Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07781


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Full Text


KM* XXXIII N. \",
Por T> meset adiantados i.S'OOO
Por r> nezea vencidos .svOO
SEXTA FEIRA 12 DE JIMIO DE 18:7
Por anno adiantado 15^000.
Porte franco para o mJnciptor.
ENCARREC.ADOS DA SUBSCRIPCAII DO NORTE.
Parihiba, o Sr. Joao Kodolpho Gomes; Natal, o Sr. Joaquim
l'Pereira Jnior ; Aracaly, o Sr. A. de Limos Braga; Cea-
ri'.o Sr. J. Jos de Oliveira : Maranho, o Sr. Joaquim Mar-
ques Rodrigues: Piauby o Sr. Jos Joaquim Avelino ; Pa-
rl,1 o Sr. Justino J. Ramos ; Amazonas, o Sr. Jernimo da
Costa.
PARTIDA DOSCORREIOS.
01in.lt
Ignara,
N. Anl."
|0 i ... .lu-. >- '' m.-i.i l.or.i. .1.. i|m.
h, iM.iaiina .' I'aialiilii: ni- .i.-uii.U. o -.\l,..-r..|i,i..
,.li,,ii..-. Iloaiu, liman.', Vliiulm lraaliuiu: na i.r. ,-i.-
S. I^.ur....;... I'.....l'Albo, NaaaMh, l.in.....ir. Krvjo, frsaaeira, leajaae
n....... \.ll.-li. II'. Boa-Vbla, Oaricarji Kxu, na. >iii.iri c.i.... Ieear,!vtahasii, i;,i Foraiuw, Una, Barrearos, AuM-Preia,
,,......i. .- f Vit..l -iniiitj.-I.Mra-.
i ..,.., Miri-i... partea a- 10 bonu na manlia.
Al DIENOIAS DOS TB'BLNAIS DA CAPITAL.
Tribunal do rommercio : segundas e quintas.
Retacao : tercas Iciras e abluidos.
r.i/rinl.i :quarlas e sabbados as 40 horas.
Juizo do commercio : segundas as 10 horas e quintas ao meio dia.
Juizo de orphos : segundas e quintas as 10 horas.
Primeira vara do ciiel : segundas e sextas ao meio dia.
Segunda vara do clvel uarlas e sabbados ao meio dia.
RPHEMERtDES DO Mr/. DE JIMIO.
7 l.ua cheia as3 horas 3 minutos da tarde.
13 (.luirlo ininguanle as i horas e 50 minutos da manh.ia.
21 La nova as 7 horas e 14 minutos .la larde.
2'.i i,ii; iriu.resecnte as 2 horas e 1 minuto ila manha.
PREAMAR DE 1I0JE.
Primeira as 7 horas e 42 minutos da manhaa.
Segunda as 6 horas e H minuto? da tarde.
DAS DA SEMANA.
S Segunda. S. Maximino ab. : Ss. Gildirde, e Heraclio llb.
9 Terca. S. Pelagia v. Ss. Primo e Feliciano Mm.
10 Quarta. S. Margarida rainha.
11 U11in1.lv A solemnissima t'esta do Santissimo corpode Cbristo.
12 Serla. S. Joo de s. Facundo, Onofre e tiuido.
13 Sbado. S. Antonio pndroeiro da Provincia.
14 Domingo. 2. S. Ba/ilio .Maguo b. dout, da igr.
EM'.ARREGADOS DA SI I1-1 l;n v So SI L
Alagnas. oSr. I laudino Falr.10 lli. llahia. 1, Sr. II. iKiari
Rio de Janeiro, o Sr. Ju.to Perora .Martin.
EM PEBNAMBII.o.
O prrprietario do DIARIO Manoel Figueiroa de lar na x
livrarii, praca da liidrprndcnria 11. fie.
PARTE OFWOIAL
MINISTERIO l)A FAZENDA.
Decreto n. 19:t:l de 23 de mato de 1837.
Manda ejecutar diversas emendas e alterables dos
estatuios das caixa.lili.les du Banco do Brasil.
Alleiideii.lii ao que.me represenlou a directora
do Banco do Brasil, e osando da aulori.ac.ao ronfe-
rida ao governo pelo S I ".do arl. <* *> 08:1 He
5 de jalho de Ts'j tr hei por beta mandar que se
faram una eslalulos das cax filiaes do mesmo Ban-
eo as emendas e alterarles approvadas pela respec-
tiva directora em sessao de i de abril do correule
anno, e que com este baixam, assignadas por Ber-
nardo de Souza Franco, do meu consellio, senador
do imperio, ministro e secretario de estado dos ne-
gocios da tazeoda, presidente do tribunal do Ihe-
souro nacional, que assim lenha entendido e Tara
e calar.
Palacio do Rio de Janeiro em 2'. de maio de 1857,
Mi.0 da independencia e du imperio.
Com a rubrica de S. M. o Imperador.Bernardo
de Souza Franco.
Emendas e alterarnos dos estatuios das caixas liliaes
do Banco do Brasil, approvadas pela directora do
mesmo Banco em sessAo de l.> de abril de IH.7,
a que se refere o decielu desla dala.
O 3 1' do arl. ,'|- 4os estatuios das caixas filiaes
rica subsliluido pelo seguinle, com a modificara 1
btiio indicada para as mus da Bahia e Pernaai-
baco ;
Descontar a prazo nunca mainr de qualro me-
ze letras de cambio, mercines ordem e a termo ceilo, garantidos por
duas assignaturas, ao menos, de pessuas notoriamen-
te abonadas, residentes no lugar .lo descont, e bem
assim escriptos dasalfandegas, e letras do thesouro
e das thasoorias provinciaes.
a Como excepedo de regra poderAo desconlar le-
tras em que urna das duas assignatora seja de pes-
oa residente tora do logar do descont, e assim
tamben) de prazo at seis mezes, cunlanio que mis
da primeira especie nao se empregue somma supe-
rior decima parte do fundo elleclivo da ca vi. e
as da segunda dn lerca parte do mesmo fundo.
As caiasda Bahia e Pernambnco, porem, l-
mente poderlo empregar a qnarla parte do seo filu-
do effectivo em descont de letras desla segunda es-
pecie.
O arl. 30 lira subsliluido pelo eguinle :
11 Os directores lerAo em compensarlo do sen
trabaiho urna eommissao de 5 pur cenlo do lucro li-
quido da cana, depois dededozido o fundo de re-
serva de conformidad* com os estatutos do Banco.
Esta porcenlagem seri dividida em tantas parles e
mais urna quantas forem os directores, compeliudo
urna a cada om desles c duas ao presidente.
^ Em caso algum, porem, sera a eommissao infe
rior a doos cont* de rei para cada director das cai-
xaa da Bahia e I'ernambuco, de um conlo de re
para os da cana do Ouro-I'relo, de um cunto e du-
zentus mil ris para os das restantes, e do duplo pa-
ra os seus presidentes.
O art. :\'.i dos estatutos da eaixa de S. Paulo e o
12 dos de todas as outras, ficam substituidos pelo
seguinte .
A diisolaro da caita, a mu lauca da sua sede,
a de seu sistema de adminislraijao, e a cessac.Ho da
localis.irao das aceces, so poderlo ser resolvidas pe-
la directorio do Banco, Miando prsenles todos os
seus membros, e votando III pelo menos em favor de
tal resolurao. j>
Arlig.i addilivo : A direcloria do Banco poder
ampliar o circulo em que lenhim de ser felos os
descontos da raiza, devendo nesse caso os Mlulos
dtaconlados conlor a clausula de 1 ni (lagos na s-
de da caixa. F^sta deliberaran da directora linde-
ra ser tomada segundo as regras eslabeItcidas |. m -
resolver-se a li--..lur. da caita e mudanra da sua
sede.
Rio de Janeiro em d:5 de maio de 1S57.Bemar
do de Souza Fraueo.
rtt ludu por arrancar-llie das garras o extenso ter-
ritorio que nos perlence, e de que elle se lem apo-
deradd, e por lano, coilado, esta' sempre recaioso de
nos, sempre sondando com aggressoes da nossa parle,
e desconfiando que estamos fazendo grandes prepa-
rativos para lomur o que lie nosso.
Infelizmente em tal rao se cuida, e a ron-cien.-u
de l.opez proclama os nossos direitos melliur do que
os nossos estadistas ; sao, por tanto, vaos os seus re-
celos, e completamente ridiculas as suas prohibi-
rOes.
llir-lhe-hei agora duas palavras sobre a capital de
I'aracuay e seus habitantes.
A cidade da A*sumprao conlm poaco mais ou
menos 20,000 almas : lia toldados aqui lodos os
paiz desle imperio, promulga o seu alcorilo, cons-
lituindo-se o Calipha de seus compatriotas e conee-
dendo-lhes generosamente a _-r n; 1 de serem seus
vassallos, etc., etc., etc.
A' vista do qui etpunho, conliecer que o lal vi-
ce-consul francez J. B. de Ornaiio, esla' com allos
poderes para, na chancellara do seu vice-coniulado
revocar a nossa eonsliluic.o.
O S 1 do arl. Mil: que silo Itrasileirns os que
no Brasil tiverem naseido, quer sijam ingenuos ou
libertos, anda que o pai seja estrangeiro, urna vez
que esle nao reside por seryiro de sua naro.
Como, pois, querer que oslilhos de Francezes resi-
dilitio cnlre lid, urna vez que mo estejam ao servi-
co de soa narilo, sejam considerados Franre/.es
seus habitantes que perlencem ao seto mateulioo, de Oual o arlieo do tratado de l> eos addicionatsde S de
COMMAJNDO DAS ARMAS.
Qoartal general do comsnando da arma de
Pernambnco aa oldada do Recite, na (i de
I abo de 1857.
ORDEM 1)0 MAN. Wl.
O general commandame das armas declars.para os
Tos conveniente, que a presidencia resolveu a 2S de
maio prximo lindo exonerar o Sr. capiio do9" ba-
lalliSo de iofautaria, Domingos de Lima Veiga do
cargo de Helegado qu exercia no termo de Iguaras-
mi' ; e qua o Sr. capell.lo da reparli^ao ecclesiaslica
do exercilu lente David da Nalividide de Nossa
Senhora, resignou o mez de lcen(a que a mesma
presidencia Un conceder por portara de 2 do cor-
rente, para tratar de sua saude, visto nao o poder
conseguir com o vencimenlo de meio toldo, que
thetooraria jalga dever abonar aos licenciados em
srirlude de intpeccAo do saude.
O mesmo general determina, que o Sr. lenle
do eorpo do estado inaior de piimeira claise-Fran
cisco Hapliael de Mello Kego, fiqoe desligado da
eompanhia lita de cavallaria. visto ter preeochido
as condioes do S 2* do artigo 8* dn regolamenlo de
MI de m.injo de 1851, quanlo ao |ervico n'arina de
cavallaria.
.Inte Joui/uini Coellio.
10
ORDEM DO DIA N. 492.
I'endo de saguir para a corle do Kio de Janeiro,
no vapor que esla a chegar do norte, o Exm. Sr. le-
nenle-general conselheiro de guerra ,\ntonio Corroa
Seara, o general cuiprnandaule das armas convida
aos Srs. olliciaes dos difTereules corpas do exercilo
nesta capital existentes a comparecerem no caes do
Collfgio, no da e hora que se hnuver de desiuuar,
'lirn de fazerem ai suas despedidas a S. Et. no mo-
mento de deixar esta guarnir.1,1.
O mesmo general fax constar que o Sr. alferes do
8* balalhao de infanlaria Arislides Ballhazar da Sil
veira resignou, no dia 1' do correte, o reslo da li-
cenra que obleve pira ir provincia das Alagse,
visto como jai ronseguiu.il fim para que a solicitara ;
eqoeoSr. alferes kinu Augusto de Carvalho fez
soa apresenlac.au no quarlel-general, viudo da corte
uo dia (i do crrenle mez, e lirn reunido ao bala-
lhao 15' da mesma arma, a que perlence.
Jotr Joa quim Coetho.
EXTERIOR.
111,1 neira que a cida .c lie toda militar, eparece urna
praja de guerra : a cada passo esbarra-se rom om
soldado, a cada canlo enconlra-se urna ertifjcaetM, e
a cada momento ouve-se o rufo dos tambores e o
bellico som das Iromhetas. Lpez quer aproveilar
os seis anuos que mis incnnvenienlemenle llie con-
cedemos pira aproinptar mn exercilo assis adestra-
do, e que fcilmente pn.le allingir ao numero de
.VI.OOII homens, afim de dispular-nos com elle a pos-
se do nosso lerrilorio.
l.opez nao dorme ; mas em compensarlo os uossos
polticos estilo de somno terrado, e aUuns delles
lalvet nem saibam onde Pica o Paraguay !
O material da cidade he mo e pobre : lia om
nico sobrado, que he a casa do governador : nao
ha illumiiiacao, nem alfaidas, nem chafarizes. Ja
se vi- que a capital da repblica paraguaya nao vai
inulto adianle das capitaes das nossas provincias da
ultima or.lem.
A populadlo vive abatida na pobreza, e nem pule
ter esperanza de melliorar de fortuna, visto como o
commercio, que be a grande fonle de riqoeza, nao
Ihe he pertnillido. Commerciar pode umcamenle o
GoUtrno, Mo he, l.opez. Ja se re que o povo da
repblica paraguaya esln' no gozo da mais illimilada
liberdnde.
Os habita ules da Assumprilo, que devem ser os
homens mais civilisadus supinamente ignorantes; bom poucos delles fallam o
lie-,i,uiliol regulannenle, um grande numero o igno-
ra de todo, e a verdadeira lingua da ierra lie o gua-
rany ; devo porm confessar que a gente he boa, af-
favel, hoipilaleira e muilo humilde.
Posso asseverar-lhe que na cidade da Assumpcao,
a nao ser Lpez e mais meia riuiia de sujeilos, niu-
guem peusa no relo do mundo, nem sabe se ha
mais mundo alem do Paraguay.
Limila-se a islo ludo quanto lenlio hnje para Ihe
dizer. Se liver lempo e pacienria.para oulra vez Ihe
escreverei mais luugainenle a respcilo da Ierra do
inale.
Amanhna devenios deixar tsta cidade e seguir pa-
ra Alhuquerque. locando em algons punios interme-
dios ; n|o sei porem se poderenios ehegar a Cntubi.
Tenho meas recelos dt que o Paraguas!! sltja
destinado para servir confo crrelo eolre Corrientes
e Malo lirj-so.
A navegarn lluvial al Malo lirosso exige vapo-
res pequeuus e leves, islo be evidente ; mas parece
que pur isso mesmo a repartidlo da marinha deter-
mino o contrario. Qoem ha de pagar ai conaequen-
cias desle erro he o estado, e porlanto mo faz mal.
O Paragnassiin pelo seu grande comprimenlo he
o menos prepre para navegar ueste ro, queda Al-
sumprao |ior diaule vai-se eslreilando cada vez mais:
alm disto, a enorme quairtidada de carviio que con-
som, e a sua 11 amorosa llipolaelo lia de uece-saria-
toeale impor ao estado uto peqoeoos saerifleio<,
qoandvcom melada di rieapexa sn conasaTuirla o mes-
mo resulla.lo. > ufaragaaMiiu lio mu balarla lluc-
tuanla, um navio prourio para a gueir.. 11
.le iienhuiii m.1.1,1 ..., rUTeriam lemhrer d^
indar como crrelo de CTrrlemi-s para Malo
O (Jtpora'n e-ta' no mesmocaso, e nilo
de duas millias; mis a reparliri da marinha enlen-
dei que devi.i pregsr urna pera boa razjo, e por-
tanlo sirvam de crrelos o oparaguassim e o Ja-
pora'!...
Meu amigo, esclarera a quem dever ser esclareci-
da acerca desle poni. O lugar do Para^uassii oo
he aqui ; inandem-o. estacionar, se o quizerein fa-
zer, em Montevideo ou em Alhuquerque, e anlao
em caso urgente servirn esses vapores para correr
ao Paran' ou a Corrientes, ou para defender os
nossos lerrilorins ; mas designa-los para correios en-
tre C Trenles e Mato (roas* !... lie uma das laes
lembranras que parerem e-quecimenlo.
Se a reparlicao da marinha livesse sua disposi-
rao duas aos, parece que as mandara para ca Ta-
zar o -i-rviru de correios!...
Anida he lempo de emeudar-se o erro commelli-
do : guardem se o l'araguatsii e o Japora' para
o que elles devem servir, e veuham aqui subslilni-
los vapores pequeos, leves e rpidos, proprlos para
a uavegarao desle rio, a -obrNuJo proprios para
correios.
Adeos, at oulra vez..
Journat djCommerrii, dn Rio.'
junho de H2li que estatu senulliante principio'.'
K n i.1 sena admillir um absurdo qoe nesse tratado,
lodo commercial e de paz, seenvolvesse esse princi-
pio de nacionalidade, matime quandn lem de ferir
o pacto fundamental de urna das parles contraan-
le 1 He para lamentar que o vice-consul de uma
nacao como a Franca venha em um paiz estrangei-
ro, no aeculo \l\, representar o triste papel de
um 'i./ ,1.. paz da llora 7
Felizmente os partidos em Jaguario ronheceram
anda a lempo os seus etcessos, c cliegaram a
uro acrordo. As autoridades que se julgavam of-
fenilidas pelos arligos do Echo do Suln desistirn)
1os processos que inleiilarain contra o seu redaclor,
celebrando sa por semelhanle desistencia um tratado
de paz, que sem duvida ser duradoiiro, pelo que
n mesmo Edio, coja linguagem era desabrida para
com os seus adversarios, lornou-se calmo, e lie de
esperar que agora se dirija pelos dictames da pru-
dencia. As tres mofoas que Irazia na sua primei-
ra pagina, desappareceram.
chele de polica interino ja a II se achava, de-
milliudo logo i sua chegada o de:egado de polica
Jos Anlnnio de Uliveiri Palma, e subsliluindo-o
t>or Hilario Amaro da Silveira ; he de soppor qoe
mais algumas autoridades lenham igual demissao.
lem havido, mesmo de dia, porem sem motivos pa-
lilicos, algo* espancamenlos no centro da cidade,
e isto devi-10 a nenhuma forrja moral dai autorida-
des. 1,11.mil., ellas se emmaranham na poltica, o
resultado he serem rediculansadas e das.
No dia 27 do corrente, peas '> horas da (arde, sui-
dou-se com um Uro de pistola o Hauoveriano Fre-
derico Koupp, com loja de sapalaria na ra ne Fran-
cisco Marques. At bo|e ignora-se a causa que o le-
vou a spiieili.ii!,.. aclo de loocuia.
No mesmo da a esruna m-le/.a Mageslic, que
sahia a reboque do Commercio.ii e ja sabr o banco,
reponanlo a mar de vasante, e comecando re-
lienlar muito mar, halen por varias vezes, ab'indo
agoa ; e leve de seguir para o ancoralouro do Noria
a rehoque do mesmo vapor, para all descarregar e
reparar a ovara.
I ma compra de nova especie, que tentn fazer-e,
lem sido ha 3 dias a or.lem do da nesta cidade. Um
individuo de bordo da barca nacional Planeta ,
que aqji esl carrejando para I'ernambuco com esca-
la, Iraliu de elfectoar a compra ,|e uma mora por
nume Virginia, de 1 j para Iti anuos, afim de leva-
la em sua eompanhia. Esla mora he filba de urna
Antonia Alves, Hespanhola, vinda de Portugal para
servir de elur.in.li s lilhasde uin respeitavei nego-
ciante desla prara.ja viuvo. Esla desnaturada mai,
que li.ir.iir.iv 1 a honesldade de sua virtuosa lilha,
ajuslou-se com o lal sujeilo para entrega-la, cnm. a
condicSo, porm, de acompanha-lo para essa corle,
onde devia sel entregue a virlima. Onsullando a
lilha sobre o negocio, repellin-n rom indignarlo, e
rrlugiaiido-m em rasa de uma vi/inha, cuata-llie *
arucura logo o delegado de polica
ridiculas; ha presumpruei de que por mais de urna geni vai-se embora quaudo Ihe pirece ; e se o Bra-
vez se tornaram crimino-as. Fin prelo Mina, forro, ileiro quer obriga lo a cumplir aquilina que se
por nome Casimiro, eterria cerlo predominio sobre : ohrigoo, acha-se sem coulralo, porque tal nomo n3o
os oulros seas parceros. Este, quando se julgavam merece esse papel failo no consulado, e a que os
victimas do spero tratamento de seus enhores, ou nosos Iribunacs mo dan valor algum. I) resultado
amoscados de serem vendidos, iam ler com aquelle, he que vamos perden lo todos os meios de obrigar os
o qual etigia-lhes dinheiro, romo premio de seu i colonos a eiecular as condires a que se obrigam.
trabaiho ; sujeilando os cnnsullaiites a provas singu-1 0 .Vr. I>. Mnnne\ : Fazem-se esjses contratos
lamiente ridiculas e absurdas, dando-lhescerlos phil- no consulado ha mis poucoi de anuos, e anda uin-
Iros ou preparares para seren propinados aos se- da mnguein rerlainoo.
nhores. Casimiro morava na Cada Velha. O Sr. Silcetra dn M >l* nao pe em dovida o
Entre immenso numero de objertos de grotesca que o nohre senador allrma ; mas o qu assevera
superslirao, se enrontrou um rosario monstr sem he que isso anda se nao liavia auuunciado como a-
cruz, um esquife ou raitfio de defunto forrado de gora.
velbutina prela com gallo falso, psrecendo ser des- Sent que o Sr. minislro dos negocios escan-
tillado para se encerrar nelle o consultante ; diver- geiros nSo esleja prsenle para pedir a S. Et. que
sos varos e garrafas com preparar/ies, que vilo ser houvesse da declarar ss ha alguma nova convenci
ev.imiiia las chimcamenl?, e grande numero de bul- rom o governo porluguez que luinrita o consulado
las, cadernelas e livros escriplos em caracteres geral a fizer esle aiinunrios. Nao er que hoja ;
desconliecidos, prelos e encarnados, e que pela sua mas como a maten 1 lie importanle, requerer que
regularidade a asseio motam nao serem phanl.is-, se petalo informacoes a lal resiieilo, e que, quanlo
'i00'- forem enviadas, sejam man Jadas a' eommissao de
Casimiro foi preso na nerasiao em que escrevia i 'diplomacia,
com seus caracteres uma ucarlan on despacho, e lleudo, e sem dbale approvado, o seguinte re-
com elle os negros e negras, em numero de 8, que qoerimenlo :
se achsvam prsenles, sendo conduzidos lodos ao I Requeiru qna se pera ao governo a seguinte in-
quarlel do eorpo policial; e bem assim minios c di- formacao : Se o consulado-eral de Portugal nes-
versos objeclos que se encontraran! na casa, alguna.'la corle leve com o governo imperial alguma intel-
Aprescnlacaoediscussaoderequer.mcnlos. 1 lenle e arha preso a' ordem do marecHel na-
() Sr. Parar Wnlo fundamenta e manda a mesa mananle da guarnirlo
os segunues requerunei.los, que (ao approvados sem Esta affioal egoia" no vapor para esta corle.
Il..|c veio a reboque para o anroradnaro da carga
debate.
o Oue se peca pelo miuislerio da jnslira f seguin-
te inl irmir.Vi
patacho Irovador., qoe emlim posle de^ralwr.
lem deitado de entrar alguna navios neatea dia
vem raer n governo
- ........ -,,,.,) ^1.1,11,
ijuaes os lundamenlos que leve o vice-presiden- por lalla de um rebocador. Con
le da provincia do Eipirilo-SlDlo pa.a invalidara tome uma medida qae salve ... muilos" prcia'rea) do
mnal e civil na villa de Sania commercio desla provincia. Kga he orna prMarriai
Cruz, perlencenle ao termo da Serra, demillindo si-
multaneameule aos seis sup|denles do |ui/o muni-
cipal, ao delegado, subdelegado e aos mil iniprjtll
dn
" II i(l-, -.'"sin----14 cu
ivial, el oc orn.lo, e esta
/ -; aj naira-llie o faci
dos quaes se uppe furladus.
A polica vai syndicar de ludo.
Iloje abrio-se a I* sessJo do jury desle anno, nao
havendo casa por falla de numero. Consta qu* sao 7
os processos suhmeltidos consideracao do tribunal.
O proprielario e editor do peridico O Povo
presin llanca no dia 2. Al boje anda nao appnre-
ciu nem consta quem seja o novo responsavel.
10
No dia 7 amanheceu na barra o Imperatriz, e
felizmente entrn logo, sahiudo no seguinte para
Moulevido. Troute-nos a noticia de ler sido esco-
mido sena lor pelas Alagoas o deaenabargedor Sinim-
rni, a qual loi aqui recehida com viva sutisfar.Ao pe-
los numerosos amigos e afeiroados de S. Etc. Depoil
do finado Saturnino, he o senador Sininb o pre-
sidenle que mais serviros preslou a isla provincia.
lllrilinu.il do jury encerroa-se 110 dia 8, e dos
sele processos subinel'tidni a julgamento, fnram lo-
dos os reos absolvidos ealguns sendo reos coufes-
sos. de nada servio a confissao do crime para abalar
benevolencia e candade do etimio tribunal !
Em semelhantei casos a mouicipalidade he qoe lica
sendo a criminosa, porque paga McoiIhi Seria
bom qoe na sala das sesses do jury, em uma ta-
bolela o com letlras gordas, que estivesse A vista de
lodos, fosse gravada a seguinle mxima do marquez
de Marir.
A impuuidado he sempre a origem de mnilos
trunes o
II
Continua a falta de navios ; pelo que existe alinda
grande escassez, nao su de certos gneros alimenti-
cio, como de lazeudas propiias da estarn.
Naa xarqueadas de Pelotas etislein cerca de
illMI.IHKl arrollas de tarque em pilhas por falta de
navios que carregai-m. e lie de suppr grande haixa
ueste genero e prejuizo dos tarqueadores, nao su de-
vido quanlidade que existe e a deterioraran a qno
liesojeitn, como pelo elevado prego de :iii; a 1(13.
que lem custado cada rez.
O fri tem si lo etcessivo e o thermomelro conser-
va-se enlre V) a i.1.
Anle-honlein foi pelo juiz municipal sustentado a
prononeia do editor de peridico I) Povo. a
Hoje, pelo meio dia, lentaram suieidar-se rom
acnlu sulphoricn, om moro de IS anuos, por nome
Manoel Anl......> re Frailas, rom olHcia da alfaiale, e
uma mora parda liberta, de 24 akau d* ida le, .le
ligeucia para chamar a' sua competencia os contra-
tos de locarAo de servidos felos no imperio enlre
Porluguezes e Brasileirn-. E qae, salisteila esta re-
qmsirao, seja ella lemellida a' rommissAo de diplo-
macia para dar seu parecer.Silveira da Mola.
O Sr. / isconde de tiuiuilinhonha requer ver-
balmenle ao Sr. presidente que houvesse de dar pa-
ra ordem do dia a propondia da cmara dos depu-
lados relativa a' elape dos olliciaes do eorpo muui-
ripal per 11 mente, da corte ; e o Sr. presidente de-
clara que torntil esle requerimenlo na devida con
sidira^ao.
ORDEM DO DIA.
Continua a primeira disenssao, adiada tm 5 de
agosto do anno passado, da proposicAo da cmara
los deputados autorisanlo o governo a fazer rever-
ter! arma de infanlaria o major graduado do eor-
po do eslado-mainr da segunda ctassa, Antonio Joa-
quim de Magalhaes Castro.
Dada por discutida a materia, passou a proposito
a' 2.' disrussao, na qual entra logo e passa sem de-
bate a' 3."
O Sr. Prndente declara esgolada a ordem do
dia, e da' para a da seguinte sessao, a primeira
discossAn do projeclo ds resposta a falla do Ihrono.
Levanla-s a sessao as 11 horas e tres qoarlos da
manhaa.
TERIOR
. RIO DE JANEIRO.
27 de maio.
Depois do que dissemos honlem 110 Supptemfiito,
acabando de orar o Si Andr Bastos, foi approvado
por is votos conira 22 o parecer da r immi-.io de
constiluirfio e poderes, relativo a' eleirao do !> dis-
Iriclo da provincia do Ceara', e derlarado depulado
pelo mesmo dislricto o Sr. |)r. Domingos Jos No-
gueira Jagnarihe, e supplenle o Sr. Francisco Rav-
mundo Bibeiro.
Em seguida entrn em discussilo o pareen da com-
missn de r,in-iitoii.-.io e poderes sobre a eleirAo do
I dislriclo di provincia do Piauhy, concluind'o que
leja reronhecid.i deputado o Sr. Antonio Fraurisro
de Salles, e su|>plente o Sr. Antonio Borges Leal
Castello Branro, eom o voto em wpirodo do Sr. Pa-
checo, concluindo que aeja declarado depulado pelo
mesmo dislriclo o Sr. Antonio Borges Leal Castello
Branro. e supplenle o Sr. coronel Jos Francisco de
Mir.in 1.1 11- >n.i. UraramosSrs. Pacheco, Parana-
goa', Araujo Jorge, Teixeira Jnior, Franco de Al-
meida e (ionralves da Silva, e licou o dbale adiado.
PARAGUAY.
Assomprjlo, 8 de abril.
Von dar-lhe noticias minhas e da Ierra em que es-
Ion ; sei que as primeiras Inl.i de sar apreciadas oela
soa h ni amizade, e espero que ai segoudss de algum
modo Ihe iuteressem, porque, embora sejam muito
ligeiras e resumidas, sAo relativas .1 quesles de mui-
ta importancia para nos, e dizem respeilo a um paiz
do qual pouco ou nada se condece.
Em fins du met panado cheguei a' cidade da As-
umpr.'io sem que solln sse coulra lempo algum, nem
oecorresse novidade que se deva notar; mas isso
mesmo nao deixuu dscausar-me alguma sorpreza,
porque contara com uma ou oolra contrariedade,
vista da certas noticias que havia recebido.
Segundo o qoe me luihain dito os offleiiti do bri-
gue de guerra francez Bnwn, que enconlrai quan-
do vollava da Assumprao, d,,,;, e loleraveis da gente do governador Lpez, insultos
que cerlamenle nao su|iportari,ms, pois que, como
oOieiaei da marinha braaileira, ngo toleraramos que
se enxovalhasse o pavilhAo nacional, que, saqui para
ns. ficou um ponto amarr-.lado m ,MlI pedi-
gAo eommandada pelo ehefe Pedro Ferreira
Prevenidos cuno nos achivamoi, quaod nos a-
proximamns de llumsila'o, que he a man impor-
lanle f.irlilicar.lo paragaava, lindamos ludopromrlo
e disposlo para repellir qualquer insulto que se nos
qoizetse fazer.
KulreUiiln. apezar das nolirias dadas pelos olli-
ciaes, que aqui foram muito desl'eileados, e anu
apezar lambem dos receios que por nos moslravain
algumas personagens iinporlanies de Corrientes, ngo
soffremos ale agora a menor oirensa ; e a' eicepr.'io
de certas formalidades e prohibirnos, que Bgo anes
ridiculas do qoe vilipen liosas, (10 leiDOf di/.er que le.
mos sidu bem ac libidos, e cteio que as negociaron
enlaboladas pelo conselheiro Amar.il se icbam em
moilo bom pi.
I .sdavi.i. cuinprc notar rue algumas de*sas pro-
liibir or exeoiilo, o n;lo cousenlirem a-.s eslrangeiros, e
lalvez com Os(icrialidade a nos, f,/er trabaltios bv-
drograpiiicos, quer colln'-andn nos os nolsos in-lru-
mtoiin do laJo do Chacii, quer incsmo 1101 escaleres
de bordo.
