Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07775


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Full Text

ANNO XXXIII i. 127
Por 5 meses adantadoi '000.
Por i) miv.es vencidos 43500.
OUMV FEIRA 4 DE JhllO K I8.7.
Por anuoadiantado ljOOO.
Porte franco para <> subscriptor.
ENCARBEGADOS DA SLTJSCR1PCA UO NORTE.
Partbiba, o Sr.Ioao Rodolpho Gomes: Natal, o Sr. Joaquiu
I. Pereira Jnior ; Aracaly, o Sr. A. d Lemos Braga ; Ceari, o
Sr. J. Jea de Ollveira ; Maranhao. o Sr. Joaquim Marques Ro-
drigues ; Piauhj, oSr. Domingos Uerculano A. Pessoa Cearense ;
Para', o Sr. Justino J. Ramos; Amazonas, o Sr. Jeronjmo na
Coau.
Oliwb i,i-
s. \iitA... B, irf
PARTIDA DOS CORREIOS.
- .||.l. .1 T tlli'M llOrj- afo til.I.
mu Parahiba: bu -.un..*, asaiw-ffin.
.-. FtuniU. Cania.u. Aliuifio l.rranliiiii. >
l ri'Alho, Na/ar.il.. LimnCit, Ro-jo, I'--- .
< qatoiM'iri
-|,.i... lto-Mtoi w-Vu, Onrieurj E%V, a-* qaartaMitai.
(..!, Ifinju a. Srrak&ein, Rio FonHMu, lna, Burvitom Agna-l'reU,
iiriiiioir.ii i- .Natal: iuinia-i.f>ir.i.
mrnirira^i' .Naial: pinta-.(Viras.
Th1s o cctrrrio* punen. .- lo bontl da lanhli
Al IHKNCIIAS DOS TRIBOAI*? DA CAPITAL.
Tribuna! dn rommcrcio ". segundas c ijuinus.
Hf lacio : terca firas e sabbido.
Fo/enda : quvttl p sabb.ido as 10 horas.
Juizo do conmetdo : se Hundas as 10 hnws e quinta* an rucio da.
Juizo de orphaos i segundas ? quintas as 10 hura...
Primeira vara do civel segundas e sellas no meio da.
Segunda vara du dvd quarias e sabbadus ao meio dia.
BPHEMERIDE8DO HEZ Di: JIMIO.
7 tul rheia as 3 horas* 3 minutos da larde.
15 i.'(.u lo ininguaiite as horas c :,'* minutos da manha.
21 La nova as 7 huras e i minutos da lar.le.
2!i Ruarlo crcenle as *2 boni e 1 minuto da manha.
PKKAMAK DE I.OJfc.
Primeira a 1 hora'c 18 minutos da larde.
Segunda a 1 hura V 4 2 minutos da mcobua.
DAS DA SEMANA.
1 Segundi. S*. lirmo e Felino Mm.
2 Terca. S*. Uarotlino presb. e Pedro eioitisu.
> l.'uirt Ss. l'pr^eiillin. c LtUKDOO Mrn.
4 On i uta. S. Quintn b. ; e Ss. Roiilo e 1i.ui.hi Mm.
5 SexU S. Panuro 1 Ss. CldO e Appnlonio Mm.
' Sbado. S. Norbi'rlo b. Sft. BtUtgie e Claudio Bb.
~ Domingo da Saiiiiima I'nndade e 1. depois do Espirito Samo-
K\I.ARKK',AIMi> DA M U-t Uli \i No M |
Alagoas.oSr. Uaudino I'alcaa lii.u. Sr. D. Ii
Rio de Jaoeir. o M. Ju-io l'crtira Martina
EM PBRNAMM CO.
O propnetariodo IHARIO Man -I Fmu-iro* de tai* m
liviana. pr(i da Independen' la n. e t*.
PARTE OPPICIAL
MINISTERIO DA FAZENDA.
expediente do dia 2 de abril.
A' presidencia da Parahiba.Illm. e Exm. Sr.
Tendo-M a imperial reolurio d 1"> de novembro
Dltimo, toma la sobre consulta da secreto de fazaniia
do eotMelho de lado, obre oa actos legislativos da
aisetobla dassa proviqcia, conformado com o pa-
recer da mesroa seccao, que juleoa cootrarios ao
arl.tO 5 5 do acto ddicional oa imposlns de eipor-
iai;So creedos pela lei do oriamenlo de 4 de deiem-
bro de 1HV), tanto mats dignos de reparo, quanto,
reennhecendo a dita asaeenbla provincial a iiec-.ii-
dade de promover i callara do caf, o isentoa do
dizimo da lavoura no arl. 10 da referida lei; os de
3 por cenln das fianzas crimmaei, vislo que laes fun-
(>s sio sojeitas pela lei geral laxa de 2 por ceulo
do aeu valor, e nlo pndem a. ai.embicas provincUes
lancea, impostos sobra os objeetos de que a assem-
ble geral tem feilo materia conlribumte ; bem as-
sira os da 50 rs' por cada fulha corrida, por eucon-
trar a lei de 30 de novembro de 1811 que, na ta-
bella.annexa 47, consideren renda geral o imposto
de 2$500 por folha corrida p.ra impetrar grabas ou
meres, e e ordem do.thesouro de 3 de dezembro de
1817, que deelarou qnaes os imposlos, que pela di-
viso das rendas publicas, na conformidade das dis-
KjsiQies doi arls. 77. 78 83 da lei de 21 de outu*
ro de 1832, do art. 35 da de 8 da outubro de 1833.
dos arls. 3i e 39 da de 13 de oalubro de 4831, e do
arl. 12 da de 31 de oulubro da I835, perleoeiam s
rendin aeraes e as pro'inciaes ; endo que a dispo-
sirao legislativa provincial, de que se trata, conce-
bida geralmenle n3o fez li-lm -r.i.i alguma entre fo-
Itias corridas para impetrar grabas ou meres, e as
que nao sito para esse fun, cujos novos e velhoa di-
reiloa iiSo (orara incluidos rendas provmciaes ;
fiualmeule o imposto de i? por cada licenri aos
procaradores dos auditorios que n.io liverem provi-
siti da relac.lo do disdicto, porquanto o emprego de
procarador he materia c miribniite geral, classifica-
da pala citada lei de 31) ile novembro de 1841, 5 5 ;
alm de que, sendo precisa a licenc,a para poder pro-
curar nos auditorios, na forma do disposto na ord.
hv. 1 1*1. 48 a mus ein vigor, na i a podem dar as
asaembiaa provincias!, nem li-bihur qualquer para
exercer tal emprego : recemmen lo a V. Exc, de
ordem de Sua Mageslad* u Imperador, que qundo
semelhanles leis e resol uces I he forera enviadas pa-
ra a saneado, exponha respectiva assembla as ra-
zos pelas quses nao pode ella legislar seuDo sobre
os objeetos que forera de suas restrictas e expressas
allribuicoes, e a conveniencia de seren pela mrma
assembla revocadas as leu que, como a suprameo-
conada, gao prejudiriaes as im|-.osii;es do Estado e
aos inleresses geraes do imperio.
A* do Rio de Janeiro.lllra. e Exm. Sr.leud-
se a imperial resoluoio de 22 de oulobro ull tomada sobre cunsalta da secQao de fazeoda do coo
seibo de eslado acerca do< actos legislativos da as-
sembla dessa provincia, conformado com o parecer
da n-iesma seclo, que julgoa contrarios ao S 5 do
arl. 10 do acto addicional os imposlos de exporta-
rito creados pela lei provincial n. 850 de 5 de no-
vembro de 1855, arls. II, 13, 14 e 18 ; o quaes,
alm de affectarem com desigualdade a grande e pe-
quena lavmira, conlranam ainda as flisposiedes dos
arls.9 e II, 5 ti da lei de 23 de novembro de 1835:
recommendo V. Exc, de ordem de S. M. o Im-
perador, que quando semalhaiilrs leis e resnluroes
aje forem enviada* para a aancrOo, exponha a uifs-
mi assembla as raz'S pelas quae< uso pode le
lar senSo sobre os enjertos que forera de luis resl
tomada sobre consalta da seccao de fazenda do con- i mente o cto addicional os impo>to< de exportado
lelliu de estado acerca dos actos legislaliros da as- | creados pela lei provincial n. 423 de 14 de maio, em
sembla dessa provincia, conformado com o parecer, beneficio dos patrimonios dos huspiiaes das cidades
da mesma aecrao.que jalgou inconblilucional o un- do Desterro, Lacna e S. Fraocisco, e pela lei de
10 por ceulo estabelecido pelo arl. 2 i 22 ornamento n. 421 de 15 do dito mez, na qual, alm
posto de
da le provincial de 6 de julho de 1854 sobre cada
urna arroba de guaraoa impoitado dos sertes que
medaiu a le frula provincia, o Para e Amazonas ;
vislo como lal imposto he evidentemente de nnpor-
i..r,io ; sendo que para esta elassilicacao m nada
influe a entrada do ganero pelos porlos de mar ou
por Ierra : recommendo a V. Exc, de ordem de S.
M. o Imperador, que quando semelhanles leis e re-
solucos I lie forem enviadas para a sancc5o, expo-
nha a dita assembla as razes pelas quaes nlo po-
de legislar sendo sobre osobjeclos que forem de suas
relindas e eipressas attribuiroes, e a convenieucia
de serem por ella revocadas as leis qae, como a su-
pramenciouada, sito prejudiciaes as imposi^Oes do
Eslado e aos iultresses geraes do imperio.
