Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07787


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Full Text
ANNO XXXIII N. 159
Por 3 mezes adiantados i.sOOO.
Por o mozes vencidos 44500.
SEXTA FElRi l DE JIMIO DE I8.7
Por anno adiautado I5|000.
Porte franco para o sulucriptor.
E.NCARREGADOS DA SL'BSCRIPCAO DO NORTE.
Ptrahiba, o Sr. Jobo Rodolpho Gomes; Natal, o 8r. Joaqun
I'Pereira Jnior ; Aracaty, o Sr. A. de Lemos Braga ; Cca-
ra', o Sr. J. Jote de Oliveira : Maranho, o Sr. Joaqun) Mar-
ques Rodrigues: Piauhy o Sr. Jos Joaquim Avelino ; Pa-
r, o Sr. Justino J. Ramos ; Amazonas, o Sr. Jeronvnio d.
osla.
Olale
s" tul
PARTIDA DOS CORUEIOS.
das, m (I niela asee. *l...:.
, i...!.... l-...ai.l,.. : .,. ,..;,.
11./........ ItoliilJ, Carii.irii V n
n.... P.....I'AIIhi, (Ula-rili. |...,.,
,, li.n... Iloa-Vlsu, Oai....., .. K\i
.,.,.. N.|inlt.u.|ii. |;i 1 .'oraos,,, ,
.Natal : quinta--!..ira-.
.correua pane...... iu bonilla n
'v.....vi.i~-.-ir.i-.
.--. -...I.,.>.-; ,,., le
., Ilr-i-, IV, i
i:.- n."i.i..i ni.
II.....Iros, A .. -I',
nti.-|.i.
AUDIENCIAS DOS TRIBUNAES DA CAPITAL.
Tribunal do rommercio : segundas e quintil,
Itelac.io : tercas letras c sabbados.
Fazenda : quartas e sabbados as 10 horas.
Juizo docommcrco : segundas as 10 horas e quintas ao meio dia.
Juizode orpkios : segundas e quintas as 10 horas.
Primeira tara do civel : segundas e sextas ao meio dia.
Segunda vara do elvel ; uartas e sabbados ao meio dia.
EPHEJIERIDES DO HEZ DE JIMIO.
7 Lita elteia as 3 horas e 3 minutos da tarde.
15 (nano ininguante as i huras e 80 minutos da manhja.
21 La nova as 7 horas e li nioulOi da tarde.
29 Quarlo crescente a 2 horas e 1 minuto da manha.
PARAMAR DE MOJE.
Primeira a 1 hora e 18 minuto! da larde.
Segunda a 1 hora c 42 minutos da tnanliaa.
DAS DA SEMANA,
lo Segunda. Ss. Vilo. Dacio, Labia e Lenidas Mm.
- -'T' a. S. Joar, francisco Regs.
17 Quarla. S. i Itere rainha viuv.
IS Huilln. S. Leonilo, Tribuno cThcodulo Mm.
l'.l Seita. S. Juliana de Falcouieri v.
2u Sbado. S. Sil.erio p. ra. ; s. Silvino m.
21 Domingo. 3. S. Luiz Gonzaga.
DA 91 HCRK, Mi RO >l I.
Alagnas. oSr. I laudino 1 al .,. I>,,. |;.,|,,,( ,, ,. |, i*,,,.
Rio de Janeiro, o Sr. Joao Pereui atoruae,
KM I'KK.YIMIII i II.
O proprietario do DIARIO Manuel Figutiroa ue Tarta ni -_a
lvraria, praca Ja Independencia u. 6 e 8 .
PARTE OPf IC1AL
.MINISTERIO DA GUERRA-
Relatorio a presentarlo a assemlil'-- ; legislativa ua primeira sessAo ^a deci-
ma legislatura, pelo ministro e secre-
tario de estado dos negocios da guerra,
Mrquez de Cavias.
fConcluiSo.)
EXERCITO.
1.Corpo de eugenlieiros.
l'elo ; i do ari. 5 da lei n. Sb'2 autorisastes o en-
verno imperial a ampliar o quadro denle corpo, roti-
forme as necessdades do serviro. A visl.i do in-
cremenlo que vai adquirindo a prospen.lade mate-
rial do paiz, lie indubilavel que cada vez tnais se Ta-
ra sentir i necessidade de engenheiros para a admi-
nislrarlo dos diversos ramos de melhorameutos que
demandarera o concurso da sciencia de engenlieria.
Paren o aoveriio, allendendo a que nonas escolaa
miniares ufo leem podido fomtcer mocos habilita-
dos para completar o quadro di arma, e dos corpos
especiaes scienlificos, e que por 10 um augmento
do de engenheiros correspondente a grande necessi-
de que he provavel, teohanios de oflieiaes deste cor-
no em om futuro mais ou menos remolo, fura urna
mera ficrao, porque esse augmento s seria real e
complelo para os poitos elevados, occasiouaudo maior
dispendio da f.i/.eu l.i publica, lem compensado cor-
reipnodenle ; assenloa ser mais prodenle aprovei-
tar-sede vosia aulinsae.i i para arer no menciona-
do corpo, pelo decreto n. 1S3 de 18 de novembro
do anuo passado, o pequetto augmento de dous co-
les, e-tabeleu pelo decrelo n. 1,7110 de 7 de maio do
anno paisado, qae nosdeui unoos de appruvacos
plenas eligidos como condicAo para o arcesso a at-
ieres alumno, se coraprehendesst pelo menos um das
encolas pralicas eilabelecidas no imperio, salvo
quando o pieleudente ja tivesse um anuo de servi-
vo eflectivo em qualquer dos corpos do exercito.
Como os alferes alumnos eslavam classilieados por
armas e corpos especiaes, entendeu tambera o go-
verno ser conveniente, e pox em pralica pelo citado
decreto, a suppressSo dessi ctassiliciic.ao, dennmi-
nandn-ns simplesmeoie alteres alumnos do eserri-
to, podeodo por conscuinte ser confirmados para o
oceurrer algoma eventualidade de guerra, ou quan-i 3.- Porragens. Assim a substituir, he imraediata, e nao da' la-
do completamente se inutilisarem as de fuzl cus- As ponderales que vos le.tho feilo a respailo da i gar a detonsa dos procr-ssos que correm pela
inconveniencia de ser o valor da elapeo mesmo pa- diccilo deises maguradoi.
lardamento. ra um individuo solado que para a massa de
lentes.
corpos especiaes, ou armas que mais convier, segn- tal forneeimento pretende
do suas hbili(aeig llieoricas e praticas. Assim, convenientemente a
nenltuma -.......* -
exlinguinilo aquellea coomIIiSi, como vos inrliquei i apresentado pelo ministerio a raeu cargo na sessau mo .locrelo ; e rom ea provi leticia alimn os of-
i relatotio ultimo. Sobre a administraba.! de pasada, fez tlistiiicc.lo entre o valor da racao de riaes dos referidos corpos de mais de meta le da des-
lende o soverno providenciar, forragem pan cavalgadaraa de pessoa e be'slas de peza que linham de faier, para a qual erain obri-
uando levar a elfeilo aquella haaagem de elticiaes isolados, c o da mesma racio gados a dislrabtr os seus pequeos vencimanlos.
ler tlnirVl" lrPr",a I """,'t '>UW" "'*""*' '^l','lec'D'0 co,no reS" c<"npr-*e nos para a mana seral le um corpo. Quinta, atienden In o "governo a que n improfi- Senliora
er adquirido a pralica indispensavel do servico mercados da Europa, em epucas delermin.das, a ma- Seguindo o memo c.v
fallecer no dia l'l do moi passatlo o l.imbor do 3."
batalhao da mesma guarda nacional Jos Narciio.
Dito A mesma, tlizendo que, visto na ler fe-
Ruido para a unte o !. cirnrgtao do corpo de saule
do etarnto, Dr. Jo' Antonio de Andrade, in-ttde S.
S. pagar-lhe os seus vencimentos do mez de linio
ultimo, fazen lo-sf a convn ieule alter.t^ao na guia
que se Ibe den. ou passando-flo nova.
Dito Ao arseti.il de guerra, para manjar satis-
fazer os don, ped los juntos, de objectos precitos a
Capaila da fordleza do Hrum.
Portarla Concedendo, em vista da informadlo
do cornmandanle dai armas, um mez 'lo lieenea pa-
re Iralar da Mnde.ao rapellto da repartiera eccesias-
ttC3 do exercito, l'r. David '. i Nalivida'de de Nossa
militar, cno se dar o cao de confetirem-se as in-
signias de oflici.il a homen>, qu al iguoram o en
lugar as lileiras to exercilo ; tendo que enlo J8
lerao exhibido provas de aptidao para o servico de
qnalquer dos ditos corpos ou armas, o que habilitar
o soverno a cscolbe-los e dislribui-los conveniente-
mente.
t.*Corpos arregimenUdos.
Os corpos arreeiroeulados do exercito conservam
a mesma organiatao que linham, quando apresen-
tei n |meu relatorio na ses-a.i pasiada. O corpo de
guarniendo Amazonas foi delinitivamenlp incluido
no quadro do exercito por decreto n. 1827 do d
oulubro do anno passado, en; viiiu.le da aulorisa-
cao que para isso conferiste ao gnverno na S >' <>''
urt. da lei n. 8t2 de 30 de julho do 'inesmo
anno.
No relatorio do anno passa 'o ja vos manifestei, c
jolgu convir icanifcslar-vos ainda, que i organisa-
Cao actual do exercilo. eomprelieiidenJo os pequeos
leria prima e^senciel para n mesmo faldamento, co-
mo tamben ja vos .liase no passalo relatorio ; nao
raees de forragem isolatla
elapes. laiou o valor de
cao do valor tas cui.lade do recrulaineuto forrado a do engaj tmento I Dita Removco lo o hachare! Jo- Mara freir
I que Mgafo para o das vuluiilario n.io da" lugar a que sejam escusa- do ser- Gameiro Jnior do lugar de ajadanla do procurador
unta das ditas rarAcs de viro a< praras que concluirem o lempo nnrcvlo na li-ral no lenni di li la-Visla un u
.- para obler melhor qualilade re fazenda, por mais; forragem para a ravalgadu-a ou basta de bagagem lei, qoercomo volunUri.s, quer como obrigsda. ., ,1. Taca.alu fzera. -se ecc^?as com-
bati preco que aq., mil .inda poiquedesse vxs- do oll.-ial que Itnha pela tab.lla de 28 de narro rcolven que sondo ellas focadas a continuar no 'monicaco"
resulta grande economa do. dinhoiroi po- nmaj, qa.nlia da 800 ra.; e para a do quo n-: serv.ro pur molivos indep.nj.ntea " e """ '.' i0""n:> dwla qtunlia romo pro- devian perecber a grat firarao do sold goal no de thesouraria de fazenda, 2 mezes de lieei
roncls, dous lente, coronis, dous majore, dous J" clual ""; cxercilo. eomprelieiideo Jo os pequeos
capitaes e quinzo subalternos, inclusive o. otliciaes' corro* edenlarios, e alguns de duas armas diversas,
necessarros para o b-Ialbao de engenheiros. fazen- q'-'e ua,"e"' '"*>" P"' '"e no.aas provincias,
Jo eile pequeo augme.ilo, leve lambem o governo 5? ,jf! 1par'' .C",ierv:ir-'ie,r"'' a regular.Ja-
em vista a circumslancia ponderosa de que o dotan-
volvimenlo que vio tendo enlre nos os melhoramen-
los matiriaes, e as vanUgens que inrnutesUrelinen-
le resultaran dahi aos que prolessarem a sciencia do
engenheiro, serao um Incentivo poteroso pira os
nossos jtiveni compatriotas tleilicarem-se ao esluilo
'aquella sciencia i o que eoucorrer para constituir-
se dentro de um prazo, talvez na longo, urna clas-
es de engenheiros civis, que augmentar sem duvi-
Ja na razao das necessiJsdes publicas, e das vania-
gens em expectativa. Vos saben, senliores, que ac-
tualmente os offlciaes do corpo de engenheiros sao
o nicos do que o governo, e as emprezas particu-
lares, eom aulorisaro delle, pod'in laucar mo para
os Irabalhos peculiares da pr. fi.sJo : portaulo, he
inconteslavel, que havenJo'uma classe de habis
engenheiros civis, na qual esas emprezas poasam
contratar rnais livremente os necessarins ptra suas
obras, a necessidade aclnalmenle .'ial tle engenhei-
ros do icreito ira diminuindo alii re de, uniformtdadc e vigor, a disciplina e instroccao.
qoe miivm forra armada permanente. Naquelle
re lorio, expoudo-vos as razoea da inconveniencia
lia tus rorpo-, lambem vos ditse ai qoe mlitavum
para que o governo tolflraase sua eiisleucia no qua-
dro da exerriio, a qual (em por fundamento a palpi-
tante necessidad '
lema
blicos.
As pe-quizas a que o governo tem mandado pro-
ceder a es-e respeilo, o lem caJa vez mais conven-
cido da prnficuidaile da medida ; e por ess
comece quanlo antes a ser levada a ell'eile.
Eqnipamento.
O cquipameuto pesado e ii.cotnmoJti, de que lia
milito usava o nosso exercito, rerlamava urna modi-
licacao que lornasse a rouducri'io de suas diversas
du.-to do numero de eavalgadorai que o oIDeial ti- primeira luar.t a que lem tiireito as que seengaiam
tina alitn de tuna, pela quantia de CIH) rs. que he o e ellrclivanenle aliim O i rdenoo por aviso de id de
o de I8V. determinando que ella graliflcario
a que as ditas |iraras ja recebiira
citio aa prniicunlacie da medida ; e por essa razao termo medio do valor actual da r.icao diaria de junho de IKV. .
ja tem providenciado em ordem a faz.erem-sc n Bu- forrau'em has provincias onde lia forcj de cav.il- seja accuntulada
ropa os nerassarios contratos, pira que tal medida '
taria.
se eram voluntar
nra rom ven-
eimenloa pira Iralar dr toa innde, ao praiiraute da
rerebetori.i de rendas internas, Juvelino Armiuio de
Barros O rrei.
Dita Conceden lo a Domingos Alves Mallien. : nno e '-'"la.ilK"--se-liip.
de confortnidade com a InformacSe do capilla do | "olio de Iravassos Jonior A. Couipanbia. ali-l<-
ien lo o despacha dest* iriliunal ne 12 d ma
- rom um artigo admiix ao seu roiitraln de aaae-
mjnd.inte das anus daata | r .vinciiAi., m i.er-
rta Seara.
' Ji"if/Hm i oelko.
TRIBUNAL. DO COMMERCIO.
SESSAO ADMINISTRATIVA F.M 18 HE JIMIO D I 8->~
/'residencia do /. >,. Sr. 'rn,i,orgml"T
.VflWM.
As II horas da manli.ia, arlianl -c | r.-et.ie
ni Si-, deputidos Kego. Ila-to, l.eiuos e so| | Irni-
U.imos e Silva, o Sr. presidenle aun aai*aa> ;
sent lida a acia da ultima, foi approvada.
I.eu-se o segiiuite
BSPBDIB> IK.
Foi lida ii m oi'irin d i itii.i i.ria do com
dn Ceara", datado tic 2". de limo do rorrcnl. .irnrn-
ii .tiitin i,i a copia .i,, rea alto ataea Me atti ,i. hMea
l'.tlpile.uAccuse-ic a rcc-|,..... registre-'* c an-
njitcie-se.
PESI'VCIU.
I'm requerimento de Uirrora ,V (.astro, reliu'o
registre da baica Vajr.a que roinpraram tu, ;
I la, i vista ao Sr. de-erabargiJor It.cl.
Huiro de Antonio IVdro das .Nev*, nedindecer-
ii l,i,, 1 registro de rus navios a liona l---i.-.
e prevenir o mal maior resultante
do fracciooamenlo dos corpos movis regularmente ; p menlo do nosso'cxereilo, pela transformarn
ios em consequancia Ja insulliciencia de siycl (lodo antigo syslema exi-le nci arsenar
uso desse equipamanle resenlia-ie a san le das mes-
mal pravas, e at o servico militar, especialmente
as marchas em campanha.
I'ara risa modificarlo ainda o governo seguio o
exemplo dos exercilos da Europa, eaproveilnu a ex-
perieucit que elles adquiiaram as ultimas guerras ;
aligeiraudo o mais possivel as diHerentes peras de
eqaipameiito, de modo que satislaram plen.iineute
as coudicoes de sua necessidade, sera prejuizo de sua
seguranca e duraco, e sem os iiiconveuieiiles quo
produziam sobre o soldado as peras que eslavam em
uso. ,
t governo fez pois realisar a motificacao do cqui-
poa-
dinlio.!ieTnin^dCT,,,*e<>nlo sexla. ordenou lambem o governo, por aviso de porto, licenra para embarrar romdesl.no ao l'orlo
r",; i!.." ..!., ..! ";.': ",,le, -,! de ,ii"e|- '" "" cu(,es ceraer- !aw"n "ds nro>;"- &** onalroecao de um palhaboie.
Ilila A agencia dos vapores lirasileiros, para
dar passagein para a corte por santa do governo ao
commissario da armada Augn.lo Ce-ar Lisboa de
Agolar, e ao eaerivla lympia Ignacio CtrJim. ; bidade.Arcluve-e o rcgi-lro e a r-qo-nin-m... r
Cuinmuuicou-se ao ebefe* Ja eslacao naval fiim-se ai anaeUrftaa nece-sjiias pira j. .m-i Jl#,,
_ 3 __ ; da responsabilidade.
ro, filando
ra as cavalg
vil r da rac.io diaria de forragem pa- cas por cania do ministerio da guerra casas pan
lorai de pessoa e beslai Je bagagem, qoarlela de destacamentos que poi medida marnmen-
peras menos penosa as nossis praras, porque do I que Compelem em determinados serviros aos of- le policial os presidentes
> _-......,.., v. ..,,,,.,,.,<, ,,., iiuiiii.iciii.iii un a.ti-i uu no amigo svsienid exi-le nes arsenars, que
rorca dos corpos policiaes de algumas provincias e i poje ier aproveilado, e ordenan 1* a inanuaclura
da fita absoluta desles em oulras. Para nao ser re- { cao de novo paia substituir a este opportonsraeote.
ilundanle em cansiJerac,rs a e.le respeilo, reclamo
vossa .iieiic.li. para o tpico do meo citado relatorio
em que Iratei de sementante ohjeclo.
O inappa atmexo da forrea geral do exercito vos
mostrar, quo a Je linha pouco excede de 14,000
homeus, sendo a decretada para circunstancias or-
dinarias 18,500, Ess, falla provin Jo syslema lor-
luoso, irregular, e por c .nseguinle improficiio do
recri'tameoto forrado, admitlido eulre mis; e d
liciaes de exercito de diversas categora..
' C valga loras de pessoa c Lentas de ba-
gagem.
tamben, chantei vossa allenrao no meu ultimo
relatorio acerca de um outio ruinu de forneeimento
lo exercito que se tunda em d-posicOes incompa-
tiveis con o razo e cjiii as rireuinsla'iicias da aciua-
nandam eslabelerer pido
sos em que es-es quarteis devetn ser fornecilos por
conla do mesmo ministerio, conforme a nalureza do
serviro a que lr destinada a forra destacada.
Stima, ien.it.--e observado que "s recruias man-
dados das provincias rindan sem lorem assentado
dad, declarando o rapil-l d.i mesma.Krgi-lre s.
"litro de J. Joaquim lilis I ernan :e..eu! <:>.l<> -
regi-iro da lanrha ".Nova Esperauca... vii., M la ar-
m-ido a barrara, alim de ser deouer b. d i r.-a|Mii.sa-
Oflicio Aa Exm. romiinnlante das armas, pa-!
ra que m u le considerar enmo colono na colonia 'nrcrrou a malo
militar do Pimenteiras, ao cabo de etqaadra do .- SlSSAO Ji'im'.i.xi;i.v
E mais nada liaveuJo a Iralar, o Sr. proi.letile
, -.,-, ... -----...... I".-...... ...... --- .... i>,iiiii iimtjiiLc -iinciiui to ,u.uiii-i.
o de nao lecrber o ofl.ci.l; viduos inhabilitados por seu estado plns.co para o dizen lo em reaposla a. seu offlcio aeompanhado de
^n?^?!^!!!!!?*.^" ?"e """ Js armas. Esta, providencias fora.n repe- um outro que llie dirigtra o comroaudanle do bala-
.... nessa rommissao ; euJo porem obligado a resli-1 lidaa no regularnenio dos ats.stet.MS do ajujanle ge-
ws corpos da guarnalo da rorle ja se adiara equi- '"ir o importe dellas, urrespuodente ao lempo que i ueral as provincias,
pama pelo novo modelo, e breve o estarn lodos os Wlar para 7 anuos, se antes desle periodo elle for Oilava, para que os otliciaes ,1o ejercito nao fo-
das provincias, pois que nette sentido se ten: expe-
dido as convenientes ordena.
reclamada nnicamente"p7l7rv'i'r-'da a'lmniT.tra'rao ''!.''",'s"li"le (la <** baixa a praras que tem exce
militar; e nesle caso o quadro actual do corpo de .... ?*. "'".''..".I'.mpo de servico marcado na lei,
engenheiros he sufliciente.
" corpo de engenheiros, pela tulorliacao quecon-
ccdesles ao governo por decrelo n. 87 de 28 de
maio Jo anno ultimo, de passar para elle ofllciaei
subalternos habilitados das oulras arma?, receben
cinco primeiros-ieueiites e dous segandos : mesmo
assim ainda exidem onze vagas daquelle pasto, ciii-
coenls e qualro desle.
~Cirpo tle eiladornaior de primeira classe.
Esle corpo, tra virlude da aulorisarao do decreto
n. 8i7 cima rilado, recebeo lil lenles e S alie-
nadla Mlrae arate. O .seu quadro, pela falta de
individuos habilitados com os c-lu los proprios, li.t.i
lem podido ser levado ao s,-"t miado completo an-
da lem !> vagas do eaniUo, .' J> lenle c 13 Je al-
feres. t
3."Reparlica- eecleai istiea
Pelo !j (i do arl. 5 da I-1 o. 8C2 .!> anno pass .1 ..
aulorisastes o governo a elevar da 2 a .0 o pessoal
do quadro d sia repartirn, o que a niesnu g .verno
Irvou a efleilo por dcrrel n. (t2(i do I." de oulu-
bro do dilo anuo. A repartidlo aclu-se no >eu es-
lado completo.
.Corpo Je sau Je.
O corpo do saude do e&eito, que, quando vos
apresentei o meu relatorio na sessii-i pista la, eslava
inoi desfalcado, eui couseqnncia da reluctancia dos
medios ao concurso exigido como candilo Je aJ-
iiiiss.'io.f .i Irvado ao seu estado completo, d'epois que,
pelo decreto n. 818 de 28 de maio do auno paitado,
derogaste o regulamenlo re tiva exigencia daquella condirao. Pelas razes
que vos expui no citado relatorio, uutor-sasics o go-
verno pelo 8 do art. .la j mencionada lei n.
8f>->, a reformar o regulamenlo desle corpa. Por
occasiao tle exercer es lendea convir aos iuteresses do*serviro militar Je
aude, n.1o s alterar o syslema geral adoptado tle
distribuidlo e emprego dos oflieiaes do corpo, mas
lambem eilahelccer principios, sobre os quaes se Je-
ve basear o syslema boipilalar do exercito, tanto
rsutilo dn paz, como em canipanlia.
para ruja ol.liluic.to. o producto desse deleiluosu
reerolamenlo he in-ullirinte. Para pro va dessa in-
sulliciencia, ilesa iuiprnlicuidade do re mi.miento,
spreaenlo-voia cireomstanca da baver o go.erno
decretado em principios do anno passado o contin-
gente de recrutas que as provincias deviam dar para
o exercito em o cnrreule anuo finauceiio, e al au
pr.senle, nenhnma lem preenchiJo anda o qae pe-
la distrbiiii;-io Me coube dar.
Esla falta, aldm de ter origem as contrariedades
indicada-, nSo delxa da ser devtdi em pune t su-
pensAes do recralamenloqoe va s.l>,-is devem baver
as provincias por oecasilo das diversa! aleicc-
que oecorrom.
A' villa poia .l.i fall i de coroplemento do nllimo
conlingeol'requisilaio, o govorm julg -i ~n... it.i,
a requitir do relativa ao anno ij. inreiro de 1 lt
a 18j8, antas qoe eiljs as 01 .r.s lo exercito lo lo
o coa'.ingenia a1 terior.-rient decretado ; e -a filia
. s heanerosa au servido militar par prlva-lo
los individuoi uec ssarim para faU-lo, mas unida o
he lambem fazen a publica pela raza, de terse
ilc pagar sollo dob a.l.i ao gran lo numero .it
ras que exislern com o lempo de servico
ciuido.
lio para mim f.ira de tola a qncsllo, senhorea,
que eniqusnlo na livertnot nina le de reerolamen-
lo fundad, nos -as principios d i juslica e ta equi-
dade, urna lei que. obrigne todo- os cidadaoa de qual-
quer condirao, ein circumslancias bem descrimtna-
das, a prestar seu contingente de serv r;o militar na
forra ama la regular, por si ou por substitutos id-
neos ; um i lei que acororne por isenses e f ivores a
voluitlariodade para o servir-a militar,e os eng .amen-
tos Jos que ja servirn o lempo Ja lei ; nunca lere-
mos um exerciio cmposlo lo lo de elemeu|..s de mo
i di 1,1o e de ordem, comocouvm a bom do dei-
empciiho de aua nohre mi.so.
As razAes que vos leuho apresenlailo, senliores,
! da improlicuidade Jorecrutamenlo, e da delicien
era de meios de completar t forja dtcretaJa com
;'" "n i recrutas escolbidns, e aptos para o servico militar,
provi 1 n ,., |u,r de a,#rcro apinni|1|os coro ,
ha da
eias qae indico, veris desenvolvidas n regulamen- I -'!.,',"??, ?'. s0 3? ...
lo annexo approv.do pelo decreto 1900 de 7 de | ^ ? ",." ?., I" ?oVec v
marro olllmo. pelo qual Beareil lambem inlcirado
dos direitos e deveres que 'oram conferidos aos m-
dicos militares, com o lim de convidar para o de-
sempinhn da missilo de tratar da linde dos hnmens
que le Jeslinam ao oneroso serviro das armas, m-
dicos que i-linee fu em sua dedirarilo, humanla le
e inteligencia ai garandas de urna prove Iota ac-
quisirao para o excrcilo. I.i-ongeio-me de u baver
couseguitlo, porque grande numero de mdicos, que,
por suas babilaroei.podem aspirar a um futuro van-
tajoso na clinica civil, snlicilaram porfa ser pr-
vidos na pulirs vagas a que deu lugar o pequeo
augmento do qnadro do corpo.
.VAlferes alumnos.
A instiluirtlo dos alferes alumnos le .a lugar em
virtode Jo arl. 7* da lei u. I t'J de 27 de-go-lo de
1810. Posteriormente a essa lei, esta Inttilolelo tem
lollrido pequeas modilicaroes nashabilttacAes scicu-
lili-as evi. i i ,- dos candidatos rom condirao de ac-
cesso ; mas essas exigencias nunca se estederam s
bal,ilnaeo.es pralica. Por lal motivo sucreilia que os
alferes alumnos, Cuja carreira militar come^ava de-
poii de tertro adquirido como paisanos as babilila-
toes scienliliciis necessanas, sendo por t-s.i no lim
de pouco lempo prvidos qolle posto (o esle eram
sempre em maior numero ; quando enlravsm no
ervico dos corpos, iguoravam inleiraineiile as re-
tiras mais comeziubas da disciplina militar ; bur-
lando assim a ulili bule inconleslavcl da insli-
lolejjo.
"governo, querendo prevenir e'ses inconvenien-
VENCIMBNTOS.
I. Gratificarnos.
Em virlude da autrisarao que conferisles ao go-
verno imperial pelo 5 7 de arl. .", da 1.....862, para
reformar a tabella de 28 de marro de 1825, na par-
te relativa s gratificar-s de enramando e tic ejer-
cicio, o riir-nio governo levou a ifleito o objeclo des-
sa aub.nsarao, por decreto n. l,88il Jt !)l de Janei-
ro deste anno, quo se relere tabella a elle an-
uexa.
Na lixarao das graliGcacOes, o gnverno leve em
visla, nao somente as neceaaidades do servir mili-
lar que lem de .lesempenliar os otliciaes as diver-
sas commis-ties especifica las u.i tabella, mas lambem
a nlraordinans caieslia dos objectos de que elles
precisam para aquello lim.
Se comparantes a tabella nova con a que vigo-
rava ha trila e dona annns. as circumstincias de
eiillii com as da a.-luali la ie, eoulircereii que o go-
leriin, na ref.irina que fes, levo em visla, tanto
quarno fui compilrvel, a eronoinia da lazenda po-
ol .a, j cqufda lo o a- e, nvunien i< do -.....mi-
litar.
t'e accordo c-m o qu? v
i, ti relatorio,.. >rnu alh-ibuio as gralifieaeii
"dureza da com.-iiis ,1o para que sao conferidas, a
como atlava inleriarmeule, ao pesio ..o olii, tai
que a detempenhava ; par ser de simples inluicJo
que, sendo a graliflcatlo para occorrer as mcessida-
Ji s do desempenoo da commitsao, estas necessida-
des nao aoginenlam, ou diniiiiocn na razilo da
maior ou menor palele do olUcial a quera elil be
incumbida.
2 Blape.
Ponderei-vos no meo passado reltlorio a iniqal-
dale que -c dava em ser o valor da eiape diaria
concedida a urn oflicial o mes tu que o da de urna
praca de prel, fundado em que, cometido esla no
rancho da massa geral do corpa que perteure. o
valor deesa rlape, sciiieslraliiieiilc filado, pode ser
para isso sulliriente, eulrelauloque lora rnsoiio ad-
iBitlii que o mesmo valor o sej para um individuo
isoladaineule.
Em qu.itquer occasiao isso seria impossivei ; e
mullo mais o he na aclualidade em que os centros
de primeira necessidade da vida lem cliegado a pie-
ros extraordinario?,
erviro militar, j O termo medio do valor da rielo diaria de elape
mais ou menos I lixado para o corrente anno fi'nanceiro he ae 28(1
levara o governo a r..; mas, entretanto, a circumslancia excepcional
emente reduzr o exer-! !a careslia dos gneros lem concurrido para qu- em
exonerado da dila commissao. sem dirlrahidos do servir;,, especial de sua piolisso
i '"I1"'""1 e,' fcilmente, senliores, a iniqui- i>ara empiegoi policiaca B da lanada, como tem si-
uade (testas ilisposices, mximo aclualmenle, era do, em prejuizo do serviro do excrcilo e da discipli-
que nBo he possivel, eom o triplo do valor lixado, I na militar, o governo prohibi semelhante arbitrio
comprar cavalgaduraa de pessoa e bealaa de baga- por aviso de 3o do citado mez de julho : e ralillcoa
omcirr^ri'ieci'ihL'.i'r S S<,,,1C- '1'" Sm?lV Ua n." ^m^" 'num^lo do a,u lame ge- organisadoo mappa geral da forra da narda i.ac.o-
i sol,., couuir.io de nao Ihe se- era I do exercto, e no dos tisistenlcs do ine.mo a- na! s ib aqoelle comman lo superior, na eonfot.....ta-
ldame general uas provincias. ,le do6 lo arl. I til. I do decreto n. Il>! de il de
nena, tendo sito engajados com vantajosos venc- ; abril de 18'ii.
meulos cirurgi.es civis para leenrarregarem dolra-
Ihao de Tljccupapo relaiivaineule ao modo por que
he chama la a guarda nacional para auxiliar as drli-
gencias da polica, que e.n dala de lli de maio nlli-
mo, forain expedidas as convenientes providencial a
este re-peilo, de rnnfirmidade rom o que havii de-
clara lo S. S. em II danu-lle iner.
Dito Ao rommaudaiile supetior de (jitranbuns,
sali-fjzetidu n pedido do modelo pelo qual dJeve ser
pta-
cou-
r1 ', i, a .----- 1. ----..... sv"c'' icio ron. ..r roo li. ra illl" til)
dinasTm.:,, ao^ep2e ,;rs?SrM.i ^XE2z:2z rnT -""i-r,,a-
,u. serao proporcion.lmen.esubtraindVsdoe'ado ptri.^oet P "* "^"" ".rnicao seja su-
0 RE DAS MOYTVMIAS.
POR EDMUNDO ADOl'T.
IV
llttgi Stacroi.
(Oiilinu.icao.)
Assentamo-nos na poeira. Quinte ou vinle saltea-
dores pozeiam-st de ccoras ao redor de nos, e o Itei
que nao liulia segredo. a oceultar, dclon Iranquilla-
menlesoas cartas de tamilia e suas carias de negn-
eioa. O cliere da tropa qoe nos havia capturado velo
Jar Ihe um aviso ao otivtdo. Elle respondeu em t..m
altivo : '
_ Que importa que mdo.d empreheda 1 Nao
f ,r. nhom nal, e todos poden u ,r.,e. Vai as-
tenUlte.-Lscreve.Spiro ; he m,hd B,bi,
Assoouse mu destrmenle no, dedos, o dicto,,
con voz grave e branda : ""-,u"
o Querida filha a regente do c..||0!lo ,,.v...m.
que la -ni le se fortalecer, e qoe esss rn i" '
fluxodesapparecera com os dias do inven \'|"" i"
ble esta Igualmente salisfeila de la apoto.!!
quena-se da qu ti.li esludas desde O come.',a'
bril. A Sra. Mavros diz que ticas distrahida eanoi
atla ao cotovelo sobre o livro, loada o< nlhos liciu,
no ar como -o pemasse ora onlra cousa. |)Cx m,
le que he preciso Irabalhar stsiduamenle. Segu o
eieinplos deluda a mtnha vida. Ss livesse des
eancado como untos oulros nao leri ehegade i i-
sican que eeeupo ni siete la ie. Quero que tejas die-
ii i de mim, e ts ahi parque lar i, grandes -ac-
Beiu) para a loa ulucaca ,. lu tabes ... jamis reeu-
sei-lc os mestres un livroi que me pedale, mas rele-
va que meu ilnilieiro d provailo. (I Wallcr : II
chegoa ao Piro, bm cuno o Robmson e ledos os li-
vros inglezes qoe letlemunhaale n desejo de ler:
manda-os buscar na aifandega pelos nossos aini oi-da
ra de llssines Na me eeleleque pedias, e esa machina de aro pura luis
saias. Se com dize, leu piano de Vien.ni nlo he
bem, e precisas ab-ulul iineule de um inslrumenlo do
Plevil, has de It lo. Ueicerei a una ou dual al-
compleln das corpos exislentes.
Ogoveri|p pensa assim, senhorea, na convierjfaj de
que he mais conveniente ter um excrcilo pequeo,
porem eomposlo de hom pesso.tl, bem paga, bem
disciplinado, e bem furneeiilo Jo nerusarlo, do que
um maior que nao possa ser mantillo nessas coodi-
res. |>elo cmicirso Jeiiiversas cirenmstancias que o
obstara. E porque urna d.lS mu ponderosas dnssas
circumslancias seja a falla da li do recruiamento,
anda utna vez invoco o vossi patriotismo e illuslra-
{lo para que dotis o exercito com es-.i lei, basca la
nos principios de nos-as iusliluico-s e nos noios
hbitos e -costumes. alio de que postamos banir t.
syslema inconveniente e irregular que enlre mu vi-
g.i.i de chamar para as lileiras os homeus que d'-
vera prestar no exercito os servicoi que a nado
exige.
Armamento.
Com os fundos que ten les votado para a compra
de armamento, o gnverno lem eectu 1 lo a das ar-
mas que as ultimas guerras d 1 Europa inelh .r pro-
varan sua proflcoidade para o lim a que s."w desli-
nadas Ellas ic aehain ainda em deposito, poique,
liavendo grande quantidade de espingardas de fozil,
convum que o exercito usedeslas no servir,, da guar-
nid em estado de paz, emquanto fireni aervivefi,
e admitlirem concerlos de leguranc ; Oca mo as
oulras pura lervirem, se por ventora infelizmente
deas depois da eolhelta, e acharei sem duvida ihi o
valor de um bello piano. Pens cuno lu, qae tena
neressidatlo de saber a inusica ; mas o que (leves a-
preuder primeiramenle s.io as lingual eslreogeiras.
Empresa os domingos da maneira que eu le d,--e, e
aproveita a boa vontade de nossos amigos. Conven,
que liqne. em estado di fallir francez, inglez, e so-
bretodo aletelo, Poia emfim, nao es Jesliuadi a vi-
ver nesle p lil ridiculo, e eu a
la do qui casada com im lireg
nlo polei casar aenle eom um principe. Nao digo
'.'.'." "'('"'P0 da contrab ri lo como toj n os nossos
"governo imperial, tendo em villa mclhorar a
-oile dos Oflieiaes do exercito, que eram forrados a
olimenlar.se a custa dos pequeos vencimenlus que
para as oolraa neces.idades de sua profis-ao a naci
mes concede, eslabeleceu, por decrelo u. 1,887 de
II de Janeiro deste annu, um valor 8x0, e razoaxei-
meiile de accordo corn o esla lo Je nossas rendas,
para a relo diaria de elape de eadaum, conforme
suas calegorias. Na lixacao des-e valor, o governo
tiiinou por ponto de partida o oflicial a quem a la-
bella de 28 de marta de 1823 marcan orna s rac.io
le elape ; e a esse aibitruu a quantia de lg 1-. da-
Para o valor da r-rao de elape dos oulros que ti-
nti.im pela mesma tabella m.is de urna relo, en-
lendeo o governo nao lever multiplicar 'aquella
quiulia na razio do numero de r.res ; porque i,so
s-ria elevar a despeza de um modo bastante gravoso
ao< rulies pblicos.
Tomoo enlao o lame medio do valor das race<
de elape diaria actual em (odas as provincias, gue
nioolou a 100 r-.; e para formal o valor da Je ca-
da um d.iquelles otliciaes sommoit a quantia Ja 13
r,3-'"lof mitrc.iJo para urna relo c.rn o producto
te 1110 rs. pe las mais que Ihe cunfere a tabella ci-
tada ; e esta sorama be que ficou iluda psra o va-
lor de sua elape diaria, como vetis da labolla an-
rein mais foniccnles oulras emquanto permanecer
uu mesmo serviro para que as receben ; entrelan.u
que o mximo lempo de duraro desses auimaes em
Musanle serviro no paiz, ha de qualro a cinco
anuos.
l) governo Irslou Je sanar e-sis irregularila "es
eipedindo o decreto n. 1,778 de .11 de Janeiro eom
a tabella que Ihe osla annexa, i.a qual sj aoham in-
dicadas as qnaiilias que devem r.e ber os otliciaes
para eompraiem as cavalgaduraa de pessoa e beatas
de bagagem quejulg rem necessanas so desempe-
nbo de seus develes n ,s diveitos exeiCICIOS : lis.n-
doem 100,-OOd r-. o valor de urna cavalgad ira de
pessoa, c e.t, li'd 1.: is. ,|0 uma bita de ba-
gagem.
" aloresinan loa na Lili lia t,,o o producl 1 loa
novamenlo labeii ..... pal 1 .1 compra :e urna ri-
valpadui u h 1 ,. ........, ,, ,,. .
jliau, aoa ... iaes ,. i la ., ,r.i ; u .......
expiiz" 110 meu ini-| >* ** "malM, cllelerirt pelo citado decro-
t, para lerem logar de 111 :. aonoe, iolgou n ,-
vrrno con-,;.,..!nte A acn un la fazenda pu ira
litar, em vea do valor integral las mesmai c |.
adoras e iicalaa, a sommi producto da quinta parte deita valor pele numero
daaqoe, alera desea, devia ler o oflicial.
Compre nolar-vos que o numera de calvagaduras
e be-ies que anlenonuenU reetbiam os ..lliciaes, en-' efleite, como ja vos diese
Ira aqu meramente Como base de clenlo, do mes-(quando ce
mo molo que 0 das raees tle elape e de f urageui;
ai qoanlias luadas s.io destinadas para compra das
rovalgaduras o healat. e para as remonUa qm ao
inicial aprouver, comanlo que seja retponsavel pelo
serviro para o qual el'aslhe lio dadas.
I'agadoria das trepas da coi le.
A pegadona tas (topas da corle nao lem di ido
allerac .0 depois do meu ultimo relatorio, uao abs-
lanie haverdes autorisado o governo para reformar
o sen regulamenlo, pelo S 2 do arl. ti da cilads lei
n. 8>2. Essa reforme nao pode ainda ler lugar, por-
que, ronviudo eslabelerer correlacao entre as allri-
buirues que a pagadoria exerre,'e as que eslao a
cargo da conladoria geral da guerra, mesroo na in-
dependencia em que ronxm niuie las; o governo
reslisara a dita reforma logo que lizer a da conla-
doria, demorada pelo motivo que j vos mani-
feslei.
Providencias diversas.
Primeira,para montar a escola de applicacao do
exercito com o pessoal iudispeasavel para a inslruc-
cae pralica tos alumnos, o governo -.iii.it 1 .ou o con-
trato na Europa de um veterinario para a regencia
de urna cadeira de hippialrica ; um picador para as
liro-s de cquiLflii, e i.iu p'ofessor de pyioleclmia
le, militar e in-lrucior de- Irabalhos da sapa. O nri -
roeiro, contratado em i'ranea, i se acha uo II -sil,
e aclnalmenle esl.i o Dio (Iude de Sul, para onde
ogoveniou mando, aun de esludar as raras caval-
lares do paiz, sua nalureza, molestias e mais par-
licularidades atiendiveis ; o segundo, contratado en:
Portugal, o governo espera que breve chegai ; e o
Icrceiro.taiubtm de nacao fraitreza, foi aqoi conlra-
lado, e j se ach ua escola prestando os temeos
desiiaprolissi,,. a repeito da ripacidade Je-'tes
tris Milivi luos, o g.ivr.no leve as tuelliores infor-
marCes Joruineiiiacs ; e oprimeiio e Ictceiro lem
provado sua* habilitare is.
,J?.s,a"'u' nor decreto n. 17(i de II de junho de
18jb fiiram derogadas ai disposicAes do n. 8!) do 31
;c julbo de 18.1 era relaclo ao habito JeS. Uenlo
Je Aviz, porque, sendo osle conferido aos capules
que liverein mais de 20 anuos de servigo com boas
inf rmarOes, a respectiva tu Je ollicio he sullicieule
para privar cas particularidades.
_jerceira, por decreto Je 2 Je julho de 1856, n'
17711, 1, governo d lenninoii que os auditorios
de guerra e mantilla se sobslilui'-eni mutuamente
mi cxercicio Jas resp tivas funceOes.
Hilo
F.M 18 DE JIMIO 18.,'.
'residencia do ICrm. Sr. alaaiMsItNMsr
."onza.
A meia hora Ja tarde, achanto-.e presente*
Sr. desembarcador (jitiraaa e ..- St. .trpaia-l lle-
go. Basto e l.emoi, o Sr. presidente almo a sr-lo.
o lida a arlada ollima, lie approvada.
ti Sr. dveeasbarga mr VaHatea parataas u na i--
1er comparecer ao tribunal pur iocommodo de
-aude.
Nada mais bavenlo a Iratar.
vanlou a tasefee.
o Sr. r-rr-identc bt-
EITS3JQR.
<) car leal Morlol, arcel.ispo de Paria, lam-n I 1
desata sede, diriga asa liei- de sea 4ieee>e a e-
guinle Carla pastoral :
1 ranci-co .Nicoliu Ua.lrlena M01I0'.. pela mne-
ricor.ii.. divina e erara da sania Se .ip..,l--l ca. cide-
al patriarcha da sai.U igrrja riuniim, sje Hiato 4t
santos Nereo e Achiik-e, arecbspo de Pars.
Ao riera e aos fiis de Masa da
22,7a0 lib. eslerl. no meu crdito. Tendea honda-
da de einpreg.r ose capital moladc a Irea por rento
ira.icez.metade em arrocs da Companhia .las Indias
Vendei mlnhas acees do banco Anglo-Bengalense:
he um valor que na 1 me inspira mais lana confian-
ca. lomai-ine em Iroca accOtt das minas de Cor-
uioatlle- So achirdes I...00(1 libras pela minha casa
do sirand (ella as valia em I85U comprai-me Ierras
nietqoMarav.r-i.mor. en. Chelee, com igual sumad.. EnvUi aw rme
nrfn ne Nlo^li"', l,'all, l00BlM *"> -' : ho rainia subs-
icipe. .Nao digo rnprao p.ra a esrola hellenica de Liverpool. Pande-
l'liiinariotis que gsbam sede descender do
A velha Sintons inclinou-se para mira, e Jisse-me
so ouvido :
lie nos-a sentenc que elle dicla aos sen; -.ille-
Jores *
N.io, senliora, Ihe respond ; elle escreve a li-
llia.
A respeilo de no-sa captura '.'
A respeilo de piano, Je anqu:..!ia, e de XV1-
ter Senil.
Isu pote durar muilo. Vai elle convidar-nos
pan almorer '!
Alli vciii 1 o rrialo Irazendo-noS refresro.
" Ca/edgi do Itei .eslava diante de nos con, tres
cn.vauas ,ie rafe, ana c.iiiinlia de ranal toukoam e
um pi,ic je doces.
A velha ^imo'is e a filha regeilaram o caf, t.orque
er.ipreparado a rada turca, e grosso Ctmo papas
l'la minii 1 parle eivasiei minha chsvana como
"crdadeiro euloso do Oriente, i doce ni fui apre-
ado, porque, tramos br gad... a comer todos (res
' '........ Iher, As pasteas delicadas -'10 infeli-
. """l"e Psii. M is o rsli iMoekoam corla lo era pe-
''"'"'' songni,, pjlil ,.ir Ja, ,!, ,ra< sem ,.|i,.der
1 eus hbitos. Ellas lomar.un as mos eheiaa
o llalgi Slavr.-.s, proprietario.
alli de nos .' perguiilou-me M rx
Sua Magestade esla fa-
Trala-se
Aun.
Ainda nao, senliora
sendo clculos.
Cilculoi aqoi '.' En cuidava que isso fazia-se
somenla mire nos.
O senlior seu pai nao be Bocio de urna casa de
banco ?
S'm, da casa Hsrley A. C.
lia dous hanqu-iros no mesrao norae cm I 111-
dres '.'
Nao que eu saib.
Oovio dizor que a casa idrlev linha uegocio
com o Oriente ?
Cora o mundo iuteiro !
E a senliora habita no Cavendish ^quue .'
Nao, ahi Uo. smente .1 escriplorio. Nosa ca*a
he .-ra Picadtlly.
Obrigsdo, senliora. IVrmill i-n.c r|ne oura o
resto. E-s vcliu (em um' correspondencia Jas mais
rcssanlea,
ti rei dicinu da seguida um longo relatorio aoi 1C-
0 Campo Jo lli 30 ie abril de I8.,.
c Senliores,
o o adminislrador .;uc bonrasle com a vossa con-
lianca vem hoja pea jecima qoatu vez -iilirn -n, r a
vossa approvaraoo resumo Je seus Irabalhos do anno.
Des le o dia em que a escriplura de lia, socic la le
foi assignada no rarlorio do Sr. Tsappas, notario pu-
blico era Alhena-, nunca nossa emprexa eneonlrou
maisobtlacaloi, nunia a marcha de uestes Irabalhos
que, alem daquellas vanlagens, 1 in a da podere .
- r iloaannidas e irranj 1 las de dia de modo que of- i
f--'...iniii i-; .-.;> t no 1 iieriui las cavernas.
: rinii 1 ... ... 1 .. ,.. M,u, ,. ..
pniiaiii. la repartir., a meu car; ..roveito c
- .;i-t trio .1 .11.n irlunld.i 11 de c inl ir-mi summ i-
ineiuc grat 1 s esl 1 au insta cmara pela -ni,id con-
limol qur em mim Oepositou, autonsandu o gover-
no imperial pilo mimet 1 m .1 meo cargo para fnz-i
a reformas cuja ueceaiidade apontei no meu relal .-
rio ultimo.
t '.ni.ir parla deisas reformas toram levadas a
e as oulras se-lo-hlo
em os motivot que vo expuz como
'.-.ios da demora de sua elTerluacao.
Augustos e dignissimos senliores represntenles
Ja i.ara.i, dando-voa as iiif,>riii.icr,.s do qaa ha nc-
eorrido desde a vo.-a ultima >es.i na repartirlo los
no-ocios da guerra, tico proropla a preslar-vos lod i-
as mais que jiilgirdes necessarias pu.a vosso esclare-
cimento as deliberacOes quo houverJes Je lomar a
respeilo deseas negocios.
Re de Janeiro, en, l de maio de I8j7.
.l/urz/iic: de Ca.ri'zis
Q3VSH3D O A. rnOVIKCIA
Cspedleci. do da 2 de junho.
OflicioAo Exm. presidente do Miranhao, roin-
muuiean lo ler dado o conveniente destino ao preso
de juslica Mauoel Baptisla Barbosa, providenciado
nao s pare ler lugar aqui o pagamento das passa-
gens do mesmo preso e das praca- que o eieollaram,
mas lambem para qoe as referida, praris regre-sern
na primeira opporlunidadr, conformo S. Kxr. requi-
sito*. Expediram-se a respeilo todas as or lens
precisas.
Dilo Ao c'nmmindante das armas, decUrando
11 '. 1 inI,-irado le (er S. Exe. enviado ao a-sislente
do ajudanle general na Parahiba a relaciio das alle-
racz.es que se deram ni mez de abril ultimo acerca
do soldado .1 1 .i.i'ni M.iiioel liomes que leve passa-
g"!!! para o meio HMallilo daquella provincia, e *ci-
enlilicaiido-o de qoe .lera ciencia dis<0 ao Exm.
'-i-tolde do .Maranlio. l'ez-se o expeliente de
que >e trata.
Dilo Ao comman I inte superior do ftecife, per-
miltindo que os Irabalhos da revisan.i-iuual da qua-
lificarao da guarda nacional Icuha logar no qoarlel
era que se acha o I.- batalbo de- infamara desle
municipio. .-
Dilo Ao ehefe de polica, inleirando-o de ler
rccominendado ao coiiiiuandjnte das armas a apie-
lerilarao a S. S. de urna escolta de 12preces de linha
alim d" cnduzr-m pira Caruani II crirauosos que
"' 1 alli responder ,0 jury
i.;., .y mesma, devolvettdo os papis relativos
1 pagamento qoe pede a lente Ign icio liomes de
" 'i. iv. -. v-niMii., do alugoel di cav.il ina-
' ( i 1 -.... .,,'' ..rl ios 1 .r-
I ".i In ., de
Caruani ef a -. ,..... .., ,, pague au I rara 110 iteraieM e-i ....;,:..".'', .
supolicanle 19 racOr. de forragem para ama etl.de rldad !
bagagem, e be
le cer.geni e de vita para aansiilas-w, e he psn-
sivel, depois de loi-o- .- sW M.edeeaaaqejt
ra fazer n-viver se Ibe f ".ra dudo. rvn ..|... e *
i.Ui U-. n/eb>. a can lal. .., ,1, 1 le ssluatn >-
n 1 lo, 1 -iii ni m iev.- i, ta kImi 1 >>
P '-'-. Uo ..i.m. a re ip-nerii-
ncia a ra-
sen., os
Dilo Ao comiuamUiiie da'eslacJjo naval, para
man lar desembarcar eom gola os recrutas Leoncio
Amaucio quaes apraaenlaram i-enra, legal.
Dito A thesouraria de fazen la, cninraunicanJo,
que, segundo pirticipou o coronel cnmmandanle su-
perior interino Ja guara nacional desle municipio,
Dizimo pago s orejas e aoj mosleiros. .
Jur is do capilil laxa le.al de lil .
Sollo e alimento de 80 liomens a 650 fr.
cada um...........
Uat.rial, armas, etc........
Repararlo Jie-lrala de Thebas que se
lomara inlnnsiUvel, e ua qual nao se
achava mais oeohom viajante para cap-
turar.
96,148
12 IMI1)
52,000
7,0."ti
lira .- .-..in a c utduriu
:"- r-.i!..- irli. .llorniun.eou-sa a,, e :ii'n.:n-
dinle das armas.
Dito .\o eonsellio adminislraliva, panqu pro-
mov a compra da b lelilba ineuciouada na retaca 1
junta, visto ser ella nece-iria lio arsenal de lUerra
para manafaetnsaelo de saceos para orlaros de ar-
lilharia.
Dito Ao mesmo, para rninl.r ali-l,r na com-
pii.liia de aprandizesdaqoelle arsenal os menores Jo-
sc l.inz Pereira, Nicolao Leoncio Ferreira Mu: iz,
.1 ivino Jos., iin Virgens, c Clan ;ino Alvos de Bnlo
reitosa. Ofllciou-ee ao juiz de orpUes para man-
dar jarrar o termo do cosime.
Dilo A thesouraria provincial, para n Imitar
ao pagador das obras pobltcas a quantia de 90:0009
para a conlinua^a.. das obras 'por I Iminislrara.. a
cargo daquella rejiarlirlo uo rorrela mez.
Portaria. Ao agente da eompaahia Pernambu-
cana, pira dtr pasmen de estado piran Kto tiran
de do Norte, a Joo lleuriqoe Pessoa.
COM>1AM) DAS ARMAS.
9oartel general do comra.-indo das araras de
Fernamb-jco na nidada da Beclfe, esa 18 de
janho de IS57
RDB&J 1)0 DIA N. 7.
O general rotninanlauto das armas declara, para
o!ti- convenientes, que o sr. altores do 10-bala-
Ibao de infaiil fia, francisco Antonio de YeigoGl-
bral de sjoraei da Ifesqnila Piueulel, rerignaa ao
lia 17 do crrenle o restante la lirenri de Ir es me-
N. 31.
1 iio- ,..r.t 1 n. laHSUieaaaa q..r. 'r|l(n
h .rio-, 1 id- ,..,.
nao le lomos asaavaaa
- o'ie has im- cHir.-
.1 IniliUt .-.
('. I. lobre ,|-, inl ha ..
o qec i.s espera, n" ,.
de utna carreira ayiteepal 1
1.0 cp ico ti. dezoilo 11.iu-,
sem anata aavaacaaavawaaaisM
lur, qualquer qae fse HtS eslStfiei, se -, ,rl,ie ^
poze-ie pee dinned.str pen..ii,e,,i. \|.. ,,.1, .afce-
rniii com qu. a.aaa poeaeteaaaa stajtaasl que e
passoa era nossa aun, qujud. pela pruneit., ',-/ |.
la teve o presseutimcui.i a q icj.ia aa le.li-i. e >
une expeniiient uno, boje mal. qu- nunca a e-lirar
inatenta carr.iia qu usa pAeaosi.
o lie sem duvida eu, do- man ire-i*. le.a loa, a
que nos lie Ira.isinillido par nasa pima .....
de ponlilices que lao elvalo lua alTIui.am em
vosa venerarao e cm o-o ano.. Krara. a ^... n..-
ribs e a suas virtudes, e a ex.en.ao (ecndida I*
Jcscus Irahilhoi ; he urna Ierro qoe nanea amaaM
le 1er (avuuea.la pete rea. a pteHs cm aja abaa I...
..s rruclosde salvaran, nao halante lanas c.nlr.-
dicoei. lanos ol.-laeulo-, iraxis de toda-a.
lurea dos lempoi e da. couai ; onde e n.uli.
prodigios de fr, de raiiejeaa .l-vo-.t e de cm
que igualar e cxreilem o que se panle roarebrr 4.
rmis bello e de mais sublime ; be ata la, e a^.i, pa-
deino-lodiier, um legado magnifico e Je un, ... es-
paravel esplendor, iqu.lle .111 que -e apre-enlaai. aa
graule ridade, as maravillii. ..li, amera qua !,.-
Iingucm esl. capital da Ir i.ca. p.ra na- ,i,/or da
toJ.,s as iiaciies cmlisa las ; esta 1nrW0.iM.le la tal.
lo, da -ciencia, das no., do que ha na muii.la
mus eminente e de mais illu-lie. Mas n.o be laml.-i
,. .. ..r. ,. .- ,. I ., ...-*..,,,.. c uc mais ii.u-iir. .vas n.o ne iasHl.m
ara lral.rt.r.1 ." 1pre"Jenc1'- "" l" '"s "'" l,M "ue ''''- ".....la.-en"
b'elecido e'Ua SJU"'V", '''"^''i.n-i.esc.brosa.porpoacaque n., cal.na da, i.llc-
Cora o otii-io abixo (ranscr |ta se apreSMilaram
bonteni 110 quarlel general, e rcgreaaartm ao serv
ro doi respectivos corpos os -en lores alferes Corsa-
1,110 de Caslro a Silva, do s- halalHo tle infaularia ;
e Jos Cielauo da Silva do 10' da nieima urina.
OFFICIO.
Illm. e Etm. Sr.Ten lose linalisado as foiitcr.zs
que me eram incumbidas, de ratpeclot 110 :t- di-lnc
lo militar de infanlaria, man.lo aprnannlitaat ie a
V. Exr. os alfeics do S batalhao, Curulano de Cas-
Ira a Sdya, e Jos C-rlnuo da Silva, do 10-, ambos
Ja referida arma, que juulo a n-iui servi.im, eile na
qualidade de ajudanle de ordena, e aquelle na de
secretario, declarando que os referidos oflieiaes Ju-
rante o lempa em que servirain na repartirlo a meu
cargo, e hoiiverain com louvavel conjucla, telo, e
cireiiii|specrIUt
lieos goarde a V. ExcQuarlel gener.l na eida-
dadeda Recito, em lt de junho de 18">". lito, e
Exm. Sr. lenle general Jo, Joaquim C .elli,, com-
uia vig a la rom,
um cime que nlo em precedentes na historie, re-- 1 r.,,, ,.,- .v
xl.'.n dislo 11.i-sos recursos erara redondo, pela p.-- ., Conforme .5 st
noria geral, pela falla de diiilietro e p-la insuilicieii- d,, msneira se" un
ca das colheilas. As nlveiris ni *
lera^des
insultar olas,
em
(Vid. Oiario n. 137.;
'..... ..........- i eionisles de seu banco. L-.e carioso documento era
nha m "',"' nr'u"",l". c c-vasaram a cai-1 dirigido ao Sr. Jorge ..licrommili, oflicial di ordens
ll",'!" v<- rt'f,av a e"U 'pS"l"le : I palacio, para quo o lesse 111 asiembla geral dos
n ove.', 31, Civendlah Square em i inlereiiados.
... Confti at operare< da CompaiMa Sacional do
r.nl.n,.. al "'8 >l,ril Pf|a COnla COr" '"', d"S '/OllMll/w*.
rente que a acompauha, \i qM .erj,ll( preseutemente! Exercicio de ISii-iG.
midadee publieai |.o>s qutlles que nada lem, nada
ou pouco >" po le lirar.
. Os viajantes eslr.ngeiras, cuja euriosidade be
(lo ut.l ao reino e a ...,< lera .ido rar.... O- Ingle- zaVIotoenosso piiz.'e sh. e .
res, que comnunhaao outi ..ra om ramo imprtame rei ,,, Ie Pi:ri;s",n ,.
de nossa renda, lallaram 1 .tnlmenl. Uoua iovens h.i ,r s, io ..,.,- ,-ir,. .." ............,"'"'
Ameno, ,.,., p-nhados ,-,ia do iMuto.io ,,r,,. ttttV^&^tt$S.T{Si
foram resgal.idos. Lin espirito de deteenOaoca, ali-
mentado por slgomai gi/eas da Franca e da Ingle-
Ierra alasla do nos a. pesioa
1 le apiender e eterever Dizem quo Cirios Magno e
dores, e seus talentos o haviam elevado urn piuco.
Mas o ebefee os soldados o linlian, em meJiorrc es-
lima, suspeilando que sublral.ia em seu proveilo
urna parle dos despojos. Oran rei era inlnlavel a
respeil ue probiJjJe. Quandojipanluva ora horoem
rafalla, espellia-u i^norainiosiineiilc, Jzendo-lhe
(om irona :
Vai ser magisira.lo !
Iladgi Slavros perguuluu ao .alteador :
Que lizesl "
Kui com ineus qnnze hnmens ao lugar tas
Anderinhai, na estrada de Tbebat. Bnconirei um
dettacsmenlo de linha : vinle e cinco s...Jados.
(Jje he de sua. armas 1
lieix. i-a. lavar. Eram de espoleta, e nao It-
riaca po lulo servir-nos.
llera. Depois ?
Era Jia Je feira ; apanhei aquelle- que volta-
van,. '
Quintos ;
112 petsoas.
Enlo Irazes ?
HKHi francos c .1 cntimos.
7 francos por ral,".; '. lid paoco.
ile muilo. Ctmponeiei !
Me ttiiliiiu renlidu as merca lorias'.'
l ns linham vendido, ontros comprado.
O salteador abri un sarco pesado qae Irazia de-
baixo do braco, e derramou o contando di-nl dos
panha. Jalgai agora do futuro qoe nos esl.V reer-1 secretarios, o. quaes peterm-.e a contar o dinbeiro.
*a lo qoan tu 1 occopc,!o eslrangeira deixar de pe- *- reeella coropuuha se de Iriata t*u qarooia pias-
lulos esse eveesso lie rcpartiJo
pregado a qu.isi s
Taei sao, senliores, os resultados da ullma cam-
sua i late
piiesseirr memoria lio prompla. BHe pfiz o seu
' '........-" "" '-;- 1 ciiiil.n era baixo \.\' Ires cartas : iu> sua maneira'de
r.j. capture nos sen. saisn,,. ,., c..,:Htt:.Wi matnuncatovel
s sr-
indres.
,. E com ludo, senliores, lal li a vllalidiido da
nossa in-li!iiit,ii, que lem resi'll I. melhor a ess 1 ci i-
se fatal do que a agricultura, a industria e o enu-
mrelo. Volaos capitaes confiados em miiih.s ruaos
nao Jeram lano pruveiln quaoto eu quizera, pon 111
Jeram mudo mais do que ninguera poda esperar.
Deixarei agora tallarem as cifra-. A nrilhm lici lie
mais etoquento do que Deiuo-llieoe-.
'. ti r.pial social limita lo 1 principia a' cifra mo-
desto de 50,000 fr. elevoa sea 120.000 por tres erais-
ses sueeessivaa de accAes de "iOO fr.
a Nossa receita do |e de maio de Is".", g 111 de abril
de 18".li raouta a 261,482 fr.
Nossa despeza divtJe-se da maocira seguiute :
Alfredo u Grande esl. im no meam 1 cas.
Era quauln os aerr iri >s oceupavam se em Irans-
creveraua correipondcuria do dia para deposila-la
i 1 .ir liivn, o rei deu .1 1 licncia aos c' -i. subal-
; 1 "que linlum vollado com seui destacamento.
I 1 1 um des ri homens assentava se dianle delle,
sin! iva-c i|. liando a m.lo direiti obre o rorarSo, e
1./' 1 seu relal irio cm poucu palavrai com respeilosi
r me ilo. Cerlamcuta San Lula debaito da carvelho
nlo inspirara mais profunda veneradla tos habitan- o !/ coi.re
(es de Vincennes. II ladead
iras mexicana-, alguns pandados da :ican;igi sus-
Iriaeos, e urna enorme qoantidade de mnedas de co-
bre. Alguns papis emarroladoi eslavam lambam
mire as moedas: eram billislca Js banco .le Jez
rmeos.
Vi > trazes juias ? perguntou o rei.
Nio.
Enllo n.io biviam mulhcres .'
- Mo acli 111 11 qj; vallesse a peua de sci (ra-
il lo.
Que leus no dedo .
Em anuid.
I). 011ro .
(11 de cubre ; nlo
Como o a i loirisle .'
v.. e d..s alturas da fu, se quera .Ocular para r-la
mi'tla e para os deveres que esta miaw. baq la '
Quem-oinos mis p .ra suur test, cade, a usa,
cuj vista bastara para telar de c.p.iulo onda m
m intrpido. anideremoi un pata* e-ios deg......
s. 111 qu. Bes vacillem os paa e que nos lome um ca-
rao desfalecinieiil.i E-t gran le sirria a qur
ii.ler presidir com lauta tabedoria, por muk ,1i-
qael se dive exercer mu lufaln-.v. I vsaSataata e la-
do fazer par lodos p.ra ch.mi-.os a lanas Cas -
lanos mtere-ses diversos que s. devem diesfua seas.
rompomellc a causa sagrada da Deas e da etvrr
lautos -ollimenlos e lanas neceesi UJc a> la la.
as especial sobre que e devem e-leu ler a aMai I.
da paitar c sua iu-xlnuiivel cartdaaa,aa a
suas .-.llecluosas prtoccuptci* c ,., lsa drdlr.ic",,
Que eaapreu Que rc-pon.-l 1I1 la le peranl- l'i
e prianle os homeni e cerno sali.fazer li. dille d
eiupenho '.' Ah .' -e liouve-.cmcs r-qurrida a que as
mal..re. sinlo- expeiiineutarain de terror e da ra-
pugnancii, coi.si lerendo a excellen.ia de ein-llian-
le mtssao, a gravidade e a evli n-.lo dis di-vne. cae.V. A gente de leu pait de-hanra a laaba utn-
lurando-o com a velbacaria. So a live-ts* mm'-
Jonius na minha tropa seria olrigado a 11 satas aae"
torniquelcs as estrada-, con.o sa partas dar,
rao de Londres, para contar o. viiianlcs a recelar a
diaheira. omro.
Aquelle que veio depois era um maneel.. r. I.a.i,.
e de pbvsiouomia alecre. seus olho> 1-.1. ,,,,. ,
llor do rosto expriai am a rerinlo e a franoaesj.
Seus labios enlreabrrlos ileixax..m xrr .itrivet da
sarriso dual orden- di denles iiii.^uiliros. (di- ---
duzo me desde o prtmeiro nlhar, c eu dit-e riajnga
que se calma em ma cam|.i,bia, nai denaria ,to
vollai .ilguui] di 1 para o beat earoinlio. Meu .rm-
il.inie agradan-Un lasaacat, pois elle aaaoa-m*
poiidamtute untes de as-enlar-*e dianle do re.
Que tuesto, meu Vasillo 1 pcrgaal.a-l 1 II | ,
Sl.ivro-.
Cliegue honlcra de no.le rom meas seis bomtns
Pigadia, aldea do sen.idoi L mb.li*.
tem.
Eiie eslava au'iiits mino aasaain ; atas em 1 -
rcnle ._ -eus roulciro, tita..un cm eaaa a dei-
ladaa.
Ilem.
Enlrei no .han, acor.le o klnn-i, rom re-Pie
vinle cinco feue de palbi e c:n pigamenla ma-
lei-o.
Bem.
1.un luzmns a pullia para anlo .tai eaaal qae
'.lo todas de laboa., e laseCaaea la lito eu. -rt. la-
gares a. rrtr-mo lempo. A >n er. boa, o ven' I
nli; d norle. tu o icrendeu-se.
Bem.
Re iranio aas lirindamcnle pera m asaaa. 1 -
da a alies acatdaa a asfaaaa taaaaa. cnianda. m
li meni rorrerasaeam sea. adas para b.rr aajaa.
AII i-.imo- qaalro .; ie n.v eatske iaatat ; n aaaras
! :u un.
Bem.
X'. llamos a al lee. 11 l.tv 1 aW mat. da que
it'n mema >esqueridu pelo- pus e ea< flanaj eaajaa
um corvo chito da ni,,l I.cncct-o era ama ra-a
qu,- ar ib, e elle al isll i 11
B*m.
Enllo tomamn. os limes e Unramos loco -
Comprei-o lia dous mezc
Se liv.Mse comprado, saberas se he de curo I oliveira.. 11 elfeilo lu exc tiente. P.-zema-no. tot
''""'." a camiiiho, ceamos e n.iimim... na r-lud. e rneca-
despojou-sa r, -aventada, e o annel .. uai ti a iva hars -m um. qurm.adea.
dan.'cTdnrY nalur^^^l^ en. um pequeo a re |t,,. ,1 -.,.!, / belr, *,. far.i ma,. din-
de ma catadura, natural de (.irlo, e perseguido por. lieio dejiiia-. cnr.nsennira 11... tu ir., '
alguus luceadios. Lira bem viudo ntreos saltea- i l'crdoj-to, dsse o re, po. ciusa de tusmielu-' conl-nHtr-tt-ha
ILEGIVEL