Foi exonerado o Sr. vire-almirante Joaquim Mar-
ques Lisboa .lo lugar de inspector do arsenal de ma-
rinha da ciVle, como pedir, e nnmeado para o re-
ferido lugar u Sr. chele de divisAo Joaquim Raj-
mutido de I.amare, que eslava eommandando di
visan naval do Rio da Puta, onde vai ser subsliluido
pelo Sr. chele de divisAo Jesoino l.amego Cosa
Foram nnmeados, para commandar a tslarao do
Rio de Janeiro, em lugar do Sr. chefe de divisan La-
mego, o Sr. r ,pn 10 de mar e guerra Francisco l'e-
reira Pinto ; o eorpo de imperiaes raarinheiros, onde
se achava esle ollirial, o Sr. cipilao de mar e guerra
J i.h. Costodio de Hoodain ; a crvelo orDona de Ju-
Ihuii, o capilo de fragata Fernando Vieira da Rocha ;
1 crvela D. Isabeln, 0 capilAo-leneute lenlo Jos
de Carvalho ; e o brigue MaranhCnu, o capitao-
lenenle Joaquim Rodrigues da Costa ; pasiando-se
mostra de cmplelo armamento a eslas duas embar-
carles.
lo
Principiarei esla parlicipando-lhe que o vice-con-
sul francez em l'orlo-Alegre publicara um aviso,
no qual annuncia a seus concidadAos que todo e
qualquer aclo de casamento deve ser paisado pean-
le, elle snb pena de nullidade ;
Que Indos os lilbos, precedente, de malrimouin
legalmeute conlrahido entre um subdito fraureze
Urna senhora de nacionalidade eslraugeira, alo tran-
ce/es dt direito ; comanlo que o sea nasciniento
seja assenlado no registro do consulado, afim de se-
rem reconhecidos como legtimos ;
Une lodos os ocios civis, roinniTciaes. martimos,
me.mu ju.liriaes, c geralmer.le lodos e quaesqiier
que se tiverem de passar enlre os Francwei, serao
panado* na cli.incbelUria, soh pena de nullidide em
Franca ;
yuo a mulhcres e os filhos de subditos france/cs,
liuin como lodos os naeionae> que desejarein gozar
da .niterr el das Iris do seu pai/, das garafilias
privilegios estipulados o seu favor no Iralmlo de ami-
zide perpetua passado enlre a Franca e o Bra.il, em
' de junlio de IS2(. etc., devem logo cumplir com
todas a formalidades acuna indicada ;
Oue finalmente nao seao deferidos os seus pr li-
jos, einipiauu os mesmo nao forem felos com lo-
l.rosso. l-.-ia .nii.irid .i-, mis.n 111 a jove/'queuo>a, oreja-
ida mais non A vizinha qoe a uAo deixasse ir a pac* algu-
ma spm |h*0 rommunicar. Ilous dial depois.' um
moro, pir pedido do lal comprador, foi ter com o
subdelegado, allegando que aqoells joven recusava
arompanhir sua mAi, que seguia para o Rio na
barca Planeta a ; por cuiiseginnte pe na a acrilo da
autoridad para obriga-la a embarrar.
O subdelegado, inlcirado do negocio, manda bus-
car a mor;a i sua presenra ; mas quando ella seap-
prnximava, veudo protim o o melro coxo que quena
pilha-la, ja com um escaler a qualro remos atracado
ao trapica do Carmo para recebe-la, recusa dar
mais um passo, e iuvesle pela loja do urAn, gritan-
do como uma looca : Auxilio quem me acode
Eslas phra.es solas em alia voz, em uma ra como
a da Praia, e por uma joven vestida honestamente,
provocou a reunin d muita gente qo acudi i su.
voz, e compareceudo logo o mesmo subdelegado, re-
feri ella ludo que se pretenda praticar. O subdele-
gado a levou para a soa casa, nao querendo entrega-
la aos verdugos da sua honra Al o presente iguo-
ra-ie oque ajiolicia ha feto ; mas he de esperar
que a sua acto nao eiifraqoer-a em om caso destes,
afim de qoe lauta immoralidade e lano cynismo nao
liquem impunes.
i\o dia 28, o insigne artista (i. Tronconi, deu o
seu concert de harpa no Ihealro desla cidade. A
concorreucii foi inmensa e unnimes os applausos
que rereheu. Este artista lem granjeado verdadeiras
sympalhiai.
O rommercio acha-se totalmente desanimado ; a
barra continua liorrivel, e o rebocador Camacquan,
achando-se no hospital tratando la eua grave enTer-
midade, dizem os prolissionaes que s para o fim de
junho podera ter alia. A fllta de um vapor que esleja
permanentemente na barra pan acrudir a qualquer
eventualidad, lorna-sa muilo seusivel. Alguns na-
vios tem apparecido; porem a falla ii< vezes de agua,
ou de vento nao eslando o Cimacquaim para re-
bora-los, os tem fulo virar no mar, com recelo da
cosa. A eslacao invernla ja vem mostrando sua car-
ranca de poucas grabas.
Ht grande falla de gneros, e durante lodo esle
mez wentraran] II barcos, a saber : a barca ame-
ricana 11 lludson, de Marselha, com sal ; desse
pollo os nrigueiluarionaes liuaiaba a e Conven-
ro 11. e os patachos liinltiermina, Improviso,Cas-
tro II Continente, tegnindo esle eo bngue
liuaib ,1 para o Porto Alegre ; da Bahia ns pan-
chos ., trova ior e Santo Antonio, u e de Sania Ca-
Iharina a sumara .< Amor da Patria."
A' visla de lio pequea entrado de navios, poder
Calcular qual o sorlimrnlo do mercado, e o elevado
prero di pouco que existe.
Foi hoje, pelas iti horas da manida, preso e reco-
mido a eada, Consianlino Lomes Jardim. proprie-
l.ino e editor do peridico O Povo por ler sido
pronunriado pela delegada de polica como incurso
110 arl. 2li, 5 2'du cdigo criminal, pelo artigo da
lilha em que era injuriado n general commandanle
da guarnieao Heurique Marques de tlliveira Lisboa,
que o liavia chamado a responsabilidade, declinan-
do esla obre o editor, porque o responsavel Bernar-
dino Iheodurn J Senna, vulgo Cuicasu, nao eslava
a.HAR DOS SRS. DENTADOS,
SESsAO' DE 15 DE MAIO DE 1857.
'residencia dn Sr. tiieoni de llaependij.
Lida a aria da anlecedenle, he appmvada.
U Sr. Primeira Secretario da conta do seguinte
expediente :
Tres oflicios, nm do ministerio da juslira, oolro
do da guerra, e oulro do da marinha, remetiendo
os relatnos de suas respectivas reparliroes, Iraus-
millidos por seus antecessores.As respectivas coin-
ini.soes.
L'mi represenlaro de varios cdadaos hrasileiros
caixeirosde casas coinmcrciaes na cidade do Radio,
provincia de Pernainhuro, pelin lo que seja exten-
siva a lodos os caixeiros hrasileiros a isencao do ser-
viro activo da guarda nacional.A' eommissao Je
marinha e guerra.
I 111 requerimento dos continuos do tribunal da
relacl uo Pernambnrn, Lorio Candido Pereira do
de Siqueira, pedin-
vo> suli-lilulo-, contra as di-pii-iroes
li'.l de 21 .ie novenibro de 1849.
o Paro da cmara, lli de maio de 18'iT.__S. R.__
Antonio Pereira Pinte.!
Que se pera pelo ministerio dn imperio os se-
guinles informares :
Se se acha completa a lisia dos vire-presidentes
da provincia do Espirito Sanio.
a A dala dis nomearei dos que aclualmenle exis-
tem.
Se leem batido redaraaees 011 prcposlas da
parle de alguns presidentes relativamente a necessi-
dade da nomearAo do vire-presidente.
o Pac,o da cmara, Iti de maio de 1857.S. R.
Antonio Pereira Pinto, n
ORDEM DO DIA.
Continua ,1 discussA.i adiada do parecer da eom-
missao de poderes sobre a eleirilo do quarlo dislric-
lo do MaranhAo.
I. se e ap lia se a seguinle amend :
Si nlo forem anuulladas as eleires do qu.irto
districlo eleiloral do Maranhao, proponho que --; im
approvadas as eleites primarias das freguezias da
Vargem-Crnde e Chapadinha, e apurados os volos
dos respertivos eleilores com os doselcitores das fre-
guezias de Carole Auajalubalqne funecionaram no
collegio eleiloral da villa de Itapucu'-minm, presi-
dido pelo coronel Antonio Bernirdino Ferreiri Coc-
ino.Mondes de AI1ne1.ij.11
Occupoo a tribuna o Sr. Franco de Almeida, que
em um discurso enrgicamente pronunciado, proco-
roo demonstrar a visla de domnenlo, a uullidade da
eleigao e a intervenidlo directa que nella tomn a
presidencia da provincia.
Nesta occasiao partiram das galeras signaes de
adhesio ao orador. O Sr. presi lente chamou in-
mediatamente a ordem os espectadores.
A discussAo fica adiada pela bora.
(I Sr. presidente d para ordem do dia :
Continuarao da discassso, sobre a eleir^o do i
dislriclo da provincia do MaranhAo, e se houvr
lempo.
Primeira discussAo do projeclo n. N!l-de I8.">6, que
utorisa o pagamento que reclama o lenle refor-
mado dn exercilo Joaquim Jos de Souza.
Segn la discussan do projeclo n. .il de 1855, que
da' destino >o producto dos beus da cipella de I-
lamb.
I.evanla-ie a sessao as horas da larde.
que e Ib pede, he um dever enjo eumpr
Ihe etige.
Nao he possivel que na aatada de roiitrnna rarie-
decreto u. dad a que lem estado snjeila a barra, deite de Mr
alli um vapor de forra para acudir a qualaoer daa
i'M'iiiii.iii 1.1 de. |gn frequenles. ne-li cnla. He B-
ciso que o governo olhe para n Rio l.rand rota a
altenrao qu merece esla impoitantee rica pros
que nao deit entregue a bandos.
Cmrl'i /MirficH/air. 1
PERIAMBUGO.
DISCIUSO IMVSR DEPITAIMi UEiRA IIE>-
HIOIES PRM .NClAD.NA StSsA'O DE i;
DE MAIO.
O Sr. M. tHmrttmm : Sr. presdeme, aai
bem quizera deixar de lomar par nela dn
mas certas qaestes s aeilam unta rau,
quaes nAo posso contenlar-ma com n silencia ; n*D-
tenrei ha tAo escandalora, prTmit'v u aaj .
pressAo, qoe eo desejo pelo menos ler a glaria da
maulle.lar ao publico qua preslei mea val
elles, qoem na menos crguer a minha voz para 1
sentir qoe voto, tenho volado c votara ranura gara
lenres desla ordem, apiados preteuroe aaaa ana
parece nAo me mereeerem ootra qnalilii ar.i. aje a
de escandalosas.
O Sr. Otireira : Se sAn escndalo a
depulado lem votado pnr oolras anda ana
dalnsas.
O Sr. M. Ilenriques : En declina da tm
juizo, ac o oobre depulado esU" afeilo a isla, aa nV
o estou.
O Sr. Olireira : Nao esta' anlarisado a qaalili-
car de escandalosas.
O Sr. M. Ilenriques : Ka nAo dism qoe
nobre depntadn tmha volado por osla eai eneila
pretenrAo, dase qu prcleo.;.ies desla orden > e
po.liiiii qualilirar de escandalosas
" Sr. Oticeir : Ma en *o o aelor de1 ar-
ligoi.
O Sr. \l. lienriquet : A prelenca. nade
ser escandalosa para inim e Ma er para a nsaai da-
pulido, e veja o nobre depulado qoe marta vete
se tern servido da etpr<**ao escndalo caaa de-
ferencia a oulra. qnnloes, por in admir.-me am
hoje se moleste com n emprego desla etprnaata laM
mais que a casa sabe qu os arligos addili* dn *-
bre ilepalado se referem a requirimento de parrirn-
lires.
O Sr. Olirrlrn : M.s en 0A0 dara a mea a-
seutimenlo a essas preleares, m as jnlg
lalos.is.
O Sr. M. Ilenr'n/ues : O nohre .(epatado aaidia
na mellior fe, ni melhor inieur.i.i. segund* o mies*
que Tazia sobre as prclrnri'ies, apreaenlar sis ar-
ligos additivos, porque o. julgaaaa, ratavota, naa ea
nAo os encaro assim, e n que setnc he qae rofcrr
depulado encarou as quoaiea P ,r lado llgmnll.
arhiio razes para iusiilira-lai, e en a a* daaraaaW*.
Nao disse que n nohre diputado foaaa aaeand!.
rehro-m a. preteuches. Se pore 1. m artiga adak-
^ iie ma :e iKie ,. .
nome Candida Mafia Clara. Sospafa-se ser devida V,' ","'<'"C" J"""n'an0
anmalhaala loucur. npnosica que faala a mal f2."?",'0_e *""* ardenados.
do mofo ao casamento de s-u filho com umi
Iher que foi escrava. Ambos se acham cin per
vida.
Rendimenl) da alfandega desla cidade no mez ,. l-eilu" de projectos e indicarnos,
protimo passido....... 71:5238875
dem, do Norte....... 57:989j788
12!l:.i|."i--ii(iSi
2:lil7?'j:l
27:9J',l5S08
Colleclona geral ....
Mesa da raudas provinciaes.
12
A joven do acido silphurico falleceu hoje ao meio
da. Foi um aclo romntico que arabou por trage-
dia. O muro ira mais larde, porque dizem nao ha-
ver e.per.iura desalva-lo.
Hoje chegoa de Parto-Alegre o .. Continenllila,
Iruzeudo .1
Bello e Borg
lomaren) ass.,.,w. ,Ktu ihiujcb uinspecior na me- I iw-- *,
souraria Aruisaut. que dizem vir etaminar as repar-! '""
ic/ies liscaes deste lado do sul da provincia, s-n lo
o seu principal lirn a grande queslao da navegacAo
da Ligua Mirim. Dam qaeira que com uma pena-
da de tinta se desale o n-e,ordio que lan-
loi vexames privarles tem Irazido aquelles mora-
He lida e remedida .1 eommingo de poderes a se-
guinle indicarlo do Sr. Luiz Carlos :
llequeiro que a eominissAo de juslira criminal
ou a de constituirn e podare*, a quem melhor com-
pila, inlerp 111I11 o seu parecer sobre o fado de ler
primeiro juiz de paz da cidade da Cachoeira n.~. pro-
vincia da Babia, Jo- Ruy Das de Alfonseen, cunlro
a eipressa determinar.Vi do presidente da provincia,
arrogandu-se atirinuicries do collegio eleilor.l,
repellido os eleilores da parochia da Cmrriei da
reir, privan lo-os de concorrer para a i.irm.ir in da
mesa, e mandan 'o proceder a umes na respectiva
..-.,-- ^ ...-.,.,_,. .muii.-ii, .1 )t ,| _, _-_aj ..... '-------
a seu bordo os dluslres denulados llrs P"ochul sem previa deliberaao do mesmo
lorge. Fortes. ,. .eguem nes.e vapor para "*!^ A ,A
lasento. Veio lambem o inspeclor da Ihe- .J- C, ornara dos depulados 12 de maio de
dores.
Segu lambem neste vapor o et-inspeclor desla
alfandega Antonio de S Brito, que dizem vai lo-
mar poase de seu novo emprego. Um fuluro lodo li-
-nn.eiro e de prosperidade Ihe desejo, como onica
recompensa dos bous servidos que lem prestado na
longa carreira de empregado publico.
O Rio (i. .111 len.e cbtgmi lamb-m hoje de Ja-
guarao, e tanto dtata cidade como da capital, nada
ha que merec rr>eucionar-se.
13
Hoje amanhecen na barra o Imperalriz de
falta de Montevideo, conservando-se fura por nAo
poder entrar por falla de agua ; e quaudo por ven-
lura amanliAa cedo nio possa entrar, ira o Com-
mercio 11 lora levar ns passageiros.
Consta que o Sa Brito dena de ir nelle, vislo n3o
querer sujeilar-se a baldeares 11 com familia.
dem.
O Sr. Luiz Carlos fundamenta e manda mesa
o seguinte projeclo, que be remedido a commiiso
no g zo de seus direilus polticos, como se provou.
^ O Sr. bardo de Man era aqu esperado rom gran-
fie impaciencia, c um baile sumptuoso Ihe eslava
preparado; poiin lian podendo eulrar o elmpera-
loaa, a cujo bordo elle se achava, deixou de receber
as dem mslroces sinceras qoe Ihe Iribulam os seus
coinproviiicianos e amigos.
S de maio.
Temos noticias da capital e de oulros ponlos da
provincia, e nada de oceurrencias que merecam s
honras do prlo.
A delegara de polica daqui receben urna preca-
lona da de Pellas para a pristo de um Francez al-
faiale ponime Luiz Llonrtea e de Mirilla Oler. qae
d.illi se linhim retirado occullainenle, devendu a
praca mais de .VtKllb. Ja se chavam na barra, onde
Toram capturados, 1 bordo de um navio que segua
paro Santa I. iliiariiia.
No Estado Orienl.ii o canibalismo anda nAo ler-
m 1100 para com os Hrasileiros. Delli
SENADO.
SESSAO DE Ki DE MAIO DE 1837.
Presidencia do Sr. Manoel Iguana Cucaanti de
Lncerda.
As II horas da manilla abre-se a sessao, eslando
prsenles ;tl Srs. senadores ; e lida a acia da ante-
rior, he approvaJa.
EXPEDIENTE.
Be mandado a' cominis-ao da mesa um requeri-
menlo do correio d8 secretaria do senado pe lindo
que os seus vencimenlos sejam igualados aos dis se-
cretarias de estado.
O Sr. Sileeira rarao do senado um requerimento que Ihe foi sug-
geridu pe. leilura de um anuuucio que ha dias tem
sido publicado nos jomaess desla corle, relativa-
mente a lumia dos contratos de locarao de serviros
de colonos portugueze*.
O senado sabe quaes sao as idras falsas que se lem
propalado m Portugal a respeilo ,1a sorle dos en-
de poderes :
A assembla geral legislativa resolve :
I" Os collegius eleituiaes dos diverso! diitriclos
do imperio san obngados a mencionar as actas os
uwnes dos eleitons dai diversas parochias que com-
parecerem, bnn como dos qae 1 din em, com de-
signacao das parochia. a que pertencerem, sob
pena de uullidade, se deixarem de cumprir este pre-
cedo.
2- He millo lodo o collegio eleiloral forma-
do por (raerlo de eleilores em lugar difireme da-
quille em que se tiver feito a iii-lall n-11 do col-
legio.
3" As mesas dos collegios elciloraes serfin ohri-
gadas a mandar (roiscrever as acias, in lepcnden-
lemenle de discuis.lu, qualquer preteslo que Ihe for
aprsenla,!. por um ou mais elvitores, e igualmente
a lomar em separado o voto 00 votos dos que o re-
quererem, e incorrerao nAo ni na mesma pena do
arl. I-, leo contrario praticarem, como as que im-
pe o coligo criminal aos crime' contri o livreexer-
ricio dos poderes polllleoi.
Paro da ram ira dos depulados 1"> de maio de
I8"i7.L-.iiz Carlos, a
He li lo e approvado sem debate n parecer da
eommissao ''e poderes sobre a eleieSo do primriro
dislriclo eleiloral da provilldldo Rio lirandecpro.
chinado denatado |ior e-se circulo o Sr. barao de
Porta-Alegre ; supplenle, o Dr. Jago Capistrano de
Miranda Costa.
Arhando-se na sala immediata o Dr. Pedro Mn-
niz Birrelo de AragAo, depulado pelo lerceiru cir-
culo da provincia di Babia, he inlroduzdo com as
formalidades do estvlo, presla juramento, e loma
assenlo.
ORDEM DO DIA.
Primeira parle.
Enlra em discussao o parecer da mesa sobre a pu-
blicarlo dos debates da casa.
He lida, apoiada e pista em discussAo conjuncla-
menle com o parecer a seguinle emenda substituti-
va ao parecer:
l.lue I que a mesa aulorisada a innnvar palo mo-
do que Ihe parecer mais conveniente n coulralo pa-
ra a publicarlo dos debales da cunara, leudo em
S. PEDRO DOS II..
Rio Grande, I i de malo.
Hoje aqui chegoa o .1 Piratininga a com ti dias de
viagem Irazendo a noticia, que ja era esperada, da
retirada do ministerio Catias. O novo gabinete pos-
sue m-iribros piepinineules por mus luzes e seivi-
ris prestados ao paiz ; porm aqui nos circuios po-
lticos divergen! de opioioei a seu respeilo ; uns di-
zem que he le Ir.uisirAo por nAo poder haver humo-
geneidadl enlre progressistas e conservadores, cujo
principio ido diamalralmenle oppostos ; outros opi-
11.1111 em contrario, enterguido no novo ministerio | livoj sAo do ilaraiii pirlicolir da nokr aipa ~,
toda a solidiiiieilade em atteurao .1 pjlitica de lole- i''" he oulra coosa.
rancia prorl,mida da Ihrono. Ora, principiare, ftr. ftmymm, pl pra;*ai
; asta pialanila com .u-iira.a rmlas rlta-
dJeiasava
ar>iiadi,
O Sr. Oliceira : Na sai opiniAn.
0 Sr. M. Memrtmm : Oo.-r qne ImIm a
1 Eaiasaa
premia Irr ala
mnn mesmo.
Srs..prescindamos do I11.I .rir., que por mais de ama
"*"*! (do augmente de ses ordenados e a. -iam .'i fcr. '.''.'' '"V!?* ''"'>" 'le ido P "... e-.a pnaanr*. com |mlir..
a "' dos ao mesn ,, e ,''",, V. .re 7TSlhl.Iu.TE ?Z"t 9',' "*" depulado pelo r.rc.il* 'ar. cama dse e.ran tal...... .n.gular.
' "' I do commerco.-' comm sao 1. ,1=, s, s '.re Rmi ^'ti^ Zu'......' ""f" T.....m '" S.....! '"" "" ***"
ngo de, liai)()S 1 lunosque sedestinam aollrasil. Inrolra se que el-I visla o poosa'inenlo da indicarlo.-S."it.T
les vem ser maltratados e para
nos; entretanto que todo o paiz sabe que a coloni-
sasao porlugueza nAo se applira no Brasil ao servido
dos campos ; lica toda 110 lilloral, onde acha empre-
go lucrativo ; no que nos lem prestado importante
ervico, afugentando a esclavatura fiara o interior,
de
lie approvado sem debite, Picando prejudicado o
parecer.
SegunJa parle.
Enlra em diseossAo u parecer da eommissao de
poderes sobra a eleirAo do quarto dislriclo da pro-
,ilim|,le oceupar-se na lavoura. Ape/ar disto, nao vincia du Maranhao, que declara deputa lo pelo mes-
se cusa am Portugal de clamar cunta a emigraran
para o Brasil.
Mas poirdo de parle essas falsas Idea, dir' que as
questes de colonisar.lo vao soscitando duvidas gra-
ves, sendo uma dellas a qu pode ler origem uo an-
uuucio a que alludio.
.Nesse annuuci 1 do consulado-geral de Portugal se
mi dislriclo o Or. Joaquim tilines de Souza.
Tomaram parte na disenssao os Srs. Pacheco, Vi-
riato e Cruz Machado, (ornaudo-se ella calorosa
quaudo orava o Sr. Viriato, em consequencia de
um parle dado pelo Sr. Meu tes de Almeida.
A di.cu'sau licou adiada pela llura.
<> Sr. Presidente d para ordem do dia : Depois
sua cans.
O inspector da lliesour.iri,. hoje f.ii inperrionar a
alian lega, que.irliou u'miior ordeinc regularidade. que ralle diga na maraa pin
laml.em inipecciottoa a pagadura e colleclona. "Ii> procurador de nm uem, o
que aciiou en. boa ordem. examinando na ultima o '
saldo existente em cofre, sem duvida porque en-
contrn em Cima da meta lodo o dinheiro enaltad, vezsclem (eilode>l.i queslao de remero-, .lepa.!
A eompanhia de vapores ordenou a' agencia d'a- de dentro da ci lade, p.
qui que mo ronsenliss cm b.ldeaces fora da "
barra de dinheiro* e encommendas, porque sem do-
vida lera de pagar qualquer perda qua hoover.
Quanlo a passageiros, isso 11A0 corre risco de pagar,
se hoover alguma calaslrophe He lgico que a
campanilla receie mais o prejuizo das encommendas
do dinheiro do que da vida dos passageiros !
-Neste vapor segu uma representar 1 dn commer-
cio daqui a l'orlo-Alegre, dirigida .1 compauhia de
paquetes, respeitu da inconveniencia da sabida
dos vapores nos das eslabslecrdo. visto que quasi
nunca o vapor qo alie no dia 8 Iraz aa mala do
paquete de Soalamplon, falta esta que aflecla mul-
to aos inleresses do commercio ; e que 1 saluda de
segando vapor, mareada para o dia 2S, nio corres-
ponde, ou nAo satisfaz o seo fim, visto nAo poder
estar di vnlta a lempo de apanhar o paquete inglez,
ele ; pediodo por consequencia para qoe se esta-
beUc, os dias 12 e 21 de cada mez para as saluda
dos paqueles para a linha do sul.
46
Pelos jornaes de Porlo-Alegrc consla da desen-
berla de um novo campestre as inaiges do l.ru-
guay, cercado de forles malinas c rico de hervas,
de aguada e pasl.-igcio.
Presume-se sr eiM o campo perdido as malarias
do serhlo do I niguas que o padres da rompaiihii
de Jess conbeenm e tiverem necopado com urna
raxenda que os Unaranli chamav.un d i-niirn.-, pela particalaridade dn pello das reas que
nella se criavam. Os miaaiemtrlua Jesmno da Silva
.Nones erl.1uri.1110 Vargas foram os temerarios que
promoveram a su 1 dcscoberla.
Ambos, de accordo com mais alguns companhei-
ros, einbreuharam-se nos malos pela margem orien-
tal du rio. I.idaram l!> das no deserto, sohVeudo
Inda a calla de privare e tralnlh.s, sem oulros -
rilados que nao fosse de matos com bous hervites.
Dasaenrweoaram pelas grandes privaroes, e liveram
de adiar por aquella vez I ernpreza. "
IVovamente os dous chefes com oulros rnmpanliei-
ros melle'am-se a explorar.lo, e passados 1:1 das de
fldiga snbreveio-lhos om temporal ile-feilo que Ihcs
estragn tulas as mnuiroes de boeea e de guerra,
pelo que ain la adiar.iin para oulra aCeMila.
.Nuies vodou d lente, e fui a peior por das ; po-
rem vargas, impaciente por continuar oseulraha-
Iho, con I ni 111 na explorara, nAo esperando que a-
quella se reslabelcci, e euilirenha-se uolra vez nu
mato com dooi companheiros. .No fim de 1:1 dia<
lahiram a uma campia que tl.es parecen vaslis-i-
mi, com abnnilaucia de hervas, de aguada e p.ista-
gens.
Porem da alegra da oajawberU piuco gozaram.
porque os Bugres, que parece dominarem esse cam-
po, sahiram-llie le sohilo a- porqoe o qne he corto a i._
Intaval he qoe esta qoeilAn he de anlia dala,
he certo e inronteslavrl, he que ranura I....
pedio a rminrin das padaliaa, e a pede depon do
oovir a opinio de diversos profeore. de ande.
deule da rommissAn de bvgiene pabliea.
0 Sr. M. Ilenriques : lies rror ajne Batean,
porque achou raines par;, isso ; pedia can at~e
bascada em parecer de .Itrenles crprac*e ma ti
das, composta de mdicos nimio -..nlieci.li.. de am,
muilo arredilado". A casa arpta eala medida. *.-
sim romo a adoploo com rrlarAo a oolras fianca ;
mas o qu lzeram oa individuM a quem lamheea fo-
sa providencia iiTeclon Oimnriraaa a lea. aanda
ram-ie, qoer com sacrificio., qarr sem elle ; ma en-
tretanto os senhores padeiros julgando-se lalve pri-
vilegiado, resolvido a prorrailioar, a praUr a
mais possivel o negoein. pediram pr.irng.re o nal*
proroga<;.-iei de prazo, lizeram repr.senir.a .dar
represenlacftes, at hoje tem levado a negocio at aje-
le pomo. A assemhla pin sua sabedona Uimamen
le decreta a immediala remacta. mas de ana -
Iralega se valeram agora elles para de nava reteso-
re m J
O Sr. Ofirrira:Chama-ae estrategia.
O Sr. M. Ilenriques : Eslraleti nm, lambem
lie nfleitsivo islo "?
A propria ramara municipal foi a mesma qoe pn-
dio apena o plazo de li metes par os padeiras 1
luarem a sua mudanra, a assemblra parra et.
deu-lhes o prazo de 2 annos, mas ni otMIanle nta
anda nio satisfeitos reralcilar, insisten da mn.
tm Sr. Reputado;hiles me.mvs pediram 4 an-
nos para se mudar.
O Sr. \l. Ilenrifiie, J4' se Un 'aram a i
anuos da prorogac.io, e ltimamente, romo diaa. a
assembla resolveu este negocio, mas que fajen. *
padeiros ? Allegam qoe a aemlil.a aan approean a
parecer da eommissao, perqu nAn linlia elle leatai
prnposta regalar ; qualificam de lulil ea raaao,
que para elle presidm a deliberarn da a-.-n.We.
e pe lem uma nova postura revnganda a ata
E o que faz cunara, reune-.e a toda preasa.
nc-se precipitadamente, madili e reflexiona
esla questAo, e em soa sabedor. na lucarna er-asa
resolve, qoe as padari.is nao devem sabir para (ara
da cidade.
0 Sr. >l/icir:Aisislio 1 sesAo da ca
que isto se fez *
O Sr. M llenriqur' : Aili, s.m. e
tenho lana certeza como e liveswe kmsIiI.
*' Sr. Otireira:Para estar a fac de loa. .
part, uliri,lade. ..
OSr. M. HemrtfW* : lie por iw i.mm.
buiAo s n d;.., cousas qaa vejo ?
A camira reunio-e. como d.-s..e na mesan r-
gir dos inaloi, e su com grande rusto e panga po-1 casino lomnu 1 rrsnlarin que vimo..
.es^i es
declara a todas as pessoas que tem de fazer conira- da apresenlar.io e disrussao de requerimenlos. con-
|loi de locarao de servicos, qne devem ser celebra-1 linuaejin da dncnnlo do parecer da eommissao de
poderes so:ire a eleirAo do quarto dislriclo da pro-
vincia do alaraohao.
I. -\ mi 1- -< a sessAo as .1 e meia horas.
16
/'rcsi.incKi dn S)-.ii..rode dr lliepeud/.
o Joscde Mello, I dus naquell consulado, conforme disne a
residente no Arroio Malo, departamento do Srro
Largo, coin casa de soa prnprjedaile e negocio, em
uma noite do mez pajeado vio a sua casa incendala,
cando ludo redolido a ciozas; pudendo elle e-ca-
par-se as cliammas, porm perden.lo pin um mo-
do ministerio do remo de :it) de abril de IK>."i, me-
didas estas que o governo de Sua Magestade man-
dn de novo observar para htm da seguranes e di- i
redo dos subditos porluguezes.
Ora, leudo mis a lei de II de oulubro de 1837
na provlncti, dei
guado pe,,, Prancezes all re-i sutes,
contra o vice-connl, allegando os signatario que
Aronleceu-me ai que me prohibirn! na cidade delerminiroes arbitrariid "
ventura Ibes d
vonia le peuoal
n paaaigeui de nmi ra, alada aherla ao transito po-
bheo, somenie porqiie |ior ella se passa junio de
urnas lurliti -a,,,....
r..las medidas sAo, poriim, anles Pilhas do terror
exceiiivo que a Lpez inspira pnnripalmentc o
Brasil, do que do desejo do moleslar-nos. Com ef-
felo, o adiado vellio compreheule que devemos fa-
ver 1 prepotencia lomar a mascara da legalidad, o
emnomededir.iloe.criptode.eu paiz proclamar
0 absurdo e consagrar o arbitrio.
Oue o nie.m,, vice-ennsul de tranca, inl -ando-se
em sua ridicula presumpeAo cima das les de seu
ment ludo quinto pns*uj ; ,\ mesmo mez, Sera-
lim Medeiros, resilente nu margen oriental dorio
Sebolaty, foi lambem a noite atacado por S vndalos,
que n I er ir 1 m rom uma bala nn peito direito. e
igu denle a umi escrava que sabia da cozinha rom
a rea.
