Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07776


This item is only available as the following downloads:


Full Text
ANNO XXXIII n. m
Por 5 mezes adiantados -..sOOO.
Por 5 mi/.es vencidos fy'oOO.
SEXTA FEIR.V S DE JLMIO K I8:7
Por auno :idi miado I JjOOO.
Porte franco para o ulncnplor.
EMCARREGADOS DA SUBSCMPCAO DO NORTE.
Parihtba, o 8r. Joto Rodolpho Gomes; Natal, o 9r. Joaquina
I. Pereira Jnior ; Aracaly. oSr. A. de Limos Braga; Cear.o
Sr. J. Jos de OHveira ; Mareaban, o Sr. Joaquim Marques Ro-
drigues ; Pliutaj, oSr. Domingos Herculano A. Pessoa Cearense :
Para', o Sr. J ustino J. Ramos ; Amazonas, o Sr. Jeronjmo da
CosU.
Olin.lr : lo*>
PARTIDA DOSCORRE1S.
I9e eveta horas 4n dia.
P..1.00I..,: i!.,. aecanda
lanareasa*. ......lanar Fawakiba: ......panda r testaa-fe......
s. \,n.-.. ii. .rt... Boato, Carura', Minl..... (irreal: u lern-Trira.
S. l...ni. ii..>. Pao 4 Albo, uarelh, Uasoeiro, Braja., Pesameira, lomaera,
Hrr.. .lilla-Bella, lloa-Vista. Oaricor] EmT, eaaqear.....Lira..
CobotlpojoeatariaUeoi, Rio PoraMMo, Una, Bonriro*, Aguo-Prelo, l'i-
Bealeiraae Natal: quii i .,..
nn-i.t.-tiase Natal: tpiillt is .
icios -i- corrcios |..ul..m a- III horas Ja
Al DIKNCIAS DOS TR1BLNAES DA CAPITAL.
Tribunal do rommercio : segundas c quintas.
Kelacou : tercas leiras e sabbadns.
Fa/enda : quartas <; sabbados as I" horas.
Juizo do commercio : segundas as 10 horas e quintas ao meio dia.
Juizo de orphos segundas e quintas as 10 horas,
Primeira vara do civej : segundas esextas ao meio dia.
Segunda vara do r.tvel : quartas o sabbados ao meio dia.
EPHEUERIDES DO MEZ DE JIMIO.
7 Lu rheia as 3 hora e 3 minutos il.i tarde.
15 Ruarlo mingiiante as huras c ."SO minutos da manlina.
21 l.ua noia as 7 lloras e 14 minutos, d.i tarde.
211 Ouarlo crescente as 2 horas e 1 minuto da manhaa.
PHEAMAR DE HOJE.
Primeira ai 2 horas e ti minutos da tarde. .
Segunda as 2 horas e 30 minutos da inGiih,ia.
DAS DA SEMANA.
1 Segunda. Ss. Eirmo e Felino Mm.
2 Terca, Ss. M .minio presb. e l'etlro etorrista.
3 Huirla S-. l'ergenlino e Laureniino Mm.
4 Quinta. S. Quirino b. : e Ss. Rutilo e Daciano Mm.
5 Seila S. Parifico I Ss. Sicario e Appolnnio Mm.
fi Sbado. S. Nurberlo b. : Ss. I u-ingio eClaudio Bb.
7 Domingo da Manilsima Triudade e 1. depois do Espirito Santo.
em:ariieiaikis ha m n iiiitu no si l
Alagnas.nSr. I.laudino Falca* Mm labj*, Sr, D. Ihaarif
Rio d.; Jjneiro. o Sr. Juno J'crura Martins.
EM PKIiNAMBI O.
O proprielarin do DIARIO Manoel Fnrueiroa de Fatal
!raia, praca da Independencia n. ti e H.
O senhores da cidade da Victoria e comarca de
Santo Aulilo que quizerem aubscrever para este
Diario, podem dirigir-se ao Sr. Alexandre Joi
de Hollaoda Cavalcanti, qoe esla' autnrisado para
receber a assignatura e fazer entregar a fullia que
regularmente para all aera' romellidas tres vezes
por emana e as vetes qualro.
PARTE OFPICAL
2\ de abril de 1857.Froncisco Xavier Bom- Sr>. depntados Kego, Basto, I,eraos e supplente.
,emP. Hamos e Silva, o Sr. presidente abri a sessilo ; e
Ao quartel-general da marinlia,remetiendo por sendo lida a acta Ha ultima, foi approvada.
MINISTERIO DA MAK1.NUA.
Expediento de 17 de abril.
Ao quartel-general da marinba, cnmiminic.ni-
do, que por decreto n. 1921 de 11 deale roez, se de-
terminla, qae d'ora'em dianle os forneeiminlos de
viveras de manieses na'v*es ede guerra ao navios
da armada, sejam regulados pelos que se acha dis-
poslo as tabellas que baitaram coro o mesmo de-
creto ; e remellando as ditas tabellas, para seo eo-
iihecitaeolo eiecuc.au na parte que Ibe toca, de-
vendo i esta respailo ler-se em vista o segilinte : 1.,
que as referidas lab-lias s devem cunee ir a ser
cumpridas do I. de julho pr xiroo futuro, alim de
podereoa chagar ao eonhecimenlo de todas as pes-oss
que tiverem de execula-las ; 2.'. que no ultimo de
limito do correnle anno, se devem encerrar as ea-
cripluracoes de todos os encarregados dos navios,
principiodo-se nutra em novos livros de acciirdo
com a nova classiracao dos gneros, e em harmona
com as providencias establecidas pelas observares
das referidas tabellas ; fazendo se previamente a
bordo dos navios a transferencia daquelles objeelos
que tiverem de pas dos ; terceiro, que pela iosperc,o do arsenal se apr-
senle al o ultimo de junho do correnle anno os cal-
calos necessanos para eiecuc.au do disposto na oh
servaran quinta da tabella numero dous ; qoarlo qoe
pela intendencia da marinba se organise at o lim de
jonho proiimo futuro as pautas dos gneros eobjeelos
qoe compelen a cada ama das serenes do a Ira m ri-
fado, segoodo a nova di'vis.o, nos termos dos para-
graphos 17 e 18 do regularoenlu de 16 de jonho de
1856 ; qoinlo, qoe lodos os navios da armada, lano
de vela como movidos a vapor, sejam classificadus
conforme a gr.dacao eslabelecida as tabellas, al-
lendendo-se a observado terceira da tabella nume-
ro 24.
Na meima eouformidade, mutalis malandis, a
intendencia, inspecoao do arsenal e coutadoria da
marinba,
18
Ao ministerio dos negocios da fazsnda, remellen-
do copia da tabella, Iransmiltida pelo ministerio da
guerra, acarea do valor da elape qae compele aos
olfieiaee do exercilo em exercicio das funceOes ua
aname declaradas, afitn de se abonar, conforme a
referida tabella, desda qoe asa prineipion a lar exe-
ea{io, aoi oflieiaea da armada que se aeham no cou-
sellio opremo militar e no observatorio astronmi-
co, e aos do oiereilo empregadus em differenles ser-
vicos desle ministerio, segundo a nota por copia or-
gaoisada na conladoria da marinba.
2t
Aciso de 21 de abril de 1857.
Manda eslabelecer ama eufermaria para a compa-
nhia de aprendizes marinhairos da provincia do
Para
Rio de Janeiro.Ministerio dos negocios da ma-
rinha. em 21 de abril de 185"
N. 39.Illm. e Exm. Sr.Su.i Mageslade o Im-
perador ha por bem que se estabeler^d urna enferma-
ra para a corapanhia de apremlues marinheiros .
dessa provincia, e que nolle se observen, a. insiruc-' ,|a|a d, aJ mairicuhi
copia as uislrucriei pelas quaes se deve reaer a en-
fermara mandada eslabelecer par decreto dcsta da-
la, para os aprendizes marinheiros da provincia do
l'ara'; a determinando qna na masma eufermaria se-
jam lambem tratadas as praras dos nsvios da esta-
cAo, se houver prra isso as necessarias acommoda-
5e. de sorle que os menores da companhia fqupm
separados dos oulros doenles ; deveaJo o inspector
do arsenal de marinha da provincia, qusndo jolgar
conveniente, requisitar ao commandanle da eslacAo
algum dos cirorgiOes desta, qoe se aehar no porto,
para auiiliar o servieo medico e cirurgico da men-
eionada enfermara ; devendo comear um cirurgo
para a mesma.
Kemelleu-se igual copia a' conladoria da marinha,
a quem se den conhecimonlodo expendido.
Ao berao de Suruhy, remetiendo, para mandar
eumprir as senlencas proferidas pelo conselho supre-
mo militar de jostica, os processos verbaas dos reos
abaiio declarados :
1.- batalhao de arlilharia a p.
Sol-lados Joao Pedro Alexandriuo, Antonio l'trei-
ra Barbosa, Jo3o Francisco ele Uliveira.
3.' naialli.i'i de arlilhria a p.
Soldados Caelano Antonio, Christovao Miguel, Ro-
mualdo Jos, e Jo Koberto.
4.* batalhao de artilharia a pe.
Soldados Francisco Jos limicalves, Alaxandre Go-
mes Barbosa, Herculano da Costa e Almeida.
I.- regiment de cavallara.
Soldado Jo;l Jo- dos Reis.
I.* batalhao de infantaria.
Soldados Manoel Vulcano de Sooza, Antonio Jia-
zario Gomes, Mariano de Souza Maciel.
3." batalhao de infantaria.
Alteres l.oiz Antonio de Albuquerque Mello, i
5.a batalliAo de infantaria.
Soldados Antonio da Silva, Marcos Jos de Lima.
7.' batalhao de infautaria.
Soldado Daniel Josti Juaqnim.
10.' batalhao de infantaria.
Soldados Jos Antonio do Monte, Honorato Jos
de Souza ; corneu Manoel de Chrislo.
13.' batalhao de infantaria.
Soldados Antonio Gomes dos Sanios, Manoel dos
Santos.
Batalhao do deposito.
Soldado Francisco Pereira da Silva.
Batalhao de caradores de Mato-Grosso.
Soldados Manoel Francisco das Chagas, Valentina
Delgado.
Meio halalho de caradores da I'arahiba.
Soldado Genuino Jorge de Farias.
Corpo de guarnirn fiza da Bihia.
Alferes Antonio Josqnim latean ; soldados Jos
Pareira Masearenhas, Manoel Elias, Manoel Martin
de Souza, Manuel de Barros GalvSo.
Corpo de goarnirjo lita do Paran'.
Soldado Sehaslio Jos Antonio.
Corpo de guarnirn i\,i de Minas-Geraes.
Soldado Antonio Kodrigues Lima.
Companhia de invlidos do Rio Grande do Sul.
Soldadu Joao Macado de Almeida.
Ao barSo de Surlihyi dalermioaudo qoe se ad-
dicione ao lempo de servido que actualmente tem o
alferes qoarlel-melre do meio batalhao da proviocia
do Piaohy, Jos Pjnua Rangel, o em que esludou
com aproveilamenlo o !. e 2.' annos da escola mili-
Ur ; o capiao do 3.' batalhao de artilharia a p
Fraucisco da Costa llego Monteiro o deco'*ido da
DESPACHOS.
lm requerimenlo de Eduardo Pallen Wilson J-
nior e Carlos Moireau, ocios da fabrica Industria
l'ernambucaoa, declarando di*olvida a soa socieda-
de, e pediodo se facam as necessarias annotar6es,
para islo constar.Sellad1), volle.
Ootro de Antonio Pedro da Neves, pedindo re-
gistrar as nomoar&es de seus caixeircs, que juntou.
Regislrem-se.
nurro de Marcelino Jos Gonjalves da Ponte, pe-
din lo registrar ,i iiriirurar.ln que ajunlou.Regs-'
Ire-se.
Oulro da Manoel F'rancisco de Jess Verte, procu-
rador de Francisco de Souza Teixeira, pedindo cer-
lidao de estar archivada na secretaria a carta le re-
gistro da escona Emilio.O amanuense archivista
passe a cerlidao requerida.
Oulro de Brigo, Cirvalho A; Silva, informado pe-
lo Sr. desembargador fiscal, pediudo niatricular-se.
Malricule-se.
Oulro de I). Margarita Rodrigues Ferreira e An-
tonio Rodrigues Pialo, lambem informado pelo Sr.
desembargador fiscal, pedindo registrar o sen con-
trato social.Na forma do parecer fiscal.
Nada mai* havendo a tratar, o Sr. presidente le-
vanlou a sessao ao meio-dia.
es que h esto acoinpanham, assiguadis pelo conse-f f.
heiro official-maior deta secretaria de estado ; J.
determina outvu tiro, qoe na mtstiia enfennaria se^
jam lambem tratadas aa pracas d.i- navios dn csin-
cao, se houver para roei, de sorle que os menores da companhia liquem
separados das oulros rluenles ; deveudo o inspector
do arsenal da marinha da proviucia, quando julgar
preciso, requisitar ao commandanle da eslaqao al-
gum dos cirurgioes desla, que se adiar no porto, pa-
ra auxiliar o servieo medico e cirurgico da mencio-
nada enfermara, o que commuuico .i V. Exc paro
seu eonhecimenlo e execucao.
Dos guarde V. ExcJos Mara da Silva Pl-
orando*.Sr. presidente da provincia do Para.
Insiruere* por qoe se deve reger a eofermaria,
que par aviso desta data se manda eslabelecer,
para a companhia de aprendizes marinheiros da
provincia do Par.
Arl. 1. A enfermara de marinha da provincia
do Para se regera* peto regulamenlo dos hospilaes
de marinha de 3 de Janeiro de 1853, do mesmo mo-
do que de Pernamboco.
Arl. 2. Ao iospeclor do arsenal de msiinha da-
qoella provincia tirara compeiindu as at.tribiiires
qae pelos iris. 15> 16 e 17 do dilo regalamenlo se
couferem ao directdr do hospital de marinha da
corle.
Arl. 3. Ao cirnrgiao encarregado do servido me-
dico e cirurgico da mesma enfermara compelen) as
obrigaces que peto telendo regulamenlo se confe-
rem aoa primeiros e segundos do hospital de mari-
nha da corte, designados no arl. 19 S i, 2. i. 5, 7,
9, 13, 14 e 15 ; arl. 2 $, 2 a 3, e o arl. 23 &8 1. 2,
4, 5,6, 7 9, ficando subentendido pelo que loca ao
art. 19 do citado regul imento, qoe ao proprio ci-
rnrgiao encarregado do servido medico e cirurgico
da enfermara ineomhem as obrigac/)ei dos siits;
que a parte de que falla o 3 deve ser dada ,o ins-
pector do arsenal ; e que para as enfermaras, $ 10,
deverdo ser pelo mesmo cirnrgiao convidados us da
armada que eslejam all estacionados, ou em sus
falta os mdicos do paiz, fazendo ver ao inspector a
necessidade de soa assislencia.
Arl. 4. Havera' dous en.'ermeiros cora a designa-
csodel.- eSV
Art. 5. Ao primeiroenfermeiro compelem as obri-
gacSe que esl*o marcadas ao escrivao no arl. 25, ^
1, 2, 3 e 4. e arl. 2f> ; ao fiel no art. 30; asirn co-
mo ao enfermeiro-mor no arl. 43, $$ 1, 2,3, 5, 7,
8, 9, 10, II, 12, 13, '., 16, e o que determina o
arl. 50.
Arl. 6. Ao segundo enfermeiro compelem as obri-
garn-s que eiiao msrcidas aos enferme ir- do hos-
pilal de inirinha da corte no art. 45 do regula-
menlo.
Secretaria de estado dos negocios da marinha, em
>
0.REIDASM0mm4S.
POR'EDMUNDO ABOUT.
III
( l.oiilinuai.ao. '
Marij .ton,
A tnai volveu-ae pira fallar-lhe, e eu aperlei o pas-
so com a esperanza de ouvir sua voz. au advert a
vossa seohoria de que era apaixonadameuts curioso'.'
Cheguei justamente a lempo para recolher a conver-
sado segainte :
Mary Ann !
Minia roi'.'
Tenho fome.
Tem '
Tenho.
Eu, mulla rnSi, eslou com calor
Ests '.
F.sloii.
Coida qae ese dialogo eminentemente inglez me
fez sorrir ? Nao, senhor ; eu eslava deleitado. A vor
de Mary Aun seguir nao e que caminho para pe-
netrar nao sei onde ; o certo he qao ouvindo-a et-
perimenlei como urna angustia delicila, e senii-nie
mullo agradavelmcnle sufocado. Na minha vida
nnnea ouvira nada uiais joven, mais fraseo, mai ar-
gentino do que esss vozinha. O som de oina chova
de ouro cahindo sobre o celo de meu pai, ler-me-
hia parecido na verdade menos deleilavel. Ooe de.
erara, oi/.n eu a mim mesmo, queo passaros ma
melodiosos sejam necesariamente os mais fcios E
lemia ver seu semblante, e comlu lo murria de dse-
lo de v-la de frente, tanto imperio tem sobre mira
a curiosidade !
Dimilri pretenda fazer as doas viajantes almora-
rem no khan de Callvla. He orna li xpedaria cons-
truida de lab ias mal junta ; purera ahi acha-se em
qualquer e.iae.i i um odre de vinho, urna garrafa de
rhaki, islo he, de agoardenteani/ida, pao trigoeiro,
ovo, e um regiment inleirn de galliahas velhas que
a morle transforma em frangos era virlode da me-
tempiycose. Infelizmente khan eslava deserto e a
porta fechada. A esta noticia a velha Simons repre-
hendeu forlemente Dimilri, evollando se mostreo-
me um rosto anguloso como a lamina de uina faca
de Shefllill, e doas ordens de denles stmelhanles a
estacada.
(Vid. Diariv n. 127.)
em que assenlnu pro\a ; a
leueule ajudanle do corpo de artfices das corta,
Manoel Mara Canu/o, de 35 de fevereiro di 18471
data da sua matricula em diante e ao soliVtdn o
I.' MUHtlO He ariildana a p Joaquina Itodrianra
Gamboa, tambera desde o dia 21 de marr;u de 1855.
por eslarem as- mesmas circunstancias da pnmeiru.
Ao me-ino, remelteudo, para fazer executar s
senlMCU exaradas pelo conseibo sopremo inililar
de juslica, os processos verbaes dos reos abaixo de-
clarados :
1.' regiment decavallaria.
Soldados Francisco de A*sis Mendes Ribero e Pe-
dro Jos da Silva.
1.' batalhao de infantaria.
Soldados Manoel Jus. Raimtiudu, Joao Ferreira o
Jos Fraucisco de Sant'Anna.
5. batalhao de infantaria.
Soldado Joao da Cruz.
9." batalhao de infantaria.
Soldado Jos Theodoro da Silva.
Meio bolalhao do Ciara'.
Soldado Rento Amaro.
COMMANDO DAS ARMAS.
Quartei gmmnl do commando daa armas de
Pornambaco na ctdade do Recite, em i te
junho do 1867.
OKDEM DO DIA N. .0.
O general commandante das armas faz publico,
pala os lias necessanos, que boje, nos termos do re-
gulamenln de I i de dezembro de 1852, ptecedeudo
insjit'cr.m de saude, conlraho novo eogajaroenlo por
inais seis anuos com o destino de ir servir no pri-
nieirn batalhao de infantaria o Sr. segundo cadete
da segunda companhia do nono da mesma amia,
Jo9o Joaquim de Almena Pinto, o qual por sobre
os vencimentos qoe por lei Ibe compelirem, percebe-
ra' o premio de SOfttfMX) rs pago na forma do art.
3.-do decreto n. 1401 delOdejanho de 1851, e
lindo u engajametilo. urna dala de Ierras de 22,500
tiraras quadradi. Se desertar, alm de perder as
vaniagens do premio e as mais a que liver direilo,
sera" lido como recrulado, desconlando-se no lempo
do engajimenlo o de prisao, em virlude de senlenea,
averbaudo- no respectivo titulo, como he por lei determinado.
Josr Joaquim Coelho.
EXTERIOR.
TRIBUNAL DO GOMEMRCIO.
SESSAO ADMINISTRATIVA EM 4 DE JUNHO DE 1857
Presidencia do lia-m. Sr.desembargador
Souza.
As 11 horas da manhaa, arhando-se presentes o
O METHODO POHTL'Gl.'E/..
(Tradnccao de um artigo publicado em heipanhol
na Gaceta de Madrid a e na o Revista Penin-
sular./
O melbodo portuguez, melhodo Castilho ou lei-
(ura repentina, coota lioje ete anuos de existencia,
e Ires edires, uina de 1850, a segunda e a ter-
ceira de 1S53. Nasceu na ilha de S. Miguel, no in-
tuito de facilitar a inslrucc.au dos agricultores, se-
gundo o empenho daSociedade promotora da agri-
cultura michaelensaa que o aolor pettencia, e de
cujo peridico mensal era redactor. No seu princi-
piu nao fora, como se declara nu prologo da primei-
ra e(fir.ao, mais que urna imitaran desenvolvida e
nolavetraenlaapeifeieoada do meliloto I.-inore. O
conselho superior de iustrucc.ao publia do reino,
approvou-o para poder ser osado as encolas ; a an-
liga Academia de Lisboa, ento agonisaule, e que
pouco tardn em ser reformada, reprovou-o. O pa-
blico diviilio-se em opiniOes pro e contra, os meslres
primarios foram quasi lodos adversos, o geral da
imprensa peridica inditlrrente nesse lempo. As
aulas noclornas e gratuitas daSociedade tos Ami-
gos das Lellras e Artes em S. Miguel foram as pri-
nteiras, e por algum lempo as orneas a ensinar
pelo methodo portugoez e com resultados adraira-
veis, que apparecein em numerosos arligos das di-
versas folhas daquella tilia. As escolas de S. Mi-
guel, em vez de cahirem, tem pelo contrario eres-
rulo em numero, sendo muito para notar que, lauto
o seu costeio, como o ensino, ludo para o povo he
inleirameiile gratuito. Em Portugal s enlrou a
reforma em 1852, por nao fllennos de algumas
tentativas mais ou menos imperfeitas e particu-
lares.
Ao sexo maternal eslava reservada a gloria de lo-
car o primeiro rebate pa:a este movirnento. Os
asvlus de infancia desvalida de Lisboa, dirigidos por
llamase precedidos porS. M. a lmperalriz vtuva do
libertador, convidaran) o autor para implantar all
o seu avslema. F^cperiineolaram-on, seguiram-no,
admiraram-lhe os truclos, li/erain-nos cu-ilied -
gonlados por muilas pessoat ta classe elevada.^a
por pri i-i...^. .... ;. oiatoO m lavlaraaaaim ... .
porta naqirelles aeslatreterdinanlos, os visilain Com
mais frequencia e allencao. Na iinprensa jorn'dis-
tica daqoelle lempo, se leem documeulos abundan-
tes e enrgicos da melhoria do novo ensino.
No mesmo anuo inslanrou o autor, coadjuvado na
laboriosa pratica pelo Sr. Eduardo Napoleao da Sil-
va um curso nocturno e gratuito no palacio Sar-
ment, com inscripgao de mais de mil discpulos,
uns enancas, oulros adultos, qoe por diverjas cau-
sas, como sempre acontece, foram diminuindo al
poneos centenares. Este curso, que deixou tres mi-
zes, e onde seadmiltiam com a maior franqueza vi-
siladore*. entre os quaes o bavia adversos ede pou-
ca educacao, foi necessariamenle lumolluoso ; en-
tretanto deu provas publicas mui solemnes da pro-
hciencia do methodo, lendo e escrevendo, nao s
lodus os minios alomnos que Ihe restavam, mas co-
mo elles enancas dos asylos que ahi appareceram
com suas meslras, esoldadoa da cavallaria de lan-
cciros da rainha rom o seu hbil professor Joaquim
Das da Silva. O ministerio assittio a esle acto so-
I lemne, e manifaslou altamente a sua sslisfacao. O
marachal duqua de Ssldanha, entau ministro da
guerra, expedio ordtun aos enmmandantes de lodos
os corpos do exercilo, para maiularem nfliciaes in-
feriores capital aprenderem o melhodo porloguez
na escola dos lanceiros, para irem reger idntica-
mente o ensino nos respectivos enrpos.
0 ministro do reino, Foneca Magalhaes.mandon-
nos, na qualidade de director da escola normal pri-
maria de Lisboa, dar um curso experimental do mes-
mo syslema a cem alumnos e qualro alomnas raes-
Iras da caa pa de Lisboa. As ordens de ambos os
ministros foram preenchidas. Nessa sessao legislativa
um projecln ministerial prepunba ao parlamento a
rrear.io do lugar de commissario geral de inslrurcao
primaria no reino e ilbas para a propagacao da-
qoelle melhodo, o qoal foi approvado sem op'posi.-ao.
Em consequenria dessa medida, o dislincto Iliterato
investido naqorlle emprego prineipion por dor um
curo normal em sl.ishoa, e suhsequentes em l.eiria,
Porto e Coimbra. Manifestando S. M. o Imperador
do Brasil o desejo de que no imperio se pozesae em
pratica too proficuo svslema de ensino, cuja no-
meada ja havia chegndo a America, o autor obteve
licenca do gnverno portuguez para vititar aquelle
continente. Ahi deu um curso na capital to impe-
rio, a que conenrrerara, alm de muitos meslres e
outras pes provincias bra-ileira'. Ao cabo de cinco mezes que
all se demonio, regressou A -ua patria, lendo dei-
xado implantado o seu melhodo sera contradicho
ollicial, mais ou menos, por lodus os pontos'do
Brasil.
Sou ingleza, dizia ella, e gilo de comer quan-
do tenho fome.
Perdoe-me, senhora, responden Dimilri com
sulimis-.i >, ha de alra.oc.ar dentro de urna hora na al
deia de Castia
Eu, que ti tilia almocado, entregava-me a refle-
xes melanclicas sobre a feialdadada velha Simons,
e murmura v a entre os denlas um aphorismu da gram-
matica launa de Frangraan : Tal in.'n, tal lilha.
Qnali* maler. lats fi'.ia.
Desde o khan al a aldeia a estrada he perfeita-
ni ule deteslavel. He urna rampa eslreila eulre um
rochedo a pique c ura precipicio que dara verligem
i prnprias camorras. A velha Simons antes de ga-
nhar essa veretla diablica em que os cavallos acha-
vam justamente o lugar de suas ferraduras, pergun-
tou se nao havia oulro eamiuho.
Sou Ingleza, disse ella, e nao estou para cahir
nos precipicios.
Dimilri fez um elogio do caminho, e aflirmou que
havia no reino oulros cem vezes peiores.
Ao menos tome a redea de meu cavado, tor-
uno a velha. Mas que sera de minha filha .' Con-
duza o cavallo de minha til lia Entretanto nao con-
vem que eu quebr o pescoro. Nao podena segurar
os dous cavallos ao mesrao "lempo J Esta verdade he
deleslavel. Quero crer que seja boa para lregos,
mas de cedo be pessima para Inglezas. Nao he ver-
dade, senhor'.' acresceulou ella vollando-se gracio-
samente para mim.
Regular ou nao, minha .presentarn eslava feila.
El1 cliegava aob os auspicios de um personagem mui
condecido nos romances da media idade, e que os
poetas to sculo \IV chamavam perigo. Incliuei-
me com toda a elegancia que a nal ui e/a me permit-
lio, e respond em inglez :
Senhora, o c.miiuho nao he tao meo quauto Ihe
parece primeira \i-ta. E^ses cavallos tem pea fir-
mes ; cotillero os por le-los montado. Emlim, V,
Evc. pode ler dous guias. Dimilri para si e eu para
a senhora soa filha.
Sem esperar respota adiantei-me opadamente,
loniei a rotea do cavallo de Mary Ann vollando-me
para ella, e como seu vi acahiva de voar para Iraz
vi o mais adoravol emblante, que perturbou jamis
o espirito ile um naturalista allemAo.
l'm evcelleni- poe)a c|,nei, or celebre \. Schol,
j aflirma que lodo o ltomm traz no corarao utn rosa-
i rio de ovos, cada um tina quaes conlem um amor.
! Basta o olhar de umH mulher para faze-lo" produzr.
Sou moilu sabio para ignorar qoe essa hvpothese nao
repuusa sobre nenbuma base solida, c'que esta era
| contradict.ao formal com todos os fados revelados
1 pela anatoma.
I Com ludo, devo confesssr qOe o primeiro olhar de
mis Simons raoou-me um ahaln sensivel na regiao
do coradlo, Esperimenlei urna r nnm.,._.-,o inteira-
menle desusada, e que todava nada tinha de doloro-
,ia, e pareceu-me qae se quebrava algama cousa na
Iciixademeu peilo debaixo do osso chamado sitr-
nuni. No mesrao instante meu Magno correu vio-
lentamenle, e as arterias de minlias fonles palpta-
ram com lauta forra que eu podia conlar-lhe as nul-
as res.
Quoollios liaba ella, meu charo senhor A bem
de seu repouso desejo que V. S.' nunca encontr
ootros semelhanles. Eram de grandeza admiravel,
e nao eslayam em despinporcao cuui o resto do sem-
blante. Nao eram azues nein pretos, mas de urna
cor especial preparada expresamente para elles em
um rantoda paihels. Eram de una cor paluda avl-
Indada, que nao se enconlra seojo na granada da
Siheria e em certas flores dos jardins. Ilei de mos-
Irar-lbe ama escabiosa e ama varedade do rosas
quasi negras, que recurdara sem lodavia imilarem a
rr maratilbosa desses olbos. Sa j.i visitou algumas
forjas a meia imite, deve ler notado a clandade que
lama urna chapa de ac nao bem aquecida : eis ahi
justamente a cor de seus othos. Qoanto a graca que
linham neohuma comparar io ple expnmi-la. A
graca he um dom reservado a peqoenu numero de
individuos do reino|animal. D-'o.li >s de Mary Ann
linham certo ar ingenuo e espirituoso, urna viveza
candida, ura brilbo de inocidade e de saude. e s
\eie urna languidez enternecedora. Toda a scien-
cia da mulher, e toda a innocencia da menina ahi
li.un-e ionio um livro ; roas qualquer l?ria ticado
ceg leodo-o por muito lempo. Seu olhar era 1,1o ar-
dente que leria felo ara i lurece.-cm os pecegos da-
quella ltalo.
i.i.ian lo pens que o pobre Dimilri achava-a me-
nos bella do qoe Pholiui Na verdade o amor he
una doeuca qoe torna singularmente lulos aquelles
a qoem ataca Eu que nunca peidi o uto de minha
razan, e que jolgo I" la- as cousaa com a rabia iudif-
I erenr i do naluralisla, allirmo-llie que o inundo nun-
ca vio mulher comparavel a Marx Ann. Eu quizera
poder moslrar-lhe seu retrato tal qual ficou-me gra-
vado na memoria. O senhor veria como eram Ion-
gas suas palpebras, coipo era graciosa a corva que
' as sohrancelhas trarovam-llie sobre os olhos, como
era mimosa sus boecs, como brilhava ao sil o es-
malte de seus denles, coran eram rosadas c transpa-
rentes suas nrelli.is. K'ludei-lhe a belleza cin suas
. menores particularidades, porque tenho espirito ana-
' li tico, e o habito ta observaran. Fma das consas
; qus> mais admirei nella foi a liuura e a transparen-
cia da pelle ; seu epi lerme era mais delicado que a
;ielicula avelludada que robre os bellos froclos. As
cores de suas face> pareciain feitas do p.i impalpavel
que tinge as azas das bu huirlas. Se en nao fnsse
tloulor em scicncias naturaes teria receado que o
rocar do veo (irasse o hrilho frgil tle sua belleza.
Nao seise V.S. ama as miilheres paludas, enao qui-
zera contrariar suas ideas se por acaso gusta de genero de elegancia moribunda que esleve em moda
em cerlo lempo ; porm na minha qualidade de
taliio nao admiro nada lauto como a saude, es.a a-
legiia da vida. Se algum dia forniar-rae em medi-
cina, serei um homim precioso para as familias,
Entre os varios nomes de di conaes e eslrangeiros qoe nos alumnos das escolas
de Lisboa deixaram consignada a improajlo BJIH Ihes
causou tao ingenhofo iuvenlo, enconlramns o do
BONO sabio compatriota D. Antonio Alcal Galeano,
enlao embaixador nesta corle, o qual nos consta que
mailo especialmente o recommcudara ao nosso mi-
nisterio.
O posteriores snecessos polticos fizeram esquecer
o que ja se entabolava entre o gnverno hespaohol e o
Sr. Castilho. Os peridicos de Madril, sem differen-
fa da cor, noliciaram por essa occasiao o convite di-
rigido ao autor do melhodo portuguez. Com o nosso
syslema de escolas normaos, fora facilimo, nao s
fazer lodos os ensaios previos, mas dilfundi-lo de-
pois por (oda a pennsula. Para trasladar o melhoio
portuguez para a liogua caslelhana, o sea autor ha-
via, coadjuvado por pessoa muito perita na lingua,
0 ronaelheiro Jos Mara Grande, comecado alguns
Irabalbos importantes.
Abrangeremos com um relance de olhos muito do
alio a lotalidade do svslema novo, alim de que se
l'is.a avahar a sua philosophia e compreheoder as
razoes dos seus resultados, qoe sem isso poderiam
passar por fabulosos. O pen.amento fundamental,
ei-lo aqu, tal como o deduzimos da 3a e mesmo da
2' edicao, em que a obra avulta ja como ama crea-
rao original.
A arle de fallar ampliou-se pela arle de escrever;
a arle de escrever inppoo correlativamente a do ler.
Para que a palsvm fallada podesse chegar a ser es-
cripia, foi indispetisavelmenle dividida. Prononcian-
do-a pausadamenle, recunheceram-te-lhe svllabas.
Tanlns signaes diversos para 'os olhos, qoanls eram
as syllabas de urna lingua, nao poda reto-loo a me-
moria. Ten(nu-se poi na syllaba o que se tentara e
seguir na palavra. Proferio-se ainda mais pausa-
damenle ; appareceram dislinclos os elementos pit-
nicos, vozes e ullexes. Os primeiros, elementos
substantivos; os segundos, elementos adjectivosdo
voeahulo. Para estes elementos, ja era numero mu
limitado, iuvcniaram-.r signaes visiveis da conven-
cao, qo. .-.lo as lellras. fjl elementos da palavra fal-
lada lraduziram-se portauto em lellras para a palavra
escripia ; oselemenlos da palavra escripia relradu-
ziram-se portauto eras ons para a palavra fallada.
A primeira operado foi o escrever ; a segunda
oi o ler. O primeiro (rabalbo nestas escolas racie-
naes be adestrar os discpulos em reeonliecerem as
palavras, quando Ih'as proferem divididas era seus
elementos phonicos. O segundo, dividirera a elles
mesmos coro facilidade e correccao. A esles prccesios
do nome. de a leitora auricular.
Para aprenderem a forma e valor das lellras lem-
se tantos qoadros, qaantas sao as lellras do alphabe-
to. Em cada quadro em cima,, a esquerda urna fi-
gura de pessoa ou cousa lio parecida com urna le -
Ira maiuscula, que essa Ultra que direita se Ihe
enconlra, se repula sua sombra. Por baixo esla' a
esquerda outra figura, parecida com a leltra. porem
minscula, e a respectiva lettra lambem como som-
bra sua direita, v. g., em cima um martello e um
T maiusculo, em baixo ootro marlello incompleto,
e um I minsculo. Cada quadro destes tem soa his-
loria muito clara e do gosto das enancas, na qual se
explica o qoe diz, ou o estrondo que faz a figura ;
diloou estrondo esse, qoe se phanlasia estar igual-
mente ouvindo a sua sombra. Assim como um mar-
lello qaaudo bate faz Ir., u valor d;. sombra do mar-
lello he tambero t. Otiandu- a leltra tem mais de
am valor, como acontece, v. g ao R e ao S, a his-
toria da figura esta' arranjada de modo, qoe da' cx-
plicacao e razao para lodos esses valores. Com esta
prativel menemonisacao, o alphahelo maiusculo
e o minsculo, com todos os mus valores, apren-
dem-se, termo medio, entre 5 a hora.
I.og" i.iu" alumnos s.,i.. rll Oooompslv o recom-
l'Or com ractlidadc as palavras fal'.das, e couliecem
os signaes com que os elementos deltas se represen-
lam aos olhos, comecam-se-lhes a escrever Tocaba-
los com giz no quadro polo. Se esles vocabulns tu
constara de leltra de ura valor cada urna, leem-nos
sem hesiiacS) ; se porem leera lellras de mais de
um valor, he o me.Ir quera os melle a camin t.
A esculla entre os valores variados de cada leltra, he
asmis das vezes sojeila a regra. Emao explica-se e
dita-se a regra, que he em verso rimado : toda a
escola a cania ; cantoesse, que se repete ludas qoan-
ls vezes occorre igual bypolhese, al se reconliecer
que o oso a tornou doolrina correnle, porque enlao
bastar suscita-la levemente, ou olla se suscita por
si mesma. Se porem a escolha do valor de urna let-
tra amiga, nao he sojeitevel a ragra, o meslre aeot-
