Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07777


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Full Text
AUNO XXXIII R. m
\
\
s
s
Por 7> mezes adiantado* i.sOO.
Por ."> meza vencidos i $500.
------- w
SABBAIM) (I : JHtt M. ,;S:,7.
EXCARREGADOS DA SOBSCKIPCA DO NORTE,
Parihiba, o Sr. Jobo Rodolpho Gomes ; Natal, o Sr. Joaqun
|. Pereira Jnior ; Aracalv, o Sr. A- de Lemos Bra(a; Cear, o
Sr. J. Sot de Oliveira ; Maranho. o Sr. Joaqun Marques Ro-
drigues ; Piauhy, o Sr. Domingos lien-ulano A. Pfssoa Cearense ;
Para*, o Sr. Justino J. Ramos ; Ama/ona>, o Sr. Jeronvmo da
Cosa,
PARTIDA DOSCOUREIOS.
rXtnda inJn----li*.a!r m.-w l.or.i-.1..-ii.i.
I *', ......mu i- l'arahiba: m rtfunJa- <
S, \i r, i; r Ronil ., tortura*, *iliinb <
vi.....t.-i-. .. I'-"- -I libo, Vi/..n-il,, l.m......r... I
l......., vil--11 !, Roa-Vimii, (lun. K\", ".
Cab>i. i|."i"'.i. SiMiGem, Kio'Kurmumi, i na.
1, .).-... ...tf.-i... |..,M,irl ,- |ii |,.f..* .li inuil.;.
n.i.ni- : n.i I.'H.i-'-i.i
l'.'-.iui'ir.i. iBgaaoiri
irta Mu.
irn, X-Mi.'-i'i.i.. I'i
AUDIENCIAS DOS TftIBUNAES DA CAPITAL.
Tribunal do rommcrcio : .remidas e quintas.
Kclac io : urcas (Viras e salibados.
Fazenda quarUi e sabbados as 10 horas.
J ui/o do coinniprrio : seguidas as 10 horas e quotas ao meio da.
Jui/o de or|ih m> taegundas e quinta as 10 lloran,
Priinpira vara do civel ; segunda -sdtasao meio dia.
efunda vara do dfd quarlas a sabbadus ao meio da.
EPHBUERI0E9 DO MEZ DE JUNHO.
- I.ua ebria as 3 hora e 3 minutos .I tarde.
15 finarlo ininguante as t lluras e .Vi minutos da manha.
-i 1-ua nota as 7 horas e 4 minutos da tarde.
21* Quario craicente aa3 lloras e 1 ninulo ila minina.
PHEAMAR DE IIOJE.
I'rimeira BS '- horas e 54 minutos da tarde.
Secunda as 3 horas e 1H minutos da tiisnhaa.
DAS DA SEMANA
1 Segunda. Ss. Firmo e Felino Mm.
3 'Ierra. Ss. M aralino preb. c Pedro etorrista.
3 Quarta Ss. I'ergenlino e Laurenlino Mm.
i Quinte. S. Quirinn b. ; e Ss. Rutilo e Daciane Mm.
5 Sena S. Pacifico I Ss. Ni. ario e Appolonio Mm.
6 Sbado. S. Piorbrrlo b. : Ss. Eoslogio eUaiidio Rb.
" Domingo da Santissima Trindadc c 1. depois do Espirito >anlo.
FNI ARREI.AJJOS DA SlaNtJliii Ai y,, na i.
Al.ignas. nSr. I.laudia, Fatcao li.i- Haba, o Sr. II. BSjark
Rio de Janeiro, u Sr. Joao Pereira Maiiin-.
KM l'EKNAMBI III.
O proprietarii do DIARIO Manoel Fiaueiroa o<' lana i.i ,
I" rana, praca da Independencia a. 6 e 8.
Os senhores da cidade ra Victoria e comarca der
Sanio Aniao que quizerem suhscrever para este
Oinrion, poiem dingir-se ao Sr. Alexandre Jos;
d, Hollante Cavalcanli, que ,sla' aatorieado pata
recebar asaiKoalura e faier eulrea;ir a tulla que
regalarmenle pura all .era' romellidas tre veies
por emana e as vetes qualro.
EITEHIOB,
FRANCA.
Badgel de 1K58.
Oepoia d* liavermos poblicado o resano dos moti-
vos e o projecln de le relativo a litarlo do budsel
da lx:>.s, iulcamos dever eilr.ihir. dos documeulna
geraea que acompaahim e-l i daas pegas e dos liu gels particulares dos minislenos, o fados mais la-
lere.saule- e inais eiraclarislicof.
O badgst de I85S aprsenla, sobre o de 1857. um
exeedenle de despeas de 18.061,586 fraucu. e um
eieedenle de rerreitos de ->7.2i0.li.i!l Traucos. (I aug-
menlo de receila-ie decompe-se pelo modo s-
guiute :
CoolribuirOes direclas.....7,166,11$ IV.
Producios dos domiiiioi. j.--i ; ,vi
Productos das lloreras da pesca. 11,017,04)0
Productos e reudimenlos da Al-
geria...........l,(i;IO,000
Produelo da reserva da amoilisa-
Co............5,254,193
Total igual......27,210,759 fr.
Quinto aos 18,0X1,529 Trancos de excedente de
despezas, reinrl m-se entre os diterentes ministerios.
Vamos dar a cotihecer o principis artigo* sobre que
versa este eieedenle.
O ministerio de estado r?qner um accrescimo de
dtapezas de 99,300 francos. Este accrescimo appli-
ca-se o pessoal do eonselho de Eflado, aos archivos
do imperio, aos eslabelecimentos das bellas artes e ao
asylo imperial .le Savernr. O budget total desle mi-
nisterio elevase a 9,432400 Trancos. pDeHl ciTra,
1,515,000 francoi, s3o pedidos a titulo de >o!>venea"n
dos Ihealros imperiaes, 211 mil Trancos a tilulo de
animaces e de subscrip^oes, 137,000 Tranco a titu-
lo de iodeinnisaroe* annuaes ou soccorros a arlulaa,
ao(o"es dramticos, etc.
O icrviro eilraordinario compreliande 3,000,000 de
Trancos para Irabalhus relativos a reuni.'io do Lowre
asTalherias.
O ministerio da juslica aprsenla, sobre o bodget
de IH.">7, uma ditleren^a em meaos de 100,000 Tran-
cos. Esta diniiiiuir.hi .ersa sobre as cusas da josti-
liei criminal, sobre as corles imperiaes, e sobre a>
jastifas de paz.
O badgel dos negocios eslrangeirot aprsenla para
n exereieio de 1858, ama dilToreiiea de mais de..,,.'..
108.000 francos. Este augmento lie devido aeleva-
{3o dos tralaroentos de aliuns agentes politieos e
eouaalarts, O posto de erabaixador em Vienna. ere
gido de legado em embaixado', augmealon em trala-
menlo iO.000 Trancos. O mesmo se deu com o pos-
to da embatxador em S. Petersburgo, cujo (rata-
meato leve de augmento jO.000 Trancos. Oeou-se
nm consolado geral na Batavia.de (0,000. Trancos,
oulros em Padang, de 18 000 Trancos; e reslabele-
eea-e o consulado de Buenos-.Vyres, de 30,000 Trau-
cos.
O ministerio do Interior reclama um augmento de
de somina he destinada a augmentar o oessoal a o un-
(erial das lindas (elegraphicas. Alguns soceorros de
subvenrdes s,1o coucediJns nos esl.ibelecimeiOos e as
credilos necessanos para o acabamenlo destas cons-.
roc^e* navacs eleva-se a 73 roilhes, dos qoaes
15 mlies foram incombidos ao bndget de IS"i7. E
para nao recuar as entregas das machinas enrnm-
ineinl.i l.i,. aeria preciso elevar o budget de IS.Vt a
1 >'< milbes ; 'porcm, em presenta das exigennas da
siluacito fiiiauceira, o minisleno da mariiiha deve-
ria retardar o acallntenlo destes trabadlos e limitar
suas petir/ies de crdito a um (elal de 133 m-
Ihes.
O budget do ministerio da instruceSo publica, e
dos cultos apresenlava em I8J7, um tola! de.........
64,522,586 francos. Os crditos pedidos em I8"i8
ni.mi.un ,i (i.*>,.>8l,l8li francos. He urna dilTerenea
para mais de 1,058,600 francos. Es(eangmenlo ver-
sa qu.isi todo sobre o capitulo dos cultos ; o comple-
xo do crditos approado em 1K.i7 era de............
(5,133,836 francos ; o complexo dos crditos reque-
ridos para I8.'.S elava-se a 16,103,436 francos. O
ii;il trn.'iil.i dos bispos ha de 13,000 Trancos ; mas foi
conedido um supplemenlo de tralamento de 3,000
francos a 21 bispos que residem nos grandes centros
de popalag.lo, propoe-se confirmar um augmento de
126,000 francos, qoa permilliria elevar o Iratamento
de lodos os bispos laxa unitorme de 15,000 francos.
Para creaclo de novas igrejas (iliaes, de novos viga-
riadoi, ele. exgese um aogmenlo de 193,000 fran-
cos, l'ma omina de 300,000 francos he requerida
para (raballios da conservarlo, de eontrurro a de
grandes reparac,es dos ediicios diocesanos; no ulti-
mo anuo j se linlia approvado um credilo de.......
2,500.0110 fra neos; he u m augmento de 500,000 fran-
cos sobre esle capilulo. O resto repartio-se entre
indemuisaces para a capitulo de San Diniz, em soc-
eorros oulorgados.i ecclesiasticos, etc. etc. A inslruc
(o primaria figura apenas na cifra de i,'.170,000
francos.
O badgel do minisleno da agricollara, do com-
mercio e dos trabadlos pblicos elevava-ie em 1857,
a 120,304,300 francos. As pelicoes apreseutada* em
1858 alavam-se 97.534,300 "frauco>. Uiffereaca
para menos da 28.770,a00 franco'. lto tendera
para fazer crer em um eerlo desanimo nos Irabalbos
pblicos. O projeclo de bodget annoncia a abertu-
ra da novas linhas ou secces de linhas de caminho
de ferro, taes como os caminhos de Donjeux (ir-\,
de l.angrei .i Belfort, deNiort l.a Kochelle e .i Ro-
chefort, de I. Kcra .i Recins, de Recios Metieres,
de Criel Beauvais, de Caon i Cherbourg, rte Sainl-
Raurbert a tirenobla, de Saiut Germaiades-Kossi
Koanae.
Alfredo Damirron.
'fji Preste.)
pela lei do 1- de oalubro;
ra a S. Exc. que explicasse o seu programma, que | lio com o (>r. Ouinteiro, para que conlinuase era i buiccs importantes,
nao he o pogramma do nobre mimslru do imperio ;' tal serviro ; mas elle declarou, que Iba nao convi- de SJS.
cada um tem o sea. Orno cada uin perlence a j nha, e por isso foi o contrato reicindido. 'wi io; :Todas subordinadas a assemblca pro-i
principios diversos, deve cada um formar um pro-i Porlanto, ja" ve o nobre deputado, que se deu a \incial.
cramma egondo os principios em que as sua poltica. I curaprir as suas obrigaeoas. foi parque eslava sendo ; Icis muuicipaes precisara da approvacilo da assem- I
Mas nao se achanto S. E\e. na casa, limita-se a prejudicado. i blra.
pedir a oninmisso que bajada ouvir tambera o no- O nobre deputado, defen.ienl-i os oulros indi vi < Iw
bre imiiislro ; e de, em uma palavra, procurar co- dos que se necupam desse servico, diste, que era ni
Iher tn'las as inTormaeoes precisas para qoe o saua- homens pobres, e qne at menos do que o Sr. Quiuleiro...
O sr. .17. Ilcnni/ues : Perdoe-me ; cu disse,
que haveudo mais de um forneceilnr, linha cada
do vol com conheciinenlo sobre a materia.
O Sr. Ferro: :Eu retpeito eacalo tauln as opi-
nies do nobre senador que acaba de sentar se, que
I ee i ao senado que aceile um ailiaraeulo al que o
nobre ministro esleja preenle.
O Sr. / iacoftata de /eiju\/irihotilia :V. E\c. tem
a reapoata a' falla do Ihrono ; niu queira tirar a
sardinlia com a mao do gato. Risadas.)
O Sr. >rra; :Nao seohnr. era para que S.
Exc. livesse occasiao de conhecer satisTacloriainente
o programma do ministerio...
O Sr. / uconde de Jequitiithonlta :NSo senhnr,
n."in he preciso.
O Sr. Ferrn; :Se o nobre senador nao quer,
he porqoe cerlamenle ja lie cuuhecedor do program-
ma do ministerio.
Nao havendo mais quem pe;a a palavra, lie pos-
(o o requerimemo a votado,e approvado.
O Sr. Pres\denle declara esgotada a ordem do
dia, maica a do segoiole, e levaula a sessio as II
horas e 3 qaartos.
No dia 1 i nao houve sessao.
IITERIOR
RIO DE JANEIRO.
SESSAO DE 15 DE MAIO DE 1857..
'residencia do Sr. Manoel Ignacio Cacatcanti de
l/Ktrda.
I.idss as actas de 1:1 e 1 i do correnle mez, -,u
(odas approvadas.
O .Sr. Primeiro Secretario da conla do seguidle
ai podiente.
.Sr. Drpntado : Podern ser revogadas.
O .Sr. Olii'rini : Assim como podem ser as da
assemlil.'a provincial pela assemblm geral.
O Sr. I!, de l/merda K mu queremos nos
comparar enm a assemblca gerat '.'
O Sr. Olireirn : Se ai ass'inhl.is proviuciaes
um delles mleres-e de fazer por menos, aiin. de ga-1 reformara os aclos das municipalidades, Mmbem a
uhar freguezia. ele. asaembla geral reforma osados das assemblas pro
O ar. c/lirrirr! : Mas o nobre depulado, ao pas-1 viueiaes.
o que fatia allegac-s em seulilo desfavoravel ao ; Um Sr. Depulado ; (Jn\d Nato *
S'. Omnler., occullava cerlas circumslaneias, que O Sr. Oli%riru : lie que as municipalidades le--
depoeid mullo conlra os oo(ro ; ociillou a cireums-; gislam para o seu municipio.
(ancia de que, duraule o lempo do cholera, sendo o i Um Sr. Depulado: {aera legisla somos mis,
o Sr. Ouiulairo convidado para se incumbir da con- i Has iniciam.
ducc.au dos cadveres das pessoas que fallecessem na O .Sr. Olirciro : Eu nao digo que escamaras
freguetidd. Boa-Visla. coiitanlou-e coro o eslipen-! muuicipaes sejam mais importante! do que nos, o
dio de lOgOOO por cada uma, ao pasto que os ou- j que digo he que .lo corporac.Aes lo administrativas
tros exigiam 302O00 ; sendo preciso, para que elle-, e legislativas como as assembleas provinciaes ; que
-viessem nos loiOOO rs., que o administrador do leem allrilioices 13o importantes nos seus nuuici-
1 pios como tem a assemhb-a na provincia.
) Sr. A. CattAcanlx: Mulatis mutanJis, er-
CVM.4R.4 DOS SRS. DEPITADtS.
SESiAO- DE 14 DE MAh) DE 1857.
Presidencia do Sr. ci'ronde de Haependij.
I.ida a acia da aulecedente, he approvada.
O Sr. Primeiro Secretario da conla do segninte
expediente :
Ira oflieio do ministerio da guerra, remellendo o
decreto pelo qdal he allcrado o vencimenlo animal
dos magistrados e empregadus do tribunal e secreta-
ria do eonielho supremo militar e de jusln.-a.A'
commissilo de orcamant.
l.m requerimeul.i do cidadao J J Mara Ama-
dor, pedindo uma pnalo por ler perdido a vista no
servido militar.A' comraisslo de peutet a orde-
nados.
l.ma proposta do proprietario do .Jornal do Com-
merciun, para a publica^ao dos dbales desla cma-
ra, na mesma Tolda a em voluntes separados, con-
forme as coudices e modelos que ofTarece. A'
mea.
Uma reclamacAo dos desembargadores da relacao
de Poniambaco. Severo Amorim Jo Valle e Bernar-
do Rabello da Silva, contra deereto do poder exe-
culivo de 20 de novembro ultimo, que os apo.an-
in com melada de seus ordenados.A' cominUso
da puderes.
ORDEM DO DIA.
Continua a discossao adiada Ao parecer da i.-' com-
tissao de poderes e emenda ofTerecida sobre a elei-
;ao do 3. circulo da Babia, que reconheca verdadei-
ro depulado ao Dr. Pedro Muir. Brrelo de Ara-
gao.
He lida, apoiada, e enlra eonjonclamente era dis-
cussao a legunile sub-amenda do Sr. Fiuta :
\in aiso do minislerio da fazenda, participando ."e 'j aPI,rovadeN a eleiclo da fregueta da
ue, fallando ao Ihesouro o> esclarecimcnlu< sobre ^"'J' Almas, feila na matriz, como propu a cm-
beos de rait de corporales de mo mora, de que
(rata o oflicio do senado da 12 de junho do anno
passado, Toram ellas exigidos s autoridades compe-
tentes.Plea o senado inleirado.
Oulro do ministerio da coerra, remallen
iiililiiii;i'ie .le Iwoelirenea. latorio dessa partieloA' secretar
l'ma somma le r.iO.ii '.1 franrn- de reqnorida pa-J Uin'reqoerimento dos riesembarcadore*
va augmentar ti pessoal das preleiloras e das suh-J Amorim d
prefeitnras ; 1,100,000 trances ao reclamados dos
commissarios de polica e dos inspectores da livra-
ria ; 1,600,000 franco rito pedidos para os estele-
cimenlos publico* de jovens delido.
O bodget do ministerio .lis finanzas decompe-se
em cinco parles dislinctai, que podem ser conside-
radas como oulros lanos budget. particulares, a sa-
ber : 1'a divida; 2' as doaefies e a< despezas dos
poderes legislativos ; 3" o servico geral do ministe-
rio ; 4* as costas de percepc^lo dos impostos e red-
(tmenlos ; 5- os rendiraentot e restiloiroes, dividas,
premios e desfalques.
O projeclo de budget para o complexo doi servi-
cos eleva-se a somma de 878,695.4:10 francos. Em
1857 esla cifra elevava-sa 850,8i0,00i francos.
Diflereoca para mais, 27,855,300 francos.
Etle accrescimo versa sobie os tres primeicos ca-
ptulos do exereieio. A divida pablica Iraz um aug-
mento de t l.ir.n.ni.'i Trancos: nesla somma ao
eomprehandilot 5,900,0tNI Trancos para reembolsar
sobre o a vaneo do Banco de Franca, a 1,750,000
francos, para a dolaran do marecbal Pclissier e a
concasso de novas peu.es.
A cifra das dola<;es augmeulou-se em 120,000
Trancos. Emliin, as cu*lasde administraban, de per-
ceprao, ele., preTazem uma detpeza de mais da
10,925,693 Trancos. As rendas cralas em favor das
princezas d'Orleans continuam a figurar no bodget
da divida publica.
A cifra da divida publica eleva-se a 522,881,120
francos, que se decouipem pelo modo seguinte :
Divida con.uli i iila eam.irlis e-n
Emprtislimos especiaas pata ca -
o re-.;
Severo!
100,963,179 fr.
'.1,810,379 fr.
posen-
Valle, e l!ei nardo H.ibello da Si
rana, reclamando contra o decreto que os
lou.A' commissilo de constilnicao.
ORDEM DO DA.
Passa sera dbale da segunda para a lerreira dis-
cussao a proposirao do seua.lo que approva a pen-
so concedida a II. l'lorisbella Mxima da Silva.
Enlra era pruneira discussao a propusirAn da c-
mara dos deputados autorisandoo governo a inno-
var o contrato celebrado cora o emprezario da com-
pnnhia tniao e lndostna.
" Sr. ou:'! e Meti diz que, nao enleiidenlo
bem o que se prope no projeclo, julga dever re-
querer que sej remetlido a cjiumi-.e. de empre-
zas privilegiadas.
para expor as suas duvidas' i o projeclo, e ob-
serva primeramente que ii.'m estando presente o
contrato a qoe elle se refere, e ignoraudo-sa o qoe
eonlra, nao he potsivel reconhecer-se a necesslda-
de da sua innova(3o. Kalla-se em eslabelecer con-
ili.. i.-- favoraveisao coinmtrcio, agricultura e in-
dustria, mas nao se lhe iudica neuboma desas con-
ditSea.
O projeclo aulorita o governo a coureder aos ca-
capilaet eiractivameute despendidos na estrada con-
tratada a garanta de dous por canto annualmeute,
nao excedendo os referidos capitaes a 3:000 eolitos,
e a garanta ao praw de 2 annos ; mas como se
deve entender esla garanta '.' Ouerer-e-ha dtzer
qoeqoando a compauhia liver a renta liquida de
dous por cento o governo oao de obrmadoa dar-lde
mais nada '! Esla iulelligeucia seria absurda, por-
que ningoem ira' de certo empregar capitaes seus
coma simples garanda de dous por rento. Enteu-
der-seda que qualquer que seja a rend liquida' da
companhia, sempre o governo he abrigado a dar
dous por cento'.' Tambero lhe parece islo absurdo ;
se a compauhia der divideudos de 8, '.I, 10 ou mais
por cento, para que esta garanta de dous '.'
O que se qoiz, na opiuiao do orador, foi marcar
um mnimo de juro *. mas qual '.' Nao he por eer-
lo o de doiis por cento de que falla o projeclo, he
algum oulro ; he naturalmente a garanta de ete
por cento, qne tem pascado para oulras conipa-
nhias ; lendo-se ja alcanrnlo da assemblea provin-
cial de Minas um mnimo de cinco por cento, q>ier
e agora obler da assemblea geral mais dous por
cenlii para dar assim aos rapilaes emprega los n-s-
si compaiihia a garants geral de sete por cento.
Esta iutelligencia porcm, se he a verdadeira, n.i.i
se eolhe da letra do projeclo.
Em vala destas consideraees he que pede que o
projeclo seja remellido a commisao de que fallou,
afim de examina-lo, dar sobre elle o sen parecer,
propondo as emendas que julgar convenientes.
lie apoiado, c entra sm discossao, o requennun-
to do honrado membro.
O Sr. I'uamde de Jequilinhonha he de opinia,
que o requeriiiienlo esla', quauto he possivel, jila
missao.
Obleado a palavra o Sr. h'ernandes da Cunha.sua-
tenia o parecer da commusao, fa.i laulo-se na ana-
Ijaa minu,.,, i de lodos os documentos.
A ili.eu-sio Mea encerrada a pelido do Sr. Aillo-
ne- de Campo-,
Patato a vol* o parecer da cimmis.fi i de apnro-
,,r Jvalo por 50 votos contra IH, licanJo prejudicadar
todas b emonais. i
He proclamado depulado pelo 3. circulo da pr. .
vincia da Baha o Dr. Pedro Muniz Itirrelo ue \ra-
gao ; .u|.peme, o Dr. Pmio l.irna.
0 Sr. Presidente da' para ordem do dia :
1 "iinr.i ,|e projectos e inlirares.
As materias anteriormente designada, acrescen-
do a discumao do parecer da commissfio de consti-
tuirn e poderes sobre a atoi(Ia do |," dislrieto da
provincu do MaranhAo.
I.evola-ae a lealo as 3 horas e um quarto.
con
cemilerio Ibes ^deelarasse. que se elles n.lo quizes-
sem fazer o serviro pelo mesrao porque fazia Quin-
teiro, seria esle o fornecedor exclusivo.
Agora pergunto, sAo earidosos os homeus, que se
aprovaitam da calamnlade publica, para enricarem,
e he avlenlo aquelle, qoe nessa occasiao pede me-
nos do que os earidosos '.' creio que nao.
Disse mais o nobre depulado, para provar. que o
Sr. i.i imi-iro nAo era fiel nos seus contratos, que
nessa mesma oceaeiio deixava de fornecer carros pa-
ra a conduco dos cadveres, dando assim lugar, a
que o cbeTe de polica mandaste buscar us carros nos
oulros aslabclecimentot.
O Sr. Meita llenru/ues : Foi o .Sr. Epaminon-,
das de Mello quem leu isto.
O Sr. Oliceirrj : Mas nAo sabe a cata, que a
Iragueza da Boa-Visla foi aqaeda.oudeseden maior
morlalnlade ;e por isso houveram algumas occasiTiet,
em que no estabelecimenlo nAo havetn carros
disponiveis para a coudoe<;ao .' E eulAo o que havia
de fazer o Sr- Qatototro? lie cruel, qua elle dei-
xasse de fornecer os carros para a conduecao dos ca-
dveres, sendo isso em prejuizo de seus iiileresses '.'
.Nao ; nAo he crivel ; tanto mais quanto essa homem
he coosiderado como amigo de dinhero.
(lia um aparta 1 nesse lempo al os carros para
os pobres eram pagos pelo admiuislrador do cerni-
lerio, que para isto recebia lodos os mezes da Ihe-
sotiraria.da fateodo uma somma.
Diste mais o nobre deputado,' qoe o reudimeoto
proveniente desse ae'iico, inpnrtava n'oma quan-
lia exlraordinaria; respoudenop-lhe em parle, que
iinporlava pnico mais de 12:0003000. iusislio elle na
sua asserrao, declarando, que isto se va do prnprio
balanro ; e por uliimo de, que podio assegurar a
cata cum toda a certeza, que este reudimenlo imnor-
lava em mais de 20:000.;.
O Sr. Me,ra lltnrique< : NAo disiettlo, per-
doe-me ; eu asseverei a casa, que faiia conla ao pe-.
lieiooario. em vez de dar 0:0005, dar 2(1 ou 30:0005.
por e-se privilegio.
O Sr. ,i Caca\canl\ : He ama verdade islo.
O Sr. Olreira : Pois eu nAo entend densa ma- I
valis servandis.il
O .Sr. Olireira : Ainda vollarci a quetl.lo dos
carros fnebres, porque ia-me esquecaudo de locar
em lou- r,mi(ps.
Ouor-se que a preteuraodo Sr. Qunleiro seja in-
dlirida, porque da sua adopc/io renlla prejui/o aos
tres individuos que se oceupam no mesmo trabadlo.
'ma i:nz :E ao publico.
O Sr. Olucirn : Eulrelanln que se nAo allende
a que, sendo mandados sabir n padeiros para Tora
da cidade, licaro prejudicadas mais de quarenla
familias.
t'm Sr. Diputado : Nam orna.
O Sr. Olirciru :(Ira, au euletido que o preju-
dicar-se a um nu oulro individuo, coinlanlu que
dahi venda benefirio para o publico, nAo he circums-
lanci.t que deva inlluir.
Um Sr. Depulado :Benefician,lo a um.
O Sr. oticeira :E lemovendo-se aspadariasda
cidade nao se val cansar a roina da postara dos pa-
deiros *.'
Os nobres deputados desculparo qoa eu csteja
Tazeodo um discurso sem a precisa coo.denac.Ao, e
que mesmo estejaemiltindo ideas e opinies qoe nao
pnsso oonvenieiitemenle tustenlar.
Bina roz :-orque nAo ?
(' .Sr. Oliieira : Pela Iraque/.a da minh.i nlel-
ligencia [OSO apoiado. e demais, se eu leudo algu-
roa pratica de Tallar em publico de su nesla cas i ;
entretanto qoe o nobre deputado e oulros, nao eu
tem pralira de Tallar aqu, como nos auditorios e nos
trihunaes.
O .Sr. .1/, llenrii/uc:lie aonde se Talla bem
pouco.
O Sr. OUveira :Etloa expendendo algamas ra-
zesde improviso.
O Sr. A. Catnleanti:E eu estou admirando o
seu lalenlo.
" .Sr. Oliceira : Lisonjas lambem se agrade-
cera.
Diste eu que o regulamenlo de junlio de 1854,
oeira, e lamo que diste ao nobre depulado nessa oc- j alin de ler lambem sido expedido san aatorisscAn.
ca6iAo, que a ser verdadeira a. sua assercao, devia a Inda alterado essencialmenle o espirito da le de 7
cunara ter responsabilisada, p.ir nos ler a|ireenlado | de maio de 1841. que mandn edificar o eemlerio
em balanro inexacto. ; do JiecTe.
(lia um ap.ule foi Sr. Deputado :Foi approvado pela casa.
tu ja ils-e, que pelo regiilaincnlo do eemlerio os O .Sr. Oliceira :O nobre depulado, o Sr. A. Ca-
mdividuos incumb lo desse tervico sAo obrigados a I valcaoli, em ap.nio dista, qne o regolamento tora
pagar a tai da des |>or ceulo da .en.lmenlo lolaf Junedido em virtu.le da lei. Permuta que llie rca-
t dos carro da pruneira eegonda, kjerceira ordem ; "pnula que esla encanado : o primci'o regolamenlo
esa laxa de paga a bocea do colre, dando o proco- I foi expedido jipIu Sr. Sooia Ramo, cm T.'vereiro de
rador um cnuhecimenlo para constar o pagamento ; 18)1 ; pin 18-52, como o eslabelecimento ji eslava
e assim ja vi: o nobre deputa lo que adi nao pode
PER1AJSB3C0,
naes e trabadlos diversos
(apilaei reembolt.iveis por di-
versos liluloa...... 42.500,0110 fr.
Divida vitalicia...... 0,508,50 fr.
As dotactie. e des|>ezas dol poderes legislativos
ievam-se a 39.697,010 francos, a saber :
Lisia civil do imperador 25,000,000 fr.
. Dnl.ic.in dos principes e priuce-
tas da familia imperial. 1.500,000 fr.
DotacOes do sanado. ... 4,980,000 fr.
Despezas adraiuislralivas do se-
nado.....' 1,170,000 fr.
Despezas do corpo legislativo e
iiidemnisarao dos depulados 2,7.50.000 fr.
Supplemenlo .i dolaran da le-
siAo de lionr...... 4,107,010 fr.
Cinco milhoes sao requiridos para auguiviilar os
pequeos [ratamente, no servico dos porios, dat al-
faudegas, da contrihoires ndirectas.e flurestaei.
Assim como, aonunciara o summario dos motivos
qoa precedo o projecto de lei, 5 milhoes sao reque-
ridos para os paquetes transatlnticos.
O budget do ministerio da guerra, hecalculr.do so-
bre ora effectivo reduziilo ao p de paz, 392,400
hnraent e 83.500 cavados. He uma dlfferenca tobre
1851 de 13,409 homens, de mu- c de 0,091 cavados | lilirado. O prn|eclo, confuso como se aclia. nAo
de menos. Eiplica-se o excedente era homeus pelas '. poda ter volado ; he iudispensavel
diversas creaces e reconsliluires successivamente
decretadas para por a organisarao do axerclto mais
emrelar.1i com sua torca efTeclivi, e, quando assim
nAo seja, para tornar mais prompta, mais fcil a pas-
sagera do p de paa para a p .de guerra.
Os crditos votados em 1857 elevam-se a"..........
340,221,121 francos, asde.pezat de 185.5 foram ava-
lladas em 340,0117 francos ; dillerenca para mais de
0,500,404. Motivos de dillerenles e.pecies se lem a-
presautada p.ir.t explicar esle augmento. Em primei-
ro logar ha necessidade de prover ao sold e a* sus-
tentadlo ilii 13,489 homens cujo afectivo se achara
augmentado;depois, 75,000 homens sendo requeri-
dos, em vez da itl.OIIO pedidos no budgel votado,
lia lagar para fazer ai despezas de prmeira necessi-
dade, e de cuslai de transporte dos 35,000 homens
que seriam eucorpora los de mais.
Esla dillerenea resulta alem disto ainda do aug-
mento do toldo, dos capitaes, lugares-lenentes. Ja
o lia muitot annos, diz o projecto de budget do m-
msterio da guerra, qoe a elevarlo uccesiva de
. lodas as cousas, e a depreciarlo boje bem pronun-
ciada do valor do numerario, collocara os olliciaes
" em uma parirlo mnito diOicil, em um estado da
oppressAo que Ides impoe numerosas prva-
apenas lites pennille provee as neres-ida-
ASSEMBLEA LEGISLATIVA PROVINCIAL DE
PERNAMBI CO.
