Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07788


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Full Text
ANNO XXXIIIJL 140
Por 3 mezes adiantados .sOOO.
Por 3 mezes vencidos 4$300.
SAIIlvDO 20 DE JOBO E 8.'i7
Poi\anno .id'taiitailo 1 -jOlHt.
Pui le fianco para o subtcriptor.

i
t
ENCARRI ('. ADOS DA SUBSCBJPCA DO NORTE.
Parahiba, o Sr. Joo Rodolpho Coraos : Natal, o Sr. Joaqun)
1'Pereira Jnior ; Aracalv, o Sr. A. de Lemos Braga; Cea-
ra\ o Sr. J. Jote de Oliveira ; Marinho, o Sr. Joaquim Mar-
que* Rodrigues; Piauhy o Sr. Jos Joaquim Avelino ; Pa-
ra, o Sr. (Justino J. Ramos ; Amazonas, o Sr. Jeronjmo da
Cosa.
PARTIDA DOS CORREiOS.
Olirole : lod.....*.l......u. ni.-i.i hora-,lud.,.
Igoarassa*, Gotaome i'aratiitia: n.14 semiidu e eextas-feira*.
s. Ve-.... K./.-rr..-. Iloiiil.i. Cania', .tilinto c .leranliun* : 111
S. l.ourenro. Pao d.Xlll,,, Kasarotb, I.........no, Reojo, IV-|iieu.i
Flores, Villa-Bella, Bao-Vista, Oaricur] < Kii', na<|aarU-Mrai.
Cabo, liwiuea.NeiiniiaYin, Rio Foramo, 1'na, Barruiros, Agua-Preu,
ni.ii'.ii.,- Sjatau! epilatsa-ieims.
iedu- *i* correioa parlan a.- 10 lloras da manli-'i*.
rra-fnra.
i ueil.i
AUDIENCIAS DOS TRIBUNAKS DA CAPITAL.
Tribunal do rommercio : segundas e quintas.
Ilelaco : tercas feicas e sabbados.
Fazenda : quartas e sabbados as 10 horas.
Juizo do commerci'): segundas as 10 horas e quintas ao meio dia.
Juizo de orphos : segundas e quintas as 10 huras.
Primeira vara do civel : segundas eseitasao meio dia.
Segunda vara do clvel : uartas e sabbados ao meio dia.
F.PUEMERIDF.S DO ME/ DE JIMIO.
7 La rheia ai 3 horas e 3 minutos da tarde.
15 Quarto minguante as -5 horas e 50 minutos da manha.
21 l.ua nova as 7 horas e -II minutos da larde.
29 Quarlocrescenle as 2 horas c 1 minuto da niaulna.
PREAMAR DE MOJE.
Primeira as 2 horas e 1; minutos da larde.
Segunda as 2 horas c 3u minutos da mcutiaj.
DAS DA SEMANA.
15 Segunda. Ss. Vito, llacio, Libia e Lenidas Mm.
10 Tena. S. Jos Francisco Regu.
17 Qoarta. S. i hereza rainha viuv.
18 Qoiol. Ss. Leoncio, Tribuno cfhcodulo Mm.
19 Sexta. S. Juliana de Falconieriv.
20 Sbado. S. Silverio p. 111. : s. Sihiuo ni.
21 Domingo. 3. S. Luiz Conzaga.
ENCARREGADOS HA SI BSCItl,An Vi i
Alagoas. oSr. Claudino Ptela |>. : Babia, o St. I. !.'
Rio de Janeiro, o Sr. Me l'ertira Martin.
EM I'EKNAMIII Di.
O propriel.irin do DIARIO Manoel Figuciroa de Farsa ansa
livrana, prai'a da Independencia n. 6 e 8.
PARTE OFFIOIAL
'MINISTERIO DA FAZENDA.
fC.rpediente do illa is de maio de 18.57.
A' IhesoorarU do Pansa.Bernardo de Souza
Franco, presidente do tribunal do lliesouro nacional,
respnndendo ao oTIeo do Sr. nepertor Ha theeoura-
ria da proviocla do Paran ni dftl de 16 de dezem-
brn iilinno, em qae consulta sobre a inlelligencia- do
art. :l- do decreto n. 1.183 de 2 de abril de 1855, que
creou a mesa de rerlas de Antonina, em razAo do
conllicto havido entre es'a mesa e a alfan lega da
Parassataa', por occasi.lo da entrada do hrmue r.a-
ciooel M.iria Rosa, d procedente de porlo>stran-
geiro, carrejado de xarqae, I3l e beslas, coro desli-
no a Antonina, Iha declara qa, em cumprimento
do citado decreto, n referido brigue deveria ter da-
do entrada naquella nlfandesa e salisfcito ahi os di-
reitoe de coneomo de lAe c beslas, e seguir para An-
tonina com lodo o carregaraenlo, acompanhado do
reipeetivo nninfc.-ii, nos termal do rt. do de-
creto n. 710 de 1( di novembro de 18.50, e 23 do de
J de abril de-185i ; levando, pelo que respeita ao
xarqua, o manifest do porto da procedencia, visado
pelo inspector da Mbrettda alfaudega, e condozindo
a aeu bordo um eropregado desta.
1!)
Circular.Bernardo da Sania Franco, presidente
do trihnii.il do lliesouro nacional, ordena aos Srs.
inspectores das thesoorarias de fazenda, que remet-
tam ao thesoaro, por urna s vez, om quadro geral
da divida activa, com as declaracee do estylu, cora-
prehendendo todos os devedores anteriores a' nnva
numerarn por series qne nAo liverem solvido os eos
dbitos at jonho protimo futuro, declarando aos
raesmoi Srs. inspectores ae. na conformidade da
circular de 20 de fevereiro de 1851. nao devem raai
renetter os quadros da divida que pela ordem de 16
de julho de 180 eram tran ao Ihesooro com o balando definitivo, devendo po-
rem continuar regularmente a remessa a' directora
do contencioso das relacSes sameslraes da masma di-
vida activa liquidada, cobrada a remettida para o
juizo, segn lo se acha establecido.
A' directora las rendes, declarando, em ilu-
cu duvida propoila pelo adinioietrador da mesa
de rendas da cidade de S. Joflo da Barra, que os
desassisados, quando .lecahidos das acrOes, nAo de-
vem paliar a dizima da chancellara, por se aeharera
comprehendidos na generalilade do S 4' "lo arl. 10
do regulamenlo que baiiou com o decreto n. 150 de
9 de abril de 1812, na epigraphel'esioas misera-
veis, conforme ja' o declarou a ordem do lliesouro
de 25 de Janeiro de 1853.
20
A'thesouraria do Para'.Bernardo de Souza
Franco, presidente do tribunal do lliesouro nacional,
declara aoSr. inspector da Uiesoursria de Cateada
da provincia do Para', em s iluco s duvidas expos-
las em sea oflicio n. 1.51 de-J de agosto do auno
passado, quanto a' primeira, que os vencimeutos das
pesioas que subslituirem os solicitadores se devem
reger, em casos idnticos, pela ordem de 22 de no-
vembro de 1850, por copia inclina, emquauto oulra
consa nao for determinada ; quanto segunda, que
lie da competencia da thesouraria da fazenda infor-
mar as pretencoes do solicitador sobre lrenras e
quaesquer oulras, nSo prescindindo da audiencia do
procurador fiscal e do juiz dos feilos, hem como rc-
quisilar o provimenlo interino do dilo emprego ;
quanto a' terceira, que a ordem de 2 de Janeiro de
1852 lie clara e terminante, nio s a respeilodo ven-
cimenlo actual dos procurad ires Oseass, como dos
demais empregados da juizo ; c quanlu a' quarla,
que, no convindo distrnhirem se os empreados da
Ihesouraria do eserrrii re saes fiinccOe, e ealgin*
do o cargo de aeJiellado/ lialiililaces eipeciaes, uaoi
deve subsistir a pralica, a que se refere, de ser d"
continuo substituto do servcnluariu daquelle cargo,
nos seos impedimentos.
Circular.Bernardo de Souza Franco, presiden-
te do tribunal do Ihesoiini nacional, ordena, em cou-
formidade do aviso do ministerio da justic-a do 18 do
correte, aos Srs. inspectores das Ihesouraria de
fazenda, que pagucm aos empregados das secreta-
rias de polica os veucinientns qu Ihe* foram mar-
cados pelos decretos M. 1897 e 1898 de 21 de feve-
reiro prximo passrdo.
25
A' Ihesouraria do Maranhao, mandando pagar ao
escrevente da inspectora geral das Ierras publicas
I.uiz Raimando Bsteves, o respectivo veiicimenlo
correspondente aos doiis mezes de licenca que oble-
ve da presidencia para Iratar de sua saode ; visio
romo, segundo declara o aviso do mimsierio de 20
de novembro do anno passado, os e referidas inspectoras teem vencimenlos filos em
virlude do arl. 11 do regulamenlo de 8 de mato de
is ii. e nio salarios por das de trahalho, como acon-
tece a respeiln dos agriinemores e outrus emprega-
dos das medirotg.
A' do Espirito Sanio.Bernardo de Souza
Franco, presidente do tribunal do lliesouro nacio-
nal, respoudendo ao oflicio n. 27 de 7 de marco ul-
timo, ein que o Sr. inspeclrr da Ihesouraria do Es-
pirito S de mandar calcular pelos pre;us da tarifa os direilos
do expediente a que estavam sujeitas diversas raer-
cadorias que Manoel Ignacio das Cliagaa importara
n i mesma provincia, dando-lhes valares mudo in-
feriores quelles por que oatro9 eommerciantes as
despachivam, declara ao mesmo Sr. inspector, que
bem procedeu em semelhanle cisofvislo qne, rep-
tando-ae falsa a factura apresenBda peln |despa-
chante, devia ter .ipplicaciin o qisasdiapOe a ordem
d. 63 de 2 de julho de 186. Obaatva, poiem, ao
se. inspector, que, estando eomminadas noearegola
melos das alfnndagas as penas que se devem impor
aos que prelendem fizer despachos lesivos aos iu-
leresses da fazenda, nSn ha lugar a remessa de fac-
turas que sejam julgadas falsas, a' auloridade crimi-
nal, para proceder contra os seus autores, como
informa o Sr. inspector 1er feilo uo caso em
questa-.
QOVEHMa DA PROVINCIA.
Expelime do da 1 de jonho.
omcio Ao Exm. vice-presidenle do Cear, in-
leirando-o de ter mamlado dar passageni para aquel-
la, provincia em um dos lugares do governo ao en-
genlieiro Adolpho Herbsler. Espedio-se ordem
ii"--- senlido.
Dito Ao chefe de policia, dizendo que a Ihe-
souraria prnviucial Ion ordem para pagar as despe-
gas feilas com o curalivo e sustento dos presos po-
bres da cadeia de Uaranhuns e la casa de dateocao,
bem como com os pequeas reparos de que precis'ava
aquella cadeia.
Dilo A Ihesouraria de fazenda, para entregar
ao almoxarife do arsenal de mimlia, ou ao seu Bel,
a quanlia de 318JU0 para uccorrer as despezascom
os menores admita lo- naquelle arseual, relativas ao
crrente moz.
Dito Ao eonselbo administrativo, para promo-
ver a compra dos arligos constantes da relac,3o junta,
os quas ijo necessarius ao arsenal de gusrra para
atistaar a dous ped los para a capella da fortaleza
do Brum. Commonicon-se a Ihesouraria de fa-
zenda.
Dilo Ao arsenal do guerra, concedendo aulori-
sic.lo para mandar concertar os telheiros em que
i nii-niiii.ni as oflicinas daquelle arsenal, construir
mais dous pequeos Irlheirus para augmento e com-
modo das mesmas offlci.is, |lCm aMim f4zero gra-
dil de madeira de que Smc. trata.
Hito Aalminislraco -los eslaiielecimentos de
racidade. recounoendindo que admita no hospital
de caridade a orphAa [gnez AngeUea da Canceico,
de cuja surte cuidara o juiz le orphlOI desln cun-
de quando ella se echar NfUlmliiM, da anfermi-
et,irjutz.lUa,m""e 'nre- ~ (-'"'-ncou-se ao
Dito Ao capilAo do parlo, dizendo Beat inleira-
.la do que Smc con.munica acere, do ballsanjenlo
das barras .le Porto d. Podras e Camaragib"!, a
providencia dada por essa repartir,, ead o n, ,1,
encontrar e condozir a e.te p,t umA |ancllil '
acompaubara o vapor .. Ib-beiibe para auxiliar o
servio do mesmo balisameiilo.
bacharel Francisco de Souza Cirne Lima. Commu- ,
nicou-se a quem compete.
OdieioAo commandaote da estaco naval, di-
zendo-lhe que no dia 13 do corrale polo seguir pa-
ra Fernando o brigue ..Cearensc, levando as pr.ic.as
e sentenciados que se destinara aquelle presidio, coii-
vindo que S. S. ordene ao couiinaDdanto do inesino
brigue, que se receba na (hesuuraria de fazenda, e
entregue ao cnmmandanle do mencionado presidi;,
a quanlia de 12:0303000 reis.Deu-se sciencia da sa-
luda do brigue ao cotnmandaulo das armas e ao che-
fe de polica, ao juiz municipal suppleule em exer-
cicio da primeira vara, ofliciando-se ao mesmo lempo
a Ihesouraria para eulregar o dinheiro.
DitoAo chefe de policia, inleiran lo-o de que es-
lo dadas as ordens para o pagamenlo das despezas
feilas com o sustento dos presos pobres da cadeia do
Kio Formoso ; com o fornecimenlo de luz e aluguel
das casas que servem de quartei ao destacamento do
It un Jardini, e com a acqui-ir.io de urna chave para
u cadeia do Limoeiro.
UnaAo arsenal de guerra, para mandar fazer
coin brevidade urna guan i em que n abrigue a sen-
linella que se vai enllocar no ejes do collegio para
impedir que se fac,am all despejo.
DiloA Ihesouraria provincial, para mandar por
em halla publica a obra do rebaUamento da cadeira
do engenho vellu, na estrada da Victoria.Commu-
nicou-se ao director das obras publicas.
Dilo\o commaudantc de policia, aulorisando-o
a dar liana do servico ao solJado daquelle corpo
Ignacio Joaquim de Miranda.
Igual acerca do soldado Jos Teixeira de Lima.
PortarlaConcedendo, em vista da informacao da
thasnuraria provincial, 2 mezes de licenca com ven-
cimeutos para Iratar da aaude, ao liel do lbe daquella reparlicjio Jos da Silva i ri-mo Maia.
Commouicou-se a Ihesouraria.
6
_ (JuicioA todos os Exm-. presidentes das pro-
vincias, enviando dous exemplarcs do relalono com
que o Exm. conselheiro Sergio Teixeira de Macedo,
residente desla provincia, abri a sessSo ordinaria
a asiembla desla provincia no crrente anno.
Igaaes as cmaras djs depulados e senadores, re-
metiendo a cada urna dous exemplares do me relatorio.
DiloAo chele de policia, declarando ler-se da-
do ordem para o pagamenlo do aluguel da ca-a que
serve de quartei ao destacamento de Santo Aut.lo,
vencidu desde selembro do anno passado al maio
ultimo.
DiloAo director da insIruCQao poblica. commu
nicando ter expedido ordem para o pagamenlo dos
objeclos fornecidos a aula de Cruangi.
DiloAo director das obras mililares, para man-
dar fazer com toda brevidade o melhuramenlo de
que precisa a cobertado quartei do hospicio.Cum-
municou-se ao commandanle desarmas.
DiloAo capitAo do porlo, dicando estar ioleira-
do de ler-sc concluido o balisamcnlo do porlo de
Tamnndar, c publicado o conveniente aonuucio
acerca da collocarAo da boia.
DiloAo delegado do primeiro dislriclo do Reci-
fe, dizendo-lhc que o Ihesaureiro das loteras com-
mnnicara, que lendo-se aprescnlado hora en: que
costumam correr as loteras nflo o encontrara, e or-
denando que qnaiito nnles v presidir a lolcria, que
tem de ser exlrahida hoje.Comiuuuicou-se ao su-
pradile thesoureiro.
DitoAo juiz municipal e de orphfns do Seri-
nhAem, dizeudo que lica inleirado de haver Smc
asstimido a vara de direito, em conseqoencia de ter o
respectivo proprielario entrado no gozo de licenca.
Fizerain-se a re-peito aeConvenientes couimuni-
cacoes.
DitoK' Ihesoararia provincial transmitll
para o Om convenienst, .. retaijriu nunnr.i.i t
litado, que assistiram i promgsffl da aeaemblca
piovincial, a contar do .lia a li to nrrenle,
DiloA" mesma, commnnioando ter sssembli
provincial designado o respectiva primeiro neerati-
rio, bacharel Sebatllato do Reg Barrea de l.icerda
para recber a quota destinada as despezas da cas
da mesma asserubla e evpeJicnte de sua societaria
no auno Onanceiro faloro.
PortaraConcedendo aa promntnr do Brcjo Aii-
lides da Rocha Bulos, Ires mezes d licenca com
vencimeutos, para ir ao Cear.'i.Fizeram-se as con-
venientes cummunicac.Oes.
DitaA' agencia dos vapores, para mandar trans-
portar para a curte, por conti do governo, os me-
nores Domingos Baplista do Sacrameulo e Bernab
Antonio dos l'razeres.Commumcuu-ie so capitao
do porto.
DitaAo mesmo, para dsr passagero de estado
para a corle, no vapor que se espera do norte, a se-
nhora do commissario da armada Augusta Cesar Lis-
boa de Aguiar, o qual segu para all em commissAo
do governo.
**aA' mesma, para dar transporte para o Rio
Grande do Norte ao criminoso Joaquim Jos de Sin-
la Anua, e bem assim para o Cea. ao de nonio Ma-
noel Francisco Dias, os quaes aerlo apresenlados
por parle do chefe de policia.Commouicou-se a
este.
/.rpedicnt' do secretario da provincia.
(IllicioAo secretario da a'somblra provincial,
dislribuindo aulograplios dos aclos promulgados por
aquella assembla, de ns. 423 a 127, os quaes furam
anccionados.
DiloAo oulcial maor da secretaria do imperio,
enviando um exemplar do relatorio com qne o Exm.
presidente desla provincia, conselheiro Sergio Tei-
xeira de Macedo, abri a ses'o ordinaria da as.em-
bla desla provincia em o corren!- auno.Tamben)
se remellan um exemplar aos olliciaes maiores das
de mais secretarias de estado, ao Instituto Histrico
e Ceographco Brasileiro, a bibliotheca publica da
corte, ao director do archivo publico do imperio,
hibliolbeca provincial, ao Gabinete l'orlonuez de
Leilura, bibliotheca da l'aculda.le de Direito, ao
commandanle das armas, ao chefe de polica, Ihe-
souraria provincial, relaedlo, Ihesouraria de hienda,
alfaudega, mesa do consulado, arsenal de nurinlii,
inslruccan publica, cmara monicipjl do Recife,
roinmi-.o de hygiene publica, obras publicas, obras
mililares, admituslraco dos eilabelerimenlo* de ca-
ridade, patrimonio de orphaos, regedor do Gvmna-
sio, commandanle superior do Uacife, caixa lijial do
Banco do Brasil, bispo diocesano.
lalurn, fez o seguinte rtqiierimento, que foi appro-, disposijjo cousliluciotial, islo he, daquella que alien-1
vado : de essencialmtnle i circumslaucia de ser commclli-
Requeiro que a commisso de consliluir;i1o emit-! do o delicio durante a legislatura, que um dtpulado
Dito A ca nara municipal de Nazarelh.com-
immieando ter indefeiido a pelirflo de Theophilo
Lopes Coelho, na qual elle reclama contra o proee-
ilim nio dessa cmara em nAo le-lu nomeado seu se-
cretario, apezar do olTer->eimento que fizera elle de
COMMA^DO DAS ARMAS.
Quartei general do commaado daa armas de
Pernambnco na cidade do Recife. em 19 de
janho do 1 s57.
ORDEM DO DIA .N. 198.
O general commandanle das armas, em execucn
dos arligos 2,l e 245 do regulsmrnlo que bailOl
com o decreto n. 1900 de 7 de mar jo de-te auno, no-
meia pura servir interinamente o emprego de diree-
lor do hospital militar desla guarniri,-., ao Sr. major
do corpo do estado mainr de 2." classe SebastiAo An-
tonio do Reg Barros, a quem a presidencia por tal
motivo foi servido por portara datada de honlem ex-
onera-lo de voal da cnnselho adminislralivo do ar-
senal de guerra, dando-lhe suhstilulo na pessoa do
Sr. lenle coronel reformado .loo Antonio Pinto,
que a mesma presidencia se devera aoresentar quan-
to antes.
Nomeia igualmente para o emprego de almoxari-
fe do referido hospital ao Sr. Joaquim Gilsino de
Mesquila, que prestarA Baen nos termos do arligo
243 do regulamenlo de 2.5 de novembro de 1814, e
nomeara provisoriamente, comapprovacAo do Sr. di-
rector, os empreados que o tem de 'coadjuvar na
forma do arl. 163 do citado regulamenlo.
O Sr. director proceder de sorte, qoe no 1.- de
julho prximo vindouro o hospilal posea funecionar
em harmona com os citados regulameiilns anale
sentido u conselho econmico do 10.- balalh.lo de in-
fanlaria que ora tema seu cargo i admlnistracala do
hospital regimsotal, ira' desde ja traland.i de ajuslar
8s cnnlas respectivas, cerlo de que a e davan' licar encerrada no ultimo do presente m'ez.
Jote Joa'/uim Coelho.
IMTERIO
RIO DE JANEIRO.
9 dejonho.
Foi litio honlem no senado o seguinle parecer da
commiasio Je CuiisliluicAo, e vol separada do Sr.
evercer gralailamenle aquellle carga por esparo .ie vi,co"de da Abacio, sobra a competencia d > mesmo
um anno. I jenido para o jnlganlDiilo do reo ex-deptlUdo o Sr.
Dilo A lh*souraria provincial, communican Jo- [ '"'Sadeiro M inoel Joaquim Piulo l'.icca :
Pie que o profes-or publir,, de Pc-'-jueira Valeriano w COmmisiio de eonilllsliilo, leode examinado
"^ reqiierimento, qu<, t.o remullido, do Sr. ha-
de Hsriliba, v.. sobre elle dar sen parecer.
BtterraCaTalcanli da Albuquerqu? se habilitara pa-
ra sozar das vantageos eoneedidea pdo artigo 2'i da
iei provincial ds l de maio de 1855.
PortaraCoOcsdendo 30 din de liceuri com
veneimenlof para Iralar de sna saude, ao secrelirio
da directora da insIrpeeTio poblica, bacharel Fran-
cisco Pereln Freir. Fiioram-ie as commnnica-
res ronvenienle-.
"'Ia I'rorogando por S dias a licenca concedi-
aa ao juiz raanicipal e de orphos do Sanio Aiilao, reo desde que nao fui reeieilo para a
" O Sr. pres lenlc do senado declarou em MasiO
de .1 do eorrenu qoe d -ignava o dia 18 para se pro-
seguli nos termos do p.ocesso do roo ex-depulado
Manuel Joaquim |'to Pacee, qne nesla conformi-
dade se Ib: la f.zer a competente pirlicipacio para
comparecer perante o senado.
O Sr. bulo de Uorlliba, convencido de que o
senado perdeu a_compelei.eia que linha sobre o dilo
(a o seu parecer a respeilo do seguinle, ftcaudo en-
tretanto suspensa a proposito feila pelo Sr. presi-
dente do senado :
.. I.' Se nao sendo mais depotado o reo Manoel
Joaquim Piulo Pacca, deve ser o seu processo jalga-
do pelo sellado.
.. 2.- Se o senado deve ser convertido em tri-
bunal de juslica para se julgar incompetente nesle
caso, n
Eslas duvidas resolvem-se polo arligo 47 para-
graptio primeiro da eoinliluic,3o, o qual diz :
lie da atlrihuico exclusiva do senado :
i. 1. Conheccr dos delictos individuaes commelli-
los pelos membroe da familia imperial, ministros de
estado, conselheiros de estado, e senadores, e dos de-
lictos dos depuladoi duranls o periodo da legislatu-
ra.
a lio.s intellizencias diversas sao dadas a segunda
parle desse rtico a saber :
Primeira inlelligeuca.
He da allribuirAo exclusiva do senado :
o Conhecer dos deudos dos deputados durante o
periodo da legislatura.
Considerada a disposicAo da ronstituicAo sim-
plesmenle neesea termos, o senado conhece dos de-
udos do depulado smenle einquaolo he dcpnlado,
seno alinelo a poca em que o delicio foi coinmel-
tido.
Segunda inlelligeuca.
Conhecer dos deudos dos depnlados commelli-
dos durante o jieriodo.
Note-se bem qoe se a palavra commcllidos en-
Irar elliplicamenle na segunda parle do arligo, so-
mente assim se poder construir. De oulrn modo
seria esta a sua redaccAo. (Conhecer dos delicio*
commeltidos dos depulados din, uta a legislatura.
Vio bg pocsivel que os illoslrado autores da consti-
liluicAo tivessem na mente una redaccAo seinellian-
le. Parlante a palavra cnmmellidos lena de entrar
na segunda parle do artigo iinmediatameiite aules
das oulras durante o perio lo de legislatura.
Construido o arligo nesles termos, nao he essen-
nal a circumsiancial de ser actualmente depulado o
reo. He essencial, por.'in, a de ser commellido o de-
licio durante a legislatura.
a Sendo assim. o privilegio he dado mais ao delic-
io .lo que o caruo.
senado nAo polcr conhecer de deudos com-
msllidos, anda me o periodo da legislatura.
a A commissAo idopta a primeira iutelligencia.
Urna breve auulyse do arligo demonstrar que
he a rerdadeira.
O arligo em questAo romprehende dous periodos
inteiramenle distiuctos e indepcndeules, dos qoaes
lide um subsistir, p^rfeilo e completo, sem o oulro,
separados pul um poni e virgula que os divide ; si-
ginl que se loma necessario unicam-nle pela depen-
dencia em que esta o segundo periodo da palavra co-
nhecer, que se acha no primeiro. E tanto he assim
que o secundo periodo lien perfeilo e completo, -
cresren!ando->e Ihe apenas a palavra conhecer, e di-
zrr-se :
i. He da atlriboicao exclusiva do senado : conhe-
cer dos deliclos individuaes commeltidos pelos mem-
oras da familia imperial, ministros de estado, con-
selhe.rns de e-lado a senadores.
a lie da allrjbuicAo exclu'iva do seuadn, conhecer
dos delirios dos depulados, durante o periodo da le-
gislatura.
cr A intencAo e o alcance da lei dediizem-se prin-
cipalineule das suas palavra*, e se esta! as exprimein
claramente, devemos ciogir-nos a ellas, sendo eutAo
oflieienta a nlerprelarA grammalieal.
a Os duns pe-in bis lc-i-l.tiii pare casos diversos
e divaraH eircMiaiattfieiea.
o O 1. realriugo.ae oaicamente ao eliclos in^li-
vid.laes.
O 2. amplia-se e comprcheude lodos os dolidos
qualquer que si-ja sua Datareis.
i. O I. eomprehende um privilegio vila|icio, como
he o dos meiiihms da familia imperial, doi ^enadores
e conselheiros de estado, e um privilegio de deraco
indeterminada, coma he o dos ministros de esta lo,
que o perdem quauda deixam do ser ministros.
" 0 2. eomprehende um privilegio de lempo de-
terminado, e limitado pela expirado do periodo da
legislatura.
He preciso perianto nAo misturar c confundir
os termos com que a GOUttUuicla enuncia disiio lio dilferenles.
A inlelligencia conlraria aquella que a com-
mis-Ao adopta somentc pode susltiilar-so arrancan-
do a palavra commeltidos do primeiro periodo, e
conslranceudo-a a entrar no segundo.
Mis urna palavra que alterara assim completa-
mente o senlido da disposi.;Ao constitucional devena
licar claramentesubeutendida seo legislador a Uves-
se em vista.
meltidos pelos memhros da familia imperial, el'.
Oi'i delictos dus depulados. Seria mui fcil
e simple* dizer uu 2." periodo, em harmona com o
'' e dos delictos qoe o forem pelos deputados
durante a l'islaturi, tirando a vircula para mais
clareza. EnlAo a palavra commellido* forrosa-
mente se suppnna do sentido, trazida pelas palavras
forem e pelos que a ncuhuma oulra pe-
deran) referir-ie.
Admitlida a segunda|inlelliaencia, supponha-se
que um individuo commrdte um delicio mezes ou
dias antea qoe comece o periodo da legislatura e de-
pon de o baver commellido he eleilo depulado.
.. NAo tem privilegio. O delicio nao foi cuininel-
(ido durante a legislatar*.
Tamos por lauto um depolado no exercicio de
um cargo que a constituirn quiz privilegiar, e que
nAo tem privilegio.
Ese privilegio he lado ao cargo, e a sua razAo
funda-sena ulilidade publica que provem da inde-
pedencia das pessnas que o exercem. Reconheceu-se
que havia ul hdade publica eni une quelles que ex-
ercem esse cargo nflo fos*em sujeilos aus tribunaes or-
dinarios. E entretanto aquelle depulado no exercicio
do sea cargo e-l sujeilo a enes tribunaes !
i Pela primeira inlelligencia, que nAo allende ao
(empo em qoe fui commetlidu o delicio, esse depula-
do tem privilegio.
r( Mas, dir-se-ha, por e*sa inlelligencia um dipu-
tado que cummeller um delicio durante a legislatura
pode ( se nAo fr julga lo a lempo !, nAo sendo ree-
ieilo, licar sujeilo a responder perante os tribunaes
ordinarios.
.. Mas ha ahi um remedio mu simple', decidir o
caso ant-s que linde o periodo da lesislatura.
a Esse individuo nao exrerce mais o cargo de de-
pulado, e o privilegio he dado ao caigo. Nem outra
coosal poderla querer a conslituic.Au, que diz no arl.
179, j lli : i Ficara abolidos lodos os privilegios que
nao forem essencial e inleramoule ligados aos cargos
pblicos.
Todo o privilegio que excede os limites do ne-
cessario, e vai alem do cargo, he urna olleos aos di-
reilus dos oulros cidadAos.
Masessa inteligencia fere n indepenpenria do
depulado nAo reeieilo, que v que, expirando a le-
gislatura, pude licar sujeilo a um jtilgamenlo no
qual pode influir o governo.
Mas se; prescinlindn das garande* que offerece
o poder judicario, do modo pelo qual o orgvnisou a
constiluicau ) he IAo grave esse inconveniente, pelo
que respeita ao depulado nflo reeieilo, rinda a legis-
latura nAo era minio maor dando-se, como se d,'i
pela segunda inlellisencia, a respeilo do depulado
que anda lem de exercer o seu cargo durante um
qualriennio ?
E de que deudos trata o 2.- periodo do I do
arl. 17 da consijiuicAo '.'
o Nio he de deliclos commeltilos pelo depulado
como depulado, porque nAo ha lae* delirios. O arl.
26 dacoiisliloitAodiz : ir Os meinbrus dcada urna
dea cnn.iras s.lo inviulaveis pelas upinioes que profe-
rirem no exercicio de toa* funeces.
Esle arligo encerra urna excepcao peretoploria
qufl aproveita em lodos os lempos.
Traa pnrlanlo aquelle arligo de deudos indivi-
duaes, ou do responsabilidad", que o depulado possa
commeller, nAo como depulado, ma no exercicio da
qualquer empregu que por ventora exarca. Se nao
lie mais depulado, nio ha razAo para que nao respon-
da no foro em qoe responden) o, oulros cidadAos
o 0 empret-.o da influencia do governo para o fa-
zer coodemoar Injustamente seria um acle de mera
e ignobil vinganca, que escilaril a indignaco do
publico e das cameral, c que mui diflleilmente se
dar nos lenipn em que vivme*. Hoje prevalece
mais o senso pralieo da ulilidade do que a paixflo. E
quando oa goveroos procurara iufluir era loes casos,
h" em razAo do bem ou do mal que o indlvidoo po-
de fazer-lhes pila p sicAo ou cargo que oceupa. Ora,
na hypothese em queslAo, o Individuo nflo exerce
mais o cargo.
a Nem pode MM considerarla da influencia do go-
verno prevalecer no i-a*o em queslo por si s e des-
tacada, em um -vsleina que nao proscreve neiri pode
proscrevsr lanos oulros metos de iiilluencia qoe po-
ne ler o goveruo sobre o deputaJo menos escrpu-
lo
prescule legis- Kesulla prtanlo da segunda intelligeocia da
no exercicio do seu cargo pode denar de gozar do
privilegio, que a constituido eslabeleceu uuicameu-
te em altenr^Ao a esse cargo.
Ora, ha urna regra mui s.la de herraeneuliea qu>
se, applicada orna lei a um caso, que esla parece
comprehender, resultar orna consequencia qoe olien-
do a intensao do legislador, tal lei nflo deve esleo-
der-se a esse caso.
A intcneo do legislador foi evidentemente pri-
vilegiar o depulado, privilegiar o cargo.
a Nem se diga que u privilegio do depulado Oca
assim sendo inferior ao do senador c do conselheiro
de estado. A,dilTerenca provm nicamente da di-
versa daragflo das fuucce* do car&o. O senador eo
consslhairo de estado gozam sempre do privilegio,
por que esle he ligado ao seo cargo, e o cargo he
vitalicio. O ministro de estado perde-o quando dei-
xa de ser ministro, e esta uo caso do depulado uao
reeieilo.
a islo quanlo aos deudos individuaes.
Quanto aos de responsabilidade, he o privilegio
do depulado mais intenso.
a O depulado lem privilegio pelos delirios de res-
ponsabilidade commeltidos uo exercicio de qualquer
emprego que por ventora exerc,a. A respeilo delle
serve-so a consliluicAo da palavra genricadelic-
tos, loo eomprehende, nao s os individuaes, co-
mo os de responsabilidade.
a O senador nAo lem privilegio quanlo a esees de-
udos. A respeilo delle empresa a couslituisao as
exprs-oesdeudos individuaes.
(I ministro co conselheiro de esladn teem pri-
vilegio [por virlude de oulro paragiapho, S do arl.
47 mas snmeule nos deudos de responsabilidade
que commelterem como ministros e ceuselheiros de
estado.
k A relo desse privilegio he diversa da do pri-
vilegio do depulado. As quesles de re*ponsabili-
dade da ministra e do con-elheiro 'ie estada jogam
com altos inleresses de potinca e conveniencia pu-
blica, e somentc devem e podem ser apreciados por
consideraees que nAo sAo da competencia, nem do
alcance dos tribunaes or uarlos. Aqu o privilegio
he dado uAo so ao cargo, mas lambem a' causa, e
prevalece por i>so, anda mismo depois que cessou
o careo.
Nao esta' oas meimas circunstancias o privile-
gio do depulado, dado ao cargo un cainonle.
o A inlelligencia adoptada pela commissAo, islo
he, aquella que nAo liga o privilegio a' poca em
que fui o delicio commellido, resguarda melhur e
torna mais completo o privilegio do depulado do
que aquella que adinille casos em que nao pode go-
zar delle.
Estes privileaios parlamenlares, conquistados
pelos communs da Inglaterra as porfiadas lulas
que tiveram lugar em anligos remados, nao sAo
mais ampios em eoulitoielo alguma do que na
nossa. Limilam-se em geral a evitar que o depulado
possa ser dtstrahido dos trabalhos da sua cmara.
Findos esses.lialulhus, ou a legislatura, ce-sm o*
privilegios.
O art. 17 5 1 da conslilnlcfla (ni tirado do pro-
jectu de cunstuuico apresenlado a' assembla COfto-
liluuiie. Aln so lo no arl. 107 : .. He da atlribui
cao exclusiva do senado : I.", conhecer dos deliclos
Individua commeltidos pelos rnembros da familia
imperial, ministro de estado, conselheiros privados e
ecuadores ; e dos deliciosos *epuladoslurante IAo
somenlea reunilo da assembla.
Assim, o privilegio ua permaneca dorante o
inlervallo us setses, c nao estando reunida a as-
eeniLia.
k Para evitar laso he qus os redactores da actual
eonillluicAo aobstiluiram a- palavra luranlo toa
somonte a reaniAu da aaaombleapelas que so
teem na cunsliluicAa lurante u periodo da legisla-
tara.
k Na re.larrAoda conslilfnnle lamben) a palavra
comuielli.lu.*-_-(iai; poda str Irazida para o se.tunuu
periodo du arligo.
A mudilicacao feila pela redaeoflo da acloal
constiluicau dina subsistir o espritu da fonla da
qual foi lirado.