Como a noile era escora, pA le o mesmo Medeirn.
esrpar-s com sua familia, Picando a casa enlregoe
pilhagem : levaram os malvados ludo qne pmle-
Maldonado, sabia
m perseguirn dos salteadores,
jornaei I acompaobando-a um cuuh.i I a da vctima, Carlos
origen) m protesto | Amaral, pode ronsegur matar dona do salteado-
res e encontrar parte do rnulio ; porm em ve/, de
entregaran] a quem linha lirado sem o qoe era sen,
foi .dudo applicado para a polica, segundo as les do
pala !.....
II patacho hollandez ,1 ralo a enralhou no dia 1"
do corrente no banco, quando entreva, por ter o ca-
pilAi negado os palmos em que rinda, p-rdpndo-e Ir om Brasileirn e um subdito porluguez
totalmente 0 navio, e salvndose apenas a (npo-
Uro.
Em Porto-Alcgre appareceu urna especie de uni-
gromante, cujas praticas nao eram simplesmeote
A bora r.o costme, achaudo-so reunido numero
qoe provideuria sobre 01 contratos de locagao de ser-- legal, abre-se a scs-A
Lida a aila da antecedente, he approvidl,
" .Sr. |" rectefono do roula do seguinte expedi-
uo o reapeilo e ademio devida .1 actoridadu con-u- ram. ('.llegando esta novidade a
lar, etc., elr. | oin, fr<;, policial
f.st.i pe;, de architertura, publicada n
a capital
f-ilo e n-
1 vire-runsulado, se p ir-
isem^ nnicimenle o cunti de.ua
porm, nao podan) resignar-
v'o., perguntl n orador qua outia dsposiego pu-
de regular dentro do imperio c-sa materia, a nao
ser a des.a le .' *e pode para o. nonroi Iribunaes
haver oulra disposicao obrigaloria em lal awompto L'in reqoermenln de liraulmo l.iudidu Mendrs
ae nao a da referida lei'. Imparraito, eomo he, aio-' ldanle do tereeiro anoo da faruidada de direito"
da aasim da direilos imporlanles .1. Joatica de paz, 1 do Reoe, padinda pelas razoa qu* e\p. sor idmit-
esUbelece providencia, pura leulelir 11 Irau le por (ido 1 fazer arlo do piarlo anno.A' rommiss.10 de
parle do. locatario! da icrvico-, iL>:..r.nioa a turma iu-i.-ucrilo .uhlica.
dos comalo, e conten multas outras providencia.| l).lo*dos admiohilradores da obra da matriz da
deram escapar-Ibes sem perla d- um a. licou,
porem, a certeza di campo das I uceas /(micas, e
consta que a vice-prpsidencia ja receliTa tiaitici[ia-
r.iu de tal desr.iberia, e que levara ao coiihecimeulo porta saber >e fui
do gnver 11 1, rei'urnmcndan lu-liie ao mesmo lempo os
dous slenles cabera de semelhanle eiupreza.
Honlem aegllio |iara Jagnarao o ustiector da Ihp-
sooiaria ; veremos se roosegae a uavegarao franra
da l.agoa Merim.
O deposito de xarque ainda vai subindo, devido
a' falla de navios, lein-se pretendido Irelar hiales
da navegaran da interior e de maior lolac.io para
rarrega-los os porlos do Norte, llerereodo-se de
frele dstl rs. por arroba. O pirro do xarque vai de-
clinando no mercado; ja se tem vendido a iljKOO.
Ha presentemente grande fall de moeda metalli-
ea na prac,a ; a nacional n.lo existe; su gvram as
repartirse faciei ni lulhetes do banco e algumas
notas do Ihaaonro. As onras sumir.n-se, slevido a
grande quanl tale que se remelle para a Campa-I a a, .-nbiri.
Un para a compra do gado. o Sr. OUetirm :-lsto.......e parlamenlir
que para aln vai Pira como enterrada, | c Sr. ./. //-r,7e, _k r.t... ,,mes d.ieUo.
qualquer earria)-
' m Sr. I)rputadn:V. -al* se foi em
lr,i,.r,linaria ?
0 sr. M. Ilenriques : N.lo -ei.pnem me im-
on nlo ; ,.nrem he rcrln q,.e
enmara na mesma WMHmt, em :l na mus horas -em
ouvir de novo o, peritos, as pcvsoas prole*!
resolveu a queslao.
" Sr. Fimniina Jtmitmm necasaan a ,_
nenio da cmara ja' eslava l.irmido, e roan4aa I
HiformarAo trazida ao rio desta as.rvl.l. a.
1 Sr. 1/. llenriqur. :A ramaia saltn ate piar
cima de (odas as conveniencia oriae, na, pM-
dns e ap o.,, talln por cima de leda a aaaaaaalaV
racoe. Miciaes. rtsrepeilo a cau em seas den-
..ie., de.-onsiderou-a me-ino.
O >r. / I .Mi,, _Ma apoiado, ns
ala 11.cap-/... naale.
O -sr. )/. llanques :\ djeng 1 n
propoMt, 1,1 is o que h certa be qu
ramarnlo
o lizevae da
Je^,. ^il#p
O dinheiro
nao c Ihe vr mais as cruzes ; nao lu retorno, que
tan Deceaaaro lie ao movimento commercial. i.ran-
de parto da Cunpaiitua se loruere. boje pela I ru-
gos, na. nao su pela pniximula.le cm que esla rom
os gneros, como pela liiiin.....,.i do prero, .. vista .1 .
giaudo coiilrali.iu lu por aquellas Ironlp.ras, e iiipsino
pelo pouro ou neiihum zelu dus eiiipregnlo- h.caes
li I rugu-vana.
19
i) capillo du :;. batalbA i de
reir Pestaa a endo victima
paaM reo,orar o pr.neilinirnl.i 1
r" 1".....* -nbordinad.. a eta as.Vroi><-a.
II Sr. (H.ir.r.i t.n.urar he u|r ce* .
" >r. 1/. Heurique. l) m.br tmmm
na ca enlamada para n.c indicar ... l.n.~ en
que en .levo re..orar.
fSr. Prcidente Heroinincn.U ao aabw.
depuladoa aiin,,.,.,, 1 lidia.
" Sr. Obceu-a :Qaanda n u,.r,re dppaiid .-
--------.----. ( -....... ............'.....'V'u ui/10 aif |j 1 1 i|H, 11... ll-ll.. 1 (l -l||i||| VIUMIId .1 III'IIO
meu. t.sa i,., nao embarga que os cnsules sirv.im villa de S. Denlo de Tamandu, em Minai-I.eraes, mAo homicida de um propnu colleg une
lia Plll.'l.'l Tin. .1... i.iilli.rai 1III.1 liviana... I.. ___1- '__1' 1. ...- i. ... ai. '
.-.....,., ..,,.,..,.,. n iiohrr
9. l/.iiciros Luiz Ker- "" lajualir a dealae, paasa lepeiin.
1 ;.' mole paa-ada da >r- ffrillifai :pode ie
de cuiad'.res dos menores qno tiverem de contra....
a locarAo de seus serviros ; mas arrogar-se o con-
sulado-geral de Portugal o direito de regular a for-
ma dos contratos que os Hrasileiros lenham de cele-
brar com os colonos porluguezes, he cunsa que uao
sabe como se poisa tolerar.
One foira pode ler perant* os magistrados do Bra-
sil um o
nlralo feito iio.c.uisuluilo de Portugal en-
de laes
pedinda a euoee*>ao de doaa loteras beueleio da
I mesma obra A r.imiui-.o de lazenda.
SAo lidos e approvados sem debates os parecer.
; das commis-es :
He roiistiluir,".> p podare, concedendo, ao.llr.
Joaquim Ji-i- leiveira Ledo, depntsdo pelo Kio de
Janeiro, a licenra pedida a esla augusla ramara pira
se dizia seo r""'. V* au larai o mesmo.
Cantinea a duer, que | cmara
l-idlrr ,h4
drr, .ilion por cima de 1.1:.. is .iiviorarns n
qu-reu a roniderarAo q.e dev a ..la .....w.,.
amigo. Estando de da a' prar^a e reliraudo para o
quartel das i'rincheira., onde resi te. eucoiitrua-se
eom o lente do mesmo balelhio Drammond de
Alinear Aran le, p perg mtandn .. aatee que Ma,
reapundeu-lh que ia para rasa, poreaa que pudo
larde ira rom elle capit.io para dormir no quartel.
Chegado all imbo. se deilaram jaleando o te-1 eea di araba dcVerrrt.'r a renoVao dio
ae aquella sa achava dormindo, lev.uta-.ee eom muilo i,.,n tondamenio
npnte 1
ir a Europa.
1). -Coiida de cji'ilas. pp.linio para or onvido o pe-se a exneriinriilar Be ranaslras do rapil'io |',t-
contratos 11A0 pode resultar forra alguma; e n3o governo a rpsppilo da prel.....-ao do major do rorpo gunlou-lhi cate o qne eslava fazendo vira-.c para
resudando, acontece o que se esta vendo todos 01 [ de permanente da corle load Harta Habello. elle, l.uira-llie sobra a cabera orna ... Icl.adida que o
das; islo be, que o colono que recebeu dp um Bra- I .s'o reme.lidos as respectivas eammlaaoaa os rola- i deixou spm aentidoi, e Ib brio uma biecha da testa
sileiro dmbeiro adiantado para pagar a sua paisa-1 torios do ministerio do imperio e eslraugeirn. la funte. l'rocedcu-iu boje a eorpo delicio e o mesmo
senil por 1 lotivo. de ..1,1ra ordena, .10 raei 1-1
motivo de defeipnria pira rom eala rotpearai a,
apoiado que Ihe he superior e qoe ha acra p .'-
padar.aa
; os quae uando
mevmo .e o) de.-em. ni., era awim qoe a .amara
devia procr 1er ,p.m 1 .
l'oi, Hoharea, e qoe quer dir.T arasiar o
legislalivo .i decretar oina medida (aroraMla, anali-
cada pela cimara e em menos de I > das a anai
MUTTT_/aW




DIARIO DE PERNAMBICO SEXTA fEIRA 12 DE JL'NIO DE 1857
-.i.ii. recalcitrar,.pcdindu a reforma dessa decislo
tro que alegue M nimio, um fundamento que se
possa duer nevo ; urna razio de nova ordem, que
nio seja maieria velha, ja .srutida c njeilada,'
O que se deve appor daln '.' Pois, seDhore, a c-
mara municipal emende que asna iiitelligencia lie
superior a da assembla, que o seu iuletesse e eelo
pelo bem publico be superior ao da assembla '.' Se
atsim nao be, entilo esta' convencida que a asam-
blea obrou mal, que erren mesmo quaudo assim
reolveu.
O Sr. F. Joo :N8o entendo nem nina, nem
ODlra cousa.
O.Vr. /. de llarros :Se be maieria vencida, co-
mo se esla' diculindo .'
O Sr. Al. Ilenriques :Eu nao sou rcsponsavel
pelas decisdes da mesa.
lina voz Da casa.
OSr. Metra Ilenriques :A casa vola como en-
lende. eu sou obligado a respeitar a decisoe da
maioria, mas respeilons retaba* coiivicces, a quacs
por mollas vezes eslito em upposirilo com a niaioria
e coro as decises da mesa, (nrmenle de cerlo lem-
po para ti, que, perdoe-me ella, que Ibe diga, nao
se impurla com o regiment e reolve como en-
lende.
(Ha om aprle.)
O Sr. Presidente:O nobre depulado quer apro-
veilar-se da occan.lo para accasar a mesa.
O Sr. A/. Ilenriques : No quero iproveilar-me
la occasiSo, porque V. Exc. sabe, que eu lenbo a
coiagem necessana para dizer o que pens, e islo
qut- acabo de dizer agora, lenbo o dilo por mais de
ulna vez.
Meus senhore, seria conveniente, seria delicado
mesmo, que a cmara gua: desse para com esla as-
sembla mais alguma atiendan. Se ale huje o pa-
deros teeiu oblidu prorog.ic.oes de prazo ; se linham
elles lalvez outros recursos de que se podiam valer,
al que le reunisse de dovo aassembla provincial,
qu urgencia baveria, que reclamase da cmara 13o
imolilo prncedimenlo para cemnosco '!
O Sr. Oliceira da um aparte.
O Sr. Al. Ilenriques :Mas como dizia, a cma-
ra nao aprsenla unta razio de conveniencia que au-
lorrse este seu procedimeuto.e tu Icrei de novo a in-
formaran que ella remelle a assembla provin-
cial. (141
De maneira que os padeiros julgaram-se aulori-
ladog para interpretar as razoei em que a assembla
se baseou.
O Sr. Francisco Joo :Todo o mundo esl.
O .Sr. M. Ilenriques :llein, o caso he, se esses
individuos apaubarain bem ou nao o peusaraenlo da
assembla. (l).
Ora, islo nao he nma confissao de leviandade '!
NSo he a cmara cunfessar-se mesmo leviana ? (ISao
apoiados e ampiados.) Confessa que reconhece ler
procedido em regra, que lez a prnposla a assembla
provincial, porque diz : (loma a ler)
Entretanto, senhorts, apezar dessa confissao, ape-
zar de eslar a cmara convencida de que ja havia
feilo a proposta, diz qoc a faz de novo, porque os
padeiros represeutaram-lbe que a assembla nao li-
nha approvado a revogacao da postura em conse-
qutmcia de nao baver precedido proposta della !
A cmara confessa que houve proposta, porque
ella meama o diz, e he essa tambem a minha opiniao.
A cmara confessa que houve proposla por occasiao
de dar at informar;.les que 1 lie pedira esla assem-
bla.
O Sr. Oli-ei'ra :A casa entended o contra-
rio.
OSr. Al. /leiirit/ues :Nao eulendeu tal, e pero
ao nobre depulado qoe mostre-me como eulendeu o
contrario .'
Por couiegoinle, temos qoe, ou a cmara se ocha
em erro, ou quix escarnecer de nos, ireclamacOes,
suuurro, apoiadoa enao apoiados); porque a cma-
ra conhecendo qoe urna informarao dada .< eligen-
ca da assembla provincial sobre'a pelicSo dos pa-
deiros, importava, diz ella, urna verda'deira pro-
posta, a que vein agora esta nova proposla '.' Se, po-
rm a cmara entendeo que devia fazer esla propos-
ta, porque a assembtca em sua sabedoria linha en-
tendido que a Informarlo n3o equivala a urna pro-
posta, entao ella claudica quando diz, que considera
foleis as razoes que presidiram a volacao da casa so-
bre o parecer acerca d.is padarias.
OI5r._ OUveira :Nao ha tal.
Um Sr. Depulado :Se dominoa na casa esle
pensamenlo...
O Sr. M. Ilenriques :Mas donde se collige que
dominoa na casa ele pensamento ".' Apenas, salvo o
engao, disse isto aper accideos o Sr. Dr. Manoel
Cavalcaoti.
O Sr. M. Cacalcanli: Nao jolgava a informa-
cae como proposta.
O .Sr. AI. Ilenriques:X informarlo equivale a
urna proposla. Perguulo eu,o qoe he que quer o legis-
lador ? Quer que a assembla nao resolva sobre ne-
gocios das cmaras, sem que preceda o parecer ou
audiencia deslas; logo, para que eslarmos sacrifi-
ca ndo o pensamenlo as formulas ?
Um Sr. Depulado :Os esl) los nao sao esles.
O Sr. AI. Henrtques :O eslylo nada val, qoan-
do se satisfaz o pensamenlo principal ; o pensamen-
to observou-se, porque a assembla cumprio o seu
dever mandando ouvir a cmara, e esla informou ;
mas em que sentido '.' Aduplaodo a idea da nao rc-
mor.ao das padarias.
O Sr. H. de fjieerda ik um aparle.
O Sr. Al. Ilenriquet:Senhores, ea onttndo, e
eslou convencido, que a volac.lo da casa demonstra
bem claramente, que ella consideroo como orna ver-
dadeira proposta a informarao da cmara, (apoiados!,
perqu devo persuadir-me, que se a commissiio en-
teudesse, qoe a assembla nao devia resolver sem a
proposta da cmara, que a sua informarao nao equi-
vala a urna proposla, oulra seria a conclusao do
parecer ; a conclusao seria, que o negocio fosse re-
metlido a cmara, para qoe esta fizeise a proposlt
conveniente indispensavel.
O Sr. OUveira da um aparle.
O Sr. AI. Ilenriques : Mas nao honve urna s
voz nesta casa, que na discnsuO do parecer eventas-
se esla idea.
O Sr. UUtiera Aventn o Sr. Manoel Caval-
ranli.
O Sr. .1/. Ilenriques :Nao, senhor, foi o contra-
rio, o que elle disse, foi com relac3o no seu voto, e
nam poda ser'oulra coosa.
lia urna aparle.)
Tanto mais quanto, nao obstante o Sr. Manoel
Cavalcaoti ler emittido assim o seu juizo, nenhoma
oulra voz se levanlou nee sentido, donde se con-
cloe, que a casa deixou de adoptar o pensamento da
cmara, porque entendeu, que a informarao desta
nao equivala a orna proposta. (Apoiados.) O parecer
discutio-se largamcnie. foi apreciado por differenles
membros da casa, mas nao honve um st> quesusri-
lasse esla idea, que se manifestass neste sentido.
O Sr. E. de Mello :Islo he a expresso da ver-
dade. (Apoiados.)
O Sr. M. Ilenriques :Se alguera leva este pen-
samento, nao o manifeslou.
O nobre diputado, segundo secrelario interino,
foi quem mandn a emenda ao parecer ; e porque
nessa emenda nao pedia anles que fosse o negocio
remedido a cmara, e se limitou a pedir a revoca-
rlo da postura '.' Nao esla convencido de que c-
mara nao propoz '! (Apoiados.) Pois eniao dssesse
n.iquell.i occasiao, qoe convinba onvir a cmara,
mas o nobre dapuladu nao fez isso, e nobre epota-
do entendeu, que essa informaran equivala urna
proposla, e boj pelo contrario entende, qoe a as-
sembla resolveo mal, e que a cmara nao tinha fei-
lo proposla Notando-se que a cmara he a mesma
que confessa na sua informarao, queja propoz.
Um Sr. Depulado :Esi'em erro a cmara nes-
ta parte.
O Sr. M. Ilenriques :Pois quem erra urna vez,
pode errar duas, pode errar mais.
Prescindindo porein disto, vejamos os argumentos
em qoe se baseou a cmara, vejamos se sao elles fun-
dados, e procedentes.
Senhores, aqu ja se disse, que mutos dos padei-
ros eilentes no ceotro da cidade mandam vender o
pao nos arrabaldes, ninguem me contesta isto. Nos
sabemos, que nos arrabaldes da cidade se come pao
fabricado all, qoe diversas padarias existero por
fra ; e se islo be assim, qoe motivo lem a cmara
para receiar urna crse, essa crise financeira de que
nos falla ? Quites s9o as bases do seo recelo ?
( Ha um aparle ,.
Eo declaro ao nobre depulado qne nHo lenbo re-
curso algum que da remoc,ao das padariasresulle fal-
la de pao no mercarlo.
O Sr. Oliceira: A cmara referc-se a oulro re-
ceio igualmente.
O Sr. Al. Ilenriques : Mas eu agora esloo Ira-
lando dos recelos ta falla de pao. Quanln aos se-
gundos recelos, sao laes que nao devian ser traalos
pela cmara, eutendo mesmo que a eamara dandn
esclarecimenlos a assembla, udo lleve tratar de se-
melbaote cooaa.
( .Sr. FVlMeitcO Jo'io Eu cntrndo que sim.
O .Sr. Al. Ilenriquet: Po|s eu eutendo qoe
nao, e estou no meo rlireito.
Mas direi anda que a cairara ao ps>so que MCita
como raioes valiosas para nio remocao dos padeiros
as circtimstancias criticas dellcs, parece qoe ao mes-
mo passo se ronlraiiiz em vista das providencias que
adopla, quando decreta quenenhum des padeiros ora
existentes, pt ssa lraspas qaalqner oulra pessoa.
') Sr. Francisco JoSo : Da' licenca para um
'aparte ? Quer guardar Inda a deferencia pata com a
ass?mblea, sem que ao mesmo lempo sc|a precipi-
tada.
O Sr. B. de Larerda : Ella mesmo uAo loaba
o que qui/.
O Sr. .1/. Ilenriques: Sr. presidente, se aca-
mara quena lomar na devida eofUideracAo as rir-
rnin-.lancias em que se acharo as padarias, devana
ser a |rimeira que propozesse providencias tenden-
tes a facilitar a cada um dalles a sabida dos emba-
rceos em qoe se achara c lineados, e u.in ser a pn-
Sn so for perdrudo o proprie'.ano 50 ou mais por
cenlo do seu valor.
He i-lo o que a cmara propoz, porque diz em sua
postura : a padariasacluaes poderlo cuiiliuu.tr den-
tro da t-idade, n3o podeudo, porein, mudar do pro-
ntlelario.
II i uro aparte.^
O que se segu be, que islo nao corresponde aos
desejnsda cmara.
O Dobrfl Oepulado podera' negar que por esta fur-
nia se olTerere or embaraco Insuperavel a e roens que se di/ern ero circum-lanrias ciilicas '.'
O imbre diputado podera negar que opadoiroque
esl em circtiiiMlanrias criticas para cum seos credo-
res eque mo lem com que pegar-Ibes sendo ruin seu
propno estabelecimenln, desda o morhenlo em que
poder transigir, e ale dispor tlo=s> eslabetei imniio
>anuos a prelenr.lo, porque parece que o Sr. Quia-
teiro be o que menos precisa.
Agora direi ao nobre depulado que eslou psrsna-
dido, segundo iiiformnres que lenhn, de que o Sr.
Qouileirn ero vez de 6:0009 Jara 10:0003 ou..........
0:0003 pela acquisicao.
O Sr. (Hiedra da' uro aparte.
(( Sr. M. Ilenriques :lina pessja habilitadas
calculou ero mais ue tiuHHtJOOO o lucro
desaa privilegio.
correnla, a inslallar;ao da sociedada da aRficBllara. i afelios a abracar o eabo da enxada, nem lado lem rir.iin.
O Sr. M. Ilenriques :I) ineu lim nao be elie-
gar a esta consequeucia, ha mostrar, cuino jade-
noostreii os incouvenienles que resultam desse pn-
, vilegio p que o privilegiado ira' usufruir dalii Eran-
?.! i'"',:'rei n"u""u""" rorlanln, a cama- Jes |rro<. como se p..Je colligir du ollera pecunia-
ra longe de corar da srte dos padeiros. pelo con- ,, ,,,,,. ,,|le fez
11.-1ii **'"' cMor!>-'* "" Pe'r "'"I" <1 i Alero dillo, Sr. presidente, eu niln coneluire sem
que aquelles em que se acharo. I far ,, coDlideraco a raspelo de..e prvilealo.
....' U"'!' 00lr" '. "o cmara Celo que ne.la casa "veio o reqiierimenl de um in-
eiitenile, qe a remocaa das padarias he de -
dade ou n.lo ; se a cmara ruten
" Sr. Oliceira :Etil.Vi o que se setue he, qfte, t coailus, assioi como Blgans especimens das raeas mala
ou a cmara ou o administrador do ceiailenu pieva-' nvenienle as nos-as neeessidiie; liiialmenle pro-
mover luda mais amulo fiir coiiduccenle lo melbora-
mcnlo geral da grallnra, sendo o meto de reah-ar
esle giamle lim a fini'-;io da arenes.
A falta de urna iiistiluican desta natiireza ha mili-
to que aecoiava severamriile a nossa civilitaco. l'e-
Perto de cein aunrullurea de varias enmarcas da pro- para peyar na pinna ; a nlhilidada de intell'genea. respustas
vincia. possuidos de um grande rnthti'iasmn, acuil- I que lenhn, per nutra lado me faz trepidar : a un- por ultimo que aceit
raro pressurosos ao convite do Exm. Sr. viee-pre-1 tilia rabera pouro CMlomada a oceupar-se em pen-1 er primeiro a eacra
sidenle, smenlos dlgnoa de lerein escriplos no papel ; pou-
A sociedade lera' poi tdijeclo principal melhorar o eo apla a ilisli'Ur esses termos elei-aules, que rom
ordenada eollacaclSol eomndem urna orarlo, pouco
hbil para datitlar esaat phrateados lublimet, que
eucaiilam. que fazem um boiiiem liear embebido
horas e horas na sua leilara, ja romera a doer a um
labrico to assocar e o pianito da raima, comprando
uu arrendando para este lim nina prnpriedade ade-
pruvavel quada, e mandando vir da America do Norle ou da
! Europa instrumentas fabril e aralorioa mais aperfei-
'a poreu>pedir-lh,e depoisde
; e lcandu eu abrigada a ella;
e mais em conversa disse-rue que mi da da vis-
tura que se profedeu na escrava, f.n chamado a or-
dein dn sobdeteeado fnote*se a ordein doaabdelesa-
do. para ulna viitoria, u.in si Ibe di/.eudn tm quem ;
que eslava oecupado em sua botica ; que aleiu disto,
multo CUSIBva a rerebet o i|ue por laes serviros Ibe
pulir malulo, a um pobre agrit ullnr. a um plaa- I compela, e qua liiiamrnle ale alguma cusas per-
------- ----------e que a remoca..
ilas padarias he de necessdade, ellas sedevem reino
ver inconlinenlc ; se a cantara puna o contrario,
cuino quer onerar as padarias pelo laclo de elles con-
linuarero a residir dentro da cidade '.'
Se a cmara reconhece que a permanencia das pa-
necessi- dividoo que cunlralno com a cmara o oriiecimeiilo
de carros fnebres, o Sr. Lucas, contrato que foi
resrindiiidn, assim coma o do Sr. Uuinleiro, nao sei
pnrque razfle ; mas o que be certo he que o Sr. Lu-
cas recorreu a esla assembla pedindo urna provi-
dencia, e a Bttembla mandn informar a cmara,
que 10 agora, por occasnlo dcse privilegio, inandou
?k\Hk AVULSA,
daasdeuiro dai cidade, nao ollendeos interesses pu- essa informacto.sandO que a casa nada resolveo ain-
blicos, a a salobridade, por qoe razao os quer sobre- | da acerca desle oolro negocio. Assim, pois, eu en-
carngar com imposlos '. |tndia que em quanto a assembla nao decidiese esia
I orqoe razan os lujeila as eondlces onerosas con- questao do Sr. Lucas, nao devia Im ir do privi-
signadas nos arligos 1, ->, :t, e i ".' Porque razio im- legio.
poc a renovaran como punirn de um faci legal, O Sr. Oliceira :O requeriinenlo do Sr. Lucas
pelo exercicio de om dirailo, de oro acto licito e inof- nada tero com o arligo em discassSo.
fensivo, segundo emende a mesma cmara ? Islo nao OSr. .1/. Ilenriques :Tero ama, coosa, he qoe
he om completo absordo'.' i leudo elle requerido ha mullo lempo e mandeiido-
Anda ha oolra razao. A cmara para ser zelosa se informar a cmara, ella nunca deu solujao a esle
dos inleresses de seos municipes, comosqui se disse, negocio, sobre que devia responder com urgencia, se
devia ser a piimeira a reprovar Indas as medidas que acaso julgava necessario |0mar-se ama providencia
lemlessem a coarlsr a Industria, a limitar u direito : i respeilo dos carros fnebre.
de qualquer individuo quequiesse entrar no campo i Tenho dito quanto me parece sullieiente para es-
do cominercio, mas eulrel.nii., o que fez a cmara '.'! clarecer o vol, que pretendo dar contra os artigus
Sendo a primeira a reorfliecer qoe a nao remocao em discussao.
das padarias importa um monopolio em favor daqoel-
las queja esiao esUlieleciidas, consigna expressaineii-
te esse monopolio, offendendo assim a Indos aquel-
les que prelciidain entrar nerse negocio.
Por toda estas razftes, e mesmo porque o lempo
be pouco, eu deixarei de fazeralxomas rellexesmais
tendentes as padarias, e passarqi agora a tratar da
pretendo carros fuuebres.
Esla pretencao, se nao he tanto, he sem duvida
mais escandalosa no meu entender. Eu desijava sa-
ber, Sr. presidente, qunes as razoes porque a cmara
se resolver a apadrinhar a prolerc>lo desles peticiona-
rios ; eu desojara saber se ha alguma reclamaran da
admimstrac.au dn cemilerio ou da policia contra o ser-
vico dos carros fuuebres ; dcejava saber se ha mes-
mo algum clamor da parte da populacho que possa
mover a cmara municipal ou a assembla provincial
a lomar una providencia em ordem a regularisar o
servico dos carros fonebres. Creio que nada di=lo ha,
Sr. presidente, o que he preciso, porm, fazer sen-
tir a casa he que baver lalvez um clamor da parte
da populacao, pelo receiode que passe urna falalida-
de desta ordem, pelo receio de qoe passe um escn-
dalo inandilo como esle, porqoea popularan parece-
me que j considera entregue a um monopolio, a
avareza que delle ordinariamente resulta ; como que
ja se vi> sacrificado os inleresses de um sti pretenden-
le previlegiado.
O Sr. Oliceira : Sao mnilo bellas essas expres-
ses !
(Ha oulro aparle.)
O Sr. .1/". Ilenriques : Eu eitou de sangue fri,
nao posso estar mais calmo.
Por consequeucia nao ha razao de ordem publica
que aiiion-e urna providencia desla ordem.
Eu prescindirei de entrar na questao de privile-
gio, ou nao ,uevilegui, se oflende a coosliluirao oo
nao, e mesmo com relaran aos regulamenlos, porque
quanto a mim entendo realmente qoe o que existe
he legitimo, foi promulgado legalmenle, c revoggou
a lei; porque foi appruvado com lodos os seus ar-
ligos.
Sr. presidente, en admiti a idea de que o estahe-
lecimenlo de carros funebres esleja a cargo da cma-
ra : mas, perguulo eo, como entender a disposiean
da lei qua o lo diz : he cargo da cmara '.' Sera
aotorieando cmara municipal para contratar com
om m individuo o eslabeleeimfiito de carros fne-
bres '.' Nao, a lei o que quer he que a cmara leona
om estabtlecimeolo seu convenientemente prepara-
do, lenha carros, cavados e lodo os mais ulensis, ,
misleres para poder fdrnecer,(apoiados;; esle beque
o pensamenlo da lei, e nao que teja a cmara aulo-
risada a contratar com quem qutzvr o foruecmenlo
de carros funebres.
O Sr. Oliceira : Mal emqaanlo nao monta o seu
estabelecimenln.
O Sr. .1/. Ilenriques : Emquanlo n.lo monla o
seu eslabeleciinetitu, qoerer a le aulonsar a cma-
ra a que contiate com um sn individuo prejudicandn
os oulro que vivera da mesma industria ".' Nao
porcerlo.
Sr. presidente, eo estou informarlo de que esta
preleneao mesmo na cmara nao mereceu acolhi-
menlo ; en eslou informado que alm de ler havi-
do gratule dbale por occasiao de discolir-se esli
preleneao, ella foi approvada com dooi votos,
um so individuo.
O Sr. Oliceira : Quid inrle '.'
0 Sr. Al. Ilenriques : Votaram Ires camaris-
tas pela preleneao e tres centra ; ficou por couse-
gninte empatada e foi decidida pelo voto do pre-
sidente.
OSr. OUveira : Para que traz islo ".'
" Sr. M. Ilenriques'. Porque eutendi que era
preciso Irazer esle facto.
O Sr. Oliceira : Ningnem o qoiz occoltar.
O Sr. M. Ilenriques : Por nao ser occollo, lie
que eo qoiz declara-lo.
Islo prova que a preleneao nao lie milito razoavel,
qoe ella mesmo na cmara acbou npposirao. Eu
eslou i em nlormtdo de qoe os senhores Manoel de
Barros, Barroca e Franca fzeram forte opposrao a
esta preienrao, e ella passou desle modo por ler sido
empalada.
O Sr. OMceira : Passou legalmenle.
O Sr. AI. Ilenriques : Porque o presidente, que
lem o vol de qualidade, desempaten.
Mas, Sr. pre-idenle, quaes s3o as vanlagens que
podem resultar desse contrato'' Eu prescindo de
entrar as razfies que o nobre depulado, que me
precedeu, o Sr. Epaminondas de Mello, ja' apresen-
Ion na casa, acerca do modo porque o proprlu peti-
cionario cumprio as suas obrigaces, qoando conlra-
ou com a cmara municipal.