Seisao ordinaria em 2!) do naalo de 1857.
Presidencia do Sr. Josi: Pedro da Sitia.
As II horas el|2 da manilla verifica-te haver ca-
ta, e abarla a sess3o, he lula e approvada a acta da
anterior.
0 Sr. 1" Secretario ,i conla dj seeuinle
EXPEDIENTE.
1 m oflicio do secretario do goterno, remellendo
um atarantar impresso d i falla eom que S. M. o Ira- lado mesmo responda,
peadnr abri a -es3o ordinaria da assemble legit-
Isliva geral no dia 3 de aiaio crreme.Recebulo
com especial agrado.
Oulro .lo mesmo Sr., participando qde S. Exc. o
Sr. vice-presidenle da provincia recebara amanhAa
a I dora da larde a comrnissao que lem de apresen-
tar-lde os arlos dctla assemblea a saurjo.Intei-
haver dolo.
O anuo passado raoatou e.sa iraposicao um cont
e tantos mil reis, e o rendimento dos carros, pouco
mais de onze conlo< para os quatro individuos oc:u-
nesse Irabalho ; sendo islo astim, como he que o no-
bre depulado pode asaeverar, que use rendim-'iilo
be consideravel ? Sei, que se me pode dizer, que
tambera ha nma quarta ciaste de carros, pela qual
te pagara (JOOO.o que augmenta o rendiraenlo ; m.i-
a isto respondere, que nessa quarta classe estao
comprehfndidos os carros para os cadveres dos po-
bres, que segundo o regolamenlo sao conduzidos
gr.iluiamtnte, e o numero desses cadveres qua-
si sarapre excede de 800 por anno, da maneira
que esa tnica verba, da qual se nao paga porcen
tagem, pmlera' dar em resultado 1:000.;, qoe unido
aos 11:0OOS perfaz a somma de dote coulos e lanos
mais augmentado, e as circumtlanciat'liodain muda-
do, nata casa na lei do orramenlo autoritoa o presi-
danle a re\er esse regulainento, e fater-lhe OBadiB-
C.oes.
O Sr. ./. CocaleoNll :Melhor anda, oque eb
quero.
0 Sr. (llii-cira :Esa aulorisarjao foi exercida
pelo Sr. liilieiro, enlAn presidente .la provincia em
novembro do mesmo anno ; depois o eu successor
ou (endeudo que o regulamenlo piecisava ainda de
oulra reforma, noraeon uma eammissAo composla do
uobre depulado, o Sr. Meira enrques, que enlAo
era vigario geral, do presidente d.> commissAo de hy-
uiene publica, e du individuo que esla fallande que
erajvereador da cmara deta cidade ; e sem que a
commissAo livesse apresenlado o resudado de aeus
(raballiot, promolgou um regulamenlo e o mandou
por em execucAo, menos na parle que aogmenlava o
mil res ; e assim como se pode dizer que esse ser-1 ordenado dos empregado*.
vico rende 20:000* Ora, pergunto eu ao nobre depulado, se o Sr. Ri-
OSr, /.'. de lacerda : EnlAo o homem vai ter beiroj linda exercido a atlrihuic^o que se havia
um prejuizn irnmeiisu. da.lo ao governo pira reformar oregularnenlo.se
O Sr. Oliceira : Ao seu aparte o nobre depu- etsa'reforma eslava em exerurao, e aleja hrvia ai-
rada.
O Sr. H. de Ijicerda : Eu nao acho retposta.
" Sr. (Mceira -. O nobre depulado para provar
que a prelenrao de que se trata, nao e.tava nos ter-
mos de er altendida, disse ella de (Ao escandalo-
sa, que na mesma cmara municipal, cuja iiiTorina-
5A0 Tei f ivorivel. aehoo urna Torle opposirAo, mas
depois o mesmo se|lisse, eu tei que se o artigo for
ap-
.. provado, a cmara dade lazer o conlralo com o Sr.
m seguida o Sr. pres-deuda nornea para a com- Ouinleiro. Eu na..
missao os Srs. Sabino Olegario, P. Baplista c Pereira
de linio.
Le-te e vai a imprimir o seguinle projecto :
1 A commissAo dos negocios (cclesiaaticos, a quem
Tot pretente o regulameulo do eemlerio perleuceule
ao patrimonio da irmandi le de Nnasa Senhora do
O" de Ipojuca, approsado na parle religiosa pelo
bxin. prelado diocesano, julg.i merecedor da leso-
|ii..*i.i s*goiii(e :
0 A a buen resolve.
" Art. I. Fica approvado o regulamenlo do eem-
lerio perleuceule a irmaniade de atea Senhora do
O de Ipojuca, cora as alleracdei seguinles :
'i S I. No arl. 31cap. 5. acresceole-se sendo as
exhuinares para oulro quOquer eemlerio felas com
a previa aulorisarAo do prelado diocesano.
' 2. No ari, 31 cap lsuppriina-se a palavra
nicamente,o mais, como no arinco.
a S 3. Nenhuiu cadver sera sepultado sem licen-
ca do parodio, e sem que por alie seja encommeu-
dado.
Arl. 2. Revogadas as dispnsiroes em conlrario.
1 sala d.s cominisse, 26 de maio de 1857.Vi-
tAo se dr ao Irabalho de e.elarece
que 11 seuado 0A0 te veja embarazado quando t-
ver de lomar sobre elle una delibtracAo.
As questes em que locou o nubre senador pelo
Rio de Janeiro sao, 110 entender do orador, dignas
da raaior considerarao do senado, e por isso aupara
que a commissAo o esclaiera a res|ieitu de lodas
ellas. Tem duvidas, obre a neressidade do mni-
mo de juro de que se trata ; se della Picar conven-
cido ha ile votar para que e-se mnimo se conceda,
I que a cominis- ario Antonio Fraiiciaroi;(,.iucalves OiinarAes.
-lo de forma Ul Padre) Marral Lopes do Siqoeira.g
lliscuss.lo da redaejo do projeclo numero 11.
Depois de algumas coniidera(6ea do Sr. Sauza Car-
vaido, tica adiada ainda a diacoetae.
Continuir-se-ha
DlSt.l RSO DO SR. DEPI.1ADO OLIVEIRV.
l'RONi NCIADO NA SESSAO DE 2S DO ME/
PRXIMO PASSADO.
(tSr. OUeHrar. eSeohores, bonlemj respond
do contrario nio o pmlera' fazer em atleurao a aalgiins lopic.it do discurso do Sr. Meira Henri-
circiimslaucias do Ihesouro e do paiz ; nao porqoe I qu.s, e por is-o poaco direi.
nAo hoja rendas, mas porque o paiz necessita de O uobre depulado. alrm de qualilicar de escan-
minio, mplhorainnilot, e melhorainenlos ellicaies, j dalosas as prelenres molidas nos artigo, em dtscus-
eOes
sao. disse. que o Sr. Ouiulairo era avarenlo.
O Sr. .1/. Ilenri,/ue< : B'la eugauado.
O Sr. Olirciru : lli-se-n.
O Sr. I/. Itenriqut : Eu disse, que o mono-
polio iraportsva crear a avaroza, c o inlerette priva-
da de um su contratante.
0 Sr. Oliceira ; Cli.:rnou-o avartnto, e eu re-
pelo a eipreeaao.
1 'i un 1.1 lambem a altottCia da casa, para o nao
cumprimeiilo d's conlratos, aiileriorinenle celebra-
dos pelo peticionario coro a cmara, para o servico
dos carros fnebres ; e diese, que. em coiisequen-
cia dislo, a a reqoiticAo da cmara, foi, que a a.lmi-
0 da provincia, quando coiifeecioooo o regu-
uleis, e alm iluso esla' envolvido em oulras qDes-
loes econmicas que devem ser altendida, discuti-
das e esclarecidas.
N3o cita' inilisposlo com o projeclo, nAo prelen-
de que o conlralo teja manlido tal qual se ada ;
mas lamliem nao lem anda urna opiniAo corla so-
bre o objeclo, nem a pode formar senAo sobre es-
clarecimenlos e dados cerlos, indispensaveis sobre-
tuilo quando se [rata deemprezas particular,.. E
he por falla de-let dados qoe niuil.it oulras qucsles
nao podem ser sati-larioriamenle resolvidas.
Agita-so actualmente no paiz urna queslao muilo
det de pruneira or lem.. i> O Iralaroouto dos ca- j importante, como lie a do augmento dos procos dos
pitaes, logaras-I-nenies ub-lngares-ianente., aug- : gaoerns alimenticios ; e-la questao. por ex-mplo, I uislr.i
ineulou em 150 francos, o que etige um accrescimo de nao pode ser decidida, na opimao do orador, pelos 1 lamento aclnal, permitti a qualquer individuo oes-
allocarn de 2,622,000 (raucos. Oulra lomma de I principios da Kleilcia econmica, cuinpre que se \ labelerimenlu desses carros.
1,3 >0 000 Tramos loi reclamada alim de continua- leiihain prsenles os laclo., que bem se conhrr.m, Eu direi ao nobre depulado, qu? esl em comple-
reru-.p ns iraliallio. .le I1M1I1 irne- 1: de eslabelect- ; para serein eulau avallados segn lo esses pruici- j to erro.
mantos militares. | ,,,,. ,) sr. I/. //Viiriyue. Sabre que '.
A esle augmentos principies juntam-te oulros, tira, estes lacios n.-i se apreseiit.ini, a imprenta I Sr. Olireii, :O presidente da provincia iu-
W que aiTectam a's diUerenles poiieo di( lal respeiln, os particulares punco sa- j serio no regulamenlo esse arlig.....lo por nAo ler o
bem, e esse pouco 11A- he colindo na melhor origem. Sr. Ouinteiro eumprido com as suas obrigaces, co-
lla lambem es qoeslues sobre os bancos, lder- mo eraprerario, nem porque a cunara aun o e\i-
dade de industria, de rredilo, e oulras que -e pren- : nis-?, mas porque quil alien ler .n tupplicat que Ule
lem lambem rom a pioaneridade do commerelo a foram dirigidas por alguna doa armadores, reeiden-
cora oulras Tontea de riqueza ; o orador n.lo e les na cidaJe, e alo fez. sera que a cmara l'jsse
sa 1 maior, que dio as bnxavqiie serAo passa las em acha habilita lo para resolver estas queslims .., pela envida.
18.iS, quer retardando um pouco a eucorporarAo da sneucia, porque rada praca do rommercio lem por lie verdade, que o Sr. o liuleiro f.il o primeiro
rtlf? .]' assim dizer suas Teu-es parliculares a que cuinpre eucarregado desse servico, e que depois requereu a'
O budget do ministerio da maruiba de 1S57. cal- allnuler, e alien le, mi,,. cmara a rescisi-. ,| contral., p-injue eslava sendo
rulado tobre 180 navios, entre os quaes I 2 sel E pois, parecia-lhe de loda a conveniencia que prejudicadu contideravelmenle, nato
is e 38 em commissAo de porte, com a cummissao enlrasse 110 exame da erapreza le que ronlralado no sentido d
se dala ; ti o diz que procedeste a ura inquerito a veres para o eemlerio tena sempre em carro-
seu re-peilo, mal que a chamaste a explicar o seu cedeu, que alguns mezes depois, se licestem a
verdadeira estado, a expor n. rerursos com que doeerjaa de maneira difiranle; dehando por ennse-
ronli para poder prosperar, porque se ella Uvero queuria o empre/aiio de percober a qu.inlia de Sj,
aro iiecesaario nao precisara' de favor algum oeste que eslava eaupirlada |>oi rada conduc;So. E ta-
zando ver presidencia otse preJUlao, o Sr. SoiiZ'i
. posso comiirelien.ter islo.
O Sr, M. Ilenriifues : Eiirempreliendo perfei-
taineule, apelar de que vejo pouco.
O Sr. Olireira : Se na orcaiAo em que se Ira-
lava detta prelencao, na cmara se aehavam prsen-
les (> vereadores somante, se 3 votarnm contra e i a
favor, sen lo preciso o voto de qualidade du presi-
dente para ser a informarAo favoravel ; se nao esla-
va prsenles os oulros tres vereadore, como de
que se pode julgar que o contrato ueccssariamenle
dade ser feilo com Ooiniteiro '.' por que serAo de-
satlen.lidos todos os mais concurrenlet'.'
O Sr. .1/. Ileiihi/ues- Snppenha que na occa-
siAo do conlralo nAo apparece oulro, que mais van- vou o regulamenlo, e por
lagens nirereci '
do submellida cnnsiderarAo da casa, sendo que por
uma lei provincial de IK3 o governo nao pode al-
terar qualquer regulamenlo que expedir, depois de
sudmelie-lo .1 a|iprovac,.io delta rasa, como do qoe o
presidente jnlgon-ae aulorisa.lo para o lazer '.'
I m Sr. Deputado : Tu lu issu e-la' prejudi-
cado.
O Sr. Oticeira: Fu quero cnnlar a historia,
embota a assemblea, para que a admimsIracAo nao
I le-isse desairada, approvas-e esse regulamenlo : e
is-o de uma maneira irregular, porque esse regula-
menlo nao foi usruli.to arhg.i por arligo, como de-
termina o regulameotu da casa.
I ror.im-se diversos aparte. .
Or. Olireira : Pergunlarei mais aos nobres
depulados, se por estar pelo acto ad licimal o p-e-
sidenie antorisadoa dar regulamenlos adeqnedoi a
evtriieio das leis, pode-e ronejuir dahi, que nesae.
regulamenlos o presdeme pod allec.ir ajei t Creio
queningnem nie re-fiondera', que sim.
Enlretanlu (oi jiislaineule o que Taz o presidente.
Um Sr. Depulaln Mas a attembli ja appro-
conseguiiilQ as allera-
partea do bu.tget da guerra. L*nt e outros Torin.im
uin total de 7,351.744 Irancot.
Todavik para diminuir 01 encargos do llie espara-se redu/.ir esle augmento at .1 concurrencia :
de IO,848,2Si| Traucos, quer por meio d'uma exlen-
m elleelivo de 29,856 homens, elevava-se a
134,087,821 Trancos. F.u reconhecido in.ullirienla
para fazer face aos Ir.ibalhos extraordinario- que fo-
ram eraprehendido. duiante a guerra, a rujo com-
plemento pe-ara' ubre ns anuo- da J857, I85s e
1859.
O minislerio da niarinha esla na nhrig3rAo de
i.miiiin 11 58 navios a vapor rumorados, cujas ma-
como, leu lo
0 Sr. Oltccrra : A camota proceder' em regra
fazendo o conlra'-.! com o peticionario.
O Sr. .1/. tlenriifues z Eis-abi.
O Sr. Oliceira : Se nao houvcr oulro. que
queira fazer o conlralo cura melhores vaulageiis, se-
rpnrqueto negocio uao be 13o lucrativo, como se
suppe.
Senhores, eont.i-me qoe us oulros lem mai- re-
cursos do que o peticionario, e te passar o artigo, o
nobre depulado conheeera' depois que eu linha ra-
zio, quando dizia o que acabo de proterir.
O Sr. .1/. Ilcnrn/ues : Eu estou .persuadido,
que a |iassar, o nobre depulado sera o primeiro que
lmante o ter volado por de.
O Sr. Oireira : NAo lenle lamentar, por que
nao cotlumo ir conlra o proprio tacto; autos de ebrar
pens.
O uobre depola lo, e o Sr. Epaminmidas de Mello,
qoe lambem mpugooa a pri^ienr.in, tizaran at a
leitura do longo requerunenlo dos adversario*.
T'rriSr. Depuhiio : ijue elliii esla bem Teilo.
Outrn Sr. Depulado : Lerabrese de poupar o
lempo.
O Sr. Olireira: Eslo^ sustentan,lo os mrtis
arligoa, que Toram combat los por dous nobre de-
pulados, cuja idusIrarAo eu sou o primeiro a reco-
udecer.
O Sr. U. llenriqn
me loca.
OSr. Olireira : o Sr. Epaminnndas, em con-
IradircAo a minlia opiniao, o de oulros, a ibre a con-
servarAu das padariaa, disse : na Franca e na In-
glaterra, e pin oulros paizes bem jiolicia los, 11.I0 ev-
i-lein pad.trias denlro da cidade.
Eu direi ao nobre depulado, que o que uestes pai-
zes se exi^e, bem como no Brasil, he que eslaueleri-
menlos d-ssa 11 ilurez.i, nao sjain eslabeleci los aera
as coiilir.ie-de higiene pni'hca.
II Sr. Olireira : Como ja live OccisiAode dizer
O serviro dos cemilerios pertence em geral as rama-
ras niiiiucipaes, e desde de mam .le iSil. respai-
lan lo esla dispo.ieao, disse tic-r perlencendn a c-
mara municipal ns carro fnebres, e mais nigerios
nocoaeariofl para o serviro dos earroi Tunebies.
' 01 sr. Deputnda : -- Mas lie.un perlenceudo co-
mo '.'
o Sr. olireira : Para Tazer .1 servido ad-
miniatralivamente, 011 por arremalarao.
O Sr. .1. Cacalcaiitl : \ segunda par'e n.io
admiti.
" Sr. Oticeira ; Tanlo he a-im. que os pri-
meiros regulauentos Toram dados ne-le aenti lo.
Suppoiiha o nobre denulado, que a cmara muni-
cipal por fallible recurs: s, nao pode bem montar
um eslabeliciraenlo : ueste caso leria ella de por
em arremalarao esse serviro como Tez nos primeiros
anuos, mesmo de conformidada com os reclmen-
los dos Sr. Souza Ramos e Ribeiro.
A111,i,1 a presidencia Toi alem do que determina a
lei, porque lizendo ola, que o administrador sena
Horneado pelo presdeme, eos de mais empreados
fi-l-i cmara, no seu rogolantonta dltpos, que, alem
do administrador, seriam lambem Horneados pela
presidente O capelln, e o sacrislao.
Ora, pode-se considerar islo, cuno um.i disposi-
: Obrigadu pela parte que 50e^l-aM-U" '"" b,a Me"* d'' lci Cr,!0'
Sr. prsi lente, ea limilo-in* mt qae (enho expen-
dido, e creio, que Fie iilo baaalfl n.ira jiilifcar os
IfligiM ddiVMt que Uve a l.oiir.i de sabmeller a
considera^iifl Aa casj.
Vio rall.iTr*i m ii*i sohre o rlijedn, quaes quer que
"jai .is oh-iervH'e. que de novo se nrodu/am, a
eioblea pki in*, abe loria apreciara' as razesqu^
lenln apreoeiila lu, e as que lem nido ollerecidasein
con.rariii, e decidir' a queslao, ctin a juslira, e ini-
parrialidale, 'p carcter.viin a cada um doi t>eu&
M nobre depulado o Sr. Meira -leiirique laclmu meinbros,
a chinara de ddMltencitisa par-* ciin a tusemblpa, ____
dirimo-lhe I euro 9 injurian i."> ipoiadus a que eu
respond em aparle ; diM a-; quu .1 eamara linha
&Uaado con a anembla, u-'"do ,\-i uma eipres-do
que dSo he parlamentar, e qaea pode ter admil-
ii.iri em reumea parlienlare ; em se lembrar i|ue 1
as niunicij. i 1 ladea aio corpora
como a aueroblea provincial.
OSr. H. de Laceria : Menoi mu bacaJinlia.
O Sr. Oliceira : Diffi ao no!>rcf depulado que
nao, porque o direilo reconhecido e garantido pe!.
arl. "I da cn-tituirrio, li' fverci lo, e^uud'i 0 arl.
|" do ad'* adlicional, pelas cmaras ruanicip.ies e
d'-ifiiilili-1- provinciaes.
O Sr. M. fleitri i) Sr. Olireira : He qu caruarri mumeipac*
iu-;i.iiin a. \o.
ti disrur-o publcalo Itonlem coin o nome do Sr.
Manoel l.v.ilcanli, loi pronouciado peloSr. Anto-
uiu <.ivalcanU.
O diKuro do Sr. S Pereira publicado como de
t.io importantes, sed*ao de ', lie de ~M>,
ulido.
Se o Sr. mini-tro da lazenda
eiliveue prsenle, Ramos mandou que 4 eamara o indemniaasae da
_ 1 teiEislam para o municipio, ti as asaemblai provin-
c,,n_ j ciaes para as provincia'. NSO ipoiados.
Trocum-ae dnTerentes apartes.
Se as leis mesinis n9o podem er tiecuta I.- cm
spprovacffo deata m**, noi lermoi do aclo addicia-
nai, lamliem os aclos da assemblea proiincial nio
podem -0-I-. .?:n 1 lauccJI dn 1 re-uleute. Nao
acreacenij ^orador, dirigir4ne-hla lambem alga-1 per.las que tioba ldo, indemnis^So, qoe aappo-1poiadoa,relama{oM,-suteorro.
chinas esiao em eurau de execucau. 0 cuiupleio uus 1 mas paUvili a esto respeitu, e neata uccaaijo pedi- I ubo, mouluu iOI^ ; anda assiui, cmara iusi- I As camarat mesmas tambem teetn
Pti?Mk\ AVULSA
-I'': i)laa8
CIlRONIC TUEATHAL.
Da I de junho.
Lis-nos de novo cora a chronica. Mas por onde
h liemos de comerir T
Esta pergunla que a mis mesmo fa/emos. hesig- '
: nal de que temos j.i rampo por ou.le disrorrer.
Vallia-nos isso. llesta forma nao peu-avamns nf.
; lia Ires me/es decorridos, ou antes da cheitada .11
< impanlif i Jo'io i ie! um, qoando p ir 'o la a parte se
etclarnava : para qoe foi ediiiea lo o 1.0--0 Ihea-
. Iro ? \'ir atguui 1 companliia jiara elle 11 laermano 1
vollar.i .'
buiIjs ailri-1 .Na verdade o dillectantis riam-ie emba,irados |
com eslas pergunla, e res|iondiara-not aliual pelo-
mesrao Iheor.
Suggeria-se aqu, ou all, na ala ou no holcquim, |
ama ou oulra discussao qne inorria logo, por falta ,
de animaran, enlliusiasmo a vida que he, o que te-
mos de menos para estas eousas, porque o numero I
dot apologistas, he lirailalissirno, emquatilo os que !
iuipuede apios he immenso.
Dominados pela pasmaccira. preferem anlns con- ,
sumir a paciencia a descrever ngulos aowiosoWrer-1
(os, i< isrelr- ou oblntot, rom urna bola de marfim
obre orna mesa .le brilhar, encerratoi aolra a qua-
tro paredes laleiaes de um sala, guaueridat pelot
emblemas d'arle, islo lie, tabella e tacos, que as emo-
roes de um bello drama
Na realidade he fraco gotlo !...
Consideran) u Ihealro emno una distraerlo e nada
mai- ouvindo-te apenas eslorgir as palmes, e In- ,
un; I, ir a Earg.lhada...
huilln a poca nao lie para mais.
Amigamente i. rir-?.
O positivo Iriumpha do ideal, e com ATrilo antes;
queremos sentir urna emocAo j. sentida, ouvir um
dialogo |.i omito, lin,ilmen;,' u conheeimrnlo prali-
co do nosso serillo, qua se esluda nos dramas moder-
nos, do que enchugar-mos lagrimas.
7'rrre ie complimens, passeraos ao etprclarolo de
qoarla-feira. analv-anilo-o resuinidamente romo he
de notsa raisso. Ilir.l 1 que pecramot em seri.i >s re-
sum, los, e que segumos uma ordem ni.i.lalvcz h-m.
oulros a ledo seguido peior... Inventar invoeares
na incerteza de ser bem meedido... he arriscar
tnoito.
Depoll da competente nuverlur.i, rabio o panno e
eis-nos alientos para o Conde He Paragnru, comedia
era dous aclo.
lie etle o tilulo da bella producto do Sr. Arleti-
des Abranclies. Elegancia de estilo, e grac,a por-
lugiiez.i poneos a possuem melhor. '
O. seus persoiiagens conservan] lodos aquella e-
poulaueida le. em que a bullanle imaginadlo de seu
amor, os toiibe eolloear. A locu. o familiar he ma-
nejada COm ll il.ill 1,1 le.
lie uma bella comedia, e foi iccebida pela platea
cora agrado geral.
Agora vamut no desempenho pelos artistas.
Sr. I i-i ine Coimbra, o llarao, romprehendeu et-
rellenlemenle o seu papel, deseinpenhando c.iin in-
taireza aquelle typo, de homem ambicioso, que eom
tania habilidade soube caracleriaar. Confirmando
hrilliantemenle a repularilo de que goza.
Cinfessarnis framameiile, que muilo nos agradou
0 eu esmerado desempenho, em toda a comedia, es-
pecialmente na bella ui'.lhamorpho.e da leilura da
carta, que asearan ser /ot da Silca o herdeiro de
ura millonario... ambicionando deade e-le bello mo
nenio, uui-lo com sua lilha Adelaide. II Sr. l'.iim-
bra nao perdeu uma s iutenrao, um s Iraca do seu
uitereante panel.
Sr. Hamos, Fernando. E-le ador lem-e desenvol-
vido nos papis, que lhe hio lido conados, des-
meiitindo de algama surte a fraca opinio que dalle
t.irm.-ivam. Comquanlo. o seu papel, no Conde de
Paragar mercete a approtar.lo de un., edesap-
;n,,\,.r.to da oulros, diremos contcio.menle a fu-
gindo a roriiiderares, que not Il3o desagra.lon. o
muilo mais agradaria, se com effeilo livesse e-l-uia I
mellioro seu papel.
Etlamos cerlos qua estas eipresses nao o devem
desanimar, palo contrario anima-lo ; porque j unu
ve/, .listemos : a critica quando justa anima e na..
entornan*.
Sr. Hosendo, Josi- da Silru, orreu sollrivelmente
no eu papel. S na occasiao era que o bailo loe
proinelte a man de drlflide, notamos menos ciprs
Me ine a que devia dar au tan papel, latnde e con-
linne a ex|,ir{ar-se pelo bom desempeiib dos seos
papri'. que sera applaudi-lo.
i. babel, tdelaide. >.. detempeone te-ie papel
revelten esla aluzo seu lalenlo artstico eamnrehan.
lendo perfeiinmeiiieo s-u papel, e dando-lhe o 1110-
vunenlo e fou-a que esigia. No segunln aclo. no
dialogo em que Fernando lhe diz qoe ella amava
a ./ose da Silca, interpreto bellamente osen papel,
assim como depois. na scena -era que /Ot ta Silca
lhe imprime ura beijo sobre a mo, ha insto ora ele-
vado perfume potico, ura verdadeira amor, que a
aclrit soube muilo bem romprehender, liiialmenlc,
a Sra. 1). Isabel orinum, lano na diccao, como na
presteza das infleioes de voz com que" exprima ,1-
mor e senitmento, sem esforro algum, quasi natu-
ralmente.
1). Francisca, Incgnita, desempenhou snllrivel-
menla o seu pequeo papel.
Ovaudeville a Rainha Iviiol, tradnzide do hraneaz,
gradou haslanle .1'platea. Il.it nove lilhos de /-
piler, Mnemotyne, Euterpe e Thaiia, brilbaram
junlainente. Esla comedia, pareceu-uos bem exa-
gerada.
Em 1813, poca pouco mais 00 menos da acril.i,
julgaraos inrrivel liouves'e gente lo Ignoran!,, ina-
romo o original he francs, era impostivel paaaar
sem os toquet de sua proverbial phantatia.
Mai seja corno for os arlislas mo lio culpados,
com a peona do aolor. Vamos a desempenno.
fl. I.abel, Haberla, deseinpen iou eom esmero o
seu papel, a unpliridade .le nma ranipoueza que
orrava pelot seus 1> anuos, Toi perTeilauenle coin-
prehendido.
.No segundo aelo, ja caraclerisada rainha, tomn c
seu papel mais animarau, deseflvolvendo cora luda
a habilidade, que 1 Ii nao podemos negar lio baiso-
romii-o. o, coaplelt Toram cania.los com lodo mi-
nio e delicadeza de sua bella VOZ. A alonaste com
qoe soube revasli-la. alrabe e mpres-iona..... Se
n.io foseo la comedia tradorida do franeez, dina-
mos que havia sido compela eipremarnente para
faze-U brilhar nesla eapecialidada de aula.
Sr. Sania Roa, Dabylo. E-Torrou-se por agradar-
nos o i|ue de aleoma maneira cunaeguio, com qoan-
to nos p.rera nao oslar ja. aquelle papel para o seu
carcter, porcm n.lo desmerecen .1. platea, sendo
liem apnlaud lu no legando acto.
ar. t. limbra, Freioline, rorreo optimamenle no
seo papel de ministro ambicioso. Era o Ijpo mais
uilere.saiile desses aduladores da crle.
Sr. Jiue Alvos, (antier, desempenhou lolTrivel-
meule o seu papel.
I .n I < desta Turma romprido o predicado eisen-
cal de nossa mi-s.lo ; Techaremos a chronica 110I1-
rian lo aos lelores que multo breve leremos aqu o
sr. i.-n.-iHiiu francisco de Uliveua, segundo nllir-
ma algumas carias parlfctilares.
Senhores redactores ( Erara .las horas da
larde do dia 1~, quando um pequeo deslac.imenlo
que me disseram seguir para liarniroa. composlo de
[res.blados e um cabo, pe.lir.iin-iue pensada par,
descantar do asloi doVol : eu promptamenta ibes
dei, peraaadido de que aquellet bomeni exigisseu
smiieiile.de mim oque acuna inenriono ; mas elles
ateilut a' pilhagem e ao desrredilo, iiivaliraiii-ine
um rancho junio a minha morada, roubando-me
g.llinlias, como uma que lire do embornal j 1' quasi
mura ; e como um pequeno visae e inj dis.ee, lu
ler-me com elles e di/er-lbes que ora aquello o pago
que ellrt me davalo do houvficio que Ibes havia fal-
to de consenlir'descanrarem do sol, alem de arr.ui-
jos jiara comida, como pralos, agua, pimenla e o
mais que elles heviam necostilado, levanlarain-se
lodos conlra mim, que n.lo me inalaram pela mise-
ricordia de lieos ser do lamauho que nos vemos ;
rbegainlo a poni de mr detl'eitearein rom um em-
purria que billearam-me por cima de mis .,1 .-
1 i- nao sei rorco nao morri, e Tazeudo por salvar a
1 ida, corr a' casa cm procura de me delender, gr;-
tando-me da porta os silteadores : gallega, malo-
te se liveret o arrojo de sabires de rasa. Metilo
assim eu nao eslata resollido a deixo-los, aanlo Tus-!
se uma logra c dous fllhinhoa, que debulhados em
lagrima--me piii.iraiu do sabir, e a pedirme que '
os deiasse. que elles liavi.iiii de pagar caro o eeu
atrevuneiilo. Eis corno -.11, --uliores ro,birlares, rer- '
los homens -o com Tormidelle- qua cora a Tarda '
de militar ao considerara grandes entidades, jal prn-
denlo, como me deraui voz, ao que Ibes repon :i
corajosanienle, que elles lo-s.;in prender .1.....: ja
roubando, romo me Ii.im.iiii roubado urna galluiha,
que lire '1" einborual ja' quasi molla, de um da- 1
qiflles saltea lores ; ja' nao nialan lo naquella occa-
siao por os lilbuibos rao pedirem qoe na 1 ..1.......,
mas proiiielteiido cora as armas eni| unhadat | ara .
detr irregarera, isso cora a vosrna .'e iiunlio- 1.- irais
libidinosos; a deixand i-me o rancho que por h ira '
uivadirain. permaneceram ainda algum minutos no
majio da estrada, a espera qoe eu ahtsso para me
tararen). Ja'liz chegar ao conheeimanto do digna
cniimandanle desse balalhii essa fado pr.iu.-a1o
por quatro desgranados miliL.res que nao respeilam
a Classe diltlncla, nem o imminnte.ra guarda essa restricta qua. severa lei. I aro asta
pedindo a V'uics. romo eaclarecodorea das verdades
e pugnadore-dos direitos doa oppnmido-, que n.io
deixein de levar esse aleutedo aoc.111heciraento.ln pu-
blico e das autoridades a' severa punirn de um bir-
lo jiralirado dentro do domicilio de ura cidadao bra*
sileiro. Sou a erei de Vinct. urn ds mais reverea
let criados ele.
