Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07789


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Full Text
\
\
anno xxxiii \. ni
Por 5 mezes adiantados l.sOOO.
Por mezes vencidos VsOO.
--------------------
SEfiODA FEIRA 22 DE JIMIO DE 18:7
Por^anno'adiaiitado I .">.s"O0.
Porte franco para o tulMcplor.
ENCARREGADOS DA SUBSCRIPCAO DO NORTE.
P inhiba, o Sr. Joao Rodolpho Gomes ; Natal, o Sr. Joaquim
l'Pereira Jnior ; Aracaty. o Sr. A. de Lemos Braga ; (.ra-
ra', o Sr. 1. Jote' de Oliveira : Manobrio, o Sr. Joaquim Mar-
qnea Rodrigues; Piauhy o Sr. Jos Joaquim Avelino ; Pa-
ta, o Sr. (Justino J. Ramos '. Amazonas, o Sr. Jeroujmo da
Osla.
PARTIDA
Do
CORREIOS.
Oliii.lv : lo,lsn.,li.,.,.,.U ""i.. Loras .In ilia.
l_...r..--u'. t.(ii.niu> < l'.ir.iliil...: na* emariaa e laxtaS-MoS.
*.. tollo, Bcirrroa, Boalia, Caara', a,liako Gcrauhaaa: aa larea-frJra.
s. I....if.-n.... i'.v. J'Allw, (wareta, LiBHwin, Brejo, Peaoaeira, luiaueira,
ri.ir.-~. Y.ll.'.-ll.lt... BOa-VIsU, Onri.urv K..', aaaqaanaa-ftjtnu.
( abo, Ipojaea,N..iiniiAc>.ni, Ilin Korm<*., Cna, Bamroa. Asae-Prele, Pi-
m.-ni.-.r.t- >.i'-'l ; 'liinui*-l,.r..
Teda* ." corraioa paru-m as lo horas la aauMa.
AUDIENCIAS DOS TRIBUXAES DA CAPITAL.
Tribunal do commercio : segundas e quintas.
Relac.no : tercas reiras e sabbados.
Eazenda : quartas e sabbados as 10 horas.
J nim. do coinmercio : segundas as 10 horas e quintas ao meio da.
Juizo de orphos segundas e quintas as 10 horas.
Primeira vara do civel : segundaa e sextas ao meio da.
Segunda vara do clrel ; uartai e sabbados ao meio dia.
r.PflEMERIDES Di) HEZ DE JINHO.
7 La chcia as 3 horas e 3 minutos da tarde.
15 Quarlu minguanle as 4 horas e BO minutos da manhaa.
21 La nova as 7 horas c Ai minutos da tarde.
29 Quarlo crescente as 2 horas e 1 minuto da maoha.
Pili AMA l( DE HOJE.
Primeira as 3 llorase 42 minutos da tarde.
Segunda as 1 horas c 6 minutos da manhaa.
DAS D.V SEMANA.
22 Segunda S. Paulino b. ; S. Nlceas b.
23 Teeca. S. Agripina v. Ss. Zenon c menas Mm.
24 i,li: :rli.--. -I II i|.lista.
25 quinta. S. Guilherme ab.; s. Febrona v.
2ii Sexta. S. Joiio e Paulo irs. .Mm.
27 Sbado. $. Ladislao rei : s. Zoilo m.
28 Domiugo 4. A Pureza de N. S. s. Leao II p.
DOS lA -i ii-i l:n m RO SIL
AlagoasTo Sr. I laudino Falr.io Da : Baha, v Sr. D.
Rio de Janeiro, o V. Joao Pertira Martin.
NCARREGAD
lagonfoSr. I.laudi
EM PEKNAMBK.o.
O proprietario do DIARIO Manoel Figueiroa le Fana
litraria, praca da lnde|iendeocia n. 6 e 8.
IHTERIOR
RIO DE JANEIRO.
12 de unhu da 1857.
Por deere(o de 9 do crrante mez :
Fui apresenlado o padre Jos Machado da Coat
M oura, Da nova fregue/.ia de Nutsa SeDhnra do Am-
paro da provincia e bi Foi concedida ao juz de direilo Jos Gaspar dos
Sanios Lima, a aposenladoria no referido lugar com
o ordenado coi respndanle ao lempo que lem de
servico, dependeudo nesla parta da approvncao da
assemba geral legislativa.
Foi borneado o bacharel Joaquim Uippolylo Evrar-
Inu de Almeida, para juiz municipal e de orphaos
do termo de Paraly, na provincia do Rio de Janei-
ro, lic-m Jo sem elTeito o decreto que o nomeou para
o termo de S. Gabriel, na provincia de S. Pedro.
Teve merc da serventa vitalicia do oflicio de
partidor do juizo municipal e de orphaos do termo
de Sorocaba, da provincia da S. t'aulo, Francisco
Luiz de Abren Medairos.
Por decreto de 10 dometmn mez foi commutada
em 1003 para o Instituto dos Surdos-Mudos a pena
de 1 mez de prisa,, e mulla em qoe foi coodemua-
do Jos Mauricio Soares por senlenra do subdelega-
do de polica da Iregueiia de usna Senhora da Con-
ceic,3o dos Cordeiros do municipio da Nilherohy,
da provincia do Rio de Janeiro.
O paquete Prince, entrado honlem do Rio da
Prata, traz dalas de Montevideo al j e de Bcenos-
Ayres at 2 do corrale.
A repblica oriental ficava em paz.
Finalmeole rasolvera-se a asserablu geral a pr
termo as interminaveis reclamarles parliculares por
prejuizos aoflridos durante a lula de nove annos cun
o general Oribe, red imaces que toroavam impossi-
vel a liquidacao da divida publica. No dia 0 do
crrante deve o governo apreseotaras cmaras a ta-
bella da divid eooielidada.
Na capital havia pobreza e soSYimenlos, mas na
campanil.- a tiloarao ara favoravel. A colheila de
trigo foi abundaote, e o gado havia augmenlado
muilo.
O novo gover.iador de Boenos-Ayrea annunciou
no seu programroa urna poltica de moderaran, e o
esquecimeiito completo de urna poca de inforlauios
e de lagrimas.
O governo pedir as cmaras urna lei de recrula-
inenio. cuja base he a eonscripcdlo. 11 ivi i duvidas
sobre a eficacia desta inoovacau, mas pareca pro-
vavel a adoprao da lei.
A nova adrainitlrac.ao conlinuava a tomar medi-
das favoraveis a nnuri.ii europea. ltimamente
mandara applicar qnanlia de duzenlos mil pesos
para detpezas da alimentaran a primeira inilallacao
dos emmigrautes que chegassem ao paiz sem recur-
sos prnprios.
Os assamptos econmicos eram porem o que mais
,iUeiic,;o mereciam ao governo. Para dar maior
desenvolvimento ao commercio externo, decretara
o corpo legislativo, entre outras medidas :
i Soppressao do direilo de looelagem as era-
barcarrs de alio mar de todas as bandeiras.
2 Snppretsao do direilo das patentes de cabo-
lagem.
3." ConcessSo do prazo de seis mezes para o paga-
mento de todos osdireitos de iniporl.ir.To que ej.ee-
denem a mil pesos papel, ou cerca de noventa mil
res da nossa mocita.
4.' Isencao dos direilos de armasenagem e linga
sobre as mercadorias que s.ihirem cm Irausilo para
fnra do E'tado nos primeiros doza mezes de depo-
silo.
() toni'o-..i J-|i".;,.-i,i,if..liin>4 ulirin j,
no dia i!", i.- malo. O governo. na mQma>ein de
abertura, anmiiicia que a Cunfedera^io esta' cm
paz ; que vai ile eque a siloaco linar,c A febre poltica eslava em remis-j.-lo ; o eommer-
cio animava-sc, e a explurat^o das minas, a abertu-
ra de vas de commanirar;Y> e a conquisla de terre-
nos incultos, continuara >-m inlerrup^o.
As campanillas de navegado a vapor ingina e
sarda propuzeramau'gov^rnu da Canfederarjc a ex-
tenso das bou respectivas Mollas ale a cidade do
Paran'. O governo aceitou a proposta, conceden-
do os sesointes favores :
1.* Urna subvenrau mensal de mil pesos fortes a
cada urna.
2." Isencao dos dlreitns diferenciaes sobre as fa-
zendas qoe importarem os vapores dessas litthas,
embon lenham sido baldeadas para elles dentro do
Rio da Prata, ama vez que se prove sua proceden-
cia directa.
it Assumpr.lo, 16 de maiode 1857.
n Racebia nota de V. Eze. desla dala, ua qalme
participa que o servido de S. M. o Imperador recla-
ma actualmente a presenta de V. Etc. oa legar3o
imperial ao Paran, para onde parle amanhaa : e
que opporlaaamente ragressara' a legacflo que por
ordem de seu governo veio reinstallar nesla capital.
a Aproveito a opporlunidade para renovar a V.
Ezc. as segarancas da minha mais distincla conside-
radlo.HcoU yasquez.
A ro l.irao ileslas olas revela o mallogro |da mis-
sSo do Sr. consellieiro Amaral, e o pe desagradavel
em que e-tao as uo9sas rela(6es diplomticas com o
Paraguay.
Urna carta que recebemos accrescenla :
O presidente quiz obrigar o vapor de guerra
JcCporn receher a bordo um dos seus espines disfar-
jado em piloto. O ministro brasileiro oppoz-se, e
a final responden que u Japor linha ordem de se-
guir sem receher o piloto que se Ihe queria impAr ;
e.que o governo do Paraguay, se quizesse, se oppu-
zesse a execucAo dessa ordem.
ic O Japor apromplon-se immediatamcnle e se-
guio rio cima no dia 17, sem piloto, ja se sabe. L-
pez fechou os ollios, e al este momento u3o cons-
ta que o Japor eoconlrasse o menor embaraco,
13
O senado approvon na sessao de honlem as duas
proposieCes que viuliam para a ordem do dia, e que
constara da acta qua publicamos.
Moje oceupar-se-ba em trabalhos de commisses,
e depois de amanhaa eom a la discussao do parecer
da coramissilo de conslituicao sobre a competencia
ou incompetencia do senado para continuar a co-
nhecer do processo do reo ei-depulado Manoel
Joaquim Pinto Pacca, rameranJu, porin, a discus-
s3o pela segunda cooclusao do mesiro parecer.
Honlem na cmara dos deputados foi julgado ob-
jeclo de deliberarlo um projecto assigaado por va-
rios Srs. depolado*. concedendo por tres anuos
sociedade Nova Erapreza Lyrica, 12 loteras por
anno.
Tomou assento e preslou juramento o Sr. I)r. Ga-
briel Jos Ko Irigues dos Saulos, depulado do 8
dislriclo de S. Paulo.
Cuuliuuou a terceira discusso do projecto que da
destino au produelo dos bens da capelln do Itamb.
A discusso fruii adiada depois de terem fallado os
Sr. Dantas, N naco e Sampaio Viauna.
A diicussao da resposta falla do llirono oceupoo
por fim a segunda parle da ordem do dia : oraran)
os Srs. Miles, Torres-llomem e Almeida Pareira, e
licou o dbale adiado.
J-14-
Continuou houlem, na cmara dos deputados, a
discusso do reqoerimento do Sr. Silveira Lobo, re-
lativo a provincia de Minas. Tomou parle uo deba-
te o Sr. Salalhiel.
Coulinuou em seguida a terceira discusso dd pro-
jecto que da' desuno aos iieni da capella de Ilam-
bc ; fallou oSr. CandiJu Meudei e lirn a discusso
adiada.
Cansa por (im a discusao do projeclo de resposta
t falla do throno.
Foi apresentada uina emenda dos Srs. Teireira J-
nior, Sergio de Maredo, e Barboza, para em lugar
de l'.ouli i sera' realisada, dizer-sesera' conti-
nuada.
i ir..i un o senhores ministro da fazonda, Vilella
Tavarese Nabuco.
Na lardo do dia 6 do corrente demandava o por-
to de Jaragn um alteroso vapor, era o aMaj, que
vinha Irazer-nus o Ilustrado Alagoano, que depois
da diuturna ausencia de 10 annos, volva a ver sua
provincia coberto da gloria I Lunga foi a lardaura ;
porm
Who noble enda hy noble means ohlaius,
Or, foiling, miles in exile or chains,
Like good Aurelias let liitn reign, or lileed
Like Scrates, (hat man s greal iudeed.
mais somnnlentos ; porm os dansanles a enrags
anda ficaram al as 4 horas, em que terniiuou o
baile.
Consla-me que o Ezm. Sr. Cansansao pretende
seguir boje para a villa de S. Miguel, onde sede-
morar algous das, afim da assislir o consorcio da
sua eicellenlissrna sobrinha a Sra. D. Adelia. mu
digna lilha do illosIreF. Frederico da Rocha Vieira,
com o L)r. Joao Francisco l'aes Brrelo, digno juiz
mouicipal do termo. Fui honrado com um especial
convite para assistir ese feliz hymineo ; desde hoje
Depois de ter deixado saudosas reeordaces aos co-, afio os denles e asfrego as gambias aquella un-
guenlo que me deu o Teixeira ; estou vendo porm
que o renitente e rebelde rheumalsmo, me ha de
impedir de ir qaellas venturosas holas ; sabe Vmr.
muito bem que sao aclos que nao costo de perder ;
por pr-avenrao ja incumb a um curioso de fazer-me
inlerino o cidadao F. I. de Araujo Jatob, primero Iropia ingleza, ella deve citar sa(isfeilisim.i com os Europa eom applirar.i.i a b-lerraba, saesi
escripturario da alfandega, o qual para ser definili-
vamente prvido, soliclou do governo imperial sua
demssao doemprego, queezerce na Ifandega.
NOTICIAS DO PARAGUAY.
Ha noticias da Aisumprao do Paraguay al 25 do
mez passado.
O Sr. couselheiro Amaral, ministro plenipotencia-
rio do Brasil oaqnella repblica, retlrou se da As-
eumpc.a'o no dia 17, sem ter chegado a um accordo
rom o presidente Lpez.
O Sr. conselheiro Amaral ao relirar-se dirigi a.
seguinie nula ao governo paraguayo :
Legarao imperial do Brasil. Assumprao 1G de
maio de 1857.
O servicia do meo soberano reclama actualmen-
te a minha presenra na legarlo imperial no Paran,
para onde parlo amanhaa.
rr Opportonamenle regressarei a legarao que por
ordem do mea governo vim reinstallar nesla capital.
" A esta pnrlinparao junto as etpresses da dis-
tincla rnn.ider.irlo que tributo a V. Exc./ose Ma-
ra do Amaral. A S.Eie. o Sr. D. Nieola'o Vas-
quez, ministro dos negocios aslrangeiros, etc. etc.
O ministros responden nos segointes termos :
FOLHETM.
ORIGINAL CO DIARIO OE PERNAMBUCO-
& (fiB^aaa.
20 DB JU.NUO DE 1857.
Oriirao do hospital Dilo-ie acoute-imenlos no munln que lem tal ca-
rcter e Lies proi> irr -, que a imaginario dos po-
vos dalles se apodera e os consasra.
A im minara i popular que he um granle artista e
um grande pola fu a expressao e a grandezi des-
ees ar niirrtni"utas, suppnme lhes a circuinslancias
musquinhas qua lhes dizem respeito, e torna sensivel
a lisllezi que os caracleri.
A imaginarao subslitue a verdade absoluta que ha
acmpre aeanhada, eiera unida le, pela verdade rela-
tiva mais ampia, mais real, e por as*im dizer, mais
verdadeira, e entilo os acunlecimenlos gloriosos eum
o lypo Indelevtl e definilivo que lhes convem s3o
1:0 arda lo* na memoria de lodos,para serem transmit-
lidosde geraraa e*n gerarao, inaiur admiradlo da
posteridade, e entao a hulorin se torna da alguraa
surte legendaria, faz esquecer a ehronien, colloca p >ra
sempra o inleresse onda deve 'lar, faz acerca des-
ses acunleramentiu urna narraran pica, que sei
alernam-nle uina grande lirio, faz dcada um dcsies
acontecimenlns urna grande figura, que ser elerua-
rn'iile um helio ejemplo, um mdelo sublime. A
verdade ideal Iruinpha da realidad* absoluta.
Seja qual for a ntureza dostes aconlecimentos,
011 sejain artsticos, litlerarios, scienlilitos, ou monu-
meiilaes, de carcter elevado ou humilde ou alies-
lem una eivllaacjla gloriosa, ou sejam apenas um
signal humilde e nlode-lo da existencia da um povo,
ou la rpida paasagem de uina Irib, devem ser
guardados e reepeilados rom Intima, venerarao por-
qae nelles esla a patria do orarao, a verdadeira
patria.
Ahi esi.io as nnssas sympalhiM, os nossos al1'er(o
as nossss reeordacJuM, as nonas saudades, e ahi per-
manecem vivas e coloridas as doces illuses de uina
ger*cao que j nao existe.
Para corla clae de espirito*, o vastil|0i da anli-
ga civilisaro, romana que ainda boj* exislein, poa-
suem uina poesa, maiasolenina, mas pica, mais ve-
CORRESPONDENCIAS DO DIARIO DE
PERNA.MBLO.
ALAGOAS.
Maceii'i, 1:1 de junlio.
Para que eu rompesse o longo silenooque ha tnnlo
'empj 1 .i:.. uua-i-tJ.,. ora prosigo 3110 li luvesse
11 forte incentivo ; por? bein. es^e fiyi" ficeiTirTa,
.ae me levuu -le novo a aobreearraegar as ampias co-
lumnas do s<.>u iiitcressanle aDiariea cora as imnli-s
desalinliadas garalOJM, he nada meaos que a ehe-
gada do Exm. Sr. oesembargador Joao Lina Vieira
Catisansao do Sininibu', presidente da provincia da
ltthia, varo Ilustra!, quamereceu ser escolhido
pelo nosso adorado nionarcha, para preencher a va-
ga deixada nu senado pelo fallecido visenude do Se-
paliba.
Sensivel a' inequvoca prava de alio aprero, con-
siderarao e confianra que seus patricios Ihe liaviam
dado, collocando-o uo 1. lugar da lista trplice sub-
mellida escolha do soberano, qulz o Ev.n. Sr. Can-
-ain,i 1 do Siimbu', por seu turno, manifestar aos
AJagoMM a gralidau de qua se achava possuido, e
resolveu visila-los antes de ir oceupar a acomia que
no senado Ihe fui reservada, e qual tem incontes-
tavel direilo pelo seu saber, eapacidade, virtudes e
relevantes servidos prestados patria.
Foi com grande jubilo que os Alagoenos recebe-
ram a grata noticia de que seu illustradissmo patri-
cio pretenda visita-Ios, e anciosos esperavam o va
por que devia Iraza-lo.
Enlre outros conspicuos filhos que fazem o orgu-
Iho das Alagoas, ella se afana principalmente por
doas predilectos, os quae*, mesmo eulre os mais il-
luslrados Braiileiros, fulgurara como dous brilhan-
I1--1 nas luzeiros na pleade luterana, s.lo os Exms.
Srs. J. L. V. Cinsamao do Sinimbu' e V. I. de
Carvalho Moreira, um pelo liuo, Ilustrarn ein-
lelhgencia com que ha eiercido diflirilimus cargos
de alia adminislracao, tem ginho o inquestionavel
renome de um dos primeros administradores du im-
perio, por sua eloquencia, facundia e irolundidade,
deque ha dado provas nos debates pul.niicnlares,
he lido como um dos nossus mais eminentes orado-
res, e pMa nleireza.tprnbidade e recldao, com que
tem administrado a Justina, lie cuntado enlre os mais
bellos ornamentos da magistratura ; o oulro pelo seu
raconhecido tlenlo, lluslrarao e pertpicicin tem si-
do encarregado da represenlar o paiz peraule as
mais poderosas nares do mando, onde ha adquin-
do os furos de abalisado diplmala.
marees da Canlagallo, depois de ler sido mimoseado
pelos valentes e briosos habitante*, do h.o Grande
do Sul, depois de ter sido chefe de polica do muiu-
cipio neutro, e ainda na qualidade de presidente da
illoslrada e rica provincia da Baha, vem visitar sun
provincia o Sr. Cansancao do Sinimbu', ornado de
trplice eoroa da gloria !
A's 1 horas e meia fundn nu pero da Jaragtia' o
Majen, a cujo bordo dirigiram-"' pressurosos mui-
tus amigos e apreciadores do memo do illuslrado se-
nador, a dar-lhe as boas viudas e cumpriman-
ta-lo.
O Exm. Sr. vice-presdenle desta provincia nada
poupou dos poucos recursos de que dispe, para ren-
der a liomenagcni devida ao inerilo, alia categora
e posc.lo do Ilustre visanle : urna guarda de hon-
ra com a msica do 2.n hatalhao de inlantara de
India foi postada no lugar do desemboque.
Os numerosos amigos do Ilustrado Alagoano ti-
nhara-se preparado para dar-lhe urna pequea de-
monslraco do grande jubilo de que se aohavam
possuidos; as pessoas mais gradas da capital e mulla*
do interior que (inham viudo para velo e cumpri
menia-ln, formavam um luzido e brillianle acoaipa-
iihamenln, em allenr.lo ao qual delerminou-se S.
Exc. a fazer a p u transito de Jaragua' a' ci-
dade.
No timo da ladeira do Algarve (urna das entradas
da cidade pelo lado do porto) eslava postada a ban-
da de msica do corpo de polica em um crelo jun-
io a um arco trMimfili.il erigido em honra do nubre
senador ; all o esperavam alsumas meninas simb-
licamente ornadas, que lanraram flores sobre seu
illuslrado patricio, recitando so mesmo lempo um
menino urna tocante e bella poesa,linda a qual, pro-
rumpeu o grande concurso do povo al.i reunido em
vivas eulhusiaslicos ao illnstre Alagoano, que agra-
decendo, responden dando vivas a S. M. o Impe-
rador, ao presidente da provincia e ao povo Ala-
goanu.
Drigio-se S. Ezc. a' casa de seo rnnhadn o com-
mendadnr L. C. de Albuquerque Maranhao, onde
se hospedoo e tem sido cumprimeulado por grande
numero de pessoas de lodos os credos polticos, re-
cebendo a todas com tanta allahilidade e corlezia
que tem graugeadoa sympalhia e affeirao da qnau-
tos anda o nao conhecam.
Alguas amigos do nobre Alagoano em manifes-
tarao do regusijo de qne se achavam possuidns pela
sua asceusao a senatoria e feliz chegada a esla pro-
vincia ollercceram-lhe no da II do corrente, um es-
plendido baile no palacete da assembla legislativa
provincial : forain convidadas numerosas pessoas
formando um concurso immeuso : havia para mais
de ilO senhoras vestidas com primor e goslo, o edi-
liciu. e seus vastos sales achavam-se brilliantemen-
le 1 liniiinado*. Ao romper ao baile o majur Be-
rardo Joaquim Correa, reciloa com garbo e voz so-
nora a seguale poesa composta por um talentoso
Alagoano, a quem -ao propicias as uove irm.i i- do
Parnaso :
A ti oh Csnsansao, hroe subido.
Diplmala feliz, que cura leu nome
Honrando a patria, que le dra o tierno,
Inveja causas; as- deinais proviiirin ;
*, -AlifsTrpii ckiutio e grande,
Com o inaia vivo prancr vcali -andarte 1
Oh vem, pila allioeiro o patrio sulo :
Ergue a nobre cabeca, e alten! nota
Tanto riso mis labio*, goslo n'jlina,
Amigus conirries, que pressurosos
Ligeiros correm a abracar-la e ver-te !
Nao senies palpltai de felieidade
O livre coiar.io dentro do peito '!
Nao ouves estas vuzes, que te bradam
Es tu', lu tmenle o dolo de boje'.'
lis dolo sim, que a patria em d confia !
Entre os filhos Ilustres, que a euobrecem
Deilinguio-te enlre Indos; confiou-ta
Seu futuro de gloria !
Ah
brilhanles resultados '. Nao somos africanistas uern I diversos paites, ooda ja se acha adeqoaJa a fahrtra-
abraramos as rclrn^radas ideas do trabadlo escravo, i *;*o do a**ucar de caima be um poaea ronbernla e-
esllgmalisamos tmeme a medida como exlempora- tro nos. Cmislando-nos que o Sr. Labaalrere ei.sje
Se o estado da salubridade publica, da seguranza nea Anida era cedo : a arvnre 111: ctica da rscravl- sionarlo do privilegio concedido pela atseaablea pro-
individual e das lin un; i* he lisongeiro, nao posso in- < d,lo tinha sido plantada profundamente pelos nossos' vincial, sa acha resolvidn a pedido oae maulas pemaa
"""llln" bous culonisadures, nlia criado grnssas e vigorosas infliientes na agricultura e no comnverrio. a rgasts-
razes, arranca-la da >nprovsn aan curar previa- sar mesmo aqu a compauhia para o e*labs*leciaaerila
mente nos meios de ubslilui-la era urna lemerida- dcsle- eugenhoi, oppomo*. pcis, iie aara' 4* alili-
de, era expor miseria e a fome os que t della ta 1 dade para os nossss Icilorea dar algaii deacamlvi-
alimenlavam ; meatos a esle assumplu. Esla companliia de laaila
Mullo tinta qne dizer sobre esle assompte, mas utidade para a agricultura >*i 1 imbnn ollerecer aa
felizmente dizer o mesmo da nossa agricultura.
Alem da decimacau que o cholera fez em o Bosta
pesaoal rullivadiir. fui esle ain la r.-dimdo pela ago-
lagem e especulacao : o alto preqo a qoe chegaram
os escravoi na corte, nao poda passar desapercehido
aos especuladores, que pressurosos e em grande nu-
cravos fez-se em grande escala, e a provincia ficou
desfalcada de minios bracos poupados pelo cho-
lera.
He para min: assumplo de grave considerarlo o
um relatarlo do qae por la occerrer, com o qual o da reparadlo ou substituirlo dos bracos de que le-
roimosearei, se me for entregue. mos sido desfalca tos phmeiro pelas severas leis da
represt.ao do trafico, depois pelo cholera, e ltima-
mente pela especularan. O remedio heroico que
g?ralmciile receilam para o medouho cancro que nos
mero exploraram esta mina : a exporlar.ao de es- ( faro aqu ponto, porque conheco que he escabroso, e commercio e aos capitalistas urna rinprers lacraliva
Agora he que me lembro, que anda nada Ihe
diise sobre o estado da provincia ; fa-lo-hei em duas
palavras, reservando-me para a primeira opporlu-
nidade algum deseuvulvimenlo. A provincia goza ameara, he a coIoiiishco. Muilo e bellamente se
da perfeilo socego, a hygieue publica vai sem no- 1 lem disentido sobre esle assumplo ; nao fallam. bri-
vidade, a exceprao das losses, corysas, delloxos, Ihanles theorias, maravilhosas ulopias que afiancam
el reliquos atlaca-ventas n proprios da actual es- PotOtU aos agricullures, que se nbalancara a em-
larao : o nosso estimavel vice-prexdeale Dr. J. J. | pregar a panacea colonisadura, e para acuro^oarem
|ue seria mal cabido em uina carta mais ampio de- j onde us seus capilae*. alm do jura da praca, roca-
seuvolvimeiilo. Talvez anda vulla a quesiao, porque ber.lo um dividendo proporcional aa sea valar.
me parece que o assumplo deve ser bem ponderado I Para tornar bem saliente aa v.miasen* ajase aa ar-
c discutido por aquellos que dcejam o bem do paiz. 1 nhores da engenhd podrm tirar rom vizialiaara da
Congralulo-me com Vine, por termos esrapado ao 0111 enuenho central lie necetsano denerever a evlaila
medonho ratac ysma prophclisaoo pelo couego de actual do fabrico de a*urat, e ,|poi mo^rar aa 1
sado sobre ellas! Hoje nao sao mais qua recorda-
res cxliuctas e traeos apagados.
Os tlreans reputavam un sacrilegio a mutilaran
das suas estatuas e a falta de acalamenlo para com
osobj;los d'arle ; e essa especie de venerarlo pie-
dosa tubulada ao qoe perlcucia ao passado, permil-
lio que a Venus de Milo, essa harmona de marmo-
re, seja ainda boje objeclo da admirarlo da posteri-
dade. oinhar 1 Ihe fallero os dous bracos.
Hoje t se gosta da uovidade, e o horror ao que he
velho se vai generalsando por loda a parle. Um
fado, ama cirrumstaiicin, orna dala, que assignalam
urna puca na vida du um pavo, nao inspira respeito
algum : deslruem, aniquilara ludo, erabora pertur-
bem o harmomoso complexo consagrado pela imagi-
nario das massa. duramos a esta respeito o pen-
samenlo de A. Herculaoo :
I Com a rapi lez di chulera ou da peite corre por
todos os angulas de Portugal, e encaso-se em todos
os povnados urna cousa hedionda e torpe, que, ini-
miga do passado e do futuro, sa chama illuslrarao,
que leudo por lgica .1 escarnco, por syllogismo o ca-
m.irl -II 1. te chama pliilosophia.
o li o* a in.in ii'ii ao inundo como mandn Allila
ou a In.pii-irao, como um verbo de morte.
a Seu mistar he apagar todus os sanios affectos da
alma, e encarnar no coraQao, em lugar delles, um
cancro para o dual noisos avus u io lioham ame, e
qoe eslranhos designaram pela palavra egoitmo.
a Que se apresso aquelle que qui/.er guardar al-
guns fragraenlos do passado para as sociedades do fu-
turo ; porque a illuslrarao do vapor edo alhesmo so-
cial ahi vai livelando o que foi pelo que he, a gloria
pela infamia, a fraterndade do amor da patria pela
fralerniilade dos bandos civis, as memorias da histo-
ria gigante do velho Portugal peloaral plano e pal-
udo da nessa historia presente, a obra artstica pelos
algarisraos do ornamento, o lempo do Christo pela
espelunca do rebatedor.
o Que se apresse ; porque eses rnstos da antepu-
sados que o lempo eos incendios, e osterremotoi
nos deixaram, nao nu-los deitar o descrer frutal
desle secuto, que a historia distinguir pelo epilhelu
de bota ahaixo, e cujo legado monumental para os
scalos que virBo aps ello ser um remiten 1 im-
meuso ; mas cemiterio sobre o qual nao se elevar
se quer a humilde distinrcao de urna croz.
II He por isso ; he porque vejo o marco assenla-
do no fim do caminlio por onde esta gerarao se es-
ca, que militas vezes passo lloras largas dianle de
um porlal de capellinha carcomida, como vellia en-
rocada ; dianle de nina liombreira partida, onde
apena* e divisara cansa tos e gastos lavores da arte
leravel do que cs Se eu loase rico, ira comprar a capellinha, ira
,. .. I thica : os homeni do progres-n vonder-me-l
,e v 1a em Boros '.' o ludo, p .rtrae 0s havia de engaar ; porque,
wua, desmoronar Sebastopol, v, de proraHer-lbe. qoe eonverleria aqaell,
f I >ro maisallivaaqaa Ba- |,panar; csie em casi de cambio.
berlis de palacios e de nriiiiiinentos esplendi-Io
resp'anlecenil 1 ao ciarSo do gaz.
Paris a Londres qu
tancia de milhares de le
sao mais poderosas que
bylouia ; masj nao s3o aa eidades doi sonlio-, nem
das reminicencias do passado.
Toda a infiza poesa, lodo n porfu-ne dis rjor.irfies
moras, lodn a b He/a archeoloalca, lem desappare-
cido dabaixo rle-sas carnada* de 011ro que rivilisa-
(Ati moderna lancuu sobre n seu anligo maulo.
Oh quanto seriam sanias e venerados] esses velhos
e gilhir.os edficini levantados pelo* pas da gerarao
aclual, essas casas ennegrecidas palo lempo, a Com
romprar o panlieiro onde houvesse .1 liombreira go-
Ihica : os hotnaili do progres-n vcniler-me-hiam
ie lia
Hla em
nao Iludas,
Se qner um s instante, lana i-u'ranr 1 !
E la' quando esliveres junio ao solio,
Uiida Pedro fulgura magesloso,
KSa le esquejas da patria Ve seus males
Com vu eloqueote clama ufano
A patria coufiou-me seus deslinos
Tudo por ella, pela patria ludo,
Nasci Alagoano, he quanto basta.
A msica era excelleote e o vadisimo salao des-
tinado para a daosa eslava completamente chaio de
lindos pares.
Depois da meia noita sarviu-ie o cha em um dos
extensos sales lodo oceupado por ama comprida
mesa sobrecarregada de ama prodigiosa profuto de
pudings, bolos, po-iie-lin. ovas e pastis que taci-
turnos, em boa ordem, enblrirados, altivos e arro-
gantes dasaliavam os mais valenles eampnies gas-
trnomos. Escutado he dizer-lhe que a incruenta
balalba fui purfiusa a renhida, e que os fortes ba-
luartes saccarnos foram completamente batidos, des-
fetos e aniquiladas ; Vmc. bem sabe quaes sao os
esfurcados azaavusn que com m ior coragem a ar-
dor alacam semelbaules a malakolls e radcnles n
dir-lhe-liei somenle que excederam-se nessa noile,
e que eu como velerano aguerrido nao deixei o mea
quinhUo ao vigario O baile eslave animadissimo
al as 2 horas em qoe comeraram a desertar os
de Mendonca 1 rima, dirige com amestrada mao
lema governalvo, o estado da seguranza de vida e
propriedade he lisongeiro, os diversos ramos da ad-
minislracao publica marchara regularmente.
late.
18
Na ultima que Ihe dirig eslend-me sobre a che-
gada do Exm. Sr. Cansansao do Sinimbu' a esta
capital, e noticiei-lhe circunstanciadamente como
foi recebido pelos habitantes desla provincia o il-
luslrado senador alagoano, de maneira que pnuco
pude dizer-lhe acerca do estado da provincia, do
qoal ha muilo nao Ihe dqu conla ; farei agora
apa svnopse, principiando pela salubridade pu-
blica.
Grabas Divina Providencia, a hyuiene publica
vai sem nolavel alteraran : nao se falla mais em
cholera, e desvaoeceram-se os receios da invado da
febre amare la. somenle a varila coutinua renuen-
te a accommeller um oulro Icimoso, incrdulo ou
deleixado, que nao empreeou o proficuo preserva-
tivo da inocularlo do pus vaccinieo ; as bexigas po-
rm sao no*.,,* velhas couhea.fi*, com as quaes ja
esl acoslumada a BOOM popolacao, de maneira que
sua presenta nao faz alarme. Alm dellas, ha as
molestias proprias da estacao, algumas intermitien-
te!, Iirouchilis, corysas, defluxus etc.
A alta poltica nao preoecupa actualmente os ni-
mos dos bons habitantes dessa provincia, pouco
mesmo se falla nessa caprichosa dama, que aqu
tem ipoucos adoradores ; a mu.laura do gabin-le
ministerial nlo causou grande abalo. A opposicao
vai definhandu a olhos vislos, e craio mesmo q'ue
bem cedo fenecer, visto como a actual siluacao das
cousas publicas nao oDerece lmenlo ou assump-
lo para opposicao : a conciliacao ou fusilo fez-se
desla vez em ponto lato : anda dirao que a con-
clliarao he urna utopia:'' !
Acha-se na administrado da provincia o Dr. I. J.
de Aleiidonra Uchna, em quem sobrara as habilila-
5oes e requisilos indispeiisaves a um bom vice-pre-
sidente, pela circuo.specr.lo, inlelliaeiicia e probi-
dada de que be duladu : foi una feliz lembranra
que teve o Exm. Sr. Sa e Albuquerque, propendo
para o cargo de vice-presidenie e-so magistrado ala-
goano inlegro, ju-iiceiro e inlelligente, o qual vai
trilhando a senda admmslrativa com a circums-
litrr.io, Uno e ie:li fin que lodos uelle reconhe-
cem.
O estillo rin eeuuraiiea de vida e propriedade con-
'HjaWl'-'t''ro a* seinentos planuda* pelos Srs. Sa-
10 Y''e* D'1"1", ia siilieiiamento zeladas pa-
los Srs. Sa e Albuquerqoe, Neiva e CalMroi, me-
draran) com viro, e boje ja lanraram profundas e
vigorosas raizes ; lerroiaoa a reinado da faca e ba-
camarle.esl banidu ocoslumede prolccrao aos faci-
noras, que ja nao acham potentados, qu se animara
a dar-Ibes guarida e amparo ; o imperio da le faz-
se sentir ; osla firmado era bases solidas o prestigio
das autoridades, que activas presegucra em o nobre
empeuliode perseguir o eriine e punir o deinquen-
le com a severidade da lei...
Durante a ausencia do nosso estimado Silva Neiva
exerceu interinamente o cargo de chefe de polica
o Dr. Loorenco da Silva Santiago, juiz de direilo da
comarca de Alagoas, o qual desempenhou satisfac-
toriamente ese importante lugar, e segu agora pa-
ra a corte, afim de tratar de sua desembargatoria,
qual me parece, que lem inconleslavel dlreto, pe-
los serviros que ha prestado e pelos numerosos an-
uos de eiercicio nao inlerroinpido ua judica-
tura.
Anda Ihe nao dsse, qoe o secretario nomaado
para a reparlicao da polica, Dr. Augusto Lsroenh.i
l.ins, aqu chegou no mez passado, parece-uos mu$o