O Sr. i i i' ri/-1 : Cumprio muilo bem.
Sr. Al. Ilenriques : -- Cumprio muito mal e ahi
esta'a polica que diz o contrario, ahi evda' o admi-
nistrador do cemilenn, qoe dizem que foi misler
fra de horas ir buscar carros em oulias cocheiras
para couduzrem para o cemilerio os cadavere, cuja
con lucilo eslava a cargo delle.
O Sr. Oliceira .Porque nao as t.nha na occa-
siao.
O Sr. Al. Ilenriques :Porque nao succeden o
mesmo com os outros '.' He cum receto de que|nu
succeda islo que eu me prouuncio lambem contra a
preleneao.
O Sr. OUvtira :lie porque o nolire depulado
qua*i sempre receia de lodos.
O .Sr. Al. Ilenriques : Principalmente quando
ha fundamento.
Alem dalo, o que be qoc mis vemos hoja com >
concurrencia dus carros fnebres'.' Vemos que se
por exemplo um carro de primeira ordem cosa
SirjtMH), quem quer que precise pode procurar a cu-
chen a deile ou daquelle que li'o da por 353 oo
por 309, porque cada um desses foruecedores lim
lizmenle boje ella isla' reparada.
Os beiis que da'a Ierra, dizia ato Ilustro esta-
dista, alo as nicas riquezas ineigntaveis, e ludo llo-
resce n'um estado onrt- Ooresca a agricultura: pobres
campo/teses, pobre ciado : pobre estado,
naci.
I.ni paiz como o no=so. lio favorecido pela Provi-
dencia, de doos tito abundantes e tao variados : sol"
frtil, clima temperado, um vasto territorio igual-
mente propno para todos os gneros de cultura, s
Mperava a mi do homem para dar-Ibe a nqutza
lor demudo, coja vida al boje lem sido levada no | didasj por osas causa
Irabalho.
E-la' visto qin iim hnrnim, assim vivendit, nao
potle ler inlincean alguma ; nio pude apraaenlar
um escripto de am esiviio a-s eejredavel. Mea,
vendo eu ser neeessariit que algiiem tlisse-si algu-
ma musa riesie pequeo lorrio, deala pequea po-
voarao, liara onde o destino, essa man Invisivel, que
poje inuilu em na, me lev.tu como que enm olboe
vendadi s, e ende anea bnje muru, por desconlo
poore do meus pateados, afim de qoe desta arte se po-1 subdelegado, esle foi o jait na vlstoria a prooeaia :
nba diques, e su faca cbigar a um paradeiru, certos V. S. eolio era o delegado da freguezia, como tal.
e lanumeraveii abusos, que de da em dia aqu se i leubo oovide dizer que poucos procaaaoa nslaoroo ;
reprodoxam ; confiado que o publico sensato, at-1 o momo eiem que Dio estarla em exercicio anuo e
tendendu que om matulo, uro agricultor, nio pode I moto (ou ealarei engaado, ; aioda qoe, supponho
ter urna instrucean, rom cojo favor possa deixar tle nio snilreru eontestafio.qoe quando V.S. am exeici-
errar afoule<-me a lanrar mi, as-iin mismo cal-
que eneerra, e eompensa-lo das suas fadigas nal tejada e trmula da penna, ecnm ella escrever al-
he misler que as forras humanas sejam dirigidas guilla cuusa ; aftiulei-me porque desde a c-'iito que
pelas lu/is .i.i experiencia, pela praliea daquelles esse publico sensaln, iiilulgenlecuniu be, disculpa-
que nos precedern). He isto o que vai lazer a.Su- ra' os trios, que de ccrlo sarao a rada passu en*
riedade .Igrieola de l'ernambuco. I conlrado neslas tnrtunsas hutas, iteslas leltras ga-
Parabens ao E\ro. Sr. Joaquim Pires Machado ratujadas, o pesias desordenadas orar'rs, ilabnra-
Porlella, que assigualou a sua interina administra- \ das por um simples plantador de milho. Comlulo
rao, tlaudo a nossa provincia coinmom esle melhora- nao ped a niiigoem liara escrever estes toscas p;i
- inslei curo elle, diue-me porto, do tul inainle-l.,. .iguinle .
1 calala ignom -, a Maoool Ifaaekl 4eiHivena.
I tillo dito ; a Larvalbo v\ lnnao.
J tlilos diitt ; a ordem.
I vnliiine dolo; a Novae* i\ C.
i ditos dito ; a Ferreir* tV Aranjn.
I oiio .lilo : a Antiiiim P. O. 14 'i......
I dito dito ; a J..... Jnaquim i.nelbo.
I dilo tillo : a Antn o de lironda Ltaati
1 ililo dito ; a AnlnniuS. Prxedes.
I diindiio; a llippuiiio lloaauot.
I dito dte ; a I-. Piole A >..
I ditn dilo : a Jnlin.ttiii Paler | C
I dito dito a J. J Mndi. da Mlva.
1 din, ,i,,u fm v. oe KiEueiredo.
1 dito dilo ; a Saemoan llmiliers A, C
I ram dn,, |,raro M. A Vooosvaao.
I can Heno de fnlba ; a Eduardo II Wijli
1 embrulbo ; a Augusto l.isur de Altreei.
I calila i ao Kvcti r.onman lanle n raaos.
I dilo: a P. Jo.qi,.....| |_.,,,,.! >,,,,|..
I bnre.a : a Pedro laraoj de Siqaeira.
I barricas ; a A. I linio./ i;. Inulta.
I eiiipapelladu ; a Joaquitn di >oua Rea.
I encapado ; a Hooool Culi I. de Ata.j, I im.
Laaeha oaotooil Uvracioa, vmd.i da Bama, ao
co, o subdelegan fui quera man procos.oo : pur signaja a Antonio Luiz de titiveira Acevedu, utaui
Indos esses motivoe, romo, e qual a raza>'dn Sr. festn o segumle :
Das se queixar tao a.-remenla de V. S. pela falla 2,489 cauiihas. M caixues rliarul<<>, 10 lard.->
de pagamento de rustas '.' '. fumo, S barricas tria-don. > caites carta dajogae.
Parece que o Sr. padre Joio, da proposito as- ; a ordem.
I caiu la/en las, I dita renda, de fib, de al(->di->
eixara de ir.
Nio peraooollsoo a noroa tle X. S., e nem tle
pessia alguma, c uno culpada de Ibe nao pagarem.
Islo foi o que a respailo eu disse ao Sr. padre Joan :
ato alucino com minha eonadonete tranquilla ; ef-
lirmo, repito, e alejurarei.se preciso fnr.
o Tudo o man sao Inventivas que eu devia remet-
te-las ao dispre/n ; mas o que dula V. S,, a priuci-
paluieiile o Sr. Juao Das '.' !...
ment. P.uaheus a esses dignos agricultores, que,
conscios dos seus verdadeirus inleresses, nao hesita-
rain ero a(suciar-se para a consecueao de om fin lio
grandioso.
lavras : toda ellas assim mesmo desenchabidas, sao
lilhas da minha larda imagniarao.
Era preciso, era ferensn que uro A'aragiene to-
masse a si noticiar alguns casos, qoe su com a scion-
O Exm. Sr. Joaqun-. Pires Machado Porlella fui' na do publico, poderlo denar de serem repelidos
Nao havendo porem, quem e apresenlasse em cam-
po, supponho que por fasciiamenlo da inercia, ou
2E* SH.fi.?
ti Sr. fiscal da freguezia de S. Jos estando, se-
gundo nos consta, licenciado por quatro mezes, lo-
do a responsabilidade do seu cargo cahe conseguin-
temeule sobre o seu supplente, quando nao acudir
aus reclamos da tnonicipalnlade vellando, come
deve, e llie inipe o lugar que orcupa, no ei -
tretanto nos iremos nosso caminho, aproveilando-
nos coro gosto dos aponlamentos que nos mandara,
au s a respeilo do modo, pelo qual se fucalisa
essa Ireguezia seuio lambem a respeilo de cousas
Idnticas em outros lugares.
N3u ha Irabalhador de arougues (principal-
mente us da ribeira de S. Jos que nao lenha uro
co, sempre arado, sempre faminto : lanos picado-
res quanlus caes. Alm da perene cachorrada dos
picadores com os compradores nos arougors, a dos
caes na roa, dormem estes logo que fechara os
aeoogues, no pateo da riheira, e entao quera pode
dormir por aquella viziohanCJ um tonina tranquil-
lo com laes latidos, com laes algazarras cauiuas }
Kis perqu escrevemos pedindo sempre que o Sr.
fiscal ou supplente do fiscal compra com os seos
deveres. Nao sabe Smc. que nao be permitirle
islo t Que esses ces encommodan a viziobane.a, a
commeltem quem pasa a noite pela nbrira, car-
regara os despojos dos boi, e os espalbam pelas ras,
e pelo proprio paleo da ribeira Nao deveria Sme.
prohibir a esses caroiee'ros, qoe nao trouitssem
para us a;ougues semelhanles animaes'.' Nao de-
veria prohibir essas paluscadas immuraes, pe-
que se fazem nos aroogues".' Se quizessem bem
diam, mas esta o Pagina i> be qoe nao diz cousa
com cousa qoando loca nos meliudres. O que he
cerlo he que lodos reconhecem depois que liveroos
razao as carradas quaudo tocamos em certas,consas,
qoe se reconhece mal determinadas, ou que nao de-
venam existir.
Os ladres eslao audazes a um poni, qoe nao
imagina-se. Em urna das noiles da semana pas-
sada ousaram deitar abaixo um pedooo de muro
tle urna casa nos Coelhos, para roubarem dous ca-
vallos, como realmente o lizeram. de sorle que ncm
us proprtus muros sao mais respailados ao furor da
rapia. Nao se diga qoe exageramos es lacios :
podem indagar a casa, e vern que la' esta' derri-
bado u muru, e por este Diario ja por duas vezes
luram publicados annnncios a tal respeilo !
Pedimos ao Sr. fiscal da Boa-Vista, que rc-
commende minio aos seus guarda, que nao per-
mii.nn fa/.er-se despejo no lugar dos Coelhos. lugar
boje muilo freqounlado. A senlinella que la esla'
espicha-se nu sen capole, e segundo sernos infor-
mados cuiiliuuam a zombar da vigilancia munici-
pal e policial.
Oovimos dizer, que era orna casa no bairro
da Boa-Villa, ha-urna orphaa, menina branca, de
idade da pooco mais ou menos de 13 anuos, que
he diariamente espaucada pelos donos dessa casa,
que a reputara como orna escrava. lunsla-nos mal
que em dins do mez passado fora ella croelmeul'
surrada, a ponto do ainda muitos da derois ron
servar sobre o delicatiu cllu os it,naes do relho '
Ora, agora cumpre-nos dizer que quem nos df
dessas noticias nao nos occulle nem o noine do al
goz, nem o numero da casa e nome da roa, porque
queremos ler a satisfazlo de ver punidos os auto-
res de crueldades como essas. Sob nossa palavra
da honra, que nao trepidaramos um momento em
chamar a atlencao da policia para laes fados. Por-
telo fiquem prevenidus os nussos noticiadores, e
tambem quem osar de laes barbaridades. Nao ha
considera(e$ que noi privem de dizer a verdade.
Picamos ao alcance de sabermos onde para essa
orphaa, e desdeja protestamos contra tao criminoso
e brbaro Iralamcnto qua Ibe dan esses indignes,
que nao respeitain nem a miseria, nem a liberdade,
nem a religiao !
O vapor hrastleiro Igoarassiin rondazio pnra
os porto do noite ossegoinles passageiros : Anlonio
de Albuquerquc Maranbao e I criado, Juan Ilenri-
ques Pesioa, Manoel Teixeira Peqoenn, Jo,to do Nas-
cimento da Costa Cunta Lima e I eseravo, Jos Joa-
quira de Brilo Soares da Cmara, Joaqoim de Oli-
veira Jnior e urna escrava, Manoel lranklin dos
Sanios, Antonio Das Marlins, Luiz Anlonio Kerreira
Sonto, Manoel Pinlo de Carvalho, Antonio Ilenri-
ques de Aiimida, Arislides.da Bocha Bastos e 1 es-
eravo, Dr. Vrancisco Pereira Freir a 1 eseravo,
Odorico Alves Baposp, Manoel Carlos do Nascimenlo,
Joaquira Anlonio, Mereino, Diouizio de >.>u/.a Ban-
deira e 1 menor, Hvd. Leonardo Anlunes de Meira
Ilenriques a 2ecravos, D. llosa Maiia dos Prazeres
Ilenriques, Jos Maria de Alhoqnerque Mello e 1
eseravo, Bnymondo de Oliveira, I tu...... Cnriolano
Candido de Moura e descravos, Mareolina Pereira
Jacorce. Luiz Florencio Jacome, Manoel Theophilo
Alves II.berro e sua irmaa, l'rancisco da Kosa, Ma-
noel de Souza Marfim, Manoel Felicio da Caoba,
Jo.io Valentim Peixolo, Jo3o Evangelista Bello, Jn
Ferreira Caniiuba, Antoniu Ferreira dos Santos C-
mara, Jos Ferndndes Bosa, Jos Luiz da Franca,
Aureliano Alves ila Silva, Cosme, eseravo de Joa-
quira IIil.eiie Ponles, Jos Antonio de Albuquerqua
Maranbao.
O vapor bfasileiro Persinunga, a cnuduzio a
seu bordo para o Macein e porlos os legainles pas-
sageiros :
Jos do Resn Lima, JoSo do flpgn Lima, Jos Go
mes Coimhra, -J lillios e > eaeravaa, Manoel AflbQM
de Alboqoerqoe, Joaquim Feij de Mello, Jo- Cus-
todio Rodrigues, Antonio Francieo da Silva Lilis,
Juao Joaquim Alves. Hermino de Patila Alboquer-
que, Jos Victorino tle Paula, -na seuhora e sua ra3i,
mleresse em adquirir fregoe/.ia e ,er preferido. Mas, .\ crj.lns ., ,-,,. In,ores |narn Jo, 5i|;
eleilo presideute, e os Srs. Francisco Jofto Cameiro
da Cuiiha e Jo.c Antonio de Figueiredo, secretarios,
lamtieui nonieoii-se uro conselho administrativo,
composto dos Srs. Manoel Francisco de Tanla Caval-
farii de Albuquerque, Manoel Joaquim Carneiro da
Cunha, Jos Anlonio de Figueiredo, Francisco Ac-
cioli de tjouva Los, Antonio Pires Ferreira, Juao
Coelho da Silva, Francisco do Reg Barros Brrelo,
Manoel Joaquim do Reg e Albnqaerque e Manoel
Lucas de Aiaoj > l'inbeiro.
enluu de nialquislar-se comino, e de intrigar-me
com os N'icturienees : va marchando boro canutillo,
Sr. padre Joan, Dos o ajude, nao contra mim.i Eu
sei qual o motivo que o liiduz a assim obrar a meo
respeito : ura dia Ibe direi mesmo.
o A'iida pera a V. S., Sr. coronel, em conclusao
me desculpe a segunda digressao : a.-un como de
relevar as faltas que nesta encontrar ; podeudo to-
davia faior della o uso que Ibe convier.
n Estimo a saude de V. S. e de toda a familia,
pois que sou : De V. S. alenlo, venerador, amigo
bordadas.
8 pecles charutos ; a (itiimarje. ,\, Valenle.
1 caiio o i le, ; a Jote Amonio da Cimba ,\ Ir-
mios.
I eaiiole ditos ao Dr. Manuel de Seoaa Pim.-oiil.
a'SLI..\lM i.KR VI .
Rendimento do da I a 9 U'i7-IJl
dem do dia 10. ..... :i:l0'iai
de temor, porquanlo parece que lodos o Arars- > e criado..lutovio II ujmundo de Alello.
i.0mmunicat>a.
nergiinto eu, secsse fornecimento eslner as maos
de um sti individuo, se o publico au liver oulro
recurso, nao sj ha desojeitar ao preco que elle llie
impozer ?
O .Sr. OMetira :E o que faz a cmara nesle
caso '!
O .Sr. .1/. Ilenriques : Alero disto, senhores,
conten attcudir que, seguudo me parece, os
carros que transportara cadveres de lora da cidade
uo tem precn laxado, e por isso lica a arbitrio des-
se fornecedor pedir o que quizer.
Convem ainda, Sr. presideute, encarar a questao
pelo lado do piejuizo que resulta para esses indi-
viduos qoe eslao com seus islabelecimelno monta-
dos, porque, concedido o privilegio, fiearid elles com
seu capital perdido, visto que o carros luncbres nao
servem para passeio.nio tem oulro misler; pur con-
acguinle lem de perder ludo quanto liverem etn-
pregatlo ne,sa industria.
Examinemos agora o negocio pelo lado das cifras,
poique m parece, que o contrato nao be vanlajoso.
Eu lenbo de pedir urna cxplicacao ao nobre depu-
lado aulur do artigo addilivo : crem, que urna vez
celebrado o contrato, termina o imposto de 10 por
cenia.
O Sr. pfseesra :Aonde esta islo '.'
OSr. Al. //r/iriour.:Na proposla do peticio-
nario 'le.
II Sr. Oliceira :Mas elle sujeila-sc a esse paga-
melo.
OSr: 1/. Ilenriques l-Porem remiendo o im-
posto 1:000/por aono o pedindo o .peticionario lo
anuos de privilegio, teremos que ha prejoizo para
mooicipalidade ; nas ainda assim digo eu que o
negocio lie vanlajoso para o peticionario, tanto qoe
elle otferoce (iJKKI-, e me parece que sen. uielhur
que a cmara eempreheadudo bem a conveniencia
a inlerese que cse linmeiis lirain do foroecimenlo
de carros fnebres, augmentaste a laxa.
I m Sr. iJepnlado :Oit diminuase o precn dos
tallos.
O Sr. .1/. Ilenriques Justamente, porque se
ab ni tle aojeitar-se ao pagamento do III pur cenlo,
o peticionario d do nr.o beijada ftOUQS), nao seria
meira que propu/a-.e provisorias que f< lendm a inelhor que a cmara facililaoo a loaos case furoeci-
Joao Fernaodes de Mello, Eduardo Cardozo Paz,
Manoel Jos Soares, Joaquim Cardozo Paz, Francis-
co Paz Wlnderlev e I criado, Manoel tle Barros
Wanderley a 1 criarlo, Manoel Comes da Pinho,
Amaro Pereira Camello, Jos Theodoro Pereira Ca-
mello, Franei.cjitla Rucha W'anderle, Jos Valeria-
un dos Prazeze, Ilenriques Angosto Milel, majur
Joaquim lionralvcs de Albuquerque, Scopini, lta-
limu.
.li amanlia.
REPARTI AO DA POLICA.
2. Seclo N. 557Secretarla da policia de Per-
namboco 10 tle junho de 1657.
Illm. e Exm. Sr.Cumpre-rne levar ao conhrci-
mculo de V. Esc. em addilamenlo a participaeao
diaria, que bnje fez capturar e recolher a fortaleza
das Cinco Ponas o tenente-cornnel Jo Antonio
Lopes, por me constar que esta' indiciado era crime
tle morle no juizo da delegada do Icrmo to Rio
For muso.
Den guarde a V. Exc.lllm. e Exm. Sr. Dr. i
Joaquim Pires Machado Porlella, vice presidente
da provincia.O chele de policia, Dr. Polvcarpo
Lopes de l.tio.
DESPACIIAUAM-SE PELA POLICA.
Da Io de juuho.
Os escravos Archanja o lleraco, obliveram passa-
portes para o Rio de Janeiro era coinpaohia de seu
sculior.
Os escravos Francisco, pardo, e l'rancisco, crioo-
lo, obliveram portara para a proviucia da Parabi-
ha em companhia de seu senlior.
j
O eseravo Benedicto, obleve passaporle para a
I cbiade do Aracal) em companhia de seu leonor.
O eseravo Luiz, nbteve passaporte para a cidade*
du Aia-aiv, em companhia de >u senhor.
Os escravos Luiz e Joanna, obliveram passaporlcs
para o Rio de Jaueira em rompaubia de seu senhor.
augmentar Oiembaracos qua ellt imagina,que pb.ra-
tasia. Ora, a ca^a au igoora que be realmcuic um
ac para qualquer indiiidiie, que se p^ssa adiar em
rircuroslaiicias ciitiea, q-ieret a cmara pr limiles
an oso de sua proprivdade.
Senhores, como he que un individuo que e acha
rm apurus, era circumslancias cnicas, vencer' es-
te apuros, satura'dessas tlilliruldail.s, sera poder
livreineule dispor do que he seu.' Snpponha-se que
um padeiro se aclia gravemente cumptninell.dn era
transaceites commerciaei para com MOI c.rednre,
que nao lenha de seu nada mais do que a padaria
iiicnlu pagando .(> pur cenlo ?
O >r. OUrcira :A cmara faro o cmiialn com
quem roelhores coirlir-jes nlferecer.
n Sr. Al. Il-iniqiirs:Eu oppouho-me ao con-
trato, aeja elle com quera quer que fnr, e declaro
au nobre dopotado qje ealoo pirsuadidn de que o
anemataole lia tle aere mesmo Sr. Quiuleiro.
(I Sr. Olirrira ;Porque'.'
O Sr. Al. Ilenriques :Pnrque at boje nenhum
oulrn se li-iu a|iriseutddn, e havendn 3 ou i hldft-
viduoe, seguodu creio, qoeuesla cidade rio is em-
puga 'os nossa iuduslria, se elles se jolga-scn lio*
jiergunlo eu : quem querera' comprar ese estabe- bullados para competir, certaraiule se tenam apre-
lecimenlocom a roni-e.ie de rlesinonla-lo, tle inu-
tilisa-lo, de remnve-lo imniediatamcnle '.' Qual se-
ra'o individuo que quiira comprar um eslabeleci-
culado requereit'lo como o Sr. Quiuteiro, mas riles
que o mo Rieran), o que alo prova be que o Sr.
Quinleiro -e aclia em melliores condire do que
menlo deileii uo o podendu ler dentro da cidade ? i outros, o que lie aiuda urna razo para nao appro-
Os africanos focrosTh'omaz, Manoel e Ro/alioa,
obliveram pasaapcrla paia a proviucia da Babia.
III
Os escravos Jos o Antonio, uhtiviram passaporte
para o Rio de .1 atiene, em cuinpanhiade seu senhor,
,\ prela lure Izidra do Rusario, obleve passa-
porte para o Rio tle Janeiro.
Os escravos Jos Damiz e Nicolao, obliveram
portara para a provincia da Paialnba em com pa-
nino de sou senhor.
O eseravo Vctor, nbteve portara para a provin-
cia da Babia, em Companhia tle sen senhor.
Os e-travos lio n e Jos, obliveram pnrlatia pa-
ra a provincia do Ceara', era companhia de sea
scnbor.
leve lugar, no palacio do governo, no dia 9 do
ii rt .iv lo rmiipadrr f. :\o roiiipiltlrt'
It.. do t tul ro.
II.
Sir romper.Apoz a publicrao das minhas pri-
melrai rabiscadelas, n'um santiamn tlnvidei se le-
ria sido en mesmo o escriptor do que li : mas, pau-
latinamente riltmbr.indo-me do que se acbava no
vehculo do Diario, reconbeci ser obra minha ludo
qu-iiU. all se va.
Tam-a-l-vez odie-le por ver, qoe aquilloqoe te
eu havia escripto particularmente, fuste lanrar ao
dominio do publicu, sem qne houvesses implorado
a minha devida venia ; roas, como ja l vao algun
dias depois da publicado, e a minha ira s dure tinas
horas eru ludo quanto fazem contrario a vontadeca
da pessoa, eo le desculpu, e le euvio esta, despida he
verdade, do gosto que era necessario, porem conten-
do verdades putas.
Juizos temerarios, aflirmares falsa, em fim mil
pensarnenlos se han formado sobre a minha indivi-
dualidade e a loa ; uns dizem, he Pedro, outros af-
lirmam ser Paulo, e alguns mesmo asseguram que
niu pude ser obra de um r. Yl, charo amigo, qne
de falsidades nao eucerrara taes juizos. Apezar de
haver eu dilo quem son, e quem tu s, e oude habi-
tamos, persislem era dizer, qoe eu nao sou eu, e que
o compadre F. he fulano a sicrano. Aliserel me illi.
fcsta nossa trra, charo amigo, cada vez vai de
mal a piior : ja nao ha espirito da religiosidade;
nio exista mais o respeilo devidn aos templos ; tudo
he desacato e postergado. V la' a que camioho
marchamos ; linio isso san os efiitos do progresso,
da chave da cciHiaftO! !
Compadre vou le contar
A verdade nua e crua,
Qoc vejo em qualquer ra,
Quando saio a passear.
O derriro lem chegado
A um punto iao elevado,
Que c-rlo vniii mni ruivo
Ja' passa por derribado.
0 gagao, meu compadrorio,
1 "ni subido a tal escalla
Qu'ero tuda parte se falla
Nu lucros do (al negocio.
Mas qoe queres. que fa/er '.'
As casas lem augmentado
O povo ja* esta' cansado ;
Vai fazendo por viver.
O congresso derreou
Emigrar a padaiias,
A cain ra fez arrollas
(J .n:t.jrr*-n eonflrnio.*.
Mas um cerlo niagan.lu
Tendu de nos piedade,
Nos suburbios da cidade
Ja' boje fabrica o pao.
N3o digo quem, nem quem nao,
Fica u'oma eucruzilhada,
La' lem casa assobradada.
Compadre, presle atlencao !
No sitio ha urna egreja
Que da mudo esta' fechada
tem cruz, ela' estragada,
Se quizer, v la, e veja.
P'ra sen arranjo mellior,
E liear arcuiiiino lado,
Foi o foi no edilicadu
Por delraz do allar-mrir.
A sachristia, que tal !
Em armazem iransformou ;
V. no ctiro encaixolou
O seu leito conjugal.
Compadre, sao os progressos
Em que este mundo vai ;
Meocometater rain ai,
Quaulo antes laes excessos.
Pcrda, cliaro amigo, se vai esla reedeiada de co-
plas, porque nem lodo expressar bem posso, aiiin
de dar bous coques em certos animalejos qoe entre
nos habitara, servindo-me somante das garatujai
prosaicas tle minha penna.
He verdade que n,1o sendo poeta, linio verdadei-
rai oncoiomus io lanzar suhre o papel estas mal a-
linhadas lilas de letras, a que chainam svllabas po-
ticas ou inspirarfiei do l'indo, mas cerlo de la
bondade c da inaguanimidade do publico leitor, es-
pero serei desculpado.
Como deves saber, he amaohaa o ultimo dia
do inundo; he o fies iroj de nos todo. Minia gente
por aqui re prepara de-de da muilo com seos jojana
e orares, afim tle ubter escapar do cataclysma alie
man, pe- que como deves saber foi om abarlo al-
lemo quera descubri lal cmela.
J iuteirado das especies de cometa, como estas,
decidirs por It mesmo de qual dellas sera u pre-
sente. Com ludo eu ti peco nao te assustOS com es-
se dia 13, porque ulti sunt juaini Dei '.
Como quer que seja meu dever para comtigo dar-
te tudo quanto de uovo por aqu apparecer, encai-
xu-te nesta um projeclo monstruoso apresentado em
urna da nosaaa assetnbleas provinciaes a respeilo
do cmela, ei-lo :
A assembla legislativa provincial de.., resolve :
Arl. 1. Fica prorogada a prsenle sessao alo o da
Lt do prximo junho, em consequeucia de ler nes-
se da de pas.ai por sobre mis o lerrivel enmela
/ anata, que militares de damnos devera causar.
Arl. -J. A sessao nesse dia sera' permaneule desde
a* t horas da rr.anhaa at as 1-2 da noite, adro de
que possa esla assembla acompauhar pari passu
com os soccorros os males resultantes do cometa.
Art. II. Desde ja lican os habitantes desta capi-
tal ubrigados a pagarem um imposto de '2li rs. por
cada fulego vvenle que liverem em sua casa, alira
de com es-e impo*lo fazirem-se as despezas even-
Inaes por esse pbeuoineno.
Sala das leaaoes ta assembla legislativa provin-
cial de. .. -2\ de maio de 1857.Dr. Uometa.
Observa, charo amigo, que idea salvadora o gi-
gantesca nao leve este ignisiimo : ma, como lodo
entre ntis, esse prnjeclo que. antes de nascer devia
mamar, murreii un uascedoiro da secreta. He pena
que nao anrocioOAOl laes capacidades, porque entao
ja este meu duulor estarla mutilado em algum bur-
rico pasieai pela <. l I como um lalvador da
patria.
FMe doolor, rnmpadrinho,
Di ura tolo refinado ;
Quiz ver se cora a lal idea
Maraava cobre doeado.
Mas, collado, enganou-se,
Que o lal bicho morrea ;
E cohcrlu de vergonha
A sua Ierra volveu.
Uepoil que elle la rhegoo,
Buscou pastar alieslado
Contra o vicario da Ierra
Ao qual nao he devotado.
Como he peca mimosa
Aqu te val encanallo;
lerdea e assim l'ull'reeo,
Meu compadre muilo amado :
Atleslado curioso passado pulo Di. Cmela no ex-
ercicio dn lugar de promotor puldicu da comarca
tle...
it Altc-ln que a cuiul*.el.i civtl do reverendo M...
be indigno to carador sacerdotal ; a moral corrom-
pida c a religiosa nio prehenche us deieres de Pa-
rodio. He que atiesto 'em le du meu srao e cargo.
ir Villa tle... em J7 de... de trii". Dr. Curnola.n
Como esta ja vai uro puuco lunga, potihu aqu
o punto dual, aguardando-me para dar-te na se-
grate o que mais llOUVer, no casu re nao ser a ui-
nli-i individuBlide enlenc pelo cometa. F.
gieuses e-i lo sopitns pnr una lelhargia extrema,
visto meuosprezarein um Irabalho, coja arduidade
sendo immensa, a incalculavel vera suavisar para o
futuro o nnsso socego : eu, o matulo, o agricultor,
0 plantador de mdho, o mais ousado de lodo os
Aracagienses, sendo despido de inercia e de te-
mor, me apresenlei, e voluntariamente quiz lomar
a mira essa onerosa trela. .Nao pretendo com ca-
lumnia dizer mal ra ninguem, escudado com a ra-
zao direi simiente aquillo que fnr verdade. E, sera
mais rodeios darei principio a minha uiaafo.
Em dia ja nos nllimos) do mez de Janeiro, se a
menle me nao engaa, ebegou aqui um mancebo, o
qual veio tomar conla de cerlo lugar; foi elle, segun-
do he costme dos Aracagienses, bem recebidn.
Nos primen os dias tle sua assjslencia aqui esse mu-
co, esse empregadn publico porlnu-e dignamente.
muila- espiraneas beberam os habitantes desla po-
voaffio. Mas islo duren poucos das !
Esse moro querendn lornar-se celebre ; qnerendo
ser aponlado como primeiro ueste lugar, e nao sa-
bendo que meios mpregasse para esse lim, era vez
de usar de .icios que o honrassem, que nao enver-
gonliassem rae familia, sendo muilo menino, e
conseguinleinente sem juizo ; n.lo pesando na ba-
lance: da razao e do honesto, o que fatia, proejo-
rea os ineoi mais impuros, mais reprovados, mais i
vergonbosos e mais immoraes.
Cantar o leitos desse joven decantado nesta po-
veai.ao, siria um nunca acabar; H aponlarei por-
tante aquelles mais prinripaes, alguns que precisam
de mus prompta reparacao. A esse moro mesmo me
quero dirigir.
Sera ve dade, mancebo, qua S. S. liroo urna subs-
cripto, apenas aqui chegou, para a fictuia du eo-
raileriu, cujas qunlas moularam de setenta a oilenla
mil ris, e que S. S. melleo esie dinheiro no escuro?