O' 11 senhnr do cao, que m.ra no alerr.
da llo.'i-\ i-t.i,.reii,eilo-\us p^r secunda va a pe4i.lu
de que, ou dei- a raeao a e-se animal rrr. r.Hnida.
011 amarris a lio.-.-.!. Sm masaanaa qoe lie e-se aa
animal raulo ulil pira v.,.. g que '.iiiiuw. te e*tssj
mas..... o vitinhos, os pobres vitmlios nao palem
rejiousar o:n ntinuln a noile coi.....onarubnli-rn-.
le-se vosso aniiiialtuiho.
Ou nao ueineo. ou o dem mulott-lb a- i
'-s NA 1 he preciso ver-se o liu-t.nu do s,), 1-,
de lll-luia, era r.-rln paleo ha um I au-lin. qar ^
lera tomado c. :n a MM poliliri 'a.le |kiI a t-
verlimeiiio d >- moradores .I quelle tostar, l-.ita. ana
as tuas frioleira- e |.,' mi |.,.. .f oulro li/e>r ra-
la...... porcm o Sr. han.Uno da Hrsaurreir.l.i '.......
nao, mil, minios mis, nillbare- de \eze- n'n '
I'elimo ao Sr. subdelega a .1- >m-J ..r. qa,
indague, que moco lie ura, que sem aet afi tal .tai
armada, anda I,olas as uoile- j. is-eiaudo por aquella
bairro nam farda e b niela .Ir marinlieira '.' Sena
bem hora, qoe era um avaieea paem elle l-.-e dat
rom o eoatado a bordo .lo en navio, 00 <;e algum
dos -el. coinpaiiheirn n'arm i.
Parece-nos que ele auno gran le qnantiiada
havera' de buscapea, porque ja de agora cM prin-
cipvam.
us banros da ponte da ltia-\ila lia 1 he la-
gar onde -e p.SM mna imite : o fresco he n -ellei.ie,
mas as uilenri'i's -.1.. perversas..... I'orqee at paira-
Das n.lo man lam retirar para a sua- rasas *e- in-
dividuos que fazem .lo- banr sua. ramas Sera'
para prr.enriarem as rarreua- que ro.tain im dar
em quem vera .' tiraras, grar,, bem -be ...
mas qoe podem causar a -; .llri-> oro/.....
Hospital de cariJade, :t de innho de IXiT.T.t
doenles.
Ale am'jnkHt.
COMARCA lESA-VTO AM \ 0.
Victoria .1 de junho.
O Kvm. Sr. vigario desta fregue/ia Francisco Na-
vier d is Santos, querendo tiiiali.ar com toda *dem-
1111 ule a devoran do mez mariann. ,i-.re-eul. u na
larde lo dia :ll do mez 0II1111.. mu 1 brilhanle pr.K-i.-
1*0, qoa per.-orreu a-principis ra. dela ni, le.
O .11 1 .r, em que 1.1 enllocada a imagein da Messfjja-
siina \'i'g*m, ricamente, e coin so*lo pieparado. era
levado por seis luidas .1 .n/ella-, leudo ana na fren-
te (res citnet, que com as suas votes melod'rrtaa ,-
loav.ini o cntico lulo pulclira segaiaa* depois
du.s alas formada, por MI nieninat dere leauenie
(rajadas da can.tida, vestes, em qoe realcavam m
cuil.is de cor a/ul .elesle, em ruja centro e viam
prximas ao andar qualro anjea ricamente ornadas,
e apoz .'esle eslava o pall o. que corara o Cordeirr-
Iiii-ii 1 -ul.i I... rondutido pelo livm. Sr. vigario. lan-
do a seos lados os Rvms. Sr. Francisco Ferretea le
Suiza Barros, Joaquim dos rrarares Bromar l.in..
a retaguarda do pallio acnmpaohava ao ten. da nu-
tica marcial o destacamento de polica sol a. ordena
do seu digno commaudanle o lllm. Sr. lenle Joa-
quim Fabricio oe Mallo*, delegado de poliria. Aoro-
eo!her-e a pro-itUo a igreja matriz, de ouaVaahi-
r 1. caiilooie um Te Deum lalamne ,ar arfa, da
grarai ao Todo Poderoso.
Digo 1 'os, pois, Rainha dot Anjot, a quem o l...m
pavo da Vitoria dirije at soa iopplica, de ii.it pre-
servar dos males desle mando, onde o- na.- .le-ejo.
sao itta.iavei, e .'a perveridadedo espirilo malig-
no, que coin seductores engaos i,o procura des-
viar da eatrada da verdadeira feh'idade.
0 Sr. Felici.uio Itiidrgii s da Silva, aiu'anle de
ngel heiro, a quera M mcumbido o lev ai llmenla
da planta, e ore menlo ,1. nlira- da roa Ihieita de-
la eidado, rostrluio eto Metasna: meai.r. a-..r
que a illu-iris-ima cmara municipal at man le ex-
rular, n-io como o 111 -lliorameiilo des.a ro, be .le
Mama neretsidade. Lootorea aja Sr. Feliciano pela
promnlido coiuqiip deiciiqveiihon essa inrauil>enria.
Os generas alimenticios cnnservam os ..lio. 1 re, ....
a que esi.io elevados. A larinha vendeu-so te -ti. a
Jil palacas por alqneire, o uullio a ITsthtK ; a carne
do ( ear.i _'-.! por libra, o liacalliao a INI, o hajasa
a l>fi.)0 por cuia; o earrapato a 5II: e n atei e de,ir
por g.irraTa a MJI a at a bil ; o ribo liai or
libra. ^
\ ieram ao mercado ".Mi bois, qoe Toram seiidides
calculando-te de i a l;VNI a arroba de carne, bea-
r-m por se vender X>. A melhor carne lalhnue a
BUHO.
O 1 i'lerimv.
CMARA MUNICIPAL DOKKCIFi:.
SESSAO E\ I KAURIHNARIA.DE 1.1 M \l\|ll
HE IRV7.
Presidencia do Sr. liego e ill-uquer^Mr.
Prsenles ot Srs. Barro. Reg, Vianna, Reg,
Franca, Barroca. Barata, e Mello, ahrin-se a te-i. .
e foi lid.1 e approvada a acia Foi lulo o seguinle
.EXPEDIENTE.
1 m oflcioslo Eim. uce-presi.lente da provincia,
mandan.lo a ramara h.imar n depulado |.r... u,. ,1
supplaute, bacharelJuai llircano Alve Maciel. pa-
ra lonar asienta na aaaemaaa proiiurial, romo 1 .1
por esla re-eliila. luleirada por ja sa ler aajaam
leilo.
Huiro do inesin 1, remellendo a pelii.ao que endo-
rec.ir .1 asaembla desla provincia, i raiu-i-,-, laxtnsa
lerreira, aliui de que inloiioasse a ramara mmtn a
pretenrs, do requeroaat, rom urgencia.One sa
infarmaaae cora o ocrorn.l...
Oulro do ni'-iiio, arru-andn a rerepr.1.1 ,1a c.pu
em duplicis das aetaa da lamas ato annaa e.aan
r ir.io de voto, do rollegio eleiloral do !. dlslnrlo
desla provincia.Aoarch \o.
Huiro do iii'-ino, roiiiiiiuiuc nula, que man 'ara
tirar pela repartir*, da- obras publiras ropia da
plaa dos Mugados, para ser enviada .1 Ibe-narana
te fazenda.Inleira.la.
I ma petir.lo vinda da pre-i lenna, para a ramara
interinar, de Claudio Huhruv. requerendo para ron-
Iraiar u eslabelerimaato das lm!n. de omnihii*. que
ja tem, nu d'untia.. para o arr, b-lde-da nlade,
com o |irivilivio e\rlii-i\o por de/ annos na lerna
da le provincial n. 191 daV4, anata de i^t.
mediante as coiidirnrs que prece convenientes, de accorda cm o reqaereni-.\
Ciinunis-ao de pelicAa*. 1
nutro do eugenheiro eardeodnr, dieen in. q,e leu
do-se dirigid, ao lugar do- Um* loa, a 01 1.ninad.. 1,
nivel d.is oleiras dea ra-as eii-lrule- anl.il.> .
quer.lu, adiara que 11.I0 era a me-mo para 1, |-
nera o mesmo que o do corda 1 d 1 muro en-l.nte .-
lado direilo, e qoe, secundo o- ev.imes a qua aant
reiiera, entenda, que nao -e |mdenrln guardar un
mesrao uivelamenio para lo.u a evlen** da oaana-
da, o melhor expediente que poda a ramara adnp
lar, era man lar. que o mais alto des mvei. dea oav-
licios all existentes, qne eia < d'uma e.* ain la na
ronsiriir.io, losse n que devesse permanerpr. para
por elle -e regular a elilirae.l 1 naquelle lagar. \:\
que polla-er guardad., na maior parle da ataSaanSM
.la estrada, sera con-ideravel mcotiveiiienle. ..Uri-
gando-se ao pro|irielano da ra-a a po-la em har-
inouia com que delerratua a po-lora*.A cma-
ra cunfarmou-M com e-le parecet, e mau.lo-.i-.- re-
pon.:er ao eugenheiro.
Oulra do ai ana o, dlzooida, que -e in.iu dirigido .
Treguezia do y,,,,, ,), panatMa, alim de etanunar
qual .1 loealid ule mai- rniivenieiile para elal ler.-r-
ae o eemlerio respecflte. o Isareaato ooaaaltaaa)
paroetjo e oulro ridaiUoa alH moradores atarea -le-
le objeclo, observara, que dilleriaiii elles em api
man : que dentre o- lugares que lhe I irara 111I1. 1-
dos, nenhum acll .ra, que deixase de elleterrr mal.
ou menos Inconve'loa ; ma-, que lie- aataBca
quaes er.un nr. iim-linria lainenle lhe parecer .n..
Ilerecer em menor grao.iiue mao .-le aiaaaa re-
O ElUI. commaodaate das armas e relele
des.se corpo, que ignoramos q.ul se|a, p Jem chegar
au conhecimento da verdade sindicando o Tacto por
cujt vencida le nao uu responiabilisamoa.
t U UU.
mellldo .0 vereador Borros Brrelo, 1 ara c.111 naja.
g.iib 11 .ii-.-.ii.l ir na e-.-ilha d um re-, r leila ella. Ir.dar com o sen proptu-tatm a rc--
peilo i-i indemnitacao.
Huiro do me-mo, dizonrlo, que da plinta .1 .- JW,,
gado oltimamenle approvada, na r.....la e-iarde-
Imado para .eivenlia pul,ura nenbum terreno a..
lado do norte da ponte .1, mr-m.> 1......e. 111 atar
gem direila do no t ipibanbe. 111..-nue era vi-la 0>
rpido rre-.iine.....ou.- sai leu lo .iqnel.a paanaj .,,
-1. ransilo consideravel que na toa pela pouir. .-
"Wle g......., con .1 .te animan. Innoxia que para
" futuro -ei ......-, ariamente nnul Bata*, julg.ia
ciiiivinienlt-, que as dua-eulrail.- .11 peale, lana
na que lira a mai gem dirrito, ron.....1 ejoerda da
n 1, houve-e um largo ou prera, ea que e-perauesn
ns rarrus e aiiuii.iev que |iela"e-lr( ile/a da kaaaa,
nio podessem passar (Unto- qoe -e a cmara arhat-
se islo ra/oa-.rl, t-iil.. n rrqiieriioeulo de Manoel
Peres Campello Jteoma da tierna. Ma pnaaMl na
informado, ma que ptlasrira e aaaaaeea a que tas-
lanria da ponte Tira .1 terreno que elle pede ao (o-
\erno da provinria. \" cacao.
Ilnlrn de James lemplelnn Vonaf, tuimiiitendea-
le da compauhia ta e-Ira 1a d Terra, eaaaaaaas-
do em respotla .10 eflicio que a cunara Un
que o Ir- Jos, Mamada \le- I erreira e-l.va naaa-
n-1 lu a Iratai .om a cmara a rep*ilo da indemni-
JJ...D Jo> Icirciios.a edificios, iie- nat iao MUTTL/DvT


IHAftiO i. P66NAMB0C0 sxjtiAtifl Q l)K i Mi). DE i
de que necessila a compunhia para a eslacao U-rnn-
ii. IInleirada.
Oulro'do 2- Itueute agrimensor dos lerrenos de
iii.iiinli.i. para que designi......i cmara o ilia e ho-
ra em qoe lleve peranle a in-mi comparecer, ifim
de Iratar.sobie a medicDo e demarcacAo dos terreno
Picaran adiado* 2 pirercres da metro eommiio| nhava mu i enanca cuj n,,i
de oilifi-aciVs : n p-ime-rn,amandando que o fiieal '
de S. Jos ipiesenUnea un orcjamoulo da despega a
fa*r com a mudaon rio* cornea arrumados do mu-
la.touro, | ra nulro lucur mail dislanle la .u r.1 das
_: 11 -i- da inr ; o segundo, n.in se oppondo a altr-
de que stl> a cmara de pos, as Cilico-l'outas, e | riela da planta da Made, requerida por Vieanle
que taran pedidos pela c impanhia da eslrada de 1 Ferreira da Costa, relativamente a urna tua casa no
fierro, no requerimeulo que o Exm. presidente da : Forle dn Mallos,
provincia Ihe triosmiltiu. Inicua lj, por ja se ler
assm feilo.
Oulro do inspector do arsenal de marinlia, dizcu-
do que nii lendo apparecido qoem alir 1 o pem e
medidas do almoxanfado daquella reparlicao, ja tt
leu.lo pastado o lempo de se euruprir cala formalida-
da I#_c*I. rogav* a cmara providcnciosse a respailo [ a plaa dessa purle necopada.
Que se responderse que o impualo d'aferic,oes es- 1 Sr, vereador I). Reg liaou encarrgtdo da ajos-
lava arrematado; a nao cumpria a cmara dMermi- Ur cun o oroprielario do terreno desuado para n
nar ao abridor que fosse aferir nai estafes publicas, i cemilerio, na (regue/.ia de S. I.oureuco, o valor de
Sendo liiln, e entrando cm discnsao o requeri-
meulo de Barlholomeu Francisco de Sou/a, cm que
mstava pela iu lanniaacjlo do seu lerreno occopido
com a obra do malatluuro, remedid" ao engenbeiro curdeador para* declarar
qu.* parcelo de terreno oecupa a obra, apresenlaodo
mas que o inspector podia cliama-lo para abrir os
pesos e me lidas, ou remllelos a casa do maiu
afendor.
Oulrot (3, dot fneaet do Recife, S. Antonio e S.
Jos, daudo parle do que (ueram as suas freeoe-
zias na semana ulhma.Inleirada.
sua iudcinnisacno.
Maiidou-a remelter eominsSode edilieaces as
pelicet, viudas da presidencia para screm informa-
das, de Jos de Amorim Lima, lacnula Eleshau e
oulros, Mara Cardlo da Silva, e Jos Gomes de
Oliveiro, todos reqoereniln aforamenln de terreno-
Ontrot(2) do fiscal do S. Antonio', pedhiln te de marinha, nos Cuelhus, Fora de Portal. Alocado*
tora tamben! viidiwa ,
>ie uin so doctor, que depoil a 1 uaiidunsra. E-te m -
nio era aobiinho do Vuconda, a elle j procuras
cuidadosanienle para ima-li, como nio po i r.i amar
a sua irmao. Eram duas as vi 1.....s.mas uin -. 1 1 11
criminoto.Qoem Savia nianchdo a honra du \ icon :
raptando-Ib* a irm.i, ira o mesmo que li/er.i de Ja-
lla urna mull-, r criminosa. O Sr. da FenslranKe
ol -mi afioal a eouveiicer -e deque sua liilia ora
miis infelia do que culpada e perdoon-lhe.
O Visconde aniiii.f'i a aindi cmo danlai oa Ul-
ver. mais por ve-la .l'.cr, pede-lln anida a in-io do
esposa.
Porem .'ulia afio v 111-to seniio o herosmo de im-
hiK e nao a joaliflcacao de -eu crim, que ella
qniz espiar em am rlauslro. Enlralaolo nada p ilen-
do negar a quera lo pronipto lora em Ihe perdoar,
cede a voolade 1I0 sen p.,i e esposa o VlSCOOde.
Assim lermna o drama.
Sem sor mu ulna prima em si, lie ;- sem duviil 1
un Lrabalho b-ui importante para o mancebo que
far agora a sua eslre.i nene genero de lillcralura
lano mal bello e digno flcil e costoso de cultivar. Rao lisungeamos cora o
que leTamos dito, porque nao ditaemoiqne o nosso
mandaste pagar ao Dr. Ignacio Nery da Foneca,
eirorgiao Andr Pamir* de Almeid aqusntia de
.19200. esda uni importancia de etames saniarios
que litceram, aqnelle no da 6 do currenle, e esle a
Ib da abril ultimo.llandou-ie pasiar mandados.
Huiro do mesmo. nao se oppondo 1 licen(a reque-
rida por Joaiiuun Antonio 'reir, para fazer um
cano na snacasa, na ra da Faz, comrounicando com
o aqoeduclo qoe pur all pasta, afim de por elle se
esgotarem as aguat do Irafiro da metma casa, e plu-
viaet.
Couetdeu-te com acondiew de seca obra inspec-
cionada pelo engenheiro cordeador.
Oolro do subdelegado do Recite, participando ter
e Cinco I',.ni 1-, enlre a tilia do Noguelra e caes d
Ramos.
l)espacharom-se as pelici's de Antonio da Casta
Ribeiru, Anlouio de Axevedo Villarouco. Andr Al-
vea da l-'onseca, Ali-xandre Hndrigoes de Almeida,
Anlunio Jnilo do Slonle, Amaro Antonio de Ftriat,
Barlbolomeo Francisco de 90IIU, ltarao de tambres.
Chrislovao Slarr & C, bacliarel Deudora L'l, iano
Coelbo Caanlo, Francisco Jo' Vieira Machado,
llypnlila (ienerma da Coneeicao Joaquim Lucio
Munteirnda Franca, Joto l.eao de Caitro,Jot AITon-
so Ferreira, J0A0 Francisco Puntos, Jus Bernardo
deSenna, Jos peres de Moraes, Joaquina Mana da
ConreicAo, Jos llyginn de Miranda, Jaeintha Fltos-
encarregado ao inspector de quarteirao Jos Ptdn. | bao e oulros. Jos Joaquim Comes lluarle. Jos i"a-
das Nevet, do na sua ausencia, por o visto nos bi-
Ihrtes de enterro Inleirada e mandou-se commo-
nicar ao provedor.
Outro do adminislrador do cemilerio, participan-
do que a irmaudade do divino Espirito Santo, erecla
no convento de >. Francisco detla cidade, tinha
principiado a fingir as suas catacumbas, que he o
que falla para acabameolo das mesmas.Que se par-
licipasse ao procurador para dar goias paca inbuma-
coes as mesmas calacumbas.
Oulro do procurador, remetiendo o balancele da
receita e despeza monicipal do mez de abril ultimo.
A commissAo de polica.
Oulro do fiscal da Boa-Visla, informando a ra-
zio porque litera termo de achada coDlra Joaquim
Baptitta de Araojo.A' coinmissao de edilicacoes.
Oulro do fieal da Varzea pe quanlia de 3^000, que despender com o enlerra-
menln d'un cavallo qoe appareceu mnrlo na Estrada
Nova.
Comparecern! peranle a cmara o engenheiro Jo-
te. Mamado Alves Ferreira e o agrimensor Antonio
Egidio da Silva, para o fim, queja lica cima expos-
to, e a cmara resolven que le procedetse primeiro
a avaliacAo por peritos, dos terrenos e edificios, silos
ras Cinco Ponas, que lem de ser desapropiados pe-
la companhia da eslrada oe ferro, para depois elTec-
luar-sa a indemnisacao ; btm como que se otVtcias-
so ao Eim. vice presidente da provincia, para pro-
videnciar sobre oolro asylo para os mendigos, vislo
que o edificio am .que elle- se albergan) actualmente
naqoelle lugar, he o que vai ser alinalo.
Foram approvados dous pareceres: um da coiniin--
sao de polica, dando por conferidas, e no caso de
merecerem aprovacao, as contas (presentadas pelo
procurador, da receita o detpeza monicipsl, e do ce-
milerio publico, peitencenles ao quarlel (indo em
marco detle anoo : e oolro da comraiitao de edifica-
rei, permillindo qoe Alexandre Rodrigues de Al-
meida continu com a conslruccan de sua casa, na
roa da Conquisla, na fregoezia da Boa Villa.
vares da Costa, Dr. Joan Nepomuceno llias b'ernau-
des, Joaquim Antonio Pereira, l.u/ia Nunes Mari-
nha! Maooel (iuur;alve da Silva e putrns, D. P-uli-
na l'.cl.ini Soares Cirneiro Mooleirn; Rn.iron Roo
ker & C. Rum9o do Recn Barros, e Virialo de '"rei-
tas Tavafes, e levanloii-se a ses*A
Eu Manuel Ferreira Acciuli secretario a ecrevi.
Regn .llhti//iien/iif. presdeme. \l. dr llnrro' /'tr-
itio.Franca. Lego. 1 mima. Mello..Siha
Barroca.
" 11. 1 ne',. de lo, promotor e tubteltsado ;
doriiuieiitos ns. 1, i, :1 e 1 I. e mal don- ofllems
o-, giiadus o dirigid *s par a<]iielle- mesmos que li j-*
cintra 1 mu depaem, em que raeonhoeem miabas
i- ''' cvicas e religiosas; documentos m. 5
a 6. C .
1 ia qna considere '>'t correr-me o d\erd-
justificar man procediineuio como homam poltico,
cumiado, firme em m mrar a Fall de criterio e m
r /ni nuil que proceden! os aigaatarioi da represen-
I ic.i 1, roin|n*e-me dtler que, posto Hito Icnli 1 alo o
presente relio sacrificio do meui principios polilicoa,
..ii" 1 -. ni vii',, sempre lberaei, comlodo nunca roa
anoguti, e menos ambiciono o ltalo de che fe de
part 11, iieinnn poltica lenho idea- [Ao enceradas,
;i', nra Iriiimplio dellas, tome a mus activa parle:
is.n mesmo iirova minba rieciarac.no feili no uCibe-
ral l*. rnainhuraooii n. I-Jllli dn auno protlm 1 pasta-
do documento n." ; e ne-la cidade pablieamente o
li/. conh?cer aoa raeui fregnezei ulicjo da mina
p imchial.
A allncocrio a ri'e se alinde, o por mim recitada
ao comecar 11 pracesgo ebiloral em -elembro do au-
no passado, em riiriiprimcnto 10 prereiio da lei, in-
da lem de subversiva, e atentatoria das instituidles e
eolleaa onqoisloa um dos pnmerot lugares enlre do gover.....lo paz, o qoe fcilmente te evidencia
as dranialurUos ; neui nossa conscieneia permitila ; ela leilura da inesina, que e aclia Iranicripta no
que o dittammot, nem o >r. Brmeltndo de l-eAo, [nLiberal Pernambnranon numero ll'JI de 17 de se-
ncillo publico arcdilaiia que peatavamoisitsim. lembro do inno prximo paitado, e que junio sob
REPABTICAO DA POLICA
Occurrencias do dia :l *e junho^
A ordera do lllm. Sr. Dr. cliefe de polica, fi re-
c Un.lo a casa de detencao Gui'.lierme Augusto da
Silva, por crime de roubo.
Pela subdelesacia da tregociia do Recife, os es-
cravos Cosme e l.ourenc,o, a requerimeulo de seo
senhnr.
Pela subdeleeacia da freguezia de S. Anlonio.
I.uza Mara da Coneeicao, por briM, Luiz da Fran-
ca, JnAo Duarle de Oliveira, Manoel Antonio Itastos
Sdva, Francisco Amonio Severiano, para averi-
gu.coesemciimede furto, e Juveocio Anastaco
Corrcia, por jobos prohibidos.
Enttaram em o porto desta cidade vindos de fora
do imperio durante o mez de maio lindo o apresen-
laram-se nesla secrel.ria 38 eslranseiros, sendo J
francezes, 2li porluzueze*. 1 russunos. e S napolils-
nos ; e saliiram lambsm para fora do imperio 10,
sendo 4 allemies, I liollamlez, 2 inglezes e 3 por-
tuguezet.
Duranle o mez de maio findo despacharam-se
pela secretarla da polica os seguinles escravo, pa-
ra o Rio de Janeiro 19, para a B.Iim l_. para as Ala-
goasi, para Sergipe I, para o Ceara7, para e Ara-
caly t, e pira dilsrenles lugares da provincia 3, lo-
dos em companhia de seossenliores.
Has nao lando fello lano, ell- fez alguma cou
calno laliei em mais de om iiel'cilo, porem islo qna-i
que devia ser a-sim ; lie a sua pnmeiia pro.lucco
nete genero, e hem raro he que se coiuece por um
lrabalho perfeilo.
Smenle notamos um defeilo que o nosso amor
pelo Brasil nos obriga a apuntar ao collega. Fui o
ter ido buscar o anomplo p na o seu drama, na Iu-
loria franceza ja' tilo eiplorada, qoanio a nona
lie ISo rica de f-slns inipurlaulas e lAo rail saluda.
Iluje que a imsia lileraluia Vai lomando um carac-
ler nacional, boje que a tendencia para o que he do
Brasil he lao pronunciada, es-e defeilo us parece
iiidesculpnvel.
Eia-aM o que pensamos do drama do Sr. Erme-
lindo, conlra o qual adiamos severo de mais o Sr.
Ferreira Corroa.
Vis o jnlgaroos urna feliz tontaliva, um lrabalho
importan!*, eni relacao qu-rn o fea ; disoemoa qoe
>em ser una obra priin'.l'in tojavia aigam raererl-
meolo. Somos, pois, mail juilas do que o Sr. Fer-
reira Crrela quando assiin se exprime : o o drama
he sempre bom, una vez qu* as suas principaes
parles leiiham por eveculores arlislas aatignaladea a
Alom de ser 111 listo com o autor da Julia, cremo-
que o Sr. Ferreira Carreja admfllio um principio
faUo, pnn|oe errado nos parece o fazer-se consistir
c m-riio Ou drama na execuco que Ihe da o ador.
he assiin fosse, aos aflores he que perlenciam a*
glorias que hoje inileviilainenl cniam a fronlc do
llllerato. Seatnin fosse, nio liaviam mais bons o
man- iliamas, porem a linns e mos cmicos ; o ac-
tor seria Inda e o autor nada.
Segundo esle principio, o que ha a Julia de Fe-
neslranges'.' m bom drama, -e livor a felieidade
deie desemoeiih-ir por artulaa antgntli'm ; uin
drama panimo, *e caliir as marra lesstss coveirosqne
raimen Ind.....|ue podem e qaanlo podem.
lie severidsdg de mais. Enlrelanto d-via ser
lalvez a-sun ; os lacos ettreilot que o preiueni ao
Sr. Ermeliudo de l.eao desculpam al certo ponto
esse riROT, e o Iimhh mesmo uecesario para que o
juizo uAo parega, como de fado nao he, um tributo
le .111,1/ ule ; e depois. anles rigoroso do que lison-
geiro: o rigor corrige e iprovaita, a lisonja faz per-
sistir no erro e prejudica.
No juizo da Sr. Ferreira Coma, lia esmero na
forma, e bastante verdida no pnsamemo.
O. (.'. /.olio.
doeoinento numero K, Ao hornera ra-is lleugmalico,
-x-i-llentis-imo senb ir, be cnitoso sollrer o peao da
calumnia Itrl que manllraram, os que na repre-en-
t cao liguram, allriiniind.i a o lio de parlido, ou a
mc-qninho inleres'e, ou sede d'oi.ro.coino dizein um
aelo que eu considerava e considerara t.idus os que
ui sgo despidos do cenia commum como cumpn-
mentn de nieu- deveres.
Essa calumnia he de UAluretl tal, que historia o
criterio de V. Kxc, para que eu me visse dispensa-
do de n destruir ; porem o (irme proposito de pateo-
loar a falla de ere lila de meus delrnlorts, me leva a
moslrar sua falaidade.
Adundse Antonio de Meneze<. baslaule enfer-
mo aniel das eleices. que e procederam a 7 de se-
lembro de IS>(i, a m wren lo I go no da 9 (e nao III
cono falsameuie eilam nenhnra lenrico pederia eu
perar de um enfermo em seinelban'.e eslado, e
moito menos ele se pori -ra presiar a qualquer pes-
aia, alenlo O estado critico em queseachava: he
os evidenle a falsidade de seinelhanle propeil-
. prnce la a respectiva forrnacAo de culpa em dia a-
prazado por V. S. citado o qnerelado e as leaiema-
uhas i|e 1 nadas a" msrgero, que para prov 1 offTece
o queixoso, tob pena de revelia, para efleito de ser
o mes 'ii qnerel 1 1 pronnnria lo, em vista das pro
vas. a i-i-.ii livramrnlo, para emenda sua, e ex- j
emplo de oulros potentados, qoe abusan lo da post-
ean dos pobre*, 01 querem conii lerar como escra- '
vas. a quam lio he lado qu nvar-se dos tralns que
soffrem ; duendo porem a. lastemunhai serem in-
quenla- nSo i a respailo da eiiilenria do farlo
crimiuoto, por se nao ler procedido o corpo de de-!
Iictn uin 1 vez qu" as aulnrid 1 le* de enla 1 eram g|-
i-liie- do querelad como s reineilo de qu*m -eji 1
delinqoenle na fonna de ari. 7 da !- de 3 deda-
cembio de Isl, e avatia o quelxoto o dainuo cau-
sado om :l:!KK)9 : porlanto,
Pede a V. S. lllm. Sr. de|sradn de polica di ci-
dade do Rio Formoso, Ihe delira como for de uiti-
r^.E II M.Joaquim aues Mariano.Teale-
munhat. Manuel lluarque d* Maceilo, prnpiieliirio
do en.eiilio Mara^i.Jote Ferraz, morador no dito
engenta).Benedicto Rodrigues da Coala, idero.
Joo da Silveira, mora lor na t'.ruz das Alina-.
Francisco Lopes d'Arac.io. morador no enoenllO
\ ing'. Antonio Lucio, morador nas Barreiras de
.lundaliv.
Autiiada, jurada, o respedivo escrivao faca con-
clusa |iara apra/.ar o dia em que devem ser inqueri-
dat ai lettemonhat. Delegara do Rio Formoso 5!
de ago-lo de IN.i. Wan ierlev Lins.A Cuunbra.
DESPACHOS DE i:\lnlilM.\iiFF.LA MESA, liUt>ffea los arn;matanU-s, e usu,( devem
!",,'",\1LAI.,'i' .-",A C,UAUB N,) l,IA P'ovar a iiicnliilaile dos lia l..rci >K ,n"
. II!. Jl MU DE 18o/. si'titaJos na sis,,.o ,| ,ullla jni.erior ,1 ,,
,n.ia..irBrittue inslei aCarriclifergas, lehniton ,.,.,..-.. ,ia... .... ','",* *'
PalerT&C. OOaaecoi aisnear brai...... remaUsJOO, par serea timados asa cui,-
r"alp.ralzoBrigoe bambor^nei aBIbea, Aroorim ?er*ao; ,:>""' :r"s'' s"1,ra a llama, .-adirut
G
V
rmeos, ao 1 saco s as-ucar branco-
Liverpuolliare.1 inglexa aJoTeruaa.Saanden lru-
llier* v\ ... I.oi -..eco--. a-*ucar niaieavado.
r-.-c o liritanli! unlormc. O secretario,
A. F. d'Annuici.i^ao.
O lllm. >r. CMUdor da thesourana pro-
LiverpoolBrigue inglez ilccne, James Crabtree vinctal, scrvltldo 'le inspector da Qiemna tio-
souraim, cm fdirjjirMiienlo .1 or,ieni do
Kxm Sr. presiileiile da provincia, ,je ajj ,),,
Crranla, manila la/nr pulilica qu no (jja IH
de jiinlin prximo vind nno, prrantea junta
da razenda da mesaM tln-.-ouraria, M. tM ,je
arrema'ar a queta por muios lirer a obra da
coqcIusSu loraioilosul l.ir sa Je elen-
q.'io, liado em 66:005;7( rs.
