Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07786


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Full Text
ANNO XXXlll N. 158
.....W'<"----
Por 3 mczes adiantados i.sOOO.
Por 7> mczes vencidos 'csoOO.
-----------io- -ai------------
OU.Y FEIRA 1K DE JIMIO \)i I8.7
Por anuo adiantado l>s()(M).
Porte franco para o subscriptor.
ENCARR1 i, All)-. DA SLBSCRIPCAO DO NORTE.
Parahiba, o Sr. Joao Rodolpho Gomes : Natal, o Sr. Jo(|ui l'Pereira Jauior ; Ararat.. u Sr. A. de Lemos Braga ; Cca-
ra'iOSr. J. Jo! de Oliveira : Maranhao, o Sr. Joaqun) Mar-
qnes Rodrigues; Piauhy o Sr. Jos Joaquim Avelino ; Pa-
ra, o Sr. Justino J. Ramos; Amazonas, o Sr. Jcronymo da
Cosu.
PARTIDA DOSCORREIOS.
i- M dilat, 3
Oliruh
l_l,..f.
s. Km
S. I...,,
I .... \,.i,-.-ii.i. Bfw-TItta, Ou
(..i.!. IpojaoiSerlahieM, r,,.. For.....u.
cnl Tcthw romOS parhMii ai lu buTJ ,l
mcialoMs do da.
I'arahiba: na* -.^nii.t.i- r -
. iv. mi-. Moniu, Ganara', .tintn i,.-f..,iu,,ii.
'AlI^Iluuelh, LTrnoriro, Hrfjo, Pvm
urx K\a', na*<|uarta-?Hiai,
_Lua, Burato*, Apua-I*
i _.
in.iti'.i'i.i
AUDIENCIAS DOS TRIBUNAS DA CAPITAL.
Tribunal do commercio : segundas c quintas.
Relacoo : tercas leiras c sabbadus.
Fazenda : quartas e sahbados as 10 horas.
Juizo do commercio : segundas as 10 horas e quintas ao nicio da.
Juizo de orphoos : segundas e quintas as 10 huras.
Priraeira vara do civel : segundas e sextas ao meio dia.
Segunda vara do clvel ; uartai e sabbadus ao meio dia.
EPIIEMERIDES DO HEZ DE JUMIO.
7 La cheia as 3 horas e 3 minutos da tarde.
13 Quarlo minguante as horas c 50 minutos da manha.
21 La non a> 7 horas c < i minutos da larde.
29 Quarlo crescente as 2 horas e 1 minuto da maohaa.
PREAMAR DE HOJE.
Primeira O e SO minutos da larde.
Segunda O e 54 minutos da manh.la.
PARTE OFFIOIAL
MINISTERIO DA GUERRA.
Relatorio apresentado a assemblea geral
legislativa ua primeira sessiio da dci-
ma legislatura, pelo ministro e secre-
tario de estado dos negocios da guerra,
Mrquez deCa\as.
Augustos e dignisimoi Sr*, represntenles da ra-
3o.Pela segunda voz comprelo peratile vos, afina
de apreeentar-vos, como ms compre, em virlude
do preceilo da'lei, o relatorio dos negocios da repar-
licao ao meo cargo.
Secrelaria de estado.
No mea anterior realorio eipuz-vos que os Ira-
balhos desla reparlicao marcharan) com moita re-
gularidade ; que seo archivo achavn-se mui bem
organuado ; qoe no espediente dus negocios havia
a conveniente brevidade ; na rscriploracjao, asseioe
pontualidade ; e na casa a necessiria decencia. Es-
se estado coulinuou no anno posteriormente decor-
rido ; e se liciarflo houve, fui lem duvida melho-
rando-o, porque a promptidao na expedieSo dos
negocios geraes e particulares que corren) pela re-
parlicao, manifestam o zelo e aclividade eom que
nelles se liahalha.
A ii'-iiiu r o do -cargo de ajudanle gaera! do
ejercito, e a insiallacao da competente reparlirao,
de que adianto voa fallarei, diminuin ir ih illio da secrelaria de estado doa negocios da
guerra relativo adminislracao meramente discipli-
nar do pessoal do eserciln, a'lterou essencialmenlc a
ordem do servico que diriga a mesla cretiria.
lor isso, pois, turna-so urgenle orna reforma du seu
regulatnenle, que extreman io convenreoiemeule o
servico que lite fleoa a cargo, eslabele;a a harmona
correlativa desse eervico, e do deato ministerio, creadas ou mollificadas nos Ireze
annos decorridos depois da ultima reforma da dita
secrelaria;
O modo por que servem os empregados della, se-
gundo vos lenho exposto, a eilraordinaria caresta
dos objectos de primeira necexsidade da vida ; e a
consideravel diminuirn que pausaran) a 1er esses
empregados nos emolumenlos que perceiam, em
virlude da nova ordem de diosas ctabelecida na
reparlicao di guerra, reclamam com instancia, da
equidade nacional, om anmenlo nos setts ordena-
dus, que contra.le com os indicados elementos de
ua actual iosofliriencia. Por estas razo, e pelas
que ja vos patenleei no mr-u anterior realorio, in
aislo, e com mais eleacia, no pedido desie augmen-
to ; ou seja feito passando-se a cobrar no thesnuro
os emolumenlos que pagam as parles, como indiquei
no mesruo relatorio, e me parece mais conveniente,
ou entrando ellei no augmenld pedido, seguodo
om termo medio razoavel calculado segundo o' esta-
do actual dos negocios expedidos pela reparlirao.
Essa providencia convni que seja compreliendida' na
reforma de qno precisa a secretaria, para a qual
peco-vos, que autoriseit, o governo Imperial.
Conaelho sopremo militar.
conselho sopremo imlilar continua a auxiliar o
governo rom suas luz.es e experiencia na solocao da-
quelles pontos cootiqversos de direilo privado mi-
niar, sobre o qaaei o mesmo governo jolg conve-
niente Ciinsulta-to ; e m- u consellio supremo se
INI hivilocoi). a C:rcumpecrAn e esperienria pro-
rundamanlo (raqueadas nas'joulrims de nosa a1-
nnoi de seus meinbros.
Como tribunal supremo de ioitica militar, e^le
consellio lem oiitinuado a leaolr 'as maximai de
jorieprudeiina qn. ||,<- por.o por Horma loas re-
peelivas leis orgnicas. A. juma rlajaitica iinlil ir
estabelecidas HM provincias do Par.t, Uaranhno,
Pernamburo t Bab|aj, que pelo g do art. "i- ila lei
n. 8G2 de 30 do jullio do anno psasado, aulorisast.,
o governo a eilingir, for.im com etteilo exlinclape-
lo decreto n. 1830 de 5 de ouluhro d menuj auno ;
e por consegiiintexod's os julg.iincuios em .-guiida
creara > dos assislenle do ajudante general resultoo i terrilor
DAS DA SEMANA.
15 Segunda. Ss. Vilo, Dacio, l.ibiae Lenidas Mm.
16 Terca. S. Joao Francisco Regs.
17 (Juana. S. tbereza rainha viuv.
18 Quinta. S*. Leoncio, Tribuno eTheodulo Mm.
10 Sota. S. Juliana de Falconieriv.
M Sbado. S. Silverio p. m. ; s. Sliino m.
'i Domingo. 3. S. Luiz tion/aga.
ENCARREGAIMIS li\ si H lili tu RQ -i I
Alagoas. oSr. I.laudino t'al. >o li.... aahii, Sr. Ii. lavan'
Rio de Janeiro, o Sr. Jv EM I'EUNAMHH.i.
O propretano do DIARIO Manoel Fiarueirua de Tana na -
Iim.iiij. (ir. '.j da Independencia n. 6 e 8.
dos presidenles rhundo he u id grande melhcraiuenlo do que temos cumspeccao no servido, n.lo pode ser na quanlidade
destinam ao presidio de Fernando, e bem assim os
criminosos Joo da Costa Lima, e Manoel Daplisla
Barbosa, esle remeltilo pelo chefe de polica do Ma-
ranhao, e lodos os mais pelo Et.ni. presidenta da Pa-
"ir^rr.eiisLerAei.?a;,p-,;rn.cLi.^f:cLd_o.ludoi"e,s,infin,?1r",rf "inr5^uro KuU,,,r:,mr'rr0;0-,ne ^'^eiecimc.,iesia-..-^ wp&Sinsiz s&tfisxL'zs3S^iz. v" s.u.
sas invesligacOes afim de que *e possam fazer no lu- car. O governo. atlcndendo a' difliciiMade de aehar duzio do Maranhao. macla
quanto eslA em suas alliiliniron relativamente aos
ditoi militares. Urna modificar.au radical como esla
no systema de administrac/io disciplinar da n.i ar-
mada regalar, lendo de desenraizar abusos invetera-
dos, nao pode apresentar immedialamenle os bous
resultados que o governo espera colher da uniformi-
dade, e regularidade da disciplina e in-irucci i dos
corpos do exercilo.
O governo coula porm que em breve cosegoii
seus desejos por esla parle ; e que o ministro e se-
cretario de estado dos negocios da guerra lera junio
de si no ajadaule general do exercilo urna autondade
profissional competentemente habilitada para infor-
ina-lo exactamente, e em qualqoer uccasiao ueccsa-
ria, do estado do pessoal do exercilo ; a qual sera ao
mesmo lempo, segundo os principios de seu regula-
ment", o responsaval peranle o .tilo ministro pela
conservadlo da uniformidade de disciplina, adminis-
trafao, inslrucca.) e movimenlo daquelle pessoal, de
accerdo com as ordens do referido ministro.
Reparlirao de quarlel-mclre general.
A reparlicao de quaitel-meslre general, pela do-
lurnidade da pralica de seus Irabalhos c fi do muvimenlo do malerial do exercilo ; em -.neneo
zo p meo lempo de sua existencia. e irregularida-
de com que corra este ramo de admnistracao militan
anlerionnenle sua nslitoirao; tcm conseguido lan-
o quanto he possivel eitabelecer indio a compalivel
regulariJade ; de modo que actualmente se acham
inuilo minorados os extravos que resullavam da
falla absolula de un centro de fi bimealc, vencimenlo e comumo dos objectos de far-
dameulo, armainenl) e equipaineulo que eran) for-
necidos aos corpos e eslabelecimenlus mililares em
pocas determinadas.
Sem que a Teparlirao, veocendo ns dillicullndes
que se ll>e anlepein, ajusto conlas do recebido e
consumido al a dala de sua instituirn, nao pode
regular coinpletaiuenle a marcha do fornecimenlo :
lia porem lula esperanca de que ella consiga isso
qoanto anles, visla d progresan de seus Irabalhos.
Expui-vosno ineu passado relatorio a convenien-
cia de ser esla repartidlo a fiscal das oulrat coogene-
res que se eslabelecerem, transitoria ou permaoenle-
menle, em qualqner poni do imperio ; e que nesse
senlidu era preciso iiin-Sxfdilamento ao seu regula-
menlo. "'
Essa additamenlo jdSem anda n,1o Toi levado a
elfeilo, porque, devendo ler correlafao com o regu-
I mcnioqo. t<\ evemcnle loiii de ser feito para a re-
parlicao semelh me exislenle no corpo de exercilo
estacionado na provincia do Rio Grande do Sul, e
eom o dos arsenaes de guerra ; nesss ocessiao se 1ra-
lar.i desse objeclo, afim de qoe'n reparlicao possa ler
lodo o dcsenvolvimento, e lalituie de acrao fiscal
de que carece.
Escolas militares.
Os estatuios das escolas mililares do imperio que
lutoriaailes o governo a reformar pelo S 3 do arl 5,
da mencionada lei n. 682, acham-se promplos na
secrelaria de estado dos negocios a meu cargo. Ain
da poiem nao faram publicados por (eren) oseorrido
Micoiiveiiienles relativos a pequeas provi lencias de
delalhe de ruja solurao depende sua definitiva adup-
Cao, epublicacao, que lerdo lugir anida durante
vussa actual reuniao.
InspeccOes militare*.
') lerrito-rio do imperio, pelo decr. lo n. 721 de 2S
le soicinl.ro d 1853, fui dividido em seis dislficl
I de in.pccc.1o mllllar. En) tolos e.ses dislriclus con
> preheiidi
enlre <> mestre e operarios para a fabrica, reeol-
veu mandar ronlraia-los na Europa, onde lainlum
se enconlraram dilliculdades por causa de desiulel-
ligencia acerca das coinlices qae pudemos offerecer. seibo
Nao obslante sso, conseguio-se afinal contratar all DitoA
luro as convenientes correcees.
Fortalezas, F'orlificaeiies. (Juarleis. Oulras
obras mililares.
As nossas fortalezas e fortificacoes vao-se conser-
vando medanle reparaces de maor ou menor im-
portancia, eligidas pelos estragos que ocrasiona in-
fallivelmentea .iccio do lempo, reparables que o
governo lem occorrido, lauto quanto he posivel,
com os ineios que leudes posto sua .li-p.,.,,- ,. (J
mtsmo succede com os quarlcis existentes, e outros ,
edificios que esiao sol a adminislracao dos negocios e 0l,e.rl,rl* de qoi se esperam, a fa-
da guerra p.ra suas reparires, iiosplaes, enfer- 1 .a P?'l"> produzr o dobro da plvora qua lem CorlaraAo agente dos vapores, para dar passa-
man.is, depsitos c oulros misere. ?*". "Z!.e..a?.ul f.m..,."";':l5cn.,n"i,n.cii,s orui"a- I gem de estado para o Rio de Janeiro, a Jos Carlos
meulo em forma, mas tambein providencie para i Dirijae o supplicaule m in<|>erlof do ar-.n.i i.
que seja ella despachada livie de direilos. marmlia, a' quem nesla dala se tvpeJe rooie>i-
DiloAo juiz deorphaos sopplenle em exercirio lo ordem para aalini.ilo do inestor Jor Virrnli
do hecife, respondendo com copiada luformarao Valim. de que Irala esla preleni.i..
rahiba.OCieioo-se ueste senl.do ao agente dos va- dada pelo befe de polica, ao offleio em que Sinc. Oflicio do dire-lor da olras milii.i.. di/r.1. >.e
pores, e providcncioo-se sobre o pagamento da pas- aolieila do governo imperial a bana doorphaoAu- Manoel Lino Coelho se cbriga facer roeeroitoa
uslo da Silva Guimaraes, reculado pira a ar- no qoarlel da Sdedade. medanle a qnanii. de
i ruada. 1:7-S0S luiurme o >f. insiierlor da tboeoarasia da
PiloXo conselho de qualificacao de Fraci-; OiloAo arsenal de guerra, para mandar admil- fazenda.
nlMcm, dizen lo ficar inleirado dse terem conclu- lir na companhia de apiendizes menores daquelle Hito do coromando saptrici inlerm.. da cu la-
do no da I." do correnle os irabalhos daquelle con- : arsenal o menor Florencio Isidro di Silva, depois nacional do Recite. i|iimalaali a 1.1... v. i
rte lavrado o riunpelenle termo.(iDinou-se ao juz uel i Constantino Jo.<: da Naotoaacaaa, r.^.,.4-. |>a-
i inUrmar de orphius para preenchec e->a lormalidaJe. | ra o b.lalhao de.le muuicipl.. Hr.a-ril am
da "Ihes.turara 'de laaVaaal para
isseiilamenlo de pia cipio
"-'eessarios elementos para lu-
Iraba-
ccouaolern podido \Z ",'""""'" "'-<"' nao larmoi no futuro
ser realisada pela falla de um local que rcunisac lo-1 """'1 "os^nesmo, embaracosqur. agora,
das as catjdioea de conveniencia para um quarlel do
Em una das legislaturas passadas decrelasles! KS c ". 'i '"-'cessanos elementos para
fun los para a conslruccao de um qoarlel de caval- ""' cc aP'e'Coar individuos nacionaes no Ira
I,ru nac.'.rle; e cssa conslrurc.ao o3o lern podido !. a MS"' "" D*8 '""mni ao ful
enrp .. das Iras aruioa de
os offieiaes iiMpoeloraa, com quanto pela sua calag'o- I a elleilo aquella reforilli
na livessem os coolierimsatoigeraei de lidia c-s.' ir xfr>. ja cila.i.i. c.ra o'
armas, necesarios para as g'indes opera... miliU- nienla das mais
res, nao litibam lo lav
orpo daquella arma. Como poroto o cida lo Julo
Diogo 11 rirlley, na liqnidacao de sua empreza de fa-
bricacao de pauuos de llgodeo, resolves-e entregar
ao governo, peloeredilo que Ihe r.inccdeu, o terreno
e edificios perlei.cenles sua fabrica em Andaraliy,
o governo conveio uessa Iransacfflo, Picando aquel!
terreno e eJilioios perlencendo ao miunleno da
guerra para a conslruccao do projeclado quarlel de
cavallaria, porque a localidade olleroce es necessa-
rias vanlagens para isso, em consoquencia de estar
enlloca 1a no cenlro dos terrenos dos arrabaldes desla
cidade mais feriis em paslagem para a cavalhada do
corpo, de ser atravesada por om rio de aguas cr-
ranles; e de eslar mu pprlo dn palacio imperial do
Boa-Visia, onde lem de fazer quaii todo seu servico
o corpo de cavallaria que aqai estirar. O. edificios
da fai rica, medanle algumas modilicocoes a que o
governo lem mandado proceder, ja lem acoiumo-
daces para 300 a (JO pracas. Trata-se lamhemac-
lualmenle de fechar com muio e gradara de ferro o
terreno adquirido, conslruir quarleis para ollciaes,
ravallariras e oulros cumpariimentor nece para euiao llansferir para all o regiment de caval-
laria, que em lodos os scutidos licar vanlajoiamcnle
aquarlelado.
Eslao Inmbem emaniUmenlo as obras do quar-
lel da Preda-\'ornielt)a*, para'vrominodarao dos
alumnos, aulase mais reparlicoes da ekola cacao do exercilo, afini de dar mai. deseuvolvimenlo
aos acanhados rommodosqtie havia na dita fortaleza,
realmente insullicienles para o seu novo destino.
Insist) anida em pedir-vos, senhores, que habili-
tis o governo com os relos Oleiealoi para a cons-
lruccao de quarleis na (ronteira do Kio Grande do
Sul, onde possam eslar abrigados das intemperies
almosphericas os corpos do nossn exercilo destinados
a guarnicao daquella fronleira. Os ponioi maiscon-
ventenles em que MSM quarleis doran ser conslrui-
dos arhnn-se designados ; e o governo ja aulorisou
a conslruccao de barracos nesses pontos para servi-
rem de quarleis provisonos aos corpos que ah eslac-
ciouarein, dispon lo para esse fim dos fundos que
lem a seu alcance, al que Ihe concedis meios rom
que possa tratar da edificsrAo do-quarleis defini-
tivos.
Arsenaes de guerra. Deposito- de arlgos bellicos.
Em alleiirao s ponderosas razos que vos apr-
senle! no relatorio ultimo acerca da i.ecessdade de
sor reformado o regolaincnlo dos arsenaes de uoorra
do imperio, e da mu lauca do da corle pira a Ef-
-.MI.IOv.M ,
Lahoralorios rr>'ruleclii|-eos.
O nossos laboratorios pyrolechinrln do Csmpinho
Pereira de Castro.
Expediento do tecrelario da pro* neta.
Ollici)Ao primeira secretario da Hsembll pro-
vincial, envan lo a informara o da da pela cmara de 1*1. Cominunicou-se ao arsenal e a thesouraria d
Olinda sobre o requerimenlo de lenlo Uoncalva*. | fa/enda.
OiloAo mesmo, Iransmildiidii copia da informa-
e do morro do Caslello coulinuam a preencher sem CBo ministrada pe. Iliesouraria provincial, acerca
inconvenienie os lins de sua insiiut c,i. Insisto na da preUncao de J .s Faustino Marinho Falca...
Idoa da conveniencia de serem ellcs transferidos pa-1 Dilo-Ao juiz municipal ,1e Pao d'Alho, remel-
nilo da fabrica de plvora, lendo urna collecro das les geraes de ISJ"., confor-
I qilando para all o for o arsenal de guerra. A con-
| vcuiencia dessa transferencia ja vos expuz no meu
i relasorio do auno passado.
Continuar- te-ha.)
aOVEHHO DA PROVINCIA
LEI N. .2').
me as requisilou.
28
OflicioAo E\m. coiniuan lanlc das arma, Irsns-
inillindo por copia o aviso da guerra de 13 do cor-
COMMANDO DAS ARMAS.
Qaartel (oaaral ao coaaaaand* a ra oraaaa 4
Pernambaco ata eldada da Hacia*, ara 11 ale
jarabe da 1867
ORDEM IMI DI V > MS,
O general eaniinandanle das srina. declara, para
conhecimenlo da auarnic.1o e lii. .iivenieale. qmm
governo de S. M. o Imperad >r. Ii..iiv.. ., In-an.
Oilo Ao arsenal de marinh.i, para mandar alis- por aviso do mieisterie dos oegor.- s da ia-rra da
lar na companhia de aprendizcs daquelhi araaaal, 28 de maio ultimo, delermm .r q- Sr. alf.r I
quando Ihe fr ai.resenlado. o menor Josc \ nenie nono bal.illi.V. de lafanliria. Joaqun Aataio Ihaa
Valim, de_qne traa o requenrn;u(o qne Smc. infor-. e Leopol lo Borges GalvSo l ch.a. e>d* d.i lateara
zenda.
Olio Ao conselho a lminisaaelivo, para qne pro-
mova a compra dos arlgos constantes na relar.lo jon-
la, das quaes precisa o arsenal da guerra para a es-
cripluraivio de suas oflicinai no excrcicio de ISafS
18)8, e para salisfazor o pedido do hoepilal recMiien-
mou em oflicio de 28 do carrate n. 72.
Dilo. A cmara de lluique. dizendo que r.ao
lendo acompanhado ao seu oflicio He i do correnle a
copia da acia de que elle falla, da eleicao de verea-
dores e juizes de paz do prsenle quadrieonio, com-
rente, declarando que ae ul soldados Manoel do Sa- pre que a remella com brevidade.
ui-ar o governo paro levar
Po da arl. .V da le
lim de entrar no coobec"!-
pequeuas ncess.ia los da adinins-
do peqneno delalhe de cada Irajao dos arsenaes, que ciimpre serem prevnidas no
nir' rrreiVm.;:. 'r'"" :""a e'" '" l,ie- > "T 'Tf-'?"'*' ?..,' mandou "los nacin r
rmra mililir. I o tret orfneloaM dan nrv.n.__(;,l>-feci.Jo* n
provinciH-
inslancia dos procesos criminacs militares, correm a," ro''Cinini(os desses pequeos delalhes Btbia, em Pernambaea c no Rio Grande do Sil
hoje por cunta do conselho supremo inilit.tr de ius- "isiruri.ao e disciplina peculi ,r, ilude a.isolula i Em lo los ellcs s.. eucjntraram mais ou menos De-
lira, necessidade para o processo de urna iiupeca0 em quenas irregularidades de mera formula ano team
A accumulacao de proce.so ne-le tribunal arar- !"!,'1 ""'.' "?' '""' *"'" 'I1'11" as i.spcccOea sua ongem na insoflieieote previdencia do amigo re-
relou neccssariamente majar soiuui. de Irabalho pe-
ro oa empregados da respectiva secretaria, e par o
juiz logado, relator do mesmo Irihu'.al. E-te aug-
mento de Irabalho, e os costosos ineios do vida da
aclualidude levara, o governo, de conformidade
rom o qae vos fui prsenle no relatorio do anno pas-
sado, a expedir o decreto n. 1882 Je 7 de levereiro
do crreme anno, augmentando o or leado desses
empregados; pondo porem tal augmento nidpen
dencia de vossa approvacao, riue o governo vo-la
solicita em allenrilo is razes exporta*. A mesma
accumulacao de procesaos para le jolgados no conselho supremo militar de jusica,
fazeiido multiplicar o Irabalho do juiz relator, nao
sobreearregava esle de servico, mas lamhcm demo
rava o julgamenlo final dos reos, o qne he conlra-
rio ios principios da jnsllc,a e da equidade : por isso
o governa julgoo conveniente eslabelecer pelo dilo
decreto n. 1882 de 7 de fevereiro duas ses'oes do
upiemo (libunal de jualic militar por semana, c
ordeuar por decreto n. 1912 de 28 dt marco ullimo
que os fe(os sejam relatados pelos Ires joizes toga-
dos adjuntos ao Iribuual, sendo entre ellet distribui-
dos para esse lim.
Alem deslas medidas efleeluadas, que foram ra-
clamadas pela exlinccao daajunlas de juslica mili-
tar ; o caracler de nossas iuslitoicfioi polilieas, e os
principios geraes de jurisprudencia criminal, recla-
mam oolras que imporlum modilicac.lo esseucial na
organisacao do conselho, e no svstema de jolgamen-
lo final, auturisado pelas lei< fuidameotaei de sua
nisliluicao.
Este conselho, slabelecido no Brasil pelo alvar
lo 1 de abril de 1808, para tratar dos negocios de
que eram incumbidos em Portugal o comelho de
guerra, e o do lmiranl.ilo, pasin a regnlar-se pe-
las anligas les que regiam aquelles dous conse-
Ihos.
Bssas leis, nao siicunforem iinplicilamenle ao cha-
fe do estado a presidencia do con-ellio, mas lambem
dio a etle Iribunal illimilada ficuldade de, no jul-
gamenlo final dos processo de conselho de guerra,
hnpiir penas, aggravalas, minora-las eabsolver os
reos, conlrariau lo as seniencas dos conselhos de
guerra. Nesse modo arbitrario de julgardeve-se, he
yerdade, esperar mudo da saa prudencia, o esrlare-
eido juizo dos provelos e Ilustrados generaes e jui-
zes logados roembros do conselho supremo ; mal
-sa esperanra he fundada moramente nojoizodos
hoinem, e esso juzonao (em o eunho da iufallibi-
Inla le. E de mais, ella nao deve prevalecer conlra
os principios geraes de. jurisprudencia criminal, que
garanlem a jusla applicacao das penas aos deudos,
e iiianlem a torca moral de qire devem aer revesti-
do os Iribnaes criminaos de primeira instancia. O
conselho supremo militar, pois, precisa que se feria
urna revisao con'ciencosa da- leis que o conatiluein,
alim de harmouita-las com os principios do syi(ema
que nos rege.
Ito exercici de suas fuiccoc consultivas sobre
ulij-ctos meramente militaros, o conselho supremo
militar lem preslado lao valiosa roidjuvacaB ao go-
verno, que esle nao julga conveniente altera-las por
qnaiquer rnrraa que (en.la a diminuir a ellieaca do
poto que Ihe preslam as luzes e a experiencia das
elevadas dignidades do exercilo e armada que all
lem ass-nlo. L'ma pequen, ni" lili.- irao merainemo
firmalulica conviria adoptar com. regra fixa na ex-
P'diC-io das resolurr.es tomadas sobre consulta do
mesmo ronsellio, para que esses actos lenham o mes-
m ) carcter dos expedidos pelo poder execolivo sob
a respon.abihdado do minislro referendario. Pco-
v is, pois, que lomis em consideradlo o exped'lo,
e que auloriseis o governo para razer a reforma o
iiiilificacoei indicadas.
Reparlicao do ajudante general do exea-cito.
Pelo S a do arl. .1 da lei n. 8(12 de 30 de julho de
lenham aprcseulad ., a li ni ,i i ,id......isirac.lo'.lo ex- gulamcnlo em relaco ao eslaj
erciio, resollados vanlajosos, todava esses resultado i IracJo militar ; irregoliridadea
resen|ein-.e cinpre dos inconvenientes aponalos.
Por essa razao o governo julgou ser do mais ulili la-
de ao nonio cbjeclivo das imp.'CC.is mililares, esla-
heiecc-lss por armas, e nomear para eerce-las of-
fieiaes qoc lenham servido privativamente as mes-
m-.s arniae.
Assim, pola, sam alterar osj nmeros dos ns-
peclore, o governo redozio, pelo decrelo n. 1870 de
II de j.ineiro ultima, os seis diilriclos de inspeejao
das Ires armas promiscuamente, a um de arlilharia,
dous de cavallaria e Ires da Maulara, coraoesi no
mesmo decrelo especificado ; e para que os respecti-
vos inspectores procedan) as inspeccoes em cunfur-
mdade do que se echa djsposto no regulamento do
ajudanle gcueral, o mesmo governo julzou necessa-
rio modificar o regolameiilo que foi dado aos ddos
inspectores pelo decreto n. 938 de 12 de junho de
IS.)2. eipc lindo o de 2d de marco desle anuo, que
se acha annexn.
Funccionando os inspeclores as armas de sua es-
peelalidaile, as inspeccoes serao mais couscienciosas,
e seu resultado concorrer mais ellicazmenle pira
providrnciar-sc sobre as irregularidades enroulradas
e retlabelrrur a iiniformidad nos pequeos pintos
disciplinares e adminisiralivos de urna inrsma arma.
GommiSMlo de melhorainenlu do material do
exercilo.
.Nada lenho de aerescentar ao que vos disse no meu
realorio anlerior ,i;erca desla commissao. Conser-
vando as adribuicCes, que Ihe foram locombidas, de
.lar seu parecer sobra a ulilidade de qualqner arle-
f irlo que esteja na classificarao do material de guer-
ra, e se prceuclie as condicaes de conveniencia para
er adoptado, ella lem desempeuhado seus deveres
salisfactorainenle, prestando ao g.vernn sempre que
julga aocoturio oafi-ll, lumino-o. esclareeimenloa
qne o habililam para bem resulver acerca do objeclo
ubmellido ao seu came-
Cunladoria ger.il da cuerra.
Esla cont.lona, no exercicio de suas atlribuicoes
fisens do movimenlo dos fundos pblicos destinados
pare as deapezai da adminislrai;,i.i dos negocios da
guerra, coniiniia a funecionar lito recularmenle
quanloo permute a iiisuliicieucia do seu pessoal, de
que ja vos dei conla no meu realorio do anuo pai-
sa lo. E com quanto desse insutliciencia nao se resin-
lam os Irabalhos esseunaes que esli sob a gerencia
da reparlicao, reseiilem-se lodavi* ns que dizem
respeilo a prucesssos de dividas comprebciididas em
exercicins lindos, e a oulros objectos de importancia
lec.iudaria.
lo yerdade que palo 2 do art. .". d lei n. 8ti2 de
.10 de jolln do anuo passado aulorisasles o governo
a reformar o rogalamenlo deila cunladoria, afim de
providenciarse em ordem a sanar-se os iucouveui-
enies aponlados ; porem, havendo intima ligacjlo
entre os Irabalhos fiscaes della, e os da adminislracao
do arsenal da guerra da corle, o soverno julgou "le
prulenle arbitrio e-pa.;ar sua reforma, al concluir
a do reciilanienlo dos arsenaes, que ain 1 nao pode
ser completamente elfecluada pelas razes que adi-
anto vos patenlearei.
Archivo militar e oflirina lilbographica.
Estes dous eslabelecimentos, n,1o obslanlc nao se
ach rom eomplelmenle moldados como conven) pa-
ra bem preei.cherem os lins de sua Inslilolclo, vio
lolovia apressnlando os melhoramentos conipativeis
com sen estado, e salisfazendo quanto he possivel as
neccssida.les do servico que reclamam o consursu de
seus Irabalhos. Com os ineios que o governo leo)
sua disposicao para occorrer is precisoes desles ela-
beleoimenloa, nKo poiem ellea er levados ao pe em
que he neeesiario inanle-lo. Para ierem-se bous
desennadores, gravadores, lilhogrnphos e mpresso-
res, compre recompena-los bem n> rasan) de ios
loneid.ide e do oslado arlual das diflicoldades dos
realisa-la.
Acerca dos depsitos de arlgos bel lieos da pro-
vincias, aada ha de importante que .leva ser levado
ao TOMO conheciinciito. Alioi de que possam preen-
cher o melhor possivel o objeclo para que sio desli-
nado, lem o governo na rbita do suas atlribuicoes,
dalo aquellas providencial que suas necessidades
reclamam.
Fabrica de ferro da S. Joito le Ypanrma.