Ser verdade que S. S. tlirigio-se sem o menor pojo
a uns descaroradorrs de algodo, e Ihei dissera que
se elles todos juntos nao lite dessem a quantia tle cera
rail ris, que S. S. dina parle ao guveruu ou a
quem cumpelisse, que elles fbncvam la.i rom ca-
roro '.' que uro delles respondeu a S. S., que nao te-
meudo encoutrar-se earoro em sua la, nao se im-
portava com a parle de S. S-, e que se S. S. quizesse
diiiheito fosse Irebalhar corno elle que S. S., a
vista desla resposla, andou aos empuchues com elle,
e anda empunhon a bengalla, etc., etc.'.' Ser ainda
verdade que S. S., Iirando-se de seus cuidados, di-
rigia-se a rap-lla desla pnvoacau, onda lodos os das
o Rev. capelblo padre Francolino ia ruar as orares
do mez Mariauno, e S. S. all chegando, debrurava-
se por sobre ai grades que dividem a caplla, e enm-
ineltia es maiores immoralidades, que se nao deviara
esperar de nm mancebo, de om hornero que oceupa
o lugar qoe S. S. oceupa '.' que a poni chegou de
alguma familias deixarem de ir igreja ; de algu-
ma que ainda vao se verem em circomelaucias de
se postarem quasi na porla principal, s a fim de se
fuaren, da vista de s. S. e evitar mas oosadias '.'
Sera.lila verdade/ Creio qne sim. Ser istu orna
vergonha pira -. S.Ysera urna vergonha eterna para
o aulor de leus dias ? Sera', ou nao sera' V Sim, he.
Eu, portento, pero a S. S. que se corrija e que re-
1 forme o seu proceder, pois assirri S. S. nao pude ir
multo longe. S. S. esla' tao ina'quislu nesta povoa-
e.ie. or qti li.iuer cousa que de e. (raurtliiaiio aupa
Vrc, liu louu otttlhui.lrt a S. S. Ainda lia pouro.
tnas. sticcedendo apparecer dentro da igreja, por en-
tre as aenhoraa, um gato como que daiunado, fazen-
ilonnl desordeni, foram lodos a dizer ler S. S. sido
o aulur da bnncadeira; snccedendu lambem cahir
de snbre o cropur sobre as senhuras um pouco de
omina, nao bolaram para iiiuguera, a' excepeao tle
S. S. Malo eu nao quero crer, mas se S. S. nao ti-
vesse o mo nome que hoje aqui lem. niugoein diria
ler sido S. S. o aulur de tao feas cousas
O nosso llev. capelln padre Francolino he ainda
amigo de S. S. ; exponha -llie lodas estas cousas, e
vera' S. S. que au approva-laa-ha. Elle he digno,
e por consequeucia capaz de aconselhar a S. S., que
ainda tem mui pouca idade.
Quanlo ao lugar que S. S. occapa, quanlo ao des-
empenho de suas obrigares, nada direi, porque pou-
co entendo da materia ; aquelle a qoero couber dar
as devidas informarei, que as d. Deixemos aqui
esse inoro, e vamos ao mais.
Temos aqui um fiscal, que neslas altura he urna
grande aoloridade : elle be presidente e venador
da cmara, finalmente he ludo (aqui>. Delle toral
lambem que me ocenpar ; mas como esla ja' vai
longa, e se tornando enfadonha, desta vrz direi
pooco, prometiendo, porm, nao esquecer-me delle
em oolra occasiao.
Sa huido elle em correccao, ainda pegou dez qua-
drupedes de rara suina, e juniaudo-o-, me(teu-os
n'um quarlo, segundo me disieram. Foram IU os
apprehendidos, mas s se arrematando sete, queria
saber do nosso fiscal que carombo linha dado aos
oulros! Onde melleu os Ires pritioneiros, senhor
fiscal I All! eu ja' sei : os Ires que faltain elle os
soltara pala porta do quiolal, pois erain de pessoas
suot all'eicoadas. Isto nao esta' bnm, senhur meu.
En entendo que a jusuea que pune um, deve pu-
nir a ludos : logo se sete fnram arrematados, deviam
Riachao > de maio de 187."
Eslava reconbecido.1
vt- \*' .' %:- -^
PRACA DO REC1FE10DE JIMIO AS
:i HORAS DA TARDE.
Colacoes ofilciaes.
Cambio sobre Londres2H d. fiO d|v.
Dito snbre ditoS d. ful d|v. a dinheiro.
Assucar mascavado de l.isbua i>. -lun por ar-
loba com sacci.
P. Burges, presidente interino.
L.lDu eiurjq Jnior, secrelario inlariuo.
I7:07!.l7
DIVERSAS PROVWC1AS.
Rcndimeuln do da I a 9 .
dem du da 10....., ,
<7*o7e5
lii/.tlh
j.riinrim
CAMBIOS.
Sobre Londres, 28 d. a 60 d.
Paris, 3iS rs. por fr.
a Lisboa, 9."> por 'de premio.
ir Rio de Janeiro, -2 por 0|f| de descont.
Accao do banco ."tO por canto de dividendo por con-
ta do vendedor.
' ir companhia de Beberibe tiO^OOO por accao
a n companhia Pernambucaua ao par.
rt lililida le Publica, 30 pur ceulo de premio,
i Indemriisadora. 61 re- .
i a da estrada de ferro 20 por 0|o de premio
Disconto de leltras, de 8 a 10.
Acedes do Banco, 40 a 45 de premio.
Ouro.Oncas bespanhulas. .
Moedas de 6siO0 velhas .
< b.-im novas .
k e 48000.....
Prala.Palacei brasileiros. .
Pesos mi 11 mu,ir i -. .
mexicauos.....
jsj
Btsta
169000
16JO00
99000
-2?000
2)000
15860
AI.FANDECA.
Rendimento to dia I a 9 .
dem do dia 10......
11-r.9j.,26
:12:809.329'.
1 i5rttJtQ831
DESPACHOS DE EXPORTAC-VO PELA MU
DO CONSII.ADO DESTA CIDADE M DI
10 DE JUNHO DE 18."i7.
LiverpoolBarca iogleza 'Botnlae. lleajrv ijiaiap.
600 saceos assucar mascavado.
Rio da Prala Brigue inglez iMctionetb'. Isaac,
Cuno .\ C 00 barricas e I'"' sacco* asaetear.
BarcelonaSomaca hepanbola "liaadaluttee. Ara-
naga iV filan, 100 -acras algo tan.
I.i-le.iRngoe potluguez l'e-ra.lori Nnvao* A
C. 11 cascos mel.
LisboaPolaca nacional/.dota II". Isaac, (*rH>
A C, S eoaoea mel.
Lisboa t.arn porlugtieza aLigeiraa, V.
Souza Carvalho, 10 cascos mel.
I.i-Iioi Rugue purluguei uTarajo Illa,
Juaquim liaron e Silva, il arca* luami.
Porto Bngue pniluguez nTrovadaara, Barrara ,\
Caalro, stio saceos assucar branro e masravastei.
RECEBr.DOHIA DE RENDAS INTERNA -
RAES UE PERNAMBLCO.
Rendimeiilo do dia I a 9. 9:1 JfCBtlI
dem do da 10....... aMpaSi
A. 4o
MasMd
9:9JM
CONSILADO PROVINCIAL.
Km lmenlo do da I a 9.
dem do da 10. .
2M:-i7a*Cri
fctoaojM
:okjef99.l.Vii
WlovimmP 0o i>t v?.
Descarregam boje 12 de junho.
Barca francezaFernandomercadorias.
Palacho hollandez Especulante- -idem.
Brigue dina marque/Maramercaduras.
Pulica be-panb il.Paulapipas de viuho,
Barca iuglezaBonitaferro e carvao.
Barca ioglezaMarv Wil'oiiidem.
IMPORTACAO.
llrgue francez lernaudn, vindo do havre ron-
signado a Lasserre, Tietel freies t\ C, manifestou o
segoinle :
100 barricas cimento, 7dila prepararao de zinco,
30 barris manleiga, 1 ditos tullas, >0 raiza aren-
ques, 1 dita cerveja, 611 ditas quiijo, 122 ditas gar-
rafas vastas, 1 fardu rolhat, 211 dilts papel de eui-
hrulho ; aos rnnsigiialanns.
50 barril e 50 meios ditos manleiga ; a Tasso ,\
lnnao.
35 gigos champagne, II caivas fjzenda de algo-
do, (lilas da dtlu e seda, c mechanisinn tle rouzca,
I embrull o amoslris ; a Schaffeillin iV C.
I caixa coiii :10 r.-locios; a F. l. tjermano.
.'* dltaa cli.ipti- para liuOUm, ilos para senhor*. I
panno tle lluho, nuida, quadros, penles, cartas ; a
L. A. ie Siqueira.
l canas caicatlo.vidros. Inste*, porcelana, quin-
quillera, chapeos de fellro, ditos de oleado, ditos
tle honiem, papel, formas para chapeo, ditos de pa-
lia. ditu du encerado, cartas, burras de ferro, li-
vros ; a J. P. Aduur & C.
i caix'.s ca las de jugar ; a F. Linden.
9 ditai nierrcn ia. perfumara, llores arlificiaes,
burras de ferro ; a l etdlier S C.
II fardos o 55 caixas papel, filas, marcearas, es-
pelhos, couros, lamparillas, porcelana, trastes, cha-
peos, hiscoulos, quinquilharia ; a Feidel Pinto i C.
10 caixas papel e linta ; a L. Lecoole F. ,\ C.
50 raeios barris manleiga, \ ditos vinho, 1 fardo
pannos, 6 canas lanada* deseda, ditas de algodao,
calcado, : embrulhos amostras ; a J. kefler k C.
it volumes le i le e escovas, i barricas e I caixa
conservas e legume seceos ; a Deslibeaux.
1 caixa papel c drogas ; a J. A. Pinto.
20 caixas vidros, porcelana, perfumara, orgao,
leda, mircearia ; a A. Rj-t'iert.
1 cana (azendas tle seda e algodao ; a A. J. de
tana.
1:1 caixafruta seceos, el apeos, vidros, papel pin-
tado, chapeos de sel, lazenda de la, e meneara ; a
Burle ,\ Sooza.
50 barris e 5o meios ditos manleiga ; a N. 0
Bieber A C.
2 caixas chapeos de seda para homem, e dilos de
sol de seda ; a M. J. Carneiro.
50 gigos cbaropanhe ; a Saunders I re r & C.
1 barrica quinquillera ; a J. M. Freir.
20 harria e SU meios ditos ; a J. Baplisla da Fon-
seca .1 u mor.
1 rafia modas ; a B. Millocheau.
Navios sabido no dia 10.
Macei porlos intirmedioVanear hraaileire Pvr-
siminga, rommandaale a 2 tenetate Joaojaraa
Alve Mi reir.
Para o porlos do norle Vapor bra-tlurn -Ica
rassua, eommandanle Aalanm i> Silveira Maciol
Jnior.
Mttv*.
50 barris e .".n meios ditos maiileiga, 3 caixas pal-
ser o oulros Iri". Mas deixe- cous que S. roe. friri, ea liti-de po*U na ra. a Vicente Alves de Souza Caivall.o.
Foi Bancada inspector de quarleirSo para esta 7 cainas couros para selleiro, vidros. papel pintado
povoarflo o c.ipilAo Jote Kraucisro C^valcauli de Al* j pe fumarias, ptlles preparadas ; a T. Kobert.
buqoerquf, o qual se acha cun aiM de negocio. [ 100 Caixas velas, 'M ditas faieti las de seda, ditas
lesejarei muito nao ter uccasiao de fallar do nosso
inspector ; mis se nlo obrar sempre com j quizer usar do poder para alguma, cont comiso, eJ
depuis n.'if d pii.t i.-, como dit o amigo .In.i < (jui-
llierme.
As chavas tem cabido de aluuns dias para ca',
nao com niuii i abundancia ; porem basta que v;i
continuando min para nSa perdermos o nosso Ira-
ballio oe taotus da*.
t> maloto, u agricultor, o plaulador de milho, im-
'Inr.i '- in-'l- .i Vine*., senhures redactles, que cor-
rigendo o seu ecnplo em termos qua possa appare-
cer, o acommodem, anda que seja no caulo mal
mvisivel do seu bem coucilimlo jtrnalv proinetten-
do-lhes a mais eterna gntidao. h no mais, adeos
ate breve, que Ibe diz l'm Aracayiense.
otxt$ponbtnd&.
VICTOUIA S JLMID DE 1857.
ATTENCAO.
Lm desinenlitlo ao Sr. padre Joao llerculano do
Reg.
Srs. redactores. Par* que n publico respcilavel
se cnnveiiea caria v*x iii.'ii ra falsidades, que o Se.
padre Juau llerculano do Hego lem propalado pela
follia Jornal do Commercio, abi llie ollerico esa
caita, que voluolariaoaenle roe foi dinuida pelo Sr.
Aiituntu Kavmuiido de Mello, cm quem sempre co-
nliei i proludade, a qual Ibes peco que piibliquem
10 sau minio couceiluado jornal ; un qua far.lu mo
pequenu favor ao seu constante leitor,
'I ibfirt/iio Pinto de stlmeida.
" lllm. Sr.coronel libuilinn Pinto de Almeid >.
Ilonleui, ao ler o .lirwil do Commercio desla pro-
vincia,de i i do expiraute mez n. '.Id, nao pode deixar
de possuir-me da malar Odlgoaftf, quando deparei
cora um artigo escripto e asignado pelo Sr. padre
Joiio lleiculano do llego, onde t He diz n seeoiote :
i Sr. rm.....i Tiburlinu, segundo me affirroa o Sr.
Antonio Itaimundodi Mello, o Sr. Juao Illas Fer-
reira esl, 'i.i.i i. zangado cora V.S.. ptir<|ue diz : que
nunca llie pagara neuliuma de lanas f innmeras
villora*, que como perito ab leni feto, por chama-
do de S. S. como delegado : diz que S. S. hevellmco
cuino o diabn. e que por este motivo sendo elle cha-
mado para vistonar micha oacrava, quando se deu o:
faclu rtn caslin, neou-se a isto inleiramenle, na
persaaslo de que era S. S. que tinha de proceder a
i is|oria.i>
" Sim, aoler esse trecho, revollou-se-me a pacien-
cia I'or momenles vacitci, e di-e coinigo mismo :
cumo he qoe um psdre. um lacordolo, uro ministro
do Altar, invcrle os faci*, e apreseota ero iiublien
una f.irc,a desla na taraza '.'! Se a Sr. padre Jalo
nao esl eompletaoienle equivocado, e fallo de reroi-
biceoci* dn que realmente eu Ibe disse, e de pmpo-
alto arra ijoa e.se drama, enlau cnisiiila que eu llie i
dica, que o emplazo para o Tribunal Humo onde i
rniini eu e lodo* que receberam a agua b*plimal,
lera o Sr. padre de responder pirante uro juizo llital- i
livel, que lera de aos m.ios caslEnr, e aos buits |
promiar. I. i de bom grado perdoaria ao Sr. padre
loflo, ui'S be, se elle relliclmdu coip calma e lanco*!
I' i '. un que eu lielmeule llie disse,** relraellftse pela
memna tolb* Jornal: do| cuntraro pude oslar con-
vencido, que Icr.i de carregar cun e-sa rasponsabi-
li la I" n i da do jui/.n final.
a V. S., ^^. coronel, d^sculpe-me a digreasllo, qoe
foi ni' -o voluntaria, mas quai precisa. X'aino ao
casu, tal quel eu ouvi do Sr^lias, o di-se ao Sr. pa-
dre Jola.
ir [So da '2\ de jonho prximo f.. ntlo eu a casa
de algodao, ditas de linho, e luitio e algodao, ditas
tle seda e algodo, ditas de algodAo e seda, chapeos,
roupas, pannos, grvala, roupa, fateodade la, brin-
cos de eslanho, cassas etc., 1 caixinh* e 3 embru-
lhos amostras ; a i'irom al., Vinassa Ov C.
3 caixas porcelana. Iivrbs, camas de pao e Ierro,
trastes; aC.de la llautiere.
vuluine livros, drogas, perfumaras, vidros, ba-
lances ; a J. -i mi ci C.
4 dilos papel de embrulbo, pilles preparadas ; a
Demesse Ltclerc C.
12 gigos viulin, I caixa vidros ; a ordem.
ti caixas chapeos, bouels, plumas e objeclos para
lia| eltiro ; a Cliristiaiiui fteres & ('..
caixai chapeos para senbora, lilas, requifes, mo-
das, roupai ; a Mine. Tliearde.
I caixa penles de tartaruga, dita em folha e bisu-
tera ; a Chaprunl, llerlraud O C.
I caixa perfumaras, penles de tartaruga, luvas de
teda ; a B. da C. Medeiros.
1 caixa livros ; a Hicardo de Fraila*.
3 dilas e I fardo pannos, Uremias de seda e algo-
dao, e amostras ; a 11. Briiun \ C.
!)i caixas mercearia, chapeos de sol de algodo,
chapeos para honiem, cali; do, quiuquilharia, fazeo-
tla de Id, e de l e seda, dita de algudao, babus, dro-
gas, caixas para chapeos, cilindros, cooieitarias, ca-
misas, cnsl.ies, espingardas, rindeeiros, vidros, can-
delabro, Chiroine* para gas, perfumaras, veroiz,
couros e arres, pelles amarroqumadas, espellios,
vi los, pello, roupa fela, mercearia, muru- para
elleiru, agua de (.olooia, porcelana, 12 volumes to-
zendasde algodao, Jilas de liuho, calcas, 2 embru-
lhos amostra ; a F. Sauvage & C.
1:1 canas vilrus, raedicameutus, papel, tintas ; a
J. da Silva Faria.
2 caixas velas, 1 dila objeclos de selleiro ; a (i. A.
Rourgois.
1 dita livroi; a M.J. Alves.
2 ditas velas e vidros ; a II. Dumont.
Un. i. II llt n Ir i. oSpeculanle vindo de Kolher-
dan, consignado a Urander a Kraudis A; C, maufes-
tou o seguidle :
:i2n caixas e oO barricas genebra, :ion*tlita oleo
de litihacn, M ditas oleo de'nabo, 2 dito e-(auho
em barra, 1 dita rame de Lilao, 130 caixi ve!**
steaiina*, 2'ln ditas
O lllm. Sr. contador da thosourana ro-
vincial, servindo de inspector da mesau tn<-
Miur.trin, em cumprinienlo do ordem dn
Lxm. Sr. presidente da provincia, de todo
corrente, manda fazer publico qoe no dia IB
de junho prximo vindouro, perantc a junta
da Lazenda da mesma thesourana, se ha de
arrematar a quem por menos fizer a obrada
concluso doraiodosul ra casa de deten-
t'io, avahado em 66:005?7j rs.
A arrematacS sera fcila na forma da le
provincial n. 31.1 de 15 dn maio da 1HM r.
sol as condicoes .especiaes alvaiso rn.ua
das.
As pesMoas que se propozerem a esU r-
maU(ao comparecam na sala das sirsaoes
da nirsirii junta, no da aritna declarad,
pelo ntcio da, competentemente habilita
dus.
K para constar se mandou afinar o pee
senle e publicar pelo Diario.
Secretaria da Ibesouraria provincial dr
Peniamhuco -23 de maio de I8S7. O secreta
rio, Antonio Ferreira da AnnuociacSo.
Clausulas especiaes para a arrematacao.
1." A conclusao do raio do su I da casa de
detenco, consiste nao obras diapoolaa no
orcamento.no valor de 66:0039730 r.
2. As obras serSo coitiecadao dentro de
um mez, depois da assignalura do terne ale
arremaucao, e concluida no prazo do um
anno.
3." 0 arrematante na execuc3o dos traba
Mos guiar-se-ha pelo que se acha fe-ilo no
raio do norte, e observara em ludo as pre-
ctipces do engeoheiro que inspecionar a o-
bra.
1.* Os mestres empregadns na obra, serio
da approvocSo do mesmo engenneiro.
5. ) arrematante sera abrigado a receber
pelos presos do orramentu, U.dv o matr-nal
existente nos depsitos da obra. deoeonUn-
do-se o seu valor da importancia da primei-
ra prcslacao.
6." A importancia da obra ser devidida
em qualro preslac/ies iguaes, realisadas as
pocas estabelecidas no art. .-n da le n. mas.
7.a Tuto o mais que se nSoachar aqu dis-
posto, sera regulado segundo as disposicttV
da ctuda lei. Conforme, o secrelario A. r*.
da Annunciafo.
- O lllm. Sr. contador da tbesoarana
provincial, servindo de inspector da moaata
thtsuuraria, em cumprimeuto da ordem do
i.xui. Sr. presidente da provincia de 13 do
crrenle, manda fa/.er publico que no da IM
de junho prximo vindouro, pirante a junta
da lazfii la, se ha de arrematar a quem por
menos lizer a '.lira do empedramenlo do a-
terro dos Afogados, avahado em 3C:96uf rs.
A arremalaiao sera feita na forra da le
provincial n. ill.l.J de l de o.vio de ItUl, e
sol as clausulas especiaes abaixo copiadas.
As pessoas que se propozerem a esta ar-
rematacao comparecam na sala das sessoo-
da mesma junta, no dia cima declarado,
pelo meio da, competentemente habilitado.
I. para constar se mandou aflixar o presen-
te, e publicar pelo Diario.
Secretaria da Ihesouram provincial de
Pernanibuco 26'de |g7.0 secretario, A.
F. da Aiiuunciac,3o.
Clausulas especiaes para a arrematado.
1. A obra do empedramenlo do a*ei rodos
Afogados, far-se-ha de conlormidade cota a
o 1,11 ment approvado pela directora em
conseltio, c aiircsontadu a approvado do
Exm. Si. presidente da provincia, aa im-
portancia de 3ti.:>r,ii- rs.
2 a U arrematant<: principiar asobeas no
prazo de um mez, e os conc.uira no de 11
mezes, ambos contados pel forma do arl.
31 da lei n. 2i-
3." O pagamento realisar-se-ha em qoalrn
pre>lcoes iguaes, cujas tres primeiras, cor-
respoiiderSo aos tres tercos Jo obra, enl-
linia licar para a entrega definitiva.
.' Para tudo a que n.o se acha previsto
as presentes clausulas, seguir-se-h* o que
dispe a respeilo a le pievtnrial n. i8*>, e
com especialia.le o art. 40 Conforme.-
tueijos, i9 ,., ob^de",!:;. .rtmSo. *:!:-, ***. *. r. *.......m
inariiiore, dita* papel de mprein, :'.' dilai dit* O lr. Polvcarpo Lopes de l.e."o, chrfe de po-
lica, o auililor de miruilia da provint so
de l'ernamliiiro, por S. M. o Imperador,
que Heos guarde etc.
AltACAf.i
31 de mato de I8J7.
A miblu mao basta de callos, os meus dedos so no sino do Sr.Joao l)ias,pedi-lhe que saencaireijass* signatarios e afate* da estrada da ferro.
le escreier, 1 dila e Ii7 fardo dito de embrulbo, :l
dilat cartas tic jogar, ti ditas amargo, I dita pape-
lera, 11 dita e I barrica caixa de folha com agu-
Ihas, limas, rustas, techadora*, troqae*e, thesou-
ras, faca.:,.. feixe: roiiin. lOeeaio. r.a.es ,.. rarjo sabe, aos que o prest-nte edilal vi-
50 t.arn salilre, 2H8 .tilo preeo, W preaooto*. J r,;l". M"e lio da I. do curente mez. > *
Tardos flele, I embrulbo amuslra- ; aos consigno- larios. : II horas ta manhaa, nesia a i lilona de ma-
50 caixinb.is agua de Colooia, 7. dilas rlela pi- rinia, <> seguinles objeclos, pertenceato a
menta inglez, 1 dil* vidro de qoioino, estajo* para ; prosa do palhabote anaiailu. appreliendido
barba, choroleiras, .crivanmli.., porla-rnnea., car- ||a ,,,.,, jc s.-rinllSem, < re.-olhldos no or-
H,;:;^:,1'";:;'^!,,;'',."'|,,ur,0' v,"ros oto"ta -'Je msr,"h"- ^i-<*>*-*
Polaca Uespanhola .Paula*, vind* d. Bareeleoa, "a'l0!, l**" o^moajaTaml :
couiigoad* Araoagaoi lijan, mamlesiou o se- Lina vilo de r, urna dita Je prisa nova,
SU'",e : i outra dita da bujarrona osada, avahado *
113 pipas, 22 rneia ditas, c ^i barris Vina* : '.
capilao l ooreoco Koig.
Itngue InglesJuinalla, vindo de liraiueinuiilt,
coiisigna:lu a Kothe S rtidoolac, mamlcslou o se-
giiinle :
i'Mi louelatlas, II qninlae, 2 arrabal e lo labra*
de ferro em Irilhos, u||o e em 10 barr ; aus rou-
por 10? rs ; urna ancora de Ierro, sem tVpn,
avalla la por M#n.| nina panella de ferro, a-
vaiiada por ir rs., um camarote de vento, a-
valiado por 2~ rs.. 22 loneis para agua, sen-
do 12 abatidos, avallados un pelos outros a
IcjOt is., 2 mastros rom suas enxarcik, \2
tuaiaguetas de madeirs, e 1 carrilel da por
>

1
*
WTTLTv"



DIARIO DK PERNAMBUCO SEXTA FEIRA 12 DE JUNIIO DC 1857
a barquinha, avallados por 5; rs., 2carar)f
gueijas, 1 retranca, e l pao da bujarrona, P
valiados por 5?rs. : que ludo somma a quan-
tia de lOsPOO rs.
E para que ehcgue ao conheriment de
todos, niandei Isvrar o presente edital, que
sera publicado pela imprensa.
Dado c passado nesla auitoria de mari-
nba. da cidade do Uecil'e, aos 8 de junlio de
1867. Eu Jo3o Savaiva de Araujo GalvSo,
escrivao o escrevi
Dr. Polvcarpo Lopes de l.cao.
O lllm. Sr. "inspector da tbesouraria
provincial, em cumprinieiilo da rosolucSo
da junta da azenda, manda fazer publico,
que no dia 25 do correlo, se lia de arrema-
tar a quem por menos (izer o fornecimenlo
dos medicamentos e utencilios para a enfer-
mara da casa de detenciio nesla cidade, por
teinpu de un anuo, a contar do 1. dejullio
prximo viulouro, a 30 dejunbo de 1858.
As pessoas que se propozerem a esla erre-
malucao, cuinparecam na sala das sess.ies da
mesma junta, no da cima declarado, pelo
nieio dia, competentemente habilitados, que
abi Ihes seriio presentes, u furmulario e con-
dicoes da arrcmalacSo.
E para constar se mandou allixar o presen-
te, e publicar pelo Diario,
Secretaria da tbesouraria provincial de
l'ernarn buco, 9 de junho de 185T. O secre-
tario, A. F. da Annunciaqo.
O lllm. Sr. inspector da tbesouraria
provincial, em cumprimento da resolutod
junla da fazenda, manda fazer publico, qoe
no dia 25 do cnenle, se ha de arrematar a
quem por menos lizer as inipresses dos tra-
balhos das diversas reparuedes publicas pro-
viuciaes, avahados em 3:500 rs.
A arramalacao sera feta por temro de um
anno, a contar de de julho prximo vin-
douro aofim de juuhodc 1858.
As pessoas que se propozerem a esta arre-
matadlo, comparecam na sala das sesses da
mesma junta no dia cima indicado, pelo
meio dia competentemente habilitadas.
E para constar so mandou allixar o pre-
sente, e publicar pelo Diario.
Secretaria da tbesouraria provincial de
Pernambuco, 9 de junho de 1857. O secre-
tario, A. F. da Annunciac.3o.
Pela secreta lia da directora geral da
inslrucc.30 publica se taz constar, que lica
marcado o prazo de 60 das, a contar da data
deste, para a inscripcSo, e habilitacao dos
candidatos que se queiram oppr a cadeira
de inslrucQao primaria, da villa do Brejo da
Madre uo lieos, vaga por fallecimenlo do pro-
l'essor que a regia.
Secretar-ia sobredita, em 9 de junho de
1857O secretario, Francisco Pcreira Freir.
O lllm. Sr. inspector da thesouraria
provincial, em cumprimento da lei, manda
convidar aos propietarios abaixo indicados,
a entregarem na mesm.i tbesouraria no pra-
zo de 30 dias, a contar da primeira publica-
do do presente, a importancia da quantia
coin que devein entrar para o calcamento
das casas da ra das Cinco Pontas, conforme
o dijposto na lei provincial n. 350. Adver-
tlndo que a falla da entrega voluntaria ser
punida com o duplo das referidas quotas,
na coBformidade do artigo 6 do regulamen-
to de 22 de dezembro da 1854.
N. 2 Jos Claudino l.eite 91,800
4 Padre Luiz Jos de Araujo Bir-
boza. 28,800
6 Estevao Cesar Lima 18,000
8 Herdeiros de Francisco Casado
Lima 25,200
10 Manoel Antonio Concalves 36,000
12 Joao Chrvsostomo Pacheco Soa-
rcs. 81,000
14 Herdeiros de Francisco Conni-
ves Rodrigues 23,00
16 Antonio da Silva Cusmao Jnior 66,600
18 Jos Bernardo de Sena 70,500
20 Luiz de Moraes Gomes Ferreira 77,4u0
22 Jos Esteves Moreira da Costa e
Manoel Joaquim da Paz 18,000
*-24 Herdeiros de Caetauo de Car-
valho Rapozo 41,000
26 Ditos de Anna Joaquina da Con-
ceicSo i:. 000
28 Ignacio Luiz de llrito Laborda 18,000
30 antoniO Jos Kodtigues da Silva 25,2001
32 Jos da Silva Moreira SO.jOjJ
34 Francisca l'liomatia da Concoi-
r3o Cunba 80,000
36 Miguel Joaouim da Costa 70,350
40 Antonio L. Goncalves Ferreira 45,000
42 Luiz Gomes Silveiio 46,800
44 Herdeiros de Manoel do liego
Lima 50,400
46 Calharina de Sena das Virgeus 16,900
16.200
2.,60<
21,600
]
Sr. capitn :1o porlo fazer pul>liro que aefS0 i'nlre-
KOal a quem apresenlar.*e, moalrando |ierleiu-#r-llte
legitim^mante. CapiUnia >lo porta de l'ernambo-
roeni dre Kmlrmu, doi Anjot. 80 rs.. livrog de SOrtOS a 500 1*8 nalivraiia
Pela mesa do consulado provincial se ,.s.,, ,. 8 da praca da Independencia.
faz publico, que os 30 das uteis para o paga- aaiiilla. ,.,\
ment, abocca do cofre, da dcima dos pre- I UUIIUHI UU tco
dios urbanos, das reguezias desta cidade, e 0u medita da dos Afogados, se principiam a contar do sagrados roysterios de N. S. Jess Ghristo a
1.-de junho prximo vindouro, findos os i/jii(: Ma livraria ns. 6 e 8 da praca i'a lu-
quaes, iucorrem na mulla de 3 por cciilii, Uepeiidoiicii.
todos aquellos que dcixarem de pagar seus ,.
Novas pautas ti.i alian-
VEDE-SE NA LIVRARI.V DA TltA DA INDEPENDENCIA N. ( E8.,
40 VOLMES DA OBRA ABAIXO MENCIONADA.
dbitos, nos referidos 30 dias. Mesa do con-
sulado provincial de Pernambuco >7 de maio
de 1857. Antonio Carneiro Machado llios,
administrador.
CONSEI.I10 ADMINISTRATIVO.
O conseibo administrativo, em cumpri-
mento do art. 2, do regulamenjo de 14 de
dezembro do 1852, faz publico que foratn a-
ceias as proposlas de Francisco Maciel de
Souza, Domingos Francisco Ka.mino, Jos pela <|uantia<|
Nogueira do .souza, odrigues e Kibeiro,
Guilberme da Silva Cuimaraes, Jos Francis-
co Lavra, Carvallio & Silva, Siqucira c Pc-
reira, Antonio Feruaudes da Costa Lima,
Joaquim llandas Freir, o Manuel Antonio
Teixeira, cara fornecerem :
O i." 401 pares de sapatos, leilos na pro-
vincia, a 1580') rs., 975 esleirs de palha do
carnauba, a 24/ rs o cenlo.
a [ J 2." 35 bonetes com o numero de metal,
rfa^a o 9.- batalluio de infantaria a latoO rs.
O 3.- I livro de 100 folhas de papel liollan-
da pautado, por79rs.. I dito de dito de 150
eifa.
