Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07780


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Full Text
>
*
VNNO XXVIII li 132
Por i mezes adiantados i.s'000.
Por 3 mezes vencido 14500.
IJl.Uill HMRA 10 II) .ii mu m i o.,,
--* WWiu
Por armo adiaulado I.'wjOOO.
Porte franco para o mbacriptor.
ENCARREG A DOS DA SUBSCRTPCAO DO NORTE.
Parahiba, o Sr. Joao Kodolpho "Ns ; Natal, o Sr. Joaquiai
|. Pereira Jnior ; Aracaly, S de Lentos Braga ; Idea-
ra "Sr. J. Jos de Olive'ira : Maranhao, o Sr. Juaquim Mar-
ques Rodrigues; Piauby o Sr. Jos Joaquim Avelina ; l'.i-
' o Sr. Juiiino J. n.irn.js ". Amazonas, o Sr. Jernimo da
Coala,
PARTIDA DOSCORREIOS.
Olm.lr : lo,l,,s n-,1,.,-. ...o m.oj loi.i
Is'i.o.iseu'. I....001 rarakiba: aa-
IS. lu:.,.. 11./.ir..-. Iloioio. CaraanT,
ts. I.oiu 11, .. Pao .1' Vtti... \.i/ari"li. I..
Fluir., Villa-Bella, Bna-Visu, Itaitturj
Cabo, l|i"jui .i. SeviaMeo-, ltio formato
ni,.....ora- Xalal : i|iii.......lili..-
T-.I.....- .'..nei.,. arusa I" huras d
eaWlU ."Xljs-I.'lra-.
ni!..... foranaan* : m let
.....ira, Brej., Peino *. I
K*n', as .'liarlaI, o.u.
, Cu. Barrrin, AtnH-Pi
111,1 II ll-l..
AUDIENCIAS DOS TUBDNABS DA CAPITAL.
Tribunal do rommercio : segundas e quimas.
lUI : *'';*> feiras e $s.
K.i'. nli .quartas e sabl>.idos as id horas.
Juizo do commerciu : secundas U 10 horas e quintas ao meto da.
Juizode orpli.ios segundas e quintas as 10 huras.
Primeira vara do civet segundas e sextas ao meio da. *
Segunda ara do clvel ; uartas a sabbados ao meio da.
KPHEMKRIDFS DO HEZ DE J
7 La cheia as 3 horas 3 mi utos da Urde.
15 Quario minguaute as borns e .'i" miw ios da rnmh m
'21 La nota as ~ horas e minlo da titile.
2.1 Quartocresceute as 2 horas e 1 minuto di manli-ia.
PKKAMAR l>l HOJE.
Primeira as*> horas e 6 minutos da m.nt-.i-i.
Seguoda as ti horas e 30 minutos da laido.
DAS DA SLKMANA.
Segunda. S. HaiimiM ab. ; Ss. (.ildardo, e Heraclio Hb.
y Ttrfa. S. PeUgla v. 8*. l'fimo eFeikiaiio Mm.
10 Oiiarta. S. Margarlda rainha.
It ^luinia**.' A soIriumsMm.i te-ii do Saiuivinv. turno de Cliristo.
12 Serta. S. Joo de s. Faruinlo, Onufrc e Guido.
13 Vahado. S. Antonio p.Mlroeirn da .'ni liria.
14 Dumingo.2, S. II i/i,i j \1 ig.io b. duul. da igr.
Alagoas.oSr. (lad i no Falcio Das ; lUhu, .. m. M. Hwart*
Rio de Janeiro, 0 Sr. Iom I'err ira Marn.-
k\i i'krnambh;*.
O proprielarindo DIAKIO Manoel Figuaroa de ira m M
livcana. prafa da Independeotia n. 6 e .
PARTE OFFICIAL
TRIBUNAL DO COMBMRCIO.
Sessao ADMINISTRATIVA EM 8 DE JUNHO DE 1857
Presidencia doFxm. Sr. desembargador
Souza.
As 10 l|- horas da manila, prsenles 01
Srs. depolado Reg, Basto, l.eioos e suppleole
Hamos e Silva, o Sr. presdanle abri a sessAo ; e
sendo liil. a acia ia Hia, fui approvada.
I.en-se o seguate
EXPEDIENTE.
Um ollicio de :l do crrenle, do secrelario do tri-
bunal do coioroercio da Balita, acompanhando uina
relelo dus cominerciaiiles matriculados all nos me-
zas rio mareo a maiu ultimo.Accuse-se a recepoAo,
o archive-se.
I 'i presento a colarlo olicial dos precns corre-
lo u^ pr.ra, relativos a semana Tinda.Mnidno-se
archivar.
DESPACHOS.
I iii reqaerimentu de AKrailo Hanriqua Garcia,
pe linio registrar a sua noinea^o de ciiairo de Jo-
s Rodrigues de Araojo Porto.Kesitre-ie.
Outro de Jos Kodnsues de Araujo Porto, pedin-
do cerli tao de sua matricula de ruinmerciaiile.
D-se-lhe.
Outro do Francisco Romano Slepple da Silva, pe-
dindo reuisirar a aoa itoineacto de caiteiru de
Schramm Wli.it-ly ^ Coropanliia.Como rrquer.
Ouiro de Trava^so. Jnior \ Companhia, pedindo
registrar o >eu contrato social.I-'oi coin vista ao
Sr. daserobargador fiscal.
Outro de Avres & Araojo, informado, pedindo re-
gistrar o sea contrato social.Kesislre-ae.
Oolro da Joaquim Car.lozo A>res, de :1S annm
llenado, e Jos Antonio de Ar-iujo Juuinr, com :tl
anuos de idade, natural da llaliia e rendente na ci-
dade de Penedo, formando snciedade commercial
aob a firma Arree & Araujo, pedindo registrar a ana
lirma social.Haja vista ao atabe* desembargador
fiscal.
Outro de Braga, Carvalho ,\- Silva, pedindo cerli-
dao de su coulraio social.j)c sellie.
E nada mais havendo a tratar, o Sr. presidente
eocerruu a se-su.
Ignaciu de Barros Brrelo.Marques de Amo-
rim. a
U Sr. M. Cat'alr'anti 'pela ordem entende que a
vista das disposires dus rticos additivos do regi-
ment da casa, nao podein ser adraillidas como
emen las ao ornamento ideas como as que acibaro
da er lidas, visto conter disposicAes ptrinaneu-
tes.
O Sr. I. de llarros oppe-se as ideas dn prece-
dente orador, apellando para os precedentes da
ca O Sr. Presidente declara, qoe.a vista da disposi-
r3o do regiment,adiuitle o artigo addilivo,
O Sr. F. Joio pronunciou um dial urso que ser
publicado em nutro numero deste jornal.
O Sr. /. de lliirros : Apezar da *ppeal(la de-
sabr la que sollro da parle do Sr. Manuel Cavalcan-
ti, e da nppoii;.io mellillua que acaba de f.i/ei-me o
Sr. Dr.Kranrisco Joio, lirei sempre, Si.prosiieule,
que honro me de propugnar com todas as miulias
forras pelo |nojelo que esl em discussao tal qual
se ach.
O Sr. P. Jouo : Oh Sr. eu al defend o
projeri
pelos qoaes podemos altingir o mesmo fim que ou-
tros paizes teein allingido '! N3, por cerlo.
Entre varias propo*ii;0es anresentadas pelo Sr. I>r.
Barros Brrelo, nota-se esta : se lie da es.encia las
Eu ja disse.quaudo fallei em oulra occasiao que > iliscussAn, ella deve ser coliocada em paulo que .
orna das consequenrias do eslabekciinenlo de senie- convenha aos senhores de Msjenhoa, que contratare"! i
lhnle fabrica ha de ser nec.ssariaineule tambun o com a einpre/a o fabrico de .eu. macares ; a loca-
aperfeicoamenlo datcullura da canoa : p.irece-m que li lade da fabrica purtanto nilo lie arliitraria.
fabricas eintraes o privilegio, nao devem ser ellas islo he muilo palpavel e iiAo precisa deuionsiracAo. Ou-m 00* .ilianca, repila, que aiguin proprielaric
admjllidas. Ora, senhores, perguuto ao nobre depu-
lado, porventura as nossas l.is nAo concadem privi-
legio as invences '.' Que temor portanto lie este de
privilegio, que chega ao ponto de descouliecer-'e donde ha de vir o scu mellioramenlo e aperfeic >a-
lnda a utlidade que se pode tirar de urna empreza i ment.
I.ogo que as forjas dn agricultor em vez de e-\a- por qualquer cii.umslaiicia. por um capricho alo
rein emprfgadas lainbem no fabrico turnem-^e livres mo diga, nao qni>r < que e esuibeleca a fabrica aqu
he claro, que ellas bao de ser applicadas a cultura, em mlnhaj terral ?
Um Sr. Depuieuto : Ninguem tem caprichos a
rcspeilo deseos iiileresaee.
agncula desta ordem, MUieala porque urna de sua*
coudiees lalvez seja hojeo |>ri\ilegio?
Di--,' He tamhom que o consumo dn assucar he
extraordinario, para que teohamu. receio de que o
uosso asucar deiie de ser consumido
O nobre deputadn ilra' que conveniencia vira des-
sa rrlaltiailina do solo ?
O Sr. .1/. Caealcanli: Espere que quandn eu
fallar me en!< ndera.
>Sr. /. de llurins : Pon ee farei esta pergun-
l) Sr. /. di llairot :Vo\i o nobre deputado nao
acha i-io pos-ivel '!
l>Sr. Fttnrito Joo :O venladeiro regulador
de todo este momio he o interewe.
O Sr. I. de Murros :Se me a-eguram que lo-
Senhure9, sem> llianle argumentarlo me parece la como se reccuiem, o nobre Jepulado a tivesse dos consenlir.lu no estalicleciinenlo da fabrica, cu-
miiM !-[ rwi-a; porquanlo, de ser o consumo da
Europa eilra rdinario Dio po,le-se inforir que a
competencia que o nosso associr hade soller com o
do* oulros productores nao
ravel.
O Sr. Horros Hrrelo da um aparte.
O Sr. I. de Horros: Se ns oulros parles) pro-
ductores maiidam para ce mercadu consumidor ue-
O Sr. /. de Horros: Sr. presidente, tal\ez | ero coja produccSo lenlia ido menos cosiese, e cuja
Sessao jodiciaria em 8 de jimio de i857.
Presidencia do .r.m. Sr. desembargador
Souza.
Ao meio-dia,achando-se prsenles osSrs.deserohar-
gldores Villares eGitiranae os Senhoies deputados
Reg, Basto e l.einos, e supplenle Kamos Silva, o
Sr. prndenlo abri a sessAo, e lida a acta da ulti-
ma, he approyada.
Oeiignariia de dia.
ApreitolaHa pelo Sr. de para jolgamanto, aappella^Ao desta cidade, em que
sAo:
Appellanle e appellado, Firmiauo Jos Rodrigues
FaCreira ;
Appellada e appellanle, II. Auna Candida duCo-
r*c,Ao de Jesos.
/Marcado o dia de hoje e sorieadus os Sn. deputa-
os Medeiros Kego e Pinto do l.emos.
Kicou adiado a pedido do Sr. depalado Pinlo de
l.einus.
Diligencia.
Maiidou-.se com vista au Sr. Or. curador geral, os
embargos em que sAu :
Embargantes, Amonio Ignacio do Rogo Mdei-
ros e seu tilliu menor;
Embargados, JuAo Pinlo de Lentos <\' l-'ilho.
I'assagem.
Do Sr. desembargador \ lliare ao Sr. desembar-
gador (iitiana a appeilacjlo fin s.lo :
Appellanle, Vicente Ferreira da Costa.
Appellado-, n viava e berdei o. de Jos Fernan-
da* Eiras e Feruaudes Silva &i Companhia.
.iij-jrucos d" jttizo etpecUti
seja excusado acresceutar oais alguma cousa ao que
eu ja li-.c em oulra uccasiAu. lendeute a demonstrar
as vantagem <1a fabrica central, visto que quasi to-
dos os senhores que impuguam o pn,|eclo, ilizem
que assim proceden!, uao por descouiecerem essas
vantageii., utas snn pela maneira porque se acha
ello concebido.
Voo, portanlo, Sr. presideute, defender-me no
terreno em que me rollocam ineus uopres antago-
nistas.
O Sr. Barros Brrelo nega inteiramente que se-
ja precise um privilegio para que a companhia es-
labelera a fabrica emeerto puni dderminado, e
nega lambem que seja preciso revestir-se essa com-
panhia do. foro, de utlidade publica.
O S Harriis Hrrelo : Apoiado.
O Sr. /. de Hartos : O Sr. Manoel Cavalcan-
ti disse, que a Coinuiissao proceden de tal manena,
que p.le-se mu bem dizer, que seu procedimenlo
ale deve causar surprrza, porque, Sr. presidenlc.
I.ahauliere fez um pedid esta casa e a cuinmis-Ao
dea-lhe o que este iiAp pedio.
Dsse lambem o Sr. Manuel Cavalcanti na ultima
discussio, que nAo valia a peu revestir-se esse s-
talieteciineulude privilegio c de faculdade de rtnil
propriajAo...
O ,"r. M. CacaUauti : lsto sim, a primeira
parte nAo.
O Sr. /. de Horros : Porque estas fabricas s
podiam apruveilar a algn, e determinado, ponto*
de-ta provincia, e que portanto, nAo poda a miro
du-c.'ni dellas ser encarada de ulilidade poblica de
forma aluuma.
Tamben] diese o Sr. Manoel Civalcanti, qoe a
qualidade seja iucomparavelineiite ujierior nossa.
nAo sera o nossi genero n'ce-s.iriaineule depreciado?
tlu, pelo menos, au ser elle consumido por um
proco nimio inferior qui-lle a que poderia allingir
se porvenlur|Bj/osse elle ajierfeicoado comu o dos
uniros paizes?
O nobre depnlsdn, o Sr. Itarrn. Ilarreto, lambem
ilsse que as fabricas apeifeicoadas, sendo em pe-
quena escala, nAo podem apre.entar bous resultados
na provincia, e que he melhor portanlo que conser-
vemos nossos processo., por serem mais baratos.
Eu digo que das palavras do nobre depulalo tiro
cousrqueneia multo dilVerenle : se as fabricas aper-
loiroa las em pequea escala nAo d.lo bous resolla-
dos, nao lio convenientes, a coiiseqiieucia he, nAO
que perni.ineciiiiii- no estado de atrazo em que nos
achamus, mas que adoptemos as fabricas mais aper-
feijoadal e em _ma or escala, que adoptemos, em
suiuuia, as fabricas centraos; esta be a consequeu-
cia que eu tiro. (Apoiado*.
O Sr. /(. Hrrelo :Apuiado, esta he a soa con-
sequeucia e a minha.
O Sr. /. de Porros :Sr." presidente, en noto
una certa repugnancia a respeito da desapropria-
cAo ; mas, seuhures, me parece que ella he de toda
infundada e peco a altencAo especialmente do Sr.
Ur. riieodoru da Silva, autor de urna das emendas
em diasSMSlo. Dizia eu, que noto orna indisposi-
rao na casa a respeito das desapropriases, enlre-
loiito que teuho para nmn que as apprehences a
tal respeito sao infundadas. Qual sera' mais, Sr.
presidente, a coucessao de mu privilegio, privile-
gio que se pode dizer limita absolutamente o gozo
da propnedade, ou a concesAo de-sa faculdade de
Mo.
Srs., nos precisantes aqu do ira ..liaores iivres,
he de vantagem social a miro 111 i;,io de colono, i 11
os hade ser desfavo-i dinlriosos e morigerados em nosso paiz c a perilla-
necerem os terrenos como se achaoi...
O Sr. M. Caca\cantt : O que he preciso he que
quem nAo pote .er lord,o nAo queira ser.
O Sr./. de Batios : Mas como la dlzende, pre-
cisamos da intradueo de colonos, morigerados, de
coloni'acAo espoulaiiea ; e islo nAo Lulo para bem
de nosso agricultores actuaes mas sobre todo por a-
mor da pro.pendade do paiz.
E visto as nossas Ierras eslarem monnpulisadas pela
Brande cultura, como puderemos chegar a seme-
Ihaiile resultado sem que se auxilie a relalhadura do
solo ?
' m Sr. Deputado : A base da desapropriacAo
he a favor dos colonos'.'
O Sr. /. lie llano': O nobre deputado quer
por forca inverler os roeus pensameutos e torna-Ios
nossa Ierra sendo a mais leitil, eram eaejmdoa lan- ; poder er encarada a emprezi comu de utlidade
los eaforea* para se promuvar o inelhoramento do fa i publica, quanlo as desapropriacors de que possa
brico. precisar, urna vez que essas desapropriaces, tem
O Sr. M. Cavalcanti : NAo senhor. ,,e *ef felas nos terrenos da le vigente '.' Bepa-
') Sr. /. de Darr-i: lloje o Sr. Francisco I rel" ''en, os nobres depotados, que o privilegio he
lAo a medida pata a desaprupriacao passanlo, au
ser .ipjon i 11, urna vez qoe nAo he ubrigatu-
ria.
i i um aparte.
i> nobre deputado sabe que esta cnipreza ha de
SCr org.misadi em Paiis, que ns Cspltaea portanto
sao e-lrangcirus, e qoe pira a reunan desses ca|ii-
tacs aeeeasariamenle deve u projeclo estar organisa-
do de modo ipi,- aquellos que tiverein de em|iregar
sen diiiheiru Icnhan conliinca em-em.'lhanlc em-
|ircza, em semellianle jirojeclo. S* nAo for cabal-
mente garantida por ovni, I a tur ilidade do esta-
b.'lecinteiilo da fabrica, nao vc.i a companhia al-
-o;n periga ein plantar um capital do i>, tlt) ou
.VKI cont, de rs em um lugar, cuja possa nao Ihe
seja garantida dtvidamentv qoerei.i essa compa-
nhia por um capital lao anillado a merc do dono
da Ierra '.'
O Sr. ,t/. Catalcanti:Porque nilo compra '.'
O Sr. /. de Horros :E que mal vira da de.a-
odiosos! IJuem f.illou em dasapropriaejo aqu para j propriaoAo, no ca.o de ser elia indispeusavel '.' pois
colonos'.' l-.-iou dizeudn, que urna das cinveniencias ; ella so lera lujar se o presidente a juigar iudtspeu-
doestabelecimeulo da fabrica central esl em pru- | saval.
iln/ir cuudiees favoraveis a colonisa^Ao, quer esla | Se ella nao for necessaria, embora os emprezarios
fabrica venina por meio da desapropriarAi, quer nAu i requeirain. 1 elle compre nAo aecadar a esse pedi-
Jo.ia dizrnao que adioitlc luteuaiueute a idea, apr-
senla nliei mo argumentos e ideas, que Iraiialur-
uam inleiramnile lodo o pensameule da commis-
sao. *
O Sr. F. Juito d uro aparte.
O Sr. /. de Hunos : Tanto assim, que elle prin-
cipiou por dizer, que a idea de utlidade publica
que coutiuha o projecto, nAo dr-via de fuma algiuna
ser individual e exclusiva : e foi depois conibaleiido
cad- uina das ideas compreheiilidas un prujeclu, de
maneira que pii le--e mullo fiem quatilicar o apoio
que elle Ihe da, como eu j disse, de unta sublil
i'IMinsico.
Sr. presidente, lenhu tanto a dizer, que realmente
na > sei que ordena deva dar aos meus peni amen-
tos.
OSr. /'. .Awj : |) orna bella des ni m.
') Sr. /. ur y/'iiro.s : lpois bem, sej i i.m.i lieila
O Sr. presidente uegou pioviiueulu ao aggra\o do de: ordem, se poder sel bella. Ciimaeare pata Sr.
jai/o especial eiu que
Aggravaule, I). Paulina Caetana Soares l. muero
Mouleiro ;
Aggravados, Antonio Eugenio Barrellier e .Manoel
Pereira llagalbaas.
Aggravaule, Jo-e Pereira de i" e-s ;
Aggravados, Joaquim Goncalves Bastos e oulros.
t> Sr. presidente deu proviinentn.
Nada mais havendo a tratar, o Sr. presidente le-
vanloo a sessao a I hora.
PEREAMBaCOT
ASSEMUI.KA LEOISI.AITVA PROVNCIAI. DE
PEHNAMBUCO.
Sesaao ordinaria em I de Joaho de 1857.
Presidencia do Sr. Jos Pedro da Silca.
A II horas e \ da manilla verifica se haverca-
sa, e abarla a sessAo, ha lida e apjirovada a acta da
anterior.
O Sr. I Secrelario d.i conta dj seguinle expe-
diente.
ORDEM DO DIA.
Segunda di-ru--,io da emenda ufferecda em ler-
ceira ao projeclo n. 37, que crea urna freguezia ua
repella deQopapA.
lie approvada a emenda, e adoptado o projeclo'
em terceira d.cus'Ao com as emendas.
Terceira di.cusso do projrcto n.-t~, que julga
com direitoa una gratilicaeAu, desde u dia em que
completaren! IJ anuos de sarsico, os profestores de
in.-iruce,lo primaria.
lie approvado sem discussAo.
Terceira discustao do projeclo n. 39, que eleva a
1:000$o ordnalo do professor de ssude do cullegiu
dos orphAos.
O Sr. M. litnriquet justifica a seguinle emenda,
que he apuiada :
Fica igualmente elevado a 1:0009 o ordena lo
do mlico du bo.pital de caridade, e a 600-s u du
seu ajudaiiie a o du medico do culiegio das urphAas.
Meira llenriqoes.
'Depois de algumas con.ido. u;..... dus Sis. Manoel
Cavalcanli, S Pereira e Goncalves liuiuiare. he
apprnvado o proieclo com a emenda, licaudo porein
anda depeudenle esta de aeannda discussAu.
Continua a terceira discus-,ju do projecto do or-
cainenlo provincial.
Vai mesa o eguiute arligo addilivo :
" Artigo addilivo as disposices geiaes du orna-
mento :
u Fica o presidente da provincia autorisada a con-
tratar danto do auno tinanceiru seguinle, cun Car-
los l.uiz Ricardo de Lahauliere o eslabelecimeulo
de urna fabrica central de assaaar em qualquer
das centros agrcolas da provincia sobre as seguiules
bases :
" Ia Se pelo governo for julgado indispensavel
para a I uiHacao des-a fabrica a desaprepriac,ao do
logar am que se liver de levantar seus edificios,
bem como a do terrenu que for preciso para as es-
tradas, que tiverem de por a fabrica em communi-
c.eao com os engenhos do permetro ahaixo indieado
lica ella aotorisado a cou.iderar soinelhanle esiabe-
lecimeuto de utlidade provincial, afim de se pro-
rederem essis de-aprop laeoe- nos termos da respec-
tiva le provincial em vigur, correndo porem por
r.onla dn emprezario lodas as despezas qu com el-
las se fizerem ; as quaes todava nAo poderao ler lu-
gir de -orle alguma em deiriineiilo do m.oeio dos
eugenhos comproheudidos no penmelru de qua tra-
ta a base seguinle.
k -2- ('. mi-e ler-so-ha ao dito l.ahantiere, a seus
ocios, successores ou ce-ionarn,-, B privilegio de
semelhanle e.tabelecimeuto por -Ji anuos, deuio de
ama rea, cuja exleno seja limitada por un raio
de I "tO0 brac.s, contadas do punto em que estirar
a fabrica para qualquer de seos lados, aliui de que
durante o privilegio dentro desea rea nounu'na
nutra fabrica de senie'.hanle natoioza, lendo o ines-
uo li ii. seja estabelecida em detriuienlo da mencio-
nada acima ; nAo Hihtbiudo -to, p.nein, d( orle al-
guma a qualquer dos proprietanos, cujas Ierras asti.
verem cuuipralieiididas no ( I ri l.i permetro, con-
tinuar a fabricar seus assucares em seus proprios on-
genlios on fazer nelles qulqu-r inelhoramenlu que
seja. afim de melnoraproveilaras caimas tAosomcu-
le all cultivadas.
o :t" O emprezario contratara com os referidos
proprietanos, e conviei a osles, o fabrico de seus M-
aucares garanlindo-lhes (pelo manos um liquido de
aete por ceolo em atsocar saeco do peso das caona,
qoe Ihe perteiicerom e que por ellos forero poslav
na fabrica, si.-ndo dous I icos d -- asurar la pri-
nteira qualida \ prodozd i por ella, e o resln em
parle.sigu.es, de qualida le- inferiores.
i" A fabrica ora de fuica api r produ/ir pe-
lo menos KO.tHMI arrobas c I (Mi das ou a moer to-
das as caimas, que segundo ns eonlr itoa de qoe (rala
a base S.a, os sem,ore* d s enheolios cneaprehendi-
dos no permetro acuna, pozaren, na fabrica.
-> O emjire/ano nera abriga lo a Franquear aos
agricultores da provincia o exaiue dos processos do
fabrico.
6' No contrato que o governo celebrar se esti-
pularlo as penas em que deve incoirer o emprezario
no caso de abandonar a empreza.
Sala das cominisses de maio de 1857.
Mi noel CaT.Uaoli.
Ha cerlo, senhores, que a commis.Ao den ao jieli-
cionario de algnrna forma aquillu que tita nao pe-
dio, porquanlo consta de sua pehcu, que leu lo ello
pe lida a esla as-emblea uro privilegio para estbale*
cer na provincia uina fabrica central, nAo diz mais
cunsa alguma.
una cousa mullo mais in portante do que a desa-
propriacAo...
O Sr. H. nrrelo :Anda hi estamos de ac-
coide.
O Sr. /. de Horros.... porque o privilegio para
poder pruduzr s-u ruello, necesariamente ha de
limitar a propriedade uina vez que coacta a liber-
dade de indnslria. O que quer dizer este nu aquel-
lo particular gozar exclusivamente deste ou daqui'l-
le objecto '.' Ouer di/.ci que se priva do ROSO delle
a todos os oolrus individuos, que delle podeiiam
-o/ar. Oque quer dizer por outro lado desapro-
pr|ar qoalquer cousa por iiiilidade poltica '.' Ojer
lizer he verriade privar o dono du gozo de sua pro-
priedade ; roas iudemnisaiido-o previamente nos
lemos da nos-a conslltaicaw. 1*0110111011111 privi-
legio ka cousa da mais consegaencis do ojoo desa
10 ,.r,acoes ; ei.tcctanlo, wi,li res, nos r.mos que
na nossa legislaban os privileaios esla 1 consagrados
e que a a asamblea de Pernambnee concedendo-o,
nao vai fazer uina inovacao. Apoiados.) Qua es-
ciuplos sao es-es em conceder-Se una cousa que
lodos os da. se conceda.
O Sr. .1/. Coralcattli :He que o nobre depu-
tado nao posou bem as cou.as.
OSr. /. de Hairos :Senhores, que os piivile-
venha.... cu nAo eslou duendo que se dcsjpropriem
terrenos para que veiiham colonos.
Sr. presidente, eu nao tenho mais presentes as ar-
gomenlaces produzidas pelos nobres deputados ero
op|insirAu ao projecto em disco*.Ao ; lalvez me esra-
pe aUiiina ; a|iezar disto vou agora oceupar-me com
u que disse o Sr. I)r. Francisco Joan.
(I nobre depalado, que ora se acha a ininlia es-
queida comecou a impugnar o projeclo comparan lo-
o a uina columna, e dizeudo que o seu capital nAo
devia cun-ervar-se como esta'.
Nao foram esta as snas exjiressei ?
O .ir. hranc sro Joio : Sun, Sr.
O Sr. /. de Horros Porque por esle 1. arl. con-
cedia-se uro favor inlnrameiile pessoal, que islo nao
devia ser a|iprovado por esla casi, e que era melhor
lomar se una medida mais lata, esteada-la a lodos.
O Sr. Francisco Joio : Emprezarios do mesuro
governo.
O Sr. /. de llarros : Mas perguulo ao noltie de-
puiado se porventura quaudo os senhores Mn.no
pediram ao goveiuo geral um privilegio para a cana- |Sam contrariar
Iruccao da estrada de ferro do Recife ao S. Fran- I do ; roas 0,11 lodo o caso u guveruo nao deve lie ir
de oAos atadas, pira que se possa realisar o con-
trato.
O Sr. .1/. .'acalf'iHfi :Os proprictarins que 11
facam.
O Sr. /. de Porros :Ora, o nobre deputado quer
anegar aos fins sem empregar os meio-.
Senhores, o que lio qua se diz na baaa primeira ?
Se for |ulgada in lispensavcl com 1 he pola que u
nobres deputadoi querein (fue se reili-e a eui|ireza
.ero preveii'rem todas as eventualidades *
Se os nobles deputados dizom que u guverno nao
precisa de empregar esses nietos, que mal faz que
se I lie d semelliaiile facul lado 110 raso de ser ella
precisa '! porventura sendo indispeusavel (al medi-
da para o eslabeleciroeuto da lahnca, os nobres depu-
tados, porm nio sei que conveniencia, quere o p,n
esse e-lalndociineiito a ulere dos ca|iricbos dos pe-
liculares'1 A fabrica ou he d. manir imporlancia
ou au he. Seus nobres depulad js cnuvin, que lio,
a giranlain contra tudas as einoigaiicias que pus-
eu aslabalacimeolo ; se asaenlam
porlancia, para (|ue conseiiteut nu
cisco, a assemMea geral Ibes raspan esse dizeudo privilegio ; sajan) lgicos, volem contra ludo o pro-
lica concedido aos peticionarios, ou a quem lll-lllo-
res couilicoes ollorecer o privilegio para a I aloro da
estrada de ferro'.'
O Sr. Barros Hrrelos: Dizia ama asneira.
O >r. /. de Baos : Ku craio, que seinefhante
proceder da assemblea ueral seria iuicoupreen-ivel.
O Sr. Franeiaeo Joo :O europio he muilo dif-
ferenie, nao lein paridad
jacto.
O nobre depnladi o Sr. Francisco Joan disse, que
as base eslabelecidas su tmliac trata 10 de favo-
res ao omprelicndedor, e quo 11A0 se Huta nada exi-
gido le, l.t.
O nobre deputado engana-se intoiramente, puis
aqni se acha delarmlaa ,n o ouonliiin que o einiiie-
/.ario deve garantir pelo menos aos soultores dos en
Mas, Sr. prssidente, o que fez a commssao a vista i,os 'i, concedidos pela nossa legislacAo, he cousa
de-ta pelirjAo concebida em termos assim lAo vacos".'
Procedeude inaueira, sa Bflj esloo eugaiiado, ms-
iei 1 r elogios e nAo increpacOes.
O Sr. .1/. Caca.c.anti : Procedau desabrida-
mente a cumnns-Ao.
O Sr. /. u> llanos ; Eu me explicare'. O pe-
ticionario requarsu um privilegio para estabtloci-
ineuto de nina turica renlral na provincia, a com-
inis.-Ao leudo coubeciineulu do que ti* essas I,ni-
ca- e de quaes as rundices da vllalidada dola-, dis-
se eom-igoeste homem ha de precisar de uina lo-
calidade central para o e-tabideciln-nlo da fabrica,
e.le boinein ha de precisar da facilulade de transito,
aliin de que as canqas possam vir dos difiranles
eii.enli is para a fabrica, san grande custo.
OSr. ,1/. Cata\contt da' um aparte.
(I Sr. /. de Horros : Prtanlo, lie preciso ga-
rantir ao emprezano apossibilidade, nao so de collo-
car a fabrica u'uinalugar mais convcnieule, como
lambem de crear alas de coiinnunicacAo,para que
essa fabrica pu-sa inoccioie1.
(Ira bem, sera' digno do increpacAo um seme-
Ihaiile iirocedimenlo oa commssao '.'
O Sr. Ar. (c.coicaiili : lie ale desabrido.
O Sr./. de Burros : O peticionario pede tam-
bero un privilegio, mas n,l diz em que ha de con-
sistir elle : o que fez a commissAo '.' vendo qoe a fa-
brica sci po le-i de-tinada a moer Canil as d'um cor-
lo jierim.Mio, limiloit o privilegio a' esse periqtelro,
licandolivie a qualiucr e-labelacer oulras fabricas
uos oulros pontos da provincia.
Eis asra/.es pelas quaes a coinmisso de alguma
soriedeuao peticionario aquillo quo el1,; na 1 pe-
dio : portanto, euleudo que a commissAo cumprio
pe l.'ilanp'nl e O Sf 11 mandato.
O Sr. .1/. Caraliunli: Obrou inscionle.
O Sr. I. de Horros : [alo lie na opiniAu do no-
bre deputado o Sr. Manoel Cavalcanti.