DIARIO DE PRRNAMBUCO SEXTA FJfilKA ID DE JIMIO DE 1857
mu bipo ; sa, n.'i > abitante uma I na i experiencia
pejeroal, iiao houvesiemos sempre podido NWrW'
noi Hiato*, de Igualas falsas illuses Ul respe iln,
seria sem duvida hoja que as salientes realidades em
W i das quaes hoje nui adiamos us rememoraran!
;.....< prnpriose nus fariam repelir a plnaso senipte
juila e verda liii de Sanio Aaostinho, mas que uuu-
ca leve una appcaoo inais exarla c mais cmplela:
O carga pastoral, lie ludo quaulo lia, luje sobretu-
do Je mais laborioso, de mais pesado e de inais pe-
ruMii
Mas n3o|; o eo sirva-nos de testemonha, N. M.
O. I., esla verdade c a consequemias qoe della de-
correm, uuuca ai desconhecenios. O lano da soll-
ciiiiie pastoral, aggravando-ie no correr dos anuos,
no-hs turuoo cada vez mais seosiveis, e o carao a
que somos chamados enlritleeou-iuis anda mais pela
conla 1.1o rigurosa que nos pedir' o principe dos
paslores que no-lo cunlou.
Chegandoa vossa pretenca, n.n procuraremos
I'":--, impor silencio ai mu justaa exprobaees, que
taun vtzes nesles ltimos anuos, nos tem feilo re-
petir com o divino pastor, na vespera de sua pil-
ilo :Meu pai se lie possivel, aparle-se do inim
e leviiitai-rao-nos, de vir para onde somos envia-
dos, avanzamos acabando a suppliua de Jesot-Chris-
10 : Comlttdo, o meu Dos, f.ic.a-se vossa vontade
e nlo a mmlia, dizeudu a nos proprios que aquel-
le;;que uiu da nos devejolgai he lambem ludo
para .esta nova e pesarosa elevac,au ; praza-te
clli algumas vezes em cscolher os elementos
na s fr,.i-o- c os elemento mais humildes, para as-
signalar assim mais forleuienle seu puder, a para
que nenliuma carne possa glorificar-se em sua pre-
senta, yoe ello d poisquando quiservigor ao
fatigado o furias aos fiacos ;e qne emliin se iui-
pe a seu servidor a direcc,ao de um grande povo,
nunca dexe de ser o seu verdadeiro conductor e
nunca abandone Baos enviados em sua enferini-
dade.
ni)e fado que esla esperanza, N. M. C. I. he que
i."- subleve desde o dia em qoe o novo Zacharias,
o pe utilice querido de Dos e dos homens, temi ca-
hun entre o vestbulo e o altar, foi-nos revelada a
volitada divina de Roma e de l'aris ; no proprio
seio da cidade elerua, pelo orgao do vigaiio de
Jesus-Chrislo, desla capital a do alio do Ihrono,
pela bucea do principe que a Providencia Divina
nel'.e collocou pi,ra presidir aos giand's' destinos da
Pringa. E agora que o ebefe da igreja em que re-
sido a plenilude do poder apostlico, pronuncia
ultima e irrevogavel sentenca ; agora que os lieos
^lao charos, que purtanto lempo nos prenderam a
oulra igreja, eslao rotos, sau aind.i esles pensaiiienlos.
que consolam nossos dolorosos pezarrs, que abran-
daio o amargor e as dores ornamos espera-lo, relemperarao n. .... curado na
estrada que vemos percorrer. Neta csqaccerepios o
que nos rica atraz ; seria este um geneto de cora-
lera de que nao seriamos capaz, e que muito se as-
senielhtria a iugrelidao ; mas desviaremos os ollios
iles-o passado para laucar-nos, segundo a pltrase do
aposlulo para esle ministerio que deve ser o termo
de nossa carreira e c cenlro de nossos Irabalhos.
o >ossa vonlade, nossos prazeres, nossos hbitos,
nossas anligas alTeicoes nesla uiocese, em que pas-
lores e liei, todos ouviamos nos-a palavra, c a qutra
lodos, por astim diier, ehamavamos por seu n :n .
develaos iinmolar-nos, N. M. C. I., mis vo-lo fa
/eirio-, esle saenncio. Dos o quer ; e de vossa par-
le. Unios doces precedentes, lautos honroso lesle-
muuhos, que ja me cercan), de uma eonlianc, que
vos ennoblece, de una alleicilo de que uoisa alma
esta vivamente cornmovida, persuadrm-nos que, eu-
Ire vos, acharemos as ccnsularoes e as recompensas
qoa dosso coracilo procura a ambiciona, offerecen-
do-se a v, dedicando-se-vos, n3o tememos dze-lo,
de lal especie, que nao hesitaramos am dar-vos ale
nosia vida, se o t ..se misler, para a gloria de leos
e para a salvadlo de nossos irmaos ; a derramar lam-
beta nosso sangue, se Daos uos exigisse esle leste-
nii uho de lidelidade, purque liona missao vai al
ahi, e as vestes com que estamos coberlot, as insi2-
nits sagradas que cararlensam a alia dignidade de
que asamos huorados, uao leudo, do ruesmo modo
que nosso bello titulo de paslor, nenhuma oulra
siguilicao, sao destinados, no peusamente da santa
igreja, a recordar-sos continuadamente o que temos
promatlido, recehendo-ns.
Oh igreja dos l) nis e dos Marcel, que nos ap-
parerei* com a anliguidade de vossa origem, a sau-
lidade de vossos ponlilices, os iriumphos e os mritos
de vossos marlyres, desde os que vos regaran] com
seu sangae al o vosso marlyr da honlem.doce c pura
\ ic lima, cojo sangue anda lumega ; illustre e santa
igreja, nos vos saulamos com respeilo e com amor '
Vossas dores, vimos com um inmenso desejo conso-
la-las. A' vossos gemidos, sobre os erros e infideli-
dades de oro i a o grande numero de vossos filhos,
que nilo conhecem mais, que nuuca Inlvez ouviram
a voz de sua MI, mesclunos os nossos. A vossos
temos volos e a vesas inquietas solicitudes para a
volta de loios estes flhos prdigos noscin maternal,
judiamos nossas mais Srdeutes >u|>pliras ; uuiremos
logo nossos roeUMea esfortose nossos Irabalhos mais
conslantei! n ie felicidade para toe, que alivio
p; ra nns-o encargo, para nossos rudes irabalhos e
pi-ra nossa respon,.' "i^, te nos he dado ver a
grande causa de t,. que he tamben) a causa da
humanidade inlcira, mas sobrelodo a de todas as al-
mas vetadas nesto mundo ao solTrimenlo e.is lagri-
mas, readquirir enlre nos lodo os seus direlos ; esta
doce auloridade e sempie consoladora, e esle ascen-
dente protector e tutelar que s fazein a gloria e a
seguranza dos peves Porque a sociedade he um
ser moral que he imposivel fazer dorar por mais
lempo, se nao rej ousa senao sobre iuleaises in.le-
liaea. Ella lem sua .ierrota trabada, como os astros
do eco ; he submetlida a leis que se nao violam iiu-
puneinento. Ella vve sobretudo de lories crencas
religiosas, de probidade as relacCes, de fidelidade
nos empenhos, de boa l nos contratos, da respeilo
para com o poder, de piedade filial, de auloridade e
de amor paternal, e desla mulua benevolencia que,
do Indos os membros de um grande partido, au
faz senao ama s c n-.eema familia. Sem duvida que
lio haveria sabedoria alguma em deinarmo-nos a-
baler i\ vista de muilos svniptoinas allliclivos, nem
em qu.rer sorprender em suiistios preaeolimeoloi
o- segredos da Providencia e do fuluio ; purem no
reio do ruido dai ambiges ardenles, nesle lluxo e
relimo de mil ambiques apoiaonaldsa, do mel des
excessos de um luso descufreiado, e com asta sede
insaciavel de gozos que gauhou todas as condeces,
u3o serla misler desesperar de ver reuascer entre
misa lielleza doscoslumes e dos caracteres a uo-
breza das almas, a lealdadc dos sentimenlos, as gran-
des virludes publicas e privadas, a paz dos espinlos
c doscoraees, se de (odas as parles n3o se metles-
am generosamente maos a obra para esbarraros
progrnaoa da irreligio, da indiffercnc.i, detle ma-
Uriali mo pratico que uao permille mais ai almas o
crguetem-se e encarar o co !
Estes perigos da siluarao, estas necessidades de
nossa poca que felizmente ntsla gramo capital, silo
para mudas almas elMtas o objeclo das mais vivas
>reoccupac.oes e rfas mais profundas snlliciludes, que
us comprehende raelhor do que vs, nossos bema-
vcnlurados collaboradorrs Vossa f e vossas vir-
tudes nos sao conhecidas, veueravel capitulo ; pas-
tees das almas, padres laboriosos e dedicados, ins-
titu lores da moeidade em nossas casas d'estado e
em nossos seminarios, ndi vos saodamos tudus,
qualquer que seja o grao a qaa perlencer.'es na
liverarchia sagrada, como verdade ros cooperadores,
!upplcmcnlos de nossa iuiulliciencia e poderosos au
sillares de nosso ministerio, pela auloridade de vos-
sos exemplos, persoasao de vossa palavra e por esle
'.o veidadeiramenle sacerdotal, que a caridade
lian activa e inais eielarecida auim e inflinuna, de
s irle qoe u.io ha um pensamenlo generoso, urna
piedosa instituida, mu ubra de f ou de caridade
que nao seja concebida, preparada, animad i, seala
ciccutadapor \i, A oniao fer noisalorea.Em uma
santa emulado de boas obras, le eraos* os meamos
pensameulos, os mesmos semimealos, e esla unani-
midade perfeita que reeommeuda o apostlo, e que
he o Iriumpho da caridade. Todos reouidos nj nos
cansaremos de mostrai-nos os homens de llena c os
bomens dos povos. Devedorcs u lodos, perqu so-
mos pas de lodos, dedi-rar-nos-hemos aos que go-
y.atn da djulrina celeste para assegurar seos progres-
!J< e seu adiautamenlo oos caminhos da santid e aos que nao spreciam ou nao conhecem esle di-
vino thesouro, para gaulia-los e con lu/i-l -s a Jesu
i'.liri-lo.
E vos, piedosos fiis, lao numerosos anda em
nossas parocliias,lein-se o visto com transportes de
admiradlo e de alegra neslas ultimas solemnida-
des ;ehr.|.lns fervorosos do todas as con lieni-s,
li..inens de ini-tr i- or.lia, bellas esanias phalanges
dos filhos de S. Vicente de Paulo, quo i es ra-
miuliando para a cn.ui i do t, e recoaduiiudo
as pobres almas perdidas |iela eslrada que para ah
conduz pela praiiea nortala e devolada de Indas
pre respeilar, pagaiemos lielmenle a divida
plica para e.om aquelles que ealao conaliluldos em
dlgoidade ; a divida dn reapeilo, da deferencia para
com ellos, da honra e da eonfianc,! ; t leudo no cu-
ra{a(i o desejo de contribuir por esle modo para a
su- Atiricio da provincia da Paiahiba ; lapnlaule, Dr., meio, que nao servimus de inalrumeoto de teni lu -
l-aoslu Benjamia da Crux Ooava. rores.
lo-sesobio a uu-sa o novo parecer da com- lie habilo inveterado de nossa Ierra dar-se
leras a reapeilo da eleir,Io do dia- pouco apreso ao que he nacional, por nuil que o
helnhi;e entran lo mi dis- I ineieca, e considorar-se como de grande valor n ex-
miaaao de
iricio do Uaranh;
lo, heapprovado sem debala, e proclamados <
fellddade da grande familia da qual fuius esiabeie- ce.
cid s como paslor e pai. m
.. I.eaan.io a aliara dVoeet., a' que vos nos per. Dr. Joaquim liemea de Sonta, depalado pelo me
m .. i"' "i !:J- '"" "i',''' V" ;rU" m0 di,,,i, PPll. "' Jos Sergio I eireua. r.do, eoio mer.lo einnre
u ";:obr^'cr^'do' W&S3J ItaT f ^'XT '" ?" ,IU"'e",ala *' "r" J',a"U"" *' Tpaola V^eia.' MaTad. umV P7oT."d
.alvador. l-.ra II- Gome, de Souta, he Introduido toa as foal.a- seu Menlo, mais de nm Uinmpho d'arte. I.nha-lhe
granjearlo o lu^ar de um dos priineiros |
las de l'crnainhuco, e esle lunar mereca
Iranho embora menos memo tenln do que aqnillo
que -n por ser nosso duvera ler a notsa esluna. lia
enlre ni uin liabil pianista que sempie I i proco- see-il
rado, ruin merilu seinnre fui reeonliecido, he o >r
Qoo nilo esnt'irera, nem reeue anle o ladrar dos Ihos vio mais e mal se iperfeigoando, al que rad.i
zoilos, que ludo abocanham inuila vez Mtn discer- i mn driles s< j i m..i- una flor que Ihe orne a fronte,
niu). ui't nem condescendencia, ser iodo o meo niaie ama gloria qoe Ihe ennoblece o nomo.
pra/i-r. E Demais, o autor de Julia considera o seo Irabalho elle, nlo reeonhero oulra nobreza, nem entra dis-
cono um arreni/Jo de drama ; he islo razflodemaii linccfla, que nlo aeja a dos lalenloa e virlude, que a
para o desculpar, e se nao ntharem h lanle, mimo- ssa lei ruii.lainenl.il consagra, e a juitira abraca de
mos nadas com a ba razio que a diclo.
|js- aqu o ponto que ir..iis me moleslon, e cintra
ramente da aniiiversarle dn aacnOelo d.. Calvario! de- do ealylo, presta jor.n>*lo e loma usonl...
lio tainberii cnniempleiido com eonflanea e-le lenbo. Entra em dlscaaalo o projei-to n. su d. Is.i. qUe
sagrado, he I.tanda. nossos olhoa sobre o diMn ob- auluris, pagamento dos sold, ao lente do eter-
celo de nosso amor, sobre Jesin-Llirilo, o aulor e ello Juaqnim Jos de Sonzi
consurninador de nosia f, que vos dirigimos a pri-
meira saudaeo de paz, da dilecto e da dedicajab.
u Nos invocamos os anjos de nossa igreja, os sane-
roa
...po nao Bo-
rla isenlas da lulo e de lagrimas '
" Sr. Branao pede pera que esle projeclo le-
iiha mi.,i so diseussAo.
A enmura cnsente no pedido.
t) prnjeclo foi approvado sem dbale o remetlido
i eommisao de redactan.
Entra em I dlscnsslo o projeclo n. S:l de I8.">li,
......- -.....- -> n..jw m- i,,-.,i i^.-ej.i, us *auc
los proleclures de toda nossa diocese, a doce pairen
de Pars, cujas feslas, ah por muilo lempo nao se
rao isentas da lulo e de lagrimas '
< ..i i-u. n. *t...o vio n-i M--,i.i u pii'jeeiu u. *.) ue io-ii,
Mkl. f.?. o i q, mu"'ra, minho, M,s qoe concede caria de naturalisa.-Ao de cidadao hra-
?. L.TJ'i? "ma 1|10 ''"''10 de ""''1 Slleir a 06,ilvu c'lrlos Antonio Lainn t Joto Gon-
neranca, seris para nos mais que modelos vo mis i calve
ostentareis, nos fortificareis por vosso crdito ao pe
de Dos ; nus nos volveremos para tos durante o
combate e obteremos a vieloria.
a Mas, -ni vos sobretudo, > Maria, mili do Krac.ii
e de misericordia, que hoje sudamos com feleidsde
como a palrona de nossa igrej i ; que invocamus com
a mais viva confianza como nossa senhora e nossa
mAi ; sois vos que seris nossa medianeira omnipo-
tente ao ( de vosso divino lilho. A vl recommen-
dsmos anda nina vez os que forain nossos filhos, e
que sempre se glorifiram de ser os vossos. A vs
confiamos o rehanho de que somos paslor, nossa pes-
sna, noaaa aposlolado, nossas dores, nossas soliciln-
des, oosst vida, nossa morle. O' Maria ouvi nosso
suspiros, presla alienlo a nossos volos moslrai,
.Maria, que soi nossa mai.
ir Por eilas causas ele. ;S>gue-se o dispositivo,
prescrevendo supplicas para alirahir a btu(lo de
Dos sobre a administraclo do novo pastor.)
-|- F. N. Cardeal Morlol. areeblspo de Pars.
.iuurii.il o.s DebaM.)
IIS-
- Sr.
Paula e saba o susleniar o hahil arlisla. Consla-
nos -porcm qpo o gosto |pala novidade, o des-
lombramenle pelo que vem de fura, inn teilo algara
msl ao oo-so patricio, e que muilos lera dallado O
s cun asas dua palavnnlias, qe etilo boje
muilo em vega fazti melhor !
Lerlo e-l. o de que o aolor .,110111 me retiro, ser
o primeiro a relevar a rigidez com que enllo me pro-
nunciei. o relraclando-me em algnns pontos que pa-
receram menos justos e por demais desfavoraveit;
compre advenir qoe reli Julia depoit de rorrigida
com mais cuidado, e achei-a melhorada quanlo as
Imaaens
Poder-se htdizer, que huuve a^odam.'nlo na pu-
n.fio
reir Correa severo de inis
o qu.il protesto sulei
n Aehamot o Sr. I
no seu |nlzo.
E prosegue depois de onltaa consideraees
.1 Somos, pois, mais jaste que o S:. Perreira Cor-
rea.... n .
phcaliva d. nlo aiisteewia Ja tetvsdna
do predio vendido, la.obem etceoeo-i
requerendu. coaao-reqnsaM.^ei .
coii.lilui..le au p.e.ideme A. p,ovior.a lie
clK-rlnar dita ruta. v..|u le ,,,.
e\[ire-sameiile e, iifiriiSo n;
.\aluiro, e sin ElSn.* Sf.a.
eui I,, un. ,
1 "1 duM la
lu me ,|0 va
r-iu... ,,
r II.r ., |,
1 Irornrai,.!. pilo m. 1 >,.
pastada ao Si. Ju-i I 11 -.
Patseanos qneaiaa de stresjsjtss
A que vem a cuacan dailscaaj ( ||^ j, u.
1il,., s .,S7 que h, ,. |. Uiel.ii. w ^,MUu
lemluele .' \ em aflumar a saaaMsaaasJt .tn-ien-
cia de um aclu, cuju principio c etulw j^.j^ |,P
objerlo d* duvida, 011 negadu pela eaanaoajsa de ou-
Iro aclo de virlode e nalore/a nppa,itt *... j;,,,, l(
lemhrele.rn diz qoe o Sr. Josa Pires eciu ^u^ jt.
F. aerescenla era eonelnslo, querendo juslifi- clameo proeuron lolher ama serida. de los, ,.
'ar-me : p0 cslaheli-cida naquelle piedm o a pruva ,. ,1.
' hnlrelanlo ilevia ser lalvez astlm ; o> larns si- inoinlr*i o da etisl.-ncia dela servidao he. ,
amaa que entendido na arle, Dio falla a uo'sa lili sempre opporluno para o homem comeir-se, a nao ireitus que o piendem a,. Sr. Ermelino de I rio, des- ler o finada senador Jo-e Caries Marmk leu.. ..
?".?!.1. *ndo .""I1 '\i0 !'" ''J'"".fcil o agrada- pejo-me do eoafessar, que Icnho aprendidu inaiscom ( culpa,,, al cerlo p.....o esse rigor, e o loman] mesun | elarar.lo ninrcms de haver rila restado, qoatrtT",
morle ao dominio de toa lieraiu.i .. 1,,
professor dislinrlo e hrasileiro, pelo ensino de quem 1 bliracAo do juizo mas nao importa, o lempo lie
1110 DE.'A.NEIHO.
SENADO.
SESSAO DE 19 DE MAIO DE I8.7T.
Presidencia du Sr. Manuel Ignacio Cacalcanli de
Laceria.
As II horas d.1 manhia o Sr. presidente abre a
setslo, estando presentes :i() Srs. senadores.
I.ida a acia da anterior, he approvada.
O ir. i'rimeiroetrelario da' conla do senuin-
le expediente :
Um aviso do mlnistirio da joslirja, remellendo
dous aulographos saneeionados das resolojbei da
assembla geral approvanda as apoeentadoriat con-
cedidos ao juiz de direilo Francisco Vieira da Costa
com o ordenado annaal de 8339, e au jui/. de di-
reilo Francisco de Paula Negreiros de Savia Loba-
to, no lugar de desembargadnr da relaeac"do lio de
Janeiro, com o oidenado auuual de 1:200$.Pica
o senado inleirado, e man la--e enmmumear a' c-
mara dos Srs. depulados.
l'm officio do serrelariu da a da provincia do Snla Catharina, snluneltindo a
considerado da assembla g. ral uma copia da parle
do relalono du presidente da mesrua provincia re-
laliva ao9 limites com a provincia do Paran'.A'
cuinniisflo de eslalislica.
L'm reqoerimenlo de Ernesto Moreiradc Almei-
da, pedindo faculdade para fazer aclo das materias
do primeiro auno de medicina na faculdade da Ba-
ha, aptesenlando eertidao de etame da Imgua 111-
gleza.A' cummisso de lastrncclo publica.
UHDEM DO DIA.
Entra em primeira dlseasBfn a proposicao da c-
mara dos depulados, aulor sando o govrno para
exonerar a cumpanhia de Naveg-:cAo e Commeicio
do Amazonas das ohrigac/us coiilrah las relativa-
mente a' iolonisscto,
O Sr. Manat l'ehrardo enlenle que o senado
obrara'corn piuilencia s nao lomar conheeimenio
de um projeelo que vai onerar muilo o lliesouro
nacional, sem que primeramente inauda ouvira
commis-fio de einprezas privilegiadas.
O governo ja da' a esta cumpanhia una tobvtna
{lo de 1^0:00113 annuaes ; nao obslanle, a emprez-
anresmta um dficit de Irinla e lautos conlos de
res sem puder sansfaaw a ludas as obrigaoies qne
conlrahin.
Ach, pois, indispensavel que a commlstlo, exa-
minando o cmlraln, verifique quits s :o as clausu-
las que d.-vem ser modific idas, eliminando-te as
condicfs inetequivei, ou que importam a' em-
preza gravissiinns onus, que nlo sio compensados
pelos resultados que se colhcm, o indicando quais
devem ser as nov s eondijCes Impostas.
lie por isso que oflerece o ttgninlej requeri-
meulo :
Itequeiro que n prnjeclo sjja ramittido coni-
mi-sau de einprezas privilegiada-.Souza eMello.B
E-te reqi-eiimenlo he apoimlo e posto em dis-
cussAo.
O 5''. Ferrar, saliendo que esla' enlabolada orna
novscAo do eoolrato axistenle cora esla eempanhis,
pede a lal res;ieilo asclarecimenlos ao nobre minis-
tro do imperio.
O Sr. Pimeata Bueno, posto que nao seja o inais
c.impel me para d.-r as iiilorinaeoct pedidas pelo
nobie senador, ministrara' alguus e-clareciraenios
que lalve/. aoetam servir ao sen ido.
Kstcve com elfeito enlabolada uma novacao deile
conlralo, por ler-so conhecido que o contradi exis-
tente era mais um ensato du que uma conveuc,ao
definitiva, guando o emprizano fu para o Rio da
Prala, incumbi ao orador de cnlender-se com o
governo a esle respeilo, c por isso pastea a promo-
ver a novadlo, leconheceu-se porem. cinvi-la do
balando da cumpanhia, o de outros csclarecimentos
presentes, que a novaei nAo poda corresponder
nem s nseessidadea poblieas, nem as da empresa.
Em cousequencia dicUrou o orador ao Sr. minis-.
Iro do imp.rio, qus nao se achava habililado para
ultimar a novacao jo eonlrato, e que era preciso
examinar de novo o assumplu. Convencido tam-
ben) S. Etc. desla verdade, deixou de proseguir nai
conferencias, e ludo parou.
Vota porlaulo pelo requerimento, pois que a
ciimmissaii mullo pudea' esclarecer 11 senado.
Encerrada a discusslo do requerimento, he elle
approvado.
Eulra em ptimeira discu'sAo a proposijao dt c-
mara dos depulados declarando que os otliciaes do
corpo municipal permanente da coile perceberao a
mema elape que os ofliciaes po exercilo.
Pasta sem dbale a segunda discussao, na qual
entra inmediatamente.
O Sr. Bario de Muriliba soslenl a convenien-
cia de dar logo um maior vencimentu aot olliciaes
do corpo de permanenles que equiviiilesse a' \aiila-
gem que se Ibes quer proporcional, evitando assim
dar-se-lhes a meaos quanlia, parte a titulo de tol-
do, c parle a titulo de elape.
Sem mais dbalo he approvado o projrcto para
passar a lerceira discussao.
O Sr. Vi-endente declara esgolada a ordem do
dia, e da para a da primeira se.sAo a lerceira dis-
cns'lo da proposicao do senado pprovando a pen-
sao de lis mensaes concedidos a 1). Floiisb-lla .M-
xima da Silva e varios pareceres de cominissies.
Levantarla a sestlo as 11 >, horas da manhaa.
RECTIFICACAO.
I^oetlracloda sessSo do senado, publcalo no
Lorreio Mercantil o de hontem, enlrou por enga-
o anles do discurso do Sr. visconde de Jequilinho-
niia, que foi o primeiro sobre o vol de grabas, o
principio do discurso do Sr. D. Manoel, que fui o
ullimo sobre a mesma materia faltando, para ligar
as doas psrles em que licou atsim divid lu u dis-
curso do Sr. D. Manoel, o seguinla ap;rla do Sr.
Wundcrley : Knllo e>tlo uus engaando.))
A aesso do senado publicado hontem he de 1S e
nao de Iti como sabio.
CMARA MS SRS. DENTADOS,
SESSAO' DE l!l DE .MAIO DE 1837.
Presidencia do .-r. titcond de Baependy.
A' hora do cosime, achando-se reuuido numero
legal, anre-se a setslo.
Lila a acia da antecedente, he approvada.
(' Sr. Primeiro Secretario da conta do seguinle
expediente:
Um reqoerimenlo iIa lenlo Jos l.amcnha l.ins,
coronel reformado de l linha, pedindo para ser ad-
miltido de novo.no quadro do exercilo com ts van-
() Sr. Paet\ Brrelo pede para que esle |-rojeclu
(enlia urna su discns-i'-o.
A cmara conseule.
t) Sr. Marlinho requer o aJiamenlo da dis-
cussao.
O requerimenlo nao he approvado.
Contina a discus-o do prujeclo, e vem mesa a
secunde emenda do Sr. Maduieira :
h lica igu.dmenlc aulonsadn a mandar paitar
caria de nalurausar.lo a Juiquim Rodrigues de Al-
mei residente na villa Nova da Hainha, provincia
da Haba.
O projeclo he approvado com a eiueuda e lemel-
lido a commiasao ue redaccao.
Boira em SS ditcuisAo o'projeclo n. ."il de IS.',
que d destino au produelo dus heus da capella de
1 lambe.
O Sr. Totraiio de Brito pede o adiarntnlo da dis-
cussao alo achar-se na casa o Sr. Dr. Ileiinques, de-
puladopela provincia da Parahiba.
A cmara n.o cnsenle no adiameulo.
ConlinuaiiJo a discussao, veni mesa a segaklle
emenda, que he anotada, o entra cunjunclainenle
em discuaslo :
.1 O prodaclo dos bens da capella do llamb que
fr realizado na forma das leis 11. joti d ti de telem- ,.,
i.ro de !S.'i e n. 77S de (i de lelembro de 1851, ser llarros Accioli
velmente guiar o discpulo. Se o Sr. Paula fos-c oni 1 a experiencia dos annoi, do que com us livros e as; necessario para qoe o juizi nlo paieea, romo de lac- predio anteen dopets de na n-
arlisla desliluido de merilu, a. haramos jaita a pre- i rellexles de momenlo. lo nao he, um tributo de amizade. | fircncia, mes sendo alin de ptimo pianista, Per-1 Franco comodesvaneco-ma de o ser. creioqueaoc-; Ouizera responder ao Sr. Lobo com a l.irgueia< maneira'que o leu hrelriro qoer
nainhucano. cnlendcmoi que mais se concilio) a com catiao.he azada para dizer, oque nAo me occor-eu, decencia possiveis, masa sua prnxeibial hundade hSTfT strridlo 1 bcni o nosso patriotismo o apret que dessemot ao artis- quando escrevi acerca de Julia llgomat palavra
la hbil e naciunal
O vapor brasileiro Persinonga, vindo ilc Ma-
cei e polios uiii-ru.e.dos, (rouxe a seu bordo para
esla provincia ns seguinlet passageiros :
Pedro Angelo Evanuelisia e I filha menor, Aulo-
ino Teixeitl Pinto. Lbald'.no Jos da Cruz, ma inu-
llier, i liihos, 1 eterava,
que por certo nlo merorem o nnine de joito critico,
como impropriamente chame!, alienta a nimba inha-
bilitarlo e nenhuma auloridade do meu iimiie nania-
leria ; nlo lembrou-me, digo, estimular o antor de
Julia com tantos exemplu, em assumplos lao vara- fesso que 11.10 o mere
dos, que nos cfi'erece a historia de quasi lodos os po- \ Lobo, nao cmno favor
alou-ine ni bracos com eilas nllimas palavra.,
me regosijam v.-u independenes e digmdade d
caiacler : o N ju, (lo jjf. i->rlelra Corra ha ci-
mero na lumia, e bailante verdade 110 pensamenlo. 1
-_:.* .r?ril,i,1"""ie u favor do eellega, mas ron
a poilano devolvu o ao Sr
lias cuino uma divida qai
que pira que .., ..
uelicio d'aquelle predio t> h-
pie nado senador, 11 a urcasiAoqueeefe/. o inxt nlario e psi-
eu l'lhade-eiiahoiisdeveiia ler declaradu sendo ja elle
iin.1 I., caprpssaiueiilc haver ella cessa-le... e nlo
quer quepira que >e leci uheci a exislencia leal
d'anuella servidas) seis misler que o linaria senadue.
qumi.lo vivo, t heneases creadu cum evpretM decla-
lae..i ,le sa perpetuid.nle: e 1-I0, pilque, di o lesn-
Wanderlej, Manoel Mendos Bandeira, Manuel Jos larco lempo ; e no enlanto Vieira fui depuis o as-
Gon^alTei Lindoao, major Antonia dos Sanios Vita I j sombro dos pregadores eloquenles, e boje lem pesi
e I criado, major Tilomas Lilis de Caldas e t criado,
Dr. Francisco de Caldas Lint, Jescravos, c i criado,
r.ipiio Manoel de Amorim Salgado. Francisco Pi-
nli-iroili Itocha. coronel Xavier Paei Brrelo e 1
escravo, D. Lana Isabel de Olanda Cavslcanli, An-
tonio Joaquim I.eraos, Flix de Amoriin Lima, Jua-
quim Juse Ferreira, II. Augoslo Millel, Joan de
Convertido em apolices da divida publica, licando
perleucente ao cljlniecimenln de caridade de eada
nma das provincias de Pernambuco e Parahibas
pirl.i desse produelo, correspondente aos bens silua-
dos em sem respectivos territorios.S. II.Auguslc
I Oliveira.Flavio Clemenlino da Silva I-rene.
F. C- Prandao.
O prujeclo he approvado em 2 diseuasao com a
'".....'a respectiva, t remedido .1 commissAo de re-
daceAo.
Entra em discosslo a he approvado sem debate,
u projeclo n. SS de ls(i, que c uircde loteras a fa-
vor dos ho-pil.ics da -Misericordia e din Lazaros, e
do eslabelecimcnto dos expostoa da cuiade de
Coyab.
U Sr. talo pede dispensa do intersticio para
ser dado para ordem do dia de amanhaa.
A ruinara concede a dispensa pedidj.
O ir. Presidente declara esgolada a orden) do
da, e d.i para a da sesso seiMiinle :
lerceira ditcosslo do projeclo 11. ISS, que concede
lateras aos hespirnos da Misericordia a dos Lazaros,
e ao estabelecimeiilo dos expotlul da cidade de
Oivab ;
Primeira dita do projeclo n. S de ISjli, que de-
clara que as iilhas dos olliciaes do exercilo c arma-
da Icein direilo ao meio suido ou montepin, embora
se tenham eaiado anles da morle de seu pais ;
Segunda dita do projeclo n. 60 de 1856, aulori-
saudo o Iroco de notas du exlinclo Hinco do llra'il
e cdulas do lhenuro, rio que he pos-uidor o conego
Fidelii Jos de Moraes;
Segunda dila da projeclo n. 7:! de 1836, qoe ap-
prova o conlralo celebrado cun o Dr. Ilermann Hiu-
me.ieau pira a hndaeRo de uma colonia 110 ltaiahy,
na provincia de Sania Cathariuau
Levanla-se a senao .1 i hora c mtia.
Ka noiicia dda hontem sobre o navio que fui a
pique, em vez do barca americana, deve ser barca
uigleza.
AU amanhaa.
CORRESPONDENCIA HO DIAItIO IE
l'LIt.N A.YIHUl.o.
PAHAU1BA.
Cidade de Souza -2't de maio da 1807.
Charo amigo. Prneipiarel asseverando Ihe que a
miuha pessnn goza perfeila saade, eoacorrenda mui-
lo para lo satisfactorio estadoto vindavel clima des-
leabencoado Ionio, queonii'ora se chamara Jar-
din. do K10 dn Peixe, c boje pelo priisresso da po-
ca cidade de Bouza.
Anda ole hve o prazer de ver impressa nn s>u
limes a minha primeira missiva; esperemos. O va-
lu sartaneja, (de qunn soa sobrinhaj aeha-se lis
muilo em um 1 apathia nervosa, e pot is^j alo sabe
ao campo ; o sobrinlio porm vea sobstilair, como
KEFABTICAO DA FOI.ICIA.
Occunenciai do dia 1 <> de junhn.
Foram presos pela subdelcizacia da freguezia do
Itecile, os marojos Itoberls f lurens e llurlhnii Nai-
bulgh, a requisu.ao do respectivo cnsul, e Itolurt
hrk, por ebrio.
l'-la subdslegneil da fregoezia de S. Antonio,
V'nal Psteira da Silva llelmonle, para averiguaees
poliriaes.
Pela sabdelegacia da freguezia da Boa-Vista, o
porluauez Manuel da Silva Andrc, e o crioulo Ma-
noel, escravo de Miguel Antonia da Cosa e Silva,
por s?rem encontrados as II lJ horas da noile com
uma canoa lurlarem os lijlos da obra dn (jvm-
nasio.
Koran) presos: pela delegada do primeiro dis-
Iriclo ileslc termo, o eseiavo Marcelino, do Dr.
Francisco Carlos Brandan, por andar fgido.
Pela subdelegara da fregaezia do Kecife, o
escravo Vicente, por crime de' furlo.
E pela delegara do 1 lurieury, os desertores Joao
Caelano c Jote Eslevlo dosAujos, aquella da se-
gundo balalhld de infamarla e esto do nono da ines-
ma arma.
Illm. !-r.Em observancia ao officio de V. S. da-
la o de 10 du crrenlo, pnssei a averiguar minii-
ciosamenle os adulterados fados intetlos no Diario
de Pernambuco de II) do correle no arligo Pamna
Avulsa, os qmes pa-so a expo-los com loda veraci-
dade. Depois de inoilas averisuac.s dirigi-me a
a=a de Timm Monsen, morador nesle qoarlurAo, e
indanando d3lle disse-me ler se dado a seuuinle oc-
enrreucia, que pala manhaa achara uma pedra e do ai
Vldros de nma ses vidracas de sua casa quebrados,
purem que ignorava qual o motivo de assim pralira-
rom; o secundo de que V. S. no seu rilado cilicio me
ordena que igualmente Ihe infurmasse, passei a lirar
infi)rmac,cs,p as que poda culherfuram as teguiule:
om Allemao sahimlo de uma casa de lnl'.ar a jugo
de b la, qoe exile nesle quaileirao dir atacado
no corredor do bltpo, por onde regressava para sna
hahilaeao, perem nao Ihe fizeram mal algam. Eis
as informaeoes que poso dar a V. S. por assim me
haver oidenado. Agora permilta-me V, S. pondo-
rar-lhe qne mesmo no caso de se darem as referi-