O espirito do arl. It)7 do projerto da consliltii-
cAo he claro, c o sAo anda mais os dous seguinles
do mesmo projeeio :
(i Arl. 7j. i;,n cansas criminaes nao sern presos
durante as sesses, excepto em flagrante, sem que a
respectiva sida decida que o devem ser, para o que
Ihe serAo remedidos os piocessos.
o Arl. 77, No recesen da Assembla seguirao a
sorte dos mais cidadAos.
A cummisiAo ere que nAo podem ser invocadas
para regular a estalo e dorarn de um privilegiu
meramente pulilico as doutrias do furo civil e
commuin que regulam nesse, prevenco e a proro-
gaOflo das jnn-.l ireo ..
" A consliiuicAo, ao menos como a commiseAo a
emende, diz que o senado somenle pode conhecer
dos deudos dos depulados durante o pe iodo da le-
gislalura, islo he, em quanto sao depulados.
A spplicacdlo das regras e diluirais da preven-
eflo e pruroga^o diria que o senado pode conhecer
dos delicio- dus depulados anda rnesmo depois que
o nao ilo mais.
A doulriua applicada para a interpretar destrui-
ra a le que se quer interpretar.
'( Demais, a prevei.cao suppoc que ha oulro juiz
que he competente no principio da causa, circuim-
lancia qne nAo so da' nu caso vdente.
A juri- licciu que nasce de ura privilegio fun-
dada em ulilidade publica nAo he prorogavel, ces-
sando esse privilegio e ulilidade publica, c nao po-
de depender da vinuade das partes, vonlade em que
se funda a prurogarflu.
(( Ha coma.lo um precedente da cmara dos de-
pulados que pude parecer contrario a' intelllgeucia
adoptada pela commissAo.
e O cidadAo Manoel /ferino dos Sanios, sendo
depulado, foi pronunciado na quididad-i de presi-
dente da provincia de Pernambuco, pelo sopremo
tribunal de juslica. O seu processo fui reraellido a'
cmara dos depulados em 5de maiu de 1831.
a eixou do ser denuladu na sceutnte legisla-
tura.
(( Em 27 de agosto de 1S3.5 den a comrais-Ao de
coiislituicAo da cmara dos depulados o seu parecer,
cuja conclusau foi que o processo nao devia conti-
nuar. Esse parecer limita -e nicamente a apre-
ciacAo do processo, e nAo suscita a queslAo constitu-
cional.
i A es*e parecer esta' junto um vuto separado du
fallecido Sr. Luiz Cavalcanli, he o seguinle :
(. Nao sendo mais depulado o prononciado no
0 processo a qne se refere esle parecer, entendu
que lem cessado a jun*dic.\i.i desla angosta ca-
niara, que nc*la materia so lem lugar sobre os
scus respeclivoe memhros, e por isso vola que
se devolvam os autos ao tribunal dende vie-
.. i.im. n
Esle parecer c voto separado foram lidos em
sessao de .5 de seteirbro de 1833. Na de 30 do
mesmo mez e anno fui approvadu o mesmo paiecer,
licaudo prejudicado o vol separado.
A commissAo nao pode encontrar vestigios da
discossAo qoe lev lugar, e averiguar as razues que
foram produzdas.
v Cumpre-lhe porm observar :
1. Que a volacAo da cmara dos depulados re-
cibi somenle sobre a conclosflo do parecer, islo he,
sobre a nao continuarn do processo.
A principal raio em que se (un.lava a commis-
sAo consista em que os critnes erguidos somenle
podiam ser classilicados nos arla. 139 c 1.56 do c-
digo penal, cuja penaa suspeosau de einpreg-ja
nAo era exequivel nu ro, que ligo era mais presi-
dente da provincia.
.( 2. Oue a questAo pnrlanto foi nicamente redu-
1 da aos lermos do art. 2X da conetituicAo, e nAo
versou sobro o arl. 17, 5 I, do qual c lala agora.
i( 3. IJue urna deeisflo da cainaia dos depulados
sobre o exercicio de uina alliibuicao, exclo*iva
quanto aos seus iiicmbros, que Ihe da'o arl. 28 da
c'.instiiuicAo, nao pude esubelacer preeedente para
o exercicio di atlnbuieo exclu*iva que n arl. 47 S
l' da mesma eoustiluiso da' ao senado, e vice-
versa.
" i. Que sent nores-irin, para que um prece-
dente proceda, que so reproduzam o mesmo caso
e as mesillas circumslaucia*, nao se dando identi-
dade nos dous de que se traa,nao pode de modo al
gum a volacAo qu" recahio -obre o parecer citado
constituir regra para resolver o caso prsenle.
De haver a cmara dos depuladoi resolvido que
nao continuasse u processo de un depuladu que o
nAo era msis, uAj se pn le concluir que o sena o
he competente paia conhecer do delietus de um de-
pulado que n nao he mal*.
a E a osse precedente, quando o fosse, se pode-
ria oppor oulro mais concludcule.
o Algn* cidadaos que eram depulados foram
comprometido-, durante a legislatura no movimen-
tu que leve lugar em Pernambuco em If-is. Dei-
x.indo de ser deputados foram julgados e processa-
dos no foro comuium, desallendida a cxcej.co de
incompetencia, a qual recotreram.
o Esse prore limen!" suppe a iotelligeucia da
C'jusliluieu que a couimissao adopta.
a Esees cidadAos uceupavam nina posirAo poltica
importante, eram mu eonhecidoi e relacionados.
Nao poda semelhanle fado pas.ar desapercehido.
Pode suppor-se que as cmaras legislativas se
con-ervassem silenciosas, e nAo empregassem os
meios a seu alcance para vindicar um privilegio IAo
importante, se entendeetem que durav, anda mes-
mo depuis de fiuda a legislalara '.' Aquelle proccli-
meuto consliluina a usurpacAo de uina allrihnieu
do senado, c a violacAo patente de um privilegio
dado pela coneliluicAo ao depulado.
Se a queslAo versasse eomsnte sobre a applica-
c Vi especial da queslAo ao caso do roo Manoel Joa-
quim Pinlo-Pacca, s.riafora de duvida que o sena-
do nAo poderia deliberar e decidir stnAu depois de
convsrlido era tribunal de juslica.
Trata-se porm de lixar uina regra gcral, Ira-
la-*e de determinar urna alltibuicao que a consli-
luicn confeie ao senado.
i. Esla decisu he mais poltica do que judi-
ciaria.
i Como tribunal de juelc;a o senado appica re-
gras, mas nao estabilice regras.
.( A' vista do exposto, enletide a commisso : ,
que o privilegio estabelerido na segunda parle do
S I* du arl. 47 da coustiluicAo, de serem julgados
pelo senado os delictos dos depulados, cessa fiuda a
legislatura, quando o individuo nA he mais depu-
lado, e perianto que, havendu cessado o privilegiu
de roo Manoel Joaquim Piulo Pacca, deve o seu
processo ser remedido por intermedio do governo,
o- tribunaes ordinario*.
o 2. (.le esla deliberarao deve e pode ser toma-
da pelo senado, na forma ordinaria, sem que seja
necessario que, para isso, se cooverta em tribunal
de juslica.
o Pac.o do senado, em 30 de maio de 1857.Vis-
conde de L'iuguav.Viscoiide de Sapucabv, cora
a seguinle reslnccAa, quanlo a conclusAo relativa a
segunda parle do requerimeulo :
o Emendo que o senado deve proceder como tri-
bunal de juslica, seja qual for a formula de que se
use, julgando-*e competente ou au, como Ihe pa-
recer justo, conforme a iiitnpretacAo que der ao
art. 17 5 1- da cousliluit;Ao ; o que Ihe he licito fa-
zer, como a qualquer juiz quanlo applica a lei ;
mas a soa decisAu pode apenas eslabelecer arestus
para casos scmelbanles, emqoanlo pur lei nAo lor
declarado e lita ln o verdadeiro sentido do arligo. n
<( Vol sepiradn.
o Quanlo a primeira parle do requerimenlo do Sr.
bar A i de M uniib i, enltii lo que sem embargo de
nAo ser mais depulado o roo Manoel Joaquim Pinlo
Parca, deve o seu prucessu ser julgado pelo senado.
Tenlio esla opinio por fundada no arl. 17 g I" da
conslitoicAo ; por quanlo, deveudo o senado, confor-
me o citado ailigo, conhecer dos deudos dos depu-
tados durante o periodo da legislatura ; sendo cerlu
que na phrase de direilo a palavraconhecernao
-unifica somenle dar seulenca final, mas lambem
proferir quaesquer despachos preparatorios, nece*sa-
riosa boa deciso de urna causa ; reconliecendu-se
que o senado por rn.us de urna vez nierveio ueste
processo, no qual exerceu acto como juiz ; e accres-
cendo oulrusim a circumslaucia de achar-sc ja ..Ife-
recido o libello por parle do conselheiro procurador
do euros, e a conirariedade por parte do roo, paro-
ce-me evidente e-tar lateralmente satisfeilo e coin-
prilo o preccito do art. 7 J I-, da coiiililuicAo, islo
he, que o senado conlieceii duianle o i criollo da le-
gislatura do delicio que se diz coinmcllido pelo ex-
deputado .Manuel Joaquim Pinto Pacca, e assim a-
penaa Ihe falta proseguir ueste couhecimenlo, e ul-
lima-lo julgaiido o dilo processo a linal.arlo esle que
nao pode deixar da cunipelir-lhe nflo s cuino com-
plemento do* interiores, mas tambera pelo principio
do previirAo ou lilispendciicia.
a Qaailto a segunda paite du requcintento, on-
leuilu que.. senado nao pude sem > concorso da ca
mar do* depoiados inlarprelar lii*. c menos alada
amaos da consliluicflo ; purqoe a altribuieAo do l-
ser lei, interpreta-las, suspende-las a revoga-las
pi rl-nco a assembla geral pelo art. 1:5 S 8 da cons-
litiiirflo, e assim uina deciso tomada rnente pelo
senado, no caso de que >. traa, iiAu sena prrfsila-
meote confome a esle preceito coniliiuelonnl.
o .nao pens du mesmo modo quinta a Inlerveocflo
loulnnal qu he a que consiste na Inlelligencia que
da a le a auluridade, que, em razAo do seu oflicio,
tem de applica-la a um fado occorreule submetlido
a sua deciso.
Esla inlerprelajAo compele ao senado no caso de
que te traa, como competira a una auluridade ju-
diciaria ou adminislraliva em ca*o semelhanle. ,-
tou port.mto convencido de que Ihe compele cumu
tribunal de juslica, e nAo cumu corpo polilico, eo
alcance da dfciso que o senado adoptar deve limi-
(ar-se a especie a que se refere, s-raque pussa ja-
mis eslalececr regra geral.
Esta he a minha opiniAo.
Peco do seiladV| ein 3 ds junho de 1837.Vis-
conde Abiete, o
Passando a ordem do dia, approvoo o senado a e-
menda da commissAo de fazenda, com orna sub-men-
da do Sr. Ferraz, a proposico da oulra cmara so-
bre o pagamenlo a Bastos Racleclifl.
Seguio-s a segunda discu-sao da proposicAo do
senado stibslitundo o do arl. 83 de le de 3 de
dezembro de 1811.
O Sr. Pimenla lloeno eflereceu una emenda eu-
hstituiliva ao artigo nico da propoi;Ao, o Sr.
lerraz requeren que esla fosse adiada para ser dis-
cutida na presenra do Sr. ministro da justirja.
-Nao hoiivc casa para volar-se este requerimenlo,
que foi sustentado pelos Srs. Ferraz e baiAu de Mu-
ritlDs, e combalido pelo Sr. I). Mauoel.
A cmara dos depulados approvou honlem,depois
de ahornas observace* dos Srs. Costa Pililo, Das
\ ieira, e Vinalo, o parecer da commisso de con
tituicAo e poderes relativo ao i- dislriclo da provin-
cia da Paralnha, e fui declaiado depulado pelo mes-
ma di*lncto o Sr. Fililo Henriquede Almeid, e
suppleule o Sr. Antonio Manuel de AragAo e Mello,
qoe lomou aisenlu.
Enlrnii em discossflo o parecer da commissAo de
consliloieo e poderes relativo ao seguudo districlo
la provincia de Sergipe, que conclue seja reconheci-
do.deputadii o Sr. barflo de Usroim; mas, como este
sonhor oplou pela reprosenlai.o do primeiro dislric-
to, conclue lambem o parecer qoe se de asenlo ao
uppleule o Se. Anlonio Freir de Mallos llarrclo.
Orou o Sr. Ilaplisla Mooleiro, e ficuu discussAo
adiada.
Passando-se a segunda palle da ordem do da, en-
trou em discussAo a resposts falla do llirono, cen a
seguinle emenda da cummissao :
A cmara aprecia os elT-ilns que vao produzio-
do as reformas feilas ao casino publico.
Pe.lir.im a palavra 40 Sr*. depulados, sendo 15
conlia e 25 a favor.
Contra, os Srs. Teiieira Junior. Nebiis, Almeida
Pereira, Villela lavares, Paulino Soares, Cruz Ma-
chado, ItranilAo, Coelho de Castro, Comes do Souza,
Salalhiel, Virialo, Alhaide, Silveira L-bo, Andr
Udsliii, lapsla Monteiro.
A favor, os Srs. : Madureira, Torres-Homem, Na-
buco, Parando*, Barios Pimenlcl, Pedreira, Dantas,
Sergio de Macedo, Fornandes da Cunda, Pacheco,
franco de Almeida, l'erreira de Aguiar, !-.i o Al-
buqucrqie, Carrflu, Araojo Jorge, Cunha Ftsueire-
do. Pinza, AogOStO de Oliveira, Beiievides, Sdvino
Cavalcanli, llezerra Cavalcanli, Luiz Carlos, Alcn-
tara Machado, J. Marcnndes, e Pereira Piulo.
Orn o Sr. Teixeira Jnior, e licou o dbale
adiado.
lemos folhas de Buenos-Avres alo 26 do passado
As Testas de maio corriam bullanles, e prendan)
exclusivamente a alinelo publica.
Da Confederaeo ha dalas al l'.l. O corpo legisla-
tivo devia ahrir-se no da 25.
As noticias do Montevideo alo da 23 do paseado.
Nade de importancia linha occorrido depois da sa-
bida do paquete oitalia.
temos folhas de Montevideo al 27 do niez pas-
sado.
A febre amarella, que no da 23 se suppunha ex-
lincla, cuntinnava a fazer victimas. No da 2ti falle-
cer n Sr. I. JnAo Martin, cura de S. Francisco, c
sacerdote muito estimado por seu saber e virtudes.
Apparecra om conflicto entre o senado e o o-
vemo por motivo da dem'ssfle que esle dora ao cun-
ta lor da alfaudega Jos-oi, Roo. O senado exiga a
reiiilegracAo desse empresado.
As uliimas noticias do Paran snoonciavam qoe
I o guveroo da Coniederacflo eslava resolvido a sus-
| lenlar, sem menor mmlilicacAo, a le que eslabclo-
! ceu direilos ditierenciao*.
lio Chile ha dala* ale 15 de abril. Conlinojvi
lem Valparaso .. processo dos implicados em um
I priijeeto de revoluro, e o proniuior publico havia
pedido a pena de ni irle para os uppo-lo* chelee,os
Sr. Uriiar e Gailiai. A opiniflo publica eaim-
) prensa ciindeinnavam esla cunc|u-o do premolar.
Ningasm acredilavs em semolh.inie revoluc .
l'm incendio desastroso acabara de redazir a cin-
I zas o convento de Castro c qua?i lod i a tm preciosa
| livraria.
1 O governo chileno aceilou a responsabilidade do
complemento da via frrea de ValparailO a Santiago
pondo lermo assim aos obstculos que se oppuuham
a conclu-Ao daquella importinle obra.
Na ultima dala das milicias do Peni eslava ainda
incerla a sorleda revolucAo. Nem o goveruo, nem
os sublevados tinham ganhu um palmo de lerreuu.
10
No enmeco da sessAo de honlem no "senado foram
appiovados sem debate dous requirimeulos ; o 1-,
do Sr. Candida Borges, pedindo iiifonnaces ao go-
verno sobre ludo quanlo se ha paseado eulre elle e
a Illm. cmara monicipal, relativamente ao corle do
gado no maladouro, ou venda de carnes verdes : o
2-, do Sr. Bautista de Oliveira, para qae pee un com
urgencia iufurmaces sobre a despeza aiiuual (ella
pelo theeouro nacional com os pensionistas do celado,
desde o exercicio de 18311 a 1840, ale o sxerciciu
actual inclusivamente.
Passando-se a ordem do dia, fui rejeilado sem mais
dbale o requerimenlo de adiamenlo propnsio pelo
Sr. Ferraz a proposicAo do senada subsliluindo o I
do art. 83 da lei de 3 de dezembro de 1811, con-
tinuando a segunda discusso da mesma proposico
loi esla appn.vada com a emenda do Sr. Piraeula
Bueno, depois de um debate sustentado pelos Srs.
Ferraz, visconde de Jequitiohouha, Pimenla Bueno
e liaran de Munliba.
Emsesuida o senado rejeilou sem dbale as propo-
siees da oulra enmara cuuccdendn, loteras para ts
obras da sania casa Misericordia da cidade do Rio
(irande, e para as obras da.matriz da cidade de li-
beraba : e approvou tambera aera dbale e em ulti-
ma desasele, a proposico da meiraa cmara aulo-
ri-ando o gnverno a conceder carta de naluralisicAo
a liuslavo Carlos Amonio l.ain, JoAo liouralves e
Joaquim Manoel Rodrigues de Almeida.
Entrn depois em primeira discusAo o parecer da
CommissAo de coustiluicAo sobre a reclamarn de
dous deeembargadores da relacAo de Pernambuco
contra o decreto que os aposentou, e depois de um
debate em que tomaram parle os Srs. Dantas, viscan-
de de Dregaay, D. Manoel, Ferraz, barAo de Muri-
liha, vVauderley, e Pimenla Bueno, (oi approvado
um requerimenlo do Sr. barAo de Munliba para qne
se peca ao goveruo o decreto que aposenta us recla-
manles, e iiiforuiac,es sobre os motivos desse acto,
para ser ludo prsenle a' commissAo.
Illimamente passou sem dehats em primeira e
segunda oecuseo a proposico da outra cmara
concedendo um auno de licenca com lodos os veuci-
menlos ao lenenle-general Jos Joaquim Coelho.
11
A cmara dos deputados approvou honlem o pare-
cer da eommiasflo le consliloicAn e poderes -obre as
eleires do 2 districlo da proviucia de Sergipe, e fui
declarado depulado pelo mesmo o Sr. Anlonio Freir
de Mallos Brrelo, por lar o Sr. barAo de Maroim
optado por oulro districlo.
Approvou em sejunda discus*Ao o projeeio que dis-
pensa as leis de amurlisacAo para a sania ra*a da Mi-
sericordia da cidade de Coridba, provincia do Para-
n, poder possuir cm beus de raiz al a quaulia de
lU:00ic*.
Approvoo em primeira discuseiio os projeclos: I*,
eatoriesndo o governo a mandar fazer o censo dos
habilanles de lo lo o imperio ; 2*. mandando inipii-
mir na tvposraphia nacional os pareceres do cimse-
Iho de o-lado, com as lesoluccs que houverom lidn,
e ns doi-uiueiilos e esclareciinenlns cuuveniaules ; 3-,
autorisando o governo a designar as povoace*, cuja
territorio fr dividido entre duas ou diversas provin-
cias, licando cxclustvaueulc perleuccinlo a urna das
mesma* provincias.
Adoplou o* projectoi : 1-, autorisando o enverno a
Irocar as nata* do evlinrtu b.incn do Brasil, e cedu-
Iis du llu-ouro, ils que he poseuidur o c Hugo da Se
de S. Paul-, Fidelio Jos de Moraras ; 2*, approvando
o contrato celebrado para londaeflo de nnnt colonia
no llajahv, provincia de Siula Catharins.
Eotrou ein leconda diacussgo s projeeio que au-
lonsa o LToverno a promover a orcauteseao .lo urna
eompanhia qne smpiehende a naveceflo por vapoi
em bsrcoi proprioi para o Iransporte de pasetagetre
e mercadorias na Launa dos Palas, entre o* porto*
das eidades do Rio tiran le e Pono Aleare ; o Sr. Ja-
ciniho de Mcu.l nica propAs o adiainoulo, que foi ap-
provade, para depois da discusso do ureamenlu du
imperi i.
Lo i ou depois em terceira discussAo, secundo I or-
sencia requerida pelo Sr. Augusto de Oliveira, e
apprnvada pela cmara, o projecto sobre o producto
dos heos da capella do llamb, a qual licou adiada,
depois de tr orado os Srs. Damas, Toscano Birreta,
Augusto de Oliveira, Silveira Lobo e Paranhus.
C iiitinn o por fin a discusso de resposta a falla
do llirono ; oraram ni Srs. Madureira, presidente do
conecldo e Nebias, licando a diicussao adiada.
Aqoi reproduzimos o discurso do Sr. presidente
do eonselbo:
O Sr. 'residente do Coimelhn (Movimento de al-
lencAo ; prufiiu lo silencio :Sr. presidente, ja' em
oulra occasif o Uve a honra de expilr nesla cmara os
piincipios que baviam presidido a' organisa^Au do
acloal ministerio. Acora acrescentarei novas ponde-
raqe*. as quaes espero farAo desapparecer no animo
do ludir depulado pelo Rio de Janeiro, qoe almo
esta discaesAo, algomas duvidas que elle parece ain-
da notrir.
Nada mais natural, senhores, do qoe alsoma in-
quielacAo, alcuus reccios nos nimos depois de lulas
porfiadas ; do mesmo moda que nada mais natural
do que alguma agllaego as asuas depois do vemos
rijos o lempesloosos. (Apoiados.) A tranquillidade
lioblica, a conli inri nao *o obra de um da ; mas a
Iranquillidide e a conanca se reelahelecem com a
perseverante e firmeza em remover as causas que a*
alleraram. [Apoiados. Halla bem.
Para consolidar ees* Irauquillidade, para inspirar
eesa conanca, o governo firina-ee na polilica da con-
ciliacAo. A publica da eonciliaego, senhores, he o
grande pro^ramma do acloal soverno.
.( Mas qoe significacAo 1-in essa pnlilica ? diese o
nnbre depulado. o E*sa pnlilica he mais um meio do
que um liui ; essi pililica nAo pode ser observada
pelo actual minisleri), caja presidente tem Idees op-
poelae aquellas que al aqui a lem resido ; essa pol-
tica nAo pulo ser desempenhada pelo adual minis-
terio, compoeto de elemente difluientes e priucipios
diveisos. o
Vamo- par parte*, senhores.
Senhores, a publica da cnnciliacAo nao lera' boje
urna iguificaijAn positiva '.' Fina poltica que, secun-
do allirma o cJoroata de buje meemo, dala de nilo
annus, ainda se persunla o que ella significa? Ouan-
do essa polilica fui proclamada pelo ministerio pas-
sado, ainda debati da presidencia do uobra mar-
quez de Paran', por ventura duvnlou-se o que olla
fosse, por ventura pergunlon-se o que i*so era 1
Acaso e.i foi cnlendida por lodos, nAo mereceu ae-
quiescencia de todos oe votos ? Apoiados. Muito
bem.i
Pois, senbore*, he 'ii mesms poltica que o ac-
tual ministerio vai continuar. Se cnlao ella est iva
definida, permita o nobre deputado que eu diga que
Sita' definida boj.
O Sr. Teireira Junior :Aceito declararn, sa-
ti-1 I/-H.O completamente.
O Sr. 'residente do Comelhi :E**a polilica foi
proclamada por um minislro conservador, eminente-
mente conservador ; he proclamada buje a sua cnnli-
nuacA por um minislro lambem conservador. Mui-
loe apoados.j Se um conservador pude proclamar
esea polilica, poique nAo podsru' um conservador
proclamar a soa conlinuacao '! Apoiados. Mullo
bem.)
O Sr. Teixeira Junior :Perfeilamente bem I
O Sr. Presidente ia Conselho :Foi proclamada
e entendida aniel dos fados ; uo se espern que o
ministerio ubrasse, note-se bem. Apoiedo*.: Senbo-
re, a ineeina arqoiescencia que mereceu enlo e*sa
poltica he aquella que espero que o nobre depulado
prestara' s palavras do arlual presidente do conse-
lho e dos ministros que 1 lie fizem a hunra de o a-
companhar.
Esla poltica, lambem se disse, nao lie mais do
que um meio, exprime um devor cummum de lodos
os govenins. s
He venale, mas, senhores, os principios 01 mai*
sAos, os direilos os mais sagrados, os deveres usinai*
religiosos icem sida eeipiecnlos. como desgra^ada-
meule moslra a historia da bumaiiidade, e nao -o
leem sido postas em olvido, como alo de*preza Ijs e
calcado* aos ps ; he o que consli da historia ; e ein
loes circuinstancis recordar eesei principios que se
acbavam e*'|ueci principio*, na i be um irabslba ordinario, nflo he u
cumprimenlo de um dever commons. Pas um go- '
remoque levanta soa voz para recordar eeses de-!
veres postos om e^juecimenla, i-roelama alca-
ma causa de novo na su:,. 11 de i Ap dados. .Mullo
bem.
E de fiel i. senhores, o ministerio passado guan-
do proelamou o principio la conciliario f-/. um ver-
dail'iru programms ; se i-to Id enlflo um proe.rasa>-
ma, creio qoe he um programma ainda hoje. (Jue
he um dever .le ludes u* goveroos m intsi a eoneilie-
co, quando ella c\isle, uao se pude por em duvida ;
mas re*taui.r. consolidar a cnnciliac i be algama
cousa nwis. (i ministerio, pois, afana-sede coi>li-
miar cum eesa poltica de sen* aoteceeeoref.
Iteforio-se o nobre depulado ao que cu bavia dilo \
no senado em relaco ao passado. bu diate que des-i
grabado daquelle que levanlassc o ero da Basas > asa-
ra o reprodu/ir no futuro ; e o nnbre epataste, ssalat
duviduu expi'.r-se ao aualhema que ea bavia lauca-
do, porque levaulou un puuco a pona do tata : ni i
felizmente elle conlev-se em unta mera exp.**"-**
de fados, e de cerlo nAo era le e|>er..r. esa I*
sua illusIrarAu, nem de >eo patriuii-uio. qoe eUe se
propuzeese a levaular lodo veo do pasudo pera rt
pradu/ir no futuro, que he o que e*tigmaliwi, qoe
seria necessario tir anuanciado para coenplel.ir asees
pensanieiilo.
Senhores, um i breve, mullo breve expi-icAv da
nosso estada pa- ido. donde ie-ulluu o r-ladu pre-
sente em que nos achamoe, faz-se neceari-i.
A nosa con-tiluicu cun.a^ia dou* piiiicipn> qao
san a base de luja a nossa crgaensaran eKial
piineipiu m iiiaicliica e o ptiucipiu dcmacrali-i.
Minio bem. llouve um lempo em que e-ee- pnei-
cipios esliveram em lula ; a lula eunwcoo m iss-
preuea, reproduzio-se na Irihuna. e d.dii aaasoei pa-
ra oe acampainentos. Senhores, uAu quisa atawsiliesar
oe fados, tulenda-se liera ; nAa ii.qieira a r\t-
ceracee do partido ioieriui.nr a* denominas;*!**,
lem variado, mas essseriprrsseies manifriMam aoaea
peueamrnlo -, nao inquiro se as cxacerasies si* par-
t w conservador foram ae que niel .eraeee a
lias mane do pirlido d iporratie ; ou *e e\c
partido democratice fui que deram nerjiio .ie eiace-
racee conservadoras -poi-oln*. mailo bem ; ssws
faci he qje liouve lula ; rte-a lula reoalloa qae ova
dominava om elemento, ora oulro ; c ni, ale-m do
estar (ora da rouilitaicAn. poique ella consaera am-
bos esses elemento*, Irazia a iiiijui. lacio em lale ae
nimos. *
ocegadas as lulas, alguns minietcn honra Ihe*
eeja feila, enteiiJeram qae deviene racnnheeer a ae-
cessidade do modificar-se o estado .las comas ; e lea-
tamente, piuco i pouco o foram a presen I a da, eeseeo
sera o dizer, a poltica da molera.,Ao. ale qae. des-
posto oe nimos, chegou una opaca em qoe mu es-
dista aseentou que devia proclamar al.ert.u-.ien e i
polilica da cuneiliacAo. Essa poltica fui rali* tu
ueruisidade, consliluio un verdadeiro pragraaaata ."
e eis-aqoi como, sendo a coiiciliac;A om fado ei m-
iiiuin, um dever ordinario de lodos os trovemos, loe-
non o um verdadeiro programla naqurlla poca.
[AposadeaJ
Senhores, ja que toqaei nees* raioi.Ienc, o parti-
cularmente no seu presdante, que prorlaaana ema
polilica, seja-me permiltido aproteiUr ea* ttii
para ron ler lodos os elogias a e-e inniisterm O ao
seu muilo digno presidente. Apoiados.) Niaexeosa
mais do qae eo venera a memoria do Sr. marqon
de Paran' ; Iralei-o minia de perla, sei qoaes crasa
-u a- boa- qualidade*. I tz um iii|i,n laiile sereier ao
paz, a liudo as pintas a drixandn ver a los steseaes-
curidAo que anda havia. Apoiados.)
Faieudo eu da presidencia do Sr. marques de Paran', fallara
verdade, se lambem nao lizcee elogies aa aaosssao
ministerio que contiuooii, na* ilebaitn da preeiooa-
cis do illuelre general ministra de guerra Vpeeiai-
dos Es*e iniiii.lerio fez enlAo ora imporlasni* mr.
viro continuando ni administrar* do retado ; ln
o continuador leal da polilica inaacarada pelo Sr.
marque/de Paran' a|iuiados> ; eeee minislrne aa
publica interna pi nioveu o deseavolvimealo ds ri-
queza nac mal. Apoiados.
Aproveilo, pois, a occasiu para Hit rendrr os meas
eloio*.
C 'iilinuarei .i-ora, s*r. presiilriile
E-tabeleeida a necessidadr da polilica dr cnclu-
(;Au nos lermos (pie acabo de dir*T ; ricanlimda e*e-
-i necessidade por aquelle mini-lrrin, rs'arao hetie as
eamas ja em esladn qoe po--aini>- nrreriiidir iteeMS
polilica '.' E*IAn os au.iiiae 1.1, p-nrlrailii* rlr*i or-
dade que e potaosaos ron-iderar eaajte am dever e>r-
dinarie ? Creiu q-i- nao.
K a c-le reaprtla o aal re depn*slo furaeoea-eue* a
pros i i.....i vleme que eu puju t,r-.caiar ; ei !<-
los que elle referi rel.tiv .meol b irejo. Ks-
Tactos f rain pones, asas provam q .. anda ha rev-
ine aas*es odios antn.-os ajeo he aeasess rio fa/er ces-
sar. E -a idea rala' no aunan ds t.-l.n ; l-dasi a-
in.la re-la quem .. nao hesba >l>rardo. Para ralear
esle estada he que o miiii-terio julja que devo c .ati-
no : a polilica de ro.icil.aeli.
He, pois, Sr. presilente, o programma ds coeeci-
li.ie.ii uina das primen... bh s-idades aa anaanaBaB,
O Irabaltio do governo nAo he liojs o mesmo qeae
havia a principia; oe nimos e-lAo ja ineliaaelos,
pouco falla ; mas he precisa consolidar, o nao ha
ein pouco lempo que se ha de ceosesar eeoo reedi-
tado.
Espero que lempo vira', e nao mai rsmsl. cea
que isso sera' uina han ilidade qoe nao se p*tse re-
ferir ; mas hoje nio.
II ministeriu esla' firme em maoler a ciHeciliara,
esta' firme em manier os elementos aue a (mkIii'ii-
Cta consagra, esta' lirme tm reanir lodos m aVaoi-
leiroe, em chama-Ios aos gozo* qoe a ron.inai._ i
outorga a todas, e em dar ao paiz lodo a deeravol-
vimeul.i qoe a mesma cunelitoirao permille. .Apoie-
do*. Moilo bera.'.
Ja ee v, puie. qoe eses programms he am ia.
Tem-se mamfeslsdo o des- o oe que o mmi-lerl
se aprsente em orna po-ieo frenes.
Senhores, o ministerio toma ama lingoscrm fran-
ca : oe eees linsuaeein, ee rea paliiie* nflo arrala,
manifesle-se urna opposicAo franca e leal ; o seiieei-
lerie quer urna posicAa ciara e bera definida ; o ass-
nisierio nao duvida fazer patente lodo o sea pense
menta espera pur ieo toda a franqueza da parlo
daquelle que n.io sbracarem a saa poltica. \-
poiados.''
li *-e o nobre depulado que n presideale do cem-
sclho era um ccnsrrvador puro.
O nobre depotado encanou-*e qoin.lo Ico n asea
disenso. Conservador puto, enlodo ser comervoder
exrlusivu. Kecordem se us di cunos, a se ver se
nunca pn tic,ei orna polilica rx-lueiva.
" .sr. Teixeira Juninr:Perdi'.e-me, ea dioaegao
V. Exc. era um dos ca acere- mai* di.tinelos nio c iiliecida no paiz ramo conservadora.
0 Sr. Presidente in Cmsclho : Se se fas refe-
rencia a lei dae eleic6e, al&uu* cuieerea lor re re-i-
tiram, nppuzcram se paeiagrin d-e le; ni- lam-
bn meinbrus muilo dislinclus 4a opiaiaa likrral
igualmente se oppozrrara a ella, qaaado so daonrtso
nesta casa. ; Apoiados.
NAo se diga, pois, que es. o enn-ervadores se orma-
zerain i dopcao da lei, ni ; tiveram rompaalieeros
nos bancas da partido liberal, e portante esta nr-
cumslanria nAo pu le -ervir de argaaseala.
Ouauto ao meo di-cui* i do aun passado.... tm !
senhores, pois o nutre depulsda prornrs f*t rm-a
discurso para mo.irar qae ea aero lulas armadas,
eo que (rana dito que essa talas In.haiu n..i l, r
que me con_r I ola v a por ver que o pir li loe so abra-
cav.ira Sonhures, o que ea n .le nrs-a oceoeeSa tai
urna Coria in lifTerenca que nlu era naiu.al :rp li-
llas lulas qu tinham havijo; >obre i-io be qoech*-
mej a atteucAo do governo ; mas que eo qaevo ae la-
la* armadas NAo, nAo di-*e Islo a|ioia4oe : su rem-
irarlo, eu sempre as reprovei. Apoi.do.
(Jueraa discussAo, seahures : sei que e*le exBBBM
de giveruu vive d.. d.-ru--.io dos principios. S* In-
glaterra, como entre im*. he a dieru-sao que da ida
ao goveruo,que fortifica se dn-ne* da aseembte-s co-
ral, e o resallad da discu**Ao be qoe fies c-avrrledo
em lei. Esta lula eu a quero ; mi* as oosras de ae-
i.linm asada. Apoiados.
O mineterio nAn se pode conciliar, dieeo o arare
depulado ; e aponlavs perticclarmenlo para mas
memhros do gabinete-. Senhores, naa (oli poca
em que eu fui ministro, e rm que ja adtri a orneado
presidente de urna provincia o ..obro general qae lia
actualmente ministro da guerra ; Bjsaj ea o roaoer-
vei ne-ta qualidade, e elle roulormeo-sc com a po-
ltica qae ealAo se sesuia ; nao ee drmillie, nem eo
tive nunca de rrprovar o* eo artos, romo lamiesen
elle ni i leve occasiaode desiz.i*ter-o. 'Apneaao*.
Mas vejo que o nobre mim-iro rerebeu orna n.,*-
sao do iniuislerio paseado, a-sil .u >er prr.i Irnle da
urna provincia, e see nnni-le linha pxclamado a
i-onriliacu. pois enlflo in, o nobre miaielro oaee u
enlAo linbi abracado essa politice, xielo rooao aao
pndia ser del-sad de--i- ^abinelr -em qoe |*arl.lliao-
se aquella poltica apuiadoe he qae ha de retar em
oppesirja eeassaae mesmo, no qne drv* renessr as
ena* crenras '" II nobre iniin-lro da coerr. qae por
fados lem pruxado que se lem raeadu roas reta os.va
ordem de eou-a*. prrlencrndn -ni, a um pailil man
abracando a* reforma* do oulra e romliin.a lo- -
que islo he que he concillarn, seta |>rrej qoe ir
nosjao *uae cresseas para e*tar de acecido coessigo ?
xpoiados
(I mesma, senhores, diga a re*peito d notare mi-
ilislro la I iztu la. 1' n* o n, ble i..i.itro da trenla
o nono psessdo ana oaaaeaa politn a da rona-.lioc.e-,
i.-oa, -.a o governo quanto He -r de lamo lio
abertameela aaaaa let. llosa lude mi eliule i
r. iien .i saascrenei*, elle q e srn.l mesabra proe-
minente de uin partido p Ur i recmiierou qoe h ao-
.e-sidade* poblica, ex-.am o I 11 rumprinaenlo Ha
consliluicao, e he para o lid coni|o in.rnlo 4a roo*-
lituico que todo- ios tiobalham-* api.iado be ele
b qe que abraca a poltica da rnriliacio '
Senhores, olbemo* para ledo* e. inini-lrtio* qao
lem havido enlre BOI : nA se enconlisni nrlles i-
dividnos que em oulras rpoc :* prule*ar.im upiai-f-e
oppoetoi as dos gabinetes do qne lazesa parte .' ,-
pelajes.]
V
,
MUTILADO