Vendc-sc a r.ova tarifa da alfandega : na
liviana us. (> e 8 da praca da Independencia.
O Sr. que veio i esta t\ pograpl'ia
sobre a inobillin de jacarada', nnuuncia-
da na ra de Norias, pode ir busca-la
"iereceo.
JJ
3IEHOIBEI
COUPLETS LT Al'TUEXTlQL'ES
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DE SAINT-SIMN
SI It I R -1i I V HK l.OI II II*
\\n; i<> PORTRAITS
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MEMOIKES
SAINT-SIMN
5
PARS,
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1853.
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MEJHOHI.M
COMPLETAS E Al riIENTICAS
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DESAN-SIMA I
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il II 1/ \1V
,1 MI.
ORNADA 1>I 40 RETRATc
LAMINADOS-
AttencFio. AVISO,
Os eiicarrefados da l'esta il" Glorioso l Muja-se no moleoot crmulo. sae mi
Padre Santo Antonio, do arco da ponte do todo ofivi<;o, lauto decasa .iiki c
Recie, l'a/.i.'in siii'iili' no ivs|h-Lim-| > ra, ni m s i .u i ;;.u i;uac u i >< -
blico, ipie sera' celebrada a ftstjvidude pejos: na ra Nova casa n. I>. ;; ni'"
do mesuio Santo,com vespera edia, sen- andor, das 9 lioras do dia, > !
do o Icvantamvnto da banaeira na madru- Un.-.
rada de sablwdo l do correte, com Mara Martiniana de Caren
" i,i ..iiiiil,-. ex-pniftssora do legm das .-rphaas. nli
acompanl lamento de me""
militar, a i|ual locara' ao
noite, com illuminar.jo na maarujpiaa remininn da instraccBo eleM ir. qaa
PAR*.
m-i

PROVINCIA.
O Sr. Iliesoineiro das loteras manda
'""orit-frllto S'' 'd'tod'l de 2U0 fl"as fazer publico, que se achara avci.dn.no
P0i." resmas de papel almacoa3W00 rs., pavimento lenco da casa da ra da Au-
759 duzias de botdes brancos grandes, a 210 cora n. 26, das 9 horas da manhia asa
res a grosa, 433 duzias de ditos pequeos a da noite,biihetes, meios equartos, da ter-
2V rs. a grosa. ceira parte da primeira lotera doSenhor
05 2100 varas de bnm branco a 410 rs. g ,l0I11.rl|0(.,ijas
O b.- ,43 varas de bnm branco a 420 rs., ...... i '
35 mantas de laa a ^iioo rs. rodaandana no da l.i dejunlio.
O".- 3343 varas de algodSozioho a iso rs Thesouraria das loteras, o de junliodc
(i 8.- 229 covados de panno preto, a 1;'J00 |s."i7.Por Sr. tbesouieiro F, A. de O-
rcis- ,. liveira.'joao Miguel da Costa.
O 9.- 4 ornamentos completos, para o s-r- (( a|)alxo as.u:;,H1,, se..hor .1 msenho liha
vico da igreja matriz do presidio de teman-' Ae uapmoct, convida a (junn aoiser com elle no-
do, sendo encarnado, verde o branco, e rs.0,: Cir-e para ominar podrai pira r. em doua fornoi Wii.it para casa de una familia estran
a 58; rs.
O 10. 76(> duzias de bolocs prelos
a 210 rs. a gros, 2 caivetes para auarar ps- ^ 'l"n i>fi<-' I" dmia-se a ra di loria obrado
as a 780 rs 72 lana a >n'l rs du/ia G B.70.Mano-I doNateiniento da Coila Montelro.
i as, a ,80 w., lapis a -0J r. a uuza, o R | ()i ,jroJimu p,,,^,,,, mct de llla,
gana as Je tinta prela a 440 rs. deiappireeaoda can do abmn asSi=na.lo. di ru.....
Iltt !lfl i| illiill *. .iv .i.. iii'.il" ". Mil I'. ___ ...
011.- 400 alqucires de cal prela, a 500 rs., i ivr;lmc,Ill(> _.!-,. um eabrinha 37 ditos de dila branca, al20is., 10canoas |a,ie |4annot, nariichalo. Mfcelloteirapinhado*,
de areia, conleiido cada una carrosas, alolbof reculares, cora urna pcqaeaa costara da um la-
3^ rs., ludo posto na obra. do do analto, e que f^lla ae*embararidamente. Fui
E avisa aos supradilos vendedores, que] viio em um rancho no las ir II, i.dlia, carada d> aul.
deverao recolber os respectivos objeclos, ao I''"'""" 1U M
arsenal de guerra no dia 12 do correnle mez.
I n.'.s immeaiiiOe
I onde lem n^reide* e cnnlieci 1< : quem ripreheuder
bala das sessOea do conselho administran- ; ^ roconipaniado.-Joaquini Blviro de MoraeCar-
vo para foruecimeulo do arsenal de guerra,
s de jmino de 1857.Bernardo Pereira do
Canuo Juajyr, vogal o secretario.
Tela coTrefttulia da cidade de Olinda se
faz publico, que os 30 das uleis p?ra o pa-
gamento da decima dos predios urbanos e
mais impostes desta cid le e seus subur-
bios, se principiam a contar do !. de junho
prximo vindouro, lindos os quaes iucor-
rem na mulla de tres por cc.ito lodos aquel-
les que deixarem de pagar seus dbitos nos
referidos 30 dias. Collectoria de OliuJa 30
de Maio de 1857.O collector,
Francisco dasCnagas Salgueiro.
0 lllm. Sr, capilau do pono, cumpriuJu or-
dem du Ekiu. Sr. vice-presidtnle da proviocl, da-
tada de hoDtem, em referencia ao ollicio que o mes-
mo xm. Sr. recebeu do Sr. ulcial-uwior At se-
cretaria il ministerio da Mariana, linnado em I de
maio ultimo, manila fa/er publico o aviso abmo, da
repartirlo do commercio e obras publicas em Por-
tugal, annunciando a collocarao le um maatro para
aignaco, na paite man elevada do areal do Cabedel-
lo ao ol da b^rra da villa da l-'iitoeia da lo, alim
de indicar a direcrao que s navios devem Irazer pa-
ra a moma barra, lieiu como car-se no forte de
Santa Calharina orna I.....loira vermellia, sempre
que a (lila barra for accessivel. C-pilania do p..rlo
O* l'ernamliuco em 9 dejunbo de IS37.Osecreta-
rio, Alesaudrn Redrlgael dos Anjos.
AVISO.
ReparticSi) do eommereio. l'ara conhfcin.enio
dot avcgaalrs, puhlie-se o seuuiule avi-o :
A Corporac^o do> pilotos da barra da villa .la FI-
goeira da lot, alioiulcu lo .ifcj.iiid.' distancia a qu-
Lotera \
HA
ovincia.
CORKE AMAMI.W.
O abaixo assignado anda lem um resto de
seus felizns bilbetes, meios e quartos as lu-
jas do eos tu me.
Por Salustianode tquino Ferreira,
Jos 1'orlunato dos Sanios Porlo.
l'rfcisa-se de urna ama decente e bo-
gein.
snaicnle para tratar da limpeza da casa e fa-
zer as camas c mais alcum pequeo servCO:
a tratar na ra do Trapicbe Novo n. 12, sa-
guiulo andar, das 10 lloras as 4 da tarde.
Precisa-se de um Icitor de campo que
tenha pratica, seja soltciroede conbecimen-
to de sua pessoa : a tratar na ra do Colle-
gio u. 25, primeiro andar.
Mu dia 0 do corrate desencaminbou-
se urna ordem de 703000 sacada por Francis-
lo fii-oiihoC.m'ceiriiodeMnribei-H, co Ab-xandre Dutra a favor de Manuel l'ac.ie-
\

DO
Bcleribc.
do
,:"""i;'.s (.n,,|-"):' leve licei ;a do.' x asta d ***
incni-oi.i e ae I ca, pan abrir aula partcula* para a ana
iiiadl II;;.ida fenuuiiio da inslnucao eteaMS kar, SJM as
de domingo tocara' a msica ; a's 8 horas | da ms escutas publicas do printeira k< <,
da ma.dia sera condu/.ido em solemne "I"'"JP"*"*"asm^"*l*^l
u ".' nadas na le e por isso la/ publico ao. pan
proriss.ni o Itlonoso siuito para a i;reja de finiilias, ea quem mais rovrfMr, une ja
idcNossa Senliora da Conreirao da Cxtn- den principio aoenainudesde)oaantwmm
'rc"ac.'io, principiando a festividade a's prximo passado, no sobrada ii" palco d'>
'l' loras, sendo pregador o lllm. e Rvm. . i o tara das eoudicoes relativas a Imi.....nl.
Sr.padre-mestre pregador da cj.|H-llaim-,alvmM$. tamliem rcccl, ,,,,.MOUlsUs c
perial JoSoCapisIrsno le Mendonra, un- mco-penrionislas.
Ida a solemnidade vollara' da mesma ma-t
neira otilorioso Sanio para o ano. onde
licaia' exposlo a devorAo los liis; de|
tardo e de noitc tocara' a msica, das l
as 10 lloras sera' arreada a luiidcira, e
esla conduztda e acompanhada por nii-
ninat n' residencia da nova juiza, a quem
sera' entregue, com o que se lindara al
dita festividade. Os cncarregados da l
mesma Testa a|>roveitain a occasio, para |
I que lem no ineimo randeS haver jonlo a elles as respectivas pedral e eolia
ra da ti loria mitrado
allio.
Disappareceii de Sinto-Amarn do lio do l)r.
Clemeota Korreira da Cotia no ata '.' do correnle,
pelas 5 lloras da tarde, um eavallo ruMO, com ra-
bresto, eslava com o npaoi(o pisado do sellim, e
CODSll que fni valo no aterro da;B ia-\'ista que vi-
nha em dirercio para Sanio Antonio : pt'de-se aquem
o psol! nu pegar, que traga-0 na ra e-itreita rto Ho-
rario n. 39-A, ou no sitio cima mencionado, qoe
ser.i ueni;rosamente recompensado.
Veadem-se charutos de dezris n masso dedil-
coeota : na ra du Amorim n. 17, taberna.
Aitt'iirao
Jos r.onc.alvcs Ferreira Costa, responde
ao annuncio dos lllms. Srs. Manoel Joaquim
Pcreira e Francisco Jos Belem, que quando
co de vf'ieiroga, contra Antonio (uiigalvus
Ferreira Cascao, e com o pague-sc a Aulo-
nio Joaquim Ferreira, e ja esta scicnte o di-
to CascSo de nao pagar : quem a tiver adia-
do, queira enlrega-la ao dito Antonio Joa-
quim Ferreira, na ra de S. Goncalo n. 10
ou na ra da Caieia do liecife n. 9.
Glerece-se para caixeiro na estrada de
ferro, um rapaz brasileiro que tradu/. n falla
alguuia cousa o inglez ; quem se qu izer uti-
lisar de seus servidos, annuncio por esse
jornal.
Continu'a a estar fgido o preto Lou-
renco, compra Jo a Diogo Soarcs de Albu-
querque, morador no cngetibo liamos, co-
marca de Pao d'Albo : a pessoa que o pren-
der ou der noticia exacta, recebera 50? de
48 Alina l.ourenca lleal
50 Antonio Moreira liis
52 Ordem terceira do Oarmo
54 Irmandade do Sanlissimo Sacra-
mento de Santo Antonio
56 Luiz Gomes Silverio
58 Mara Joaquina da Gouceiga'o
60 i'atricio Jos da Silva saraiva
62 Jos Joaquim Pereira de Mon-
donga
64 Antonio Joaquim de Souza Ui-
beiro
66 Francisco Tavarcs Gorreia
68 Antonio Joaquim dos Santos
Andrade
72 Viuva Joao Fernandes Vianna
74 Antonio Ignacio Rodrigues Ma-
chado
76 Maria Ignacia Real
78 1 illius de Manuel Jos de Bas-
tos e Mello
80 Antonio Fernandes Vello/.o
82 dem
21,600
18,000
18,000
21,600
60,000
18,000
18,000
25.000
21,600
18,000
14,400
25,200
27,000
21,600
84 Marcelina Rita Maria de Oliveira 21,600
86 Benedito Jos Duarte Sedrim 14,400
88 Justino Pereira de Andrade 18,000
N. 1 Antonio Francisco Pereira 66,600
3 Manoel Goncalves Ferreira da
Silva 61,200
5 Joaquim Bernardo de Figuei-
redo 21,600
7 Viuva de Manoel Flix da Rosa 21,600
! Herdeiros de Ann. Joaquina de
Jess 36,000
11 Mousenhor Francisco Muniz Ta
vares **.90
13 FilhosdeJos Pedro da Silva 21,690
15 dem dem 21,600
17 Antonio Jos Gomes 21.600
19 irmandade do Senbor Rom Je-
ss das llores ls.000
21 Glaudina Mdrtinba do Sacra-
mento 30,000
23 Anua Joaquina da Santa Cruz 77.400
2.1) Viuva de Mauoel (ornes 21,000
27 ileurique Jos, dos santos e ou-
tro. 64,800
31 Viuva c herdeiros de Jos 1* O-
liveira 4i,000
33 Filhos de Jos Maiia de Jess
Muniz 30,000 ;
35 Manoel Ferreira Autunes Villana 1:2,600]
37 Victoriano Jusc ae Souza Tra-
vasso 27,000
3'." Viuva e herdeiros de Joaquim
Jos Lourenco da Cosa 19,800
41 Herdeiros do Jos Concalves
F'ei reir da Silva 18,000
43 Jos Fernandes Bastos 2|,600
45 Jos Joaquim de Lima Jnior 2I,6"0
47 Manoel aos Alijos Ferreira 10,800
49 Francisca lhonuzia da Concei-
c3o Cunba 10,80o
51 Joaquim Canuto de Santa Anna 18,000
53 Manoel Joaquim Rodrigues de
Souza 18,000
55 Herdeiros du Jos Maria de Je-
ss Muniz 12,6(10
07 Francisco Antonio do Oliveira 18,000
59 Antonio Jos Rodrigues de Souza 21,600
61 Maria TheoJora da As.sumpc.ao -j' OoO
27,000
e aclia boje a barra ao sul do orlo de aula Galna-
rlna vai c.iltocar, na narlejija^ elevarte ,1o areal dk
Cajiedello ao mil dTrWiiia barra, um maslro para
ligaaoj que indicaru a direi*c,ao que o* navios de-
vem Irazer para a barra, saado esla InJicacSo leita
pela forma que alo qui ^e piaticava uo forte.
Ajera disto, no forte de Sania Calharina estar if.a'1..
urna baudeira vermelha, sempre que a barra oMive
accessivel.
heparliri do eommereio em 2 ile marco de IH.">7.
Albario A. daSilvcira Pinto. Conforme. Fran-
cisco Xavier Honilempo. Conforme.Francisco Lu-
cio de Catiro.
A cmara municipal do Recife princi-
pia a segunda sessilo ordinaria do correnle
anno no dia 13 desto mez. Recife 10 de ju-
nho de 1857.O secretario,
Manoel Ferreira Accioli.
tttt*>0 i ^'i>c
Para o Kio de Janeiro sabe com
muita brevidade a barca Recife, etem a
maior parle de seu carregamento proinp-
to : para o restante epassageiros Irata-se
com .Manoel Francisco da Silva Carneo,
na ruado Collegion. 1"), ou com o ea pi-
lilo Manoel Jos Kilieiio, abordo.
SSS3s^'-'
Sniedatie de va pores haiu-
.'urgiiezes
Hani!)iir'o*bras,!eira.
Kin>ra-se dos porlos dn Sul, n dia 1J ou 13, e
tegae depois da demora do cos U me, para Ha robarlo
por Ijslioa e Soutamplmi, o vapor ingle lijiJen-
Fleece : qtiaesquer volumen e ain"-.ltH* devem ser
enlre^tit na -^-nciri na rua da Cru n. dod$ !u>-
i ;- ii,[.'~ de se fechar a mala.
Sociedodede \
fez o annuncio a que Ss. Ss. se. referem,esta- compensarlo, dirigindo-se a rua Dircila
va nais que convencido nada dever, o para n. 3.
prova de que Ss Ss. laboram em erro, abai-
xo lhes offercQo o conleudo da escriplira
de desoneracao desse debito que tinlia para
com o finado Jos Francisco Relem, e nada
mais diz nem dir a tal respeilo.
Copia. Escriptura de destrato, quilaco
de paga e levntamelo de hypotlicca que
faz I). Marianna Dorolhea Joaquina, como
testamenteira e inventarame do casal de
seu finado pai Jos Francisco Relem, de urna
casa de sobrado e duas Dequenas que ficam
aos lados do mesmo sobrado, a Jos. Co i<;ai-
ves Ferreira Costa e sua mulher. F.m nomo
de Heos amen. Saibam quantos esta publico
instrumento de escriptura de lestrato, qoi-
tagilo de paga o levanlamento de hv^otlici.i
viitjm, que n anno do nasciqaj^nto e Nos.-A
Se.nlior Jess CbristO de 185V, aos 15 dis\atlii
mez de fevereiro tiesta cidade do Recife de
Pernambuco em meu escriptoiio vieran
partes presentes a saber, corno destratante
I). .Marianna I) irolhea Joaquina, o como des-
tratado Jos Goncalves F Costa e sua mi-
liier I). Therez It. Conrjalves Ferreira, mo-
radores nesta mesma cidade. reconhecidos
ile mim tabelliao e das testemunlias abaixo
declaradas e assignadas pelas de que se tra-
ta e de que don fe. E pela referida destratan-
te me fui dito peraute as mesmas test'Jmu-
nhas que ella ni qualidadfl do testamenteira
e invontariante do casal de seu fillecido pai
Jos Francisco Relem, liavia recebi lo de Jos
Goncalves Ferreira Costa e sua mullicr, por
mao de Joaquim Lopes e Alaieida a quin-
til de 3:9S28i9, saldo que elles destratados
aceitantes deviam da escriptura deobriga
clo e hypotheca, que em data de 9 de de-
zembro do anno de 1847, foi lavrada pelo
tabelliao interino que foi das hypotiecas
Francisco de Salles Alves Corris, cuja es-
criptura a mandou lavrar o m^smo Ferreira,
ao dito Jos Francisco" Relem, que em sua
vida tenha j recebido do mesmo Ferreira e
sua mulher algumas quantias constantes de
seus assi#ilos, pelo que ella destratante co-
mo testamenteira inventariante dava ao dito
Ferreira e sua mulher plena e geral quita-
dlo de paga, licando assim livr s e desem-
barazadas as propriedades de que faz men-
cJoa referida escriptura de hypotheca, para
Precisa-se de 2 rapazes dos cliegados
ltimamente, para calxeiros de urna luja de
fazendas lora desta praija : a tratar na rua
da Cadeia do Recife, loj i n. 7.
Anda ausente desde o dia -2 do corren-
le mez e junho o escravo Bonifacio, cneu-
lo. bonita figura, representa ter 18 a ai) au-
nosdeidade, levando calra de algoda3 de
lislras azues e camisa de algodo branco
consta andar pelo bairro da Roa-Vista al a
Capuiiga : qucTi o pegar e o levar a seu se-
nbor Antonio Connives Pereira Lima, ou
ao armazem de assucar da rua do Tra.>iche
u. 7, de Feliciano Jos Gomes, sera genero-
samente gratificado.
.Muga-so oa.mazcm da casa da rua da
| Gua n. G trata-SO na muyala, no segundo'
andar, ou na rua da Cruz n. 35, primeiro
andar.
- Os credoresde Deane Voule dem recebar una i. parte do dividendo de
2 ll|(. no escriptono de Rothe & liidoulac,
rua ,!o Trapiche n. 12.
Precisa-se de urna ama forra ou capti-
va para o servigo externo de una casa de
punca amilia : na rua do Livramento n. 20,
segundo andar.
As Demol que niandaram linsir roapaa, as
Cinco punas, nu prazo de S das niu indo bnsrar
serflo vendidas para seu pagamento, basta de es-
pera
No dia I ti do correnle, pelas horas da
raanhia, tera' lugar, no escriplorio da
Companllia, rua Nova n. 7, primeiro an-
dar, a arcenialacao dos seis chalarizcs do
bairro de Santo Antonio e (reijuezia de
San-Jose, sol as mesmas condicAes ja
expostas : a l>ase para essa arrematar&o
he: clialari/. do Carino I0:000.S por um
auno, Hilieira il:700.S. l'arai/.o U:(i00jj,
rua Imperial 5:300$, Passeio Publico
5:20o,1), rua do Sol 5:100$. Escriplorio
da f.onipaiiliia do beberibe, 10 dejunlio
de IS7.O secretario, (uillierme Sette.
Coimheiro
Na rua le Uorlas l. primeiro anrtar, precisa-
se de um V.iinl GoiinfrairOij seodo bomjudo se olhd a
preri, uem a o^r.lena lo.
Sala Eiiohiliada.
Aluga-se uTiaespa^osa sala c quarto, mo-
hili'ido, e se fornecc a comedorii : na rua
de lionas n. 16.
eanfares.
Com lodo o asseio e promplido.niando-se
levar em casa a hora indicada,dando-sa soli-
do ao al moco, e 7 pratos ao janlar, e sobre-
mesa ; e recooimenda-se as pessoas que gos-
tam do asseio, para procurarem a casa da
rua de Hurtas n. 16.
iNo dia 12, as 11 horas, na sala das au-
diencias, depois de Finda a do Sr. Dr. juiz de
a us
Lotera
DI
provincia.
O abaixo a signado v-ii-
pedirem mui respeitosamenle a lll(Jos osj ... t.l.^ >,
no.-.......es da rua do Creapo, para...... (1 OlllieU S al .,l.tnU>>, |C-
ios preros *Uai\o notadas.
po. p
|sed.;nein Iluminar suasjaneluna vea-
pera e dia, e mandaren! tnrrer as (es-
tadas de suas casas, avim coinoguarne-
cerem suas varandas com colchas no lia
de domingo, alim de se i ornar este arlo
com toda a pompae brilhac-tismo deque
he digno tao Glorioso Santo.
Antonio da Silva Cuimaracs, avisa a
todas as pessoas que possucm cautelas frac-
cionadas p*!o annunciante, c que estejam
premiadas, que aprsentelo para ser pagas
no prazo de 30 dias, contados desta data :
lindo o qii.il prazo, requerera desoneracao
na t.iesouraria. Recife i- de jiinlio do 1857
Antonio da Silva Cuimaraes.
ama para engn -.mar.
Precisa-se de una ama que eugomme bem
e cozinbe.podenilo vir as 6 horas da inanhaa,
e voltar as 6 da tai de : no aterro da Roa- vis-
la, loja de bilheles n 56.
I'recisa-se de duas amas que saibam co-
zlnhar eengommar com pcrfjicao, e fa todo o mais senrico de urna casa de pouca
familia, paga-se muito bem : na rua do A-
ragSo n. i, primeiro anuar.
Fiacisco Augusto da Costa Cuimaraes,
.seiulv)
(ii.nl i
it: cea
d.-
...sOO
l .s r,:. 11
Lat/mm-
na
iuil ris para cinta,
nheiro vista em son ea-
efipturio, na raa da Ca-
deia du ttecifen. 50, pri-
meiro andar.
Bilhetcs.
Al.ios.
Quartos.
/'. .#
Prccisa-se 1I3 urna ama qu- tenha bom
Irile, forra ou captiva : nn aterro da Boa
Vista, luja de tullir -tes 11. 56.
Airenda o stl.o n. \J>', na raa Imperial a
Iralar no mesmo. oo ua itia da Cadoii 4. Reeilr-
n. :.
Os abaito a^^tunados preinem ao Se. JM'
ti. atalvca Ferreira C "la. que t.o lormm 4* imtii-
Ihai que Ibe nram rlala n ir occat. 4o invenan,
do Tinado Jn-e Francisco M1, tuara S. >. cal.'
detedor da qoanl.a de KM .".^J-Ii.hi 4a priariail
faz publico, que n'ao lhe consta que seu fal- i a rada um odies, < parala iifalaai IS ere
' dores >le lilas quantias, o qi:e t /"in |iul'lic.r em Sff*
lu m* dos anno.irius de S, &., someule, nia> n.. \**-
qoe duvidem de oa pioliiiladr e hnnradei.Mt-
in el Joaquim Pereira.Franc.-co Jo*e Belain.
ttencao.
3
Domingo, 7 do correnle, das S para as n
horas da noite, roubaram da taberna da es-
quina da rua larga do It isar.o que volta para
o quar'el da policia, i saceos rom orcslod*
arroz pilado, s.uiu una de arre', da India
cora -2 arrobas, pouco mais o li .11 uo Maianli.lo, rom pouco -.ai- ilc iinn
arroba: pede-su a qualqucr pessoa iquem
lecido lilbo Antonio Augusto da Costa Cui-
maraes, devesse quanlia alguma, comtudo
se alguetn se julgar credor do mesmo, por
qualqucr titulo, queira dirigir-se a Santo
Amaro, para eulender-se com o annunci-
ante.
Coufcitaria
J-r*-
a*4,fc*
A
dieucias, depo
ausentes, se ha to do terreno, perleucente a heraiiQa duli- tes, e juntamente se dao de venda
PreciM-sede un. saueo pottagsMspawa
,|as ; caiXPirode una fabrica da velas l rarnau-
de estilo com muiU vantagem. ereeebe-se r. ua"Jo lia'lor. sua conducta, pap m
oualquer encom en.la para lora, aangane bem : ,,a ru* '"reita, casa n. j.
ao-sea boaqualidade o elegancia dos pa- Precisa-se alugar urna ama qu ewi
nhe o diana de urna casa Ue pouca fannli-i,
agradando p.iga-se bem : na ruado Amorru
arma/.em n. 41.
nado Antonio da Trinda !e, o qual he silo na
rua Imperial.
Troea-se um oratorio com urna ima-
gem de Consto, propiia at para a igreja, as- pels
sim como se vende urna pequea ;orc,aodej i'recisa-se de urna mnllicr forra, que aaibi
prata velba ordinaria, lulo perlenccrjte a I eoziahar e engommar, para urna casa oe pnoca
heranc;a de Francisco Pcreira nutra, na ruaJ !ili: 4fem rtiver dIh olrcaoiUaelw, 4iri
de llorl.'.s n, 22 lja-se ao at6iro oa Boa-Villa n. SS, que se dir..' .
pjecisa-se de uma ama forra ou cap- *
liva, para serviCO interno d uma casa de fa-
milia de duas pessoas : quem quizer, e es-
liver nestas circunstancias, dirija-sea pra-
?a da Boa-Vista, sobrado n 10, primeiro an-
dar.
Precisa-se de um caixeiro : na pada
ra da rua Direila n. 82.
Joaquim Anlunes de Oliveira, di so-
cieJade gratuitamente a N. S. da Conceic3o,
sita na igreja da ConceiQao dos Coqueiros,
nos dous bilheles inteiros da lerceia parle
da primeira lotera do Senbor Bom Jess das
O Sr. morador da rua da Cadeia de Sanio "U es, em S. Cunalo, de ns 337(, 36ii,cujos
Antonio, que coaluma mandar iioiar na sua porla \ bilbetes correm no dia 13 de junho de 1857
a^oas i.umundas misturadas com
narizesda stus viziobos, sen3o, seno.....
Ana.
respaila os
quem precia*.
llu sillo do Sr. Manoel Joaquim Carneiro Leal,
na rua dos Pires, faglo um lioi e de nome laranjj.
quem delle soulier, ou der noticia, sera recompen-
sado.
i\ wli> do
Bernardo de Cerqueira Castro Montci-
ro, vai a Europa, e ficam por seus procura-
dores, em primeiro lugar sua Sra. (tosa An-
, tunes de oliveira Monieiro, e em segundo o
i seu socio Custodio Antonio Soares, c em ter-
! ceno o Sr. .lose Joaquim Teixeira.
Na rua das l.arangeiras n. U, primeiro Joao l'eieita .Moutinlio, pelo jiresente
andar, precisa-se de ujna ama escrava, que declara ao lllm. Se. inspector das rendas
engomme e COZinhe, para uma pessoa pa- internas, (pie em sua loja da rua da Ca-
f^Sd.Barros Pinentel, declara que eia-Vellia do Kecile 22, nao se vende
nada djve nesta praca, enera a pessoa al- mais camisas Icilas de pai/. estrangeiro, de
gnir.a, e que est resol vi Jo a nao coutrahir, boje em diante, nico objecto poique o-
dividas de ora em diante : se com ludo al- ra o mesmo collectado. Recife I deju-
gneui sejulgar seu credor, aprsenlo suas nbodel857.
comas ueste eugenho Conselho, frogue,'.ia de n i
Agua Preta, para sciem promptamente sa- "* ,.de ****&* escravos e
tisfeitiis forros: na luiidicao da Aurora, cm San-
que os destratados deilas gozem como suas
que siioecam sendj de buje para sempre, Jos de Barms Pimentel, t^ndo arren- lo Amaro.
licando aquella escriplura desde ja de ne- o engenho Juudia de baixo, em L'na, I..-,,.,, (J.,,1
nhum effeitoe vigor, podendo os destratadosIa0 S8U proprietario o fallec io majorFran- "<*"
disporem das mesmas propriedades como cisco Marrano Wanderley, pela quanlia de
bem Ibe convier. E nesta conformidade lie Sot^ rs liavenlo pago adiatita Jo ir s anuos,
contente a destratante quo esta escriptura traspassou dito a rienda ment ao Sr. lYlis-
tenlia em tolo o lempo s;u devi lo effeito e Dino le Carvalho Raposo, e como Ihe cons-
vigor como nella se acha esarada E pelos ui .ue os herdeiros dosupradito Fallecido
referidos destratados foi dito que aceitavam | Urinbo querem ven ler dito eugenho, julga
do
Artera
i.
meato co b^irru (Se
Santo Antonio do liecife.
0abaixo assignado, thesoureiro da mes-
ma irmandade, ton lo de fechar as suas con-l
las, pede a todas as pessoas que se julgarcn
pores n;in*
bur^uezes
Hanihnr'^o- BrHeirrt.
Bipera-ae de llamburso no dia 1"> do correnle o
vapor lianirnirsnez Pelropolet, e derfoii da demora
rio coilumo op^ue para a Bal.ia e hin de Janeiro :
quaesquer ia(ormi{0ei he rom os agentes na rua da
Cruz n. .
Pata Lisboa.
Pretende sabir com muita brevidade o
brigue portugus "Pescador,', por ter
parte da carga piompla, para o resto e
pastageiros, pai a os quaes lem excedientes
commodos: trata-se com os consignata-
rios No vaes di G., rua do Trapiche n. 54.
PAS4 O P.IO f)E JANFIHO,
m barca Yaya segu com toda a brevidade,
por ter a maior parle de seu carregamento
contratado: para o resto cerca de mil sac-
eos o u ion pipas): trata-se com Barroca Castro, na rua da Cadeia do Recife n 4.
Para a Baha
pretende seguir al o dia It do correte a
garopeira Livraco ; lem prometo parle de
seu carregamento : para o resto trala-sc com
Antonio Luiz de Uliveira Azevedo, rua da
Cruz n. 1.
lor Freir Estava o sello n. It') P
andar, era poder de Denlo Jos Alves Vian-
na Jnior, de quem jpoJc procurar.
primeiras lettras lora desta cidade, em qual-
16t)rs. Recife 15 de fevereiro de 1854.Car- a aumw, w quam iiimo urocurir. queren-enho a
valho-Callacs. EmaissenSo contuiha em ; oinpram sepatacoes hrasilcirose hes- n_ ,3
dila distribunjio aqu copiada. Em fuetes-
lemunho de verdaue assim o disseram e ou-
torgaram e ac.-itaram, e lija esla por mim
Vciieravel irm tndide
Santa Uit de G.ssia.
as pessoas que em seu poder tiverem pa-
tentes dos i raos da veneravel irmandade
de Santa Itila de Cassia, que falleceram na
poca do cholera, ou cm outra qualqucr,
sem que dessem scieucia a irmandade, ha-
jam, alim de com regularidade seguir a es-
cripturacaii, e de seren ditos raos em
lempo suffragados, de leva las ou manda-las
com declaradlo do da, mez e anno do falle-
c ment, a rua dos Martyrios n. *, casa do
escrivao, Jeronymo Emiliano de Miranda
Casiro.
