comequen-
    cia da conslituicao poltica c leligios.t do pai/.. As
    sociedades humanas mo sao fado brule, r.lo syllo-
    gismos ; siu presenta he o legado do pa'sido, ao
    mesmo lempo qoe he o germen de seu foturo.
    Os cosime derivara nos Estados-Luido, desla
    dupla circumstancia, que elle, slo umi comuiuui
    rt '
    alli perdt filhot, m'a,V*
    eUdo ganda d ..
    /. rrre
    9*MJt*a* m paito.
    AO ILI.M."SR.
    nisnai mu i...
    ir r si mesma,
    com tao som-
    ina, para ili-
    on) orna res-
    ol homem do
    as fonles de
    MAJOK I, til ARIia \X(,,,
    NAL. JOAO BAPTISTA li\ gaJLT*
    (il INHO. COMO l"M
    tiRATIDA'O.
    O. D. C
    Oue bondide que amor | e que nebrna
    ll'alrna grande lu leus, Bapit.ta amigo
    Se de mira lu ha nanita es eutiheri-in.....
    (loe tavure me deve 1 qoe linen
    Quando oulr'ora naquella latido
    D.s Cinco-Poiitas ni, romo he sabid*,
    Miiiln escrava em tilinta. 1,., Itido,
    Aeolheste rom u..r tclicaj. aa !
    Oh que bom corarlo nh qut cantata '
    Ea bem fea fueit, eo reconhectt :
    Oue modo de tratar e qua li.tr. !
    Obsequio lamauho agradec :
    O. eco eos don. le di -m. .na dmira
    Ouiuto, pon, me fizette, nan merrro !
    OpadreJolt llerealiiro d.Reg..
    IMA SAI'HADE.
    OITerecida ao lllin. Sr. Dr. (. ,-p.r da Mm>ir Vas
    roncellos de Draromond. pelo prvmatttra p~
    menta de ai chira rnn.orta Exni Sr. D. Ma-
    na Jos ril l'onccca iHninmnnd.
    ijoi v'.t'i fot crrf,/r
    "mlerilmr, el fj,t rasssal
    timbra.
    Jabeo*. || t. >.
    O rorso terrestre di eiittenri, ham.na be mpre
    digno de Matan. Apenas homem istem rl.rin a
    vid, vigorow t jaron.lt ni Imi de e-ti dr.ii-.
    ignorando mr-mo o lugar qua eerapa, 1 uadraiea-*
    ro da morle he-lhe impoeli.*
    A morle hejo.tament o piradtirt da vita, ante a
    qoal Indi magnificencia, o fae.lit, a sapiam.da
    te, ludo que dr.lnmbn e etca t saoclal dnr .r.|. ,
    vidi, peide o e0 -plendor, e.vae. r te ni |u,,.
    t.om 1 morle termioam-st a. r. i,teida. ?pag>-.-
    M paixet, dn.i,,ain-e as odia. de.tporerea a.
    rivali lade., corlara se ., I aro, da atata intima SSSShn
    de ; mnrie ha qtem abre 1 patria a ftata. t f-rSi.
    a inveji. Trbulo lernvel qus irreaac.-.itrliv.-i.i
    palia lo.lo o vi ,1 ir '
    A lllm. Sr. D. Mara J.c di F .m Dr.n,
    moni, no da :(> ,lr junta pela. Ii W de lar 1 rr-
    eelttn o fatal golpe destechada peta lerxttivrl mi. 1.,
    cruel parra.
    .Vi-cida na enre da Rio dt Janeira. dea a mee aV
    sposa ao lllm. Sr. Dr. (.aspar ae M-eere. Vana-
    rtllo da Drurnmand. Patea par esle-. ar..--
    .anlo, rila deixa na provincia e vr Hahat eaa ame-
    no l'ei ii.iubitci. t ah rom ara rsposa. pa.. ...,
    da 11,1 raais perfeil.i harmona, ua man c nrl-ia
    .iil..c;io. fru.nd,. r.ni-ni alel tas ajua r>t p-.,-
    Itaali ..i abata .ia la eaaajsaajs. a amaeatjlt momt:
    ia que l.avia receb > It .-.. prt^cnilorrt. Ihe (., a
    coriheerr que is grandeza do ma a t/rraa. vaiaale.
    e cdimeria.e por ilo nanea ana ara rotarle fe real
    esse orjolho. ..a .-.irnlarao rnon lanal. \ retas
    dia.ipou aeinpre lat tea olho. lo la a~a Bjamaal h
    fausto. Iota ea.e ap,,.ralt vio. Abanta Ir t.ah. ve,
    di.leinmenlt apatfatceadoa geni, a taratrida a
    raraeler di Exm. Sr.- D. Man. Jta a Faarrr,
    Ururainond.
    Etle do.o preciosa derramavi-e cm ledas aat m -
    roe, exislia cm tea parle, adernata su -a. arlo, a
    scinlitava .lesea canuta ro.lo. B%aaasSBSajaa -. .
    leuipta rm qne r.la vrlode vivn encatra i'a. Ella e
    rao.trava gran le ern apt.arala,Mbtimt .am nt-al-,
    discreta rm v.ida.le, Irma sem fia< man... .,-
    vel sem exre.sos, romrns.ii. ara .cliar.a. ..leraala
    s-m fraqueza, devala sem rii.iracraa, SSSaUlaaa -aa
    hypocrisii, affattl cam dignntade. dcil c p,,
    l.n.ia Epo-i desvelada, mli r.nala-t arata a.
    exccllenlc predicarlos qne a eraivata, a asa flora.
    d.de republicana e protastanle, islo de, duas vezes memstado de padra, p.ec.a... ,oc II*,'". ,>!
    siao o que he o republicanismo n,. poltica, t m he gelrza. Iraosp.rl.va peta. u at.utita.. adne-..
    meiro da auloridade espiritual, c legundo da aulo-
    ridade tempoial. Aquelle Desea a papa e esle ne-
    gou u re. Ambo substituirn) como dogmas, o ca-
    me a f, o raciocinio a creuca, o livre aibilno de
    cada ura obediencia ptisiva de lodot.
    Sob este rgimen, a tocicdads deixou de ler um
    ser culleclivo e um corpo dierarchico, paca tornar-
    se urna asoc:ac,au do individualidades igualmente
    soberana, igualmente iudepeudentes urnas das 00-
    Iras.
    Na familia eslabelcrdi pelo calholcisino roma-
    no, ludo se segu, ludo se encado*. O.reiinrli-
    n-st peranle o edefe da igreja qoe representa De..-,
    o pai de familia peranle o rei e o li.hu, peranle o
    pai. No protestantismo republicano, este laco foi
    quebrado pela suramidade. He-'..un elos, mas nlo
    In-hia, e laaalllll pelo, asas ei-mpla. O .rea .
    -onhtreu a lllm. Sr. |>. U.rii Jatr 4a Fattrar
    Drummonl ronher.eu tambes 1 ing-aai I Ir a> a
    coraclo, e a cau tura de toa almi ; date a.le. ojea
    ella > p...uia, a pouaia porqtt a mlt aatatoateaila
    apronte prodigalisar-lhe.
    Era porem cheg-do o lempa rm qoe am aalra 11
    hnlhaiilt devu ser ecl>p..,ta p, ama antee taa
    a. As.alla.la de umi enl-rm lade terrivel. he eaa-
    gida a pro-lrar-.e nu leiloaitdarra, anee |itt rqnia
    de mais de i annos. aperoa er-ttii. padrcimeai '.
    inaisempre reignada com a ir|..iia'tt da da",
    ua paciencia servia-lht dt leniliv t >ei rtalntan-
    da-le cni a vonl.de de Deas tta eflirez eatieete aa
    suas aflirre'. A solicitada rmpr-g.da p-t vt.ii,.
    cade.i. A aulorid-.le paternal e a auloridade con- I '"0"' "J"** P" *'rpar o mal tal rm rea.li.ata ;
    jugal nao tcm mais prtmisai donde po-sam Urar "' r<"' confino, da biatea, rrrartaa a
    ua forca moral e tradicional. A familia er oalr'e- "'"'[."' <> ld-rapeiilira. e luda 1 sn.ts qae sfjsasBt-
    raum remo, lomou-se tambera urna epunlica. -Na meuu "' nve..ira tai mallngrad...> lan^.a.
    davia nao po-
    nte aedam-sc
    bliolheca jan-
    insin. 1)
    Debis
    leut
    ordenada um
    mearos donlrina de qne se tratara ds adlmir era
    concebida em lermos que punltam em pengo a ver-
    riada 'a admillindo lodrs os gneros de la-
    de ilria, ma, se nos he permillido dize-lo,
    punco melbor, pcicorremio paiso a
    pasto o -eculo, eipnmiiido-o li-lmeiile pr lodos e
    leut grandes ladea e ein s.ms gar !..,, s incceisivis, a'
    partir de aeos fe:i/es cornetos, sl seu maueloo e
    Si mbiio netas, Depois de haver dado um tafurea de i ganeroio para salvar Porlo-Real a cusa da sincei
    lo a c llene, ainpieiudemo-di a luir por um ri "tn lo ''"lf rhri>la ; ellas resislirain por muilo, e por lira
    ' de uina mulher mui p. tico c .nlie- ida dem que leuda assigliaram Com as mais fortes reservas, e linda eem
    om nome celebre, que recebara dejeo raras fa- ama dor profunda, Jacqueline Pascal, antea lim
    Do casamento e da familia nos h
    L'm dos numero! do Courner d
    viudos pelo ultimo paquete, conten
    xes (lo justas qulo folies, sobra a
    que se pralicam os casamentos na rerj
    cana. Esta t.'l-\.. s tarara insptrutas ao jornal
    franco! de New-Vork por orna serie ( e faclos recen
    les que causaran! viva seuelo no Ni
    I in delles tai, em priraeiro lugar, <
    ass-s-nio, que fieou mvsteriosa e enrejada como um
    romance de Anna RadcdlTe.
    Um lal doulur lurdell, rico e celil alario
    habitava urna deesas pensoes luirguez.
    duvidoso, rliamadas Imardings, que dj
    oceupsdas por viuvas pobres, fora cout
    um segundo etpiso mulle desejado por
    todos-1 '/ii'/o.s.
    Elals-L'ois,
    klgumas reile-
    mantira por-
    ubltca araen-
    vo-Mundo
    hisloriu d'nm
    ninehim, de quem era pensionario, h -| "
    nao ? oAdhuc sud judice lis esl. rr O q
    to, he que ;,oma deslas manilla, foi-l
    do o cadver em sen dormitorio, e que
    America, as rnulheres e os filhs discolcm e neaatf
    des pas e dos maridos, e o subordin-m sua rifae.
    at mrsinu ua soberana individual. Nao ha pai.
    car as lices de familia, nos Eslidoi-L'nidoi, nlo ha senao pre-
    a impolcn- sideules re familia.
    V osles n -11II, ios do espirito poltico e religioio
    d'Amcrica, he mistar arrescentar es rio espinlo na-
    cional e natural do Americano. A cabeca nrlle do-
    mina sempre o eorailo e Calcula mais do nua sen-
    te. Elle raa-se por alguma razo, lz filhos por
    oulra raigo e o. ama tanto por alguma razio, corno
    por inslinrlo. O casamento tai para ella um ne(ii-
    co maduiamenle pesada. Mo he una finio e
    duas existencias em unta sn, he umi simples as.o-
    ciacn, em que be sempre suhenleii lili a Csealdede
    resoltloril, no caso que a perita exceda o g.inho. O.
    coraees, cuino as fortunas, casase-es sob rgimen
    dota!, c nlo lob o da rommunida le. Ilasrmpir
    dous inlere.sei, dous espiritas e dous coraije no ca-
    sal, especio de firma social e domestica, era que
    a marido dirige o esrnplorio c a esposa o sa-
    llo.
    Cida um para si !O Americano arma se c. 11
    Ira os oulros cora esla divisa cgoi-la, mas era seu
    lar a ach insculpida conlra elle. Elle exrlue su.
    mull!r ile loda participadlo em seus negocios e a
    relega ao Kjnceu ; ella parlilha su.i sorle sera par-
    lilhir sua vida : te urna coropanbeira, mas nlo nina
    conlidenta ; muilas vezes he um amigo, mis rara,
    vezes uina amanta.
    A'havamo-nos um (lia era orna familii america-
    na, quando o filho mais velhn da casa ah re. p ara-
    na depois le nina ausencia de Ires limes. A' o 1
    que
    , de carcter
    ordinario slo
    utaraiio romo
    niislre.s t.un-
    au-a 011
    le lu de cer-
    enconlra-
    a viuva l^un-
    porqne a .herb morbo |.r-gr.~ivnata ia avra.-
    lando 1 infeliz victima a morada ferterra.
    Eiilrctanlo, url< loria dt miivim-alo stjtga. rm
    soa face os .yrnpl.im. morlae. urna paa-a naaaaSa
    rarule app.rere em t la. .aa irrr. e tila dan va
    de existir, quando ronlava :hj ,,,,. ,. dt idade.
    Foi a estrada que sa abra pira n imp-ria d*. h-
    na.io ; foi o aafe la mnrlr, li-l rxrraiadat a ta-
    rtaaiea da providrnna, q.,.,1 ur. 1. ,,,,,,.
    tanto punhal rom mi 1 -llena na'arhae ata 11 tes
    fatal lasare sua cabera ; foi ama rvil-arja .... pa-
    eseai qoe pr-rnalo.. in-nlr taer.. mr, 4, ,w
    ludes ; tai om phaml que e a|.;.,, aa asr mt-
    ri.onte, forl-ndo-sa a ireva, da puertas aattt .
    ti albn uina -lina pura qae u,i.|Mu, aaa-
    br.ie. la n-riii la l. taje* aa asa Basa raBeerat aai
    a gozar da relr-Hal man-la, oa te In i he ee./'t.
    onde ludo he gloria.
    I-1 em Vafeada deltate sasaasaalt
    rm que a Exma. gra. I. Mana J .te aa Fa
    Draeaead eaaaaaa a uliim- saaaava.
    eeaialaval ipase na aaaaasas rm e aiaaiae
    o fretro I,inli.do rm-ru irania aare'ar. r n a
    18a galle 3 m,, rlala da ra-. la rara. I-i .
    lillio. raipiii lo n pa ser. p-.lin lo em .aloco, c la -l(, q.fa
    tambera heijar a ma dr mmtia mli !
    Lance Icrrivel. iianr amara'ado p.n-ertt ha I-1
    immutavel do Elerno, he tare romn-n. ,-
    mi-ltr que hija rr.i^nicJa- .* rrligiaa Ha a airara
    alliviu pira os cor..,, r bam f'.rmid.... p.i-
    rflea 1 : 11 leirarn-nlr pl s a oil..,,|. v-.. p-.rqar aa
    rtlieile ha tmate eamaahejla pasa at 11..1... -
    vista .ua mli ibrio-lho os bracos e abricou-e cm | ',~ ba Itmti m nata a ta.i. 1
    1. pirque ernpre havera e por loda paila ro
    uinghdiii exibira, pela piimeira vez, 1 m certificado
    Oe casamento que, segundo a le a fazih herdeira de
    seu espos:,, murto lem lilho, K-la heaccn.ala de
    ler contratado o pretenso c.smenlo coi) um de seu
    menles, chamado KrUell, que tomara dianle d
    pastor l.'riali llarwine o neme d-r donlo
    ja morle e aspliflltlo lora resolvida ei
    cmplices. Cuino so v, a combinara
    dadeira araci. A autilade d Arnaoldsedoiia Por- caria tarca e devea reviiler-te d'om
    lo-l.eal. Em um grande numero de raligiasss pen- v, ru semeldanca pelo leslemauho rte rt
    .ara., como Pascal e Itamal, nao viiam n araigna- rine.q,.n juln'ara reronheeer o lecasat
    lura do tarmolario sni un esforc madiotrementt ,lJClw ,. MMM ,ob 0 1;,e ,;ou
    US
    e leercitn ,1,1,1 nu meiu
    lllicia pela grandeza da
    sita na ra de S. Jos, nao pedia ser {permillida a de teas ncerdolci e Titgeos
    Nlo he Silo opprimida de amaigras uo gemido
    mida tase que Voluntariamente ,s desprrloo por um
    nbjeelo maiar que loda gloria humana, que lancou
    abtum lempo no mondo om brilbo vivo, e f i bem
    codo sepultar em um claustro 11 gr.cas de leu e*pi-
    1 to e ile sn,i pessoa : esla mulher he" a irrua miui
    i:ieei de Pascal, Jacqueline, ir:i,.t de Sania En-
    pheniii.
    11 A' fallar a verdade, rsie asiumplo illiil naio-
    nlmt nte ilo lonco e isiiduo trabalho que lodo nos l'c
    un npoa per quasi don* airaos. No commercin intimo "
    qne msntivemus com Pascal, nlo pndiamoi deisar de
    encontrar sua familia. >eu pal Eslevlo, 111 duas ir-
    m.la, fjilberli r Jacqueline, araba be1 .. a c-i>tri-
    In sis; e de-.le enllo evprennamcs r irameiile o
    pesar qut sentamos p r se n9o lia, ennido, o
    que resta deslai dmi petsoas !iver'*,'en.t disline-
    las. o Seu e criplos e suas caria, re...i,lo. a' algu-
    iqa
    rtveren lo r.euou a primeira imprcalo
    raines de rali. O pai e o lilho iproiimarasa-se 1-
    pertamlo reciprocamenle as mise dizendo u-.v pa-
    ra o oulro :
    " Corno lendts pa'sad', John '.'Moito dem, 5r.,
    i' a vos? o Pai e filho lrilam-se qaasi ledas por
    sir e mnnsieur.na lingu ingiera, c e-le nwaosvll iba
    Burdell, cu- cuno esludo do interior, diz man que um litro Mi-
    tre esta, dom leiro.