It Sr. M. ('acabanti: i,ue duvida Com lodo
o desabrinteuto.
O Sr. I. de Burros : O nobre depolado, como
eu dase, a|ireeuluu lambem um argumenln, que he
o seguidle : que 11A0 .e deviaiu fazer esforcos pelo
eslabelecimeulo de fabricas contraes na provincia,
poique ellas s lian) aproveitar a cerlo numero
inuito limitado de agricultores.
Eu digo, Seuhoree, que quandn assim soja, nAo
e podem negar as vaulageiis iiuinensas de LI esla-
bcleci ment.
Se. como eu disse n'itutra discussAo, esla provin-
cia podo olferecer lugares em que se montero ciu-
coeuta fabrica, contraes, e se cada urna dessas fabri-
cas pode pruduzr oileula mil arrobas de Besucar, a
quanlo montara o assucar >perfeii;oado prodnzid
por inda, essas fabricas ; Montar a :O0li,tKNi de
arrobas. Ora, enhores, i:IHHi.O(H) de eriobas.espor-
tadas de Pernambucn em assucar aperfeiroado sera
urna cousa de lAo punca importancia, vi-la da nos*
sa evpurlarAu actual, que nao excede de i:O0O,OtNI do
arroba.*' Portanlo, embora as fabricas ceutiaes nAo
to-- 111 aproveitar a Indos os e&ricullores da provin-
|ia, todava poderAo tornarsa una forca productiva
igual un mais importante do que a forra actual de
toda provincia.
Um Sr. frpiititilo : Se forem minio- ?
O Sr. /. de Barros : Comprendido u alcance
desie aparte do nolne deputa lo, que propugnen por
orna medida que se e-leudesse a mais de um em-
prezario; mas, perdou-me, o nubre deputado nAu
meouvio mitro da, uein ,10 menos leu o liten dis-|
couherida : lalvez o nobre depalado que se assen-
la a miulia e.-qaerda, queira dizer qoe os privilegios
sAo concedidos aos inventores...
O Sr. M. (,\a\cant\ :Nao, senhores, algum
privilegio, apezar do o meu desabriintnlo, eu con-
cedo.
0 Sr. I. de Horros :O nobre deputado esta' in-
Sislmda nesse termo '.' l'oit eu retiro a palavra
desabr ment.
Ora, senhores, se os privilegios sendo de mais
gravidade que as desaprupriaces acbam-se causa-
grados em uussa legistac,Ao, porque razAo essa re-
pugnancia pela desapropriacAo, que nAo limita a
prupriedade comu elles'.'
Se quasi todos ronvem no privilegio, no que he
mais, porque 11A0 I1A0 de convir lio que he me-
nos '.'
A empreza. de rerto, he digna de unta e oulra
cousa lie a julga de lano alcance, que respeitu,
ap'zarfla impugnacjla que leulm offrida, eu glo-
no-me de e-lar dvfcudeudo seinclbaiile empreza.
1 ni Sr. DeimUiAo :E deve-se gloriar.
(' .Sr. /. uc Burros :Sr. presidente, esla em-
preza he de uma importancia intmense.
O Sr. .1/. Caralranti :Peco vista.
O Sr. /. de Burros :Por ella lalvez al se d.-se
O Sr. /. de Harro< :Bowrnaa pede privilegio pa-, en|ios dn uarimetru ; e sementante oxigenla Bato
ra a coiistriiecAo do uma esla la -le reren do Recife hc '"-"l avoravel a peticionarla ; por quanlo par
aOlinda : ss'a assemblea responde-asa ; lica cmice- ella ,leve el1" fttMU 7 por canta em assucar da
dido o privilegio a llowm.in e a oulros nai mesmaa r:'""* '""eelda aposta na fabrica pelo) senhores dos
cireiimsiaurias, n que si^nificaria isto '.' I el,-eultos.
t) Sr. Francisca JOo:\ es,.ec;e he dilTe-1, >""*, eonsU-nre que os-,s r.ih.-icas centran
rrnio. tein-se asUbelecido exisiudo-sie dos inprezarioi nAo
OS/, ate arras-O narillelo esta' perrei'a-.1 7 1",r rS'" '"" ll" "inania cinco ; logo quaudo
menlO(*siab le, a onrpelii ... rrqn\c-;,t_1"'""",'."l; ezigs da emprezana qae garania pe
assemblea un favor, afie-i -' .-* '\grutar unta cena
empreza, sujeitandu-se a cartu'alaBands ; a quo deve
fazer a assemblea nn entender do n.dirc deputado '.'
Deve respeuder neeratariamenle uestes tormos 1 lica
concedido ao peticionario o favor que elle pede e
a todos os outro. em idnticas cireumslanrias.
O Sr. Francisco Joo :Como os permetros tem
de ser dill'erenles, lica cada um sendu pussui tur du
privilrgiu ii'uin permetro, logo, podem ser admil-
tidos muitos prelendenles. i
O Sr. /. de Barros :E o nobre depulado sabe
se lodos i-taran p r essas condjrots estabelecidas no
projeclo '.'
O Sr. Francesco Joo :Diz-se diante das bases
sesuiule*:
I) Sr. /. de Horros :Admira-me o nobre depo-
tado ter semelliaute pensamento, leudo dito depois
que as bases que foram a timtalas pela commissAe de
agricultura, sao pengosas.
l)Sr. Francisco too : -Todas nAo.
O Sr. I. de Barros:O nobrs depalado impng-
nou pensamento por pensainenlo, palavra por pala-
ra, e se sAo pericosaa as bases para uma fabrica,
quanlo mais para 30 nu alo sci quaiiias '.'
V Sr. Francisco Joo :Eu nunca na minha vi-
da liz uma deleza mais engenliusa do que esla que
tiz ao seu projeclo.
O Sr. I. de Barros :Se o Sr. Dr. Manoel Ca-
valcanti, que toro Impugnado osle |iroptclo, com-
anlo alineo, visse que elle Hulla por fim cunceder
os iiie-mo- favores, nao a una ( fabrica, por sor a
primeira, mas a tudas que livescem de ser eslabele-
cidas na prnvinoia, o que diria *.'
O Sr. .1/. C.ocolcanli :Claiuava.
eurm. Eo quando tratar de responder-llie, satisfar! |anu,< se aatabsleear uma fabrica central o que be
a sua euriasidada. O nobre deputado, o Sr. Manoel' 1u" ^1111 os ver '.' veremos que as Ierras dos en-.'eiibo
Cavalcanli, disse mais que nao era nestes aperfei
coamenlos que deviamo. emjiregar os no-sos mannos
esforcos, que llovamos antes eropsahar-nos para
obter maior pruduc^ao de 11 ssa Ierra, sendo esta de
lana ferlilidade.
Sr. presi lente, a noa trra he lAo frtil, como dit
0 nobre depulado, eutrctanln ventus em uma Ite-
visia publicada om llamhurgo pelo Dr. Srhmidl.
esle calclo : uma geira de Ierra no Brasil produz,
lorroo mello, !IN arrobas de assucar; na llavsna
prodoa IJO arrnbn ; nao sei *e na Jamaica 100 ar-
robas, e as colonias inglezas chega al a -JIM e lau-
tas arrobas.
O Sr. M. Catalcanti : En contesta que o Sr.
Schmidl trulla dado, para fazci etlc clenlo.
lia um t;uarle.
(I Sr. I. ilc Barros : Ha differenea cerlatnente
no eulliv......o fabrio, com 1 liz o Sr. Francisco
1 1 1, nas s. porventura os faelos forem exactos, co-1 Se hoja ama parran da lerrene desmembrado da
mo licar pobre Braail, proilucindo a mota le do nm engenho nAo luir valor algum, no limar aonds
socar que pruduzein -eos competidores na mesma es(ivr uma fabrica central, uma vez. que as cousas
marchan) regularmente, ha de ler um valor e dalu
O Sr. /. de Ha'ros;S* elle diz que en quero
principio a uma relama social de grande impar- ,|eii,r fugo a todo, quero revolver o mundo inleiro,
lj"f,"': ......... ... |o que dina enlAu?
O Sr. M. Caealcanli :Sem dnvida nenliuma.
O Sr. I. de Huiros : Sr. presidente, entendu que
nAu de v -111 baratear favores ,1a ordem desees, que
a commis-o pede para o eslabeleciinenlu da primei-
ra fabrica cenlr.l na pruvincia (I pensamento da
comniis-Ao, cu j o dase, be que devenios lazor
lodos os e-lomis jiara que se e-iabelera a primeira
fabrica e torne-se coohecida, porque urna vez esta-
belecida aqu uina deslas fabricas, recouhecendu-se
os seus bous resultados, espontneamente deveAo
apparecer nutra-, islo j foi dito lia nutra dis-
cussnn.
Ta alguna apartes.'
Eu nAu reformo o meo pensamento, tenho niedo
qoe sendo elle alterado, fique inicuamente desfigu-
rado e incoinplelo.
Urna eo: :E a mulla ?
ti Sr. /, de Burro* :Quanlo a malla,nao insisto
subre ella.
I) nobre dcpuladu diz que acha incmplelo o di-
zer--c que o |n runcho ten um rain de 1,.VI0
bracas contadas do lugar em que esliver a fa-
briea.
(Ha um aparte..
O que quer dizer mais 5, II, S, 'JO eo 30 palmos
.para um oolro la lo .'
'i Sr. Depulado : K se lor uma dillrreuc de
1,000 bracas?
O .Sr. /. de Barros :De aorta algoma ser as-
sim. A fabrica nao he unta cidade. Se o nobre de-
pulado, que lia pouco me inlcrroro|ieu,quizer ser ri-
guroso, exija lambem que a crrenle cun que se li-
ver de medir os I,.VIH bracas, seja inleinca, para
evitar e-sas cbicanas que elle imauiuuii.
O Sr. francisco Jouo :Fui advogado, fui juiz,
conheco-as.
O Sr. /. de Barros :Sr. presidente, qoauto a
pureflu du leireuo ein que se liverem de edificar as
depeiidenctas da fabuco, tudu islo cabe ao presi-
dente da provincia averitfUar, porque nos termos da
loi una vez que se considera uns obra de ulilidade
publica, elle tem de proceder nos lermos dessa let,
que eu lerei a casa para que veja que Helia se pre-
viuem ludas essas cuusas. (|.)
tira, una \ct que a assemblea lenha decidido que
lal eslabelecimeulo be de ulilidade publica, esl en-
tendido que ao piesidrnle da provincia compele .1-
preciar e-sa alilldade, e as exigencias das concessio-
narios. Na le se acha deleruiinado ludo, u presi-
dente deve examinar as jilanlas, deve nuvir os par-
t Sr. .1/. I'aiatcanli da' orna risada.
O Sr. I de Huiros :Nao se na o robre depu-
lado, neni suppouha que ou esluu pregandu aqu o
cnminiiiii-mu, nein u socialisuiu.
Si. presidente, laocando-sa as vistea sobre as
no-as prnpriedades ruraes .nos vemos que os gran-
des proprielarios ho|e he quero tem monopnlisado
(|uisi Lolas as Ierras.
I) Sr. .1/. Caralcanli :Que quer dizer islo '.'
O Sr. /* de Barras :(luor dizer qut da furnia
porque as cousas eslo, ha ie ser mpustivel crear-
se ana certa classe inedia, cuusa indispeusavel em
tudas as suciedades.
O Sr. .1/, 'aialcdHfi :E o que somos mis to-
dus sean classe media '.'
O Sr. /. de Barros :Nossos engenhos hoje pe-
los privilegios de que guzaui quasi que se |iodem
equiparar a outos lautos margados. Senliore-, e o
eslahelecimeutn e permanencia dos morgados sera'
convcnieule ?
. OSr. .1/. ('avairiinli:Islo he iroagiiiarAo desa-
brida.
O Sr. /. de Barros:l'erdnc-me, eo aprcsenlar-
llie-hei um fado, pata que o nobre depulado nAo
esteja dizeudo que eu estou sn imaginando cousas
extravasantes. Perece o chele de ama familia,do-
n i de um eugenho, o que he que se nula ? Nolar-
se-ba algumas vezes a suhdivisAo do eugenho '.' Nao,
senhores, he um dus lilhos, que ordinariamente li-
ca encabecade ualls ao paam que os oulros race-
iieni oulros lucros, lis verd.de, mas nao podem re-
ce!,er algum lerrenu comu succederia se porven-
tura as lerras'eslivessem em oulra- cundices.
On Sr. Deputado : Se o quizar dividir, divi-
dein-no e lia eientplos dislu.
OSr. 1. de Barcos:Mas eises exemplos' nao
sao emiini mis.
O Sr. /.'. 11 meto :Nao dividen, porque a trra
lulo lein u'valorque devrt ler.
O Sr. /. de. Horros :Justamente, muilo bem !
eu la ebrgarai.
Lancemos as vistas, Sr. presidente, para o lugar
poderAo se libertar dalles, ledo om valor intrnse-
co sem estarn) enanas a elles, e portanlo poderao
Mihitmdir-se quandu assim convenha a seus coiisc-
uhures. Nao quero com islo impugnar luda a gran-
de prupriedade agricola, nAu ub.ianle tenho em vis-
ta smenle o nosso estada actual onde so impera ex-
clusivamente a urande propriedade agrcola, o que
nao mo jiaroce conveniente.
0 Sr. M. Caealcanli : Me por que eu tenho
medo dos projectos do nobre depulado ; porque lein
- o'., fe uina -.-unta V>sla.
O Sr. I. dr Barros : Oue segunda lenrAo das-
eonheclda aatravagenle sera' esta \ Lu ruucluo
o meu pensamento.
Nu lagar em que se estabelecer uma fabrica cen-
mri s-i.
menos i por eenlo, o quo mai- sa lia da exigir noli
OSr. .1/. Caealcanli: Apoiado, islo he ver-
da e.
O Sr. I. de Barros : Dizia lambm nobre
depulado que o privilealii era concedido do modo
que os senhores de engentaos eomprehendidos no pa-
riroelro, nAu podiam eslabelecer fabrica eenlrses,
anida quandn livesseni mais de um eugenho. Mas o
nobre depulado se tivesse lida com lo la allencio a
base que concede a l.ahatiere privilegio para ler
fabrica central, afim deque nutras se nao e-tah-lc-
eam no permetro da sua, viria (pie se faz excep-
c,io para laes senhores do eugenho, uma asi que so
mam aaeaonaa plantadas emees praprins enge-
nhos. 'I..)
CalllcaOS em snu* Ierras ; qualquer se-
nhor de eiigeulio pode lazor todo e qualquer me-
llioramenlo em seus engenhos, com tanto que 11A0
miiam as caimas dos oulros ngeiihis, que Ihe nao
perleneem.
O nobre depulado eulende que esla assemblea de-
ve eslabelecer logo certas penas. Me parece escu-
sado islo, uma vez que ao presidente he que se in-
cumbe esla trela, em razAo de ser elle que lein de
celebrar todo o contrato, e que portanlo melhor-
nienla iluden' estabelecer essas penas de harmona
coro o que for ah e-labelecido.
O Sr. V. Porlella : Se aeha convcnieule, he
lioin estabrlece-laa logo.
I) Sr. /. de Burros :-- Se oelhantas penas depon-
dein de tantas circunt.lelas que, s a' vista do om-
ita! 1 que se liver do celebrar, n- que ellas se |tode-
rao i'slabclecei coiiveuienleuieiite. m
Sr. pre-i.lente, ja esluu bstanla Migado, e nao
sei se me lera' escapado alguma causa.
Algum-is pessoas impogoam a desanroprlecSo, di-
zeudo que .lia nflo deve t-r lugir leuo qnando al-
gum inlerei-e poblico iminariiala rculla dola.
OSr..)/, Coedlcdit/i:loteresse publico reco-
libecido.
OSr. /. de Barros:Mis, Sr. presidenta, se a
ulilidade puiliica for tmente aquilatada, pelo inte-
rese iidiricio.i que lidia tiver a snciedade. pergun-
laiei como be que a lnstruc{u publlea por seine-
ihanle principio poder.1' ser cla-silicnla de inleressa
publico '.' >i,s sabemoi que a lu-lruccao puiliica su
aprovaita direelamenle aquelles que aprendem, e -n
111 lireciaineule aproveita a' socie iade ; -e portanto
a insIruccAo publica he, apezar,disto de inleresse pu-
blico recunbecido,devemos lambem couvirem que do
mo.mo modo he de ulerease publico, aquello e-la-
lieleciiiieulii.cuja surte inleressa indina e gravemen-
te a snciedade, embora elle aproveile directamente
a este ou aquelle particular. O- privilegios das in-
vences nao se ba-oam em oulros priucipios.
Sr. presidente, osscalo-tne, porque ja esluu muilo
fatigado.
.iiou/is Srs.:Muito bem mullo bem!
Remella-es a mesa a segointe emenda :
o S? 1' 1--ar o artigo addilivo do Sr. Ignacio de
Barros sobre a machina central, acrescunte-seVe-
rificado pelo governo que a inach na I1A0 da' o re-
sollado de 7 por cenlo, licara' de neiihum elleito a
desaprupriacao herida, sendo os terrenos de.apro-
pna los re I tuilo- a sous dimos, e reslilu'iido estes
aos eutprezartas u dinheiru i|ue delle huuveiem re-
cebido.N. I'urlella.
Tanda dado a hora.
11 Sr. Presidente designa a ordem do dia, e le-
vanta a ses-ao as ; e :|| da larda.
DISCURSO DO SK. DklTIADO ti. I.ITMA-
K.ES, PRONUNCIADO XA SESSAO DE :10
DE MAIO.
O Sr. ti. tluimaraes 1 Sr. presidenta, leudo dp
Iratar-se da .! di nao quero que se f.cA o seu oneerraroento sem que
expenda a minha opiuiao acerca de diversas qnotas
que eslau marcadas em toda ella, para mesmo fazer
patenta as minhai ideas a res|ioito de algomas, e a
respailo de aatras coiroborar u que ja expen 11 em
ses-es anlerioros.
O Sr. T. du Silca : Temos sabbatina.
OSr. '.. l'iiiiiioi'oes: Principiare!, Sr. pres-
deme, tazando ob-civares, como ja dis-e, acerca de
algumas qu das em puti -ulai. e concluir! chaman-
to a allencfla da casa paraos diversos aogmanloa de
tlenlaras, cojos leireuos ttem de ser deaapropria-1 verbas a edJieianainentos a ledo orctimento que j
Iral, una das cmisoqueiicia > de sem
.in nlo ha de sel (jo- as lena, vo li
li inseco, nm valor vendare!.
dos
[Continua a ler.
He n presideute da praviacla
que ira de-apropiiar.
(I Sr. F. J. o :Peior para
em lula rom a Islcumpauhia.
O br. /. de Barros [leildoi.
O noble di'put.: lo [7. aqu h
nao hc la li mi le
pobre pruprietarie
olein una ob-erva-
ate eslabele- I alio, dase qua sem desapropriarau se iodia ol.iit
um s.il.u iu-
superlicie de lorr
) Sr. \l. Caealcanli: Se porventura...
O Sr. /. de Barros: De que serve usa nossa
arrogancia ero dizermos a nos-a ierra he muito
le til. he a mal- lerlil de qaanlai lia na round.....
O Sr. M. Caealcanli : Ninguem dl O Sr. /. d(, /; ir/os : (luandu assim fus-e, seria
prudeule que nos sbauduuassemos todos us meioi
da
se eslabelecerAo as bases da creacAo dessa classe
media agrcola a favor de quem esluu agora falo*
isin lo.
(Sr. M. Cacaleanti : Vis estamos lodos na
classe media.
It Sr. /. de Barros: Refiro-tne aclasse media
agrcola-, rspilo.
lerreno, que nao era precian de -orle algjina a desa-
|icopria;ao.
Mas, senhorra, pelo projecto, a desapropriacjlo t
lera lugar so lor indispensavel. K quero nos diz qu
liassHiam em J1 discus-Ao, que do algum modo pro-
vaina improvidencia uussa.
t'm Sr. Deputwlo : Ha laes verdades que nao
nrt'cisam de deinonstracu.
O Sr. li. Unimaraes : I roa das primeirai cou-
sas de que pretenda tratar he do f *r do arl. 2', ipie
diz respeito ,1 publicur^Ao dos lr-balbus par lachv-
gripluts, coin o que se despeu le :7* -.
Primeiramente diroi, que esse contrato tem sido
na, muilo tem cuinpridu, poni- no ileaerapenho
delle nao lia aquella exaclidaa que se lovi.i esperar,
ao menea a experiencia que leulio da lesislalora em
qu,. liz parte da casa, mo mostroo que o- diversas
tilgam propriclano por esle ou aquello motivo, por 1 el dorios, que devram S-r publicados e dislribuidos
capricho ale, 11A0 querera que a fabrica e eslabe-
leca am suas Ierras'.'
li Sr. Denufridd :NAo faca a fabrica all.
P01 ventura po le haver conveniencia sem beuevoltu-
cia dos proprietanos ?
0 Sr. I. de Barros:Eu a lleudo ao aparle do no-
bre deputado. Senhores, o esltihelecimcnto da fa-
brica uAo he arbitrario, comu eu ja ditse em oulra
na casa paia o boin an lamenta 00 para a apreciadlo
dos diversos o'tijeclos que correui por oossa conta e
ero que devenios volar, foram impre-so-, ou peio
menos distribuidos muiios dtaa depais'da abertura
da sessao, lano que o relatorio da presidencia do
aunopassato loi distribuido depois de um mez, e
anda se nao acbavam na casa ns appendices de-e
relatorio requerido! por iuiui, a leudo viudo alguus,
deixaram de vir integralmente, sent que tile boje 1
se nao acharo na casa. Mas, como tlnhs -ido islo de-
pon do cholera a ludo -e dizia anormal, eu lappoa
que esie auno se n.io darla semelhanle censa ; entro-
lanlo ha f'irco.o ronfess.ir que o relatorio da presi-
dencia de-te aun 1 fm distribuido aqui sote dial antas
de findaiem-so os dous mezas de aassae "rdinari-, I
isio he, a l~i de ibni. Sabem os nobres depalades
que us b.ilaucles da Ibes luraria, a saa dentara foi
lal, que p-issnu a sin o adiamanto por tres das na
le do (remenlo provincial, para vir uma copia da
secretaria du goveruo.
(tro, senliore-, dizenda eo isto, nlo se pense qu?
qo-ro itlribairrisa falta smente ao prapriet trio da
lyposraphia, nao : eu enl inda pie lmbese lia culpa
das diversa, reparee-ein nao man larem ein lom- '
po asara trabslhos, ptrqua na lipographta se quei-
xtim'disto; que vilo as prov.ts para se currigirem, a I
sii com mu la dilli, uldade rolbun para alvpgra-,
plii 1. Nao he um caslella que eo levanto ; n rol llo-
rn da in-IruccAo publica anda aqu n.i rhogau, e 1
boje fazeni tro- mezes q'ie so abri 1 a -es-Ao E co'ini ,
nu. podemos fazer urajuizo exacto, dar no-so voto
seguro, taltanda-nas us-cs .iados em lempo orop-
leme ? I
Cilla '< usa ha mais quevem no contrato feito com
o Sr. Figueiri'ii iiiiiniiivaiiieulc, e (|ue ro* paree-
que nilo f,n compraban li la no coulr.lo actaal: fallo
do redactor dos debates.
Vejo que no emirato existente nlo se falla acerca
du redactor dos dbalos.mas ha uma claosulnque diz.
que a assemblea lie abrigada a fomecer lugares pira
os tschygraphos e redactor dosdebales.poreni (al em-
pregado nao evisle, porque nie parece qoe passoa
p ir alto 110 contraa existente. Lutt 1 t.int 1 se ti-
reasemos esse redactor parece, que as cousas nao
marcharan) lao irrpgiilarinonte como m .rrhan boje,
porque 1 Contrata da aa deputado jiara rever o seu
discurso uma hora, suc^e leudo d'ah que lodos ns
dias vero no Diaria" as decl..raales de que os depo-
lados mo der un os -eus di-cursos, o que 11A0 vena-
mos -o ij ve-s'tn is o relator, que devena dar a satu-
rna driles. 2
O Sr. Francisco Joo :Elle nao -umpre, e nm
nao cuinprimns'.'
" Sr. C. Guimarucs :Poderia dizr tautbein
Blguma cousa acerca dos diversos ar igos. que quasi
constantemente sanen) contra a optis desia ou da-
qjelle depulado ; em verds le nao se j>o,lc dizer quo
os que tem atahiila s.lo expresadas infamsote*, como
esta |ireveuido no contrato, mas alguus lia que nao
dcviaoi ser aceitas ptlo contrtame. I.emhro 1113 bem
que n anuo pa--a lo fallan lo se aqu aerea de col-
Icctoros, n meu nobre amigo e coll-ga o S'. Dr. Sa-
bino disse que sabia de um que liohi deixulo de fa-
zor o I iiicaiuenlo de uma qaantia recchi 11 ; n:> ou-
I tro da diste o Diario. OSr. Sabino, declaren ao.
* me do eolleclor, que deixou) de race her alguma
quantia recehi.1i sal pena de s-r lido por falla de
j honra.
(Ira, islo parece que n Sr. Figurar 1 nlo devia a-
ceii.ir, por qoa he pr om duvida a* honrada um
mambro desla c isa. .Vis saben is qua quan lo se Ira-
, la de qualquer p.ssoa, Ils procuramoa senipre certas
desvias para qoea que l-m se na 1 torne odio-a e nns-
s 111I, um depolado quinio diz qae abe di-lo ou
'taquillo, me pareas quo .leve ser acredita lo ein
qu.nto o contrario nao se provar.
Eu desojo pots que no contrate, que se lenha de
fazer, so altenda para isto. que se exija nal redactor
dos Iraballios para nAo salu'rem lAo meo nplclos 00-
1110 tem saludo algn- Ir.balhos, para nAo siicceler
com o projecto n. d'.t cotilla o qual cu I ille, e
que na psabiicaclta di--e o Diario sem di feilas estas breves relleioes, eu ptissaroi ao arl.
7- ? I-. X
Desojar*, Sr. presidente, que a aulorisactlo dada
a pretidenria para a d speza ciin creafila la ca-
ileiraa de p im irasl-tlr xcede-se do tre-lilo vo-1
inla. p rm o que lom p -111 a pii 1 >.'/.a h-
lid o seo ov tessu, que eu r celo m 1:1 lar u.tia emen-
da nesle -nti 1.1. parque *.tn' tr.-/.oi mal o ,1 aug-
mento, o empelotar o esladu da nossos eofres.
Eu (iileinli 1 que nns e.le anuo na> leviamns
crtar inarlos de dez ca leir.is, 111 >sm 1 altandendo ao '
que disse o Exm* Sr. director du iii-trucc.-io publ- 1
ca, buje presidenta da provincia, m ,s petas razdas I
que acaba do dar. polo oslada em que se ac 1.1111 aa]
Ci usas depois de loiem pasando tantas emendas, eu I
11A0 me animo.i propo-lo eja Oca muito aalisfeito, I
que c intinue a aut risagao para a creacAu de seia |
cadeiras, visto que mais nao sera' possivel neste
anuo.
Devia agora, Sr. presidente, tralar acerca de
ubras publica*, p rque no Diario de '25 de abril
immediatu ao da em que saliiu o meu dccuiso,
sobre obras publica', quandn eu l.iiiei a respeito da
casi de delonctlu, ponte do Camoriin.acudes do llum
Jardim e l.iinoeiro, ele, sabio ama declaracAo do
Sr. director das obras publicas, dizeudo qns bata
de convencer me de que anda uma vez en mo 11-
uha engaado as declararea feilas a ca-a. I'ma
I'. Embiira fos.e pablicada nesi.o jornal o rotato-
rio do i-,xm. Sr. presidenta da provincia de i a ."1 de
marco, islo he, cinco das depois d. abertura da as-
semb'ea, com ludo glguns Srs. deputa tus nao se jol-
garain Mtisleitoa caro semelliaute pulilirarao, e por
varias vezes exlairam e dainaram pela lmpras*4a
avulsa. Assim, cumpre quo expliquamos a causa
desla demora. Para or deuics esperam pela remessa de |ioras diMerentes,
que ordinariamente ehegam cum mulla Bwrosiilade,
e o F^xm. >r. Seraje receben algum documentos ua
Vespera da ab-ilura da assemblea ; de sorle que fui
obligado a concluir o seu relatorio, poucas h iris an-
tes de partil fiara a ca-a das -os-es. Aa*iin uAa era
possivel que estivos.e impo.so cum antecedencia,
uein tai pouco 0 foase om |.*i 00 lid ,,ia- lloje que
este Irubalho e-ta lerininado, Sr depalado padera
avahar o lempo precisa para a respectiva execuctio.
Pode em.ollar qualquer Iv pagr.ip la, e oslamos con-
vencidos de quo a Villa dos mappas e oulra- pecis,
uonbiiina das existentes se encarregaria do imprimir
illl c\- mpUres om menos de qualro mo/.es.
Se o Sr. depolado cump irar o- documentos impres-
sos 110 prsenlo anuo, cum os dos aun is nleeeden-
les, vea que 11 accreseimo lia imiiienso; por ejemplo,
compare o relatorio da Ibeseararia de-te uno, cum
o do auno passado, e canhecer a grande dilVereuca.
II rolalurio do Sr. Sergio he 111.is do duplo dos que
acabad) da aprsenla! as Srs. ministros de Balada
cmara dos deputados. Se ha alguma demora nos
impressoa de repartieses nao he culpa lo proprieta-
rio de.ie jo-nal. O- contraas foram Mies sagonda
o. Irabalhos cvuheciitos, mas lendo liavido glandes
accresclmos,alguns em duplcala, se;ue-se que a Iv-
fiograplua a islo ntlo eslava ohrigada ; mas leconhe-
cendo o coulrataiile que neiitiuma Iv pographia del- ,
les se encarregaria, lulo hesitou aceitar o accreseimo i
de irabalho. Tazando sentir ao mesmo lempo as res- |
(lectivas refiirttces as* dilli uldade. coro que litiha '
de hilar, e que era justo boiivesse alguma toleran
cia para comas demoras qoo por ventora e dessem.
2 A coudic.io que se refere ao redactor dus d-
bales be facultativa, e nao obligatoria, e uuicameii-
j le para SVnprir as laaanas ; mas leudo o contraanla
levado ao ronhecimiulo da comuus-ao de polica a
dilliculdade ein que se va pela demora da revisAo
dos discursos, e falla de entrega de uulrus, ua 1 Ihe
f 11 facultadu SUppnr essas lacuuas, uuicu caso em
que efa do uecessidade es-a redaeco ; jiortanto nAo
se deu falla do cumpnineulo de contrato. Segundo
o coi,trato, n proprielano de.le jornal he obligado a
entregar us di-cursos pu, s-rem corregidos, cun
(auto qu- sejaiu reiiietlixis uma hora depotS da en-
trega. Ora, leudo os Sr-, deputados, nao uina hora
smenle, confn me esla' estipulado, roas militas hu-
ra- e al das, para rererem os seus discursos, e uau
podendo elle- fazer ou nao qoerendo, lica o* contra-
anle desobligado da puhlicico, roas elle nunca o
deiva du lazor ; e coro aulurisaco da mesa a qu-m
eurapria reconbecer scmelhantss tallas, eaperava pe-
los discursos dou- e Iro- dia-. Sera' asta procedi-
menio de i|iiein n.io eumprc o qoe lala '.'
i O ceulralanla lio olM*igailua 11A0 admittir [>u-
blicaciii-s infamantes dasopimese (ie-- as losmem-
bios da assemblea. lisia clausula da cuulrslo seiapre
tem sidu ti'dmentfl eumprida. Qaando este jornal
liublica algum arligo ein defeza de algaetn, be
s^ru|ire em termos cometidos e hanestoa. I'odo
o homcm lein direita a que se respaila ,1 -ua repula-
cao, e dtsla re-^ra nAo lie exceptuado o que for of-
f-'d lldo |ielos > -. riepnladO*, e no Itto ,10 Janeiro,
onde exi.ic a mesma romlirAo acerca da puldnai.,10
tos Irabalhos das cantaras, nunca houve quem se 1
lembrasse de exigir ronlrariu.
I' .rcsia occairiA 1. 11 i o poslemo' delxardeeslranliar
0 lucillo tu segal lo ne.ia (1 la ic u 11 1 das ah 1-
rfle. du impres-ar. I m indivi iuii |Hilihca cr:. arligoi
virulento *m mil perro tico, o nlleiidido 1 "1 re a
r.tc p,rna I pala 1' -pon '.. 1. delen i r-se (lo que con*
Ira elle aa di-si : o propiielario, como Ihe compre,
I.:' lugn a del''/i. Knlr.'i.tiito, ei-o .ig^res-or a bra-
dar q.ie o lii tiixo nao devia admillir aemalbanlei
publicartlo. M'r islo a mparcialldade quo devora-
racterisar a imprensa '.' (.remosquedeve have miil
1 ,1er ni ua.