luma os discpulos a procurarem-no por tentativas.
As palavras que se escrevem no quadro prelo pa-
ra a leitura de toda a aula, sao a principio nomes de
objectos. bem conheciJos e do gusto das enancas, e
pequeas phrases inleiramente ao seu alcance.
Depuis de lida urna palavra, traosforma-sa su>
cessivamenle em mailas outras, que igualmente se
fazero ler. Estas traosformaces muito do agrada da
puericia, operam-se, ja por suppressjo de letlra ou
lellras no principio, no meio, ou no lim, ja por ad-
dico, ja por troca.
Os voeabolos logogrphicos no qoadro prelo, sao
um passa-tempo dus mais appetitosos para rapazes.
Consiste este em escrever um lermu pol\s.\ llabico,
de cojas syllabas (odas oo parle, diversamente com-
binadas, se produzam ootros termos. As syllabas
sau numeradas, o meslre apona com a vara para us
nmeros correspondentes as syllabas necessarias pa-
ra tlarem a palavra que elle tem nu peusamenlo. A
proporrao que elle bata com a vara uesse numero,
o coro profere a syllaba, as sv liabas succedeudo-se
Coro rapidez, dao para logo a palavra.
Logo que se acham expeditos em ler palavras sol-
tas, e em leltra redonda, vao-se os caracteres desfi-
gurando para forma inannscripta. O ler a leltra de
m3o, desde a mais perfeita a' mus alejada, vem
progressivamente e sem esforco. Os signaes da pon-
tuacao menemonisadns, por quadros|de figuras como
s lellras. As historias destas figuras determinara
com nina grande exacc.ao de quantidade da pausa
que se ha de fazer para cada um daquelles signaes,
e o subir ou descer da voz na palavra que ihe esli-
ver antes.
Finalmente, os algarsmos arbigos o as letlaas de
numeracao romana, sao idnticamente, e nu'm re-
lance, comprebendidos e decorados.
O modo deensino de que lodo e>le melhodo, tao
engenhoso, tao atlractivo.tao harmnico e tan exac-
pois deceno nao he de namorar-me de minhas .l-
enles. A vista de um semblante bello, sao e vivo,
da-mequasi tanto prazer conloo encontr de um ar-
busto, elegante e vigoroso, cojas llores abrem-se a-
legremenle ao sol, e cujas folhai nanea (orara ence-
ladas pelas lagaas nem pelos gafanliolos. Asura a
primeira vez que vi o semblante de Mar] Aon senti
urna lenl.ir.iii vilenla de dizer-lbe : Quanlo estimo,
senhora, ve-la com lao ba saude !
Esqoeci-me de dzer que as lindas de seu rosto
erara fallas de regularidade, e que ella nao linha
perfil de estatua. Phidias nao teria talvez recosido
fazer-lhe o busto ; mas Pradier ter-lhe-hia pedido
de joelhos a permissao de dezenha-la. Confassarei
com risco de destroir-lhe as llasoes, qae elli linha
na face esquerda urna covinha que fallava absoluta-
mente a direita, cousa que he contraria a todas as
leis dasvmelria.'Saba mais que seo nariz nao era
direito nem aquilino, mas francamente arribilado a
l'ranceza. Mas que essa conformadlo a tornasse me-
nos linda, de o qae eu negara ale sobre o cadafalso.
Era bella como as estatuas grega : porem difTeren-
lemenle. A belleza nao se mete por um lypo immu-
lavel. poslo que l'lal.lo o tenda aflirmado*; varia se-
gando os lempos, o povos e a cultora dos espirilos.
A Venus de Milo era da dous mil .nnos a mais bella
lilha do Archipelago : creio que nao seria em 1856
a mais bella mulher de Pars. Conduza-a a casa de
urna costnreira da praea Vendme e de modista da
ra de Ln Pan. Era lodos os saines em que for ap-
presentada alcaurara menos Iriuinphos Jo que tal nu
tal senhora que tem feices menos correlas e nariz
menos direito. Potlia-se admirar uina mulher geo-
mtricamente bella no lempo em que a mulher era
apenas umobjeclo de arle, destinado a lisongear a
vista sem dizer nada ao espirito, urna ave do par i-
zo, cuja plumagcm todos conlemplivam sem conv-
dala (amis a cantar. Urna bella Alheincnse era tao
proporcionada, lio alva e 1.1o tria romo a columna
de ura templo. Mr. Merinas innslruu-inc em un li-
vro que a columna jnica nao era outra cou-a talo
urna mulher disfarrada. O prtico do templo de E-
reclheo no Acrupolo de Alhenasrepousa anida sobre
seis Alhenienso do seculo de Pericias. As mmere
de lioje -.i') pequeos entes alados, ligeiros, inquietos
, e sobretodo pensadores^ cralos nao para siiileatar
! templos sobre a cabera, mt para despertar o g^nio,
alegrar o trabalho, animar a coragem, e illuniinar o
tu un lo com o seu espirito. O que amamos nellas, e
o qoe Ihes da belleza, uAo he a regularidade cum-
passatla de suas feinies, he a expres-3u viva e mu-
tlavel de sentiraenios mais delicados que os nossos,.
he a radiacao do peusamenlo em torno desse envol-
loro frgil e insollieiente para COOlO-lo, he 0 jogo
petulante de nma phisiunomia alep,re. Na i sou es-
eelplor, uut. se toabotsa nanejar o eazel, e me
.li'--em para fazer a estatua allegorica da no--a epo-
1 cha, juro-lhe que taria umi covii.ha na face es-
i querda, e o nariz arrebilado.
I Conduzi Man Ann al a aldeia de Castia. O que
lo, se reveste, he o simoltaneo mais perfeito ; desde.
a primeira al a nlliinu hora de um curso, o meslre
esta' sempre presente a lodos os discpulos, e lodos
os discpulos ao meslre, Os movimentos e as vozes
lulo lie rhvtbraicainenle corapassado a um loque de
vara, a ura movirnento de man, ou pelas badaladas
de um metrnomo que a vonlade se gradna para me-
nos ou mais rapidez segundo estilo mais ou raeuos
alrazados. |
Cera, duzentos e mais iliscipulos iazem, como u-
ma s voz a leitura auricular, e a leilura visual,
cantam as regras. ele.
Os discpulos mesmos'marcam com palmas concer-
tadas o rhvlhmoda que dizera, e de esle agradavel
e ai tal exercicio das extremidades soperiorer, se
rene lambem, quando o local o permute, e das in-
feriores, marchando ao som das palavras que dividem
ja era s\liabas, ja em elementos. Da leitura no qua-
dro prelo, passam a do livro,
Todos as.im, como o professor, tem na mao um
eveinnl.ir da mesma obra, aberlo na mesma pagina,
e leem em coro unison.imeule.
Esta leitura he feita de qualro modos 1\ por fi-
guras, islo he, di/.eodo o coro o nome porque se de-
signa a figura de que he sombra cada ama das lettras
que all e-l.lo. 2- por elementos. Aqu o coro pro-
fere dislinclos e separados os elementos phonicos cor-
respondentes as lellras. 3*. por (vitabas, islo he,
dividindo as palavras em sy.labas. 1.- por cima, sin
lie, dizeado o periodo a palavra e palavra, mas cada
palavra tle tira jacto.
Na 3\ e i\ tiestas leiluras nao se faz caso da pun-
tuaran cujos lous em puu teexagerai;5o, alim de melhor se aprender e apro-
cia-los.
O ensino da escripia n3o he menos eflcaz, e po-
de-se dizer que desde o principio corre simult-
neamente cmn o da leilura. O mencionar os s?as
processos, levar-nos-hia demasiadamente longe. As
vantagens muito demonstradas desle melhodo, oto :
economa de* lempo : suppressao total de rigores, o
goslo que faz com que as crianzas fujam para a
escola, como fugam dalla, a aireicao que ganbam
ao meslre e aos livros ; o desenvolviraeuto da razao
pelo inetdodico e corapredencvel da doulrina ; o
desenvolvimanlo da memoria pela conslracc3o de
hbitos menemonicos ; r) desenvolvimenlo das forjas
phv sicas pelos movimentos, pela gynastica dos pe.,
tos bracos, o dos puloies, e pelo bem estado do
corpo e do espirito, finalmente o ficar-se lenda em
pouco lempo, iuicomparavelmeiite me|hor do que
Id agora se consegua, escrevendo com bstanle
correccao orthographica, e fallando com summa niti-
dez.
Todas as disciplinas do ensino primario o mesmo
do ensino secundario, nomeadamenle o estudo das
linguas, romo a experiencia o le ti provado, se po-
dem coadunar, nmulatis malandis com aquello me-
lhodo e o seu modo simultaneo.
Se o Melhodo Castilho da' ; como boje se nao po-
de negar, tao raaravilhoios resultados, com urna or-
thographia tao anmala como.hea. portugueza, que
nao produziria elle transplantado hab Imente para
Hespanha, cuja lingua se escreve quasi tao regular-
mente como a italiana .'I.uiz F'lippe Leile, direc-
tor da escola normal primaria de Lisboa.
K. B.Fica no prelo a f*. edicto do Methodo
do Leitura do Sr. Castilho
rencia um grupo de principes ir.ui compacto para ,a riqueza, doiearilaooa ao ..un, ningaesa asr*
Ihes deixar o emborne i da escolha. ] dizer qual sera o moviineutn n lu-tn >l # ta>a*rrial
Eis aqoi um dos programmas que durante esles da Russia. Os camintios tle ferro seta seoa david
iiliinin. dial tu corrido mais m inaioria dn enlates: para ella um laaaanna lieneficio. mas he obricada a
primeiro garanta da sua aulonoraia e dos direilns, oreila-los como um lienelicio. porque na* e as-ha
inlercionaes taes como re'ultam das rapilala^Hia laai aalaila i dar aaa laaaloii apa ai va* ronirie
dos anuos de 13!)!t, litiile 1513, concluolas eulre os um beneficio proporcionad as n-ro. e> aostacio
paizes romanos e o poder suzerano, de mais neutra-: da sua iniciativa. Cuino quer qae aeja. he un -
Itdatle to territorio moldo-valaco ; segundo unto di | meco na olidariedatle do. seus mteresses rom o* io-
Moldavia e da Valachia em um so estado e sob um
gnverno; ler.-eiro principe estraogeiro hereditario,
que ser escolhido em uina dyna-lia reinante na
Europa, e os berdeiros nascidos no piiz, serlo e.la-
eados na retigian to paiz ; quarto governo represeu-
leresses da Bafapa oeridenlal.
A aaaatlo aaioia da um pao mais do que des*i-i-
00. O- plenipotenriarios da Franca, da luelalerra,
da Austria, 4a Koaota, aaltataloa aM aaapoaoao
igualmente er.igerada-, i.o dr.p.r/.iam no-ta do
talivo cora urna s.< assembla geral, segundo os an- que eslava ao seu alcance para conciliar es prelen-
tigo- usos. Ksta asserabica ser o producto de um cues das duas parles, ote as oaae Miaa-eplibilidado*.
corpo eleiloral formado conforme ura svslema has- Ha com elTeilo, ao lado do atnj .em principal ooes-
tante ampio, para que os inlere'ses de lodas as cas- loes tao delicadas, e que loram lao de peno a ta-nii-
ses da sociedade ah fossetn representados, c as re- menlos de beato, de tlignidade e de .un .r firapri*,
formas inleriores prudentemente elaborados. Km qoe fora misler para resnlve-'as lo la o paeien.ia *
resume respeito ao direito de proprtelale, de qoal- molerar.io. As-im, depois de longo eafnrcM, rllea
quer nalurcza que seja : igualidade de todos pe- | anre-oni.tr.l i a' ar il.ic.lo do gal.inele do el irisa o do
raule a le ; liberdade individual ; liberdade de Ira- Berue um projecto de tratado. >egundo esto p.e ae-
balho para o camponez. lo, el-rn da l'tu-sia deve renunciar a soberana do
Eis 05 votos manifestados pelas popularles, e com- Neofchalel, c o canlao enlregoe a si meleno, codi-
to ln aperar da necessidade absoluta de toda a liher- i nuara a fazer parle da ronfe terarJo. Mas iadrnoo)-
dade para a manifestarlo desles votos, ha violarlo do | denlo dos seus diretloi de ob-rano. I re lenco -
exereicio dos direitos eleitoraes e da expnessao tlus t IKenne passoJa un Cania., a mulo particular prnprie-
sentimentos generosos. Todas as manobras s,1o pos- i dades coja consereocao Hit dera um.. preponderen-
tas em pratica conlra o que <-'i un iremos os linionis- | ca incompalivel com a indepenilearia do pe/ : o
PARS
6 de mato.
Dorante n mez ppssado os principados danobianoi
ocriiparain a allencau publica.
O tratado de Pars recebe a este resrOjito a soa
'i ;I caca i : a comiuissao inlernacintial reuni
em Jaasey e Bucharesl os divans. Apenas os divn
o asturom eomliluidoo, ella pora' em relac.i,. com
os seos pre-i mu... para recoiner com expresado
manifestada sobre os melhurainentos que"comporta a
organisarao no seu todo, e depois desse iaqoerito,
remetiera o seu relatoriu a' conferencia de Paris,
nica poder constitutivo. S-ja qoal foreste inquen-
lo. encontrara' em toda a parle urna nica i lea do-
mname, idea cuja redlisaeao he o voto inaisardeole
daqnellcs que compreheud.im os iiileresses e desrjam
o progresso do paiz. Esla idea he a unan das duas
provincial em um s eitado, porem mais do que islo,
a grande diHhiildade da situaran he a organisacolo
telativa ao poder execativo. todava sem que se pa-
re nos pormenores da conliioii.,lo fulura, conleolar-
tar-sa-ha por agora com ura poder ni mar.litro here-
ditario em vez de dous huspodares noineadoi peri-
dicamente pela Porta. Os inconvenientes do enligo
syslema silo llagrantes, a noineacdo de um hospodar
vassallo, subdito do sulto, dependa at aqu do ca-
pricho da Porta. Ora o capricho da Porta se compra-
va muilasvezes com dinheiro.oapoio da Aoslnae da
Kussia se obtinha goalraente a' cusa de sacrificios
mnilinmildad.ires e desastrosos para o paiz.Qualquer
candidato a'dignidade de principe rompromeltii-se
para com o eslrangero, e nu dia seguiule da soa ins-
ulano se dava pressa em prnvar a leal la I das saas
promessas ; dorante o lempo limitado da sua digni-
duc, s linha nu. larefa. Salisfazer peridicamente
o ore menlo extraordinaiio da rorrupjao. Esle incoa
venientes-ra obviado pela hereditanedade; a heredi-
tanedade tornara o principe iudependente, e o obri-
gara a procurara soa forca iinicaraente no bem estar
e no poder de seu paiz, cora o qual os seus propros
inleresses seriam de ora avante solidaria e eslreila roen
te ligados. I na vez a trailllo e eslabelecido o prin-
cipii), trata-se da escolha di persunagem a quera |se
confiara' a nova dign.lade. Devera' ser indigna is-
la personagem Sera' melhor que seja estrai.geira'.'
Nao ba familia indgena qoe nilu se ache mui com-
prometlida com a Turqua, Russia oa Aaslaia. Nao
ha casa de orna aolorulade sufficienle. Sera' um es-
(rangeiro Quem ser..' J Onde irlo procura-lo ? Ser
capa/, de garantir a sua grande responsabilidade '.'
llavera probabilidade de o encontrar .i alluralda si.
lo.tcao .'Comprelienilera que o poder supremu nao
be tima sinecura '.'
Eis ahi os que agitam os Moldo-Valacos, an passo
qae a commissao inlernactoo.il e os divans preparara
os maleriaes para o inqoerilo. He pruvavel que ra-
da urna das parles contraanles da conferencia de
Paris, rara valer o seu candidato, pois que o que he
certo be que, apezar do peso .la larefa, na'o rallarlo
concurrentes. A Alleraanha, este vasto viveiro de
principes in parttbut, o por consequencia em tlis-
ponibdidade aprescnlar sem coiilradicc.lo a coufe-
ella disse-me tluranto o caminho, e o que .ule res-
pooder-lhe naudeixou-me mais vestigio no espirito
do que tleixa nos ares o v.i de uina aulorinha. sua
voz era Ido suave que quasi nao ilei alienlo aoqae
ella me tli/.ia. Eslava como na opera, em q.ie a mu-
sica nao permute mailas vezes enlendcr as palearas.
E eulrelauto todas ai oircumslaucias dessa primei-
ra entrevista se loro ir un laeffooeil no meu cspinlo.
lia-l i-ni" fecharos olhos para cuidar que ainda es-
lou pas.ando por ellas. O sol de abril hatia-rae bran-
.lamente sobre a caneca. Abaixo e cima do caminho
as arvores resinosas da muulanha semeavam seus a-
romas no ar. Os pinheiros e os Iherebintos pareriam
queim.ir om incens rusticu na passagein de Mary
Ann. Ella aspirava rom visivcl satisfacrao esses,per-
fumes da natiire/..i. San nariz estremeca e eus lia.
dos olhos corriam de um a oolro objecto coro alc-
gria. Assim, tao bella, lo viva e tao contente, pa-
nela ama drvada que escapara da casca. Ainda veio
daqui o animal em que ia montada; era o l'saii.
cavallo branco de /iinraerman. Seu vestuario era
pralo, o da velha Simons que me fechava o horisoo-
le era de uina cor verde-garrafa aisaz evrenlrica
para testemunhar a independencia de sea goslo. A
velha Simons Irazia um chapeo prelo dessa forma
absurda e desairusa que os homens adoptaran! em
lodos os paizes ; a lilha Irazia o chapeo cinzento das
heronas da Fronde. Lina e outra eslavam calcadas!
de luvas de pellica. A mao aeM.it Ann era um
pouco grande, mas, era adrairavel. Eu nuuca pude
Ira/.er luvas. E vossa senhoria f
A aldeia de Cailia arhou-se deserta assim como o
klian de Calwia. Dimilri nao podio comprehender
issi. Apeamo-nos jonlo da fonle diante da igreja.
Cada ura tle nos foi baler de porla em porta ; nem
urna alma. A aalorldada seguir lambem a popul i-
$j. Todas as casas ta aldeia compoe-se de qualro
paredes e um ledo cora doas aberturas, das quaes
urna serve de porta, oulra de janella. O pobre Di-
milri deu-sc ao Iraballio de arrombar duas ou tres
portas e cinco ou seis j.mellas para cerlilicar-se de
que os habitantes nao eslavam adormecidos nos ra- II
lanos arrombaiMoloa n.lo servirara .nao de livrar
um iofoln galo esqu"n lo pelo dono, o qual parti :
como uina Media na diterrao dos bosques.
Desla v../ a velha Sunoiis pcr.leu a paciencia, e
li-e a Dimilri:
Sou inglea, ningoem uaba do mira impune-
inenle. Ilei de quenar-m-> a l.egarao. O le alu-
so-ii para um paawio l monlanlias, o \'inr. faz-me I
riajai sobre precipicios I Ordeno Ibe que traga pro-1
vises, e expoe-mo a raorrer de fome! II aviamos I
de almoear no khan e elle est abandonado! Tenho
a conalanaia de segai-lo em jejam ot esta horrivel
aldea, a lodos os aldeooi sa retiraran! ludo isso;
n.io he nitiir.il. Ja viajei pela Suis.a qhe alias he
um paiz de ni.tutandas, e tu tavia ntda me lili.o t
almorei seuipre a hora cohtumada, o com Iradas,
ouve-mc'.'
Mry Aon tiutou aplacar a m, mas, a velha uao I
las, a saber: a interdice,!idas publiccesdestinadas
a esclarecer o paiz, as idea mais radicha) o mais
subversivas altriboidas aos partidarios da mirlo, era
lim, a intimidarlo exercida sobre os funrcionarios
encarregados da revisan tas listas eleitorues. Todas
estas violencias exercidas pela aatoridade, nao podem
ser tle mao agoun para a causa que sustentara as
sympaibias do Occidente : recorrer a semelhanle
raeios he reconhecer a sua flaqueza e impotancia era
dominar um moviinentn verdadeiramente nacional ;
e n urna palavra. de da dt.nra da Turqua que o tra-
tado de 30 de marco de 1856, seja le.tmenle execu-
tado, e qae se deixe toda a frauqueza a manifestajao
unnime das provincias.
\ siiuac.l i desperfju a attenc.'io das grandes po-
tencias que dao sido onvdas : adiou-se a eleii;ao pa-
ra 10 de jonho prximo : parece que o adiamenlo
provm de outras grandes dillicoldades na appliea-
e,ao do firman de convoraca > dos divans idhoc. Foi
preeno pedir a Porta explicaces sobre cerlos pontos
do firman imperial que era moi obscuro. Decidi-
se em Constantinopla qoe os representantes das po-
leocias signalarios do tratado de Paris que tomaran)
parle na redaccao do firman, se reuni-iam de noto
para rever s arligos, coja iolerpretacao ha sido coa-
testada.
Apezar das intrigas auslro-inglezas, as ideas fran-
cezas, a influencia He M. Thouvenel vao ganhando
terreno. Engenheiros francezes se occopan na es-
labelecimenio de um syslema completo de commo-
nicacio destinado a renovar ludo na Turqua. Res-
chid Pacha cooliHua a cercar-se de homens devota-
dos e capazes de coadjuva-l na execa^ao das refor-
mas prescrptas pelo Hall llumaiouu, mas trata-se
sempre do modificac,es ministeriaes.
A quesi.i j das finaiiras esta sempre cercada de
difiienldades. Trala-se de substituir os grandes ca-
pitalistas que se retiraram: uina que-t.u que divido
o mundo alternan e o mundo Slavn.
A questao dos ducados dea um passo importante.
As curtes de Vienna o Berlina, se errianderam para
apresentar a de Copenhague um i proposito qoe pa-
rece em vespera de ser aeolhlda. De nnli menoase
(rala iln qua exigir qu-> o governo dinamarqus a-
preseolame a eoafaderarao a eoiutiiuicalo rnmmom
a Dinamarca e das Balados de llolsleio. tk Austria a a
Prassia se limilam a. pedir queelrei da Dinamarca,
ouca os balados do liolslein subco a consliluicao
wu.,., ,., cmaom un uoisieni su.0 a consliluicao o-
Inrgasla eoa UUi. Joaim, ja ao aio. tlcrici a aa> ---------------- ~T?^^
cinmljdade dinamarqoe/a a sua n .cionalida le .llir" Hlfl III'JWt'l1
maa, ja nao aa esquecra qne a cnirederar.lo nao
tem direito sobre el-re da Dinamarca, se nao em
quanto duque de llolsleio. Ja sa nao viola o equi-
librio europea. A questao urna vez eslabelecida
neste terreno ja nao uflarece dillicold.ides, esla re-
olvida, mas a solucflo se acha por um momento adia-
da em razao dos acontecimenlos occorrilos em Co-
penhague, onde arrebenlou urna crise ministerial,
lodosos ministros depozeram a soa deints.jo as
maos de el-rei. Os motivos desla reaoloeao ,j0 es-
pecialmente profundas divergencias de npiniao nos
negocioi interiores. Presenlemonleo gabinete ainda
experimenta grandes diiticul la le- para se reconsti-
tuir.
O governo ao.lnaro prosegae neste momento na
realisicao de varios projclos de reformas que se li-
gam ao complexo geral da monarehia. Aguarda-sa
prximamente a promolgacJlo de urna lei cnmmer-
al, ede urna lei relaliva as arles e nflicos. Fm
novo estatuto provincial vai ser dado Hungra, e a
respectiva poblicarao precede a viagem do impera-
dor eda imperatnz f.xatlapara aste mez. O archi-
duque I ernan lo Matimilniu annunciou ao reino
I.ombordo Veueriano a sua inlenrjo de ehegar ao
desenvolvimenlo dos inleresses inlelleeloaes e male-
riaes, apoiaodo-se sobre os elementos proprios do
paiz. dirigmdo o espirito publico, e fazendo concor-
rer todos os recursos individuaes ao bem estar e
prospendade geral.
O roinpiraeuto das relaces diplomticas entre a
corte de Vienna e de Turun he d'ora avanlo um
factn consumado. Com lu lo o governo sardo res
panden c.un mulla lactina a carta de ehamamento do
conde l'aar. Pola sua parle o gabinete de Vienna ex-
pn.i.io o desejo tle ver o inirquez da dtono pro-
longar a sua residencia naquella capital. Os passa-
portetilo admitlidos respeclivainente lias fronleiras
de ambos n< reinos. Os teslen.uoh.is reciprocos de
corleiia tem urna signilicarao favoravel e o desejo de
salvar as dilliculdades da "tuaco.
A ltu[sia se occapa com aclividule com o tecido
dos seus calmudos de ferro : lera illij kilomelros,
compredendendo as lindas que segtiem de S. Pelers-
berco Varsovia, de S. Pelersborfo a Konisberg.
de Koorslt a l.ibao. de Uosceo a Theodoria, de Mos-
cou a Novgorod. A despeza necessaria para esta em-
preza he calculatla em um milhar 12S diilhes e 660
mil francos. O producto nao pode ser exactamente
eslabelecido at o presente. A Raaria nao se acha em
condices qoe permillam compara-la com as outras
regici da Europa. Ol caminos ,|e ferro nao cream
projecln diz que o governo feleral pagara" a el-
um railhao da francos, o qae ela semina era' icaal-
racnte repartida entre Indos os ranles. Este prn-
jeoto estipula a inlervencao de-ie estado na olaomli
tracJo dos bem e da igreja, e rollnra oh a caraatia
da Europa as instiluicr.es de beneficencia do Noot-
cdatel. Decreta urna amnista geral e oca uanjea
para lodos os fictos de participaco nos irrnlrciaorn
los de selembro. bmlim, om protocolo teparoda ansa
de nao olTender as inv, susceptibilidades do
confere a soa mageslade o dtreiiu de ronlia
ajar do litlo de principe de Neolrhatel a ro-ivo da
Vflenjn qoe traz a lembranra recordaroa haleri-
cai. Neuhuira deslai condtro p lerjo jenalticor a>
qualla lo. duas paites que lomaase sobre m i reipoa
saloit i .de do ama recosa. Desl'orle, .-onsiJera-so a
dilierenri terminada.
Oaaolo Franca, a vida poltica ronla aojan pava-
eos factos oovos. Agoorda-se a renovaba da iexi-ta-
lora. O espirito publico se preoccapa rata o I
febril dos desrovolvimentos nanceirea.
minie a grande novidade he a viagem da troo i
Constantino o a sua residencia em Paris ; isoo leen
mo a oecupacao de fe-las esplendidos, tolas -
pregn idas de cordialidad* sympatdira paro com ente
dospede da Friuc ; em Parts esperialmoailo ha ntdo
una recept;ao brildanle : banquetes, bailes, iijoc
taclos, exercicios militares, elr. ele.
Irmlo do czar Alexaadre 11. ete joveo princino
foi dorante a guerra do Oriente foi om do< aura ar-
deutes promotores das me ti las .le repreassao al pia-
das om S. Pelersboargo. Encarregado da dafeta do
Bellico, desenvolvao ama aclivilide mfatigavel pora
oppor-se a todas as eveulaalilalrs ale a rsaialdsv
ci do paz ; he almirante aer, chele do mar.ntia. A
jotlinle de campo general, e commandanle do 1."^
brigada de infantaria da guarda, mesaanm d canil
Ido dos escolas militaros ; alumno do velho partnla
ru-o, jimia a enrgica firmeza do sea carcter, oaaa
iaslrocicJo ao nivel de lodos os progres.os da eieaeia,
o coohoeimenlo das principaee.lingaas daEarnna o de
Otieale, o goslo da lilleratora, a pralerrao das arle*
he .n'oma palavra om verdadeiio garfa do laadla
dos Rumanofls.
<;. w.
IITiaiOR.
RtODK JANEint).
sSEWDO.
SESSAO DE 13 DE MAIO DE 1*57.
/residencia do Sr. Minoet lgna-m raroalraali a>
l/ferda.
I.idaa ai artai de 9, II a 12 da correte aan, aba
todas apprnvad-s.
0 Sr. Primeiro Secretan da coala do tcgataie
expediente. w-vnie
l'm avun.do ministerio da falcada, rrntellesadn *
mappa n. 501 das operaces da loootitatcao o aa'k
naluro do papel-raoeda at o fia de abril nllioae.
A eommissa.. de fazeada.
1 m oflieio do primeiro secretorio da cmara dan
depulado, participan lo baverem sido aac
as reaoluree da assembla (eral: I.-.
30 lolerias pera o patrimonio do res-olmasenl. do
Santa I fiereza e 100 pan a constraerso do aoo Iboo-
tro I mico uesla corle 2.a, q-e {mit, n (pweras.
a promover a encorpor-ica. de eompanbios pora o
pesca o secca de peixa no I litoral e nos do .asuene,
rica o senado inieirado.
Mandarse distribuir pelos Sea. seoiadoros o. eoooa-
plares da ultimo relaiona offereridos pe. vire-dl-
rerlor da directora da rompoahia do e-Irada ata for-
ro de Pedro ||. e Oo esboc* de .. preieelo pero
uina le addicional a das lerraa polticas idmcilll
por Francisco A lolpfi.. de Varnkagen.
0 Sr. I is de Jr do deliberen, qoe se contraas** a publicaran da
seus Cbales, sendo o reqoenmenlo qne posoao re-
~ digiste de maneira, qao abri am oardadeira ena-
curso de tolos os jiruaes da corle. Ma-i, toada o
anno passa.lo hivido urna ocrorrrnria rano a e Jar-
nal do Ctunmercio. a prgaala aa
acha-se incluida e-.sa foi ha.
" Sr. I'miente declara, qaje ,
aberlo para todas na jomaos.
oitiu-.M no DIA.
lie approvado sem dbale em tercefr dii
para subir a sanelo imperial a prapaH-aO da caena-
ra dos deput.i I ... delerininiii lo qae as"navas r h-
llios dos olliciaes e mais praaaa do enrpn maouiiI
permanente da corle sejam eomprehsoaddsM aa nHi-
ma parle da d.sposicao da arl. I- da le de gN de
selembro de 1853.
Sao igualmente approvados sem dbale : osa *-
ganda dncu indeferiudo o requerimenlo da cmara man ira* I
da \ illa-Formosa da Imperatnz. pedindo para ra
patrimonio as larras da asa poioa .o ; eoa pri-
Ihe dava oavidos. Dimilri explicou-lhe. como po-
ne, que os habitantes da aldea eram qaasi lodos car-
vneiios, e que seu ollicio os dispersava muilas vezes
lela inontanlia. Em lodo o eaw, anda nao havia
lempo perd lo : nao eram mais de oilo horas, e rer-
lainenle se encontrada depois de dez minutos tle
caminho urna casa habitada e um almoco promplo.
Qoal casa? perganlou a velha Sinions.
. A I /en la do convento. Os frades do Cente-
llen tem vaslus terrenos acuna de Cisiia, onde cnam
il.elha-. O bom vcldo que administra a fazenda
tem sempre vinliu, pao.mel e gallindas : elle nos da-
r almoco.
lera' sabido como lodos es nolros.
Se tiver saludo, nao estara' longe. O lempo
da rolheila esta' prximo, c ella nao pode afastar-se
muito dos corlieos.
Va' ver ; ia tenho viajado bastantemente des-
de a madrugada. Fajo voto de nao montar de novo
a cavallo antes de ter almocado.
Nao he preciso montar a cavallo, tornou l'i-
mnri paciente como um guia. Alaremos os animaes
junio da fonle. e chegaremosmais brevemente a p.
Mary Aun decidi a mai. Mnrria de desejo de ver
o bom velho e seu lebanhn alado. Dimilri pren-
leu os cavallos, enllocan lo sobre cada redea urna
pedra grande. A velha Simons e a tilda levantaran!
um pouco o veslido de amazona, e uosia pequea
lorec
peveoco o Oo
Abencoe-me paire.
frangos, seras liem pago.
Desgracado I disse o frade, que vea fater aeai '
Almoear. "
Nao vi i qsa o /./,. esta' abandonado T
llera o vi, meo padre.
K qu- i ald.i e-Ua' deserta !
Se la' livfsse encontrado ente, aoo lena va-
hdo al a toa rasa.
Bata eotea de accordo rom elles !
Elles '.' qoem '.'
Os salteadores !
Ha salteadores no Caraesio !
Desde ante-houlem.
Onde esiao ?
Por toda a parte !
Dimilri volioa-sa vivamente para ajfja nm
Nao parramos um minuto. 11- salle* I
lao na monlanha. Corramos aos aemos cavoHoo. ao-
uhoras, e lujamos daqui !
-;.m !T '." """''l;"r,"'l: =''too a velha Mim.
sem ler almocado !
Senhora, o almico potera Cu-Ur-IM caca.
Apre.soino-nos pelo amor de lieos !
Enlao he urna conspiraran! Vene, loron la-
zer-me morrer a' fome enr, ltma, hu^^. .
Nao creio em saltea lores. |ol,. .. najajaj annaa-
Iropa gauliou urna veretla escarpada ceilimente mui- | CMm I"* "'" ma '. Alem do que san Incte-
10 agradavel as cabras de Cistia. Todos os lagartos. f' e 5e alsaem atrever-se a locar-mr em om cal.el-
quealu aqueciam-se ao sol, retiraiam-sc discreta- 'o da cabera '
mente a' nossa aproximar.iu, mas cada ura delles
arrancn um grito a' boa velha Simons, a qual nao
podia soflrer laes .mimaos. Depois ds um quarto de
de hora, ella leve emlim a alegra de ver nina casa
aberla e um rosto hura mo. Era a fazenda e o bom
velho.
A casa era um pequeo e lilicio com cinco cpu-
las, era mais nem menos du que uina meeqaiU de
aflea. Vista de longe n.i.. era falta de certa eleg in-
ri*. Lio.pl por lora, iin.iiun la por dentro, he a di-i
visa do Oriente. Via-se era torno delta ao abrigo
le um montculo rubedo le Ihyuj uns oom eoia-
mei de palha c illocados no chao, e alionados romo
as ten tas em u n cimpa. II re i| ,,. imperio, o
bom velho, era um homemzinbo u vinte e
Man Ann aatova muito menos iranqaillistdi
Apoiou-.e.. meu br..r... pergunlou-mo se cria
que estivessemoi em pongo de morle.
De morle'nao. De ronbo '-tm.
Que me importa'.' tornou a velha Sinwaa. Re-a
beiit-me ludo a que tenho aqu, e deem-me almac* !
Ba nube de .ji, que a pobre vi-llu era Msgeria a
umj dni-ura eorwn que .. vulgo chanca i ..t.e can.
na, o que no- mti ,. ;bo. bspiis,mo. coa o aneara
de bomlimim. .toando Imln lm, A rjp41 o* a#r
lotla a soanaoei i par u... pralo i '. uulhas.
Dimilri o Mari inn pegaraoo-lba ala am d*
nina m.io. earrs-i iram-in al.-a verodl qne *
coaduaira. O fr-.de a i
egui.i ace.....I... en l.aha
cinco OOM lenlac.io violenta de empala por delra,
izi^^TtHl:t^,^7^, eT',;,;:r"uoaMu,"""r c *.....
seja qual for sua idade. E-lava vestido como um ,. S( \ -l ..'
cainpanez, mas sen brrele em vez de ser vormelh
era preto foi por esse signal qoe Dimit, reco-
nheeeti-o.
Ve:.do-nos chegar, o homemiinbo ergoia os bra-
cas jo co, e dava signaes de prelundo espanto.
Que doinem singular! disse a velha Simons ;
que motivo tem elle para admirar-se tanlo Parece
que niinra vio Ingieras !
Dimilri que corra adiante beijou a Osao do frade,
e disselbe cora uina mistura curiosa do respeito o
de familiaridades.
I.evaulei os olhos. Duas moutts de lenli.ee
umam-se a' dreiia e a esquerda do raminho. He ra-
lla urna dolas sainara tres ou qualr-i canos da es-
pingardas. | mi vo/ grilnu-mii em gregu : .. Ae-
sentem-se Eaaa operaran me loi lano mais fj-
eil, porque meus j.rreiln. cutvawm del.ano de
mu!. Porem ronsolci-me cm o peusamenlo do
que se Aja I, Vg.mennt.it. e o rdeme Arhilln w
houvessein vtslo na mesma stioarl,., i,;,, leriea re-
culado o aisettoqua me vITereciam.
sContinaar-ie-aii.,
MUTILADO
ILEGIVEL