    1 he ile uina j Entretanto, neste nllimns annn, 01 filho am-
    erlogrloide ricinos tomsram o hibita dt servir-sa de nma ex
    verendo Ma- prsalo mal intima c mais lerna pira Cam sea | ii.
    ai o Eckell por Elles o ehimimoid govarnor, vel'" gavernad. r.
    or Burdell. O ; a em tima romadia de Cos ornas, d liiulnda The
    depois de ler ; Young New-Vork o Joven Mew-Yotli qne fi re-
    (l.i A primeira edirrlohe'de ISi
    Ce ISld.
    pies sob-priora em Pono-Real dos Campos, nlo
    lomen oppor-ta ao proprio Arnauld, o errrvcu pa-
    ra ser-lbe enlreitue, nma carta de proleslo, que
    muila ve/, s se releva ale a '
    gumaa pa-sagens que de
    juizes mai* delicidos e mais severo.
    .. Nao possomill dissimular ador qu'me pene-Ueu\va i-lava'ou'i
    a tra alo liinilo do ei racao por ver que as nticas
    ;is a quem pareca que Deo. Iiouvcra confia-
    do -ua verda.le, Ihe sejim lio Inflis, so ouso di-
    ,1 xe-lo, que ni 1 lenllira coragem de e expor a
    n sollrer, quando deveriam morrer, para ninfea-
    ir sa la ltimamente. Sei o icspcilo que he devido
    o aos priraeiros poderes da igreja ; morro dio volnn-
    ii tariumente por conserva-la luviolavel como eslou
    11 prompla -' morrer, cora o auxilio oe Dos, pela
    > ronflstlo e minha fe nos negocios presentes; mas
    a nada vejo mais fcil que unir uina a' oulra canil.
    segunda'
    I, Moiilesquieu, Dialogo deSyllae de Lcrale
    om a presioneira urna conferencia u 1 pouco su.-1 presentado ein dezemhrn uliiu.......id airo dr l.au- i
    ra Ileene, vil-te um filho que nao soni'iile cherni-
    va emprp assim u respeilavel loler di seus dlas.mat
    aeompanhava esla designirtl de om paoradisebn
    a espadn ou sobren teir. O public- rii-ae, I
    chava muilo natural ess repasnanlc fimiliiri-
    da '.
    limadas rautai pirquen filhas interiranns .t
    inblrahirins dt lie cedo a lulelU de seas pai. a
    sua aulori.lide, lie porque elles s |,..m qtia, rasande-
    *o, nlo devem contar eom lenhum dote. L'm pii da
    fllhi tua bentlo e miia nada. !: enstume he
    geralmantt comiderade como um 1 virtue phtleee-
    pdica e patritica. As preprlai lilhii irm dit ar-
    gulhn. Bilis figuram qua .,, .,>! prncarad par I
    b lio albos. HaalgttaMi vena osas 1:1-1-. ,
    vezc |,e urna venale. A rsperalarlt
    i. ns essos, nirins spparenleqee no ta-
    ligo mondo, e ihi h. ineooietlavelmenta proeresae
    tob esla relarlo. Mai nlo te a'anciando h tartana
    de seus lilhn., deitindo-es entregutt a > mrsmes,
    sem hesiiaeio os pal ibdicaram sea direilo de exime e de tarar-
    c clauJeslina.' uta. Nada recebendv, os lildos ditptnnm a* pin,
    peila. ll.je elle er qae casara realmente o doul
    Burdell, 1 quem nlo ronhecera em seu leile de mor
    le. Teudo-lhe observado oju/., enca regado da
    vas-a. qoe elle nlo devia ca*ar rniig lem, sem que
    hontease certeza de na rienlidade, o
    elnquencia.Eis aqui al- | deu que nunca se davam a e-le Iradall
    01 aos ,,11 collegas e que nlo mam nerseca
    mil pessoas ptira saber so o par, que
    iao era estado de
    reverendo chegnu al a ronfetssr (|u
    ilmitor Burdell Ihe parecei.i Ira/.er un
    c.i paia disfarcar-M : mas que elle n io jal
    vei i,,quietar com lal ninhari.,.
    Oulro pastor, o '.reverendo l'allial
    dolado de iguaes sentlmentoa em ma ca miliimo-
    uial : leinlo uina jnven. chanmla r i! Iluker, de mas mu
    Umi honrada e opulenta familia lim, do por ura ro- lie, em I
    cheiro de sen pai, nma de-tas paixe
    slo maii rara no Estados l ni ios,
    ciara, que Dll sociedades aristneri cas
    muinlii.o benvolo pistar conssgrou
    e se 111 demora esla uuilo deiparalad
    MUTILADO
    pislor raspn- |
    1 elle nem os
    r sale "ii oilo
    llies a re-
    ser rasado, i).
    u pieleiiili.lii
    1 barba posli-
    ira de-
    I
    le, moslrou-se
    inormias. que
    paiz de ,1.....-
    do aoliee
    da reraclo mili. a pena, rt'aliia. 11 pie-- pta
    oh*m ao iliroia do Ii-.. viv... i"- a aassss anatm
    perleita h in.n.uern que .- ;, l,- ptraiat aai 1 --
    fru .1 > .I., m to am a. Aelaavvsssaaajaaeaava aea
    .......,1,1 1 1 r '.-Hiit'.nli .rn < l'i.>. Ua... rr... ia
    a ui campa; sal lari p.m.- .. d^ ei p r-..
    les parnflajar lasas : seersetC ... mtaaataari art
    , ..q re. 1 11. a itr Jo, .-,-. Il.e a <.
    r : ase elerno.
    Reqai c 1 ir, o -..
    P 1 l:c I.:** io M MU t ira.'.'-. ; at.
    ( \..:.ii-.
    gebra lawatet, s a. a, 1,1.
    t I, r:-. ,ii. i-, par Ir.
    Li-: ..1. SJ 1 .'i rh >i .
    llio le Jan., a. J pal Oaj '* '
    .'..';...! ; 1 1 m, d.' .;,v. i., je* r,
    Il de v.:: I.- '.-.
    1. ,1, paahil ',.' I> I. r r -..
    a a 1 naVacaBa aa par.
    a a lllilitade l'abll: I, 'I r
    a a Inalenaa $11
    S rt r-|f .- '. :i. ." .^rV,,(,!r
    le .. cees ,' fj I a '-
    ,:,n ':..-..' .
    i.." .....n .... I
    t e (*.. ) r' V| |. -. si
    a IClaWl.......
    PratS.l'alar,".a I, ... -irv......
    petan r.n*.., t:ar|-. ... .--ate
    11.tu. 41......... |gn

    -


    DIARIO DE PERNAMSUCO QUINTA fHRA 25 DE JCNIIO DEII -.,
    ALIAN UEA.
    Ilenliinoiiiii ti,) da 1 a 22. .
    dem do da _'......
    332:733.-.0S
    19:773*311
    352:5068819
    Desearrecam liojo 2" de junho.
    l.trr.i inglesaIlindooInora, cerveja e rarvAo.
    i: un infieli i.'.'i i M i\ ---II -i.- i.-..
    Uriana insflezMdrearetlie ttedel}bacalhao,
    Briuna muleCorbiererarv.1o.
    Birr* americanaAsaltafarinha da iriso.
    Birca linil ni ;e/..!Sphinifarinha il lri|-o.
    Barca portu^uea>". S. da Boa-viagemdiverso*
    Seneros.
    Escuna dinamarquesaMargarelrierango.
    itii.-n- brasileiroMana Preciosafumo e cha-
    rutos.
    IMPORTACA'O.
    Escuna porlaRaeza Kainha dos Afires vinda da
    liba de S. Micuel, rnnsisnada a Barroca & Caslro,
    mar.ifoslo o rsoinle :
    ~A) barricas farinha de trigo. 1,121 pedrasde mni-
    nbo. 3S ditas para paaais, .Vifi dilas para |aRamen-
    to, 6saceos com 5.6'H) pesos hcspaDlmei e brasilei-
    u>8 ; aos cousisnalarios.
    CONSULADO ('.ERAL.
    Kenilimenlo dn dia I a-J2. 100:4269170
    dem do dia 23....... 9:5819399
    110:0071869
    que o exame para n provimenlo da prime i- \ caria fechada, c a comparecerem na s.-cre-
    ra cadeira do segundo grao da freguesa da j tai ia do mesme hatalhao, no quarlel do Hos-
    Boa-Vista, ter lugar iw quinla eira, 25 do I picio DO dia 27 de junho correnlo pelas 10
    frrenle, na sala da direclona garal, as 10; lloras ila manhaa
    horas da manhaa.
    Secretaria da directora geral, 20 de ju-
    nho dn 1857. Antonio da AssumpcSo Ca-
    hral, secretario interino.
    Pela ospeccffo da alTandega se Taz pu-
    blico que do 1. de julho em diante, s pode-
    rlo agenciar negocios quecurram pela dita
    repatliQo : 1." os dimos ou consignatarios
    das mercadoriai e embarcarles ; i os eai-
    xeiros despachantes auloi isados pelo inspec-
    tor para os negocios do scus patrOas ; e 3.-
    os despachantes da alfandega. com autorisa-
    eflo por escribi do dono, ou consignatario
    O lilil, e llvm. Sr. director gcral inte-, ce, vinagre e lenha em achas ; convida aos | versas obrai de marcinehia novas e nsa-
    riuo da iastroccSo publica, manila declarar licitantes, a apre-entarem suas proposlas ci i ,|as inclusive iimaontima mobilia de Ja-
    caranda', cama francesa, meta elstica,
    guarda-loura, aparadores, commodas,
    marriuey.as de dormir, objectos de vidro
    e | ton'ella na para sala.louca a diversos vi-
    dros linos para mesa, utensis de casa, e
    outros mwtos objectos,etc., pertencentes
    a nina peSSoa f|ue se retira para lora da
    provincia, eurna ininidade dedifferen-
    se achara patentes
    no sohredito nrma/.em : sexia-feira do
    concillo, a s I I horas da manira.
    LEILAO DE SABAO' AMARELLO.
    O agente Pestaa fara' leilaopor conla
    de rpiem pertencer para fechar coritas de
    200 caixas com s&bao amarello, boje 2o
    docorrente as 12 horas da manliSa, na
    porta do armazem doSr. Aunes defronte
    da alfandega.
    I.
    Secretaria do mesmo hatalhao, cm 25 de
    jnnhode 1857.-Goilberme dos Santos-.a-
    ses Cadt, tenante secretario.
    Sao convidados todos os foreiros que
    tero deixado de pagar a devida pensSo em 3
    naos consecutivos a paginen! ateo Hinde
    julho, os que estiverem devendo; sendo que I ^ rticos c
    lin lo esse icm jo.se proceder como por con-'
    veniente aos intresses do mesmo patrimo-
    nio. .as tercas l'eiras das lian horas da
    tarde o serihor tiiesourciro su achara na sala
    do conselhi), para receber as niesnas pen-
    ses, bem como as dos mais foreiros, em os
    das mcrcadorias e embarcaces. Outras ; seus veiicimenlos.
    quaesquer pessoas que s> apresentarem a Secretaria do couselho administrativo do
    patrimonio dos orphaos, 23 do junho
    le
    1857.0 secretario, Manuel Antonio Viegss.
    TRIBUNAL 1)0 COMMEUCIO.
    DIVERSAS PROVINCIAS.
    Kendimeuto do da 1 a 22. 7:37toOS2
    dem do dia 23....... 226/38!
    7:6025171
    DESPACHOS DE EXPORTACAO PELA MESA
    DO CONSULADO DESTA CIDADE NO DIA
    23 DE JUNHO DE 1857.
    IlarralliinaPolaca he->panlmla Paula, Aranaga 4
    llryan, 32> taren algoio.
    Bre.ik-W^lorII ir. i americana nAzelia, Rtslron
    Rooker J C. 3,600 saceos ai'ucar mascavado.
    LiverpoolBirca iojleia Bnnila, James Ryder
    & C, 118 naccas algodao ; Nuvaei o C., 300 sac-
    eos assucar branco maecavado.
    LiverpoolBarra inslea Sarar, Jnbnslon Paler
    C, 600 saceos ssucar mascavado.
    (ibrallarBrieue inglez Oorsalcieteds, N. O. Bie-
    ber Ci 550 saceos assucar branco e mascavado.
    Bni-iio-Ayres I'jlaea liespanlnila. Madona.,
    Bailar i Olive ira, 7 pipas agurdenle.
    Li'boaKngoe poMnguez Pescador, Amorim Ir-
    mns. vi tjecos assuesr maseavadu.
    Porla Briena porloauez Trovador, Barroca
    Catira, 217 eouros seceos silgado*.
    Rio da PralBiisue mglez IfigiHtnelh, lasas,
    Curio 4 C, 320 barricas assucar branco.
    EXI'OKTAgAO'.
    Geuova, pol'ca arda Maria, do 200 toneladas,
    coniozo o seguinle 3,710 saceos com 18,330
    arribas de assucar.
    Angala, barca pnrtnsueza Maria, de 121 lona-
    ladas, condozio o segninl :190 pipas agurdente,
    190 ditas espirito, 1,100 barriquinhas c 30 latas as-
    sucar.
    QLiv-rpool por Maceio', brigue ingle/. aEnnerda-
    le, de 156 looelalas, eoodozio o seguinte :2,100
    saeco. rom 10..50) arrobas de assucar.
    BECEBtDORIA DE RENDAS INTERNAS tE-
    RAES DE PEKNAMBL'CO.
    Rendimenlo do dia 1 a 22. 2I):I2I>'.I7!)
    dem do da 23....... I.'I53S51I
    2k2713523
    CONSULADO PROVINCIAL.
    Rendimento do dia 1 a 22. 61:1GG97
    dem dn dia 23....... 6:9235210
    despachar ou agenciar negocios na alfande-
    ga, incorrerao pela primeira vez na multa
    de lO-i a 1OO.3 rs pela segunda vez, na do
    dobro, e pela terceira na do triplo alcni de I Por esta escretaria se faz publico que n,ps-
    lhe ser vedada a entrada na reparticao. as; La data infra, foi inscripta uo registro das
    mesmas penas incorrerSo os caiseiros des- embarcaces, a barca nacional llecife, pro-
    panhantes que agenciarem outros negocios I priedade de 1). Maria Florinda de Castro Car-
    queque n3o forem os de seus patries, rico, domiciliada ncsia cidade, tnestre da
    Alfan.iega de Pernambuco 18 de junho de i mesma Manoel Jos Ribeiro.
    I
    71:0895707
    <>>t>ismw0 $9 p0tf$.
    Navios enuauos no dia 23.
    Ponta Delgada28 das, escuna portugueza Rainlia
    dos Aj'ire, de 139 toneladas, capilAo Anlonio
    Jos de Medeiros, equipagem 13, carga 30 barricas
    com farinha de Irigo e pedias de mnendas ; a Bar-
    roca o Caslro. Perlence a ilha de S. Miguel, traz
    43 passageiros.
    Aracaly e AasII dias, hiale brasil.iro Capiha-
    ribeu, de 33 loueladas, rueslre l'rajano Aniones
    da Coila, equipagem 3, carga sal ; a Luiz Borgcs
    de Orqueira. Perteuee a Pernambuco.
    Ttrra .Nva37 dias, brigue inglez Margl. Red-
    ley, de 181 loueladas, capitn James Brown,
    equipagem II, carga 2200 barricas com bacalbao ;
    a < imiiIt- Brothers C. Perlence a Liverpool.
    Babia8 diai, barca americana toneladas, capilao John L'pbam, equipagem 10,
    carga em Uslro ; o Ilusin Rouker A; C. Perlence
    a Boilon.
    {vivios sabidos no mesmo dia.
    Liverpool por Maeehi flarra uiglea nnerdalle,
    capilao John l;earon, em lastro. *
    l.i-h 1.1 I!. !_ 1 porlogner. Tarojo 111, espillo
    EranciscoaAnlonio de Almeida, carga assucar, mel
    e couros.
    LisboaBarca porlugueza- l.igeira, capilao Ra-
    pliatl (. Ilrauco, carga asiucar e mel. Passageiro,
    Eduardo Power e 1 lilho.
    CenovaPolaca sarda Maria, capiblo T. Mazzine,
    carga assucar.
    1857.0 inspector. Rento Jos l'ernandes
    Barros.
    A arrematarlo dos objectos perten-
    centes a presa do palhabote negroiro, ter
    lugar na secretaria da polica, as II luras da
    manhaa do dia 1. de julho do crranle an-
    no, visto nao ler podido ter lugar no dia 17.
    do corrente mez de junho.