das oecorrencias no mea quarleirao, nao me repra
enlre os clsticas da lingua dos Cames, dot Suuzas
e dos leu,ardes.
Nlo era inister recorrer a paites eslrangeiros ; mes-
mo na nossa tlarescenle palria, alein de uulros, teinoi
um exemplo bem frsame.
O illusire roiilemporai.cn Bernardo Pereira de
A vida do escriplor he de lodas a mais avivada de
eipinhos, mas he (ainbem, a que produz Ihircs mais
vicosas.
Aqu leimino no firme iuleiilode nao mais lomar.
Becife, Itl de juuliu de 1857.
/'. ferreira Correa.
Nao su,, ate |asjtas>, e confirme a verdadeira in-
lerpeetiej, ^r. lembreleiro t K.-por,.u-,t'.....
reos aris. in. ||| e n do mes 111 o Mpsla
' ervi.i......saliva consiei* em poler ir. I. l.ic
que u serxieuie ta
ponlia a servidl 1
1 A seivid.io di
dir un tea predio, que te op-
davM*.
BCealinna be a qae precies dearit
mihnva .,... .------- ......-,.......-.-.... |aiilJ ,I13)S epressa em a bacn har a liuuet idade
. O urador difiuso e sem nexo de .8*., tinha-s., | "T^^l^^Z"^, afiam por Ul ,ui-
sa o seu moidaz phrenesi,que mais farilmenle escapa-
r ama ovelha perdida e inexperla da* narras de um
ligre faiiiinto, do que a mais illibada repulacAo, e o
mais bem formado catacler de sua habitual < peco-
tornado, dous ,nin.n depois. lao eluquente, e Mo sar
raslico, e havia apieseulado lo grande de-euvolvi-
mcnlo do lalenlu de disculir. que nenhum oulro
merabro da casa poda competir com elle.
Fallando acerca da historia de Arlimege, um dos
collaboradores do Jornal dos Dbales, exprinlio-
so nos seguiiles lermos :
Expuair,ao fcil, ialelligeneis dos fados, critica
secur., rerommeudauJ esla ubra.
Voliaire disse, pouco anles de saa morle, que lo-
dos os das aprenda.
D'aqui, porm, nlo se deprebenda que Julia nada
vale em si como obra Iliteraria, c que o seu au-
tor podera ser dramaturgo algum dia, alo ; Julia
merece lalvez o apreco, que lem gozado no tcensrio
nutras dramas de poua forra.
Julia, que be filha Uo acaso, revela a olhos vistos
a tendencia natural do aulur, e laz espelar delle
raoilo mais, do que se poda suppot aule da sua ap-
paruo.
As obras deGarrell,principalmente o dramas, ella
mesmolconfessj,que nunca sahiram de sua peona ca-
pazes de entrar no prlo ; silo motilados em urnas
scenas, au"menladns n'outras e correnlos no lodo
"ira milita meditarlo e lempo, para depois cnlrega-
los a apreciaeao de uns, e critica de outros.
E n.o se diga, qae Garren se conleulava com urna
edirao tmente, nlo ; elle lirava segunda, e modi-
licava-a, lirava al lerctira para allera-la e aperfei-
eoa-la msis e mais.
E nao se crea, que Cairel! se dispunha islo sem
ler primeiramente esludado muilu e muito, como at-
iestan) os seus cavaros ao leitnr na primeira pagina
de lodos as suas pruducres Iliterarias.
Parece-me convenirme Iranscievef o primeiro pe-
riodo do juizo que escrevi, para explicar o senlido
deslas palavras :
tranges, lal he o sea Ululo '.' Por mais que f-ebe os
olhos as multas e bem birles ron-ideracaiei, que ago-
ra, mto grado meo, me impedem de o fazer com o
prazer, que almejava, e me caba, se en nao lora
desde tenra infancia leu colica, amigo tambera poi
|nfleicAo,e, o quemis be, primo por rangos c noca
110.1 e apparenle, e peto eoblratie neitessend.. enro
peilenee. as especies- neualiv, detcenlinoae 1. ...
aiipamilcbe fura de duvid.. qoe nlo mi sjjsjta
adoulruia do arl. lili de Coerca letles, Dieesi..
Par, eilaito. "
O arl. .>ijj do inesmo lo'nr, Inr.l.em rlate i-ele
lemhrelciro, tem sutessiva ref-r-naa sa \y:.
nhe.ila moruacidade. fonio bem demonstra a sua ola !. que rasmia vri
l'm deiles homens esqoecido, lalvez dos baa ef -1 ?*'' ciiain artigo ; e consegu.iiiemenle enleade-se
liciot que Ihe ha prestado o Sr. Jo-e Thomar de A- '"'[" "* 'eividSo continua apparen'i-, qaanl* du
guiar, e algnns dos seus prenles, desalase un ul- Subsliluir esla, se obras indimlim ueren a nuili--
Irages lio seaprimeiro lembrelecontra esiestnlior fer Vnlade iiiainfc.l 1 do proprieiaro de oas pe-
e sen conliado o coiumrndadur Jos Pues Ferreira, I "'"* 1"e um Pfe-le serventa ao sastre,
pelo nico .cio de nlo levar a bem, q--e a Eim. "ntolltaencia rita a-il iri-ali, alera do astpeana, per
Sra. D. Jnanna Maiia de Dees, viuva do finado S2- -0*1''" da Racha 5 ,"rf, qoe bem exp'icjto e cl-m
iiador Jos Carlos .Marink, sea por aquellos senhores, "e a fspeilo ; viudo mais em nosso astille, e p-ra
seus genros, auxiliada e defendida na qoeslao, aue f',ml'|etar o nosso Inumpbo o srande juriseentolu
entra ella e o Esui. seuador Danlas, pende un juizo ; Bares t.srneiro era tea tomo 5 78, n. qoe
civil de.la cidade. i atsim se expiime :
Principia o tal homem lemhrelciro, em sao pri- | Se oul", ie do Pdis se serve de nm |*i
ineiro lembrele, cum fumaras deboni narrador, aju- oulro, v. c. fazeinlo por all raminho. e aliena um
diciato ren-or, assegurando que o Sr. comu.eudtdor',,e|le" **"> declaiaJo, nao fica o oolro deveade-lhe
~*~ 1u----------. ........---------J#.
moro e robu-lo, o Irabalho do se.n deciepilo lio ; 11'Tdellst, visio se daiem em horas em as qur.es
islo mesmo he moda : vamos poima > que inltressa. "a" eslou em serviro, pois me nAo he pussivel ron-
O delegado dtsla cidade.o leante Belarmino, vai, dar loda a noile o meu quarleirao, assim o redactor
como lj ditero, deilando as inangiinlnt de fura, |(la '"asina Avulsa adulterndoos lacios que se de-
mudas qucixns vagara por aqni contra a adminitlra- **<" s" leve por lira Jeemoralisar .1 polica e seas
e.lo desle tenhar. 1 agentes, pois 11A0 ;estaudo scienle das oecorrencias
l-oi preso no da 17 do correle um lol Jos, por 1"" ,fl deram, nSu devia ser lao leviano em pu-
ter um palavriado com um soldado do desta<-amonlo: Wlea- las.
eram nove da noli, a sollado anles de Ihe dar a "" gntrda a V. S. 25- qaarleirla da tregotzia
vi 1. de prexo, povou por orna faca de pona que Ira-! da Boa-Vista I de jiinho de 1857.Ililu. Sr. Iluli-
zia e lena provavelmenle assaaaiiwdo o rapar, a nao "n ,0'"'' Corra de Almeida, subdelegado da fregue-
Irr esle inuila destreza em livrar-te dos golpes, a 9 *' Boa-Visle.Frederico da Cosa Ros, iuj-
nlo ehegar onlras pessoas que nhslaram o alleniado, i poelnr.
anda assim eoasta-ms que sahir.i com um leve -ri-J ConlhrtTM.O oflicial servindo da tecrelario.
ment) no ruslo. Infornia lo o delegado do acontec- 'o'* 'avier FanslisM llamos,
do, em vez de caslsar, com devia, o soldado per- '
Inrbadoc da ordem, susleutou a pri.io do pobre Jos.
Oulra prisaodeo-se na pessna de Jos Ancoreln,
por ler este Sido chamado como testemonha de uru
aconleciinenlo Insignificante, a preaencj do delega-
do ; solTreu Ancorela esla prslo, porque desmen-
lio o toldado Sancho na pic-eura do mesmo delega-
do, o qual uaosalisfeilo de o f'zer recolbera cadea,
maudou que o carregasaeo. de ferros.
O mesmo delegado lem-se ennsliluido um juiz de
paz de nova invenr.lo; qualquer individuo que de
ve a nutro una quanlia qualquer, te ctte se qoeixa
ao delesado da falta du pasamento, immedialamen-
le aquello he chamado, e se nao lem dinheiro para
o pagameuto, d'alli mesmo vai psra a cadeia.e quan
do abe ha de pagar a rarcera<;em. como lem acon-
leculo a muilu;, e nllimamenle 110 dia ->:i do cor-
rente com um lal Filismino.
Ea nao culpo ao delegado ferir |,1o arhilrari.imen-
le os sagrados direlos dos cidadlot ; poiqoanlo nilo
se espera oulra cousa de quem desconbece o direilo
das g-ntet ola posto porm descuipsr o nosso go-
verno o noraear a homens desle qullale para exer-
cer o iiuporlanlo cargo de delegado por esles ce-
iros, liavendo na honrosa classe ntilil.tr, olliciaes in-
senlandooi oflVndidcs, cu nilo sena obrigado a sa-|ra-a or'' "per'a novo laro, que uos liga como ir-
Jos Pires fura quem emprestara ao s:u BeMIMie,
alim Dr. Jos Angosto Cesar Naliuco de Araojn, a
quanlia de :l::lliONKH) res, rom os jarrado um e meio
por cenlo, e com a garanta de orna liypolhrca no -li-
brado, que a sua esposa ruuhe era pirlilha da ht-
ranra deixada prlo seu finado SV0 ; Sobrada aquello,
que cora a lerceira parle de um.i casa lerrca, e ui.a
divid perdida, constitua lo a a bataneo, daquella
Senhora !...
Era C0nlrap0si5.il) a ell ailirmajao temis a de-
clarar, c Srtiba o publico que dito eiiurc-liruo e h\-
|>olbeea furam felos pelo Sr. Elias Fipli-la, sendo
que o Sr. Juse Pires, posteriormente a respectiva es-
rii|dura, c quanlo o dilo Sr. Elias preparavt si 0-1
ra una viagein a Europa, pagara a ele tenhor a re-
ferida quanlia por Ihe haver dito ou declarada ler
della precisan. Por essa forma, poi. foi que o Sr.
Joi Pires consliluio-se ctedor do Sr. Jos Angosto,
do qual lano nao exigi, nem quiz garanta de hy-
|.utilera, quanlo o proprio leminvteirj, Irantcreven-
ilo a esciiplura de venda do sobrado Sapra lito, re-
pele as palavras ditas ao tabellilo pelo Sr. Jote pi-
-or riJ.io, pois o dono se servia por direilo do 1
minio. i>
E mais adianlc em o n. :N do metra* :
. i.inio quaulo o ssobir de deot predios t* erv-
de nm paca o oulro, e sapstnlo saj nao lira rstobe-
le.-i la scrvido, se expres-ameiile se na- res-rvon.
O que dir a islo o Sr. aOBBjaeO das setvi4*s :...
A linillainos porem, por momenla a servida* llr-
Mda pelo leinbreiciro, e letemo-la a face di ar".
itrt do aliada disclo. qoe diz :
si Finalmente aaUsajpii sa a ssaiMSe, etiinctn qoe
seja o diieilo de quera a roncr-deu. .
Ota, quem cuncele-i ou c:eo-s a servida* d* sa-
lir.do vindido pela Sr. Dr. Nabuco, seznndo le. -
i bri-leiru, foi o liuadn senador Jos Caaa MtJftssV,
[ dono que foi dos dous pre lio-.
atas, cora a moite.exlinmuram-se Indas ot direlos
do finado sena lor. A con que a servi.lo pur ella creada eximjuie-se igaai-
nenle com a sua inoile, e etlinccao 1* lodos es *
dir Uos,
lemosadmilli.il> por rr.omenlo, coma acimt Oie-
lelligeules, e que bem desempenbariaui o seu luear.
Os nossos lsraes, qaando sahem a eorraiesgo para
malar os caes vao acompanhados de Ires o quatro
capangas armados de bacamartes, e aimarinam os
pobres aminaes a tiro, mesmo dentro d s ras, e as
immediacii.s deslas, corren.In o risco de chumbaren)
uma ou oulra pessoa : o faci que te deu Da puvoa-
{la de Ctjaxeiras nudia :! do crreme assim o pro-
va: leudo um lal Lacoa, fiscal daquella puvoarao
saludo a uma de-sas barbaras correras, foi o pri-
meiro acto ile sua exccuc.ao em assassinar com um
Oro um miseravel rio qae se achava deilado junto
ao muro do dono, e-le requeren que nao atirasse ;
pois ina ofienilcr a alguem de sua casa ; porm a
nada allendcu o fac.anhiido li.caHsi deain o Uro, re-
sallando d'ahi o feriinenlo de nma tscrava do dono
da casa. He na ver lado um quadro etquisilo a vis
la do um lisral com ,-oa ficha a liracollu.com sen ai
enthnsiaamado, teguido pur tres ouqualro ceruula
cura o respectivo coogretso, percorre-ido as ras
Sao costuraos dos nossos avs. Saudc e bons pala
coi ele.
O cerlanejo or*.
resr.VCHARAM.8E PELA POLICA.
Dia 1li de jonho.
O escravo Ttieodere obleve passaporle para o Bio
e Janeiro em companlua ds seu senhor.
O Hamburgus Theodoro Becker, legitimado para
oblcr passaporle para a Europa.
IS
Osescrvos M.inool e Kila, obtiveram porlaria
para o Rio de Janeiro em eompunliia de seu senhor.
^ommuuicab^s,
ALGUNAS PAI.AVBAS SOBBE O DHAMA .1 JU-
LIA DE FE, ES1KANGES .. EM REFEREN-
CIA AO JI.IZ0-DO SB. OVIDIO DA (AMA
LOBO.
He para modificar o juizo que escrevi, e appare-
ceu estampido nesle apicciavel Diario de ."> do cor-
rale mez, que de novo lauco mo da penna, e a isso
me ira pe le, depois de grande hesitado, o valiusomo-
livo da evitar o dissabor de ser segunda vez acoima-
do de nimiamente severo e injusto, como ja o fez o
Sr. Ovidio Lobo, quic com razan.
Li com aecursda attenro o prologo do drama, e
apreciei tanto a concitan correspondente obra, como
a simplicdade com qae esli e-rri 1 .
i.iue rmiiiuii o aulur de Jnlin a estudar com tf-
finco e critica esse ramo diflicil e 13o pouco cultiva-
do da nossa riquissima lilleralura, tera o meu inaior
desejo.
() O Sr. subdelegada da Boa-Vista, mandando ao
inspector Frederico da Cosa Rios, qne syudicasse
de alguui fados, que noticiamos em duas "e imitas
Paginas passadas, no quatteiro de sua juriidicjao
policial, leve oflicial mente em resposlaque depuis
do militas averiguarse/, dieigio-a a casa de Fimm
Monsen, morador no seu quarleir.lo, soube apenas,
que em ama manilla achara uma pudra e duus vi-
Iros de uma de suas vidraras quebradas, porem que
icuorava qual o mulivo do atsim pratic.rem, c que
lamben) informando sede oolro laclo, que rehila-
mos, snube.que salando am Allemao de urna casa de
Por ventura nao se vrdaqui, que det.le meninos
aprendemos juntos os pnmeiros rudimenloi escola-
re! '! Acaso pude exitlir verdadeira amizade, onih
nao ha atfeii.oo ? Ser exlranbo o dizer pvimo por
sangue, que oolr.i cousa nao he senao prenle con-
sanguneo ? E fallando eu ero rioro two, que aco-
ra estreila nossos cor. res nilo se devs-r entender
pilas relaces de cunhadio, em que esloinos ha seis
mezes '.' Cerlamenle que sin).
Ora, tendo 1.1o claro o sentido das palavra', r
de lo fcil inteligencia.creio que se rae nao pod-ra
argir de obscuro o incomprehensivel. Mas trasla-
demos o tegiindo lopicc :
Anda anim, olvidando lodo sii por amor da
cnnteiencia, ser-me-hia impossivcl emltir uma opi-
niao legara e imparcial, porque, n8o reproves, apre-
cia ardes a franqueza dos meut sentimentos, mo se-
ria eu capaz na ausencia de hahililsres, e al por
erasia ignorancia, de spplaadir, nem maldizer aquel-
les, qae se dedicam corpo e alma a bella e sublime
arle de Hacine o Cibillon em genio iguaes, rivaes
Di gloria
Ha aqu algoma coma qne mereja descomedida
critica ? Poder-se-ha em loa le diz-r, que o eslylo
he sui getteris ',' llavera' quem diga, que claudiquei
as regras grammalicaes e de regencia '.' Coido que
nao.
Passarri agnra ao trecho que fu combatido pelo
Sr. Lobo, e sobre o qual fez elle alguus reparos, que
ate cerlo pooto podem proceder ; assim como piocede
(ambem a minha propositan, nao fallando ahsoluta-
nienle, pois desle modo lano ea como o Sr. Lobo
.liiin Hunos um principio, que mo rae parece verda-
deiro, e que carece de rartnicat;ao :
Todava direi ao leilor discreto, se a-sim lr do
leu conteni, que o drama he quasi ') sempre hoin,
orna vez que as suas phnei|>ars parles iridiara pur
execulores artillas assignaladot...
Ja' voSr. Lobo, de quem f.150 subido conceilo,
quj soa iii.iis dcil do que lalvez pen-e, e que nao
cuslumn desprezar, delicadas observace", quaiido
ellas partera da reflexao e do bom sensn, de que lau-
to so deve litoiiiiear o meu collega.
1 .ou-mu que lbc diga, que nao faro consistir ab-
solutamente o mrito do drama na execurao, que lista
da o ador
ludavia
roes relativa
das arries
eu mesmo diuo, depois de faztr menedo da engeuli
sa Iragedil -Vora Castro como uir.a obra prima, .que
o mercciinenlo de um drama comate na moralldade
do enreda, e as profundas e doces emuc.es que p le
despenar na alma menos sensivel do leilor ou do e--
peetador.
Se o drama, pc-is, be coraposlo pelo aulor.'se a in-
veiiru he do seu engeuhci, claro asta, que ningnenj
Ihe pude roubar a gloria da pioducrao, c a iinprrn-
sa, e a voz publica, e o proprio leilor ahi eshlo para
apreciar e recominendar o aulur pelo seu Irabalho, e
o Irabalho pela sua impoilancia.
Mas, so era Indo drama lem o merilo que n deve
res e sua eieelieolissimt senhora, cemu pn curadores ""* ervilao allegada p-lu leml rrleiro. mu:..!
do Sr. Jo Auguslo e ras excellenlissima consurle chegamos ao lugar da aega-U. e iie-.'-l de ana
Jnaiiiia Maria Iticarda de Agu.ar, palavras eslas, que ",H!":" irrefolavel. ...
au as s.guintet : l.uineceiuos p..r ifimr com lijrges Carneira, a pi-
n E por elle mencionados Jos Pires Ferreira, e '_* "ivulilo em sr-i ssiilido jaii.iirn.
saa mulher II. Maiia Catharina Leonor le Sena i Serviilo lie a direilo, que abusen lasa de fazer I-
l'erro, foi analmente dilo na minia nfesenca e -u'". "(l "' Predio aeia, ou de que o dono *<|t*
das si bredilas leslemunhas, que leudo ellet nma hy- ; ** '"'* "" mesma predio.
polheca no refer lo sobrado pela quanlia de 3:360$, I "e-le direilo, pur (julo, retulla nm oai s prs>-
c t us juros, de que Iha silo de redores seus ron-li- | P"elano i'rvienic, unus e(e limiladv* 4 tem aire:-
luiiiie., por caer plora celebrada 110 cariarte de la- 1 '",,* P'opnelad.
bellilo Francisco de Salles da Costa Mnntelro,em da- O direilo de neopri*.lad* -..m;,r.|.-., .-. r. ,.. .
11 da dous de jiinho do anuo de IN.VJ, para que o !"'*" u dosjjinio ulil, o duinimo uiieclo.
l-.-t 1. du.. especies de duininm, sr-un lo as Iri. -
meemo psssaste s elle comprailor livre desse one .
pela pnseiiie de-i-lium, como de fado tem desistido,
do direilo bypalliecario, que sobre elle lem, licando
lodavia a escrlpluia de bv polheca servindolbes como
titulo de divida pira a todo o lempa padere-u haver a
soa importancia dus referidos seus devedore*.
Saiha mais o publico, imparcial apreciador dos
fados, que nenhuma divida perdida foi iulcgralm--n-
le dada era pardilla a excell.lilsima smliora do Sr.
Dr. Naburo, cora.) ain la allirma o di lembreleiro.
coslumes, podem existir sepralas, e sWi emsna
que se chaina em direilo,-mphx Iru-e; i.l ke
aehheets de um lado, e emplvirui* de sasasav
Ss pon a servidlo impe um nn* liraHalivo d 1
direilo de tiropried.de ; seajan-eaj qoe njo podra -
la ser juslameule creada em uma emplivl>o-e. 1-' 1
he: em urai propriedale, ruj 1 donnoiotolil *
directoe-l-jsm separados ou exeeeido* por anas p-
so's dillrreules ; por quaulo o senhnrio impond. 1
de-minlindo toa- proprhM palavras rom a publicaran I cre" uln grvame, ou en.-.rgo no doiuiuio alil, qv-
que elle proprio fez da verba do formal de pardilla len'10 "*00dier ao emphxleoia, ao qasl eU
da excellenlissiuia senhora daqurlle senhor, aqual be ";1 "I"'"!!, pelas r.....lifSJee propiiat e e ne. a
a segninie : : "alurezi da contrato : e eslabelecen lo-a este tes*
n Tem a herdeira D. Juan na Maria II. de Agotar, ""senlimeiito du eenhorio, utnrpa-llit parle d de-
de legilima pela represenlarao de sai finada lili, a 1 ._ ,llrecl". que Ihe no (ai Irantrrillido. .. h*
quanlis I7:0539UI. Da-st-'lhe em psgasainlo a ler- ''usivainenle aquelle reteivado.
Caparle do qu seu pii rereheu do casal e coiifcrjo "fa, linio o solo do sobrado ,1o
a fnlhas a quanlia de 7:3653381
E ser islu por ventura chamado em direilo divi-
da perdida ? e sobre esla bv pudiese q-ie providen'-ia
o Atoara de 11 de fevereiro de 177-J, e eiiiiuara Pe-
reira da Carvaiho, proc. orph. nula l'l.l, a os mais
praxltlat, como allinna o lal lemhr..-teiro, citando
escandalosamente em falso como he de sea particular
a incessanle cosime'.'... E pelo contrario nlo enti-
nar o mesmo Pereira de Carvalho em seut > e
."><>, e olas 108 o til, que 01 berdeirea devem ira-
/er a collo^an ns deles, doaeOis c ailianlameulus re-
cebidot do casal, cuja beranra lera de ser parlilba-
da ?...
E de mais, sendo o cuidado e zelo s direilot e
inlrresses dus orplulos du particular e nnbre oiliciu
do juiz seria mais conforme a raale, que u lembre-
leiro asseslasse a sua primeira arlilharia contra o
juiz Begueira Cusa, faclor do inventario dos heus da
ieranr.1 do iu.i lo senador, e jolgador das respecli-
_ Exm. ensd.ir
Danlas, qa ., diz dominante, com* o Ierres... da
Exsaa. Sra. I), lanstaa Mara de lieo. ejoj* sedn
sr Viente, s3o de dominio directo da fazer. 1 un...
nal, por serem asstojsaa de marinha. eaoo I. scavi-
ilrncii da licenra pedida nsjn Sr. J.se Pirt'.s>e -
veino d.i pr.ivn 1a, e publicada pela l-ml.r ln
Como pois, o finado .enadar J*a* Casrt Marink
ler e-labelecid 1 orna servid 10 em Itet Ierren*', eras
previa licenra do governo .
lio-i,. 11 da-111,1 o Sr. lembreleiro, nao sa eq*eeri,-
do da ver o que diz Corri Teiles em sea S lo!.
qual he :
- N.1o podem impor servida* f sntsoj e perp*l*s ;
primeiro, ele. ele ... sesonj*. o emphxlento tes*
conseulimeiilo du teuhori. a
Seria pot-ivel, que escipasse clc artigo as vila
as-i la do nossogrande junsla s-rvenlu.lmaria
Na.i parece erivel ...
Pelos in-sinos principios, que. srahinws -I* sasjOSt-
1.1-
, .. i.,-.-. 1,..... ni ,, in .i ni c.' ii',..w, ^-^ ...- iiridin.i no 1,1.1 1.1 -tu 1 tu c j oi.it, 1 ni u- ni|.ri.ti- ,, --------.--------- --------- -
e lano assim he, que alem do adverbio vas pardillas, e nao conlra esle nem aquelle herdei- | ""; e coni.irrne a doelima desle citad* arlig*
ler a propriedade de exprimir mudilira- ; ro '... Purqiianlo, se huuve defraudado dea urphaos, I *','0'f d0 J t"*"io da lincha :
as so modo ou qualidade das coua, e I o primeiro colpado foi o juix eooseolkdor nesta de-1 '''" V"]' impnr servidao o marido sssa
ou dos aclos inlellcctuacs ; accrcsce qoe I fraudarlo Mai poder-se-ha, sem m-infes'i injus- \ "'"'nlo ds mulher. .
le masque. Anda o o lio sh a mascara du riso, o
c.ini com as honra da virlode, a iinpieda le com a
capa da fr, o erro dando-se pela verdade, o mal pelo
bem, e ludo sendo o que nao parece, e parecendo o
quenai he. Vedes por exemplo um homem lodo
sonisos e coiiezia-, motlraodo-vos a maior amisade,
esuppundes ler u. lie om amigo, maso soiriso he a
joge de hilbar que Bill ha, fura atacado, mas que na
da soflrera. O inspector Rios reflexionando no uf-,,
licio em resposla, quo dirigi ao Sr. subdelegado 1,0"li,r apreciavel por esse la lo, pela difliculdade d
chama-nos delevianosper adullerarmos o fados. 1 g"ero, ou como obra Iliteraria ; he inqueslionavel
e que queremos com lacs noticias adulteradas de'- u"e '' um uiande artista rahe a gloria, 00, quando
iiioraltsor polica e sem agentes. Diz anua o di- me"08. applamus. as ovaeOes e as coras que rece,
lo inspector, que uao Ihe relatndoos ofl'eiididos la.s! her '""u desempenho de uma paite, da qual de-
offensai nao poderia elle ler della- seien. ij.vislu que l'eUlle u" brilhante exilo,- 00 o sea trisle en-
fuiara pralicadas era huras que tt0 estar em ser- '"'ainenln ; e isla metrao reconhece o Sr. Lobo,
cifo, pos que nao Ihs be po.tivel rondar loda noi- 1ai>,ll,a em reaposti a mira se exprime as-im : o
que he Juda de I encslranges'! Cm bum drama, se
P.ARIaA AVULSA
ffiffiJ&JjDB.&a1
l/ascaraf. A SOCiedade aetaal he um peileilo bai- [lo o'seu quaileuao....elc
Sr. inspector, vocemtc lem loda raido, mas fal-
matcara que encubre a Indiftorenca senlo o odio I Pode ser, qne seja : nlo estamos iniciados
que pur vot tente. Enconlraes uma ligora, cuja ves Den-, oesses mytlerios. Admitamos
"hras da canda le, vos l.mbem. virloosas mulhe- Bu"e,'rarc-''*'"'"* ~ A co.nniis.ao de marinha e le indica ou valor, o-,, saber, ou caridade, e lomand
'a mascara pela realldade cuiJacs ver ah um tv
li-ilis a jusiira
Oa, diga-nos, o fado de apparecereni dous vidroi
quebrados era urna lidnca oo pode ser liaduzido
por uma lenlaliva de ruubo? Sea a soceos que os
ladrei quutiram as vidraca quando as quererera
erguer para arronibareiu as porlas da uraa jautlla'.'
recas
a hypolheti
quo sera motivo algum quebrassera us vidi'ut dissa
liver a felicidade de ter desempeubado por arlisla
assigoalados.
E pois, be de lo la evldeneia, que a ba nu m.i
apreciadlo de um drama, algoma vez depende da-
quelle, que o cullega paicce chamar com desdem ro-
uHco.
Cilarci, per exemplo, a l'.argalhwla, coja forra e
bi ilhaiili.mil depende ludu dos estoicos, do e-ludo,
da boa exerurdo, em uma palavra, do talento ardsli-
cj do actor no papel de Andrc
po.ler-se-iia, sem m-nifes') inj
li;a t(ribair-sa ao Sr. Regueira Cosa ^cim sea*-1
Ihantcs '.'... R.fpuiida o senhor lembreleiro nao fri-
que, elido de dizsr-nos qual be a re.atai;i da que ,
gina o Sr. Kegoeira Costa, juiz daquella Inventario,
petante a notoriedad* publica .'.'!...
) Sr. Jo l*ire.-, prusesuc o lembreleiro em seu
Ora, quem dir' cnnvielamenle. roen evidencia
-r arredilado, qne a Exm. Ir. aKJsnanaa Mara
de Dos presin ose* connliin-iil.. a* sr* hij1
marido para impr iqnell* servid* Fllncsmn ...
Sendo qne o contrario se dmioi -'r
I."Porque nenhum liinl* 011 deenmert* nist*
primeiro lembrele, exorbitoo o mndalo que havia par;l 0";-'ar lal ronsentimeulo.
rcrel.i.lo do Sr. Dr. Nabuco para celebradlo da es-I -'' i'orque o alirerce qae aquella Exm. .
criptan do venda do sobrado desle au Exm. Sr.-se "inndoo construir in Imiai 1I1 rna, desde* sahea^a
nadar Dantas, estipulan lo um unus a esle predio em em I" reside Sr. Joda l.onraUe-, t> a exirrnia
11a sogra, onus esle que sem duvida nao quina
e do eoDlraiio nlo era precito nma la! 'nas,
beneficio de sua sogia, ouustsle que sem duvida 11.111 qoina do quintal do olmdn do Exm. aaSJSjssss
exitlia, pulque do eoolraiio nao era precisa nata lal | r.*f!,,t. demonstra a vonl.de pevsraniile e
advo-
de
lecl iraflo
Isiu he que be ser lgico de cadeira, Sr
gadu :..
No seu stgonde lembrele trata o embieleiro
desenvolver eslas iluas atter{oes.
Fundamenta a pruneira c. m o que diz C irrea Tei-
les, Dig. i'url. em seu sil. GU6 : a l.luc aprocurecao
anda que seja ger. I e com anij I poderes, soinenle
leentendomoi adininislr empenhar, transigir, ele. se a procorscla nao det
polerrs pala lacs arl s. p, mais adlanla cora o sjns
diz u arl. bi"8 Jo mesniu aul r : 1 O nundalu be Je
sua naluieza suricto, e man
soa ou de raso a oulro diversa, peni dn nuil^
que for lirado era r nilr.ivenr.io. a
Ora, Sr. lembreleiro, para que lem o Sr. o cot-
luuie de loreer o senlido das ptlevras o seu bel-pra-
.er'.' iiu paia melhor apadrinhar o- seas snphisina.'..
O Sr. Josa Pires, por ventura, receban mande? 1
ou pruriiracao do I ir. .Nabuco pira alu.ar o -eu >.i-
cni lanle daquella Senhora. de edificar naqaieiie
lerreno, e rou-rsuinl. mente de n.lo crear nMr *et-
vdao atesnaH em beneficio de noli* predas.
E anda mai. o que -x; nini.i tacto de ler a
Exn..> Sr. |i. Joasjm npposio re^Uiit
pr,loiu,nesde lal SOI lidio, trocando
paz .te cspinlo pHea SaaataaMsja de am pl
curio ".'. \J3 sera a obra de saa vMlade-
: jOSta e cipr-rh is mente contrariada \.
I S ra dsvida. respndela lemhceteirn. qne e-le
. f.i-lo expiime a >ua anlilhe<, ia-.o he: ajanando
maMiesU o rsjselnla dsquella Kxm.- efleara ds
ipltavel de pasaos a p-s- 1 <,-l>s.-nlir pl.ua, pa.ia, e pw^lnamen-s- assan-i;*
r "-'suadamenle por illa rsinls-Mada .
Me .
reao O
I* jol-
1 m-
por
quanlo a lalia d* liloln, rea: oastata a Hialar-
leiro rom o seu ridiculo da aegond* IrtnlsteU, ,.ia
be;que se o inventan,! nao falla do sobrado cnta...
In lo pul la. com tervtda* pira o ierren* da Exm.
-'libera I). Joauna, lamliin ni* falla na |at la da
ron, ns jaiieil.t dos iiiir.es. e nieeio-, na jauelia- da
frente ele.
fe.lo- da fizend ......
1 la srrapre a mulher, porqae-rcati refere ao Si. snbdelegado 7 E em que adulleramus' lnce"' aquella cegoeira l.lo engaadora ; va prlo
agarrado a polica com cap eli-'u fado'.' No fenmenlo/O ferimcnlo he consequori-' r""1'a"0 *"" ''es-es con.iros, que n anisa dot cotel-
ai multo com ell'eilo du que paie ca do ataque, Sr. inspector, ou vocemec entende '"''' 'luc n'lu le c """^ ""v- iP"itOi anlerram
que so dev.riamos dar a noticia, so o individuo nao atl' Ulelll"rcs obrai dramticas, que lem a iu/ehei-
acla lii.|ihuuia ampliaran houv? de p
i.em de ca-o a caso O comprador loi met.....Exm. v
senador Danlas, cora o qual eenveiielonoo o Si. Dr. 1
.Nabuco : e a nalureza doeoolrals. havido sobra r
allenaedo pevende nlo, pai 1
.toai.ao, elr. elr !...
lido. que s* deve entender a- .
Ili-s '.' pslevras, qoe este .iq'ih
|uan.lo escrevi u a- rio a. I
ando escrevru a- rio art. fit*!!, ,'. t, qi
o m.iihlal 1 aquelle que obra da que
ni 1: prenle e assjnlla; em cu, ssaat Oat* a s-
I n qstostlo, u que -e irl-i- do final d* me
5 '')!> cil .do. qn,. ,..,m .,. rin,, |
'in, allomes ssa II Usa que i.ii |i..rrri'ia. ra
lo o lempo se p. dein rxlmcuir. c..:i a
- cures, quan |aj .o n,i,, ,dn--i peaaeaa, hsals*
Outros lugares puldir-<. ele. K da ti.iasi. saoaSM
ol rao c lado ptuneflm qu- tu: -lie la-- 1 1
becno a quera Pranc, deve a".sh^.". I deviii;Tobera* '" '""'" de'"^" amado na
gloria a a paz ; para com nosso bravo exercilo e seus I Enl
eminente! rhefes ; pira com lodos aqurlle-que ve-1 poder
Entra em dieosslo o parecer da eommistlo da
lara sobre votio. ...lereHes, asse-Mirandu "o raspitoo I da l^rabiba'6 *** d" "** ""*"*
evecui.ao dat le, a boa 01 lem e a reaul inda le de Tomaram parle
lodos os serviroa, a que se dgam a seguranra e : e Cosa fin
piospendade dopuiz. SemnltnpaiurnooMS alribui-
coit tudas espiriluats, cojo) liunic- saberemos lem- i
un rou-a ni 11 lada.
mora a S lembreleiro '.'..
cativa da lulo serventa de om
una rnndir.li eatinotada HSnte
de-c, nieva |da venda de-l
la e-la, que Iransfeniido o di-
roprador.devao habilitar para
exereer lodos os aclos e poe-
lle direilo ?..
fignada o Defen-ur- dos orpblos que negocio ria da nossa lerr'a"'i"7 sensor'-"Ve^ frgil canirn iienlium amparo podeiia dar a plaa, E Qoem mihor doimo O Sr. lio p res poderla
de lana nnporlaiiria nao varaos nos Iralar sd por mas della apologMas e msis de uma vez lemnt liis '" P******do menor arrimo, a explicar aquella duvida de setvidlo *.. O proprio
Eicreva-noi o Sr. era outros lo dado tirova. exiiheranlet O Sr. Lobo anima o seo colleca em sua feliz len--''' x,,,,uc" "il0 e|lr,a lalvez 1.1o li dnlil .1
na discu'sao os Srs. Silveira Lobo
O (lartcer foi approvado, o proclainidosos Sr.
Ur. Antonio Jos Uenriques, Uepuiadn pslu 2-
B 'le I Co 111 jal vo lili 11. ir p'e-s..i
elle s-rvi-nii restsaacta e 1 sua dhe, i.ue d*
propri '..;'. ; -o nunca I xai l.-n a cim, "t nisi.
il .! j.iu-li >, era paisjni ana prvrsasrsa s. ni.
m. a
A referida dmilnna ,!a pres.np-*n em li>t-ea lina-
je, tem dstiead mis do Mal* '1/ B-r;e jinei
Istmo rilad* 11. 31 secatsalo *- slo lsr. e 1
.; 11 .. 1 ..i-raliii-n'e rer b'.la, 11 p red -srs -
!.'.-.Ir- iidiiua- : poi. s salo 1 *Jrni iteres.r
sesntilnl*, senas)een lempo anaBaisonoi
E mu- adianto em o nnsnsr X : >a tv
11.. im ... v. ,-.. lo nlo aom Jaswssa nsj n v'u p -
rede, 1 l levantar 1.1... :i ,
MUTILADO