Tondo mis *omeiile eonbecimenlo do di-corso do
Sr. r.uimaraos 1,0 ais S, c estando a asnmhli ro-
chada, oslamos prompoa a inser.r qualquer reapost) .
que u Sr. deputado quizer dar, para u que Ihe
otrccemus.as columnas deite jornal. Os lili, i
da* refutar,-s sabio no Diario de qoarta loara rm
que o engenheiro di/, que ro rna encane' goai.eU
Iralava da c.\'A de dolenrlo, qoe devia lar olh4*i
para o relatorio do Sr. pre-idonie ende se Iralava
d s-a materia. Apezar da qoe o relatorio des.
Exc. nAo foi di-ltiniii lo no prnu-ipto da se asi*,...
Cm Sr. Depalado:E o* Marte-i '
0 Sr. li. l.'uini'iroos: Ku dovo di/er ao naoru
deputado que quaudo saino o relatorio.eu mr erke-
va bastante doenle dos ,i|ha-, e n) leio o 'lliain*-
sean un da em que elle 'he, tsperava que n rats-
turio aqui fos-e apta Miado, por i-s na e-tava
inuil i a |tar do que di/' i S. I'xc. no *ea *>*lica.t*M-
uio relalorio : nas dizia eu que a l*t a-ilofraava ao
governo a per om arrematic^., a bra di ra-st ale
detone;.,, mas que jalgtva r** auion-acia motil,
parame o (avara anda n.l, linba qoeridn M alth-
sar dessa faculdade e ao lempo em qoe no. fallave-
nins. miiIi lal a, reinal.nao se nan linha teilc.
/ .ti Sr. I) nula ti; fnia naaaai henil se lar
feito e oulra be nAo *e b-r querido farer.
( Sr. i;. Gaimaratl: Yin tem qeerid?.
1 ni Sr. D pul id i -. supp.mln que na tem po-
dido.
(' Se r;. r.'MiiM.'iroes ; N.l-, tero qoerida, porque
o g veriio aui irt-ou a l-ilura de i.ma enletrenar.a.
mais deaU u l iqu -lli obra partiral.-r, o a-wni las
gastando a sorba cou-e t, i, para p der *er a oh*o ar-
reinalala. c dlocanloe ao dcpoi- na impo-ibilialo
de levar a elfjito a arremilacio da obra da casa do
deieui-Ao.
II- alguns apartes.'
O .Sr. li. liaiinurei -- Vejo lamliem qo** neo
ha m uta razAo para ler -l la o orr.insonlo do%>d-
vi lo pela Ib -jurara, comu igualmente pense Sr.
engenheiro director tas obra* polilo <. I'or UM3M
seguinle, como eo disse, qoo o covern.t nin tioka
usado da autonsaco concedida, e qoe petr imw arna-
va intil cuulinaar, no era is-o mulla l*o-a de pe*-
psito, porque quando eu fallava, nio sainada exH-
lensia de lal orcamriitn.
O Sr. B. /.renla: I.ogo e*ava mal infamada.
. O Sr. (,'. <; ii no ir.lo. : Itlimain-oU raim-
sei con, o Sr. director da* obra* pul,I ro, e ajee**
que li -amo. concordes, evi'le-n mullo aucas diver-
gencia* aceras de cerlo* fado* ; mas romo ja" Iretei
des-a quesillo, c lambem o Sr. engenheiro dase qoa
[ireleu lia prnvar o meu engao, lie preeiaa qoe le-
ca de .1. u ii molo saliente, oa fc canee cer a-oaos
pequeas dillerenc.i*. I mi das .lili -renca- que ella
nota em meo discurso, fui acerca do acode n> Besa
Jardim, qu.ndo .te-I ir i Oasll ler i enie-
nheiro lomar aras no sertas. Mi bem. o enosc
eug-n!,eira foi mana lo p o dire-lor geral das
obras publicas ; rna* I idas nos al. iso- coma so lee
islo. e o ine-uia Sr. director ti.ule d.t* nohro* depa-
la los faitea ni-lo, creio que ronvenesa? qoe esvo
rerala H diva entre algn* de n >* eoilega* ; l*>-
dos sabem qoe o Sr. \i-i K-go, -e asrhava desan-
do um pao-o rain o Sr. J liento, enlaa prrsslassla
le eternas luiniuarie., e qae para laaer as posos o
mandara dar esse pa.-oro. elle exigi orna Itconra da
dous mezas para tomar are*. M o quo He certa lee
que o acule do iloin laid.ni.qoinjo ru falle, aioaVa
nio liobaiu appre lio os el 11-01111 -ule lamadm
sobre elle, e o qoo eu qmz tai lor.r ne-*a qssiUo.
mas paraao-ate qoe o Sr. direcluc da* oltra. paMi-
ca. d z que a planta j.' e-ta' feria. A *.-mloV. osW
auno vota ama quaulia para o* ."de. era sanos a
eslava qoe S. ElC a Sr. p.e-idenla lera'a li'o tale
de mandar fszer esse acude, roja nocoila4 ho
palpitante, e de um 1 ucsidade nicoule-tavel.
** o'- -. '"i'l-l 1 .....cu a 110.-a dillerene* loa em
que o Sr. director diz qu a ponte foi nein cnll*--rarla,
que o lugar nio be da aren tr.axa. ron ao d*-rla-
rei a ca, e que paia ella toar leila no enaouno >.
J0A0 se n -es.ii.iv.. ,1 e*lr (la de 1.101U aterra, r-ae
cis.vi 11.i'.l.eiu n.na p.mt- 110 ri-u <> i.oiia,
Cendo qa dl/la ello, qoanao a- a oa dara
liOila 1 t-ij-i...... os qu tinhan : na-sar na |
ledo >au Jola, er. pi. ci-o m.i < .1--lenciati
M -. prisilrnie. n.i.idun.- aaotai l*-*-*, lia*e
, .,, .0 lo que ja _,..te:.la SO .-.auna UU amasia
,0 C, i.i.orun, se c.is|.,ra u loiiiilmeul'-. o ..-im ne-
Ihst (era que *e hze-e a ulna |wr asatra maneara.
II 1 um p.Ho.
OSr. H. I.HiHinrt. : -- Mas l-nds-e ferio a
paute nn lugar om qoe (nleit., n'u.o leirena em
que lio pu na ler 'kuran;i taal mu. >ap.u. ia
recoulieer o eng-uh 110. sata* curo qoo ilevia l(-^
ostodado culi aulecedoiicia u terrena e e-ca4k um lugar amule smbor.i -e IZ-.-0111 duas ponte, o -a)
g i-la.-u ,11,11* dinh -lio, fixtean ella* loil*e> oa a iM5gu-
ram a.
/ o Sr. Depalado : Eram uerearies tmo
poniese daa* poco,,., do osl, i...
" Sr. (.. i, 11 maro;, 11 pritpriatarta -lo 00-
genli des-a lugar conserva uma peala para a sea
-ei vico e do publico.
(I Sr. Burros e l.verda : E o nabro i
do quer '(aquellas f
O Sr. ti. GelamoVta : NJo, mas podiam taar-
se mi llore.
(' .Sr. /;. Carerda : I ara a orransenla do daos
punios.
' Sr. li. tiuimnrrs : Nao ><*, nAo le ana o
da o. pcenos para islo.
II B>. /.'. / I I ul 10 11 01 ti-1 na
(' Sr. ti. liuimnnies : Enlu |icoa lie-en-ea ao
nobre lepula.o para di^alir.
t> Sr. Frandsea Jota da um aparte.
ti Sr. li. limihiires : ^ao aig ((ncnlar-i Com
aquella sonluia de r uhcriinentos, |a|ia de praaaai
nai tlilaia-, pos-o alguma vez e*tar em eni:aaa esa
materia de obras publicas, p oque nao -c aaamaaUB-
ru, Bem me julgo ndulltad ein arinrtlMale* mete-
ra*, mas com o ,:o|iuladu nao >> icrc Ir.zor aa ca-
nil- cimento da pro. moa. u que ro >a| paufea tro
dos -ng inhuiroa i So BsMsa a r.,n*iriiccAo .1. Panto
do Lamo.un, ,io loi para az-r i,,ii>ui -._,..- a ane-
guen!, it.it,., d a ponte, .ioecu ie Boa j'araim pa-
ra chamar a iltencao qu enverno para ello. |M>ia qoe
teiiliimis um r-m-dio, pirque cuino lodo .l*-m a
paula do Cainorim esta rullocada na ,-u.da de V.m
d'.llho, e sem tila nao po le Imv.-i irau-ila lanl lia-
ra i ronlrn da provincia no invenu,, o o arode de
Bou Jardim he muito nrrexano.
il Sr. Frannsc Mata da um aparte.
ll Sr. ti. i.iiiiuoi ,ir. : nanlo ao acode do 1.1-
inneu...),..ion- que lodo* o<'i clamo ale arrorda.qao
0 I (gar aoooaUfalo nAo prc-l.i. porqoe ii anuo poaao -
do, sendo de rigoroso inverna, u acude nao |4o
uilciilar agua, porque o bala be feu. rm lugar o
ama frouva, e biveudu cliea no t.a|,iliariho, o acu-
lo lica iiialilisailo, |,oiquo a ropie-a robre baldo -
al> m de que i, acule do l.imoeiin dep,. se e can-
ee tu o s.ngijilonio, qoe era mais alio oo qoo a
baldo li palanas, dounis, digo, que loi uovamrM> m-
,a la a obra do concert, p..rcre-nir que anda I,os
fieior, porque toz-e um angra.laaia em locar anm
laura a. aunas para o riarli, IViai. na. quo lie -o
prrior ao nacho de acode, e que nu lempa do inxei-
n de cerlo ira desmanchar a obra. I'oi caonqueu-
ci i au fui inexacto, quaudo assevere a cano qoe a
dniheiro g-t j coin o arude do Urnoeiro tlnhs -i I..
infroclifer ,.
Dairar aaq M de obra poblira*. porque nnla e-
Isinos de arcordo.e lalvez que am la ea qoet*a ua-
n ta ao prelo, pude ser que eu aluda leona do fal-
lar.
Apparece orna emenda sii|epriminda o i 1 da* arl.
1 i que he a que marra l:Slr? nu aomiaisliador do
Iheairu de S. l-abcl.
lein-se ddo qoe e*e logar ho orna sine rNro.oor-
que au aditiiuislradur -o inrombe velar na guarda *
e lilino, mupas, ele. ina* lambem run-idei que o.
se Lmki-- quo -e di ao aimiui.li.doi be em viilade
du rrgulaiitonlu. e se lllannos ea quula h --
mo que refirinariiioi u n gulamenln r cansa nao ho-
vera quem quoir. -ei vir ic logar aneas, paausa qae
o s: deve continuar a ex.lir ; lalvez pim Vpm*
que u autor di-si emiula a jasttcar, eu rauco-de
i om elle.
S re o Ihealro direi qneessa ojnaui que -oda ho-
j". h conmqueu ia amonan nomodae,
USr.r'ran o./,.,,, Ha mu erra i'iatic.i,
na admini-li ac o do >r. I.IiicIkiio da baua.
" .Sr. i,, ti'iunarrs Laaaa -xi*io qoi orna
emen ta mandando aoennau r a qnia a Jtttaaii i...
paraca qoe be atiaalla da tallar di-ln.
Sr. |,icsi Ionio, -al.,,no- que a coi-liaccjo do llisa-
Iro do S. Isabel lo piin.eiro enrarrog.da a nana
' unpanliia. esta companhia parece qoe ni doria
conta.i'U e-te ve muilo louiioi *cn dar i,,na aa-lror-
eo que elle lora eiuarregada.
" Sr. l-row i"" toa rano l'S tal. naa.Sc. lal
viol''iil.m o i- man la la di ensopa i is ', IHsr.ir..
ii se. i., i.ui'ii'iroo* r,. |,-i,,.|.,| inmandod
'til runo. ,|/.. i .i,|,. ,|,., oilaln e -..n*
pi p- ( n i.....'' pero* I plnvii. t |m* rte,o la-
i i' tipio loa o i'iu-rii.ria gai.,i ,. meaos aa
r ion I II.
Na. ,.; oados.
Sao ineiios de imitiaarj' para a enn.' n e caactu^a*
lo nina obra que -e arb.va ita mUa i parliralorm .
' o outro mal foi iibrigar noveru a aOaulanoi
as arenes da companhia de L. leer,be para da-la* roa
[lagainenlo, licando unpo.il.iiitado o g, verna do roa-
rale do ene.iianioiito da. agua, paia Irraaot mam
redo ae.ua de nreca,
11 .sr. /', in uc,, /., i : | i ( tiusnbl a deasa
lemp i contra a upinio de I u i meiiiuros da palru-
llia, da qual eu liuha a buura de fater parle.

MUTILTftKT
LEGVEL


DlAhl ]>__ FF.KNAMBTICO QT.A1.T.. fETRA 10 DE JIIXTIO DE 1857
o Sr. <:. GuJmmSn:Alamdleeo, Sr. presi-
dente, Ji na egunda dlaeaeslo passou urna qnola ile
12:000i par;i o lliciIro e asura a aprsenla nina
emenda elevando a 1 conlos de ri. esa qnola. lie
conveniente que haja Ihealro, mas he quando o co-
fre panuros podtrem coinpnr esa detpeza, de-
pois de salisf.it-9 as neceisidades mai vilaes da pro-
vincia.
I'in Sr. Depulado : lalo lie um bcnelirio real.
Outro Sr. Depulgdo : Aalorise-se a v-nda do
thealro, porque enllo ama companhia se organi-
arn.
O Sr. G. Guimar'ie* : Declaro pois, que vol
ron ir a u emenda, e vol eom maioria da r. ;lu ago-
ra, visto apparrcer orna emenda qup ji foi rejeilada
eni segunda disena-lo, elevando a 23 conlos o subsi-
dio do thealro.
l'ma lo; : Em toda parte do mundo se suli-
venciona o thealro.
O Sr. G. iiuimara'f* : Creio 10 nohre depata-
do, mas eu eulemln que nos nfln lemos dinlieirn pa-
ra que se d raais da 12:000.000. 1'assarei adiante.
Ou.inlo ao arl. lli, que traa do curslivo das pra-
vas da polica, eu ue.ejava que a commijiao me ds-
se alBuma explirari.es, porque me UMll que qoan-
da os soldados estAo no hospdal soflrem um descon-
t em seu sold apphcado para o curativo e se do
sold das pr_ra. se deduz e.a quanha, parece que
nao dev-ra ser filia a depe*a do curativo das pa-
can costa des cofres pblicos ; porem como lalvez
esteja ensaado, desejo ouvir a uubre commisslo, se
conveniente julaar responder.
Sobre destacamentos volantes, tralou-se aqu na
ganda di .cu'..lo e por al uu. apartes que dei, pa-
rece-me qoe me corre a olirig.ran de di/er o que
perno a respeilo.
Os destacamentos volantes, Sr. presidente. Hornea-
dos sob a capa de pollciamento.
OSr. narro* de Laceria :E de necessidade.
O Sr. G. Guimarae* :E detneeessidade, como
diz o nobre depulado, moilo bom seriam se nao er-
vissem para mais alauma cousa, por que os destaca-
mentos volantes auxiliando as autoridades lorie* na
repre..i.i dos crimes e puniclo delles, nada nuil
louvavel para um soverno ; porm os destacamen-
tos volantes aolonsando a .eu commandantes a
serem simultneamente commandantes da f jrca pn-
blica e autoridades administrativas, he nesse ponto,
por tanto que eo nao posso absolutamente ahrara-
lus.alem de que,romo libe o nohre depulado, os des-
(acmenlo volantes nao serviram sii para a punidlo
dos criminosos, foram mais adiante, os destacamentos
volantes lambem serviram de machinas eleiloraes.
I Nao apoiados, reclamarles..
t Sr. Sabino Olegario :Apoiado.
l'm Sr. Depulado :Isso dizem aquelles qoe n3o
poderam Iriumphar as eleices.
O Sr. G. Guimarae* :Meus collenas, os desta-
camento! volantes em nossa provincia ojo sAo de
hoje era de hontem, e pesunto eu, quem fez o pri-
meirn depulado da legislarlo passada ? Nao foi a
(ropa de linha 1
O Sr. Barrea la Laceria :Os eleitores.
O Sr. G. Guimarae* :Eu appello para a pro-
pria conveniencia do nobre depulado.
O Sr. H. de Laceria:E a minha consciencia
dii-me que o eleitores de Pernambuco fizeram o
primeiro depulado de Pernambuco.
O Sr. G. Guiaran :O pnmeiro depulado de
Pernambuco n< leaislalara passada foi o general
rommandanle das armas d'enlao....
l'ma Pos .QuldindeJ
O Sr. G. Guimarae* :He que os commandan-
le; liveram muilo peso nessa eleirlo.
(m Sr. Depulado:Como,se anida nao existan)
destacamentos volantes ?
i) Sr. <;. Guimaracs llaviam destacamentos
de Iropa de linha.
O Sr. B. de Laceria :Isto nao sao destacamen-
to volantes.
OSr. c'. Guimarae*: E io podsrei conti-
nuar T
<1 Sr. f. ie Liccrda : Nao, porque o nobre de-
pulado em saa r_uinenlsr,lo aprsenla um princi-
pio lalso, falsissimo.
O Sr. i;. Guimarae* :O que eo quero dizer he,
qoe o destacamentos volantes lambem serviram de
machina eleiloraes.
O Sr. Theoiora da Silra :O destacamentos vo-
lantes sao urna planta trazida pelo Sr. Josc liento
da Alagoas para Pernambuco.
L'm Sr. Depulado :Prove como foram machi-
na eleiloraes.
OSr. G. Guimarae* :Os destacamentos volan-
tes, como disse, furam maos, priineiro porque se da-
vam attribuices aos commandantes, nao S" de com-
mandar as forcas publicas, como de serem ao mesmo
lempo autoridades processanles...
l'm Sr. Depulado :Nisso nao ha mal neiilium,
he ama necessidade.
O Sr. G. Guimarae* :Mas he cnnlra a lei. Se-
nhores, mu nao abemos que una occasiao foi Ho-
rneado o Sr. Camislo como delegado e commandanle
volante pira t.aranluins, achando-se elle obrigadoa
responder a duus procesios oe, responsabilidade pelo
juizo de direilo do Limoeiro .
(Ha um aparte.)
OSr. G. Guimarae* :Oque prova he que foi
mandado para all, nn qoe a comarca livesse ne-
essiilide de um commandanle volante, mas lAo sn-
mente como machina de elei(;0es.
Um Sr. Depulado .-Isso nao he prova, o que fez
\\t para a eleirao, que meios empregno ".'
O Sr. G. (iuimarac* :Pravo que leve Torca ar-
mada, qae foi a S. Bento, etc. Ea s>> quero dizer,
que os ap.iri que dei aqui quando se iratava dos
destacamento volantes, erara fundados em virlode
de fados deque eo linha couh 'ma 'oz : E o que tem isso com eleices ?
O Sr. G. Guimarae* :Sao opmiOes ; e ea en-
tendo que os commandantes volantes tem abosado
das suas alIribinrOe, e que mesmo na repressSo dos
crimes o tem feuo, mandando homens rmados com
colleles de couros, o que he inconstitucional pelas
tortoras que causa tal pris.1o.
'lm ^r' D'PMaio 'Se ha excesios.nno provam
nada que o nobre depulado quer.
0 Sr. G. l\utmarae* :Prova
bons como se diz.
1 m Sr. Depulado :Entao mililarise-se a pro-
vincia.
O Sr. Barro* de Lacerda :Que ronsequen
O 8f. G. Guimarae* :Sim, e he 13o bom i
(arise-se n provincia.
O Sr. Barro* ie Laceria :A coqseqaencia da
opimAo do nobre depulado, he que nao lidia tropa na
provincia.
O Sr. G. CiuimarSct:Eulao eu nao quero a pri-
sao dos criminosos ?
O Sr. Barros ie Lacerda :lie a consequencia
que eu tiro.
OSt. G. Guimarae*: Quero que haja forca, mas
qoe lenhamos autoridades capazes de a empregar
nos termos da lei, nao approvo o patronato ao crime,
como o nobre d>pul*do quer altribuir-me.....
" ^r- ? ^e '-"cerrfo da' um aoarle.
"Sr. G. Guimarae*:Eu nSo quero levar a
quesiao para o lado odioso, mas fique o nobre depu-
lado cerlo, qoe o que eu digo he eiactissimo ; hoje
no centro da provincia, quando se quer fazer mede.
a alguem, falla-se no commandanle do destacamento
volante.
l'ma lo; :Isso he um elogio que lite MU' fa-
. zendo.
t Sr. G. (iMimariies :Esses destacamentos es-
palham o terror por onde passam, o medo do recru-
tamento afugenla muilos de suas oceupacoes para
refngiarem-se nos malos.
t Sr. f. de Lacerda:Isso nilo he s tacamentos volantes, qulqoer autoridada quando
quer recrular, produz csse elfeito.
Outro Sr. Depulado : s os criminosos lem
toado.
O Sr. C. Guimarae* : Pois eu tenho medo.
'"ni Sr, Depulado : O nobre depulado tem me-
do f
t Sr. G. Guimarae* : Nao tanto por mim,
como pelos meus coiicrdadAoi, que vivera asiuslados
no proprio-solo.
Sr. presidenU, eu deixo e-la queslao, porque mes-
mo noli.i na i queria entrar eom lodo o desenvolvi-
mento, a quiz mostiar que linha RtSo quando dei
os apartes a resp.ilo dos deslacamentos vulantes,qoe
foram aqui endentados. Nao me ecuparei mais
delles.
O Sr. Xeira : Sao hem convenientes.
O Sr. / I Helia : E necessarios.
O Sr. G. Guimarae* : Na segunda di'scussAo a-
presentei nina em iida.maiidainlo supprimir o impos-
to d 1:-2IHIN('K) sobre as casas que venden) bilhele
do Rio de Janeiro, mas enm pasan mea vi, qu ella
naopasioo,sondo que eu nao linha por fira senao tirar
do orcamenlo una verba intil, porque eslaodo su-
geitos o bilheles dollin de Janeiro a am imposto de
80 por cento, qae he e significa o mesmo que prohi-
hi-lo nesta pn.vincia. e posto de 1:20O^:)tlil sobre essas casas ; parm comoa
mu ii i emenda fui regeilada, parece-me que uada
mus dgvo dizer a -.emelhante respailo.
Agora apparaeaa em lerceira li.ru-.'m orna emen-
da, creio que do Sr. Qnintino, que di/. : (lo.
t>ra, senhores, anda ha poneos das se lialou aqu
de um projecln de interpretaran, ainda ha puncos
das se discuti e fii rejeilado um projecto interpre-
tativo na parte em que dizia que erain escluidos do
imposto os bilheles das letonas do Ro de Janeiro, a
que proposito pois vem acora esta emenda '.'
/ ni .Sr. Depulaila : Porque o projecto nao p-de
passar em lerceira discussAo.
libo &04JOOfOOO : temos o augmento do profetsor de de-
zanho serrelario do l'i>mna-j.i, sendo 2tMI,>MH) a
eada um, 1009000 ; augmento dos ordenados dos
empregados pblicos IMMKI.^IOO ; cora a vinda de 7
irranas de raridade. que pdde anJar cada una por
itIIIHIiKI. -JrSIK'.-'IOO.
t Sr. SaWiw Olegario Peca o anmenlo drs verba para 10:0008000.
O Sr. (.'. Gaimare* : A enumeraoAo destai
verbas nio quer dizer que me opponlio Bella. Ap-
parece inan era lerceira dilcussSo urna emenda para dade. e rom elleilo os ladro (ne realmente latela
lampenes no Ghora-Meniniis, qu traz o augmento a nossa Ingina) su rerolheram
0 ; eveesso para rnrapanlii lyriea no
Pedimos mal encarecidamente, qae aun des- rem esa ara logar chamado Guarita acunada lia-, Sr. reiaeore*.Em sea ealimatel jornal n. 96, Jose.Adri.to da Costa Mareira.
prezem noiira, mu prinripulmente as aulundades, Imana uma legua, e ulros lambem de dillereules proroll provar : que por paridla companhia das Jo-e Marcelino de Sou/..
aquelles avisos qoe dennos a hem da ifiinranca pu- : lugares que se formando em duus cnrap.iiihias -e aira- carnes verde- hiM.nn sidu relniosaminle cumpridos Jos Antunes GoinWles.
nuca e individual, podeudo-.e rrer que >e algiima fesaam as duas estradas, Sarido a Espinh.iras que sen deveres : i,- qae a populado da Itefife, aufe- I Manuel Jase dos Sanio..
cousa m/emos lie poique pessoas habilitadas, algiins' parteen dous earrelroi d forraiga, e comprara lo- rio vanlagem inmensa com o eontraU :i- que os Francisco Manoel ilos Sanios l.ima.
vigas nossoa, nos referem baaeados na verdad*, des os gados, e at recompram por axlraordinariot proprlos fatendeiroa do serMo, oto ram intensos
nis-emos em das do mez pastado, que os larapios, se precos so alim delies mi fazerem ter i na sin Guar- ao contraa, e lucrara mallo com ssa medida.
hem que nao arregimenladns. ie arhavain em rain- \ la, e ven le em s sen- gados aos compradores que! O pnmeiro artigo foi sobejar.icnle enmprovado no
''"' *. .?.? >,'}""*." r""'"' '''' ?'"' ''*'" ''" vn.lgein|compram para a capital, e utios de dillereiiles luga-' meu cniuiniiiiiiinlo no ssu jornal n. 99 do de
respeto preco qoe moli Ules parecem gauhando I maio. Qaaolo a-i segunde artigo, demonslrei pnr ci-
.i, ti, i, e X-simii res, em calieca, e quan lu ganllam Ira,que nao fman nem pmleni er Conlesladaa.qaa a
III res di/emi|ue nada ganllam, e rom oulra : populado lurrou nos Irssauuoi rail e [relalos coli-
na roa do Kangel velo corroborar a nnssi noticia.
Insistimos para que a polica se poicase ni" aclivi-
Ihralro IIMIIHI-HKKI ; lem mais nutra do Sr. Epami-
nondas de Mello, que manda dar I;-J009000 a Arge-
nto fortnalo da Silva. N.lo calculadas .-,. emendas
que podem passar em tercena discossan. teios nos
que a cifra das desperas aa alera ja a 1,071:00090119
rs. Ora, eu calendo, Sr. presidente, que hoove .la
nossa parle alaania imprudencia, porque es-es aug-
mentes ano vem sanio prejndiear as obras msls
eesaarias a previocia, porqnn deapeins lia que n
podendn deixar de ser relias, como a da estrada ferro, temos, porcoiiseguinle, que vir.lo a -olfrer ne-
cesariamente as obras poblieas ; he por iaso que en
peco, que atteodam os nobres rollegas que a receila
calculada para o auno Bnancero roturo lie deS'Mie
lanos coatOS, se addiciiin,ir--c-llie o- fundos dr re-
serva dos anuos anteriores, nao sera tan grande a
suas runchas, por-
que nos ronsimi, que a polica IrstoU de vigia-los
cui ladnsamenlp. Agir, que elles lem para si. que
deltas ja' nos esqoaeemo*, van sahln lo de um a am,
e dando copla de si. Ao amanhecer de domingo, len-
laram roulur am negociante na ra de J. I'. Vieira,
e amia cnnsegOlram arrancar o raulho de urna das
Janella, c coran nessa hora ja' hoavesse algum acor-
dado em rasa, dialatiram. Illas entes lenlaram rou-
I bar as casas de duas senhoras, i|oe elles presumem
ter dinheiro, e lulo na ine-ma ra. t)ra agora'per-
gunlamos nos. Nssa na n.ii havara' um Inspector .'
Pnr pila nAo transilario as patrulhas?Heinnegavel,
que o Sr. Kuliiio tem silo at hoje uma aiilnridade
enrgica, e capaz de maoler a nniem, e prestar an-
da bous serviros a rreguaziada ltoa:Vita ; masp.ra
islo he mistar, qoe os Sis. inspectores lambem o aiu-
dein, porque um subdelegado por melhol que teja
amerenca, mas he preciso lamben) que altendamos sera lor junto a si agentes activos desanima, e quem
a que he uma nessidide que paste para o eneren i,: perde he o publico, que naj quer saber se lia un nAo
fuluro alguna cousa|dos oulros evercicios, e assim ; boa polica ; o que quer he ver a sea vida c a soa
conven que as despezas qde ilecrelarmns, .stejam de propriedade gaintidas do pun,.I do assassmo, e das
acrordo cora a< foieas dos colres provinciaea.. uai/kaa do larapio.
Paco estas observares para qu todos os nobres lira com elf^ilo Como he que esses senhoras
depulado, qne nao liveram o trabalho de fazer estas uo leem dii de um carro llagado, e desses pobres
conlas, conhecsm as nossas circumsiancias, e se con-' anlmaes Vimos um carro da qoilra Mtenlot em
venca,m de que he um imprudencia eslarem-se vo- j que-haviam 7 pessoas, sendo uma dellas ia nedia,
lando quolas que van prejudicar oliras de inteira Im-
pa'taucia.
A casaj se acha fatigada de ouvir-me, eco lam-
bem fatigado ile ter por lauto lempo Decapada intil-
mente a sua alinelo, (ala apuiados peco por tanto
desculpa, e termino aqu o meu discusso!
boj
para
ufa.;! mal que riiinprani ..; irados a Ululo de utoed
em ;i |erm pan lano, liado em vemierem n.i feira
a mtieiia.
Ora, on'iorM redar.ore*. sor;i DOtNivel que ecles
alraves-a.lorps dol RSdoa lenli-m. lirado lodl a m-
lltioncifl para estarom fi^ordando eom o notao i^anuiie ? Nflo,
wnhoret redaclore, appare^a o braeo lenie, eacabe-speom eslafl compenhias de Irnficau-
los de re!, hlo lie, n<* f.imilitiisaslHrRm meiiot aquel
la quau.ia DO arliicn rarne \erde.vpja- n. 10! ile h de mam.
Agora vu comprovar a lerctlri propoijrrio, o
farj/i com a precisa exactidlo e em breves (erino*i;
aeodo que as preval de iodo tinam no eteriplorio
da c i:iii nitii-i fr.ni j'it'.i'lri-i a quem quer que duvidar
da -ii exaclidto.
A cempaohia eonieia de ler s^tifcito teai deveres
les que milro Ulula Dffo nierpreni ; e para quem de-; em heiiellcio il.i popularilo sem delrlinento de sen*
vpmns appellar aeoborea redaelores \' para rf l'rovi- iuieresse*, aolea Inven lu un lucro rav-oavel do 'u*
denota que pode a/.er promeyer i dos not- eapiltea e do seu trabalho, o que deseja he
Manoel Alve* Cardoao.
.M um 'I GoncalfBS rte fdveira.
Mannel l;raurisro .M.irqiifs.
Manoel $o* Carneire.
Jos l;ernandes 'erreira.
Jo< Perreira do* Sanlo> Porln.
Jooc Joaqun) Lope* de Almeida.
Jos Joaqutm le Oliveir.i (ionrilfe.
Jo*r l'edro das >'.
Jof Kranci*<*<> de Paula Kinos.
Jod Joaquun da Silv i ni.**.
Manuel da Silva Antune.-.
JoAo Perera Mouiinlio.
Manoel Pisac.rea de laria.
PAGINA AVULS&
CHaONIC TIIEATRAL.
O primeiro luaar na ehronir.i Ihealral de
perlencer ao chronista. Tomamos o lujar
uma juslificacao foltuUHltttica, almhavando meia
dalia de linhai que servirlo de introito para a cri-
tica.
Sejamos francos. .
Aaregoam por diversa parles cerlos entendedores,
que somos injustos para aleaos arlila, emquanlu
nos mostramos favoraveis a outros,oque us nao
admiramos, porque quando se loca nos ponlus ma s
essenciaes, he es.a a praxe que secueaa para derru-
a da critica, ja valendo-se de suas foreM, ja das a-
Iheias. Se fusseinus desconfiados, de corto, que lo-
mariamos desforra de Uto iraves aggrasaoea.
Torm he bom, que nos expliquemos :,:, i.