    A administracao geral dos estabeleci-
    mentos de cariJade manda fazer publico,
    que nos dias 25, 28 e 3o do corrente, pelas
    4 horas da tarde, na sala das suas sessoes,
    no largo do Paraizo, irflO a praga, pelo lem-
    po que decorrer do 1. de julho prosim fu-
    turo a 30 Oej un lio de 1860, as rendas das
    casas abai&o declaradas:
    Bairro do Itecife.
    Ras da Cadeia ns. 23 e 30 ; da Moeda 31
    e 35 ; da Cruz 15 do Encantamento 3 ; do
    Azeite do Peise I ; do Amorim 31 ; de Lapa
    5 e 8 ; dos Burgos 11 e 13 ; do Pilar 73, 71,
    93, 95 e 97 ; do Cordoniz 9 ; do Costa 4 ; da
    Senzala Nova 25, 26 e 30.
    Bairro de Santo Antonio.
    Ras da Cadeia ns. 6, 8. 10, 12 e 24 ; do,
    Queimado 15, 34 e 36 ; das Cruzes4 ; de S. I
    Francisco 3 e 5 ; Direita 3, 5, 7, 8, 15, 33 e j
    123 ; Nova 29, 32, 43, 48, 57 e 59 ; do Padre
    Klonano 13, 17, 39, 43, 45, 47, 49, 63 e C5 ,
    da Roda 1, 3, 5, 7, 9, 22, 29 e 3U ; de Moras
    30, 33 e 94 ; de Santa Rita 76 e 92 ; do Fa-
    gundes 32 e 34 ; dos Pescadores II ; da Cal-
    cada 30, 32, 34, 36 e 38 ; das Cinc) Pontas
    70, 98, 116 o 118 ; da VirftcSo 7 e 17 ; de
    Santi Thereza 4, 3 e 7 ; do Rosario larga 26;
    do Calabouco 2 e 18 ; do Cabug 3 ; de Se-
    nhor liom Jess das Cnoulas 8 ; do Noguei-
    ra 17 ; do Collegio 18 ; de Santa Cecilia 16 ;
    largo do Carmo 13 ; tiavessas de S. Pedro 2,
    deS Jos 5, 7ell; do Carcereiro 11, l3e
    17 ; becco da Carvalha 5.
    Bairro da Roa-Vista.
    Aterro n. 68 ; nas do Arago 8 ; da Ale-
    gra 5 e 46 ; Velha 42 e 73 ; da doria 65 ;
    da ConccicSo 5 ; becco do Cjuiabo 8.
    Os prelendentes devem compa'ecer as ho-
    ras, e no lugar e dias aprazados acompa-
    nhados de seus fiadores, ou munidos de
    cartas destes. Adverle-se, porm, aos inqul-
    linosque nao estiverem em dia, qu* nao .e-
    r3o recebidos seus landos sem que se mos-
    trean quites a quetn possi interessar. Ad-
    ministracao geral dos eslabelecimentos de
    candado 19 de junho de 1857.Oescrivao,
    Antonio Jos Comes do Correio.
    Soerctaria oo Tribunal do commercio de
    Pernambuco 23 de junho de 1837.Dr. A-
    prigio Jusliniano Ja Silva Cuimaraes, ollicial
    tuaior.
    3
    DO
    Com]
    Beberibe.
    Fica transferida aarrematacSo dos clia-
    larizes do bairro da Boa-Vista para 2(>
    docorrente, a's il horas da manhaa, soba
    base c condicfies ja' annunciadas.
    Eseriptorio daCompanhia do Beberibe,
    em sessio da direccSo, ~> de junlio de
    1857.O secretario, Gtiilhcrinc Sete.
    O con*elho adminislralivo do patrimonio dos
    orphilos, lem de levar a hasta publica em a sala de
    lose HesSe no dia 26 do corrente, as renda* das ca-
    sas do mesmo palmnonio, annunciadas para o da
    tli, vislo como nesso dia nao leve lugar a aireroa-
    UtQlo.
    Os licitantes heam de comparecer com os seos
    fiadores em a sala das eesadefl do mesmo couselho as
    II horaa da maoba dn mencionado da.
    Secretaria do eon nio ilos orphAos 23 de junho de IS 7.O secrelario,
    Manoel Anlonio Yiegas.
    i00
    D &|&
    ROTEISO BO THELEGRAPHO
    Na livrana ns. 608 da praca da Indepen-
    dencia ha para vender o roleiro do thelegra-
    pho, novamente reformado, com o nome dos
    vapores e outras embarcaces que deman-
    dan! este porto, a 240 rs cada um.
    .olera
    la provincia
    O abaixo assignado venden r a ana leja de
    bilhetes, no aterro da Boe-ViiLa n. 66, um
    quarlo 11. 1067, com o premio
    da loteria des. Lonrenijo da M:
    Jos Juaquini Silva C.
    Precisa-sede una criada
    tiva, somcnle pera cozinbar
    de pequea familia, paga-Be
    ll!
    le 1:300- rs.,
    ta.
    luimaraes.
    orra ou cap-
    lem una casa
    111 : a Irai.ar
    110 segundo 1:1 lar d > sobrado 11. 67, defron-
    te do viveiro do Mnniz.
    Por aiilni isacao do Illm.
    phaos, a requerimenlo de Froc
    Gomes, sexta-feira 26 dejunht
    la manha, na auiiicncia deste
    arrematados os alugueis da
    19, sita na ra doMondegoda l
    licuantes que a pretenderen]
    r. juiz deor-
    tioso Uartina
    , as 11 limas
    juizo, Berilo
    Kisa terrea D.
    oa-\ ista : os
    ilugar pode-
    ro com antecedencia examil a-la ; cerlos
    de que e.sla casa tditi 3 potlai de frente, 2
    sals, sendo urna maior o 01 tra menor, 2
    quartos, cozinha lora, cpcim ia propria.e
    um hom quintal todo murado, o com alguns
    arvoredo.
    Vendc-se o engenho Palijieira, sito na
    freguezia de Nossa Senhora da ".loria, de p-
    tima producan, com todos 1 s seus nfces-
    1 urna cria de
    n.*.
    TttEATRO
    fita

    I A
    -O Illm. Sr.inspector oa thesouraria pro-
    viucal, era enmprimento da ordem do Kxm
    Sr. presidente da provincia, manda fazer pu-
    blico, que no dia 25 do corrente, vai nova-
    mente a praca para ser arrematado a quem
    mais der o imposto de 2?500 rs., sobre o ga-
    do vaceum, consumido no municipio do
    Cabo, servindo de base para a arreinatagSo o
    offerecimcnlo de Joao Kvangelista da Silva
    Taboca, da quantia de 8:0055333 por anuo.
    As pessoas que se propuzerem a esta ar-
    rematacSo comparecara na sala das sessoes
    da juuta da fazeuda da mesma thosouraria,
    no dia cima declarado, pelo meio dia, com-
    petentemente habilitada, a ivertindo que as
    propostas deverSo ser langadis no correio,
    no dia da arrematacao, declarando a arre-
    oataeao que se pretende ao prego lixo, que
    seofferece, nao se admiltndo olTerta condi-
    cional.
    As habilitacOes tero lugar no dia 22 ilo
    mesmo mez.
    E para constar se mandou alliiar o pr-
    senle e publicar pelo Diario.
    Secretaria da thesouraria provincial de
    Pernambuco 17 de junho de 1837 o secre-
    tario. Antonio Fereir da AunuuciacSo.
    Ullltn. Sr. inspector da thesoararia de
    iazenda desta provincia, manda fazer publi-
    co, que, peranlea mesma thesouraria, e no
    lugar do costume, ha de ser arrematada de
    venda, a quem mais der, urna morada de
    casa terrea, sita 110 lugar do ilonteiro, que
    sendo penhorada pela fazeuda nacional aos
    herdeiros de Jos l'eruandes Gara, fui adju-
    dicada a mesma fazen la : os pretendemos
    r.omparecam no lugar indicado, no dia I.'
    de julho prximo futuro, as 2 horas da tar-
    de ; o para obterem esclarecimeutos a esta
    reparticao nos dias uteis, durante o lempo
    do scu expediente.
    Secretaria da thesouraria de fazenda de
    Pernambuco, 15 de junho de 1857. O olli-
    cial-maior, Emilio Xavier Sobreira de Mello
    O Illm. Sr. inspector la Ibescuraria provin-
    cial, em ruin 1 iiin.nl,> da resoluto da junta da ,i-
    wnda, anuda fazer publico que no da 23 do cor-
    renlo vai novameule a praca pata ser arrematado
    quem mais der, o reudiineulo do imposto de 20
    por ceulo sobre o cunsuuio da d'aguardenle no mu-
    nicipio de Seriuhaem, avahado em li- por auno.
    1-. oara couslar se mandou allixar o prsenle e
    puldirar pelo Diario.
    Secretaria da tbeiouraria provincial de Pernsm-
    buco, 15 de junlio de 1837.O tecrelariu, Amonio
    l'errcira da Annunciavo.
    O illm. sr. inspector da thesouraria
    provincial, cm cumprimento da rosolugSo
    da junta da tazeiuia, manda fazer puh ico,
    que a arremalag.lo d 0j,ra do empedramen-
    lo do aterro dos Afog.dos, foi transferida
    para o dia 25 do correle.
    E para constar se mandou aflixar o presen-
    te, o publicar pelo Diario.
    Secretaria da thesouraria provincial de
    Pernambuco, 18 de junho de 1857.-0 secre-
    tario, A. P. da Annunciacao
    Director.;* (las obras ini-
    litares.
    Quem estiver habilitado como mestre do
    pedreiro ou como ollicial do mesuo ollicio,
    equizer engajar-se para ser empregado no
    reparo da forlde/.a dos-iautos Reis Magos,
    na provincia ao Rio Gran le do Norte, com-
    pa-eca nesta directora, onde se far o en-
    li gajamento at o lim >io corrente me/.. .
    CONSOLADO DE ltliENOS-AYKfcS KM PER-
    NAMBUCO.
    Por ordem superior man a-so publicar pa-
    ra coiihecimemo de quem competir, as se-
    gu ules leis :
    Ruenos-Ayres, maio 15 de 1857.El sea-
    lo y cmara de representantes del esudo de
    Buenos-., y res reunidos en assambla gene-
    ral, han sanecionado cot valor y fuerza de
    ley lo siguiente :
    Arl. 1." Su'iurinie se el derecho de tone-
    lage para los buques de alta mar do todas
    las banderas que entren a los puertos del es-
    tado des pues de la publicacin de la pre-
    sente ley.
    Art. 2." Communiquese al poder ejecutiva.
    Sabhado 27 do corrente.
    Ql IM.V-ilECU'V DA ASIGN.Vl'UIA.
    Depms que a orohestra tiver execulado urna de
    suas novas e bollas ouvertoras. dar fl^scun 1 ao es-
    pectculo a muio eugratada comedia eorSrtros aclos
    0 COJiDE M PtlGUlV.
    Ha espusado lecer elosios a essa nrodiieeao do Sr.
    Ahranches, p|| a IcallacJKl que merecru quando
    pela primeira vez foi representada, he man que
    sullirieule para demon Ern seguimoplo ira o bello vaudeville em um acto
    que tanto agradnu
    POR CMJSi S)E M HLG4RISM0.
    Em eenlioaaeSa a Sra. D. Isabel canlai a lida
    caueonela lie-panliola;
    ^Qt>''ik^. ^Jr^3
    1 111. 1 --.r. o diverliinenlo a nova comedia ero um
    Uto ornada de msica nanea representada ueste
    DE LEOES.
    lliealro
    Q CACA03R
    A ociediOe Urainalira espera toda bcnevuluucia
    da parle de seus protectoras.
    Os bheles achem-ee a venda no escriplnrio do
    Ihealto.
    Principiar as S lloras.
    Buenos-Ayres, maio de 18.37.El sena-
    do y cmara do representantes del e>tado da
    Ren iis-A y res, reunidos en assambla gene-
    '''i-y&
    .
    ,0
    Pri'.lende saliir com brevidade, a Ii.ir-
    ea portugueza Paquete Saudade, por
    ter parte da carga prompta : para o res-
    to que llie falta c passageiros, para os
    quaes letn excellentes cummodos, trata-
    se com os consignatarios Novaes i\ (]., ra
    sageiros, trata se na ra do Vigario n
    coiiipasiiiia
    de paquetes0 vapor lid
    g-a-Brasileira
    ral, han sanecionado con vafor v fuerza da \. ... ,
    ley lo siguiente : d0 "aPlcn* '- u '-'oin o capilao, na
    Art. 1 Supprime se el derecho de paten-. prora,
    tes de cabolage, creado por decreto de 2t de Para o Aracaty segu em poucos dias
    diciembre de I8M, para los buques que en- I o hiato Capibaribo, por ja ter parte de seu
    tren a los puertos detestado, des pues de la carregamento promplo : para o resto e pas-
    promuigacion de la presente ley.
    Art. 2 La collecturia general espeder cu
    papel sellado de cuarta clase la palete de
    navegacin para los buques de cabotage, la
    cual sera renovada annualmeute.
    Art. 3.- Communiquese al poJer ejecutivo.
    iluenos-Ayres, maio 20 de 1837.El sena
    do y cmara de representantes del estido de
    Buenos-Ayres, reunidos eu assambla gene-
    ral, han sanecionado con valor y fuer/a de
    ley, lo siguienle
    Art. i." Oueda reformado el articulo 41 de
    la ley de Aduana de la manera siguiente :
    Arl. 41. Eos commercianles aceptaran lel-
    tras pagaderas a seis meses se pasase de mil
    pesos el importe del derecho, el que no pa-
    sare de esta suma, ser satisfecho al cou-
    tado.
    Art. 2.- Communiquese al poder ejecutivo.
    Buenos-Ayres, maio 20 de 1837 El sena-
    do y cmara de representantes del estado de
    Buenos-Ayres, reunidos en sssaunbla gene-
    ral, han -aii'vi ii.ni.j con valor y fuerza de
    ley, lo siguiente :
    Art. I." Aprubase la esecncion de los de-
    rechos dealmacetiage y esllngage, concedi-
    da por el poder ejecutivo en su decreto fe-
    cha 10 de enero ultimo, las mercaderas
    que so estrajesen en transito para fuera del
    estado por los primeros doce meas de su
    deposito.
    Art. 2.- Communiquese al podor ejecutivo.
    CONSBLHO ADMINISTRATIVO.
    O consclho administrativo lem -:e contra-
    tar para forneciment os gneros abaixo
    declarados, para o rancho da companhia dos
    aprendises menores, durante os niezes de
    julho, agosto o setembro do corrente anuo :
    Assucar somenos relinaijo, caf em grao,
    cha hvson

    :
    No dia ^5 de.le mez tspera-se de Antuerpia a
    Souihampluii, o vapor in^le/. IIVItASPE?, primeiro
    di'sla linha, o qu il, depuis ti 1 demora do cslume,
    seuuira para 11 iiua e llio de ,'aneiro : para paseeajei-
    ros, ele., Irela-se 110 eacriptorlo dos agentes lien-
    r\ l-'orsler ivv C, ra do Trapiche O. S.
    i) vapor hlice CELT, sehir para Baha s..i
    hado -Jtt do enrenle, e a mala f'-cha-se no correio,
    as 10 horas : aeve-se adiar tqui de volla, para car-
    regar para Liverpool, aleo lim do met.
    Para o Porto a barca portugueza N- S.
    da Boa-Viagem, pretende seguir com a pos-
    sivel brevidade: quem na mesma quizer
    , pSes de 4 oitgas, manleiga fran- carregar ou ir de passainm, para o que tcm
    ceza, arroz do Maranhao, bacal'no, carne
    secca, dita verde, farinha de mandioca, fei-
    jiio preto ou mulalinho, loucinho de Santos,
    bolachas, azeile doce, vinagre, lenha.
    Quem quizer fazer dito fornecimento a-
    presente as suas propostas em carta fechada,
    11?. secretaria do couselho as 10 horas do dia
    30 do correle mez.
    Sala das sessOos do couselho adminislra-
    asseiados commodos, dirija-so aos consigna-
    tarios Thoniaz de Aquino Konseca & Filho,
    na ra do Vigario n. 19, primeira andar.
    ENFERMARA r)O4.BATALIIA0 nr. AHTI-
    LIURU A PE'.
    O conselho ecunomico da mesma enfer-
    mara, contrata o fornecimento das dietas
    rara as pragas que tem do ser all tratadas
    durante o semestre a contar do 1. de julho,
    0 31 dedezembro docorrente anno, cons-
    tando dos seguiotea gneros de primeira
    i|"'lii],i.l.): assucar refinado, arroz, bola-
    chlnbas ingl.zas, chocaf, carne verde,
    farinha fina de mandioca, farinha de tapioca,
    rrangos, gallinbas, goiaba-la, lenha, leite.
    manleiga, ovos, pBes de quatro ongas, sal,
    loucinho, vinagro, vinho tinto, dito branco :
    as pessoas que quizerem fornecer taes gene-
    ros, enviaro suas propostas em carta fecua-
    da, na secretaria do dito balalh3o, na cida-
    de de Olinda, al a 11 horas da manhaa do
    dia 25 do correte.