A respeilo desle eslabalecimenlo industrial que es-
la' sob a a Imini-lracao do ministerio da guerra, cha-
mo vo.sa alienta* para o qoe tiesa no meu realorio
di anno passado. Seu oslado se ocha as mesmas
condiees de enlo, por que seis melhoramenloi
provaveis na.) podem vir sendo rom o passar do- an-
nos, com os pTograasoa do nona nluslria, e como
dcsenvolvinieiilo dai vas de commnaie*>Bo com o
poni on le o eslabelecimenlo se ach. Sm o con-
curso .lesias circomslancias, lodos us meios que se
empregissein para melhoiar seus producios seriam
em pora pardo, por que nao elieaariam a competir
em proco e peifeiclo com os da iu lu-lria esirangei-
ra, onde a melallurgia do ferro lem sido eullitada
do exercilo. O governo. em virlude dessa anlnrisa- maiernl da olliciua lilhographica carece do qua cor, esmero, locando a subido gra'o de perfeclibili-
rd i,-imprimi eom elleili a commissao di; promo- he Prec'3" I''irJ faie-la arnmpanhar oprogressos ac- dale. Compre lodavia mencionar-vos aoe, em o an-
eos pelo avisa de31 da dezembro do anno passado, i ,Ule'i d'sle ,Hmo o re-
SClual da adminis-
que serjo tomada!
em cons leracao por occasiau de se ellccluar a re-
torma aulurisadi.
>o de Pernamluico, porem, a ins ecran mo achou
so irregularidades, descobrio lambem ailraviof, mal-
veiiarnes e dilapidares em que foram adiados cul-
pados por deleixo. por connivencia e por acrao pro-
pria, vanos emprega los loballernos do arsenal, os
quaes o governo mandou immedialamenle suspen-
der, c lenaro-se aciualmenlo cm procei.o no foro
coinmum ah.n de serem respoualiilisddoi pelo cr-
ine e pelo desfalque encontrado, quo monla a mais
de viute conloi de ri<. q governo espera a decisao
do processo para deliuilivamenls demillir os indi-
ciad s e sub.lilui-los conveuienleriioiile.
A demora iudispensavel dessas inspecces a que o
governo lem mandado proceder para base de um
osludo aecurado e relleclido dos pon (os sobre que de-
ve providenciar em urna reforma (ao completa
'luaiilo for possivel de eslabclecirooiilos queiogam
cun a nnporlancia de avulladus capilaes ; a neces-
snlade de combinar prudenlemeule os meios de es-
labelecer urna exacla DscalisaeSo, nao srt do malerial
do guerra qoe os ar.en.ies leem de abricar, receber
e r.iniecor, mas lambem dos fondos pblicos derre-
lados p.ra esse movimenlo ; ludo isso, digo, (em
leilo e-pacra ellecluacao da reforma queautori-
sesla. O governo coma porm que ella ser reali-
-a la deudo do lempo em que lem do vigorar vussa
aub.ri.aca...
No meu passado rnlatorio.^iororcasiao de demons-
irar-vos a neccisidade da reforma dov arsenaes, ex-
puz-vos como um dos pontos mais urgentes dessa ne-
eenidade, a substilutr.io do vice-direcior por aju-
dantts do director sob as ordens imniedialas desle,
elle smenle respousaveis, para o lim de preve-
minij-
. ..orno se
p-iieirasae cada vez mais da necesti lade dessa mo-
dili;a..ao, um dos pontos proemiiin(es da reforma,
resulveu po-la em pralica provisoriamenle, Indo-
pcudenle da organisacao final do rcgul.meulo geral.
e elleclivamenle o fez pura o ars,nal de goerra da
corla peto decrelo n. 1913 de 28 de m,r ,|s(e a_
do consulado provincial, dependente lloe| de Siqueira pedia
gao de,la assemblea, e nao eicclen- X1dre Corre i da Fons
r conflictos de jurisliccjto preiadleiaeo i adn
iraca., do eslabelecimenlo. E porque o gove
- creando Ires do. ditoie)odantiwe iranio regu-
lanieiilo das obngacftas qpe ficam compelindo a ca-
da um, em harmona com o pena nenio que presidio
sua msliluirdio, isto he, de seiein in cumprimenlo
dessas obrigacoes subordinados o respousaveis s-
menle ao director.
Arl. |. O governo fica anlorisaio a augmentar os
veucimentos dos empregados da secretaria da presi-
dencia, lliesouraria provincial, reparlicao das obras
publicas, assemblea provincial, e dos guardas, por-
leiro e continuo d
ludo de approva
do a quanlia de dez conloa de reis.
Arl. 2. O referido augmento ser dado como gra-
lificarao, e effecluado no etercicid prximo vmdju-
ro de 1857 a 1838, e .1'elle licam excluidos o procu-
rador fiscal, o solicitador, os eiigenheiros, ns aldan-
les desles e os ajadanlea pagadores.
Arl. 3. A pcrccnljgein dos empregados da secre-
toria da presidencia, sei dividida do modo seguin-
le : os amanuenses lerau duas parles ; os escriplura-
nos Ires ; osolliciaes qualio ; o ofOcial maior cin-
co ; e o sicrelario s. is ; e os agenles pagadores das
obras publicas tenio duzenlos mil res annuaes'de
gratifirarau.
Arl. i. F'ica o govern lambem aulorisado a igua-
laros vencimenlos das prole-soras aos dos profeso-
res, bem como as qaauliai que percebein para alu-
guel de casas, lano a urnas cuino aos oulros, na mes-
ma localidade.
Arl. .!. l-icam revogalas as leis c disposiees em
Contrario.
Mando, por lano, atollas as natorldadra a quem
oconliecimcnlo e esecuc.io da referida resolucao per-
tencer, que a eompiam c facam cumpnr 13o iutei-
ramonto como nelhi s^ csnlem. t) secretario da pro-
vincia a faca imprimir, publicar e coirer.
Cidade .i.. Recie de Pernamboco, aos 1:1 lia do
mez de junho de IS.7. trigsima scxlo da indepcii-
denna o ,!., imi,-ri.
L. S.
Jom/uim Pira MachaiO Porlclia.
Carla de le pela qoal \'. Exe. manda execular o
decreto di anemliloa legislallva provlaelsl, que
sanccionou, eagmenlendo os vencimenlos de divr-
sos empregados pblicos provinciats ; ludo na forma
)a declarada.
Para V. Bif. ver.
Joaquim Francisee Da.irle, a fez.
Sellada e publicada n la aecrolaria do governo
da provincia de Peruambuco aosld dejnoli.....1857.
Jos llanto 1.1 Cunha Figoeiredu Jnior, vfllcal-
maior serviudo de secrclaiio.
Registrada a (1. 75 do livro de leis provin-
ciaes. Secretoria do governo de Peruambuco, 13 de
junhude 1857.Jogo Doinnuiiesda Silva.
LEI ,\. 130.
Joaquim Pires Machado Porlella, vice-presenle
da provincia de Peruambuco. Fato saber a lodos
os seus luliilantcs que a assemblea legistsllva
provincial decrelou, e eo suiccionei a resolucao se-
guinlo :
Arl. nico. Os professores de primeiras lelraa a
quem for concedida, na forma da ai, a gralilicacao
addicional por lerem dozc anuos de servico clleclivo,
comrcarao a perceber a dita gratificaran desde qut
liverem Completado o referido lempo, licaudu revo-
gadas as di>po*i<-ea em conliario.
Mando, por lano, aludas as autoridades, a quem
o rouliecimeulo e execucao da referida resolorao
per lene ir, que a cumpram e facam cumpnr iao
mleiramenle como nella secuolem. O -ecrtlario da
provincia a laca imprimir, publicar e correr. Ci-
dade do Recifedo Pernamburo, aos 13 das do mez
de junho de 1857, trigsimo sexto da iudepeiilenci-
e do imperio.
L. S.
Joaquim /'ires Machado l'ortella.-
Cirla de lei pela qual V. Ex-, manda execular
a resolucao da assemblea legislallva provincial,
que sanecionou, determinando que a graiificarao
addicionol concedida aos professores de primeiras
lelraa peto exercicio elleclivo de'doze anuos, seja
percebida desde qoe completaren) u referido prazo.
Para V. Ese. ver.
II i-dli mo Mi.' illia... de Caalro, a fez.
Sellada e publicada nesla secrelaria do governo da
provincia de Peruambuco ao 13 de junho de 18'.7.
JoiBenluda Cunha Fiieiredu Juuior, oiTlcial maior
-or.mil de secrelario.
Registrada a fl. 7< do livro de leis provinciaes.
Secretaria do governo de Peruambuco aos 13 de
junho de 1857.Joao Domingues da Silva.
eram dilo e Jos lironlo, que desejain pertencer .
colonia de Piineuleiras, leni de prac dous annos
cada um, podem ser considerados colonos da mesma
ordem oo a-
Porian.i Coucedenlo de conformidade do com
i'|u -lie aldante, Iraqoem onlro si de oxetn i
que foi r .mmuni. a lo cm cilicio d.i qaarlel reen-r l
do exercilo do I do crrenle, p.r a.. 'e io
andante rnez. qtie o Sr. capilla da dcrimo l.aiall.S*
da metina arma. Joaquim "Innato ilvannl ... aa
se a;ha na corte, >ervir aaaaaad i. i i a lal'.aa
de racadores da provincia do Matla-Urex-ai ; a)ae
l,..: i,;-.. \t ....... -j to.ia um, poaein ser considerados co olios na
fta,h'! *r ?Z?hl6 Jd.-A comento,, Superior deGoiann
guito : ue"""'. sancc.onei a le. se- miai,taf com ursencia a ,n(orln,cj0 engi
nna, para
da por
esle governo cm 28 de marco ullimo, acerca do as-
samplo do aviso da juslica do 14 de agosto de 1855.
Igual ao coiiiiiiin i me superior de Olinda.
Dito\ Ihesouraria de fazenda, commonicando-
Ihe ler deferido o requeiimtulo em que Jo3o Ma-
li-cii'.-1 para vender i Ale-
iseca por l:2U0rj a casa terrea
n. 21, que possue na ra da Palma.
DiloA mesma, dizendo-lhe que mande elleclu-
ar o eonlrato com a irmandade de N. S. da Soleda-
de para o arrendamenlo do predio contiguo a res-
poeliva igreja pelo prico de 50o.? rs. annuaes, e me-
diante as condiees conslaule da riroposta que de-
volveu.
OiloA mesma. Inleirando-S de quo o bacharel
Sergio Oiniz de Moura Mallos, assumira lio dia IS
a inoiruiai.lo do commaiidaiilo superior desle iniini- con-lou de aMeia di mesmo o larl-l taaios.l. Aatada
cipio, 4 mezes do lieens-a so eaptlia do 2.- hatelhle de 5 : e linaliuei.te p..r aviv.de ai lo mor |>a de reserva da guarda nacional desle municipio Joao que fosacm remellid... a reparlicJo .te aiaadaiala se-
JosdeMorae Fizeram-se as necessarias com- ner.l com a nuior brevi I aajeaaaea, oa .carme
municaee
Oila Concedendo dous mezes de licenca com
vencimenlos para tratar da saode ao desembargador
Jernimo Martiniano Figueira de Helio___Pizerana-
se as participadles do eslylo.
1 de junho.
OflicioAo Esm. presidente da Babia, inteiran-
do-o de que a lliesooiaria de fa/.enda. desta provin-
cia, declarou ler pago a familia do alteres Jos Vic-
torino Cesar al o lim de abril ultimo a consigaafte
mensal de I115OOO reis, que elle deixou da seu sold
nesla provincia.
DiloAo Exin. vice-pre*idenle das Alagoas, com-
municando ler providenciado acerca da rcmessa para
all, a disposicilo de S. Ex-., de orna corneta de lo-
que requisilada em seu oflicio de 1 de fevereiro ul-
timo.
DiloAo Commaiidanlc das armas, enviendo, para
do correnle, o exercicio da vara de direilo na co- I o^onvenienle destino, a guia do argento Joaqoim
marca de Santo Ando.Tambe
em se communicou a 1 Evaristo dos Santos, ex-escrivao d colonia de Pi-
menleiras.
OiloAo mesmo, recommendando a expcdic.lo le
suas ordens, para que a guarda diaria do Iheseare
po-le urna senluiella 110 caes do l'asaeio Publico,
como se pralirava, alim de impedir que se facam all
relacao.
OiloA mesma, Iransmillin lo copia do oflicio em
que a cmara de logazeira prope a Feliciano Pi-
uheiro do Amoral para o emprego de colleclor na-
quella villa.
DitoAo arsenal de niarinha, para fornecer ao despejos, e se damnifique o mesmo caes,
vapor olteberibeo uir.a ancora de 19 quintoes, 10 I UilaiAo m rllxvetSI para ancoras, I mantilla de amarrar, 2 ditas {sill "lisiado, como addidn, no I.- batalliao o.recrula
de labingar amarras e I carangueija para o Iraquete i Manoel Januano Pinlieiro.
lalino.Cominiiiiiroii-se a eslacao nvval. IM"A"I'nesinn, para miniar | .'.r a disposicao
OiloAo director das obras publicas, para torne-I do Juil municipal da segunda vara desla ridade um
ccr ao segundo lenle Antonio Egidio da Silva nina { 'oblado ele cavallaria para ronduzir os oflictos relali-
eopie das plantas da roa Imperial." freguezia dos Af- | >0'1 convocaedo .1.. jury.
fogados, notamente approvade, estrada de Motero- DitoAo coinmau lnile da e-larJo mval, intei-
Ezpedlenie do da 27 do malo
OflicioAo Esm. presidente do Ceara, declren-
lo licir inloirado pela copia do oflicio que a S. Exc.
dirigi o alferes Julio Cesar da Fon.eca, de que esse
ollicial continua doenlc no Aracaly, deix nido por
isso de regres.ar ao seu balalhao.
O'loAo Exm. presidente da l.ahia, solicitando
l8Vi aillorisasles o governo imperial a sunnrim .' '*. --
commissao entregada dos Irabalho. peeSrio.I Slltfl^^lS1!!^!? '.T* '*" "^T" Pe"m
das promocoes. e o ro.nmando da, arm,,Pd"cor e I ^Zmin^V l.^T^i'^* r^'""'^'0"'0
creando em sol.....eiole o cargo d> ejod.nl. g.rier. Perm.ltir o e>la.lo dos Cofre, pblicos.
e o commando das arini da corlo pelo decreto n. P'S Pr lermo a tasa rirencia sao necessarios ineios
1785 de 31 de Janeiro desle anno. Por oulro decrelo i,lc 1"" fiverno nao esto aulorisado a dispor. O,
da mesma dala o. n. ISSI erooa o governo. rapar- l'abalhos desle eslabeleeimeoto resenlem-se 1 ni.bem
lirdo daajodanle general, cden-lhe o rompetento d;l insolTlcianeia de seo pessoal, o qae, pelas mes-
sullou urna receila inferior a' despeza de muilo me-
ii'S que nos Ues anuos .interiores.
Fabrica de plvora da E-lrella.
E-la labr.e
eom a denomin n;Vi d Assislenle lirada a na-
lureza dos devores proliarps do spo exercicio, c da
aoalogia que ellos lem eom os do deiiominacao eeme-
lli.inle, deUgadcs do ajodanle genero dos grandei
eorpas do exercilo, jonlo a suas diviso*] e b igadis,
A oales enlatantes ae den o rea llmenlo que vai
junio, com d 11 le !i de muco do correnle anno
e em harmona
I 1 1 11 1 realorio do anno passado, foi I a's necessida les do exei.il .. por falla de maior
cuidados do um dos nossos habis en- I. s. nvolvimonlo d 1 estallidocimenl. e de machina!
taires, esla qnasi prompla. l>< Irabalho. de coor- luflicianles ; leve d; levar algjm lempo sem Irsba-
icao estarn concluidos em jiinln desle anno, a lll ir na fahricac., por Taita de era m -irede f.lnieo
Hlliographii, em oalobra prximo fulom. Esla e de operarios h ilteis ; 001 que o meslre fui victima
lo ; seis
perarioa lambem f.iileceram
iiniiin
enl.egiie a
den
...........- vi", un. ou..Miro prnximn luiom. ts|a i e He operarios 11 iiieis ; por que o mestre r..i
i corla, elaborada a visla de Irabalho, lopograpliicos e da eiploaio de i de fevereiro do auno pus..!
; esi.iiisiiros couacienciosos c bem etlodadoa, oOereee I dos melltores soldados operarios Umbarn f.i
arma,.
OiloAo comman lanle das armas, enviainlo-lhe.
para o conveniente destino, a retacan da- alleracles
occorrito, nn mez de abril ultimo, a resptid. .1.. ar-
tfice de fogp .Manoel Pantaleao da Cosa Mnnleiro.
que se acha addido ao .1. balalhao de urulharia a
p, na Bahia.Deu se sciencia diese ao E\m. presi-
dente daquella provincia.
lambo at a ImbiribHra, cmnprrlicudendo oe ala-
gados enlra esla c-lr.i la c- as lillas do Paogueira e
Pina rom ..ir .jacto da .-irada I torre dea le a for
laleza das Gin o-Pcnlas al o logar ; 1 mencionada
do linl.ii li.-.r... alim de podar alie i..formar OS re-
qoerimenios de diversos pretendiiles a terrenos de
martona nsqueilas localidades.
DiloA cunara do lirejo, accusan.lo a recepcao
do seu oflicio .le ;><> de abril ullimo, acompanha'do
decopia da arlada etoicao de Toreadores o juizes
Je paz, a que se procedea nrtimumenle.
Dilo Ao bacharel Umbolitto Ferrelra Caan,
remoliendo um oflicio, quo para Ihe ser entregue,
tora enviado pelo Exm." presi lente do Cesta, de-
vendo Smc. declarar, se o recebeu.
PurlariaOesoneraiulo, em virlude de proposla do
chefe de polica, ocapiOo Domingo, de Lima Veiga,
do cargo de del.-gado do tormo do Iguarassii, e no-
meando para o sabsliliiir a Francisco Jaimes Caval-
canle l'.alvo.Fizeram-se es conven:-.ules cotnmu-
uicaces.
OilaAo agen ti dos vaporee, para Iransporlar para
a corte, por conta do governo, aos menores Juilo Ne-
pomneenn Vallun Jnior, Jos tiomesde Oliveira, e
Man .el Antonio da Paisgo, que so deslinam a com-
panhia de aprendizes niaruiheiros.Cominunicoo-
o arsenal de marmita.
29
OflicioAo Exm. presi.lento da Itahia, enviando-
llie, em salisfacao a sua reqoisican, nao t copia do
oflicio da directora das obras piiblics, desla provin-
cia, icompanhando ( orcamonio de legua de 3,000
brac., de eslrmla pelo syslema de Mac Adam, mas
lamb?m o desenlio dos perfis longilu.linaes e Iran,-
versaes com ralafgo ao mesmo objeclo.
OiloAo comir.andaiile dss arma, recommen-
dando a exptdicao de aoas ordens psra que sejam
transfer la. para a comarca da Iloa-Visla lodas as
pracas que se acham destocadas na de Flores, deven-
do remover-so d'aq.iella para esla lanas pracas
quanlas foram d'alh |.ara Boa-Visla.
DitoAo roinmandante da ealarao naval, dizendo
ficar inieiraln de haver vollado de" sua commissao o
vapor lleberihe.
OiloA directora do theatro deS. Isabel, enm-
mnncando ler laucado no requerimento em que al-
guns artillas dramalicn,, pediam aquelle Ihealio
para nelle darem algumas represenlacoes, o desjia-
cho seguidle.A visla da nformacao, p.dem os sup-
plicanles dar as represenlacoes na lorma pedida, nas
nunca deixando de levar a scena dous vaudevelles
novos por m>i, medanle o subsidio mensal de OOJ
rea, que cobrar.lo exhibindo alleilade da directora,
licindo sojeilos ao regolamento do Ihealro, e poden-
do ser cassada a prsenle brenca Jogo que aprou-
ver a presidencia.Igual a llteX'oorara provincial.
DiloAo juiz de paz de Pesqoeire, dizendo-lhe
eslar inleirad j do coiileudo do seu oflicio de 30 de
abril ullimo, e recommen.lando que Irala de organi-
sar de conformidade com o modelo jonlo, o remella
com brevidade, o map, a dos actos pralicados por
aquella juizo em o auno passado, conforme ja se Ihe
ordenoo em oflicio de 18 do passado.
OiloAo capilla do porto, recommendando que
nao embace o a conducca.i para a provincia da Para-
hiba, pelu engeuheiro Francisco Soares da Silva Re-
tumba, da 600 prauchoes de ainarello destinado, a
conslruccao de orna casa em qoe se lem de eslabele-
cer a ihesouraria n'aquella provincia.Igual ao con-
sulado geral.
PortarlaDesonsrando o lente Vicente de Pea-
la lOos de Oliveira do cargo de delegado de Villa
Bella, por a-sjrn o ler pedido, e moneando em seu
lugar ao capitn Itrasllo de Amorim iiezerra.Fize-
ram-se as necessarias commuoicacOes.
30
OflicioAo Exm. vice-prcidenle do Cejara'
l.ouiniuiiicandu ter exped lo ai convenientes ordens
para a con.iurcao pira aquella provincia, a disposi-
de i espadas para castigo, qul
do-o d- que. legondu declarou o inspector do ar
s-nal de ttiaiinb:i,.achjin-?e feitaa aa obras precisas
10 brigue o<; ipiharibe-.n
liil.iA lio-H'i. no 10- a/i n >, para abavnat
o ollero. doS.- bii.il..lo lose Praodsco da Sil-
va (iu finara es, qoc sosue oem Irepe para II .res, as
forraBens para urna beala .1- carao, que Ihe rompo-
lirem na forma d .s ordens em vigor ; marrando S.
v. o numero de das em que tsle ollicial lem de fa-
zer ,1 sea mar. bi. segundo calclalos na di lancia de
109 leguas desla cidade aqui-Me logar.
O.I..A ineanta, recommen Jando expediento de
suas ordena para qoe os eiileieos de i.oda aqu rasi-
dtnle sejam pagos de eus vrnrimenles pela labella
do corpo de eogenheiros des le o .lia i .1- fevereiro
alo 7 de marco ullimo, em que baixou o regulamen-
lo do corpo da ssuje, marrando vencimenlos espe-
ciaos para aquelles ofltetaw.
pos.l V
loa uniformes dos ino'iros d-s balailtos do rlill..
rio a 1 o, 8-, '.* e 10- do instalara tqm em-i.i .
acompanhado, de debilitada, o explcitas explica.
..oes a respeilo : consesuinlemeolo. em -iii-lacia a
osla exigencia, deverAo lemrller r .pos aejaaaan da
Ion fiaorinos a secretan do (ouimatido daa orraoa,
afim de lerem o io.lie.da drslino.
Declara, onlro lien, qae o Km. >r, leme jone-
ral, baro de Suruliy, ajudanle eacrl do evctr.l".
em oflicio expodida o |- da>lo mez. por ml.imr |.-
do seu respeclivo depola le, foi etv ap- rotar a
deliherarAa lomad, a respeilo d< i la qno lou o Sr. leuenle-coroncl crmm.i .dio 4.- dcima
halalhilade infanlaria, acerca di imimiria loa. cav-
elhoo peremplonos, ptra eanhpeor da tn-.pj-i 1.1
dos olVuiaes inferiores, cuja delih-racio h a ajare >o
sezue.A duvida suscitada per V. S. na orii-ia qaa
lionlrm me dirigi -oh a era i2!. ae-rra daa
cuiiselboi peremplori.x para muhocrr da iarapon-
dade dos offieiaes inferieres, q anda n aa.p.i aa ajo-
danl*. ou ambos, foinecerem a palles rutilra o ta-
ferior acensado, me parece que fia revolvida, eab
lilondo-so na n uneac.lo do ronollto o tp*|eNT |eeta
rapiao mais anlig cum exce|ecia da da campanilla
do arrapado o o ajudanle p..i um ..lnal .K.lte.
no. Oeos guarde e V. S.Ouaeiei general do raen
mando das armas de Pcriiaml.ura, do staaia da
18.'".Jos Joaqoim C.elha..sr. Joaquim Rlri-
gues Coelho Kelly, coinin.iiidaiile du dcimo hala
Hilo de infamara.
Jotr JtHli/ttim a-'nc/aa.
CHAMADO.
Se exislir nesla prt.viu.-ia o Sr. opila 1 d bate
llia. II de inlanlaria. Manoel Vivas Porotr. da
Molla, diiij.i se san dentar, ... .u..iiet geaetal. aat-
de he h uii.ulo para nbjerlo d- .-ivice.
iiiT^ai-T.H
lili l'F. J WEIHM.
sessAo i-: o; ni: maio he wk.
l'renJr-i-i-i ao) Sr. Mm.rt l.jii'i 1 auealraandi
l.>i<*triln.
As lo., horas da miiija al. e-e a lased ., e-i
presentes 30 Sr. senadores.
I.i-la acia da anterior, b.-approva o <;.
expedieulc
O Sr. Pruneir Sr-rrlirio Ir- om aviva dn mint.
DiloAo ronselho adininislrplivo, rommunic.n-1 torio do imperio, remetiendo um daa locuid...
do-lhe ler o Exm. vico-presi.lenle dn Ceara declara- I sanecionado, da resolucao da aen.l.ba coral, aalo-
do lor recebido o apparclho para all enviado por a- i rlsando o governo conceder cria de aaMaaaaaaaaoa
quelle contelho. | de dadle br.sileiro a Jarqie, I lu india R-eTd.
DiloAo mesmo, para promover a compra dos ob-: e oulros.l'jca a 10aada luier; .le o inoada-se ram-
jectos declarados na rclaco junto, alim de serem en-' muinrar a cmara do, d.polali.
Visaos ao Exm. presidente do Kio Orando do Norte, Pira sobre a mesa um r-qsirimenla do coasell.o
que os requisita para u servico da fortoleza dus San-
tos liis Manos.
DitoA Ibe.ouraria provincial, para pagar ao
agento da companhia dos vapores a quaulit de 1:
das passageus do criminoso Jos Lopes da Sdve edo
3 pracas de primeiras hulla, que o vieran) escollando
da provincia das Alagoas.
DiloA mesma, dizendo qoe concede a uloriaa-
So qoe pe le o engeuheiro Milel para dispeuder al
a i| o.11,lia de iilll-udil res com os reparos precnos a
ponto de Molocolonib... C -mmuuicnu-.e as .liras
publicas.Aulorisou-se lambem a despender igual
quiiulia com os concerlo, da de A togados.
Oilo A cmara desla aldado Km a 111 tomento
ao oflicio desla presidencia de i de fevereiro ullimc,
remello a essa cmara o modelo nirluso alim de ser
com facilidade c clareza organis. lo o inappa da po-
piilacao livre e escrava desse municipio, leado-M
em visto as derlaracoes exigidas no altado oflirio
eonviodo, qoe o resultado doote Irabalho seja o mais
aproximado da exaclidao que for possivel, recom-
mendo a essa cmara, que ponli 1 nisso o maior em-
penho, procurando obles das autoridades e petsoai
coiiipelenli-s, lodos 01 dados e esclarccimenlos, que
po.sam ser necessariosiguacs as de man cmaras
da provincia.
DitoA cuima da R-a-VisUTenho prsenle o
efficio de JS do mez prximo pastado, em que e-sa
cmara, roqoisiUado um modelo para poder saiisto-
zer ao oflicio circular que esla presidencia Ihe diri-
sio em i de levereiro ultimo engindo o compulo
'la popularan livre e escrava desse municipio, pro-
cura ao mesmo lempo saber a que autoridades dc-
vera lecorrer para a execucao desse Irabalho,
Em resposla lenho a declarar-lhes, que os delega-
dos, subdelegados, jui/es de paz e paramos, pela na-
lureza de las fuicre,, e pelo conhecimenlo, que
devem ler dis pessoas residentes nos lugares de sua, I
jurisdicca, eslo habilitados a fornecer as bates ne- ] a eieeaa;le do que rosprtla aos meu,.,,. 1
cessaria_p)r o fioi de que se Irala, tonto asim que nos cunlr.io, dralee -.. diniaa lalervir oa corad-ae-,
pelo S 17 do arl, .".S do regulamenlo n- 12 de 31 de i g-raesnaquellcs lugares em Bao na rslivercm ,.,.
Janeiro de 1812, sao incumbidos de miuislrar ao culo, os pala dos meiiireaoe ns Contules de su aa
adminislralivo da Imperial -or>..ra I vp greidnca
Fluminense, pedindo a appc.v.._ m da prop.-.. i na
Cmara dos depulaJos quo concede 3 laten e totes-
mj ,;>-ocic.ij.
OHOEM OO DIA.
C.'iilinua a di-cusajo. adiada aa oll.ma se~ .a, da
requerimenlo do Sr. Silveira da Muta aaaaWi
conlralos de tocacio de -er. ica- (cil-.s ao im|>rti en-
lre Porloguezes e ll..l-ir,.-.
OSr. I)int,l>. a visla do aviso do mnaralovia do
ioSBOriii, datado de H do oatlul ro de Is ,0 r |,.|,|,r,.
do no, joroaes de boje, polen jetoar-ae dii|-s-a de oceupar a allencao da casa : l-.d.vi 1 dita -a-miare
o qne peun ubre o requerimenlo. cantlre o pul ha
de vola-, posto qae recuahea*. que da su. eraesarala-
...10 algum proveito se ha de lir.r, p.-rqao diaraa-
00 oscl irec-ia um. m.leria rio qne lia davtda.
Os cnsules parece que e-tao peraaadidrea qao ^f
clles exclu-ivainrnle os rompel-aies para razare-a, e..
controlo, do loc.cSo de setvic.-s dos subdita* .Ir -aa.
ncoe. Alcon, juizea de paz p>> qao sao olla.
es juizes privativo, desles ecatiatr. Mas a los be
clara ; exige que toen cntralos s*jam fele* par eo-
cripto, p ne-si conformidade -ao valido* anda ojao
nao sejam celebrados iiem peanle os ceta.ule, arta
peranle s juizes da paz.
Nem 1 pulilicc-lo do e .natal geral .! P,trlagal diz
o contrario ; apenas significa que os caloa* qae aae
fizerem peranle elle os conlralos do lateara* ate aea-
vtros nao devem contar com a ua pn.fe....... He
um eunltio, au he urna ordem, e ctasolim i-a-
-Icnle, porque a iiilervencao dos conale-s t.r.s .. n-
(ratos tollos eom eslrangeiroi di a o-leo eai,.te. aa-
ranlias. Quanto ao juiz de aajt, he a aoleeinl.lo
compleme, nao para celebrar ee- caanlralo-. Bao,
para conhecer daa queslei qur ello pataom aaaci-
(ar.
Conf rma-se. pois. com .1 i. tirina da viaa cilarha.
chefe de polica os dados precisos para orgainsar-se
o arrolameiilo da populaco.
Coiivem, pois, que essa camar. recorra a taes au-
toridades, a fim de que na conformidade do modelo
incluso, possa realisar o Irabalho de que se rh. en
O Sr. Silceira aa Molla d-clara quo a. ob-er*a-
Ces do nobre sonador 11.10 o indujera a deai.IK da
seu requerimenlo.
fila nega que 0 conlr.lo do l.-ac,-*t de ervas.rt
OiloAo mesmo, Iransuiillindo para ler o conve-
nicnle destino, a relardo das alleiafjSes que se de- c.io de S. Ex
ram no mez de abril ultimo, acerca do sol lado Ja- leem de ser remedidas pelo orsii 'de'guerra da-
rintlio Manuel (,-mo, que se acha addido ao 5. ba- qui com destino ao mci- balalhao dalli.EsneJi-
lalhio.no Maranhao. Communicou-se ao Esm. I ram-se ai ordens.
presdemedaqoella provincia. DiloAo commandanle da, arma, recnmmen-
DitoAo mesmo, para mandara.! lir a om dos cor-' d.mo quemando dispensa.- do aquarlelaineiilo o
s da guarnicao desla cidade, ale que possam re- goarda do I- balalhao da guarda nacional Jos Das
Alvea do Quintal, rujo, tervico, s.lo precisos ao ar-
einl de mariulia.Communicou-se a esle cao
eomman lonle superior du Kccife.
OiloAo coronel commandanle uperior inleri-
no do Recito, inlcirandn de ler mandado abrir na
Ihesouraria de fazenda us assenlamenlos de praja do
cmela Conslanlino Jos dos NescimenlO, que se
po
gressar 11 seu destino as pracas que vieram do Mara-
nhao escollando o crimino.o Manoel Haplisla IJar-
bosa, c que devera > voll.tr paro all na primeira oc-
C.isi.lo.
DitoA Ihesouraria de fazenda, para mandar pas-
sar a guia de sucrorrimcnln ao 2." cirorgio do cor-
po de saode do exercilo Jos Antonio de Andrade,
qae segu para n corle.Ofliciou-sa a agencia sobre ronlralou para o servico do 2- balalhao de infapla-
eu Iransporle, e rummunieuu-se ao general com-
mandanle .las armas.
OiloA mesma, enviando as guia, exhibidas pe
ria da guarda nacional desto cidade.
DitoA Ihesouraria de fetn Ja, declaran
em visla i 1 que S. S. informen sobre os req
carregada. depois que houver colligidu e oxamioado P"sst ser lena de qualqner ntanrtra. ama voz
com o maior escrpulo ludas as base, que para isso
julgar convenientes.