MARIO DE PERNAMBUCO SAMADO '20 DF JL'NIIO DE 1857
\ cmara opprov* o rrquerimento.
O Sr. presidente i' peca ordena i!u din -i-i a
U.....Ir '
dia
exclu
ira jusliri
iguudo as recias
ilireilo
conipe-
I.eitura de projeelos c indiciC/Seg na hora
lente ;
DscumIo do parecer, seeativer impresso, da com-
mislo da coustituiclo e po terca acerca da eletclo
dn. circulo .a provincia de S. Paulo;
l, dhcussiado projeeta n. ,st de 1856, di'pensan-
dn as le; de amorlisaclo em favor da Santa Casa da
Misericordia da cidade deC-nliln ;
I dia do projeclo n. 00 de 1850, mandando fa-
zer n eeaao do habitantes de lado o imperio ;
I .a dita do projeclo n. 1SI do 1850, mandando
imprimir os pararen-, do comedio de filado, .-nos
respectivas reeolnc&ea e doeumenloa ;
I." ana do projeclo n. 182 de 1850, determinando
t|u as p.ivoaroe, enjo territorio pariente a duai
oo mais provincias, fi |ueni para aquellas que o g-
verno desic ar ;
2. lila de projeclo n. 51 de 1853, aoloritoodo o
goyernoa promover a organiaaglo de orna rom pa-
nilla i|U"iiipii'lieiiu,i anavegafja* por vapor na La-
gda dos Palos.
I.evaula-sc a fcsslo a ineia liora depala do meio-
dia.
EI.EICO'ES DO CEA ISA'.
Dtcurto do Sr. deputaiio setui'Hao Goncaltet
da Silca, na toldo de 20 de mam
pede lodoi os dia* ao ollio vigilante da u-lmiui-lra-
se- exclu lo ri i concurrencia da votarlo para a forma- co pobliea qoe lome as eireumitaneia* econorolcaa
1.1" i mesa, ou merino para receber votos para dalla dese ramo ,ie commeicio e de una providencia I
Bcunilo conservadora.Os Srs. senadores e de-
>citf! los da opinilo conservadora reumrame mle-
lonlein em "ron .,- numero na casa do Sr. conealhei-
ro ."ergio Teiieira de Macedo.
Tralou-se, secundo fonios informados, do procodi-
mcnlo quoronviria ler na disctalo do voto de graca
na cmara dos depuladus, e asentou-se cm ufo pro-
telar aquella discussao, antes desvia-la o mais possi-
vel das qu.sloes abstractas da poltica, e de rerri-
minaces sobre o passado, chamando-a para o Ierre-
no tas questes positivas que na acloalidade exigcm
solurlo.
Hcar., que faca entrar o lurro dos Su. marchantes
em -eos verdaditro* limilea, Sejam elle canvaca-
Hio he preciae irpjoa mailo longe para deicobrir-1 eje impreuo no jornal da raaa para depoia entrar .era libarlo, como se allega, Qoero meamo admlllir Ninguim pode com o preco da carne,
inos o que acabo de diier. Mesmo nos palie* airan- em discossao. a hjpolhese de qne cala bomem era liberto, nao p i- vio--e eouia la despropositada II povo
geiroa, quanl.-u vezes temos visto membres muito dia- '
lindoa de nm partido, paaaadoa lempoa, llgarem-s*
rom oulros, e romhin.irem--e para cuidaron) dos li-
li i iea do pai/ .' [Apoiadoa.)
Si-nhore, o que cu pean dizer azora he que ha o
inain perfoito accordo cutre lodoa os membres rio mi*
Historio na observancia fiel da cuii-li.uirlo, e na* re-
lumias que as nece-.-i imies publicas reclamaren!,
dentro da meama couiiitaicao, e aiinndeudo aoidir-
fenoles elementos que ella consagra. ( Apoiadoa. )
A rofoimas nao deveni ser precipitadas ; a nielo
quer boas reformas, purera meditadas. (Mallos apela-
dos.i Ja ole sao neje eaaas Iheorlaa que oecupam a al-
ienlo do nosso povo. A priineira ueressidade do
pai/ be consoliJar a grande le do Estado, a esta-
bilidad! das lantiluicSea. ( Apoiadoa. Muito bem,
multo bem. ) l'ina ver. penetrada esta verdade no
animo de lodo, nina vei concillados os espirito pe-
los meios quo acabei doexpur,espero que o enverno
faca alguma cousa, e que nicreca a enadjavaclo da
assemblea eral. .^Apoiados. Muito bem.
lio praciso, seuhuics, definir a sua silusclo K-
verno nlo eonhece distraerlo de in.lividuos, nem
de principios quando comidos ilenlro da consliloi-
cto.
( uvem-scapoiados ceracs, o minio bem de lo-
dosas bancadas da cmara, e o orador be cumpri-
neulado no liui da tsalo por mullos Sr-. riepula-
doa. )
OSr. Teixtira Jnior : Sempre li/ julica a
V. Ble. qoanilo Ueclart a ern-ra que ronava em
que ulo bavia de renunciar o scu passado. ( Mullos
apoiaJos.)
nunca verificado, que .. alinhamenlo exondado da ra das | (toas, o Sr.
fazer par
O ir. /rauco de Amelia : Nao ha poste ncm
preai rip^flu para direitoa poblicoa.
(>>r. Cruz Machado: Bai engaado ; leia
n derrtlo de 16 de marco de |S',7.
" Sr. .Liii- elellnr, .- se oaieo po leres forain iccoubecnlos pelo
eollegio da fregueta a que perlencia.e lambem pola
cmara dot Sra. depoladoa, como eOectivamenta fo-
ram, nao podia ura segando collegio della-lo foia da
volaco por um nielo lio illegal e revolbinle. Islo
he claro.
contrario.
O Sr. Gonraittt da Silva : Como diaae, Sr.
preaidenle, no principio do met discoro, nao li os
papel-, nao podende assim estudar profundaroeule a
questflo ; todava algoma cousa direi sobre a ell-
{Ao da onira fregOflia de que fallou o nubre depu-
lado.
."To exilia a tal ralaiBcaeto, porque a| enas appa-
rece um doeomenlo aaaignodo pelo commandanle do
destacainuiii, ditondo que os meearioa mandaran
retirar os sida loa da greja, e nella se coiiservarani.
.Mas islo prova falsificarla>
Os msanos nao serio os nicos competente para
abnreni a urna .' O Commandanle do destacamenlo
Mil;- e Nimphae, nao eslconforme a planta approvada. [que, abri
Oulro da meama, ditendo lar examinado a pre- laliva
lencaa do il. alarla Joaquina Dorotbea, que requer
a con-lruorn ilr urna bomba no lusar da camboa de
Sania Auna, e ser de opiniAo que a peliciouaiia nao
pode er aliendi ta. nS > so porque na i ae acbn cou-
Dr. Anlonio Cuelho de Sa e A buquer- resae e de bem Mtrdeaeal pama, tttt
i teasSo di reapeetiva ifaemblia legii-|t*aienle emSertipe vult* polriieo anata
- Emii." Ii irlo de Harn
ha prr-ii
poja
O Sr. (JoncaU-es da Stlca :Sr. prndente, eo- J* |u" mo membro deala casa, por lam obrlgadu a dar '"' q"e."5 In.''-ilrl"s abriram o wfra onde eslavo ella
meu vol sobre a legabdade da eleicAo proeadida no I ?oard"- Seo "obre deputado lem o lullitto, como
(rimeiro di.rtelo eleiloral da provincia d* Piaaby, d""J5r; "'"<"**', "cveria ler encoulrado
enlendo que u3o devo f^ze-lo sem qoc preceda"a ', eonU ,l'" menno que arabo da enunciar. Dis-
exposicao dos molivos e fados que me indaiir.m a ,f0 '"'", 'l"e f"r'nl focadas cdulas que se acbavam
cicr na lesilimidade e na validado da que cousii- i "' u'"*< "i,u se apreienlando prova alguma para
luio ou elecea depulado o Sr. I)r. Antonio Fran- """'""c suslenlarao. (Juar.do mesmo houvcsse al-
cisco de Salles. Quero, Sr. preaidenle, mostrar' Ka""* cdulas trocadas, uflo podia islo ronenrrer
cora toda a luz da evidencia, e cura lodo o rigor de pa" l'reJ1"7-' u" Sr. I)r. Borgea, nao obalanle dizer,
irinha fraoa lgica, que nao ou impelli lo por nic- r.om" '"*' I"6.3' cdulas de sua parcialidads eram
livos occullos, por cousiderarocs ini-qoii.bas e ira- : ,ie t'a|,fl (le c"r 'ff-ieiile. Voo apresenl.r um f.iclo
proprias de meu carcter. iNio desejava envolver- j *ue "^'nonslra de alguma maueiia o que acabo de
ine era queiles pessoaes, que sempie tra/.eni odioI ."' .
si lado ; porciu, Sr. presdeme, altendendo a mi-1 ..?a ele,C'' 1ue plciltei, maitoa parlidarins meus
nha posiclo de represenlaule que me da' loda a
, SEXAWK
SESSAO DE 90 l>E MAIO DE 1857.
/'residenciado Sr. Manuel Ignactu Caiulcanli de
/jtcerda.
As II horas da manilla o Sr. presidente abre a
so-s.io. estando prsenles il'.l Srs. senadores.
I.ida a acia da aulerior, he approvada.
EXPEDIENTE.
O Sr. trmetro Secretario l um odicio lo vice-
presidente da provincia de S. l'odru, remetiendo
urna colli-cc'-o de Iota promulgadas na ultimaseslo
da respectiva asscmhlca provincial.A' commiaslo
de assemtlcas proviuciaes.
Ficou o senado inleirado da pirlicipacao de in-
coinmodo de laude do Sr. senador Antonio da Cunha
Vascuucellos.
ORDEM DO DA.
Entrando em 3" discusso, foi approvada sern de-
bale, e remanida a Coanmiatio de redacta, a propo-
aijao do senado approvando a penslode llJOOO rs.
nicntaes coocediila a D. l-'lorisbella Mxima da
Silva.
Euira em 1.a discus'lo, e passa em 2.a, o paracer
da commisilo de coixliluiclo indcferindo o requeri-
roouio do subdito tardo l.uiz Nicolao de Mana, em
quo peda dispensa da residencia dos dous unos
para obler caria de naluralisaclo de cidad.io brasi-
leiro.
O Sr. Dantas fez algumas consideraroes contra o
parecer.
Sague-se a ultima discussao d-; parecer da com-
mi-vio de I'.i/en.ia indcl'rim lo a representarlo da
oaambloa provincial de Minas-eraes, em que
pede melhoraiueulo das congroas dus respectivos
parochos.
Foi apoiado e approvado o seguinte requeri-
inenlo, que seu aulor juililicou cora alguinaa obser-
>a;6es :
Kequeiro que fique adiado o parecer para se tra-
tar du sua malaria quando se discolir o projeclo das
tabella de euioluraeulos paroebiaes.Silveira da
Molla.
Foraraapprovados sem dbale em ullima discussao
os pareceres das commissoes do faltada Indeferindo
os requerimenlos, um de Francisco de Paolica .Mar-
ques de Carvalho, pedindo a concesslo de loleilaaa
favor da Associaclo de industria Catliariiicuse, ou-
lro da cmara municipal da villa de Itabtra, pedindo
a noMnaito de privilegios a favor de una eslrada
quo se projeeta entre as povoacuea de Joateiro e
Cele.
Oulro da commisno de cnnstiiuicao, indeferindo
o requerimenlo da cmara municipal la villa de Ja-
guarao, pedindo que os deputados provinciales s-j.im
cleilos como os represcntanles da nado na assein-
bb a ceral.
Outro da comroissao de marinha o goerr;,, inde-
ferindo o requerimenlo do capillo reformado Fran-
cisco Jote Cmara, em que pede vollar ciaste ac-
tiva.
O Sr. Prefidenle declara esgolada o malaria da or-
dena do da, e da para a da primeira ses-ao a ulli-
ma discussao do piojelo da reapoala falla do Ihro-
no, e a 3.a discussao da proposiclo da cmara iKs
depulado aulorieando o govenio a fazer reverter
anua de infamara o major _t.-. lu ido de 2.' clasie
Antonio Joaqoim Magtlbiaa de Catiro.
Levaula-se a scssAo ao meio dia.
CMARA DOS SilS. DEPfTADOSa
SESSAO' DE 20 UE MAIO DE 18.7.
Presidencia do Sr. nsconde de llaencndy.
A' hora do cosime, achando-se reunido numero
legal, abre-re a Harte.
I.ida a acia da antecedente, he approvada.
O Sr. I'rimciro Secretario da canta do segointe
expediente:
Onze ofricios do ministerio do imperio, rommani-
cando Osar o coverno inteirado de ler a cmara dos
Srs. depulado approvado as elcire pura depuladns,
procedidas em diversos circulos'pertcnrrntes a dif-
I. reines provincias.Fica a cmara inlrirada.
Tres ditoi do mesmo ministerio, r-melleiido ac-
tas elcitoraes de diversos collegio.A' commisso do
poderes.
Dilo do secretario do senado, communicando, que
8. M. I. consenle na resoloclo queaulorisa o gever-
no a conceder caria de naluralisaclo de cidadlo bra-
s leiro a Jacqucs Alexandre llourdieu.Fica a ca-
riara inleirada.
Dito do Sr. depulado Francisco Carlos de Araujo
Ilrusque, communicando nlo ler viudo lomar ataento
em consequencia de achaise doente.A' con.mis.slo
de poderes.
Dilo do vice-presidenle do Rio Grande do Sul,
r;raeitendo urna eollaeeJ.0 do leis promulgadas na
Ultima ses-lo da assemblea provincial.'A' coinmis-
aio de assembleas provinciaev.
Dilo do presdeme do Para, no mesmo seulido.
A' commisalo de a-semblas provincias.
lira requerimenlo da cmara municipal da tilla de
''> aquary, pedindo urna providencia, que lenha por
"i lomar urna realidade a reprcaalo rio erime
de fui lo de gado.A'commisslo de juslica cri-
ninal.
Dilo de II. Angela Rosa da l-onseca llrilo, vlova
lo lente Hanoal Joaqoim Gomaa de Bnlo, pedin-
-lo urna pernio de 309 mensaes em atlencao as r-.-
ies que allega.A' commiisao de peuscs e orde-
nada*.
Uilo de Jos f^orrc.i de Sil, subdito portuguez, pe-
dindo dispensa do lapso de li-mpo.afim de poder na-
luralisar-se cidadlo brasileiro. A' piiiniisilo de
consliluican e podare*.
Dito de Francisco Dnarta di Cosa Vidal, l. l-
enle da armada, pedindo que ae Ibe cont a anli-
guidade de servico desde o tempe de sua primeira
praea,A' commiaslo de maripba e iuerra.
Lma reprerculaclo d cmara municipal da villa
de Cele, provincia de Minas-Geraes. pedindo, pa-
ra instentaclto de ama fabrica de loara de porcella-
na, que Jlo Morgan lem eslibolccido as immedia-
coa* daquella villa, a roneeasio nlo s para se ci-
trahir nesla corte as loteras que pela aeaembla pro-
vinci.il llie foram concedida*, como lambem mala o
beneficio de quairo lateras,A' eemmiatlo de fa-
zenda.
Slo inlroduzidos com aa formalidades do eslylo,
prestam juramento e lomam auenio, os Sr-. OHvei-
la Bello, llenriquc, Silxerio Jorge e liorges For-
tes.
ORDEM no 1)1 A.
l.ulia em 3. discussao o projeclo a.88 de 1856]
qoc concede loteras aos hospilaa* de Mwrieordi e
Lzaro a ao cslabeleimcnlo dos expolio da Cidade
de Cuvaba.
He adoptado c lemcltido a connnisilo de redae-
5I0.
Enlra cm .' discosslo o projeclo 11. 85 da IS'ili,
que declara que as Blhaa dos oflkuaa do exercito e
orinada leera dlraito ao meio sold ou Monle-pio,
e-boia se Iruham casado anles da inoile de scus
pai.
O Sr. f.'ui/ia Maltot riquer o adiatnento da dia-
eaatio.
A cmara consenle no adiamenlo.
Ealil em discussao o projeclo n. .*>:', de IS'di, qoc
manda, que o* ealrangeiros residentes no Brail, se-
j un reeonbec do ri bulos braaileiroa nalnraiaad ,
loga oiii assign m na respectiva cunara mu-
nicipal termo de declataclo de ser casa a sua vuii-
lade.
(' Sr, PerAra Pinto reqnerqoe o projeclo aeja de
novo remetlido a' commiaslo de poderca.
A camaia approva o requerimente.
Enlra em 2. disrusiSo e he approvada sem 1 !. -
le, |iara pastar a' 3., o projeclo 11. 60 de 1856, -u -
Iwisande o Iroco de noli do exlinclo Banco du Bra-
sil a cedul is du Ibe 011ro, .U que he p HSai 01 o n,-
nc^o F'idelis Jase Je Minaos.'
Enlra cm J.' .1 -rus-a-, ebe igualmente approva-
do, para pasear ..':;.-. o projeclo n. 7:! de 1856, que
approva o contrato celebrado com o l)r. Ilerinanii
sHomeneao por., .. fuadar^Aa de urna colunia no ll.i-
j bj provincia d Santa Celliariua.
He lido a ap.i... nlo aparecer da commisso de
l Hiere* que apfiruva as elcii.oe* do H.o circulo na
proviuria de Minas-Ceiaes, e proclamado* ei
.
Dr. A.: linli) JoscFerreia I*r.: ... depulado pe-
lo meara 11 neulo ; supplenle, l>r. Jase Alluuso Uiaa
de Souza.
Lose o parecer da meama rommisslo ubreaelei-
iiidependeucia, e o dever dcjuslilicar mea* actos
peraule t.lo lllartrada cmara, parece que devoobrar
conforme os liclames de urna cousciencia jiora, in-
tima e prolundainenle convencida da Justina e I10111
direilo que assislu e preside a causa du Sr. Dr. Sal-
les. Procoraiei usar de loda a precislo e clareza
possivel ; espero que os meus honrados callea..-, 110-
bre como sao, benvolos como coslumam aer, de-
culparlo qualquei falla de boa diccao, de arraojo
de meu t-curso, pois nanea live occasilo de fallar
era publico, e esta he a vez primcua que me cabe
a 1. ora de ereuer minha Traca miz nesla augusta
cmara, por nao parece que eslou no caso de me-
recer alguma beuigoidade dos meus illualre col-
legas.
O acanhamento que me he natural, a ausencia
quasi completa decoiihecimeulos e a deficiencia los
esljlose Iraqoejos parlamentares, me lubibem de
proferir um discurso como farum outros dispoinlo
de elementos e recursos que 111a ieiieccn presculc-
mente. Sr. presidente, devo anles de ludo confessar
que 11,10 pude bem esludar a queslao, como sabo V.
Etc., vil'j que hniilem pedindo-lhe os papis ten-
dentes ,1 ella, V. Exc. leve a bondade de dizer-mt
que estavam na secretaria ; procurci-os la e nao os
achei, vnltei a V. Exc. e entlo live a resposta de
que elles anda nao linhsm sido entregues pelo de-
terabargador Pacheco, umdos rneoibros da commis-
slo de poderes ; mas euifiui cora algumas idee* que
tenlio, e com a leitura de alguus documenlos, pude
conerber urna robusta conviccSo de qoe o direilo
que as-isle ao Sr. llr. Salles jamis pode str des-
prezado por lao illustrada cmara, que teiu dado re-
petidas provas de ju-nca e independencia. Antes
de ludo, Sr. presideule, apresenlaiei urna conside-
raco, ou fallare! de urna causa alUgada .- he a In-
fluencia que diz o Sr. Dr. Borgei no stu fallilo, se
me nlo eugano, quu havia na Parnahiba a san fa-
vor, devida aoprealigio real do Sr. corouel O/.orio,
o qual dispuuba grandes recursos sera precisar uo
apoio do governo.
Sr. presidente, cu eslive na cidade da Grauja,
provincia do C-cra', limilrophe cora a provincia d
Piauhy, por espejo quasi de 5 anuos, sendo 4 em-
preados no juizado municipal e algum lempo como
delegado de polica.
PUteeiabi uina eleiclo em cujo tiicmpbo era eu
o 111.11- inlcressado |ior ler-mo presentado candi-
dato a' depulaclo geral, e vi que o Sr. coronel Ozo-
no nao liaba es-a influencia lio m ulcada e lio
apregoada, vi que para elle apresenlsi o aomero
preciso de voiaules, n^ceaario era laucar n.lo ue
meios menos aiieijuaios e uienos proprioa de um
hornera que lo na urna cerla policio tocial, e que
mciecc-ine algum conceilo. E=le, Sr. coronel Ozo-
no maudava bascar pes>oas da Barra Grande*
Amairacao, lio termo ua Graoja, provincia do Cia-
ra', no dico para pralicar diilurbits, maa aim par*
coacorrerem para o een Iriampho eleiloral. Eslava
eu nesse lunar n.lo sendo ja aotoridade, e euvidei
to ios os esforcaa, lodos os meios licito*, o nao tre-
pidoi ante consideradlo honesta, aflm d; chamar
este povo de miaba cleiclo oaqoelle lempo, ollere-
ci-ie as vantagens, barmonissi-ma com os inspec-
lore* de qaarlenCe daqnelle logar para que fizes-
sem aquelles homens vir volar na Grauja, districto
de sua moradia, nada pude obler lando sempre em
respoila, que nao queriam vir porque scriain aban-
donados peloSr. coronel Ozorio, seriara mesmo per-
seguido, pois moravamem suas Ierras, aonde li-
nhara suas pequeuas lavouras, suas palhocae e seus
carraos de peixe, donde auftrin lucio para oa
seos inatentos e de soas ramilla*.
Eses Inunens, que ainJa lio Itm urna conx celo
poltica bem formada e nem cerla Independencia,
acudiam ao chantado, oa iuij.osicTin do proprielario
daquellas Ierra. llo que afianco he urna pora
verdado, que jamis podera'ser contestada. Den-
se mais um facto alcm de outros, e foi que mu des-
s*s inspectores de qualeirlo que linba para co-
migo alguma sympalhia, declarou-mc qoe eslava
promplo a fanr-me a vontade votando comigo na
Granja, mas qoe sri: filhos linbam ido para a Pe-
ni hiha volar com o Sr. coronel Ozorio. Ilo digo
linpellido sement pelo senlimento de verdade, e
siutu, Sr. presideule, nlo ler Irazido documenlos ue-
cessarios p>ra inmprovar o que acabo le nvenesr,
mas i,ssccuro a V. Exc. que se cu de leve mppn-
/.e-e que cu boje leria de faltar sobre aetDflIanle
elei(ao me muira delles para provar cora luda a
evidenria que nlo esluu exagerando, nem alterando
a verdade dos fados.
Anda mal, Sr. presidente. O delegado da Pai-
oahiba oflic lava que aquelle povo te acbava disposlo a ir a Par-
aahibs fazer desorden* en pocas eleiioraes. Ese
delegado da 'i-anja, eullo supplenle em ejercicio,
e bomem de ha fe, Joaquim Ribeiio de Moraes,
dirigise ,-- 1111111, em quem deposilnva aleoniacon-
fianca, pedin tar a ida dequeltes homent ; observei-lhe que o
nico que me soggeria naquella occasio era di
ofliciar aos inspectores de quarleirlo daqnelle lu-
gares, deixan lo assim de concorreirm para aloiu
l'imullo que podesse apparecer. Por consegointe,
Sr. preaidenle, parece-me que o Sr. orouel Oto-
no mo lem essa grande inlluencia apregoada para
com as pes eleicoes.
O Sr. h'raneo de Mmeh'a :Como ella' pro-
vado ".'
O Sr. Concahes da SilinNlo lenbo eqni do-
cumentos que comproem a vcidadc de minha as-
scrclo ; mas appello mesmo para o Sr. Dr. llorge-.
O f-r. Franco de .lUneida:O Sr. i)r. .ir-e-
osla' as galena* e nlo pode resnom'er.
O Sr. (.'onralcct da Silva :O nobre depulado
aceita o depolmrnto de um soldado desronbrcido e
sem independencia, e no enlunto nao qoer dar ere-
dilo as palavras de um sen enlloca !
O Sr. Franco de Imeiaa : cima do ncate
conceilo esta' a legl*lalo. Prove que a qoalilica-
c.io nao e-la' local, e enlao tern' raxo,
O Sr. Gonraieet da Silva :O que qner o nobre
depulado com .o dizer t Se o nobre depotado qui
ser eu podare! provar .-1 lodo o lempo.
O ar. Cruz Mar/nido: O lestenuinho do robre
orador vale de muilo.
O Sr. I'arimat/u : Apoiado.
O .Sr. Genratvet da Silva: Vou agora Iralai
da excluslo de d..us eleilnre icit.i na Parnahiba, u:n
sobre o Imaginario pretexto de estar pronunciado, e
o oulro por ler -i lo reconherido liberto. Eu emen-
do, Sr. presidente, que n chirlo prendida pelo >
jiiiz de |ia/. e procedida na ig-eja do Roiaro, eat
valida, e riue pelo rnnlraiiii a oulra deve ser nubi-
lieada. No-e sentido mandarel em lempo competen-
te urna emenda .1 meta, tjuanlo ao I eleilor, luc
que a prononda, como ningnem ianira, s por si
nlo inpende o direilo*. polilieos; he |ircciu que
el.a soja cuinpeieiiioiiieiiie sustentada, liara qoe elles
liquen, raspemos. Como he pois que podia dar-e
semellianle exclosio rom verdadeiro rondamenlo,
quando apenas cunsiava que o ele.lor Fanslino de
al eslava pronunciado I l'orvcnlura i,l prova I
Idenlldadeda peasoa e que a pronuncia eslava com-
petenleiiienlc susteiilada '.'
Est provado por dorumentn, quo ha de ser lido
nesta casa, qne aquello eleitor nao se acbava pro-
nunciado quando se i!eu > xelus.io ...
o Sr. Franco de Almeida \ ijucra foram os que
voliram p-la sua exrluslo '.'
OSr. Gonralcea ou Silca : Foi eliminado, por-
q 1 se disse que elle eslava pronunciado; quaodi
islo amia rendo ver lado nao ira jurdico c suflieii n
le para sua CXCloslo. O nobre depulado, que lie
juTiscousollo, sabe perhitamente que em lal ra-
era isr. fi-o a prova da co.npctculo sastentaclu de
prnnuncia,
(i ir. Franco Jv Almeida: Se pronunela fesse
fe t.; pelo jo:/, monieipal ou chele de polica nao era
pre :-...
o Sr. Goiualree da Sta: Foi proferida pelo
delega de polica.
O Sr. Franco de tlmeida : [slo be o me 111
nln -i.
" "' I' da Silca : lie o quo cm 1,1
a depuia, como bu .!.- eleiloi pr.....inciado 1 go-
aai de ia lab rd .1 poni de Irn ;.. 1 sem o me-
nor inhalara pi lo lu^.ires mais publico, .'
(juanlo .' oulro eleitoi excluido poi so dizer que
era liberto, direi quo nada lia mais nqnisilo, inail
11 mi io e mais illegal do que lemellianle pr cedi-
uienlo Depoia de f,.la urna eleiglo primaria e ic-
ronbeciila > leealid 'de 'ella, e ,. poderes di seloi-
lori pelo poder cumpelenle, nao poda ama mesa
pai ithiil econstituida pcsleriormenle eliminar um
dos, indaiiue-ie sa sigan* auravesndores hsdega- alunada para este fim verba aleuma na lei do orea-
do, a que xemiem osciladores, p s boov< r.fura com [ ni-ulo mooicipal, senflo tambora porque a cargo do
es-es parasilaa rio coinmercio alkeio. Felizmente le- cofre provincial est a eonstroccia da estrada de
mos em S. Exc. o Sr. vice-preidenle (o la a solici- Apipuco, que lem de seguir p,ua aquelle logar cm
lude que islo requer. urna dirercan mais convenieule.
Pensamos que os quintaos que nos disperta Oulro da mesma, nlo se uppondo que Paulina
rsm 1 censuri que fliemof, aeriam limpos, engaa-1 Caetau.i Soare Carneiro o Mana Felicia da Silva
mo-nos e cada vez lera uiala agua Estatbos vendo I Santos Iranslinin ao lenenle-coronel Manoel Anlo-
jue nlo ha oulro remedio e nlo di/.ermos ae Sr, 1110 ,!os Paso e Silva o dominio til do terreno de
fiscal o numera das casas cm que islo se d. 1 marinha, de que eslo de puse, silo nos fundos do
Nlo he mo goslo ler-se a parla um eSoZnho 1 seu sobrado do sierro da Boa-Vista.
para filar a lodo es que nlo Ibe agradara : nao bel Oulro da mesma. dando os fnndamenloa pirase
mao islo, o que sera pessiiuo he -e e-pichaicm esse informar a polillo do cidadlo Jos Francisco Peici-
" 1-' B -' b 'r i de M.ir.im ; e mnlinuar 1 .. .._| rm.
II.- Dilo do Sr. l!rorklu-,i!islincli iivreiro e lor qoaiiln o. tro mu v liri-in alcnma c...j ,',,,
em Leipzig, Irausmittindo dous nmeros do jornal I as virtndf* e a ?erd*>ira inflnenria de qu-in.,
intitulado liibliographia allemi, e pedindo ser na eidUdao. Honra, portal*, aos s< icm>imm qu "
Euriips o Iivreiro correspondente di. Instillo. cli",_:ii a que se proceden nliim-nienii- nasjaoWojrlt
rrdlglo vieta, para um lucar de f
I. un- ; rain da nvanrira iciinle
una I
ador jiela mesma, v.ij.
ubre a
CoUeaio
com tul eloilnics.
mais
"pilal,
de una I |.i de
auimalzinho Innocente, ou se elle por ooiTeiiuvo,
fi/er em alguem uina ferida, que leve o dono a'
poros!
Informam-nosque na roa Imperial exisle nina
rasa, que serve de hospedagem a aslranieiroa, na
qual lem fallecidu .leon- de lire ama.'eila no espa-
do do dous mezes, sem que se desinfecte ; e at nos
dizem qoe ha penco all falleceu um que estove por
ra da Silva, ralla a assemblea provincial, acerca da
obra que prelenlc fazer na caziuha de ua casa da
ra da Cadea da fregoezia de Santo Antonio.
O Sr. Barros Brrelo fez o seguinte requerimenlo,
que foi approvado :
Requeiro que a cmara detiene um ou mais
lunares as dlOerente* freguezias co mnnlclpio, onde
se fac,a exclu-ivaiiieole a maUne/j de aado desuado
Hilo doSr. Dr. Agostialic Marque
Malbeiros, offerlando ora exemplar do ie<
menlario lei de 2 de selcinl.ro de IM2
loccesslo dos filhos uauraes e soa fitiacSas.
o IX." Dilo do Sr. ministro do imperio, aflerecen M duplcala de Sanio Amaro, em separad
um exemplar do roblono com (ue o presidenta da I Baria ate Msroim.......
provincia do Cear.'i, o Sr. Frauciaco N.mer Paes I Anlnuio Dmiz le -iqueir* .
Brrelo, abri less.'u da respectiva as-cmblca le- liarlo de Colincuiba.....
i,l*15,*-_. I Mano. I r..,,|,o Araujo Macirl. '. '. '.
0 '.!. Dilo do mesmo senhor, offererendo 1eu.1l-; I elix Brrelo de Vasrvncrllm. .
meiile a falla com quo o xice-piesidenle da provui- |)r. Marlinbo........
ca do Piauhy, o Sr. Baldoino Jote Coellio, abri a I !. turma da Sanio
respectiva a>semUa legislativa. Bulo de 1 ..ij..-,,bl
1 10. D lo de Sr. Atibuno Joaqoim Alvares, Antonio Dmiz ....,
transmltlilldo um exemplar do seu Indicador dos Borlo de Maruim .
alguns monnmenloa histo- i ,
! Marcelino de Brilu
rcccb-ias cora agr.-ilo,' Nabuco ....
Paulo Baiho sepultar Ir* das: pedimos a junta de bx ciee dig- a ser consumido.-Manoel de llarros Brrelo
ne-se exBniiiiKr esle f.iclo, eil-iras piovlilenclaff. Para cumprimeiilo desta residu<;o mandou-se
O vapor brasileiro Paran, procedente do : expedir ordem aoi liscaes das freguezias de fora da
Rio de Janeiro e porlos inlerinedio,lroue a seu bor-1 cidade.
do para esla provincia, os secumies iiassafieirn*: Foram nomeadas novas commissoes, que licaram
Dr. S' Souza Pereira do Carino, sua senbora, um assim comportas:saude, llego o Vianna ; polica,
lilhoc um escravo, Antonio LuiZ dor Santos, anise- Barro Barrito e Barroca ; edificacns, Barros llego
presentaran), secundo me censla, cdulas da mesma
cr que as dos adversarios ; mis se a casca efloreca
esla apparencia, o milo era Inlelramenle favoravel
a minha causa. O mesmo que succedeu cumigo, suc-
cedeu com o partido contrallo. Sabe o nobre depu-
lado que moilaa pessoas Mam, inio por cunviroes
polticas, porem aim por pedidos, |ior anTeifbes, e por
cerlas consideraroes. Mnilaa pessoas assim pralica-
ram para comigo, dizendo que foram convidadas
pura volar contra mim, mas que sjmpatisavam c-
mico e por isso preferan! serroi-ine favoraveis, nao
lesejan ,0 todava expor-se aos.....os lo partido ad-
verso. Nunca loincci cdula alguma c 111 semelhan-
le apparencia. porm c-lou informado que muitos
dos meus aleos o lizeram. Alem disto, cumpre nar-
rar alguma cousa reipeilo inlervenclo Indebita do
presidente da provincia, que se apresentou ostinsiva-
inente cnnlra a candidatura do Sr. Hr. Salles, en-
yidondo esforco oliinaes a favor do Sr. Dr. Burges.
O Sr. Franm de .tlmeida : Peco a pslavra ju-
ra responder.
O Sr. Gonralte* da Silva :Elou habilitado a
provar o que digo, declaio ao nobre depulado que
luino parle nesla discosslo levada unicainenle oe
minbsseonvlccues, pois nunca live intimidade com
o Sr. Dr. Borgea e o Sr. Ur. Salles; vira conhecer
ambos utaia corle. O que lmenle ilesejo lit pres-
tar o meu fraco apoio ;i causa dade. O ,.prekeuie da provincia, para favorecer a
candidatura do Sr. Dr. Raices, prjiirou felos que
ru parecam poaco preprioa de um delecadu do go-
verno imperial. Um administrador que lera cuna-
ciencia de scu devores ese eolloea no centro delles,
e sabe respailar a posiclo *m que esla, nlo precede
por seiuelhanle lunneira, iiileiramcute opposia 00
proerararan imanado do alto do H1n.n1
O presidente do l'iauhx demillio as vsperas das
eleiroe delegados de policia sem proposla do chefi
de pulida e conlra mas boas informacoes a favor
daquellea faneclonarios, mandan un destacameulo
de 72 pruras commandadia por um capillo e ura
alfres para a eiuade da Parnabjba, c outro Igual
Comnxadado por um capillo e um leme para as
Barias, locares lio pequeos que com a presenta de
l(> oa 12 pracas se vem intimidado*, l.'m des de-
licados Horneados demudo logo alcuns inspec-
tores de quarleirlo sem previa audieucia do subde-
legado.
O Sr. Franco de Almeida :Esl muilo mal in-
formado.
O Sr. Gorcohis da Si/va :Podi sor. O nobre
depulado me fara especial favoi canos que tu commeltir. Na me guio por aHcic?s
OU odios, lllo son drpulado de guipo, nlo IBubo
compromiasos, procedo aqoi com loda a libwdada ;
fui eleilo por uina provincia que nlo he minha, o
que muilo mi honra, quaudo se aprojenlav.iin ou-
lro* candidatos natnraes dalla e da localidade por
onda fui eleilo(apoiado); sdevo aos mius esfor-
eog e aos do raen* amigo* a qnem serei eternamen-
te grato. Dizia en, Sr. presidente, que esse delegado
demitlio alxoni inspeelores de quarleirlo sem ou-
vir o subdeltcado respectivo. Da mesma forma o
presideule da provincia demillm, cuno j di-se, c
nomeou na delecado sem ser oovidoo Dr. chefe de
polica. Rio flOO ni.to. Alm do enviar deaUea-
m-iiii.s ii..- ci.i::.i forc-is, sus|ieudeu o presdeme
d^i camera da capital c um camarilla para nlo tx-
pedirem diploma ao Sr. Dr. Salles, sendo admilti-
doi vereadore* c aupplentia de 5 e (i votos, aflm de
-er dado o diploma ao Sr. Dr. Burees. O Sr. depu-
lado que fslu a minha esquerda confirmar o que
dic.
0 Sr. Paranagu : Estoa informado que
aim.
O Sr. GonraXett a S\\va : Nlo ser escanda-
loso que um presidente de provincia naquella e|ioca
lio molindro-a inlerv, nba n'oma eleielo por seme-
Ibinta maneira e Iflo osleosivaminte '.''
O Sr. Franco de Almeida :He pouca generosi-
dad! acensar aem documenlos.
O Sr. GonraXtei da Silca:Os docuiuenlo ah
eslo, e o nobre depulado ha de com elles conven-
cer-s? da vrrtlade.
O Sr. Franco de Almeta :O que quero he do-
cumentos : Imilem o meu procedimento quaudo ac-
cusei om presidente de provincia.
O Sr. Gonfaltei da Sllcxa :Alndi ha oulro fado
praticado pelo preaidenle do l'iauhx ; leudo a c-
mara dado um diploma ao Sr. Dr. Salles, quando
lecalmonl! constituida, o presidente da provincia
manriou dar a ejuda de custo ao Sr. |)r. Borges, que
vinna corle pleitear com o Sr. Dr. Salles os inle-
resses de sua candidatura. O que significa semelhiin-
Ic procedune.-ilo seno uina reveladlo de grande io-
teresse do presidente da provincia a favor de um
individuo cuja eleielo eslava por liquidar-se "! L'm
presidente que a-im pradea nao esla revelando que
nlo poupou eforc.us a bcmdu seu protegido ".'
O Sr. Franco de Almeida :A prova be Iraca.
O Sr. Gonralvtt da Silva :S por si sei, po-
rem reunida ,1 nutras j preseulada lera rauila
lorca.
O Sr. i"ru; Machado da um aparle.
O Sr. Goncalcet da Silca:Ua oulro faci qoe
lalvez anda pareja improcedente na opinilo do no-
bre diputado, e he qoe o presdeme da provincia.
enviando ao governo imperial informare- ou pro-
pastas tilo imperreitai para a divisgo dos circulot
eleiloraes do l'iauhx, de accordo, segundo me dizem,
com os inleresse* do Sr. Dr. Borges, nlo foram ac-
ceii.is ; e os jomaos dela corle as rcusuiaram ex-
lensamenl*. Alquilo para o tcslemunno do nohrs
depulado p.lo Piauhy oSr. Dr. Paranagua, que po-
dcia dizer elcuma cousa a respeito.
O Sr. Pui-anjjiKi :Nao vi a proposla lo presi-
deule.
O Sr. Fraileo de Almeida :Esl corlo do que foi
alterado o circulo do Sr. llr. II .- o- V
O Sr. Gonru.e* da Siten:Foi formado de ac-
cordo com a proposla ".'
f> Sr. Franco de Almeida du nm aparte.
O ir. '.'oncaten da Suva :Se assim foi, s pos-
so allriboii as mas informsr;oes que recebeu o go-
verno.
0 Sr. Franco de /Unicidad.! um aparte.
OSr. Uonealtiiia Silca :Eu poderia, Sr. pre-
ndenle, apresenlar mais (arios srompanhadoi de
provas, porm a hora esla muilo adianlada ; e de-
mai, nlo pude esludar, como jl disse, profunda-
inenleos papis relativos a esta eleielo para emrar
em maii minuciosa ibalyse.
o Sr. Franco de Almeida :Par isso nao e-la de
accordo com a nimba opinilo.
O Sr. Goneaitet ddSilea:O nobie depulado
nao leu loilos os ilocumenlos, e se os leu nao Ibe
prislou a necessana alinelo e admira qoe o nobre
depulado queira acera com o seu Bollega c conlem-
poranea da academia, e cujas relacCes de amizade
sempre apreciei, de>viar-aa das regras que aempra
Ibe scrvirain de norma. Nao couliliu 1, Sr. pnsiden-
te, e res*rvo-mi pira fallar depols do nubre depu-
lado, se elle por xeniura uao convcncer-Oa de 1111-
nias razos. .Muilo bem..
uliora e um ciiado, Miguel Bernardo Quinleiro, D.
F. Maria Ribeteo, Prxedes Jos Goncjalves, Dr.
Joaqoim Baplisla Moreira, Amonio Candido Cre-
lo, Jos Joaquim Gomes de Abren, Someio Alfonso,
Bernardino C. e Sa', Silvealre Pereira de. Carato,
Hennquei Dias das Chagas, Jos Esleilo do Nasct-
meuto, Dr. E. A. Valle, V. A. de Chaves, ex praraa
Joaiuim Antonio Mouteiro, l.uiz Calalo de Sanlia-
co, ex-soldado n.ival. Amonio M. de Alhuquerqoe,
Ibadco Pereira Balo, t. Abbade de Olimla, Fr
Felippe de S. I.oiz l'ain c seu criado, Fr. Joaqoim
do Desleiro e seu criado, ex-soldado Malinas do
Carino, Antonio l.uiz de llarros Palm. Amonio Jo-e
A'vi de linio. Luir, do Franca Castro, Theodora
Mara da ConcelcSo, Leocadia menor, Joaquim Gori-
Cilve de Alboqot-rque S>. alfere Jos Joaquim Car-