mi ir,i dtscossSo para pas9arem n secunda os parere-
r. da mesma coiimil-.'i i, 111 il 1 r ii.!. i o i ,; quei mi i. -
lo de Francisco da Pauhra Marque* de Carvalho,
em qoe pede loteras para a Aactacilo de loedus-
tria Calharineose oulru da assembla pruvtnnal
de Minas em que pede melhuiameiilo das co.iaruts
do* respectivos panchos ; uulro da cantara muni-
cipal da villa de Ilabira, pedlndo privilegio a favor
de ama estrada que se piojecla enlie as povoaces
do Joaztiro Cuil ; oulru da eommisalo de cous-
liluir.in, ni icii'i id lo o requerimeulii da cmara mu-
nicipal de Jaguarao, em que pede, que o< depulados
pruviociacs sejam eleilos como us representante* da
Mcao na assembla geral ; e oulro da cr.inim-s.lo de
marinha e guerra, inclelrnii.l.i o requerirooutu do
cii'ii.iu reformado Francisco Jos Cmaro, em que
pode ollar i ciaste activa.
\ eiiL.i mesa e vai a imprimir o seguiute projeclti
de respost* a falla do llirono :
i Senhor. seuadu encarregoo-nos da honrosa
misso do rendermos as man subidas gratas a V. \l.
1. pelo manifestac.30 do jubilo cum que V. M I. se
ditnon abrir a primeira ses-anda actual legislatura,
oda esperanra que lem Y. M. I., a vista da geral
(andancia dos espiritas para a concordia e modero*
Sao, de que se turnar mol efficaz o emp>nho
a assembla geral em promover a felicidade do
pas.
i Congratulare o senado respetosamente enm V.
M. 1. pela IraDquilIidade que reina em ledo o im-
porto, o muilo Ibe apra em reconhrcir ninda que
osle grande bem be nm dos rasuliados da poltica
que o governo de V. M. I. lem seguido, o que lem
prodnzido em nossos nimos a ron v irc.io de .que. a
sombra o mediaule a Del execuc.tlo das atlllaieoes
politieos do Brasil, podemos avanlajar-iios na car-
re ra do progresto e da civilsarAu.
i O senado ouvio com o ma'ior salisfacHo, que as
re aces do imperio com as oulras nac,es*couiinua-
tm pacificas e amigaveit, e que o governo de V.
M. I. nio ee-sara de cultiva-las, em sentido eoidial.
firmando-as tempro, como exige a moral e a maii
ta pulilica, as solidas bases da j estica e dos inte-
resses recprocos.
i Dos constantes e desvelados esforros do governo
de V. M. I. para atlrahir a emigrar/o dus colonos
olis o morigerados, espera o senado que a applica-
ejo dos meios concedidos para l,lo uigeote fim pos-
ea salisfazer essa vital necessulade da nossa lavou-
ra o concorrer para o seu aperfeicoamemo.
E cerlo de que ser conveniente o opporlunn
emprego de outros meios que faciltelo mais a acrao
dos recursos de qoe ja dispoe o governo de V. 41.
1. para a realisaco do mesme fim, o senado tomar
om considerarlo os medidas que forem iniciadas,
ledenles a asegurar o elado e direitos civis das
petsoas qoe professam religies dillereutes, e o
promover assim o augmeulo da populadlo indus-
triosa.
Osenodo, lamentando os graves soffrimeolos
qoe a excetsiva caresta dos -eneros alimenticios
(em causarlo s classes menos abastadas da ....... po-
pulacho, concurren, de bom grado e pressuroao a
adopcau de quaesquer providencias que possam al-
l nua-los, se nao extingui-los. E jugando tambem
iiisDllicieute para tao imperioso lim o reduecao ad-
niittido no nova tarifa, nao duvidar acceder a mi-
li as medidas que possam ob(e-ln.
o Senhor Em nomo a patria e da homanidade
o senado taiga do reconherer e agradecer a V. M.
I. o vigor oom que furam reprimidas as oltimai ten-
tativas do trafico de Africanos em Serinhaem o S.
llalbeas. 'I'.o re[ietii tas provas da incessaute vi-
gilancia do govarno de V. M. I. hio d por fim
desanimar aos barbaros aveulureiros, que anda ou-
sarom continuar em tito abomioavel cnmmercio. ^
O senado se esforzara par que seja attendieit a
reforma hypolheearia que V. M. I. se servio recom-
meodar notamente eomo necessaria para a CumacA
do crdito lomtorial e detonvolvimeuto da agricul-
tura.
Nio deiiar oo mesmo lempo de ompregar igual
estarlo a favor das medidas que forem indispensa-
veis poro qoe melhore a disciplina da exercilo o ar-
mado, afiancando-so mais certeza na prompta pu-
Bi{lo o jostra ooa juramentos.
Nem lio pooeo deixer de por lodo o esmero no
oame do projeclo que regula o promocio dos ofli-
ciaoa do armada, a ua apreciado da oeceteidade de
i lleror, como mois conveniente fdr.et disposiees re-
lativos ao reerulamenlo.
Convencido de qoe o melhorameolo moral do
poli ho a mois oerdurovel base da Colora grandeza,
o senado regoe joa-se oo saber qoe os reformes fei-
las nos diversos ramos do entine vao produzindo os
seos desojados effeilos.
t Foi eea extremo agradavel ao senado a segu-
ranza de ser satisfactorio o estado das rendas publicas,
i.stim como a esperanza de nao realizar-ae o deficil
.rtvislo qaando foi decretado o augmento de 2 por
mata na eiport icso, e a possibilidade de anticipar-
te a soa aboliere ou dar-se-lhe oulro desliuo que
iblereste principalmente lavoura.
Senhor Por mais ardua que seja a nossa com-
tnom larefa na magnifica obra do eugrendecimenlo
do Brasil, o senado jamis desistir do uobre etnpe-
nbo de auxiliar efiicazmenle os esforros do governo
de V. M. I. para o grande fim de ele'var a nosso pa-
tria ao mainr gio de prosperidad* e lomar cada
ve mais glorioso o feliz o reinado do V. M. I.
Sala das roinmisses, em 1:2 de maio de 1S7.
Mrquez de Ahiantes.V i-conde de Abaelv.
O Sr. Presidente declara espolada a ordein o da
o d para a da pnmeira sesso : 3" discossan do pro-
posico do senado approvando a peiiso concedida a
I). Moriahella Mxima da Silva.
Levanla-se a sessao ao maio dia.
No da t:! nao honve sessao no senado.
fiURiO DBPEBNAMBCO Si \i\ rIHA 1)E Jf'NIlO DE 1857,
poner
O Sr. Augmlo de Olireira pede ao Sr. presidente
para dsr pora ordein do da urna indi' ac j Uleree da
pr elle o aiiiu passado sobre a publicco ,us |ra-
balliosda casa, e bem assim um projeclo, patudo
ja t-ni pnmeira diseusso, sobre o vinculo de llamb.
ii Sr. Prerdenl declara que o pedido ser toma-
do na devina coiuiderac.to.
I.ido o parecer da eoiumittfo de poderes sobre a
eleigao de depelido pelo \- circulo da provincia do
Haraohio, qoe monde dar tenlo ao Dr. Joequim
Lomes de SottU, val a imprimir a pedido doSr. Ma-
dureira.
Presta juramento e, loma atenlo o l>r. Corri, de-
putado pelo I- circulo da provincia de S. Paulo
_ OKDEU lili DEA.
t.onl.nua i discu..ao odiada rio perecer de com-
misrto j, podare, e emenda onereeida sobre a elei-
1..I0 do .1- circulo da provincia da lialiia.
pa.ewr ** Ala,eM Cln opposiao ao
A dlKQStSo ficoo adiada pela hora.
O *r. Prndenle d.i para ordeiiMlo dia :Conli-
nuasao da diteotaa do parecer da U committo de
poderes sobre a eleiC3o do 3- circulo da provincia
da Baha, e, se houver lempo, diteutsao do parecer
da mesa, datado de II do noslo de IK.V>, sobre a
poblicac.lo dos trabalhos da cmara.
Levanta-so a sessao as :l horas da larde.
PEBiAaMncdr
CMARA DOS SRS. DEPliTADOS-
SESsAO' E V> DE MAIO DE 1857.
Presidencia do Sr. titronde de Baependy.
] O Sr. l'rimeiro Secretario d conla du tegointe
expediente:
Um oflicio do ministerio do imperio, remetiendo
as acias do eleicao de eleilores das paroehias da villa
de S. Francisco e de Monte-Santo.A' eommisso
de poderes.
Dilo do mesmo ministerio, commonietndo, qoe
nao oxittem ne secretaria documentos nem iuforma-
c/ifs tobre ais elei^Oes de Ciuaratiugoei, Taubal e
Pindamonhtngaba, da provincia de S.Paulo. A'
quera fez a rcqusic,lo.
Dito do ministerio da ftzeodt, remetiendo os pro-
cestos de dividas de exercicios lindos a cargo do mi-
nisterio da juilica, provenientes de obras na cathe-
dral do Maranh3u, afim do que a carrara habilite o
governo com os meios necessarios para o seu paga-
mento.A' commitsao da orr,ameiil.
Dito do mesmo ministerio, remetiendo o requeii-
nsenlo da coufraria da capella de N. S. da Cetteoi-
o do Oulairu. na capital da provincia do Ceai.
pediodo permisiao para po aecet al o valor de 30:0009, e a iuformai;o do
presidente da metma proviucio o respeilo.A com-
missao do fazenda.
Dito do mesmo ministerio, remetiendo as ron-til-
las da secci> de fazenda do cunselho de rslado rela-
livat a impostos creados pelas as*emblas piovniciaes,
com manifesta violceo do acto addicmiial e cora
prejuizo das impost^es geraes do estado.A' cm-
misso de asseinblas provinciacs.
Dilo do Sr. depolado Joaquim Jos Teixeira l.ei-
le, rummuiiiran.il. que lendo de fazer urna viasem
Europa, nao pulo tomar asseulo este auno na ca-
toara.A' commisso de poderes.
Um reqoerimento de Cbrisluvo Starr i\ C, esla-
belecidos com fondtrao de ferro e bronze na cilia-
do do Itecife, provincia de Pernambuco, pedindo
isenrA do servico activo da guarda uaelonal pain
seusengajrdos brasileiros.A'commis-So de mari-
nha o guerra.
Dilo do capitn Antonio dos Santos Maura, pedin-
do qoe se annulle a eleiro da fregoelia de Porlo
Keal ou collegio do disthclo eleloral do Penedo.
A' eommi-ao de poderes.
Presin joramenlo e lomou asseulo oSr. Dr. h'la-
vio Clementiuo da Silva Freir.
OKDEM DO DIA.
Pnmeira parte.
Continua a eliicao das commisses permanen-
les.
Eslalistica, colonisacito e catecliese dos Indios :
Os Srs. Almeida Pereira, avio e S Albuquer-
qoe.
Agricultora, minas c boiqucs : Os Srs. Souza
l.ea, Alhajde e Andr Bastot.
Obras publicas : Os Srs. Pedreira, Vausto e
Mandes de Almeida.
Negocios ecclesiasticos : O- Srs. Pinlo de Men-
donca, Pinto de Campos e liermogenes.
Exame do thrsouro : Us Srs. Silveira l.obo,
Marlioho e Miranda.
Segunla parle.
Continua a discasso adiada do parecer da com-
missao de poderes B lina, que reconliece verdadeiro depolado ao Sr.
Dr. PedroMuniz Brrelo de Aragao.
Oroo o Sr. I.ciz Carlos, sustenlan-lu o parecer co-
mo mombro da commissao, e em upposao ao dis-
corso proferido pelo Sr. Fiuza.
A discossao icou adiada pela hora.
OSr. Prndenle d para ordem do dia :
ConlinuarAo da discuso do parecer sobre i elei-
5S0 do 3. circulo da provincia da Babia.
I.evanta-se a sessao s 3 horas.
13
Presidencia do Sr. tiiconde de Haependi.
I-i -i a a acia da aulocedente, he Ipprova 'a.
O Sr. I" Secretario d coula do seguidle expe-
diente :
Tres ollicios do ministerio do imperio, remetiendo
actas eleiloraas perlanejutes a diversas provincias.
A' commi*sai de poderes.
Ditos do secrelaiio do senado, corjimaoicandoqoe
S< M. olmparador cons^nte na* resolnr"* qu* con-
eedem Id loteras a Asoociacto de s" Vicente tie
Paulo e dous annos de liceaea a Jlo \" Porlolla,
rontadur da Ihesouraria da provincia de Moranbao;
ASSEMBLA LEGISLATIVA PROVINCIAL E
PERNAMBI.CO.
Sessao ordinario em -JH de malo de 1857.
Presidencia do Sr. Mis Pedro da Silca.
As II dorase 3,4 da manha \erilica-se haver ca-
sa, e aberla a sessao, he Ii I, e appruvada a acta da
anterior.
O Sr. 1 Secretario da cunta di seguinle
EXPEDIENTE.
ConUooa-ie na dieeaeslo d redacrlo do projeclo
n ii ni-ni || que ^u.in. na os ordenados dt varios
fom-cionarios pblicos provincieet.
Depois de ulgumas coniiderafoee dos Srs. Poplis-
lo e lnrodoro da Silva, que apreseula urna emenda,
Dea a discus-.lo adiada.
OKDEM DO DIA.
Conlinnacao da discosso dos rticos additivoi
apresenladot em segunda discusso ao orrameul.:
municipal.
Im oflicio do secretario do governo remetiendo o-
esclarecmenlos que foram exigidos a reapeilo dos
trabalhos da estrada de ferro. A' quem fez requi-
tirlo, ii
O Sr. Oliteira :jSera' poblicado cm onlro nu-
mero.)
Vai a msa a sesointe emenda :
Subslilulivo ao art. addilivo.
O foruecimento dos carros fnebres sera' felo co-
mo oclaalmenle. Epaininondas do Mello.
O Sr. .1/. Cacalcanii prouuociando-se contra os
arliKos adtlitivos que se arham em oscu-o, e pnn-
cipiando prlo que diz respeilo as nadaras, nlo pode
eguir a Opioilo do honrado membro o Sr. Meira
lleoriques, quantlo emende que a cmara municipal
le\e em vista inenusprezar a assembla provincial;
por quanto a seu ver a cmara municipal fa/endo a
sua segouda propola, a visla do requenmento d..s
padeirot, procedeu da mesma forma que ptocedena
qualquer oulro, sein;i:iiencao de ofiender ; por lano
enteude que ella nao merece censura neuhuiiia pelo
seu proeedimeulu.
O honrado membro nao rtiiicorda com a opinieo
da cmara, vota contra a prelencao dos padeiros, en-
lende que as padanas devem ,alur em coiitincnle,
por quanto ha mullos anuos que a assembla decre-
lou essa medida, ha mullos anuos que esl recoulie-
cida a necessidade da -aluda desses eslabelecimeuloi,
e que se riles ja nao lem saludo, he pela nimia con-
descendencia da assemblc, que por diDereiiles ve-
zes tem lliea coucedi io moratorias para a reali-
sacao de semellianle medida. Juiga que a assembla
nao devo consentir no novo podido dos padeiros por
que be isso eoutra a opiuiao publica e com quanto
nao lenha conliecunentos medicas, nao pode deixar
de comprehender que estes esUbetecimenios, aug-
mentando o calor, de la pelo eenero de Iraballio desses eslabelecimeulos,
nao podem elles denar de ser incommodos e preju-
diciaes a saade publica, lauto mais quanto a popula-
cao lem de auauenttr, e esses eslabalcciment.s ou
lorio de se multiplicar, ou de tomar proporees mai-
orea.gsendo em lodo o caso de absoluta necessidade a
remorjto dellea ja e ja.
O oaior deixa de entrar em raaior desenvolvi-
menlo da materia, por quantu seu ver lem ella odo
bastantemente discutida e recea f.iliger a alinelo da
casa. *
Poetando a -2. queslao.o privilegio poe carros f-
nebres, nao acompanhara o honrad.JSr. Epaminon-
d s .te Mello quaiiio a iiieoneiitoeiouolidade que case
senil,,r ,;>,-,-_ BJ medido, mas enteude qua alia
he inconveniente e impiupna da digoidada da esa.
Eulende qoe nao iie inconstitucional, por qu*n!u a
constiluican nao prohibe os privilesias aleta dos ca-
sos que especifica, adroilte-os, aiuda que em rarissi-
mos casos, mas no que convein he que um privilegio
deve ser concedido tmenle em casos de absoluta ue-
cessiJade, quando tlelles se nao pode presciudir, o
que se nao na no caso prsenle.
Diz, que deicriuiuando a le de 7 de maio de 18il
positiva e terminantemente que os erros fuielm-t
BCOOtam pcrlenreiido a cmara e que o goveiuo dess
os regulamenlos precisos oara isso.no pnineiro raso
nao leve em vista por forma alguma que um inti-
vidoo qualquer tivesse a seu cargo etie foriiecimenlo,
e no teguodu caso nao poda querer que u reaula-
menlo lornasse inexequivei a mullida decretada. He
su opmao que a assembla quiz prever o caso em
que nao houvessc concurrencia para a conduccao dos
eadoverea e tollo den esse privilegio a cemar'a, pro-
hibuido por consequeucia a lodo e qualquer indivi-
ino c-taheUcer este monopolio.
I't'ii-an in asnn, o orador nao pode deixar de pro-
nuuciar-se contra urna medida que vai por nss mAos
de om so individuo o privilegio do fornecimeulo dos
carros fnebres, que val por mare delle loda a
popolac.au, isto mediante offereeiiiienlo, a seu ver
inaceilavel, deGttXKIJ.
O orador apreseula diversas oulras consideraetjes,
leiidenles a provar a inconveniencia da medida pro-
posla, e declara, que airme em seos principios, vola
cuutra ella.
O Sr. hpaminondas mmera dizendo que apezar
de ja se ler dito mallo sobre os dool arimos id lili-
vos, todava anida tejalga obrieado a fallar, a lim dt
esclarecer certas propoofOal que emitUo, e responder
a alsumas objecfoei que llie foram felaa. Diz l|llr
senle que oto e.leja ua rasa o Sr. Dr. Biplill, a
quem principalmente se dirige e re>ponde : diz que
e-t noliie depolado censurava que elle orador, 00
|iasso que se agarrara na coiisiloic,Ao, defenda o
regulamenlo do cemilerio, que ao passo que pugna-
Va pela liberdade ta industria, defenda as reslric-
coes comidas no referido regulamei.lo.
O orador responde que nao locou no regulamenlo
do cemilerio se nao malla ae pettogera, qoe nao o
d-fendeu. e apenas cilaildo as suas dltpotlfoM, qui/
ailmilliuin r -trirnifs que uella nao so acliam ex-
prettnmenle comidas.
Conlinnando a orcupar-n da malaria em .lisrus-
'lo, n orador motlra que o oirereciraento tle seis coti-
los doris, por parle do pelicionuio em favor do
rondimento da cmara, nao eeta' bem claro, nao se
abete he lodo [ior urna vea, e lio prilicioio da con-
ccs.?o, ou se por portes e durante os .le/ annos du
privilegio, sendo e-la ultima li)polheaa mallo favo-
iap| ao pelicionorio.
Diz aiu ta o orador que lendo-se lias ditcottoet aii-
larloreo asoaverado, que aluuns dos fornecedores de
c.rrus fnebres recebiam em paa menos do piero
laxa io, o que lie um tos eneiloa da cuiieorrearia,
vontogem qoe o privilegio exclusivo acibara', elle
orador poeta a' ler os dormne.....s trguilllet :
a Os oboia attignadot derlaiam e Rrmom sob pa-
l.tvra .le honra que o Sr. Jos,- Pinto de Magalhes,
dono de etlnbelecimento tle carros sito no pateo do
Pareilo desta radade. em orca-i"s que de sus car-
ros temos precisado, nos tem torvido com ponloali-
dado a' hora exigido, muilo tsteio, e al por menos
dos precnt laxados pelo recolamenlo do cemilerio pu-
blico. O que para constar onde ennvier, migonmot
o presente. Itecife ^7 de maio .le I8."i7.n Seijueiii te
qoalorze aJ
Os aboli asolanados eertifieom e joram, se ne-
cassario for, em como o Sr. Mauoel oDcalvet Agr,
encarrana lo da eocheira .le carros fnebres, illa em
um srmaxera por bollo da convenio de S. Fran-
cisco, nos tem servido rom zelu e promptidlo, alu-
gindo os seus carros fonebres por menos do que os
prt eos laxados pelo reculamente do cemilerio pu-
bli-o, pelo que lite som >s ralos, a Segoeiuse ana-
renla e cinco assiguaturas)
O orador declara, que qualquer que seja a farra
probaloria que se d a taea documeitlo, em visla de
mpognaclo que fazem em apaes, todava he bom
que sailia-se que os fornecedores de carros fnebres
asan dispostos a darem os carros mais barabs do
que a laxa leaal ; nao so para aviso dos que dell'S
iiecesMlarem, como lambem para que a cmara mu-
nicipal redan a la\a no sentido mais favnravel ao
publico.
Cuncliiindo o que Ihe occorreu di/.er 'obre o pri-
vilegio l.luinleiro, pasta a orcupar-se d-s padanas.
Di/, o orador que a segunda vez que lallou sobre
este assumplo, aulonsado por Koucarl, na sa ulra
elemeulos de direilo publico e administrativoe
por LayoDireito ingloimoslroo qoe lano em
Iratir i, como em Inglaterra as fabricas c OfllcJnas
que Ho penaosas, iasalubre ou meooimotlaa, nao
podem ser ettsbeleeida Itvremenle, em qualquer
roa e junio des habita^oes; e que sendo cun-
lesiadn com o fado de que um dos depuiados liulii
visto em Pars parteras na cidade, ve-se obrlgodo
apresenlar le franreza, e ler as su: s disposiees
chamando a alinelo da casa sobre o artigo 9, que
determina que a auloritla.le local indicar o lugal
'!" cn nar, e marcara a distancia que devem ler da.
hebila;5et qe este mesmo arliao ditpoe I mbnn
qu lodo o iii.ltviduuqne fi/cr construrroes na vizi-
oboocs tas r. fendas fabricas e jfflcDOl, depois de
permiui lo o seu eslahelrcimenlo, Dio tem mais rii-
reilo de solicitar a sua remoran. Assim, diz elle
orador, tipliee-se bem o fado alleasdo por um do-
honrodos membrot ta casa, sera dunda as padanas
que elle vio na cidade de Pars, junio ashabilac.s.
sao aquellas aln establecidas antes ti as con-liuccoes
teilas na sua viziiibanca ; diz mais que antes
a licenca para se eslabelecer laes fabricas, proce-
de-te a um inqiierno de commodo el imommodo ;
e que sondo taes qucsldes decididas seiu duvida com
tnformacao de pessoas habilitadas, de peritos, e sen-
do os me ticos os peritos por juigarem devidamenle
do que he, ou nao pernicioso a saude. e havendo
ludas as enrporaroes nitdicas desta provincia ja de-
clarado que as paitaras sao prejudiciaes, nocivas a
saude publica, decidir a assamlila o contrario seriti
ir de eucontru ao que era mais rasoavcl.
O orador, anda para con-euuir lirar loda a duvi-
da sobre esle poni, poje licencti para ler um ex-
tracto que fez do arti-o sobre padarias, do dicciona-
rio de economa publica, escripia por Jotepll Ger-
Oior, que he o seguiule :
Os padeiros sao obrisados a um deposito de 15
saceos de laruilia de pnmeira qualidade, peaamla
-i libras, a om abaslecmeiilu e 60, 30 e 15 s -
eos por padeiro, fazendo por dia seis ramadas no
mximo, oa pelo menos qualro ; neiiliuin padeiro
','" d?"l'r SUil Profis*ao, sob pena de prisao e per-
da da flanea, nao p le deixar a sua profisslo seiio
eit mexes depois de haver declarad', suas inlencoe-,
iienhum pode rotliingir o numero doqaalro orna-
da-; a ven :a do pao so tem lunar lias casas e merca-
dos destinados a esse lim ; be-lhet prohibido vender
po em | .iieiia. porcoes, em qualquer lugar que
s-ja, e.formar depsitos.
... .a ....
Aleta porni (continua o e'criplor destas le-
dos decretos e ordenanzas di auteridade suprema,{
Da reaoloinonloo. Ora, segando ..s UiapuairOr. ,i-i
(es ragnlaraantoa geralmante era v gar naa cidadoa
de Frenes, o maire designa aos padeiros os tj.tar-
leiroot da cidade etnqueeiles devem exeicer a sua
proflsslo, os paos devem ler formas e poso delarmt-
ua.los; devem ser vendidos na casa ou mercados
de-tiiia ios para loso, devem ser bem elaborados,
convenientemente fermntalos, devidamenle pade-
jtdos (amasoaoos) bem cozdos, bem ensotes, e ex-
poslosas seis ou sete hars da inauliAo. lia prohi-
bido ompregar cerlos trigos, certas familias, corto!
processos para tornar o pao mais alvo ;.elles sao
obnsados a suhiuellerein te a todas as disp t-iees
urgentes que iuleressa, ou exige a bygiene publico.
Sysleinas onologoa ahrtngem as 165 principos ci-
dades ue I r.nie.i.
Du que lica eipoolo, continua o orador, se v com
evidencia e clarota, que em Franca as, padarias au
se estabelecera livremenle em qualquer lugar uu
ra que qui/.er o dono, mas sim em cetlos quarlei-
res marcados pelo maire. He de admirar, diz o
orador, queentre nos se lenha levantado lauto cla-
mor, lauta piedatle e compaixilo em levar dos padei-
ro, .piando elles goiom de plena liberdade; ese
invoque em sua prolecrilo o que se pasta na Europa,
quando ua Europa a industria do p5o e da eme sao
as dos que ..llrem mais reslricroes, e as que gotam
de menos liberdade.
O orador declara que concluirla ueste punto o seu
discurso, se p.-r ventura alo lulgasse n.-cessanoapie-
ciar anida urna parle da iafvrmacio da cmara mu-
nicipal, que he a seguiiile :
... alem de que, nos consta que um numero nlo
pequeuo de dono* de padanas lem declarado a seu-
credores, que nao podnido carregar cun as despe-
zas da remocho das meamos, as Fechsriora em molo
prximo futuro, o que pode dar Inaar a alguma cn-
se, originada por intencoes malignas qoe appareeem
em lodosos lempos, cujas cuusequencias seria conve-
nienle evitar, o
Diz o orador que a muila gente esse npico -da in-
forniacao pirece inculir terror, oo que se pr.tcurou
dictar a deri-ao da a-semldca,.l.bai\o de urna mpres-
sao de modo e pavor ; que es-a parle da luforinacfiu
nao osla nos lermos convenanles, e que nella se en-
conlram elemeulos de inciUjIo e provocarlo des-
orden!, a aliar lna ; que a cinara sendo a' primsirs
a lembrar a bynolhesade una cnse, eeootconoo-
inda oiogoom i.s tomlasse. Eutrolonlo, elle
e onrigodo a di/er qoe a assemt.la na
mostrar o lacio existente, islo he. o qu- se prolieavo 1oe.,,c,,,> '"llas .de iiileurOes malignes, falln cnin a
na acliialidade acerca de temelbanle iudu.liia. Diz i'.''"'" ',ru.'i''"r'a' P""!"* foi desperlat deas, que
que i.u leirf lecato de ver a cidade juncada de ca-
dveres insepultos, sem haver qnem queira encarre-
gar-se dos enlerros, porque semellianle hvi.ol'>ese
he conlraria e incompalivel rom o carcter os babi-
tanles desta cidade e provincia.
Moolra que nao lem raxle a depolado a' quem
responde, quando parce descubrir uella orador eon-
lradiC(lo, dizendo se queris nesar privilegios, co-
mo adioittii a lata e oultas rettriecSea que otilo no
resulimenlo .'Como queieisa liberdade de in .us-
ina em luda a sua ciieralidaile, se nao be islo exe-
quivel bu quitera ver o nulne depulado diriga-
do os negocios pblicos, e teuuindo a nsca esse seu
svslema de observar reslriclameiile r.s principios ab-
solutos, as disposiees da coti-liluirao, qmzera ve-
lo pondo em pralica a lilier.iade .e industria.
O orador responde, que nio lem eeperenea de di-
rigir os negocios pblicos, que semelhaiiU liypolhote
nao lem prubahilidade de realitar-te : mas se ella
apparece-se, elle orador talvez rommeltcs-e arreo, p
naufraeasse por dcfeilos propros, por falla de recur-
sos de -ni iulellaencia, por -ua ineapocidode me
ipolsdos) ; mas nunca por rausa do I)alema a que
allude o uobre depuls.ln (apoiadot), que na inleira
observancia da r .nsliluirao elle urad.r baria de a-
char sempre muilot m-ios e recursos para bem diri
las ou das
e que o tenido adoplou e vai dirigir a sanelo un- > gados aos
penal as resoluroes que apprnvam aoopoteoladorias
concedidas aos juizes de direilo Frajict-co de Paula
de Negreiros SeylO Lobato e Francisco Viclta da
Cosa, e a qoe sutorios o governo a mandar passar
carta de naturali*acao de cida.laos brasileros a Jac-
ques Alexaudra llourdieu eoolros. Fiea a cmara
inleirada.
Um requerimenlo de Antonio de Preilas Coima -
rase, adiniuislrador dos bens da capella tle Noota
Senhora da* Mercs da frsguezil da luiperalriz, pro-
vincia do Cfara, p;dindo di-peusa das le* de amor-
lisa^ao para p.ssuir o tetreno que foi doado para
patrimonio da mesma capella e igualmente oolros
bens de raz al o valor de 5:U00s. A' commisiao
Je faztnda.
gir os negocios pblicos. Mullos e repelidos apoia-
dot.)
O orador conlinnando diz,que prtanla a casa (le-
ve prevenir-se conlra a dnulrma do honrado mem-
bro a quem responde, e nao contra a dtlle ora loi ;
que as palavra* do uobre depulado pode encon-
trar-te um Canln iiielolin.il e harmnico qoe fas-
cine e ariatlre a cata, mas que ellas conltm grande
perigo, e ore.illam e escondem um al-, -mo immoo-
so, e assim que s suas palavra* he que a cmara
devia cerrar us ouvidOS, e nao es delle orador. Falla
de novo sobro os principios absolaloa da constitui-
e .-> e suas etcepcoe* ; nioslra que a liberdade de
uidu-lria, pela pnqiria coiisiinico, so'.p Iresex-
c;p esou r slncrots, a pnmeira em favor dt osa-
de publica, a seguudo em fav r da seguranfi .i-
ridadl s, c a tere-ira e;n favor dos coslomea pbli-
cos ; que lem dcsla* reslticco- exi-tem oulras o -
p-cifica.las na ronslililiflo para casis que ella pre-
vio, que lie um principio lamben absoluto di
e.ttisliluicd ia abolicao dos privilegios.mas que a
proprio conalilaiflo traz espressa exceprlo .i este
priaripio.qusado admits a c mservarl oa privile-
gios qu forero olgados oasenciol o inleiramenle li-
nios por militada publica, que emfim
i rvcepeao em favor dos inventores ic d-scc-
tl..s produce") .
lalvex
oradur
leve levar em conla e-sis motivos para dici.lir pi.
ou contra os padeiros apoados) ; que elle nada
recela, porque esla cello de qoe o* padeiros sao hu-
maos paeiflcot e laboriosot,fox jusiica aos seus senil-
menlos e aos de lulos os habilaules da cidade, e er
qoe ninguem laucara mo de laes recursos. Apoia-
dot. Mas. qaando por falaltdade, e por lorpreza, ti
Vnemol de ver a paz perturbada, e os padeiros, ou
oolros de-or.leiros livessem ucranio de f.zer dssar-
tlein, e prolieessem leonas de horror, elle otador
muilo confia na energa do governo, i apoados na
previdencia da polica, (apelados e nos Inbunaes. e
outros nitos que restam |iara punir os seus trunes.
'.mies a repelidos apoados.
/ ores : Votos, votos : ha grande sussttrro na
casa.
Ii Sr. Francisco JoOo fez alcumas observa, oes em
favor dos artigos aildiUvos.
OSr. /. de Barros defentle a cmara municipal
de aigamai argui{oes que Ibe luram feilas e pro-
nuncia-se pelu arliao atldttivo, que diz respeilo as
padanas mandando a mesa a srgoinll emenda :
Acrescenle-se, sendo supp.iuildo o art. :|- dessa
postara e sulisliiuuidu-se o stsuudo arliao pelo se-
giiinte : '
A* padarias, etlabelecidat denlro ta c.lade, nao
poderlo continuar aiii, logo que por qualquer nu-
la que seja, leuham de pastar dos .cluaes proprie-
lanot, que ja etilo escrlplot no livro da eollecU
municipal, a ouirus dimos, sob pena de seren le-
chadaS. R.l. ,|, Btrr.s.
.sr. .1/. Caeoleanf faz algumas olwervaces
conlra us artigos addilivot.
\ ai a mesa u segninle requerimenlo :
Rcqueiio que sejam separa los do orcameuto mu-
r.iri|)al os douaartigos addilivot, referivoit as .,e-
.rncrs dos Bri. pdenos e lluiiileiroMeira llen-
riqoet.
A anaselo lica adiada pela hora.
ii Sr. 'resnente marca o ordem do dia, e le-
vanid-sa a tetllo ,:s Ir.-s e ic.cia huas da larde.
DISCIKSO DO Si!. DEPLTADO S.V PEREI-
RA PRONUNCIADO HA SESSA'O DE (i DE
M vio.
O Sr. .sv Pereira:Sr. presidente, nlo nbslant*
oque ^. Exe. acaba de informar, en nio posto
anda abandonar a qaetllo de ordem, sasriads por
occasifto ta a Imisslo del posturas municipaes, qoe
prrmiltem a permaiifiicia das padarias no renlro da
l.lade
se vai de en
determinado
ronlro ao
no ten-
ista oJo esl em dis-
......n vi-lo queiul^o.iu-
O orador diseorrendo a esle respeilo, motlra que qu? e .-.cha expreesameole
q-i ilquer Hypolbese que o nobre depolado ioVente'menlo d
mi etlabelrra.se aeha comida exprestamenle naeons-
liiuiru, o qaando algo.....* apparejam qoe nella
nao e enr ire, semelhanta liypolhese, me-
Ihanle reslrircao nao pode ser admitti.la ; aprten-
lo nao se acliaudo o privilegio que s? qti-r dar a
Onialsiro e irm.is em uenliuma da retlricrSe o
OXCepcurs ci|ire-s.i da contliloic.lo, nao poda ser
conced m. Diz queiitoja el-e provou ,.. discos-1jeeto da dellbsraelo ; e decidiodo-to peii alWrma.
Sfio. interiores, discorreodo com a leglll.clo brasi- uva. ira lodo a Imprimir, para entrar na ordem .(.,
lelra. e com a franreza e ingleu sobre privilegio! traba.....s. O arl. 157 d-se o eantrario se decidir
i desta orden., segundo o que elle ondor leo n, Dic- | e o parecer nao cooslar se nao de motivar o projec-
la casa.
" Sr. I residente :Me
Cselo,
i> Sr. Sii Pereira :Bem o *oi ; pon m eon\ !m
para a minlia arcnmenlargn tornar alenle esli eir-
eumsUncia, t) nrt. 15U do regalamenlo diz qu- sem-
pre na" em slgam parecer vler projeclo de le ou
t*e resolo^lo, sci esle I-ico posto a votos, s? be ob-
lo ; ueste cas,, Hcir desde logo a materia rejeila-i
da :oro, sea emenda do illutlre depolado, oSr.
Oliveira, ao parecer da ci mmistlo de poslotst mu-