DIARIO DE PF.RNAMfilCO SEXTA fElKA 1!> DE JIMIO DD 1857
de existencia, puder.i , vi 1,1o aem ululopr8criuc,ao d lampo iininmioiial
linda nieimo aeodo o porteo abarlo no mesmo
lempo, em que fura aquello predio construido '?...
M<1o !... Logo, nao lem luiar, e nao pana de aubli-
le.i e astucia a *ua ;* i 1 i i uiac.il i de servido pela pro-
va de prescrpcdo, quandu du mi -cu segundo lem-
brelf, que : Esiao e sempre eiislio o porlo,
desde que o lobredilo predio, lioje penalcenle ao
lAni.-enjdor DauU, Tora feito etc. a Naoesl em
uoiso anima, neiu infere-ie de nossat palavraa, como
lalvez uo> allribua o lambreleiro negarlo da ex-
istencia daqtielle port.i por alguna anuos; c pelo
contrario somos o> pruneiroi i reconhece-la e aflir-
m.i-l.i. O que negamos lie, que o uso que lem lo-
grado o pie lio, huje do Etm. senador Dantas sobre
o terreno da Exrn. < aeuliura l>. Joanna Mara de
Dos, seja propriamenle una servidAo predial, sen-
do que u.io pode ser encarada por oulra forma, se-
u3o*| pri ueiro, como acto virtual e procedente do
dominio do aenlior de ambos os predios, quinto es-
tes perlenciam ao finado senador Mrlale, conforme
a doutrioa de llorg. Carneiru em seu u. 38 citado :
segundo, como acto praticado porfavorfamilia-
ridadesanuladalicenja da Eira." senliora U.
Joanna Mana de Dos, quando aquelle sobrado pas-
suu ao dominio de sua uela : Borg. Carn. lom. c 5
cilailos D. Si.
Em concbno diremos anda com llore. Carnoiro
eil. n. -Jt; : A aervido o nAo presume, por nao
ser o estado natural do. predios, mas una qualida-
de adventicia : e por lauto a quam a allega pre-
tende, incumbo a obrigac,.v> de i prever, i E com
Canea Tflles, Digeslo poil. I.,1S, 47G : O autor da
aceito negativa nao he obrigado a proviir que o eu
predio he livre de servid.io ; porque a presumpiilo
geral lie, que lodos o predios -.lo livres de scr-
vidao }".'.. ,.
E agora, qoem nhiri (osqueadn indo buscar 13a,
desla vei, Sr. lembreleiru,? '.'..... Koiponda-noa, que
v. liaremos a carga, n.io abtanle n3o seriaos advo-
gado, e nao podermos competir coro o famoso c4la-
dor de elvaras, leis e praxMUa, ulor dos lembreles
publicados uos dous supradiios nmeros do o Li-
beral.o
O promplo pagador de dividas.
A vida ha como um fumo que se eleva,que se en-
flaquece, elevando-se, que ae desvanece se extingue
no ares, he como a sombra que se esleode, se con-
tralle, se dissipa ; como berra que secca uo prado,
que porde ao ineio da a Iresrura du roanhaa e que I
languece e mono sob os mesmos raios do sol, que a
tmliam feito nasccr.
D. Mara Florentina Cavalcanti de Albuquerque,
frua a nuil doce vida, embollada nos encantos do
lar paterno, dolada da mais extrema belleza, ornada
das oais nobres qualidades do amor e obediencia a
seu* paes, de extrema minde as suas irmaes e da
mais devotaia dedicarao e retpeilo aos preceilos da
religiao. LTm futuro esperanzoso se ihe deseorli-
nava, e as pre ligues de lodos bem se harinoiisiavam
em os excellentei doles, que llie prodgalisara a na-
turea.
Dcil e allavel para com lodos, a devorlo e nobre-
a de leus stnliiiieulos se rcvolava em todas as suas
({ti, e as virtudes ebrltliei de que se auiraava u
scu corarlo ainda juvenil, bem se deixavam ver no
piedoso sentimento do rominis<-rac.3o que os desvali-
dos e almidona o* da fortuna nella encontraran!
constantemente.
A pratica de actos filhos de orna alma lao rica-
monto prendada.de doles sublimes, o cuidado e o
goalo decidido qua linha de illuslrar o teu espirito,
applicando-se com assiduidade a leilura de bonili-
vroi, eram o nico emprego deisa exigencia, que
placida corria entre os afagos de orna familia extre-
mosa e a admirarao e hoiaeoagem oos que a conde-
can!.
E a morle prematura e crutl veo roubar a este
mundo l.lo bella e ftejota llar, 13o innocente e espe-
ranzosa donzella, que ainda mal contava tres iualros
de exisleucia, deixando abdtidoi obro o peso de Ido
desmedida dor, seus lllnatrai progenitores o Sr. co-
ronel Joao Florentino Cavalcanti do Albuquerque
e I). Antonia Florentina Cavalcanli de Alboquer-
que.
So aquella que nunca vio eslalar-sc-lhe a corda
de suas mais intimas alTeices, que jamis sinlio es-
torcer-se de agona o corceo ferido por urna dor
imraensa.e o espirito como que Hesprender-se da ma-
teria aniquilida por um golpe lao rule como inex-
perado, que em um momento fa/. inorrrr lo'as as
esperanzas, a substituir a perspectiva lis ngc ra de
docesillusoes pela noile (nivel do desespero, l essa
D.Ta peder' comprelien ler em avoliar quanla amar-
gara vai pelo espirilo allliclo do pal extremoso que
ve desapparecer para leropra o ohjecto querido de
ssos deivellos e de suas eupcraucas !
Mesle mundo de transigo, uesse val de lagrimas o
miserias, onde se debalem as paixoes a os) virios, a
virtudn apenas assigna-la a saa existencia por nma
rpida pa-sagem ; ei poique essa vida que em Jwa-
tu\ eomecara a desenvolver-se Ido dina de enc.nos,
de repeule arabou no da 2(1 de maio, como a fiar
que pende, mureba a desaparece.
de dilo, 2 correntes e i lachas de dilo, 1 cando I
moenda com seus perlences, 1 roda pequea para
machina fornida.
HECEBfctmiA DE RENDAS INTERNAS UE-
RAES DE PERNAMBUCO.
Kendimenlo do da 1 a 17. I5S283398
dem do dia 18....... I :su..-li>7
17:6379565
CONSULADO PROVINCIAL.
Kendimenlo do dial u 17. M:8u3*966
dem do dia 18....... 6:0619065
56:8679031
Caf un croco, assucar, rpaitleiga lioii
33 Filhos de-Jos Uafia do Jess
Mu"'z 30,000|ceza, camo verde, carne secca, bacalhai
a Antuncs Villar 12,6001toucinho, farDha,feij5o preloou mulatinli-
27,000
19,800
rt
' '
pw.
Navios emiauoi no dia 18.
Rio de Janeiro 2d das, escuna li diin i.i/.a oda.o
do t:10 loneladas, capilao I. II. de Moer, equipa-
gem 7, em lastro, com Hli toneladas de pedra ; a
N. Ili-h. i. IVrleuce a appeinea.
BahaII das, brigue brasileiTo oMaria Preciosa,o
le lili toneladas, capillo Fraucisco Alves Metra,
equipagem \-2, carua fumo e mais gneros; a
Francisco de Paula Figueira de Saboia. Perlcnce
ao Uio ila Janeiro. Paisa^eiros, Manoel Ignacio
de Ohveira Marlins, Jo3o Damaceuo Piuhero e
um escravn.
Macelo e porto! inlermedio 2 dia> e ti hons, va-
por brasileiro (iPersiunngao, de 'il>
37 Virioruiio Jus di- Souza Tra
vasao
39 Viuva c herdeiroa de Joatiumi
Jos LuureiiQo da Cosa
41 Herdeiroa do Jos r.oiiQalves
Ferreira da Silva
43 Jos Fernandos Bastos
45 Jos Joaijuiai de Lima Jnior
47 Manoel dos Aojos Ferreira
49 Francisca Ihontazia da Concei-
C2o Cunha
51 Joai|uitn Canulo de Santa Auna
5:1 Muuoel Joaquim Itodriges de
Souza
55 Herdeiros de Jos Mara do Je-
ss Mtiniz 12,600
57 Francisco Antonio de Oliveira 18,000
59 Antonio Jos lloU'igues de Souza 21,600
61 Maria TlieoJora ua Assumuco 27,000
63 dem
63 Jos GonQalves de S
67 Filhos de Manoel Ferreira Di.
ni/.
69 Maria Tlicodora da AssiiropcHo
E para constar se mandou allixar o pre-
sente c publicar pelo Diario.
Secretaria da lliesuuraria provincial de
arroz pilado, azeite doce, vinagre, sal, lea .
em acbas, vinho, pues do 6{o-
(Ju serfio de boa quali.lnde ; Convida a
quem se quizer propdr no menciona lo for-
Inecimento a comparecer na secretaria do
18,0001 referido batalbao, noquartel da Soledade,
2i,600:no dia 23 de correte, as 10 horas da nia-
21,600: nha.
10,800 Rccifo em l'ernainnuco 17 de junho de
1857.o leoente-seciotario, Jos Francisco
10,80o! de Uoraes o Vasconcellos.
CONSBLUU ADMinISTRATIVO.
O conseibo administrativo tom do comprar
o seijuinlo :
Para o 4." Iiatalhao de artilharia.
Livios em branco, com 200 folhas 2.
Companbia deatlices.
Livro Je 100 folhas 1.
8." batalhiiu de. infantaria.
comnanhia
18,000
18,000
27,000
27,300
27,300
21,600
(C
paquetes j vapor Bel-
i-Brasileira
No dia Si
mei eapera-se
Anlucrpii
. toneladas,
rommaiidanto o segundo lenle Joaquim Alves .
de''.ua*dioc(!UpSBe 39' C"ea S'9ucar e rarl"'IJ' 1,erna'"l>uco dejuobo de"l85r7."-(7 secre-
tario, Antonio Ferreira da Annunciac,8o.
navios sabidos no me-mo dia.
MmoIoBaica inule/a oA'Ualeur, capilao Charles
- O lilm.
II. II
r. inspector da ihcsouraria
Soulhainploii, o vapor nele H\ DASPES; prnneiro
desla liaba, o qual, is da demora do cusluiue.
Livro de 150 folhas, com a dcnoiuinaco goir* pira Babia a Rio de Janeiro: para passacei-
de auxiliar ao livro rheslrc geral das pracas l04-.clr;- lr;''':" "" eseriplorio dos agtntef lien-
elTectivas. riscado de accordo com aqueUelry *"***& rua du rP*en. 8.
incs.no livro, islo he, para as pracas de
rve\, em lastro.
pura as pravas
prcl I.
10 balalho de infantaria.
Livro.s i!e 100 folhas I.
Fardamcnlo dos msicos do incsmo ba-
ta I hilo
Panno msela cor de caf, covados 81 ; di-
to dito azul, covados 5t; casemira encarna-
provincial, em cumplimento da rosolis-So .1, covados 16 ; lita de reiris preto,