A arr'inaUco sora fena na forma da le
provincial 11. 313 de 1. de maio da mu, ,
sol) as condicoes esHeciaes abaixo coi ia-
das
'Mara Jo'a, Fnincisco
10, lilil saceos assiicar
BuenoAvres P daca liwpanboll oMadon.i-,
llall-r \ (lliveiii, 8 cascos agurdente.
PorioBruje poiloguti (Trovadora, Fonteei,
Meieiroc\ C-, 19. laceasasnurar bronco e mat-
cavado.
LisboaBarca p iilusue/.i
Severiauo Kabello i|v r'
branco.
l.i-biMBrizne pnrlujuez "!t|:impagoc, I homi/.
de Aquiuo Fonseci ,\ Fillm, |t saceos aUodao.
EXPORTACAO*.
Babia, palhabole nacional "llius Amigos... de lili
toneladas, .-m luilo osegunio : :p.Nl voluines di-
versas ineira lu tas. |,56ditoi diversas aeneros.
Philadelpbia, brigae americano Falryo, de 37
lmela las, eonduiio o segulole :3.00 saccot com
15 (lili) arr.!ias ii astocar.
KECElir.DORIA DE RENDAS IMF.RNAS dE-
RAES I)K PER.MAMBUCO.
It.'ii limoni 1 i., da I ai .. :.i7!l-is|
dem do da 5....... 7>a90t
SSariexiDe.
BALANCODA, RECEITA E DESPEZA DOS ESTABELECIMENTOS DE GARIADE,
VERIFICADO NO ME/. DE ABKIL DE 1857.
Despeja.
Pago aos tmpregados dos eslabelecimen-
los seus ordenados vencidos alo marco. t:l> i00
A D. Joaquina Mara Pereira Viaiiua,
Receila.
Por saldo em 31 de mirco a saber :
Emitirs.....1:8573145
Em recibos.....i :t;I-.-J 1".
b:37j)9l
Reiebido da Ihesooraria provin-
cial, por saldo da quola votada
na lei do orcamenlo vigente pa-
ra continuarAo da obra do hos-
pilal Pedro 11. ..... .
dem por conla do subsidio para
o custeio dot eslabelecimenlos.
De .loan Carneiro Machado Ros,
pelo curativo do seo escravo Se-
verioo...... .
De Antonio Pires Ferreira, dem
de seu escravo Euzebio. .
Co Jote Joaquim de Miranda,
idem de toa eterava de nonie
Francisca........
Do Exm. barAp de Cimbre, im-
portancia do foro do engeuho
Algodoaei, vencido no ultimo
de maio prximo passado .
Do procorador da adminislraro
por conta do rendimento dos
predioa doados por l). Joaquina
Miria Pereira A'ianna. .
3AUO0OOO
i:87? iliSiii
ozte&p$nbttuia&.
7>t:t0i
-J7OI
iKwowmo
3:133yi60
importancia dat preslaces para seus
alimentos, vencidas em 5 de dezembro
do annno prximo lindo ..... ItjfJgUOO
Ao regente do grande hospital, importan- '_
ca da despeza do mez de abril p. p. .'t'i>7(KI
Ao dito do hospilal dos lazaros, idem. 2899270
Ao dito da casa dos expostos. idem. 5539-181)
A Antonio Francisco Pereira, importan-
cia de fazendas que forneceu para o
enchoval das exposlas, Lniia, gnea e
Marcelina..........3268800
A Loorenc.0 Juslinianno da Rocha Fer-
reira, importancia de 55 -angae-sugas 1219125
Ao procorador da administrara 1, impor-
poriancia de diversos concerlos l'eilos
nos predios.......... 733760
A Feidel Pinto & C. importancia de S
camas de ferro para as irin3a de cari-
dade...........t.VteOO
A Manoel Fgoeiroa de Faria, por im-
presfs.......... telWO
A Xisto Vieira Coelhn, importancia de
(../tolas que furneccu a rasa dos ex-
potloi ao hospital dos"laxaros. 2!)7s0
.\o solicitador da idmioillncJI, impor-
lanci de cusas e decima di casa da
ra Velha n 211 que deve perlencer ao
hospial de caiidade por fallecrmenlo
de Anua do Carino Fernandcs da I'ori-
ficacao...........- 60*307
A Guimar3t e Alcoforado, importancia
de gneros que fnrneceram aos eslabe-
lecimenlos de candade de selembro a
novemhro dn anuo passado.....111551.>0
Por saldo em caita a saber:
Emlelrat..... 1:7575115
Em recibos. i:Hlil);li.i(i
Em m.eda. .... -;':I"''HT\ >.,,,,,;--
----------------1:.1IiJ>1i/.i
Sr.s. redactores.Tendo vislo publicado em o n.
125 de sen jornal, nina correp n leuria do Sr. Dr.
Luiz de Albuquerque.Marlins Pereira,bstanle iusul-
luoia conlra o Sr. Dr. Clirisluv.io Xavier lepo., rogo
ao respeilavel publico que tuspenda qualquer mno
jui/o a respeilo d'aquello Dr., que acbaodo-ae au-
seule em Caruarii, nao pode Uesde ja dar a retposla
que couvein iquede tambor.
Um amigo do Dr. ClirislovSa.
I&629&507
Administracao geral dos estabelecmentoslle candade 11 de mino de I8">7.
O escrivao, O Ibesuureiro.
Antonio Jote Comes 1o Correio. ./.,.-, /'irc rtrrenti.
MAPPA do movitucnti) dos estabelecimentot
abril de I 8.7.
de candade, verilitado no mez de
CRA.NDE IIOSl'IiAI...
Exisliam.......
Enlraram.......
Curados ....
Melboiados .
Nio curado .
.....-, >"as 21 lioias de en'rnda
.\orreram-l)p|io|s dw(a p0M
Exislem.......
HOSPITAL IM)S LAZAROS.
g
-
.Vi 30 85
lli 3 19
4 3 7
1 i> ti
3 1 *
l!l 31 8(1
Kxisliain.
Enlraram
Curados
SihQim-JIlellioradiM .
(NSo curado*.
Morreram ....
K\-t'Mll......
20 10 3l
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20J II 31
CASA DOS EXPOSTOS.
Exisliam
Enlraram
Sahiram.
Morreram-
(Nai 2i borasde entrada
I te [mis desla poca
Exislem........
Se o*.
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-^
1117 171
1 -
II t)
11 11
1 .!
II 175
&n. redactores,Dnas perguiitan a.liinament* *p
me lem dirifildo no I.'hprat l'ernamhucano, sobre
a Mlri de rni--a parocfridil ; a prime ir* relativamen-
te ao lia iia II ira* e doiainu J() i-- maio nllimo,
e a Mgnndi ao domingo p. p-, e enm quanto hoa-
VMM protestado nao apparecer ein publico., rMpoo-
derido a iiclihos, com ludo ou toreado a inodi-'
ficcir o meu propusrto pela ,'i.im i \ ,i- do Mfamplo, e
para dMDMMarar e palenlear ao publico o (rama
que se urde rom intuilis e Ullico lim d- despojirein-
me ile m-u benelicio.
I.oo que se deram as duas prmeiras f mis-a na malri/, e aiigiodo delle a razilo de \zt frillado ai ciimprimen-
lo diquelle dever, nivechV4n io-o, e peduulo-fhe a
razAa de (aes falus ; vislo como, enio ell* o coad-
julor e^ubnsado pea respectiva provisftO a ubsli-
inir-mrj nos meus leaitimo^ impeiimenu <, -i- [-.,
providenciar em oulio arerdoie o eniupriinento o
-<: 1- DbrfSBC^QPS il" COldjulor,' COUIO lili ttlMlIUlOfl
parodio non impadDOnlot ta, assim corno eu providenciei nelle celebrar por
mimas mi*as parochiaes, vislo meu eslado pb\sico
iim me pe nuil 1: ruin, rir esse dever pessoalmente ;
por nao po er Miar por muito Lempa de p : porem
o rcvereirdo coadjul-ir, que por sylema deixa de
responder-me os meus'esrriplo-, n :;'-um caso f>-7. de
miiiha* ailverlencias, nada pruviJeuciou, deiian iu
de celebrar no durainco p. pa-*^do, e sera dar-me CO*
nliecimento de raas falla*. A^ora peraanto : Que
culp leiilio de leos me ler dado molestias adquiri-
das meara no servico da igrflja*
A Ifnposa.bilidade de celebrar be motivo lofficieD-
te, ja nao diga ra/javel, para se trimar arredar-me
lo overnu de mea benelicio ? Que culpa lenho de
faltas que ^e dcraiD cuja providencia pertencia a
outrrm tnmsr Nilo teiihn um coadjutor, a qurtn
aratif-u com vanla^pm Ouvi di/er, que as falla*
de que se Irata foram em ra/.ao de se adiar doenle o
revtM-endo CSadjutor ; se assiin foi, se n;lo ha aUum
mvsierio nccullo, porqu^ se me nUi sci-*nlificou dis-
to *? S* lle eslava .lenle pata Bfla celebrar* no do-
mingo ultimo, de-varia1 tambern r;iar para nao asi-
lir um casamenlo cm casa particular nesse mesmo
dia ? Ora, leoda tacs fall;i*i cuinmetlrlas por oulrem,
no leudo eu previo conhecimento df|la, qual a ra-
za 1 de s ser #u inrrepido, e licar inclume quem
as comnel!tni ? Nio sena oslo que o reverendo
coadjutor reuondMM ao annunciaiite dan o o-
devitio* eaclarectmento para se n,io dei\ar eu\er-
gar ilgoma connivencia de -oa pr-rle ?
E por lodo 1-' sou levado a conticco da quede
propoeito se urde e lrama'*p-ine per-euuiQAo, para
ni 'i- [> .i .'in Maniato o men prelalo, a ver se elU me
lira do mea beneficio, Ii-mii lo-me sem pio no re.*!u
dM meiis dia-; ; mM confie em l>eo-, e n.i justuja
Esm. e Rvm. Sr. bi?po diocesano, que sera ani-
qailado es*e eonloio : ln le, Ujiniuo, esperavit
non eoafandar iu o'Uiunm.
Qieirnin, S s. renjclores, dar um empaco em -eu
eonceilaado jornal a esus linha-, em obsequio ao seu
aesigoanle
visario Joilo Antonio Torres.
Afosados 5de junho de ls"7.
J7S
II
0
0
h
ShtMkKoeS t|>cMd0,
Adminislracao geral dos eslabelecimenlos de carid.nle II de man de 1857.
O rscrivAo,Antonio Jote Gomet do Corrtin.
Diana > &. s4l?ji0.
Hontem nAo houve sesso na assembla
eial, em cousequencia da chnvi.
provm-
0mmnuicat)
a.
JULIA DE KENESTRANi.es.
Drama em tres actos pelo Sr. gottinho Ermelindo
de l.'.ao ,/uniur.
Sem que esperassemos, coube-nos o prazer e a bnn-
Irahalboa, que sondo de urna nature/.a diversa d.i-
quellei a' que se inclina a,son inleltuencia, sempre
Ao mal acabados e imporleilos, entretanto qn Iri
vem um escrtpto, lalve/. felo em limas de euludo,
revelar a vocacAo e mrslrar n campo em que o lalen-
lo poda ser aprnvtil.ido. As-im como 1 plaa no
pin 1 1/ senAo eiuclliailos fruetns 110 leireno'que 11A 1
afferece as condiees precisas ao de-envnlvimoiito, as-
siin o talento fora do campo que Ibe lis. proprio, nada
de si pudut que lenl.a valure menlo. Conberer
pois a vocacao aproveila-la he"o que se deve tazar,
mas he tambem o que quasi te 11A 1 Ur. Julia de Ke-
neslranet be ama detall prndueges do ac.sa. Fruc
Para a corresprnidenle de {guarnan' ver, que o
crrelo! que parlen do lie rile locan no seu inares-
so e resretto 11a agencia daquella villa.
Cirreie que parti no da 25 de maio protuno
patsatlo Patjton correio Angelo Jos do Reg..
n.sla icencia liojoai II huras da minhaa, enlregosi
as malas, e lu logo aviado. Igoirasiu', J<\ de in.no
de 1857.O agente Amaril.
I'o.-uu o crrelo neita egeneia pelai 7 horaa da
manllSa de h.je, e coudii/. dous offiliot nicipal, um para o Dr. juiz vara, e oiilm para o juiz de orpbAos do Recife.
leoarasw', I dejonho de 1857.O agente Amaral.
Ilil.i que p.irtio un da J*l do in*rco mez.
Tocn o correio nesla agenda Imje pelat tres bu-
ras da Urie, entrenad a correapanaeneia, e fm logo
despacbado. lauarassu', 30 da maio de 1857.O
agente Amaril.
Tocn o c.irreio nesla aeeneia boje as nove o meia
horas da nnha>, e parti bao. IgOlr
jonlio de IS-"i7.O asente Amaral.
A sede de ii'iro, nu vil inlere'se. jamis cesar a-
queile, em cajo coracAo 11A 1 se amnliam senlimento
liaixni e mesqmnhos ; a nniea razio que m mova
a nejsr sepultura ie corpo de Anlunio de Meue/es,
fo o liaver morridn impenitente : e di/.er-se que o
m divo qoe a i*s 1 me levoo foi a extrema pobreza -10
inorlo, que nAo deilotl ineius de se pasar a exprta-
la, a (juteu tilii rtireilO| he urna calumuia rev.d-
tatile, por qaanlo nunca me ueaarei, uem me n>'i a
praticar earidade para com os pobres. A dealrolcSo
de Io LiUa atiereflo e-la no lesleinunlio dos hsbitao-
l- desia.freauezii.e no documeulo que junio-nb nu
m ira 0. -.'I
Da leilura imparcial dos documentos qne os repre-
S'iilantes junlaui, collice-se clarainenle ; qnc nen-
hnma injoslica eommelli, nem Infring le, quando a
uin iiiipeiiileule neauei urna sepultura em lusar sa-
tura lo. Direi aind.i que nAo me consla.'que ba|a pos-
lura .ilgums desla cmara, vedand i o euterramenln
dos crpns fura do cemilerio, e qoan lo boavesse nAn
po'leiia ella coinpreliendsr os corpos d'aquelles qus
mnrri'in impenilenles que segando a coiKlituicAo do
bispa.lo, nao devem ser enterrados em losar sagrado:
portento enm joslica nao se pode dizer, que eu en-
fringi posluras da cmara. Tanto zelo por om im-
peinieiile. ao patio que se manda enterrar os seus
proprioi eieravos na bagaeaira doengiaho !!!
Tenho respondido as principaes aecusaees, conlra
mim coudas na queixa do lenle l.utz Fernandes
da Silva, em ludo identificada com a represenldcAo
dirigida a V. Exc.
Agora, Bzm. Sr., conven) que eu reslabeleca a
veracidalo dos tactos.
O lenle coronel Jos Antonio l.opes, be o aoicn
aulor d Inda es?a fire, en que reprsenla o teuen-
le l.uiz Fernandes ila Silva, e da perse^uicAo conlra
mim exercida. procurando para o coadjuvar n'etse
empenho d'entre os camaristas, aquelles qoe menos-
pretandd sua dignidade preslam-se a seus menores
renos e desregrados caprirbu-, e por isso bem raros
foram es que preslaram suas assigualuras a lAo fa-
moso libelln.
Nem se diga nao ter exacto o que levamos dilo,
por quanlu dos dncuinentos juntados pelo queitoso,
ve-se Jot? Antonio Lupes, bailando nina portara.
neis -, ii manda, qne o escrivAo do juizo de paz de
por renidAo o ^elo de velloria feilo nn cadver de
Anlonio de Mene/es, quando es*a cerli io devia ser
dada por pelicio e a requerimeulo de l.uiz Fernan-
des, o que bem prova n sofiesuidAo e ammosidade,
com qn- em ludo issn prucc.le l.opes.
A peticllo para juramcnlo e inlorrosatorio de *ila-
nnel Jo-o (oncalves Brasa, e liallha/.ar VlSCu Fe-
reira. anda he assigiyd 1 por l.opes, e muilo de pro-
posito se deixou ds ajunlar lila pelirao, querendo
assun oeeollar-se a aceo. que emtodo esse negocio
ezerce Jos Antonio Lopes, a qual deve ficar bem
mainfesla pola pnhlic^co da mesma pelirao, que
junio por copia anlheuliea, docaiii'.-ulo sol numero
10-j !
A mesni* reABesenti^So encaminhadl a essa pie- '
sileinii renenie-se diaccao malclica do lenle 00-
rouel Jos Anlonio Lopes, pftis foi anida este mesmo
Sr. quem forneceu nponlamaaloi para serem Oes-
criplas em dila represcnlai^Ao, os quaes foram es-
criplns pelo en pruprio punho, o qne muilo bem
prova o ocumeulo numero II) 5; cor.ipelenlemenle
nthenlicado.
O lenle coronel Jet Anlonio Lopes, nos arrou-
!ii- de seu orsulbo, a lodos ameaca, e diz que a uiii*
eu-in d conla do seu procedimentn, que eni si re-
ne Indos os cargns, e parece, al mesmo querer reu-
nir os ecrlesiasticns, quando arhitraiiainente manda
exhumar, e enlerrar ein luear sagrado o corpo de am
impenitente, a que a 0011-lilniro do bispailu exprs-
smenle nega sepultura ecclcsiasiica, tacto este bem
eoahecMo por todoi os habilanles d'esia fresuezia, e
cunlra o qual represcnle immedialamente 1 V. Etc.
no da 12 de selembro de ISjli, e ao Exm. Sr. bispo
diocesano, que Uin dalo a esse negocio a devi.la
consideracAii,
Jos Aulonio Lopes, couhecendo ,1 criminalidade
dos actos, que pralicou, e devendo teflrer as con-e-
quencias4]tie ponim resultar du seu procedunenlo
despolico, procura hoje Indus os meios de embaraar
a aecgo de quem mais deve pugnar, e inleres [icios direilos da isreja calholica n'esle lugar, a mim
qne no duempenho de meu esreo nio allerram suas
bravatas, antearas, e prepoleurias.
Se me conviene ler procedim-ulo igual ao do Sr.
tenenle coronel Jos Anlonio Lipes, e dos maisse-
iilioresque conlra mun repre-eulain, reveilindo-me
do trille carcter de denunciante, patenleana a V.
Ble., os reprnvados e criminosos leilos de Jos An-
tonio Lopes, como muilo bem podem informar os
Srs. Drs, jji7.es de direito e moaieipil, e constan) dos
carlorins ; pnreiii deixo as autoridades rompetenles o
comprimenlo dessoai deveret na paniego doierlmi*
iioso, o vioganca des lea, que deve ser exercida im-
p.ircialineiile contra o grande, eo pequeo, conlra
o poderoto, e fraco.
I'ara dar a V. Etc., orna trisle idela do carcter do
leiienle coronel Jos Anlonio Lopes, baila pera sub-
meller a consideracAo ds V. Exc o [ docainentiisliu-
mero \2, > que be urna eerIMao de peln.A 1 de quena
dala por Joaquim Nunea Marinho, conlra Lopes, o
qual scduzo a mulher do Marinho para sua concu-
bina, e 11A0 talilflilo com a iminnrandade d'esso ae-
lo, manda ao depois por um sea escravo espnnrar ao
pariente : as te-lemunhas a'es-e fado sao merecedo-
ras de ln -o o crdito.
11" quatilo se me ollerece levar a consideracao de
V. Etc., em niinha defeza pelas irgaleSu injntlat,
que foram contra mim dirigidas pnr huineus, que s
se abmenlaiido de metqnnbll inlrigas, nAo duvi-
dnin ir .i'.'litrb.r os intmenlos prci*os por V. Exc.
emprendo! em promover o bem real do paiz. V.
Ele. jufgar com imparcillidde e jutlca.
Deosgu.rde a V. Exc, cidade do Rio Formoso, 25
de marco de IS."j7.
lllm. Bsm. Si. conselheiroSergio Teixeira de .Mt-
cedo, muilodisno presilenle d'eall provincia.
I'arocho collado Inlomii Marques de CattXlho.
Chamamot a allencAo de nostoi leilnres para nm
pequeo escripia que M. Dupin acaba de publicar
s ib o li|alo.--/?Mroj df direito f de moral liradas
dn Btcriplttra Santt. Esse volomezinho be a pri-
meira parle e de alguma snrle o specimen de urna
grande obra em que M. Dupin se propoi recolher e
classilicar as mximas iie direilu publico e privado,
que ebeorram n- hvrus santos.
Os nuinernsis^imos extractos da es-riplura que ate
asura lem sida teiloa, nenhuma idea dilo do lraba-
lho euipiehen tido pela illustre e s*be jurisconsul*
ln. t) guslo severo e jadicioM que elle poz na escolha
dot Icxlns, o eaidado inellm lien e risoroso com que
elle lonbe dislribui.-lis, fazein della, por assim dizer,
nina obra original, um carpo de direito e de mural,
em urna palavra um ver.ia leiro cdigo. A inlroduc-
cAo conlein nina aprecia^Ao 1A0 justa como liberal da
obra que ossii-i nos deitou nb o Ululo dil'oli-
tita lirada daspropritu patarras da t'trriplura.
Se ha una ordein de ideas em que o scula 19 te-
lilla o direilo de rerer e reclili-ar os jaizns e a opi-
111A0 de 17. be seguramente a poltica ; os progres-
sas que snlire esla relaego lemos feilo, as luzes e a
eipenenet que "einos adquirido, no* lem castado
muilo Cara para que se nos conlesie u d.reilo de os
invocar e fazer valer inenno conlra liossuel. M. Du-
pin refutan.lo l|js-ue|,. mn*lra-se o digno e verde
ileiro interprete do tcalo 19, sbese que nesle li-
vro Uessuet eslabelece ein principio o poder abso-
luto dos re', cora a nica c .11 liejo de ser a autori-
dad-: real subinellida a razAo. Nao procura, nAo con-
cebe nutra garanta cnulr.i o aboso do puder abso-
luln, ist 1 lis conlra o arbitrio. O principe deve go-
vemar Segundo a razao. Mas. diz M. Dupiu, se elle
fordetarrazoado, se merece que se ihe diga como
Samuel de Sal, tttfl/i coi'i '.' Se elle he dtssoluto
cono Luiz \V, se be prodigo ale arruinar suas li-
nancas, emiagsiido > s-u povn com imposloS anda
mal pesados pela iaenello rini privilegiados? Se
ama a guerra, como Luiz \1V, ale ameacar seu
I' 11/ de eminenle perda, pur um espirito deseufreia-
lo de cutiquisl is e de ambicio'.' Depois de ler
sido grande e glorioso, se sua inlelli^encia, se seo
carcter se entibia, s;, depoil de haver tido grandes
ministros e grandes generaes, nAo esculbe msis tengo
mediocres ? Se depois de ter nuvidu e seguido, du-
ranle um louso peiiodo de sua vida, sainos couse-
Ihot, cede em sua vclhtce .1 uns sufge.les "!... Se
para se remir de alsumas desordens aaligaa, elle se
faz inquisidor'.' Se se loma o persesudor dt seas
subdims, se nem ao menos Ibes perroille a liberdtde
de consciencia ; se a diITcrenc.a de religiAo se eleva
em mnlivu para perseguir, torturar, despojar, expul-
sar de sen reino os homens, mais ronsneiiciosus, os
mais enrgicos, os mais industriosos : qnaes Mrg* ni
contrapesos, os meios de susiar os arlos de urna von-
lade .1. .rra-ii: 11 e desordenada ".' O govemo abso-
loto'nAu se faz enlAo arbitrario em grao supremo ?
E ne-le casn, qual pude ser o remedio, na ausencia
de lo ta e qualquer luslilutrjo destinada para strvir
de nbvice .1 esta arrebata la" loco motiva '! o
I'urem o que principalmente se deve procurar, o
que antes ,le ludo be millar ler e e-ludar nesla col-
leccAn, sAo as nulas e os cnmtnenlarios qnc o autor
poz iblifo dos lxica sagrados. Apezar de sua hre-
vida le, e lalve/ que por cau-a deall niinha bievida-
de, e-las olas, estes elimnenlos, fnnnam um sen-
tido cmplelo, e oOereeen o valor e materia de
longus captulos. Alii sl M. Dupiu inleiro, com
loda a sagactdade de seu bom senso, com lodo o ver-
dor e vivacidade de sen Ltenlo incisivo e espiritual.
\ antea rilar somenle dons 00 Ires exemplos. No
Deuleronoiollivro XVII, 1(i; diz-te :
oljuaiido o re se honvr eslaheleeido.nAo con.lu-'
/.ira o (iuvo paro o Esypto,non reducel populnm
iu Bgyplum...sobreludo depois que o Senhnr vos
nrilenoii u;).. vollar palo ltrll-w ViiiimiIui,ul ne-
^ per eaiiiiein viam revertaniini.1 Sobre
esle verso, M. Dopin faz a seguinte relletAo : (i l-lu
h dilo para etetn^lo, e poJe ser gcneralisado. Vl
nrio levaren o povn para Iraz; nao fares reiccgo nem
conlra-revolocilo ; caminhareit |irudeulemeuie pela
Mirada da eivilita-jgo a do progresso, iprovaitando
em camiiilin licas de experiencia.
Abaixo do verso que assim reza : u NAo acrecen-
tis nem nada corlis do que vos digo ; observa os
preceilos de Dos n, l-se esla nota : u Acretceolar
a' le oa eliminar della alguma coala, he muda-la e
por conseguinle viola-la 11 ; e depoil de ler rilado
as pal.ivras de S. Paulo, in tpinlum non lilleram
Rendimento do
idem do da
CONSI LADO PROVINCIAL.
3:307M87
lia I a i.
15:6109219
:l:(ix.-Mf,
Mteteme
p$t ;.a.
Navio eoltado no dia ">.
Kin d Janeirol* dia, barra portaffiata eMaria.
de \\l lOBClada, rnpililo* Pedro Augutln Marlins
da .Silva, eqaipnseiQ 1 i. *rn l.istro ; a Mduoel do
Sascimentu Pereirj. Perlenre a Luboa.
>;ivio sihido no mefino da.
liiln,ifliale hra*iteiro 1)008 Aanisofl, mes're M i-
nuel Jjaquim de Oliveira, carga nzeile de carra-
pato e man genero.
*
i sjo
-----O Illa). Sr. contador da thesourarla
provincial, servindo do inspector da mesma
thesourana, era virluile de resolu(9o da jun-
ta da fazenda, manJa fazer publico, que de
conforniidade com as leis, e regulamento em
vigorperante a mesma junta, devem ser ar-
rematados [MtiiiuiiuMpio- e comarcas no dia
10 de junlio proximovindour, os impostos
seguinles :
Municipio do Recife.
25500 reissobre o gado morto pa-
consumo, avallado annuaimn-
te em
Municipio de.Olinda.
35110 sobre o gado morto para
consumo, ideh: dem por
Comarca de Goianna.
r;500 rs. sobre o gado morto para
consumo, idem idem por
Comal ca deNazareth.
25500 rs. sobte o gado morto pa-
ra consumo ideai idem por
Comarca do Pao d'Alho.
2 500 rs. sobre o gado morto para
consumo idem dem por
Comarca do Cabo.
2;S00 rs. sobre o gado morto para
consumo idem idem por
Comarca de Santo Anio.
25500 rs. sobre o gado morlo para
consumo idem dem por
Municipios do Itio Formoso
e Agua Creta
25500 rs. sobreo gado morto para
coilsumb idem idem por
Municipio de serinhcm.
25500 rs. sobre o gado morto para
consumo idem dem por
Municipio de Iguarassu'.
Arrematadosconjuclamente :
29S00 rs. sobre o gado morto para
consumo idem dem por
Imtostos a cargo da collectoria a-
valiado por anuo em
20 Om da agurdente idem ideai
Comarca do Limoeiro.
ArreiiiHt'dos conjuiiclaraenlo:
29(00 rs. sobre o gado laihado pa-
ra negocio e dizimo do mesmo
ga lo, arrematado Minualiiien-
Diz.iinn do gado cavallar
te em
Impostos a cargo da collectoria a-
valuJos por aunoetn
20 porju d'aguardenleidcm idem
Comarca do bonito
Arrematodos conjuclamente
2-5500 rs. sobre o gado talhado e pa-
ra negocio e uizimo do mesmo
gado, avaliado animalmente cm 2:770,000
As pessoas que Se!,pr<>pn;crem a esta ar-
malaco rottiiiareoain na sala das stsset
da mesma junia, no da cima declarado,
pelo meia du, compeienlemente habilila-
I dos.
K para constar se mandou anisar o pr-
senle a publicar pelo diario.
Secretaria da thesourana provincial de
l'ei namhu o 23 de maio de 1857.O secreta-
rio, Antonio Ferrara da Anuuiiciir-o.
Clausula.-* especiaos para a arrematarlo.
I. A concluso do raio do sul da canm de
~~.l~Z~.~~ ". dele?5 consiste lias obns dispostas no
3010021 orcamentn.no valor de 6i:t5?7*l rs.
2. As obras sero enmeradis dentro de
um-mez, depois da assignalura do termo dr
arremalac^So, e concluida uo prazo de um
anuo.
3.' Oarrrmatanlc na ciecucaT dosltraba-
Ihos guiii-se lia pelo qJC so acha frito no
rain do norte, e observara cm ludo as pres-
ci ipeocs do eugenheiro que. inspociuiiar a o-
bra.
*." Os mestres empregados na obra, serau
da approioco do mesmo engenheiro.
5.* O arremata ule sera obngado a rec-bor
pelos precos do ornamento, tu Iu o malrrul
existente nos depsitos da obra, descontan-
do-se o seu valor da importancia da primei-
ra presla'co.
6.' A importancia da obra ser devidida
em qualro prestaees iguses, realisadas nas
pocas estabelecidas no art. 9 da lei n. 286.
7." lulo o mais que se nao adiar aqui dis-
posto, sera regulado segundo as disposices
da citada lei. Conforme, o secretario A. r'.
da Annunciafao.
O lljui. Sr. inspector da thesourana da
l'azenda desla provincia manda fazer publico
para conliccimenlo de quem inle'Cssar nsis-
sa. que as notas de 50/000 da segunda e-
lam. a encarnadas sao substituidas por va-
lor igual ale o ultimo de jiinlio prximo fu-
turo ; e que do 1. de juilio seguinte em
dianle comeQaiao a soffrer o descont de 10
por cenlo em ca la mez, ale carem sem va-
lor blgum. Secretaria da thesourana de Pef-
nambuco>22 de maio de 1857. O official
maior, Emilio Xavier Sobreira da Mello.
O lllm. Sr. contador da thesourana
provincial, servindo de inspector da,mesma
thesourana, em cumpnmenlo da ordem do
txm. Sr. presidente da provincia de 23 do
crreme, manda fazer publico que no dia 8
de junho prximo vindouro, peanle a junta
da tazenda, se ha de arrematar a quem pur
menos lizer a lita do empedrameolo do a-
terro dos Afogados, avahado cm :i6:960| rs.
A arremaiaco sera feila na forma da le
provincial n. 343,, de 15 de m-io de 1854, e
Sob as clausulas especiaes abaixo copiadas.