8
A' Ihesouraria de l'ernamburo, declarando que,
em face do diipoilo nos arls. 21. 92. e 93 do regu-
lamento de 10 de julho de 1850, acertadas foram
as resoiueoei que lomou, nao e dando prnvimenlo
ao recurso dos negociantes lsacc (iuno e C. da de-
cisao do administrador da recebedoria que Ihes ne-
gou a subsliluicao do sello em cinco letras em ludo
iguaes a oulras que no da anterior hsviam sella-
do, e as quaes por um accidente cortaram o sigual
do sello ao separa-las do laido, e que apresenlaram
sem esterero anda assianadas ; mas lamhem nSo
aceitando o interposlo por aquelle administrador da
deeisao da Ihesouraria, vislo como s<> por daver, e
ndo por direito, tem os chefes ras HUi(6M arreea-
dailoras do sello recurso de sua1. propri.s deri-oes,
que versarem sobre a laxa do sello excedente de
10-3 e mulla superior de 208, como bem pnnderou
a Ihesouraria, a quem se obse va que, pela impe-
rial resoluedode consulla de l'f de maio de 1851,
no ha recursu para o consell o de eslado das de-
cisdes do tribunal do lhe*nuro,
13
Circular.Joo Mauricio W'jnlerley, presidente
do tribunal do thesouro nacn nal, communica aos
Srs. inspeclores das Ihesooratias de fazenda, para
sua inteligencia e execu^Jo. qoe tendo sido presen-
te a S. M. o Imperador o ullicio n. 130 da Ihesou-
raria de faieuda da provincia do Marantiao, acom-
pauhada das observares do, presidente da mesma
provincia sobre a duvida exporta no dito oflicio, e
o aviao de 14 de oulubro de 1843, na parle em que
concede aos presidentes de provincia a faculdadede
ordenarem, por intermedio d
zenda, a demis-do dos colleelo
rar em vigor em face do art
22 de novembro de 1851 ; houve o mesmo aoguslo
de imposlos da mesroa natoreza. eneonlra-se licen-
ras as embaresc.ors para carregarem fora dos ancu-
ro loros compelentes, o que revela que no juizo da
mencionada assembla, ou nao he ohjeclo geral to-
do quanto perlence a navegacAo, qoer de eabola-
gem, qoer de alto mar, mercante cu de goerra, a o
que diz respeito a risc.lisardo das reudas das alfan-
degas, ou que dentro de suas facilidades consrilu-
sancrionou, equiparando o ordenado do professor ma psito em que esteva ha poucos dias, se em lint i canal ou estrello do mesmo norne ; esla ilhtrle-i Dilu de Joaqaim Man iel Kongae* re Vlnieds.
(le dezenho do Gimnasio Provincial aos dos iirofes-
sores mencionados no arl. 135 5 I. da lei n. 3l>9 de
14 de maio de' 1855, e bem assim o do secretario do
referido liymfusio an do secretario da directora ge-
ral da in Para V. Esc. ver.
I iru,mi i Uerculano Baplista Kiheiro, a fez.
Sellada e publicada neila secretaria do govemo
da provincia de Peruarabuco aos 23 de maio de!857.
Jos Rento da Cuulia Kisueiredo Jnior, ollicial-
maior serviodo de secretario.
Registrada a n. 67 do livrn 4, de 'leis provin-
ciouaes esla' o legislador sobre objeetos geraes; I ciaes. Secretaria do goverim de Pernamhuco 23 de
bem assim ns subsidios eslabelecidos no 10, arl. 9,
da lei n. (25 de It do referido mez de maio, que
fixoo as rendas das municipalidades, os qoaea nao
podem deixar de ser considerados como imposlni de
importarlo, que esn ultima aoalyse, reduzem-se a
imposlos de consumo, porque lio pagoa pelo con-
sumidor, sendo que como laes directamente alfec-
lam e prejudicam as imposices geraes conhecidas
pelo nomc de direitos de imporlacao, com mani-
iiiaiudo 1857. Francisco de Lemos Duarle.
o seu coverno nao fr novarcenle convencido de im- pen le da (irovincia de Foiikiau, que loca na de K i- sulxl.ln poriuciez. {i..lindo ser naiuralisaaW ciJa Uo
potencia, nao por sua inlellicencia, mas por nina nang- l'ouna, cuja c.i|*ilal he a ei.lade dellautao. A brasdeiro.A' rommis de poderes,
eonseqaeneii desastroso das suas insliluices. Assun, illia Formn lem i25 kilomel seja qu.d fr a confianza a que se esleja ili>poslo, sobre 1110 de lamora. lie rica, he frtil e mu sadia, da Conceic.'io do It nDlim. peitinlo faced laee para
nao se piile dissiroular que a soluc^o he diflicil. a sua cida le principal he TlniniiMi, tem urna guar- possuir os bens de raz qit ja (orara doado* e oal'm
Ames que ludo, c para salnr das g>nerali lulos,! ni^do chineza de cerca de 12,00(1 hoinens, lie um que pera e> luluro possom vir a ser. V rossiinio
diremos que a queslo importante que -o deve apo- > ponto perfeilaineule escoliiido para eslabelecer os de fazenila.
derar da allencao da nova casa dos commuiis, e cuja )e|iositos, os arin:iz.ns e o hospi aes de um exe.'ci-' lie lido e approvaia a parecer da Mmmi*sla 4f
discutido sera' provada em primeiro lugar, he a da lo, por meio de aluumss dlfpeel 'oes milil.res, em poderes, que apprnva a eleirao do quartn oVIrtrtn
reforma eleilnral : o sentnnento eeral cmnpreiienleu ; relac.lo com a natureza \anl-j.isa do piiz, he fac-l da proviucis da It.liia. e proclamado depui.d* |*l
que era lempo de acabar com e desordens, essas immoralidades eleiloraes que o mun- lina grande importancia a poMHliO 1 orinosa. que le, o llr. Torqualo II ilrisues Delra Horha.
fui durante a seaumla metade do XVII seculo o ORDBM DO MA.
Ihealro de urna lula.mui viva, e que fui annexada Procede-se a volara,, j parecer da rnmmia<< .1.
ao imperio em 1(183 por um edito solemne do im- poderes sobre a ele r.i j do l'.l. rirrolo da iKoviecia
perador Khanghi depois das victorias candadas por de Almas l>rae. cu|s discase licara encrrr.Ja na
do leve muitas vezes occa.iao de assicualar e fulmi
nar; lord Palmerslon lera' dilliculdade em se desem-
baracar dessas exigencias reformadoras. I'm movi-
uienlo formidavel se esla' preparando : M radicaes
i a Ihesourarias de U-
i es, se pode conside-
31 % 5. do decreto de
Pea-naoabaco Be eldede do Beclfe, eos 3 do
junho de 18S7.
ORDEM DO DIA N. 189.
O general commandaote das armas faz cerln. nara
fesla violaeao do arl. 12 do aclo ecMiconal. .,0e, os fin coonientes. que preeMeneia f. serv.da
denegou as assembleas l'S"'M..a, das provincia, a por r,ia ,,e \ cnrnPconccd ,0 Sr. capel-
facnldade de lani-arem nao ... esles imposlos, como ,., da rep,rtil.z0 .i.sia.lica do eiereito Frei Da-
os de consumo sobre genero, e mercaduras mpor- | vjd rta |J5*5e d. Noaaa Senhora um mez de li-
COMMAXDO DAS ARMAS.
Quartel gecerel do oauauae d>s armas di: l,lllll,i '"" collegios, pielendem fundar em grande
coadjuvailos pelos memt.ros .la escola de Manchesler este grande principe.
ediala e imperial re-
ximo passado, loma 'a
zenda do ronselho de
adojaviso Dio foi revo-
elo de 22 de novem-

tas e expramso.' altribo.ris, e a conveniencia de
rem por ella revocados as leis. que. como a uje-"^J^^'a'|lt'r';;i;^ g,
mencionada, -0" pfei-lIriafB simposl^-oea do bsla- i;Ao JeMe jmpul(o as juli
senhor por bem, por sua imu
i .luc.iu de 2> de marro prc
sobre cunsulla da seccao de f
estado, declarar : II', que o ci
gado pelo art. 31 5" do decr
bro de 1851 ; e 2', que oa presidentes de provincia
usando'da faculdade que Ihrsfoi conferida pelo mes
mo aviso, devem jastilicar cura rates fundadas em
fados que chegarem ao sen conhecimeiilo, as or-
dens que expedirem por intermedio dos inspecto-
ras das Ihesourarias para ; demisso dos collec-
lores.
14 -
A'directora das rendas.Dedaro a V. S., em
siiluc.V. a dovida que propoi em seu odicio dtalo
de h.miera, se o aviso expedido a essa direclona em
10 do mez passado, rel.tivarnenle ronsulla do ad-
niioislraior iU mesa de, renqas de^.Qabo l;'riele \2
de fevereiro ultimo, sobre eplarttni ou nao sojeii.s
ao pagamento dos 2 por cenlo. sebstilollves da di
zima de chancellara as rsubilitacOes de licrdeiros
i*^*,LwMimm a tsan-
ar;es de qualquer es-
do. e aos inleresses geraes do Impeiio. pecio para culiranca de dividas de herancas jacen-
A' dBS. Paulo.Illm. e Eira. Sr. leudo a. ,PJ e de b,n, dc jefuniu, efausenles ; que o cila-
sere.lo de fazenda do cunselho i ealado ron ultado l ,|u av(,0 ,,io leve por lim seoSo mandar que >e res-
sobre os ocios da alseinlil leilalnd dessa provin-
cia, promulgados duranle o anuo fin lo, foi de pare-
cer qae a lei de t de maio, que orea a receila e
despeza das cmaras municipaes, alierlamenle vio-
la o acto addicional, porquanto no ail. I .& 15, 10,
22, 25, 37, 41 e it impoem varios direitos de iiu-
portarao.
Alera desle abuso, oulro deicobrio a_ seccao na
lei do ore iinrnlo provincial, arl. 19 e 37, pois que
no primeiro se fu a diaria de 100 rs. para os guar-
das da alfaudega de Sanios oceupadot no servio"
provincial, e no segundo se designa o inspector e
iesooreiro e don. esrripturarios da mesroa alfau-
dega como os nicos alm daqaelles guardas incum-
bidos da arrecadacao das rendas ptovinciaes, com
direilo a perceoerem as gratifeaedes ahi estabeleci-
das ; o qoe he expressamenle prohibido no arl. 10
i 7 art. 3 da lei de 12 de maio de 1810, ama vez
qae o primeiro excepta des empregos municipaes e
provinciaes os que dizem respailo a arrecadacao e
dispendio das rendas geraes, e o segando declara que
o art. 10 S II do aclo addicional, qoe aatorisa os
presidentes das provincias a nomear, suspender, e
mesmo demittir os empiegados provinciaes, s com-
probando aquelles emprendes cujas funecoes sao
relalivas a objeclos sobre qoe podem lecislar as as-
sesoblcasprovinciaes, epor maneira nenliuma aquel-
les que sdo creados por leis geraes relalivas a objec-
los da compelencia do poder legislativo geral.
E sendo presente a referida consulta a Sao Ma-
gesiade o Imperador, determina o mesmo aucuslo
senhor que osados a que cima me reliru, fussem
submeltidos considerarlo da assomblea -eral legis-
lativa, p*ra resolver o que a respeito liver por mais
convenienle, e qne entretanto a V. Exj. se recom-
mendasse. como por este recnmmeudo, que quando
leis e resoloroes semelhanles llie forem enviadas pa-
ra a sanecao, exponha a assembla dessa provincia
as raines pelas quaes nao pode ella legislar sen.'io
sobre objeclos que forem de suts restrict s e expres-
sas allribuices, e a conveniencia de serem por ella
revogados os actos, que, como os suprameueiona-
dos, sao prejudiciaes aos inleresses da fazenda ge-
ral, e exorbitantes dos poderes da mesma assem-
bla.
