Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07785


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Full Text
\NNO XXXIII I. 437
Por mezes adiantados V.sOOO
Por 3 meses vencidos .SoOO.
HURTA FEIIU U DE JIMIO l>; I8.7
Por anuo adioiilado l.>|000.
Porto franco pan o M)l*cri|>tor.
ENCARREGADOS DA SUBSCRIBA!) DO NORTE.
Parthiba, o Sr. Joao Rodolpho Gomes ; Natal, o Sr. Joaquim
l'Pereira Jnior : Ararat'. o Sr. A. de Limos Braga ; Cea-
r-, o Sr. J. Joi de Oliveira ; ll.ir.mh o, o Sr. Joaquim Mar-
ques Rodrigues; l'lauhy o Sr. Jos Joaquim Avelino ; Pa-
ra, o Sr. Justino J. Ramos ; Amazonas, o Sr. Jeronjmo da
Cosa.
PARTIDA DOS CORREIOS.
Olin.1i- : I...I.......I...-...- >,. ,.,,, l,or. .lo .li.i.
|g*arasse*i toiaaaae Paraaiba: "- segaadas a nexlaa-fi .iras,
>. \in...... n..rr..., Ilunil... Caraira', .XIIHilm I! ri,him. : n
S.I.....'.<< *> Saiarelk, laianeira, llr.-j... Peaaueii
II,,,,-. Wlla-Betla, Boa-Vbu, Oaricerv a Kie', mi qaarlaa-reirai.
i:.,l..., Ipnjara, S,-iiiIi.1,.|ii, l'.io formo,,,, tna, llair.-u.... A^uj-I't.
.-i.ir.i-.- >alal : <|iiinlii,-reir*.
Tc4oaMcomiM tan........ in tonuda manhiia.

AUDIENCIAS DOS TRIBUNAES DA CAPITAL.
Tribunal do commercio : segundas e quintas.
Relacao: tercas feiras e sabbados.
Fazenda : quartas e sabbados as 10 horas.
Juizo do eornniereio : segundas as 10 horas e quintas ao meio dia.
Juizo de orphaos : segundas e quintas as 10 horas.
Priraeira vara do civel : segundas e sextas ao meio dia.
Segunda vara do clvel : nanas e sebeados ao meio da.
EPIIEMERIDES DO MEZ DE JIMIO.
7 La rhcia as 3 horas e 3 minutos da tarde.
13 Cuarto minguante as 4 horas e n minutos da manhaa.
21 La nova aa 7 horas e i i minutos da tarde.
20 (Juario crescente as 2 horas e 1 minuto da manhja.
PHEA.MAR DE IIOJE.
Primeiraas II horas e 42 minutos da manhaa.
Segunda as 12 horas c 6 minutos da larde.
DAS da semana.
15 Segunda. Ss. Vito. Dacio, I.jbia e Lenidas Ha.
H TerCI. S. Joa. Francisco Regia.
17 (Juana. S. i hereza rifaba viuv.
18 Quima. Ss. Leoncio, Tribuno c Tlieodulo Jim.
19 Sexta. S. Juliana de Falconicriv.
20 Sbado. 9. Silverio p. m. : s. Sihilio ni.
21 Domiugo. 3. S. Luiz Gonzaga.
EMARREGADOS DA SI h>Ulli,Ai> !K> M L
Alagnts, oSr. I laudino talco Dias : Babia, o Sr. D. Duari
Rio de Jinciro. o Sr. J0.10 l'crcira Mari n>.
EM PERNAMIIH.il.
O proprielario do DIARIO Manoel Fi.-ueirua de lana na aa
hvraria, praca da Indepcndcuria n. fi e 8.
PARTE OFFICAL
MINISTERIO DA JUSTIC'A.
3." Seceso. Ministerio dos negociosda juslija.
Rio de Janeiro, em _'fi da maio de 1857.
Foi prsenle a S. M. u Imperador o cilicio de V.
S-, da II do i ihv. antecedente, em o qual participa
que, posto llie parec ser da sua allribuQao coriceder
lirenra, al 3U das, ao< desembargadoret adjuntos
desse tribunal do commercio, a' isla das rato que
eipende, comludo curnprira a que 1 lio fui apresenla-
da pelo desembargador Jos l-erre.ra Sanios, adjunlo
do roesrno tribunal, concedida pelo presidenta da re-
laco dessa provincia, pe linio afnal ser esclarecido
sobre a malaria.
Ouvido o eonselheiro presidente Jo lr.huii.il do
commercio da capital do imperio a tal respeilo, e
conformando-so o mesmo augusto aanhor com o pa-
recer desl, manda declarar i V. S. que, nao obs-
tante deisar o regulamenlo n. I,:>97 do I.- de maio
de 1836 da dar expressameule ans presi lentas dos Iri-
bunaes de'eom-Tjcrcio a llUiboicJo de conceder li
cencas ate ilU das aos deserabargadores adjuntos did-
le, e aos juizes especiaet do commercio semelhanle
allribuiclo ie subentende por forja da eargo ootor-
gada polo sobre tito regolamenlo, combinado com
o de 3 da Janeiro de ISY! ; nito pdenlo ser outn
n solucao da duvida proposla, por que dependendo
essas licencia da circunstancia de nao fazerem falla
ao serviro os desembrgadores adjuntos que as solici-
tan-, s os presidentes dos Iribunaes, pranle qoem
strvem podem avaliar essa falla, e nilo os presiden-
tes das relares, de rujo exercico elTectivo eslSo dis-
pensados pelo arl. 27 do citado regulamenlo do 1. de
malo de 1836 ; sendo, romo silo Lulos os Iribunaes de
igual categora, e runccionandodistinctameiite.O que
communicoa V. S. para sua inlelhgencia, e em res-
posta ao seo sobredilo olli-io.
Daos guarda a V. S. Francisco Diogo l'ereira da
Vaicoiicellos. Sr. Manoel Missias de I .van.
Decreto n. I,9:iS de 30 de maio de 1837.
Separa a vara de orphloi da municipal do termo
de Campos, na provineia do Rio de Janeiro.
Hei porbem decretar o segoiule:
Fica separada a vara de orphaos da municipal do
termo de Campos, na provincia do Rio de Janeiro,
* revogado o decreto n. 1,4511 de II de oulubro da
Na, que as havia reunido.
Francisco Diogo l'ereira de Yasconeellos, do meu
runselbo, ministro e secretario de estado doa nego-
cios da juslira, essim o tonha entendido e faca eze-
colar.
Palacio do Rio de Janeiro, em 30 de maio de 1877,
i w \iU ipen "cU d" imperio.Com a rubrica
"Je S. Jl. o Imper.idor.Francisco Uiogo l'ereira de
Vaicoucellos.
ministerIoTamari.nha.
Ile por bem, usando do poder moderador, per-
o-paraos reos de pnmeira e segunda deseroa'o sim-
ples e aggravada, perteucenles. armada,'ao corpo
le impenaes ma.-inl.eiro e ao balalhao naval, arre-
sentando-te deudo do prazo de Ires mezes, corna-
dos da dala da publicado do presente decreto, em
cada comarca, ineluinio.se lamhcm nesle indullo os
queja esliverem sentenciados, ou para o ser. (I con-
selhoi supremo militar de juslira o tenba assim en-
tendido e faca escrutar.
.u-l,oC1!/oM." de.Janeiro' em'2:l Ue maio de
1867, Jb- da independencia e do imperio.Com a
rubrica de Sua Mageslade o Imperador.Jos Ao-
lonio Saraiva.
opresideute da provincia e Davii William Bow-
n.an, sobre a feilora de urna estrada de ferro entre
o Kecife e Ulinda, palo islbino, na parte qua nao es-
la dependente da acquiescencia do governo geral, e
com aa eoudces esptciflcadas no termo lavrado em
Liverpool a 20 de marco deile anno pelo cnsul ge-
ral ao Brasil John Pascoe Greeofell ; revogaas as
disposices era contrario.
Mando, por lano, a todas as autoridades,a quem o
conhecimento e execucSo da referida re-olucSu per-
tencer, que a enmpram e far.amcumprir lo inltira-
menle, como nella se conlem. O secrelario da pro-
vincia a faja imprimir, publicar e correr.Cidade do ,
Raerte ile|I'er iiainhiicn aos ti dias do me de jonlio de
1857, trigsimo sexto da independencia c do impe-
rio.
L.S.
Joaquim Pires Machado Porlella.
Carta do lei pela qual V. Esc. manda acular a
res iluc.io da assembla legislativa provincial, que
sancriunou.approvaiidu o contrato celebrado enlre o
presidente da provincia e David William Uowuian
para a hitara do orna estrada de ferro anlre o Recife
e Olinda como cima se declara.
Para V. Exc. ver.
Basiliano Macalhaes de Castro, a fez.
Sallada a publicada nesla secrelaria do governo da
provincia de Pernamboco aosli de junho do 1857.
Jos Bento da Cunda FigueiredoJunior.oflicial maior
serviudo de secrelario.
Registrado a 11. do livro i, de leis provinciaes.
Secretaria do goveruode Pernambueo G de junho de
1857.Joao Domingues da Silva.
LEI N. 428.
Joaquim Pires Machado I'orlella, vice-presidentc
da provincia de Pernambueo. Faro saber a todos
os -.mi- lijhilaule* que a nssembla legislativa
provincial decrelou, e eu sauccionei a resoluto se-
guiule :
Art. 1. O beneficio das loteras concedidas, e que
se concederem pela asembla provincial para qual-
quer fim publico, ou parlicoNr, sei de 12 por cen-
lo, como ja esl eslabelecido e livre da qaalquer im-
posto ou despeza.
Arl. 2. O prasidente das loteras lera quareuta
mil res de gralilicarAu por cada parle que extra-
hir.
Arl. 3. Ficara revogadas as leis e disposic^Oes em
contrario.
Mando, por lano, a Indas as autoridades, a quem
o conhecimenlo e eiecucao da referida lei per-
tenecer, que a ruinprarn e facam cumprir li ..
inleiramenle como nella se cialem. O secrelario da
provincia a Ijqj imprimir, publicar e correr. Ci-
dade do Kecife de Pernambueo aos 13 dias do mez
de junho de 1857, trigsimo santo da independenci-
e do imperio.
L. S.
/oat/ulm Plm Mchalo I'orlella.
Carla de lei pela qual V E\e. mana etecular
a resoluco da assnnbla legislativa provincial,
que sancciouou, determinando que o beneficio da
loteras concedidas, e das que o forera, seja de 12
por ce uto, e marcando a graiili- ic.Vi que dever per-
ceber o presidente das mtsmas loteras.
Para V. Ec. ver.
I'irinino llerculano l i| i-i i Ribeiro, a fez.
Sellaila e publicada nesla secrelaria do governo da
provincia de Pernambueo .ios 13 de junho de 1857.
Jos lenlo da Cunln Figueiredo Jnior, ufficial maior
serviudo de secrelario.
Registrada a fl. do livro de leis provinciaes.
Secrelaria do governo da Pernambueo aos 13 da ju-
nho de 1857.JoSo Domingues da Silva.
conceder mais algum subsidio em favor das orphas
desvalidas do collegio do Bom Conselho em Papaca-
ra, e de se promover a viuda de tres ou qualro reli-
giosos europeos, afm de cuidarem da educarlo mo-
ral e religiosa das collegiaes.
Reeonliecendoos relevantes servidos qoeV. Rvm."
tcm prestado a Lo importante estabelecimculo, nao
possodeisar de louvar e agradecer nesla occaiiSo, o
I1TBRIQR___
RIO DE JANEIRO.
5 de juulii>.
t) Sr. conseldciru de estado \iscou le do Uruguay
Expediente do dia 25 do maio de 1857.
OflicioAo Exm. presidente da provincia do Mi- | aerviea '.o e*qu idrilo di
inhao, 1i/.en. Esc. i n.-ci< uM. a Jo. Mlr
HBado ciui:.: OOVERMO DA I"HO-lKCI4
LEI N, 186.
Joaquim lNretLMtcJiao> Porlella. vice-presiden- rtril,
nboro. Fajo s.ibvr a lo- temado roriM io c..r,-u de preaideule daquella pe-
dos os seos liatiitanles que a assembla legisla- vincia, e felieitando-o por essa prova ilo cooflaara
Uva provincial decrelou, e eu saneciouei a lei se-1 com que n linnrou S. M. o I.
guinte : HiloAo Eun. barao da lt >.--Vista, di/endo que
Arl. nico.Fica approvado o compromi irmandade de .Nossa Sendo ,1o Rosario da povna- perior da guarda nacional desie municipio
rao de Tigipi da freguezia de N. ssa Senbora da Paz
de Afogadns, com as alleracoes eontidas na approva-
Apreciando e agradeeeodo us senlimenlos que o i E' nada mais havendo a (ralar, o Sr. presidente
levaram a aceitar esse encargo com louvavel desin- encerrou a aessao.
(eresse, leudo esperanza de qua Vmc. corre plenamente confianza desle governo, prestando om
servico relevante a claise desvalida com o zelj e de-
dicarlo proprias de teo carcter.
Dito Ao cooseldo administrativo para comprar
os arligos de Jazendas mencionadas na relacao junla,
vivo inleresse rom que V. Rvm." procura aperfei- | as quaes so precisas ao arsenal de guerra para oc-
toar urna nstiluicao que ja' deve tanto aoseuzalo a, correr diversos forneciraenlos, e para satisfazer a foi ..,.meado plenipotenciario por parle da governo
"">a>- pedidos do i.- balalbAode arlilharia a pe, e do los- imperial aa negociado que ai abrir-te com o ple-
He de snmma eonvemenea, que as edocandas pilal regimental. Communicou-se a (besooraria c nipoieneiariu da Repblica Oriental do Uruguay, o
desvalidas do colleg.o do Bou. Conselho, alen, da ao arsenal de guerra. Sr. ,. An,1rc, Lim rt,Mo aUd '
edueacao que all receben., so ..eoslumem a algum D.lo Ao palr.mouio dos rplos convindo commercio e navegicflo celebrado cora aquella re-
genero de tral.aldo que Ibes garanta a subsisten- em que seja renovado, elevando razoavelraenla o al- publica em !> de oulubro de 1851.
luguel, mas nao pelo prazo que pede Clara Fauslina 6
Be/erra de Meuezes, o arrendamento da casa em que A cmara dos depulados approvou lionlem um pa-
raora ella, perlauceote aquelle patrimonio, e sita na recer da commissilo do pense e ordenados indefe-
rua da de Daos, urna vez que sujeite-se a supplican- rindo a pretenrao de I). Anglica Rosa da |-'oneca
e as coudiroes a que oulros inquiliiios se mbinel- linio, pedmdJ urna pensao para si e suas lilhas,
." cm remunrenlo dos serviros de seu marido o te-
uno ao arsenal de guerra, approvando o con- nenie Manoel Joaquim Gomes de llrito.
IT, l""ci"n o l'eta.lor do patacho ..Santa Cruz.,, II Sr. Alcntara Machado funJamentou urna n-
fcouardo lerreira Bailar para a conducejo de d.ver- .Iicarao, que foi ren.ellida a commiatto de ttem-
eos arligos enviados pelo goveruo para o presidio de '
Fernando. Deu-se sciencia do contrato a tl.esou-
raria de fazenda.
Dito A ll.esouraria provincial, p ira mandar fa-
zer a alteraran ptecm no ierran de conlraln da obra
E, certo das ideas de V. Rvm.' a semeldanle res-
peilo, recoimnendei ao naturali-ta Mr. Rruuet, que
na c\ ur- .o seientilicaque agir vai fazer pelo inte-
rior da provincia, passe por Papacara, e enlenden-
do-e abi com a pessna que V. Rvm." indicar, Ihe d
as convenientes iiislrurres sobre a mancira de fiar
a seda dos casulos do bicho do carrapateiro (hombii
cynlhia;, afim de que as recolhidas aprendam essa
nova industria, que se deve ir inlroduzindo na pro-
vincia, comerando em Papacaca, qua lalvez possa
vir a ser o centro ou ponto principal dessa mesraa
in iostria.
Nao me de'cuidarci de promover vinda de al-
gumas irmaas de cari lade para realisarcm o penta-
menlo de V. Rvmc, a qoem prestarei sempre com
a maior salisfacao todos os auxilios pos peubo de tornar cada vez mais prospero, um eslabe-
lecimenlo de Ho recouhecidas vantageus par a pro-
vincia.
Dilo A' Mr. Baylilt, Ihesoureiro da estrada de
ferro, recomuiendando qued as necessarias provi-
dencias, para que liqutm livres ao transito dos mora-
dores a' leste ilaestra la de ferro, as ras e travtssas
prnjeciada--, nao .o na ra Imperial, como na povoa-
10 de Afogados.
PortaraEtonerando a Jos Filippe Cavalcanli
de Albuquerque, do cargo de suhlclegado de Una.
Coniniunicoii-se ao edefe de polica.
DitaA' agencia dos vapores liraiileiro-, alim de
que mande lran governo. os soldados desertores Jos Francisco de
a tuza Moreno, Antonio Francisco do Nascimento e
Ricardo de Norraandia, e bem asiim os remitas que
n commandanle das armas remcller pira bordo.
Comtnuuicou-se a' este.
2fi
OflieioAo Em. presidenle da reljr,ao.Cons-
tando de ofllcio do Eim. presi lenlc da I'arahiba de
23 do correule, quedo supremo tribunal de juslira
vieram para essa relacaoos nulos crines am toe f-
ram conlemnadoi pelo jur\ da cidade de A'fii, os
reos da raorte do Dr. Trajino Alipio de HollanJa
Chacn, e qna dessa reanlo foram pela respecliv*
secrelario enviados para aquella provincia, onda en-
tretanto nao cheg.iram. preciso, afim da polar res-
pon ler ao supradilo oflieio, que V. Efe, mandando
proceder as informaees necessarias, declare, que
destino liveram elles, certo deque nesta dala me
dirijo a semelliaute respim ao administrador do
enrreio. Oiciou-se a' e Dilo Ao chafe de polica, communicando ler
concedido a Sebasliao Jos '* dia- para provar a nenco legal do recruta scu
tildo l.souco Amancio de Cirvaliio.
Dit jAo mesmo, iuleirandu-o de qne a lliesoflra-
rianroviurial lerfl urdem para psg.r as despezas que
se lzeram com os presos pobres de Seriuhaem no
mez de abril ultimo.
DiloAo commandanle superior interino da guar-
da nacional do Recife, para maridar dispensar do
blas prownciaos, pora que esla, examinando a lei
m i n pira n. 723 de 16 de maio de 1833, declrese
ella se arha era conformidada com o quo ditpfte o S
! do arl. 10 da lei das reformas conslilucionacs.
Aprcsenlou o Sr. Brandan, e fundamenlou-o, o
uo coneerlos da punle .le Piraulnra, Tillo ler-se dado : egiimle projeclo, era sub.Ulucio de oulro do auuo
engao as Jiespeclivas causula-, eaeraveiido-se 3 pas-ado :
mezes em lugar de 10 para a ronclusao li'aquella
obra. Communicou-se as obras publicas.
Dilo Ao director das obras publicas, dixendo
que esl dada a conveniente ordem para ser paga ao
arrematante do 8.- lane,o da estrada da Escada a
qanlia de 780)000 rs. povenicnte da pedra por elle
eilradida.
Dito Ao joiz de paz do terceiro dtalriclo de
Ipojuca, para que Irata de organisr na forma do
modelo junio, e remella com hrvd.nlc, u mappa dos
lelos pralieados por esse juizo durante n anno pro-
timo lindo, muflirme se Ihe ordenoo em oflieio de
18 de abril ultimo.
COMMANDO DAS ARMAS.
Qaartel general do corazoaando das armas do
" Pernambueo na cidade do Recife, em 1(i de
untao de 1857.
ORDEM DO DIA N. 95.
O general commandanle das armas faz cerlo, para
os fin convenienles, que o governo de S. M. o Im-
perador |houve pnr bem. por aviso ao ministerio dos
negocios da guerra em 29 de margo ultimo, alten-
deudo o que Ihe representara o Sr. cirurgiao mor
de brigada Dr. Jos Sergio Frrreira, delegado do
cirurgiaomiir do excrcilo nesla provincia, sobre a
necesdalc de ir a corle pleitear a sua candidalura
de depulado a assembla geral legislaliva pelo quar-
lo dislriclo da provincia do Maranhao, ronceder-
Ihe licenca de favor para lal fim, passando a dele-
gada ao ci'iirgino mais graduado, ou mais amigo
que aqui eslivesse, o que foi coinmenicalo em ofli-
eio da presidencia datada de lioulem.
O mesmo geneial approveila a opporlnnida le
para declarar, que n Sr. primeiro rrurgiao capilAo
Dr. Praxedei Gomal de Ssau Pilaog, maito bem
deiempaiilmu as foncrojs inhcrenles a referida de-
legaca, duranle o lempo que a eserceu em substi-
luiraa ao Sr. Dr. delegado Sergio, dando as-im
man uina prova de sua iiiilelligeucia professioual, e
de dedicacao ao servico.
Jote Joauuhn Coelho.
conceder desde ja ao Banco do Brasil a garanta es- Cimpo.F. Oclaviaoo.Pacheco --J llave*****
lipulaJa no arl. 3... Dantas.Cairio. a
Islo, Sr. presidenle, habiltala o Banco do Brasil 1) governo remellen hontem a rimara d.. c. *V-
a nbter com |iouca demora, e lalvez de prompto, pillados as iuioirnace dad pelo Raa, do KraMl e
10,000:0003 de fundo disponivel, qua o habilitara a pedidas em nm requrnmeiiio daSr. har* 4* M-ot.
emillir 20,000:0009 o 30,000:0003 do sen papel de que fui approvado pela cmara. Aqai pablit jw
credilo, "Uni.ir.i complelaineule as necesidades da e-a- informaees :
circularlo, e ohrigai a sua illuslre direcl ,ria a di .. A cominis*ao de rana, filia*, a qoem M retar!
minuir a lata dos deacolos, que, no meu fraco cu- lido por deliberado da ilirerlon- o Baatro. o *Hi-
lender, ja he lio forle qua oppr.me o comniercio.es- co do ministerio "da fazenda de II da aiarmn.
ina^a a agricullura e mala a industria nascciitc do te, para dar seu parecer sobre a materia .1* ie<*a-
paiz. JApoiados.y ollicio, vem cumprir * O Sr. Coelho de Castro : lie um mal neces- Antes porem de entrar na apreciarao da mear,..-
'",'?' nado oflieio. a coinmu-io enlendao qia davia -ub-
" .Sr. Barao de Man : A disrussAo de que o mellar a eoii-ider.ii.no da direrivria ama lia pre-
liminar, coja slu(a) convem r-l>Mrrrr da
da de provar.
O Sr. I tralo : Nao esl as alai da directo-
ra rcraadar ; de um mal inevilavel.
O Sr. Ilrandao : lie assumpln que demanda
grande e luminosa discusssao.
O Sr. larao de Mau :li*lou disso convencido.
modo rlaro elcrminaale, alim dase asilar roniralar-
rao nos actos da directora, quaado *e reptlam larta
idnticos.
a O ollicio em queslao pal infrmar,ie, aw* a
directora, mas mu ao presidenle da Rtarn ; parir
() segando projeclo, Sr. presidente, de tambera de < a primeira vista qac dirigm los o envero* e\-11-<
impurlancia Iranseendeiite. vameiile ao sao delegado, sen faier iiienra. *, li-
li corpa legislativo, julgando em sua sabejnria que j rectora do Banco, nao devera e-la indagar ntnii
ra edegada a poca de fazer marchar o paiz as \ porque o delegada do governo lida da
vias do progresso em relacao ao ileseuvolvimeiito da
riqueza, \olou era varias leis urna garanda para ta-
reas, levadas a elleilo diversas e importantes estradas
de ferro, sem duvida porque enlendeu que era esle
um dos priraeirus mellioramenlus cora que devil do-
lar o paz.
Essa garanliaa estipulada pelo corpo legUlalivo,
de, no iueu fraco entender, muilo sufficienle para
rom ella se levanlarein os capitaes aa Europa, Ble
A assembla geral legislaliva decrela :
" Arl. I. O prazo marcado paia a prescrip^ao de
aejes commerciacs resultantes de lelras liea eleva-
do a 10 anuos, os quaes serao contados da dala do obslanle as dilleul.lades da poca que llrun'iatmoi.
proleslo, e na falla desle da do vencimenlo das Aronlcce. pirm, Sr. presidenle, que ella nao tcm
niesmas lelras nos termos do arl. 381 do Cdigo 'ido bem comprelieu.li la pelas capitalistas europeus.
Coinmercial. ; Elles raciocinam por esle modo, dizern : o vo-so
ir Arl. 2. Fiel igualmente eleva la a 10 annos, : paiz nos afianra um juro uiiii.mo de 7 9|0, porem
que lerdo contados das respectivas datas, o prazo es-1 esladelece o mximo da dasprza por que se da de
labelecido para a preicripcao das acces provenien- realisar cada uina das vossas estradas, e us nao sa-
les de comas correnles, dadas e aceitas ; e bem as- bemos so esse dispendio sera o duplo ou (ripio do
sim le coulas da venda de eommercianle a cora-1 mximo esiabeleclde. Portanlo, os vossos 7 0(0 po-
merciaulr, que por si liverem a presumpcao de li- : dem ficar reduzidos a 2 ou a 3 da effertiva nespr/.a
quidat, na forma regulada pelo arl. il'J do citado i que se fuer com a coiislrocjao de semellianles etlra-
codig
0 Arl. 3. Ficam revogados os arl. 143 e ldo
cdigo aponlado, e mais dispo Paco da cmara, em 5 de junio de 1857.Fran-
cisco Carlos Brandno.
Foram lambem spresenlados, enlre oulros, dous
projerlos que, em seguida, reprnduzimos com as
palavras com que os suslenlou o Sr. baiao de
Mana'.
" A assembla geral legislaliva resnlve :
i Artigo uuico. O governo lira aulorisado a con-
ceder ao Banco do Brasil, desdeja, a qoanlia esti-
pulada no arl. 3- da le de 5 de julho de 1833, alo
a importancia dos 10,000:0003 de que irata o art.
2', S I- da referida lei.
nj'aco da cmara dos dcpolados, 5 de junho de
1857.Barao dcMaua'.n
" A assembla geral legislaliva decrela :
1 Artigo nico. O governo fica aulorisado a ga-
rantir da maurira a mais cmplela e ellicaz, fora
das. Eo creo, Sr. presidente, que os capitalislas
europeus nao fazem urna apreciarlo exarla da ques-
lao, ou nilo enlrarisni em duvid sobre a suflicien-
cia do capital garantido; he islo devido circums-
(aiicia especial de nao conbecerem o terreno, e de
se nao terera dado ao trabalho de colher iuforina-
res.
O .Sr. sampaio l anua : E de nao prcslarem,
lalvez, inieira fu a. nossas informarnes.
O Sr. Ilaro de Mau : Nao ilirei tanto. Para
mira, Sr. presi lente, lenho por cerlo que os quan-
lilalivos estabelecid .s pelas leis e contratos especiaes
a respeilo sao muilo sullicK'nles, que nao lu eilade-
lecida umaquanlia mnima, e sira urna quanlia m-
xima, que loilas as eslradas contratadas rom a ga-
1 aulla de juro se piden) rcah-ar elfcdivaiiienle com
as quanlias designadas nos respectivos conlralos.
Como, porm, existe esla duvida, os capilaes nao
apparecein para seren empregados em acees desta*
companliias ; o que resla pois'a fazer-sc, "senliores :
do paiz, os empreslimoa que forem necessarios para i Crozannos os bracos e esperar que semelhanla duvi-
da desappareri com o lempo 1 Que a conclu-ao des-
ses pedamos de cslralasja em audamenlo s mostrb-
aos capilalislas da Europa quo e*lao em erio f Islo,
Sr. presidenle, imparta urna demora iminensa, e
em urna quadra era que as neces-i la les publicas ca-
morosamenle evigem que marrdemos.
O meu projeclo lem puis por fim aulorisar o go-
verno a prestar urna garanta ellicaz a empresmos
que tiverem de ler feilos por esla, companliuis, corn-
il realisaca 1 das eslradas de fero ja aulorisadas le-
galmenle, com garantas de juros por parle do go-
verno, comanlo que o montante de taes empresli-
mos nao exceda a sele mil' oes de libras esterlinas,
nem ns joros e amorlizarao que douverem ie ser es-
l'pulados excedam ao mnimo dos dividendos e delccidos nos diversos conlralos.
Paco da cmara dos depulados, 5 de junho de
1 18.7. Ilaro de Mana'.a
rao do prelado Dioces.ino, exarado na pelirao da
uiesin.i inundado, em data de 10 de junho de* 1857,
e revogadas as disposifoei em contrario.
Mando, por tanto, a toda* as nuloridadrs a quem
o conhecimenlo e execurao da referida resulurau per-
Icncer, que a cumpiaio e Lu.-ain cumprir Lo inlei-
ramenle como nella se conlnn. O secretario da pim-
vincia a faca imprimir, publicar a correr.
Cidade do Recife de Pernambueo, aos 2 dias do
mez de jundo de 1857, Ingesimu sexto da indepen-
dencia c do imperio.
la. 8.
Joaquim Vira Machado Porlella.
Carla de le pela qual V. Evc. manda execular o
decretu da assembla legislativa provincial, qoa
sauccionou, apprnvando o comproraisso da irraanda-
de da Nossa Senbora do Rosario da povoarao de Ti-
gipii da fregaezia de Nussa Sendora da Pai dos Afo-
gados.
Para V. Kxe. ver.
Jos Antonio da Silva e Mello, a fez.
Sellada e pudlieada nesla secrelaria do governo
da provincia de Pernambueo aos 2 de jonho de 1857.
Jos lenlo ds Canha Figueiredo Jnior, oflicial-
raaior servindo de secretario.
Registrada a fl. 72 v. do livro de leis provin-
cia. Secretaria do governo de Pernambueo, 2 de
junho de 1857. F'raneisco da l.emos Duarle.
LEI N. 127.