ANCO UMAO-COUMERCIAL.
Urna das listas de subscriptores esta' cx-
posla na salla da AssOCiacSo Coinmercia
at o dia 20 deste mez : os pretendentei
po8 nao podem ser procurados (odos)
queiram dirigir-se a mesmi salla, das !l
horas da manhaat as 3 da tarde.
O Sr. Xicolau Meyertem urna carta
na rua do Trapiche n. I!).
Na rua do Trapiche Novo n. 1:2, caf
do eommereio, chegaram salames francezes
muilo frescos.
Os herdeiros do casa
francisco da Koclia W'andcilcv. previn-
neni ao litiblico uue lie falsa .una ledra
aceita pelo dito finado, em lavor de Anto-
nio ila Silva Accioli, couhecido por Anto-
nio doudo, cotno se obriga a provar ; por
(planto minio antes da .lata leltra, nao nssi;;na ra el!c papel algum,
por se achar inleiramente ceg: assim
Dois ninguem negocie dita lettracomo
rele ido Accioli, soIj pena de r Jcr o seu
valor.
Quem tiver orna escrava qu i saiba co-
zillhar c engommar, c a quizer alugar para
-,.....-:-.'.. -':-:. :..;: .
....... *... -.*
Juan i* ii.sa '..n.H, iiiediru |iela aal- .
. versi-iade de c ii,il.i... mudtm -ua rasMaa-
'-.-* na ila rua dj Catag para rea N.n.i a. '
hJk '''I, aagatido undar, sobra>ln d.i >r. |r. Nri- _
_'. lo, eaiii r.iMiiim a rrceker, .las K a. lo '._
J-f huras da Mi, e das 3 "> da larde, a* J
"ux pe>s.ias que o qu'iram eansulur.
&\&-i\ifXr\,J-.3-.i.# ..- ..........-
Na rua da Cruz, eposito de daos,
n. 17, ha um {cuide soiliinenlo di sW-
CeS de caldas e seccoN. de UmI.is as i|iiali-
dades de IrUCtBS, e se alianc.-i a* piaii.l.r-
des aos senliorcs que ipiizerem fazer o la-
vor de comprar nesta casa, e igualmen-
te um grande sortimento de cliariilx. de
todas as ijiialid.id.is, dos ineliic.ro faliri-
cantes da provincia da li.di.a. c\<-ellen-
tcs aiianazes al.acacins, laiaiijai de um-
bigo, c (odas as mais Inicias ipicosM'nln -
resipiizcrem lazer encommnnlas, proinp-
tamenie serao mandada \ir para o da -
hola marcados, e acondicionad iscle ipial-
rpici- i.ianeira a vonlade dos mesmas pm-
soas.
...^................. .. .............*.-...
y Uftrinile da malr.i da lioa-\ isla *. NK, .-
','Z amnla-se luda a qiiall.lude re nhra de cor- .
Vy le, a'sim romo limpam-se r.-rrr.s de ciror- '.-*
gil de luda a qualijade e lur|.im-e oiJo.
epiiu;aria*
';' eiusam-se birlia-
nirma \cn'lem-. e
irinn inanlam-^r
..' ;...- ..
na rua
panhdes, a 5020, e sedulas de 5que n8o ___uieael Ferreira Pini declara 1
estejam rotas com meio por conio de pre- Sr. l da^n f
na raa da Cadeia do Recife, luja de seu deposito de doce
mo :
61 Uem
b Jos Concalves de S
-' .300
67 Filhos de Manoel Ferreira Di.
""- 27,3.11)
69 Maria Tbeudora da Assumpcao 2I,60U
C para conslar se mandou allixar o pie-1
sent e publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de
Pernambuco '.1 de junho de 1857.- (I secre-
tario, Antonio Ferreira da AnnunciacSo.
LEILA'O DEMOBILIA.
O agente Pestaa l'ara' leilao por conta
l.
,1;
ra.
internas que em
, na rua da Cruz n. 21,
peanle todos os sobre litas assignaram com camuio n. x UQ venl(, ma|s per|umarj(,s e con(elos
tesiemuubas presentes, o Dr. Joaquim tara balnlitar-se a cumpnr qrdem amendoas.confeitadas, deste o 1. do cor-
superior, o abaiXO assignado convida a rente, e mais objeclos, pelo que foi colle-
coujparecer em seu cartorio, largo do lado.
Paraizbn.i, primeiro andar, as i.cs- ~/Ingam-se ou ven-Jem-se 2 canoas de
soas que intemse tiverera no destino. S2tttAtffi!&'!"a" *~U '*"
dar-seaos menores Jos Luiz* Pcreira, Ni- Precisa-se de uma ama para cozinbar e
eola'o Leoncio Ferreira Muniz, .Invino engommar: na rua dos Uuararapos n. 36.
Jos,' .las Virgens eClaudino Alves de llri- "" >baixo assignado, ten lo de se reti-
ra Feitoza ; o primeiro, lili.o de Delphi-?! para tr.d provincia, juina nada dever
Francisco de Miranda e Thomaz Corroa Pe-
ras. Fu Francisco de Salles da Costa Munlei-
ro, tabelliao o escrevi .-Marianna Dorotbea
Joaquina Jos C. F. (aisla There/.a llosa
Goncalves Ferreira Jos uim Francisco de
MirandaTbnmaz Corris Peres. Est con-
forme ao original subscripto e assignado
com os signaes de que uso, da, llora, ut te-
tro. Subscrevi e assigneiFrancisco de Sal-
les da Cosa .Monteiro. Beconbeco a verda-
leira assignatura supra de que dau fe, 18 de
fevereiro de 1851. O tabelliao interinado
R. l.. das llypolhccas Manoel Caudido II
da Silva. iV 126, aprcsenlaila e innotada a
respectiva verba de extinccSo e baixa, pelas
10 boias do dia a lis. 23 verso do livro 4. do
protocollo do It. c. das Hypotbecas desta
comarca. Itacife 18 de fevereiro de I83t.
Manoel Candido II. da Silva.
a praca; por.-u com lulo, sealguenisejul-
11 .i c .. 1 j l""V'j i'oie 11 com 111111, sn a ificiu se lu-
n. Mana do Sacramento; o segundo, de ,;ir Sl\, c^dor, queira a presen Ur suas con-
Uanoela do Nascimento; o terceiro, ae
Mana da Conceiciio; o quarto, de Fran-
cisca .Mara da Luz.(J primeiro escrivao
de Ol pliaos, Floriano Correa de brillo.
Os consignatarios de tonelladas
I de carvo de pedra, embarcadas em Li-
las al o dia 15 .Jo corrate, que serao un-
mcdiatamcirc pagas Assim como daixa o
Sr. Flix Francisco de Souza Magalbaes por
seu procurador bastante, com tojos os po-
deres.
Joao Pires Soares
..." applieara qualq.ier hora.
1 < 11 -1 >.''."...'.'.
do laucado Vnu .....
i;UARDA .WCKl.WL.
Continua a estar a venda o manual ta
gualda nacional, ou colle-<'io de todas a
lers, regulariicnlos, ordens e visn> casal r
nenies a DMtnna guara, ratalivae, uaosoan
procetso d qaaliflcafSo, recarae e rsaMa
etc. etc. etc., seaiea economa ilos Mp .
organisacSn pormuniripn>>, halalhocs, com-
panillas com mapp;.s, 1110 Ir-Ins ele. ele. na
rua de S. FranriM-n, de|iosilo n. 6, onde en-
contrara ja encadenados.
Precisa-se de urna ma o?ra rvic"
interno de uma casa de pouca familia ; na
prar;*. do Corpo Santo n. 17.
Piecisa-se de um felor capaz c de boa
cofidacta para tratar de um sitioiw PDsm
-mu da Maglalena procure 10 silm <* Ur.
Kduard FeOUMI, ate :, !l lloras da maiiha.
ou depois das 3 horas da tarJa. Su mesmo
Sitio acuna precisa-se de n:n homrra para
bolieiro e que saiba tratar bem de cava!ln>.
'as Cr'uzes i s''v">'0 interno ue 1131.1 casada pequea
familia, vencendo oaluguel de 2O9OO men-
Saes, diri|a-se a rua Imperial, segundo a-
ilar do sbralo n. 67 defronte do viveiro do
Muniz.
t'recisa-se de uma sma de leile que o acciado, trabalhador e honrado.
t'nl.a bom e em abundancia paga-se bem:
na Capunga, sitio do -rantes, ou n:i rua da
Cadeia de Santo Antonio n. 22, terceiro
andar.
Gr
LOTERA
uro v
A

de urna pessoa que SC reina para lora ila
provincia, de 11.na cxcelleiilc moliilia de
Jacaranda", consistilido cm cadenas, COn-
solos, sola', mesa redonda, assim como
outros movis detamarello, Irens de mesa
de janl u, almoro, e de co/.inha : sexta-
Frz-su publico que se acba contratada
.verpool por Viiiing Killex i\C, a liordo omaSra. U.Joaquina de Uagalhcs Coim-
is'^jy:-^\y-i.'y:'-\.'r-J-..':'..;..:..'... --..;:.'. ,|,, |ta|era ineleza BONITA, econsiRnadas *n e com S9U ,filh? oSr.Joflo da Silva Co-
ja Jote(jodciIvm terrena Casta cauliuua imbra, viuva c berdeira Icititima do fallecido
^ a mandar fazer aterr,,,, la.lo par en.pre.la- ; oideni, .|iieuam en.eni!ci--se com os Jos da Silva Coil
*-_.- da coinii por canoas, c ncarnaa-sa de aliaixo assijjpados, consignatarios da dita sa terrea.
.' '. qualipn r 11I1 a de escavaraii. O misitiu lem ,t 1 ..... n,,rtl,01-
'i canoas que peua.n om milheiro de lijuliu ""-". 1 u\ uiuuilis-
'- pt.nco mais ol menos para vender, luda* ci5 _^
-.. em linm i,-... l..iidi.-in as aluna em ullmi.i y-, .y'i% i B .-..-..,
: quem praUnder duija-se a s. ca.a, -; MLl 1 Hl 1*III S : JCIS.
cm Santo Amaro.
-
A rompanl.ia fita de cavilliria, precisa conlra-
lar para o sil-un lo -rmeslre do coire.ile auno o f'.r-
neriinentiieeripiin.inillio, mel, e a^oa para a Cava-
Diaria da ine-ina. quem prelender il.rija as (dm pln-
pnniascn caria fchala, as II horas do da 7 do
correte, aa tcretariajjila m- mim, em Sudo A-
main.
Arliando-se em depoailo nn arsenal de'mari-
nlia, da canon de car.eira, por lerem sido encon-
Iradii penliJa., segaiodo rio abiiio, manda o lllm.
I'
. .. a _
' .- r.t? :*?
>'--:'- '
;
robra, a compra da sua ca-
sita na rua Imperial n. 76: se al-
guem pois se julgar coa algum direilo so-
bre esta casa, sirva-se de declarar por este
Diario, dentro em I es d.:% contados da da-
ta deste. liecife 8 de junho do is".
Precisa-se de um b'oleeiro : na rua do
...
;-5:. ':<:-..'.-.::.. Vende-r-e millio em sacras, lano cm Qo*imado n. 6, primeiro andar,
rewsa-se alugar .mi,, cada que porcio como a retalho, por menos preco j0s7deSouM fma" ""hd h0^"^ d**"
l'eiralido corrente, pelas I i horas da saiba apzinhar e engommar, para casa do que em outia qualquer parte: ra tender-se com Felisberto "gnacio'de Ohvei-
manhaa, na rua do Pilar n. 50.
'.-i -i ->
a i
&.
estrangeira: a tratar na ruadoTrapicl
Novo n. 6.
Vende-se um crioulo,
1 1
ru 1 do Vicario 11. 1 -
aununciou estar justo e con-
Sra. I). .lo;
ra, na pra^a do eommereio n. 6, a negocio
de seu inleresse.
COMPAM1IA PEKNAMBI CA> \.
ode sorti-
ineuto
Aterro :i a- isa u. 5.
defroiite Jos Joaquim Cu.11; uves da Silva (izm-i
sos seus freguezes que rtfihw Imm in -
facturas grandes, sendo uma ingl'jsa, um.
francezs c nma portaguen, OMiUaMn um
grande sorlimonto le generas dr, moiiiadu-,
os quaes vende muilo barato, swcalaa 1 asi
rl ICC e pera propnas ara pres 1 te, rilar{i,.--
lada em latinhas r|.> tolos UtsSMSSMa,
q larlos de mai mello, m ism re to asMas san
latinhas de 1 e i libras, toacnthoda 1 isaa
muilo novo a l; 1 irrobi, rhwTicag a la-
a ai-r'i! r >---. 1 i -1 ara.....n ,.i aante
de Lame 1- 1 SV0 r-, a l.bra.presaMM para
liirr.bre inglez, queijos lonrtSMt to rt,
libras muilo frescaes, ronservas ui.->.-..,
nal ral ido fi 10, lato i;L- .. ,i,- .
da, dit-ss doces de tu las a> qualida lea, la ln
ros, com penliores : na rua .Nova loja n. t-', i ''tu pon-V> como a nial...1, riiaKuraaa ati-
das 11 horas do dia, as 3 datarle meniicias c l.is oa. latas. Metes, a aejarto*
. ..,.. '-. >'e sariinhas, hnguados, saln neta can lataa
.'':" V> ii ll.. ':.,t..".' ,i,V ;,'.l". indes o i |uenas,cava ; use esj
vialio engarrafado da todas si gast Jadea,
o mais superior que ha no ni rraJa, viatra
tuina a residir na mesma casa d.i ; afamado cha \ uxim a
ruada Cruz n. "), onde ikhIc ser hysson, ameixas fran< bj la aaaaa>a
..;- |.iociira,lo a qualqucr luna. ;' ";: h :,-/' ,,,h'
(I abaixo assignado vende a dinheiro a vis-
ta, sendo da quanlia de 100-000 reis para
ci.r.a, osseus relizes b Hieles, meios, e quar-
tos, pelos precns abaixo mencionados, na
rua da Cadeia do Recife n. "., esquina da
.Medre de IX os :
Bilheles 5-ICO recebe 5:0009
Moles -7CU 2:5003
U-iartos t;350 1:250-3
Por Salustiano i!'- equino Ferreira,
Jos Fortunato dos dantos l'orto.
D-se a quanlia de 50 a 2009 rs. a ju-
U !!:. Kibeiro, medico, de vol-
ta de sua \ i.i mil 0 00 TEELLGEAPHO
Na livrana i.s. 6 c 8 da praca da Indepen-
dencia ha para vender o rote ro do thelegra- andar.
pno, Dovmente reformado, com o nome dos ()Sr_ ^ ,,.. \\n,c\ro
vapores e nutras embarcares
dain este porlo, a 24U rs. cada um. icommeuda viuda de fura da provincia.
--------vi" -ii- i.iuem aiiniinciou estar justo c con-, ----------"-*> '- 1,1-ocnr ,do .... .I.io.t l, C e 10 libras, arroz carolino, Alo iaglat, *ln
Vende-se um crioulo, bonita peca, tratado a comprar a Sra. D. Joaquinade COMPAMIIA PEKNAMBUCAXA. ;;.'.. .......'!.' ...I .!. ."......,..:; do Manaba, tanto esa raara a rata-
de 20 anuos de idade, bom oflicial de cal- Hamilhiien CViimIiifi a casa le.-.-,-- n T'i O "''* arciooi.lasqoe lomara m novas acto -s ..,.............-...-...... ..:..:... ...; |bo a 39 a arroba, manle.ea tina de tada
ftdeireroeferreiro,oaualdesde ^LLil^^ift,ild^
\J lem sido semine app.icado a estes olli- |ie foreiro7e deve 0 foro desde 18,1 ; *.......'"'.........:o portalo^.d?.:i0 ^i,,^' ,,, J^ra!; os -'i, pes^que q SU I ^^-
n- eras: na rua do Cabuga' n. 9, segundo p0,i.,nto o proprieUrio do sollo existe nSBT' ^iroZ.omp.uhii *^ ou queira dhso se%ncarrg7r, dm- >*"' Utlasi 1 .,..;e>.
- andar. nesta cidade, e pode ser procurado na na roa da Ctai o. *5. a'SP rua de,. Francisco, como quem vai Na fundicito de C Starr <\ Cn-nruniiia em
U"* (1 sr. \l Hioel llilroirn ,! i an .> liai i de de- n n m Pir-.-iJa.o :.incjr manaalmAitla mili rm.i.j para a rua Itella. sobrado n. 8. rara li atar de Sanio Aui:*ro. ;irli?.ni-se ;.r, v:ni,li'r meen.
.o.ada para Ihe le.'.ml're^^u'.na tu- I "la.'l Cob*P ": '" P'imcil'0 :"ldai- das
i,
nesta cidade, e pode ser procurado
- imii-almrnle lima caima
.que pegua de mil li] jl.>* para rima, ['ase bem:
IU oras du munliaa asi da Urde. I quem inte auuuucie pur -su toil.a.
ja-se a rua de >. Francisco, romo quem val ^ fundir*.) ib- C. Starr A C"iipanma em
para a rua Bella, sobrado n. 8, para liatar de Santo Amaro, acnM"-aa pasca vander iimii-
seu ajuste, que sera beta pago avista de suas .das de caima lodasdc Ierro, de ua modotlo a
qualidudus. IconstruciSo tuuilo superiores.
MUTILAD
ILEGIVEL


DIARIOE PERNAMBO SEXTA FEIRA 12 DE JUN1I0 DE 1837.
C0ISDLT0R10 I
DO
Onde se acbam seinpre os mais acreditados medicamentos, tanto em tinturas como
om glbulos, e preparados cora o maior escrpulo e por pregos bastante commodos
PKECOS FIXOS.
Botica de tubos grandes. t0/000
Dita dea > ... 155000
Dita de 36 ... 205000
Dita de 48 ... 255000
Dita de 60 ... 505000
Tubos avulsos a....... 19000
Frascos de tinturrademcia onga. 25000
Manual de medicina homeopatbica de Dr. Jahr com o dic-
cionario dos termos de medicina ........
Medicina domestica do Dr. Henry........
Tratamento do cholera morbus.......' ,
Repertorio do Dr. Mello Moraes....... '
205000
10/000
2/000
6*000
Vendem-se metas compridas e curtas
Na ra estrella do Itusario n. 25 primeiio an-.,
dar, vende-se urna escrava crioula ila 35 auno, que I
encoma lio, cozmha a lava de sabilo, e faz lodo o "i- '' de CaineilO, sem costura, cnqja-
tervico tanto de casa como da ra. | das de Lisboa no ultimo navio, iior preco
Vende-se velfiutina prcta a G40 o cova- i^"}10 toiiiiiiodo : na ra do Queimado
do,.chapeos do Chili do todas as i|ualidades,
chapeos de molla, ditos amasonas para sc-
nhoras, ditos fruneczes, ditos to superiores, ditos para meninos e meninas
de feltro enfeitados, ditos de castor pretos e
pardos, tanto copa baixo, como alta, requis-
simos veos para montara, bonetes para sc-
11 horas e meninas, e outros artigos, que tudu
se vende milito em conta : na ra da Cadeia
do Uecile n 42, fabrica e loja de chapos de
Joaquim Luiz Vieira.
o
I PEORAS PRECIOSAS. *

Adereros de brilholet, *
S diamante e perolas, pul- e
% aeiras. alfiuetes, brincos *
p rozelas, bolOes e aunen '
j de dflerenlP9 fioslos e de j
* diversas pedras de valor. -
u^rVSS'i^i sos van sdaEu-
.. Ihantes.diamaDtese pero- <
las, e outras quae-qoer .!
~ joiasde valor, a diulieiio S
uu por obras.
9i
MJ4 l eURIVEi
Ra do Gabuga' n. 7.
Recebis por to-
l'0})r asol>rrisdo mais
moderno gosto, imi-
to de Franca como
? <*.*- .
?' OrilO E PRATA.
? __
Aderen completo de
> ouro, roeios ditos, pulsei-
j rss, altiueles, lirincos e
.:. rozelas, cordoes, IranceU
;<> lins, medallias, correntes
J e enlejes para relogio, e
V oulrot muitos objectos de
1 ouro.
Aparelbos completas de
v, prela para eb, bandejas,
<- salvas, eaaUeaes, colheres
de sopa e de cha, e nn:i-
J los outros objectos de
prata.
y

>.'**?:SS v v : s> ; -o $ &&
ele Lisboa, as quaes venden* por
preco coqunodo como costimiuiii.
Attenco
o
ll. C. Yates & Companhia: estabelecidos
no Itio de Janeiro, na ra do Hospicio n. 40,
vendo um annuncio publicado em urna das
Collias dePernambuco pelo Sr. Fiartholomeo
F. de Souza, preveinndo ao publico que o
veidadeiro xarope do bosque s elle he
quem vende,prevenimos ao mesmo publico,
que o nosso xarope he remetiido do (lio de
Jrneiro pelos cima proprietarios ao Sr.
Manoel Alves Guerra, e este senhor fez o de-
posito para ser vendido na pharmacia do Sr.
Jos da Cruz Santos, na ra .Viva n. 53, ni-
cos por nos aulonsados para venderem o
nosso verdadeiro, o mais provenimos aos
senhores consumidores, que ha perto de 5
anuos os rollos collados as garrafas sao
assignados por Henrv l'rins, como procura-
dores dos cima proprietarios. Ilio de Janei-
ro 13 de Janeiro de 1857.
Barlholomeo Francisco de Souza, leu-
do o annuncio dos Srs. K. C. Yates c Com-
panhia no Diario n. 17, em que diz ser s-
racnlo verdadeiro o xarope de bosque que
se vende nesta cidade na pharmacia do Sr.
Jos da Cruz Sanios, onde fez deposito o
Sr. Manoel Alves Guerra, que recebeu delles
proprietarios, declara ao publico, que nao
duvtda seja falso o xarope de bosque que
tambem vende em sua botica, mas assevera
que elle he comprado aos mesmos Srs. R.
C. Yates & Companhia, do Rio de Janeiro,
como provam os documentos abaixo :
KIO DE JANEIRO 8 DE AGOSTO DE 1836,
O Sr. Barlholomeo Francisco de Souza
comprou a R. C. Yates & Companhia :
* duzias de garrafas com xarope
do bosque a :>4sO0o.........2165000
6 duzias de l|2 garrafas cora xa-
rope do bosque a 275000......1625000
casa de saude com todos os comino Jos para
o tratamento de escravos, cujos senhores
residam lora da praga, ou 'que nao os pos-
sara curar em suas proprias casas : quem
para isto quizer-se tilisar de seus servicos
mdicos, que serSo desempenhados com o
maior zelo, dirija-se ao paleo do Carmo n.
9, primeiro andar, ou no referido sitio da
Magdalena. Preco2/000 diariosexceptu-
ando conferencias, sanguesugas e opera-
ces.
Tresse, lab rica me de or-
gaos e realejos, ra das
Flores n. 19,
avisa ao rcspeitavel publico, que concerta
Orgaos e realejos, pe marchas modernas
deste paiz, concerta saraphinas, pianos, ca-
xas de msica, acordeoes e qualquer ins-
trumento que appareca, e tambem faz obra
nova. Na raesma casa fabricam-se c.iixas
para joias de qualquer nalureza, retratos,
carteiras hoineopalhicas, cstotos, faqueiros,
etc., etc.
9b O Dr. taeleuo Xavier l'ereira de llrilo, ;:
jft medico, laz scicnlc aos seus amisos e ao S
r ^0.3 pnce da Boa-VliU, casa d. 22, que loi do g
g fallecido Gadaull, por cima da botica do Sr. -
*> Joaquim Ignacio Kibeiro, onde podera ser ,"
>fj procurado a qualqoer llora do dia ou da 9
;i uoite. ^..
- Prccisa-se de urna lavadeira e um co-
peiro : quem cstiver neste caso, dirija-se a
casa de Roslron Itooker ; C, na praca do
Corpo Sanio, para Iratar.
- Precisa-ss de um canoeiro pratico na
csrreiradoMontelro para o Recife : na- ra
da Cadeia do P.ecite n. 30.
UC1JOS.
49.
Velas de esper-
macete.
Vendem-se caixas com :>,"> librai de ve-
las deli em libra.a' preco commodo.. em
casa de Isaac Curio C, ra da Cruz
n. !l.
to
N'i nova loja da
Coegio n.
ra
9,
^w^m**
Rs. 37800
Recebi o importe cima, do Sr. Antonio
toaquim Vieira de Carvalho. Rio de Janeiro
de agosto de 1856. Por 15. C. Yates
'ompanhiaJos Paulino Uaplista.
Kecouhe;o verdadeiro o sigiial supra. Re-
eifo 8 de agosto de 1856.
Em fe de verdade.
Manoel Hilario Pires Ferrao.
RJt) DE JANEIRO 18 DE FEVERF1RO I)E
1857.
Os Srs. Constantino Gomes de Faria & Fer-
reira compraram a 15. C. Yates iV Compan-
hia :
* duzias de garrafas com xarope
do bosquo a 5isO00.......'. 216/000
6 duzias de 1(2 garrafas com xa-
rope do bosque a 275OOO......162/000
Os sos.
Rs. 378;000
Recebemos o importe. Por R. C. Yates
Companhia\V. C. Cerwartt.
.Nos abaixo assignado declaramos que
compramos o xarope cima para oSr. Bar-
tholomeo Francisco de Souza, de Pernara-
buco, em virtudede sua ordem de 3 do cr-
reme. Rio de Janeiro 18 de fevereiro de
1857.Constantino Gomes de Faria & F'er-
reira.
Reconheco ser verdadeiro osignalsupra
de Constantino Gomes de Faria & Ferreira.
Rio 18 de fevereiro de 1857.
Km f de verdade.
Pedro Jos de Castro.
o
*t; Paulo Gaignoui dentista, ra Nova n. 41 :
ti ua mesma casa lem agua e pos denlritice. %
&>:3~m& s-3 &S-5
JOHN GATIS,
corretor geral
E AGENTE DE I.EiLOES COMMERG1AES,
n. 20, ra do Torres,
PRIMEUIO ANDAR,
pra^a do Corpo Santo
RECIFE.
S&@$
DENTiST FMNCEZ. I
1
- C
= ftl ~
5 S S
- _- > a
Na ra da Sensala Velha n. 116, compram-
se ossos do boi.
Compram-sc travs de 25 a 35 palmos
de comprimento, e palmo de grossura : na
livraria da prac> ca Independencia n. 6e8
Compra-se effectivamento na ni das
Flores n. 37, primeiro andar, apolices da di-
vida publica e provincial, aceces das compa-
nbias, e da-se dinheiro a juros, em grandes
e pequeas quautias, sobre penhores.
Compram-se borra de vinho que niio
tenha mistura d'agua : na ra da Senzala
Velha n. 110, deposito de bebidas espiri-
uosas.
Compra-se urna canoa de um s pa'o
que coiidu/.a mais de de/, caitas de assu-
car, estando em boni estado e aparcllia-
da, para viajar.
Compra-se urna cria de idade 18 mezes,
que esteja desmamada, paga-se bem : quem
liver dirija-se a praca da Independencia, lo-
ja n. 33. que achara com quem tratar.
Setitom*
ffw % 2 = S -5 i i 11 i O Sai:-5 g pg s. % | | l
O S 1 2 ='
2 hir^s
5 B 1 5 2 s s 9J9fJ ~ = -JT C tt 3 "i Sr -i r-\ s % S r W s = S S
* r s 6 | -5. -a 5 = ^ ,- J5 0 0 *
SEGURO CONTRA F060.
Companliia Alliance.
Esttbelscida en Londres, em marco de 1824.
Capital cinco milhoes de libras esterlinas.
Saunders Brothers &. C, tera a honra da ir.-
fornar aos Srs. negociantes, proprietarios de casas,
a quem mais convier que eslao plenamente u-
Vende-se urna du/.ia de cadeira
urna mesa de meio de sala, um par de
consolse um sopha : tildo de Jacaranda' :
na ra de Moras n. (2, casa terrea com
a lente pintada de azul e as portadas de
hrauco.
Wa loja
das seis portas
Em frente do Livr'ameuto
Pecas de algod3ozinho americano com
toque de avaria, a 2;000 a pega.
NOVAS PAITAS DA AI.FANDEGA.
\cnde-se a nova tarila das alfandegas do
imperio, que principia a ter vigor desdo o
primeiro de julho futuro: na livraria do
Nogueira, delionte do arco de Santo An-
tonio.
Vende-se um cavallo andador de baixo
a meio : na ra do Livramenlo n. 16.
Atieiiviii.
Chitas franceaas das melhores e mais li-
nas que tem vindo, mussulinas brancas e de
cores, riscados fraocezes e muilo finos.clntas
escuras de cores lixas a 160. 180 e 200 rs. li-
nas, madapolSo a 2J500, 2j800, 3S, 39300,
3^500, 3-800 e 43, bom e lino.Jc inuito supe-
a 59200, riscados de Iinho 'para palito, calqa
e jaqucia a 220 rs ,princezaalpaca muito li-
na, panno prelo e azul, e outras muitas fa-
zendas que se vendem mais barato do que em
outra qualquer parte, e dao-se as amostras :
na ruado l.ivramento n.16.
AVISO
aos ferreiros.
F. POIUIEI!.Aterro da Boa-Vista n. .">
rem para vender, a vonlade do com
piador:
GEVAD de peora
de primeira quatidade, por preco com
modo.
.Na ra do Hospicio n. 32, vende-se um
sellim com lodui os pertences, quasi novo.
Venile-se una parellia do bois man-
Vendem-se superiores queijos Irancezes e
hamburguezes, os mais novos que ha no
mercado, pelo prego do 19440 rs.: na ra I)i-
reita n. 8.
Sapatos d borraeha.
Vendem-se superiores sapalos de borracha
tanto para homens, como para ser.horas : na
livraria do Nogueira, defronte do arco de S.
Antonio.
Cobre de forro.
Vende-se cobre de forro, por prego com-
modo : na loja da ra da Cadeia do Recife
n. 6i.
Doce deaiaca a 440 rs.
Cheeou ra do Collcgio n. 5, nova re-
mes5a de doce de arac fabricado no enge-
nho Guerra a 440 rs cada caixo ; assim
como de banana a 680, c guiaba a 680, 800;
9oO e 15200 rs.
Sabao
O antigo deposito silo no becco do God-
calves, arma/.em n. 4 e (i, acha*se nova-
mente supprido de diversas qnntidades de
muilo superior sabao amarello, e vnde-
se mais barato, que em outra qualquer
parte.
Collaida Rabia da primeira qualidacle
a 30/a arroba cloa libra : na loja de ferra-
gens, na na da Cadeia do l'.ecife n. 44, de
Thomaz Fornandes da Gunha
Vende-se manteica ingle/a a 720 a li-
bra, dita frlinceza a 620, banha de porco a
480. cha prelo a 15760, assucar do Monteiro
a 200 rs., doce, de guiaba muito bom a 1-000
o caixao, velas de espormacete a 800 rs.,
charutos trovador a 39500 a caixa, fogos
miud'is proprios para meninos : no paleo do
Paraizn, taberna da estrella n. 14.
Ao Preguica
QUE ESTA QUE11AID0.
Na loja do Preguiga, na ra do Queimado,
esquina do becco do Peixe Frito n. 2, ven-
dem-se muitas e diversas fazendas por prc-
gos baratissimos, entre ellas canibraias fran-
cezas, padroas novos e cores lixas, pelo ba-
ratsimo prego de 480 a vara, pegas de bre-
tanha de rolo com 10 varas a 2#, mussulina
branca o mais fino que be possivel a 440 o
covado, ditas de cores muito linas e de lin-
dos padroes a 310 o covado, dulas france-
zas muito linas e de lindos padrees a 280 e
300 rs. o covado, cobertores de algodao pro-
prios oara escravos, pelo baratissimo prego
de 700 rs. cada um, cortes de bnm para cal-
gas a 1-3G0 cada um, meias preUs para do-
mea a 80. rs. o par, lengos de cambraia para
rr.ao a 120 cada um, ditos mais linos a 200
rs., cambraia lisa muilo lina e com 10 varas
a 65 a pega, chitas escuras c de diversos pa-
droes e cores lixas do, e a 55, 6?, 6-500, 7-5 e 75500 a pee*, laa-
zinhas de quadros proprias para roupa de
menino a 400 rs. o covado, grvalas de lin-
dos padroes a 15, dilas tretas muilo linas a
1/280, ditas de cores em outro goslo a 700
rs. cada tima. Alm do sortimento cima
mencionado, vende tudo quanto he proprio
de um 1 loja de fazendas, por ruego mais ba-
rato do que em parte alguma.