nic.paes, era um projeclo de le, qoe foi rejeitadoi
segu se quj e-la quetllo na podio mais ser trata-
da no crrenle anuo : porque era esta una qaestlo
decidida pela assembla, tobre o que nenhum depu-
lado poder, fallar em sentido eonlrario, segundo be
eipreata no arl. 79 do mesmo regiment.
O sr. Olireira ;Foi tuna emenda ao perecer, o i
que cabio.
i .v. Su Pereira:Emenda, sim ; porcm que
consislia em nm projeclo.
_o Sr. ttliceira -Ku nmi emetnla ao parecer c
litio um pruieclo.
(' Sr. So Pereira :A emenda di/.ia que fieava
appruvada a prop sia da cmara municipal, a qnal
propvsla coutislia em um projeclo do postura, logo
o nobre depulado com a sua emenda, sprcsenlava
um projeclo de posturas.
a Sr. Olireira :Leia o regiment.
O ir. Sri /Yirir.i :J o Ii ; e da leilara do mes.
mo se conclue que a materia em disctalo veio bem
f.ira da lempo, c lia o que eu qnena provar, p.iiriu,
Sr. presdeme, preseindlrei desla quetllo de ordem
e enlrarei na ditcossla da malcra, e peco casa a
sua allenco.
Meus Muhores, quem estiver ao faelo da quetllo
dos padeiros, saliendo que ha poneos das foia re|e-
lado o parecer da manicipalldade, que |iedia a revo-
ESQlo das pisimas qoe mandan remover as pada-
rias do centro da cidade, e que mije deve etla mesma
muiiicipalidade vir anda submeller a consideraran
da assembla novas posturas, e com o mesmo intuito,
nao pollera deixar de sentir ou prever a prutecr.io
escandalosa que a cmara municipal d aos padei-
ros lapoiadus o uu apiados; su-surro prolon-
gado...
(' Sr. Francisco JoSo :Eu peco ao nobre depu-
tado que por amor da ditCOSSlO pee com lodo o
.unid,, as suas exprrsses.
O ."sr. S.i Pereira :Eo dizia, Sr. prf sidnile, e o
repito anda, que o esludo desla quesISti revela a
protecrlo a niais escandalosa da cmara municipal
aus padeiios e=labelecidos no centro desla ci-
dade.
" Sr. Oliceira :Nao apoiado.
O Sr. Francisco Jeito :O escndalo soppoe a
nr.pr. Imlade, e o uobre depulado nao pode lanzar
esla injuria cmara municipal.
O Sr. S Pereira :Lanca-la-hei a quem a me-
recer c com razio ; se provar que com um lal pro-
cedimeoto se prolese escandalosamente ; e o nobre
depulado sem saber anda das rninhas razo.s, nao po-
de dizer-meque pese a* rninhas expressoes, que iu-
dem ser lomadas como orna injuria.
" 'r- Francisco Joiio :Posto, e devo.
o b>. Si Pereira :Pois eolio ouca, e saiba qrte
a cmara prolece escandalosamente os padeiros do
centro da oda le, lie esla a minha opioilo ; e vou
provar que nao be ella destituida de fundamenlu, a
visla do parecer que a cmara mandara a esla casa
acomp.inhado da sua monstruosa e protectora pos-
tura.
Sr. prpsideole, derrotados os padeiros na tua pri-
meiro tentativa Basta casa, recorrern) ardilosa-
inenle a camera monieipal, dizendo que sua pre-
lencao fora tu lfirida, per mo ler ella viudo con-
forme ordena a Ipi da creacac das cmaras : digo
que esie motivo foi um aidil"; porque nao fora esle
o motivo da rejeictlo. sim o resultado da discusso
sobre a inconveniencia tas padarias no cenlro da
cidade, sobre cuja quesiao mullos depulado* loma-
rain parte, e a propri .amara zssun lambem o en-
leodea, pois que no seo parecer dizque frtil Ihe
parecer este motivo, e que eslava certa do que
proceder de cnnforrnidade a mesma le ; ora, meas
Manares, ama pretooelo baseada em motivos fuleis
nao deve ler outro resultado que o indeliriiiieiilo,
mas nao fui isto o que fez a municipalidade, porque
quando se prolese, se aeha sempre razOes para aco-
Iteriar a proteeelo.
Conhecendo a cmara municipal quilo pueril era
e-le motivo, e que baseando-se nelle, *6 podarla
perder os seus protegidos ; apresentara anda para
julihcar o seu proredimenio, nlo so a careslis do
pao, que devia resultar da remocSo da* padanas,
como o lempo de urna crise. por ella Mipooota.amea-
cadorada Iranquillidade publica ; equem.Sr. pre-
sidente, nilo v fiestas raides, ou um temor pnico,
ou urna inveiiQilu para captar a acquiesceucia da
casa 7
Em qoanlo a raresla do pilo, eu ja diste e lodos
o bem, que lia padarias eslabeleci.las nos subur-
bio* desla cidade, que mandam vender pao, pelo
mesmo prero que os padeiros privilegiados, o que
soles mandam lambem vende-lo por fdra, e pelo
mesmo valor, donde pois proceder a caresta do pilo
senlo da uta vonlade, ou da m fe '.' e que dirri na
srneaca feita a' Iranqoillidade publica, seuau que
e ella ap,,arecer, ser antes devida a esta reiuclan-
ea caprichosa desles individuos em nlo qoererem
submeller-se a urna le, cojo praw par. sua execu-
cae, em favor dos mesmos padeiros, ha sido tantas
vezes prolongado no espado de II annos, do qoe ao
genio ou a ndole do povo "
s.iu celas, meus saohores, as razoes com que
municipalidade impozera pela -..un u vez a* suas
celebrrimas postura* em coja anelyse ja enlra-
rei, esPS||, lu.io slo o* n.ibres lepulados allen-
de.o... ,,,.c.. inanieipelidada r.cebera .. peuaa n*,
pdenos, aoalysara os motivos apretenlados pelos
mesmos que !ram julgados luleis, organitara suas
posturas, as discutir, as apprnvara, e as enviare
ao Eim presidente t>t provincia, em um memo
da, cm urna mesma seaslo, boje, como ella propris
*e exprime, .iimta davidarlo do ulerese particular
que ella tem nesla qaestlo 1 ainla descviiheccrlu a
sua prolercao escandalosa !
'"' Sr. Deputido : Prove o escndalo.
O Sr. S Pereira : Anda o qoer mais claro '.'
quem nao sabe como s.lo morosas as quesles le-
pen lentes de resoluces municipacs'.' quum ignora
que soi.re motivos fuleis se coucede o monopolio,
como a propria cmara o diz em sua expusicu c o
reconliece, e com lano cuidlo e presteza, semlo
Prologando escandalosamente'.' apuiados o nlo
apoados.)
O Sr. Francisco JoSo d om aparte.
O Sr. Su Pereira : Tanto mais quanto se v,
que ueste parecer da cmara estilo assisnados seis
camaristas, qoalro dos quaes foram os mesmos que
ha bem pouco lempo pdiram a remollo das pada-
nas, marcandu-lhes o prazo de (i mezes para effec-
luarem dita remucd.i ; e que esta assembla, alteo-
lendo ao que eipozera a commissao de bygiene nu-
blica, marcara o prazo de dous anuos que estilo a
Hadarse.
Sr. presidente, passarei (gara a occtipar-roe dos
tres artigos a postura ta cmara municipal, que re-
vogam a remollo das padanas do cenlro da cidade
para a sua circuinfereiicia : n,1u enlrarei mais na
qaestlo hygienica ; rulo s porque muilo sentira
ler de aualvsar as razoes aprrsenladas por um
membro da commissao tle bygiene publica em orna
con-ulla que ao ine-iuo lizeiam os padeiros, e que
lia poneos dial tahua impressi nu Diaria de l'er-
namoiico, como porque a assembla ja sobre esta
que-lao fez o seu juizo, sendo boje a sua principal
q.itao, u lempo c o modo gaia a remocao, oque
faz ou conslilue a base da* posturas.
Mas, seiihorcs, eu anida nao vi urna po-lura mais
irrelleclida c ui.ns monstruosa que esla ; ipoiados,
nella a cmara eiorbla de suas altribuicAes ; airo-
pella os direilos civis, por leis garantidos ; crea em-
baracos quasi ntolavetl para as autoridades, e para
a propria familia dos padeiros.
O art. | rime h: to nos securnles termos, he a
sauccau de um monopolio vitalicio ; he o desi-
dertum dos padeiros: poslora que nbrica a remocho das padanas existan
tes no centro da cidade. u
O arl. -2. diz : .. tls padeiros eslabelecidos dentro
da cidade nao pdenle em lempo alsum passar, por
qualquer titulo que seja dos seus acluse* propne-
lanos : e a municipalidade legislando as-iitl nao
exorbitaru' de suas allribuicftcs V de cerlo que sim.
Balara' por ventara tus attribmcoes muuicipacs, o
poder de por embanco ao livre ansoluto ttireilb
de propriedade '.'de cerlo que nao ; e como puj* em
sua. p,.slura tirtiena ella que urna paitara elabtle-
cida no centro da ci ia.le mVo poden ser vendida ou
hjpotnoeada, ou alusada a ouliem, que t/lvez possa
.ella tirar un Unir resulla.lo que o proprio dono '.'
querera' |ior venan a municipalidade que um es-
labelecimento desla ordem, aules seja destruido, do
que alagado ou vendido *
f) cdigo commercial da' aos credores de urna ca-
sa fallida a f.icul lade de toma-la, e dar-lhe nova
direcjo : alim oe que por esse meio os credore* nlo
so rerebam dividas que nao smam pagas se p-lives-
se fechad i o estahclcfimenlo, como para verificarerii
0 alcance real .,u Delicia da d.ta casa ; mas as pos-
taras muniripaes, ordenando que laes estabcleci-
meutos nao possam pastar a oulrem sobre qualqu.r
ltalo qoe seja, ntlo se oppOnn ao que he expresso
no cdigo eurniDcrcial do paz'!
Anda mais, meus senhoies, supponde que um
padeiro envida indas as suas forjas, sacrifica os seus
eipllaes e os alheios, e eslabelece nina padana ; c
que quando elle devia principiar a gozar dos frac-
tos de seu Ireballiomorre ; o que lera'eolio de
seus filhoS e de sua mulber. quando se virein im-
pottibililadm de procurar a vida, pelu mesmo meio,
.le que -e servia n chefe da ca-a'.' fisto que no mes-
mo dia da morte deste clirfe eslana ferhado o eu
estabeleeimento por ordem municipal: nlo seria
Slo urna mnotlroosidada, eumi crueldade /
t .ua I uz : Mas nlo se Ihe liega o tireitu de
vender ot ulentit.
ti .;>-. So Pereira: E para que se qaerer
com r.n os ii eosu dt ama pa aria que mo pude
ler exerclcio ; ,!.; que serve uma padaria fechada *.'
-ei.' possivel que se nlo aulcvejain osnialescos
sbo qec i ro uma lal poslnra '.'
O arl. I" di mente exilenle denlro da edsde, qua for multado
em segunda reincidencia, pnr Infractora a poslu-
rat munieipaet nlo podis' possuir mait este esia-
belecimenlu ; qoe por isto Ihe sera fechado.
le esle arligo ni ii- uma prova dos desvario* da
esmera municipal, empenhsndose em urna cansa
particular, protegendu-a, e cercandoa de moliVvt
em fundamentos. Na lei da crearlo das cmaras
municipaes vem estabelecida, que as cmaras para
lomar effeclivit toas pusiorsi pvderlo impora pena
.1 oilo .i is de pristi e nula mil r. de coiideiiina-
.;:.), atquaeiterlo oggravadat nat reiocidenciat al
Irinia das de pntao, o se*senla mil rt. de multa__;
nio ha em dila lei oulra pena aluma mais que es-
t.:s : loso como a cmara manda por motivos de ra-
il ne So de suas p-.sluras fechar eslahflerimenlns in-
1 letriaes ; se nao nltrapttsando a orbilaUc seu* de-
veres '.'
Analysada assim as pnsluras municpaes, pergun-
larepo lera' a cmara municipal do Recife exor-
bilando ds suas atlribuices, ir feririao evidenlemen-
le as leii que garanlem a propriedade '.' e una pos-
tula lio m nsiruosa como esla podara' ser cumpri.la
por jin/ algom '.'
(Sr. FrrncUcn Joo : Eolio ojuiz pode dei-
xar de runipnr nina le provincial *.'
'* Sr. Sa Pereira : E a cmara monieipal DO le
fazer urna postura que v ipvosar dispos^oes de leis
-.i,..-, que garaalem o livre exercicio de direilo di
propriedade '
I mSr. Oeputada : (ijuzpo.le lomar intil o
acl.. ,i i i i ii.i '.'
II Sr. Meira llenriques ; Eu eiilendu que
pode
<) .s.-. Francisco JoSo : isto nao he negocio de
foro ecclesiaslico.
t> Sr. Metra llenriques : .Ntlo por cerlo ; isto
be im .ocio de ps.lanas.
OSr. Su Pereira : Meus senderes, se he um
principio geral, qoe loda a aulondade que sabe lora
de mi.is allribui(6es, procedo illegalmeote, de que
o direilo dus culada", nao devem elar a meice de
arlos lllegaet ; esla el ro que uenlium jui/, OO que
nenhum tribunal sera' obrigadoa fazer rotpeitar ac-
tos coja iiiesalidatie fu.-se manisfesla. i Trocam-se
moitus aliarles .
Poden' pois a mooicidalide para fazer efl'eclivi as
mis posturas, impor como mulla, que o eslabeleci-
menl.i de um Individuo seja fichado lia esun.la teill-
eidencii de infraccilo ; e conforme o e*tabeiecunen-
lo a que he ne-la pena nao sera' maior do que por
lei ordeuada '.'
( i Sr. Depulado : Maior, quer o nobre depu-
lado que qnei dalla-las [ara lora.
I) Sr. S'ii Pereira : lie minha opiniaoqno el-
las srjam leuiovidos.por que euleudo que-ao ooci-
vat e me mimo I it a saude publica, mas nao porque
infrinjiem posturas muuiciies.
Sr. presi lente, por todas e-las graves razoes, e de-
monstrada como lica, a i......-Ii mi-1,la le, e os ab-
surdos da posturas municpaes que aclualmenle se
d'sculem e de cuja demciisliacao evidentemente se
deprelieude a protecrlo escandalosa da cmara mu-
nicipal ; eu voto por isso cuutra o artigo additivu
queapprova ditas posturas. Me esle o meu vulo.
O Sr. Suiza CanaUto : E a respeilo dos carros
fnebres.
O Sr. Su Pereira:A casa deeidira' ao quo'adiar
mail ju-Io, se o monopolio, ou se a livre concurren-
cia para o fornecirnento pnbbco dos carro* luuebres
em quiulo a questaosanitariaisto he, o que sena
mais prejudicial, ,e o deposito de canos fnebres.
Em mu so local ou se em diverso; se um s fuco
de inlecco, grandeno s"e muil i- pequeos disemi-
nados pela cidade digo todas estas quoloes apresen
lam um lado favoravel ; e oulro dssfavoravel; ludo
depende da locahdade em que esliverem reunidos os
cairos fuuebret, e do aserio cera quo se os tratar.
<'/ Sr. Depulado : E a sua upiniao >.
O Si. Su Perora : ,\ minha opioilo he, que,
uma vez. que estes eslalielecimentos salifaram a to-
das as cundieres, exigidas pela bviiene. ntlu havei
Inconveniente algum de sua reuuilo em ama bem
escolhdi localidade : todava aguardo-me para o re-
sultado da tliscossao sobre o monopolio para deci-
dirme se devu volar pro ou conlra esle oulro artigo
addilivo.
is as sa us ii a 8
Como amigos especiaes do Sr. piimero tenenlc
Unto commandaiile do o uanabara, s cumpre-noa
dar-lhel os mais sinceros parabens pela o apareci-
inenlo e captura do roubador desses dez ronlos de
res perlencenles ao astado, dos quaes era S. S. de-
positario, para eulrasa-los a Ihesouraria de fazenda
to l'ar. lodos, que conliecein a aileri.lade e hon-
radez to Sr. atrita, ja Ihe htviara felo a devida
jusliga, reputando-o incapaz, por qualquer' modo,
que te encare, de manchar o seu oome le boje illi-
bado Com urna nnloa Itlo degradante. Agora porem
que a Providencia o fez culpado quasi que entregar-
se as mans da juslira, o Sr. Unto alcancou de uma
manera brilhaulemenle triiimphanle .as prova
physieai da tua ja ha muila recouhecidaliiinecencia.
Como tratamos em uma das nussas ti Paginas passa-
das o desse fado, cumpna-nos, em vista da captura
do roubador desse dinbeiro anda dizermns alsuma
cuusa. I digno chefe tle polica desla provincia Sr.
Dr. Polxcarpo, de-envolvendo uma iiclividade, e lino
iocrivel multo coiicnrreu para Itlo importante cap-
tura: cumpre-nos pois dirigirmosa esse integerrimo
magistrado um vol de agradecimeulo por Itlo im-
purlame lervieo. Nao pudemos deixar de fazer men-
cao dos Srs. puineiro lenle Uodrisues e o segundo
lenle Castro pelo inuilo que isualmenle concurre-
rain para lio feliz deifecbo em favor de um seu ir-
mu de ormas, e dpsaggravu da lei.
Cuiisla-inis, que se aeha preso no Rio Grande do
Norte um individuo sobre quem Desaven) suspeilas
de ser o roubador dus ripz eoolos de res, que de
bordo do utiuanabarau desappareceram. A vista da
eaptora do verdadeiro eiimiooso, mait essa victima
da lotpeila tem de ser reabililada.|
Foram capturados pelo Sr. subdelegado de
Sanio Antonio, Dr. Ferias, os dous ladrSes que rou-
Jl 1/0 CRITICO
sobre Julia de b'dnestrsnjjesDiurna em
tres talos |lo Sr. A;ostiilio rmelino
ile l.eao-Junior.
.. I.e* paroles sonl auv penseos ce que I or
est aux tli iiiians: I etl neces*aire poui les
ooclilster ; mais il en faul peu.
i oltaire.
O que dire sobre o leu dramaJulii de /-'ees-
traiif/cs,al be o seu litlo? Por mais qoe feche os
iillm- as minias e bem frles eontideroe^oVo, que aso-
ra, mno grado meu, me impedem de o fazer eom o
prazer, que almepiva, p me calda, se eu nao f.'.ra des-
do i^nra infancia lea cnllego, amigo lamben por af-
l'ie.i., e o que mais he pumo no tangoo, e no cura-
i ora aperla novo loco, que nos liga como irmlot.
linda assim, olvidando ludo i por amor da culis-
ncia, ser-mo-hia impossivel emillir urna ..punan
segura ,. iteparcial, porque, nlo reprovea, aprecia
anlcs a rraaqueza dos meus seuliiiipulos, nao sena eu
capaz ta ausencia de habililacoet, e ale por crassa
ignorancia, de applaadir, nem meldizer uqoelles,
que se dediesm corpo e alma a bella e sublime arle
de It irme e Crebillon em gcuio iguaes, rivaes na
gloria !
Todava diiri ao Irtor discreto, se atsim f.ir do leu
Contedlo, que o drama he sempre bom, urna vez que
as suas principies parles leuham por execulores ar-
tistas assiaualados, que srjam como Jo3o Caeltao, do
palco senhor, da scena re!
Julia dr FeneUrainjes he a primera prodcelo de
um mancebo, que, quasi sem oulro apreveitamento,
lem queimado ai pestaas no fastidies,, e-ludo de
vasla e profunda jurisprudencia ; lano basta pois.
para que o seu autor dispensado seja de talyriea cen-
sura, e relevados nao deixem de ser os dcfeilos e se-
noes, tle que a obra naturalmente se rusente uma e
repetidas vezas.
derret, nume immorlal da nveja alvo, logo nos
primevos das da raza, que grande imperio subre
elle leve, ver llieatros anlisos e modernos, e de sua Miara cons-
tante colheu, diz elle, quando menos o couhecimento
perfeito da dilliculda.le do genero : he a modestia
que poe patenta u mereciuienlo do lusitano vate
seui segunio, ntlo olfeiidendo Camoes em seus /.u-
liodn, munumeuto de eterna gloria para a poesa
portogoeka,
.i Lendo Sophocles e E'chvlo, Eurpides a Arta-
lopbaoesj diz o autor de Caldo no prefacio da pri-
mera crtico, adquir o gusto do Ihealro clstico e
das bellezas grandes e simplices da Melpomeue d'-
Alhcnas, como do sal acre e Iravessos risos de sua
galhofeira Thali'a. n
l'.em se conhece por aqui o engenhoso discipolo de
P. Itrumov.
Julia nem se reprsenla no leu drami* naquelle es-
Ivlo anglico, com que Jo3o Baptisla Gome* Jnior
elevou ao fastigio da innocencia a infortunada Iguez
na tragedia Noca Castro, nem figura como D.
Mana daJ/HItada do Uariio,que, perplexa entre
dou* amante*, ouve a jocosa criada nesie apuru, e al-
fim decitle-se ace lar o esposo da espiituosa eico-
llia de 'denle- l.-'.ii Jullor.
Feneslrangas, porm, aproxima-se mais de I).
Maria na Kirie, do que da souhada Julia, por cuja
lemhraneo Lamartine carpi copiosas lagrimas, Iran-
ztdas da viva dt'.r e pungente saudade !
Se o mrito, poi*. de um drama consiste ua raora-
lidade do enredo, forros.i be confp**ar. que andasto
muilo acertado, violo corno comprehendi sem costo o
desenlace de Julia, e no final do iillun acto o primo
Leoncio toma uma resoloco Itlo njbre, qoe faz bri-
Ihar a moralidadeCom tanta luz, que deslumhra o
leilor em seu transporte.
A' fe, que com a leilura do lea drama senlt em
minha alma sgradaveit emo^oes, mas foram assas cur-
ias, e por is*o, peza-me de o dizer, e digo-e sem of-
rensa, peccasle sobreludo por demasiado succiolo.
Nao descurcoes porm : Irahalba !
F. Ferreira Correa.
MaioIH.Y7.
*&ublicaio& a $>ei)i?o>
01 TUA LAGRIMA.
A' memoria do vario o Sr. Anastacio Francisen
Cbrala dedicada no meu murijo, o Sr. Anastacio
Francisco CabraIJunior.
Nao sei porque raztlo nos amanhece
Ete da, dos outros dille rente.
Com que loda alegra se enlriste.
Camoes.)
Que dedienr-te p le um pohre bardo,
Ermo lyriu, cuitado em chao de pe.Ira,
Quando a infclire familia inda pulida
Se lembra boje do pal, do caro amigo '.'
Ooando amigos inceros compartilham
A mesma dur furto derramando
Siod.isisima lacrima, perenne,
D'inlima amizade 1 L'ns pobres verlos,
Cheios de rtr, sau lado, e pranla eterno,
A'* cinzaa do var.io que f.'.ra judo ;
K-nr qual no co, na ierra lrile !
EfaA
platea applaudiudo as leiras da pobre do tal duei
do Meinnho : esse menino pareca um pmsisto ;
brrrava, nava h.n rivei* paladas, bitia palmas, taco
dia rom o corpo, eslava com u deiuo'no corpo Oh !
islo ha uma vereonha Uma crianza, que lalvez nem
saina fazer o pelo lignsl, querer tornar-se um cabe-
cilha de claque .' E esse menino incommoda, com a
sua afinada herrara, a lodos que se achain junios a
elle, a seria uma earidada ehrtilla, adverlirem-nn,
que srite menos e menos pitadas d!!!
Foi ileinitti.lii um Inspector de qaarteirao no
bairro de Sanio Antonio, e oulro suspenso.
i.T 2 Sr." *? t"*' Ur""a 'lfle.'!a',0 de K.lores- P"- -'m, leu pello e enternece, a tua fronte
le legnode-f.ira par. o seo destino, tonsia-.o*. A.. peso do torTr.r boje s. abale!.
neeiros
A" embate da proccll, desabrida,
Oue a viriude dos ecos he fillia amada....
Nem sempre e-la .. reo de horror toldado...
Nem semore ciesfa o sol no prado as llores...
Serenos das vos despunto a aurora,
Aura heniua vos b.feje sempre... i
E mais n.lo disse, que da morte o gelo
O calor da exi-lenria Ihe abalara.
Nessa Ii ua solemne a ave sem ninhn
Foi o ar respirar do um sol mais bello !
o Misrrimos o sol de alem dos tmulos
Nao ha do mnrlo a lampada sombra
d Ihe a recio e comida, ou amarre-llic a bocea.
Pelo amor de lieos, nao lancem lana perfuma-
ra na ra sobre quem pass, da ra Nove, eslreila
do Rosario, Qneimado, Livnmenlo, praca da Boa-
Vista Nos llie pedimos isto por amor de quem olo
quer ler estopores, ou o fatoeslnsadn.
Ale amanhaK.
A titcmbla provincial approvou honlem em ol-
lima diteassto algumas emendas ollera, 11,.- so orr;a-
minlo municipal, seldo esle adoptado defiuiliva-
tnente.
A ordem do da de hoja a mesma dos antece-
dente*!.
<.v'owmttttica3o?o
ipero da vida '.
Mas soffre qne diga estanca o pranlo,
Segu da virlode as leis lo santas.
Qoe na vida elle a* diclnu ; deves seeui-lit ;
lo, que s o seu lilho, honra-lhe as cnzas.
r. M. M.
Junli" o de I85T.
O aballe assigaado Blbodo fnico commendador
l.tiiz Gomes Ferreira, declara ao Sr. I.oiz de Mu-
raos Gomes Ferreira. que te exacto he que Ihe lem
sido apresenladas conlas de debito de Leiz Gomet
ferreira Jnior, sem duvida que engalladamente se
o lem felo, porquanto tal nomo simpre leve o abai-
xo asaisnado, al que falleceu seu pai, e nao S. S. ;
entretanto em tal cato o qne a S. S. compria lazer,
era declarar islo mesmo a quem quer que as .lila.
conlas Ihe apreseulou, e nao annunriar pelo modo
porque o fez no Diario de Pernambuco de JS, !
e .1(1 do mez prximo findo ; sendo que o procedi-
inenlo de S. S., parece antes revelar o deejo de mur-
(ilic.ir o abaixo assignado, do qoe avilar umi res-
.,.,_. ponsabilidade que de modo aleuin ouderia nes.r m.
\ ai amanla a scena no Ihealro de Sania Isabel o : hre S S puuena pesar so-
.dir'5n,'d"'^ll.,"l", "'i'""'* m","".-<' CX"III<,D" P- As provoeacoe, qoe resollam de procedimento do
sudo d. htleralo porlnguez A Colar de Lacerda, qoe Sr. Luiz de aforaos Gome, Ferreira, revelam ama
especialmente compoz em obsequio ao digno arl,*- lno.|. de t.lo desleal c.uilendor, a .ezar da nub.eza
I dramatice bratileiroGerm.no Francisco de OH- qe ostenta, e da edoe.rlo qu'e a'arda Compete
ii.'.i. la. ..ku. .___;. ...________......_____"'. Ir'l""ns dieirtirem a queslo queooecupa e o
lie de I
subido mrito essa nova prodnceaocom
StaJflaTS"^! 'M"J'Ml" O-braal. nella fallas que repugnan, com o canee
leiro, be l-in lt.iii lm-o o m itivo -me ao rosperlivo .,., L-u.,do.
autor inggerio a concepeo delta a f.alarniaclo
- .,---------queooccupae o
bX0 aasigiiado, mas nunca devena S. S. envolver
r do abaiio
das lellras com as arles que tiestas buhas dispen-
sando-nos ora o elogio tle que be ella credora, fe-
uos apeaos referir, como urna prova iuconcussa de
sua excellencia, aos applauso* que sobre ella chove-
ram qtianlo fai rapre^enlada no Gymnatio em Lis-
boa e ii'utn dos Iheairos do Kio de Janeiro.
Si, poi*. a nomeada de 18o rico c primoroso dra-
ma, pro,luzido por uma magioicto vasla, deve ser
um incentivo para a concurrencis a esse espectculo
i aanoociado, nlo meuos o devem er ot esbirros c a
j solicitado enipreg idot pela companhia dramtica que
. Irabalha :io nosso sania Isabel aclualmenle, eque
| entregue tdmeole seut recurso!, em esses grandes
estipendios do soverno e forjas batanles em si para
; essai .ruidos repreuntacOea, com ludo nada omine
| alim de proporcionar an publico um passalempo agra-
' davel e do mais alia apreco, aventurando as alter-
nativas do palco grandes peras cojos gaslos Ihe devem
absurver loda a rereila, >e esta nao fur avanlajada
pela alllueneia de espectadores.
Cumpeiiilrem-se, pnr lano, ot apreciadores do
mrito do drama a que nos referimos, drama que cf-
fectiv.imfiile convida a concurrencia por si e pelo
I individuo, coja genio rlesperloo a respectiva compu-
| lelo e inriozo a sua olferta, e do detvelo daquplles
i qne ludo envnUin para lvalo a eiecujo, prestan -
, do-Ibes a aniiua..u de que precisa seu curajos'. eni-
pcnlui.
Sem proteeelo a arte dramtica nao he possive
subsistir .. Ihealro ; e igualmente sem concurrencia ,
nlo ha exequivtl que levem os artistas eniMirrga-;
. dos de qualquer crapreza sempre dramas novos
; sceni.
>'a Eumpa as repetirles d^s boas enmposiees dra-
matiras reprodozero se quasi que infinitameiile, por '
assim dizer ; no enlrsianlo qne a afflaencia he sem-'
Saiba o Sr. I.oiz de Moraes Gomes Ferreira. e fi-
qoe rerlo que quando se prescinde da quesillo que
se discute e lanca-se mo oe alloses oilpn-iia* pa-
ra denegrir a repulacao do *eu adversario, i quemo
deixa a tua primitiva orieem, e loma-te pessual.
Recife -2 de junho de 18->7.
Luiz Gomei Ferreira.
.? !s.
..
PHACA DO HECII-E I DE JUNHO AS
S HORAS DA TARDE.
Cotares olliciaes.
Cambio sebre Parla348 franco t> d|v.
P. I r -. prendeule interino.
I.. Dubourcq Jnior, secretario interino.
CAMBIOS.
Sobre Londres, Ti :i|4 a (10 d. e.27 7|8 a 00 d.
Pars, 3tl r. por fr.
Litboa, 9.1 por % de premio.
Rio de Janeiro, 2 por 0|0 de descont.
Acco do banc. .">() por ceuto de dividendo por con-
la do vendedor.
o e companliia de Ueberibe (UOOO por accao
n companhia Perr.amhueana ao par.
e L'lilida.le Poblica, liU purcento de premio.
e a Indeinni'sodora. 61 iden,.
a de entrada de ferro M por 0n de premio
Disronto de leltra*, de S a 10.
Acces do Banco, O a i.1 de premio.
Ouro.Oncas hespanholas. 28J i
Mneda de 6>iOO velhas ....
a GnlOO navas ....
4C00.
58 dllii dila ; i V,Me M,nil w,a,e>
1 d,..,,o;aM,o,IAU,, Farreir. "
Mdiasd o; a Manual, i..,q.e de Maerfo.
Id, a, dita ; a Rento J..... A,l.......,
Itn.lilas dito; al. Arnoli i,,,,,,,,, | ,.
SN ditas dito ; a M.noe! Gavoteolves da Mlva.
I. dit.sd.to; a Mlveno Joaq,In Marque, des
3 pipas agurdenle ; > F. Arr,..|.....bvMil ,.
Iliale nacional \iuor.i.. vsstda do \..,, coosi-n--
do a Martina & irn.a i, mamfeslou o ieey,U|e
l-n alqooiros tal ; a ordem.
Barea inalata sHenrj Jone.., vndid, Nesnnrt
OOOliuueds a It, ii, ,\ Itidoular maufeslo. ., '
gande:
39.1 loneladas de ferro em Irilhos. I MI Mam t !>>.
laete.l arr, h s de ferro para formar i onle* ; .,.
coatigualan,,* e iseme, ua evlrada de ferro de' aVta
de ?*. rrenrisco.
Itiisue malez .Iceiii.,, viudo de Terra v,va. een-
lisnieo a James t'rabiree V C. minifesloo o ae-
gniate i
9,370 barrica, boeelhao : ana eonxgoatariot.
tONSLUADo GER.\L.
Rendimeuto do da I a i -Jll:a!z7<77l
dem do da I m 7'SOUI-i
j7:'.M!l;7Kt
DIVERSAS PROVINCIAS.
II,di lmenlo do da 1 a II .
dem do da i.......
ttlM-OM
-Mt/Hit
i ..'.-ir.
DESPACHOS DE EXPflRIAl, \ll PELA *1F<.
IM) CONSULADO DESTA CIDADE N.i Mi
i DE JUNHO DE 1S.17.
Neu-Orleans Barra amerirana llannak 11,ere-
Ion., Schramm Whalely & C, 'aOi saceos aaoa-
car ii.a.e.i-,,1 :.
Liverpool lt,rca inglesa eJovernao, Ai:ki,
Mtimz Mac!,io, ',,ai arrobas de osos.
LiverpoolBneae iulez olcenee, Jemes CraMre*
v\ C, .1,810 Isceas aocar raososvodo.
Valparaiz.iBarca losleza ajano Aaaee,
rmaot, 00 saceos as.ucar L. *nco.
ValparaizoBrgue lian.bui. ue/. oElbee, Al
Iiiini..-, .1.000 sacrot estucar brinco.
BarcelonaSumaca he*panhola Guadalupe.. Ara-
naga A Brjan. 1:27 aaccas algodio.
Buenos-A)res Polaca hetponhola Madrease,
Bailar vv, Olivein, M pipas agurdenle.
LisboaBngue portosoez .Relmpago.). Thttsii
de Aquino Fonseca A Filbo, 167 pan de gur.
Lisboa Briue portugus Torojo II >. Maaaa-I
Joaquim Ramo* e Silva, 'HJ seceos atracar brena-t
Li-boaBarca portogueza ..llano Joto, Jote da
Silva Ramos, I barrica eaaeasat I.raneo.
LisboaCarca porlaguera Ligeiraa, Carvalbo 4y
Vieira, Otl saceos as*uear branca.
EXPOKTACAO'.
Rio de Jan.iiro. polaca uarioaal Ttmtgt da
116 loneladas, con limo o seguala:__tucas*--.
niel, O pi.iat acldenle. M ditas espirito, Z.IOMI
meios de tola, I.G30 saceos o Itl bonica* com R,17
arrobas a 3 libtat de ...socar. I can.. oeo>ettedan-st-.
3 duzat de quina. I eaixle doce. .10 canee votes ata
carnauba, mi m.dhns pilles ds cabra, .1 barris r. 7
seceos cara de cainaub*.
RECEBr.DORIA DE RENDAS INTERNAS .-
RAES DE l'ERMAMBLCO.
Hendimenlo do da 1 a :i unn- n
dem do da l ....... *SSm
l:.17?HI
CONSIT.AIM) PROVINCIAL
Rendimento do da I a 3. i CUl-M
dem do da t....... i:j".'l;n
I.V6l9gdt
'Mwamwe periv.
Navios entrados no dia I
Ararat}10 das, hiato hrosileiro ,|nvesvcel. ata
:i7 loneladas, meslre Joequim Jos do ilveira.
eqopagem 3, eirga coaro* talentos o mais gesto-
ros ; a .Marun- ,\- Irmlus. Peilencp a Firotar
huro.
Camaragne2 dias, hiale bra.ile.ro -.-tanta l.unai.
de -23 toneladas, meslre F-ievio Ribeiro, eqvupa-
-'m 3, rarsa asaoteae ; a Manuel Jo-e l.eite. Por-
lence i Peniemhuco. Passagoiro, Antonio Joa-
quim I.menle .
Atsu'lidns, luiie brasileiro ,Aurera, ale
loneladas, meslre Antonio Bernardo Mariis.
equpaselo I, eaffl tal ; a Martina iranias.
De commissilo Bngue de cuera hretileiro eCoa-
renseo, comn.andante o I. leaenle .Mmese S-
miles da Silva.
Babia8 dia, hiato bresileiro Ealrrlla da oe-x-ei-
ro, de ii loneadis, me-lre Jo-e Joeantm Alvos
da Silva. equipaa*m 7. carga fama, rafe o aun
s meros ; a Jao Fernaii.let Prenlo Vlanne.
Perlence a Sent Otharuia.
Movas sa'.idos no in**mo 4ia.
Canalllriuae ui^lez -Mar Wula, ,|a.. X\
1\ allis, carga .--*n.-.; r.
Ru tle JaneiroPatacho breaitasro Iiai-cj,, ea-
pilao Manoel dus Sanios pereira a Silva, rarge
vanos fieneros. Poateaeiroa, Jeaqaim l.nii atoo
Sanios e -1 escravos, Mana Francisca ata N.n.nMH.
^M .
pre rrrtcenle e da' um resultado superior as de-pe- Prata.Palscoei brasileiros. .
zas ii uma progretego immensa o verdadsiramente Pesos columnari^s. ,
amina lora dos eifbrcos empregados. Enlre nos era
nolavj I poiem ale pouro lempo uma Ipndpuria anla-
gonisla de ie unulo de pensar sobre as repelices ;
mas boje vemn la b.ini.la pelo que em canlreposicAo
.!eti-