Nao eicrevemos pura sajeilar-me-nes a despeilos
de uus, e sympalhias de oulros, e para seamr-mos
as nossas convicees. ptimas ou p-ssimas. avamoa
ter um i uecesianamente. I'orlanlo e-sa he que aos
lera guiado, e oval nos continu a cmar como al
hoje. Seja ella para mis, qual a eslrella dos Itagna,
aponlando-nossempre o mellior Irilho para o dda-
lo ta critica.
Itespeilamos a todos os artistas e seremos sempre
justos, quando formularmos qualquer juizo obre OS
eua Irabalhos, erapre^ando neste deserapenho lodo
altie.ismo de que podermos dispor.
Nao venderemos qatn por Ubre, como di/ o rifao,
para naoincorrer-mosempeima. para como publica,
que pela lerceira vez lomos a honra de compriinen-
lar.
tacamos alto ao pensamento, e exporemosem pon-
cas palavras o tvpo do chronista, em forma t lll'iira.
Saibam todos quantus este virem ou liveram no-
ticia, que o chronista lem cadeira ssianada e paiia.
no Santa Isabel, que nao lem mais de :!tl nem me-
nos de I) anuo ne idade, que he apaixonadn pelo
drama, e admirador dos bonsarlisia*, mmico debi-
litares, e Analmente qoe traja deceuleineute ; e co-
mo seu casaco preto, botas de veruiz, rllele de vel-
ludo, caira prela {nao he sempre,i e chapen redon-
do nao escpa o uma su recita. Nao faz uso de lu-
vas ; nem traz luueto, porque cra^a* 10 Allissimo,
vo nptimante, om especialidade, os muviuienlos da
sceua, quando esta absentado na sua cadeira poj al-
uuina* lloras reclinado como um pacha.
E i'.,, .i provar-mos, que vemos bem ; e sem mais
divagaeOea passaremoi apreciar rapidaaiente os JHoiu
Muios, comedia m :i actos do Sr. Augusta C. de
I.renla.
lie e*ta eemposiclo uma das que mais acceitacao
tem lido em Lisboa ; retratar a sociedade, he o fim
principal desla comedia, e quasi queu funde todas
as compnsiee- da escola novissima. O Sr. I.ictrla
com n Dous Mundos, ohleve um explendido trium-
phn. Os didlovos 3o de um esmerado Iranalbo, des-
pertando a eada passo a alinelo do espectador sem o
causar nunca. Desenvolvendo como pnr encanto,
essa arando tola, em que esto desenliados eom os
mais vivos tracas, oscostumes de uma sociedaie cor-
rupta. A lula de' dous principios, o bem e o nial,
constituem o enredo da comedi. que he fcil. Tem
ituaeoes ellissiraas, e lances verdaderamente dra-
mtico. (). seos personageos sSo desenliado eom
admiravel babilidade. Nenhuma represeulaeao lea
dado esta companhia que tanto nos asr-dasse". Jue
diremos mais do aulor'.' Nada : deisaremos a capaci-
dad superior, o direilo de avahar mellior, pira
que anida nos julgamos incapazes. lal he o elevado
conreiln, que fazemos dos Dou* Mundos.
No desempenho as honras cahrin a Sra. Isabel,
que valia, uu pe-ava por tres. (Ira ose carro ja' lias-
tanle trahalhado navia de soOrer nao pequea nn-
preailo em suas molas, esies eavalloa assim puchado*
haviam de canrar, e riinseauinlemente de ser Baa-
dos, e ei nao pequeo prejoizo para o dono do car-
ro, e para os eorpo dos cavallos. Seria portanlo
conveniente, que os propriet;'rios das rorheiras nao
ciinseniissem, que mais de ( pessoas embareaatem
em seus carros, para evilar pelo menos alaum susto.
Aproveilamos o ensejo para pedirmos a cerlos pro-
pietarios de rorheiras, que ordeuem aos seus holiei-
ros que asseiem os rreos dese carras, e os fa^am
lavar, e h-ni amim que eurem as rhaaas dos misero
eavallo, para nao parecerem com esses desgrana-
do, burros de pobres almnrreves, que acaham de-
baixo de uma pesada ranga I na. \ continuar assim
mellior sera' que nao bajan) taes carros de aluauel.
Felizmente dehandou-se o grapa, que se reu-
na em orna calcada da ra da Concordia toda a
aoitea. Ceatam, qu um doeeoeiea, que fazia parte
da socio lade, linha sempre ComsiKO oni llnrte, que
chamava-n .iia brngaliitha, e tan pooco caso fazia
das palmillas, que andava eom ella sempre desera-
bainhadn. Outrus rarresavam nnnliaes. cceles, etc.,
e dahi se explica a audacia com qne provocavara a
quem pasaava com iusull >s, que devtnam ser repel-
lidos n:lo eom palavras. fizeram bem em retirarem-
se. porque nos consta, qUP a pohcia de- S. Anlnnio
eslava dispnsta a reprimir a audacia de semclhanles
vadios.
Pedimos aos Srs. inspectores em ceral, quecon-
tinoem a fazer elfectiva a nrdem da polica, pata
que os pretos captivos nao Iranaitem pela eidade de-
pois das !l hora., senn enm aulornarao dos seu. se-
nhores, pnrqunnlo consta-nos, que em alaiimas ta-
berna, na Iresue/ia de S. Jos lem sido vistos alauns
pretos depois de 1) horas da noile.
Pedimos ao Sr. subdeieaadn do Itecife, que re-
rommende muito ao. sen. inspectores, que nao con-
sinlam, que a maruiaia embriajrue-se a noile por
e.sis libernas, nois nos consta, que apezar das ordena
restrictas que S. S. ha dado, e das do porto, algan
marojos vera a Ierra e demoram-aa alo tarde para se
e.pirilualisarein, e Iravarem rilas por e*es ber.cos e
fumas de que mullo abunda o bairru do Recife.
Cooala*aaa andar am individuo descouhecido
pelas rasas de sobrado indinada unde mora, as ve-
zes. um moro do leo, oulras. um negociante da lla-
hia, ale., ele, e como he natural niuauem Ihe sabe
responder, porque os nomes .empra elle se esquece ;
lem-se notado entretanto, que esse individuo antes
de se dirijir a qualquer andar, tem o cuidado de per-
anular se o dono da ca.a esla' ou n3o na ra. Seria
bom, que quem podesse ensinar a e.se suaeilo a casa
de detencilo para averlaunei.es o fize.se, porque o
melro. diiem, que he um refinado traante.
Ora seja pelo amor de Dos be multa falla de
commiseraeao par com a vizmhanea Sras. I-I'.....
que moram em uma roa por delraz do quarlel de po-
lica, san minio escandalosos os seus precedunenlos,
o que vossas rnerrrs lazem lao desrespeilosanieule
lem revoltado a todos os seos viiiahos, que nao es-
tflo mullo dispostos a servir de lapavcnlo entre vos-
sas ineres, e quem nao deveriam ter tunta calarjla.
Ora corrijsin-se!
Hospital de caridnde T de iunho S doenles.
S-Sti. ^^ t
He amaiihiia.
que nao sau 1.1o
ncia I
mili-
t0mmtttticao0.
Si.be boje a srena, em repeliflo, I bella comedia
Ol ioui muiostai benefielo do actor Antonio
Jos Oiiarle Cnm.iira. O bom desempenho ue leve lo, faiundo al"urr
na iirinieira vez que foi ii;sda no palco do Sa ila I
bel esta apreriabiiissuna composico do Sr. Lacerda,
us fa/em erer e afllrmir que, desta segunda, ella
ir muito melhar.
lie ni ver.la.le uma mimosa compnsi(8o em a qual
se observara todos os traeos da alta e baila socie-
dade.
sos mu digoissimoa representaatei da provuin
iinsso mu digno Exm. vice-picsidenle, que julcandu
em sua* sabeduriss nns'dem um remedio que faca de-
.apparecer ole grande mal qoe lano nos tem "cau-
sado.
i'rla->e de um projerlo na iiasss a.semblea pro-
vincial, sobre o contrato das carnes verdes, e. creio
qoe so pasma eom muilo cusi na primeira discos-
sao, quando lloveramos julgar elle ler passada um
o mus pequeo embaraio. tlulra cuisa raelhor, >e-
nhores redarlores, seria se fosse possivel app.irerer
uma laxa sobre os precos das carnes verdes, era duas
estates de invern e verlo, sentlo a do invern a
dez patacas por arroba, contando-se de abril a se-
tembro, e a do verte a doze, couianlo-se de outu-
bro a marco, embora dieam os Iratieaiiles deste ge-
nero, qoe nem contrato nem lana, que luda nITen le
aos creadores, e a. Bostas leis da constilnicau ; sobre
estes dous poui.,< dire que em qn.nio ao* creadores
nenhuma ollensa faz, iin aos traficantes, e dou pro-
vas,nao faz moitas feira que uma pessoa veio do ser-
illo rom Ires Inte de gados que rumprou aos creado-
res, '.) arrobas de carne a preco de vinte e Ires mil
res, o vendea ern caminho aos traficantes, ganlian-
do tres conlos e tantos mil res, logo assim esla of-
fensa nao se faz aos creadores, que venderlo seus aa-
dos para malte menos de dez patacas haveudn laxa
ou contrato ; pmvo mas que ha pouco cliegoo um
grande fazendeiro do sartlo e admiroa-aa de ver
os graadea precos des gados, endeudo a sua bolada
que (rouxe S airubas a preco de Irinta e doaa mil
rei, leudo vendido no seu ceriao mallo mclhores
gados a prer,) do visite c Ires a vlnle e qualro mil
re.: esle foi o Sr. lenle coronel Francisco Mi-
noel, um dos cr.ndes fazendeirosdn I-. alera des-
tes oulros muilos ^fa'zendeiros deaejirao vender
seos gados pnr e'te preco sem solfrerem o menor pre-
juizo, quanlo ao eaundo ponto que dizera ostrali-
canles que a lxi olfend a nossas leis da con.tilui-
Cao, e que para se laxar as Carnes verdes deverlo se-
ren lax idos os mais vveres, respondo aos senhore
Iraiieanles que se assim se evpre.sam he porque nao
estinaam o |,em garal mas ira os seus inlerc.ses; di-
aam-me maissenhores traficantes do. buis us paiiei
estraagairoa nao conslltaiclo, e para que se laxara
os gneros oa primeira necessi lade he porque ha
monopoli.lis que sobemos gneros ao ultimo apuro,
e nem se d ga que islo he transaressao de leis.be sim
remediar o mal, e promover o hem aerad ; no mesmo
caso estarnas mis, ou mellior que si. pedimos a laxa
sobre as carnes verdes, que no> mais gneros nao le-
mos necessula te porque a laiinlia, o feijio a arn.z,
o milho, eoutros gneros nao temos alravessadores,
rompram aos aaricullores, e trazem ao mercado
que nio acontece com o gado; respondam-iiie.scnho-
res traficantes dos boi., o contrario de ludo aso, ba-
le senhore redactores ; tenho por fim pedir ao. nos-
sos legisladores, e viee-prcidenle da provincia ou
controlo', uu laxa sobre o preco das ornes em toda a
provincia, e quanlo mellior a'laxa do que o contrato
porque havaode laxa era lodo centro da provincia,
se acabara o. alravessadores, o que nio aeontaca ha-
vendo contrato que muito tem de lularem os contra-
anles cora es alravessadores, qoe h i muito estilo pre-
parados |iara isso, e do contraiin teremos de ver as
carnes subuem a l(l e a > reis pnr arroba, pelo ve-
rao na alcacel dos gados as.im como estamos comen-
do a Ifi, ls e O patacas na abundancia.
Sou senliores redactores, de Vmc. respeitadnr.
O Paiiceule.
COMARCA OES.ANTA'O.
Cidadadl Victorias dejunlio.
I m f.irio estupendo, escandaloso e repreheasivel,
pr.licado pelo Sr. padre Jo.lo llercnlano do RegO,
araba de dar-sn nesta eidade cora o Sr. lente Joa-
quun Fabricio de Mallos, muilo digno delegado de
polica e couiinandaule do destacamento ; e iie o se-
gunde :
O Sr. padre, em om dos das da semana ultima,
dirigio-.sea casa do Sr. lenle l"abncio,.por quem
Toi recebido com a pulidez do seu costume. Saetea-
se, e sera mais ceremonia deu principio a sua aieu-
aa ; que versea em dizer mal de multas pessoea, e
entre esta do Exm. Sr. l)r. chele de policio, de
quem su qoenava sobre negocios do embarque de
aa eeeravea perlei.roiite a seu irmo o Sr. I)r. Fa-
ll t,ornes do Raga, ti Sr. lenle l'ahricio.depois de
o ouvir civilmente, exlr. uliou-lheo seu procediinen-
- -efiexeivsubrc os tpico d que a
Rimo. Coimbra, Knzendo, I). I'r.nci.ca a Moaard! "t "mJ* ,1"ni, m"",er 1ue' 5""""" ""*'
r...,_________,.______ entren ro^ar da. seda, e o scinlillanle rutilar dos
Constanra a mulher qua vivia na opulencia,-entre
o negar dea selins e scintillar dos diamantes, eriou
a seduzir sera calcular na victimas que podiara nes-
gar dessa seduccao. lie este o carcter da prologo-
nisfa, que inlerprelou perfeilau-enle o seu papel
dando-lhe toda a animaeao precna. lave momentos
cmico, sem exaaerac,oes, naturalmente, havendo-
secom toda a finura oe iulenca,., na rr|,elie.lo oos
dialoeos : notamos cora especialidade os do segundo
acto quando Femando Iba declara seroperario
respeilo da tecuca deste papel nao cabe no estrello
e depois com Seubra. Uescrever o que seotiraus a
espado da cnionica.
No 3. acto.as.uine o seu papel a verdadeira posi-
cau moral, expiando nao su as panas proprlas, como
as alheias... (amerando pelo bello dialogo eom Mor-
gatida, e primando sempre comadmiravel habillda-
de. Tocado pelo arrependimento, cummove ; lir-n-
do nesss occasiflo om vantajosu partido na platea,
que muito applandio.
Fernando da Silca, he o prolognnista. Deixan-
do esse mundo de operario em que vivia segu os
estodns a eipenca de Francisco. I.aneando as vis-
las'para o mundo pariena, que blvil ainda com-
preheudrdo, perde-se.
O. amores que volava a Constanra,fazem com que
diamanles, cahindn na miseria, na? sabe spporlar a
vida da pobreza, e que e sujeila a um egoisla e usu-
rario que, depois de a destructor, deapraia-a. O
mundo da alta sociedade.
Do nulro. um homem que, na.rido e creado no
meto de operarios, aspira ser um grande homem por
rano das letlra, e basca entregar-se aos prazeres
do urande mundo, pouco se Ihe importando com os
meios empregados; masque, depois de levado de
grao em grao, de precipio em precipi, reconhe-
ceiido que nao foi mais do que o joauele dos
meinliros daquelle oulro mundo a que jamis devia
ler aspirado, se olla para o seio dos que linha des-
piezado e ullrajado, e continua a ser o qoe d'anles
era,operario. O mundo da baixa suciedade.
Kis n fundo do drama ; como quer que peuna mais
hem mauejada que ala a nossa, tenlia, lalvez, de bo-
je mesmo ocenpar-se da chronira Ihealral, por isso
deixainos de dizer raais na la sobre essa comedia.
Esse ador que anle mis hoje se aprsenla he o
mesmo que nao ha recuado um su minuto em inimo-
sear-nos com variados espectculo., anda mesmo
com graves sacrificios, e que sempre, des le III rc-
lyolas. milhoesde applaasos ha recebido entre mis.
"e prestamos acolnimentoa heanos aquelles que
desconhecesse Francuco, deixan o cobr.r de in'fa- '.'", /"1,"1!'""';qrl,.! me'"'i"r "^ I""1;"'-''-
no eu're mu, porque razan nao liavemos de proteger
, O Sr. G. Guimitraes:I) proincto pa.sou em ler-
ceira di.cu.sao. A que vem uma emenda dizendo
que a lei de Sd por cenlosohre bilhele., coraprtben-
fle os bilhele. do Km de Janeiro, decretados pela as-
cmbla geral?
Um Sr. Depulado : lie um csclarecimculo que
se da.
0 Sr. Castro l.e'io Ouer que explique
O Sr. G. (Uimares : En sei o qoe islo he. en-
tre tanto a le | di-se, qiu estao comprehendidos es- vimos a dous amiaos:
c. bilhetes. tnMo ylr ,oineuja ;
1 ma I o: ijimd amtniat non noseet.
O Sr. G. Guimaria : Tinha mais observarnos
a fazer acerca daadivenas verbas do areameolo.maa
- jA a hora est minio adundada, o vou resu-
mias a honra de sua prima.
O desprezo de Constanra obriga-a a tentar o sui-
cidio.
No j." aclo, porm, suslenlo-se essi carreira de
desgraeas : vollnu' casa de seu bemfeitor. suplica-
Iheperdaoc volve de aovo ao seu mu (o de ope-
rario.
He pena que o Sr. Hamos nao compr?hendesse
este papid como devia, o que ainda peder fazer.
No ."acto, na eceaaiao do dialoao eom Constan-.
ra. em que Ihe declara ser operario, deseja vamos va-
le menos arrebatado, dando inelhor expressaoaopen-
samento do autor, de ootra fiimi. As vezes am s
volver d'ollios, o menor movimenlo, dao o mai ele-
vado elleito as scenas em que a penu.i he muda, por-
que falla ii coraean.
No 3. aclo des igradoa-nns, lalvez seja islo devido
ao nes*o mo costo.
.r. Uuarle Coimbra, Francisco, era a copia ver-
dadeira desse lypo, que Iba deu um esplendido Iri-
umpho.
O perfeilo de^empcnlm queoSr. Coimlira fez ao
sen inleressanle papel, justilirou mais esla vez a boa
lopulacao, que lem alcanjade enlre nos como ar-
tista.
Ouando no ario,Fernando n deseonhore em casa
de Seabra, hoava-sa magniliramenle, casando a. exi-
gencias di sseaa ea magua que Fciaando llie Au-
ra Iraair.
O xito de.'c p ijiel foi bcio li.onjeiro para o ac-
tor. Sinceramente diremos que he de lodos o.
artistas o mais consciencicso e farailiarisadu i sua
arte.
. No :i." acto Urea grande partida nos espeeja,lo-
res....
Sr. Rosendo, Seabra. O lypo des.e especulador
por ral/alo, foi ptimamente interpretado por esle
artista, leme-lo viio era divrsos papis, e para fal
lar a verdlde, lem nos desagradado sempre.
O memo, porm, age acontecen enm o papel Se-
abra, deseinpeiilundu-n com as capacidades de um
honi artilla.
O papel de Margarida foi de.empenliado pela Sra.
I), francisca, que n.lo nos d-saaradon. Comludo po-
derla agradar muito mili, se o liouves.e compreheu-
dul.i inelhor.
Sra. I). Uanird, fosa, corren soltrivelmenle na
seu intere.sanle papel. Natamas ler e.la |ovea actriz
uma Imauaaein muito viciada para a scena, do que
poden muito hem emen tat-so, fazendo o aludo es
perial de seu papel. Nan devldamos qne venha a
tir mai algum merecimenlo, seseapppliiar cora as-
sidaidade ariedraraaliea.
A Sra. lesoina. Gentico, nao nos desd^radoo, e
muito mala agradara se houvessc esludado inelhor o
.en papel.
lia comedia nada dircm.'s acerca dn seu mereci-
menlo ; contentaran .un, porem, em dar aus leilores
um Inleressanle dialogo que ao sabir de Ihealro ou-
o nossa patricio '.' Sera' elle por ventura mu tlenlo
menos valioso que o de oulros que aqu lulo aporta-
do '.' Por cerlo que nao. Seu talento artstico he
por deinais conhecido.
Laucando ma da penni qaizemei so invocar a
protereo para esse arii-la, brasileun como luis, que
Ir.halh.i, e aspira cora esse trabalho sustentar nina
familia nuinerosissima.
Digno he o ai lisia de su.ijusla rclriboirao! Dig-
nus esl mercenanus inerceJe sua.
F. I.
@orrc^t)necncia.
(ioiaiuia 7 de junhu de ISYT.
No dia I do curenle tivemos thealro,pela segun-
da vez, odrama foi l.uiz de Cames. Eu com
quanlo nao eutenda desse negocio, todava em a-
bjuu da ver.lade, afian^u-lhe, que para nada prea-
tou, porque alem de nao aaberem pitada das parles
entendern) que se deviam entregar ao quod ore bra-
sileiro, e que Ihe cont L'm delles .|u;- dtil re-
preienlar uma parte Igo importante, embriagoa-ae
cuja consequencia foi enmquecer de tal maneira
que mal pereebiamoa sua. p.la\ras ; furto prnpen-
s*o para o copo Ora digi-rae csse enhor nao po-
da deixar (Va agurdenle para ao depois da recita '.'
lira senbor, pelo amor do Den. rorrija-se, o publico
nio est para tolerar sua falla de vergonha.
Com lodo, no ohslante nao e.larera saludos os
papis, o Sr. Josu, desempenhou sua parle e he
digno de lodos os elogios, continu Sr. Josu que te-
mus minia ejpcranca iij Sr. I) Sr. Aasis lambem
nos satisfaz.
O moco qae faz o papel de CiUiirini muito nos
IgridoO e ha de ser bom representante. I) Sr. J|-
riaiuin que fez a papel de Laura exciloa o no, pnr-
que na ventada he Mo s-m graea. que mais que fu-
ra era bastante. Breve, segundo me allinnuu .. Dia-
mante do padre Josc Feliz, (eremos oulra rerila e
f-' alas para que nesse da nao enlre gurdenle
DO Ihealro.
Lina das coosas que me fez rir, Ini ver na galera
entre as senhoras lu anea, c pardas, uma prela" velha
qu- pareca um velludo.
l'm meu amigo indo arranjar sua senliora tam-
bera na galena, julgaodn que aqilelle lugar era
lambem destinada para os humen., aeaton-ae minio
a vontlda, porem a rapaziada que nio dorme, um
ria-e daqui. oulro d'acela, o l| meu amigo enliou e
desreu. era o que elle queria.
Breve l!ie .scrcvere acerca da oulra recita vin-
doura.
' lligncm-e pois, Srs. re lirlores, dar publicidad a
astas mal arranjada linha., que minio agradecido li-
cara1 o seu aeaignanle.
arenga. Retina-i,- reverendo.
Eis qoe no di! s. 5inlS ahi torna o Sr. padre tra-
zendo um papel, em que pedia que o Sr. lente
Fabricio Ihe alleslasse, se Ihe conslava, que o coro-
nel liburlino l'inln de Almeida tencionava maular
esbordoa-ln publicamente; e sendo deferida a sua
pelicao, despedio-se : mas ou por que o despacho
Ihe nao agradasse, ou por qualquer outro motivo
que i_noi.im.i-, o cerlo he, que o padre retirando-se
para essa capital, deixou uma Carla para ser entre-
gue ao Sr. lente Fabricio duas horas depois da
partida, cuja ordeui foi cumprida por um famulu de
sua casa. Esia caria, que so podena ser parlo de um
energmeno, alem de vir recheada de insultos, con-
mina em separado uns versos ofiensivos a muilo dig-
na e virtuosa esposado Sr. (enema Fabricio, a Exm1
Sr. i .o !,,,.
Isto por cerlo revolla ao homem mais sensato A
prudencia tem seus limites Tolo nao somos o rr.
coronel Tiburtino. os Sr...vigario Santos, Jos Mar-
celino, capiiao /.canas, o Bvm. vigirio geral, o
major Araojo, o Dr. (Jueiroz, o corouel Ferraz, o
capillo Jos Severine, o al Teres Salles, osquaes to-
dus tero- sido insultados pelo padre Jo3o, na 1,1!,.,
Jornal do f.ommercio como vos outros lereis li-
to. Slal vao eslas cousas! '.
Pessoa fidedigna nos communicou, que esse padre
dis.era que linha quem assassinasse o coronel T'iliur-
liuo rae liante a paga de -um cont de rcis. l'or tan-
to e.-e pai de numerosa famili se ponha era cau-
tela ; pois he sabido que u padre Verger apunhalou
em pleno da, e enlre numeroso concurso o arcehis-
po de Pars, uenu-o mesmo do sincluario, e para-
mentado eom as vestes ponlilicaes.
Pes.oa fidedigna lamliem noi reveloo, que o padre
Joao dissera qu, era quaum livc.se por si certa
auloridade desla eidade, e dinheiro. de naila se
lemia. |.|o porem ,1o palacoadssdo padre.
O Sr. padre Jlo lem escriplo na folha ^ Jornal
do Lommercio a, que o Sr, Salles be desertor, e co-
mo iuunign do Sr. Salles, a quem oueudeu locando
no melindre de su familia chama a alinelo do
Exm. Sr. presidenta para assim ver, se o Sr. Sslles
ne demillida do corpo de polica, onde presta servi-
ros ao goverao: ms mis abemos que S. M. o Im-
perador nao sri ammsliou, romo coueedeu baixa ao
Sr. Salles por decreto de 12 de dezembro de 1833,
como foi communicado ao Exm. Sr. presidenta des-
la provincia por aviso de 17 do n.emj mez e aneo.
Pelo que o Sr. padre perde o seu lempo ; porque o
Exm. Sr. vice-presidenle na estar' dispuilo para
fazer voniade a um energmeno, dilacerador da hon-
ra alheia, tirando o pao a um pal de familia, que
ligo lem dado causa pnr onde o Sr. padre veja con-
summado ese seu depravado desejo.
I) padre Joao em qualquer parte que chega, he
anulando dinheiro : ludo faz : diz elle ) por ler di-
nheiro : de nada se teme por ler dinheiro : eejoizes,
cscrivaes.meirinho, tu,lo Ihe fazem a seu belprazer,
por ler dinheiro. Safa com tanta dinheiro, O di-
nheiro dn padre Joan he o cometa do fim do mundo,
que ludo absorvera'.
I m amigo do padre laao, em conversaran com
eer'.a pessoa que I lie pergontava, qual o mulivn que
o irapellia a trazer o c ironel Tihmtuio n s seu* com-
municado. publicados na folha o Jornal dn Commer- ,
co..; respoiiieu-lhe, que o lira dn padre er pnlitico, i A I".* e Exm.' Sr.
mas qoe elle se loraava queuosu para cohonestar o 'e,M -\evedo.
A lllm.- e Emii.' Sr.
verdades patenle
A cempanbia poisganhon, pnrnm o seu lacrozfol
devulo nnseu zelo, e eeoiioinia no aervico, que aAo
ao preco da cuusa, a nao ser algum en(e iao eslupi-
do e ignrente, por falta de saneo uu por maldade,
que pussa julaar que vndendo-se a carne a 2_40U
73 rs. a lil.rapodesse a companhia lirar lucros gran-
des mis piejos dos l, i,- e venda das carne., bastando
calcular que os buis regulira S arroba., que a J^liHI
lio 9SW0 e no verlo I arroba a 39J0 h 3596O0,e
cuiiiparando-se com os precos das feira., se conlie-
ce/a exaclamenle que os lucros que a companhia
Uvera foram devidus a economa do ira!, ,11, e boa
direcc,ao do. negocios que nao a eail fabulosa ganan-
cia de procos da compra para o preco da venda : e
lodo o mundo -me menos os estpidos, e os de na
feque a economa do Irabalhu e o zelo das geren-
cias sao parles cssenciaes dos lucros de qualquer am
preza.
Itesviei-me do poni cardial com as reeioe que
o correr da pemia me forneceram, vamos a raalena
principal.
Desde u primeiro auno do rnnir.'ilo em iNol para
IKiJ traloo a cumpauhia do eugajamento de gados,
ja cmpralos as solas,que diversos fazendeiro li-
ndara de soa coala para refazerem ; ja era ollas
propriea d corapaulua ; no primeiro auno alaumas
dilliculdades se eucuutraram us engajamentus rom
o. fazendeiro. nao lauto era refusarem de vender,
como as condie.es de arrobarlo do seu gado em p.
a que nioestavam acostamados, porque e costme
Jo aerlloara vendar os gado* por ara, e nao p.ia
arrobacao estimada por pernos ; a cumpanlna h-Via
contratado arrobas de carne e vende-la por peso a
populadlo, precisav. portanlo model.r as uas com-
pras em cooformid.de com seu ajuste, to pois re-
movido reconbecerara os fazendeiro que a extendi
mais conveniente lano ao vendedor nomo ao com-
prador e mais hvre de embarazos nnWclu da eulre-
aa dos gado, era a estimativa de a.rohacao em pe
e a qualidad dividida em tres cllsaes, gorilo, enxuln
e magro, detde eolio a companhia era lugar de ter
d? procurar fazer engajamentus, era procurada para
os celebrar, e coa elfeilu mais de raelade do consu-
mo dn. dous ltimos anuos f.u fetu com gado* en-
gajados por convenios, ou solas de conla da com-
panhia.
lie geralmente sabido que o barga do Ico, he o
principal foruecedor do gado*, que se cnnsumem
em no.as feiras, cora elle por intermedio de seus fi-
Ihos os Srs. Fernandes Vieira e o seu corre.poo,len-
te aqui n Sr. commenda.or Manoel Uoncalves da
Silva fez a mmpaiihia convenios de mais de nilo mil
bois alem de muilos que se Ihe compraran) as
feiras.
Eis aqai uma lisla.de fazendeiro. de diversos ser-
toes com quem a companhia fez engajametilos de
cerca de rlu mil bola, islo he, o consumo de auno e
meio do cuntalo; a uiaior parte dos vendedores es-
ao vivos a i.. I r.i elucidar qualquer inexactidlo,
que par ventura peni apparecer neila reseuhd. Nos
Carlria velhaa e em diversos oulros logares.
O senhores :
Marlinho (inmes da Silveira.
Joao Crrela Leal,
lulio (.ornes da Silveira.
Ignacio Costa Ficire Mariz.
Clemente Alve Bezerra.
liento Alves Vianoa.
Coronel Bento Cosa Villar.
Ildefonso da Cosa Romeu.
Domingos da Cosa Ramo.
Jos Frez Frailas,
Wenceslao Machado P. da Silva.
Francisco de Snaza Nuiles.
Ponciano Jos Seballl.
BstevJIo Cavalcaoti de Albuquerque.
Fabricio tiomes pedrosa.
loaqoun Ignacio Pereira.
Capilo-uior Joaquun Manuel Carneiro da Conha.
Bernardo Duarte llrandlo.
Francisco Manoel Dias.
Manoel Pereira Monteiro, da Serranegra.
Antonio Joaquim Pereira lluuicm.
Manoel Ildefonso de Azevedo.
Francisco Alves Nobreaa.
Rodrigo Medeiros da Rocha.
Semiau 1 elles de Menezes Jeruminha.
Vicente Ferreira l.ima.
Antonio Bernardo v. ove lo Kaptista.
Joaquun Fernandes C>sado.
Domingos Vellio Brrelo.
Seraphim llerculano de Soaza afarinba.
Barao do leo.
Dr. Manoel Fernandes Vieira.
Dr. Francisco de Paula Fernandes Vieira.
Alem de muilos outros que por serem da peque-
as quantidades, deixo de enumerar.
_ V-se, pnanlo,que nao sao os fazendeiros do ser-
ian o. desaffectos do sy.tema do snpprimeulo da car-
ne por conlralo, antes considerando a seguranza das
vendas dos seus gados no crdito da companhia,des-
cansan) na certeza do pagamento que he a base
principal sobre a qual o vendedor qualquer eslabe-
lece a melhoria do negocio que pretende fazer. Era
lal o crdito que os fazendeiros linhara ni compa-
nhia que alguns aguardavam quasi o total recebi-
mento da importancia de seus gados vendidos, para
receherem por ionio no final preenchimenlo do nu-
mero do gado contralado.
I'.reio ler demonstrado qne nao sao o fazendeiros
do serbio os desaffectos do system da forneomenle
da carne verde por preco fixo por contrato. Os
inimigas dessa systema sflo os alravessadores e us
ageales dos marchanles compradores as feira, e
parte dcsles que com o lito em lucros quasi sempre
imaginarios, pode mais nelles o costume em que se
envolvem de negocios nesse ramo, sem os capilaes
e a ii.trlligencia necessaria, para a levarem ao pon-
loa que deve, allegar, de forma que sem detrimen-
to dos fornecedores da carne na eidade, a puptila^Ao
ponpa ter o genero por um preco mdico, e o ven-
dedor originario a segoranca de um prafe conve-
niente a do recebimenlo de sens capilaes.
O Imparrial.