Joaquim Pires Machado Porlella, vice-presidenle
da provincia de Pernambueo. Faro laber a todos
os seos l.abilaoles que a a,sembla" legislaliva pro-
vincial decrelou, e eu sancciooe a resoluto se-
gointe :
Artigo nico. Fica desde j approvado o conlra-
lo celebrado a 27 de Janeiro do crreme anno, enlre
o re das mo\ramias.
POR EDMUNDO ABOUT.
111
Mar; ./Mil.
( Continua..a '. )
O cilios das espingardas abaixararn-ie para nos.
Julguei ver que alongavam-se sem medida, e que
suas eslremidades iam reunir-*" em (orno de nossas
cabecas. N.lo cr porque o medo me perlorbasse a
vista ; mas eu nao tinha observado i. 1 sensivelmen-
le o romprimentn das cpin;.ir las gretas. Todo o ar-
senal desembocou piuco depois na estrada, e cada
cano nioairou sua cronli 1 e oseo dono.
A uniea dilTeran(a que exisla enlre os diabos e os
salteadores he quo os primeiros s.lo menos pelos do
qua se dir, e os segundos mais enlameados do que se
uppe. Os oilo ladr&es, que se collocaram em cir-
culo ao re lor de n*, eram dio inmundos que au
(cria querido dar-Ibes meu dinhciro rom lenazes.
Adevinhava-se rom algum etforco que seus hsrrelcs
'mham sido vermelhos, mas a propria barrella nao
tena poda r*lilur a cor original de seu vestuario,
lodos os rochedos do reino lindara contribuido para
dir nova cr aos en< saioles de algodao, c soas ves-
Iik conservavam urna amostra dos diversos lerrcnos
em qoe biviam repousado. Suas maos, seu roslo, e
alo seos bigodes eram de orna cr cinzenlo-averme-
ll.ada como a Ierra que os snslenlava. Cada animal
lomi mni cor segn lo sen domicilio e seus badiles :
a rapozas da t.roeland a sin da cor de nev, os lees,
r..r do deserto, n perd.zc. ce dos sulcos do arados,
os salteadores gregos cr de estrada.
O rl.efe da1 pequeua (ropa que no's fizara prisionei-
ros na. dislingoia-ss por nanham slgaal eitarior.
L. l!^?2 J""0' oasroupaseram
meta ricas de poeira do que as de seu, maridas,
fclle inclinou-se para nos, e examinan-nos de no
perlo qoe senli o rochar de digodes. Pareca am li
gre farejando a preza anles de prova-la. (luand
deou sati.faila a sui curioii lade, elle diise a Di-
initri :
Esvasia (eds bolsos !
Himilri nao esperou que ll.'o repalisse. Lancea
diaule de si una fica, um sacco de iumo-, e Ires pi-
aslrasmexicanis que ciuipunham |>iuco mais ou me-
nos uina 01111111 de Ir. franco.
Ha lu lo 1 pergunlou o salteador.
Sim, brando.
Es o criado '.'
sim, irrofta.
Turna a lomar orna piastra. N.lo deves vollar
para a cidade sem dindeiro.
Dimilri regalonu :
Bem poderlas deixar-me daat. leudo dous ea-
vallos Ij em bailo, que foram llagados a Zimmer-
inaii, e hei de pagar o Explicar! a /.immerman que lomamos leu di-
nhciro.
(Vid. Uiarioa. 128.)
1 oro
nel Domingos AfTonso Nerv Fcrreira.Commnni-
cou-se a Ihesouraria de fazenda.
Dilo Ao ebefe de polica, inloiran.lo-o de ler
concedidn ao lecrula Manoel Jernimo Piuheiro, o
prazo da 20 dias para provar a iaenefio legil que leu:
para nao aer coagidu a servir no excrcilo.
DitoAo mesmo, re-pon leudo com a remassa de
copia da informaco do commando superiur da guar-
da nacional desle municipio, au ollicio em que S. S.
me envin um oulro do subdelegado da Vanea,
commiinieandu, que inanda.idu chamar os guardas
de reserva para coadjuvaren: o serviro da polica,
fora aquella medida contrariada pelos capdaes da
exmela guarda nacional daquella freguezia.
Dito A' Ihesouraria de fazenda, Iransmillindo
tres avisos de lettras na importancia de 2:395rJ0
rs., sacadas contra aquella pela Ihesouraria do Rio
(jrande do Norle, e a favor da Joaquim Ignacio l'e-
reira Jnior, Carlos Joaquim l'inlieire de Vascon-
eellos, edo Dr. Jos Nicolao llegiitira Cosa.Com-
municiiu-se ao Exiu. presidenle daquella provin-
cia.
DiloAo patrimonio dos orphaos, communican-
do-lde que a Exm. baroneza de Cimbres, aceilrao
lugar vago da uina das inspectoras do collegio das
orphlta pan o qual fora Horneada.
DitoAo mesmo, dizendo eslar inleirado de llo-
ver Anlonio Valanlim da Silva Barroca, lomado
posse do lugar de tdesoureiro daquelle patrimo-
nio.
DiloAo director das obras militare*, para que,
com urgencia, fara os reparos de que precisa o pao
teo da casa em que esl a r'aeuldade de direilo, vis-
lo que, qoando cliove, n3o da' passagem para I patrimonio dos erphdo*, eedendo em beneficio desle
mesmo edificio. .,..,, ... 'ne,,de do ordenado que linda de perceher, e reser-
DitoAo Rvm. capuchinho fre Caetano de Mes- vando a oulra parle para pag.mcnlo de nm fiel ou
cobrador qoe o auxilie nos Irabalhos inhcrenles -
e ravallaria da inesma gaardl
Inda da Silva Fragoso, vi^to
in^.ir ilo iiMprelor to qnar-
fjjrllo na Ire.n-zia da Varzoa.Cunmunicon-se ao
chefe de polica.
Dito Ao commandanle superior do Bonita, di-
zendo Ihe ler IranimiUido a Ihotouranz de fazeiili
para seren pagos o* prcls das proras na guarda na-
cional all destacada.
Dilo A lh: mirara .la fazenda. cnm.nunic.indo
que 11 bacderel llsbelln Florentino Curr, de Mello,
entra'ra no dia 23 de Janeiro nllimo no exercicio do
cargo de juz municipal e orphaos do Brejo. Com-
municoo-se lambem a relajan.
Dilo A un -1111, declarando que mereceu npro-
va^ao da pre-iilenria a fe.lnra do puri. i de ferro no
hospital regimental, medanle a quanlia do 823000,
pela qual Joaquim Vicente Marques se comprorael-
leu a dar prompto em sua casa o referido poriao.
Dilo A mesma, enviando copia do aviso da ma-
rinl.a de 15 do correnle, declarando que os Africa-
nos existentes no arsenal de marinha, devem ah
permanecer para serera empregados no servico do
melhoramento do porto, correndo as despeza, com
elles feitas, pcreonli da consignacao marcada para
as obras daquelle ministerio. Tambem remetleu-
se cpii desle ao supradilo arsenal.
Dilo A mesma, reeommendando em addita-
nienlo ao oflieio de 18 do correnle. que no conbato
que celebrar com o irmandade de Nossa Senbora da
Soladade a cerca do aluguel do edificio qoe servio
da hospital regimenlal para nelle alojar o 9.- bata-
lhao.se nao circurascreva tilicamente ao lempo em
qoe liver de dorar 0 concert da coberla do quarlel
do referid balalhao, mas sim al a decisao do gover-
no imperial relalivameute as acommoda(6es qua >e
devem fazer no mesmn quarlel cnuforme indica o ge-
neral ciinmn lame das armas.
Hilo A Anlonio Valanlim da Silva Birroca.
Tuibo presente o oflieio de 21 do correnle, em qoe
declara aceilar a iiomeac..io de Ihesoureiro do
Vmc
sma. l.i a representara*) qus V. Rvm.' me diri-
gi era 20 do correnle, sobre a necossidade de se
E se anda as*m ella quizer ser pago '!
Itespondo-lhc que he mui feliz de lomara ver
seos cavados.
Mas elle bem sabe que nao loinaes os cavallos.
De qne vos serviran) na inonlaiiha '.'
Ilasla Dize-me quem be esse hornera alio e
magro qoe esta junio de li ?
Respond en mesmo :
Ira honesto Allcmao,|cujos derpojos nao o en-
riquecern.
Fallas bem n grego. Esvasia o bolsos.'
Depuz no cha uns vinle francos, meu fumo, meo
rardimbo, e meo lenco.
O que de isso ? Pergunlou elle.
Um lenro.
Para que '!
Para assoar-me.
Porque me dissesle qoe eras pobre '.' Smenle
os milords de que a-soam-se em lenm-. Tira essa
caixs quo Irazes .11 coalas. Bem Abre-a.
Miulia caixa continha algomss plantas, nm livro,
ama faca, urna pequea porc.o de arsnico, urna
borracha qun-i vasia e os reslos de mea almogo, qua
exrilar un a cobija da vellil Siiiions. Tive a ousadia
de ell'erecer Ih'os antes que minl.a bgagem mudas-
se de dono. Ella aceito", gulosamenle, e pnz-se a
devorar o pao a a carne. Com grande espaulo meu
esle aclo de gula causn indignacao aos ladres, os
quaes murmuraran) enlre si a pafavra tehmaliea '.
O frade fez meia doza de ligara da cruz, segn lo
o rilo da greja grega.
Deves ler um relogio, disse-me o salteador, poe-
1111 all com o reslo.
Enlreguei mn relogio de prala, joia hereditaria
do peso de qualro onjas. Os malvados passaram-no
de .nao em mao, e acliarara-111 mui bello. Eu es-
perava qoe a admiraran, que loriia o hornera me-
llior ns dispnzesse a reslilnir-iiii alguma causa, e
ped ao rd-fe que deixasse-rae a caixa de Tulla de
flaudres. Elle impoz-rae rudemunte silencio.
Ao menos, lomei-llie, enlregue-me doui escu-
dos para vollar cidade !
NJo leris necessidade disso, responden-me
elle com um riso sardnico.
Era rdegada a vez da velda Simons. Anles de
metler a rr.au no dolso, ella inlarpellnu nossos ven-
redores na lingua de seas paiz. O ingles de um dos
raros idiomas, que podem-se fallar de bocea chela.
Relliclain bem no que van fizer, dsse ella em
tom ameaeader ; sou Ingleza, o os cidadlot inglc-
zes na i iuviolaveis era lodos ns paizes do mundo.
*1 que me lomarem. de pou-o Ib 's -ervir, caro
Ides ha de cu-lar. \ Inglaterra me tingar, a todos
sargo pelo ra noi enforcados. Agora se querem meu
dindeiro, filien) ; mis elle lia le qaeiin.r-lhes os
dedos ; he dindeiro ingle/. !
Ouo diz ella .' pergunlou o orador dos saltea-
dores.
Diz qo< do Ingleza, responden Dimilri.
lano laelhor! Todos os Ingiera sao ricos.
Iii/.e-ldequ, r.iri o mesmo.
A pobre velln lerram .11 un 1 bolsa, quo rnnliulia
quelle emprego.
THI37JNAE, do COMMERCIO.
SESSAO ADMINISTKATIVA EM 15 DE JCN1IO DE 1857
/'.-,.., recia do i.., Sr.tlatambargaor
Sousa.
,_ As 101p! horas da manhaa, acbando-se prsenles
oiSrs. depula los Reg. Basto, l.cinos c supnlenlr
Ramos eMiva, o Sr. presidente abri a sesso ; e
sendo lldz a acia .la ultima, foi approvado.
DESPACHOS.
Um r-querimento de Antonio Lopes l'ereira de
Mello, pe lindo regislrar a nomeafao q.e ajilla, de
seu eaue.ro .Manoel Mandes da Croa Ueimarei.
Regisire-se.
Oulro de Roslrnn liouker & I. mi;, inln 1, pedindo
registrar a procuraro que ajunlara.Regislie-se.
Oulro dos mesmos, pedindo registrar a escriplura
de dypolheca enlre elles e Jos llerculano de Car-
Taina e sua mulher.Rrgslre-se.
Oulro do Marcolino Viclor de llora**, pedindo
registrar a sua nomearao de caixeiro.Iteci.lre-'e.
Oulro de Jlo Jos Ribeiro CuimarAes e Francisco
Ignacio Tinoco de Sansa, pe lindo registrar a prom-
racSo que llie passara J0.I0 Fernandes Prenle Vj-
anna.Rc^islre se.
Oulro de lunncencio da Cuulia lioianna Jnior,
pedindn eertidlo de sua nomearao de caixeiro, de
Anlonio Pedro das Neves.D-se-lhe.
Oulro de Paulina Catlana Soares Carneiro Mon-
teiro e Joi Cicilio Carneiro Monleiro, coinmerrian-
tes em padarie, pedindo a sus rehabilitlcJJo de filu-
dos, fiMe como lem plena quilac.l, da seus credorrs
Auluada pelo amanuense Manoel Mara Rodri-
gues do Nascimenlo, a' quem nnmeam escrlvlo do
fado, conlnue-se com visla ao Sr. desembargador
fiscal.
Oulro de Francisco Ignacio Tinoco de Souza e
Joo Jos Ribeiro Guimares, procuradores de Anto-
niaida Azevedo l'ereira a da eiuva TheOphilo Fdlio
i\ Ribeiro, pedindo um attesladu para poder seguir
V!.igm ao Aracaly o diale nacional Nova Angli-
ca,11 vislo romo nao lem lempo precian para fazer o
respectivo registro.Di-te-lhe a licenca para poder
seguir viagein na forma do etlylo.
l"oi prsenle a rolacao offlclai dos precos crren-
les da prara, relativos a semana finda.Mandoa-se
archivar.
lano que o unus de laes empre-limos nao exreda I ino Banca a o dt rada
nm movimenlo edeio de greca, nm sacco de marro-
quim, que trazii a liraeollo. O saltea lor adrio-o
apressadamenle, e lirou delle nina docelinda de Via-
gem, um frasco de e patlilhas de horlcla Inginas, e uns cem francos de
prala inglezes.
Agora, dsse a bella impaciente, podem ilei-
xar-no parir) ; nao temos mais nada para dar-Ules,
Foi-lhe indicado por um gestu aniear.idor que
nao eslava levantada a sessao. O (.befado bando poz-
se de ccoras dimite de nossos despojos, chamou o
bom re/no, conlnu o diuheiro em sua presenra e en-
Iregnii-lhe urna somma de quareuta a cinco rauens.
A velha Simts loenu-me cura o cotovello, e diise-
rae :
O frade e llimtri nos entregaran) : os UdrOes
reparlem com elles.
Nao, scnhnra, respond logo. Dimilri receben
apenas urna esmola pela que Ihe fura roubado. He
urna consa que e faz por toda a parle. Sas margens
do Rheno quando um viajan!* arrnina-so no jogo, o
garilciro da com que vollar para a casa.
Mas o frade ''
Kecebcu o dizirao dos despojos em vlrtode de
um cislume immeinorial. Nai o censure ; pelu con-
trario agradeca-lhe ler querido salvarnos, quando
seu convenio era interessado na nos'.i captara.
Esla discussao foi iaterrompid pela despedida de
Dimilri. Tiuliam-lhe restituido a liberdade.
Espera par mim, di-se-llie eu, vollai eraos
junlus. *
Elle meneou trisle-aenle a cabera, e respondeu-
me em iuglez para ser comprelieudido pelas nuas
mulheres :
0< endures ficam prlaioneiroi por alguns diis,
e nao lorntrgo 1 ver Alhenas anles de ler pago o
retgate. Voa advertir a milord. Essas 11 h ir is lem
eommisioes a dar-m para elle '.'
Diga-lhe, griten a velln Sunons, quo corra
casa do einbaixadnr, e que v dapoii ao Preo fallar
ao almiranle, queixe-so *o F reigne-Ofllce, escreva
a lord l'ulinerslon Seremos arrancadas laqui a for-
ra ou pela aulori lade da polica mas nao quero qus
se desembolse ura peni.y para rainda liberdade.
Pela m 11I11 parte, (oruei eu -ni lants culera,
rogo-le que digas aos meus amigos em que maos me
deixasle. Se forem precisas algmnas cenlems de dra-
cliina- para resgalar a um pudre naluralisla, elles
bao de acba-las sem Iradallio. Esse senliores das es
Iradas nao podem piir-mo alto preco. Visto qoe es-
ts anda alit, quero pergunlar-ll.e em qiianlu me
avaliau.
He Intil, charo se.idor llermam;i
elles que bl 1 fe fu ir s, 1 resgale.
l'.iLi. quem ser ?
S;u chele II ilgi Stavros.
O Sr. Atrita de Mana' .Sr. presidenle, Icvan-
I lo-ine nara ipresent ir consi ler cao da rasa .1 mi
' prnjerlos O primeiro, diz respeilo ao Banco do Brasil.
i.'mi-Iou iiliirnanienle que a illuslre direriona ''o
a)anco do Brasil li/.ra subir ollirialmenle a presenta
en enverno imptrltl um parecer de nina das suas
Commiteoes em que ileclara n.lo poder mantel o
fundodisponlvel da
gradualmente a tma dos deseonto*.
1.nicn I ., Sr. presidente, que a laxa actual jl be
um mal gravitsimo que ataca ^' inlcresses mais vi-
laes do paiz...
(' .s"r. F. Octarinno :Apr.iado.
O Sr. Dora* de Mana' :... e que portanlr de-
vemos procorar oolros mcios para se aleanear o fim
que sera duvida lera em visla a illuslre directora
do Banco do Brasil.
Vejo que pela lei que aulorisou a encorporacao do
Banco do Brasil un arl. 2- S l sa determina que
os primeirns lO.OOlMHHb empregados 110 rtsgale de
papelmoeila srao foruecidos pelo Banco a lilulo de
cinpreslimo, u qual nao vencer' juros emqiianlo
durar o privilegiu do dilo esladclecimenlo ; e 110
arl. 3' se diz que se para maior seguranza de suas
operables entender o Banco que Ide convi) obler
em qualquer |iaiz eslrangeiro um crdito que n.lo
exceda a' quanlia que o governo Ide esliver deven-
do, era \irni 1,. da ditpotlcao do jj I- do arl. 2-, po
dera'o mesmo governo prestar para esse elleilo a
garanta do Brasil.
O meu projeclo lem por fim aulori-ar o governo a
garantir desde ja n o so a quanlia que se vai an-
nualmente amortizando al os 10,000:000s, como
mesmo a Importancia total. Ja v a cmara qoe
ananas se Irata da urna garanlia meramente nomi-
nal, pnrquanlo o Banco do ltra.il com o s*u funlo
elleciivo de 30,00;):(Mm-, comas garantas maio. es
de Inda a exrepjao de que e-la' rodeado pelos seus
estatuios, com a presenra constante e permanente 1 noJUdade de toda eMeto do 2- dMriete sa
de um dscal pnr parle do governo, nao pode apre- '
rompvir an
ordans de*lc, taolo mais qaanln pelas esl.Hal*- b*
roufenda ao presdanla da Hir.ro a alinda;!* <*-
mu.ar e inspeccionar as operarios a allos ran 4-
serviro do banco, s
l'ori-m-e considerariii isque o |eMd>nlr. alt-m
da ser d*legadn do unvernn, ha o orgia a* direcl**)*
que o Banco he a a--ona...i.i de rapiiae >,rw..r
estrangeros, cuja lirerc.io fu etclasavaaMail* wai-
liada a direeloria, sem o con -111.0 da ajaal a 1- *
0 prndenle nralicar arlo algum de grl**, ai to-
lde un rau'uie reservada a s*o daajtielle aja*
foram contrarios a lai a*s esUlal* : se rasid**r-
mos mais que o Banco do Br.isil lem s..l* nrnlrn.
Jo pelos poderes do E-la lu coma um e*Ubeltri*ae*)-
lo parlicultr. ja quai. lo sena., jolgaram incmpih-
veis as fiiucres de lagi-ladoi com as de proileal*
Jo mesmo Inoro, ja quanlo por ama malaca* d*
minislano da fazenda se negoo a i-en.-".., d paca -
ment de direilus para o seu papel de caiuo, vtat*
como nao sendo eslabelenmealo poMiro, na* p. *
gozar dos privilegios de que traa i I d* arlif* t*i-
meiro do regulamenlo de *> de 11H0 4* 181* *
co de 13 de fevereir.i di IK55 : ae coaaideraca
fiialroeiile que as nperar,ea do Binen, aaevieinajas
no artigo 11 de seus eslalulo. sao de nalareta pKk-
cularmenle rominrr.ial.iiM-" podeta dmar de
concluir que lodos os acto* dirigido* a* prndenla 4*
Banco o sao sua direeloria. a qaial r**tr*a apre-iar
1 nalureza dos ine-ino', polcad* aroalecer *)* te
reliram a aetomplos sobre *s a,-es o prttids ais da
per si nao deva resolver sem eiprewa a.ion-ari.. da
lireclona. De oulra orle as allribatr** do r****>
colleclivo striam absorvidas pelo delegada do ver-
no, o que por certa na* se hirmonn* c**a a* doaao-
sires da lei qoe autoritwi a lorarporari* d* hlmrm,
nem mesmo pode ser o |*nsamenl* do (averno.
ir Knlen te pois a commi.sio qo* a dirarlorsa, u-
n m.i coiiliecnnenl.i d 1 nfli-i* em qneala*. eanl .ra
i.lo fo'se uieiicion 1,1.1 no mesma pralie** ata a**e
legilimo que devela c inlinuar a eiercer cm rao**
idnticos.
> Firmada e siderar a molera do sopra lila oflieio.
o O governo para satisfazer ama rr<|*>i*ir da
cmara electiva nece-ii. das scgainla* iafattaa-
-.oes :
1. A qaanln monta a emito lo Itsnre d* llci-
sil o das respectivas caixas filia**, rada nana de per
s, desde a su.i insudarlo, fim de cada me/.
2. A qaanlo monta o lundn -I -ponnel do mi 1
ao mximo da reapontsbilidede qoe cabe to governo
pelot lei- jo vol ias.
Parece-me, Sr. presidente, que nina garanta poi \
semelhanle rorma etiipnlada, que uio lem referen- 1
ca a nenlium projecio ulicri >r, asa* tornate aot I
conlrilos ja eflectivimeote raallsa '.os, aos emptaaoi
que u paiz j. lumou s ,bro ei, nao pod) encu.ilrsr i
calta rentral sera augmentir| obstculos.
Acredilo, Sr. presidenle, que com a passagem des
sa anlorittrgo, ao goveruo nem tara preci.a, 1 ilvea,
a garanlia do mesmo governo preciada dcsla forma
sendo pan quanlia cxlreiua.i.enic lllud ca, porqur
esla lei dar lamanbn forra moral as cou.panhias
que so pieleudcn. organisr" que ellas emillirao sem
difliculJade e r romplameule as suas tercies; se |hi-
rm na o puderem fazer, cumpre habilitar o go-
verno para remover os odslaculos.
t) paiz j aceitou o einpenlio de garantir o mnimo
do juro ; ule se pede ao paiz qoa augmente o oou>
dessas operares, pe lee apenas um meio pralico
de tornar llectiva a garanta dada.
Por esla forma, Sr. presidenle, rreio que aleanra
remos o grande fim de levar a elfeiln cora presteza
um iin-lli r iiieni 1 altamente reclamado pelas rir-
cumslanciis do uosso paiz.
R*servo-me para en. eeeaslaa opporluna desen-
volver a materia de que Iralam os projeelos que of
fereco a ennsderacao da casa.
Foi por lira approvado por 54 volos centra 32 o
parecer da eommissao de consliluico e potetes sobre
a eleicaodo 2" rustrirlo da provincia do Ceara, e por
ronsegoinle declarados pelo mo-rn 1 di-lnclo, depois
de orarem os Srs Silveira Lobo e Paes Brrelo, de-
pulado o Sr. Francisco Domingues da Silva, e sup-
plenl* o sr. Jos 1 ..millo Lindaras.
Foi nica, no lira da ssss?o, a segoiule declara-
cao de vulo :
o O abaixo assignados declarara ler volado pela
jirovin-
cia do Ceara'.Madureira.Aievedo Pal* a.Vil -
ama .las lidie.
sustada. Os salteadores sobalternoa que aeabnvam de
prender-us linbam moslradn certa corlczia ; nao
liaviara corrido a ningoom, e lindan) conservado as
maos longo de suas prisneiras. Em vez de despojar-
nos, linliam-nos pedido que nos despojassemos a nos
meamos ; na* tn.liain reparado que as mulheres (ra-
zian) brincos de orrllns, nem ao menos as linbam
convidado a lirar as luv.is. E-lavamos pois mu Ion-
ge desses salteadores da llei.....ha e .la llalla que
corlara om dedo para lomar un annel. e rasgan) ore-
Iha para liror urna perola ou 11 ni diamante. Tolas as
desgrac;as deque eslavamos ameacadoi. redozitm-te
ao pagamento de nm resgale : e anida era provavel
que fo.serans livre gralis. Cuno suppor qua Hadgi
Stavros nos relvesse impunemente a cinco leguas da
capal.da crle, do cxercilo grego, de un balalhao
deb. M. llritaiimca, c de um vaso e-lacionario da
marinha Ingleza'! A'sim nciocinav Uiry Aun. Pe-
la mlnha parle cuidava involootariamtnle aa histo-
ria das rapariguinliai de Mislra, e seul.a-me gandi-
do pela tristeza. Tema que a velda Simons pela sua
obslnarao patritica nio expo/.is.e a fill.a a algum
perigo gran le, e fazii tincdo de adrir-lde 01 olbvi
qaanlo antes sobre sua situarlo. Camindavamos de
um cm um por umi vereda eslreiti, sepralos uns
dos oulros pelos nossos ferozes cumpaohliros de via-
gem. 1- inundo me pareca inlerrainavel e eu per-
sentar a menor duvida sodre a eguranra de qual-
quer nperar.lo de reedito que precise realisar denlro
uu fura di. paiz.
Todava, para que o Banco possa obler com mais
promplidao e"sso crdito, a garanlia do goveruo sem
duvida Ihe sera' de muilo auxilio.
Propouho, pois, que o governo fique aulorisado a
almoco de vinle e cinco, uu Innla lumeus que
vieram rcceber-1105 Comanda pao e queijo. O
chefe alimenta seus sollados : lodos os das se Ibes
da' una racao de pao, a/.eile, vinho, queijn, ovas,
pimeula, azeilonas amargosas a carne,quandu a reli-
giao o perinille. Os gulosos que qui/.erem colher
malvas e entras liervas, lem a liberdade de colhe-
las na i.ionlanha. II,ni tomo as oulras rlasses do
povo os sa leadores raras vetes acendem fugo para
preparar seu alunei.lo ; roinem a carne fra o os
leguines crus. Nolei qoe lodos aquellas que nos
rudeavain observan) religinsamenle a lei da absli-
nencia. Eslavamos na vesper* da Ascentle, e esses
Immens, dos quaes o mais innocenle linna pelo me-
nos una morle na cousciencia, uo leriam querido
iiarregar o estomago com unta coxa de frango. Di-
rigir para duas Inglesas i bocea da espingarda Ibes
pareca un peccadinho insignificante ; a velha Si-
mons peccara muilo mais gravemente cometido
carne esse dia.
Os hoinens de noa escolla regalaran) copiosa-
mente a cunosidade de seus cantaradas, responden-
do a Indas as pergunlas que Ihe (orara feilas. Puze-
ruin ni >s(ra os nossos despojos, e meu relogio de
prala nbleve linda mil Iriumpho que lisongeoo-me
o amor proprio. O sabonele de ouro de Mary Ann
foi menos apreciado. Nes'a priraeira rnlrevisli
veraeule. A p ii.agem era ho.rivel : rocbedo me i e rellaclio um pouco sobre mim. Aot oll.os dees
deiz -va penas eseanir pelas fen.las um, azindeira dmeos simples o possuidor de nina obra (ao impar-
defindada, ou ama moula de Ihymo no espinhoso lano nao poda ser menos do que um milord.
que se agarran as nossas pernal. ,U sallcdores vic- A curios.dade do. salteadores era rriladora, mas
loriososnio manifeslavam nei.buma alegra, e sua au inslenle. >enhum dclles pareca Iralar-nos 1
marchi tr.umphal aieinelliava-se a um passeio fu- 'como vencidos. S-biam que estavamos em suas raaos, '
lela Tavare.Araujo Brusque. Toscauo Barreta.
Beii'vi le. lorres-llomem. Alcanlara Macha-
do. Bulcao. Sania Croz.Piulo de Memlonra.
Fernandes da Cuiilia. Silveira Lobo. Franco
deAlmeida.l'ereira Piulo. I'elippe do Araujo.
Baplisla Monleiro.Brandao. Augusto Chaves.
Piulo Lima. Barros Piinenlel. Anluues de
rior da suia. Ella lomara cha na vespera nos taJAes
da legacao da Inglaterra, fodieando os adn.iraveis
Ibnnt do Sr. Wj'te ; via-se Iransporlada sem Iria-
siro pira o meio de urna |iaizagem born el e de
urna horda de selvagens, c nao linda a consol.nao de
dizer comsigo : be um sondo ; porque nao es-
lava deilada nem as de seus ps.
Sobreveiu urna nuva (ropa que tornou inlolera-
vel a n .ssa poejedo. Nao era naca Iropa de saltea-
dores : era mudo peior. Os Grego* Irazem sobre si
uina inullidao de pequeuoi auiu.aes ageis e capri-
ctisos que Ibes fazem Comptnhii noile edil, oc-
cupam-nos ale em somno, e pcloi seus taltal e suas
mordidellas acceleram u moviraeulu dos espiritse
a circolaco do sanana. As polgu dos sallcadoies,
>'e que pona moslrar ligninas a vosa sendoria na
minl.a collcccao eolomologica, lia mais rusticas,
mais forles e mais ageis dn que as da mlade : o ar
livre lem yirludes dio po lernsas Ma* repare! logo
que nao eetavam conlenlcs lesui surte, e que aeda-
vam miitregalo sobren pella lina de um joven al-
len.au do que sobre o cuiiro dos silleadores. lina
emigrar.!', armada se dirigi para minhis pobres
pernos. Senli a principio forle cocega uns (ornoze-
Ins: era a declararao de guerra. Dous minutos de-
pois urna diviso 11 vanguarda llOCoe-ta labra 1
barriga da pen 1 direila. Passei vivamenle 1 mao
por ah, mas com o favor dessa diverta o iuimigo
adianlava-se por marchas forrfdas para a mulla ala
lal -.