I: A.
Provincia, provincia.
CORRE AMWIIvA-. ,
O abaisoassignado ainda temum resto e{ u ** Ucon!iro ha Mana .....i.
seus felizes bil leles, meios cenarlos da lo- fazer publico, ojuc %f actaaui a naaV, "
tera de S. I oureuco, nas c- sasdo co-tiiniu |>:iv incnlo \,i o Por Salusliano de quino l-crreira, ,,a ;,,,_ ,.,s g ,..... ,.!, ,
Jos in lmalo uis Santos Porto. j:| ,, -.
M) i'rejjfiiica
QUE ESTA QUE 1 MUNDO
cm di 1.1 (i:\cia.
ulitetea, idomm ejjiiiutai, da | i -
parle l.-i |n iui.hi loteri S.
M;;.i, cujas redaM..
i.
i.i'ii
j.im'i.
AracalyIliate brasileiro Novo Anaelica, meslre da junta da l'azcnda, manda fazer publico,
Jo- Joaquim Alves da Silva, carga fa/.en las e 'I1'" "o dia 25 do conenlo, se ha de arieilia-
mais ueneoi. I'assageiroi, Joaquim Franri.co de lar a quem por menos lizer 0 l'oruecimenlo
Araujo Candeii, Jos Soares llarlioa, Manoel dos iiiedicanientos e utencilios para a cufer-
h.lvesl.o de Almeida. | maria da casi uu delencao nesla Cdadfl, por
..ii.vei.c.veio, met tempo de umanno, acontar do i. dcjulho
Aracaly iliale brasileiro
Joaquim Jos Alves da Silveira, carga faunda e
lacha de ferro.