As pessoas que se propozerem a esta ar-
rematar-to comparecam na sala das sessOs
da mesma junta,, no dia cima declarado,
pelo ineiodia, competentemente brbililado.
K para constar se mandou allixar o presen-
te, e publicar pelo Diario.
Secielan.i da Ihesouram proviacjal de
Pernambuco 2li de 1857.O secretario, A.
F. da Annuuciafao.
Clausulas especiaes para a arremataban.
l. A obra do emiedramenlo doale.rro dos
Afogados, lar-se-ha de conformidade com o
orcamento approvado pela direcloiia em
couselno, e apresentado a approvaco do
Bem. Sr. presdeme da proviucia, na tm-
Iprtancia de 36:M9a rs.
i o arrematante principiara as obras no
prasodeum mez, c os conciura no del I
mezes, ambos contados pela forma do art.
31 da lei n. 28.
S.i O pagamento realistr-se-ha em qualro
prestar;oes iguaes, cujas tres pnmeiras, cr-
respondeao aos tres tercos da obra, e a ul-
tima licara par a entrega drlimiiva.
. 4.'1 I'ara ludo oque nao se acba previsto
uas presentas clausulas, seguir-se-ha o que
60.502,000
2:359,000
6:864,000
4:659,000
4:210,000
1:392,000
8:080,000
2:657,000
390,000
1:810,000
460,000
106.000
61,000
3-698,000
823,000
114,000
Dizimo do gado cavallar idem
, no espirito da lei e nao tmente em sua
M. Dupin diz.: u A lellra mala e o espirito vivifica.
Enlrelanto muilo espirito podara matar a lelra, e
se ebosassi da inlerpreUao com muila subtileta.
I'oterismos multiplicar ritarSes, mas preferimos
reenviar os nonot leilores ao proprio livro. M.
Dupin dirige parlicularmenle seu lrabalho aos juris-
consultos e aos magistrados ; pnrm lodos polem le-
lo com o mesmo ititeresse e rnllier i^uaes fruetns.
Eitamoa persuadidos de que lodos quantos o lerein
aceitar.lo cun iuual acolliuneiilo resra de cooitucU e
lices bellidas em semelbanle fonle; porque astim co-
mo o disse S. Paolo^loaa escriplura devi ia i urna ins-
pirari i divina lie ulil para ensillar, para convencer,
para corrisir e para inslrmr no caminlio da juslira :
ii (limis scriplnra divinilm insprala ulilis esl ao
d.icen iim, ad arauendum, ad corrigeudum', ad eru-
dieiiduui ni juslilia. o
L>s.|cury.
Journa\ des Debis.)
leiira. | '"'Postos a cargo da collecloria do
146,000
> HA P, '
1'I1AI,:.V I") RECIPE 5 DE JLMIO AS
3 UOBAS DA TARDE.
Cotaeoes olliciae*.
I-'rete de nlgodao de .Micei 3|S e 3 0|0 por libra
para Liverpool
Dilo de assucar23| e 5 0,0 ,ior lotielada jiara Li-
verpool.
Cambio sulire l'aris358 rs. por franco.
Detconlo de letirat de : nMZM0 Op) ao anno, d
Paraliibi 30| e 5 0|0 por tonelada de saceos de
iiucar.
I'. Bors, presidente interino.
L.iDubourcq Jnior, secretarlo initrino.
ra Me paliar pelos hoii'anlai que a imprenta lenlia lo ds uma inlellisencia dedicada aon estudns crav^s
enlresuo'a leitora de lodos, esta producto do aoa a penosos do di
rolle;.i, e algomat palivru que solire ella escrevera
o Sr. I-'. Ferreira Correa ; nina e oulra eonta produ-
zio tobre nos acradavcl imprentan, e despeilno-nos o
desejo de poi- uonta purle lambein animar o piimeiro
pasto qoe na lilleralura dramtica da' o Sr. Erme-
lindo de Leao, abracando enfp'arle o juizo que de
sos compilarn la/, o Sr. Ferreira Correa.
He de crer que nio lemos a locca idea de prote-
ger da critica o tralullio do nosso colleja, |iorqtie
nem valeraot nada na malaria, nem o nosso nome j
forra aljna un iepeito baria ao tan, quando mj
nossot escriplos lao dicuiis silo de severa rrilica.O
frgil tnico nenlium amparo poder qoe precitasse do menor arrimo.
Nao vamos levar o drama peranle o tribuna! da
arle, nSo vamos considerado em face dessas ragrai,
cuja completa observancia constitu om drama bem
acabado ; carecemos para Hilo de malla inslrucclo,
carecemos de gusto, carecemes mesmo rio conheci-
ineoto dessas regras pura apaMirmoi ao nosso col-
lega os desvos que p.ir ventura lenlia ti lo rio que a
arle presereve. l-allsnins sii a' lur. do spnliment, le-
vados pela imnressilo que ein nos prodn/io o leilura
da Juta de l-'eneslraimes. Sa esta' all observado o
que pedira o bom aosto, p o conheeimenlo deisa u*-
nero de lillerluri-, he o qui; nSo diremos, porqnc lio i eipin .la indignacln do pa'. MMTre dar que Ihe cau-
em verdade o que no sabemos. Afinal n.lo lie un'
juizo critico o que ora fatemo', para n.o ser un) jul-
io mnito incompleto, mallo despido de aulondadc ;
sao apenas duas ou tres palavra-. langa las ao papel
como uma aniniarito a' e-sa f-b/. tentativa do nosso
collega, como om signa! do sincero pra/er que Ove-
mos ao ler o seu escriplo, como um estimulo a' fa-
ze-lo nSo etmortcer depois de encelar lito Loi mar-
cha, a' proseguir nella enm esforco e cuidado pura
que os seus Irabalhns v5o mais e mais s aperfiv-
coando, al que cada um delles seja mais urna Mr
que Ihe orne a fronte, mais uma gloria que Iheenuo
breca o nome.
He o acaso que *s mais das vizet desrobre as vo-
cjr..'c-, talentos bnn vigorosos dao-se as venes a
nosso collesi. foi como uin dia brilhanle de vari i
que ralanapor entre ni uuvens caliginosas do inver-
n. Talvex que orna hura aillos de e-creve-lo, o Sr.
Ermelindo nao soobeiu que era capan de produztr
um drama.
Director de tima aociadade dramtica, caba au
nosso collesa o dever de escnlhei as pe^as que devia
ella levar a* scena. Eis ah o motivo qne o leuiou i
escrever um drama, eis a causa creadora dq Julia de
Fenettianiet,
Julia he uma don/.clli honesla e virloosa, detli-
nada por s?us pas a' ser a espusa de um primo seu.
que por mallos motivos merecn delle- --.i prova de
diilinefSv, As necttida1t de urna gOerra hsvia-o
parlado do catlello de Feneslranges, c no da met-
mii ein qu etperavam a vsltl do Vi rleliava a casa p .!. n;i Miniado om mjncebo. a quem
amava, e que depois fui seu nutrid". A partida de
Julia fora urna do-cas vidornia deg-acadas o Irisles
do senliinenlo s:ibre o dever. Ella amava eitrema-
uienle a' seus pas, e bavia lutado muilo pira poa-
j par-lhet lani.inha dAr, mis se ella ficasse, seria a es-
posa do Vltconde, e palo anianle ella deix.iria al a
I vida ii se d.lia nio precititto para amalo.
' Urca o Vitconde aa catlello, participa ao priu-
sa n'alina n despre/u de Julia, mas recirdandu-se di
emblema do catlello:alado pola honra, vola-ie
inleirainrnle a' COMoMIcao dos dotgracidoi pala, e
niuovrj am 11 Julia, para qum tao anda ludoi os
ssu* peniimenlos, luda a us vida.
\ io-ie (pialro sano!, e depois app.irece no caslel-
lo eina mulher jialliila. aquein a rtor e o solTrimenln
haviam desllgurado, que vira sn Npoao cainr i seus
ps victima de um ayaitlno, slormenlada de romor-
siis por ler esquecido seu dever, por li-r iiierlvritaOo
sen* pal, e tezojndo nm seduclor, que nao cmpre-
hendera a enormidade de*ou sucrificio, assm a-sini
cuino i Ha iiaocomprchciidea lamben aexlen-aodu
amor de seu pai.
guando Julia enliava no caslclio, para li catui-
Respostn a'queixaque o tenenle-corouel
Jos Anlonio Lo[>cs (leu contra o vica-
rio ilo Hio Formoso.
lilil, e Exm. Sr.Cumprindn o respeilavel des-
pacho de V. Ev., pan > a responder i repretenlaciu que inculcando-se potol
conlra mim aciuto-amenle dirigida pela Cmara mu-
niripal deste lermn.
He bate principal em nue se fundim os sifoala-
rtot da reprosenlar.i i. a queixa contra mim dada
referida cmara peto lenle Lnii' Karnindet da
Silva, e que junlain por copia ; porm uno lu do-
cumeulo jamait pdela merecer a allenrio da V.
E\.. pelas llesalidades que enceira, sendo o nico
fim de seo autor o calumniar m?.
Motivando a petizo de quema de Luiz Fernan-
det o faci oecnrridu nesla cidade, quanla, ci.in-
prindo meus deveres como vigari da vara, neguei
-ep iliui.1 ercle'iastica aoealaver dj un |iom m que
havta murrido nnpeiiitenle, ve-te que illegalinenle
assm procedi parque no ha au poder civil ou ad-
iniuislralivo que compete lomar coiiheeimeuto do
acto que pr.iiiquei, e lim au jnizn reclesiiiillco, au
Docnmonio n. 12.
lllm. Sr. Joaquim Kanes Marinho, branca, ra-
tado, e presentemente morador no Ierras da Villa
da Serinlilem, vendo aiunclo o terrive! a brbaro
principio i/ui potes! raptti-c capia!que infel/-
asTu* '"d mc",l> predominee pur algtim lempo nesla cidade,
es ella restituido o imperio da justica e taa razAo,
vem mui respe'tlosam-'nlo queisar-se peranle V. S.
do Icnente-curoncl Jis Antonio Lopes, branco,
casado, e morador no seu encanlu linm Jardnn des-
l.i ciifade, lim de que V. S. com aquella enersja e
re-la imparnaldade, que o camcleris>, e cun que
lem feilo ju-lica s partas, dando a cada um o que
he sen, proci-d.i na forma da le contra o querelado,
de promette lombir do di-
raito do queixoto, que, a deipeilo do estado de ni-
mia pobicsa, i qoi Itoio se vi reduzido, e smenle
aovillado la razau qn Ihe a-si-le, quer proseainr nos
lermit da aecutsrjla .le seu jllensor. E eonsitle o
mniivo de sua queiMi na qne panal etpi.
Uurav o qijeiv no no engeaho llom Jardim lo
qucrelsdo\ onde f.izin suit planiacOes, i vivia ho-
nesla mente comsua niulbir. quando a csncupitrenli
libldinigeni do qoerel-idn aeliou meiosde, seluiin-
ii h mulher do qoeisoso, detcato-lo, injurianilo-o
a puni ile snr comp Ihilo a mudar o llalli, deian*-
iio ao metmo geniado i molher, planlat e -eis
hus de carrot, viriotmoveii de c-ta, e itislru-
i ile agrieulloi'a, e de [arlo tt'im o fez, pat-
sindi-se lujo para c enganho Uaraei, donde pre-
; ii fazercmdozir o qn Ihe partencia, oque
i-on-l iitlo :; i qaerelado, e mo endent enm o dam-
CAMBIOS.
gobra Londres, 27 :i|4 a 60 d. e;27 7-,8 a 90 d.
< Pars, 330 rs. por fr.
a Lisboa, 95 por ,. de premio.
a itio de Janeiro, 2 por 0o le descont.
Achilo do banct .30 por cenlo de dividendo per con-
t du vendedor.
o companhia de lleberihe 6O3OOO por aeco
o n companhia Periinibucana ao par.
o 9 riiluiade Publica, :tO por cenlud* premio.
B o 11 dr e-drada de ferro 20 por 0|n Discanto de latirs, de S a 10.
AccoCl do banco, M) a 45 de premio.
Oui3.Oneai heipauholas. 28J 28^.300
Moedat de 6;100 velhas .... Ii.-:"ii
6jIO0 novas .... 16-ynjo
c 49000. ....... '..-' >"'
Frala.Falaces brasileirot......2B"I)U
Pesos foiiimnari.>s.....'2^)00
mejicanos...... 1r86U
Itendimenlo 1
Idem do dia
Al.l-.VMlEliA.
dala!. .
111:926*602
10:8869378
81:8121980
qual se atha fse ni-cucio alT'eclu, e que sabi imenle no ja canta i 1, man lou por so e-crivo, n cabra .loa-
julgaudo a impen leuda do morlo, esta proce leudo quim, a*atiinar o qu soso, o rom i-ll'eito, no da
conlra os Irinagriswrai dai le- can.....c.-. E'lou|2l de dezembro do 1872, |l mpo em que o queiela-
rerlo que V. Es., sabio e jnsicciro rumo ln. rio- 1I.1 era nella eidode 1 re pequeo a aquella es-
'iirin.ua a compeleucia do jit./o eccleiiastico no caso cravo, por ordein sua, r-tpnecoii o quelxoso, que-
1 -.i-lli-1 1 cabera, e deinando-o p r initericorda
verlenle.
Os epilhelns de infrinuidnr oa lei e de raeat de-
veres, sobre mim lancndu pelo qici-.u-o Lau I ir-
luiiiiiff", e pelos que a-sun.irim a repr 1I0 com o nico fim de me molestar e ar..irrel..r-me
o odioto, tn poilenlo cncunlrar clm lio animo de
homens qoe nolrem mesquinlios ssnliinenlot de vin-
ginea, ou qoe pretam-se a lntrumenlos da yin-
divina ruin \ita, .e ul surte qo a lerida nieve
mais do doni mezei aberta, e o qoeiioso fmpo-iibi-
lila 1 'ir Irabalhar, 1^ porque o qnerelado rom s(.
melhaiiie prici-diinenlo lem inconido, alem de 1 u
Iras penat, nas do art. 20 eomhiii.do com o arl.
i. ilu cdigo "criminal, lenao tus do arl. 192com-
binado c.iin o arl. :!'i e arl. 2. ? 2. do mesmo c dt-
Descarre^am ho|e li de jtinho.
Hrca iu^lczaII.nula merca.levi.is.
Ii.ir.-s malezaMar) Wilwndem.
H-rca iu |.-/.aAmateurdem.
Briauv porto^uesPetcadordiversos ganaros.
patarho hollandsi BopeculiBle- -ipieijos, pspe
oleo e Kenebri.
Male bra-iluroE-liella da Coiiceitio fumo c
charutos,
IMPORTACAO".
Iliata ririnnal iiEtlrelli da Coneeicaon, vlndo da
Ditua, eontianado a J. F. Prenle Vianna, mam-
fes.nu o seeoinle :
i! barricas pobiMa, 20taerot caf, 217 rolas fa-
ino. I caisio chapeo* ; t ordem.
Dille nacional iilnvenctvel, vinlo do Aracaly,
eonsisoado a Mirlint & Irinio, nianifealoo n so-
guin e :
2ti couros tabjadot ; 101 eonsinnatarlos.
16-5 ditos dilot, ll'V.l m icos rouritiliiis, I barrica
e '1 comal tpalos, III rtitaa velat de carnsnba, 85
llecos cera de dita. 51 ditos gomma, 1 mullios e~
tairat, I caixin qneijut ; a ordein.
CO.NSll.ADO I.KBAL.
Iteiidiiiicntn do da a .
Idem do da 5......
muuicipio do Bonito ideo dem 642,000
20 0|o ua agurdente idem idem 42,000
Municipio do Brejo.
Arrematados conjunclamenlo :
2;50) rs. sobre o gado talhado pa-
ra negocio e-dizimo no mesmo
gado, avaliado aunualmenle cm 1:693,000
Dizimo do gado cavallar idem 52,000
Impostos a cargo da collecloiia idem 594,000
20 Ojo da agurdenle idem dem 38,000
Municipio do Umbres.
Arrematados coujunclamente:
2.500 rs. sobre o gado talhado pa-
ra negocio e dizimo do mesmo
gado, avahadoannualnienleem 1:211,000
Di'.imo do gado cavallar idem em 105,000
Irqposlos a cargo da collectoria
idem dem em 311,000
20 0|o da agurdente idem idem 38,000
Comarca de Caranhuns.
Arrematados conjunctamentc :
2-.i00 rs. sobre o gado lalliado pa-
ra negocio e dizimo do mesmo
gado, avaliado annualmen'c cm 2:763,0"0
Dizimo do gado cavallar idem 80/000
Impostos a cargo da collectoria
dem idem em 451,000
20 U|o da agurdente dem idem 60,000
Comarca de Flores.
Arrematados conjuntamente :
2j500 rs. sobre o gado talhado pa-
ra negocio e dizimo do mttsmo
gado, avaliado animalmente em 3:173,000
Dizimo do gado cavallar idem 342,000
Imioslos a cargo dos collectores
idem idem em
20 0|o da agurdenle idem
t.nriiaic.i da Boa-Vista.
Arrematados conjuntamente:
1,500 rs sobre o gado la I lia jo para
negocio e dizimo do mesmo ga-
do, avallado annualmenteem
Dizimo'do gado cavallar, dem
Impostos a cargo dos collectores
incluidos os MO9 por escravo ex-
portado, avaluaos aunualmen-
le em
20 por cenlo do agurdente idem
Imposto de 20 pur cenlo sobre o consumo
de agurdenle nos municipios
seguinles :
Olinda avaliado annualmcnto em 355,000
Coianna idem dem 81,0"0
Nazarelh Jem idem 80,000
Pan d'Allid i lem idem 96,000
Cabo idem idem 56,000
Santo AntSo idem idem por 254,000
Hio Formoso e Agua i\ela nlrin
idem por 52,000
SerinbSem dem idem 34,000
As arrematar-oes sero feitas por lempo de
tres annos, acontar do I- dejalho do cor-
rete auno, a 30 de junho de 1860, sobas
dispoe a respeilo a lei previncial n. Jsn,
comespecialiade o art. 40. Conforme..'!
secretario, A. F. da AununciacSo.
X, i
I ^o
999,000
40,000
3:091.000
209,000
1:442,000
34,000
CONSELIIO ADMINISTRATIVO.
O consclho administrativo lem de comprar
0 seguinte
Pan o 4.a ha tal h 1 deartilharia.
Livros em branco, com 200 folhas 2
Servido da capella do hospital regimen'al.
Al vas 2; amitos 2 ; braudoes12; bolsas
grandes para cobrir o calis, seudo umi bran-
ca e encarnada, e oulra losa e verde 3 ; 0-
sulas com suas estolas e manpulos, uredo
uma branca eencarnada, eoutia ron e ver-
de 2 ; cinglos 2; corporaes4; calix de
prata 1 ; colher de prata I ; caslicaes de
ni-de ra pintadas de lirnin 12 ; ca xa de
prata para Santoe (Heos I ; rommoda granJe
para g lardar os objeclos da capaila 1 estan-
te para o missal 1 ; estola pequea de vel-
ludo preto I ; galhelas de vi Jro com palos
4; lampada pequea I ; la valono de folba
com bacia 1 ; missal 1 ; opas de casemira*
encarnada 8 : patena de prata | ; pedia dar
1 ; pala de brim I ; roquetes 2 saiigui-
nnos 6 ; sacrano com chaves de i-raia I ;
toalhas de altar 3; ditas para lavatorio 4 ;
veo branco I ; dilj encarnado I ; dito mu
1 ; diio verde 1 ; velas de libra li; sacras
do altar 3 ; lanl.rins 2 ; umbeila I.
Botica do hospital regimeutal.
Seringas de metal, de cap'.c.daie de 4 on-
caspara injecc.6es6.
Fscripturar-iio das oflirinis do arsenal de
guerra.
Livros de talii ifnpressn pra guias das o-
licinai. contando 15o fothas cala mn 5; di-
tos de dilo impressns para os pedid'*, -le ISD
folhis cada um 5 ; dilos en iranro le panel
gian-Je paul.-idn e de 50 folhas. para a recei-
t e despeza 5 ; dit > ern branrn nhiongo. de
papel grande e de 30 Tolhas, p ra os balan
eos mensies I ; ditos de t.la 1 im. ressos, dr
200 fo has cada um, para os lnlliel-s ile Oes-
InbuiQJo dos arligos a costurar 5 1 "ilos de
dito impressos dp 200 f dhas cada um, para
os bilketes Oe pagamento dos artigo costil -
rados, CQ'iforme aos que ora servem I
Quem qoizer vender aprsente as suas pro
postas em carta fechad*, na secretaria dn
conselho as 10 huras do dia 10 do rorrrnm
mez.
Hala das sesfVs do rouselhn admini-tr
livo para foriiecimcnln ou a-.enal de guirr
3 > junho de 1857.Manoel Ignacio Drirm,
presidente tnlerino. Bjruardo pereira d"
Carmn Jnior, vogal e sccn.Uiio.
Pela receliodoria de rendas internas
Reface se faz planle*, que he este o ultitio
mez, em que lem lugar u |i?niilo sem
mulla, do segundu semeslrn .lo exercici 1 de
mesmas OOndicO.'S das anteriores, e na for-! ,85(> 1857, dos im.'os'.os m quinte* : dci-
ma do art, 70 do rcgulameiilo de 3 de agos-
te de 1852.
As pessoas que se propozerem a esla ar- ,
reinalae.io cmparecan sala das sessoesda
na adlicional de 111 a o mirla, imposto so-
bre lojas, casas le drieaiatea etc., dilo so-
bre -asi.s de iniiveis, roups'te fabricido-
em paiz estranfraira, uni o qual MeanaV
ganca de outrein, fazendu p ir lal modo calar o grito g 1, segn lo for pruvado. requer o qnaixoto a V. S.
de suas consejencias ; e lano he certo e di-scumuiii- nu- acalle a preieule queixa, juran lo e ania da ss
nal o procedimenlo daquclles (jue contra mim re- __________
preseut-ini e que se leem conililoido meut gratuilot
inimigot, que, em iatmeni lo a suas as-en;S -. -
lumninsas e irrell'Ciidas, 1 ITerecu .1 contideracio de
V. Ex. os attesladis du lolondadea pria ipaet deste
termo, como sejatn dos dignos Dri. juizes dedneilo
I Vida o Liberal Pernainhueano 11. 1,206.
v2' Nio ficoa copia.
.1 IVia Qeon copia.
Vede o (3; >'io ficou copia.
DIVERSAS 1'HOVIPfCIAS.
Itendimrnlo do dta I a i .
ideiii du da 5 *. .
mesma junta, no da cima declarado, pelo orado com a mulla a Idaa.
meio dia, nabililadsg na forma do art. 75,do Reoebedorfa de ernamburn 2 de junho
citsdo regulamento. I de 1857. -O procura Jor, Manoel .arneitu da
K para constar se mandou alxar o pre- -^ou/.a Lacerda.
sent e publicar pelo mano. ._ () ,.,.. m >r. rapilio H ,, .,(.,m.i,-
becretaria da thesourana provine 1 I ,1 .. ,_ qu, ,,b d.
PernambUCO \'.l de maio de 1S57. O sccrc- roinui.iiiiio da micli M.val, Mana e Ihh.!-.
Lirio, Antonio Ferreira da Aununciaco manda bxer poidtco anata m baaaaaa a pises aa
Art. 75. US Contratos da arrematar-no ile rnandai, em rampiiaunlt a anas i .11-1 -1
renda, que importaren) em mais de dous v '" "-; '"'le.isi So .4 uataasbiitW mv.
cotilos de r..is, serio effecloados sob a ga- """ r" ""'' !"".""" '" '^.'-.'* 7^::u' **
. ,. ,- ._ ." i'uerr.i nariunal ni.- aicnt'. fen-lefu a bal* r rantiadedous fiadores idneos, ouetenham I .....i4i ,,, ,r-llU ,lu ,, ri ..i d...a^.
1 bens de raz na ci laoc do ReClfe, ao menos !, or-aucaa, .in.tro ,- ^ atraat a BanaV, aa 1
um delles, uma vez que o oulro si-ja notoria- ntute s- i' iu** tal, a lanaiiar* '" I' '> <.
ment ahon do. eamaraada a lila da lsmndn (21- !*.<.. na
Arl. 76. As arrematarnos pdenlo cftec- > di-iannv de nasa mdh. e 1 paula da* llkel.. pac
luar-se pula maior ou menor licilacjio elle- s- n distancia de u
lecida em callas fechadas.
Art. 16 Do regulamento interno da the-
sourana.
Os documentos comprobatorios das habi-
IOD676
33:7008779
1:"i2'iyil7
119/153
1:9751070
ein fieas
da ..na e
un. latxta r !
2 l|2 ra au 4a
da leir'i ; oattlbM
b MJ s i,,i lunar
LaI10.
Capitana do pullo de l'ernamhoc 5 do j
1857.O Kcrelari'., Alciaadrs Koari|aet 4at Aojai

/
IviUTTraDfT



ni ario DEPBRNAMBUCOSAJlB.Mi ... o: IINDO DB 1157,
Companhia
DE
Bcberibe.
A direcro da companliia teni delibe-
rado facer a cobranca dos clin lames e
bicas por arremataco de cada un cliafa-
ri/. separada mente, ob as coniiices que
seacliam patentes no escriptorio da com-
panhia, ra Nova n. 7, primeiro andar.
Ahi se recebein propostas em carta fecha-
das para qualquer doschdfarizes, deven-
do ter logara arrematacao dos do bairro
do Recite no dia 5 dejando prximo,
pelus 9 lloras da manbaa, onde devem
comparecer os pretendentes cora suas
fianzas.
Servir" de base para a arremalacao o
termo medio do rendimento de tres an-
nos ltimos ; sendo o chafara la ra do
Brum 3:U0.S000 rs. por anuo ; ra da
Ci'uz 6:l00g000 rs. ; Forte do Mattos
2:700,s; caes da Alfadega :200 rs.
A direccio esperando alguno melbora-
mento da livre concurrencia, aceita toda
c qualquer proposta. Escriptorio da
companhia, 27 de maio de 1857.O se-
cretario, Guilberme Augusto Rodrigue*
Sette.
Pela mesa do consulado provincial se
faz pulico, que os 30 das uteis para o paga-
mento, bocea do cofre, da decima dos pre-
dios urbanos, das freguezias desta cidadf, e
ds dos afogados, se principian) a contar do
1.' de j\unho prximo vindouro, lindos os
quaes, incorrem na roulU do 3 por cento.
todos aquelles quedeixarem da pagar seus
dbitos, nos referidos 30 .lias. Mesa do con-
sulado provincial de I'ernambuco 27 de maio
da (857.Antonio Carneiro Machado Rios,
administrador.
Pela secretaria da directora geral da
instruccao publica f.iz-se saber a quem m-
teressar, que o concurso ca leira de ins-
truccfio elementar do segundo grao do bair-
ro da Boa-Vista desta cidade, ter lugar no
dia 9 do corrente. Secretaria sohreJila 3 de
junho de 1857.O secretario,
francisco l'ereira Freir.
CONSULADO UK l-'rtvNg.
O cnsul de FraiiQd nesta proviucia tem
bastante interesse de ter alguma inforraacSo
ou n iticia de urna senliora franceza por no-
me Mari l'apillon, que veio ao Brasil em
1830 : as pessoas que possam dar alguma
informaca i da mesma, tenham a bondade de
a communicar neste consulado de Franra.
TTlEATtir
Santa Isabel
SARBADO G O CBRENTE.
Tercena recita da as-isanturn.
Depois que a urclieslra tiver lesi rn,.-iih i u ama
da sua ouverlum, suhu a scena pela primeira vei
neste Iheatro a comedia original em 3 actus inti-
lolada
OS BOl'S MUS.
Compo-ir lo do Sr. A. Cesar de Lacerda, e dedi-
eana ai. adula GERMANO FRANCISCO DE OLI-
VE1RA quano esteva ein Lisboa, onda foi iepre-
senta ia no llieairo do GymidSio, merecendo mullos
applau-os, Dito e aeate lagar cuno no Rio de Ja-
aeiro que aijradoo c .mplelainenie.
Fmaliaara o npeclacul a cumedia em um acto
pela primeira vez representada.
O QUE SE NAO' PODE HAVER DA-SE
AO IABO PELO AMOR DE OLIOS.
Compooc,ao de um rdala dramalicu, que por car-
io mullo agrdala.
Os bilhclra desde ja se acham a venda no escfinW
tono do theatro a qualquer hora.
Principala as 8 horas.
ferKt**
O preposlo do agente Oliveira fars lci-
13o, por coate o risco de quem pertencer, de
2 toneia da azeito de espermacete. 7 caixas
grandes com fumo amencano, 1 barril de
verniz e 10 barra de carne salgada, vil) los
ltimamente do l'.io Grande do Norte no va-
por Iguarassu' : segunda-feira, 8 do corra-
te, as to horas da manbaa, no armazn) da
Companhia Pcrnambucana, ro Furto do Mat-
tos, defroute du chafarlz.
Transferencia.
0 leilio do farinha c'e trigo p massas, n-
nuuciado para boje 4 do correni lira trans-
ferido par, segunda (eir 8 do corrente, as
10 horas da manhaa, defron
na porta do aruiazeui do Sr Annc
da all ndpga,
Leilfso.
Segunda-fe! ra O leil&o dequeijos superiores, na porta da
alfadega.
LEILO
O agente Pestaa faca' ieilo por ordem
doSr. vice-conSHl de Hamburgo, deliC
n. 5866 a 5905, 100 caixas de "> massos
de velas de composiao, avariado d'agua
salgada u bordo do brigue hamburgus
Elb, entrado ueste porto no mezde
marro prximo passado : segunda feira 8
do correle al 10 horas da mrah&a, na
porta do arma/.em do Sr. Annes, defron-
te da alfadega.
OagenteUorja fara' leilo de diver-
sos movis pertencenles ao Sr. tduardo
Power, emsua residencia na ra da Cruz
n. 7, prmeiro andar, consistirido n'uma
excclleuie mobilia de Jacaranda', com pe-
dra, uina ptima carteira, um grande
guarda-louca, bancas para jogo, urna
porcao de louca e vidros linos para mesas,
e outros muitosobjectos etc. : terca-feira
0 do con ente as 11 horas da manbaa,
Isaac Curio l C, farSo leililo em pre-
senta do Sr. cnsul de llambugo, por in-
tervenido do preposto do agente Oliveira, e
conU e risco de quem pertencer, de porcSo
de fazendas avhalas a boidodo navio in-
glez Floating Cloud, na sua recente viagem
de Liverpool a este porto: terca feira 9 do
do corrente, as 10 horas da manhaa, no seu
armazem ra da Cruz.
T0ftf>.
OTElEO DO THELEGRAPHO
Na livrana ns. 6 e 8 da [iraca da Indepen-
dencia ha para vender o roteiro do thelegra-
pho, novamente reformado, cora o nome dos
vapores e uutras embarcares que doman-
dam este porto, a 2i0 rs. cada um.
dSSDCIACA'
TVPflCBiPHICl PEKMBICAM.
O I," sacretario faz scieute que ainanhaa
havera sessao as horas do costume.
Precisa-so de una ama de leite : a fal-
lar nesta lypographia.
Victorino Pinto Machado retira-se para
Portugal
Ua-se I83OOO mensaes pelo aluguel de
um bom escravo : as Cinco Ponas, sobra-
do di esquina confronte a malr.z nova.
Vende-.-e ou arreua-se um sitio pro-
xi/no ao engei.ho Peies, em Ierras foreirts
a este, por fOro perpetuo, com casa de lijlo,
sendo grande, e com buns coinmodos, bem
como estribara, e quarto para prelos ; lem
dilTereniesirvo es He faicto, e lena para
I'I.h 11. .i,-.: quem pretender, dirjanse ao
JLoteri
DA

s?