A' de Mato-tirosso.Illm. e Exm. Sr. rend-
se a imperial resolucao de 1.5 de novembro ultimo,
pondesse ao sobredilo administrador com a materia
da ordem n. .58 de 30 de julho de 181-1, em virlu-
de da qnal sao itenlas do referido imposto, nao s..
as habililari.es de que se Ir^la, como oulras pien-
cionadas na mesma ordem,'que nao sao verdadeira
e propriamente demandas : e exceptuadas da regra
seral da iseni;ao es(abrleci 1R pelas ordens do the-
souro de 18 de junho de 1812 e 12 de Janeiro de
1811 as jusliliraccs de qualquer especie para co-
branza de dividas de herancas jaceules e de bens
de defunlos e ausentes.
A' mesma, declarando, para o fazer constar ao
administrador da mesa de randas de S. Joo da Bar-
ra, que, a vista das mslrucc.es de 10 de^dezembro
de 1851, nao pode ler luga( a aulorisaclo que pede
para cuhrar as dividas atrasadas, que na mesa que-
rem alguns devedores pagir, qoer para realisar-se
o cohranca amicavel, vislo como, depois de reeo-
Ihidos os respectivos livros i o thesouro, e extralu-
das as cerlides que vo para o joizo, por oude s3u
exittidas dos devedores nao a importancia de seus
ilelnin. como a das cuss, seria necessario que as
colleclorias, |pa.a faze-la lellectiva, cousiillassem
previamenle o (hesouro se las certtdies liuhsm ou
nao sido exlrahidas e envalas, se haviam ou nao
mais despezas a p^gar, ele.
execulivamenle, porquan
ladas de fora da provincia.
E sendo prsenle a referida consulta a S. M. o
Imperador, determina o mesmo augusto senhor que
os aclos a que acuna rae refiro fossem submeltidos
a' consideraban da assembla geral reculativa, para
remlver o que a respailo tiver por mais convenienle
e que entretanto a V. S. se recumraemle. como por
este recommendo, que quando leis e resolucoes se-
melhanles llie forem enviadas para a sanrrdo, ex-
ponha a respectiva assembla as razoes pelas quaes
nao pode lecislar sobre os objeclos que forem de
suas restrictas e senao expressas altriboices, e a
cunveuiencia de serem por ella revogaalas as leis,
que rom as supramencionadas, sao prejudiciaes as
imposiross do Estado e aos inleresies geraes do im-
perio.
Circular.JelD Mauricio Wanderlev, presidente
do tribuoal do thesouro nacional, ordena que ns fei-
tores das mesas dos consulado, depois de eucherem
com os precia que enleuderem regulares, na forma
do arl. 121 do regulamento de 30 de maio de !S3,
as paulas seraanaes dos gneros de exportaran com
os adilaraenlos que as circunstancias exigirero, as
apresenlera em duplcala ao respectivo administra-
dor, para que esle, aofa soa aaefgMtara, faja as cor-
recees que forem precisas, como determina o re-
ferido artigo, e declara que a pauta est nos termos
de ser observada, ficando um exeraplar da mesma
na repartidlo, e sendo o oulro remellido a direclo-
ria das rendas na corte, c as Ihesourarias de fazenda
as provincias, oude serau archivadas, para a todo
o lempo ennhecer-se qual o responsavel por qual-
quer calculo prejudicial aos inleresses da fazenda,
que no irbitramenlo do termo rodiu dos preces r-
enle- posa haver as mesmas paulas.
Ao 1. promotor publico da corle.Constando
dosoflicios inclusos do administrador da mesa do
consulado dajcorle, com dala de 28 de fevereiro, i e
II de morro prximo passados, bem assim do oflicio
da presidencia da provincia do Km de Janeiro de
20 de fevereiro, que o referido administrador dei-
xra de cumprir os arls. 121 e 12li de regulamento
de 30 de mam de 1836, na organsacao das paulns de
preeos eorrentes que serviram na mesma repartirlo
liara o calculo dos -lireilos do caf, cominelleodo as-
sim urna falla de evaecAn no cumprimeuto .le sea
deveres. com cr.ive prejmzo da fa/eu.la gral pro-
iincial, Iransmiilo
mais papis cnnilanles da rrlar.lo junta, aliiu de que
promova contra o soorodilo eiuorauzadn o Leaoecliva
.....'r,-^ nn jairo c.mpeleiiie.
Ao admiuislrador da mesa do consulado.
[Tenlo-se reconliecido, pelas informaees que a me-
sa do consulado da corlo preslou, em coiisequencia
las arguiciX'S que ao res .eclivo Sr. admunslrador fi-
zeram 41 chefes do consulado e da Ihesouraria da
provincia do Rio de Janeuo. de haver contribuido
no semestre de julho a dezembro de 1856, para um
grave prejuizo da renda provincial e geral, pela ma-
neira irregular porque mandou proceder a orcani-
sarSo das pautas seraanaes, na parle relativa ao ter-
mo medio do valor olliciat dado ao caf, qii" os fei-
tore d. mesma mesa Antonio Januarioda Silva J11-
nior e Joaquim Correa da Silva, deixaram de repre-
sentar ao thesouro nacional, como Ihes f .colla o arl.
!2 do r'gulameolo de 3 de maio de I83t, sobre a
delil.er.r.io que (omou o Sr. adminislradur, de man-
dar reformar para menos os preeos por elles indica-
dos para o caf no referido semestre ; cumpre |qUa
o Sr. administrador Ihes eslraiihe severameole o sau
procedimento, e Ihes recommende, que d'ora em
.liante, oh.ei ver.i fielmente as allribuicoes de que
esiao revestidos para zelarem os inleresses da fazen-
da nacioual.
ceuca para Iralar de sua ssude nos (erniris do art. 31
do reg. que baixou cora o decreto n. 1181 de 31 de
janeirn ultimo.
Faz rerlo, outni sin), que hontem mandn desli-
gar do i-, balalho de artilheria a p, ao qual se a-
chavam addidos, os Srs. tenente Francisco de As-is
liuimaraes, alteres Uerculano lieraldo de Souza
Ulgalhtea, esle do 9, e aquelle do 'O', de infanta-
ra, e ligar ao referido liatatliao i, na mesma quali-
dade de addido.o Sr. alferes do 10" Jos Garca Fer-
reira.
Josr Jom/uim 'otlho.
escala urna associarao para a reforma eleilorale par
lamental : Irala-se de um pecramma.
I'ma parle da cmara dn communs deve apresen-
lar enm orna m8a a lord Palmerslon a abmlvicao 110
que se refere aos negocios da China, e com a oulra
fazer aceitar os seus projeclos de reforma, fara' desla
aceitacao urna condica. do *u apoto. Neste caso o
gabinete sera' mullo enfraqoecido desde o priinei-
ros das, e se propora' a limitar os Irabalhos da ses-
sflo ao estado de qualrn projeclos de le, a saber : 1"
a manulenc'10 do eonselho geral de hy^iene publica.
l.ord fclgni parti nu I de aaaio, encerregado di
. eso auteeedenle.
O parecer he approvado por 50 votos contra II,
direcedo suprema dos necocios, ter na China os pie- licando preju lica las i eroeodas e o parecer ese so-
nes poderes do eu governo, com o qoa^somenle e- parado.
lar em correspondencia ; deven, decidir dc oppnr- \ O Sr. presidente declara depoladn pelo 19. rir-
tumdade das operacoes de guerra e do monieni. em calo da provincia de M'na iierae ao lenenle-coro-
que deverdo come.;ar ; no raso em que as aulonia- nel Francico de Ai All nde ; soppleole. majos
des do paiz facaui prupMJcajea de paz, elle es ex.irai- Krancico Peitoln de Mello.
naia e dever.i respon ler. Eis eqaii em substancia I Achando-e na sala nnmediala o >r. AihaiJe. he
as iuslrucces de lord Palmerslon: primeiro, os an- inlroduzMo com as formalidades es4\ lo, previa
liaos tratados serao renovid.s e eslen lidos a s dns
porlos d 1 Clima em vez de cinco, alem disto os na-
vios de cimmercio ingieres lerdo u direilo de arra-
0 RE DAS MIMANHAS.
: quet para promove-la
o laso depende das cer-
lides mencionadas, de mo< o qoe os colledores s
rimen!., das precatonas
' lei para requerer fura
bem da fazen.la, sendo
b caso de |.reumpcdo de
ou oulro qualquer em
POR ED.MUDNO ABOUT.
II
1. jiiI1111... ,10.
O qde rae admira, disie ea a meo lamo, he que
e filha deste palife velho o lenha deixado obrar
assim.
Ella nao esla em sua eompanhia.
Oh'. nido onde est ella
No eellegio.
Em Alhenas f
O senhor me pergonta mai do que posso re<-
ponder-lhe. O cetio he que ha dc fazer bom nego-
cio quem casar com ella.
Sim, disse Harria, Affirmsm igualmente qne
a filha de Calern nao he mal dolada.
Quem he esse Calcratt -*
O ale it de Londres.
A estas palavras imilri, niho ds Chrislodalo ficna
mu vermslho, a dase a John 11,tris ;
Perdo-me, senhor, ha grande dlSerenca enlre
um algoz e um alteador. O oflicio do algoz he in-
fame ; a profusa.) de alteador be honrada. O c>-
verao he obngado a conservar o algoz de Alhenas na
fortaleza 'de Palamede, do c intrario ena assassina-
do ; entretanto qoe ninauem qner mal a tladgi Sta-
vros, fl que as pess.a* mais honradas do reino fica-
nam ufanas de dar-llie a iii.'m.
Harria abria a bocea para replicar, quando oovio
se a eampainha da loja. Era a cria la qae volisva
com ama mnri de quuize a deieeela annos, vestida
segando a ultima cravura doyounul des modts. Di-
nriri levanlnu-s> dizeudo :
He Pudn
podem promover o cum
nao ...linio aulorisados po
desses casos o sequeslro a
que durante o exercicio, n
fallecimenlo do cnllecladu
que eja preciso acautelar os inleresses da mesma
fazenda, cumpra-lhes proceder na forma do arl. !
das citada instrocc.es e od. de 5 de Janeiro de 18.52
e 7 de julho de 1855 ; oulroim que he sotnenle a
contiiiuacao da pralica de informaren! os colledo-
res, por occasiao das eonUs do exercicio, quaes os
colleclados que se roudaram, e para onde, porque
isto facilita depois as diligencias jjidiciaes no juizo
dos fetos.
- 17 -
A' presidencia de Sauli Caiarina.Illm. e Exm.