.. i. i.iaal o 111 iximtul < .'.c loi I .. r ,,ira banr* *
uas l,lnc., ou a luipurlauria do -, loes res-ipr-rj-
otanle.
i. A qoaulo monta a impoilai-i. rahrada peto
anco em cada um wcz pajea saque, aebre anas 6-
taes,
' 1. I inalmtnle, qaal n nier.:i..-i.i, rrahra **U-
belecilo |ielo banca em r.licl* u,4 hlia**, M
be, >e as consi lera paile iuirsranlo de < ... atabe
leetateate, en da-ico* tinneda sujeii*< 1
nenio diratler da aJaatni*lrar*o naaaaa.
< A 1 oiim.i;..o eiuer.i nj. inlinar,,.. pon
duas a orlen, dr farlos iiileiramenl* .li.'imrin..
rom relacao ao (onda ll.poiinel emi.. d* batir*,
e o modo de existencia das ranas filia**. ora rata
rel.n.-.lo os nperacet dt movimeoln de fan-1*. atre
0 inercado do Rio de Janeina oulras d* itnna-
rin. ~-r--
Enlende sobre a pnmrira orlem n> farloa ojee a
le. orgamci e estatuios da llnro Ihe imi*ai*raa .
obligarn de anatas- ledas as iaf*rare raelaro-
cmenlos necessarios sobre sea fondo d<*p*ms*l e
enii.s.,,, dimanando eaM odnsara* d* direiln m-
cedido de po ler emillir nulas alean lo v*|*r de aeai
eaplal sem onus algum de sello, e rom nrmie-w.
de curso as estarnas publicas. K e*la abtig'ar |**a
sido conslanlemenle salisfeila com a reanaa d ba-
lanros mensies, quer da raiza nninz, qmi da* b
l.aes, ao mini-Itrio da f ./en la, devendo retallar da
aprecia.o desses I.lauro* | |-nn ruubariminlo di
lidelidade com qoe a la. lem sido ttrralada. Isla bm
qoa diz re-pi-iio ao fundo dispoaivrl o emi-a* ;
1 nulo ao niojn de exiten i|ipruvac.io previa por parle d.< gavera*. dMajatJajBjj.
les das mesmas caitas o, le sa acba eslabeteci*)* >
seo mecamtmi praltro demouslra ,1a parle > .. I-
niini-lrar.lo to Banco o rain,onn>nl 1 da lei.eda
paito do anejaran ..r iuie-"*n-i 1 aa >icai ajdaaat*-
Irativn das caitas em Kj .rao aa Banco rruli.d
o Sobre a segonda ordem ds farlvs *s>l**>4e pa-
terna toiiimn.Ao, que allerlaiidti ella tdirrrrtia
lerna c pursineiita commerria, dos aenrin ato atan-
co, por is-n que se relere a operar/,** de nm.aaeo
los de fundo, desli pra^t para aajnjaa do 1-1 r..
opr raines per mil! nas no arl. II ; ~ du. etlalala.
uenhumi obrigarlo, a inui'o menos convenieoma
etquorda, e loraava pisii;ao as alturas do joelho.
Tal era a invasao que tola a resistencia lornaea-se
em logar retirado, cu leria
poni superior, A
barbaria victoriosa renda serreta l.umenagem A ci-
Mlisar.lo vencida. Muilos d'eulre ellas viam pela
vez o Irage eumpeii. Esse
a vziinhanca do campo. Dez ou do/e raes enor-
mes, grandes com 1 bezerros, e frisados como car-
neiroi Itnearim-se obre mis moilrando lodos os
seus denles. Nossos protectores o. receberam as
pedradas, c depois le um quarlo de hora de dosli-
lidades, fez-se a paz. E-ses inonslros iuliospllalii-
ros sao es senlincllas avancadas do rei das monta- j rem de quelecido era felo. De boa'vonlade ler-me-
los, assim como os caes dos diam despido para examinaren) parlicularmcnle ca la
peta do meu vestuario, e lalvez al corlado pelo
mons, esnllria por ella un roailyrio que nunca ine
ser agradec lo. Emliin esgni ,da a paciencia e de-
cidido a lubtral.ir-rae rel fgida a e*sas invases
au sao
contrabandistas, farejam us guardas da alf.ndega.
Porm tal be o seu ztlu que devorara de quau lo em
quaudo um paslor iuulfeusivn, um viajante perdido,
ou mesmo um roinpinl.eiro de ll.dgi Stavros. ij'
rei os nutre assim romo us aulig >s .i,i. ,s conserva -
vam sciii janisaros, com o recelo pernelno de ser
dtverado por elles.
meio pan esludirem a cslruclura interior de um
milord ; mas eslou cerlo de que nao o teriara felo
sem se de-culparem e sera me pedirn perdau pur
la., grande liberdade,
A velha Simen nao lardou em per ler a pacien-
cia ; eiifadava-se de srr examinada de lo perlo pur
O campo do re era urna planicie de selercnlos ou | esses comedores de queijo, que r.ai Ide ulltreriam
oilocentos metros de superheie. Debadle procure! I almoco. Nem lodos gnttam da dar-te em especiacu-
ihi as le- '"
res nao
prme.ra vez o Irage europeii E-scs an lavan, ao I pedi para scr |eVjd,. .. presenca d.Rei. Bata pa-
rador de us, ss,m como os lllbilsnles do novo man- nTn s,os ., le,|, arem-sc de seu dever.
do em orno dos llespanhes de t.olombo. Apalpa- pgan|,ram onde eslava llidjl Siavros, e foi-
virn furl.vamenle u panno de rrtau palito para sabe- n,cs tt$p0Bdido qua Irabalhava c:n MM secrela-
ria.
Emlim polcrei asscnlar-me em umi pollrena '.
diise a velda Simons.
ioniou-me n draco, ollercceu u sen a lil'ia, e ca-
iiiinliou com paeso de iderado na direcc.)., cm que
a mullida., nos .eonduzia. A secretarla nflo ei a tan-
ge do campa, e la che (amos em menos de cinco mi-
nutas.
A secrelaria do Rei ass>melhavt-se a urna secre-
taria assim como o teampaineolo dos salteadores ,1--
IV.
Htt-lgi Statros.
Dimilri tornou a descer para Alhenas, o frade vol-
lou a's anas abelh.il, e os 1. isus novos senliores lize-
ram-DOI carainlnr por urna vare la que eonduzia ao nem nada do que' se espera edar no acampamento j Marx Aun, c-lava cadind de fjd.ga" 1 111 iVarrera creano. e don
can.,10 di seu rei. a. velln Simns f-z acto de inde- de um dan lo de lilroes. Iladgi Siavros ene irre- de seis hora*, a tome, a emeclo, a forprezn, linhara lomo delle. L'm
i visla, pendencia recosando pdr um p liante Un nutro. Os ga-se de mandar vendar os despojos ; rada liomem abat '
recebe sin pasa en. dindeiro, e a emprega asaallmig
. -aliarla eonduzir. Masa
veneeoore denou Ihe o lenco da algibeira. fill.a a fez vollar a senlimenlos mais brao.los dizendo-
.Vlarv Aun entregou o relogio rom um masso de 1 Ihe que acluria a mesa posta, e almorzara rom lladg
amlelos conlra os m.ius olhoi. Lanrou tambera por I Slayro. Mary Anu eslava mais orpreza. do que as-
doze soberano;.
e os lalleadores nilo paren,ra disposloa a examinar- I sal leedores imeifarim-na do cor lu/i-la nos braco-;
dso, ella conservou-o. A clemencia dos. ella derlarou que se nao deizaria eonduzir. Mata
Como seo relogio nao esla
Ispoi
semelliavi-se um acamp unetilo. Na vlam-ae ah
las loe notaos vencedores. Os salteado- lo. o papel de enrlosid le viva dtstgrndava moiio I mezas, nem cadeiras. nem mobilia de alguma cipe-
1 tybaritH. e dormem ao screnn a 39 dt a boa velha, bem que pudesse dcsempeuda-lo venta- Ce. Iladji Stavros estala a- 111.11,1 sobre nm lape-
iril. Nie vi despojos, nem llresouroi amontoados, | jotamente era todos os paizes do globo. Qoanlo a | tt qoadrado a 1.....bra de um pdnheiro. Oualro ee-
cralos acliivtn.'e reouulo. cm Lina co-iira us denles da atnasada eaa*n*a*
1 rapizla de dezeieis a dezoilo au-, raagoil coi na verdad*, < dh*
sem nniiruidaie es^a rrealurt dedada, nos occopavo-10 iace>ianlementa em enrher, ac-1 Espere nm nanea eH.....woaase.
vomi sendo.u una joven mis l.alulii.ida a cemlrr, e limpir o rhlbaul. do amo. Tiftlia a cinta- Sun-ni- fallara acrece. ivalhi Hinwm Maa-
no commercio, andar sodre u tapetes dos sa|. ou sodre a ra:,- ra um sacro de guardar tamo bardado de .uro e de bia mais do que .. nuTe/ partea a |d.s-i nina) ta
desliuadas a refrescar a borra real. 11.
sseniados obre una pedra e-cre om hM j)*a-
llios rom aa laldadat. Cada am liaba a n.
urna caita de cobre coiilcndu a caana*. n r.m ivel*
e a eserivaninha. Dous rvlindros de lala sfrvsava
de depos.lo dos arrlnvss. II papel na* era batSaja-
na. e rom r.ir.io. Cada ful ha Irazia 1 palavra l'.alh
em ledras mainscnlas.
O rei era nm bello velha 111. ra.ilda-amenl.- re -
servado, magro e delgado r e I i-ii.i-o como um sabr novu. >as l*ngs b, .
les brai.cos de*ciam Ide ni u-.io. meni.- d* qaeix-s,
romo se fossein d.' marmorc. o rosl* eslava e- -
erufiulosamcnle rapado a 11 .vida rrane* na.
al o nreipul, onde rcun.am-se *,.- rel**llm dioti-
cos dedaixo du darrele. A ptaafanaja de -as lei-
n,e' parereu-me calma e riflriida. I parda
ol.mi.us n/iil-rlaros e um qaeixa quodrid*. ihhni-
cavam vonlide inabalavel. Sea rosl* ra tonga c
a disposirao das faatjJBI al ...gas iiu-na amia asis.
I odas as rugs di fronte qoelirat jra-s* i-rl, mei*. o
pareciam dirigir te para o enconlrt da* abraare-
It.as : don- -ulcos largse profunlos desriam per-
penl.cularmeule ao cauto dos l,bn. romo ..- *,-
so dos b.godes bouvesse i-lei. l.lo ns n.u-ra|.. da fi-
ce, leudo visto gran le numen, dr seplua^caari*..
a le ja dissequei ura que lena rbegado ai-s rem ai -
nos, se a diligencia de Osnabrurl. na I de livet-e
passado tobre o rorpo mis na, lembra-nto de le
'diervado urna veldice mais robeta de twe a da
Hadgi Siavros.
fiaba o vcsluarin de lino e de ledas a ilhas do
Arrhipclago. Seo brrele vermelbn forasasa ama
larga dobra na dase, ao redor da frmite. Trari* a
veilia di panno prelo bordada d* seta da ana,
ror, as immensas calcas ames qoe almn-veta *iirs de
vinle metros da fazenda, e as grandes le* de raai-
rodaR11s.il. brearte ataido. A unirt riqatta d
sen ventairto era um cinto recamad* d aera da
pedns que pula v.Dr doas aa) aras mil fraar^.
t.ontuiha urna bolsa de rasemira bordada : am p*-
nb.l com bainlia de prala, c uina liaga pi-l*la e-
raallaja de ouro e de rub.s.
Immnvel no meio de seas empreg -do* lladci Sil-
vios, smente mosia os dedos eos beirn : ratea pa-
r dictar sui correspondencia. iqeellespaia naanal
Meantes do seu rosario. I> 1 um I .. I.-||... r ..,.
riiqie ambir, que nao -ervem par* contar orai. -.
mas para culieltr a oc.osidale solemne dm'loi-
ros.
Elle ergue a caber 1,qoan lo no- apiox.meato-, ad-
vinhou Com ora lsi.ee de v.sla n arr. lnile nr n
Irazia, e die-nos rorr ama ^ra\.d...|r. qoe ai* iiaai
nada de uonica :
Scjan. bem vindos. AeaUm-.c
>eiihor, gritn 1 \,lht >,mums h i lo.'le-
U, e...
Elle i:l. rrompcu n discorss laajenda r-lalai t ha-
" Me-
phinlisia. Vtf a pos a premio no
oulros bypoliiecain cisis de Alhena*, oolros eem-1 zjrast dos milt bellot pirques. Suas bolina* eslava.
pa) terrenos em suas aldeas; n-nhiiin dissipa o! ja dilaceradas pelas asperezas du rarniibo, a ose*pi-
producto do roubo. Nossa chegada iulcrrorapeu o uhos liul.am-llie foiiiulo ama franja da parle iule-
pemla- precilas e um tenaz da prala dominada a i rei era II* ezprtar. atte" ella r-mprebendea la-
drar braza, flolro servopitsav o dia a prepirar cilraeule sem o auxilio de inler|>reli.
as chaveoas de cafe, as limouadui, e oulras bebidas| ConDnaar-K-A*.,

PJT1U/T5CT


WlAlilO l,fc PEKNAMtrCO ,) \T.TA FJllA \ DE J NIIO OS IttT,
etiste de divulgar o modo por que a directora din
mol.I,i do c--as o per .n.f'C-. Os estatutos llie licitaran!
plena liberdade de acc,Ao sem oulra limitarlo
mais do que a conveniencia dos interessc da if-
sociaclo, avahada pelo nom icuso da mesma di-
rectora.
O movimento de fundos lie urna operaran feila
nicamente coro o capital do I!.meo ; e urna vez que
e nio tem iniciado o fundo disponivel ni relacSo
que deve guardar com a emiisao ; uiua vez que se
;:.! i tero infringido priocipio algum da le ou doi
estatutos com (aet opirscis, nao comprehende a
commissAo donde te deriva o direilo de liscalisaro
sobre est.is traman.Oes, direilo que se direclorii
recouhecer uncciou.ua a obrigaeflo de, a urna sim-
ple* requisito dos poderes do Estado, divulgar to-
dos os seussetos, todas as suasdebberardei, por rnais
delicadas que posaam ser.
o A commitiAo nao poda tsnerionar simellian'e
precedente, qut vai subordinar acejio administra-
Uva dos mgociot do Hunco a urna liiealiiic*o mals
ampia do que aquella estabelecida nos estatuios,
que formando om contrato bilateral nSo deve ser
ampliado ou restringido sem previo consenso das
parles contrllenle-.
a A commiisflo nao julga porlanlo, que os pode-
res do Estado, eonliecedorcs da le e das convenien-
cias dos eslobelecimenins commerciaei como h* o
Banco do Brasil, qoizessera coagir a sua dirceloria a
divolgar as operares de que trata o 3* e t* pontos
do 1.1111 io, quando pelos balanceos mensaes tein dado
ampia satisfago a seguranza dos capilaes que diri-
ge ; considera, parem, que desejosos de perscrutar
as cautas da prestito eiisleule no mercado monetario,
para prove-la de remedio adeqoado, uecessitam ou-
vir a directora do Banco sobre um ponto que mais
lem influido para essa presso, considerando lalvez
come uleis as informar.".,'* partidas de om estabile-
cnne ilo que pelas suat relarf.es em elevada escala
com o cornmercie esl mals habilitado do que qual-
quer oulro para avahar as suas ntceisidades e inte-
restes. Nesle presupposlo, e por deferencia eos po-
deres do E'ladn, be de opiniA) a commissAo, que se
Iransmiltam ao Eim. Sr. ministro da fazenda as
seauinlet iiif.iniiirot* e eirlarectmenlos, sem que
o que diz respeito a segunda ordem de fados que
distingui.
a e 2. Fundo disponivtl de emi ir Pelo quadro n. I, etpresso liel BWla paite dos
balaneos mentalmente enviados ao Enverno, se co-
nhece a movimento havido na emi-a c fundo dis-
ponivel di. Banco do Brasil desde sua iii.lall.ir o ate
a dala de :il de marro prolimo pastado.
Considerando mais particularmente o fundo
dispomvel e eroiisao da caita central, e abrangendo
pocas mal* largaa para melbor apreciar.1.1 dos fac-
los ve-te, que em .10 de janho de 1&5I o fundo dis-
do lisiado-Oriental, nao fallou nuem 'lstenlas*? que
ludo quinto nao fotsa u limito do Ido Negro, ou i o
\rapeliv, era inadinisstvel e envolva cessao do ler-
d'l'r,: m'a.'e0.|"l fn da- lie rom este, e ootros imniot t.e. que elle o*,,,
dde, te da una ve/, para >eni|'re DOl bi ser removido para o remitirlo, etc.
Uoedaa de 6X00 valhat .
o li;;ii)ll nova. .
" fSOOO. .
I'rata.I'.ilacf.cs brasileos. .
Pesos co'.iiinnari s. .
meviieno. .
ALFAMiEUA.
liendimenlii do d.a 1 a 15.
dem do da 16, .
. 216:0319951
26:3035721
212:3 15-1,72
.5.620:906\S)Oli
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1-2,2.M:000>(KK)
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7,311-5875537
3,038: KIJol di
6,315:347:238
962:6279981
1,130:0003030
2,8IO:830>COO
10,332:7823701
8,607:9758219
ponivel monluv a
A emissAo.....
a A earteira.....
U fuudo disponivel era.
A emissgo.....
A Icarteira.....
Em 30 de junho de 1&56
i O fondo disponivel era.
A emiasAo.....
_ A carleira.....
a En 31 de marco de 1857
O fundo disponivel era.
a A emistao.....
A carleira......
DilTerenca para mais a 1.a e 2. poca .
< No fundo disponivel. 3,191:3003000
" emistao...... 8.j17-000omi0
a carleira...... 7,820:1003000
o dem para mais enlre a 2.a e 3." poca :
No fundo disponivel 551:8003000
a emuiao...... 6,271:3003000
Na carleira...... 5,3lo:000,T000
o dem para mait enlre a 3.a e \. poca :
"i No fundo disponivel. 2,887:0005000
Na emino..... 5.616:700-30:10
" carleira..... 8,438:3009000
a preciando o augmento progresivo da carleira
da caixa central, comparado com a da toa emioAo,
se reconhece sem dllculdade, que a despropsito
a entre a carleira c a emitan importa o empreslimo
do cipital rrpresentando a carleira a somma de cr-
ditos parlicolures que o Banco tem concedido ; a
emusao nao representa, como devia, igual somma
de :redito concedido ao Banco pelos pelicula-
res, e por conteguinle a diflercnra entre urna e ou-
lra te Iradoz por empreslimo de capital, e nao de
crelilo. r
Esle estado pouco regular para um Banco de
rinularao. quando quati nenluins depsitos leeni
con ot quaes pos prestimos de capital, explica a difliculdade havida
em nao se poder converlor o capital reali.irio cm
luudo disponivel, que frequenteroenle be atacado
para a satisfago de necessidades em ouiros merca-
rlos, onde naturalmente os capilaes enconlram mais
lucio do que nesle.
I 3.-e 4. Movimento de fundos.
1 eio mappa n. 2 te v qoe detde Janeiro de 1856
ale 30 de abril de 1857, uto be, 15 inezct, o mov-
menio de fundos se operou do segunde modo, e as
seguinlet importancias :
Por taquas dat caixas sobre o
Bmco........
a Por dilot do Banco sobre at
riixta........
l'ordiloa negociados as cai-
xas a favor do Banco, e por
esle cobrados por coula da-
quellat........
a Por taques negociadoa pelo
Banco a favor das eaixat. .
o ?or saques feitoj pelat caitas
obre fundos f o l.ondrat for-
lecidos pelo Banco. .
o Por moeda correte remedi-
da s caixai ......
Por olas de .Mrjiniililisadas,
remedidas pelas caixas, re-
mudado do troco.....
' Por esle movimento te couclue :
i I.- Que a praca do Kio de Ja-
oeiro remelteu para as pro-
vincias do imperio a som-
ma de ........
2.- Que pira pagamento des-
la quantia se utilitou dos lai-
dos etistanlet nat (httoora-
riat dat provincias, de ledras
tomadas tobre Londres, c de
moeda corrente na importan-
cia tolal de......
3.- Qne resulla urna differeo-
ca anda nAo compensada no
val"r,de....... 1,7i:80ft*182
rusias sommas representadas petos taque do
Bmco e suat filmes nAo importam porm a aprecia-
c. o do movimento de fundos enlre este mercado e
ouiros do imperio, porque urna larga somma se lem
irantporlado em capital monetario, parle do que
eiralia na eirriilacao, e parte do que tem sahido das
c: lias do Banco por troco de snas notas.
rr Se pois ii somma dos saqoes failot pelo banco
( bre as filiaes, augmentada das quautias cobradas
pir cuta das mesnias caixa, addicionarmos a soin-
nia de moeda levada dos cofres do Banco por troco
di suat notas, que subi a 1(i.(MI0:ft09 nuii ou me-
nos, deduzdo o que foi remedido directamente s
caixaa para garanda da emissao com qoe pagarain
os saques, e qoe vimos montar a 1,S30:0H)-, tere-
n.os mais aproximadamente o movimento geral de
fundos deste mercado para outro.
Releva observar que esle calculo ser apenas
n.ais aproximado, porque, como observou a rommit-
sao, orna graude somma de capital monetario que
itzl.1 o oflicio de meio circulante segnio natural-
inenle aquella emigrarlo, sendo o seu vacuo preen-
cbido com a circular dai notas do Banco.
Ora, te adendermoa a que a emissao do Banco
m dousannos subi de 11,500:0003 ;na Cixa cen-
li ali, tem que n augmento do commercio e paa
computar em tal grao que exigiste tamaita ontnti-
ilade da acreteimo no meio circulante para servir >
'ransacciies de permota, poderemot avadar qu o
.novimeiilo de londot foi alimentado lambem por
urna larga somma qoe preenchia eoflirio de inslru-
nentode circulaban, e qoe sem grave risco de eiro
ia aprecia^Ae se pode elevar a Alguns militares de
ionios.
.'.'. ';' Mecanismo pralico das caixas filiaes.
o ludo quanlo a commissao poderia dizer a res-
pedo deste tpico se arba exarado nos estatutos das
ranas fliaet approvados pelo governo, nos qu.ies c
evidencia a toda a luz que o mecanismo pralico se-
puiln na adminisiracAo dellas nao podia ser diverso
doqueeila delermuiado na lei orgnica do Banco,
que considera a caita matriz o a liliaes como parles
de um mesmo lodo. Por i.so julga a commisse que
se davem r-melter os estatutos das canas, romo a
resposta mais satisfactoria ao quesito em qoea-
Sala J. M. Lielbode Castro.J. II. I trieb.J. C, JUav-
rinck.
OS JMrrES SKPTENTHIONAES DOIMPEBIO.
O artigo do Jornal do Cummcrciu de 30 do
pagado den logar a observacocs que
ram por fim lorna-lo odioso.'
. ,l'!I,df,T qU.e ,s'e arligl> P" declarado
compelen!. .1 que tanto o governo como o leu
plenipotenciario tinliam conherimenlo do principal
.locumentoapresenlado pelo plenipotenciarioI france,
N.ngiiem poi certo o diria, pois que dos prolocoll,,,
M colhge o conlrano. Ora, como Ao e.|amo- mica*
dosnosscuredosdiplomancot, n.nhum tro "
podiamoa fazer tenao aquello que lizeioo, c liz rm
os mesrnot qoe prelendrm ccnsuiar-nos
A falla dette conbecimento, quando ex'.slis.e.como
lado, deviamos suppor a vista dea prolorolln. ,eVa
digna do maior reparo. Concorrenwa por tamo ,
a jajUifleaeio do governo e do seu plenipol. nriario :-
iroco Je alguns doeelos e de algunua aiguiroes ma-
Ou.iiidi. c Irala de qoeetoM desla ordem, nne ev-
-ilainsrinpr-.i.usxpuliiij,!,,!,. nacional, no falla
Mas o Jornal do
impoitancia ao decu
poieuciario franeez...
importancia, carou se
imperial, que maodoo
a lixacAo do limite n
nio documento? Se
que o coveino brati
lito aleum, que nAo
tul do Oyapock.
E pois o qoe escrev
embora nio seja lAo
nossos cohlradiclores
etageradas pretenc/ies
como se v do nosso a
O plenipolenriario r'raucez, que se havla esbo- plicar'o^nofjo erro em adiar, para nAo salemos que
lado |.ara provar que o rio limite divia >er nluiim dia de amanlia, o estabelccimenlo dos exlen'cs te-
lesses que se acbam curte 2 a 3 Rroa de lalitude leeraphos rlcclrirnt no Brasil.
norle ; que havia apresentadn com tola a ejullaa/io i lie vordade qoe ja possuimosoo estamos para pos-
dolriumpliooeeu documenlo ponuguez. que de- suir um, aquello que te estende da minia! dn impe-
narou a laliluledn Ovapock ou Vicente l'insuu em rio colonia de Pelropolis : mas ese nao deve en-
- graot .^) minlos, romo que de lu lo quanlo diese Irar em linba de ronla ; foi lalvez um ensaio, ser-
se esquece, a nada allende : quer e eviae, nio o li- vio-nos ao menos para demonstrar que no paiz le-
n'lede 1 Irecb, quer e exige que o liras.; itcoe, e riamos quem se pdese encarre2ar de eslabelecer quim uilboii
va nvar seu Imilla a 1 grao 45 minutos de lali-, leleg.apl.os elctricos,se,como agora se d o caso.nflo
I se apresenlassem empie/arios europeos ile crdito
mronle.lavel e ja ameslrados em Iralmllins dessa
nalareza que se propOem a execular urna Iml.a le-
legrapho-rletriea que corra do norle ao sol do Bra-
sil, esieii.lendo-se de Pernamburo ao Uto tirande do
Sul.
|)erarreeam boj 17 de junde,
liare; I ranee/aCarlnagenemerra lorias.
Barra americana Anillalarinha de digo.
Brigue iiiglezJosbua M,rymercadorias.
Brigoe inglez(.Im.'kl.pplvora
Barca porlu^ueza llor de S Simas diversos
lleneros.
Becuna bollanderaEspeculante- -vldrot e rolins.
Etruna iii.iHinarqueza Marg.ueilic ginebra e
vela.
Biiguc sardoMariapedras de tasn..
IMfOKTACAO'.
Barca porlusue/a oN. Sertiora da Boa-Viagemn,
'indi do Porto, coi,..nada a Thoma/. de Aquiuu f.
I & rilhoa, manifestou o tegafnla
lil.^llO mis \ alent. Jos Mauririn de l.ona. laaf | .... tj
1I.NKHI lloclla. Jos Ignacio, Liuhthna Mana da Cincei-
9f000 rao e dous filhes.
2>000 (jinaragibiHule bratilirn Sania l.u/ia... 4* u
::-ii luneladat, muir EslevAo Kikeirp, equipageui l.
1j800 I carga carne terca mait genero".
I.e.iia' e Acarar .--Patacho bras.lirn Etnalar.n.
de I3i loneta las, cipilAo Anlomo i.ome lerrei-
ra. equipaeem 12. rarga varios cenrrrt. Iaat*a-
getros, JoAo Anlonio Ko.lrica! Bolraai, Anl nio
trd.Kl.no da Ursa, l.uii (".Iriguei da I una. Vk-
lo. Aucutla Npomoeno.
Eta eoaamittt*llrisue de guerra l.ra rense.n rommai.dai.le o primeire tenenie Mame-
de Stmwa da S Iva.
Kio de Ja..eirn-_vpor bras.le.ro .Tocaai
mandante Manceb-.
i, com-
H-tt 6
- O lll:n. Sr. inapertnr la llcsnuraria
i provincial, en runiprimnilo .la le. manda
; convidar aos |.roprietn > aiaixo in li ajot,
a entr>(iarrin na mr^snia Un soui-na mi pra-
zo ile 30 das, a conlar da pncneiia puhlira-
?ao do prcsenlP, a importancia da quanlia
Maiia de Jess esna filfas. Felippe da Cunha l.iroa
Jnior, r. It.cardo Pereira da Kota, Jos de Mello
Corroa l.int, Manrel Joaquim Milbeiros, llallba/.ar
que o Rvd. visano si. carregon em re
ceda a quaniia de 153800," filando assim 4?KOO, se
por ventura a ronla no livro nAo esliver remendada,
porque, secundo minha lemlirain.a, eu vi lineada
_, ------------------------------------------- -i -- ."...- |>-ii|uvi i--a u i J i aut > iv. tu aja n ii a u > >'-in
l;.-q.ieren, I hendoro de Antonio Jos Rodriga** de quaolia menor ; pois o Rvd. vigario he o homem d.
Sooza, cinco pracat de pret, I. targenlo Joaquim : recursos, que j foi remedido por S. Ex. Ilvm.- para
tv.rislo dos Sanios e -na seniora. I a prnmnloria de tioianna. no lempo que a exeicia o
O vapor tiennva, entrado do Itio de Janei-
ro e Babia, cenduzlo o seguinle passageiro : Joa-
A divergencia qoe ha ,cnlre o Jornal do Com-
mercio eseos apaixonados censores consiste em que
nos admillimos om meio termo que concille ai par-
les, a torne possivel urna Mlofle, nos termos que o
nosto governo adoptan ; e elle* rcp'llem lodo o ar-
ranjo po-iivel. Declaram-scde anlemo contra to-
da e qualquer solurAo que nAo lr um brolle que
nao nos parece pos's.vel. O lempo nos justifcala.
O Corrcio Mercantil, refe.indo-seao documenlo
i om qoeslflo, impugna-o com a .......e.i vaca de que
Com elTeilo, 08Sr*. Pier Alberto Balulrini, e F.o-
geue Krauel, o prnneiro autor de um novo svstema
de leleeraphia elerlriea submarina,o segundo direc
lordobauco l-'ranel de Turin e de (ieuova, pro-
poem-ta a eonttruir a sua custa a liona lelegraphi-
.I,:lfi,:0(i0;000 s por acaso nos anligos roleiros e mappas da Ame-i ra elctrica submarina a que cima nos referimos,
23,ill-.IKKiNHKl rica se encoulra aljuin poni que estoja arrumado garantindoo governo brasileiro um mnimum de
29,135:0003000 em seu lucar. AHirma, citando opin.Ao de llum- 5 0|0 sobre o
--------_ capital durante 99 anuos, sem que o
notdt, que as anligas Carlas collocam lodot os lugares i capital garantido powa exceder a vinle mill.Oes de
ran1'u1'a. I francos, c leudo o governo sempre a sua diposi-
tlumnoldi diz islo a respeito de pontos moderna- cAo, seni a menor desneza.um dos (ios do cabo con-
menle rectificados. Os ponlos em aaaaUo foram ductor.
reeducados ? Da leilura dos proncollos ve-seque Temos pois qne urna opporlonidade se offerece
n;1"- Pm ser dolado o Brasil des>e oulro eltmeuto de
t se os ponlos respeclivos das nnligai eart il, fa- | riqaeza e civisarao, que na Europa corre a par da-
vorave.t t Franja, eslAu milito .ao sul, tambero es- i vas f,-rreas, e que nos F.slados-l'indos nimia mais
lao^cm igual caso aquelles que nos sao favoiavrs. do que na Europa lem prosperado.
t-eguio para a Europa dista provincia : Ilo-
mingoa Jos !> calves Braga, sua tenhora e una
liba menor.
Homero pelas i l|2 horas da larde embarcaram,
a bordo do vapor aTecantin, com deslino a' corle
os Exm?. Srt. liaran da Boa Vista e lencnte-general
Seara, sendo acompanhados desde a casa de suas re-
sidencias por numerosos amlcoa e pela oflicialidade
dos cnrpof da guarda nacional activa e de reserva, e
dos balalbes de primtira linba aqoi existentes,
lina guarda de honra do primeiro bal.ill.Ao de To-
alleros da guarda nacional fez as dedas continen-
cias, acoinpai.hai.do-os .t a bordo =rande parte da
mesma oflicialidade e amigos, c urna banda de mu-
sica.
Alt amanhaa.
(.orno se ha de provar que ana el.1o e ouiros nao,
se as carias amigas lem (odas o me-mo drfeilo '.' In-
firmando ot documentos contrarios, infirmamos lam
lie i n os nossos.
Parece-nos que razes lio vagas e diflicois de pro-
var nin rnn-ldaem argumentosterios. SAo argurias
de que um governo au pode lancjai n.ao, e que nao
servein lenlo para confundir e emhrulharnma ques-
ftlo noi parece acredilavel que o govern.i, que sem
a menor dovj.1.. se inleressa e deve ter o piirneiro a
interessar se pola |.rospendede dn paiz, rndenme a
um adiameoto inconveniente e pernicioso a bella
in-lili.jcAo di leleurapbia elctrica.
A poltica, o commercio, a cnlouisac.in e todas as
in.lii.lrias coll.em .olavel
. ,------......,.,,uv,..w di
Ido que convem simplificar e res- Iver por una vez. i nao pode, ou pelo menos nao deve fazer lies.I
nosso governo na deci-.i que Ibe cumpre lomar so-
HEPAStTICAO DA FOI.ICIA.
Dia 16 de junho.
l-'oram presos : pela deliRacia do
(rielo deste termo, I,uiz Jos da Silva' Agr, para
averiguacoes policiaes.
Pela sublelegacia da fregnezia do Itecife. Jos
Ribeira do Valle e Joaquim" Pereira,para averjgua-
Jes.
E pela sobdelegacia da freguezia da Boa-Vull,
Joae Ribeiro de Souza, Fraucelino Idas I errrira
de (Uncir, sem parlirao do motivo da prisao.
5 harria vinlio ; a Bernardino Francisco de Azeve- ,
do t.^mpos. res. 81,000
1271 resteas ceblas, I caita coxins de linho, I di- 14 llcrdciros de Franrisco tioncal-
^^J,^'_dM,^,M,,;^S*^>^,^B-|*l Rodrigues HUajH
ulili lade do 'elcsraplio
II despera relalivamenle 1,1o diminuta J||5*|rt &i $ti. O >r. ministro da fa/endj apreseutou e joslificou
honlem no senado um projerlo do le, autorisai.do o
governo para depo-itar no llano do Brasil e snas
caixas liliaes as sommas dispomveis dn (hetooro e
Ihe-ouraria de fazenda das provincias, coi.lralando
a abertura de cotilas crrenles com os juros c reti-
radas livres.
(.oiidnuou honlem na cmara dos depulados a
discussAo adiada, relativa a negocios de S-rgipe, e
depois de fallaren] os Srs. Baplitla Monleiro r. |!e-
ncvides foi approvadoum requerimento do prime.ro
desles senhoris para que si p.cam iii(ormaees ao
governo : primeiro, ubre os motivos que se deran)
para nAo passar a adminislrar;Ao da provincia de
Sercipe aa primeiro vicc-pres denle ; irgundo sobre
as violcncis prat.cadas pelas autoridades emir., os,
habitantes das Iregueziat de Villa-Nova e Paralaba;;
lerceiro, tobre o recrulameulo que se lem feito na-
qoellas freguezias.
Apresrntou depois o Sr. Branil.lo o seguinle re-
querimento, que rundameotou, e cuja diicussao fi-
cou adiada :
.. Heq.ieiro que se pasan ao governo as seaoinios
informantes :
1." Se he exacto ler o subdeleeadn do e.nndo
districlo da freguezia de S. t'.brislova.. desla corle,
no domingo 31 de mao ultimo, 1 hora e 11 minu-
tos da noile, feito arrumbar por urna forra de per-
manenles e pedrestes urna das portas da casa de re-
sidencia d cidadAo coronel JoAoCoelho Bastos, pro-
pietario, morador naqnelle di-tirlo, proectendo
depois do arr.un. ..lenlo o Ve rejo da referida casa,
2. Se he lambem evado tero dito tobdelegado
nessa meima noile varejado a casa do pacifico pro-
priclaro l.uiz Francisco d.. Silva.
3." Se he verdico lar aquella eo'oridade d.ido
ordem nara serem presos lodos os individuos qac no
seudislriclo forem encontrados IraiKilando de( ois
das 10 horas da noile, e se a orillo do einpresado
da intendencia da niarinlia, PelroCaelano Mardns,
foi feila emvirtode de-la ordem.
4. Quaet as providencias que lem sido loma-
das para fazer comer e ponir esse funrcionario.
5. Se he exacto adiar se preso na fortaleza de
Santa Craz, tem culpa firmada, desde o 1 de a-
brl de 1855 al boje, o ridadao bra-ile.ro, naloral
da provincia de Minas, Uellino Teiieira de Jtsus ;
qual u tea ciime, e se .....n.|. u responsahilitar a au-
toridade que por lauto lempo o tem conservado
preso tem colpa formada.
6. Final nenie, te os tres delegados de polica
do municipio neutro recehem venrimenlos ou grati-
ficarles ds cofres poblicos, c em quanlo montain
jssas gretificaci.es.F. C. BrandAo.
Enlrou por lim em diicassAo o parecer da com-
missAo de comlituicSo e poderet sobre a eleicAo do
i" districlo da provincia da l'aralnl.., cu Inidn a
favor do Sr. I)r. Filinlo llenrique de Almcida romo
diputado, e do Sr. Antonio Manoel de Aragao e
Mello como siipplcnte.
O Sr. Virialo requereo o adiamanto da discussAo
at que seja prsenle a cmara copia lolhentiea da
qualilicacAo dos volantes da parochia de S. lela i
i-......iam parle no dbale, qoe ficou adiado, os Srs.
Cruz Machado, Pues Brrelo e Baptisla Monleiro.
A ordem do dia de amanhAa he :
I." parle.As materias anteriormente designadas.
2." parle, a' 1 hora da larde:Diseanao do pro-
jeclo de resposta a falla do tbrono.
TEI.ECRAPII1A ELCTRICA NO BRASIL.
Hi om principio falso, um lophiima que nein ao
menos dm o mrito da sublileza, e para o qual de
cosime appellam equellet que, idoplando o opii-
mismo por svsiema, nao ousam rtconheeer que a
mudos respciloshavemos marchado com lamculavel
e extrema lei.i.dAo na carriira do progresso.
Cumpre-not palcidear esse lophitroa.
Quando, por exemplo, depois de contemplar a.
grande e admiraveis inslituiees que >e fumlam na
Inglaterra, na Franca c na Allemanha, e o proveilo
espantoso que colhem euil narcs dos invnilose
descoberlai que te deven) a' labedoria, a' industria e
a' paciencia no trabalbo de mudos bomens benaiae-
rilot, desviamos os nos-os odio desse bfilbanle qua-
dro, e volland.-o com amor para o seiu da patria
lamentamos nao dr excitara 0 nos e diante de dos o optimista e clama ; a nanlos ali-
os saslaram as grandei naces do velho mundo para
reajisaras bellas conquistas deque boje se uTanan '
queris compsrar o Brasil com ellas, e nio vos lem-
brais que :iAo lia anda des seculos que Cabial avis-
lou a Ierra da Cruz ; que nio ha anda moio scculo
qui o Brasil se (ornou indepeudenle !
O sophi-rtia be ese : nao o desceparemos, nem
como urna simples dcsculpa inspirada pelo patrio-
tismo, porque o patriotismo Ido aconselbara' jamis
qoe justifiquemos eirns C descuidos que sao funeslos
ao paiz, ames nos iinpoe o dever de os ir procurar
onde o pretexto os esconde para denuncia-Ios e pro-
luga-loi aos olhM da nae...
Aquelletqoe primeiro rompem deserlos e llrenlas
alravtssam trrenles, sobcm e desiem inontanhat
nunca danic
bre esta importante assuinpto.
Estamos na poca da economa politici, como pois
rejeilar o lelegrapho, qoe foi pela ecconomia poiili-
ca adoptado, desae qoe a tleclricidade se preslrou a
eslabelecer as comniunicacOet '!...
Nunca litemos am goverfio a quem se podesse
linear ero rosto o vicio miseravcl da a rareza, e ra-
ramente se in-onlraria aleum que com juslira pu-
detie pretender honras de desveladaniente econ-
mico. Gastamos mudo, e nAo poucas vetes gatli-
i.i. s do mal iiiul.lmenie ; a fura para sorprender,
que Iralai.do-se da c.iistroccAo de om lelegrapho
elctrico submarino, prolongaiido-se da provincia de
Parnamboco do Ido (iraude do Sul, esl.arrassemos
agora dianle das hesilaees e iinpertintncias de urna
economia falsa e absurda.
Esta materia he, quanlo a nns, da mais subida im-
portancia, e nAo pode ser afogada nos aperlados li-
mites de um artigo.
Desojamos esluda-la mais de esporo ; lomaremos
por tamo a ella.
Por carias impciiaes de (i do corre ido foram no-
- meados : (
Presidente da provincia de Sirgip, o llr. Joo
Dabnei de Avallar Brolero.
Dito da provincia do Ceara, o l)r. Joo Silvere
de Sonta.
Por decrelo da me-ma data foi non.eado com-
mendador da ordem de S. liento de Avil o ebefe de
divisan Angasto l.everger.
(.amara dos Sr. depulados.Dos 118 Srs. depula-
dos. dejque se contpOa a cmara, esto reconl.ecidus
110 ; desles. dous linda nAo comparece.am, os Srs.
lobias de Aauiar e l)r. R.d.igues dos Sanios.
Foram nomeados n.inislmi tres depulados, e falla
a eleijao do 1.- dislnrlo de Minas, oude se mandou
proceder a seuundo esrrulinio.
Exisl.m ainda por decidir as cleicis de qoalro
districlos, a saber : o !. da Parab.ba', o 8.' de Ser-
gipe (sobre os quaes ja a commi-so de poderes deu
o parecer', e os do 2\ do Rio Grande do Norte, e
3.- de S. Paulo.
Journa\ djCommercU, do Rio. I
Os jornaes que trouxo o vapor sardo Genova,
apenas adianlam 3 dias do Rio e 1 da Babia, che-
prirnciros 7 e os tegoodos 13 do cor-
os
PEasAaaac.
PAGIIA AVULSA.
leve lugar a fes la de Santo Antonio no arco
dessa invocaran, e com toda a pompa e brilbanlismo
que tem apresenlar sempre os devotos leslejadores
do milagroso santo. Tocaran as msicas da campa-
nilla de artfices e da gu-rdn nacional da Boa Vista,
as quaes n3n sendo rival, n,1o deram lambem lugar
a que os partidos se enlhusiasmassem e le balessem
aos aritos de vivan e morra. Assim he qoe he ;
muiiea nunca foi para provocar desorden!, senAn pa-
ra deleitar os ceccoes e adocar os cuslumei, enler-
necendo as almas e elevando-ai al os degros do
llirono do Eterno. Afora pois urna ou oulra peque-
a quesiAo, passon-se fesla sem a menor desordem,
tem que a pohcia dvesse necessidade de faz?r sentir
a sua accao pacificadora.
A ra da Cadeia de Santo Antonio est de mo-
sando
rente.
loram nomeados :
Lente de historia tagrada e erelesiaslica do semi-'
nano episcopal de S. Jos, na corle, o padra mislre
lelix Maria de Freilase Alhuquerqu.
Chele de siude da divisAo do Rio da Prali, o pri-
men., ctrurgiao da armadi llr. Bcnlo Jos de Car-
valbo.
Lente substituto da serc.lo cirurica da escola de
medicina da corle, o llr. Antonio Fcrreira Franja.
IH/a-se que para ditas dat presi.l-ncias vagas se-
riam nomeados o depulado Barros Punenlcl, e con-
sedieiro Zacha.ias.
Em o dia i do corrente reuniraai-se os profrsso-
res de insIniccAn primaria e secundaria, e resolve-
ram fundar urna asiociacao rom o fim de melhnrar
0 ensino primario e secundario. Urna conimis-o
fui nomeada para apresenlar as biset dos estatuios,
endo um dos seus membros o llr. Tbeophilo das
Nves l.eAo. ,
I ni nosso j.,ve. compositor de msica acaba ifc
publicar orna bella opera intitulada o No.vndo en.
1 aquel.. -m 1 ocios. Hala atsumas obras de as-
somplo nac -nal deveriam cm breve ver a loz d.
U^, entre asiquaes figurara urna composieao do : Manoel de Araojo Porlo-Alcgre que se apiielidar a
Noite de S. Joa".
O secreleno da nuncialura de Roma, irmAn do
rallecido nuncio achuva-se batanla enfermo da mes-
ma mnletha de que foi victima seo Irma.
A commissAo de marinha e guerra da cmara dos I
depulados, apresenirii no dia (i do correte, conver- I
tidas em projerlo de lei, os propolas do govorno |
acerca potla de marinha lem um artigo addilivo que auto-
risa o go-irao a crear, de.de a-, tres companhias de
menores, ou aprendize. marinheiros, sondo urna na
provincia de Mallo-Crotin.
I. te no Correio Mercantil :
Consta-nos que antes de partir para o Rio da
l rala o hr. chefe de diviso Jesuino l.amezo Costa,
Taro urna viagem a' Santa Calharina a bordo do va-
por Recite.
A commissao desle disno eflicial-general lem
por objeclo facilitar ou melborar a navegacAo para
aquella provincia, escethendo no luaar denominado
Arvoredo, o ponto mais conveniente para a colloca-
cao de nm pbarol.
S. Exc. levar em sua companhia um cllicial
unerior do corpa de ngenheiros.
No da 12 do crreme lindon-se na Faculdade de
Direilo da Bihia, o concurso de oppotilnres a scelo
medica, sendo o resudado da volarao o segoinle :
Ero primeiro lugar, o l)r. Joa'qoim Antonio de
Oliyeira Bolelho com 1(1 votos, maioria absoluta.
Em secundo o l)r. Antonio Alvares da Silva, lam-
bem cem 10 voto>.
Em lerceiro, o llr. Demedio Cvriaco Taurinho
com 1(1 volos lambem.
I'ara o lerceiro luaar Iros votaret se lizeram : na
pnmiira obleve o Dr. l.uiz Jos "da Costa 8 volos e
c Dr. Demetrio i. ; como quer que i.... hootesse
maioria absoluta, segando escrutinio se eorreu e am-
bos liveram 7, apparecendo nat duas volarei una
cdula em hranen.
De Minas eonslava que, por ter de lomar sssenlo
no sen.do de que he memoro, o tim. Sr. presiden-
Sr. Dr. Joaquim da Souza Reis, aponlado como
falsificador de despacho, e rubrica do mesmo F^xm.
e Rvm. Sr. na questAo de impcdimenlo do casamen-
to de Abdon liomes Carneiro, que elle inleressava
para puder assim ellecluar urna cobranza.
Invoco pois ;i este respeito o leslemouho do met-
mo Sr. Dr. Souza Reis, que, se nao me contrariar
por algum jornal, o seu silencio servir de allirmali
va a esta verdad.
Qoeiram, Srs. redactores, ter a bondad de publi-
car a presente, para que seja melhormente ronheci-
do esse homem, a quem se rhamno de respe.lavel,
pela soa instrurcAo, pelas suas virtudes e inde-
pendencia de fortuna, de urna elevada pos.cAo to-
cia!, e de quem fn eu posso fallar Ihe com esta fran
queza, c mais se for preciso, poique o d.a 13 esl
protimo, e tu | live a disidida honra de ler em
mullas ii..in. deenca -ralis, dada por elle para ser
sepultado no convento do Carmo de Goiantin em lu-
gar de um meo lidio, no dia 2S da jane ro do auno
protimo pastado ; nao r temo, porque um homem he
homem, como um galo be galo, posto qoe le.ha in-
leira convierto que foi elle um dos que cunenrreu,
primeiro .lis- para a niorle do portuguez Domingos Loorenro Vil
Curado, e pelo qne foi pronunciado pela exlincta ou-
v darla.
Seu, Senhores redaclores seo constante leitor,
Antonio Pinheiro de Mendonca.
Recife 8 de junho do 1857.
DOC1 MEMOS.
N. I. O Sr. sacri.lAo da malriz, Joao Virissimo,
dar' sepultura no consiliario do lado da c.ipella do
Sacramento, ao corpo da prvula Kusen'a, branca,
de idade de 5 annos, filha legitima do Sr. Antonio
Pinbeirode Mendonca e Marianua Cypriana de Bou-
z?" '"'ai,e ae (ioianna U de junho de 1853.O
vigario, Domingos Alvares Vieira.
N.2. O Sr. sacristn da malriz, Joao Virissimn.
dar' sepultura de grades -ima no consislorio da
capilla do Sacramento, ao corpo do adulto Juslinia
no, branro. de idade de l auno, lilho legitimo do
?Sr. Antonio Pinheiro de Mendonca. Cnlade de
tioianna 15 da junho de 1853. O vigario, II nun-
gos Alva.es Vjeira.
> 3. f) Sr. tacrislAo da malriz, podera' dar se-
la, rosarios, penles, pennas de loosa, marcas de osso,
contal, escovas, paldo, etc., (i tardos capachos. I
canAo pennas de loosa ; a Domingos Rodrisucs de
Andrade.
7 canas laraancos ; a Joaquim Ferreira Mondes
liuimarfes.
2.5 harris vinhe, 2 caitOes coxins ; a Domingos Al-
ves Malheus.
1 lardos e 3 caixas capachos, vidrilhos, volantet,
palhalai, contat, rebiqie, rosario, pulteiras, esco- cetC.lo
'as. pedras de lousa, e(c.; a Joso Alves da Silva: o i
16 Antonio da Silva Cusm.in Jnior 66,600
18 Jos Bernardo de Sena
20 l.uiz de Morae., Comes Ferreira
22 Jos Ejteves Moicira da Cosa e
Manoel Joaquim da Paz
2i llerdeiros de (.aciano de <"*r-
vallio Kapozo
26 Ditos de Anna Joaquina da C.on-
(>uimar,1et.
20 caifas vinhn em garris ; a Jos Joaquim Dias
rernandea.
25 barris azeil, 57 dilos vinho, 52 canaslrai albos ;
a Manoel Duarte Itodncues.
5 caixas puma a a Franciico de Mallos Vieira.
- saceos torneiras : a Francisco Jos Auguito Fer-
'eira.
2caixes piixe em lalas ; a Antonio Jo- dos Reis
Jnior.
7(1,500
77,I0I
IH.Otrll
* I,O.MI
iri.thHI
18,0011
28 Ignacio Lu/, de llrito Laltorda
30 Aiitotiiu Jos Rodrigues da Stlv .'.'.,<
32 Jos da Silva Morera 30,Oi,o
34 Francisca Thooia/ia da Coucei-
C'io Cutih 30,00"
36 Miguel Joanuim da Costa 70,350
40 Antonio L Coucalvcs Ferreira 45,Ooo
42 Luis Comes Silvoiio 4t>,HOO
44 llcrjinos de Manoel do P.ego
!1 l|2 pipas e 13 Larris vinhn, I dito 3 1,2 pipas L'ma
presuntos, m harri. azule, 34 ranaslrat albos. 5 rn-
nhetes touces, i ditos machados, t barris entadas, i
1 calilo linba ; a Joao Pinto Kegis de:
46 Calliatioa do Sena das Virgen
48 Anua Lourenca Real
50 Antonio Moreira Reis
52 Ordem lercein do Carmo
51 Innan.iailcdoSaolissiinoSacra-
accos roilias
Souza.
1 cartucho miro em moeda: a Antonio Jos de Car-
valbo S. Tiagu.
22 cunhelet velas de tebo, I caixa fechadores II m^'!1? dc S,,,l A,,l>n'
barr presonlo, 2 Caini e 3 pacoles gilaes, rendas, I ob ~f Comes Stlveno
espeguilha, vol.mle, coiimlhos, fio porrele, liaba I 5S J'ria Joaquiua da t.onceirjo
barquinha, curdas tremidas, cobertores, loalhat, pan- 60 Patricio Jos da Silva saraiva
no de linho, etc.; a Franc-co Guedes de
.Vi,40"
H.,200
1*,2"
21 ,00
pullura no logar do consislorio do lado da irman la- I Joaqmm D. de Castro.
----------- Araujo.
I caivole cbinellas dc 13a ; a Cainp: o lima.
1 dilo penles, I canAo capachos ; a Jos Baptisla
da ronseca Jnior.
3 saceos rolhas ; a Joao da Cimba Naves.
2 caixes obras de prat.i ; a Moreira & Duarl.
50 barris chumbo, 50 dilos pregos, 7 caixas techa-
dnl, (i ditas escovas e palitos, I dita lio, 5 ditas vi-
drilho, coxinilhos, volantes, candieirot e panno .le
linho, 2 runhetet martellos ; a Barroca i; Castro.
1 caixao relroz ; a Jos .1......mi... da Silva Coi-
maraes.
! caixas fechaduras, 1 dila penles, 10 barris pre-
eot, I molicie bridas, i dilo verrumas ; a Thomaz
Fernandos da Cunha.
1 caixao chapeos de palha e tremoias ; a Man. el
de do Sacramento, ao corp i da adulta Rosalina Cae-
lana de Souza, brama, viuva, de idade de 78 annos.
Cidade de Goianna 7 de noverabro de 1852.O vi-
cario, Domingos Alvares Vieira.
^ EtlAo todos reconliecidot.
N. i. Cosme de Miranda llenriques, escrivAo inte-
rino de capellat e residuos ncsla cidade de Guian-
a di provincia de Pernambaro, em virlude da
'ei, etc.
I eonhete roopa a Julio da Osla Ribeiro.
I dila bridas, e-lnlios e picadeiras, 1 caixao filas
de linho, de seda, de alaodao. guisos, rocas curtas,
ovillas, Imha, barretes de lorral, ele. ; a Antonio
Joaquim Vaz de Miranda.
1 laceo retalho* de pellica ; a Manoel Antonio
lorres
1 embrnllio um missal : a Jos Pereira da Cui.'ia.
i K>8 alguidares e lalhs de barro ; a Jo3o Francisco
Certifico por virlude do dcipacho desle juizo, que Paredes.
62 Joso Jofiiuim l'eicira de Men-
donca
61 Antonio Joaquim de Souza Ri-
beno
66 Francisco Tavarcs Correia
68 Antonio Joaqun dos Santos
Andrade
72 Viuva Joao 1 c lleudes Viainii
7i Antonio Ignacio Rodiigucs Ma-
chado
76 Msria Ignacia Real
78 Itlhos de Manoel Jos.- de Bas-
tos o Mello
80 Antonio Fernandos Vcllozo
82 Mem
84 Maicelina Rita Mara dc Oliveira 2l,**e
do lamacentl que se loma impnjsivel atravesar de le l,i"lllella provincia conselheiro Penna. passou a
uina para oulra calcada ; e so rellelir que he esta a^niinislrarao da provincia ao 5. supplenle como o
amadas ra* mais transitadas, ja por sua propria (le'mpedidn pira oceupar tal lugar,
imporlancia.j por sua proximidade do palacio i re- I Cn,g"'a a Bahia, leudo sabido deste porlo, com (i
sidencial, senle-se Ioio a neceisidad que lia de lan- i dias oe viS*m, o p .11. .bolc Dous Amigos.
car a cmara municipal para abi as vislas e de re-
mediar esse mal deque se queivam lodos.
Eslt ditidido ; bao di ficar em p, nao sabe-
mos para atleslar o que, a romas da casa incen-
diada no alerro da Boa Vista. So te se quer
aquell? monumento para marcara existencia d'um
uranle tacto, para dizer aos que passam n auui se r
qu""n.'.u.,ri c.a,.a !_*??" narj ,i2"le Pr- : pomposo '.i"gioU,-m "*"''0' """ d|K"
revendo o livro que serve de laiirainenlo da receiti
edespeza dosdireitos parochiaesda fabrica da ma- |
Iriz dista fregnezia, delle consta a folha 1 verso a |
conla da recolta d auno de 1853, apresentada pelo
respectivo idininitirador, u llv.l. Dumingoi Alvar.
Vtrira, dedo ae v que no rlito auno > inez .(,.]
abril rendeu a quantia dc 89500 ; o de maio 7?V '
0 de junho 0-200, e finalmente o de julbu I-.I2H ;
a qoe durante o mesmo anuo o mee que maiur re-
ceila aprsenlo.!, foi o de marro a quanlia de 109(00;
igualmenl consla do mesmo l'ivro a II. 2, entre ou-
iros ardeos de despeza do auno ne 1852, a de um
barril de vinho branro, pira missas da oda malriz,
na iroporlaucia de 3,~, aisim como se v da mesma
folha do dilo livro, na despiza do anuo de 1853, ou-
lro barril de vinho branco para at referida* missas,
na importancia de 35*. E certifico finalmente que
a II. ..! do livro de despezas do patrimonio da re-
ferida malriz, consla que o mesmo patrimonio se
acba ilcaoeada por saldo a favor do respectivo ad-
ministrador, o mesmo reverendo vigario Dominsos
Alvares Vieira, na quantia de 1:7799340, como ludo
consta dos respeclivos livros presentes em meu puder
e cartorio, aos qmes me reporto ; e vai na verdade
sem eousa que duvida faja, conferida e concertada
por mira e o labelliAo aballo assignado. Cidade de
(ioiauna 13 de oulubro de 18-54. Eu Cosme de .Mi-
randa llenriques, escrivAo no principio declarado,
o escfevi e astigne1. Em f de verdade.O escriv,
interino, Cosme de Miranda llenriques. E comigo
tabeldAo interino, Joaquim Jos da Costa l.eile.
.V 5. Recelii do Sr. Mauricio Jos de Gouviia,!
a quantia de 525600, provenientes dos foros venci-
dos de suas casas, sitas na ra Direita detia cidade e
ra da Malriz; lento e-tas 10 braca* e aquellas da Silva.
20 caixes vinho ; a Novaos A; C.
2 fardos roxin.llios, 3 caixas penles d cintre, toa-
dlas e follias, 1 barril vinho ; a Manoel Joaquim Ri-
mot e siha.
1 n" i, turrerretota .1- lanoeiro : a Jos dos San
los Pe.tolo.
-> raisai cobertores de linho e caixa. dc duba, I
caixao qu.idini e peaidia, I dilo urna redoma de fi-
lio, l. dil s a 5 voluines movis e pedias para me-
sa* ; a Jo.io A ..lo...,, (omis Guimarai*.
2 fardus capachos; a Jos Alves da Silva (.ui-
marAe*.
5 deiiu de cadeiras dc pao prelo, 15 taceos ro-
lhas ; a Jos Crvalhi dos Santos.
2 coi.beles relroz ; a Feidel Piulo A; C.
i canas fechaduras de broca, I barril vinho ; a
Manoel I .. reir da Silva Tarros...
Barca porlu^oeza o Flor da S. SimAo.,, vinda de
l.i.boa, coiisiunada a Bernardino Comes de Carva-
Iho, rnanifesloa n seguinle :
278 pipa, o 1336 barris vatios ; a Carvalho &
20 barris vinaare ; a Jos Marianno da Roa.
1 caixa spalos ; a Manoel Francisco Moreira
.Mala.
2 ditas dilu ; a Joaqilim Rodriguet linaria.
80 barricas farinha de (riao. 500 harria abatidos, I
encapada ignora-se ; a l.un los de M Araujo.
-> canas cera em velas; a francisco Severiano
Rabeho ,V I-ilho.
I dila litros ;a Francisco Radirh.
10 barris azeiie de oliveira ; a Manoel Jos de Fi-
na & C.
i encepados e 3 gamellas cera ; a Alexandre Jos
0zte$p0nbtncia$.