OiloAo director das obras publicas, aulmisando-
o a execular a proposla pela qual Antonio Jarin-
Iho llorgps, lenlo Joaqoim Comes. Unacio Antonio
Borges, e .'oaquim l.eucadio de Medeiros se cl.n-
eam a fornecer por espaco de seis mezes. o lijollo e
areu precisos para as obras a cargo d'aquella repar-
licao ; sendo o lijollo a 35000 rs. o milheiro de al-
venana grossa, e e. 40.3OIKJ rs. o de alvenaria batida,
e a arria a IjtiOn re, cada (anoa.
Hila-Concedendo ao bacharel Miguel Archanjo
Monleiro de Andrade20 dias de lieonca com venci-
menlos, para vir a e-la cidade.
DitoConcedendo ao capillo do 2- balalhao de
guardas nacionaes desla cidade oaqoim de Albu-
querque Atollo, em vala do que inlormou o respec-
tivo cominand.uito superior, i rre/es de hcenca pa-
ra Iralar de sua taede l"i/.e-am-se a respeilo as
coniniunicac's du cosame.
DitoAo agento da companhia brasileira do, pa-
quetes a vapor para dar nina ptssagtm de estado pa-
ra o r.u de Janeiro, a Jogo Jo,c de Moraes.
De*paeliat do da :Wl de iiiaaio.
qo
seja por earriplo. (lq.11- r.i.l- ala la- a principia -ja*
o con.ututo geral do Por lo J I quer r.laWel-cet. c.ai,.
do a entender qoe n.l > be valido todo a remrala et>
locac... de servico, que nao |a alta celebrad... afaoa-
do peto cnlrario net.hunia ai."aet.urida.le oaata re-
sulta por -erern esses ronlr.lt, tollos ao camealoda
^eral de PoMuimI.
Ilein-i-s as ouloii ladea do ptil nao | nieta roa-,.
aaaer como eMeaJasstse eara os llra-iirir^t a oaa)-
Iralu. tollo, n ..quelle rnn-uUd ama vez qaa- > al...-
lem das condir-s eslilieleci I., pelas t.a~a-< Ion ;
ama des-s con lir.le. be a aati-lcucta 0> earadar k*-
ral uo, contratos fetloa rom ".ot.ores ; laca, reerata
pode o con-ul geral de Potlag I dpoau-la Me 1
lo o que estraiiba.
O nobre senador petos Atoe.. -, coalr-iian.to oro-
quernner la, enleudea que era asa jrlt.id pire *r-
ton.lei a aaa opimao a paUsa-saade dada a r~*e >\,.
so de Is'.o ; mas o aviso nial. < I ajtaa** .daa-
ma a qie-llo pie>cnle. I 01 I nzido a ara wi to
paz o do piiu.eiro di.trido de --anta Hila, anota
jolgava ruin o d-reilo de ser elle excln.ivaoaoaaia
quem tize-se os conlralos de toce, de >*-rviceode
i.doa os colonos qae chegassera .0
__-__- 1 *- --^ .. .a.. ^j, ij, iiii-i iiiiiu BUUIU il* rf flllDri. 'T !" "ai nt" irv-s. i.n'i xi-'a
captol.,., do porto para col.ra.iea da, de.pezas fe,- ,e..to, do chtto do eslado maior da guar, aci aoajadaola general do exercilo
laa com o trat.n.aoi.lo lio lio.m a n. ,1.-,..-,. .^ ... ... v.'iar -a naci- 1 '
,-.---------------- .- piarlo dn Miado
oque Anua Joaquina do Lspinlo sanio, requerendoba- Janeiro. 1 governo, Besa, rc|M.nd>a-lhe aiotm
queri-| ,a l'tri seu ll""' lo"-' '-,n< d"4 Alijos. Hequcira bem. ,
DiloAoju/. municina! da I.' vara, paramandar: Enrona, na barca Insiera oSnal...
ico1ov..carg,,|..a|olaei;e,ieral g.rai, ,.., da m.l ..r p .'..vel exacl.dio. A pertoicao nassa eaplosto ; a oulros leem litio baila do servico receber a bordo do vapor Guan.b r. indaosl" 1 tora en ommendada a casa ,|. S ,,e
.e da.., lambem rogohmento das allrtboieoei que O- 1 osle p alo linda nao p,de so, illinglda na srlnali- : por lerem acal.,do sPU lempo, e i.a quererem pre.. sos dispoalcio, i semencia.!,,, de ,...... Ped," Um on A C nTa ", annreho das -
'' viola' fe ""' CT"T ?,"" r ,U\m\'i c7'"l'"":l"- perfeiUmante isso, | ao angajamanlo para continuar no'servico da fa- : Mumbira.* Antonio P.rei.a da Cuba l' ore ,ci '
provincia, frontiris, e das de primeira orJein. Oa vos dignardes alienItr u imuieusa eiteiisfiu de uosso' brica. I
mermadlo do
pes liiiimarftrs I tenle general commandanle das rm.s.
"ia Aleundra vi.-' ie' David da .Vilividade capellao do exercilo.
da robra amarella, -.fin) .1. q-.e proeo.i, a respeilo ga,,o de trias Villar, resolver Pade .res mezei de lieenea. l'-e porlaria conce-
no, leemos de sua .nformacao de 211 do correnle, p.injelro dessas c.llciaes as fn-m"pan dua. dwde-se un, mez. somonte de licenfa.
v -..l-aduras, e eo legunto as v.nlagous marcada na Joaquim de Albuqocrque Mello caplUo '.- |.
labella1 maulada observar pelo decrelo n. 1877 de lallio do guarda lacioi I, requerendo I mezes de
.11 de (anoiro nllimo, lu lo ua forra 1 o con litio de- liconsa para Iralar de -ua saude, Como rrqoer.
terminadas por eslo governo em ofli-io, de 23de l.mz Ignacio de Oliveira Jardim. prole-'.r pede
marco, e 2S do abril ullirnos, relativos a um paga-
mento idntico requerido pelo rorvnrl Krancisco
Joaqoim Pereira de I.-bo, em cojas circumstanciai
so acham aquelles dous ofliciaea.
Oilo A masms, dizendo que leudo checa lo da
machina mo-
Poa*er Johne-
a, do arsenal
le marinhs, cumpre que S. S. nlo ... matulo pagar
Comes da Silva e Manoel Antonio da Silva, que se' a mporlsncia da mesma machine, a vi-la da docu-
la, com o ir.name.ilo no hospital do Pnia das pracas: nal desto municipio Sebasligo I o
dos navios surtos p irlo qae foram aceommellida, mtjn, ao \. i,,,,,,,,.-,,, ,|0 .rtilharl
. 1 1 Faliret i.., sin I. fin I > t .. -.-.-(.____: I ... __
n. 328.
OiloAo diredor das obras publica,, pura que re-
mella com brevi.la le copia- do plano c d. respe livo
orcamenlu da casa de deton.;ao desla cidade, alim de
serem enviadas ao Exm. presidente do Para que as
requisilou.
DitoAo promotor do Hecife, enviando-lhe ein
satisfazle i sua requisicao, o processo do sentencia-
do Craciano Jos de Frailas*
CO dios de lieenea. |'.,ise purlari 1 cone, leu t ut
moa de lieonca com vencimeutoa, que a sapplieante
perder'-e mo preslar-se ao etame de babililarJJe
para que pede a referida lieenea.
Mas i.t n^o lem inda rcm a oaontate vrnoate. o a
lerl iraca., do consulado cer.l le p..il.il. aaa am-
puto na 11 menoa do qne urna it-.ln-ra alo iee-aSn
I Ceelrelar, e l.ngarao que qner itafaesr aaa Ura-
ilriros que quiz-r.o. t.,....,. o),,,,,,, aa aea ,..-
de paiai emalamsalns naqooM. emol lo.
.No que boje mu I. u aljuma roo-, a faro da qaoa-
1 lo foi poiqiequaniu e r. qa-rtateno aaaaaaBaj ai,
.lava n 1 -a o Sr. 11, 111.11 las 10 04 ajirarco,-
ros ; 01a. baje S. Exc .,. .e pre.ole e p le r ni
le n |. lavi.s 111J0/11 im ora r tirar a
menl ..
tl.si. / ii.-c.dc df 1/0,00..i ,, loioi-liai
eiru
Miauel Archanjo Monleiro le Andrade, oiz -1goeioeeolrtaaeire jalea ii-md o .. (..ei:a,edi... ,r
niripti dn termo de Cimbres, pe e -.11 dial de liten- que esla hablilla lo para dar ja .< it.l.rm.r*os q
C- rasse porlaria concedendo qoarenla dios de nelto ako pedidas,
lieenea com vendronle*. n.i i af(,trda aicom 00 wiaapti asaM .-.
Alaria Joaquina dos S.nlo,, pedia h a idmiarte .! governo t n de Porlegal a re-peim da maleta, do qaa
seu lilhoJosi- Vicenta Vslim, noarssoal de marmita, '.c 1. M, ir.iado ; mi- hi a mu. ic-..o.e .1. 1
ILEGIVEL




DIARIO DE PERNAMBUCO QUINTA fEIRA 18 DE JIMIO DE 1857,
lubro de I8!>Si hnje publicado de nnvo nat fulha
desla corle. A' visla deste aviso v-se qoe o gnvrr-
Do imperial remullere por valido* os contratos do
locado deserviros celebrados peranle os cumules es-
trangeiros. Isto, porm, nao quer dizer quo srjam
nullot os contratos delta nalureza em que Dio lo-
niam parle os ron-ulet, una vez que nelles se ob-
serven) as disprnijet da lei de 11 de oulubro de 1837.
A inlervenju dos contales nAo lie seuAo urna garan-
t* de mais'para oa eatrengeiroi.
Acha, pois, detnecestario n requerimenlo.
O Sr. l'isconde de JequiUnhonha faz algomas ob-
servantes a retpeilo de expresados do nobre senador
pelas Alagas, qne podem ser mal entendidos em
Portugal, onde grtalo ideas muilo inexactas a rei-
peilo da sorl dos colonos no iiosao paii ; moslra
que a existencia da escravide civil no Brasil, longe
de eropeiurtr a sor lo dos colonos livres, lite lie favo-
avel.
Enlende que a ditcuttao deile reqaeriminio nao
(em sido perdida ; ella lem mostrado que os colonos
que acredilarem quo SO sao validos oa conlralos ce-
lebrados nos consulados de auai najdei eslarAo em
erro ; proporcionnu lambem occatiAo para fazer-sc
var que nao tAo verdadeiras as ideas propaladas em
l'urlogal sobre a maneira porque >Ao aqui reeebidos
e tratados os colonos.
Mas, depois dislo e das declararles do nobre u.-
nislro dos negocios eslrangeiros, parece eslar preen-
chido o lim do requerimenlo, e que mu illustrc aulor
n.lo lera duvida em relira-lo.
O Sr. Dantas explica as suas expressiiet, que nAo
foram bem cemprehandidas pelo nobre senador que
acaba de seotar-se. e sustenta que nao ha paiz al-
gum no mundo onde o colouo portuguez aeja melhor
tratado e lire man vanlageni immedialas do que o
Brasil.
OSr. yitconde de Albuquerqut vota conlra o re-
querimenlo, reconhecendo todava que o seu nobre
aulor fez aervijos ao paiz chamando a alten,,lo para
ama questAo de grande alcance. O nnbre orador
fez muilas cunsiderajet aobre o estado da coloni-
aje,) o no Brasil, mas nao podemos acompanha-lo.
O Sr. 6'iiifnir da Molla, leudo conseguido o lim
que leve em vista qunndu ofTercceu o requerimenlo,
pede licenja para relira-lo.
O senado cuusenle na retirada do requerimenlo.
Entr em primeira discnsso o prejeato de retposla
a falla do llirono.
O Sr. D. Munoel eslava dssposlo a dar um vol
15 inlulico conlra o projeclo de respo'ta ao discurso
da cora, convencido como ett de qne se refere a
adminitlrajlu pastada, a qual fez constante opposi
S-Ao. Mas o nobre ex-miuitlro da fazenda expoz as
causas que motivaran) a rtlirada do mioislciio por
maneira que iuduziram o orador a mudAr do prouo-
ilo.
Ditse S. Exc. que eisai causas foram em primeire
lugar a morle do marquez de Paran, qoe Dos lem
em gloria ; e depois a necetsidade de entregarem-
se as pastas a homens mais hibeis, embora dispostos
a seren couliouadores da polilica aegoida pelo mi-
nisterio transado. Esle poulo fui que obrigou o o-
rador a pedir a palavra.
C.nri a propria organizo do ministerio lia de mos-
trar que a eoa poltica nao be a mesma protestada
pelo ministerio que acabou.
A" Sr. l'isconde de Jequ'imbonlia nao julga bem
desempeobado pelo gabinete actual o estjlo segaido
em lodos as paizes regidos pelo s>slema repreeenla-
livo, de darem os novos minislenot a couhecer com
clareza quaes sAo os principios que ler3o de gualos
na admioislrajAo dos negocios pblicos ; e prevale-
cendo-se da discosso do projeclu de rrspoela a falla
do Ihrono, pedir aot nobres ministros que te cinjain
a este uso tao geralmenle adoptado e tilo conveniente.
O ministerio a qoe substlluio o actual gozava do
apoio de ambas as cmaras. Conslilueionilmeiile
fallando, poit, pode se dizer que etse ministerio Dio
devera dar a *"4 *a-
en
expre.
depie ante o
ilo sincera de seu reco-
a no niii.islerer,,. opioioei dllTerenlee, nAo ha ,......o nliecimenlo pela inamle.larAo do jubilo com que a
M ,".? a" bJ.a,."B"'0r^U: "' r-"-1-?'' "Mbeftara' d, corpo eo-
lito : os conservadores que eslAo no gabinele repel- lalivo. '
pos que regulara a admiiustrajAo do paiz neste as-i accor.lo que exi.le entre ellcs. lie :>sj o que de fac-1 Senhor.A cmara dos ilepulados cmela de
aumpto e.que foram declarados no aviso de 21 de oo- lo fazem. corresponder a Cimlianjo da lia cao '
Mas dir' |u nobre senador : como o.se accordo, te Ibron de V. M. I. a
i lia no miniltererio upinioes differcnlr
de
nitio u cmiservaoores que esrao nu gabinete rep
lem par ventura M melhoramenlot qua o paiz recia- I .. A concordia, Senhor, que relni nos
ma .nao de cerlo Ouanl,, a opmiAo liberal, por que atiesta a uoilo de lodo* os Bratileiros he obra I pello a ffzeda"anta
lar p r cima la coiisliluicAo o procurar hisliiuic.'.,...,.. a u aa <____.-.-
espirites p
novas ? Tamben! nao. As ideas, pois Ihogim-ie uinas
para as oulras, apruxiiuam-se, e alii esla' o pona de
contacto.
Para o paiibechegada a poca da concordia. Ja
nAo ha lula, itso esla' acabado. E equellc que qui-
zer lefanlar por pouco que seja o vo ilo pastado pa-
ra o reproduzr no futuro, esse sera' mullo infeliz.
O Sr. Il'anderleu reconhec que o nobre sena-
dor peta Ualiia, que deu franco e decidido apoio ao
mimslerio pastado, lem pleno rtireilo de indagar
porque ra/f.es etse ministerio pedio demistlo ; e se
i^a mais lempo os ei-mtnistres ja nAo flzeram essa
declaratao foi porque linda se llies nAo nrupoicio-
ni'o i'cu-i.-i.i o prupiia.
O senado sabe que em selembro do anuo pausa-
do o ministerio leve de pedir dcmissAo, em conse-
qucncia de ler perdido o seu prciidenle. Desde
logo reconbeeeu que nao te ochava com o mesmo
vigor para dirigir vanlajotamenle, como al all, ot
negocios pblicos, e que dovia pedir a tua exonera-
do. Mas leve de ceder a consideran.,!! da mais
alta imporlauciae que taereceram o apoio das ca-
mara>.
Foi sempre, porm, inteneno do gabinete etperar
entejo atado para urna organ.sacAo ministerial que
reuuisse at enndicoes precisas para a boa gerencia
dos negocios pblicos.
I.ogo que pattou a eleijao eeral, o ministerio
considerou boa a occasiAo para lelirar-se. Masap-
pareceram ainda at diftWldadea que linliam aclua-
do de aelembro a dezeinbro. Nao cslavam reuni-
das as cmaras legislativas, nao erain bem conheci-
dos os seus membros, e dovia o novo ministerio
conler alauns diputados. Logo porcm que a as-
semhla-geral se reuni ces'ou essa dilliculdade, e
o minislerio relirou-te.
Dir' alguem : porque razAo nAo lenlou o mi-
nisterio reorganisar-.e e continuar Maso pen-
samenlo dos mnislroa, quaulo a sua retirada, es-
lava bem explcito desde que nao procararam preen-
cner a vaga que exista no gabinete. Essa lacuna,
que licou subsislindo desde selemojo, bem deixava
ver qoe o minislerio se considerava provisorio.
Achando-se organisado um novo ministerio, que
segu nAo su os mesmos principios polticos do ga-
binete tr.iii-arto, mas ainda os admioislralivcs, |a|-
vez com pequeas modificares, enlende o orador
que nada lia de novo seoAo minislios mais habilita-
dos, e que nAo pa-sarAo pelas duras proras que sof-
freram o seus antecessores.
O Sr. D. Manoel moilrara' que nao.
Ja leve muilas uccasiOes de declarar quaes as ra-
zes porque fez opposicAo ao minislerio. Nao a
repeiira', porque nAo lula com defuulos. Se cos-
luma, como born chn-iao, perdoar aos vivos, como
nAo perdoara' aoa morios t Nao obilanle, dir'
com franqueza que o minislerio relirou-se porque
linha chegado a lal eilado que ninguem o queria
mais. E se nao veja-te :
O parlido couservador poro queria que o minis-
lerio se nao rehrasse 1 Nao ; embora em ambas
as cmaras Ihe dsse o sen vol, era o que mais de-
sejava a queda do gabinete, quer se relira aos con-
servador puros, quer aos conservadores dissiden-
tes oo progrestitlas.
vernode V.M.I. Esta poltica generosa, qoe aca-
m.ia dos depulados confia ser realitada com lino e
nrmeza, garaulindo o desenvolvimenlo pacifico das
ideas, deve concorrer cllicazmenle para o progresso
e felieidai.e no paiz.
Em extremo agradavel he a rimara a (ranquil-
lidade publica que reina em lodo o imperio, Irn
quillidade devida coimero profunda de lodos
os l!raileiros de quo a noss cunliluicAo poltica
insume, e resol ve odos os problemas sociaes de
que depende o d senvolvimenlo gradual da na-
ci.
Oempeuho com que V. M. I. procura firmar
as solidas bases da justira e dos interetses recpro-
cos a polilica internacional, assigualando a solicilude
de V. M. I. eni prol do imperio, d a cainsra dos
depulados a seguanla de que serao sempre muilo
cor.iiaes as relaces du lirasil com lodas as potencias
eslrangeiras.
a Os meios Boladas e applicados pelo governo de
\. M. I. |iara promover a emigrarlo de colonos
uleis e morigerados concorreram para supprir a
falla de l>ra(ot comque lula a lavoura, e provea a
essa urgenle e vital necetsidade, de que muilo de-
pende o augmento de populara,, industria!.
a Como V. M. I., reconhece a cmara dos depu-
lados a necessida.le de medidas legislativas qoe ga-
rantan) o enado e direilos civis ^as pessoas qoe,
sombra da libertada de cultos oulorgada pela cont-
tiluicAo do imperio, protestara religiOes opposlas
do estado, domar na devida consideracAo etle im-
l orlante ehjeclo.
Seule a cmara dos depulados os solTrimenlos
din cUsset menos abasladat da sociedade, pelo ei-
Iraordinario preco a que leem chegado os gneros
alimenticios, e far ludo quanlo della depender para
a duninoit-lodetle mal, visto nAo bastar para exlirpa-
lo a reducto dosimposlos operada pela nova laiifa
dat alfandega?.
O rigor emir que foram reprimidas as duai ul-
timas tentativas de introducto de Africanos, lino-
do acs aventoreiros a eeperaaea criimnota de reno-
var este brbaro comiuercio, he mais urna prova de
que o Brasil, para ronliecer s-us inleret'cs e cum-
prir suas obrigaees, nAo precisa de oul.ro estimulo
alcm de seus bros e de sua honra, empenliados na
cessaco completa desse llagello social.
o A cmara do depulados emprear seos esfor-
Cos para que o exeicilo e a armada tenliam urna le-
gislacAu apropriada a suis necestidades, e se conci-
lle a certeza da pntelo com a juslic.a que deve pre-
sidir a lodos os julgamenlof.
Foi grala a' cmara dos depulados a certera do
eslado satisfactorio das rendas publicas pela espe-
ranza que nul.-ede nao realisar-se o dficit previs-
to, e que exigi o augmento de per cenlo nos di-
reilos de exportado.
A abolicAo desle imposto, por sua appleac,ao
aos iuleresses peculiares a' lavoura. Irara' al-
gorn incremento a' fonle principal da riqueza pu-
blica.
o Senhor, a cmara dos depulados, poslo reconhe-
ca qoflo ardua e diflicil lie soa larefa, espera toda-
va nao arrefecer seu patriotismo em promover ef-
ficazmente a felicidsde e engrandecimento do impe-
rio, e concorrera' lealmenlc com o governo de V.
pessoa. He impotsivel que urna t inolhef te posta
defender contra um baodo detsas aves de rapia,
que a forca llies invade as casas, e as despoja do pou-
co que possuem; chamamos, pois, a allnele da po-
lica para etses fados que lodat as noiles se produ-
zem. NAo diremos que a ciaste das merelnzes seja
em nada digna de reipeilo, mas he forja que te res-
de quem for, e a pessoa seja
racados que percorrem es ras
invadindo as suas casas, nAo o lazem tenia porque a
polica ainda os nAo couhece ou nAo os vio em lla-
granle ; verAo enl.lo riles (|ual he o sen direilo, c
se a caa de delencAo Ibes nilo lia de entinar a ler
ala alinela a estas pobres mulheres, que para te-
rcio isio que Vm. Ihe levam at risada-, detcem a
malar degradarlo a ver esse metal podre que Ihet
loinaet a forja, como o preco porque vendem digni-
dade, honra e vida.
Na noile d
pretenden furo
da 15, consta-nos que um grupo
perla da cata de uina mull,t
Amor he folgueilo,
ftainnro he a-ueira ;
I i- n ni pobre
D puxus e reir.
r.liamai a gillinha
Fazendo li-li,
E >o le-a depressa
ijoc vem p ra abi.
Moleque, moltque,
Dizei ao porquinho ;
E ei-lo que griinhe
Que melle o focinho.
l'ois rhama-se o homcm
Fazendo lim lim :
Quem dera qu'eu viste
Uiainareui-me assim !
Gente lia, rujo nico ofllcio he levar e Irazer
ms novas ; tervico etle que llies consom lodo o
lar. o que nlo he prohibido a ncnhuini entra, e neni i solio a esle procedo da prrslacAo ,u fiaora ,,M
n j.ii. i iflti i I 11 v -k lili 1 a.,.1 m i.fi. n lea. ^_____( _. ^. .____a i ...-" *'
No partido liberal, ainda dividido em duas frac-1 M. I. nogloiiosci empenho do elevar O Brasil a' al-
s moderados e liberaes renos lura de prosperidade c de gloria a que he destinado,
e que lomara' ainda mais brilhanle e 'ecundo o rei-
a sua demissao.
Ora, he tambem pralica dos pslzes representati-
vos que os ministros que deixsm o poder decltrem
por que o resignaram, quaudo a retirada nao he de-
vida a algum aclo do parlamento.
N3o pretende fazer a apolheose do ministerio pas-
tado, nem tambem declarar desde ja qual ha de ler
o sea proco tmenlo com o qne exlite.
Mat, tendo dado o seo apoio ao minitterio que foi
demillido, lem necesiidade de saber por que motivos
se relirou a adminisIrajAo que iuicion a nova polilica
e que executou a le que leve por lim dar realidade
as eleijes no paiz.
O eslado do llieaouro he o mais protptro pottivel,
diz o relatorio do Sr. ex-minislro da fazenda. O paiz
eala perfeiurnenie Iranquillu. Porque motivo pois
at demillio o gabinete ? E o tenado.qae an.da nos
ltimos das da Batano pas*ada abrio-lhe credilot ex-
traordinarios, deu-lhe carta branca para mmlas cou-
sot, procedera dessa maneira se soubette que oulra
adminislraeao tena de aproveitar se detsas aulorta-
c,8es ? E nAo lera' o direilo dt saber por que detap-
parecen etsa adirinislraco a que deu lano apoio "
Nunca vio adminitlracAo qua gozatsa de maior pres-
tigio, que mais dominaste as cmaras ; porque pois
retirou-se'.' Quizera ver itlo explicado.
Quinto ao minislerio actual dir que o program-
ma do nobre presdeme do conselho nem he uflici-
enle nem pode comprehender lodos os seus collegas,
lie preciso que caa um explique o seu pensameulo,
porque dierenles sao ai Mases em que cada um rtel-
let lem de (rasar o s-,i |n Cuusideranoo es expressoes do nobre presidenle rio
conselho quando formulou o seu programma, enlen-
de qoe o ministerio foi organisado segundo os prin-
cipios da ciinciliac.Vi ; mas dir S. Exc. que a toa ad-
luioiilrajao nao pode durar nem fazer bem ao
paiz.
Cumpre distinguir o que be conciliajo e accor-
do. Aquella da'-n sempre que as idas te nao re-
pellen) e qoe ha um poni de contacto que as une.
Itlo basla pira a nacdlu. Mas quaudo te Irata da reu-
niSo de seis estadistas qua teem de ser soldanos, de
marchar de_ accordo, de dirigir-se pelo mesmo pen-
samenlo, nao basta que as opin Oes se nn repillam ;
he necestario que l(iili.nn por poni de coulaclo s
tnesmas crencas, os mesroos principios polticos ia
variareis.
Qualqucr divergencia enlre os Srs. rrinislros deve
produzr o quebrantamenlo da fe, a JissulucAo do
gabinete.
Mas, dir-se-ha ; como sals qoe ha divergencia '.'
Ora, os nobret ministres nAo sao petsoat uovas ; le-
em dado a conhecer ao paiz seus principio!, tuas
ideas, ou por seus escriptos, ou por seus discursos
as cmaras, ou por seus aclos come administrado-
res. Baila, pois, appellar para a memoria do teuado,
e motlrar-se-ha que exilie a mais radical divergen-
cia enlre as opinies dos nobres ministros do imperio
a dos negocios eslrangeiroi e as do aobre rnini-lro da
fazenda.
Aquelles leem dilo : nada de reformas, nAo se lo-
qoe na arca santa da ronslitoijao. O uobre mims-
Iro dos negocios cslrsngeirot vulou coulra a lei do
circuios.
O nobre ministro da fazenda volou por ella, de-
clarando que achava pouco ainda, que era preiiso
completa-la adoptando a allelo directa. Ora, te es-
la reforma he precisa, como lie po binal se conciliem as doatopimoes contrarias e que
ello potsa marchar ? Lrc que nAo se conseguir*' tattl
marchara' concorde em cousas Iriviaes ; mas, nos
grandes assumplot politices ou administrativos, lem-
se de ver desastrados coniecimenlos. O nobre mi-
nislro da fazenda foi defensor exlreouo de lodos ot
principio! de um partido que tive a infelici lade de
pegar em armat para tutlenlar suatcienjas pohli-
cae ; suslsnloo sempre as franquezas provinciaes
alero daquellas juslamenle concedidas ptlo aclo ad-
diciooal.
Estara' pnr islo agora o nobre ministro dot nego-
cios eslrangeiro ".' O resultado sera' que lees qutslrs
nao -eran agitadas no ministerio, ou que um dos la-
dos ceder'. Ci que o nobre ministro da fazeuda
lem toda a esperanza de vencer os teus collegas ;
roas o orador receia que a louga pralica dos negoci-
os pblicos que leem os S.s, ministros do imperio e
dos negocios eslrangeiros faja predominar as suas
ideas. Ero ambos os casos havera' delrimeulo para a
causa publica.
Alero destas.queslors ha oulras qoe devem. ser lem
bradas ao senado para que os Srs. ministros se ex-
pliquen! a esse respeilo convenientemente. Jolga
que nAo estar' esquecida a inipressao que causou
noseuado a maneira por que oa s--,in passada se
exprimi o Sr. presidente do conselho sobie o scep-
licismo polilico eetlado do thesouro. EnlAo sus-
lenlou 8. Exc. que o sccpticismo poltico era um
grande mal o que ameajsva desastrosos aconluci-
mentos.
Aiuda o nobre | residente do rcntclho he da mes
ma opima.) ? NAo sera' imprtante qoe que se expli-
que, que diga le e.l acabado e>se pengu, se as eren-
ras eao bem divididas ?
_ He rerdade que quanlo a esla segunda parle 8.
File, ha de achar-ae ern difliculdades, porque a de-
clarou que o minislerio foi urgaaisado de accordo
com o ponsaroenlu da concilianio dos partidos, e que
se nSo fosse esse pnntamento o nobre ministro da fa-
zenda ndo entrara para o gabinete. Mat tome o
nobre ministro da fazenda nula de que he apenas
rabe no deserto no actual ministerio, e que por
isso a pode prever qual sera' o resultado.
Quizera lambem que o nobre minislro da fazenda
expozesse bem qual o eslado do ibesouro, e que ex-
plicaste o seu prcEimma sobre o modo de confeccio-
nar os balancos, avilando os defcilos que llies achoa
o anno passado ; assim como que dette a conhecer
todo o teu pensamenla a respeilo do banco uacio-
nal.
moderados), havia quem qui/.esse a conservacAo de
tal ministerio 1 NAo. Eslava, pois, o gabinete aban-
donado por lodos.
Todn diziam : Islo nao pode continuar. O ni-
co homem que dava impulso ao minitterio morreu ;
nao he potsivel sustenta-lo.
Eis a M-r ladeira causa da retirada do gabinete, e
que te lornnu inevilavel desde que a moridade ta-
lentosa mandada a cmara limpnrana comecou-te
a mostrar anciosa de achar occasiAo de dar-lhe a
derrota a mait completa, como manifetlou assim
que principiaran} at sesses pr. par ahina-.
No minislerio haviam dous ou Ires membros qoe
desejavam a sua demissao. Mas haviam dous oo-
Iros que al o ultimo momento conservaran, cpe-
rancas de fazer urna reorganisacAo, e om dellessi
no da que vio assignado o decrelo deseiiganou-tc
deque eslava demeltido. Esse ei-minilio, que he
vivo e lem grande amor a' pasla, julgava ainda pos-
sivel apparecer peranle as cmaras para desenvol-
ver grandes planos; chegoo alo a h,ongear-se de
que tomara a presidencia do renselhn. Mas ludo
desspparereu com a altitude que lomou a cmara
dos depulados e do abanueno completo de todos os
parlidos.
Organisoo-se o novo minislerio, e disto-te boje
que a tua poltica era a mesma do Iranaacio. .Mas
o orador olha para as pessoas que o compem, e nao
pode deixar de aceitar como muilo significativo o
racto de sar ministro da fazenda o nobre senador
pelo Para', una das primelras capacidades do par-
tido liberal ; assim te moslrou prulicamenle a exe-
quibilidade da idea SOSteolada pelo orador, e que
loi laxada de ulopra, islo he, a facilidad de orga-
oiiar-Sfi om minislerio de futo.
O nobre mini.lro da guerra Inmliem foi semine
considerado memhro proemineiilc do pailiJo libe-
ral, e por esle acatado o respeilado.
Oa dous nobres minislros qoe perlencem so par-
tido conservador, os Sit. marquez de Olinda e vis-
curide de Maranguape, n3o se pede deixar de re-
conhecer que liveram sempre ideas summamenle
moderadas.
O nobre pretidenle do conselho lem metmo quan-
lo a suas ideas polticas e administrativas frito nos
ltimos lempos importantes modificarOcs. Nao Ihe
censura isso, pelo entreno, poit que o orador tam-
ben) as lem feilo ; nem era possivel qu assim nlo
pracatse, quando no paiz ja nao ha quem pense em
recorrer s armas, quando ja he um verdadeiro
anachrnnismo fallar nn luzias e taquaremas.
Nao se diga, pois, que a polilica he a mesma. O
minislerio p.-ssado fallvu muilo em conciliacAo, e
Iguma causa fez ueste sentido, mas quera que os
adversarios aceilastem ludu isso como favor e nAo
como um direilo.
O novo minislerio foi organisado entrando nelle
membros proemiuenlrs do partida liberal, qoe nAo
amelgaran) favor as ideas de couciliacAo, mas um
direilo para o leu partido.
Disse-se que o minislerio nada pode fazer em
beneficio do paiz. O orador nao pode crer que ca-
valleiros de lal ordem quaes os nobres minislros
aceilassem as pastas sern ie lerem entendido e ex-
plicado pfrfe lamente. O lempo mostrara' te lia
oo nao e-ta indispensavel conformidad de pensa-
meulo, e se os nobres minislros sao rapazes de pro-
mover a felicidadedo paiz. O orador nAo deitara'
de dar-lhes o seu apoio tmquanlo nao vir realitada
a profeca de qoe dalles nada se deve esperar em
beneficio da najao.
Pasta por carta que a cmara dos depulados adia-
se dividida em Ire'grandes grupos: conservadores
puros, contervadores progrettislns e liberaea. Se
os minislros n.lo fossem lirados detsts grupos, e ga-
binete nAo se poderia sustentar.
Ora, esla organiaaela sera' anmala, nunca vis|a 1
Onde esla' enlAo o exemplo da Inglaterra lAo cita-
da ? Quanlas veres all se dAo idnticas organisa-
ces niiuisleriaes .' O mesmo arlual ministerio da
Inglaterra nao passa de um mosaico, e nem por isso
teve menos forra para fazer a suerra a Itussia e l-
caiicac a victoria.
Pois bem, seja o minitterio arloal lambem om
mosaico ; mas pode fazer a lelicidade do paiz. Nao
era (Ao injusto com o sen urganisador qoe acredite
que um .nnciao respeilavel, que ja lem ludo qutnlo
a coroa pode dar, esqueja o seu passado, aceitando
urna pasta e a presidencia do conselho com a con-
vcjo de que a desharmonia exi>(e enlre os teas
collegas, e DAo llies per nuil ira' nada fazer em pro-
veilo publico. Pelo contrario pense que o nobre
niaiquez nao Intara' com as difllculdades de que ie
lem fallado, e fara' muiloa beneficio! ao Brasil.
Se, pois, vola conlra o projeclo de retpotlaa' fal-
la do Ihrono nflo he parque faja opposij.lo ao ac-
tual gabinete, mas por entender que elle sa refere
ao minislerio passado, ao qual fez constante oppo-
sicAo, porque nAo podia apoiar a sua poltica mes-
quuiha.
Encerrada a disctalo, he posto a votos o pro-
jeclo approvaOo para pasiar a teguoda discussAo.
O Sr. Presdeme declara esgolada a ordem do
da, eda' para a da seguale scsso a primeira dis-
entalo dat pronoafeBoa da cmara dos depulados,
urna anloritando o governo para exonerar a corn-
Mnbia de navegacAo e commcrco do Amazonas das
obrgajes coulrahidas rrlalivameale eolonit'jlo,
e oulra declarando que o odiciaes do corpo muni-
cipal permanente da coi le perceberam a mesma
elapc dos ofliciaes do exercilo.
I.tvanta-te a seis.lo a' 1 hora e M minulos da
arde.
nado de V. M. I.
Em 18 de maio de 1857.Jostinianno Baplisla
Madureira.Francisco de Salles Torres Homero.
Jos de Barros Pimentel. >
Presla juramento loma assenl o Sr. Antonio
Joa mirn Cesar, diputado pelo gallillo diniiclo da
provincia de Minas-tiaraes.
O Sr. I'illela Tuvares, ,pela ordem) reqoer que
a commisslo de poderes d cora urgencia teu pare-
cer a respeilo de uina indlcaele que ha dies Ihe foi
sujeila no sentido de ser chamado a lomai assenlo u
supplenle do Sr. deputado Jernimo Francisco Coe-
Iho, arlual mimslro pa guerro.
O Sr. Cruz Machado, declara, como membro
da commisso, que ella ja deu o parecer pedido,
o qual se acha em poder do S;. deputado Pa-
checo.
O Sr. Pachteo, diz que com effeiln recebeu esse
parecer, mas que o esla' examinando.
O Sr. Cruz Machado, pela ordein) reclama con-
lra a publica jau do discurso do Sr. Frsuco de Almei-
da, un lopico em que empregou a palavrron-
banca; e nega lambem que nessa occasilo llvet-
sem as galenas man feslado lignaea de adhesilo a's
palavrat do oradi r.
O Sr. Franco i' Jlmeida, responlc a's reclama-
Jes do Sr. Cruz Machado.
O ~r. Barbosa, fundamenta e mauda a' mesa a
seguinle indieaeo, que he apoiada e remedida
respectiva commisso :
Indico que a commisso de consliluijAo, exa-
minando as portaras do presidenle da provincia do
MaranbSo, expedidos a 10, t el" de uovembro
ullimo, emilla o tea parecer sobre a legalidide
deltas, e proponln as medidas que ronvin alu|>-
lar-so para regular a urgancaco dos Collegios
eleiloraes nos casot figurados m.quellai porta-
ras, n
O Sr. Tolano Brrelo, observa que, referin-
do-se a indieaeo a um memhro da commisso a'
que he dirigida deve esle ser substituido ueste
caso.
O do Sr. 1 o-,ano Halieto, c pede que seja liten-
dida.
O Sr. Presidenle noma para substituir o Sr. Cruz
Machado ao Sr. Nehiat.
OKDEM DO DA.
Continua a discussAo adiada do parecer da com-
misso de poderes sobre a eleijao do quarlo disliiclo
do MaranhAo.
Vem a'aie poiadat e entram conjunclamenle em discussAo :
r< A pastar a emenda (lo Sr. Men tes de A n, a ida,
elunine-se o vol do eleilor Joaquim Aulonio da
Silva Batios, que nAo foi qualilicado na freguctia
por que foi eleito.Bai3o de S. Bruto.
A passar a emenda do Sr. Mondes de Almeida,
declare-se deputado pelo quarlo dislricto eleiloial
do MaranhAo oSr. Dr. Joaquim Gomes de Souza e
tupplenla o Si-, r. Jos Sergio Ferreira.Ma-
chado, o
a No caso de nAo passar a emenda do Sr. Pache-
co, depois de voladas ai eoncluses do pr'cer na
parle relativa a's eleijOes das diversas fregueziat,
requeiro que volle a' coinniiis3o o parecer, afim de
declarar o depulado e supplenle.Augoslo de Oli-
veira. o
Oraram os Srs. Dias Vieira, Mendes de Almeida
e Franco de Almeida.
A discussAo ficou encerrada, nao se volando por
nAo have numeio legal,
O ir. Presidente da' para ordem do dia :
Voiajlo do parecer cuja discussjo ficou encer-
rada ;
Ditcossao do parecer sobre a eleijao do segando
dislricto da Paralnba ;
Primeira discussAo do projeclo n. 83 de 1856, qoe
aolorisa a naluralitajao de Guslavo Carlos Aolouio
I.anie e JoAo Gonjalvis ;
Primeira disctalo do projeclo n. 80 de 1856, que
aolorisa o pagamento de toldos ao leuenle do exer-
cilo Joaquim Jos de Souza ;
Secunda discusto do projeclo u. 51 de 1855, que
da destino ao producto dos bens da capella da
Ilamb ;
(0?!8unda ois''>an do projeclo do senado n. 88 de
18j6, que concede loteras a favor dos hospilaes da
Misericordia e dot Lazaros e do eslabelecimento dos
expostos da ridade de Cuvaba'.
Levanta se a tetsao as hora
moradora ua iua das Trincheirat, e que conseguira, I lampo, desde o laiar do dia al o eahir da noile.
apezar dos seos exforjos, se nao acudisse o inspector Sea maior prazer he levar a dr, a eontternajlo e o
da ra, que foi quem os impedio de enlrar na casa. desanimo aos coraees dos mais mololoa; ouvlf em
Ignoramos a inlenjao que levavtm, e por isso nao um:l P'B contar em nulia ; invenlar mesmo Iac-
alllrmamos perlencer i ciaste dot que acabamos de lo nao podem prodnzir detgoslos e detavenrat,
censurar.
L'm tojeilo que gaslava quanlo linha fez estes
versos, que exprjmem a sua avareza, e ao metmo
lempo que nao tra pouco perdulaiio. Ahi os Irans-
crevemoi.
A QIEBRADEIRA.
Eslcu quebrado nem le quer encontr
Amlala lo bago na algibeira ;
E inda ha poaco tenlia o retenido
Dos cobres que gatlei fazendo asneira !
Em vAo mutullo os bolsos : em v3o mexo
as casas que ditlingo no casaco,
Nao acho coota que me encha os dedos,
Alegre a visla e sirva p'ra tabaco 1
He o diabo dinheiro he como filha
De coiiflanlina m.ii que cata cedo !
.Mat eu acho roza,, oesta inconstancia
."sesse molu que o laz jamaia'slar quedo.
Daos plantando no mundo a toa crcuja
Deixou na cruz parirAo assignalado,
Nella encontra refugio ssuas penas
O misrrimo pobre inforlaoado....
O dinheiro por isso anda gvraudo ;
Pelas crozes que lem nao para nunca :
Ora existe dos notres uos palacios
Ora se acha dos pobres na espelunca.
Assim explico eu a desventura
De nao achar vintem no mcalheiro ;
Emissario fiel da caridade
Anda o mundo gv raudo o mea dinheiro !
Se eu vos apando, smarelladat notas
Do banco do Brasil fura dilose,
NAu tendet ama cruz ern toda a estampa,
\ cuso gyro seria mais moroto.
Ah dinheiro, dinheiro .' em vos eu lendo
Nunca mais me verei na quebradeira :
I'a re figat ao demo, reso o credo
Bella cama vos fajo na algibeira.
E quando a lenlaro do disperdicio
Mover miiha vnnlade p'ra gaslar-vos,
Ortigas deilarei dentro dos bolsos
Que lornem-me impottivel o lirar-vot.
?<' assim roroperei a Irisle sorle
De eslar tempre chorando a quebradeira :
Tu sers como o queijo do sovina.
Mas guardado no bulto que urna freir.
Tamoyo.
Em odia II do cerrante, na lal. II*.g. long.
28- de Gren, fui a pique a barra americana crSo-
quesles e rixas nu cenlru de familias. Infeli/inen- I
te esta notsa Ierra agora se livrou de urna vbora
deslas que, ape7ar de ler familia, sen malar praier
era viver em rixa com as familias vizinhas, intriga-1
las at por meio da publicajAo de annoncios e de
denuncias dirigidas a' polica. Compadre, live surn-
ino prazer de ver semelhanle furia talur do cenlro
da (al ra qne lendo tao bella visla, nada se podia
detfructar por causa do met senhor e sua senhora,
que mat avistavam um vi/indo, Iratavam de cuular-
llie ama mi nova, fazendoo logo recaar espavori-
diis. Deot os conduza para bem longe, a que jamis
barco de vapor algum o cunduza a oslas praias hos-
pitaleras.
Concluo esla, charo amigo, ollerecendo-le urna
bella Ancdota, passada ha pouco lemj.o, por occa-
si,i,i de se pescar um viveiro, para que fiques salien-
do o quanlo este mundo he chelo de tuperlluidadet e
Inururat. Ei-la :
L'm criado esperto e um poaco intelligentc, foi a
mandado de teu senhor comprar peixe, levando pa-
ra isto urna ola do banco de cincuenta mil ris. Pe-
de ao v ende,I, r que Ihe d seis boas corimAes. Es-
pantado o individuo pergunta Ihe :
Donde s'?
Sen de meu senhor o Se. T. I
Vai-te. n3o te vunde tanto peixe a um Sr. T. !
O criado linoro qoe era, retpondeu-lhe :
Alto la, Sr. T., nAo ; toa do Sr. e.oniinendador
T aterira de lal reparlijAo. major da guarda na-
cional, e que pottue :iOt):OOO.^K)0 rt. Mal acabara
de pronunciar laet phrates, que foi estallado por um
liando de vendedores, a quem melhor o tervitse. E
ei-lo, que com a experiencia Irouxe bom peixe e ba-
rato, c, o que he mais, clieio de alteujAo !
F.
meemo etlranbavel que ella ataiaa procela, porque
sempre e en lodo u lempo o le/, nlo he verdade di-
zerdes que ella o taz por meios de coinpanliias ; he
esla nmaleivoaia que ihe aliraea Incabidamente ;
porqoento he sabido que ella nance usan ricsle es-
tratagema para no ler negociar ; atslm emo lam-
qem, he sahula que cada um daiiueila familia e-pe-
cula para si Uta tmente, e lano nao ha eompanhias
que vos rnesnio o roufetsaei quando dizeis que i -t,-
reeompram por extraordinario! prejos, e mesmo
quando acciesceulai o eotnpram a moeda sern a
rem para Unto donde se \e, poit, que de vi
propriat palavrat a coriclu*o que se lleve tirar he
que uAu ha eompanhias, porque, te hovessem, ein
vez de recoroprarem por extraordinarios prer; >. pro
cuiariam comprar pur inenes ainda, do que haviam
comprado ot primeiros ; por isso que, eompanhias
trazein a idea de caballa, e devHs saber que
a caballa he feila para se roinprar o ceiieru por me-
nos de seu valor, islo no primeiro caso, e uo segun-
do, se houveitein companhiat haviam por cerlo c-
pilaes reunidos, e por ronseguinle dinheiro sulli-
cieme para compra dos gastos, e de mal, nao aM
lao somenle esles, a quem chatnaes gtianieiros que
cornpram e reeompram os gadus: ot prupnut aerta-
nejos fazem o mesmo no serlao ; assim cuino lam-
bem vAu a estrada atravettar ot gedot, ut mesmus
agentes dos que lalham carne e na p ara.
Ja vedes, pois, que se aquella familia sempie es-
peculuu com o negocio de gados, he evidente que n
alio preco das carnes n.lo he devidu a ella: logo
deveis procurar em oulra parte ou lonle
da elavaeto da preco das carne.
Porque nlo diris antes a fonle primordial he t
maior un menor all jencia de gados na feira?
Ein quanlo disserdes qoe eompram a moeda os gadoi sem a terei para
(auto, fiado em veudeiem ua feira a moeda pare-
ce-me que be graja vosea ; pois n.lo vos pejaei de
fallar verdade Uo descara menle lie i' -'-.,-!
e mesmo cabirel que uina lamilla que ha minio.
anuos negocia Com gados, esforeando-se o quanto
he possivel, para conservar integralmente Ic.do cre-
a origen)
na C"iif.,rmi la le d, au. |njd.i(d. arl. Pida le r
arl. :V)> do regul., elle e aprevena 'tilo em jai. .
assiguar o> lermus que ahi ,e declaran, e sepa quaes e Ihe da contra m.ndado pala nao vr |we-..
-eguindn-.p, purlanlo, ser bate fundada e altea,,.,,,!
a pelijao do tuppliranle.
O que commumru i \ S. pica ma inleli-crrwii
campnnd.i acresceniai que ogoveinn ia>|iril ca-
pera que laes quena, sumo re, n luala.
I) os guarde a V. S. P.jn ere) 9 de taatnOa
le- IS1i._ !/,, | it.l ,mo .afino.8r. IH. Jo,.- Jea-
quim de Siqatire.
Agra.lecendo cordi-lmenle a- peaM>< abaixe Irana-
CrlplM o ei erial obsequio, que naje nier-ai, aaf-
: nanilo-.p e., i,iaiameale eci.mpaitliar fe.e<'o ale
I liosso prc/ado filliinl.o, Maximi ao M .xm.,, da f ,,
teca, a igreja matriz de \,... val..... da Apee-e,,
lajio da tr.ooetia de Parla Clvo, o de t.\; ..,
. laio, e attala! eaa ltimos suffragios. otar ***** ,M .
casiao Ihe fartai feios, bam oaata ai|*p|l>t. aamtttti
abaixe lancadaa que d iota ,. erar.,., ihe r-inai
lisaram ca I id.is durante aan perevnnar ia ataca
me/es, aprovriiam.it o eos-jo para Ihet letleniiiiil.M
mos e protetlarmot. come lli-s lrdemun,.jii,.,. e
protestamos. ... uottot sinrerot e rluradmai rtili-
' nautas da mais p-rl.it, e-nma e ron.rderaj),..
Hecrbei, pata, cura..".-, generosos, na agr lecimen
I los que, como pais, ( autidut da saudade v. dainx
e ueste momenlo. em que para seaanre perajantae a
esperanja de baijar e abracar n rwu adorada rilhi-
nli'i, j.erdo in lo-njs au metmo Umpo paltlictjja
que fazemot de voasot nemes, sem eaatu atare).
poit que, portan l.i-noa deilt or, jolaaatM ramprir
um sagrado devr, que para orareico eonlrahrerw-.
o da sincera gralidn.
Villa de Porto divo I de junho 4o 1*57.
Manoel FiUpf! ia fV->>ei-a.7 *
Carlota Ijcap-dJima aM tronare*.
At pessoas, qoa espontneamente te
o lereiro de nosso caro fitliinha. (aoi :
Os lilil.. Sn.
dito e rcpulajao que ha adquirido, estando sempre I*!" In-1""'' 'r.tim de Olirtira
ern dia rom seut pagamentos, queira hoje perder o ,- .',C, !- '"'""", *'""
.,. ..,;.. .-^. ......... i,*., ,.i...,...i.. -------- ./... '-T'i'o I i
I rancr,, da Barias Santiago
lireon, carregada de borra de cobre, leguindo de
Caldeira para Liverpool, e a tua Iripnlajlu nada
sofT-eo, porquanlo Ihe acudi a galera oLord Elquia
da mesma najAo, que conduzm parle della para
Coik ,'capilao, sua mullier, pillo, segando pillo,
despenseiro e earpinlelro), e deixou 10 pessoas, ou-
lra parle, em ama lancha a' frente de nosso porto,
onde hoie aportaran!.
Informam-uos qoe um cerlo Zumba, morador
na freguezia de S. Jos, enliara, lia poneos das, em
casa de urna mullier publica moradoia na Iravetsa
do Padre, arrebeulara-lde toda a mnbilia, c rasga-
ra-lde luda a roupa, e alm disso, prometiera man-
da-la para a oulra vida, o que nAo pode elTeeloar
por ler-se occoltado ; mas continua a procora-la
liara dar-lhe o destino. Esle fado he mu sabido
naquella Iravessa. Ora. esla homem be casado, e
dizem qoe d m vida a sua mullier, | pnrlanlo pa-
cce que merece estar as vistas da polica.
Ate amaiih.Sa.
C?OUtttUttfl)X>i.
W}.-W SKS- MPlTADOSa
Shs&AO DE 18 DE MAIO DE IS,7.
Presidencia do br. tlaconete de Bucpcndii.
A hora do costume, achando-se rtumu nmero
legal, brete a sessAo.
Lida a acia da antecedente, he apnrorada.
O Sr. Primeiro Secretario da cunta do ssuinie
expeuirnle:
e meia.
FERIAHBHCG.
va stao pastada susien.oa o orador que r.- to&^?!%*""* rt'-
pona au discurso de abertura das cmara nao dena a re-ulueA a favor das
sei tempre um mero cumplimento a coma ; que as I mais pra'ras de cori
vezes deveria ser mais algama conta. Agora te v '
qual tena o resultado de Icr-se adoptado u principiu
que combaleu.
Quero responde boje pela redarjo da ds'ui-o di
coroa 1 O ministerio demiltido ou actual '.' Lis se-
nada eollocado na neeeaaida le de eisruir os princi-
pios couaagrados nesseditcorsn, e para o pud. r fazer
deve dirigir-se a ambos of ministerios ; lano ao pas-
tado como ao presente.
Termiiiando. declara que o projeclo de rcspoala
parece-lhe redigido por lal forma que esla' dlsriutlo
a dar-lhe o seo rolo, Depois explicara' a razio por
que aseim se exprime.
O Sr. .War/yur: de Oliida ipretileulc do conse-
lho) dir' pouco, mas quanlo bula para ealitsaaw as
'"villas do i:ubr!dii.i ii.r.
Enlende o nobre senador que o minislerio nao po-
dara1 fazer bem ao paiz pela divergencia de opiuioes
de seus inerohrot.
Se o minitleno fara' bem on nao ao paiz he coima
que esta' nos decretos da providencia.Ninguem o -:i-
linda. O que os miuilerios podem promeller
. .. T ........,...- ....... ,,.,........ ,.r- ^c C TU. rt liupilllll
ne irabaltiu para pralicar o bem, detcimados poJ posla a falla do Ihrono ;
I dirig r a aancela imperial
viuvas e lilhos dos olUciaete
municipal permanente da cor-
le.I-ica acamara inleirada.
Dilo do tecrelariu da assemblea .provincial de
>anla Calharlna, remetiendo urna coida do rela-
toiiodo pretidenle aobre es lmites da mesma pro-
vincia rom o Paran.A' coinmissi de tlalis-
tica.
Dito do Se deputado Jeaufno Mareondes de fJti-
veirai su, eemmnnicando qne delta de comparecer
at estriea por te adiar de nujo pela mulle .lo seu
sogrn.Manda-so desanojar.
lie inlo e approvtdo se.:i dbale o parecer da
comniitslo de podeic-, e proclamados os seguales
senhores :
Dr. Loi Alvet de Olireire Helio, depulado pelo
quiulu dislricto da provincia do Km (ramio do
Sul ; supplenle Dr. Aulouio (jomes Pinhciro Ma-
chado.
Lido o parecer da commitsno de peder" sobre a
eleijao do aegouOo dislricto da Paral,iba do Norte
vai a imprimir a reqiieriineulo do Sr. Silvaira
Lodo.
Le se vai a imprimir o seguinle projeclo de res-
P&GI& 4VULSA
IEL')Ig
lia cerlos quinlaes qoe mais parecen) lagoai oa
charcos lana lama e agua que conten. .Metidos at
vezes enlre quatro muros prxima', e aatoinbradut
pelnt paredes das casas, que os fazem escurus e im-
ii. leu, a innlanca do ar, estes qu lilaos nao podem
deixar de produzr grande mal a' saude prin-ipal-
ii enle dut que leem a iufelicida le de inorar pcrlo.
Katplra-ie por all um ar feudo e pttlileoto, que
dlTeiiJeao elphato e que mais ofleudera' a' vida. E
nlo he nada anda a lama exilenle, o que he muitu
e al de mait he que ee conlioue a despejar agua
tuja nesses quinlaes pequeos em que ella ja' pasta
de um palmo. Temos visto aleuns detses quinlaes c
os haremos mostrar aos sensores nseaet.
O jugo vai teu caminho, apenas mudando de
lagar, para que a pellcia depoit de aprender Ihe a
morada nlo va' incommodar os devolos com sua
ahorrecidissima pretenjax ludo eropregando para
illudir a vigilancia da polica, elle- mais de oina vez
o conseguirain ; mas emhora ludo quanlo sulli ido te-
nliam, nada pele aind i extinguir o jogo. Nlo lem
fallado actividad? a'polica ; a paixAO pelo jogo he
qu: ciare niis be grande ; rejamos todava se assim
metmo i lo se apagara' ?
Consta-nos que na nuilede Sonto Anlonio qus-
Iro individuos apuparan) horrirelmrnle a um mojo
sisu.lo. e quesoilieuo insulto impas-ivelmenle ; nao
porque o deixaate de sentir ou de poder repellir,
mas so em respeilu a ordem publica, que mnhuina
allnela inerreru dos oulros, embora bem iotaroata-
dos nella .levam ser. Essas provaiet dAo origem
mas de um critne que sem ellas uunca leria existi-
do ; conde, pois, a estes quatro itpupadoretii um
papel bem contrario t suas patifCet, e nunca deve-
na ser os provocadores de ama desor era, que s
nu teve lugnr pela prudencia de quero toaba cuo-
ler-se sem repellir u nisiillo.
Para que asilo servindo as ruiuas da celebre
ca'a da ra do Livrameulo liizem que Hila fa-
zendu deltas uso dein lurpe, evitando atsim a distan-
cia em que esla' a praia ; itlo he o que dizem, e que
he tetlemunha o notto olphalo, la', se be verdade,
su pode saber o dono que de quem lem direilo de
nella eulrai e de saber de seu etlado. Mas forte gas
lo nAo vender a casa para ronterva-la prestando
semelhanle servijo ; (orle gusto !
L'm novo genero de industria ncaba de ser in-
ventado. Keonem-se Ires ou qualrn individaos, e
enfundo pelat oatat daa merelruei Mies vau levando
quanlo pudein, violeulandu atsim piopriedada a
< iii-i.is. ilu <'i>:ii|i:; III.
Mon chr romperAinda tob a influencia co-
rnual lie esla escripia ; mas, um pouco alliviado do
terror de que me achava apostado, posto dizer-le
agora, coro loda a energa que roe condeces, que
jmala lml aemellianle anluial.
L'm a mxima de outi'ura perfeilamente ineain
aqudepois do amo morlu dai-llie pallia acornar,
assim eu s depoit do dia 1:1 he que lendo cura-
geni de dizer, que jamis tem o cmela.
Felizmente o dia lerrivcl patsou.e o bichinho 1.3o
appareceu, e livramu-nos do susto. Cumu que em
acinle fui elle um da bellu e cncanlador, especial-
mente a sua noile, ero a qual lautos dhertssemenls
livemos.
S agora, compadre, he qoe o meu bello f,fe
di China, pode com ot seut esforjos trazer-me urna
noticia, e, na verdade, he ella um rico presente que
le lajo, porqoe he o pensamento de um dut uossos
escriptoret pblicos. Alim de Ihe lirar a originali-
dade, eu l'o envi aqu consignado.
Del horas acaba de soar em u bronze da malriz
de Sanio Anlonio, um carro se ouve rodar ero ama
eslreila ra, e, apoz v parar, orna sjlphide vemos
sallar deste vehculo, correr preturosa u fazer soa
entrada em o quarlo em que jazia urna oulra dun-
zella reclinada em um ffu divn, div-gando com o
pentameiilu em bellot e elegante! mancebos a quem
le,ha ou ha de vir a amar.
O meu fefe, que de ha muilo, busca prestar-me
um ser mci,, galgou um moro de um ni tallo, e es-
preilou u tegninte mimoso dialogo enlre as duas jo-
ven que, dentro do seo i/uarto de donzellas, con-
versavaro sobre o que se baria passado durante a
reuniio de onde una dellas vinlia.
Chara mana, hoje foi para mim um dia de im-
menso prazer. Jamis hei lido lanos gozos em lio
poocoi momentos.
Como ? Encontraste algum cavalleiro amavel,
qoe le fizesse a corle'.' Oo alguma amiga a quem
ha muilo nao visa '.'
Nada emquanlo a segunda parle ; mat a res-
peilo da primeira ludo quede mais romntico e po-
tico ha. L'm cavalleiro, a quem de batanle lempo
amo em segredo, me fez ouvir palavra que nunca
eteulei, phraset em extremo bellas, err.lim nmacon-
fissAo quasi.
He na vetdade delicioso, quando, amando-te
em segredo um homem qoalquer, elle om dia nos
vem fazer saber lambem quo teu peilo se nflamma
de amor por n<5<, qoe seu corajlo arde como a cr-
tera de um vulco !
Segnila feira, maninha,elle prometleo-roe fa-
zer um descripjlo d n meus cabellos e pnblica-la !
Vs, quanlo esse homem me ama, que be a poni
a querer tomar por assoroplo de sea Irabalho sema-
nal a descripjAo de meu lodo Jamis, mana, ja-
mis te assegaro, eu ouvi palavras (Ao purat, em que
cri (Ao fcilmente pur terem para mim de uro Valor
immenso !
Nao le enlhasiasmes anles de veres poslo em
pralica este tea Irabalho, porque homens ha que
para pa-sarem urna noile bem divertida, galanteiam
durante ella uina joven qualquer, fazem brotar no
seu curtjao nm senliinento novo, e nu da seguinle
nem te quer se recurdam da virgero do da antece-
dente.
Man, nao me venhis Irazer n iinuginajao a
dovida e a inccrleza. Este cavalleiro falln me com
lana Ihaneza que he impossivel fallar aoque medis-
te. Seas olhot ao contemplar-me exhalaren! faitcau-
les brilhos que expriman) por demais o que o cora-
jAo tenlia.
Esperemos esse dia, e entio le direi alguma
coaaa.
Calaram-te, e, embaladas por doces sondo-, fica-
ram, em menos de um minulo, pretas do deut Mor-
pheu. E o meu ffe, aproveitaodo-lhes o toruno pe-
uetrouo qoarto, rio-as, guar.lou ero soa memoria os
traeos e veio trazer-me a nolicia.
O lempo prsenle, meu charo compadre,he o da
realidade monelaiia ; quem fr pobre, dii-se, enfor-
qoe-se. L as prsenles qua Imillas que tao de uro
unigo que ro'as deu :
THEATKO DE SANTA ISABEL.
Esl annunciadu para hoje o beneficio da disliocta
arl -la a Sra. D. Isabel Maria Nuues.
O espectculo, segundo o programma honlero pu-
blicado nesle Diario, he ataaz vanado, e a etc..I a
dat diflerentet pecas que o eompde prova, nao t o
apurado goslo da artilla, como o desejo que ella nu-
tre de dar- nos una noile de completo prazer. A ii>-
lerestanle comedia em tres actos, bella compotijAo
do Sr. Abranches O Casamento e Despacho ,
dar' cornejo a esle diverliroenlo.
Escurado he darmos aqui una circam.slanciada
noticia do enredo da peca e seu destecho. Quaodo
o nome do aulor uAo fosse bastante para o crdito
da comedia, appellariamos para o publico que ja a
aprecien ha bem pouco lempo ueste Ihealro : foi r in
ella qoe a aclual compauhia eslreuu os seus Iraba-
Ihos arlislicos.
Loga depois da peja, sera' cantada pela beneficia-
da, a canjonela hespanhola Aqtxa vn. Ja urna
vez o pullico ouvio esla canjonela em nosso Ihealro,
cantada pelo'.Sr. Carlos Ricco, quando ltimamente
esleve enlre mis ; enlAo esle caulor havia ja perdido
grande parte de suas forjis, e.saa voz linha grande-
mente desmerecido : hoje,- porm, a bella, doce e
harmoniosa voz da Sra. 1). Isabel aoi afllanja a tua
perfeila execujAo.
Ern teguida tera' repretentado o inleresiante vau-
deville em um aclo, o Juiz Fleito. Curre-nos
agora urna como ohrigajAo de dizermut algama nen-
ia acerca do sau enredo, mas para que prevenir ao
publico '.' seria lirar em grande parle a Muela que
deva pruduzir. A idea antecipada faz morrer o in-
lereste, detapparerrr a allenjAo, e nAo dar-s o apre-
jo devdo : bastara' dizermut que o Sarfl Hleilo he
um dot mais bellos epigrammat dos manejos e lom-
elos eleitoraet.
Dar' fim so etpeclacuto o bellissimo duelo A
Panell do Feilo. Vimos houleni o seu ensaio
e por elle n.lo lememos aflianjar que quanlo dister-
mos lien muilo a' quem do que prevemos ser a sua
execujao.
Bem v o publico, qoe om espectculo detla or-
dem, cujas parles to (odas iiilerettanlet em ti mes-
mas, deve ser o mais concorrido possivel.
Agora perganlaremos : Sera' a beneficiada mere-
cedora da nossa mait decidida prolecjAo ? He esta
urna verdade, que nenhuin dos notsos comprovin-
cianos, sem ter alcuuhado de ingrato, podera' con-
leslar. i
babe-te que a Sra. I). Isabel lu urna das artista-
qoe vieiam a nossa Ierra com o Sr. JoAo Cael.no e
quaudo veio para esla cidade, linha no Itio de Ja
miro firmado um vanlnjosisiimo conlralo pea o
Ihealro de S. Paulo,e t para que o Sr. Julo Cael.....
nao deixasse de Irazer uina dama de forja, cenecr-
doo em vir, otilen :o para isto permissAo de ar co-
rnejo a execojao deste conlralo logo que daqui re-
gressasse, riti qoe ( linha de demorar-te Ires me-
zes ; mas vendo que com a relirada doSr. Juao Cal-
lana u nosso Ihealro tirara ferli > i,, ; conheceiido
que ot nostos artistas ficavain privado! de gauhar ot
meios de tua tubsislencia por falla de adores, que
podettem recompor urna compendia, e o publico
Pernambucano sem o nico diverliroenlo honesto
Zo lem, atsinlio ao convite que Ihe (i/eram o Sr.
oimbra e oolros, e reselveo-se a ficar enlrt nos, ei-
crevemlo para S. Paulo no sentido de reteindir o seu
conlralo e sugeilando-te tqui a urna mdica mrnta-
lidade, qoe he por cerlo muilo inferior no seu subi-
do merilo ertltlico, easvantagent que linha no Ihea-
lro de S. Paalo.