(."Mergo. Miuilerio dus negocio, da ju.llca 7 de
abril de 1837.
lllm. e Exm. Sr. Faca V. Exc. reintegrar a
doaquiin Francisco de Paula Eatevea Clemente, no
evercieio de sou oflicio de acrivlo privativo do jurv
daa capital, visto como nao e.u' provada a irapos-
ibilldada absoluta que e Ihe arge, proveniente de
cegaeira, endo cern que Cu irregalar e n.lo confor-
me rom ii dispoaicOea m decrete n. 1394 de lli de-
zeinbio de IS">;t, -. proredunenlo havulo contra o
mesmo esrrivao. O que coinmuuico a V. E\r. para
eu conhecimeuto e eiaeaego.
Daos guarde a V. Exc. Jos i'homaz Nahuco
de Arijo.Senbor presdeme da provincia de Pr-
uimliiiru.
&0m^txti9-
CAMBIOS.
Sobre Londres, '28 d. a 60 d.
Pars, 3IS rs. por fr.
Lisboa, .. por g de premio.
a Rio de Janeiro, 2 por Ojo de descont.
Aecge do hanco ."i0 por rento de dividendo por con-
la do vendedor.
n a companhia de Beberibe (08000 por acclo
H a companhia Peruambucana eo par.
l'lilidade Publica, :IU porcento da premio,
o (t Indemnisadora. 61 ideu.
< n da estrada de ferro _S) por Ojo da premio
Discnnlo de ledras, rie.K a IU.
Acces do Banco, 10 a V de premio.
Ouro.lluras despalilllas. -288 a _9s5"iOO
Moedas de ftaiOO velhas .... 1ti_SNl0
i.-im ouvas .... 1K.U00
n 490(10.......'.IJOIJ
Prate.Palace brasileiros......-isOOO
Peso col,imnario-...... _9OI)0
mexicanos...... I;SI,(J
ALFANDF.l
Rendimentu do da I a 8 .
dem do dia .....
\.
9tfc37_l37
I >:ti8(i5!l7l
1I-2:_>.V.I5.._K.
Dp'carrecam boje 10 de junho.
Barra fnncezaFernaadome rea dorias.
Barca mglezaBniuli Ierro e carola,
Bsrca malezaMar\ Wil.ondem.
Polaca li.'-p inlioi.Paulapipas de vinhu .
Brigue duiamarquezMariamercadura.
Patacho hollandez Especlame- -idera.
tiaropeiraL'vnciafumo e chara1 o.
CONSULADO CERAL.
Rendimenlo do da I a 8 il:0ti3?88i
dem do dia 'J....... _b9lig39
Li:_i7i.-li':l
DIVERSAS PROVIROAS.
Rendimenlo do da I a 8 .
dem do da n.......
2:33t45737
1KJHM
4798713
Muntripio do imbres.
Arrematados riinjunrtamcnte :
2*.j00 rs. snlire o .j,, bjHaajajjaj ,,a
ra Mgoeio e Uiztiro do mesmo
gado, avallado animalmente ern V.Mijm
pitlaau do gado ravallar dem em lo:.,!!*
Impostoa a cargo da collectoria
dem dem em
-W 0|o da agurdente idem idem
comarca de i.iranhons.
Arretoatados conjuticlamente :
'2j3O0 rs. sobre o gado tal nado pe-
ra negocio e dizimo do mesaau'
gado, avahado aiiiiualmcnu:
Ut/imo do gado ravallar idem
Imposlos a cargo da cullectoria
dem id.'tn em
20 ii|o da agurdenle dem idem
Comarca de Flores.
Arrematados conjuntamente :
25.100 rs rotar* o gado lalhado pa-
ra negocio e dixiajM do mesmo
gado, avalii anniialmente em 3:171 Oo
Dlzimo dogall..,avallar ideaa
Impostos a earaRo dos collcctorea
dem idem um
20 0|o da agurdente dem
t.omarca da ltoa-\ isla.
. r, Arreln'u<'oi ruiijunlamente
I.jOO rs sobre o gado lalhado para
negocio e di/.imu do mesmo ga-
do, avahado animalmente cm
Dizimo do gado ravallar, dem
Imposto a cargo dos collectores
Incluidos os too? por escravo ex-
portado, avahados animalmen-
te em
20 por cento d agurdente dem
Imposto de 20 por cenlo sobre o conauno
de agurdente nos municipio*
segumte. :
(Hindi ivaliido anniialoienle em
'.oanna idem idem
Nazarelh idem dem
Pao d'Allio idem dem
Cabo idem idem
Santo AniSo idem idem por
Rio Formoso e Agua Pela dem
dem por
Soriuhem idem idem
As arremalacoes sero feitas por lempo ae
tres autios, a contar do I- de julbo do cr-
reme anuo, a 30 de juoho de 1860, aob as
mesmas conttco.s das anteriores, e na tur-
ma do arl. 7(i do regulamenlo do 3 de ac.
te de 1832.
As pessoas que se propoz.rcm a esla ar-
reiiiatac.'n. cotnparecam sala das aeiaxieda
mesma |uiil.i, no da cima declarado m-lo
meio da, tialiiliUdas na forma do rt. 7Q0
citado regulameutu. ^^
K para constar se mandou aflixar o
ente e publicar pelo Diario.
Secretaria da lliesouraria provincial
PA-juiuhuco 19 de mato de 1837. O M
tarto, Auioniu Ferreira di AnnunciacJJo
Arl. ,j. Vi contratos; da arrcmaUcAo de
renda, que importaren, em mais de doos
cotilos de res, s*rao ciicciuados sob a ga-
ranta de dous liadores iduneos, que leiiham
bens de raz na ctdade do Recife, ao menos.
um delles, uma vez que o outro seii notoria-
mente abonado.
Art. 76. As ariemataci.es podero ellcc-
tuar-se pela maior ou menor ItcilacSo osro-
tecida em cartas fecbadas
Art. 16
/
:iii,imni
3r>,OtV>>
_ 7i.i.um
Wi/iaai
*.l,IKKi
60,000
mjm
W.nrai
3:'Hl.0"O
_m,ooo
ilii.aax.
ttjm
333. MM
M.taH
3*,fa>il
SM.am
.-.tXNI

DESPACHOS DE EXPDRTAt. \(1 PELA MESA
Dt CONSULADO DESTA CIDADE NO DIA
9 DE JUNIIll DE I8"i7.
BarcelonaSumaca hespanhola "t.'iuadatupe, Ara-
naga c\- Bryan, l(H .accas algodlo.
Bnenos-Ajres Polaca hespanhola Madona>,
Bailar (V Oliveira, __> ea.cos a_oardente.
I.i.lmaB.rca pnrlnuueza ,'Maria Jos, Domingos
Josc Ferreira Cumiara., 10 .acca l-od.lo ;
Francisco Severiano Kabello \ Filho, 600 saceos
as.nrac branco.
Lisboa Brigue porlogoet aTarajO Il'a, Manoel
Joaquun Hamos e Silva, 506 couros salgados.
Porto' Brigue porlu_uez aTrevadore, Barrora _v
Caatre, 31 casco, mei.
New-OrleansBarca americana llannak i'howes-
lann, Schramm Whalel) A; C., 3S6 saceos aso-
car inascavado.
EXPORTACAO*.
Valparaizo, brigoe luiraliuisnez nKlhe, de 212
lonea las, eonduzo o segrale : 1,000 saceos con.
I l.VOO arrobs. do a.sucar.
Idem, bngoa ingle/, lceueii, de 1011 toneladas,
cernosle o segrale : i.000 saceos coto 2.5O0
arrolla, de a.sucar, J0 dito com 1,131 arrobas e It
lihraa.de alaodlo
KECEHi.DOItlA DE RENDAS INTERNAS UE-
KAES DE PERNA.MBIICO.
Rendimenlo do dia I a 8 6:773"96
Idem du da '.1....... 2:3.85138
0:l20>0:ll
Rendimenlo do
Idem' do da '.)
CONSULADO PROVINCIAL.
lia I ,18.
21:7699231
3:i-Vicli"i8
28:2.-73802
1
O lllm
O lllm
^ubUcacoeS a pcoiDo.
Klcicdo dos juizvet, esct-ivei, tbetoareiro
e mais mesarios que tem de festejar o
giooso patriarcha San-Jos da matti/.
de S. Fre Pedro Gonratves do Recife
no anuo de IS7 a I 88.
Jai; por eleinio.
Sr. Jos Teixeira llasto*.
L'scrirao por eleir&o.
Sr. Jos da Silva Loxo.
jT/jeaeitrasro.
O lllm. Sr. Jos Franri.ro S." I.eilan.
Juiza por r.teir\o.
A lllm.' a Exm.'1 Sr. II. Joaiina Mara Simues.
Fscricaa pnr eleiro.
A lllm. e Exm.' Sr. I). Julia de Burle Carneiro,
esposa do lllm. Sr. Narciso Mara Carneiro.
Jui;e* por ietoro.
O lllm. e Rvmd. Sr. padre roestre Jos .elle Pila
Ortiaoeira.
0 lllm. Sr. .luso Jnaquim da Cunlis.
O lllm. Sr. lose Monleiro de Siqueira.
Iai;as por ier.v-ao.
A lllm.' a Exm.' Sr." I. Mara Lr-ola Moreira
Araujo, ej.posa do ex juiz u lllm. Sr. Juse Anloniu
de Araojn.
D. lliereza doncalve- de
Navio entiadn no dia 9.
Rio de Janeiro25 dias, barca porlu_ueza npaquete
Saudaden, de 262 toneladas, e.ipil, o Antonio Car-
v.lho Colln, equipazera 13, em lastro ; a No-
vaes _v. C. Perlence a Lisboa.
Navios sabidos no mesmo dia.
LiverpoolBrigue inglez alcana, capillo A. Slell,
carga as.ucar e algudao.
Liverpool pela ParaluhaBsrca ingleza Juvernao,
capilao II. \V. Purcbase, carga as.ucar e ossos.
Passageiro, Blita Frankel 2 filhos menores.
#Wf%$
que dizia ; por que elle eslava bem informado, qu
o coronel ala inflaio de sorle alguma no processo
que Ihe loi Instaurado pelas sevicias pralicadas na
sua Anglica; acrescendn mais oulro raolivo, qual
foi ler o coronel protegido o crurglu o Sr. Tenorio
quando o padre Ihe urdir a denuncia de enveue-
uaraenlo no Iralaraento dessa Anglica.
Tornamos ao Sr. lenle Joaquun Fabricio de
Mallo.. Esle digno ollicial, que, segundu nos consta,
lanos elogies lem merecido era oniens do da do
quartel general, escolhido pnmeiramenle para o car-
go de subdelegado, e depois de delegado desle ter-
mo, que ora honradamente exerce, lem dado n.lo
equivocas prosa, da sua actividad! policial, e ira-
pareialidade, alheio a parlidns, elle lera sabido gran-
jear a estima de Indos.procarando sement liarmuui-
.ar os nimos, desde que livemoi a fehcidade de o
t^r entre nos. Este feidc injularaenle na pessoa de : '* Hlro. Sr. Jos Duarte da. Neves.
D. Mara Libauia de Lemos
Cuulia, esposa do lllm. Sr. Jos Pereira da Cuulia.
Hseritaos por devorao.
O lllm. Sr. Manoel da Silva Nogueira.
II lllm, Sr. Jas Marques da Costa Soares.
O lllm. e Riml. Sr. padre meslre Antonio Manuel
da, AssumprAo.
Ftcrictiet por devnriin.
A lllm. e Exm'. Sr.' D. Maria Alexandrina Tei-
xeira Basto.
A lllm." e Exm.'tfr. D. Joaquina Neves de Oli-
veira, esposado lllm. Sr. Francisco Xavier de
Oliveira.
A lllm. e Exm. Sr D. Maria Marques de Barres,
esposa da ex Ihesuurciro o lllm. Sr. Fraorisco
Joao de Barros.
I'rif arador geni.
60.502,000
'2:359,000
6:864,000
4:639,000
4:210,000
1:592,000
8:080,000
mir, concloindo por Inzer sllenle a rasa os ajecreasl-
ino que lera havido na despeza de orramenln des-
le anuo. Paou oa legooda di.ru-.sio nr| > a Ulll
accrescimo de LbtKlr. lli); no 3. 500xioii no arl.
se2uinle aagmenUrani-se3:01)1)0000,para uma aaeo-
la de cominercio, mas l(i:i-ililil para o prol'e.sor de
laliin ; passoo mais oiura amenda da Sr. Barros de
Lacerda, emque se aog.-nenlou :l:(UUrlHM) cora alum-
jios pobres ; com o augmento ao corpo de pulicia
5:003000 ; alein dislo lemos n augmento que nio
etava ainda consignado, com os exercicios lindos de
6:2285OO0, lemos a despeza provavel com u caini-
O Incgnito,
de rej
Ah ah ah e he issn a qne lu chamas coine-
dia, s lu poderiaa raier-ma rir contra vonlad.
O.-a essa entao queres que Ihe chame um
drama Ngq senlior. aquillo nao he m-iis nem m-
menos qne um proverbio e para eipliear-ta melhor a
eompoiirgo dir-te-hei qoe aparla-se lanlp do ulu-
lo rumo as estrellas da Ierra.
Deiiemo- o tal compositor de C0mdiai a faze-
la. .amos andar .
Dilo, e arcn leudo ambos sem .iprecaliilisimos
charolo da tlavaua. foram caminlie de casa, des-
lembrandii ludo qunnto tinhara visto, a cum elles
mus o ponto linjl uesla cbonica.
us vfrtoosisslma esposa pele padre JnAo llerculano
dn llego, nio sent so esse atrevido desaralo : u.dus
os bun.e Sensatos Vieloriense o acompauliain.
O Sr. lenle Joaquun Fabririn de Mallo, allen-
dendo poia, qoe essa nltensa pardo de uro homem,
cojo firoredimenln lem escend.li.iido o publico por
elle desrespciladn, lance ao despre/o cssas palavras
provocadora, e insulluusa, que um corarlo per-
, vertido, e ja desamparado da grana Divina,' vomita
a primeira vez laen man da des-1 caverna immanda. E vos habitantes d Virlo-
ria. que sois leleinnnlia< da lljostica, que acaba de
soll.-er o Sr. lenle Joaqoim Fabricio de .Mallos des-
-. .se |>adre, que com lodo o atan promove a desorden)
frido, asamos soOrendo, e UreirosdetolTrer por Ion- ] enlre nos, provocando a perdieo do pa,is de fami-
acudir com
Kntan viste a oinedia '.' "' '..... na prrrneira vez un m.io da
11 i- comedia '.' pinna para Ihes dirigir esla mal Iraca !,,. imhas, ro-
m que te fallo cu. Essa soguilla itucsc acaba v?'"Jh^ I?*0,' ,le f* lr**wni '"' con-
e representar. ceiluado Diario faiendo sentir o qnanto temos of-
1'rocuraiorei
Os lllms. Srs :
.lose fernandes de Sonza Teixeira e Mello.
\ ,,i.mi Fraocisco Martin.
Agoslinho Ferreira l'outcs.
Mi l.uiz Aulnui. Alves l'ereira.
.lose Augusto da Coala (iuunar.te.-.
Manoel Moreira Campos.
Joao Anloniu de Abreu.
Jos de .\..is Carcia.
Auloiiioila Silva Campo.,
l.uiz i.iine- de Figueircdn.
. po-
gos lempos se a Providencia nao nos
sua Divina misericordia.
Nao nos be estranho qoe depni. do conlrato tran-
sido dn. carnes ver les,Icinn. senVide grandes allera-
ci,-s aobre o pre;o das carnes verdes, e cada vez vai
ere.eei. lo progressivamente sem haver um meio de
melhoramento sobre este genero da primeira neces-
sidade, allnbuindo-e toda ela llnelo de procos I 640, 0 fej.n a 2i.l0il,o can. palo a 500 e 5t
sobro quem os manda lalliar, iif.ii s nos aenugues da du Celta a 260 por libra, e o bacalb.in a IGO.
Capital coran no cenlrn de toda a provincia-, mas, se- I Vieran) ao mercado 568 bois ; venderam-se 118.
nitores redactores, pelo eonlrario nio silo eles os I ralcnlaiido-se a arrouba de camo de :|.->200a istioil,
que fazem subir t(e genere a Igo grandes precos, he |e a melhor foi lalhada nos acoucues a .'.5120.
lio. uiua fimilu. inliiulada Guarilciros, por mura-1 O Victorieaae.
Mesan'>,.
Os lllms. Srs :
loso Anloniu de Araojo.
Marcelino Jos tjoncaives da I otile.
lias honesln., deprezai-o para sempre para nilo vos
envr.lver nos eu- desalios ; pur que um sacerdnle
ministro do aliar, deve smenle cuidar do seu sa-
grado ministerio, reapeilanda lodos para ser raapei- Jlo Licio Marques.'
lado; e nio locando00 raais sagrado do lininein bro- i Anlenlo de Almeida Comes,
o, a sua espo-a. | Antonia Ramos.
A farinha vendeo-sa a 20 a coia, o milho al a Manuel Telieira Bailo.
a raineiJo.e Antonio de Carvalho,
Jos Pereira da Conha.
Jos Antonio Pinlo Serodin.
l-'oi Innato Cardoao de tinuveia.
Felisbeito Ignacio de Oliveira.
Joao Baptisia Fragoso.
O lllm. Sr. contador da thesourarta
provincial, servimlo de inspector da mesma
lliesouraria, cm virtude de resolufiio da jun-
ta da hunda, manda fazer publico, que de
conformidade com as leis, c regulamcnto em
vigorperanle a mesma junta, ievem ser ar-
rematados pormunicipios e comarcas no dia
10 de junlio proximovindouro, os impostos
seguintcs :
Municipio do Itecife.
2--.500 reis sobre o gado morto pa-
consuTjo, avallado annualmen-
le em
Municipio de Olinda.
2;500 sobre o gado morto para
consumo, dem dem por
Comarca de Cotanna.
39500 rs. sobre o gado morto para
consumo, idem idem por
Comarca de Nazarelh.
2?500 rs. sobre o gado morto pa-
ra consumo idem idem por
Comarca do Pao d'Alho.
2 300 rs. sobre o gado morto para
consumo idem dem por
Comarca do Cabo.
29500 rs.'soijre o gado morto pura
consumo dem idem por
Comarca de Sanio Anio.
2.300 rs. sobre o gado morto para
consumo idem dem por
Municipios do llio Formoso
e Agua Prela
2?500 rs. sobre o gado muri para
consumo idem idem por 2:657,000
Municipio de Sennb3cm.
21500 rs. sobre o gado morto para
consumo idem idem por
Municipio de Iguarassu'.
Arrematados conjuctamente
2?500 rs. sobre o gado morto para
consumo idem dem por
Itnposips a cargo da collectoria a-
valiailo por auno em
20 0|n da agurdente idem idem
Comarca ,do Limoeiro.
Arrematados conjunctamento:
2-500 rs. sobre o gado lalhado | a-
ra negocio e dlzimo do mesmo
gado, airemalailo annualiuu i-
Dizimo do gado cavallar
te em
Impostos a cargo da collectoria a-
valiados por auno em
20 por 0|o d agurdenle idem idem
Coiiiana do Bonito
Arreinatodii conjuclamente
2^500 rs. sobre o gado lalhado e pa-
ta negocio c uiziuto do mesmo
gado, avahado animalmente cm 2:770,000
Dizimo do gado cavallar idem HtCOOO
luipostos acargodalcollecloria do
muoicipio do llonito dem idem ti .2,000
20 O da agurdente idem idem *2000
Municipio do Brejo.
Arrematados conjunclamente :
2-500 r. sobre o gado lalhado pa-
ra negocio e dj/.inio no mesmo
gado, avahado animalmente em 1:693,000
Diiimo do gado cavallar idem 52,000
impostos a cargo da collectoria dem 'it.ilOO
' 20 0|o da agurdenle dem dem 38,000
590,000
1:810,000
460^000
lOti.OOO
61,000
3698,000
823,000
lt.,000
Do regulan-etilo interno da UrS-
sourarn,
Osdocumentos comprobatorios das hab
Itlacoes dosarremaUnlea, e os que Jevem
provar a tdentidade dos liadons serlo pre
sentados na sesso da junta anterior a da ar-
reniatac-io, para serem tomados em cOnsi-
deracao, resolver-se sobre a lianca, e admit
tir-se o licitante.Conforme.--0 secretario
A. .. d'A o milicia i;3o. \ '
O lllm. Sr. contador da thesourarta pro
vincul, scrvlndo de inspector da mesma m- -.
souraria, em cumprimento da orden do
fcxm. Sr. presidente da provincia, de ii do
correnle, manda faier publico que no da IS
de junho prximo vindouro, perantea junta
da lazenda da mesma lliesouraria, se ha de
arrematar a quem por menos lizer a obra da
coucluso doraiodosul dacesa de deten-
Cao, avahado em 66:005?720 rs.
A arrematacao sera Tciu na forma da le
provincial n. 343 de 15 de maio da I85t.
sob as condicoes especiaes abano roma-
das. ^
as pessoas que se proporerem a osla er-
matac.io comparocam na sala das ms-^k-
da mesma junu, no da cima declarado),
pelo meto da, competentemente habilita-
dos.
F. para constar se mandou afiliar o pre-
sente e publicar pelo Diario.
Secretaria da tbesouraria provincial dn
Pernambuco 23 de maio de 1857. -O serreta
no, Antonio Ferreira da AnnunciacSo.
Clausulas especiaes para a arremalar.io.
!.' A cuuclusao do raio do sul da cosa d-
detencao, consiste as obras disposta-, no
orcamento.no valor de 66:0039720 rs.
2." As obras serSo comecadaa dentro d
um mez, depois da assignalura do termo di
arremalacSo, e concluida uo prazo de um
anuo.
3.' OarremaUnte na eiecuco dos traba
Ihos gutar-se-ha pelo que se acha tVilo am
rato do norte, e observara em ludo as prtw-
cripcOes do engenhetro que mspecionar a o-
bra.
. Us mestres empregados na obra, serio
da approvoc3o do mesmo engenheiro.
5.* O arrematante sera obng.do ipcalii i
pelos pavos do orcameiito, lo Jo o raalena 1
existente nos depsitos da obra, descanta
do-se o seu valor da importancia da primei
ra prestaco.
6.- A importancia da obra ser deridida
em quitro prestaees iguaes, reahsadas n*
i-pocas estabelecidas no art. 29 da lei n. 2W.
7.* Tuto o mais que se nao adiar aqui dis-
posto, sera regulado seguudo.as disposices
da cilada lei. -Conforme, o secretario A. F.
da Aiiiiiiuciac.ao.
- O lllm. Sr. contador da thesourar.
provincial, servindode inspector da.mesma
lliesouraria, em cuniprimenlo da ordena do
Exm. Sr. presidente da provincia de 23 do
crrente, manda fazer publico que no da IS
de junho prximo vindouro, perante a junta
da razeos la, se ha de arrematar a quem por
menos lizer a obra do emparamento do a-
terro dos Alogados, avahado om M:9t0f r.
A arrematado sera eiU na forma da le
provincial n. :u.i, de 15 de mo de 185, -.
sob as clausulas especiaes abaixo copiadas.
As pessoas que se propozerem a esta ar-
rcmalacSo compatet;am na sala das seasors
da mesma junla, no dia cima declarado,
pelo meto da, competentemente habilitado.
I. para constar se mandou albur o preset
te, e publicar pelo Diario.
Secretaria da Ihesouram provincial de
Pernambuco 26 de 1857.O secretaria), A.
F. da Annunciacao.
Clausulas especiaes para a arrematacao.
1. A obra do empedramento do aterro dos
Alogados, far-se-ha de conformidade coa o
ornamento approvado pela directora em
conselho, c apresentado a approvacao do
Exm. Sr. presidente da provincia, na m-
portancia do 36:9603 rs.
2 a O arrematante principiar as obras no
prazo de u m mez, e os concluir no dril
mezes, ambos contados pela forma do art.
31 da lei n. 28t.
3. O pagamento rcalisar-sc-ha em quatro
prestaees iguaes, cujas tres primeiras. cor-
responderao aos tres tercos da obra, e a al-
lulla ficara para a entrega delinitiva.
*.' Para ludo o que nao se acha previsto
oas presentes clausulas, seguir-so-ha o qui
dispoe a respeilo a lei previncial n. 2SS, e
cun especiaba,le o art. 10.-Conforme.O
secretario, A. 1'. da AnnunciacSo.
0 Dr. Polycarpo Lopes de LeJo, chele de po-
hcia, e auditor de mantilla da provine.
do Pernambuco, por S. M. o Imperador,
que Heos guarde ele.
FaCO saber aos que o presente edilal vi-
rem. qua uo da 17 do rorri-nle mez, sena
de arrematar por venda, a quem mais der, aa
II horas da mauhaa, nesta auditoria dr mi.
rinha, os segu ules objectos, pertencenles a
presa do palbabule negreiro, apprehendido
na barra de Scrinlicm, e recolbidos no ar-
senal de ininnha, onde poderSo ser exami-
nados pelos prelendcntcs
I na va de re, urna dita de proa nova,
oulra ihu da hujarrona usada, avallado i
por 10- rs ; uma ancora de ferro, em cepo,
vahada por 20*" rs., uma panella de ferro, a-
vahada por la re., um camarote de vento, a-
vahado por 2- rs., 22 toneis para agua, s*n-
do 12 abatidos, avahados uns pelos oulros a
Ijotl rs., 2 ma.-lros com suas cnxarctas, 12
maiaguelas de madetra, e 1 carntel de por
MUTILADO



V
V
3
i
barqainba, avahados por 5.5 rs., rcaran-
gueijas, 1 retranca, e 1 pao da bujarrona, a-
valiados por 59 rs que ludo somma a quan-
tia de 105^000 rs.
E para que chegue ao conhecimento de
todo, maodei lavrar o presente edital, que
sera publicado pela imprensa.
Dadoepassado nesla auditoria de mi-i-
nha, da cidade do Kecife, aos 8 de junho de
1887. KuJoo Savaiva de Araujo Galvilo,
escrivSo o escrevi.
Dr. Polycarpo Lopes de Ledo.
O Dr. Anadino Francisco Perelti, ro.nmendodnr da
imperial ordem da Un.a, jais de direito especial
dn roramercio, por S. M. I. e Constitucional, qoe
lieos guarde, te.
Faro saber an qoe o prsenle edital virem. que
no din 22 do correnle, se ha de arremalar por venda
a qaem mait dr, na sala din auditorios, e depois da
audiencia deste joiro, a preta Rusa, de nar;ao, ava-
llada por 7003000 r., e peohorada por evcur.lt> de
Aiiiorim i Irmiiii, conlra lote Carreirn da Silva. E
nao havendo lanrador que cubra a avallaran, sera' a
arrematado l'eila pelo prego da adjudicacAo com o
abalimenlo di lei.
E para que cltecne ao conhecimento de lodo*.
mondei pausar edilaes qoe serao publicados pela im-
pren. e afiliados nos logares designados no codino
cnmmercial. R
Dado e pasaado nesla cidade do Recite, aos T de
auno de 1837.Eu Maiionana Francisco Huirte,
esenvao o aobscrovi.
^_ad*Belmo Franrisco Peretti.
Pela sect^fj-iada Faculdade de Mreito
e por ordem i, Ejj/ ..-. conselheiro direc-
tor interino se h? publico, que na seasflo
da _congregir.no de 3 do corrente foram jus-
tificadas as fallas de tolos os estudantes rio
i" e 2 auno, menos urna sabatina -I i dia
23doestudante do 2. atino. Jugo Carlos de
Riendonca Vasconcellos Jnior, que do 3.
anno n3o foram justificadas as seguintes
numero 15, Candido Pereira Montelro, urna
siDalma do dia 15 ; n +7, Vicente Aurelio
de Frettas Cuutinbo, uma falla ; n. 49, Ame
ncuMuniz Cordetro GiUhl, uma falla ; n
.57, Antonio Jos de Amorim. uma Taita ; n
58, Antonio Americo de Ur/'edn Jnior, urna
sabatina no dia 30; n 71, Eduardo l.uir
Crescendo Valdelaro, uma fslta ; n. 82, Jo-
s Martiniano Cavalcanti de Albuqtterque, 3
faltas e uma sabatina no dia 16. No 4 an-
IZlSHSfr : "' ** Anton, J"qu'ni le
Magafhaes Castro, urna sabatina no dia 23.
No fc. anno, 2 cadeira. as seguintes: n.
-?,.de Mndoea liego harros, 3 faltas ;
n. 2a, Fihppe de Mello Vasconcellos. 4 fal-
las; n. 29, Jo5o Bernardo de Magalhaes, 2
faltas n. 34, Manoel Jos Marinho da Cu-
nha, 4 faltas; n. 44, Amelio Ferreira Espi-
Fie, a \ ,UaS ; ? *5, S|g'sn"indo Coelho
Le te da Silva, 7 faltas incluin Jo uma saba-
tina ; n. 62, Francisco de Souza Paraizo, 14
ialtas incluindo orna sabatina; n 65, llen-
nque de Cerqueira Lima, 4 tallas ; n 6!i,Ju-
110 Augusto da Silva, to faltas incltiindo urna
sabatina. Na 3 cadeira as seguintes : n.
?o. Sigismundo Coelho Leile da Silva, 12
fa tas incluindo 2 sabatinas, e coulinua a
!c r' 62, Francisco dc Souza Paraizo,
'b taitas tncluindo 2 sabatinas, e conlinu'a a
altar ; n. 69, Julio Augusto da Silva, 13 fal-
tas tucluinJo 2 sabatinas, e Continua a lal-
r. e n. 75, Antonio Jos de AssumpcHo No-
ves, 7 faltas tocluiQdo urna sabatina, e con-
tinua a faltar.
Secretaria da FacuHado de Direito do Re-
cife 6 de junho de 18570 sec etario inte-
rino, Manoel Antonio dos Passos e Silva.
D. foto da Puneacao Marques Perdigao,
conego regrante de S. Agost.nho. pela gra-
nado Dos, e da Santa S Apostlica, bispo
de Pernambuci.do conselho de S. M. Impe-
rial e Constitucional.
A todos os Itvms. conegos e sacerdotes des-
te nispado, saude e paz em o senhor.
Por suprema resolueo de S. II. Imperial,
de 4 de junho de 18:20, foi servido o mesmo
augusto senhor confirmar o a'.vara das ulti-
mas faculdades cotice lirias, qu.tnto aos con-
cursos e propostas dos beneficios vagos, e
couo presentemente esteja vaga a cad-i-
ra da dtgnidade de Chantre da S de Olio-
da, pela moi'te do respectivo uroprietario e
as resultas que houverea.
Pomos a concurso pelo presente edital a
referida dignidade, e as resultas quer de dg-
ni.lade, e quer de uieia-prebenda, e tainhmn
a de prebenda inteira, em vittudedo decre-
to de 20 de setembro de 1850.
Todos os Rvms. conegos e sacerdotes, que
quizerem concorrer, apresentem-se dentro
e 30 das, contados da lixaeSo do presente
edital, com os seus requcrunentos instrui-
dos das habililacGas exigidas pelo referido
al vari, e mais documentos que lhes fizerem
a bem precedendo tambetn as nossss infor-
males particulares de visla, ct moribus, e
leito o concurso proporemos a S. M. o Impe-
rador, tres dos mais benemritos e dignos,
conforme os sagrados cationes e ronc. ftid,
liado em Olinda, sob nosso signal e sello,
aos 8 de junho de 1857.
E cu o padre Joaquim da Assumpco, es-
crtvSo da cmara episcopal, o subscrevi.
JoSo,-hispo de Pernambuco.
O lllm. Sr. inspector da thesouraria
provincial, em cumprimento da rosoluc.lo
da junta da fazenda, manda lazar publico,
que no dia 25 do corrento, so ha de arrema-
tar a quem por menos lizer o lomea ment
dos medicamentos e utensilios para a enfer-
mara da casi de deteneflo nesla cidade, por
lempo de um anno, a contar do 1. dejulho
prximo vindouro, a 31) dejunno de 1858
As pessoas que se propozerem a esta a.re-
matacao, comparecam na sala das sessoes da
mesma junta, no da cima declarado, pelo
meloda, competentemente habilitados, que
ah lhes serio presentes, o formulario e con-
dicOes da arrematacao.
E para constar se mandou allixar o presen-
te, o publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de
Pernambuco, 9 de junho de 1857. 0 secre-
tario, A. F. da Annunciacao.
O lllm. Sr. inspector da thesouraria
provincial, em cumprimento da resolucaoda
junta da fazenda, manda fazer publico, que
no dia 25 do cerrenle, se ha de arrematar a
quem por menos lizer as impressOes dos tra-
balhos das diversas reparlicOes publicas pro-
vtnciaes, avahados em 3:500j rs.