los t ilion.1. Manoel Jos Almeida Jnior. Jos lia-
noel Baplisla, Joaquim de Azevedo Villarouco, Sle-
fano Supina, Manoel Antonio Leopardo, Manoel Jo-
s de Lima, Leopoldina Albertina, Anua Roa do
Espirito Santo, e Agoslinho Jos da Cosa l.xtio.
./.' amanhaa.
COMAKCA DO J10MTO.
Caruar 8 de uiiho.
XV.
No dia 6 priucipioo o jury a Irabalbirsendo que
deixou de faxe-lo no da anterior, porque apenas
foram a|irc-enladosdousprocessos preparados pe-
lo nossomuilo activodilligeniee imniitavsl juiz
municipal, entretanto que si ronlava fesse haslaule
crescida a cilra dos processos preparados, para serem
ajircseula-lts ao tribunal do juix ; pois o numero dos
icos he crescidissimo.
Pretendo fazer um reiumo, como o permillirem os
meios ao meu dispAr, dus trabadlos da prsenle ses-
SlO do jury desle termo, sem occullar qualquer in-
cidenle que posea inlere-sar.
Na s. Liiiuie miesiva exporci, coma franqueza cos-
luinada, as causas motoras da ausencia de processos
no primeiro dia di reunio do jar) e por agora sals-
faca-se Vine, com saber que uo primeiro dia nlo
houve julgamenlo.porque os dous recibos des respec-
tivos reos eram daladus de 3 do mrenlo ; nlo esta-
vam pataadoa os Ir* dia*pelo menosdoart. 311
do Iteg. n. 120 di 31 de Janeiro de 1843.
Na Iranqailidade publica nlo ha alUraeSio e nlo
me consta ollensa alguma a propriedade.
Os gneros aliineulicios conservara os precos ante-
riores, sendo que o feijlo foi vendido a jflKO ulna
cuia, o millio 80, farinha a 200 e 20, a carne de
sol a 2S0 a libra, a verde a l e loO. e lujo mais
guarda a devida preporeAo,
Os procos de dilosigenern,em feveieiro.qoanlo di-
ri.si a Vine a iuiiiIk primeira, eram os seguinles :
carne verde iofSO e3l20 a arroba, igual ao da ul-
lima fera, o feijlo costava 15 rs. urna coia, e boje
28080 ; u milho 2U e boje (80. A continuar as-
sim, nlo sei omlejieiiiu- parar.
Ha seus receiosde falla de ebuvas.
( Carta particular. )
CMARA MUNICIPAL DORECIFE.
SESSAO EXTRAORDINARIA DE 90 DE MAIO
DE ls."i7.
Presidencia do Sr. llego e Alliui/uerque.
Prsenle!o*Sr*. Barros Barelo, Uarroco, Franca,
Vianua, Reg, c Mello, fallando cora caua o Sr.
Barata, abrlo-sea sesslo, e foi lula e approvada a
acta da antecedente.
Foi lido o seguinie
EXPEDIENTE.
Lm cilicio du Exm. vice-piesidentc da provin-
cia, eiigiudo cora brevidade a 10form.1r.ao tiesta ra-
rnara acerca da palelo diricida assemblea pro-
I polo cidadlo J.i Franci.cn Pl
e Mello ; peliccs, Franca o Barata.
Para os negocios do ceraileriu foi nomeado o Sr.
Barroca.
De lida, e enlra em discussao .1 pllela do fiscul
da freguezia de S. Jos, Jlo Jos de Moraes, do-
cumentado com Iros atteslados de facultativos, re-
quorendo qualro mezes de licenra para datar de sua
san te nesta proviuria, ou fra dclla, e depoi de
brevefliscusslodeferio.se ao peticionario na forma
requerida.
Como st tivesse de chamar o supplenle para en-
trar em exercicio, a cmara nomeou para este cargo
a Jlo Xavier da Fooseca Cpibribe. que ohleve
3 votos, Julio Farntndine da Silva e Mello 2, e Can-
dido Auguilo de Alhuquerqoe 1. ficando asim exo-
nerado do menciona lo cargo Henrique Jorge de
Brito Araujo.
Mandou-se rcmelter commislo de edificaees o
requerimenlo viudo da presidencia, de J"iiqunn de
Almeida Piulo, pedindo titulo de aforamenlo do
terrena de marinha na roa Imperial n. 103.
Assignou-se a iiformoao pan ser Iransmittida
assemblea sobre a pelifio dos ralxeiro* e alguna
donos de tabernas, a rc-peilo di qual ja so (iolia re-
solvidn em lOSSiO de 23 de inaico ullimo.
M.ni lou--e remoller ao Sr. Barro Brrelo, por os
haver pedido, a plaa, crcamenlo e lodos os papen
existentes na secretaria, relativos a obra do mata-
douro.
Heapichnram-ae as piliges de Eocenin Barrei-
lier, Antonio Francisco Lisboa, Antonio Goncalve*
di Silva, liomincos .1. -r Machado, Flix Rodrigues
de Miranda, Francisco Xavier Cavalcauli Lins, so-
nador Francisco de Paula Cavalcauli de Alboqucr-
que, (onralves t\- Reis, Dr. Jos de Almeida Soarej
de Lima Bastos, fono Downley, Julo Amonio Perei-
reira Kncha, Jao Francisco Puntes, Julo Cavalcauli
de Albuquerque Wanderley, Jola Jos dos Santo,
Joaquim Antonio Pereira, Jos Pedro Marques, Jlo
Jos de Moraes, Marianna Dorolbea Joaquina Ma-
ria, Hermenegildo Vieira Machado, Vicente Jos de
Bnlo. e levantou-se a sesslo.
Eu Manoel Ferreira Accioli, secrelario a eaerevi.
lleco e Albuqoerque, presideuleMello.Fran-
ca,Reg.Vianna,Silva Barroca.M. de Bar-
ros Brrelo.
Aojar*
lumia.
obp-cius mal* coriosos d
ricos do remude Portugal.
1 Toda, N|U oiperlas sao
sceilando-ae o onereeimeolo feno pelo sr. Bro-
cklaus, e Ocanda o Sr. I accreUrio encarrigado da
enlender-ae com elle a respeilo.
* Slo igoalmenle lido* os seguinles nllicios, de
cuja materia Oca o Instillo inteirado.
I. Do Si. Dr. Joaqun Emilio da Silva Maia, ..
rnmmiiiiicando que deixa de comparecer por adiar- Barros Praienlel
le enermo. .. ,,
2- Do Sr. mi,...rodo imperio, 1,,rlripaildu Bira. ,lc m "e' J' *-!..,.
S. M. Iui|ienal houvc por bem approvare mio.-ar
que sejam cxeciiladas as in-lriirci-. qul. iaTI,m p,0.
pesias pelo lnsliluio Histrico para erem ebservadaa
pela rommisslo scieutifira que lem de
tadlecio do Pronru.'.12 ilnlorc.
liarlo de M-niim........
Anlnuio Diraz ...,.,.,
Bario de Cnltncoih* ......
Aroujo Aleriel
Kl
l'l
.-.
I-'
II
:.
i.
I
li
It
1 .
-
xplorar
algumas das provino.s menos contiendas do Impe-
rio.
Diui
Bario de Cotiugoiba
Naburo.....
Brillo.....
Barros. ....
Separado*.
o .'t\ Do Sr. Dr. Antonio Goncalves Diss, datado Nabueo
de Breada a i de Janeiro desle anuo,acensando a re- Brillo...........
repelo do ofiicio que coiiiuiunicoo-lh* ler sido indi- Horros..........."
citado ao governo imperial para membro da mesma Bario de M.'rnim........
coinmissao scienlifica. Nlo respond immodialameii- Barao de otin..,i'........
te, uiz o illuslre Sr. Dr. a es-e ofiicio de V. Exc, Dmiz '.......
.
t
."
'.-i
como ira dever meu, porque tm continuas mudan- i-^n,
ri.s de mis para oulros paize, ficou ello por alcum Bario de Maroui
lempo retardado na lecaclo Imperial de Londres,ale liarlo de CoUnaniba
que o recib em Dresde, donde mi apreiso a isrre- Diuiz.....
>er a V. Exc, para reparar esla falta involuntaria, Triudade '. '.
asradecendo a V. Exc. o obsequio de tl commumci- 1 Barrea
co, e rosando-llie ae memo lempo de fazer prsen-
le ao Instituto Histrico Rrazileiro, que V. Exc. lio
dignamente preside, quanlu com seuielhaiite escoiha
me coufesso penhorado.
o Para cahl drscmpenho dessa cotumissao sbra-
me nina boa voulade, mas descoufii das nimbas for- j ceio, cheiiuem'uiiicaiieiiie atol
Felizmente os illuslies memliros desse lii-lilulo Ir
le llihaiana.
Separados.
1..
Barros. t
Bntlo ......'.]
Nabueo......
;omo quer que o, jumae. que receben
1 -.
a
U
de Ma
do ctiienlr, aqu
ansereveioos a caiU do 1.0,-0 corre.i...i.irMle. ten
- u- ;n roube icual honra, porem mais merecida- dala de anlc-huniem. 18
mente que a mim, saberlo lar as molerlas de que Poda ler aproveilaj'o ..Pir.inonaa, enviar.
1 recuas, da
ausanMo,
....... .,uc a .,.,., .mi o. -. .11 ..i.-i.., no que 1 """ 'er aproveilajo o .ipirsinonzae
se eiirarregam hrilho lal, como de seus ronhecidos I do-lhe aluuma mis-iva, mas anida cu" lis
tlenlos se espera. Digne-ie V. Exc. de acedar pela enfennidade que omea.-ou canse* un.La ex
psaiAMBaGa-
6*: I tAffiltSA.
Forte celibreira Nao t. rapazola eslullo 1. insi-
piente que nlo queira ler idees suas em pontos
grave* o ponderosos da religiao! Pegas em ura
Inrnicoeo disses e ve-lo-ha dlscornr 1 nalavrear e
de mu a i.spiilo de qualquer principio de f calho-
lica, que maravilha Eo ja xi om tal o quejando
philosophanle ISo riesleuipersdo, lio inslitamente
rurioso, qoe n'om Fallo, em roda de muili gente de
grvala limps, eoraejou a criden- algumas pralicaa
edificanlis ii igreja romana e dabi lomaodo a luida
nos denles foi om desfilar de trote al os atlribotoa
divinos, 1 nde :_ motn u linaz e desabrido lierege,
C era um uijeitliilio camenho, com eres de caval-
leiro, hera ali.mbrado, flrazia luneta lisa, linba o
cal.;o .1 artista, via-se emQui no seu'lrajea mona
e o grande lom em compendio. Porem, n respiilo
.i.-sii.-o, c i. .,:,!.. Bnlreparenlliesis : dis-
tes ni. ns li laicos en digo que se nlo ifogim no
ar, porque sua cubar* be bulante. Parela, pon,
o itli-iiilo inni.o no seu oteritM e nllitude uina 111- fallecida viuv
Idade s--iplomaliea ou parlamentar, masera nada o mesmo terreno, pedir outi'o'ra pe
va. Estando cobre a meaa o parecer qne sobro este
objeelo dera a COmmissflode edificarles, fez-se a sua
li Mura e foi approvado, resoivemlu o cmara que no
sentido delle se informas** a pelieao.
Oelro ofiicio do director interino das obras publi-
cas, remedido pelo Exm. vice-presidenle da pro-
vincia a esla cmara, informando acerca do ofiicio
da mesma cmara de 2S de Janeiro desle anuo, que
a companhia da eslrada de ferro no lera equeri lo
as medidas de cauteila conlra a evinlualidada d'nma
cheia extraordinaria, rumo a do 1831. deiando em
frente ao viveiru do Muniz as Cinco-l'ontas, um es-
eoadptiro de grandes dimenses, que he mais que
bstanle para escoamento das aeliaa naa oeca*io*ada*
enclieules do rio : que quanto ao que disse a cma-
ra acerca da pon* que se esl consliuindo a leste
da de Afogados, nenbum fundamento acbava, por-
quaulo, leudo aquella a mesma extenslo que esla e
menor numero de Minios, islo be, niaiores vlos,
nlo podia causar a* agoasiaaior embarazo que a se-
gunda, e por consequencia nlo allerava as condi-
cues acluaes do rio naquelle poni loteirada. E
porque se tralava desle assumpto, o> Srs. Barios
Brrelo c Beeo e Albuquerque, requereram e foi
approvado, que se ofiiciasse ao Exm. vice-presidenle
da provincia, para rccommeudar companhia da es-
lrada de ferro que deite livres ao Irausilo dus mo-
radores i leste da mesma as ras e travessas projec-
ladas ua ra Imperial, e povoacao dos Afincados,
declarando o Sr. lleco o Albuquerque que a ra de-
noniiniiila IriVKM da Malanea naquella povoacJM,
eslava inlerce|iladacom 1 eslrada.
Oulro do lenenle-coronel Jos Joaquim Rodri-
gis Lopes, respondendo qne sceilava a loovanca
para desempalador na queslao ende esta cmara, 1
os herdeiros de Manoel I.oiz da Veiga.Inlei-
rada.
Oulro do capillo do lercciro balalhao da guarda
nacional deste municipio, Anlonio Bernardo Quin-
leiro, requisilando, ;i visla do arl. 12 do derrelo
1333 de )S de fevereiro de 18i'i, a casa oude func-
11.-na ojurj, ou oulra ;i disposicao desia cmara,
para nelln funecionar oconselbo d disciplina, para
o qual fura nomeado presidente, que tein de conhe-
cer da rulpabilidade de um guarda do mesmo bata-
Ihlo.Qne se rc-punik e. que sendo a casa das aes-
bOm la caara, e a do jury as nicas de que pode-
ria dispor a mesma cantara, ellas se ichavam oceu-
padas, nao podendo por isio ser salisfeila a requi-
siclo.
Outro do fiscal de Sanio Anlonip, communicando
o que occorrera na sua frequezia na semana ullima,
chamando a alintala da cmara para casa ar-
ruinada da esquina da ra do Livramenlo, dizendo
ser lal o estado, cada vez peior, em que se achara as
pare-tes do repartimeuto, lodas linas de huracos,
que a nlo lomar-se alguma providencia sobre a sua
demdelo, lalvez se livc-se de lamentar coiisequen-
cias ranalos.Poslo em dicusslo, o Sr. Franca
mandn luesa o seguinte requerimeuo, que foi
api rovado :
u Requeiro que esla cmara de novo recommon-
de no sea solicitador de aclivar n processj de drmo-
liclo da casa da roa do l.ivrameiiln, riqaerendu ao
juiz a qoem esl sujeila 1.1 que-tlo, ixpundo a ne-
eesaidade de semilbante dectslo, allpnlo o risco im-
ninenle, que uffeiece a referida casa.O veieador
Franca.
Outro do fiscal de Sanio Anlonio, informando ser
oxaclo, que Joaquim Anlonio Pereira lem 11111 ter-
reno na ra da Paz com lti palmus de frente, entre
oulros que Ibe nao |ierleucem, uo qual pretende edi-
ficar urna im ia-ogua, para o que pedio licenc,a.
Mandoa-se d.n cordeacfto.
Oulro do lical da lla-Vi-ta, informando 1 risio
porque mandara laxrar termo de adiada de lufrac-
rlo de postan contra Antonio Goncalves da Silva.
In clirio-se a palela, na qual o | elicionaro reque-
ra remsslo da mulla.
Oulro .lo li.cal dos Afosado, pailicipanJo que na
ra Diieila de [Sos-a Senbora da Paz daqaella fre-
guezia, e na sumadas, que foram do fallecido Antoniu Xavier, e
c acham ahandouadas ha 10 para 1 anuos, com as
perlas aborta, presbuidu-se a cidrada de sent e de
animis; c dizendo qne para evilar este inconve-
niente, arhava que se devia mandar tapar as mismas
portar.Inteirad*.
Foram approvado. os sesninles pareceres : om da
eommisilu de saude, julcamlo-se ineompetenle pera
dizer sche a policio de Joan Jos de Albuquerque
e oulros marchames, por enlendei que ella coulem
materia de saude pdica, para juizo de enja ron-
misslo declinava.
Ouiru da commiaslo le s?ude, oppondo-se a pre-
lor.clo do Goncalves t\ liis, a re-pedo da collucnelo
que preloudem dt> urna fabrica de retinar assucar na
ina iir.* Guararapes.
Oullo da COfumiSSHI
rificade o estado do lerrriio destinado para lugradou-
rn poblico, de que pe le iipienini-aran ., xicaiio Ma-
nuel Vicile de Araujo, e nlo encontrado as bera-
feli ras lio enrarecidas pelo peticionario, chocando
pelo contrario 10 seo conheciinente, que Bariholo-
meu Francisco de Souza, <| 11c lora procurador da
Rosa Mari. Serpa, a quem perlencla
ua deai ro-
Jl RV DI) BECIFE.
3.1 sesslo.Dia 1S de junho de I8">7.
Presideucia do Sr. Dr. Francisco de Assis Olivei-
aa Maciel, juiz de direilo interino da primeira vara
criminal.
Promotor publico interino o Sr. Dr. Candido Au-
Iran da Malta Albuquerque.
Esciivlo iuteriuo o Sr. Manoel Correa Gomes de
Almeida.
Feia a chamada as II horas du maohla acbaram-
le prsenles 21 senhons jurados.
Foi dispensado por motivo de molestia, o Sr. Jlo
Filcuiira de Araujo Lima.
Foi lambem dispensado por ser eslrangeiro o Sr.
Joaquim Alfonso do llei.
Foram mudados era d'- 1 1 os seuhores seguinles :
Jo Pe ro do lleco.
Jo> Bernardo de Siqueira.
llr. Jos Anlonio de Figoeiredo.
Manoel Jos de Siqueira Pilanga.
Joc Pereira Osar.
Jlo Carneiro da Cunlin.
Francisco Ferreira de Mello.
Joaquim Demetrio de Almeida Cavalcanli,
Uiogo Joaquim da Silva.
Jlo Pinlo de Lomo.
y 1 Anaslacio IV-.no.
folo Francisco de Carvalho Paes de Andrade.
Joiio Paulo de Souza.
Pedro le Curvadlo Soare* Brandan
lr. Illippe de Souza Lelo.
Anlonio Joaquim dos Sanios.
Manoel Pires Ferreira.
Marciano de Sa' Albuquerque.
Miguel Mendes da Silva.
Manoel Filippe de Souza Lelo.
Deixaram de ser mudados, por nlo (erem siJo no-
tificados, os smhores seguinles :
Ir io- 1 Coclbo da Silva.
Dr. Anlonio Gomes lavares.
Manoel de Souza l'erreira.
Jos Joaquim das Chagas.
Manoel da Silva Ramos.
Sei do insiii.icienle n numero dos 21 seuhores ju-
rados para haver sesslo, oSr. juiz de direilo inte-
rino e presidente do tribunal do jury, procedeu ao
sorleio de mais 27 jurados, e foram sorleadus o se-
uhores seemntes :
Franeiseo Jos Silveira.
Dr. Anlonio d'AssumpQlo Cahral.
Dominsos Anlonio de Siqueira.
Jos Maria F'reirc Garoeiro.
Anlonio da Coila R beiio e Mello.
Dr. Manoel Ferreira da Silva.
Hennqoe Augusto Milcl.
Marcolino Goncalx.-s da Silva.
Emilio Xavier Sobrcira de Mello.
Fraucisco Anlnuio da Rosa.
Manoel Goncalves da Silva z.
Jlo Gregorio dos Santos,
Egidio Delinques da Silva.
Joaquim Theodoro daa Chagas.
Dr. Jo^o da Silva Bamos.
Jos Antonio de Ilrito.
Manuel Joaquim l'erreira.
Anlonio Mximo de Barros l.eiti.
Antonio Goncalves Ferreira.
Eplphlnio Bornea de Meuezes Doria.
Cosme das Trevil 1'eixeira.
Francisco Joaquim Carduzo.
Jlo Jos Lins.
CulodioJo Alves.
Anlonio Duarle He Oliviiro llego.
Jos I.oiz Pereira Jumnr.
LuizAntonio Goncalves Penna.
Conelnindo o soileio o Sr. juiz de diieilo interino,
niandou que se expediiseni os mandados para serem
notificados os jurados sorteados, e suajiendeu os tra-
sua parle os meus asradecimeulos e os protestos da
mais subida considerarlo. *
1'. Do Sr. Giacomo Raja Gabaglia, datad 1 de
Cberbourg a 20 do dezembru de ISjti, aecusanjo a
recepelo de icoal officio.
Permita-me V. Exc, diz o Sr. Gabaglia, que
desdeja' acraih(aao Iosdtulo a muilo elevada hon-
ra que 1 lie aprouve coiuiucter-me designandu-ise
para a commis-io qu* divo ciplorai as provincias
mano* eonhieidas do Brail.
1 O alcance e vislidla de semelhante lana se pa-
lenielim de maneira evideute pelo scu simples e-
nuuci.i lo ; dabi resulla que reconheco quanto he
honorifici, impnrlanle e melindrosa a pusiclo da-
quelles destinados a desempenha-la. Nlo obslanle,
ouso incumbir me da parle que rae foi designada.
Paia o bomem que desej.i incera e ardeoleinenle
emprigar-se no servico de eu peit, nuura o desani-
mo se apossa delle, -n pela preseuea das difficuldados
a vencer tu pela desproporeao ende o nierilo 111.ii-
vidual e o trabalbo a execular ; porque elle julga-sr
no dever de ensatar lodos os seus esfuri;os, e fu.ta
que nos momeulos crileos urna foiea inlelligenle e
superior auxiliara' a dediraclo empregada.
paz de toda a |ii-v;i,ni. 1 para o Irabalho. Ajui-
zando as petases* que figurara ao lado do meu li-
me, concluo qoc maior parle das difiiculdades des-
appaiecem. E, finalmenle, ponderando o incentivo
quo recebo da illuslre e eminente corporaclo scien-
tilica e Iliteraria brasil.ira, cujo pumeiro proleclor
e primeiro socio be o soberano sabio e virtuoso que
dirige a prosperidad! no Brasil, digo, einquaul pre-
cede deparo motivos imperiosos para empreheuder a
nii.-s.i-. em queslao.
coverno-da S. M. o imperador, cominunicadas pelo
ministerio da maiiuha, para suhmeller-me comple-
tamente s delihfrarius que me forera IrausiiiilliJas
conreriienles cominis-lo de expluraclo.
" Cumpre-me lambeiu agradecer neall occailo ao
Inililolo llislorico e eograpblco Brasileiro a den-
sao que lomou le fazer-me npresenlar, cm viriude
de ausencia, |.elo seu dicoo socio o Exm. Sr. coi.se-
Ihiiro Dr. Candido Baplisla de Olivetra. Neiihuma
esculla poda lornir-se mais lisoogeira i>ara mim,
nem mai acerla-la e precisa para interpretar as ne-
ces-nl.i,le- da SOCflo astronmica e geographlca, qui
a *0 dislia/XXct *,.olben-lie,,.4nn lio Uflos reror.li. .
...-V diixoa entre o seus estudiosas slomnot da ae-
rla militar do Rio de Janeiro.
loes sao. l^xra. Sr., o motivos qiegldiclaram a
prsenle. Aprovello com prazer esta orcaso para
rederor a V. Ex-, lodas as expres-ocs da mais pro-
fonda e respiitosl considerarlo.
o -'>.- Do Sr. Joaquim Caelaiio da Silva, datado
de Haya 1 ."> de marco desle auno, no qual se expri-
me assim
O Sr. Jomard, illoslre vclerann do Inslilolo de
Franca, e director da repartijao gsocraphica da bi-
bliotheca imperial de Paris, com o qual lenho a van-
tagein de raauler cordial corre-pondencia, encarre-
sou-me de encaminhar a caria. inclusa, que lem por
objeelo pruvocar a sympalhia do nosso Instituto llis-
lorico e Geographico do Brasil em favor de um mono-
menlo i memoria de Geoffroy Sainl-llilaire, u care-
ci zologo de Franca, digno emulo di Cuvitr. Cum
mulo goslo desempenho esta commisslo, ja pela op-
porlunidade di rae dirigir rispei'.abilissima pissoa
de V. Exc, ji pela persuaao de que temeltiiinle
rli.imamenio he boa prova de sermo disdnclanieo-
le conceiluados pelos sabios mais serio. .*
' Annuindoo Instituto ao disejo manifestado pe-
lo di-liiiclo Sr. Jomard no oflicin do Sr. Joaquim
C ulano da Silva, inrrev*m-se lodos 01 tocios na
lisia apresenlada pelo Sr. presidente, Gcando a cargo
do Sr. Ihesoureifo a rol rom; 1 e remessa do importe
sucios nlo presentes.
ii Slo ollerladas as seguinles obras,e recibid.s com
agrado :
11 I. PeloSr. Mello Moraes: Medicina pralira b*j
mcopalhica. Maleril medica ou palhesenesia no*
meopalhiea. Phjsiologia das paixOcse affecres.elc.
etc. Elementos de lnt- ralura. Os Porluguezes pe-
raule o mundo. O repertorio do medico homeopa-
Iha. FInsaio rorosraphico do imperio do Brasil. No-
va pralira elementar da homeopalhis.
2. Pelo Sr. Jlo Francisco Lisboa : f.inl dad*
pelo covernador do Para' conlra o hispo 11. Pr. Jola
de S. Jo-i-, copia de um indito.
3. Pela academia imperial de Vienna d'Austria
varios volme* do seus jornaes, memoria, e ura
exemplar de seu almanak.
o Approvou-ae o parecer da commislo de fundos
com o oreamento de. despeza e rcreita para u ruiren-
agoardei a vio la dovH.r do sul. Ag.r* qoc ja' nar
he possivel dcdirar-m* 'leilura, eu vou slntol,-
par quaulo ha aupareci la d mais i..li.el, e cjae
possa espiar seu io I groase e de seos seaseis le>|.......
aiiim dar expio-lu aos meas iiislinrlos a cipoHir
os lernvris soflnmenlos que torturan a miaba c*-
mapolidca iiulivido.lidade. Basta.
o ateto capital e provincia csia. em paz, e sean.
dignos b iliii,nle ful cara jubiloso a sombra do ac-
riolle Irauqunli lado.
> Continua regando o teme le sua a 'mi.1.ira -
co, o disiinclo Alaoano o Eira. sr. Mri..|.,,.c..
Lchoa, que .1,-sli-an J.,-.e em sea direccl* c*a uo-
e illuslraclo, lem captad* a estima a respaso da
provincia.
A polica conlinua em so* marro* r..rn. d.
seos acunes envidara de esfvrcos na exicu..... J*
seus deveres.
o Acaba d* a -sumir sua fanrroei o digoo c*>le
de polica o Sr. Dr. Neiva, P,-n.aii.bu ano aaunaMu*.
O Sr. Dr. Saoliac. durante soa leleria* otrer
co deiuunslruu-sc rumo sempre o migMruV* he-
no do re-..-ito e t-lima, e nal sea peocedirueMo al
rinjau a con,i,lerae,lo dus hmeos -ensal .-.
a A salubridade publica, como qoe M 1.a risr-
ddo dep.n- que o invern desmeollado aquella* ua
o cardetiri-.il..111 cuiuo o vellio enroii.lj o Vecr.'
lo, ap,.-ar*riu na senda qaal o jjen I .eco o Ion
so expellindu suas hmidas bravata*, las-es. NI,
einliin a bt-nga c.mlinua senlo ceif-i.d... .... m.-,-
atacando a existencia do* infelices a qnem ao a-
proximar suas sdenlas garra.
o O ommerrio esli' alguma cousa aanjnjcitado, a
falla da auuiico preci-a ; mas nlo deve Mrpre*-
drr, poique li* bem sabido que o inverna no cenirc
umobsliculo a'c.neu.reiici*. leu aos pacienri..
(Rae semper UUa l'.orenl. O auocar tsi. gozani* om
ero labulaso.
O carzo de Ihesooreiro da piovimul, vaco d*dc
a ileiins-a 1 pedida pelo Sr. m<|ur Loaliako, anda
nao aehou preenebimei.lu, len. andada em bslri .
O Sr. Jos Canillo reca.ua e agora cn-la me f.'oa
uuiueadu o humado ajadlo o Sr. Jiluba'. Acen.ro
o Sr. Jal,I,.1 7
A eeleuiiia ciaada pela cp>oca'ceul. de **>-
lie -u inu-K-i da polica lem amanalo, a qne "-
vela par seo, uuwda < 111 Jola ardeira da pava ais-
coano.
Il.uli.ii, 11.ru costra Sr.', depoi- .1- ij.a., e|~i .
iiiai!aiada, e le lautos cuan e faiqaitbae rep*4i-
das, que jocoso episodios forneceu chites a* rm -
rio-os, cbtcou a .sis pruviuris o *,wr 4e cneri.
-..Maco, con luiiudo .1 sea Iudo o d .Unc c ssaOa-
1ra lu Alagoano o Exm. Se. Cansoslo 4a sasmln.
que grtto Ierra que ovio nascer. vea pe.so.l-
meule agradecer aos seus musas a patricias, -o
honrosa elevadlo ao alio caigo de senador do im-
perio.
11 Longo lempo volado ao ostracismo, S, Exc. por
a Iones sene de seus ser viro a patria, pode cansen
rer aos incrdulo, a de felo a viclona eeraao seo-
Mercan, a Providencia, enifin, tcconhicono sen
nierilo, justiceir* volou-lhe a aureal ata sl.n-ia.
n A soa ja' esperada vinda foi ap|daodida pa*
sius amigos, qoea porlia ludo envidaran par* te i
car sos lecepjlo. L'tn arco com o pavillners r !
locad.! no paleo da matriz igaardava S. Exc. ><-
apenas chegado, duus juveus icciuram ua* poeau,
e nutro duas e encantadoras jovetn, sobre S. Ex-.
deilara 1. alcum as flores, depsts de >l rompe S. Exc. I.iadan-lo cm a devila a ea.1 nona-
ta ei.mmscli>,aleunsvivas a provincia oes d atine -
ios Al -con ; depoi do qoe relir*o-so pre a e 1
da seu ruub.1,1,1 o di-linlo cominendaJai l.. Cavalcauli de Albuquerque Maranhao, ant aa.
bullanle pleiade de joven radiantes eocansoa 1
poesia Iribuloo S. Exc. didicacl* o esltmi.
o Anda abi nlo pana senda da grad'Us. Seo-
numerosos anuo, anda mais qoiseram riov-ar
obra da amizade ao honrado servidor do estada, Sua
um bule es,den lido a sompluosa fui oflifernb, o 5
Exc, o qoal leve lugar no palaesit dos litislaaw.-
proviociaes.
O meo etlico e-lad* di uo 'e nao petsnitii
qoe culi mei nidiront .presencinn -oa citad'i, .
entretanto algsjm.-, informicCk habidlarsta-sne, o
balboa ao meio da, adiando a sesslo para o dia se- le ""r"1 '"-'""i8 itdtn^ 1"e ugmenlo das
guile, as 10 hora d. manilla. sradhearoes dos empregados t<> comees a *lg. rar des-
Xtiatic
*$ :UWU&fc*V'0.
Polo vapor Paran, chegado honlem do Bio, Ba-
bia c Macein. ricehemos jornae, do primeiro al
II. do segundo al 1(1, e de Macein al I i do cr-
reme.
Foram nomeados
Confereule da caixa de nmorlisarlo, Luiz Caelano
da Silva Gomes.
Ajnrlanle do corredor da mesma, Joaquim da
II -i ha l.rlo.
Commandanle da crvela oUnilou, que aqoi se
aeha em meio armamento, o capilio-leueule Jlo
Gomes de Acular.
Por decreto de (i do correnl* foram approvado os
estatutos da nova oEmpreza Lyrica.
Foi demidido a seu pedido, o amanuense da Ihe-
souraria de fazeuda de San-Paulo, Manoel Jos Vaz
Jnior.
Depoi de algumas experiencias e averisares, foi liarlo < bstanle estimado
o OSr. A.- A> Pereira Coruja oceupou a alinelo
do Instillo leudo as anas annolaroes para comple-
menlu das Memorias histricas! do inonscnbor Pizar-
ro.na parle relativa s provincia do Bio Gran le do
Sul.
o l."vanloii-se sesslo depois das 7 horas da
noili.
As oltimas data, recehidas na edil* da diversa
provincias do sol conten de importante o secunde :
A feira de Surocaha S. Paulo; que se abrir a S
do passado com aspecto mudo luougelro, por demai
se lornou ruinosa ao depois para os vendedores. Ten-
t concurrido 50.000 beslas, K se haviara vendid
22 a 31,000, sendo as primeirat vendas de SOr-OiMI r.
por be-la indmita e ttOQ'HM) pelas mansas, bailan-
do pouc.i depois a (.OSMIO siinu'.l.mi anu ule, com um
prazo .1* um a dous anuos.
Nu Paran o cholera anda nlo rstav de lodo ex-
linclo. Alsumas viclimas eram linda diariamente
levaoas. 'finba fallecido na Capital, com '.Mi anuos, o
pillo-m.'.r Mauorl Anlonio Pereira, auligo proprie-
|o-sn1 purlanlo atoaras coa** slire. Ivper.
sdimnanio esteva latido 1 fulcaranli de
Orna
canlos* amabilidade. O prater divit-va-so eso le-i
os semblanlis. A Exm.-' Sr." D. Amelia para naats
leales do baile, dignoo so cantar com naos voc me-
lodiosa e divinal alguus nieladlos, o Sr. snavjor Re-
lardo recilnu dnaa excellenlc* pradurroos poeltra-.
que 1 louunriada com a empliase e enlkositHeoa qn>
o .1.-in non. revelou eslima qoe mevila Inhala
S. S. ; tmlim um cha' sampluosan.eoto faiaana
con.ou a obra da dedcelo a S. Exc. o Sr. S-
niinbu.
o xjue mai narrar ? Dizer qaal 1 embota qor p-r
sua belleza e rnalos adqueria o* faro de lamba .:-
baile '.' Ni capir-i, meo charo enlu.r, la-las rU m
bellas, e cons-queiilrmcnle nlo qaira anos de-ca.-
lo dando preferencias. A Bimas. Sra. |i. Ana*
Marauhlo e D. Thenca Silveira expandiram-se en
precia bu.....t de suas funrre, f.zenda o* botaras
da casa. Basta. 1
Sabio du K10 para este porto a T, o patache X a
leuic.o
A chavara se .1 csrg* coro dedno a cale po*t.
Ha itio, a cicuu* iiSullaiiau, eo patache Sian*
Roae.o
Na Babia, o hrigoc aCarolina.s
ottttp*mht*tik**
marrado para o collocamento do novo pharol urna
das ilhas Ancora, entre rabos ds San-1 lime e
Fro. Dizia-scgeralmenle que seria mudado oque
se arha collocado ueste uilimo.para otro lugar mais
convenanle.
Cbegre ulliraamenle .1 alfamless da corle um
hnie salva-Vidas, conslruido segando os melhor-
monlos a pouco adoptados.
Le se no Confio jirereanfU :
O Inslilolo Histrico e Geoitraphico Braiilairo
O Commcrcin! do K10 Grande do Sal, laslinia que
Srs. reiiaeforc.Ooeiram Smr. iaitJozi* ear
seu conceiluadn ji.rnal e-t.is Jos hah. anda qu-
inal lioe.da, queinuil* Ibe acradtcerj a ibaix.
assigiiado.
Nao era Je niinhas inlinco-. senltore ledariate.
mai. lorroso me be ln.js dizor alcum* ca-a U* a
celebrou no di .', a sua 'Ja selo, honrada com a po que e-lava
se ni cuide de remover os embarai.o que a barra rtltberino Sr. Manuel" .la taso**) Iravada, aMnosoj
aprsenla .1 navigaclo da provincia, alira de que o [por eooligo} na villa do Inga', de roja ns*na osas
commeirio martimo nlo drsappanca. povooeato faz p/rlr, par c-le le lula a b.nia Ja u-
Esle mesmo jornal noticia quo em odia 2S dapss- -zar ue e m pn.o..o silenriu xiver Mr*|-r
lado, err-ceram tanto as acuas lio ponlal .la barr*, falsamente di Batanaba* rm unta -ya rnrrii|idrti
que quai pareca urna innuiid irlo. Firoii impra- ca iii'ori.la no joriml da P-iamba Inspira-*, n
Ueavel c nao appareceram dous luicnes inclez.es e o ao -Jti U .1* maia do enrenle oansBaaMBa* qaa
(alacho E qoanlo foram mar em fra, recelosos do mao lea- dera .lo capellio, ou du -acii.l.!., ole. fai moda ana
angosta presenca di S. M. I
Acharam-a* prsenlos os Sra. visronde de Sa-
putaby, eonselbelio Centido Baplisla, Dr. Lagos e
Macedo, Porlu-Alecre. J. Norbcilo, Pereir Coruja.
conego Feroandes Pinhelro e Dr. Cario Honorio,
Lapa, Souza Fonlea, F. Pereira i!e llarros, Claudio
Luiz da Cosa, coneeo Pinto de Campo, Cunha
Mallos e Sebaslilo Soare*.
a Abena a sassfo, approvou-se a acia anteceden-
te, depoia de pequea aderarlo.
o O Sr. 1-secretario deu conla do secuinlo ex-
pedienle :
o |. OIPcin do Sr. mordomo da casa imperial.
Paulo Barbosa da Silva, remoliendo as secundes
obra nff'ricidas
. bomem pobie ele.
ao Inslilulo pelos sena aulorr :
c libe cao, dizen in ler vo-1 Oiicern d* mi-sao americana do Jipo, por A. II.
Palmer, e o rejalono do secretoria do Ihasouro do* I o contador da alfandega Jo* al. Hoo. O senado
Estsdos-Unidoi sobre o oslado daa Gitanea*. enca sus reintegrarlo.
2.- Dilo do Sr. Dr. Francisco fia Silva Castro, I O governo da confederarao, dizia-se, eslava rc-ol-
remeltendo alguna ezemplsrea do opaaento publica- vidn a sustentar sem a menor modiflcaflo, a le qu*
l-Jod. 8. in.lo d-, provincia de S. Paulo.
l/JW. aijmlo di Oiucira requer que o parecer. desei eledore leconhetido, porque quando eleilo
que nao mereca alinela
o g nle sen-ata va repriinlndo quer rom a cintura,
quer com o prononeiado despiezo a lodo o calong
u booeco quo as-im proceder, em razie de que a
mana dos philosophaulcs be contagiosa, e as pe
s..a- do 1. in discurso (limpie itlabelecer o respecd-
0 cordao eaoitorio.
1 palos, priaeoo um runlu da re-, sendo 1
Coovem, potUulo, qur'iln, que romo a pilicao continhl materia de direi-
lo, se nuvisse uoadvogado, remeltendo-sr-lhe os
papel que houveesem no archivo a este rsped".
Oulro da misma, julgando ajoe 1 pellcio de Vi-
cenle Jos de Brilo devia ser remedida ao ense-
nbeiru cvrdeader para ser atlendid* na cordelejo
requerila pelo peticionario, xnio ler a coiumissao
Arrrisceiila mais que, leudo sido lelirmlo para o t Seiibore redacime, anles de alcnma rr.oa dnii
sul s vapores que dd cxistiam a Coinmercio >. e nlo poeso d-ixar de lastimar a smala do letn, r.
s ConlinanUsll, afim de rumprirem dvxeies que Ihe redaclorts do naos* jornal lin|ji-n. oa> c.nit-
inruinbiain, licara a praticacein sem o nico adju-- | trn*Ta1l ta ojanliima. lia tnnm*. I>* rarrupt--. -
lorio que linlia. la* lulilo, como br o lal 1f ova K sm* pa > ojoskto
Gran.)"^numero de mneilai bespinholai'da prala bem er rham-,l. nanaassee dan peevoriti '..-.
dourada linbam idoinlrodnzida lia cireolarlo, oa ri minha rnnotiiniis mil h> r 1.....,m tr-
ci.lade do Bio Grande, por qualro e oilo mil ni 'le mor..., que na* I.0110 em omitir o d. Imlrt-i. e
ouro bnailelru. lal increparlo I.,nlo mai sendo por un lal a
Era M'inlevnleo a rebre amarilla qoe se (uppnnha lienra de cenle. qu- na ineietc o menear re -.
[er-ss extincui lo, conlinneva a lazer vktimw. Bm 1 eu a publico irania j* b-m conher*. 1 e n
o dia 2'i do passado fall cera a Sr. f). Ji lu Manin, ba qnem al. 1 -oiibn;. e vou Anet. qon ? '-
enra de S. Francisco, sacerdote ramio estimado por '- ra ma allita. 11 ainja a* plannm sr. lu
seu saber evlrlnde. Vad... gn ata a limara aaan. ii me maaMan-
I m conflicto duba apparecido entre o :nvnno 1 cicp... lo iaiaaia, posa he assoaa po*s ha i- 1 \ >"
o senado por oecasilo da (Jemiotlo qoe aquello dera le 11.1. f. s-e. 1 ,10 lisii.i por a 111.10 1.0 bu- 1, -
phico da viagem que s.- eosinma fazer .la eidad* de
Hel 1 do Gram-Par .1 Villa-Pella deMallo-GroHO.
u :!.' Dilo do Dr. I liouiaz Jcs Piulo de Serquei-
ra, enviando um exemplar da Guia do Co. modo
Brasil.
? Dilo do Dr. T.lo Franco de Almeida, Iran-
nuii n lo um velme da obra A quesillo das carnes
\ri |*s, ou apoi.lainenlos sobre a criarlo do gado ua
ilha de Mirajn.
" ">. Dito do Sr. ministro do imperio, mand-iudu
a falla com que o presideule da provincia des Ala-
ios Lxiiiicrdi... e ts.an ialos..in ni pi-rjaiat ota
juizo. como O fia no xiila du l'.Ur ; abo **)*
urna |K*i.ie un i 11 mt-la de inenar i.:aJ> So ie
soa .....ida e a prwiunies* : **
nubtleccu direilo*differenciae*. O eorpo legislati- gem da foriar um bui.le Santa Aniao'* *> '
vo da eonfedirac/io devia anrir-ce a 2".
Da Babia nada badicuode nienslo.
Por urna caria all recelada publica la no Jornal
da llahia, liaxi.un as lecuinles noticia- de Sergipe :
o Mais um.- vea fizeram ua Seicipanos o sea dO-
d* Cibula, du-.s raoOM ,e 11111 u letaaai il< Par*
Inli.i.i.a. que loialiixin.li.li,- aa s... J.iqaitn I
o, n.uiadur nesla xilla, om b'i a" Jo-|.i.. *H ~
litar, am* vacea da nabarda -1-: 1. > J--- -ir r -
brar um bel I do poOa* l-uvo, qne ro.
ver: maia ama v*t trlamplioa o partido da ordem em ma isla be, panten parto naala vida nal 1
Serupe ; mais nma veivio o Exm.0 bario de Ma- Tambor, a Ssn<*. p pan o osa mt%tm a de Cartn Ba-
roiin os seo* esforeoa coroides de relia cuto. era osea, da s**iansha, 4o ojimlora pos m. i' I-.-1 -
era possivel que oulra'.coii.aaconle.-cs-e. Ossergipinos loriao -I- Barro*, um ha do li-n do l'o'r.-a- I -
srcuirn sempre n seu i-befo, em quinto como al go. ojae foi apptenaiaaldo peta jamo a.....-cipal.'.-ia
lu je, caminbar pila vereda da honra, do denote- "U*. "o pleuo di de tura, coma cvn-la do* aot.-.,
I
V
MUTILADO