    Enfermara do dito btalhSn, na cidade de
    Olinda, 18 de junho de 1837.Jos Auloili'j
    de Araujo, t.- lente ajudante.
    Para o Rio de Janeiro.
    Vai seguir com milita brevidade, por ter
    parte de seu carregamenlo promplo, o bri-
    gue nacional Maria preciosa, cepitao Fran-
    cisco fclves Mein ; para carga c passageiros,
    tivo para fornecimento do arsenal de guerra I escratoa afrete, para os quaes tem excel-
    sa de junho de 1857Jos Antonio Pinto, lentes commodos : trata-se con
    tentnle-coronel presidente Interino. l!er-
    nardo Pereira do Carmo Jnior, vogal e se-
    cretario.
    O illm. Sr. inspector da thesouraria
    provincial, <-m cumprimento da resolugoda
    junta da fazenda, manda fazer publico, que
    a arrematagfio do fornecimento dos medica-os consignatarios Tasso IrmSos.
    "lentos e utensis para a enfermara da casa
    de rielengao, fica transferida para odia 30
    docorrente,
    E para constar se mandou allixar o presen-
    te, e publicar pelo Diario.
    Secretaria da thesouraria provincial de
    Pernambuco, mide junho de 1857.O secre-
    tario. A. F. da AnnuociagSo.
    O conselho econmico dobalalbSo 10
    de inlantaria, ten.io de contraln' para o 3.-
    Inuipstre do corrente atino, a ront dejulnoa30 deaelembre, os gneros "-ii-
    menticios du primeira qualidaie, para as
    piagas do dito baUllio, a saber, paes de
    ebongas.cal'ein grSo.assucar mascavado
    rehilado, carne verle, dita secca, bacalhao.
    como seo con-
    signatario Francisco de Paula I'igu.ira de
    Saboia, em seu eseriptorio ra do Apollo
    n. 5.
    PARA O CLARA'.
    Ohiate novo Olinda, mestre Custodio Jos
    Vianua, para o resto da Carga, trata-se rom
    PROVINCIA.
    O Sr. thesoureiro das loteras manda
    fazer publico, que so acliain a venda, no
    pavimento terreo da casa da ra da Au-
    rora 11. 20, das 9 horas da manhaa a's 8
    da noite,bilhetes, meios e quartos, da se-
    gunda parte da primeira loteria do Re-
    COlhimentO de Nossa Senhora da Concei-
    cSo de liuda, cujas rodas andam 110
    dia i~ de iiinlio.
    Thesouraria das lolerias 20 de junho de
    I8.")7.Josi^ lanuario Alvos da Maia,
    eserivao,
    Vende-se a verdadeira graxa ingle-
    sa n. 97, dos afamados fabricantesDai
    A: Martin, em barricas de 15 duzias de
    potes: cm casa de James Ctabtree & C,
    roa da Cruz n. 42.
    Aviso atts caixeiros.
    Precisarse de caixeiros, na roa da Ca-
    deia do lecile n. O, primeiro andar,
    prestando una lianca de 200JJ000, ven-
    eendo o ordenado de 200S a (iO.s.
    rVlugam-se duas casas terreas do po-
    dra e cal, na travessa do Trindade: a
    fallar com Frederico Gomes de Oliveia,
    com taberna no aterro dovMopado.
    ''38*^9**3 99>Msf> ^ O Dr. em BMdidda Jos Sergio Eerreia, ;
    1$ re volla de su;i viacem ao Hio de Janeiro, ?;
    '5 eIA residiudo na prara da Itoa-Yisla r.isa n Qg
    :i$ 19, primeiro sobrado ao entrar na roa do J
    II AragSo, onde pode ser procurado a qualo;uer *.
    ;v hora do dia oa da noile. Q
    O (taifa23dejando de 1857. i
    (l abaixo assignado agradece aos lllms
    Srs coronel e major, c mais ofciacs do oi-
    tsvo batalhSo de infantaria, aquarlelad s na
    fortaleza das Cinco Pontas, as Bnezas e cou-
    si ieraQoes com que sempre o traiaram du-
    rante o tempo cm que alli estove estaciona-
    do, de ordem o poi obsequio do Illm. Sr. Or
    chelo de polica. P>ecife -23 de junho de 1857
    Jos Antonio Lopes
    -- A pessos que aebon um maco de papel
    que oertence a Cuetano Pinto de veras, po-
    de restiluir-lh'o, quer na alfandega, das 8
    horas da manhaa al as i da tarde, nos dias
    delrabalho, e nos dias que nio forem de
    Irahalho, na casa de sua residencia, roa d<
    S. Francisco n. S.
    (MAS DE FEftBO
    Excellentes camas de ierro para solteros :
    vendem se no eseriptorio do agente tllivei-
    ra, ra da Cadeia do Recife n. 69, primeiro
    andar.
    As pes-oas que desejarem fazer seguir
    aosaeus lilhos, juotamente com os alumnos
    do governoos cursos preparatorios, appliea-
    dos a industria e a conslrucco das machi-
    nas, podem dirigir-se aoSr. Colsoul, enge-
    nheiro machinista do arsenal de mariuha,
    das 10 horas da manhaa as 4 lia (arde.
    Precisa-se de UTia ama que saina cozi-
    nhar e fazer todo o mais se; vico de casa :
    na ra do Caldeireiro, taberna n GO.
    i.iiiem precisar d>< um menino brasi-
    leiro, de Ir. '< de t-'t anuos, para caixeiro de
    loja. oque d liador a sua couducta, dirija-
    so as Cinco Poi.tas n. 71.
    Precisa-se de urna ama que saiba co-
    zinliar e engumtrar, para casa de pouca fa-
    milia : nos Bairros Baixos, defronie do si-
    tio do banho, em casa de Antonio Sigarreiro.
    Em dias da semana passada appareceu
    na padaria uo abaixo assignado um cabri-
    uha que representa ter de idaae 9 para 10
    anuos, pedindo o empregasse em algum ser-
    vico, mandou-se cntiar, e inlerrogando-se,
    disse que era lilho da matriz da Varzea c
    que nao linha mais pai e nem mi, c per-
    gunlf.ndo-se-lhn em que se empregava, dis-
    se, em tratar de uns cavallos no mesmo lu-
    gar, mas que era maltrata lo, e por isso fu-
    gira para a praca, rnaniou-so entrar para
    dentro a que ah se fosse entreten lo, e man-
    dando-se indagar naquelle lugar pelo Sr.
    los l.uiz que lem Dor alii bastante relacftes,
    nao houve quem Ihe des.ie noticias d-. co-
    nliecer tal menino ; inlerrogando-se segun-
    da vez, desconlia-se ser captivo, e po" isso
    avisa-se pelo presente annuncio a qtum di-
    reilo tiverao mesmo cabritilla, como escra-
    vo ou como forro, de. o procurar quarlo an-
    tes na dita padaria, que dan lo os sigoaes
    certos se Ihe entregar, corto de que o abai-
    xo assignado nao se respousabilisa pela sua
    luga por nao ter a certeza de ser forro ou
    captivo Manoel Antonio do Jess.
    Ama de leite.
    Precisa-se de urna ama de leite que soja
    -fia e leuda boin e ba.-daatc leite, anda mes-
    mo trazendo algum lilho de 4 aunos para
    cima, nao faz diHereni;a ; assevera-se que
    lera nina boa paga c hom Iratamenlo : na
    n.a Direita n. 06.
    Vende-se arroz Carolina a 2^300 a ar-
    roba e too rs. a libia : no Pateo do Paraizo,
    taberna do finado Nicolao 11. 16.
    Vende-se um escravo nioco, de bonita
    figura : na taberna do Marcelino, ra do
    Itangel.
    Veiuio s
    sal do issu' a bordo do biate Capibaribe : a '";
    tratar na ra do Vigario u. .
    Vendem se saceos com farinha muito
    boa e saceos do abiueire, por pretjo comino-
    do : na ra da Madre de lieos ti. -1.
    Vendem-se
    saceos com arroz pilado do llio de S. fran-
    cisco a 1/800 a arroba: no annazem do caos
    do llamos, tic Jos Mai ia l'ernandos Tiloma/..
    sarios, capella
    de vivenda com boa mobilia, e hom cercado :
    a tratar no engenho da Serra, com o tenen-
    te-coronel Francisco de Barros Cavalcanti de
    Queiroz.
    Vende-sc urna preta criojul do 20 an-
    uos, perita costureira, engomma bew, e co-
    zinha o diario de tuna casa, coi
    4 me/es : a tratar na ra i\0va
    O Sr. Dr. Joaquim Jos Tpixeira, pode
    procurar urna carta no esenpte rio de Manoel
    da Silva Santos, na ra da Gal eia do llecife
    Precisa-sede um meninu para raixeiro
    de taberna, com pratica, ou cm ella; no
    largo da Ithcira de S. Jos n. I, taberna de
    Jos Berna rd i no Alvos.
    - Precisa-so de umamassador: na ra
    da Senzala Velha n. 04.
    - O abaixo assignado olTe-ece sua pro-
    priedade llibeirfio a quem qi izrr levantar
    um engenho e licar nelle da re deiro ; he de
    extraordinaria produccSo para oda lavoura,
    tem proporcOes para safrejar -i 000 pSes an-
    nuaes, e moer rom agua, com acude, mas
    nao exige que se taca d'agua ; da 10 mil to-
    ldas e alguns tijolos, que ja em promp-
    Lotera
    DA
    a
    IMi.7 1:5009
    833 300a
    i'-.jl loo'
    '.2:1 50*
    2444 50*
    rovaisea.
    O abaixo assignado venden os seguintes
    premios:
    2 quartos .Numero
    1 hilhete
    1 meio o
    1 dito
    1 dilo
    O mesmo tem exposto i venda ns -cus fe-
    li/.i-s bilhetes, meios e quartos da segunda
    paite da primeira I teria o rcculliimeoto da
    Coucei^ao de lilaila, os oua"s nao esllo su-
    jeilosav) descont > dos oito -ior rento lei.
    Por saliislianoile Aquino Ferreira,
    Jof Foitunato dos Santos Porto.
    Quer-se u;n mestre de inglez para
    duas pessoas ; na rui uo Vigario n. 22, pri-
    meiro andar.
    O Sr. Ignacio da Molla Vieira tcm urna
    carta vinda do I isboa, no eseriptorio de Ma-
    noel Aives Guerra, ra do Trapicha 11. 14.
    OSr. Francisco Joao l.iusqueira ter a
    LOTERA.
    DA
    provincia.
    O abaixo assignado participa ao 1
    vel publiio, que vende 11--1 11- Irli/.- b IIm
    Les, meios, e quarlo-. (satos prc,..-
    uiencioiiados, aSStdoda iiiaiitia u.- Mi 1.
    I aia eiu.a, a dinneini a > isla ; na ra da < a
    dea do llecilo 11. V>, e.-ijiiina da Madi<-
    l)COS :
    BilbelM .-V0O rcreU- .Viim-
    .Meios -J-70O > UHJ
    Unirlos 1-350 1 j.-
    P..r -ali.-tiaim de Vquitm I ir.M 1,
    Jos Fortunato dos Santo* ;
    """ WM* "fir rr. nondadedeapparecHr na Inja de A. Bezerra
    com seus ornamentos, case ..... ,- ,,:, ., ,,B
    de M Lira, ra do Queimado, a negocio de
    seu interesse.
    iv:
    a o levanta-
    arias gara 11-
    ihalho da O-
    fallar com o
    eonsequencia da sua viagern 3 furo;.. Que
    rendo pois algum dos constituintes daquel-
    les senhores, entender se com o mesmo Dr.
    liibciro, a rcspeilo das causas pendentes ou
    de outras queqneiram iniciar, deverdin-
    gir-se a ra do Crespo n. 6, primeiro andar,
    eseriptorio dos llrs. Alcoforados.
    I \ AO riiiiico.
    Grande sorti-
    ment de faveenilaa de to-
    (l;.s ;is qualitiades.
    e seda laviada, rnsaSo.
    Hilo dito liso mullo lArso. fos-ado. .
    Hilo de rres lisa muito s.q.erior .
    | Ko annazem de faxendas baratas, ra do 's Sallm preto cm, coan. .
    ..: Collegio n.* 2, l'""" {">\i""", J r"r"-
    ?3 *J Piineluia de seda de cores m,
    tos, nioen a e laixas. e nao divida empres-
    tar a juros alguma quanlia pa
    ment da obra com as necess]
    tiasi, dan lo como paga do tr
    bra alguns anuos da renda :
    Sr. Joo Pinto de Lemos Junio em seu es-
    eriptorio, praca do Corpo Santt Francisco
    Elias do Reg Oautas.
    LOTERA do
    lio de Ja-
    neiro!.
    AOS 20:000$, 10:000^' % -:000s.
    Na praca da Independencia n. 1-0,
    acham-se a venda os novos Ijiillietcs da lo-
    tera l" do Hospicio de P'dro II, iiue
    devia correr de 0 a 22 do
    listas esperamos pelo vapor
    deveaqui cliegar de 2 a '
    futuro jullio.
    . .- a n
    Q No da 12 do rorrenle msx f^pio do liotpl "
    JO da Barra 1111. escravo de Aiiolk de ai unios K
    k de idiit-, baiso, psrnas lorias ejOni OSM ere. J
    9 cido ni. hombro direilo. Aquella qn* v preo- BJ
    vj der e o levar ao dito holel rea'eiiero?aiiien- t
    le lecompenmdo. n;
    efts>
    .'-.i
    ftJM
    1-.
    B lnds e. pre^i-.
    . .i alisa 1..-. ce
    }Si vende-se um completo sortimento de Ta- ji' ,H,|......
    / zenrlas finas e gros*as, por mais barato 3 Ch'lr de cores, com qaadms de seda, ce-
    pret-os do qua em outra qualquer parte, Rl va,............
    *g tanto em porcoes como a retalho, affian- 5 V^"I I**""" "">*" "-
    ^1 cando-se aos compradores um s pre^ |||Ua eaad ds nov.'. p'a.lrf*. essW '. ".
    g para lodos: este eslabelef iraento abrio-w i j Msurilaiii de eda com coco palmo de
    i* de combinacao com a maior parladas ca- w I,. Iar=ur"ieovado. .
    iTsan
    presente; as
    brasileiro[ue
    do prximo
    -----Aluga-se um preto para} servico de ar-
    to zem ou servente : quem o
    ombinaeo com a maior parta das ca- jg
    3 sas commerciaes inglezas, franeczas, a'.le- J^
    jjj mies e sussas, para vender fazendas mais JS
    ^ em conta do que se tem vendido, e por isto z
    B ollerecem elle maiores vaniagcns do qua *t
    lb outro qualquer; o propriettirio deste im- **
    portante estabelecimenlo convida todos g
    B os seus patricios, e ao publico em geral, S
    S para que venham (a bem dos seus inte- 5
    resses) comprar fazendas baratas: no ar- *
    ?^ mazem da ra do Collegio n. 2, deAn- j|
    v^ Ionio Luiz dos Santos & Rolist.
    mKMmmmsmt -n^mwimismm
    Roga-se ao senhor que arremalou no
    leilSo do dia 25 do mez passsdo, na porta da
    alfandega, 1 caixa com queijos llamengos,
    que lenha a hondade de vir pagar a quem a
    comprou. do contrario snra seu nome e mo-
    radia publicado nesta folha.
    ^a ra do Queimado n. 2, existe urna
    encommenda vinda de Haeei para o padre
    Olympio Marcelino de A'.leieia e Silva.
    Aluga-se um sitio na entrada de San-
    ta Anna, junto do sitio do Sr. Me. Celraont
    k c.., rom os seguntes commodos : acaba-
    do ha pouco tqmpo, 3 salas, 10 quartos, co-
    zinha fora, cocheira para :? carros,estribara
    para 8 cnvallos, sen/ala para 16 tscravos,
    quarto para feitor, boa cacimba, plantados
    os arvore los lodos de novo, boa hortaliee e
    jardim : qumi m "ten ler, dirija-se a ra Ve-
    lha n. 51, casa de Manuel do Nsscimente da
    Silva Bastos.
    *... .7... ....'.....i.. ~. ... ...,-.-.. --v.*h .-^. .-.
    "loti5ca %
    l?l'l
    1-S..I
    asaa
    7'"
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    IHl
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    ti-S..,
    :~ I
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    1IS.-S"!
    IHWI
    I al
    ..-.I
    -.- tm
    .- ai
    lassaj
    laai
    pretender, di-
    rmios.
    rija-se a praca da Independei ca. loja n 3
    Precisa se de um caixe rn que lenha
    pratica de taberna : na ra di) Encantamen-
    to 11 77.
    k as&o
    Avisan aos seus freguezes, jitie as ultimas
    tarjabas de trigo Kichuiond cargadas ao mer-
    cado, sao ven.lidas em seus a mazeos, pelos
    segu ntes procos :
    Galega 25>00U por barrica.
    Ilixdll V-Hl iderti.
    O Hance 23:000 idem.
    Colombia 823000 ideri.
    Alem destas lenj farinhas novas de Tries-
    te das marcas SSSF. Fontana c primeira
    qualidade ; assiro como comileto sortimnn-
    to das me.lliores marras do Ph ladelphia, .No-
    va Orleause liallimoru.