netta Cidade ; o qual havendo no curso dp suas re-
pre-pnlari-s repelido sempre os dramas, dramas que
pela mor parle ja' crain astil condecido* do publico
desla capital, nunca deixou de ler verdaderas en-
ebenlet.
tira, selta tido lugar esse phenomeno. iio he
moito que ejam eoncorrldas a* repretenlofoei da ac
lual eompanhia, que ha feno lodo o mpenho p..r
metieaoos.
leasOtm
lti.--.KJU
uoooo
Sajo
9400(1
l8M
ALFANDEGA
Henilimriilii do da t 1 :t .
dem do da 1......
:l%7Si
17:7lif>il>s
O lllai. Sr. contador da llresouraria
provincial, servindo de inspector da mesma
Ihesouraria, em virlu.li; e rcsolurio da jun-
ta da fazenda, man la fazer publico, que da
conformidad. com as ieis, c regula men u> em
vigorperante a mesma janU, devem acr r-
reinatados pormunicipios e comarcas no da
10 de junho proximovindouro. os iaMstn-,
seguintes : "^^
.Municipio do Recife.
21300 res sobre o gado roorto pg-
consumo, avahado annualmen-
le em 60.5oW,ttlri
a--..n Municipio de anda.
-U0 sobro o gado morio cara
consumo, dem dem por
. fonurca de Gotanna.
-3500 rs. sobro o gado morlo i>gra
consumo, dem idom por
*.= <:omi7JVr>. dbiTiireth.
5000 rs. sobre o gado morto pa-
ra consumo idem dem por
Comarca do Pao d'Alho.
2 500 rs. sobre o gado morlo para
consumo dem dem por
Comarca do Cabo.
2;500 rs. sobre o gado roorto para
consumo dem dem por
Comarca de Santo -ntio.
sjOO rs. sobre o gado morlo para
consumo idem dem por 8 080 000
Municipios do Kio Formoso
e Agua Preu
5000 rs. sobre o gado morto para
consumo dem idem por
Miinicipio de Serinhaem.
25500 rs. sobre o gado morto para
consumo dem idem por
Municipio de Iguarassu'.
Arrematados coiijuctameole
2?500 rs. sobre o gado morlo para
consu roo iiiem dem por 1810 Oa*
Impnstos a cargo da rollectoria -
valiado por anno em (o oa*
20 0|o da agurdente idem idea l06!ot Comarca do Limoeiro.
Arreinal dos conjunclamenle:
23500 rs. sobre o gado laibado pa-
ra negocio e dizimo do mesmo
gado, arrematado annua'lmen-
Oizimo do gado cavallar
le cm
Impostos a cargo da colleclona a-
valiados por anooom
20 por Oo d'oguirilenle idem dem
Cumarca do bonito
Arremaiodos coniuclamente
2-;500 rs.sobro o gado la I hado e pa-
ra negocio e umino do mesmo
gado, avallado animalmente cin 2:770 90"
Otzimo do gado cavallar dem (lal'itot
Impostos a cargo da collectoi ta do
municipio do U0111I0 i.lem dem M i-i
20 Om da agurdente dem dem 42,a>0
Municipio do Brejo.
Arretuataiios roiijunrlaroeoie:
r-OM rs. s.,brc o gado lalbado pa-
ra negocio e di/imo no me>nu
gado, avahado annualnienleem t:693<*ev
pwimodo gaio civailar dem .12i000
Impostos a cargo da collerloiia i lem .l'it.ogs)
20 0|q da agurdenle dem idtin :.)*
Municipio do Cimbres.
Arrtunatados conjunclamcntc ;
2-.',10o rs. s ra negocio cdi/iu.o do mes.no
2 lj,l
6:tlU,W
:659,fl#l
t.2l",0vT
l:S92,0M
2:57,0Jl
a*je\m
t.t,'MHi
.ti-i8,0go>
823,000
lU.tNas
*
eaetcarresam boje J de junho.
Itarca inslezaliuila mercaduras.
Barca iagleaMarx Wilsondem,
"'.rea in.lezaAm.de.irdem.
dar pe.;** novas apparalosas, sendo para uolar que l'-larho bollan leEspeculante- -queijos, pipel e
assim loenn' o publico uma distraerlo innocenle e (tenepra.
Barca frauceal'ernnadorcrvrja e velas.
IMPOBTACA'O.
Vapor nacional Perstnanga precedente du por-
lo de barra Crande, manifesiou o psuiule:
sgradavel, ao mesmo passo que dignamente retri-
buir*' a esse ncleo de dedicados artislas que de sua
prolissao proeoram meios liclos e honestos de sads-
fazerem asnecesaidedeadi vida.
Em conclatio, fa/.emn* volot pira qoe sejam feli-
les na pralica dos seus des-jos de bem agradar, Jdo
que inqu.slioaavelmeiile sao dignos.
Y. YV. K. Janior.
gado, avaii.i.iiiai.ntialiiietileein I:JH,lKr
lii'.im.i do gado cavallar dem em io.iiuo
Impostos a cargo da coilccloria
1 lem 1 J.'iu cm .111,000
20 Om da agurdente idem idem 38,00"
t uiii.ina de t.aranhuns.
Arrematados con june la mate :
2r.10t> rs. sobre o gado lalhado pa-
ra negocio e di zimo do mesmo
gado, avallado aiinualoien e em 3:7t>3.0o
'Jll caixas assucar ; a L. I., das Neves.
56 ditas dito ; a Jo I'r-dcrico.
2i dita* dilo ; a ferreira Cana..
38 dilas dito ; a Lima Jnior ,\ C.
10 ditas dilo; a Manoel Ferreira Coila.
Itiztmo do gado cavallar i IM
Imposlos a cargo da colleclona
dem dem em
20 l)|o da agurdente dem idem
Comarca de Flores.
Arrematados conjuntamente
-J.vMin rs. sobre o gado lalhado pa-
ta negocio e dizimo do mesmo
wijanou
tjl.iMai
MUTILADO
ILEGIVEL