DIARIO DE PBRNAMBUCO SABRADO 20 DE JL'.NNO DE 1807
c einliin Kiii- algulUM cousinh.ns Je qne mis n.lu ro-
tnrdn, o Meara' para outra occasijo, se necesario
for.
E mira, Sr. Travado, cu lhe per;o, va leudo al-
gn vergonlia nao a tilo dor de peisoat de sila couscicncia, houenUf, e hon-
radas ; nao .lesctpare de iua tinenda de vida, pois
as veiei consegae-se a aura do nulas chronicni(o que
duvi.lo Smr. consiga) cun uia serio Iralameulo de
un I ni medico.
K -' i-ine onleainenlc pedir descalpa ao veneran-
do publico, a quem acato de lanas coalas, que Tar-
co.. me fui dizr.r, e Dio deiiam de fatr repugnar
ao leiiqr : e ao Sr. Trovado, que, se Dio justar co-
ma menos, perts ha rapazas por esle lenno, que pe-
den) a l)eo jjmc.oj dame a respousabilhlarie.
Ilisponliam leqhore redaclores, do de Siucs. ser-
r obrigado.
Villa do Inga, 27 de maio -i.- 1857.
Sucrisluo de Setra do Ponte*.
Sr$. redactores.No da 15 do correle mu, em-
", ..inio meu muilo hnnradii, mullo prendo, e muilo
respailado marido, o Sr. Ilr. Lourei.r;.. Trigo de l.ou-
reiro, eatata na l-'acul.Uila de Uireiio daata ci.iadp,
relirei-me ila nossa casa commum para a d ium
compadren Illm. e Em. Sr. comellieiro l)r. Pedro
Aulr.in da Malla Alliuquerque, lirmemeale ilultrmi-
na.ia a relirar-me daln para o Kio de Janeiro
( onde lenho tres filhos do nosso legitime ma-
trimonio, e entre ele nnssa muilo queiida fillia
roaisvellia, alera da minlia m.li, irmilo, iradas, cu-
nliados a cundidas, qae todos me silo isualm'Dle
mui charos) nicamente por elTeilo de urna poderosa
idea que ina dominava lia seis inezei ; e era porque
esse modo (cojas consequencias nunca previ, neni me
foraro ponderados por ninguein, porque a iiineueiu
coiumuuiquei nunca este meu projeclo conctl lo,
como j diise, ha f. mezes a esta parle.e levado a rutilo
oodia cima declarado) movera mea dilo muilo lloa-
rado, muilo prendo muilo respeilado marido a pe-
dir su i jubilar;,io,e ir viver comino 110 Kio de Janei-
ro, visli, que as minli-s iaeeaaaffCaa instancias, para
que pedirse a suh jubilarlo, fuudando-s em an-
tora anuos de professnr de francs do Collegio das
Artes,dou* annos re subslilutn interino do curso jur-
dico de Olinda, e dezesete de substituto e depois ea-
IheJratico do mesmo curso jurdico, boje Taculdade
de llireilo do Hecife, sempre me responda, sobre
varias razOes que me dava, c qne eu nunca pude con-
siderar valiosas,que no sabina maisde Pernambu-
eo, que a Ierra de Pernambuco havia de cobrir o seu
cadver.
Eis alii, senhores red clores, as verdadeiras cansas
da mi tilia retirada do poder coinpanbia do meu di-
to marido ; sendo que o mea refei i.lo projeclo lti-
mamente por mim ezceulado, dominoo-me lilo po-
deros menle por espado de seis mezas, que, sem ja-
mis o revelar a ninvuem, deu logar a que, em con
sequencia da inces-anle repetirlo das lunillas instan-
cias para cora mea dito marido, para que pedisse a
sua jubil.!(ao, e da opposico que a esse respeilo sem-
p-e eacomrava neile, oossos dous genios, igualmen-
le feries so tornassem iiicoropiliveu sobre um ponto,
em que ou entenda qu era do interesse de nos am-
bos, do todos os nossos filhos, irmos passar no Kio da
Janeiro o reslo dis nos Agora porem, conheco quanlo improdenle foi essa
miiiha ultima delermiua^o, pelos mos jnizos, que
pode suscitar nos nimos daquellrs que jalgam mu
das actes dos oulros ,em Ibescouhecer as verdadei-
ras causas; he por isaoagora que tu o contieno, apres-
so-iiie i manifestar ao publico a verladeira caua,
que a isso me forjou, e qae he a que acabo de re-
ferir.
Dado porem esse pao, a visto que meu muito
honrado marido nAo se oppe iberiamente minha
relira la, eu parlo brevemente para o Rio de Jane-
reiro ; e cumquaiilo nao tenlia promessa de meu dito
marido de ir para niinlia coinpaulii.i no Kio de Ja-
neiro logo'que se formero nossos dous filhos, matri-
culados na FacQldade de Uireito, um no 2. anno, e
nutro no 3., eu. que hem conheco o seu corceo, es-
pero que se ha de eolio ir reunir-ae cotnigo ua cida-
da do Hio de Janeiro
Peco portanto aos Sr. redactores se dignem de
publicar estas mal liacadae linhas pelo sea acredita-
do Diario de Pernambuco, pelo menos por quatro
\e/.-- consecutivas.
Keeife 18 de juuho de 18i7.
Cmbslina Luiza da Siloa Fcrnandts de iJiureiro.
AKSENAL l)E GUERRA.
.Senhores redactore : Quem tiver lido os jor-
paes desta cida ie. e licar saliendo qoe se lera ai-
ii ni.ii.lo a um empregado do arsenal de guerra, por
rerlo que se admirara', e memo cnslara' a srer co-
mo l.i.mo de ama capll.l lo iinpi.ranle e populosa
cuino a nossa, se osl.nla tanta curageui e cyuisiuo.
priic.,o.lo faclos.de una Dataren tal que cliamam a
aKenijiloe impressionain a qua .pi-r homeni qoe lem
alguma inoialidade I .Na verdal* os fados que se
lem imputado ao Sr. Amonio Francisco de Souza
M igalhes, ao muilo significativo o aajaz graves,
tara quera preza a sua repalacjo ; sao foetoa que
bastante ennegrecen) a vida de' um empreado po-
Idico, e por isso a opin 3o publica ja'muilo se lin
prouiinciado contra elle, pnncipalmriile depois que
lanas vozos se lem erniii.iu contra a sua pasma, tan-
tas publ cajes se ha feio, sem qoe lenh. appareci-
do tima -o i,.-.|i i-i.i. urpa su eodlaalicfla, o que Iipii
prava .i v.T.i.-i in.le ilaS incre|>ar;Oe. )de qae. u s.|
Magilli.l8S se torna ind fferenle a taes publicaees
lito desairoau a' sua repnUrao, denoininando-as al
urna nuvem, que breve desappareeera', sera dnvlda
confiado em grandes prolccres que inculca o blaso-
na ; desde que n,lo tem procarado contestar aecusa-
cfim lilo giaves, que contra al e ha levantado em
diUerenlei correspondencias nos diversos jornaes da
cidade, tienbam espiiio por muilo sceplico que seja,
pura' inais em riuvida a sua vraridade.
Da feitn.quem deixara' de acreditar qoe o Sr. Ha-
galhca abusava do neme de todos os directora,
mandando preparar as officioaj do arsenal todas as
obras qne preeisava, coiKorrendn assim para a do .
pidar,3o dos cofres publico, c comprometiendo dnla
itianeira os pobres operarios, os quaes letnei^do os
seas embustes e intrigas, que multas vezes poderiatn
acarrelar a sos dtaaislo, nao se aniraar.un a ca-
sar s sus exigencias, oto obslanie talvez rscoiihe-
cerein que ellas nSo partiam da directora '! NJo foi
ullimamenle dirailtido o conlramelre Cettano Jos
Coelho. por ler preparado obras para o Sr. Maga-
Ihlea, as quaes foram apprclicudida* pelo actual ili-
rertor por|denuncia que leve ".' .Nao sofireu desla ma-
neira por caasa do Sr. Magalhieaj um pobre pai de
familia, perdendo un o pilo que alimenlava os
seu filhos? E no se conserva anda no sea lugar o
verdadeiro criminoso, alTiontando a opinilo publica,
e lornando-se cada vez man audacioso ? A S. Exc.
oSr. presidente da provincia beque cabe lomar as
providencias a es,e respeilo, fazendo com que a pu-
nico se calenda a lodosos criminosos.
Qaem par mais em dovida hoje o fado de haver
o Sr. Magalhjes motilado em soa cosa um eslabsle-
ciraennlo de marcineria, no qu.il eram etnpregadrOi
os operarios da coinpanbia de irlilice-. os quaea Ion-
ge de prestarein os seus -erv eos a fazenda publica,
como lites campria, Irabalhavatn :em utilidade par-
ticular do mesmo Sr. Magalhaaa, qne tornon-ae o
commercianle roais furte de camas da vento? So
consta arada qne era soa easa se eetava preparartrto
urna mobilia completa '' A' nAo ser por cerlo as ul-
timas providencias aa directora, anda la soldados
conlinoariam os Irahallios na casa do Sr. Magaihaes
com prrjuuo dos cofres pblicos.
Qoem hesitar cm crer a dificoldade qoe -si.li m,
os divenos forneced -res do arsenal de goerra em ex-
trahir os seai competenlesconhecimenins, dilli.-iilda-
deqoede proposito apn-seutavaoSr. Magalb.les, no
intuito de dar-se-lhe alguma grnlilinc.lo, compto-
melleiido talvez de-lc modo a reputarlo do director?
Na verdade diflerentes prelexlos frivolos se exeoriam
ans fomecedores, e csses que oAo quriam retardar
os seus conherimenlus, atinando com a principal
causa, no duvidavam com algum dinheiro adianlar
(is seas papis ; he o que se propala : o que porem
nao padece duvida he que militas queias levanla-
ram->eda parte de oigan* tortiece lores mais emper-
rado, contra o retirdameulo dos respfdivos cinhe-
i-iineiilos ; e por ventara salvaran) deesas queias a
respotisabilidade do dirrtor ? Eis pois iniucenle-
menle elle carreg^ndu com as culpas de um seu em-
pregado.
Isc.ixar de ser verdsduiro o fado de levar para
sua casa seto sabermoi d? que maneira, um dos mc-
lliores bancos de niarcineria do arsenal de guerra
com os seus respectivos instrumento-, um banco de
proco caro, de modelo allemao, felo no mesmo ar-
senal ? Poderia o Sr. M igolhlea levar pan sua
casa e apnssar-se de nbjectoa e instrumentos peilcn-
cenies a uina reparlielo publica ? Como se dever
qualiliiar esse prncedimcnln ? Ser dt lelo e sulici-
linle .un provrito dos rofies pblicos ? Entretanto,
causundo erando eipcclaeo aos circumslanles a en-
trada inesperada do lal banco e instrumentos para
o arsenal por causa das terminantes ordeus do di-
rector, ao Sr. Magalbdes nenhom abalo den, nfio
corando a vista da publicidade de um fado l,,o ver-
.'inli n !
llavera quem nao jul"uo verdadeiro o fado de
mpregar o Sr. Magalh>s em seu servijo parlico-
lar, como seos escravos.o, Africanos livres recolbi-
dos ao arsenal de ouerra ; lN.lo |i||ha ,,,, sua
rtisposicao tres Arcanos, que d-viam obedecer al
suas orden., sendo que ale f..ram obligados a c.ndu-
zir os seus trastes, qn.in.lo ri paar ," re3la na Ca-
punga? NIomorara em sua casa, lainbem como sua
aeran, ama AtVIeana dore n,.,. Narelia, a qual
ro ullimamenle retirada de sua eompanhia pelo ac-
tual direclor o qual, ogo que s.ube de lemelhanl*
abus., mandn iiiconliiienle condaii-li ,,,-, es_
Irbrlecimeoto T Todo virara entrar rom ella o Sr
Masrarenhaa, qoe foi o encarregado de ir bosea-ia'
Pederiimoa anda citar moitoa oulros fados ,,,!
altamente drpn^m contra a rcputarAo do Si. Mag,-
Ihiles, o qoe na i fazsmus agora para nlo cansara
paciencia dos Srs. re laclores ; reservar-nes-hceos
lodavia para oulras occasies.
Antea, porem, de eonclairmef, compro-neo Invo-
car Batrmelo de S. Exc.a o Sr. vico-presidente para
todas essas accusaciVs, pcdindo providencias, q.,e
exlirpein lanos escndalos e busos. S. Kxr. que
parece querer raagir contra as Immoralldadei com
as -ti < promplas medidas, naj deve desenidar-se do
arsenal de guerra, que vai sendo desacreditado por
eaosa da condeca de um seu empregado, cujas im-
moralidades, n.ia ilrixam entrelmio de ser mui-
lo tiolaveis e repreheusiveis.
O Incgnito.
lCa Quento n.lo revolla o animo aluda mais paci-
fico una mentira, e so com o lim de detrablr do
bom crdito de que alfilera noza ?
No uUiatio do I'ernambuc o de 27 de nnio do
mea paasado, se acba una correspondencia, que se
finge a.jignada pelo Sr. Manuel Antonio de Andra-
de Ded, e em que se tnostr.i como bom pai, bom
cida lo. bom vizinbu e bom religieato, proferindo in-
jusiamenle calumnias conlr o Kvm. vigario de
San-lle.ito Antelo Alvea do Camino.
Eu nada dina a esle respeilo, se na t fura larabem
(orado do vilipendio com que esse hornera procura
mareara repulacao do Rvm. vigarin e a do*mena
ascendentes; pufm, visto que slo se fox, ce-Ion
cerli-simo da sem-razan para seinclliHiile audacia,
apresso-me cm declarar ao publico, noe he falso e
falsissimo tuno quinto ese hoinem dase na sua cor-
respondencia de 7 de nisio do presente anuo, e
para que o publico (que sci-nta da niiuli.i verdade,
passo a expr > qoe be notorio.
Srs. redactores, leudo n meu lilho Jos Manoo|
Pacheco maudaoo no principio do auno de |S-V,
correr os seus prenes uesu matriz, para -e esposar
com quem fosse do seu aoslo, e aeonlecendo, por
Infelicidade minha rajiiar una lilba do Sr. Dele, no
da da fesia d i pasehoa do meamo anuo cima refe-
rido, sem que pe-uoa alguma minha soubesse de lal
inleiieo, porque crrlamenla se me viesse ao couhe-
cimeiuo, de celo que lal u Dio faria. ltenla a des-
Igualdade da eendiela, mino o mesmo Sr. Manuel
Antonio de Aodrade Dedeo declara, no sen noiento
pasqun).
!e cerlamcnle, Srs. redactores, desigual a minha
coiidirao Ua .lo Sr. Ded, porque o Sr. Ded (Uve
eslar cerlo doi seui principios, que quando para
aqu veio, regressando de Sibu para esse logar
quaes foram a- suas occupucoe, qualidades, condi-
(30 e comportamenlo no Riacho da Egua onde be
morador f O publico o sabe.... e que. se preciso lor,
publicamente lhe porei a calva ao sol, com immeu-
sas petsoas.
Sr. Ded, lome novo norte, no se sujelo lano
ao cabreslo dos oulros, olhe para os seus feitos, se
n.in d-p.i.s ou larde vira o arrependimenlo.
Sr. Mannel Antonio de Andrade Ded. nao falle
lano a verdade: a sua filha na-cea aos 13 de Janei-
ro de 1859, e n o lem qu.l.ir/.,. anuos como V. S.
diz. e sim dezoto anuos ; uo se casou sem as for-
malidades cannicas, porque, aperar de meu lilho
j seachar apregondo, legenda vez foram proclama-
dos os seus pregSes nesla matriz, e nem u Rvd. pa-
rodio laliou-lbc com alieneilo, e nem desatienden
a pai algum de familia ; pelo contrario, elle a V. S.
c dirigi com carias a semelhanle respeilo, sem qua
V. S. lhe respotidesse cora civilidade, antes conin
desaltences, e nem exerceu esle sacramento cora
vistas em iuteresse, como V. S. u sabe, e se preciso
for, o jorarei.
Sr. Ded,deve Y\ S. olhar para os seus ascenden-
tes e desccndenle, e d'oode elles proceden) : deve
V. S. olhar para os leus principios, e que nunca
peana alauma rainh.i dansmi em cordas na Uoeheoi-
rinba e Jurema, para asnhar SU ris de cada serle ;
olhe coro mais vigilancia agora para o Riacho da
E;ua, e para os cnadures que ja eslo cora os ollios
berlos ; lembre se, Sr. Manuel Antonio de Andra-
de Dele, de ora potro qoe lhe tiraran) do cercado
do oende ; lemhre-se ua potra de um sujelo do
Allinbo ; lembra-se do novilho que V. S. aman-
no ; lemhre-se de uiiih egua melada.que anula boj*
exist ; leiubre-se do escrovo que V. S. rouboo da
easa do Ribo de Francisco Joaquim de Rirtus, do
Allinbo, (lo que no mea da dezembro do auno pr-
ximo passado V. S. -e livroo no recurso, e de ou-
lias niuilas cousas veraonbosos, que deixarei deas
referir ; he por en e com iazo, que V. S. diz que
ha designaldade, porque nunca peaaoa minha deilou
anuel.io em .lelo a cusa .1 ciiaces alhaiai. Sr. De-
do, ha i t-rt.inienie mulla desisualdade em c.iniliees,
por isso que salido eu pm luguei c todus os meus pro-
genilores, nao se podera igualhar em estirpe com
os do Sr. Manuel Antonio de Andrade Ded,
Senhores redactores, o meu reverendo paroeho se
tem prestado com toda a iotegridade e exaclioo no
cumprimenlo de eos deveres paroebiaes, estimado
por todas as ius ovelhas, e ralo cousta que baja pea-
na alguma, a quem elle fallasse a joslica du seu mi-
niiterio, a exceprjSo de um Ded e uulro queijando,
que per nao gostarem do atame reverendo vigario,
se cobrem do vil maulo da calumnia para o aggrcdi-
rem, e que s depois de um auno he qoe Vleram
lembrar-se de um casamento que se celebrou cora as
formalidades canouicas ; e islo agora por la>er al-
guma liiiini, ailc.
Moradores da (regosla de San-lenlo, vede co-
mo o nona vigario be oggredido de asquerosas ca-
lumnias, pingida por :.m seu desafleclo.e assiana las
pelo Sr. Manuel Aulouio de Andrade Dele, que
-em piedade e nem rtligllo, menle despejadamente.
Coofetio, senhores redactores, que be indigno o
procedimeulo pequeo e mesquinbo do Sr. Ded,
que sonso fura humano, caridoeo e eavalleiro pan
com elle, loria cerlamcnle de narrar na ua coucel-
luada folba Inda a vida publira do Sr. Manuel An-
tonio de An.lrade Dede.
San-Benlo, 13 de juuho de 1857.
Joaquina Jos Pacheco do Amoral Rogo.
fEslava reconliecida.i
lar, aos extremas de :il a 3{3 rs. Sobre llambargo
as transaecaes foram nkodoradaa.
Conlionoo aluda h .;e a aniaia(3o no mercado do
cafe, fazcudo-u transacres que inuntar. ni de '.:> a
ill.OIIII sarcos.
Frelarain-se iionlem ambarcarSca, da qoael -2
para o Canal a i) s., ,, a :IT|G e nina para llam-
borga o .'.'i i,
lloje lomou-H oalra enibarcacoparaaquelle por-
lo.ii mesmoalgansmo. Sopse-se ler-se fcito on-
, iras iransaci;()es, mas os pormenorea nio transpira-
! lam.
As vendas do aeres a que ce refere a colaco, fo-
ram, di/-se, tic punca iraportanei i,
{Jornal da Coininerrio do Kio."
^ -fci sfatv i0 4>3 -.
Navios eiiliauos un da I'1.
New Orloans7i\ das, barca americana k Contad, o
de :
de 3*7 toneladas, npilao Sali.berry,equipa6ein 13, proposUd ilevcr.,1)
caraa -2..1.1 harneas eoni farinlia d Ins.. : a Kos- ,. ., .,.......__ ,
IronRooker&C. Perlenee a Pbiladelpbia. >"> l'.''!. =n reinal
lariin os cam-
PRACA DO RKCIFE 19 DK JL.MI AS
:i HORAS DA TARDE.
Colaees ollictaes.
Cambn sobre Londres8 d. !H) div.
Dilo sobre diloSi 7|N Hilo sabr Pars3(8 rs. por fr.
Cauros seceos nalgadas340 rs por libra.
N. B. as culaedes de liuiilein falla
bius de 28 a til) d|V. e 28 a 'JO dlv.
P. orges, presidente interino,
L. Dubaurcq Jnior, secretarlo interino.
o i CAMBIOS.
Sobre Londres, 28 d. a 60 d.
a Pars, 316 rs. por fr.
Lisboa, 92 por % de premio.
Kio de Janeiro, 2 por 0|0 de descont.
Aceito do banci. 30 por canto de dividendo por emi-
ta do vendedor.
o o companhia do Beberibe 605000 por aeclo
o companhia Per.uimbucana ao par.
a Utilidade Publica, 30 prceulods premio,
o a indemliisadora. 01 ide .
e dscslrada > ferro 0 por Oi()dc prrm o
Disconto de letlras, de 10 a 10 por cenlu.
Acedes do Banco, O a <"> de premio.
Kio .le Janeiro e pertos IntermediosS das, vapor
brasileiro Paran, conimaiidanle F. F. Borges.
O illm. Sr. inspector da Ibesouraria
provincial, em cutnprmiento da resolutjSoda
junta da fazenda, manda fa/er publico, qiid
no da 23 do cerrente, se ha de arrematar a
iiucm por menos fuer as impressOe* dos tra-
traballios das diversas repinticoes publicas
ioviuciaes, avahados em 3:5005 rs
A arrematarlo sera feila por lem o de um
an-.o, a contar de i. de jullio prximo vin-
duuro, ao liin da junho de 1858.
As pessoas quo so pnipozerem a osla arre-
matadlo, eomparecam na sala das sesses da
mesmi junta no dia cima indicado, pelo
nieiu dia compelcnlemciite habilitadas.
V. para constarse mandou allisar o presen-
te, e publicar pelo Diario.
Secretaria da ibesouraria provincial do
Pernambuco, 9 de junho tle 1S57. O secre-
tario. A. I', da AtinunciacSo.
O Illm. Sr. inspector da thcsuuraria
provincial, cm cutnprimento da le, manda
convidar aos proprietarios abaixo indicados,
a eatrogarem ua mesma thesouiaria no pru-
no de 30 dias, a contar da primuir publica-
rlo do presenil*, a importancia da quaOa
com quu devein entrar para o Ce lea meato
das casad da rita das Cinco tontas, conforme
o dispu.sto na lei provincial u. 33'*. Allver-
tindo que a lalla da entrega voluntarla sera
punida com o duplo das refundas qootas,
ua confi.niiidaile do artigo 6 do rogulanieu-
to tie 22 de dezembro da 185(.
N. 2 Jos Claudino Leite 91,800
4 Padre Luiz Jos ue Araujo Bar-
boza. 28,800
6 Eslcvio Cesar Lima 18,000
8 Herdetros de Francisco Casado
Lima 25,200
l Manoel AntonioConqnlves 30,000
12 Joao i hrjsoslomo Pacheco Soa-
res. 81,000
14 Herdeiros do Francisco ConQal-
ves Rodrigues 23,600
16 Antonio Ja Silva Gusmao Jnior li.tioO
ls Jos Bernardo de Sena 7O,30i)
o Luiz de Moraes Gomes Ferreira "7,4o
22 Jos Esteres Moicira da Costa e
Manoel Jjaquim da Paz IS.00O
24 Herdetros de l.aelano d#f:ar-
Vdlho Rapozo 41,000
26 lutos do Anua Joaquina da Cou-
ceicdo 45,000
& Ignacio Luiz de Brito Laborda 18,000
39 Antonio Joso Kodngues da Silva 35,300
32 Joao da silva Moreira 30.00
34 Francisca l'homa/.ia da Concei-
Qao Cumia 30,000
36 Miguel Joaquim da Costa 70,330
40 Antonio L. Goucalves Ferreira 45,uoo
42 Luiz Gomes Silverio 46,SU0
44 Herdeiros de Manuel do Itcgo
l-ii-!a 50,400
46 Calharina de Sena das Virgens 10,20o
48 Anua Lourenca iteal 1(1,20o
30 Antonio Uoreira Keis ,60o
52 Ordem terceira do Carmo 21,60"
54 Irmandade do saolissiino .Sacra-
mento de Santo Ai.Ionio 21,600
50 Luiz Gomes Silvero 18,000
58 Marta Joaquina da Couccicao 18,000
lio Patricio Jos ,la --Iva saraiva 21,600
62 Jos Joaquim Pe.eir de Meu-
donca oo.oot)
64 inlonio Juaquim deSouzaRi-
beiro 18,000
t(> Francisco lavares Correia 18,000
6s Antonio Joaquim dos Santos
Andrade 25,000
72 Viuva JoSo'Fernsndes Vfanna 21,600
! i Antonio Ignacio Kodiigucs M-
chalo 18,000
76 Mara Ignacia Real 14,400
7s Filhos de Manoel Jos de Bas-
tos e Mello 25,200
80 Antonio Fcrnandcs Vellozo 27,000
82 dem 21,600
.s4 Marcelina Rita Hara de Ol voira 21,000
neslas claosulaaoa no orcain*ii!o, ^0
determina a Irl u. 2S0.
Conforme.O secretario,
A. F. d'.Vnoonci
-O Illm. Sr. inspector da thesouraria pfo-
viucal, em cumprimenlo da ordem do Kxm.
Sr. presidente da provincia, manda Fazer pu-
blico, que no dia 25 do corrente, vai nova-|
mente a praca para ser arrematado a quem
mais der o imposto de 2&500 rs sobre o ga-
llo vaceum, consumido do municipio do
Cabo, sei viudo de base para a arrematarlo o
olTerecimento de Joo Evangelista da Silva
Taboca, da quantia de 8:0059333 p'ir anuo.
As pessoas que sepropozerem a esta ar-1
rematado eomparecam na sala dassessGes
da junta da fazenda da mesma thesouraria,'
110 dio cima declarado, pelo mcio dia, com- I
petenlemente habilitada, advefttndo que as
ser lancadas no correio,
acao, declarando o arre-
matac&O i\u>- se pretende ao prcen lixo, oue
SeolTerece, nao se admilittdo otrerla condi-
cional.
As habilitatjfies torao lugar no dia 22 do
mesmo n;oz.
C (tara constar se mandou allisar o prc-
senle e publicar polo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de
Pernambuco 17 de junho do 1837. O secre-
tario. Antonio Ferreira da Auiiuuciac3o.
(Jlllin. Sr. inspector da thesouraria de
fazenda desla provincia, manda fazer publi-
co, que, peante a mesma thesouraria, e no
lugar do costutne, ha de ser arrematada de
venda, a quem mais dor, urna morada do
casa terrea, sita no lugar do Monloiro, que
senJo penhorada pela fazenda nacional aos
herdeiros de Jos Fornandes Gama, foi adju-
dicada a mesma fazen 1a : os pretendemos
eomparecam no lugar indicado, 110 da 1.
fgnir.i o i|ue, galbetasde vi Iro com palos 4; lampada pe-
quena 1 ; lavatorio da rol ha com l. cia 1 ;
missal 1; opas de casemira encarnada 8;
patena de prata l ; pedra d'ara 1; pala do
brm 1 {'roquetes 2 ; sanguinhos ( sacra-
rio com chaves de prata I; loalhas de al-
tar 3 ; ditas para lavatorio "; veo bronco I ;
dito encarnado 1 ; dito roto l ; dito verde.
I ; velas do libra 12 ; sacras do aliar 3 ; lan-
Icrnas; umbelia 1,
Capella da fortaleza do lruin.
Caixinba para Santos Uloos t; caldeiri-
nha de metal ara agua benta 1 ; campa de
metal 1 ; lavatorio de folha de (landres pin-
tado, com lorneira 1 ; umbelia 1 ; Ihroneto
para o Santissimo Sacramento 1 ; panno de
luslrim ruso, rom 14 p Irnos de comprimen-
t", e II ditos do largura I ; relogtO de p.-
rede com campa 1 ; turibulo o naveta com
colbpr de metal 1 ; toa Ibas com palmos e
comprimento, para as banquetas 1.
Concert, pintura em 12 caslicaes, e 12
ramalneics da mesma capella.
Concert, pintura, e envutracameulo as
3 sacras do altar.
Uourar o cjIix e a patena.
Botica lio hospital regimental.
Seringas de metal de capacidade depon-
gas para lujecf&es 6.
yuem qui/.er vender tacs ol.jcclos, apr-
sente) as suas propostas em caria fechada, na
secretaria do couseiho as 10 horas do dia 22
do corrente mez.
Sala das sessocs do consellio administra-
tivo para foroecimonlo 00 arsenal de guerra
15 de junho do 1857Manoel Ignacio inicio,
presidente interino. Bernardo l'crcira do
Carino Jnior, vogal o secretario.
- i\ mesa do consulado desta cidade,
vista da autorisacSo concedida poi a he-
'
1
dejulho prximo futuro, as 2 horas da tar-1sonraria de fazenda, em portarla de 13
de; e para obterent esclarecime.ntos a esta
reparticao nos dias uteis, durante o lempo
do seu expediente.
Secretaria da ibesouraria do fazenda de
Pcmaoibuco, 15 Ou junho de 1857. Oolli-
ciai-maior, Emilio Xavier Sobretra de Mello
O Illm. Sr. inspector da tlieseur-ria provin-
cial, em cumplimento da resoltlo da jante da fa-
tends, ininda fa/er publico que 110 da 23 do cr-
renle vai nuvaineule a praca para ser arrematado
a quem mais der, o reudimeulo do imposto de ^0
por cenia sobre o coiiiumo da d'eguardeiilc no inu-
ninuii. de Seriuhaem, avahado nu iij por auno.
h p-.ra constar se mandou afllur o prseme e
publicar pelo uDiario.
Secretaria da Ihesuurarij proviucial de Pernam-
bucu, I.i de juuho de 1857. iecrelariu, Antonio
i'ericira da Auiiunciaco.