Senliore redar/ores : J.endo do n. lili do seu
Diario de 22 de maio prximo pasaa lo, o discurso do
Sr. depulado provincial Dr. Antonio Alves de Souza
inuaculoso
les coul,c,d,s para cbeaar a un, vall, T, ,Z qTe' nem '
,'"". ..''.' dl.nn8 l"41"'-' "' Htf*l don, ceros, clin.a-
ao Rvd, Dominaos Alvares Vieira,
vicario da freaoezia de Goianna, alim de lhe ser en-
Ireaue sem lianea que pergo o prodaclo da lotera
que correo em lavor das obras da respec Ova malriz ;
aproveilo a ocesriao para Ibe pedir a publicacao dos
documentos abaixo, para que aquelle mesme Sr. de-
pulado. ou parle do respeilavel publico, que ainda
eslea em duvida a respeito delle, lalvez mesmo por
lo o querer conhicer, tal qu,| he ; principale! por
para a d.uva natural que cabe limpa rJV E! e'to 'llf^"i11"' 'locomf V' "' e 3 C""a 1ue
para esse ha,,,, que vero porquissuno dos soir.d s "e "0" d.e ""'s W "ven.at.iln para
- Os meninos d'oma certa aula particular nue s '-0.^P0"0". e *">" "" coo*..iono da irman .ade
dcixem de zombar da, pessoas que ^..m T Si^0S1'"T-' qa"'. '" ?"* "".....0'' 1ue
.rano, o profesor se-a avisado circoms.annadamen- ,'' '! le, es- tamo nao basiar, hem vtrr. que se node r e 1ue elle s-invenlou nio
fazer mais alauma colisa q P0Je para fazer consoanle com aquelles 12*100 i*., que
Ouemf.ir do .i, j. u, ,e l'J^uel 'ndevidamenlc, se quiz obler a licenca,
i ao lamo do por dizer qoe sei....... a nao dava ; nAo obslame sV
ber elle, que eu como iinAo dsquclla irmandade, em
I que hei oceupado os roiis distincios cargos, duba se-
narece I elo une v ;e Um,m d/ B0S,', "" """"* '"'l",,i,, ara,i<' ""esped.va tacislia, .gndo o cot-
parece pelo que vamos duer, qua d., esmulas nao por turne mudo anligo, que i elle e embrea aderar
espirito endoso, mas para diver.ir-se, e fia com el-1 par, m,m. oulro, q-,q. Ib.sAo desaSs
De dez Doras em diante nlngaem peda andar
na ra sem um forli auarda chava, -ob pena de en-
trar para casa molbads, e provavehnente de aaua
limpa, porque be s.. a que se bola na roa. Seria em
verdade man illenclo e caridade para o provimo
guardar esta chova artificial para mais larde, quan-
do as las de lodo se lornarem desertas, ou mandar
despejar toda lisa agua nat |iraias. do que adra-la
to cedo a rut onde os que passam so vAo prevenidos i ;'lPr" |
Ouem Hr do alerro da Boa-Vista ao largo do
Hospicio pelu becco do Ferniro veja onde pisa.... i
jorque Ouem nao coidar mudo, saber.
duas e qoatro brajas os chaos que lhe Seara imme-
dutot. tendo tido ot foros pagos al jane ro de 1852.
E para constar passo esle de mmha letra e signal.
Cidade de Gohinua 5 de marco de 1853Rs. 529600.
O vigario, Domingos Alvares Vieira.
Esta' reconl.ee.do.
N. (i. Sebastian Jos da Costa Trigoeiro, escrivAo in-
leiino da provedoni de capellat e residuos nesla
cidade > comarca dc Goianna, por S. M. I e C,
o Senhor I). Pedro II, que Deot guarda ele.
Certifico que, em virlude do despacho supra, foi a a Araujo A- C.
u'rre.i.el "l""i"=?' Al*'* Viei"' P"*"' > I caixole rom 2 embru
i?'??> P,0T V me '"' "Panudo o livro Ionio de S.queira.
do recebimenlo dos fnro* e laudemios do patrimonio
de Nosta Senbi.ra do Rosario desla ci iade, nat eoa-
(at por elle dadas nesle jeizo no anuo de 1852 a
I8j3i e a folhat 27 verso do rnesmo livro eu enron-
tre o lancamenlo do theor sesuinle : Recebi dos fo-
ros e laudemios I de, Maunciu Jos de Gouvea
IoQbOO. E endo-me igualmente apresenladu o li-
vro das dspezas daquelle mismo auno de 1852 a
.''. I"',"e a "''' se *chl' egIJ'nle lancamenlo.
lela abertura de ri tril.unat no corp.) da' matriz
com varandaa de ferro, cfiilhosde vidro, adro para
Tora da Igrija, grade no coro, laciniado a mao
d obra, e lodos ot mait materiaes, como moslram os
docunieiilosjoolos 1:0813200; certifico mais nAo ler
encontrado nos referidos litros, e nem na. conla*
dos anuos anteriores quantia alguma dc diiibeiros
receidos pelo reverendo paracho dos cofres pbli-
cos, as cenias apresenladat em juizo, visto nio ser
da competencia do mismo joizo, e sim da Ihesoora-
na provincial, aonde he obligado a dr cotilas o rs-
ped.vo parorho.
1 caixa paramentos ; a Cima Jnior & C.
10 caitas cera em \elas ; a Itairoca A. Castro.
10 c.iixotei brochas, I dito mercurio : a Rocha
Cun A. tiuimarAes.
1 barril carne ; a Bailar & Oliveira.
1 caixole imagero ; a 11.enlomo Flix de Mello.
I dito dilis ; a Chaves.
1 embrulho bandas ; a Jos Joaquim da Corta
Maia.
6 e.lilas pombos, 2 dtlas canarios, 2 dilas melros ;
albos igoora-
, leira.
I caixmlia e i lata ianon-se ; a Jos Octaviano
I "II.. .-..Iii.inli.i.
1 embrulho ignora-te ; a Guilhcrme da Silva Goi-
marAes.
CONSULADO GERAL.
Reiidmeiilo do dia I a 15. 55:71 Ir 198
dem do dia Ib'....... i:5200ll
21,6*1
18,000
|s ii.ni
21,600
60,000
18,0o
18,(HKI
25,IM"i
21 600
18,00"
I4.40O
2.200
27,000
2I,<
14,400
18,000
*6,60d
61,20(1
21,i.mi
21,600
36,(KM)
44.000
ji i >
21,60o
M i'rO
18,0011
.a,-03
77.KHI
21,600
6,*.('ii
44,000
27,000
19,800
18,000
2l,6oO
21,600
10,8iHi
60:2319209
DIVERSAS PROVINCIAS.
Rendinieuiodo da 1 a 15. 3:383*143
dem do da 16....... 215/25'.!
.l:7IIS.-.V.li
EXPORTACAO'.
Aracalv, hiale ..Aurora., de 35 toneladas, condu-
. o seguinle : 122 volumcs gneros eslrangei-
i"., 193 eaixat doce, 2 iiarriquinhas atsucar.
t, nada mais si conlinha em dilos lancnenlo* i RECEBl.DORIA DE RENDAS INI ERNAS C-E-
"l"! (ranicriplos, que bem encmenle passei por I RAES DE PERNAMBLCO.
ceriniao dos proprios livros, aot quaes me reporto c Rcndimer.lo do dia 1 a 13. 13:8269336
vai na verdade sem coosa que dovida faja conferida 'dm do dia 16....... 1:I.10:I05
e concertada, comigo proprio e escripia e asianaila _________
nesla olredila cidade e comarca dc Nossa Senhora 1(-056:fi|1
do Rosario de Goianna da provincia de Pernambn-
co, aot .10 das do inez de maio de 1857, eicrcvi e
assignei. -- Ero f de verdade e concertado comigo
esrnvao Mermo da provedoria. Sebaslio Jos da
Cosa lrigueiro.
VlT;..
tdtfo
os que as receben). Se Do documenlo n. consla, que o re'ndimeiilo da
PRACA DO RECIPE 16 DE JIMIO AS
3 HORAS DA TARDE.
Colaees olliciaei.
CONSULADO PROVINCIAL.
Renlirocnlodo dial a 15. 38:3593156
dem do dia 16....... 3:2699282
11:618.7118
mmt0
''a
ptt.
Navios entiaios no dia 16.
86 Bciicdtto Joso Duarte Sedrini
88 Justino Pereira dc Andrade
N. I Aiiloiiio I-ranascn i'ereir*
3 Maitoel Coticalvcs Ferreira Silva
3 Joaquim Bernardo dc Figuei-
redo
7 Viuva dc Manoel Fclix da Rosa
9 HerJciros dc Anm Joaquina dc
Jess
II MonscnriorTrancisro Muoiz Ta-
varcs
13 Filho.s de toad
15 dem i.le ni
17 Antonio Jos Gomes
19 Ii mandado do senhor Rom Je-
ss das llores
l Claudina Martinha do Sacra-
mento
23 Anna Joaquina da Santa Cruz
2.1) Viuva de Manoel (.ornes
27 llenrique Jos dos santos c ou-
tro.
31 Viuva c herdeiros de Jom-de O-
Jj reir
33 Filhos de Jos Maiia de Jess
Muntz 30 000
35 Manoel Ferreira Atilunes Villaca lavcoo
3/ Victoriano Jos c Souza Tra-
vasso
39 Viuva e herdeiros de Joaquim
Jos Lourenco da Costa
I Herdeiros de Jos Concelvcs
Ferreira da Silva
43 Jos remandes Bastos
45 Jos Joaquim de Lima Jnior
17 Manoel dos Anjos F'errcira
49 Francisca Thomazia da Concei-
<3o Cunha |0 ,-_
51 Joaquim Canuto de Santa Anna I^OOo
53 Manoel Joaquim Rodrigues de
,ouza 18 con
55 Herdeiros de Jos Maria ue le-
""SS I2.0.KI
o Irancisco Antonio do Oliveira 18 ooo
59 Antonio Jo*e Rodrigues dcSouxa 21,'mjo
61 Marta Theodora da Asumpc3o S7 RM
63 Uem .r wm
ba Jos. l.oncalves de S 47 3o0
67 Filhos de Manoel Ferreira Di.
niz 27,iVil
69 Maria Theodora da Assua>p-So M.Raja
K para constar se mandou aflizar o pre-
sente c publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial dp
Pernambuco 9 de junho de 1857.- O secre-
tario, Antonio Ferrctta da Annuncia'clo
O lllm. Sr. conudor da thesouraria pro-
vincial, servindo do inspector da mesma the-
souraria, em .-.imprmenlo da ordem do
Exm. Sr. presidente da provincia, de 20 do
corrente, manda fazer publico que no da is
de junho prximo viudouro, peranlea junta
da lazenda da mesma I lie ou rana, se bi de
arrematar a quem por menos i zer a obra da
coiicrusiio doraiodosul da casa dc deten-
cao, avahado em 66:005-720 rs
A arrematarlo era feita na forma da In
provincial n. 313 de 15 de maio da 1854 r
s..b as condicocs .especiaes aluno co.'ia-
dts. r
As pessoas que se pronotercm a esta ar-
mataguo comparecam na sala das sttV.cs
da mesma junta, no dia cima declarado
pelo meio da, competentemente babilii:.'
dos.
i: para constar se mandou aflixar o m-
sente e publicar pelo Diario. r
Sccrclaria da thesouraria provincial ,|e
Pernambuco 23 de maio dc IH37.O BsjfjMU
no, Antonio Ferreira da Antiu>iciac3o
Clau-ulas especiaos para a arrematacio
l. A_conclusi!o do raio do sul da Mi
p.ira armar a popula-
quem lome o "bonito |>a|-v
tidade.
Arranje-se o enverno c,.mo puder, lolva-te a
urslio romo for peislvel ; nio leulio nella rc-i,ii-
Uliaade alcuma ; nu meu salnnete n.i.i me lie dif-
llcil fac.-me o campclu exagerado da narionali-
dade.
Si esse* araolot fossem os nicos Duvidot, nio lia-
veria lolucfu postivel dc >ine-lea de limiles, Das
quaes, bem como nat parliculare, nenhuina das nar-
les quer ceder! p
Anles do iralaJoque litou os nossos limiles cornos
-----......pressa,
c correndo, e nada pode descalpar a ioa lenlida...
(is i-randos invenios, at finio-.!, dctcubertal ICi-
"licat.....lu-lriao. o arli-lu-as, i.Ao poden ser a
ulna de alquila ai......; sao ,. fracta di Ii niros se-
clo* e do dabalho rie mudas scracct mas deidc
que se ebega .. ma conquista, nao ha nacOei nov.i
nem vellus para aproveita-la
|.ro in/io .. -in fruid
'Pinto linm .i
,.....i,,,, w^, .... ... ,',-------- "." ; "'- i'oiuuvcriesiiu a monNJ rs.. e era i>
ctTd, ,! l,P"ncr"" : : "". H"e a impelanle, e modo grande fregociia
.,:r..!.!:."V.''.!l",n JW conl,n.v a tr.h.lhsr, I de Goianna, .*,. renda l.l quantia, e c n patlor ,,-,
\ ni*., ao losqoaador como o actual t cerlamente que n.1..
II1 me-inu iloiumenln 11. consla que na-cunta
I do-pc/a* da fabrica dos amos de 1*52 c 1853,
:e atliam rarregad... -J liarrit Je vnlio para miatat
la malrii, um por 349300 1-. e oulro por 3.51000, no
rom maiiiri-ia offenta da moral pul.l.ra
ot dones diatei pobres anlmaes, podera
" T qui/cii-in, sfjain porm mait r mpastivot e
ni. .:>.. 1. in deit'arle o senilmente alluio qoe nao
|....le lolorn sciiao cu: mullo pesar cs'a croeldade :
animal ,, dado ao b .,.,, como um meio, mas I
Paria, 316 r. por fr.
Lisboa, 92 por % de premio.
Itio dc Janeiro, 3 por d|o de descont.
Accao do banco 50 por cinto dc dividendo por con-
la do vendedor.
n companhia de Reberihe 60|000 por accao
" conipanl.ia Pernumbucana ao par.
(.enova-fiOdias, polaca .arda ..Maria.., de 198 lo. dctc''C-'". consiste tas obras dis;oMa> n<.
neladas. capilao ll.omai .Mazzme, cquipasem 10. orameMU,>" va'or lie 6ti:(K5^7->0 rs
im lastro ; a li.slos A; l.emos. I'erlence a Ce- As obras scrSo comee
nova. um inez, depois da
Rio (jrande do Mil-22 dias, barca lirasiliira ..('.le- arreinalar-3o,
menlina, de 268 loneladas, capilla Manoel Joa- anuo,
qu.m Lobato, equipasen. 15. carga 1.1252 arroda* dc .1 O arrematar,!.,
carne; a \ cele Alves dc Souza Carvallm. Per- iilos n,,f.,p "lan,n na cueSn M 1 .1
lencea l'ern .ml.uro. Pa-saaeirn., Jn-eplia (lude- ,1,,, \ ,S |,p|" 'V *e arba f. lio no
na Lnzdania, Amonio da Silva l.e.le. "'" "orte. observara em ludo as pr-<-
Lliboapel 1II..1 ,1, Madeira-33 dia-, ed. ultimo Cl'PV'CS do cogcnhciro que insperioi.ar a o-
porlo2., brigue portuguez Joven Amelia-, de ur- '
21.1. looela las. equ.pagem 15, capiI3o Rolr.go An- *.- Os mestres emnrccados na obra ^c."...
C!re::;Z!a,f'; a Manuel A.vct.uerra. da_aPp,llv,n l^SSZ^A
dcnlin .1
assignatura do termo Je
c concluida no prazo dc un.
Liverpool-(:| rijas, briaue inclez ..Amazonas-, ,Je
21, loneladas, capitn .laii.es Slcrle, equipa^eni
II. earea fazenda*, earvao e mais ceneiut ; ,, .|a.
mes Crabtree ci (.. Pcrlrnre a l.-verpool.
Londres13 da-, brigoe ingle tioicktlep, de I"..;
ton-ladat, capillo llioinaz l.udlicrl, <-.j.11,, =, ,.,,
O irrematanle sera obriK.do a i<<- b 1
pelos precos .1.. oiranie.ilo, |.. o malen.l
existente nos depomtoa da obra, tmmm
lo-se o seu valor da importancia da prin.ei
ra pre&tacao.
6. A impnrntiria .la obra -era il.-vidi.1a
taos generoi ; a Ito.lie Rlu.ac. P- en, qutlro pre-lae.-s ,;;.. rs. re.lisadas na.
lenre a l.ondr .
Kio de J-neiro pela Baha9 dias, e do nlt:mo poi-
lo 2 da*, vapor s.r.lo eCenovt, commandaiite
Napolli.
Rio dc l n .-...12 dias, britoo braaileiro .Arga-
naula.., de IS7 loneladl, cap 1,1o I rano.tro I,......-.
de Oliveira. npiipagem 12, carga '.1531 arrobas de
carne ; a Mano-1 Alvet Cuerra.
Navio* saliidos no mesmo dia.

pocas e-tabele.i.las no ail i'i da le n. 28*.
7.' Tuto o mais que aa n.loaebar aqu dn-
posto, sera regulado secundo as ii|>osici"m*s.
da citada lei. Coiiloriiie, o secreUrio s. | .
da Aununciaciao.
O lllm. Sr. tnspeelor ra l'.osoiuai .a
provincial, em rumprimen'.o ila resi.liira.i .la
IrtMly lliile bras.leiro Aurora,., de 35 tonela- Jdnla da fazenda, manda la zer imblieo, que
das, medro Amonio B. Marlins, eqnipagem 6, do .lia 2.. do eerrente, se ha de arrrma't -r a
carga vanos gneros, l'assageiros, JiJuardo Go-. quem por ineuos lizer Is mpressOes dos tra-

MUTILADO



DIARIO I)K PKtNAMtLCO O AiTA HURA n >E f.JN lili I8t>7
balhus das diversas repartices publicas pro-
vinciaes, avaliaJos em 3:500s rs.
a irromatacilo ser feita por lempo de um
anno, a contar de t. de julho prximo vin-
douro aofun de junhodo 1858.
As pessoas que se propozerem a esta arre-
matadlo, comparccam na sala das sesses da
mesma junta no da cima indicado, pelo
meio dia competentemente habilitadas.
E par* constar se mandou allixar o pre-
sente, u publicar pelo Diario.
Secretaria da tbesouraria provincial de
Pernambuco, 9 de junho de 1857. O secre-
tario. A. V. da AnnunciacSo.
- O lllm. Sr. contador da Ihesouraria
provincial, servindode inspector da mesma
Ihesouraria, em cumprimeuto daoulcm do
l'.xm. Sr. presidente da provincia de 23 do
crrenle, manda fazer publico que no dia 18
le junho prximo viudouro, peranle a junta
da fa/. n l,i, se lia do arrematar a quem por
menos lizer a ubra do empedramenlo da a-
lerro dos Afogados, avallado em 36:960# rs.
Aarromalacao sor feita na forma da lei
protjacial D. 343, de 15 de niiio de 185i, e
sol) as clausulas espociacs abaixo copiadas.
As pessoas que se propozerem a esta ar-
romalacao comparccam na sala das sesses
da
Para o batalhfio d* artilharia.
Livros em branen, com '200 folhas 2 (
Companhia deartilices.
Livro do IDO folhas I.
8." batalhao do infantera.
I.ivro de 150 folhas, com i denominado
de auxiliar o livro mestro geral ilas pracas
eff divas, rrscalo .le aceordo com aquello!
mesmo livro, islo lie, pira as pravas de .fe'i
prot 1.
10 batalhao do infanlaria.
Livros de 100 folhas 1.
Faldamento dos msicos do mesmo ba-
Ulhao.
Panno msela cor de rafe, covados 81 ; di-
to dito azul, covados 5i ; casemira encarna-
da, covados 16 ; lita do reros preto, varas
primeira vez o vaadovllla fin um acto, e que lanos
applaoSM merecen cin Lisboa.]
O JUIZ ELEITO.
at.i Sin ao eipecticala o lie Un (lucilo da -
PANELLA DO FElTipO
Cuntido pela beneficiada e o Sr. Mnla Ron.
A lieneliciada juina ler com eilc diverliinenlo,
lio nina Pella Mcolha, e espera que o reip'iUvt
publico desla capital ampre pmleclur dos artillas,
ellecoucorrera, a llia prolenta aua qralidSo.
Os liillielc. nrlmn-se a difpoiico du pobliso,
| ein rasa da beneficiada, paleo de Panizo o. 21 c no
iha do e'perlaculn no eicripbiriu do llieatro.
Principiar.! as 8 boraa.
A sociedade dramtica do thealro de
onecido vinho linio do Lisboa, da marca i
cima: se\la-(e'ua 19 do corrate, a *i II
lioras da manli&a, na porta do armazem
do Sr. Aunes, defronte du alfandeca.
i\o\
i 04 S 0
O livro do
t\
P

%
Previno-sc aos amantes da boa pilada, que
chegou no vapor S. Salvador o rap novo
princeza do lo de Janeiro, que pelo seu
excedente aro.na se confunde com o prince- j
za de Lisboa: na rna do Crespo, luja de,
miiidczas ao pe do arco de Santo Antonio c
praca la Independencia n i, aondese ven
de a 18000a hlira.
cas
rape. I Sor vetes.
Lotera
e garfea
i2; bol.es grandes convexos da metal ama-1 S. Isabel, desejan lo continuar a dar execu- Nova coiJecca o
relio, com n. 10 378 ; ditos pequeos ditos co 40 sen programma de levar sempro a nra aH n\u-
rom o mesmo numero IB2; hollanda para seena pegas que estando as suas forcas, e i ai
forro, covados 102; bonetes do panno ms-
ela, com vistas encarnadas 27; dragonas, pa-
res 27.
Fortaleza do Brum.
Livro em branco pautado, de lso folhas.
para registro de ollicios 1.
Scrvieo da capaila do hospital regimen'al.
Alvas 2 ; anillas 2 ; brandssl-2
da mesma junta, no dia cima declarado, grandes para cobrii o calix, sen lo I branca o lisionsaveis .lcspes
pon meio da, competentemente habililado. e encarnada, e outro rosa e verde 2; cas i- osla beui preparada
R para constarse mandou allisar o preson- las com suas estolas e manpulos sen lo urna razSo tem resolvido
le, e publicar pelo Diario.
Secretaria da Ihesouraria provincial de
Pernambuco 26 de 1857.O secrotario, A.
V. da AnnunciagSo.
Clausulas especiaos para a arrematagao.
1.a A obra do empedramenlo doateirodos
Afogados, far-se-ha de conformidade com o
otgamento approvado pela directora em
ConselbO, e apresentado a approvacao do
Exm. Sr. presdeme da provincia, na im-
portancia de 36:960) rs.
2.a O arrematante principiar as obras no
prazo de um mez, eos concluir no de 1*
mezes, ambos contados pela forma do art.
31 da lei n. 286.
3. O pagamento realisar-se-ha em quatro
prestagoes iguacs, cujas tres prraeiras, cor-
rcspoiiderio aos tres tergos da obra, e a ul-
tima lcar para a entrega definitiva.
I. Para ludo o que nao se acha previsto
as presentes clausulas, seguir-se-hi o que
dispoe a respeilo a lei previncial n. 286, o
com especialiade o art 40. Conforme.O
secretario A. F. da AnnunciagSo.
O lllm. Sr. inspector da Ihesouraria
provincial, em cumprimonto da rosolucSo! rcJe com campa 1 ; turibulo o naveta t
U. junla da fazenda, manda fazer publico, | colher de metal 1 : toalhas com 4 palmos :c
que uo da 2 do corrento, so ha de arrema- i compriuieulo. oara as banquetas 4.
lar a quem por menos lizer o fornecimento
dos niedicamentos o utoncllios para a etifer-
maria da casi de deleugao nesta cidade, por
tempo do um anno, a contar do 1. de julho
prximo vinJouro, a 30 dejunho de 1858
As pessoas que se propozerem a esta arre-
matagao, comparegam na sala das sesses da
metala junta, no da cima declarado, pelo
moio d|a, competentemente habilitados, que
ahi Ihes serao presentes, o turmulario e cou-
digdos da arrematarlo.
para constar se mandou allixar o presen-
te, c publicar pelo Diario.
Socretaria da Ihesouraria provincial de
Pernambuco, 9 de junho de 1857. O secre-
tario, A. F. da AnnunciagSo.
O lllm. Sr. luipaclor tfa lliesonriria provincial
em cumpnnieiilo da ordem do L\m. Sr. presidente
da provincia de 5 do crreme, mama laier publico
que no dia 9 de julho prximo vindouro, peranle a
junla da fazeoda da moma Ihenouraria, >e lia de
arrematar a quem pormtnns fuer, a obra dn rebai-
xamenloda ladeira do niseuho Velbo da estrada da
Victoria ..vahada em 6:6O0#.
A driiinnr,'i i ip,,i r -11. i na fir'cn i .] i lei provin-
cial ii. 3i3 de 15 de maio de 1851 e sol as clausu-
las 'ipeciaei abaiio copiadas.
As peis.as que le propozerem a esta arrtmaliicao
couiparetam na sala das sestees da mesma junla no
dia cima declralo pelo meio da compelenlrmenle
habilitada
cuja exocugo agrado ao publico, de quem
tem recbalo, e espera continuar a receber
proteccSo, esta promptuicandoo drama in-
lerineiadode msica,que tem por titulo Ga-
briel e Lusbcl, ou os Mila^res de Sanio An-
tonio, em quatro actos. Lstc duma que he
todode phanlasia,e tom do ser executadocom
bolsas' todo inac.iiiusmo, dependente de grandes e
pezas, para as quaes nao
asociedade; por esta
puios senlo um-a razao tem resolvido abrir urna assignalura
branca e encarnad', e oulra rosa e verde 2 ; especial para cinco recitas ; e para nao so-
cingu!oS2; corporaes 4 ; calix de prata i ; rem montonas suas fepelicOas, a socioda-
colher de prata 1; castigaes de ma leira pin-; ''o prometi dar com ellas duas comedias,
lados de branco 12 ; caixa de prata para San- c um vaudevilie novos. Espera a sociedade
tos leos I ; comm ida grande para guarlar i]ue a vista dos pedidos que se llio tem feito
os ohjeclos da capella 1 ; estante para o mis- Para levar a scena esle drama, nao hesitara
sal; estola pequea de velludo prcto I ;, publico em concorrer para esta assignatu-
galhetas de vidro com pratos4; lampada pe-' ra ; sendo que nSoappaieccndo numero suf-
quenn 1 ; lavatorio do folha com baca I ; ficienlc de assignanles, a sociedade rostilui-
missa! 1 ; opas da casemira encarnada 8 ;> a cada um a importancia de sua assigna-
patena de prata 1 ; pedra dar 1 ; pala de | lura.
brim 1 ; roquetes 2; sanguinlios 6; sacra---------------------------------------------------------------------
no com chaves de prata I ; toallus de al- lV&*>*S '' s-i,^.'fl*
tar3 ; ditas para lavatorio 4; veo blanco 1;
dito encarnado I ; dito rxo I ; dito verde
1 ; velas de libra 12 ; sacras do altar 3 ; lin-
ternas 2; umbella 1.
Capella da fortaleza do Brum.
Caixinha para Santos leos l ; caldeiri-
nha de metal para agua beuta 1 ; campa de .-omM-ino!-
metal I j lavatorio de blhj de llanlres pin-1
lado, rom torncira 1; umbella 1 ; throncto
para o Santissimo Sacramento 1 ; panno de
lustrin> roso, com 14 p linos do comprimeu-
to, e 1t ditos de largura t; relogio de p -
Para o Rio do Janeiro sahe com
muita brevidade a barca liedle, e tem a
maioi parle de sea carregamento promp-
to : para o restante epassageiros trata-se
Francisco da Silva Cariico,
na ruado Collt'jjion l.'i, ou com ocapi-
l.io.M.mocl Jum' liilieiro. abordo.
Pna Lisboa.
Pretende sabir com muita brevidade o
brigue pOFtuguez 'Pescador,', por ler
pule da carga piompta, para o resto e
p.issagriros, para os quaes tem excedentes
commodos: trala-si: com os consignata-
rios Novaes & C, rna do Trapiche n. 54-.
PARA O PORTO.
O brigue Trovador sahira aleo dia 20 do
correntc ; anda recebe carga c passageiros :
a tratar com Barroca & Castro, na ra da Ca-
dea do Rccife n. 4.
lleai coiupaubia
(fuetes n^lezcs a
vapoi.
Concert, pintura em I2castigaes, e 12
ramalhetcs da mesma capeila.
Concert, pintura, e cnvidragamcnto as
3 sacras doaltT.
Douraro c lix e a patena.
Botica do hospital regimpn'.al.
Seringas de metal de capaciJade de i on-
gas para injecgOes 6.
Quem quizer vender taes objec'os, apr-
senle as suas propostas em carta fechada, na
secretaria do conselho as 10 horas do dia '>>
do corrente mez.
Sala das sesses do conselho administra-
tivo para fornecimcnlo doarsonal de guerra
15 dejunho de 1857Manoel Ignacio Bricio,
presidente interino. Bernardo Pereira do
Carmo Jnior, vogal e secretario.
Tribunal do Cominercio.
Por esta secretaria se f iz publico, que nes-
ta data fora matriculada a firma social bra-
silera do Braga Carvalho & Silva, estabele-
cda nesta cidade, e composta de Jos Mar-
ques Braga, brasileiro, de 56 annos, Vicente
Alves de Souza Carvalho, pirtuguoz de 42
anuos, e Manoel Gongalves da :silva Jnior,
brasileiro de 22 annos do idado, aquolle re-I ,. "V "orcns e San-Vie,dhte, Tenenlf, Ui-
Sidente em Liverpool, o estes nesta praga, I'!.".'!'..L,,h."".: PB&!lte., UatMa com
No dia 21 dcslo mez papera-s do sol o vapor
MEDWAY, coininamlanle Parker, o qual, d.|iois
da demora do cosluine, legair para Soulliampht,
E para constar se maudou aftliar o present e pu-
blicar pelo Diario.