\

DIARIO DE PERNAMBUCO BEXTA FIRA :> pE Jl Nll DE 1857.
V
gado, avalisdo annualmente cm 3:173,000
Dizimo do gado cavallar ilom 342,00o
Imposto a cargo dos collectores
idem idem em 999,0(10
20 0[o da agurdente idem 40,000
Comarca da Boa-Vista.
Arrematados conjuntamente :
1,500 rs sobre o gado tallia lo para
negocio e dizituo do mesmo ga-
do, avahado annualmente cm 3:091,000
Dizimo do gado cavallar, idem '209,000
Impostos a cargo dos collectores
ocluidos os 200s por escravo ex-
portado, avahados annualmen-
te em 1:1*2,000
20 por cento da agurdente idem :H,OU0
Imposto de 20 por cento sobro o consumo
de agurdente nos municipios
seguinles:
Olioda avallado annualmente cm 355,000
(oianna idem-idem 81,000
Nazareth idem idem 80,000
Pao d'Alho i lem idean 96,000
Cabo idem idem 56,000
Santo AntSo idem dem por 254,000
Rio Formoso e Agua Pela idem
idem por 52,000
SerinbSem idem idem 34,000
As arremataces serao feitas por tempo de
tresannos, a contar do 1- de julho do cor-
relo anno. a 30 de junho de 1860, sob as
mesmas condcOes das anteriores, e na for-
ma do art. 76 do regulameuto de 3 de agos-
te de 1852.
As pessoas que se propozorem a esta (ar-
rematacSo comparegam sala das sesses da
mesma junta, no dia cima declarado, pelo
meio dia, habilitadas na forma do art. 75,do
citado regula ment.
E para constar se raandou afiixar o pre-
sente e publicar pelu, Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de
Pernambuco 19 de maio de 1857.- O secre-
tario, Antonio Ferreira da AnnunciacSo.
Art. 75. Os contratos da arrematando do
renda, que imporlarem em irais de dous
conloa de res, serao eftectuados sob a ga-
ranta de dous fiadores idneos, que tenbam
bens de raiz na cidade do Recife, ao-menos
um delles, urna vez que o outro seja notoria-
mente abonado.
Art. 76. As arremataces pdenlo crTec-
tuar-se pela maior ou menor licilaqSo offe-
lecida em cartas fechadas.
Art. 16 Do regulan-ento interno da the-
souraria,
Osdocumentos comprobatorios das habi-
litares dos arrematantes, e os que devein
provar a identidade dos fiadores serao apo-
sentados na sess3o da junta anterior a da ar-
rematarlo, para serem tomados em consi-
deraco, resolver-se sobre a lianza, e admit-
tir-se o licitante.t.onforrne.u secretario,
A, F. d'AnnunciacSo.
O lllm. Sr. contador da thesouraria pro-
vincial, servindo de inspector da mesma tiie-
sour.ina, em cumpriinento da ordem do
Exm. Sr. presidente da provincia, de 20 do
corrate, manda lazer publico que no dia 18
de junho prximo vindouro, peranlea junta
da t'azenda da mesma thesouraria, se na de
arrematar a quetn por menos lizer a obra da
conclusSo do raio do sul da casa de deten-
Sao, avahado em 66:0055720 rs.
A arrematarlo sera feua na forma da lei
provincial n. 343 de 15 de maio da 1854, e
sob as condices especiaes abaixo copia-
das.
As pessoas que sejpropozerem a esta ar-
matacao comparecara na sala das sessOes
da mesma junta, no dia cima declarado,
pelo meio dia, competentemente habilita-
dos.
E para constar se mandou allixar o pre-
sente e publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de
Pernambuco 23 de maio de 1857.O secreta-
rio, Antonio Ferreira da Aiiuunciac3o.
Clausulas especiaes para a arrematadlo.
1.a A conclusSo do raio do sul da casa de
detenido, consiste na obras ilisposlas no
orcauenlo.no valor de 66:005-3720 rs.
2. As obras serao coniecadas dentro de
um mez, depois da assigualura do termo de
arremalacao, e concluida no prazo de um
anno.
3. O arrematante na execuQiio dos traba-I
Ihos guiar-se ha pelo que se acha Caito no
raio do noria, e observara em ludo as pres-
cripQes do engenheiro que inspecionar a o-
bra.
4. Osmestres empregados na obra, soro
da approvoQ3o do mesmo engenheiro.
5.* O arrematante sera obngado a reeeber
pelos preces do orcamento, toJo o malenal
cxislente nos depsitos da obra, descontan-
do-so o seu valor da importancia da primei-
ra preslacao.
6.' A importancia da obra ser devidida
em quatro preslaces iguies, realisadas as
pocas establecidas no art. 29 da le n. 286.
7.' Tuto o mais que se nao adiar aqui dis-
posto, sera regulado segundo as disposigOes
da citada lei. Conforme, o secretario A. F.
da AnnunciacSo.
lllm. Sr. inspector da thesouraria da
lazenda desta provincia manda lazer publico
para conhecimento dequem mie-ossar pos-
sa, qne as notas de 50/nuo da segunda es-
tampa (encarnadas) s3o substituidas por va-
lor igual at o ultimo de junho prximo fu-
taro ; e que do i. de julho seguidle em
dianle comecarao a soffrer o descont de 10
por cento m cada mez, ate ficarem sem va-
lor algum. Secretaria da thesouraria de Per-
nambuco 22 de maio de 1857. O ollicial
maior, Emilio Xavier Sobreira de Mello.
O lllm. Sr. contador da thesouraria
provincial, servindo de inspector da|mesma
thesouraria, em cumphmetiU) d/a ordem do
Exm. Sr. presidente da provincia de 23 do
crrente, manda fazer publico que no dia 8
de junho prximo vindouro, peranle i. junta
da fazemla, se ha de arrematar a quem por
menos lizer a obra do empedramento do a-
lerro dos Alegados, avahado em 36:960# rs.
A arremaiacSo ser feila na forma da lu
Ah se recebem propostal em carta fecha-i Para o Rio de Janeiro san; com
das para qualquer doschal'ari/.es, deven-1 murta brevidade a barca Recife, e tem a
do ter lugar a arremalacao dos do bairro maioi parle de seu carregamento promp-
do Hecire no dia 5 dejunbo prximo,'to : para o restante epassageiros trata-s
pelas 9 horas da manliSa, onde devem [com Ala noel Francisco da Silva Carrico,
comparecer os pretendenles com suas na ruado Collegion. 15, ou com o capi-
taneas. Jluo.Manoel.Iose Kilieiro, abordo.
Servir' di'liase para a arremalacao o fCEARA' I". ACaRACL".
termo medio do rendimenlo de I res au- .. Se*urrente o paUcho
nos ltimos ; sendo o chalari/. la ruado ,a : P /S PMeiro,.traU-
i> ii/ilnnn |Scora o rapilaoi bordo, ou no escriptono
Kruin .>: irOMMO rs. por anuo ; ra da ue Manoel (encalves da Silva.
Cruz 6:400j000 rs. Forte do Alattos Para Lisboa, com tuda a brevidado,
2:700$; caes d.i Alfandep \:2Q0S rs. 'oor ter grande parte da carga prompta, a
A direccao esperando alpum melhora- bem eoobecida liarca portuguesa Maria Jos
quem (|uizer carrega*-, cu ir Je p
esperando alfi
menlo da livreconcurrencia, aceita toda
e qualquer proposta. Escriptorio da
companhia, 27 de maio de I 857.Ose-
cretario, Guilherme Augusto Rodrigues
Serte.
CONSELBO ADMINISTRATIVO.
conselho administrativo lom de comprar
o seguinte :
Para o 4." batalhao deartilharia.
Livrosem branco, com 200 folbas 2
Servido da capella do hospital regimen'al.
Al vas 3; amitos 2; brandes 12 ; bolsas
grandes para cobrir o calix, sendo urna tiran-
Grande estabe
W-VS &>* %* %1,
csqiu
a canil
DEPOSITO
do Carino,
LOTERA
DA
o
para o que leni muito bons cnmmo
rija-se aos seus consignatarios Francisco Se-
veriano Itabello & Filho.
S? Carlos Scheel < II. Sassenhoff.
. *.
* h.6.
Leilao.
O sgenle Pestaa far leilao do grande
quaiiiulade de mobilias de Jacaranda, dita de
caVe^rm^r;.' Sta%TKl." -o.Q. consisto emsofas.mesas redo,.-
...i______ \ > 7 das. consctlix nun nnilraa ra i-iras, ditas de
das, consolos com podras, cadeiras, ditas de
bataneo, candieiro, candelabro, commodas,
aparador, secretaria, apparelho de. porcel-
lana para cha, e diversas obras de ouro, pra-
ta, assim como relogio da ouro patente, e
mais objectos que se achara patente no refe-
rido armazem : sexta feira 5 do corrente ao
meio dia em ponto, na ra da Gadeia do Re-
cife n 55.
Oprepostodo agente Oliveira far lei-
3o, por conia e risco de quem pertencer, de
2 toneis de azeite de espermacete, 7 caixas
grandes com fumo americano, 1 barril de
verniz e 10 ba-ris de carne salgada, vin los
ltimamente do Rio Grande do Nor(e no va-
por Iguarassu' : segunda-feira, 8 do corre-
te, as 10 horas da mandila, no armazem da
Companhia Pernambucana, no Forte do .Mat-
tos, defronte do cbafarlz.
Transferencia.
0 leilao de farinlia de trigo e massas, an-
nunciado para boje 4 do corrente, lica trans-
ferido pan segunda feira 8 do corrente, as
10 horas da manhaa, defronte da all.mdega,
na porta do armazem do Sr Annes.
J. P. Vogele\, lein a honra de avisar ao re*p*lave| pnh!-o, que (em alterln o pu deposilo, 0D"
de se adiara os mai* lindot, forles e bellos pianos, ale hoje condecido! dos ifamadoa fabriciolei
o primeiro ohlenJo os prtmoirns premio^, a iiieaallM de honra, na espolelo ile l.undrcs de 1851, e de
Munirk de 1S."> ; pste-i piaoM san os preferidos oa Atleimnha, llollainla, Klados-t"indos, e se acliam
_-r.iu-lfs depsitos dos niesioos em Uuenus-AMCS, Valpiraizu, etc., etc., oude sao inuito couliecidos e de-
ejados.
Vendem-se estes pianos debaiio de toda saranli.i, anlan(anilo n.lo se mu larem, como lodosos
amia que (em viinlo a este inercodo, sendo a ronslrurrlo amias moderna e forlisiioia, tendo a teclado a
elaslicidaie desejada, e o eilerior a maior elegancia.
Na mesma casa alina-e e conrerta-se com perfeirao os mesma- instrumentos, e aclia-se as msicas
asmis modernas e dos inelliores compositores da Europa.
%&&&$ : .V r
ROTE!: 0 DO THELEGRAPHO
Na livrana ns. 6 e 8 da praea da Indepen-
dencia ha para vender o rotetro do thelegra-
pho, novamente reformado, com o nomn dos
vapores e outras erabarcaces que deman-
dam este porto, a 240 rs. cada um.
sulas com suas estolas e manpulos, sendo
urna branca e encarnada, eoulra rxa e ver-
de 2 ; cingulos 2; corporaes i ; calix de
prata 1 ; colher de prata 1 ; caslijaes de
madeira pintadas de branco 12 ; caixa de
prata para Santoe leos 1; commoda grande \
para guardar os objectos da capella 1 ; estan-
te para o missal 1 ; estola pequea de vel-
ludo preto 1 ; galhelas de vidro com pratos
4; lampada pequea 1 ; lavatorio de folha
com hacia 1 ; missal 1 ; opas de casemira
encarnada 8; patena de prata 1 ; pedia dar
1 ; pala de brim t ; roquetes 2 ; sangui-
nhos 6 ; sacrario com chaves de pra'a 1 ;
toalhas de altar:!; ditas para lavatorio 4 ;
veo branco 1 ; dito encarnado 1 ; dito rxo
1 ; dito verde 1 ; velas de libra 12; sacras
do altar 3 ; lanternis 2 ; umbella I.
Botica do hospital regimental.
Seringas de metal, de capacidade de 4 on-
gaspara injecci5es6.
Escriptura^ao das ollirinas do arsenal de
guerra.
Livros de taino impresso para guias das of-
hcinas. contendo 150 foihas cada um 5 ; di-
tos de dito impressos para os pedidos, de 150
foihas cada um 5 ; ditos em branco de papel
grande pautado e de 50 folbas. para a recei-
la e despeza 5 ; dito om branco oblongo, de
papel grande e de 30 olhas, para os balan-
eos mensaes I ; ditos de U15o un: ressos, de
200 fo has cada um, para os bilhetes de oes-
tribuiQo dos artigos a costurar 5 : ditos de
dito impressos de 200 folbas cada um, para
os bilhetes de pagamento dos artigos costu-
rados, conforme aos que ora servem 5.
Quem qutzer vender aprsente as suas pro
postas em carta fechada, na secretaria do
conseibo as 10 horas do dia 10 do corrente
mez.
Sala das sesses do conselho administra-
tivo para fornecimento do arsenal de guerra
2 de junho de 1857.Manoel Ignacio Brido,
presidente interino. Bernardo Pereira do
Carmo Jnior, vogal e secretario.
Pela recebedoria de rendas internas
geraes, se faz publico que he esto o ultimo
mez, em que tem lugar o pagamento sem
mulla, do segundo semestre .lo exercicio de
1856 a 1857, dos impostos seguintes : deci-
ma adicional de mSo mora, imposto so-
bre lojas, casas de descontos etc., dito so-
bre casas de movis, roupa ele fabricados
em paiz estrangeiro, lindo o qual sera co-
brado com a mulla de 3 0|<>.
Recebedoria de Pernambuco 2 de junho
de 1857.O procurador, Manoel Carneiro de
Souza Lacerda.
Faz-so oublicopcla inspec?o do arse-
nal de mantilla, que os vapores Iguarassu'e
Camaragihe, o primeiro da companhia Per-
nambucana de navpg cao esleir, e o se-
gundo do reboque da companhia Vigilante,
podem continuar no seivico em que ee em- -
pregara, visto que feilos os necessarios exa-lleve licenca do Kxm- presidente da provin-
Vinho do
Porto.
Na ra da Madre de Dos, toja n 34, con-
tina-so a vender o muito su.) rior.vinh > do
Porto engarrafa lo, em caixas de urna e duas
duzias, das eras do 1815 e 1834, assim co-no
vinho fino do Porto, em barris de quinto,
oitavo e vigsimo, vinlio branco e ge'Opiga
branca, em barris de quinto ; tambera tro-
cam-se roagens de Santo Antonio de prata,!
vultos pequeos muito perfeitos, por quili-
na mdica.
Ni nova loja (!.: rua iIj
Collejvjo ii. 9,
vendem-sc pecas de madaoolSo largo e fino
com um pequeo mofo a 43500, pecas de al-1
godSo grosso a 3o, diales de ntein de to-'
das as cores a 5;5o a a 99, de tarlatana a 1>,
chapeos deso muito linos de panno a if e a
2;500, um completo sorlimeoto de corles de
calcas a 19, capas de panno todas forradas a
4-sjOO e 75, pegas de esgUiSo .nuilo lino a
39500, chitas largas francezas a 320 o cova-
do, tnussulinas de cor multo lindas 320 o
covado, redes a 5^, cortes de caigas para ho-
mem a 800 rs. cada um
Precisa-se, para um engenbo, de um
rapaz solteiro que queira se dedicar a ensi-
llar meninos : alguem que se julgue habili-
tado, dan lo liidor a sui con lucia, apparega
na camboa do Carmo n. 18, que achara com
quem tratar
O Sr. Carlos Walter, queira minucio-
samente declarar como foi o saposlo negocio
Lotera d pro-
vincia.
Corre sabbado 6 do c v-
rente.
J. .>. Lsvme.
TESE."
Francisco A asalto Co rido do mais doloroso s^niiincnta, pelo passa-
uienio rie eu prelado lilao Antonio Algalio
da C isla (iuiinaracs, ven) por meio deste Dia-
rio coofc-sai-se crido a todos os sens ainuos
e mais peMOM que llie liz-ram a ii-linrla hon-
ra em acompanliar os retas mortacs do mes-
mo para o c-miterio publico, e de novo liles
podo para assislirpm a inis'a que se ha de ce-
lebrar n Carpo Santo, no dia !> do corrente,
as ii horas da manilla, pido repona eterno de
-ua Bina.
provincia.
O abaixo assignado vende a d nheiro a vis-
la, sendo da quanlia de tOOsOOo ruis pa a
ri.a, os seus felzcs bilhetes, roeios, e quar-
tos, pelos pregos abaixo mencionados, na
rua da Gadeia do HeciCe u. (3, esquina da
Madre do lieos :
Billetes -?0 recebe S:0003
MeiOS J 700 2:5" '-
Qtiarlos 1;350 1:250:
Por Salusliano do equino Kerreir,
Jos Fortunato dos santos Porta
.. ....-..:-..r-..- .,,- ..,-...- ..'...-...-..>,:..:
l)r. Kiheiro, medico, de vol- '
(;i llntia a residir na misma rusa da -;''
rua da Cruz n. !">, onde pode ser :.-:
i prortirado a qualquer hora. '-
0 abaixo assignado, pele presenta de-
clara, sem eli'eilo, qualquer procuragSo que
tenha conferido, visto como passa a tratar
pessoaliucnte do seus negocios, lecifo 2
de junho de 1857.Jos Rodrigues da Silva
Rocha.

Lotera
i
pr vincia.
O a ;ix de i>: hci s ; lo.--p i <..,.; ixo notndos
sendo i quitllti i ti'.: <' ::i
:si! IS ii, :!;i.:i. ; (!:-
nheirc v st, em seu
crifjtorio, uit ; i deia do ihteeiS n. 30, pri-
meiro tanda .
Sg7M
I f '.."(
L
faz ver ao cownier-
:;m
?
S
mu*.
A mesa regedora tissimoSacrament,da fregueziade San-
Fre Pedro Goncalves do Kecife, convida
a todos os seus irmaos, para lerem a bon-
dadedej com parecer precisamente no res- ro v;:i a Europa.
pectivo consistorio, em 7 do corrente ju- lv|l> osuno ^.-.quet hasilwyaz,
nl-o. as lioras da manl.aa, alim de se ""^ obro a praca do Porto qualq-: >
i i, i i quanlia, a vista ou .trazo: tu esenr torio
. proceder a eler 10 da nova mesa, que tem J T|,,IUfZ de ,a h Iul ,lo t( 1(.no'n_ v.
de regef a referida irmandade, noproxi- a, ( -
tnoanno, a decorrer de 1867 a 1858. AUcllca ,
.\a noe do dia 21 io :ne- corriuti di;
Billietes.
Meios.
Oiini Ins.
/. .1
-O abaixo aasifjaadi
ci desta cidade, que n.V se mpoma bilis i
mais, uelas ejmoras em seu notoe, feli pr-
lo s-u mano Manoel Joaqun) da Silva Ha-
cieira, desta dala em dianle. Itecile .-de
junho de 1857.I ruasen Jos>da Silva Ma-
cieira.
Itcruardo Gontea de.viza; vai a Pot -
tugal.
Precisa-se de ora r.o>;o portuguei, de
18 a 20anuos de i lade, para caixeiro de urna
fabrica dr v. las de carnaub t, iana Ii i lo: s
sua conduela : na rua llireila rasa n. bt.
Bernardo Orqueira Je Castr*satai-
\:
PROVINCIA.
O Sr. Iliesoureiro das loterias manda
fazer publico, que se acham a venda, no
pavimento terreo da casa da rua da Au-
rora n. 20, bilhetes, meios e quartos, da
primeira parte da primeira lotera da
Ordem Teircira de San-Francisco de
Olinda, das 9 lioras da maiilia a's 8 da
noite, cujas rodas andam no dia (i de
junlio. .
Thesouraria das lolerias, Odc maiodi
IS.i".Jos Januario Alves da Maia, es-
CrivSO das loterias. .___-
liara Martiniana lis-fiamona e Oliveira,,
ex-proIVssora do cullegio das orph3as, ob-
-Xa rua da Cruz, deposito de doces, maio, fugiram
do e
do me'
trabo CaeSM
ro-
n. 17, ha um grande soi ti meato de do-1 marca acidada leCoiama, os 4 escravo
ees de caldas e seceos, de. ludas as (|tiali- -e-iiites: i-Mis, cabra, que cpiuaa4a lar
t"1 aaaararlit^ 'ck '.ih/id dades de I rucias, eseatianca asqulida- ^''-M-oneo mais ou muios, d--28i.nr.os.
Mi tllSsIa, il9iiaif. jan ttilUU ldl.Fl 1V des aossenhoresquequierem tuero ta- ra corno regular**. p:oaisa, ato basto,
de ta mancos, na na Di-
reit't, esjui.i do b*cco de
S. Pe:lr<>ii. 16.
do relogio, pois que a sua declartgao nao
satisfez-me.
J. K. Monte-Raso.
--- Fugio no dia 31 de maio, o preto tla-
thias. de nagitn, alto, grosso io corpo, tem
os pos luchados, costuma embriagar-se e fal-
lar muito : roga-se aos capilles decampo,
ou a qaem o pegar, de o levar a rua do Brum
n. 28, fabricado calJcreiro, que sera recom-
pensado.
Vcndem-se queijos fiamengos, os mais
frescaes possivel, s 19500 e l-ltucada um :
na rua Augusta, taberna por h so do so-
brado que >oi de Jos Mara n. 1.
- & ur <> v. & :j \S:. *. ,V ;>-... ,.: -.-,:. y... i
c
mes, nos termos do regula.ni-nto, bHijtaiio
com o decreto n. 1321 de 5 de selembro de
1851, nos cascos, m-chinas, caldeiras, appa-
relhos, mastreages, veame, amarrase an-
coras, acha-se ludo isto em bom estido.
Inspei-co do aiseu-l de rparinha deju-
nbo de 1857. Elisiario Antonio dos Santos
- Pela secretaria da directora geral da-
instruegao publica .faz-se saber a quem m-
teressar, que o concurso a cadeira de ins-
truegao elementar do segundo grao do bair-
ro da Boa-Vista desta cidade, ter lugar no
dia 9 do corrente. Secretaria sobredita i de
junho de 1857.O secretirio,
Francisco Pereira Freir.
DE
TilEARi.
Saati
SABBADO 6 DO CRREME.
Tercelra recita da asslgnatoraw
Depois que a nrcliestra tiver desempenhado ama
de -u.t" ouverturas, eubir a -rein pela primei4 vez
neste theatro a comedia original em :t actos inti-
(alada
OS DOUS IlttDQS.
Compo-icSo do Sr. A. Ce-ar de Lurerda, e dedi-
cada aearUMi (iERMANO FRANCISCO DE OLI-
VEIRA i u 11 i.. r-n-vo em l.iuboa, onde f-ii iepre-
i.ntaaa no tlieatro do GyniOalio, merecendo n,uito.
applaums. nl,i mi ne oeiro que gralou coronlelamtnle.
Fmaliiara o espectculo a comedia em om acto
pela primeira vez represeolada.
provincial n. 3*3,| de 15 de maio de 185i, e O QUE SE NAO' PODE HA VER DA-SE
sob as clausulas especiaes abaixo copiadas. 0 U|AB0 pEL0 ^ J J*
As pessois que se propozerem a esta ar-
remalagSo coinparegam na sala das sesses
da mesma junta, no dia cima declarado,
pelo meio da, competentemente habilitado.-
E para constar se mandou a tusar o presen-
te, e publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de
Pernambuco 26 de 1857.O secretario, A.
F. da nnunciacfio.
Clausulas especiaes para a arrematagSo.
!. A obra do empedramenlo doalerrodos
ATogados, far-se-ha de conlorinidade com o
orgament approvado pela directora em
conselho, e presentado a approvagao do
Exm. Sr. presidente da provincia, na im-
portancia de 3:96j rs.
2.a O arrematante, principiar as obras no
prazo de um mez, e os concluir no de 14
mezes, ambos contados pela forma do art.
31 da lein. 286.
3. O pagamento realisar-se-ba em quatro
preslagOes iguaes, cujas tres primeiras, cor-
respoudeiSo aos tres tergos da obra, e a ul-
tima Meara para a enliega deliniliva.
*. Para ludo o que nao se acha previsto
as presentes clausulas, seguir-se-ha o que
dispe a respeito a le previncial n. 286, e
comespecialiade o art. 40. Conforme.O
secretario, A. K. da Annunciagao.
Cmpoic,5o de um artista dramtico, que por cer-
to mudo agradara.
O bilhetei desde ja fe.acliam a venda no escrip-
torio de theatro' qualquer llora.
Principiar as 8 lloras.
pni-a aOilraula puriiculnr pnia o aos-
feminiio da instruegao elementar, que e|
da as escolas publicas do primeiro grao, e
na quai se proiio ensillaras materias desig
nadas na lei; e por isso faz publico aos pas
de familias, e a quem mais convier, queja
deu principio ao ensino desde o mez de maio
prximo passado, no s-ibrado no pateo do
Carino n. 9, casa do sua residencia, onde tra-
tar das condicOes relativas a admissao das
alu-mas: tainbem recebo pensionistas e
mtio-pencioiiistas.
Matriz do bairro de Santo Antonio do
Kecife.
Tendo de seproceler a eleigo da nova
mesa, no da 7 do corrente. sio pelo presen-
te convidados os irmos da mesoia, a com-
parecer. Consistorio da irmandade, 4 de
junho de 1857.O escrivao, Tiburcio Vale-
riano Raplista.
Precisase de urna pessDa capaz e inte-
ligente, para vender po na rua com um pre-
to, em fregu-zia ja antiga : na rua larga do
Rosario, padana n. 18, junto ao quarlel de
polica.
- D-se a quanlia de 50 a 2003 rs. a ju-
ros, com penhores : na rua .Nova loja n. 12,
das 11 horas do dia, as 3 da tarde.
Feidel Pinto & C, declaram que o Sr.
Thomaz liias Soulo, deisou de ser seu cai-
xeiro desde o dia 3 do corrente. Recie *
de juniio de 1857 Feidel Pinto c C.
Na rua do Hospicio n. 32, vende-se um
cavallo bom e novo.
Aos religiosos.
Fazem-secapas, batinas, samarras e
capas vialorias ; na rua da Senzala Nova
n 36.
Declaro que o negocio que tive sobre
um relogio com oSr. Monte-Raso, fo ose-
guinte : o Sr. Monte-Raso deu-me um relo-
io para concertar, do qual passe um reci-
bo de 5?, ajusle do concert, c >lci um relo-
gio meu para servir-so emquanlo apromnta-
va o seu ; passados os das marcados por
mim, vcio a minha esa o dilo senhor Mon-