/iB'^i
A mesa regedora ,i irmandade do San-
tissimo Sacramento, da fregueziade San-
Frei Pedro Goncalves do tecife, convida
a lodos osseij* irmaos, para lerem a bon-
de comparecer precisamente no res-
(i.ui
DA
nrovinea.
< r *a 1
' 1 ( f i I l
(te cem
a cima, di-
'-, em seo es-
d. Ca-
HO, pri-
Oabaixo assignado vepde adinheiro avla-
>at sendo da quanli > de lOOrOOll reis para
i 1 o niei a elcie/.ioda nova mesa,<|ue tem cima, os seus feluos b-lhctes, meios. e quar-
deregera reterida irmandade, no proxi- tos, 1 elos precos abaix mencionados, na
de I 857 a
pectivo consistorio, em 7 do corrente ju-
\J a ":.1IXO ;-. SljnalJ Ven- 'd-o, as '' horas da manlia, alim de se ,
de biiet s:,..- ao-, pe-
lo- preco:- )ai\n notados,
sendo ra
mil res
nheirc \ si
criptorio, ts.t i ua
deia do ^eeife n.
meiro anda .
Ilillieles.
Meios.
Quartos.
fe
lliiis
.">.s i 00
5S70O
t|350
Lyme-
mo anuo, a decorrer de 1857 a ls.">S.
Or,': O O :'.:": O '.',': '}.':-\]'.]': i-^
j3 O Dr. Ribeiro, medico, de vol-
C-5 la de sua viagem a' Europa, con- C);-
^ tuina a residir na mesma casa da
-;,;- roa da Cruz n. !", onde pode ser C;
v.' procurado a qualquer hora.
O sbaixo assignado, pelo presente de-
clara, som cffeito, qualquer procuracao que
lonba conferido, vislo como passa a tratar
peaaoalmente de seus negocios. Itecife 2
de junho de 1857.Jos Rodrigues da Silva
Rocha.
Xa ra da Cruz, deposito do doces,
rua da Cadeia
. Madre de Dos
Bilheles
Meios
Quartos
do Recife n. *5, esquina da
recebe
MariaMarlir.iana de Campse Oliveira, 11. 17, lia um grande Sol timcnlo de do-
^:^^le^x^r^ rre seccos de tudus :,s *'i,ali-
ca, para abrir aula particular para o sexo ~ia e lr"cti,s- e se alianca as qualida-
l'eminino da instruccSo elementar, (]ue se des aos Senhoros que (iiii/.erein l'azer o fa-
da as escolas publicas *do primeiro grat), e vor de comprar nesta casa, e igualmen-
!a,iq,,rLS'iJ,irO;0C.r,'S'"i,|r'"" 5S2* deS,; ,e um e,ande sortimento de charutos de
11.111 is na le : o ior isso la/, publico ""! -'
de f
deu
al. n. ioi i ;.. V r lc "m grnele sortunento de eliariitus de
-is na le ; o ior isso faz publico nos pan lrv,i.,.. 1 ,, ....
familias, e a quera uns cenvi.-r, que ja a? IuaI,dadM. dos meliiores li.l.n-
u principio ao ensino desde o mez de maio Cilntes da provincia da Itahia, e excellen-
liora marcados, e acondicionadas de qual-
quer nianeiraa vontade dos mesmas pes-
soas.
-pencio
Matriz du liairro de Santo \ntonio do
P.ecife.
Tendo de seproretur a eleicao da nova
mesa, no da 7 do crrenle, sao pelo prcien -
te convidados os innaos da toaaia, a com-
parecer. Cousisiorio da irmandade, 4 de ^
junhode 1857.O scrivao, Tibuicio Vale- IS f"*-* da a qualidada de obra de cor- ,'
riano Baptista. '-'l "'lm f'1"" 'mpain-se ferros de riror- .
--- Precisa-sc de Orna pessos cjpaz e inte-
* ^y -.? -> -i? .J:,.-,' ..................-.*.
;'^ IMrunie da malril da ltoa-Viia
.1. 8(i,
ligente, para vender pao na ra com um pre-
to, em fregu-zia ja antiga : na ra larca do
Kossrio, padaria n. 18, junio ao quariel de
policia.
- D-se a qu?ntia de 50 a 200? rs. a ju-
ros, com penliore* : na roa .Nova foja 11. 12,
das II horas do dia, as o da tarde
Feidel Pinto & C, declarara que o Sr.
Thomaz Das Soulo, dcixou deserseuci-
eia de toda a qualidade e boUUD-ie ouvidos ''';
,"^ em espiogarilas : ,,, iQaaiDI vendrin-se e
Deema
elugam-ae blcliee, aaaim como maudam-se "'-*"
'.," epplicari qunlquar hora. '5
-.-- O abaixo assignado, por parte da com-
missao lit|uiiataria da companhia de Pesca-
ras Lisbonense, faz puidico que de confor-
midad com a rosoluco tomada em suaas-
sembla gerai, se proceJera a venda em lei-
lo publico, na praca
aUfa^abTa! -'-a 3r d? i'ST'S*- ^rtto"*f"5wS~* telSjTeoin(%sibim** coraobre*
de junbo de a7. Feidel Pinto e. C. | veniente lera do ebegar a esto porto o bri-
gue denominado Pescador, pertenc.ento a
Na ra 00 Hospicio n. 32, vende-se um
cavallo bom e novo
Aos religiosos.
Fazem-se capas, balinas, samarras e
capas viatorias ; na ra da Senzijla Nova
n 36
Ainda se acha a disposic;1o de qual-
quer senhor deengenho quem annunciou
para administrador, assun como tara i'eitcr,
por seachar com a necessaria pralica, e ca-
pacidade precisa para tal fim : quem de seu
prestimo precisar, dirija se a casa ja annun-
ciada, as Cinco Ponas n. 71, ou a taberna
de Gurjau, debaixo, que achara cora quem
tratar ; adverlindo-so que nao escolhe dis-
tancia da praca, por mais ou menos.que
seja.
Pelo prximo paquete hamburguez,
saca-so sobre a praca do Porto qualquer
quantia, a vista ou a prazo : no escriptorio
de Thomaz de Faiia, ra do Trapiche n. 40.
Atienca^
Na noile do dia 2t do )ez corrente de
maio, fugiram do engenh Cachoeira, co-
marca da cidade de Coiauua, os 4 escravos
seguinlea: Flix, cabra, que lepresenla ter
i Jinle, pouco mais ou menos, de 28 anuos.
mesraa, avisa-se a todas as pessoas interes-
sadas na compra de laes navios, para que o
examinen), pudendo dirigir ao bnixo assig-
nado. no seu escriptorio, ra da cadera do
Recite: o supradiio leiiao leT lugar logo
que o nencionado brigue, regressar nesia
viagem. "- Por Francisco Comes de Oliveira,
Joao da Cruz Macedo.
Tresse, fabricante de >r-
gilos e re.i lejos, ru i :as
Mores 11. 19,
avisa ao respeitavel publico, que concerta
orgaus ? realejos, poe marchas modernas
dcste paiz, concerta saraphinas, pianos, cai-
xas demases, acordees o qualquer ins-
trumento que appareca, e lambem faz obra
nova, {la raesraa casa fabncam-se c.xs
para joias do qualquer natureza, retratos,
carlairas humeopalmcas, estojosl faqueiros,
ele, ele.
Eosino particular.
lianoel Cassia^-no de Oliveira Ledo, deu
principio a 11 m curso particular de geome-
tra, e continua recebar alumnos : quem
5?i00 recebe 5:000?
2a700 2:500?
19850 .1 1:2508
Por Salustiano de "iquino Fe:reir,
Jos Fortunato dos santos Porto.
C. STARB & C
respeitosamente annunciam, que no seu ex,
tenso estabelecimeato, em .Santo Amaro.
continu'a a fabricar com a maior perfeir3o|
c prumplido, toda qualidadc du maehinis-
mo para o uso de agricultura, navegacSO e
manufaclura, e que para maior coiiiraodo de!
seus numerosos freguezes do publico em
geral, tero iberio em um dos grandes arma-I
zens do Sr. Mosquita, na na do Iirum, alraz
do arsenal de marinna, um
DEPOSITO OE JUC111NAS
construidas no dilo sen estaliolerimenlo.
Alli arharao os compradores um completo
sortunento de uioendas de caima, com todos
os mclhoraiiiontos alguna dalles novos e
originaes a que a experiencia de muitos ali-
os lem mostrado a necessidade. Machinas
de vaperde haixa e alta pressSo, lachas de
todo lamanho, lauto batidas como fundidas,
carros de mSo e ditos para conduzir formas
de assucar, machinas para moer 'mandioca,
prensas para dito, fomos de ferro batido
para farinha, arados de fer.o da mais appro-
vada consirucc o, fundos para alambiques,
crivoa e portas para l'onialhas, e urna iiilin-
dadede obras de ferro, que ser enfadonho
enumerar. Nu mesmo deposito existe urna
pessoa iiitelligcnlce habilitada para receber
tuda. as encoiiimcn las, etc., etc., que os
aniiunciantes contando com a capacidade de
suas ofneinas e machinismo, e pericia de
seus ofliciaes, se comprometiera a l'azer exe-
Cutar com a maior presteza e perfeicjto, e
exacta conformidade com os modellosou
de'enhos, e inslrucces que Ihe forem for-
necidas.
1/ -~> w U v... ^r J k&K Sfr -^ ^.- .>
" .
....
';.
"?
SSotic:i
icopatiuca&
i:.M 'ERNAMBICO -.
IMI ll. *
SABINO OLLI.AKIO L. PIMO.
Kuadc Santo-Amaro (.Mun-
do-Novo) n.
Nesle ealaheleciraeoto eii .-^ meiilns mais adequados aos climas do nor- -*.'.
'.'.. **' preparados com a maior vigilancia pelo rt\
; proprielarle. '_.:
: ^ Enslem medicamentos preparados no Rio i
... de Janeiro, que se vendem pnr precos bal- ''
loe, mas nao se Earanle sua eOicacia. T-y
-"3 A eiperienria tem damonslrado que oa .-.-
m.licamemo9 aqu preparados produzem ';_'
:,,- meihjir 111 r.,, ca 1.1 provincias do norte, :J
;'J do que os que os que vero de lora.
i(.\ ^* Pre"s *> li*os, sendo mais caros, por
- serem mclborcs, os preparados em l'trnam-
; 7 liucn..
TIIESOUUO 1I0.ME0PATIUC0
:[; r O0
::- Vade-Mecum
O D0
:;? llQn&i*i>ATlIA
:.j- PEI.O III!.
^ SABINO OLEGARIO L. PINIIO.
li-la preciosa ith mnlina a veider-se
vj
w:
:.;
'"i
o
o
o
':
%'3)!0. -J
.
companhia
Pernambuc^na.
,
O vapor PERSINl NGA, commanda,,.
te tenente Moreira. aclra-se a' car/ja para
os portos de Tamandar, Barra-Grande,
Porto de Pedras. Camaragibe e Hacei,
para onde sahira' no dia 10 do corrente.
recebendo carga ate as horas du tarde
do dia 8.
Para o Rio de Janeiro sabe rom
intua brevidade a barca Recife, e tem a
maior parte de seu carregamento promp-
to : parao restanle epassageiros Irata-se
com Manoel Francisco da Silva Carriro,
na ruado Collegion 15, ou com o capi-
tn Manoel Jos Riheiro, abordo.
CEARV E ACARS.C*.
Segu at o dia 12 do corrente o patacho
Emul>c3o : para carga e passageiros, trata-
se cora o repilo a bordo, ou no escriptorio
de Manoel Goncalves da Silva.
Para Lisboa, com toda a brevidade,
Pur ter gran le parte da carga prompta, a
bem conheci la barca .lortugueza Hara Jos
quem quizer carrega% ou ir de passagem,
para o que tem rauilo bons comino los ; di-
rija-se aos seus consignatarios Francisco Se-
veriano Ribello & Filho.
Companhia
iiraseia de pa u' ios si
vapor.
.. ..a man
de seis anuo por auilr^s-irem e, a sua e-cri|i|uracao
em um rhans, o seu cuiiiprumi>au adormecido, e lu-
do a-.im lem marchado em uina cmplela balhur-
.dia; porque '.' porque os uos-os irioSoa na te teem
queri lo reunir em mesa geral para pdr lermu a lau-
tos malee de que ella se rescenle. Carissunus ir-
mlos. domiago 7 do corrente, he* o da einprarado
pelo noso evmpromlMo, em que ella se rene em
mesa geral para tratar da eleirij do novos lunccio-
nario-, a ella deveis Comparecer para (lardes o vosso
vol de cunsciciicia, e he ue e.per^r que e,te appel-
lo que faco para vossas honras e lo de ferdadeiro
i-iir,.1,1.1., nflo seja iurruclooso, preslanto vos deala
sorle um relevante servico ao Senluir Sanlissimo Sa-
crimeiuo. o Decano.
Os devotos da gloriosa Santa Kila deCassia,
enllocada na mr-ja de Nos Senhora do Terco, pre-
lr 11 lem faier a fesla de sua padroeira no currenle
anuo, da maneira seguinte : Uoje, as 5 horas da lar-
de, lera' lugar com toda a aoiemmdade e pompa po*.
ivel a I1en1.il) daquella Senhore. locando uesla oc-
casiau urna bande "e msica militar, que para esle
lim era' coilocada 00 coro da mesma igreja. No
donjnu.i. as II horas da manhla, principiara' a fes-
la, temi por prc-ador o livm. padre inetlre l.-o*
nardo J0A0 Creen, 1 1 noile havie' Te-Deom, sen-
10 pregailor o Rvr.'. padre meatre pregador da ca-
pella imperial Lino do Monle-Carimllo Luna. Os
in-.-mos devolo pedein a todas as corporaroes reli-
gioue o especial Tanor de mindarem jep'icar suas
iRrejaa na occisiAo da ben^Ao, que sera' aninim-iada
por girndolas de fugo, alim de queae lome mais so-
lemne. Joaquim da Fuuseca e Silva, escrivAo.'
Illm. e cari O vapor TOCANTINS, rommandanle, o capilAo
de fragata C-rvasio Maorebo, esprra- do norle. em seguimenlo para odo-ul, al a dia
10 do corrente : agencia, ra do Trapiche 11. 4(1.
Pernambucana.
tira transferida a viasem do Kpor -Iguarassu',
annonciada para o dia 7, para o dia 10, era coiite-
boeucia do lempo chaveas.
Para Lisboa.
Pretende sahir com inuitu brevidade o
brigue portugnez "Pescador,., por ter
parte da carga prompta, para o resto e
passageiros, para os quaes tem excedentes
commodos: trata-to com os consignata-
rios Novaes&C, ra do Trapiche n. 34.
*-*'-' na bolica central, a lO^XHI em liroeliura e ''
V,'S 113(1(10 eucadrruadd. ^jj
. -i""..-.'-..-'..-.-. f\-'\i

"oo
patente inglez
Silo clie^ados e acliam-'e a vendaos vrdsdeiros
a bem couheridos sellins inulo/e patente : na roa
do Trapiche-Novo n. 'i2, armazem de razend? <|H
Adamson Uowie & C.
Jogosdedittbi
Vendcm-se raixinhas c m joi oscomple-
to do dminos, pelo barato preeo do i?200,
14500 e -i- re ca ia jogo ni rua do O'ieima-
do, na bera coiihoeida loja de miitdc/.as da
boa ra ia n. 33.
- Precisa-se de unta ma para todo o
servicu decasa de lamilla de i pessoas, nao
se diiviiln pagar bem, sendo liuipa e diligen-
te : na rua da troz uo Recife n Vi, arma-
zem de fazendas.
- Procisa-se de um caixeiro para taber-
na : no largo do Pilar n. 17.
Compra-so effectivamente bronze, la-
tao e cobre \el lio : uo deposito da luiulico
da Aurora, na rua do Rrum, logo na entra-
da n. 28, c na mesraa rundicSo, em .-anin
Amaro.
REMEDIO IMCOMPARAVEL.
Ciiiturocs de
MGUENTO HOLLOWAY.
Milhares de individuos de ludas a- nacoes
podem leslemunhar as virtudes deste reme-
dio incomparavel, e provar em cas neceasa-
rio, (ue, pelo usoquedelle rjzerm, lera seu
corpo e membroa ioteiramente sSoa, depois
de baver empregado intilmente outros tra-
tameotos. Cada peaaoa poder-aa-ha conven-
cer dessas curas maravilhosas pela leitura
dos .peridicos que Ih'as raiatam todos us
das ha muitos anuos ; e a maior parte del
as sao tiio sorprendentes que admirara os,
mdicos mais celebres. Quantas pessoas re-
cobraran) rom este mi!i Tani. remedio o uso
de seus bracos e sernas, depois de ter per-
manecido longo tempo nos hospitaes, onde
devian soffrer a ampuUcSo! Relias ha mui-
tas, que havendo deixado esses asylos de pa-
deciisentu, parase nao submetterera a essa
opuragao dolorosa, foram curadas completa-
mente, mediante o uso desse precioso re-
medio. Algu.iias das taes pessoas, na efusao
de seu recoiihccimenlo, declararan) estes re-
sultados benelicos diante do lord correge-
dor.e outros magistrados, alim de mais au-
tenticaren) sua affirmativa.
Minguera desesperarla do estado de sua
Saude se tivesse bstanle conlianca para en-
saier este remedio constantemente, segiun-
do algum terapo o tralarneuto que necessi-
lasse a natureza do mal, cujo resultado seria
provar iucontestavelnieiite : Cme ludo cura.
O ungento he til, man particularmente
nos seguinle casos.
lnllaiiiinac.lo da ma-
borracho,
Venilera-se suaeriores e muito Itnnitn
cinluiors .le ll(>rrac^a para liim'ni r m"iu-
IH>S, B (!. barato rreeo de 1IHW rad um
na ruado yueim-do, ha bem condecida laja
de iadazas da boa fama n. 23.
Candi ."iros pro-
>r s ;: va .-.iud ''.'
Vendern-si -luitn linios candirircs fn
prios para it laates, pelo b> ralo prem S>
8-00 : na ni i .i Qaataka o, na be-n runhe-
Cida loja de n.m lez.a ,ia boa fama n. 33.
yuefn quizar ser rotirador iiasii-
naturas do Diario dmtoatinade0 Kaspaata-
dor Cotninarrial do Norte,.. idnea, qu(i se responsabilice coto pria'i-
i>Hl pagador, lera de lucro dz por rent.i,
dando conta diariaT.enl as 6 Hora da lar
de, lucro ete c.iiisiil.'ravel, poi qii'jaej-
leui mil aetignaattaa, e es^ra o relartor
qiie esse numero dtmlicara em pouco ii-m-
po : dirija-sc a ref Tida lypograptaia.
Praeiaa-flS de -mas-ador na pa-
daria da rua da llorentina n. 3: a tratar na
mesma, iu na ru i estrella do i.osario a i A.

""h\fk
Sa*asuSe sorti-
mento ele fa/einiiis oe to-
1: 8 "< (|1IB
~.ai
SJOH
i*an
Alporcas.
Caunbras.
Callos.
Canceres.
Cariaduras.
Dores de cabera.
das cosas.
dos memoras.
Enfernudades da cu-
tis era geral.
Enl'ermidades doanus
ErupcOes escorbticas ...,
tjsiuias no abdomen. SupuraeOea ptridas.
Frialdade ou faltade/Tinha, em qualquer
calor as 6xlremi- parle cue seja
triz.
Lepra.
Males das pernas.
dos peilust
de ollios.
Mordeduras de replis.
Picadura de mosqui-
tos.
Pi1 lines.
Uueimajelas.
Sarna.
dades.
Frieiras.
Gengi vas escaldadas.
InchacOes.
Iiillaiiiiiiacao do ligad)
da bexe.'a.
grandes ; levou camisa c ceroula de algo-
daozuiho azul trancado, e outra. camisa ji
usada de madapolSo ; l'oi escravp de Antonio
da Costa Alecriin, he natural de Itabaiana,
e so|i^oe-se, por ser elle fujfio, que tra sig-
naes de afoites tas nadegas. Joao, preto,
crioulo, de altura e corpo regulares, bem
barbado, conserva meias snissas. tem andar
banzeiro, um tiouco corcovado, reprsenla
ser maior de 30 annos, l'oi ha poucos tnc/.es
comprado a Jos Coelho Scriao, trazendo
nas costas bastantes cicatrizes de chicote,
leu o vicio de embebedar-se, he muito con-
vivente, e o vendedor trouxe-o de Campia
Crande, onde he morador ; levou camisa c
ceroula de algojozinbo azul trancado, ou-
tra camisa usada de m^dapolao e chapeo de
eouro Sebastifio, preto, crionfo, de bonila
figura, barbada, alto c c.heio do corpo, lem
olhos pequeos e vivos, lem signaes de agoi-
les, anda vestido de camisa e ceroula, ora
de algodSo de listra eora de panno branco.
usa de chapeo de couro, tem falla apressada
e tata, fui esc-avo de um tal Cazuza l'aes,
he natural de Alagoa Craudo, onde he muito
conhecnio. Victor, cabra, de idale 20annos,
pouco mais ou menos, sem barba, beicudo,
rosto cheio ou gordo, de altura regular, cor-
po mediano, tem tuna g ande marca de fogo
na muobeca i'e urna das maos, pernas uin
- tanto ariuiadas para dentro ; l-vou camisa
aic o prsenle nao lenha reSLondidi", como cilainrH, a arm.i. i., i- i ,
ao que pobliqael no aUiari.a de 2S*1o me/, proimi L "}*...'.' :?:iaOZ,."ho U,nad.e l!ftrf"
passado, comludo espero que se dianar a supporlar.
a piililicarilo do que forsabendo a respeilo da Doa
ordem, e confiado na bondade de V. C. nSo se ne-
gar responder-me a segrales perpuutas: 1. sera
do, e oulro uniforme branco, he natural da
Serra do Tcixeira, e levou tambera'chaceo
d^ massa preto ja velho. Os dous primeiros
sao actualmente escravos do hachare! for-
teis, regulaments, ordens e avisos concer-
iienles a mesma guarda, relativos, nao so ao
processo de qualilicacao, recurso de revista
etc. etc. etc., seno a economa dos Corpus,
organisac&o por municipios, batalhoes, coin-
panhias com mappas, modelos ele ele : na
rua de 5. francisco, deposito n. 6, onde en-
congara ja enes lomados.
Francisco Augusto da Coala GuimarSee, fe-
riando mais doloroso sentiinenlo, pelo passa-
mcnlo de seu pre/ado lilho Aiilomo Auguslo
da Coala Cnimaraes, vem por meio deste Dia-
rio coufe-sai-se .falo a todos os seus amigos
e mais pe'soas que Ihe Bienal a dietincla hon-
ra em acompnnhar os realoe roortaes do mes-
mo para o cemileno publico, e de novo liles
pede para assislirem a mis.a que se ha de ce-
lebrar nu Corpo Saalo, no da !> do corrente,
as l) horas da manbaa, pelo repouso eterno de
rua ehoa.
ras de bum rosto.
Vendeni-sa ricos estojos para costura de
senbora, pelo baralissimo preco de 3110,
3?50t> e 41500 cada um, caixinhas muito ri-
cas para guardar joias a 800, /200 e 1>50'J,
lesouras niuilo finas d'i todos os tamannos
a 1$, 1 $500e 3/cada urna, ditas para unhas
muitissimo linas a 800, 1/e 1>5()0, linbaS de
peso muilo finas para labyrinlhoa 10o rs. a
miadinha, ditas para bordar a too. uo e mo
rs., lin.las Caixinhas com superiores gram-
pas a 100 e 3uo rs., cartoes com 14 e -l lia-
res de clcheles chatos francezes a su, 100 o
I0 rs., liulias de carreleis de 00 jardss, de
aulor Alexandre a 80 rs. o carretel, ditas da
100 jardas do mesmo autora 40 rs., caixi-
nhas com agutnas trancetaa a i0 rs., ditas
com agulbas de papel preto a 280, cart-iri-
nbas com agulbas francesas a 32a, aguihM-
ros muilo bonitos tan:bem com agulbas
frncezas a 16U e 320, caixinhas com 16 no-
velos de liabas muilo linas para marear, en-
! carnadas e azues a 320, ricos bolOes de vidro
I de cores para vestiros c roupinbas de meni-
nas a 800 e 1/ rs. a oozia, ricos agulheiros
ROB l.ll-lCIEIR.
--, I tow ajjf ...... 1 1- 1 1 1 -.i 1 u l 1 1 1 1 IJ
u nico atitortsadopnr ilerisao do.conselho real, j de ossj e de marlim a 840 e 8*00 rs., dedaes
de osso muilo bonitos e cada um em sua
verdadelar V.C. dado graloilamenle a meiaco do | mado Joaquim Jos Nones da Cunha Marha-
.uiioda'nTV^i^ ^ Vaves,i| rt: Bomb" '"T *> eos dous ltimos .sao de um cunha lo
ia.d. nos.aorden. do predio .,_,.., por_,S|e |de nome Cassiano Cavaleanti da Cunha Vas-
concelos : roga-se, portanto, aos capitaes
proredimento V. C sollreu um proles!.' judicial do
irinao procurador geral ? >.' lera lambem verdade
que despejando-se a cusa da lr.ivessa do l-'alcflu e ha-
vendo quem desse por um requertinmlo em mesa
119 de -Miguel meiisal, conlinua-se a recbenlo in-
quilrao que sabio 1091 assim como que havendo
quem decae I6f p-l casa das (".mco-I'oiilas. V. C.
arreiidou-a por !! ? S- as iwpoebn de V. C. forem
Hrmaliva [o que Dos la I 0*0 permita), devo di-
?er i|u- i-io nao be administrar, mas sini sbaniar ; e
assun piusa.
O Gamba.
1)0
iteberihe.
Emconsequenda da clima, ca trans-
ferida a arrematadoannum ada.doscha-
farizes do Kecife, para terca-ieira !l do
torrente. Escriptorio da companhia o
de junho de 1857. O secretario, t.ui-
Iherme Sette.
Vendem-se meias compridas e corlas
Je lia de carneiro, sem cos tira, chepa-
das de Lisboa no ultimo navio, por preco
muito commodo :' na rua doQueimad'o
ii. 19.
Velas de esper-
ar, ecte.-
Vendem-se caixas com 2 libras de ve-
las de (i em libra, a' preco commodo em
casa de Isaac Curio & C, rua da Cruz
n. 19.
-- Vende-se tima crioulmha com Han-
de campo e as autoridades policiaca dos lu-
gares por ondo elles passarem, haiam de os
man lar capturar e condu/.ir ao engenho su-
pradiln, dertirt de que serao bem recompen-
sados os que se emtregarctn t.as diligencias
neceas ras, a realisarem a prisao e enirega
dos mencionados escravos l'resume-se te-
rem elles seguido para qualquer dos seguui-
tes lugares : Alagoa Crande, Campia tiran-
de, Seria do Teixeira e Itabaiana. Engenho
Cochoeira 25 de maio du 187.
I'iecisa-se de urna ama forra ou canli-
va, para o serviQo externo de urna casa'de
pouca lamilla : ua rua doLivramenlo n. 20,
seguudo andar.
i'uerre0typo,
No aterro da loa-Vista n. 4, terceiro an-
dar, conlinua-se a tirar retrat is com toda a
perfeicao, e pelo novo syslema norle ameii-
cano. Ah existe scroprc um completo e va-
riado sorlimento de caixinhas, qua.lros e
joias ue ouro para a collocagao dos retratos,
fotos os dias das 8 oras da manhiia as 4
da larde esla a ollicina e galera a dis,;oscSo
do nublico.
Ua-se urnas luvas, por urna casa ter-
rea, cora quintal e cacimba, em algum dos
bairros desta cilade.ou sitio perto da praca :
decreto imperial.
Os mdicos dos hospitaes recommendam o
arrobe de Lall'ecteur, como sendo o nico
autonsado pelo governo e pela real socieda-
de de medicina. Este medicamento de um
gosto agrndavel e fcil a tomar em secreto
esta em uso na marinna real desde mais de
60 anuos ; cura radicalmente em pouco tem-
po com pouca despeza, sem mercurio, as af.
feccoes da pella, impingeos, as consequen-
cias das sainas, ulceras e os accidentes dos
partos, da idade critica e da acrimonia he-
reditaria dos hnmores; convrn aos catar-
rhos, a bexiga, as contraccoes e a fraqueza
dos org'ios, procedida do abuso das injec-
coes ou de sondas. Como anti-syphililicos
o arrobe cura em pouco lempo os Ilusos re-
centes ou rebeldes, que volvem incessantas
em consequencia do emprego da copahibe,
da cubeba ou das injececs que rcpresenleqi
oviruasem nautralisa-lo. O arrobe l.affec-'
teur be especialmente recomroendado con-
tra as doeiicas invcleadas ou rebeldes ao
mercurio eao iodureto de potassio.Lisboa.
--Vende-se na bolica de tiarral e de Anlonio
Fe iciano Alves de A/.evedo, praca de I). Pe-
dro n. 88, onde acaba de chegar uina gran-
de porcSo do garrafas grandes e pequeas
viudas di-'aclmenle de Pars, de casa do dito
Hoyveau-I.alferteur 12,rua hichelieu Paria.
Os formularios dSo-se gratis em casa do a-
gento Silva, na praca de l>, Pedro n. 82.
l'orto, Joaquim Araujo ; Babia, Lima o Ir-1
raaos ; I'ernambuco, Soum ; Itio de Janeiro,! JJ?"l ,.,:.,,"
Rocha & Pilhos; e Moreira, loja de drogas {*"?'* l'""*>
Villa Nova, Joao l'ereira de Hgales Le.te "'"" 'Nd "lct"nd
Rio Gran(ie, Francisco de Paula Couto &
Cachas de fe ro.
Na fundieSo da aurora em *anio Amaro-
e tambera no deposito na rua do iirum, logo
na entrada, e defronte do arsenal de niari-
nha, ha seui'jre um grande sorlimento de
tachas, tanto de fabrica nacional como es-
trangeira, batidas, fundidas, grandes, pe-
na un ila -i-(./..i lo Velba D TU, terci^iro n-,1ucnas, rasas e finidas ; e em ambos os lu-
dar. sendo em lugar de negocio, e bera-niar. gares esistem guindastes para carregar ca-
- l'recisa-se de um rapa/, porluguez que noas ou canos, livres de despeza Os nreco
tenha ou nao pralica, para loja de niui.i- sao i s mais coi.modos.-
zas : na rua Inicua u. b'i.
Antonio da Silva Cuimaraes, avisa a
todas as pessoas que possuem cautelas frac-
cionadas, pe o annunciante, e que estejam
sor pagis
premiadas, que a.-resentera para
no prazo.de 30 dias, coula Jos desta data :
lindo oqual prazo, lequerera desoneacao
na t lOSauraria Itecife 4 de junho do I87
Antonio da Silva GuimarSes.
l'recisa-se alujar uma ama que coli-
nos de ida le, bem parecida : na rua do H is- "he o diaria de urna casa da pouca familia,
agradandopaga-sebem: na ruado Amorio:
r nna/.em n. 41.
. ::.:-;..-...-*.... -. :
'.'.* ,-..'..-.- .- ..'...*.;*->.-
^'.i Joao aa Silva aini*, medico pela um- ;j*
icio ii. ir,, sc .(ira quem a vende, c onda ha
de ser procurado.
Thomaz Davves, Frpderiek Ashhv e llcn-
ry Goode, reliram-se paia Inglaterra.
Rento Jos Fernandes liarros, transfe-
rio a sua resid ncia para a casa n. 34 na rua
da Aurora. Recife 2 de junho de 1857.
aicciro.