Secretaria da Ihesouraria provincial de Pernam-
buco i.'nU jocho de 18)7.O Mentarlo,
|A. t. .r \i.iii.u.i.K-.i..
(.Iauulas eapeciaes para a arremalacau.
1." Orebaiamenlo da ladeira do engenlio Velho,
sera leito de conlormidade com a planta, papis o
orramenlo approvaJ pela directora em cunsellio.
esubmellidos a ap|irovai;ao doEim. Sr. presiJente
da provincia na imporloiirj.i do (:tkH>Z.
2.-1 O arrematante dlia r uinpci as obras no pr.i-.
XV <1. um iu.1. ... concluir uo d. 8, Indo cantad*
conformo o regulamenlo.
8." O p'ament j aera feito era duas preslacfies
ilutes, yendo urna qoan ],. liver feito melada da
obra a oatra a concluir.
i.' Para iodo o mal que nao esliver disposto
nslas clnotulasou no orramenlo, se seguir o qoe
determina a lei n. 280.
Cooforme.O secretario,
A. F. d'Annunciaejio.
O.Df. Polycarpo Lopes de Lefio, chofo de po-
lica, e auditor de marinha da provincia
de Pernambuco, por S. M. o Imperador,
que Dos guarde etc.
Fago saber aos que o presento eiilal vi-
rom, que no dia 17 do corrente mez, se ha
de arrematar por venda, a queon mais der, s
II horas da manha, nesta au liloria de ma>
rlnha, os seguintes objectos, perlcnccntes a
presa do palhabote negreiro, apprehendido
na barra de Serinhaem, e rccolhidos no ar-
senal de marinha, onde poderSo ser exami-
nados pelos prelendentes :
Una vela de r, urna dita de proa nova,
oulra dita da bujarrona usa.la, avahados
por 105 rs.; urna ancora de ferro, sem cepo,
avahada por 20/ rs urna panella de-ferro, a-
valiada por 1g rs., um camarote de vento, a-
valiado por 23 rs., 22 toneis para agua, sen-
do 12 abatidos, avahados uos pelos outros a
1j500 rs 2 maslros com suas cnsarcias, 12
maiaguetas de madeira, e 1 carritel de por
a barquinha, avahad >s por 5> rs 2caran-
gueijas, 1 retranca, e I pao da bu;arrona, a-
valiados por 59 rs : que tudo somtna a quan-
tia iic 1059000 rs.
E para que chegue ao conhecimento de
todos, mandei lavrar o presente eiilal, que
sora publicado pela impreosa.
Dado e passado nesta auditoria de mari-
nha, da rida le do Itecife, aos 8 de junho de
1867. Eu J0S0 Savaiva de Araujo Galvo.
escrivio o escrevi
Dr. Polycarpo Lopes de Leio.
De ordem do Esm. Sr. director interi-
no, consolhero Dr. Pe 1ro Aulran da Malta
Albuquerqae, fago publico que fica marcado
o prazo de 6 mr/es, contados do dia de boje,
para a inscripgao dos que pretenderem con-
correr ao lugar vago de lente substituto da
laculdade de direilo do Itecife. Pelo que
todos os prelendonlcs do dito lugar, se p-
denlo apresen'.ar desdo ja na secretaria des-
ta faculdade para inscrevercm seus nomes no
Ito compotente; o que Ihes lio permeltido
lazer por procurador, so estiverem a mis
de 20 leguas dcsta cidade, ou nao poderem
exceular pessoalmente por justo impedi-
mento. 53o obrigados, pnrem a apresentar
documentos que mostrem suaqualidade de
eidadSos brasileiros, e de que estao no gozo
do seus direiros civis o polticos ; ceitidao
de haplismo, lolha corrida do lugar do sous
os ageulos Adamson Home & C, ra
.Novo n. 52.
do Trapiche
de divertidas sortea
s de Santo Antonio,
S. Joa o, Pedro e Santa Anna.
Acaba de sahir a' luz esta rica collec-
ro, contendo S quadi-as para todas a*
pessoas de ambos os sexos, qualquer que
seja seu estado ou proistao. Jamis ha'
sido publicado um livro com sqrtcs lio
appropriadas e verdadeiras. Alm das1
sortea, conte'm elle mais tuna bella coHec-l
c5o de poesas anlogas a' noite de San-
Joo, escripias por diversos poetas brasi-
leiros e portugueses. Yemle-.se nica-
mente na praca da Independencia, livra-l
na ns. (i e S, a 19 ri cada c\emplar. I
ROTIS 00 THELEGRAPH
Na livraria ns. 6e 8 da praga la Indepen-
dencia ha para vender o roleiro do thelegra-
pho, novamenle reformado, com o nomo dos 1
vapores e nutras embarcagoes quo doman-
dam este luirlo, a ato rs. cada um.
MTE\
Papis de soites para senhora e homem a
80 rs livros de sortcs a 500 rs. : na livraria
ns. 6 c s da praga da Independencia.
(Jaiuiiilio do veo
ou medtages sobre as mximas eternas c
sagrados mysterios de N. s. Jess Cbristo a
l/jOO : na livraria ns. 6 o 8 da praga da In-
dependencia.
- O Srs que assignaram o relatorio do
Exm presidente co.iselhciro Sergio Teiseira
' MaceJo, quciain manjar receher dsex-
emplarcs do sua assignalura na livraria ns.
6 e 8 da praga da Independencia, sendo um
exemplar 1500, o mais de um a 1S200.
Qualquer das quatro pessoas que
ollereceram duzentos e eincoenta mil rs.
pela mobiiia de Jacaranda', da ra de
tlortas, pode a ir buscar. ,
c
sendo o gyro de sen commercio em hiendas
nacionaes, e est'angeiras de sui r.onta, c
commissSoem grosso.
Secretara no tribunal do commercio de
Pernambuco 16 do junho de 1857..No im-
pedimento do ollicial-maior, liinamerico Au-
gusto do Ileso liangel.
O lllm. Sr. in-pector da tbesouraria provin-
cial, em cumplimento da resoluto da junta da fi-
zn.la, inaud.1 fazer publico que no da do cor-
renlevai novainrnle a praca para ser arrematado i lo mu- ||le falta 1 .ata OS
.1 quem mais d.r, o r.odnnonto do Impullo d 20 ,, II 1 .
por ceulo sobre o coiHomo da d'agaarrfaoM uo roa- 'I'-"" 'em excellcntes commodos, trata-
nicipio de Seriuliaein, avallado em :li-- por anno.(! Se COOt OS Consignatarios NovuCS C C., rila !
S^SSTMT^ ",v,Njr' "r'""l eido,T,"ai,idlc p-3V- "com raPtao' -
Pretende sabir com brevidade, a bar-
ea portuguesa Paquete-Saudade, por
sr parte da carga prompta: para o res-
panucar p
Secretar a da tbesouraria provincial ie Pernin-.
limo, 15 de jiinbo de 18.17.O secretarlo, A11I".no
Ferrcira da Annunciaco.
A mesa do consulado desla cida le,
vista da autorsagao concedida po' a tlio-
snuraria de fazenla, ca portara de 13 do
mez corrente, compra para o servico das ir-
queages dos navios no aucoradouro do inos-
queiro, um escalcr novo e bem construido,
de 4 remos, ea n;io liaver novo, convida a
quem se pi'oponha construi-io de boas ma-
deiras, com solidez e perlcigao. O nacional
ou estrangeiro que sa qnci a cncarregar, O agento Borja, quinta-feira 18 do cor-
enmpareca na m< sm repartifjjlo, dan 0 lioras' rente, as 11 horas da mannfia, far leilio de
da manliSa as 3 da tarde, nos dias uteis. Me- ordem do lllm. *sr. Dr. juiz de orphaos, iule-
sa do consulado de Pernambuco 15 Jo junho rio, Joaquim Franeiscj nuarto. a requori-
I .1.,-.- ,%_j__'____.__ 1 .......... I 1 II.-:- .1- n----------:--- r.___- .
praca.
Para o Porto a barca portuguesa N. 5.
da Boa-Viagetn, pretende seguir com a pos-
sivel brevidiie: quem na mesma quizer
carregar ou ir de passagem, para o que tem
asseiados commodos, dirija-so aos consigna-
tarios Thomaz de Aquino Fonseca & Filho,
na ra do Vigario 11. 19, priniciro andar.
.- Si
de 2857.--O administrador,
Joo Xavier Carueiro da Cunha.
Sexta-feira I! corrente mez dejunho,
dopois da audiencia do lllm Sr Dr juiz de.
orphaos, ha de ler lugar a ultima praga, pa-
ra arrematagao das divi las activas do falle-
cido Manoel Fernn.les Guedas, as quaes se
declararan) no Diario n. 131, de 9 desio mes-
mo mez, cuja praga he na casa om que se fa-
zem as audiencias.
O lllm. Sr. inspector da theso iraria de
fazenda desta provincia, manda faze.1 publi-
co, que, perantoa mesma Ihesouraria, e no
lugar do costume, ha de ser arremtala de
venda, a quem mais der, una morada de
casa tarrea, sita no lugar do Monleiro, que
sendo penhorada pola fazeuJa nacional aos
herdeiros de Jos Fernandos Gama, foi adju-
dicada a mesma fazen la : os prelendentes
ment de D. Mara da Concaico Pereira, in-
ventarante do casal do seu (ilho o Sr. Dr.
Antonio Francisco Pereira de Carvalho, de
urna ptima estante para livros, diversas
obras deouro, brilhante o liaissimas pero-
las, o urna porgao de livros dedireito, litte-
raiura etc., cujos objectos deixaram de en-
trar em concurrencia, no dia 10 de junho do
crranle, designado.
O agento Borja tara leilSo em seu ar-
mazn!, na rtu do Collegio n. 15, de diver-
sas mobilias do Jacaranda com pedra, ditas
deamarello, lanos de armario e do mesa,
urna rica cama franceza do jacaranl, dius
ptimos espclJlOJ grandes, moldura do aca-
ran la, e outros muilos ohjeclos de marci-
ueiia, ele, vidros Gaos para sala, objectos
de porcelana e crystal para cima de mesa,
I ia Iros com estampas o mmtos artigos dif-
comparegam no lugar indicado, no d:a I." forentes, ele, que so acharo patentes no
de julho prximo futuro, as 2 horas da tar-
de j c para obterem esrlarecimentos a esta
repartigSo nos das uteis, duranlc o lempo
do sen expediente.
Secretaria da Ihesouraria do fa/enda de
Pernambuco, 15 de junho de 1857. O olli-
ciai-maior, Emilio Xavier Sobreira de Mello.
Directora das obras mi-
litar* s.
Precissm-se alguna reparos no quarlcl de
arlilharia de Dunda ; quem dclles se quizer
encarregar, aclara nesta directora o res-
pectivo orcamento, e ah podera clectuar o
contrato ale 20 do corrente
O conselho de qualilicago da g'iarla
nacional da (regUezia da Boa-Vista, leudo
designado os das 15, 16 e 17 do concnle,
para inspeccionar de saude a todos os ci la-
dSos que requereram ao mesmo oooseiho,
alegando molestias, pelo que toJos os cida-
dflos que dingiram Ues requerimentos com-
pari'gam nos dias indicados, no consistorio
domicilios, c diploma de douto-, por urna da matriz da Boa-Vista. Manoel (.laudino
las taculdades de dircitodo imperio, ou pu-
blica forma deste, justificando a impossibi-
lidadc da apreseutacBo do original; e na
mesma occasiao poderao entregar quaesquer
documentos que julgarem convenientes, 01
como titulo de liablitagao, ou como prova
de servigos prestados ao estado, liumanida-
de, ou a sciencia dos quaes se Ihes dar re- i
recibo : tu Jo de conformidade com os arts I
M e 37, do decreto n 1386 de 2 de abril de
185*, e III e seguintes do de numero I5(i8 de
2i de fevereiro de 1855.
E para que chegue ao conhccimeiilo do to
dos, mandou o mesmo F.xm. Sr. allixar o
prsenle que sera publicado pelas folhas des-
la cidade e da corle.
secretaria di laculdade de dircito do Re-
cito, 19 de maio de 1857. O secretario Dr.
Joaquim Antonio Carneiro da Cunha d Mi-
randa.
at*4UU
CORREIO.
tHhiatcsNova Anglica e lnvencivclrc.ee-
liein as malas para o Araoatv boje as 3 horas
da larde.
As pessoas que botaram na caixa da
administragSo dn correio as cartas para Jos
Domingues Foituna o Silva, Jos Caelano
Pires BranJio no lo de Janeiro, Dalglesh
Sempsun na Babia, c Jos Antonio Nuoes no
Amzonas, queiram vir pagar os respectivos
portes para poderem seguir seus destinos.
CONSELHO aIHiIIMSTRATIVO.
O conselho administrativo tem de comprar
o seguinte :
deOliveira Cruz, major presidente.
TElTIiO
DE
Hanta Isabel
Em coiMeqoencia de s adiar encommo lada a Sra.
D.Francisca Balbioa da Silva, que fa pide do
i-P."lacuio de li.J em btnelici.i da aclrit Ialiel
Mara Nunes, Iran.fere-fepira amauliHi 18 do cor-
rala o meioio Mpeelacoht. A h>net1ciida pede
ao scui convidados a precisa disculpa.
BENEFICIO DA ACTRIZ
ISABEL MARA NUNES.
Qninta-feira 18-tleJtmhr) ele 1851
Lobo que orelieilra^hoavar lerninad
tura Jlfinlo Slanislao 'ubir a scena,
rc-n-nle Cornelia em .icio*, d i Sr.
a ouver-
a muo inte-
Vbranchta.
1
stipradilo armazeni : quinta-fira,
correntc, as 10 horas da manhaa.
18 do
CMSIIEOTOEDESP
iN.is iutervallos da primeiro ao ecnn.lo aclo a or-
cbeslr.-i tocara llanta a cavatina II Corsario ; do e-
Riind ao lerceir.i oulra cavatina a clarinela l.em-
brancas .lo primeiro amor ; no fim da comedia e
pela primeira r neste theatro a Scholisckbabel
"Ifrecida a beneliciada. E no iuleivall i da come-
dia a aria, sera lauda (ambem pela primeira vez
ne-U Ibeiiro a walsa h.tpinhola Papila iuual-
rnenlaoff'rceida a beneficiada pelo S-. Franeina
Lll'I Belem, senue se Ip-la mesam beneficiada a
<- un.- niel i no Idioma heipanho'.
Depoij do que representar-se-hu, tambera pela
Ongi'nle Pestaa fara' leilao, por con-
ta de (|nem pertencer, de diversos objec-
tos de mobiiia, pe tencantes a nina pessoa
quese retir ou para Europa,cousistindoem
cadeiras, sof's, consolos, mesa redonda,
mesa de jantar, urna linda comrooda. um
excellente guarda-louca, um magoilico
oratorio, a|>parclho de mesa para jantar,
dito para almogo, vidros, caodieiros, lan-
teroas de vidro, trena de cozinha, c ou-
tros infinitos oljectos, que seria impossi-
vel enumerar^ e se acham patentes no
examcdos compradores: quDta-feira 18
do concille, ate II horas da manliaa, na
na Vellia da Boa-Vista n. 18, primeiro
andar.
Lei lito de i'irniici de irig- .
O agente Pestaa fara' leilao, por conta
de quem periencer.de 100 barricas com
fuilia de trigo, viudas Je Bisboa : quar-
ta-feira 17 do corrente, a's 10 horas da
manlia. na poria do armazem Alies, defronte da alndega.
LEILAO.
0 ajenie Pejtanafara' leilao, por conta
de urna pessoa que se retira para lora
la provincia, de urna magnifica mobiiia
de Jacaranda', !com pedras.de f;osto mo-
derno, consistimb em sof', cadeiras, me-
sa ile meio de sala, consolos, mesa de
jantar, candelabro, lanternas, apparelho
i de porcell.in.i para cha' de gosto, dito
para jantar, e mais objectos de vidros que
se acharo palenles: quarta-teira l" do
crlenle, ao meio-dia em ponto, n;i ra
da Caricia dar, entrada pela ra da Senzala-Velba.
Leilao de vinho tinto de
Lisbo, mure i (NK).
O ajenie Pestaa fura' leilao, por con-
ta deqiicm pciiencer, de 3 pipas c 25
PROVINCIA.
<> Sr. lliesonreiro das loteras mand i
fazer publico, que se acham a venda, no
pavimento terreo da casa da ra da Au-
rora n. 26, das 0 horas da manhaa a's 8
da noile.bilhetes, meios cquarlos, da pri-
meira parle da primeira lotera de S.
Lourenco da Mata, cujas rodasandam no
dia :0 dejunho.
Thesouraria dasloterias I-"de junho de
|S,)7..(ose Januario Alves da Haia,
escrivSo,
<'ompram-se dous escravos proprios
para o scrvigo de sitio, o que sejam sa lios e
fortes: para tratar en 8 Amaro das Sli-
nas, cas* d^ soorado junto a groja do mes-
mo, mi na ra di liiiiao, casa onde osteve a
lypographia.
Furiaram na ra da Cruz n. 40,scgundo
andar,um alllneledo peiio.eom es signaos sc-
guinlos : urna pedra preta .-cavada em ouro.
com um retrato le homem ti pholographia,
o pnrque cato alaete teas am grande valor
para seu lono, por eausa do retrato : roga-
se a quem del le souber, h\j de participar
na na la Cruz n II, armazem, que se re-
compensar generosa mente.
3;"-?3 s- ': :--i-t^::\:'.;Vi,;'^-r--:'-.
,:..... -' W -. ,x .....'... -.-
Dr. Bibeiro, mi M. I). h\ the O
at Cambridge, ?
g W arvord Umversit\
m m
ass. I". S.
-Menihic of foreigrj j;.
fi medical societies ; ele, upoi his '.'_';
O return from Euro pe contines lo H
-.3 resille n the same liousc, ra da -:'}
@ Cruz n. 15, where he solicits a Q
-;; cali from Ihc American, (icrinan, B
?;jf and Englesli community, should -;;:
;.;'< his services he desiied. Special j-|^
Q attention is given to clironic di- 2
@ soase. m
;[!- French Spoken. -'-
Domingos Jos da Cunha Lagos,
com padaria na ra da Scnzalla 50, avisa aos seusfreguezes, que contina
alero mcllior soi lmenlo das bem co>
nhecidas massas linas doeus, e que alm
dessas tem superior holo italiano, inglez,
be jos de freir e superior bolo aovado,
o qual he mais barato que o denomina-
do San-JoSo, e vende lauto em potcao
como a retallio, |ior menos do que em
outia (jualquer parle.
; Joanna do Rosario Cuimaraes @
Q Machado faz publico, qne desde ;:;
:- Janeiro desternillo, deu sociedade gj
_] a seu filho Joaquim Lopes Macha- s
-' do, no seu estabelecimento de pa- -/""
^ daria, d i i'ii.i Duvita n. 82, fican- -;';
;'J do a casa fjyrando sobre a firma -J'i
-;" de Viuva Machado A Filho.
o: 'y:- ^^^qooQvKkk--":
Saca-se qualquer quantia a vista ou a
prazo, sobre ol'O'to. pel-i prximo vapor
Me Iwey ; na ra do Trapiche n. 40, eserip-
lorio de TI): da Faria.
Preclsa-se troear urna imagem de S.
Jo.'io flaplista que lenlia o vulto, nouco mais
ou menos, de um palmo, e que seja pcrfeila:
na lija de fazen las no Passeio Publico n. 7 ,
ssim cono ven le-se un dos iTielhorps ci-
vallos do carro, de cor preta, bastante gordo
quem vende.
Drsaspnrecnu um ello de caca bastan-
te grand", cor branca com malhas a'arel-
las, seo le pelo nome de Apollo, perlcnce ao
Capilil i que foi da barca noli ni le/a Corne-
lina : quem o pegar leve-o ao armazem da
ruadaCruzn. ii, quesera recompensado
dverte-se que em qualquer parte que for
encontrado, seu dono o reclamar, e por
isso quilquer pessoa que o comprar, lera d )
o perder.
... \u principio da Soletado, casa ao pe
do sobra lo da viuva f.uimaraos, d-se di-
nheiro a premio sob penfiores do ouro ou
piala, e rebatem-se ordenados. ,\a mesma
casa da-se uOtuOJ sob hypot'-.eca em um es-
cr.ivo.
Precisn-se de um liom amassador : na
padaria que ful do Cunha, paga-se bem.
Jjao \lvos de Sooza vai a Portugal.
- Precisa-se de hin bom padeiro :
Santo Amaruiho, cbss de Maternos Lent
Vendem-se muito boas facas de cabo cra-
vadoa2s8'10 o 39200 a duzia, ditas do cabo
oitavado a 2~><(lil e :i-? a duzia, ditas do cabo
de viado a 49400, ditas de cabo de Inianco a
6", taixas de latSo para turnar calcados a
1;00 e IHIO a libra, taixa de bombo para
palmear a :<00 rs. o milheiro, e muilo boas
borrachas para borzguins, pretss e de co-
res, vaquetas para cubrir carro, ludo o mais
barato .o que om oulra qualquer parte: no
aterro da Boa-Vista, loja n. 78.
Qassas france-
z is 1 200 rs.
Vendom-se cissas france/.as linas a 200 rs.
o covado : na ra do Quei-nado n. 7, loja da
estrella.
'*Ui!)fl > tuSSl
J chegou o sabBo mas*a, c vende-so no
armazem do llanos iV Silva.
A cidade de pa-
rs,
RA DO CRESPO N. 4.
J. Falque participa ao respe!la*ol publico
o rom especialidade aos seus freguezes, que
acaba de receber pelo brigue 1'ernaiHo ulli-,
mmenle ohega lo, um grande e variado sor- |
Umento dos objectos abaiio mencionados
Capas e sobretudos pro .tos p^ra invern
Casacasesobrecasacas superiores.
Palitos le panno e de casemira, nrcloscde
cores.
Ditos de marino selim muito linos.
Ditos de alpaca preta e do cores com golla
da vello lo.
Ditos de brim branco o de cores.
Colletes de velludo de todas as ores.
Ditos de gorgurSo idem dem.
Ditos de selim preto.
Ditos de casemira de cores.
Ditos de brim branco de linho.
Calcas de casemira pretas e decores.
Ditas de brim branco de linho.
Chapeos para caneca, do castor, pretos e
brancos.
Ditos para dita, de molla,
Sapatos de borracha.
Malas e saceos da tapete para viagem,
Fumos elsticos para lulo
Todos estes objectos sa venderfio mais ba-
rato do que em oulra qualquer parte.
--- Precisa-se de urna ama para urna casa
de dnas pessoas : no pateo do Puraizo, no
segundo andar que faz frente para o mesmo
pateo, e oitflo para o necee do Ouvidor.
O secretario da socio lado das artes me-
cnicas e libertes desta cidade, de ordem
do Sr. director, convida a tolos os socios
para se retinirem domingo, 21 do rorrenic,
as to horas da manhila, alim de se proceder
a eleicao da nova a lminislracSo.
0 THESOREIRO U IRMAN-
DADE D 3 DiYIN BN-
iinum
erecta no convento de S. Francisco dcsta ci-
dade. julrfa na la dever, no entanto se algu-
ma pessoa se julgar cedora, aprsente sua
conta no prazo de 4 dias fara ser embolsa-
do pojo mesmo Ihesoureiro ab.iiso a-signa-
do, na ma estrella lo Rosario, travessa para
0 yucima lo, luja de miudezas n. 18 C.
Joaquim Francisco cis Sanios Maia
(1 aba izo assigoado, per leu ts leltras a
vencer em 89 il julho do crrenle anuo, sa-
cadas por Henry Gibson, e endossa las cor
Silyeira & C.,j sendo urna accoita por Jos
Luiz Pereira Jnior, da quantia de 681.781*0,
e nutra por Andr Cuilherme llreckol'eld
la quantia do 6789150, rogj pois a quem as
tiver adiado, o obsequio de as entregar, vis-
to ja ter provenido aos aceitantes e endos-
sa n tes. nao d;ivi lando dar una gralilicacao.
lloare 12 de junho do 1857.
lenlo Fernandos do Passo.
Aftencao!
o
Jos Pires de Carvalho faz scionte ao res-
peitavel publico, que por espaco de un ou
dous mezes estar fechado o seu estabele-
cimento na ra larga do liosario n 46, pri-
meiro andar, que so acha om concert. O
mosmo recommenda os seus bons freguezes
que nao o desprezem.
r
1
Ksla importante olra de direitn commcr-
cial, acaba do ebegar a livraria Universal, da
ra -:o Collegio n. 20, c vndese a dinheiro
a vista or 30^, ha poticos exemplan's.
Compra-s uros duzia de colheres do
prata, popria para si'i.ia, c nutra para ah* s
quem precisar veiide-i's, dirjase a ra do
Uueiriado, loja de fazen !i - Preeisa-se de um dislnhuidor.par es-
te Diario : na livraria n. 6esda pra$ da
Independencia.
ffk O lli. Ju'c jg Drummnnd, rllrndo-H para o Rio dja- y.'
'.* neiru,e parllado dahl, poum lempo depoii, '-."
:.'i para a Europa, onde >. viajar por algan ;';-
i( mino), iieapede-se de t"'la as tie-siiss desla i
'*../ provincia, com quoin enlrelein re arles .le \ "-
;', amisile, e llirs i.flerece sen pretiimo em /i
'.-. <|iia:qu?r .lai grandci capiliea do vellm ,V,'
'.'.v mun io. $
yy.y}.x;y:::oo-yooo^oy
mm
0 Sr. Mmoei Ribeiro de Farras ba-
ja de declarar a sua morada, para f. Ibe
entregar umaencommenda viuda de fura
da provincia.
...- "r- Di is Ferniiiides, medico, deve ter J-.
!_ procorado do hoj- em (liante, no primeiro
\ an lar do tohtado da ra dos Quarleis, frJ
.,'. travessa dn Crine, cuja enlrada he qoa*i '
.1 em ftenle da botien do Sr. Piulo.
na ra n-
,
\ vei-dadeira banha de tirso :
vende-se na loja de rpiairo portas, de
Narcizo Mara Carneiro. ra da Cadeia
do Recife n. i8.
Antonio Jos Rodrigues de Sou/a se-
gu para o Rio de Janeiro, e deixa como
seus procuradores, os Srs. Antonio dos
Todos os das que o lempo o permittir,
continuara a ter sorvetes no aterro da Boa-
Vista.
lotera do
Rio de Ja-
neiro.
AOS 20:000$, 10:000$ F. 1:000*.
\u praca da Independencia u. ilt,
acham-se a vendaos novos hi Hieles da lo-
leria ~>2' da casa da correccao da curte,
i|ite devia correr no dia do presente,
as lisias esperamos lelo vapor PARAMA'
(lueficavaa partir, devendo ebegar a 17
do corrente, e logo que estejamos de pos-
se das mesmas lisias, se fara' prompto
pagamento, de conformidade sos nossos
annuncios, em a mesma loja cima.
I)a-sc 400:060 a juros de um c meio por
cento ao n.ez, pelo l'-mpo de 6 mezes, com
pciihorcs dn ouro : quem quizer este nego-
cio, appareqa na ra Imperial n. 213
- Francisco Augusto de Araujo, nao po-
dendo despe.lir-se de lo las as pessoas de sua
a mi/.1 i.-, pela rpida partida do va;,or inglez
Golden-Fleece, app oveita a imprensa, para,
por esto meio, pedir desculpa a todos ns
seus amigos por essa falta involuntaria, of-
ferecendo-lhcs seu diminuto prestimo na ci-
dade de Lisboa, aonJc se pretende de .orar
por algum lempo rara tratar de sua saude
Krancisoo Nicolao Carneiro da ocha,
natural da ISahia, ac'iando-se isfiito da guar-
da nacional, olfercce-se para -aiseiro do
qualquer casa de negocio, preferndo escrip-
luraQ.io, luja de fazmdas uu cobrancas, dan
do fiador a aua condu la : quem prcteudei,
nnnuncie para ser procurado
O escrivio da laxen la provincial deca,
raaos devolores da mesma fazenda, que cm
cumpriroeoto do despacho desta Juico de 5
Je abril do 1853, elle nao recebe cusas de
qualidade alguma dos olliciacs de jus'.i^ada
inesaia faz 11 la.
Vai o cngoiilio Caianna i praca por
arrendainento, situado no termo de Iguaras-
su', no dia 17 do corrente ; o engonho e to-
das as fuas obras sao de podra e cal, e tem
muilas vargens e correos, de muilo boa pro-
dcelo : os pretendentes dirijam-se a villa
de Iguarassu' no dia mencionado.
.Nicolao Vieira da Silva, ollicial da fa-
zenda nacional, leudo no Diario de Pernam-
buco do boje um annuncio do Sr. Dr. pro-
curador liscal, em que previne aos deve lo-
res da fazenda, que n3o paguem as citages
aos ofliciaes, sob penna da no ser alten lid
a declaragao deja terem sido pagas, e como
semelhaulo aniiuncio ciuse sem duvida al-
guma apresado deagra Uvel no animo do
publico, apressa-se a declarar pelo presen-
te, q-.e elle nao deu causa a lal prevenpao,
visto como uo coslumi reesber das parles
mais do que por lei Ihc compete. Iteci e 15
dejunho do 1857.
Joo Maccdo do Amarel vai a Europa
com sua senhora tratar de sua sande, lican-
do entregue do seu eslabelocimeulo o s^u
sogro Jos da Cunha.
Os ahaixo a.ssignados, com aulorisac^o
bastante da direcioria da companhia Previ-
dencia de seguros contra a mortahda lo dos
escravos, para traUr da liquidaeSo dos ne-
gocios da mesma coiiipauhia nosla praQ.i,
parlicipain a quem convier, que para qual-
quer negocio tondoiiie a mesma liquidaeSo,
se di ija so escriptorio, na ra da Cruz n.
19.IsaaO, Curio & C.
Aniass tdor.
I'rccisa-so do um ou dous amassadores,
I que sejaui bons paga-SO bom: na padaria
;do paleo da Santa Cruz n. 6.