'.*.' *- '^.* ".> '.> -i- u> <-
Ao puhlico.
Fa/.-se scicnte no Sr. Joo Va-
lentina (lillio do lllm. Sr. coronel
Joo Valeotim, da rulado da Pa-
rahiba), que a quantia pedida de
I0.S80U rs. pelo DIAItlW de.1 .lo
corrente, foi proveniente dos alu-
gueis de rasa onde raorou, os
quaes antes de :;e retirar mandou
pagar por mu sen poi tador, e este
o fe/, a' pessoa que so acfaava en-
carregada de meus negocios, oo-
rem como este meu emprcrrido s
Neste estabelecimeuto ha efectivamente
um grande sortimenlo de ta mneos, tanto
para hornera como para meninosesenhor-ts,
a re'.alho ou mesmo em grandes porgo.is,
para o mato ou mes-no pira a praga, muito
em conta e a Tontada dos compradores.
Aicne;io.
100?0l)0 degr'lilicagSo,
Continu'a a estar fgido desde o dia 11 de
Janeiro prximo passado o escravo Jos, cri-
oulo, com pannos no rosto dos lous lados, e '!7.;"i'nil /'','Z'
lornozelos bolados para fra por causa de
tuibas, tem as cistas retalliadas de chicote,
consta que anda para as bandas" d ) Forno da
Calcum o nome da I.ii'z, acoutado por al-
guem. Os abaixo sssignados proteslam con-
tra quem n tiver acoulado, e Cobrar todos
os o as desrticos quem o pegar c levar
a rua dos Cuararapes n. 16, recebar a gra
lilicago cima declarada.
Congah'es A: Reis.
A mesa administrativa da irmandade de
Vossa Senil ira o Rom Conselho, erecta no
convenio de Santo Antonio desta cidade,
avisa a todos os irmaos e mais pessoas, que
domingo, 7 do coriente, lera conieco a mis-
sa, que na conformidado do conpromisso
deve ter li;,'ar todos os domingos e dias
santos, sen io cantada a primeira.
j S ihio a lu/.--.) Despertado1- Commer-
cialdo Norte, o re actor, o bacharel forma-
vor iie comprar nestacasa, e igualmen-
te um grande sortimento de charutos de
todas as ijualidadas, dos mellicres fabri-
cantes il> provincia da Babia, e- exceUen-
les aiiuiiazes abacachis, laranjas de um-
l)i;o, e todas as mais l'ruetas queOSSenho-
resquiterem fazerencommendas, promp-
ta mente serao mandadas \r para o da e
hora marcados, e acondicionadas de qual-
quer maneira a vontade dos mesmas pes-
soas.
Negociam-sc tres letras, neritas pelo
reverendo padre Ambrosio Rodrigues
Mueliado e Silva, morador aiitifjamente
una, e lioje no sertSo,
as quaes eslao vencidas, e jioa delas ja'
em jra'o de execurao, importando em
es. 7:fO0|OOO: no alerto da Boa-Vista
n. <)), primeiro andar.
-'-. .. .--..-.. -v ;.-.. ,<*->.?*$>,
.' '.r-lr-J ...-.- .-..,.> ,.-.^
;~' Difronte da matriz da Roa-Vi.la a. 86, z'f,
an.ida-se toda a quahdade de obra d cor- ,-
i5 me presta contasquando eu Ih'as $'i
y pero, (por me merecer confian- ii;
5;-? ca motivo porque cu gnorava i'
? que tinlia havido tal recebimento, $,'
$& acrescendo que o recebedor nao 0
doJnao do Marros Falcao de Albuquerque
aranlio, os- -ra,de todos os seus benignos
assignautes, que avista do recinu impit-s-o
e assignado saiisfa.-o protujitamente o pri-
meiro trimestre, alim da fazer face s enor-
mes despezis do referido Diario.
A typographia estabalecida na rua do
Passeio Publico n. 19, precisa de alguna
compositores habis para a publicagao do
.* j Diario o obras avulsis.
Quem quizer ser cobrador dasassig-
naturas do Diario denomina-Jo--0 Desperta-
dor Commercial do Norle,--dando lianga
idnea, que se responsabilise cobo princi-
pal pagador, lera do lucro dez por cento,
dando conta diariamente as 6 horas da tar-
de, lucro este consideravel, pois queja exis-
tem mil assignantes, e es.iera o redactor
que este numero duplicara em pouco tem-
po : dirija-se a refarida lypo,'rapbia.
Pede-se asenhora que veio no dia ter-
ga-feira, 2 do enrrente mez, para se alugar,
na praga do Corpo Santo n. 17, apparega na
dita casa.
Campos Lima declaram ao lllm. Sr.
."
w insPector das rendas internas, que em suas
@ l-!,s ns e l Ili0 se vendem mais camisas
feitas desde o 1. da crreme mez, nico ob-
^oao
*3.
$i*S2;
ii
Pernambucan
,kM+
Pela mesa do consulado provincial se
faz publico, que os 30 das uleis para o paga-
mento, abocca do cofre, da decima dos pre-
dios urbanos, das freguezias desta cidade e
da dos Afolados, se principian! a contar do
1.* de junho prximo vindouro, lindos os
quaes, incorrem na multa de 3 por cento,
tu los aquel les que ileixarem de pagar seus
dbitos, nos referidos 30 das. Mesa do con-
sulado provincial de Pernambuco 27 de mato
de 1857. Antonio Carnetro Machado Rios,
administrador.
Companhia
DE
Bcberibc.
A direcrao da companhia tem delibe-
rado fazer a cobranca dos clialariz.es e
bicas por arrematarao de cada um cliafa-
riz separadamente, sob as condiees que
se acham patentes no escriptorio da com-
panhia, rua Nova n. 7, primeiro andar.
O vapor Iguarassu, commandante
Antonio Silveira Maciel Jnior, acha-se
a carga para os portos do norte, para
onde sahira' no dia 7 do correnle, rece-
hendo carga ate o da 5, a's 5 horas da
tai de : a carga que nao for levada a bor-
do sera' depositada no trapiche do &l-
godao.
companhia
Pernambucana
le-Raso recebar o ralogio,mas n.lo o apromp-1
lei, porque o concert dependa do alguma i em qualquer tompo que apparega.
complicag.io, e s o poda fazer por 10#, dis- Joaquim di A. yuciroz.
se o Sr. Monte-Rosa que sin; relirou-se e Fugio do eogenho Siposl, termo
^ passou recibo, o que eu remediei @
@ passando um no dia ~> do corren- ^
^ te, pelo meu prop io pttrlio : la- @
%fe coesta declaracao para dar urna i.
i$ publica satisfactorio aoSr. Joo Va- i^J
^ l-'iilun, bem comoao lllm. Sr. sen gt
@ pai, que, alm de ser um boma- @
-;i$ do cidadao, lie credor de toda a
JJ estima e consideraran.
* Recite "> de iinlio de 1857. A
if3i\:r:.-,: i- .-. -, -r, -, SjaS Jecto'l)nr 1ue foram coletados.
7& Lemhra-se a todos os limaos da ir- dara da rua da Florentina n. 3: a tratar na
mandade do Santissimo Sacramento do' msma, ou na ru; estreila do Rosario n. 2 A
ba'krro de Santo Antonio, pie esla' prosi- AD,a ''e 'eile-
maa nova eleieao para nova mesa, tendo! ,areci,sa'S9 ,Ie um,a a,na lu," tenn,!1 '">1
'i /-""" le te, forra ou captiva: no aterro da Boa-
nuito em consideraeao que nao vote aos vista, loja de bilhetes n. M
Precisa-se de um pequeo at 16 ali-
os de idade, para caixeira de taberna : no
I pateo da Santa Hscredores do Sr. Jos Diisda Silva
podem recebor o dividendo que Ihes toca da
liqtiidaco da massa, entietando o- rospec-
; tivos ttulos, no escriptorio de Rollie o; Bi-
l)esencaminhou-si do po 1er do abaixo doulac, i ua do Trapiche n. 12.
assignado urna leltra de rs. 859000, aceita Pela subdelegacia de S. Jos do Rocife
pelo lllm. Sr. Dr Jos Quintino de Castro : se ^z publico, que loram apprehen lulos os
Leao, vencida em abril, a qual per ter sido pretos; Lourenco o Themoteo por fuxilos:
devi lamente paga, lica de nenhum efTeito este ^'z ser escravo de Francisco braaileiro
de Albuquerque, e aquello do engatillo Mas-
... ami'la-se toda a quahdade de obra de cor- f-
*f te, ,i-sim como liinpam-se ferro* da rirur- '^r
*,3 i;ia de Inda a quali Ude e but.im-? ouvof fl
-^ em e^pingaraas : na menina \endem-e e a
';* idin' -iM--.. bichas, a-ini como mandaiii-se ';'.',
'...' >|ii!icar^ qualquer hora. ~.:
o.:j:.;..: .; 3 : .jZQmo
liOf --"!
a quem descobri' urna trouxa de roupa la-
vada que desencaminhoo-M do porto das
canoas ia ponte da Roa-Vist->, a qu^-! se jul-
ga t- r s; Jo entregue em urna casa por enga-
|liio, sendo a maior parle della de escravos :
pede-Se, portanto, a quom a livor, a mandar
lev-.-i ruu novd ti. da, luje?, Ou anuuUCiar
para se procurar.
i abaixo assignado, por parte da com-
missSo liquidataria da companhia de Pasea-
nas Lisbonense, faz publico que dp confor-
midado com a rosolucSo tintada em sua as-
scmbla gera!, se proceder a ven la cm lei-
lao publico, na praga deUsboa, de todos s
navios da referida companhia ; o como bre-
vemente tem de cnegar a osle, porta o bM-
guc denominado Pescador, perlencentc a
mesma, avisa-se a todas as pessoas interes-
sadaslna compra de laes navios, para que o
exaininem, po.'en lo dirigir io sbaixo assig-
nado. no seu escriptorio, rua da Cadea do
Recife : o supradito leilao lera lugar logo
que o mencionado brigue, regress-ir nesla
viagnm. Por Francisco Comes de Olive-e,
Joao da Cruz Macelo.
_-, Roga-te ao Sr. Jo.lo Valealim limo a.i -.
^ lllm. Sr. corone! JoSO V.ilnlini, il cidade '?)
-.;? ua Parahiba), esluiante di Facaldadt de ~J
'-. frello, morador na ri.iaie ile Olinda, ;''-
' queira mandar paaar em Santo Amaro, a '
:,J quanlia de I(;.-SK) is. do alagad da ra-a
"; que etlik devKinlo desde o anno proiimo -.
;' passado, itlo u.i irazo reti d;a, pira pou- "*"
. ; M-lr maioren despeza! e pauoa. <.:
:-j'-,...-. '.'; ':"-.:\.,-.-
Tresse. fabiic nce
mesmos,|iois nao he heranea de pai menos
de ma.O observador.
Compra-se nina canoa de um s pa'o
que rondu/.a mais de dez caixas de assu-
car, estando em bom estado e aparellia-
da, para viajar.
de
sangana : seus legtimos senhores, provan-
do o dominio que nelles tem, Ibes serijo
entregues. Sub lelegacia de S. Jos do Re
cite 3 dejunbo de 1857.O subdelegado,
l-Muardo 1-rcderico Banks.
lio poder do abaixo assignado, desao-
pareceram o-, escravos Miguel, erioulo, ida-
passado seguramente mais de um mez, ap- Nazareth. um moleque de 16 a IS annos, cr-
pareceu^ procuran lo seu relogio. porom eu \ oulo, secco do corpo, pernas Roas, ps c >m-
ainda ti5o o tinlia preparado por faltarem al pridos e descarnados, cabega e cabello gran-
gumas pecas, e disse loe que s acabara de, meio fula, queixo fino e macaes do rosto
por 2'lj1, ao que elle iiiio poz duvl la, relirou-1 eleva las, bocea grande, denles largas e
se para fora da clda-ie, e passados alguns meio acangulado, gosla de fumar, sobran-! de 30a 31 annos pouco mais ou menos, com
mezes escrevi-lhe dizen lo-lhe que o seu re-lcel'ias preas: quem o pegar leve-o ao mes- os 'iguaes seguales : alto, bom corpo,
logio eslava prompto, nao tive resposla, mas | mo engenho a Cuillier.r.iiio Jos de Mnraes, betn P'et. olhus peqjcnos e apellados, he
antes dndeitaro meu aiinuncio chamando-; lavrad ir do dilo engenhj, qua gratificar bastante gago, deforma que quando falla,
o a realisagao do negocio, veio a minha casa j generosamente. anda mais aporta os olhos ; e Manoella, c,i-
um mogo dizendo que liona recibido do Sr i P-ecisa-se de um feitor capazo de boa 0u':l 'dale 33 a 36 annos pouco mais ou
gaos e re
b'iort-s ii.
de
ios, u ..as
9,
avisa ao respeitavel publico, que concerta
o g3 is e realejos, pon marahaa modernas
dente paiz, concerta sarapoinas, pianos, cai-
xas do msica, acOrdeOes e qualquer ins-
tiumeuto q-je apparega, e lambem faz obra
nova. >'a mes na casa fabricam-sec.ixas
para joias de qualquer naturrza, retratos,
oarleiras hocaeopallucas, cstojos, faqoeiros,
etc ele.
...-.-......' ... ... .-... -._.-
_ j Joan 'a Silva iteUM, ined'co pela un- ._. |
tn. versi lade de Colmbra, moilnu sua 'i-siden- .'.*.
*..- ca da rua do Cabog< p.ira a rua Nova n. >.*
; 3 60, sesuuiiu andar, labrado do Sr. Dr. .\el- '
_', io, e aii euolina a reeeber, dai H s lo .'.
>? lluras da maniaa, e daa 3 s .", da taide, ai ';--*
.,; paHoaa que o qu-iram COlMOllar.
.".:,>'..',.'"."' .. ..:..." "
Precisa-se de nina asa forra
ou cap-
0'r ti/a, para cozinhar, eengommar: paga-sc
bem : na rua Nova n. 3, ua mesma casa
compra-sj una escrava cot estas babiltJa-
dos.
Monte-Raso um relogio para enlregar-me e conducta para tratar de um sitio na Pas-a-
receberoulro, o que nao lazia na occasiao I geni da Maglaiena : procure no sitio do Sr
poresquecer-sa de trazer o relogio, relirou-. Kiuard Feuion, at as 9 horas da manhaa,
se, e litio mais appareceu-ine ; passados al- ou depois das 5 horas datarle .No mesmo
dias appareceu-me outra pessoa dizeodo-me I sitio cima precisa-se de um homem para
que o Sr. Monte-Raso nao entregat-a mais o j bolieiro e que saiba tratar bom de cavallos,
meu relogio, e o nico meio que tintia de aceado, traballiaor e honrado,
recebe-lo e entregar o seu, era deilarnoi Precisa-se de um bom trabalhador do
Diario aquelle anuuncin. e eu nao conhecen- padaria : no paleo do Tergo n. 40.
do de perlo o Sr. Monte-Raso, induzido por | Manoel Ifraz OJorico Pestaa retirase
essa pessoa, aonuncioi por eslo Diario,
O vapor PhKSINl \GA, commandan-
te lente Moreira, aclia-se a' cara para
os portos de Tamaodare, Barra-Grande,
Porto de Pedras, Camaragibc e Macei,
paia ondesaliira' no dia !'.? do corrente,
recebendo carga ate as 5 lioras da tarde
do dia 8.
para a corte.
Na ru*. Direits, sobrado dfiaum andar
n. 33 ao pe da botica, arranjam-se comidas
diarias para casas particulares, com muito
necio e promplidao. e tambem se enca.-re-
gam de engommar, lavar e coser para as
litas. Na mesma se IVzem encommendas i!e
bolose bandejas, etambem doces, pulios,
e
do
que pesso Ihe desculpa, pois hoje de tu lo
estou inleirado. Recite 4 de junho de I87.
Carlos Walter, relojoeiio.
Anda se acha a disposiefio de qual-
quer sculior de engeulio quem atinunciou
para admiuislrador, assim como para feitor,
por se acnar com a uecessaria pratica, e ca-
pacidade precisa para tal Gra : quem de seu pastis de na, aIGnetes, fl ires, capellas
ore-tuno precisar, dirija se a casa ja anuuu- mais sobremesas de bom gosto.
cia-ia, as Cinco Ponas n. 71, ou a taberna Compra-se 1 ou 2 escravos de 18 a 30
de(iurjau, debaixo, que acitara com quem annos, sem vicio ncm achaque, nao seolh
a prego: na rua do Colovelio, padaria n. 31.
rrecisa-se de urna ama para casa de
familia, para ensalmar e engommar : na rua
Nova n. 41, segundo andar.
Precisase de um amassador; na pada
ria da rus do Colovelio n. 3t.
OSr. Cailos Walter queira declarar
minuciosamente o supposlo negocio sobre
nuricunle vem por este meio protestar i -:j dernai, que elle de presriile nal a deve nio f; "3 -5 noite.
nlra quem os tenha comprado, que pelos j .' *'a dala, par eslarem inda pasa e alda- .,_ | ,'" .
sios Competentes, sara conslrangido a la- I ''.'_ rt,e' "" emlaiii se algoeo e jolsar mu '- \.: .:...'-,...."...... ~ .j- ...... .^,' .^. w .
tratar; adverlindo-se que no cscolhe dis-
tanc 1 da praca, por mais ou menos que
seja.
cuarih Nacional.
Continua a calar a venda o manual da
gualda nacional, ou collcgo de todas as
leis, regulamentos, ordons e avisos concer-
nentes a mesma guarda, relativos, no s ao
lirocesso de quahlicacSo, recurso de revista utn relogio, constanle de um sea annuncia
etc. ele. etc., sen&os economa dos corpos,
organisagSn por municipios, baialhOes, com-
panbias com mappas, modelos etc ele : na
no Diario de 6 e 27 de maio lindo.
No aterro da Boa-Vista n. 31, manda-
se comida liara fra e com muita limpeza c
rua de S. Francisco, deposito n. 6, onde en- ; aceo, sendo almogo e janlar por 3O?0UO, no
contraa ja encadernados.
- Quem annunciuu precisar da quantia
de 3:00t3 rs., dando por garanta um sobra-
do que rende annualmente jao? rs. : diri-
ja-se a livraria da praga da Independencia
n. 6 e 8, que se dir quem iaz este negocio.
jantar 6 pratos, e no almogo solido, cha e
caf. Na mesma casa engomma-se com pres
teza.
Vende-se borracha para sapalos c bor-
zeguins a *00 rs. o palmo : na loja de sapa-
los na rua .Nova a. 26.
menos, boa altura, cor fula, ou taioca, ps
bem fetos, e tem a falla um tanto descan-
sada ; sendo o primeiro pertencente a sua
mi a Sra. D. Mana do Espirito Santo Cam-
pado; e o segundo, a seu lio o iinadu Feli-
cianuo de Barros Reg e Araujo ; e porque
consla ao mesmo abaixo assiguado, que al-
guem que iu levidamciite os occuitou e cou-
servou em seu poder, os tenha vendido ; o
annuocianle
con
me
zer entrega delles, e a restituir os dias de
servgo. Engeoho Dourado, na freguezia de
Ipojuca 30 de mato de 1857.Feliciano do
Reg Barros e Araujo.
Da-se urnas luvas, por urna casa ter-
rea, com quintal e cacimba, em algum dos
iian OS Ue;la cidado.ou sitio perlo da praca :
na rua da-cizaia Velba n 70. lerc-iro "an-
dar, sendo em lugar de negocio, o bera-mar.
- Precisa-se de um rapaz i ortuguez que
tenha ou n io pratica, para loja de mu da-
zas : na rua Dircita n. 83.
Antonio da Silva Cuimares, avisa a
to las as pessoas que possuem cautelas frac-
cionadas peo aiinunciante, e quo estejam
premiadas, que apresenlem para ser pagas
no prizo de 30 dias, contados desta data :
lindo o qual praZO, roquerera desoneraeo
na t&esauraria, Recife 4 de junho do 1857
-Antonio da silva GuimarSes.
Precisa-se de um caixeiro para taber-
na : na rua da Roda n. 48.
Precisa-se alugar urna aaia que cozi-
nhe o diaria da urna casa de pouca familia,
agradando paga-se bem : na rua do Amorim
armazem n. 41.
Antonio Lcitc Pereira Bastos, transfe-
rio sua residencia, para a rua da Cruz n. 52,
segundo auar.
I i '..' :J \.y *.r *.r '.
-. .-. .,
. *y '^* .... .*.- ^'~y' -
ttenc o.
"\ Hatiaiio laalgaado fa^?rienle, por meio
*-'>- dp,ie Diario, ao respeitavel poblico, e em
particular a toda aquella pawoii c.un
/-, quem tem lido IraataecOas de letras ecan-
-"' las de lodaa aa esp-cic*, lana aoata praca
"<* como fura aell b-a) como anidas ou
totri de -Jnas a iv s ex itri/.es na f giao dor-
sal a sobre as coatelias, precaawti de la-
cadas que soiTreu ha bastaotaa ar.nos, atas
que anda estao minio visiveis por sercm
grandes; lev.ni camisa c reroula de algo-
do/iiiho azul trancado, < outra camisa ja
o- la de madapulHo ; fui escravo dr Antonio
da Cosa Alcrrim, he natural < Itabaiaua,
e suii; oe-se, por ser elle fajto, que tira si?-
naes de acoites as ndelas. Joao, prel,
erioulo, de altura e corpo r.-guUres, bem
barbado, conserva meias snissas, lnn> andar
banzeiro, um pouco corcovad rrpresenta
ser maior de 30 annos, foi ha pasma (r-eies
comprado a Jos Coelhn Sono, trazendo *
as rostas bastantes cicalrizes ile chicote,
le ti o vicio de eobebedar-se, he muilocon-
vivenle, e o ven lodor lrou\e-o de Campia
lirande, onde, he uorador ; learou camisa n
rr.ma de algolaoznho azul trancado, ou-
tra camisa usada de madapol/in e chapeo do
couro Sebastio, prelo, crino1, de bonita
figura, barbad >, alto e cnio do um lem
olhos pequeos e vivos, lem s:g iaes de ardi-
tes, anda vestido de camisa e ceroula, ora
de algodiio de lislra eora de p>nno liranro.
usa de el apeo de couro, tam lalla aprrssada
e lata, foi escravo de u.n ul Cazuza l'e>,
he na tur 1 de Alagoa (iranio, onde he muil >
COObecido. Vctor, cabra, de id-, la JOaunos,
pouco a,iis ou menos, sen barba, beicudo.
roat i chein ou garu, de apura recular, cor-
.o i,;e llano, tem tima g-ande marra Je loco
na munheca de urna e.-x niios, prruas um
tanto ar.;uia las para dentro ; lnvou c<-i)isa
e ceroula de -IgolSozinho iringad e lislr-
lo, o outni unifo. .iie branco, he nu al -'a
erra uo T-ixeira, e levoo Uiibe.;. I
d- Massa p'etajavelho. Os douc prioier
sao actui'litienle escravos do bacilar-I lo
OMdO Jo; (uirt Jos flunrsUa Cunl i.....a
lo, e os dnus ulpmos s;1o de urac.nii.' i
de lime CassianoCavalcanli da Camba faa-
coc.llos : roga-se, po.Unto, aos -
de campo e as autoridades policiaca dos lu-
gares po: onde clles passarem, M;ia de >
man !ar capturar e conduzr ao cngeuho su-
pradito, eertos de que serao bem recompen-
sados os que sceairregareni r.as diligenrn
necess-rias, e realisarem a pri-Ao e enirega
dos mencionados escravos. Presume-sc le-
rcra elles seguido para qualquer dossefruia-
tes lugares : Alagoa Grande, Campia Gran-
de, Serra do Teixeira e liaba .ana. Kegenlio
Cocboeira 25 de maio de I*i7.
U abaixo asignado com estabeleci-
mento na rua aas ruzes n. 20, faz publico a
todas aquellas pessoas que tem penhorrs era
sua mao, vencidos ja ha mezes, de os virti-
rar no prazo de 30 das, do contrario os
vender para seu pagamenlo, dopro.no e
juros. Recie I. d-s imibo de 1847.K*ir-
uardino Jos LetUo.
- Dsogo Ilccnque Wyatl, retira-se para
a I-.uropa.
lu taran dosito to Coelno, nana
irugad de hotilem, dous cavallos de estri-
bara, coin os signaes seguiates : um ruco,
linda um pouoo rolado, grandes c de boas
carnes, <: toas as cimas e cauda grande* a
crespos, h : coi covado daa r> ras,lein as mo-
iKiL'i-s das asios alguma cous* grossas a
junta,e deiladas, anda baixo a meio, ttaviSo
he bumta ligara, c doc-se das mao* quando
anda em pedias, que o faz tnanquejar, lera
as o- cliir.- regulares n calieca,idade 8 annos
pouco mais OU menos, ten :o algans lentes
poueo quebrados ; o nutro alazn iu-ilio,pc-
queno, cabeca pequea e orelh.clm.s a
Cauda gandes ci-.. rilas c orticas, pe* e
maos bem |arrc. agados de branco, e o fou-
ilbo brenco bem a.- ligo c rni-.ii.iu.e bom p*>-
sriro, lein de dado Salinos pouco maisuu
ltenos : a pessoa que d.-lles soubcr, e levar
ao abaixo assignaiio, sea generosamente re-
eouipctisado. Recife 1. de i i:i..o de 1S57.
Luiz Antonio Aunes JaCoilii.
Arrenda-s i nasa c sa terrea assobrada-
da, com inultos c )iniiiulo%, quintal gr.n ka
e cacimba, com algumas arvuics ,ie l.ur'.o,
pela quantia de sus mm sai>, eaaajaaMla
n&o lizt r alga is C >nrerlos quu piccisa ;
na Pisvgi-ui a Magdalena, asura ^s duas
pontes, aef.-oBte do Uo m Br. i.-u.i-io ii
mo: a tratar rom lienta dino i ranc.-x-i d-
tzavedo Campos, na rua alaat Iriucheiras
n. so,
Precisa-se de una .ama foi r ou <-i, Ii
va, para o sorvieo exieroo $ L'lna*.^a
pouca familia : na na itj I.ivraniinli n. ',
segundo andar.
... ...... -.
.--... ..- ..-.-.. ......
i) Dr, t..iplt-n. \*\ier Per* ira ir Ii Ua, )
'.'; medica, \al Macata ao eo* m-.i;u,cm ."
-.' pui.hci. que lu.i.lnu taja i --i l-n<-i. aan a
.,; Prt' '' aWa-Vi-t,, c.i-a i Uj. .; ie I >i ria J-j
_._ fall?cij., Gadaalt, par orna da baaj tdalr.
J.i-qonn i^n.i ni R.. ira, ind? pnlera aer '
... proearado a igutlquer hora da da a* 4a --!^."
cre-lor pur qoal:|uer til.lo. o que elre nflo ':
afib acha crivel. queira apreaenl-loo Balitar-
"^ dar iip^ig "til iii... nara ser naco inriilUl-
dar uestes 30 dia, paralar paco
V;3 nenie, na cali de 10 I r--s; le HBia, em Sanio
:%$ Amaro, porqn -ni", para qi e nlo ippare-
'* c loa duvldaa para o li.luro, lie que s-? \*i o
'" presentaaononeio, para nje aiaaaaia -
chame a lenorancia, e nem reeeber quanlia
;'-. aUiiioa que for ptd la a annunciaiile da-
'^* Ptl* deile prai..
Recife -1 de innho de l;s,".".
Jos .'"i
guerreo! y \o.
.No alerto da Boj-Vista u. i, letcci'O an-
lar, ci>ntinua-e a tirsi ret u s bm ida a
i feco, e ei novo sti bm m laaaori
.- cano. i exisle seoapre uoi cup4rio va-
:..!os,,; intento de c ixmb s, aa>a4sw a
joias ie our ra cod .rato.
rolos os has .:.. 8 io s > baas I
. da 11 ; sla tulEc .-. galera i
) ubi ico.
V:,:. O;ro,
Vcndem-se caxinh's r 131
toa loni ....., velo barata reoadasai,
19300 < ir rs cadd jogo ti rua do '. aiaM
uo, na bem coniecida toja de miudezas da
boa rsaxs i.. 33.
Al u)-i
Na fundigSa -i- .. SU.t Sanio .tu; .t>, ai i lev ar'1 s
de ferro de um ; alio eovastraooto muito
SUpi nores
compra-se eflisstiamaota bronze. la-
Uo e cobre velho tnodaposilo da fon
quizer frequantar; dirija-sa a sua casa, das da Aurora, na rua do Brum, logo na rnlr..-
' as to horas da uianliui, aa rua da l'entia da n. 2s, e ua mesma lutiJigJo, cm aanto
n. 6, segundo andar. i Amaro.
.: -.:: ::. -...;. S -.
O? -.. ., -.>- -.>...- \.r Kw -a' i
Precisa-se de utn olii--i:;l
que tenha pratica de cortar : na rus da
.Madre de Dos n. -i, primeiro andar.
lia rlie.'a io ni irm iza ni da Sol da Bm \ na,
riadas di sei ISo, doaieierava mocei para ven ir-ie
| Ptecisa-ae alagar nina cisj m Da Vnta :.
querdi da aterro, cojo llagad nll ce I di lito a
!',-: (oca tiver anuunciu par este Uiaiiu- para
s-r procurado.
!Sll!> l i- tVAl' -i',
Manoel Cassia':no de Oliveira ledo, deu
principio a um curso particular de geome-
tra, e continua reeeber alumnos : quem
MUTILADO
ILEGIVEL


C0ISLT0R10HDI20PATHIC0
m

Onde se achara sempre os mais acreditados mediMmr^^,!^"* .,
om glbulos, e proparados com o matar escrpulofpopS basUn6."1 "'"-* COmo
PRF.COS FIXOS. ba"lante commodos :
Botica de tubos grandes
Dita de 24 !
Dita de 36
Dita de 48 ,
Dita de 60 B
Tubos avulsos a ...
> j ''[.ascos de linturademeia on'ca!
Manual de medicina homeopathica de Dr Jhp'm V-
cionario dos termos de medicina .. "ulconJodic-
Modicina domestica do lr. llenry ......
Tratamento do cholera morbus .......
Repertorio do Dr. Mello Moraes '..
10/000
153000
20C000
255000
305000
19000
2500O
ameass
PEORAS PRECIO-.iS. i
Aderemos de brillantes, ,-,
*', diamante' e perolas, pul- :
jj eira-, alfneles, brinco* 8j
*. 8 rozelas. holoes e anneis
: do diOerenlet gastos e de >
* dirersas pedras de valor.
20:000
10*000
2/000
6*000
DIARIO DE PERNAMBUO SECTA FEIRA 5 DE.I UN 110 DE 1857.
cadenas.
Vende-se urna du:
"na mesad,, ineiu de
OMoloeuni8oPha:tdodejiicaraiida
I Compram, vendtm oo
" Irocam prala. ooro, bri- g
^----------------,- U||.
s maules,(Mananles e pero
1 las, e oulras quaesqoer >
| joiasdetalor, a dii.heiro 1
% ou por obra-
I0REIRA 4lRT
WJi Di MRIVBg
Ra do Cabaga' n. 7.
Recebem por to-
dos os vapores da En-
ropa as obras domis
moderno gosto, tan-
%m*m&mamm*& to de Franca como .
de Lisboa, as quaes vedem por
preco eommodo como costumam.
10
1
** '" :"'.. :- :.,.,.
Ol'KO K PUATA. <
'-> a
.j. Adererns completo di
v ouro, meios dilns, pnlsci- S
2 ras. iliineies, brincos e
| rozelas, cordoes, trancel- g
luis, medalbas, correules <
' e enhile* para reloRio, e I
> ouiroa mullos objeclos de I
< ouro. _
;> Aparelbos complelos de *
; pmu para cha, bandejas,
salvas, e.-isliraes, colheres
| de sopa e de cha, e mu-i- S
3 os oulroi objeclos de
- prala.