Sr.Tendo a seccao de f< zenda do eonselho de es-
lado consultado sobre os aclos leci'lalivo da as-
sembla dessa provincia, promolaa.los duranle o an-
uo liu lo, foi de parecer que cuulrariavam inleira-
rtperlar-se em bolinhas de Meyer. Sua face asseme-
Ihava-se lao pooco ao lypii grego que corria absolu-
tamente de perfil. Era chata como se urna ama im-
prudente hoovesse commtltido a falla de assentar-se
obre o rosto da menina. O vestuario elegante nao
eonvem a todas as mutheres ; Icruava qoasi ridi-
cula a pobre 1'bolitn. Sea vetido de folhos levan-
lado por ama aia vigorosa f i/u resalnr a fcialdade
de sua pessoa e o desaso
as nnperfeicOes de seu cor
se a urna criada corta e g
de seas inovimentos. As
joias do Palais Royal, de qne eslava esmalta.la, pare-
ciara poni de exclama, do destinados a assignalar
po. Emlim, asscmelhava-
rossa que se atavia nodo-
EXTERIOR.
CORRESPONDENCIA li DIARIO DE
PERNAMBOCO.
PARS.t de maio de 18-57.
Itevisla poltica.
Ao cnmerai esla linhas, precisaremos o que se ha
dito mullas vezes : Felizes os povos cuja hisloiia he
.'ni. i..niia : a parle da Frenaje he quai ubwlola-
menle null.i nesta correspondencia datada de feria.
Em Londres, no palacio de Bukincham, a rainha
Victoria dea a' luz urna princeta a 11 de abril, e a
na, a duqueza de (ilueesler morrea nos primeiros
das de maio. Como as eleie.os mglezas se acham
hoje inleiramente terminadas, o parlamento acora
esta' completo. ()perou-se nina verdadeira trans-
formado, o numero do* liberaes creaceu n'uraa pro-
porrudo iinin.'ii. 1. as fileiras dos Peelilas se rarearam
aian lenieole ; e os lories se pui ilicir mi de urna
maneira nolavel, donde resulla que o partidos se
separaran) por limites novo e mais sensiveis, qoe
hovera' um partido ministerial, provavelraenle mal
eguro, e por cousequencia urna opposic,ao fcem ca-
racterisada.
Quanto ao prsenle, produz-se urna esptcie de
pausa de que e apprnveilam os partidos para con-
tar as suas orc.s e organisar a cainpaubi, e que o-
jornaes empregavam em relleies geraes, lenileules
a animar os seus palres e prever de aulemao victo-
rias cujo secredo o futuro suarda.
Oque loma ai precises dillicei, he que o mo-
vimeulo pro luzldo nao tem sido por sua nnliireTa
homoceno, e da 11 n carcter lal que seja .ossivel de-
V. S. os mencionados oBicioa e pois de llie ler orificado a cansa rirodizer-lhe os re-
tallados, e que 1 negocio da China nflj ha sido mai
deaua qu.iquer ouira circumslancia ndo deu consequen-
cias laes como as qae occa lonou.
lloje a poltica geral, diremos mais, a ailnarRo
social da Inalalerra, si'.h muilos aspectos, he duvido-
sa, e as e|en;es moslraram teniencias graudemenle
reformadoras. O problema consiste a e-la hora para
o governo, na soluedo de varias quesles taes, por
exemplo, como a modilicacdu da conslituicdo n'um
sentido de igualdade, sem cumludo locar era lodos os
principios lundamenlaes em que esla' baseada : a
e\ten.,io do sullraaao sem que a inlluencia devida a
proprietade, a' qualidade ou a'educaedo seja enm-
promellida, a emancipando das seilas dissidemes,
dos direitos da igrea, conservando ao memo lam-
po os privilegios das icrejas. praticar noexlenor nina
poltica cuidadosamente elaborada, sera comludo
deaprezar lalereaea algam interior; permitlir aos
Israelitas a entrada do parlamento, sem por em pe-
rigo as insliluiees do cbri-luni-mo, manler urna
marinha poderosa, e com ludo diminuir os imposlos;
animar a agricultura, desenvolveudo ao mesmo
lempo a industria, alargar a base da representando,
a com lodo conservar mi,cu extenso da prero-
galiva real, emlim abracar em ama acrao inlellnten-
te, ampia e previdente toda a administraran polti-
ca, administrativa e industrial. E depis cuidar
lamberc na solueao desla quesldo vilal : a niim e.l .
das miserias da uatureza daqurllas que devorara a
classe operara em excepr;do, dessas miserias ainda
ha pouco assicnaladas pela lucubre e (anabre mar-
cha de 100,000 homeiis de ardiles nos ra de Lon-
dres, aleando lodos junios esle crilo fatal : Todos
sem Irabalho Oessas miserias qae fazem quenas
fabricas a infancia se araoline e morra n'um traba-
Ihu por alguns pennys por dia, qus as tabernas,
oas prisoes infames nos receplaculos imporos urna
pupulardo miseravel beba no abaso da genebra o
esqueciinenlo e a morte. E depois anda cuidar na
situaedo da Irlanda, Ido pouco melhorada, aptzar
dos gritos desesperados desse iufelu po'vo, por termo
aiesse mal, que he au mesmo lempo a dore a ver-
gonha da humanid.ide, desse mal que faz que milita-
res de homens, depois de lerem silo expellidos das
(erras que Ibes linham legado os seus antepassados,
foram obrigados a morrer de lome na estrada pu-
blica, ou procurar um abrigo sh o imseravel ledo
de urna casa de refugio, desses asylos horriveis e de-
leslavei. al. m de toda a expresso, ou eniao pedir a
Ierra dc exilio 0111 p.io que Ihes racusou quasi
temjire.
Tal he a trela immensa de lord Palmerslon, se a
coali-do de algalia chefes de paridlos nao llie suscilar
novas dilliculda.lcs, e collocar a Inalalerra na mes-
V a reforma dos Iribuuaes de jusl.ca. 3' a reforma I bar em caso de ararla ou de forra maior sobre lo-
dos direitos de propriedade de mulheres casadas, e
i a reorganisacao do imposto dos pobres ; e com
ludo alera das quesles que o anligo parlamento dei-
voii pendentes, a saber : o 1,11 sobre o divorcio, o
bu! sobre a jurisdiccdo dos leslamenlii', n bil rela-
livo a lrans|iorlacd .. Ha ainda medidas promellidas,
laes como o 1. II relativo aos /idei ronimn/iis, o bil
relativo aos bancos por acees em participarlo, o
bil conceruenle as compauhias de seguros e ara-
il? numero de oulras quesles de mui alia impor-
lancia.
Foi a 30 dc abril qoe a aeeaSo foi berta na cmara
dos lords por eominissro real. As commissf.es reac
eram : o lord Chancellcr, o duque d'Argyll, lord
Sl-nley d'Alderley, o conde de Harrowby e o conde
Spencer. O lord chanceller mandou chamar por ir
Allelfo d, ni! i .-i al da vara prela, oa membros da c-
mara -los communs a' barra. Ordeuou-lhes em nome
da rainha a eleicdo de um Speaker : ja" se tinharn
oceupado com isla. Tres mimes linham sido postes
ali,in!e, M. M. Barnes, Filz Ro] e Evelyn Deni-
son : esle ultimo can lidaln do governo foi eleito na
mesma sessao de 30 de abril.
No dia sesuinle, I" de main, foi ennsagrada a' re-
cepedo do novo Speaker ; a sesses segoinles foram-
no a' prestadlo de juramento e verificando dos po-
deres. '
O discurso ral deve erlido 7 por nma com-
missdo designada pelo aoverno : he lord II irry Va-
nes que foi enearreaado de levar a mensacem de aso,
com o apoio de M. Tb >mel\, o mais ulico memhro
ala representaedo de NValverhamplon. A resposla ao
discurso da cora foi confiada a M. Baller, represen-
tante de V.riii Devon, com o apoio de l.ewaler Itu-
chaman de Glatcow.
l'assemos parle exterior da poliliea ingleza.
Apezar do btll de indemninade dado a lord Pal-
merslon na quadra qne a poliliea ingleza tomoo para
romecir as hostilidades com a China, he em subs-
tancia simplesmente om pretexto, e a correles da
opinlo o -erra do i omp irlaiiirno do ministerio sao
no sentido de que o cabiuete representa doae cousas
que o Inalezes sao mu aferrado*, o seo orculho
c.mo li.al,,/,,a. (, sen nteres.e como mercadores.
1 Vi.te asi .. espirito do romm.rci...h- raro que o peso
.- -ni. 1.1 1......- puramente eavalleiroaaaiuiplie :
Toreando a Leda o coate as portas do celeste imperio,
lord Palroerston se jalas representar o inleresse dn.
industriad do Lancashire, o inleresse dos fiadores
ndo he o onieo em joco, o chd lie com o iilgoddo o
ra.-ro mais consideravel ,1o cominercio ingle/.. Assim,
*se media ser sempre disposla a perdoar a lord
Pelmerelon o emprego de um meio qoe o lim jnMi-
lica a cus olboa, e c-mo se diz, para nina nacn de
lagislas, a quesillo suprema he a quesian dai sahida>.
Dir-se-ha, os (^hinezes sdo pouco inleress&nles, e o
verdadeiro erime delles he fechar os seus porlos e as
suas cidades aot eslrangeiros, he i*olar-se da gran-
de familia humana, mas anles de os punir desle cri-
ne, f.'.ra boa lgica comecar pondo de parle ste
principio de cada um dentro dos sen limites, ao qual
he llovidos qae a Inglaterra esleja prompta a re-
nunciar. >do se lem feilo nada a esle respeito, e o
homhardeamenlo do Cnido nao lera com ludo in-
iliieiin,. desastrosa sobre o commerrio higlez. A ex-
Ireina inferioridade dos Chinezes lie urna garanta
segura, e o gabinete da S. James conta moito com
lelo.
juramento, e loma .is.ealo,
Primeira parle.
1 o.liniia a eleicdo .las coinmi'ses
Assembleas provinciaes :--os >r.
peranaeeot-.
I er.i.nie- da
do os pontos do littoral : segond.., a Inalalerra le- Cunha, l-'ernandes N'ie.ra e Araojo I. ma.
ni como a Russia um colleaio 0111 Pekiuc, o superior I Coiomercio, iiidii-uia e arle:os >re. liara.) de
desle eslaheleciineiiloquese compora de cinco mera- Maua, Sergio e Aoaus de Oliveira.
bros pelo menos sera ene ,rreaa_d) das relace oOi- Instruccdo publica :1 Sr. barda da Caiaatt.i-
ciacs junio ao governo ellinet ; lerceiro. os In-.le/es j be. Pedreira e Vilella Tavare.