prozimo vindouro, a 30 dejunho de 1858.
As pessoas que se propozerem a esta arre-
maUrjSo, comparecam na sala das seasOea da
mesma junta, no da cima declarado, pelo
meiodia, competentemente habilitados, que
J>.-:
:<:
I'KACA l)t> RECIPE IS l)K JI.MK .\s
3 HORAS UA l'ARE. 1
ColaciVes ofliciaes.
Cambn ohre Londres27 3|i dinheiro a' villa.
Frete para Liverpoolva de Mncein' :i(8| e ."1 0|0.
Assucar mascavado escolhido |}200 por arroba
com sacco.
Descont de Ultras10 0|0 ao anno,
P. Bori;.-s, presilente interino.
I.. Dobourcq Jnior, secretarlo interino.
CAMBIOS.
Sobre Londres, 28 d. a 60 d.
Paria, 3i6 rs. por fr.
Lisboa, 92 por % de premio.
Itio de Janeiro, 2 por 0|o de desconlo.
Aci;4ij do banco 50 por cenlo de dividendo por con-
ta do vendedor.
., companhia de Beherihe 608000 por accao
a companhia Pcmumbucana ao par.
Ulilidade Publico, 30 purcento di premio.
S, Esc. o Sr. vice presidente da provin- : ahi Ibes serSo presentes, o feruiulario c'con-
cia, manda fazer publico, que existam nesla ; dicoes du irremalacSo.
secretaria, ja informados, os reqiierimentos j K para constar se mandou allisar o presen-
das pessoas abaixo declaradas, os quaes te- le, o publicar pelo Diario.
em deisado de ser remedidos s secretarias
de estado, por falta de pagamento do res-
pectivo porte no correio.
Augusto Pater Cesar.
Cldudino Jos de Almeida Lisboa.
Silvano Thomaz de Souza MagalbSes.
Manoel Pereira de Moraes.
Joo Baptlsla do Amaral o Mello.
Jos Francisco do R-go Barros Jnior.
Joaquim Alves llarboza.
John Canee engenheiro machinista!.
Coronel Bcnto Jos La-nenha Lins.
CapitSo Tiburcio Hilario da Silva Tavares.
Hilo Jos Francisco da Silva,
renente Joaquim Jos dos Santos o Araujo.
Dito Antonio Jos Uias Nuiles ^2.
l>ito Jos do Cerqueira Lima.
Dito Jos Cyriaco Ferreira.
Al.eres Pedro Martias e Joaquim Jos Lu7.
de Souza
Dito Luiz Vicente Viinna.
Cadete Filiciano Caliope Monteiro de Mello
Dito Francisco i'ereira Peixoto.
Dito Manoel Jos Con^alves (i).
Sargento Manoel Saturnino da Cunha.
Cabo Iheodosio Jos da Silva.
Dito Joo Francisco dos l'razercs.
Dito Jos Raymundo do Carvalho.
Solilado Jos Tbeodoro de Azevedo
Dito Lu/. Correia do Lima.
Dito Marcolino Kvangelista da I'aixo.
Dito .Manoel da Penha.
Dito Raymundo Fernandcs de Maraes.
Dilo Thome do Espirito Santo.
Dito Francisco Jos dos Santos.
Secretaria do governu de l'ernambjico, 17
de junho de 1757. Jos Denlo da Cunha e
Figueiredo Jumor, ollcal-maior serviudo
de sccrciario.
Olllm. Sr. insnectnr da thesourara
provincial, em cumpriuienlo da rosolucSoda
junta da fazenda, manda fazer publico, que
no dia 25 do cerrenlc, se ha de arrematar a
quem por menos lizer as imprcsses dos tra-
trabalhos das diversas reparlioes publicas
provinciaes, avahados ca 3:500; rs
A Tremalaco ser feita por lem o de um
anno, a contar de 1. de julho prximo vin-
douro aofimde junhode 1858.
As pessoas quo so prnpozuiem a'esta arre-
inalacSo, comparecam na sala das scsses da
mesma junta no dia cima indicado, pelo
meio dia competentemente habilitadas.
E para constarse mandou alliXBro presen-
te, e publicar pelo Diario.
Secretaria da Ihesouraria provincial de
Pernambuco, 1) dejunho de 1857. U secre-
tario. A. F. da AiinuociaQSo.
O lllm. Sr. inspector da Ihesouraria
provincial, em cumprimento da lei, manda
convidar aos propietarios abaixo indicados,
a entrogarem na mesma Ihesouraria no pra-
zo de 30 das, a contar da primc'ua pulilica-
?iio do presente, a importancia da quanlia
com que devetn entrar para o calcamenlo
Socrelaria da ihesouraria provincial de
Pernambuco, 1) de junho de 1857. O secre-
tario, A. F. da AnuuiiciaQao.
U Illui. Sr. inspector da Ihesouraria provincial
em cumpriiiiculo da ordem do Esm. Sr. prndenle
da proviucia de ."> do curreule, man 1a fazer publico
42 ; bolOes grandes convexos de metal ama-!
relio, com u. lo 378 ; ditos pequeos ditos
com o mesmo numero 162; hollanda paia
forro, covados 102; bonetes de panno mes-
ca, cun vistas encarnadas 27; dragnos, t res 27.
Fortaleza do Bium.
Livro em branco pautado, de 150 folias,,
para registro de ollicios 1.
Servioo da capclla do hospital regimcn'al.
.'-Ivas 2; amitasS; brandOes 12 bolsas
grandes para cobrir o calix, sendo 1 branca
o encarnada, o onl.'o rosa e verde 2 ; casu-
as cos suas escolas e manipules sendo urna
branca e encarnada, e outra rosa e verde 2 ;
citigulos -2; corporaes 4 ; calix de prata i ;
colher de piala i; casticaes de madeira pin-
tados de branco 12 ; caixa de prata para San-
tos leos 1; coinmoJa grande para gurdal-
os objectos da capclla i ; estante para o mis-
esquina do becco do Peixe Ki ito u 2, conli-
nu'a a vender-so muitas c diversas la/en las,
por precos baratissimO", cutre ellas cam-
balas Irancezas, padrotes novos e cores li-
sas, pelo baratissimo preco de 480 rs a va-
ra, ditas de CordSo multo linas a 50U rs. a
vara, cassas francezas u.uil > liu-s c de pa-
droes o mais 1110 lerno que ha no mercado a
6t0 a vara, chitas francezas de lindissimos
o vapor l'-iice CEIX Hidratara Bahii sabe: padrCes a 280 e 300 rs. o covado, muaaalina
bado 20 do enrenle, e a nata frclii-se Do eorreio,
.i< 10 lloras : leve-se arh.ir iqui de volia, para car-
regar para Liverpool, al o l'nu do mes.
Para o Porto a barca portugueza N. S.
da Boa-Viagem, pretende seguir com a pos-
sivcl brevidade quem na mesma quizer
carregar ou ir do passagem, para o que tein
asseiados coinmodos, dirija-se aos consigna-
tarios Thomaz de Aquino Fonseca < Filbo,
mai
l.'MII'l'lll II
da i'l de junln
Tltcaouraria d h.i. 1 uu 1.", ,|
|S.",7.Jo<- Jaiiu.iuo \lv. ok M
Na loja do Preguiea, na na do Oueima lo, Ctcrivao,
OS ::- .::::-::-:-:.:
g Di. Ril>eiro, an M. Ii !.-. lia .
II 1 v.iril t iiniivii .ii Caniln '
...
'ge.
Un c. :
- Mas* l S. Meanlie
-*|5 medical soriffica; ''.. utian ma
-;.;- icltnn frum Europe i-miiiiicu i>
jj li-snlo III lllt! S.llUi' l.'i :-<, 1 II.1 i|.<
^5 l^iiiz. 11. I~>, wiiiT.- he > -ln-its
Ir.iiii Un* Aun 1 1 .ni, (i
O lllllllixil V -ilOlll I
be Daeaii< I. ^ 1 i I
JTlVt 11 tu - y
O
na ra do Vlgario 11. 19, prinu-iro andar.

branca o mais lino que he oossivel a ttoo
Covado, dila do cor a 340 o covado, corles de
casemira de cm de lindissimos pa.ires e
Superior ualid .i.; a 6; cala u:e., corles le
brim de puro linho de lindo- padrOes a
29400cada um, ditos .le ditos a SS>, dil-is de
alg doals360, ditos de cutim e linios
padrOes e mu ito encorpalusa l600 cada ; .. .. .^. .-.... .. .'.
um, lencos de cambraia para mao a 120, di- ;-- _.
tos mais finos a 22), p-"c.as de bretanh de
c 1
an.I En ,li -li
hit servil
atlention is
I"u ndi Spoitii.
O
vi
<]5 vinho timo de
ua proviucia .ie .> no crreme, ilion la la/er publico I ., ; .,,,, ...------ i-------ii f_ .a
que nu da!) de julho prox 11,0 vindouro, neraolo a M,J e'7la. l'Cqueiia de velludo preto I ;
juula da fazenda da meima Iheaouraiia, se ha de b'a""-'las de viuio com palos 4 ; lampada pC.
arrematar a queu: por menos liier, a obra do rebai- 1"ena 1 ; lavaloiio de foiha com b'Cia I ;
Indemnisadora. 61 i'de-
o da e-Irada da ferro 20 por 0|Q de premio
Disconlo de leltrai, de 10 a 10 por cenlo.
Acc,e9 do Banco, o .. :, ile premio.
Duro.Onras lieipanholas.
Uoeda de 69O0 velhai
c 6100 nova
t e yxiO. .
Prata.Palacoei brasileiros. .
1'esoi eoiumnarir.e.* .
mexicano.. .
ALFANDECA.
nendimeuto do da I a 17. .
dem do dii 18......
289 281500
. iciixio
. 16J)000
. 9st)00
. ->ooo
. 5000
icr.n
268:1721504
27:360^*80
295:5310381
vamenlo da ladeira do eiiaenho Velho da esUadada
Viciara avallada em 6:600jr.
A urreeiataro lea fela na forma da lei provin
cial ii. .'lid de t."> de maio de 1854 e sob as clausu-
la eapeciaes aballo copiadas.
A poacoai que ae propozerem z esta arrematadlo
comparecam ua sala dll seisoes da mcaina junta 110
da acuna dcclara.10 pelo meio da coinpelciiteinenle
babillladai.
E para constar se m indou atusar o presente e pu-
blicar pelo Diario.
Secretaria da Ihesouraria provincial de l'ernam-
buco 1". dejanho de 187.O s-crelario,
A. F. d'Aoniinclacao.
Claoiulai especaes para a anemaiQdo.
1.a Urebdivaiiienlo da ladeira do ensculio Velho,
sera leiio de eonlormidade com a plaa, pipeia e
orcaineulo approvu.loa pela direrloria em couielbo,
e subrnellioos a approvarao do Enn. Sr. presdeme
da provincia na iinporUncia de 6:6uO?.
2.' 0 arremalanle dar romeci as obras no pra-
/.o ile ota me?, e as concluir uo de 8, ludo contado
conforme o ragnlamenlo.
'!.' O pagamento aera feito cm duai prertacpai
Iguaas, sendo urna quando tiver f<,lo metade da
obra e a oulra a concluir.
1.a Para ludo u mais que n."o csliver disposto
ne-las clausulas ou no orcamenlo, se seguir o que
delermina a lei 11. 286.
Conforme. seci otario,
A. F. d'.\nounciai;5o.
lllm. Sr. inspector da thesourara t>ro-
Vincal, ero cumprimento da ordem do l.xm
Sr. presidente da provincia, manda fazer pu-
blico, que 110 dia 25 do correute, vai nova-
mente a preca pa a ser arrematado a quem
maij der o imposto de 2-5)() rs sobre o ga-
do vacoum, consumido no municipio do
Cabo, seivindo de base para a arrematacKo o
onerecimento de JoSo Evangelista da Silva
Taboca, da quanlia de 8:0059333 por auno.
As pessoas que se propozerem a esta ar-
rematacSo comparecam na sala dassessoes
la junta da fazenda da mesma thesouraria,
no dia cima declarado, pelo mcio dia, com-
petentemente habilitada, a lveriindo que a#
propostas devero ser lancadss no correio,
no dia da arromatacao, declarando a arre-
matacSo que se pretende ao prec. lixo, une
seollerece, nao se rdmilindo ollera condi-
cional.
As babilUfOes lero lugar no dia 22 do
mesmo mez.
E para constar se mandou alxar o pre-
sente e publicar pelo Diario.
Secretaria da Ihesouraria provincial de
I'eruambuco 17 dejunho de 1857. o secre-
tario. Antonio Ferreira da Annunciacao.
Olllm. Sr. iuspector da thesonraria de
fazenda desta provincia, manda fazo.- publi-
iinsasl I; upas do casemira encarnadas
patena de prata 1; pedra dar I; pala de
brim 1 ; roquetes 2 ; sanguinhos 6 ; sacra-
rio com chaves de prata 1 ; toalhas de al-
tar 3 ; ditas |iara lavatorio 4 ; veo branco I;
dito encarnado I; dito riol; dito verde
1 ; volas de libra 12 ; sacras do altar 3 ; lan-
ternas 2; umbclla 1.
Capclla da fortaleza do Urum.
Caixnba para Santos leos 1; caldeir-
nha de metal para agua beata 1 ; campa de
metal 1 ; lavatorio de lolha de lianJres pin-
tado, com torneira 1; umbella 1 ; thronelo
para o Santisdmo Sacramento t ; panno de
lustrim roso, com 14 p irnos de comprimen-
t, e 11 ditos de largura I ; relogio de p-
rede com campa 1 ; turibulo o naveta com
colher de metal 1; toalhas com 4 palmos e
compri ment, para as banquetas 4.
Concert, pintura cm 12 casticaes, e 12
ramalbetes da mesma capella.
Concert, piutura, e envidracamenlo nas
3 srcras ilo alt-r.
Dourar o c- lix e a-patena.
botica do hospital reg mental.
Seringas do metal decapacidade de t 011-
(jes (tara mjecqOi-.- fi.
Quem quizer vender laes obj.-ctos, apr-
senlo as suas propostas em carta fechada, na
secretaria do conselho as 10 horas do dia 22
do correle mez.
Sala das sessoes do conselho administra-
tivo pura fornecimeulo do arsenal de guerra
15 dejunho do 1857.Manoel Ignacio Driclo,
presidente interino. Bernardo Icrcira do
Car.1.o Jnior, vogai o secrelaro.
A mesa do consulado desta cidade,
vista da autorisuQjo conceiiida por a the-
souraria do fazenda, om portarla de 13 do
mozcorrente, eompra para o servioo das r-
queii;oes dos navios no anooradouro do mos-
iiuoiro, um oaoaler novo o bem construido,
de 4 remos, ca n2o haver novo, convida a
quem so proponba construi-lo de boas ma-
deiras, com solidez o perici^io. O nacional
ou eslraogeiro que sa queira enca'rregar,
cumparoga na mt-sm repartido, das 9 horas
da manlia as 3 da tardo, nos illas uteis. ile-
sa do consulado de PernambucolS de junho
de 2857.O administrador,
Joao Xavier Carneiroda Cunha.
1, ..------------------------
Lea
Lisboa, maro i ( ME)*
O agente Pestaa fara' leilSo, por con-
ta de (|iiem portencei-, de "i pipas e 25
barr de r|ii:iiio,9do acreditado ebem co-
nliocido vinho tinto de Lisboa, la marca
cima: sexta-teira 19 do correte, a 'a II
loras du manliaa, na porta do annazem
do Sr. Aifncs. defronte da alfaiidega.
Leilfio de qtieijos flamengos.
O jente Pestaa rara' leildo, por conta
do uuem pertencr, de "> ca xas com
queijos flamengos, o rnaii frescos e la
meluor({ualidade <\\: existem no mer-
cado, desembarcados ltimamente: se\-
ta-feira I!) do correte, ai II horas da
manha, na porta do armazem do Sr.
Anm defronte da alfandega.
-- O agente Pestaa fara leilSo por contt
c risco de quem pertencr, de cerca de ISO
raizas de superior diada India, ca xas de
61 l|2 e 12 lili: as ; o bem assim de 30 caixas
de mas-as de Lisboa de superiorqualidade:
segunda-feira 22 do eorrente as 11 horas da
manhSa. defronte da rcala da altan 'esa.
'
ivrodo
rolo !c 10 varas :. 2- cada urna, cintas oscu-
ras de diversos padrOes e cores xas a 140,
ltlO, 180 e 200 rs o covado, a a peca a Sa, 0-.
63300 c 7aS00 cada una, cobertores proprlus
para escravosa 700 rs. cada a a, grvalas de
so li do linios padrOes a -, ditas ; r< tas 'i-:
seiim a 19280, ditas decorea em out-o goa-
to a 700 rs. cada urna, lov's :'e seda tieto-
das as quslidadcs para hornese senuoras,
lencos de seda de hons ^osi'js. gangas me<-
- No aterro d- i: -Visi u 2". faz-w
comer para lora, sen 11 i. .,i>\-)o{ti m. ca4
C Solido, no lauUr I, piaU, .1 > -r. (rucia, r
a note cha e caf, para urna pesana p..-jo;
rs. measaes, e so faz com rumia lmpa ,
pn ateza, mindn lo--- levar a diia r tiuidi
a tempe ea '. KM. Derli e qua> a cana lo
11 loja do meame na MMa a etilraJa pela
parte te detrae o na aMaaw |nnm-'
com pr ataca.
') lli.n Sr. Jo:i<|ni,ii B->r:;. CariMi-
cladas de lindos padrOes a 600 rs. o covado, ro teaa uaan carta paura llac ler caati
cm nato propria : do largo di Aaaeaa-
lil.d n. \i, primeara ai 111
No larpolo Ierra, nuai > aa
I, da'-tc inlieiroa prtjaaao tufare \ 1 afaa>
res le ouru ou parala.
co les iie c.sto'es de bonitos padrOes a f
cada um, cambraias lisas linas 4*500 cooi
10 varas, ditas .'itas muilo lins aro, e 011-
tras muitas (a/endes que se dcixam de
mencionar, e se vendeiflo por barassimos
precos, e se darfio amostras com penhor.
--- Precisa-se i!e 11111 ama forra ou capti-
--- Alupa-sc o armazem di rasa da rada
Z^Z'J'r"a 1C Ab",aS driles n. 22, ,,,! ou Di riil lIa Cru; 35>
segundo andar.
andar.
pn OMITO
ES PARA ESC il-
os
das casss da ra das Cinco Ponas, conforme i co> .ue, pe.-anto a mesma thesouraria, e no
o disposto na lei provincial 11. 350. Vdver-1 lg*r do costme, ha de ser arrematada de
lindo quo a talla da entrega voluntaria sera venda, a quem mais der, una inorada de
n o duplo das referidas q'iotas, casa terrea, siU 110 lugar do 1
91,800
25,200
3G,00U
8I,0ij0
23,60(1
Descarrcsam lioje 19 de junho.
i!m.no inglesJii-lma Mirymercarloriaa.
Kri^ue in;lealieneklipIrilhoi de farro.
Barca americana Auliafarinha de Iripo.
Barca porlaguezaN. S. di Bita viar-emnllios e
vimes
Brigue porlugueiJovrn Ameliappaa valias.
Eacuna dinamarquezi Margaretliemorcadorias.
Bo'ca bollaudezaSpliinxfarinha de tugo.
IMI'OBTAC-VO.
Vapor nacional o l'tiienunga, >) procedonle iloi
porlos do .Mil e intermedios, maiiifeileu o seguinle ;
1 moenda de ferro ; a Ainoiim Irmfio.
9 cigoi e I cauao ; para a 8- balallio.
lo saceos fanuha de maudioca ; a Marlins VV Ir-
an*.
1II lilca dila dila ; a I,. A. A. Jacome.
72 ditos assucar ; a Silverio dos Sanio*.
3 birria e 1 ancorela mel ; no mesmo cima.
2o saccoi aaaocar ; a Manoel Gomalvea da Silva.
32 ditos dilo ; a I.ima Jnior & C.
71 dilo! dilo ; a M. B. .Marhado.
27 dilos dilo ; a Joaquim (ivEcalves Ferreira Cor-
rea.
10 dilos dilo ; a I r. ,: Casta.
52 diloa 'liio ; a Ferreira Cnco.
12 ditos dilo ; a Candido Kodolpho Pires.
CONSULADO CERAI..
Kendimenlo do da 1 a 17. 77:3649357
dem do dia 18....... 9:854)1640
8,:211-I!I7
DIVERSAS
Itcrelimenlo do da I a I
Mein do dia 18. .
PROVINCIAS.
41,000;
l:782603
842/482
5:6259065
DESPACHOS DE UXI'ORTACAO PELA MESA
DO CONSULADO DESTA CIDADK .NO IUA
is DE JUNHO DE 1857.
Havre Brigoe fr.ncei Fernando., La-ierre &
Insel frera. I.iO assucar mascavado, I.O.KI rouros
salsa los srroj.
GenovaPolaca larda Maria, Rn-lo l.emos,
1,358 saccoi assucar lirancu e mascavado.
Gibrallar--B'i2ue inglez t'crestriclcau, O. Bie-
bar C, 2.323 saecus assucar mascavado.
LiverpoolBarca ingleil Bolilla,!, pa(lin _\?>|, t^
t.., .50 sacros assucar mascavado.
LiverpoolBarca inulera Bouila, Novaes & C.
30U sacros assucar hram-n a mascavado.
H.iili-r.l 'ni i:-un.i hoaBdcu hspeCDljnlfi.
Biemler a Bran lia & C, 2 000 couroa salc;oJs '
Boenoa-Ayraa I'.laca hespanbola iMadonaa
Ball Anuolabarra portuguesa Maria, Manoel do
.'>a-i-ni,i ni.. IVi.-ira. M cascos aguar denle ; Fran-
cisco Severiano Rain lio V F'dlio, 20 cascos acuar-
lUnle.
Lisboa BriRiie porln^uei Tarujo Il'n, Manuel
Joaquim Hamos c Silva, 96 rouros Migados.
I.i-ii i a Barca porlutniera l.igeiran, V. A. de
Soma Carvalho, II c~scos mel.
LisboaBngne porlu^uez Pescador, Novaes &
C. 16 cascos mel.
i.i-hn,'.ii.rr.i i iii;.-ii.--/1 .Maria Jos, LuixBor-
gei de Cerqueira, 8 cascos mel.
EXPORTACAO'.
Aracaly, biate nacional Invcncivel, de 37 to-
neladas, conduiio o -eaiiinte : 168 voluntes g-
neros eslrangeiros, 11 liarris assucar, 50 caixas cha-
rutos. 5 barril hnhrhinba, 2 saceos caf, 1 barril
mel, I barrica farinha di mandioca, 1 eailSo 1 ora-
torio, I lacha de cohre, 2 bicias de dilo, 2 arrobas
da eilopa, I aageolio com seos peetonces, rodas
45,000
18,000
30,000
70,350
45,000
<6,800
50,400
16,200
16 200
2 ,60'
21,60:-
21,600
18,000
18.000
21,600
60.0UO
18,001'
18,00'J
25.000
21,000
18,000
14,400
punida com o duplo das referidas q
na coiiformidade do artigo 6 do regulamcn-
to de 22 do dezembro de 1854.
N. 2 Jos Claudino Leite
4 Padre Luiz Jos do Araujo Bar-
boza.
6 Estovio Cesar Lima
8 Herdeiros de Francisco Casado
Lima
10 Manoel Antonio Concalvcs
\i JoSo Clirysostomo Pacheco Sos-
res.
14 Herdeiros de Francisco Conexi-
vas Rodrigues
16 Antonio da Silva Gusraao Jnior 66,600
18 Jos Bernardo de Sena
20 Luiz de Moraes Gomes Ferreira
22 Jos F.s'cves Moieira da Costa e
Manoel Joaquim da Paz
21 Herdeiros de Caetano de Car-
valho Itapozo
26 Ditcs de Anua Joaquina da Con-
cento
28 Ignacio Luiz de Brilo Laborda
30 Antonio Josu Rodrigues da Silva 25,200
32 Jos da Silva Moreira 30,0; (i j
3i Francisca 'Mioma, la da Concei-
qSo Cunha
36 Miguel Joaquim da Costa
40 Antonio L. Concalves Ferreira
42 Luiz Gomes Silveiio
44 Herdeiros de Manoel do llego
Lina
46 Cathariua de Sena das Virgens
48 Anca LoureiiQa Real
50 Antonio Moreira licis
52 Ordem terceira do Carmo
54 irman.iado do Sanlissimo Sacra-
mento do tanto Ai.Ionio
56 Luiz Comes Silverio
58 Maria Joaquina da Coucel$So
60 Patricio Jos da silva faiaiva
62 Jos Joaquim Pereira de Mon-
donga
64 Antonio Joaquim de Souza lii-
beiro
66 Francisco lavares Correi*
68 Antuuio Joaquim dos Santos
Andrade
72 Viuva JoSo Fernandcs Vi-inna
74 Antonio Ignacio Kodiigucs Ma-
chado
76 liara fgnacia Real
78 Filhos de Manuel,Jos de Bas-
tos o Mello
8b Antonio Fernandcs Vellozo
82 dem
. Monteiro, que
sendo penhoraJa pela fazenda nacional aos
herdeiros de Jos Fernandes Gama, foi adju-
dicada a mesma fazenia : os pretendentes
icomparegam no lugar indicado, no dia 1.
28,800 de J""'" pioxiino futuro, as 2 horas da tar-
18,000 de>" paia obterem esi-larccimeulos a esta
reparticao nos -nas uteis, durante o lempo
do seu expediente.'
Secretaria da thesooraria de fazenda de
Pernambuco, 15 de junho de 1857. O olli-
cial-maior, Emilio Xavier Sobn-ira de Mello-
O lllm. Sr. in-peclor da Ihesouraria provin-
cia!, em ciiiiiprimeuto da resoluc.lo da junta da fa-
zenda, manda faei publico rue"noiba 25 (io cor-
-o-nn re,"e,*i "ovamtnlc a praca para ser arrematado
--'ti\i a ,|UCI" m" ''"' reud,,e"lo do imposto de 20
/ /,400 por cculo sobra o consumo da d'aguardenle no iaa-
jiiicpio de Scriuliaem.avaliddoein 349 por auno.
18,000 i E para conslar se maudou :illi\ar o prsenlo e
i publicar pelo Diario.
Secretaria da ihesouraria provincial de Pernam-
buco, 15 de junho de 857.O iecrelaiio, Antonio
1-errcira da Aaaanciae,io.
icSjeribe.
lova coHcica'o de divertidas sorter,
para as aoites de Santo Antonio.
8. Joao, S. Pcc-.ro e Santa Arma.
Acaba do sahir a'luz osla rica cullec-
c,ao, contendo 180 qu adras para lodosas
[essoasde amlios os sexos, (jualquer que
m- i sen calnrlu ou prolisslo. .Limis ha
sido puldicido mn livro com sortea ISo
appropriadas e verdudeiras. Ale'm das
sortes, conten elle maii urna l-l.-i rollec-
c5,j de poesias anlogas a' noite de San-
Joao, escriptas |>or diversos poeta* brasi-
leiros e portuguezes. Vendc-se nica-
mente na piara da lodepeadencia, livra-
rii ns. (i i: S, i |a iis cada exemplai.
ROTEIBO SO THELEGRAPHO
Na livrana rs. 6e8 da praca da Indepen-
dencia bs para vender o roteiro do thelegra-
pho, novamente reformado, com o nome dos
vaprese i utras embarcagos que deman-
dam este porto, a 240 rs cada um.
Papis de sortes para senhora o homcm a
80 rs.. livros de sortes a 500 rs. : na livraria
w
Tendo-se arrematados todos cbafai-izes
dns freguezias do Recie, Sanio Antonio
o Si ii-Jos, teca' lugar a arrematacao dos "s- 6 e8 t,rac.'',ia Independencia,
quati-o de Boa-Vista, no dia 23 do corren- l.'HlllIllllii (lo cn
te, pelos 9 horas da raanhaa, no escrip-lou meditado-s sobre as mximas etem
torio da companhia, ra Nova n. 7, pri- -agrados mysterios do N. S. Jess Chris
constando dos seguintes gneros, quo dev
rilo ser d- primeira qualdadc : uno/., assi
metro andar; ;: liase para a dila arrema-
incuo he : ponte da Boa-Vista, (chafarz
c liic.-i 5:5008, caixa d'agua stSOOJj, Pia-
ra :()<><).,-, Solcdade 5501, tttdo porum|
anuo e sol) ns condicoes ja' expostas.
Knci|i(oio da Companhia do Beberibe,
17 de junho de 1857.O secretario, Gui-
llicinic Scte.
i/joo : na livraria ns.
dependencia.
ernas c
lo a
6 c 8 d< praca da In-
,; ;'
.

lleul companhia tic pa-
quetes MglezeN 25,200
27,0011
21,600
84 .Maicclina Hila Mara de Oliveira 21,tilo
86 BcnediioJosc DuarteSedrm
88 Justino Pereira de Andrade
N. 1 Antonio Francisco Pereira
3 .Manoel Goucalvea Ferreira da
Silva
5 Joaquim Bernardo de Figuei-
redo
7 Viuva deMancel l'clix da llosa
o ller-ieiros de anoa Joaquina de
Jess
II MonscDhor Francisco Uuniz Ta-
vares
3 Filhos de Jos Pedro da Silva
15 dem dem
17 Antonio Jos Gomes
10 IrmandaUe do Senhor liom Je-
ss das llores
21 Claudiua Martinha do Sacra-
mento
23 Anna Joaquina ,la Santa Cru.
25 Viuva de Manoel Comes
27 llenrique Jos dos Santos e ou-
tro.
31 Viuva e herdeiros de Jos do O-
lvcira
li.loo
18,000
66,600
61,200
21,600
21,600
36,000
4,- hafaliaode artilliariti
a p.
O conselho econmico do mesmo balalho
contrata o fomecimen'o para suas pracas de
pret. dorante o semestre, acontar do'i. de
julho a 31 de dezembro do correle anuo,
No dia 21 ileiie mtr. espera-se du snl o vapor
air inauaa i-,.,,/,. i.,. 3" I MKDWAV, cominandante Parker, o nual, depoli
S2p? rl .m JSS?. ba?a,h*?.' ? : d"ora do eoatuma, sa2i, pira Soalbamplon,
secca, caf em grao, carne verde, roij8o, ra- lacaad......i porros de San-Viednle, TenarilT, Ma'
rinna, lenua. manteiga, paes de Seis e qua- daira l.iiboa : para paaaageiroa, ele., Irata-aa com
tro oncas, sal, loucinbo e vinagro ; lamhem ageole Adamaoa Howie > C, ra do Tfapichi
contrata o Ibrnecimento d'agua para o quar- *
Lotera
da provincia o
Corre anianli
{oras.
P. J. Layme
IIojc 20), depois da amencia do Sr.!
relas-H
Na ra do Crespo n. U, ha para vender
urna por(3o de cobo; lores oscuros, pelo ba-
rato preco de 610 rs.
COM PEQIEM HMJIE l)E AYVIM
A UlMIrJHO
Pecas de madapolSo Ono, ditas de algo-
dSozinho liso muito eucnrpido, ditas de al-
to !taneado e largo : vende-se na raa do
Crespo, loja da coquina que voila paca a ra
ia Cadeia.
Vea le-se tima oserav* crlonla, de 22
annosde ilade,sem vicios ncm achiques,
com rcuite bom leite, e eom urna linda cria
mulalinha de idade do un mez m ra do
Crespo, loj i da l portas u 3, sj dir quem e
o mot'vo por que se vende.
a pessoa que annunciou querer dous
ou ir-s con los do res com hypotheca cm
um s ibrado, apparcea na pra?a da Boa Vista
U. 32, lerceiro an lar, das 2 horas ,',;; diante.
Moje 19 ;,s 11 hora-, se Uo de arroma-
lar diversas joias na sala das audieacis, ds-
pois de (inda a do Sr. Dr. juiz de ausautea
Nao is > i aisdor de
U illas
Especifico cetra essas dores, cuja cora
cura he iustautanea : na ra Nova n. II, a
2S00 o frasquinlio.
-FurJaram na ra da Cruz n. 40,seguado
andar,um allinetede pciti .comes Biguaes ae-
guintes : urna pedra prata cravada em miro,
com um retalo le homciti da pbotograpllia,
e porque esle alflnelfl lem um gran lo valor
para seu dono, por causa do retrato : roga-
se a quem delle aouber, baja de participar
| na ra da Cuz n. II, armazem, qu: se re-
compnsala generosamente
Manoel Francisco da Silva FrasSo, taz
publico que por haver outio de igual nome,
passa a assignar-se d'ora em diante por Ma-
noel Francisco da Silva Torras.
- Precisa-se de urna ama forra ou cap-
tiva, [ara o servico de urna casa de familia
cranosla daduaspessoas: queu quizare
cali ver tiestas circu instancias, dirija-se a pra-
^aaila Boa-Vista, sobiado n. 1<).
Precisa-se alugar um moleque de 6 a
9 anno*, para com janli ir um menino: lis
ra do Pilar u. 72, segundo anlar.
Precisa-si de um porluguez soltcim
para feilor de um engnnhn ua comarca do
Cabo: quem a islo se quizer sugeitar, .liii-
a.-se amada Praia n 33. primeiro andar,
junto do boi.
Manoel Luiz de Carvilho, suhlilo pov-
luguez, retira-se pira a Europa.
Quem quizer co:i.prar a nova pauta
das alfandegas do imperio -lo brasil, que
dev ler o principio da sua execucSo do I.
do julho do eorrente anno, entenda-se com
o porieiro da alfandega desta cidade na
mesma altan lega), que a ten para venlir
a 109000 caita uma, por ordem do the-
souro.
Cidade da Victoria.
Na noite do 13docoireute, iuvadiram.a
casa do abaixo assignado, por meio
4 04
Novo n.
tcl duranle o predito semestre;' os preten-
dentes mandarSo aprcsentar as suas propos-
tas em carta lechada ma secretaria do dito
batalbao na cidade deOlinda, ateas 10 ho-
ias do dia 25 do correte mez. i
t Quartel na cidade de O inda 16 de junho I iwfnde "b,rI, ,""', 'T^* "
de 1857.llenrique Eduardo da Costa Ga- e l,o: i"Z',,/ii Paquete Saudade,
ma, altares ajudantc. ler parte da carga prompta : para o
N iVerro da Boa-Vista taberna n. 42, da
esquina do becco dos Ferremos, def onte do
sobrado queima lo, vende-se superior man-
teiga nle/a a 640 rs. a libra, velas dees-
i permacele a 720, o outros mnitos gneros
I bsralissimos, avista de sua qual idade.
Precisa se Migar urna preta captiva,
Iquesaiba engommar ecozjnnar, pata casa
de pequea tamilia ; v ga-se bem : uo lar-
go da Assembia n. 12, primeiro andar.
-- Precisa-se de um cnixeiro; na pada-
ria d* roa l.ireita n. 24.
O ohaixo assignado previne ao publico,
"'" qu nao taca negocio algnm com os eseravos
)or de 1). Tbereza Mara de Jess, moradora cm
vs- Casa-Nova freguezia de Cravala, pois esta
es os saquinhos, para ir guardando nos
mesmos slgum dinheiro que for aiqui-
rlndo; e por esta soric. estejaas a nio
quando de nutra vez p >r la lornar.'m. A mes-
ma quanlia se oUercce a quem cm particu-
lar descobrir, quem taz ISo boa obra! si 3L
delegado haverS dous mezes que roubara.T ::'
uma meo vizinho logista,de nome JoSo Jos. 9
Attencao!