1 'lalnixo assignado 'ociara que Icisou
uo ser caixsifo do sr Jos Dias da Costa i.ar-
dcal, de>dc o dia 1 > do corrale, e giaece
.10 mesmo sonltor o bom Iralaincnto que
preslou-lhe durante o lempo que foi seu cai-
xeiro, declara oulro sim, que lica desoncra-
para o futuro, como o Sr. declarou por um
documento que psssou ao abaiso assigna-
do.Jos Baptis da Silva (.ui.uaraes.
OSerece-se urna mulher branca do bons
costuincs, para o servido de casa de um ho-
mem solleiro, ou para fazer companhia a
urna senhora : quem della precisar, dirija se
a Boa-Vista, ra da Concetcao n. 2.
francisco Cusi lio do Sampaio 01 evi-
neaos seus freguezes dcsta prac,a que hajam
de llie mandar pagar o que cada um de per
si Ihc dever, no prazo de 15 ias, do contra-
rio verao sous nom?s [ior extenso; assim
como na loja de chapeos que ja levo, na ra
da Madre de Dos.
Atttnyiio.
Precisi-se comprar um papagaio conlra-
feito c que seja manso, paga-sc bem : na
ra do Crespo n. 13.
Boga-se ao Sr. J. L. A. F. Monte Itaso
leulia a bondade do apparecer na pra^a da
lioa-Vista 11. 1-2 ; ccomo se lenha mu lado
para o mato se faz o prsenle.
Aluga-se um primeiro ou segundo an-
dar, senda as ras seguintes : roa da Ca-
deia de Santo Antonio, das Cruzes, Cahuza,
Nova, larga do Itosario, pateo do Carmo,
Aurora, aterro da Boa-Vista, com boa visi-
iiban^.i, oque seu aluguel nao exceda a 300)
rs a tratar na ra Nova, bolICt 11 53
Precisa-se alugar um preto anda mes-
mo velho, com tanto que sirva pata o serv
Cu externo de relinacao : na ra da Scuzala
Nova 11 22.
Nodia 17 do corrente, dupoisda au-
diencia do juizo municipal da segunda vira,
escrivSo Uolta, sera ir rematada urna casa
terrea no hairro do Recife, sita 111 ra da
] Cuia n. 13, a qual tem 22 palmos de frente o
i 70 de fnnio, o/.inha fiaeni um pequeo
I telheiro, quintal minado e cacimba, avaha-
la por l:20o;000, [,or execur^o 1I0 Joaquina
da 1 osla Teixcira, c mira presentantes dos fallecidas Joao de >ouza o
sua mulher Mana An'.onia de Souza.
Provincia.
0 sbaixo assignado ven leu OS scguiiitr.
premios :
1 quarlo Numero me j.OOf-
1 ato l mi 1 SO?
1 dito 1 iir.i 20M
2 dilos MM |IMI-
2 dilos MM Ml
1 dito a MM ji-
1 bilhctc MM v>-
1 meio a JOS M|
O mesmo temexposio a venda ns - ir
lizas bilhetes, a quartsaW swaiii
parle da primeira loteria do s. |..nirin.a I 1
Mala, os quaes nao csl3o suelos ao
to dos oito por coate 4a lei.
Por Saluslianode Vqun... I errenj,
Joso Fortnalo dos Santos P..rln.
I'recisa-sc fallar com o Sr. JoSo Martin
resse : no escriptorio de Manoel da MMs
Santos na ra da Cadeia do Recite.
Em vi rindo das ordena rrcebidas da
directora da companhia previ leticia do Km
de Janeiro, convi lei aos Srs Isaac, Curio |
C. a encarrrgarem-se da liqui tacan desla
agencia, e tendo esl.s Srs icoiUd-, lira por
cooseguinte desde ja a Hila hquidacao a car-
go dos ditos srs 110 seu escriptorio da ra
da Cruz n. 4.
Antonio de Paula Fernandas Eiras.
AVISO.
A aula denominada S. Rosa, que resid-
na ra do Vigario n. la, as profesoras mu-
da'am-se para ama da MaastS Velha n.
I i, aonde vao continuar a Irccmnar m>
IruecSo primaria de pn-nciras Icllras ; assim
mais ludo que perlcnce a agulba, lanlirm
branco, como de bastidor.
Maria Uartiniana de Campos eflivoira.
ex-prof.>ssora do collegio das orpliSas, ol>
leve licenca do Exm. presidente da provin-
cia, para abrir aula particular para o sexo
feminiuo da insirucc^o elementar, qoe c
da as escolas publicas do primeiro gran, e
na qual se proeoe cnsinar as malarias desig-
nadas na lei ; e por isso Taz publico aos pas
de familias, e a quem mais convier, qne 1
den principio ao ensillo desde o mez de maio
prximo passado, nos .lirado no pateo do
Carmo n. 9, casa do sua residencia, onde tra-
tar das condices relativas a admissao dis
alunnas; tambem recebe pensionistas c
meio-pencionistas.
CUARD'. .NACIONAL.
Continua a oslar a venda o imnual da
guarda nacional, ou ll.rjao de todas as
is, rcgulamcnlos, o-dens e avisos concer-
nentes a mesma guara, relativos, nao > a
processo de qualiiioacao, recurso re revista
etc. etc. etc., senao a oronomia dos corpns,
organisa<;5o por municipios, hatslhe*, com-
panhias com mappas, no I-los etc. de.: i-a
ra de S. Francisco, deposito n. 6, onde en-
contrar ja epeaderndos.
Lotera
provincia.
O a*Hixo ii?>^unl > von-
dt: billit ''siiariutidos. Mo-
los |>m;o uiii\ nofhIs,
seiidu tl (jii.Miii tiv. een
iiil ris para ciim, o nhero n visti, em sen i-s-
criptorio, ni ra l. ln-
dea do ecife n
nieiro Piular.
Ilillieles. ."..sillo
Mean. BfTM)
Ouarlos. IjfVi
/'. .1. L mm.
Precisa-se de urna ama forra ou iapti
va para o sorvico externo de una casa dr
pouca familia : ua ra do l.ivramenlo n. 2",
segundo andar.
- Antonio da Silva Cuimares, ansa a
lodas as pessoas que pussuom cautelas fi^r-
conadas pe o annuncianle, c quo cslejam
premiadas, que apresenlem para sar paga
no prazo do 30 dias, contaios desla dau
lindo oqualprazo, requerera desoncrarao
na thcsuuraria Recife 4 de junho de Ii7.
Antonio da Silva Cuimar."ies.
M, |.n-
liotca
%ctnttahf>mtopatt)it*l
% EM l'ERNAMIHCO
I
:.'
O
O
o
&
'1
DO IIK.
SABINO OI.EliAUlO L. PIMO. i
Kua de Santo-Amaro (Mun-
do-.\ovo; n. .
Nisu eslalwlrcjmtnta itm os medir- i.:
menl.s Man adequadoi ao r'imi. a nor- "-.
I, prepralos com a maioi viciUnna |*l ""
pr-ipnelarin.
Eiistem me li, .iiripiiln. [t |.>i.iii. mi K {.",
il i.i'i-irn. qn ta \diilfni pr prrr*f Iki-
'.; xot, mis lo < saranlr sua ellirala*. ';
V.3 apiliaaiia lm d T o' lieainntoj nm prparadoa pradarm "'.
:,) meln.ir flT-ito, ea as pro or < dn ntl. '..'
.;', 'I"'|ue ns qap ns qu \f da laa. .
<< preeai sAo lijos, sndo mais earns, par ',
serein melbore, os preparadas tm l'ernjm-
liurn..
TliESORO HOMEOPATHICO
01:
.:
ao
barril de c|uiulo, clu acreditado ebein cu- i lha no Itecife n. >0.
Os propietarios da fabrica dos Afogados
tem o seo deposito na travessa da Senzala
Velha, no fundo da loja dos Srs. Cunlia c
Amorm, aonde continan a vcnler sabSo
amerollo c cinzento, por monos preqo do que
c! oulra qualquer parte a Ira'ar no mes-
nio armazem 011 na ra da Cruz n 30.
Itoga-se ao Sr. Jos da Cosa e Souza,
qno qii'i-a dirigir-so a rua do Amorim n
!33, a neg-.cio qie nSo ignora, pois, por n-lo
se ssbar do sua morada se faz o presente
aviso.
Precisa-sede urna ama que saiba en
gommar o ensalmar : na rua da Senzala Ve-
Santos Vieira e Antonio Joaquim dos San-
ios A11 da de.
Compra-sc ou aluga-se um proto
i moro para sci \ii o de casa, dando-se pre-
ferencia a um lioin co/.inlieiro : no Cor-
po Sanio n. 13.
Precisa-se de una ama : na rua do
Quoimado n. 98, si gundo andar.
Aluga-se tuna cscrava para casa do
homem solleiro, a qual cozinha rerfell-
mente o diario de urna casi c serve de por-
tas afora por sor liel: quem a pretender,
dinji-sea rua do Padre Floriano n. 40
- Esta justa o contratada a casa terre,
sita na rua do M 111 lega 11 7b, pcrl-ncente
aos herdeiros de Francisco Soares Cordeiro,
sehiuver parte cm contrario fara publico
por esto Diario uestes tros das.
ama de Icite.
Quem precisar de urna boa ama esclava,
moca, sa lia e queden a luz has das, diri-
ja-se ao largo do Carmo, sobra lo de um an-
dar au voltar para a Camboa.
Lotera
da provincia
Tercetm parte da primei-
ra loterit do 8r. l$om-
lesus B Dures.
Foraiu vendidos os se-
guintes premios, nos bj-
leles rubricados polo ;;-
baixo ai signado.
.".o I 500J2 meios.
556 OOsi ditos.
ri2.);. I00f2 ditos.
->'.)>> IO.).*: l.illiele.
1231 50.S'bilhete.
i*. ). La vine.
..
No di.i 17 do eorrente, depoi-. da au
diencia do juizo municipal da segunda vara,
na respectiva san, tem .lose arrematar una
casa na povoac,3o dos Afogados, 1 or execu-
eSo do lenente-coronel Coriolano Velloso da
pilveira, coirra i.uiz Francisco de Mello Ca-
valcanti n outros.
Precisa-se (le tira menino para cai-
veiro, prelerindo-31 de*les ltimos rJic-
(jado! de lora : na ruada l'rala 11. i',).
Na rna do Faffuiides n. 7. loja, In-
va-se, engomma-se c covnlia-se, com as-
seio e promptidao.
Precisa-se dea rapazas dos chegados
ltimamente, para calxeiros de tima hija de
fazendas fra desta praga : a tratar na ni
da Cadeia do Recife, lojl 11 7.
Aluga-se o armazem da casa da rui da
Cuia n. 6t : trata-se na mesma no segn lo
andar, ou na rua da Cruz n. 33, primeiro
andar.
Vtidv-.Wvvum
INI
IIC.vUi.'ATilA
reto ni;.
SABINO OLKi.AKIO L.
E-u prmtw ol*rA ronimt'14 .
g "a holica renirnl, a lll^tKMl
PINIIO.
1 tiler-**
l.rorliura e
. ;.
v.'
O
BlLHEtavS ItE \ISITA.
I.r.ivam-se v imprimem-se com perfeir,.".'
biiootes de visita, lellrasdc commercio e to-
dos os objectos da arle caligraphica, re-
gistros, v.nhclcs e quaesqunr iloscnh ;
abrem-se lirmas, sinctes tanto a la I lio doc
{como om relevo, ornamentos com olijerln-
deouro c prata ; fazm-se riscos lindos o
originaos para bordados de labynnlho ad -
milte-se a rxusa de quiesqi.or destesobjT-
los, no caso pessoas que os oncommendarcm quem pre-
tender, dirija-so a qnalquei deslos lujare
no hairro do Recife, rui da Madre do l*ao>
n. 32, primeiro an lar ; em Sanio 'ntoin-i,
ua livraria classica do pleo do Collegio n,
i ; as t.inc 1 Potitas, sobrado la o-qainj
conlronle a matriz nova.
s senderas que uioiiUiu
;' c Vallo.
Na rua Nova n. Is, loja de M. K. Oja AC .
ha ricus casavcquoc de cores, e pr. los,
1 r.,< montara ; assim como um grande ot-
timentotlas mais bees soafcaAMeana do ai-
I ii.it-, lauto su.'e lor, como mais interior,
chapeos, ditos de sol, lencos deeia, iMaa
de dita l ira ^ avala, daa d." cores, Mm
suspeaso ios, mcias para honicm, senhorjs .
mininas; camisas, .lilas de meias l/enl
para qualquer obra que saja encoinm-nda-
la : a pewoi que vior a esta loja, achara um
lato completo, c ser um >' preco pata io-
dos, a dinheiro.
(ogosdedomiu
Vendem-se caixinhas om jngoscomple-
tos do dminos, pelo barato prego de I?0*.
1?500 c 2-- rs. cada jogo na rua dotueima-
do, na bem conhecida loja de miudezas boa fama 11. 33.


ILEGIVEL



DIARIO DE PERNAMBL'O QUARTA FEIRA 17 DEJUNIIO DE IS.>7.
G0ISULT0R10
Onde seacliam sempre os mais acreditados medicamentos, tanto em tinturas como
om glbulos, e proparados com o uiaior escrpulo e por pregos bastaute commodos *
HUECOS F1XOS.
Botica do tubos grandes. 10/000
Dita do 24 o ... 159000
Dita de 36 ... 209000
Dita de 48 o ... 259000
Dita de 60 o s ... 308000
Tubos avulsos a....... 19000
Frascos de tinturrademeia onga. 29000
Manual de medicina homeopalhica de Dr. Jahr com o dic-
cionario dos termos de medicina
Medicina domestica do Dr. Ilenry
Tratamento do cholera morbus .
Ke,-ertorio dol.. Mello Moraes
209000
10*000
2/000
6000
l'KUUAS PRECIOSAS-
Aderemos de brillunlts,
' oirs, allineles, brincos
. e rozelas, botes annel
>. de diflereoln golos c de
i divonas pedra de valor. '

un 4 BOARTE.
LJA lil HWlW
Rua do Cabaga' n. 7.
!<>**.
Compram, veinte) oo .*;
I Irocam prala, ooro, bri- ^
J Ihantes,diamantes e pero-
* las, e outras quaesquer S
S joiasdevalor, a dibheiro u,iul-r
ou por obras.
Ifcecebem por to-
dos os va p r< sda Eu-
ropa asobrasdo mais
gosto, tan-
ma&sa&mmg$ to de Franca como
de Lisboa, as quaes vendem por
l>re$o commodo como eostuiuam.
OL'RO E I-BATA.
Adereroi completos da
ouro, meios dilos, pulsei-
ras, alliueles, brincos e
rozelas, conloes, Iranoel-
lim, medalhas, corrcnles
e enlejes para relogio, e
oulros rnoilos objeclos de
ouro.
Aparelbos complclos de
prala para cha, bandejas,
salvas, catic.aes, colherea
de sopa e de cha, e mul-
los oulros objeclos de
prala.
.<: : *A:;r ?;< .o $*
| DESTISTA FRKCEZ. H
Paulo I. i!;;nu:i\ deilIUI .., rua .\o\ ,i n. I : *6
'..." na mesilla rasa lem a;oa e pos denlrilice. '.";
JOI1N CATIS,
corretor geral
E AGENTE DE I.EILO'ES COMMERCIAES,
n. 20, ra do Torres,
PRIMEIRO ANDAR,
praga do Corpo Santo
RECIFE.
SEGURO CONTRA FOSO.
Gompanliin Alliance.
Esubelecida ero Londres, em marco de 1824.
Capital cinco niilhes de libras esterlinas.''
Saunders Brothers & C, lena a honra de in-
formar aos Srs. negociantes, proprietarios da casas,
a que mais convier que esiao plenamente au-
torisados pela dila companhia para efiecluar segu-
ros sobre edificios de lijlo e pedra, caberlos da
tlha o gulneoH sobre os objeclos quecontiverem
os masaos edificios quer consisto m mobilia ou
tn (tandas de qualquer qualidade.
PUBLICAQAO' RELIGIOSA.
O Brasil.
Peridico Catholico, Littcrario, e Noticio-
so, publicado no P.io de Janeiro, subscreve-
se na livraria n. C c 8, na praga da Indepen-
dencia a 65 por semestre, pagos idianUdo.
10
9*
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S 6w es
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^ C_ 2
* 3 ,2 '
S B a
Grande sorti-
inento de fazendas de to-
d;s as qualidades.
1 iur:;ur."io de seda de cores com ramagem,
proprio para vestido de senhora, u cova-
do a ,
o -
J M
s
E g
? o "3.
S -S S
:.-Ovh.-::::-:h:-:-oc--h;h:-5c
j^ Defroule da malri/ da Boa-Viila a. S(i, gBj
;'; amola-se (oda a qualnlad* da obra de cor- ,V^
5W le, a .-. p ^ia de loda a qualidade e botaO-M ouvidos ;';-
-ij em e-pincark
,} alugm-ie bichas, aim como mandam-se -j
W applirara qualquer hora. i
QQQ^O^ O @
O Dr. Ignacio Firmo Xavier faz publi-
co, que mudou sua residencia para o seu si-
tio na Passagem da Magdalena, que tica ao
norte da estrada entre a ponte grande e a do trsoliua de s
Ghora-meE no, e sbi tem preparado urna v""0-
Ricas maulas dcblund prelas e brancas.
I.s de linlio a
lirosdenaple prelo laviado, covado. .
Dilo dito liso mullo larfjo, covado. .
Dilo cor de rosa muilo encorpado .
Sarja prela liespanhola muilo encorpado,
COV.lllo............
Selim prelo maeo superior, covado .
Panno lino prelo c de cures, covado de :!3
r. a........; .
Corles de casemira de cores com barra ao
lado c de qnadrinho, Curie.....
Gorles de collcles Jde velludo prelo c de
cores ............
Gures decoileles decoigurao de seda de
varios padres a ........
Meias cruas sopeiiores para meninos .
Cunes de vestido de seda de cores para se-
nliora, o mais rico que ha no mercado.
Grvalas de seda prelas o de cores .
Chales de merino hordudo a velludo. .
Kilos de dilo bordados a cd......
Pilos de dilo rom li'lra dr seda ....
Dilos do dito com barra niatisada, linos. .
Pilos de dito lisos.........
Pilos de dito com franjas de laa .
Pilos de I 1 1 adamascados prelos e de cores,
lencos para mao.de canibrnia de linho,lisos
Palili de alpaca prela fina e de cor. .
Gndolas de alpaca prela o de cor. .
Pupelina de seda de cares, malisadas, co-
vado..........
Chai? de seda de cores, com quadros, co-
vado ............
Laa de quadros pequenoi e grandei, co-
vado ............
Lila e seda, bonitos padroes, covado. .
Iticos corles de laa de ramagem matisada
coiuj 15 covados ........
.Mauritana de seda de cores com vara de
largura, covado.........
seda com lislras malisadas, co-
1^000
9
9
2>-:oo
29900
2?(00
2SO00
39OOO
7-:Ooo
M0O0
107000
39000
9
COMPANHIA PEKNAMIll CANA.
Os senhores accionistas que tomaram novas acces
desla Chipre/.. e que satistiieram a primeira entrada
de >>' por cenlo, s.lo convidados a realizar a secun-
da pre-lar.lo igailBKDIe de 30 por cenia alo o dia 30
do crrente me de juuho : no etcriplorio ile Anto-
nio Marques de Amoiim, Ihesoureiro da companhia
na ra da Cruz n. 45.
Precisa-se alugar mensalmonte um
escravo : no caes do Ramos, armazcm de l'a-
rinha de trigo.
^..:W(>;&.
O sos.
Na ra da Scnsala Verba n. 116, compram-
se ossos do boi.
Compram-M travs de 25 a 35 palmos
de compriment, c palmo de grossura : na
livraria da praca da Independencia n. C e8
Compra-sc ofSoctivamcnte na ra das
Flores n. 37, primeiro andar, apolices da di-
vida publica e provincial, aceces das compa-
nhias, e da-se dinbeiro a juros, cm grandes
c pequeas quanttas, sobre penhores.
Compram-se borra de vinbo que. nao
lenlia mistura d'agna : na ra da Senzala
Velba d. 110, deposito de bebidas espiri-
uosas.
M0
casa de saude com todos os commodos para
o tratamento de.escravos, cujos scnbores
residam lora da prac,a, ou "que no os pos-
sam curar em suas proprias casas : quem
para isto quizer-se utilisar de seus servicos
mdicos, que ser3o desempenhados com o
maiorzelo, dirija-se ao pateo do Carmo n.
9, primeiro andar, ou no referido sitio da
Magdalena. Prego2/000 diariosexceptu-
ando conferencias, sanguesugas e opera-
Cocs.
Iftio-Formoso.S
O Dr. Jo3o Honorio Bezerra de Mene- '
es, medico pela FaculJado da llahia, lem &)
lindo 5H.I residencia na cidade do Rio-For- '.
moso, e de novo eflerece seus servicos a lo- *J
das ai pettow que o bonrarero com sua coa- 9
I
Sedas de quadros de novos padres,covado.
Chapeos de maisa, francezes superiores
Puqucza de seda com ramagem, covido. .
Mussulina de cores mui lindas, covado. .
Chitas francezas finas........
Cama francezas de cores Ixaf, vara .
Em frente do becco da Congregacao, a
loja n. 40.
: i-mu
I,.-.lili I
69000
550
49300
'.IWHXI
400
i?l(KI
5500
IJOOtl
9850
|600
9800
5(000
t|6O0
11000
5'J5U
705011
7.50
320
280
400
segunda
Ven lein-se saceos grandes com milho:
na ra do Sol n. 21.
Vende-se una armaqo das melbores
que ha em IVniambuco, quer a respeito de
n3o d'obra, quer de risco, toda oiividraga-
da, propria pora qualquer cstabelecimetito :
iiuom a pretender, dirija-so a praga da l'.oa-
Vista n 21 : a tratar com o abaixo assigna-
do, que a vende por prego commodo.
Manoel Elias de Moura.
Sab
1!
Grande sorti-
mento.
aterro da Boa-, ista n
de'ronte da boneca
8,
Jos Joaquim Congalves da Silva faz ver
aos seus freguezes que recebeu boje tres
facturas grandes, sendo urna ingleza, urna
franceza c urna porlugueza, contendo um
grande sortimento de gneros de molbados,
os quaes vende muito barato, bocetas com
doce c pera proprias para presentes, mar.re-
lada em latiulias de tolos os tamaitos,
quarlos do marmello, massa de tomates em
Iatinlias de 1 e 2 libras, toucinho de Lisboa
muito novo a 12; a arroba, ehourigas a 15a
a arroba, presuntos para o cozido ou assado
de Lamego ls a 600 rs. alibra.presuntos para
liambro inglez, queijos londrinos do 5 1 [4
no Rio de Janeiro, na ra do Mos^cio n.'*" 12^255- fresc.af /onservas ingleza
v0..Hn,.m ....... ^..i.k.-j. -_'"_" I !l*alreltnado fino, latas de bolaclnntia de so-
da, dilas^doces de todas as qualidades, taiito

f liaoca.
0:^QQQQ#QQ%
Precisa-se de urna ama para o servigo
interno do urna casado pouca familia: na
praga do Gorpo Santo n. 17.
Altenco
It. C. Yates & Companhia: estabclce.idos
vendo um annuncio publicado cm urna das
fainas dcPernambuco pelo Sr. liartholomeo
F. de Souza, prevenindo ao publico que o
yerdadeiro xarnpe do bosque so elle he
quem vende,prevenia;os ao inesmo publico,
que o nosso xarope he rcmeltido do Rio de
Jrneiro pelos cima proprietarios ao Sr.
Manoel Alves Guerra, e este senhor fez o de-
posito para ser vendido na pliarmacia do Sr.
Jos da Cruz Santos, na na Nova n. 33, ni-
cos p*r nos autorisados p&ra vendern o
nosso verdadeiro, e mais prevenimos aos
senhores consumidores, quo ha pcrlo de 5
anuos os rotlos collados as garrafas sao
assignados por Ilenry Prins, como procura-
dores dos cima proprietarios. Rio de Janei-
ro 13 de Janeiro de 1857.
C:l Joao "a ailva l-.aioo;, medico pela uni- ;;.
... MTjidade de Coimbr, mudou sua residen- 2
'.. ria da ra do Cabos para a roa Piova n. \if
J li'l, seuuudo andar, sobrado do Sr. Pr. Nel- f'%
ni
lo, e ah contina a receber, das 8
;; huras da manhaa, e das 3 i 5 da larde, as s
..' patieaa que o queiram comullar. ''.;
WaiW'-dr,,. .... ......,.., ...V...... .......
Previne-so a qualquer senhor de enge-
nlio quo precisar ue um bom a Iminislraior
soltciro, sem familia, de. antes de annunciar
*u.\ residencia, dingir-se ao aterro da Boa-
Vistan 70, taberna, que ochara pessoa com
quem tratar.
Aluga-se o primeiro andar da rita da
Cruz no Recife n. 31, proprio para hooiem
solteiro, ou escriptorio, por ter poneos com-
modos para familia, c na uirsina casa se pre-
cisa de nuil ama para cozinbar, podendo ir
dormir em sua casa.
:.,i O Dr. Rilieuo, medico, do vol- '.',':
~'j todesua viagem a' Europa, con- '[.
: '} tmua a residir na mesma .asa da ,'.
ra da Cruz o. 15, onde pode ser ; i
em pcrgilo como a retalho, concervas ali-
menticias do Lisboa, latas, meias, e quartos
de sardiuhas, linguados, Balmonele em latas
grandes e pequeas, cvala, peixc espada,
vinho engarrafado de todas as qualidades,
o mais superior que ha no mercado, vinho
afamado champagne, cha pcrola, uxim c
hysson, ameixas francezas em latinhas de 5
c 1tl libras, arroz carolino, dilo inglez, dito
do Maranhao, tanto em saceos como a reta-
lho a 3} a arroba, nianteiga fina de todas as
qualidades, e muilos outros gneros finos,
que vista faz fe, e nao se engeita dinbeiro.
RANGO UMA'O-CO.MMERCIAL.
L'uia das listas de suljscii|)toies osla" ex-
posia na salla da AssociacSo Commercial,
ate o dia 20 diste me/. : os pretendentes
( i.ois nio podem ser procurados todos)
queiram duigir-se a inesnn salla, das 9
horas da maiiliaa ale as ."> da tarde.
-- D-se a quantia de 50 a 2009 rs a ju-
ros, com penhores : na ra Nova loja n. 12,
das 11 horas do dia, as 3 da tarde.
Aluga-se um molecote crioulo, que faz
lodo o sei vico, lano de casa como de
ra, nciios carregur agua e fazer os des-
pejos:
andar,
(arde.
Precisa-se alugar urna par Ja ou preta,
|uererindo-se escrava, que saina tratar de
mangas, o dos seus arranjos : a pessoa que : ..... tft
a tiver, ou uncir rtUsn se eiirarrepar diri-11*rt '"^
Vende-se urna carroga propria para
cavallo : quem a pretender, pode diriglr-se
a ra dos Pires na Roa-Vista, armazem do
Sr. Manoel ( arneiro Leal.
niGiS iniw.ts.
Vende-se manteiga ingleza e francez.i li-
na, para mesa e bolos a 960, 800, 720 e 6io
rs. a libra, e mais baixa a 600 e 560 : na ta-
berna grande ao lado da igreja da Solcdade
Cascos vastos.
Vcndem-sc pipas, barris de 4.- c 5.- vasios
noves, chegados de Lisboa na barca Flor de
S. Simao: no armazem mao, na ra do llruin. ou na ra da Gadeia
de Santo Antonio n 26, primeiro andar.
Vcndem-se ehourigas do reino a 400
rs. a libra, e sendo de 8 libras para cima e
menos poroSo a 4S0, queijos do serUo por
menos prego do que em nutra qualquer par-
te : defionte'da matriz da Boa-Vista n. 88.
--- Vende-se o deposito de niassas da ra
do Rangel n. 73, por seu dono ter de reti-
rar-sc para fra.
Vende-se a casa da ra do Aragfio n.
20 : a tratar na mesma a qualquer hora.
Attencfto
Na nova loja da ra do Co'lcgio n. 1, cn-
dem-se fazendas baratas, chitas escuras a
(80; ditas com olliosa 180, cortes de cassas
francezas a SI, ricos cortes de casemira es-
cura a 5>, ditos de brim a 1-, 29 e 2-;500,
cassas francezas a 3u0 rs. o covado,
Atteiici.
Vendem-se cariinhos de urna roda pro-
prios para conducgio de maleriaes para a-
torros, e trahalhos de sitios,assitn comocon-
certSo-se e trocam-se por outros queesti-
verem em mo estado : atraanla ra Nova,
taberna n. 71.
Saccas com farinha.
>'a ra do Vigario n, 33, vcndem-sc saccas
com superior farinha de mandioca, por pre-
go commodo.
iticas frajas para ci rti-
n- 09.
Vendem-sc ricas franjas de algodn, bran-
cas c de cores, lisas c com bolotas, para cor-
tinados, e por prego muito commodo : na
ra do Queimado: na bem conbecida loja de
miudeus da boa lam n 33.
vlanteig'a purn -, Joao.
Vende-se na ra Diroila n. 27, confronlc
as fuas lojas de marcincira, manteiga ingle-
za muito nov*, chegada pelo ultimo navio,
a !)G0 rs., dila a 800 rs., dita a 640. dila a
580; franceza a 800 rs dita a 720, queijos
(lamengos, ehegadns fn'o ultim repor, a
l/8tl, ditos a 1-600, dilos a (5500, ditosa
1^100 c (>300, fumo da (erra a libra l5'80,
muito velho, lavas vin'as da ilha de S. Mi-
guel a cuia 400 rs., castanhas a libra 120,
agurdente de Franga, urna garrafa 11600, e
outros muilos gneros, que se vndenlo por
pregos commodos.
- Vende-se urna linda escrava preta de
ngo, bastante moga, e cun habilidades:
na ra da Prnia, primeiro andar n. 43, por
cima da tyrographia.