"erdu poslos militares em lodas ai cidades onde tem Saode publica :os Srs. Jar.iulho de Meadoeera,
cnsules 011 agenles ; ser-lhes-ha Conr lulo om ter-
reno em llong-kjiig, em Shanahai e outro em Can-
lao para ahi formar estabclecim-iitos mililares cujo
ill'rlivo da gnarniedo aera fiva !n de caminora ac-
cordp. O governo portngoez lambem se prepara
para entrar em I ga na cruzada ronlra a Cfiina, a-
he-se que elle ahi pesta o eslatelecimenlo de Ma-
can. O governo chinez conservava o direilo de ter
ahi um mandarim, encarregado dos inleresses dos
sohdilos chinezes. mas ha meio seculo, he o repre-
sentante da China qae administra Maca'o, oppri-
mindoa popular;! eslrangeira, eo governo porlo-
guez apenas lem ama auloridade iiomin.il. Trata-
se de mudar esle estado de eoutaa e reslabelecer a
auloridade porlugaeza. Lina corveta, um brigue,
ara aviso a vepor e um transporte parlem para a
China, e vdo levar ama cuarnicjo a Maco.
Para concluir cora a Inglaterra, fallemos no pi-
quete a hlice e as rodas de dimenses extraordina-
ria, cuja construcedo he dirigida actualmente por
M. Ilrunel filho. Esle Immenso navio a vapor deve
ser movido pela acedo cembined 1 da hlice e das
indas, perlence eompanhia da navegaedo oriental
a vapor, (em proporcGes colotsaes, o caico 11.0 lera
menos de 125 metrosde compriinenlo quando esliver
concluido, h e dividido em dez parles por paredes
Iransversaes jierfeilainente ceciales de resistir a pres-
so rl'acua no caso em que nina das divises se en-
eha, em cousequencia da firmaran, de urna via
d'acaa. Esl.i disposinao foi adoptada com fim de
preservare navio de naufragio, no caso em que se
part-.o pelo meio. A muralha he dupla e o doos
envoltorios de que se compe sdo .parados por om
intervallo de quai um metro. Assim, o casco ex-
terior se ,... 1c. 11 quebrar labe* um rochado sem
qn-o navio se ench-sse d'agua. Ilaveio grande
diOiculdade em lancar este enorme navio ao mar.
M. Ilrunel ja lem lomado medidas para qoe seja
laucado an mar por um estafeta ., particular, apro-
eeitindo-ee da m.ro cheia. E*'e aJialho d;ve aer |
lerminudo dentro do poocrj1 me-ze.
6'. U.
OOVERNO DA FHOVIBGIA
LEI N. 420.
Joaquim Pires Machado Portella, vice-presidenle
da provincia de Pernamhuco. Faro saber a lodos
os seus habitantes que a assembla legislativa
provincial decreloii. e eu sanceionei a lei seguinle.
Art. I. Fica equiparado o ordenado do professor
de dezenlio do Cymaasio Piov ncial aos dos proles-
sore mencionado no arl. 135 g 1. da lei 11. 369 de
11 de maio de 1855.
Arl. -2. O secretario do referido Gvmnasio lera'
ordenado igual ao que percebe o secretario da direc-
torio geral da instruccdo publica.
Arl. 3. Ficam revogadas as leis e dispositoes em
contrario.
Mando, por tanto, a toda as autoridades a quem
<......her moni o e execuedo da referida resoluedo per-
lencer, que a curapiam e arjam cumprir Ido inlei-
ramente como nella se contera. O secretario da pro-
vincia 1 faca imprimir, publicar e correr.
Cidade do Recife de Peruambuco, aos 23 dias do
mez de maio de 1857. trigsimo sexto-da indepen-
dencia c do imperio. ,
L. S.
Joai/uim l'ircs Machado Portella.
Carla de le pe 1 qoal V. Exc. manda executar a
resolucao da assembla legislativa provincial, que
Caiheiros e Cyrilln.
>eaunJa p..;te.
Enlra em discus-ii, e he app'ovalo -em detta'e.
o parecer da comini-do de poder*, soore a eletrao
da dapulado pelo qutrlo di.tricto da provincia di*
Maranhdo, a proclamados, depalato pelo nnne.
circulo, o Sr. b .rio de S. lente ; uppleole, o e--
embargador loa.. Paulo de Miranda.
Sdo nitro.Ion lo. com o tarn, ti lad.- de e-.li lo.
e prestara jura,nenio o* S>s. baro de S. Rento. Mee
AuSOSto Chave e Broli-wik.
Entra em discussao 0 parecer da cnmmisna >
poderes sobre a eleicdo do terriro .li-lrirlo de pro-
vincia da Baha, que federa .(epatado pelo tcame
circulo ao Sr. Pedro Manir Brrelo de Ar.ia.i -
Encelo 11 a discus-dn o Sr. I nira em oppv*aco ao
parecer, lerminando por mandar a socolle eaato*-
d.i, qae he apoiada.
a 1. (toe -ejem appravad. a eleia^tes priniaria-
das tregenos .ta Cachoeira. Moniina. Onlewn, P..
Ionio, Igaape, Pelra Branca. Sanie Etovao o la-
pera, come prop- a cinim.-.'i... sendo parea eli-
minados da freaoezia da Tapera o dore eleilore-
due de mais deu conforme a qualifieacde.
< 2. Que s*ja I .ml.-ni mn-ulera la valida a eles-
(3o da fregaezia dc Mar.caaipe fe.la na motriz sam
a preidenria do primeiro juiz de par.
3. Qoe seja annollada a eleicdo da O
Nova da Fera, como propoz a como
as eleir;fies de S. Filippe.
, I. Que sejam annullados todo* os eJeitere* nao
qnal ligados consientes das cerlides ei(rehieas alo
secretaria do aoverno, e os det eleilores qoe se pava-
va eslarem pronunciados.
o 5. Qae soltando o parecer a rommioMO do
constiluirdo e pode.es, e lomados ns volaa valia.- *r
um e nutro collesio, sejam declaiadns dfpnlaOot o
supplenle aquelles nda Ido> que liverem obiio a
rnamna abs-lul*.Piara.
A di-cu.ao hc.il aoiaoa pela hora.
do da c ae
mingo com as roupas da ama.
ISenlium de n adrairoii se de que a filha de um
simples coronel se veslisse com tanto luto para pas-
tar o dorainco em casa dn um pasleleirn. Conheeia-
mns baslanlemenle o paiz para saberme que o luxo
he a chaga mais incuravel da sociedade greg.. As ra-
paricas do campo mandam Turar moedas, rozem-nas
em forma de capacete o adnrnam-se enm iso no* das
de esla. Trazem o dote eabee,a. As muas da ci-
dade caslam o dinneirn em casa dos mercadores, e
lrazm-no sobre todo o corpo.
I'h 1I11.1 eslava no collegio de Illairie. le como
veeaa aanhoria sabe, nma casa de educando ealabeje-
cida pelo modelo da Legido de Honri, purera regi-
da p.r lei mais larga e fnais lolerantes. Ahi se edu-
can) nao omente a lilhas dos soldados, mas lamhem
as veres as dos salteadoras.
A filha do coronel Jlo sabia nm punco de fran-
cez e de inclez ; mas sua timidez n,1o llie permittia
brilhar na cnnver*acdo. Eatoube depoi qae a fami-
lia ronla va com hosco para aperfeicoa-la as linauas
Mtrongeirai. Sen pal dindo tbido que Christodoln
alojava Europeos honeslpse instruidos rogara o pas-
leleiro qoe a mindassa ichamar lodos os domingos e
Ihe servisse de correspoi dente. Ese necocio pareca
acradar a Christodolo, sohreludo a seu filho Di-
milri. O joven criado avorava com os olhos a po-
bre mona, a qual ndo p rceh.a lal crasa.
Trabamos Mo o omtelo de unios lodm ionios .1
- Stahorea. disse o p.steleiro, fallemos de ..aira muaifa. i, ,lm oe|| j .pecla(.ul(,
eoa*a. As historias de salteadores 1110 sao proprias | para as monas.
t'.hrisi o lulo apresenlou nos Philini como a liiha
ds un de seus corapanb-iros da arma, o c irouel
lili, n 'ii 11 laule ds p
ratja era Na.mina. Cliama-
va-e Phn(ini. lillia de Jod 1. sranndo o coslurae do
paiz. 00 qual ndo ha, propriameule filian lo, nomes
de familia.
A joven .\lhninse era feia, como as nove deri-
mas orles das fi'has de Alhenas. Tinha b'llos den-
te, e lindos cabello', us ni'so comi-m 1 toda a sna
firmis.ira. S-u lalhe pareca 11. Irauai 11 era ura
esparlillu de Pars. Seus pes redondo! como ferros
de engommar. deviam eslar em supplicio : linham
Mande para arrastar-se em clnnellas, e nao para
(Vid. Diario d. 121.,
que os Attienien
is a si mismos. I'.. I o povo
reune-se em um earnp, ehein de poeira para ouvir
alaas e qn idrllhaa loe idas por nma mu-ica de re-
clnenlo. Os pobres van a p, os ricos a cirro, os de-
cantes a cavallo. A Arle nunca falla ,1 r'eoniao.
Terminada a ultima .piadrilha lodos vollam para a
cesa coberto de poeira do corar.io alegre, e duen-
do : Diverlimo-noi bem !
0 cerlo he qae Phnlini esperava apreenlar-se nes-
a reuni.) e sen admirador Dimiln ndo detgostava
,le apparecer ah ron ella pois e.lava com um pa-
liln novo qoe compitfr no deimsito da llelte Jarri.-
chuva coraecou a clin por
foi tiear em cata. Para en-
a ullerereu nos jocar confei-
o o.1 moda na sociedade me-
cada uui de nos um puiihado
de confeilos indgenas, deu-nos asearla, e o pri-
meiro qoe sabia reunir nove da mesma ci'.r, recebia
Ires confeilos de cada um de seus adversarios. O
Mallez Giaromo lestemunhou pela sna alorada a(-
Uiicoo que o gaiihn ndo Ihe era indiirerenle. O acaso
declamo se a eu favor. nos o vimos eiigolir sete
ou oito punhados de confeilos que haviam passado
pelas mdos de lodos, e de Mr. Merinay.
