Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07783


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Full Text
\.\.\o xwni 135
Por T> mczes adiantadcw 'i.sOO.
Por nn'/.os vencidos i.S'oO.
SKUMU FEIIU I.'. Di: JIMIO BE 8.7
ENCARREGADOS DA SIBSCR1PCA DO NORTE.
I'.inhib, o Sr. Joao Rodolpho Gomes ; Natal, o Sr. Joaquim
Pereira Jnior ; Aracaty, o Sr. A. de Limo Braga ; Ota-
ra', o Sr. J. Jos de Oliveira ; Maranhio, o Sr. Joaquim Mar-
.jtie Rodrigues; l*iaub> o Sr. Jos Joaquim Avelino ; Pa-
ra, o Sr. Justino J. Ramos; Amazonas, o Sr. Jeronjmo da
Cotia.
OUihIb : iod,*os 'I'-'-. J-'''''.....
Goiunna .'.'atolaa : lias segunda*
i-.,..f ._ii i.i.i.iii'i' I.I.IIII".. na --un'. imii miran
S. Inlifli lliiTri*, l.onila, .'.aruaro', .Xllinao c l.eraiibuu- : na ler.'i-ffii
S. Lame, M" 'l'AIko, Nanreah, tiatwir, Brejo, Pmmira, lagutri.
flure,, Vla-Brll, Ho-V-ij|, Ourirury K.u'. nasquarus-leini.
Cab,., I|.,tca. Iviiiiliaoro, !.,.> Ki.rm.,*... l_"na, Barrriroa, Aau-IV-t.i, I
mcolrirai e tVa.,.1, q . *** 1 -a, aa-aa fiilffo^iA rvplnn .. 4 J", V---------- .______V T _
nniit..[.i- 1I iCHOB.
'Te-io 10 hura-j .la maiihSu
H 1
IITIRIOR
KIO DE JANEIRO.
Limite septentrional do imperio.
Acabamos de ler os protocolos da negociscao enla-
bolada pelo Sr. visconde de Uregaav f ""je do
governo brasileiro, com o Sr. bario Mis de ISiillen-
vil, era iiome do governo frnez, acerca do poni
de parlida dos limites eplentrionaes do imperio.
Comearnos por agradecer ao governo a publicarlo
dettes documentos. Dos queira que elle comprehen-
du que no das de boje, e em um paii consllocio-
Dil, a publicidads dos documentos do Eslado e das
quesles ein que este se acha envolvido, do qualquer
miar u que sejam, he a regra geral, sendo o sc-
gredo a exxepcao. Os negoeios do Eslado -rio da
naca e da r.i. 10 publica ; compre pois que a riacho
-i'i i delles inleirad.., c que a rzSo publica se escla-
rer, i. O sgrelo eia possivel quando a n ic.io mo
axittia, quando alguein poda duer : o Estado sou
eu ; ii boje o segredo nao pode cr aceito seno como
pretexto da fraqueza, da ilescunfiaura do boro direi-
to, oo como a capa da malversarlo. Saibao tolos o
bera ou mal que loca a todos ; he a consequencia do
self goveruemenl, conquistada pela rai.ao humana.
I'or assim o ter entendido o governo nesta ques-
Uo. pode o cu plenipotenciario receber os agrad-
cunentos do pa7, ao ver que seos direitos foram
sustentados com loda a moderado da jusl ca, com
tola a saperioridade do raciocinio, com toda a sa'ga-
cidade do estadista hbil ; por assim nao se haver
ale agora enlendilo, soiTreu o governo, e sofTreu o
sea plenipotenciario um dos roaiores embaracos nessa
roesina negoci'ca,., c creou-se no pala urna opioiio
errnea, que Ihe pode Irazer amarga decepcAo.
lie opimao univoca! entre ni, e ningaem que se
oceupe com es-e negocio doixa de adrr,illi-la, qae o
limile seplenlrional do imperio cometa nlre i e 5
graos de lalilude N. na fot do rio Oyapock ou Vi-
cente Pinson. Donde nasceu etsa opioiao aniversal
brasileirs, tao universal que fui sempre a opiniao de
lodus os nossos govern s,e que era a do plenipoten-
ciario? O tratado de t'lrech, resolador da qurttao,
nada dizia quanto a latitude; referia-sc ao rio Vi-
cente Pinson ou Yapoc. >o exisliudo porem rio al-
Liiin com o oome de Vicente Pinson, nem com o de
Vapor, o plenipotenciario hrasileiro, de accordo com
a opiniao universal do paiz, snslenlava que esse rio
devia ser o Oyapuck de hoje, o qual de felto se acha
na latitude designada.
Nflo havia documento algum ollicisl que marcasse
a latitude da foz de Vrente Pinson ou Yapoo; nes-
sa firme numeran, e atlirmando-o categricamente,
o plenipotenciario brasileiro des-nvolveu lodo o t-
lenlo da argumentarlo, luda a saperioridade de ra-
ciocinio e de conheeiinentos geographicos que se po-
deriam desrjar para provar que o rio-limile do im-
perio, de que falla o tratado de l'lrech, nao era. nao
podia ser outro senflo o Oyapock, que de feilo leva-
va o no.so territorio al a lalilude entre i e .">, ad-
roiltida geralmente pela opiniao hrasileira.
Na sopposirAo da nao existencia de documento
algum oflicial que marcasse a lalilude da ful da rio-
liinile, o Iriurnpho diplomtico era todo nosso, in-
veucivelinenle nosso : a Tranca n3o nos podia op-
pr senAo o quero, porque quero da prepoten-
cia, para com ella terminar urna questo que dura
ha in ii- de um seculo e meio.
O plenipolenciario francez forrejou por destruir a
argumentado do diplmala brasileiro : indos os
memorial offerecido pilo Exm. Sr. embaisador da
Franca sobre o direilo que aquella coma pretende
ler as Ierras occidentaes do Rio dos Amazonas.
Esse documento inlervtio na negociacjio alabo-
lada era Lisboa em 1699 no reinado de D. Pedro
II, entre o ministro del.uizXIV Mr. de Roaillc,
e ministro portugoez Roque Montein Paim : ne-
gociatao que preparoa o tratado da Utrech. Nell*
se lem dous trechos nolaveis, um dellet diz :
a E como o Cabo do Norte fica em dous graos
escassos e o rio de Vicente Pinson ou de Oyapoc
em tres escassos...
E mar aluno :
o O rio Oyapoe ou de Vicente Pinson se acha si-
toado em dous graos cincuenta minutos da parle do
uorle...
Comprehende-se o embaraco em qua se havia de
adiar o nosso plenipotenciario com a aprsenlajao
desse documento, de cerlo desconhecido pelo go-
verno bnuileiro ; comprehende-se como toda a sua
superioridade de arcumentac,ao se havia de adiar
peada psla inesperada aprrst-nlarao de um papel
tac terminaule, e do qual, se hoovesse lido anterior
noticia, poder-se-hia ler servido, ]* no paiz para
Ilustrar a opiniao publica as suas exigencias, ja
na su iif-'jcMe'M, para com m.iis furr i repellir as
cxaaerrdas preten^es francezas
au podendo duvidar da authenlicidade desse
doninmiin, nem aceila-lo. recorren o Sr. visconde
de Uruguay a algumas ponderadles, para ioBrmar a
sua aotoridade, mostrando que esse docomenlu nao
eslava assignado nem datado, e obrigaudo assim o
plenipotenciario francez a lembrat-iho que peras
desa ordem entregues de m3n a inao, ou acompa-
nhadss de oflicios de remessa, nao coslumam ler
laes formalidades.
ibunal docommercio : segundas e quintas,
lacao : if reas feiras e sabbados.
zenda : quarlas e sabbados as 10 horas.
izo do commercio : segundas as 10 horas e quintas ao meio dia.
izo de orphos : segundas e quintas as 10 horas,
imeira vara do civel : segunda e senas ao meio dia.
8l ganda vara do civel I uartas e sabbados ao meio dia.
LPUEMERIDF.SDO MEZ DE JIMIO.
7 l.ua cheia as 3 horas e 3 minulos da tarde.
15 Quarlo rninguan:e as 4 horas c 50 minutos da in.iiil. .a.
21 l.ua nova ai 7 turas e mininos da larde.
29 Quario creiceute as 2 horas e 1 minuto da manliaa.
PREAMAR E HOJE.
Primeiraas Id horas c fi minutos da mnnbaa.
Secunda as 1C horas c 30 minulos da larde.
DAS DA SEMANA.
Ib Segunda. Ss. Vito. llano, Lybia c LeouidM Mm.
10 Teria. S. !<>>' Rancisco Rcpis.
17 Quaria. S. lbrc/a rainlia liuv.
1S Quima. Si, Leonrio, Tribuno c Theodulo Um.
19 Sexta. S, Juliana de Ealeonieri v.
2n Sbado. S. Silveriop. m. ; s.Silvino ni.
21 Domingo. 3. S. Lui l,on/aga.
EXCAUKAaVtt HA .i m un,*., no i i
AlagoaiaeSr. l.laudino lalmo Il.,. ii.i.ii. <, r. I, buari
Un de Janeiro, o M. Jea l'ertira Man mi.
EM PEII.NAMHLi".
O pr iprif tarn do DIARIO Manoel l'ieuciroa de lana na -j
livrana, praca da Independen!u n. 6 e 8.
pozessi o limite on lo o pleuipolenciario francez o
quera por
licou dolruida, porque este po-
o limite em -2 graos a alguos
minlos, e entre ess< ponto e o de que reza aqaella
decumento h ama] distancia de tt leguas, pouco
mais ou menos.
Deu sto malcra o arligo do a Correio Mercan-
til o, ao qual cima me refer. Diz eile :
a De orle que o paiz, na phrasa do contempo-
rneo, devo agradecer a S. Etc. o ter ido a Eu-
ropa saber do Sr. His de Buteoval que eiislia
um documento ignorido al enlao pelo governo bra-
sileiro.
a De sjrle que o paiz lumia ezlraordinariamen-
le, ni porqae o Sr. I lis de Bulenval embalucou a S.
E los diplomticos,
e o fez follar para o Brasil com a consciencia de
que os nossos archiv s sao imperfeitos, a os nossos
diplmalas pouco sa >adores dos assumplos que vao
tratar em mis>ao esiecial. n
Nao he meo pri posilo oceupar-me do eslyloe
len lencia deste arti ;o ; quero somenle fazer oonlar
qae he ineacta a i flirmaliva de que nem o gover-
uo imperial, nem o eu negociador, liveram conhe-
cimenlo do documealo mencioudo.
Esse documento, at enlao ignorado no Rio de
Janeiro, fui-o enenntrar em Lisboa, as indaga-
sjjaa a que proced r as bihliolhecas e archivos des-
sa capital, durante i > pouco lempo quo nell i me de-
morei.
Em data de 28 de abril de 1833 remelli delle
eopia, e de oulros muilo importantes, allioenles
mesina quesiao, ao I ir. mini-tro dos aegocios eslran-
mine e de Mailelle, esta em I grao e i! minulos ao
norte do Equa lor.
PAGINA AVULSA.
_Pois qoe .''. Todos vivo*' Tu o em en Nao lie i-lo um cabo, S ,nliarein<>- af io na e'rni-
dad N.lo r-lamos nmlundido. com n nada Ah '
he ventada He uins le.ilitale tntanltalaaii
o limite em i graos e meio, isto he, en 2 graos e: quanto ningaem ignora a importancia das funcres | Consultada i casa decide esta, que nao ha absurdo .
N minulos ; 20 minutos, um terco de rao mais ao dassea empregados, a quanto elles concorrem para o no arl.
Su!. auxilenlo da receila moucipal, os esfornis que em- \ Prosegue-se a volanlo das emendase sao approva-
_ a Pretende que o Araguarv lio o Vtenla Pinson premni no cumprimenlo de seus deveres, e que a das algumas :
i Ltrech. Ora, segundo o mappa de Oliste, em- n.lo lerem um ordenado suflicienlc que chegue pa- A i tura da larde parle a depul,i;ao levando a
bocadura norlo do Araguary estara en 2 f;r.ios :, ] ra lalbfazar as suas mais urgentes necessidades, c- S. Ele. os actos a sancrau.
minutos. () ponto no qual se reunem asduas emho- nao pn lera exigir delles 1.1o bons servidos, lauto ze- 15 mnalos depois, yolti a comnissaoa Sr. V.
caduras desla rio, segundo os roappas e l.aconda- i lo, como estando regularmente recompensados. Vilella, como sou relator, diz que S. Exc. deelarou
Declara que nn pode prestar o seu assenlimento que tomara na devida considerajao os aclosqua a-; nao se acalma o mu o le 'M I ira iHiaH.
a emenda do Sr. Sa Pereira, porque essa emenda cabava de llic serrn apresentados. ra aU'iim outro planeta, nem morraanaa lastea ala-
ata de-1 Em seguida o Sr. primeiro seere'.ariu faz a leilu- xa ios no ocean, nem queima I,. p i,. iraataa lo
rar na tura da acia de encerramenlo.a qnl sendo approva- sol, nem ergoli los pelos abliaaai Xivrmo Mu
t,re.o 2 mi- a|ireciaco do merecimente da emenda. |iorquanlo da,o Sr. Presidenta declara encerrados os trabalbot menie. e vivemos rada ve/ com buh aaaaaaa i i-
ja esta essa questaoiao debatida, que uada mais re- da prsenle sessa.. ver l.em. Ora, Do.s qaeira que n... aaajarn.l aaj-
taadlzer-aa, _.-., "T.._ Iro aslr.dogu achanlo alia ir.rpara o ata la-
Manifesta-se cm favor da emenda,que eleva o or-1 RECI l.-IC xCA O. mrloi. dos fulgentes iaawanle, las ., rl,,.
leado ilo seretario da cmara, dizendo que o Ira- No discurso do Sr. Ilr. I'orlelh, publica lo no das eantaCM a patlaa t fagaeiran, ate., ale ,i
balb a que se acha a cargo desse empresadn, he. de Diaria de Sibbado. em lugar de I) orador diz que porque se alguin lor Ua paaalaa, aja I fia aia aa'a*
ualiirezi tai, he tao importan!, que nao podo dei- se inelua a idea d is desapraprlaC/Sai, deve ler-se : O urr. arabamenlo do niuu lo tiara .. lu.ln de pasvr
zar de >er melhnr recompensado duque o que lia ar-' orador diz que n.lo se inelua a idea das deaa- |ielo di.saiior de vei nessa da.ni. Bamaa
liialinente. eque se razo ha para se augmentaren! propriaejieaqua meatna a Cmbale, que aia-la deala >er muila IralaaUca aaaeraaa, mallas india
o Como poiie um documento qua pc i rio Vcen- vai iulciramente de eneinlro iquilla que a c,
le Pinson ao norte do Calime, provar tea aquella cidio ha bem poneos dias ; deix indo da enl
rio esl em 2 graos minulos e em I rio 12 mi- apreci.ieo do merecimeiito da emenda, por
A minha dseussau eom o negociador francez co-
Foi essa a nica parle fraca da negodai.o brasi- mec.na em a 20 de etembrn de 1853. o Tempo so-
tara, e da cerlo teria sido evitada se entre ni os bej-i leve porlanlo o Sr. ministro dos astrangeiros
negocios do Estado nao fossem mytterios anda me-
nea conhecidos do que os des auligos sacerdotes do
Egypto ; se, fayoiecido por esse mvslerio, o delei-
x_o ti3o dumiuass as nossas repartieses publicas.
Felizmente a inferiordade em que e*se documento
nos collocou foi momentnea ; o nosso diplmala
reassumio logo a posieao que a poltica brasileira as-
segura ao tlenlo.
Nao temos pretences de osurpaeao territorial,
nem de offensa ao direilo de outrem, quem quer
que seja ; nao temos espirito rixoso nem chlcamsla;
assim, pois, na nossa negociac.au com a Franja es-
tamos promplos a ceder, a transigir ; se nao se ad-
mille que seja o Oyapuck entre i e 5 graos de la-
titud o lio-lmite do tratado de ltrech, nao dovi-
dantos ceder ; aceitamos om rio mais meridional,
aceitamos um ro qualquer que fique entre 2 e 3
graos de latitude norle. O plenipotenciario brasi-
lero fez nesse sentido varia pruposieoes ; seria
acela alguma dellas"! Nao.
O plempolenciarlo Trance/, que se havia eahofado
para provar que o rio limite devia ser algom des-
ses que so acham entre 2 3 graos de lalilude nor-
le, que hav'a apiesenlado com loda a exultarlo
do Iriurnpho o seu documento porluguez, que de-
elarou a lilitQde do Oyapock ou Visela Pinson
em 2 graos SO minlos, como quo de ludo quanlo
dista M esqoece, a nada atienda ; qoer e exige, nao
o limite de Utreeh, quer e exige que o Brasil recue,
a va' fuar seu limite a I grao c i minutos da la-
lilude :...
Nada eoBsegaie o nouo diplmala conlra essa
vnniado ahsolula de patente usurpaeao, contra essa
vontade que nao se desarma cun IraBMecao algu-
geograph >s citados, lodos os niappas foram exami- j mi. A negoeiaclo nao leve nem poda ler resul-
nado para provar qoe eumpria procurar, nao ns
foz do Oyapock, nao na lalilude de i e 5, mas na
foz de alguui rio ao norle do C bo do Norte, entre
2 a 3 gtaos de lalilude npteuirmnal. o rio Visale
Piuson ou Vnpoc da tratado, rio iue, emhora nAu
ronserve boj! o mesmo ame, .lev- suppor se ser
nm Una que ni'--;, nn unRftv-ta n,. v-------,
contienda e indicada polos geograplios.
Toda a sua argumentaban, cnibora habilnienlc di-
rigida, porem, era nessa parle inroncludenle, e dei-
xava subsistir a argomenlaeao bra-ileira, que nao so
se firmava na opiniao peral, lo lorie que ale havia
sido acolhida na rrdaceao do Datado do Vienna em
1815, como Igualmente na som, Ihanca, seaflo iden-
ade. Dizemoa mal : um leve ; pda bem patenta
que a Iran;, reconliece que o traalo de ltrech,
embora nao favoresa <% aplatan bra-ileira de que ,
nosso I mito mrte he ,, Oyapo -k enlra a 3 -ron-.
lirma cm 2 grao e JO miliut limita 'l" Dtrntoi o
do imperid, e que, srm embargo, nVi o quer ella
.-.i_v .,.. ...;.,.... | x> au r ttnlr cnnwow .
e na Ihe rcli-rmn* leu,lorio -iillieienle para avi-
siuha-la dease Amazonas de ha lano temp
Incido por ella e por nnirna povoa!...
para me eoinmunic r quvesquer alleraroes que por
ventura julgisse coi veniente fazer, i visla daqoelle
documento, as ins rucQdes que me dera.
\ ilm.-ii i fez, e, a ineu ver, com razan.
Execulei porttil aquellas instrucnVs (acs qoaes
as recehera, e risi a, como *ra do ineu dever.
Disse cimacom razao,porque o ja menciona-
do documento, do qual em Lisboa pude encontrar
somenle copia desli uida dos caracteres de autenti-
cidad;, podendo vi rilicada esla) justificar depois al-
guma Iransaccao, e a comludo instridente para au-
torisar o abandono iminar de um direilo sustentado
pelo esparo de qat i seculo e meio.
E sera cauta slr mita, que nao existisse nos ar-
chivos do Hio de J; neiro, qua nelle nao foste co-
nhecdo um documenlo do anno de 1699, relativo
a negociaces diplo nalicas tratadas pelas secretarias
de Portugal, quant o a minuta original desse doeu
ment nao se neo lira nos mesmos archivos porlu-
guezes, e apenas he acha o seu llieor em um livro
manuscriplu para ende o copiaram, sera que conste
donde '.'
Leio no arligo di a Jornal do Commercio i o tre-
cho segtiinte :
tt Nao podendo davidar da authenlicidade desse
documento, nem aceila-lo, recorren o Sr. viconde
do Urugoay a algupins ponderarnos para infirmar a
sua auloridade, mi-'r ni I que esse duciimento nao
eslava asslgnadn nem datado, a obrigando assim o
plenipotenciario iraacez a lembrar-llie qae pe^as
datas ordem enlreiues de man a mito, ou acompa-
nha las de nllicios ( e remessa, nao coslumam ter laes
formalidades.
A manea a pela qual esse trecho resume os cor-
respondentes dos prolocollos il lugar a una inexac-
llrigo, da quii se Bproveitou o artigo do Correio
Mercantil, a
Os done trechos egnlnlesdoa protocollo pobllea-
Ino conten rol itiv is a e-le l
ver d i a resp :ita do qui
nulos ao norle do Eqoador
Protocollo n. II. i II.
o O honrado plenipolenciario do Uraiil.tsm na- |
gar a aulhenlicidada do memorndum di 1099, a-
presenlado pelo plenipolenciario francez em urna
das sessfles precedentes, cllega que lalvet m decorso
da uegociarao houvesse mudado a opiniio sobre a
maleria do mesmo memorndum. O plaapolencia-
rio francez respoudera cm urna palavrarao se mu- os ordenados dos oulros empregados, a mesma razan vez esla1 firme em seu principia ; e como tarimera muila trpala, muila iaialiraiil a i-di.-u. e manta
da da parecer obre urna situaran aslruiomica, e j dove prevalecer para se augmenlar o desle e nao a tssembla lenlia de decidir cm conlran a eama caras qoeimadas'.
quando se da essa mudan,;a deve ser logadocumen- deve elle ser excluido dessa parlilha. Pronuncia-se ; opines, jolga de seu dever apresei.lar unn amen- l'ednnos au >ir. fi'cal do lenle, que lance -u--
tada, por laso mesmo que se deu o engao sobre um contra a emenda do Sr. Meira Henriqoes, nao po- i da que lem por fim modificar os raaos elleitot, que vis M sobre as calcada la na aa liruz. aaai aarsaaa
ponto decisivo. O silencio observa.lo am Lsboa e em I deudo mesmo lomar ao serio a sua a presentarlo e
Llrecb sobre a lalilude do Vicente Piman serve de | ailrihuinlo-a antes a meto gracejo do sea nubre
resposla a esta primeira objecr;an.
a Qaanto segunda objeccao do honrado pleni-
potenciario brasileiro, a saber : que o memorndum
nao lem assigoalura, o pleuipotenciaro francez res-
ponde que nao be cosime assiguar esas pegas, e as
autor.
A respeilo dos augmento* aos fisrae* de S. I.ou-
renei, Varzea e Moribeca, presta do melhor grado
o seu voto, porque esl convencido que nao be pos-
sivel a um empresa lo qualquer viver actualmente
qua acumpauliini despachos ou papis perleiicenles. eom 100; rs. por anno, e esla disposto a augmentar
a urna negociarlo. anda mais alguma causa do que os 505 rs., que se
O sabio memorndum remellid pelo honrado : ac'iam consignados na emenda,
plenipotenciario brasileiro ao governo Danccz no | A respeito do procurador da cmara, tendo em al-
princlpio da sua missaa nao lem a tala. Entender elle, daduu caso que a 'e-ente ne-
gociadlo livese de exigir iuterprelaeues, que pode-
rla ser aliegada contr aquello documento lito au-
Ihentico e tao importante a excopeao de que nao
tem data nem assignalura?
o A ola preliminer remedida pelo gahinele fran
cez ao honrado plenipolauciario brasiletro tambera
nao lem data nem assignalura. o
Ve-se porlanlo desles trechos que o plenipoltn-
eiario brasileiro (o qutl nao pez em urna memoria
sua dirigida ao governo francez data nem a-signa
pode i iv >r de volar pelo pequeuo augmento que
se Ihe consigna, tanto mais quanlo ese empregado
para pder desempenhar as suas ohrigaroes, ve-se
focado a pasar a om ajudante 360a}.
Minifeslaii lo-se por esla formt, o orador espera
que as suas razSes calem no animo da casa de ma-
oeira a seren approvadas as emendas a que elle se
rafeie.