'" 1 .'
blico
mez corrente, compra para o servido das ir-
queseos dos navios no ancoradotiio do 0108-
queiro, um escaler novo e bem construido,
Uc 4 remos, c a nao haver novo, convida a
quem se prupoiiiit construi-lo do boas ina-
deiras, com solidez c perfeicfio. O nacional
ou estrangulo que sa quena eocarregar,
comparerji na mi-sm repartiefio, aas 9 horas
da manli.la as 8 da larde, nos dias uteis. Me-
sa do consulado de l'einainbuco 10 de junho
de 2857.11 administrador,
Juo Xavier Carneiroda Caoba.

DO
O agento l'estana lar., leilio por contal
c risco do quera pertencer, de cerca de 1501
cusas de superior cha da Indi', caixas del
G |2 e 12 libras ; o bem assim de. 30 caixas
demasas de Lisboa de suucriorqualidade:
seguiida-fclra 22 do corrente as i: borasda
manlia. defronte da arcada da alian ic;a.
Riv
Lotera
Leiiao.
1-. Souvagc \ ti farSo IcilSn por interven-
irlo do prepostn do agente Olireira, de um
comploto sor! i ment de razendas franeezas
de seda, 13a, liobo o de algodilo, todas pro-
prias do merca lo : segunda (i.i 22 do cor-
rente, -is 10 horas da manlii, 11 1 armazom,
roa da Cruz.
Leiiao tii
O anente restaa I
uaiitoi-r. 111-
rlez .
.1 leil.'io, i!" ;i!jiiiis
in'li 1, para
.'echar con tas: si';;tm rente, na porta do Sr Anues, defronte
da alfndega, a's II horas da inanhaa.
ha
fecl
li"'
X
'
t &

uri.(Incas hespanilola
Moedas de 69100 volbas
68(00 nova
s 4$000. .
(rata.Pataco brasileiroo. .
Pesos coliimnari'S. .
s meviraiiiii. .
2S3i
ALIAMlEliA.
nendimeulo do da I a 18. .
dem do dia 19. ...
388500
I69OOO
lro'l'K)
OjOOO
2JOU0
2900a
1986o
293:5339381
13:9089653
309:44-4037
CORREIO GERAL.
Pela administracu do correio se faz pu-
ico que as malas que di:ve conduzr o va- i|as lic
qor brasileiro Paran, para os po>tos do nor-
te, fecham-se hoje 29 do corrente, as 3 ho-
ras da la:de em ponto
i'ela inspeecSo",da alfandega se faz pu-
bheoquedo 1. de julbo em diante, s pde-
nlo agenciar negocios que cnrram pola dita
reparticao : 1.- os donos ou consignatarios
das incrcadorns e embarcaerjes ; 2 os cai-
xciros despachantes aulorsados pelo inspec-
tor para os negocios do seus pal Oes ; e 3."
os despachantes da alfandega com autorisa-
co porescri|i|o do dono, ou consignatario
das meicadorios e embarcacOes. Outras
quacsqaer pessoas que s; apreaentarem a
despachar ou agenciar negocios u. alfan le-
ga, incorrcr3o pela primeira vez na multa
de tOtfa 1009 is, pela segunda vez, na do
lobro, e pela terceira na do triplo alem de
lhe ser vedada a entrada ua reparticao. as
mesmas penas incorrerSo osesiseiros des-
paubantes que agenciaren] oulros negocios
que que nao fore os de seus patines.
Alfan ega de Pernambuco ts do junho de
1857. O inspector, tiento Jos Fernn les
Barros.
-OInspector da alfandega declara aos
senhores negociantes que quizerem conti-
nuar a ser assignanles d 1. oe julbo cm -
anlt, (iie devenio apresentar-lb os seus ro-
querimeutos designando seus (adores, e a
importancia da banca, isto he, a dos direitos
das merendonas que pretendere n despachar
a crdito tuensalmente.
Al mi lega de Pernambuco 19 de junho de
1097.Beato Jos Keniondes barros.
0 Illm, Sr. inspector da thesouraria
provincial, em cumprimenlo da rosolucSo
da junta da fazonda, manda fazer publico,
(jue a arrcmalacan da obra do empedramen-
to do aterro dos Afogodos, foi transferida
para o dia 25 do co'rente.
E para constarse mandou allisar o presen-
te, o publicar pelo Di ,rio.
Secretaria da Ibesouraria provincial de
Pernambuco, 1 de juuiio do 1857. O secre-
tario, A. F. da AnnunciaQSo.
4,- batalhao de artilharia
tnoe.
De*-arro2,im boj 20 do junho.
Uncus inglesJoshoa Harymercariortas.
I Hngiie partaaaeaJoven Ameliapipas vaslas.
Burea portuRue/aN. 8. da Boa-viasemalbos,
reinas i vhnea.
Carca americana Alaliafarinba de Iriso.
I! rea liollandeaS|.liinslariuha de Irigo.
Escena dinamarqueza .Marrarelli"mercadorias.
C.NSUI.AUO CliKAI..
I.endnenlo do da 1 a 18. .
dem do dia 19. ...
Si:219.;l97
1:7455193
88:9649390
DIVERSAS PROVINCIAS.
Hendimenlo do da I a 18. .
Mein do dia 19. ,
5:62.59085
299/66S
5.-9^49747
DESPACHOS DE EXPORTACAO PELa"mESA
o,|!p>:,SlvvU)l, ESTA WWtWB SO DA
19 DE JL.MK) DE 1857.
Kiodt l'rain Patacho dinamarquet alaria, Isaae,
t.uno Oi C, 50 pipes cachaca.
Gibrallei llarra nortaaen Flor de S. Simio,
liaplisla Jnior, 330 saceos a.socar liranco.
Buenos-A>es lMaca heapaahola ealadona.,
Balur i Oliveira, 325 barricas e 25 saceos aisu-
ear liranco.
LisboaPolaca naeionalZelot II, Isaae, Curio
a t... 2S saceos soinma.
PortoBrgoe porloRuez Trovador, Joaquim i.o-
|.es do Alincide, s barriqoiflhas awocar braun.
Lisboa Briguo portogoea Tarojo II e, Hanoel
Joaquim liamos e Silva, jo cooros sainados
AojlaBarca parlosueza altarla, \t.....icl do
fasciinenlo l'crcira, In.i barricas assocar braiico.
EXPORTACAO".
Babia, lancha naeional Ltvrajila, de W lonela-
da. condiiaio o seEoiote : 3 caisfies com eaisi-
nnae de clcheles, 3 qunolas e 6 barris azeile de
mamona, 30 caixas velas de carnauba, 176 saceos
cera de carnauba, .139 ditos milito, 2 formas assuca.
pur.licadu, I caiISO doce de calda.
RECEBA DORIA DE RENDAS INTERNAS E-
RAES DE PERNAMBUCO.
Rcndimento do da 1 a 18. .
Idctn do da 19......
86 ieuedito Joso Duarlo Sedtim
8s Justino Perera le Andrade
N. 1 Antonio francisco l'ercira
3 .Manoel Concalves Ferreira da
Silva
5 Joaquim Bernardo de Figuei-
redo
7 Viuva de Manoel Flix da r.osa
9 Herdeiros de Anna Joaquina de
Jess
11 Monsenhor Francisco Uuniz Ta
vares
13 Filhos de Jos Pedro da Silva
15 dem idctn
17 Antonio Jos Gomes
19 limainlade do Scnlior l!om Je-
ss .las llores
2! Claudina Martinlia do Sacra-
mento
23 Anua Joaquina de Santa Cruz
2.i Viuva de Manoel Comes
27 lem ique Jos dos Santos e ou-
tro.
31 Viuva e herdeiros de Jos de O-
liveira
33 Filhos de Jos Mana de Jess
Muniz
35 Hanoel Ferreira tntooes Villaca
37 Victoriano Jos de fcouza 1ra-
vasso
39 Viuva e herdeiros do Joaquim
Jos Lourengo da Costa
41 Herdeiros de Jos Concalvea
Ferreira da Silva
43 Jos Feruandes Bastos
43 Jos Joaquim de Lima Jnior
47 Manoel dos Anjos Ferreira
49 Francisca Thomazia da Concei-
(So Cunha
51 Joaquim Canuto de Santa Anua
53 Manoel Joaquim Rodrigues de
Souza
55 Herdeiros de Jos Maria do Je-
ss Uuniz 12,6(10
57 Francisco Antonio de Oliveira 18,ooo
59 Antonio Jos Kodrigues de Souza 91,600
61 Maria Theo.lora aa assompcS 27,0u0
63 dem
65 Jos GonQalves de S
07 Filhos de Manoel Ferreira Di.
niz
09 Maria ThcoJora da AssumpcAo
14,400
18,090
66,609
61,200
21,600
21,600
36,000
44.000
21,600
21,600
21 690
18,000
30,' 09
77,400
21,600
64,800
4,0yt)
30,000
12,600
27,000
19,800
18,000
21,600
21,600
10,809
10,800
18,000
18,000
27,000
27,3U0
27,300
21,600
17:6379563
6529991
18:2909556
CONSULADO PROVINCIAL!"""
Km.lmenlo do dia 1 a 18. 56:8679031
dem do da 19....... 8599718
Ao Sr. Manoel Antonio de Andrade Do-
de, com o seu uniforme d.i panninho
azule osen cachimbo.
Sn. redaclorcQuanlo nao eflende urna injus-
ItlO 10 UU JIMIO DE 1857.
Colaroei officiael da unta dvt eorrelores.
i Cambios.Landres : 28, 27 3|4, 27 5|8 a 90 dias.
" Parii : :('i3 r. a 90 da.
i liemborao 650 i 90 di.
Aceuei de eompinhias.Banco do Brasil: 1069 pre-
mio para 30 .le jooho,
dem: a lOtrj premia dinheiro.
*i. Iludsnn, presiilenle.
, Jos l.azHi-,, prlo-ccrclario. confurine o reeuiHiiienlo.
A transaeees, pnslo que em m'ciior escala do que : 3. t) pasamento sera telo
as ua liuiilein, loram imporlanie* uoi dous prinMiroa iiu.ies, nodo urna quando
aiaansmos da col^ao. .Suhre Franca fiz-ram-se obra e a oulra a concluir,
iraumccues directai e indireciai, porqoaotia regu-l 1.^ Para ludo o
E para constar se mandou allisar o pie-
senlc c publicar pelo Diar.o.
Secretaria da thesouraria provincial de
Pernambuco 9 de junho de 1857. o secre-
tario, Antonio Ferreira da AnnunciaQSo.
O Illm. 8r. inspeclor da Ihosonreiia provincial
em cumprimenlo du ordem do Exm. Sr. presidente
da provincia de 5 do corrente, maula fazer publico
que no da 9 de julbo pronmn viodooro, pranle ;,
junta da r.i/cnda da mesma thesouraria, se La de
arrematar a qoem pormenos li/.er, a ,.|,rj dn rebai-
xamenlo da ladeira do encenho Velho da esli n a da
\ n loria nvaliadi em liilioos.
A arremataba i >eii hita na forma da lei provin-
cial o. :!!;; .:,_ i., ,;,. ,in,,,:, sy, 0 su|, a9 c|iuSB_
las especiaei abaixo copiadas.
As .c.-s as qua se propoxerom .) esta arrsn-.alac":o
(omparejamna tala das sessSe da mesma jante no
(li cima deelaia'iu pela meio da coinnelentemenle
habilitadas.
K para constar se mmdou alliiar u prsenle e pu-
t:i269749 blieai pelo Diario.
Secretoria da thesouraria provincial de Ptrnam-
! buco 15 de jooho de 1857.<) arcrelerio,
!.\. F. d' Viinuneiaea.i.
Clausulas especiis pun a arremala{ao.
l.i Orebaixameute da ladeira do engenhu Velho,
I ser leile de eoolormidade com a planta, papis c
I ornamento approvadoi pela directora em conselho,
O submellidos a approvaco rloBsm. Sr. presidente
da proviocia na importancia de 6:600/.
.' O arrematante dar conejo as obras no pra-
zo da um mez, e as concluir no'de 8, ludo contado
: |).
< conselho econmico do mesmo batalhSo
contrata o fornccnncnlo para suas pracas de
pret. durante o semestre, acontar dol. de
jiilho a 31 de dezembro do corrente auno,
constando dos seguintes gneros, que deve-
ro ser de primeira qualidado : arroz, assu-
ca r mascando, azeite doce, bacalhlo, carne
secca, caf em gr3o, carne verde, feijo, la-
milla, lenha, manleiga, paes de seis e qua-
tro oncas, sal, louciuho c vinagre ; tambem
contrata o fornecimento d'agua para o quar-
tel durante o predito semestre ; os preten-
derles mandarSo apresentar as suas propos-
tas em carta lechada na secretaria do dilo
batalhao na cidade de Olinda, ate as 10 hu-
ras do dia 25 do corrente mez.
Quarlcl na cidade de Olinda 16 de junho
de 1857. -Henrique Eduardo da Costa Ca-
ma, alteres ajudanle.
A arrematacao dos objectos pericl-
tenles a presa do palhabote negreiro, tera
lugar na secretaria da polica, aa II hars da
manhSa do dia I. de julho do corrente au
no, visto nao ter 1
do crrenle mez d
l'cndo-so arrematado lodos os rliafurizcs
guezias do Recite, Sanio Antonio
eSan-Josc, tora' lugar a arrematarlo dos
quatro du Boa-Vista, no dia 25 do corra-
te, pelas 9 huras da manhua, no escrip-
torio da companhia, ra Nova n. 7, pri-
meiro andar; a base para a dita aiTema-
lacuo lie : ponto da Uoa-Yistn. (cliafariz
e bica 5:500ij, caixa d'agua 4:200$, Pia-
ra :(Ml,s, Soledade 550$, tudo por una
auno e sob as condicOes ja' expostas.
Escriptono da Companhia do Beberibe,
17 de junho de 1857.O secretario, ui-
llierme Sete.
-