Eu, que lomava menos inlciesse pelo joco, conceii-
trei minha altenco sobre um phenomeiio curioso que
se davaa minha esquerda. Au mesmo lempo qae os
nlhares dojoven alheuiense vinham quebrar sede um
em um contra a indifl'erenea le Plioliui ; Harris qoe
ndo olhasa para ella, allrahia por urna forma invi-
sivel. Tinha as cartas na indo com ar solfrivclmenle
I -Ir ,bi.| bocejava de quando em qoandn cum urna
candara americana, na assobiava Yankee Doodti
m respeito a eompanhia. Creioqae a narraedo de
Christoduloo impressionava, que seu espirito an-
dar pelos monles em basca de Iladci Slavre. Em
lodo o caso se cuidava em aleuma coua, ndo era de
cerlo no amor. Talvez a moca tambera nao euidasse
nieto ; purque quasi todas as mulheres gregas lem
no fundo do corando um bom clmenlo de indiflc-
r.nra. Todava ella conlemplova o meu amigo John
assun como urna celevia eoulempla nm epelho. Nao
o Contiena, nao sabia nada a seu respeito, nem seu
nome, nem seu paiz, era sua f .rtuna. Nao nuvira
fallar ri'lle, e ainda quando livrse ouvido ndo era
eertamenle apta para julgar se tinha espiriln. Aeha-
v-o mui bello, c isso era siillie.ienle. Os (recos de
nuil ora adoravam a belleza ; he o nico de seus
leosos que nunca leve adieos. Os (recos de hoje
apezar da decadencia, anda saliera dislingnir um
Apollo de um boneco de loDca. .\rha-e na collecndo
de Mr. Koriel urna pequea caiii;du que pode Iradu-
zir-se assim :
r Mancebos queris saber.don/elas queris apren-
der como entra em nos o amor '.' Enlra pelos olho
do- olhos desee 80 corardo, e no corar'm cria raz. 11
Deridilamenle Photini sabia a canea ; p .is abra
muilo os olhos para que o amor podesse entrar sem
abaixar-ae.
Eolrelaolo a chuv ndo canasta de cihir, nem
llimilri de conl.inpl ir a moc, nem ella de olhar
P ira llarri, nem (iiacom de comer conf.ilos, i,em
Mr. Merinay de contar an pequeo Lobsler um ra-
p.lulo de hisloria ulica que elle na 1 .lava allencao.
A* 01I0 horas M-iroola prepirou a c'-a. Photini foi
enllocada enlre Dimilrl e mim, conversou poaco.
Hiere. Infelizmente
(-.1 maneira que torean.
treler o lempo, Marou
los ; lie um diverlunen
dia. Ella dulribuio a
nan rumen nada. A' sobre mesa quando a criada
fallava em reeon lu/i-la, ella fez om esforr) visivel,
o disse me ao ouvido :
(I Sr. Harris he casado *
Querriido enleia-la un ponco 1 ipon ii Ib:
Nao zombe de mim ; sou una pobre mona, e
nao enlendo seus cracejos da Europa.
Em outros termos, senhura, elle eesnu com o
mar ; he o commauiaule do barco americano the
Tancij.
Ella acradeceu-me com lana alecria que sua
fetal ladclicoi eclipsada, e achei-a linda ao minos
luanle um sicuudo.
III
Mary Aun.
Os eslufos de minha inoei lade deseuvolveran em
mim una paixdo que por lim absirveu lodas as ou-
lras : he o desejo de saber, ou para mrlhor dizer a
ciirio-i U le. Al o dia em que parli para Alhena
meu nico prazer fora aprender ; meu nico pezar
fora ignorar. Araava a setnela como uina amanle,
e ningiiem viera disputar-Ihe meo corando. Em
compel- '. 11 devo coufessar que nao era terno e
que poesa e llermann Schult! raras vezes mlra-
vam pela mesma porla. Eu passeava no mundo co-
mo em um vaslo museo, tendo na mao o ocolo. Ob-
ervavaos prazeres e sofirimenlos de nutrem como
fados dignos d esludo porem indignos de inveja 00
I* piedade. Ndo (inha mai inveja de dous esposos
felizes do que de duas palmeteas casada pelo vend ;
liuha jucamente tanta compaixao de um corara di-
lacerado pelo amor como de um eeranin consumido
pela ae.t la. Quem desseeou auimaes vivos nao he
O eslado das forras inc'ezas desuadas a operar
foi definitivamente embargado pelo *-rnveruo. As
(ropas expedicionarias formaran) ama I vi-10 com-
posta de .loas brigadas : cada brigada comprehende-
ra Ires recimenlos em lucar de deoi, que he o nu-.
mero reculamentar : esle sysiema foi adinillido para
a simplificando do comnian lo. A primeira brigada
eomposla de cinco recimenlos de fusileiros dos 59 e
8> regiinenlos de infauUru de liuha ei 1111111,01-
dada pelo major general Sir Robert Garrett ; a se-
cunda briaada eomposla do 23." reclnenlo de fusi-
leiros, do 90 e 93 reclnenlos de infantera de linda
ser cominandada pelo mafor ceneral Van Slanbe-
rezee. At/n deslcs regimentns jtinlar-se-hao an corpo
expedicionario dous balalhes de soldados de mari-
nha, danto um ell'ectivo de mil horneo, quairo com-
psnlnas de arlilharia de marinha, nma eompanhia
dn cncenheir.is e um servico de san.le comprehen-
dendo ura pesnal de 200 homens. Indas estas tro-
pas formara um complexo de quasi mil homens, col-
lorados sob o commando em chele do lente cene-
ral lord Atbernham. O rorunel packenhan, que fez
a campanha da Crimea exercera a' funcnes de aju-
dante ceneral. O aoverno IngleX escnlheu pura e-la
etpedicdo asmelliores Irnpas.serdo elevadas de 1.5000
a 20000, as metidas Baldo lomadas para eneher as
lacinias, e para que os elfeclivos dos reaiintnl
jam sempre manilos. Se os Chinezes ndo enlrarem
em ajuste, ndo si. penta que a operac'.ei de euerra
possara ser lerraina las em una campanha.
Os inclez'es lencionam,ao comenar.apiulerar-se da
1II1,1 Formse, separada do continente chinez pelo
marido. Entretanto ttoieva boa aande, e tinha um
herbario macuilicn. Airabas pesquiras restringidas
al entilo aos arredores de Alhenas poleriara breve-
mente eslender-se mais. A secnranra comeesva a
rcslabelecer-se ; os salteadores linham sido balidos
pelopolicia, e lodas as aazetas annunciavam a dis-
persan do bando de Iladci Slavros. No fim de om
mez quando mullo podara vollar para a Allemanha,
e solicitar um lucar que desse pao a toda a fami-
lia.
Tinhamos lido dominen -Js de abril nn n Seclo >.
de Alhenas o eran.le derrota do Re das Moulanhas
As parlicipanocs oOieiaea ditiam que elle licara com
v.nte homens lora de combale, seu campo incendia-
do, e sua tropa dispersada, e que a indicia o perse-
guir al os paues de M.iralhoni.i. Essas noticias
muilo aaradaveis a todos os eslranaeiros linham pa-
rec lo causar menos prazer aos Ornejoa e parlicolar-
menle a familia em cuja rasa estovamos alojidos.
Chriilo tolo para um lenle da phalenga era la lio
de enlliusiasmo, e a filha do coronel J0.I0 estivera
prestes a chorar ouviudo a 1.arrancan da derrota do
salteador. Harris que Irouxera a garete
mulava sua alecria. Pela minha parle
entrar na posse contente..
KIO DE JANEIRO.
C.1AIA DOS SRS. DEPlinDOSa
SESsAO' DE II DE MAIO DE 1857.
Presidencia do Sr. ciiconde de Oaepndy.
I.ida a acia da antecedente, le approvada.
O Sr. Primeiro Secretario da conla do seguinle
expeliente.
L"m oflicio do minislerio da fazenda, enviando e
mappa das operarSes occorridas na setso da subsli-
luicdo e assignalara do papel-moeda.A' commissdo
de iircamento.
Dito do ministerio do imperio, dando as informa-
cues exigidas por esla cmara sobre a representando
dos individuos que vendiam em fracees bilheles
de lotera*A' coramissao de fazenda.
Dito do mesmo ministerio, remetiendo o contrato
celebrado com_ a Associarao Central de Colonisarao.
A commisso de colonisando.
Dito do minislerio daguerra, devolvendo o reque-
rimentn dneumeutado do capillo do segundo esqua-
ilrao do exmelo corpo de voluntarios da provine*
de S. Paolo, Antonio Joaquim Rodrigues Rerbo, c a
informando a respeito. A' commisido de marinha e
guerra.
Dozeofllciot de diversos presidentes da provincias,
remetiendo copias de diver-as leis provincias pro-
mulaadas, relatnos das mesmas.A' Ttmilnlo
de as-emblas provinciaes.
Dilo do presidente do Ceara, remetiendo o Iras-
lado do processo em que be reo o Dr. Raimundo
I erreira de Araojo Lima.A' commisso de mslica
criminal.
Dilo do director dos correios, remellendo a guia
dns correios.A arcluvar-se.
Dilo da direcloria da eompanhia da estrada de
ferro de I). Pedro II, remellen In 100 exempla-
res do relatorio da mesma cuinpanhie.A archi-
var-se.
Dito de Francisco Adolpho de Vernachen, re-
metiendo divereoa eiempleree de um projeclo para
nina le a.I ncion.il ;, Jds Ierras publica.A erebi-
var-se.
I 111 requerimenlo da mesa administrativa do col-
legio das orplas do Sanlitiime Coracale de lesut
da ei.lade da Baha, pedin.lu dispeosi da le de
amoracao para possuir bens de raz no valar dc
150:0009,A' eoinmis-ao de fa/euda.
O Sr. aresideuic da para i-o>i
aam(- :
Sa inimeir. parle.Coiilinnar.n da olticia al...
eoiiiin,.! permanentes.
N. segunda parle.Cnlinnar.,, da .liva.. a.
parecer da quarla c.i.nraissd de podem, tatnre
eleirio do Iprcei.o cirrolo da ptovincia da H.-
hia.
LevanU-se a sessdo as i horas e meta.
Ndo hoave sess-o 00 senado no dia II.
ndo dissi-
toruava a
isso mui
entrei no deserto. Os vestigios da cultura detappe-
reciam ; o rochedo rae deixava ver em sua leuda
PERIA1BDC0.
ASSEMBLA I.EI.ISI.AIIVa PROVINCIAL DI.
PEKNAMBICO.
Seeean eraUnaala oen 27 a enea 4* 1857.
Presidencia ato Sr. Jote Pedro a Siltm.
(inolos*o.
O Sr. Brilo :Daremos em oulro numere.
O Sr. l.pamintndue de Mello : Sr. prrsudesi'r,
eu nao pn-.o denar da fezer .tgumas rMi.ler*a>es
com relardo ao que o honrado nombro que m aten-
la em fenle de mim. me impuloo.