Vai mes i ama emenda sobre desapropriagOes as-
ira signada pelo Sr. Francisco Joao.
la- I O Sr. Francisco Jwo emilie a sin opiniao acar-
dos, nicos tr-cli i
lo, reslafeelecem
passoa.
Trameresemas l,oie
visconde do l'rugaav
limites seplenlrionaes do
i O honrado pl
lo co- 'i penltima confore
que aprsenla com
I i infi a i lerrilor
urna corraspaadencti do Sr. ser um; mtmori
em reposta ao arligo aoliraj liafa^Sa an rnemnr
imperio, que puldica-
lidadc que ha entre o Vapoc 'le que falla o tratado | mus no a Jornal do Cuintnerdo o de 30 do pasala, e lura.
de l'lrech, e que nao cxislc, e o Oyapock conhecido -
de lodos os geographos.
Mas o plenipolenciario francez linha um docu-
mento ollicial do governo porluguez,documenlo des-
cunhecido pelo governo hrasileiro, como he por todo
o paiz, que destrua completimenle a assercan do
plenipolenciario brasileiro, e dava lirma e clara esa
lalilude que elle assevera nao eslar firmada em do-
comento algum de lal nalureza.
Se pelo syslema de segredu que reinava enlao no
governo de Portugal e do Brasil, e que anta hoje
contina enlre mis ; se por esse systcma que enlao
linha ama razao ile exislir, pois o paiz era enl.lo o
dominio do re a bailava que o re soubasse das suas
qoesldes; mal que boje so se manlem por om abu-
so deploravel, quando a nacao existe, e quer edeve
querer saber dos seus negocios; se por esse sy te-
ma de segredo, contra o qual nos levantamos, nao
houvesse sido sublrahido esse docamento ao conhe-
cimenlo da lodos no Brasil e em Portugal, para ser
conservado somenle nos archivos da Franca, o nos -
so plenipolenciario nao leria de cerlo baseado a sua
argumentarlo em ama asseverarao tao positiva e ca-
tegrica, que todava nao era absolutamente exarla.
Senhor desse documenlo, a plenipolenciario Tran-
ce sarviu-se delle Cum lodo o apparalo dramtico e
folhelinisla, que coslumamos ver as composijes
-om que a lilleralura franceza enche o mundo.
Depois do haver sustentado que no Iralado de
l'lrech o governo porluguez nao linha lido em vis-
ta senan arredar a Franca da aavagacjlo do Ama-
zonas, e que oblando para esse tim louge da mar-
gen! septentrional desse rio algiins graos de lali-
lude, devia ficar salisfeito, sem Ihe ser uecessario
subir al o Oyapock ; depois de haver argumentado
nesse seulido al com prolixidada e apparalo, que
uada conclua, preaeguio : a Temos isso que o ple-
nipolenciario hrasileiro diz que lermiuatia a ques-
tao, isso que elle la-luna nao asistir ; temos a lali-
lude do riu-limilc admillido em Lisboa, na occa-
iao do Datado de l'lrech ; lemo It consignada em
documento oflicial porluguez : (emos pnjs mm pro-
va material ta legiliroidade de nossos direitos.
Feila essa i ni i mani, suspende a plenipolencia-
rio francez a conferencia e manda vir do archivo
Esa
a meiiioi
da secretaria de estrangeiros doal volumes mauus-
criptos irt folio, enraderna ins ein marrnquim ver-
nielho, com as dalas de 1 .-> a 1700 : apresenla-os
ao plenipolenciario hrasileiro, faz verificar a iden
liddde du papel, da letra, etc., e depnja l dous tre-
cnos de um ducumenlo inlitulado tt Salisfac.ao ao
em re-posta tambera ao a Correio Mercantil de
aote-honlem.
S. Exc. diz, refeiindn-ia ao a Jornal do Commer-
cio, a aue ho inexacta a aflirmativa de que nem
a governo imperial, nem o negociador liveram co-
nheciinenlo do ornamento mencionado.
Qaanda esrrevemos a proposi^io cnnleslada por
S. Exc., (iuhamns presentes os protocollos das con-
ferencia havidas em Par. No quinto desses proto-
collos, 18 de onlubro de 1835, diz o Sr. visconle do
Uruguay:
tr II asi vrai que ni dans ce Mmoire, ni dsm les
aolres pices dn lemps, relalives A relie atlaire, on
ne Irouve pas 1'indication de la 'iiluation aslronomi-
rjue de l'einhoiichure de celtc rivi-ra da Vinrant-
Pinson on Oyapock. Aa monis le plnipotantiaire
brsilien n'a pu la Irouver dans les rechtrehes uux-
quelles il s'est livr.
tr Si la siluation astronomique de celle rivire
avail te indiqu* par les Irailes do 1700 et d'Ulre-
chl, cumule elle l"a l par le traite, de Vienne, il
n'y aurait pas de queslion.
a Mais, i le llisil ne prsenle pas de docomenl
ofliciel par laquelle silualion astronomique de la
rivire Oyapock ou Viiirenl-I'insoo ail l fixe el
reconue par les deux parlies avanl te traite o'l'tre-
chl, la Fnnce n'en prsenle pas non plus, o
Agora, se he inexacto o que esertvemo, a inexac-
lido esti no prolocollo.
Os Omites seplenlrionaes do imperio.
Sr. redaclnr do n Jornal do Commercio. l'm
artigo editorial do seu Jornal de antes de hou-
tem, intitula to Limite septentrional do impe-
rio (do qual somenle live noticia depni de ira-
presso), e outro do a Correio Mercanlil de honlem,
o qual mi' lu boje moira io por um amigo, me le-
vara a pedir Vm. a inscripjaodeslaslinb.is,as quaes
leein lmenla por tim a reclifi.-aeao de factos.
Diz aqnelle artigo do a Jornal do Commercio
que nem o governo imperial, nem o seu plenipoten-
ciario, tiiiham coiihecimenlo da documento apre-
entado pelo negociador francez as conferencias
ltimamente havidas em Pars sobre aquelle limle,
e intitulado :a Salisfa^o ao memorial ofTerecidu
pelo Exro. einbaixador de Franca sebre o direilo
que aquella coroa pretende ler oas Ierras orcideu-
laes do rio das Amazonas a ; e acresrenla que
esse documento, pondo o rio queslionado como limi-
te em 2 graos c 50 minulos, destrua coinplelemen-
a assoiefio do plenipotenciario brasileiro, o qual af-
lirmava, qua nao havia documenlo algum oflicial que
ORIGINAL DO DIARIO OE PtNAMBUCO-
1.1 DE JUNIIO DE 1857.
lloioheodia pr iphetisado para o acabamento do
mundo. San seis horas da manhaa. Al agora, nc-
nliurn indicio qua aiinuucie essa calastrophe uni-
versar, predicla pelo couego de Liege, para quem na
ver la le se acaben o mun lu ha inuilns anuos.
O c> esta serena, o sol iloira horisnnle com nu-
vens de purpura e de I pa. .Mas o da se linda
inea noile ; e at la pola acontecer alguma cousa.
Fdra na prudente ediarmoa acomposieao do nos-
so lolhelim para amanbaa. mas o compositor, que
nao er na prediecan d finido Mslheus Lacnsberg,
exige t-abalho. He forca sali.faze-lo.
Como asamos u'um dia ein que se espera urna ma-
ravilh, vamos entreler o leilorcoma continuado de !
outra maravilha,cojo principio elle j eonhece : va-
mos fallar-lhe anda no americano llame, que lan-
a bulla tem foito uestes ltimos lempo,na ma"ia,
no \l \ seculo e na electro-biologa,
Cuno se sabe, a elevada socelade parisiense ha
sido vivamente abalada pelas experiencias myiteria-
as de Hume, que ha lido em Pars t. olijectii'de una
ruriosdale coinparavel a qu* provoeou, no fnn do
seclo paseado, a famtwo eoo-la Caglioslrn, lano fie
verdad quo n.lo ha nada nnvo delialxo do sol.
Enlre as numerosas p'ssoii que lem assislido a
las cxperini ias, diz nm jornal que lemos dianl-
dos olhot, um is regeilarain o* factos singalares pro-
duzi tos por Hume oolras, e -*m em maiora, pelo
contrario allirm iram a respectiva reahdade ; cartas
pessoas chegaram a ficar (i > impresion idas por e-s.is
canaa atlraordinariaa, que jnlgaram prudente con-
vidar o esparimenlador a retirar-se ile Franca.
Temos para ns que a narrai..
lor a chave .lessas pli-iiomen
n.lo sao novo, e 't fictos da ordem physiologica, mereceriain sor eslo-
iliitos de in;.,s perla.
Ha dios anno, diz M. I!. I.e Hon, nm medico
anieiicano, de ame Philipps. paasoa por lliuvellas.
o la deu algaraaa aataOaa experimenlaes sobre lacios
ciencia nova. Tinha dado a esla semina o nome
de eleclro-biologia, embora a eleclricidade apenas
repreaenlaeae um papel accessorio, e qae al se pode
dispensar na mr parle dos casos.
CoPJH) ordinariamente acontece qoanlo urna dei-
coberla nova e inslita he, revelada, e qaando esta
descoberla nao vam juntar-se aossystemas da rolina,
a eleclro-biologia enconlrou incredulidade e onnu-
rielo.
I.nrao nao pnderam negar a evidencia dos factos,
procuraram explica-los por meio de causas banaes :
fraqueza de espirito, torpor, e al condescenden-
cia.
Piingnem podia admvttir que o homem podesse
perder desl'arle o seu livra arbitrio e sonhar comple-
tamente acordado.
Oulros, mais prudentes, accitavam factos que se nao
loeollo n. 10. |
biitputenciario francez eoncluio na
ida, pro luzindo om dicumouio
prova material dos dirailoa ta
contstalo. Essa prova vem a
i memorndum IntituladoSa-
il oln-reci lo, ele.
nao lem dala, nem a-i^na-
n O plenipolenqiario brasilaira na i pon em infi-
da a aulheiilici.la t de-si memoria, islu he, nao da-
Vida de que seja ella um papel dado em Lisboa M.
do Itouille, e de que esse euibaijador a lemeltesse
entao ao sen governo.
Acredita por^m que esta memoiia, sem dala
nem assignalura, nao he um documento suflicienle
pira resolver a qjie.iao. Talvez livesse sido apre-
aanlnoa na principio da nagodar-ao ; talvez Imuvas-
se depois mudanca de opuiAo sobre as ideas que
conlm. Pode ser que fosse obra de terceiro, e qua
n.lo fosse completamente aulorisado pelo governo
porluguez.
No decurso d|as negoehtnBu comnianicam- s veze os negociadores memorias a apoiilainan-
tos. cujas parles na i podem ludas servir par ex-
plicar e interpretar a negodaco depois do con-
cluida.
ir Pode servir de exempio a presente negociaclo.
Em seu principio d plenipotenciario brasileiro eve
a honra do roc-b-r dn governo francez ama memo-
ria preliminar, sm dala nem assignalura, em res-
posla a oulra quo apresentara tambera sera data
era aaslRnatura.l
" Aquella memoria preliminar declara posiliva-
menle que a geograprna nao condece rio algum que
icnha exactamente! o ome de Vapok ou Vicente
Pinson. Procura sojpprir pelo raciocinio a falla de
dados i jo.lmenle positivos sobre o Vapok ou Vicen-
te Pinson.
O honrado plenipotenciario francez, tm lodo o
decurso desla negodaco, procurou sampre provar o
contrario, a saber :| que a geographia couhecia om
rio sobre o liltoral da Goyana, perlo do Cabo do Nor-
lo, que era o Vicente Pinson, o tinha o tumo de
Oyapock, e que aquella sciencia fornecia dados po-
sitivos sobre esse anua name-.
Quando no principio da discussao o plenipoten-
ciario brasileiro quiz argumentar com aquella me-
moria,o honrado plenipotenciario francez n ra a quiz
considerar como urna peca inteiramenle oflicial, o o
plenipotenciario hrasileiro absteve-se de continuar a
referir-se a ella.
Demais, anda rtiesmo dado o caso que o docu-
menlo ultnraiiieule presenta lo cooaUluiie prova
sofli'ieole.nap provria o direitoque o Ituorado ple-
nipotenciario francez pretende ler.
a Esse documento pa o rio de Vicenle Pintn em
3 graos escassoa, istb he. em 2 graos e 50 minutos,
e paranlo ao Norle Ido Colsoene.
O hanrado plejnpolendario francez qoer pr
que-l.'iu Cira o fuu lmenlo de que nao linha dala
nem assignalura. O que auslonlou he que urna sim-
ples memoria, documenlo que nao lem data nem as-
ignatura, nao he por si t sufli-ienle para resol-
ver unu quesiao tao grave como aquella de que e
tralava.
Visconde do Uruguay.
S. C, 1 de junho de 1857.
{Jornal do Commercio do Rio.l
PER1ASBUC0
pMM Irazer a (lesaprupri.irao.
* I Ir a io >r.
|aali|*i#f pr*-
|ueir.i ^iid' am
'i f''juiiii da |i-iiti di- p#f|nW lie
r Ja* .Nev--, i i |ie iwt .u-n -.
emitido mi n.'io pnief.i IrinMUar. que
pulo< para erilac :iijumi q-ieij m m.i> 'i.m^
C1H1-..1. o >r. fiaeal, qmt ttkWft% "ii-m-mm com ie-
HiiMiiil 1 le, e luirte 1 a -u.i *u-i'*;s|i1hIi-1^ le ferio *-#
rom o IIOWM peJi \e?, |.roeurainii laailniiaf e**e inciiiivenienlc, a
lien ilo* li.iliiiHil.-s. i|n K-fif, que Ihe ^1 ct*'p-
pffll -.ihcilu Jv> cuui qui Siiic. /e j h nitete**t* n.u
iiicpae*.
l'.Tjui:i,iiii-nti.. t i|ier Ihexiareiro 'la
. ,------------------------- -" ,#l>v -t'm'J lllll"*- JUd wirnaicaxy ax,\-s
"'I'.",*0. ".-""fe".- 1"mn,',nnle documenlo eta | ca das emeudas.jastilie.ando nina que com a sua as-
signalura se acha na mesa sobre desapropriacjlo.
O ir. S'i l'nrir* ja-hti 'a a sua emenda.
Encerrada a dtseusso, o Sr. Meira llenriques re-
quer que a votaeao sobre a materiapadariaseja
por escrutinio secreto.
Consultada a casa decida qae nao.
O Sr. O/irrira requer a votafo nomitiii.
A casa decide pela aflirmativa.'
Volaram a favor da emenda sobrenadarasde
Sr. Sa' Perei/J, os Srs.:Meira llenriquesTheo-
doro da Silva EpaminonaM de MelloBarros de
LcenlaN. PnrlellaSa' l'ereraA. Cavalcanl.
Rento 0.>|aReg BarrosJoao llyrranoMa-
nuel de llirris; e contra, us Su.OliveiraP.
IlaplislsSiqueira CavalcanlSouza Carvalho
Marques de ArnorimCamcro JniorAugusto
l.cAu(i. (iuimir.l -MargalNeiva Mello Ca-
valc.niiiVa VillelasaFraneiiea JoaoRocha Bas-
to"Ignacio de arrose C. Le.lo.
He rejeitada a emenda qu pe.mille a qualquer
eslabelecer padaria dentro da ci lade.
ASSEMRLEA LEGISLATIVA PROVINCIAL DE
PERNAMIH 'CO.
Seaaao ordinaria em 3 de junho de 1857.
Presidencia do Sr. Jos Pedro da Silva.
As II horas e '., da manhaa varilica-se haver ca-
sa, e abarla a sessao, he la-Ja e approvada a acta da
anterior.
O Sr, l'Secretario declara na i existir sobre a
mesa
EXPEDIENTE.
Pa.sa-se a ordem Oo dia.
Segunda discus-do das em nd is olferecidas cm ter-
cena na projeclo deorcamenlo proviuoial.
O Sr. Francisco Joo pronuneiau nm longo dis-
curso, .), publicaremos eni oulm nuroeiu desle
Jornal, .
Encerr la a discussao, sao approva las ,n rmen las
em segunda 'li-ci-sj,, e a,i.,.,. -,, ,. utoieclo c.n ler-
ceira na fnrmn emeiutaria.
Terceira discussao do projeclo de nrcamanlo mu-
nicipal.
Sa i rem dlidas a' msa as seguiil menlas
o Snpprima-se o arligo addicional que concede a
malicela.le as pillaras exst-lllei un centro 11 n-
dade, esubslilua-se pelo eeguinlelie i prorosalo a
maisISraezes oprazo marcada para a remocio das
padarias.S. It.Sa Pereira.
Inclusive o que se devo de cus is de proceso a
Adolpho .Manuel Camello de Mella Araujo5IHI-___i '' ^~-
Souza Carvalho.
Ao S 3 arl. 2.
Os liscaes das freguezias do Recife, S. Anlonin,
S. Jos o Roa-Vista irrito mais 1008 cada um, Nesle
-entilo aiiainente-se o quantltafivo.S. R.Olivei-
ra. Uamero Jnior. Epammon tai de Mello.
Silva BragaCastro LeAo.V. Vilella.
Ao i i arl. 2.
o Depois da- nalavraseom |j trabalhadores 3:6009
acrescenle see com o cal^amenlo das ras, que li
cam em frente das i poetas .la capella d'> cemiteiio
(irOlHls : a nesle sentido augmente- o quaulilalivo.
S. R.Oliveira liameiro Jnior.Epaininoudas
de Mello. Silva Baga.Caslro Leao____Mello Ca-
valcanti.Baga Barros.G. tiuimsraes.
Vai a mesa a seguinte emenda, que nilo he a-
poiaila :
Suppriraa-so o arligo addilivo acerca das pada-
rias.Meira llenriques.
Vai a mesa o seguiole reqoerimento, que lamhrm
nao he apoiado :
tt Requeiro que se manda ouvir a commissao de
hygiene obre a emenda,que man la conservar as pa-
darias no centro da cidade, ficaudo a discussao adia-
da al que vsnha a Informacao.Reg llanos.
Remelle--- a mesa o aeguiiite artigo addilivo :
Fica permillida a toda e qualquer pessoa esla-
belecer padarias denlru da cidade.Meira llmri-
ques. n
Vai a mesa a segu ni emenda :
a Os guardas lisiaos leras Ir de vancimenlo dia-
rio. Oliveira.liimein. Jumor.Epaminonda de
Mello.Silva Draga.Castro Leao.V. Vilella.
Vao a mesa a- .aguilitas emendas, que s.u anula-
da :
Os fiscaes de Muribeca, S. Lourenco e Varzea
lerAo maa 5<>-.Oliveira. m
a I) secretario da cunara municipil do Recife lera
mais 100-.Oliveira. n
tt O procurador da cunara municipal do Recife
ler a por cenia sobre Indas as rendas da muuicipah-
dade.Oliveira,
O Si: V. Portilla Oppiie-Su as emendas que aug-
inentain dt'spezas.
O Sr. Filela diz que lomou a paiavra para se ma-
nifestar a favor de alguma das en,en las apresenla-
das. Enlande que a .a-a nao podi deixar de volar
a emenda, que augmenta onrdenado dos li-oae, por
RECIFK l"i DE JIMIO DE 1837.
AS 6 HORAS DA TARDE.
RETROSPEGTO SKIVNAL
Aa noticias Iraznlas dn sul pelo vapor hamburenex,
foram destituidas de inleresse : as cunaras amia nao
deram signal de vida. Anda eslao oceupadas com
a verifieacHo dos poderes dos s*us membros.
Os agiotas que por certas raztis tiuham concebi-
do lisonjeiras es[ierancas, ja se acha.ri am pouco des-
contentes. Julga-se que vao apparecer mulls de- iranandada pode controlar aan aulonsacie expresa
cepce.. | da anota que a rege, airen lamento .te an
As rcs de moitas emprezas que ha pouco li- <>r, ris-aqui um consulta, qae nos fe/ e-lllr '
nhara appareeide, uppOe-se que rao baixar. (Jaem -oulier qu,- ranpaw la.
A cmara dos depulados conla 70 conservadores e Viu la pedimos au Sr. li-cal da II -\'ist a sea
li liheraes. Neneao para a e-lado das nasa I Soled..le, ,|> re-
O a Tocanlins que ja se espera ha mtnt.is das, alenle oslan intransitivo. Rom sahein, qae *
consta que esla concertando no Marauhao. as chovas o cau-al de-e- treme ae., asaaSanje. im-
IS3o tiremos policas do norle as do interior da de, querendo, alteuua. aaM iiinnivamenle. rorn --
provincia sao sairsfae'orias. As chuv.is tem continua-, remisos que a manicipalidarle na aa cu dispor.
do, maso prejo elevado a que Un andido na Rana-1 Cerlo moco, qae quer ler f. rt de rmliM.I*.
ros de prodocco ind gena anda nao baiaoo. paseaade antes de lionte. .' asan pr um sana <>-
Na barca ingleza o Mary Wilaon a chagaram I \11 aaa ras mais principae-, e n u cilmolri, -
toneladas de machinismo par a fabrica da gat, cons- nio I irgou de um sobrado,nao diretne- que d piu-
lando de 1891 lulii- de ferro e oulras pect. Segn- posilo, um pequeo logueitiiitin. que ri,in la jai-
do um contrato celebrado enlre os coucessioinrios lo an ravallo que pusava o oulra. lez rem aaa
e una casa ingleza, o bairro de Sanio Antonio deve- aqueHc por hora paraaaa caelloo, a a anlra
r ficar illamuiado al Janeiro de IS3S, e os oulros prarnavnaaaa era peaedvsaeanaa injurias para a a.,|ara-
dabi a um anno, mas a visla do atraa em que se lo donde linha partido o i .1 lugaetialiu, eta s sae-
acham os Irabalbos, lie muilo piovavel que anida or cou-i lericao para a. senhor que estovan Ha-
este ana* nao leudamos a realisocao parcial desle var.indas, e nem respeito au pablico, qae larnrniava
melhoramenlo. i ma ridanana. Ei como aa aaanan o le< meas c-
Atlribue-se osla demora a existe aria da febre aini- nitores, que blasonara educacao e civtli la le
rella'em u nosso porto no principio do corrale i Da nanadaacaaes mais ar'-t -ratiras det rila-
anno.
No brigue iliplei Syrennen, lamhnn vieram
es (vneladaa Uo maenjuismo para o Palaal Slipe.
,le foi evpelli 11, a hora dn alnmro. aia men iig.
qae pedia, morlo a tome, umi .-mola. Cada qal
la o que tem. e o Asmo leo ajustar cania, na aat-
Esta obra qoe se achava em lao bom p.esla parada. I deira do V. iv.lro liiialh. quando ja fm lar le
Nlo sabemos o motivo porque luiam iulorrumpidus I ainda hem que os pergaminhu- na, salera mc.wy
os respectivos traballios. Iaperlaa, elle su leem algum -igniheacao ca para
Lm dos vex.unes i|ue cada vez mais se vai fazen- : e-lo in.iu I., de hrurliari.i-, onde diuheiro hr tud ,
do sentir no-la cidade he a falla d troco miudo.
i) Sr. Sotci ("(irt'ulho pa-lio a retirada da sua | lia certamente um clamor a este respailo. Crenos
emenda.
Tundo ja dato a hora.
(> Sr. Presidente marcan a ordem do din, e levan-
lou a anasan as hora ,la lame.
SaeeaV ordinaria em | tle jualn 1857.
ir o".i sy. .' /'.no do sitca.
\n meio tlia verilic'i-so liave ca,a e nberta a s:s-
si, i lilla approvatla da arla anti or.
" Sr. Primeiro Secretario Ida o leiioinle e|i--
illtrnte :
I m parecer da rommiasSo de obras puldiea.
Seg.....la diacussilo da emenda! apreseutadas em
tercer ao nrcamento municipal.
Nao havendo quera poca a palavra encerrase .,
liana" o p approva-se as f menina em segunda da-
niss'i e projeclo em lerceira na forma emen-
dada.
Verilicando-se nio haver casa.
1 Sr. I residente designa a ordem do dia e levan-
ssao a I hora da larde.
IsESSVO DE ENCERBAMEiSTO EM (i DE JU-
NHO DE 1X57.
Previdencia ao Sr. f)r. Jmf Priixn dn $ha,
Aa II 'l|i ita mauia verificando haver casa, abra*
!. a ses"!o e leu-se a arla da anterior e he appro-
vada.
que se deve lomar urna providencia quo Inre a po-