Jos Pires .'. Carvalno taz scienlc ao rci-
peitavel pabliCO, que por csjicn da aa m-
dous :nrcs rslara tacaado o seu esUtx-lr-
eioteato na rea larga d.i losarte 46, pn-
:-,eiro andar, >|ua s '''ii -.ti i inrerlo. ti
mosBM recsMMMd aa aaaa saa ir^gaear>
que nao i daspranaaa
Alaga-ae um priaaara ou sogna lo aa
dar, Modo nas roa.-, si-^uinlcs t rna da Iji
d ia da SaMo Vulonio. da. du/.-, > ahuca.
y~t\a, larga do Rosario, Batea) do Uram,
Aurora, atorro da Bja-Viata, com bva visi-
nlianca, cque seu alaga al >ei.o*taa aai-
rs, a tratar na raa jvs, baUeaa 53.
Pre isa-ac il i ranaasa para r,-
veiro, preferiado-se d atea nliiino < I,
;.id''; de Pora : na ra ata Prea n. '.'.
Saca-se qaalqaaa qaaatia vi^ts ou -
piazo. s ibre o Po-t. ', i 'isi vapoi
M i iway ; na ra do rpi he n. aa i..
lorio de fia; de Paria.
Ilesa pareceu aas c.i da ea
i" grande, em arana cana .u.i. ra
las, ac tu pido ntMM de apella, [.trtcnce f
capila" > que Id da barca Bataaaaaaaaa Oaara
Uva: quem o pegar leve a aa araasai ad
ra da ( 'ii r. 11, que ser.- ni
A Ivrri -- que em qealqaof pasta que tai
cuco iira ii, S'-1 d aaaa a r.rl.i.ura, r j- >
isaa qaalqawr paaaaa que a aaaaanar, lera
o par Jar.
Jo.'io Alves ata SMBM vai a Port .
- Precisa so oe n:u ii n jm l< .
Santo aaaarialas, eaas ata atoaanaa 111 U
Preeiaa aa aia*r aaanMaataaeaaa ana
eseravo : no r.v-^ i i 1 latas, m mazeos .. i-
riiha do tri^o.
(i sectario ia aaei i la.le aa astoa i
Caicas eliheraCH d,-s'.i i :
Jo "-r. ilirecl ir. convida a lo lo- .
para se rciinir-in aaaaia ,n, 21 a corrrnlc,
as W horas a aiaaaiia, b r -le se \trtK
a <>loicIo da nova a ;mim.-ira<;o.
a TfiEsonaEio u irmak
DADE DO DITIHO ESP-
RITU SHTQ
erecta ao convento de >. Francisco d-sia -
i ida, jul.'a ua la dever, no Rut-tilo se algn
ma pessoa >e julgar nodora. f aaBaaal 11
eenla no ..r.i/.o d* 4 atoa vara ser naah.->'-
do nato aaaaaaaUaaaoajaire ataaaaa ->._
do, na ra estrellado Itnsano, Iravs-ssa pi*
o Ojoeiaaaaa, loja de tm aaaaa n. Itc.
Joaquim Francisca rts Santos aaia
o abaita aaaigaa vencer em H de jnliio do enrn> nao. as-
erias por llenrv Cibsoii, renlissaias ('
Silveira c t'-,: sendo u :ia arcila tur la-
luiz Pereira Jnior, da quanlia dcasi^Saa,
e utra por Andre l.uilhernie Ircckenlril
la quaatia dc.678;IV), roga pois a qn-m -
tiver senado, o eeanajata de as anajaa>a\ 11
lo ja lar prevenido aos accilaoles e catos-
saates, aao duvi ando dar u;i
l.ecil'e 12 de jonho de l 37.
Rs-nto Paraaaalai 4 paseo.
Precisa aa deum distribuidor para -
te lii.tno na Uffalia n.iiraj praea da
Indei cndcncia.
Ve.."..:- 0% :.: .: .. '
:J Joanna v;j Machad.) f.i/ p-il.li,.,. c111-- ,
jaiii'ir.'i dol; uno, *.- v>-i.il i I
a scu liilio Joaiinin L-qn < Mat-li i
i
do. na scu estaiieicciaaeaito i,
-.:
':
|.i-
daria, (! roa D*reita S2. acaaa-
ilo a i., a Rvraaaio solare > laraaa
Art. 6. Fica prohibido dentro da cidade
n uso de roqueiras, bombiselogosolit.- bus-
capes : ns infractores serHo a tillados cji
lo-:, e soOrerSo dous dias de p-tsiio.
a (amara por editaos designar os lugares
emque-possam soltar os buscapes, roquei-
ro e bombas, de que tr.-.ta osle artigo.
E para qne nao appareca a ignorancia so-
bro a existencia de seir.elhante disposcao,
mandaran) lavrar o presento que sera publi-
cado p.da imprensa.
Cidade do Kecife 13 de junho de 1857.
Os liscaes, Manoel Ignacio do uliveira Lobo.
~Manoel Joaquim da Silva Ribeiro- Anto-'
21',6.0
21,600: ... A
31.600 cuntes a presa do palhabote negreiro, lera
ft lugar na secretaria da polica, as 11 horas la
18,000 uianhaa do dia i. de julho do eorrente an-
I no, vislo nSo ter podido ter lugar no da 17
J,i.09 j0 correle mez de junho
"T'rU!i O conselho econmico do.' batalhfio
21,6001 (Je infantaria, precisando de contratar para
| as pracas arranchadas do mesmo balalhao,
64,800 durants o Irirarslic a decoirer do I." de ju-
I Iho ao ultimo de seiembro vindouro, os ge-
*,001 eros alimenticios s.guiles :
Ferreira
ve ir5o a
Manoel intonioGoncalves lima.
Perdeu-se no dia 16 de junho do cor-1
rento mez. um bilhete inteiro da priaeira|coni
uarte da primeira lotera de ^. I onreieo da
Mata ri. tis, e previne-se ao Sr. thesoureirol
e mais caotelistas, une n io pag'icm o referi-
do bilhete, no casoqui s.ua premiado, senSo
.o abaixo assignado.
Domingos Barbosa Rodrigues.
Pririsa-se alug-r um. preto ou prcla
para pouco l.aballio de uma ca>a : na ru3
.Nova n. 60.
.V ra estreita do RoSMO n. 33, pri-
meiro audar, ven.isu para engenbo uma
negra morja com habilidades, com urna cria
de um mez, c uma negrinha de io aunos, de
bonita lisura.
: agora moroubam tamben); e bre- \ de Viuva M.ic'kkIo ,v FPaa.
casad itad-icm !:,,. '.^Ov]--. / .,
l)o-niii;;'>s Jaae ala Gaaaafca Laaj
pada.....a ra da S ua illa-.Voa i
50, avisa ios seua Eregaarcet, rsasa: aaaisaai
a tero nndiioi o limer.ln aba banal f.
nliecls masaaa linas 'I i j, e qan aaV
dfssas lera superior bol i i iliaaae, iaa
btiijusde (i ii.i < iij.-.ioi liosa ana
0 qual Iismus li.u-.ii. qiH' o cliiioiiiin
do San-.' !, c aciad lauto san ,-
como a ictalbo, poi men outia i|ualquer pai te.
PlHiaJC.
0 8r. John Ib lisa e sua senliora re- | K> naaaaai t> fari.! br;.-, raa V C
ram-se para Loro a. Ci I ajt r..' S,

I \ 1 *
ires contns
sobrado qu
sobre hypotheca de un
nio Moreira de Mondones.-Joo Xavier da nt^T n;
Fonseca Capibaribo. I. ~ '"11 u''

o vapor nPaninunza^, cminan.l,inle Moreira.
telia-aea eafga para Tamaadar, IJ'rra li'ranrlee
Macis, para irla sabir*- as 3 horai da manti.la du i.
Jia 2i do crranle. A carga lera' receblda alo a :, ,rav^*-.' rna n. I.
ia lude de 22. raz-so bolo o cangica de milho verde,
. de Janeiro sabe ate o muil ,,ei'feil0,< na cidade de Olinda, atraz
do Atn- aro n. 11.
-Ja recebe carpa ; Irete rantonaciona|l7 para 8 horas do dtarna'wtraaa'do'Jowda
como estrangeiro, assim como temasseia-l lian >i, c&sa n. i. rounara n c cima da me-
doscommodos para passageiros: a lrotar :"'1 desala, moa carteira dealgibeira, leudo
com Manoel Francisco da Silva Carrico na !le""'0 !T"ri ei" Pi'el, sen :> :<.> nota do
lo Colle
> dos objectos. penen-1""do eorrente mez r> kuc., IJccifi:, ain-: ... jeuuiIlU.feira ltil0 Crrcn,e> fl
J lauto nacional 7 para 8 horas do da, na estrada de Jo.io d
ra ilo UoIleglO n. 15 011 com o capilao
.Manoel Jos Kibeiro.
PARA'O CBARaV'.
O hiale novo ltoda, mestro Custodio Jos
Vianna, para o resto da car-.i, trata-so com
os cousiguatarios Tajso IrmSos.
Precisa-se de om caixeiro quetenha
rende 50U9, queira dirigir-se a | bstanle pialica do taberna no pateo uo
Terco n. 21.
AFEIlICAO'.
Faz-sc s< ente a quem convier, que o tor-
mo marcado pata is revisdes, termina no
ultimo do crrenle mez: os genitores quo
nSoeslSo com seos estabeleeimenlos revis-
tos, quoiram dlrigir-se a casa da ataricSo.
no paleo doTergo n. 16.
11 iga-se ao .sr. Jos,- .i ..os,a e S.iu/.a,
que queira dnigir-se a ra do Amoro, n.
3:i, a neg icio que nao ignora, pois, por nao
se saber de sua morada se taz o presente

'i
banco de 500/, UOta dila do IDO/, e uma dila
50^, e do Ibesouro urna de IOS, e duas de l,
cailauma: roga-se a rolicia, ou a quem li-
vor noticia, que Jinja-se a dila casa cima, aviso,
ou a ra da Madre de Dos n. 2. Precisa-se de tuna ama que suba en
--- Precisa-sede uma ama de leite, forra gommar a ensaboar : na ra a benzsll Vc-
ou captiva: ua ra do Hospicio n. 31. i Illa no licita n. DO.
.'- i-. '
BlaOI e 'UIS--IS, psra \:>,> i r l'j/.i,.a- .>..
,-. encola sViqs aaaaala, a tr m
ouereuaai aue aaares vanla aas i. m
on'ro !tiai.;:.-r; o pmpri-.ter.> detr un-
porunte astal
pHfiti -.cao publica sai fara),
ir (a \rv% 4oa ras raw-
- | as aataSM: no ar-
azsm da ri.a (I > C >'i.--io r.. 2
JJ Libio Luiz doi : amo. jv P
O >'. Muiocl llilt.'ini : I !-
ja oV* declarar a sua aaorada, para I'
entregar iiiiiacncomiMcii
da provincias

S
m

I:i ( III l.i eV I
ILEGIVEL


DIARIO DE PERNAMRUO SEXTA FEIRA 19 DE JUNHO DE 1857
CISLTQRIO HlMdiPiTHGO
Onde se acham semprc os mais acreditados medicamentos, tanto era tintures como
om glbulos, e preparados cora o maior escrpulo e por oreos bastante commodos :
PREC.OS FIXOS.
Botica de tubos grandes. 10/000
Dita de 2 < ... 153000
Dita do 36 ... 209000
Dita de 48 ... 259000
Dita de 60 ... 300000
Tubos avulsos a....... 19000
Frascos de tinturrademeia onca. 29000
Manual de medicina bomeopathica do Dr. Jahr com o dic-
cionario dos termos de medicina
Medicina domestica do Dr. Ilenry
Tratamiento do cholera mor bus .
Repertorio do IV. Mello Moraes
209000
1O000
2/000
6*000
PEORAS PRECIOSAS-
_ B
Aderecos de brillianl'S
diaiuaaiea e perols, pal- >
5 seiras, allmeles Matea* j
? rzalas, bolfies < anueis g
ile diffcrenlfs coslos e de
'' diveriai podras de valor.
k
.- --
OURO E PRATA.
Rua do Cabuga' n. 7.
Kecebem por to-
dos os vapresela Eu-
ropa as obras do inais
rua;or^:a'dl,,"eiro moderno gosto, tau-
Compram, vendm oa
S Irocam prala, ooro, bri-
.-, IhaiiU'j.diamaDlese pero-
/>' las, oulrai qaaeequer
> sssarai