E-la bem pronunciada dedicarao aos Pernamboca-
nos, esla pura amisade que a generosa artista lao es-
pontneamente us demonslrou, san sem a menor
duvida creduras de loda a nosta gralidAo. Etpera-
moi que ot nonos comprovincianos reconhtjam e se
compenelrem desla verdade.
Consla-nos que o Sr. Pedro Baplisla, direclor da
orcheslra, comparlilhaodo estes nubres senlimenlos
de gratulan, de que nos adiamos possuidut, para
obsequiar a beneficiarla lem ensaiado e prelende eie-
cular hoje algumas ouverluias novas e de apurado
goslo.
Se o merilo deve ser recompensado, a Sra. D. Isa-
bel he merecedura da nosta pr. lecju, por quanlo
Ainda conlinnaes dizendo : u ora, Srs. redactores,
tera pos'ivtl que esles alravessadores dos gadoi le-
udara lirado loda influencia da feira de Pedral de
Fogo para a (juarla, para eslarem engordando com
o i'ii.so sangue ? Nao, Srs. redactores, appareja o
1,-ac do omnipoleule, e acade-se cora estas coiri-
(lanliias de Iraficaulet qoe oulro Ululo nlo merece
ele. > Provado esta que nAo existem eompanhias ;'
em quanlo ao mais respoodo-vos qu: queris urna
coota que cortamente nA>i podeit conseguir ; queris
um absurdo imiualificavel como soja acabare com
JoAo Nurro da I .mseca Callea l.alvUa
JoAo Nunn da Kons.ca Ctlaja l.alvA Jaaiai
Capilio Jlo Anlonio dos Sanios Pacttrre
Ignacio Alvet di Maia
Pedro de Alcntara Santiag .
Prexlaram serios cui ladot ao nono ama lo hlhtahe
As lllmat. Srat.
I). Mana afine de liaemio Bearqne
I. I'rancitca llypolila de Verjtta
D. Mana Claulina da Melle
D. liara Alvet da Mait
E ot lllmt. Sis. :
os especuladores dos gados, e lano dislo estaet con- [,- ,:,. v...
vilo que invocae, u h.JO do Omnipolenle ; porque Sir.PKr, '* S4B,i
deveis saber que sociedade iieuliu.na deve prohibir
teas membros de conseguir seus interetses particu-
lares empregand.1 nieiot licilus.
Em quanlo decantada influencia que lano cho-
rara epropalaes.de lerem os airaves-adores lirado
da feira de Pdras de Kogu para a Cuanta, para
provar a inetact lAo compretiendida em vossat pa-
lavras basta motlrar-vos que a incoherencia, ein
que cahisles he si.lli icnte para afllrmar o contrario, j
3o ser incoherencia vossa o dizerdet que com- ,
pram gados a titulo de nueda stm a lerem para (au-
to e logo mais a ti me d>zerdes, lambem, que a la-
varan) a influencia da fera de Pede- ,! logo pa-
ra i'.uarila ii como, pois, conciliar esles vostos
piincipiot 1 Tera ama familia, que nAo lem dinhei-
ro suflictenle para comprar a mo-da lodo o gado que
por venluia posta alfluir em uina feira, forjat bs-
tanles para arrestar de Pedras de Fugo al a Cuanta
t o chorada influencia, arraigada ha lautos anuos
naquelle lugar, quando abis que boje o muvel da
sociedade he o diuheiro 1
E mesmo quaudo ella o podesse fazer abster-se-
liia, uina vezque nlo se empenham para que a fei-
ra te conterve all ; e lano isto lie verdade que nao
me cousla qoe j algum de seut membros, se leuda
etlabelecido rom casa de negocios de dive.sot gene-
ros, o que minio lucrativo teria, asim como lam-
bem nAo quer ; e nAo deve atsenlir que un e^lrauha
se v all, c-labelecer; dooe poit se v que se a fei-
ra esla ua Guarila he islo devido aos serlanejos, nAo
s porque lem elles urna particular affeiete aquella
familia ; mat ainda porque uaquel'e lugar eueon-
Iraro muilas mais vanlageus do que em Padrea de
Fugo.
Enfadonho seria por cerlo enumerar lodas estas
vaulagens, conlenlar-me-hei apenas cun as s-guin-
les : l. naquelle lugar reclinan os sertanej.is trus
gados nos currad! da feira no domingo a' Urde, na
segunda-feira al 3 as t horas da lrdese acha con-
cluida a feia, e qiiaii.lo-a contera alajum gado nAo
se vender o dono all acha-sc em posijAo lal que po-
de fcilmente dirigirse para qualquer parle em que
tenha de relalhar teu gado durante a semana ; se-
gunda eslAo elles livres de loflrprem crueis ral a
las do lado dos n,.lidiantes ; tercena lem minia
segoranja para si e leus a.iimaet ele. ; venlagemj
.las que le nao ule em Pedral de t-ogo como he
publico e notorio : pois os fuiius de animare all
erm imni-n-os. a, cabalas pppareriam quasi sem-
pre, o recollri.i ento dot gadot era na quarla-feira a'
larde, de forte que quem nA.i vendes-e tea gado na
qui.ila-fcrra, eslava na Iri-le collisAo de o entregar
na spila aos taes cumpre.loret pelo prejo que elei
qoiiettem lavar ; porque etlavaiu curiados lodosos
recursos aos pobres serlanejos.
Coulinuaes anda com o vosso araniel e dizeit:
" provo mais que ha pouco chegou um grande fa-
zendeiro do ser lao e almirou se de ver os grandes
precos dos gados, vendendna sua I, nada que Irania
8 arrnba a prejo de Irinla e dous mil res, lendo
vendido no teu Berilo muilo melhores gados a' pie-
jo de vinle e Iret e vinle e qualro mil reit ; esle
foi u Sr. lente coronel Francisco Manoel nm dos
grandei fazendeirot do Ico ele. Cade vez miis
aeapacilo me que fallaet a esmo sem saber,U- tobre
0 que escreveis.
C.mo he qoe dizeis que o Sr. lenenle-coronel
1 1.1, cisco Manoel venden o gado qae Irouxe a
trala e dous mil reit, quando he publieo que elle
vendeu a vnte e nove ?
A que incaulos pretendis' inculir a oolra parle
detla vnsta hislorila, de ler aquellclenente-rorontl se
a dmirado do alto prejo dos gados, e ter elle vendido
noten seilAo melhor fazenda a J 1 e ji.-iimi r-, '
Ser possivel que ao Sr. (enenle-corunel pran..--
en Manoel seja e-tranho am lodo e qualquer lempo o
prejo p,,rqne se vendeu os giil s, principalmente
sendo elle fazeudeiro e lendo gados a vender? Logo
na i vdei qoe se elle venden seu gado assun, islo o
obrigaram oulras circunstancia-, c au a ignorancia
emquanto aos prejo< que froiam os gados na feira !
E islo tanto he exacto quanlo be sabido que no Ico
minien de lloija Bsurqae
Tenenle-roronel Manoel da Hecha Cavatcaati.
C .rumen 'ador Dr. Jarinilio Pace de Meadoari
Alfere Julo de Mello Pimentel
Tenante Juaquim Jos de Mella Pimen .1
Dr. JoAo Fr.ncitc, Noaurira Catleeio Branca
JoAo dut -mas Lima Ponte Btita.
S ,in,>i igaalmeiile gralta ao Kvro. Sr. rifarte, Dr.
I.un i.aurin lo Plt e Lima ; pp|a mau-ira delicada
com que ae portara, permit ndu, tena qne itene a
man leve antervajAo, qae mandaxenwa lavaalar m
en.i.tumi da igreja malriz um peqeee
para tervir de trpultuia ao i

tt<
PKAl. DO RECIFF. 17 DE JLMIO As
l IIOKAS UA TARDE.
Ciilaree eaeiaei.
Cambio sobre Londres28 d. 90 d|v.
P. Il.irge, pretilele leterteat.
I.. I'ud.iur-q Jnior, tecreltrte KMeriea.
CAMBIOS.
Sobre Londres, 28 d. tai ,i.
e Paris, 31(1 ra. por fr.
t Lisboa, 92 por \ ne premio,
e Bio de Janeiro, 2 por Ou, de descanta.
Aeran do banro O por cauto de divioetMie per ce-
la di> vendedor.
r. rnpandia de lia herirte (lOstatlg per ar._ 1.
emp nidia l'er- uni-ucana ae par.
t llilidade Publica, :M> dWeealo di ereatn-.
Indemnisadora. 61 ideu.
cr de pirada .e ferro *li*rOinee pr i.
Discnnlo de ledas, de 1(1 a 10 per rele.
Arenes do Banco, 10 a t."> de premio.
OurcOnjts liespanholae. 38> a WQM*
Moeda de i:,-loU relbas .... ISnia
e i 6>iUU nova.....ttciaai
" 5000.......sajoiri
Prala.Pglacftet dranleiro-......g^taai
Pewt rnliiinnari t......j-aei
> inr.iraiMH...... trit
Al.I ANHELA.
Rendimenlo dem do dia 17......
bem pencas artillas lemoi vitlo que rivalisem com t''us os^ seus arrabaldes andam lanlus romp a -
ella em verdadeiru merecimeulo. Se em oulras or-
caiies temos dado prolecjAo a etses fora-teiroa que
aqui apparerem no inluilo t de ganharem dinheiro
sem alten 'ir aos meios dt o adquerir, e depois que
cooseguem sao intento se retiran, zombando da nossa
credulidade a Sra. I). Isabel be ainda mais credo-
ra da notsa prolecjAo, porque sacrilica lodos os s,us
inlerestes pessoaes ao uruplei prazer de fiar eulre
Um.
Aproveilamos a occaiiao para pedirmos ao Sr.
Coimbra, ou a quem quer que teja, que se acha a
lesla dot movimentoi inlernot do Ihealro, que pro-
hiba absolutamente a entrada doi espectadores na
respectiva cala.
Ninguem melhor do qde os meamos anillas conde-
ce o grave inconveniente qoa comsigo acarrela um
lio escandaloso aboso : aeria metmo para desejar
que o Sr delegado fizesse vigorar urna resolujlo lo-
mada a retpeilo por um dos seus antecessores.
C. .1/.
J se foi o lempo
De amor e paixAo...
IJue os jrivens d'agora
S.ni tem curaeAo.
Desreu-lbes o atcelo
l),i peilo |i'ra nanea ;
Su quercn dinheiro,
Pagr.de e pilanca.
Amor he fulguedo,
Namuro he ari"ira ;
Casamento podre
D puxes e reir.
Desdla a belleza
Da noile p'ra odia.
E a moca j>impona
Se lurna eolia.
Por islo, tero cobre.
Oue arrime a belleza,
t.'ue faja os pralinhot
Tiuirem na mesa,
Casar".' '.... lio canudo
yue vai uo ,;ogu :
Daqnelle que leva
Tenho mesmo d".
Amor nao lie bife
Oue a gente rr.asliga,
i\em cousa gustosa
Que va p'ra barriga.
Chopal o dedinho,
Meninas stm cobre.....
O demo que leja]
Smanle elle pobre.
Ima retposla succinla ao Sr. Pad-eente da cor-
retponiensA* inserida no Diaria dt 10 do cr-
reme.
Vs, senhor Padecenle, d nAo vos envergonhais
de, I meando ino da penna, pela primeira vez, co-
mo mesmo o confestaet, rscrever ludo quanlo de
tedicioso pode prodazir vosso escandecido beslunto,
sem repariTdes que, com esle ^vnsto procedimenlo.
ieis nlTVndtr o que ha de mais sagrarlo em urna fa-
milia soa repulajao quando dizeis eompram os
gadot a titulo de moeda tem a terem para a tanto
ele. conslilando-vot assim seu iuimigo gratuito,
e porque Para moitrardei que almejais qne te
promov o bem geral ; mai para moitrardes que sois
lAo ^eralisfa nao era misler que, denaixo da napa
do aiiouvmn, lanjasseis mo de um procedimenlo
dores de gados, que se menos fosiem eram bat-
anles
Tendo refalado ludo que o virulento Sr. a Tade-
ceute o avaiicnu culi a a familia Guarila, apenat
Ihe diremos, por ultimo, que taiba conler sua inveja,
afim de que nlo nos inrommode segunda vez em
desmenli-lo. poit prnmeltemos n3o larga-lo de mAo,
emquanlo Blu errepiar carreira.
(lucirn), senhores redactores, interir em vasto
sempre lido iDiarloe etlat linhas que lem lAo s-
menle por fin nilo deixar tem reparo o que atguem
prelenrleu atlnbair a qoem nao merece, e como et-
lou em ven, i I,, de que aquella familia por li entre-
gara ao vil desprezo ludo quanlo venho de refular,
enlo entend qae, rumo nem (odos a conhecem,
devera defend'-la, islu pede o vosso assignanle e
comanle leilor
O am*qo do' (liariiai.
tynblittM o peoibo.
.1IMTEKIU DA JDSTICA.
Aviso de 9 de agoslo de 1K1S. pablicado,nt Oazela
dos Trtbviiaes do Kio de Janeiro n. l.",8, de 16
de agntlo le IK, e menc onado pelo Dr. Parla-
do de Menrlonea. no Heperlonn da I.egi-I ,c"n
Bratileiraverbofianjn, em que foi declarado
qoe sendo requerirla pelo reo a llanca anda
ile;, i- de se ler formado a culpa, e de baVer pro-
nuncia, e depois de passadas as ordena para cap-
lora, nAo he o reo preso.
3" secjo.Tendo subido pretenca de S. M. o
Imperador o oflicio que V. S. me dirigi em dala
de 16 de juldo ultimo, dando a informajAo que por
esle ministerio ihe fura exigida tobre o requerimen-
lo de Gordiano de Almeida, houve o me-mn Ancua-
(o Senhor por bem decidir, em conforimdade com
parecer do cunselheiro de estado, procarador da co-
r) c soberana nacional, que as razes comque V.
I.ln vil qiiaiiiu indigno de ludo honiem que se preze, !S. enteude justificar o* seus despachos de nAo ad- Pcidel Pinto A; C. "
lano mais quanlo islo de bem geral he theoria que mitin o suppliraole prestar li mea. tem que esteja
muilns | rcclamam. qunndo etpertm d'a'.i colher seu preto, na te compadecen) com a lillcr! dttaeeleae
bem parlirular, espetho em que lodo o homem se do arl. 179 ^ 9 da Consl. do Imp., visto que, por
mira, a coro qae pretendis vos encapar para cuuse- forja detla disposijAo esl garantido que t aiuda
goirdet da assemblea e de S. Exc. o Sr. vce-pre-
tidenle o vosso dccaulado bem publico, naorerieis
por veulora contegui-lo, reproduzindo o que mait
de uina vez se diste na propiia assemblea, quando se
desenlian) as conveniencias e incoveniencias que no*
poderia Irazer a realitarAo de um novo contrato '.'
Cortamente seria loucura vossa se assim atpirasseis,
e lano m ni depois do muilo que disse u inipareial
a este respeilo em urna seiie de rommuu.cados :
donde concluo que eos ttvestes em
com culpa lirmad.., ninguein sera conduzidu
,i pritAo, se prestar fianja iduuea, nos catas em que I
a a lei a admille, o %_ to he, que ainda de- !
n pna do se ler formado a culpa, e haver pronuncia, j
,i anida depois de passadas as ordens para a piisio1
., du reo, esla se nAo deve ellerluar, se ella pre-inr
. Hinca idnea, nes cas, s da lei ; ., e ser ne-la in- I
l-llisencia de poder on devrr ser n reo pronuncia-,
do, contra quem te lem pasa !u mandado de ntttao,
vistas mais algu- \ admillldo t prestar fiaiija para nao ser conduzr le
ma coosa ; coacehesles, sem duvida, que m i-lrando i prislo, qne o arl. 106 do c !. d proc. crioi. oeler-
ao publico a familia, de ru|o seio saben) os que cha-! mina que, prestada a llanca, se d ao reo conlra- I
mies alravessadores de gadot. deseohrireis por cerlj mandado para nao ser prejo ; sen lo iguatmenle por
a qoadralnra do circulo : pela parte que me loca o : esla metma rallo, que nn arl. 39 da lei de 1 de de- |
pre-c-ulain os rem
imnmm
Desearregam hoje 1K de junlm.
liare; trance/aCarlbageucmercaderas.
Ilngue ingleJaahaM Marrmenc.dar....
l.-ciina hullandezaEsperelanle- -canat de idi".
Ilngue brasileiroMara Lonafnme.
IMHtlKTACxO.
Barca franreta aCaribaaenaa riada de llavr. .
contignada a ^. O. ttiebtr & C, mtnil.slea e ta-
garnia :
M cana-ceuros, chapeos deml, atarroqaiM. leen
de algodo, c.ljldoa, IDO dlll< velas, too ditas qae I
jos, 222 barrlcat cemento, IjO barril e tie ea*ta>
ditos manleiga, I.JUO garrafoet raaiet, I pcete a-
mosirai ; aot consignatario.
26 raixaa e I fardo U/eo it de II, de algadta. *r
e la e de II e algedao, 5 ranas paoaet, 3 liiat cha-
les de algodle, de IA, o de ataadao a teda. 5e barr-
manleiga, 31 en i a t rhipeet, 7 pceles aMamalrat, I
eaixas chapeos de ol de algodle e te Ja, taecea de
viagem, roopa, elles preparadaa, caljadan e I
dat ; a J. Keller A C.
1 caist chtpeot ; a I. Stpoiili.
19 dilas (.ten,!,, de algadta, de la, da I
ilII' algodAo. de IA e seda, I dita I rejos ee aafeeee.
l'iS"', T! r*'mha a 2 p.cetei ameHeei; a
Mcfi.lTeiilin A. C.
1 caita (atena de algodto ; a C. i. All-v 4 L
1 dita juias, a dilat chapeos e rateadas ee alije ata,
t dita chapeo! de palha, I pacota aniu.tr.,; a l.eit
A. de Siqneira.
3 dilai roupat; a tinilherme da Silva (envtiles.
8 diia. rtxendit de algodao, :1 dilat dilat Mat ee
seda, 2 fardat diltt de II, 1 valumet eewp i Hei la. i
canas roupa, chalet e dtiot de li. 7 ditas papel **>..
as e raljad ,, I dila roapa, .Vi das retat, t kaenl
viudo, :l pacolet tmoslrit; a liatm Mantea Vi-
ua'sa.
2 caixat mialezat ; a S. Power Jefcaetea.
21 volumete I can. rateadas de alfelli. 4e *4a
de IA, lilas de tedt e algodo, roie.leta*, olreaMia*
para cotinha, 2 paroles .motlrai : a II. Bruan A C
1 cana inslromeelos de mostea ; a t. dt SaUa
3 cal tai chapeos ; a Hade SchametUa tk -
0 dilat chape-.t e obicclcs de ehepelleire : t Cletsa
litnni ci Irmia.
dila obras de telleiro ; i F. Batios.
2 dilat pianot r petlearet; I. S. H. de tHieetra.
2 dll..t riten, -1 ditas tbjecl.it de ctitlal ; a J. B.
rivjjjaan.
1 caita louja fina ; a l.tmos Jnior >, I eal Un-.
5 dilat pianjs ; Vienes.
I* dilat chap-ut, caljaito, mtldarat, fttetiee! de
sed, de algodo, p-pel elr. ; a J. F. Alear ,\ C.
'* caixt miudc/.is e Utas ; a J. F. P. Via
12 barril alviiade, 3 caixat Jiciaa e
tol; a B. de S,ata.
3 dilai faiendas de II, de teda, e de teda e I:.. I
pacole amostras ; a K. Sauvage A C
5 dilas chapeos de tol, ruupa, (aleada de li a
Siqueira A. Pereira.
dilat rtzendas de algalio e panno* ; a eraem
2 dltts lonja lint, t dita vidiat ; a F. Lie.
< dilas e I dnica rniadezas, medicnate (ateaJa.
de algodn ; ., K. Iladicd.
8 cauatchapeos, bol-t, rucadas de II a aiaeteta*:
a Hurle jV, Saeta.
70 barris o 4o meios dilot manleiga ; a .Scfcramm
Whalley.
7 caixai rap, i m a echapeo, de sel ; a J. Ur\'C
3 dilas nnodeai, II dila. e-pelliat e cti.ret ;
idel Pmio A; C. "
6 ditas (railes, rhapcllaria, roupa e per (amara .
a F. G. de Oliveira.
Vapor nacional alecanlin... proredeale dos pal-
ios do Nerlr, manifestoe e srgeinl* :
2 ctix't Ignara-aa ; a Jase J.aqaim de Liata.
I raixole dilo ; ao Itr. F,dra A. I.. Mote*.
I rsiiolinho dilo ; a Manoel J. Gomes l.iau.
I encapada dilo ; t Jast M'rnna da CsMa.
22 tacen dilo ; Mano-I Joaquim llamo-k\ >t|v..
20 ditos dito ; a I,aunara Vlie de I*in6a.
1 encapado dilo;.i II M..... A. (.. A. C. kVarm.
1 enibrulho dito : a II-.....l Inmanti de Bnitatit.
I bo-e(a dilo ; a ltarH..|. nipa lunri-ifil- o.
I paetrlinata nata] a Miaaiil laad Cete- I m i
t'alaclu, naciona, eh-padatle.. viada la B.n i*en-
dr do Snl. rniKignado a Amoiim A lim*'. mamle
lerieil conseguido, se o voto arrojo nao vos imnel- zembro de I S I -
.'.'!! ?Il,!r,'.S.."!,r'i" cre',;iu,s"m igual de que blenlo contra-mandado para n o ser preto. ||, -
serlanejos, va, oulrosim, pnr brm S. M., ranrurmaa'Io se rom
goza aquella familia para cim Indos
ou fatendelroa em geral, mas collado de v/ot que ni-
du buscar la labiales Insqueado ; porque nao be da
do, nem a vos, nem a iienhum oulro itlo con-egair,
a r em que esla' aquella familia para com ot serla.
nejna he nabal.ivel e iuduslrurlivel. Sr. Ptde-
tenta ; o p r lano escusado lie enearregar-vos desla
Ineveqnirel minio.
Em quanto ditserdes que ./ o olio prejo de que
gozan) as carnes veriles, he devido a um
o mearne p rerer, mandar decl rara \ S.. rpte mi
lie ndmittivel que a esprettlo a (.i'iislilu'co .i ain-
ir da rnm Culpa forma la, ninguem lera Condolido a
prisslo se prestar lianca ., tipvnmla de lulur., se
l.ine no sentida d- prelerilo, rom.,e se disrn
r se Irser prestada flanea segundo V. S. par re
entender, que se o reo, anda depois de (.trinada a
culpa, e pastado o mandado de pii-ao, pode
familia m-1 ter admillido a prelr flamea, noi ct'os em que a
Ululada dos Guarileirot riego que ella assim se 1 lei o permiti, pra nAo ser preso, neces-ano he (a-
inlilule), e oulras lambem de dillerenles lagares que I callar-I he ot melot de promover esta admis-.l,. e a
se fnrmandu em duat eompanhias, se ilravtaaam nat I fleelividada da prestain da lianja pelus meios le-
iluas estradas, Seri e E-pinhares etc. a NAo (aliis { gaet, e-tadclecidoa no ci.d. do pina na le de :i de
nesla parle rom coubeciineiilo de causa, purque.com | detenidro de I8I e nu regulamenl,. ,,e J| ,|- lanei-
quinto n.lo teja exaclo que aquella familia on parle ro le 1812, e que lano pelat dilpetiejlea da eiltda
della sahe etliada a comprar gajos para especu-I Ieis e regulameuto, he o roe pronunciado admillido j
ii o -egumle
'.. I 1 I .rr.id.s de enarque, Jn CoUlOt seCCr*. I. *%
lieadea, lingu-s era. ; a o drill.
l-.scur,., diaatmvmaea i llatanmjajjai xitsala le
lUinlnirgo, c. ii-igua la a I imm Moii-rn ,\ \ u.a- -.
luaulp.liiu u M-.ii.nie :
vi't cana, liai harrtrea e m*< garralAe* arnaabea,
20 lit legiimi'.. Ir' i ..,c<>-* l.,rii .. 2** c*i*ia I-fu
das de algorn i, H aatea til m de IA, de la .1u-, i
.1 la. .lilas de -eda c atoada**, 2 dilai e W frfstw
ditas de 1.1. 2 dilas pai,,,.. II rana roer.... % am,
lilas de algodAn. I diu iaiti.de Ma, II djeata
e deve quinqulill-ria., 12 dilas l.-l,.,a de al.l.eta, | dila P-
jictos de lauto, i di'a- i.n: ana i. -, i anta i ana I
diia. retad atiMinan, I d ia i panana nata aanaan,
dila-p i barracan tmiammat, SP txeannmna, I l.i,.,.e
7 leeapltdat de nattla de pelra. 2 raixii,l,>. p en -
di nido- amo.lias ; ar>. colas,giialarl .
J eaixas atweclae de r.inlrii.r,.. | jaj, ataamj e
niprcadoria. de raursi, 2 di'.a r.ale,,.. ojeanaaaaaaatf
I diti vidrut, .-' ditti cadeirat, -H dilat ltala cta

m
.

i





ILEGIVEL



DIARIO DE PERNAMBUCO QUINTAFBIBA 18 DE Jl'NIlO DE 1857
oleo, "> ditas e 1 barril licores. V dilu oleo de li-
nhaca, 2 dilu |uardnle de Franja, I dito presun-
tos. .V) b;n ricas eervej, 20 lilas certis.i. I dtln lal-
cum. 1 quarta pipa d vinlia da Madcira, 1 fardo
tolhi, ( embrulho esponja ; a J. Praeger.
(00 riso vela ilearinas, dita piuisphorns, .">
ditas vinhj, 1 dila FerragniH, I dila baliniiulios, I
dita tulla, 1 ''i1,1 fazenda de algodo, I dila arma-
rio d ferro, 1 embrollio amostras ; a Manoel Jua-
qiiim Rarooe Silva.
26 caisa< pltosphuros, 6 dila cooro, 2 dila mer-
eadori! de ac/i, 1 dila batanea romana, 1 dila 5
lacro e 2 barrioi drojas, 2 calas amostras ; a
Domingo Alves Mallieu.
,1 barricas farragaro ; a E. II. Wjall.
200 caltas velas sle.irina, i ditas uremias de al-
godao, I dita ditas de roaro, I dita e I fardo dita
de 1,1a, 1 ciia e 2em!>rullio amostras ; a J. keller
& C.
4 caitas objeclos para fa/or fogn, 1 dila petfum.i-
6G Frcncisco lavares Correia iS.iiUO
08 Antonio loaquim dos Santos
Andrade 35,000
72 Viova Joiio remandes Vianna 21,000
"' Antonio Ignacio Uodrigucs Ma-
chado 18,000
70 Mara Ignncia leal 14,400 (
78 Filhos de Manuel Jos de lias-
tos o Mello 23,200 i
80 Antonio Fernandes Yvllozo 27,000,
82 dem 21,000 (
sar apreseote que tara' anisada nos logaras publi-
co do costme c publicado pela hnprema.
Dada c pas-ala ne.-i.i ci .ada du liedle aos 15da
maio da IS.')7.
En Francisco Ignacio de Torres Baodeira escrivaa
do juio especial do commercio a Ui escrever.
Anselmo Francisco Piretli.

O eonselho econmico do 9.- batalltio
84 Marcelina Rita Mara de Oliveira 21 ,t>0o!do inlantaiia, precisando de contratar para
rias, 1 dita pena de escrever ; a Feidel Piulo \ C i r.i
17 caitas eipallio, 1 dita halatica, I dita lio, I ; ...
barrica sovelas, 1 dita brochas ; a Breoder a Bran.l*. '
80 Itcuedilo Josc Dnarte SeJrini
88 Justino l'ereira de Andrado
N. 1 Anlonio Francisco l'ereira
3 Manoel Connives Ferroira da
Silva
5 Joaquim Bernardo dc,Figuei-
12 caita faiendas de vidro, I dita dila de I fu e
algO'la.i. 10 dita briaquedos, ditas faiendas do al-
gndSo, 23 ditas queijot, I embruluo amostras ; a II.
Hroiio & C
2 canas cooro de lustre, I dita boles de oso ; a
S. P. Johu -ion O C.
100 caitas vela slearinas, i dila pianos, 1 dita
materias par chapeo, 2 ditas e 10 cesto vnilio, 12
meios barr vinagre enramado, 12 ditos dito brin-
co, I caita amoslras ; a orden.
8 caitas faiendas de algodao ; a J. Asliey ,\ C.
1 dila loilrumontos de msica, 1 dila chaiulo, 1
dita objectoa de selleiro ; a Kabe Scharaeltau & C.
2 caitas rlule* de algo Ido, I dita fstandsi de saeta
a algodio, 2 ernbrollios amoslras ; a N. O Bieber k\-
Companhla.
20 caitas queijos, 2 ditas couro da lustre ; Joao
Schuback i Filhos.
Barca brasilsira Clemeniioa, vinda do Rio
(jrande do Sol, consignada Vicente Alves de Suu-
a Camine, manifittoo o segainla :
1-3,210 arroba de charque. 178 ditas de sebo em
rama, JO couros sarco, 0 barris Uinlus salgadas ; a
ardasa
Brigoe nacional U'aciesi, vindo do Maranbo,
consignado a Antonio de Almsida Gomes, mainles-
lou o seguinta :
1 cana leseada! ; a Timm Monsen A; Vinassa.
2 ditas bezerros enveruisadu ; a J. Keller A; C.
22 dilas, 1 barrica a 2 encapados objeclos difla-
rentea, 1 taboa de banca ; a Tltnmaz de Fana.
1 encapadi rede ; a liuimaratl & Vlente.
1 sacco arroz, 1 fracqueira doce a 1 alqueira de
farinha d'agoa ; a S. O. L. Pinho.
t eaisote rede de fie de algodA; a B. C. do Reg
Menezes.
132 saceos arroz, 500 resma papal de embrolho,
1 caiiinha livros a candes de collrles, 3 lata fari-
nha d'agua, 3 pec,as de engenho quebradas ; a or-
dein.
200 sacco arroz ; ao consignatario.
Bngue nacinal Mara Luizan, vindo do Rio de
Janeiro, consignado a Antonio de Aliueida Gomes,
manifestou o segointa :
I caixole mercadoriaa: a S. Perejra.
lbarricas cerveja, 32 voluntes mercadorias, I
cama de ferro e 5" voluines barucas abatidas, 700
caitas sabao, 5 rotias barricas farinha de mandio-
ca, I barril touciubo, 80 jacazes batatas, 9 candes
chapos, 204 rolos a 70 talan fumo, 31 sacros caf ;
a ordem.
1 caitao chapeos ; a J. P. Fernandes Joniur.
3 ditos cha'; a M. J.Seve& Filhos.
147 pipas vasias, 200 sacco caf ; a Joaquim Lo-
pes le Almeida ausente Antonio de Almeida Gome*.
100 caitas sahao, caito? chapeo de fellro, 120
sacco caf, 118 volme barricas abatidas ; a An
Ionio de Almei la Gomes.
100 saceos cafa ; a Joiio da Silva Regadas.
CONSULADO GERAL.
Rendimento do dia 1 a 16. 00:2319209
dem do dia 17....... 17:1335148
uva do Manoel Flix da Rosa
9 Herdeiros de Anna Joaquina de
Jess
11 Monsenhur Francisco Muniz Ta
vares
13 Filhos do Jos Pedro da Silva
15 dem dem
17 Anluitio Jos Gomes
19 Irinunddde do Senltor Bom Je-
ss das dores
21 Claudjna llartinlia do Sacra-
mento
23 Anna Joaquina da Santa Cruz
2 Vi uva de Mauoel (.ornes
27 Heunque Jos dos santos e ou-
tro.
31 Viuva o herdeiros de Jos de O-
liveira
33 Filhos de Jos Maria de Jcsu
Muniz
14,400 aapracaa arranchadas do mesmo batalhao,
18,000 durante o irimesire a decoirer do I." de ju-
60,ooo loo ao ultima de setembro viudouro, os ge-
i eros alimenticio* seguintes;
61,200; Caf em caroco, assucar, manleiga fran-
ceza, carne verde, carne secca. bacalhao,
21,000 loucioho, farinha,feiiHo preto ou mulatinho,
21,600 (arroz pilado, azeite doce, vinagre, sal, lenln,
lem achas, vinho, pSea do 6|o.
30,000' QueaerSo da boa qaaliiade; convida a
quetn se quiier propor ao mencionado lor-
44,000 "eciment a comparecer na secretaria do
21,600'wido batalhao, no qmrtel da Solcdade,
21,0011 no dia 25 du corrente, as 10 horas da ina-
31.600 "'la.
Recite en Pernambuco 17 de junlio de
18,000 1857.O lenenle-scetario, Jos Francisco
.de Morees o Vasooncellos.
30,000 "'m- Sr. inspector da thesouraria pro-
vincal, em cumplimento da ordem do Esm
Sr. presidente da provincia, manda fazer pu-
blico, que no dia 25 do corrente, vai nova-
mente a praca para ser arrematad') a qunm
mais der o imposto de 2)900 rs sobre o ga-
llo vaceum, consumido no municipio do
Cabo setvindo do base para a arrouulagio o
cUerecimentO de Joao Evangelista da Silva
vista da autoriaacao concedida por a ie-,bado20do conenle,ea mala fecha
sourara de fazenda, em portarla >le 13 ,lu 10 hora : ueve- aehar aqu da
mez corrente, compra para o aerviC/J das r-!,c^" W "'"r
queages dos navios no ancoradouro do tnos-
queiro, um e^calcr novoe bem construido,
de 4 remos, ea nSo haver novo, convida a
quera se proponha couatrui-lo de boas ma-
deiras, rtiin solidez c perfeir;IO. (i nacional
o;i estrangniro que sa quei'a encarregar,
enmparer;!'. na mesm reparlit9o, das 9 horas
da manhaa as 3 da tarde, nos dias uleis. Me-
sa do consulado de Pernambuco 15 de junho I rente, as i'i horas u'a manliSa, fara leilSo de
do -2Sj7.t administrador, j ordetu do lllm. ^r. Itr. jutz de orphos, inte-
no crrelo,
Ha, para car-'
I, aii' o flin a,, me/.
PARAOCEAIt .'.
Ohiale novo Oltnda, mestre Custodio Jos
Vianna, pura o resto da caita, trali-se COID
os consignatarios Tasso IrmSos.
I \>
O agento liorja, quinta-feira 18 docor-
JoBoXavier Carneiroda Gunha.
Sexta-feira I! corrente mez do junho,
depois da audiencia do lllm 'r Dr juiz de
orphfios, ha do trir lugar a ultima prat;a, pa-
l ra arrematarlo das dividas activas do falle-
1 ello Manoel Fernandes Guedes, as quaes se
' .le hir.it i.i no Diario u. 131, de 9 denle mes-
ino mez, cuja pratja he na casa etn que se fa-
zem as audiencias.
Ulllm. Sr. inspector da thesouraria de
fazenda desta provincia, manda fazer publi-
co, que, perantea mesma thesouraria, e no
lugar do costume, ha de ser arrematada de
venda, a quetn mais der, urna morada de
casa terrea, sita no lugar do Monleiro, que
ruto. Joaquim Francisco Duarte. a requer-
metilo de O. Maria da OnceicSo Pendra, in-
ventarianle do casal do sen lilho o Sr. Dr.
Antonio Francisco l'ereira de Carvalho, de
una ptima estante para livros, diversas
obras de ourn, brilhanle e linissimis pero-
las, e urna porcBo de livros dedireilo, lilte-
ratura etc., cujos objeclos deixaram do en-
trar em concurrencia, no dia 10 de junho do
corrente, designado.
O agente Borja rara IcilSo em scu ar-
os ra do Collegio ti. 15,
das seis portas
I M FRENTE DO MVHAMF.mii.
Cortes de casemira cem algn mofo a
qu.itro mil rs longos de seda proprioa para
pescogu de senhoras a dez tustoes, leudos de
retro/ mal isa los de cores a dez tu>tG>*, |t,.
vas de soda pelas e de cores a cinco tustoes
o fiar, cambraia lisa a dous mil rs. a pega, <
em varas a pataca, camnalas com llores sol
las o muilo linas a duas patacas a vara, cas
sas Com lloroes para cortinados a tres mil
rs. a peca, e a sello a vara. A loja est aber-
ta das o toras ta inanliSa as 9 da noite.
Ama
Attenco!
los Pires de Carvalho i./ ieieij ^ ,
peiUvel publico, que por e,..ac de un .,.
d os m./.s i-i^iia lechado o ,. esUkesV
cimento na ra torna do nosan. u j, ,.
meiro andar, que ,c ai-ha i-m i
mosuio leroq.nten li os scus bons It
que nio o dinamia
AuititiS '!'>r.
l'rccisa-se ile um ou stmai ania-.
patacas a vara, cas-; Mue spjm |,,,s ; pa-, ,. ...; : ,. ,
d" pateo da Santa Cruz n 6.
<[f
ma/.i-m, ni ra do uoiiegio ti. 15, de div -r-
sas mobiltas de jacarau la competir, ditas, 9 anuos, para acom,>anhar um
de amarello, pianos de armario e de mesa, i ra do Pilar n. 72, segundo an lar.
una rica cama franceza do Jacaranda, dous
leUe.
Na ra da S. Cru/ na Boa-Vista, cisa n. I,
lia nina m.ilher de bom modo, que se o riere-
ce para ama de leite.
Prccisa-se alugar um moleque de 6 a
na
77,400
21,600,
64,800
44,000
30,000
35 Manoel Ferrcira Antunes Villaca 1-2)000 '"aboca, da quantia de 8:005:333 por auno.
27,000
19,800
18,000
21,600,
77:3013357
DIVERSAS PROVINCIAS.
Hon tmenlo do da 1 a IG. .
dem do dia 1/. ,
37 Victoriano Jos de Souza Tra-
fagan
39 Viuva e herdeiros de Joaquim
Josc Lo u renco da Costa
*1 Herdeiros de Jos Goncalves
Fe reir da Silva
3 Jos Fernandes Bastos
45 Jos Joaquim de Lima Jnior
*7 Manoel dos Anjos Ferreira
49 Francisca Thomazia da Concei-
Qflo Cunh
51 Joaquim Canuto de Santa Anua
53 Manoel Joaquim Itodrigues de
Souza
55 Herdeiros de Jos Maria de Je-
ss Muniz ,oi60o
o7 hraucisco Antonio de Oliveira 18,000
59 Antonio Jos Rodrigues deSouza 21,000
As pessoas que se propozerem a esta ar-
rematarlo comparegam na sala das se-s0es
da junta da fa/.en la da mesma thesouraria,
no dia cima declarado, pelo mcio dia, com-
petentemente habilitada, advertlndo que as
propostas deverao ser lanzadas no correio,
no dia da arremaUcSo, declarando, a arre-
'60o| mi,tllc;io 1ue se pretende ao preeu li'xo, que
10*800 Molforece, nao se admilindo ollera condi-
sendo penhorada pela fazenda nacional aos ptimos espelhos grandes, moldura de jaca-
lierdciros de Jos Fernandes Gama, foi adju- randa, c uniros muitos olijectos de marci-
dicada a mesma fazen la : os preter.dentes I neria, ele., vidros linos para sala, objeclos
comparecen no lugar indicado, oo dia l.'jde porcelan. e crvstal para cima de mesa,
de julho prximo luluro, as 2 horas da lar- quadros com estampas o mnilos artigos dif-
le ; o para oblerem esrlarecimnntos a esta (erentes, etc., que se acbarfio patentes no
reparlicao nos dias uleis, durante o lempo j supradilo armazem : quinta-feira, 18 do
do sen expediente. | corrente, as 10 horas da manhSa.
Secretaria da thesouraria de fazenda del
Pe nao.buco, 15 de junho de 1857. -O olli-
Aluga-sc um primeno no
dar, sendo as risa* seguales : roa da
deta de Saato Antonio, das Gran .
Aova, larga do Rasara, ateo d.. i roto
Aurora, aterro da Boa-ViaU, coa* I
iibanca, eque. u alogu. l aaVoeso
rs a iraUr na raa Fiara, I. o -.-1 a
IVivis.i-si- ilc inn iif-uiii.. p.H.i ,
xciro, iii-i-li-riii li)-sc i! .i., ,p .,
gados ile lora : na raa da l'i.u.i n. V'i.
Na na ilo Fatniudea n. !'.. I
10,8110
18,000
18,000
conal.
as habilitarles lerao lugar no dia 22 ilo
mesmo mez.
E para constar so maudou allixar o pr-
senle e publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de
PernamI.iucol7 dejunho de 1857 O secre-
tario, Antonio Ferrcira da AtiuunciacSo.
O con-ellio administrativo .lo patnmonio dos
l nrpliaos, lem de levar a "
ia Theodora da^ssumpa'o"" 'ow) 132*"
27,000
27,300
27,300
21,600
3:7988394
984/009
:78s603
DESPACHOS DE EXPOHTACAO PEI.A MESA
DO CONSULADO DES1A C1DADE NO DIA
16 DE JUNHO DE 1857.
LiverpoolBates ingleta uEunerdalen, Paldu Katli
i Ci 155 accos asocar macavado.
LiverpoolBsrca iniileza Uary WiUr.na, James
Crabtiee k t;., 1,100 saceos assacar mascavado.
Havrelirigoe francei Fernandoii. Saunders llro-
thert i C, 70J accos assucar mascavado.
AunlaBarca porlogueta Mariao, Manoel do
Nasciinenlo l'ereira, 40 pipa aguar tente.
LisboaPolaca nacionalZeloia II, Isaac, Curio
it C, 15 pipas mal.
Lisboa BriKue porluguez Tarujo III, Manncl
J'oaqaim Hamos c Silva, 1 uceas alo.lao, 75
couros snlgados.
PortoUrigae poitoguer. oTrovador, llarroca A
Castro, 15 saceos assucar liranco, 1,5*5 cooro
salgados, 108 cascos mal, 750 meios ae sola.
-Da 17.
llayreBrigue francei Fernando-, Lasserre (V
Tisset-Trers. 1,200 assucsr mascavado.
GenovaPolaca sarda Maria, Basto & Lemos,
1,442 saceos assucar branco e mascavado.
Gibrallar Barca porluguea Flor de S. Simito,
Saunders Brolhers i C, 5,350 saceos assucar
braoco.
LivsrpoolBarca insleza M>mphs, C J. Aslley
s C., 2,800 saceos assuoar mascava.io.
LiverpoolBarca ingleti Bonita, Johnstoa Pater
Q C, 300 saceos assucar mascavado.
Rio da Pral Biigue inglez iiMigtionetlii', Isaac,
Curio & C 200 barricas aesucar branco.
LisboaBrigoe poiluguez Pescador, Novaes &
C, 34 cascos ml.
LisboaBarca portuguesa Maria Josc, Josc Joa-
quim Pires Soaras, 28 cascos mcl.
EXPORTACAO".
Aracaly, ltate nacional Novo Anglica, de 43
tooeladas, conduzto o srgainle : .350 vulumet g-
neros eslraugeiros, 4 caixas sabao, 1 alambique de
ferro.
Ceara e Acaracu', patacho nacional >Kinolac,a"o>-,
do 134 toneladas, conjuzo o segainla : 365 Volu-
men gneros esjirangeirns a nactonaei.
RECEBEDORIA DE RENDAS INTERNAS CE-
RAES DE PERNAMBUCO.
Rendimento do dia 1 a 16. 14:956cOl
Idam do dia 17....... 8719757
63 I lem
05 Jos Gon;alves de S
67 Filhos de Manoel Ferroira Di
niz
69 Mara Tlicolora da Assumpcflo
E para constar se matidou allixar o pr-
senle e ; ublicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de
Pernambuco 9 dejunho de 1857.- O secre-
tario, Antonio Forroira da AiinueciacSo
O lllm. Sr. inspector da thesouraria
provincial, em cumprimenlo da resolucao da
junta da fazenda, manda azer publico, que
no da 25 do cerrente, se ha de arremata- a
quem por menos fizer as impressOes dos tra-
O lllm. Sr. inspector da thesouraria
provincial, em cuuiprimento da rosolucSo
aa junta da fazenda, manda fazer publico,
que no da 25 do corrento, se ha de arrema-
tar a quem por menos lizer o forneetmento
dos medicamentos e ulencllios para a enfer-
mara da casi de detencSo nesta cidade, por
lempo de um anno, a contar do 1. de julho
prximo vinlouro, a 30 dejunho de 1858.
As pessoas que se propozerem a esta arre-
matado, comparecam na sala das sessoes da
mesma junta, no da cima declarado, pelo
meio uta, competentemente habilitados, que
atit ihes serfio presentes, o formulario ecun-
dicoes da arremataco.
Epara constarse mandou allixar o presen-
te, o publicar pelo Diario.
Sscrelaria da lltesoiiraria provincial de
Pernambuco, 9 de junho de 1857. 0 secic-
lario, A. F. da AniiuuciagSo.
O lllm. Sr. inspector da thesouraria provincial
em cumpriiiienio o.i ordem do Etm. Sr. presidente
da provincia de 5 do crrante, mama fax.r publica
que uu da U de jullra prvxxoo viodouro. pranla a
junta da I ,zeuda da nirsiiia lln.vur.iiia, se i i du
arrematar a quem por menos lizer, a obra do rebai-
tamenlo da ladeira do engenho Vtlho da estrada da
\ icloria uvaliada etn 0:000?.
A anemaUcJo aei fella na forma da le provin
cial n. 3<3 de 15 de maio de 1854 e sol as clma-
la! rspecues abdino copiadas.
As pe.sia que se propozerem a esta arrimalacao
eoinp..rec,ain na sala das attafle da mesma junta no
dia cima declara o pelo meio da coinpclcuieuietile
habilitadas.
e no da 19 do correiile. as rendas das ca-
sas alieno declaradas, que Dearam por arremalar em
a pracas anteriores, cuja reuda tt.n de deconer do
I" de julho protimo foturo a 30 de juuho de 1H5S
futuro, segundo o que dipfxm os arl. 28 e l do
reguUniento em vigor, a saber :
P. O. P. Roa da Ca.leia do Reeife.
16 91 l.in andar.
, ,. "ua "a Madre de Dos.
25 18 (.ass terrea
29 10 Dita dila
IIua dos Torres.
.19 In Dous aunares
55 2 Cisa Ierren
Ra dos Burgos.
01 Casa terrea
Roa do Vigario.
11 22 Ires andares
. Ra da Guia.
Bi '' Casa terrea
Kua da Cruz.
Si 11 Dous andares
_ Fora de Portas.
I0.> Osa terrea
10:) Dila dila
93 101 D.la rota
99 100 Dila dila
too 104 Dila dila
101 102 Dila dila
102 UK) Dila dita
103 98 Dila dila
101 90 Dila (lila
105 9 Dila dita
0< licitantes lia ja lo de
fiadores
1199000
1905000
2269700
II01I0
769120
6163110
1109220
77l-0)li
91
92
UI-'.O
1419460
1419160
I4I60
1419*60
1419460
lil-iiii)
1419160
1419460
1419460
comparecer com os seus
em a salo .las ses-o-s do mesmo cousellio as
II oras da manliia do meucionado dia.
Secretaria do eonselho administrativo do patrimo-
nio dos orpbloa 17 de junho de 1857.O secretario,
Manoel Antonio Viegaa.
'Olati'
Cial-maior, Emilio Xavier Sobreira de Mello
O I lint. Sr. iDspeotor da llii-souraria provin-
cial, un mniprimeiilo da resoluc,lo da junta da fa-
zenda, manda fazer publico qoo no da 25 do cor-
rente val iioNamenle a praca para ser arreuialado
a quem mais der, o rendimento do impasto de 20
por cenlo sobre o conaumo da d'a^uardenie no mu-
nicipio de Seiinhaem, astillado rtn 3> por anuo.
E para constar se maudou allixar o presante e
publicar pelo D'.alio.
Secretaria da thesouraria provincial de Pernatn-
hoi-o, 15 de junho de 1857.O secretario, Autonio
l-cucira da Anuunciac,o.
TE Alfil)
O agente Pestana Fara'
de
tos de
iin.ii-s ii. i.. toja, 11-
~n tr. mromma arj : ozuilta-*<, oaaa
seio e |ti-<)mpliil:~i').
l'rccisa-se de 2 rapares do clie-do-
Precisa-se do um portogaez solleiro
para feitor do um engenho na comarca do
Cabo : quem a islo se quizur sugeitar, diii-
a-se a ra'la Piala n. 33. primeno an lar,
junto do boi.
Manoel l.uiz de Carvtlho, subdito por- ""imamcnlc, para caixeiros de urna luja 1.
tuguez, retirase para a Europa. Telendas fura desta praca : a IraUr na raa
Precisa-so de dous a tres contos del Cjo* etoRajeifa, laja 7.
res a premio, dindo-se de garanta um so- Saca-se qualquer quatitta a vista ou a
brado de dous andares, que renie 3009000 : Pr*zi *obre ol'o-lo. p-l 1 prximo vapor
quem quizex dar annancie ; tamhem se ven- i Melw*> 'i na ra do Trapiche n. 40, anena
lorio de Th: de Fana.
- Prociea aa trocar urna imagem de S.
Joao laplista que tenha o vulto, 1 nuco mai>
ou menos, de um palmo, qwosaia sjartaila
na loja de fazondas no Paaaeio Publirn n. 7 ,
assim eaaM enda-se sa dos aaelsiansca-
vallos d.i c^rro, de cor piel,, bastaiii.
mo manso : na mmmm ion se Ui de o mesmo sobrado.
Quem quizer comprar a nova pauta
das alfandegas do imperio do Brasil, que
dev ter o principio da sua execuefr) do I.
de julho do conenle anuo, enlenda-se com
o porleiro da alfandega desla cidade 'na
mesma alian lega), que a lem para Tender
Lilao, por con- a 10,oo0 caJa uin, por ordem do lhe_
ia ut. quem pertencer, de diversos objec- souro.
Perdeu-so no dia 10 de junho do cr-
lenlo mez, um bilhete inl-iro da pritn'-ira
BENEFICIO DA ACTRIZ
ISABEL MARA NUNES.
qnnita-eira I s dejunho de 1851
Loao que a orehealra'hoover tenoiasdo a ouver-
lura I.ii,i,i Slanislao subir a scena.
rcssanle comedia em 3 arto, do Sr.
a mullo inlc-
Abranches.
ChSi'iiEVfOEESPA
>os intervallos do primeiro ao seaondo acto a cr-
cliesua tocara .1 flauta a cavatina II Corearlo ; do Ba-
gando ao lereeiro nutra cavatina a cl.irinela Lem-
biancas ao primeiro amor ; no lint da comedia e
pela primeira ve/ nste Iheatro a Srholisckbabel
off.recida a beneficiada. E no mleivallo da come-
dia a na. sera tocada tamben pe* primeira vea
nesla Ihialro a walsa beapanhola Pepita e igual-
m .ule ntTereelda a bcncriciada pelo Sr. Francisco
l.ii'/. ilelein, sec.ue se ;p-la rncsiiu beneficiaJa a
caocanea no idioma heapanhol.
Depois do que represenlar-ae-ha, lambem pela
primeira vez o vaudeville ea um acto, e que lanos
applausos mereceu em Litba.|
O JUIZ CLESTO.
Dar lim ao eaptrlaculo o bello duelto da
PANELLA 00 FE.TIQO
Cutalo pela beneficiada e o Sr. Sania Kosa.
A beneficiada jul^-. lee com esta diveriuneiito,
''b......a bella escolha, c npera que o respeitaval
publico desla capital setnpre protector dos artillas,
a elle i'onroiiei.i, e lite prolela sua aralidao.
Os billielet a.liHin-su a dispoaffgo do pobli:o,
em casa da beneficiada, paleo oe Panizo n. i e no
da do espuctaroln no meriplorlo do tbealro.
Principala as ,S horas.
pu-
prcstJcute
15:8280)98
CONSFI-AO PROVINCIAL.
Iten lmenlo do da 1 a I".
dem do dia 17. .
4I:6IS9118
9-.1879.5W
50:805S9GG
Hli*i>imtnt9 "$o poxtp.
Navio? sabido no dia 17.
WarrenCalera americana oOcean, com a mesma
carga que (rouie. Suspcndeu do lameirAo.
*<*.*.
- O lllm. Sr. inspector da thesouraria
provincial, em cumprimenlo da le, manda
convidar aos propietarios abaixo indicados,
a eutregarem na mesma thesouraria no pra-
zo de 30 dias, a contar da primeira publica-
rlo do presente, a importancia da quanlia
com que devein entrar para o calamento
das casas da ra das Cinco Pontas, conforme
o disposto na lei provincial n. 350. Adver-
tlndo que a latid da entrega voluntaria ser
punida com o duplo das referidas q-otas,
na conformidade do artig 6 do regulamen-
to de 22 de dezembro da 185*.
N. 2 Jos Claudino I.eite
* Padre Luiz Jos de Araujo Bar-
boza.
6 Eslovo Cesar Lima
8 Herdeiros de Francisco Casado
Lima
10 Manoel Antonio (encalves
12 Jomo Chrysostomo Pacheco Soa-
res.
14 Herdeiros de Francisco Concal-
ves Kodrigues
91,800
28,800
18,000
25,200
36,000
81,000
E para constar se m.iudou alliiar o prc-eole e
blicar pelo Uiarm.
Secretaria da Uiesouraria provincial do Pernam-
buco 15 do juuho de 1857.ti secretarle,
A. F. d'ltuiuiiciaja'n.
Clausulas aspeciaes para a urremalacao.
I. Urebauiuento da ladeira do en., niiu Velho,
sei leilo de contormidade com a planta, papis e
orcamento approvado pela directora em eonselho.
e submettidos a approvaijao doEim. Sr.
da provincia na importancia de 6:600^.
2. O arrematante dar coineco as obras no pra-
io de um mea, e as concloira uo'de 8, ludo copiado
conforme o regulaiiienlo.
3." O pagamenti s-ra feilo em duas prestace-
iguae, seudo urna qoando liver feilo melado da
obra e a oulra a com luir.
-1.a Para tudo o mais que ii esliver disposta
neslas clausulas ou no oicainanlo, se seguir o qu-
delermiiia a le u. 28(i.
Conforme.O secrelario,
A. I-'. d'Anounciajo.
O Dr. Anselmo Francisco Pirelti, comineo lador d
im, erial ordem da llosa, e jui de direilo especvl
do coiiiinercio nesU cidade do Krcife. e provincia
do Pernambuco, por S. t. o imperador, que Daos
guarde etc.
I ac .iIi.t aos que a prsenle Carla de etilos vi-
rain e della noticia liverein, em como Antn o Jo.-c
Silva do Brasil me dirigi por escripia a pe rao do
Ihenr seituinte :
Dil Antonio Jos da Silva do Brasil, rommercian-
le eslabelecido nesla cidade, com armazem d" geue-
rns de esliva, qoe nn forma do arl. 133 S 3 do codi-
llo c mmercial qaer protestar contra algoos de seos
devedores por dividas de que n.1o conla nutro ltalo
en.lo conla de livio, sendo os devedor.s os-cguiules:
Manoel Jos da Cosa,oulr'ora eslabelecido com ta-
berna na ra da l.iucueta desla mesma cidade pe'a
quanlia de 2119070 rs., proven ont-J le jenero que
comprara an) sopplicaule para anrlimenlo de sua ta-
berna : Siqueira Companhla, pcls quanlia de r-.
135*300 de ama calza de ehi e um barril de maa-
leiaa que ao supphcanle comprara : Domneos de
Souia Aieve.lo Pires p,i i quanlia de 1679150 rs.
aldo de inator quautia proveoienle ile gneros que
lambem comprara ao supplicanle ; e filialmente Jo-
s dos Santos de-Oliveira, pela quanlia de 17.5JO30
rs., saldo de conlas, de gneros qae lambem compra-
ra ao supplicanle. Pelo que reqoer a V. Ese. sir-
va-se mandar paasir por termo o scu prole.lo e iu.i-
mado aos supi lirados .fien de nflo ler lug^ir a p es-
eripeflo como be da dlreila sendo por inliniirio pes-
soal a Jos dos Suitos de Oliveira e Siqoaira v C m-
panhia que aqui residern ; e a Dominaos .le Souza
Aievedo Pires, e a Manoel Jin da C
Bclerile.
Tendo-ie arrematados todos diafames
das Fregueziaa do KecUe, Santo Antonio
eSan-Jos, lera' lugar a arrematarlo dos
quatro de Boa-Vista, no dia 25 do correa-
te, pelas 9 liorag da manhSa, no escrip.
torio du companlua, ra Nova o. 7, pri-
meiro atidm-; a base para a dita airetna-
tac9o he: ponte da Boa-Vista, (chaariz
e bica 5:500$, caixa d'agua i:200, l'i-a-
;a i:009/J, Soledade O.s, tudo por um
auno e sol) as condiroes ja' expostas.
Escripfoiio da Comparliia do Beberbe,
17 de junho de 1837.O secretario, Iherme Setc.
CONSELnO ADMIIMSTHATIVO.
faHe popular
MASCARAS HMIAMASIA
NO
PALACETE DA RA DA PtUIA.
Sabbado 20 de juuho.
>'cste da llavera baile, em coitserjucncia
de nao poder haver no dia -.'3, os carlOes es-
tarao a venda no lugar do costume, o tlivcr-
liinento dev3 principiar asS horas, e termi-
nar as -2.
e mobiliu, perteocentes a nina pesaoa
(jncse reti mi para Europa,consistindo em
cadeiras, sol'a's, consolos, mesa redonda,
meta de jan tai-, urna linda commoda, um
excellente gtiarda-louca, um magnifico
oratorio, appart-lho do mesa para jantar,
dito para almocp, vidros,.candieiros. lan-
ternas de vidro, Irens de cozinha, e ott-
tros infinitos olijectos, pie seria impossi-
vel enumerar, e se acbam patentes ao
examedos compradores: quinta-feira 1S
do corrente, as 11 horas da manbaa, na
ra Velha da Boa-Vista n. 18, primeiro
andar.
Leilao do vinho tinto de
JLisbo.t, maro i (ME).
0 agente Pestaa fara' leilao, por con-
ta de quem pertencer, de 5 pipas e 2
barris de quinto,|do acreditado ebem co-
nhecido vinho linio de Lisboa, da marca
cima: sexta-leia 19 do corrente, a's 11
horas da manhSa, na porta do armazem
do Sr. Annes, defronte da alfandega.
LEILAO.
N'ovaesA C, farao leilao, jiorcuta de
quem pertencer, por despacho do lllm.
Sr. inspector da aliandega, e por tntet-
veneao do agente Pestana, de 20 caixas
com queijos llamengos, arruinedos, viu-
dos de Hamburgo, a bordo do navio
Margarit": boje, IS do corrente, peas
II horas da manbaa, no trapiche da al-
fandega.
Leilao de queijos flamengos.
O agente Pestaa tara' leilao, por conla
de quem perteuccr, de "> I caixas
queijos flamengos, os mais frescos
melhor qualjdadc que exiatem no
cado, desembarcados ltimamente:
la-feira I!) do corrente, as II horas da
manbaa, na porta do armazem do Sr.
Annes, defronte da aliando
eotn
e da
mer-
sex-
parte da primeira lotera
Mal n. tis, <; pievine-se ao Sr. theso-i'reiro
e mais eautelistas, que no p.ifjucm o referi-
ilo bilhete, no cas-jquesaia prumiadn, senao
ao abaixo assigna-J >.
Domingos Barbosa Itodrigues.
Precisa-se alugar iim pretal oa prcta
para ponen trabadlo de urna casa : na ra
.Nova n. 60.
Na rita cstreita do Rosario n. -25, pri-
meiro auila.r, vendp-se para cngentvi urna
loj se
quem vende.
Dis.i1,|i.troreu utn ci v ora bailan
_ ta grande, cor brauca com un I has a ..arel
le S. Lourenro da l:ls' tl ic l'el" ,,olnc J Ainlbi, iierleac* n
eapltio que foi Ja barca hoilanjoza i.orn.-
lina : quem o pegar levcii ao armazem da
raa J Cruz n. II, que sera rm>-ittensad
Adverle-se que em qualquer parte que f.n
encontrado, scu dono o r.clamara, e awi
isso qualquor pessoa que o comprar, lata I
o perder.
- Precisa-se de um bnin amassadnr i.
padana que fui do Cunta, ptga-sebem.
loo Alvos .le Souza vai a P, rfip.l.
I'uiisa >, ie um bom padcim .
negra moca com liabilldaacs, com urna cria ,.
de um mez, c urna uegrinha de 10 aunos, de 'al" **>iaruilio, fsa de Maternos Icol.
bonita tigura. "" "dgas^e ao Sr. Josc .la Costa f Ssmj/s.
AO BARATO. que quera din-ir.sc a ra do Anjorirn n
Na luja do-i quatro cantos da ra do Quci- J' a "l'oJ(,io que nao ignora, pois, por im
majo n. 18 A, esquina que volti para o lio- !SH s,"er e morada se faz o prcssi;
sario, venilom-se su.eriures chapeos b-an- ,vlso-
eos de castor a u-OOO. cortes de casemira Precisa-sc de urna ion que suba ni
prcta bordada a 6/, dilasdo cores Gnasa 6/, |f.oinm" boar : na ra da scnzala \.
Jilas com loque de avaria a *500, cassas de
SsPWOf
.
..
,-.
Paia Lisboa.
Pretende sabir cotu muir brevidade o
brigue portuguez "Pescador,', por ter
O eonselho administrativo tem de comprar I l,al'lc ^'} cul'2a p"ompta, para o resto e
23,600
. Antonio da Silva CusmHo Jnior Oii.GOO
7O,00
77,'.0U
18 Jos Bernardo de Sena
20 Luiz de Moraes Gomes 1-erreira
-22 Josc Esteves Moreira da Costa o
Manoel Joaquim da Paz
21 Herdeiros do Caetano de Car-
valho Itapozo
.'ti Ditos do Anna Joaquina da Con-
CCIC;30
28 Ignacio Luiz de Urilo Laborda
30 Antonio Jos liodngues da Silva "5200
32 Jos da Silva Moreira 311'o,n
31 Francisca Thoma/.ia da Concei-
cao Cunha
36 Miguel Joaquim da Costa
40 Antonio L Goncalves Ferreira
42 l.uiz Gomes Sil vai io
U lleructros de Manoel do liego
Lima
l(i Catharina de Sena das Virgens
48 Anua Lourcn^a Keal
50 Antonio Moreira Iteis
52 Ordem terceira do Carmo
54 inueiiitaJo do Saulissimo .:cra-
mento de Santo Antonio
56 l.uiz Comes Silveno
58 Mara Joaquina da CocceirJo
60 Patricio Jos da -ilva Sariva
62 Jos Joaquim Pcieira de Meu-
donea
64 Antonio Joaquim deSouzalli-
belro
o segtiintc
Para o 4." batalhao da artilharia.
I.ivros em branco, com 200 lolhas 2.
Comianhia dearlilices.
Livro.de 100 folhas 1.
8 batalhao de infantaria.
I.tvro de 150 folhas, com a denominadlo
de auxiliar ao Iivro mestre geral das pracas
electivas, riscado de. accordo com aquelle
mesmo livro, isto he, p-ra as pracas de
pret I. v
10- batalhao de infantaria.
Livros ue 100 folhas I.
Faldamento dos museos do mesmo ba-
lo llio.
Panno msela cor do caf, covados 81 ; di-
to dito azul, covados 54 ; casemira encarna-
da, covados 16 ; lita de retrs preto, varas
12 ; boles grandos convexos de metal amn-
rello, com n. 10 378 ; ditos pequeos ditos
rom o mesmo numero 1C2; hollanda para
rorro, covados 102; bonetes de panno ms-
ela, com vislas eucarnadas 27; dragonas, pa-
res 27.
Fortaleza do Brum.
Livro em branco pautado, de 150 roldas,
rara registro de olcios 1.
Servido da capella do hospital rcgimen'al.
Alvas 2; umitas 2; brandns 12 bolsas
grandes para cobrir o calis, sen lo 1 branca
e encarnada, e otttro rosa e verde 2 ; cas 1-
las com suas cs'olas e manpulos sen lo urna
branca e encamad, e oulra rosa e verla 2 ;
Oingulos 2 ; corporaes 4 ; calis de prata 1
COllier de prata 1; casticaes de madcira
passagetrot, para os quaes lem excellentea
commodos : trata-Se com os consignata-
rios Novaes C, ra do Trapiche n. 5i.
iical eompautiia de
a
que tes inglezes
pa-
va por.
-
No dia 21 dcsta raz epera-se do sttl o vapor
MbUWAY, i-oiamanJante Parker, o qual, depois
da demora do coslumr, tegolrt para Soolliamplon,
locando nos pircos de San-Vicdnlo, TeoerifT, Ma-
diira e Li-I.oa : para passaueiro, etc., trala-se com
os agutes AdaiusoD llov>ie & C, ra do Trapicha
Novo 11. 12.
Lisboa.
Pretende sabir com brevidade, a bar-
ca poitugue/a Paquete Saudade-, por
ter paileda carga prompto : para o res-
to que llie falla e pastageiros, para os
quaes tem e\cellenles commodos, trata-
se com os consignatarios Novaes i\ C, ra
do Trapiche i< 54-, ou com o capito, na
praca.