pulacho de-le llt^ello. lemo retirado d-t ircnla-
r.'ia as notaa pequeas, ,- t.....ntiito nao : procura
-iilistitutr esl, e-pecie de inatrnmenln dt lro-a.
leme observado que o ooro a i prat i qaeon-
Irma circulara em abun i inci i na merca ha das-
apptreridii etun urna rapidez nUvel ; ue surte que
"la circum I inei .,,,,.. i < -..i ., ; neniar n ,i- o ve-
xailie que causa a fallada nula, unu las.
Com |i -.tiii'in ,,s leitai's, encr'rrou-se no da 7 I
rss.ao a^ asaeiiiiiina proviinrti-i.......,,., aattiam.
revelar laes facto, lie om dever de prudencia guar-
dar cerla reserva ot|re os meios de prodnzi-los. pois
que estes meios poderism tornar-se, cm circomst .ti-
nas dadas e era cerlas milos, urna arma perigosa.
Comecemos por dar urna idea de urna sesao do dou-
tor Philipps.
Depois de urna eiposicJJa theorica da sua desco-
llara, na qoal se apava principalmenle sobre sua
alilidade as operaedes dolorosaa da cirurgia, pedia
quin/.e ,,u vinle neaspai ao menos que so quizessem
-iilin-1'.-r as suas vpcriencia.
Algumas peona do auditoria, por roudescanden-
ria ou curio-i tale, se colloc.ivam em urna estrado
em cojo fundo se havia posto de anteada urna lilei-
ra de cadeirai voludas para a parede. lisias pessoas
aenlavamo. vullando as cusas para o publico.
O Americano punha em cada nina, sobre um lu-
-------------------, ........ -- ------------.-----_ ^ ... .......i .....a, a*. ,, c u,l, ,u
potliam uegar, mas perguulavam a si proprios quaes gar determinado do pulso, um pequeo dico lenli-
podiam ser ai vantagens e os pericos desla decob-r- "
la. Nislu linliara raza a. M. Philipps linha sera du-
vida dito algama coaa da applicac.ao til da soa sci-
enda. mas linha tergiversado acerca dos perigos que
ella pot!>a apresenlar.
O doulor americano parti ; oceuparam-se por al-
gum lempo com os fados que recusavam acreditar
aquellas que os nao linham leslemonhado ; depois
fallaran) meos acerca delles, e concluiram por nao
pensar nislo.
Comludo alguma pessoas nao poderam esqaecer
phenoineinis novo 1.1o extraordinarios c lan dignos
de ser seriamente saludadas, lizcram experiencias
por si mesmos, e chegarara a oblar raanlladoa mais
palpavesdo que os produzidos pelo prupriu M. I'hi-
Hppa.
Pndnr-se-hia definir ta m.ineira aegninle o com-
plexo dos plieuomenos.a que se deu o nonio de elec-
Iro-biologia A alienac.io dn livrearbitrio do paci-
' ente em proveilo ,1o agente, e a -ubslitui<;ao de
i um mondo imaginario ao mundo real.
Cm efleit,, qualquer pessoa posta ueste estado
an irmal, mas que / fo /.' de maneira ali/nma o
mno.j nao perceb
aeguinla tiara ao segundo a vontaia d
que cerl.menie consciencia dosseus acios.nera do jugo do seu prn-
prio organismo, a se ttie pude dar vontade a sen-
HCao da fome, da alimenlatao, do fri, do calor,
la loz, das Irevaa, dn rumor, d i silencio ; pnde-se
,/ m nascer nella a a|.j
cular de cobre zinco, lurmaudo um par galvnico;
pedia ao me-mn lempo a eslas ptssoas que se con-,
servassem immoveis,, miratsem este disco, e sti pen-
sassem lano qusnlo fosse possvel em cousas frivo-
las. Enlao dirigiudo-se ao publico, pedia-lhe vinle
e at vinle e cinco minutos de silencio absoluto.
Era comprar om pouco caro a salisfacao da cu-
riosidade, pois que esles vinle cinco minutos pare-
ciam nlerminave'. Finalmente o doulor, que lam-
ben! su sabia de urna completa iu ,ccao para obser-
var algumas vezes u seu relogio, chegava-sa para
junio das ptssoas sempre oceupadas iniperlarbavei-
i mente em mirar os seus discos.
Comecava por urna extreinidade, e passava de urna
para oulra, pondo-ihe as inaos sobra os olhus, sobre
I a fronte, e fallando-Ibes com aniuiacao e tle una
maneira imperativa, Chegado a nltima eadeira, cs-
Icolhia Ires, qttatro ou cinco posteas, condnzia-as ate
: a nutra exlremnlade du estrado,|c man lava as onlias
par i a sala.
Era sobre eslas piucas pps | c-e.dliido, qne ella eaperimrnlava, cada urna pela
la vez e em presen.; i urna <\^ oulra. itn surte que
is abjartoa exteriores,-c nao ellas accumulavam osl papis de adoras e especla-
i aerador. Nem se qoer lem ( dnr is.
Elaa pessoas eram qu,is invarlavelmente homans,
e i. ancos condecidos; perlencentes a cidade ou ao
paiz.
Eis-aqui as experiencia.
lina inulher de vinle seto para vinle oito anuos,
ico, em inslrocco,
plivsiologico. extraordinarios ni|i descoberla allri- I ou tal liarle do corpo.
t a alegra, a tristeza, provocar la-
grimas, oecationar aiu sornn. ladino, e prndozir i de um temperamento Ivmph
emlim a insensibilida le
aleclru-biolngieo. Neste estado, a [hyslunomla della
(nha orna ex|iressao particular, dific",I le ser .eliin-
da, alguma cousa de recolliimeulo e pouco triste.
Comecaram as experiencias.
Feche os olhoi... a pe-soa ibedaeeu j au
pnde abri-los... ja nao piole...
A pessoa lenlou vi-ivelmenle biir os olho, mas
ficaram fechados...
Agora pule abr-los.
Ot olhos se abriram nnme.li ilam.-nie.
Junte as m.ios cruzando os dedos... j nao [oi-
de lepara-his, he impossvel, jii nao pule.
As raaos ficaram colladas al o momento em que a
pussibililado de sopara-las foi indicada. A pessoa
pareca espantada, ria-se ta sua impossibilidade de
ubrar, e pedia a explicarlo dislo.
Ja nao pode levanlar-se da tila eadeira.
Incliuou o corpo para dianta, l-nlou levan-
lar-se, mas nao p le conseguir.
A mao do experiraeolador tent sido applicada
sobre a desla mulhor, locando se ? face interna das
duas maos em loda a sua extensa. Iba foi affirma-
do, qae as duas m.los eslavam adh'renles a lal pon-
i, que Ihe era obrgada a seguir o operador, por
loda a parle onde elle fosse.
A experiencia foi bem soccedida, a pessoa segoio
lodosos movimentos do experimenta lor. Esle pro-
curando a verdade eom nina desconlianca que se
deve cumpreheuder, e pot a correr, parando de re-
pente on mudando de direrrao. Nao liouve o menor
eicorreganieulo das duas maos urna sobre a oulra
em sentido algum. Cum oulra pessoa, que andava
menos depressa que o operador, as maos escorrega-
ram um poaco, o qae a pe-soa pareca procurar c-
vitar.
O que experimenta quaudo sua man escorrega ?
perguntnu-lh elle.
Cerlo iticoiiniio lo.
A mesma experiencii foi feiia com um s dedo, e
o resollada fot idenlieo.
au he nme-ario qae baja contacto entre as duas
pessoas. Es aqu am faci que foi verificado por
divenas vezes.
Vou an lar e pira onde eu for, me seguir, lla-
llis impossvel n.io seguir-me.
A experiencia leve lugar e assim acontecen...
Mas sobre que garanlia, continoa M. II, Le Hon,
a gente sa deve confiar para ter a carleta tle que a
pessoa hiologisada olio
legist Hura,
provincia.
v amos agora enlrar eni a
dos circuios, i; itara esle-v
dns ? Verem -.
lo
lencera
Coiilmuam atguuih rasas le X'iiJagera pela
Cinco-Poetas, a dar bebidas ., intima rrl
rancha d pscdi ios que as precavan alia kii
A- posturas maancinaes ve t......leniro da eti-
ile a criaca.i do atllinae*. com -. |am catita-. iM-
nciros, ele., e no- anharaaa pejrasflle, Iraread* .
dif.-s animas eanaaa ao p.-i. fa, r nao exerplaam
is a limaes e pe -,-a ai un i. m i. elevaa qae
e-leja n i cied e. II. ., ,le> -I,,!,!aml.ein
u o i s,- i-to iguorar, .|. ra i de SI .. sais -nuada
..-airo da rilada, que -na i halla laa.
. o i ili t redu/ad ,, >r Igaam mptia a^re-te*.
.1....... uw M,|.,, .
nova evperienria da lei
-toma moihorei re-ulta-,
pu,dunda pelo system.i de el IjOea por m-'-in i ra a alga.,, rcadada naath i a fa para nelle padarem.
Consta noa que o Dr. jui/ ae arsahaaa, la rna
dadas com a p,,|i.aa. ,n lic.ini a rr-pnl,, ,1 nataeni
que demss em nasoa /'.//h-i de quiuta-era. a r.-
U* lioineus que |i verem de ser eletos anda par-1 paila da arpnia que era m.llralada Irinvclment
esta geranio : -.io ,,s ine-m >s deleilos, as I un caan on la M.naaarea, Ora lig-m-aoa, atan aunar
maamaa paixnes, c nlu eremos que a simples mu- d Dea, porque nao nos mandar am iaaar .> nnine
pmcetso de cleger os depulados, quer ge-I desa ru plamenos.' pois iqaesa cerlo., qae
nossa polica actualmente nn, aeeanH cum lana vaa-
danca u
raes, a 1111 r prorineiaCB, altere a nalureza do eleil
Anda esta vez nao nos he possvel fazer urna re-
vi-la retrospectiva obre os pro lucios, que durante
a legislatura que exp rou, ou esto em vespera disto,
sahiram da norll nfficiaa legislativa ; entretanto.
lembra-ne que fui dorante este peno lo qoe so appro*
vnii n cnntr.ln que nos vai dar n illuinin.ic.io pelo
<>?r. PrintetroSecretariodiieanti do legoinle : Igaz liydrogtne-j.qoe vai snlrttiloii a luz becada a/.ei-
EM'EDIE.N I E : la de peive, pelos fulgores rvlrahidus par meio da
lm nflicio do secretario do governo partoripan-1 marauirs.
que S. Exc.o Sr.p residente dn provincia, ni arcara Tamban nao he pr-nenu ;rv ira que envesos an
o da de hoje a I Inra d. larde, pra receher a de- nosso corpo legislativo provincial, a anlor pulacao dela assembla qon (em de Ihe apresenlar cedida ao governo para fazer as despeas con', a me- ]""X,'., n ? ..' '"*"""!':'
usacto, a sanccao.-ln.eirada. dicio a rtemarcacao da seis legu'is .... quad.o de "V,* ..c'voVZ.nTi JliT.
Outro do mesmo M. participando, que fura la- Ierras dovellas, que foram cnred.das acata pra- ,,.'!".", ,,, ", ,e J*"" ">
vado ao conl.ecin.enlo de S. Exc. a proposla da viuda pelo arligo III da lei ger.l de 2S de oulubro ,1',1 Janeiro em c
e.norcza lyrica do Bio da Janeiro,Inlerad.
Para a depulacao que lem de apresenlar a S. Exc.
us actos desl.i a-semhlea saneca.. *ao ..orneados os
Srs. Dr. Sa' Poreira.Rogo (tarros a Vateulim Vi-
lella.
Em seguida he lila a redaocjlo do projeclo de or-
camenlo municipal e he approvada setn dbale.
I|e la.nbem lula a redaccao d
manto provincial.
O Sr. Francisco Joo faz observarles sobre a re- i le para contratar do modo mais conveniente aos in-
daccao relativamente ao arligo que Irala da fabiira inleresse pblicos com o Srs. Rarroca e C-lr.. ou
central de assurar. com quem m-lhores vanlagens olferecer a iulroduc-
O Sr. CarealhO ttt observacoes obre a redaccao | cao de colonos nesta provincia. He om beneficio
alivameule ao artigo que trata du ll.ealro e que pode proporcionar muila vanlagen
de InsR, A crearan rfe ..ovos centros de populacld,
a emancipacan des moradores doseugenhos, angeitaa
o Inicia do ;"an,|e pro|.r.elario, sem I.borda.te para
cousa alguma,* o.lesenvolvmento da colouisarao es-
Irangera entre nos, uenhum desses malborameato
se reaii.ara i emqu.intn o homem na., encontrar Ier-
ras eoltivaveii para comprar ou arrenJar, perlu do
projeclo de orea-1 centro cofJlunnm de trocas.
Em seguida vemos a aulorisr.lo dada an prei len-
S. la- bel, n acaba m miando a mesa urna emenda.
O Sr. Si' Pereira faz lambem considerarles sobre
o arligo 15, man -...lo a mesa una emenda".
ti Sr, Castro Ijeiia manda a mesa tima emenda.
O Sr. li. it Metto como meml.ro .la commisalo
di re la,-can da' algumas explicarnos Sobre as iiivcr-
s-s ohserv,it.oes, que foram feilas pelos piecedenles
oradores.
O Sr. Castro LeSo justifica asna emenda, res-
pon leudo aa observados do orador que o prece-
den.
II Sr. Francisco Jooo faz tiin la ahrumas conside*
rares sobre o arliru 5:1 qne (rala da* loteras con-
cedidas cm favor do municipio neutro, c uppoudo-
se a ell".
ti Sr. Soma CarralAo raanifesla-se contra o
artigo 33, mostrando que ha absurdo no ailigos e os
iiicui.ieiitenlcs que se dio rom a sua adopc.lo.
espirito ; mas se a ilovnlahe prudente, o scepl.--
eismo deve cessar dianle da manifaalaegn da evi-
dencia.
Cm nnmero mu ronsideravd de pessoas conhe-
cidos, incapazes por seu carcter de se prestar a gra-
cejos Inqoalificavrij, mrnos anda de coadjuvar as
peloliea dn om estrangeiro desconhecido no paiz,
feram postas, em ses-es publicas, no estado eleclro-
biologioo, e apresenlaram lulos os phenomenos que
cabamos de descrever.
L'ma pessoa mu circumspecla, c de idade avan-
cada, que por urna condescendencia que lamenlnu
consentir emsabmotlor-se a esta inllaencia occulla,
..ao pJe eximir-se de seguir sobre o estrado u ame-
ricano passo a passo, qualquer que fosse o sea andar
e a direeclo, c transpon lo al as banqueta que es-
lavam por delraz delle : esta facto leve lugar ajan-
te de Irezenlu espectadores.
A exprersaa da physionomia das pessoas binlng-
dali-iiins, e he ba-lanle severa r ir n.'tu permit.r.
nem por pea.menlo, qae um arandW seja lia ladig-
nainente tratado.
ir anjnnaanaa.
DESPACfl V'IAM SE PEI.x POI.IIA.
Di.I I _' de plliho.
O ingina Dioga ll-unque WaaM, leg.iinaaa para
obler pa-sapnrle para a Eurapa.
) porluguez menor laiom Cietaao Mari.as
de sea irm.
liliveram pasa-
... companhia de -,,a
senhora.
O esrravoH"rnabt:, I l.ppa e i ozia, biirera-a
putaa para o Rio de Jaua.ro. en. rurapanhia de
seu seiihur.
O pnrlugoez Dimingns Ju-e incaler Braga, la>
gil malo pira obter naaaaajaat* para a Fot ,p eaaa
.na familia.
A eicrava Forlonala, ohteve ponan., paca a Ba-
ha em rompa..loa de seu senlior
&Um'>
.
-. \ *t>.
ealral
.. r.qoez.. 0 VJ,,or jwnatnrgnai Pattaaaalla,
..li." honlem, Irouse-nn noi.cias da F.arona c
A le que man la contral.r, com que.nn.elho.es tmtntm ,Ui 11^,,,,,, .J7 s ,'. ,._ ,
antagon. tUTerecer. o clcamelo e e.g.i... de-la c- |,,dre, o,, e ,,. ,. .\, ,. ,,',,'",:-
eslHL le'r : l V *.PV0" "."'i'."" 1....."" ,,cm 'Wbenaaa caitas das .. tm. nafta?.......,..
estrada de ferro desla nidada pa-a a dnOlind.....u- HaaaAorga, de Landre, e de l.i-1,,.. ,,.c ...bina
cien deum. futura v.a l-.rea pa.a onn.le a le. que ,, 0 ,,un,e,.fg1.,ie '
manda contratar a Indura da Ira la de Uober.bee fte,.ha.na no,idade eilr.ord.na,., s. h,x dad-
de oulms lugares a pontea ; a ra-olneao que ronce- no ll.u c-mlmenle.
den ao sr. Lahaaliera o privilegio para a cm-lruc- | A, V1(,, ,lo lioeri, vor{,., aiM, nia .
cao de nm engenho modela; ...,,... n nal .r,.,c.-,o !, sid, preeurh, las. Acamara a .. d.|..u i -.
oreapava com o enjerga reai.vaiaenta aa Manea,
: cuja diusnaaga i lurava l.a 13 .1,..-.
As noticias da ll-.p mln ida la MI ni ana de .ale
dada a can.ala de taoianna para ronlralnr um ein-
prestimo para o melhorameulo to no daquetla n-
dede, (go me lulas d- ganda ultlilale para a provin-
cia, e ruja realis,n;at rabile lia de contribuir para o '
seu futuro destino,
F.illorei ni. durante a semana l pesso.n, sendo : .
13 homena, il mulhercs e l'i prvulos, l.vres; 2 ho-
mem, I mulhor e I prvulo, e-.-ravos-
sadas aprsenla um carcter particular c idntico, se diriga a ella, c n
lano as pessoas instruidas, como as pessoas igno- \ prio.
urna viva dor causada por queiu.adura e nlo par
oulra causa.
A pessoa com que foi fulla a experiencia das tete
peca de cinrii francos tem Iriata anno de ida-
de, bastante franzioa e do una inlelligencia mu
mediocre.
He casada e ro.ai de varios fillios. He com a rao-
llier de xinle e ttllo anuos, ja citada, a que apraaan-
tou os n.ai- exiran Jiuarios phenomenos electrn-hio-
logicos, e as mesmas experiencias furam bem suecc-
didas iguilmenle cnin urna nutra, embora nunca -
hvessein viilo. Eis-aqu. algn faclus verificado-
dianle de I. slciniinhas.
Esta mulhor se pos em dous minntos no cs|,,|o
eleclro-biologico. Foi intrnduida na cmara on le
se achavam nove pessoas. c onde recu-ara enlrar
quando eslava no seu estado normal. Foi-lhe allir-
mado que acariara eslava deserta, que eslava su
com o operador, que ella nao via e ue.n ouv.a se-
an a elle ; que, de mais, ,i ., onvia, quando elle
o quando elle fallava a si pr -1
re,'. Em Paria ata m han dnli mulante .,|ti,,;,
nolavel. A visita da gra.i duqut t:n.|aalino amia
era i prei,ccupar;au dominanl..
N mmenla cm que earjnvaanat eta Imi.a, m>
mu i provavel que a ronlenda caire i l'raa-.a ,- a
reprsenla umjp.apel, e mln
phv.ica, a anestlidia de lal nao sabendn ler nem escrever, de urna intellguncia engaa scienlemenle o uxperitnenladur e as leste- condites unn peca de cinco francos apanhou-a,
mediocre, mas leudo Indas as suas faruldades perfei- ; munbas'.' Esta objeccao he i.io natural que foi a pri- | levain'ou-a duas oa'tres potlegadas, e deixeu-a eahir
beber por agurdente. A evpern oca I... recm- t-
da cim maislorr, porem man m-lhor antas, X pes-
soa nao leva oulra r, spn| enao : he rota* ac i
De-I'.irle se apT8tt.il lm ijelo conlr In-lmim ceis de e,ern eipltcadoa.
A embriaguer I,. pr,, la/i 1a aataa vinv paj
bioiogi-ida-. Aa paasiaaa nalaagam. eTaaatram i
la -
da, asnn aanan a vi... Alainaana piioi.. t.s.i^ni
para qjaaj aa miada da ana in lada as dia,p,- Nlev-
r amanan.
I ni lape'e f raHanada no meio d rataara, a pas-
tea panta no estado rlsirira anilina lal anaalnaiaa
(>ara junio do tapete.
Eiaah um taanekan a*aajanl clli \tl,
o gel', e a nev ohra as l,trd.. n nata um b*
espetas; com lulo pnan. qat- polar., n-'.v li
l>e...
A peas ai as caHaeaa siir o tapete rom he-.
e molo. Pareca sentir nonata* I pas um. anae-
ria e-coriega lira.
ranle, que mi conhecom a existencia da electro- i '"Dorante toda a sessao, que dur.u mais de urna lio- |n~el" :''" ,m",i*"'*- ."."*' v" <" -
biologa, nem do magnetismo ; finalmente amnr'ra, ella na. parecen ouvir nina palav.a dnane na
parle deslas pessoas, i,nge de lerem podido obrar I dizia, c os seus olhos nao ene......aram orna vez
de coticerio na iniencau de engaar, nanease vi-1cora os de nenhnma dat nove pc-soas preseotea.
Kallitrara-lho, ptssarain-llio bi.sramePla l na..
liante us olhos, I.......or era .e-|, ,-ta. e, ,,"',- ",
VOCa pisca.lina d'olllos. .
1 i m a o,.., ,e. rnn* inlelli.-ente d que n a--an i 1-,
Alguemll.c lendulomalo a mi decliroiia, op. qua aaa aerapn. fu ragea para que irve...
rador que era sua. Eslava mais aturdida da que a tmara em liaba rerta m.-a t> rnl aue njnnaa>
m"r parte das nutras pe-.na- I i ,| ,gi-:,,| ( \ .Utf '
phytiouomi.i ja nao t.i.h iioilnli la e.
A ti .ndona la a -i mo-u.a. ficava ... ni rm > p % >,
sentada nn em pe, com .,- olho cr.,t., |,,. ., ,-, ..,n
i ponto. E-Uc-peiie de Inrpor riesapparce i de re-
pente, quan iu ella tm re-t.lu. la a seu e-' ,,,,r-
m il, eeiita i iiitiin; la la pul w: le 11 esta gcnle, vol-
lou o rosto, recusun muslrar-se, e se relugiou uu
aposento viziiil.o.
t.i--a'ni n. us algumas experiem -.
D :: tan .' i : I .-lite n'uiii c; .
Ci-aqm agua, mu fresca, eicellenie, be-
ba-a.
a pessoa I >11 .". agurdente sen, manifeslar nem
lorpreza, nem -en-icn pa.ticular.
Esta ,!g",i he boa ''
Sim, muito boa.
\ i, llir-... li ..i gusto algum extraordinario.'...
Ni.., |,o muilo boa.
rain. \li oulras provas. e mai- pudorosas, da rea-
li.lade dos phenoinenos eleclro-biologico.
Sele pojas de cinco francas foram colloradas em
pilha obre ama mesa, A passoa biologiaada nao
era rica, polo contrario.
Esl vendo esle dinhairo '.'
Sim.
Ouanlas pecas ha '.'
Cinco ou seis.
Ha solo... desejaria possui-las .'
Sira.
Pois b"m, sao suas. Dju-IIi i
nlia-lat. Dev.. preveni-la, que icabam
fogu ; eslau qutin.ando... Experinioiite...
A pesoa c-tendou a* raaos, apanh iu a pilha, e .,
largnu iiTirao liatamenle, e-freg u lo ..- p inta> dos
dedos, molhando-08com 'aliva. .- observan o allou-
lamenle ae a qaeimadora era visivel.
Qat tem .'
Ouemei-me um pouco.
Na,, pode apiulij. fsin iliin.eiro ,'
- Na..
Oulra passoa bioiogUada. qolzpanhar as mesmas
- t-l quebran i,
O pantui.iuii! ranada e .,... i.,j* da
' cxpr.nio urna njnjad i.
As pa.sa, li.olugi-lda- nan f-dara mailj /e
* um espirito de eppesicae
> -e resollar.
e poder apa-
ta sjlnr .lo
I m pouco depois Ihe fu aproacnlado a agua por minio noa-.
lena I /-] .. p ,rqae lite -ent nag 'aaivel 1,m r
f- m,--..i tap-le. B "' res.,tui#
le "n r- -p ,n leu lo a nm .le- lio. panta, rnartta
n |,|l. I do lapele omt -r ;i,la-.a ,|. (jn, ,
depois !n 'lid > -.- nn o\trl I,,r tt, ,!,-.*
-_ \| .;...-, ,1 i, :a,i, i. -. |..
Col',. : ni etll mi ,; ,
e pa. <.m angla a
,|e car- '
^ ... ,-to iruilo.
'" "b i....... I -a malaat,-
II, i .nala ajana craade | aa IfiJa
11;;.. I, ;, l,.uv > -t ,.... | i r,i i. c ,.
baila le bella, cen ven la
Sun. asan ven I \
mu gran le s,,|,,,- f,i iA :.
l-'.-ia ven la bem '
un. e-* ,,. ven !> rai.l.i l.ej'
Pu- bem, V i cell.tr re*,.
d, pat-cij be