de milita intelligencia e illuslrarao, reunindo a et-
ses predicados um lalo affavel e corlez ; de manei-
ra qoe tem grangeido .1 sympalhia de todos que o
(em communicado : ltimamente obleve elle um
mez de licenco pare ir a essa provincia, e seguo no
Persinunga n no dia 15.
Tambem he prazanteiio o estado das finanzas da
provincia : is rendas leem augmentado de um mo-
do satisfactorio, e a Ihesouraria provincial marcha
com.toda a regularidade 10b a direcrau de teu mu
hbil e nlelligente chefe Guilherme Jos da Gracai.
ltimamente deu se naquella repartirao om faci0
extraordinario ; haven la solicitado e obtido demis-
so o cidadao J. da C. Coiitinho, que servia o lusar
de lliesoureiro, ninguem soliclou o lugar vago Fot
a primeira vez qne vi um emprego vago sem milha-
res de preleudenles; o milagre proviuha de ser
salgdissima a flanea e da difliculdade de enconlra
rein fiadores: ltimamente foi nomeado lliesoureiro
i.ini.i li'eito, esta tendencia do seculo em bolar-a-
baixo ludo o que pertence ao pastado, se vai tor-
nando muilo geral ; e nos tambem j comecamos a
experimentar os seus effeilos lerriveis.
Nao p-i-uiiiio* monumenlos grandiosos, legarlos
por urna civilisacao requintada, mas o pouco que
temos.devemus.guardar e venerar com lodu o alfeclo
de filhos agradecidos, lufeltmenlo Din acontece
aisiro.
O arco do Bom Jess, que, nio obstante a sua
humildade arlistica, altetlava es senliinenlos de
piedade des nnstos avs, e indirava um dos limites
primitivos desta cidade, foi o primeiro que soffreu
os golpes desse allieismo social, como o designa A.
Ilerculano.
Nao linha um elevado valor arlislico, he verdade,
mas astignalava 01 seuluneotiis religiosos qoe dnrai-
navam nossos pas ; era una paeina viva da nosta
historia, e devia ser conservada, assim como hoje se
conservara com grande venerado os rastos mais in-
si2inficanles que atlettam gerarao prsenle a pas-
sagem do povo rei em varias parles do mundo entao
conhecid.is.
ltimamente pralicoo-se oulro aclo de vandalis-
mo moderno sobre urna beranra do passado que
existia em Olinda : queremos fallar na demolirao do
arco do Varaduuro.
Nao era urna obra, em camparata.i, 15o precisa
como a do arco do Bom-Jesus ; mss era um tignal
da nossa anliguidade ; recordava as lenlalivas da
arle por urna eraran qae j n.'u cxisle.
No alio do arco, sobre a face que deitava para o
Recife, via-seuraa pedra em forma de parallelo-
grammn, de cinco palmos de comprimeulo e (res de
largura, artsticamente Irabalhada, e que remerao-
rava a poca daquella solida edificacao, que naodes-
menlia o progiesso qOe lem altingido a archilectura
moderna.
Esla pedra monumental, e que a historia nao deve
desprezar, dividia-se em duas partea iguaes era
ama das quaes v-te o symbolo da Companha de
Jess, e na parle inferior a teguinle interiprao :
oEslaobra se fes pord;recrao do donrlpr ivisd. fora
o.io d souza de mene.es lobo natural d d mana
e do prezente ovdor geral ds minas (|n sabara. Prin-
cipien esla obra em 7 d ianer. d 17"1 endo gover-
nador 11 nriqua luis pr.a freir Ucreadores mauuel
alures de maraes caetano camelo pessoa pedro da
barros reg procurador mureira. E fiudov sendo go-
poelica a querida de l'ernambucu : o uasis ,da opu-
lencia e da arislocracia,
A inluic,ao diste esplendido porvir, alias nao mui-
to distante, j,i vai preocupando algnmas almas dig-
nas, que presentemente fazem os mais louvaveis es-
forcos para reedificar e reparar os seus bellos monu-
menlos.
O convenio de S. Benlo esl sendo reparado d_
furma mais bullanle pelo actual abbade o Rvd. Ir.
Luiz Paim.
Etle activo e nlelligente mnnge, grande agricul-
tor a grande operario lem feilo impurlanles reparos
uao s do convento de Olinda, como nos engenbns
que a sua ordem possue nesta provincia, e dizem que,
sem embargo das despezas que lem feilo com eslat
obras, ainda pode mandar pura o geral, na Babia,
a quanlia de sessenla conlos de rit.
Urna comroisso de que era membrn o Sr. padre
Cocino propoz-se a concerlar a ordem terceira do
Carino, e levou a effeilo o seu intento. Mas quando
pretenda reparar o arruinadistimo e magnifico con-
venio do Carino, fui embargado no seu generoso em-
penho por deshilellisencias com o respectivo prior
He muilo para lastimar que 11,10 fussa feliz nesse
proposilo o Sr. padre Coelho que sua cusa edifl-
cou a capella dos Milagres na Bieuna cidade de Olin-
da, a que ser digno das benraos do co pelo desejo
que vai demonstrando de applicar a nbjeclos de 111-
inleresie publico ou religioso a sua excelleote for-
tuna.
O vaslo convenio de S. Francisco, n'uma linda pn-
sirao, onda esteve a bibliolhera, se acha em risco de
arrumar-*!1, e cahir iiileir.'iincnle, por falla de um
pequeo reparo que precisa do lado da sua magnifica
sacrista, urna verdadeira obra-prima no seu ge-
aero.
Foi slo que nwvea o Sr. Sooza Carvalho, que fe-
lizmente anda nao esta pussuido deste fatal sent -
ment de indilferenli-aio pelas cuusas do pastado, a
propor na assembla snlorieacSo para o governo
mandar correr no prximo semeslre financeiro todas
ou algumas parles das loteras concedidas a esse c-
venlo,110 caso de julgar de urgente uecessidade otseus
reparos. Balamos convencidas de que o mu digno
guardiao ha de empregar loda a sua do licacao e ar-
denle zelo, para impedir que *c apague esse tracu ad-
miravel sados
N'o metmo estado de rnina em que esiao o conven-
io doCarino e o de S.'Franciseo, *e achara inuilos
vernador d. Mareos d >oronha uereadores anl. oolros templos de Olioda, vsidadairos monumenlos.
Bargas Benjo Barbosa anl. d almila manoel bezera
20 de fcur.o T'J.
lado mais.-.di Jai do que 03 scalos que (inham pas- i isteucia do racu Ihesouro escondido.
Toda a genle sabe que os Hollanc'ezes incendiaran!
a cidade de Olinda no dia 23 de novembro de 1631.
Assim, o arco do Varadooro era uina dasediliraciies
ds nova cidade, alleslava o cornejo daina nova era,
e par isso devia ser conservado. Um arco, por mais
humilde que seja, be urna i\pre- 1 potica, urna
transformarle da belleza, e a belleza he veneravel
como ludo que be elhereo.
Olinda, a r.n>sa cidade monunienlal, e que boje
nao pasta de orna crvpta inmensa, de uina nerro-
pul.- de vivos, aiad 1 pode vir a ser ama residencia
dem e todo onaam, o coma os ehrisllos primitivos deliciosa e de conforlos. ( caminlio ce ferro que
si. a 'Pus irmios revelavara a exislencis do aliar das Iba foi concedido, e qne em oulrns palies, lem le-
calacumbas, assim ante quinto imperio de nienle- 1 vado a civils,u;ao a lugares muilo menos IntereMan-
caplos disserladoros e meiedicos, s ao< poetas, aos les, > deseccamento .10 pautano e a factura de oulras
que nuda creem na arle e era Heos, revelara a ex- I obras p-ojeeladas, anda pode fazer della a rasideB-
Depois, en, qU0 j -,, lenlia pal para affagar
no* indios e dores da deerapidez, lomara a meu
cargo p.-s.-is pobres ruinas, ampara-l.i'-hia romo um
lilho, livra-las-hia dos olhos d que boje indo po-
que alleslam. embora de nina mamara limida e eca
libada, os primeiros pastos da arla nu romero do re-
iissciineuln.
Fra urna iifgligciicia culpavel, um labio ignoini-
os lavradores, a untara os maravillosos resullado*
conseguidos com o servido de colonos cm alguus es-
labelecimenlos ao sul do imperio ; tenleiemos po-
rem a chaga por todos os lados, vejamos se essa pa-
nacea poder convir aos nossos enfermos.
Os viveiros principar* donde ate agora lemos ido
buscar colonos, tao 1'urlugal e suas nosaaasbea, Alle-
maiiha, Suissa, e ulliinamente a China. Ponhamos
de aule-raao H inrgein os alc-maleks castores
humanos, povo pagao, eslacconario ha muilos se-
cuto*, rara decrepita e caduca, da qual em algum
mo pe-.nf la se lemhraram os nntsos esladislas, e
mandar.un vir do ncelesleimperion para povoar nus-
so exuberante solo, como se a arvore carcomida e
podre, trausplanlada para um terreno novo e frtil,
pudesse vicejar A experiencia fui fatal, a creio que
boje ningem mais se lembra de repel-la. Vejamos
agora os oulrot viveiros, Portugal. Allemanha e
Suissa, cujos colonos em algum lugares leem dado
resultados mais proficuos.
Ot primeiros, pela qoasi identdade de linguagem,
utos e costumes, parecem dever ser nossos iiuluraes
colonos, e coroetlilo era algiins eslabelecimenlos das
provincias do sul tero-se lirado delles algumas van-
lagens; mas vejamos quaes essas vanlagent, e se as
rundic.'ios dcstas provincias san as mesmas que as das
uossas.
Os colonos porluguezct, ou sao Acnrianos, ou pe-
ninsulares ; em ambos os casos san individuos nasci-
dos em um clima temperado na lalilude de 117 a il"
norte, acoslumados aos arduos ti abalos do amanbo
de trras inconleslavelmcnte menos feriis; por
consegrante nao lhes he mullo sensivel a inodaura
para um clima temperado, tal como o das nostas pro-
vincias, situadas de22 lalilude sul para baxo ; pois
bem, l mesmo raros sao os colonos que se conser-
v.iui por muilo lempo empregadadot na agricultura :
encontrara patricios abastado), enriquecidos pelo
commercio, os quaes lhes acoiiselham que se dei-
xem dos laboriosos (rabalhos da agricultura, insi-
i.uam-lbes mesmo n idea de que no Brasil o Iraba-
Ibo agrcola he privativo dos escravos, e que elles,
homens lvres, se degradara equparando-se aos es-
cravot, que a estrada da riqueza e da fortuna he o
commercio, para o que Ihet facililam os meios ; e
eis os nossos bons colonos convenidos d'ahi a pouco
em laberneiros e vendelhes Alguns puucot
[mallos poucos) cntitiii mu na ailan dos campos,
as fazendas do caf, e mesmo 110 1 lanlio da caima ;
mas apenas sjuntam alguus finteas, aHabelaeem
logo a vandola, islo acoataca no* provincias do sul :
vejamos agura o que acontecera as io norte.
Km primeira lagar* voemoi em uina zona em que
o hora Ovidio se persuada que era impossivel vi-
ver-se, por julgar que se respiraiia fugo: enganou-
e o graude poela latino quau'.o ao ambiente, mas
vivemos ua zona trrida em que o *o'. !-e espaz
de excoriar al um a pachyderme ; os costantes e
alimenlaco *,1o mais diversos, e a BOSM cultura be
qoasi exclusivamente o algodao e a cana 1, por sem
duvida a mais laboiiosa de todas as lavouras : 0$ co-
lonos no sul podem ser erapregados na cultura do
cal e cha, muilo menos trabalhosa, e cuja colheila
pode ser feila a sombra ; mas o corle da caima e o
apando do algodao, feilos nos abrazadores dias do
ver3o, sob um sol da zona trrida '.". Qoal a epder-
me as) rija para resistir aos gneos raios do sol e
corlante pico da caima Si a dos adustos naluraes
da Cosa d'.Vrica ; t os nascidos em um clima an-
da mais rigoroso !
Alm disso, lambern por c a riqueza commercal
existe gerahneiile em raaos de I'ortuguezes, e estes
nao desejariara ver seus charos patricios equipara-
dos aos negros ; nao filian un philanlhropos que
dssera a mo, e converlessem quanlosculonos vies-
sem em oulros lanos laberneiros e caixeirot, de ma-
neira que, em vez de um bem, leamos nm mal
anda maior com a introducto de semelbaules co-
lonos.
Se contra a colonisacan portugueza militara os
grandes bices qoe deixamos apuntados, conlra a
allemaa e suissa anda pugnara raaiores : o primeiro
he que esses povos, habitantes de um clima fro, de
linguagem, coslumes e ndoles diversas, nuDca mais
se aclimalariam, nem se acnmmodariam com os usos
e coslumes dos nossos campos ; elles leem a pelle
mu delicada para aguenlar os ardentes sea da zona
trrida, e a consequencia immediala de semethanle
colunitacao sena o desacorocoamento.
Eis o triste e improleuo remedio, remedio que
prelen lem applicar ao inedoiilm ranero qoe ameara
invadir o nosso corpo agrcola ; o remedio parece-
nos um'pallialivo nellicaz que mais aggravaro mal.
Eis o poni em que nos queria ver chegar a philan-
Liege ; ha porem nesla capital muilas pessoas que
afir m 1111 ter vitln o cometa em noile de 1:1 : jal
guei que fuste algum canard para dar que fallar
ao povo ; mas uina p**soa .mu ataada, re*peilavel e
illnslrada atseveroo-mequeara real a appari^aoe que
ella inesma o vira na madrugada do dia 15 das para
as 1 horas. Segundo a ..-erran dessa petoa o c-
mela he ineaodalo, moslrava-se um pnuco baixo
do planeta Venus (-slrelli d'alva) o apresentava urna
luz inuiln mais bribanle e viva que a desle planeta
e que a da prnpua la ; nruriosilale compulsusnquiz
tambem por mim mesmo ver o famoso enmela e re-
cuinmendei hunlem que me acordassem as :l horas
da madrugada : asslsti ao nascer da la, e pnuco de-
pois ao de N'enos ; porem esla bella estrella vlnha
s, nenhum sstro acompanhava d? perto a bella a-
maute de Marte, nao v nem a sonbra do cmela ;
nao posso porem deixar de dar crdito a pessua que
asseveron-me te-lo visto na madrugada de 15, por
isso explico o desappareclmenlo lalvez ao reuna-
me nlo de sua marcha e aproximarlo ao sol.
I ale.
P. S.Promelli Iranscrever-lhe o relalnrio qoe
me apresenlasse a pessoa a quem encarregnei de
acompanhar a S. Miguel o mesmo Sr. Cansansao do
Sinimlni, e assistir ao casamento do juiz mnnicipal
J. F. Paes Barreto : o sugeito logrou-me, at acora
ainda nao vnllou ; conia-me porem que o casamen-
to teve lugar no da l(i, e que o meu delegado come-
r tanlo que apanhon nina furiosa indigestan, que o
impedio de voltar, S. Exc. anda vi-itando os enge-
nbos dos seus prenles naquelle rronripin ; mas es-
tar de regresso nesla capital no domingo proximu
futuro.
PERIAMHGf!,
mais serrelas iloiiras do curarao, como o mais mv*-
terioso i'benomeno da nalureza, romoa pagina nais
obscura da historia ; da mesmu torle exislem na Ier-
ra que oulr'ora pisua um pnvoobj'Clos que por mais
insignificantes que sejam, revelara as gerares vin-
douras os tonhos, os desejo, as idea, a linguagem,
as paxes e a ph\sinoma dos seculo- pa*sados: re-
velam o qoe a tabellara de Dos collocou immovel
e eterno as feires desse povo desapparecido.
Foi com achados imigiiiflranles, enconlrados as
enturabas da trra que Cuvier refez a historia c a-
deviuliou a exi-lencia de varas gerares ha inoitos
serulos exmelas. Foi por meio de fragmentos de
otsos, que elle explicou alguas phenomeuos da nalu-
reza ale entao ignorados.
Mas nao he com adiados desla ordem qne nos va-
mos oceupar, nem 1,1o puu:o prelendemos resolver
problema algum da nossa historia. Varaos dar 110-
licia ao leilor de uns vasos achados em Ierras do en-
eeiiho Cemalelo do Norle, propriedade do curnnel
/"ferino da Cunba Bastos, na freguezia de Agoa-
Prela.
Certamenle estes vasos nao s.lo cercados do presti-
gio potico dos vasos elroscos, sao mu modestos,
mas silo om objtcto digno de curiusidade, e parecem
exhalar cerlu perfume de una gerarjao ^complela-
menle exlincla.
A rlieia do auno de 1854 fez grandes excavarr.es
as margens do Una. Em nina deslas escavanes fo-
ram encantrados seis vasos arromados curiosamente
em dous lernus, eslando um distante do oulro duzeu-
t's passns pnuco mais ou menos.
Infelizmente quatro dettes vasos foram destruidos,
e apenas dous (oram remedidos ao regedor do Gym-
nasio Pernambucano, em cujo museo se achara de-
positados.
Um delles que lem a forma de algui lar eslava as-
sentado de horca para cima, e dentro delle eslava de
bucea para baixo o nutr de forma de uina lgela de
rozuiliar, e dentro desle Ianibcn se achava embor-
cada urna pequea paiieliiulia. Da inclina soile es-
lava o oulro torno. Acbava-se assenlada no fundo
de urna das exravarOes eom seis palmos de profuo-
didade, a' superficie do solo ; o nutro temo na pro-
fundidade de Ire/e a qoalorze palmo*. Os dous vasos
que ora exislem, leu. quasi dous palmos de dimetro,
esli de eonslraecao mu forte : o barro de um he
mais alvo que o do oulro.
A quera perlcnceriam esles objeclos'.' Para qoe
fim seram desuados'.' Eis as pergunlas que se
fozetn.
Ha mais de um seculo qoe existe o pngenbo Cama-
leSo, a alio consta que all titease liavido habitacSo
alguma. O lugar, onde foram acha "os us vasos, q'ue
fleo na distaoca de Irezenlos pa*so* do rio, he has-
RECIFE 20 DE JL'NHO DE 1857.
ASfilIOKASDATARDE.
RKTIOSPECTO SEIAIUL
As noticias recehidas do sol e do uorle da impe-
rio, e desta provincia tao plenamcnle salisfactorias.
Keccbemot a caria seguinla que nos dingran os
senhores l.asserre Tissat l'reres i\- C, npgoeiaiiles
francezes estahelecidos nesla praca : era renpeeta di-
remos que nao asseveramosque Ss. Ss. cxerciain mo-
nopolio sobre os carreeadores de gneros daqui para
o Havre ou de la para esla cidade. ti que simples-
mente dissemns foi, que em consequencia da silua-
cao em qoe se ochava a linha Ma*urcr poda, se
quizesse, exercer monopolio. Com effeilo, loda as
vezes que ama industria he explorada smenle por
um indivtuo nu por alguns individuos cimhinados
entre ai, es,i industria poda lornir-ae ora monopo-
lio. Mas si, n.io pasea de ama h> potbesp, e fui nei-
le sentido qie filiamos na poca a une sa referalas
senh >res Lassrre Tissel l'reres g c. Se ataera li- i dea ti
r-'ii urna con--eq,iencia odiosa da- uossas teflaaltes,
nao be (ol[ia nossa. >''unta polstra, oque 'fi*semos
foi que a linha primitiva, em razio de se acharad
em rarapo, p iderii exercer o incnopollo, mas nao
distemos que o exercia, poii que nunca sto nos
contloa. Ou nlo i' re.ularnl.uk- a linha, roasta-
nos que ha satisfactoria, e que os navios qae fixea
0 commercio entre o porlo do Havre e vanos narlaa
do norle do imperio, sao lipmcnnlruidos e propnr-
cionam cominodidades tanlajosaa. Eis-aqui a caria :
Submetlemos ao examc da illustr.ida redacro du
Diario di Perimmlmco algumas reclamacijos contra
ceos paragraplus do seu ultima feslropeclo sema-
nal.
1'. O monopolio pelos navios que veem do llavrt
nossa eonsIgnacRo ou a consignacao dos nossos cor-
respondentes na Bahia ou nos porlos do norte, nun-
ca e.rislii.
2\ A regularidade da nossa linha he innegavtl.
'1\ O material desuado a nova linha para Per-
namhoco e mais porlos do norle,esla' moilo longe de
merecer mais do que o nosso ot ttulos de magnficos
navios ele,, que Ihe esla' tributando seu ultima trans-
porte.
Esperamos qne a illuslrada redacro do Diario
lomara' sobre nos e sobra os proprietarios dos nossos
navios infnrmanies exactas para destruir a opinin er-
rnea, que o nosso servijo da In lia de Pernsmbuco
deinava que desejar a qualqurr respeilo.
Os melhoramentos progressivos acompanhando
sempre o desenvnlvimeiilo das nossas relacoe* ao
tambem um titulo que temos a coulianca do com-
ojercin, e que nenhum anlagonismo commercal po-
der' destruir ; e muilo dnvidamos que esse 1,1o a-
pregoado antagonismo posta os prodozr.
Somos de Vincs, veneradores e criados.
/.aberre Tirul,Frtre$.
Ja por differenles vezes lenins f diado na empreza,
de um engenho central,e os nossos leilores bao de ler
lido nos trahalhns da as*embla provincial as di-cu*-
*es que sobre esle attum|ilo liveram lugar,e ot dis-
cursns que firam pronunciados.
Esla emprezn, se bem que muilo generalisada ua
deiras, tend queiraadas, nunca lia consumidas pela
trra.
Se os vasos perleuceram a Ii.dios ha provavel
que nessa poca ja' se achavam calerhisados, e reco-
iiheciam a religiao chri.laa. Com effeilo, u varo que
lem a forma de ama tigella he iuleiramente ornado
na parla iulerior com militares de circuios concntri-
cos, symelricamenle Iraca lo*, de um eucarnado v<-
vissimo, tiran lo ao verdadeiro ca mira, e no fund
dislngue-se perfeilamente uina cruz, semelhanle a
orna venrea dos cavalleros da ordem de Chritlo.
Seja como fr, he sempre ura objaelu de curosi-
dade. que faz rocordar o passado. Talvee que esle
vaso fos-e destinado para misleres sagrado!.
Terminaremos esle fnlbeliin com algumas palavras
acerca de ama ceremonia religiosa a' que assislimos
quinia-eira no hospital da caridade : a supplica da
larde pelas rmaat da caridade, o padre lazansla e ot
doentes em couvaleseenca.
Se o chrislianisino nao se apre;enlasie a mis rom
lodos os caracteres divinos qua o seu divino fundador
1 lie .leu, 'riamos obrigados a allribuir-ihe orna ori-
gem divina, em ra/.u da perleita harmona que elle
estabeleceu entra Dos e o hamem, e da perfeila
conveniencia que lera cora a naloreza do homem as
relacOes que formulou entre esles dous extremos da
cadeia dos ente.
Todas as seilas nao lem mais qae orna porc.lo da
verdade, neuhuma comprehende o homem inteiro.
Cada urna tira-lbe urna faculdade para engrandecer
aullados qoe sa pnJem esperar da separara da Bor-
la fabril, da agrcola.
'fumaremos para termo de romparacao um enge-
nho cujo servir seja In-m regularizado, e podeado
prod unr 10X1 arroba* de assucar da I Itrenle qaa-
lulades. oMtJO ranadas de nn-1 em "Jit hora* de Ira-
balho, nunca meuos de ls pesssiat sia eraprecaoai
oa parle fabril.
A caima transportada ao engenho he daerada "_'
a II das pelo menos no* pica 1eir ,>, anles da ter o-
premida na moenda, onde ha ella saeraeliida a toa
piessio insoflicente que apena* eilraba oa %3
caldo que ella conli-m. II caldo che da mateada
misturado com os principios I-rmenluei- coaitioaa
na parte verdosa da raima handr-ira : es vez la
ser concentrado inmediatamente, mate deve se,
demora-so dorante algumas horas em ato
madeira Iparol qoe se acha nal rendir..
voraveis pira desenvolver a (ermeataijaa, a para a
transformarlo do assucar rr\lali*avel aa lacra
lisavel. A ronccnlr.ira < e o ro/iinen'o do
ellecluados em c.-ildeiras de ferra eapastas a
desabrida e indoraavel do faca directa. l.pgatMi
principio desla operaran perde-se ciaa p rrio Ja
raido com O litlo de cachaca e bagariah qae asta
regala menos de seis a olla par cenia do pesa 4a
caldo exlrahidn.
Durante todo o lempo em qae dar a raacaatra-
cao, o cozimeoto do caldo, esta' espanta ateta dos
inconvenientes da elevada e comanle leaaperatara
a' mullas causas de detenora plo, a falla ou rxeessn daeal, a ateaa aa Icrtaiqla
provenientes dat partculas l-nnenlaiiH ame aa ata-
conlra nat jimias do ladrilko, a raaalisaso. etr.
Ao sahir do atscnlamenlo ha o asaorar era niela da
niel, I aura,lo as formas, a depois de tria re prensa
la o peso de dez por ce ni o do da caaoa.
as formas he o ataorar transportada pera a cata
da purgar, a ahi como par toda a parle he aaaura
expuslo a ron.tantos rausas de delerieras-ie. Esa
primeira lagar.a temneratara da cata da parase, mm
i-lido l.vgresrepiro do ar, tornando a rr)teeiaecae
do stsocar, miuda a Pomparla, e e mel soasa dsats
o viscoso retarda de mais de l|.1 a par^scao de as-
sucar.
I) mel ao ahr das farm. lie rerobide oaa cetraa-
les de pao, Ion. permanente de feriarme e asede,
e escorie para grandes drpeeitaa oade o os Bufo a
transformarlo completa de ataerar cv-laliaatel oa
iucr\.(alisare!, trepis da porgado he a arnacos li-
rado las firmas e aerea ao *l oa em ealataa e re-
prsenla .na.. 5 a t> por cent do pesa da c aas.qea
alias ronlinl.a |i...u IK por rento de ara Bsrae cas
assucar. Tal he o re-altado oi.lido Boa i
engpiihus da provincia, to he, 5 a H par
assucar do dillerenles qaalii .d.-* e K a 10
de niel, oulra parle oe as-arar enda prr.tiaa aa
itelerlora.fi no< ditTereut-< uroresso da faWKeree.
Vpjamea agora quaes tni> a vanUgom. qarn po-
ol eniores de en geni, m vuitetesn-
nioto para a nossa civili*ara.i do .-i," ir e do cambio, I tanto alio, e eslate por dous ou Iresdias dcbaixu
se COosentissetDOS que se extingui.-sera essas reminis-
cencias du nosso passado.
Assim, era norae da arlo, em nome do prosresso,
em nome da religiao, pedimos aus pe ieirs du otado
que lancera as suas vistas benignas para a anliga he-
roica cidade de Olinda, e aalvern aBerac8oelualdas|aua| ou maior que a de 1851 cobrioessa habitac.lo edocajoo do'poto. A -ciencia uosenorgnll
maldiooes de colera c deaprezo da posleridade. r, es*a carnala de ierra de sais a qoalorze palmos desprezar desear tic a* c rasas deste man n
Agora vamos fallar da oolro Bssaropto, que pelo i de e*peseiira, e que a iouii larTn do IsM de*fpz o r|uo
oaracler de aotiguidadeqoe oaasigaala, tambera nflo a ootra Azora, e reveloo aquillo que Ulves ha seca-
l'agua durante l1 cheia
O.lando o rio b.iixou. apparocerain as excavarcs,
que enlfta revelaram ia exisleacia dos objecloa. Pa-
rece qua naquella lagar houve babitacto do lodige-
era poca iiiui icincla, e quo oulr, inundara
parece deslitmdo de ioleretse.
As*im como o esrnplor dolada de lalenlo mirati-
Ibnso, iiispe do leilor, como o venln dspDst de uina
Im jara ruarda.lo no coiilro da Ierra.
Oulro indicia que parece provar esla snppnaeao
de anliguidade he um pao da qoati lado mu larto.
folln, eonduz-lii a seu bel prazer a lodos os lugares queim nlo c inlroduzdo na Ierra BO mesm<> lugar em
'ciados prazeres, dos risos c das fiorct, a princeza e a todos os lempos, c descobre-lhe, brincando, as' que eslavam os vasos. Ora sabe-jeque certas roa-
r..pilla do l.ospll i:
ea-se en presenta de Dees para examina-la e me-I rio. Um implo aliar. \s
riir-lhe o grao d'aroore obediencia qae lite dte, alsaas cetica execulaidot r
Nada de dedicarlo qae segn lo ella ha ama fraqae-1 cancaraa raeolhldo eoroado; m
zade corarlo, r.mderana li pelai luios da ra/.m. I altar : eis o quo ttplira ludo.
He o ortralho que pretidio a esla er.ucacan. Feliz da-
quelle que. nano diz a escriplura sania, lu entinado
pur Daos. O povo, o fiel, he o esolludo de Dos. E
es rim ularam to-
venera, .. do s. Sa-
. ta. na modesta, n i
.':.. r '. *:-
r -!l..:.- do .!..; .
r .'I-
m 'nlo le um oaaoMana ......iral.
I).- -mi aracado a aguriilior do' mi ladea i
let a fabricarlo, poda aiqlirar loda a .iM-st*r*o, sjsoj.
vidade e loda a sua inlollig-ncta rm m llorara* ooa
lavour.is. era applir.ir o* In acosan- g.-i arotrasMaos
rom a moa-eta, fazer r-i.a-ias qne faBMaada aa
traatporlos das cannas pormtttc eniio-tq^tfa teas-
rulos ap-rl-icoado. a/oa padem Iranapartar eaaa a
racemos armuios o d dio da r.nna aria-late ala cor-
regida a urna distancia atsaj la. O acncallar osa
vez de oceupado em pilerluar doo sertH-a-i laaper-
feilos e em ludo dilTerenles. elle nao teta o aaa a
effecluar um so que as sua* forras permillem apar-
fecoar.
Elle nao se achar mais expo-lo a ofTrer pardas
orcasiouaiias pelos Ptlravios e prejuizot reatadas pe-
las iinpi-r feires a defeitos .ios diiletenle. BBSJBJJ mi
ruse i a perda proveniente da imir.ii qaetmad
00 pxlravhido tohrelodo durante o Irabalha 4a awtte.
Economita as mima, gastas ca ceocwtot a
preparos das ditersat partes de eaceana o atoa-
sis, etc., ole.
Puopa aos seos escravos o Irabalha martitteaata a
pouco lucrativo qoe elles eiecaiam duraate a Oa-
le, com graves prejuizas da sede detle, e paracr.
causada pala ma qualida le do atracar forte ataratato
esle ir il...Um.
Alem destat consideraron, orcorro tai aira or-
dem de circuimlanciai que na < tao BBJSJSJSJ impar-
tantes, quero fallar dos inconveaiealea resaliaalot
da reu nao de duas senes de trabamos arta dtrtiee-
los del,aivo de urna direrrao. O agnrotlor tote
em dia con Ihos e cuidados inherenlrs a plaalario limpa a ro-
Ilieit.-i da ranna, he forra lo a parlilkar eas calda
dos e suas forras rom a parte fabril. A lava-ara a
por si exige iiiuuitcslavelmeate todo o nidada a
dedica.;.lo do tenhor da pinteaba, mallos rsp.ias,
couherimenlos e urna attenci roostaalr, qae t-ril-
inenle em,,regara o agricultor na lavaara, arta qoo
enire Mis tem urna apida aalaral e caita partira-
lar por o,le serviro. e mu paaca pela sartrtca 4a
moagein.
sa Dos na.i Ihe entuma a ser preteec.ue, dea-IM a
inteligencia das casas da vida.
Depusilno-lhe no espirito e na rearar a mxima
que o tenso intimo Ihe demei,slra taielsmr 4o qaja
qualquer raciorinio : que ha rariprocidada Mire
Daus e elle, entre as suas ideas e as delle. catre os
seus senlimenlo c os delle.
Sabe que vem de Deni, qae tai para Dees, e qaa
ludo netla mondo Ihe foi dade para ajada-te a esse-
gar a esle alvo, linio no munln material raaae aa
mundo Mibronatiiral. Knli. a nature/a he para otte a
escada de Jacob paia elevare a lieos ; aos oaa*
prodigios de belleza p de magnificencia Inrainta
um poderoso oslimolaote para que agradera sa crea-
dor e senhor de (odas as r..u*i>.
Entao o homem se considera, a he comed.Vo o sa-
cerdote ds crearao, a pont fice dese la
liria que se deve fazer de ludo a Uro*.
A nalureza he inerte, e dava canlar m Mataren da
Dos. I para realiar .-le dever da rreelora qoo o
homem foi collocado a' frente de ladea aa c uia
creadas, e he por itsn qoe talo, nperialtaoale a qaa
brithi pela belleza e pela ra-cinliranna. Iara*t-aa
piilre at raaos do chri-tao um nhierlo de otlrenda ao
Senhor, e concorre para telemaiihar a e*se pai mm-
muin de todas as coasas, o amor e o reoonlmcimeata
das creatarat.
A' vista detlas ideas, r imprelien*e-e es oroalos
o dominio de nutra. lina lira-lhe o coraran e a von- das nossas igrejas. e afirme-, amento d- s
tade para delle fazer um etilo puramente lutclligen- I lares, c o corarao nos d.z que ludo esta' em re ha-
le, e n hornera lorna-se enlo orgolhn e egosmo : he aar, que o rollo exterior he una da* nertiadeaVs
O eu Dos, nutra lira-lhe a intelligencia para delle
fazer um ente puramente obediente, passivo ; e dahi
nasce o phanatisrao e a ignorancia que he a sua con-
sequencia.
O chrislianismn f..z o homem iulclligenle e liare,
dei\a-lhe as facul.lades quo Dos ihe deu,o espiri-
ta a 0 rm arao. Keconhece no ti.uncu doas parles
dislinclss, forinaud.i ura Iodo que be ura, c arabas
e*la duas parles lom direilo, polo que com titulas a dedicaca
diversos, e eom diflereiiles ron.lire*, ao coraplemen-
(u das promessas da JesosChiislo.
O homem espirito e matoria colloca-s- era tirtada
de uma destas facdldades entra os antes altamente
enllocadas na escala da crearlo ; om tirio te da un-
ir parece deseer a ura grao inferior ; mas pela um
dade que Dos rollocuu enlre esias duas parios, que I
parecem tao op|iost,is. loroa-sa ura l .do Bnico, um
ene t parle ; e ns seus meios de cnusprvarao devo-
ra.! ser de coufurmida.le com estas duas par"* ; de- I
verao participar do espirito e da materia, para cor-
r.-spnider plenamente aus designios da lieos Basaal
crearlo.
\-iin n calta rlirisll o i culln ao mem i lem-
po interior o exterior, nada menos 1 qae u rsprrstMo
da necassidade qoe resulla da duplica naloreza do
lo i me tn, o n" a nos admiramos de ver esse coito tao '
profandsmeute. gravado nu corar i do pov i.
lien ehrisliauismo, heaf, I Dos qaa faz a .1... stj.irllr* que ai*lu ...
p ."re i-ram-nio. iiuiiil.i-i,iia ; i
callo- dereol
rc-ullante da nos.a duplica nature/a.
1,11 magnificencia do concurso Ha nalorrra. > i
sua part, iparao na adoraran de leo, he anlr um
sorcorro, uma rouljuvarlo, um r-liuiulanle do qaa
ura dever rigoroso, aa meaos rm lodas as cirroa-ian-
das da vida.
II ivpr alguma mesa que excite s pialada, gero
nutra o amor d* Dco*. r >m e*-0 to-
..lii, asaos Caiilicis d" un | v. dianle da I Saos
qaa rema no mais Un las re govrrna as ate-
meatos, morro osara o totearte pata boaaem, a -e
deixa ainla roniomplar sobre o aliar, onie e etpue
ans rlh .s da fe, para nos lesahrar pela tat atatJSea-
r-i-i o rari.l.ilo o quedevern -er a n..--a dedicara a
1 n MM raiidade.
Para CempTebeade-lo compre ler sida Irateaaa-
nha desle p-pee|ieulo, qaan o le especiando he
da to na* eoadtcftes quo lli- ..uvera : ir do rlin*-
lan e u amar4a disripelo de Josa, t hr.to.
E eatao io coininohenJe tSStOa ni.i- pelo rarasjao
do qoe pela inlellig.nen, be psio o -egredo da
telenda de Daos, a ulihl le .! Narra, o porlatna
d i iacent >, bell za da llar, a < '" do caa-
licos, i traasi .re- da asa p ta qa falla a oa
D-.s.
'.... "i os enl.menl... q :
i-ir, iie.- .obra a
.r'-iMse, rl Ara'./
MUTILADO


ILEGIVEL


Umliiii, n Sr. Je angelito em troca de-la- vanla-
geus recbela a nema quanlidade de macar de
uuia qualidade |al que uss.-uiani-iios valer 20 pal
cenlo mala ; e pode cun o laiprigo dos lirado ic-
toatmento applicadoi a moageni fazer muiiu maior
lili
M eeleemeipreMoM InsuUaoaaa-.....eu amiga.,o sen foue publicado por quilro vezea cou
* ? "" ""-"'" \- I";"-, me peinilla que Kecite 90 de iunha de IHJ7.
eu ilie diga, nao re licm cin impender o julio du
publico, poia pode muito bein ser que lenha coiu-
'ro,,u;V'lu.au.S!U "'. p'q *.. qD. _Sl.111|ire ,|llP ,e ao fHfl

DIARIO Dfc PeK.\APJl'Co>i:K(\|i\ FEIRA 22 DE JL'NIIO DE 1851
r

Ull\.l. 1
i!
Dr. Lourenro Trigo it ourero.
Sr*. r< hi lores.
sal, e aproveilar mclbor a que pode fa/.er actual- eiqueeida lervcm, sendo para nolar-ae mu- un. '.!mpri que se d.,o faelos, qu<
ineute. la! he o resultado que se pode esperar da motor icferio se ao iisso 1.1/ ,m,i,i ..., ,.h. P,oV,ra a P"'a d arle da ciencia, entend. .|u
separado da lavonri da fabricarlo, isto he, du he o meimo humea "mapai queainoa corro o dever deas mamfe.Ur.se*ao publico, pin
eslabelecimenlu dos ingenuos cenlries
Por vanas vczes temo, i ola 11 na coinpauhia Per-
naiiibucana ; eulretaolo anda uta vez duemosal-
gomai palavraa a leu respeilo.
Eis succinlameiile apuntada. alRumai das militas
vantageai, que i'eruaiubuco abierta rom un bou
porlo. capai do dar eulrada a uviol de 2000 tonela-
da, lie cerlo que inuilu len:po e sominas avuliada
i.lo ne des-jada ; mus parece que te poderia propor un
substituto lemporaiio, e que a' companlna uernambu-
c.ina dee caber a gloria de o propor. O ma milico
trapiche que ella vai posiuir eui Teiuendar pode a-
bnr meios de se aproveilar csse tasto porlo u.loral,
e eremos que o goveruo nao lea' objecr.io a fazer
alfaudeaicao desse trapiche. He o qu'e lembranios
so fieci ao (overno imperial, com o previleeio de
nao ci.uienlir all onlio trapiche ou ani,a/im p#W
eipacu de viule anuos, ou ale que o prujeclado porto
<-e l eruambuco esleja concluido e aberlo ao eom-
niercio A Cmpauhia deve compromeller-se a Iraiis-
porlar Indas as mercaderas deilloada a I'eroaiubucu
e desembarcadas em Tamandai, al a alfandega
desla cidade, para terem d-sparhidas.
(.reinos nao ler abusada da aliene,m dos Srs.
ncciouitlas i llrrerendi -ibis ligeiro. liaros de ion
pio|cclt,que nos parece encerrar grandes vanilietm
para a cunipanhia, ie for desenvolvido pela sua iilus-
traita direrrdu.
Nao sera lalvez fura de logar o chamar aqu a al-
lencan da companlna para uin porlo, que qualilica-
raos de imporlautissi.no ; e que nao lo pode promo-
ver, em seu desenvulv menlo, .,< innresses da com-
panlna, como pioduzr um resultada bencliro a pro-
vincia, dando nata largueza a seu commerrio. i'oulo
o maii oriental do imperio, fui Pernamhuco forma-
do pela nalureza, porlu de arribada para essa im-
meosidade do navios, que corlando os mares da Eu-
ropa, Asia, frica, America, conserva em conli-
nuidad. as commuuicaces eulre a Europa e os Es-
tados-Unidos, ludia, China, Australia, .abo d Uoa-
fcsperauca, Chile, Peni e California ; e para a enor-
me esquadra que cruza as immensas agoas do O-
ceano Pacifico pescada balela. Esla navegado
toda hehojefeila por navios vela e vapores de
ou a 2,.,00 toneladas ; moilos delles Irazendo, alim
de blelos valiosos, ale|mil passageiros, colonos ou Iro-
pai; e se achassem aqui uin |>orlo commodo, o pre-
ienriam, e com isso a provincia colheria vanlagens
immensai. Cremos nao errar contando que em cada
mez loo uavios locariam, termo medio, ueste porlo,
ja para coucerlos, Ja para so proverem da mantimen-
lo. Calculaudo-se o gasto que faria cada om desles
navios, e as compras particulares de cada passageiro
ac ir-se-ha, que a quanlia, por mu bailo que se
calcule mzoavelmenle, be enorme, nao sendo lalvez
inrerior a seis mil cuidos por auno.
A eslas consideraces, accresce a de um commer-
ocrescenlede vapores tiansallanlicos, que merece
e deve merecer loda a aUincao dos legisladores bra-
sileiros. Esle imperio colhe brillimles resultados das
rpidas cummonicajes com a Euiopa. 1-aciliiaudo o
transpone de carga e passageiros, augmeulam-lhe
filas as rendas c os meios de deseuvolvimenlu ma-
lerial e moral. Sacrificio alguin deve ser pouiado
para aoiiliar e desenvolver essas uleis emprezas ;
oe muilas, de cojas vanlagens estamos privados,
porque o porlo de l'ernambuco u3o leuj capacidade
para a entrada de navios luo graudes, iierdeudo-se
assiin o commercio que promoveriam.
Ezistindo presentemente oilo lindas mensaes de
vapores, se enlraisem nesle puito, o fariam 1G ve-
M por mez, c de cada vez o minimo das deipeza
ilaveis tena um cont de reis, o que faria -
As chovasc<.......uam, M esparaurai amorlecida
renasceram, e os leceos de Ionio, como que foiarn
es[iancados de nossas menles.
Os pnelos alimenticios conlinoam alios.
O milho deu JO a cuia, |e,ju 0m boove. farioha
a -M> a 240, e a carne regulen o mesmo preco .111-
lerior. O azeile de carrapalo lem checa,lo a um
proco exagorado ; cusa una botija, que laliei uiu
[cuba tres quarlosde urna gnala, IIKI rii I !
Carla larliaar.
que apreciaiidu-01 d a devida imporlancid
(|UP
e
a
ao leu
REPABTiqAO DA POLIUJA
Occurrencia do dia l'J de junho.
Foram presos : pela subdeleaacia da freeoexia do
Hecile, Aulouio de Barros, sam pailicipacao do 1110-
l'ela subdelecacia da freggozia di Boa-Vistl, V,--
lormo Jos de Vasconcellos, por criril" de estupro,
a o crioulo menor de nomo Jonquim, que diz ser
forro, por ser encontrado alia no le dormindo tm
uin porlan, e por suspiiiu de -er e.-cravo.
O delegado do termo do Huique refere em ofli-
co de 7 da maio ultimo que, depon de aturadas di-
ligencias, lora all captando o rriroinoio de mar-
te Joaquim Corroa Brasil, o qual fez r.-meller por
uiais seguranca para a eadAl de daranliuns.
Em onlra parle enconlrarilu os leilores as noticias
qoe do Kio recebemos pelo vapor Meawau, com da-
las alo II.
I)a Baha nada se le digno de nienr,1o.
Em Minas lomou posse da presidencia cm 1 do
crrente, o qumln vice-presid. nlo llr. JoaiMiim llel-
(iiiu Kibeiro da l.oz, por ler de lomar alenlo na c-
mara temporaria o Eun. Sr. cuuselheiiu Utrculaiui
l-erreira l'eniia.
Sahiram para esle porlo:
Do da Kio al], obrigue Human, e a barca ame-
ricana Chrittina.
1 em que pradomiui com eulliusiasmo a idea do pro-
[ greoso,
Dniii escrava ile minha casa lia niuiln snffria de
i um tuimr scirro-o em pa-le bem melindrosa ; sen-
do lal u seu citado, que lora desengaada de um
medito, cuja fllriuac.ao foi que a fa.er-se a opera-
ego, m .uir-se-lua iiilailiineule a inoile, besla colli-
sao achava-ine qiiati despersuadida de eniprvhen-
de-la ; porem cuuiidaranda que ale mr homanidi-
do devia empragar os oltimoi recurso; dlzando-mo
que o Sr. eiiurgiSo l'inlu liria a opera{ao, dirig-
me a abe, que promplameiile veio ver a escrava,
e n> verdade achou-a mal, mas anda as-iin deu-me
espfranc.s, ordenando logo o que se devia preparar
para dita operaedo. No dia do mez panado
aprisenlou-si o Sr. Piulo, c faz a perigosa opera-
cao com feliz exilo, nao appareeendo depois o na-
gua era a febre, que dizem ordiuariainenle se-
guir -i'.
Hostroo o Sr. Pinto a pericia de sua arle com
os iiieio* empreg dos oeua occaso, nolando-se
ina's a inaiur dliposicio e delicadeza possivel na ee-
cuc.io do aclo. Aclu-se a escrava luja iMIabeleci-
da e liare da enfarmidade, devendo a sua eaisteu-
cia, abaixo de lieos, ao Sr. i'inlo, a quem danjovi-
di dilatada, iGm da loccorrer a humanidade com
os auxilios de sua -lie no solo 'emambucano, onde
ja se sabe dar odevido ptero ao lumein necessa-
rio e Mil. Eu liada mais agradecido sou ao Sr.
Piulo pelas inii maneiras urbanas e delicadas ; es-
tando bem loogl de iniin a idea de inoleslar sua
mudes lia com eslas expresei, que snmeule sigm-
licam a paren la verdade ; o que fare sempre a
qualquer que, como o Sr. Piolo, desompenhar a sua
arle. O meu diminulo presluno altara sempre a
disposicSo do Sr. Piulo, e quena S. S. ..igiur-se
considerar-me no numero do. que Ihesao gratos.
Queiram, Srs. redactores, lazer-me o obsequio da
inserir estas poocu liiihas 110 seu conceiluado jornal.
O padre Joaquim da Cunha Caval.anli.
(SimttttuitkaiO.
quiulia de.......
.. *J 1b" viagens Irariam" pelo' renos*
.(,UO0 pessoas, pissageiros e equipagens
inclusive, a admillindo que cada urna
gaslasse 85000, leriaraos por mez. .
16:0009000
2:0U0^XI0
40.0003000
o presuiiii-
ma apona
preazendo 480:0005000 por anuo, que b
vel se gaslasie. E.les com os seis mil aci.,,a
dos daara a somroa de seis mil quatrocenlos coi-
tema cornos de res, que (cariara em l'ernambuco,
seu porlo admillme navios de grande lolarao.
*ade desla avallada quanlia leria amoragada
provave mente em arligos de imporlaoao, laes como
earvao depedra, maslros, cordoalha, lonas, alcalrlo
ptxe, nas, oleo, f.innha ele, e calculando-se sobro
esies dados os direilos de entrada laxa media de
-o por cenlo, acharemos que a Alfandega de Pir-
n.mbucd leria urna renda de cerca de oiloceulos
cornos de res por auno, denando as mesas dos con-
sulados, renda lamueui avullada, pela procura cres-
cida, e alca consequenle nos arligos de produccao
lir,-'!,ena*qUe '"" t pasar direilus quellas repai-
Falleceram durante a semana l pessoas, sendo
13 homens, 9 mulheres e 19 prvulos livres ; e I
liemeui, J mulheres e 1 prvulos escravos.
. B41 I&H.A8
IV urna das pastadas noiles, um prelo de bordo
deu urna Tacada em ooiro; n3n obsUnle a hora, o
iiiiiiftoso fui preso ilnmedialaroenle. a punijto
ceila ihijjmiu.es he um poderoio desanimo para"os
iminnujjjj
Em Oliuda ainda os porcos passeiim aos ban-
dos pelas ras, ainda o matadooro esla' 11a maior
porcaria, ainda o singue apodrece na areia, aiuda o
lodor que cala corrompe o ar c o loma peslilenlo,
mida as roas eslaoem mala, e nada de providencial
e nada de se eud aracar com islo a cmara munici-
pal, lia de todava ver na analvse de seus aclos a
11prov.io.ni publica a' sea procedi'nieulo ; ha de cal-
car aos pes a juslica, mas o llrasil ha de lomar disio
conheciinenlo, e se ha de Hitar que ao menos a im-
prensa prnleslou contra a negliaencla da cmara,
cculra o desprezo que metra as necessidadts pu-
blicai.
lia ni ra da Conceirao dos Coqueiro* orna
casa em que so da' rancho a' viageiros, a cuja poita
costuma dorrair urna pobre prela que bem merece
a publica caridade ; he urna infeliz que vergada o
peso das deigrac,as repouza a cabera na ra, porque
nao acha n'urn hospital um abrigo a' que Ihe dflo
direilo os seus soflrimenlos; quera pode sanar e
mal que Ihe nao valia o roslo.
Cuosla-nos que un sujeilo perdeu quauto li-
nha 110 jogo, e depois queixou-se de o lerem rouba-
do; n.lo esla' ma' esla ; ja' faz honra, e nao des-
meule a sua origen). Agora se pegarao as huil", be
o que duvidamos.
O vapor Paran' ronduzio a seo bordo para
os porlos do norte os seguinlcs passageiros :
S. Hamos, Pedro Moraes Santiago, Simplicio Nar-
cizo Carvalho, a I escravo, Jos Alves Fernandos,
Francisco Jos de nloraes e Silva, e 1 criado, Do-
ningoi llenriques de Uliveira, Joaquim Francisco
(juiIIiou, 'lludeo Fereira Bastos, Antonio de Oli-
veira llamos, Dr. Ambrozio l.eilao da Cunha. I).
Amia Mwia da Cunhi, 1 liiho menor e 1 criada,
Candida '.Mana da Couceic,ao, e sen iranio, Antonio
da Costa Oliveira e sua subrinha, Manuel (.oneal-
xcs de Albuqnerque e Silva, Francisco Alves'de
Souza Carvalho e I escrava, Aulamo Xavier Mun-
leiro da Franca e 1 escravo, Francisco Piulo Peuoa,
Carlos Ernesto Mesquia, Paleto. Pedio Kodrigaet
de Souza, John WiUiam Sleudorl.
Ale amanhaa.
ESTKAA DE FERRO.
Os encarregndos rta eslrada de Ierro do Kecifc ao
a. Francisco, parece, que por mata do um vez se
lecm esquerido de que eilu ganhaudo o dinheiro
da companlna (ao someule para einpregarem seus
esforcos no lazimenlo da obra, qne Ihe- est incum-
bida, para se entreten m com fulil.dades, eiercen-
do resmgazinhas pouco pioprius de homens serios.
Parece que por man de una vez leem esses senbo-
res procurado aoles crear contra si a opiniao publi-
ca do que angariar as lynpathiai de que lano care-
cen! as empiezas novas e grandiusis.
Vamos aos faelos.
Apezar das mil rerhmarocs feilas pelos habilin-
les da ra Imperial contri os pantanos que os eu-
carregados da eslrada de ferro leem mlabelceida mis
proximidades dessa eslrada, stm a menor Deceirida-
de, e a por acinle, continuam 110 lyitem de ciear
charcos infecas, que induhilivelmenle bao de dam-
nificar a saude dos moradores dosse lunar.
Ser ilo sxstema de fazer eslradus na Ingla-
terra ?
Se o lie, ainda assim pedimos a illoilrinim com-
missao de hjaiene, que d uro passeio por esses lu-
gares, c depois far;a seulir aos Sis. eiigeuhciroi in-
glezea, que a saude poblic. lambem eulre nos me-
rece alguma allene;ao.
Ullimamenle delerrainou o Esni. Sr. vice-prpsi-
denle da provincia ao Ihesoureiro da Mirada de fer-
ro, que providenciasse para qae BeiMem livres ao
transito dos moradores a lesle da roa Imperial, as
ras e Iravessas projecladas ; mas i-so coiao que
despertou as ira dos Srs. eugenheirns, c ainda de-U
vez iicinlosamenle mandarain levaular cerca, que
impedem complelsmenle o Iramilu para a impor-
laole povoarao da Cabanga, auiide se acha lo je o
inaladouro publico, de forma que ici por dentro
d'iRoa, e dando urna extensa valla, se pude ir a es-
se lugar.
E porque sir islo '! Saiba-o o publico :he
porque afumas pes-oas linliam o alrerimenla da
pissar pelo campo anude se eslSo armando os vv.i-
gons, e nlhar para esse grande nabalho da inlelli-
gencia iugleza !
Sirvam eslas pilavril de despertar a allencao de
quem he competente para indagar dess'S ne'ocios,
e em breve vallaremos, por que a malcra he vasla.
roo-la a Frai r.i, conquistaste a gloria
Entra um pavo de rmSm.
Ai,1-,a, grave o inecto na memoria
t) apeno destas nao*.
.Yin pus-o ilar-ie mata. Se mais Uvera
Mlil quizara volar-le,
Mas Insta a ollera, quando uella impera
Fraleruidade da arle.
Se tlguma ve/, no solo abencoado
lio leu vasto pai/,
Te orcorrer do poeta improbo fado,
Kecorda o qae elle diz :
I .unge ou pulo, na boa ou ui.i ventura,
Cilo o amigo achalas,
xjue nao huida de falsa domadura
A lisonja filial.
I Ilustre os ja, e crescers na fama
Que o genio legilima :
Falla a smizade, e o leu uoine acclama
Siucea a viis da e.-lima.
Lisboa, junlio de 1836.
(BxIrahUo.)
a
-
0ttt$pcnt>enti COMARCA DO RONITO.
Cidade de Caruarii I de juuho.
XVI.
lia cidade de Carur he esla a primeira missiva
que dirijo a Vine, sendo que cunlinuo 110 ca rae ler
de. noliciador desla localidade, obrigado pelo compro-
misso que COntrahi ; pois me considera taldo dos
recursos inlellectuaei para bem cumplir a gravee
importante n.l-sao de noliciador de una cidade. Di-
go que he a primeira missiva que dirijo a Vine, da
cidade de Caruar, por que ha pouros dias foi que
li nu Diario ds 28 do passado a lei D. lti, que
leva ella villa a cidade.
Desojo irdenlctnenle ir ? essa cidade aprender
os ule inanes propnos dos >iabilantes das cidade; islo
he, a calcar um par de luvn de mscia pellica, a fa-
zer urna corlezia, dirigir um cumplimento, a dan-
ew e etc. etc. ; pois nio sou qualquer cuu minhas aspirscOes. e desejo obsequiar, como u |ier-
millirera ui meu< teres, aos Srs. dahi que por aqui
aporlarem e assim h:.bihlai-los a bem julgar dos
hahilanles da 7. cidade da sempre heroica provincia
de Pernainbiicn.
(i juij vai tribalhaodo, e s urna condemnar^u se
leu c foi no julgemrnto da lenSo de 13 do entreoa.
Deixo por agora de relatar a que se ha passado mi
Jorj daqol, porque pretendo spretentl! um resumo
dos respectivoi Irabalhos, para o qne me litan mu-
nindo lamentos nem nmpre me serviram, por qbe lenho
experimentado alsumas inlcrrrupres daraDle os Ira-
balhos.
I'.umpre, porem, que mencione um fado que mui-
lo rne impression'u, c he o seguidle :
r>o da ."1 Broa (ampiela a casa, cuj resultado
fon anticipado pela Dr. jaiz de direilo ao joiz mu-
nicipal, para elle cumplir o diipoite na irt, 347 do
regulamenlo n. I0. Compare! ouu joiz municipal
Sra. redwlore*. Mol, is tres pnraeiras llllrai
do alphaheto, va.nos responder as nossas minias I),
E. F, ti, II, I, que deixem-se de alloses a gravati-
vas, quando exailam lauto o Pilar, c ahalem a 1'.
da Matriz ; pois breve ser al a cov.i do coco para
lodos que defendim a permanencia da side da M.
no local em que so acha ha moilos mhio<>
De nada valem essas indirerla, por qae lemas mu
jniz recto que nos e~Ui julgaiuo, o publico .
(Jnanlo mclbor seria que de commum accordo cou-
sWllassemos de nuvu aos hbilaiites (testa fieuezia
sobre a mudenca da sede, promliemos as neena ir-
imlns que se pender a maior para o Pilar, mis aban-
donaremos a causa porque pugnamos, recollieiido-ii"s
ao alonbalo, nao nos encoipoiandu para ajudar as
nossas irmial, par sermos defensora da cama que
adopta .1 genlehaia sem repie-enlaeao, coma bem
dis-e alguera de publico no Pilar.
Rao estamos escaudalisados, e nem a plebe que
defendemos, porque narealidade lemas creatuias du
povo desceulenles de Adao e Eva, despida de rapte-
enlatlo, porque nessa parte a sorle nos foi escassa
do que estamos resignados, posto que nao lenhamos
da nosa paite as principan pessoas de cireonipec-
5J0 lle^la fregueiii, lodavii Dio queremos com 1
gente que defendemos ser calcados ps.... por que
temos le, e c, m ella a juslic.i quaudu por magistrado
imparrial be distribuida, por que esle uao allende a
personalidades, sim ao direilo da cada um. Como
havemos de saber de que parle pandera a bslaiica
que 111 s pesa '.' su por uieiu de documentos de ver-
daderas assignalur.is do pi e contra, para o que
convidamos as nossas irmaas piraapreseiilannos di-
tos documentos.
"esses negocios rauiln pode a preponderancia de
pessoas circumspecias e absolutamente conhecemos
a nossa insignificancia a tai respeilo. Euleudiainos
que entre o avuliado numero dos cidad.los que de-
fendemos haveiia alsuns que pelo menos servissem
de etcep(io de regra, lo smenle por suas rosneir.-is
de Iralar e idades, bem coma os sruhores lenenle-
cnronel Joan Cordeiro Falcao, capillo Manoel Clan-
dio Bezerri de Menezes, padre Jo3o Vicente Cuedcs
Pacheco, e(-delegado u benemcnlo capitao Vaiga,
lenenle-coronei Francisco Cordeiro Cavalcanli, ea-
piao Jos Alves Piagana, lente Francisco Xavier
de Carvalho, major Kogerio Brniliaue de M. Fal-
cao, capilSo Augusto Vieira daCuuba, lenle Fran-
cisco l. 1 i-ii.'inr Cesar de Andrade. Os eleilures Le-
andro Jos Doruellas e Aleandre JoW de Sooza, 111
cidadaos Cosme d Kocha B. LudQVico Fcireira Vil-
larim, e ootros muilos qoe deixamos de publica! ;
porem nao he exacto o nene pulsar como ja lira de-
elnado. Nao garaniimosa veracidade da nolicia, e
nem 13o pouco a despiezamos sem qoe nao enejamos
cabalmente convencidos do contrario.
O Sr. (",, II, I, enxergou urna cRcii'a nossa nos
illu-tie- M. da assimbla provincial, afianramos que
nem de leve ha lal'oflensa, esles filhos de" Minerva
nos faiao juslica.
Qeeiram leobore, redactores, publicar os fracos
peusamenlos do A. II. C.
Ilamarac II de junhu de 1830.
.S'r,. redactores.
Nunca nos passou pela mente que o Sr. corres-
pondente desla cidade descesse da aliara em que se
acha, paia responder aoUliltldu oCoirmeiciabr
cuino que em deTeza do aichilerln civil Retumba ;
ladeando sagazmente a queslao, e allereiidoos fados,
sem locar nu ponluprincipal: islo, he o erro eravis-
siiiio coinmeltido pelo dito archileclu, nos FltOX-
rESPICIOS da ubra da cadeia pobllca, de que be
emprezario.
Se o Sr. corresnondenle livesse consienciosa e
verdadeiameule tratado a queslao, no poni princi-
pal. \i> erro cima dilo) e emagado com sua sapien-
cia ao artista apoutaudo-lhe os amores e as re-
eras de arehiieelnra que aourtaana au Sr. arehilee-
lode assim obrar ; oailisla se leria recolhido
ao lilencio; porque alem de lar dcil, ama a verda-
de e ..eseja ser instruido ; mas, sallar do rctico ao
antrctico, insultando, em vez de proluzr urna
honrosa e jusla defeza ; obliga ao pobre artilla a
largar sua eolher e mirlello e laucar mo da penna,
paia defender a veidade ea honra.
Diga-nos, Sr. correspondente, quem fez a cornija
e s Ironlespicios da obra da caden J foi o Sr. Ile-
lumba 011 os seus anleces-ores >. foi u Sr. Ileluinha,
niiu be t pois bem, como he que S. S. diz aos erros
de que elle l.e acensada foram pralicados pelos seus
anlicesiores! bella maneira de defender, negan-
do os faelos ; ou S. S. esla'albcio na malena de
que se Iral.i uu hila sem pudor a verdade ; porque
o erro existe, e nao be um simples erro, mas um
absurdo em archilertura ; e desaliamos lano ao Sr.
correspondente, como au Sr. archileclu para que
nos demouslreii theorieameiite, em como os fionles-
pinos cima ditos ee achara feilos conforme a regrai
da arle e sem erro ligan.
Contina u Sr. correspondente : essas correspon-
dencias nenhuin.i rcspoila lem lida do Sr. Retumba,
que ai ha votado ao desprezo. Que resposta dar o
.">r. Retumba, lenlo emendar os erras que lem felo
nao esla' a obra vislvel, c senos palemes aos olims
du publico, queja' se admira de tanta presumprao
em nau querer reparar lau grandes erros, sem fallr-
uios en oulios menos Viliveit, alm da falla de
seguranca as piisoes, por ler collocado o Iraveja-
ineiilo com iutervallos de mais de duus palmos de
uin a ouiio, dando assim lugar a passsr por elles,
Dio lmenle un preso inais al um boi.
Se S. S. conhece algom autor que manda fizar a
efmalna na cornija que serve de base ao froulepicio,
apontc-o ; desojamos conherer seu nonio para nos
servir de guia ; mas julgamos que sera' du mesmo
aulor, que o Sr. arehileclo liruu o desenlio para as
catacumbas du cemileiio, em que os capiteis das co-
lumnas lem maior Rilara e dobradn saque do que a
cornija. Csi Un verilable chef-d'oeuvre O mais
ui-ignificanle pedreiru se enveignuliaha de ler nla-
neiado lal obra.
Para que serve, Sr. corrcspondcnlc. o |iomposo
Ululo de arehileclo civil, eslampadu nas columnas do
mande Diarto de l'ernamhuru, is-o sii serve para a
Piratona) quando nessa cidade he por indos ..iludo
rjue o .l. Sr. irebilielo, nunca ah exercera seno
ollicins meeanicM, e que neuhum esiudu ha feito
da arcliileclara civil, ser para ccarnecer da Paiahi-
ba, que o lia recebido portal'.'
.Nada se lleve abusar demasiado.
Diz ainda u Sr. correspondente : a Seu crdito es-
ta bem eslabtlecidu entre nos, pois pralicameule sa-
bemoi que suas libras nao se eonparan com unirs
qua, depois de concluidas, Um desabado, dizeudo os
sousempreileiros quenada lem cen isso. porque u
essenciai he galibar dinheiro. seja la como for, para
p-ssar vida de lord la na liaba. Pennilta-nus, Sr.
correspondente, dividir este seu pedaco de eloquen-
eia bajvlaiorift,em tret partea, que donominaremus
de vaporosa a' primeira, meulirosa a segunda e iu-
VejOM a' tercena.
l.'Seu crdito esta' firmado, ou vai-se firmando
a cusa dos cofres publicas pel-j palroDIto ; sendo
pin notar que nao menos de qualru presidentes tra-
balhim nessa barca da salvaran ; ja' incolcando-o o
reneridor da agricultura, ja' o amador das artes c do
commercio.
i."Suas obras decirlo nao deveriam-se compa-
rar com oulrns, porque 110 cumparalivo, deve cu-
rar a igualdtde de preco ; o uue ee mi da com as
suas ebria, que, como bemavnlurado. o goveruo
leu-lhe qoarenli conlus, baveudu quem lizesse por
liinla, e lao bem acabada cumo a pode fazer o Sr.
arehileclo e lem erros. Mas emendando memio
que o Sr. arehileclo faca mais alguma coosa [o que
duvidamo-l a soroma de dez contos de reta olo he
lao insignificante para ser despnr.ada ; peluquea
superioridade [ a bouvesse) nao seria pur sou mere-
cimento, mas sun da maior somraa qoe obteve.
Nomos as obns que depois de eoneloldM desaba-
ram. Quanlas silo, Sr. currespondeule, se S. S.
querie refenraobr da cada da cidade d'Areia,
sej ao m.nos veridico ; eis o que aconleceu : Qaa-
si duus anuas depois da inlrigl da dita obra, e oc-
cupad.i can presos ele. ; desabou 110 rigor do invern
nina paite du oil.ij du ladu do lempo, sendo aita
ruina proveniente de varias lelhas partidas, que se
Chara sobra aqm lie lado, na cornija, coireado as-
sim luda a agua da chuva, iulerna e exleruameule
pela parede abaixo, seu que se mindasse fazer 13o
iiequino concert ; accrescendu mais, o motivo de
nao ler-se delenniuado ainda a ficlura da compe-
le,.le calcada, obra esla indispensjvel para a seau-
ranca n aquella cidade fundada sebre a ara e sem
baso solida.
Eulielanto, apcz.it de estar ja findo o prazo da
iinca ; o seu fiador foi aquella cidade, onde se
achava o seu
PRACA DO RECIPE ai UK JIMIO AS
.1 HORAS DA TARDE.
Colares olliciaes.
Cambio sobre LondresTi 7|8 "III d|v.
Dilo sobre dilo38 () d|V. a dinheiro.
Dilo sobre dito-JH !)0 d|v. a prazo,
I*. Uoroes, presideute interino.
I.. Hulmur..| Juuior, secretario iulirino.
CAMP.IOS.
Sobre Londre, 28 d. a (i d.
Parla, 31li rs. por fr.
Lisboa, !l por J de premio.
1 Rio de Janeiro, 2 por 0|0 de descont.
Aecgo do bance .",0 por cenlo de divideudo por con-
la do vendedor.
o cornpanhia de Beberibe OOJOOO por acrao
n companbia Pernumbucaua ao par.
Ulilidade Poblica, .'W por ceulo de premio.
n o d estrada to ferro M por Ojo di premio
Disconto de leltras, de 10 a 10 por cenlo.
Acges do Banco, 40 a 45 de premia.
Ouro(Incas bespanliolas. 28 a 285.">00
Moeda de 6ot(H) velhas a 4>000. Prata.Palaces brasileiros. Pesos cnliiiiuiari. s. i mexicanos. . . 3000 9JO00 2?000 28000 l80
ALFANDEGA. Rendimenlo do da 1 a 19. dem do dia 20....... 309:4125037 15:0315931
325:0733971
Descarregam boje 22 de junho.
arca ingleallindoolourn ecerveja.
lirigiie inglezJoshua Marx"mercaduras,
(larra americana Azeliifarioha de Iriuo.
Hirea hollandazaSphlntfarlnha leirigo.
Itrigue pnrtuguczJuven Ameliapipas"valias.
Brisue brasllelroMana Luzao resto.
IMPORTaCO.
Ilrigue ingiez oAinaion viudo de Liverpool, con-
signado i James Crablree e.S; C, manifeslou o se-
guintc :
1 laidos de trridos de leia, 11 dilos e 15 caixasdi-
lo de algodao, 2 ditas e 3 fardos dita de la, 1 dilo
casinetas, (i caixas cassas, 1 dita meias, 2 ditas di-
lasdo aigodan e camisas de dilo ; a James Crablree
i Cornpanhia.
4 canas lenjos de chita, 13 dilai e 28 fardos leci-
dos de algodlo, 1 dito Itcidos de laia ; a Rostron
Kouker A; C.
t barrica ferragens ; a F.. II. Wvall.
105 ditas cervej, 9 fardos e 70 canas lecidos de
algodao ; a Adainsoii llowie & C.
1 fardo pilles de carneiro; a Rabe Schammelau
4 Coinpanhia.
8 canas lecidos de linho, 32 ditas e 4(i fardos dilo
de algodao, 5 canas chapeos de sol, 10 barricas do-
bradicas, I dila ferragem, 2 ditas crrenle! de ferro,
i cnenles de ferro ; a Patn Nash & C.
19 tachas de ferro, 3(1 caixas linhas de algodao, 1
barrica culileria ; a S. P. Juhnstun eS: C.
I alimpador de facas patente ; a A. J. Seve.
50 loneladas de Ierro era bruto, (i barras de ferro;
a D. \V. Rwmin.
41) gigos e 1 barrica looca, 10 barris enchadas, 1
quart. la aguarde ule de franca ; a ordem.
40 barricas e 20 barris ceneja ; a C. J. Aslley &
Compannia,
II canas e 10 fardos lecidos de algodao, 3 ditci
baelas, II csixns lecidos de Hubo, 1 dita dito de
seda o algodao, i dita mcias de algodao : a Fox Bro-
ther. & C.
120 caixas folha de flandrcs; a Brender i Biandis.
8 canas lecidos de laia, (i ditas ditus de algodao,
2 dilas dilos de linho ; u .1. Keller A C.
30 barricas enchadas, 12 fardos e7 caixas |e-;'os
de alcodlo ; Barroca & Caslro.
ti quarlolas vinagre, 27 fardos lecidoi de algodao;
a N. O. lliebei & C.
30 canas lecidos de algodao, 4 fardos dilos de la ;
a Soulhall Mellors & C.
24 canos ,. :, fardos lecidos de algodao, C dilas
fazenda e pellcs de csrneiro ; a II. Ciibsoo.
1 caixa meias de algodao, I dita cobertures, 10 di-
dilis lecidos de algodao ; a H. Bruuu & C.
2 fardos lio de vela ; a Scolt Wilson.
4 dilus flzendas de la, 0 dilus ditas de algodao e
laia, 1,1 canai ditas de algodao, 4 dilas dilas de li-
nho e algodao ; a Johiislou Paler & C.
5 fardos lecidos de algodao ; a Al. J. Camello.
22 dilos dilos de dito ; a liaac Corio eV C.
9 caixas ditos de dilo ; a James Hvder & C".
. ditas ditos de dito, 1 dita dilo de la ; a A. J. V.
de Miranda.
5 barricas dobradie,as, 1 caixa ferragem, 2 dilas
lellins, 2 ditas lecidos de algodao, 2 dilas e 2 fardoi
dilos de laia, 17 caixas objeclos de chapelula ; a Ja-
mes llalli ley.
40 bair-i ialitre ; a A. M. Machado.
1 dilo culheres, 3 dilos vidros ; a Feidel Pinto &
Companlna.
25feixes ferro, 2 ditos ac, 1 laia queijoi, 1 bu-
ril lingual, 20 toneladas earvao ; a C. Slarr & C.
Vapor bamborguez nl'elropolii procedeule de
llamburgu, raanifesloo o seguiole :
9 caixas o 1 pacoli fazeudas da algodao e la, 1
dito amuslrai; C. J. Aslley & C.
2vulumes sedas ; a Burle & Souza.
2 canas fazendas de linho e algodao, 2 linas san-
guexuuas ; a I). A. Malheui.
1 raia obras de cturo ; a II. A. Bollgua A'C.
2 lardos fazendas de 10. I caixa fazenda de seda, 1
embiulhu amostras ; a Schafliillin & C.
5 caixas couro de louro, 1 dila fetragera; a Isaac
Curio A C.
3 dilas obras de ouro, 1 dita objeclos de chapel-
leiro ; a crdem,
2 dilas fazendas de algodao, 1 dila dila de seda, 1
parole amostras ; a II. Broun & C.
1 paco te mu-icas ; a I. P. Vugelcy.
2 caixas c2 fardos fazeudas de II, 3 caixas couros,
3ditai fazendas de seda, I embrulho amostas ; a
liiiiiu Munseii t\; Vinasia.
1 cana joias ; a Moreira \ Duarte.
2 ditas sedas e velludo, I dilas chapeos de sel des-
armados, pililos e calcada ; a F. Sauvage & C.
I pacotc i .ui iv..> ; a omeide Oliveira.
1 cana fazendas de la, 1 dita filas de velludo ; a
Feidel Pinlo & C.
cana fazendas de nda e algodao, -Jvolumes e 1
os; a
1 dito dito ; a Julio A. (.. UnimarSn.
2 dilus dilo ;a J. S. B.
1 dito dito ; a Manoel Joaquini J. A Filhos.
I dilo dit i ; a Main ,\ li man.
1 dilo dilo ; a Joso Joaquina R. Lapes.
1 pacato e 1 canute dilo : a Novad A. C.
J canas dilo ; a FilieJI e\ Araujo.
4 cestos e 2 latas dilo ; a ordem,
1 caixulo dilu ; a Miguel Joi Alves.
I dilo dilu ; a Antonio Lopes Peieira de Mella
e^C.
1 dilo dila ; a Dr. Polvcarpo Lape de Lelo.
1 dilo e 1 caixao diln ; a L. de Oliveira Lima.
1 caiaa e volaine dilo ; a Antonio Pinlo de Oli-
veira Ramos.
I embrulho diln ; a Manoel (ionie de Oliveira.
I ditu dito ; a Callos l-'redler A C.
1 dilo dilo ; a L. Antonio da Silva.
1 dilo dilo : aJ. P. Adour A. C.
1 dito dilo ; a Mi-oron ,\ C
1 dilo dilo ; a Manoel Peixolo de Lcenla.
1 laia dilo ; a Aucoslo de Caslro.
1 volume dito ; a Jo*qutm A. Centro da Silva.
1 encapado dilo ; a Citarles James Beusoii.
Vapor inglez o Calla, viudo de Liverpool, ron-
sicnado a agencia, manileiloo o guiule :
37 caixas fazendas dealeodao, 8 fardos dila de Lia,
I dilo lipeles ; a Soulhall Mellors fi ('..
(i caixas lenfos de seda, 21 ditas e III fardos fa-
zendas de aleonan ; a Adani'on Uowie C.
19 caixas fazendas de algodao, 1 dila dila de linho,
1 dila dila de algodao c seda, 1 fardos pannos ; a II.
(iibsii.
ti firdoi manlaa pan selus, 50 barris manlc ga,
200 sacros arroz ; a Saunders Biolhers.
1 caixss fazenda de algodao, 2 fardos dila de 1.1a.
i dilas dila de la e algodao, 00 bariis manteiga ; a
J. Ryder & C.
1 caixa fazenda de algodao e seda. 1 i dilas dila de
algodao ; 10 ditas dila de linho ; a Fox Brothers.
4 caixas bezerro ; a Domingas Alves Malbeus.
(i dilas fazenda de algodao; a Hoslron Rucker
4C.
1 caixa meias de algodao. 2 dilas fio de algodao, 1
dila i i,ras de borracha ; a Feidel Pinto i,- C. /
2 canas fazenda de aluudan ; a L. A. de Siqueira.
2 caixas bezeiros ; n Manuel J. lt. e Silva.
2 canas fazendas de al.odao ; 1 fardo dila de laa ;
a Palcn Nash Si C.
1 cana meias de algodao, luvas de fio e goarda-
; apos de liubo ; a J. C. Avres.
ti caixas queijos 2 barris presuntos ; a M. J. G. da
Fonle.
10 caixas fazenda de algodao, 1 meia dila cha, 1111
bairis manteiga ; a Johnston i'aler ,\ C.
1 caixa conservas ; D. JE Buwmaii.
2 caixas bezerros ; a Timm M. Vinassa.
170 relugioi, (irTcolurauas de Ierra, 5 nlfll ferra-
gem, 2,035 perleuces de caminbo de ferro ; aos
agentes da eslrada de ferro.
Barca americana Azelia, vinda de Kichmond, ron-
signada ; a Koslron Rucker c\ C, manifeslou o se-
guinte:
2,48i bairicas e 200 miias farinha de Irigo ; aos
consignatarios.
Brigue inglez Joshna Mary, vindo de Liverpool,
consignado i Palun Nask C. ; manifeslou o se-
guinie :
48 fardas e 10 caixas fazendas de aleodo, 8 dilas
e i fardos dita de linho, 5 dilos e 2 canas dila de li-
nho e algodao, 20 canas dulas, 30 barricas gine-
bra, 10 bariis oleo de linbaca mi, 40 caixas chumbo,
99 fogareiros, 100 pesos de ferio, lo caixas e 27 bar-
ricas ferragem, 2 ditus panellas de fero; aos consig-
natarios.
8 fardos fazenda de lia c algodao ; a J. Keller
&C
100 barril chambo, 10 fardos c 19 caixai fazenda
di algodao, 333 barras e 115 feixes de ferro ; a
Barraca i\ Caslro.
100 caixas folha de flandres, 30 dilas e 32 fardos
fizenda de algodao, 2 barricas lunas de estando.
50 barris manteiga ; a Iiaac, Curio tS C.
11 barricas dobradicas, 20 ditas enrhada*. (i dilas
ferragem, 3 caixas sellins ; a E. II. vVvall|& C.
30 barricas eucbadas, i dilas ler -in ; a Brander
a' Braudis.
'.' fardos fazenda de algodio ; a Braga i\; Car-
valho.
50 caixas queijos ; a F. G. de Oliveira.
21 caixas e 10 fardos fazenda de algodao, 2 dilos
dita de laa, fi dilos cobertores de 1.1 a, 5 canas cha-
peos de sol di algodao, I caixa fazenda de linho e
algodao, 6 dilas dila de algodao misturado, 1 dila
chales de ilgodao, 2 dilas miudezas ; a Soulkall
Mellors & C.
10 barris manteiga, 5 ditos enchadas, 50 gigos e 1
caixa louca ; a ordem.
17 fardos e 13 caixas fazenda de algodao, 3 fardos
dita de laa ; a II. Gibsoo.
2 canas fazenda de l."ne algodao ; a Timm M. A.
Vinassa.
54 canas e 21 fardos fazenda de algodao, 2 cai-
xas dila de buhe e algodao ; a Fox llralhers.
19 canas e 10 fardos fazenda de algodao, 11 rai-
zas chapeos de sol de algodao ; a James Bvder A; C.
I barrica linguas, 1 cana fanuba dearioz D. W.
Bovvman.
CONSULADO GERAL.
Kenrliminlo do da 1 a 19. 88:9648390
Idiin do dia 20....... fcMBJpsa
Focaran) no porlo : 1 vaporea, I navio eom fari-
nha de Irigo, I ii.ni viiiliu e I Com azeile de pnxe.
Foliaran. : : non carm leeca, j com l.niiin.i de
Irigo, i era lastro, I com carvlu, : de cahotaiteui, e
5com cairei:auieiilo de generoa a laxcuda euro-
eas.
O lllm Sr.
Biprcioi na -.,.
V"' ''' l"i!-i<:nl'> da ortm a I i
*r. prest lente da .mvincM. ,, u fazet w,
lii..., que ..i Os ai ,io r.irr. ni- NJ1 ,..,, .
nenie piuca para
PALTA
ios prerns mrrenlet do wsurar, algodn, mai<
/entro c proucttl liacionars qae w etftf
rliam na mesa do amtuluo de Pernmmtmco
na semana de 22 a SI de junho de 1857 .
. (&
Assucar brauco. .
e masravado.........
u refinado........*
Algodao em pluma de i. sorle
1> 2.*
ii ii .1. i a
cm caroro.........
Aguas aideulesalcool. ou espirite
d'aguardente. .
de cachaca.......
do cann.i" .......
dislilada t du reiuo. .
(jeoebra.............
............
Licor .
4560U
3gMU
,d.
Arroz pilado.
em rasca.........
Azeile de mamona ......
d tt n, om i uin m e de coco,
a a de peixc......
Aves ararat.......
papagaios.......
Periquitos.............
Bolachas............
Biscuitos............
Cacau .............
Cachimbos......., .
Caf non............
w em t-io rcslulbo .
cam casca.........
1 muida...........
Canie eca..........
Cera de carnauba em pao. .
em velas.........
Chulillos bous.........
ordinarios ......
regala e primor .
Cucos seceos...........
Couros de boi salgados.....
i> seceos ou espixados. .
verdes..........
de onca ........
o o cabra coriidoe .
b carneiro.......
Doce de calda.........
i) i> goiaba........
serco ..........
jalea ......
Espanadores grande!......
pequcuos.....
Fsleiras de preperi.......
Esleipa nacional...... .
eslrangeira, nio d'obra
Farinha de aramia.......
milho.......
mandioca......
Foijao.............
Fumo em lolo boni.....
ii ordinario........
cm folha bnm......
a ordinario.....
reslolho......
Gcngibre...........
Gomina............
Ipecacuana*..........
Leuda de^achas grandes ....
u pequeas .
loros
As pessoaa que se propozereni ,.,
reaMlacao couiparc;am na sala ,\^ -
da jui.i.i da facen a .i iihoi. ii>oUI,,,.
imUia ania declarado, pelo men,.-,, r,,1M-
p-tcnieiH.nte haliilitada, iTeilm i ,",,." N
propo! i> devern ser laanjadlaa na ,,,
no da .la ai iiiuaUc.iu, d.sclanii.ii. j '.
niatajao que o pretende ao prer i ,,,.
seoireiece, nao se admitindo aafcrta i ,
Kjl*l ,,na|_
Ai haliilitafoei terao lajnar no du aJleh
mesmo mei.
I. |iara ciislir se manluu atinar o 11 -
sent e publicar pein Diario.
a da tlii'souraria provincial !c
W7 O serr.--
111UI11CHC.V0
-ti lllm. sr. inspector da im-s-j .raru a
2o li,/enJa desla provincia, manda lazar pubii-
-.siiii cu, <|tte, peranloa mesan thesourana, ,
;.', 1 l"i'" elo costume, ha de aer arremata Ja
:iMou *enJa. a quem tnais der, uma norato .'-
alquo.re 2 caada 1-MtKI! srtii.l......i.i...r. 1. 1.._____,_ _'.'
7 M1
7-|iai
1997a
cana la (830
&M: l'ernamliuco 17 de junho 4a
.^ tiri- A"lo'(' 1 -Trena da Au
ranada
botija
ranada
garrafa
ai ion,1
5*00
JNIIO
una
11111
;i
milhciru
. anuba
!SS f?"? PCd'TiJa pela lazenda Muejetol ..*
taWMJ l!er'le,ros J>'- Fernandos Gana, foi alj 1
lguuu Ulcada a tnesnia fazenda : os pretendcnlr-
3atW0 l(""l",reci,m 0o lut'*r indicado, 110 ila t "
laOUU djuliio prximo futuro, as 2 lioni da ui-
;I20 e ; e para oblerem esclarecneiilos a r- .
'JKKio 1 repariic..,. 0f JJM uleis dur,nlc 0 w
.iCiiKlido 5,;u expediciilei.
SSSL creUru H'ooiiraria de fazenda ia
1'einan.liuco, lidejumio d 1847. -Oi.-lli-
ceulo
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ceulo

l'rancboes de amarello de 2 costadas um
lourn......... u
Costado de amarello de :i a 40 p. de
c. e 2 'o a :t de I..... s
a de dilo auan....... n
Costadinho de dilo........ 1
>oalho de dilo........... *
Forro de dilo........... B
Costado de louio.........
Costadinho de dilo........ o
Soalho de dilo...........
Forro de dito...........
11 cedro..........
Toros de lalajuba......... quintal
\ ar.is ile peieira......... duzia
a amjilnadas........ ,
quins.......... 1
Em obras rodas de sicupira para c. par
cixos u D 11 a u
Srs. redactores.Acabo de ler no Diaria de boje
20 do crrenle mez um roinmuuiradu de minha ho-
nesta e virtuosa mnllier, a lllm." Sr.a 1). Imbelina
Luna da Silva Fernandei de Loarein; e a' visla
delle coire-me u censcieiiciusn dever de asseverar,
como de feilo assevero, ao rcspeilavel publico, que
lio pura verdade ludo quanlo se conten em ieu luo
cor: 11 11 nica do ; e que desne agora ppriivn de moilo
bom grado a sua reliinda para a companbia de sua
honeilissima e muito illnttre nli, de nono digno li-
Iho, casado, Mauoel Antonio Feruaudcs Triao de
l.oureiro, ou de qualquer de seus iraloi, uu trnlai,
Ca'ldot e residenles 110 Kio de Janeiro ; poiquanlu a
honeslidade, hunradez e nohreza de cada um dees
iiosos runsaiiguineos e aflius, de que lenho peifelfo
e cabal coiibecimeuto, Inuquillisam o meu eipilto
sobre lodos os espeilos. Oulro sim ; em justa e de-
Vida rtiribaicao ai delicadase lonviveii expres-Oes
coiitula, ni paite lin.,1 ua sen cunimunicado, relevo-
ihe inieiramente, por consideraclo da lionntidada do
Uin [principalmente inspirado pela forca das suda-
rtea de- nossa multa prezada lilha mais vellll, a qual,
pur mutuo acardo entre seus pas e MOI illusliet
nos maternal, o Sr. descmbaiaador Antonia .Manoel
leinandes e soa F.xm. senhora, aeUa meim, lo-
mado sabie o rundamenlo d. ueceindide de apirfei-
coar mata a sua cdueaerin, acompaiihou a seus dilos
illuities lioi para a c;dade de San Luii do Maiianjlo
em bus du ano,, prxima passado, e dahi, 111 marco
du anuo crranle, para a dada do Kio de Janeiro,
para ruja relcela fui removido seu referido lio), re-
levo-lhe inleirimente, eu o repito can: inleiri uln-
e apenas aoni proceaoa apresanloa duendo-ei pie- ririo da mea rvraco, por consideraclo da lioneMi-
p...,., tendo paia indar que as copias .ios hbclloi. duda do fnn, o iinpaniado lueio, a que por lim se oe-
iii.im .lanas :,os icol, pro-es no da :, c 11.0 >e va 1 corren, depon que s,' 1 enuadio que mo poderia mais
ios recibos, molivu que obrigon o llr. ola de direilo cmitesul-lu pela conlina< So das instancias, que al
nao sunniciiir reo algum a julgameulo nene ..a. entao bavia empregado para eomigo ; e inevero-lbc
Agora, crino abeldado, penante o que faz o Sr. peanle o iit| eilavel publico, qne, deoeia qoe aosn
jniz iniiuicipal cen o esciivla que dentro de i- "- 1 '-i...............1 .------- 1-
empreileiro, e lizera.n Indos os re,,o.
neces.arios em olla obra, sem que os corres publi- 1" ?, bordada, de velludo e pann
cm, solTressem o menor prejuizo, o que lilve nu |
iril u Sr. currespondenle, se se achasse em seu
lugir.
3.' Desejariamus saber, que rclarao oxisle entre
os erro.- fciloi pelo Sr. Kelumba Da obra da cada,
com o pauar vida de lord l na Italia '.' pode haver
maior pedantera !! Se o Sr. correspondente bein-
Vejse, faca o ir tmiii. ; o Cimioho he franco, c ape-
zar ie nao haver por ora neanuna rxposu.au na Ea-
ropa ; todava podea S. S. fatar-se adnirtr pelos
seus tlenlos scieiilificos, e salba ue quem fui pas-
tar vida de lord na Italia, nao l'oi cun dioheirus ga-
uhus seja la como for ; idas -un cura dinheiro bel-
lamente ganliu pela sua aite e din o suor dj seu
rosto, (se souber du contrario, pruve-n, poimtavan
em seo direilo en gisli-lo a seu bel prazer e da
me-lhor maneira que man ihe agradasse ; pois gas-
laran o que era seu e nao deiiaram aqui calules, u
que nem lodoi poderlo wim dizir.
Por roiisiqucneia pode o Sr. currespondenle (nao
diremos latir, porque nos prezunas) dizer o que
bem Ihe parecer, porque nao oslamos no lempo da
igiioianna, para que o Sr. aichilerlo. nos venhi im-
I Ingir gatu por lebre ; convindo enlielanto resguar-
dir-sealera das bulas dos li-caes, do ulbodo arlisl.;
e reparar o mais breve possivel os erros que se
II Imiii em dila ubra ; pois errar be de hornein e lei-
mar he de b.
O artista.
raralnba. '.I de maio de 1857.
-Pwt 'icacSjj ($pe\
fu.
1 o etcrivlo que nei.trj de mal
Irinhi dial ulo prepirn......- pr. cessis, sen'o que
M.iinn mais de viole-- 1 eso na cidria do-la cida-
de, afora os que estavim ubi na ra'.i de delenflo,
dos qai dez che rim aqui no dia '.I do roirenle .'
A ampolbeta Irabalhun ; poii noi diaiS.il e 12
l-r.iin api. srnla.loi cinco pioces men o dons, no legando om, e no lerrciro doui, cen-
d H.....juii municipal rappli nlc, Manoel l.eii.-1!.-
lievedu, Ira a a,iii-e-ilai.au de um 111 cesso, no
qual nao funceioinHi o proprietario, 1 or ler sj-
do o crinie perpetrado em casa de
dade.
liepois do muito esperar Irmos a resposl 1 do noiso
pr motor ao joiz ra&i.icipal Xavier Le|.e=. e pare-
eeu-me aleuma censa comedida, sendo que ad-
mirei qu um amigo de dilo juiz exicisse a -o-, n
sao dn |ui;i du publico dahi, diado romo raz.iu a
ausencia delle era Caruaro', parque cm ila raspw-
dn
i filbo
ten. o
ui.iiiiei:|.,di sna Fac'oldadede Direilo oh
ei,1,1 de brhaiel formado, e logo que eu
ron a a minlia jubilar^., poderlo rcitoarie, no
caa da sevnioi amb s vivoi, 11 >us hunrslas i lou-
vaven espvranrai, so pur ventura o seu geuio lio for-
te, roma be o meo, segando iai prnpria coulis-ao,
m enllo te lien lomado mais brando, romo sempre
Ib pon '-i 1 i|,i.....u de r.. o c .-.. une inleiameii
,'. r, um iihi o rom .1 natural Oociiida'le do sou sexo :
pelo que- prrtrnce -.< Inalleravel pene've-
dade 1 njogal, que iacessanlemeiile
ua pr.'pne-1 nic lem guardado sni inda a |. nga dorarlo do nonio
consorcio, o meo ispinle lira inleiraniiite soeegado
c llanqui,In.
Pera porlanl eacaraeidemenle aos Sri. redaeto-
,re, e piimipilmenle un rnpeilavel ptoprielaiio do
\Diario de l'ernamtmco, le digoem de dar lugar a
jpubiirac.io dula meu comnnaicado emiegumenlo
tto de minha digna naiber, vislo que ella pedia que
i'anra na delidade
i orno tosejamos que os nu me tusos ami-
gos in Sr. :. imano Francisco Ue ulivci-
ra ii.'in ignorem o que diz respailo i loiia
do dislincto actor, publicarnos i bella poe-l
sil que oSr. alendes Leal l!e dcJicou por i
de Iheofferccorumdeseusdn mas,
a i|iinl poi um feliz fcaso nos veio .1 mo, e
prova 1 vcrdedi ira estima que o Sr. (norma-
no soubc grang:ar 1 or loda a paite onde
ijiici que sl apresenlou.
A (.EI'i.MANO FRANCISCO DE OLIVEIRA, EM
Mr.NAL DE VEIlDAllEltA AMIZADK. OF-
li;i::. EMin-i |K i; DEDICANDO-I.IIE O
DILUAI KU-fcL DE CAMl'KONDOxJ. DA
SILVA UENOES LEAL Jl MDK.
Acalla, arista eximio esle liibulo
i.lue vem do curaclu ;
Ss 110 v.iiur be parco e diminuto,
lie grande na inlen(lo.
feos .'..es ronheri. 1 loare nobre
Qae U enrama essa liunle,
Brolau lo em llar, de iiovs llore cobre
O leu largo hoiisuule.
:I0 caixas queijos ; a Tasso e^ lrm3o.
2 lardos fazendas de la e algodao, 1 pocote amos-
tras ; a Paln !>ash & C.
5 eaixaa queijos ; a .Manoel Joaquim R. e Silva.
2 dilas fazendas de algodao, 1 pacole amostras ; a
Soulhall Meilars & C.
1 cailai (alendas de seda e algodao, 1 pacole a-
nollrai ", Hoslron liooker & C.
(i caixas eomedorias, 2 dilas calcados e grvalas ;
a Francisco ornes de Oliveira Sabriuho.
22 caixas fazendas de algodlo, 1 pacole amostras;
a James Hjde & C.
2 pacotas amostras ; a Fox Brotben.
I dito ditas : a N. O. Hieber ; C.
1 pacole amostras ; a II. Glbsua.
0" vulumes e .1 caixoes objeelos de ferro para a
eslrada de ferro ; aos agentes da meszia,
17 fardos e 7 caixas fazenda de algodao, 20 dilas
dila de buho, lo f.irdus los ; a Adarasrj'liowie
eV C.
_':i caixas miudezas, i barricas ferragem : a James
Ualliday t\ C.
50 pacules ps de ferro, 1 caixa ferragem, 1 barri-
ca entilarla a S. P. Johnston C.
I rana fazenda de algodao ; a L. A. de Siqueire.
II fardos c S. caixas fazendas de algodao ; a Ros-
tron Roolur i, C.
:1S gigoa e !l barricas lenca, 7 caixas fazenda de
algodlo, :i ditas dila de linho, ;) ditas meias de algo-
dao ; a Johnston I'aler e\ C.
lil barias de ferro para a eslrada de ferro; a corn-
panhia,
Ilrigue inglez Qnirkotep, vindo de Londres, con-
signado a Itolbe c\ Bldoolac, minifestou o seguintc :
10(1 barril si liirc ; a F. (;. de Oliveira.
1 dito vidios ; a Luiz Antonio de Siqueira.
1 lardo laprlei; a Se,ni Wilson & C.
2 barris vmho : a Fox Brolaen.
1 dito dilo j a II. liibson.
1 colza petfumarias, I dila selus ; a onlem.
2 litis ehapos de retiro, 2 ditas dilos de paltia ;
a I. uno & C. '
:.0 barril atlre : a Rodriguei ,\ llibeiro.
I relia cano rompido a \v. fjiy.
.Mal buril pollina ; Antonia Josa de Castra.
1 cilll rhapeos de sol de sd? ; a J. C. Aires.
700 barris plvora, Inu ditos chumbo, ':,() dilu
salitre; a Vrenle Alves de Souza Carvalho.
12 birria e 20 volumei tinln, 2 buril oleo de li-
utlaca ; U. .'. f Olivilra.
32 volomei pregos, 1!) dilos rabos, ^',2110 dnrmen-
les de madeira, G pocas de pao, 2 moldes, 11 fei,e
de chapia de Ierro, li vraggoot, J caixas furnias ; aos
s:> riles da eslrada d> ferro,
\ a por nacional a Piran, procedente dos porlos
do ni, minifeslou o serumle :
G canas rapo ; a luac, Cuiin & C.
i vi lomes igiiora-se ; Jle F. P. Vianna.
:i dltM dilo ; a Bastos & Limos.
2 ditos dilu ; a Joao Pinto Regs de Souza.
93:4329022
DIVERSAS PROVINCIAS.
Rendimenlo do da 1 a l'J. 5:9249717
dem do dia.20....... 9 6;8',llic(iSS
DESPACHOS DE EXI'OHTACAO PELA MESA
DO CONSULADO DESA CIDADE ^0 DIA
20 DE JUNHO DE 1857.
Uibrallartingue inglez uUoresIricled, N. O. Hie-
ber ti C, 1,127 saceos assucar brauco e raasca-
vado.
(jibrallar liaren porlugaeza Flor de S. Simio,
Saunders lirolliers & C, 270 saceos assucar
bronco.
GenovaPolaca sarda oMaria, Basto & Lemos,
i 10 sacros assucar raascavado.
Buenos-Ayres Polaca hespanhola Madona,
Bailar A. Oliveira, 2 pipas agurdenle, 2 dilas ei-
pirilo.
Lisboallrigoe porluguez oPescador, Novan &
C, 550 saceos assucar brancu e n.acavado.
Lisboa Brigue porloguez iTarojoIUs, Manoel
Juaquira llamus e Silva, 150 saccas algodao.
Rolherdain bseuna hollandeza iiUspeculanleo,
liu u Je i a Braudis & C, 1,380 chifres.
EXPORTACAO".
Lisboa, barca poilugueza Mara Ins, de 380
toneladas, ennduzio o seguinle : 1 barrica 1,880
saceos com 9,153 arroba, do assucar, 1H( saccas com
907 arrobas e 28 libras de algodao, 30 pipas agur-
denle cari:.i,.a. 2 i.in pn-- e 135 cascos niel, 28 pran-
clirs de amarello, 12 paos de cicopira, 2 canas do-
ce, 8 barricas vidros quebrados
Havre, brigue fraucez nFernandu, da 315 lom-
adas, condono o seguinle :2,000 couros, 301 sac-
as eom 1,G3(i arrobas e 3 libra de ligedlo, 2,050
arcos rom 10,250 arrobas de assucar, 1 dopala-
ees, 2 caivoes de flores, I dilo caiacas de seda.
Liverpool por Macera, barca ingleza Mary Wil-
snim, de 415 toneladas, conduziu o segoinlc :J}tl00
sacros com 5,500 arrobas de assucar.
Iiibniliar. barca purlugueza Flor de S. Simios,
de 511 tonelada--, rindn/io o seguinle : li.un)
saceos com 30,000 arrobas de assucar.
RECEBfcDOHIA DE RUDAS INIEIINAS (E-
HAES DE PERNAMBUCO.
Rendimenlo do dia 1 a 19. 18:290-556
dem do dia 20....... 1:2685709
19:5599265
CONSULADO PROVINCIAL.
Hendimenlo do dial a 19. 57:7205719
dem do dia 20....... 2:3652027
Mel. .
Milho........
I'a'.irn ,1. fitnotnr
a [illnir .
" o rehuios .
Piasava em roolhos.
Ponas de boi .
Sabio ........
Salsa paniiha .
Sebo era lan.a .
Sola ou vaqueta .
Tapioca.......
I nhas de bui .
Vinagre.......
. camilla
. alqueiro
. um
ceulo
i
m
i
moto
cenlo
pipa
RIO 12 DE Jl NUO DE 1857.
Cotacocs o/liciaes du una das correlores.
Cambios.Londres : 27 3|l e28 d. a 90 ds.
Marselba em Pari : 343 rs. a 00 di.
ti. Iludsou, presidente.
Jola Sevennu da Silva, secretario.
Ai Iransaeres em cambio boje nao foram mullo
imporlanles; huuve taques sobre Pariea345li.
60 ds. e a 313 a 90 ds.; e alen; da rllelo sobre
Lunores negociaram-se letras a 27 7|8 a 60 e 90 ds.
\ endeiim-ie cerra de 10,(KW saceos de cafe ; e fre-
laram-se duas embarra^ues tuecas para o Canal,
nudo uma tomada a 42,6 e a onlra 35 s.
13
Cotacites o/iciae' da unta das correlores.
Cmbius.Landres: 27 3(1, a 90 da-.
Acroes de cuinpanhias.Banco do Brasil: 1053 pre-
mio para o fnn do mez.
Ceorge lludson, presdeme.
Ju.lo sjevenuo da Silv, secielario.
(Jornal do Commercio do Rio.)
ciai-uiior, E-niDu Xavier RejeMajaj de vlei a
o lllm. .sr. lanimi o. atonnnla piov.n-
Cial, em ruiupiirueulodi roolurlo da ,ani 4. ii-
ou.li, aada lazei publico qoe Badea fi ao r.-
reulev.i novameole i pea re pata ser rre.i,i.
a quem aaaal der, o reiidiiiiruli- do imp, ,1* a, .,
poi ueula sobre u insumo di d'j^nilenie .u.
uicipiu da SeiiLhaem, avallado 1\- |,, .,,.,.
F. pan Coiislar se inaudou afluir o proeale r
publicar |ielo uDiiun.
SecrcUr.a da Ihpnoaririi piovihcnl de Pen,M.
buco. I.i de jiiulio de 18.57.O vecret.n, Al.*,-
reneii.i da Aiiliuiirneo.
O lllm. isr. ir.spcclor da thesourari,
pioviuciai, cm cumprimeiilo da ruaolu<,A-l
Ua jimia ua fazenda, manda fizar n
que a arremalacio .la obra do aipoJiam.-n
to do aterro dos Afogadoa, bu iraiiM.-i .1.
para o da 2i do coirenle.
E para constar se niaiidou ailisar o prin-cii-
te, e publicar polo I-rio.
Secretaria Ja thesouraria provincial Ja
Periiamtiuco. 1 de junho de 1857. O secre-
tario, A. F. da Aununriac,2o.
O Dr. Anselmo Francisco l'erclti, rommen-
dador da inperia! ordem da Rosa, jui/ de
direitoespecial do commercio porS. M \.
'-? e G. ele.
Fa;o saber aos que o pre-etile cdila, vi-
rem, que no lia 22 do crrenle, so ha le ar-
rematar por venda a queiu nai< der, na sil
dos auditorio, a depuis di auoienea iie>i
j_iii/ii, a pela Rosa de nacao, aviluda pejr
7003 rs., e penhorada por execue,2o de aiim-
rim & Irania, contra Jos Carreiro da Silva
C nao liavendo lancador que cubra a avalu-
ciio, sera a arrcmatacJo feta pe i preco ua
adjudicacocom o abalimeoto da lei.
E para que ebegue ao conlieei mnitn de in-
dos, mandei passar edilaes que serle, publi-
cados pela imprensa, e allinidoa nos lu,;i
res designados no cod. <-r>minerrial
liado e passaJo uesla cidade do Hecile. ao>
9 de junho de 1857.
Fu Maxiimano Francisco Duarte, earriv-in
0 subscrevi.
Anselmo Francisco Peretli.
O Dr. Anselmo Francisco l'erelli, con. assaa-
dador da imperial orden da Rosa aja
do direilo especial do commercio, por n.
M. I. e C etc.
Fiq saber a.is que o presento edital ae-
rea., que no du 2 de julbo se lia de arreen,
lar por venda a quem mais der, depoi, .|,
audiencia deslc juizo, os escravos Maguinle. .
3n a pi .-,, paulo, nUdo de xo minos, por
l.900rs. l :. M i a ido, \ .-.de U .
porl:lu-3 rs.. Lluuleno par Jo, ida le a aaj-
nos, por 900c rs. ; Valenum,* |>aido. iim.<
8 anuos por 00/ rs. : ilauocla, parda, i I
50 anuos, por 300/rs ; Demeldes, paria,
idade 21 anuos, por |:|00i rs ; Renoval,,
parta, lade 2 annos, por I:l9ug rs. ; Lasto
za,idade50annos, por 00/; Arabroza, par-
da, iiade lOaiinus, pur 900) rs : cujos r>
cravos v.io a praea pn. c\ccuc'i.i >i i ,n >.
Joaquim Cavalcanti de Albuquerque, conlr
oslicrdciros de Manoel Joaq .im de Vascon
cellos, e uo liavendo Ungidor que cubra
preco ila aval i.u; m, sera a arrematacii > Wlta
pelo valor Ua adjudicaco com oabatieaevto
da Ici.
E para que ebegue ao cinhecimcnlo uo
todos, mandei pastar cdilaes que serio i-u-
lilieados i ela imprensa, e all vados nos lu-
gares designados no coiigo eommercial.
Dada e passida nesu cidade do Rcale .1
l'ernamliuco aos 8 de mo de lao?.
tu Vaximiano Francisco liuarie, HNaasa
do juizo especial do cuinaercio, v aubs-
crevi.
.lusolmo Francisco Pereui.
SOouiu
1I9UUU
stiio
"ornio
.-5U.I
89U0U
6\goou
."|-ll!l
SkvSOO
:wkju
1?2.MI
3000
l>!2l)
1~2MI
269OUO
l C20U
:it-i*i
3'iO
i.rn ni
38(10
3200
4.>200
312(1
I'J-JIIOII
I30
:i>siiii
33201)
MOO
303000
Kptou m ente $0 pono*
Navio cima 10 no dia 20.
Cardiff e Cdiz98 dias, e do ultimo porto i, bri-
rue inglez oCorbiere, de 227 (oneladis, capilao
T Pomgdestri, rquipagem II, cirg canas de
pedra ; a Scolt Wilson. Perlencc ao pollo de
Jersey.
>'avio shidns no mesmo dia.
Canal pela l'arohibaKriiiue inglez "Arenan, capi-
lla W. ILitchiii, em lastro. Pas nii!l Caual pr Saab sBarca ranreza Carlhagenp,
capilao Saint Martin, em lastro.
Para e porlos infermediosVapor brasileiro nl'ara-
na'n, roinm.untante I- F. llorgei.
lb**te**
MAI'l'A rrmonsfriier) d'agua barra deslc porto na semana ltimamente
finia.
(0:01377C
FAR(.".A DO RECITE, 20 DE JUNHO DE
18J7, AS 3 HORAS DA TARDE.
ferlsia semanal. |
Cambios Em consequencia da espea do va-
por de Suulampton os saques fo-
ram continua o. durante a se-
mana, regalando sobre Londres
de 27 3|i, 27 5(8. 27 7|S e 28 d.
por 1?, a liO e 90 dias vista ; e
sobre I'aris de 346 a 318 rs. por
franco ; e boje fixaram-se as
Ir.iinarrijes a 27 7|8 a 90 dias, 2li
a 60 dias, 28 a 90 d. rom prazo.
Algodao-------------Vieran ao mercado (i(ij laceas, e
os preros suslenlararn-se de 7\>H()0
a 7t'.MK) por arroba, sem esculla.
Assucar----------Eutraram 10,221 saceos. O brau-
co conlinunu a vender-se de
19400 a .iMOO por arroba ; o mas-
cavado Lisboa 43200, o America
de 338HO a 39900, e o Canal 38700.
Couros-------------- Venderam-se de 330 a :!ill rs. por
arroba dos seceos saldados.
Ha<-all.10--------- Nao houve entrada e o deposito
pde-se dizer acallado. Ketalhnu-
de 193 a 203 por barrica.
Carue secca- As vendas) regularam de 5S300 a
~:3i00 por arroba de Huertos A>-
m, e de ."13300 a .13800 do Rio
(laude do sal. Ficirun em ser
17,'.HK) arrobas da primeira e
30,000 da secunda.
Farinha de trigo-O luprimenlm tein continuado:
chegaram 1,900 barricas de Iries-
le, 800 de Lisboa e 2,584 de Ri-
ehinoud, e sesuio para u sul um
caneuamenlo de Nevv-(>rleaii-'.
4
=
Nominaco dusdias. I'reamir. Baia-mar.
~ -

B
li 22 Domingo . 11 pes iuulezes 12 ps iuglezes
L. 23 2.a fcia. . 14 11 12 a
Ib 21 3.a fera. . 1 i 112 u IM|2
17 i I.i feira. . 111(2 1: 111 \> n
18 2b '.>.' feira. . 1.1 u II Ira a
19 1. 6. feira. . l">1|2 lll|2 >
20 -s Sabludu . 151 |'J 12 i.
Observactlo.
>o* d'fTeri ules aucoradouros do purto oicillou o
haixn-mar de 14 e 90 a 15 a 21 ps io:leze<, e o
preamar de 22e 20 a 22 l|2 e 31. Em 20 de junlio
de 1857.Jal Fansluo Porlo.
i
(J lllm. hr. Insperlor da thesouraria provincial
ern cumprimenlo d.i ordem do Exm. fr. presidente
da provinria de .", do cnenlo, manda fazer pabUei
que nu dia !1 de julbo prximo vindouro, porania a
(unta da fazenda da mesma Ihewararla, se na de
arrematar a quem por menos fuer, a obn dn icbai-
xainenloda ladeira doencenlio Velho da eslraJada
> icloria avallada cm 6:(;0O#.
A arremataeo sei fela na forma da Ici previa
cial n. 313 de 15 de maio de I8"il sub is clausu-
las especiad abaixo copiadas.
As pan ai que >e propozerem a esta arrinialac.'o
coinparpcain na sala das so-Oes da nesma janNi no prcl I.
dia acuna declarado pelo un 10 da cumpetciilemiule '
habilitada!,
E para conslai se manden allixir o presente e pu-
blicar polo Diario.
Secretaria da Ihesoinaria provincial de Permm-
Relalboo-ie di ItiiOO 1 I7|000 buco l-idejonhode 1857.O s>cielaiio,
1 de Haliimore, de II3OIK) a90S| .A F. d'Aanunciagle.
Clausulaseipeciies pin a arreraa!ac.io. da, c vados 16;
I." O rebaisamenlo da ladeira do nuenlto Velho, 142 : boliVes iae
ser leilo de coolormidade con a planta, pape- c relio, rain n. t'i
oieamenio approvadin pela directora ern eomelhu, eom o me.M 1
e sobmetlidoia approvacio duExm. Sr. prcsidcuic
da provincia na Imporuocia de 6:60f.
2. ti arremalsnle dar ei nejo ai obras no pra-
zo de um mes, e as concluir uu de S, ludo coi la le
Conforme o rc^olainento.
3.' o paeenento sera feito em
i'-uaes, nudo nna qonndo (iver
"lia e a onlra a concluir.
l.'i Para ludo o
ncstai rlausulasnu
determina a 1 1 n. 5180,
de Niw-Orlean, de 90rO00 a |
_-~i IM .1 de I hiladelphia, 2ivll0ll
a 903000 a de Richmood, de
2lij a 979 ade'lneste. Existem
em 'or 5,000 barricas da primei-
ra, 13200 da segunda, 3-MI da
tercena, 59500 da qnarla e 1,000
da quinta,au lodo 22.500 barrica-.
Descont------------Conlinooa de 10 a 10 l|2 pur cen-
lo au auno.
I rele .------Do algodlo de Macebi para Li-
verpool a d[S por libra. Du aiso-
car desle porto para o Canal a :!",,
para Liverpool a 2"> : para o Bs- '
tadns-Lnidos rarrrgaudo em Ala- ;
cei6 edeclunn se um fretameulo
700 .erjlglobo. '
10." baUlhSoa>a afneUiia.
I ivnis de 106 lolias I
i .iiainonlii dos iiiu-,ieu> do mr.-nio i.a-
lalli.'ni.
Panno ineacla cor de cale, cura
to dilo azul, eofadoa Ji; canaenara em <
mais que nao
mror cimento,
duai prestac-><
fellu niela.le' da
rsliver dispi la
- stguir.i o que

Pela luspecqao'da rlfa-idega ae faz 1^1-
Dlieo que do 1. e julbo em diante, podr-
ro agenciar negocios que Corram pela dita
reparticS: |. os donos 01 ronsigmalarii
das mercadoriis e embarcaces ; 9 os m-
xeiros despachantes auloisados pelo inspr.
lor para os negocios de seus palie* ; e *.-
os despachanles da airau.iet.-a com ai.ton-.
co porescnplo do dono, ou cnnsignitaii
das nu-rcadorias e embarcacoee. Oi.tu.
quaeaqejajr pessoas que se aurocut-r-m -1
despachar ou agenciar negocios na afn,.
;;a, incorrerao pela primrna ver o a umita
de 10-?a Ido- is, pela segunda vez, na do
doliro, e pela Icrceira na do Iripld al. m .
Ilie Mf vedada a eulrada na repartic5i. \
ini'smas penas incorrerao oscmixiros ataa-
panhantes que agenciamm oulro- ne-oci. -
que que rio foro os de >eus patrises.
Alfandega de Peruatnhuco 18 a junuo .!<
185J. O inspector, Uenlo Jo^c Feruuli
Barros.
-O inspector da alfandega dcrlara .,-
senhores negociantes que quizeren conli-
nuj a ser *>signnles do i. oe jullio rm *i-
anle. quednver5o aprcsentar-lh c-
querimentos designando seos liadores, e
importsncia da lianca, islo lie, a do> Jireii.-s
dns mercadoriasque proteiideiem despacliai
a crdito mensa I mente.
Allandega de l'ernaniburo lude junho :
I87. Denlo load Fernindes Harro-..
A arrcmalaeiio dos objeclos perteii-
centes a prosa do palhalmle mvreiio. tara
lugar na secrelana da polica, as II leaoja di
machia do da i. de julbo do con, ajbj m
no, visto mo ler podido ler lugar ni da 17
do correle; mez de jun'io.
COAsEl.lll Al'ill .|MKAII\U.
O consellio ailministralivo ten tlcrnirpiai
o seguintc :
Para o \- !)al.iIh5o de artilharia.
I.ivros em brauco, mea 200 Raassaa 2.
Companlna deailili.. -
Litro de mu fmias i.
8." Iiatalbo de iiinlana.
I.ivro .te 150 (blatas, com a lirnoniiiin .. 1
da auxiliar o livro aseastra geni das psaeaa
eAVetivaa, riacado toaexoreM eun
meat o Itvro, i- i, ,, ,.; :., racaa
Conforme.O secretar o,
A. F. d'AuovnciarJo.
Ina 1 rali vara
lea nmacxm n> tai a *
:.7ci ; sjab 1 jiequeiro lite
l'JIII TO 169; Ill'll.I"'! '"'
forro, covados II : bou"!.-* d. pahiio 11. *-
ila, 1 ni vistas Bucarwadaa -' ; Jrar jii, 1 *-
res 97.
1 ortalesa a> i; isa.
l.nro embranco paatodo, do lo
para registro de oliiei-i> 1.
Servico lia careila do beapitoj i
Aivaa 9; amitasSi brtmtmtS, Ih.i^
gran les ira eokrii o calis, sen 'o 1 l.m.ea
e encarnada, e mitro rosa e vei.lc lj 1 ,- -
las coa suis eSMaias e manpulos sen lo urna
MUTILADO


ILEGIVEL


DIARIO DE PERNAMBUCO SEGUNDA fEIRA 22 DE JUNHO DE 1857,
_ No dia 25 de,le mez espera-so de Antuerpia I ColhinDentO ie Nona Senliora ila Concei-
lavatorio do folha de Uandres pin- Soolhjmplon, o apar Ingles ll\ JASPES, primeiro .-iio de Olinda, cujas rodas andam no
leM* linha, o qual, depnis da (ternura do cuslume, V. .j-
tegulra par U.ilna e lim de Janeiro : para passaiiei-
ros, ole, trata-se no escriplorio dos agentes tleu-
rj lorsler & C, ra do Trapiche ii. 8.
branca o encarna.!, e outra rAxa e verde 2 ;
cingulosS; corporses4 ; calix de prata 1 ;
colhor de prata 1; castraos de inadeira pin-
tados do branco 12 ; e>ii\a de prata para San-
tos Uleos 1; commoda grande para guardar
os objectos da cnpella I ; estante para o mis-
sal 1 ; estola pequea de velludo preto 1 ;
paHielas do vidro com pratos* ; lampada pe-
quea 1 ; lavatorio de folha com bacia 1 ;
nnssa i j opas de casemira encarnadas;
patena de prata 1 ; pedra d'ara t ; pala Ue
brim 1 ; roquetes 2 ; sanguiohos 6 ; secra-
nu com chaves de prata I ; losillas do al-
tar 3 ; ditas para lavatorio ; veo branco 1;
dito encarnado 1 ; dito roso 1 ; dito verdo
1; velas da libra 12 ; sacras do aliar 3 ; lau-
toi nas 2 ; umbella 1.
Capella da fortaleza do Brum.
I aixinha para Sanios (Jicos 1; caldciri-
nha de metal para agua nula 1 ; rampa de
metal f
tado, com torueira 1 ; umbella 1 ; lliroiiclo
para o Santsimo Sacramento I ; panno de
lustrn roso, com 14 p' Irnos do comprimen-
to, e 11 ditos de largura 1 ; relogio de pa-
rede com campa 1 ; turibulo o naveta com
colher de metal 1; toalhas com palmos e
comprimento, para as banquetas i.
Concert, pintura em 12 rastilles, e 12
ramalht-tes da mesma capella.
Concert, pintura, e envidrac,amenlo nas
3 sacras do tltir.
uoursr o cilix e a patena.
Botica do hospital regimen'.al.
Seringas de metal de capacidade de un-
as para tnjecces 6.
Quem quizer vender taes objectos, apr-
sente assuas propostas cin carta fechada, na
secretaria do conselho as 10 horas do dia 22
do corrente mez.
Sala das sesses do conselho administra-
tivo para fornecimento do arsenal de guerra
15 dejunho de 1857.Manoel Ignacio Bricio,
presidente Interino. Bernardo Pereira do
Calino Jnior, vogal e secretario.
_ A mesa do consulado desta cidade,
vista da autorisacao concedida por a llie-
sonraria de fazenda, em portara do 13 do
mez corrente, compra para o servigo das ar-
queares dos navios no ancoraduuro do mos-
queiro, um escaler novo e bem construido,
de 4 remos, e a n3o haver novo, convida a
quem se proponha construi-lo do boas ma-
driras, com solidez e perfcicSo. O nacional
ou estrangeiro que sa queira encarregar,
comparece na mesm repartirlo, das 9 horas
da manhaa as 3 da tarde, nos dias uteis. Me-
sa do consulado de Pernambuco 15 de junho
de 2857.O administrador,
Jo3o Xavier Carneiro da Cunha.
Pela'recebedoria de rendas interna*
geraes, se faz publico que he este o ultimo
mez, em que tem lugar o pagamento sem
multa, do segundo semestre do exercicio de
1856 a 1857, dos imposlos seguintes : deci-
ma addtcion.il de mo morta, imposto so-
bre lojas, casas -le desconlos etc., dito so-
bre cesas, de movis, roupa etc fabricados
em paueslrangeiro, lindo o iual sera co-
bradoxom a multa de 3 0|o.
Recebedoria de Pernambuco 2 de junho
de 1857.O adminisrtador, Manoel Carneiro
Je Souza Lacerda.
ioiiipauiiii
DO
Bcberibe.
Tendo-se arrematado todos os cliafarizes
dus freguezias do Recite, Santo Antouio
e San-Jos, tera' lugar a arrematarfio dot
quatro da Boa-Vista, no dia 23 do crren-
te, j)elas 9 lloras da munlia, no escrip-
torio da coinpanliia, ra Nova n. 7, pri-
lueno andar; a base para a dita arreuia-
tacohe: ponte da Boa-Vista, fchafariz
e bica) 5:300$, eaixa d'agua 4:200s, l'ra-
ca V:000, Soledade 550$, tudo por um
anuo e sob as coiidicoe
companhia
de
paquete i t vapor Bti-
ga-Brasileira
PROVINCIA.
O Si". lliesoureiro das loteras manda
fazer publico, que se acham a renda, no
pavimento terreo da casa da ra da Au-
rora n. 2li, das '.) horas da manhaa a's 8
da iioiti'.bilheti'S, muios e quu tos, da se-
gunda parlo da piimeiia lotera do le-
lliiinuuto de Nussa Senliura da C
; ::
publico.
O vapor hlice CELT. sahir.i para Bahia ube
hado 20 do cnenle, a a mala l-11 -t- no crrelo,
i 10 lioras : deve-se adiar aqu de volla, para car-
regar para Liverpool, al o lim do me/..
Para o Porto a barca portugueza N. S.
da Boa-Viagom, pretende seguir com a pos-
si vel brevidade: quem na mesma quizer
carregar ou ir de passagem, para o que tem I em um lenco
asseiados commodos, dirija-so aos consigna-
tarios Thomaz de Aquino I'onseca & Fiiho,
na ra do Vigario n- 19, primeiro andar.
Para o Ro de Janeiro.
Vai seguir com muita brevidade, por ter
parte de seu carregamento prompto, o bn-
gue nacional Mara Preciosa, cepitao Fran-
cisco Alves Meira ; para carga o passageiros,
oscravos a frete, paia us quaes tem excel-
lenles commodos : trala-se como seu con-
signatario Francisco de Paula Figueira do
Saboia, ero sou escriplorio ra do Apollo
n. 5.
PAKAOCEAIU'.
O hiato novo Olinda, mestre Custodio Jos
Vianna, para o resto da carga, trata-se com
os consignatarios Tasso limaos.
cujas
de jtinlio.
Tbesouraria das lolerias 20 de junlio do
1857.Jos Januario Alves da Muia,
escrivao,
O Dr. Antonio Jos da Costa liibeiro,
fica encarregado, na ausencia do Sr. Iir. Joilo
silveira de souza das causas em que este Sr.
fnuccionava por substabolecimenlo do Sr.
Dr. Jos Bernardo Calvao Alcoforado, em
consequencia do sua viagem a Europa. Quo-
rendo pois algtim ilos cnnstituintes daquel-
les sen llores, entender-se com o mesmo Dr.
lbciro, a respeito das causas pon lentes ou
de outras que qnciram iniciar, nevera din -
gir-se a ra do Crespo n. 6, primeiro andar,
escriplorio dos Drs. Alcoforado*.
Perdetl-se no dia sexta-feira 19 do cor-
rente, um allinotc esmaltado, embrulhado
desde o aturro da Boa-Vista
at a rna de Hortas : quom o achou, que-
i endo restisuir, love-o ao aterro d < Boa-Vis
l n. 26. segundo andar, que sera generosa-
mente recompensado.
Compram-se s boje, moodas do uuro
de IO5 e205, com o premio de meio por cen-
lo : na ra da .a.loia do llecife, leja de cam-
bio n. 38.
,$rl;.s$
LOTERA
DA
O agente Pestaa far leiio por conta
e risco de quem pertencer, de cerca de 150
caixas de superior cha da India, caixas de
6 l|2 e 12 libras 5 e bem assiin de 30 caixas
de usas-as oe Lisboa de superior qualidade :
segunda-feira -2-2 do corrente as II horas da
manba. defronle da arcada da alian .ega.
Lcilao.
V. Souvage & C. faro leilao por inteiven-
cio do prepuslo do ageule Uliveira, do um
completo sortimento de fazendas francezas
de seda, 13a, linno e de algodao, todas pro-
prias do mercado : segunda l'eira 22 do cor-
rente, as 10 horas da mauha, no armazem,
ra da Cruz.
jLeilo de manteig-a in-
gleza.
O agente Pestaa tara' leilao, de alguns
barris de superior manteiga ingleza, para
lechar contas: segnnda-leira 22 do cor-
rente, na porta do Sr. Annes, defronte
da uliandega, a's II horas da manhaa.
O preposto do agento Oliveira far
leilao, por ordem e em presenca do III111
Sr. cnsul bril-uico, por anlorisago do
annn e sob as COndicOes ja expostas, "n ->r. ins.ector d. allandega, com ass.s-
!,...,.._ 1 n *i 1 i. 1 1 ciencia de um sou empregmlo. e por ccinla e
beriptorM da Compaa^a do BeLe.J 7risClJ de quem pcrll,;11-5r, de urna l.ctia
1 ue juuiio de 1H.V7.O secretario, G.
provincia.
Oabaixo assignado participa ao respeita
vel publico, que vende os seus felizes bilhe-
tes, meios, e quartos, lelos preeos abaixo
mencionados, sendo da quautia de 100a reis
para cima, a dinheim a vista ; na ra da Ca-
deia do Recife 11. 45, esquina da Madro de
Dos :
Bilhetes
Meios
Quartos
recebo
*
5:000?
2:5003
1:2505
lhcrme Sete.
Pela procuradoria fiscal da tbesoura-
ria provincial, avisa-se aos devedores de
decimas dos annos anteriores de 1832 a 1833
at 1851 a 1852, que a relicSo dobairro da
Boa-Vista, acha-so em juizo ; e aos mesmos
so d o prazo de 30 dias, contados de hoje,
para pagarem espontneamente seus dbi-
tos com guias desta procuradura, (indo o
qual, s o poderao fazer com guias do res-
pectivo cartorio
Kecife 0 dejunho de 1857. 0 solicita-
dor, J i.lo Francisco Correia de Arsujo.
A administragao geral dos estabeleci-
nientos de caridade manda fazer publico,
que nos dias 25, 28 e 3o do corrente, pelas
4 horas da tarde, na sala das suas sessoes,
no largo do Paraizo, irflo praca, pelo lem-
po que decorrpr do 1. de julho proxim-i fu-
turo a 30 de junho de 1860, as rendas das
casas abaixo declaradas:
Bairro do Becife.
Bas da Cadeia ns. 23 e 30 ; da Moeda 31
e 35 ; da Cruz 15 do Encantamento 3 ; do
Azeitede Peixe 1 ; do Mnorim 31 ; da Lapa
5 e 8 ; dos Burgos 11 c 13 ; do Pilar 73, 74,
93, 95 e 97 ; do cordoniz 9 ; do Costa 4 ; da
Senzala Nova 25, 2b' e 30.
Bairro de Santo Antonio.
lisas da Ca lea ns. 6, 8, 10, 19 6 24; do
Queimado 15, 34 e 36 ; das f.ruzos 4 ; .de S.
Francisco 3 e 5 ; Direila 3, 5, 7, 8, 15, 33 e
123 ; Nova 29, 32, 43, 48, 57 p.59 ; do Padre
Flonano 13, 17, 39, 43, 45, 47, 49, 63 e 65 ,
da Boda 1, 3, 5, 7, 9, 22, 29 e 39 ; do Hortas
30, 33 e 94 ; de Santa Bita 76 c 92 ; do Fa-
gundes 32 e 34 ; dos Pescadores 11 ; da Cal-
cada 30, 32, 34, 36 e 38 ; das Cinco Puntas
70, 98, 116 e 118 ; da VkacSo 7 e 17 ; de
SauU fhc reza 4, 5 e 7 ; do Bosario larga 26;
do Oalabouco 2 e 18 ; do Cabug 3 ; de Se-
ii' or Bom Jess das Crioulas 8 ; do .Noguei-
ra 17 ; do Collegio 18 ; de Santa Cecilia 16;
lirgo do Carmo 13 ; travessas de S. Pedro 2,
de S Jos 5, 7 e 11 ; do Carcereiro 11, 13 e
17 ; becco da Carvaha 5.
Bairro da Boa-Vista.
Aterro n. 68 ; ras do Arag.lo 8 ; da Ale-
gra 5 e 46 ; Velha 42 e 73 ; da doria 65 ;
da ConceQao 5 ; becco do Quiabo 8.
Osprelendenlesdevem comparecers ho-
ras, e no lugar e dias apra/.ados acnmpa-
nhados de seu liadores, ou munidos de
cartas destes. Advorte-se, porm. tosinqul-
liuosque nio estiverem em dia, qu* no se-
r3u recebidos seus landos som que se mos-
Irom quites a quem pussa interessar. Ad-
nuoislragao gerl dos estabelecimcntns de
caridade 19 de junho de 18570 escrivao,
Antonio Jos Comes do Correio.
com velas e mflis perlooces, salvados ta tia'r-
ca ingleza Saubraun, qu-> foi a pique, sc-
guindo |iara Liverpool : qainta-feira, 25 do
corrente, as 11 horas da iii.nihaa, no trapi-
che da alfandega.
Oagentc Borja 'ara' leilao, em seu ar-
mazem, na ruado Collegio n. 15, de di-
versas obras de marcineiria novas e usa-
das, inclusive urna ptima mobilia de ja-
caranda', cama l'ranceza, mesa elstica,
(juarda-louca, aparadores, commodas,
marquezas de dormir, objectos de vidro
eporcellana para sala,lou^a e diversos vi-
dios linos para mesa, uteusis de casa, e
outros muitos objectos', etc., pertencentes
a moa pessoa que se retira para lora da
provincia, cuma infinidade de deferen-
tes artigas, etc., que se acham patentes
no sohrcdito arma/.em : sexta-feira 2(j do
corrente, a's 11 horas da manhaa.
LEILAO.
llenrv Brunn & C, htrao leilao, por
intervencaodo agente Pestaa c- despa-
cho do Illm. Sr. inspector da alfandega,
de 2(1 caixas com queijos l'iainengos:
hoje, 22 do corrente, a's 11 lioras da
manha, na porta da alfandega.
Transfeieucia.
Leilao hoje.
O leilao de vinho tinto deJJshoa marca
ME, annunciado do dia 19 do corrente,
ucou transferido para hoje 22 do corren-
te, a s 10 horas da manhaa, na porta do
armasem do Sr. Annes, defronte da al-
landega.
55400
25700
13350
Por Salustiano de Aquino Ferreira,
Jos Fortunato dos Santos Porto.
Aluga-se um sitio na entrada de San-
ta Anna, junto do sitio doSr. Me. Calmout
." C, com os seguintes commodos : acaba-
do ha pouco lempo, 3 salas, 10 quartos, co-
zinha fora, cocheira para 3 curros,estribara
para 8 cavados, sen/ala para 16 escravos,
qturto para feitor, boa cacimba, plantados
osarvoredos tolos do uovo, boa hortalicc e
jardim : quem pretender, dirija-se a ra Ve-
lha n. 54, casa de Manoel do Nascimento da
Silva Bastos.
Vende-se ui bom cscravo da Costa,
para todo o servico : na ra Ja Senzalla Ve-
lha n. 70, teneiro andar.
~ Precisa-se do urna pessoa que queira
ser ama em uiua casa, cujn familia lie rom-
posta de quatro pissoas : agradando paga-se,
na ra dos Martyrios n 16.
Que pechincha para a nolte dcS. Jofio
Ha para vender na ra Nova n. 1, lojaque
faz esquina com a ra das Trioobeiras. ri-
quissimas sol tes 'ie papel dourado, a 39200 o
cento, e de papel de cora 1/20 gueni a lias, queja esto se acabando. .
Koga-seao senhor que arrematon no
leilao do dia 23 do mez passado, na porta da
alfandega, 1 eaixa com queijos llamengos,
que tenha a bonddo de vir pagar a quem a
comprou. do contrario s. r seu nonio o mo-
ladia publicado nesta folha.
Barroca Castro l'arao leilao por in-
torvenHo do agente Pestaa, de um com-
pleto e variado sortimento de lazendas in-
glesas e francezas, muito proprias do mer-
cado : teroa.-feira 23 do crrente, as 10 ho-
ras da matiliSa, em seu aruiazem, ra da Ca-
deia do Becife.
Oabaixo assignado, advogado e cura-
dor eral de nrpliaos, pode ser procurado
no escriplorio do Sr. Dr. Alcoforado, ra do
Crespo O. 6.
Na ra da Cadeia do Becife n. 57, ven-
de-so cera de carnauba, sapatos do Aracaty,
e ditos do borracha, pnr preco commodo.
FOCO PARA S. IOAO\
"a ra do Oueimado loja de ferragens n.
28,junto a loja do ourives,vende-msc traques
do primeiru qualidade a 300 rs. a carta, e
juntamente um grande soitimento do pisto-
las grandes e pequeas, e outras qualida-
des de fogo miulo proprio para meninos.
Vendem-se as maiores parles da fa-
zenda de criar gados, denominada Boa-Vis-
ta, a qual fazenda n3o soBTre secca e igual-
mente do mal triste, propria para se refazer,
por ser perlo desta praga : quem pretender,
dirija-se a ra Direita n 14
Para liqtiidacao do contas, vende-se
urna casa de suliradu com torrouo proprio e
viveirodo pcixe, no lu^ar de Santo Aman-
tillo: nesta typograpbia se oir quem vende
Oirereco-se por venda una grande ca-
sa en chaos proprios, com terreno aturrado
todo, em Santo Amariiiho, muito proprio
para o hospital portuguoz, pois que deve li-
car muito mais barato do queso edificaren:
dito hospual onde pretender, alern de ser
o lugar falto de ar livrrt, ha outros inconve-
nientes, o que se nao da cm Santo Ainari-
nho : nesta typograpbia se dir quem vende.
Lotera
C.onstaiiilo-aie quo o Sr. delegado desta
oidede, o leuer.te Juaquiui Fabricio do Mal-
los, tem dito a algQmas pessoas desta cida-
de, que en me tinha unido ao roverendo Sr.
Jo3o llerculano do Bogo, para o lim de fallar
coulia a pessoa do Sr lenle Fabrieio por
meio do arligos publicados no Jornal do
Commercio, vou pelo presento declarar e
fazer publico, quo nao teoDO nada com taos
artigos, pois se, en tivesse o quizosso publi-
car alguot artigo, o faria por esto Diario, e
nao careca de uuir-me a pessoa algunii ;
portanto peco ao Sr. padre Joo llerculano,
quo se nao importe com os meus negocios
e do Sr. lenle Fabrieio, o proteto contra
qualqucr artigo quo seja publicado a meu
resaeilo contra o Sr. touente Fabrieio. Ci-
dade da Victoria H de junho de 1857.
Alexan.lre Jos do Ildanla Ctvalcanti
Manoel Francisco da Silva FrazSo faz
publico que, pur haver oulro de igual no-
Bie, passa a assignar-so d"or.\ em diaute por
Manoel Francisco da Silva Torres.
FIAMBRE.
Na ra da Cruz n. 62, se acham ja promo-
tos muito bous presuntos de fiambro prepa-
rados, o ni 'liio:- possivel para quem nao
quizer ter mais trabadlo, e se vendo minio
em conta.
I'ma pessoa habilitada se oflereco para
agenciar no fdro ecelesiastico e juntamenlc
requorcr na vigararia geral do hlspado, para
jusiilicagSo de casamentos e outros assump-
tos tendentes ao mesmo ecclesiastico, do
que tem bastante pratica : quem precisar do l
seu preslimo, dirija-se ao segundo andar da'
ra Direila n. 64, a toda o qualqucr hora.
Candida Francisca da Lapa, subdita
brasileira, retira-se para Portugal, levando
em sua companhia seu filho menor da nome
BU vino.
LOTERA da
provincia.
Prime ira parte da prime!-
ra lotera de San-Lou-
teiice da Mata.
i.! :il);ii.\;.' afsisruado ven-
den usse; 500$ (piarlos.
200S- i- ditos.
10014 ditos.
100$ ditos.
100S2 meios.
Ojj2 meios.
.~>0.Si- juartos.
50j2 meios.
,*. J. Layme.
Atteneao!
Jos Pires de Csrvalho laz sciente ao res-
peitavel publico, que por espacodeumou
dous mezes estar lechado o seu estabole-
ciment na ra larga do Itosario n 46, pri-
meiro andar, que seacba cm concert. O
mesmo recommenda os seus bons fregueces
que nSo o desprezom.
- A viuva do Manoel Francisco Biboiro,
moradora na ra do Sol n. 7, continua a re-
ceber cncommendas de cangioa de leito para
vespera e dia de S. Joiio, e vespora e da de
S. Pedro, o todos os mais domingos c dias
sanios, sendo as encommendas folias um da
antes, o prom< Oabaixo assignado declara que o Sr.
Francisco Jos do Mallo Braga, dcixou do
ser caixeiro do seu e-labeleci' lana, no pateo do Terco n. 38, desde o dia
19 do correte.Andr Nauzer.
Precisa-se de um caixeiro com prati-
ca e Sem ella para una taberna, na riboira,
preferndo-sc com platica, e dando fiador a
sua conducta : a tratar na ra Direila n. 26,
pndaria. Tamben) se precisa de um peque-
no mesmo sem pratica, para taberna, na ra
da sen/ala Velha a. 50, para estar em com-
pauhia de oulro.
Miguel Esteves Alves declara que seu
Ulho menor Carlos F.steves Alves relira-se
para Portugal.
ClULiORlO HMEOPATHICO
DO
Onde se acham sempro os mais acreditados medicamentos, tanto em tinturas SSMM
em glbulos, e proparados com o maior escrpulo e por precos bastante eummodo :
l'BF.COS FIXOS.
Botica de tubos grandes. 10/000
Dita de 24 i> ... 15900*
Dita de 36 ... -jiriMio
Dita de 48 ... 25?0O0
Dita de 60 ... HMM
Tubos avulsos a....... 1 m
Irascos de linturrademeia nn(i, 9JSJM
Manual de medicina homeopathiea do Dr. Jbr com o dic-
cionario dos termos de medicina......... 'jOSOoe
Medicina domestica do Dr. lleory......... \<>l><9
Tralamento do cholera morbus....... ^/wo
Repertorio do !> Mello Muraes........". Jecu
i
I'KDitAS PRECIOSAS.
Adrecos re brilliantes,
diamanlp. e perolas, pul-
*. -eirn, allineles, briueofl
| e rozetas, bolOe* laDa
ft de dillerentfs ttoslos e da
'' diversas pedras de valor.
aO&A t iML
UJA g 9I7.IVR
Ra do Cabula' n. 7.
Hecebem por to-
dososvap.tr sda J]u-
ropa asobrasdo mai
Compram, venden ou
trocam prata. uuro, liii-
llianlos,diamante-e pero-
la, e outras qoa*quer
Perdeu se honlem sobro a ponte do!, JoUidevalor, t dliihtiro '' i;: l< l'IIO <"OSlO tiui-
Recifo al a ra Nova, urna nota vermelha! ou por obras. ^
do 509 23464 ; rogi-ie ao Sr. thesourciro
da tbesouraria da razenda, e fiel da eaixa do
banco do Brasil, a nSo troquen) se Ibes for
presentada, poispertcnco a Francisco Igca- tj^j jsj_jin19*Ua>
ci Tinoco de Souza, morador na ra Nova
n. 42.
Precisa-se de urna ama forra ou cap-
tiva, para u servico do una casa de familia
composta de duas pessoas: quem quizer e
ostiver cestas circunstancias, dirija-se a pra-
qa da Boa-Vista, subiado )) l0.
.
naos piai \-
A curo, meio- dii,>, |,ul-> i
ra*. allinalr*. Iniaraa
roalas, coritnas. tranrrl-
llli". rnt-ilallu-, rnrrrnlr^'
e enfaites para r#locto. r
i'uiros mallas objartaa *
ouro.
Aparelhos .-nmplrti.s 4t
prala para rh .. banilaja*.
salva, c.i.|ir i-. colharn .
de sopa de rh, t nun-
tos oulros o4>jKlo> d
prala.
**'?*< .: ?
1852
21 2 i
212:.
5127
595
107
.".8
312*
Compram-se
&**vm
3
<>Y o i, *="
bilhetes premiados do lolerias quo ja este-
jaro recolhidas a thesouraria, com um abato
razoavel, alim di nao terein os donos o tra-
balho do longo processo daquella roparti-
QSo : na ra Nova n. 11.
Faz-se bolo e cangica de inilho verde,
muito bem fcitos, na cidade do Olinda, atraz
do Amuarn n. 11.
Hoje quinta-feira 18 do corrente, das
7 para 8 horas do da, na estrada de Joiio de j,'"^'
Barros, casa n. 1, roubara u de cima da me-
sa da sala, urna carleira dealgibeira, tendo
dentro 6675 rs. em papel, sendo urna nota do
banco do 500/, urna dita do 100/, e una dita
50f, e do thesouro urna de 105, e duas de IS,
cada urna : roga-so a polica, ou a quem ti-
ver noticia, quo dirija-se a dita casa aci.ua,
ou a ra da Madre de Dos u. 2.
--- Precisa-se de urna ama de leito, forra
ou captiva : na ra do Hospicio n. 34.
Precisa-se de urna ama forra ou capti-
va, para servir a urna seuhora ; poga-so bom
ordenado : na ra de Aguas Verdes n. 22,
segundo andar.
A pessoa que annunciou querer dous
ou tres contos do reis com hypolheca em
um sobrado, appareca na praca da Boa-Vista
n. 32, terceiro andar, das 2 horas cm dianto.
Nao t inais dor de
., to (le rraii'.'-i como
as quaes venclem por
preco commodo como coshiiuam.
Atteneao
B. C. Vates c Companhia: estabeleridns
no Bio de Janeiro, na ra do los. rio n. 40.
vendo um annuncio publicado cm urna das
fnlbas de Pernambuco pelo Sr. Bartholomco
1 cidade de pa-
rs
RA DO CRESPO N. 4.
J. Falque participa ao rcspcitavel publico
e com especialidade aos seus freguezes, que K- elo brigue Fernando ulti- vpfdadciro xarope do bosque s elle he
''. -.. -.^ > ;.;
-. tr ; ht
sor ti-
s
k
de
to-
IsOOO
;8:>o
9600
0U
ISfiOl
*?:
r* ; 0
4 i.- a
.-v-
m
Lisooa
Pretende sabir com brevidade, a bar-
ca portugueza Paquete Saudade, por
ter parle da carga piom>ta : para o res-
to que Ihe falta e passageiros, para os
quaes tem excedentes commodos, trata-
se com os consignatarios Novaes iV C. ra
praca.
Perambucana

Olivrodo
DA.
|M
a.
o vapor ciPerNiiunsa, cammindaatc Moreira,
.irli.i-M o carca para Tamaadar, Barra (o o. < e
M.irpio, para ondi* s.dora' as : lloras da roanha do
da 2 do crranle. A carga aera' rcicbda at as .",
da tarde de 22.
Para o Kio de Janeiro sahe ale o
fimdo corrente mez a barca Recife, an-
da recebe carga a trefe tanto nacional
como estrangeiro, assim como tem asseia-
dos commodos para passageiros: a tratar
com .Manoel Francisco da SilvaCarricona
rna do Collegio n. I ou com o capitao
.Munoel Jos Kibeiro.
Nova collecca'o de divertidas sortcs
para as noites de Santo Antonio,
S. Joa'o, S. Pedro e Santa Anna.
Acaba de sabir a' luz esta rica collec*
cao, con tendo 480 quadras para todas a*
pessoas de ambos os sexos, qualquer que
seja sen estado ou prolissao. Jamis lia
sido publicado um lino com serles tao
appropriadas e verdadeiras. Alem das
sortes, contera elle mais uma bella calleo
roo de poesas anlogas a" noite de San-
Joao.'escriptas por diversos poeta-i brasi-
leiros c portugueses. Vende-se nica-
mente na praca da Independencia, bvra-
ria ns. (i e 8, a 19 res cada exemplar.
MTEI; 0 m TfELEGiAPHO
^a liviana ns. 6 c. 8 da prar;a da Indepen-
dencia hi' par* vende- o roteiro do thnlegra-
oho, novamente reformado, com o nome dos
vapores e outras embarca^as que deman-
dam este purto, a 240 rs cada um.
Papis do sortcs para senliora e liomem a
80 rs.. livros do sortes a 500 rs.: na livraria
ns. 6 c la :>raca dn Independencia.
PAISA NOITE E S. JOAO'.
O abaixo assig nado vendeu os seguintes
premios :
2 quartos .Numero 10<7 1:5009
1 bilhete a s:i3 2000
1 meio 0 2524 100-3
1 dito s 533 O
1 dito 9444 505
O mesmo tem expos toa venda as seus fe-
meiit > de fa/endas
i r.x li-iiaple preto da seda laviada, covado. 30201)
Hito dito lisa moito larjo, covado. 2f200
Dito .le crea liso muito superior 320U
Selim preto macao, covailo......blOO
Paiiih fino preto e do edreff, pira todos os precos.
Popelina de seda de cores inalisadas, co-
vado.............
Chat ila cores, com quadros de seda, co-
vado ............
1.3a de quadros pcqnanos c grandes, ca-
vado ............
Lila e seda de uovns padroes, covado. .
Mauritana de seda coru cinco palmos de
largura, covado..........
Ursulina de seda com quadros, ramagens e
lislras maliaadas, covado......
Sedas de quadros bonitos padrn, covado.
Duqucza de se la coir. ramauem, cov.do. .
Mussutina branca e de cures, covado. .
Ctnus Trncelas linas........
Kroiiiiohua de seda para vestidos. .
Cassas francezas linas de bonito padres,
vara.............
Are-oitiua de cores e#caras, rom salp-cos do
snla, proprio para palitos.....,
tlallana ue seda prela com lustra, para pa-
litos.............
Cortes de vestido de seda para senliora, o
111 iis superior que ha no mercado. ,
l.uvas Je seda da Pidas as quali.taJcs, para
lioinens, seulioras e meninos.....
Lenco* decatobraia bordados, muito linos.
Dito-de 1I1I0 de linbo lisos para mau. .
Orles de casemira prela e de cores. .
Curies decodetes rteizursurao de seda, da
varios padrOM, maluado......
Curtes de l.la mali/.ad.i para vestidos, do
novos padroes, com i covadus cada
um..........., #
Chapeos de mana fraurezes Cormas novas.
Pablos de alpaca prela, finos......
Dilos de alpaca e ancas de cores. .
("ion lulas de alpaca prela e de entes. .
Chalet de merm bordado a velludo iran-
des.............
Ditos de dito burilados a seda.....
Diloa de dilo coro li-lta de seda. .
Ditos de ililn 1.11:1 baira BIlUHdOf. .
Dilos de dilo li.os.........
Ditos de dito com franjas de laa .
Dilos ile lila adamascados decores. .
GlOgS franceza superior de edrat, covado.
Romeirasde retroz muito superiores, pa-
ra senliora......... lclilHI
Em freme do becco da Coiijreci;i1o, pausando
loja de ferragens, a segunda de fazend'..j n. 40.
Bernardino Gomes de Carvalbo, socio
gerente da casa cornmercial desta praca, e
Carvuiho o Irmo, tendo de retirar-se para
a Europa, d.'ija por seus procuradores, em
primeiro lugar o na gerencia da mesma casa
o seu caixeiro Antonio Haptista .\ogueira,
em segundo lugar o >.r. Manoel Joaqun] Co-
mes, o em terceiro o Sr. tenante-coronel Jus-
tino l'creira da Faria.
1HKX)
|850
750
:120
aso
1MJ0
20
800
IcODO
5
I528O
C1I0
JOOO
35-KH)
(lentes
EspeciOco contra essas dores, cuja cura
cura he instantnea : na ra .Viva 11. 11, a
23OOO o frasquinuo.
Precisa-se alugar urna preta captiva
que saiba er.gommar ecozinhar, paia casa
de pequena familia ; paga-se bem : no lar-
go da Assembil 11. 12, primeiro andar.
-- Precisa-se de oni caixeiro ; na pada-
ria (Ui ra tiireila n. 24.
Iluminaos Jos da Cunlia Lafjos,
com padaria na ra da Senzalla-Nova n.
">, avisa aos seusfiefjiie/.es, rpie ronlinTia
a ter o nielhor sortimento das bem co-
unccida massas linas doces, e que alem
dissus tem superior bolo italiano, inglez,
ueijos i'e freir e superior bolo sovado,
o (pial he mais barato (pie o denomina-
do San-Joo, e vende tanto era porr9o
cuino a retalho, por menos do que em
outia qualquer parte.
Grande sorti-
mento.
isla 11 ,
acaba de receber pelo
mmente chegado, um grande o vanado sor-
timento dos objectos abaixo mencionados !
Capas e sobretudos proprios para invern.
Casacas e sobrecasacas superiores.
tos de panno o de casemira, prctosede
cores.
Dilos do merino solim muito linos.
Ditos de alpaca preta e de cores com golla
de velludo.
Ditos do brim branco e de cores.
Cohetes de velludo de todas as cores.
Ditos de gorgurao dem idem.
Ditos do selim preto.
Ditos de casemira decores.
Dilos de brim branco de linho.
Calcas de casemira pretas e decores.
Dilas de brim branco du linho.
Chapeos para cabeca, de castor, pretos e
brancos.
Ditos para dita, do mulla.
Sapatos de borracha.
Malas e saceos de tapete para viagom
Fumus elsticos para luto.
Todos estes nbjeclos se vendaran mais ba-
rato do que em outra qualqucr parte.
Aluga-se o armazem da casa da ruada
Cuia n. 64 : trata-so na mesma. no segundo
andar, ou na ra da Cruz 11. 35, primeiro
andar.
: Dr. Ribeiro, au H. 1). bv Ihe Q
i\;. HarvardUmversityatCambridge, ?.
:,]} .Mass. U. S. Membir ol' nreign @
-'3 medical societies; etc., upon los ';
S return from Europe contines lo C.i
resille 11 ihe Saine house, rna da C;
Q
quem veude,prevenimos ao mesmo publico,
que o iiusso xarope be rcneliido do lio u.:
Jrneiro pelos cima proprielarios ao Sr.
Manoel Alves Currri, e este s -nitor Tez o de-
posito para ser vendido na pharmacia do Sr.
Jos da Cruz Santos, na ra .Nova n. 53, ni-
cos por nos autonsados para venderem
iiusso verdadeiro, e n.ais prevenimos tos
seuhores consumidores, que ha perlo de i
annos os rollos collados nas parraas *
assignados por llonry Prins, como procura
dores dos cima proprielarios. Rio de iaitei
ro 13 de Janeiro de 1857.
J.1.I1 la Silva mniH, ruediro pla .-
versidade de (cimbra, muduo ana resaden- 7"
".y ra da ra do Cabos, para a ru > n. V
89, seuuudo andar, sobrad* do Sr. lar. Nh- .''"-
... lo, e ah contina a receber. das H as 10 .''.
;- lioras da manhaa, e das 3 1 5 da larde, *"
*., |ies,i.-!s que o queirana cansullar. '" ^_
OO'.'; '-^:'.'.:.':':-:.{::. : >00
CUAIIDA NAO0HAL.
Continua a estar a venda o manual da
guarda nacional, 00 roii,-c"io de todas 1.
leis, reg;.lamentos, ordens e aviso ooncpr-
nentes a mesma guarda, relativos, nao so a
processo de qualiticac/.o, recurso de revista
etc. etc. ele., senau a economa dos corpo*,
jogamsar;3o por muniripius, batalliors, roo-
panhias com mappas, mdelos etc. ele: M
ra de 8. Kiancisco, deposito n. onde en-
contrara ja enea.-'.'ruados.
y O Dr. Das remandes, in-lic. drv aer -'.
1 procurado do boje em dianle. R* |imeu.< *".*
\.'r i""1" d" sainado da raa do .Qaaaraaaa, -^ ;.
aravem 4as Craaaa, eep wttmm kt qwi '
W "" l'enla da Iwlica .lo St. I'ini.
Cruz n. 15, where he solicits a g^ .; ..-_:..'yiir..,...,;.. ...-*."*.
cali from the American, Germn, -.'} co'm'ANIh.'v pkra.M8|"i:a>a'.*"
iterro da Boa-
dejfroute da boneca
Jos Juaqniii (,i)iii;ii\',.'S da Silva faz ver
aos seus freguezes que recebo hoje tres
facturas gruides, sendo uma ingleza, uma
franceza c urna portugueza, contendo um
grande sortimento de gneros de mnlbados,; nieio-pencionistas.
os quaes veude muito barato, bocetas com
doce o pera propuas para presentes, merme-
lada em lalnilias de to los os lmannos,
quartos de marmello, niassa de tomates em
aliabas de 1 e 3 libras, toucmho de Lisboa
muito novo a 12c a arroba, rhoariCBS a 15o
a arruba, presuntos para o Cosido ou assado
de LamegO le a 00o rs. a libra,presuntos para
hambre inglez, queijos londrinos de 5 1|4
libras muito frescaes, conservas inglezas,
sal relinado fino, lalas de bolacbini>a de so-
da, ditas doces de lo las as qualidaJes, tanlo
em porc9o romo a retalho, concervas ali-
meiilicias do Lisboa, latas, moias, e quartos
550001 de sardiohas, linguados, salmance em latas
Snunn 8ra,M,M ,! roqueas, cvala, peixe espada,
j;vi| vinho euginalado de luas as qualidades,
1 mi Englesh i'ommiiniu, sliouhl -]'
lis services le desiicd. Special jt
.3 attention is given to chronic di- A
__ Frencli Spoken. .^Jt
W e > w ..-., .-..-..- & v V m w
Mara Martiuiaia de Campos edliveira,
cs-prul'essora du collegio das orpiaas, ob-
tevo licenca do l'.xin- presidente da provin-
cia, para abrir aula particular para o sexo
reminino da instruc d nas escolas publicas du primeiru grao, e
na qual se propc ensiriar as materias desig-
nadas na lei; e por isso faz publico aos pais
de familias, e a quem mais convier, que ja
deu principio ao cnsino desde o mez de mam
prximo passado, no sobrado no pateo do
Carino n. 9, casa de sua residencia, onde tra-
tara das condiees relativas a admissilo das
alumnaa; tambem recebe peosiunislas e
Os senil >res acriouisUs que lomaran mik mii*.
desia mpreta e que ..ni.li/rt.m a osriaanra raiiiasta
da :W pur cenlo, u i-outiaasloa a reah.at a <,-.
da pre-larao i^ualname de 3i- |mh eral* ata- ha Mi
do correle mexde )unlio : na r.ctifl.om t .\i--
nio Maiques de Anionin, Ihctuaraira da eaaB|Mkiua
11a ra da Crui u. 45.
W$m$m^
O^SOaS.
Ra ra da Sensata Velha n. 116, comprare
se ossos do boi.
... s*J -.- '../ .."' -*.- .- <.- <... -*i? ... <3^ur
m
5=000
lizes bilhetes, meios e quartos da segunda
parle da primeira luteria do rccolhimento da
Conceico de Olinda, os quaes nao esto su-
jeitosao d-sconto dos oi'o por cont la lei.
Por Salustianode Aquino Ferreira,
Jos Fortunato dos Santos Porto.
Na ra do Queimado n 2, existe urna
encommenda vinda de Hacei para o padre
olyxpio Marcelino de Allelaia e silva.
INSTRUCgAO' PRIMARIA.
Uaria Martiniana de Csmnns o Olivoira oh-
tnvo licenca do F.xm. presidente da provin-
0 mais superior que ha 110 mercado, vinho
afamado champagne, cha porola, uxim o
IKcOoo bysson, ameixas francezas em lalinhas de 5
'.(jutlU o II libras, airo/, carolino, dilo iuglez, dito
C5O dn MaranhSo, tanto cm saceos como a reta-
-'--",!!t "lu ;f- !"oba, manteiga lina de todas as
J$J qualidades, 8 mudos oulros gneros linos,
(pie a vista faz le, e nao se engoila diuheito
4=500
:i5IH)0
600
.asignado
Lotera
Di
pr ivincia,
U aoaixo
faz sciente a todas as pessoas com quem tem
negocio, e ao publico, quo o Sr. I.in/. Jos da
Silva nao he mais Cobrador du armazem do
carros fnebres, por baixo do convento de
S Francisco, desde o da 15 do corrente me/.,
e que nao se respoosabilisa por qualquer ob-
jeelo que o mesmo lome cm seu nome, OICI* l)tO I* O !l;l
que faz cjrto para evitar duvtJas. Recife 18
de junho de 185".
Manoel Connives Agr.
Annazeui de recolher.
Antonio Francisco Martina, com um grsn-
dt_aruiazem na ra da Cruz 11. 02, recollie
no mesmo qualquer generus-pur armazena-
gem, nuiis barato que om uutra qualquer
*> aimixo t'sigfiati'j xen-
de bilhetes garantidos, pe-
ios precos -aiaixo notados,
sendo da qin.ni de cera
ca pura abrir aula particular para o sexolparte, e com toda aresponsabilidade, sendo
Feminino da inslruccjBo elementar que se da las entradas e sabidas pela ruada Senzals
nas escolas publicas do primciio grao, e na | Velha.
'I res para cima, a i-
nheirc vista, eni seu cs-
rua d Ca-
dei "to Kecife o. 50, pri-
meiro andar.
Bilhetes.
.Meios.
Quartos.
/*. .1.
qual se propoe ensinsras materias designa-
das na lei, e por isso Faz puolico aos pais do
familias' e a quem mais convier, que ja deu
principio ao ensino desde o mez de maio des-
te auno, no sobrado n. 0, no paleo do ('.ar-
mo, casa de su-i residencia, ou le tratar das
0 Hr. em medicina Ignadio Nery da
:>.,oo
i;70l)
10350
Lfiyme*
O Dr. 'guaci firmo Xtvicr faz publi-
co, que f.uie i sua residencia para o s?u si-
tio na Pasaag ni da Magdalena, que lira ao
DEITiSTA UKl.
":' Paulo Gaignom dentiala, roaNeva n. l : 2~
JtHlN GATIS,
correlor geral
E AGENTE UE I.E1I.OES CO.MMERI.IAE>-,
n. 20. rna do Torres,
PRIMEIRO ANDAR,
praca do Corpo Santo
RECIFE.
SEGURO CONTRA FOSO.
Compantiia Alliauce.
Esiabeitjcida cm Londres, em maryo de
Capital cinco millioes de libras esterlinas.
Scnnders Brothers c: C., le a konra d in-
formar ais Srs. negociantes, proprielarios .le casas,
a quera mais convier que esto ylfnaincnte u- I n 40.
iorisados pela dita companhia para elljciuar segu-' --------
ros subte edificios de lijlo e peora, coberlos da \
tiii* e igualoicnls sobre os oLjectcs que comiverem
os mseos edilicios quer consista em mcbilia ou
a lasandas de qualquer quaiidade.
Compram-sc travos de 25 a 35 asktaMa
le comprimento, e palmo de grossura : na
livraria di praca da Independencia n. C r
Compra-se eflerlivamcnlc na ra das
I-lores n. 37, primeiru tildar, apolice da di-
vida publjca e provincial, arenes da* uia,.-
nhias, e da-se dinheiru a juros, em grande *
e pequeas quantias, sobre nenhorr-.
Compram-se borra ue vuiix, que nao
lenlia mislura d'agua : na rna da >*-n/ala
Velba n. lio, deposito de bebidas espiri-
uosas.
Compra-se urna duza de coln n .le
prata, propria para *opa, e .utra para ala :
quem precisar vende-las, uirija-se a raa do
Oueimado, loja de lazendas n. 20.
Compia-se um molcque ou lo auno-, pouco mais ou menos, a Iva
lindo-seque nao he para embarcar : nauta
do Nogueira n. 21.
Compra-se uma morada de casa, eqaw
, os chaos sejam pioprios, e ate i quanlia le
| SOwaOM ; quom quizer vnder, enlenda-v
. ,, | com Jos Anlunes (.uin)ai"e.s, na Sol la le.
'" ou lia ra de Abollo, arma em do Si. lUrbs.-
a, que dir quem a pretende.
- Compra-se uma bomba de ferro pera
cacimba, em bom usa ue palco do Terco
*s4*V.
aterro dt Ri a-Vista n. 20, faz-se '?*.''A ".. *;V. r^_<"".;"- **.*i -.'"'-*.'.
rjL,;,";.!?J. r "o, re aw "i^iiV-s-;,;.,;;:^;- -,.
pam-
*.; -m de toda a qualid.de e batam-M onvidos
;-. ini e-innsa'.las : na mesilla vendem-se e
.':; i-lossin-ie Lidias, as.ini como maiidaiu-se
V.-" .|;in-ii i qualquer hora.
'-'y Vi'- ./.! -.;V^V.:.," ':.':'. "''Q
No
comer pa
e solido, no jantar 6 piatos, doce e frucla, r
a imite cha u cale, para unta pessoa por 30/
rs. mensaes, o se faz com muita limpeza e
presteza, mandando-se levar n dita comida
a lempo ea horas. Deelaia-se que a casa he
na loja do mesmo numero, e a entrada pela
parte dedeiraz; e na mesma engumma-sc
com presteza.
; ; ^ <- <- '' ~- -..- VS -i, .... vJw-JV.'
I Kio-Formoso. I
^* O llr. JoSo Honorio Re/erra -lo Menc- '-.'
'..- 7.P-, medico pela Faculdada da Raiiia, iem ;
ga lindo sua residencia na cidade dn Rio-I i,r- -.
'.'.' nao**, e de novo iflercce seus WfVieoa > lo-
Vende W uma mesa le aaaaW*aa^aaaW,
um par de cotafriascoaai Mpfeai \ 1.1 i.....
Jacaranda': nansa de Moras n. li^. m
lenca com aliente pintada ie azul a ..s
polladas !e liranco.
Vendem-se luvas Je
Jouvin, de todas as cores :
3'Oueimado, loja de Antonio
i Menezes. Lira.
|*elii na ra ata
Bczcitj i
U
>
W panno fino prelo decore.. frrad.i de -
-,3 da a sola de velludo, d- M a ai-, dita* ." .
:--{ deciseinira- de csmis a Ji, rasara* Je |mm- ..
; no lino Uda forrada 4e sed a :K-. aajaaata
-._.i le alpaca Tj tBaVtSa, de t*in a l. aaS-
i, '*' de velludo a laQIS"<. **< >'a xmm
.'. preto e decores de '> a N,~t'i. de (u. ;;.'
J a .');, cairas de ca*eni ra prela e dr rarrs. ".. "
".; d- lll? e li^l), raaanaa, ab-rlar... aaSta A
rinhos. cra\a|j e rlia|is*os de leda aa qua- */"
-..! Ii ladea : aa rila Nina, I ja n. I.
.;.. -..-....-..-;..-. -...-.".."?vr-.r\ *,:
jj--*r*riri>ra>*r -^ ... ..-.. -.- ... .
Miarien* D.ua vulioras.
A loja da rna Raaaj a. I taaaaaaa, pelo alina-
vm franrex, rirns e modrrno rli;i;>e* ,.ki ataaaaias
t .....-..., m i.i'.i. iiiiiLir -rir. -mu n. m- <
. -' das as peatOM que o henrareiu com nM con- '-V e ,ue""'J- 'uo I*" I <':> runioa.Hlo.
Previne-se a qualquer senhoi doenge-
nbo que | ocisar de um bom administrador
Fon ieca transferio sus residencia do sobra- norte da estrada entre a ponte grande e a
do
solteiro, sem famil
sua residencia, diris
do da na Direila u. 31, para o paleo doLi-l Chora-me = no, o ubi iem preparado uma
trmenlo n. 25, |Casa de saude com todos os commodos para
Furlaram no dia 13 do cnenle, do o tratamento de escravos, cujos senbores
terreiro da casa do sr. Thom Francisco Ne-1 residam rra da praca, ou uue nao os oos-
condic,oes relativas a admissao das alumoas;to, morador no lugar de Tamandu, cunar- sam curar era suas proprias casas- ouem
tambem recebe pensionislas c meio pen-1 ca de Limoeiro, um moleqainbo eumene- para isto quizer-se utilisar deseus servicos
sionistas. grinba de nomes Roque e Josepba, osle de mdicos, que serv. desoti'.on.nidn.s com' o
Fugio no dia 11 do crreme o escravo idade de 3 annos, cor futa, cabec.a comprida maior zelo, dirija-se ao jaleo do Carmo n.
de nome Ventura, natu. al o Maranhao, de ; para iraz ; aquella do idade 8 anuos, cor fu 9, primeiro andar, ou no referido sitio da
i lado de 45 a 5o annos, altura regular, secco la, bom fallante, bonitas liguras, e descon-1 Magdalena. Prcs-o 2/000 diariosexceptu- 5 Pr0
do curpo, rosto acveirado, barba rapada,Ifla-se que se vieasem vender nesta praca ando conferencias, sangoesugas e
pernas arqueadas, he bastante prosista e ja ; para embarcar para lora : portanto roga-se (oes.
deu urna fgida, acoutando-so na mala de as auturidades policiaes e as pessoas que
Beberlbe: gratilica-se a quem o pegar e en- dellesderem noticia, que se dirijam a ra
tragar a sen senhor Manuel da Silva santos, Nova n. 71, que se recompensar bem.
de, .i::es i!.'.' nunciai
ir-se ao aterro da Boa-
Sedns.
Ven.terr,-e corle d sf-la liriara iMvaaal para
ca-.iniri I .. ..lu dr t ah as rre a r. r<
%aitn. ^:"-.l saaplai |rel e t caes a SBJKaal*] ra I .
ini-li.i-. : ii, ra Non, leja I ..
\ \ II'. III.
II: para vender um earravn, w-silo nm "
Vista n. 70, taberna, que achara p-.ss.ia cun superior para traba.liar dll imieSM. I.
C o de pescador, tem real s pare BaaaSSi
canoa, muito capaz, -?m iDole>*Ua r ae ali-
quem tratar.
...;...- ,-\. .. .-.,. ...
\ | O Dr, Rilieiro, medico, de vol-
ij tades.ua viagem a' Europa, con- ;
; tinua a residir na mesma casa .i.i ]
.': ra b a c|ual<|uer hora.
- ::-:;:;:'> -:': ;;:-;'.-:;. :;??fi?
Antonioj da Silva Guirosres, avisa a
todas as i es ibs que ussu :m cautelas frc-
AFERIOAO*.
Fas-se sciente a quem convier, que o ter- clonadas'pelo innuciante' eque <
mo marcado para as revisos, termina no premiadas, quo aprsentela para ser nasas
Joao da silva (oimbra, vai a Europa, ultimo do crranle mez: os seuhores que no prszo de 30 dias. contados desta data
por i Precisa-se alugar um molcjue de 9ou Precisa-se de uma ama que saiba bem nSoestocom seus estabelecimentos revis- lindo lo qual prazo reouerer desoneracin
no 10 anuos, para servio muito leve: na ra engoinmar c coser, para ama casa de duas tos, queiram dirigir-se a casa da alerito, na tbesouraria Recifei4 de indio da tten
I do Nogueira n. SI. IpesMis: nopateodoTeicon.40. no pateo do Te. cu n. 16. 'I -Antonio da Silva Cuimarea.
Pistolas do todos os tamanbos, e fogueti-1 na rua da Cadeia do Recife.
nhos para meninos e rodinhss, tudo por | Precisa-so alugar um mole barato preco, e o muis bem fabricado
dopusilu n. 6, da rua de S. Francisco.
anca toda capad la !c : qoean luteaiar, di-
rija-Se rua la Cruz. n. 30. ni I. '.if.-.
No aterro da |to>-\isia u. si. mi i -
se ervilbas secas | H rs a l:bra, lar: -a
rnuiloalv a 1(iO, el iMI*\aa le I isoa muito
superiores como ala a qnii la a :>**.
arroz cirolitii a I i,, vinagr' branro .1
garrafa, vinho ata Porta '-n-' irtaaMe l's^
e IfDM, Madeira rces a l, wascaiol de
sel .!..! a l-W.
Veadaea-as sao os com lamba ia t>r-
r.i milite nova e torra la : 110 1 ce da alfan-
: doga, armazem do Mello.
- Vendem-se i-M p'S .c i-nnuriro* p<-
qteos, proprios para se pisaUrasn: uaiua
ldaj Inncliciias u. -9.
MUTILADO


ILEGIVEL



DIARIO DE PERNAMBUO SEGUNDA FEIRA 22DEJNHO DE 1857.
SYSTEMA MEDICO DE 1I0LL0\VA.\
JE.