    Ueseiicamiuhou-sc na occcasiSo do em-
    barque para Coiauna, na burea Concei^So
    de Maria, ancorada no becco do NoroODa, 1
    caixilo com 100 libras de rapi e julga-se ter
    esse embarcado em tuna barcaca do mesmo
    nome, pcilencenle ao porto d Hio Formoso :
    quem do tal objecto soubor, lenha a bonda-
    de de dirigir-se a ra do Vigario, tabeina
    de Joao Sim.io de Almeida.
    Candida Francisca da Lapa, subdita
    brasileira, retra-se para Portugal, levando
    em sua companhia seu lilho pienur do nome
    Silvino.
    Urna lamilia true vive cm Lislioa,re-
    eche cm sua casa ate 2ou ~> meninos, t|ue
    setis pas queiram mandar estudar, dan-
    dr>lhescama, mesa, roupa[lavada, medi-
    ante a paga de OOrs. diarios, pagos tres
    mezes adiantados : a senhora tambemse
    encarrega de educar urna ate duas meni-
    nu, ensinando-llie as prjmeiras letras,
    Historia, lieographia, muiiea, piano ou cus das sarnas, ulcera
    I,.._ 1 1 1 '. 1 111 ,1 parto-, da idade crttic-j
    harpa, bordar de toda a qdalidade, tola, ieui,ar hnmres;
    a sorte de costuras, danpo-llie cama,
    mesa e roupa lavada, mediante a ciuantia
    de l.s'O(H) diarios, pagos tres me/es adian-
    tados (entendem-se esta quantias cm
    moeca lorie,: a quem convier podera'
    dirigir-se a Ivpograpliia deste liario.
    pode 11 do (car certos os senhores iiuecon-
    liarem seos lili ios, que acliaro /.co, cari-
    nlioe vigilancia para seus lilhos.
    -Tni tOUtCOVtf
    EU PERNAMBUCO ?*.
    no i>i. *P
    SABINO OLEGARIO L. PIMO. U
    Ra de Santo-Amaro (."(lim- ';
    do-Novo 1 n. "'
    ?i Nesle eslalielecimento etislem os meic.i- ,;
    jah menlrs mrfis adrqiiadus ios clima* do nor- ."'.
    ..'" la, preparados com a maiur vigilancia pelo .j,
    '. ." pr iprielario.
    An F^iisiein mediramenlos preparados no Hio ^
    .v do Janeiro, que se vendan por presos bai- A
    2* ios, mas n5o m garanle asa effieaet*. ";"
    S A etperiei.ria lem d imnnstrado que m i |
    .-.. rnedlcamenloaaqo prrpurados produzem ,'.
    ..* melhor pfTeito, ca Das provincias do norte, -..'
    "'jj do que os qoe os que v*-m de fora. "-
    ^ Os precos silo liir.s, stndo mais caro, por
    seren mclbore*, os preparados em Pernam- '.,.'
    buco.. r^
    TMESOll.O IIOMKOPATIIICO ;'-
    00 {'.
    Vade-Jifecttm o
    no
    IO.vR'^ATA &
    pelo dr. :':-
    sabino olegario l. i'iniio. $
    Esta preciosa abra contina a vender-se S
    na botica central, a lOsOOO em l.rorliora e pl
    llrOOO cncadernada. v,^
    9 :;:::::: m S>&&H2S**
    S;;. .-. ..y .-.. .. .,, ... .-. ^. .f. (TV* .-. ..
    ;:- lrusi. ^iSeiihorado Bojn- <;n-S
    I '

    O
    o


    sel no.
    A mesa administrativa avisa aos
    innaos e mais pesso?s, liuea missa
    dos domingos e dias santos da dita ';
    irmandade, lie a's 10 horas da *'*
    manhaa. ; '
    \J-.- ;...;,..- ...-..-:;,.. r..:\:,::,. ..^.:
    Uadania liosa Hardy, ra
    3i -v.. 11 94,
    tem recchi to de Franca um grande sorti-
    mento de chapeos de seda para senhora, d.'
    todas aseles, rliapeozinhos de alba aber-
    tos, ditos de palhs de arroz, ditos de seda i
    I para meninas de 3 a 7 annos, corles de seda I
    As melhores iiueat hoje tem apparecido para noiva, lavas, capollas, mantas, rucias,
    SECaETARUS.
    1.rsoluia de seda r listras Mathadae, c.\.iio......
    Sedas de quadres bonitos pudrn cavado.
    Duqucra de seda com ramasem, corada. .
    Muiilinj braasea e de cores, coeado. .
    Chitas Iranceai final........
    Irondolina de seda para vestidos. .
    Cassas franeczas finas de bonitos padi.~,
    vara.............
    Arsentini de cores escoras, com Mlp.cos de
    seda, proprin para palil.H......
    Ualiina de seda prei.i com lustre, para id-
    ilios.............
    Corles de veslido de seds para enbora.
    mal- superior que lia no mere ..le. .
    Lava de eda de todas as quah ades. para
    liomens, senhoras e meninos.....
    Lencos de eaafcraia bordados, meile linas.
    Hilos de 1I1I0 de liitho Ish.is parj m^o. .
    Corles de casemira prela e .1 aAraa. .
    Cortas decollelet dccui^urao de seda, de
    varios i.die-, matizado......
    Corles de Lia inaluada para olida., de
    novo, padres, com !."> ntidos rea*
    um.............
    Chapos de massa IhMktaaaa formas nata..
    Pablos de alpaca prela. lino-......
    hilos de ;,lp,'-.i e sansas tle cores.
    tioirlolits de alpaca pela e de r..re-. .
    Chales de menn.. bordado a tellaoo gran-
    des.............
    Ditos de dito bordados a seda. ....
    Hilos tle dito rom lislra de seda. .
    Kilos de dilo com barra .lindo-. .
    Ditos de dilo li.os.........
    Hilos de tillo com Bruajaa de Lia ....
    Dilosde l.la adamascados SieSraa. .
    tiesta francen -uperur de (..r-, '.me.
    RaaalruSa rama mudo aaparteaao, pa-
    ra senhora.......... 'ry.ai
    Km frente do becco da Conirre;
    loja de f-rr.igens. a efjaeptkl de lt/-n,;.. n. Isi.
    C. STAP.Ii c\ C."
    respeilosanicnlc aun.iiii iaiti, tiu.' h sai .
    tenso estabelecimento, ni Sasntte An, ,
    coulinu'a a fabricar com a maior 1 ,
    e proinplidao, toda qualidade de nurlm.i -
    mu para 0 uso tic agricultura, navej...;., 1 .
    manufactura, e que para maior camas .
    seus numerosos IrOgoeiM ednpeili ., ,
    (.'eral, tem aherto em un dos asraatttss arn.a-
    zens tit, Sr. desquita, na ra do lrum, alr. /
    do arsenal de maritil.n, u.'i
    l'EPdSin DE MV(lli\A-,
    construidas no dilo sen r-UiM-lr.
    Alli acbarioos compradores um romp. 1
    sortimenlo tic moendas de cin-ia, sajas 1
    os DMlhoramentos aiguns .1,1,,-- ik.k., ,
    origioaes a que aespenencia de m..
    nos lem mostrado a nccesM.iad.-. asssfjiaaas
    de vapor di; haixa c alta prosa.., SMSSSai de
    todo lamanho, lano batidas t-tuuu tu. ...
    carros de miio e dilos pira condetir inim.,
    de assucar, machinas para moer 11..111J1.,. a,
    prensas para dito, fornos de ferio b l, ...
    para familia, arados de Barra da niai-.aj.prs-
    vada conslruceao, fundos para alambiques,
    crivos c portas para forn.iihas, e urna iiiiin-
    da.le de obras tic ferro, que sera eiiU.Pti.lict
    enumerar No mesmo depo.-ilo i-\isir MBa
    pessoa intelligenlc e lu'.ulita.la par rcctb'r
    todas as encommen tas, ele. ele, que o
    annuneinntes contando com a capariu.de te
    suas ollicinas e machinismo, c |>enci* de
    seus olliciaes, se compromellcm a fa/e c\c-
    cutar com ti maior presteza c perfeicJo, -
    exacta couformidade com os modrllos ou
    de-enhos, e insirucces que Ihe foiem for-
    necidas.
    S. SI ll.lKI. v\ C, ii.ii>|iii ir-e o. -
    ociantes, clahclecidos ha mniloa annos.
    em Londres, lecm a sattsfiaorjla asi |>ai
    ticipara seus coi rcs|K)ndcnlc f ;io ihiM.-
    co, que acahain de linulai casa* liii.n -
    nos |iniic|).ies portS) e tlulnltn inam-
    tactureirosde Franca, Alemanlia, IWi-
    ca c ollanda, cunservando alem diM
    suas proprias casas antcrioiniciil.' flala-
    lenlas nas cidatles mais im|KH l.tiitcs. i-
    porlnsinais comraer. 111 .ial.ia-l,'i, Ui
    e estio em iractivode olciivcr jjranslt
    vanlicos as peSMaSSIlUI. DOSSSSBl nt-o-nlai.
    assimem Londres como em oiilm tju.l
    (|uvr ponto da Elirapa, de nina asa pa. 1
    compra on venda dr rticos, licn njBM
    para os laegocios tle iiansnr.io.lecretlii..
    e hanco de qualquer Beuoro.
    As pessoas tpie nao I lien, eonli. eida..''-
    anntliici tules deVl 1 .'ai ainiiip. iihariiiasoi-
    dens com ii- Ion.los iitt't ssarios un >...1
    e\eucco; licando .iiitn.li.I, bm aa ..1.-
    iiiineianles iaaO leesn .lili .id lat,- em ...i -
    anlar 7"i ()|0 sohre os geaatm retvii
    antes de sn:t venda.
    Osprcens crlenles e SSSMS iiifnirn
    commeraaes, pie lorcaa p.-di.l.ts, 1 .
    UO!5 I.AFI FCTElll.
    0 unieo autoritario por decittio do consrfho real,
    decreto imperial.
    Os mdicos dos bospilaes recommendam o
    arrobe tio Lafiecteur, como sendo o tnico
    aulorisado pelo governo e pela real BOCioda-
    de de medicina. Este medicamento de um
    gosto agradavel e fcil a lomar em secreto
    esta em uso na marinos real desda mais de
    f anuos.; cura radicalmente cm pnueo lem-
    po com pouca despeZS, sem mercurio, as al.
    fecijoes da pello, impingens, as consequen-
    ias das sarnas, ulceras e os accidentes tos
    tira c da acrimonia he-
    convem aos catar-
    1 iios, a besiga, as colraccOes e a fraque
    dos orgfios, procedida do abuso das inicc-
    roes ou desondas. Como anli-sypbilicos
    0 arrobe cura cm pouco teinpo os Ilusos re-
    centes ou rebeldes, que volvetn incessantas
    cm consequeneia do emprego da copablbe,
    da cubaba ou das inject,Oes que representem
    o viiiissem iicutralisa-lo. O arrobe Laflec-
    teur he especialmente reeoniroeiidado con-
    tra as doenens inveteradas ou rebeldes ao
    mercurio e ao iodoreto de potassio.Lisboa.
    Vende-se na botica de Barral e de Antonio
    eliciano Alves de Azevedo, pracs de I). Pe-
    dro n. HS, onde acaba de ctiegar nina gran-
    de poii,ao de garrafas grandes c pequeas
    vindas dilectamente de Pars, de casa do dito
    Boyveau-Latfecteur 12,rua hlehelieu a Pars.
    Os formularios d3o-se y:alis em casado a-
    gente Silva, na praca de I. Pedro n. 8. ~
    Porto, Joaquim Araujo ; Babia, l.ima c Ir-
    maos; Pernambuco, Sonm; lo de Janeiro,
    Rocha ti Filhos; e oreira, loja de drogas ;
    Villa Nova, Joao Pereira de M .gales l.eile enviadas {raliiit.tmenlr. -.tli.t t. p. 11
    Rio Grande, Francisco da Paula Carato A correio, |iodend6 dirigii aos aasuam
    R,eflnaria de
    antes.
    PUBLICADO HKI.H.IOS\
    Lego & Brrelo. :to B|on-| ^^mu^cmJ^SL^. m
    ((tro, publicado no llio de Jai). .'-
    No deposito desta n
    se na livraria 11. tt e n, na pra-; da Intlrpi-n-
    ..
    O ajjente Borjn fara' leilo, cm scu ar-
    ifeijao, arroz pilado, loucinho, sal'.azeta do- mazem, na mudo Collegio i. 15, de di-
    o preposto do agento Ohveira f'-ra
    leilao, por ordem c .111 presenca do Illm.
    Sr. cnsul hriUnico, por aulorisacao doj,
    Illm Sr. inspector da alfandega, com assis- ,
    tencia de um scu empregado. e por conta c
    riso de quem perlenor, de urna lancha
    com volas e mais pertenoes, salvados da bar-
    ca iogleza Saubraun, qus foi a pique, se-
    gtiin 10 para Liverpool : quinla-feira, 'J5 to
    corrente, as 11 horas -la manila, no trapi-
    che da Ifiidega.
    a este mercado : ven lem-se no eseriptorio
    do agente Olivera, ra da Cadeia do llecife
    n 02, primeiro andar.
    - Compram-se arenes da companhia do
    seguros martimos l'tilidade Publicas S por
    cenio : quem quizar vende-las, dirija-seao
    eseriptorio da mesma companhia, a tratar
    com Cu:/. Antonio Barb za de iirito.
    O abaixo assignado previne ao Sr. Pe-
    droso, do engenho Cameleira, que hoje 23
    junho se a presentera em sua casa, pedin-
    do que o comprasseo cabra Benedicto, que
    diz ser seu escravo: poi tanto, quciaoSr.
    P.'dro-o vir, ou mandar tratar desse nego-
    cio, ou quanto antes mandar buscar o seu
    escravo,certo de que o abaixo assignado nao
    se responsabilisa por elle,Joaquim Salva-
    dor Pessoa de Siqueira Cavalcanti.
    Piecisa-se alagar um inolcqucnu par-
    dinho escravo, para o servido de casa; a posta de quatro pessoas: agradando
    tratar na ruada Cloria n. 87. 'na ra dos Martyrios n 1C.
    ricos pentes de tartaruga do ultimo gosto,
    ecfeitns de cabrea para senhora, enchoval
    completo para baplisar criancas, e militas
    outras fazendas, que se vendem em conla.
    Itobcrt scott retira-sc para Europa
    com sua senhora e tima Giba menor : quem
    tiver coalas com o mesmo, baja despresen-
    ta-las nesies oito dias, conta ndo-se da data
    deste, no eseriptorio, na do Trapicho n. K
    Recife 92 de junho de 1857.
    Pcrdcu-se no dia sexta-feira 19 do fr-
    renle, um ailinele esmaltado, embrulhado
    em um lenco, des le o aterro da Boa-Vista
    at a rna de llortas : quem o achou, que- Ue pnmeira qualidade,
    leudo reslisuir, love-o ao aterro da Boa-Vis- modo.
    ta n. 26. aegundo andar, que sera generosa-
    mente recompensado.
    Precisa-se de una pesoa que qu'ira
    ser ama em tima casa, cuja familia he eont-
    sga-se,
    Noueposito desta renana, na tua da La- llol.cu aSs ^ ^n^,^ tfo. ,,,
    deta dj llecife n. 30, ba sempre assucar re- !L -,
    linado de superior qualidade, lano em .o -:.- u j- "_.
    como em torroes e c: 1 i Si s, por preco mais -4 I I %
    cooiuiodo de que em outra qualquer parto. avayvsl m mmWmwGf
    patente inglez
    AVISO
    aos erreiros.
    !'. POIR1EB.Aterrada Boa-Vista ::. ."i.")
    Tem para vender, a vontade do com-
    ......CAlVAO DE PEDIA
    por preco com
    Vende-se urna mesa de meiodcsala,
    ! tim par de consolse um sopha : ludo de
    Jacaranda': na ra de llortas n. lia, casa
    terrea com a frente pintada de azul c as
    ' [loriadas de branco.
    S.'.o chri;ados a ariiam-s^ a senta ** sa.
    t ta eaafe 11'- astMai :..>/.- fMtmti: .'ia
    da I r,i|.',-li.'-N.n 11. _' ....' ai de tasaos*
    A.Uiii- ni Hume .\ <'..
    onipram-se
    bilhetes prem ados d loiern que ja -'. -
    COlhi ia- I liie-i
    razoavel, ahm d n.lo i.-r., 1-
    .aiiio do |t 11^0 proet's daqi alia
    c3o : na ra Aova n. II.
    t.nmpra-.s elfcetivan
    13o e robre velha : m> dapasila da Iw
    .1. Aurora, na naa do Hru.n, log 1 na ci
    da n.^2S, e na mestna l'undic.'io, cm I
    Amaro.
    ILEGIVEL


    -



    DI AMO DE PERXAMUUO QUINTA FEIRA 25 DK JINIIO DE 1857.
    10ISLT0R10 H./.3?TH1C0
    DO
    & w>)^ m^mmm
    *o a*^"nirp\^a*v_ r"CfcrTk^^=5k. &*..
    Ondo seacham sempre os mais acreditados medicamentos, lano cm tinturas como
    em glbulos, e preparados cura o inaior escrpulo e por presos bastante commodos
    PRESOS F1XOS.