A arrematacao sera feta por temi'o de um
anno, a contar de \. dejulho prximo vin-
douro aolimde junho de 1858.
As pessoas que se propozerem a esta arre-
matado, comparecam na sala das sessoes .la
mesma junta no. dia cima indicado, pelo
meio dia competentemente habilitadas.
E para constar se mandou allixar o pre-
sente, e publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de
Pernambuco, 9 de junho de 1857. O secre-
tario, A. F. da Annunciacao.
Pela secretaria da directora geral da
instrucc5o publica se faz constar, que lica
marcado o prazo de 60 dias, a contar Ua data
deste, para a inscripc3o, c habilitacao dos
candidatos que se queiram oppor a cadeira
de instrucco primaria, da villa do Brejo da
Madre de Dos, vaga por fallecimenlo do pro-
fossor que a regia.
Secretaria sobredita, em 9 de junho de
18o7.--0secretario, Francisco Pereira Freir.
xtout*a*$.
Correio eeral.
DIARIO DE PERNAMBUCO QIARTA FEIRA 10 DE JUNHO DE 1857,
RelacSo das cartas seguras, existentes na ad-
ministracSo do correio, para os senhores
abatxo declarados:
' Angelo Custodio da Rocha Medrado.
Antonio Henriques Matfra.
Antonio Jos dimes do Correio.
Antonio Pereira da Cunha Ftlho.
Caelano de Castro.
Francisco das Chagas Bezerra Alvcs.
Francisco Ignacio dos Santos.
Herculano Sancho da Silva Podra
Justina Lins Machado.
Joaquim Augusto de Sjqueira Lima.
Joaquim Comes dc Sou&a.
Joanna Mara da <;oncif(;.'io.
oSo Antonio Cardos*.
Joo Antonio da Pi&iaJc.
JoSo de Souza lleiy.
Josepha Joaquniyde Vasconcellos,
Jos lavares l)q/nellas.
I.uiza Mana do-Nascimento Cesar.
Marcel.no de/fouia i.im, 2)
Martu.s Cm^ives ,;uerra Jnior.
Manoc JnfTcar.ieiro.
ManoeTosc Ribeiro Cavalcanti Lima.
Mano/rTriiornaz dos Sanios.
^eorstiao Anuda do Miranda.
^^laTeolonio Joaquim de Almeida.
A compandia lita de c.vallaria, precisa contra-
lar par o seKun lo semestre rto cnrrenle anno for.
i,ec.menlo.lec.piin,m.ll.o,.mel, e aBa para a cava-
lbada da mesma, quem pretender dirija as suas pro-
poalasem caria ferbarta, as II doras do dia 7 do
correte, na secretaria da mesma, em Satilo V-
maio.
Achan.lo-se em deposite, nn arsenal de'mari-
na. duaa canoas de carreira, por terem sido enrnii-
trada perdidas -unido rio abaixo, manda o lllm
Sr. capiiao lo p.irlo fazer publico que nrao elllre.
gues a quem ipreuntar-ae, moslraodo perlencar-lhe
legiUmamenle. (..ipiiania do porto de l'ernombu-
coen. dejando ,> IM7. O secretar,.,, Alelan-
dre Kodr,!nea dos Aii|os.
Pela mesa do consulado provincial se
Taz publico, que os 30 das uteis para o paga-
mento, aboce;, do cofre, dios urbanos, .las freguezias desta cidade, a
da dos Afogados, se principian! a contar do
I." de junho prximo vindouro, lio.los os
quaes, incorrem na multa do 3 por cento,
todos aquclles que ileixarem da pagar sena
dbitos, nos referidos 30 das. Mesa do con-
sulado provincial de Pernambuco 27 de maio
da 1857.Antonio Carneiro Machado liios,
administrador.
- O lllm. Sr. contador da thesouraria
provincial, serviudo do inspector da mesma
thesouraria, manda fazer publico, que tendo
a asaerabla legislativa provincial suppri-,
mido na lei do ornamento para o exercicio!
de 1857 a 1858 o imposto do dizimo do ga'iol
cavallar, nao ser o niesino imposto inclui-
do na arrematares annunciadas por esta
thesouraria, para o dia 10 do corrente.
E para constar se mandou allixar o pr-
senle e publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de
Pernambuco 6 de junho de 1857.o secreta-
rio, Aulonio F. d'Anuuncia?ao.
CONSELHO ADMINISTRATIVO.
O conselho administrativo, em compri-
mentodoart. 2>, do regulameuto de 14 de """'"'"' "" 'io (cerca e mil sac-
dezembro do 1852, faz ptbl.co que toram -' CasUo rM tSE? 5"?, Barr'JCa &
cenas as propuslas de Francisco Maciel de r**1' "" ruH,la ^ia do Recle n. 4.
Souza, Domingos Francisco Ramaibo, Jos a Kl-'"'"*"' lo Norte
4'oguetra de ->ouza, Rodrigues Ribeiro,
Cuilhernie da Silva Cuimaraes, Jos Francis-
co Lavra, Carvalho ^fe Silva, Siqueira reira, Antonio Fernandes da Costa Lima,
Joaquim Mendcs Freir, e Manoel Aulonio
Teixeira, para fornecerem :
O 1.- 404 pares de sapatos, feitos na pro-
vincia, a 13800 rs., 975 esleirs de palha de
carnauba, a2i/rs ocenlo.
O S.' 35 bonetes com o numero de metal,
para o 9.- balalho .le infamara a 1*400 rs
O 3.- I Itvro de tilo follias de papel hollan-
da pautado, por 7; rs., I dito uedilodet50
lolhas porlOJrs., I dito dito de 2U0 folhas
por 145 rs.
0 4.- i; resmas de papel al maco a 3/300 rs,.,
759 uzias de botOes blancos grandes, a 2o
res a grasa, 433 duzins
210 rs. a prosa.
05.-aioo varas de brim branco a4t0rs.
O 6.- 743 varas de biim branco a 420 rs.,
35 mantas de 13a a l?(00 rs.
07- 2343 varas de algodaozinho a 180 rs
0 8.' 22!) covados de panuo nrelo, a 13900
rea.
o 9- 4 ornamentos ^mpletos, para o ser-
vico da igreja matriz do ptesidio de Fernan-
do, sendo eucarnado, verde e branco, e nixo
a 58j rs
Soeiedade de vapores ham-
burg-uexes
IXaniburtyo'brasileira.
se".',5pe.ra'se ll0' nor,S d" Sm|. <"> dia ,_- "' 13, e
DO! T ,''"'"' '' "W '' cnstuine. para llambiirai,
pj. ''"..... e Seolamplon, o vapor mulo/, (jolden-
^ ece : quae^quer vol.imes e arooolrM de\ein ser
ra."~.'"","H a-e,"', "S roa da Clii i. .las do-
ru antea de se reefaar a mala.
^ociedadede vapores hain-
bur lanihu.jr,,. Brasiiejra.
^fi? 'Ie llaml""an n dia |:> do correnle o
mSTuSF. '"r\* Bahi' e ll'" "e Janeiro :
Crt ?, laC"e' '" '"'" 0S ae,,,ei "a ,ua d''
Para Lisboa.
Pretende saliir com muita brevidade o
bngue portuguez .-Pescador,., por l,r
parte da carga prompta, para o resto e
passageiros, pata os quaes tem exceilentet
eointnodos: trala-se eom m consgnate-
wosNovaes&C, ra do Trapiche n. 3*.
I/ASA O RIO DC IANEIH,
abarca aya segu com toda a brevidade,
por lera maior parte de seu carregamento
contratado: para o rcslo (cerca de mil
VEM-SE NA Lh RABIA 14114(1 DA IMIEPEW^CIA H. ( E8.
40 VOLUMES DA OBRA ABAIXO MENCIONADA
Lotera

. --------^ preci-
-s;t-se iielar um Late de cerca de Til) tonel-
ludas : a tratar na ra do Pilar casa n.
III, lora de Portas.
O agente Pestaa ara' leilao por
conta dequem pertencer, de 130 barri-
cas corneal: quarta-feira II do corrente
ao meio dia em ponto, no forte do Matto,
annasem defronte do trapiche do al"o-
dao.
LEILA'O
_ que faz o agente Pestana por cotila de
e ditos pequeos a <|"i'm pertencer, de II pipas com vinlio
Pigueira : quarta-feira 10 do corrente
10 botas da manbaa etn ponto, na por-
;i do irinasein do Sr. Aunes, defronte da
fandega.
LEILA'O DE.MOBILIA.
O ajenie Pestaa fara' leilio por conta
le uma pessoa que te relira para lora da
irovincia, de urna excedente moliilia de
acaranda', consistindo em cadeiras, coo-
"j y<""iu.i a.uii9i3iiuuu em eaucuas, con-
010." 76( duzias dc botOes prctos grandes solos, sof.i', mesa redonda, assirr. como
a 240 rs. a grosa, 2 caivetes para aparar pe-
nas, a 780 rs., 7 lapis a 200 rs. a duzia, 6
garrafas do tinta preta a 440 rs.
0 II.' 400 alqueiresde cal preta,a 300 rs ,
37 Hilos de dita branca, al20ts, lOcanoas
de area, coutendo cada una 6 carrocas, a
5/ rs., tudo posto na obra.
E avisa aos supradiios vendedores, que
dcverr,orecoll.er os respectivos ol.jectos, ao .,.,. .-,,. ..peciorua auande,
arsenal de guerra no da 12 do corrente mez. teocia de um sen emprega lo
>a a tas m's^ii.'v ,i(w ,.:^,it,,, ...(,,... ..__i. ___ v ^*>"-*vt
* ... ---_- .-W..UHC uucA. Lt;uciri u urn scu (juipiVLM o, e or con La t*
vo para fornecimeilo do arsenal de guerra,
bdujunlio de 1837.Bernardo l'ereira do
Carino Juutor, vogal e secretario.
Pela collecloria da cidade de tMinda se
faz publico, que os 30 .lias uteis pra o pa-
gamento da dcima dos predios urbanos e
mais imposlos desta cidale e seus subur-
bios, se principian! a contar do i. ae junho
prximo vindouro. lindos os quaes incur-
ren na multa de tres por ceuto lodos aquel-
les que deixarem de pagar scus dbitos nos
reledos 30 das. Collecloria de Olinda 30
deMaio de 1857.0 colleclor.
francisco das Chagas Sal-uciro.
IHEATK
QLAHTA-FEIKA IODO CORRENTE.
Beneficio
de
ANTONIO JOS' DUARTE COIMBRA
Uepois que a orchestra tiver eveciita.lo una de
soas ouveriuras, suliir a cena em repetido a come-
dia em 3 actos intitulada
OS IDUS a......
A socie.la le dramtica por ver o quaiilo foi ap-
plaudula esta comedia lie que laocj niau dalla para
preenclier te espectculo.
Fmalisara o epeclacnlo o lindo vaudeville em
om aclo anida nao repiesenlado neila tlieatro.
POR4LSVDE II ALGAKISMO.
\ ai com (oda msica eom que foi rcpreaenl.ido
em Lisboa.
A aociedade dramtica tem envidado lodfll as na
forras a firo dc ver se por eata mineira cimienta o
respeitavel pulihro, nSo so laucando raSo dc cume-
dia que dependpm de grandes despean, como tam-
bfin de vau-levilles eojai musicu se tem [ornada
esmorecido visto epprarem er coadjuvados por es
semesni) pul.lico que a Unios em idnticas cir- dam asi tni~.~ai"^~Al ''"'
cum-taucias irm prolecdo. le l'orto> a r- cada um.
Principiar as S horas.
&t>i$i)3
-
-V-
Goinpanhia
Pernambucaoa.
-i
lrriVi
0 vapor PKRSINUNGA, eommandan
le lenle Moreia. aclia-se a' careanar
os porto deTamandare, I a,,a-(,a,,de, !o,n Jess de S. Goncalo, cujas ,od
la
as
la
al
outros movis de amaiello, tren de mes.
dejanter, almoro, c de co/.inha : sexta-
feira 12 do corrente, pelas II horas da
manbaa, na ra do Pilar n. 50.
13o por ordem e em presenca -do lllm. Sr
i:
MlflOHUS
COUPLETS r 1 A, rilENTIO'F.s
D, lil C
DE SAINT SIMN
Sl'R fl-' --ll < i r. IkB EjOi is \i*
BT LA Hit-M I.
AVIC -l) PORTRAITS
l^^ IA ll I l DOUCB
;-j
a
v\\
MEMOIRES
no hl G
SAINT-SIMN
W> vv v *.*V

TARIS
is:,;.
Wkf*00 ** vxx
;A ,-.3
30 mmuu COMPLETAS E Al TlIr.vrH.AS nn ni orn DE SAN-SIMA O l"i S, i 1 1 ,, ,/ \|. t rii.i \, ia. ORNAhA 1,1 'M RETBATOS LAHI?>APOa PARS, m
t; is:.,. 95
$:& ;
DA
Provincia.
O abaixn assignado vendeu os seguintes
premios
LOTERA
DA
1 iiu-io ^umrro
2 ,loarlos
i meio
i bilhele
o quartos
i meio
i di 10
i hilhete
2323 500-
1905 100/
3480 loo
hj: 1003
93 looa
!)2!l 503
1308 sol
1539 50?
Cozinheiro
Na ra de Dorias n. H;, primeiro andar, precisa-
se de um hbil connheiro. sndo InoopiAo s'e giba a
(irecn, lu-.n a o^rdena lo.
Sala mobiada.
AIug.i-se uma espacos sala e quarto, mo-
tuliado, o serornecc a comedoria na ra
de llortas n. 16.
fantares.
Com todo o asseio e pro-nptidao.mando-se
levar em casa a llora indicada,dando-sa soli-
do ao almoco, e 7 pratos ao jantar, e sobre-
mesa ; e iceomiiienda-se as pessoas que gos-
tam do asseio, para procuraren) a casa da
na de llortas n. 16.
No dia 1, as 11 horas, na sala das au-
diencias, depois de finda a do Sr. Dr. juiz de
ausentes, se iia de arrematar diversas joias,
sendo rosetas, aunis e botes, cravados de
diamantes, esmeraldas e rubis, assim como
diamantes e rubis proprios para obras.
No da 1:2, as 11 horas, na sala das au-
diencias, depois de linda a do Sr. Ilr. uu de
alsenles, se lia de arrematar o pequeo res-
to do terreno, pertencente a heranca d li-
nado Antonio da Trindade, o qual be silo na
ra Imperial.
Tr.,ca-se um oratorio com uma ima-
gem de Christo, prop ia at para a igreja, as-
sim como se vende urna pequea porgao de
prata velha ordinaria, tu-lo pertencente a
eranca de Francisco l'ereira nutra, na ra
de llortas n. 22.
Precisa-se de uma ama forra ou cap-
tiva, para sei vico interno de um casa de fa-
milia de duas pessoas : nuem nuizer e es-
(a da Boa-Vista, sobra Jo n. 10, primeiro au-
a -------------- f< vu<,U VUIIIUI, Ol, IdU
cnsul dos Paizes Baixos, por aulorisacSo do dar.
,ll^iaSdVt^sM^m^l!';',,,ie6a, C0"' ""? Vnde-Se Um Cavll e,"lador d ""SO
ame.o: na roa do Livramento o. 16.
Compra se urna cria de idade 18 me/es,
i- que esteje desmamada, paga-se bam s quem
um sexlante.acullias.uma lancliar.im n enm
noto.,!,. v.u.,7 ., ,>,..., HU 3"1" ue--<"iamaua, paga-se uem : quem
tsxttrzsiins^^ Tff*-Ad iU-4 -o-
da barca liollandeza Cornelia, incendiada
na altura doGamla da iiarra Graude, na sua
ultima viagem de Amsterdao, com destino a
Uatavia : quarta-feira .10 do corenle, as 10
boras da manbaa, no trapiche da alfandega.
--- O agente Borja, de ordem do lllm. ar.
Dr. jmz deorpbos interino Joaquim Fran-
cisco Duarte, seguodo o seu despacho de 27
de marco pioximo passado, exarajo em re-
quenmeuto de 1). Maria da ConceiQao Perei-
ra, iiiv-ntari.into de seu lillio, o Sr. Dr. An-
tonio Francisco l'ereira do Carvalho, fara
letl.io em seu arma/em, na ra do Collegio
ti. 15, de um excetlente piano de Jacaranda,
moderno, urna ptima eatante envidrafada
para livios, oulras muitas obras de marci-
neria, varios vidros, e divorsas joias de ou-
ro, brilbanie e Qnissimas parolas, bem co-
mo aderecos completos, pulceiras, allinetes,
argolas o briucos, gargautlOas, aunis, vol-
tas, irancelins cuma porajSo de livros de
direito e lilteratura, ele, etc., perteticenles
ao neto da dita senhora cima, do qual lie
ella tutora, Cujos objectosseacham paenles
no referido armazem, e serao entregues pulo
maior preco otlerecido : quarta-feira, 10 do
correnle, as U horas em poni.
O agente ilorja, em seu armazem, na
ra do Coilegio n. 15, fara lilSo He diversas
obras de niarcineria, bem como um ptimo
jiano de Jacaranda, de armario, urna escol-
ente mobilia de Jacaranda, vanas obras
avulsas de inarcineria, vidros para sala, ob-
jectos do poicelana, e ouiros mullos objec-
tos, ele. : quai ta-lei a, 10 do correnle, as 10
l|2 horas da manbaa.
ja n. 3:!, gue achara com quem Iratar.
-- l'eile-se ao Sr. Mllisel Jos Mvnleiru da Silva
passaueiro do vapor .'Sin Salvador, ltimamente
chegado, que teulia a boadlde de annuuciar |r
esle jornal sua resi-lenciH, para IraUr-M de neg-
ciits do seo inlerpsse.
Nos abafio Kslgoadoa temos dis-,lvido ainiga-
velmaate a suciejade que linhamos no deptailo de
po da travesa do Corpo Santo, licand., a carao do
soco Jaelntho SiroOea de Alroeia lodo o acuvo <
passivo da e\t,ncla lirma. Kecife S de junliu .le l.',7
Jaeiotho SimOaa de Almeida.
Jos Antonio .tos Santos,
Vendc-se velhutina preta a 61o o cova-
do, chapeos Bo Chili de todas as qualidades,
chapeos de molla, ditos amasouas para se-
nnoras, ditos fraticezes, ditos de fcltro mui-
lo superiores, ditos para meninos e meninas
de feltro enfeitados, ditos de castor prelos
pardos tanto copa baiXo, comila, requis-
simos veos para monlaria, bonetes para e-
nhoras e meninas, c outros arligos, que tudo
se vende mnito em conta : na rua da Cadeia
doJiecifen 4a, fabrica e loja ae chapeos de
Joaquim l.uiz Vieira.
--- l'recisa-se de um caixeiro : na pada
na da rua Direila n. 82.
AFISO.
Aluga-se um molecote crioulo. que faz
lodo o Ser vico, lauto de casa romo de
rua, menos carregar arma e fazer os des-
pejos: na rua Nova casa n. 18, segundo
andar, das horas do dia, ate as ."> da
tarde.
Irmaiidride ment Santo Antonio do Recife.
Oahaixo assignado, thesoureiro da mns-
ma irmandade, ten lo de fechar as suas con-
tas, pede a lo la- as pessoas que se julgarem
credoras desta irmandade, que a presente-a
suas cintas at 0 da 20 do correnle mez, na
rua da Perilla n 2t, primeiro andar. Recife
8 dejunbo de Is.vr.Francisco Antonio de
Brito, thesoureiro.
C*bre de forro
Vende-se cobre de forro, por pret;o com-
modo : na loja da rua da Caueia do ReciTe
n. 64.
oce dor c i 4^0 ps.
(.heeou rua do Coilegio n. 5, nova re-
messa de doce de araca fabricado no engo-
lillo Guerra a HO rs. cada caixSo ; assim
como de banana a 680, e guiaba a 680. 800.
oo e 19200 rs.
Fngio na manbaa do dia 8 do crranle
a mulata Albina, de idade 3", anuos, pono
maisou menos, com os segniofs signaes :
estatura alia, corpa regular, cabellos (.retos,
porem cacheados, rosto oval ; levou algutna
roupa, e bem assim um panno prelo nao
muito usado, n3o se po.lendo ao certo dizer
deque Irajos polcra ella ser encontrada,
mas he muito conhecida nosta praea por tor
sido escrava ,le I). Bernardina Francelinade
Carvalho, candar de taboleieiro de vender
na rua ; costuma a usar de sapatos e ir al-
gumas vezes aos Komedios. Como nao he a
primeira vez que a dita escrava foge e pro-
cura casas de seu conhecimento para acou-
tar-se, prevme-se pelo presente annuucio,
que desta vez se procede a contra esta pes-
soa no rigor das leis, e se a fara responsavel
palos dis de servio da dita escrav-.: roga-
se aos capitSes de campo e a qualauer pes-
soa, ou nesta cidide ou lora dalla, de ap-
prehenderem-na e leva-la a casa do anniiii-
ctante, na rua larga do Rosario n. 30, que
serao recompensados.
O mesmo tem exposto i venda os seus fe-
[lizes bilhetes, meios e quartos da terceira
parte .la pnmeira lotera do Senbor Bom Je-
ss das Dores de S. Concalo, as lajas do
costume.
Por Saluslianode quino Ferreira,
Josi- Fortunato dos Santos Porlo.
Confcitaria
provincia,
O abaixo signado ve-le a dinheirn a rls
U), sendo ja quantia de 100^)00 res para
cima, osseua felizes bilhetes, meio.s, e quar-
tos, pelos pr.-cos abaixo mencinnadns, na
rua da Cadeia do Recile n. 45, esquina da
Madre de lieos:
l'.il heles
Meios
Quartos
5c 100
2-700
i -3.>0
recebe
-.ono
2:500-
1250?
Poe Salustiano de \quinn Penwa,
Jos Fortunato dos Santos Porto
Perdeu-se desde a rua da Crea ata* a da
Senzala uma almulada de carro quem a
arhou, querendo restilui-la, fan Uvor din
gir-se a eocheira do Sr. Joaquim, na ruada
Senzala.
Da-so 18-00") mensaes pelo alugni-l do
iimhomescravo as Cinco PonUs, sobra-
do da esquina confronte a matriz nova.
Da-se a ijuantia dn 50 a 200: rs. a ju-
ros, com penliores : na rua Nova loja n. 12,
das 11 horas do da, as 3 da Urde.
Maria Uaitiniana de Campos ediveiri,
ex-prol-ssora do coilegio alas orpbSas, ob-
leve licensadotxm. presidente da provin-
M
se
_ e
. ,-ropou eusiuaras materias desta-
tSEh. TiJ'S c"nm"d0- e "ssim "adr"s ,ei! e Pr 1SS0 f Publico aos pas
tertse balas decalo con. mu.to pouco tra- de lamillas, e a quem mais coimer, sjTkl
balhoe pouco diuheiro; tambem se vendem deu principio aoens,no desde o mez de mam
amendoas francesas, quadnnhas para sor- prximo passado, no serado no pateo do
les, e juntamente se dao de vendagem halas Carmo n. cas Jo sua residencia, onde tra-
m,a.S,; .,r7 n,u,unlaom. recebe-se tara das condteoes relativas a .dm.ss.lo d
qualquer e.iom enda para lora, al.at.Qane alumnas: tambem recebe pensionistas e
do-sea boa qualtda Je e elegancia dos pa-: mtio-pencio.iislas.
59 A
,., ca, para abrir aula particular para o sel
confronte no Rosario em!Santo Antonio, re- lemioino da instruccao elementar, que .
eebeujM nesteesUbelecimente uma porcBo da as escolas publicas do primeiro rao,
de papis picados ja com estalo, ,ara se ven- na qual se propOe eusmat as materias d-sii
Na audiencia de quarta-feira 10 .In forrante, .'."a iin, I I "",""" "*".""
ante o ,uito mualelpal da Mgunda var. ira' a praca. "? V "'O, medie., de vol- r.
pela ultima ve, e ..lirado de dona andar*, n. t di '*? la de sua \ tajjetn a F.nropa, con- S5?
rua da Goia, vallado por 5:600. pertencente a li- ; Q tiliua a residir na mesina casa <11 '-.
aada 0. Joanna Mara da Coaeeicao, para eampri- i ...... I. r .- ,
i.....lo doa Umdoa por elU daiadoa. i na ua Un/, n. >, onde pode se: ;
Cll.MI'A.MII V PEKNAMIIIICANA. ..I- piocurado a qualquer hora. ;'-
Os enliores ac.ionislas que lomaram novas acres f'il',':y\ ;:'\;t, -:.\ ......-..-......'''.
dada en.prez* e que sal.sliaeraio a pr,m-iri entrada "^"^ '" > a-' ~<3 ~^y -i?-..;.-.?...*-..;... ...-.-)
de 30 por cent.,, uto convidado* a realittr a sesun-; Antonio da Silva Cuimaraes avisas
Iire.t.ir.lo iL'ualmenie de 3c norcen.o al o d.j :10 to.i-.c c ..n^.-..*., ______________ ,,.ot r
que estejam
""I" oenra, m cooviaaaoi a reamar a sesun- -----Antonio da Silva Cuimar
da praalaeilo icoilojenM de 3c por cento ale o da 30 todas as pessoas oue Dossucm ca
do corrente me/, de |..nl,o : no e.cnptorio de Auto- clonadas peo anuunciante e,
Dio Marques de A.noiim, thesouieiro da co.npauhia r.mm.o.i,. *
UC1JOK.
9tPt ** &--0v%$&&.
ROTEIRO DO THELEGRAPHO
\ endem-se superiores queijos Irancezes e
hamhurguezes, os mais novos que ha no
mercado, pelo prego da 15440 rs.: na rua Di-
reila n. S.
de borradla.
Sapat
os
Na livranans. 6e8 da praca da In.iepen-
;-"'"' ""'"..... iuJ" """-.ca -.i iein tornado denoa ha para vender o roleiro do theleera-
cs,no!ecei,l r.Pv7,.'1.'.',",,C"m ""'" """1* "*','se ,ch,m pho' nova,ne"lc reformado, com o nome dos
esmorecidos vi-lo e- lerarem er c.,adiov.n os ru.r o. mi,,., _.._______..__ .
- vaprese .miras embarcaoes que detnan-
O Sr. <|iie veio a esta t\ |K)grapl'ia
sobre a molnllia de jacarada',' annuncia-
da na rua de llortas, pode ir busca-la
l>ela quantuwiue olTereceo.
mi
PROVINCIA.
O Sr. thesoureiro das lolerias manda
fazer publico, que se acham a venda, no
pavimento terreo da casa da rua da Au-
rora n. ir,, das!) horas ra manhaa a's 8
da noiic,bilhetes, meios equai los, da ter-
ceira parte da primeira lotera do Senhor
Porto de Pedias. Camaraffibc e Mi
para onde sahira' no dia ffl do coi
recebendo carga ate a's horas da
aceto,
ente,
do dia 8. ..... tarde
Para O Rio de Janeiro sabe com
mnila brevidade a barca Kecife, e tem a
maior parte de sen carregamento promp-
lo : para o restante e passageiros trata-se
com Manoel Francisco da Silva Carriro
na na do Coilegion. 15, oti com ocani-
taoManoel Jos Riheiro, abordo.
Para Lisboa, eom toda, a brevidade
oor ter yranle parte ra car;;a prompta, a
hem conhecida barca portoguezi Maria Jos
quem quizar carregar, ou ir do
dam no dia I.",
"' de Jniilio.
las an-
Thesouraria dns'lolcrias, (i de jtniliode
I8.7Por Sr. thesouieiro F. A. deO-
liveira, JoAo Miguel da Costa.
O abaixo a-simiado, capilflo ra barca hnllan-
dat. a t.orniha .-. fehinipnle .alvo, p, r merc de
Heos, com faroilia e equipasen! do eminente r.sr.
porque passaram na comboallo espontanea sucrerlida
ao dito navio, na viasem qne faxla de Rotterdam a
naiavia, vam chcio de reconheelmenio eonreaiar, e
asraderer p.ililiramenle por si. e por seus compa-
niieiros de ...fortunio, o generosa e philanlropica
collKmenlo, que receberam das auloridadei e habi-
lanles ,1, Gamella da arra tirar....., ponto da costa
do llraail a que primeiro aportaran] depoil daquelle
ratai srirr-o^o ; a......om,. pal-mear o c&vallelrismo
do sr. teueuie Joaquim Alvcs Moreira, eommandan-1 dita
te d,i vapor lPeraioooBa, a rujo bordo foram abri-
gados, eonduil loa a itleneiosainente tratados at
das seis portas
Em Trente do Livramento
Pejas de algodSozinho americano com
toque de avaria, a TOtio a pe^a.
NOVAS PAITAS DA ALFANDEGA.
\ende-se a nova tarila das airndola* d
imperio, que principia a ter vigor desleo
primeiro de jullio rutero: na livraria do
Nogueirs, defronte do arco de Santo An-
tonio.
Lina pessoa portuguesa com mais de
30 anuos de idade. se otTerece para et.sinar
primeirasJettras fra desta cidade, em qual-
quer engenbo: a tratar na *rua das Crti/es
n. 13.
--- Miguel Ferreira Pinto declara ao lllm.
Sr. inspector das rendas internas que en.
seu deposito de doces, na rua da Crut n. SI,
uilo vende mais perfumaras e confeilos, e
Vendem-se superiores sapatos de borracha S mauT'biLctas' 2t" *r *12r
anto para hoinens. romo para ser.horas: na Sdo obiecl^ P'" q"" lu colle-
Mvraria do .Nogtie.ira, defronte do arco de S ai
Antonio. ... Alugam-se ou venlem-se 2 canoas de
.-Joaquim Antu-.es de Oliveira. d so- '.,?,,' nJ. \? IJJZn"? Ve-
cedade gratuitamente a N. S. da Conceicao, n'r?ri'-, JT
sila na igreja da Conceicn dos ('.. iip,r, P^CM-se de urna ama para co/.inhar e
nos dOUS^iYheteS in?e os da erc e^r P ongommar : rua dos Gu.r.rapes ... 36.
da primeira loter.a do Senhor R nJcs.s las """ ?^,,X? ass,KnaJ. ^ndo de se reti-
lo es, en. S. Goncalo" de nTwi ua '" P"ra ,,,ra ,la Proyincia.julua nada dever
Sr. Feliz Francisco leSouza HagalaSss por
seu procurador, bstanle, com todos os po-
deres.
Joao Pires Soares.
- O abaixe assignado la/, ver ao respei-
tavel publico ea quem llie convier, que tem
Muslo e contratado a compra re uma casa
I terrea na rua tas Cinco Ponas n 102, de
Os encarregados da Testa do Glorioso A"0*16 P'oprietaria a Sra. D. Thereza de le-
PadreSanto Antonio, do arco da ponte do I^JiSlu* '' ?'"' ISS0 sc aleuem s,! JulPar
io, que seta celebrada a festividade cife de j.inho do 1857.
Manoel lhciro Fernandes.
Fugio no dia 3 do corrente me/, da
povoacao de Santo Amaro Jaboato, o mole-
que ctioulode no.ne Jos.-, idade de 18 anuos
pouco mais ou menos, com os signaes se-
guales : eslalura e corpo regular, prelo,
o los alumacados, nariz chato, roslo curto e
abocetado, levou vestido camisa e calca azul,
e chapeo de palha ; lem-se toda certeza que
procissiioo Glorioso Santo para apre uikt iPen? nZth '' r0g""M ? toda e 'lual"
i w c i r. '. .i"J'' 1utr pessoa i .ue o pegar, oue eve-o no r. le-
de Nos Senhora da Concedo da Con- rido lugar, i Jos Ferna'ndeiIffilS,?.
gregario, principiando a festividade a's Mra "compensado.
III horas, sendo pregador o lllm. e Rvm. ""* ^z"sc ('"''leo que se acha contratada
Sr. pa.h.-mcstre nrepadorda canella im foma>la- 'oaqaina .o Magalhr.es Coi.n-
Derial lo--.oC-,isi .,o .1 \l |,tlla -m !>. com seu flltao oSr.JoSo daSilvaCo-
U, J\-1 V\ Mendonca, l,- imbra uva e herdeira legitima do fallecido
dade voltara da mesma toa- *e da Silva Goirobra, a compra da su ca-
sa terrea, sita na rua Imperial n. 7o: se al-
guem pois te julgar com alcu.n direito so-
aores, em primeiro lugar sua Sra. liosa An-
tunes de Oliveira Monteiro, e em segundo o
seu socio Custodio Antonio Soares, e em ter-
ceto o Sr. Jos Joaquim Teixaira.