I, I I I aaa..-. -------1 (a a r V en. .-. n 1 ,"" ,,u............. '" ,",-''.. ,, U.U.u.J x,,c,- U.U,,a.n ^..^.y,. ,atf IldtUIril ,|U, l,l| d |HI- l,.aillUU-lUHHS ll lie- IHIIItJinilS, lieill-U-H CltlH I .... pOUCO UCpOlS I NO I I .1 | I [| I P' 1 a J I I' r nillll'l HI-,
Du.aast, ene cujo complexo julg.ra dever fazer urna I x.-se pois que, se pide sar de grande inleresse I lamente i-.laclas; ca mnlher foi posta no estado I meira que se prescniou espontantamenta ao nosso1 sacudinda a mao rom os signaes mais yerdaJeiros de I agurdenle. O operador no. r.'.je eontngnir faza-la A pt-o,t caminhun dexagarinln r
a cerf.a.ra
DATA INCORRETA
ILEGIVEL


DIARIO DE PERNAMBDCO SEGUNDAPEIRA 15 DE JIMIO DE 1857
eanllo ile Neufchatel ja esleja deliuitivamcule ajut- t al aqu a entrada do parlamento aoi iiraellslai: o
1,1 i,.. A l'russia tonveio em retirar todas .1* soas re- bil Icm por objeclo modificar tambera as ootrai for-
cluaarct contra o projtcto decumpnsiriio humillado \ muas est-belecidas para o* juramentos de vasaallt-
pela l'ram;*, Inglaterra, Au disso renuncia a omina da indemnisacao de uin un- as anillas ctpretauea que nloriiiram inrompaliveis
linio de francos concedida pelo projecto. e approva- I cora o principio da liberdade mil e religiosa.
da pela Sulssa. Kmlim, dii o a Jornal do Commer-
cio de Lisboa de J, do paisado, <|oe as proposlas
relativas aos ajustes com nieufchatel foram pura e
iinplesraente aceitas.
i.iu nlu i queslao de Ilolslein-Luxemburgo, a Di-
namarca pela soe parte se mostr con,leseen.lente,
lencionaudo satisfazer na parle mais esseocial as
exigencias da l'russi. e d'Austri.i, isto lie, de con-
ceder inminente as Dietas, desses dous ducados a
^cuidada de dar o seo parecer a respeito dus nego-
cios das suas relaccs para com a Dinamarca estipu-
lados pelo Estado reunido.
No Paiz Ic-se o seguinte acerca dos negocios da
China
As ultimas noticias receladas da China, aonun-
ciam que reinava Iranqoillidade em Hong-Kong que
se acltava ao abrigo de qualquer ataque por parte
dos chim em consequeucia da chegada de reforcos
de tropas e da uavios.
O barco a vapor iitslez Sampson desceu o rio
Canto em 28 de marco. A posicao das forras n'a-
quellas anuas continua a ser a mesma. Os cinns na-
da empreheuderam contra oe nossos navios era cou-
Ira o forte de Teclo-Tum.
u Corra o boato de qoe se receiavam desordene
ero Maco e que os chins ameacavtm a cida le. Us
niandariuas quieram achar o meio de cxlorquir di*
ulteiro aoi indgenas que estilo ao aervico dos eu-
ropeos.
1 Cid jornal piemontez, o Espero,!) annuncia que
o governo resolveu mandar para oe mares da Chiua,
alera do ..Heraldo, a corveta San-Giovanni.
Dix-se que o governo dos Paizes-Baixos deva
lambem enviar urna einbarcaco de guerra ao mar
Amarello.
lima correspondencia particular de Londres,
do da 18, nos annuncia que acabavam da cheg.r
despachos de K. \V. Perry, eoosul de S. M. B. cin
Panam. Ja n'essa cidade erara sabidas as resolucoes
adoptadas era Washington pelo governo da Lmao,
c esperava-se de um momento para oulro. a noticia
da declaracAo de bloqueo. M. Perrx reclama a pre-
senra do almiraul* cuinmaudante da divisilo naval
das costas de America e do golpho do Meneo para a
proleccao dos iiiterettes inglezes.
Do Joinal do Commercio de aT de maio extra-
ernos o artigo seguinte acerca da qucsIAo entre as
cortes d Austria e de Tarn :
Alguna jornaes alleindes presislem em annunciar
o prximo reslabelecimento das relames diplomti-
cas entre os goveruos da Austria edo'Ptemonle, que
foram infelizmente interrompidas ha doas mezes, em
consecuencia do despacho de SI. de Bool, em dala
de 16 de fevereiro. L'm desses jornaes chega at a
dizer que o conde de Cavour zera em Paria e Lon-
dres declararles que nao permitiera dus i lar e da
disposicao era que e>se ministro se acha de tomar a
iniciativa de urna reconciliarlo com a Austiia.
... .As. Informaros que recebemos de Vienna e de
lurin infelizmente iulo coulirmam essasesperancas.
iNem M. deBuolnem M. de Cavour parecen)
dispostoi a lomar a iniciativa de reconciliaran, e,
com grande pezar o dizemos, as cousas esto boje
no roesmo ponto era qoe se achavam no fim do mez
de marco, depois da retirada do conde Paar, encar-
regado de negocios da Austria em Tarto, e do mar-
quez Cantino, encarregado de negocios da Sardeuba
em Vieuna.
Verdada he que se fizeram por diversas vetea
represeulacGei amigaveis aos gabinetes de Vienna e
de I urin, ora era nome da Franca, ora em nomeda
Inglaterra, para Ihes dar a cuuliecer os perigos de
oma'siluacao quasi hostil, que parece ameacar a paz
da Loropa.
Tambera lio verdade que os representanles da
Franca e da Inglaterra era Vienna, se prevalece-
r juuto do governo da Austria, daa declaraces
recenlemente feitas por M. de Cavour peanle a c-
mara dos depulados de Tarn, e cujo alcance fomos
os primeiros a fazer observar.
O que ii.lo deve ser aiaclo he que Mr. de Bour-
queney e air Ucorge Uamillon Sevinour hajam as-
seyerado a Mr. de Buol que Mr. de Cavour laucara
nao de lima occasiao que ha muilo esperava, para
manifestar o seu desejo dt urna reconciliado cora a
Austria, e a soa iulenriio de dar a' Austria as satis-
faedes reclamadas por esta potencia. Ainda urna
vez, o gabinete de Turiu nao esta' reolvido a dar
este passo.
As ultimas declaraces de Mr. de Cavour re-
"ern"'ea esles lrs pontos. O governo da SarJe-
nha he uin governo liberal e nao revolucionario :
O governo quer respeitar os traa.los e promover
os mlereises goraes da Italia, sera sahir desles li-
mites ;
O governo reprova enrgicamente a lingoagem
dos de|ialado>, que, esquiceudo o respeilo devido ao
sea carcter, ousaram calumniar cerlos soberanos
eslrangeiros.
lima tal linguagem he imprudente alem de
impropria, nao pode ter proveilo algum para o paz
e poderia compromelle-lo.
Estas declaraces mo silo novas na bocea de
Mr. de Cavour ; nao fazem sango icpruduiir as
conclosOs do seu despacho de lli de fevereiro. De-
pois de protestar contra aquelles qoe o accosavam
de nao cumprir as eslipulaces do tratado de paz
de Milao. o ministro sardo dizia ao roarquez Cami-
no naquelle despacho :
Ao passo que esloo deciduo a manler a todo
o cusi as instituiros que fazera a prosperidad* e
v a gloria do uoaso paiz, temos a firme vonlade de
cunfprir para coro os nossos vizinhns, em lado e
a por ludo, as obrigacocs eos deveres que o direito
das gentes e os tratados nos impoem.
Alem da iitlcrvencao amigaTel daa doas poten-
cias occideotaea alliadas da Austria e da Sardenha,
intervengo por emquanlo ineflicaz, mo ae tcm ope-
rado roodanca algaina uas disposices das duas cor-
tes ; a corte de Vienna persiste era eligir medidas
O juramento de vataallagem he o juramento de
fidelidad! que os meinbros do pailaraeulo sAo obli-
gados a prestar a rumba.
O juramento du supieraacia he una profitsao de
fe coulra a doulrina, tegando a qual us principia
eirommiingado* pelo papa ou pe corte de Huma
podem ser deposlos ou morios pelos seus subditos.
. I'ni.i oiiira parte do meamo juramento dirge-
se contra a intervine, .lo dos sol,ranos e dos princi-
pes etraneeiros na jurisdiccao acelesiaslica e espiri-
tual do reino. () juramento de abjrenlo he urna
profissilo da K contra oa Stuurts. O projecto de re-
forma apresenlado pelo primeiro ministro, lem por
objeclo lupprimir estas tres formulas de juramen-
os, subsluuiiido-se por urna nica, teduzida a for-
mula rousasrada pelo juramento da vasiallagem o
completa comas onlras formulas que podem ainda
ser apropriadaa as ideas aoa costuraes modernos.
lie evidente que a questao que diz respailo aos
jadees, he a nica qoe ollerece iiileressc poltico.
Como ja dissemos, o projecto de reforma uao
pode ullereeer conlradiccao cria na cmara dos com-
muns, onde a questao he ja considerada como prin-
cipio.
O verdadeiro e nnico embarazo nue lia a receiar
he na cmara dos lords, onde o principio desla re-
forma lem ale o preseute eucontrado orna forl on-
poaico.i)
DEhPACIIOS lili EXPhKTACAO PELA MESA
DlIClINSII.ADtl DESIA CIUAUB NO DA
l DE jimio DE is,">;.
Kollierdam Bteana luiiamle/.a eKipecolaolen,
Hrender a Hiau lis k\ C,, i(IU couros salir.id.is.
LiverpoolBarca ingleaa tiEonerdade, Paln Naali
A C, (i'iU saceos aaaacaf mascavado,
Lisboa Barca poiloguelu nMafia Jos, Manoel
lunario de Oliveira, :i!) saceos assucar rnascavado;
Jos Joaqom l'eres Soares, l cascos mel.
LisboaBrigai poiluguca "Pescadoro, Novaes &
C. lli cascoa mel.
Porto Brigie poitocuez a Trovador, Uezende
C, II] barricas assucar branco e mascavado, \>
saceos dito branco ; Prroca & Castro, U cascos
mel.
EXPOBTACAO'.
Ne-Orleaua, barca americana ullannak Thorea-
lon, de .j"H toneladas, conduzio o aeguinte :8,ltili
saacns com 40,8110 arrobas de assacer.
KECEI1I-.ORIA DE RENDAS INTERNAS tiE-
HAES DE PEKNAMBCCO.
Kendiraenlo do dia 1 a i>. 41:154^613
dem du dia 13. ...... 1:(il4s0i
19:7681655
CONSULADO PROVINCIAL.
lien,lmenlo do dia I a 12.
dem do dia 13.
32:4185511
1:2675280
:i:l:6859"9l
O limes declara que urna carta paillcu- PRACA DO KECIFE, 13 DE JL'NHO DE
lar de aples, com data de 10, menciona que 1857, AS 3 HORAS DA TARDE,
durante alguna dias se eolreleve naquella ci ia-' Hciista semanal.
de a esperanza de aerem renovadas as re,. ... Cambras.----------lomaram-se somraas imporlantes
diplomtica com ai Inglaterra; que lord Ca- j com a praca de Londres a -28 d.
rendon,-segando parece, havia manifestado a su
disposicao a este reapeilo, mae que as exigencias
por elle avancadas obitaram a'realisacao dessas es-
peranjas O rei de aples, diz a carta, fez
constar em Londres que, na soa opiniao, laes eii-
gencias involviam ama idea de inlervenrao, que
era mcompativel com a dignidade e cora os'interes-
ses de um estado iiidependente orna intervenrAo
opposla aos priucipioi professados pela nacao iogle-
za e contraria as precedentes declararos das poten-
cial ocridenlaes.
Noticias de Vienna de 12 de maio, ditera o seguin-
te acerca dos principados Moldo-Valaehlos :
Parece cerlo que a viagem de M. de l.arkcnba-
clier a Conslanlinopla lera' por objtdo uin fim po-
liticn, o de assegorar a Porta Oltomaoa o poderoso
apoio da Austria acerca do syslema da separadlo que
sustntalo os dous goveruos nos principados danu-
bianos.
De Conslanlinopla disparara despachos para o
conde de liuul. Nestes despachos, o barAo de Prokcs-
ch annuncia a firme intcne.io de se nppor por lodos
os meios legaes a'reunio Moldo-Valacha.
t Os gabinetes de Vienna, e de Londres e de
l'oiislaiiliiiopla, parecem estar deperfeiloaccordo em
se opporem a' reunido dos principados sub um i
chefe ; a seu ver, he por este modo que se podara'
estabolecer com estabilidade o poder cllcclivo e io-
berano do aullao, e ronsolida-lo por tal forma que
i.Ao possa ser derrubado nem substituido por um
chefe hereditario.
lie opiniao seral em Vicua qoe esta evenlua-
lidade nAo se po lera' realisar emquanlo as precita-
das potencias se conservaren) uuidas na sua poltica,
cujo fim he manler o stalu quo era proveilo da
Porla.
Cunsla-nos por canal seguro, que n'uma longa
entrevista que hootero leve lugar cora o conde Buol,
0 bar.i.) de Baurqueuey Ihe asseverou que as pala-
yras proferirlas (pelo conde Cavour, por occasiao das
invectivas de M. Brofferio relativamente aos com-
prornissos que existiam pig-a com as potencias com
as quaes haviam relacoes pacificas, nao linham eido
accidentalmente provocadas pelos alaqoes de M.
HioOerio, porem que o conde Cavour, lancando
mAo de urna occasiao qoe ha muito esperava, mani-
festara pelo menos indirectamente o sea desejo de
ama rccouciliacao com o nosso gabinete.
O conde de Bool leria declarado ao embaizador
de Franca que eslava inclinado a preslar-se a orna
tal reconciliadlo, do momeuto em que o sabinele de
1 orn promellesse mais directa e formalmente quo
para o futuro a iniprenaa se mostrara mais circoms-
pecla para cora a Austria.
Sobre o mesino objerto um jornal allemAo
annuncia de um modo positivo que, a pedido da
Austria e da Inglaterra, a Porta eslaria prorapla
a Fazer entrar tropas no territorio dus principados se
acaso a ordem fo-se abi uuvamente araeacada. Es-
cuado he ob mcl, porque mu dillicil seria achar a explicaego do
motivo porque a Austria e a Inslalerra leriain lo-
mado a iniciativa de una medida lao grava sem lia
verern de anlemao e-tabelecido uin~accordo cora
todaa as potencias que empreheuderam regular em
commum a questAu dos principados.
' ..
TRACA DO KECIFE 13 DE JI.NIIO AS
3 HORAS DA TARDE.
Cotaces olliciaes.
Cambio sobre Londres28 d. 60 div.
Cambio sobre Paria346 rs. por fr. (i d|v.
Frele para Liverpool"U "> 0|ti.
Descont de lellras10 O|0 ao auno,
Assucar mascavado escolhido jOOO por arroba
com sacco.
P. Borses, presidente inlcrino.
L. obourcq Jnior, secretarlo interino
CAMBIOS.
Sobre Londres, 28 d. a 00 d.
t Parla, 316 re. por fr.
Lisboa, 92 por % de premio.
Rio de Janeiro, 2 por 0|o de descont.
(a do vendedor.
companhia de He berilio 009000 por acrao
companhia Percambucana ao par.
a l'lih,ludo l'ahlic.-i, :ti> purcenloe premio.
Indemnisadora. til ide_-.
ra i-irada de ferro 20 por 0|0de premio
Diseonlo de ledras, de 10 a 10 por cenlo.
Acedes do Banco, 40 a 45 de premio.
Ouro.Oncas hespanhulas. .
Moedas de 6ai00 velhas .
a 69400 nuvaa .
45000.....
Prata.Pataeoes brasileiros. .
Pesos columnaries. .
*. meiicanos. ....
28J 285500
. 105000
. HcsdOO
. 'J5OOO
. 25OOO
. 29OOO
. 15860
ALFANDEA.
Rendimenlo do dia 1 a 12. .
dem do dil 13. .... .
173:2909118
19:8039473
193:0939590
restrictivas da liberdade da imprensa sarda, e Mr. Atajar* do banco 50 por canto de dividendo por con-
de Cavour continua a estar convencido de qoe a ac-
tual legislarlo he suflicienlemenle represiva, como
a Austria disso se poderia convencer se quizesse re-
correr, a eiemplo de inultos uniros governos que
mais do que oingoem presara a sua boura a digni-
dade.
Por eraquanto pois, nao ha indicio abura de urna
proximb reconciliarlo entre os dous goveruos ; pelo
contrario, cada um dalles conserva a sua atlitude e
a soa linguagem : a Austria porque nada conse-
guio, a Sardenha porque se nao julga obrigada a fa-
zer a menor concessao.
Todava, urna vez'que lauto urna como a oulra
se dizem animadas de um grande espirito de roode-
racAo e de conciliacao, he provavel que se ache um
meio de fazer cetsar esto conflicto, cujo perigo mis
assignalamos desde a sua origen.
No enlanlo, o goveruo da Sardenha permanece
na convirajo de que fez lado o qoe ao principio del-
le dependa para evitar, em seguida para aplanar
a pendencia suscitada pela corle de Vienua ; que
r-j.0i.1u lodos os meios coinpativcis com .1 sua dig-
nidade e o sen bom direitu, e que nada mais pode-
ria fazer sem faltar aos seus deveres, sem offender
as susceptibilidades acionae, sem decahir aos
ollioe do paiz e da Europa.
Nenhum incidente notavcl tioha (ido lugar em
Londres. A cmara dos comrouns se oceupava com
medidas deinteresae interno.
Na sassAo da cmara dos cummuut do dia 15, foi
approvada a morAo de lord |Palnierslon para a abo-
lieAo do juramento de abjura davj a entrada do parlamento aos depulados israe-
lutas. Apresenlar-se-ba, portanto, dentro era pou-
co um bil em que se determina urna nova formula
de juramento, supprimindo-se as pala.vras a f de
christao.
Eis aqui uin rtico que a esta respoito se I no
ujoorna! des Debis :
Lord Pulmcrston apresenlou ha pouco, na c-
mara dos commuras o bil que havia annuncia.lo pa-
ra a reforma das enligas leis que tem regnlado a for-
ma do juramento poltico. Fcil he de ver qoe o
projecto de reforma he mais ampio do que era de
suppor : nao lem sraeule por objeclo abolir a for-
mula lAo sabida a f de christao que tem vedado
prara
por 15 a 60 d. v., e algumas com
prazo a 27 3[4 a 90 dias ; e sobre
Pars a 316 rs. por frauco a 00
dias. 0
AlgodAo-------- O mercado eiteve mais animado.
vendendo-ie de '/-jSOO a 79900
por arroba de primen,1 sorle. En-
traran) 747 saccas.
Assucar-----------Couiinuoii a procura, vendemlo-
se o branco a segunda aorle a
59400, lerceira boa :,;JIHI a 59300,
regular 1^800 a 50 ; quarla I9COO
a 45800, ,e somenos de 45300 a
IJiOO por arroba. O mascavado
Lisboa vendeu-se de 4t00 e
49150, o America de 399UU a i?,
c Canal de 3j"O0 a 35SUO por ar-
roba. A entrada foi limitad*, e o
deposito esta' muilo reduzdn.
Couros------------Venderam-sc a lio rs. por libra
dos seceos saleados.
Agurdenle Tem-se lomado escassa e lem ob-
lijio 1155000 por pipa.
Bacalhao-----------Nao livemos eutrada e o deposito
esta' reduzdo a 1,000 barricas,
tendo-se relalhado a 178000.
Carne secca- Tivemos dous carregamentos ; um
do Km Grande com 10,000 arro-
bas, e oulro com 12,000 arrobas
de Buenos Ayres, que eilAn em ser.
Existiam ti.oiltl arrobas de Buenos
Ayres, que foram vendidas de rs.
594OO a 5500 por arroba.
Farinhade trigo-A venda foi diminuta, regulando :
Ipecacuanlia............ 1
Lenha de^acliai grande)......ceulo
pequeas.....
larva....... 0
PranchOes de amarello de 2 costados uin
i> louro......... i>
Costado de amarello de 35 a 40p, de
c c 2 i .1.1 de I......,
>i de dito usuaes....... a
Costadiubu de dito........
Soalho de dito........... u
Forro de dito........... u
Costado Je louia.......... B
Cosladinho ,le dito........
Soalho sltxlit.,...........
Forro do dito........... n
" cedro ..........
Toros de lalajuba.........
Varas de pereira........ .
o aguilhadas........
a quiris..........
Em ubrai rodas de sicupira para c.
cixos 1) B
Mel...........
Milho.........'.'.".'..'.
Pcdra de amolar .....'. '. '. '.
lillrar..........
rebolos.........
Piassava em molhos........
Ponas de ioi.....
SabAo...........''.'.'..'
Salsa parrilla........,
Sebo em r.ma.......\
Sola ou vajueta....... ,
Tapioca..........'
I ulias de loi......,
Vinagre .....
Venus, cap. Hi- ^1 llordeiros de Caetano dj car-
quintal
duzia
par
caada
alqueire
urna
i)
o
. om
ceulo
A
325000. Rio de Janeiro. Baica porl.
25HOO beiro ; carga, 150 pipas, 48 meias ditas, 7 barns i vallio liapo/o
I5OOO e il5 anrorelus de vinho, 43 pipe e 15 Inrria vi-1
II5OOO mere, 60 de a/.eile. 108 de carnes, lOOmoiosde
2i500|tal, 00 aneoretaa de aieilonas, 111 barricas de al-
I85OOO pista, 100 aaccoade farelloa, 100 de raiide*, e varios
gneros e Diercadorias.
santos pelo llij de Janeiro.Barca lubeckeza
al.ubas, cap. Juhnson ; carga, 650molos de sal.
MsranliAo. -- Barca hrasilcira ul.usilania, cap.
Maia ; carga, 119 pipas, 10 meias ditas, l(i barus e
80 aurorlas de vinho, 15 pipas, 34 meias ditas e 20
barrs de vinagre, 110 barra e 10 aucoretas ile asal-
te, til barra de carnes, e 80 de Uoclnho, 55 calas
de cera, 30 barricas de farinha, 3 de erva-doee, |n
de cevadiuha, 40 caitas de ceblas, II voluntes de
coniiiiho-, 230 de btalas, e varios gneros e mer-
cadorias.
I'ern imbuco. Barca porlugaeza GralidAo,
cap. ", -1 ni 1 ; carga, 18 pipas, 8 meias ditas, 1|| de
pipa, 163 barra e20 aacurelaa de vinho, 7G pipas,
21 meias e 10 barns de vinagre, 170 de azeilc, 203
de caines, 135 de loucinho, o de pene, 210 volu-
mes de batatas, 13 barricas de erva-doce, 50 de fa-
rinha, 20 de eera em grumo, 30 caiaa de ceblas,
12 de cominhos, 200saceos de semeas e varios gene-
ros e meicadorias.
Brigue portug. Conslanle, cap. Res ; car-
l'l l.alilli:
3O5OOO
119OOO
!>5000
79OOO
I5OOO
8>000
69OOO
53OOO
-25500
33OOO
l52f(0
I56OO
19930
15280
265000
ISoOOO
9200
33200
Ot'iO
69OOOI
58OOI

mcie
i>
cento
pipi
8200
45200
9120
I99OOO
65OOO
358OO
35200
1*300
305000
BULLETIM.
LISBOA 29 DE MAIO DE 1857.
'rei-os arrentei do gnero de importarte 4o
AlgodAo ib Pernambuco .' .
Dito do Miraoho c Para. .
Assucar di-IVi uaubiico branco
Dito mascavado.........
Dito do Kio de Janeiro n,'
Dil" da llil ia b........'
Dito dito mascavado. ...,"'
Dito do Jara bruto ..... i .'
Agurdeme de canoa do Brasil'.
Arroz .lo.MaranbAo e P. ord. .
Dito ditumelhor........
Dito dito superior ...,."
Cafe dn Hi primeira sxirte, ."
Dito dil,. segunda dita. .
Ditoditi, erceira dila ...'.'.
Ditodilo tscolha boa. !
I'il" da Babia.........
Cncao da Baha.....'.'.'.".
Cravo do Muniiihao ,
Chitas pequeos dj Brasil'." '.
Couros secco; da Babia. .
Ditos salgados do Marauhao. '. '.
Ditos ditos di Peruambuco
Ditos ditos da Babia.....
Cominhos......
Erva-doce. ...
Mellaco......''.'.'.'.'.'
Oleo de copahiba......'.'.'
Ourucii.
100
25700
25200
19900
2560(1
I59HII
25100
165
39300
25O
29200
29800
29300
252(10
701000 755000
4?i(M) 45800
55OOO
55800
35200
298OO
29400
15600
25600
35700
100
55100
65OO
35100
25900
25500
15700
25800
35800
180
M. 405000 5O5M10
a de Baltimore 168 a 175 rs., New Salsa parrilha Saldaren).
Orleans de 195 a 209 Philadel-
phia de 205 a 22?, Richmond de
225 a 215, e Trieste de 219 a 279
rs. por barrica. A existente sobe a
5,200 barricas da primeira, 1,400
da segunda, 4,000 da lerceira,
3,tOOdaqDirta,e2,800da ultima,
lolal 19,500 barricas.
\iiibos Vendeu-se um carregamtnto de
Barcelonaj acerca de 2709 pipa.
Descont-----------(. inlinuou a deseontar-se de 10 a
11 por cenlo ao anuo.
Frels ----- Do assucar para o Canal carregan-
do nos portos prximos a 35, e para
Liverpool a 30 ; e deste a 25, a do
algodao a 3|8.
Tocaran) no porlo : dous vaperes.
Entraran) : dous navios com carne secca, 4 com
fazendas e gneros europeos, 2 de cabotagem e 3 em
lastro.
Sabiram : cinco rom carregamenlo de gneros do
paiz para portos eslrangeiros, em lastro e I de ca-
bolanem.
Picaran 110 porto 54 embarcarles, a saber : 1 a-
mericana, 21 brasileira.s, 2dinamarqnezas, 2 fran-
cezas, 0 hcspauholas, 1 liollandeza, 14 inglesas e 7
porluguezas.
PAUTA
dos presos rnrrcnles do assucar, atgodTta, mai*
fueras t proiucfdet acionae* liite se i'pa-
cham na mesa do rnnsulado di l'ernamburo
na semana de 15 a 20 de junho tlsf 18.57.
Assucar branco.......i,
mascavado..........1 0
refinado........'Ia
AlgodAo em pluma de 1." sorle ;
2. o a
cni enroco.
Aguas ardenlesalcool, on espirito
d'
de cacl
i) de caima
dtslilada e do reino.
19600
3*800
59760
79900
"9500
70*00
19975
a'aguaxdenle. Icanadu
cachaca '.....| .
Genebra
.......
Licor ........
........
Arroz pilado. .
em casca .
A/.cile de mamona
mcndobiin e de coco.
a b de peixe
Aves araras
papagaios ,
Periquitos.....
..I.

Descarregam hoja 15 de junho.
liare* (rancezaCarlbagenemurcadorias.
Brigue dinamarquezMaragenebra
Escuna dinamarquezaMargarethe mercaduras.
Pktarho hollaudez Eapeculante- -o resto.
Polsca hespanholaPaolavinho
Vapor inglezCeltmercaderas.
IMPORTACAO'.
Brgue nacional ConceisAu, viudo do Rio Gran-
de do Sol, cousiguado a Manoel Alva Guerra, ma-
nifestou o seguinte :
9932 arrobas de carne do charque, 42 ditas de ce-
bo em pellei ; a ordem.
CONSULADO GEBAL.
Kcndimenlo do dia 1 a 12. ... 49:663.-085
dem do da 13....... 1:793)510
51:4569595
DIVERSAS PROVINCIAS.
bcndimeiilo do dja I a 12. .
dem do dia 13.......
3:0419670
92/234
3:136-9904
Bolachas......... : .
Bisroitos.........L ,
Cacau..........J ,
Cachimbos........L .
Caf bom.........L .
em grao reslolho J ,
com casca......1 .
moido........;. .
Carne secca.......I. .
Cera de carnauba em pao, .
em velas......L .
Charutos bons......1, .
ordinarios .....
regala e pi mor .
Cocos seceos....... J .
Couros de boi salgados I. .
1 seceos ou espixadps.
li'l'its........ .
' de onca...... .
1 b cabra corlidus'
carnen... .
Doce de calda.....
goiaba ....
secco ......
jalea .......
Espanadores grandes. ,
pequeos,
Esleirs de preperi. .
Estopa nacional ....
eslrangeira, mao (|'obra
Farmli.i de ararula. ,
b milho ,
mandioca.
FejAo.........
Fumo em rolo bom ,
o ordinario .
o cm tulla bom. .
ordinario .
reslolho ;
Gcngibre........
Gomma ........
1 caada
[ bolija
I caada
I garrafa
arroba
alqueire
caada
o

una
um
mlheiro
arroba
. o
o

9850
56OO
9800
5800
5800
9210
5800
5210
.39200
25000
I95OO
15110
13600
IO5OOO
39000
15000
09I2O
95OOO
59500
49OOO
58-506
40000
49>00
Dita dila Gurupa'. .
Dila dita Rio Negro......
Tapioca.........
Vaquetas do Para'. ...*..'.' .'
Ditas de Peruambuco. ....".
Bxporiaeho.
Azeite doce.........
Agurdenle........
Bauba do porco.....'.
Btalas..........'.'.'.
Ceblas........
Cera brauca em grume. '. ". '. ',
Dila dila era velas.......
Carne de vacca ......
de porco.
Chouriras........
Figos ........
Farinha de trigo.......
Manleiga de porco.......
Paios........
Presuntos .....
Sal.....,....'.'.'.'.'.',
Touciuho ....!."||
Vinho branco......
Dito linio......".'.'.'.'..
Vinagre branco ...'.' .' ,' "
Dilo linio. .

p
B

ama
a
247
237
232
232
39200
29
217
242
237
29500
3500
409000 485000
405000
100 150
IH5OOO 179500
109000 125IHMI
89OOO IO9OOO
29HOO 25600
29900 39100
2900 25000
alm. 3.5600 3J650
p. 3109000 3309000
55100
560 600
440 450
400 440
400 440
115000
285000
45W0
ga, 47 pipas, 27 meias ditas, 119 barns e 26 cai-
xas de vinho, 21 pipas, 30 meias dilas e 60 barns
de vinaere, 194 de azeile, 227 de toucnho, 279 de
carne, 25 barricas de farinha, 310 volumes de bata-
las, 154 de cera, II saceos de cominhos, 51 caixai de
ceblas, 440 saceos de farellos, e varios gneros e
mercaderas.
Rio de Janeiro.Barca porliiueza (illoilenciae,
cap. Silverio ; carga, 163 pipas, 4 meias dilas, 1,194
barris e 30 caixas com viuho, 53 pipas, 75 barris e
4 meias pipas coro vinagre, 3 pipas e 326 barris de
azeile, 140 barris de carnes, 50 de crmor trtaro,
10 de carvo animal, 1 caixa de cara, 60 saceos de
feijao, 600 barras de chumbo, 150 saceos de semeis,
e varios gneros e mercadoriaa.
ENTRADAS DA BARR.
12 de maio.Vapor Coma Cavour, seguio para
Genova a 14 : Rio de Janeiro.
13Galera porlugueza Saudade : dem.
2iBngoe porluguez Llialll: Peruambuco.
uBrigoe porluguez a Eaeanlador : dem.
Brigue porluguez Viajante a : dem.
26Brigue porluguez S. Manoel I, dealina-ae
para o Porto, arribou com a verga partida :
dem.
27Brgue porluguez a Boa-Forlana : Baha.
Palhabote porluguez Amelia : dem.
SABIDAS.
12 de maioBrigoe porluguez Tamea : Mar-
ohao.
Patacho porluguez Josephioa : Babia e Co-
linguiba.
13Brgue hamburguezo Georrc Krell : Ro.
Barca porlugueza a Flor de S. SimAo : Per-
namboco.
IIBrigue porluguez Conceirao de Mara : Rio
de Janeiro.
15Patacho porluguez Liberdade : Maranhao.
Vapor inglez Medway ; Rio de Jaueiro.
16Barca porlugueza Venus : dem.
19Barca lubeckera (Loba,! pelo Rio: Sanio'.
28Barca portoguea Gralidao : Peruambuco.
NAVIOS A CARGA.
Rio de Janeiro.Brigue porluguez Clara.
Brigue porluguez Tres IrmAoe.
Babia.Brigue porluguez D. Anua.a
Brigue porluguez Destino.
Itriaue porloguez Industria.
I'.Hacho ponuguez uAmelia-1.
Pernimbuco.Patacho poriagaez 1 Maria Ignez.
Brigoe porloguez Laa III.
Para.Brigue porluguez Ligeiro.
Maranhao.Barca porlogoeza Flor do Mar.
Cear por S. Miguel.Brigoe porluguez Restau-
rador.
21; Ditos de Anna Joaquina da Cou-
ceicnn
-Jb Ignacio Luiz de Unto La borda
30
32 Jos da Silva Moreira
31 Francisca Thomazia da Concei-
cjo tintilla
36 Miguel .Iri.imum da Cosa
40 Antonio L. Gonralves l'orreira
42 Luiz Gomes Silverio
44 Ilerdeiros de Manoel do llego
Lima
46 Catharina de Sena das Virgens
48 Anua Lourenea Real
50 Antonio Moreira Iteis
52 Ordem lerceira do Carmo
51 Irtiiandade do Sanlissimo Sacra-
mento de Santo Antonio
56 Luiz Gomes Silverio
58 Maria Joaquiua da CouceicSo
60 Patricio Jos da Silva Sataiva
62 Jos Joaquim Pereira do Mon-
donga
64 Autonio Joaquim deSouzaKi-
betro
66 Francisco Tavares Correia
68 Antonio Joaquim dos Santos
Andrade
72 Viuva Jo3o Fernandos Vianna
74 Antonio Ignacio Rodrigues Ma-
chado
76 Maria Ignacia Real
78 Filbos de Manoel Jos de Bas-
tos e Mello
80 Antonio l'crnaudes Vcllozo
82 dem
'i -' l de maio de 1x ,7 11 *,,. 1 ,
4I,0 Clausulas eapec
JS para a urrernaa.:...
?5.UO0 !. A ronclu.io do raio do Mil da r. ',.
i,ooo detenc.-'u, constata naa obru diaeuu, '
AiiionioJosu Rodrigues da Silva 25,200 orcamcnto.nn valor de K4Wg7?w7s
30.000 2.. AS Obras sero roniecadas dentro ,1.
um mez, depois da as.Mi;natura do Icran o>
30.0001 arrcmaUcau, e concluida uo razo de tm
70,350 anno.
45,000] 3.. O arremalante na cxecuc.5.. dos Uaa
46,800 I Utos guiar-se-lia pelo que se acl.a I ,(.,,;
, ralo do norte, e observara m ludo a.
50,400 cr.pcocsdo engenl.e.ro que UaUMci. ui .,
16,200, l>ra. "
16,20o Os meslres empreados na obra ~,
21,60o1 da approvocao do mesmo engonheuo'
21,6001 5.* arremaUnle sera obrado a recel-i
[pelos precos do orcameiito, toJv o material
, existente nos depsitos da obra. desconUu
do-se o seu valor da importancia da prime,
ra prestacio. r
21,600
18,000
18,000
21,600
M

@
B ts.3600
Londres


Pars.
Genova
30 div.
('<< div.
idpi.
IO0 dpi ,
3 mpl.
Cambios.
duz.

moio
a
PliOiOOOH-sOOO
1403000141^000
5I3000 60MMK)
569OOO 60-J0O0
15100
89SOO
5; i 00
19100
43500
3jtiOO
49100
msterdam 3 mpl.
Hamburso :i mid.
8 :l|v. ".
Madrid
. 53 :l|S
. 535.
. 533
. l -">|S nom.
'i~ I,i ora.
.050
F'undos.
3 p->r cento
Ioscriprr.ps ,i.
Gonpona ,
Divida deferida. ] '. '.
llanco do Portugal. .
Dito do Purto ....
Caminho de ferro de leste
n Melaes.
Pecas de Sjoon.....
Outas bespanholas. .' ,
Ditas mexicanas. ,
Agolas dos Estados Luidos. .
atacas bespanholas .
Ditas hrasileiras.....
Dilas meiicanas. '
Vlnle Tranco.......
Cinco (raucos. .
ADITAMENTO;
Pruja de Lisboa em 30.
3 0|0aheulamenio.....47 l|417 3i1
3 0|0Coupons.......46 1|247
Divida diferida.....: 2829
Ai-cocs do banco de 1'nrlugal. 552/5559.
Dilas do banco do Porlo 2103250-,
olas do banco de Lisboa. 4?7'JO4?795.
jfcoymtrmu 90 po*-***
ti
17 l|2 a 48
46 3)4 a 7 I
an 1, 1 -. -j..
518 a 5509.
2133 a 2iK>
80/000 a 819
8!H>20 89OO
15JI00 159260
14*850 113300
1K950 189550
970
963
960
370
895
960
955
950
38530
885
ESTADO DO MERCADO.
De 12 a 1.8 de maio.
Algodao.-IIa falla, e as vendas sao limitadas :
-braceas chegadas de Pernambuco eslao ainda em
Arroz.Pouea animasSo, entraran) 3,208 saccas,
aa exislenciai orcam-se em 10,000 a 12,000.
Agurdente.Em apalhia.
Assucar.-Enlrarara 330 caias, 359 barricas e
iMJj. saceos : as vendas sao muilo escassas, recu-
sando os compradores daros preros colados, tndavia
emita can n.l.ni.J..__. .
cenlo


cento
.
u
Lm
imaginaria sem a perder um s instante de vista,
parou, estendeu aulomalicamente a mao, colbea no
vacuo orna cereja r comeu-a.
Corno a. h .-,-. '
NAo muito boa.
l'ire ouir,- mais maduras. \ secunda cereja
fui adiada melhor, a pessoa romeu Ir-, limpandu
a bocea com as coalas da mao depois de ler acabado.
O aclo da degluli$lo, os carnees regeilados, todo foi
de urna verdade quecausava" IISMat.
Citemos agora um faci excepcional.
l'endu tentado a valo da cerejeira com urna roe-
niua de dessete aunos, posta no estado biolgico,
ella vio mu ditliuclamrnle n objeclo indicado.
Esla vendo a cerejeira f
Sini (o cilio nao deixa visan.)
E as bellas cerejas de que esla' carreuada '.'
Sm.
l*ois bero, como gusta, va' colhe-las.
Nao.
Porque nao '.' Eslas sao deliciosas, prove-as.
Nao.
Ella nao se moveu do seu lugar. Dar-se-haraso que
tivesse o senliraento de que o objeclo, que via nao da e levon a m.ii
era real.'... He provavel. Em apoio disto, cilare-
mos esle oulro fado. Tendo feilo apparecer a urna
m.i sua nihiuha, ella vio-a disiiuclamenle, e com
SlocMd,
ella...
Ima Igolha fui enterrada mu prnfundainenle
ueste losar em manifestacSo alguma d dor. P-
cou-se levemente o tiraco u'oolros lugares ; a dor era
vive.
Nao sera'Jalo a explicarlo da meneibilidade do
signal do diabo nos feiliceiros da ilarie media 1
Antes de restituir ao braco paralvsado a tua sen-
bihdade e llezibilidade, collocou-se em cima, en-
tre o punhn e o wlovello, nra peso de vinle e duas
libras, qoe foi toppnrlado sem esforco apparenle.
A experiencia inas extraordinaria"foi a seguinte :
A pessoa foi roborada na exlrcuidade o junio a
um biombo, em p, leudo o biombo sua direlU.
"Ihe de lado, Ve alguem por lra do biombo 1
neo, niii'jucm.
lodavia at ,0 acha alguem invisivel, e que me
oueaece. Val receber um violento bofetao sobre a
(ucedireila. Itcara aturdida. Esleja immovel. Vou
senlar-me la emba.xo n.quella meta. Darei ires
pancadas, e, na tercena pancada, recebera o bofe-
Nji lerceira pancada deslcchada sobre a mesa com
o cabo .le om caivete, a pessoa tui atoada para ban-
fa-e, imperando como dcbaixo
ellclo de um choque. EiUva aturdida c luui
proca distancia da porla
59500
iojooo
129000
i 3700
5S00
29500
23500
8310
9350
9220
159000
3380
3380
9 00
320
6800
S610
2>oo
13000
9200
19(XI
I9OOO
@ 33500
38800
Alqueire 25I0O
alqueire IO-5OOO
9p6O0 I es,' s3 su ' l"aIn^M ei'ne', l'je 28 de manha, em
"s :"2j0ci,,a53 fei*es,100 barricas e 30,000
Cafe.Apenas entraram 77 saceos, vendas iosig-
nilieanle, tanto para consamo, como para reexpor-
tar, existeucta cerca de 3,500 saccas.
Cacao.Nao ha vendas no pouco que ha apenas
da l; .hia. '
Coi ramaPrecos nominaes por falla de ven-
da.
i oblido 48-3000
-Pouco on nada se lem
urna
a,
JP
alq.
II3OOO
73000
I MKkJQ
109000
75OOO
29000
2350O
Foi conduzida, com lima mao sobre os olhos,
junio a qual eslava aberto
Uh sim, diste ella, dijereis que he e
llavia pois coiisciencia do erro.
\ oltemos a primeira sessao.
O braco da pessoa hiologisada f.-i descoberto c es-
tendijo iK'risoubluienlo,
Seo braeo, atia' inleiricado... Tornoa-ee in-
ensivl, como j, |he nao perienceiido .. Ja nao o
sent... E-la nimio... Ja no o postor... He om
pedazo do pao lujado a ,eu hombro... Soule que cu
o estou locando INao.
Nata e-ta lo, o braco foi picado at sabir sanjue.
por varias ve/es, com una ,agulha t com a [unta
aguda de um caivete, sera quo a pessoa manieslas-
se mais sensacao do que urna eilalua. 1 m medico
us'iatio a experiencia.
lutro lirado picado mili levemente se coutralii,
todas as ve/.e.
I raa pequen.i mancha vermellia moolron-se so-
bre este braco a' pessoa biolottjsada.
Esla veu lo esla pequeua mancha .'
Sin.
lie inseu-sivel. v visla desla mancha o sea
briSo la morto l'oie-se enlerrar uuia Iglh| tem
que Muta cou>a t-lgunu. 5
cimo lu^ar,
do
abalada.
ue lem '.'
Ucrani-ine com muiU torca,
lu bofclio .'
Si 111.
Na vio qiur.i Mo deu .'
iiuvo o etlrrpitu .'
Sim.
lima .las leslemanhas c colloeea no m
junta a i biombo.
Esla vendo iquelle senhor.'
Sim.
Recebera lambem um vilenlo bofelao d ler-
coira pancada quo cu rtesferhar. As tus pancadas
foram destechadas Como precedentemente.
Ou- 'a algoma coosa ?
Sim, cuno se alguem balean una rujo na
oulra.
Donde julga que provenba ele estrepito '.'
'algo '1.....1 tenhor receben um bofetao.
Foi pergaull o a pestol biologisada queuirineria
ver apparecer entre as pessoas moras que imita
ainado.
Malta irnia, respondea ella depois de breve
instante de rellexao.
Pois bem, Ira ve-la.
o biombo, vollada part esla porla :
Levaiil< os olhos, eis-ahi sua rmaa, all, con-
tra a poru, ao p do biombo... veja-a...
Alelaso Algum mperior [ei
roio.
Ourocu' c sala parri
feilo.
Azeile.Continua h.iver pouca concurrencia, e as
vendas a serem limitadas.
Sal.O prero da nona ultima culac.io veio a
.I30OO rs., e mesmo assiin as IrausaccOes sao es-
catsis.
Vinhoa a vinagre.Os preros ronliniiam firmes.
EMBARCACO'ES DESPACHADAS.
-Maraonao.Brigue porluguez Tamega cap.
Leal ; em lastio.
Kio de Janeiro.Brigoe hamburguez George
Krell,., cap. krell; corga, 600 moios de sal, 236 cai-
xas de ceblas, e 82 dr hlalas.
Maranhao. Patacho porluguez e Liberdade a,
cap. Silva ; carga, pipas, t meias ditas, e 10 bar-
ns de vinho, 30 pipas e 20 meias de vinaere, 35
barns de corno, 70 de loucinho, 300 barricas de
farinha, 21 de lominhos, 200 molhos de ceblas, 19
volumes de sellas de cera.lS de drogas e varias mer-
ca lorus.
Navios entrados no dia 13.
Kio Grande do Sul25 dias, brigoe brasileiro oCon-
ceicao, de 102 toneladas, eapilao Joaquim Fer-
reira dos Santos, eqnipagem 12, carga 9,918 arro-
bas de carne secca ; a Manuel Alves Gueira.
Pertence a l'ernainbuco.
Kio de Janeiro25 das, brigoe inglez i'nreilwic-
Icd. de 206 toneladas, capillo Charles Doy, equi-
pagem 9, crga lastro ; a N. O. Bieber. Perten-
ce ao porto de Ipswich.
Navios sabidos no mesmo dia.
Canal pela I'arahiba Barca Ingleu Mitlloe, >
de 523 toneladas, capitn II. I. Sturmev, ei|uipa-
gem 14, carga lastro. I'assageirvs, I u ,inr-,,n l'a-
ler, I. A. V van l,den, sua senhor,. e um li-
bia, II. i.. V. /.evl Koahmon, I. C. Saar, I", van
l.antors le.
60,000
18,000
18,000
25,000
21,600
18,000
14,400
25,200
27,000
21,600
84 Marcelina Rita Maria de Oliveira 21,60o
86 BenediloJos Duarle Sodriui
88 Justino Pereira de Aladrado
N. 1 Antonio Francisco Pereira
3 Manoel Gonrjalves Ferrcira da
Silva
5 Joaquim Bernardo de Figuei-
redo
7 Viuva de Manoel Felll da liosa
9 Ilerdeiros de Anna Joaquiua de
Jess
11 Moiisenhor Francisco Muniz Ta
vares
13 Filhos de Jos Pedro daSilva
15 dem dem
17 Antonio Jos Gomes
19 Intimidado do Senhor Bom Je-
ss das Dures
21 Claudina Martinha do Sacra-
mento
23 Anna Joaquina da Sania Cruz
25 Viuva de Manoel Gomes
27 llenrique Jos dos Santos c ou-
lro.
31 Viuva e herdeiros de Jos de 0-
liveira
33 Filhos de Jos Maria do Jess
Muniz
35 Manoel Ferreira Antuues Viilaca 12)600
37 Victoriano Jos de Souza Tra-
vasso
39 Viuva e herdeiros de Joaquim
Jos Loureno da Costa
41 Ilerdeiros do Jos Goncalves
Ferreira da Silva
43 Jos Fernandes Baslos
45 Jos Joaquim de Lima Jnior
47 Manoel dos Anjos I'erretra
49 Francisca Thomazja da Concej-
ero Cunta
51 Joaquim Canulo de Santa Anna
53 Manoel Joaquim Rodrigues do
Souza
55 Herdeiros de Jos Maria de Je-
ss Muniz r> 600
57 Francisco Antonio de Oliveira ls!ooo
59 Antonio Jos KodriguesdeSouza 21 600
61 Mana Theodora da Assumpco o.,.i
63 dem
65 Jos Goncalves do S
67 Filhos de Manoel Ferreira Di-
DiZ
69 Maria Theodora da Assuaipcao
14,400
18,000
66,600
61,200
21,600
21,600
36.000
44,000
2t,6C0
21,000
21.600
18,000
30,600
77,400
21,600
64,800
44,000
30,000
27,000
19,800
18,000
21,600
21,600
10,800
10,800
18,000
18,000
27,0U0
27,000
27,300
6.- A importancia da Cobra sera devidid.
em quatro presuees iguirs, realisadat na.
pocas eslaelecidas no art. a da le n. _*
7. Tulo o mais que se noachar aqu di
posto, sera regulado segundo as aliapi.lL .
da citada le------Coiilurine, o secreUrio A. I
da AnnunciafSo.
Olllm. Sr. inspector da tbe-.ourr a
provincial, em cumprimento da resolucOo 1
junta da hienda, manda finar publico, qu.,
no dia 25 do cerrenle, se ha de arrematvr
quem por menos lizer as impresset dos te
balhos das diversas roparlicOes pubcaa pro-
vinciaes, avahados em 3-5009 rs.
a srremaUCaSo sera fetU por temro de um
anno, a contar de 4. de julho prximo vm-
douro. ao ti m de junho de 1858.
As pessoas que se propozerem a esla arre-
malagao. comp.recam na sala das scsses da
mesma junta no di. ,cim. indicado, el
meio da competentemente habilitada
t para consUr se mandou anixar o a
sent, e publicar pe|., Drjo. *'""r "rt
Secretaria da thesouraria provi:,ci.l do
Pernambuco, 9 de junho de 7 ,, ?,
tarto. A. F. da AnnunciaQSn
UAPPA demonslralirn Tagua i/ue leve o banco a>
barra de ______ finda.
o j
Nominaco
dosdias.
Domingo ,
2.^ feira.
3.' feira.
i.' feira. .
5. feira.
l.-' feira.
Sahhado ,
Preamar.
15 l|2pcs ingl.
16 a
15 1,
18
15
15
15
Baiv.i-rr.ar.
II pe inglezes
101|3
II
11
II1|2 >
I1I|2 u
12
Observadlo.
Nosdiflcrenles ancoraduurns do porto oscillou o
baia-mar de 14 e 20 a 15 11-Je 21 l|2 pos inglezes,
e o premiar de 21 e 29 a 22 e 30. Em 13 de junho
de 1857.Jos Faustino Porlo.
I
27,300
21,600
allixar o pie-
O Hli. Sr. inspector da thesouraria
provincial, em cumprimento da lei, manda
convidar aos proprielarius abaixo indicados,
a entregarein na mesma thesouraria no pra-
zo de 30 dias, a contar da primeira publica-
?5o do presente, a importancia da quanlia
com que devem entrar para o calamento
das casas da ra das Cinco Ponas, conforme
o disposto na lei provincial n. 350. Adver-
llndo que a falta da entrega voluntaria ser
punida com o duplo das referidas' quotas,
na coBlbrmidade do artigo 6 do regulimen-
to do 22 do dezemhro da 1854.
N. 2 Jos Claudino Le i le 91,800
* Padre Luiz Jos de Araujo Bar-
hoza. 28,800
6 l-.stev.lo Cesar Lima 18,000
8 Herdeiros do Francisco Casado
Lima 25,200
10 Manoel Antonio GoncMves 36,000
12 Jo5o Chrysostomo Pacheco Soa-
res. 81,000
14 Ilerdeiros de Francisco Gongal-
ves Rodrigues 23,600
16 Antonio da Silva Gusniao Jnior 66,600
18 Jos Bernardo de Sena 70,500
20 Luiz de Moraes Gomes Ferreira 77,400
22 Jos Estoves Moreira da Cosa e
Manoel Joaquim da Paz 18,000
Iho se afaslava sem que o operador hoovesse previ
ll~l ftal't I r f< 1 1 1 1 1 w > I ....___ SI. I .
i: pata constar se mandou
sent e publicar pelo Diario.
.Secretaria da thesouraria provincial de
Pernambuco 9 do junho de 1857.- O secre-
tario, Amonio Ferreira da AiinunciacSo
(i Dr. Polycarpo Lopes do Leo, cltnfo de po-
lica, e auditor do marinlia da provincia
do l'ornambuoo, por 3. M. u imperador,
que Dos guarde etc.
Faco saber aos que o prsenle edital vi-
rcni. une no dia 17 do torrente mez, se ha
de arrematar por venda, a quem mais der, as
ti horas da manhaa, nesta auditoria de ma-
rinlia, os scguintes ohjectos, pertencentes a
presa do palhabote negreirc, apprehcndido
na barra de Serinhaem, e recolhidos no ar-
senal de marinha, onde poderSo ser exami-
nados pelos pretendentes :
I."ma yola do r, urna dita de proa nova,
oulra dita dn bojarrona usada, avallados
por 10^ rs.; urna ancora de ferro, sem copo,
avahada por 20/rs.f urna panella de ferro, a-
vahada por 15 rs., um camarote de vento, a-
val.a.lo por 2- rs.. 22 tonels para agua, sen-
i -nri l)8l,dos vahados urs pelos outros a
Uooors., 2 mastroscom suas enxarcias, 12
malgnelas do madeira, e 1 carntel de por
abarqumha, avahados por 5? rs., 2caran-
guetjas, t retranca, e 1 pao da bujarrona, -
vahados por 5rs : quo tudo somma a quan-
ta de 105^000 rs.
E para que chegne ao conhecimento de
todos, mandei lavrar o presente edital, que
ser publicado pela imprensa.
Dado e passado nesta uuiiitoria de mari-
nha, da cidade do llecife, aos 8 de junho de
1867. Eu Jo3o Savaiva de Araujo GalvAo,
oscrivo o escrevi
Or. Polycarpo Lopes de Le5o.
O Hlm. Sr. contador da thesouraria pro-
vincial, serviodo do inspector da mesma the-
souraria, em cumprimento da ordem do
Exra. Sr. presidente da provincia, de 20 do
corrente, manda fazer publico que no dia 18
de junho prximo vindouro, perantea junta
da lazenda da mesma lhe>ojiaria, se ha de
arrematar a quem por menos lizer a obra da
concluso doraiodosul dicssa de deten-
erlo, avahado em 66:005?720 rs.
A arrematacSo sera lei ta na forma da lei
provincial n. 343 de 15 de maio da 1854, c
sob as condicOes ^especiaes abaixo copia-
t**u
*-k!0 :.*d
c,io.... que dia... Ja nao sabe onde esta' (e sorprezi
to esta circumsancia. Assnn, n,1o ha nislo cun- da l'essoa vai crescendo ; olha em Ionio de sil ia nao
Os olhos da pessoa se
viivel para o lugar indicado ; na penumbra forma-
' a irmaa, em pe, vestida de
litaran) com urna emoli
iallida...vestida de branco...
da pelo biombo, ella vio
branco.
Sim, he ella.. csl>u vendo-a... Oh Sim, he
ella... he minha irmaa.
Como esl.'i'!
Esl magra e mui
esloo vendo-a.
Aproiime-sedelli, apcrle-lhe a mao.
Aprotimoo-te de vagar do ngulo formado pelo
biombo e a porla, fci o gesto de pegar-lhe em urna
mao pendurada, e a tomn deiiar cahir.
Como est esta alio .'
Esl fria.
Feche os olhos... Sua irmaa desappareceu...
Oolra eiper eneia da| mesma nalureza.
Quer ver uin dos! seus Tilhos '.
Sim.
Oual
alli, repare,
do-o... He elle.
I) mais velbo.
Olhe, ei-lo !.,
Sim... Estou ve
Dist-nuue-o bem '
Sim, o rosto, nsito bem.
E o corpo !
[Vio, n.ln muilo ||,cra.
por
Esta vendo um
Sim.
Confusamente '.'
Sun.
ile de uina s c
lie romo varias
Observe-te que rsl
ouco, nao he assiin?
ir, ou de umitas cores .'
cores...
lilho eslava tosente, e que a
hu Ignorava por cons quencia o trajo qoe elle usava.
Ella vio igualmente o marido vestido de prelo,
casaca, collele, gravaba.
Mas nao te esld o sen trajo de trabelho ":
Nao.
lie o seo trajo i le domingo .'
Sim.
Mas hoja he sahbado ?
.Neuliunia resposlij.
Oulra ve/., sob a jdlueiicia do operador, ella cha-
mou o lilho, que licob immovel, e se despeilou cou-
ra elle. A voz dtlU linha ni.utna cousa de eslra-
miiiitc.'irao inagielie.i do pensamculo.
Oulra evperirncia.
Urna pessoa insta as mesm.is rondir-fles, vio
amiga. O rosto melanclico se auimo'u como
um raio de prazir e do sorpreza.
Sera' ella
Sim, he B....
Aperle-lle a m.to.
Ella aprosimou-se de vagar, com os olhos fivos,
lingio pegar com urna mao. e disse ao phanlasma.
Oue vens razer aqui?
Veio ver-le, respondeu o operador.
Kingueni I chamn...
Meia hura dvntit das evocarles, mas antes qoe
ella livesse ce-sam de eslar no e'slado eleclro-biolo-
gico, roi perguntado a outrn pessoa, se eslava certa
qoe era seu hlhc, e nao urna illosao. Responden
que era sem duvida elle mesmo. Ileslitoida a seo
estado normal, e iolerpellada sobre o mesmo assonip-
lo. disse qoejuleava que era como um sonho.
Retomamos ettn epusi<;ao, pois que as experien-
cias se po lem multiplicar no infinito e a presentar as
I,a.I.ir i .,-... ma.s extraordinarias,ai alirtra.e- mais
absurdas. Assiin, segundo aflirma o operador, a pes-
soa blologisadt, na idade de Irinla muios, eovelhe-
ceu visivelmenle, e leve logo oitenla annos. O cor-
po curvou-se e foi aguado de um tremor senil ; as
feijoes se abalaran), a vislt turbon-se, osjoelhos
curvaram-se, e, arriman Jos a um baslo, arraslou-
se antes do qoe andou. Senlio a miseria, a fome, e
mendigou com voz tmida e trmula.....
L'ma sendera da all sociedade, sobmellcndo-se
aos |irocesso eleclre-biologicos, apresenlou a maior
parle dos pheuomeoos que acabamos de descrever.
O mais cuiiosn lalvez he o teguinle. O operador le-
la esquecer o proprio nome. Esla mulher lazia es-
forros para lembrar-ie, mas de balde. A physio-
nomia exprima sorpreza doloroia, mcsclada de urna
especie de lerror. L'ma unica p.davra do operador
resliluio-lhe a memoria. Mas, posl
i lina i a, que se par
cia souho. Ella diese que o li-


sahe quem lite falla... (A pessoa olha para o opera-
dor com estupor.) Ja nao sabe quem he...., Ja nao
sabe nada !... nada !
Lm oln.ir alonilo que cessara de ser o espelho
do i ens.nimio, tipanlou o experimentador, qnete
apressou immediatamenle de acrescenlir sorrindo-se:
A seuhora sabe qocm he c qoem eu son... re-
c,Milu-., i o lugar onde esto'... Veja... estamos em
tal dia, em lal rnez, em tal auno, etc.
A pessoa pareca sahir de um pesadcllo e renascer...
Agora oocamoao joizo deM. II. Le llon. Nao
flcaremos tspanladu, diz elle, da analORil dos plie-
nomenos prodosldos pelo Dr. Philips con) us allri-
buldos a llame, com os seus esplritot familiares,
e suas appariees de pessoas moras ou vivas ?
Muilos joruaei tem fallado neslas sesses royslerio-
sas, mas quaai sempre sobre o lora da facecia. lie
desagradavel que isla Icndencia a se mostraralgoem
espirituoso e sceplico venha obscurecer fados p-\c-
bologicos que um exame fri o imparcial poderia re-
duzir ao seu valor real. Nao se faz, por eiemplo,
dansir mesas n'om hemispherio inletro, desde a
America al a Asia, por urna simples posicao de
mSos, sem qoe haa ueste fado alKumi consa real,
descoohecida e inobservada al os nossos das .'
l'm inilho de pcs'oas nao se podem ficurar que
urna mesa se mova por si s, quaodo a impelli^sem
musaitarmente. O que ha de mais espantoso n'um
Huido, n'um agenle incceisivel que emana do ho-
mem e obra sobre a materia liuhosa, que viveu, e
coja fibra he ja recouhecida susreplivel de movi-
mentos hygromelricos, do que no lloido fulgura)
que quebra uina arvore secolar ?
Vemos a aoro quebrar-se, mas ramprrlienda-
mos. podemos anahsar essa lon.a formidavel .' Nao
ha u.ii p enomeiio mais exliaordinario do que as
mesas dansaules na propriedade de dous Imane,
corpos hruios, mineraes que por ti proprios so
se laucan) um sohre
das
As pessoas quo se propozerem a esta ar-
mataeo compaream na sala das sessocs
.!,m_sm:a Luu'.l'?.fi? a'-'ima. declarad..,! mandirtaUfrK o prsenle, qu
COKREIO OEKAL.
Pelt administrarlo do correie st a puWico n-
a malas qoe deve coodoiir o vapor h.mlMir.u ,
Pelropalis, para Baha e Rio de Jattatrak, fjaajaai-
se boje 15 do correla as 10 horas di raaahaa e ,
poni.
Pela' recebedoria de rendas tni-rn.-
geraes, se hz publico que be esle o ulli i ,.
mez, era que lem lugar o pagimcnlo srm
mulla, do segundo somestre do exemein ata
1856 a 1857, dos impostos seguinte* dci-
ma addicional de mo mora, imposto so
ore lojas, casas de desceios etc., dito so-
bro casta de movis, roupa ele fabricad...
em paiz estrangeiro, lindo o qual ser* co-
brado com a molla de 3n|.
Koucbedoria de Pernambuco 2 de junln.
de 1857.O adminisrUdor, Manoel Carneno
de Souza Lacerda.
Pela mesa do consulado provincial **
hz publico, que os 30 das uteis para o paga
ment, abocca do cofre, da decima d-.- pre-
dios urbanos, das Ireguezias desla cidad-, .-
da dos Aogados, se principiara a conttr de
1.- de junho prximo vindouro, linJos o*
quaes, incorrcm na mulla de 3 por rento,
todos aquelles que deixarem do pagar seus
dbitos, nos referidos 30 dias. Mesa do ron
sulado provincial de Pernamburo 27 de um
de 1857.-Anlonio Carnciro Machado Rio*.
administrador.
De ordem do lllm. Sr. Dr. procurador
liscal dos hitos da hzenda publica nacional
desla provincia, avisa-se vk:Io pres.-nt a to-
dos os devedores da mesma hzenda, que
quando hojverem de ser notiGcidos Mr
mandados do juizo, para salishrcrcm sen
respectivos debilos.nao paguctn aosoniciac.
quo laes nof.licacocs Ihes lizerem, cusas al
gutnas a titulo de pcrlenccr-lhcs, e sim en
carlorio do escrivao do mesmo juizo sob pona
de nHo ser attendida a declararlo de |i as
ercm pago aos proprios olliciaes. c por ella-
proseguir-se nos tormos das araraa.ilaa, al.
o seu elTeclivo pagamento. Recife Ij.le iu-
nli.i de In i..o solicitador do jut-.i Joa-
quim Thcodoro AI ves.
I'-'I>ii.ii.I vl^ '*. i...., i ',,1
Por esla secretaria se laz publico, que ,...
la dala infia, lica rogistrad., o papel m Ira
10 celebrado entre Eduardo Pelleu W|*
Jumor e Carlos Maireau, socios da fai,,,.,
Industria Pernambucana, dissolvenJo a nae,-
ma sociedade.
Secretaria do tribunal do cominero i d.-
Pernambuco 13 de junho de 18J7..\o iaa-
pedimenlo do ollicial-maior, Dinamcriro Au-
gusto do llego llangel
Directora una obras mi-
litares.
Prccisam-se alguna reparos no quarlrl de
artilhana de Oliuda : quem delles se quizcr
encarregar, achara nesta directora o res-
pectivo orcamento, e ah podera eflecluar o
contrato ale -20 do corrente
O couselho de qualilirirSo da gnar ka
nacional da freguezia da Boa-Vista, tendo
designado os dias 15, 16 e 17 do corrale,
para inspeccionar de saudc a todos os ct la
daos que requerentm ao mesmo ronsrlhn,
alegando molestias, pelo que lodos os oda-
daos que dirigiram ttes requer raen tos com-
perecami nos das indicados, no consistorio
da matriz da Boa-Vista. Manoel Claudmo
de Oliveira Cruz, mtjor presidenle.
- Xo da lorc.t-rc.ra, 16 do correle, as
11 horas da manh.la, connuara a arremata
cSo da renda das casas do patrimonio do-
orph.ios, no lugar do coslu-oeO secretario
Manoel Antonio Virgas.
-s- Os liscars das quatro frrgiiezia- desla
cidade, ele., fazem publico, para coihect-
menu de seus parocliianos, a disposiro do
artigo abaixo transcripto.
Posturas de 30 de jur.lio de 184.
TITULO VI
Artigo >.Kica prohibido dentro da ci le
de o uso de roqueiras, bombas c fojo s..lt.>
(biweapee : os infractores serJo mull.d..s
em Id-soi'o osiiilierodous dias de posJo.
A cmara por editaos designara os lugares
om queso possam aullar os buscaps-s. ro-
queiras e bombas de que trata este e'ligo.
E para que niio appareea a ignorancia so-
re a existencia de setiiiLianl-disposici .
pelo
dos.
meio dia, competentemente habilita-
E para constar se mandou affixar o pre-
sente e publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de
pu-
J uc junno ue 1897. Os hscaea, Manoel
naci de Oliveira Lobo, Mmoet loa ju.m
^tlva lliboiro, Antonio Moreira de Mcudon
Jo;io Xavier da Fonseca Capibanbe.
hlicado pela imprensa. (idade do Rerife
13 de junho de 1857.Us liscaea, Manoel Ig-
m
onc,
Cipiba "
As,im, nao se pode razoi.elmenle admillir que | Esle pe.so, ,,,,io Tneu teejtOe lleate 1.'. (
so hajt polotieas no qoe produ/. Hume, poi. que | apagadoesceplo o... "Ubn
suppondo que elle livesse em um aposento qoe elle evocaron, e a nivr
occopiva em Parir um completo svstema inecant- | parte,* mas esl
ro oo phjsieo, elle nao po lia trMisporlar todo es-
les meios a casas eslranhas e al para as Toilerias.
Ets-aqui,seguudoa nossa opiniio, a uipicacau mais
provavel.
Assiin como o somnambulismo existe esponla-
neamente em cerlos individuos, eremos firmemente
que esle eslado anormal oye se rhamou electro-
bioloeico, pode igualmente existir de una maneira
espontanea, oo ao menos por meio de causas igno-
rarlas das pessots qne passam deslaarte par esle
eslado particular. Imos expe mentado que me-
nts de doiia minutos sao sufliciei tes algumas veies
para produzir este estado e sem locar na pessoa,
tem nem se quer scrair-se do disco galvnico, e que
esle estado, que Dito he de maneira alguma souiiio,
assemtlha-se algomas vens ao filado normal que
nao se pode recunhece-lo com certeza ase nao por
seus elfeito*.
Agora fisure-se urna reunido ce dmente de mo-
Iheret, rujo etpirilo he mais ou rnenoi impressiont-
Kizerarsi se iswil<-
p .re falharoa M lo- a rn.
patata vio dltlincUaaesile l>snarii>ir
que liuha (ido chamado cora vanas perwuasrfes ,1.
antiguidade. Lamartine Use parir,. >* ssstttl
que o ente real. O semblante eri peifoilamenle 4i-
tinelo, mas 0 corpe mais vaco e de cer In-le. A
parte das i-o-soa presentes vintn l.onailine -
ments dislioeUmeBie. IU |mm- qoe .!. i*, ,^
iheciam e se podum ligarar l.tmailine, |.~s aaw
icnuiavaiii o r0,(o B |r,j,, Oguidade. He pela imtgiiia(Ao que vr ; ara, a
imacinarAi. tve runlicrrr para ajtJt a tafo w-
|i possivrl, eiavel. Unu p<-r',0,iagrm i-la no* van
deve srr vt-ia .iulereiilemeide i nr cada un.. 4,1!.
Cma abjeecae ana te otletV r..a.r. he bm .
soas hioloui>,da, qu.m la t,.n am a pa-ae sajtaoe,
lado norinil, esquerem nimias ,cl(t aa.j parle aa-
ecu-asqic lean n.|. i;.,. ,,, ,t?,,_ ]r ,,,.
hranra eo e.q.icr,ii-ii,,a,,ttp.4,. |,,. ,.
ser --- -
ser que > estado electro biobo'c provara le lal
processos, a, rrsenle ditlerenc.s com o me-.....
A elerlro-hioloL'ii r (1-recp earla. analegus ce e-
de mdo, de euriosldtde, doeronct deque se vau ver
cnusas sohrenatu.aes e deteonhecidas. L-te e-lado pl.eVo'inViio.'domalnenlmo
zsusezsjt n"s qoc.....e"a,,u ,"ul-.....''- rr-v -:"-- "^
I us c.ee.n, e estes verio muilo. Oulios cree,,, em ",' iTUE?-! *" l''r--'"-""-" r**'':
melada, e ver'io alguma tonta ; oolro. cm li.n n", iJLr d' que ',,""iB,, *mn r* *
creem, nao querem crer. nao sao abalados, e v:io ve- I
veiu e se langam om sobro nutro. Aqu nem
no seu eslado quer ha um ageule proveniente de um servieo, e i a experiencia da
normal, urna l.ge.ra crise nervosa, empandada de comiedo toda a gente aceita qoe doo, corpos b,- ctmpanhi deKaixo
ni;m*ii no- KMMMMrj \or% nn irr- **rld*
rcciitlr-p < tn i i*Wtm |mj
, n.to tfiulo nup'iinr Iflicito* nmlrlni^t nt< I l*-Hnirii
lorosa qu, eia I S.".rpo,.ro" p7m ZZUZ "n^to .K'le um i h^ro'.o'chno"'^"css^lnolo^da^ t 7 *-*2T "^ "'"......^ E '""""
II-1 totee fectat e os j hen u.-n... da *' I adi-nta
eiuariim-nlara ln"-a~ U......i.r"-V......" !- "": uio ; nvro to rnao. .x pesoa moioEisi da lem visto
N.o ,e podei ..signar limi.es a ,ss phenome- S SXPmT "oT Lm Zl^o*7t Z?V tZV 1\SSjSri T* ^ T"
nos incnvei. Ooper.dor disse um dia a urna pes- rcllexilo basl. para que s. diga que deve l.avcr n,s! non entre os ,'e,lo !' "" 11,", "" lc
soa hiolog.sada w a|.alna cous', de verdadeiro no fundo. Lm pe- i.""-'...-.- I^Lf".!"-'."^. de unla '"-' *
...T^u.,11 'lbZosea, no,e..... Iedtgoe, nao o jloliqueiro que prelendes.e seritmei.le mostrar p-
c"con!rarj..... Enconlra-o J par{,s vertl.deiras, evocar os morios, f.zer an-
dar os cbjertos inanimados, nao podeiia duriule
oilo dias esconder os -tus artificios, e serii apupado.
Nao...
Ja nao sabe em que atino uasceu,,,, que Ma-
i Ihe n peso), c aoor.r-te no Ijoelho onde o f>. S. file oit-ihnras da iioil*. a-JB monda and.
neemlusar de urna pe-,..i '.racha n, mesn:.. e-lado. M.f aiaensat I*., e d,.ta
to vro ai, U,1. I? dM '"T"'' "Ve """ N" "l"1'' '""- f"' '" """" l-"~-
Itlt JlSL^eat!! ',tak* ?* JOOI0 ato >. con,,, t.nha .moneado o r..Ue Malhe- I l.
,"', V a ,- coadoe, e >io procurados |.r tad. gtn.
Elle fado lot ceuiado por um: pessoa digua de f., :'HiiMKntl