    Botica de tubos grandes. .
    Dita de 24 .
    Dita de 36 .
    Dita de 48 o > .
    Dita de 60 v d .
    Tubos avulsos a......
    Frascos de tinlurrademeia on?a.
    Manual de medicina homeopathica do Dr. Jahr com o dic-
    cionario dos termos de medir in
    10/000
    155000
    205000
    250000
    303000
    15000
    25000
    Medicina domestica do Dr. Ilenry
    T'atamento do cholera morbus .
    Repertorio do I) Mello Moraos ,
    205000
    10000
    2/000
    6'OO0
    :-:: -: :: ..*
    PEORAS PRECIOSAS-
    9 Aderemos de bullanles, :',
    diamiDln e perolaa, pul- t
    % sciras, allineles, brincos 5
    '. .< rojetas, boles r aunen .V
    I de differenles soslos e de -.
    S iivereas pedran de valor. J
    Compram, vendem ou
    \ irueam praia. uro, bri- ^*
    ', llianles.dianianlese pero- <.
    s las, e ostras quaesquer
    . oiasde valor, a dli.lieiro 5
    -. iw por obras.
    ! >**' S36S
    LtJA S OURIVES
    Ra do Cabuga' n. 7.
    ecebem por to-
    d o s os v a j > res da E u-
    ropa asobrasdo niais
    moderno gosto, tan-
    to de Franja como
    S >.<: .--: :/.; ?: :. .
    OURO E PRATA.
    ., Aderer.cn completo' de
    - ouro, meios ditos, pulsei-
    j ras, allinele, brinco* e
    ; nitelas, conloes, trancel-
    .'> luis, medalhas, correles
    2 e enfeiles para relofzio, e
    ; oulros mullos objecl09 de
    .-: ouro.
    3 Aparelhos cmplelos de
    . praia para clin, bandejas,
    i salvas, caslicaes, colheres
    > de sopa e de cha, r mui-
    g] los oulros objeclos de
    prala.
    Compra-ae eflectivamente Da ruadas] Na ra da Cadeia do Recita d. 57, ven-
    Flores n. 37, primeiro ndar, apolices da di- de-se cera de carnauba, sapatos do fcracaty,
    vida publica e provincial, arcos das compa- c dilos de borracha, por prego commodo.
    mas, e d-se dinbeiro a jur.os, em grandes Vendem-se as maiorea partes da fa-
    c pequeas qunntias, sobre penhores. i zenda de criar gados, denominada Boa-Vis-
    Compra-se un moleqde de dada de|6 ta.a qual fazcinlanao soflrc secca e igual-
    ou 10 annos; pouco mais ou menos, adver- mente do mal triste, propria para se relazer,
    tindo-so que nao he para embarcar : na ra
    do Nogueira n. 31.
    Compra-se urna bomba de ferro para
    cacimba, em botn uso : no pateo do Terco
    n. 40.
    ellica
    pullica
    na ra
    Bezerra
    S>->***..*S*-iy $;$<>$>_$,
    de Lisboa, as quaes vendem por
    pre$o commodo como costumarn.
    Lotera
    DV
    provincia.
    <> ithaixo assignado ven-
    de bilhetes garantidos, pe-
    los precos aba i xo notados,
    sendo da quantia de cem
    tuii ris pura cima, a di-
    nheiro vista, em seu es-
    eriptorio, na ra d<* Ca*
    deia do Kecfe i. SO, pri-
    meiro andar.
    Bilhetea. 5$400
    Meios. 2.S700
    Quartos. I $350
    i*. !. L i/me.
    O Dr. Ignacio Firmo Xavier faz publi-
    co, que mudou sua residencia para o seu si-
    tio na Passagem da Magdalena, que fica ao
    entre a ponte grande e a do
    norte da estrad
    Chora-mes do, o &i tem preparado urna
    casa do saude com todos os commodos para
    o tratacento de escravos, cupos senhees
    residam lora da praca, ou que nio os pos-
    sam curar em ssias proprias casas : quem
    para isto quizer-se utilisar de seus servicos
    mdicos, que serSo desempenbados com o
    inaior telo, dinja-se ao pateo do Carmo n.
    0, primeiro andar, ou no referido sitio da
    MajrJalena. Prego2/00O diariosexceptu-
    ando conferencias, sanguesugas e opera-
    gdes
    OQO-GO/OOO^O
    W Dr. Kibeiro, aii H. I). Ivv thc Q
    i'/i Harvard Umversityat Cambridge, jj
    2 -Mus. D. S. Meinber o' foreign @
    .? medical socicties; etc., upon bis Q
    C3 return from Europu conlimies lo f.'j
    i),3 reside m thc same liouse, roa da ''
    O Cruz n. 13, where lie solicits a Z'
    cali from the American, Germn,
    T- and Engletb communitv, slioulil '.';
    i.'t liis services be desued. Special | ;
    ^-- ittention is given to cliroiiic di- rj
    O case. @
    ;, French Spoken.
    .J Hlroiiie da malrir da Boa-Vida n. 86, .*
    V:^ amola-se toda a qualulade de obra de cor- 5?
    "\> le, as.un como limpam-se ferros de cirur- 'jt
    V.v B'* ue ,0(la a qualidade e bolam-se ouvidos &';
    -j em espingardas : na mesma vendem-se e Z
    alugsm-se bichas, asiim como mandam-se "-;*
    TS applicar qualquer hora. SB
    Maria Martiniana de Campos eOliveira,
    ex-professora do collegio das orphaas, ob-
    teve licenga do Kxm. presidente da provin-
    cia, para abrir aula particular para o sexo
    leminino da inslrucgao elementar, que se
    da as escolas publicas do primeiro grao, e
    na qual se prope ensinar as materias desig-
    nadas na lei; e por isso faz publico aos pas
    de familias, e a quem mais convier, que ja
    deu principio ao ensino desde o mez de maio
    prximo passado, no sobrado no pateo do
    Carmo n. 9, casa do sua residencia, onde tra-
    tar das condices relativas a admissSo das
    alumnas: tambera recebe pensionistas e
    meio-pencionistas.

    j~ O Dr. .Inao Honorio Bezerra de Mene- W
    ^5? na, medico pela Faculdaile da Babia, lem f}
    *;4 filado sua residencia na cidsde do Rio-For- dfc
    y\ l,10S0i e "le novo elTerece seus servidos a to- JiJ
    Vvj das ai pessoas que o boorarem com sua con- V
    9 r,i"r-a- :;;
    ,^ -.*,- %-w k*t -***- -^>- ^y x^" x*y *jy ;^- '-.y *ir Xi.'
    sliio-Formoso.
    Yenclcm-se lavas de
    Jouvin, de Indns as cores :
    Queimado, loja de Antonio
    Menc/.es Lira.
    ,i Palitos liance/.es. ._':
    ..., Vendem-se palill e sobrecasicas de pan- '
    *-.'" panno foo prelo a decores, forrados de se- sV?3
    ij da ola de velludo, de 2lC a :t0?. ditos A
    ,3 de casemiras de cores a 21-?, casacas de pan- *-.
    ;;" no fino loda forrada de seda a 0?, palitos Jg
    \ de alpaca a "3 eSoSOO. de brira a 39, col- rj,
    A!J leles de velludo a 125000, dilos de seiiin j;.;
    ^V prelo e de cores de 59 a 8JO0O, de foslAo ?^
    a 39, calcas de cssennra prela e de cores, \r
    r<$ de til? e 12?000, camisas, aberturas, colla- r
    rinhos, Rravalas e chapeos de todas as qua- _',
    i^ Hilarles : na ra Nova, loja n. A. t&r
    Chapeos pata senlioras.
    A loja da ra Nova n. 'i recebeu, pelo ollimo na-
    vio francos, ricos e modernos chapeos para senlioras
    e meninas, e vende por preco commodo.
    Sedas.
    Vendem-se corles de seda branca limada para
    casamenlos, seliin de lodas as cores a 800 rs. o co-
    vado, grosdenaplts prelo e do cores a 29000 o covado,
    'l.io-se arooslras : na ra Nova, loja n. 4.
    IVa lja das seis
    porta8 em frente do U-
    vra ment
    Palitos de panno lino pretos s decores,
    com algum defeito, a dez mil rs. cada uto.
    a lja das seis
    portas em rent
    do
    Lt-
    ollicr.
    Oi
    Attenco
    o
    1!. C. Yates & Companhia: estabelecidos
    no Rio de Janeiro, na ra do Hospicio n. 40,
    vendo um annuncio publicado em urna das
    roldas de Pernambuco pelo Sr. Bartholomeo
    f. de Snuza, prevenindo ao publico que o
    verdadeiro xarope do bosque s elle he
    i;ucm vende,preveniaios ao mesmo publico,
    < ue. o nosso xarope he reineltido do Rio de
    Jrneiro pelos cima proprietarios ao Sr.
    .Manoel Mves Guerra, e este senhor fez o de-
    I osito para ser vendido na pharmacia do Sr.
    jus da Cruz Santos, na ra Nova n. 53, ni-
    cos por nos aulorisados para venderem o
    i osso verdadeiro, e mais prevenimos aos
    senhores consumidores, que ba perlo de 5
    annos os rotlos, collados as garrafas s3o
    asignados por Henry Prins, como procura-
    ores dos cima proprietarios. Rio de Janei-
    ro 13 de Janeiro de 1857.
    OOg:jGOOO-OOOOQZOO
    t'' Jolo da Silva Kanios, medico pela un- -y^
    ..-^ versidade de Coimbra, mudou sua esiden- J
    ' cia da ra do Cabog para a ra Nova n. V
    _.^3 h'J, se^uudo andar, sobrado do Sr. I)r. Nel- J'-J
    lo, e ahi conlimia a receber, das 8 s 10 S
    horas da inanliaa, e das '.', S 5 ila (arde, as
    $P pe-soas que o queiram consultar. rjy
    SflV.-*. .- -;- .-',*.'* ''' '"^ -"^- ..-nyT,.s;*
    'Vrf^.^s-i:;-...-...-... ..;:.y ,j\J:>'&
    GUARDA NACIONAL.
    Continua a estar a venda o manual da
    guarda nacional, ou collcc/ao de todas as
    leis, rcglamcnlos, ordens e avisos concer-
    nentes a mesma guarda, relativos, nao s ao
    processo de qualilicarjao, recurso de revista
    etc. etc. etc., senao a economa dos corpos,
    jogauisagao por municipios, batalhoes, com-
    |ii ninas com mappas, modelos etc. etc.: na
    ra de S. Francisco, deposito n. 6, onde en-
    oiilrar ja encaderuados.
    .. ,-., ^.^vyViv^V^-3vi.,.v./-..,'^;;V.>-S
    .'.'J O l)r. Das Feroandes, medico, deve ser :'.%
    T procurado de boje em dianle, no primeiro i
    SS andar do sobrado da ra dos (juarteis, J^
    2 travessa das CratM, cuja cnlrada be quasi
    y em (renle da botica do Sr. Piulo. i
    JOHN GATIS,
    corretor geral
    E AGENTE UE LEILO'ES COMMBRUAES,
    n. 20, ra do Torres,
    PRIMEIRO ANDAR,
    praya do Corpo Santo
    RECIFE.
    . "...;'iTiTi^'5''TS-T-
    omtk FRARCEZ. i
    Paulo Ijaignoux denli'la, ra Nova n. l :
    ... na mesma casa lem agaa a pos dsalriOe*.
    w< o .."-.'. -.-..'. ) .. '..... ,..- .J'?*Jr
    SEGURO CONTRA FOS-O.
    Companhia Allianet.
    Estabslecida cm Londres, em Liarlo ds lis24.
    Capital cinco milhes .......s Brothers &&, len a '.onra ds ir.-
    cnaar aos Srs. negocianies, proprietarios rie casas,
    a 'uei; mais coL.ier que estao plenamente au-
    lorisados pea dita companhia para elTccluar lega-
    ros sobra edificios de ljelo e prr3, colwrtos la
    tllia e ifualmeni sobre os objecios iiuscontivererD
    os mesaos sdifieios quer consista sin mobilis ou
    s_= (aiandas ie quaiquai qualidade
    Aluga-se oarmazem da casa da ra da
    Guia n. 6 : trata-se mi mesma no segundo
    andar, ou na ra da Cruz n. 35, priineiro
    andar.
    AFERIC \0'.
    Fa/.-.'esciente a quem convier, que o ter-
    mo marcado pna as revises, termina no
    ultimo do crranlo me/.: os senhores que
    nSoestSo com seus eslabelecimentcs revis-
    tos, queiram dirigir-se a casa da afericao,
    no pairo do Ter^'j n. 10.
    Armazem de rec
    Antonio Francisco Marlins, com um gran-
    de armazem na ra da Cruz u. 62, recolhe
    no mesmo qualquer gneros por armazena-
    gem, mais barato que em outra qualquer
    parte, e com toda r, responsablldade, sendo
    as entradas e sabidas pela ruada Senzala
    Velha.
    ,'.' .'*'" .':"> Xtv ..- ^-, >,. :*..',. <-. .'Y
    ;;.-W-..--.-.... -.. --. ..-'.-.....--."...'
    .3 O Ur. Ribeiro, medico, de vol- ;S
    "S tade sua viagema' Europa, con- *3
    ^ tinua a residir na mesma casa da r$
    Q ra da Cruz n. !", onde pode ser >;
    -"'; procurado a qualquer hora. -"-
    ::::::} j?g @@@@@g
    --- Anlonio] da Silva Guimares, avisa a
    todas as pessoas que possuem cautelas frac-
    cionadas pelo annuncianle, eque estejam
    premiadas, que apresentem rara sor pagas
    no prazo de 30 das, contados desta data
    lindo.o qual prazo, requerer desoneraco
    na ties'juraria. Recite 4 de junho de 1857.
    Antonio da Silva GuimarSea.
    Domingos Jos da Cunha Lagos,
    com padaria na ra da Senzalla-Nova n.
    00, avisa aos seusfreguezes, que contina
    a ter o melhor soi timento das hem co-
    nhecidns massas linas doces, e que alem
    drssas tem superior lilo italiano, inglez,
    beijos de freir e superior lilo sovado,
    o pial lie mais liarato c|iie o denomina-
    do San-Jofio, e vende tanto em porefio
    como a retalho, por menos do que em
    outia qualquer parte.
    - Precisa-se de urna ama forra ou cap-
    tiva, para o servido do urna casa de familia
    composta de duas pessoas: quem quizere
    estiver noslas circunstancias, dirija-sea pra-
    ca da Boa-Vista, sobrado n. 10.
    Oabaiso assignado declara que o Sr,
    Francisco Jos do Matto Braga, deixou de
    ser caixeiro do seu estabeleciuiento de pa-
    daria, no ateo do Terco n. 38, desde o dia
    19 do crrenle. Andr Nauzer.
    O Dr. em medicina Ignadio Nory da
    Fonseca transferid sua residencia do sobra-
    do da ra Direita n. 31, para o pateo do Li-
    vramenlo n. 25.
    - Offerece-se por venda urna grande ca-
    sa cm ebrios proprios, com terreo i aterrado
    todo, em Santo Amarinho, minio proprio
    para o hospital portuguez, pois que deve li-
    car muito mais barato > que se edificaren",
    dito hospital onde pretendem, alm de ser
    o lugar falto de ar livre, ha oulros inconve-
    nientes, o que se nfio da em Santo Amari-
    nho : nesta typographia se dir quem vende.
    FIAMBRE.
    Na ra da Cruz n. G2, se arham j promfi-
    los muito bons presuntos de hambre prepa-
    rados, o melhor possivel para quem tifio
    quizer ter mais traballio, c so vende muilo
    em cunta.
    vrameril o
    Vendem-sc cobertores oscuros para escra-
    vos a duas patacas cada um.
    Novo estabeleci-
    iiiento.
    Vendem-se queijos do reino vindos
    no vapor a
    Superior vinho do Porto engarrafado
    Cerveja ingleza superior (a duzia)
    Frascos decouserva ingleza
    Garrafas de azeite francez
    Caixas com 8 libras de estrelinha
    para sopa por
    Biscoilinhos de todas as qualidades,
    a libra
    Camellos novos, a libra
    Araendous francesas cobertas, a libra
    Espermacete de 6 em libra, a libra
    Dito de 8 em libra, proprio para car-
    ro, a libra
    Uanteiga ingleza superior, a libra
    Ditafranceza superior, a libra
    Talhanm macando o aletria lina, a libra 500
    Cha prelo, a libra 2*000
    Dito hysson, a libra 2-;240
    Dito do Hu, a libra 2X100
    us melbores charutos do mercado,
    viudos da Baina, a caixa a 3^, 4o e SgOOO
    Pao e bolacha, ludo porcomiTiodo precio, na
    ra de Hurlas n. 10,
    Para liquidacao de contas. vende-se
    urna ca^a de sobrado com terreno proprio e
    viveiro de peixe, no lagar de Santo Amari-
    nho : nesta Ivpographia se dir quem vende
    as Cinco-Ponas n.
    por ser perto desta prac.s : quem pretender,
    dirija-so a ra Direita n. IV.