Vende-se
em casa de S. P. Johnslon t\ C ra da Sen-
zala Nova n. 42, o seguinte : arreios para
carro, sellins para homem e senhora, can-
diel ros e castigaes bronzeidos, vaquetas pa-
ra carro, chicotes de carro e de monlaria.
Vende-se urna escrava moga, de na-
gi >, com urna cria de 3 mezes, e tem bom
leite, preferindo ella ir para engenho por ja
estar costumada 1 esses servigos : na ra do
Vigario n. 27, primeiro andar.
Vende-se na antiga loja di boa fama,
11 ra larga do Rosario n. 35, sortimento de
fitas, rendase bicus, assim como litas, vel-
ludo, franjas de seda c trangas, e todo o
maissortimenlo de miudezas e quinquille-
ras, por precos muito baratos.
Vende-se rap ara prela bom a 000,
15 e a 15400 rs., Paulo Gordeiro a vintem e
Irinta reis em oilavas, assim como se ven-
dem fundas do lado direilo e esquerdo a 800
e 15000 rs. cada urna : na ra larga do Ro-
sario n. 35.
Farello
Vende-se superior farello vindo de Lisboa
ltimamente, em saceos e por barato prego :
na ra do Trapiche, armazem n. 9.
Oueijos do Crara de 1, 2, 4 e 8 libras,
muito frescos, chegados pelo Iguarassu', rm
porg3o e a relalno, por menos do que em ou-
tra qualquer parle : na ra da Cruz 11. 36,
confronte ao becco da lingoeta, taberna de
Antonio Lopes Braga.
Ven1ein-se tres ragas terrea*, novas, minada*
e com cacimbas, uroa na ra to* Gnararape n. 11,
e duas na roa do lrom : a Iratar com o senle Pes-
taa, na ra da Cadeia du Uecile u. 55, uu na ra
do Guararapes n. 20.
Ihoe do-
vendem-se pegas de madapolfio largo c lino
com un pequeo mofo a 45500, pegas de al-
godSo grosso a 25, chales de merino de to-
das as cores a 55500 e a 99, de larlatana a 15,
chapeos deso muito linos de panno a f c >
25500, um completo sortimento de curtos de
calcas a 19, capas de panno todas forradas a
4-5500 e 75, pegas de esgoiao muito fino a
3500, chitas largas frantezas a 320 o cova-
do, mussulinas de cor muito lindas a 320 o
covado, redes a 55, cortes de caigas para ho-
mem a 80o rs. cada um.
Vinho do
Porto.
.Na ra da Madre de Dos, Ioj n. 34, con-
tinua-se a vender o muilo supe ior vinho do
Porto engarrafado, em caix*S di urna e duas
duzias, das eras de 1815 c 1834, assim como
vinho fino do Porto, em barris de quinto,
oitavo e vigsimo, vinho branco e gc.opiga
branca, em barris de quinto ; tanberu Iro-
cam-se magens da Santo Antonii de prata,
vultos pequeos muito perfeitos, por quan-
tia mdica.
VenJcci-se os melhores qieijos do
reino que ha no mercado a 19440, nacarrSo,
talharim a 320, manteiga ingleza tova a 800
rs., linguigas do reino a 480, toirir.ho de
Santos a 280, o mais novo no mercido : na
ra Direila n. 14, esquina que vira faia S.
Pedro.
9 9
ueios
Happa
Vendem-se 120 ps de coqueiros pe-
queos, proprtos para se plantar: na ra
das Trinche iras n. 29.
Deposito
de rap princesa da fabri-
ca de f. Grtsse, no Rio
de Janeiro.
Vende-se a prego commodo rap fino,
grosso e meio grosso, da acreditada fabrica
cima, chegado pelo Vapor S. Salvador ; na
na da Cruz i:. *9.
Planta da cidade do lie
cfe
Vende-se a planta da cidade do Recife e
seus arrabaldes, feita pelo Sr. Dr. Jos Ma-
medeAlves Ferreira, por seis mil reis: na
livraria n. 6 e8 da praga da Independencia.
das distancias da
provincia.
Na livraria h. 6e 8 da praga da Indepen-
dencia, vende-se o mappa das distancias
das dirlercntes villas da cidade entre si, c
relagao a capital da mesma, a mil reis.
A:i>odaoziniic- da Baha
para saceos de assucar : vende-se em casa
de N. Bieber & Companhia, ra da Cruz
n. 4.
N. O. Bieber Cruz n. 4, vendem :
Lotias da ltussia.
dem inglezas.
Brinzao. *
Rrius da Russia.
Vinho de Madeira.
Algodao para saceos de assucar
elogios.
Os melhores relogios do ouro, patente in
glez, vendem-se por pregos razoaveis, mi
escriptorio do agente Olivuira, rila da Ca-
deia do Hecife n. 62, primeiro andar.
Pennas de ema, cera de abelba c de
carnauba.
Na ra da Cadeia do Recife, loja o. 50, de-
fronte da ra da Madre de Dos, h para
vender os gneros cima, reccntcmeqto cho-
gados por pregos ra/.oaveis.
i *
Agencia
da fundicao Low-.noi-r,
ra da Senzala Nova
uu 4<2.
o
Vendem-se superiores quijos lUmengo;,
os mais novos que ha no aereado a 15440
na ra Direita n. 8.
Mabac
O antigo deposito, sito 10 boceo do Gon-
galves, armazens ns. 4 e 6, acha-se de novo io Corpu Santn. 11,ka para vtndir o
suprido de diversas qualididcs de muito sua | 'erro iiietez.
perior sabao amarello, fairicado uesta pro-' -
vincia.e vende-se por meior prego que em
outra qualquer parte.
Neste estabeleeiment continn'a ahaver
u:ri completo sortimento de moendas c meias
moflidas para engenho, machinas de vapor
e taixas de ferro batido e coado de lodosos
lmannos para dito.
Eia casa de Saunders Brothers C. prc
mol*
LDYAS DE JVIN.
Constantemente achar.'o na loja do Le-
coulc, aterro da Boa-Visti n. 7, as verdadei-
ras luvas de Jouvin, de tidas as coies, igual-
mente ricos pentes de Lrtaruga da ultima
moda.
IADI
ueima-
21 A
Pixe da Suecia.
alcalrao da carvo,
Ernas de Iinho.
F-sionjas.
Drigas.
Algidohzopara saccas.
dili er.tranoado igual ao da Babia
K u completo sortimento da fazendas proprio
paraste mercado tudo por prego commodo.
Homhos do vento
oomfcombaa dcrepuiopara renar horlaaaba
i decapini : na I u rulic.i del), W. Buwmau
na ro dr. L'rum ns. 6 8el0.
Vendem-se as siguintcs fazendas moder-
nas, chegadas pelos ltimos navios france-
zes ; dao-se as anoslras com penhor :
Popelene de ramatem, fazenda moderna, de
lindos desenho^
Sedinbas de quadns miudos, covado 15000
Cortes de chai y debabados 125000
Grosdenaples de or, covado 25200
Cortes de chitas lirgas, 8 1|S covados 25000
Chaly ondeado, covado 15100
Laas de quadros, covado 600 rs. e 800
Chaly de llores ollas, covado 800
Albaneza prcta com mais de vara de
largura, covado
Chita rosa larga com toque de ava-
ria, ce.-ado 160
Cries de cassa de pintiuhas iniudas 25200
CHAPEOS A TAMBERLIK
Do ai tinado fabricante
iuiicau de I aris.
Acallare de cfaegar pelo ultimo paquete,
os supra mencionados clia|)os deste afa-
mado fabricante, e vende-se na loja de
ipoitas, da ra da Cadeia do Kecifo n.
48, de Xarciso Mara Carneiro.
Methodo facilimo.
Na liTaria da praga da Independencia n.
6e8, vende-se o methodo lacilimo- para
aprender ler, novamente impresso e aug-
mentado, por mil reis.
Vende-se quejo do rerfao
a 480 rs. a libra, manteiga ingleza a 640,
r j ii e i jo do reino a 19500, 15600 e 1/900, la-
aba do reino a 120, gomma a 100 rs., lingui-
ga do reino a 400 e640, vinho do Porto en-
garrafado a 1500, dito de Lisboa a 560, ba-
nha de porco a 520 : as Cinco Pontas n. 21
Arados le ferro
Na fundigo de C. Slarr & Companhia, em
E
;';;

O210S
o
coberlis e descoberlos, pequeos e grandes,
de ouro patente inglez, paja homem e s-
nhora je um dos melhores fabricantes de
Liverpod, viudos pelo ultimo paquete in-
glez : en casa de Southall Mellor & C., rita
do Torns n. 38.
Aiii'.idat monstro,
ciiincita.
he'
pe-
Vende-se algodao monstro com 8 palmos
15000 | de larguia, proprios para toalhas e lenjoes,
pelo dimnuto prego de 600 rs. a vara : na
ra do Qteimado n. 22, ua loja da boa f.
relogios de pa-
tente *
ingleza le ouro, de (abnete e de vidro:
vendem-te a preco razoavel, em casa de
Augusto Cesar de Abreu, na ra da Ca-
deia do lecife, armazem n. 16.
Charutos de Hava-
Foi Iransferid o o deposito de9te aropa paras bo
licadeJo9C da Crui Santos, na ra Novan. 53'
narral.ii SS&OO, meia :i.-uuo. -tmlo f.il-o lodo
aquello que naofor fendido neste depu9ilo,pslo
quesefaz opresenttaviso.
IMPORTASTE PARA OPIBLICO.
Pira curade phlvsica em ludu.osseusdilleren
leisjroi, que rmotivada porconstipa^es, tosse
asthma.pleoriz.escarros dcsauaue, drdecui-
tados epeito, palpilarfiono corarao.coqueluclie
bronrliile, dorna sari:aula, e I odas aimolestia
dusur^aos pulmonares.
Sao muito finas
e d<" limito bous gostos.
Mussulinus muito linas, matizadas com
lindas cores, de padroes muito bonitos e
inleiramenie novos; vendem-se pelo dimi-
nuto prego de 560 rs. o covado : na ra do
Queimado n. 22, loja da boa f.
A3$500
Vende-se cal de Lisboa ltimamente che-
gada, ssim como potassa da Kussia verda-
dera : na praga do Corpo Santo n. 11.
Cemento novo
Na ra da Cadeia de Santo Antonio, arma-
zem de malcraos, por prego commodo.
Caixinhas para
voltarete.
. Vendem-so bonitas caisinhas rom lentos
de marlini para voltarete, pelo baratissimo
prego de 59 e 65O0O : na ra do Queimado,
na bem conhecida loja de miudezas da boa
faina n. 33.
Luvas de pellica
para homens e senhoras,
adiiJi;s pelo ul-
c
l'.e
timo vapor ingleza
Vcn luvas de pellica de Jouvin, amarellas e bran-
ras, para homens e senhoras, pelo baratissi-
mo prego de 2:500 rs. o par, ditas brancas,
amarellas e pretas, todas de seda e perfeita-i
mente boas, sem deleito alguin, para h<~
Jogos de domin
Vendem-se caixinhas com jocoscoascie-
tos de dminos, pelo barato preco de I9SM.
I5a00 e 25 rs. cada jogo ni ra do Qmiii.
do, na l>em conhecida loja de miuo>/
boa fama n. 33.
Pe eras *ii|K-rini< s.
Na ra da Cadeia do Kecifc n. :r,, |OJj a> f^-j.
'sin..
------ ,----------------- '".ir/1, .|l*f.. -
rtte. SS mrlhorn I*7m,
ado, Mudo pitfemtn 1 hmn!i
cv M.dlieu>, \endtm-c pcrnnm
res de couro de lnitlre.
recido ne*l mercad
por preco commodo.
Aviso aos senhores de en-
enhoedonos cias
Vende-se bolacha americana 1 iMy,
libra: no pateo do Tcrgo 11 ai. dito.ii,>.
tilia 11. in. lambem se vendem carta* 4*
traques a 280 rs. a carta.
g
REMEDIO
IMCO.MPARAVEL.
mens, senhoras, meninos e meninas, r'
barato prego de 800, 15 c 15500 rs. o Par
ditas brancas de algodao para homar e se"
nhoras, proprias para montar a eaval0 a 320>
400 e 500 rs., dilas de cores muito tinas, de
lio da Escocia, para homens c senioras a 400,
500 c 640 rs c alem deslas outr mas cua-
lidades de luvas, e todas or mais barato
prego do que em outra qralsuer parte : Da
na do Queimado, na ber conhecida loja de
miudezas da boa fama .1. 33.
Meias de todas
asqualidadea.
Vciidcm-se meias de seda ue peso, brancas
a pretas para senhora, pelo baratissimo pre-
go do 35500 rs. o Dar, ditas brancas da mes-
ma qualidide para meuinas a 25000, dilas
pinladinlus de cores muilissimo bonitas,
proprias pira baptisado de mangas a 2.>000 o
par, dilas brancas de algodSo, muito linas,
para senil jra a 320, 400, 500 e600rs. o par,
ditas prelis de algoiao muilo finas lambem
para senhoras a 400 e 500 rs., dilas croas e
brancas para homens a 160, 200, 240, 330 e
400 rs. o par, dilas de cores de lio da Lscocia
tambem para homem a 400 e 500 rs ditas
cruas muito linas e fortes para meninos, di-
las brancas e de cores para meninas e meni-
nos, e OllUaS m- qn.liJ.Jca <1UJ ve 1 i.lclll
muito barato na ra do Queimado, na bem
conhecida loja de miudezas da boa fama
n.33.
Brinquedos pa-
ra meninos.
Vende-sc diversidade de brinquedos psrs
Griancas, por prego muito barato : Da ra
do Queimado, na bem cnnbecila ioja de
miudezas da boa fama n. 33.
Loques muito fi-
nos.
UNGENTO HOLLOf A Y.
Milhares de individuos de slas a naco
poden, testemunhar as virluss deste reaM-
dio mcompsravel, e provar 9 caso nerrv.
no, que, pelo usoquedelleceram, tem sa
corpo e membros inleiramite saos, drps
de haver empregado intil cote outro U-
lamentos. Cada pessoa poer-se-ha coqv%-
cer dessas curas maravilosas pela leilr-
dos peridicos que Ih'asre'atam lotlosi,
dias ha muilos annos ; e* maior parle da
as sSo tSo sorprendentes mdicos mais celebres. Quintas pessoa E
cobraram com este sobeisao remedio u
de seus bragos c peinas, depois de ter pe
manecido longo tempo Aos hospiues, ex
deviamsjrtreraimpuug' Mttaa ha M.
tas, que lia vendo deixa)/* es^e* asylos de pa
decimento, para se submeltcrem a ess.
operago dolorosa y-iram curadas completa
mente, mediante- o uso desse precioso re-
medio. Algum^das lacs pessoas, na cluwc
de sen recuni/r'menlo, declarsran estes re-
sultados b^elicos .liante do lord correfe-
dur, e out^- magistrados, afim de mais au-
tSaflap"' sua aHirmativs.
Ninre'" desesperara do estado de wi
saud 8e '' vesse bastante conlianca para sa-
sai- csle r emedio consUnlemenle, segisn-
j algum t-mpo o IraUmcnlo que necrtsi-
.asse a naturdtaa do mal, cujo resuludo s.na
provar inconleistavclmenlr : Que ludo cira.
O ungucHlu l\um. parlirmlmrmrnu
not shiguiHttt can.
Alporcas.
Caunbras.
Callos.
Canceres.
Cortaduras.
Dores de cabega.
das costas.
dos membros.
Knfermidades da cu-
lis em geral.
Cnfermidades doanu.s
Inllammagio da m-
iriz.
'.eprs.
Mnles das pernas.
\*0& peilos.
de ontvas
Mordeduras dWrepta.
Picadura de raeLqwi-
los. ^^.
Pulmes.
Queimadelas.
Crupgesescorbticas Sarna.
Supurages ptridas.
Tinlia, em qualquer
parte que soja.
Tremor de .ervos.
Cceras na bocea.
do ligado.
das arliculacoes.
Veas trridas ou no
dadas as pernas.
na
deC.
c
ees.
Vendem-se saccas com niilho bom, cdoce
marmelada, guiaba e aragn lino, em latas e
caixocs de lodos os tamaitos, por diminuto
prego : na taberna grande, ao lado da igreja
da Soledade.
Vendem-se queijos de enalba e de
manteiga, por commodo prego : na ra do
Aragao 11. 36.
/Va ra di
O Cabula, loja da
de ouro.
vendem-sc balaios para costura c fructas,
agma
, AstSey & C.
BOt5es para pa-
ntos, colletes, punhos le
es hiisa, e para easa-
\eques de senhora
Vendante abotoaduras muito finas de
madrepirola para colletes, pelo baratissimo
prego d 500 rs., dilas muito ricas de todas
as cores a 400 e 500 rs., ditas muito linas de
Santo Amaro, acham-se Dar vender arados j madreprola para palitos de homem e de
de ferro de um modello e conslrucgao muito menino.' a 500, 600 e 800 rs., hotOes de moi-
Vendem-se superiores leques com plumas,
Veildem-Se em CaSa- espelho e bolotas, pelo baratissimo prego de
25000 cada um : na ra do Queimado, na
bem r-onhecida loja de miadezas da boa fa-
ma n. 33.
superiores. j zaiquee oulras qualidades. de muito ricos
gostos, paia puubos e collaritihos de cami
I sa, pelo barato prego de 800 e 25 rs ataca-
[dores de cornalina para casaca a 300 rs.,
I bolees de vidro de muilo lindos padroes,
i propnos para casavequesa 800 rs. a duzia,
c oulr.is niHis qualidades de boloes, que se
i vendem muilo barato : na ra do Queima-
do, na bem conhecida loj^a de miudezas da
I boa fama n. 33.
Vendem-sc muitos lindos e e\cellentes HjPI O I) PS 1 IJ iV ltl
pianos, chegados ltimamente de Ham- Jl'JAtl f njuf/lij Il Lili A
burgo,
Venda de
pianos.
KA LOJA
da boa f,
picio
Kcller & C.
ecom lindos retratos no rontes-
na ra da Cruz n. 55, casa de J.
Cobre
pata lorio de navios:
Tasto Irmos.
no aitna/.ein
A \0^000
V^ende-so cxcellente cera de carnauba dt
Aracaly, c Assu', de una sacca para cima
escolhendo o comprador a sua vonlade, pc-
. lo indicado prego de 10/ a arroba : no ar-
frasqueiras em 12 Irascos e copos proprios mazem de l). 1!. Andrade & C, ra da Cru:
llf
e algodao
dres.
para pa
Vendem-se superiores meias pretas de
laia par padres, pelo baratissimo prego de
10800 o par, ditas de pura lila a 1/500, e di-
las muito superiores de algodSo a 600 rs. :
na ra o Queimado, na bem conhecida lojs
de miuj'zas da boa fama 11. 33.
iEIMllSHG faiKA M'^
para viagem caixinhas para vollare'.e, bo-
tfies para roupes, cachos de flores franec-
zas, bonecas de toAas as qualidades, phos-
phoros com velinhas de cera propiios para
quem fuma, papel dou'ado, pratiado, som-
bras de todas as cores, ligas de seda, ISas de
lod.'S as cores, pauno de Iinho abcilp, ligas
para meias, de soda e borracha, lig.is de
borracha proprias para amarrar papis, tin-
n. 15.
''.
S
NA FUNDICAO DEFERttO DO ENGE-
NHEIRO DAVID W.BOVVMAN, ,^A
RA 1)0 BRLM, PASSANDO O olIA-
FA.RIZ,
li eiiii re uin rande soritnenlo dossesainles ob-
jaclos te ni ochan 1 sin os proprios pa rae lbennos, a sa-
ber ; ii'oeiidase meias moendas, da mais moderna
eonstraccao "*< ff" raddo e batido, del i)aralo |ire0 de 3; fi| h
superior ualidade e de lodososlamanlins ; rodas r on i..... ."
denudas para auua ou ai.imaes, de todas as propor- [",'.? L2.' a, yara- ..*?"^
Em casadenabcScf:meltau &Companhias' ',es; crlV>c bo<'a, '|e|aT",":, e
ra da Cadeia n. 37, vendem-se eleeante. eiro,aKuilhos,bronres,parfusos
pwnos do afamado fabricante Traumann d "l,0> "u 1eT*Z!Sl -[,'* "p.'rwni
I propoi
bocas de ornalha c rcaislros de bo-
1 ecavilhes.mui-
JNDICA'O.
s^ executam lodas as encommenda com a su|erio-
ridade jconhecida com a devida pieste/a ecom-
niotiidadv em prco.
S
vendase milito barato
Colchas de damasco pelo diminuto prego
de 9j00, ricos pannos para mesa a 35, atoa-
Ihado adamascado com 8 palmos de largura
a l.-iiOO a vara, mussulina branca muilo lina
a 500 rs. o covado, dilas de cores de padroes
bonitos a 320 o covado, chitas francesas
muilo finas a 320 o covado, brim branco de
puro Iinho a 1540 a vara, dito pardo tran-
ga.io lambem de puro Iinho a 1?280 a vara,
ganga amaieila muilo lina a 320 o covado,
caoihtaia muito una com salpicos brancos e
de cores a 15 a vara, alpaca prela lina a 640 o
covado, cauto prelo muilo lino, fazenda su-
perior e propria para vestidos de luto a 060
o covado. panno lino azul a 33 o covado, dito
muito lino h 51, dito prelo muito fino a 5#,
dito muil i superior a 65, ditos verde escuro
e cor de cafe muito superiores a 65, cortes
de casemira prela, fina, para calca, com lis-
ta bordada a 105, cortes de g"orgur3o de
seda para rllele a 2>', ditos de casemira
pela bordada a 65, fusto branco muito fi-
no a 25 o covado, corles de cambraia prcta
com 7 varas, pelo diminuto prego de 25 cada
um, ditos de dila branca com salpicos de
cores, lambem com 7 vara* a 2-5240, sarja
pela hespauhola a 25 o covado, grosdena-
ples de cores a 1/81)0 o covado, seliin preto
lavrado muito superior a 2;5oo o covado,
gorgurao preto de seda com salpicos, pro-
prio para colleles a 3>50o o covado, luvas
brancas muilo linas, de lio de Escocia, muilo
proprias para us Srs. olliciaes militares, pelo
baratissimo prego de la e par, meias pretas
de laa, proprias para os Srs sacerdotes a
15280 rs. o par, ditas de laia muito superio-
res a 1800 o par, metas de algodao cru
muito superiores para meninos a 400 rs. o
par, lengos] brancos de Iinho muito linos a
400 rs chales de laa rosos e pretos, pelo
ho liso muilo
pp la lina a
720 o covado, dita muito lina que rivalisa
com merino alio covado, e alem disto um
completo sortimento de fazendas de lodas as
Fstulas no abdomen.
Frialdade ou falla de
calor as extremi-
dades.
Frieira.s.
Ccngivasescaidadas.
Incliaces,
luflammagodoligado
da bexica.
Veude-se este ungento noestabeleci<
to geral de Londres n. 24, cbtrand, e M
loja delodus os boticarios, droguistas e ou-
tras pessoas eiirarregadas de sua venda ca
toda a America do Sul, llavana e llespanha.
Vende-se a 80o rs. cada bocel! 11 ha, coates*
urna instruegao em porluguez para explicar
O modo de l'azer uso deste ungento.
O deposito geral be em rasa doSr. Soura,
pharmareuiico, na ra da Cruz n. 22, em
Cernambuco.
Para as senho-
ras de bom gosto.
Vendem-se ricos eslojos para costara o>
senhora. pelo baratissimo preco d- 2/5e,
35500 e 4/ot) cada um, caixinhas muito ri-
cas para guardar joias a 800, 1/iOt e 19500,
tesouras muito finas de lodos os Umanhos
a 1;, 15500 e 2/ cada urna, dilas para onhas
muilissimo lints a 800,1/e I5SOO, lindas ale
peso muito linas para labyrinlho a 10* rs. a
miadinha, ditas para bordar a 100. 140 a ICO
rs., lindas ctixinhas com superiores ram-
pas a 160 e 300 rs., cartes com 14 r 24 pa-
res de clcheles chatos francezes a So, 100 o
120 rs., linhas de cairelis de *oo jardas, de
autor Alexandre a 80 rs. o carretel, ditas la
100 jardas do mesmo autor a 40 rs., caixi-
nhas com agultias trancezas a 160 rs., dilas
com agulhas de papel prelo a 280, carteiri-
nbas com agulhas frsncezas a 320, agulhei-
ros muilo bonitos lambem com culha-
francezas a 16U e 320, caixinhas com ic no-
velos de linhas muilo unas para marcar, en-
carnadas e azues a 320, ricos boloes Je vidro
de cores para vestidos e roupinhas de meni-
nas a 800 e 1/ rs. a duzia, ricos agulheiros
de osso ede marfim a 240 e 800 rs., dodaes
de osso muito bonitos e cada um em sua
caxi 11 ha a 500 rs almofadinbas de mollas
qualidades para pregar alfineles e agulhas,
pulceiras muilissimo ricas e de muitas qua-
lidadcs, riquissimas lilas lavradas e lisas de
lodas as cores e larguras, tranrinhas de seda
estrellas e de todas as cores, lucos muilo li -
uosde Iinho e de vanas larguras, baba do
aberto de Iinho, loucas de laa para enanca,
peutes de travessa para senhoras e meninas,
e oulras muitissimas cousas que indo se
vende mais barato do que em outra qual-
qner loja : na ra do iMieimado, na bem co-
nhecida loja de miudezas da boa lama n 33
0? :,<* ?***#
j-
^;f O Dr. Jlo Honorio lie/erra de Mene- -;
C" sea, medico pala Faealdada lia llaliia, tem \'
f'5 IHado sua residencia ua cidade do Itio-I'or- .
= inoso, e de aovo aderece eus serviros a lo- \
W .las ai [>;9!oas que o bourarcincoin ua cou- ' ar fiaua- flfc
da, propria para qualquer cstabelecimeulo :
quoui a prelender, dirija-se a praga da boa- i
Vista 11 21: a tr do, que a vende por piego commodo.
Manoel Elias de .Maura.
Sortes pata Sanio Antonio, S. Joao eS.g
Pedro.
.. .-A.,-. ..,^v ^n. fp, ^..m fS ,. I),as oftpn do encaderoaco uo laigo do
.-,..... ....: ..-..,....^r...:-.: ;\j-..,..: Collegio e da 1 ua da Cadei, defronle de S
O lir. Ignacio firmo Xavier faz pobli- Francisco, acham-se i venda folhas do papei
co qoetDUdou sua residencia para o seu si- : impressaade lindas e jocosas quadras novas p;,ra"homem como para meninos e senhoras,
to i.a Passagem da Magdalena, que l.ca ao 'da tres dii.ci cu es qualidades e pregos, para j a reta I lio ou mesmo em grandes
f hm' m,7 I" C"l.r '. p0,;tfi ra"dJe e a d0 i enl.rele'"'"5"l las "'rasiveis noiles das para o mato ou mesa para a praga,
Chora-menmo, e sb. lem preparado urna I ogue.ras.. | ^ C0IlU e vonlad(J ^ COIUra,Lres.
vraiule
de tamancos,
reit i, esquina
S. Pedro
todas
abrica
oiielas
q u ciudades.
Continua a andar fgido desda > da
fevereiro do correle anno o negro de bordo
do brigue Melampo, de nome Marcelino. 4a
uagao i.abinda, altura regular, socco do cor-
po, rosto enmprido, barba cerrada, a cria
suissa, com falta de denles na frente, e cosa
ta estar trahalhando na estrada de ferro :
quem o pegar leve-o a ra do Trapiche n.
14, primeiro andar, esenptorio de Manoel
Alves Cuerra.que ser generosamente gratifi-
cado.
Fugio no dia 3 do corrente mez, da
povoago de Santo Amaro JaboaUo, o rnola-
que crioulo de nome Jos, idade de 18 anuos
pouco mais ou menos, com os signaos sa-
guintes : estatura e corpo regular, preto,
olhos afumagsdos, nariz chato, rosto corta o
abocetado, tevou vestido camisa e calca azul,
e chapeo de palha ; lem-se toda certeza que
veio para o l'.ecife : roga-se a toda e qual-
quer pessoa que o pegar, que leve-o no refe-
rido lugar, a Jos Fornandes Monteiro, que
ser recompensado.
Fugio no dia 30 de maio prximo paa-
sado, de bordo da barca brasileira Malhilda,
um mulato de nome Cosme, com os signaes
seguidles : estatura regular, corpo grosso,
cabellos crespos, olhos pardos, pos gros*os,
levou vestido caiga e camisa branca, e urna
qualidades, que se vendem muilo barato, na I trouxa com diversas roupa- para mudar ; foi
ra do Queimado n. 22,
loja da boa f.
na ra Di-
,o becco de
n. IC
Neste estabelrciinouto ha efectivamente
um grande sortimento de ta mancos, tanto
Vendem-se oculos do lodas as graduagoPS
' com delicadas armagocs de ago, pelo barato
Gandiriros pro-
ara estudantes
pnos
Vendem-se muito lindos candieires pro-1
prios para cstulanlcs, polo barato prego de !
porgues,
muito
ru o Brura, passando o chafariz, coniin h*
darumcompldio sortimento da taixesdeferrofun
vido e batido uo 3 a i palmos de bocea, os quaes prego do' 800 rs".'e iVo", ditos"com"armages 189000 : na ra do Queimado, na bom conhe-
cfcam-se a venda,por eprego commodo com douradas e pratcadas a 19200 e I50IIO, ditos! <-'
proiuptidio: einbarcam-s oucarrsgaa-ss antear cobj armsgfio de bfalo a 19200, diius com
armagao de baleia a 480, ditos comarmacao
de metal branco a 400 rs., lunetas de um s
vidro ro Jornias e quaJradas com aro de bu-
falo a 500 rs., ditas de doiis vidros tambem
com srmagfo de bfalo a 19500, ditas de um
s vidro redondas e quadradss com aro de
ro semaospez aocomp^dor
ellirfs e
re!c<>io^.
SELLINS e RELOGIOS iuule7. : a venda no u: /,n, df
ftoslron Itooker .\ llonipunlua, es-
quina .lo largo do Corpo Santo nu-
mero 48. '
tartaruga a 19200 e 1 irOO : na ra do Quei-: nos, e pelo barato prego de IfOOO cada um
mauo, ua bem conhecidada loja de miudezas | na ra do Queimado, na bem conhecida loja
na bem cocheada em companhia de um negro de nome Antonio
I que lambem fugio de bordo da mesma barca,
com os siguacs seguintes c>r prcta, estatu-
ra regular, olhos pequeos, nariz chalo, toa
urna cicatriz na cabega por cima da ortlha
direila, c levou vestido caiga c camisa azul,
I e da pelo appellido de llanda,o mualo ac-i
I ma foi escravo do Itv.l. ronego Manuel Jos
Fernandes, e vendido aqu por Manoel i.on-
i calve.- Mello, com procurago do dilo cone-
| go, e ambos sao moradores na vrra do Tei-
ixeira, roga-se a todas as autor .dados poii-
ciaes, c a capililes campo, a apprehenso dos
.lito- escravos, c muilo principalmente a
auloridades d'aqui para a dita serra do Tei-
xeira, por so descoulisr ler seguido para
la o dito mualo : quem os pegar leve-os a
Vendem-se superiores e muilo bonitos ', casa de seu senhor Manoel Alves CuVrra. ra
culturos de borracha para homem c meni- do Trapiche 11. 14, primeiro andar, que sera
generosameute gialicado.
Gioturoes de
borracha.
da boa fuma u. 33.
I de miudezas da boa fama n. 23.
PEUi. rvr. DE M. F. M MMA 1 !*<;
MUTILADO
ILEGIVEL


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