ILEGIVEL



r
DIARIO DEPERNAMBUCOSi:(,r\n.\ fEllU 13 DE JL'N'IIO DE 1857
srttta*
-** ^
Para o llio de Janeiro sahc com
minia brevidade a barca Becife, e tem a
maior paito de sen carregamento promp-
lo : para o retanle e panageiroa i ruta-so
com Manoel Francisco da Silva Carneo,
na ruado Collegio n. 15, ou com ocapi-
lao Manoel Jos Bibeiro, abordo.
Sociedade de vapores ham-
burgueses
llaiubiiig<>- Brasilea.
Ejpera-se de Uamburgo do da 15 do correnle o
vapor liamburguez Palrvpolea, a depoia da demora
lo costuras legue para a Italiia e Hid de Janeiro
quaesuuer inforniacw lie rom os asele! na tua da
Cre n. 4.
Para Lisboa.
Pretende sabir com inuita brevidade o
bngue portuguez Pescador, por ter
parte da carga prompta, para o resto e
passageiros, para os quaes tem excellentes
commodos : trata-so com os consignata-
rios Novaes & C, ra do Trapicbe n. 54.
PASA O KIO DE JANEIRO,
a Darca Yaya segu com toda a brevidade,
por ter a raaior parte de seu carregamento
contratado : para o resto (cerca do mil sac-
eos ou 100 pipas) : trata-se com Barroca &
Castro, na ra da Cadeia do Becife n. A.
Para a Baha
pretendo seguir al o da 14 do corrente a
garopeira LivracSo ; tem prompto parte de
seu carregamento : para o resto trata-se cora
Antonio Luiz |de Oliveira Azevedo. ra da
Cruzo. 1.
para o porto.
O bngue Trovador sahir at o da 20 do
corrente ; anda recebe carga e passageiros
a tratar com Barroca & Castro, na ra da Ca-
dea do Rccife n. 4.
Har o Aracnty.
Saho no da 16 do corrente, o*hiato novo
Anglica, de primeira marcha, por ter sua
carga prompta : para pssagcros, trata-se
no escriptoriodo Paronto Viauaa, ra da Ca-
deia n. 57.
Real com panilla quetes ingleses a vapor.
ROTEIM DO THELEGRAPHO
Na livraria os. Ge 8 da praca da Indepen-
dencia ha para vender o roteiro do thelegra-
pho, novamentt; reformado, rom o nomo dos
vapores e outras embarcages ujuq deman-
dam esle porto, a 240 rs. cada um.
S
^lTlv
Papis de sorlos para senhora o hoincm a
80 rs.. livros do sortes a 500 rs. : na livraria
ns. 6 e 8 da praga da Independencia.
Cmiinlio (h co
ou medtagOes sobro as mximas eternas e
ssgrados inysterios do N. S. Jess Christo a
l/joo : na livraria ns. 6 o 8 di praca da in-
dependencia.
Novas pautas da alian-
dei^a.
Vendo-so a nova tarifa da alfandega : ua
livraria ns. 6o 8 da praca da Independencia.
11
DA
No dia 21 desta raez c MEDWAY, commandanle Parker, u qual, depoii
da demora do coslume.ifRuir para Soulhamplon,
tocando nos porcos de San-Vicdnle, TenenlT, Ma*
deira LiiLoa : para passaiero, ele, trata-u com
ns ageules Adamioo Howie &C, ra do Trapiche
Novo n. 43.
Lisboa.
Pretende sabir com brevidade, a bar*
ea portagueza Paquete Saudade, por
ter parte da carga prompta i para o res-
to <|iie Ibe lalta e passageiros, para os
quaes tem excellentes commodos, trata-
se com os consignatarios Novaes & C, ra
do Trapicbe n. 31, ou com o capitn, na
piara.
__________:-y si*-f.
O agente Rorja, quinta-feira 18 do cor-
rete, as II horas da manhSa, far leilao de
orden do lllm. Sr l)r. juiz de orphSos, inte-
rino, Joaquim Francisca Duarte. a requeri-
mento de I). Maria da Coiiceicilo Pereira, in-
vculariauto do casal do seu liltio o Sr. Dii
Antonio rsncisco reieira e ca valiiu, c
urna oplima estante para livros, diversas
obras de ouro, brilhante c fioissimas poro-
las, c urna porc.no de livros dedireito, liltc-
ratur* etc., cujos objectos deixamm de en-
trar em concurrencia, no dia 10 de junho do
corrunto, designado.
O agente liorja far leilao cm seu ar-
mazi'.m, na ra do Collegio n. 15, de diver-
sas mobilias da jacaran la com podra, ditas
dcamarcllo, pianos de armario e de mesa,
urna rica cania franceza do Jacaranda, dous
ptimos espelhos grandes, moldura de jaca-
randa, o outros muilos objectos do marci-
neria, etc., vidros linos para sala, objectos
de porcelana e crystal para cima de mesa,
toreles, etc que se acharo patentes no
supradito arniazera : quinta-feira, 18 do
corrontc, as 10 horas da maiihSa.
O agente Pestaa fara' leilao, por con-
ta de |uem pertencer, de diversos objec-
tos de rrtobilia, pertenecate* a urna pessoa
que se rctirou para Europa, cousistindo em
cadeiras, sofa's, consolos, mesa redonda,
mesa dejanlar, urna linda commoda, um
excellente giiaida-louei, um magnifico
oratorio, app.irelbo de meta para juntar,
dilo para almoco, vidros, Candieiro*. n-
tenlas de vidro, trens de cozinba, e ou-
tros inlinitos objectos, pie seria impossi-
vel enumerar, e se acliam patentes ao
c\aine dos compradores: quinta-feira 1S
do corren le, as 11 horas da manhaa, na
ra Velha da Roa-Vista n. 18, prmeiro
andar.
Leilao hoje,, s 11 horas
da man ha ti, de excellen-
tes que ij os flamengos.
O agente Pestaa (ara' leilao, por con-
la de quem pertencer,. de 20 caixas com
queijos Hemengos, desembarcados sabba-
do, vindos no vapor hamburgus: na
porta do arraazem do Sr. Aunes, defron-
te da alfandega.
Leilao de farinha de trigo.
O agente Pestaa lara' leilao, por conta
de quem pertencer, de 100 barricas com
larinha de higo, viudas de Risboa : q liar-
la-fl-ra 17 do corrente, a's 10 horas da
manhaa. na porta do armazcm do Sr.
A mus, defrotiieda alfandega-
ft>' S X iJaJi-l
Olivrodo
Nova collecca'o de divertidas sortes
para as noites de Santo Antonio,
S. Joa'o, S. Pedro e Santa Anna.
Acaba de sabir a' luz esta rica collec-
cao, contendo 180 quadras para todas a<
pessoasde ambos os sexos, qualquer ipie
teja sen estado ou prolissao. Jamis lia
sido publcalo um livro com sortes tito
appropriadas e verdadeirat. Alcn das
sortes, contein eliemait urna bella col lee-
rn de poesias anlogas a' noile le San-
Joo, escripias por diversos poetat hrasi-
leiros e portuguezes. Vendc-se nica-
mente na piara da Independencia, livra-
ria ns. 0 e 8, a 13 rit cada exemplar.
PROVINCIA.
O Sr. tbesoureiro das loteras manda
lser publico, que se acliam a venda, no
pavimento terreo da casa da ra da Au-
rora n. 26, das 9 horas da manbaa as 8
da noite.billietes, meios equartos, da pri-
meira parte da primeira lotera de S.
Loureneo da Mata, cujas rodasandam no
dia dejunho.
Thesourara das loteras 17t de junho de
18.)7Jos lanuaro Alvos da Mala,
escrivao,
Lotera
da provincia.
Terceira parte da primei-
ra lotera do Sr. Bom-
Jesus las Dores.
Forano vendidos os se*
quintes premios, nos bi-
1 heles rubricados pelo a-
baixo assi^uado.
">r)l 500^2 meios.
556 20003 ditos.
"295 10032 ditos.
2022 100.Sbilhele.
125 \ 50.Sbilbete.
I*, al, Layue,
Massas superio-
res.
Caixas grandes com 1 arroba do tatharim,
rnacarnlo, lazcnha c alelria por a-H)0 rs ,
caixas de 16 libras com pevide, estrellinha,
coulmbas etc., por 3>500 res : na ruado
Uuclmado n. 35, loja do ferragens
J0S0 da Costa Lima Jnior, pela rapi-
dez de sua viagem nflo se poJs despedir di>
todas as pessoas com quem tinha amizade.de
Suejhepo.lc dcsculpa, ofTemccndo llics seu
iminuto presumo na cidade do Porto ou Lis-
boa, durante sua estada alli.
Oabaixo assignado ton Jo do seguir
neslcs dous dias para sua comarca em Ta-
caraiu', o nao podendo despedir-se da todos
seus amigos, carao llic cumpria, pelos seos
muitos afazeros, e rapidez de sua viagotu, o
be H"' uiciu liaste, pudtlldo .n-.., um>i pul
semelbante falla involuntaria, e oSerece o
sen diminuto prestoao naquelle lugar, ou
mitro iiualqurr para onde a sorte o bouver
deparar. Itocil'e 13 de juulio de 1857.Fran-
cisco Bernardino de Car val lio.
A sociodade dramtica do thealro de
S. Isabel, desejan lo continuar a dar execu-
580 ao seu programla de levar sempre a
acea pegas qae estando as suas Torcas, e
cuja execucSo agrado ao publico, de'quom
tem recebido, eespera cimlininr a receber
proteccSo, esta promptilicando o drama 111-
termeiado de msica,que lom por titulo Ga-
briel e Lusbel, ou os Milagrea de Santo An-
tonio, em.quatro actos. Ksto drama que be
todode phantasia,e tem de ser executaJocom
todo machinismo, dependente de grandes e
indispcnsaveis despezas, para as quaes nSo
est brn preparada a sociodade ; por esta
raz3o tem resolvido abrir una assignatura
especial para cinco recitas ; e para nfo se-
ren montonas suas repatiedes, a socieda-
do promette dar com ellas duas Cornelias,
e um vau levilie no vos. Espera a sociedade
que a vista dos pedidos que se Ibe tem feito
para levar a scena este drama, n3o hesitar
0 publico cm concorrer para esta assignatu-
ra ; sendo iuo nao apparecendo numero suf-
ucientc de assignantes, a sociodade restitui-
r a cada um a importancia do sua assigna-
tura.
O abaixo assignado declara quo deixou
de ser caixeiro do Sr Jos Dias da Costa Car-
deal, desde u dia 12 do corrente, o agradece
ao mesmo senhor o bom tratamento que
prestou-lhc durante o tempo que fui seu cai-
xoiro, declara outro sim, que lica desonera-
do de qualquer damno que possa apparecer
para o futuro, como o Sr. deelarou por um
documento que passou ao abaixo assigna-
do.Jos Baptista da Silva GuimarSes.
Olferecc-se urna mullier branca de bons
costumes, para o servido do casa de um ho-
mem solleiio, ou para fazer companhia a
urna scnliora : quem della precisar, dirija se
a Boa-Vista, ra da Conceic.no n. 2.
Francisca Custodio do Sampaio previ-
no ios seus freguezes desta praca que hajam
de llie mandar pagar o que cada um de per
si llie dever, no prazo de 15 lias, do contra-
rio verao seus nomes por extenso; assim
como na loja de chapeos que i teve, na ra
da Madre de Dos.
Alttncao.
Precisa-so comprar um papagai contra-
feilo e que seja manso, paga-se bem : na
ra do Crespn 13.
Antonio Jos rtodrigues de Souza to-
ma saques para o f.io de Janeiro : a tratar
era seu esenptorio na ra do Collegio n 21.
--- Boga-se ao Sr. J L. A. F. Monte Baso
tenha a bondade de apparecer ni praga da
Boa-Vista n. 12; e como se tenha mudado
para o mato se faz o presente.
Aluga-scumprimoiroou segundo an-
dar, sendo as mas seguintcs : ra da Ca-
dea de Santo Antonio, das Cruzes, Cahus*
iova, larga do Bosario, pateo do Carmo!
Aurora, aterro da Boa-Vista, com ba visi-
nhanca, c que seu alugucl nao exceda a 3008
rs a tratar na ra Nova, botica n. 53.
l'recisa-se alugar u:n preto anda mes-
mo velho, com lauto que sirva para o serv-
co ox'crno de refinaco : na ra da Senzala
iNova n 22.
No dia 16, as II horas, na sala das au-
diencias, depois de linda a do Sr. Dr. juiz de
ausentes, se hilo de arrematar diversas joias,
constando de rosetas de dia aanios e rubis,
sonis de diamantes, esmeraldas e rubis,
assim como pedias preciosas proprias para
obras.
No dia 17 do corronto, depoii da au
diencia dojuizo municipal da segunda vara,
na rsped iva sala, tem dse arrematar urna
casa na povoacio dos Alogados, por execu-
580 do lenpnte-coroncl Coriolaoo Velloso da
Silveira, contra Luiz francisco de .Mello Ca-
valcanti e outros.
No dia 17 do corrente, depois da au-
diencia dojuizo municipal da segunda vara,
escrivao Molla, ser arrematada urna casa
terrea no bairro do Becife, sita na ra da
(C,uia n. 13, a qual tem 2> palmos de frente o
70 do rundo, cv.iniia fura em um pequeo
i lelbeiro, quintal minado e cacimba, avalla-
da por 1:200^000, por execucio de Joaquina
1 da Costa Teixeira, conln os herdeiros re-
I presentantes dos tallecidos JoSo de Souza c
1 sua mullier Maria Antonia de Souza.
tena
DA
inicia.
Oabaixo ass gnado vendeu os seguinles
premios :
Numero
1 quart
1 mcio
1 dilo
2 ditos
2 ditos
1 dilo
1 bilhetcj
1 mcio
O mesmo tem
31%
135
3053
30*3
2707
1983
1542
905
5:000-3
1,5009
200
1003
50?
503
503
505
exposto venda os seus fe-
lizes bilhotes, ncios e quartos da primeira
parle da primeira luieria do S. Loureneo da
Mata, os auaes nfio oslao sujeitos ao descon-
t dos olio por c nto da lei.
Por Sa uslianodo Aquino Ferreira,
Jos I ortunato dos Santos Porlo.
Na ra do Queimado, loja n. 7, com-
pra-se urna gra nmatica franceza pelo So-
vene.
No dia is do correte sumio-se um
cavallo de cor catilo, pequeo, meio nafego
doquarto esquerJo, com tres couros, urna
arroba de carne, e tres saceos do cor.duzir
assucar : quem ) pegar d parte no Livra-
mento n. 5.
_Precisa-se filiar com o Sr. JoSo M&rtins
>so a negocio de seu inie-
Itorio de Manoel da Silva
Cadeia do Becife.
das ordeus recebidas da
panhia previdencia do B10
llei aos Srs. Isaac, Curio &
C0SSULT01 BI20PTH1C
SaU ^a M
^4 mw&*&*
Ondo soacuam sempre os mais acreditados medicamentos, tanto em tinturas rom
mu glbulos, o preparados com o maior escrpulo e por procos bstanlo commodos :
l'UKCOS FIMlS.
Botica de tubos grandes. 10/000
llila do 24 i) s ... 153000
Dita de 36 > ... 209000
Di la de 48 ... 25-3OOO
Hila de C0 i) i) ... 30,3000
Tubos avulsos a....... 1D00
Irascos do linturradcmeia onga. 2CO0O
Manual do modiciua homeopalhica de Dr. Jalr com o dic-
cionario des termos de medicina......... 209000
Medicina domestica do Dr. Henry......... 10/000
l'ataiiici.to dt. cholera morbus....... ->/000
Repertorio do Dr. Mello Moraes.......'. '. 5*000
AFISO. I Attcueao
agencia, e tendo
dos Santos Card
resse : no escr _
Santos na ra da
Em virtudb
directora da con
de Janeiro, convi
C. a encarregardm-se da liquidagao desta
istos Srs. aceitad 1, lica por
couseguinte desd e ja a dita liquidago a car-
go dos ditos Srs no seu esenptorio da ra
da Cruz 11. 49.
Antonio de Paula Fernandos Eiras.
GRANDE orriCINA DE GA-
leria de uaguerreotypo.
AICBBO DA BOA-VISTA N. i, TEBCEIBO
ANDAR.
Neste esUbeledimcnto acaba de receber-
so de New-Vork, pelo Bosamoud, um rico e
vanado sorlimcnito de caixinhas de todos os
tamaitos, para rollocaco dos retratos, as
quaes juntas a iiilinia variedade das quolj
possuia, oestablecimento offerece ao fre-
uez a satisfagSc do seu goslo.
Igualmente recebcu-se urna excellente
machina de poli r ss chapas em que sao fei-
tos os retratos; alm da perreigao que cssa
machina d ao lolido das mesmas chapas,
ecoiiomisando liabalho, economisando lem-
po, e por sso os retratos podem apromptar-
seeserem entrjgues immedialamenle, as
pessoas que assi n o desejarem.
O brilho da ch jpa est vencido. Os retra-
tos veera-se fcilmente de qualquer lado e
comum vigor extraordinario.
Os pregas dos retratos conlinuam a ser va-
riavelmcnle de ( 3 a 103, em caixinhas ; em
molduras pretal ou douradas de 79 at 255;
cmcagoletas dt ouro de 125 a 253, e em al-
unles de ouro e 20# al 355 rs.
Todos os dias desde as 8 horas da manhaa
as 4 da lardo, si ja qual foro tempo, estar a
galena e oiran 1 a disposigSo do publico
- Terga-ieii a 10 do cociente, pelas 9 ho-
ras da manhaa, a porta do Sr. juiz do paz de
S. Jos, na ra do Santa Hita, irao a praca
para scrcm anematad. s duas marquezas de
coiiduru sende urna com assento de palhi-
nha, e OUtra do pao, du s meas de amarel-
lo com gavetas, e lies cadenas; tolos estes
movis era bou estado, e penhorados por
execugSo, coulr i Manoel Jos do Nasciment
COUllllliO.
AVISO.
A aula denon inada S. Rosa, quo resida
na rea do Vigai o n. II, as profeasoras mu-
daram-se paral a ra da Senzala Velha h.
la, aonli; viio bonlinuar a leecionar a ins-
trucgilo primarii de primeiras lettras; assim
mais ludo que pertence a agulba, tanto em
urlico, como 10 bastidor.
os abaixo assigoados, scienlUcam ao
publico, e com especialidade ao respeitavel
corpo do coinn|crcio, que apartaram amiga-
velmente a soc edade quo liabam no a.ma-
zera de carne s cea da ra da Praia n. 22, que
gyraya soh a lUrma de Morera Irmfio, no dia
8 de junho cor cute, licando o socio Antonio
Jos Moieira cpm o arraazem, e encanegado
de receber lo i<> o activo, e solver o passivo
Recito 12 dejotaho de l857.-Verisstmo Jos
Morera. Antonio Jos Moieira.
u abaixo assignado, perdeu 2 lettras a
vencer cm 29 de juluo do corrale auno, sa-
cadas pur Henry Ciuson, e eudogadus por
Silveira & C.,l sendo urna acceila por Jos
Luiz Pereira Jiimor, da quantia deCSI-oO,
eoutra por An Ir Cuilherme Breckenlclde
da quantia de(678l50, ron pois a quem as
liver adiado, o obsequio duas entregar, vis-
to ji ter prevenido aos acceitanies e elido-
cantes. Recie 12 de junho da 1857.-lenlo
remandes do 'Passo.
Madama; Thereza Gurlitt, com cuco
menores e urna criada, retira-se para a Eu
ropa.
Precisarse de urna pessoa paraacom-
pauhar urna senhora estrangeira para a Eu-
ropa, dando a ella passagem livre : a tratar
no Corpo Santo, em casa os Srs. Bostron
Rooker ot C. 1
--- Precisaj-se de urna ama quosaba co-
zmhar e fazeri todo o mais servigo do casa :
na ra do Callierciro. taborna n. 60.
Quem achou um val de 79 rs., dirija-
so ao pateo dp Panizo n. 30, quoter gra-
tllicagao.
Precisa-se de um amassador que quei-
ra tomar coala de urna frcgueza do pao,
sendo capaz, e que do boas coatas ; nao se
duvlda dar bqni ordenado : na paderia da ra
do Cotovellojn. 31.
~" Aluga-sp o prmeiro andar da ruada
Cruz no Recife n. 31, proprio para hornera
solteiro, ou escriploiio, por ler poucos cora-
modos para Oimilia, o na mesma casa se pre-
cisado um. ama para coziuhar, poJuaju ir
dormir em sua casa.
No 1I1.1 ig do corrente, se ha de arre-
matar em hakta publica do Dr. juiz munici-
pal da primeira vara, urna casa terrea na
ra Imperial : os preten lentos comparegam
na sala das audiencias depois desta.
PEOBAS PRECIOSAS
Aderemos de brillianlt, ...
' diauiante< e perillas, pul- *
* Mirai, allineies, brinca
<, 6 rozelas, botOei e aunen !
->. de difl'crentes goiloa a Js :
dlvertai pedral de valor.
i
Gompram, veodem oa j
g Iroc.ini prala, ouro, bri-'s
i lliaiiles.iliaiiiaiilese pero-1
* la, e oulras quae'qutr
joias de valor, a dii.heiro |
ou por obras.
.
MOEiiu k mmi
LIJA lil 9UR1VB
Ra do Gabuga' n. 7.
Receben^ por to-
(1 os oh vap.-r.-sda Eu-
ropa as00rnsdo mais
modernogosto, tan-
to de Franca como
. : :
OURO E I'RAT.\.
Adere(oi completo dt ':'.
. ouro, meios ditos, pulsei-
?' ra, allineie.. Iirinooi e :
'i, rorclas, cordoes, traucel- '.
W lina, medalhia, corroutos '.
y- e eoteites p.ir 1 relogio, e *
& outros oiuilos objectos de
ouro.
Aparelhos comptrios de "
[ prala para cha, bandeja*, v
: salvas, catirac, evlhern :
> do supa e de cha, e mui-
* tos outroi objectos de :
prala.
>
Bcberibe.
de Lisboa, as quaes venden, por
prego commodo como eostuuiani.
Ama.
Na ra das Laraogeiras n. 14, prmeiro
andar, precisa-se de urna ama escrava, que
engomme e cozinhe, para uina pessoa : pa-
ga-se bem.
_ Precisa-se alegar urna criada que
saiba cozinhar e -engommar, para casa
a tratar na rita do Trapiche
Novo n. G.
Precisa-se de una ama decente e ho-
nesta, para casa de urna familia estrangeira,
somonte para tratar da litnpcza da casa e fa-
zer as camas c mais algum pequeo servigo:
a tratar na ra do Trapiche Novo n. 15, se-
gundo andar, das 10 horas es i da tardo
Precisa-se de un feitor de campo que
tenha pratica, seja solteiro e de conhecimeii-
to de sua pessoa : a tratar na ra do Colle-
gio n. 85, prmeiro andar.
No dia C Jo corrente dcsencamitihou-
se una ordem de 70.3OOO sacada por francis-
co Alexandre Dutra a favsr de Manoel Pache-
co Je Queiroga, contr Antonio Cougalvcs
lerreira CascSo, e com o paguc-sc a Anto-
nio Joaquim Fe 1 reir, o ja est ttciente o di-
to CascOo de nao pagar : quema tiveradia-
do, queira entrega-la ao dito Antonio Joa-
quim Ferreira, na ra de S. Gongalo n. 10
ou ua ra da Cadeia do Becife n. 9.
011'erece-se para caixeiro na estrada de
ierro, um rapaz brasdeiro quo traduz e falla
alguma cousa o ingle; quem sequiza uii-
lisar de seus servgos, annuncie por osse
jornal.
--- Prccisa-so de : rapazes dos cliegados
ltimamente, para caixeirosde tuna loja de
razendas lora desta praga : a Iralar ua ra
da Cadeia do Becife, Joj n. 7.
Aluga-seoarmazem da casada ruada
Guia n. 61 : trata-se na inosma. no segundo
andar, ou na ra da Cruz n. 35, prmeiro
andar.
Os credores de Deane Youle & c po-
Altirm-sc um molecote crioulo, que Caz
todo o srivii o, tanto de cosa como de
na, menos carregar ugua e fazeros des-
lelos: ua rua Nova casa 11. 18, segundo
andar, das !l horas do dia, ate as : ,|,,
tarde.
NSTRUCCAO PRIMARIA I.M PERMAHBUCO.
Aviso scieulilico.
O Lxm. consolheiro Castllbo, para ameni-
tar efacilitar o esludo do laim, que pelo
seu systema de ensino se a prende no espago
de um auno, reduzio as principaes regras c
excepgoes a formulas lyricas, para onde as
criancas sao altrahidas, decoram sem esfor-
^so, repetem por brinco na? huras ile recrea-
|Io, e de que sera mili diflicil (|uo se ts-
: quegam. Aprosenlaremos dous ou tres ex-
emplos :
Begra do comprrativo.
Comparativo
Pede ablativo
De oceulto prae
Nelle he meltdo
O que excedido
Poroutraa he.
Um que o indica
ISO luso idi una
(Juc no de Roma
Pode ser quam.
Quam o ablativo
Muda em agente
E eis de rcpenlo
Nova oraefio.
Parles regentes c csos regidos.
Os termos que regem caso
Tres grupos sao :
Transitivo, substantivo,
Preposigfio.
Tres casos sao os regidos ;
O genitivo,
O aWativo, o por dous modos
o secusativo.
O genitivo he regido
De substantivo ;
De prepesigo ou verbo
O aecusativo;
De preposgao smenle
(> ablativo.
n professor da escola central, na rua No-
vo, a nnitacao do Cxm. autor, acaba de do-
tar a instrucgSo primaria desta provincia, de
regras cm verso, para facilitar aos meninos
alema
la ari-
-\o dia I (i do corrente, pelas !l horas da
maii'iaa, lera' lugar, no escriptoro da
Companhia,' rua .Nova 11. 7, prmeiro an-
dar, aariemalaeaodos seis clialarizes do 1
bairro de Sanio Antonio e (repuezia de 4e lod?8"esco,BS e por qualquer sys
San-Jose, sol, as mesmas condees ja' '.hm^r,0'fi^ al 5d?1J? ^'1 "^ "
.,vui ^ 1 ~ J llimctici, hguras de svutaxe o de diera.1 ; e
evpostas: a base para essa arrematac,o para quo seja accessviol a lodos.eslo irn-
he: chalan/, do Carmo 10:000,<| por um: na escola central do mclboda Caslilho,
auno, Ribeira 9:700S, Paraizo li:.00.S, I"'1 lua Nova> entrada pola rua das Flores,
rua Imperial 5:300$, Passeo Publico {?elo 1-->f(K- mu rl Hr.1 -,.|(iiu- p. t !ecCaode taes regias nao he nec ssario sei
ua do Sol 3.1(00. Esenptorio bom poeta, urna vez que a expl.cacio coin
R. C. Yates (V (onipanbu amalaHariiin
no Rio de Janeiro, na rua do 1.,- u,
rollias dePernambueo p|4 sr. i;i, ,,| ,
r. de ouza, pretreainde ao publico a .,
verdsdriro xarope do boaajua >., K\\r |.
qurm veiide.creveniexis ; ,. Meato uul.li. ,
que o nosso xarope he reaieUidu i;,0 1'
irneiro pelos anma araawtaterm ao m
Manuel AI ves Guerra, e ole s.nhoi |, a d
MMlto pan S1.r vendido na phanuai .a a M
Jos da 1 ri.z Santos, na rua Nova n. ...1, aan-
eos por nos autorisados para ven 1.1! 1,1
OOSSO verdadeiro, a mais prevenimos o.
seonoresconsumidorea, que ha pertoaV
annos os rotlos rollados n*> a^rrafea al
asignados por Henrj Prlna, ionio proi m
.do.-esdosaeima pruprieu 1 Rio W Ma-
ro 13 de Janeiro de I87.
.": ''" silva l>aaM, lurin 1 .i, im
.^ veisidade 'le Cuimbr.!, mudu jin..tjfii-
; ca da rua du (.abas, par a ral V.v, i
..; W, se.undo asear, svbr.iJo du Sr. \h. \,i- i':
,\; 'o, e aln cuiiliuua a receber, das M a, lo 'X.
X *rat da mauh.14, e d I s ", da larde. '
'-." I e.si'as que o queiram conaullar.
Iresse, fatbriciiiite do -;r-
gos e realejos, ni ia>
Flores. |9,
avisa ao rcspcilavnl publico, que eaaMarta
OrgSoS e realejos, BM marrlus mo.l.-rii..
'leste paz, concerta sarapninas, piano, CM-
xas de msica, acordeoes c cnialquer m-
truniento que apparega, e lamber tai obi.
nova. Na mesma caaa faarlnaaa aauin
para joias de qualquer nalurera, rclral-
carteiras hoincopalliicas, eOOMa, faaaatrai.
ele., ele.
Precisa-se de um rauoeiro atasiea na
, csrrrira do Monleiro para o Recife : na r .
da Cadeia do Recife 11. 30.
-::>:?/:<:-.:::.:.:::;: :;: OXO"': :'-0-
;. Iltlri.nte da inalrii da lloa-Vi _.., ainola-se toda .1 qualiJada de obla de c.r- '
; le. a'Mn como liu.pam-se feeroa da .n
..- sia de loda a qualidade e bbn-H aavid .".
,-s (in wptBfwraaa: na Die.ma vendem-M e '-'
^ elusain-w lidias a..m como mandam-se ''
applieara qualquer liora.
1 rec sa-se de un ir.rgo poitugurz par 1
eaixcnode urna fabrica de velas de carnau-
ba, dando Hadar a sua conducta, paca s
bem : na roa uireita, casa a. M.
to Amaro.
BANCO NIA'O-COMMERCIAL.
Urna das listas de subscriptores esta'es-
posta na salla da Assoeiaeao Commercial,
at o dia 2 deste mez : os pretendenb
fpois no podem ser procurados todos)
queiram dirigir-se a u:esim salla, das '.'
horas da manliaa at as ") da tarde.
O Dr. Bibeiro, medico, de vol- ;;;-
;'3 tadesua viagem a' Europa, eon- ffi
'.-':. iiima a residir na mesma casa da .]';
;2 na do Cruz ti. .">, onde pode ser ;];-
.['i procurado a qualquer hora. (''-
- '.'110111 tiver urna escrava qu^ saiba co
segundo andar.
Jos de Barros Pinenlel, declara oe
nada Ueve nesta praga, e no.n a pessoa al-
guma, e que osla resolv io nao contr ihi r
dividas de ora ora dianlc : so com ludo al-
gueni sejulgar seu credor, aprsenlo suas
coulas ii'ste eiigeulio Couselho, l'reguczia de
Agua Preta, para serem piomplaiuculc sa-
tisfeltas.
Jos de Barres Pimenlel, tendo arren-
dado o engenbo jundia de baixo, cm Una,
ao seu propnctario o fallecido m.ijor Fran-
cisco Marinho Wanicrley, pela quantia de
8o0j rs havendo pago adianlado tres anuos,
traspassou dito arrendamcnlo ao Sr. Felis-
biuo de Carvalho Raposo, e como Ihe cons-
ta, que os herdeiros do supradito fallecido
Marinho querem vender dito en genho, julga
dever fazer a prescute declaragao, assim cu-
loja n. \>
..... 1-
os, lm penliores : na rua Nova
das II horas do dia, as :l da larde.
Precisarse de urna ama de lelc que o
tenha bom e ca abundancia ; paga-so bem:
na Capunga, sitio do Arantes, ou na rua da
Cadeia de Santo Antonio 11. 2-2, tereciro
andar.
lien
DA
provincia
debtista rRNCEZ. n
raulo Gagneei deolisU, rua Nova n. U : ;,;
. '.''' ""'*""' *a tem agua e pos denlrilice.
JOHN GATIS,
corretor peral
E GEME DE I.KILO ES CUM.MEUUAES,
11. -J') na do Torres,
l'lilMKIKO ANDAR,
praga do Corpo Santo
RECIFE.
* r_ ^
2