    NOVIDADE.
    lia para vender um escravo, sendo muito
    superior p=ra trabalhar decusada, tem olli-
    rio de pescador, tem redes para pescar e
    canoa, muito capaz, sem molestia e se ali-
    anqa toda capacidade : quem pretender, di-
    rija-sc a ra da Cruz n. 30, no l'.ccife.
    No aterro da Boa-Vista n. 0, vendem-
    se ervilhas seccas a 200 rs. a libra, tapioca
    muilo alva a 160, chouriqas de Lisboa muito|
    superiores, como a vista da qualidade a 500,
    arroz Carolina a 140, vinagre branco a 320 a
    garrafa, vinho do Porto engarrafado a 1:280
    c 1/000, Madeira secca a l/, muscalel de
    Sctubala 290O0.
    Vendem-se saceos com farinha ua tr-
    ra muito nova e torrada : no cees da alfan-
    dega, armazem do Mello.
    Vendem-se 120 pes de coqueiros pe-
    queos, proprios para se plantarem : ua ra
    das Trincheiras n. 29.
    Mito burato
    Vcnde-sa na ra da Cruz n. 62, caixinhas
    com superiores massas finas para sopa com
    8 libras cada urna ; lambem se relalha em
    libras, mscarrao, talharim, aletria a 240 rs.
    a libia, caixinha.s-com ameixas de Lisboa,
    latas com bolachiuhas inglezas muilo finas,
    ditas de soda, selatnes o melhor que tem
    vindo ao mercado, presuntos e toucinho in-
    glez, latas de salmo de urna e duas libras,
    ervilhas muito frescas, e oulros muitos g-
    neros do melhor que se pode encontrar, e
    muito baratos.
    COM PEQI TOQIE DE AWRIA
    A DIMIiiIKO
    Pecas de madapolao fino, ditas de algo-
    dSozinho liso muilo encorpado, ditas de 'li-
    to ti-aucado c largo : vende-se ua ra do
    Crespo, loja da esquina que volta para a ra
    da Cadeia.
    Fare lo
    Vende-se superior farello vindo de Lisboa
    ultimmente, em saceos e por barato preco :
    na ra do trapicho, armazem n. 7.
    Algodao ruonstro,' lie
    chincha.
    Yendo-se algodSo monsiro com 8 p. luios
    de largura, proprios para toalhas e leucoes,
    pelo diminuto preco de 60o rs. a vara : na
    ra do (Jueimado n. 22, na loja da boa f.
    15800
    10280
    960
    900
    4-000
    360
    19200
    1?280
    800
    800
    800
    720
    mil rs chales de cassa hrancos com flores a
    sello, proprios o^ra trazer por casa, e outras
    muit'S fazen las que vende por todo o prer;o
    para acabar. De Indo se da amostra, levan-
    do penbor que valha o que se quer ver.
    Por b nato pn c vnde-
    se grande, sortiniento de fa/.endas, na ra do
    Queimado n. 41, loja da esquina do becco da
    CongregacSo :
    Chitas francezas finas, ricas core^,
    covado 240
    ("hales de merino bordado a velludo 149500
    Cortes de cambraia de seda modernos 59500
    Chales de merino bordado a rctroz 89000
    Kicos cortes de velludo para colleles 69500
    Fil de linho liso muito lino, vara 000
    Cbally de qua Jros de seda, covado 850
    Dito liso, ricas cores 750
    Pecas de cambraia transparente de
    6 1|2 varas 5>500
    Cortes de casemira, ricos padres 33000
    Chales de merino prelo linos 450o
    Lencos de seda, rica estampa e finos LV2S0
    Ditos do cassa para m;1o 20o
    Dijos de cambraia de linho finos 400
    Cortes de casemira bordados para
    cohetes 6/IO0
    Ditos de grogaem bordados, finos 9/000
    Chales de merm liso, franja de retroz 4,9000
    Dar-se-bSo as amostras, deixando penbor.
    Vende-se um cavado para cabriolet, o
    qual he muito manso, e bom trotador ; na
    ra da Aurora n. 36.
    Pe-
    Noto
    sape,
    relogios de pa-
    tente
    inglezes de ouro, de salionete e de vidro :
    vendem-se a preco razoavel, em cusa de
    Augusto Cesar de Alireu, na ra da Ca-
    deia do Hecil'e, armazem n. 1G.
    reis.
    No aterro da Boa-Vista taberna n. 42, da
    esquina do becco dos Ferreiros, defionle do
    sobrado queimado, vende-se superior man-
    teiga ingleza a 640 rs a libra, velas decs-
    permacele a 720, r, outros muitos genc os
    baralis.simos, a vista do sua qualidade.
    ^o reguica
    QUE ESTA QE1IAHD0
    COM DILIGENCIA.
    Na loja do Preguica, na ra do Queimado,
    esquina do becco do Peixe Frito n. 2, conti-
    nu'a a vender-so h:iiitas c diversas tazendM,
    Previne-so aos amantes da boa pitada, que
    chegou no vapor S. Salvador o rap novo
    priuceza do Hio de Janeiro, que pelo seu
    excedente aroma se confunde com o prince-
    za de Lisboa: na ra do Crespo, loja de
    muidezas aup do arco de Santo Antonio e
    praca da Independencia n. 4, aonde se ven-
    de a l;000a libra.
    Ricas franjas paracorti-
    iiado?.
    Vendem-se ricas franjas de algodiio, bran-
    cas e de cores, lisas e coui bolotas, para cor-
    tinados, e por preco muilo commodo: na
    ra do Queimado, na bem conhecida loja de
    miudezas da boa fams n 33.
    FARELLOS DE LISBOA
    cm saccas grandes ; no armazem de Tasso
    Irma os.
    Massas superio-
    res.
    Caixas grandes com 1 arroba de talharim,
    macarrHo, lazenha e aletria por 69400 rs.,
    caixas de 10 libras com pevide, eslrcllinba,
    COUlinbas etc., por 39500 reis: na ruado
    Queimado n. 35, loja de I'erragens.
    Vendse qa< jo do?erfao
    a 480 rs. a libra, manl^iga ingleza a 640,
    queijo do reino a 19500, I96OO e 1/900, fari-
    nha do reino a 120. gomma a 100 rs., lingui-
    ca do reino a 400 e 640, vinho do Porto en-
    garrafado a 19000, dito de Lisboa a 560, ba-
    nha de porco a 520 : as Cinco Ponas n. 21.
    Venda de
    pianos.
    Vendem-se muitos lindos e excellentes
    pianos, chegados ltimamente de llam-
    hurgo, e com Un dos retratos no frontes*
    picio : na ra da Cruz n. 33, casa de J.
    Kell
    ^ECHASMo ?a /;aa,
    N'AFUNDIC.AO OE FERRO DO E\GE-
    NIIEIKO DAVID W.ROWMAN. >'\
    RLA DO BKLM, PASSANDO O ollA-
    FARIZ.
    ba empre um grande oriirocnlo do,JolnI ok.
    jectos ilrinecliauidiio proprio parain.,,,1,,,, ^.
    ur-r : BtMtol meia moendas da nmit n> iVriu
    conslruc.-flo la,xas de ferro fundid., e kaSUa ,|a
    supern.r qualidade e de lodotostamaiil..... t,'H|M
    dentadas para asua od aniniaes, de lod a. proiM.r-
    roes ;eri\nse boca* delornalha wa-a*aJ*%L
    eiro, aijuilliocs. bromm.parifutos ec.Mll.oei ,.^1
    nhus de mandioca, ele. ele.
    NA MESMA FLNDICA'O.
    se etecolam lodaa a curommeodat eoir. a sapet.-
    ridade ja nmlienda com a deuda pmlea aca*>.
    modidade em 1 re. o.
    XAROPE
    DO
    11 1, c.isa part-j (l0r pre?oS baratissimos, entro ellas cani-
    cular, vendem-se sapa tos de marroquim el braias francezas, padres novos e coies li-
    couro de lustre para senhota, igualmente' xas, pelo baratissimo preco le 480 rs
    carregacao para o mato edm todo sorti-
    mento, por mais barato preco do que em
    outra qualquer parte.
    Vende-se um lindo eseravo peca, ida-
    de 20 annos, proprio para pagem ; na ra da
    Praia, primeiro andar, por cima da typogra-
    phia.
    Vende-se na ra cstreita do Rosario
    n. 31, armazem de Jos Moreira da Silva, ru-
    tim, tanto a retalho, como emgrandes por-
    (es ; mais cm conta que em outra qual-
    quar parle, assim comocadeiras america-
    nas com palha, editas com assento de pao.
    Vendem-se linguicas do sertSo a 360 a
    libra, manleiga ingieza flor a 900 rs., dita
    franceza a 6i, queijos do reino rtuito fres-
    caes a 19500 e I98OO rs arroz da India a 160
    e 140 rs a libra, vinhos de todos as quali-
    dades, por preijo muito commodo ; na ta-
    berna da ra dos Martyrios 11. 36.

    0 SANTOS COELHO,
    na ra do Queimado n. 19, esta"
    torrando a" dinheiro, as Seguintes S
    fazendas :
    francezas ne padres es:oros e bo-
    3
    ;
    Cinta
    (9 nilos a 210 rt. o covado, dilai moiln linas a
    w so rs., diias inglezai a 160, 180 e 200 rs., e 9
    O muilo linas iniudiiili'S 0 rs., cambraia* t
    59 Ir.....-.-/.i- muilo finas a loo rs a vara, e a 200 #
    ;-3 e 210 n. n covado, Oondelioa de edil, fazen-
    5 da muito bonita do lisias e qundro< a 800 rs.
    v o covado, duqueza de ricos lavores, sent "9
    & de campos furia cares pelo liaral pre$o de
    9 19 o covado, goardanapoi para sobre mesa a CS
    *> :|J a duzia, aloalhado de buho com 8 palmos '9
    X4 :' c.im 5 palmos de largura a I90 ovado, cor- Sj
    9 le de dula de barra, proprios para escravos,
    '< com 12 covados a 29, lencinlios de cassa para (O
    meninos a K0 rs. cada um, e oulras muilas (
    y fazenda. @
    s9 >/
    a va-
    ra, ditas de cordao minio finas a 5U0 rs. a
    vara, cassaa francezas muito linas e de pa-
    dro"S o m.is moderno nuo ha no mercado a
    040 a vara, chiias francezas de lindissimos
    padres a 280 e 800 rs. o covado, mussulina
    branc o mais fino que be possivel a 440 o
    covado, dita de cor a 340 o covado, cortes de
    casemira de cor do lindissimos padres e
    superior qualidade a 63 cada un:, cortes de
    b.im de puro linho de lindos padres a
    29400 cada um. ditos de dilos a 2, ditos de
    algodao a 1>S60, ditos de cutim de lindos
    padres e muito cncorpados a 1/600 cada
    um, lengos de cambraia para m3o a 120, di-
    los mais linos a 220, pecas de bretanh de
    rolo de 10 varas a 29 cada urna, chitas escu-
    ras de diversos padres e cores fixus a 140,
    160, 180 e 200 rs o covado, e a peca a 59, ti-,
    69500 e 79500 cada urna, cobertores proprios
    para escravos a 700 rs. cada um, gravatasde
    seda de lindos padres a 1.9, ditas pretas de
    selim a 19280, ditas de cores em outro gus-
    to a 700 rs. cada urna, luvas de seda de lo-
    das as qualidades para hmense senlioras,
    lencos de seda de bous gostos, gangas mes-
    ciadas de lindos padres a 600 rs. o covado,
    c les de castores de bonitos padrOes a 19
    cada um, cambraias lisas finas a 49500 com
    LOTERA da
    provincia.
    Primeira parte da prmei-
    ra lotera de Nan-Lou-
    reuco da Mata.
    O abaixo aesigoado ven-
    den os seguintes premios:
    1S.-2 500|-4 quarlos.
    21 \ 200J4 ditos.
    21 ."i 100$ ditos.
    Hl 27 100/jtfditos.
    595 lOD.s2 meios.
    |(!7 50S2 meios.
    .18 ."Osi quartos.
    ~12i ;!).',2 meios.
    . '. Laynic.
    I'ma prssoa habilitada se oirercce para
    agenciar no foro ecclesisstico e juntamente
    requererna vigarsria geral do bispado, para
    jusiiiicacSo de casamentos e outros assump-
    tos temientes ao mesmo ecclesiastico, de
    'uetem bastante prtici : quem precisar do
    seu presumo, dirija-se ao segundo andar da
    ra Direita n. tii, c luda e qualquer hora.
    O mellfor que se
    pftj^r eneontrar
    Vendem-se rs verdadeiras bengalas de
    bamb' e canna da India, finas e grossas,
    com lindissimos casloes, a verdadeia agua
    dos" amantes em frascos grandes e pequeos,
    ricas cbaruteiras de velludo bordadas a ou-
    ro, ditas de uiarlim com riquissimas vistas
    no gosto mosaico, gorros de velludo borda-
    dos a ouro para homern, tinla ingleza e fran-
    ceza, em caixinhas, para com a inaior facili-
    dade possiv.d marcar toda a qualidade de
    roupa, excellentes binculos por serem mu-
    lo claros, augmentar muito qualquer objec-
    10 o attrahi-lo muito ao perto, verdaueira
    banha d.T urso, de viado e de tutino de boi,
    tolas inglezas e cot excellentes ch-iros,
    alau?ando-se que qualquer destas) banhaS
    conserva o cabello e nao o destrue como
    muitas oulras qualidades que ha, os de ar-
    roz excelleole para bortuejas e comixes,
    assim como para amaciur a pelle. equeae
    vendo 1 500 r^. c.-.ii. c.il.rulh, livcrsa* qua-'
    liiades do tinleiros de novas uivciiQes,
    capachos grandes para sofas ou marquezas,
    sapatos de horrada para humem, e outras
    militas qualidades de objectos, ludo muito
    bom e de muito gosto, que se vende muitis-
    simo liarato, na bem conhecida e acreditada
    loja de miudezas da boa fama.
    Cseos vasi"S.
    Vendem-se barra de 4.- vasius noves, che-
    gados (e Lisboa na barca Flor de S. SiffiSo :
    no armazem de (.arvalho & lrmio, na ra do
    Brum, ou na ra da Cadeia de Sanio Antonio
    n 26, primeiro sudar.
    Grnete fabrica
    de tamancos, na na J)i-
    reita, esquiua, do beccu de
    S, Pedro n. 16.
    Ncste estabelecimeuto ha effecli ve mente
    um grande sortimento de tamancos, tanto
    para homern como para meninos eseuhoras,
    a retalho ou mesmo cm grandes porees,
    para o mato ou mesmo para a praca, muito
    em conta e a vontade dos compradores.
    Mettioilo faeilimo.
    .Na li"raria da prac,a da Independencia n.
    10 varas, ditas ditas muito finas a 69, e ou- 6 e 8, "eode-se o methodo faciiimo para
    Eiieha sem
    igual
    Na loja d>. estrella, ra do Queimado n. 7,
    vendem-sc ricas fazendas de la e Ifa e seda
    para vestido de senhora, pelos baratissimos
    pregos de 500 e 80o rs. o covado.
    Jdolphe
    geois.
    Vendem-se arreios para carros, dito- para
    cabriolet, vaquetas para cobertas, ditas para
    guarda-lama, galo, panno, lanternas e vel-
    las : na ra .Nova n. 61.
    ttenco.
    Vende-se manteiga ingleza da mais nova,
    pelo preco de 800 e 960 rs dita franceza a
    600 e 640 rs., queijos do reino a 19600, dos
    mais novos, ditos do serlao a 560 a libra : na
    ra do Caldeireiro n. 94
    Vende-se una urmaco pequea para
    qualquereslabeleciineutii, na ruadol.ivra-
    meuto n. 28, e tato bem aluga-so a mesma
    loja : a tratar na mesma.
    Vende-se muito boa manteiga ingleza
    nova a 720 e 800 rs., dita franceza a oso, tou-
    cinho deSantosa 280, carnes, iombos e ore-
    l.ms do mesmo toucinho a 160, banba de
    porco a 5U0 rs., airoz da India a 160 c a 120
    a libra, vinho engarrafado muito valho a
    900 rs., dito em pipa a 560, vinagre de Lis-
    tras muitas fazendas que se dcixam de
    mencionar, e e vndenlo por baratissimos
    presos, c se darSo amostras com penhor.
    Ao bar tito.
    Na ra do Queimado n. 6.
    Vendem-se chitas de cores malisadas c fi-
    xas a 160 o covqdo, ditas francezas de muito
    boni'os padres a 260 o covado, cassas fran-
    cezas de cores a 400 rs. a vara, ditas de co-
    res malisadas a 500 rs. a vara, ditas muito
    linas miudinhas a 560 a vara, lencos de cam-
    braia de linho, finos, proprios para algibei-
    ra a 33400 a duzia, laa para vestidos de bo-
    nitos padres a 640 o covado, corles de brim
    pardo de linho a 1;600, ditos de meia case-
    mira de cores a 39 o corte, casemira prela
    muito fina de duas larguras a 7# o corte, e
    muitas oulras fazendas que se vendem por
    menos de seu valor.
    ::
    5SOS.
    garrafa, queijos no-
    na taberna da ra
    boa muito lorie a 360 a
    vns a 19, 1*280 e 19500
    das Cruzes n. 20.
    ~ Sapatos de borracha pura livrar de
    constiparan ; vendem se na ru. Nova n. 20,
    por preco mais baralo do que em qualquer
    outra parle.
    Mantefcra
    S. J
    ao
    Na ra da Sensata Velha n. 116, compram-
    so ossos do boi.
    Francisco Jos Germano, relojoeirona ra
    Nova n. 21, faz sciente ?.o publico, que alm
    do grande sortimento de relogios de todas
    as qualidades, e objectos j annunciados,
    r;ue acaba de receber pelo ultimo navio um
    rico sortimento de caixas de msicas com
    as pegas as mais ricas que tem apparecido,
    inclusive as do trovador.
    das seis portas
    EM FUENTE DO LIVRAMEAO.
    Cortes de casemira com algum mofo a
    quatro mil rs., Icngos de seda proprios para
    pescoco de senlioras a dez lustes, loncos de
    retroz m< Usados Uc cores a dez tu.-tes, lu-
    vas de seda pretas c de cores a cinco tusloes
    o par, cambraia lisa r. dous mil rs. a peca, e
    em varas a pataca, cambraias com llores sol-
    as c muilo (nasa dUB8 patacas a vara, cas-
    sas com QorOes para cortinados a tres mil
    rs. a pega, e a sello a vara. A loja esta abor-
    ta das 6 lloras da manliia as 9 da noitc.
    aprender ler, novamente impresso e aug-
    mentado, por mil reis.
    (]assas france-
    zas :, 200 rs.
    Vendem-se cassss francezas linas a 200 rs.
    o covado : na ra do Queimado n. 7, loja da
    estrella.
    UJRIfiUMITAS.
    \cnde-se manteiga inglez e franceza fi-
    na, para mesa e bolos a 960, 800, 720 e 640
    rs. a libra, e mais baiXB a 600 e* 560 : na ta-
    berna grande ao lado da igreja da 9oledade.
    Alie, i'..;;! u.
    Vendem-se carrinhos de urna roda pro-
    prios para conduego de materiaes para a-
    torros, e trabadlos de sitios,assim como con-
    certo-se e trocam-se por outros quecsli-
    verem em mo estado : a tratar na ra Nova,
    taberna n. 71.
    t
    eriumaria in-
    gleza.
    A verdadeia hanlia de urso :
    vndete na loja de quatro portas, de
    Narcizo .Maria Carneuo, ra da Cadeia
    loKccile ii. 48.
    Em casadeRabeSchmettau &Companhias
    ra da Cadeia n. 37, veudem-se elegante,
    pianos do afamado fabricante Traumann de
    Hamburgo.
    Vende-se superior linhas de algodSo
    brancas, e de cores, em novello, para costu-
    ra, cm casa de Soutball Mellor i Ca, ra do
    Torres n. 38.
    A \0#000
    Vende-se excellente cera de carnauba do
    Aracaty, e Assu', de urna sacca para cima,
    escolhendo o comprador a sua vontade, pe-
    lo indicado prego de 10/a arroba : no ar-
    mazem de D. R. Andrade e C, ra da Cruz
    n. 15.
    TAIXAS PARA ENGENHO.
    la fundifo de ferro de O. W. Bowmans na
    ruad)Brum, passando o chafariz, conlinaha
    dar u ir. cmplelo sortimei'lo da taiiss de ferro fun
    vidoebatidode3 a 8 palmos de bocea, as quaes
    caam-se a venda,por eprero commodo e com
    promptidiio; embarcam-s oucarregm-se emear
    ro semdcspeza ao comprador.
    jk Sellins e relegioa.
    SELI.INS e RELOCIOS de patele
    inglez : a venda uo armazem de
    Kuslron Kooker & Companhia, es-
    qoina do largo do Corpo Santo no-
    mero 48.
    Deposito
    de rap priuceza da fabri-
    ca de E. Gasse, no Rio
    de tlanero.
    V'cnde-se a pre^o commodo rap fino,
    grosso e meio grosso, da acreditada fabrica
    cima, chegado pelo vapor S. Salvador ; na
    ra da Cruz n. 49.
    Planta ta citiade do .Re-
    cite
    Vende-se a planta da cidade do Recife e
    seus arrabaldes, feita pelo sr. Dr. Jos Ma-
    medeAlves Ferreira, por seis mil reis: na
    livraria n. 6 e8 da praca da Independencia.
    jiappa das distancias du
    provincia.
    Na livraria n. 6 e 8 da praca da Indepen-
    dencia, vende-se o mappa das distancias
    das ditlerentes villas da cidade entre si, e
    rebicao a capital da mesma, a mil reis
    Aigudftozinh .a liahia
    para saceos de pssucar: vende-se em casa
    de N. O. Bieber & Companhia, ra da Cruz
    n. 4.
    N. O. Bieber i Companhia, ra d
    Cruz n. 4, vendem :
    Lonas da lussia. ,
    I.lem inglesad.
    Brinzlo.
    Brins da Itussia.
    Vinho de Madeira.
    Algodiio para saceos de assucar
    uelOagios.
    Os melhores relogios de ouro, patente in
    glez, vendem-se por procos razoaveis, no
    escriptorio do agente Oliveira, ra da Ca-
    deia do Kecife n. 62, primeiro andar.
    Pcunas de ema, cera de ahelha e de
    carnauba.
    Na ra da Cadeia do Becife, loja n. 50, de-
    fronte da ra da Madre de Dos, ha para
    vender os gneros cima, reccntemenle che
    gados, por presos razoaveis.
    Agencia
    da fundicao jLow-.tloer,
    ra da Seniala : 'ova
    i. 42.
    Neste estabelecimento continu'a a have
    um completo sortimento de moendas e meias
    moendas para cngeubo, machinas de vapor
    e Uixas le ferro balido e coado de lodosos
    tamanbos para dito.
    Moinhos de vento
    com bombas de repuxopara regarlior aeeba
    xa decapim: na fundc,ode l). W. Bowmau
    na ra dn Brum na. 6 8 e 10.
    Encasa deSaunders Brothers C. prac
    do Corpo Sanioo. 11,ka para vender o se uinie
    Kerro inglez.
    i'ixi! da Suecia.
    Alcalro de carvo,
    Eonas da linho.
    Esponjas.
    Drogas.
    Algodao lizo para saccas.
    Sitoenlrancado igual ao da Baha
    E u. coapleio sonimenio de fazendas proprio
    para este mercado : ludo por preco commodo.
    e
    Foi traDtferidoodepo>iiodle xarsp* para* >
    ticadeJore da Crui Sanios, na ra aWMSk .VI'
    Karrafaa 59500, e meia>:izOOO, acoda fal l4
    aquelle que oAofor andido neale "cBonila.paaa
    quesefaz opretentr.iviio.
    IMPORTANTE PARA OPlBLIfO.
    I ara carada phl\fcaem lodi.Mi*ac*4ia<>rra
    te>arios, quermolivada por con>lipa(Acn, la*
    as(hnia,pleari>.esearroi.d(Sancue. dorderaa-
    ladosepeilo.palpilaraone cora..... <-oa.aela.-r*
    bronchile, dor na
    sarmola, a ladaa a,BaaatMlia
    dos ur^ju! pulmonaies.
    Sao muito (in s
    Mussulinas muito linas, matizadas com
    lindas cores, de padres muilo bonitos
    inleiramente novos; vendem-sc irlo dimi-
    nuto preco de 560 rs. o covado : na roa do
    Queimado n. 22, loja da boa fe.
    A3$5O0
    Vende-se cal de Lisboa ltimamente che
    gada, assim romo polassa da Russia verda-
    deia : na praca do Corpo Santo o. l.
    NA LOJA
    da boa ie,
    vendase muito Oarati
    Colchas do damasco pelo diminuto pirco
    de 9)000, ricos pannos para imsa a SI, alna -
    I hado adamascado com 8 palmos de largura
    a 1.-000 a vara, mussulina branca muito fina
    a 500 rs. o covado, oilrs de cores de padres
    bonitos a 320 o covado, chitas francs**
    muito finas a 320 o covado, brim branco da
    puro linho a 1;440 a vara, dito pardo tran-
    cado lambem de puro linhu a i?280 a vara,
    ganga amaiella muito lina a 320 o covado,
    cambraia muito Gna com salpicos brancos e
    de cores a 15 a vara, alpaca prela fina a tiojo
    covado, caUo prelo muito fino, fazrnda su-
    perior e propria para vestidos de loto a SM
    o covado. panno fino azul a 3 o covado, du.
    minio lino a oi, lito prelo aiuilo lino a i*,
    dilo muit i superior a 63, dilos verde escuro
    e cor de caf muito superiores a O, curtes
    de casemira prela, fina. p;>ra cale., com lis-
    Ira borlada a 10o. cortes de gorgurao de
    seda para rllele a 2/, ditos de casemira
    pela bordada a 6% fuslSo branco muilo fi-
    no a 2 o covado corles de cambraia preta
    com 7 varas, pelo diminuto preco de 2?c la
    um, dilos de dita branca com salpico* da
    cores, tamhem com 7 varas a 399(0, sarja
    prela hespauhola a 2o o covado, groadena-
    ples de cores a 1/800 o covado, sctim prcto
    lavrado muilo superior a J?S00 o covado,
    gorguro prelo de seda com salpico*, pro-
    prio Dar colimes a 3".iOO o (-ovado, luv.s
    brancas minio linas, de lio de Lscocia, muitn
    proprias para os >rs. olliciaes militare*, p. lo
    baratissimo proco de t> e par, meias pretas
    de 13a, proprias para os Srs sacerdote* a
    I9Z8O rs. o par, dilas de laia moilo superio-
    res a 1f800 o par, meias de algodao cru
    muito superiores para meninos aatOrs.o
    par, lencos, brancos de linho muilo finos a
    400 rs chales de lia rosos e prelo*, pelo
    barato prega de 39, fil -te linho liso muilo
    lino a 800 rs. avara, princeza pnta lina a
    720 o covado, dita muito lina o,ue rival .a
    com merino a tf o covado, c alem disto asa
    completo sortimento de fazendas de lodas a*
    qualidades, que se ven em muito barato, na
    ra do Queimado n. 22, na bem conhecida
    loja da boa f.
    I arund.s e grades.
    Um lindo e variado sortimento de model-
    los para varandas e gradaras, de gosto m<>
    dernissimo oa fundirlo da Aurora esa San-
    to Amaro.e no deposito da mesma, na ra dn
    Brum.
    Taclias de ierro.
    Na fundicSoda Aurora em s.-nio Amaro-
    c tambem no deposito na ra do Brum, logo
    na entrada, e defronte do arsenal de atari-
    nha, ba sempre um grande sortimento de
    tachas. Unto de fabrica nacional como es-
    trangeira, batidas, fundidas, grandes, pe-
    queas, rasas c fundas ; e em ambos os lu-
    gaies existem guindastes para carregar ca-
    noas ou carros, livres de despeza. saoo s mais commodos.
    Moendas supe, ores
    Na fundic.ni de C. Starr Ompanbu. asa
    Santo Amaro, acham-se para vender moca-
    das de canna todas de ferro, de um modello
    construcc.30 muilo superiores.
    V
    eh
    ij
    V*aM
    cobcrlos e descobertos, pequeos e grandes,
    de ouro patenlo inglez, para bomem e se-
    nhora de um dos melhores fabricantes de
    Liverpool, vindos pelo ultimo paquete in-
    glez : em casa de Southall Mellor c< C, rus
    do Torres n. 38.
    Charutos
    *f #>!* ;Slf: 9#
    na: veaaein-.se
    de G. o. Astlt-y
    de Hava-
    em casi
    toja
    as
    para
    Na ra I'ircita, taberna n. 27, confronte
    as doas lojas de marcineiro, vende-se man-
    leiga Ingleza multo superior a 060 a libra,
    dita a 800 is., dita a 600 rs., queijos flam n-lriscados streitos a quatroTvilens] rscados
    Corapram-se travs de 25 a 33 palmos! Ros muito bous a 18800, 600 e 1-400, elfrancezes oscuros a meia pataca, cortes de
    de compiimcnvo, e almo de grossura : na I antros muitos goneros que se venderSo mais I vestido de cassa com dous e tres babados a
    livraria prac,a da Independencia n. 6 e b I baralo que em outra qualquer parte. cinco patacas, saias brancas bordadas a dous
    s seis por
    En frente do Livramento
    Cassas pintadas a meia pataca o covado,
    Vendem-se superiores queijos l'rancezes e
    hamburguezes, os mais novos que ha no
    mei... lo pelo prego da 19440 rs. : na ra ni-
    ,C,U'lY1S m J2YIH.
    Constantemente acharSo na loja dn i.e-
    Conte, aterro da oa-Visti 11. 7, as verdadei-
    ras luvas .I Jouvin, de todas as coi es, igual-
    mente rios penles de tartaruga da ultima
    moda.
    Cemento novo
    Na ra da Cadeia de Santo Antonio, arma-
    zem de materiaes, por preco commodo.
    SAL DO ASSU
    a bordo do hiate Novo Olinda.
    Velas de esper-
    macete.
    Vendem-se caixas com !'> libras de ve-
    las de (i em libra, a' preco commodo.. cm
    casa do Isaac Curio & C-, ra da Cruz
    n. M>.
    \\iso aos senhores de en-
    oi-
    >. iiiioedoiis de
    einas
    Vende-se bolacha americana a 100 rs. a
    rubrican
    ' inneau de 'aris.
    Acabamdechegar pelo ultimo paquete,
    os supra mencionados charieos des!; a (a
    nato fabricante, e vende-se na loja I
    i-portas, da ra da Cadeia do Recid 1
    'iS, de Narciso Mana Carneiroi
    Arados de ferro.
    Na fondicSo de C. Slarr <\ r.ompnnhia, em zal Nova n. 42, o seguinl
    ianlo tmaro, acbam-so Dar veiider arados I carro, sellins para homern c senhora, can-
    de ferro do um modello e constnkccjo muito dieiros c casti^aes bronzeados, vaquetas pa-
    superiores. 1 ra carro, chicotes de carro c de montana.
    Continu'a a andar fgido desde 8 da
    levereiro do crrente auno o negro de bordo
    do briguo Melampo, de nome Marcelino, da
    naci 1 abin Ja, altura regular, secco do cor-
    po, rosto comprido, barba cerrada, e cria
    suissa, com Taita de denles na frente, e cons-
    ta estar irabalhando na estrada de ferro :
    quem o pegar leve-o a ra do Trapiche n.
    14, primeiro andar, escriptorio de Maiux I
    Alves Cuerra.que ser generosamente gratifi-
    cado.
    Continua a estar liigido. desde < fia
    30 de abril, o escravo cnoulo de nom-
    Le meneo, de idade de 2."i .1 31 auno,
    comprado ao Sr. Diogo Soares Carntiro
    de Alliuquerr|ue, morador no cngenlio
    llamos, eomaiea do Pa'o d'Allio, o escra-
    vo tem os signaes scrjuinlos : oVprrt.i,
    rosto comprido, altura regular, ja" Ibi sur-
    radu pelo antigo setAer, tem a perna di-
    reita mais lina que a outra, e 11,1 miMiu
    peina tem urna cicalriz de aerada : lew 11
    calca de casemira, cinzenta clara, SJaansa
    de alrjodo azul, cli.ij h'h de pallia ja' e-
    llio: a |iessoa queoocnr ou fiar ssa4*c*aa
    certas, ivcebera' ."lii.-.oiio de :rratili<-a<;;.m :
    na roa Direita n. ."i.
    Jos la Konsccii e Sila.
    No dia 19 de Janeiro fugn o pardo Ma-
    noel, idade 28 a 30 annos, estatua rejr'ilai,
    secco do corpo, quando anda deita os pea -
    fiallieUdos.e CaltM o corpo Bata frrrit",...r
    paluda, barbado,ouando ftlla entorta a boc
    ca com gcilo para 11 m la lo, he filho do ^cl
    t.lo, e suppe-se estar cmpregathi na rslra.lj
    de ferro, do Cabo para cima. Ancino I ea -
    le estev.; 1.0 engcnlio l'llnpa da Calta : ro-
    ga-seaaautoridades poln es ecapii". :
    camp -. a captura do referido ocr.vn, c que
    o possan coniu/ir a ra rslrciti do I;
    rio n. 31, armazem de Jos Maraira libra: no pateo do Terco 11. 21. dito da Pe-. 4'-10 recotiiunsar com 10t'/rs. .'.r-rat.ii-
    iha n. 10. Tambem se veudeni cartas de cacan, aierr dasdespezas que occorrer. |
    raques a 280 rs. a carta. Fugio no da II do corrcMe o cscrav..
    de nome Ventura, natural do Maranluu, 1
    i ii.de de 4 a S* anuos, altura repulir, v cru
    do corpo, rosto acaveirado, barba rapada.
    pernea arqueadas, he bastaata prosisia aja
    leu una fgida, acoutando-se na mal. ue
    lielteiibe : sratilica-se a uucn |cpar < rn-
    tregar a sen senhnr Mar.oel da Sil\a Sai los.
    Da ra da l.adea do l'.ccife.
    Vende-se
    c
    ra da Sen-
    srreios oara
    iti;>. ni', uh M. 1. ubiAKu tj^

    \''-


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