mira de cores :i 33 o corle, casemira prela
muito lina de duas larguras a 7/ o corte, e
niuitas cintras fa/endas que se vendem por
menos de seu valor.
PLELAS IOLLOWAY.
listo ineslnnavel especifico, composto in-
teiramente de hervaa medicinaes, n5o con-
lm mercurio, ncmalgumaoulrasul)stancia
delecterea. Benigno mais tenra infancia,
e a ccmpleiQDo mais delicada, lie igualmen-
te | ic ni i i o e seguro para desarreigar o nial
na cumplcicSo mais roliusta ; he inteira-
mentii innocente eni suas operaces ceffei-
tos ; pois busca e remove as docn^as de
qualquer especie e grao, por mais antigs e
tenazas que sejam.
Entro inilluies de pessoas curadas com
este remedio, muitas que ja estavam as por-
tas da morle, preservando ora seu uso ; con-
seguirn! recobrar a saude e forjas, depois
dediaver tentado intilmente todos os ou-
tros remedios.
As mais alUictas uo devem entregar-sea
desesperadloj fa;am um competente ensaio
doseilicazes effeilosdcsla assombrosa medi-
cina, e prestes recuperarao o beneficio da
saude.
Nao se perca tempo em tomar este rcme-
diojpara qualquer das seguintes enfermida-
des :
Francisco Jos Germano, relojocirona ra
Nova n. 21, faz sciente ao publico, que alm
do grande sorlimento de relogios de todas
as quaiidades, e objectos ja annunciaos,
que acaba de receber pelo ultimo navio um
rico sorlimento de caixas de msicas com
as pe?as as mais ricas que tem apparecido,
inclusive a< do trovador.
I S
Accidentes epilpticos
Alporcas.
Ampolas.
Areias (mal de).
Aslhina.
Clicas.
ConvulsGos.
Uebilidade ou e\te-
nuai;ao.
Hcbi.iJadcou falla de
foicas para qual-
quer cousu.
Desinteria.
Korde garganta.
di! barriga.
nos rins.
Dureza no ventre.
Enfcrmidades no ven-
tre.
Enfermidades no figa-
do.
Bitas venreas.
Eiixnqueca.
Ilcnsipela.
Pobres biliosas.
obres intermitientes
Febreto da especie.
Colla.
llcniorrhoidS.
Ilydropisia.
Ictericia.
Indigestos.
liiflamniacOes.
Irregu la ri da des da
menstruacSo.
I.ouibrigas de toda es-
pecie.
Mal de pc'lra.
.Manchas n culis.
Ubslrucijao de ventre.
I'lilisica ou consump-
cSo pulmonar.
ReleuQao de ourina.
Khcumalismo.
Symplomas secunda-
rios.
Tumores.
Tico doloroso.
1,'lccras.
Venreo (mal.
Vcndem-se estas pilulasfiio esiabelecimen-
lo geral de Londres n'm 244. Slrand, e na
luja de todos os boticaria, droguistas eon-
jras pessoas cucarregads de sua venda em
toda a America do Sul.llavana eliespanba.
Vcndem-se as boectinhas a800rs. Cada
nma dellas conten una mstruccQo em por-
luguez para explicar o modo de se usar des-
tas pilulas.
O deposito geral he em casa do Sr. Soum
phai maceutico, na ra da Cruz n. 22, em
Pernambuco.
Vendu-se com algum premio a quan-
tia de 90030U0 em pecas velhas : quem pre-
tender aniiuncie ou dirija-se a rua do Quei-
matlo n. i, loja do Sr. Gaspar.
^i'iito barato
Vende-so na ra da Cruz n. 62, caixinhas
com superiores massas finas paia sopa com
8 libras cada urna ; tambeui se retalha em
libras, mucurrao, Ulharim, a.'elria a 240 rs.
a libra, carnudas com ameixes de Lisboa,
latas com bolachiuhas inglezas muito finas,
ditas ce soda, selamcs o mellior que tem
vimlo ao mercado, presuntos o touciubo in-
gle;:, latas de salmo de una c duas libras,
crvilhas muito frescas, c oulros muilos g-
neros do melhor que so pude encontrar, e
muito baratos.
MASAS fixas.
Na padaria da ra das I.arangeiras n. 28,
ha um grande soitimento de massas linas,
como bem araruta, regalra, alliados, cario-
ca, soda, estrella de VYK, biscoit.i miudinhu,
dito giosso, falias, tudo islo pelo preco de
30" rs. a libra, frito das mcihores familias
do mercado.
COBERTORES PAiA ESCM-
Na lo|
das seis portas
EM FRENTE DO L1VRAMEMU.
Cortes de casemira com algum mofo a
quatromil rs., lencos de seda proprios para
pescoco de senhoras a dez tustoes, lencos de
retroz malisados de cores a dez tustoes, lu-
vas de seda pretas e de cores a cinco tustOcs
o par, cambraia lisa a dous mil rs. a pega, e
em varas a pataca, cambraias com flores sol-
tas e muito finas a duas patacas a vara, cas-
sas com florCes para cortinados a tres mil
rs. a peca, e a sello a vara. A loja est abor-
ta das 6 horas da roanhaa as 9 da noile.
J\Ta loja
das seis portas
Em frente do Livrameuto
Cassas pintadas a mela pataca o covado,
riscados estreilos a quatro vintens, riscados
francezes escuros a meia pataca, corles do
vestido de cassa com d:,us o. Ircsbabados a
cinco patacas, saias brancas bordadas a dous
mil rs ciales de cassa braucos com flores a
sello, proprios para trazi r por casa, e oulras
muiUs fazeudas queveudc por lodo o preco
para acabar. De tudo se da amostra, levan-
do penhor que valha o que se quer ver.
Por b lio prtQu vnde-
se grsndo sortimento de fazendas, na ra do
Queimado n. 41, loja da esquina do becco da
CongregacSo :
Chitas francezas finas, ricas cores,
covado 240
Chales de merino bordado a velludo 145500
Cortes de cambraia de seda modernos 55500
Chales de merino bordado a retroz 85O00
Ricos cortes de velludo para colletes 65500
Fil de linho liso muito lino, vara S00
Chally de quadros de seda, covado 850
Dito liso, ricas cores 750
Pecas de cambraia transparente de
6 t|2 varas 5;500
Cortes de casemira, ricos padroes 3c000
Chales de merino preto finos 450
Lencos de seda, rica estampa e linos 1/280
Ditos de cassa para milo 200
Ditos de cambraia de linho finos 400
Cortes de casemira bordados para
colletes 6/400
Ditos de grogaem bordados, finos 9/000
Chales de merino liso, franja de retroz 45000
Dar-se-hao as amostras, deixando penhor.
Vende-se um cavallo para cabriolet, o
Mi tfiri!) facilimo.
Na [toarla da praca da Independencia n.
6 e 8, -'endo-so o inethodo facilimo-para
aprender ler, novamente impresso e aug-
mentado, por mil reis.
(]assas france-
zas si 200 rs.
Vondcm-se cassas francezas finas a 20o rs.
o covado : na ra do Queimado n. 7, loja da
estrella.
\3TEIMS BARATAS.
\ende-se manteiga ingleza e franceza li-
na, para mesa e Bulos a 960, 800, 720 o 640
rs. a libra, e mais baix a 600 e 560 : na ta-
berna grande ao lado da igreja da Soledade.
Atienci.
Vendcm-sc carrinhos de urna roda pro-
prios para cunducco do materiaes para a-
torros, e trabalhos de sitios,assim como con-
cerlao-se e Irocam-se por outros queesli-
verem em mo estado : a tratar na ra Nova,
taberna n. 71.
laceas com furioha.
Na ra do Vigario n, 33, vendem-se saccas
com superior farinha do mandioca, por pre-
co commodo.
Perfumara in-
gleza.
A verdadeira hanha de urso :
vende-se na loja de quatro portas, de
Narcizo Hara Carneiro, ra da Cadeia
doHecio n. 48.
qual he minio manso,
ra da Aurora n. 36.
J\OTO
e bom trotador: na
ves
Na ra do Crespo n. 13, ha para vender
urna porcao de cobertores escuras, pelo ba-
rato prego de 6*0 rs.
(M PEQUEO TOQUE DE AVVItIV
A DLNHEIKO
Pecas de madapolao fino, ditas do algo-
dilozinho liso muito encorpado, ditas de iii-
to trancado e largo : vende-se na ra do
Crespo, loja da esquina que volta para a ra
da Cadeia.
* Vende-se urna esersva crioula, de 22
anuos de i Jado, som vicios nem "achaques,
com muito bom leitc, e com urna linda cria
mulalinha de i Jado de um mez : na ra do
Crespo, loja de 4 portas n. 3, se dir quem e
o motivo por que se vende.
640
res.
No aterro da Boa-Vista taberna n. 42, da
esquina do becco dos l'crreiros, defronte do
sobrado queimado, vende-se superior man-
teiga ingleza a 640 rs a libra, velas de cs-
pi i mcete a 720, e outros muitos gneros
btralissiinos, avistado sua qualidade.
Vende-se urna escrtva bonita figura,
cum 18 anuos de idade, c muito sadia, e urna
mulatinha de 10 a II anuos de idade, muito
linda, e propria para mocamba, ambas tem
niuita habilitado, as quacs se dir aos pre-
tendentes: na ra Direila, botica n. 31, se
da qnem vende.
Ao JPregiaica
QUE ESTA QUE1MANB0
COM DILIGENCIA.
Na loja do Preguica, na ra do Queimado,
esquina do becco doPeixe Frito n. 2, conti-
i u"a a vender-se muitas e diversas fazendas,
por precos baratissimos, entre ollas cam-
braias francezas, padroes novos e cores fi-
xss, pelo baralissiino preco de 480 rs. a va-
ra, ditas de cordiio muito liras a 500 rs. a
vara, cassas francezas muito finas e de pa-
drees o m*is moderno que ha no mercado a
610 a vara, chilas francezas de lindissimos
padroes a 280 e 300 rs. o covado, mussulina
branca o mais lino que he possivel a 440 o
covado, dita de cor a 340 o covado, cortes de
casemira de cor de lindissimos padroes e
superior qualidede a 65 cada um, cortes de
brim de puro linho de lindos padroes a
rape.
rrevine-sc aos amantes da boa pitada, que
chegou no vapor S. Salvador o rap novo
priuceza do Rio Je Janeiro, que pelo seu
excellente aroma se confunde com o prince-
za de Lisboa: na ra do Crespo, loja de
nnudezas tope do arco de Santo Antonio e
pra^a a Independencia n. 4, aonda se ven-
de a 15000 a Ubra.
Fogo da China.
Vende-se logo da China, ou traques
(vulgarmente chamado): na ra da Cruz
do liecie u. 51, taberna de Fortnalo
Cardozo de Gouveia, ena tiavessa da Ma-
dre de Dos n. 15, arma/.em de Jos
Marcellino da Rosa.
Ricas franjas paracn ti-
nados.
Vendcm-se ricas franjas de algodSo, bran-
cas e de cores, lisas c com boletas, para cor-
tinados, e por preco muito commodo : na
ra do Queimado, na bem conhecida loja de
miudezas da boa fama 11 33.
FARELLOS DE LISBOA
em saccas grandes ; no armazem de Tasso
IrmSosa
Massas superio-
res.
Caixas grandes com 1 arroba de talharim,
macarrao, lazcnha e aletria por 6;400 rs.,
caixas de 16 libras com pevide, eslrellinha,
coutinhas etc., por 3o500 reis : na ra do
Queimado n. 35, loja de ferragens.
O melhor que se
pode encontrar.-
Vendem-sc ss verdadeiras bengalas de
bamb' e canna da India, linas e grossas,
com lindissimos castoes, a verdadeira agua
dos amantes em frasees grandes e pequeos,
ricas cnaruteiras de velludo bordadas a ou-
ro, ditas de marlim com riquissimas vistas
no gosto mosaico, gorros de velludo borda-
dos a ouro para boniem, tinta ingleza e fran-
ceza, ca caixinhas, para com a maior facili-
Sabo barato
Os proprielarios da fabrica dos Afogados
tem o sen deposito na travessa da Senzala
Velha, no fundo da luja dos Srs. Cunta &
Amoiim, aonde continuam a vender sabSo
amarello e cinzento, por menos urer;o do que
em ouira qualquer parte a tratar no nies-
mo armazem. ou na ra da Cruz n. 39.
REMEDIO 1MCOMPARAVEL.
V V
UNGENTO IOLLOWAY.
Milhares de individuos de todas as nacOes
podem testemunhar as virtudes dcste reme-
dio incomparavol, e provar em caso Decena-
rio, que, pelo uso quedclle lizeram, tem seu
corpo e siembros inteiramente saos, depois
de haver empregado intilmente oulros Ira-
lamentos. Cada pessoa poder-se-ha conven-
cer dessas curas maravilhosas pela leitura
dos peridicos que lh'as rolatam todos os
das ha muilos annos ; e a maior parle del-
las sao tao sorprendentes que admiran os
mdicos mais celebres. Quantas pessoas re-
cobraram com este soberano remedio o uso
doseusbragos e peinas, depois de ter per-
manecido longo tempo nos hospitaes, onde
deviam solfrer a amputacSo! Dellas ha mui-
tas, que havendo deixado esses asylos de pa-
dec ment, para se nao submetterem a ess
operacao dolorosa, foram curadas completa-
mente, mediante o uso desse precioso re-
medio. Algumas das taes pessoas, na efusao
de seu rocoiihecimento, declararam estes re-
sultados benficos (liante do lord correge-
dor, e outros magistrados, alim de mais au-
tenticaren! sua allirmativa.
Ninguem desesperara do estado de sua
saude selivesse bstanle conanca para en-
saiar este remedio constantemente, segiun-
do algum tempo o tralaucnlo que necessi-
tasse a natureza do nial, cujo resultado seria
provar incontcstavclmenle : Que ludo cura,'
t> ungento he til, ma$parlicnlarmmn
nus seguiiilr* canon.
A \0#000
Vende-se excellente cera de carnauba do
Aracaty, e Assu', do urna sacca para cima,
escolhendo o comprador a sua vontade, pe-
lo indicado preco de 10^ a arroba : no ar-
mazem de D. II. Andradc & C, ra da Cruz
n. 15.
TAIXAS PARA ENGENHO.
a f undico da ferro de D. W. Bowrflans o
na i9 Brum, passando o chafariz, coniin ha
der uracompleio soriimepto da la xes de ferro f un
vi Jo e balido de 3 a 8 palmus de bocea, as quaes
acfcam-se a venda,por epreco commodo c com
sromptido: embarcam-s oucarregasi-s an. car
ro semdospeza ao comprador.
W.-vr* ."H'llins e rele;ios.
* 1 SELLINS e RliLOCIOS de palentt
in_;r/. : a venda no armi*/rm de
Koslron Kouker Comp< quina do largo do Corpo Sanio Ha-
rnero 48.
Deposito
de rapeprinceza da.fabri-
ca de E. Gasse, no Rio
de Janeiro.
Veude-so a prego commodo rap fino,
grossoe raeio grosso, da acreditada fabrica
cima, chegado pelo vapor S. Salvador ; na
ra da Cruz n. 9.
Planta da cidade do Re
cfe
Vende-se a planta da cidade do Recifc e
seus arrabaldes, feita pelo Sr. Dr. Jos Ma-
mede Alves Ferreira, por seis mil reis : na
livraria n. 6 e8 da praca da Independencia.
Mappa das distancias du
provincia.
Na livraria n. 6e 8 da praca da Indepen-
dencia, vende-so o mappa das distancias
das differentes villas da cidade entre si, e
lac3o capital da mesma, a mil reis.
Aigod&ozinh a Baha
para saceos de sssucar! vende-se em casa
de N. O. Bieber & Companbia, ra da Cruz
n. *.
N. O. Bieber & companbia, ra da
Cruz n. 4, vondem :
Lonas da Itussia.
dem inglezas.
rinzao.
Brins da liussia.
Vinho de Madeira.
AlgodSo para saceos de assucar
moondas para engenho, machinas de vapor
e Ir.ixas de ferro batido e coado do lodosos
tamanilos para dito.
Momhos de vento
comhombas de repuso para reiiarhor ataba
sa decapini : na tundirode I). W. Bowidud
na ra d" Hrum ns. 6 KetO.
Era casa de Saunders Brothers C. praca
do Corpo Santn. 11,k para adero si uinl*
ferro ingles.
Pile da Sueria.
Alcalrao de carvo,
Eonas de linho.
Esponjas.
Drogas.
Algodoluopara saccas.
Bilo entrancado igual ao da Ba^ia
E umcoBpleto sortimento de fazendasproprio
para *sie mercado tudo por prego commodo.
Alporcas.
Cambras.
Callos.
Canceres.
Cortaduras.
Dores de cabera.
das costas.
dos membros.
Enfermidades da cu-
tis em geral.
Enfermidades doanus
ErupcOes escorbticas
Fstulas no abdomen.
Frialdade ou falta de
calor as extremi-
dades.
Friciras.
Cengivasescaldadas.
Inchaces.
lnflammacjio doligado
da bexisa.
Inllammagao da ma-
triz.
Lepra.
Males daspernas.
dos pcitos.
de olhos.
Mordeduras de reptis.
Picadura de mosqui-
tos.
ulmes.
Queimadelas.
Sarna.
Supurac,es ptridas.
Tin lia, em qualquer
parte que seja.
Tremor de ervos.
Ulceras na bocea.
do ligado.
das arliculacoes.
Velas torcidas ou no
dadas as pernas.
cobertos e descobertos, pequeos c grandes,
de ouro patento inglez, para bomem eso-
nhora de um dos mcihores fabricantes de
Liverpool, vindos pelo ultimo paquete in-
glez : em casa de Soutball Mellor o. C.*, ra
do Torres n. 38.
Charutos de Ha va-
na: ven em-se en casH
de C. ". Astley v C.
Cemento novo
Na ra da Cadeia de Santo Antonio, arma-
zem de materiaes, por preco commodo.
SAL DO ASSU
a bordo do hiale Novo Olinda.
Velas de esper-
m acete.
Vi'ndem-se caixas rom 25 libras de ve-
las de (i em libia, a' preco commodo.. em
casa de Isaac Curio & C, ra da Cruz
n. i!>.
Aviso aos genitores de en-
genho e dones de otti*
cias
Vendo-se bolacha americana a 100 rs. a
libra : no paleo do Terco n. H.\ dito da Pe-
nha n. 10. Tambem se vendem cartas de
traques a 280 rs. a carta.
Vende-se
em casa de S. P. Johnston & C ra da Sen-
zala Nova n. 42, o seguinte : arreios para
escriptorio do agente Olivoira, ra da Ca- Icario, scllins para homcm e senhora, "can-
dis do Rccife n. 62, primeiro andar. diciros e castices bronzeados, vaquetas pa-
Pennas de ema, cera de abclha e de ra carro, chicotes de carro e de montana,
carnauba.
Na ra da Cadeia do Hecife, loja n. 50, de-
fronte da ra da Madre de Dos, ha para
vender os gneros cima, recentemente che-
gados, por precos razoaveis.
nelogios.
Os melhores relogios de ouro, patente in
glez, vendem-sc por precos razoaveis, no
relogios de pa-
tente
inglezes de ouro, de saboneta e de vidro:
\('iidem-se a preco razoavcl, em casa de
Augusto Cesar de Ahreu, na ra da Ca-
deia do Recife, armazem n. 16.
ECHAMISie mi m
na.
NAFUNDigAO DEFERHO DO ENGE-
o covado. panno lino uu| a 3 o covado, dito
muito lino a 5/, dito preto muito lioo a SI
dito muiU superior 6s, ditos verde escur
e cor de cafe muito superiores a B, c.rtw
de casemira prela, fina, p,ri de, ,, ,.
ir. bordada a 10c, cortes de gorgurlo de
seda para collete a 2/, ditoi de casaonra
prela bordada a &>, fusUo Lr.nco muito fi-
no lito covado, cortes le cambraia preta
com 7 varas, pelo diminuto preco te f cada
um, ditos de dita branca com ulpicos de
cores, tambem com 7 varas a swhj
preta hespanhola a 29 o covado, groVieui
pies de cores a 1/800 o covado, sei.n ,,.,
Isvrado muito superior a ,-500 o asjnZ
gorgurao preto de seda rom lpicos, pro.'
NHEIBO DAVID W.BOWMAN, ,nA i C' ""' Clle,* a,30 roo, hi*
brancas muito finas, de lio de Escocia, mu.,
proprias para os srs. ofGciaes miliUre, |
haratissimo preco de Ir e par, meias preta
.oi..*' ProPr,as P" o* Srs sacerdotes .
158U rs. o p.r, diUs de laia muito superio-
res a 1#80U o par, meias de algodSo cru
muito superiores para meninos a M rs. o
par, lencos) brsncos de linho muito finos a
400 rs., chales de lia rxos e preto, pelo
barato preco de 30, fil de linho liso muito
RDA DO BRUM, PASSANDO O cIlA-
FARIZ,
ha empreumqrandeormentodosjeiiuiritesob-
jectos ilemerhaoismosproprios paraeiiHenlios,asa-
uer : moendaie meias moeudas, da mais moderna
conslrarriio ; laisas de ferro fundido e balido, de
superior qualidade e de todos os tamanlios : rodas
deuiadas para anua ou ai.imaes, de todas as propor-
coes;cnvose bocas de fornalha e registrosTde bo-
eiro. aguillies, bronzes.parafu.os e cavilhei.moi-
ulius de mandioca, etc. ele.
NA MESMA FDNDICAO.
se esecutara todas as encommendas com a superio-
rnlade ja conhecida com a devida ptesiexa ,eom.
raodidade em preco.
XAROPE
DO
BOSQUE
Foi transferido o deposito deste sarope par a bo
(icadeJosc da CruiSanlos, narui Novan. 53'
carrafa, 59500, e mejas3SOO0, sendo falso lodo
aquelle que n.iui'o r vendido neste deposito,pelo
quesefiz opreienlcaviso.
IMPORTAKTE PARA 0 PIBL1C0.
Pira curade phlysicaem lodososseusdinereD
lesera os, quermotivada porconsliparOes, tosse
asthma.pleuriz.escarros dcsangue, drdecot-
lailosepeito, palpilarsono coracao.coqueluche
bronchite, dorna sa rea uta, e todas as molestia
.1 surca o.' pulmonares.
Sao muito finas
e de omito bous gestos.
Mussulinas muito finas, matizadas com
lindas cores, de padrOes muito bonitos e
inteiramente novos ; vendem-se pelo dimi-
nuto preco de 560 rs. o covado : na roa do+
Queimado n. 22, loja da boa f.
i
38500
a vara, pnncea prela fina a
,20 o covado, dita muito lina uue rivslisa
com merino a If o covado, e alera disio um
completo sorlimento de fazendas de todas as
qualiuades, que se vendem muito barato, na
ra do Queamado n. 22, na bem coobecida
loja da boa fe.
v aramias e grades.
Ira lindo e variado sorlimento de mod^i-
los para varandas e gradara, de gosU sao-
dernissimo na fundicSo da Aurora em 5n-
Br *m *r'0 n depo8'l "* na a ato
Tachas de ferro.
Na fundicao da Aurora em Santo Amaro-
e tambem no deposito na ra do Brum |ORO
na entrada, e defronte do arsenal de mari-
nha, ha sempre um grande sortimento de
tachas, Unto de fabrica nacional come c-
trangeira, batidas, fundidas, grandes, pe-
quenas, rasas c fundas ; e era ambos os lu-
gares ezistem guindastes para carregar ca-
noas ou carros, hvres de despeza. Os erecn
soo s mais commodos.
Moeudas superiores.
Na fundicSo de C. Slarr & Compinhi. tai
Santo Amaro, arham-se para vendar moen-
das de canna todas de ferro, de um modallu
coiistxucgao muito superiores.

Vende-se cal de Lisboa ltimamente che-
gada.ssimcomopotassa da Russia verda-
deira : na praca do Corpo Santo n. 11.
R\ LOJA
r,
Agencia
da fundic9.o Low-Mc
ra da iSenaala Nova
ii. 41.
Nestc estahelecimenlo continu'a a haver
um completo sortimento de moendas e meias
FareSlo
Vende-se superior farello vmdo de Lisboa
ltimamente, em saceos e por barato preso :
na ra do Trapiche, armazem n. 7.
Atsr< dao monstro, he pe-
chincha.
Vende-se algodSo monstro com 8 p.-lmos
de largura, rrnprios para toalhas e lencoes,
pelo diminuto prego de 600 rs. a vara : na
ra do Uueimado n. 22, na loja da boa f
da boa f,
vende-se muito barato
Colchas de damasco pelo diminuto preco
de 9J0OO, ricos pannos para mesa a 39. atoa-
Ihado adamascado com 8 palmos de largura
a 1:600 a vara, mussulina branca muito fina
a 500 rs. o covado, ditas de cores de padroes
bonitos a 320 o covado, chitas francezas
muito finas a 320 o covado, brim branco de
puro linho a 15U0 a vara, dito pardo tran-
cado tambem de puro linho a 15280 a vara
ganga amarella muito lina a 32 o covado!
cambraia muito fina com salpicos hrancos e
de cores a 13 a vara, alpaca preta fina a 6401o
covado, canlao pretomuilo lino, fazenda su-
perior e propria para vestidos de luto a 960
Sellins
patente inglez.
S.io chrgidos e achata-e* a vejada m esSii.ji
e bem coohecidoe sellins inglein palale : na ra
do Trapkhe-Novo n. 42, araueea i
Adamsoo Howie & C.
#flcm)p* ftt- Si*
Continu'a a andar fgido desde a el
fevereiro do corrate anno o negro de bordo
do brigue Melampo, de nomel'arcelmo. da
nacao Cabinda, altura regular, secco do cr-
po, rosto enmprido, barba cerrada, cria
suissa, com falta de denles na frente, e cons-
ta estar trabalhando na estrada de ferro :
quem o pegar leve-o a ra do Trapiche n.
14, primeiro andar, escriptorio de Manoel
Alvcs Guerra,que sera generosamenU gratifi-
cado.
Fugio no d:a 17 do crranle usa mula-
to captivo, de nome Claudino, idaeVa de 14
annos, secco do corpo, rosto enmprido. acs
um pouco apalhelados; levou camisa de
madapolao e calca de cor, tem sido visto
nesla cidade a brincar com os moteque* :
quem o pegar leve-o a ra do Crespo a. ,
luja de Joaquim Vieira Coelh.i, que aera ge-
nerosamente gratificado.
Dos premios da prlmeira. parte da primeia loteria a beneficio doS. Loureiico da .Matta
extraliidaa SOde eliiiiiiode 8et7
iVS. |PREMS.
1
:i
NS. PKE.MS.
Vende.s este ungento no estabelecimen-
lo geral de Londres n. 244, aStrand, e na
loja de todos os boticarios, droguistas e ou-
lras pessoas encarregadas de sua venda em
loda a America do Sul, llavana c Hespanha.
Vende-se a 80o rs. cada bocetinha.contm
umanstruc^ao ero portuguez para explicar
o modo de fazer uso deste ungento.
O deposito geral he em casa do Sr. Soum,
pharmaceutico, na ra da Cruz n. 22, em
Pernambuco.
UClfOS.
25400 cada um, ditos de ditos a 2, ditos i
algodo a 10360, ditos de cutim de litid
padroes c muito encorpados a 1jp600 cada
um, lencos de cambraia para m5o a 120, di-
tos mais linos a 220, pec^s de bretanh de
rolo !e 10 varas a Sa cada urna, chitas escu-
ras de diversos padroes e cores fixas a 140,
160, 180e200rs o covado, e a peca a 5-, 6-,
(i?500 e 7s50 cada urna, cobertores proorios
nara escravosa 700 rs. cada um, gravatas do
seda de lindos padroes a 1^, ditas pretas de
setim a 1528U, ditas de cores em ouUo gos-
to a 700 rs. cada una, luvas de seda de to-
das as quaiidades para homense snnhoras,
lencos de seda ue bous gostos, gangas mes-
ciadas do luidos padroes a 600 rs. o covado,
co tes (le castores de bonitos padroes a 1>
cada 11 ni, cambraias lisas linas a 4-500 com
10 varas, uitas lias muitas (a/ondas que se deisam de
mencionar, o se venderSo par baratissimos
preeoe, e se dar&o amostras com penhor.
o bar da.
NaruadoQneim to ;. 3.
\endem-sc chitas do cores matisadas c fi-
XBS a 160 o covado, ditas francezas de muito
bonitos padroes a 260 o covado, cassas frali-
enzas de cores a 100 rs. a vara, ditas de co-
res uij.lisa.las a 500 rs. a vara, ditas muito
linas mili inhas a560a vara, lencos de cam-
braia de linho, linos, proprios ;ra algibei-
n a WOOa duzia, lia para vestidos de bo-
nitos padroes a r.4o o covado, curtes de brim
pardo de linho a If600, ditus de mcia case-
dade possivel marcar toda a qualidade de
roupa, excellenles binculos por serem mui-
to claros, augmentar muito qualquer objec-
lo e altrahi-lo muito ao perlo, verdadeira
banha de urso, de vado e de tutano de boi,
todas inglezas e com excellenles cheiros,
aliancando-se que qualquer dcstas banhis
conserva o cabello e nao o desirue como
muitas outras quaiidades que ha, pos do ar-
roz excellente para bortuejas e comixoes,
assim como para amaciar a pelle, e que se
vende a 500 rs. cada embrulho, diversas qua-
iidades de tinteiros de novas invences,
capachos grandes para sofas ou marquezas,
sapalos de borracha para homcm, e outras
muitas quaiidades de objectos, tudo muito
bom e de muito gosto, que se vende muitis-
simo barato, na bem conhecida e acredittda
loja de miudezas da boa fama.
Sabao
O antigo deposito silo no becco do Gon-
qalves, armazem n. 4 e 0, acka-se nova-
mente supprido de diversas ([tiantidades de
muito superior sabo amarello, e vnde-
se mais barnio, que em outra qualquer
paito.
Casc s va&ii .
Vendcm-se barra de 4.- vasios noves, che-
gados de Lisboa na barca Klor de S. SimSo:
no armazem re Carvalbo irmo, na na do
Itrum, ou na rua da Cadeia de Santo Antonio
n. 26, primeiro sudar.
Vendcm-se superiores queijos francezes e
hamburguezes, os mais novos que ha no
mercado, pilo preco da i;440 rs. : na rua Di-
reita n. 8.
LUYAS DE JVIN.
Constantemente acharSo na loja do Le-
conte, aterro da Boa-Visla n. 7, as verdadei-
ras luvas deJouvin, de ludas as coi es, igual-
mente ricos pontea de tartaruga da ultima
moda
CHAPEOS A TAHBERLIK
Do af tinado fabricante
Pinueau de i aris.
Aeabamdecliej'jirpelo ultimo paquete,
os supra mencionados chapeos deste afa-
mado fabricante, e vende-se na loja de
i-portas, da rua da Cadeia do Keci'o n.
5S, de Narciso Mana Carneiro.
Venderse queijo do fertao
a 480 rs. a libra, manteiga ingleza a 640,
queijo do reino a 19500, 15600 e 1#900, fari-
nha do reino a 120, gomma a 100 rs., lingui-
Ca do reino a 400 c 640, vinho do Porto en-
garrafado a 19000, dito de Lisboa a 560, ba-
nha de porco a 520 : as Cinco l'ontas n. 21
Arados ci ferro-
Na fundicio de 0. Slarr & Companhia, em
Santo Amaro, acham-se Dar vender arados
de ferro de um modcllo e construccao muilo
superiores.
Venda de
vraHtfc fabrica
de tamancos, na rua D-
reita, es({U4 t> becco de
S. Pedro n. i(>.
Neste estabelecimento lia eireclivamcnc
um grande sortimento do tamancos, tanto
rara homcm copo para meninoseaenboras,
a rctalho ou mesnio em grandes porgos,
para o mato ou mesmo para a praca, muito
em conla e a vonlade dos compradores.
o
1
Vendem-se muitos lindos e excellenles
pianos, chegados ltimamente de Ham-
burgo, ecom lindos retratos no frontes-
picio : na rua da Cruz n. o, casa de J.
Kcller C.
la*
la i m*
Km casadeRabeScbmettau fcCompanhias
roa da Cadeia n. :", vendem-se elegante,
pianos do afamado fabrcame Trauniann (
Haraburgo.
Vende-se superior lindas de algodo
brancas, e de cores, en novel lo, para costu-
ra, em casa de Soutball Mellor c C.t, rua do
Torres n. 38.
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Tir. DE M. F.DEFARU: 1157.


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