Precisase de um menino para caixeiro de
taberna, que tenha Instante pralica : a tra-
tar na rua do Collegio ri, 5.
vcrsidade de Coimbra, muibiii sua icsiilen-
.. ca da rua do Cabug< para a rua Nova n. '
i 'i til*, seiiuiido andar, sobrado do Sr. I)r. Nel- '
lo, e alo coulimia a receb;'r,das s as 10 ,
..
l'recisa-se, para um engenho, de um
rpaz solleiro que queira se dedicar a eosi-
nar meninos : alguem que se julgue habili-
tado, dando Redor a sua conduela, appareea
na camboa do Carmo n. 18, que ?char com
quem tralar
Iiesencaminhou-se do po ier do ahaixo
assignado uma lettra de rs sj^oun, aceita
palo Illm. Sr. Dr Jos Quintino do Castro
i.-3o, vencida em abril, a qual por ter sido
devilamente paga, tica de nenhum eircito
em qualquer lempo que :tp,iareca.
Joaquim di a. Uueiroz.
precisa-se ;o um feitor capaz o de boa
con neta para tratar .;> um sitio na Passa-
gem da Uag laleua : procure no silio do Sr
Bduard Futon, ale as !i horas da manbaa,
ou dop iis das j boras da tar Je. No mesmo
sitio cima rerisa-se de um bomem para
caixinha a 500 rs alraofidinDas dj muitas
qualidades pata pregar allinetes e aauihas,
pulceiras iniiilissiino ricas e de multas qua-
lldad s, riquissunas lilas lavradas e lisas de
lodas as cores e larguras, trancinhas de seda
estrellas e Ue to :as as cores, bicos muito li
nosde linho e de varias larguras, babado
aberto de linho, toucas de Ua para enancas,
penles de trayessa pala senhoras e meninas,
e ouiras muitissimas cousas que tudo se
vende mais barato do que em outra qual-
qner loja : na rua do UueimadO, na bem co-
nlieci la loja e imudezas da bo i -aiia n 33'
Precisa-se de um bora trabalhador de
padaria : no p leo do ferco n. 40.
Manuel ilraz Odorico l'eslan retira se
para a corte.
Na rua Direita, sobrado de um andar
n. 33 ao p da bolica, arranj%m-se comidas
diariispara casas particular s, com mullo
accioe promptido, e laiiiein se encarre-
gam de engjmmar, layar a coser para as
ditas. i\a mesma se fazem encoramendus de
bolos e bandejas, e tambem doces, DU lins,
liasteis de nata, allinetes, llores, capellas e
mais sobremesas de botn gosto
l'recisa-se de urna am:. para casa do
familia, para ensabor e engoramar : na raa
Nova n. 41, segundo andar.
No alerro da Roa-Vista n. 31, manda-
rse comida para fra o com muiia limpeza c
aceio, sendo almoco c _ianlar por 300i)o, no
e no almoco solido, cha e
na casa cngomina-se com pros
teza.
a mosi administrativa da irmandade de
Nossa Senhora jo Rom Conselho, erecta no
convento de Santo Antonio desta cidade,
avisa a todos os innaos e mais pessoas, que
domingo, 7 do crtente, lera cora eco a njis-
sa, que na conformidade do compromisso
deve ter lugar lodos os domingos e dias
santos, sendo canta ia a orimeira.
Sabio a luz--0 Despertador Commer-
cialdo Norte. O rejaclor, o bacharel forma-
do Joo de liarros Kalcao de Albuquerque
MaranhSo, espera de todos os seus benignos
Bssignatiles, que avista do recibo impresso
e assignado satisfarSo promptamente o pri-
meiro trimestre, alim de fazer face s onor-
mes despezas do referido Diario.
A lypograpbis estabelecida na rua do
Passeio Publico n. 19, precisa de alguna
compositores Habis para a publica<;o do
Diario e obras avulsas.
Pcl sub lelegacia deS. Jos do Recife
se faz publico, que foram apprcliendidns os
prelos iLourenco e Tiiemoleu por (ugiJos :
este diz ser escravo de Francisco hrasileiro
de Albuquerque, e aquelle do engenho Mas-
sangana : seus legtimos senhores, provan-
do o dominio que nelles tem, ibes aerflo
entregues. Subdalegaeia de .s. Jos do Re-
cite 3 de junho de 1857.O subdelgalo,
Eduaido Frederico Banks.
Ama de leile.
Precisase de uma ama que tenha bom
leite, forra ou captiva : no aterro da Boa-
1 Vista, loja de b lli-les n. 56.
Tremor lo ervos.
Ulceras na bocea.
do li;ado:
das lieulaces.
Veiaa loicidaa u no
dadas nas pernas.
.. -a ,w pa ---------- ........- ,-.......- -w ^ .,,, ii.iiii:),| paia
. lloras da manbaa, e das :l i s ."i da larde, as';;" holieiro e que saiba tratar licm de cavallos
:J pessoas que o queiram consuiiar. CJ aceiado, trabalhaJor e honrado.
... i.'rOO-.r/O^-iil.'i-OOiO OQ <>s ere lores do Sr. Jos Di as da Silva ,
l'recisa-se de um oflicial de alfaiate, ""!e'1 T^e\ede-se a senhora que veio no dia ler-
que tenha pratica de cortar : na rua da utClSn no^^a?o?JleP!?" eir' ? d C,"renle mez> Para ,,uKar-
Madre de Leos 56, primeuo andar. ^^^^TiK ** & B"|aSS.* CrP SaUl "" "' ^"^ "*
Vende-se este ungueiity no estabelecimen-
to geral de Londres n. 2U, Slrand, e na
oja do todas os boticarios, droguistas e ou-
iras it-ssoas encarregadas desua venda era
to la a America do Sul, llavana e llesnanha.
Vende-se a Sors. rada liocc.iidia,cnn(em
uma instruccao ce.' porluguez para explicar
o modo de l'azer usodeste ungento.
O deposito geral he em casa doSr. Soum,
pnarmaceulieo, na rua da Cruz n. t-i, em
I'ernambuco'. ,
para os homens
que tiverem booi f^oso.
Vendem-so muilo bons estojes proprios
para %iagem, por taran todas osarranjos ne-
cessarios para barba, pelo barato preco de
'_*, -5, 3?, j, e 5) cada um, espora muilo
linas de casquinha o ac a la; o par, caixas de
tartaruga muitissimo boas para rap ate
59000, ditas de hualo, lzanos inuilo boa
a 1?500 e -2/51111, iii!,,s niuilo Inas de masas
a I*, i ica.-, ciiariitcir.s a 2S 39 B \~, ponleiras
de marOai e de unicorae para chai utos a sao
e 600 rs., carleiras proprias tura viagem a
3C, 53 e fo, grvalas pretas e de cores, fazen-
de muito boa e muilo bonitas a l-,-lc500, c
2?. mantmhas para grvala de meninas a
800 rs.-, riquissimos caivetes de pur.hd
cora cabo de madreperola e de marlim a 5; e
3a, pinceis inglezes muilo linos para barba
a la e I9S00 cada um, garrafas de cores com
CODOS, pro,iras para lvalo-ios a 1?j gaihe-
leiras com todos os vidros necessarivs e co-
Iher, pe'o baiatissimo preco ce 2?. Iraace-
lins prelos rlleos e chulos 'lo borracha,
paia relogios a m, 820, i'o e 50q rs., obreias
de cola, enfeitadas, contendo lodos os oas
da semana, proprias para namorados a 400
rs cada caixinha, ditas lisas a 16o, escovas
multo finas para denles com caitos de osso,
muilo bonitas, e marfim a 4 ti rs., 500, 60u
(" IfSOO, ditas cora cabo de osso ordiuaiias a
160, ditas do cabo de osso para unhas a :i>0,
500, 640 e I, ditas de cubo de bfalo e de
marflra, tambera p.ira unhas, que se vende
barato, ditas inglotas muilissi no boas para
cabello pelo barato preco de 640, 1^500 e 39,
ditas tambera muito linas para lato a 1*060,
laSOO, l>7 e 3a, atiadores inglezes para nava-
Ibas a 19, nsvalbas as mais linas que sople
encontrar, para barba, e pelo baralissimo
preco de ; cada estojo de una s navalha,
ricas bengalas de bamb' cora castoes muito
bonitos, pelo baralissimo preco de SS&OOe
3?500 cada uma, ditas de calina finas e ordi-
narias:! 500 rs., 19, |5')0 e 2:500, caixinhas
com pedras do osso, torneadas e milito bem
feitas, brancas e encarnadas, proprias para
jogo de damas egamito, pelo baralissimo
prego de 2, 2/300 e 3; a caixinha, lampari-
nes de porcelana edouradas, muilo bonitas,
c propias para oratorios a -2:, diversidade
de objectos decharao e oulras multas cou-
sas de rauilo gosto e por preco barato : na
rua do Queiraado, na bem eonhecida loja de
miudezas da boa lama u. 33.
Precisa-se de um ppqumo p' 16 an-
nos de idade, para csixeira de lab rna : no
pateo da Santa Cruz n. 70.
Do poder do abaleo assignado, SJeaap-
pareceram os escravos Miguel, crioulo, ida-
de 30 a 31 annos pouco mais ou menos, com
os signaes seguintes : alto, bora corpo, cor
bem p eta, olhos pe juenos e aperlado, he
bastante gag>, de forma que quando falla,
ainda mais apefta os olhos ; e Manoelia, rri-
oula, ida!,: 35 a 36 annos pouco mais ou
menos, boa altura, cor fula, ou taioca, pea
bem fetos, e tem a Talla um tanto descan-
sada; sendo u primeiro pertenc ule a sua
m.li a Sra. D. Mana do Espirito Sanio ('..im-
peli; c o segundo, a s, u lio o finado Peli-
cianno de llanos Rogo e Araujo ; e porque
consta ao mesmo abaixo assigoado, que al-
guem que in lev: lmenle os i ceultoa e con-
servan era seu poder, os tenha vendido; o
annnnciaate vem por este maio protestar
contra quem os tenha comprado, que pelos
meios competentes,- sera constrangidoa fa-
cer entrega dallas, e a restituir os das de
servico. Engenho Dourado, na fregui zia de
Ipojuca 30 de maio de 1857Feliciano do
Reg Barros e Araujo.
Campos l.ima deciaram ao Illm. Sr.
inspector das rendas internas, que ej) suas
loj s ns i e ia nao se vendara raaia camisas
taitas desde o i. da crreme mez, nico ob-
jecto,por que l'oram coletadus.
I1.-...1

9
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' le.
iiorsurau de seda de core* com r.imac-rn.
projiriu para vi-slido de s-nhora, cea-
do a ............|
Kiras mantas de bloud pretas e brancas..
I..is de linho n m
iirosdenaple prelo laviado, eovale. .
Hito dilo liso multo l*rgo. covadn. ...
Hilo cor ile rosa muiln encorpado .
Sarja rala beapaahala muuo enrorpad,
covado............
Selim prelo macao superior, envedo .
Panno lino prelo e de core, covado de :lj
rs. a............
Cortes de raseinira de core* com barre ae
lado e de qu^drinno., corte.....
Corles de rollete* de velludo pealo e 4%
cores............
Curte, deeoileiea dt-i.-u-sur.io desellada
varios padrws a........
Meias crua su|iei lores para meninos .
Corles de vestido de -eda d- eres para se-
nhora, o mais rico que lia na aaercaeto.
Cravatas de sena prelas e de cores ...
Chales de menim bordado a rellutfai. .
Hilos de dilo birdados a sede.....
Hilo* de dito com li-lia de eda ....
ilns d- dilo c. in barra malisada, Iimh. .
Ililo* de dito li.os.........
Ditos de dilo rom franjas de laa .
Dilos de l,i i adamaiaMM preta* e He c'ir.
laucos | ara mao.de cambr^ia de Iiii'im.Ii.os
Palilus de alpaca prrta lina e de er. .
Comila, de alpaca preta e de rtr. ...
I'upehua dsela de eres, n>aliM('a, e-
vado.............
Chai de seda ue core, com qaasln, ce-
vaa............
I.'ia de quadros pequeos e crendes, ro-
Cveiio............ .an
Ua eseda,"haaitaaparae*, rnvad<. --.i
Hi.-iis corles d- laa de ramagem n-.alisada
r-iin 15 eavadaa........ M*W1
UennUaui e -eda de core* com sara 4e
'............ itnn
I isuliua de aada comli-lia mauladas, ro-
i. v*ao............I-non
aiawaa de quadro de novo* padr',coraslsi. SS*)
Cii:ipeod-- : i-- trnceles su|#riote* 7-Vm
: lluque/.a de se "a co.r. ram.isem, revulsi. T.v,
Mu-sulina da (otes mu lima-, c...id. I ai
' ('.lulas franrerai linas. ....... -ji
, CaM fran.-cz.s de corea fixe. Tara -ii
K.n freme do becco da Concrecael, a araatula
' loja n. lo.
--- lia-se a premio de 1 por cenlo ao mei,
a quantia de 4:8011; rs.. sobre leltrasde boas
firmas e hvpotheca, pmtmrm de ourt o-i
nrpta : qnen pretender, dinj i-se a praca da
Indesen lencia, loja c livros n. 6 e 8, que: aa
dir quem os da.
Precisa-se de -un amasador; aa nada-
ra da rua do Cotovello n. 31.
GQiptvB.t!-. Lh^O B.-;-
seir ?
Manoel Ruarte Itodrisnes, dando curapri
ment a ordem recehida dos Kxms. Sr. di-
rectores da com-anhia na cidade do Port ,
em carta de 27 do abiil ultimo, T*r. publicar
o annuncio s"guinle, para sciencu Slfsi
; dos Srs. accionistas nesta, como para a que o
i mais possa interessar.
! Liquida^fto de vanor Luso
Bra-
s: eir.
Tendo siloresolvida a liqui laajfa '.a com-
pantiia de navegacfo a aapaf Lusi>-Brsiiei-
ra, como e aeba publica pelo manifest du
Sr. presidenta da ass-mblageral, no Rio d
Janeiro cora data da 1. de miro do corren-
te uno, a diraeato da rnesmi c .mpanlua
na ci le c d-> Porto, abaixo assignada, uto-
risa ja por ollieio do resino Sr. res-dente
com dat: d 16 de -ar^o, faz publico que
reccb pro.oslas para a co npra dos barras
da mesma companhia abaixo desc'ip'.os c
seus perlences. at o dia 30 do prximo fu-
turo mez du julno, e ucsse mesmo dia pelas
12 horas da manbaa sern abortas pin sesso
publica, na presenca ios woponenles i,:j
seus r.p-esentanles, qoe q-nzerem tssiti
aquelle acto. Os invcnlirios dos mrsmos
barco pode7) var-as em Lisboa, no escrip-
torio da detegacTio desta companhia, e ne-ta
eida.Je, no escriptorio da direccio. l'orto
25 de abril de 1857 Os directores da com-
panhia l.uso-lirasiieira, Vi-,conde deCa>tr-i
e silva, t.arSo de Massacalos, A. Comes dos
Sanos.
barco a vapor a licite;R Mana II, A rna-
deira, construido era li nosestalci-
ros de Ricardo i\ llenriqje Creen, r-n
Rlackwall, rondado de MeJIeasex, dr
lolario de 153C lom-ladas, machina dr
Torea ih 300 cavallos, construida por
Mili, r Itaveahill A salkel I.
larcoa vapor a hliceII Pedro II. de nta-
deira. conslrui.lo em KV>, noseslalc
ros de Mr. W. I'itcher ca Londres, dr.
Iota- io de 1,512 toneladas, machina de
fo-cade. 300 cavallos.
Vapora hliceraque do Po to. de l-rro,
constru loe.m 1853 em NewCastle ii,w.n
Tyne nor rUesasa Towarl, de Iota;
e SU tunela las, ni china de forc de
80 Cavallos, ronstru da por R. Mcpliin-
aea \ CompaalMa.
Advertencia ao Sr. Joaqi:m P reir Aranic.
vista ia lite resta, exorate-e, e ua sua Ma*
ao halo1, e soeata nada deve, aaMn
carta -i i f inca, ib pena -le lieareaud rw-
ilhum effaltO : o sea silencio sera axovnla-
vel, C liearci filio liado df.soh iga lo. Por
nao |er reaposta da carta abaix i, he o que
publicamos.
Sr. Joaquim l'ert ira Arantes. Ten-I en
la lo uma carta da i;anca uo I. de abril .le
'y.'ja sra.II Mana t>'ian:isc sobre uma sua rasa sita, na camboa atoC-.r-
mo deata Cidade n (, p ;, qual pacata a
lesma Is000,ej n> mor ni io ela se-nlio-
ra oiii dil-casa, exiliado cu a caita d I
ca, ili/. ella, aui ia se a. ha em seu poder, son
a lemlirar-llie iy.i- dclla deve receber aim-
gavel ou judicialmente, para em sua falta aa
ernbolsar-the o saldo c ressatar a maaai
Uaoea, islo com a maior br-vidaJe, sob pena
do ea l'aiter u:.i anmincio nojo'nal para li-
Car de n---.ii un clfc lo aquella liacca M
respaila sera o moa governo.
M. do A. Caj'.
Prensa-^ da um caneo o loMatC
annos para labeni", e que tenha alguma
prjlica : ni rua de Sanlt Rila Nova n. j.
MUTILSDfJ
LEGIVEL


DIARIO DE PF.RNATUBUO SAIiBADO 6 DEJL'NIIO DE 1857.
CONSULTORIO HIEOPATHICO
DO
_ rw _
Onde se acham sempre os mais acreditados medicamentos, tanto era tinturas como
em glbulos, e preparados com o maior escrpulo e por pregos bastante commodos
HIELOS F1XOS.
Botica de tubos grandes. .
Dita do 24
Dita de 36 o .
Dita de 48 > .
Dita de 60 o .
Tubos avulsos a......
Frascos de tinturr.demcia onga.
Manual de medicina homeopathica de Dr. Jahr com o dic-
cionario dos termos de medicina
Medicina domestica do Dr. Ilenry .
Tratamento do cholera morbus .
Repertorio do Dr. Mello Moraes .
10/000
15C000
303000
255000
305000
13000
25000
205000
O.'OOO
2/000
6*000
*> $
PEDIIAS PRECIOSAS-
JS
V
> i
9 diamante* e perolas, pul-
a Mim, alueles, brincos *
a rozelas, bolfles annei* s
:. de dillereul! gostos e de :
* diversas pedras de valor. S
I0REIRA t ODATE.
LIJA DI OLRIVE:
Rua do Cabuga n. 7.
OURO E PHATA.
Compram, vendem oa
5 Irocam prala. uoro, bri- S
| Oanles,diamntese pero- E
' las, e outras quaesquer
RecebeiQ por to-
dos os vap. rrsda Eu-
ropa as obras do mais
;;;ldi,li1 modernogosto, tan-
piiiiiimiiiiiiihiiiiinniii niiiiiiiii to de Franca como
de Lisboa, as quaes vendem por
pre^o eonimodo como eos tu mam.
Adereros completos de
: ouro, meios dilos, pnl-oi
* ras, alunele?, briocos e
I rozelas, cordes, trancel-
m lins, medalhas, correnlcs
'-; e entalles para relogio, e
;. oulros muilos objectos de
: ouro.
Y Aparelhos completos de
g prala para cha, bandejas,
.'.'. salvas, eMlicaea, colheres
8 de sopa e de cha, e mui-
J los outros objeclos de
prata.
* <. .?; ? *: ? ?:s o: v < $ sggg
10

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Ama.
&.!**&
Vende-se urna duzia
urna mesa de meio de
v*
Q O O.
s ?
Rio-Formoso.|
a
de Mene- s?
i
O Dr. Jo.o Honorio le/.arra _
tes, medico pela l'aculdade da Baha, lem \t;
luido sua residencia na cidade do Kio-For-
moso, e de novo eflerece seus servidos a lo- ~?
das at pessoas que o hourapem com sua con- V.i
llHIll' 1. l"&
--> -v-.;r-..-- -i fift a-"5^^-^^ ** flombinaeao com a maior parta das ca-
'?. ww..-^^ ,., .^ W-Jw*>>r:ii'3r b< sas eommerciaes me
Q
Precisa-se de urna ama para casa de pou-
ca familia, que saiba cozinbar, e engommar,
com toda a perfeicSo, e paga-se bem ': ua
ra do Cellegio n. 15, armazem.
JOHN GATIS,
corretor geral
E AGENTE DE I.EII.O'ES COMMERUAES,
n. 20, ra do Torres,
PKIHEIRO ANDAR,
praca do Corpo Santo
RECIPE-
SEGURO CONTRA FOSO.
Companhia Alliance.
Esubelecida cm Londres, em marco da 1824.
Capital cinco milhoes de libras esterlinas.
Saunders Brothers & C, tem a konra da in-
formar aos Srs. negociantes, proprietarios de casas,
t a quem mais convier que estao plenamente au-
lorisados pela dita companhia para effectuar segu-
ros sobre edificios de tijolo e pedra, cobertos da
talha e igualmeqta sobre os objectos que contiverem
os mesaos edificios quer consista em mobilia ou
%m fazendas de qualquer qualidade.
i AO PIJILICO. 1
J Wo armazem de fazendas^ baratas, ra do *e
|tt Collegio n." 2, J$
i vende-se um completo sortimento de fa- ?'
zendas finas grossas, por mais barato H
precos do que em outra qualquer parte, ^
tanto em porcoes como a retalho, affian- fl
cando-3e aos compradores um s pre^o S
para todos: esle estabelecimeuto abrio-se S
**
H
Aeneo
K. C. Yates & Companhia: estabelecidos
no Rio d Janeiro, na ra do Hospicio n. 40,
vendo um annuncio publicado em um das
folhas del'crnambuco pelo Sr. liartbolomeo
F. de Souza, preveuindo ao publico que q
verdadero xarope do bosque s elle he
quem vende.prevenimos ao mesmo publico,
que o nosso xarope he remet ido do Rio de
Jrneiro pelos cima proprietarios ao Sr.
Manoel Alves Guerra, e este senhor fez o de-
posito para ser vendido na pharmacia do'Sr.
Jos da Cruz Santos, na ra Nova n. 53, ni-
cos por nos autorisados para venderem o
nosso verdadeiro, e mais prevenimos aos
senhores consumidores, que ha perto de 5
annos os rotlos collados as garrafas sSo
asignados por Henry Prins, como procura-
dores dos cima proprietarios. Rio de Janei-
ro 13 de Janeiro de 1857.
~ Brltiolomeo Francisco de Souza, len-
do o annuncio dos Srs. R. C. Yates & Com-
panhia no Diario n. 17, em que diz ser so-
monte verdadeiro o xarope de bosque que
.se vende nesta cidade na pharmacia do Sr.
Jote da Cruz Santos, onde fez deposito o
Sr. Manoel Alves Guerra, que recebeu del les
proprietarios, declara ao publico, que n3o
duvida seja falso o xarope de bosque que
lamliem vende em sua botica, mas assevera
que elle he comprado aos mesmos Srs. R.
C. Yates & Companhia, do Rio de Janeiro,
como provam os documentos abaixo :
KIO DE JANEIRO 8 DE AGOSTO DE 1856,
O Sr. Barlholomeo Francisco de Souza
comprou a R. C. Yates & Companhia :
4 duzias de garrafas com xarope
do bosque a 5*5000.........2165000
6 duzias de 1|2 garrafas com xa-
rope do bosque a 275000......1625000
Rs. 378000
Rccebi o importe cima, do Sr. Antonio
'oaquim Vieira de Carvalno. Rio de Janeiro
de agosto de 1856. Por R. C. Yates &
'ompanhiaJos Paulino Baptista.
Reconhe?o verdadeiro o signal supra. Re-
cit 8 de agosto de 1856.
Em f de verdade.
Manoel Hilario Pires Ferrao.
RIO DE JANEIRO 18 DE FEVERFIRO DE
1857.
Os Srs. Constantino Gomes de Faria & Fer-,
reir compraram a R. C. Yates & Compan-
hia :
? duzias de garrafas com xarope
do bosque a 545000.........216/000
6 duzias de 1|2 garrafas com xar
ropedo bosque a 879000......162/000
e-ai ---------
Rs. 3787000
Recebemos o importe. Por R. C. Yates &
Companhia\V. C. Cerwarlt.
Nos abaixo assignados declaramos que
compramos o xarope cima para o Sr. Bar-
tholomeo Francisco de Souza, de Pcrnam-
buco, em virlude de sua ordem de 3 do cor-
rente. Rio de Janeiro 18 de.fevereiro de
1857.Constantino Gomes de Faria & Fer-
reira.,
ReconheQo ser verdadeiro o signal supra
de Constantino Gomes de Faria cV Ferreira.
Rio 18 de evereiro de 1857.
F.m f de verdade.
Pedro Jos de Castro.
l'recisa-se alugar um* parda ou preta
prefenndo-sc escrava. que saiba tratar de
enancis, c dos seus arranjos : a pessoa que
a tiver, ouqueira disso se encarregar, diri-
ja-se a ra des. Francisco, como quem vai
para a ra Bella, sobrado n. 8, para tratar de
seu ajuste, que ser bem pago avista de suas
qaalidades.
% DEATiSTA FUIGEZ. :
Paulo GaigMQl dentista, ra .Nova n. I : *?
K\r na mitsina casa lem ai;ua e pus ilentrilire. *
o Dr. Ignacio Firmo Xavier faz publi-
co, que mudou sua residencia para o seu si-
tio na Passagem da Magdalena, que lica ao
norte da estrada entre a ponte grande e a do
(.hora-menino, e ah tem pieparado urna
casa de saude com todos os commoJos para
o tratsmento de escravos, cujos senhores
residam tora da praca, ou -que no os pos-
sara curar em suas proprias casas : quem
para isto quizer-se utilisar de seus servicos
mdicos, que serao desempenhados rom o
maior zelo, dirija-so ao pateo do Carmo n.
9, primeiro andar, ou no referido sitio da
Magdalena. Prego2/000 diariosexceptu-
ando conferencias, sanguesugas e opera-
Ses.
Precisa-se de una ama para o serrico
interno de tima rasa de pouca familia : na
prac,a do Corpo Santo n. 17.
ezas, francezas, alle-
maos e suissas, para vender fazendas mais
em conta do que se tem vendido, por isto
oflerecem elle maiores vantagens do que
outro qualquer; o proprietario deste im-
1

. SE
portante estabelecimento convida todos f*
XI
os seus patricios, e ao publico em geral,
para que venbam (a bem dos seus inte- S
resses) comprar fazendas baratas: no ar- jp
mazem da ra do Collegio n. 2, deAn- jg.
ionio Luto doi Sanios & Rolia.
PLBLICACAO religiosa.
O Brasil.
Peridico Catholico, Litterario, c Noticio-
so, publicado no Rio de Janeiro, subscreve-
se na livraria n. 6 c 8, na prar;a da Indepen-
dencia a 63 por semestre, pagos adiantado.
Refinaria de
Rogo & Brrelo, no Mon-
te i ro.
No deposito desta refinaria, na ra da Ca-
deia do Recife n. 30, ha sempr'e assucar re-
finado de superior tjualidade, tanto em p
como em torros e em paes, por prego mais
commodo de que em outra qualquer parle.
i-ssenhoras que mont m
a cava lio.
Na ra Nova n. 18, loja de M. A. Caj- & C,
lia ricos casavequee de cores, e pretos,
para montara ; assira como um grande sor-
limento-das mais bem acabadas obras de al-
faiate, tanto superior, como mais inferior,
chapeos, ditos de sol, lencos de seda, ditos
de dita para grvala, ditos de cores, Juvas,
suspensorios, meias para homem, senhoras e
meninas; camisas, ditas de meias, fazendas
para qualquer obra que seja encommenda-
da : a pessoa que vicr a esta loja, achara um
fato completo, e ser um so prego para to
dos, a dinheiro.
3 $ ':::. ?>@ $#*&
g O Dr. Caettmo Xavier Pereira de Brilo,
,. medico, taz scienle aos seos .migos c jo i-'.'
<* publico, que mudou sua r.sidencia para a S praca d.. Boa-Vista, casa n. 22, que fui do $
a fallecido Gadaull, por cima da botica do Sr. a
<& Jojqoim Ignacio Itibeirn, onde podeca ser sff
^3 procurado a qualquer hora do da oo da &
D0le- @
Precisa-se de um caixeiro para taber-
na : na ra da Roda n. 48.
de cadelraV
meio de sala, um par de
consolse um sopha : Indo dejncaranda':
na ra de [lorias n. (i2. rasa torrea com
a frente pintada de azuleas portadas de
hranco.
Grande fabrica
de tamancos, na ra Di-
reitf, esquina lo beeco de
S. Pedro n. 16.
Neste estabelecimeuto ha eflectivamcnte
um grande sortimento de tamancos, Unto
para homem como para meninos e senhoras,
a retalho ou mesmo em grandes porges,
para o mato ou mesmo para a praga, minio
em conta e a vontade dos compradores.
- Vcnde-se borracha para sapalos c bor-
zeguins a 400 rs. o palmo : na loja de sapa-
tos na ra Nova n. 26.
ni nova loja da rua do
Collegio n. 9,
vendem-se pegas de madapolao largo c fino
com um pequeo mofo a 47500, pegas de al-
godio grosso a 23, chales de merino de to-
das as cores a 55500 e a 9S, de larlatana a 1,
chapeos de sol muito finos de panno a 2/ e a
25500, um completo sortimento de cortes de
caigas a 15, capas de panno todas forradas a
4-3500 e 78, pegas de esguiSo muito fino a
3J500, chitas largas franrezas a 320.O cova-
do, mussulinasdecor multo lindas a 320 o
covado, redes a 55, cortes de calgas^para ho-
mem a 800 rs. cada um
F'inho do
Porto.
Na rua da Madre de Dos, loja n 34, con-
tinua-se a vender o muito superior vinho do
Porto engarrafado, cm cax*s de una e duas
duzias, das eras de 1815 e t834, assim romo
vinho fino do Porto, em barris de quinto,
oitavo e Tigesimo, vinho branco e ge opi;a
branca, em barris de quinto ; tambera tro-
cam-se imagens de Santo Antonio de prata,
vultos pequeos muito perfeitos, por quan-
tia mdica.
RICAS BONEGiS FRANCE-
ZAS.
Vendem-se muito lindas e bem vestidas
bonecas francezas, grandes, pelo baratsi-
mo prego de 2S500 e 37, prego que nao ha
quem deixe de dar se as vir; na rua do Ouei-
mado, na bem conhecida loja de miudezas
da boa fama n. 33.
Para noite de S. .1 nao.
Vendem-se amendoasconfeitadas de todas
as cores e ebeias de mel. proprias para as
sones da noite de S. Joiio, por barato prego:
no deposito da rua de S. Francisco n. 6
Bonecas mgicas.
cbam-se a venda, por commodo prego,
bonecas com gaveta mgica, para brinque-
dos : no deposito da rua de S. Francisco
n. 6.
Vendem-se os mclhores queijos do
reino que ha no mercado a 15440, macarrSo,
talharim a 320, manteiga ingleza nova a 800
rs., linguigas do reina a 480, toucinho de
Santos a 280, o mais novo no mercado: na
rua Direita n. 14, esquina que vira para S.
Pedro.
PECIIINGIIA.
Na rua Direita n. 27, vendera-se queijos
chegados ltimamente pelo vapor, muito
novos, a 13800. ditos a 15500, ditos a I54O,
dito* a 1/300, ditos a 1*200, manteiga ingle-
za muito nova a 960, dita a 800, dita a 640,
dita a 5(i(), franceza a 80O rs., dita a 720,
chooricag do remo a 600 rs. a libra, e outros
muitos gneros quo se vcnderio por prego
commodo.
Vende-se um moinho de caf, com tor-
rador, que torra de urna vez 16 libras,, em
bom estado ; ha tambem m jogo de baga-
tella usado, que se vende em conta : quem
pretender, dirija-se junio a fundigao, em S.
Amaro, taberna de Jos Jacintho do Carva-
Ibo.
Vende-se urna negra, com urna cria: as
Cinco Ponas n. 132
_ Vende-se urna mulata moga, sem vi-
cio, com algumas habilidades : na rua dos
Martyrios n. 32.
ricos cortes de
seda de cores a I 3.yOOO.