- s i.- a
a
5" 2 f S f 5 m t =J B = r-- tm <*&
1 sl|" g S = I 1 8 1 1 1 JE { Mcal & 5
8 .. t 5 s 1 1 } ifl x 3 2
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| ". j w
='----n a ti =" 0 te
1 3 n < 1 r 1 I | S a 1 " w
"? f 3 .- g- >*
Madro do heos:
Bilhotes 53IOO recebe 5:000a
Meios 2-700 2:500a
QuartOS 1-350 a 1:250a
Por Salustiano de Aquino Ferreira,
Jos Fortunato dos Santos Porto.
toteria
Atteiicao
Na rua Nofa n. 1, loja que faz esquina coro
rua das Triucheiras, recebe-se etico amen la
de sortes por prego muito cm conta, e mais
ojrato do qtle era outra qualquer parte.
Kacidjade dolinda, rua dos Quntro
Cantos, cusina-sa o galvanismo o perfuma-
ra.
Precisa-se de um caixeiro na taberna
la ruado Fbgon. 20, con. alguma pralica,
e que do liador a sua conducta : a tratar na
mesma
Precisb-se do urna nina para o servigo
interno do una casa de pjuca familia: no
becco Largo, taberna n. 1.
--- Na rua de Santa Isabel n. 9, precisa-
sede una ama para comprare cozinhar para
duas pessoas; paga-se bem.
Previiip-se a qualquer senhor de enge-
nbo quo prqcisar de um bom administrador
solteiro, seth familia, de, ames de annunciar
sua residencia, dirigir-se ao aterro da Boa-
Vistan. "0,taberna, quo acliar"T)essoa com
quem traan
larthplotueu Francisco de Souza re-
ceban pel vapor SaN-SALVAUOU, Xa-
rope do Bosque, comprado no Rio de
Janeiro, aos Sis. Vates V C.; se alguem
duvidar pode ir examinar, por isso aviso
ao pulilcoj, que s elle o tem verdadeiro.
Precla-se de um menino para cai-
xeiro, pielerindo-se destes ltimos clie-
gados de fora : na ruada Praia 11. i!).
Urna mullier de bous costumes offere-
ce-se, para, em casa de familia, incumliir-se
do tratamento do criangas : quem do seu
presumosequizer utilisar, dirja-se. a rua
de Santa Thereza n. 58.
Na rila do Fagundes n. '21, loja, la-
va-se, cnpinma-se e eoznlia-se, com as-
seio e prohiptido.
Para habilitar-so a ctnnprr ordem
superior, o abaixo assignado convida a
comparecer em seu cartorio, largo do
Paraizo n. 2i, piimeiro andar, as pes-
"nas que interesse tiverem \\o destino a
dat-seaos menores Jos Luiz Pereira, Ni-
cola'-, Leoncio Ferreira Munz, Joviuo
Josed^i VirgenseClaudino Abes de Un-
to Feito/., ; o prmeiro, U10 de Delphi-
11a .Mana do Ski menlo ; o segundo, de
Manoela do Xascmenlo : o terceiro, de
Alina da Com,',,,o ; oquarto, de Fran-
cisca Mara da Lu/..O priineiro escrivao
deorpliaos, Floriano Correa de Ihlo.
COMPANHIA PE1NAM8UCANA.
Os senli.ue- aceioniatai qie loraaram noval aeeOei
desta empieme que satiifiisain a primeira entrada
de JO por eenlo, sao conviuVIoi a realisar a so-uu-
da pretlagjlo igualnienia de3a i-or cento at o da 30
do crrenle mei le junlio : no eicfiptorio de Amo-
nio Uaraon de Am irim, hesour'iro da eurapaobia
na roa d 1 Crai a. i").
- Antonio daSilm Cuimaracs, avisa a
todas is pessoas qud pjssuem cautelas frac-
Clonadas peo annutante, e que estejaml 11 ji,>,-(l .si. ,,
premiadas, que apreantem para sor pagas' X' '
no pra/.o de 30 dias, contados desla data :
lindo o qual prazo, rquerer desoneracao
na t esouraria. Recia i de junho do 1857.
-Antonio da Silva Cumaraes.
arovincia
Jonfettaria
>
r>
Oabaixo assignado ven-
de billietesgarautidos, pe-
los |>i-ri,-; iiaixo notados,
sendo da quantia de cem
res pura cima, a d-
seu es-
crpturio, na rua da Ca-
deia do itecife n. O, pri-
ineiro andar.
Bilhetes. 5J400
-Meios. 2J700
Q uarlos. If350
*" J. L'yme,
;naco Firmo Xavier faz publi-
J sua residencia para o seu si-
-gem da Magdalena, que lica ao
norte da estrada entre a ponte grande e a do
Uiora-me = no, e abi t casa de saude com todos os commodos para
o tratamento de escravos, cujos senhores
rcsidam lora da praga, ou que nao os pos-
sam curar em suas proprias casas : quem
para isto quizer-se otilisar de seus servigos
mdicos, que serao desempenhados com o
maior zelo, Utnja-se ao pateo do Carino n.
J, prmeiro andar, ou no referido sitio da
Magdalena. Prego-2/000 diarios exceptu-
ando conlerencias, sanguesugas e oner -
gies
|nio-Fon!uosOe|
X () l)r- Joau Honorio Ueierra de Mene- O
,. <. m tiro pela Faculdade da Bahia, lera t''
. ruado -ni residencia 11.1 cidade do Rio lo.- ,''
rnoao, e de novo cll'ereec >eus servir a lo- S
... dan ai pewoai qua o lionrarem com sua coo- i ':
i fianrs, ...
>S*|>J:,3L
OSSW.
Na rua da Sensala Velha 11. 116, compram
se ossos de boi.
Compram-sc tr^v.-s de 25 a M pala.-,
de coinprimcnto, e palmo de grossura : i.a
livraria dr praga da ludepeiidenria 11. .. s
... Compra-se effectiviniente na rua das
Mores n. 37, niimciro andar, .ipoln-esda d'-
vida publica o provincial, acgiics das com,.
oblas, e da-so dinheiro a juros, e-m ^r.^J .
e pequeas (uautias, sobre |ienhores.
Compia-se urna mobiha conten lo ur.u
du/.ia de cadeiras, um sof, dous cu.-uln.
una mesa redonda, ludo de Jacaranda. |.
do pouco uso; queni a Uvero prensar ven-
der, dirija-se a loja de miud-zas n. is, 1 m
aterro da Boa-VisU, declarando abi o lug*.
onde se. pu.lea ir ve-la.
Comprani-se borra de viudo que a I 1
tenha mistura 'agua : na rua da mi,,, ,
Veiba no, deposito de bebalas esaii
uosas.
'.-
: i'. :
<> .... w -.. .,.- ^, ^. ^, r.
O:
(ir
-":;?...
' ur ^*j- ..-
Grande soati
UeiTo du Bua< isla n 8,
defroiiteda !j ucea
Jos Jnaquim Congalves t!a Silva faz ver
aos seus freguezes quo recebeu hoje Iros
lacluras grandes, sendo urna ingleza, urna
Iranccza c urna portagueza, contendo um
Fugio no ilia7dejunlioum roulati- i ''ma'UTrn'!!.0"10 '!" ?' "'"'rOS "J0 moll,aJ"S
10 por nome Zefcrno, idade de 12 annos Sl Ut mu" urto. bocetas com i
\ei.de-se una dil/ia de i.mI.-h.'.
tuna mesa de meio de da. um pan
consolse um sopha : ludo de jatearan i .
na rua de HortU B. 6, .0.1 letTCa < >m
alenle pintada de azul e M rtOTtadaM !
b raneo.
Vende se a eaaa da raa ; kragin .
20 ; a Iralar na mesma a qual u-r I ora.
MF.I\S DE Iiil:lACH\.
Vendem-se mcias de borracha appim.i .
e nicamente p opnas para arjalanli uu m-
cbaeoe- as purnss ou m.'s-n. nos pea : im
rua do Qu. imado, na bcr.i amliuclli Im i ,!
miadezasda boa fama n. 33.
Al 11:115a -.
Na nova loja da rua d<> Collegio 11. 1, mu
deni-se razendas baratas, cluus escura, a
IK0, ditas com odos a IHO, orles de ca.s ..
rrancezas a >), ricos corles de cascinira
cura a 59, ditos do lirias, a la, Sa e ,
cassas liancezas a 3(10 rs. o Cavado,
Aeiicati.
Vendem-sc carrinhos de urna roli pm-
pnos para conducgSo de uialeriaes p.ra a-
terros, e trabadlos de slios,assim como.an>
certao-se e tr.-cam-s por ulros aaali
verem em mao estado : a Iralar na rua .\u,,
taberna n. 71.
Ven 'cm-sessecos grandes coto nulho
na rua do Sol n. 21.
Venle-se urna casa terrea no y..nie-
go n 70 : a tratar na raa do Sol, taberna
n. 21.
Vcndc-se urna escrava com elegante b -
g:ira, muito moga e com Siguanas habili !-
des, quo so dir .10 com i.ridor, c junta:uciit
o niotivj da venda : queaa prelciiicr, din-
|a-se a rua AugusU n 3, sul.-a Jo.
Ven Je se a armarlo da taberna rom
lodosos seus pertences, sita ua rua \ .va n.
65 : os prclcadenles dirijam-se a mesma
para tratar.
ar.1
confronte ao Ros rio en Santo Antonio, re-
cebeu-se neste eslabecimento urna porcSo
de papis picados ja can estalo, parase ven-
der pur u:n prego muio commodo, e assim
ler-su balas Uc estalo lom muilo pouco 1ra-
ball.oe pouco dinheiro laniheui sevendem
ameudoas francezas, qiadrinhas para sor-1 Maria Marliiiiana de Campos o Oliveira.
tes, o juntamente se daode vettdagetti balas cx-professora do collegio das ombaas oh. de Lame -o 1 san, ,: 1 >ad ,
deeslalocom multa vanagem, e reecbe-se leve licenga do Cxm. JSJgE%&llUSSf^^^1^^^^
paa fora, ahancane I na, para abrir aula particular nara n srv,. libras mnin rV;....J. .. ..._... : ... M*
- ---------- jv....JV< un iiiuioil-
nho por nome Zefenno, idade de i> annos ,
evou caiga azul c camisa de algodSozinho
ora neo : quoni o pegar leve a praga da t'.oa-
Vista, sobrado primeira andar n. 12, que se-
ra recompensado. .
. -------" iav, 'M'.l (.'JIJI
loco c pora proprias para presentes, marae-
lada em laliiihas de todos os tamanlios.
quartos de marmello, niassa de tmales er
latiphas de l e -> libras, toucioho de Lisboa !
muito novo a 12a a arroba, chourigas a 15-
a arroba, presunios para o cozido ou assado
qualqe e^com nenda p^ r'^ a.^ cia pa^"K ggg* *" ^gft&t fi
o-a boaquahdade elegancia dos?pa- feminino da^ instruyo SES ^S ft-1? UUs SVZSJSSZ
irmn ; ide d
Santa Ifita deGassia.
As pessoas quo em seu peler tiverem pa-
tentes dos irniflos da venenvcl irmandade
de Santa Rita de Cassia, qte fallcceram na
poca do cholera, ou em mtra qualquer,
sem quedessem scencia a irmandade, ha-
jam, alim de com regularidade seguir a cs-
cripturagfio, c de serem titus irmaos cm
tempo sufragados, de leva as ou manda-las
com declaragao do da, mei e anuo do falle-
ciment, a rua dos Uartynos n. *, casa do
escrivao, Jeronymo Lmilnno de Miranda
Castro.
--- Precisa-so alugar urna pa-ja 0u preta,
pterenndo-sc escrava, quo saiba tratar de
criancas, e dos seus arranjos: a possoaque
a tiver, 011 queira disso se encarrega:. diri-
a-se n rua de S. Francisco, como quem vai
para a rua bella, sobrado 11. 8, para tratar de
seu ajuste, que ser bem pago avista de suas
qualidadcs
na qual se propOeensinar as materias deslg cm porc3o como a reta I ho," concerva ali-
aIfcmnsir ; p0t isso '"- P",,|" aos l,:,i^ menilclaa de Lisboa. Lilas, meias, e quartos
as, c a quem mais convier, queja de ssrdinhas, linguados, s.ilmoneoem latas
Precisa-se de urna ama que tenha bom.,,
aeu principio ao ensino desde o mez de malo
prximo passado, no s difalo no pateo do
Carmo n. 9, casa de sua residencia, onde tra-
tara das condigr.es relativas a admissao .1 s
alumnas: tambem recebe n sionistas c
mcio-pencionistas.
SEGURO CONTRA FOSO.
Companhia Alliaoc*.
Esubclecida cm Londres, em marco da 1S24.
Capital cinco milhoes de libras esterlinas.
Saunders Brothers & C, tem a honra da in-
formar aos Srs. negociantes, propietarios dscasas,
a quem mais convier que. estao plenamente au-
;onsados pela dita rompanliia para sffeetuar segu-
ros sobre edificios du lijle e pelra, cobertos da
tlha e igualmcnta solira os objectos quecontiverem
os roesr.os edificios quer consista em mobilia ou
b fazandas le qualquer qualidado.
-- Precisa-sede ama lavadeir.i o um co-
pel ro : quem esliver ueste caso, diri|a-se a
do
ran les e pequeas, cvala, peixe espada,
vinlio engarrafado do todas as qu iii lades,
O mais superior que ha no mercado, vinho
afamado champagne, cha perola, uxim e
hysvn, a mei xas trance-/ is em latinhas 'e 3
e ni libras, arroz carolino, dito inglez, dita
do Maranho, 1 mto em .-a.-eos romo reta-
Iho a 33 a arroba, manteiga lina de lo s as
qualidades, e mudos outros genero, linos
q le vista faz f, e noscengoita dinheiro
GUARDA .N.\i;i(i.\.\L.
Continia a ^~:.r a venda o manual da
guarda nacional, ou collc-gao de todas as
leis, rcgulamenlos, o.dens e avisos concer-
nentes a mesma ^.ir la, relativos, nSosao
processo de qualdicagSo, recurso de revista
ele. etc. etc., senioa economa dos cor," s,
orgainsagao por municipios, batalhoes, com-
pendias com msppas, modelos etc. etc.: na
rua de S. Fraucisco, deposito u. t, onde en-
contrara ja enrade.riiados.
l'ieeisa-se de urna na para o servigo
nlerno de urna casa de pouca familia; lia
praca do Corpo Santo n. 17.
as scuiG-
ras de bom >osto.
Vendem-sc ricos estojo* para ro.tuii ,i,
senhora, pelo barali-simo pieco d- 2/uo,
3?500c V/j-jO cada, um, caixinhas nmito,,'
cas para guardar joias a 909, 1/20.) e | --,{hl
tesouras muito finas de tolos os lano. ,,^
a V-, 1--,011 e 2/cada urna, ditas para unlia.
mulUssireo linas a 8W, l^c 1-300, |,i,i,.ls ,| .
peso muito finas para labyrintho .1 |ajaj r^ ,
mia liiibi, ditas para bordar a 100. u c ,,,,
rs., lindas caixinbaaeaaa s iparioaei tram-
pas a lo o 300 rs., cari > com ti e .1 ,,,
res le clcheles chatos franceses a M 11,.'.,
l^"rs.,l olas de carrete i s .
autor b-xandre a ho rs. oearretal, ditas ta
mojaras do mismo autora 10 r.., (-a,x,-
uhas com Bgulbas trance/as a ico is'
comagalbasde papel pr.-to a aW, carfii
mas com agulhas fr. nce/as a 3i a-ull. 1
ros muito bonitos lasnbein esm aaulU-
franeczas a leo c 3-0, calxinbaM com M
veles de lnhas muito Baaa para marcar en
carnadas c^zues a 3_'0, ricos do .m-.I.'w .
de cores para vcs'.i os e roofinkas >
riasaSOOel/rs. a da/..a, r.cos Sr .
neosao edeasarfim aSM iin r- ded.
de osso muito bonitos a rada 111 n' > 1
ixinhaa so, ,i ,,,,,,.,, .,
quahdadespara pregar alin,. 1,. einUa>
pulceiras muilisaimu ricas a iidades, riquissimas luslawadae shan di
lodasaa cores c l irgurat, Iwcinhas la
sirenas e de lo :..s as corea, hice.. Mal 1
n sde luido e de varias lara-ur.is, hab 1
abi rio de liulio, tjuca. de lia par enastes-1,
peules de liavessa para scubaras anea
c oulras ;. un simas c >us 1 que | 1
' ; '; ':: is i' ira! 1 !' que ei 1 Mrt
qner loja : na rua do ido, na I
niiecida loja Jo m udez
s s t! rua ({tu moni i i
a i avall >.
.\ 1 rua \ova n. 18, loja de M. A. C ,u dr( ,
lia ricos casavequee de carea, > p 1 -.
para ino.it.na; j.. co ao um granda 1
Ument das mais bem acabadas obras
' 'I .1 llllO SU I t IOT, roa, 1:1
chapos, ditos de sol, lencoi '.-. ...!.- -
de 'lila r ara ,; aval ditos de c 1 I .%
suspenso* eos, incias 1 1 boaas a, sasd
meninas;camisas, lilas le samas, i-- 11 -
para qualquer obra oue aejaancow
da: a pes.oa que Ver a esta |i .a. ir
lito completo, e aera un. t 1 rec, 1 para io-
dos, a diobeiro.

ILEGVEL



DIARIO DE PERNAMBUO SECUNDA FEIRA I5DEJNIIO DE 1837.
Ycndo-so un moleque do 12 anuos dei iuo.lo : na loja da ra da Cadeia do Recite
idade, ja est frdalo o por isso proprio n. 64.
para pagem, quein qui/cr possuir o que he Surtes para Santo Antonio, S. JoSoeS.
bom, leve aproveitar a occaMilo, apressan-' Pedro.
do-sea r a pra?* da Independencia, lojan as ollicinas deencadernacjlo dotalgo do
33, aonde poder elTucluar a compra. Collegio c da rua da Cadei, defronlo do S.
Vendem-se linguicas,caberas e moclos j Francisco, ac!iam-se venda tullas de pape
de porco, todo do, manteiga inglesa llora'JOOrs. a libra,
dita francoza a 610 rs., velas do osperraace-
te a 640 a libra, cemente de coentro a 240 :
na ra dos Martyrios n 36.
CHARUTOS HONS.
(m completo sortimento decliarutos de
todas as qualidades linas, existe no deposi-
to da ra de S. Francisco n. 6, c vendem-sc
com o ganlio somonte de 20U rs. em cento :
he o niais barato possivel AppareQam os a-
mantes dos bons charutos o conhecerao a
verdade deste annuncio.
SAPVI'OS DE BltORACIIA.
Ka ruada Cadeia do Recilo, primeiro an-
dar n. 11, ha para Vender novos e bons sapa-
tos de borracha, por mais baralo preco que
em outra qualquer parte.
PELLES DE CAIMA. CURTIDAS.
Na ra da Cadeia do Recife, primeiro an-
dar n. i|, escriptorio de Gurgel lrm3o, ha
para vender pelles de cabra, curtidas de su-
perior qualidade.
O melhor que se
pode encontrar,
Yendem-se as verdadeiras bongalas de
bamb' e cunta da India, linas e grossas,
com lindissiinos casloes, a verdadeia agua
dos amantes em frascos grandes e pequeos,
ricas cbaruloiras de velludo bordadas a cu-
ro, ditas de marlim com riquissimas vistas
no gosto mosaico, gorros do velludo borda-
dos a ouro para homem, tinta ingleza e fran-
cesa, em caixinhas, para com a maior facili-
dade possivel marcar toda a qualidade de
roupa, excellentes binculos por serem mili-
to claros, augmentar multo qualquer objec-
to o altrahi-lo muito ao perto, verdadeira
hanha de uiso, de viado e de tutano de boi,
todas inglezas e com escolenles elidiros,
alianc,ando-se que qualquer dcslas, tiutilias
conserva o cabello e nao o destrue como
militas nutras qualidades quc'ha, pos de ar-
roz escolenle para bortuejas e comixOes,
assim como para amaciar a pclle. e que se
vende a 500 rs. cada embrulho, diversas qua-
lidades de tinteiros de novas invencoes,
capachos grandes para sofas ou marquezas,
sapalos de borracha para homem, e outras
militas qualidades de objeclos, ludo muito
bom e de muito gosto, que se vende muitis-
simo barato, na bem conhecida e acrcdiUda
loja de miudezas da boa fama.
VNDESE IIMANDE
ras luvas do Jouvin, de todas as cores, igual- En casa da Saunders Bro'.heri C. prc I
mente ricos peales de tartaruga di ultima doCorpo Santn. 11, ha par vandaro sa uinta^,
moda.
impressas de lindas e jocosas quadras novas
de tres dilTcrenles qualidades e precos, para
oentrelenimento das aprasiveis nuiles das
ogueiras..
\o Pregui$a
ODE ESTA QUE1MAND0.
.Na loja do Prcgui^a, na ra do Queimado,
esquina do becco do l'eise Frito n. 2, ven-
dem-se muias e diversas fazendas por pre-
sos baratissimos, entre ellas cambraias fran-
ce/.as, padroos novos e cores fixas, pelo ba-
ralissimo proco de 480 a vara, picas de bre-
tanha de rolo com 10 varas a ii, mussulina
branca o mais fino que he possivel a 440 o
covado, ditas de cores muito linas e de lin-
dos padres a 310 o covaiJo, dulas france-
zas muito finas e de lindos padres a 280 e
300 rs. o covado, cobertores de algodo pro-
prios para cscravos, pelo baratissimo prego
de 700 rs. cada um, cortes de bnm para cal-
gas a 13360 cada um, meias pretas para ho-
mem a 80 rs. o par, longos ae cambraia para
mo a 120 cada um, ditos mais finos a 200
rs., cambraia lisa muito lina e com 10 varas
a 65 a pega, cbilas escuras e de diversos pa-
dres e cores fixas de 1*0 at 200 rs. o cova-
do, e a 53, 63, 63500, 79 e 7j500 a peg, laa-
zinhas de quadros proprias para roupa de
menino a 400 rs. o covado, grvalas de lin-
dos padres a le, ditas pretas muito finas a
1/280, ditas de cores em outro gosto a 700
rs. cada urna. Alm do sortimento cima
mencionado, vende tudoquanto lie proprio
de un loja de fazendas, por prego mais ba-
rato do que em parte alguma.
Vende-se
em casa de S. P. Johnston & C ra da Sen-
zala Nova n. 42, o seguinte : arreios para
carro, sellins para homem e senhora, can-
diciros e casligaes bronzeados, vaquetas pa-
ra carro, chicotes de carro e de montara.
Farello
Vende-se superior farello vindo de Lisboa
ltimamente, em saceos e por barato prego :
na ra do Trapiche, armazem n. 7.
Oueijos do Ceara de 1, 2, 4 e 8 libras,
muito frescos, chegados pelo Iguarassu', em
por gao e a ictalho, por menos do que em ou-
tra qualquer parte : na ra da Cruz n. 36,
confronte ao becco da lingoeta, taberna de
Antonio Lopes llraga.
Vendem-se Ir* casas terrea, novas, ruinarla*
e com cacimbas, urna ni ma (los (joararape* n. 14,
e iluas na roa do Itrum : a Iralar com o sgente Ves-
lana, na roa da Cadeia do Itecile n. 55, uu na ra
dos Uuararapes n. 20.