Vende-se urna negra do bitiilo linda
figura, com idade de 22 anuos, com todas
habilidades, c um mulatinho de 20 anuos,
muito boa figura, c he bom ollicial de al-
faiate, e muito bom boleeiro, outro de 11 a
12 annos, eummolequc pega de lOannos:
na ra do l.ivramento n. i.
- Na ru do Hospicio n. 32, vende-se
um si'llim com todos os pertences, quasi
novo.
Vende-se una preta propria para todo
o servigo : no sitio atraz da fundigao em S.
Amaro.
Vende-se urna mulatinha de 10 12
annos, bonita figura, e com principio de
costura : na ra do Torres n. 1*.
Vende-sc a armago da taberna com
todos os seus pertences, sita na ra Nova n.
65 : os pretendentes dirijam-se a mesma
para tratar.
lassas superio-
res.
Caixas grandes com 1 arroba de talharim,
macarrSo, laznh c aletria por 69*00 rs.,
caixas de 16 libras com pevide, eslrellinha,
coutinhas etc., por :i-5(m res: na ruado
Uueimado n. 35, loja de ferragens.
O ii i el I io r que se
pode eneoutrar
Vendem-so as verdadeiras bongalas de
bamb' e caima da India, finas e grossas,
com lindissimos castocs, a verdadeia agua
dos amantes cm frascos grandes e pequeos,
ricis charuteiras de velludo bordadas a ou-
ro, ditas d roarlim com nquissims vistas
no gosto mosaico, gorros do velludo borda-
dos a ouro para bomem, tinta ingleza c fran-
ceza, coi caixinhas, para com a niaior facili-
dade possivel marc*r toda a qualidade de
roupa, excellcntes binculos por serem mui-
lo claros, augmentar muito qualquer objec-
lo e atlrahi-to muito ao pcrlo, verdadeira
hanha de urso, de viado e de tutano de boi,
tolas inglezas e com exccllentes elidiros,
aliangando-se que qualquer deslas banlus
conserva o cabello e nao o deslruc como
muilas outras qualidades que ha, pos de ar-
roz exccllente para bortuejas e comixOcs,
assim como para amaciar a pclle, o que se
vende a 500 rs. cada embrulho, diversas qua-
lidades de lintciros do novas invengoes,
capadlos grandes para sofas ou marquezas,
sapalos de. borracha para homem. o outras
muilas qualidades de objeclos, ludo muito
bom e de muito gosto, que se vende muitis-
simo barato, iu bem conbecida e acredileda
loja de mludezasda boa fama.
FARLIL3S DE LISBOA
om secas gr.i.des j no armazem de Tasso
huaos.
SL DO ASSU
a burdo do ljate Novo Olinda.
O antigo deposito silo no becco do (ion-
calves, armazem n._4 e 6, acha-se nova-
mente supnrido de diversas emantidades de
muito superior saliao amarello, e vnde-
se mais barato, que cm outra qualquer
parte.
Queijos.
Vendem-se superiores queijos francezes e
hamburguezes, os mais novos que ha no
mercado, pelo prego da 10440 rs. : na ra U-
reita n. 8.
Ao Pregui^a
QUE ESTA QUE1HAND0
Na loja do Preguiga, na ra do Queimado,
esquina do becco do Peixo Frito n. 2, ven-
dem-se multas e diversas fazendas por pre-
gos baralissimos, entre ellas cambraias fran-
cezas, padroes novos e cores fixas, pelo ba-
ratissimo prego do 480 a vara, pegas do bre-
Uiili-i de rolo com 10 v.i.is a 21, mussiilina
branca o mais fino que he possivel a O o
covado, ditas de cores muilo linas e de lin-
dos padroes a 310 o covado, chitas france-
zas muito finas e de lindos padroes a 280 e
300 rs. o covado, cobertores de algodao pro-
prios para escravos, pelo baratissimo prego
de 700 rs. cada um, cortes do brim para cal-
gas a 1^360 cada um, meias pretts paia ho-
rnera a 80 rs. o par, lengos e cambraia para
mlo a 120 cada um, ditos mais linos a 200
rs., caubraia lisa muito lina e com 10 varas
a 61 a pega, chitas escuras c de diversos pa-
droes e cores lisas de 149 a(c 200 is. o cova
do, e a 5?, 6?, 6>500,.7; e 7^500 a pega, laa-
zinhas de quadros proprias para roupa de
menino a 400 rs. o covodo, grvalas de lin-
dos padroes a 19, ditas prelas muilo finas a
1/280, ditas de cores cm oatro gosto a 700
rs. cada urna. Alm do sortimento cima
mencionado, vende tudoquanlo he proprio
do urna loja de, fazendas, por prego mais ba-
rato do que em parlo alguma.
ucijos
Vendem-se superiores queijos flamengos,
os mais novos que ha no mercado a 1-1 iu :
na ra Iln ila n. 8.
relogios de pa-
tale
inglezes de ouro, de sabonetc c de vidro :
vendem-se a preeo razoavcl, em casa de
Augusto Cesar de Abreu, na ra da Ca-
deia do Recife, armazem n. 10.
LVAS DE JOUYIN.
Constantemente acbarBo na loja do I.e-
conte, ateero da lioa-Visla n. 7, as verdadei-
ras luvas do Jouviu, de todas as coies, igual-
mente ricos pcnles de tartaruga da ultima
moda.
CHAPEOS A TAMBERL1K
Un a -inad-.i fabricante
Pinitcau de Paris.
. ... | J'80 o par, ditas de pura lila a 1/500, e di-
Acabam de Cbegar pelo ultimo paquete,. tas muilo superiores de algodiio a 600 rs. :
os supra mencionados cilancos deste ala- j na ra do Queimado, na bem conhecida Iota
1 ,. | i lili) miii.l..... > i ---- J
lo|a de
'fo 11.
1EIAS PlEfAS HE LAIA
laa e algodao para pa-
dres,
Vendem-se superiores meias prctas de
I ..'.?.Par padres, pelo baratissimo prego de
la o
mado labricante, e vende-se na
i- poi tas, da rua da Gadeia do Reci
i8, de Narciso Mara Carneiro.
Veiidfci-se, queijo do i cr
a 480 rs. a libra, manteiga ingleza a 640,
queijo do roino a 1,-500, 1>600 e 1/900, fari-
nha do reino a 130, gomma a 100 rs., lingui-
ca do reino a 400 e640, vinho do Porto en-
garrafado a 15000, dito de Lisboa a 560, ha-
nha de porco a 520 : as Cinco Puntas n. 21
Arados Na fundigao de ('.. Starr & Companhia, cm
Santo Amaro, acbam-se Dar vender arados
de ferro de um modcllo e construego muito
superiores.
Venda de
pianos.
Vcndem-se muitOS lindos e excedentes
pianos, chegados ltimamente de Ifam-
buigo, e com lindos relalos no frorites-
picio : na rua da Cruz n. 55, casa de J.
Reller & C.
A \ O.s'OOO
Vende-so exeellente cera de carnauba do
\racaty, cAssu', de una sacca para cima,
cscolhendo o comprador a sua vontade, pe-
lo indicado prego de 10/ a arroba : no ar-
mazem de I). R. Andrade & C, rua da Cruz
n. 15.
Vende
se
;\ -
>8.
em casa de S. P. Johnslon i\ C rua da Pcit-
zala Nova n. 42, o seguinte : arrcios para
carro, sellins para homem e senhora, can-
diciros e castigaos bronzeados, vaquetas pa-
ra carro, chicotes de carro e do montara.
Farelo
Vende-se superior farol lo viudo de Lisboa
ltimamente, em saceos c por barato prego :
na rua do Trapiche, armazem n. 7.
Milho e do-
ces.
Vendem-se saccas com milho bom, edoce
marmelada, goiaba c araga lino, em latas e
caixes do lodos os tarranhos, por diminuto
prego : na taberna grande, ao lado da igreja
da Solcdade.
Va rua ag'tiia d 9 ouro.
I vendem-se balaios para costura e IVuclas,
i Irasqueiras cm 12 Irascos e copos proprios
para viagem caixinhas para voltarele, bo-
lees para loupocs, cachos de llores france-
zas, bonecas de todas as qualidades, phos-
phoros com velinhas de cera proprios para
quem fuma, papel ilourado, pratiado, som-
bras de todas as cores, ligas de seda, las de
todas as cores, panno de linho aberto, ligas
para meias, de seda c borracha, ligas de
borracha proprias para amarrar papis, tin-
ta em garrafa, lilas de velludo, trangas de
1.1a e seda, linhas de carretel de 200 jardas,
de Alexandrc, Itnha para bordar, do linho,
capachos grandes e pequeos, perfumaras
de todas as qualidades, pcnles de tartaruga
superiores a tyOOO, e outras muilas miude-
zas, por prego commodo.
Grande fabrica
de tantlicos, na rua i)i-
reit, esquina do becco de
S. Pedro n. 16.
Neste estabelecimeuto ha ellectivamerite
um grande sortimento de tamancos, tanto
para homem como para meninos c senhoms,
a retalho ou inesmo cm gratules porgues,
para o mato ou mesmo para a praga, muito
em cotila o a vontade dos compradores.
Aviso aos senhores de en-
genhof donos de oli*
cias
Vende-se bolacha americana a 100 rs. a
libra: no paleo do Tcrgo n. 21.) dito da Pe-
nha n. 10. Tambem so vendem carias de
Iraques a 280 rs. a carta.
Vcndem-se meias compridas c curtas
de lita de carneiro, sem costura, dicta-
das de Lisboa no ultimo navio, por preco
muito commodo : na rua do Queimado
n. i!).
Velas de esper-
maecte.
Vcndem-se caixas com 2") libras de-ve-
las de (i cm libra, a' preco commodo.. em
casa de Isaac Curio C., rua da Cruz
n. 11.
de un ii I
Al
zas da boa fama n. 33.
goda
he
pe-
Em casa de ItaboSciimcltau &Companhias
rua da Cadcia n. 37, veudem-se elegante,
pianos do afamado fabricante Traumanu do
llainburgo.
Vonde-se superior linhas de algodiio
brancas, o de cores, cm novello, para costu-
ra, em casa de Soulhall Mellor C., rua do
rorros n. 38.
TAIXAS PARA ENGENHO.
la f undico de ferro de D. W. Bov.%ani n
rus 'j'j liniM, passando o chafariz, continan*
dar um completo sortimemoda taixcsdeferrofun
vido e balido de 3 a 8 palmos de bocea, as qnai
ackam-se a venda,por preeo commodo com
promptido.- cniBarcam-s oucarragaM-s ms.r
ro semdcspe/.a ao comprado;.
Sellins e reteios
SEI.I.INSc RELOGIOS de patente
Ingle : a anda no armaztm de
Roslron llouker 4V Companhia, es-
quina do i.ii_u do Corpo baulo nu-
mero 18.

Deposito
rap princeza i\; "?*.Ir i-
cadelLGasse, no l\i;-
de Janeiro.
Vende-se a prego commodo rap fino,
grosso e meio grosso, da acreditada fabrica
cima, chegado pelo vapor S. Salvador ; na
rua da Cruz n. *y.
Planta da cidade da He-
efe
Vende-se a planta da cidade do Recife e
seus arrabaldes, feita pelo Sr. Dr. Jos Ma-
mede Alves Kerreira, por seis mil rcis : na
livraria n. 6 e8 da praga da Independencia.
Mappa das distancias d<.
".i
na rua Nova casa n. 18, segundo
das !) lluras do dia, ate as ."i '
N'i nova loja da rua do
Collegio n. ),
vendem-sc pegas de madapolao largo c lino
com um pequeo mofo a 4^500, pegas de al-
godao grosso a 2?, chales de merino de to-
das as cores a 69500 c a ?, ele tarlatana a I?,
chapeos do sol muilo linos de panno a -2 e a
29600, um completo s.irlimento de corles de
calcas a 19, capas de patn todas forradas a
4-500 e 7", pegas do esguiao muito lino a
350", chitas largas francezas a 320 o cova-
do, mussulinas de cor muilo linas a 320 o Esponj
covado, redes a 5>, cortes de caigas para lio- \yI0--
provincia.
Na livraria n. 6e 8 da praga da Indepen-
dencia, vende-se o mappa das distancias
das ditierentes villas da cidade entre si, e
religao capital da mesma, a mil res.
Alg-odS-ozinho da Baha
para saceos de assucar.' vende-se cm casa
de N. O. Bicber *j Companhia, rua da
n..
N. O. Biebcr Cruz 11. 4, vendem :
Lonas da Hussia.
dem inglezas.
Brindo.
brins da Rossia.
Vinho de Madeira.
Algodao para saceos de assucar
uelogios.
Os melhores relogios do ouro, patento in
gloz, vendem-sc por pregos razoaveis, nu
escriptorio do agente liveira, rua da Ca-
deia do Kocifc 11. 62, primeiro andar.
Pennas de cma, cera de abelha e de
carnauba.
Na rua da Cadeia do Recife, loja n. 50, de-
fronle da rua da Madre de Dos, ha para
vender os gneros cima, rocentemente che
gados, por pregos razoaveis.
Agencia
da fundic&o Low-.rlo -r,
rua da Senzala Nova
11. 'VI.
Neste estabulccimento conlinu'a a havci
um completo sortimento de moendas e meias
mo.'lulas para engolillo, machinas de vapor
e laixas de ferro batido e coado de lodosos
la manilos para dilo.
Momhosde vento
combombas de repino para recarhor ateba
1 a de cap i 111 : na (undi^aodeU. W. Bowinan
na r un do Hrum ns. (i 8 e 10.
Encasa de Saunders Urolhers C. praga
do Corpo Santn. 11,ha para tandero se nicle
Ferro rugas.
I'ixcda Suecia.
AJcair.io de carvao,
Eonas de linho.
a o nion stro,
chincha.
Vende-se algodHo monstro com 8 palmos
le largura, proprios para toalhas e lencoes,
pelo diminuto prego de 60o rs a vara na
rua do Queimado n. 22, na loja da boa fe.
BOtoes para pa-
ntos, col le tes, punlios de
camisa, e para casa-
veques di- senhora
Vendem-sc abotoaluras muito finas de
madreperola para colleles, pelo baratissimo
prego de 500 rs., ditas muito ricas de todas
as cores a 400 e 500 rs., ditas muito finas de
madreperola para palitos de homem e de
meninos a 500, 600 e 800 rs., boliScs de moi-
zaiquee outras qualidades. de muitt ricos
gostos, paia punbos e collarinhosde cami
sa, pelo barato prego de 800 e 2$ rs ataca-
dores de cornalina para casaca a 30o rs.,
botoes do vidro de muilo lindos padrdes,
proprios para casaveques a 800 rs. a duzia,
e outras mais qualidades de botoes, que se
vendem muito barato : na rua do Queima-
do, na bem conhecida loja de miudezas da
boa fama n. 33.
nomino Pili mm-
leo.
NAFUNDICAO DE FERRO DO ENCE-
NHEIRO DAVID W.BOWMAN, A
RUA DO BRUM, PASSANDO O BA-
FARIZ,
lia "empreumerande soriimenlodossesuinles ob-
jeclos de median isinos proprios paraen^enlios a sa-
ber : moendase meias moendas, da mais moderna
couslruccao ; lanas de ferro fundido e balido, de
superior qualidade e de lodosos latnanlios ; rodas
dentadas para agua ou auimaes, de lodaa as propor-
coes ; crivose boca de fornallia c reaistros de bo-
eiro, aguilhSes, bronzes.parafusos e c.villioes.moi-
nlius de mandioca, etc. ele.
NA MESMA FUND1CAO.
se etecalam lodas as encommendas eom a superio-
ridade ja condecida coro a devida piesteza ecom-
iii.Iiil.ule cm preco.
Oculos e lonetas
tic todas as qualidades.
Vendem-se oculos do todas as graduages
com delicadas armagOes de ago, pelo barato
prego do 800 rs. e 1;500, ditos com armages
Mouradas e prateadas a 1*20* o (c5t0, ditos
con. armscan de bualo a i>200, dilos eom
armagao de 4>aleia a 480, ditos com aunaran
de metal branca a 400 rs., lunetas de um so
vidro redondas e quadradas com aro de bu-
falo a 500 rs., ditas do dous vidros tambem
com armagao de hualo a IsOO, ditas de um
so vidro redondas c quadradas com aro de
tartaruga a I320O e 1;500 : na rua do Quei-
mado, na bem conhecidada loja de miudezas
da boa fama 11. 33.
XAROPE
DO
l;oi Iransfeiidoodeposilodeslc xarope para a l>
licadeJosc da CruzSanlos, sarna Novan. 53"
ijarrafai 55500, e meias3>00O, sendo falsn lodo
aquellc que niinfor vendido nele dcposilc,plo
qupsefaz opresenlc aviso.
IMPORTASTE PARA OPIBLICO.
Cara cura de pht)sic.i eni lodosofseusdifleren
les^ros, qucrmolivada porconstipagOes, losse
astlima.pleuriz.escarros dcsansue, drde cos-
ladose peilo, palpitaran no cor a rilo.coqueluche
bronebite, dorna saraanla, e lo'da aimoleslia
dosorgoipulmouarei.
Sao muito finas-
e de muito bous gestos.
Mussulints muito finas, matizadas com
jindas cores, de padroes muito bonitos e
inteirameu'.e notos; vendem-se pelo dimi-
Cruz I nulo prego de 560 rs. o covado : na rua do
Queimado n. 22, loja da boa f.
I Att
gado tambem de puro linho a NM a vara,
ganga amarella rruitouoa a 330 o covado,
cambraia muito lina com salpicos bramos e
de cores a 13 a vara, alpaca preta fina 640 o
covado, canliopreto muilo lino, faienda su-
perior e propria para vestidos de luto a :*
o covado, panno lino azul a 3? o covado, dito
muilo lino a 5/, dito preto muito lino a.",/,
do muil > superior a 6?, ditos verde escuro
e cor de cafe muito superiores a 6r, cortes
de casemira preta, lina, para calca, eom ln-
tra bordada a 10;, cortes de gorcurSo de
seda para collele a 2/, dilos de rasemira
preta bordada a 6?, fustSo branco muito li-
no a 2; o covado. cortes de cambraia prrta
com 7 varas, pelo diminuto prego de ** rada
um, ditos de dita branca com salpicos de
cores, tambem com 7 varas a 2?i4i, sarja
preta hopa nimia a 23 o covado, KTo^lona-
ples de cores a 1/800 o covado, sena prelo
lavrado muito superior a I9SOO o covado,
gorgurao prelo de seda rom .-lpicos, pro-
prio para colleles a asJM o covado, luv.
brancas muilo finas, de lio de l.sroci, muito
proprias para os .srs. oflirises militares, prlo
baratissimo prego de 1? e par, meias prelas
BB laa, proprias para os Srs sacerdotes a
t3M rs. o par, ditas de laia muito superio
res a 1#800 o par, meias de algodao ru
muito superiores para meninos a 40 ra. o
par, lengos. brancos de linho muito finos a
400 rs, chales de lia rxos e preto., pelo
barato prego de 3j, MI de hubo liso maile
lino a 800 rs. a vara, prinrez pr. la Ima a
20 o covado, dita muito fina que rivalisa
com merino a If o covado, e alem disto um
completo sortimento de Uzendas de todas as
quaimadcs, queso vendem muito barato, na
Ka *%* bem "*
Caixinhas para
volUrete.
.ip mMS"*01)oni,?s Mix'nh" mam
de marlim para voltarele, pelo barat.-s.mo
prego de 5a o 63OOO : ru^do Quema,
na bem conbecida loja de miudezas da boa
fama n. 33.
Bi'inquedos fia-
ra meninos.
Vende-se diversidade de nrinquedos para
enangas, por prego muilo barato : na 1 na
do Uueimado, na bem conbecMa k>ia to
miudezas da boa fama n. 33.
Candieiros pro-
prios para estudanles
Vendcm-se jnuilo lindos candieires pro-
prios para estu-lanles, pelo barata prego de
8SJ0M : na rua do Queimado, na bem conhe-
cida loja de miudezas da boa fama n. 33.
REMEDIO IMCOMPARAVLL.
UNGENTO HOLLOWAY.
rJipm i'**. dC inividuo d od a* nagfte
podem (cMemunbar as virtudes dcslc reme-
dio incomparavel, e provar em caso neresM-
no, que, pelo usoqucdelle b/eran lem tea
corpo e membros inleiramenle s3os, deroiv
de haver empregado intilmente outrn- Ira-
lamentos. Cada pessoa poder-so-ba conren-
jCcr essas curas maravilbosas pela leilr
os peridicos que Ibas re!alam I.mIos *
( das ha muilos annos ; e a maior parte dla
I as sao tilo sorprendentes que admira* o,
meicos mais celebres. Quantas pessoas re-
cobraram com este soberano remedio o uso
deseusbragos c peinas, depois de ter per-
manecido longo tempo nos bospiUes, onde
dcviamsoAruraampulago! Helias Iu -
, tas, que ha vendo deixado esses aavlos de Sja-
uecimento, para se uo submclte'rcm a easa
operacao Uolorosa. r,r.ui euraoaecoinplea-
mente, medanle o uso dease prrr.oio re-
medio. Algumas das Ucs pessoas, o. ciuaio
de seu reconhecimento, declararan este re-
sultados benficos dame do lord rornce-
dor.coutros magistrados, alim de snais Sn.
tcnlicarcm sua allirmaliva.
.Vinguem desesperara do estado de mi*
saude selivesse bstanle conlianga para esi-
saiar este remedio consta lilemente, fcgion-
00 algum lempo o IraUmenlo que ne.ci-
tasse. a na ture/a do mal, cujo resultado seria
provar 1 nconteslavclmente : Que ludo cura
O unomcmio he h/ii, mm, pmrl,rnlmrm*nit
nos fjimio cmtot.
Inllammago da >-
mem a 800 rs. cada um.
10 do
orto.
Superiores
peos de cas
i-
v
c !>i*,;ii- a a
Por ler comprado grande porc&o de cha-
peos de castor prelos e brancos, a ama esa
1 tiver, ouqueira diaso se encarregar,
a-so a rua des. Prant seo, como que
inia a rua Bella, sobrado u. 8, para ir...
? procurado a qualquer hora. '- ^..k".'^ que 8M* beui l'a<" vi,u de Buas 5ue est* pa7a Vl^Taar,"'vende-se p"!a ac"
:r ;-""'--'--,"'-'-':::. i.r',.;'., ,. u b",r' P*'0 baratissimo prego do 129000 : na
' '';' :,' *' '':- -' ';.....' :." f0'*",:80 d'; um catxetro que lenha loja do sobrado amarello, nos auatro cantos
n&ttJStiSm.'' V"a Uma garl n 33 "U ""' M fUa d Vi" ?a rB" du <" i,,,ado ** IkSSS
1 Lopes.
.Na rita da Madre de Dos, loja 11. 34, con-
tinua-se a vender o muilo supi rior vinho do
Porto cngarralado, em caisis de urna e duas
du/.ias, das eras de 1815 o 1834, assim co no
vinho lino do Pinto, em barris de quinlo,
oitavo e vigsimo, vinho branco egeo|iga
a ti \l;i cam-s-'imagens de Sanio Antonio de prala,
vultos pequeos muilo perleitos, por quan-
tia mdica.
Mcthodo fac limo.
.Na li'iaria da praca da liiilepeiidcncia 11.
C c 8, -'ende-se o inelhodo faeilimo para
aprender ler, uovameuto inipresso e aug-
mentado, por mil rcis.
Algodaolizo para sacca3.
Bilo entrantado igual ao da ItaVia
E um completo sortimento le (aseadasproprio
para stc nercsdo ludo por prego commodo.
B
elogios
coberlos e descobcrlos, pequeos e grandes,
do ouro patente inglez, para bomem c se-
nhora ile um dos melbores l'ahricanlcs de
Liverpool, viudos pelo ultimo paquete in-
gle/. : cm casa de Soulhall Mellor Ov C, rua
do Torres 11. 38.
( Iiarutos Ha va-
na : veiioVni-se t n ch
"r ;. -. As!. _> ,-. {:.
(Teniento novo
1
Na rua da Cadeia de Santo Antonio, arma-
'jcn de uiateriacs, por preco commodo.
Vcndc-se cal de Lisboa ltimamente che-
gada, assim como potassa da Russia verda-
deira : na praga do Corpo Santo n. 11.
Luvas de pelliea
para home ns e sen horas,
chegadJulias pelo ul*
tino vapor inglez,
Vcndem-se verdadeiras o bem conhecidas
luvas de pellica de Jouvm, amarcllas e bran-
cas, para linmens c si-nhoras, pelo biratissi-
mo prego de 2;500 rs. o par, ditas trancas,
amarcllas e prelas, todas de seda e perfeita-
mento boas, sem deleito algum, para bo-
niens, senhoras, meninos e meninas, pelo
barato prego de 800, 15 c 15500 rs. o par,
ditas brancas de algodao para homora c se-
nhoras, proprias para montar a cavalloa 320,
400 o 500 rs., ditas de cores muilo linas, de
fio da Escocia, para liomens o senhoras a 400,
500 c 640 rs e alem destas outras mais qua-
lidades de luvas, e todas por mais barato
prego do que eojlontra qualquer parle : na
rua do Queimado, na bem conbecida loja de
miudczrs da boa fama n. 33.
Meias de todas
as qualiilndes.
Vendcm-se meias de seda oo peso, brancas
o pelas para senhora, pelo baratissimo pre-
Codo 3?500 rs. o par, ditas brancas da mes-
illa qualidade para meninas a 2-000, ditas
pintadinhas de cores muilissimo bonitas,
proprias para baptisado de enangas a 2:000 o
par, ditas brancas de algodao, muito linas,
para senhora a 320, 400, 500 e 600 rs. o par,
ditas prelas de algodiio muito linas tambem
para senhoras a 400 e 500 rs ditas croase
brancas para homens a 160, 20o, 240, 320 e
400 rs. o par, ditas do cores de fio da Escocia
tambom para homem a 400 e 500 rs ditas
cruas muilo finas c fortes para meninos, di-
tas brancas e de cores para meuinas e meni-
nos, e outras mais qualidades que se vendem
muito barato : na rua do Queimado, na bem
conhecida
a. 33.
Alporcas.
Ca robras.
Callos.
Canceres.
Corladuras.
llores decabega.
das costas.
dos membros.
Enfcrmidades da cu-
tis em geral.
Inleimidades doanus
triz.
Lepra.
Males das pernaa.
dos peilos.
do oihos.
Mordeduras de repti-
Picadura de mosqui-
tos.
Pulmes.
Queimadelas."
I rupgesescorbticas Sarna.
Kr!i?iV|n0"b?0.mCn- SUPr<">>S PMBtW.
hnald.de ou falla de Tinha, em SElM
calor as extrem.- parte que veja.
dades.
Krieiras.
Gengi vas escaldadas.
Inchagoes.
luuammacaodoligado
da bexiira.
1 remor de ervos.
I leers na boora.
do ligado.
das utirulages.
Veas torcidas ou no
dadas as pemaa.
Vende-se esto ungento nocstabelecia.eai.
o geral de Londres n. 844. Slrand, e na
oja de lodos os boticarios, droguistas e oa-
tras pessoas encarregadas de sua venda em
toda a America do Sul, llav.na e llesranha.
Vende-se a 80ors. cada bocclinha.cool.ai
uma inslrucgAo em porluguez para explicar
o modo de fazer uso deste ungento.
O deposito geral he em rasa doSr. Soam.
pliarmaceulico, na rua da Cruz a. 22, em
Pernambuco.
Taclias de ferro.
Na fundigao da Aurora em Santo Amaro-
e tambem no deposito na rua do Brusa, loco
na entrada, e defronte do arsenal de man
nha, ba semprc um grande sorlimcnto de
tachas, tanto de fabrica nacional como >-
trangeira, batidas, fundidas, grande, pe-
queas, rasas c Tundas ; e em ambos os lu-
gares existem guindastes para carregar ca-
noas ou carros, livres de despea O* preco
sSoo s mais commodos.
Moendas supt-i iureM
Na rundicSo do C. SUrr I Companhia, oaa
santo Amaro, acham-sc para vender moen-
das de cauna lodas de ferro, de um modcllo a
construccao muito superiores
Cintnroes de
borracha.
Vcndom-se superiores e muito boniln*
cinturoes de liorracha para ti nnem e meni-
nos, e pelo barato prego de If non cada asa :
na rua do Queimado, na bem conhecida l.ja
de miudezas da boa fama n. 83.
^t-:tt(*.:"- b
loja de miudezas da boa fama
NA LOJA
da boa le,
venderse omito barato
Colchas de damasco pelo diminulo prego
de '" 00, ricos faunos para mesa a sa, atoa-
Ihado adamascado com 8 palmos de largura
a l;;(.0O a vara, mussulina brenca muilo lina
a 500 rs. o covado, ditas de cotes de padroes
bonitos a 320 o covado, chites francezas
muito linas a 320 o covado, brim branco do
puro luirlo a 19440 a vara, dilo pardo Iran-
Anda ausente desde o dia 2 do correa-
je mez de jonho o escravo lionif.no, enru-
lo, bonita figura, representa ter IH a 20 sa-
nos de tdadi-, levando caiga de alenda > .le
lislras azurs c camisa de algodSo brim .. ,-
consta amlar pelo bairro da Roa-\ila al- a
aponga : quem o pegar e o levar a seu .-<-
nhor .-Milenio i.ongalvcs IH;rcira I na, ou
aoannrzoaa de assucar da rua do i>apu ne
n. 7, de l'cliciano Jov Comes, sera g>-ncro-
sameiito gratificado.
Continua a andar fgido deslc de
levereiro do correntc auno o negro de bordo
do brigue Melampo, de nomc Marcelino, de
nago t.alnii la, altura regular, -erro Jo cor-
po, rosto rnmprido, barba cerrada, e cria
auissa, com talla ile denles na frcplc, e casaa-
I 1 e-iar tiahalhanlo 11. aatrnda a lerin
quem o pegar lvelo a ras A* Iraaacaaaa
I i, primeiro andar, rsenploim <),. Manurl
Alves (iuerra.que sera generosaoiviile atalli
cado.
ILH.N. IU1. W i. I. Wi rARU : M*




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