Na loja de 4 portas da rua da Cadcia do
Recife n. 48, de Narciso Hara Carneiro, ha
para vender um grande sorliment destas
sedas com padres mui delicados, proprios
para'.scuhora e para meninas.
A todo o prego.
Vendem-se queijos de grusyerc em bom
estado : no armazem confronte a alfandega,
de l.uiz Antonio Aunes.
Vende-se cognac em garrafas de pri-
meira qualidade, em caixas de duzia, sardi-
nhas em quartos e meias latas, arenques
brancos, por pregos comuiodos: na ruado
Trapiche n. 15.
- Vende-se urna escrava crioula, com
habilidades, e o motivo se dir ao compra-
dor : no aterro da Boa-Vista n. 37, primeiro
a,JdrLUYAS DE JOUVIN.
Constantemente achar.lo na loja do Le-
conte, aterro da Boa-Vista n. 7, as verdadei-
ras luvas do Jouvin, de todas as cotes, igual-
mente ricos pentes de tartaruga da ultima
moda.
Vendem-se rastanhas piladas a 80 rs. a
libra ; na rua Nova, taberna junto a' ponte
da Boa-Vista.
Venda de
Deposito
DAS BICHAS
na rua estreita do Rosario n. 11, vendem-
se os melhores queijos londrinos que tem
vindo a esto mercado, por sercm muito fres-
cos.
Rua do Queima-
iflAIW V l A
pianos.
Vendem-ae muitos lindos e excedentes
pianos, chegadoi ltimamente dr Ilam-
Ihiipo, r rom lindos relalos no
picio : na rua da Cruz
Keller & C.
frontes
').">, casa de J.
Cobre
de
Vendem-se as seguintes fazendas moder-
nas, rhegadas pelos ltimos navios (ranee-
zes ; dao-se as amostras com penlior :
Popelene de ramagem, fazenda moderna, de
lindos desenhos.
Sedinhas de quadros miudos, covado IsOOO
Cortes de clialy de babados 127000
Grosdenaples de cor, covado 27200
Cortes do chitas largas, 8 l|2 covados 25000
Chaly ondeado, covado 1--100
l.aas de quadros, covado 600 rs. e 800
Chaly de llores solas, covado 800
Albaneza preta com inais de vara de
largura, covado 17000
Chita rxa larga com toque de a va-
ria, covado 160
Cortes de cassa de pinlinhas miadas 27200
A 1,000 rs.
o Covado.
Vende-se laa e seda de linissima qualidade
e bom gosto : na rua do Crespo n. 19. Dao-
se as amostras com penhor.
Ji,
rs.
ueijos
Co*tt>tS.
Ossos.
Vendem-se superiores queijos llamengns,
os mais novos que h.a no mercado a 17440 :
na rua Direita 11. 8.
SabO
O antigo deposito, sito no beceo do (ion-
calves, armazens ns. 4 e 6, acha-se de novo
suprido de diversas qualidades de muito sua
perior sabio amarello, fabricado nesta pro-
vincia,e vendfl-se por menor prego que cm
outra qualquer parte.
Vende-se urna mulata com idade de
30 annos, boa para vender na rua, cozinha
e lava : dirija-se a rna larga do Rosario
n. 4?.
Ao Ptegui$ que est
vendendo baratissimo,
Na loja do Prcguica na rua do Queimado, esqui-
na do becco do Paita Frita n. 2 continua a vencer-
se fazendas por bariliMimoi presos sem avaria ou
dcfeilo alfrum, enire ellas cambraias francezas de
novos padres e cores lisas a IW r. a vara, chilas
francezas da Mudos padrees a :MH) rs. o covado, lila-
zinhas de quadro3, proprias para roupinhas de nw-
uinos a 401) rs. o co\ado, peona de cilas de cores fi-
zas a .".?, (I3, 655O0, e o covado o 1 (l, 16" e 1S0 rs.,
cambraias eslampadas lionilos padrfies a 320 r.o co-
vado, corle de cairas lindos padres pelo baralo pre-
;o de 1)360 rs. cada nm, coberlores de algodao pro-
prios para escravos a 700 rs. cada um, lencos de
cambraia para mao a ISO, pannos para mesa a 1;920
cada nm, pecas de bretauha de rolo com 10 varas a
2-_rada urna, meias casemiras para ralbas e palitos
a 500 rs. o covido e oalras mu-tas faze'ndas que e
deizam de mencionar e se venderao por baratissimo
preco.
a vara.
linho puro : na rua
Na rua da Sensala Velha n. 116, compram-
so ossos do boi. 1
Comprara-so travs de 25 a 35 palmos
de compriiriento, e palmo de grossura : na
livraria da praga da Independencia n. 6 e 8
- Compra-se elTecti va mente na rua das
Flores n. 37, primeiro ndar, apolices da di-
vida publica e provincial, aegoesdas compa-
nhias, e da-se dinheiro a juros, em grandes
e pequeas quantins, sobre penhores.
- Compra-se effectivamente cobre ve-
Iho, seja de que obras for, forro de navios a
300 res a libra, e lato a 260, e peridicos a
43000 arroba ; no pateo do Carmo, esquina
da rua de Ilortas n. 2.
Compram-se barris de vinho que nao
lenha mistura d'agua : na rua da Senzala
Velha n 110, deposito de bebidas espiri-
uosas.
Compra-se urna burra de forro, com
bantc peso, e que soja segura, estando em
bom estado : ua rua da Cadeia do Recife,
loja n. 33.
Compra-sc urna negra boa cozinbeira,
idade de 30 a 36 annos : a rua da Cadeia do
Recife n. 6t.
Compra-se um cavallo que, seja novo,
ecarrrgue baixo at meio: quem o tiver,
dirija-se a rua do Queimado, loja de fazendas
n. 20.
Compra-se urna ca*a lerrea boa ou um sohra-
dmlio de Din andar no bairro de Santo Antonio :
quem tiver antiuocie para ser procurado.
Compra-se um jogo de bagatella em
bom estarlo : quem o tiver annuncie.
Compram-se palaces brasileiros e
hespanhocs a 25020 : na rua da Cadeia do
Recife, loja de cambio n. 38.
- Compra-se 1 ou 2 escravos de 18 a 30
annos, sem vicio nem achaque, nao se olha
a prego : na rua do Cotovello, padaria n. 31.
Compra-se umu canoa de um s pao
que COnduza mais dr de/, caixas de assu-
car, estando em bum estado e apaiellia-
da, para viajar.
CAPAS BE BORRACHA
pelo barato prego de 4 a 83000 cada urna por
terem pequeos defeitos : na roa da Cadeia
Velha n. 33, loja do Porto.
^aoa22 por pa-
taca.
Pao da melhor farinha que existe no mer-
cado, a 22 por pataca 110 deposito do pateo
de S. Pedro n. 6.
40 PATEO DE S. PEDRO
No deposito do pateo de S. Pedro n. 6,
alm de um completo e variedo sortimento
de bolarhinhas de araruta e. bolos diversos,
existein disposigao dos lieguvzcs os mui
acreditados bolinhos franeezes, italianos e
Vendem-se brins de
do Crespo n. 19.
Na antiga loja de papel e livros, do
Cantoso a y res, na rna da Cadeia do Recife
n. 31 A, continu'a a ven ler-scch hysson da
melhor qualidade ; bem como tem sempre
sortimento dess! genero, de qualidades di-
versas, por pregos differentcs, c commodos.
covado, a
%W rs
Cassas francezas de gostos novos a 240 o
covado ; dSo-8e amostras : na loja das 6
portas em frente do Livramenlo.
Mioja
das seis portas
EM FRENTE DO LIVRAMEJMU.
A 240 rs.
Cassas francezaS de bonitos gostos a 240 o
covado, riseado francez a 160 o covado :
dao-se amostras com penhor.
friigene Cticqaot
participa ao respeitavel publico, em Pei-
nambiico, cpie o nico deposito nesta
praca, de seu muito conhecido vinlio de
champanlie. he na casa dos Srs. .1. Prac-
fjenV G., rua da Cruz 11. II.
J. PRAEGER & COMPANHIA.
Rna il Cruz n. 11.
Receberam pelo uilimo navio de Ha-
vre, urna nova porco de afamado e la-
moso
VINHO DE CHAMPANHE
deEugene Clirquot a Reims.
Tintas
Vende-se urna porrao de tintas prepa-
radas, assim como algumas barricas del
ulvaiade : no armdxem de J. Praegcr i\
Companhia, rua da Cruz n. 11.
CHAPEOS i TABBERLIK
Do afamado fabricante
Pinneau de : aris.
Acal>amdeclicgar pelo ultimo paquete,
os supra mencionados chapeos deste ala-
mado fabricante, e vende-se na loja de
i portas, da rua da Cadeia do Ueci'o n.
S, de Narciso Mana Carneiro.
Methodo fac limo.
Na liTaria da praga da Independencia n.
6 e 8,' 'eode-se o methodo facilimo- para
aprender Icr, novaraente impresso e aug-
mentado, por mil rcis.
Marinelada
NOVA
para forro de navios : no armazem
Tasso Irm&os.
A \OSOOO
Vende-se excelleiite cora de carnauba do
Ararat y, e Assu', de una sacca para cima,
escolhendo o comprador a sua vontade, pe-
lo indicado prego de 10/ a arroba : no ar-
mazem de l>. R. Andrade & C, rua da Cruz
n. 15.
Pianos.
Em casa de RabeSchmettau &Companhias
rua da Cadeia n. 37, veudem-se elegante,
pianos do afamado fabricante Traumann de
lia mburgo.
Vende-se superior linhas de algodSo
brancas, e de cores, em novello, para costu-
ra, em casa deSouthall Mellor & C., ruado
Torres n. 38.
TAIXAS PARA ENGENHO.
la fundifo de ferro da D. W. Bowman u
madsBrum, passandoochafariz, continuaba
derumcompleto sonimepioda taixss de ferro fun
ido e balido de 3 a 8 palmos de bocea, ai qaaai
acam-se a venda,por eprego commodo a com
proniptido: embarcam-soucarragaai-sa amear
ro semdospeza ao comprador.
Deposito
de rape; princesa da fabri"
ca de E.Gasse, no R<
de Janeiro.
V'ende-se a prego commodo rap fino,
grosso e moio grosso, da acreditada fabrica
cima, chegado pelo vapor S. Salvador ; na
rua da Cruz n. <9.
Planta da cidade do Re-
cite
Vende-se a planta da cidade do Recife e
seus arrabaldes, leita pelo *r. Dr. Jos Ma-
j mede Alves Ferreira, por seis mil rei : na
livraria n. 6 e.8 da praga da Independencia.
>lappa das distancias d:.
provincia.
Na livraria n.6e 8 da praga da Indepen-
dencia, vende-se o mappa das distancias
das differentes villas da cidade entre si, e
relagao a capilal da mesma, a mil res.
. r> ;. i .s t*. gradee,
Um lindo e variado sortimento de model-
los para varand.is o gradaras, d^ gosto mo-
dernissimo na fundigao da Aurora em San-
to -vmaro,o no osilo da mesraa, na rua do
Brum.
N. O. Bieber & Companhia, rua da
Cruz n. 4, vendem :
Lonas da Kuitsia.
dem inglezas.
Brin/.So.
^afrins da Itossia.
Vinho do Hadeint.
AlgodSo para saceos de assucar
Ai^odftozinhfi da Hahia
parasaccqsde assucar.' vende-so cm casa
de N. O. bieber rv Companhia, rua da Cruz
n. 4.
tHoendas superioren
Na randicSo de C. Starr & Companhia, ero
Santo Amaro, arham-sc para vender moen-
das de canna todas de ferro, de um modello e
construccSo milito superiores.
Ars senhores donos do
tabernas.
Vcndcm-se barricas com sardinhas gran-
des e novas, assim como a retalho, aos cen-
tos, por prego mais em conta do que em ou-
tra qualquer parte : na rua da Praia, arma-
zem n. 18, do Josa de Mello Costa Oliveira.
BOtoes para pa-
lios, rolletes, punlios de
camisa, e para casa
veques de sen-hora
Vendem-se abotoaduras muito linas de
madreperola para colletes, pelo baratissimo
prego de 500 rs., ditas muito ricas de todas
as cores a 400 e 500 rs., ditas muito linas de
madreperola para palitos de homem e de
meninos a 500, 600 e 800 rs., bolOes de moi-
zaique e outras qualidades. de muitc ricos
gostos, paia punbos e collarinhos de cami
sa, pelo baralo prego de 800 e 2j rs ataca-
dores de cornalina para casaca a 300 rs.,
botoes de vidro de muito lindos padrdes,
proprios para easavcquesa 800 rs. a duzia,
e outras mais qualidades de botoes, que se
vendem muito barato : na rua do Queima-
do, na bem conhecida loja de miudezas da
boa fama n. 33.
nm PECT.IS DE LA I \
laa e lgodfio para pa-
dres.
Vendem-se superiores meias prctas de
laia pan padres, pelo baratissimo prego de
IJ800 o par, ditas de pura 13a a 1/500, e di-
tas muito superiores de algodo a 600 rs. :
na rua do Queimado, na bem conhecida loja
de muid -zas da boa fama n. 33.
"ECHANISIO PARA SIS!
IHO.
NAFUNDICAO DE FERRO DO ENGE-
NHEIRO DAVID W.ROWMAN. , RUA DO BRUM, PASSANDO O oHA-
FARIZ,
ha tempre um sr and e oriimento dosaegainles ob-
jeclos de mechaniimos proprios paraMMakOM sa-
ber : ranendase meias moeuda. da nais moderna
construrrio ; taixasde ferro fundida e batido, de
superior qualidade e de todos os lmannos ; rodas
dentadas paraagua ou auimaes. da todas as propor-
c6es;crivose bocas de torntil eregistros de bo-
iro, aguilhSes, bronzes.parafusos o iavilh0e,moi-
nbos de mandioca, etc.etc. \
NA MESMA FUNDICA'O.
se eiecutam todas as eocommendas torri a superio-
ridade ja conhecida com a devida presteza ecom-
modidade em preco. .
\endem-se queijos flamengos, os mais
frescaes possivel, a RM e Isto* cada un
na rua Augusta, taberna por baixo do so-
brado que ioi de Jos Mara n. 1.
Brinquedos pa-
ra meninos.
Vende-se diversidade de brinquedoi para
criangas, por prego muilo barato : na rua
do Uu-imado, na bem conhecua oa de
miudezas da boa fama n. 33.
Leques muito i-
nos.
Vendem-se superiores leques com plumas
espelho e bolotas, pelo baratissimo prego da
29000 cada um : na rua do Queimado, na
bem conhecida loja de miudezas da boa fa-
ma n. 33.
NA LOJA
da boa fe,
vend
* se milito barato
XAROPI
DO
BOSQUfc.
Foi Iransferidoodeposito desle xa ropa para a b>
lica de Jos da Crux Sanios, na rua Nova o. 53,'
arrafas 59500, e meias3S000, sendo falso lodo
aquelle que nAoforvendido neste deposito,prilo
quesefaz opresenl i.iviso'.
IMPRTAME PARA 6 FULIGO.
Para curade phlysicaem lodo>osseuydlleren
ic- jrai.s. quermolivada por conslipariies, tosse
aslhma,pleuri/.escaos desaue, dorde cos-
tados epeito, palpitarlo no corarao.cnquelurhe
Im mirlo ip dorna cari-'aiila, e lodas asmolestia
dosorizao^pulmouares.
Oculos e lonetas
ie todas as qualidades.
Vendem-se oculos de todas as graduagoes
com delicadas armagocs de ago,* pelo baralo
prego de 800 rs. e 13500,, ditos coro armacoes
douradas e prateadas ?. tao e 15500, ditoa
-com armacSn de bfalo a 1J200, ditos con
armagao do baleia a 480, ditos comarmagSi
de metal branco a 400 rs., lunetas de uro s
vidro redondas e qu'adradas com aro de bu-
falo a 500 rs., dita de dous vidros tambem
com armagiio de bfalo a I95O0, ditas de um
s vidro redondas e quadradas com aro de
tartaruga a 19900 e 19500: ni rua do Quei-
mado, na bem conhecidada loja de miudezas
da boa fama n. 33.
Sao muito finas
do eUitO
Colchas de damasco pelo diminuto preco
de Ojooo, ricos pannos para mesa a 38. atoa-
Ihado adamascado com 8 palmos de largura
a icboo a vara, roussulina branca muito lina
a oOo rs. o covado, ditas de cores de padres
bonitos a 320 o covado, chitas francas
muilo finas a 3-20 o covado, brim branco da
puro linho a 1*444 vara, dilo-pardo tra~
gado tambem de puro linho a iriso ...
ganga amarella rruitolina a 320 o covado'
cambraia muito fina com salpicos branco
de cores a 13 a vara, alpaca preU lina 40 o
covado, rantao pretomuito fino, rateada su-
perior e propria para vestidos de luto a 9M
o covado. panno fino azul a 39 o corado, dito
muito tino a 5/, dito preto muito Gao a 51
dito muit 1 superior a 6?, ditos Terde escure
e cor de cafe minio superiores a a, cortes
de casemira preta, fina, para calca, coa lia-
Ira bordada a ios, cortes de gorgurao de
seda para collete a 2/, ditos de casemira
preta bordada a 63, testas branco muito fi-
no a 2 o covado, cortes de cambraia preta
com 7 varas, pelo diminuto prego de 23 cada
um, ditos de dita branca com salpico* da
cores, tambem com 7 varas a 23-240 *aria
preta hespanhola a 23 o covado, grosdena-
ples de cores a 1/800 o covado, setira preto
lavrado muito superior a a?500 o covado.
gorgurao preto de seda rom salpicos, pro-
prio para colletes a 3350o o corado, luvas
brancas muilo finas, de fio de Escocia, muito
proprias para os Srs. oflicisea militares, pelo
baratissimo prego de 19 e par, meias prctas
rJ!"" prPrias P,ra o* Srs sacerdotes a
13480 rs. o par, ditas de laia muito superio-
res a 1*800 o par, meias de algodJkTera-
uiu.lo superiores p;n mennorTTtfril ,
?00 rs chales de lia rxus e preto, pelo
baratognea de 33, fil de linho liso muilo
lino .800 ,s. a vara, princez. preta fin. a
--Oo covado, dita muilo fina que ri valias
com merino i# 0 corado, e alrn disto ata
completo sorlimento de fazendas de todas as
qualiaades, que se vendem muilo barato na
star* *-*-
5*-?-Dai*i.^4f#
iiachinismo pa-
tente inglez
ds mclhorps relogios do ouro, patente in
glez, vendem-se por pregos razoaveis, mi
escriptorio do agente (lliveira, rua da Ca-
deia do Recite n. 62, primeiro andar.
Peunas dc ema, cera dc abelha e de
carnauba. _
Na rua da Cadeia do Recife, loja n. 50, de-
fronte da rua da Madre de Dos, ha para
vender os gneros cima, recentcmcnle che
gados, por pregos razoaveis.
Agencia
da fundieau Low-Alour,
rna da Vnzala Nova
n. 42.
Neste estabelecimento continu'a a haver
um completo sortimento de moendase meias
momdas para engenbo, machinas de vapor
e taixts de ferro batido e coado de lodosos
tamanbos para dito.
Km casa de Saunders Brothers C. praga
do Corpo Sanion. 11,ka para vandar o sa uinta
Ferro inglez.
Pixeda Suocia.
AJcatro de carvo,
Eonas de linho.
Esponjas.
Drogas.
Algodaolizopara saccas.
Dito entraugado igual ao da Baaia
E um completo sortimento da fzendasproprio
para asta mercado tudo por prego commodo.
Moinhosde vento
com bombas derepuiopara regar hortaseba
la decapim na undigaode U. W. Bowmao
na roa do Brum ns. 6 8el0.
Vende se a verdadeira marmelada, viuda
de Lisboa e do lio Grande do Sul, em latas
le duas libras, por prego commodo : na ta-
berna grande ao lado da igreja da Soledade.
Vende-se urna canoa de carreira, com
punco uso : na rua da l.iugueta n. 10.
Vende-se um sitio no Arraial, com ca-
sa de viven Ja de taipa e alguna arvoredos :
110 mesmo Arraial, casa amarella.
Vendem-se saccas com muito bom ca-
f, cma'sem cunta do que em outra qual-
quer parle: na rua Ja cruz, armazem n. 26.1 pci0 diminuto prego do 6i
rava cabra, dc idade rUa do iJueimado n. 22. ni
R
e o ttiuito bons gostos.
Mussulinas muito finas, matizadas com
lindas cores, de pairOes muito bonitos e
interramente hotos; vendem-ie pelo dimi-
nuto prego de 560 rs. o covado : ua rua do
Queimado n. 22, loja da boa fe.
43$500
Vende-se cal de Lisboa ltimamente che-
gada, assim como potassa da ftussia verds-
deira : na praga do Corpo Sar.to n. 11.
(^emento novo
Na rua da Cadeia de Santo Antonio, arma-
zem de materiaes, por prego commodo.
GUINDASTE.
Vende-se um excellente guindaste de fer-
ro em bom estado, e por prego commodo :
quera o pretender, dirija-se ao trapiche do
Cunha, que achara com quem tratar.
Caixinhas para
vo I tare te.
Vendem-se bonitas caixinhas com teios
de marfim para voltarele, pelo baratissimo
prego de 53 c 63000 : na rua do Queimado,
na bem conhecida loja de miudezas da boa
fama n. 33.
Fareilo
' Vende-se superior fareilo vindo de Lisboa
ltimamente, em saceos, e por barato prego:
na rua do Trapicho n. 9, arma tem.
Luvas de pellica
para homeris e senhoras,
chegadinhas pelo ul-
timo vapor inglez;
r '
libios
cobertos e descobertos, pequeos e grandes,
de ouro patente inglez, para homem ese-
nhora de um dos melhores fabricantes de
Liverpool, lindos pelo ultimo paquete in-
glez : cm casa de Southall Mellor o: C.*, rus
do Torres 11. 38.
AlgodSo iionstro, he
pe-
rasaos, petichous, sequilhos, crocantos o 120 annos, sabendo cozinbar, lavar "de barre-
prussianos, amaretis, paciencia, espuma de: la e sabao, eugomma soOrivelmente c lem
amendoas, alliados e regala, sola, estrella,
cariocase w, amendoasconfeitadas, passas,
tmaras, ameixas e amendoas, sardinhas de
Nautes superiores, cha hysson da India, pre-
to e brasileiro, caf de primeira qualidade,
assucar perola do Monteiro, bolachiiihas
americanas, velas de espermacete, e tudo
quanto se pode precisar, tanto para regalo
como para o mais rico e delicado cha.
CHARUTOS DE THOME PINTO
No deposito do pateo de S. Pedro n. 6,
acharao os verdadeiros fumantes e os fu-
mantes de bom gosto, os apreciaveis charu-
tos nacionaes e regala, de 1 hom Pinto de
Almeida Castro, os inimitaveis e saborosos
lanceiros de serva, os lanceiros c progres-
sistas de Manoel da lloclla Dias; Compa-
nhia, assim como > mais completo sortimen-
to de charutos dos nielhores fabricanlos de
S. Flix, e por um prego que a todos agra-
dar.
principio de costura, sen: virios nem acha-
ques : para ver, na rua do- Aragiio n. -20, e
para tratar, ns rua da Cruz, armazem n. 26,
das 9 lloras da manhaa as 4 da tarde.
Vende-se queijo dosertao
a 480 rs. a libra, manteiga ingleza a 640,
queijo do reino a 13500, 1-600 e 1^900, ari-
nha do reino a 120. gomma a 100 rs., lingui-
ga do reino a 400 c 640, vinho do Porto en-
garrafado a I9OOO, dito de Lisboa a 560, ba-
sta de porco a 520 : as Cinco Ponas 11. 21.
cuiiciia.
Vendc-sc algodSo monsiro com 8 pa
de largura, proprios para toalhas e lencoes,
iii>0 rs. a vara : na
na loja da boa fe.
Vendem-se verdadeirase bem conhecidas
luvas de pellica de Jouvin, amarellas c bran-
cas, para homens e senhoras, pelo baratissi-
mo prego de 2s500 rs. o par, ditas brancas,
amarellas e prctas, todas de seda e perfeita-
mente boas, sem defeilo algum, para ho-
mens, senhoras, meninos e meninas, pelo
barato prego de 800, 13 e 13500 rs. o par,
ditas brancas de algodSo para homem o se-
nhoras, proprias para montar a cavalloa 320,
400 c 500 rs., ditas de cores muilo finas, de
lio da Escocia, para homens e senhoras a 400,
500 c 640 rs e alera destas outras mais qua-
linos'lidaoes de luvas, e todas por mais barato
prego do que em outra qualquer parte ; na
rua do Queimado, na bem conhecida ln| de
miudezas da boa fama n. 33.
relogios
de
tente
pa-
inglczcs de 01110, de salmncle e dc vidro :
vendem-se a prcro razoavel, em casa de
tic Alucii, na
Meias de todas
Na mani.aa do da 82 de maio desta
auno de 1857, ausentou-se do engenbo Ma-
tapiruma da freguctia da Escada, um eacra-
vodeFlorimuododaSihreire Lins, morador
em dito engenbo. O mencionado escravo
cbama-se Jos, com idade da 18 a 2* annos,
he cabra claro, altura mediana, cabellos ca-
rapmbos, aobrancelhas grossas e encontra-
das, nariz um tanto afilado, espadando asa
proporgflo ao corpo. tem an dos dedos de
um dos pes torcido por rima do pollecar. O
diioescravo foi morador no serlo e lucar
Pao das Trras, aohde foi vendido, veio para
1 aru.ru vendido ao annuncianle em abril
ultimo: quero capturar dito escravo e en-
tregar no referido engenbo, sera besa re
compensado. ^^
Atten^ao.
1003O00degraticagao,
ConUnu a a esUr rugido desde o da ti a
Janeiro proXlmo passado o escravo Jos, cn-
oulo, com pannos no rosto dos dous lados, e
tornozelo botados para fr. por csnsTia
bobas, tem as costas retaIhadas de chicote,
consta que anda para as bandas do Fomo da
mr> "k6 de Lo,, coutado por al-
guem. Os abaixo assignados prolestamoiw-
tra quera o t.ver .coutado, e cobrar, lodos
os das deservigos quem o pecar e levar
a rua dos Cuara rapes ni, receber a ara-
tiliragao cima declarada.
. Concalves Res.
--- Kugio do engenbo Sipoal, taraw k
Nazarelh,ummolequedel6al8annos, cn-
oulo, seccouo corpo, pernas finas, pTcaaa-
pndos e descarnados, cabeca e cabello fran-
de meio lula, que.xo fino e macaea do reato
elevadas, bocea grande, denSs larguTe
meio acangulado, gosU de fumar, sobraa-
cell.as pretas : quem o pegar leve- .0 mes-
mo engenho a Cuilhera,ino Jos de Mor.es,
lavradur do dito engenho, que gratificar,
generosamente. *",v*r"
... Kugio no dia 31 de maio, o preto Ma-
thias. de .cSo, alto, grosso 10 corpo, tem
ps pes inchados, costuma emhriagar-se e fal-
lar muito: roga-seaos capiUes decampo,
ou a quem o pegar, de o levar a rna do Brum
enld. W'Jerer' q"e mn nnm-
Continua a andar fgido desde 8 de
levereiro do crreme anno o negro de bordo
do hrigue Melampo, de nome Marcelino, de
nagao t.abinda. altura regular, seceo do cor-
po, rosto compndo, barba cerrada, e cria
suissa, coro falla de denles na frente, e coos-
la estar trabalhando na estrada da ferro
quem o pegar leve-o a rua do Trapiche n
i*, primeiro andar, escriptorio de Manoel
Alves f.uerra.que sera generosamente grali-
cado.
-- Fugio em principio deste mez, do en-
genho Queimadas, freguezia dc Barreiros,
o escravos Miguel, crioulo, sapateiro, creo
do olho esquerdo, gago, caniioto, idade 30
annos, barbado, alto, secco do corpo, cor
lula, o qual em novembro do anno prximo
passado fora apprehendido pelos capitSes
de campo Joao Fagundes de Araujo e Anto-
nio Juse da silv.., as maltas do i'r.u, em
Agua Preta, em poder do Joao Jos de Kosas,
genro do Caudiiho ''aciano Alves, em cujo
poder e de Miguel AOobso Ferreira. que o
seduzo, esteve oceulto 5 annos, constando
agora que dito escravo de novo procurara
tacs protecgOes : roga-se por Unto as auto-
ridades policiaca ecapiUea decampo, ba-
jara de o apprebender, e levar ao dito en-
genho, onde generosamente se satisfar as
despezas ; protestando-a contra quena quer
que o tenha oceulto em seu poder, de se pro-
seguir nos termos da lei, atim de eviUr-st
Untos escndalos sempre prejidiciaes ao
bragos da nossa agricultura.
Fugio no da 30 de maio prximo pau-
sado, de bordo da barca brasileira Mathilde,
um mulato de nome Cosme, com os signar
seguinles : estatura regular, corpo grusso,
cabellos crespos, olhos pardos, ts grosso*.
levou vestido caiga e camisa branca, e urna
trouxa com diversas roupas para mudar ; Ioi
em companhia d- um negro de nome Antonio
que tambero fugio de bordo da mesma barca,
com os signaes seguinles : cor preta, esUlu-
ra regular, olhos pequeos, nariz chalo, Ua
urna cicatriz na cabega por rima da un Ib.
direita, c levou vestido caica e camisa azal.
Bo
adas
grandes
amen-
canas i lO rs* a libra.
Vendem-se as Cinco Pontas n.93, paleo
do Tergo 11. 21, dito da Penha 11.10.
Vestidos a 1-000.
Vendem-se corles de vestido de chita lar-
ga a dez Instiles cada corte : na loja do 4
portas na rua do Queimado n. 10.
Augusto Cesai
deiatlo llecife, armazem n. I (i.
Charutos de flava
na: vendeiii-se em
le C. .': Astley & C.
^ellins e relegios.
SEI.I.INS e RELOGIOS de patale
iridie/ : a venda no amatan de
Itoslron ltooker ,\ Companhia. es-
quina do largo do Corpo Saulo nu-
mero is.
as qualidades.
Vendem-se meias de seda ue peso, brancas
0 prctas para senhora, pelo baratissimo pre-
co de 33500 s. o par, ditas brancas da mes-
ma qualidade para meninas a 23000, ditas ie ,' P?'0 appelhdo de llanda,o mulato ad-
ida Ca- pintadinhas de cores muilissimo bonitas, | ma foi escravo do Rvd. conrgo Msnoel Jo*f
proprias para baptisado dc enancas a 2000 o remandes, e vendido aqui por Manoel lam-
par, ditas brancas de algodSo. muilo finas I Calves Mello, com procuragSo do dito cooe-
para senhora a S20, 400, 500 e 600 rs. o par)' -"'' *n|bos sSo moradores na serra do lei-
i I ditas prelas de algodao muito finas lamber I xcira ro8-se todas as autoridades poli-
MsSfi I para senhoras a 400e00rs., ditas cruas e c'a<,se capiia. s campo,. apprehenssn dos
I brancas para homens a 160, -2OO, 240, 320 e i u'llus escravos, c muilo principalmente as
i 400 rs. o par, ditas de cores de lio da Escocia autoridades il aqu para a dita serra do Tei-
1 tambem para homem a 400 e 500 rs., ditas'x,'irav Por "J destooliar ler seguido para
. cruas minio finas e fortes para meninos, di- la l,ll mulato : quem os pegar leve-os a
tas brancas e de cores para meninas e moni- cssa de sou senhor Manoel Alves Coerra, rua
nos, e outras mais qualidades ijuese vei.dcm (l Trap' muito barato : oa rua do Queimado, na bem
conhecida loja dc' miudezas da boa fama
n. 33.
generosa mente giatilicado.
l'Lll.N. TVI>. DE M. F. 1>K FARIA: U7:

MIJTTO30"
ILEGIVEL



Full Text
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