Para o Porlo a barca portugueza N. S.
da ISoa-Viagetn, pretende seguir com a pos-
zer
m
18,000
41,000
45,000
18.0H0
30,000
70,350
45,000
46.800
50,400
16,200
16,-Jilo
2(60'J
21,601)
21,600
18,000
18 000
21,600
60,000
18,000
Pernambuco *m meu escritorio veio o supplicanl.
Antonio Jote Silva do Brasil, peranl a le.leinu-
nhtl iofra aaalgnadas, diwa que prvleslava |ii-lo con
leudo na sua pclic.lo retro qu fica senlo parle du
prsenle ; e de como assim o ili-se c proteslou lavrej
ella termo 00 qual se lirmou, com as medulas leste-
mnnha*.
Ku Francisco Ignacio de Torrea llsnd'iro aterivao
oescrevi.Anl.-oio Jos Sil >a do Brasil.Joaqolni
Jusu .la Rosa,Uanool Ignacio de Torres Baodeira.
Nada mais ss conluilia no tenno de protesto aqu
transcripto, depois do que proilu/.io o sapplieanla
suas (e'finiiiiltasque |Uslilicar.nn a ausencia dol iap-
plieaSM DominRoi de Soasa Azevado Pues, e Ma-
noel Jos Ji Cosa em losaras nSo sabidos ; e sobiu-
1I0 os aoloa a mutila c-ncluso, profeii miaba sen-
Utocs lo Iheor lefEoiiilo :
A iis da inqoriejlo de folha 13 a folhas 1 i, Itei
por prevadla a aoaencia diw juslificailos Domingo ac
Souza Azevnlo Pires, e M......el Jos 1! 1 Coila em la-
sares lulo labtriol; polo 'jue |>.ra o lim de que Irata a
pelicSo da lis 2sejam ciladoa oa ditos jvslificadoi por
eiilus, pasaando-ta a respectiva caris com o praxo de
um uic* : pagas |el-i ju-ltlicanle as custas. Iterife
Mije maio de l.wT.Anselmo francisco Pirelli.
>ada mal se roulinfia n.i minlia setitenra h<]\i
transcripta, em virlule da quito relen.lo *cri\.:t
fp/ paisar a prsenle carta de edilos com o pral
um me/, pelo Iheor da qual intimo e liti por intima-
do o proiestii cima iran ripio a>ijuslificadoi Uomtn-
S"S de Soasa Asevedo Pire-, e aJanoel Joi da Coa-
t por lo lo n conten lo na referida pelicSo ; pelo que
l"'la e qu.lquer pesaoa, prenles, amiso, ou eonlia-
cnlos dos relendos ioallfleadoa os puderAo faier scien-
tes do que cima lira etposlo.
para que diegue a uuiicia de lodos maudei pas-
illo encunado 1 ; Hito ros 1 ; dito verd..
1 ; velas de libra 12 ; sacras do aliar 3 ; lin-
ternas 2; umbella I.
Capella da fortaleza do Brum.
Caisinba para Santos loos t; caldeiri-
nha de metal para agua beula 1 ; campa de
metal 1 ; lavatorio de (Ollia de lian Ires pin-
lado, com tornaba 1 ; umbella 1 ; tbronelo
para o Saulis-imo Sacramento 1 ; panno do
lustrim loso, cota 14 p Irnos de comprimen-
t, e It ditos do largura I ; relogio de p -
rel com campa 1 ; turibulo c naveta com
colner de metal 1 ; toninas com .1 palmos de
cumprimenlo, para as banquetas i.
Concert, pintura em 12 casticaes, < 12
ramalbetes da mesma capella.
Concert, pintura, c envidracamento as
3 sacras do alt r.
Dourar o c lix o a patena.
Botica do hos,,tal regimenlal.
Seringas de metal decapacidade de ton-1
cas para injecrfies 6.
Quem quizer vender taes objeclos, apre-
sente as suas propostas em carta fechada, na
le secretaria do eonselho as 10 horas do dia 22
do corrente mez.
-.ala das sessoes do consrlho administra-
livo para fornecimentu uo arsenal de guerra
15 dejunho de 1857. Manuel Ignacio Unci,
presidente interino. Bernardo l'ereira do
Carmo Jnior, vogal 8 secretario.
A mesa do consulado desta cidade,
tic paquete
, 1
v por
el
Nova collecca'o de divertidas sortea
para as noites de Santo Antonio,
S. Joao, S. Pedro c Santa Anna.
Acaba de sabir a' luz esta rica c llee.
<;ao, contendo 180 quadras para todas as
pessoas de ambos os sexos, qualquer que
teja sen estado oti proGssao. Jamis lia
sido publicado um livro com sortes tao
appropriadas e verdadeiras. Alera das
sortes, contein elle mais urna bella collec-
C&o de poesas anlogas a' noite de San-
Joao, escripias por diversas |toela* brati-
leiros e portuguezes. Vende-se unica-
mente na praca da Independencia, livra-
ria ns. 6 e 8, a U res cada ejemplar.
BOTEIMO DO THELSGAPH
Na livrana ns. 6e 8 da praca ta Indepen-
dencia ba para vender o roleiro do thelegra-
pbo, novamentc reformado, com o nomo dos
vapores e nutras embarcares iiue deman-
dant este porlo, a 210 rs. cada um.
Papis de sortes para senhora e homem a
80 rs.. livros de soites a 500 rs.: na livraria
ns. 6 c 8 da praca da Independencia.
Cnmiiifao do co
ou meditari's sobre as mximas eternas e
s-grados mysterios de It. S. Jess Christo a
1/000 : na livraria ns. o S da praca da in-
dependencia.
O Srs. que assignaram o relatorio do
l-.xm. presidente conselhciro Sergio Teixeira
d' Macedo, queiram mandar receberosex-
cmpluresdesuaassiguatura na livraria ns.
6 e 8 da praca da Independencia, sendo um
exemplar i?00, e mais deum a 1200.
--lurtaratn na ra da Cruz n. 40,segundo
anddr.utn allinelede peito.comes signaes se-
guint-.'s : una pedra preta cravada em ouro,
com um retrato de homem da photographia,
e porque osle aluete lem um grande valor
para seu dono, por causa do retrato : roga-
se a quem delle souber, baja do participar
na ra da Cruz 11. II, armazem, quo se re-
coinpensara generosamente.
Vende-se um sitio no logar da Torre,
minio porto desta cidade, com duas casas de
pedra c cal, c um alicerce grande para urna
otilra boa casa, bastantes arvoredos novos
de i'ructo, e muilo excellente baixadeca-
pim que sustenta seUcavallos todo o auno,
e lica a margein do rio : quem o quizer com-
prar, entenda-se cem Miguel Jos de Almei-
da Pernambuco, 110 sobrado da rui do Santa
fliereza.
cor a 160 e 203 rs. o covado, cortes de colle-
tes de ftislao i 50u rs., tiscado fentcez a 2uO
rs., um completo sortimento do pililos do
alpaca preta k de cor a toOUO.
t>Sr. John ayliss e sua senhora reli-
ram-se para Kuiopa.
--- Fugio 110 dia sexla-f.-ir-i, 12 do corren-
te, o preto por nome Josc, ida la de 28 an-
uos, pouco mais ou menos, de estatura bat-
xa, cor fula, e lem os 0II1OS cu- de Ij.mia ;
levou calca de riscado c esla rota, e camisa
de algodao azul : quem o pegar, leve-0 em
casa do senbor coronel La menta, que gra-
tificara.
Precisa-se de um caixeiro que tenha
bastante pralica do taberna : no pateo do
Terreo n. 21.
AFt:nic\o'.
Faz-se sciente a quem convier, que o lor-
mo marcado para ns revisOes, termina no
ultimo du corrento mez: os senhores que
naoestao com seus estabelecimentos revis-
tos, qi.eii-am dlrigir-se a osa da aforifo,
no paleo do Tereo n. 16.
^1.
Precisa-sede unta ama pan urna caa
de duas pessoas: no pal 1 do P.raizo.
segundo an lar que faz. frente para o mesm 1
patea, e oitao para o Iseccn Jo Ouviior.
Premia m alugar n 1 en>aluiente 1111
cscravo : no caes do llamos, armazem dr 1-
rinha de trigo.
'. secretario da socio la.le das arles uu
canicas e liberase des: cid.ide, de ajetaaa
do Sr. direct-r. convida a te I tas su
para se reunirem doming, SI du rattv
as IO huras da mnitiaa, i-{) .. .le -,- arate 1. 1
a eleico da nova a imiins raajjaa).
0 THESOREIHO Di IRAN
DaDEDDVIHUSSP-
ilTO SAlTO
erecta >io convento .!e S. I i-aiicisro aats 1
lade. j'lU'a na li dev.-r, .....luli-' 1
ma pessoa sejulgarc esiora, >
conti no prazo d i di.is ara s>-'
do pelo iiicsain thesoiireirn abnx.i n-ig mi
do, 11.1 na estrellado Cosario, Iravaaaa pa: 1
o -jucima io, 1 )ja. s ieJeeai m. ic.
Joaquim l'rsitci.sco >>s latMM
O abaixn assigMelo, perUea t letU
vencer coi 29 ,1 ulho do corren: m
caas p-ir Uear} Urbano, real......:.<
Silvetra & *^..l sendo urna arc.-iia poi
l.uiz l'ereira Jnior, diiiiiautia ileWhtwi,
1 o.mira por Anlre i.uillieime Breckeni- i
e-Il I rente lili laiVrHIIICIiU>|^aquantiadeS7iaalJje, raga aasto a qum
Cassas pintadas a mela pataca o covado, ,liv,;r '"liado, o obsequio de as ulraajjajr, %
riscaios estreitos a quatro vileos, riscado*I*i" ter P'evennio m. irajiaoies c asi I
francezes escuros ameia pataca, cortas de; *"*5*',,,i0. duvnanlu dar unta graiiitca
as seis porlas
vestido de cassa com tl'ius e tres hallados a
cinco patacas, SSias brancas bordadas a dous
mil rs chales de Cassa brancos com flores a
sello, proprioa para trazer por caaa.eoutras
muil's fazeudas que ve'.de por tolo o prego
pata acabar De tudo se da amostra, levan-
do penhiu- que valha o que se quer ver.
.No sierro da lija-Vista n. 20, faz-se
comor para fra, sen lo no almogo cha, cafe
esolido, noianlarC palos, doce efructa.
a noite cha e caf, para urna pessoa por 30f
rs. mensaes, e se faz com muita limpeza e
presteza, mandan Jo-se levar a diu comida
a tempo ea horas, iiecla-a-se que a casa he
na loja do mesmo nuinero, e a entra Is pela
parle da detraz ; o na mesma engomma-se
com presteza.
Fogo da ChinMa
Vndese logo da Cliin, ou traquea
(vulgarmente chamado): na ma da Cruz
do Heciie n. 51, taberna de Fortnalo
Carduzo de (souveia, ena (tavessa da Ma-
dre de Dos 11. 13, armazem de Jos
Marcellino da Kosa.
O lllm. Sr. Joaquim liorgos Carnei-
ro tem urna carta para lite ser entregue
em ni,"io propria : no largo da Assetn-
blean. 12, primeiro andar.
Xo larga 1!.) Trro, segundo andar n.
I, da'-se dinlieiro a premio sobre peulio-
res de ouro ou prata.
_ Ausenlou-sa rio eiutenh i Pla. frenu'ia da
Varxaa, o_prelu escravo de ame.Mauoel. rom os >iu-
nae setjuinles : estalara regalar, curpo refircal-'. d*
22 a 2 annos.de iilaile, poueo maisou menos, lem
falla de alsuns denles na frenle, com cicalrize de
tallios na barita, falla grosca, e quando quer lina,
lento lambem na costas diversas cicatriirs : quem o
pear l?ve-o ao engenho cima dito, oo rita do
Sil un armi/.tn de madeirai do Sr. Mano'l Joa-
quim Soares, que sera generosamente racomuaa-
do
.:-'. :!;.si;;.lia
\

Ni 'li-i 2 ile-l" W7 apr-e aa Antuerpia c
S uiliaiiipion, o vapor ingle HYIIASI'ES, primeiro
desla IimIm, o i|ual. .Icppi> da demura do c.sluuie.
egulr para ll-lna o Rio de Jauairo : [ara pasiagei-
ros, ele. trata-aa no eenplorio dos agrilles lien
y Fonteri '-., ra do Trapiche o. .-s.
U vapor a blico CELT, lahlra para bahia sab"
fa
O Sr. tliesoureiro das loteras manda
azi-i- publico, que se aeliam a venda, 110
pavimento terreo da casa da ra da Au-
rora n. ^i, das 0 boras da manbaa a's S
da noite,bilheles, meios equartos, da pri-
meira parle da primeira lotera de S.
Loureiii;o da Mala, cujas'rodas andam no
Jlanool l-rinicisco da Silva Frazao, faz i, .1.,', *
publico que por havoroutro de igun nome, *., acJun"o
passa a assiguar-se d'ora cm diaule por Ma- Ibesourai-iadaslotcrias I5de junho de
noel Frailesco da Silva Torres. 1857.Josc Januario Alves i
Precisa-se de unta ama forra ou cap- escrivao,
liva, para o servido de una casa de familia
composta de duas pessoas: quem quizer e
estiver ue^i.is circumslancias, dirija-sea pra
?a da Boa-Vista, obiadd n. i'>.
laia,
ttccife 12 de junho de M7.
liento Fernn les do Pa
Joao Vacelo do Amar*I vai a I it i
com sua soahora liatar de jhi.i san le, laksa
do entregue do seu cstabelecimenl 1 1
sogro Jase da lanilla.
Os aliaixo assignados, rom autoriza 3o
bastante da directora da companlua l'rrv
dcncia de seguros cotil.-a a mortali la te Jo.
escravos, paa tratar da bquilacao los
gocioa da mesma companlua nesla pra^a,
participam a qu-m convier, que para qual
quer negocio Ion 1 mi c a me.-mi liqui lc-i.
ae di lija cu e>crt|.lorio, na ra da i.tu/ m.
a.---Isaac, Carie o. c.
Precisa-se deum dtsIribuiJor para rs
le Diario : ua li la lepen Icncia.
O Se. Manoel BifcailU de Fanas ho-
ja de declarar a sua inorada, para a-. Ii
entregar nina em ominen la viuda le Era
da provincia.
Antonio Josc Uodrigucs de Son/ se-
gu pata oltiode Janr-u-o, e dci\ asaaaaj
scus procuradores, os Srs. Antonio sa
Santos Vieira e Anlouio Joaipiun los Audi-ade.
Compia-se ou aluga-sc um pi
moco para servico de esas, .andj-n- .11 -
ierencia a un bom cu/utlieiro : ihi Cor-
|>0 Santo n. 13.
Precisase de urna ama : na na to
Queimad n. -2S, s gundr. andar.
Est justa e contratada a casa terrea,
sil.1 na raa do Mondeg 11 TU, pertenrenl-
aos herdeiros de l-rancisco Bajaras ord- ira,
seh-miver parto a-a rsatraiio fara i-uhin .
por --ste Diario ncsles res lias.
Ama de leite.
Quem precisar de utna kat ruta c-crava,
oca, si lu c qued-.-oa luz ha Kdus. sari
ja-se ao largo do irtu.i, sobrado de tra al.
uar ao volUr para a Cainboa.
orvetes.
Todos es das que o lempo o permillu,
continuara a t-rsorvetes no aterro ia K -
Vista.
Da-se tOO-000 a juros de um e meio pi.t
canto ao a ez, pelo 1 sapo de c mez.-.. .
pe..llores de ouro : quem quirer e*lr aaj ,
ci, appar. 1.1 na ra Imprnai n. -Mi.
--- Francisco aogosto .!e Araujo, al
den lo di spedir-se de lo ia> as peisois de sata
amizade, pela taiu la partida do vapot 1,:.
1.0I icn-llcece, app ovcila a iasa* -i
por este co, pedir dcsculpa a ta | aj
seus amigos por essa falla involi-nl-ii-.. .-i
ferecen lo-lhes sen diatinota ere tu.
dade de Lisboa, son le le ra
por algum lesafo 1 ara tratai ia saaaV.
I'rancisro Nicolao .-rt.oiro di R04I1.1,
natural da iialu.i, 1 mando-i a asaala '> paas
da nacional, 1 1: ; 1 a cataaira
qualqaercasa de ici ., n la 1
turai;.li), loja le faz Issou robi 1
Cidade da \ ictoria.
Na noite de 13 do correle, invadiram a
casa do abaixo assignado, por meio de um
buraco, que uofunlo da mesma casa lic-
ram, levando coinsigo ns Ues larapios a
quautia do. ^Oj e retiranlo-se pela frent-
por urna paria qoeabriram: rogi-se pr-
tanto a esses senhvres, ttajim de restituir-
Ibes os saquinhos, para ir guardando nos
mesinos sl^fim ilinlieiio que Inr alqui-
rindo ; e por esta surte estejam a tnio
quando de oulra ez por la loroarem. A mes-
ma quanlia se nll'eie.-.< i quem cm patlicu-
lar descubrir, quem fez ISo boa obra! Sr.
delegado llavera dous mezes que roubaram
urna meu vizinho logista, de no ne JoSo Jos
l-erretra : agora me roubam lambem ; e bre-
ve irflo a casa da S. S. Cut la lo cun ellos.
Manoel Antonio Goncalves Lima.
1 ;, -. .-- -. iiiirt;.'-!', toj.. n: taz
i> ;,:'.-'.,':; "'" ''' V-f ''"|i-1 ,||? s c-.n.iu a : qii 1
- '..' '>' Kibeiro, on .1. I). I>\ I lie -.,.- auiiun-ii para ser procurada
; ; Harvard Untvci-l\ at Cambridge, @ --Oescri
Q
O
lie
Mass. I
medical
ivluim
i'CSld : 111
Cruz n. I.",
cali IVom 1'ii-
an I Englesh
bis services
attcntion s
seasc.
S. Mouiber ol" Ibrmgn
>- lililes ; etc., iipni- I11S
rom Kiniji contines 1 o
Sam house, r ia da
\\ liere he sobciti a
American, lierman,
comraunity, slioubl
li desii ed. Special
jiven i-i ebronic d-
l'rencli Spokeu.
. .nj ... ... .--.
-.. 1
... ,. -. ,-
... .. ,. ... .
Aluga-se o armazem d- casada nuda
Guia n. til : trala-se na mesma no segundo
andar, ou na ra da Cruz 11. 33, primeiro
andar.
.-. r.t sos leve lore da asesan
."-. cim 1 itii rilo .1 1 despau :. 1
;;. le abril de I8S3, elle a.1 1
." qualida le algu a 1 .. m 1 Hel adej
i 1 mi sai.i i,i.- n la.
5 Nicolao Vieira da Silva, ol da la-
tonda nacional, li nde no t'iatio I
;'I buco de lio um ..tinjueio do Br. lo
en,, lor li-.-.-ij cu q e pt e> 1 i ao*
. re, Ja fazenda, que ni 1 f *- as eita^es
?*' aos oflieiaes, sob no. .te iSosc alien II di
. a a declaraban deja leresa stde ages, a 1
' .' !! i'o.iile aiiiianei 1 Censo vin duvt I-
;,;" guia i .,ie--i 1 loagraiavcl no atasaa :.
W publico, apressa-^e a declarar acta pre
le, c .e elle nao ueu causa a tal pros n-"* .,
Vi.-l.i cotiio nao coslum tee SO par..-.
mais do quepa* le lite co.ajie.e. lie I li
du JUUho do INjT .
ILEGIVEL





DIARIO DE l'EKNAMBl'O QUINTA FEIRA is DEJUNIIO DE 1857.
C0KSULT0R10
A*
1% Ttt
feSMC
Onde seacham sempre os raais acreditados medicamculos, tanto era tinturas como
eni glbulos. preparados cora o maior escrpulo e por procos bastante commodos :
F1TECOS F1XOS.
Botica do tubos grandes. 10/000
Dita de 2* v b ... 159000
Dita de 36 ... 205000
Dita de 48 ... 259000
Dita de 60 >. a ... 309000
Tubos avulsos a....... 19000
Frascos de tinturrademeia onca. 29000
Manual de medicina homeopatbica de Dr. Jahr com o dic-
cionario dos termos de medicina
Medicina domestica do Dr. llenry
Tratamciito do cholera roorbus .
Repertorio do D;. Mello Moraes
20000
100C0
2/000
6*000
.-< ?>:
PEORAS PRECIOSAS-
Aderaos de brilliantes,
: diamante* C i'.T.'l -. pul- >
J -,'ir.i-, allineles, brincos *
.:, e rzala, boles < aunen
de diflerenlis goslos e de
"' diversas pedras de vulur.
moreilu *
LWA 01 9URIVB
Ra do Cabnga' n. 7.
OURO E PBATA.
8
>
Compram, venden) ou $
Iroeam prala, ooro, bii- 9
llianles.iliainaiilese pero- $
la, c outras qoaesqoer .-'.-.
jniasde valor, a diuheiro S
ou por obras.
lecebem por to-
dos os va p. resda Eu-
ropa asohnisdoinais
moderno gosto, tau-
hmmsmsmsesessm^ to de Franca como
de Lisboa, as quaes vendem por
pre$o commodo como eostumam.
S Adereros completos da
ouro, meioa dilos, pulsei-
" raa, llineles brinco, e
I rozelas, cordes, (raocel-
m lins, medalhas, correntes
J e enfeiles para relogio, e
8J omroa mudos objectoa de
m ouro.
i Aparelbos completoi de J
i> prala para chii, bandejas,
salvas, caaticaes, colheres E
5 de sopa e de cha, e mu- '4?
I los oulroi objeclos de j*
< prala. 2
6 -< *: ?:<: $36 $$.< $% $&
GUARDA NACIONAL.
Continua a estar a venda o manual da
guarda nacional, ou collcrao ilo todas as
Icis, regiilamoiitos, ordens e aviso* concer-
neiitcs a mesma guarda, relativos, D3o SO ao
processo ilo qualilicaco, recurso de revista
ele. etc. etc., senao a economa dos Corpus,
organisa<3o por municipios, batalbOes, com-
panhias com mappas, modelos etc. etc.: na
ra de s. Francisco, deposito n. 6, onde en-
contrar ja encadeniados.
Vende-sc urna oarroga propria para
cavado: quema pretender, pode dirigir-se
a ra dos l'iros na lioa-Visla, armazem do
Sr. Manuel Carneiro Leal.
0mpt&,
O&sos.
DEHTSTi FRIHCEZ.
(.-$
?'f Paulo Gaignoui dentista, ra Nova n. 41
V na mesma casa lem agua e pos denlrilice. .v
J011N GAT1S,
corretor geral
E AGENTE DE LEII.O'ES CO.MMERG1AES,
n. 20, ra do Torres,
PKIME1RO ANDAR,
. prai;a do Gorpo Santo
ECHE.
SEGURO COINTKA FORO.
Companhia Alliance.
EUtabelecida cm Londres, em margo de 1824.
Capital cinco milhoes de libras esterlinas.
Saunders Brothers & C., lera a konra de in-
foriaar aos Srs. negociantes, proprietarios de casas,
a quem mais convier que eslao plenamante au-
lorisados pela dita companhia para effecluar segu-
ros sobre edificios de lijlo e padra, cobertos de
le ha e igualmente sobre os objeclos que comvarera
os mesaos edificios quer consista em mobilia ou
(amidas de qualquer qualidade.
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AO FIBLICO.
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| No armazera de fazendasa baratas, ra
':- Collogio n." 2,
4 vende-se um completo sortimento de fa-
M zondas linas a grossas, por mais barato
** presos do que em outra qualquer parte,
H tanto em porjoes como a retalho, aflian-
g {ando-se aos compradores um s prego
jjjg para lodos: este estabelecimento abrio-sa *
w de combinaco com a maior parle das ca-
li tas commerciaes inglezas, franeezas, alie- S
|^ maos e suissas, para vender fazendas mais M
Jg em conla do que se tem vendido, e por isto %&
ollerecem elle maiores vanlagens do que $f
M oulro qualquer; o proprietario deste im- -^
g portante estabelecimento convida todos
g os seus patricios, e ao publico em geral,
2 para que venham (a bem dos seus inie-
B resses)-comprar fazendas baratas: no ar-
ijjs mazem da rua do Collegio n. 2, deAn-
tonio Luiz dos Santos & Rolia.
Na rua da Sensala Velha n. 116, comprara-
se ossos do boi.
- Gompram-so travs de 25 a 35 palmos
de compriincnto, c palmo de grossura na
1 ivraiia da praca da Independencia u-6e8
Compra-s eSolivamente na rua das
Flores D. 37, priiuciro andar, apolices da di-
vida publica e provincial, aeces das compa-
nhias, e da-se dinheiro a juros, em grandes
e pequeas quantias, sobre penhores.
Compram-se borra de vinho que no
tenba mi.-lura d'agua : na rua da Senzala
Velha n. 110, deposito de bebidas espiri-
uosas.
Compra-se urna duzia de colheres de
prata, propria para sopa, e outra para alia :
quem precisar vende-las, dirija-so a rua do
Queimado, loja de fazendas n. 20.
- Compram-se dous escravos proprios
para o servico de sitio, e que sejam sadios e
fortes: para tratar em S Amaro das Sali-
nas, casa de sobrado junto a igreja do mes-
mo, ou na rua da Unio, casa onde esteve a
typographia.
-r&itt& &*
i cas franjas para
nado?.
O: M-
Vendem-se ricas franjas de algoJ'1, bran-
cas c de cores, lisas e com bolotas, para cor-
tinados, e por preco muilo commodo : na
rua do Queimado, na bem conbecida loja de
miudtuas da boa fama n, 33.
,V:int.
IgH
,<;f-
&
a;
s
S '- e
O
O
Dafronle da matriz da lioa-\ isla n. 80, ,V,
amola-se loda a qualidade de obra de cur- .''
, assim como llmpam-se fprrns da citar- j
g\ de Inda a qualidade e bolam-f ouvidos \-
em epinpardas : na mesma vendem-se e xv
alusam-ie bichas, aim como mandam-se ^S
? applicara qualquer hora. ';
O Dr. Ignacio Firmo Xavier faz publi-
co, que mudou sua residencia para o seu si-
tio na Passagem da Magdaleua, que lica ao
norto da estrada entre a ponte grande e a do
Ghora-me'c no, e hi tem preparado urna
casa de saude com lodos os commodos para
o tratamcnto de escravos, cojos senhores
residam lora da praca, ou "que n3o os pos-
sam curar em suas proprias casas : quem
para isto quizer-se utilisar de seus servicos
mdicos, que ser5o desempenhados com o
maior zelo, dirija-se ao pateo do Carmo n.
9, Drimeiro andar, ou no referido sitio da
Magdalena. Prego2/000 diariosexceptu-
ando conferencias, sanguesugas e opera-
res.
iRio-Formoso.g
7* O Dr. Joao Honorio Bezerra de Menc- *$
SS Mi, medico pela Faculdade da Bahia, lem @
fj& filado sua residencia na cidade du Rio-For- fti
S iiioso, e de novo ellerece seus servifos a lo- Jg
':& Jas as pessoas que o honrarein com sua con- Tg}
Precisa-se de urna ama para o servico
interno de urna casa de pouca familia : na
praca do Gorpo Santo n. 17.
Attenco
I!. C. Yates & Companhia: estabelocidos
no Rio de Janeiro, na rua ilo los icio n. 40,
mm&mitimtmm mmmmMmm
Grande sorti-
mento.
Aterro da Boa- isa n 8,
dc'ronte da boneca
Jos Joaquim Goncalves da Silva faz ver
aos seus freguezes quo recebcu boje tres
facturas grandes, sendo urna ingle/a, urna
franceza c urna portugueza, conlendo um
grande sorliincnto de gneros de molbados,
os quaes vende muilo barato, bocetas com
doce e pera proprias para presr.nles, marme-
lada cm latinnas do todos os lamanhos,
quarlos de marnu-llo, masaa de toxates em
latinlias de 1 e 2 libras, toucinhode Lisboa
muito novo a 2f a arroba, chouricas a 15-
a arroba, presuntos para o cozido ou assado
de Lamego ls a 60o rs. a libra,presuntos para
Hambre inglez, queijos londrinos do 5 114
libras muilo frescaes, conservas inglezas,
ial refinado lino, latas de bolacbinlia de so-
da, ditas doces de todas as qtialidades, tanto
cm percho como a retalho, concervas ali-
menticias de Lisboa, latas, meias, e quartus
de sardinbas, linguados, salmoneto em latas
grandes e pequeas, cvala, peixe espada,
vinho engarrafado de todas as qualidades,
o mais superior quo ha no mercado, vinho
afamado champagne, cha pcrola, uxim e
hysson, ameixas franeezas em latinhas de 5
e 10 libras, arroz carolino, dito inglez, dito
do Maranho, tanto cm saceos como a reta-
lho a 39 a arroba, manleiga fina de lodas as
qualidades, e muilos outros gneros finos,
que a vista faz f, e u3o se engeila diuheiro
ANCO UN.A'O-CO.MMEKCIAL.
lima das listas de subscriptores esta' ex-
posta na salla da Associacao Commercial,
at o dia 20 deste mez : os pretenden tes
( pois nao podem ser procurados todos)
queiram dirigir-se a mesan sola, das 9
horas da manliaaat as o da tarde.
AVISO.
sjjooo
69500
:10o
850
750
5^500
3>000
4500
1/280
200
400
6/400
yOOO
Aluga-se um molecote crioulo, que faz
todo o servico, tanto de casa como de
rua, menos carregar agua e fazer os des-
pejos: na rua Nova casa n.. 18, segundo
andar, das 9 horas do dia, at as 5 da
tarde.
Precisa-se alugar urna parda ou preta,
preferindo-so escrava, que sama tratar de
mancas-, e dos seus arranjos : a pessoa que
a tiver, ou queira disso se encarregar, diri-
ja-se a rua des. Francisco, como quem vai
para a rua Bella, sobrado n. 8, para tratar de
seu ajuste, que ser bem pago avista de suas
qualidades.
Precisa-se de um caixeiro que tenha
pralica de taberna : a tratar na rua do Vi-
gario n. 33.
Retinara de
:ego& Brrelo, no Mo-
teiro.
No deposito desta refinaria, na rua da Ca-
vondoum annuncio publicado cm"ma'dasil,eia tl" iiec'te n. 30, ba sempre assucar re-
Vende-se urna mesa de ineio de sala,
um par de consolse um sopha : tildo de
Jacaranda': na rua de Dorias n. G2, casa
terrea com a frente pintada de azul e as
portadas dehranco.
Vende-se urna armacao nova para fa-
brica do charutos ou para oulro qualquer
cs'.sbelecimcnlo, na rua da Lingocla n. 3 :
quem pretender dirija-so a mesma fabrica.
Vende-se um pal .iiquim em bo:n uso,
por preco coiumodo : na rua Direita n. 3.
Por b ti ato prcc>) vende
se grande sortimento de fazendas, na rua do
Queimado n. 41, loja da esquiaa do becco da
Gongregacau :
Chitas franeezas linas, ricas corcj,
covado 210
Chales de merino bordado a velludo 14^500
Cortes de cambraia de seda nio Jemos 5;5U0
Chales de merino bordado a rctroz
Kicos cortes de velludo para colletes
Fil de linho liso muito lino, vara
Chally de quadros do seda, covado
Dito liso, ricas cores
Pegas decainbraia transparente de
6 J|2 varas
Cortes de casemira, ricos padroes
Chales de merino preto linos
Lencos de seda, rica eslampa c linos
Ditos de cassi para mio
Ditos de cambraia de liuho finos
Cortes de casemira bordados para
cohetes
Ditos de grogacm bordados, lino
Chales de merino liso, franja de retroz
Dar-se-hao as amostras, deixando penhor.
AO BARATO.
Na rua do Queimado n. 6.
Vendem-se mitas 00 cores malisadas o li-
sas a 160 o covado, ditas franeezas de muilo
boniios padroes a 260 o covado, cassas fran-
eezas de cures a 100 rs. a vara, di las de co-
res malisadas a 5UU rs. a vara, ditas muito
linas miu'linlias aCOa vara, lencos de cam-
braia de linho, linos, proprios paia algibei-
ra a 37400 a duzia, laa para vestidos de bo-
nitos padroes a 64o o covado, cortes de brira
pardo de linho a 1^600, ditos de mcia caso-
mira de cores a 3j o corte, casemira prela
muito lina de iluas larguras a "# o corte, e
muilas oulras fazendas que se vendem por
menos de seu vaior.
. Vende-se um cavallo para cabriolet, o
qoal he muilo manco, o Iram trotador ; na
rua da Aurora 11. 36.
Vende-se urna escrava criou'a, de i Ja-
de 30 anuos, poucu mais 011 menos, sabe co-
/.inhar e euyoinmar, lava de sabio e faz lodo
servico de urna casa ; quem pretender, diri-
ja se a rua do Viga rio n. 25.