Atlenco.
do mesmo Santo, com vspera eda, sen-
do o levantamento dn bandeira na madru-
gada de sabb.tdo 15 do corrente, com
acompanhamento de meninas e musita
militar, a qual locara' ao meio-da e de
noiie, com illuminacao; na madrupada
de domingo tocara' a'musira ; a's S horas
da manban sera' conducido em solemne
neira o Glorioso Sanio para o a
(cara' c\ posto a devoco dos
Cumpa
nn rua da Crol n. "..
Preci-a-e de urna mull.er forra, que saiha
co/.inliar e engominar, para uma ca'a de pnuca
lamilla : qrrer.i eslrver nestas circnrr.ilaricias, diri-
ja-se ao aterro da Boa-Vitla n. SS, que se dir
quem precias.
I're.-i*a-s alagar menaalmenla uma canda
que pe:;iie de mil llj dos pira cima, pa;a-se bem:
quem tiver annuncie por eta foiia.
Do sitio do Sr. Manoel Joaquim Carneiro l.eal,
na rua dos Pires, faglO um lio. e de nome larauj.i,
quem delle soulier, ua der noticia, aera lecompen-
; lado.
Na roa etreila do Itosario n. 1~ primeiro in-
dar, vndese nina scra\a crinula de .'ti anuos, que
eneoma liw, connha e lava de sabio, e faz todo
| tandea lano de rasa como de rua.
A.renda-se o sitio n. I.'il, na rua Imperial a
Iratar no mesmo, ou na rua ,1a Cadeia do Recife
n. II.
<)< abaixo assisna.los previnem ao Sr. Jnae
(oiifiilvea Ferreira Costa, que nos formacs de parli-
llias que Ihe foram .ladaa por oecaeiao do inventario
do finado Joa Pranclaco Belem, fisura S. S. como
devedor da quantia de ron :I}s-XiMI d^ principal
a cada un. debes, e pnanlo repulam-fe seus ere-
dore* da lilas quanlias, o qoe faiem puldico em vir-
io le dos a.inuiiri.is de >. S.. lmenle, mas nao por-
que dnvidem de ua prohidade e honradez.Ma-
noel Jqaqoim Pereira.Francisco Jo o ltclein.
tteii<;ao.
Domingo, 7 do correnle, das S para aS o
horas da noite, roubaram da taberna da es-
quina da rua larga rio Rosario que volta para
o quariel da polica, -2 saceos com o resto de
arroz pilado, sendo urna de arroz da india
rom -2 arrobas, pouco mais ou menos, a ou-
tra;deMaranhSo, con. pouco ni .is de uma
arroba: p;>de-so a qualquer pessoa a quem
l'or ofteracido ou souher, de participar na
mesma taberna que se Um dar n> de cra-
tilicaso ese Ihe licara obligado ; assim co-
mo se protesta contra quem o comprar, po.s
ja ha desconGanca de quem foi, por ter mui-
tas pessoas a ver a danca defronte
- Precisa-se de um moso port Jguez para
caixeiro ilo una fabrica de velas Ue carnau-
ba, dando liador a sua conducta, paga-se
bem : na rua liireita, casa n. 59.
Aluga-sc para servico de casa, um es-
cravo crioulo, de 18 anuos: a tratar na rua
do Collegi.! ih 1C, terceiro andar.
Venera ve I irmaadide de
-N:ai;t Vita de Gssi.
as pessoas que em seu pjder tiverem pa-
tentes dos irmaos da veneravel irmandade
de Santa lta de Cassia, que falleccratn na
poca do cholera, ou em outra qualquer,
! sem quedessent sciencia a irmandade, ha-
jam, afim de com regularidade seguir a es-
cripturas-ro, c de serem ditos irtnaos em
lempo sutTragados, de levadlas ou manda-las
com deelaraeo do da, mez eanno do lalle-
ctmento, rua dos Martyrios n. I, casa do
r-seriv.io, Jeronymo Emiliano de Miranda
Castro.
IIANCO NIAO-COMMERCIAL.
Lina das listas de subscriptores esta' ex-
posta na salla da tVssociacSo Commercial,
aleo dia 2t) deste me/. : 'os pretendentei
pois uo podem ser procurados todos]
queiram dirigir-se a tnestni salla, das !l
horas da mamhaaat as o da tarde.
O Sr. Nieolait Mever tem urna carta
na rua do Trapiche n. i.
Na rua do Trapiche Novo ti. 12, caf
do commerclo, chegaram salames rrancezes
muilo frseos.
No dia 9 do corrente se ha <'c arrema-
lar em hasta publica do Dr. juiz municipal
da primeira vara, uma casa terrea na rua
Imperial : os presen'.entes romparecam na
sala das audiencias, depois desta.
Os herdeiros do casal do fallecido
Francisco da Koeha Wanderley, previn-
nern ao publico que he falsa uma lettra
aceita pelo dito (nado, em fjor de Anto-
nio ra Silva Accioli, conhecido por Anto-
nio dundo, como se obriga a provar ; por
quanto muilo antes da data da referida
lettra, nao assigna'ra elle papel al^um,
por se adiar inteiramente ceg:
pois ninguem negocie dita I
referido Accioli, sois pena di
valor.
- Jos Teixeira Leile, declara aolllm
Sr. inspector das rendas internas, que em
sua loja o. I A, nao se vende mis camisas
Teitas, desde o 1.- do corrente me/, nico
objectn porque fora rolluctado.
tard
le e de noite tocara"
co, onde
liis ; de
a msica, das !
bie esta casa, sirva-se uc declarar por este
Diario, dentro em t es dias, contados da da-
t>
assim
premiadas, que apreseutem para ser pagas
00 prazo de 30 dias, contados desta dau .
dudo o qual prazo, requercra desoneraeao
na thesouraria Kecife 4 de junho de 1837.
Antonio da Silva Cuimaraes.
Precisa-se alug.tr uma arca que coz.-
nbe o diana de uma casa d-: pouca familia,
agradando paga-se bem : na rua do Amorim
imazeiii u. 4>.
5 "* Sl,va ,,,n<>. medico pela uai- jj
.,. versidade de Callara, mu.loo sua -esiJen- T*"
u? ca da rua do Caba;. para a roa Nova a. 3
~,J h'.l, sezuudo andar, sobrado do Sr. Ilr. Nel- .;.*
!'' e "'" run,""ia a receber, das K k III
^y huras da mauliSa, e das :| s ."i da larde, a **
Bjjp pe^su.ls que o queiram consultar. ^1
&^p^:.?vao-.->:X;::;;:?OQ#
Piecsa-se de uma ama para uma casa
de pouca lamida no pateo do Paraizo, no
segundo andar que volta para o becco do
Ouvidor.
Vende-se uma du/.ia de cadrira
uma mesa de meio de sala, um par dc
consolse um sopha : todo de Jacaranda': '
na rua de Hurlas n. (i, casa terrea com
arenle piulada le azul cas [Mirladas da:
branco.
Na rua da Cu/, il.posilo de doces,
n. 17, ua um grande soi lmenlo de do-
ces de caldas e seceos, de todas as quali-
dades de lindas, < se ali.ini-a as ipialida-
des t trnhnrn qnr qninui fazer o fa-
vor de comprar nesta casa, c gualma-n-
te um graiidi- sortimento le charut. .1.-
todas as qtialidadas, dos ini-ll.ores fabr.-
<'inies da provinoia da lialna. < .-N.-elIri.-
tesananazes abacaclirs, Uramiaa h-. um-
higO, e todas as mais fineta que o Senho-
res quizcrcm la/.cr eiicomniendas, promp-
lamente seio manijadas \ir para o dia c
hoia marcados, c acondicionad tsde qual-
quer iiianeira a vuntade dos metunas pii-
soas.
, .-X .-V '. ^-x v j*l f
-
;.:
Ira com o
:rd
.'-.;.'.
... :.y: : .
-."r. Deroule da m.lrii d |!i-Vi.ia ... MS, ;
aniola-'e toda a qu.ili.ladf de obra de c.*-
le, asim como li.npam-se ferro de riror- '.'
;,; ^ia de lod.i a qual.dade e hol;im-*e ou .>. em cspins.irdas : na mesma vendrm- e ''.'
& alaajam-ae Incoas, a-iin como maodam-ae -
appbrara qualquer hora. '.':
ClAP.HA .NACIONAL.
Continua a estar a venda o manual da
guarda nacional, ou colheiio de toda* a
leis, reg-.ilamentos, orden* e aiso concer-
nenles a mesma guara, relativos, naoaoan
proeesso de qualilicacao, rect;rso de revista
etc. ele. etc., sean a economa dos corpa,
organisaein por municipios, batabioes, com-
panhias com mappas, modelos ele etc.: na
rua de S. Krancisco, deposito n. 6, onde en-
contrara ja cnci'ternadns.
Precisa-se de uma .-m* para o servir
inleroo de ama casado pouca familia: na
prac,a do Corpo Santo n. 17.
- Precisa-se du um reilor rapan o de boa
conducta para Iratar d um sitio na Paasa-
gem da Magdalena : procure no sito do Sr
Eduard Feufou, at as ti horas ca mat.ha,
ou dep lis das j horas da tarde. >o mesmo
sitio cima precisa-se de um homem para
bollelro e que sa.ba tratar hem de ravallo-,
acciado, trabalhador e honrado.
Sabio a luzO despertador Cnmmcr-
Cial lo .Norte. O .edactor, o harharrl forma-
do Joao do arros i aleao de Alb'uquerque
HaranhSo, espera de todos os seu benignos
asignantes, que avista lo recilio imprcaso
e assigii.do salisfarto pro-nplamente o pri-
mero trimestre, alim de finar face as enor-
mes despezas do referido l'.ario.
\ lypographia estabelerida na rua iki
Passeio Publico n. 19, piensa de algn*
compositores nahois para a pul.l.cac j do
iiiano .- ninas avulsas.
Quem quizar ser rolirador dasasisig
naturas rlu Diario denominado(1 Hesperia
dor Commercial do Norte,dando lian, a
lonea, que se responsaMIiaa eooio artmci-
pal pagador, lera de lucro Am por rcnl...
dando cuita diariamente as 6 horas da lar
perder o seu
as 10 horas sera'arreada a bandeira, el tete. BeeifeS dejunno n.
esta condit/nla e acompanhada pri- me-1 ~ Precisa-se de ua, boleeiro : na rua do
ninas residencia da nova ufta, a iiuein l,t;"nf"lu *. primeiro anJar,
i sera' entregue, com o que se lindara'
'"..... ~"a-"-^,T8"E.' ou ir da PaMgem, gaoos.connutidoa o allenclosan dos at ei
para o que tem n.tnto bons eommodos ; di- i-orlo, fl -........neianle, e seos eompanheirM aerad
nja-se aos seus consignatarios Francisco Se- Mndo Mrdeal e fenorosamenteaoTodo Poderoto
veriano uabcjlo ^ Filho. mer..... .. .i........................- ,
1--------------.. .
Pernambuco 119.
Ficvlranaferida a visani do vapor -Igoaraaso',
r,^r''.''.l'ara 'lia7' !' o dia l, encooM-
bueuc.a du lempo chuvoso.
--.....c.oso a
arando merca da eu aalvamenlo, na eetaarSo de di-
rijir-llie ua- preces em favor deaaea entes liem faxe-
|0f, que iraini suavisaram seu inforlonio. seeoodando
a "r.ir.i da Previdencia. Cidade rio Kecife (i de iiinlio
de Is,..
/. ./. .V. s. tan lAtuwen,
Alten :i :.
Chitas rraneezas das melhores c mais li-
nas que tem vindo, mussulinas brancas ele
cores, riscados Irancezes e muilo linos.clntas !
escuras de cores lisas a tliO IsO e OH rs. li-
nas, madapolSo a _>00, 2s80o, 3, :)~.'(ln
:-.,00, :t-son e -, bom e fino, e muito supe-
a 53201), riscados .1 linho para palii<\, calqa
ejaqueta ajo rs .princeza, alpaca muito fi-
na, panno pneto eazul, e nutras muitas fa-
zendas que;n vendem mais barato do queem
outra qnalquer parte, e do-se as amostras :
na rua .lo l.ivrsment ... 16.
na .Sra. viuva do coronel Severo
JOS de Souza Lima, lenba a hondade de en-
o de Olivei-
;ocio
iividade Os encangados dajteodey-seromFeh^eTto' I,
m< maleste apeoveitam a occasiao. para ra, ua praca do commcrcio n. ti, anee
pedirem mu respeitosamente a lodosos "seu inleresse.
moradores da rua do Crespo, para que Ama para engommar.
se uigneui illuminar suas ja nel las na ves- Precisa-se .le uni ama que engommebem
pera c dia. e iiiandaii-ni varre' as tes- *co?'n*,epodendo vlras i boras da manh&a,
latas de suas casas, assim <.>, ^,,.,....... P vo."a'lls 6 ,la l'lriil': 0 aterro da (toa-Vis-
tadas de suas casas, assim corri fuarne-
iviem suas varandascom colchas no dia
de domingo, alim de se tornar este ario
com toda a pompa e brilhaotismo de que
lie digno roo Glorioso Sanio.
Joao Pereira Moutinho, pelo nresentc
...1........ III. n_.
do Recife n. >, ..
mais camisasfeitas de pai/. estrangeiro, de
hojeem diante, tnico objecto poique lo-
ra o mesmo collectado. Recite de ju-
nho de 1 So".
-OSr.iii.....oirubeiroavFariii hajodede- r ~~Precisa-e d serventes escravos e
clarar a sua mora la para Ihe ser enireaua una en- ,o,',"0s : a tiudicao da Aurora, em San-
commeodi viuda de fura Ua provincia. | to Amaro.
.-------e : 110 a
la, loja de bilhetes 11 Oti.
Piecis-se de duas amas que sai ha m co-1
zliihar, 1; engommar com perfeicHo, e facam
todo o mais servico do u.na rasa de pnuca !
ramilla, pega-sc muilo bem : ua rua do a-
Redara ao Ulm. Sr. tf d^SE I mS^^^AS'
internas, que em sua loja da rua da Ca- < '''' Sul, para o Sr. Jos Joaquim de l-i-
dea-Velha do Recite n. 22, nao se vend
de, 1 jiro este consideravel, pois queja exis
tem mil assiguantes. e es, era o re laclnr
que esse numero duplicara em pouco tem
po : dirija-ae a referida lypogmpiiia.
Precisa-se alugar uma par-la ou prel
preferindo-se escrava, que sama tratar ..e
crianzas, e dos seus arranjns : a pessoa que
a tiver, ou queira rtisSo se encarregar, diri-
zih'.rftn,,LU.m' f""" i"*"-*" """'^-grnese,,, como quem va.
o serJiru o?o .? 7 ,|U"er "g"r P,M ,,a'a ru:l *">"">'> par. tratar .le
h^jss tj^tsoz sasa ^era bom ,;,sa *
saes, diriia-se a rua Imperial, segundean-1 ^_
dar do sobrado n. 67 defronte do viveiro do ;
Muniz.
- l)eu-se para conducir a um preto duas
estantes de missal, o qual desappareceu com
ellas: roga-se a quem lorcm offerecidas, leve
a liviana n l e ,da piaca da lnde|icndencia,
que gratilica-se
Joao Teixeira de Souza Lima, ior ser
muilo necessario ir a Portugal a tratar de
seu negocio, deixanJo aiju as suas casas
de negocio, taberna e padaria, entregue sos
seus interessados, gyrando na mesma lirma
Lotera
provincia.
O afmixo i-s; nhoia I). Luiza Hariada Costa eJuscAnsel- OM )t U rtbuiXO il tno da costa. ". .
ua (jiiHiiti (!(.. i-fia
vai a
M Illa
til
r ---------^.-^. > a i s r j a ti\: i |
gUPtredo, a qual se entregara, pagando o
anouncio.
Francisco Augusto da Costa GuimarSes,
taz publico, que nao lu: consta que sen fal-
lecido lilt.o Antonio Augusto .la Costa l.ui-
marSes, devesse quantia alguma, comilo
seaguem se julgar eredor do mssmo, por
qualquer titulo, queira dirigir-se a Santo
Amaro, para culeiider-so eom o anuunci-
ante.
lo3o Teixeira do Souza Lima
Portugal
I.a-s, drnheiroajuros modi.-os rece- iil11 reiS PfW CIIIMs, ta llj-
feegdoa!.r.resi "' ru* d;"''a'a'n- lieiro vistH, ciu seu m-
"-Roga-se aosr .L. A. F. Monto Raso! crintorio, Ba fttH dll Ca-
tenha a bondade de appacecer m nraca da i t -e ... .
Boa-Vistan. 12, que se precisa fallar, e domo (UMa (io *%0C10 II. *>0, pl'l-
tonha-semui,do par.o mate, sef.zopre- luera andar.
--- Precisa-so de uma ama de leile que o
i'Miba bo.n e em abundancia paga-se bem:
na Lapunga, sitio do arantes, u na rua da
cadeia de anU Antonio u. -11.. terceiro
andar.
Bilhetes. os'.imi
Meios. 2.s7iu>
Quartos. ||',:,, i
/*. J. L.ijma.
IvIUTILADO
ILEGIVEL



U1ARI0DE PRRVAMBUO CUARTA FEIRA 10 DE JNIIO I)!: 1S.",7.
GOISDLtOkl fl*iP#fHlCO
00
((:
&&M9 .-iJ^k.. vmm^yk/'n.a*0&m.
Oude'seacham sempre os inais acreditados medicamentos, tan lo em tinturas como
em glbulos, e preparados cora o maior escrpulo e por nrecos bastante coiumodos
l'HEgOS FlXOS.
Botica de tubos grandes. 10/000
Dita do 2* ... 153000
. Dita de 3b i> > ... 203000
Dita de 48 > ... 25000
Hila de 60 ... 309000
Tubos avulsos a....... 19000
Frascos de tinturrademeia onca. 2c000
Manual de medicina homeopathica de Dr. Jahr com o dic-
cionario dos termos de medicina.....
Medicina domestica do Dr. llenry.....
Trata ment do cholera morbus......
i.c p: toi m do 1) Mello Moraes.....
209000
i o;oiio
2/000
60OO
;:: i :
PEORAS PRECIOSAS-
Aderecos de brillianles, ;
rliaimiDle e perolas, pul- i
airas, allinrles, briurog :
a rozlas, botoes t aunis 0
ilo (liiVcreDles aolos e de
diversas uedras de valor, i
_
Comprain, vendem oa '
* trocam prala, ouro, br-
I Ihantcs.diamaiilese pcru- .'.
las, e oulras. qoaesquer
* joiasde valor, a .diiilieiro 3
uu por obras.
lUtfftA k ilAHTE.
UJA DI eilRIVH
Ra do Cabuga' n. 7.
Receben por to-
dos osvap, r sda Eu-
ropa as obras domis
moderno gosto, tan-
to de Franca como
-: '
OL'RO K PBATA.
Adereros cmplelos da
ooro, roeios diius, pulseo
rai, .i 11111 -1 o -. brincos e
rozetas, cordes, Iranrel-
lim, raedalhai, correales
e enhiles para relogio, e
ouirus muilos objeclos de
ouro.
Aparclhos completos de
[ir -l.i para cb.i, bandejas,
salvas, castices, colheres
de i -i e de cha, e mul-
los oulros objeclos de
prala.
>'*.$$'&? > ***
de Lisboa, as quaes vendem por
pre$c commodo como costuniau.
a t enea
K. C. Ya,tes& Companhia: estabelcr.idos
no l!io de Janeiro, na na do Hospicio n. 40,
vendo um annuucio publicado cm urna das
folhas de Peniambuco polo Sr. nsrtiiolomeo
F. de Souza, preveuindo .ao publico que o
verdadeiro xarope do bosque, so elle he
quem vende,pre?enii os ao mesmo publico,
que o nosso xarope he re leltido do lo de
Jrneirc pelos cima propietarios ao Sr.
Manoel Alves Guerra, e esle senhor fez o de-
posito para ser vendido na pharmacia do Sr.
Jos da Cruz Santos, na ra ,\ova n. 33, ni-
cos por nos aulorisados para veuderom o
nosso verdadeiro, e mais prevenimos aos
senhores consumidores, que ha porto de 5
annos os rollos collados as garrafas sao
assignados por Henry Prius, como procura-
dores des cima propriatarios. P.io de Janei-
ro 13 de Janeiro de 1857.
Barlho.'omeo Francisco de Souza, len-
do o annuncio dos Srs. R. C. Yates c\ Com-
panhia no Diario n. 17, em que diz ser s-
mente verdadeiro o xarope de bosque que
se vende nesta cidade ha pharmacia do Sr.
Jos da Cruz Santos, onde fez deposito o
Sr. Manoel Alves Guerra, que recebcu delles
proprietarios, declara ao publico, que nao
llovida seja falso o xarope de bosque que
tambem vende em sua botica, mas assevora
que elle be comprado aos nesmos Sis. R.
'..Yates & Companhia, do l'.io de Janeiro,
como provain os documentos abaixo :
1110 UE JANEIRO 8 DE AGOSTO DE 1836,
O *r. Barihoiomeo Francisco ue ouza
comprou a li. C. Yates & Companhia :
* duzias de garrafas com xarope
do bosque a 5*?00(i.......". 21G5000
6 duzias de 1|2 garrafas com xa-
rope do bosque a 273000......1623000
Rs. 378*000
Recebi o importe cima, do Sr. Antonio
'oaquun Vieira de Carvalho. lo de Janeiro
de agosto de 1856. Por R. C. Yates &
'.ompanhi,,Jos Paulino llaplista.
Keconheco verdadeiro o signal supra. Pie-
dle 8 de agosto de 1856.
lu le de verdade.
Manoel Hilario Pires Fcrrao.
RIO DE JANEIRO 18 DE FBVEBFISO DE
1857.
Os Srs. Constantino t.ornes de Faria & Fer-
reira compraram a R. C. Yates & Compan-
hia :
4 duzias de garrafas com xarope
do bosque a 549000.........216/000
6 duzias de 1|2 garrafas cora xa-
rope do bosque a 75000......162/000
Rs. 3783000
Recebemos o importe. Por U. C. Yates &
CompanhiaW. C. Cerwarlt.
.Nos abaixo assignados declaramos que
compramos o xarope cima para oSr. Bar-
ihoiomeo Francisco de Soua, de Pernam-
buco, em virlude de sua ordem do 3 do cor-
rente. Rio de Janeiro 18 de fevereiio de
1857.Constantino Gomes de Faria A Fer-
reira.
Reconheco ser verdadeiro osignalsupra
de Constantino Gomes de Faria di Ferreira.
Rio 18 de leven iro de 1857.
Km f de verdade.
Pedro Jos de Castro.
! DSHTSTa FteNCEZ. -
,ff Paulo .iij-iioux dentista, ra .Nova n. 41 : 1
Nr Va D,e*,ni ca*a le,n aSu" e pos dentrilict. r';
JOIIN GA1IS,
corretor gcral
E AGENTE DE LEII.u'ES COMMERUAES,
* u. 20, ra do lories,
PRIMEIRO ANDAR,
[ra a o Corpo Santo
REC.IFE.
i ^
Oi


casa de saude com todos os commodos para
o Iralamenlo de escravos, cujos senhores
residam lora da praca, ou que nao os pos-
sam curar era suas propris casas : quem
para islo quizer-sc utilisar de scus servicos
mdicos, que serao iksempenbados com o
maior zelo, dirija-se ao paleo do Carino n.
9, primeiro andar, ou no referido sitio da
Magdalena. Preco2/OO diariosexceptu-
ando conferencias, s*nguesugas e oper-
coes.
Tiesse. fabricante de or-
gaos e rea Jejos, ni i tas
Mores n. [9,
avisa ao respeitavel publico, que concerta
organs e realejos, poe marchas modernas
uesie pau, concerla saraphinas, pianos, cai-
xas de msica, acordeoes e qualquer ins-
trumento que appareca, e tambem faz obra
nova. Na mesuia casa fabricam-se caixas
para joias de qualquer nalureza, retratos,
carleiras hotneopatliicas, esloios, faqueiros,
ele etc. H
-%-"--'.-.'*'.''-.''.".;T-,_.,'i.<*v.v ,i.v.<'",x.*,
^ nr.Tr V '\ :V;'"' 9'Sr- Q
j! .r- Caeleoo \avier Pereira de lliilo, ,-
_..* medico, ai scienie aos seas kmigo> e ao
<^ publico, que inudnii sua residencia para a ''
SP praca da Boa- Vista, casa n. 2, que fui do ?J
: ;. Tallecido Gadaull, pur cima da boina do Sr. '
JW Joaquimlsuaciu Ril.eiro, onde po lera ser '>'
-,, procurado a qualquer llora do da oo da '
# "u,,e- @
- Precisa-sede una lavadeira c um co-
pel ro : quem estiver ueste caso, diri|a-se a
casa de Roslron Rooker & C., na praca do
Corpo Santo, paia tratar.
- Prccisa-se de uin canooiro pratico na
carrenado Miiteuo pura o Recie : na ra
da Cadcia do Recife n. 30.
O
9
^ <* .i:
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a 2
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a S a
1 = 5
i i os
c 3 o
| o 8 A
SEGlir. CONTRA FO^O.
Coinpanbia, Allianre.
Esubelecirla cm Londres, em marco de 18-24.
Capital cinco milhes de libras esterlinas.
Saur.rfers Brothers & C, lera a onra da in-
(oriar aos Srs. negociantes, proprietarios decas.is,
a quera rnais convier .ue estao plenamente u-
lorisadoj (.e,a dita companhia para affectuar B
ros sobra eililicios de tijuio e podra, cobtrtos Ji
tllia e ignalmeolasobre os objeetos queeontivarein
osaes*os edificios quer ronsis;3 un mubilia ou
*. racandu ue quakjuei i 11| ',
s -Fornioso. 8
;.' O Dr. Joto Honorio Bezerra de llene- *-'
'. es, i.ir lien [ida l-.in la lo lia llal.ia, lein -'i
f' luado :-ua reaHdencia n i ci.ladc u.. Kio-For-
-,. iiioso, e de niivo eiTereee leus kh,i< lo-
\ > .las a. pi Moa) que u iiiiiraium Coro ua con- '- i
i. fiama. ,
rv?'?.ic-.,.'.;?...: ..." ...-... ....'.?...-
-----O Dr. Ignacio firmo Xavier faz publi-
co, que mudo i sa residencia para o seu si-
tio na Passagera da alagdaleoa, que iica ao
norte da estrada entre a ponte grande e a do
aipra-tnetiiuo, e ah tora preparado urna
:
v '..;*- <*
8SOS.
Na ra da Sensala Velha n. U6,compram-
se ossos de boi.
Compram-se travs de 25 a 35 palmos
de comprinienlo, e ,,almo de grossura : na
livra.ia i}r prag Ua Independencia n. 6 c8
... Gompra-sc elfeciivamenle na ra das
Korcs n. 37, primeiro -iidar, ap"olices da di-
vida publica e provincial, accoesdas compa-
nnias, e da-se dinheiro a juros, em grandes
e pequeas quantias, sobre peuhores.
Compram-se borra de vinho que nao
tenha mistura d'agua : na rua da Senzala
Velha n.110, deposito de bebidas espiri-
uosas.
Compra-se tima canoa de um s pao
rjue conduza mais de de/, caixas de assu-
car, estando em bom estado e aparcllia-
da, para viajar.
$&&&$
(A lili lili i do ou meditaces sobre as mximas eternas e
sagrados myslcrios de N. S. Jess Cbristo a
IJ000 : na livraria ns. 6 c 8 da praca da in-
dependencia.
Novas pautas da alfan-
lea.
Vende-se a nova tarifa da alfandega : na
livraria ns. 6e8 da praca da Independencia.
IHSTRUCC40' PRIMARIA I.M PERNAMBUCO.
ende-se
em casa de S. P Johnston & C rua da Sen-
zala .\ova n. 42, o seguinle : arreios nara
cano, sellms para honitm e senhora, can-
dieiros e castiQaes bronzeados, vaquetas pe-
ra carro, chicotes de carro e de munlaiia.
Ao ^reguica
QUE ESTA 0DE1MAND0.
Na loja do Preguica, na rua do Queimado,
esquina do becco do Peixe Frito n. 2, ven-
em-se multas e diversas fa/.endas por pre-
sos baralissimos, entre ellas cambraias fran-
cezas, padies novos e cores lixas, pelo ba-
ralissimo preqo de *80 a vaia, p^as de bre-
tanha de rolo com lo varas a 2f, mussulina
branca o mais lino que he p.issivel a lio o
covado, ditas ue cores muilo linas e de lin-
dos padroes a 3i0 o covado, cintas france-
zas muilo linas e de lindos padroes a 280 e
300 rs. o covado, cobeitores de algodo pro-
prios para escravos, polo baratissimo preco
de 700 rs cada um, cortes de bnm para cal-
cas a 13360 cada um, rubias pretss para ho-
rnera a 80 rs. o par, lencos 'de cambraia para
uiiio a 120 cada um, ditos mais linos ai
rs., cambraia lisa uiulo lina e com lo vai
a 65 a pega, chitas escuras e de diversos p
dioes e cores lixas do, e a 53, 63, 63500, 73 e 73500 a pega, 1
/Julias do quadros propnas para roupa
menino a 400 rs- o covado, giavalas de I...
dos padroes a 1.3, ditas pretas muilo linas a
1#'2S0, dilas de cores em outro guslo a 700
rs. cada una. Alm do sortimenlo acuna
meniionado, vende tudoquanlo he proprio
de unu loja de fazendas, por prego mais ba-
rato do que em pane alguma.
Vendem-se 120 pos de coquei ros'pe-
queos, propnos para ss plantar : na rua
uas Trincharas 11. 29.
--- i; Ih.da l!|!ua da primcia qualidade
a 30/a arroba e II a libra : na loja de fe
gens, 11 rua iia CaJeia do Recite n. 44,
niomaz Feruandea ja Cumia
- Vende-se manteiga ingle/.a a 720 a
bra, dra frailee: ;i a 620, banha ce por.
?80, cha pretoa 19760, assucar do Monte
:. i* o rs., doce de guiaba muilo bom a Vr
i caixo, volas '-u espermacele a 800
chai utos trovador a 2^500-a caixa, fo.,
raiudos propnos para meninos: no paleo Uo
l'oraizu, laberiia u estrella 11. 14.
abao
O antijjo deposito silo no becco do Gon-
calve, aimazom n.4e ti, acha-se nova-
I mente supprido de diversas qnanbdades de
I muilo superior sabao amarello, e vende-
i se mais barato, que em outia qaalqaer
I parte.
too
as
-
a-
3a-
ie
D
ra-
li-
o a
:iro
:000
rs.,
;os
Vendem-se tres casa terrea", noval, mandil
eriun cacimbas, una na rua do< Unararapeo 11. 11,
e duas na roa do llrum : a Intar com o popule Paa-
lana, na rua da Cadeiado Itecile a. 55, oa na rua
do- Cuararapes 11. 20.
Ven !e-se urna osera va moca, de na-
cSo, com ama cria de 3 mozos, e tem bom
leite, preferudo ella ir para engenho por ja
estar costumada j esses servidos: na rua do
Vigafio n. 27, primeiro andar.
- Vende-se na antiga loja da boa fama,
na rua larga do Rosario n. 35, Sortimenlo de
litas, rendas e bicus, assim como lilas, vel-
ludo, franjas de seda e trancas, e todo o
mais soilimenlo de miudozas e quinquille-
ras, por precofl muito baratos.
Vende-se rap arca preta bom a 000,
15 e a 15400 rs., Paulo (ordeiro a viniera e
trila reis em oitavas, assim como se ven-
dem fundas do la.lo direilo e esquerdo a 800
e 1S100 rs. cada urna : na rua larga do lio-
sario n. 35.
Vende-se no deposito do largo da ri-
beira deS Jos n 15, queijos do reino, pelo
barato prego de 640, 800, 19380 e 1j440, he
pechincha ; massas linas de lodas as quali-
dades a 320 rs. a libra.
FareMo
Vende-se superior farello vindo de Lisboa
ltimamente, em saceos e por barato prego :
na rua do trapiche, armazem n. 9.
--- Oueijos do Ceara de 1, 2, 4 e 8 libras,
muito frescos, chegados pelo Iguarassu', em
porcSo e a letalho, por menos do que em ou-
tra qualquer parte : na rua da Cruz 11. 36,
confronte ao berco da lingoeta, taberna ue
Anlooin Lopes Braga.