o o




es
o
9
es
Ama.
3 .-
C C
C 3
8 l
i
en
O

I J
5 ^
s
S S
_2
?
- a*
s

2
* e
^___________.....
IRio-Formoso.l
^,0a ,Hl"0r0 Bez"ra de M.ne-
iw, medico pela raculdade da Babia, lera 3
@ fix.do ,, residencia n. cidade do Rio-For- Sg
., rnoso, .de noo elTer,ce seas .ervico, lo- fe
?> nao*. Pe8,0i" q,,e hM,r8fe"> ""> u. con- "
eaS^^^Xc^^^en^mur
10HH GATIS,
B AGENTE DlfETElSUHUAf
n. 20, na do Torres,
PKIMEIRO ANDAR,
Praga do Corpo Santo
_ RECIFE.
SEGURO CONTRA FOGO.
P.,.k.i -, ^ompanhia Alliance.
Es-helecid. cm Londres, em marco da 1324
Capital cinco milhoes de libras esterlinas
os mesMos edificios quer consisu m .ui
..f.nd,sdequ.,qquer;0uSdr mM1" "
SVSTEMA MEDICO DE II0LL0WAY.
naruadellortasn.e.casa terrea com
trente pintada de azule as nortadas de
Inanco.
Para noite de S. Joao.
\ endem-se amendoas conleitadss de t0jas
s crese dunas de mel, proprias pa a a
Miles da nofte de S. Joao, por barato preco
no deposito da ra des. Francisco n. v
Bonecas maricas.
l,nnC^m"S a Te?d" Pr "oinmodo preco,
bODeoas com Kaveta mgica, para brinq, e-
jos: no deposito da ra de S. Francisco
--" Vendem-sc os melhores nueiios Hn
Mino que ha mercado a l.iioTnacarr^
Un'S,! ; a,antei6a "Kleza'nova ar800
Santos SS d remo *80' toucinho de
ruSSreift i4mi"S "V no mercado : na
Pedro eSqUma C|Ue Vira Para s-
.. PECHINtHA.
checadot !^Cla 77' "de- queijos
uiegados iiltimamentc pelo vapor, multo
"ovos, a 1800, ditos a ,500, ditos i
d't;* a 1/300, ditos a .00, JK ^
d?ta .U!,n?" a %' d'la d 800' d"a a 640,
ra,w Vende:sc um mo'"'io de cale, com tor-
rdor, que torra de nina vez lli libras Z,
1-orn estado; ha tambem un Lo de nr.
CImRSS n.T3-.nCSra' Cm Uma "as
Esto jos para dentista.
rieSiOS,ro'n l,0llS os aPPareIh<>s necessa-
..v. u.uci,a5, respara tirar denles : vendeni-se n, |vi a-
Mla, nin par de rla do Nogueira, dclronto do aic0 de Sanio
ido dejucaranda': A"tooni"-
A'Hoonio.
A todo o prcQo.
\ endem-se queijos de grusvere em bom
estado : no armazcm confronte a alfandega,
de l.uiz Antonio Aunes.
- Vende-se cognac em garra fes de pn-
mena qualidade, en caitas de duzia, sardi-
hr,n/m q"arlnS C ",0i3s lalas> arenques
brincos, por piceos commodos: na ra do
Trapiche n. 15.
h,KiT y,,n,le-so uma eacnn crioula, com
alMlidades, e o motivo se dir Jo compra-
indar Boa_visU 37> Pnmeiro
L71S DE JOYIN.
Constantemente acharSo na iota do l e-
conte, aterro da Boa-Vista n. 7, as verdadei-
rasluvas de Jouvm, de todas as coies igual-
mente neos pentes de tartaruga da "ultima
Deposito
DAS BICHAS
na ra eslreita do liosario n. U, vendem-
sc os melhores queijos lonirinos ,,0 tem
vindo a esto mercado, por sercm muito fres-
Vendem-se casimbas piladas a so re. a
libra ; na rua Nova, taberna junio a ponte
da Boa-Vista.
Venda de
pianos.
Aos senhores donos de
tabernas.
Vendem-sc barricas com sardibas gran-
as e novas, assim cuno a retalbo, aos cen-
Venileiii-sc inultos lindos e excedentes
pianos, ciiegados ltimamente le Ham-
Imiito. eeom lindos retratos no frontes-
casa de ,1.
o>, por preco mais em conta do que en; ou-, ; -< i no wmmm ao ran
na quu quer parle : na rua da Praia. arma- da rua da Roda, taberna u 30
/em n. 18, de Jos de Mello Costa Oliveira
vende-se um excedente ravallo de car-
ro ou cabriolet: "i restilaco por detraz da
'reja de .Santa Rila.
Vende-se aletri a 240 rs. a libra,
manteiga francesa a 64n, queijos muito i ...
: no pateo do Paraizo, esquina
Sabo
'/.o.
picio : na rua da Cruz n. .V>
Keller & <
Rua do Qtieima-
lADJ \. 21 A
ueijos
Atteneo
vendo um annuncio publicado em urna das
r.Whas de Pernambuco pelo Sr. B. botamen
quem vende,prftvenJ.,o1u^o;,00peJ ,*>\;"^m'Jtio. PU,U '"'" J Ml
ttjSZZSZJfi&l. ^aver tejado" ,,.* -f^
PILULAS HOLLOWAY
teaen^ne^m^&^T^10'"-
uaquPerISeSbp c^%%rZ d0C"taS ^
lenaesque sejm PF ma'S a"l,6as e
fcntre milhares de pessoas curadas con,
M.r?~?af aV"C,B,a P*PrieIarios ao Sr.
Manoel Alves Guerra, e este senhor fez o de-
posito para ser vendido na pharmacia do Sr.
Jos da Cruz Santos, na rua Nova n. 53, uni-
n^-P,rJ?%""U,rMdos para ve"derem o
notoo verdadeiro, e mals prevenimos aos
senhoresconsum.dores, que ba perto de 5
annos os rotlos collados as garrafas s3o
assignados por Henry Prins, como procura-
do.es dos cima froprietarios. Rio de Janei-
ro 13 de Janeiro de 1857.
Bartholomeo Francisco de Souza, len-
* o "nuncio_dos Srs. R. C. Yates & Com-
panh.. o Diario n. 17, em que diz ser so-
mea.teverdade.ro o tarop *le bosque que
se vende nesta cidade na pharmacia do Sr.
/ose da Cruz Santos, onde fez deposito o
Sr. Manoel Alves Guerra, que recebeu delles
proprietar.os, declara ao publico, que nao
mhBaSeJa h'S0 Sarp" de *?" e
au^eln?h"eeemS,Ua btiCa masLevera
que elle he comprado aos mesmos Srs. R.
:j Companhia, do Rio de Janeiro,
nm .P0amLMldocumenlos abais i
i. E iAW* 8 "E AG0ST0 DE 36.
. BaJ"tholnieo Francisco de Souza
comprou a R. C. Yates i Companhia :
4 duzas do garrafas com tarop
do bosque a 545000...... v ouanon
6 duzias de 1,2 garrafas eom-
Cope do bosque a 27S000......163*000
Kccebi o importe cima, do*. ni!
oaquim V.eira de Carvalho. Rio de Jane"re
, de agosto de 1856. Por R. C. Yates ,v
.ompanh.a-Jose Paulino Baplista *
irpi- S0 verdade'ro o s.gnal supra. Re-
oire 8 de agosto de 1856.
Em fe de verdade.
.... ^ Manoel Hilario Pires FerrSr.
MO DE JANEIRO l UE KBVEItflSo DE
1837.
os Srs. Constantino Comes de Faria ,V Fer
reir eompraram a R. C. Yates A Cop/n-
4 duzias de garrafas com tarop
do bosque a 545000...... p -tiataat,
*ft IH garrafas com a"- "16/0
rope do bosque a 27;000______ i6.2fom
tSESS? ,MBta--iTW os ou-
des^sScaoCf:cam0deVem c^gar-sea
dosellicaze e'lTe ^desuCW'M* ensaio
cia, e prestes ," .assm''i-osa medi-
saude. cuperarao o beneficio da
d5raSu^S^era tomar eslc reme"
des : 1u,11(luer da seguintes enfermida-
Rs. 378;000
R. C Yates i
Recebemos o importe. Por
Companhia-YV. C. Cerwartt.
ente' 'iW? de SUa ordem d* 3 "o" ot
Sw ? ? Ja"elro 18 de fevereiro de
ren-a'" tanUn0 Gomes de Fanal Fer-
l.m fe de verdade.
Pedro Jos de Castro.
a tiver, ouqueira dff JSS,^^*^
-aq. -. nem pago 2
O Dr Ignacio Firmo Xavier fzDuhh
oo, que mudou sa residencia para o iu "
rSSgSSESS
interno dTf* de u',"a B,Da Pra o 8erico
P^nr^:rr,rca,ami,,a;i,a
Accidentes epilpticos
Alporcas.
Auipolas.
Areas (mal de;.
Asibma.
Clicas.
ConvulsOos.
Debilidade ou e\te-
nuacao.
Debilioadcou falta de
tarcas para qUal-
quercousa.
Desinteria.
Dor de garganta.
de barriga.
" nos rins.
Dureza no ventre
informidades "o ven-
tre. .
Enfcrmidades no liga-
do.
Dilas venreas.
r-ntaqueca.
"eiysipela.
Pebres biliosas.
Vendem-se estas pi
Febrcs intermitientes
lebreto da especie,
(talla.
Ilemorrhoidas.
ilydropisia.
Ictericia.
Indigesloes.
Inflammaces. .
Irregularidades da
menstruaco.
l-ombrigasdetoda es-
pecio.
Mal de pedra.
Manchas n cutis.
Obslrucciio do ventre.
Phtisica ou consump-
S'i pulmonar.
Relencaodeourina.
Rheumatiamo.
Symptoinas secunda-
rios.
Tumores.
Tico doloroso.
Ulceras.
Venreo (mal.)
ulasjno estaheiccimen-
toda a America do Su. SU8 venda en>
- Aluga-ce um preto para servico de ar
rna/ei i: quem o pretender dirigi-Ma Prfia
d a Independencia n. 3. rd^a
&0mpt8.
iialSS^r suPenores JUO'Joa Hamengos,
Ricas cortes de
seda de cores a 18^000.
RecffiTis6 f 1rUs da rua da :adci,do
Recita .-16, de Narciso Uaris C-rneiro, ha
sPedasco 6r ,"? gfande Cimento de tas
nan SZ"*" mul ''"'cados, proprios
para senhorae para meninas
lo7nnr'!K"Se Uma mulata com 'dade de
e lava dfra P!""a Ve"der na rua- cozi""'
e lava d.r.ja-se a rna larga do Rosario
FAZ-SE TODO 0 NEGOCIO
Preco PnTrM **/*> P"r commodo
Prad*es?nnferSeUd0nO dp "r-8e para
;"a d"ta Provincia : os pretendentes diri-
Jqumemetratnar"Da ^^ ^ aC,lar3>
Papel
.. DEPOSITO.
NO deposito do largo da ribeira de S. Jos
n. 15, vende-se superior P8o a tres por do"
massas finas de todas as qualidades a "o, ,'
libra massas de aletri escarrio alOOrs
a hr' qcUfl'J0 de ?ral0 e d0 rei a 400 "'
a libra, assucar cnstalisado o ma,s fino nos'
ivel, e nutras muitas miudezas, tud do
niais barato preco do que em ootr. S&H
Ao jPregraca que est
vendendo baratissimo
"a^,:.c^dorS^1^n^^f'nd0- *
S da 'tA0 r. I" "",0, Pa,1r0" Pe,n P"-
Pio,e B? n^v fi*3 M K
mbrai, para Ma.^TltitM
Salames Francezes
to fresco? meSieS "rt"?!!! Salimes mu-
Picbe n |o br8rd' rua d0 Tra"
.'Wo^uri ezar ,nac30- "vo,ni,a
rST+iSSTg* a ""P'ador: .iraiar no
Zapatos de borracha
par.e.,T.tfnS?p,tos de "acha. proprios
snorAn,odnta"gUeira' defrnle do arco d
Jotas.
deolurelco,Ph'CHnraS; rSetaS e0utras0,'"s
KOslo e rVnon antS C Ppr0las dp milito
feosto e recenlemente chegadas vendem-
fron'JW de,JS0 No8'" de SouTa, dt
rentado arco de Santo Antonio.
usure MataS uma escrava crioula- l,onit
d?eVn,d'2*"nno. >>> ">das as habili-
lla roa ua Aurora u 28.
~:\Vende~se um bonito scravo ncriin
cozoheiro c falla mui bem o taen 2 lin-
d^crioulasdeidadell annos, 1 l,o, escra
va mulata de id.de 20 annos, boa enlom"
milaT? de ptima conducta, t ne|reg?ri-
lid dese"a.indn8ann,0S' T ^"n.b-
i,'' ,,nd0 moleque de d*de 12 anuos
sVrnrnrrePburParat0d00Ser^P-
\ endem-se as seguintes lazendas moder-
nas, chegadas pelos ltimos navios france-
zes dao-se as amostras com penbor :
i opelene de ramagem, fazenda moderna, de
lindos desenhos.
Sedinhas Cortes de chai; de buhados i,000
brosdenaples de co-,- covado -jim
.'.res de chitas largas, 8 Ir3 covados 39000
I baly ondeado, covado
-aas de quadros, covado 600 rs. e
Cbaly de llores solas, covado
Albaneza preta com maisde vara de
largura, covado
Chita rdza larga com toque de a va-
na, covado
Cortes de cassa de pintinhas iniudas
O
100
800
800
1-000
160
29200
Cobre
para Jorro de navios: no anna/.ein de
I asso Irruos.
^ \0^000
Vende-se excellente cera de carnauba do
Aracaty, e Assu de una sacca para cima,
escolhendo o comprador a sua vontade, pe-
lo indicado preco de 10/ a arroba : no ar-
mazem de D. It. Audrade e. C, rua da Cruz
Pianos.
rna'd.C'r!* Ral>e fhn,eltf Companhias
rua da cadea n. 37, veudem-se elegante
.P.!a8nZrgoalamad0 fabnCa"le TraUmann d
[ Vende-se superior linbas de alcodSn
H'ITI d? COreS' em nove,l' Para costu-
Wes n 38 SUlha" tUUat lV C'< rua do
1AIXAS PARA ENGENHO.
m? f."ndipao,,ef"o deD. W. Bowmanin
ruadslirum, passando oehafariz, eoniiniha-
deruracompleosor.imertod.taixsdeferrofun
do e bando de 3 a 8 palmos de bocea, as qa.es
uotoes para pa-
ntos, colletes, punhos de
camisa, e para casa*
veques de sen hora
madrepeola para palito, de hornera e de|me1Jde%?2*S Pe, b"'"'
-----_V.:_.j/ ei*. Preco que afta ha
M.pridoddivers.squ.ta.d^dVinto"0.,0
utra BStff men0r pr" que S
RICAS BONECAS FRAHCE
ZAS
^.dr?/.sc """'> '-'-las e brra vestid,.
meninos a ou, noo e 800 rs., botOes de ,
za.quee oulras qualidades. de muik r"cs
s^ncta ha^,oPU"bS C c<"'ari,.hos de cami
sa, peta barato preco de silo e 25 rs ataca-
dores de cornalina para cuaca i3ft>
botoes de vidro de muo dos p,dr0eS'
proprios para casavequesa buu rs Pftazta'
c oulras n.ais qualidades de botes f
vendera muito barato : na rua do Que"ma!
do, na bem cophec da taja de mi.iH,.r
boa fama n. 33. ""Mzasela
HUAS FREAS DE LAIA
laa e algod&o para pa-
dres.
vendem-se superiores mcias pretas de
ite' Padles' p!' aretissimo peco de
800 o par, ditas de pura 13a a l#300,e di-
ta, muito superiores de algodSo a 600 rs
M rua rJo Uueimado, na ben. conhecida tai.
de m,ud-zas da boa fama n. 33. J
IECHAIISEQ FARA Ele
A
o covado
e hom^fJ58 Se e bom gosto : na rua do Crespo n. 19. Dao-
se as amostras com penbor.
^ I ,OOOrs.
a vara.
+ESZ*de linh0 puro: na rua
Ca;do"rrvr-t^aud,d.papt.e |jvros, do
n o v ,lMnl '-adr-ia do Recita
-.taoV; u ffiaa 2*s-*f -y80da
sortimento de; -ni T" l?m ?"!?
versas r ,,r fcenrro, de qualida'.cs di-
", por precos dilleruntes, e commodos.
WFM)ICAODEFERO DOENGE-
NHEIRO DAVID W.BOWMAN."
- r.._.,uo uuc, ,n,M| *JIADO BRUM, PASSANDO O ciHA-
cm-se.v.d.,por.preco commodo .com pARIZ. oUA
pron.pt.d3o. embarcam-soucarregam-saemear! 8cilT!na'ni.!randesor;,nenl<'do!=onteSob.
ro semdospez. aocomprsdor. \&!'^S^SBSTSX^
ro semdospezi.o comprador.
Deposito
de rapprinceza da
quem de.xe de dar se 'vr-^ qU8J n? ha
mado, na bem conhe^d. l,a V."' !fc
da boa fama n. 33. J* de deas
Brinquedos pa-
ra meninos0
Vcnde-se divcrsid.de de brinquedo, bbm
enancas, por preco mui.o bar."" n.^,!
beques muito fl-
nos.
Vendem-se superiorp, io.,.
n LOJA
da boa fe,
vende-se muito lia rato
lliado adamasra.ln -_ -_ ** lo-
fabri-
lliiiiSIlHSiSli
covado,
240
a
45
M;'f f"<^=s de gOStos novos a 2W o
covado; dao-se amostras: na |,,, ,\
M..ria>cmf,?',,te,i|.,v,,0I,ln,a das
das seis portas
EM FRENTE DO LIYRAMElMO.
A 240 rs.
Cusas francezas de bonitos gostos a 240 n
covado, rucado francez a 160 o covado"
dao-se amostras cora penbor. '
Eugene Clicqaot
parlicipaao respeitavelpublico, em Pei-
"aml.uco, que o nnico deposito nesta
praea, de sen muito conliecido viulio de
champanhe. he na casados Sis. J. P.ae-
ger4 C,rua daCruz'n. II.
J. PRAEGER l COMPANHIA.
ua da Crua ||. U.
Receberam pelo ultimo auo de Ha-
vre, urna nova poreao de afamado e la-
moso
d VINHO DE CH4MPNHE
deEugene Clicquol a' Reims.
in tas
Vende-se tima porco de tintas p.epa-
radas, aim como algumas barricas de
alvaiade : no a.mazera de J. Enerar
Compauhw, rua da Cruz n 11 "
chapeos a tama
Uuai tu ito' fabricante
Pinneau de aris.
Acabam dechegar pelo ultimo paquete,
os supra mencionados chapeos dote afa-
mado moneante, e vcnde-se na taja de
. portas, da rua da Cadeia do Recifo ...
", de -Narciso Mana Caineiro.
Metln do fac limo.
y i-'
6e8,
ca de E. Gasae, no Ko
de Janeiro.
rTrnende"Se a pre?0 ^mmodo rap fino,
asocln,6,gros*o, da acreditada fabrica
rn. Si ?ead Pfil vapor S. Salvador ; na
rua da (,ruz ... .9.
Planta da cidade da Re*
cfe
se.Vf'drC;"aS.e a1plan!ada ci,|ade do Recita e
me, e A "i eS,'e,la pcl Sr' ,)r-Jose "
vnr ...T1 Pr scis mil nit: na
iivraria n. 6 e8 da praca da Independencia.
Mappa das distancias da
provincia.
.Nalivraria 6e 8 da praca da IndeMD-
das nr."dc"se-,? ma,,,,a d" tteffi
das diffcrentes villas da cidade entre si e
re.acao a capital da mema, a uniris. '
*an,iii.i.s e grades
tai '"J,nd0 e v"-'ado sortimento de model-
lo. para varandas e gradaras, de gosto mo-
SfESZ*' "1 lunUi?3 da lur e "-
Brum D0 P,)S,t0 da mSma' na rua d0
v O. WaK~-, j companhia, rua da
"m n. 4, venrfem.
i j?jj- Jj ifussia.
dem inglczas.
^!rin7;1o.
Bros da Russia.
vSho de Mdeira.
AlgodSo para saceos de assucar
Algodftoznli drsTz? w* vende-se em casa
de^N. O. B.eber & Companhia, rua da Cruz
Moendaa superiores.
Sanfn vm'-n d C" St*"S Companhia. em
Santo Amaro, acham-se par, vender men-
Stuu^n ,di;s de rerro-de um B'
construccao minio superiores.
MaehinisDo pa-
tente inglez
filz' !Z? rel0g0S de 0uro' palente in
fciez, vendem-se por precos razoaveis mi
5^a,S,Hd,08gente '^"s rd- Ca-
deia do Hecilo n. 62, primeiro andar.
rei.nas de ema, cera de abelha c de
carnauba.
IVonia"? Cade'a d0 ,,ecife' l0Ja 50, de-
Ironte da rua da .Madre de Dos, ha Fara
"adosrnoree!,erSaCma' rece-'ternenle cho
ados, por precos razoavcis.
abo. de mandioca. c.'Sir. ,M ">'*."- j Bft* J do, chitas franca
NA MESMA FUND.CA-0. Kol&'SK RS fiTfSSS

XAROPE
DO
^,^^du^D,^sna;axrjr5b;
sSZ'J^S.: ? ,De,','s',5000 '"i. falso,od
Muraras?ne,,e dwa-S
IJIMMTAME PARA 0 PIBLICO
bma.pl.unz escarros desande, drdeco,-
.iclosepe.to.palpnaraonocoracao.coque'uche
do:^^v^.aUa?rnla,eloda!al01"^
Oculos e lonetas
de todas as qualidades.
',n1in"se ocul de todas as graduarles
com delicadas armacoes de ac, pelo barato
Z?r"1C.y rS e \:50- ,li,os com .rmaC,Vs
douradas e pateadas a i?2(io e lasOo. diU s
-cotnarmacQo de blalo a 1S200 dfto i>,
2Se a 480, ditos comaVm^o
do metal banco a 400 rs ,une,M ,. ^
Wo ar5000,r aS.e,qU^radaS Cm aro *K
rnm ^'j'1 *s de dous vidros tambem
com armacao de bfalo a USOO, ditas de um
so Tidro redondas e quadrad.s com aro de
Urtarnga a 1J200 e 1O0 : na rua do Quei-
St. ,lama^.C33nheC'dada '* d "'^
Sao muito unas
e de muifo bons gostos
lin^afcores8 Z^a*?'*' matiz"das *
teiiameni de.Padres muito bonitos e
533SSSF*
e cor de cafe muito spVrresT ^1'
de casemira preta fin, ** cwtw
ira bordad. TO%!?WS m "*
sed. mi, collete. ^tedito.S2rgUra d"
bsgsSjgfta
I.ar.iiS;Jmo"reco de ff S m"'Ure*' P"
^ 13.. propria, para o K '-*- preU*
15^80 rs o p.r dils d!1. rdota. .
trr?- rS^*-a
-'0 o covado, u,u 'u^T" Pr,U ,M "
con. merm i/ co'"'a lln,l1 rivai.a.
completo sortimento ditasV^ d,i un
qual.dades, que se ven'. d.e tod
roa do Ouelrn.do n. 2" en,n",' *?
loja da boa le. b*m ronhec.da
^i**P**m
da 'undiyao
a*3oo
Vende-se cal de Lisboa ltimamente ebe-
Uela an.IDnCOm0,POtaSSa d" Kussia *-K
deira na praca do Corpo Santo n. 11.
Cemento novo
Agencia
Low-Jfoorf
roa da Vnzala Nova
n. 42.
Serte eslabelecimento continna a haver
um completo sortimento de moendas emelas
etaiv. S'r" enp"n,' mac'""as do vapor
^&teeS"^?2S- Wlb.fietacon,
Ferro ingtaz Mnd.ro s. uinn fama n. 33.
Pite d. Suecia.
Alcairo de c.rvao,
Eonas de linbo.
Esponjas.
Dro
zem de m Cade,a de sanl Antonio, arma-
zem de matenaes, por preCo commodo.
.. GUINDASTE.
ro era hom mHeMe,,ente Sondaste de fer-
uuem o Zu ,d ,6 p0r pre commodo :
cnha mi I"! "' d,nja-se a Piche do
cunha, que achara com quem tratar.
' a -_
(^aixinhas para
ve I tare te.
Vendem-se bonitas caitinhas com lentos
dLr:.bm.pa!-.a..V-0.lta^"--. Pelo bara.isslo
Na manda, do da a i
nno de 1857, .usentou J H "l0 "**
tapia, d. EESZ&&*1**-
vodc Florimundod. S.lve^il*' "" ~cr>-
era dito engenho n m- L""' 'dor
charaa-se Jo?Cora id.aneenaC,,0,n8,2eSC:"VO
he cabra claro ikn. .j '"a SO annos,
rapinhos. S& ?%!? -
das. n,r,z um t.t0 75&TL22B**'
proporcSo ao corpo tem ?.m hP um dos ps torcida por" o. d* if^08 *
ditoescr.vo tai morador n Pol|egar. O
Mo das Terr.s aodJ.i j,*"1* e '"r
Ausenlou-se no da *
sitio;do "baiioaaigorto "p.* n,lw' *
fronte ao v.ve.ro. utn mole !.. 8""' >
dade 13 p.ra 1 ainf co^h!" n0,,, Jo*
irosa, tem todos os denles T?s5ff 6 ,B-
Pcrto, levou camia d. ^ b,"w -
'a preta, M^j?Ag *"' Jb Jl
Palha, tai wS-SUSftVl&lre 5
ao Cach.nga ; suppoe.L V.!JNo. Jnto
Por pessoas do mato rSLLlS^SS
quer pessoa que o Mm?! f.a ,od qal-
x SMgnado, que sera Lmemoao ,hi-
-taseiioraes T.v.res m recomPensaoo.
tz^tZSZS* desd *
do in.gue el.mp d ^"u^0 de 'ro
"Vao ...b.n j,. .fi,.; ".me *-> o.
preco de 5- e li-0ftll n. *'.. j' "'',,:>"o I ,.,"6'"J eiampo. de nnm."""T tuo
!.. !^!..:5 b B": na,rua do Queim.-io, ao ..binJa.|iur, mel,,rcel,no. do
taja de miudezas d, boa Pu, rosto comorido ,.!?"'" W do cor-
Ossos.
seoassrosaddeaboriaVelban-,16'-mP"--
, CAPAS DE BORRACHA
veiha n. 33, taja do Porto.
Pao a 22 por pa-
taca .
AO PATEl DE S. PEDR'i
ahim* ddepos,to d0 Paleo de S. Pedro n. 6,
di !L. s."T romP:eto e variado sortimento
dtis.emln,"aS de ararU,a 8 blos divTr'o,
esistem a dispos.cao dos freguezes os mn
pruss anos S,r set",illls. crocantos
nhias, e da-se d.nheiro a juros emn-.."?
e pequeas quantias. sobre"penhores*
--- (.ompra-se efectivamente cobre ve-
3'ore7aad.e,qUe0b1rasfr' f0rro 1 "navios,
TOO re, a ,|,ra, e latao a 260, e peridicos a
iioss. dc,m'" dc ^Wdas apiri.
--- Compra-se uma burra de tarro com
Recita, taja de cambio D, 38. a d | S',iXe por um P'"eSo que a todos agr-
MUTILADO
Fareilo
po. rosto comprido b.rh. *CCfo
suiss,, com falta ,i*.i*? cerrad.,
'a estar ltal*?l55
-vesCuerra.queser.g-rM'.;--'.
\ende-sc superior fareilo vindo de Lisboa
ltimamente, em saceos, e por barato Drero" 1 T ugl em Principio desi m.,
naruadoTrani^.no .,'.SL-Jal ,reco- enho ueiraadas, freeuef. 2. 0 m'
1 escr.vn. v de llarrciros.
------,_,,lC( Clll HOCOS e por |)ara
rua do Trapiche n. 9, armazem.
FOYA
*^/-aratTSfttt
de-du.s libras por preco commodo : na ta-
berna grande ao lado da greja da Soledade.
Vende-se uma canoa de carreira, rom
pouco oso : na rua da LingueU n. 10
Ve.ide-se um sitio no Arraial, com ca-
o^'-n ,Jade,,i"pa e l8UM arvoredos:
no mesroo Arraial, c;-s amarella.
Vendem-se saccas com muito bom ca-
---------,,.H,tuu :., .rmazem.
Luvas de pellica
para bomens e senhores,
chegdinhas pelo ul-
timo va por inglez.
.....*>' *"niii!ti. lrogas.
Taada praca da Independencia n. I Algodaoliiopara sacc.s
aorand. r, it n meth.od? aeJUtao. para i ito entraado iwataoa. R.i.i
d No pateo do Carmo, taberna n. ven- MonhT' PWS e0"BOd0-
aSn- deSK,"ba dc 'r,nieira quald'de!combomba efu05 de VCat0
a 12?000 arroba, H dapta-Va itHW* """'"''eba
Marmelada "'""f-.
l C7 : para ''omens e senhoras, pelo barat ssi
cobertos e descobertos, pequeos e grandes, *S?0 de "-300 rs- P^ ditas br.ncT
de ouro patente inglez. para hornera e se- I ""'f? e Pre,as- lodas de seda e perS
"'ora deum dos melhores fabricantes de t6 boas, sera deleito algum, K
Lverpool. viudos pelo ultimo pajote ^^5:"' "SS^ J5 PX'
. em o A.^.ik.nu.r..! .barato pre^o do 800, 1? e 1:500 rs o w
no"r-,sran"CM! de alg0d5 Para ho"'n. ese! que o ten.a oceulto el, q"eB
SJTStaa^H Pa? m",ar" rav,,lloa 3. Segujr '-roios d, ta, ..^ a' de!
ftadns ;. ditas de cores muito linas.de O escndalos'Zsfn'r df e*'
lnoda h;lCOC,a' P?ra "?, e senhoras a ion '-racos da Dosa2LSH5 PreJud.n.e
feez em es, de Soulhall Mellor & C.
do Torres n. 38.
AlgodSo monstro, he
ciiiticha.
rua
po
Srtt"n'.?''i
nendoss. allisdos e're'gali. soda"estTd, e Ml
" w.amendossVonfeitadasn^^ "em acha-
'?. meisaseamed s sard'in nsd' '|US p;"a '" do|Arag3o n. 20 e
Nautas superiores, cha hyssn'ds'ta Prp! ff.'Ktfil".*1 ';r",Z' a^, R
lo e brasile.ro, caf de primeira una i i- le ., da m;inll'ia as i da larde.
H Vende-se qu< jo do erlao
ta, emais era conta do que em outra o 1 V
quer parte: na ruada Cruz, armazen. n 'ilt^T^ P",p"0S p:,,", IhaVteMoa!
~" Vende-se uma eserava cabra, de de r '!"lut ^^ de f,,! ". a vara : u
20 annos, sabendo cozinhar, lavar de bar e- do Quelmdo n. >>, na taja da boa I
laeabuo, engomma soffrivelmente e tan.
anuos, barbado f cando10. idade 30
p.ssado lora spprehend, 1 ln,no Pro,,",
de campo Joao KSSiT! JTtot "?"
mo Jos d, S.lv. nas 1. ?UJ e AnU>-
Affaa Prei. LZ' s do r.u, ea
feua 1 reta, em poder do Joao Jos de Kou
bar.tlh.. agora que dito escaro de not^ SUndo
despez.s ; protesundo-a con la m p! "
que o tenli. oceulto em seu rmdt,-^ quCT
seuuir noslerm,.^- Ier- de pro
br.cosdaos7.'rgricI.UPaPrejUd,ri"r;"
d;.tattt,^d^a'"pro^PV-
m^I Parola do Monfeiro, bolachinha",
n, "* .VelaS de perm.cete, o X
CHARFOSDETHOPIflTu
relogios de pa-
tente
pT&ar. sa sarsa s ?S5a sa -
preco do que em outra quaiquerlH*FH ""'U de m.i'?"" br,s,le,ra ""Ka.
a480rs. a libra, manteig, ngleza a kio '"S1* de ouro, desabonete c de
queijo do reino a l.v.oa, 19600 e i/mo r.r, u'"d
-120.gommaat00rs..in
nnudczas da boa fama n. 33.
as de todas
as qualidades.
Vendem-sc meias de seda oe
s53ES55sS5ag

ILEGVEL
PEI* i W'. DE 11. 1. DB |-a"a"
la;
.

I


Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID EGOJ4FX84_TW21YW INGEST_TIME 2013-04-26T22:27:58Z PACKAGE AA00011611_07776
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES