Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07790


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Full Text
ANNO XXXIII N. 142
Por 5 mczcs adianlaclos i.sOOO.
Por > mczcs vencidos VsoOO.

TERCA FE1R.V 23 DE JIMIO DE .8.7
Por anno adiantado l.i.sOtw.
Porte Iranco para o tulcriptor.
ENCARHEGADOS DA SUBSCulFCAl) DO NORTE.
p.irihib.i. o 8r. Joio Rodolpho Gomes ; Natal, o Sr. Joaquina
l'l'ereira Jnior ; Aracaly, o Sr. A. de Lemos llraga ; Cca-
ra\ o Sr. 1. Jos de Oliveira : Maranhao, o Sr. Joaquim Mar-
qne's Rodrigues : Piauhy o Sr. Jos Joaquim Avelino ; Pa-
ra, o Sr. Justino J. Ramos ; Amazonas, o Sr. Jeronvmo da
Costa.
PARTIDA DOS C0RREI0S.
Olnt.lr : I...I.J ... .1,:,-...- m..|.|,o:.,..|.,,i,,.
Ignaras ii ', I.....nin Parahiba: ii... eosadaS ...
s. Anlan, lleien-o*. u......'. Caraam', Aliini..... i; _.
S. 1 l'< > .1 All... Sasaretb, I..........ra. Hrej, I', -n
II...... Vilb-nvil', Boa-Vtau, Oarkarj i:,u\ nn..|ii.ri.,.-i,..
i ..... i1.,.j.i..i.N.iiuiiJi.>i, l'.ii, Ponaow, ln.i, n.n.ii... Agm-Pr
las-feira*.
nliuti.: na lerca-rri
in.
|.
Natal: oiatas-feieas.
>correioa partea ai lo donada
AUDIENCIAS DOS TRIDDNAES DA CAPITAL.
Tribunal do commcrcio : secundas e quintas.
Ili I ir ..i : tercas leiras c sahbados.
Fazcnda : quartas e sabb.idos as 10 horas.
Juizo do eommercio : secundas as 10 horas e quintas ao meio da.
Juizo de orphns : secundas e quintas as 10 horas.
Primcira vara do civel : secundas e sextas ao meio dia.
Segunda vara do civcl : uartas e sabbados ao meio dia.
EPHBHERIDE8 DO MEZ DE JUNHO.
7 Lu rhcia as 3 horas e 3 minuto* da tarde.
15 (juarlo iiiinguaule as 1 horas e 50 minutos da manhaa.
21 Lu nova as 7 horas c 41 minutos da tarde.
211 o,i irlo erescente as 2 horas e 1 minuto da manhaa.
PREAMAK DE U0JE.
Primeira as 5 horas c 18 minutos da m-.nhjj.
Segunda as & horas c 42 minutos da tarde.
DAS DA SEMANA.
22 SeJund.i S. Paulino b. ; S. Nieeas b.
23 IV en. S. Agripioa \. ,-Ss. Zeoon o menas Mm.
21 Qt irla.-:- 8. Joio Hiplisla.
23 yi iiu.i. s. Guilherme ab. ;.. Febrona v.
2ii Se l.i. S. Joo e Paulo ir-. Mm.
27 S >ado. < Ladislao rei : s. /.olio m.
28 Di mugo 4. A Parda de N. S. s. LcJo II p.
PAUTE OFFICIAI
COMMANDO DAS ARMAS.
Qaartel general do aommando das anu de
Femambaco na cidade de Reclfe, a O do
jaabo de 1867.
ORDEM DO DIA N. 499.
O general commaridanlc da- arma-, tm cxecnc3o
do disposta na or-leni do dia do exerrilo de j de ju-
nho correnle, sob o n. 10, com referencia ao de-
creto de 23 de malo oltinio, determina aos Srs. com-
m andantes de rorpus e corapanhias litas, que po-
nham em I lier.iaile os reos do primeira c segunda
deserto que esliverein senlenciados, e os que se
ac.'iarem presos para sentenciar.
Fax cerlo, para os fins convenientes, que o go-
verno de Sua Magostado o Imperador houve por
bem, por decreto de 4 desle mez, communirado em
oflicio do qaarlel-general do exercito de 10, conce-
der passagem ao Sr. capillo do segundo balalhao
de nir.ini.ir i, Antonio Jos Lanca, para a segunda
companhia do uiureo da mesma arma, e desle para
a lexlacompauhia daquelle, ao Sr. capilflo Jos Mu-
ir lavares.
. sua vonlade, i, alguns mezes depois, mandn sua
Jos Joaquim Coelho.
TRIBUNAL, DO COMMERCIO,
SESSA0 ADMINISTRATIVA EM 22 DE JUNIIO DE 1857
Presidencia do Exm. Sr.desembargador
Souzu.
As II horas da manh.'i.i, acbandn-se presentes
o Srs. denotados Reg, Bailo, Lemos e luppleule
Hamos e Silva, o Sr. presidente abri a sessao ; e"
sendo lida a acta da ultima, foi approvada.
Leu-se o seguale
EXPEDIENTE.
Um officio do oflicial-maior da secretaria do tri-
bunal, de 0 do correnle, participando achar-se pr-
senle na secretaria.Mandouse archivar.
DELIBEKAC.U).
O tribunal resolveu olliciar ao presidente do jury
delta cidade, dizendo que o depulado commerciau-
le Jo.li Piulo de l.emos esta' isenlo de servir no ju-
ry., avista do aviso do ministerio da jaslica de 12 de
Janeiro de 18.x>.
Foi prsenle a cotacao oflicial do preces corren-
tes.'da praca, relativos a semana linda.Mandoa-se
archivar.
DESPACUOS.
Um requerimentn de Barruea Aj Cailrn, informa-
do pelo Sr. desembargador fiscal, ptdindo o registro
de seu navio aAiaia.Prstalo juramento e asig-
na lo o termo de respousahili.lade, seja registrado.
Oalro de Antonio Lopes Pereira de Mello, pedio-
do registrar a nomeaeio de seu caixeiro Augusto
rlibeiro da Conha Chalar;.Herir-,e.
Oulro de Carvalho y trmflos, igoalmenlo pe lindo
o registro da procuraran, conslitoindo a Manoel
Joaqoim Gmese Justino Pereira de Paria seus pro-
curadores.Rrgislre-se.
Sendo conclusos os autos de rehablilaca.i de fal-
lencia de D. Paulina Caetana Soarcs Carneiro Mon-
leiro e Jos Cecilio Carneiro Monleiro.Mustie seu-
lenra da quiltlicaoao da fallencia.
Nada mu- ha vendo a Ir.ilar, o Sr. presideDte le-
vanloa a lasslo.
Presidencia do Exm. Sr. desembargador
Sonza.
N3o houve sesso Ddiciaria a 22 de junho por n3o
leim comparecido os Sr. desemhargadoics Villares
e Gilirana por doentes.
O secretario,
l>r. Apriijio <,'uiniar>..
'
PESSOAL DO COVEIINU AMERICANO.
O goveroo federal dos EsUdaa-Unidof conipie-sp,
como se sabe, do poder tieculivo, represeulado por
un presidente, um ice-pre rios ou ministros, e do pudt-r leui-lalivo, ou cougres-
to, dividido cin duHS cmaras.
M. Jumes liuclianaii, o novo pre-idenle, pertcnce
una familia de origem irlandeza. Seu av era um
rndelo da parochia de Desmurara viziuha de
Omagha. Seu pai einigrou pan o Novo-Mun-
do por (ios do secuto passado, e cstabeleceu-sc no
condado de Frauklin, na I'i-nsvlvania, onde M. Ja-
mes Ituclianan nasceru a' 12 de" abril le 1791. Ai-
siin pois boje conta sesseila e cinco annos, masainda
esta' na verdura do corpo do eipiilo.
De bem cedo Bachanan deu-se ao esludu do di-
reilo,e sua reputadlo de lalenln fe-lo eleger em
ISIS, membruda cmara dos representantes do es-
tado Pentylvania. l-'oi releilo no auno seguinle ; de-
pois abaudonon a carreira polilica para entregar-se
os cuidados de sua prolissao e nella consolidar sua
fortuna.
Em 1820, foi enviudo como representante de seo
districto ao congresso, ente leve aisenlo por dez an-
nosr apreaenlando-se como adversario da admiuis-
tragao federaliila de John Quiney Adams, e parti-
dista das admiiii*(rac,oes democrticas de Monroe e
Andre Jackson. Elle combalcu com este ultimo a
cooslilocionolidnde e os tendencias invasoras do Ban-
co dos Eslados-I'nidos.
Km l8.'ll,o general Jackson olTereceii-lhe a cm-
bsiiada de San Polcrshoargo, onde negnriou o pri
meiro tratado de eommercio que se conclnio entre
os E em 18S3, foi elelo senador da Pensylvania ao con-
gresso, e reeleiio em 183( e em 1843. Como presi-
dente do o ronde n dos negocios eslrangeiros. elle
ostenlou energienmente, na discussflo relativa a'
fronleias dos Estados-Unidos, e sua opposican ao
tratado co-icloido com a Inglaterra, valeu-lhe una
grande popularidade.
Em 181a, M. Polk ofTerecea-lhe o lugar de secre-
tario de eslado em sen gabinete. Foi elle que dirigi
as negociares relativas a' pardilla do Oregon com a
Inglaterra, onda moslroo-*e como estadista 1,1o con-
suniraalo e dialctico mais hbil que lord Ashburlou
stu collega brilannico.
Em urna caria lirMda aos demcratas do ronda-
do de Beiks, na Pensyivania, elle foi o primeiro a'
propor, como transacro entre o uorle e sol, a pro-
lougacito al a' co-ta do Pacifico da linha de demar-
ea{o estabeleeid.i pelo eompromisso do Missouri, so-
bre a queslao da esrravidao.
M. I'rankl.n Pierce cscolheu-o para socceder a
M. Abolt l.awrence na emblsala da Inglaterra.
I' mi no corso desla raisslo que, aspirando k presi-
dencia e cedendo As instancias da joven America,
ella Migara o manifest d'Oitonda, rnmbinadii en-
tre MM. 1 1.1i.lJin Pierca e Fierre Soul, e redigido
por este ultimo. Porcm n'n l ril.m que elle teco-
nheeesie que o liaviam levado mais longe do que era
lomi'sio a M. Pierce, de quem ia ser competidor.
No discurso qoo elle pronuncio no banquete que
em despedida lite offererera a cidade de Loudres,
poz-se no terreno do direito internacional e da po-
lilica conciliadora que acaba de proclamar do alio ilo
capitolio.
0 vice-presidenle M. John Cabel Breckinridge,
he um dos advogados e dos liomens polticos mais
distinclos do Keolucky. Seo pai loi secretario de
estado sob o govemaor Adair, e morreu em 1823,
sem deiiar fortona a seu mito. E-le deveu eulAo
aceitar urna eomniMlO de major em nm dos regi-
menlos kentukyaiios, que li/.erain a campanil i do
Mxico.
O major Breckinridge dislinguio-se nesta cam-
panha ; pnrem, depois da paz, lornou a esercer sua
prolissao de advogado em I.exinglon. Elle linha
sido eleilo membro da legislatura de Estado em
1811, e nao brilhou menos nesla esphera do que
no campo de balalha no foro.
O partido democrtico elegeu-o para representan-
te no congresso. Alii elle pronuncio, em 23 de
mam de 1854, um discurso, que prodozio grande
impressao, sobre a organisac,ao d0 territorio de Mo-
braska.
O presidente Frauklin Pierce offereceu-lbe a em-
baada de.llespanha depois da retirada de M. Sou-
lu ; portMn elle rejeilou-o, epouco tempn depois foi
adoptado como candidato do partido democrtico a
vice-presidencid pela convenciio de Ciucinnati. Elle
boje lem trinla e seis annus, he pai de cinco ou
seis meninos, e possue urna modesta fortuna honro-
samente adquirida.
U general Lewis Cass, secretario de estado, posto
fqiiivalenlean de primeiro ministro, he um dos ve-
(ranos da repblica americana. Conta setenta e
cinco anuos, e poneos humens represeularam na his-
toria de seu paiz um papel mais nolavel que o seu.
Elle nasceu em Eieter, uo New-llampilure, mas
resido ha qnarenla e Ires anuos no E-lado de Mi-
chigaro. Seu pai servio como major na guerra da
independencia. O lilho slodava direilo, foi re-
ccbiili, advogado em 1802. c eleilo membro da le-
gislatura deilliio em 180ti.
Em 1S.7 fui nomeado marerhal do mesmo estado.
Durante a guerra de 1812 com a Inglaterra, elleem-
penhou-se por palrioliino, e foi eleilo coronel do 3.
relmenlo dos voluularios do Ohio.
Commandava o primeiro destacamento que inva-
di o Caoada. Tendo abortado esla tentativa em con-
sequencia da inJicisao do general em chefe, o coro-
nel Cass foi demonstrar, em Washington, que a res-
pousabilidade desle mo sucre-so sobre elle nao de-
via passar, e passou para o 27. regiment de infan-
taria, onde foi em breve elevado ao posto de briga-
deiro general.
I miiou parta na persoguic,o de general inglez
1 rector, e as victorias ganhas prximo as aldeias
moravas.
Depois desla feliz campanha, foi nomeado com-
mandante mililar do territorio do Michigan, de que
veio a ser, em 1818, governadur civil.
nesla qualidade, e como eommissario do govemo
federal, leve de negociar com as tribus indianas vio-
le e um tratados, que n9o foram a parte menos labo-
riosa de suh carreira diplomtica e militar.
Em 1831, o general Cass foi chamado ao departa-
mento da guerra pelo presidente Jacksuu, e ah fieou
ale 1S3G, poca em que fui enviado, na qualidade mi-
nistro, corle de Franca.
Elle lomou parle na viva conlroversia que se ele-
vou a proposito do direilo de visita, publicando sobre
e-le assumpto urna brochura que fez grande ensacan
e ronlribuio para a regeicao do Iralamenlo de quin-
tupla illlanca proposto pela Inglaterra s potencial
marilim.,..
Esla broehora lornou-o muilo popular no. Esl,dol
Unidos, potin outra pabUcar^o fn-lho lano mal
qiianio ln n Un Irooxera priueira,
yuereino-; fallar de seu lino cm honra de Lat
l'hilippe e sua corte.
Por alleiiii.ir a e-ie ilf'ilo, o general Casa, depois
de sua volla aoiEsl '...Unido-, irroo-se as Gleiras
da democracia mais eflereeieenle, u que llie valeu o
solireiiome ile pneral Ros, arieclarau rcunlarmente
lodo- os anuos cuerra i Inglaterra.
M.I--, Ires veze
luinles por 1er obedecido sua consciencia, he o que
desmuou-o esculla de M. James Buchanan. Os es-
ladislas nao abolicionislas sao raros na Nova Ingla-
terra. M. Toucey lem <>S annos. Tem a apparencia
aristocrtica, fria e reservada, llomim de grande
educarlo, elle linha comecado por ser um dos che-
fet do anlio partido federalista, mas tinha-te liga-
do em 1S25 causa do General Jackson, e servia
desde a democracia como attorney-general dos esla-
dos-Uuidos e como membro do congresso.
O primeiro lugar, como de director gtral das pos-
tas, da' direilo a urna radeira no gabinete.
O juiz. Jeremias Black,a quem acaba de ser confia-
do o primeiro, de um dos membros do tribunal su-
premo da Pensylvania, e compatriota de M. Bucha-
nan, que quiz que seu estado natal fosse representa-
do em sua a.lmiui-lr.ieao por gralidao filial e polilica
porque lie do voto da Pensylvania que dtpeiilia a
victoria oo a derrota do parli<1o democrtico. O juiz
Blak he pnuco conhecido no mondo poltico. Smente
se sabe, qoe perlence a democracia conservadora,
Elle goza de grande consideracao como jurista, e foi
eleilo membro do tribunal -apierno de seu estado
por mais de vinle mil votos do maioria.
O puslmastes-general.M' Aaran Daables Browo,
esla' em seus setenta e dous annos, e nao paree ler
mais de cincuenta. Ncsceu na Virginia,mas leudo ido
esludar o direito em Nashville,no Temessee, eslahe-
leee i--e ueste e-iodo, (pie o nomeou successivamen-
represenlanlc le&islatura local e ao congresso. e
depois elegeu-ogovernador cm I84.">.
Foi em quanlo elle era luemhro do congresso que
o general Jackson, dirigio-llic ha Ireze anuos urna
carta que fez grande sensa^ao e decidi da annexa-
Qao do Texas. Do fondo do seu retiro, o vellio ge-
neral cunvidava sens compatriotas a nao denarem
esrapar a occasiaod'ouro (presen/ golden momenl)
que se apresenlava.
Des le 184-7. o governador Brown nao oecopou em-
prego pohlieo.mas foi um dos cliefes e um dos defen-
sores da democracia, que elle servio com sua palavra
fcil. He industrioso, activo c lem sabido ao mes-
mo lempo fazer-se amar por sua alabilidade e esti-
mar por sua iutegridade.
Taes to, em resumo e descarnadamente os ante-
cedemos dos liomens qae eihiu presentemente inves-
tidos do poder exeeuiivo da Unin americana. Seu
futuro cl escripia em seu passado, como estes dos
eilremos se prendem na vida p-ililica.
Quanlo ao poder legislativo, cis aqai de que ele-
mentos sera' elle composlo no trigesiino-quiulncon-
aresso, que comer ou a 4 de marco de 18i" e acaba-
ra' a V de marco de 1859.
Os senadores dividem-se em 33 demcratas,^) re-
publicanos mais ou menos abolicionislas.le 35 ame-
ricanos ou A'uoicm/il.17, o que com du 1. vagas aiu-
da nao preeucliidas prtfaz o total de 62.
stas cifras asseguram urna maioria de |-J vozes
no senado a M. Buchauan, que tre ootra de 2G na
cmara dos representantes campala verosmilmente
de 12!) demcratas e de 105 upposicouiilas de di-
versas especies.
Eis aqoi a situarlo dagoerreotypida cfdescrpita
por cifra, se a-im podemos dizer. O resto depen-
der' das circunstancias e das paiioes, que lanas
vezes fruslain 01 clculos humanos.
F. Gaillardel.
\Prtssc).
IXTIHIOR,
RIO DE JANEIRO 13 DE JD.MIO.
II 11 o e assassinalo.Carlos FilippeTissol, rran-
cez, rnaior da 70annos, relojociro morador na ruado
Cano n. 123, foi encontrado em sua c,\^,\ harbara-
meiite assassiua.lo e:u a iioile de ,1 para 12 do cor-
renle, lendo mullos u graves ferimon.o- no potcoco,
. lomago, caneca, faca, dorso, venlre a inflo, no lo lo
su. n de quarenia, alem do coolusoea c echvino.-cs,
s lulo os dilus fe'imenlos relio, ao que parece, cam
nina pinja e una una, queaeencontrn ensaiiguen-
tada junio ao cadver.
O assassinado foi ..diado ron um corredor que da
loj ila entrada par o interior da casa, estando fe-
chada com trinco a
orto que coiiununica a 1
can lidato a presidencia em 1844,1 o interior da cata.
o reidas moxtamias.
TOR EDMUNDO ABOUT.
IV
ll'idgi Slacros.
tConlinuacjJo.)
\asilio relirou-se saodaiid'o-me iao'pa|lidamenle
como da primeira vez mas nao respondi sua sau-
llae.l '. '
loi logo siibslilnido pelo salteador que nos havia
capturado. Por om singolar capricho ,|0 aca,0 pri-
meiro autor do trama em que eu linha de represen-
tar um papel chamava-s. Sopl.oclis. N0 momento
em qoe elle eomecou seu relalorio sent correr-me
um rrioprlas veas.liogoei a mtalarnSimona qn. >
avenloi i-e alguma palavra iniprinlenlo. Ella re'--
P ni .leu -ni.- que era Ineleza, e que sabia portor-M
bem. O Itei pedinos que guarda-sernos silencio
e deixasseiuus a palavra ao orador.
Elle mo-lron primeiramenfo os bena de qno nos
despojara ; depois tiran do cinlo qnarenla dncadoi
da Austria que foimavam urna somnu de 70 francos
a II fr. 25 c.
Os datados, o resto fui-me dado por essn acollares. Tu me lio-
vas dito que percorrexae os arredores : romecei pi I)
aldeia.
Obraste mal, raspondeu n Rei. Os habitantes
de Caslia sao minos vzinhol, coiiv'inha deixa-los.
Como poderemos vi ver em segurauc errando immi- '
gos .1 nossa poria '.' Demis. he urna boa geale que I do
pole aju1.ir-nos se fosse preciso.
Oh nao lomei nada dea rarvoeirea Elles
ioappaineeram nos busques sm un- darem lempo
de f.illar.llies. Mas o paredro e-I na com a gola ;
achei-o em casa.
(Vid. Diario o. 139.)
era 1858 e IS52, perilcu-a lodos as lies vezo.
Foi em 1850, um doa defensores do arlo do corn-
promfoo, que suhsliiuio o do Musoori, sobre os 1-
miloi da escravidao, a separou-se rtest'arte dos abo-
licionulaa, como se separara dos flibiisUims e anslo-
phobos depoi. que M. Ilnchanan o colloc.ira a frente
deseo gabinete, ludo he boro quando acaba bem.
M. HowelICohh, da Georgia, secrelario do Ihesou-
ro, oceupao segundo lugar no gabinete. Tem apenas
qonrenla e um anuos, e eomecou em 183U a ganliar
celebridaile no foro.
Em 1S37 foi eleilo, pela legislatura da Grecia, saf-
licilador-^eral de circuito ou disliicto.
Em 1812 (o euviado como representante ao con-
gresso dos E eleitoem I81, 18( e 18IS. Se bem que um dos
membros mais jovuus da cunara, elle loruou-seah
durante estes ltimos anuos, o chefe o director da
democracia do sol, pelo seu sangue-frio, seo bomsen-
so e sua perfeil lealdade. Elle nao hesitou em se-
parar-se dos fanalicos de seu partido que, antes da
eleilo presidencial, linham elevado a Ixudeira da
desuniao, em resposta candidatura du coronel Fre-
inonl. Eslc acto de p.lriotismo e de sabeduria lor-
iiou-o suspeito a bcejo meridional dos comedores de
fugo (mangeursde Teu,) que fez grandes esforcos para
aparla-lo dos conselhos de M. Buchanan.
M. Buchanan I'loyd, da Virginia, foi governador
desle eslado, e um dos chafes da escola democrtica
Chamada de direilo estricto (trict eonttrnelion.) Foi
nomeado urn dos eleitores pre'idenciaes, a o rollecio
cleiloral de que era membro, recommenilou-o a M.
Buchanan para oceupar um logar em seu gabinete.
II. Buchanan linha sido recommendado do mes-
mo modo, em ISii, pelo collegio eleitoral sjlvania, para o logar de secretorio de estado no
gabinete de M. Fulk, e o governador Floyd deve (al-
vez sua nom*ar;o actual a esle precedente, nao me-
nos que a seus Ututos pessoaes. He om hornera de
1.) a .1,1 anuos, vigoroso c ardeule, orador cloquele
e muilo influente entre seus cnmpalriolas virginia-
nes, a quem al o prsenle lem sito exclusivamen-
te consagrados seu talento e seus lervieoa.
O secretario di interior, H. Jacob Thompson, do
Missisipi, represento!, este eslado no congresso du-
rante mullas ses-es ; mas na 1 tinln sido reeleilo
desde 1850. Tem de 10 a 5 anuos, falla, he apolo-
Eslava vesli lo com calca de briui bronco, camisa
ile inorim e jaquela de marta azul, calcado de nielas
e sapalos, e com o bonete de seu uao ao lado, leudo
entre os culove los um caslical com um pedaco de
vella quebrada.
Os lences da cama ligeiramentn eneangaentadosj,
leudo signaes Je pltadaa, e mostrando, pelo marra-
lamento, queso praleudcu com elles sullocar o pa-
ciento nao havendu porcm no chao vestigio algum
de sangue desde o quarlo de cama al o corredor,
em que Hleva o assassinado, em distancia cicedeule
a seis brabas.
Foram euconlradas arrombidas as gavetas de urna
co-nino ia junio 11 cama, onde exialiain ineias e len-
cos, e bem assim a gavela da banca de Irabalho de
relojoaria, em que se supps ler algum dinheiro
guardado, e tambem quebrado o vidro da tablela,
onde eslavam guardados alguns relogios uiados de
prala, donde suspeita-se terem sido alguns roubados.
A porla da ra nao moslra vestigio algam de ter
silo violentada, achaudo-se porcm a linguela fecha-
da em falso, e as chaves da porta alraz de urna es-
creviaiaha.
Foram encontrados cm urna lata pequea om val
de4:4003 aaalgntda por Amonio Jos Alvcs Soulo
em mato ou junho do auno passado, e um crdito de
503 de empreslimo felo a Clemenlino de tal ; loda a
roupa de uso do assassinado etislenle na roiiuiioda,
e peudurada pelas paredes, loda a sua fe ramcnla,
alguns relogios de alnibcira de cima de mesa, duas
carapucas ordinarias e urna japona de haclAo que pa
reeem periencer a prelos.
Consta que o assassinado viva so, nao linha esrra-
vos nem pesioa llgnma de familia, assim como que
nao linha fortuna.
He de crer que o roubo nao passou de algum di-
nheiro exi*lente na gavela arrombada, e talvez na
cana de Tulla, onde exista o vale.
A polica lomou desde logo couuliecimenlo do ne-
Cocio, compareeenilo immedialameiile o sobdelogido
respectivo, o 1.- delegado e lr. chele de polica, e
pincele em minuciosas mdagncOes, estando ja presos
qnatro individuos sobre os qoaea recahem algumas
suspeilas, lendo sido a casa e ohjeclos do fallecido en-
tregues ao cnsul francez, que assislio a lodos os exa-
ines e diligencias.
A polica de S. Christov3o. No
unue io.jv. leinoeni a 1 > nonos, ralla, lie apoto- .-1 .--" ... ".......- ,.u v.orre
cisla do cminercio hvre e democrala da encola do MJ,i,n|" d ,nte-!"">l"n se diz. que a gazelilha d
ral, mas nao desnnionisla. He um homem pratico e ?,, Lommtrt' le. "1" consianlemeiil
prudente.
M. Isaac Toucey, secrelario da marinhe, perten-
ce ao eslado do Couiieclicot, esle iiinho de punanos
abolicionislas, cojos analliemas elleezpoz-se defeu-
dendo o bil do Nrbraaka no congrego. Esle des-
prezo em que elle incorreu da parla uc seus consli-
Que llic disesle ".'
Padl-lha dinheiro ; elle suslenlou que nao li-
nha. Meiti-o em um tacco com o seu gato ; nao sei
o qaao galo Ihc fez, rr.as elle poz-se a gritar-me que
seu Ihetooro e.lava alraz da rasa debaixo de urna
pedra grande. Foi la que achei os ducados.
Obiaste mal. O paredro amotinar toda a ci-
dade contra nos.
Oh nao. Deixando-o, esquec-me de abrir o
sacco, e o gato deve ter-lhe comido os olhoi.
Muilo bem !... Mas oucaro-me lodos: nao
quero que ineommodein nossos vizinhos. Reli-
ra-le.
NoSO interrogatorio ia comecar. Hailgi Slavrosem
vez de fazer-nes comparecer diante delle levantou-se
uravemenie, e veio ssenlar-se no chao junto de mis.
Esse Bignal de deferencia parecen-nos de favoravel
agnuro. A velha Simons dispuz-se a inlerpella-lo a
sen garlo. Pela minha parle prevendo o que ella po-
derla dzer-lhe, e eonMeendo a Inlemperanea de sua
lingoa oflereci ao Rei meus servcns em qualidade de
inlerprete. Elle agradeceu-me friameule, e chamou
u Corfuensc, o qual sabia u inglez.
A seiiliora parece eatar enrulerisada, disse o
llei misiress Simons; tem de queixar-se dus lio-
mens que a condiiziram aqu '.'
He nm horror disse ella. Essea oatifea pren-
deram-iue, lanraram-nie na pocira despojada, exte-
nuada, e mora de fome !
Dgne-se de areilar minhas desculpas. Son
obrigadoa emprear liomens sera educac.io. Crea.
lenhora. qoe nao foi porordein minha que ellesubra-
ram assim. V. Exr. he Ingle/a ".'
Ingle/a de Londres
" t.' fui a Londres; conhecv e plimo os Inglezee.
Sei que ell. s lm bom appetile, e V. Exe. pode ob-
-1 rvar que dei-me preasa em offerecer-lhe refrescos.
> i que a% inulhi r. s de seu paiz. nao gostam de cor-
pelos r. hedos, ..(., qUP nito a Itiili.in deixa-
caminhar sen p., ,. sej qae as pewoai de soa
natao nao.lrazem em vtagem Knio aqnillo que he
necessario, e nao perdoarai a Sophoclis te-la Jo-poja-
do, sobreludo te V. Exc. he p(UOa do alia condirio.
Perlencoa melbor aeeiedada da Londres.
. Iligiif-se ,|e loinar huvameiite o dinheiro que
Ihe perlence. V. Lxc. lie lica "
Cerlamenle.
Correio
o
nte
iiulicus inexactas sobre a polica de S. Christovao.
Para provarmoi que a ineaclidlo esla do lado do
reclamante, poblicamos em seguida a caria de Sr.
coronel Coelho Bislos, que prova urna das noticias
que publicamos, a da violarlo do asvlode um cida-
dao a hora moras.
Olanlo outra noticia, a contraredade be urna
burla. A gazelilha dis-c qoo dous individuos linham
sido presos por um inspector de quarteiro. O recla-
mante do Crrelo Mercantil diz. que os indivi-
pnos nao foram presos ; que o Sr. subdelegado ape-
nas os mandara passar a noite no eorpo da guarda.
Fiif.menle, quanlo prisao do Sr. Pedro Caelano
Martins, a gazelilha nao disse que ella linha sido
feita pelo Sr. subdelegado, massim por urna palru-
Iha, e isso nao pode ser negado, por qaanlo a prisao
foi presenciada por mais de vinle pessoas que esla-
vam em casa de Sr. r. Feital, e que convencern! a
palmilla da io;u-Iii; 1 da prisao.
O Sr. subdelegado leve um pessimo defensor : em-
qnanio o nao tiver melbor, o silencio Ihe sera me-
nos prejudicial.
Eis a caria do Sr. Coelho Bastos a que cima nos
referimos :
a Em resposlc rarla que por parle da redaccao
do o Jornal do Commercio Vmc. me dirigi com
dala de 9 do correnle mez, em que me pede respon-
da, se he venta.leira a publicarlo feta'no Jornal 11
d 4, do faci que infelizmente lera lugar em nossa
casa na noite de 30 para 31 He maio prximo finjo,
lenho a rcspoiider-lhe o seguinle :
Infelizmenle o fado de que se traa he verda-
deiro, esinlo summamenle que elle livesse lido lu-
gar com o Sr. suhelagado Dr. Antonio Rodrisaes de
Oliveira, que sempre me lem Iraladocom benevolen-
cia ; como estou conveocido de que o Sr. subdele-
cado nao me quiz oll'eniler deliberadamente, as mi-
nhas explicares s servirao para a queslao cm geral
de se averiguar se a auloridade policial pode entrar
a' forca e a horas moras em casa do cidSu, por mais
humilde e insignificante qoe pareca sua habila(fl0 se-
ja ou nao naptisadi esla com o nnme de corliros, e
nao para de modo algum molestar ao Sr. Dr. Ixo.lri.
gues de Oliveira. a quem couliuuu a ter na mesma
eslima que d'anles.
A' urna hora da manhaa de 31 de maio balc-
ram com forra na porla do quarlo de dormir de
minha lilha, casada com o lente coronel Jos Vi-
cente Monleiro da Franca, o qoal bola para um cer-
cado de gradil do lado da roa du Pao Farro. Per-
guutou-se dentro quem era e o que quera ; foi res-
pendido de fora que abrisse a orden) do Sr. subde-
legado ; respondeu-se de dentro que a hora era
incompetente ; que se o Sr. subdelegado quera al-
guma cousa fosse pela porla da frente, que he, co-
mo se sabe, na praia do S. Christovao, e que nao
haveria duvida em se Ihe abrir, apelar da hura.
Ue-pou ler.im de fora com uovas pancadas, e que
abrisse, quando nao se balarla a porta dentro ; fui
respondido de dentro que fizessem se pudessem ;
elfectivameue fez.-e um grande esforco de fora, e
a porla cedeu, sallando a chapa-testa* que segara a
tingela da 'echadura, o prduzindo algum oamno
no porlal, do que inda agora mesmo depois de con-
certado existe vestigios ; dorante o es(orr;o que se
fez para botar a porta dentro, minha lilha sallou
da cama como eslava, e refugiou-se na sala im-
mediata.
n Ao barulho que em casa caosou emelhanle
aconlecimento, acordei no meii quarlo que lica im-
mediato a sala de visita ; sallando da cama como
eslava, me dirig ao lugar doacoiiteciinento, encon-
trando ja minha lilha com a sua pequea nos bracos,
e em eslado alllielivo ; enlrei no quarlo, cuja po'rla
havia aidoarrombada, e aclie no meio dclle nm ho-
mem com a esp ida em puuho deserahaiiiliada. ves-
tido com caica escura, farda, banda e capote ; eiilao
Ihe pergunlci com que direilo pralicava semelhanle
violencia. O homem fardado respondeu-me que o
Sr. subdelegado eslava fora. e qu mandava en-
lio disse eu que app.ircces-r, e elleilivamenle elle
entrou. tomou-me neta nuo, levou-me para o cor-
redor do interior da casa, e me dase que nao sa-
bia que aquella quarlo f-.-.i 1 parte .le minha c.\.,
que ,e -.0.1,,= alo haveria eemellwiue aeonleei-
menlo, e une islo aram excessos c denproposiloa do
Sr. Sania Rita ; e depois de me dizer ealai pal ivraa
(nao houve busca como se tem ilito) relirou-s', e
com ello ., .'.r. Ssi.lj Rila.
Bocostoo-se enllo a perla e espeeoo-M delraa
para nao ficar a casa abcrla ; no dia seguinle lu
concertada, v !(o qoeeo me havia reaolvido a nao
requerer vistor ia, e lien. lfr procedimenlo algum,
como lenho leilo, nem meamo tonudo parle direc-
ta, ou indirecta as poblica^Ois que se lem feiin nos
jornaes diarios ; e se aaora faro a presente declara-
po, ella nada tem de peteoal, mas para que se aca-
be rom o abuso que de ha muilo se lem inlrodoz-
do na nossa administricao policial, em geral, de se
nao respeilar o asjlo do Cidadu quando he pobre e
humilde.
Aceitei a salisfacao que me foi dada pelo Sr.
Dr. subdelegado, e aeredilo no que S. S. me dissp,
que se elle soobeise que a porla era dos aposentos
de nossa casa ella nao seria arrombada.
e Tenho dado as explicaees pedidas, sn cm alten-
Can ao que ellas possam udlisar a sociedade em Be-
r.il, e nao como cousa pai acular qoe me diga ex-
clusivamente respeilo ; porque nesse caso desejaria
que em tal cousa se nao fallasse.
Pode V. fazer o uso que Ihe anrouver da presen-
te resposta, e sou com eslima .le V. aliento veuera-
dor e criado.Joao Coelho Bastos.
S. C, em 12 de junho de 1857.
Companhia Nithroliy e luhomerim.Ranni-
rain-selionlem em assembla geral os accionistas
desla companhia, ahin deliberaren) sobre o parecer
da coramissao de comas, cujas concluses approvau-
do o balance c conlas da aJminisliarao foi unni-
memente approvado.
O pr.sideuledoconselho de t)irece,H0, o Sr. Dr.
Icroiiimo Jos Teixeira Jnior, pedio dispensa do
mesmo cargo, o que foi recusado pela assembla ge-
ral romn urna prova de adhealo as ultimas delibe-
racOes do mesmo conselho de direcclo.
Estatua.Amanla 1i do correnle lera' lugar
no Hospicio de I). Pedro II, as II horas da manhaa,
a inaoguracao da e-latua du fallecido senador Jos
Clemente Pereira em presenta de SS. MM. II.
Espancamento.llonlem das 11 horas a meia-
noite, na ra Nova do Ouvidor 11. 33, um subdito
francez e-panrou urna mullicr at a deixar pros-
Irada. O Sr. subdelegado da freguezia do Sacra-
mento tomou conhecinienlo ilo occorndu.
Fuga e prsilo.Oirlorze'dos trabalbadores
eoniratados em Genova pela firma social Vieira,
1 edroso e C, c rhegadoa a esle pollo na barc 1
Australia, em fim de maio ullinin, abandonaram
ns aharracamenlos para elles preparadus em Anda-
rahy, e vagaram .ela cj.lade duraule o dia de
hontem.
14
Telcgiapho elctrico.
Os ros caudalosos, os maret dilatad
eordilheiras. niio Mparim ma, como
h\( ARRECADOS ha si KSClili. A" No M I.
Al.igoas. o Sr. Claudino flrae Waf : Rabia, o ?r. |s. Duari
Rio de Janeiro, o Sr. Ju.iu Parean Muiue.
EM PEilNA.Mlll 1 .n.
O proprietario do DIARIO Manoel Iu ira de larsa na -ua
lixraria, praca da Indc|icudencia 11. 6eS.
1
as alias
d'anle, es
povos das incoe- ilo mundo. As maravil! as da in-
dustria moderna vieram lamnenlo de Iruir essas
barreirasqoe se oppaoham o ilesenvol 'imenlo da
civilisar;ao e as conquistas do progresso.
Preniler a lodos is liomens nos lardos gi nerosos da
fralernidade, reduzir a uina s familia a humauida-
de inleira, be a grande e generosa obra que nunca
poderia ser realisada pela polilica ; equ ha de se-
lo, pnuco a pouco, pela nrtuslria.
Pelo correr dos eculos llavera ainla no mundo
governos distinclos e Motea diversas ; a 1 menos po-
rm todos os liomens se acharan ligados em um laco
commum aperlado pela civilisacau, pel s interesses
coinuierciaes e pelo progresso da imlusl ia.
Entre outros brilhanles inventos, a a plicac.ao do
vapor as vias de communicacao c o le grapho elc-
trico dao-se. mutuamente as ruaos para nudar a face
ilo mundo e das sociedades dos bou cns, fazeud
desapparecer as distancias, e aproveila i.io milagro-
samente o thesouro inapreciatal do ten po.
D'ora avante a nac.lo qoe nao liver navecacao a
vapor, nem lelegraphos eleclricos, nao su marchara
vergonhosa na retaguarda do progresi 1, como nao
podar ser contada no numero das 1 icoes civil-
sadas.
Felizmente o Brasil ja possue nave rielo a va-
por, vai possoir e-Iradas de forro com I mesmo mo-
tor, e debaixo desle ponto do vi-la l moa somculc
necessidade de desenvolver esse e eme lo de riqueza
e prosperidade, conforme as exigencii 1 das necesi-
dades urgentes do paiz.
Por mo fado no dizer oulro lauto a respeilo dos lele ;raphos elc-
trico.
E ser arrcditavel que o givcrno b
la Inglaterra, que pora' em communicacao constan- I
te e instantnea Londres e Calcuta'.
O que falla pois .' moilo anda ; mas bem pouco
em relacao ao que ja se lem feito e se projecta eje-
cutar em breve.
Ora, essa obra monumental que se deve levantar
sobre cinco columnas, leudo nina columna em cada
parte do miin.1o.nem ao menos.como peusa Anslides
Dunionl, quem lemos aconipniliadii muilo de per-
(0 em tolo este artigo, nem ao menos [al desanimar
com a exigencia d um capital superior as fore,as e
aos recursos de algumas das grandes naques da Ierra,
c se Indas concorrerem para o mesmo liin rcais fu-
clmenle e mais depre-sa s-ra' elle attingido.
Assim, pois, compra que cada govemo faca o que
o dever e o iulercso do Kstado Ihe impoe, e compre
pois que, por nosso ulerease e por honra e gloria do
paiz, nao seja o governo brasileiro o ultimo a levar
sobre os hombros a sua pedra para a cunstruecao do
sublime monumento da civilisacao e da industria
moderna.
Demoramo>-nos cerimentc muilo apresenlando
ideas que para ninguem sao novas, e justificando
principios que nao admiltimos que baja quem se
lembre de contestar mas ja o h.iviainos dito, adiou-
se por tanto lempo a cunstruecao de um lelegrapho
eleclrilo na exIeoaSo do litloral bra-ileiro, ha lalvez
anda agora 1,1o pouco empenh) em altender esla
nulavel neceasida le publica, que nao nos julgamos
dispensados do dever de demonstrar a conveniencia
e a nccessiJade dos lelegraphos elctricos em ge-
ral.
Em um prximo artigo nos oecoparemea especi-
almente da linha lelegrapho-eleclrica snli-inariuha,
que se projerla construir em toda a eviene!.1 da nos-
sa costa desde P-'rnambueo ate o Rio Grande doSul.
ir correndo o lempo e se esqueca de A.\
de aunm
asileiro deixe
litar no soio
entu e eran-
apho era cx-
aos lelegra-
1 economa po-
0 fado do ele-
Esla bocetinha nao lie de sua bagagera '!
He de minha lilha.
Torne a lomar igualmente o que perlence
-ei.b o 1 sua lilha. le muilo rica '.'
Sim.
Esle ohjeclos nao pertcncem ao lenhor seu
filho '.'
Es-e senhor nao he meo lilho ; he um Alle-
mao. Vicio que sou lngleza como poso ter um filho
Alleimlo '.
l'so he 11.ui joslo. Tem vinle mil francos de
renda '.'
Mais do que isso.
lira tpele para essas senhoras! Enlao sua ren-
da chega a muta mil francos '.'
Temos ainda mais.
Suphoclis he um pulir que hei da corrigir l.o-
golbeie, dze que preparcm o juntar dessas senhoras.
Darse-ha caso que V. Es. seja mlliouaria
Sou.
E Citou confuso pela maueira porque a Iral.i-
ram. Tem grandes conheeidoi em Alhenas'.'
Conheca o ministro da Inglaterra, a se Vmc.
tomar a librrdade !...
Oh' lenhora !... Conbece tambem commerci-
antes, hanquc.rus '.'
Mea irm3o que esta em Alhenas conbece mal-
los banqaoiroi da cidade.
Muilo ealimo. Sophoclis, vem ca. Pede per-
d.lo a essas senh.ira-.
Sophoclis inurinurou entre os denles nao sei que
disculpa--.
O Kei eonliuuou :
Essai senh .1.1- -ao Ingleaa de dislinccao ; lem
mais ile ummilh... de fortuna ; silo recebidas era
e. -1 do embaixador dn Inglaterra ; seu rmSoque
e-la em Alhena-, conbece lo '.os ts baoqueiros da
cidade.
Comcffeito '. cxclnmou n.islress Simons.
(I ici ciinlinuoii :
Devias ler tratado eai senhoras com lodas as
allences clavida- sua riqurz 1.
Bem disse mislresa Simons.
Condoxi-las para aqu branlamenle.
Para que ? uiurmurou Marv Ano.
F. absler-le de locer em sua bagagem. Quera
I tem a honra de encontrar ua wontaoha duas jiessuas
lo imperio esse oilro principio
deza de povo e do Estado? mis re-|lonlemos sem
hesitar que nao.
J passou a poca em que o leleg
elusivamente ama insiiiuejo polilica
phos areos cora suas onerosas depez.ai, "seo nume-
roso pessoal empregado, seus meios nsufficientes e
suas iinperfcies laUez sempre incor igiveis, suc-
cedeu a lelegraphia elctrica rom sua maravillosa
initanlaneidade, e com nm poder de li ausmissao que
opera a lodos es momentos, qu-r le diaquerde
noite, nunca .lepen l-nie da inlludicia de agen-
tes exlerures.
lao pr.qirio para o servico dos ovemos, como
para servir s correspondencias dosparliculares, o
lelegrapho elctrico nao he somsnte urna inslilui-
cao poltica ; mas anda, o qoe Ihe d sem du-
vida triplicado valor, he um meio normal de com-
municacSes, um correio mgico, que foi e de-
via aar definitivamente adoptado pe
lilica.
au se opponha a esla observarlo
vado |ireco das tarifas dos leltgra'ph s elctricos da
Europa, (acto que sem duvida os torna menos aptos
do que deviam ser para as correspo ideneias parli
cularea. Parece que alguns governos la Europa tem
querido reduzir o lelegrapho eleclr co a um instru-
mento governami-ulal e polilico, a s 1 por exerpeao
lorna-lo accassivel a iuduslria e ac servico do pu-
blico ; para isso Ccrcaiam-o de fornalidades exage-
radas, 'ilharam com inju-las suspeit is para as suas
funrces, e fiz.eram pesar sobre ellfc o trbulo das
tarifas elevadas.
Quanlo a nos, esses governos prel
males possiveis prduzindo males c
smenle sentidos. A polilica do niijdd nunca foi fe-
liz, em su:- intpirafSes.
Mas contra o-so faci ah esla
lados-l iiiilna Norla-American
eninpaiihiaa func ionara faado trl
plios eleclricos auicrvica do poblie
treroameute redazidaa, e colhtudo
vantajoaos.
Se o lelegrapho elctrico devesae]
nm iiisiriimeniu governamental o |
sii.1 a sua conveniencia, neeessidari
nos nzc-lu, a sui in liapeusabilidad t, ieriam incoa-
lealavei*.
Porcm maii do qoe isso o mild
uina das m ns poderosts alavancos (
sanie da setnela econmica para a rasar as barrei-
ras que se levantara dianle'ita riqu lia e da prospe-
ridade da sociedade humana.
O lelegrapho eleclrilo he cham
nhar no mundo urna grandiosa
concorrer para facilitar a pm.lina 1.. da riqueza, ja
economisaiido o (emro, < por cons queucia pormit-
lindo urna diminuicao na matea das capilaes im|iro-
ilurlvos, c ja eslabelecendo urna 1 pecie de equili-
brio entre lodos os n.ercado*, a di uiuuindu a inllu-
encia das vicissiiudes e das incertezlas da poltica so
bre a industria.
Hu indubitavel que lo tai as tendencias se pro-
nuuciain altamente naot liara es ender a rede le-
legrapho elctrica por loda a Euro >a, mas ainda pa-
ra leva-la a lodos os poulus civilisido do mundo;
por maia remotos que sejain : a Ei
se a frica airavs do Medilerraui
Iravessando o A un: ico enlre a tjr la-lirelanha eo
Estados-Unidos ; a Asia pelo lili
cosa septentrional da Afica, pela]
ndein prevenir
rise ja Joloro-
I templo dos E--
lllllliei
ibalharlelegia-
1 com tarifas e \-
ainpre resultados
nnicaroente ser
ulili.-n, ainla as-
permillant
groso invento he
ue maneja o gi-
a desempe-
lissao ; elle deve
al da Italia, pela
isthlno de Suez
A requerimenlo dos emprezari.is o Sr. Dr. chele
de polica mandou os rernlher a prisao, afim de que
eslejam ao alcance da auloridade competente, pe-
rante quem se vai instaurar o resperlivo procesan.
Condecuracao.Por decrelo de 10 do correnle
mez foi condecorado o Sr. primeiro lente da ar-
mada Ginuino Augusto de llirros TorreSo com o
habdo ila orilem de .S. lenlo de Aviz.
da jiosieAn desaas senhoras, sauda-as com respeilo,
oiim la-as obsequiosamente a vir > campo, guar-
da-as com circumspecrao, e Ihcs ufferece Iotas as
cousas necessarias, al que seu irmao 011 seu embai-
xador nos envi um resgale de cera mil francos.
Pobre mi'lcrss Simona querida Marv Ann !
Neuhuma dellas aaperava lal eonclosilo. Pea minha
parle nao fiquei lorprezo. Sabia com que velho ma-
treiro Iratav.mos. i'umei misa lamente a palavra, e
disse-lhe queima roupa.
Podes guardar o que a la genio rnuhoti-mr,
porque he ludo o que has de ler de mil. Sou pobre,
meu pai nao pos-ne nada ; meus irinos enmem
mnilas vezes pao secco, n.ln conhe^obanqueiros nem
embiadores, e se me ahmenlares esperando um
resgale, jnro-le que ser.lo despezas leilas em alo !
Um murmurio de incredulidade levaaloa-se no
auditorio ; mas o re pareceu crer em miuhas pala-
vras, e disse-me :
Se a'sim he, nao o conservare! aqu contra sua
Miniado. Prefiro envia-lo a cidade. A senhora Ihe
confiara urna caria |iara o senhur seu irmn, c Vrce.
partir hoja meamo. Todava se tivcsse precisaode
licar um ou doui das na montanha, cu Ihe oflerece-
ria hospeiligem ; pois sopponho que nao veio al
aqu com essa coiva 119 cosas para ver a pajia-
gem.
Esse peqiienn discurso den-ma um allivio nola-
vel, Lancii ao redor de miin um nlhar de laliifa-
cao. O re, seus lecrttarios eseu- soldados me pare-
ceiam muilo menos l-rrivei- ; achei os rochados vi-
zinhos mais pillorescos depois que 01 conlemplava
como hospede, enio como prisionero. Aplacoo-
se -uliitainei.ie o desejo que liaba de vor Alhi as, a
abrarei a idea da passar duus cu lies dial n 1 mon-
lanha. Conlieria qoe meus olhoi nao aeriam tela
i roi de Muy Aun. A pobre velha arhava-se cm
um esladn ue eiallardjo que poda perde-la. Se por
acaso se obslinasae a recusar o resgale Antes qoe
a Inglaterra vie**e em seu roccorro, lena lemjiu de
attrahir alguuia desgraca snlir urna linda raheca.
En nao poda separar-me dalla sem conlar-lhe para
sen governo, a historia das raparigoinhaa de Mi-Ir-.
Alem di-lo V. S. cuntiere minha palillo pela Rola-
nica. A llera t\o Paruesio er* mu seductora no fim
de abril. Arlmn-se na montanha cinco 011 seis pla-
as lao raras quanto celebres ; principalmente uina,'
pelo lilloral Arbico al as Indi., ; no eslreito de
lleuring a Asia c a America se ti
promplas a recebtr o lio eletnrlo,
a Oceania nao be menos fcil o eitabctecimento do
adiniravel lelegrapho.
A obra he magestosa, porem nao
res obilarulua lem ja vencido o Ira
tria dos liomens, e quando essa re
com suas mullas em lodas as extremidades da Ierra,
a face da Ierra e da sociedade bu mana estara' de
lodo transformada ; porque no de
horas poder->e-ha saber em lodo
tecimeulo polticoinlereeeente, ou
tral importante que liver lugar n
molo do mesmo mando. Entao a havera' mais
distancias, e uina hora valer rr ais do que valia
d'anles um auno.
.Nao precisamos considerar lamb
elctrica dehaiio do paulo de visl.
olhos de lodos que ella ha de ope
immensa, geral e Inda e s cm pni
cao e da felieidade dos liomens.
I ai ve/ a um 011 oulro pareos quij
balando com tumbos deleitosos, m
se realiiar ; lie um engao.
E-sa rel lelegraphicu de que fj
lar desde muilo na mi 1 lo dos grLndes horaens do
velho mundo.
A uiiiai da Eoropa com a Amciica sera' exeeula-
impossivel;maio-
miIi.o e a indus-
mmeusa locar
urso de poucas
0 mundo o acoo-
1 novidade iodua-
> poni mais re-
o a telegraphia
u.oral ; salla aos
ar una revolueao
veilu da civiliza-
nos estamos em-
|is linpossiveii de
lamos parece cs-
da pala Inglaterra a pelos Estado-
ropa e da frica esla' nos inleress
Franca ; a da Europa e da Asia
Irica lia de ser dentro cm pouco I tvada a eQiito pe-
,'nsdos ; a da Eu-
s e na polilica da
Bisando pela A-
a Ihri/ana tariabili descoberla
Saint Viiieeiii. Devia por venlur
por M. Bory de
deis.r tal lacu-
na no meu herbario, e aprescnlarj-mc no museo de
araborgo sem a lioryna tariab lis
Respond ao rei :
Aceito a la huipedagein, nas com orna enn-
diejjo,
Qual'!
Has de reslitulr-me a caxa.
Sim, mas lamhem com uina :oudl(ao.
Vrjamoa !
Ha de dizer-me para que ell le serve.
ISAo seja por isso Ella serv -me para guardar
as jilantas que culho.
E para que procuras plantas T Para ven-
de-las '.'
Oh nao sou merecedor ; sou homem de
scienfia.
Elle eslenden-me a mao, e diss;-mecom visivel
alegra :
Muilo eslimo. A scienria he lella cuusa. Nos-
sos avi eram sabios, bosso nel is lalvez o aejam.
Quanlo a nos, falloa-noa o leui|io. )s sabios sao raoi-
to estimados em sen paiz '.'
Infinitamente.
Dau-se-lhes bellos logares .'
A's vezei-.
Sao bem pagos V
Sim.
Poam-se-lbrs pedacinhoa dellita ao peto .'
He quando cm quaniln.
lie verdade que as cidades os dispulam en-
tre si ;
laso he verdade na .Mlemanh
que ronsideravara sua 1110 lecomsamaca-
lamidade publica !
Cerlamenle.
Oque o senhor ma dit dii-lnie moilo prazer.
Enlfl 1 nao tem qi enas do seus co ri 1^
Pelo contrario : Foi sua I itrdade que per-
ii.ii:.,,-me vir .! Grecia.
Viaja cusa del '.'
Ha seis mezas.
'.n'.i 1 he mull in-lruido T
Son doulnr.
Ha algui grao superior na setencia '.
bao.
MINAS GERAES.
Ouro prelo, i de junho de 1857.
No dia I do corrento cuirou em exercicio o Sr.
I)r, Joaquim Dellino Kib.eiro da Luz, 5- vice-pre-
sidenle desla provincia, a quem o Sr. ronsellieiro
Herculano Ferreira Psnna passou a adminislracao
para concorrer cuino senador do imperio a actual ses-
so da assembla geral legislativa. Os Srs.desemlnr-
gador Silva Viaona, baro de Sabara' o Teixeira de
Souza, que occujidin na lista o* tres primeiro lu-
gares, declararan) que nao podiam servir presente-
mente, e o Sr. ronego Antonio Felippe de Araujo,
que he o i-, acha-se tambem ui corle como depula-
do pelo circulo da Campanha,
Depois d- haver alraves-ado a poca, sem duvida
a mais difiicil e critica das elciccs geracs de juizes
de paz, vereadores, eleilores e depuladns cm nma
provincia, que cumprehende 211 parochi-, mais de
iti districlos, o 20 circuios : depois de haver sup-
porlado por 1l> mezes lodas as fadigas, cuidados e
desgoslus, que necessariamente deviam caber a quem
se encarregoii de fazer execular pela primeira vez o
systema la nova lei, nesta poca de geral confusao
dos anligos partidos polticos, pode o Sr. conselbeiro
Penna lisongear-se com a s*lisfac,ao de deixar Mi-
nas m estadb de perfeilo socego, Bem que occor-
resse duraule o longo e complicado processo de to-
das aquellas eleiroes successo algum, que allerasse a
ordem puhlira, sera que se aponte um su acto capaz
de desmentir asna recoiihecula moderaban, e a fidc-
li dale rnm que procurou, d*s(le o momenlo de sua
posse, observar e manter a oolilica de conciliacao
proclamada do alio do throno.
Que o contrario diga em voces bem alias um no
oulro descrnenle 011 apai'onado, he cousa mm na-
loral, mas nao basta diz.e-lo, compre lambem pro.
va-lo ; e quem se der ao Irabalho de examinar os
fartos para compara-loa cora a- eccusacea e qoeixaa
comra o Sr.conaelheiro Penna, facilmeuie reeonhe-
cer deque lado esla' a verdade, a razan a a jusli-
ca. Aasimso vi\qaesendo vinleoa dislricloa da
i ; ...lucia, ... tendo rec.!:;:, ... para i.-pula-
I 11 em represenlaolea o- m n decid loa Jo um e ou-
Iru parldo.uein ama voz -e Icvanlou na cm ra por
ucra-iao da v.riliiieao ilo- pederes para denunciar
a iiiicrvene.i da presidencia ia aleicode qualquei
dalles, excepto us de Ubi' e .'larianua.
Naquelle apre-enla-se o Sr. Alahy te, que he, e
empre Toi,saquarema,cuino victima di paraeni-
cSo du presidente, por have-lo damiltlda do circo
de proraoltor pablieo, cm consequeneia tos daplara-
veis successos da fregneaia de Ampiados ; ao aaea-
1110 lempo que o Sr. Silveira l.obi, luzia exaltado,
BCCUta tambem o presidente por liave-lo lioatilisado
no circulo du'.Hanauna, e favorecido o Sr. Alhayde
no Uba !
De accusarei lao diamelralmenle eppostaa e con
tradicional o que se deve realmeule inferir, com-
parando-as com a maueir.i (lorque se lizeram as ele
res nos cutio- circuios, he que o presidente maule-
ve-so na posiciio que devia oceupar enlre os partios,
nai usando da influeuria de sua auloridade para lios-
idi-ar ou favorecer a qaalqaer dos eandidatos. Esla
rerdada lem calado na cuiHciencia de lodos quautos
observan) iiii|iarcialmente os fados, e estes saliera..
Ia/er-lbe a devida juslica.
A asaembla provincial proseguio em seus Iraba-
Ihos comecados em 28 de abril prximo passado.mas
ainda na concluio aclo algosa legialalivo. Qualro oo
cinco|de seus m mlims declsr.iram-se em o|ipcsic,ao ao
prcsidenle, mas para dessanjeer complelamenle as
censuras que Ihe tem faite, sobejam os argumento!
de razoes produzidas pelos oradores da maioria, que
defeude e elega a sua administraran.
O servico du curreio da curie para e-la capital con-
tinua e uno danl -, e o publico habiluou->e cuilini a
iio espera-lo urna Bu vez no dia marcado. Chega
qnasi sempre as l liorea da manhaa |iara legrcssar a
meio dia, r assim alropclla se ludo, de maueira que
be impossivel haver na rorrespondencia a presteza
e, piintualidade que devoria haver.comu a principal,
aenaja nica vantagem do novo contrato.
Por esse mesmo motivo vejo-ine agora obrigadu a
por lenno a esla inssva, reservandu para oulraocca-
siao o mais que (cria a dizer-lbe.
( f.'arfa particular. )
Jornal do Cmnnncrcto do Km.,
SENADO.
SliSSAO DE 22 DE MAIO DE 1857.
Presidencia do Sr. Manoel Ignacio Carakanli de
J.acerda.
As II huras da manhaa o Sr. |iresidentc abre
sessao, estando presentes 33 Srs. senadores.
Lida a acta ila anterior, lie approvada.
EXPEDIENTE.
< Sr. Primeiro Secretario 10 um aviso do minis-
terio da juslica, remetiendo um doa aulograplios sanc-
eienados da resolO{8o da assembla geral, declarando
que a ultima parta do artiga primeiro da lei de 28
de selembro de IS53 comprcbeiide ss viuv.is e lilhos
dos olliciaoi e mais pracaa du corpo municipal per-
manente da corle.
Fica o senado inleirado, e manda-se coinmonicar a
cmaro des de|iuladus.
E quautos dou'.ores conlain-se ua cidade que o
senhor lubila .'
-- Nao sei justamente, mas nao ha tantos doutores
cm Uamborgo quautos neneraes em Alhenas.
Oh oh nao privare! seu paiz de um Lomem
t.io raro. V. S. ha de soltar para llamburco. Que
diri.uii l, se suuliessem que esl prmonciro i.j- Bat-
ial lli'.iil .|,b.,.
Diriam que he urna desgrana.
Ora a ri lade de llamburgn antes qoerera fa-
zer um sacrificio de qunze mil francos du que |ier-
der lal homem. Torne a turnar sua cana, corra, pio-
cure, herborise, e cunlinne seus e-iu 'o-. Porque nao
lorna a inetler esse diubeiio no bolso".' Elle perten-
ce-lhe, e respeilo muilo os sabios para nao despoja-
los. I'ercni seo paiz he assas rico para pagar sua glo-
ria. Diloso mancebo '.' Agora reroohece quanlo o ti-
tulo de duutur auiiinenta-.heo valor pessoal! Eu nao
leria pedido um cntimo de es-ale, se fosie iguorau-
le rumo cu !
O rei nao ouvio minhas objerees nem as inlerjei-
riies de mislreaa Simona. Levanten a aessase tw-
trou-uos com o dedo a nossa sala de janlar. A velha
Simons diiigio-ae para ah protestando que devora-
ra ludo, mas qoe nao havia de pagar. Marv \m
pareca raudo abatida ; mas lal be a aobilida le i 1
juvcnluile gar delicioso em que ettava peala a nossa mesa. I ma
rclva delicada e unida formavao (apilo; aleuns gru- 1
jhis de lonreroa servsm de barraca, e ocealtavam as
maralhasa plqae. I ra bella abobla azulettendia-
se sobre nossas r..',eca* ; dous abulte- do pescoco
comprdo qoe pairan m na ir pereca ler aido -11-.
1 para pri rdosolbut, -.m um canto da s.i-
11 orna fonlc el ir 1 r irao u di imai le Iraabordav i-
ii! ia lar.i ru-tica, e corra romo es-
leir pralca la ; ela encos'a a moni 11. lie- la-
do ai '1 estend i-se ao infinito para eruniedo
Peni le palacio urlico que reina sobre
Allien -. a bu ; de olivei as sem! ros, a planicie
< iberia de po, u d >rso acinzi otado do Mm. .. re-
dondo como as costas de um velho, e e adrairavet
gulpho S ronico, lao azul ,1. e paree*, um (te.taro ca-
hun do ceo. Cerlamenle 11 tresa Sim na no. india
o espirito inclinado a a sou que o aloguel de to billa vista cuslaria caro em
Londres ou cm Paris.
Fica sobre a mesa um requerimenlo da ImanBaal
Sociedade Aoviliidori da- \rles Mecanira- I. Ii a
e Itenelicenlc. peiindo que o enado *r digaie de B|
provar a resolurao da cmara dos depul olas que con-
cede loteras a niesma o-.e la lo.
OKDEM 181 DIA.
Entra em ultima niscus-o o prjeclo de le-p.isla a
falla do throno.
O Sr. isronde de Jf/uilinhonha e-nerava qae
Sr. inmire as
difcul.la les que o orador enxercoo no modo j.or
que foi orcamsado o initnslerio ; mas S. Exc., qoo
discusso do voto de eraras nunca dcivsva a- BOfsW-
lar a alteucao dos ministros psra aquellas qtae-i>*-'s
dn Inlareese publico, > que anida aenra |i. ce Inn
deaaa insueira e nao eslive-se na admin.-liaeao ;
esqueceudo-se desses precedeule-, nao li na qnef Ja
desvanecer a iinpres-.io que .1 orflaaiBaecio do
uete tem produzJo no pal/, imprt--.i., mullo natu-
ral, porque he a primeira vez que enlre te -a csiaa-
tiiue um ministerio como o arluol.
Aperar dissn, dir ainda alloma rcosa esa respns-
I 1 as observaces do nohre |ireMdcnlc o con^l *,
esjierando fazer .1--1111 servico ms Srs. iNini-lrn-. A
liscussao nao pole scn.10 collnca-ln. em paOBOBe eaa>
dadeira e solida, lio cnlanlo que a poir.io do caba-
llete he boje absolutamente falsa r in-'nslratae| a
vista do silencio a que se tem condeninado. \ 011
poltica he um mvtho ; ningoerii a cnliecc. Hx.
presdeme uo conselho liinili-se a declarar qoe la-I
espera da providencia ; os seu mltaza* no* ee evpi-
cam e ileixam passar a ultima discussaa do vl de
sracas sem tomar a |ialvra. Muando b, de em #,
Sr. ininislro da faten la elucidar as davidas qm- "in-
citara a ana entrada para o gabinete com ei bo-
rea miui-lros do imperio e le eaaeaaajOBMa > >.
Exc. deixa passar nina angnriaa deslas, ri-nlinaam as
Irevas a re-peito de um ponto lio importante
Assim, paJe alguns momento, de alien. *o para
expdr algumas duvidas em qne persiste qian* a or-
'ini-a ;.lo du ministerin.
Esla he a primeira vez qae e ir enlre mm o ea-
binela de eolligaca ; por quanlo MM uc MI
nao se poda con-ideiar de idntica naiurria. A or-
ganisarao poie do cabinele actual he 1.0 paiz comple-
lamenle nova no seo (enero. I'iiuripo. dame nal-
mente opposlos furmam a base de na isMilKa r ea
sua admim-liaeao ; e conven examinar c ism c-
vm ao no-so jiaii e ao niKso -y-lraaa.
Em Ingl.Heira se tem por \ete< procurado f ann
ministerio ila culligac.lo, mas s par os lean lomad*
em olio Quando all se orzani-oo ullimameMe
ministerio chimado das capacidades para arredar ?-
se ndio-o que ralua sempre sobre ea inineatesno e>
eotUgoele, deu-se-llie o mt de inini-leiio de cana
binaeilo ; aceitndose qae os da colligacan deviam
er preearaptoa da poltica do paiz, maa qae eram ad-
missivcis os de corabianclo.
Ora, para provar aos aenhorrs ministres qae nao
desejava causar-Ibes o menor embarace, ,'rrlan a >.
Exc. que nao duvi lar.i aceitar a denominar,** qaar
melhrir Ibes convier. Observar, pon-ni. qae iqur-l-
le ministerio as rapacidades morrea de um alaqo*
apopltico de lal notOOOOB, que alo dciv.m me
de si, nada fez, nao hi nao ronrloi** a coerra
se disse conm a ia perdenlo ; e se maus mal* I
nao tuinassem as redeas da a Iminialrara*. decidiataa
meM a jierdenam. Recela |>o qne arlaat mi-
ni iterio nao morra lambem de apnj lexia. cad* co-
mo se afrmou na ca-a, rompnst* das pnm-i-a. ra-
pacidades do |i 11/.0 que nao 1 onlc-l 1. V. ua r !.l porque s alteu,l|.--e .,, aos inuividue* eslava c*0)-
fonne. Se o Sr. pre-i lente dn ron-elho livcsne
organisado s com s seus rorreli-ion^ei*., p*lia cos-
tar com o ojilo do orador, feila. aqnellas ev -
que resollara da diveri-euin que e.,i .I-un.. ._
iesja lem inanife lado ; se por cnlm lad* !- *
Se. m.iii-tro da faz-, u.la q .; 1 1. r.: -e .-bucle
M, com estadiata i uaosi. ataenoaa nata
e -,. Uavargnia .-.!-;>.. .iie- |oi~.
Finque o sens! ja salta que 1 rJam, sa
era por aae Ihe nanjan 1 a -eo ap ea.
Qiiuilo, |,oicm, los p dille rsM-anlram.
Juaii tu nao lia neabu::: ac, iirdo-i. t ,.- >f. mmis-
rea da uparte e esaraneessee a a Sr. aaeraorae da
lazeii.l.i, poleoojlor mi c i,.i;,d p,.r qarrra ci-
plica;6aa ? Caaltntar ae hla pee ea haaaaaaW. aai-
mslrus cun um voto dultm u sena:!... r OM felb* 4*
pleno ronhecimeiilii de mm- vi-ta. a.l.oiMi iralivas
e pelllleaa .' Rio he peatn! que ae sali-raca rvra
isso ; eipliquein-te |nii-.
Di-se o uubre presidenta do conselho qne I .1 eeaakr-
do. Mas cm que consiste 1 Oaars as *piMi.sr> pv-s-
das puslas de parle, qiues a- medidas jiolilir.. r a l-
nim slralivas que lcam c-p-ra la, qaaes aagrllas
em que n governo concor.lou e lem da -olcitar 4*
poder legislativo '.' Eis u que uinpie al.es.
Se o iniii.lerio he |iailamrinar e orgsi>.d r-a-
forme o sNslema repre^entalivii lija ue aa *l*r-
miuislros concordar que he laiuln-m eulidarin ; ou-
ainda lo boje neubiiiii o al1irni.ui.
Pergiiiiiou u Sr. prcsidenle du r raes que eslao no ministerio querala p*r aaMoM
mal, ou lamhem ao os conservadores qorii..m ; o
reronheeeiido que n-o era po-snel |..a.,,... ai,..,
arre-i enlou : logo, estamos de ccordo. lio qaes
dizer que ha arcordo aomli aquill* qae he laaams-
sivel que um ministerio ven ha a querer, porqae ar-
hum querer jamis o mal do paiz Sae-s, |,M-
que nao querera ; mas qoe qoerera, o qoe la do
po-ilivo ?
Dise ainda S. Esc. que ns eos rollabas querua
lodos us melhoramenlo. m.leri.el do pan. qe ni
eslavam da acenrdo. Or, ul* leudo ul, ( 1 r-i
lonle dn conseihn pronunciado aera ana poaneaa so-
bre poltica interna cu eilerna, c limil.nd. a*
que diz respeilo a iiiellioiamenlrs inaleiiae-. nao
dai nccasiiii, a dizer-se que o mim-leri* arlaal ata*
he mai do qu* a reuma < de I', man-lr.,- r Wat
publicas Qoerera S. Exc. qae ma a* mlerprel-
o sea mini-lerio 1 Paia acaba, com el siovida* he
preciso que cesse um silencio qaae nao |4e sor a'il
nem a S. Exc. nem ao par.
Canto sen lor, julca-se rom o dirrita dr loma'
parle na adinislrc,ao publica, da mda^.a qaal a
maueira por que ella he d. .eir.|iiiliala. de *h-lar
quanlu em si coubrr que ae perra un s aa*>raeal*
do lempo de reuniao da assembla u-rat : eiarrus-
lu o resultado da marcha seguida (irlo niiiii.ie-i.. -e-
ra' a parda total do qualro mezc. de s, -.ai. II *-
nrc llllni.tro da fazenla allraliira' a admihislrari*
para o seu lado ; os Sr. ministros ilo imjief i* e 4o
eslrangeiros a allrahiram para n sea ". em reswllad*,
nada se ar', t em penco lempo t e rr I
do itolire ministra da laten la bao tfe dizer : .
henea Franco nao p>de iaaoi nada.porqne a lad* Mae
poem peas os Sr-. tiiiiii.lco- di imp-ri-> r 1- r !:_-,-
rus. Os correligionarios 1:, Sr. pfesi.tenle o* rsa-
selho bao de clamar qne S. Exc.|oada p i* faaes.
porque o Sr. miui-imdt fazeu.ia nn,< a-ixs dr-e*-
vo|ve.-se. Islo n.1.1 pal I eivar de Irazcr inaraV
lelinenle a di-, .ue.i 1 do gabinele.
Emende puis que presla servic* aos n >r*e mim--
tro excilaudo-is a qoe se (vpliqucni, alitn d qoe
O i miar eslava prepara.lo com s mpieilada b-rm
ra. I m pao Iriguemt, coz i 1u cm larno pnilald fa-
mesava sobre a relva alie I 11 lo o ,dpbala man sea
folie vapor. O Icil- coalha ;o Iremu rni asa Va 4%
nadeira. As Grandes azeitotias e as j ian-n1a v*i :r-
araonloavam-se sobre pealneaa de lal.na mal qoadra-
d s. I m odre hojudo arhavi--e junio itc cobra iii_'*iiumenle lavradn. I 111 que'i 1 de !-,-
le de ovellta repou-ava obre a loalha qne a|w?ita-
ra, e cujas marcas -inda coi-eiva\.t. Cine, mu -ci-
pos de alface noi oncreciam orna bella salada, raaa
sem ad 11 .!. O rei putera a nossa di|oi-iro aa b.i
xella de campo r n-t-lin lo cm cilhrrc- i-t 1., a
culpes de faca, e por aceres, uno de lino lindan*
garfo de nossos rii.ro dedo-. Nao linham levada e
tolerancia a panto de dar-m s carne, mas ra c m-
pen-ae.lo o fumo domado de Alaivras n" |ao*i|ia
almir.ivel dicesiao.
Vm effieial do re esteva eaMasveajnaa .le servn-ar^
e e-rular-no-. Era o hoirivel lilho dr lala, n ha-
uiein do a noel de evare, q *:>... instes I
1I..11 o |..t 1 com ram naraaaa a ni* i-tiilnai^ htaW
a- 111.10- chelas liigaiido-lio- que lio p Kp. n |
inda M-.-Hi -, Simons -em p.i.lcr urna dei la la le-
Ihe ..l.omii peroanlaa altiva-.
Miilioi .1 ir.io, par ventara mu ama raid
riameniaque Ihc pageriaraaa nra lezagole de crea nm
flanco- !
Elle lem ccileza di H, H oh r .
lie |i 11 que nao roul.cre a na;.m melera.
I*, mlic-.-a i.i.r: 1 bem.-enl' ri. ira -aalrai' a
le. Em Corla Ircnu utei Bninla- Ii..-Ierra Ce aaMae-
e. 1 jui
I li. : 1 o j. :s dt_ 1 a rie >*
mi" erine-a ieaa> tci :-c->rrai maii
lea...... "i mil tr.iiic .
-- i ".'. encarte ou-i,.- Man t Evc.. qa*
ts c pe.ir 1 le t le malo a* aaei :. eaa p*tHa.
I. e nao livena paga !' de maieao moa
dia ?
Elle lera o pc/ai ala f niar-Hte. p*r*v.
l- -*l
. .


DIARIO DE PERNAMBUCO TERCA FEIKA 2o DE JIMIO DE 1857
r \ 111- ni o Mnprcga de un meio iiinilo usado de di* [ des, ' tesolnm i qnesllo. y,... | -\, ra' (cardo
Irmr ministerio. Por cumplo, nao se leni dilo mu- asle respeilo ni vistan doi Sis. niinisirui .' 1. te
tasxezes que us n.ini-lrus eiam merosamanuense do [nlo Mi podem r-S. I-.Ev. descunhecer qoacs serlo
presdeme do coinetlio, e islo su com o lim di lirar- | *' couseqoeneiai".'... Ce pon le dito quanlo bas-
llirs lo.ln o prestigio t Entretanto erain ministerios la para mostrar ao seuedo a neceasdade ein que os
Composl :- DBo A de correligionarios, roa de iudlvi- [ nobres minislros esli de explicar-se.
iliios que de lia mullos anuos er.iin amigan o rom- i Val dar agora as ra/nes porque ola pelo prvjeclo
inungavaiu o* mesmus principio, d.e individuos li- | rte/P0* a falla do thrt n
gadotaflot pelos Iscosd* amizade, cono tambem
pelo luco dos priocipios. Ora, e apelar disso se
propalara que nao liavin harnala enlre osminis-
Iras, o quo se nao podera' ditar de un ministerio
roioposlii de iudividuo que ja levain corasgo a dis-
sideucia i
(.oiisultou a opiniao de eslidisl.is de primeira or-
i'.eni sobre esta forma de organista,, de ministerios.
r encentro* nin fado que corrobora a opinilo de
que o actual uo ata bem eoMtilaidO. Em 1812.
Mr. Cinning e o mariraez de Wcllcsley Irabalharain
pan humar uni ministerio de Mlligael* Cum o lim
de lazerem passar o bil da emauciparaodo ralho-
ico, e nada poderam conseguir.
Ora, como us lionieusde estado .aquello pai/. crs-
lumam Utnl.ein explicar nupailaireulu as razos por
que olote rarifica alfana erganisacao ministerial,
julgou-se Mr. Cauuir.g na necessi.i.do de etpor na
cunara dos cnmrcuns por que motivos nao India sido
Ikiii succedido na -ua tenlativa ; c s-bcmlo quanlo
a pioi.io do paz era contraria aos iiiinislciios de
Culligarer, tralou de defemter-se da maneira a mal
conveniente puxivel, elprinindo-so dcsia maneira
MsessflO de II dejunlio da 1SI2 : He verdade
i. if sci.i considerada mu fml a administraran que
nao couliver era si conflicto de principios, nem opi-
mOes algumat contradictorias, qoando se aprcseular
com planos conccrlados sobre objeclos pblicos, c
qiiondo seus menibros esliverein lindes polilicamen-
le por urna serie de anuos pastados, o Aqui est
pois que i> be forte um gabinete em que nOo lia
conflicto de priaeipios. Applicando jilo ao minisle-
rio actual, pergunla se elle pode ser tomado como
forte 1 De cirio que nao. Mas nole-se que nilo trata
da lon.M de arbitrariudadr, que despreza as regrai
da justica universal, e sim da fura de pcnsaueulo
im direccilo dos negocios pblicos.
A idminislracan que nao esliver fundada tiestas
c iiidiroes, nao sei.i forte, mis fiara. E be islo o que
u paiz deseja e precisa, principalmente dada a rir-
cuinslancia de ler-te entrado em urna poltica no-
va '.' Poder o paiz supporlar, que ueslas ctreums-
1. ncias o ministerio aprcsenle-se fraco, dividido,
ein coulliclo ? Pode-se acreditir na boa fe explicila
e suflicieiilemenle activa do minislro que se oppox
a uuia medida, tendo depois de e\ecula-la '.' .Yin
entender, restrictamente ludo quanlo for preciso
para o dtsenvolvimeiito dsna medida '.' O nobre
presidente do conseibo, lendo volado rotura a Ici
dos circuios, pode-e dizer que Ihe dar lodo o des-
cnvolvimeuto que es-a le redamo, e que Ihe seria
dada por aquello que a livesse sustentado a votado
por ella '.' Parece que be possivel a duvida.
(I nobre presidente do ronselbo linda sustentado
ama poltica opposta da conriliarjio.
t Sr. Mrquez de Olintla nega islo.
O Sr. l'isconde de Jequilinhonha provara o que
ilisse ; nas antes de entrar uessa prova lembrara' a
nobre ministro, que poltica de conciliario nao be
.i raesma cousa que poltica nao reaccionaria. Ha
, ande dillereuca. Oue o nobre ministro nunca qui/.
poltica reaccionaria, deduz-so do complexo de
suas opiniCes ; mas que o nobre ministro quizesie a
poltica de concillara.-, be o que se nao pode presu-
mir desde que S. Exc. disse em un discurso solem-
ne que receiava muilo do eitado do paiz em c.nse-
qucucia do sceplicisroo poltico que ora exista.
tira, o que significa sceptieisroo poltico '.' IN'ein
lie confusa., de principios, be anda mais. Cnfusflo
de piiucipios suppda que ellos existem, mas mal de-
terminados ; e scepticismo poltico significa abando-
no total das cousas publicas, indiflerenca completa.
A isto he qoe se refera o nobre ministro quandu
disse, que havia de produzir grande mal ao paiz. E
a quo era devido esse scepticismo senao poltica
eolio dominante ? lie rardade que S. Exc. nao o
di-sc, porque o seo syslema de resguardo lie tal,
que nem misino a respeilo do seu prograrama quer
dar explicares lolinfactorias ; mas be o que se po-
da concluir do senlido do seu discurso. Assim, di-
que a poltica de conciliario nunca foi seguida pelo
nobre presidente do conselho.
Foi preciso que o orador ntssa orcasiao moslrasse
que no bavia tal scepticismo poltico, que o paiz
nao eslava nesse eslao de esphacolo intellectual, a
poni de nada querer, de ser a todo indilTercnte ;
o quo delestavel seria a poltica que prodnzisse tal
estado. Se lal opinan podesse prevalecer, a pulitica
de conciliario eslava completamente desarredilada;
e a rnaueira por que o ministerio esta' orgauisado,
nao (tiln icn.io a desarredilar essa poltica.
Necessilando-se de um guvernolforto e enrgico,
deve-se, primein que ludo, exigir como coudigo
essencial a barmouia de pensamculo entre os miis
tos ; ora, essa harmona em que exisle *.' ^inguein
o sabe.
Poda apontar desde ja os effeitos da maneira por
que o ministerio esta' organissdo ; podia indicar
medidas reclamadas pelo nobre ministro da fazenda
n i sesso do auno passado, e que anda nao Imam
resolvidas, porque as epintOes de S. Exc. Dio estilo
do accordo com as do nobie pesideule do eontelho.
A demora dessas deci'es be devida ao estado de
raqueza do ministerio, que nao pode rtcixar de lor-
ii, i -se crouico. Se os nobres ministros ulguiem
eanvenieete rrastar o paiz a esse tcepliciimo de-
que o nobre presidente do consrlho lauto se quri
xou, nao podiam adiar meio mais eflicaz do que o
que ciupregarain.
Com edeilo, do programma ministerial o que se
colhe be que u sjslema oo gabiuele lie oda iner-
cia.
Nada menos pretende do que esquecer-se ludo
quanlo be polilica, pura cuidar-se uuicameute dos
iDILioramenlos maleriaes ; e como de ludo slo so
ha i.e resultar para o paiz deceproes, rliega-se a co-
nbecer que a pidilica do actual gabinete be a da
inercia e das decep^rs. Ein pouco lempo lodos
diro que o Sr. miuislro da fazenda lulo quer exe-
rutar neubuina das medidas que lem defendido no
parlamento, ti inesnio se di.a do Sr. minislro do im-
perio.
Xomai agora em consideraran urna proposiro
profendajoa casa para defeuder-se a inconsistencia
poltica.
Disse-se : (16). Ora, significa islo alguma cousa '.'
Se significa, he ludo muo. Ha de o senado coiiser-
var-se nesse vai-vem, ora eufraqueceudo o uincipio
publico, ora o priucipio papular'.' Toda a legisla^Ao
ser o joguele de emelbanle douliina ".' Se ella i-
gnUSB, poda o Sr. ministro da fazenda dizer : Al
boje as miuhas vistas polticas furam dar i r i ao
piincipio democrtico ; agora couheco que esle prin-
cipio c-i.i deioa>iadamenle forte, e vea Irabslhar
para enfraquece-to. Assim nao baveria mais eslabe-
lidade em poltica
Nao csla arrepeudido de ter volado pela le dos
crculos. Se della nao resultar lodos os beneficios
que se leve em vistas e que se esperavam, a assein-
blca gcral podera dirruir quaesqurr defeilus. O
que cumpre he desenvolver da mam na a neis cm-
plela o que est leiln, e ulhar paca o futuro, afim d;
que elle seja tambtm allendido ; esle be o dever
de lodo o estadista. Nao se crea que o scuado den
legislar so para os veltins ; esles querein a susteu-
lara.i do passado, os mogos querein o progresso, be
preciso allende-los ; e nao lia oulro mudo de tle-
lo senao caminbaudo. Aquelles porlanlo que que-
rein reduzir o gabiuele reuuiao de seis minialros
de obras publicas, nao fatrin mais do que destruir a
vida da uac;ao ; be islo o que se deduz doprograru
ma dn nobre piesideulc do ronselbo.
Nao sabe ale que puni podo ser considerada
exacta a noticia de que a cmara dos depuladvs esl
dividida em Ir grandes grupos de igual lorja ;
grupo liberal, grupo saquarema ou conservadores
r\ l.:si\i-l,i-, c jniji i ,ic cunservadores dissideules.
Mas leudo verdadeira esl eslaiistira parlamentar,
deveria lirar-.-e um corollario opposlo ao que se li-
ruu. O orador dira que por is.o mesmo a organi-
Ba{lo do ininislerio actual nao est em oslado ue
encarar nina cmara assim dividida. Como be pos-
s:vel, dada a existencia dtsses tres grupos, que o do
nobre minislro do imperio o1 apuio ao nobre minis-
tre da fazenda quandu a quesiae for rom este '.' En-
lao ha de o ui bre ministro da raleada schar-se >"
com os seus corrdigioiuros. E quaes rao elle 1
sai os liberaos, os conservadores dissideules ou 01
cxdusivitlas'.' Nao se sabe. Eis pois mais urna rd-
zao para que S. Exc. diga bim claramente a que
sella porleuce. Se o orador aileuder somrnle aos
precedentes do noLi o ministro, o clas-ilicara entre
os liberaes ; mas se se recordar de alfanas opinloet
< nimias na ca-a, nao podaradeixat declassifica-lo
de outra maneira.
Quanlo ao nobre presidente do coiisellio, nao lem
. menor duvida de que he conservador quand-im -
t. rodos os ssat actos e em todas ae epueas nunca
iveram eetra sigoilicar.ao ; he conservador purita-
no, o nobre ministro uus eslrangeirai esi.i no mes-
mo raso.
His-i o orador que ora pieciio delinir o que he
1....."""" de rulbg.,r.lu e .le conibinacu. Para dar
una prova do leu dssejo de cuuinrelicndcr os Srs.
iniiiislroi procurara faze-lu.
Colligagle he a unio de don partidos nppos-
los para sappuintar unilerceiroduqual elle diUeri m
meuus do que dillerein um do oulrr. i> So sale lie O
fim dos nobres ministres, be preciso que o digan.
Si nao be, enlan vejan a defioicTo de mioislerio de
combinarlo, segunnu seenlende esta : n Combinaclo he a nniio daqutlles quo difle-
rem punco para rrsi,iir qoelles de quein divergen
mallo. Declaren, pois, se tornan an ministerio
i acolligaeO ou da roinbiiiiieao ; mas se be de rom-
linirin, deein a conheeer qual be o adversario a
quera querein del,rilar.
lie preciso lamben que !e quanlo ao p.i-sado. I emus eonqol'u felas :
deve-so sabor quem responde por ellas. T......-
......"'"' "'' -<'' 'es presenl s......| orlantisi mas:
rempre saber com pretende .. roini-lerio encarar a
situado. Anula nao comiderou urna poca ni i-
riVia de novens negras. Nao esquece que temos
lulo pocas calamitosas rom.. *s do dissensoes int. i-
nai ; inai.....la disso ulo imporlava as eondir
i i.i que ,e ada boje sociedade brasilera, e qae'slo
dd gi ivi -iim nelureaa.
Nlo sabe como he possivel pensar un esladoda
1..I-..I iu.lu-iria, di i......i i,,.,!,!,,, lem rrronheeer
. -.aii-la .11 qui acaba de dizer. .\ renda insrcl a
ha verdade ; '.la-, de que ualurcza lie ella .' a al
he que cunpre Hender. E em lio inelin Irosa si-
iii,!._,!-i l.a de .. pan conservar um ministerio con-
Iradicloiio'! Aqueslaode crdito lem abalado as
nos* :s pracai.
Os apares do uosso commercio reelamam nu illas-
Ir i^ao, ou medidas que acudatu es :uas necessida-
lli-se-so que so \.
ra contra cs.e prujecto n
se euleuder que elle reftre-se ao mimslerio passa-
do, a que se lez forte e constante pp.....a.. r que
baveria porlanlo coulradirr.o em spprovar boje o
>o!o de grajas.
Acboii o raciocinio lgico, segando us principios
e as premissas expendidas; mas infundado porque
cr que esees principios e premirsss uso so baseam
em fados.
En primeirn lugar, se a poltica do conciliario
- ido ochada boa, porque razio uo-ar .. voto ao
.1 ii i que quer islo significar, quando m a cnleiideiii
que essa poltica be nina cousa.....uir..s eulendem
que be cousa muilo difireme Era preciso que o
noble presidenta da c nselho nao deixasse islo rin
duvi I i, que fusse explicilo.
ijue m)sterio he este '.' Em que paizestamos ns,
onda se dara lal cousa'.'.Lou mu l.s vezei o pro-
gramma do ministerio, e nao enroulron nenj un. lo
palavri relativa a su,, poltica. Era quo r, nsisle ella'.'
ino leador divergi de >. E\c., nao devora eoosar
aduiirar.'.i, que lainliein cuino iniui-lro alguuias ve-
/cs uu couibiiic ruin Rfl opiuies dn nol.re senador.
Encerra-so a discusslo, e be appruvado u projsclo
de respuita a falla doUhrono.
(' .Sr. I'icsidcnle d |.ara ordein do da o r.-lan-
o da-, malarias dada-, .- mais a Ierren a discusslo da
proposir;lo di cenara dos dopula.tos declarando >\ os oflicues dn corpo mouiclpal pernauente da edr-


rtao se Sabe. (I que ludo islo quer dizer be que i.ao le perceberlc a inesina etapa quo os olfieiaes do caer
ionios aiiul.i sj.iein.i pnrlameutar, nao compreben-
demos anda o que be syslema representativo. Proce-
dimeno desta orden n.iu leriam ministres einlpaiine
nliiiin do mando regido pi|u lysiema repreeenla-
liv...
Si-loiilou o nobre presidente do eoaielho que foi
seinpre ptirlidirio da poltica de conciliario ; mas
aln eslo os eos discursos que provam oconlrsrio.O
fuiuiii de que S. Exc.fallos com tatito aaalo era pii-
meiramenle em relapso -.o scepticismo poltico, e de-
pvis pelo que luca a pblbjsica do Ihesnaro. Essa era
Sr. marqaez de Para-1 a bise de horisonle uegr que S. Esc. enxergava.
procaroa para inin.siros que linham ,|e ieal- \ Ma- o orador leve de impugua-lo, porque sabia que
Ins que linham pense-1 nlo bavia no paix esse Keptieismo polllro, e que o
Ihesonro
periodo do projerlo de re.posi,. que refere e-<
poltica'.' Masantes de prosi::.nr ub-ervara
ex-presidciiledo conselho, o
que o
zar esa polilie
inonlos homogneo;, e declaran Yogo ale onde q ar-
ria ir, onde pretenda .licuar. acre bem que bcin.ou mal nao ponencia mais a um
partido poltico, nem ao oulro ; que a lor una no-
va vida poltica para consagiar um principio que
agradava. Foi por isso que lodos os estadistas do
paiz deram-lne o apoio neCC
e desenvolver rssa poltica.
O que diz mais o prujecto de resposla
Que as relaces eslranarras Continan]
Islo he urna verdad.- |inconlealavel. Pailn
ventura o governo a f devida ao
Como deixar enllo devo-
sano para que pu.les-
a rnroa .'
ni pie.
por-
paizei eslrangei-
eilo
Levan! i-se a sessao as 2 horas e meia da tarde.
No da 22 nao bouve sessao na ramara dos dej.u-
lados.
PERIAS8BC3.
KBCTIFICACAO'.
V.m consequencia de desarr..ii|o de paginaran, r
produzimos boje esla parle dn Keliospeclo de
huiilem
sen rival, ecompanhado de um nomo, e ue nome i de gesso,
era o son. Lenca nlo *i velba candela, que arda de senlol
obre nina mesa, corre precipitado ao luuar on-
de a victima de seu riuine, ou do zelo de jaia hon-
ra, Irma cabido : aproxima a,, rosto a lu/.l.... lian
quei ner...... Ergue o cadver, rhega) ain la
mais a roslo lvido a luz da cu lea, I c cabe
'em senlidee abracado rom esse corpo inaumado.. .
Pobre, msero, caros leitores, de-se campuoie/., que
fuliuinadu pola cega e vehemente paulo .|o riuiue
fez-se matricida, para depuis -^i u asssraiao ue sua
esposa. Esse cadver era de sua desgrar ida biii, qoe
a ven Irieiu burlescos u/Miga* r..:n nones
e BOI ullereeer pela* parla-, recebeinl., em
; i : en i. .
danta de desteeenmito, aanai
ou sarmienta -le delegada.
EnlreUnloeeee Me l. .. trinan i___
.....""' I" f*. as pruaripacs Infieenci. ,i- ,i,.,~
da cenarca, Paulo d,- (.t-. Santiapo ^e IiI.ii, ,i,.
isp.i>la (ci-os aijradrcunento, qoe reruiamo* di-
zer : pedimos linda que um lal abaso leja prohibi-
do, visto que as imagens deven merecer dui catho-
li.-os lo !a veneradlo e nlo se consentir seu- nomos e bon nansere te ateil i- s'
eslampado* em pedeslaes que susten monstrengoi
que provocara o escarneo.
Consta-nos quo fura o-rriplura.la na po companlue do Sania l-.al.el nasa acbii que ja aqui
dei a em nutres lempo- copia de si. ,
Nao lia collamente maior escndalo, .-.udaria
A colpa ha delta*, asea ainicn. u
vola. i... Caloube ii ~*rpeladi. .
procurando engaar o fllho para desprezar a ora, mesmo. Agora qaando se quer un mulivo para pa-
proenrou pelas propriaa mloa laquelle. lim lo des- godos, basta ler-se em raa um oralono ; na la mais
Htraao. Essa mulher lalvez pensasse. que ejomrasi-1 fcil. Invenla-se urna novena ou l.dainba. ama-
leado lal imprudencia chegassa ao lim que desejsva, se o oralorio, convida-la um fagot e ama Iniapper-
nunra arredilando paren, que seu lilli.. I,.-- capaz | lavel clarinela e dii-llir que duras, lora o tamba em
rm es n.a, ,|M
drjt"-- <\r lertf.i
promelli-i a lew Petiaqn que vulanam M irma.
, _., 1 .
de um lal exlreiu.. Consta-nos, que o infeliz rain-1 irente do saniiulio que all esta' remo leste-manila do leeali l
l-io lado e nata as*Mnj* r, na* que i
lare, ., lea deixado de abalar .ls. ,.
niia i.- no- leilacaneeiiM veienlea, \M,,t ,,,
leleg.id.a de Iropa de Indi, 11 deb-s,d,w .B||,
Iroadei .!.. lusar lem o del-.l.. de serem ,,, ,-,.K
dcreadenli i para rom os su
sgase n ;
I.tad-.- .:.-
ponez arlia-se rerullndu a prido pabliee da ridade
da poilaleza, onde vogela. Knlouq.n
Niogaen o dir
lar por ele periodo '.'
I'alla-se depois na exlinrrao do trafico, que cada
vez se loma mais real. Jlei.mlem urna verdade
iueontsitavel. Porque deixar eolio de velar por
osle periodo ".' Onde esla' aqu fundamenlu para
negar o vol ao projeelo de lesposla '.' Nao o ha-
vendo, c n.lo se f minian.I,i neuhuina emenda, par-
que motivo volar contra '.'
Nao quer islo dizer que, se a mostrada eommis-
s.lo consenlisse, olo echara o orador conveniente
uppnmir no segundo periodo o verbo podern-js, e
referir as propriai palavras da coma'.'
Uiz a falla do Ibrono : l .
A Iranquillidade que reina em lodo o imperio
he um dos resaltado* da poltica que lem folio calar
nos nimos dos braiileiro* a comieran de que
sombra de noas iostitoicOes, liolmenle observa-
das, adianlar-nns-bemos com legnranca e gloria na
carroira do progresso e da civiliiarlo. o
Prope a cominjsslo que so responda iealea ter-
mos : o Cniigrslula-se o senado respeitOHmenle com
V. M. I. pela Iranquillidade qoe reina em lodo o
imperio, o moilo Ihe apiaz em reconhecer ain.a
que esle grande bem he um los resollado* da pol-
tica que o governo de V. M. I. lem seguida, o que
lem produzido em nossos nimos convieclo de
que, a' sombra c inedianlp a bel e\erur,ilo ds im-
liluirOes polticas do Brasil, podeiiiusavaulanjar-iios
na carreira do progresso e da eivllar-lo.
Ora, be innegavel que o verbo podcniot enfra-
quere o pensamento da roroa. Aroma foi mais
explicila : anegorou que nos adlanlariamoi na car-
reira do progresso ; a commiss.lo calende que po-
demos .iva i. i,i j .i-ni,, nessa ca reir.
Ora, o que pode sor pode deixar de ser ; mus o
throno aflirmou que era. Apenas lembra islo, e
nao insiste.
Ha tambem 0m poni sobre o qual jolga inipor-
tanle que se diga alguma cousa. Dir.-se que a ao-
va publica lem produzido a convcco de qoe, a'
sombra, e medanle a fiel exerurao d.s lnstitni(6ei
poliiicas do Brasil, podemos ivaolajar-nog n* rar-
reira do progresso. Esla' persuadido que nlo foi
precisa a poltica .1 concillaran para infundir nos
Brasileiros essa conviccao. |)ea verdade eterna
eslava o paiz convencido antes ,!.; .. .,,i ,.- lal
polilira ; logo, nlo se po.ie dizer que foi um de seus
r.-aliad..-. Se se salvasso esla pequeas duvidas.
o vol de graras servira msis para a hisloria du
paiz.
Ha runda mu tpico sobre o qual qnizera ouvir
o nobre minislro de eslrangi-iros. Em referencia
aos negocias exlernos, temos baje tres queslaos im-
portantes, uniera nao sojain (odas do Husmo qu-
tale.
A primeira lie a da eavegaelo do Kio Paragaa;
al UstlO-Grosio. Nao sabe anda quanlo possa bas-
lar para formar-se um juizo exacto quanlo ao des-
fecho das neu.iciaooes roncernenlea a esle assumplo.
A segunda he mais grave : falla dn estado de nos-
M relares rom a Crl-llrrianha. Aillda existe nn
collecroesde leis daquelle paiz ode.-aslrado bil Abor-
deen.
Deseja saber o quo se lem feilo no senlido de ob-
ler a ma revogar.lo. Mo pode bavor nislo segre lo,
porque em Indaierra publicn-se souipre nos llvros
azues ludo quanlo diz respeilo oxliureao do Iralro.
E na., ere que algomi couss se nao Imlia feilo, por-
que larnboin nao pode persuadir-se que se lenha
abandonsdoesla quesiao, apezar .'e que ja se disse
ua casa que era ste que se devia praliear.
A lerceira qoerllo be a da recltmaflo de pasa-
mento* de prozas que o goveruo p.iiluguez deve a
Bratileiros. II: materia enliga, e que rumpie resol-
ver. O Brasil lem sollrdo n uilas reclamsroei .le-
las ftlas por govermis eslrungeiros, e lem eumprldo
rom o seu dever, lem pago aos seus rredores : he
preciso que os nossos devedore prucedain da inevma
maneira comnoscu.
Eis o que julgoii de seu dever etpor ao senado
nesla diseosslo. Uuanlo ao pedido que fez aos Srs
ministros de explicrem-se claramente sobre o -cu
programo, s-j iovoo em vistas salva-Ios da posi......
falsa em que eslaocollocados : se nlo quizerem al-
len.ler a esa josia rerlama(.1o, sua almo, sua palma
O Sr. I itconde de Miirangvape (minislro dos ne-
gocios eslrangeiros, .-.edara ao nobre senador que no
relalorio do Sr. ros, que jusr.mcnle na occasilo cm que S. Exc. ara-
va se eslava di-lribuiudo na casa, achara' o nobre se-
nador as inform'.riles que podem ser ministradas su-
bre a quesiao da navegecfo do rio Paraguay; e quan-
lo a rerlaniaros de pagamento .le pregas, penden-
la* da roiumissa.i mixta hrasileira e porlugueza, a
iss" nada lem qnc ariesreular.
Pelo.que respeila as nossas relar/.es com a Ingla-
terra, com o lim de abler-se a rovogarao do bil
Aherdeeu, he negorin grave, sobre que nao leve
anda lempo de conferenciar com as seus collegas, e
nada pode por isso dizer anda acerca desl'e as-
sumplo.
O Sr. Marque: de OMuda { presidente do ronse-
lbo ) ob-erva que o nobre senador pela Babia nlo
fez mais do que desenvolver mais au.pamente a sna
primeira Ihese ; lito he, liiniloo-se a querer mostrar
que o acloal ministerio nao podera' fazer bem algom
ao paiz.
As exprcsses do nobre senador poderle lirar al-
guma forr;a ao gabiuele, se arharem echo na afio;
mas nem por ii com
o juizoque S. Exc. possa formar do ministerio.
Insisti e nobre senador rui que o gabinete rom-
poe-se de pe-soas que profeis,tm oplnldei, qoe fe nao
podem combinar. Para haver arroido he inilisponsa-
vel qoe baja homegenidad* de principios: ja mosirou
que lia, som cm islo querer negar que alguns des
acluaes minislros leem em rpocis anteriores estado
em divergencia como momhros do parlamento. Mas
se rosse loialmenlo iudispeii'avel es-a harmona an-
terior para a boa r. mposirAo de un ministerio, osla
trela seria inpe*ivel. Lemhre--e que anda o aunn
passado os memhrosde partido conservador esme-
ran! em divergencia quanlo a materias esaeneiae*.
Querora' olgoem oonrluir daqui que os ronsorvadj-
res nao poderlo mais formar um ministerio forte, e
que faca bem ao paiz'.' Nao de corto.
Se islo lie verdade, e so os arluaos ministros oslan
de accordo sobre a marcha do sua adniimstrar;lo,nlo
sah: como pos-a o nobre senador insistir en sos*
ominos sobro a Inrmaon.i do gabinele.
Ili-se S. lxe. que o minislro que xolou contra a
le dos circuios nlo p'.dera' execnlar. Importa lo
o mosniu que duvi.lar da lealiJIde do orador, e an-
da nao .loo o diroilo a alcuem de lor a seu respeilo
somolbanle pensamento. Ntin sera' esla a Dfflmefra
vez que se veja um membro do parlamento coinba-
ler nina lei, e depoi* eiecula-la lealmenle romo ini-
niatru. E se fusse vvrdadeira a proposic^lo do nobre
senadur, eslavam inpossibililados de seiem miin-lin-
lodos os membros das camarai que votaran contra a
le dos circuios.
I'is-e o nobre senador quo nao era possivel risear
o paasarfo da memoria. E por ventara quer laso o
orador '.' Pelo conlraiio, deseja o c-iudo do passado
paraseivirde lijoso fniuro. O que lustenla be
qoe o*erro* deven ser esquecidus, e por i>-o di
que se devia oll.ar para o passado, mas nao para re-
prodozi-lo un (uluro.
Fez o nobre seu.olor dilTorenea enlre poltica do
roi.riliar.io e polilira nao reaccionaria. Mas onde foi
S. Exc. desrobrir que o orador era apena* da polili-
ra ule reaccionaria '.' Nao foi o proprio orador quem
o alio passado congraloloo-sa com a naci por ver
em exorurdo a idea do colicuara.. .' Os cus disrui-os
ahi eslo, e podem ser consaludos.
lallou depoi- o nobre senador em horisonle negro.
Pois ja v sso'' O anuo paseada, quando o orador foi
dessa oplnilo, quem o contranou foi S. Ex. II uii-
nisterio nlo delxou de pesar o encargo que lomon
ubreseus hombros ; mas n io desanimen. Ne:n l,.m-
bein o orador bavia o anuo passado mostrado que es-
lava desanim ido. Vi* o penga, mas confion nos ie-
enrsos da na(lu e na boa vnntade do governo, por
isso dou-lbe quanlo pedio puta cunipir a sua iiiis-,io.
Nada mais dir.
OSr. Sou;u Franco minislro da fazenda ) dir
.las palavra viil i que .. nobre senador pela Baha
nlo lem querido coutenlar-se rom ai declarables .lo
nobre presidente do cor.-el!.... pela sua paste decla-
ra que abunda lio. | en.amonios do nobre ministro
lo imperio, en.- qn- o ministerio l.a de conservar
a uiiiforiuidado de vistas precisa para promover o
bem .i., n.i/. Declara queesU perfeilamenle de ac-
eordo cn os seui coilegai a respeilo da. gran.lei
que.-i... ailiniuistralivas, e en toda- aquellas medi-
da! ni,',, id,.- pela cor,.
Olanla .ni Banco, enlende qoe reclama providen-
cias tendentes a promover qaanto foi possivel a .,n-
xa do juro ; un < meios qoe nesse intuito devem
ser empresados ulu devem ser agora diseulidos, era
podem estar oiud cumbinai em un miuUterio
qne dura 1.1 tT di. -.
o Se. iscouUc de Jeqmllnlumha, depois de lulo
quanlo di;, c-perava ouvir nina r*posla formal,
mas lludio-se. u Sr. i re lente dorousclho decla-
rou : Estamos de accordo mas o orador lornou-
llie : i,, eslivestes em rieesecorCo ; romo ehegas-
i-> agora a esle accuidu '.' Koi o que S. Exc. alo deu
a sal.er.
Disse-te que se serjuia a poltica de concilijcio.
ineslaxa ues-ascircumslaucias deploravel
ein que >. Exc. o pinlava ; nao eslava phlhxsico,
nem o ..-lana ipresenUndo o saldo que actual-
mente lem.
O horisonle poltico que o orador falla boje lie
muilo difireme. Falla .:.> oslado da nona miser.ivel
agricullura, nica fonle de roceila que tein -, En-
tretanto, nada dizeiu os lenhore* minislros subre este
imporlanlissimoobjeelo lira, ba de o orador calar-
se .' Diz o nobre presidente do conselho : Ni esta-
mos de accordo ; enleiidam l a conciliarao como
quizerem, que i o rom isso nao lenhu nada, c Deas
us lia de ajudar. Em que paiz do inundo se veria
islo I
Sobre as necesidades do romrmreio nada lamben)
se di-se. O nnbre ministro da fazenda suslenlava
empre opimoes contrarias ao que cxis'e : como re-
lormou es'as suas ideas e em que ? Ouando o Sr.
senador pelo l'.io de Janeiro diiia que su bavia dnus
monis de evitar a aluda do ouro auioedado, o nbre
minislro da fazenda disse que bavia um lercero, que
era a reforma do banco. Que reforma be essa '.'
tjuiz S. Eic. enllo smente fazer opposirao, ou dis-
so cousoicuciosumenle algoma cousa qoe" valba se
disse alguma cousa que valba, cutan desfaca a
nuvem que rsrea esse eslabolerimei lo, pois que
lodos receiam^ all uina reforma extraordinaria
desde que S. Exc. he minislro. Higa ludo o que
quer fazer, ou declare que nada he preciso. De
rerlo se per.loara' a S. Exc. a sua inconsistencia,
declarando que nada quer alterar, se essa lie de fac-
i a sua nlenrjlo, pelo bem que fara' arredando a
espada de Damocles de sobre aquelle eslsbelecimen-
lo tan iinporlanlo.
P.eclamoii S. Exc. dias para pensar sobre a mate-
ria em que ja lem opiniao frita. Nao sabe para que.
O nobre ministro ja declamu qoe In partidista ds
llllmitada liberdade do* bancos ; ja cornbaieu o pri-
vilegio de emislo que, em sua opiniao, f.n dado ao
banco; poique nlo diz se per-isle as suas ideas,
porque nao osclar.-rc o senado '.'
OSr. Souxa Franco:Em oceaailopropria.
o Sr. '.'cunde de CequiHnhonha nao aeha que
baja oceaiiSa mais propria. Neubuma queslAo dos-
la orden pi.de ser espadada, poi o proprio nobre
minislro quom censurou a demora da decislo sobre a
cr. -rao de noves baes ; par que entilo ligo deci ie
boje ama qoestlo lio fcil de resolvci '.' He o que
iin roinprebende.
Aperar, poim, de Indo quanlo Ism aconleci.lo
boje, anda sospeude a resolurao que deve lomar
a espeiio da marcha do ministerio, aioda operan
ver corno os nobres minislros resolvem questOes iin-
portantes ; lamentando todava que os nobres mi
uislros mo rompreheudam que o sen lim, pedindo
oxplican.es e iuilando por ellas, he dar maior forra
ao gabiuele.
Conrlue pedindo que se declare si he corlo que o
Sr. minislro da fazenda, resolvendo unir, represenla-
cao que pedia o espnramenlo da execurao da nova
tarifa, declama que, una obstante osucfeiios que
nella er.'im reronbecidos, fosse pesia eu. execurao, c
que depois e emendaran!.
O Sr. l'isconde de Marangunpe observa que o
nobre senador increpuu ao nobre iniui-lro da fazen-
da por lor declarado em seu despacho que depois se
emendara.ii o defeitos ja notados na tarifa e oulrc
que se fossein reconbecen.lo ; mas esqueeeu-se el
rellertir em urna conxl. Nuladus por quem '.' pelos
Hclaniante-, O iiolire minislro aiuda nlo dedarou
se em sua opiniao existen ou nao laes defeitos.
Auora procorara* fazer algumas obscrvar^es, nao
com o fim de convencer o uobre senador, por que be
lal a IOS prevenoao conlra o ministerio que, apenas
organi-ader, apresenliiu-se logo com exigenrias que
podiam ser alo interprtalas como pondo em duvi-
da a boa f das minislros, e quercudo que desde ja
exponham rniuuciutamenle todas as suas vistas sobre
lodos r.s pontos da administraran do paiz. mas para
mostrar quanlo a nobre sonador he injuslo.
Quer, por ejemplo, S. Exc. que desde ja se diga
Indo quanlo so ha .le fazer cm beneficio da agricul-
tura ; mas quem nao sabe que ha sobre esle asslimp-
lo muilas medidas rollaleraes que eiigem exame
moilo maduro *
A primeira medida em favor da agricultura be a
rolonitarao. Nesle sentido muilo lo/- ja o ministerio
pasudo; mas m.nlo mais be ainda o que resla fa-
ser. E o n are senador entende que cm dczesele
din* deve ja'celar ludo resolvido enlre os minis-
lros !
A Mgonda medida em beneficio da agricultura be
dar-lbc diubeiro barato. Como quer o nobre sena-
dor o deeenvolvinento da lavoor* com a laxa de ju-
ro que so paga no uosso paiz ".' Eii-aqui pois o ga-
binete na neceisidade de orcupar-se com o banco.
E como quer o nubre senador que ein iao poucos
.has ja lenliain os ministro* pensado sobra materia
bio gra\e por maneira que posean desdo ja apresen-
lar ao senado as ideas em que drvein priineirameu-
le combinar Aiuda que o nobre minislro da fa-
zenda lenlii-seja manifestado a tal respeilo, oque
podera air ra fazer sem previamente entonder-se rom
o seus collega ? Nao p.ide acbar justa lal censura.
Pela sua parle declara que arciluu a pasla logo
que o nobre prisideule do conselho o ci.nvidou, ccr-
lo de quo esse nome la couhecido e lio respeilavel
be uina garants da boa f que dirige a adminislra-
(ao. E se as nobres qualidades de S. Exr. nao sao
ilesrnnhectdas por pessoa algoma, nao vi molivo pa-
ra que o nobre senador se rnoslre blo assustado so-
bre a organsa<;ao do gabinel presidido por 13o dis-
linrlo esladista.
Nada mais arrrescentari.
O Sr
Consla-nos qoe os seohore encarregados do
'i'.^".'.'..-., .... .. i .. i iiusiiil.il militar, ue cuinmiiin acrord.. com o Exm,
'.:,:..^:r.^'^!::^^.,^::'l,V^:r^h^,^l: r.gener..c.mm.nd.nted..n., .rala,,,: de pr),
gulamenlo doi bo'pilue ntililares.
iiambucana ; enlrelaulo anida esla vez diremos al- I
grimas'palavras a sou espeilo.
Nlo ser lalvez fra de lugar o chamar aqui a al- !
l.neao da companllia paia um porto, que qualifica-
mos de importaiili-simo ; e que nao sii pode promo-
ver, em seu descnvulviinenlo, os inloresses Ua rom-
I aina, como pr.iduzir omresollado heneficu a pro-
vincia, dand.i mili largueza a seu commercio. Panto
o mais oriental do imperio, foi Pernsinhuco forma-
do pela nalureza, porto de arribada para essa ini-
uiensidade de navios, que corlando os mares da Eu-
ropa, Alia, frica, America, conservan) ein conii-
nuidade as cummumcares entre a Europa e os Es-
eirl execurao o
Minias n.iineares ba a fazer-ie, e be de ner, que
caiain ellas sobre peisoai idneas e aptas parta oecn-
parein taes emprego, vi lla lo os duus arenles que em laes rasos; devem
presidir laes nomearei
A ra do Hospicio isla' em lal estado .lo mi-
na, lem tantos sumidouros que be
real passar-so nella a carro ou a ca
mente na altura da l-'aculdade de D.reilo. Na lar-
de domingo passado, quando um enlerr.imeiitn en-
camiuhava-se ao cemilerio, o carro do Sr. deiembar-
e as veros de prrsczairem .
taes inai .lili ,-. \ imus em urna das ras du bairru gas ; paran rouhercn as asAragan Issaoosa
da Boa-Vi-la um deaseenfo* diveilimenios e por ra asgan mi-eraxel, pnta.l.i por .Vr; .,||.,
sigual que Itnha bastante genle de fura apreciaudo-o aprceular-lbes uina litiianria rotura om pri i
rum dirieuos.rHol.is e nutras cusas piopriasdus di- i rio bone-ln, abasladu r arrapando cilla :
leciaules de law pa... .des. i oulro* indicios alern do ..uvir dizes dea loan
1 .i'.om por la a nos dirlo se cm ilgnm lempo ja o cladaalea sales de raqalanr pttaaas m sntan .,!.,.
viiam a-ini ; 00*00* que paiecern dirladui man |nw hu nrariu i,
I "..ni, de v.dla de Buenos-Axr. s. rnuiralado xii.L-.ura que polo desoj.. de de-atlreitur a M,
i S. Poloisbunrg,,, o insigne aih'sla Tambeilkk ; Ha-la* por boje, no hm de mea miniar lbe Ih i
passou por i
A barc
galo por brazas
loza oSau-Sim.1.1,1' entrada em
al estado .le mi- I. do crrenle me/, tibio l,iom rum Ib psd'agua.
le boje um pongo lendo doscarrega.lu ereceido carg ensatadlas,
vallo, principal- sendo o seu carreg^uienio Irinta mil arrubas de as-
Direito. t^a lar- '
enlerrameiilo en-
sobre" nm dXes su-
me esquadra que cruza na* immensai aguas do
Ocano Pacifico u pesca de baleia. Esla navegado
lo.la he hoje feila por navioi vela e vapores "de
500 a ,5U0 toneladas; muiros delies Irazendo, alern
de objeclos valioso, al mil passageiros, colonos ou
Iropas ; e ib achassem aqui om purlo commodo, o
preferirian, e com isso a provincia colheria vanta-
gens immensai. I'.ren-.-s n.ln errar entilando que em
cada mez 100 navios locariam, le rio medio, nesle
porto, ja para ronrerlos, ja para se proverera de
mantimenlos. Calculando-se o gaslo qoe faria cada
um de-ies navio', e as compras parliculare de cada
passageiro, arhar-se-ha.qiie a quanlia, por mui bi-
xo que se calcule razoavelmente, be enorme, uAo
sendo lalvez inTerior a seis mil conloa por -inno.
A eilas eonsideraroes, accresce a de um commer-
cio crescenle de vapores transatlnticos, que merece
e deve merecer toda a alteurao dos legisladores bra-
tileiros. Esle im|ierin colhe brilhanlcs re rpidas cominumca(Oes com a Europa. Facilitando o
transporte de carga e passageiros, ausmeniain-lhe
ellas as rendas e os meios de desenvolvimeulo ma-
terial e moral. Sacrificio algoni deve ser poupado
para auxiliar e desenvolver e-sas uleis emprezas ;
de muilas, de cujas vanlagens estamos privados,
(arque o porto de Prrnambuco nao lem capacidade
para a entrada de navio* 13o grandes, perdeudo-se
assim o commercio que promuveriam.
Exislindo presentemente oilo Indias meninos de
vapores, se entrassem nesle porlo, o fariam ll ve-
r, por mcz,"e de cada vez o mnimo das despezas
calrulaveis seria um coulo de reis, o que faria a
qnanlia de..........l:lKX)y)lW
Ein 1 viagens Irariam pelo minos
3,000 pesaos*, passageirose equipagens
inclusive, e admilliiido que cada uina
gaslasse S/OOU, leriamos por mez. 2l:00(WK)0
quelle senbor s alguns amigos que iam dentro li-
verain a prudencia de sabir im.nediatainenle.
Fallecen no labbado digna eposa do Sr. Dr.
liarpar Drummoud de uina enfermidad que a prin-
cipia parecendo de pouca importancia,decuinou-se a-
linal em urna inflammarjAode ligado, rebelde:ao mais
acenrado tralamenlo de habis facullalivos. Essa se-
i.hora, natural do llio de Janeiro, resida nella pro-
vincia ha algoni annos. Koi -empre considerada co-
rno urna esposa virtuosa e excesiva amante de seu
marido e tres filhos, r;ue anda bem novos perde-
rain um bem que nunca mais encunlrarao. O seu
funeral foi ua matriz da Boa-Visla.
Consla-nns que fora exonerado o liscal de S.
Jo-e, e nomeado em seu lugar o soppletile, .a quem
desojamos mulla disposir,o e aclivi lade para bem
desempenhar bio ardua larefa. Desde ja pusamos
pedir a S. mo. lieonea para lembrar-lhe senlpre que
pdennos algansa ceas** a bem do diibTkte de sua
liscalisarac
O Sr. tenenle-coronel Jos Anlonio Lopes, que
se aeha recolbido a fortaleza das Cinco Patitas, vai
ser transportado para a de Tamaudai, termo do
Bio l'ormoso.
l.unlinuam os Italianos, mercaderes db figoras
oesr
O paquete inglex (Medvray, sabido hontem
para a huropa, levuu a seu bordo o> stguiuies nassa-
geiros : '
John Baylscs e ua senhora. Bernardina Ganso*
de Carvalho, Miguel Kuoker c 1 criado, Eugenio de
Bast, Thecudoru Becker.
./' aniaiiha.
BEFABTIQAO DA POE.ICIA.
Occurreurias dos dias c -2\ de juuho
Furam presos : pela subdelegada da freguezia de
S. Anlonio, Auna Joaquina deOliveira, para averi-
guares policiaos om mine de furia.
Pela subdelegada da Iregue/ia da lloa-Visla, o
prclu esrravo Filippo, por ler -ido encontrado rom
una faca de pona e andar fgido, Hendido Jos
B.ilinn de Senna, por querer atacar a um cavalloi
ro uo Chora-Menino, as'.) horas da noile, Anlonio
Francisca Ferreira, por dciobediencia, e o prelo
esrravo Igoario, por desorden.
O mesmo subdelegado refere em oflirio de hoje
2-2 que. na roa da Gloria na casa de Jos Anlonio
de A/.evedo Sanios, fura enconlra.lo afoga.lo na ca-
rimba o prelo forro de neme Manoel de Albu-
querque, que morava em campanilla do dilo San-
os, e que io.i-lo-*e o inesinn subdelegado dirigido
com o Dr. liilaby a essa casa, e depois de feila a
rosperliva vosiuna, conhereu-re que o prelo havia
perecido de submersao e ein ronsequencia do em-
briaguez a que era cnslumado.
Bz\LAN0 Da RECESTa E DESPEGA. DOS ESTABELECIMENTOS Dli CAttIDADE,
VERIFICAJK) PMEZ Uli MA10 DE I8J7.
Keceila
nata nedeis*. Carla firii-xltr.
C.dade do Kio Formo-n 17 de jui.Iio ie Is'ii.
PAIIA ul E II BHWI. I.MEIKO\EJ\ E \D
mu:. :
leudo, no da 3 de jaulio da ..nm. passade, casli-
gado a oiiulia nserava .le noine Anseliea, rer ame
redea n.j|. /. .... rda.le da Viciara de-la |roir,n.
e dam legan distas!* dc-la apit.l, u,Sua >,|u II.
polica nii s prrndor-me, m.. lamben a nonsM,
que foi leM ve'torudj. sendo qe da ra-ti.-o. ans-
nas resullarain coi.lus.irs : ramo h iri >ai. ,1,
xesluria. mandado publicar par esta polica na Ihj
rio de PernaaibiicoN o... da anua paisada.
A paticia npoderou-ta da escrav, r-ieganc'n-m*
cuu,lanieino.,i M ,,. m ^par, 4e Wil ,
ia, entrcuuu-a ., ul curander hnmrnpallu p*-
. corar das r...,(.,
er
laiuenle eu nssso eaoiviajata
ar;, sen qoe as-l
F.-e rerja.leira eav-
Por sabio em 30 de abril a sabor:
Em letras.
Em recibos.
Ein time.la.
, t :7.i7>l l.">
. 7!8696o6
; 2:.33S874
..... 40:WKi?l0
prefazendo 180:0008000 por auno, que he presu.ni-
vel so gaslasse. Estes com os seis mil cima apunta-
do-, dariam a somma de seis mil qualrocenlos oi-
lenla contos de res, que ficariam ein Paruambuc,
se seu porlo admilisso navios de grande loiarao.
Mela.ledesla avullada quanlia seria empregada
pruvavelmenle em arligos de importarlo, laes eumu
carvlo depedra, mastros, cor.loalba, lonas, alcalro.
pixe, linlas, oleo, f.rinha ele, e calculando-se so-
bre osles dados es direilos de eulrada a laxa media
de 25 por cenlo, acharemos que a alfandega de Per-
namburo leria urna renda de cerca de oitoecutus
conlos de res por anuo, deixandn as mesas dos con-
sulados, renda tambem avullada,pela procura cres-
cds, e aira consequeulc noi arligos de produrrao
in.ligena, que lem de pagar direilos aquellas repar-
lirOes.
Eis lcrinlameule aponlada algumas das muilas
vanlagens, que Peruainbuco ohieria com um huin
porlo, rapaz de dar eulrada a navios de 2,000 tone-
ladas. He certo que muilo lempo e ominas avalla-
das sao necessarias para chegar-se a esa acquisirao
blo desojada ; mas parece que se poderia propor u.
subslilulo temporario, e que a' coinpanhia pernam-
bocana deve caber a gloria de o propor. O magnifi-
co trapiche que ella vai possuir em Tamanilare po-
de abrir meios de >e aproveilar esse vaslo porlo na-
lural, e eremos que o governo nao lera objeccalo a
fazer a allandeaarao dese trapiche. He o que loin-
bramos se pera ao soverno imperial, rom o privile-
gio de nao consentir all oulro trapiche ou armazern
pelo capaes de vinle anuos, ou al que o prnjectado
porlo de Pernambiico esleja concluido e abarlo ao
commercio. A compendia deve compromellrr-se a
transportar todas as luorcaduriss destinadas a Per-
nainbuco c desembarcadas em Tainandare, alea al-
fandega desla cida.Ie, para serem despachaeas.
Creinos mo ler abosado da slleoflo dos Srs. ac-
rioiu-t.,,, ilcriTcn ,. ih... ligeiros Iracos do um pro-
jeelo, que nos parece encerrar grandes vanlageui
para a rompanhia, se for desenvolvido pela sua il-
lustrada direcrjlo.
PkGVk AVUL3&
Vamos referir aos nossos leitores um fado hor-
roroso, que se bem nao lora aronlecido entre mis,
serve rom lodo de exemplo lerrivel, nao l para os
malvolos Intrigantes, como para aquelles genios
precipitados, para os qoaes uina simples noticia be
nm lado consumado, urna realidade incouleslavel.
Foi no Ceara', em uina das suas localidades cenlraes,
que se deu a dolorosa scena, que passamos a referir,
o que nos fo- contada por pessoa de criterio, que aca-
bava de receber carias .aquella cidade. Vivia uessa
loralidade (Tetha, se nto nos falla a memori
IC2867
Hecel.il i de Eulalia Alexamlrina de Si-
qqeira, iinporlanria do laudemin, cor-
rcspondeule a qnanlia de 300a) porque
osla' jusla a c*** n. 2 da Iravessa do
Senhur Bom Jess das Crioulas. cojo
solo era loreiro ao exlinclo hospital du
Paraizo.......; 73300
dem de 10 anuos de foro venc 'o no ul-
timo de dezembro de 1836 a IJ.iOO por
anno...........; JggXf)
Ds Jnao Pinlo do Lene* Jnior, impor-
tancia .lo tralamenlo do leu esrravo
Prudente.......... 189050
Do mosmo polo tralamenlo do Italiano
Anlonio Cicero........ :i:fiC0
Do Dr. Sebastilo do llego Barros, pelo
tralamenlo dcJerouxmo Larerda. I6V935
Do cnsul da Prussia, pelo Irntameote de
Lois rell, ,...... 28--080
De Caetano Xavier de Oliveira, Impor-
tanria da renda da casa em que mora,
perlencenle oulr'ora an exlinrln hospi-
lal do Paraizo, vencida em :il demar-
co oltine..........2.OJO00
De Jos Francisco l.avra, idrm idem. 3009000
De I). \uiia Maria da Penha, dem idem. 11-000
De I). Maria Isabel dos Sanios Lopes,
idem dem.......... !!0;0O0
Do Exm. harai de Cimbres, importancia
de um auno do furo du engenbo Algo-
dnaes, vencido boje.......|:im*.i-imiii
Do procurador da administradlo, impor-
lancia por eonla do roudimonl.i dos
predios .loadas por I). Joaquina Maria
Percira Vianna........
Pela imporlaneia de maleriaes da obra
dn hospital Pedro II. empregados as
obras do hospital de raridade .
Despeza.
Pago ao regenle do graude hospital, im-
porlaneia da despeza desle mez. .
Ao dilo da casa dos exposlos nir ni. .
A diversos, imporlaueia de cuncerlos (aji-
lo* no graude hospital de raridade e
cas dos exposloi.......
A Joaquim Antonio Percira, importan-
cia de lour,a quo furneceu para a casa
dos exposlos.........
Ao mesmo, i.lrin ao grande Hospital. .
A Jos Maria Goncalve* Viera diiima-
i.M'-. importancia do aluguel de lu-lre-
e arandelas para o mssno hospilal. .
A Jos Pedro l.nxu de Miranda por seis
ranadas de vinlm........
A SebsslilO Jus iianis Pena, por gne-
ros que fiimereu para a botica do
mesmo hospital........
A Ileso vV Barra, por 12i e 1|-J arrobas
d* a-surar que fornoeeraas aos oahe-
lecimenlos de raridade de Janeiro a
abril do rorrenle auno......
A Benl.1 dos Sanios llamos, imporlanrii
de 7,483 libras de carne que for.ieceu
aos mesinns estaholecimentos nos me-
zei de marro e abril.......
A Bariholomeo Francisco de Souza, m-
porlancia de drogas qoe fornereu a
bolira dos ame* rslabelecimeutos em
dezembro do anno passado ....
A llicardo de I-Hilas C. imporlanria
de lleras para a mesrna bolira .
,\ diversos, imporlanria de desperas fe-
las rom comodonas, mapas, ulenrilios
e faetora do qoartos no grande hospi-
tal para as iranias de cari.la.le; bom
romo rom a respective rapella e casa
de morada dos eapellle*.....
A diverse, por do^pezas rallai rom a
obra ... ho*pilal Pedro II, nesle mee,
.-mi...,!.. i.m.i respective.....
3l.jH0
7i:krJ00
,7?i00
791900
1R-720
l-000
-6;vH0
tx\4SM
I:l99j790
ios, para,;-1-, ele, acalrenlo a cr.inr*
logo que na.cea lena :> mores o SsnSBnsaslasso-"
n.enle denegrida, con... lu .* irovaa cm i..- ;
oe mudo que au he .n-ivel du Ouaes as villas da p..liria ubraado iwn J br lar.I
de tumi uhender '.... |-|,. posio. r..l. aerea! ra
salufazer a queiiar-mc ao publico d.. n.|a*lira, qne me baviam
feilo ; a pulira, paros*, para vin*r--e de miai in--
laurou um procrtia. e prouuiiei<.u-ma aa mi. 9oa .
rxpedio pnrlanlo urna prrralona, e ellerlusa ve ai
nha prisa* : recorr para o j.nz do direila, esle re-
I i in.ni a prunonna. San di prisa, o ranliaan a
demonstrar qaanla injuslira e me linda feila : e-la
he a r:/.-.i. parqu-...... pulira lados as neiasenvi-
da para de-cail.r -o de imni I
Queiram. Srs. redad-res, d r publiridate a -...
pouca ludias, SSaan cun* a cwla q* araraptnha.
e que ante linnloin rerem de om mea irsaaa.
ola bem o publico, que ba 1", anavs qae -<
deuei. sempre no mea retiro, muse sabia, por oa-
sim dizer, -o eu asean* : >"aoci connslli enn -.
c os .mu. nimig.n que os aponlen !..,
agora lie que falle!, porque me oCeaderaa
do Mo len!i. a quem me qaeitr... qaeixa-m
ao publico...
IIec fe 22 de junde de |S.">7.
I'.dre Jola llerealenn do Res,
Meu mano e amis l>.z-m .no qua na r. la le
da Viciara existo um trama feilo p..r pena ojae
na.... n.-uin ooira \ me., a qual he pntmi-
por rrinie de unirte, para o qoe ja ha ssnsnsssnsssssi
pagas cum dn.deiro.
llizern mo mais, qae un r.n,. qoe esle Iraasa a >
lenha efTeilo. ha um oulro ^m% se deve par osa rio
carao, a qual he pagaren* a aa* saldad, aki na pra-
c i, que deve calar previnida de aaa eolasma, pora
pren.le-lo mesmo na ro e apreseator a ewaqai 4i-
xendo qae Vmc. he qaem ealava con a tea aria., r
por este meio rrimiaarem-a. Toaba l*4a acaalel
com a toa petsaa, evtaoslo de efcer da prara. A < -.
Da i-a mano e amigo Manee I l.mn na Rega.
BasjMnai Snledade, 17 de jahe de ls.7.
i.Estava rtcoiil.ee.do.
a) urna
pobre mai, cojo unten arrimo era um falli, campo-
nez, r.d,mo, trabalbador incansavel, que fazia a sua
I monde de JeqmlinhonUa diz que o nobre maior gloria ein alimentar aquella, que Ihe dera o
:98l3i00
25*390
,->743l30
l5evfMfl
20JO00
603?Vs
::(l.!7-vi
<^rrcHon5)cncia.
Por saldo em ra.xa a saber :
Em lolr.T....... 1:7.".7,-sli.->
Em recibo*...... .'.:iK7.-il.>
Em moe.la. ...... i->lv517
11
Adminislrarn geral do eslabelecimenUjs de caridad* :H de maio do 18..7.
O escrivlo, o Ibesoareira,
.intonio Jos domes do Comi. Jos l'nes Ferreirn.
MAPPA do movimento los ostalilccinicnios
maio de 1857.
de cartdade, venficado no me/, (HANDE HOSPFIAI.
mimslro euveneuou as suas iulen^oes ; por is-o re-
clama do Sr. presidente que nao consinla que iiln
roulinue. Cr que (em dado constantes pravas de
escrupulosa urbanidade para com lodosos seus col-
legas, sem ferir as inlenres de nenhum. Nlo sop-
porlai, porlanlo, que qualqucr ministro da cora
proceda ne maneira npposla.
Pede lambem ao Sr. presidente que procure con-
vencer ao nubre ministra que os lernas chulos nao
lio pro, nos da casa, nem de disou.sses de cerla or-
den, e quo as pudem levar para um lerreno muilo
inconveniente.
O Sr. litronde.de Mural/guape prolesla.que nlo
empregou lermos chulos, e exige que declare quaes
foram.
fl Sr. l'isctmdc de C.equilinhonha observa que
Exr. conrltiin derlaraudo que o ministerio havia
durar muilo pnuco. segundo a opiniao- de al-
K*em, a mono lempo, segundo a opiniao dn Sr
ser. Viven cm harmona sempre solleiro, porque via
em sua pobre mAi a nica mulher, que deveria a-
Exisliam.....
Enlraram.....
i Curados .
Saliiram-? Melho.-a.los .
I Nao cur.tdos .
Horraran-'."'-.' I"ra? "nlraaa
rompanba-lo toda la vida. O deslino/porem, havia- pR.w-_ ^U,'i""4 ,le",a ''I"""''
lbe marcado orna oolra com quem elle reparlisse
esse amor que volava sua mai, essa dedicarlo qus
Ihs pareca infinita. Vio um da urna eamponeza,
como ello seuslvel ; olharam-se e enlenderam-se, e
com o currer do lempo essa liuguagem muda, mai lio
eloquenle, e filha do coradlo, fez conheeer a mili do
rampono/, que unir nao era ella a amada por seu
lilho. Fallou-lhe ; admoeilnu-lhe, pedio-lhe, choruu,
cli.imou-lhe>eu filho, sua nica e-pei.inra, seu
amor...mas elle amava tanto a mulher, que mais lar-
de leria de ser a causa remola de lodos seus inforlo-
iiiu-, e nilo pode anuuir ao pedido de -ua mili. Ca-
sou-se. Essa mulher, que lodos viran) oolr'ora lio
mo.lesla, ignorando al.-..hitamente o minimo senli-
ii. al., d.- baixcza, tornou-se una infernal Iplrlganle,
nina liessai miilheres, qoe Salanaz pe junio a um
minislro. O orador derlara que n.lo loma a carapa- lilho para a irrcmissvel j.er li.-.io de urna ora. N.lo
(a, e quo Ihe he moilo Indifferente, enmo individuo, descanso* man. Di* c noile, a lodo Initsnle, trama-
que o nobre minislro e seus collcgas lenham vida de va a perdirjilu den* misera companbeira de seu filhu.
Msthusalem ; mas que romo senador Ihe -era mili- Todos sahem o que nao dira essa mulher nada me-
nele d-lari.su que dure ainda mesmo um dia I nos que sua ora Imlia um amaine, que clfr rin-o
aquelle ministerio que nlo eativor na altura das ne-
eoasidadea do paiz, e afaslar-se das cundir jes do ivs-
teina ropres. nlativo.
OSr. ricoude de laboraky dir p-uro.
Vola pelo projerlo de resposla a' falla do Ihrono,
em primeirn loer porque Ihe parece un simples
cuiiiprmenlo a coma, e depois porque, anda que
livesse siguilicarao pelilica nlo pudia referir-se an
ministerio acloal.
Quanlo ao ministerio sctual.declar* que lem a mnis
alia eoufianca no bom ionio e capaeidade dos mem-
bros que o eumpoe. Nlo .lira porcni o mesmo so-
bre su as opinie publicas e adminitralrvas.
Eutrelanlo nao us jalgara' sena., par seos tetos,
lano mais que pelo nobre presidente do conselho
senle nna c-pene de veneraran, lal he o respeilo
qoe ihe consagra.
O que desejaria be que corlas quesles nao liras-
sem sido .neniadas na casa em OCCSSIlO -nupmpria,
poique nao podem ler um deseOVolvimcilto qui Ihos
HOSPFIAI. DOS I A/AltOS
19 31
21 r
|(i 0
i i
l) 0
0 1
3 .1
*J 33
F.xisliam.
Enlraram
Sdhiram

llorados .
Melbnrados .
Nao curados.
Morrcram
Existem,
Srs. redactare.l.oa-l'.d-aae qa o advaca b.
.ie,l cida.Ie. lenlo Ira..ri-r o* Faria Taire leea
mnslrado a dner-a. pena. desi anesaaa eid.i'
duas lolras, que diz Ihe furam enviad* pala alien
Jos Joaquim Cipi-tiauo, ex-sab I-legada e r..-
nai.daula dn de-la:aineni.. dc-ia cidade. para asm
de exigir de inim o sea valor, qae mala a ! isla he, ."i:S2lr> par un, a i .gl- fmr ..lia, bea-
r.uido em ambas aqoelle ..llores, r,.n.a -ari.br aaa
coa** arenante ; e parque (amis lie tSansMajan
rninmririaes, ou de autra qualqaer ajlarat c-hi a
d.in allaeao, pav ..ie aaa oaaasBB*sa -e sbre* sai
da m.lls lllslgliilicaul' quanlia, qaanln mn de Men-
ina Lio avulu.la, soi.b provenir ao pnUica. a OBB
>.:s". 55 13 I ci.l.neiilc as pasaasa daroraiucrria. p.ra qaa a* lo-
can lrsa*a((la ataaaa* rom rmelhanir* li-lr-. saa
-orom falsas, cuino moslrarc peanle m% Irihaa*'-
e bom assim vrnb.i chamar a allrnraa das aalaiid .
des eivis r militares sahre emrlhaate rcaadafa.
Mu as letras em qupMij f*n fa|a, be de pillar.
ra int.lirio, n.iu >> porque nanea as areilei. rm:
poiq-jc o salaros Jo-n J,..qu.m C.epblrana n*a pas-
sau urna qua..li.. Ua rlrvada
O llferes Ju-e Joaquim t'aipislrana rhrgno *qn
pel.n lilis do auno de IH.',, na. loado rmi da 4.<
eu suido e suas ageuria : aada la, fmn, n
principio da IKj7 bascar Iil::i2l aa*aasssMasBBf-
ine, o a que titulo .' I I II* cari.|aecev maila o de
aseas* !
As satas*** que leem vsln as letra eflirmsin. "aa
a primeira lem a dala de I i de janeirn desle najao,
e fura pass.ula por i meie ; e a teioada lem a dala
de 2S do mesmo mn r anno, amb n frllada ns Re-
cite em li de levereir.., e apaaUdsa o pratastada
no lugar da Mala Crassaa, da piavinria da* Ma-
gna*, onde exilie arlaalmeol o mearan lo aUere*.
aa carcter de aolondade p-lmal, srcirada aa* m-
formam.
Cidade de Naiarelh 17 de jeaho de 1R.7.tiaa
ddaeae Lopes de ,\rsujo.
Ella' reconhecida.
/
7:6999107
I6:57a|30
H, 11 31
1 (1 1
" II 0
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II 1 I
21 9 :w
y. iS.l U(l s C.XI'IISl li.
.SC.rnx.
c "3 C o
Bxiaam Enlraram ..... lio li I7 3 285 l
Sahiraiu. 0 0 0
Morreram-Exislcm. (Na* 2 luna-lleputs desta do eulrada poca . 0 III 0 ."> I7: o 10 281
A'lmiuislraro geral dos estabelecirenlos de caridade :!l de mai.
o escrivlo,Antonio Jos
de 1S.77.
Cuines do f'orrtin.
(SommitnfcaDo.
minias vezes entrar em sua rasa, qoando elle ia para
o irabalhu, ele, ele. Esse homem multa conflanfi
deposilava cm sua molher para de ebfre crer em cau-
sas lio aboiniuaveis, e que por mais de urna vez, du-
rante taes narradles, Dieram-IIO tremer, e apertai
convulsivamenle o cabo de sua faca ; mas elle lam-
bem linha por sua rali urna especio de idolatra para
ola viver mullo calmo. Espern, espreilou, c nada
r .useguio ver por mailos das. Vendo porin ave-
Iba eamponeza, que seu fillio panela estar calmo, e
que mais que em lempo alguin acariciava sua esposa,
resolveo queimar o ullimti cariucho. Em urna bella
lirdo, quando sua non lavava an rio alguma roopa,
e que .. lilho estirado na lipoin fumava dislrahidu n
seu cachimbo chegou ella, e alleclsudu certo in\-lc-
rio, ceita tristeza, disse-lhc :
,\,lo eres enllo, que la mulher le ultraja'!
N.io, nimba rn.ii.
Pois bem, eu ..! '' provar boje mesmo, que
es-a ti,ii.i,i. he indigna de li, qoe lu por nao nuvi-
Negocivi do Rio Formozopri>o do Sr. tenentc-
corouet Jos .Intonio Lopes.
justifa nan deixarli impunes a osle- reprnbrus. i ...m-
effeilo, o Sr. leu-n'e-c. r.ni"l Jos Auloiilu l.opis,
desenvolveudo una achsi.la.lo eoocrat* s luda pru
va. fez r.plurar os ai-as-iuos. escapin lo infelizmen-
te dous [Jos e Jo-quim proce-saudn-os, e linal-
uienle furam ellos snbinellido- ao joiy.
Se co.iiii auloiidade o lenenle-coronel Lopes assim

ynbl\t*&p apfrt&o.
lie prompla solacio, lufelimenle ainda .i nubre mi- res hootem os tneus ceaselhos, es hoje preferido por
ui-dro de eslrangeiros veo fazer nina declararlo que | um rival.
pode complicar mais o oslado das cousas. S. Exc. Prev, niinha mai, que Vmc. saliera' Mllka .|uc
dis-e que iionliuin industria podis prosperar sem sen Blho lio digno de Vmc.
que o joro do dinheiro ealivesse baixo. como que dei- i Esla noli* preteila urna cacada, e quando o
(ando entender que o julo barato poda depender de gallos amiudarom, esconde-le naqnellas modas, e ve-
ser regulado por le. 1 na in. n.lerprclarao da- pa- ras se um vulto bale ou nao a podada roznha da
huras de S. Exc. podera dar naos re-ullados, cau- la casa, e M es-a abre-se ou Blo
s.uido grande inpressi* na praca e iulliindo na pa-
ralysarlo de todas as Iran-acr.its, espera de qoe se
roalise esle pheuuinei.o.
Esle e-ta.lo de duvida nlo pnder ronlinuar. Pe-
dir pois aos minos minislros que qaanto sotes
apreranlem as medulas queliverem de propor, pa-
ra aiab.ir eoin a incei le/a que a prnpusirao du nobre
minislro paste eauar. He iudwpensevel a prompla
-.duran de um sssunplo que alierla allimeule us
inleresies du paiz.
Fui s. para lazer eslas obseiva^Ge* que pedio a
palavra.
o Ir. l'isconde de Maranguape fni mal rompro-
hendido. Apenas prodozlo um axioma du ocouomis
polilira quandu disseqoe nenhoina iit.luslria podi
prospera! sem jora barata ; scresceulanda que .. Sr.
iniiiislru da f./en.li nlo poda em lal materia pro-
ceder rom pru icaria s.-m cousnliai os seo* collegai.
OSr. Souza Franco observa que qoando o uo-
bre minislro .;.' eslrangeiros ditas que o Joro elevad..
. io deixava prosperar a industria, na., fe/, mais .lo
que axaur ir um tari,, que olo pode ser cunte-lado.
iba, .-e u jurada uoita praca he mais alio do que
ve icr, se ha mem* de o fazsr baii r e leessea
meios dependem de I.i, i-.,, b? que -
nan podem -cr ventiladas nota diicu
0 governo o que pode be assegurat que ha de
aprnveilar a primeira orcasiao para u.> mais breve es-
pado de lempo possivel venlilai estas queslese .-os-
cilar tuna de. i-....
O Sr. Marine: d^ iHinli gr-idece a declararlo
qae ha poocu fez o nobre senador pelo Kio .Ir Ja-
neiro, mas observa qoe nlo podi
ra i da .lo -eos colloaas. Isla n
pere que o i...|.re sea* lor Caneo li
Nunra o homem se vr ein postilo mais elevada, I
mai. nobie e nato respeilavel, como qoando sen I pralicava, lambem como propiiebirio leu iinmedia-
ullrajar a sua con-cieucia, sem deivirluar verda- lamente despejo do seo eograho a lodos os malva-
de, ersuc a voz par defender innocencia, sem dos, dosprezando os pedidos que Ihe foram feilos poi
que Ihe srja misler empuuhar essas armas, que o '. parlo de-sa geni,?.
bom lenso repelle, e a snrie.ladc roprova, sem que Entretanto, quandu j;i nmoi confarmandeaas com
para exercor Iflo sagrado dever coiil.aia odios, pro-! a nns-a pouca sortO,ei que por ..rdem de delegado de
voqoe represalias, dosretpeile considerarOes.
au ba quein boje ignore, que n Implorarais ini-
migos polilicos do Sr. lenenle-coronel Js Anlonio
Lopes, que sempre espreilaram urna oceasiSo pro-
pina para sobre elle exercer Vingancasi de lonas
dala premediladas, acabam de ullraja-lo, dei.un-
cian.lo-.i n aulon.lade policial de Kiu Formoso, co-
mu cumplir em um assa--.iu.Uo, qoe all leve lugar,
ha qualru anuos, na pessoa de Manoel (jomes ; as- !
sassinalo, que lodos us habitante* do llio Furmoso !
sabom ler sido pe.pclrado por Jos Anlonio Mtiuiz,
SONETO.
H i linliigem de Abiai a de Arlo.
11 u m venlre estril, as pradigiuse,
O H.iplisla na-reu. tierna du......
t. mil venturas cercara a Siio.
Son neme anilla em toda exlensaa.
Nava astro qu* fulgura laminaeo,
K precursor d'nro l'rn- mir.rul ,,
A-sambro e srara da rirsumci**.
Saiihlicado apar doi o-r. ib. !..
Na ..rdem do h.pli-mu sem <. in .,
Diwsaa* pavo* sa.i por elle ui.j.ln..
I'e l-rael o proph'la mais ferande.
Iirande, peranle lien d'cnlre o aari>l>,
O ii.aior liameiu fui era todo meado.
SON El O.
Mais pode n sol dcinr de ser luzenlr,
I. can a noile mislurare o da.
Ser a raima, bem rumo a nove, ir.,
1. icr por ualuiczi o gclnquonle ;
M.iit pode o mar donar de ser movenlr,
E de ter rorlia a brula pon. li i,
lomarse eni Ireva leda que ..lumia,
F. a mcsmi letra ser rcspiamlecenle ;
O murmure ficar rarrapateira,
O prnzor sir cm mamila Ir .nstjrnud.-
O pillo perder ruma e rarieira ;
pulira du Itin-Foriiio-o foi um de us chama lo para
depor n'um preces** que se i. instaurar muir o .
lenenle-coronel Jos Antonio Lupes, poi ser elle n "n,!e- emfim, ser o mondo desolada,
man laulc d.i SSflassinatO do uos-.i marido, e pai ;
,i vista dalo, couhecendo perfeilaineute qual o lim
do-sa vordadeira caluuinia, e nlo quoreudo por ma-
neira alguma r..acorrer para seinelh.uite perversi-
dade. apressamo-rios a declarar au publico que o
man ..ule do a-sassina(o do nosio marido e pal fi i
Joaquim Muniz, enjo a-sas-iualo fui pralicada por
cus filhos; que o lonenlecorooel Lopss, come au-
lo qu.-sinos que
lrei. minha mai.
.V ralba relirou-te com riso salanieo nos labios.
O re-to da larda passou o camponet a liuipar o
fiizil du .-eu chumle, a area-lo e a prepara-lo para a
carada. As-iin disse sua mulher. quando vallando
aie^re do rio, vio-o naquclle Irabalho.
Dea-lhc codo a refeiclo da noile : olla canina
quaodo elle flngis coiner ; ahrarou-o ao sabir, e dis-
se-lhe uranosamente :
O que cafaras, tu asi no dedo....................
Ds salios principiaran a cantar : cantaran a pri-
meira c segunda vez. A la eslava Insle, a noile h-
mida, e se qoer urna folhe innvia-'o. Havia grande
silencio em derredor do rasal do rainponez. E I* es-
lava agsehada por Iraz de urna molla o marida, que
ja' ar.iia impaeionle por ver o cmplice de sua des-
gracia, aquelle que mancha** sen pobre Ildanlo.
Poucosinstantes esperou. Elle vlopassar airavez da
cerca -.o -eu vicinhu, camponez favorecido da for-
luii i e da belleza antes!.- da* selvas] um vulto embo-
cado em um manto escoro. Vi* aproxiintr-M porta
.I.i ou casal : oovlo bater a primeira e segand* vez :
eslava de cosas para ello. N.io espern mais : um
inferno de clames deiprjou de seus nina, lavas de
furo
a mandado de seu pai Joaquim Muniz, c auxiliadu \ loridado policial, per-oguio os asssssinos de nosso ta-
par seos (re- innAos.
Temos coiivicraa de que epbemero sei.i o iguobil
Iriuiupho que julgam ler ublidu us inirnigos pulihco-
do lenenle-coronel Jo> Anlonio Lupes, purque a
verdade he una, e Heos protege a innocencia. He
as xetcs pren-o, que u homem sadr rum resigna-
rlo, para col'ier depois, a luz da verdade, os bri-
Ihauttfs fructos de sua con-ciencia pura. .
O nteres** de vermos reslabelccida em toda sua
inlegrtdaile a honra do lente coruuel Jose Aulo-
iiiu Lopes, cida.ia.i inconleslavelment probo, que
foi prenso ser poliliro para irrisuriain'iile sor acoi-
moda decrlmes,qae lpoderiam uggeriritnia,inirlOei
escaldadas, lio que n furra d'ora era dianle a er-
guer nos-a dbil voz pare Uefende-bi.
Prulestamos desde ji, a f de covalleirns, qoe pa-
ira a defeza de um bomciti do carcter do Si. leiien-
le-curuel Jos Anlonin i.upes, nlo n.>s blillsaremoi
das anuas dos fioco*menlira c injuria.A verda-
de e S a verdade lea n gladio poderosel que bran-
dinno* contra o pavores., phanlssms da calumnia.
ftespeitarenos as individualidades: respeilsre-
mos u publico, a quem pedimos que lendo a corres-
pondencia inlra, xa desde ja ajuizando da ira e do
forer cora que pretendem nodoar om neme respei-
lavel, uina lepula.o -em mancha.
E. K.
Pode o calvo perder a r..b -II- m .
E o Brulu Nev- nlo he apacentado.
I .
feliz marido e pai, sos quaes ni* permillio que mu
raasen un seu engoiibn ; e, linalmente, que o (enou-
le-r..rouel Lopes fui rnnslantemeule o proterlor de
nono maiido e pai, e depois da sua morle lem sido
de luda a nos** familia.
Sirva ao menos esla derlara^ao romo um protesta
de que todos ns iienlnuea parle lixrmus nessa larra
judlciarla, lilha do odio que au nirsiuu Sr. lenle-'
coronel Lupes dcvolam os seui ranearas** impla-'
caveii immigos.
A rog .le Joanna Maria Comes, de Manoel llu-
liin. tiumes, de Anlonis Mana da Conr.eico e do
Jnanns Mana da Coureirau, em pre-.-nra dos mes-
iiii-. sssigno.Anlonin Marliui Saldauha.
lenle, IS de junhu de IS."i7.
Eilsvs raconhacidi.)
Meu amigo.Depois de um anno de ausenria. rit-
me de valla nessa
Formato, o ja que .turante o-la longs viovez ^ mo.
lulo mo -uhliitiio por oulro correspondoale, xou
realar o Da inlerrump la da- mahss indicias lorae.
Aqui rhoL-uei no tita 12 o arhei ludo oin revulu-
ran, por orna n..liria que cl.rgara i rio Ter'iuuii'-ai,
de ler sido | r^-.. no Recife, no da ou 10, o le-
nentecoronel Joic Anlonio Lope*, a reqaissejto do
deles* lo do RioFornoso,cono indiciado em ciin*
de morle !
O i upes, quo nunca mandan e-panrar ninguem c
graude e illu-lre cidade do Re- f*&m ''" """"
Oiirc.Duras hsapaaaadas. -
atoedei de i -Hai velba
a 1 >iiRI ii; va
a tjUUU. .
Prala. i'alac.'c b:aiulni... .
Pa*** r.,n;....,.:. -. .
a lucvieaio -. .
PRACA DO HKt.lrE2-.lir. JI Mili .\^
:i HORAS U.\ lAMiE.
Calarnos oflirna*.
Canta* sobre Landrai2S >. <" d|v.
Cambio sobre Pan-;ii6r. '."I d|.
P. atoaos, pretil, ule ini-rii-.
I.. Dobnunq Jnior, aaanaatBS inlttu..
Sobre l.ondre", a* d. .ai o.
Pasas, -11'. ('- IM,r fr.
Liaba*, '<2 pa* J de premia.
a Rio de Janeiro, j pr (lil| M ,|, M.n(#.
Arr.la d.i banc di p.r nulo de dixidriol.' pal r--e
la do vendedur.
compauhia de IM.eiibr in n<> |-<-c ->-.. m
rnmpanl.ia Per:......luirn., .,,. pal.
i lili.Ude Puldi. ., mi poraaaaadaj i
liidonii.i-a,!,,.. I,I i lo. .
d" e-trn-la -"* l^rro M \-< < i .le i r-1- -
de ti a l'l por saao
la l -le premio.
.. --'; i
. I
. i
. '. "
......
l
Ibsconlo .ie leltra-
Sn. redactores. Em 6 de Janeiro de. 1833 foi
asssssinado o meo marido, notso pai, .Manuel Co-
mes, por J.ae Anlonio Muui/, por mandada de ruja bandada he de lodo conheeida, proeetsado r
ndisiVel. I.ovou aa rosta a arma fatal, e dis- seu pai, Joaquim Muui/, sendo o- as-a-.ino- auxilia- crimo de morle ; po. 11 temellianle noticia sor arro-
parou. O vello foi abaixo, dando um grilo .bdoroso. i dos por teus iruia,.- Joaqun, Jlo a Aiih.iro. lestes .litada em 1847, qmndo nmd* a. finado Minaal
Eli* correo, -alian sobre o cadver de faca em pu- malvados au Irepi laiain de, cm n.an homicida, I Honriqoe elle fazia freole so Bandelra, Thomz Ca-
ndo ; foreoo a porta, eulrnu, voio ao seo quarlo.. reduzirem-nos desgrara, lirando-nos o nico ain-1 valeanli e oulro- fieuroei do cr.io par: iu n icional,
sua molher dorms IranqoillOi ergueu forioso 0 ins- m" que linhaina-,, a infeliz Manoel Come1
trmenlo, e quando j i1 havia de-criplo um ctrcolo Logo que o assassinalo leve lugar, diriglmo-no* a
do foco, cuja extremidad* veio a p.mla amirada du ca-a dn .telegadu de pe liria de enlo, n lenoole-rn-
. parar a -ua posi- ferro terminar no coraran do sua infeliz mull.tr, por rnnel .lo'e Antonio Lupes, e r,.i.......nirainos-lbe ..
uer di/.er que es- ama profunda ferids, oavio prononcisr seu nomo f- [ que rom lana malva.lora acabaran de praliear o<
em In In em a- ra do casal. Elle linha lambem ouxido u.n longo membrus da familia Muniz, que eram resllenlos no
upioiucs do sJbuele. Se mulles vezej o orador co-i gemido, o ultimo lalvez de-se que suppunha ser seu sagtoho Bom-Jirdim, na convieclo de que a
Caixa i'ial o !' ;.o Brasil
i;.M2^l)KJlMi<)|r:lis.7
lni.'rinr..- i man
r
rtti'.
ponni boje, era IK-77, estando ao palor .. Mrquez ,)Ci GrjnjalfCd Ua Silva o Mm V.u-,-
ilr. Olinda r "- taquarem** ; era r..u-a de paanar-se:
i or-'in nada ora mus vordadono, logo xtin a cun-
lirniarilo da nolin.. c f i um* xrrdad.ira festa para
o visarlo do Bagaeeiro, aoolros nealcedo* libeiae. a"""' '" ,"ma ,1"1I"|" ;1 |u.-mi< i!-- rento--
do-ia na e. os quar-, legando me'diiem, jarann uiWaile com os seus esUlulo*.
uo phautaslico processrj insiiurado pelo conm*n-i -
A caixa il>< on!:i 'liras a 1" 1 i-i i


DIARIO DE PERNAMBUCO TERCA fF.IRA 23 DH JUNIIO DE 1857,
ALFANDEGA.
Rendimeutirdo dia 1 a 20. .
dem do di 22. .... .
323:0739971
7:6599537
333:7339506
Doscarreeam hoja 2:1 de junho.
|irsu ngleJosliua Mrymeic-a.lonas.
lijrra ingierallindoolou;a e cerveja.
Itrisue iugl_Curburecarvilo.
liare americanaAlaliaCariaba de (tico.
Birca liollandeza.Spliin*familia detrito.
h-cun i iliiumarque/.i Margarelliemercaduras.
Barca porluguezaN. S. da Bee-elagenalboi,
looja e azeite. '-"
liiigneMara l'reeiosafumo e cimillos.
IMfOKTAvO.
librea iucleza uL'indoiii), viuda de Liverpool,
consignada a Sauudcrs lir ib r- & C, rodiiiicstou o
temiinle :
'.17 fardo lecido de algodM, 4 Jilos, 9 caixas c i
v Iiiiih- lecido* de linho, (ti meiat raixas cha, Inil
harneas cerveja braaca e prela, 300 feue de fero,
_> fardos lia. 20 bmis oleo de rohaca, 1-27 gigos e 5
barricas loura, i'J e .l| lonaladas de carillo de pe-
dra ; ans consigo.ilanu?.
107 barricas cerveja ; a Adamson llova & C.
100 leueladae ae earvie de pedra, :ioo barras com
(2 toaeladaa, 7 quintaos e 2 libras de fero ; para a
aslra'li de ferro do Ido de S. Kranrt-co.
Bruna nacional oMaria l'recio consignado a l'ranciicu de Paula Figueira Saboia,
maiiifsloa o scgunle :
I raix.i obras de lilleralura ; a Miguel Jos Alves.
1 dilo 1 canole vethuliua pntala, rape principe
ale ; a llenry (Jibin & C
2 quanolas azeile da palma ; a Jo Baptisla da
Fonseca Jnior.
6(1 burri lo ferro com lampo para materias: a
txovaes 5 C.
1 ca leojo da seda ; a Tnnra Monscn & V-
Maaa.
2 raiides charulos ; a Haba Schamellan & C.
21 j caiij masa*, .520 fardoa com 3,232 arroba e
1 libra de fumo em folba, 7 paroles, 2 canOes. 27
caliles e 1,925 caixinhas cbarulo, 22 lardo 2,21
libras de lio, 2 barricas cilios de caima roxa, 10 far-
do, fazenda de algodao, 8 caixoles imagen, 1 calilo
doce de araca ; a ordem,
i caixas e i pacole cbarulo ; a Jos dos Sanio
Tereira Jardim.
9 canoles charulos; a Antonio Luiz de Oliveira
Azevedo.
1 pacole ditos ; a (juilberme da Silva (Juimarile..
I eaixaocom pistolas, rodinhas a sorlcs ; a Anlo-
nio l.uiz de Oliveira Azevedo.
Barca bnllandeza Sphima viuda de Trieste, eon-
ngnada iN.O. Bieber & C, maolfaatoa o seguinte:
-.1L> barricas fariuhade Ir.go ; aoaroniisiiatario.
tingue mglez Corbiere fiada de Cardiff, consig-
nado a >coll Wiliouei C., manifesiou o aegoiulei:
320 loneltd.is carvo de pedra ; aos metiiios.
CONSULADO (ERAL.
Kendimento do dia 1 a 20. 93:4328022
dem do dia 22....... 6:973a558
100:426*470
DIVERSAS l'ROVIHCIAS."
Reudimeulo do da I a 20. 6:80GS68S
Mein do da 22....... 4/9/391
7:3763082
"KKlSK0? DE BCPOBTACAO IMLa" MESA
-V),^0:?-U,'AI)0 UES1A UUADE K DIA
22 DE Jl NHO F. 1857.
LiverpoolBarca loglea Bamla, James Ryder
oii '... 9i5 laceas algclao.
LiverpoolBarca ingleza Ennerdale, Patn Nash
A C, SiKI saceos assucar mascavado.
IlarcellonaPolaca hespanhola Paula, Aranaea &
lliyao, 300saccas .IgodAo.
GenovaPolaca sarda Mara, Basto A Lemos,
4/0 sa-cos assucar branco.
Rio da Pral. Brigue mglez Mignoneth, Isiaa,
Curio c\ C 300 barrica assucar branco.
AiuolaBarca |>orlogueza Mara, Manoel do
Nasciinento Pereira, 50 barriquinhas assucar.
PortoBricue portoguez Trovador, Custodio Ro-
drigues Vieira, 2 barricas assucar branoo e mas-
cavado.
LisboaBarca porlugueza Pauelo Saudade, No-
vaes & C, 32 casco, niel.
EXPORTADO*.
Dsboa, brigua portuguez Taruo III, de 335
toneladas, canduzio o segainte : 1,450 saceos e
.12(1 barricas com 8.810 arroba a 18 libras de assu-
car, 235 saecas com 1,183 arroba a 50 libras de al-
g"dao_ em pluma, 727 couros salgados, 91 cascus
niel, 13 sacco. gurami, 22 saceos farmlia de man-
dioea.
dem, barca porlugueza Ligeira, de 382 liuie-
ladee, conduzio o seguinlo : 1,7.50 sacro rom
8, iaO ambas da assucar, 21 caias idem, 99 barns
niel.
Liverpool por Macei, barca ingleza Menplns.
da 560 loneta I,, conriu/.io o segaiale :2.800 sac-
io com 1J.ooo airoiis de aaaaoar. i
Hollierdam pela Haba, brigue hollandrz .Espe-
culante, de 289 Inuelalas. rouduzo o vi'.uinle :
5,:<80 poKai da boi, 8,400 eoarM seceos salgados, c
parla da raiga com rpie nii-ii.i.
RECEBEOORtA DE RENDAS INTERNAS liE-
KAES DE PERNAMBUCO.
Ren.limenlo do dia 1 a 20. 19:5603lti5
dem do dia 22....... 56IJBI
20:12t979
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendimenlo do ilia I a 20.
Jdem do da 22. .
(0:0915776
4:0749721

0t>t5# Navio entrado no da 21
Rio dp Janeiro a Baha8 das, e do ultimo porto 2
din, vapiir inglez Medvrav, commanilanle Por-
tar, cenduzindo ti nassageiros para esla provincia.
Navio sabidos no rne-mo dia.
Liverpool por MaceiBarc ingleza Mery Will-
sin, capiao lliomaz Owru, carga assucar.
BabiaVapor inglez i.Cell, commandaute S. Cook,
carga parle da que Irouie.
HavreBrigue francez Fernando, capilSo I. Kay-
mundo Macliel, cama assucar, couro e algsdio.
,boa 7T "arc* rtagaail Mara Jo, capo
Jos Ferreira Lasa, carga assucar, mel, madeirn e
algodao. Passageiros, Lauriano Jacintho de Carva-
Ibo, sua senbora e 2 Blboa, Ju3o Maccdo do Ama-
ral a sua senhora.
INavios ealiidos no dia 22.
Soulhampton e portoj nlermtdios Vapor ingle/.
Medway, commanlaule Poiker.
Rio de Jau'eircBarca americana Courail, eom a
uiesma carga que Irouie. Suspenileu do lameirao.
Rolherdam pela BabiaEscuna hollaodeta Spe-
CiiUnl, capitn L. vam Wagtenamk, carga parle
da que Irouie e mais genero.
Cibr.iltarB.nca porlugueza Flor de San Siraao.i,
capiao Manoel de Azevedo Canario, carga as-
sucar.
<&
O lllm. Sr.Dspector oa thesouraria pro-
vincal, em cumprinicnlo da ordem do Exm.
w; presidente da provincia, manda fazer pu-
blico, qae no dia 25 do corrente, vai nova-
inentea praca para ser arrematado a quom
mais der o imposto de 2;5U0 rs sobre o ga-
do vaecum, consumido no municipio do
Cabo, seivindo de base para a arr.'matacSo o
ollerccimcnto de JoSo Evangelista da silva
I aboca, da quantia de8:005>333 por anno
As i'cssoas que se propozerem a esta ar-
rematacao coinparocam na sala dasaeasoea
da junta da fazen Ja da mesma thesouraria
no da cima declarado, pelo mcio dia, com-
petrtnlemciite habilitada, adverlmdo que as
pronostas devero ser iancadas no correio,
noFdia da arremataco, declarando a arre-
malacHO que se pretende ao preco liso, ouo
(seofferece, niio se adinitiudo ollera condi-
cional.
As habilitaqoes terao lugar no dia 22 do
mesmo mez.
i: para con.-Ur se raandou allixar o pre-
se.te e publicar pelo Diario.
.Secretaria da thesouraria provincial de
eruaobucu 17 de junho de 1857. U secre-
tario. Antonio Perreira da AnnunciacSo.
r.,7" i i ".'" Sr- ,DSPect'- da thesouraria do
rienda desta provincia, manda fazer publi-
co que, peante a mesma ll.esourana, e no
luga, do costme, ha de ser arrematada de
v.oda, aquem maisdcr, uma morada de
ikI, n.Ca,' S',a" uHa,u^"tei.o, que
sendo pon horada pela fazenda nacional ios
herde.ro. de Jos Fernandea Gama, r adiu-
dieada a mesma fazenda: os pretend'ntes
eoroparecam no lugar indicado, I10 dia i
dejulho prximo roturo, as 2 horas da Ur-
de ; e para oblerem esclarecifflentOS a esta
roparlicao nos das uteis, durante o tempo
do sen expediente.
Secretaria da thesouraria de fazenda de
Porrumbueo, 15 de junho do 1857. o olli-
cial-tnaior, L'miliu Javier Sobreira de Mello.
O lllm. Sr. inspector da Ibescoraria provin-
cial, em cuiiipriinciilo da resoluco da junta da fa-
zenda, manda fazer publico que no da 25 do cor-
rele vai notamente a prara para ser arrematado
aquem mais der, o reuilimeuto do imposto de 20
por caula sobre o consuma d d'aguanlenle no mu-
incipio de Seriiihaem, avahado em :i> par anno.
E para Canelar se mandou nllivar o prsenle e
publicar pela Diario.
Secretara da iliesournria provincial de Pernam-
l.uro, l.j de jouba de 1857.O iccrclano, Anlouio
Icrrcira da Aniiuiieiajo.
O lllm. sr. inspector da thesouraria
provincial, em cimprimento da rosoluco
da junta da fazenda, manda fazer publico,
que a arrernatac3o da obra do empedr men-
t do aterro dos Afogados, loi transferida
para o dia 25 do corrente.
E para constar se mandou allixar o presen-
te, c publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de
l'crnambuco, 1s de junho de 1857. _(J secre-
tario, a. K. da AnnunclagSo.
8>tflv$H*pki.f
. CORREIO GERAL.
lela adminislracao do correio se faz publico que
amalaquedeve conduz.r o vapor co>leiro IVrsi-
nonga para a provincia de Macelo, fecna-se baja
ENFERMARA DO BATAI.HAO' DE ARTI-
I.H\RI\ a PE'.
Oconsclho econmico da mesma enfer-
ma. 1a, contrata o fornecimento das dietas
par., as pracas que tem de ser alli tratadas
durante o semestre a contar do 1. ,1c iultio.
0 31 de dezembro do corrente anno, cons-
tan, o dos seguintes gneros de primeira
qualidad.: assucar retinado, arroz, bola-
chiuhas inglezas, cha e caf, carne verde,
lamilla lina de mandioca, farinha de tapioca,
Irangos, gallinhas, goialiala, lcnlia, leite,
manleiga, ovos, pues de quitro oncs, sal,
toucinho, vinagre, vinho tinto, dito branco :
as pessoas que quizerom fornecer taes gene-
ros, enviaro suas propostas cm carta lecha-
da, na secretaria do dito hatalhao, na cida-
dodeOlinda, atea 11 horas da manhaa do
da 25 do corrente.
Enfermara do dilo batalhfio, na cidade de
Olinda, 18 de junho de 1857. Jos Antonio
de Araujo, 2- lente ajudanto.
O lllm. elivin. Sr. director geral inte-
rino da nslruecno publica, manda declarar
que o exame para o provimento da primei-
ra cadeira do segundo grao da freguezia da
Boa-Vista, tera lugar na quinta fera, 25 do
corrente, na sala da direetona geral, as 10
horas da manliSa
Secretaria da direcloria geral, 20 de ju-
nho de 1857. Antonio da Assumpcfio Ca-
bcal, secretario interino.
TRIBUNAL DO C01IMERCIO.
Por esta secretaria se faz publico, que na
data infra foi inscripto no registro das em -
barcaces, o registro do hiato nacional Pal-
pile, procedido pela conservatoria do Ceara,
e por ella remettido por copia, na forma da
le.
Secretaria o Tribunal do commcrcio de
Pernambuco 22 de junho de 1857.r. A-
pngio Justiniauo da Silva Cuimares, ollicial
maior.
Correio peral.
RelacSo das cartas seguras, existentes na ad-
ministracoo do correio, para os senhores
abaixo declarados:
Angelo Custodio da Rocha Medrado.
Antonio liarlos francisco da Silva.
Antonio Pereira da Cunlia Filho.
(aetano de Castro.
Caelano Xavier Pereira de Rrito.
Francisco Camello Pessoa de Lacerda.
Francisco das Chagas Bczerra Alvares.
Francisco Ignacio dos Santos.
Justina Lius Machado,
ioaquim Augusto do Siqucira Lima.
Joauna Hara da ConceiQao.
Joao Antonio da Piedadc.
Josepha Joaquina de Vasconcellos.
Jos Tavares Dornellas.
Luiza Mara do Nascimcnto Cesar.
Marcelino de Souza Lina (2).
Martins Goncalves Guerra.
Manoel Jos Ribeiro Cavalcanli Lima.
Manoel Hodrigues Villares.
Manoel Thomaz dos Santos.
Sobastiao Arruda de Miranda
Theotonio Joaquim de Almeida Fortuna.
Pela nspeccSo da alfandega se faz pu-
micoquedo 1. de julho em diante, s pode-
ro agenciar negocios que corran) pela dita
reparfSo : I.* os donos ou consignatarios
das mercaduras eembarcacOes ; 2 os cai-
xciros despachantes auto1 isa,los pelo inspec-
tor para os negocios de seus paltes ; e 3."
os desf-achates da alfandega com aulorisa-
Cto por escripto do dono, ou consignatario
das mercadorias e ombarcaedes. Oulraa
quaesquer pessoas que s* apresentarem 'a
despachar ou agenciar negocios na alfande-
ga, incorrerSo pela primeira vez na mulla
delftsa mo> rs., pela segunda vez, na do
dobro, e pela tercena na do triplo alem de
1 be ser vedada a entrada na reparlicao. as
niesmas penas incorrerSo oscaixeiros des-
|ianliantcs quo ageuciarein oulros negocios
que t|U'! nSo forouj os de seus patrocs.
Alfandega de Pernambuco 18 du junho de
1857.O inspector, liento Jos FeruanJcs
barros.
O inspector da alfandega declara aos
senhores negociantes que quizerem conti-
nuar a ser assignanles do 1. do julho em (li-
ante,que devero apresentar lh os seus re-
querimentos designando seus Madores, o a
importancia da Banca, isto he, a dos direitos
das mercaduras que prcteudereo despachar
a crdito mcnsalmente.
Alfandega de Pernambuco l!) de junho do
1857. liento Jos Fernandes barros.
A arrematadlo dos ohjectos perten-
centes a presa do palhabote nogreiro, lera
lugar na secretaria da polica, as II huras da
manhaa do dia I. de julho do corrente ati-
no, vislo nao ter podido ter lugar no dia 17
do correnle mez do junho.
e popular
DE
MVSCVRAS [] PHAMASIi
NO
PALACETE .\ RA DA PRAIA.
Quarta-feiru 24 de junho.
A pedido de alguns influentes, havora bai-
le tiesto da, e para variedade do divertimon-
to a mela noite o ineslre sala distribuir por
lo.las as damas varias sones proprias do iiia,
os cerUIea estarSo a ven.la no da do diver-
timento, o qual deve principiar as 8 horas, o
terminar as 2.
Lisboa.
Pretende sabir com brevidade, i baiv
ea portiigueza "Patnele Saudade, por
ter parte da carga prompta: para o res-
to que llic falta e possageiros, para os
quaes tem excellentet commodos, traa-
se com os coDSignatarios Novaos & C, rita
do Trapiche n. ai, ou com o capitap, na
praca.
Peraambucana
o vapor (Parriaanaa, canmandaale Moraira,
achd-se a carga para Taiuaudarc, barra Granda e
MaeaiR, para onde sahira' a :| hora ila manhaa do
da 2i ,l,i crranle. A carga eru' recehida ate as 5
da larde ,le 22.
Para o Rio de Janeiro salie al o
limdo corrente mez a barca Becife, an-
da recebe carga a (Vete tanto nacona|
como ettrangeiro, assm como temasseia-
doscommodos pata patsagetros: a tratar
com Manoel Francisco da Silva Carrico na
ra do Collegio n. lo oti com o capitao
.Manoel Jos Kibeiro.
compauhia
ile paquetes a va por Bel-
ga-Brasileira
No dia 25 de-le mez espera-se de Antuerpia a
Soulhamplu.....vapor iiiElez UYASPES, prinieiro
deata linha,o qaal,depois da demora do cisiunie.
seguir para Babia e lu de Janeiro : para pasaacei-
ros, ele, Irata-aa no eaerlptorio dos aguntts llen-
ry Forster eV C, ra do Trapiche n. 8.
.

O vapor hlice CEI.T. aliir pnra Balda sabe
bado 20 do curenle, a a mala fecha-ea .....isrreio,
.i- lo hora : icve-se echar aqoi de olla, para cai-
regai para Liverpool, aleo lim do me/.
Para o Porto a barca porlugueza N. S.
da Boa-Viagem, pretende seguir com a pos-
sivel brevidade: quem na mesma quizer
carregar ou ir de paaaagem, para o que liin
asseados commodos, dinja-se aos consigna-
tarios ihomaz de Aquino Fouseca & Filho,
na ra do Vigario n. 19, primeiro andar.
Pula o Rio de J i licito.
Vai seguir com umita brevidade, por ter
parlo de seu carregainento prompto, o bri-
gue nacional Mara Preciosa, capiUo Fran-
I cisco Aives Meira ; para carga c passageiros,
I escravos afrete, para os quaes tem excei-
| lentes commodos : trala-se como seu con-
signatario Francisco de Paula Figueira de
Saboia, em seu escriptono ra do Apollo
n. 5. '
PARA O CEARA'.
O hiato novo Olinda, meslre Custodio Jos
viantia, para o resto da carga, trala-se com
os cousignalarios Tasso Irmaos.
Coinjtanli
DO
ecberibe.
l'endo-se arrematado todas OS chafantes
das freguezias do Recite, Sanio Antonio
eSiii-Jo.sc, tera' lugar a arrematacodos
quatro da Boa-Vista, no dia 23 do corren-
te, pelas 9 horas d manhaa, no escrip-
torio da companhia, ra Nova n. 7, pri-
meiro andar ; a liase para a dita ai tma-
la cao Jtc : ponte da Boa-Vista, (cbalariz
e bica) 5:000$, caixa d'agua ir'O.v, Pra-
ca :000.S, Soledade bo8$, ludo por um
anno e sol as condicoet ja" expostas.
Escriplotio da Companhia do Beberibe,
17 de j-.inlio de 187.O secretario, Gni-
llierme Sote.
A administracao geral dos cstaheleci-
mentos de caridade nundi fazer publico
que nos dias 25, 28 e 3o do correte, pelas
a horas da tarde, na sala das auas sessOes,
no largo do Paraizo, irao a praca, pelo lem-
po que decorrerdo 1.- de julho proiimu fu-
turo a 30 Je jan lio de 18G0, as rendas das
casas abaixo declaradas:
llairro do Recife.
Roas da Cadeia ns. 21 e 30 da Mocda 31
e 3a; da ( ruz 15 do Encantamento 3 ; do
Azeile de Pcixe I ; do Amnrim 31 ; da Lapa
5 c 8 ; dos Burgos 11 c 13 ; do Pilar 73, 74,
3, !bo 97 ; do Uordoniz 9 ; do Costa I : da
bcnzala Nova 23, 26 e 30.
liairro de Santo Antonio.
uas da Cadeia ns, 6, 8, lo, 12 c 84 do
Queimado 15, 3t c 36 ; das Cruzes t; de S
francisco 3 e 5 ; Bireita 3, 5, 7, 8, 15, 33 o
123 ; Aova 29, 3-\ 43, 48, 57 e 59 ; do Padre
Honano 13, 17, 39, 43, 45, 47, 49, 6.1 e 65 ,
da lioda 1, 3, 5, 7, 9, 22, 29 e 39 ; do I lorias
30, 33 e gundes 12 e 31; do> Pescadores 11 ; da Cal-
cada 30, 32,34,36 e 38 ; das Cinco I'ontas
70, 98, ll e 118 ; da Viracffo 7 e 17 ; de
Sant. I 'Cereza 4, 5 e 7 ; do Rosario larga 26;
do Calabouco 2 18 ; do Cabug 3 ; de Se-
nior iiom Jess das Crioulas 8 ; ' i 17 ; do Collegio 18 ; de Santa Cecilia 16;
lrgo do Carmo 13 ; uavessas de S. Pedro 2,
de 8. Jos 7 e H ; do Carcerairo U, 13 e
'7 ; hueco da Carvalha 5.
llairro ,1a Boa-Vista.
A Ierro n. 68 ; ritas do Ara gao 8; da Ale-
gra 5 e 46 ; Velha 42 e 73 ; da Cloria 65
da Conceicao 5 ; bOCCOdO Quiabo 8.
Ospretendentesdevem comparecers I10-
ras,e no lugar o dias aprazados acompa-
nhados de seus fiadores, ou munidos de
carias desteft. Adwte-so, porm. aos inqul-
Imos que 11.10 estiverctn em ,iia, qu nose-
rao recebidos seus laucos sem que se mos-
trem quites a quem possa interessar. Ad-
ministracao gerl dos estabelecimentos de
candado 19 de junho de 1857.-0 escrivSo,
Antonio Jos Goaies do Correio.
,t*$to%$<
--- O preposlo da agente Oliveira lara
leilao, por ordem e em presenta do lllm
Sr. cnsul britnico, por aulorisacao do
lllm. sr. inspector da alfandega, com assis-
leneia de um seu empregado, e por couta e
risco de quem perleucar, de uma laucha
com velas e mais pertences, salvados da bar-
ca ingleza Saubraon, quo foi a pique, se-
guindo para Liverpool : quinta-feira, a5 do
corrente, as i 1 horas da manhaa, no trapi-
che da allandega
0agente Borja (ara' leilao, em sen ar-
mazem, na ruado Collegio n. 15, de di-
versas obras de marcinenia novas e usa-
das, inclusive urna ptima mobilia de ja-
caranda', cama franceza, mesa elstica,
guarda-lou^a, aparadores, commodas,
mitt|ue/.as de dormir, ohjectos de vidro
e porcellana para lala.louca e diversos v-
di os linos para mesa, uteosis de casa, e
|Outro8murtosobjectos,ete., pwlencente
, a tuna pessoa que se relira pata lora da
provincia, cuma ininidade de dileren-
tes ariigus, etc., que so acham iatent
no sobredito armazem : sevla-feira 2(i do
crtente, as 11 horas da munliaa.
LEILAO.
Hoje "."i de jiinlio.
F. Souvage & C, tranaeriram, por
causa da duna, o sen leilao, annunciado
parahontem ; tera", j.ois, lugar, ditolei-
lii", por ntervenco do preposto do agen-
te Oliveira, da um complete < esplendido
sortimento de fazendas Irancezas de seda,
laa, linho c de algodao : boje, 2o do cor-
rente, a's 10 horas da manhaa, 110 seu
armazem, ra da Cruz.
TBASNFERENCU.
O leilSode fazendas do Bartoca & Castro,
annunciado para boje, em consequencia do
mao tempo, fica transferido rara quando for
annunciado.
LEILAO' DE STRARINAS-
'agente Pestaa f.ua leilao por conta de
quem pertencer, de 100 caitas com velas
-leannas pa'a fechar eoutas hoje 2:1 do
corrente, na porta do armazem do Sr. Anes,
aerronte da alfandega, as 10 Horas da ma-
nhaa.
TRANSFERENCIA.
Os leiloes de vinho marca ME.de cha, de
manteiga ingleza, de queijoa e de massas,
na porta da alfandega, lero lugar hoje, se o
lempo o permillir, ou eulSo qualquer nutro
ala queassim aconteca, nos mesmos lagares
horas ja annunciado.
Olivrodo
ra>

f%
I 1 I
SffflJl
ra
s a
linl
\1
leiros e por I u; uez.es. Vcnde-Se nica-
mente na piara da Independencia, livra-
ns. (i e 8, a lo ris cada exemplar.
Papis de sortes para senhora e homem a
80 rs.. livros do sortes a 500 rs. : na livraria
ns. 6 c 8 da piaca da Independencia.
Nova collecca'o de divertidas sortes
para as noites de Santo Antorro,
asfo limaos.
Avisfm aos seus fregu-'es, que as ultima
farjnhas de trigo RichmonU rhegadasao rrier-
Cado, sfio ven lulas em seus armazens, pelos
seguintes presos :
(alega 259000 |
Uaxall 243006 i
O Dance S33000 if
Columbia 229060 i
S. Joao, S. Pedro e Santa Auna! Al.om de,Us lnn' r|n
,i ,1 1 i i, te ilas marcas SSSF. |*o
\...b.. de sal.,- a luz esl ,ca ColleC- qua,idade .ssim COIBO CO
eio, ((inlen,lo vM) quadrai para todas a : t das melhores marcas de,
pessoas de ambos os sevos, qualquer tpieiva (irlcanso liltimore.
seja sen eslado 011 prolissao. Jamis ha -~Wesencaminhou-se na
sido pulilic.li) .un livi-o com sortes lao r-!u
ppropriadas e verdadeiras. Alem das
or barrica,
lem.
m.
letn.
s novas de Tries-
ttana c primeira
nplcio sortimen-
'hiladelphia, .No-
do Mara, ancorada
ovo estabeleci-
ment.
icccasiSo do em-
barca Concei^no
no liecan do Noronha, 1 j
caixao com loo libras de ra.l, ojulga-se ter Dito de setn
sones, concern elle mais uma beUa collec- esse embarcado em uma bancaca domesmo
nio de pocsias anlogas a' noite de San- nome, pertencenteao porto qo Rio Formoso:
Joo, escripias por diversos poeta? brasi- Sue? ,le **' objecto souber,\lenha a bo'nda-
rln do ,tir,.rir.c. o ,.. .1.. vi.....:.. taberna
i
DA
PROVINCIA.
O Sr. Ihesoureuo das loteras manda
fazer publico, (pie se acham a venda, no
pavimento terreo da casa da ra da Au-
rora 11. 2, das 9 horas da manhaa a's S
da noile.hillietes, meios e quartOS, da *-
1
gUnda parte da primeira lotera do lie-
ColbJmento de Nossa Senhora da Concei-
cao de Olinda, cujas rodas and
dia 27 de junho.
Thesouraria das loteras 20 de junho d
1837.Jos' Januario Alves da M
escrivSo,
la ni 110
e
aia,
0 SAMOS COELIIO,
na ra do Queimado n. 19, esta'
loriando a' dinheiro, asseguintet
fazendas :

l'.lnla* rraocazaa de p.idn'ie* escuro* e ho- ^
nilna a 240 r. o covado, riiia moit finan a W
NO rs., ilitat insieran a ICO 180 e 200 rs., e *
miiiin linaa iniuilinli.s a 240n cambraiai W
francaui muilo finas ,, Kltl rs- a vara, c a 200
^ 210 r: n c.jv;,(lo. fliiiilrlina da seda, fajen- 6
W da muilo bonita de listas a qnadros a 800 rs. V-
9 i, euvado, duqnaxa de ricos lavures, sendu ^
de tsampoj furia rures pelo barato preeo de
1?o onvadn, C'iardaiiapo para sobre tnea.i a C
* :i? a lluvia, aloalhado de liado com 8 palmos
de largara a 19300 a vara, alb.maza prela
com palmos de largura a 15 o cavado, cor- y
3$ (es lie chita de barra, proprios pra escravos,
f.t com 12 cavados a 2j, lencinbos de cana para 95
f) mininos a 80 rs. cada um, a oulras mullas S
7? fazendas.
- O abaixo assgnado oft'ereco sua pro-
priedade lbeiro a quem quizer levantar
um eugenho e licar nele f rendeiro ; he de
extraordinaria proJuccao para lola lavoura,
tem proporcOes para safrejar 2,000 pSea an-
nuaes.e moer com agua, com acude, mas
nao exige i|ue se laca u'agus ; da 10 mil te-
Ihas c alguna lijlos, que ja lem promp-
tos, moeu la e taixas, e nao duvda empres-
tar a juros alguma quantia para o levsnta-
menlo da obra (com as oeeessarias garan-
tas1, dando como paga do trahalho da o-
bra alguna anuos da renda : a fallar com o
Sr. Joao Pinto de Lemos Jnior, eoi seu es-
criptono, puna 1!,; CorpoSanio francisco
Elias do lingo Dantas.
___BVa;K
riulliiu|iia cosa Pumo peofraradu un ci
recon ectmenlo agradece eoinHalmeolo a
ami;; -s a prova de elima que llie palenlearam
acampanliaodo a en ultimo jaalgo os re-Ios
iiiiiii..- i!e sua estimada e sempre chorada es-
posa II. Anua Aftoedn doa >anios Piulo, pe-
lindo disculpa aquellaaqua por fallada lem-
po nao podaran! lar avia Ion.
omanaBiMi
de de dirigir-se a rila do Vigario
de Juao SimSo de Almcid
Vende-se um lindo escr\ivo pe?a, Ida-
Vendem-se queijoa do reino vtulos
no vapora
Superior vinho do Porto engarrafado
Cerveja ingleza superior (a dti/.ia
Frascos decouserva ingleza
Garrafas de azeito francez
Caixas com s libras da estrulinlia
1 ara sopa por
Biscoitinbos a li^ra
Camellos novos, a libra
Vroendoas franeczas cobertas, a libra
ispermacete de i em libra, a libra
ibra, proprio para car-
ro, a libra
Manleiga ingleza superior, a libra
Hita franceza superior, a libra
Talharm macarran e aletria lina, a libra oo
Cha preto, a libra 2^000
hito liysson, a libra
1-MMI
!-_'s|
960
uno
-Ono
SCO
15200
! }280
800
800
800
Lotera
DA
Provincia.
l> aha1x.11 aSMg nado Vi'l! N H seguinte.
premios :
^ quartoa Neja .ero lia.7 1
1 bilhel: a s 13
1 lucio * . 1<-
1 uno n 41
1 (lito -*.
i mesmo tem exposto i ve la
Vites bdiieies, meios a quartos da a.
parte da primeira I iteria da rocaMnieaano 1.
COUCeicSO de (II.11 a, os duars 11.1.
de-20 anuos, proprio para paudm ; na ra da Dito do Rio, a libra "-o,,
Praia, primeira andar, por cimta da typogra-Os melhores charutos do morcado,
'""a- ,. \ vindos da Baha, a caixa a
* No da 10 de Janeiro fugibo prdo Ma- l'o c bolacha, Indo
7l,0 jeitos ao descont ,lus crita or ..-uto fta te*.
Por falu.siiu,Dde aqniM 1 attmta,
Jse lotiunat.i doa laaHiii 1
Na ruadoyumniailo 11 a, aajaafea nasa
eneoiumcuda viti la (lc Mamo para |
Itl y apio Marcelino de Aileluta estiva.
Vi *S c 59OOO Aluga-su um >ttio na entrada de San
.Oannos. estafar. ^Aiii m'"*,*" ""**** *"** % C^T-tZ:'!" *' <*"
(k (...,< om oseegmataa coaataatiH aaalaa-
do ha ponen lempo, 3 sala, quart*,
/inlia lora, coclietta para :: carros,eslnlMi < ,
liara 8 cavallos. sen/.ila par.. 16 escrav....
quarto para fetlor, boa cacimba, pian
os arvoredos todos de novo, boa horUli, .
jardnn : qu tu pretender, dinja-se a ra \.
Ihan. 51, casa de Manoel do Vaximetilo 0j
.Silva Bastos.
sreco do corpo, quando anda ddila os ps a- 1
palhetados.e cailho o corpo parala freute.cor- J 0'|'l / 2 1 a / likkiaSrk
palhda, barbado.quandofallaefctorUaboo- "^K" Uctl IIICIHO.
ca com geilo para um lado, he lilho do ser-| ,
lao, e suppoe-se estar enipregadh na estrada l aua,xo ssigindo, retirando-se para Lia-
de ferro, do Cabo para cima. Alotiorincn-; P*.M b'.rca ^'Beira por cansa de sua mo-
te esteve no engenho Utlnga do Cabo : ro-' lc'sl,a deixana de cumprir um dos mais sa-
ga-so as autoridades policiaes elcapilSesde Krados devores so o flzesse sem que agrade-
campo, a captura do referido escVavo.c que <:"ss0 '"' >r- ''.""'seo Pinto Ozono, as boas
o possa ni conduzr a ra estreiU do Kosa- ma,,eiras delicadeza co-n que o Iratou du-
rante o tempo de dez mezes quo cstevo em
sua casa, pois al;n de me pagar tolos os
meus ordenados durante todo este t.-mpo
sem (he prestar nenhuus servicos, gastn
nao pequea quantia, da qual me naoquiz
levar em conta, isto so um pata um lilho la-
na uma generosidade como a que me acaba
de fazer o Sr. Ozorio. Anroveito latnbeiu a
occasio para agradecer da mesma maneira
as pessoas hem fa/ejs, tanto nacionacs ci-
rio n. 31, armazem de Jos Moreita da .Silva, "ntc ten,l|o de dez mezes quo cstevo em
que recompensar com 100/rs. de gratili- S'ia casa,posaI;n de me pagar lodosos
caeflo, alem dasdespezas que ocebrrerom.
Vende-ee inauteitia oglaza a60fra. a libra
dila franeaaa a 660 rs., queljoi a l.iioil doce lino a
1-3 o callao ; laniliem se vende rogoalmiadoa para
ncaninos : no patou do Paraizo tabernil da estrella
n. 14.
Declaro por c.-le Denuncio que h negra Joa-
quina faro lenrao de ser forra |ior lierbura da mi-
nlia fallecida mli, I). Antonia Joaquinli Kodrigoes
I-ranea, de quem son berdeiro. Aillonio Pedro
lionjalves Kodriguea ("ranea.
ATTENCAO' !
( ah.iixo ailignado f / publico por elf anr
que protesta com ai aoloridadee, roolratos su. ir-
inilus Joao (nnjalves Itodrisues Iranra.l na quali-
daJe da inventarame dos bens deuadoeUa falleci-
da sai m.li I). Anl.ma Joaquina BorgetlFr
Antonio Pedro Uonr;alvei KoJriuuei Ki
-S. s 11l.li.i. o G., l).ini|ueii'osene
gomantes, estabelecidos lia muitop annoi
em Londres, teetn a satisfacerlo
ticipara seus correspondentes e
co. que acabam de (undar casa
nos principaes portes e distritos
l'aetureiros de Francn, Alemanlia,
Ca e llollanda, conservando al
suas proprias casas anteriormente
;i
Lecidas as cidades mais importables,
portel mais commerciae dalir.i-lh .-tar.lia,
e esto em pos;o de oft'erecer
vantajens as pessoas que possam nd
assimem Londres como em outi
quer ponto da Europa, de uma rasa para
compra ou venda de artigOS, bel I como
para os negocios de trausaceao de
e liaueo dequalqoer genero.
As pessoas que nio orem conhec
a nni lucan les eveaoacomponliai
dens com os fundos necessnrios p
exenccSo; ficando entendidas qni
nunciantes nao teetn dillieuldade tu adi-
antar lo 0|0 sobre os gneros rebebidos
antes de sua venda.
s piceos concilles e mais info
commerciaes, que orem pedidas, s
enviadas gratuitamente, salvo o pjrt
correio, podendo dirigir-s
antes.
lnn familia que vive em Lh
cebe em sua casa at 2ou .". meninos
seus pan queiram mandar estud
do-lhescania, mesa, roupa lavad
ante a paya de (ii)Ors. ,Lacios, p
mezes adiantados : a senhora
encarrega de educar uma at u
as, ensiiando-lhe as primeira!
nja.
2 par-
publi-
liliaes
man 11-
Bdgi-
n disso
estae-
c
jrande
cesitar,
0 liual-
credih
dasdos
lias ot-
ra sua
os an-
miicues
u aos a ni 1111. 1-
da provincia.
abaixo assgnado vendeu na sui oja do
bilhetes, no aterro da Bo -Vista 11. 6t, um
qnarlo 11. 1007, com o premio de 1:300> rs.,
da lotera de;. Lourenco da Mala.
Jos Joaquim Silva Guimaracs.
%m pp a ot $-@ d#s a
V (> abuzo assiituado ro^a a ptssoa desta ci- |-{
9 dade que lem algumaa cartas que llie foram p
: dirig las da cidade da Babia, e que as foi en- lg
H Iregar em casa do Sr. Puntes, ie o encontrar, (
W aa qoeira ir levar do novo a casa do mesmu fi
:< Sr. Puntes. 011 a casa do Sr. Malveira, ra
tf do Crespo n. l, com a mais possivel brevi-
i d.nl.Jos Joaquim Carlos de Ameuat. g
HWWMHMUHUtni
l'revengflo.
Nao prelondeudo o abaixo assgnado acei-
tar a provedona da irmaudade do Seniior
Bom Jess das Chagas, vai por meio desle a-
grdecer. o prevenir a mesa, para ella poder
deliberar, Manoel Fernandes Chaves
Bt*t*fimaekitM 99m>9m99mtt
ATUENEO PERNAMBUCANO. \*,
i) Aviso aoi senhores loeioa que esta' dosis- BB
i nada a isailoda qoarla-Ieira, 2i do con en- ji
r le, para a eleico da mesa, quo deve dirigir Z
jt ih traballios do alheneo, aureole os ullirooi
^> qaalro me/es desle auno lectivo. Secretaria S
Q do Alln-neo, 22 de (aullo de IKYT. U pri- S
3 ineiro tecrelario, Fanelou C-sar Uolaroaqo

TERIA DO
tio de Ja-
neiro.
?oa ,re-
que
r, dan-
, medi-
os lli'S
lanibem se
is meni-
letras,
Historia, tieographia, msica, |tiano ou
harpa, bordar de toda a qualida le, toda
a torte de costuras, dando-ll
mesa < roupa lavada, mediante a
de I 000 da
cama,
[uantia
es adian-
podera
Diario,
que con-
sol o uia
|de nome
unios,
Carneiro
engenho
AOS 20:0005, 10:000$ E t:000x.
Na piara da liidejieiidencia n.
acliam-se a venda os novos bilhetes da
teria I- do Hospicio de Pedro II, <
devia correr de 20 a i' do present
id,
lo-
pie
as
listas esperamos pelo vapor braseiraime
deveaqui cliegar de i a Z do prximo
futuro julho.
de i .sudo manos, pagos tres mez
lados (entendem-se estas quai tas em
mocda lorie): y quem conviei
duifrir-se a' typographia desle
poden lo licar certos os senhores
liarem seus lhos, queacharao z|eIo,cari-
nhoe vigilancia para seus lho
Continua a estar fgido, d
50 de abril, o cscravo crioulo
Lourenco, de idade de -2~> a
comprado ao Sr. Diogo Soarcs
de Albii(|uei(|ue, morador no
Ramos, comarca do Paod'AlboJo escra-
vo tem os signaes seguintos: cor prela,
rostocomprido, altura regular, ji l'oi sur-
lado pelo antigo senhor, lem a lerna d-
retta mais lina que a oulia, e n i mesma
pe na tem urna cicatriz, de l'erida ; levou
caira de casemira, cinzenta clat^, camisa
de algodao azul, chapeo de pall
Ibo: a pessoa queopegar ou de
certas,recebera' JO.sOOO de ;;ra|ti(carao:
na ra Direita n. .".
.lose da Ponseca e i*
Xas Cinco-Pontas n. I 'i(>, c
ciliar, venlem-se sapalos de mar
couro de lustre para senhora, i,
e rregaro para o mato com ii
mente, por mais barato preco d
outra qualrpier parle.
,r>*-, ..--.
-;; MiiiHiidade (Ih Nu
:- euhorado Bom-
ja ve-
noticias
W
'5
.-.
i3i
Madn
seiuo.
A mesa administrativa avi
irmaos e mais pessoi-s, que
dos domingosedias santosd
irmandade, lie a's lo
manhaa.
' '.,'. ',... ..
-''-.. -*r ....." ,. .... o Vw''
a mu /osa Han
Novm ii 5/.
tem recebido de Franca um gra
ment de chapeos de seda pata se
! lodas as cores, chapeozinh-is de p
tos, ditos do palha de arroz, dit
para meninas ,1o :i a 7 anuos, curt
! para uoiva, luvas, ca pellas, mant
neos pentes de tartaruga do
| enfeitos de cabeca para senbora,
completo para baplisar oriancas,
ouiras tazendas, (uc sevondem ci
Wa !ia das
mo meus patricios. Asesinlas que me li/.e- ""baixo assignadu participa ro reas
ram em coadjuvarem para meo transnorte publico, que w mil grecas douao cos pelo bom agasalh lcs> m''is. e quarto-, idos paajaafaj atta
LOTERA
proviueia.
i abaixo assgnado particiaa m i
publico, que vende os seus Mtsaa i i
para
que vira encoutrar em uma trra eslrana "lcl,c'V"ados, sendo daquanii. i
que me nao vio nascer. Batos niesmas eene-
rosidades sirvan de gloria aos meus betn-
fetores que ac bam de prestar tfio relevan-
tes piovasde ooracOes bemfazeios. Pernam-
buco 22 dejunho de 1857.
Jos da Silva Das
Pechincha sern
igual
Na loja da estrella, ra do Queimado n. 7.
veodem-se ricas fazendas de laa e laa e seda
para vest lo de senhora, pelos baratissimus
procos de 500 e 80i) rs. o covado.
fdolphe our-
geois.
Vendem-se arrcios para carros, ditos para
cahriolcl, vaquetas pata cobertas, ditas para
juarda lama, galao, panno, lanlcrnas o vcl-
as : na ra Nova n. 01.
ttencao.
Vende-se manteiga ingleza da mais nova,
pelo preco de 800 c 960 rs dila (ranceza a
000 e OW rs., queijos do reino a IMM. dos
mais novos, liios do aertfioa 5G0 a libra : na
mi doCaldeireiro n, '.il.
vend -se urna armacSo pequea para
qualquereslabelecimeuU, na ruadoLivra-
meato n. 28, e tambem aluga-se a mesma
loja : a tratar na mesma.
- Vende-se muito boa nntilei.-a ingleza
nova a 7*! o 800 s uta fianceza n 080, tou-
cinho de Santos a 280, cunes, lomos e ore-
Ihas do mesmo toucinho a loo, banna de
poica a 500 rs., arroz da India a lb e a 12o
a libra, vinho engarrafado muilo velh, a
uoo rs, dilo em pipa a 560, vinag a de Lis-
boa muito Torte a 360 agarrafa, queijos no-
v-sa I, l>2S'" e 19500 : na taberna da ra
das Cruzes n. 20.
O r. Ignacio da Molla Vieira tem uma
carta viuda do Lisboa, QO escriplorio de Ma-
noel Alves Guerra, ma iio Trapiche n. i*.
A barcaca urati !."io, do peso le so cai-
xas de assucar, segurj.ssima e de ptima
conslrucco, est lomando carga ate o uie
sexta-reira da semana corrente para o Rio
Grande do Norte e portoa de Uaco, e iiucm
nella quizer embarcar, querer io segurar os
seus gneros, o seguro esla disposto para
tal : na ra do Crespo, loja do Sr. Castro, se
dua com quem se ha ile tratar.
Eu Tbereza .Mara de jess Franca pre-
vino ao respeitavel publico, que Icono de
propor perante o juizo competente accao de
prodigaldade contra o ineu marido Antonio
Pedro Goncalves Rodrigues Franca, e ..revi-
no que nioguem trate com o mesmo negocio
algum,sob pena de propor accSo de nulii-
dade, visto como he sabido que o dito meu
marido lem esbanjado todos os bens que
herdou, a agora pretende fazer dividas phau-
tasticas para prejuJicar a miin e a seu lilho
menor.
OSr. Francisco JoSo Llnsqneira ter a
Dondade de apparecer na loja de a. Bezerra
de M Lira, ra do Queimado, a negocio de
seu nloresse.
S. JOA
Iva.
isa parti-
"(jiptim e
talmente
do sorli-
que em
.:
r-.5
ROTEII0 DO THELEGRAPHO
Na livraria ns. 6 c 8 da praca da Indepen-
dencia ha para vender o roleiro do thelegra- i
pbo, novamente reformado, com o nome dos:
vapores c nutras embareacea que deman-;
datn este porto, a 340 rs. cada um.
I'recisa-se de um amassador : na ra !
da Scnzala Vulliau. 94.
-ajea* a|9k @ > (lia 12 do o-rrenlc mei fugio do liulcl C
X da Barra um eacrava ile Angola de ai anuos !i
' r .!< i,bule, I .;\f, permis tortas p um osso cre- >$
?r. ciilo mi hoiniro direita. \\.i \r que o pren- -f
j^ ,ter b n levar ao rlilo hotel sera' generOMmen- y.
a le iceompeiisado.
Jos,' Morena da Silva, previne que nin-
guem faca Iransaccto com uma lettra da
quantia de 8309380 rs., a prazo de 8 mezes,
a coutarde :;o de fevereiro, aceita a favor de,
V (i Bieber & i;., pois Ihe foi desemcami-l nnrlsia
aliada antes de entregar ao portador, e ja foi: 1 K "
substituida por outra ao mesmo Bieber. Re- '
cile 23 de junho de 1857.
- Vende-se na roa pslreita do Rosario
n. :ii. armazem de Jos Moieira ia Silva, ru-
tmi, tanto a reta I ho, como emgrandea por-
ces ; mais em conta que em outra qual-
quar parte, assim corro cadeiras amorica-
.as com ; alha. o ditas com asseulo de p i.
-- Vendom-se linguicas do sertSo a seo a
libra, manleiga ingleza flor a 900 rs., dita I VratliClaO
franceza a 6'W, queijos do reino muito fres-1 v*b '
caes a 1550061980 rs arroz da India a 160 vnl .V'i,^
elWrs a libra, vinhos de todos as quali- "''(tfi^'*
Hades, por preco muito commodo: nata- ,., ""..'?' '' )lt relIf:se 9
berna da ra dos llartyrios u. 36 su*Venl,ora '' u:liil lllha men
. iiverconfUscomo mesmo, lisia
Aluga-se un p-eto par,-, servico do n-- t.-lss uesUsoilo dias, co lUi.do-
mazem ou srvenle : quem o pretender, di- desle, no escriplorio, ra du Trai
r.ja-se a piara da Independencia, loja n 3 Recite 32 ,1 |unho de 1857
l're.-isa-se do umcaixeiro que tenha Quer-se um meslre
pratica_de taberna : na ra do Encaatamen-1 duas i ssoas; uaruadoVigai
.-
a aos :';
mi.-s.t ".];
i dita \)
i da .;:-
. ...- -.. -..
l aro festejar este milagroso santo, TOn4c-
80 na ra Nova u 20, |ja de orragl ns, tea i
13 vistas illuinin.ido. por proco commodo,
Sapalos de horradla para |Vrar d
constipacao ; vendem se na ra Nova n 21
por prego mais barato do que em aun
oulra parte.
quer
rlaiiti:ii>'i p-.ra & ,h>ho
Na ma Direita, taberna n. 27, eonfronto
asuuss lojasde ma cineiro, vende-se man-
teiga ingleza muito superior a 960 a libra,
dlU a ou ,,., iliua600 rs., queijos II un :-
gos muito bons
ijrj
O'KI
a i-fOo, I56U0 isloo, e
auiros multes eneros .u i se ven l-.iao ni lis
barato que em outra qualquer parle.
Al/enoft >
Antonio Pedro Goncalves Rodrigues Fran-
ca protesta anda com as autoridades, Unto
civil como mora!, a conducta de sua muiher
lliere/a Mara de Jess Franca.
l>r. Antonio Jos da Costa Kibeiro
para cima, a dinheiro a vista ; na ra da i..
dea do Recife n. 45, esquina da JJadre de
Heos : i
Bilhetes 5>to0 reerhe MH
Meios 2r700 a BgfJMl
(Juarlos l?350 :25o-
l'or Saloatiaan de >quino Numia,
Jos Fortnalo do- tamlM i
(I abaixo assgnado, advo.ado e rora
dor eral de orphaos, po i- ser pnn .
no escriplorio do Sr. lir. Hit tlfalada, rna do
respo n. C.
Para liquidacao de tontas, vend m
uma casa de. sobrado com tetreno po.ir.....
v.veiro do peixe, no lugar de Santo Aman
nho: ncsla typo-raphia s- .iira qoo.ii n
Oirerece-.so por venda una Mmela ra
>a em chaos proprios, com Ierren al,m
todo, em Santo Amariuho, muito panaanei
para o hospital portagajen, po:< m i r i,
car muito mais ba-aln do que -Jili.-aroo,
dilo hospital onde pr.-lendcm, ab-ai .;. sri
o lugar fallo de arlivre, ha oolro- in.oi\.
nieules, o quese n.lo di cm Santo \m..;i
nho: nesta typographia sodira quem veno-
I'recisa-se alujar um mol.-que de Son
U annos, para ^erviro muito leve : na ma
doISogueira n. 31.
FlAUltl'.i;.
Na ra da Cruz u. 02, s acham ja promp
los muilo hons presuntos de hambre prepa-
rados, o meUtor possivel para quem nao
quizer ter mais trahalho, e se vende muilo
em conta.
Uma pessoa hafcilil ida -
agenciar no foro nrrlaaii suco < jiuiUmnii.-
requere na vigararia pml u.. Ma a lo,
juMiueaco ue rtaaamI c ouitm Baa*aaaa>-
los tendealm ao mm e>jeiaa*aatiea>, m
que lem ba.-lin-.e pratn-i q,, ,.,,
seu prest)mo, dirija-ae a > w ,.,.i.. aa ti.- -la
ra Direita n. t. a tola qtutajMr a a i.
Candida l'rancise i< l i, ,, >iMii ,
brisilcira, re!tra-se par,. ,, ; ,, < ,
em sua companhia seu Bino mi :ur .:. ,i,u.
Silviuo.
LOTERA 1A
proviueia.
Primeira parte da jimh-
ia latera de nu-Lon-
reiio du Mata.
O abaixo j^s-mhHi r.n-
dea s soi ii,u(.s |r^iiiim :
1S">2 500S4 .lnnio-.
21 2
2i:>
."127
107
:.s
..I2
mmi dates.
1003 ifam.
um \ ditos.
lOOsi m aoa.
>0.S2 tncios.
'(l.Vi c| i ii lo>
504i mam.
l>. .1.
l. Vlllf,
'-.'A'. TfH-
fica encarn
Silveira de
na ausencia doSr. lir. J ao
IHIIt I.Al IK< lll K.
O mili) ciM/'iri.ai/'. ;i..i- ,,.-, 4-, c
drrrrf-i iiitprtinX.
(is mdicos dos liospiucs reromnirmlatn
arrobe de Laflerleur, copio .-rudo < nm .
aulunsado pdopivenio pida Mal
de de medicina. Bata fiJimf la uto
gosto agradavel e fcil tomar a*n
osla em uso na inariniia rejal afeada ma ~ a
00 .'.linos ; cura radicaltinntc em punco Irn.
PO com ponca deapeza, seai mercu- io, .. .
leceues da pee, impingeas, a cern
cas das >atnas, ulcera, eosaceid i
ailo-, Ja dada crilica e a a.-rin.....t.i be
reditaria dos hnmoraa j co*m aa i
riios, a l',\i;;a, ;is runtr.,cc,.'a-s c a fra dosorglos, procedida do aiiiso eW ir
{oes ou desnudas. Como auU-syi leal
o arrobo cura em pouco l -iiipo H du\. i
ceuta .ni rebeldes, que rolvem io -
em consequencia do empiezo daropahilir,
da cubaba ou das nj. cedes que [.;:,
oTirusem neutraliM-|. Uarrobr Ijtff.-
leur he especialiueaie recomm.ii.iaii.. ,
ira a- doeacaa iwvaUradaa ou mtMMi -
mercurio e ao iodorcto de pnlMaJO I
Vende-se na botica da Barra! a de \m..i--,>
Feliciano Alves de A/ev-do, praca l ('- I
bonza das causas em que este Sr.ldro n. 88, onde acaba de cncpai
unce oi.av, por suiw ibelecimciito do Sr. Ido poica,, de garrafa, grande tfmqi.
rL,," ""'!"'" ,';:|v' Mcooiado, em ; viudas dreclamcnte de ha .,, de caaa 2
| or I f"? Vl ;':i"." l:'" '" Que-; boyvc,,:-l.a,iete..r I2,ra ,., ,|K|ICII |
J
frente
vraii uto
panno lino pretoa
"iil rs. t
a 5 por
>, metas,
c umitas
i conla.
Pililos de
com algum defeto, i de/.
r o
rente, um alnete csmalUdo, embruihadol
uliirho gosto'Iom Um 'enco des!-! o aterro da boa-Vista1 \cmle-aeuawi naesademcaodi
enchovalj^ r,!^llf.lf0lr'l! ioom chou, que- M parde com .1 -. eop| I Helo H
la
m
I'recisa-se de una pessfia que qu
ser ama em urna casa, cuja familia |lc com-
posta de quatro prssoas : agradando paca-so
na ra dos llartyrios n 10.
-- Roga-se ao -crian- .m; arremalou no
: | assado, na poi la da
seis
o Li
ndo.es isuirlove-oao aterro di ltoa-V,s- ja. .., aml V : ,,., a de II ni...... \ ..
n. -Ib. seu ido andar, nue sera <>i>nrin,i m-
ente recompensado. ^'icrosa- U. va un, a f.ci.lc |.ila.|a ,1, nd C ,
portadas de litan, o.
AVISO
-
s
m irent s i
i I un.
seis
-
lMSTROCCa.0' l'RIMARIA.
tal- Maria Martiniana de Campos e Oliveira ob-
teve I.cenca do Exm. presidente da provm-
---tli^rS:;,,:;:;;;:;;;
de
'- oa- :
I meiroaiidar.
IciISo do hi -i:, iin
cores, elfand-ga, i caixa com eijos llamen -
que tenha a biNrl.de de vir pagar i quema
comprou. do c mirarlo s ra =e
radia publicado nesta folha
aos ferreiros.
i1
nor.ie e mo-
F. POIKIES.Alerroda 1'. -\ H n
l.'ir para vender, a voariade do i-oaa-
' :.HVA0 BE P.DH
do prime
modo.
icira tpialidauc. >
:,i
("a Kurnpa
ir : quem
i apresen-
e da dala
che n. V.
o grao, e na
II
gloz para
i. 22, pri-
llas escolas publicas do prime
qual se propoa ensillaras materiasdes'igna-
(las na le. e por tsso faz punlico aos pas de
^millas e a quem mais eonvier, que ia lee
principio ao ensjno desde o mez de mato des-
te auno, no sobrado n. 9, no p.i00 do i: ir-
mo, casa de sua residencia, on le tratara das
cm licoes relativas a admisso dasalumnas-
lambcm recebe pensionistas c meto pen-
sionistas,
Sclliiis
patente inglez.
S..... t Iiw arlian-ae n \ -n.ij .
c I"".....iih-.-i I... -rllni- iiulfrr- paleM) i iii..
.i li..,..!ip.\,i\,. ii. u, bbun oc faaaaaaa de
, Aaiiisvu lluie Ov C.

ILEGIVEL
-


DIARIO DE PERNAMBUO TERCA FEIRA 23 DE JIMIO DE 1857.
g*ss
CQISDLTiUO aM::0PTH!C0
DO
Onde soacham semprc os mais acreditados nodicamcnlos, taiilo cin tintaras como
em glbulos, e preparados eom o maior escrpulo o por presos baslanto commodos :
HtF.COS F1XOS.
Botica de tubos grandes. 10/000
Dita de 2* ... 15So00
Dita de 36 ... 20CO0O
Dita de 43 Hita de 60 e ... 3U5000
Tubos avulsos a....... 10000
Frascos de uturradcmeia 0115a. 2J000
Manual de medicina bomeopatbica do Dr. Jahr com o dic-
cionario dos termos de medicina........
Medicina domestica do Dr. Ilenry........
Tratainento ilo cholera morbus.........
Repertorio do Di. Mello Moraes.....
I0S0 da Silva Coimbra, vai a Europa.. para todo o servico : na ra da Senzalla Ye-
Furtaram no dU 15 do correle, do ha n. 70, terceiro andar.
lerreiro da casa do sr. Tbom Francisco Ne-
to, morador no lugar de Tamandu, comar-
ca de Limoeiro, um moiequiuiio e una ne-
Oue peChinc.ba para a coito doS. Joio.
lia para vender na ra Nova n. 1, loja que
faz esquina com a ra das Trincheiras. ri-
205000
ofooo
2/000
6*000
grinha de nomes Uoiiua c Josepha, esto de | quissimas sortea -le papel doorado, a 3ja0o o
idade de 3 anuos, cor fula, caneca comprima cenlo, e de papel de cor a 3/200 rs : cha-
para trai; aquella de idade8anuos, cor lu-
la, bdn fallile, bonitas figuras, e descon-
lia-sc que se viessem vender tiesta praca
para embarcar para lora : portanto roga-se
as autoridades policiaca e as pessoas que
delles dercm noticia, que se dirijam a ra
Nova n. 71, que so recompensar bem.
Ariuazem de recolher.
Antonio Francisco Marlins, com um gran-
de armazem na ra da Cruz n. 62, recolhe
no mesmo qualquer.gneros porarmazena-
guum a ellas, que ja estilo so acabando.
I'Al\ NOlTi: DE S. IOAO'.
Pistolas de todos os tamaitos, e fogueti-
nor
nhos para meninos e rodinhas, ludo
barato pre^o, eo mais bem fabricado: no
deposito n. 6, da na de S. Francisco.
Na ra da Cadcia do Reciten.57, ven-
de-so Wa de carnauba, sapatosdo Aracty,
e ditos de borracha, por preco commodo.
FOCO PARA S. JOAO*.
Na ra do Queimado loja de ferragens n.
28,j\inlo a loja de ourives,vende-mso traquea
geni, mala barato que em outra qualquer I ue primeira qualidade a 300 rs. a carta, e
ir
-.- .
PEORAS PRECIOSAS-
_
Aderemos de brilhanlcs, ;
diamantes e perol**, pul-
leirat, allinelcs, briuros *
e ro/.etas, bolees e anneis .
de dillerenlts aoslos e de
divirsas podras de valor. "

Compram, venden) ou H
truc 1111 prala, ooro, bri- %
Ihantes.diamaotese pero- ....
; la*, e outra? qoae*quer
mia-de valor, a dihlieiro
uu por obras. '...

If]
I0&EM l
imi ds m\m
Ra do Cabuga' n. 7.
ecebena por to-
dos os vap* r. sda Eu-
ropa as oh ims do mais
moderno gosto, tan-
to de Franca como
- .;. '
OURO i: PRATA.

Adereces completo* de j
ouro, meios dilns, pul'ci-
2 rus, allineles brincos e ;
E rozetas, cordoes, triacel- /.
w lias, medallias, corrcnlcs *.
e enfeites para relocjo, e i
": oulroa mnitos objeclos de E
1 ouro.
9 Aparelhos completos de
v. prala para eh, bandejas, ;
t. salvas, easlicaea, colheres .;.
-: de sopa e de cb, e raei- -
H los oulroi objeclos de J
> prala.
.<. o.*:*.*. .:?: 306*
de Lisboa, as quaes vendem por
>re;o commodo como eostuiuami.
pi
Lotera
vincia.
O abaixo assignadti ven-
de bilhetesgarantidos, pe-
los precos abaixo notados,
sendo da quantia de cem
ittii ris para cima, a (\i-
nlieirc vista, em seo es-
criptorio, na ra da Ca-
dea do iieeie ti. 50, pri-
meiro andar.
Bilhetes.
Meios.
Quartos.
."iS-WO
2.S700
10350
/*. .). L'yme.
-----O Dr. Ignacio Firmo Xavier faz publi-
co, que mudou sua residencia para o seu si-
tio na Passagem da Magdalena, que lica ao
norte da estrada entre a ponte grande e a do
Chora-me'Sno, e abi tcm preparado urna
casa de saude com todos os commodos para
o tratamento de cscravos, cujos senhores
residam lora da praca, ou 'que niio os pos-
ean) curar em anas proprias casas : quem
para islo quizer-so utilisar de scus servidos
mdicos, maior zelo, dinja-se ao pateo do Carmo n.
9, primeiro andar, ou no referido sitio d
Magdalena, Preco2.1000 diariosexceptu-
ando conferencias, sanguisugas e opera-
Qes.
O Dr. Ribeiro, an M. I). I>\ llie Q
, HarvardUmversityatCambridge, *.:
.-.g Mass. U. S. Heinber ol" foreign -: >
i'_) medical societies; etc., upon liis .',';
\]f return ii-uin Europc contines to ?,',3
.S reside iii llie same liouse, ra da '_')
i. Cruz n. l, where lie solicits a
. cali from the American, Germn, '"
- '. oiid Enjjiesli oommunity, slionld ;,;
' bis servicet be deshed. Special .-;,;
; ,r altenlion s given to cliromc di- ;.
f.'j Defronle da malriz da Boa-\isla n. 80, ;'
y^ amola-se toda a qualiilad* de obra de cor- .'-^
J i:ia de loda a qualiilade e botam-se ouvidos ("'
:Vi '"* e'pingardas : na mesma vendem-se e y^
g lu.::in e bichas, asim como mandam-se ^-f
^p applicara qualquer hora.
.%;-...Ti.;,> r\ iP%flh^,i"?5a3a
liara Martlniana de Campos eOliveira,
ex-professora do collcgio das orpbflas, ob-
teve licenca do Lxra. presidente da provin-
cia, para abrir aula particular para o sexo
feminino da nstruccao elementar, que se
da as escolas publicas do primeiro grao, e
na qual se propoe ensillar as materias desig-
nadas na le; o por isso faz publico aos pas
de familias, e a quem mais convier, que ja
deu principio ao ensino desde o mez lr maio
prximo passado, no sobrado no pateo do
Carmo n. 9, casa do sua residencia, onde tra-
tar das condii^es relativas a admissSo das
almonas: tambera recebe pensionistas e
mcio-penciouistas.
No aterro da Boa-Vista n. 20, faz-sc
comer para fra, sendo no al moco cha, caf
o solido, no anta.-ti patos, doce cfrucla. e
a noite cha e caf, para urna pessoa por 30^
rs. mensaes, e se faz com muita limpeza e
presteza, mandando-so levar a dita comida
a tempo ea horas. Declara-se que a casa he
na loja do mesmo numero, ea entrada pela
parle dcdeiraz; e na mesma engomma-se
com presteza.
IKio-Formoso.l
'f O Dr. Jlo Honorio liezerra de Mene- ''','
-.,; ?ps, medico pela l'rtCulJade da Babia, lera
J4 Usado sua residencia ni cidade do Itio-For- ;'.
.-., RiOSO, e ile novo pflVrcce cus serviros a lo- 3~
"-.' das os peuoai que o .ourarem com sua con- r-.'
O *d"V- :":
I'revine-sc a qualquer senhor de enge-
nho rruc precisar de um hom administrador
solteiro, som familia, de, antes de annunciar
sua residencia, dirigir-se ao aterro da Boa-
Vista n. 70, taberna, que achara pessoa com
quem tratar.
-, ..- ... ..- ..- ...v :,....:'.. .... ..... ..
parle, e com toda r. reaponaabilidade, sendo
as entradas e saludas pela ruada Seuzala
Velba.
Bernardino Comes de Carvalho, socio
gerente da casa commercial desta praqa, de
Carvalho Irmao, tendo de retirar-se para
a Europa, deisa por seus procuradores, em
primeiro lugar e na gerencia da mesma casa
0 seu caixeno Antonio Haplista Nogueira,
em segundo lugar o Sr. Manoel Joaquim Co-
mes, e em lerceiro o Sr. tenonte-coronel Jus-
tino Pcreira de Paria.
O abaixo assignado
faz scicnlo a todas as pessoas com quem tem
negocio, e ao publico, que o Sr.. Luiz Jos da
Silva nao he mais cobrador do armazem de
carros fnebres, por baixo do convento de
S. Francisco, desde o da 15 do correnle mez,
e que nao se responsabilisa por qualquer ob-
jecto quo o mesmo lome em seu noine, o
que faz certo para evitar duvidas. Becife 18
de junho de 1857.
Manoel Concalvcs Agr.
PUBLIC.VCA' RELIGIOSA.
O Brasil.
Peridico Calholico, Lilterario, e Noticio-
so, publicado no Uio de Janeiro, subscreve-
se na livraria n. 6 c 8, na prar;a da Indepen-
dencia a 65 por semestre, pagos adiantadn.
1 rVO PUBLICO. I
^ No armazem Je fazendas baratas, ra do 3
1 Collegio n." 2, g
' veude-se um completo sortimento de fa- i
*| zendas linas rossas, por mais barato M
S presos do que em outra qualquer parte,
S lauto era porgos como a retallio, afilan- ^J
1% cando-se aos compradores um s preso 5
2 para todos: este esiaiielccimeiiio abrio-sa **
i ,. ^*
j* de combinado com a maior parte das ca- **
i sas commcrciaes inylezas, fraDcezaS, alie- ^
9 maos e suissas, para vender fazendas mais ^
g$ em cunta do que se tem vendido, e por islo g
i& olLrecore elle maiores vanlagens do qua S*
M outro qualquer; o proprietario deste im- S
portanio estabeleciraento convida todos |!
os seus patricios, e ao publico em geral, ^
* para que vcuham (a bera dos seus inte- JS
|| resses) comprar fazendas baratas: no ar- B
jg raazem da ra do Collegio n. 2,.detn- jft
ionio Luiz doi Santos & Rolia.
m
Relinaria de
ego& Barreto, no Mon-
te ir o.
No deposito desta relinaria, na ra da Ca-
deia do itecife n. 30, ba semprc assucar re-
tinado de superior qualidade, tanto em [
como em torres e em paes, por preqo mais
co.nmodo de que cm outra qualquer parle.
juntamente um grande so'tiincnio de pisto-
las grandes c pequeas, e outras qualida-
des de fogo minio proprio para meninos.
Vendem-sc as maiores partes da fa-
zenda de criar gados, denominada Hoa-Vis-
la, a qual fazenda nao soffre secca e igual-
mente do mal triste, propria para se rela/.er,
por ser perto desta prar; : quem pretender,
dirija-se a ra ireita n H.
NUVID&DE.
lia para vender um escravo, sendo muito
superior para trabalhar decnxada, temofli-
co de pescador, tem redes para pescar e
canoa, muilo capaz, sem molestia e se afi-
ance toda capacidade : quem pretender, di-
rija-se a ra da Cruz n. 30, no Becife.
- No aterro da Boa-Vista n. 80, vendem-
se crvilhas seccas a 200 rs. a libra, tapioca
oiuitoalva a 160, chourigas de Lisboa muilo
superiores, como a vista da qualidade a 560,
arroz Carolina a 1-V0, vinagre branco a 320 a
garrafa, vinho do Porto engarrafado a 15280
e 1/000, Madeira secca a \0, moscatel de
Sctubal a 23O0O.
Vendem-se saceos com farinha da tor-
ra omito nova c torrada : no cees da alfan-
dega, armazem do Mello.
Vendem-se 10 ps de coquoiros pe-
queos, proprios para se plantaren]: ua ra
das Triucheiras n. 29.
Milito barato
Vende-so na ra da Cruz n. C2, caixinhas
com superiores massas linas para sopa com
8 libras cada urna ; lamhem so relalhn em
libras, macarrao, lalharim, aletria a 2*0 rs.
a libra, caixinhas com mex;.s do Lisboa,
latas com bolacbinhas inglczas muito linas,
ditas de soda, selanics o Diclhor que Icm
vindo ao mercado, presuntos c toucinho in-
glez, latas de salmSo de una e duas libras,
crvilhas muito frescas, e outros muilos g-
neros ilo nillior que se pode encontrar, e
moito baratos.
COM niUM TOQIE DE AVVUIV
A DI.Nllc.lKO
Pc^as do madapolao lino, ditas de algo-
dSozinho liso muito cncorp^do, ditas de i-
to trancado e largo : vende-se na ra do
Crespo, loja da esquina que volla para a ra
Ua Cadcia.
~ Vende-se urna escrava crioula, de 22
anuosiio idade,sem vicios nem achaques,
com muilo bom leite, e com una linda cria
mulalinha .10 idade de um mez : na ra do
Crespo, loja de portas n. 3, se dir quem o
o motivo por que se vende.
Ki /*". Jf Bk O
mil s chales de cassa b.ancos com flores
sello, proprios para trazer por cisa.eoulia
muilas fazendas que vende por iodo o pro
para acabar. I> ludo se da amostra, leva
ilo pender que vaina o que se quer ver.
Jor biiato prego venda-
se grande sortimento de fazendas, na ra
Queimado n. 41, loja da esquina do becco|da
Congregado :
1 Cintas francezas linas, ricas cores,
covado
.Chales de merino bordado a velludo l~
Cortes de cambraia de seda molernos
Chales de merino bordado a retroz
Ricos cortes de velludo para colleles
Fil de lioho liso muilo lino, vara
(.iially de qua Iros do seda, covado
Dito liso, ricas cores
Pecas de cambraia transparente de
6 1|2 varis
Cintos de casemira, ricos padres
chales de merino preto linos
Lencos de seda, rica estampa c linos
Hilos de cassa para mio
Hilos de cambraia de linho linos
Cortes de casemira bordados para
colleles
Ditos do grogaem bordados, linos
Chales de merino liso, fianja de retroz
Dar-se-hao as amostras, deixando penhor
Vende-se um cavailo para cabriole
qual he muito manso, e bom trotador :| na
ra da Aurora n. 36.
|| Vende-se queijo do i ertfto
a 180 rs. a libra, mant^iga ingleza a 6V0,
queijo do reino a 1^300, I16O e 1900, fari-
nha do reino a 120. gomma a 100 rs., lingui-
ca do reiuo a *00 e 64o, vinho do Porto en-
garrafado a 150O, dilo de Lisboa a 560, ba-
11I1.1 de porco a 520 : as Cinco Ponas n. 21.
Venda de
pianos.
Vendem-se muitos lindos c excellentes
pianos, chenados ltimamente di- llum-
nuigo, ecom lindos relalos no frontes*
picio : na ra da Cruz n. .">">, casa de J.
billa- & C.
6/. 00
9/100
4*100
i\ Prcvine-se aos amantes da boa pitada, |ue
chegou ni vapor S. Salvador o rap njvo
pnnceza do Itio de Janeiro, que pelo kcu
excellenle aroma se confunde com o pnree-
za do Lisboa: na ra oo <:rcspo, loja de
miudezas ao p do arco de Santo Antn o e
praca ua Independencia 11.*, aonde se .en-
de a 13000 a libra.
Ricas franjas para corti-
nados.
Vcndem-sc ricas franjas de aigodSo, b an-
cas c de cores, lisas e com bolotas, para ;or-
liuados, e por pre^o muito commodo na
ra do queimado, ua bem conhecid loj i de
miudezas da boa famt 11 33.
FARELLOS DE LISBOA
em saccaa grandes;
Irniaos.
no armazem de T
assas supen
res.
Caixas grandes com 1 arroba de lalharim,
ISSO
anos.
Fareilo
Vende-se saperior fareilo vmdo de Lisboa
al ti mamante, em saceos c por barato pretjo :
na ra do trapiche, armazem n. 7.
|o<
da
a o
he po-
)-
inacarrao, lazci.ha esleira por 63*01
cai.v.s de Ifi libiis cun pcvie, cslrell
COUlintMS etc., por 33500 res : na rda do
Queimado n. 30, loia de ferragens.
rs.,
ola,
lili
.'i:,',:^r^- > .J-^j -...,,^--..3
.-;
:.: sease.
es
o
French Spoken.
y*;?u ~'\"*'..*"'-;v* ^-'j, w**i*i>
Attenco
I!. C. Vates & Companhia: estabelecidos
110 Bio de Janeiro, na ra do Hospicio n. *0,
vendo um annuncio publicado em urna das
folhas de Pernambuco polo Sr. B8rtbolomeo
F. de Souza, preveiundo ao publico que o
verdadeiro xarope do bosque s elle he
quem vende,preveniaios ao mesmo publico,
que o nusso xarope he rcmeltido do Bio de
Jrueiro pelos cima proprietarios ao Sr.
Manoel Alves Guerra, e este senhor fez o de-
posito para ser vendido na pharmacia do Sr.
Jos da Cruz Santos, na ra Nova 11. 53, ni-
cos por nos aulorisados para venderem o
iio.-.so verdadeiro, e mais prevenimos aos
seohores consumidores, que ha perto de 5
anuos os rotlos collados as garrafas sao
assignadus por Ilenry Prins, como procura-
dores dos cima proprietarios. Bio de Janei-
ro 13 de Janeiro de 1857.
O Dr. Ribeiro, medico, de vol-
'*} tadesua viageina' Europa, con- .;
$ timia a residir na mesma casa da ?,',}
['i ra da Cruz n. !r>, onde pode sor ";-
O procurado a qualquer hora. i-'-
- "..;-. .:..} '.J'..J\^:.:,.'.-' :.:
-'- AntonioJ da Silva Cuimaraes, avisa a
todas as pessoas que possucm cautelas frac-
cionadas pelo aniiuuciante, oque es teja m
premiadas, que apresenlcm cara ser pagas
no prazo de 30 dias, contados desta data :
lindo o qual prazo, roquerera desoneraco
na Utesouraria. Itecife de junho do 1857
Antonio da Silva Cuiniariies.
Domingos Jos da Cunta La;os,
com padaria na ra da Senzalla-Nova n.
30, avisa aos senstreguezes, que contina
a ter o melhor sortimento das bem co-
nliecidas massas linas doces, e (pie alem
dessas tem superior bolo italiano, inrrlez,
be jos de freir c superior bolo sovado,
o ipial lie mais barato (jue o denomina-
do San-Joao, e vende tanto em porc&o
como a rctalho, por menos do (pie em
outia qualquer parte.
AFEBI040'.
Faz-se scientc a q ucm convier, que o ter-
mo marcado para as revisoes, termina no
ultimo do correnle mez : os senhores que
nao esto com seus estabelecimentos revis-
tos, quebrara dirigir-se a casa da alericao,
no pateo do Terca n. 16.
Compram-se