Keal cutnpauiiia
qm res u^lezes a
.>.
[ri-

,- ... -. -.; -.
C-v...vl.J.... -.ViV

Nova cpllecca'o de divertidas sortcs
para as noitcs do Santo Antonio,)
S. Joa'o, S. Pedro e Santa Anna.
Acaba de subir a' luz esta rica c .llec-
<;;":<>, contendo iSO quadras para todas a*
pessoas de ambos os sexos, qualquer qoe
sej.i Feu estado ou proussao. Jamis ka
sido publicado um litro com sortcs lao
approprtadas e verdadeiras. Alem das
sortss, contera elle mais mna bella collec-
co de poesas anlogas a' noite de San-
Joao, escripias por dive sos poetas brasi-
leiros e portuguezes. Vende-se nica-
mente na piara da Independencia, livra-
ria lis. (i c 8, a I? res cada exemplar.
BOTEIfiO m THELEGMPHO
Na livrana ns. 6 o 8 da prapa da Indepen-
dencia ha para vender o roteiro do thelegra-
pho, novamente reformado, com o nome dos
vapores e nutras embarcacOes que deman-
dan! este porto, a 210 rs cala um.
mm
Papis de serles para senhora e liomcm a
80 rs.. livros de soitcs a 500 rs. : na livraria
us. c es a praca da Independencia.
iiiiiiitj <|t) to
ou mclitacOcs sobre as mximas eternas c
sagrados myslerios de N. s. Jess C'iiislo a
l/d00 : na livraria ns. 6 o 8 da prar,a. da 10-
"lepcn lencia.
Berna rd i no Comes de Carvalho, socio
gerente da casa comraercial dista praQa, de
Carvalho t IraaSo, leudo de retirar-so para
a Europa, deisa por seus procuradores, em
primeiro lugar o na gerencia da mesma casa
o seu caiseiro Antonio Baptista Noaaeira,
em segundo lugar o Sr. Hanoel Joaquim Co-
mes, e e;-i terceiroo Sr. lenente coronel Jus-
tino Pereira de Paria.
11 a) iixo
do
Ipil mez c'pcra-sc do :ul o
nromandanle Parker, o qual,
va per
depoii
No dia !l
MEDWAV,
un demore du ansame, iiRoir para Sonlbamplun,
tocando noa porcoi de San-Vicdnle, Xenerib", Ua-
d^ira e l.iiboa para paiiageirae, etc., Irata-'e com
us ageulea Adamioa Uoic C, ra do Trapiche
Novo n. W.
ea
1.1 !-
por
Pretende sabir com bcevidade, o
portugiieza Pa(|ucte Saudade,
ter parte da carga prompta: para o res-
to (pie llie falta c passageiros, pura os
[ii.'ies iem evcellenles commodos, trata-
se com os consignatarios Novaes v C-, ra
do Trapiche n. I, ou com o capito, na
praca.
remaiiibucaiia.
^r-.V-r --.v'-.
O vapor iiPcrsiiiuiiu.il., commandanle Moreira.
aelia-aea carea liara Tamandar, Birra Grandes
..I.icei, para onde nbira' as :l botas d.i m.uili.ia do
du ^i lo crranle. A carga sera' recebi la alo a.")
da linde de 2.
Para o Uio de Janeiro salte ate o
lim do corrente me/, a barca Rectft
da recebe ca
como estr ni
>arca itecitc, atn-
a a tretc lano naciona|
'.no, assim como tem assea-
PAIIA'OCEABA'.
Ohiate novo olinda, mesiro Custodia Jo;
Vianns, para o resto da care, trata-se com
os consignatarios l'asso binaos.
I 9
podlaTtoTu^Mtolil^^^"* passageiros: a tratar
le junho com atanoel rranasco da Silva Carneo na
Oconselho econmico do!).- batalho '"un do Ct,llc;;o n. lo 0:1 com O eapit90
de inlantaria, precisando de contratar para Manoel .lose Kibeiro.
as pracas arranchadas do mesmo batalnSo,
dur ni o trimestre a decoirer do |. deju-
lho ao ultimo de setembro vindouro, os g-
neros alimenticios seguintes:
Cal em caroco, assucar, manleiga fran-
cesa, carne verde, carne secca, bacalhao,
louciuho, r,iiiuha,feij:'.) pretoou mulalinho,
arroz pilado, azeile doce, vinagre, sal, lenha
em acoas, vinho, paos de Sm.
Uu seriio do boa qualidado ; convida a
(uem sequi/cr propOr ao mencionado for-
uecimento a com parecer na secretaria do
referido halalliao, no qu niel da Soledade,
no da 3& do correte, as lo huas da-ma-
nbSa.
Itecife cm Pernambuco 17 de junho de
1857 lenenle-seoretario, Jos r'rancisco
de Moraes o Vasconcellos.
CO.NSELHO ADMINISTRATIVO.
II conselho administrativo tem de comprar
o seguale :
Para o *." batalhao de artilharia.
Livros em branco, com 300 folhas _'.
Companhia de artfices.
l.ivro de ico folhas i.
." batalhao de infantera.
I.tvro de 150 folhas, com a denominacao
de auxiliar ao livro mesiro gcral das pracas
electivas, riscado de aceordo com aquello
mesmo livro, isto be, para as pracas de
pret 1. '
10." batalhao de infantera.
Livros de loo folhas 1.
Fardamenlo dos msicos do mesmo ba-
lelhTo
Panno mescli c r de caf, r iva Jos 81; di-
to dito azul, covados Sf ; casemira citen i -
da, covados 16; fila le reros preto, varas
'. i; botos grandes convexos d< metal ama-
relio, com ti. lo 37S ; ditos pequeos ditos
com o mesmo numero i; hollanda para
torro, covados 102; bonet s de panno ms-
ela, com vistas encarna.lus 27; ra;;onis, a-
res -j~.
No dia -2~> de*!c me/ fsp.'.r.._s,, i. Antuerpia
Soolhamplun, o vapor inglc UYASI'BS, pnroeiro
deate linba, o qual, depoia de demora do cuntunie,
si'uini.i para l dii i o Hio de J.iueim : pera pasfagH-
n. ele, Irala-M no cscriptorio dos i>geuiea lien
ry I-'orsicr v C, roa do Trapiche n. i.
faz scieote a tods as pessoas co'n quem tem
negocio, e ao publico, que o Sr. Luiz lose di
Sil .. nao he mais cobrador do armazem do
cairos fnebres, por baixo do convenio da
S. Francisco, desde o '.i.i 15 do corrate mez,
o que uno s responsabilisa poi qualquerob-
jecto que o mesmo tome em seu nome, o
que faz cono pan evitar duvidas. Ilecife 18
deiuuho de lts;7.
Manoel CoOcalves A^ra.
Ariuazeiii d re uliier.
Antonio Francisco alartins,
de armazem na ra
"

Fortaleza do l!
Livro em branco pa
cara registro de ollici
Se
(1 vapor boleo CELT. s,iliir.i para Babia sabe
bado'JO do cone.,le, a a mala I cin-se no correio,
,'i- lo lu ra : eve-sc acbi r aqol de volla, para cer-
r r i ara l.n rp al, ..; o lim do m ..
t!:;:- o i-i :!o i barca portugueza N. S.
da Boa-Viagem, pretende seguir com a pos-!
sivcl brcviJa e: quem na mesma quizei
carregar ou ir de assa^em, para que tem j
nsigtia-
tado, do 1OO foi as, asseiados commodos, dirija-se aos c<
com iiti gran-
a Cruz n. 02, recolbe
no mesmo qualquer generas por armazena-
gem, mais barato q'ic om outra lunliiuer
parle, e com toda a responsabilidade, sendo
as entradas e sabidas pela ruada Seazali
Velho.
Pede-se ao Sr. thesouroiro das loteras
da provincia, que nQo pague, casosaia al-
gum premio, ao quarto u 790, yar..ntido
co sr. Polycarpo los i.-ymc,o qnaladia-
se assignado pelos abaixo asstgnados, cujo
quarto foi perdido bontem -Hanoel Carnei-
ro do Silva.Joaquim da Kons r.i e silva.
\cn.le-se urna escravabonita figura,
rom 18 annos de idade,e muito sadia, cuma
mulatinba de lo a n annos de iiade, muilo
linda, n propria para mocamba, ambas tem
multa habili lade, as quaes se dita aos prc-
ten lentes: Da ra Direits, botica n 31, se
dir quem vende
Precisa-se alugar um molo ue de 9 ou
10 annos, para servico muito leve : na ra
doNogaeira n. 21.
Comp*o-se um molcqae de idade de9
ou 10 anuos, pouco mais ou menos, a Iver-
liado-se que nSo he pira embarcar : na ra
do :\ogueira n. 21.
o Hr. em medicina Ignadio PJery da
Fonseca transferio sui residencia do sobra-
do da ra Direila n. 31, |iara o paleo do Li-
vramento n. 25.
Furtaram no dia 13 do corrente, do
terreiro da casa d > sr. 1 borne Francisco .Ne-
to, morador no lugar de famandua, c ira ir-
c de Limoeiro, um tnolequinho du 1 ne-
grinlia de nomos Boque Josepha, es'ede
idade de 3 anuos, cor rula, cabeca compri it
paratraz; aquella de idadeSannos, corfu-
la, be.'i fallante, bonitas figuras, e descou-
lia-se que so viessem vender nesla praga
ara embarcar para fra : portanto roga-se
s autoridad s polica s 1 as pessoas qua
dellesderem noticia, que se dirijam a ra
.Nova n 71, que s recompensar bem
Fogio no da 17 '!i> corrente um mula-
to capli o. de nome Clan lino, idade de M
annos, secco doorp rosto enmprido. pes
um pouco apalheiados; levou camisa de
m I po.ao acalca lo cor, tem sido v slo
tiesto cidade a brincar com os moloques :
quem o pegar leve-o a roa do Crespd n. '.',
1 leJoa uim Vieira Coelho, quesera ge-
nerosamente gratificado
--- viuva le Manoel Francisco Bibeiro,
moradura na ra do Sol n 7, continu'a a re-
ceber encommendas d i'cangca d i leile para
vespera eeia de s. Jo3o, e vespera e da de
S. Pedro, e todos os nmis domingos odias
santos, sen lo as encommen las lenas um da
antes, a pro ..elle servil bem.
J-iio d silva (oi.t.ba, vai a Europa.
Prcesa-se de um i una que saiba bem
engommar e coser, p.ra urna casa de duaa
pesso S : no pateo do Ierro n. (0.
O abaixo assignado declara qne o r
Francicco Jos do .Millo Braga, deison do
sor caixeiro do sea estabelecimento de pa-
laria, no i ateo ao Tero n. :ts, desdo o du
19 do c irren e.
Precisa-se de um eaixeirocom .rau-
ca esetni lia para urna t berna, na ribeira,
prefeiitido-sc com pralica, e dando Ua lor
Ba con lucia : a tratar na ra llireita ti. 26,
padaria. Tambem se pn eist de u peque
n i me mo s:m pratic, :n tainsma, na u i
da senzsla Velha n 50, |,ara esi remeom-
: .!ii de outru
--- Miguel Kstcv AI vs declara qu seu
lilho menor Carlos itoves nlves retira-se
para Portugal \n re Nao/
Pe ;ti se lunlom solee a ponte do
Becife al a ra Nova, u :. ola vermelha
de 509 n. 231CI; rug -se ao -r. Ihest
'a tbesourari t da lazen la, fiel da r lixa ilo
for
1)\
I**oviiieia.
CoMC mu.
') a',:.:%.::. wigtMSk) .-m. !.i V :, im | i-, ,|,
us Mizos btHieles, asetoa eqpariM ala I
iiiadeS. I .inri uc',, umi <. i,, ,i ,
for -aluslian i !. .:ui.|., i.,.
1. s l'.iiiiiiiaii, ene Xaari |
ti abaixo a migis
priedade Hio. ira* .|. paitan
mu engnnli e licar nc'.i.- .:. i n4rtn<
extraordinaria pradaMeSn pora ta
tem propon; safrejar i.noop ,
IlliaeS, :r(K-l c : :,;;i|, ,- .,;, a. r_
nfo exige que ae *<., .i.,-.u. lo la^aaot
l!. is c alguna lijlos qaw ; >- ,
tos, nio. oda a tochas, e n.. i ran I .ni
tw a juro* a!-'.-r i|.ianli* (>n ;, .
turnio la obra com aa ateceaai '. aataai
lias dando como iiatja do Irafcatea a* aiguns annos da renda : a l'.ilir .-.m .,
Joao ; nlo O.- Leaos Jnior, rm sen .
lorio u.i piara do Carra Santo.
Francisco Klias do lieRo hatiU
Lotera
da provinci.
Corre hoe telm Wkmnm.
'...>. Lmviih*.
- Precisa .; alujar urna rela raptivj,
(|tic s iba engommar <- <\.7i har, (atara
de pequea ramilia; i ?,-..->o boaj n,> |m
go da AAseinh.ea a. I i, priasuii aastar.
-. Piaiiaa su de ua c. iscerej; na pa
ria ds. roa liircila n. 2i.
Compram-se
bilhetes praniadOl iH loteras ajaaj jar-i.
jam recnihidas a Ih.-Miu.nr.a, rom i
ra/.osvel, alnn d nao len-ia ,< .nos i.
balho do longo procesan d uirl.j rapaals-
ciio : na ra .Nova iu l|.
- A paaaaa oas nnu-icuc pw -.t tu-
no de 18 do correle, BCSaar
Ires cotilos de res, sobre hipalllli de um
sobrado que rende 5U09, quVira diripir-v t
traves.sa do yuciuiejo, Ub-rna n. 3.
Faz-se bolo a eaaqpea de milho ver '.
muito bem fe.u.s, na ci.la le de inda, alr.i/
do Amparo n. II.
lloje quinta-feira 18 do ron-n'c, das
7 para 8 horas do da, na estrada ;
Carros, casa n. I, roub.ua ia cima sa da sala, uma carteira de alpilieir.), ten .
dentro 667o t. cm pai el, sendo urna oot i
banco de 500/, uma dita de ion/, c niu diu
30/, e do thesouro uma de 10, e doasde i.-,
cada urna : roga-se a polica, nu a quera ti
ver noticia, que dirij-e a dita casa aci c,
ou a ra da M..dr- de lloo n. i
Precisa-se lo uinaa.na de le.te, f rrra
OU captiva : na ra do Hospicio n. 3t
I'n.cisa-se de. una ama forra cu rat-li
va, para servir una scuooia; pag-. Ixirn
ordenado : na ra de Aguas Verde* n. BB,
segundo andar.
A pessoa que anaunciou quer-r-lo(i>
ou tres cunto* de res com hypviheca r-.\
um sobrado, appsrcca Bfl praca da K.n-Vi .i ,
ii. 32, lerceiro andar, das 2 horas en .liante
Ha lu iims dor tic
irritf.
Especifico contra essas Aataa, uj om
cura be inslanlanea : ua rua Nova n. 11, a
SfOM o [usquidio.
- l'rectsa-se alegar tii.i molequ- lee
9ai.no-, paraECoin,...i!io u:u un::... na
rua do Pilaf u. 72, M-fin-lo anjjr.
Pn rita se de uui pmtugaez snlieii
par.-, fcitur de um rs^raajaw m < m ea
Cabo: quem a isi-i ae quizar stag i
ja-aa amada Prata a M. ptimeira aaJar,
jlllll. 1 ;'..> | l,
Na rua estreita i|j l:.x-rio n. I ..
metro andar, vend.-s.- > ,......mu
negra moca com habilid; ... et
de un mez, e urna nermi,a de Wat Mi .
bonita figura
a niuca.
. No armazem '< (uaaalat aaaalBa, rea
I Coiojie n." 2,
.<. ven :o-.-c uij r>,m'lo;o torliaaMi e f
>* zondas finas ;r.>s.vis, |*r nais barato
B presos do
pie
I

i
1
;r.>s.vis, yin na
M outra .|oab|uer p*rl ,
| tanto cm porres romo a rctalho, aaa- ^*
"% cando-se aos rampri-inres i.m ,
B para torios: esta estabeliximerito akri<- j.
^ (ia eoiabiuaeao com a maior parte ras a- m
H sas comuerr.aes indicias, franeezat, alla-
^ maos e suissas, para veri.lcr {azoadas ciis %
^J era canta du que se tem vendido, iwr in .
ollereeem ella maiores taaOaaaal de oulro qual.juer; o proprieuirio desta ta- S
portante eMabeleeimenlc envida i m-k J
os seus pairicios, e au puldirn a peral,
| para que venliam (a bea dos seus rale- C
jjl res^s) comprar fazendas baratas: ao ar- I
% mazcm da rita do Culliqno n. *,. j4 louio Luiz dot Santo & Ki.liw.
mam:.; .;.-.. ^tsammmm
no;, i.ai it:t:ii.i
O unte-) aul'iriril: pvr dentando toa-c*.. rre'.
drrrelo imimial.
Os me lieos dos aosBebaaa Maaaaaaast
arrobe e.- Lafl'ecteui, romo seedo nutii'.
aulorisado pelogoraram a patanal
i\: J.; mediciaa. Esto ciciiirantcnln d tim
gosto agradaval < f^ril a kaaaar ata atam >,
asta em uso na atarttaka r.ai oattaaaaaa '*
M annos.; cura radicalrnenlc ciu ,Miuco lem-
po com pouaa daapaea, taat tchim, ,
foccocs iIh pelle, impiugeiis, -s ronseqoen
I ci.is i;is Karnas, ulceras e o arr: I
partos,da idade critica a aert aaa
reditaria aos baaiaraa; eaenaai aaa
rbos, i bexiga, as eontraccOea r. (raejMtata
dos orgios, proced ^ (Oes ou do sondas. Como auli-sj jihililic
o arrobe cara aa pouco lampa as --
! contra nu rubcl.ies, que v.ilv u, i-iccssaMa<
i em consequeacia a aminega faaaaaa
da cububa ou das, itijt i. t !. que icproen'.i i
o rinissem Boatralisa-k. Uanol-c Lei
t'.ir h- ...-.p.;cia:nciKi! n.COmaf
i ira as dooncas atraaladaa ou relucidos
i mercurio eao lodort la a> ,. .'.assicI.:
; Vende-se na botica de :.ar-1 c l Ci'.iaun
Feliciano Airas le .\z.-v -.;.., ;
Om n. ;, oa le acaba .1 ritagar uma |
do por. ao de garraM graoaVat i
viudas lala .. ls, laaaaaaataald
i'..i> veau-LaUe :leur ;..: ,..> ..:. i. ,:cu a ru-.
I Os fui nubil ios iI.io-c f;iai;s o::i >->* < -
(.culo Silva, na praca d> '<'. ivdi.i n. i
l'otlo, Jii.i.|iniii Araujo Rabia, Luana] I:
. mos ; Penisinliucii, Son ni ; Itio de Janrirn,
Pnic.u i. Filhos ; e Moreira, I
i Villa Nova, Jo.i.i Parara aMagaai U
Uto '.taude, francisco .loPaula Cuntoc.
cm
tlver
(1ua= preatteSe
feite mclaile da
'tlt-'.'',? 'u"^.-'.'.?!, '""I -.i ,arios Tbotnaz de Aqoinu Fonseca vaa 8 -,, ui- i% h25!S Sg"T.UI:! ":1 r :n''" Vi 'l" n- ,''' '"i!"l'1;" i""l,r- nta la, po'.s erlcuce a Irn, .seo !,
;;-^:^^c?S:h!:!::: v o Rio de Jn.cira. fj- '' "-*
- Mam el Francisco d i Sil/a FrtzSo, faz
: por haver outru de igual n te,
e encarnada, e outro rosa e verde 2; csa-
las com suas estolas e manpulos sen :o un.a
branca e encarnad e outra rosa e verde -2;
cii dos.2; eorporaes 4; caitx de prata 1;
colher do prata i; caslicaes do madeira cin-
ta .!os '
los Ul
Vai seguir com muila brevidaie, por ler
parto de seu carregamento prompto, o br-
guc nacional Mana Preciosa, capito Fran-
cisco Mves Ueira; para carga o ros,
escravos afrete, para os quaes lemexcel-
o branco 12; cusa de prata para San- lentea commodos: trata-se como seu con- liva, para
os 1 ; commoda grande para guardar signatario Francisco de Paula Figueira de
ia -
ova
mais que nao estiver disposto I sal I
. i. -sn "ora m dijtite | r Ma-
noel Franc seo da S:i. i- rres.
-- Precisa-se de uma ama forra ou ca -
servico de urna cisa de familia
*lff pt,in tfSStW: S?"em ^ -o Aofio i K: ; :; v :,, ^Z^^.
ca da Boa-Vista, sobrado n. 10.
[^elittaria (te
... u Si -ia: ruto, no M-i-
r i ).
\ i isilo d si i '*
'."i do Ilecife n. 3 i
trio. le, ijiiin ii .
. ..
CO nodo .c (ao .:n ...i : i i]' ."i.i i-r | ll-
AVISO
t\n ferreiros.
I". POIRIER..Ai noda Boa-Viala
Ten" pata vender, a votatasV
| ii ador:
CARV 2 PEDRA
primeira qualidado, ;:"i "''';"
modo.
I ...;,' ;'i-- :'!..
i-.,i cobre velbo : ao V i tan Ik .
I.. Vuior ni .'ia d" :. i
Ida ii.-i, e na lue.-nia Inri iu,."..), cm santo
I Amaro.

ILEGIVEL




UlAHlO l)K PERNAMBOO SABIADO 2(1 I)F. JLNIIO DE 1857.
CGISLT0R10 WM OPATHICO
DO
Onde cachara scinpre os mais acreditados medicamentos, tanto era tintaras como
eni glbulos, e preparados cora o maior escrpulo e por precos bastante- commodos
PltEgoS FIXOS.
Botica de tubos grandes. .
Dita de 24
Dita de 36 i> o .
Dita de 48 >
Dita de 60 d .
Tubos avulsos a......
Frascos de tinturrademeia onga.
Manual de medicina homeopathica de Dr. Jabr com oic-
cioncrio dos termos de medicina
Medicina domestica do Dr. llenry .
T.atamento do cholera morbus .
Kopcrtorio do Dr. Mello Moraes .
-----------------------x---------__________________
10/000
153000
20CO00
2550U0
308000
10000
25000
205000
lOrooo
2/000
6*000
s PEORAS PHECIOSAS- <
a Aderecen de btiHuntaa, .
v iliamanle e perolan, pul- >
Wirai, alfinetes, briuros S
& u ruzelas, bole e anueis ...
'le diflereiUts eoslos c da *
J iliveraas pcdrai de valor.

Compram, vendera oo '$
Irncam prala, uuru( bri- ?
. Iliantes.iliainaoles e pero- *
laa, e oulras qoaequr .<
jciasde valor, a diuheiro
uu por obras.
lOkKA flA&TE.
LJ* 91 6URIVE
Ra do Gabaga' n. 7.
Recebem por to-
dos os vap; res da Eu-
ropa asobrasdo mais
moderno gosto, tan-
to de Franca como
*>' OURO K PBA'I A.
_
, Adererot completo? da ;'
ouro, meios ditos, pulsei- j*
fj ras, alfineles brinco e '>
!j,' rozelas, conloes, Irancel- %
w lin, medalhas, Trrenles <
5 e enlejes para reluci, e jj
5 oulros muitos objaclos de S
>. ouro. '>,
Aparelbos complelos de *
A prala para eb, bandejas, -'
>'. salvas, eaftieaes, colheres s:l
i- de sopa e de cha, e mei-
| los oultos objeclos de *
. prala.
de Lisboa, as quaes vendem por
|>re#o eommodo como costuniam.


5oeo^^
I DEKTIST FRRCEZ.
Jl Paulo .iiijiiou deulisla, ra Nova n. 41 : Jg
na inania casa lem agai e pos denlrilica. @
JOIIN GAT1S,
corretor geral
K AUENTE DE I.EILO'ES COMMERUAES,
n. 20, ra do Torres,
I'KIMEIRO ANDAR,
Jpraca do Corpo Santo
KECIFE.
SEGURO CONTRA FOSO.
Companhia Alliance.
E?iabalecida cm Londres, em marco de 1324.
Capital cinco milhes de libras esterlinas.
Saunders Brothers & C., tcm a honra da in-
foraar aos Srs. negociantes, proprietarios da casas,
a quem mais convier que eslao plenamente au-
torisados pela dita companhia para efectuar segu-
ros sobre edificios de tijolo e pedra, cobertos da
lllia e igualmente sobre os objectos que contiverem
os mesaos edificios quer consista era mobilia ou
r (anudas a qualquer qualidade.
i i ,' -- *-2> w V-x*.- ... <..-^? -c- ...
flto Danvata da malri/. da Koa-Viila a. 86, ;',
i';'i aniola-se luda a qualidade de obra de cor- .'-'.
4.> le, assim como liiupam-se ferros de ciror- *M
-*,,- 2ia de loda a qualidade e botam-se ouvi.li.* f-T;
... em espuifuirdas : na mesma veudem-se e .'
j' alugam-ve bichas, a 'y applirara qualquer hora.
&@&s?&@ @@@&
O Dr. Ignacio Firmo Xavier faz publi-
co, que rnudou sua residencia para o seu si-
lio na Passagem da Magdalena, que lica ao
norte da estrada entre a ponte grande e a do
<:iora-ine'no, c ahi tcm preparado una
casa de saude com todos os commodos para
o tra lamento de cscravos, cujos sunbores
resillara lora da prac.ii, ou 'que nio os pos-
sam curar era suas proprias casas : quem
para isto quizer-se utilisar de seus servidos
mdicos, que serao desempenbados com o
maior zelo, dinja-se ao pateo do Carmo n.
9, primeiro andar, ou no referido sitio da
Magdalena. Prego2/000 diariosexceptu-
ando conferencias, sanguesugas o opera-
oes.
33 i^iS -""'-""--' ; '-
mandam-se ''
'*- -..* T -..-'.V? -i- .i .
olo-Formoso.f
^J O Dr. Jo3o Honorio Bezerra de Mene- ??
f,? s, medico pela KaculJade da Baha, lem r_[;
rtj filado sua residencia na cidade do Rio-Kor- :;
^., moso, e de novo efl'erece neus serviros lo- %
':> das ai pessoas que o Lonraiem com sua con- '<&
anca. ^
Atteuco
o
It. C. Yates & Companhia: estabeler.idos
no Rio de Janeiro, na ra do Hospicio n. 40,
vendo um annuncio publicado em urna das
folhas de Pernambuco pelo Sr. Bartholomco
F. de Souza, prevenindo ao publico que o
verdadeiro sarope do bosque so elle he
quem vende,prevenirnos ao mesmo publico,
que o nusso xarope he remettido do Bio de
Jrneiro pelos cima proprietarios ao Sr.
Manoel Alves Guerra, e este senhor fez o de-
posito para ser vendido na pharmacia do Sr.
Jos da Cruz Santos, na ra Aova n. 53, ni-
cos por nos autorisados para venderem o
nosso verdadeiro, e mais prevenimos aos
senhores consumidores, que ha perto de 5
a;mos os rotlos collados as garrafas s3o
assignados por Henry Prins, como procura-
dores dos cima proprietarios. Rio de Janei-
ro 13 de Janeiro de 1857.
>.? silva hamos, medico pela un- :;:
f'.. versidade de Coimbra, mudoa sua residen- Jvf
-.' na da ra do Caboga para a roa Nova n. W
:. f 89, sesoudo andar, sobrado do Sr. I)r. Nel- ( -
- lo, e ahi conlimia a receber, das 8 s 10 X
/.* horas da manliSa, e das :i a 5 da (arde, as '
:,? pwioai que o queiram coniulur. i
Previne-se a qualquer senhor de enge-
nho que precisar de um boni administrador
solteiro, sem familia, de. antes de annunciar
.sua residencia, dingir-se ao aterro da Boa-
Vista n. "0, taberna, que achara pessoa com
quem tratar.
KiO&QO O s>3-3GOG@
O O r. Kihciro, medico, de vol- ^3
% tadesua viagema' Europa, con-
3 tinua a residir na musira casa da %}
O ra da Cruzo. 1H, onde|>odeser Q
f.' procurado a qualquer hora.
COMPANHIA PERNAMBUCANA.
Os senhores acciounlas que lomaram novas acrOes
desla euipreza e que salisfiieram a primeira entrada
le ;|0 por cenlo, sao convidados a realizar a segun-
da prolacao igualroeuie de 30 por cenlo al o da :ll)
do crrenle roez de jonho : no etcriplorio deAnln-
nio Marques de Amorim, lliesoureiro da companhia
na ra da Cruz n. 45.
BANGO DNIAO-COMMERCFAL.
Urna das lisias de subscriptores esta' e\-
[losta na salla da Associacao Commei-cial,
ate o dia '20 deste me/. : os pretendentes
( pois nao podoin ser procurados todos)
queiram dirigir-se a rcesmi salla, das (J
horas da mahSaate as ."> da tarde.
Antonio] da Silva Guimaraes, avisa a
todas as pessoas que possuem cautelas frac-
cionadas peio annunciante, e que estejain
premiadas, que apresentem para sor pagas
no prtzo de 30 das, contados deata data :
lindo oqual prazo, requerer desoneiiiifio
na thesouraria. Recife 4 de juoho du 185"
Antonio da silva GuimarSes.
guarda nacional.
Continua a estar a ven la o manual da
giH rda nacional, o colle^So de todas as
luis, re0'ulaine:ilos, ordens e avisos concer-
nentes a mesma guar !a, relativos, nao <>> ao
processo de qualiGcaco, recurso 'c revista
ele. etc. etc., senio a economa dos cornos,
josanisaeSn por raunici; i.,s, batalbOcs, com-
panbias com mappas, modelos etc. etc.: na
iua de S. francisco, deposito a. 6, onde cn-
r ontiar ja enea temados.
(> l>r. Das Feroaodes, medico, deve tei g>i
i prveorado do hoja em dianle, no primeiro ';'
:. ;- indar do nbrado da ra dos Qaarteis, .'3
, uavena .|.,s Croua, cuja entrada be qaiii ".
'.;; em frenle ilr. botica do >ir. Pinto. i''-'
^'-.........., VJ .. ........... .;....:
Precisa-se Oe um caixeiro que tenha
bastante prtica de tahcri.a : no pateo do
Terco 11. i.
Grande sor t-
menlo.
Aterro da Boa* isla n. 8,
defronte da boneca
Jos Joaquim Gon?alves da Silva faz ver
aos seus freguezes que recebeu boje tres
facturas grandes, sendo urna iugleza, urna
franceza e urna portugueza, contendo um
grande sortimento de gneros de molhados,
os quaes vende muito barato, bocetas com
docee pera proprias para presentes, marme-
lada era latinhas de todos os tamanbos,
quartos de marnu-llo, massa de tomates em
latinhas de 1 e libras, toucinho de Lisboa
muito novo a 12; a arroba, chouriras a 153
4 arroba, presuntos para o cozido ou assado
de Lamego O a 600 rs. a libra,presuntos para
hambre inglez, queijos londrinos de 5 1|4
libras muito frescaes, conservas nglezas,
sal refinado fino, lalas de bolachinlia de so-
da, ditas doces de todas as qualidades, tanto
em porcao como a relalho, concervas ali-
menticias de Lisboa, latas, meias, e quartos
de sardiuhas, linguados, salmonete em latas
grandes e pequeas, cvala, peixc espada,
vinho engarrafado de tudas as qualidades,
o mais superior que ha no mercado, vinho
afamado champagne, cha perola, uxim e
hysson, ameixas francezas em lainhas de 5
e 10 libras, arroz carolino, dito inglcz, dito
do Maranhao, tanto em saceos como a rela-
lho a 38 a arroba, manteiga lina de todas as
qualidades, e inuilos oulros gneros linos,
que vista faz f, e nao se engeita diuheiro
Lotera
D.V
provincia.
O abaixo assignadn ven-
de bilketesgarantidos, pe-
ios precos abaixo notados,
sendo da quantia de cen
mil ris pura cima, a i-
nheiro vista, em seu es-
criptorio, na roa da Ca-
deia do Recife n. 50, pri-
meiro andar.
Hillietes. 5JJ400
Meios. 2.S700
Quartos. I 350
P. .1. Layme.
Mara Martiniana de Campos eOliveira,
ex-prolessora do collegio das orphSas, ob-
tevo licenga do Lxm. presidente da provin-
cia, para abrir aula particular para o sexo
feminino da instruegao elementar, que se
d as escolas publicas do primeiro grao, e
na qual se propoo ensillar as materias desig-
nadas na lei; e por isso faz publico aos pas
de familias, e a quem mais convier, que ja
deu principio ao eusino desde o mez de maio
prximo passado, no sobrado no pateo do
Carmo n. 9, casa do sua residencia, onde tra-
tara das condicoes relativas a adraiss3o das
tambera recebo pensionistas e
Saca-se qualquer quantia vista ou a
prazo, sobre o Porto, pelo prximo vapor
Medway ; na ra do Trapichen. 40, cscrip-
lono de ih: do Paria.
-^: Joanna do Rosario Guimares t'-"*
;. Machado faz puhlico, pie desde @
2 Janeiro deste anno, deu sociedade ';-
i' a seu Slho Joaquim Lopes Hacha- C)
i' do, no seu estabelecimento de pa- ';-
;'! daria, da na Direita n. S2, Qcan- ;''-
; do a casa gyrando sobre a firma '.':
Q de Viuva Machado Si Filho- C'-
Aluga-sc oarmazcm da casa da ra da
Guia n. 64 : trata-sc na mesma, no segundo
andar, ou na ra da Cruz n. 35, primeiro
andar.
O lllm. Sr. Joaquim Borges Carnei-
ro tcm nina carta para llie ser entregue
era m&o propria : no largo da Asse'm-
blea n. 12, primeiro andar.
No largo do Terco, secundo andar n.
1, da'-se dinheiroa premio sobre penho-
res de ouro ou prata.
No aterro da Bna-Vista n. 20, faz-se
comer para fra, sendo no almoQoch, caf
esolido, no antar6 pratos, doce efructa. e
a noito cha e caf, para urna pessoa por 3oy
rs. mensacs, e se faz com muita limpeza e
presteza, mandando-sc levar a dita comida
a lempo ea horas. Declara-se que a casa he
na loja do mesmo numero, e a entrada pela
parte do deiraz ; e na mesma engomma-se
cora presteza.
p Dr. Ribeiro, an M. I). h\ lbe
Q HarvardDniversityatCambridge, v.':
Z':'i Mass. U- S. Member o foreign }5
[3 medical societies; etc., opon bis ;';
'.]'i retnrn from Europe continues lo f^
!'3 resille n the same bouse, ra da '5
Cruz n. ir, wliere lie solicits a O
Qfi cll ("rom the American, Germn, &
Q- and Englesb communitv, shoulil -;';-
0 his services be des'ued. Special ?$
-'.'_. nttenlion is given lo chronic di- '"
ii> sease. ()
-;'5 Frencli Spoken. 8j
.v-.-^r". ",.".tos:' r-x r-.-.-'..-.re sia
vr^arXSfxiy'^ ^... -.* .-..- .. .>'^y
AFER1CAO'.
Faz-sesciente a quem convier, que o ter-
mo marcado para as revisoes, termina no
ultimo do corrente mez : os senhores que
nao estilo com seus estahelecimeiitos revis-
tos, queiram dirigir-se a casa da afori^ao,
no pateo do Terco n. 16.
Manoel l.uiz de Camino, subdito por-
tuguez, retira-se para a Europa.
- Quem quizer comprar a nova pauta
das alfandegas do imperio do brasil, que
devp ter o principio da sua eXecuQo do 1.
de julho do corrente anno, cntenda-se com
o porteiro da alfandega dosla cidade ifta
mesma alfanlega>, quea tem para vender
a 10r000 cada urna, por ordem do the-
souro.
- O Sr. John Bayliss c sua senhora rcti-
ram-se para Europa.
- Precisa-se alugar um preto ou prela
para pouco trabalho de urna casa : na ra
.Nova n. 60.
sobrado queima lo, vende-se superior man-
teiga ingle/.a a G40 rs. a libra, velas do BS-
permacete a 720, c oulros moitos gneros
baratissimos, avistado sua qualidade.
..
o
QUE ESTA QDE1MAHD0
reguica
COM DILTGENCI/V.
Na loja do Preguica, na ra do Oueimndo,
esquina do becco do Peixe Frito n. 2, ronli-
nu'a a vender-so muitas e diversas fazen'las,
por precos baratissimos, entre ellas ram-
braias francezas, padrOes novos e cores li-
xas, pelo baratissimo prego de 48o rs a va-
ra, ditas de cordo minio linas a 500 rs. a
vara, cassas francezas muito finas e de pa-
drees o mais moderno que ha no mercado a
640 a vara, chas francezas de lindissimos
padroes a 280 e 300 rs. o covado, mussulina
branca o mais lino que he possivel a 440o
covado, dita do cor a 340 o covado, corles de
casemira de cor de lindissimos padroes o
superior qualidade a 6? cada un-, cortea de
brim de puro linho de lindos padroes a
2>400cada um. ditos de dilos a -2, ditos de
algodio a 15360, ditos de cutira ne lindos
padroes o muito encorpados a 1/600 cada
um, lencos de cambraia para miSo a 120, di-
tos mais finos a 220, pegas de bretanh de
rolo de 10 varas a 2-5 cada uniB, chitas escu-
ras de diversos padroes c cores fixus a 140,
160, 180 e 200 rs o covado, e a peca a 5, 6$,
6;500 e 73500 cada urna, cobertores proprios
para escravosa 700 rs. cada um, gravatas de
seda de lindos padroes a 19, ditas pretas de
setim a 1-280, ditas de cores em outro gos-
to a 700 rs. cada urna, luvas de seda de to-
das as qualidades para homense senhoras,
lencos de soda de bous gustos, gangas mes-
ciadas de lindos padroes a 600 rs. o covado,
c tes de castores de bonitos padroes a 15
cada um, camhraias lisas finas a 45500 cora
10 varas, ditas ditas muito fins a 69, e ou-
tras muitas fa/endas que se deixam de
mencionar, e se venderao por baralissimos
pregos, e se darao amostras com penhor.
o o
UC1JOS.
'0*8t*MH*&
Ossos
Na ra da Scnsala Velha n. 116, comprsra-
se ossos de hoi.
Compram-su trsv^s de 25 a 35 palmos
de coniprimento, e palmo de grossura : na
livraiia da prsca da Independencia n. 6 e 8
Compra-so efleciivamenle na ra (tas
Flores n. 37, primeiro Midar, apolices da di-
vida publica e provincial, acedes das compa-
nhias,e da-se diuheiro a juros, em grandes!
e pequeas quautias, sobre peuhores.
----Conipram-se borrado vinlio que nio
tenha mistura d'agua: na roa da enzala
Velha n. lio, deposito de bebidas espin-
uosas.
Compra-s una duzia de colheres de
prata, propria para s.ia, e nutra para all :
quem precisar vende-las, dirija-so a ra do
yueimado, loja do fazendas n. 20.
Compram-se dous escravos proprios
para o trrico de sitio, c que sejam sadios e
fortes: para tratar era S Amaro das Sali-
nas, casa de soorado junto a igreja do mes-
mo, ou na ra da UoiSo, casa onde csteve a
typographia.
Compra-se urna morada de casa, e que
os chaos sejam proprios, c at a quantia de
50O0OOO : quem quizer vender, eulenda-se
com Jos Antunes Guirnares, na Soledade,
ou na ra de Apollo, armazem do Sr. Barbo-
sa, que dir quem a pretende.
Attencao.