j Adereroi completos da
ouro, meioa ditos, pulsei-
* ras, alOneles, brinco* e
S rozelaa, cordes, traucol-
ffi lins, medalhas, corrcnles
J e enOites para rrlogio, e
S oulroa muilos objectos de
m ouro.
Aparelbos completos de
-- prala para cha, bandejas,
salvas, catlicac*, colheres
n do sopa e de cha, e mui
S los oulros objeclos de
o! prata.
&&Bi:*3EB3 SimwP^B&lb
to de Franca como
de Lisboa, as quaes vendem por
pre$o couimodo como costumam.
:;--"';-' -'...'-"v vfVTW^.v.iPanhiascom mappas, modelse
hS nnvmrpia ,'?. nmiii rua "c s- francisco, deposito n.
C. STARR rospcilosamente annunciam, i|un no scu ex.
tenso estabelecimenlo, era Sanio Amaro,
continu'a a fabricar com a maior pcifcicao
c promptido, toda qualidade do macltinis-
no para o uso do agricultura, navegacSo e
manufactura, e que para maior commodo de Francisco Jos Hermano, relojoeiro na rua
seus numerosos freguezes c do publico cm Nova n. 21, faz scicntc ao publico, que alm
ueijos,
geral, leni aborto ern um dos grandes arma-
zens do Sr, Mesquila, na rua do lirum, atraz
do arsenal do marinba, um
DEPOSITO E MACHINAS,
construidas no dito seu estabeleciinento.
Alli acharSo os compradores um cmplelo
sor ti ment do moeudas de caima, com todos
os melboramcntos alguna del les novos c
originaes a que a experiencia de muilos an-
uos tem mostrado a necessidade. Machinas
de vapor do baixa e alta pressiio, lachas de
lodo lamaiilio, tanto batidas como fundidas,
carros de mil o e ditos para conduzir formas
do assucar, machinas para moer ''mandioca,
prensas para dito, Ionios de forro balido
para farinha, arados de Ierro da mais appro-
vada COnslruccSo, fundos para alambiques,
crivos e portas para l'ornalhas, e urna inlini-
dadedu obras de forro, que ser enfadonho
enumerar. No mesmo deposito existe urna
pessoa inteligente e habilitada para receber
lodas as encoiniiienilas, etc., etc., que os
annunciautes contando com ac&pacidade de
suas olliciuas e machinismo, e pericia de
seus ofliciaes, so compromcltem a fazer exe-
cntar com a maior presteza e perfeico, c
exacta conformidade com os modellos ou
desenbos, e ins'.ruc^oes que lite forem for-
uecidas. t
ROlt l.All ECTEl K.
O nico autorisado por deciso do'.conselho real,
decreto imperial.
Os mdicos dos hospitaes recommendam o
arrobe do Laffecteur, como sendo o nico
autorisado pelo governo e pela real socieda-
de de medicina. Este medicamento de um
do grande sorlimento de relogios de toda
as qualidades, e objectos ja annoncia-tos,
que acaba de roceber pelo ultimo navio U:i)
rico sorlimento de caixas de msicas com
as pecas as mais ricas que tem apparecido,
inclusive as do trovador.
Yende-sc urna escrava criouln, bonita
figura, ile idade 20 anuos, com boas banili-
dades, e s se vende para o mato ; una ex-
cedente i-blala de idade 25 anuos, cu:n boa>
habilidades, una linda crinla de idade de
11 annns ; urna boa escrava queco/inlia, la-
va e vendo-; uma escrava crloula, boa cn-
-'::.ma leh a e cozinbeira, de idade 20 an-
nos : na rua de Aguas-Verdes n. 40.
iass.
Esta importante obra de direilo commer-
cial, acaba de chegar alivraria Universal, da
rua do Collegio n. 20, e vende-se a dinheiro
a vista por 30/, ha poucos cxomplares.
Ao barato.
NaruadoQuuitiiado B. 6.
Vendem-se chitas do cores matisadas e fi-
xas a 160 o covado, ditas francezas de muilo
bonitos padroesa 260 o covado, cassas fran-
cezas de cores a 400 rs. a vara, ditas de co-
res matisadas a 500 rs. a vara, ditas muito
linas niiudinhas a 560a vara, lencos de cam-
braia de linho, finos, proprios para algibci-
Yendein-se superiores queijos trancezes e
hamburguezes, os mais novos quo ha no
morcado, pelo proco de 19440 rs. : na rua Di-
reita n. 8
LOTAS BE JOYN.
Constantemente acharSo na loa do
cont, atorro da Roa-Vista n. 7, as verdadei-
ras luvas de Jouvin, do todas as coi es, igual-
mente ricos peales de tartaruga da ultima
moda
CHAPEOS A TAMBERL1K
Do af tn>ado fabril ante
Vende-se urna inulatiuha de 10 a 12
faunos, bonita ligura, e rom principio de
' costura : na rua do Torres n. 11.
Velas de esper-
macetc.
Vcudem*secaixas com l'i libras de vu-
Lo- i lus de cm libia, a' prero comiuoilo.. em
casa de Isaac Curio & C., rua da Cruz
n. V.).
Aviso os senhores de eu-
genhoedoiios cmas
Vende-se bolacha americana a 100 rs. a
libra : no pateo do Torco ti. 21.J dito na Pe-
nda n. 10. Tambem so vendem cartas de
naques a 280 rs. a carta.
Pinneau ue mis.
Acal>arja de ebegar polo ultimo paquete,
os supra mencionados chapeos dcsto afa-
mado lbricante, e vende-se na loja de
i portas, da rua da Cadeia do Recifo n.
'iS, de Narciso Mana Carneiro.
Voiidtte queijo to f-ertao
aiSOrs. a libra, mante(ja inglesa a 6-10,'pm,c'"fS- fi'ohnsUm & c, rua da Scn-
queiiodo reino a 1?j00, Ir600 e 1/000, fari- ; zalil >ova,." *-', o seguinte : arreios Dar
i.ha do reino a 120, gomma a 100 rs., lingui- | c,arr0' sellms para homcni e senhora, an-
ca do reino a 400 c 640, vinho do Porto en- i dlcir"s e cas"c/>es bronzeados, vaquetas pa-
garrafado a ls000, dito do Lisboa a 5t0, ba- r
cha de porco a 520 : as Cinco Ponas n. 21
Arados Na fundic.ao de C. Starr & Companhia, em
Santo Amaro, acham-se nara vender arados
de ferro de um modello e construegao muilo
superiores.
;.3
m
o
9
DERTST FRmKCEZ.
I','ii .i Uaignoai denlisla, rua > m.i n. II :
na ini'-iiu casa lem anua e pus denlrllice.
JOHN CATIS,
corretor geral
E AGENTE DE I.EII.O'ES COMMERUAES,
n. 20, rua do Torres,
PK1MEIRO ANDAR,
iPraca do Coreo Santo
RECIFE.
SEGURO CONTUA F00.
Companhia Alliance.
Esiabelecida cm Londres, em marco da 1824.
Gapitil cinco milhes de libras esterlinas.
Sauudcrs Brothers & C., tem a honra da in-
formar aos Srs. negociantes, propietarios de casas,
a a quera mais convier que esto plenamente au-
lorisados pela dila companhia para eQecluar segu-
ros sobre edificios de lijlo e pedra, coberios d*
tena e igualmente sobre os objectos que contiverem
os mesaos edificios quer consista em mobilia ou
cfs fazandas de qu&lquei qualidade.
.""-.'.':." ''::'::'\:'u: '\ ..- ,, ^-> .-^.
- tf-nVV^WV .,. '......-..;,..-,;.-.;.-..
f,$ Dofroule da malriz da Boa-Viila n. 86, .-
Js, amol"-se loda a qualrtade de obra de cor- /.'
etc. etc : na
6, onde en-
contrar ja cocaJcrnados.
Grande sorli-
mento.
aterro da Boa- ista 11. ,
(le'ronte da boneca
Jos Joaquim CoiichIvcs da Silva faz ver
aos seus freguezes que recebeu hojo tres
facturas grandes, sendo urna ingleza, urna
franceza c urna portugueza, conteudo um
grande sortimcnlo de gneros de molhados,
os quaes vende muito barato, bocetas com
doce e pera proprias para presentes, marme-
lada em-latiuhas de todos os lmannos,
quarlos do marmello, massa de tomates em
lalinhas de 1 e 2 libras, toucinho de Lisboa
muito novo a ISf a arroba, rhouricas a 15?
gosto agradavcl e fcil a tomar em secreto, ra a 3-;400 a duzia, laa para vestidos de bo-
* nitos padrees a 64o o covado, cortes de brim
pardo de linho a 10600, ditos de meia case-
mira de cores a 3? o corle, caseir.ira prela
muito lina de duas larguias a ~g o corle, e
mullas oulras fazendas que se vendem por
menos de seu vaior.
Fogo da CSnnaw
lofjo da China, ou traques
(vulgarmente chamado : na rua da Cruz
do Recifc n. l, taberna de Fortunato
Cardozo de Gouveia, ena tiavessada .Ma-
dre de Dos n. l, urmazem de Josi;
ll.'ircelliiio da liosa.
esta em uso na marinba real desde mais de
60 anuos ; cura radicalmente em pouco lem-
po com pouca despeza, sem mercurio, as al'.
Icccoes da pelle, impingens, as consequen-
cias das sai as, ulceras e os accidentes dos
partos, da idade critica e da acrimonia he-
reditaria dos humores; convm aos catar-
rhos, a hexiga, as coiilracqoes e a fraqueza
dos orgaos, procedida do abuso das injoc-
Qocs ou de sondas. Como anli-syphiliticos
o arrobe cura em pouco lempo os'ilusos re- |
centes ou rebeldes, quo voWem incessantas '
em consequencia do emprego da oopahibe,
da cubeba ou das injec^Oes que rcpreseulem
lo virus sem neulralia-lo. arioue l.all'ec-
|teur lio especialinenie rerommendadocon-
}ra;as docu^as inveteradas ou rebeldes ao
mercurio eao iodoreto de potassio.Lisboa.
Vende-se na botica de arral e de Antonio
Feliciano Alvos de Azcvedo, praqa do I). Pe-
dro n. 8S, onde acaba de chegar una gran-
de porciio de garrafas grandes e pequeas
vindas dilectamente de Paris, de casadodilo
Royveau-LaUtcleur 12,rua hichelieu Paris.
Venda de
o
le, assim como limpam-se ferros do clrur- =x-'
'.i .i de loda a qualidade e bul.im-se ouvidos $^j
f'cA "" e'Pinsa'das : na mesma vendam-se e ..'
U, alugin-e bichas, aatiaa como mandam-e ^
'...* applieara qualquer hora. V.?
O i)r. Ignacio Firmo Xavier faz publi-
co, que mudou sua residencia para o seu si-
lio na Passagem da Magdalena, que lica ao
norte da estrada entre a ponte grande e a do
Chora-me"gno, o ah lem preparado urna
casa de saude com todos os commodos para
o tratamento de escravos, cujos senhores
residan) fura da pmca, ou 'que nilo os pos-
sam curar em suas proprias casas : quem
para isto quizer-se utilisar de seus servigos
mdicos, que ser3o desempenhados com o
maior zelo, dirija-so ao paln do Carino n.
9, primeiro andar, ou no referido sitio fla
Magdalena. Preco2^000 diariosexceptu-
ando conferencias, sauguesugas e opcr-
S'jes.
--- Vende-se um sitio no lugar da Torre,
l muito porto desta cidade, com duas casas de
j pedra ecal, e um acerce grande para una
j oulra boa casa, bastantes arvoredos novos
i de fructo, c muilo escolente baixa de ca-
min que sustenta seis cavallos todooanno,
; o lica a margein do rio : quem o quizer rom-
eo m Miguel Jos de Almei-
no sobrado da rua de'.Sanla
O
Vcndem-sc muilos lindos o cxcellcnlcs
pianos, chegadof ltimamente de Ham-
Iiiiio, ecom 1 iii picio : na rua da Cruz o. ")3, casa lio J.
Keller & C.
A \O^OOO
Vende-se cxcellcnto cera de carnauba do
Aracaty, c Assu', de urna sacca para cima,
escolhendo o comprador a sua vontade, pe-
lo indicado proco de 10? a arroba : no ar-
mazem de I). I!. ndrade o. C, rua da Cruz
n. 15.
Vende-se
ra carro, chicotes do carro e de montara.
da, ditas doces de todas as qualidades, tanto
cm percho como a retalho, concervas ali-
menticias de Lisboa, latas, meias, c quai tos
de sardinbas, linguados, salmoueleem lalas
grandes e pequeas, cvala, peixe espada,
vinho engarrafado de todas as qualidades,
o mais superior quo ha no mercado, vinho
afamado champagne, cha perol, uxim e
hysson, amcixas francezas em latinhas de 5
e 10 libras, arroz carolino, dito ioglc/, dito
do MaranbSo, tanlo cm saceos como a reta-
llio a 33 a arroba, manteiga fina de todas as
qualidades, o muilos outios gneros finos
que a vista faz f, e no se engeita dinheiio
^Ittio-Formoso.S
^* O l)r. JoSo Honorio feierrx rte Mrne- '-,'
i-'.r., medico pela r'aeublade da Babia, lem ,;
. luado sua residencia na cidade do Kiol o-
/., moso, e de novo elferece feus seivicos a lo- V.;
IgP dai a- peMoai que o lionrarem com sua con- W
(S IUu- Q
Atteneo
rt. C. Yates & Companhia: cstabele'cidos
no lio do Janeiro, na rua do Hospicio n. 40,
vendo um annuncio publicado em urna das
folhas de Pemambuco pelo Sr. Bartr.olomeo
V. de Souza, preveuindo ao publico que o
verddeiro xarope do bosque so elle he
quem vende.prevenimos ao mesmo publico,
que o nosso xarope he rcmcllido do liio de
Jrnciro pelos cima propiietaiios o Sr.
Manoel Alvos Cuerra, e esle senhor fez o de-
iosiIo para ser vendido na pharmacia do Sr.
Jos da Cruz Santos, na rua Nova n. 53, uni-
ros por nos autorisados para venderem o
nosso verddeiro, e u.ais prevenimos aos
senhores consumidores, que ha perto de 5
annos os rotlos collados as garrafas s5o
assinados por llonry Prins, como procura-
dores dos cima propietarios. P.io de Janei-
ro 13 do Janeiro de 1857.
.3 Joao .>a .Silva i amo, medico pola un-
\i versidade de Coimbra, mudon sua esiden-
:-.; ciada rua do Cabug para a rua Nova n. ''
i J) 69, seeuudo andar, sobrado do Sr. l)r. Nel- g
Hb lo. o alli conlina a receber, das 8 as 10 S
;: llora da manhaa, e das 3 's 5 da (arde, as ?s?
'...' peoas que o queiram consullar. %C
f':''&i:''t:''-.-'''-'y. 'liti -- ,'
w 'w <> .'&u ? "yPVaJ^^Vrfs* 'fS
Previne-so a qualquer senhor de enge-
ho quo precisar de um bom administrador
solteiro, sem familia, de, antes de annunciar
sua resideucia, dingir-se ao atorro da Boa-
Vista n. 70, taberna, que achara pessoa com
quem tratar.
pr
ena
DI
vincia.
Villa Nova, Joao Percira do Magalcs Lene .
Rio Grande, Francisco de Paula Couto
Mara Martiniaua .le Campos eliliveira,
es-professoia do Guilegio das orpnas, ob-
teve licunija do l.xm. presidente da provin-
cia, para abrir aula particular para o sexo
feminino da instrucc^lo elementar, que se
d as escolas publicas do primeiro grao, e
na qual so propOe ensillaras materias desig-
nadas na le; e por isso faz publico aos pai-
de familias, c a quem mais convier, que ja
dou principio ao ensillo desde o mez de maio
prximo passado, no sobrado no palco do
Carino n. 9, casa de sua residencia, onde Ira- [^ c n, jt t,las J
tar das condicoes relativas a adrniss3o das
alumnas: tambem recebe pensionistas e
ineio-pencionistas.
^3 l' "r- Ulils rarnaodea, medico, deve ser gg
T procurado de boje em duele, no primeiro t
audar do sobrado da rua dos Qgarteis, ;
Iravessa daa Creiu, cuja curada lio quasi '
^>- eiu trente da botica Oa Sr. l'm.lo. fjg
das seis portas
EM FRENTE DO LIVRAMENTO.
Cortes da casemira com algum mofo a
qoatromil rs, lencos deseda pioprios para
pesclo de senhoraa a dez tustors, longos de
relroz malisados do cores a dez tustoes, lu-
vas de sed>i pretas c de cores a cinco tuslOcs
o par, eambraia lisa a dous mil rs. a poca, c
cambraiascom flores sol-
duss patacas a vara, cas-
sas com floroes rara cortinados a tres mil
rs. a pega, e a sello a vara. A loja est abor-
ta das G horas da mjuhaa as 9 da noile.
O ahaxo aflsigpnado ven-
do bilhetesgarantidos, pe-
los precas &!)aixo notados,
sondo ta quantia de cena
mil ris para cima, a di-
nheiro vista, em seu es-
criptorio, na rua da Ca-
deia do Recife u. SO, pri-
meiro andar.
Bilhetes.
Metas.
Quartos,
P. J.
.S00
2.S-700
l|350
Layme.
cidade de
ras.
P#-
RA DO CRESPO N. 4.
J. Falque participa ao respeita.xl publico
c com especialidadc aos seus freguezes, que
acaba de receber pelo briguo Kcrnando lti-
mamente chrgado, um grande c variado sor-
limento dos objectos abaixo mencionados i
Capas e sobretudos proprios para Invern.
Casacas e sohrecasacas superiores.
Palitos de panno e de casemira, pratos c de
cores.
Ditos de merino selim muito (nos.
Ditos de alpaca preta o de cores com golla
de velludo.
Ditos de brim branca e de cores.
Golletes de velludo de todas as cores.
Ditos de gorgurao idein idem.
Ditos de selim prelo.
Ditos de casemira de cores.
Ditos de brim branco de linho.
Calcas do casemira pretas e de cores.
Ditas de brim branco do linho.
Chapeos para cabeca, de castor, pretos e
areos.
Ditos para dita, de molla.
sapalos de borracha.
Malas e saceos de tapete para viagem
Kumos clsticos para lu'.o
Todos estes objectos se vender jo mais ha-
rato do que em outra qualquer parte.
AO BVItATO.
Xa loja dos quatro cautos da rua do Quci-
ma Jo n. 18 A, esquina que volta para o l(c-
sario, vendem-se superiores chapos bran-
cos de castor a 9-0O0. cortes de casemira
preta bordada a- 6/, ditas do cores (nasa 6?,
dita* com toque de avaria a 18500, cassas de
coi a 160 e 110 r.-i. o covado, curtes de eolio- t
tos de fustSo a 5110 rs., nscado Franerz a 2o0
rs., um completo sortimento do palitos de
alpaca preta e de cor a 49000.
1 1 UN v
Em casa de RaboScbmettau cCompanhias
ra da Cadeia i!. 87, veudem-se elegan o, ber : moeudas e meias mo
rareilo
Vende-se superior farellovindo de Lisboa
ultiinamenlc, em saceos e por barato prc^o :
na rua do Trapiche, armazem n. 7.
relogios de pa-
tente
nglezes de ouro, de sbemete e de vidro:
vendem-se a proco razoave), em casa de
Augusto Cesar de Abieu, na rua da Ca-
deia do Recite, armazem n. IG.
Aii* dat monstro, he pe-
cliincia.
Vendo-se algodo monsiro com 8 pnlmos
de largura, proprios para toalhas e lcucoes,
pelo diminuto prego de 60o rs. a vara : na
rua do Queimado n. 22, na lojs da boa fe.
lie.
NA FUND CAO E FERRO DO ENGE-
NIIEIR DAVID W.ROVVMAN, ,HA
RUA DO BIIUM, PASSANDO O oIIA-
FARIZ.
lia MDipre am qrande aoriimenlo dosse?ain(es ob-
jectos de mecliauismosproprios paraeiiLenbos.a sa-
endas, da mais moderna
Vende-se urna carroca propria naia
cavallo : quem a pretender, p. Ja dirigirse
a rua dos Pires na oa-Vista, armazem do
Sr. Manoel Carneiro Leal.
Kicas franjas para coi ti-
nado?.
Vendcm-se ticas franjas de algodJo, bran-
cas e de cores, lisas c com bololas, para cor-
tinados, e por preco muito rommodo : na
rua do tjueiinado, na bem conhecida loja de
miude/as da boa fama n 33.
attteigti pitra >*, .lo.
Vende-se na rua Direit n. S7, confronlc
as ouas loas de marcinciro, manteiga male-
za muito nova, chegad pelo ultimo nj.
a 01.0 rs., dita a 8im rs.; dita a 6*0. dita
380 ; franceza a 800 ra dila a 730, queijo
flamciigos, chegadns pelo ultimo vepor, a
1/80H, daos a l-ou, olios a ir5, d.tr.s
i?0Oc 1?300, fumo da Ierra a libra Inflan
muito velho, favas vinlas da ilha de S Ui-
guol a cuia *00 IS., castanhas a libra 1i0,
agurdente de tranca, urna garrafa 1/WKi,
oulros muilos gneros, que se vcnder&o por
procos commodos.
FARELLOS DE LISBOA
em suecas grandes ; no armazem de Tasso
Irnios.
SAL DO ASSU
a bordo do hiato .Novo Olinda.
Massas superio-
pjanos :1o clamado fabricante Traumann doleooslroctao
HamblirgO. | superior qualidade e de lodosos (amaiilios ;~r
Vende-so superior linhas de algodo dentadas.para aua ou animaes, de todas as pro
aixas de ferro rundido e balido, de
rodas
brancas, e de coros, em novello, para costu-
ra, em casa de Southall Mcllor & C.a, rua do
forres n. 38.
TAIXAS PARA ENGENHO.
3a fundipo de ferro da D. W. Bowmana u
ru da Ilrum, passando o cliafariz, continua ha
darumcompldio sortirncptoda taixesdeferrofun
iJo e balido de 'i a 8 palmos de bocea, as quaes
cLr.m-r arompti [ao; err.!)arr.am-soucarrg*ai-sa amcar
ro semdospeza loeo'mprador.
sel lins e reteios.
SELLINSa KEI.OGIOS de patente
Inglea : a veoda no armazfiu de
;. :i :i Itookcr oV Comjnti8, es-
qolna do lar^o do Corpo Santo nu-
mero S.
- propajT'
{iics ;cnnse bocas defornailia c remitiros de bo-
eiro, agailhOea, bronzes.parafuso e cnvilhdea.moi-
nbos de mandioca, etc. etc.
NA MESMA EUNDICAO.
e ex ecul.im lodas as encommendas' com a superio-
ridade j conhecida com a devida ptMtasa ecom-
modidade em preco.
1
*,
I
i\a
pi'm iiu Gasse,
F
hi i-
: tf f.
ment de fazendas de to-
das US qualidades.
CursurSo de seda de cores com ramagem,
proprio para vestido de senhora, o cova-
do a ............ 1-000
Iticas mantas de bloud pretas e brancas.
I.is de ludio a
lirosdeuaple preto laviado, covado. '2.-11)0
Dito dito liso muito largo, covado. -JIM
Dito cor de rosa muilo eucurpado 2$iO0
Sarja preta despalillla muito eocorpado,
. covado............25600
Selim prelo mac.io superior, covado 3SO00
l'auuo lino preto c de cores, covado de 3?
" a ...........7-000
Corles de casemira de cores com barra ao
lado e de quadriulio, corle.....4;000
Corles de colletea de velludo prelo o to
, c"""s............lcOOO
Curtes de codeles de gurgurao de seda de
vatios pudrOes a........ :!*0OO
Meias cruas supetiores para meninos 3
Corles de veslirto de seila de cores para se-
nhora, o mais rico que lia no mercado. *-
(ii'dvatas de seda pretas e de cores ... 5
Chalas de merino bordado a velludo. 18cCO0
Ditos de dilo bordados a ?eda....."J^IOO
Ditos de diio com lislra de seda .... (rJOO
Dilos de dilo 0111 barra matisada, finos. (OOO
Ditos de dilo lisos.........550U
Dilos de dito com franjas da laa i-'ioo
Dilos de laa adamascados prelos e de cores. ;i-ilii
Lento* para mto.de cambraia do linho,lisos >iO'J
Palitos de alpaca prela tina e de cor. (400
I'up. lina de seda de corea, matisadas, co-
lado............. IOOO
Chalj do seda de cores, com quadros, co-
vado ............ 5850
Lila de quadros peqoeaai e pran es, co-
vido............ $600
I.i.i eseda, booiloi padrdee, covado. B800
Kicos corles de l.ia de ramagem matisada
com]. 15 eovadoi........jjOOO
Uaurilana de seda de cores com vara de
largura, covado.........IftilMI
t'rsuhna de seda com lisiras matisadas, co-
vado.
Na rua da Sensala VelbaV. 116, comprsin-
se ossos do boi.
aa seis portas
Em frente do Livrainento
Cassas pintadas a meia pataca o covado,
riscados cstreilos a quatro vintens, riscados
rrancezos escaros a meia pataca, cortes de
vestido de cassa com dous e tres habados a
cinco patacas, saias brancas bordadas a dous
mil rs chales de cassa braucos com flores a
sello, proprios para trazer por casa, e outras
muits fazendas quevonde por todo o prego
para acabar. De ludo se d amostra, levan-
do pennor que /alba o que se quer ver.
Vende-se una armaQSo nova para fa-
brica de charutos ou para outro qualquer
csubelecimonlo, na rua da l.ingoeta n. 3 :
quem pretender dirija-sc a mesma fabrica.
Vende-se um palniquim em bom uso,
por prcQO commodo : na rua Diieita n. 3.
i'or b.u-ato piv q vnde-
se grande soitimcnto de fazendas, na rua do
Queimado n 41, loja da esquina do becco da
Congregado :
Chitas francezas linas, ricas cores,
covado 210
Chales de merino bordado a velluJo 14-500
Cortes de cambraia de seda 1110lomos 55500
Chales de merino bordado a relroz 8-00"
Kicos cortes de velludo para collelcs 0-500
Fil de linho liso muito lino, vara 000
Cnally de quadros e seda, covado 850
Dito liso, ric's cores 750
Peces de cambraia transparente do
6 1. j varas
r r, c
ca di; tu tirasse, no
de Janeiro.
Veude'se a prego commodo rap fino,
grossoe meio grosso, da acreditada fabrica
cima, chegado polo vapor S. Salvador ; na
rua da Cruz 11. 9.
IMaiita da cidade do He
cfe
Vende-se a planta da cidade do P.ecifee
seus arrabaldes, eita pelo Sr. Dr. Jos Ma-
medeAlves Kerreira, por seis mil reis: na
livraria n. 6 e8 da praca da Independencia.
Mappa d;is distancias d^
provincia.
Na livraria 11. 6 e 8 da praca da Indepen-
dencia, vende-se o mappa das distancias
das differentes villas da cidade entre si, e
relicio capital da mesma, a mil reis.
Aigodaozinho da Baha
para saceos de assucar ; vende-se em casa
de lN. O. Itiebcr Companhia, rua da Cruz
n. 4.
N. O. Biober o. Companhia, rua da
Cruz 11. 4, vondeu):
Lonas da llussia.
dem inglezas.
Ilrinzao.
lirios da Russia.
Vinho de Madcira.
Algodao para saceos de assucar
glOSe
1 -
a
vj3 Dr. Ribeiro, medico, de rol- ,!'*
-;y tadesua viagem a' Europa, con- Q
=$ liana a residir na mesma casa lia Q
p rua da Cruz n. 13, onde pode ser f,;<
;,;- procurado a qualquer hora. fiA
COMPANHIA PERNAHBCANA.
Os senh.ires accionistas que louiaram uovas accoes
dada empreu e quesatislierain a primeira enirada
de 30 por cenlo, silo convidados a r?alisar a secun-
da predar.lo igualmeme de 3 porcento alo o da 30
do correnle me/, de junho : 110 e-criptorio de Anto-
nio Marques de Amoriin, Ihesoureiro da companhia
na rua da Cruz n. 45.
RANGO NIAO-COMMERCIAL.
Uma das listas de subscriptores esta'ex-
posta na salla da Associacao Coinmcicial,
al o da 20 derte me/. : os pretendentes
( pois nao podem ser procurados todos)
queiram dirgir-sc a ircsim salla, das 9
oras da manbSaate as .Ida larde
Aluga-se um molccote ci ionio, que faz
lodo o servico, tanto de cafa como de
rua, menos carregar agua c fazer os des-
pejos: na rua Nova esa n. 18, segundo
andar, das 9 horas do da, ate as 3 da
tarde.
--- AnlonioJ da Silva GuimarSes, avisa a
'.odas as pessoas que possuem cautelas frac-
V,rZtlJC!V^T"V^ e'luc cs,tJ"" SedaraVqaadratd.aovo.p.dra.'.,a'do:
premiadas, que apresenteiii para ser pagas Chapaos da maiaa, franceie opeeiore. .
no prazo e 30 das, contados desta data : Uaquea de wda com ramagem, cowdo. .
lindo o qual prazo, requereri desoneraco I^oatulina de edre moi linda, cotado. .
na Ihos-juraria. r.ocile 4 de junho de 1857. ChilaiIranteaa finai........
- Antonio da Silva Cuiuiaraes. CaMa francezas de corea flaai, vara .
i'iTtnn. vnnvii ^'n frc"le do becco da Coogregacao, a
bARIH .N ,(.IO.N.\L. loja n. 40.
Continua a estar avena o manual da PTRI IP\r lY UFllC.uwv
guarda nacional, ou collccao de todas as m"-'<-V-Y^ B^IUIUBA
leis, rcgujamcnlos, ordens e avisos concer- ; O Brasil.
nenies a mesma guarda, relativos, no s ao: Peridico Calholico, Lilterario, e Nolicio-
processo de qualilica^rio, recurso de revista so, publicado no liio do Janeiro, subscreve-
ctc. etc. etc., senoa ecouon
Jogainsacn por municipios
Compram-so travos de 5 a 35 palmos
de comprimcino, e palmo de grossura : na ,,
livraria da praca da Independencia n. 6 e8 '" csd,c,sen".ra ncospadi-.es
Compra-se eircciivaincnte na rua das l,ales d,c "KTin" Flores n. 37, primero .ndar, apolices da di- tW dc seda' I,Cd estampa c linos
vida publica e provincial, acedes das compa- : S dc css.' P.ar n;,01
nhias, e da-se dinheiro a juros, em grandes ^ cambraia de inho Cnos
e pequeas quantias, sobre peihorcs: |iS..de wsea,,r" ''"-Jados para
Coniprain-se borra de vinho que nao I ,,:?"!...., ,
tcnlia mistura d'aeua : na rna da :ion7ala l0? dc firogaem_bordados, linos
ae
Os melhores relogios de ouro, patente in
glez, vendem-se por procos razoaveis, no
escriptorio do agento (iliveira, rua da Ca-
deia do Recife n. 6J, primeiro andar.
Peunas de ema, ocia de abeM e de
carnauba.
Na rua da Cadeia do liccife, loja n. 50, de-
fronto da rua da Madre do Dos, ha rara
5-500
85OOO
4/500
->i)n vcilllcr s gneros cima, recente monte cho
lw gados, por pacos razoaveis.
ewoo
!>000
- mistura d'agua na rna da Senzala ..
Velha n. no, deposito de bebidas espirl- J*.anales do merino liso, franja de relroz 49OO0
uosas. I Dar-se-hao as amostras, deixandopcnhor.
Vcnde-se um cavallo para cabriole!, o
qual he muito manso, e bom trotador : na
rua da Aurora n. 36.
Vende-se urna escrava criouU, dc i la-
- Compra-se uma duzia de colheres de
prata, propria pera sopa, e nutra para ahi :
quem precisar vende-las, dirija-so a rua do
t.iueimado, loja de fazendas n. SO.
-----1 ompram-sc ous escravos proprios
para o servico de sitio, e que sejam sadios e
fortes: para tralir em S Amaro das Sali-
nas, casa do sonrado junto a igrejado mes-
mo, ou na rua da. UniSo, casa onde esteve a
lypographia.
Compra-se eOcti va mente bronze, la-
tio e cobro velho : no deposito da fundicao
da Aurora, na rua do Brum, logo na entra-
da n. 28, e na mesma fundicao, cm Santo
Amaro
Compra-se uma morada de casa, c que
os chaos sajara proprios, o at a quantia de
500;000 : quem quizer vender, enieiida-so
com Jos Anluncs Cuimarts, na Soledado,
ou na rua de Apollo, armazem dj Sr. Barbo-
sa, que dir quem a pretende.
Agencia
da t'undico. Low->lo r.
rua da Semala Nova
n. 42.
Neste estabelecimenlo conlinu'a a havet
um completo sorlimento de moeudas c ineias
Toi transferidooilcposiiodcsle larope para a bo
fea dejse da Crin Santos, na rua Novan. 5:l
garrafas 5*500, e meias3.;000. sendo talsi ledo
aquello que aiofor vendido nesle dcpositr,p:o
quesefaz oprescnlt aviso.
IMPORTANTE PARA 0 PUBLICO.
I'ara curade ph(\$caeni lodo^osseusdineren
iftgrioa, ine i motivada por sonsii pafSaaa io**c
'^Uniia, nleui i/ escnrro> dr san^ue, dorde co-
' .idos o peito, pal pita rao no corar i,n roqueluch?
broDChile, dorna caruanta, e lodasa^moleslia
dosorRa o t pulmonares.
imaito fin s
e d-. UcOto bous gestos.
Mussulines muito finas, matizadas com
lindas cores, de padroes muito bonitos e
inteiraoicnie novos; vendem-se pelo dimi-
nuto prer'i dc 560 rs. o covado : na rua do
Queimado n. 22, loja da boa f.
Vonde-se cal de Lisboa ltimamente chc-
gada, ssim como potassa da Itussia verda-
deira : na praca do Corpo Santo n. 11.
VV LOJA
da boa fe,
vendtse muito barato
Colchas de damasco pelo diminuto preco
do 9ji>00, ricos pannos para mesa a 33, atoa-
lliado adamascado com 8 palmos de largura
a 1^600 a vara, oiussulina branca muito fina
a 500 rs. o covado, ditas dc cores de padres
bonitos a 30 o covado, chitas francezas
muito linas a 320 o covado, brim branco de
puro linho a 154-10 a vara, dito pardo tran-
cado tambem de puro linho a 15280 a vara,
ganga amaiella nuito lina a 3 o covado,
cambraia muito ina com salpicos braucos e
i de cores a 15 a vara, alpaca prela fina a 040 o
covado, cauto preto muito lino, l'azenda su-
perior e propria para vestidos de luto a 960
o covado. panno lino azul a 35 o covado, dito
muilo lino a b, dito preto muito fino a 5,
dito muil i superior a 65. ditos verde escuro
e cor de calo muito superiores a 65, cortes
de casemira preta, lina, para calca, com lis-
traboiMada a 105, crti-s do g'orguro de
soda para collete a 2/, dilos de casemira
pela bordada a 6, fusto branco muito li-
no a 2i o covado. cortes de cambraia preta
com 7 varas, pelo diminuto pceo de 89 cada
um, dilos de dita branca com salpicos de
cores, tambem com 7 varas a 25240, saija
pela despatillla a 23 o covado, grosdena-
plos de cores a 1/800 o covado, seliu) preto
lavrado muilo superior a 2^500 o covado,
gorgurao preto de seda com salpicos, pro-
pio Dar col leles a 35500 o covado, luvas
pdi
mu, odas para engolillo, machinas de vapor brancas muilo finas, de fio de Escocia, muilo
u taixas de ferro batido c coado dc todos os. proprias para os srs. clliciacs militares, pilo
tannos para Jilo.
de 30 anuos, pouco mais ou menos, sabe co-
zinhar e engommar, lava de sabio e luz todo
servido de uma casa ; quem pretender, diri-
ja se a rua do Vlgarin 11. 25.
- Vende-se lio principio da Estrada No-
va, ao passtr o sobrado grande, urna casa
terrea de laipa, cubera de tclha, com gara-
pei-a, euntendo 2 salas, 3 quartos, cacimba
do >.jolo, e quintal plantado: dirijaiu-so a------------ -.- ^....=,- .*, r,^v. ,. -
niosnia casa, a fallar con o dono : cuja casa : do Corpo Santoa. 1 l,ka pira vsodaro sa uinta *0 rs, chales de 13a rosos o pretos, pelo
sobrado, c do rerro inglez. barato preco de 35, fil e linho liso muilo
Moinhos de vento
com bombas dc repuxo para rojarlior asaba
ie decapim : na fundicao de U. W. Bo wma'i
na rua do lirum ns. 6 8 e 10.
baralissimo preco de 15 e par, meias pretas
de laa, proprias para os Srs sacerdotes
l3'Z80 rs. o par, ditas de laia muito supoiio-
resa t|800 o par, meias de algodao cru
muito superiores para meninos a 400 rs. o
Esa casa de Saunders Brothers C. praca I Par lencos, blancos de linho muilo linos a
he a segunda] passaado o dito so
mesmo lado
C s c:
gMfS
I5000
79500
750
Vendem-se muito boas lacas de cabo cia-
vadoa2330 e 3?ot a duzia, d.tas do cabo
oilavado a 23800 e :) a duzia, ditas do caho
do viado a 49400, ditas do cabo de bataneo a
6/, taixas de latio para tai
^00 o i-i0a libra, taixa
palmear a 300 rs. o milheiro, e muito boas
ja-so a botica da praca da Loa-Vista n. M,""* Para borzeguins, pretas e de co-
ou na falta annuncie. !'cs' vaaueUs P';ra eobrir cano, tu Jo o mais
_________________________________j barato 'o que em oulra qualquer parlo : no
aterro da Uua-Vista, loja >. 78.
il\.t.(.v'lli'>X..*
m
Compram-se dous globos geographicos, I
poimem bom estado : quem o tiver, diri-l
mm$##<
al ii)
Vende-se urna mesa de meiodesala,, ,icneg u u sal,ni) m.IS 3_
um par ue consolse um soplui : ludo dc armazem dc llanos i Silva.
Jacaranda': na rua de lorias n. 02, casa
azul e as| B'
c
Pite da Suacia.
Jeatrao de carvao,
Eonas ds linho.
Esponjas.
Drogas.
_ Algodiolizopara saccas.
llar calcados alaWtoantraneadoigualaodaBakia
o bombo parala u para asta mercado ludo por prese commodo.
j
coberlos e descoberlos, pequeos e grandes,
massa
c vende so
lino a 800 rs. avara, princeza pn.la lina a
720 o covado, dila muito fina que rivalisa
com merino a If o covado, e alm disto um
completo sortimento de fazendas de tods as
qualidades, que se vendem muito barato, na
ruado Queimado 11. 22, na bem condecida
loja da boa fe,
arandas e grad; s.
Um liado evariado sorti-Tcnio dc model-
los para varandas e gradarlas, do go.sio mo-
dernissimo' na fundicao da Aurora em San-
to amaro.e no deposito da mesma, na rua .o
brum.
Taclias de ferro.
Na fundigSo da Anrora em santo Amaro-
caranda
32o| lenca com a lenle pintada de
7*?. nortadas del
ion *
segunda
urlico.

Prcvinc-sc sos amantes da boa pitada, que
Napadaria Ja rua das Larangeirasn. 38,1 ebegou no vapor s. .Salvador o rap novo
ha um grande soitimcnto de massas linas, princeza do lo d^ Jan
tiro, que pelo >eu
como bem aramia, regala, al liados, cario- excedente aroma se confunde com o prince-
ca, soda,estreljadeWK,biscoitomiudinuo,Iza dc Lisboa: na rna do Crespo, loja de
lito grosso, fatias, ludo isto pelo preco d); miudezasao pedo arco de Santo Antonio e
omu dos corpns, sena liviana n. e 8, na placada Indepen- 30U rs. a libra, foito das melhores farinhas! praca da Independencia 11. 4, aond- se ven-
s, batalhocs, com-' deucia a 63 por semestre, pagos adiautado. I do morcado. I ue a 13000 a libra.
e ouro patente inglez, para bomem eso-,
nliora de um dos melhores fabricantes de oli,m,ie1" deposito na rua do Brum, lo-;o
Liverpool, viudos pelo ultimo paquete in-lu?"?! dcfr<"'le do arsenr.l de mari-
gluz : em casa de Southall Mcllor 61 C., rua
do Torres n. 3S.
Iiarutos <', Hava-
n.t: vt-n ein-se em casa
Omento novo
^* Sauto Amaro, acham-se para vonder moeu-
N'a rua da Cadeia de Santo Antonio, arma- I das de canna todas de ferro, de um modello e
zem de maleriacs, por pceo commodo. | construcc.au muito superiores.
nh.i, ha sempre um grande sortimento de
tachas, tanto de fabrica nacional como cs-
trangeira, batidas, fundidas, grandes, rc-
quenas, rasas e fundas ; e cm ambos os lu-
gares existen) guindastes para carregar ca-
noas mi carros, livres de despeza Os pre^o
soo s mais commodos.
leudas supetiores
Na fundicao de 0. Starr A. Companhia, em
res.
caixas de 16 l.bras con. pcvi.lc? erelhi.h."
cout.nhas ele, por 35500 res"; do
yueimado n. 35, loja dc ferragens.
O melhor que se
o emontrar
Vendem-se as verdadeira- beacalaa Se
bamb e canna da India, tinas e crosaN
com hadissimos caslocs, a verdadcna acua
dos amaules om irascos grandes e pequen-
ricas caaruteiras de velludo bordadas a ou-
ro, ditas de ruarm com riquissimas valas
no goslo mosaico, gorros de velludo borda-
dos a ouro para honiem, tinta ingleza e fran-
ceza, eui caixinhas, para com a maior facili-
dade possivel marcar toda a qualidade de
roupa, excellenles binculos por serrm non-
io claros, augmentar muilo qualquer olijec-
to e* alirahi-lo muito ao perto, verdaeira
banha de urso, de viado e de tutano de boi.
todas mglezas e com excelleute cb'iros
ahancando-se que qualquer destas, banha>'
conserva o cabello c nao o destroe como
multas outras qualidades que ha, p..s de ar-
roz excelleule para boriuejas e comiioe,
a.iaim emno para an.acur a pelle. e qwe m
vende a 500 rs. cada cmbrulho, di venas qua-
lidades dc Unteiros de novas mvencoe
capachos grandes para solas ou nuraiiesaZ
sapalos de borracha para hi.mem. e outras
muilas qualidades dc objectos, ludo muilo
bom e de muilo gosto, que >c vend mgitis-
simo barato, na bem condecida c acrediuda
loja dc miudczas da boa fama.
Salino
O antigo deposito silo no liecco do Gon-
Calves, aniiazi-m 11. 4 e (i, a<-ha-se nova-
ixenlc suppriJo (ledivcia nuilo Mi|KMor salwoamaiiihi. o vend-
se mais nrralo, que cm oulra qiialuiHi
paile.
Grande fabrica
da 1.1 mancos, n;i rna Di-
reit isijni.i > du l)> rett 8. Petlro 11. i.
.Neste cslabelerinieulo ha rllccliv;rnc:.l
um grande sortimenlo de tainabco, tanto
para lioii.cni coa.o para meninoscseudor<->.
a rclalbo ou mesmo em grandes r!CO>,
para o mato ou mesrao para a praca, muitn
em conla c a vontade dos compradores
VendflU St meias eompi-idas ccmla.
Je laa xle carncim, sem cuslura, dicta-
das de Lisboa no ultimo navio, |ior prxi/i
muilo commodo: na rua do Oucmado
n. 19.
Mttiolo fncilimo.
Na li'raria da praca da Independencia n.
6e8, onde-sn o meld-ido fcilmo para
aprender ler, novamente impresso e acg-
n. 'mu,tu, iK)r mil reis.
(]assas france-
zas a 200 rs.
Vcndom-sc cassas francezas linas a SOS) rs.
o covado : na rua do Queimado n. 7, lora a
estrella.
HUTEluMS BARITAS.
\ ende-se manteiga ingleza e fraaeeza li-
na, para mesa e bolos a 960, gon, -,& c tu
rs. a libra, o mais baixa a 600 o 5
berna grande ao lado da igreja da Soledadc
Cseos vasi>s.
Vendom-se pipas, barris de e 5.- vasios
noves, chegados de Lisbca na barca Flor de
S. simio: no armazem "c Carvallio A lr-
nao, na rua do Brum, ou na rua da Cadeia
Ue Sanio Antonio n. 26, primeiro tn lar.
Vendem-se cbouricas do reino a OT
is. a libra, o sendo de 8 libras para cima a
menos porreo a 480, queijos do serian por
menos pceo do queeni oulia qualquer par-
le : defronte da matriz da Boa-Visla n. MK.
Vende-se o deposito dc massas da rua
do Kaugel n. 73, por seu dono ler de reli-
rar-se para fia.
AHeiioio.
Vendem-se cairinhos de uma roda pro-
pi ios para conduccao de malcriaes para a-
leiros, e trabalhos de sitios,asMn comocou
eerlao-se e lrocam-s: por oulros queesti-
verein em mo esUdo : a iralar na rua .Nova,
taberna 11. 71.
laceas com 'riiili;i.
Na rua do Vigario n, 33, vendem-se sacras
com superior farinha de mandioca, por pre-
co commodo.
Perfumara in-
gleza.
A vcrdadeii a Uinlia ilc urso :
vende-se na loja de qjsmtra Mrtasj, Narciso Mana Cartseno, rua da i; >,l,m
do Recite n. 48.
Sahao haralo
Os proprietarios la fabrica dos Afngados
lem o seu depoMlo na iravessa da Senzala
Velha, no Tundo da loja dos hrs Cunda v
^morim, aonde conlmiiam a vender l'3o
imarello e cinzenlo, por menos pre^odo que
em oulra quaiquer parte a tratar no mes-
mo arinazom, ou na rua da Cruz n 39.
> -,t. $
Continua a andar fgido Icsdr 8 le
fevereiro do enrrente auno o MfN de bordo
I do brigue Mclampo, de nomc alarcclim'. de
afio i.abin la, altura r' guiar, serr iln cor-
po, rosto enmprido, barba rcirada, c cria
suissa, coa falla dc denles na frente, c ron-
ta estar Irabalhando na estrada d" ferro :
quem o pegar levo-o a rua do Trapiche n.
14, piiinciro andar, escnptorio de ManiK-l
' Alvos Cucrra.quc sera generosamente grtili-
cado.
TfchUV 1VI'. Dt M. r. 1>E KAHIA S




Full Text
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