..
A
res.
cetttcBtnmteopotjicttS
E.\I f>ERRAMBVCO
UO Dlt.
SAI5INO OLEGAUIO L. PIMO.
W Ra de Santo-Amaro (Mun-
do-Novo) n. .
.Nete cslabelecimCDla exiitem es medica-
j melos miitadequadoiaoiclimas d aor-
'-' le, preparados coui a nmiur vigilancia pelo
*..' proprielurl.
. i Exisleai medicamenlot praparadoa no Uio S
';", de Janeiro, i[ue se voiidem |>nr precm li^i- "
tr xos, mas n:io se garanla sua efllcacia.
:''$ A eiperieneii Icm damnostrado quo o ;
nu'ilicanieitlos sejui prepAradOf proilu/.ein [;\
'., melbor efleilo, c.i as iiruvincia* ilo norte, "...
Ndo <]ue os;que os nne \em de lora. ~".
I O precos -.10 Osas, sendo mais caros, por y.i
x? seren niclbores, os preparados em l'ernain- r/
-"' buco.. ?:5
THESOURO 1IOMEOPATII1CO ";-
OU ;.
Vdde-Mecuin ;;.
1)0 :::
HOMEUS'ATHA 1
9 l'EI.O DR. O
SABINO OLEGARIO L. PIMO. {-
-r^ Esla preciosa obra ronlina a vei"ier-se gj,.
'! na botica central, a lU^Ol) sin lirocliura c 2
- II5OOO encadernada. :..:
;>...-..,..;..: ..-. fVb>\?'&i>&iv}{k
j'.^ -^> .^.- ..-.. .. .^- "-.J ... -A ....... i.-o?
BILHETES DE VISITA.
Cravam-se e imprimem-se com perfeicSo
bilhetes de visita, leltras de commcrcio e lo-
dos os objeclos da arte caligraphica, re-
gistros, vmhetas o quaesquer desenhos ;
abrem-se urinas, sinetes. tanto a talho doce
que se
encootrar
O
No aterro da Boa-Vista taberna n. 42, da
esquina do becco dos Terreiros, defionte do
sobrado queima lo, vende-se superior man-
teiga ingleza a 640 rs. a libra, velas de es-
permacete a "20, e outros muitos gneros
baralissimos, a vista de sua qualidade.
Ao iregyica
QUE ESTA QUEllANDO
COM I LICENCIA.
Na loia do Preguiea, na ra do Oueimado,
esquina do becco doPcixo Frito n. -2, conti-
nua a vender-so murtas e diversas fazendas,
por preces baralissimos, entic ellas cam-
I braias l'rnncezas, padres novos < cores Q-
xas, pelo liaratissimo pre^o de480 rs. a va-
ra, ditas de cordio minio linas a 500 rs. a
vara, cassasfrancezas muito linas c depa-
drdes o ni is moJernoquc ha no increado a
640 a vara, chitas francezas ilo lindissimos
padr ts a 280 c 300 rs. o covado, mussulina
i o mais fino que lc possivel a 440 o
Covado, dita de cor a 340 o covado, corles de
casemira de cor de lindissimos padres o
superior qualidade a 63 cada un-., corles de
biim do puro linho de lindos paaroes a
29400 cada um, dilos de dilos a 23, ditos de
aigodSo a 1S3C0, itos de cnlun e linios
padics c muito cucorpados a 1^600 cada
um, lencos de cambraia para mio a 120, di-
los mais linos a 220, pe^as de brclanha ile
rolo de 10 varas a 25 caa urna, chitas escu-
ras de diversos padres e cores lixas a 140,
160, 180 e 200 rs o covado, e a peca a 53, 6?,
65500 e 7.-500 cada urna, cobertores proprios
para escravosa 700 rs. cada um, grvalas de
seda de lindos padres a la, ditas pretas de
selim a 15280, ditas de cores em outjo gos-
to a 700 rs. cada urna, luvas de seda de to-
das as qualidades para homense senhoras,
lencos de seda de bous gustos, gangas mes-
ciadas de lindos padiesa 600 rs.. o covado,
c tes de castores de bonitos padres a 15
cada um, cambraias lisas finas a 4--5UO com
10 varas, ditas ditas muilo finas a 65, e ou-
tras muitas fazendas que so deixam de
Vendem-se as verdadeiras bengalbs de
bamb' e canoa da India, linas e grassas,
com lindissimos castes, a verdadein agua
dos amantes em frascos grandes e pequeos,
ricas charuteiras de velludo bordadas a ou-
ro, ditas de aiarlim com riquissimas [vistas
110 goslo mosaico, gorros de velludo borda-
dos a ouro pai a hornera, tinta ingleza piran-
cc/.a, coi caixinhas, para com a maiornacili-
dade possivel marcar toda a qualidade de
roupa, excellentes binculos por serem mui-
lo claros, augmentar muito qualquer ohjec-
to c atlrabi-lo muito ao perto, veraadeira
hanha de urso, de viado e de tutano Ue boi,
todas inglezas e cora excellentes epeiras,
aDaneando-se que qualquer deslas|banhis
conserva o cabello e nao o dcstruo! como
muitas outras qualidades que ha, pJ de ar-
roz excellente para boriuejas e comixfies,
assim como pal no :.oi..t- pelle. 1} que so
vende a 500 rs. cada ombrulno, diversas qua-
li.iadrs do tinteiros de novas im encajes,
capachos grandes para sofas ou maiquezas,
sapatos de borracha para humem, ( oulras
muitas qualidades de objeclos, lud muito
liinii o .le muito gosto, que se vendo muitis-
simo barato, na bem conhecid o acrediuda
loja de miudezas da boa lama.
CaSCuS VUSl'!S.
Vendem-se barra do 4.- vasios no res, che-
gados de Lisboa na barca Flor de S
no armazem do Carvalho A; Irmao, ea ra do
Em casadeltabcSchmettau cCompanhias
ra da Cadcia n. 37, veudem-se elegante,
pianos do afamado fabricante Traumann de
Haniburgo.
Vende-se superior linhas de aigodSo
brancas, e de cores, em novello, para costu-
ra, em casa de Southall Mcllor i C., ra do
Torres n. 38.
A j0S000
Vcnde-se excellente cera de carnauba do
Aracaty, e Assu', do urna sacca para cima,
escolhendo o comprador a sua vontade, pe-
lo indicado preco de 10/ a arroba : 10 ar-
mazem de I). B. Andrade S C, ra da Cruz
11. 15.
TAINAS PARA ENGENHO.
Ka f undipo de ferro de D. W. Bowmana ua
rut di l'rura, passando o chafariz, continan'
dar um completo sortimertode laixes de forro f un
vido e balido de 3 a 8 palmos de bocea, as quaes
acaam-se a venda,por epreco cemmodo a com
,'rompiidao: embarcam-s oucarregaai-se amcar
ro semnospez ao comprador.
Seiiiiis e re!eioH.
SBLLDiS e REI.OCIOS de putele
in-le/ : a venda no armazem de
Itoslion Booker A; l.on.p .nliu, e-
qoina do largo do Corpo Santo nu-
mero s.
Deposito
de rapprinceza da fabri-
ca de LLGasse, no i\i>
de Janeiro.
Vende-so a pre^o commodo rap fino,
grosso c meio grosso, da acreditada fabrica
cima, chegado pelo vapor S. Salvador ; na
ra da Cruz 11. 49.
Planta da cidade do Re-
cfe
Vende-se a planta da cidade do Recifee
seus arrabaldes, feita pelo .sr. Dr. Jos Ma-
mede Alves Kerreira, por seis mil reis : na
livraria 11. 6e8 da prac,a da Independencia.
Uappa das distancias da
provincia.
Na livraria n. 6 o 8 da prac,* da Indepen-
dencia, vende-se o niappa das distancias
das dillcrcntes villas da cidade entre si, e
relacSo a capital da mesma, a mil res.
Aigod&Oziiih ,a Kahia
para saceos de issucar : vende-se cm casa
Je .N. Ilieber c Companhia, ra da Cruz
n. 4.
N. l). Bieber S; lompauhia, ra ds
Cruz 11. \, veiirlem :
I OD&S da Itussia.
dem inglezas.
BrinzSo.
lirios la Russia.
Vinho de Madeira.
AigodSo rara saceos de assucar
monstro,
cliinclia.
Vcndc-se algodo mons o com 8 primos
de largura, proprios para toalhas e laataM.
pelo diminuto prego de 6 ra do Oueimado n. 22, na loja da boa f.
rclogios de pa-
tente
ingleses de 0111 o, de afaosMle < de ser*:
venden-tea puvo ruoavel, cm oaaadc
Augusto Cesar de'Al.1 cu. na rw da Ci-
dria do Becife, armazem n. l(i.
EGHAIISI PUA m*
IM
NAFUNDICAO DE FERRO DO F.NT.E-
NHEIRO DAVID W.BOWMAX. tA
RA DO BRLM, PASSANDO O UIA-
FAR1Z,
lia man um ;rande oriimentn dosiezainle, nh-
jeclos ileinerlianitnioproprios paraenv,enhosa-
ber : mnenilaie meia. mocada*, da mi m.-lfn i
conslrucr;,,.; !,,d ferro fundido e l.xii.l... .:-
superior qualidade e de lodoso lananhot; roda
dentadas para l(M ou anima*., de loda as prona
So*s;cri>o*e bocas de tomaina ereei.lro.de kw-
eiro, aguilliocs,bronie,parafuosee;.ilhA moi-
nhos de mandioca, ele. ale.
NA MESMA FUNDICA'O.
se eieeulam todas as enromnwndas eom a | .,,...
ridade j.i conhecid com a devida pttslea ce
modidade em preto.
XAROPE
DO
BOHQVi
W 11a da ra do Cabaga para a roa Nova n. 'Sf
O -, lo, e alii contina ; receber, das S as 10 ';'f;
;; horas da inanhaa, e das !t rj 5 da tarde, as ''*r
K'i pessoas que o qneiram consultar. '.,:
i''l'''i '''' ''\ '' -' '* ....'..-. .-i, ,t. ^7*.
^;.^v.;.^w-..-:..;...- ..-.&%ji3*3<&
CARA NACIONAL.
Continua a estar a venda o manual da
puarda nacional, ou collccao de todas as
lois, regulamcntos, ordens e avisos conecr-
nentes a mesma guarda, relativos, nao s ao
processo de qualilicaco, recurso de revista
ele. etc. etc., senao a economa dos corpos,
joganisacao por municipios, hatalhoes, com-
panhias com mappas, modelos ele. ele.: na
ra de 8. francisco, deposito n. 6, onde en-
contrara ja encatcrnados.
-.'. ** > -'["- '.'"i :, ."^. <*v .-.. .?k ,>..->>'>
:..y-.>-.--..'-.---.: .-.;?-:-.;-.:r.r-'-c
S& U Dr. IJias ternandes, mediro, deve cr :".
i' procurado do boje em ilianle, no primeiro 'i*
;* .3 andar do sobrado da ra dos Doarteis, '
1 Ujio-,i das Cruzes, cuja cnlrda lie quasi
? em frente da botica do Sr. l'inlo. ,J
CO.MI'AMIIA PERNAMBUCANA.
Os seuliores accionlas que loinarain Dova acres
desla emprea e que HUiAieram a primeira entrada
de '.n por cenlo, sao convidados a lealiiar a secun-
da prettucao i^ualiuenie de 3i. porceuto at o da 30
do correnle mez de junbo : DO cscriplorio de Anlo-
1110 Marques de Amoriin, lliesoureiro da compuuliia
lia ra da Cruz 11. 45.
JOHN CATIS,
corretor geral
E AGENTE l)K LE 11.0 Es CO.MMEKC1AES,
11. O, roa do Torres,
PRIMEIRO ANDAR,
pra^a do Corpo Santo
RECIFE.

-...'.-".
63
m
;oo
-it
Paulo Gai nooi denliala, ral Nova n. i! :
.. na iiie-iii.i 1 m um ainii e po< deatrifiee.
-.- -i.-.-.'.. .".. '-J '.. '...'..-.' yv ._
SEGURO CONTRA FOSO.
Companhia Alliance.
Esubalecida cm Londres, em raarjo da 1824.
Capital cinco milhoes J libras usierliaas.
Saunders Brotl.crs & C, lea a toara de n-
foraMi aos Srs. negocanos, proprietarios de casas,
a a quem mais convier que estao plenamente au-
.orisados pela dita co.-npai.hia p:ra eflcciiiar segu-
ros sobre efliHcios de tijo!o e pedra, tbenos de
il e igualmeniesobre o.; objeclos aneeontveraa
os musi.os edificios ancr consista em mobilia ou
; : f.'i'.erus ',9 qualquer qualidade
- Aluga-seoa mazem ds casada ruada
Guia 11. 64 : trala-se na mesma 110 segn o
andar, ou na ra da Cruz 11. 33, pritueiro
andar.
bilhetes'premiados de loteras que jaosle-
jam recolbidas thesouraria, com uin abale
razoavel, aflm de nSo terem os donos o tra-
balho do longo processo daquella rcparli-
Q5o : na ra Nova n. 11.
Faz-se boloecangicade milho verde,
muito bem feilos, na cidade do Oliuda, atraz
do Amparo n. 11.
Nl la mais tlor de
irrites
Fspncilico contra essas dores, cuja cura
cura lie instantnea : na ra Nova n. 11, a
29000 o frasquinho.
Perdeu-se honlcm sobre a ponte do
ftecife al a roa Nova, ua'a nota vermelha
.le 50> 11. 2316V ; roga.e ao Sr. thesoureiro
da thesouraria da la-zonda, e liel da caixa do
banco do Brasil, a nao Iroquem se Ibes for
presentada, poispertence a francisco Igna-
cio Tinoco de Souza, morador na ra Nova
n. 42.
Precisa-se de urna ama forra 011 can-
Uva, para o servico do una casa de familia
cooiposla de dnas pessoas: quem quizere
estiver nestas circunstancias, dirija-se a pra-
ca da Boa-Vista, sobrado n. 1<).
Precisa-se de um caixeiro com prati -
ca c sem ella para urna taberna, na ribeira,
preferindo-se com praiica, e dando fiador a
sua conducta a tratar na ra Direila n. -ti,
padaria. Tambem se precisa do uin peque-
o mesmo sem pratira, para taberna, na ra
da Senzala Velba n. "id, para estar em com-
panhi de outro.
--- Uiguel Kstcves Alves declara que seu
lilho menor arlos Ksleves Alves retira-se
para Portugal.
o!
o
Jos Pires de Carvalho faz scientc ao res-
peilavcl publico, que por es, ac de iim ou
duus mezes estar fechado o seu eslabele-
cim nlo na ra larga do Rosario n. 46, pri-
meiro andar, quo so acha cm concert. O
mesmo recommeoda os seus bons fregoezes
quo mo o desprezem.
Oabaso assignado declara que o Sr.
Francisco Jos de Malto Braga, dei\ou de
ser caixeiro do seo estabelcciuiento do pa-
liara, no paleo to Terco 11. 38, desde o dia
iodo crrante.An Ir Nauzcr.
Precisa-se do una ama que saiba bem
engommar e coser, pra una casa de duas
pessoss : no pateo do Terco n. 40.
Fonseca iransfdrio sua residencia do sobra-
do da na Direila ti. 31, para o pateo do Li-
vranieiiton. 2.
como cm relevo, ornamentos com ohjcctos mencionar, o 5e venderao por baralissimos
de ouro e prala ; fazem-se riscos luidos c
originaes para bordados de labyrintho ad-
millc-se a recusa de quaesquer destes objec-
los, no caso do nao ficarem a contento das
pessoas quo os enconimendarem: quem pre-
tender, dirija-se a qualquer destes lugares :
no liairro do Recite, ra da Madre de Dos
o. 32, primeiro aniar ; em Santo Antonio,
na livraria classica do paleo do Collegio n,
2 ; as Cinco Ponas, sobrado da esquina
confronte a matriz nova.
***$?
ssos.
Na ra da Sensata Velba n. 116, compram-
se ossos de boi.
- Compram-se travs de 23 a 33 palmos
de comprimento, e palmo de grossura : na
livraria da pra^a da independencia n. 6e8
Compra-se effeclivamenle na ra das
Flores n. 37, primeiro andar, apolices da di-
vida publica e provincial, accoesdas compa-
nhias, e da-se dinheiro a juros, eni grandes
e pequeas quuntias, sobre penhores.
Compra-se um moleque.de idade dejo
ou 10 annos; pouco mais ou menos, adver-
tindo-se que nao he para embarcar : na ra
do Nogueira n. 21.
Compra-se urna bomba de ferro para
cacimba, em bom uso : no paleo do Terco
n 40.
Aulonio
precos, c se uarao amostras com penlior.
Ao barato.
Na ra do Queimado n. 6.
Vendem-sc chitas de cores matisadas c li-
xas a ICO o covado, ditas francezas de muilo
bonitos padres a 2t0 0 covado, cassas fran-
cezas de cores a 400 rs. a vara, ditas de co-
res matisadas a tlO rs. a vara, dilas muito
linas mi linhas a 560a vara, lencos de cam-
braia de linho, linos, proprios para algibei-
r.t a 39400a duzia, la para vestidos de bo-
nitos padrdes a C4o o covado, corles de brim
pardo de linho a ljCOO, ditos .le meia case-
mira de cores a 3j o corle, casemira prcta
muito lina de Unas larguras a ~g o corte, e
muitas outras fazendas que se vendem por
menos de seu valor.
ruin, ou na roa da Cadcia de Sanio
n. 2G, primeiro andar.
Grande fabrica
de tamancos, na na Di-
reit i, os.jui:i;. jo b^cco de
S. Pedro n. 16.
Neste estabelecimeuto ha ell'ec ivamente
uin grande sortimento de taamos, tanto
para homcm coa.o para meninos e senhoras,
a retalno ou rnesmo em grandes porcoes,
para o malo ou mesmo pira a praca, muito
em cotila o a vontade dos compradores.
iHctiioo fac linio.
Na linaria da praca da independencia n.
6 e 8, vende-se o methodo facilimo- para
aprender ler, novainenle impresso e aug-
mentado, por mil icis.
fraii
(]assas ira
zs a iO
sas franco;
na ra do Queimado u
umicnsuij
rs,
Vendem-se cassas francezas fin s a 200 rs.
o covado
estrella.
", lojada
TAS.
ue
Vende-se manteiga ingleza o franceza li-
na, para mesa c bolos a 9C0, 800 720 e G40
rs. a libra, c mais baixi a 600 e 560 : na ta-
berna glande ao lado da igreja da Solcdade.
Attiicaoa
Vendem-se carrinhos de urna roda pro-
prios para conduccBo de matemaes para a-
Icrros, e trahalhos de. silios.assim como con-
gios.
os melhores rclogios de ouro, patente in
glez, vendem-se por precos lazoavc^, nu
escriptorio do agente Oliveira, ra da Ca-
dcia do Itecifen. 62, primeiro andar.
Peunas de ema, cera do obclha e de
carnauba.
Na ra da Cadeia do Itecife, loja n. 50, de-
fronte da ra da M.ulre. de lieos, ha para
vender os gneros cima, reccntemenle che
gados, por precos razoaveis.
Agencia
da undica.o Lovv-.io. r,
ra da Senzaia Nova
ii. 4.
Neste estabelecimeuto conlinu'a a have
um completo sortimento de moendasemeias
moendas para ciigcubo, machinas de vapor
c laixas de ferro batido e coado de lodosos
lamauhos para dilo.
Momiios de vento
cum liomha. derepuxopara rc^arhor attbi
xa dees pino : na (andida o de I). W. HuwuiaD
na ra do llrurn ns. 6 8el0.
--Em casa da Saunders Brolhors C. pra;>
do Corpo Santn. 11,ka para fndaf o ia uiola
ierro inglez.
Fie da Suecia.
Alcatro de carvao,
Conas de linho.
Esponjas.
Drogas.
Algodo tizo pra saccas.
Pito entraucado igual ao da Babia
E u::' completo sortimento da fazendas proprio
par asta mercado : ludo por preco commodo.
certSo-se e trocam-sn
js queesti-
por outr
verem cm mao estado : a tratar na ra Nova,
taberna n. 71.
erfeisHai'ia in-
^v0.
ellica
peluca tic
na ra do
Bezerra de
Vendem-se luvas de
Jouvin, de todas as cores :
Queimado, loja le Antonio
Uenezes Lira.
i Palitos traneczes. .;-
'''. Vendem-se palili'ii e folireeasnra. ilo pan- '
--' panno lino pifio r id e gola decisemiraG de cores 2?, casaras de pan- '.
no lino loda forrarla le seda a 306, palitos '
de alpaca n 7.> eI--.NOI), de brim a :l>, col- '.['!
lele.di velludo a I200n, dilos de selim
pr^lo e .I., corea .1" ".--* a 8&O0O, de foslflo
3o. ca'.4. .1 casemira preu o de cores,
'.'.'i da 109 e I2o00, ramnas, aberlurn., colla- ':
> rinhoi, crdvala. e chapoi de todas ai qoa- .'.'.'
'.i li.ladcs : en ra Nov.i, 1--j. o.4.
*.* -....'..- -..-- w -..- ''..' i> .. -,-: -^.''..^..'
Chapeos para senhoras.
A loja da ru i .V v.i n. receben, r>'l" ollimo na-
vio Ir.nen, ricos e modernos cilancos para senhoras
o meninas, e vade por pirco commodo.
Sedas.
Vendemse corles de seda branca lavrada
casamentos. selim de loda4 as cores a 800 i-, o co-
,,)
O
Francisco Jos Germano, rclnjociroua ra
l Nova n. 21, faz scicnle ao publico, que alm
do grande sortimento de rclogios de lodas
as qualidades, o objeetos ja annunciados,
queseaba de receber pelo ultimo navio um
rico sortimento de caixas de msicas com
as pecas as mais ricas que tem apparecido,
inclusive as do trovador.
la loiti
das seis portas
IM FUENTE DO LlVIUMEiMO.
Cortes de casemira com algum mofo a
quatro mil rs., lenQOS de seda proprios para
pesclo de senhoras a de/, lustdes, loncos de
retro/, ni-iisaios ,ic cores a dez tustoes, lu-
vas o: seds pretas c de cores cinco lustdes
o par, cambraia isa ;. dous mil rs. a pc^a, c
cm varas a pataca, eamliraias cun llores Mil-
tas e multo linas a duas patacas a vara, cas-
sas com liorCes raa cortinados a tres mil
rs. a peca, e a sello a vara. A loja est abor-
ta das c horas da manliSa as 'J da noite.
t lo
A verdad
gleza.
en a iian.'in
.I.
vende-sc na loja de ctnulitt .portas, de
Narcizo Alaria Carneiro, ru; da Cadcia
doRecife n. 48.
f|ueijos.
Vendem-se superiores queijos francezes e
hamburguezes, os mais novos que ha no
morcado, pelo proco do 16*40 rb. : na roa Di-
,e,U,L07M DE JOIJYIN.
( nnslantemenle acbarSo na loia do l.e-
conte, aterro da lioa-Visla n. 7, as verdadei-
ras luvas .11 Jouvin, de Indas as coi o-, igual-
mente ricos peules de trtara ;a da ultima
muda.
cobertos e descobertos, pequeos e grandes,
de ouro patente ingles, para homcm es-
nhora de um dos melhores fabricantes de
Liverpool, vindos pelo ultimo paquete in-
glez : cm casa de Southall Mellor V C", ra
do Torres n. 38.
Charutos de Ha va-
CHAPEOS A TAMIERL1K
Do udu b -icant
das seis pot'ias
frente do Lvrauu uto
Cassas piula.las a mela pataca n covado,
riscados estreitos a quatro vinlens, riscados
. [litCnU Oc ..ris.
Acal)amdeclicj;ar icio ni :imopaquete
os giipra mencionados cliariios destcola-
mado fabricante, e vende-te na loja de
poitas, da ra da Cadcia do
ni ii.
vado, grosaenaplis preto e de cores a 2>KI0 o covado, l!'"" /'1 escuros a meia pataca, cortes de
dao-se amostras: ni ra Nova, loja n. i. i vestido de cassa com dous e tres babados a
Vcnde-se um bom escravo da Costa,' cinco patacas, saias brancas bordadas a dous

-

liedlo n.
iS, do Narciso .Mal ia Ci
Arados ferro.
Na fundi?5o de ('. SUrr& ( ompanhia, em
unto \maro, acham-se nara
de Ierro de um modello e con
superiores,
-
na: yeii de G. ,t. Astley & C.
(^emento novo
Na ra da Cadeia de Santo Antonio, arma-
zem de malcraos, por preco commodo.
SAL DO ASSU
a bordo do hiale Novo Oliuda.
Pal Irn'(crido odcpo.iln dcsle tarop para a >
ticadeji.sr da Crui Sanios, mili Novan. '
garrafas Sj|5M, me;a. ..SHKl. .ende faN im,
aquelle que naofor vendido ueste depo.ilc.peJo
qu.'-cf./ rpi csenli .immi .
IhPortwh: para o ii iilii.ii.
Para curad** phl*.siracm todc-x9C*a*dil1ern
itF rio*, quermoiivada por conliparA, t*-
as0ia,a,plear7.ecarro!- ladnsepeilo, palpila^ono corarao.coqaelvfti*
bronclii.e, doi na sar&anla, loda ats*lIia
'ns tir^' o s pul um na res.
Sao muito finas
e muilo bous gostos.
_ Mussulinas muito Tinas, matizadas eom
lindas cores, de padres muilo bonitos
inteiramente novos; vendem-se pelo dimi-
nuto proc.ii de 560 rs. o covado : na raa do
Queimado n. 22, loja da boa f.
A3*500
Vende-se cal de Lisboa allimament ero-
gada, ssim como potassa da Russia verda-
deira : na praca do Corno Santo n. 11.
IU LAJA
da boa fe,
ven se muito barato
Cnlclias do damasco pelo diminuto prnv*
de '.luido, ricos pannos para m Ihado adamascado rom H ; almos de larpnra
a i-c.co a vara, mussiilina hranra muilo lisia
a 300 rs. o cova lo, ilui.s de cores de pa.li ."
bonitos a 320 o rn\ado, rhitaa. franc-r
muilo linas a :t-J'l o rovado, li.im (raneo dd
puro linho a i~l" a vara, dilo pardo tran-
cado tambem de puro linbu a 1,-ittO a vara,
L'aiu-a aiiiai.'l'a rruilo lina a 3i o rovarlc,
cambraia milite iua rom salpico* branros
de cores aira vara, alpaca prela lina a Steto
covado, raiilio prrlo muito lino, farenda su-
perior c propria rara vestidos de lulo a wa
o covado. panno lino azul a 39 o rovado, .lil-.
muilo lino a 5/, dito prclo muilo lino a 34,
dito muit i superior a 6c-. dil verde esruri
c cor de cafe muito supe times a (.-, corles
de casemira prela, fina, para caira, coa lis-
Ira bordada a 10c, corles de gorgoro de
seda para collele a i/, ditos de rasen.ira
pela bordada a O. fuslSo branro muito li-
no a 29 o covado, curtes de cambram prela
com 7 varas, pelo diminuto preco de 2? casia
um, dilos de dita branca com salpicos sto
cores, tambem com 7 varas a SMM, sai a
prela hespanhola a 25 o covado, grosdena-
ples de cores a 1/800 o covado, setia avalo
lavrado muilo superior a SsMe o covado,
gorgurSo prclo de seda rom salpico*, pro-
prio para colleles a 3o50O o covado, luvas
brancas muilo finas, de fio de Ksrocia, muilo
proprias para os srs. ofliciaea militare, pelo
haratissimo preco de 1> e par, mcias pretas
de lila, proprias para os Srs sacerdotes a
lylM rs. o par, dilas de laia muilo superio-
res a 11800 o par, mcias de aigodSo ru
muito superiores para meninos ateOrs. o
par, lencos' brancos de linbo muito fino* a
100 rs., chales de Ua rosos e preto., pele
barato preco de 3o, fil e linho liso aturo
lino a 800 rs. a vara, princeza pr--la tina a
720 o covado, dita muilo lina *JM rivalisa
com merino Ufo covado, e alem disto um
completo sortimento dr Uzeadas de todas aa
qualidades, que se ven em muilo barato, na
ra do Queimado n. 22, na bem conhecid
loja da boa le.
Va randas e radts.
L'm lindo e variado sortimento de oslel-
los para varandas e gradarlas, de gosto wmy-
deruissimo* na luminao da Aurora eoi San-
to Ama ro.e no deposito da mesma, na ra do
Broa.
Tacllas de ferro.
Na fundicao da Aurora em Sanio Amero-
c tambem no deposito na ra do lirum, li .>
na en Ira. a, e defronle do arsrnal dr nsari-
nha, ha sempre um grande sorliiDriito *V
tachas, tanto de fabrica nacional come aa>
trangeira, Latida, fundidas, grandes, pe-
quenas, rasas c fundas ; e cm ambos o lu-
gares e\istcm guindastes para carrepar ca-
noas ou carros, livres de despoza. Ostrero
s3oo s mais commodos.
Moendas raperiofe*
Na fundi;5o de C. Starr I Companhia, en
Santo Amaro, acham-se para vcuder mo.-n
das de canua lodas do ferro, de um modello a
construcc.30 muilo superiores.
Velas de esper-
iii acete.
!*:*&$** H^ <*.
Continua a andar fgido desde da
feverciro do correnle auno o negro de bordo
do tingue Melampo, ds nome yaicrlino. .!.
naci (.abinda, altura regular, seeoo do cor-
po, rosto enmprido, Iwrba cerrada, e ra
suissa, com falla de denles na frente, e cons-
ta estar Iraballiaudn na otra la de i.-iro :
quem o pegar leve-o a ra do Trapillo: n.
14, primeiro andar, i xnp'ono de Manorl
Alves Guerra,que .sera gonero^aationie gratifi-
cado.
--- Fugio no dia 17 do correle ora mula-
to captivo, do lime Claudino, ida le dril
anuos, secco do corpo, rosto romprido. p.--
um pouco apalbctados; Icvou assssaaa madapolSo e calca de cor, tem mI.i v -in
nesla cidade a brincar CM H inolcqu.- :
quem o pegar Icvc-n .': ra do :rrpi a fc,
luj de Joasjniai Veira (.oelh que ser* --
nerosamcnlc gratilicado.
I'upio no da II do correnle o cscraxo
de nome Ventura, natural io Jlnanhio, d<-
i lado de *3 a 30 anuos, altura regular,
do corpo, rosto acavcir.ido, barba rajad.i.
pernas aniu-a las, be b*t'nle piosnia e i
den uma fgida, acoiitando-s na na dr
em casa de 8. P. Johnston i\ C ra ^a Sen-1 Beberlbe gratificaba o -.m a pegar aetv
zala Nova n. 2, o seguinte : arroios para Iregar a seo senhor atanoH .a Silva Santos,
vender arados I carro, sellins para homem c senhor:', can-1 na ra da Cadeia do liecife.
kruccao muito i diciros e casticses bromeados, vaquetas pi-_________----------------------------
'ra carro,chicles de carro e de montar. l'EKN. TP. M M. M FAMA liT:
VciiJcin-se caixas com 25 Itbraf de re-
as de 'i em libra, a' preco oommodo.. ean
casa ili' Isaac. Curio & C, ra '' 'll,/
ii. 1*>.
tvisii aos aeiilores i iihoedonos cias
Vende-se bolacha americana a ino rs. a|
libra: no paleo do Terco n. 21. dito ua Pe-'
nha n. 1". Tambem s vendem cartas del
traques a ^80 rs. a caria.
Vende-se


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