UC1JOS
Vendem-se superiores queijos fl|imengos,
os mais novos que ha no mercado: a 13440 :
na ra Dircita n. 8.
filia do Queitna-
IAD4 I. 21 A
Vendem-se as seguintes fazendps moder-
nas, cnegadas pelos ltimos navios france-
zes ; dSo-se as amostras com peni or :
Popelene de ramagem, fazeuda moderna, de
lindos desenlies.
Sedinhas de quadros miudos, covado 13000
Cortes de chaly de babados 123000
Grosdenaples de cor, covado 23200
Cortes de chitas largas, 8 1(2 covados 23000
Chaly ondeado, covado 13100
I.3as de quadros, covado 600 rs. e 800
Chaly do llores solas, covado 800
Albaneza prela com mais de vara de
largura, covado 1-3000
Chita rxa larga cora toque de ava-
ria, covado 160
Cries de cassa de pintinhas miudas 29200
CHAPEOS A TAMBERL1K
Do a! rimado fabricante
! imitan de Pars.
Aealiarr. de chegar pelo ultimo paquete,
os nipra mencionados chapeos deste afa-
mado fabricante, e vende-se na loja de
ipoitas, da ra da Cadeia do Hecilo n.
18, de Narciso Hara Canieiro.
Metlioto facilimo.
Na li-'raria da praca da Independencia n.
6 e 8, ende-se o methodo facilimo-para
aprender lor, novamente impresso e aug-
mentado, por mil res.
Vende-se quiijo do s erlao
a 480 rs. a libra, manteiga ingleza a 640,
queijo do reino a 19500, 19600 e 11900, fari-
nha do reino a 120, gomma a 100 rs., lingui-
ga do reino a 400 e640, vinho do Porlo en-
garrafado a 1,-01)0, dito de Lisboa a 560, ha-
nha de porco a 520 : as Cinco Pontas n. 21.
Arados de ferro
Na fumligao de C. Starr & Companhia, em
Santo Amaro, acham-se Dar vender arados
de ferro de um modcllo e construccao muito
superiores.
Venda de
Farro iuglez.
Pineda Suecia.
Alcatro de carvo,
Eonas de linho.
Esponjas.
Drogas.
Algodolizopara saccas.
Dito ent raneado igual ao da Baha
E umeonpleto sortimento da fzendafproprio
para ate mercado t ludo por prego commodo.
IflO.
NAFUNMCAO DE FERRO
NII1.IK DAVID W.BOWMAX. ,\A
BA DO BRUM, PASSANDO O ulIA-
FARIZ,
amarellas a pretas, todas de seda e perfeila- 1 o covado. panno lino azul a 33 o covado, dito
mente boas, sem deleito algum, para ho- muilo lino a 5/, dito prelo muito lino a 5*,
mena, senhoras, meninos e meninas, pelo dito muil> superior a 63, ditos verde escuro
barato prego do 800, Ir 19500 rs. o par,: c cor de cafe mu to superiores a 63, cortes
,0 ..-.-,,: dilas brancas de algodo para homem e se- -de casemira prela, lina, para calca, rom lia
' I nhoras, proprias para montar a cavalloa 320,''
cobertos e descobertos, pequeos e grandes,
de ouro patente ingiez, para borneo e se-
nhora de um dos melhores fabricantes de
Liverpool, vindos pelo ultimo paquete in-
glez : em casa de Soulliall Mellor & C.% ra
do Torres n. 38.
Algodao inonstro, lie pe-
cliiucia.
Vendo-sc algodo monslro com 8 palmos
de largura, proprios para toalhas e lcncoes,
pelo diminuto preeo de 600 rs. a vara : na
ra do'Queimado 1. 22, na loja da boa f.
relogios de pa-
tente
inglezes de ouro, de sabonete e de vidro :
vedem-se a preco raz.oavel, em casa de
Augusto Cesar de Abren, na ra da Ca-
deia do Hecile, arnazem n. I ti.
Charutos de Ha va-
na : vende n-se em casi
deC. .?. Astley & C.
400 c 500 rs., dilas de cores muito finas.de
lio da Escocia, para homens e senboras a 40o,
500 e 640 rs o alem deslas outras mais qua-
lia sempre um crandesnriimenlo dossecuintesoli- lidades de luvas, e todas por mais barato
jacto- ileineclianisruosproprios paraen^enhos.a sa-
ber : moendase meias moeudas, da mais moderna
cuo-ir o ir ,_io ; taixasde ferro fundido e batido, de
superior qualidade e de lodosos tamanlos ; rodas
dentadas para agua ou animaes, de todas as propor-
coes ; crivnse bocas de fornallia c recitlros de bo-
eiro, aguillifies, bronzes,parafusos e cavilli0et,moi-
nhos de mandioca, ele. le.
NA MESMA FUNDICA'O.
se executam todas as encommeudas com a soperio-
ridade j:i conhecida com a devida pitsteza ecom-
modidade em preso.
Oculos e lonetas
de todas as qualidades.
Vendem-se oculos de todas as graduag0es
com delicadas armagoes de ago, pelo barat0
prego do 800 rs. c 13500, ditos com armag0es
douradas e prateadas a 19200 e 19500, dito8
com armagSo do blalo a 19200, ditos com
armagao de baleia a 480, dilos com armagSo
de metal branco a 400 rs., lunetas de um s
vidro redondas e quadradas com aro de bu-
falo a 500 rs., ditas de dous vidros tambem
com armagao de bfalo a 19500, ditas de um
s vidro redondas e quadradas com aro de
tartaruga a 19200 e 13500 i na ra do Quei-
mado, na bem conhecidada loja de miudezas
da boa fama n. 33.
XARO'PE
DO
MI
3
Botoes para pa-
litos, colletes, punlios de
camisa, e para casa*
veques de senhora
IT
para guarda de casa e sitio : na ra do Tra-
picho Novo n. 24, casa ue J. Mendbourg.
Vende-so um escravo mogo, de boa
conducta, bom cozinheiro ; urna escrava
crioula, do idade lSannos, com habilidades,
o bonita figura ; urna escrava mulata, de 20
Hunos de idado, mu forte e robusta, com
habilidades ; duas escravas de idade 25 a 30
annos para todo a servigo interno e externo
do tima casa ; urna linda crioula que ja cose
muito bem, de idade 11 annos: na ra de
Aguas Vedes n. 46.
FARELLOS DE LISBOA
em suecas grandes ; no armazem de Tasso
Irmos.
SAL DO ASSl
a bordo do hiato Novo Olinda.
Burras de ferro,
Vendem-se burras de todos os tamanbos,
ttaio coniol'az-se com toda a porfeigo qual-
quer ferrageill para casas, camas ne fmm.
lavatorios Ue Ierro, logues taubem de ferro,
c qualquer objecto tendente a lerreiro e
scrralheiro: na ra do llium, adianlc da
fun ligan do Sr. Uowman, do lado direito. ou
na loia de ferragens da ra da Cadeia do
Itecu'e n. 56 A.
Vende-so na ra liireita n. 19, supe-
rior carne deso a 320 e 360 a libra, cha a
I.W00, ditodo Hio al3800, dito da India a
2200, manteiga franceza a 680, dita ingleza
a 720, queijos llamengos a 13500 e 1S600.
Superiores cha-
peos de castor
pretos e brancos a 12^.
Por ter comprado grande porgo de cha-
peos de castor pretos e brancos, a urna casa
bar, pelo baratissimo prego de 129000 : na
loja do sobrado amarello, nos quatro cantos
da ra do Queimado n. 29, de Jos Moreira
Lopes.
'ilbo em saccas.
Milho e do-
ces.
Vendem-sc saccas com milho bom, e doce
marmelada, goiaba c ;iraca lino, em latas e
caixocs de todos os tamaitos, por diminuto
prego : na taberna grande, ao lado da igreja
da Solcdade.
Vendem-se queijos de coalha e de
manteiga, por commodo prego : na ra do
Arago n. 36.
Va ra do Cabug, loja da
agua de ouro.
vendem-sc balaios para costura e fructas,
frasqueiras em 12 frascos e copos proprios
para viagem cixinhas para vollarete, bo-
les para loupos, cachos de flores france-
zas, bonecas de todas as qualidades, phos-
pliuiusouui yollulias i- cera iii'upilus para
quem fuma, papel dourado, pratiado, som-
bras de todas as cores, ligas de seda, las de
todas as cores, panno de linho aberto, ligas
para meias, de seda o borracha, ligas de
borracha proprias para amarrar papis, tin-
ta em garrafa, lilas de velludo, trangas de
la e seda, lindas de carretel do 200 jardas,
de Alexandre, linha para bordar, de linho,
capachos grandes e pequeos, perfumarlas
de todas as qualidades, peules de tartaruga
superiores a 43000, e oulras muitas miude-
zas, por prego commodo.
Grande fabrica
de tamlicos, na ra D-
feita, esquina do becco de
S. Pedro n. 16.
Ncste estabelecimeuto ha efectivamente
um grande sortimenlo de tamancos, tanto
para homem como para meninos e senhoras,
a retal ho ou inesmo em grandes porgos,
para o mato ou mesmo para a praga, muito
em conta e a vontade dos compradores.
Aviso aos senhores de en-
pianos.
Vcndem-se tnuitos lindos e excedentes
pianos, cliegados ltimamente de Ham-
biugo, e com luidos retratos no frontes-
picio : na ra da Cruz n. 55, casa de J.
Heller&C.
Cobre
para forro de; navios:
Tasso Intuios. ,
no ii i n,i /un Uc
l'oi 1 ransterido o deposilo deste larope para a bo
tica de Jos da Cruz Sanios, na ra Novan. 53
garrafas 59500, e rnejas39000, sendo falso lodo
aqnelle que naofor tendida nesle deposito,palo
quesefaz opresenUaviso.
IMPORTANTE PARA OPIBLICO.
Para curade phlvsicaem lodososseusdilleren
tesgros, quermolivada porconslipagOes, losse
Vendem-se abotoaduras muito linas de!asthma,pleuriz.escarros d.sangue, drdeeos-
madreperola para colletes, pelo baratissimo lados epeilo, palpilarnono corarAo.coqueloche
prego de 500 rs., ditas muito ricas de tolas bronchite, dorna garrama, e (odas asmoleslia
as cores a400e500rs., ditas muito finas de'do80^8ao,pulml",are,
madreperola para palitos de homem e de
meninos a 500, 600 e 800 rs., bolOes de nioi-
zaique e outras qualidades. de muitc ricos
goslos, pai a punbos c collarinhos de cami
sa, pelo barato prec,o de 800 e 2b rs ataca-
dores de cornalina para casaca a 300 rs.,
boles de vidro de muito lindos padrocs,
proprios para casavequesa 800 rs. a du/.ia,
A \ OS'000
Vcnde-so excellente cera de carnauba do
Aracaty, c Assq', de urna sacca para cima,
escolhendo o comprador a sua vontade, pe-
lo indicado prejgo de 10/a arroba : no ar-
mazem de I). It.Andradc & C, ruada Cruz
n. 15.
Pianos*
Em casadeRabeSchmettau &Companbias
ra da Cadeia n. 37, veudem-se elegante,
pianos do afamado fabricante Traumaun de
Ha m burgo.
Vende-se ^superior linbas de algodSo
brancas, o de cores, em novello, para costu-
ra, em casa de Soulhall Mellor C., ra do
Torres n. 38.
TA1XAS PARA ENGENHO.
la f undicaft de ferro da D. W. Bowmana ua
ra do Brum, passando o chafariz, contina ha
dar u m completo sortimeeto da taixss de ferro fun
vido e batido de 3 a 8 palmos de bocea, as quaes
acham-se a venda,por eprego commodo a com
promptidao: emkarcam-s oucarragaa-sa am car
ro aemdospeza ao comprador.
8ellins e relegios.
$ELI.1NS e RELOUIOS depateDlc
inulez : a venda uo armazem de
Jtoelron Kooker & Compnliia, es-
quina do largo do Corpo Santo Da-
mero 48.
Sao muito finas
e de muito bonsgostos.
Mussulinas muito finas, matizadas com
lindas cores, de padres muito bonitos e
inteiramente novos; vendem-se pelo dimi-
e oulras mais qualidades de boles, que se nulo prego de 560 rs. o covado : na ra do
vendem muito han lo : na ra do Queima-i Queimado n. 22, loja da boa fe.
do, na bem condecida loja de miudezas da ___ _^ l- _^ _
boa fama n. 33. A^^^fcS
1EIAS PiET/iS HE LilA Vonde.se caldeLisboa nmmmttt ^
la e alodtlo para na!8aila'assimcomoPolassa da Kussia verd*-
. deira : na praga do Corpo Santo n. 11.
Luvas de pellica
para homens e senhoras,
chegadiuhas pelo ul-
timo vapor ioglez
Vendem-se verdadeiras e bem conhecidas
Vendem-se superiores meias pretas de;
laia par padres, pelo baratissimo prego de'
lSO) o par, ditas de pura 13a a 1i'500, e di- i
tas muil superiores de algodo a 600 rs. :
na ra do Queimado, na bem conhecida loja
de miad "zas da boa fama n. 33.
Cemento novo
Na ra da Cadeia de Santo Antonio, aruia-
zcni de tnateriacs, por prego commoJo.
prego do que em outra qualquer parto: na
ra do Queimado, na bem conhecida loja de
miudezas da boa fama n. 33.
Meias de todas
as qualidades.
Vcndem-se meias de seda de peso, brancas
e pretas para senhora, pelo baratissimo pre-
co do 39500 rs. o par, ditas brancas da mes-
ma qualidade para meninas a 29000, ditas
pintadinhas de cores muitissimo bonitas,
proprias para baptisado de mangas a 2*000 o
par, ditas brancas de algodSo, muito finas,
para senhora a 320, 400, 500 e 600 rs. o par,
ditas pretas de algodOo muito finas tambem
para senhoras a 400 e 500 rs ditas ernas e
brancas para homens a 160, 20o, 240, 30 e
400 rs. o par, ditas de cores de lio da Lscocia
tambem para homem a 400 e 500 rs ditas
cruas muito finas e fortes para meninos, di-
tas brancas e de cores para meninas e meni-
nos, e outras mais qualidades que se vendem
muito barato : na ra do Queimado, na bem
conhecida loja de miudezas da boa fama
n.33.
Caixinhas para
vollarete.
Vendem-se bonitas caixinhas com teios
de marlim para vollarete, pelo baratissimo
prego de 53 c 69000 : na ra do Queimado,
na bem conhecida loja de miudezas da boa
fama n. 33.
Brinquedos pa-
ra meninos0
Vende-se diversidade de brinquedos para
criangas, por prego muito barato : na ra
do un. imado, na bem conhecida ioja de
miudezas da boa faman. 33.
Leques muito fi-
nos.
Vendem-se superiores leques com plumas,
espelho e bolotas, pelo baratissimo prego de
23OOO cada um : na ra do Queimado, na
1h:iii conhecida loja de miadezas da boa fa-
ma 11. 33.
KA LOJA
da boa fe,
vendf -se muito ha rato
Colchas de damasco pelo diminuto prego
de 9j00O, ricos pannos para mesa a 39, atoa-
Ihailo adamascado com 8 palmos de largura
a 13600 a vara, mussulina branca muito fina
a 500 rs. o covado, dilas de cores de padres
bonitos a 320 o covado, chitas francezas
muito finas a 320 o covado, brim branco de
puro linho a 13440 a vara, dito pardo Iran-
gado tambem de puro lmbu a 19280 a vara,
ganga amarella iruilo fina a 320 o covado,
cambraia muito lina com salpicos brancos e
ta bordada a 103, corles de gorgurao de
seda para collete a lf, ditos de casemira
pela bordada a 63, fuslSo branco muito li-
no a 29 o covado, curtes de cambraia preta
com 7 varas, pelo diminuto prego de 23 rada
um, ditos de dita branca com salpico* da
cores, tambem com 7 varas a sam, sarja
prela hespanhola a 23 o covado, grosdena-
ples de cores a 1/400 o covado, setim preio
lavrado muito superior a I3M* o covado.
gorgurao prelo de seda rom salpicos, pro-
prio para colletes a 33500 o corado, luvas
brancas muilo finas, de fio de Ksroria, muito
Eroprias para os Srs. officiae* militare, arlo
araiisMino prego de 13 e par, meias preta
de 13a, proprias para os Srs sacerdotes a
19280 rs. o par, dilas de laia muito superio-
res a 1|800 o par, meias de algodSo rru
muito superiores para meninos a e ra. o
par, lengosj brancos de linho muito linos a
400 rs chales de Ita rosos e pretos, pelo
baralo preco de 39, fil de linbo liso muito
fino a 800 rs. a vara, princeza prela lina a
720 o covado, dita muilo lina que riralisa
com merino a 1| o covado, e alem disto um
completo sortimenlo de fazeodaa de toda* as
qualidades, que se vendem muito barato, na
ra do Queimado n. 22, na bom conhecida
loja da boa fe.
Candieiros pro-
prios para estudantes
Vendem-se muilo lindos caodieirrs pro-
EIJEi p,r' eslu-nles. Pelo barato proco de
89OOO : na ra do Queimado, na bem conoe-
cida loja de miudezas da boa fama n. 33.
&*ttU>05 fit*
luvas de pellica de Jouvin, amarellas e bran- ; de cores a 13 a vara, alpaca preta lina a 640 o
cas, para homens e senboras, pelo baratissi- i covado, canlao prelo muilo fino, fazenda su-
mo prego de 2-3500 rs. o par, ditas brancas, perior e prnpria fara vestidos de luto a 960 50/000 de gralicago-
Anda ausente desde o dia 2 do corra-
te mezdejunho o escra?o Bonifacio, enru-
lo, bonita figura, reprsenla ter 18 a an-
uos de idade, levando calca de a I goda o de
hslrasazues e camisa de algodSo branco:
.onsia andar pelo bairro da oa-VisU al a
Capunga : quem o pegare o levar a sea se-
nhor Antonio Goncalves Pereira Urna, ou
ao armazem de assucar da ra do Trapiche
n. 7, de Feliciano Jos Gomes, ser genero-
samente gratificado.
Continu'a a estar fgido o prelo Lou-
rengo, comprado a Uiogu Soares de Albu-
querque, morador no engenho Ramos, co-
marca de Pao d'Alho : a pessoa que o pren-
der ou der noticia exacta, recebera 50* de
compensagao, dirigindo-se a ra Direita
n. .3.
Continu'a a andar rugido desde S de
fevereiro do correte anno o negro de bordo
do brigue Melampo, de nomeMarcelino, da
nagao Cabinda, altura regular, secco do cor-
po, rosto enmprido, barba cerrada, e cria
suissa, com falla de denles na frente, e cons-
ta estar irabalhando oa estrada do rorro 1
quem o pegar leve-o a ra do Trapiche -
14, primeiro andar, escriptorio de ktaaoel
Alves Guerra.que ser generosamente gralin-
cado. m
SO$000 de gratificado.
Fuglo no dia 5 de maio prximo passado,
um escravocnoulo de nome Jos Amancao.
idade de 20 annos, feicoes grusseiras, olbos
empapugados, nariz grosso e chalo, rosto
cheio de saida, 4 denles quebrados na fron-
te, 1 cicatriz na testa, estatura regular, ps
grandes e cambados; levou chapeo de aaaasa,
camisa branca, c calca de selinel* branca :
quem q apprehender, leve-o a freguezia de
Bom Janiim, no Juca de Katuba, em casa do
Sr. Malinas Francisco Sunes, o qual dar
Dos premios da terecira parte da primeia lotera a beneficio doSenhor Rom. .I*?cnm dmi l>i>r-.s cmS.
Goncaio, extrahidaa 15 de Ju hode 1857
iVS. l'KE.MS. I NS. ritEMS.
Vende-se millio em saccas, tanto em
pornio como a retallio, por menos preco
do que em 00 ti a qualquer parte: ra
ra do Vigario n. 12.
Vende-se um cnoulo, bonita peca,
de 20 annos de idade, boro, oflicial de cal-
deirciroe fertiio, oqual desde enanca
tem sido sempre applicado a estes olli-
cios : na ruado Cabuga' n. 9, segundo
andar.
J\a loja
das seis portas
Km frente do Livramento
Pegas de algodaozinho americano com
toque de avaria, a 2jO0O a pega.
Vende-se urna armago das melhores
que ha em I'ernambuco, quer a respeito de
mo dobra, quer de risco, toda envidraga-
da, propria para qualquer eslabelpcimento :
quem a pretender, dirija-sa a praga da Boa-
Vista n 24: a tratar com oabai&o assigna-
do, que a vende por prego commodo.
Manuel Elias de Maura.
Vende-se velbutina preta a 640 o cova-
do, chapeos do Chili de todas as qualidades,
chapeos de molla, ditos ainasonas para se-
nhoras, ditos francezes, ditos de fellro mui-
to superiores, ditos para meninos e meninas
de filtro enfeilados, ditos de castor prelos e
pardos, tanto copa bniso, como alta, requis-
simos veos para montara, bonetes para se-
nhoras e meninas, c outros artigos, que tudo
se vende muito em conta : na ra da Cadeia
do Recife n 4*, fabrica e loja do chapos de
Joaquim Luiz Vieira.
genhoedonos de olli-
cinas
Vende-se bolacha americana a 100 rs. a
libra : no paleo do Tergo n. 21,1 dito da Pe-
nba n. 10. Tambem se vendem cartas de
traques a 280 rs. a carta.
Vendem-se meias couipridas e curtas
Je la decarneiro, sem costura, cliega-
dus de Lisboa no ultimo navio, por preco
muilo commodo : na ra do Ql|cmado
n. 49.
Velas de esper-
macete.
Sab
Vendem-se calxas com 25 libras de ve-
Itis de 0 em libra, a' preco commodo, em
casa de Isaac Curio & C, ma da Cruz
n. 9.
mi nova loja da ra do
Collegio n. O,
vendem-sc pegas de madapolo largo e fino
com um pequeo mofo a 45500, pegas de al-
godo grosso a 2, chales de merino de to-
das as cores a 59500 e a 9?, de tarlalaua a 15,
chapeos de sol muito linos de panno a -lj e a
2s500, um completo sortimento de cortes de
calcas a 19, capas de panno todas forradas a
4^500 e 7?, pegas de esguio muito fino a
3f500, chitas largas francezas a 320 o cova-
do, mussulinas de cor multo lindas a 320 o
covado, redes a 5s, cortes de caigas para ho-
mem a 800 rs. cada um.
Finho do
Porto.
O antigo deposito silo no becco do Gon-
c.ilvcs, armazem n.4e 'i, acka-se nova-
mi iie supprido de diversas qnantidades de
muito superior sabo amarello, e vnde-
se mais barato, que ein oulru qualquer
parte,
Queijos.
Vendem-se superiores queijos haneczes c
hamburguezes, os mais novos que ha no
mercado pelo prego da 15440 rs. : na ra Di-
rcita n. 8.
, --- Collada Babia da prlmeira qualidade
a :in/a arroba cJSa libra : na loi de forra-
gens, na rua da Cadeia do Uecife n. 44, de
Thomaz Fernandcsda CuiiIki,.
Cobre de forro.
Vende-se cobre de forro, por prego com-
Na rua da Madre de Dos, loja n. 34, con-
linua-se a vender o muilo superior vinho do
Porto engarrafado, em caixss de urna c duas
duzias, das eras de 1815 o 1834, assim como
vinho lino do Porto, em harria de quinto,
oilavo e Vigsimo, vinho branco e ge o iga
branca, em barris de quinto ; tambem Iro-
cam-S': imsgens do .-auto Antonio de piala,
vultos pequeos muilo perfeitos, por quan-
tia mdica,
- VcnJem-sc os melhores queijos do
reino que ha no mercado a 1?ii0, macarrSo,
talliarim a 320, inanloiga ingleza nova a 800
rs., linguigas do reino a 480, toucinho de
Santos a 2b0, o mais novo no mercado : na
rua Direita n. 14, esquina que vira para S.
Pedro.
LUFAS DE JOUVIN.
Constantemente acharSo na loja do l.e-
conle, aterro da lioa-Vis'.a n. 7, as verdadei-
Vendem-se 120 pos de coqueiros pe-
queos, proprios para so plantar : na rua
das Trincheiras n. 29.
Deposito
de rape princeza da fabri-
ca de li. Gasse, no Rio
de Janeiro.
Vende-se a prego commodo rap fino,
grosso e tneioi grosso, da acreditada fabrica
cima, ebegado pelo vapor S. Salvador ; na
rua da Cruz n. 49.
Planta da cidade do Re-
cife
Vende-se a planta da cidade do Recife e
seus arrabaldcs, feita pelo Sr. Dr. Jos Ma-
mede Alves Kerreira, por seis mil reis : na
liviana n. 6 e 8 da praga da Independencia.
Mappa das distancias da
provincia.
Na livraria n. 6 o 8 da praga da Indepen-
dencia, vende-so o mappa das distancias
das differentes villas da cidade entre si, e
religfio capital da mesma, a mil reis.
Algodaozinho da Baha
Sara saceos de assucar : vende-se em casa
e N. O. Bieber & Companhia, rua da Cruz
n. 4.
N. O. Bieber & companhia, rua da
Cruz n. 4, vendem :
Lonas da llussia.
dem inglezas.
BrinzSo.
Brinsda Russia.
Vinho de Madeira.
AlgodSo para saceos de assucar
nelogios.
Os melhores relogios do ouro, patente in
glez, vendem-sc por pregos razoaveis, ni
escriptorio do agente (iliveira, rua da Ca-
deia do Recijfe n. 62, primeiro andar.
Peunas de ama, cera de abelba e de
carnauba.
.Na rua da Cadeia ilo Recife, loja n. 50, de-
fronte ila rua da Madre de Dos, ha para
vender os gneros cima, rccentcmcnte che
gados, por pregos razoaveis.
Agencia
da 'undiciio Low-Mo >r,
rua dt Senxala ^ova
n. 42.
Nestc estabelecimeuto continu'a a haver
um completo sortimento de moendas e meias
mo-'iidas para engenho, machinas de vapor
e taixas de Ierro batido e cuado de lodosos
lmannos para dito.
Moinhosde vento
comfrombas derepuiopara rear lior lasaba
>a de capim : na un,I o :,,. ', c O, W. Bowmau
ua rua do Brum ns. 6 tielo.
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21
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