O nobre depoledo ao pasto qne pareca me 1
lalvee f.ier ama honre, veio causarme neta ia_,_
do ponco acradavel; porque elle comeron o son He-
curso desle modo :
.. Senh.ire, eu me levanto para vo -reteir Ve
nma surpreza que vos qurrrin laier ; eqai invorne)-
a ronsliiuir.il., ma ndo xos deixeis arradar p.| .
prereilos c.nililuci.inae invoc.d.s liorna materia
desla ur leu. ; eu vou acouselhar-xot, ven e-rlarocatr
a que-lao, eu vos dessen latei para qoe nato va***
debaixo da nnpres-ao das palavras do nolare depa-
ta, lo.
O nobre drpulado dite ainda :
< Seiihore*. ele negocio he da competencia *.
dativa das cmaras muuiripae ; ein loto, m pait*.
civil -al..., -nu excepcao alcoma. carros, Unekrr.
a comluccao dos mu,., he cummedida exetnseva-
menle as municipalidades, m
O Sr. Paula lliplitla : Sio e.|a janle ana
principios absolutos que reaeui a lihcrdade de indas-
Iria.
o Sr. 1 pewineenlni le Mello Alem dio,
nobre pepfaledo reorreu a le de ls||, r a\vjea
I .na le j 1 conceden esle prmlecio a cmara
inuniripal, p ranlo a ella ainda por esla les, ent-
pete rxcdisixamenle osle objeetn.
E debati d"-!a Ires cou-idecn-rt, pr.-ruH. no
eu discors... Eo, pin, aromp nilrn ao natatre de-
|iul ido, em lodo, na Ires ponto, de sen ditrorw.
Primeramente dire, qne n nobre depolaeai teta
bom como ete nao protegera um viajante naze>Ja n
qoe eo qvtena
plaas deiinhadas, ou urna moo.a de Ihxm perfil-| me em pooca.....lavra. Indo
mado. O s'.l ergua-te, e eu va dircelarpnte'o* pi-
nlieiro qoe cobrem a encotta dr. I'arne.io. A verel.i
que eu lomara nao era goi secura, mas eu d rigia-
ine para um grupo de casas seraeadas na falda do
monle, e que deviam sr > aldea de Caslia.
Passei dc om sallo o Cephtto Fleu-mio com eran-
de indignano das pequeas lartaruias chalas que
saltavamna agua como simples rae. Dahl .1 rem pas-
sos o c.immho perdeu-se em um riacho largo o pro-
fundo cavadu prlas chovas de dous nu Ir mil inver-
nos. Suppuz com alcuma raido que, devia ser a es-
trada. I'iiiba notado as minhas excurso.s que os
Creaos dispensavam-se de Irarar um raminho tolas
as vezes que a aaua se encarrecara da larefa. Nese
paiz, em que n Imniem contraria ponco o Irabalho da
n iiure/a, as torrentes san estradas reae, os riachos
estradas municipaes. as tempestades'fazem de ence-
nbeiros de ponles e calcadas, e a ctmva he um tcen-
le que conserva os caminhns lauto de arande e .mo
de pequea commuuictcn. Enlrei pois 110 riacho,
e eonlinuei meu pas-eio enlre dua margen- escar-
padas que ocrullavam-me a planicie, a monlanha, e
Logo na m mlii 1 do dia 30 pu/-me a caminho com ; meu alvo. Ma o camitilin caprichoso dava tantas
maii temivel aor grilos da carne palpitante. Eu
lem assisltdo sem perturbir-me a um combate de lamilia Ingleza que se alojara desde poucos
gladiadores.
O. amor de Rotini.para cc.m Jolni llarristeria cau-
sado piedade a qualquer oulro que nao fusse natu-
raliza.
A pobre n eslora amava a (orlo e a direilo se-
gundo a bella expressdo de llenrique IV ; era e-
videnle qve amara debadle. Era .temaaiadamenle
mui tmida para deixar dar a cinhecer seu amor.
minha caixa, e meu b.nlao. Dimilri acordeu-me
a qoalro horas. Elle ia reeeber .11 ordens de um.
dias no
holel dos Eslranaeiros.
Detci a rui de Mermes ale a enerazilhada da Melle
I,rere, e loinei a ra de Eolu. Pasaudo dianle da
prac.a dos CanhOea tendel a pequea arllnaria do
reino que dormita debaixo de um lelbero, e deauei
ein quairo pernadas an passeio de l'alisia. As arvo-
res que a cuarnecem .le ambos os lados comee ,\ un
a/.ul escuro alvejava im-
voltas, qge pouco depois foi-me d llicil saber que di-
recedo secnia.e se ndo dova as cislas ao Parne-io. O
P 11 ndo mais prudente tena sido subir a qaaliuer da.
margene, e orientar-me na planicie mea ataos
a pique, eu elsva eaiic.ulu, cum lome, e achava-me
bem a sombra. Assentei-me sobre ura pelaeu de
marmore, liiei Ja cana pao, carne, e urna borracha
do viudo de que |a lallei, dizeudo a mim mesmo.
Eaton em nma estrada, ha de pastar talvez nlfaea,
e poderel inlormar-me.
Com elfeilo quando eu auardava a faca y ira dei-
. abrir suas flores. O ceo .
John moi luibulenlo para adevintia-lo. Anda qum- percepliveliuenlc enlre ,1 ll\ mello e o Peuteliro. Di-' "r-roc sombra c.....a branda quietara que segu
do elle tiveate percebido algama consa, como se pi- ,n(e de n)Mn ergnitn-ae no horisonic os carnes do ll""".'" ll"'i viajantes e das serpete- jaleuei ..uvir
deria esperar qne ae effeicoatte a orna ingenua le-1 Parneeio como nma muralha denea-da ; era o alvo pao de eavallo. Appquei wn oavidoea elido, e
anchona da marcens do lls-us Rolini peatn ou-1 de minha viegem, Ueac por um atalho at casa da reconheei qoe eram doua oa Ires cavalleirea qu se
Iros quairo dias com elle, r.a dominaos de abril. (,.11- condena Janlhe Theotoki, ocenpada pela lecardo approzimevem. Lance uiiulia cana as eo-ia*. e dia-
lemplon-o dn manhda al a noiie com olhos langai-1 franceza, cusleei os jeriini do principe Miguel Soo- pna-aie a secui-los no rato de que se diriejetanji
dose desesperados, mas nunca lev :, corac-m de i/, ,. academia de Pialan, a qual um presidente do l"ra l'arii-io. I'.inro mm .los depois
areopago poz em lotera ha pouco anuos, e enlrei
uo basque do nbxeiras. Os tordos, eos melros, sen.
primos. saUavam pea lolhagem pretoada, e lagarel-
lavara alearemeiile-obre ininlia c.ib-na. A- sahir do | Voate senil ira qne lem percniro u
bo-que alravessei eran les campos de evada verde, mando .leve sab'r que n xiaianle |i-ie--e a caminho
em cuidar nn sen vesluano : 111.s se encmlri mu-
Hiere, embore sejam velhae deba loco esa indlcTa-
i.'iici, e la.o 1 um oibar inquieto sobre -en ., v,,n.,.
abrir a bocea em ua presenja. Harris nstobiava
Irauqiiiliuienle, Dimilri rosiuva como um cao n ivo.
e eu observ.iva sorrindo e-sa d lenca exlr.ior.linaria
dc que 11.rain c ni.liluirlo rae havia sempre preser-
vado.
Meu pai escreveu-me nesso lempo para dizer-me
\ que 1 .ni niii 1'o mal os negocio, que erara raros os
, viajante, que a vi.la lorneve-se cara, que nossos vi-
inhosdefronle ecab'avam da emi.rer, e que eu
. livesie acha lo urna prinee/i masa, rni.la.se em ca-
sal logo com ella. Respoudi que nao til., achala
Sim, senhora, cisou cun a viuva dos doge*de|ninauem para sednzlr, sendo a filha de um pobre
Venera. i coronel greco que eslava STiauenle enamorad 1 de
__ He poivel 1 Oue i.l.nle (em ella .' oulro luniem, que eu podero rom algoma sagaci-
__ Ha vellia e eleio como o mundo. I dude ser seu confidente, porem qae jamis seria seu
ap|artrer
las senhoras qae pan lam Ingieras. Alrez dellas
cauuiihava nm liomem a peque n.io me lu dillicil
reeonhecer ; 1 re tmilri.
Vosea sen!, irla une lem
onde os cavallos da Allica. p pi.-u o meinbrailo
como sobre a frisa do l'*rlhnoii eonsolavam-a da
.urum ..'.ta e do alimente quente do invern.
lian los de rolas voav ,111 1 nimba approxinl ;C 1 e ...
culovias s..bu 1 n verlicalmenle ai. .-eo cum 1 girendo-
1 :- ~r I,.cueles. De quanto em quaud 1 urna in.lo-
lenie tartaruga alraveseavo oeeminho arrestan b. me
concha. Eu deilava-a cuidadosamenle de cosas, e
ronliniiavo minha viagem deixaudo-lhe a honra de
desembaraear-se. Depois de duas horas de passeio
en ei
no coberto de 1.....tntes mesmo le dittinanir o rm-
bi.anle .las dua* Amelonas etravea de sen veo de cre-
p azul, en Lzera a inspteedo de toda a auaha pee-
*.....e Renre mm tati.leilo. iraz.a el memo. Irage
en ni que 11 senhor 111- v, e qne inda I......travo!
einbora ne sirva ha qoa.i dnu- a mus. mente mu-
dei o chapeo ; um brrele linda que fusse bello e
labor.
E-lou me-mo no 1 aminho do l'.ine-i.. '
Sim, he para la qae vamos.
Posso ir .nulamente ?
Porque n.i.i .'
Ouera -.11 ajajaj enhora. !
A minha Inclezas. O milord hcee ne Itetel
(Joe especie de cen(e '
Oh bauqo.ir... de l.ondre. A velbe he a -r
Siman da cate Birles ,\ C.; o milord he >a ireaao.
a mua he os lillia.
lie bonita ?
Segando o coslot. Ante qoero Pbolini.
Vdo ale a fortaleza de Phiii '
Sim. Ellasalnoaram-me por eiln da a tan han
co por da alem do alimento. Ea he qae manna
re ii pa-seio. Camenal por Me, porque .alna Me
li.vi, de eneonlra-lo. %!a. que lem ella '
V VOlba impacientado por ve' qne ea Ihe laeaave
n criado patera e.i eavallo a ir-ie em nm latjar om
qae de memoiia de eavallo ningaem jaman lrdea-
ra. O .miro animal Mateen lomar < rrn ,mi p.. se titeemos rnneradn mait ..la.n. tnmaln lerin-
mos lic.ido mu ili-lante. Dnniln rorrea a reir 4
a ella., e eu eavl a v-lha S.mont duer-lhe ea la-
cle/ :
Ndo ge afatie de mim. "son Inalera. e ejaevn atv
bem serv la. Nlo llie paco pare rnatervav ena mao
anua-. (Juera he aquelle Gres;* '
He um AUciiia... nbora.