Compram-se dous globos gcographicos,
porcmem bom estado : quem o tiver, diri-
ja-so a botica da praca da Boa-Vista n. 24,
ou na falta annuncic.
Compra-so urna bomba de ferro para
cacimba, em bom uso : no paleo do Tergo
n 40.
Francisco Jos Germano, relojoeiro na ra
Nova n 21, faz sciente ao publico, que alm
do grande sortimento de relogios de todas
as qualidades, e objectos j annunciados,
'!uo acaba de receber pelo ultimo navio um
rico sorlimento de caixas d* msicas cora
as pecas ns mais ricas que tem apparecido,
inclusive as do trovador.
Venrie-se urna cscrava erioula, bonita
figura, deidade 20 anuos, com boas habili-
dades, eso $ vende para o malo ; urna ex-
cellente mulata de idade 25 anuos, com boas
habilidades, urna linda erioula de idade de
II aunos; urna boa cscrava quecozinha, la-
va c vende ; urna cscrava erioula, boa en-
gommadcia c cozinheira, de idade 20 an-
nos : na ra de Aguas-Verdes n. 46.
A o barato.
Na ra doQueimado n. 6.
Vendem-se chitas de cores matisadas c fi-
xas a 160 o covado, ditas francezas de muito
bonilos padroes a 260 o covado, cassas fran-
cezas de cores a 400 rs. a vara, ditas de co-
res matisadas a 500 rs. a vara, ditas muito
linas miu :inhas a 560a vara, lencos de cam-
braia de linho, finos, proprios para algibei-
ra a 35400 a dazia, laa para vestidos de bo-
nitos padroes a 64o o covado, corles de brim
pardo de linho a 1j600, dilos >*e ineia case-
mira de cores a 3} o corte, casemira prela
muito lina de iluas larguras a7/ o corte, e
muitas cutras fazendas que se vendem por
menos de seu valor.
Vendem-se superiores queijos Irancczes e
bamborguezes, os mais novos que ha no
mercado, pelo preco do ljlio rs. : na ra Di-
reita 0. s.
LUYAS BE JOOYIN.
Constantemente acharSo na loja do l.e-
conle, aterro da lloa-Vista n. 7, as verdadei-
ras luvas da Jouvin, de todas as coies, igual-
mrale ricos penles de tartaruga da ultima
moda.
CHPEOS A TAMBERLIK
Do atojado fabricante
Pimieaii de Pars.
Acabara de chegar pelo ltimo paquete,
os xupra mencionados chapeos deste ata-
niado fabricante, e vende-se na loja de
4 poi tas, da ra da Cadeia do Kccifo n.
4S, de Narciso Mara Carnciro.
Vende-se queijo do f-ertao
a 480 rs. a libra, manteiga ingleza a 640,
queijo do reino a 19500, 1560o e 1/900, fari-
i.ha do reino a 120, gomma a 100 rs., lingui-
i,a do reino a 400 e 640, vinho do Porto en-
garrafado a 15000, dito de Lisboa a 560, ba-
uba de porco a 520 : as Cinco I'ontas u. 21
Arados i*1 Ierro.
Na fundidlo de C. Slarr & Companhia, cm
Santo Amaro, acbam-se nara vender arados
de ferro de um modello e conslrucc5o muito
superiores.
Venda de
pianos.
Vendem-se muitos lindos e exceltentes
pianos, ebegadot ltimamente de llam-
burgo, ccom lindos retratos no frontes-
picio : na ra da Cruz n. .">"), casa de J.
Keller & C.
A \O^OOO
Vende-se excellentc cera de carnauba do
Aracaty, c Assu', de una sacca para cima,
escolhendo o comprador a sua vontade, pe-
lo indicado preco de 10/a arroba : no ar-
mazem de I). It. Andrade & C, ra da Cruz
n. 15.
seis portas
almonas
meio-pencioiiistas.
A cidade de pa-
rs.
RA DO CRESPO N. 4.
J. Falque participa ao rcspeitavel publico
e com especialidade aos seus freguezes, que
acaba de receber pelo brigue Fernando lti-
mamente cliegado, um grande e variado sor-
timento dos objectos abaixo mencionados
Capas e sobreludos proprios para invern.
Casacas e sobrecasacas superiores.
Palitos de panno e de casemira, pretos c de
cores.
Ditos de merino setim muito finos.
Dilos de alpaca prcta o de cores com golla
de velludo.
Dilos de brim branco ede cores.
Golletes de velludo de todas as cores.
Ditos de gorgurao idem idera.
Ditos de selim preto.
Dilos de casemira de cores.
Ditos de brim branco do linho.
Calcas de casemira pretas e de cores.
Ditas de brim branco de linho.
Chapeos para cabeca. de castor, pretos e
brancos.
Ditos para dita, de molla,
sapatos de borracha.
Malas e saceos de tapete para viagem
rumos elsticos para luto.
lodos estes objectos se venderao mais ba-
rato do que em oulra qualquer parto.
4.1
to:
W'&d.
i SAL DO ASSU
I a bordo do hiato Novo Olinda.
Velas de esper-
macele.
Vendem-se caixas rom 25 libras de ve-
las de ( em libra, a' preco eommodo. em
casa de Isaac Curio & C.t ra da Cruz.
n. i).
Aviso aos sen llores de en-
genlioedones de ofli>
cias
Vende-se bolacha americana a 100 rs. a
libia : no pateo do Terco n. 21/. dito da Pe-
nha n. 10. Tambera se vendem cartas de
traques a -280 rs. a carta.
Vende-se
em casa de S. P. Johnslon & C, ra da Sen-
zala Nova n. 42, o seguinte : arreios para
carro, sellins para hornera c scnbora, can-
diciros e castces bronzeados, raquetas pi-
ra carro, chicotes de carro e do montana.
Fareilo
Vende-se superior farelio vindo de Lisboa
ltimamente, em saceos o por barato preco :
na ra do Trapiche, armazem n. 7.
relogios de pa-
tente
inglezes de ouro, de sabonetc e de vidro :
vendem-se a preco razoavel, em casa de
Augusto Cesar de Abreu, na ra da Ca-
deia do Itecife, armazem n. 10.
Algodao moDStro, lie pe-
chincha.
Vendo-so algodJo monstro com 8 pnlmos
de largura, proprios para toalhas o leucoes,
pelo diminuto preco de 600 rs. a vara : na
ra do Oueimado u. 22, na loj da boa f.
I

Era casadeltabeScbmettau fcCompanhias
ra da Cadeia n. 37, veudem-se cigame,
p;rnos do afamado fabricante Traumann de
Hamburgo.
Vende-se superior linhas de nlgodao
brancas, e de cores, em novcllo, para costu-
ra, em casa de Soutliall Mellor e ('.., ra do
lories n. 38.
TA1XAS PARA ENGENHO.
^ fundipao de ferro de I). W. Bowman u
ru chISrum, passando ochafariz, coniinaha
deiumcompletosortimcrloda taixesdeferrofun
vi.io e balido de 3 a 8 palmos de bocea, as quaas
acr.am-se a venda,por apreso eommodo com
aioniptidio: embarcara-soucarragaai-sa mear
ro sem,:cspe2a ao comprador.
iSeliins e relegios.
SELLIKS e RELOGIOS de patale
ini:le/. : a \cnla no arniat*aa de
ftuslron ltouker o Comp-inhia, es-
quina Jo largo do Corpo Saulo nu-
mero 48.
NA FUNDICAO DE FERRO 1)0 ENGE-
NIIEIRO DAVID W.BOWMAN, WA
RA DO BRUM, PASSANDO O oIlA-
FAKIZ,
ha enipre on ;rande sorimenlo dos joclos deinecliaunniosproprios paraein.eiilios.asa-
lier : moendase meias moendas, da mais moderna
conslruccao ; laixasde ferro fundido e balido, de
superior qualidade e de lodosos lmannos ; rodas
dentadas para acua ou auimaes, de toda as propor-
Cites ; crivosc horas de lornalha e resislros de bo-
eiro, acuilhocs. bronzes.parafusos e cvilhoes.moi-
nhus de mandioca, ele. ele.
NA MESMA FUNDICAO.
se exeeatain lodas as eucommendas com a soperio-
ridade ja couhecida com a devid* presteza ecom-
modidade em preco.
Vende-se urna mesa de meio de sala,
um par de consolse um soplia : tudo de
Jacaranda': na ra de Moras n. 02, casa
terrea com a frente pintada de azul e as
portadas de branco.
Vcndc-sc com algum premio a quan-
tia de 900^000 cm pecas velhas : quera pre-
tender annuncie ou dirija-so a ra doQuei-
mado n. 1, loja do Sr. Gaspar.
MitO barat')
Vende-so na ra da Cruz n. 62, caixinhas
com superiores massas linas para sopa com
8 libras cada urna ; tambera se retalha em
libras, mi can 'So, lalharim, alelria a-iirt rs.
a libra, caixinbax com ameixas de Lisboa,
lalas com bilacbiuhas inglezas muito linas,
ditas de soda, selaines o mclhor que lem
viudo ao mercado, presuntos e toucinho in-
gle/., latas de salraao de urna e duas libras,
ervilhas muito frescas, o oulros muitos g-
neros do melhor que se pode encontrar, e
muito baratos.
MASSAS FOSAS.
Na padaria da ra das Larangeiras n. 28,
ha um grande sortimento de massas linas,
como bem ararnta, regala, al liados, cario-
ca, soda, estrella de \VK, biscoito miudinhn,
.lito grosso, fatias, tudo isto pelo preco de
300 rs. a libra, Caito das melhores fa;inhas
do mercado.
COBERTORES PARA ESCU-
VGS
Na ra do Crespo n. 13, ha para vender
F.M FRENTE DO L1VKAME1NTO.
Corles de casemira com algura mofo a
qialromil rs., lencos de seda proprios para
pescoco de senhoras a dez tustOes, lencos de
retro/, msUsados de cores a dez tustOes, lu-
vas de seda pretas e do cores a cinco tustOes
o par, cambraia lisa s dous mil rs. a peca, c
era varas a pataca, cambraias com flores sol-
las e muito linas a duas patacas a vara, cas-
sas com floroes r-ara cortina los a t'es mil
rs. a peca, e a sello a vara. A loja est aber-
ta das 6 lloras da raanha s 9 da noite.
AO BARATO.
Na loja dos qualro cantos da ra do Ouei-
mado n. 18 \, esquina que volta para o Co-
sario, vendem-se superiores chapeos bran-
cos do castor a 9-3000, cortes de casemira
preta bordada a 6^, ditas de cores linas a 6/,
ditas com toque de avaria a 45500, cassas de
cor a 160 e 200 rs. o covado, cortes de rolle-
tes de fuslSo a 500 rs., riscado francez a 200
rs., arr. completo sortimento de palitos do
alpaca prela e de cor a 47000.
l\Ta loja
das seis portas
En frente do Lvratiietito
Cassas pintadas a mela pataca o covado,
riscados estreitos a quatro vintens, riscados
franceses escuros a raeia pataca, cortes de
vestido de cassa com dous e tres bailados a
cinco patacas, saas brancas bordadas a dous
mil rs chales de cassa brancos com llores a
sello, p-oprio* para trazer por casa.eoutras
muitas fazendas que vende por lodo o preco
para acaiiar. De tud'i so da amoslra, levan-
do penbor que valha o que se quer ver.
Vende-se uraa armado nova para fa-
brica do charutos ou para outro qualquer
estabelecimento, na ra da Lingoea n. 3 :
quem pretender dirija-so a mesma fabrica.
Vcnde-se um palanqun) era bom uso,
por preco eommodo : na ra Direita n. 3.
t'or b trato preco vnde-
se grande sortimento de fazendas, na ra do
Uueimado u 41, loja da esquina do becco da
CongrcgacHo :
Chitas francezas finas, ricas cores,
covado 240
Chales de merino bordado a velludo 148500
Costes de cambraia de seda molernos 55500
Chales de marin bordado a relroz 8-3000
I-icos corles de velludo para colleles 6?500
Fil de linho liso mullo lino, vara 900
Cbally de quadros e seda, covado 850
Hilo liso, ricas coses 750
Pecas de cambraia transparente de
6 l|2 varas 5-")00
Cortes de casemira, ricos padroes 3.3OOO
Chales de merino preto linos 4^500
l.-ncos do seda, rica estampa o linos 1>:>S0
Hilos de cassa para m3o 20o
Ditos de cambraia de linho linos 400
Cortes do casemira bordados para
colleles
ie
Deposito
rap princeza da fabri-
1,
ea ae E. Gasse, no i\i'
de Janeiro.
Vende-so a preco eommodo rap fino,
grosso o meio grosso, da acreditada fabrica
cima, chegado pelo vapor S. Salvador ; na
ra da Cruz 11. 49.
Flauta da cidade do Ke-
cfe
Vcnde-se a planta da cidade do Recife e
seus arrabaldes, fcila pelo Sr. I)r. Jos Ma-
mede Alves Ferreira, por seis mil rcis : na
livraria n. 6 e8 da praca da Independencia.
Atappa das distancias d
provincia.
Na livraria n. 6c 8 da praca da Indepen-
dencia, vende-se o niappa das distancias
das ditlerentes villas da cidade entre si, e
rehilo a capital da mesma, a mil res.
ASgodaozinho da aliia
para saceos de assucar : vende-se em casa
de N. O. liiebcr ; Companhia, ra da Cruz
n.4.
N. O. Bieber ei Companhia, ra da
Cruz n. 4, vendem :
Lonas da llussia.
Idera inglezas.
liriu/.;o.
lirios da lussia.
Vinho de Madcira.
Algodao cara saceos
Jos Pires de Carvalho faz sciente ao rcs-
peitavel publico, que por espaco de urn ou
dous ine/.cs estara lechado o seu estabele-
cimento na ru.i larga do osario 11. 46, pri
meiroandar, que soacba em concert. O
mi sino recommenda os seus bons freguezes
que nao o desprezem.
Aluga-se uin priraeiro ou segundo an-
dar, sendo as ras seguintes t roa da Ca-
deia de Sanio Antonio, das C.-uzes, Cabuu,
Nova, larga do Rosario, pateo do Cario^
Aurora, aterro da lioa-Vista, cora boa vsi-
nlianca, e que S0U sluguel nao exceda a 300?
rs a tratar na ra Muva, botica 11. 53.
Domingos Jos da Cunba La"os,
rom padaria na ra da Senzalla-Nova n.
30, avisa aos seus freguezes, que continua
a tero melhor sortimento das bem co-
nhecidas massas linas doces, e que alm
dessas tem superior lilo italiano, inglez,
lieijos de freir e superior lilo suvado,
o irual lie mais barato que o denomina-
do San-Joao, e vende tanto em porcao
como a relalho, por menos do que em
otitia qualquer paite.
urna porcao de cobertores escuros, pelo ba- Ditos de grogaem borJados, lino^
ralo preco de Gi0 rs.
COM PEQIEM TIHIIE DE AVVM.V
A ul.MIc.lKO
Pecas de madapolSo lino, ditas de algo-
" dSozinho liso muito encorpado, ditas de li-
to trancado e largo : vcnde-se na ra do
'.res o, lnj'i da equina qucvolli para a ra
da (.a lei 1.
Vende-se urna cscrava erioula, de 22
annes de idade,-seni vicios nem achaques,
com uito bom leite, e cora una linda cria
mulatinba de idade de um mez : na ra do
Crespo, luja de portas n. 3, se dir quem o
o motivo por que se vende.
Esta importante obra de direita commer-
ci.il, acalla de ebegar a livraria Universal, da
ra <:o Collegio n. 20, e vende-se a diuheiro
a vista por 30/, ha poUCOS exemplarf-s.
0/400
9/000
hales de merino liso, franja de relroz 4s000
ar-se-hSo as amostras, deixando penhor.
Vende-se um cavailo para Cabriolet, o
qual he muito manso, c bom trotador: na
ra da Amura n 30.
--- Vende-se no principio* da Estrada Ao-
va, ao passar o sobra.lo grande, urna casa
terrea detaipa,cubera d-' telba, comgara-
peia, cunt ndo 2 salas, 3 quartos, cacimba
de lijoio, e quintal plantado : dirijam-so a
mesiin casa, a fallar cora o dono : cuja casa
he a segumla, passando o dilo sobrado, o do
inesino bdo.
de assucar
Foi transferido o ileposim de^le tarop para bo
tira dejse da Cruz Santos, ama Novan. 53'
garrafas 5*500, meias3oOOO, sendo falsa lodo
aquelle que naofor rendido ueste deposite,palo
quesefa/. opresenli aviso.
IMPOSTANTE PARA 0 Pl'BLICO.-.
l'ara eurade.plil>sica em Joilososseurditlfren
leegrioa, que i motivada por conslipafOOs, losse
allinia.pleuriz.escarros desancue, dorderos-
lados e peilo, palpilarono eorarfio.roquelnrhe
hronrliile, dorna garyaula, e todas aimolestia
dosorgao pulmonares.
Sao muito finms
e d- amito bonsgostos,
Mussulin>s muito finas, matizadas com
lindas cores, de padroes muito bonitos c
iuteiramenie notos; vendem-so pelo dimi-
nuto prego de 560 rs. o covado : na ra do
Queimado n. 22, loja da boa fe.
Vende-se cal de Lisboa ltimamente che-
gada, assim como potassa da Itussia verda-
dera : na praca do Corpo Santo n. 11.
NA LUJA
da boa fe,
ve nd
t se multo burato
nauao Riassa
venie-sc no
J chegon o sabSo rraiSsa, c
armazem de llanos Silva.
Relogios.
(Is melhores relogios do ouro, patente in
glez, vendem-se por nrecos tazoaveis, no
-.scriptorio do agente Oliveira, ra da Ca-
deia do Kecil'e n. b2, primeiro andar.
Pennas de ama, cera do ahclba e de
carnauba.
Na ra da Cadeia do Itecife, loja n. 50, de-
froule da ra da Madre de lieos, ha para
vender os gneros cima, recentemente dra-
gados, por precos razoaveis.
Agencia
da fundicao Low-Mocr,
ra da Senzala Nova
u. 41.
Neste estabelecimento continu'a a have
um completo sortimento de moendase meias
moendas para engenho, machinas de vapor
e taixas de ferro balido e coado de lodosos
taniaiihos para dilo.
Moinhos de vento
com bombas de repuxo para ret;arlior aseba
xa de capim : na undiro de U. W. Bo wmai.
ua ra do lirum ns. 6 S e 10.
Era casa de Saundors Brothers C. praj
do Corpo Santn. 11,ka para vsndaro sa uinla
ferro iiiglez.
Pila da Suecia.
AVlcatro de carvao,
Eonas de linho.
Esponjas.
Drogas.
Algodaolizopara saccas.
iioeiilrau'rado igual ao da Baai
E um coaplelo sortimento de fazendas proprio
para j i mercado tudo por proco eoraraodo.
iOisflOS
oy rape.^iTaru
cobertos e descobcrlus, pequeos e grandes,
de ouro patente inglez, para bomem e s-
nbora do um dos melhores fabricantes de
I Liverpool, viudos pelo ultimo paquete lo-
l glez : cm casa de Soulhall Mellor & C. ra
Colchas do damasco pelo diminuto preco
deOjiiO, ricos pannos para mesa a 3?, atoa-
Ihado adamascado com 8 ramos de largura
a 1^600 a vara, mussulina branca muito lina
a 500 rs. o covado, ditcs de cores de padroes
bonitos a 320 o covado, chitas francezas
muito linas a 320 o covado, biira branco de
puro linho a 19440 a vara, dito pardo tran-
cado tambera do puro lmbo a 1;280 a vara,
ganga araaiella n'uiloliuaa 3:! o covado,
candilaia muito lina com salpicos brancos e
de rores a l-> a vira, alpaca prcta fina a 640 o
covado, canlo preto muito lino, fazenda su-
perior e propria para vestidos de luto a 960
o covado. panno lino azul a 3 o covado, dito
muito lino a b, dito preto muito lino a 51,
dito muit i superior a 6s, dilos verde escuro
e cor de cale muito supeiiores a 6?, cortes
de casemira prela, fina, para calca, com lis-
Ira bordada a 10?, cortes do gorgurao de
seda para collete a 2/, ditos de casemira
preta bordada a 6->, fustao branco muito fi-
no a St o covado cortes de cambraia preta
com 7 varas, pelo diminuto preco de 2- cada
um, ditos de dila branca com salpicos de
cores, tambera com 7 varas a 2c240, sarja
preta hespanbola a 2o o covado, grosdena-
ples de cores a 1#800 o covado, setim preto
lavrado muito superior a taot o covado,
gorgurao preto de seda cora salpicos, pro-
prio para colleles a 3*500 o covado, luvas
brancas muito linas, de lio de Escoda, muito
proprias para os srs. olliciacs militares, pelo
baratissimo preco de lj e par, meias pretas
de laa, proprias para os Srs. sacerdotes a
lo"20 rs. o par, ditas de laia muito superio-
res a 1SUU o par, meias de algodao cru
muito superiores para meninos a 400 rs.o
par, lencos, brancos de linho muito finos a
400 rs, diales de laa rozos e pretos, pelo
barato preco de 35, fil de linho liso muito
lino a 800 rs. avara, princeza pr.;la SM a
720 o covado, dila muito lina que rivalisa
com merino alio covado, e alera disto um
completo sortimento de fazendas de lodas as
qualidades, que se ven lem muito barato, na
ra do Queimado n. 22, na bem conhecida
loja da boa le.
Vcnde-se um sitio no lugar da Torre
muito perto desta cidade, com duas casas d
pedra e cal, e um aliccrce grande para urna
oulra boa casa, bastantes arvoredos novos
do fructo, e muito exc.ellente halan de ca-
p m que sustenta seis eavallos todo o anuo
e lica a margem do no : quem o quizer com'
piar, entenda-sc com Miguel Jos de Alm,i-
da Pernambuco, no sobradada ra de Nauta
Tliereza.
Fogo da Chin.
Vende-se logo da China, ou lia.iu*
[vulgarmente rhaiBak): na ruadalj.i/
doRedfen.nl, taberna de Fo/t.,-,,i.,
Cardos de (iouveia, ena liavessa k Ma-
dre de Dos ii. 5, urmawm de lose
.Maicellino da llosa.
Ricas franjan paracorti-
IIH(l09.
Vcndcm-sc ricas franjas de algodSo, bran-
cas o de cores, lisas o com holotas, para cor
tinados, e por preco muito eommodo : na
ra do Queimado, ua bem conhecida loja de
miudezas da boa fama n. 33.
FARELLOS DE LISBOA
em sccas grandes ; no armazem de Tas,-.
IrmSos.
Massas superio-
res.
Caixas grandes com 1 arroba de Ulharim,
macarrilo, lazenha e aletria por (9400 r.
caixas de 16 libras com pevide, estrellinha'
coulinhas etc., por 3:500 reis na ra do
Uueimado n. 35, loja de ferragens.
O melhor que se
pode encontrar.
Vendem-se as verdadeiras bengalas de
bamb' e canoa da India, Gnas e grossas,
com lindissimos casles, a verdadeua agua'
dos amantes em frascos grandes e pequeos,
ricas cnaruteiras de velludo bordadas a ou-
ro, ditas de marlim com riquissimas vista*
no gosto mosaico, gorros de velludo borda-
dos a ouro para bomem, tinta ingleza e fraa-
ceza, em caixinhas, para com a maior facili-
dade possivel marcar toda a qualidade da
roupa, excellenles binculos por seren mui-
to claros, augmentar mullo qualquer objec-
lo e atlrabi-lo muito ao perto, verdadeira
bauha de urso, de viado e de tutano de boi
lodas inglezas e com excellenles cb'iros!
afiancando-se que qualquer deslasi banha
conserva o cabello e nSu o deatrue como
muitas outraa qualidades que lia, pos d ar-
roz excedente para boituejas e comixes
assim como para amanar a pelle. e que t
vende a 500 rs. cada embrulho, diversas qua-
lidades de linleiros de novas invencOes
capachos grandes para sotas ou marquezaT
sapa tos de borracha para hornera, e oulra'
muitas qualidades de objectos, Indo muito
bom e de muilo gosln, que se vende muitis-
simo barato, na bem conhecida e acreditada
loja de miudezas da boa fama.
Sahao
O anlijjo deposito tilo no becco do Gon-
e.ilves, aima/.em n.*c (i, adia-se nova-
Uienle suppi ido di(li\eiat|riaiilida muilo sii|K-iior saLao amarelio, c\in.l.--
8 mais barato, que em oulra <|ualmi<-i
parle.
Cascos va&ios.
Vendem-se bar ns de 4.- varios nove, che-
gados le Lisboa na barca Mor .le S. M ." :
no armazem de (.rviii.. t, irm...i, na ra de
liruin, ou ua ra da i.adea de Sanio Antonio
n 26, primeiro andar.
Grande fabrica
de UttftUeos, ua ra l)i-
reita, est|uia.j :1o b< << c
8. Pedro ii. 16.
Neste estabelecimento ha eSectivasnestU
um grande sortimento de tamancos. Unto
para bomem coran para meninose senhoras.
a retalho ou mesmo em grandes porcoes,
para o mato ou mesmo para a praca, muito
em conta e a vontade dos compradores.
Vcndem-se indas comprdas e cm u
Je la de carnciro, sem costura, darga-
das de Lisboa no ultimo navio, rwr pre>o
muito eommodo : na ra do Oin-inaado
n. 49.
Mi ti iodo facliiiio.
Na li-raria da praca da Independencia n.
6 e 8, "ende-se o melhodo faciliaao- aera
aprender ler, uovameute impresso (u-
menlado, por mil reis.
Cassas france-
zas a 200 rs.
Vendem-se cassas francezas linas a ata) r
na ra do Queiaudo n. 7, loja da
nd .s c grad
s
Previne-se aos amantes da loa pilada, que
chegou no vapor S. Salvador o rap novo
princeza excedente aroma se confunde com o prince-
za do Lisboa: na ra do Crespo, loja de
miudezas ao p do arco de Santo Antonio c
No_aterro da Boa-Msta taberna n. 43, da praca i'a Independencia n. i, sondse ven-
esquina do becco dos l'errciros, defionle do | ae a lsoiio a libra.
A
itos de Rava-
ua: ven ieui-e em casa
(]emento novo
Na ra da Cadeia de Santo Antonio, arma-
zem de malcraos, por preco eommodo.
Ira lindo o variado so.tiraenlo do model-
los para mandas e gradaras, de mato mo-
dermssiaio- ua fundieSo da Aurora em .San-
to Araaro.e no deposito da mesma, na ra do
Brum.
Tachas de ierro.
Na fundicao da Aurora era Santo Amaro-
e tambera no deposito ua ra do Brum, logo
na entra !a, c defrontc do arsenal de mari-
nha.'ha sempre um grande sortimento de
tachas, tanto de labiica nacional como cs-
trangeira, batidas, fundidas, grandes, pe-
quenas, rasas e fundas ; e cm ambos os lu-
gares existem guindastes para carregar ca-
noas ou carros, livres de despeza. Us preco
soo s riis loraniodos.
.iiocntias su pe iores
Na fnndic"o de C. Slarr & Companhia, em
Santo Amaro, acham-se pai'a vender moen-
das de ranna lodas do ferro, de um rnodcllo e
conslruccao muito superiores.
o covado
estrell
IWTEIGS BARATAS.
\cndc-sc manteiga ingleza franeeza li-
na, para mesa e bolos a 960, 800, 730 1
rs. a libra, e mais baixa a 600 c 5d : na ta-
berna grande ao lado da igreja d* Soledade.
Vendem-se chouricas do reino a 40t
rs. a libra, e sendo de 8 libras para cinta e
menos porcSo a 4W>, queijos do sertSn psjr
menos preco do queem nutra qualquer par-
te : defronle da matriz da Hoa-Vi-la n. n\.
Vende-se odr|.(ito de massas ila rna
do Rangel n. 73, por seu dono ter de rcti-
rar-se para fra.
Atteoco.
Vendem-se carrinhos de urna roda pro
pr ios para conduccSo de maleriaes awra a-
ic 1 o.-, c Irabalhos de silios.assim coaao ron
certo-se e trocam-se por oulros queesti-
verem em mo estado a tratar na ra .'tova,
taberna n. 7t.
haceaa com firiulia.
Na ra do Vigario n. 33, vendean-te saccas
com superior farinba de mandioca, por siro-
co eommodo.
Perfumara in-
gleza.
A verdadeira lansatal d<- urso :
vende-se na loja de ipialio |iorUs. A-
Narcizo -Uiiia Ca in 110, ra da Oaisa
doltecile n. 48.
Sa bao barato
Os proprietarios da fabrica do Majjpiai
lera o seu deposito ua liavessa da Scuzala
Velha, 110 fundo da luja do M> Cunba h .oriiu, aonilc c.iiiluiuan a vender sal>2o
auiarclloc cinzciitu, pormems piecodo que
em oulra qualquer parle a tratar no mes-
mo armazem, ou na ra da Ciuz 11 39.
&#!
Continua a andar fgido desde 8 V
fevereiro do curenle anuo o negro de burdo
do litigue ilclampo, de nomeMarcelino. uatao i.abinda, altura r guiar, m.-cto do cor-
po, rosto cnmpndo, liarba cerrada, e cria
snissa, com falla la star tr.iballiai.do aa aatnda l
quem o pegar le*e-o a ra dn iiap
14, primeiro andar, iiip|arie de Mancwl
Alvos Cuerra,i|ue scia gi-iu-iusaientc -rjlib-
cado.
/
l'Ell.N. 111'. Ut U. 1. l'fc 1-AHU : toa;



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