:- Vcujc-se 110 principio da Estrada No-
va, ao passar o sobrado grande, urna caa
lenca de taipa, cubera da telha, com gara-
peira, conlendo 2 salas, 3 quarlos, cacimba
de lijlo, e quintal plantado: dirijam-se a
mesma casa, a fallar com o dono : cuja casa
he a segunda, passando o dito sobrado, e do
mesmo lado.
S'neas e garfus
Vendem-se muito boas lacas de cabo cra-
vadoa2j8O e 3;200 a duzia, ditas de cabo
oitavado a 2?80U c 39 a duzia, ditas de cabo
de viado a 45400, ditas de cabo de 1> iam;o a
6/, tai xas de lalo para taixiar calcados a
lo200e l;40o a libra, taixa de bombo para
palmear a :10o rs. o milheiro, e muilo boas
borrachas para borzeguins, pretss e de co-
res, vaquetas para cobrir carro, ludo o mais
barato uo que em outra qualquer parte : no
aterro da Boa-Vista, loja n. 78.
para
Vende-se na rua Direita n. 27, confronte
as riuas lojas de marcineiro, manteiga ingle-
sa mirto nova, rhegada pelo ultimo navio,
a 960 rs., dita a 800 rs., dita a 640. dita a
580 ; franceza a 800 rs dita a 720, queijos
llamengos, chegados pelo Ultimo vepor, a
1/800, ditos a 1^600, ditos a l?500, ditos a
l?40Oe l?300, fumo da trra a libra 19980,
muito velho, favas vinJas da Iba de S. Mi-
guel a cuia 400 rs castanhas a libra 120,
agurdente de Franca, urna garrafa i.i.imi, ,.
outros muitos gneros, que se venilerao por
presos commodos.
Vende-se urna linda escrava preta de
nacao, bastante moga, e com habilidades:
na rua da Praia, primeiro andar 11. 43, por
cima da typographia.
Vende-se urna negra de n.uito linda
figura, com idade
habilidades, e um
muito boa figura, e he bono ollicial de al-
faiate, e muito bom boleeiro, outro de 11 a
12 anuos, oummolequc pega du 10 annos :
na rua do l.ivramento n. 4.
Na rua do Hospicio n. 32, vende-se
um sellim com todos os pertences, quasi
novo.
Vende-sc urna preta propria para lodo
O servi'.D : lio sitio aira/ da fuiidicio BOI S.
Amaro.
Vende-se urna mulatinha de 10 12
annos, bonita figura, e com principio de
costura : na rua do Torres n. 14.
FARELLGS DE LISBOA
em siccas grandes ; no armazcm do Tass'i
Ir maos.
SAL DO ASSD
a bordo do biatc Novo Olinda.
| Superiores cha-
peos de castor
pietos e branc s a 12^.
o o
ueijos,
Vendem-se superiores queijos Irancezes e
bamburguezes, os mais noros que ha no
morcado, pelo proco do 19440 rs. : na rua Di-
reita u. 8.
relogios de pa-
tente
LUYAS DE JOOYIN.
Constantemente acharSo na lop do Le-
conle, aterro da lioa-Visla n. 7, as verdadei
ras luvas de Jouvm, de lodas as coics, igua
ni ule ricos penles de tartaruga da ullima
moda
CHAPEOS A TAMBERLIK
Do atan a do fabricante
Pinneau de Paris.
Acahan; dechegar pelo ultimo paquete,
os supra mencionados chapeos deste afa-
mado fabricante, e vende-se na loja de
4 portas, da rua da Cndeia do Itccifo n.
1S, de Narciso .Mana Carneiro.
VtMidt-se quejo do r-ertS.0
a 480 rs. a libra, manleiga inglcza a 640,
cado tambem de puro linho a lC28i a vara,
ganga amarella nuitolinaa 320 o covado,
, cambraia muilo una com salpico* branros
' de cores a I; a vara, alpaca prela tina a i.to o
ovado, canUo preto muilo fino, lizenda su-
perior e propria para vestidos de luto a Wf
inglezet de orno, de sabonete e de vidro : covado. panno lino azul a i: o covado, dito
vendem-se a preco razoavel, cm casa de m'"l,il10 5'' d'to i'rc, muito liao'a ,
Augusto Cesar de Abren, na ruada Ca- '%X*1^2^' dito, ,trde e.curo
i_- i i> .- ... i*-cor uc cale muilo suiieriorr r. <.,n..
de.a do Rede, a. mazem n. 1 de casemira prela. lina. par. c,|c. co I "
HEIAS PRES UlAS^--tea
e aloo.lao para pa
tires.
la e ali
Vendem-se superiores meias pretas de
laia par padres, pelo baratissimo preco de
1f80t o par, ditas de pura lita a 1/500, di-
tas muito superiores de algudn a 600 rs.
e cor de cafe
casemira
borlada
la para O
Ha bordad
I no a fe o covado. cortes de cinbiai
! coa varaa, pelo diminuto preco de a t,
um, ditos do dita branca coa? salP1, os 1
cores l.mbem com 7 raras a SSS, mZ
i p cu hespanbola a 23 o rov.do, p r f I
| pies de cores a I/SOO covado, sel
lavrado muito superior a .-:oo
na rua do yueimado, na bem condecida luis ; S0.rSurr'0 I reto de seda rom salp
Je miud -zas da boa fama n. 33. P[!.?*.f,_co,.lels Pll o rovi
AlgodSLu mODStro, lie pe-
chincha.
Vende-sc algodao monstro com 8 palmo*
de largura, proprios para toalhas e lencoes,
pelo diminuto preco de 600 rs. a varal na
Venda de
pianos.
Vendem-se muitos lindos e excellentes
pianos, ebegados ltimamente de Ham-
bui-0, c com lindos rol ratos no frontes-
picio : na rua da Cruz n. 33, casa ce J.
Koller & C.
A |0#000
Vende-se escolente cera de carnauba do
Aracaty, e Assu', de una sacca para cima,
escolhi-inlo o comprador a sua vontade, pe-
I'or ter comprado grando poicio de cha- |lo indicado proco de 10/a arroba : no ar-
peos de castor prctos e blancos, a nina c- sa i mazem de 1). I!. Andradc iV C, rua da Cruz
queest para liquidar, vende-se pata ac- 13-
bar, pelo baratissimo preco de 12?000 : na
loja Jo sobrado amarcllo, nos qualro cantos
da rua do ueimado n. 29, de Jos Morcirs
Lopes.
Massas superio-
res.
Caixas grande com 1 arroba de lalharim,
macarrao, lazenlia e aletria por '400 rs.,
caixas de 10 libras com pevide, estrellinlia,
eoulinhas etc., por 3-:500 reis : na ruado
4?000 .Queimado n. 35, loja de ferragens.
til
pode
que se
eucoutrar.

lanos
lito
queijo do reino a 1-500, 1-600 c"l*000, ra i- rua do Oueimado u. 22, na loja
nha do reino a 12". gamma a loo rs., lingui- j
de 22 anuos, com todas ca do reino a 400 e 64o, vinho do Porto en-;
mulatinho de 20 annos, garrafado a i;"00, dito de Lisboa a 560, ba- |
i,lia de porco a 520 : as Cinco I'ontas n. 21
Arados de ierro
Na fundicSo de C. Slarr & Companhia, cm
Santo Amaro, acham-se Dar vender arados
de ferro de um modello e conslruc^ao muito
superiores.
da boa f.
eotoes para pa-
colletes, punhoK de
i ai ppata
o roado,
icos, pro-
., covado, Im.is
tamisa, e para casa-
veques tL senliora
Vendem-se abotoaduras muito finas de
madrcperola para colletes, pelo baralissimo
preco de 500 rs., ditas muito ricas de todas
as cores a 400 o 500 rs-, diUs muito finas de
madrepcrola para palitos de homem e de
meninos a 500, 600 c 800 rs., botOes de moi-
zaiqueeoutras qualidades. de muitc ricos
goslos, paia punbos e collarinhos de cami
sa, pelo barato preco de 800 e 25 rs ataca-
dores de cornalina para casaca a 300 rs.,
botocs de vidro de muito lindos padroes,
proprios para casa veques a 800 rs. a duzia,
e outras mais qualidades de botOes, quo se
vendem muito barato : na rua do Oueima-
do, na bem conbecida loja de miudezas da
boa faina n. 33.
muito superiores para meninos a 4M rs o
par, cucos braneoa de linho muito finos .
?00 n., chales de lia rosos e preto., prlo
nno TaffS e ^ *4c liuh0 *
fino a 800 rs. avara, pnncezapr.u I.....
/20 o covado, dita muilo lina que rival isa
com merino Ufo covado, c alem disto um
completo sortimento do fazendas de todas as
quahuades, que se ven tem muilo barato, na
^ad0.noSTe,d0n-2' Um C-hcr,d*
tiaixinhas para
vollareti.
Vendem-se bonitas ca.xinhas rom lentos
demaihm para volt.rcle, pelo b.ral
pre?o do 5-; e 6?O0)
na bem con
fama n. 33.
Briuquedos pa-
ra nuniijK
*T1
I
Km casa de ftabeSchmetlau &Companhias
rua da Cadeia n. 37, veudom-se elegante,
piano i do afamado fabricante Traumann de
llambiirgo.
Vende-se superior linhas de algodao
brancas, o de cores, em novello, para costu-
ra, em rasa de Southall Mellor i!v ('.., rua do
Torres n. 38.
TA1XAS PARA ENGENHO.
Sa fundicao do ferro de D. W. Bowman u
rua do IJruin, passando o chafariz, contina ha
der umcompleto sortimcPtode taixasde ferrofun
lio e balido de 3 a 8 palmos da bocea, as quaei
ic'.am-se a venda,por epreco commodo a com
promptidao; embarcara-soncarragan-sa smcar
ro sema^speza ao compra Jor.
Sellins e rcleioa
SEI.LIKS e RELOGIOS de palenlt
inglez : a ^ell Itiisiron llooktr ,\ Compiahia, ea-
quina dn largo du Corpu Sanio nu-
mero 48.

Deposito
ca de li. Gasse,
de Janeiro.
folhas de l'ernambuco polo Sr. Birtiiolomeo
1'. de Souza, preveuindo ao publico que o
verdadeiro xarope do bosque so elle he
quem vende.prevenimos ao mesmo publico,
que o nosso xarope he remettido do ltio de
Jrneiro pelos cima proprietarios ao Sr.
-Manoel Alves Guerra, e este senhor fez o de-
posito para ser vendido na pharmacia do Sr.
Jos da Cruz Santos, na rua Nova n. 53, ni-
cos por nos autorisados para vendercm o
nosso verdadeiro, e mais prevenimos aos
soohores consumidores, que ha porto de 5
aunos os rotlos collados as garrafas sSo
assignados por llenry i'rins, como procura-
dores dos cima proprietarios. Hio de Janei-
ro 13 de Janeiro de 1857.
J...V. .^^'.'.^Q-.-OO'^
fc Juu da Silva iMimoi, medico pela uni-
.-;, versi.lade de Coiraliia, inudoo sua rrsiden-
' ria da rua do Cabugi para a roa Nova n.
t$ 6'J, seaondo andar, sobrado do Sr. Dr. Nel-
lo, e alo contina a recel.er, das 8 as 10

horas da manliAa, e das :i s h da larde,
*?,-? penoas que o queiram eomullar.
W
tinado de superior qualidade, Unto eni p
como em torrOes e em pSes, por proco mais
commodo de que em outra qualquer parlo.
I'recisa-se de urna ama forra ou capti-
va para o servico externo de urna casa de
pouca familia : na rua do Livramento n. 20,
segundo andar.
Antonio da Silva Guimaraes, avisa a
todas as pessoas que possuem cautelas frac-
cionadas peo annunciantc, e que estejam
premiadas, quo apresentem para ser pagas
no prazo de 30 dias, contados desla dala :
lindo lo qual prazo, roquerera desoneraco
na thesouraria. Hecile 4 de junbo de 1857.
Antonio da Silva Guimaraes.
Lotera
m
Vendem-se as verdadeiras bengalas de
bamb' e caima da ludia, linas e grossas,
coro liiidissimos caslOes, a verdadena agua
dos amantes em frascos grandes e pequeos,
ricas cuaruteiras de velludo bordadas a ou-
ro, ditas de marfim com riquissimas vistas
no gosto mosaico, gorros de velludo borda-
dos a ouro para bomem, tinta ingleza c fran-
ceza, eui caixinbas, para com a maior facili-
dade possivd marcar toda a qualidado de
roupa, excoll.'iiles binculos por serem mui- |^,_
lo claros, augmentar muilo qualquer objec- '-*'-' '':" |". lUiJC/.d.
lo e attrahi-lo muilo ao perlo, verdadeira
baiitia do urso, de viado e de tutano de boi,
todas inglezas e com excellentes cheiros,
aliancando-se que qualquer desias. banlus
conserva o cabello e nao o destrue como
mullas oulras qualidades que lia, pos de ar-
roz excelleDto para borluejas e comixOes,
assnn como para amaciar a pelle. e que se
vende a 500 rs. cada umbrulho, diversas qua-
lidades de linteiros de novas inveuces,
capachos grandes para sofas ou marquezas,
,apatos do borracha para bomem, e outras
militas qualidades deubjectos, ludo tnuilo
bom c do muito gosto, que se vende muilis-
simo barato, na bem coiihecJa c acreditada
bija de miudezas da boa fama.
Vende-se urna armacSo das melbores
que lia em l'ernambuco, quer a respeito de
maa dobra, quer de risco, toda envidraca-
da, propria para qualquer estabelecimento :
quem a pretender, dirija-se a praca da lioa-
Vista n 21: a tratar com o abaixo assigna-
do, que a vende por preco commodo.
Manoel Llias de Maura.
NAFUNDigAO DE FERRO DOENGE-
NHE1RO DAVID W.BOWMAN, i>A
RUA DO BKUM, PASSANDO OoHA-
FAR1Z.
ha sempre umsrande soriimentodosiecuintcsob-
jeclos ileiiiecliaiusinosproprios paraenueiilios.a sa-
ber : mnendase meias moendas, da mais moderna
rnnsli ucc.au ; laliai de ferro fund.lo e balido, de
superior qualidade e de lodosos lamanhos ; rodas
dentudas para agua oo animaes, de lodas as propor-
(Oei; crivose bocas de Tornallia e reniilros de bo-
eiro, aguilh8es,bronzes,parafusos e cavillioei.moi-
uhos de mandioca, ele. ele.
NA MESMA FNDigA'O.
se execDlam lodas as eDcommeedat com a snperio-
ridade j coohecida com a devida presteza ecoru-
modidade cm preco.
Oeulos e lonetas
tie todas as qualidade!*.
Venr!em-se oeulos do todas as graduacijes
com deliqadas armnQflos de ago, pelo barato
preco de 800 rs. e 15500, ditos com armares
douradas e prateadas a 15-2110 e 1?5"I0, ditos
coi" armacao de bfalo a 19900, ditos com
armacao de baleia a 480, ditos com armacao
de metal branco a 400 rs., lmelas de um s
vidro redondas e quadradas com aro de b-
lalo a 500 rs., litas de dous vidros tambem
com armario de bfalo a 1*500, dilas de um
so vidro redondas e quadradas onni aro de
da f,
110
lo i-
Rio
issimn
na rua do Uuomia i.
bem conbecida loja de miudezas SS
\cnde-se diveraidade de brioquedos para
enancas, por preco muito barato, na rua
do ou.imadn, na bem conbecija ioia de
miudezas da boa fama n. 33. J
Candieiros pro-
pris para cstiiflanit.'s
Vendem-se muito lindos candieirrs pro-
prios para estuUntes, pelo barato precofe
8X103 : na rua do Queimado, na bem conbe-
cida loja de miudezas da boa fama n. 33.
para os homens
que ti ve rea bom rala.
Vendem-se muito bons eslojos proprios
paca viagem, por lercm todas o> arranjos ne-
cessanos para barba, pelo barato preco de
15, 25, 35, 4S, e 55 cada um, esporas multo
linas de casquinha e ac a I? o par, caixas de
tartaruga omitissimo boas para ran ala
5--OUO, d.US de bfalo. ItSM SSL .
a 15500 e 2/500, ditas muito Tinas de mii
a 1?, ricas charulems a 25 39 c 45, ponUiras
de marlim e de unicorne para charutos sao
c 600 rs, carleiras proprias para viagem a
3C, 5> o li-, grvalas pretas e de cores. Uzea-
do muito boa e muilo bonitas a lj, |-joo r
2-, maiiliuhas para gravaU de meninas a
8U11 rs., riquissimos caivetes de punhal
com cabo de madrcperola e de marlim :. c
35, pinecis inglezes muilo linos para barba
a 15 e l590 cada um, garrafas de cores rosa
copos, proprias para lavatorios a 15, galhe-
tai taruga a 15200 o IrOO : na ru do Ouei-! teirascom lodos os vidros necessanos a
Habfto massa
J cbegoivo sabSo massa, e vende-se no
armazem do Barros & Silva.
i\o\o
Vende-se a prer;o commodo rap fino,
grosso o ineio grosso, da acreditada fabrica
cima, ebegado pelo vapor S. Salvador ; na
rua da Cruz 11. *9.
Planta
mado, na bom conbecidada loja de miudezas
da boa lama n. 33.
i 1
O
da
eidade do He
cfe
Vende-se a planta da ciilade
I 'MU
loi Irausferidoodepositodestc >aro|ie para a bo
lica dejse da Cruz Sanios, narua ,\ova n. .VV
garrafas 59500, e me i as.'15000, sendo falso lodo
aquelle que n.lofor vendido nesle deposito,polo
quesefaz ojiresenl t aviso .
IMPORTANTE TARA 0 PIBLICO.
Aiappa
distancias
I'revine-sea qualqu;r senhor de enge-1
nbo quo precisar de utn bom administrador
solteiro, sem familia, de, antes de annunciar
SUS residencia, dirigir-se ao aterro da l!o;i-
Vista n. 70, taberna, que adiara pessoa com
quem tratar. ,
"V'ViC'V'.i'*^:1''-- -n, *"> > .-> > w. wkww .,- ..;............_... .-
,, O Dr. Ribeiro, medico, de vul- ...
O la ilc sua viagem a' Europa, con- v';
i
Sabia o
O antifjo deposito silo no becco do Gon-
calves, armazem n. 4 e (i, acha-se nova-
mente supprido dedivci-sasi|tiantidadesde
muito superior sabao amarcllo, c vende-
se mais barato, que em outra qualquer
parte.
Vende-se
em casa de S. I1. Jobnslon & C rua da Sen-
zala Nova n. 42, o seguinte : arreios para
carro, sellins para bomem e senliora, can-
dieiros e casticaes bronzeados, vaquetas pa-
ra carro, chicotes de carro e de montara.
Fareilo
Vende-se superior fareilo vindo c Lisboa
ullimamenlc, em saceos e por barato preco :
na rua do Trapiche, armazem n. 7.
Grande fabrica
de tamancos, na roa Di-
reita, esquina do becco de
S. Pedro n. 16.
Neste eslabelecimeuto ha eflecli va mente
um grande sortimento de Umancos, tanto
para bomem como para meninos escnhorus,
a retalho ou mesmo em grandes porcoes,
Vende-se manteiga ingleza e franceza li-! ?~- -0-m-"-- Jt^V9. I'"8 a P"S"' mu,l
na, para mesa e bolos a 960, 800, 720 c Oto
rs. a libra, e mais baixa a 000 e 560 : na ta-
berna grande ao lado da igreja da Soledade
Cascos vasios.
rape.
Previne-se aos amantes da boa pitada, que
chegou no vapor S. Salvador o rap novo
princeza do Hio de Janeiro, quo pelo seu
excellente aroma se confunde com o prince-
za de Lisboa: na rua do Crespo, loja de
miudezas ao pedo arco de Santo Antonio e
praca da Independencia n. 4, aonde se ven-
de a 18000 a libra.
Perfumara in-
gleza.
A verdadeira banha de urso :
vende-se na loja de qualro portas, de
Narcizo alaria Carneiro, rua da Cadeia
doRecie n. 48.
Cassas franee-
zas a 200 rs,
Vendem-se cassas franeezas linas a 200 rs.
o covado : na rua do Queimado n. 7, loja da
estrella.
HANTEIGAS BARATAS.
d
9
O rua
a residir na mesma casa da
da Cruz n. 15, onde pode ser Q
.,? procurado a qualquer hora. -.':
3&>&'& .:.::: -..3 Vi,-..;..--. -...-.,.-.,;.}.;
COHPANUL4 PERNAMBCANA.
t)s ataham aceioaiitai que lomaran) dov ;irrcs
desl.i rnipri'/. e que siih-li/.cri.ni a pruneira entrada
da :W) por cenio, fio convidados a rwlisar a irgon-
ila prelnr.l.i igoalmanie de 3e (jrrenlo alo o .ha 30
doeorrenta mezde jonbo : noMeriplorio deAnln-
iiio Marque .le Amorta), Ihefourciro da coninaiilii*
na rua da Cruz u. 15.
i a< aixo issignadt ven-
bilhetesgurantitios, pe-
los precos abaixo'notados,
sendo la ({iiantia de cem
mil res para cima, a li-
nbeiro vista, em seu es-
criptorio, na rua d;> i !a-
dea do Recite u. O,
inciro andar.
Bilhetes.
Heios.
Quarlos.
/'. .1. tJiyme
muito
n. .
3x400
2s700
IjtdO
Vendem-se pipas, barra do 4.- e 5.- vasins
noves, cbegadOS de Lisboa na barca Flor de
s. SimSo : no armazem de (.arva'ho lr-
mi), na rua do linim, ou na rua da Cadeia
de Santo Antonio n. -26, primeiro andar.
Ver.dem-sc chouricas do reino a 400
rs. a libra, e sendo de 8 libras para cima e
monos porcSo a 4v.0, queijos do sertao por
monos proco do te : defronte da matriz da Uoa-Visia n.ss.
Vende-se o deposito demassasda rua
doliangel n, 7.!, por seu dono ter de reli-
ra r-.-e para fia.
.Na ru;i da Trapiche n. -JO ha para vender urna
porcao .le garrafa, vatiai.
Atteiic^i .
Vendem-se carrinboa de urna rola pro-
pi ios para conduccao de maleriaes para a-
pn- | tetros, e Irabalhos de sitios.assim como con-
cerlao-so e Irucaoi-se por outros (lueesti-
verem em man estado : a tratar na rua .Nova,
taberna n. 71.
; icoas con furinha.
Na rua do Vigario n, 33, vcndem-scsaccas .
com superior faiiulia de mandioca, por pre-aprender 1er, n
co commodo.
em couta e a vontade do
Aviso aos sem
nltoedouos de
g'
compradores.
ores de cn-
oflV
provincia.
Na livraria n. 6 e 8 da praca da Indepen-
dencia, vende-se o mappa das distancias
das differentes villas da cidado enlre si, e
releso capital da mesma, a milreis.
Ai;oda.oziiiho da Bahia
para saceos de assucar .' vende-se em casa
de N. U. Bieber i\ Companhia, rua da Ciuz
n. *.
N. O. Bieber & Companhia, rua da
Cruz n. 4, vendem :
Lonas da Itussia.
dem inglezas.
Brinzao.
ltiiiis da Russia.
Vinho de Uadeira.
Algodao para saceos de assucar
gios
Os melbores relogios de ouro, patente in
glez, vendem-se por presos razosveis, mi
cscriptoiiodo agente Oliveira, rua da Ca-
deia do Kecil'e u. 62, primeiro anda r.
Peunas do ema, cera de abclba e de
carnauba.
Na rua da Cadeia do Recife, loja n. 50, ile-
froute da rua da M.idie de lieos, lia para
vender os gneros cima, recente mente cho
gados, por precos razoaveis.
Agencia
r,
bronchile, drna aariranla, e todaa ai'molaslia
nosorgaotpulmouarei.
Sao muito finas
e de ; uito Ijoiih g.st Mussulins muito finas, matizadas com
lindas cores, de padroes muilo bonitos e
inleiramenie novos ; vendem-se pelo dimi-
nuto preco de 560 rs. o covado : na rua do
Queimado n. 2, loja da boa f.
: ti 0
Vende-sc cal de Lisboa ltimamente che-
pada, assim como potassa da Russia verda-
deira : na praca do Corpo Santo n. 11.
Luvas de pellica
(ova
a 100 rs. a
dito na Pe-
caras do
cias
Vende-se bolacha americana
libra: no paleo do Terco n. 21,;
nha u. 10. Tambem se vendem
traques a 280 rs. a carta.
Vendem-se meias rompriilas e curias
de lia de carneiro, seui costura, clu
das de Lisboa no ultimo navio,
';-'-
por prero
da uiidieao Low-Ho
rua da Sensata 1
ii. 4<2.
Neste estaholecimento conlitiu'a
um completo sortimento de moendas e meias
moendas para engolillo, machinas de vapor
e Uixas de forro batido e coado de todos os
lamanhos para dito.
Momliosde vento
com bombas de repnxo para re;arlior aseba
' decapim : na fundido de U. W. lio winaii
na rua do iiram ns. 6 8 e 10.
Emcasa da Saunders Brothers C. praca
do Corpo Sanion. 11,ka para vandtro sa uinia
Kerro inglez.
Pixe da Suecia.
4lcatro de carvao,
Eonas de linho.
Esponjas.
Drogas.
Algo.lolizopara suecas.
Biioen'.rancado igual ao da Bahia
li u-n coupleto sorti.T.unto lo fzonjasproprio
para -si roerciio luda por preco commodo.
para homens e sen horas,
chegadinlias polo ul-
timO vapor inglez*
Vendem-se verdadeiras e bem conhecidas
luvas de pellica de Jouvm, amarellas e bran-
cas, para borneas esenhoras, pelo baratissi-
mo preco de 2;500 rs. o par, ditas brancas,
amarellas c pretas, todas de seda e perfeita-
uiciile boas, sem deleito algum, para ho-
mens, senhoras, meninos e moninas, pelo
barato preco do 800, 1; o 1*500 rs. o par,
ditas brancas de algodao para homem e se-
nhoras, proprias para montar a cavalloa 320,
400 e 500 is., ditas de coros muito finas, de
lio da Kscocia, para homens esenhoras a 400,
500 e 610 rs e alem destas outras mais qua-
lidades de luvas, e lodas por mais barato
havoi \'Tt-'K Jo .ue em outra qualquer parto : na
a navci n _.,:..:
commodo : na rua do Queimado
18
m
esper-
cele.
ieoy
llier, pelo baratissimo preco de 4s, trance-
ln* pretos robos e chatos, de borracha,
para relogios a 80. 320, 400 e 500 rs., brelas
de cola, enfeitadas, conlendo todos .., aaa*
Ua >einatia, prupilas pata namoraUus a 44W
rs. cada camnha, ditas lisas a 16o, escovas
muilo hnas para denles com cabos de osso
muilo bonitas, e marlim a 4n0 r*., 500 60a
e O500, ditas com cabo de oseo ordioaiias a
H.o, ditas de cabo de osso para unhas a 32
500, 640 e i;, ditas de rabo de bfalo e d
niarlini, tambem para unhas. que se ende
Vendem-se caixas com i~> libras le ve-
las de (i em libra, a' preco commodo ein
casa de Isaac Curio (J%| u-, Cruz
u. 19.
Metlioo facilimo.
Na Taria da praca da Independencia n.
6 e H, -'ende-se o motliodo facilimo para
c aug-
cobertos e dcscobertus, pequenusc gran Jos.
de, ouro patente inglez, para bomem esj-
nhoia de um dos melbores fabricantes de i
Liverpool, viudos pelo ultimo paquete in-1
glez : em casa de..Southall Mellor C. rua ,
do forros n. 3S.
rua do Queimado, na bem conheci Ja loja de
miudezas da boa fama n. 33.
Meias de todas
as qualidades.
Vcndem-sc meias de seda ue peso, brancas
e pretas para senhora, pelo baratissimo pre-
co do 3^500 rs. o par, ditas brancas da mes-
ma qualidade para meninas a 25000, ditas
piutadinbas de cores muitissimo bonitas,
proprias para baptisado de enancas a 2,00 o
par, ditas brancas de algodao, muito linas,
liara senliora a 320, 400, 500 e 600 rs. o par,
ditas pretas dealgojao muilo linas tambem
para senhoras a 400 e 50o rs ditas croas e
brancas ,,ara homens a 160, 200, 240, 32(1 e
too rs. o par, diUs de cores de lio da Escocia
Umbem para homem a 400 e 500 rs dilas
ciuas muilo linas o fortes para meninos, di-
las blancas e de cores para meninas c meni-
nos, e outras mais qualidades que se vendem
muilo barato : na rua do Queimado, na bem
conbecida loja de miudezas da boa fama
u 33.
liar utos
na: vendem-se
de C. Astk^
de ffiav
em
& C.
l'iSh
da
vend
NA LOJA
boa
f,
omito barato
-------------.-., ..ovamonto impresso
mentado, por mil reis.
^emento novo
.Na rua da Cadeia de Santo Antonio, arma-
zem de maleriaes, por proco commodo.
se
Colchas de damasco pelo diminuto proco
de OjoOO, ricos pannos para mesa a 3?, alo-
lliado adamascado com 8 palmos de largura
a 1^600 a vara, mossulina branca muilo lina
a 500 rs. o covado, ditas de cores de padroes
bonitos a 320 o covado, chitas franeezas
muito linas a 320 o covado, brim branco de
puro linho a 1:40 a vara, dito pardo Iran-
Ihas* 1?, navalhas asmis linas que se pode
encontrar, para barba, e pelo i-aralissimo
preco do 29 cada estojo de una so navalha
ricas bengalas de bamb' com caste, n.u.i
bonitos, pelo baralissimo preco de 2-500
3:500 cada urna, ditas de caima lina*e ordi-
narias a 500 rs., 1. lf 500 e SOO, rauiobas
com pedras de osso, torneadas e muito a*aa
feUs, brancas e encarnadas, proprias paia
jogo do damas e gamito, pelo baralisiuio
preco de 2?, 2/500 39 a caixinba, lampan
as de porcelana e douradas, muilo bonitas,
e proprias para oratorios a 29, diversidade
de objeclos de charao e oulras muiUs cou-
sas de muito gosto e por preco barato na
rua do Queimado, na bem conbecida loja de
miudezas da bot fama n. 33.
AVISO
aos ferreiros.
F. POIKIERAterro da Boa-Vista n. 55
Ten para vender, a vontade do com-
prador:
CARVAO DE PEDRA
uc primara cpialidade, por prero com
modo.
Jogos de domin
Vendem-se caixinhas com jngoscomple-
tos de dminos, pelo barato preco de I920S).
19500 e 29 rs. cada jogo na rua do Qaeaia-
do, na bem conbecida loja de miudezas da
boa Tama n. 33.
ara:d: 8 r |Tad> i,
Um lindo e variado sortimento de model
los para varandas o gradaras, dn posto sno-
deruissimo- oa fundicao da Aurora em San-
to Amaro,e no deposito da mesn a, na rua do
Hrum.
Tachas de fe ro.
Na fundicSo da Aurora em Sanio Amaro-
e tambem no deposito na rua do Hrum, lo-.-o
na entrada, e defrontc do arsenal de nian-
nha, ha sempre um grande ortimenlo de
tachas, tanto de fabrica nacional como <*.
trangeira, batidas, fundidas, grandes, pe-
queas, rasas c fundas ; e cm ambos na lu-
gares existen) guindastes para carregar ca-
noas ou carros, livres de desprza. Oa pft
s3oo s mais commodos.
Meud* sujH' iuroh
Na fundicSo de C. Slarr A Companbia, m
Santo Amaro, acham-se para vender mo'-n
das de caima todas de forro, de utn nioJHIo e
construccSo muito superiores.
Cinturitas de
borracha.
Vendom-se superiores e muilo bo:.il.>
Cinturoes de borracha para homem c m ni-
os, o pelo barato preco de IfliOO cada um :
na rua do (Jucimado, na bom conbecida bja
de biiuduzas da boa fama 11. 23.
y & i -;-, ..
Continua a andar fgido eaata de
feverciro do cmala anuo o negro ia borilo
do hiigde Melampo, de mime Mairrlitin. do
uatao i.abiu Ja, altura r> guiar, aaOCO ilo cor-
po, rosto enmpriilo, barba cerrad, e cr..i
SOISSa, rom falta de dental na frente, p eMH
la estar 11 a loi 1 bando 1.1 eatraa de torro :
quem o pogar leve-o a rua do trapiche 11.
11, primeiro andar, eseriatorie do M.
Alves Guerra,ejue sera gaueroaameaita grattC-
C.lllll.
llilt.N. IVP. DK M. 1. MFAIU : MK





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