Vende-se um negra moga, com 22 an-
cos de idade, sabe cozuihar com perleigSo,
eengomma liso, lava de sabito, faz lodo o
servigo de urna casa, e com urna cria de S
mezes, muilo linda o esperta, e bein nutri-
da : na rua larga do Rosario 11. 22, segundo
andar.
c do-
Vendem-se uceas com milito bom, o doce
marmelada, goiaba caraca lino, cm latas c
caixoes de todos os lmannos, por diminuto
prego : na taberna grande, ao lado da igreja
da Soled.i.le.
Vendem-se balangas decimacs da forga
de 220 a 1,100 libras : na rua da Cruz, ar-
ma zem 11. 16.
Vende-se por barato "reg um halcio
de volta e um moiiibo para cale, tudo novo :
na rua eslreila do liosano, loja do sobrado
que fica bem confronte a rua das l.aran-
geiras.
AZEITE DE GARRAPATO
PURIFICADO.
Continua-se a vender por 3~00u a caada,
e 400 rs. a garrafa : na fabrica da rua dos
Cuararapes, em Fra de Portas.
- Vendem-se queijos de coalha e de
manteiga, ior commouo prego : na rua do
Aragfio n. 36.
Va rua do Cabtlg, loja da
afilia de ouro.
vendem-se balaios para costura e fructas,
frasqueiras em 12 frascos e cupos propios
para viagem c ixinhas p-ira vollarele, bo-
tSes para roupOes, cachos de llores france-
zas, booecas do lodas as qualiJadcs, p'os-
phoros com velinhas de cera proprios para
quem ruma, papel dourado, praliado, som-
bras do todas as coros, ligas de seda, las de
tod is as cores, panno de linho abeto, ligas
para mcias, de seda e borracha, ligas de
bol racha propris para amarrar papis, lin-
la em garrafa, litas Ue velludo, trancas de
13a e seda, liabas de carretel de 900 jardas,
de Alexaudre, liuba para bordar, ue linho,
capacliis giauJtt.i c pequeno->, perfumaras
de lodas as qoalidades, penles ue larlai uga
superioie? a 4jDoO, e outras mullas miude-
zas, po: prego commodo.
Attenco
-
Vende-seuma escrava cricula, de 20 an-
nos de idade, sadia e sem vicio, com as ha-
bilidades de cuzinhar o diario do urna casa,
engommar liso, ensaboar, coser chao e ves-
tir a urna scubora ; o motivo da venda se
dir ao comprador : trata-se na rua do t.ol-
legio n. 17, loja, e para ver, na rua de Mor-
as n. 140.
Vende-se um;- cxcellente escrava par-
da, de idade 20 anuos, eiigomma, cozinha
muito bem ; urna crioula d-. 20 annos, com
todas as habilida Jes ; duas lindas criouli-
nhas de idade de 11 a 12 annos ; um niole-
que peca, ptimo cozinheiro, de idade 20
anuos ; um dilo tambem pega, de 12 annos :
na rua de Aguas-Verdes n. 46.
Vendem-se meias compidas e curtas
de laa decarneiro, sem costura, chega-
dai de Lisboa 110 ultimo navio, por preco
mujto commodo : na rua do Queimado
u. *0.
Velas de esper-
in?icete.
Vendem-se caixas com 25 libras de ve-
las de (i em libra, a' preco commodo em
casa de Isaac Curio c\ C., rua da Cruz
n. V.).
Grande fabrica
de tama ricos, na rua Di-
reit:, esquina 10 beeeo de
S. Pedro n. 16.
Neste estabeleoimeuto ha efectivamente
um grande sortimenlo de la mancos, tanto
para homem como para meninos e senhnr.is,
a retalho ou mesmo em grandes porcoes,
para o mato ou mesmo pira a praga, muito
em conla e a vonlade dos compradores.
; Vende-se borracha para sapatos e bor-
zeguins a 400 rs. o palmo : na loja de sapa-
tos na rua Nova n. 26.
n-i nova loja da rua do
CoJIegio n. )?
vendem-se pegas de madaPolHo largo e lino
com um pequ.no mofo a 49500, pegas de al-
godo grosso a 2>, ch iles de merino de to-
das as cores a 5r500 e a !l>, de larlalana a l>,
cnapeos de sol muilo linos de panno a ->t e a
2?5i>0, um completo sortimento oe corles de
calcas a 1>, capas ue panno Indas forradas a
4-.oOOe7.-j, pocas de esgaiSO mOitO lino a
31SO0, Chitas largas franoezas a 320 o cova-
do, mussulioas de cor muito lindas a 320 o
covado, redes ;; 5% cortes de caiga para ho-
mem a 800 rs. cada um.
inho do

CIJOS
M. i
m%m.
Na rua da Madre de Heos, loja n. 34, con-
tinua-se a vender o muito su(> rior vinho do
Porto engarrafa !o,ein caixas de urna 'e duas
duzias, das eras de 1815 e m%, aasim como
vinno lino do l'orto^ em barris de quinto,
oitavo e ligesimo, vinho branco e geropiga
branca, em barris de quinto ; tambem Iro-
cain-s imngens (le .-auto Antonio d.i prala,
vultos pequeos muilo perl'cilos, por quan-
lia moiiea.
Vendem-se os melhores queijos do
reino que ha no mercado a 19*40, mcarrSo,
Ulbarim a 3o, manleiga in(le/.a nova a 800
rs., linguicas do reino & 480, loucioho de
Sanios a 280, o mais novo no mercado: na
rua Inreiu u. 14, esquina quo vira para s.
Pedro.
Vendem-se superiores queijos llamengns,
os mais novos que ha no mercado a 19440 :
na rua Direila n. 8.
S bao
O antigo deposito, silo no becco do Con-
galves, armazens ns. 4 e 6, acha-se do novo
suprido de diversas qualidados de milito sua
perior sabilo ainarello, fabricado nesta pio-
vincia,e vende-se por menor prego que em
outia qualquer parte.
ricos cortes de
seda de cores a i/OOO
Na loja de 4 portas da rua da Cadcia do
Recife u. 48, de Narciso liarla Carneiro, ha
para vender um gran le sortimento dnstas
sedas com padrOes mui delicados, proprios
para senhora e para meninas
LUYAS DE JOUYIN.
Constantemente acharSo na loia do l.e-
conle, aleo da Boa-Vista n. 7, as verJadei-
ras luvas de Jouvin, de lodas as cotes, igual-
mente ricos penles de taitaruga da ultima
moda.
/ua do Queiina-
lADil l 21 A
\cndem-se as seguintes fazendas moder-
nas, chogadas pelos ullimos navios franco*
zes ; do-se as amostras cora pentiOr :
l'opelene de ramagem, fazenda moderna, de
lindos desenhos.
Scdinhas de quadros miudos, covado 1>Q00
Cortes de chaly dr hallados 129000
Grosdenatiles de cor, covado 20300
Corles de chitas Jargas, 8 l|2 covados 29000
Chaly ondeado, covado 19100
LSas de quadros, covado 600 rs. c 800
Chaly de lloros solas, covado 800
Albaneza preta com xaisdevarade
largura, covado 19000
Chita rtlxa larga com toque do a va-
ria, covado 160
Cries de casss de pinlinhas miudas 29200
covado, a
o
5*S.
Cassas francezas de gostos novos a 240 o
covado; dao-se amostras: na loja das 6
purlas em frente do Livramenlo.
das seis portas
F,M FRENTE DO LIVRAMElMO.
A 240 rs
Cassas franeczas de bonitos gostos a 240 o
covado, riscado francez a 160 o covado :
dao-se amostras com penhor.
i^iieno *. i-Miuot
participa uo respcilavcl publico, em Per-
uambuco, que o nico deposito nesta
praca, de sen- muito condecido viubo de
cbampanhe, be na casados Sis. J. Prae-
ger& C., rua da Cruz u II.
J. PRAEGER & COMPANHIA.
na u. Oii,. n: 11.
Recebeiam pelo ultimo'navio de Ha-
vre, urna nova porcSo de a&uudo efa-
IllO^O
VINHO D^ CHAiPAHHE
deEugene Clicquol a Keims;
Tintas
Vcndc-'c tima porcao de tintas prepa-
radas, assi.n como algumas barricas de
ulvaiade : no armazem de J. PraegcrA
Companhia, rua da Cruz. n. i I.
CHAPEOS A AMBERLIR
Do ai imado fabricant
linitcan de l'arj.
Acaltamdechegarpelo ultimo paquete,
os supra mencionados chapeos deste afa-
mado lubricante, e vende-se na loja de
ipoitas, da rua da Cadeia do Heci'o n.
W, de Narciso .Mana Carneiro.
ftiethodo fac limo.
Na li'raria da praca da Independencia n.
6e8, "ende-se o methodo facilimo- para
aprender ler, novamento impresso e aug-
meulado, por mil reis.
Vende-se queijo do ferino
a 480 rs. a libra, mant.'iga ingleza a 640,
queijo do reino a 19500, 1>600 e 1/900, fari-
nha do reino a 120, gomma a 100 rs., lingui-
CS do reino a 400 e640, vinho do l'orto en-
garrafado a 15000, dito de Lisboa a 500, be-
aba de porco a 520 : as Cinco l'ontas n. 21
Atados e trro
Na fundicao de C. Slarr Companhia, cm
Sanio \maio, acham-sc nara vender arados
de ferro de um modello e construyo muito
suicriores.
Weuda de
Vende-se urna esclava crioula, de ida-
de de 22 a 23 annos, ptima engmela Jeira j
na rua bella, casa n. 2, se dir quem vende, j
Deposito
de rape prineeza da f.hri-
ca de E. Gasse, no Rio
de Janeiro.
Vende-se a pre^o commodo rape fino,
grosso e meio grosso, da acreditada fabrica
cima, che&ido pelo vapor S. Salvador ; na
roa da Cruz n# i'J.
Maula da cidade do Re-
cife
Vende-se a planta da cidade do Recifee
seus arrabaldcs, leita pelo Ar. Dr. Jos Ma-
mede Alves Kerreira, por seis mil reis: na
I vraria n. 6 e 8 da praca da Independencia.
Mappa das distancias d.i
provincia.
Na livraria u. 6e 8 da praga da Indepen-
dencia, vende-se o mappa das distancias
das (lifferentcs villas da cidade entre si, e
reJacSo a capital da mesma, a mil reis
AlgodSozinh^ da Baha
para saceos de assucar vende-se em casa
de N. t). Meber (V Companhia, rua da Cruz
n. 4.
N. O. Bieber A Companhia, rua da
Cruz n. 4, vciHem :
Lonas da Itussia.
dem inglezas.
Brinzo.
linos da Russia.
Vinho de Hadeira.
a Igod5o para saceos de assucar
ne.o^sos.
Os melhores relogios de ouro, patente in
glez, vendem-se por precos razoaveis, mi
cscriptorio do agente Oliveira, rua da Ca-
deia do l ecife n. 62, primeiro andar.
I'eunas de ema, cera de abclha c de
carnauba.
.Na rua la Cadeia do Itecife, loja n. 50, de-
fronte da rua da M-idic 'Je lieos, h.i paral
rendar os gneros cima, rocentcmenle che-
gados, por presos razoaveis.
Agencia
da ftindjC&O Lo\v-ior,
rua da Vnzala Nova
li. 4#2.
Neste estabelecimento continu'a a haver
um completo sor! menlo de moendase Dietas
mo ndas para engenho, machinas de vapor
e trisas le ferio balido c coado de lodosos
lamanhos para dito.
Encasa deSaunders Brothers C. praca
do Corpo Sanioa. 11,ka para vandaro st muta
Ferro ingles.
l'ixeda Suecia.
lcatrao de carvo,
Eunas de linho.
Esponjas.
Drogas.
Algodao lizo psra saesas.
Slito ntrancado igual ao da Babia
K um completo sortimenlo ue fazendasproprio
para su icercadn ludo por |.reco coinmodo.
'Vomhos da vento
combombaa du repuxopara regar hurla;.eba
a deeapim : na (and icio de Da W. Bowman
ua rt.i i .ruin ns,. b 8 e 10.
X
DO
)PK
BtXSQUB
Foi traniferidooileposiiode-itc tarop paras bo
tica dejse da Cm? Sanios, narua Novan. 53'
garrafal 59500, a meials000, sendo rabotada
aquella que uaofor tendido nes.e deposito,palo
;.'-.. opreeenli .n so.
IMPUTANTE TARA OPIBLICO.
I'ira curade phlysicaen lodi -osseusJilleren
lengraos, que r mol i va da por en i slipaedes, losse
asllima.pleuriz.ecarrof de san ene, drdecos-
1 -iilii< e pe I". palpitacAono eorar;in.eoqueluche
roiicliife, dorna earuanla, e lodat a. molestia
1 ~ ir_r,! (> ? pulmonares.
Sao muito Gnas
e de > mo bous gostos.
Mussulims muito Tinas, matizadas com
lindas cores, de padroes muito bonitos e
inteirameiue novos; vendem-se pelo dimi-
nuto prego de 560 rs. o covado : na rua do
Queimado n. 22, loja da boa fe.
A3$500
Vende-se cal de Lisboa ltimamente che-
gada, assim como potassa da Rostua verda-
.leira : na pra^a do Corpo Santo n. II.
Cemento novo
la rua da Cadeia de Santo Antonio, arma-
zem de materiaes, por preco commo.lo.
Moendui mi | ie 11 ore-.
Na fundicHo de C, Starr & Companhia, em
Santo Amaro, achaiti-se pau vender moen-
das de ca una todas de ferro, do ua modello e
construccSo muito superiores.
Perneras suieriores.
fe. li *"'?""" P"' ni;. BBSSSf-
.e,d iZ.\ '"*" ,,",,,0- >-' -
rendo nenie marcado, sendo p.eferiv.1, t Urr"b
por pr.;o couiruodu. mr*a.
Aviso aos senhores de en-
golillo edoiios de ofl-
cinaM
Vende-se bolacha americana a loe r% a
"bra : no pateo do Terco n. 21. dito da Pr-
iha n. io. lamben, venden anSJH dr
traques a 280 rs. a carta
SYSTKMA MKDICO
IKJI.LOWAV.
i aixinhas
|>ara
i a

I
Vendem-se muito* lindos e excedentes
pianos, clicgados ltimamente de llam-
burgo, ecom lindos retratos no frontes-
picio : na rua da Cruz o. 55, casa de J.
Kcllei- & C.
Cobre
para forro de navios: no armazem de
Tasso limaos.
A \0^000
Vende-se excedente cra de carnauba .do
aracaty, e Assu', de una sacca paia cima, i
escolheiido o comprador a sua vontade, pe- \
lo indicado preco de m/a arroba : no ar-
mazem de D. R. Andrade &C. ruada Cruz i
n. 15.
Em casadeRabeSebmettau &Companhias
rua da Cadeia n. 37, veudem-se elegante,
piano i do afamado fabricante Traumann de
lia mbuigo.
Vende-se superior linhas de algodao
brancas, e de coi es, em novello. paia costu-
ra, em casa de Southall Uellor & <:., rua do
torres n. 38.
TAIMAS PARA ENGENHO.
Ka fundicao de ferro do D. W. Bowraanau
raa alSrum, passando o ehafaris, continuada
dar um completo soninienloda laixisde ferro f un
viuo e balido .je :; a t palmos de bocea, ns quaes
caau-se a venda,por epreco commodo coro
prompliaao; emLaream-s oucarrgat-se mear
ro semdospasa aocompraaor.
- > .-'vliiis e relegios.
SKI.I.INS c RBLOUIOS de plente
Inidei ; a venda no armexen de
ft Hoslron Kookel r\ Companhia, es-
quina do largo 0o Culpo Santo nu-
mero ib.
eoberlos e descobertos, pequeos e grandes,
oe ouro patente inglez, para bomem es.-
nliora de um dos niclbores fabricantes de
Liverpool, vindns pelo ultimo paquete in-
glez : em casa deSoutball Mellor&C.*, rua
(io forres n. 38.
A!i dao ruonstro, lie pe-
ciiincha.
Vende-se algodSo mansiio com 8 palmos
de largura, proprios para loalhas o leneoes,
pelo diminuto prego de 60o rs. a vara : i;a
rua ao Queimado u. 22, ua loja "da boa f.
relogios de pa-
tente
inglezes de ouro, de salionete e de vidro :
veudem-se a preco razoavel, em casa de
Augusto Cesar de Abreu, na rua da Ca-
deia do Recife, armazem n. l.
Charutos de Han -
na: vendetn-fie em cesa
de C. J. Asi ley & C,
Botoes para pa-
ntos, eolleteo, punhos lie
camisa, e paracasa>
veojues de senhora
Vendem-se aboloaduras muito finas de
madreperola para collutos, pelo baratissimo
preco do 500 is., ditns milito ricas de todas
as cores a iOOe 500 rs., ditas muito linas de
madreperola para palitos de hornera e de
meninos a 500, oo e 8o0 rs., botOes de moi-
saiqueeoutras qualidades. de nuiitt ricos
gostos, pai a puubos e collarmhos de cami
sa, pelo barato preqo de 800 e 2-3 rs ataca-
dores de cornalina para casaca a 300 rs.,
botoes de vidro de muito iinios padroes,
propnos para casavequeaa 800 rs. a duzia,
e oulras mais qualidades de botoes, que se
vendem muilo baralo : na rua do Queima-
do, na bem condecida loja de miudezas da
boa fama n. 33.
1EIAS V EM 0E LA1A
Ja;, e algodao para pa-
dres.
Vendem-se superiores meias pretas de
laia pan padres, pelo baratissimo preco de
1*80., o rar, ditas de pura |fl a lun, e di-
tas muito superiores de algodao a 600 rs. :
na rua do Queimado, na bem conhecida loja
de miud 'Zas Ua boa fama n. 33.
MMMSm uu o-
IHO
XAFINDICAO DE PERRO DO ENGE-
' NHEIRO DAVID W.BOWMAN, ,,a
RUA 1)0 BRL'M, PASSANDO O cllA-
FARIZ,
li- lenipre um ^nin-ic -mi i uronSi .!ini-::iniil( ni,.
jacto dameclianismosproprioa paraen^flnho,a ta-
er : moendaae meias moendaf, da mais moderna
eonslmcro ; laiasdc ferro landido e balido, de
uperioi (|ualid;ide e de lodos o tamandoa ; rodas
deuladas um agua ou animaos, de loda ss propor-
5110 ; 01 h. .-u luirs de (nrnailia c rem.tros de bo-
eini, .1 uiliidea, lironzes.parafiuoi e cavlhae*,moi-
nlius 1!.* mandioca, ele. tic
NA MESMA FNDICA'O.
leesecnlan lodas as eucoromenda com a superio-
ridade jeonhecida com a doidj prstela acom-
modidadeem prec-.
>s (k lonetas
e t. das m. qualidades.
Vendem-se oculos de todas as graduaq0es
com delicadas armaCOes de a(,-o, pelo liara'"
preco de 800 rs. e l-'t, itos com armaces
douradas e praleadasa 19200 e l>5iio, diios1
com armarn de bfalo a ?2no, ditos com
nrmacSo de baleia a 480, ditos comarmarao
i,i niela! branco a lOfl rS., lunetas de um s
vidro redondas e quadradas com aro deb-
talo a 500 rs., lilas de duus vidros tambem '
comarmacSo du bfalo a 1;.">O0, dilas de um !
s vidro redondas e quadradas com aro ue.
tartaruga a 1*200 e l;joo : na rua doQuei-!
mado, na bem conbecidada loja de raiudezss |
da boa fama ti, 33.
vol trete.
Vendem-se bonitas caixinhas rom lentos
de marlim para volUrcle, pelo baratissimo
preco de 5- c 63O0O : na ua do ijueima o,
ra bem conhecida loja de miudezas da boa
lama n. 33.
Luvas ce pelliea
para homens e tsenhoras,
chegadinhas pelo al-
timo vapor inglez,
Vendem-se verdadeirase bem conhecidas
luvas de pellica de Jouvin, amarellas e bran-
cas, para bomens esenhoras, pelo baratissi-
mo preco de 2;500 rs. o par, ditas trancas,
amarellas e prcias, todas de seda e perfeila-
incnte boas, sem dafeito algum, para ho-
mens, senlioras, meninos e meninas, pelo
barato preco do 800, 1? e IKAO rs. o par,
ditas brancas de algodSo par*, bomem e se-
nboias, propris para montar acavalloa 320,
100 e 500 is., ditas de cores nmilo linas, de
lio da Escocia, para homens e seuhoras a 40o,
5C0 e 610 rs e alem deslas outras mais qua-
lidades de luvus, e todas por mais barato
preco do que em outra qualquer parto: na
rua do Queimado, na bem conhecida loja de
miudezes da boa fama n. 33.
Meias de todas
as qualidades.
Vendem-se meias de seds ue peso, brancas
e preas para senhora, co baratissimo pre-
co de :'500 is. o Dar, ditas brancas da mes-
illa qualidade para meninas a 20000, ditas
piula.buhas de cores muiti.-simo bonilas,
propnas para baptisado du enancas a 25OOO0
par, ditas brancas de algodo, muilo linas,
para senhora a 320, 400, 500 e 600 rs. o par,
ditas pretas de algojo muito Boas tambem
para senboras a 40i e 00 rs ditas cruas e
brancas para homens a 160, no, 210, 320 e
400 rs. o pai, dil .s de cores de lio da Escocia
tambem para bomem a 400 e 500 rs ditas
cruas muito finas e. lories para meninos, di-
las brancas e de cores para meninas e meni-
nos, e oulras mais qualidades queso vendem
muito barato : na rua do Queimado, na bem
conhecida loja de miudezas da boa fvma
11. 33.
Srinquedos pa-
i meninos^
Vende-se diversidade de brinquedos para
enancas, jor preco muiio barato: na rua
do Quemado, na bem conheeiia ioja de
miudezas da boa fama n. 33.
Loques muito fi-
nos.
Vendem-se superiores lequescom plumas,
espelbo c boletas, pelo baratissimo preco de
25000 cada um : na rua do Queimado, na
bem conhecida loja de miudezas da boa fa-
ina 11. 33.
NA LOJA
(3 a boa f,
vend -se muito barato
Colchas de damasco pelo diminuto preco
de 9jo00, ricos pannos para mesa a 3;, aloa-
Ihailo adamascado com 8 almos de largura
a 1,-000 a vara, mussulina blanca multo lina
a 500 rs. o covado, ditas de cores de padroes
bonilos a 320 o covado, chitas franceses
muilo linas a 320 o covao, b ini branco de
puro linho a 19440 a vara, dito pardo tran-
cado tambem de puro linho a 19980 a vara,
ganga amaiclla n-uilo lina a :ju o covado,
cambraia muito Gna com salpicos huncos e
de cores a 19a vara, alpaca preta lina a 640 o
covado, ciinio prelomuiio fino, l.izend su-
perior e propria para vestidos de luto a 60
o covado, panno lino azul a 3; o covado, dilo
muilo lino 1 f, dilo preto n uilo lino a 5,
dito niuil 1 superior a 69, dilos verde escuro
e cor de cale muilo su pe lores a 69, cortes;
de casemira preta, fina, para calca, com lis-
Ira bordaos a 10-3, cortes de gorgurao de
seda para collete a 2#, ditos de casemira
pela bordada a 6% fuslo branco muito li-
no a 3 o covado, cortes de cambraia preta
com 7 varas, pelo diminuto preco de 2 cada
um, ditos de dita branca com salpicos de
cores, tambem com 7 varas a 2a240, sarja
preta hespanbola a -2o u covado, grosdena-
ples decores a 1/800 o covado, selin preto
lavrado minio superior a 2-500 o covado,
gorguio preto de seda rom salpicos, pro-
prio uara colleles a 39500 o covado, luvas
brancas minio finas, de lio de Escocia, muito
propnas para os rs. olliciaes militares, pelo
baratissimo preco do I9 e par, meias pretas
de laa, propnas para os Srs sacerdotes a
I58O rs. o par, ditas de laia muito superio-
res a 18U0 o par, meias de algodao cru
muito superiores para meninos a 400 rs. o
par, lencos] blancos de linho muilo finos a
4oo rs chales de la rosos e preto*, pelo
barato preco de 39, fil re linho liso muilo
lino a 800 rs.- avara, prineeza pn la lina a
720 o covado, dita muito fina querivalisa
com menni a o o covado, c alm disto um
completo sortimenlo de fazendas de todas as
qualidades, que se ven em muito barato, na
ua iloQucimauo 11. 22, na bem conhecida
loja da boa le.
Candieiros pro-
prios para estudautes
Vendem-se muito lindos candieirrs pro-
prios para estu laules, pelo barato preco de
8900U : na mu do Queimado, na bem contie-
nda loja de miudczt-s da boa fama 11. 33.
PILLLAS HOI.LOWAV.
Este inest.mavel especifico, composto .-
tetramente de herva luediciiiat-s, uio eon-
lem mercurio, nem alguma outra MinsUnria
deleclerta. enigno a mais lenra inlaucia.
e a compleicao milis delicada, he igualmen-
te prompto c segura para desarraigar o m.l
na compleic uiais lobusla ; he inlcira-
mentc innocente em suas oper.coes eeflei-
tos ; pois busca e remove as doeocas Oe
qualquer especie e frao, por mais antigai
tenaza* qe sejam.
Entre uiilhai es de pessoas curadas com
este remedio, muitas que ja eslavam as ik-
a "'u'l<-, preservando em seu uso ; ctm-
segu.r,,,, rccobr.r a saude e rorcas, depo,,
tros rlT lr"Ud0 ,!,ul"'"ct= l5a VC
tros remedios.
As m.i.s allliclas nao devem entregar-sea
dosellicazes elTeilo,desU asson.bros. H9.
saude Pru- 'ecuperarao o beuclscw da
d.o.para qualquer das seguintes siim.it..
des
Accidentes epilpticos
Alporcas.
Ampolas.
Arelas mal de;.
Aslhma.
Clicas.
ConvulsOes.
Uubilidade ou e\le-
uuacao.
Debilio.dcou falta de
forcas para qual-
quer cousa.
Oesiutrria.
DordegarganU.
de barriga.
nos rins.
)ureza no vcnlre.
I-niiunidades no vcn-
lre.
Eufermidades no liga-
do.
Di las venreas.
Euxaqueca.
Herysipcla.
Pebres biliosas.
rebres interaiillFulo
Kebrelo da esuerie.
Gotla.
Ile.iiorrhoidas.
ilydropiea.
Icionria.
Imligesloes.
luflammacoes.
Irregu la ri da de da
meiisiroac.il!.
Lombriga de toda es-
pecie.
Mal de pedra.
Manchas n. cutis.
< ihstruceSo de ventre.
I'hlisica ou ronump
.""' puimouar.
Relencu de ounna.
Kheuniatismo.
8ymptomas secunda-
rios.
'Tumoies.
T ico doloroso.
Iberas.
Venreo anal.!
Vendem-se estas pilulas,uo cstaheiecinwej-
o geral de Undres n. 244. Mrand,. ua
loja de todos os bolicarios, .ItuguisU r *S>
jras pessoas encaricgadas de sua venda si
toda a America do Sol, llavana ellrS|M>uha
vendem se as borelinhas a 800 rs. < .da
nma dellas eonlni urna iiislrucco eaipor-
luguez para explicar o modo de se usar koa-
las pillas.
O deposito geral he em casa do Sr. Soum
phHrm.iceutico, na rua da Cruz u. l, esa
Peruambuco.
tia-se dinheiro a juros mdicos, reeo-
Beuoua penhores na rua da Piaia 41
sguiido andar.
-Aluga-re um prnlo para servico a ar-
mazem: quem o pretender dinga-ce a nraca
da Independencia n. 3.
.~# T":-t<(I .-vi- ... .>9>
Cinturocs de
borracha.
Vendem-se superiores e muito bonitos
cintuioes de borracha para hornera e meni-
nos, e pelo barato prec,o de 1f IlOo cada um :
na ruado dunimado, na bem rouhocida loja
de miudezas da boa lama n. 23.
IVa manhSa do da 92 de maio dcste
auno de I8.i7, ausentoii-sc do engenho Ha-
tapiruma da frcguczia da Kscada, um earra-
vode FlorimundodaSilveira Lins, morador
em dito engenho. O mencionado escravo
rhama-se Jos, com idaue de 18 a M anana.
he cabra claro, altura mediana, cabellos ea-
rapinhos, sobrancelhas grossas e rnconlra-
das, nariz um lauto afilado, espadando em
propon,ao ao corpo, tem um dos dedo, de
um dos pes torcido por cima do DoHegar. O
dito escravo foi morador no sertao e lugar
l'ao das Trras, aonde foi vendido, veopara
i.aruaru'vendido ao annunciante em abril
ultimo: quem capturar dito escravo en-
tregar no referido engenho, saia basa re
compensado.
I-la Tugido desde o dia 9, unta cabrinha
de nome Hippolyla, idade 14 .unos, com oa
signaes seguintes: levou vestido de chita
cabocrla, um lenco ao pescoco maneira de
capa, olhos pequeos, um lano fundos pel-
los grandes, cabellos raros; tem sido en-
conlrada vendeh lo fructas, e tm sido vista
em Ponte de Ucha, Itecife e Fora de fon,
julga-seja ler mudado rtupa, diz que esta
pagando semana ; pede-se as autoridades
pnliciaes ou capiles de campo, que a appve-
hendam e levein a rua do Padre Horiano m.
34. ou ao sitio da viuva de \nastacio Fran-
cisco Cabral, que sera recompensado.
Continua a andar rogido deade 8 de
fevereiro do correle auno o negro de bordo
do migue Me.ampo, de nome Marcelino. 4o
nacao Labiada, altura n guiar, secco do cor-
po, rosto comprido, barba cerrada, e cria
suissa, com falta de denles na frente, e coan-
ta estar Ira balitando na estrada de ferro :
quem o pegar leve-o a rua do Trapiche n.
14, primeiro andar, escriptorio de Manoel
vives r.uerra.que ser generosaujenuj gratin-
cado
-^r Fugio em principio deste mez, do en-
genho Queimadas, freguezia de barreno*,
o escravos Miguel, crioulo, sapateiro, cago
do olho esquerdo, gago, canholo, idade SO
anuos,-barbado, alto, secco do corpo, cor
fula, o qual em novembro do anno proiiaso
pissado lora apprehendido pelos capiUea
de campo Joo Fagundes de Araujo e *ua-
nio Jos da Silva, as mallas do i'rata, ana
Agua Preta, em poder do Jo.lo Jos de Rosas,
genro do Caudilho 'aciano Alves. esa eus
poder e de Miguel Affouso Ferreira. que o
seduzo, esleve oceulto 5 annos, constando
agora que dilo escravo de novo procurara
Ues proteccoes : roga-sn por Unto as auto-
ridades pohciaes e caplaes decaaapo, ha-
jam de o apprebender, e levar ao dito en-
genho, onde generosamente se satisfar as
lespezis ; tiroteslando-a contra quera quer
que o tenha oceulto em seu poder, de se pro-
seguir us termos da le, alisa d evitar-se
tamos escndalos senipir prejudiciaes aos
bracos da nossa agricultura.
Fugio no da 30 de maio prximo pa- '
sado, de bordo da barca brasilea Malhilde,
um mualo de nome Cosme, com os signaes
seguinies : estatura regular, corpo grueso,
c bellos crespos, oliios pardos, pes grosaos,
le\o 1 vestido calca e camisa branca, e uma
trouxa rom diveisas roupas para mudar ; foi
em companhia de um negro de nome Antonio
que lambem fugio de bordo da 11 esma barca,
com os signaos seguintes : cor preta, estatu-
ra regulai, olhos pequeos, nariz chato, tem
uma cicatriz na c.ibi ca por rima da or I ha
direila, c levou vestido calca e camisa azul.
e di pelo appellido de Luanda, mulato ci-
ma foi escravo do Kvd. conego Manoel Jos-
lernandes, e vendido aqu por Manoel i.on
calves Mello, com proco ar.'io do dilo cooe-
go, e ambos sao moradores na serra do Yei-
xeira, rogH-se a lodas as autor idade' poh-
ciaes, c a capitSes campo, a ap| ditos escravos, e muilo priiiciplmenle as
autoridades d'aqui paia a dita seria do Tei-
xeira, por SJ desconfiar ler seguido para
la o dito mulato: quem os pegar leve-os a
casa de seu senhor Manoel Alves Caerra, rs*
do Trapiche n. 14, primeiro andar, que sera
generosamente gratificado.
n^E^T^TiujTM. F. m FAJUA ; tKT
MUTILADO

ILEGVEL
.


Full Text
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