\b ;._ que (az Ule ?
Procura plantas.
F.nt.i he boticario '
Nao. senhora, he om aino.
,\h .... abe o in.ale/ '
Mm, senliot.i, multo l.-m.
Ah :
i. tres 1 ah 1 da % tilia (oram 1 lo* esta Iros Ittae.
'Iillerrut.-. que 1.1 ten 1 a la tur 111 prazer o *>-
li s-e .1 in, -ir... Ii.hca m ,.| _, i,i,,,i*t tnni soa-
tivets 01 1 ..are.....que eu tinh l.il > em na t-Mitn..
I .lavia lia ndo fillou-rae. e eeajai i^qnena cara-
vana a -launa di-lanei.i. 11 nutr jan nato atreva-**
.11 ns a conversar r me- eaaaoaaMroa adianto
ge priaione.ro dr garrra luton que elle
la/er em meu favor lo lau, .r me don. no tr-
rr que querum .!./.! 1 am ene r..""-** e~*.
Inaleza Mi-s timn r \ 11.va 'al-eca era
.1... podio deci tir n, faettoterta t"*lda,i, da ,ta
l'b.il.iii. Oqnepnalavot ..... ,..-,i.. 1 ., i>hi e
ji.ven Inileta era alta, e '" in.iihr- n-
eapedaaa eram I a-, '"-
vil O pouio q.ie eu rcel II ds eu c. Ib, ler-uv.
loa (.it,, cuidar ar r|-"" do ieeallm aanannh *"
quando ea n .0 -se uel.ir.li.la.
'."
MUTILADO
ILEGIVEL


ijiaKio E PKNAHBUCO JINT^ i l-litA VDJlNll01>U 1857,
engaado a.uaoda assevera que a legislacto de lodoi
os panes civibsadu*. inin eicepro abroma, cnmmel-
Ic as cmaras mumcipaes exclusivamente c.-te ne-
gocio.
O Sr. I'aula Uapthla : Nao dse as cmaras
municipae-, poique rada uin dos poderes dos diver-
so* paizes obra de dillereolo jnaneira.
" .Sr. Epamiuondit de Mello : O nolire dc-
putado disse :
a Sobre carros fnebres e enierros.Codos os bonicos
que lein tratado dessas materias, todas as Irgisl arns
sAo de accordo que se devem cornmetter aa munici-
palidades, o
(( Sr. Paula llaplista : Qae devem estar sujei-
los a medidas legislativas t'speciaes.
( .N'r. Epaminondas de Mello : tem ; eu acei-
te as mortificares que l.i/ lioje o nobre diputado,
nao insistir! ero que o nobra diputado lenha dilo
que as lesislaces oe todos o- paizes cultos, cninmrt-
tiam esse negocio as ramaras municipaes : hoje a no-
bra epatado diz que n.lo sera de todos, sera de al-
guus ; mas direi qua ainda assioa nao be illa correu-
le, nem exacto : pelo contrario, en di:o que | au de
todos, porque nao cotilleen a lenislacilo te todos os
paizes ) a waioria dos paizes civilisados nao eoininot-
la esse negoiio exclusivamente as municipalidades,
em todo o> paizes etvilissdos, cuja leaislaro pude
examinar, esses negocios ita cunimellidos a diversos
poderes, ao ecclesiaslico. mmiicipalid.idas e ao eo-
verno. Mas vista das rstriccies luje apresentados
palo nobre depulado, eu nao prose^utrei, nao desce-
lei a uin exarae minucioso.
Disse poreiu o uobro depulado : a constitairo
Dito ten nada com Islo, viis na* deveis levar-vo9 pe-
la invncai.-.iu que se fez da consutuirlo, nao deveis
levor-vos, ou n.in deveis cabir na sorpreza que vos
armam.
Eu mo pode eomprehender bem a forra e o alcan-
ce desle argumento, eu disse, que tratav-se de con-
ceder um privilegio, e que na concessflo de privile-
gios, mis nao deviamos legislar sata regra alguma,
ni*s pelo contrario eramos sujcitos a certas reara, a
certas reslricroes. O nobre depulado disse : au,
esse negocio lie da coropewucia da caara, nada
leni com a constiluirao.
Pergunio, por ventura a cmara municipal esto a
cima da con-liiuirao do K-I.ulo ;
I'm Sr. Depulado -. A lei geral da-lhe a allri-
buicao de legi-lar sobre os cemitertos.
O Sr. Epaminondas de Mello : l'urventura a
lei provincial de IKil, promulgada por nos esta ci-
ma de nos, e n.lo a podemos revogar Por ventu-
ra cssalei de ISil, tem alguma onwdicM pela qual
nuuca iii.ik pode ser revi gada '.'
(I bonrado memliro que be segundo secretario, di<-
se lambem, que o regulamenlo dado pelo governo,
tinba sido dado illigalmenle ; que elle nao tinlia re-
cibido aulortsacao da assemhla para dar csse regu-
lamento ; mas o nobre depulado ao pauso que avan-
cava essa propomr:,, qDe fferecia este argumenlo
a nossa consideraran, o destrua, mostrando a cri-
.cem it.i competencia da cmara, e disse : a le
ja deO lambem a cmara municipal faruldade que
Iba da esle artigo, que ora se discule.
O Sr. Olieeira : Eu pergunlo se o governo po-
da alterar essa disposicao como o fez.
O Sr.Meira llenriijues : Ora se poda E de
ni,i a assembla approvando o regulameulo, revo-
gou a lei.
<> Sr. Epaminondas de Mello : Nao importa
isl; todos saben) que os presidentes tem autonserao
para dar regolamentos emaeral, para qualquer lei,
a sobre esta materia, ate expressameole se tncontra
a aoloritacao.....
O Sr. Olieeira : Al ao ponto de Iterar a
lei?
Um Sr. Depulado: Foi a assembla quem a
altern.
O Sr. Epaminondas de Mello : Eu pois, Sr.
presidente, emendo, que nao tem applicacao a dou-
trina que. o honrado memhro apreseutno, de qae ex-
clusivamente esle negocio compele as tnuuiainalidi-
de.
Alem disto, he Decessario fazar recordar as dispo-
licues da nossa lei fundamental, por ellas nao ha na-
da sobre municipalidades, que seja da competencia
exclusiva das cmaras.
O Sr. Olieeira: A lei do 1. de oulubro de
1821 he bem expressa.
OtSr. Epvminondas de Mello : A lei do 1. de
oolubro, nao poda revogar osposiroes expressas do
acto addicional que Ihe be posterior, e o acto addi-
cional da as municipalidades a iniciativa, dando a
nos a decisao definitiva.
. **r.' Olive'- -' A assembla provincial nao
poda tirar atliibuicoes dadas pelo governo geral.
O Sr. Epaminondas de Mello : O nobre de-
potado nao sustenta qua e-s.s negocios sao da com-
petencia exclusiva da cmara, por urna lei nossa '.'
Eu digo, que ainda nieimo qoando essa le tal cousa
uzease, *aa nao eatavamos inhibidos de resolver em
sentido contrario, revogando em parle ou no lodo
essa lei. Entretanto, na essencia, pela eonslituicao
o que lia de exacto, be o seguinte :
" A's cmaras compele, propor medidas sobre os
seus imposlue, e sobre outros objeclos de sua econo-
ma, polica, ele. ; mas ellas nao compelelegs-
lar definitivamente. Compele-lhes apresenlar a ini-
ciativa, e a nos approvarmns ou rejcilarmos as suas
ideas, conform; inelhor entenderm. s. ( apoiadns.)
los, nunca mais se dar, deiide que nao boovermalsi -O commerco gyra sofTriveimente. Deixo de tal- ini..... rilados do vencimeiito, e da cominittao de
ilo qoe mu lori.rredor ; e lU-sl- raso be anda mais lar-llie da CareiUa dos gneros alim nUcius, porque
cvideiilnnriile contrario ao inli rr> e publico o pn- I he rila geral.
.1 ip-iii per- Ir
vilegio em qaisiao.
.........J........
lie i plicaveis sao os objeclos dessa industria i nutras
qaaetquer mysleres >eio que, alem ,ie urna cessa-
i.io ile lucres, -oiIreri.ini os ubaixo a-.ign,i.ios a per-
da de lodo o capital empregado enise.is eslabtleci-
inentes.ii
Se li a patieao, nao foi porqae ella em s valba
alguma eoosa p.ra a decisao, mas para qoi* a cma-
ra pe-e as razOei e os argumenlos que ella conlm,
qu? sa.. o que valem alaunl cousa,. m coulran -i. .o
sra.oei o argomenloi qbe se aprwenlam a favor
ja prauraeBo,
O Sr. Olieeira : Era desnecessario, porque i
tuina sido iinpre-.i no jorlal d.i c.i>a.
O sr /.. di .l/eilu \| cu avivar a me-
moria d.i casa.
Por ora me limito a estas consideracf.es ; espero
pela respsosta, e entao direi mus aluuina cousa se
houver necessidade. l
OSr. P. /.'a/i/is/n : Daremos cni nutro no
mero.
, "* Mera :.Nao devolved seu decurso.)
Dada a hora
OSr. 'residente designa a orilem do dia c levan-
ta a sessao as .i l| horas da Urde.
I Is gricult ii >s ipgp i .un lo .i s i ir i,
canoa em alginu eogenhos eslea Hecha
bi ni. ;: ,\
la, o que no
-i i
,cnlregai se-hao saldo, luvcndo-o)
lencor.
S x. Sobre ponhores de curo <* prala serjo os em-
presllmos feloa ateo momento de sea valor real com
o >j ilimenlo de 10 por cenlo.
sobre dianianli al melada do que for avahado interno,
cunlrasls approvadoa pelo Banco. via
Sobre gneros depositados em armaaei
. Presidir as commiasuas ordiftarias a cujos
Illas* pnieiiiler oue deve as>i-hr.
i. Presidir a direcleria e assembla dos a'cio-
> : >er oigo dell.is, exinnnar o inspect :on.ir
i (es, e nolroi ramos de isrviro do Banco e
zer execular lielineule as eslalnlos, o regiment
p a> i.'To a diieit.'ii.', leveii'lu toda-
ider as que [olgar contrarias aoi meamos
nao signa!
Iioilio feilii a'gumeslulo obre a I. jtocrapl.i.i
o historifl do u o ; lite IraDsonlterei ns aponla-
inentos que tenbo colli do e for colliendo para Vine. Sobre gneros depositados em armazei.s alfande- rslalutos, e convocar "a assembla geral dos arco-
dar | ublieidadc, se os achai dignos le -.: honra. gados de uin quinto ale meta le do ten va or, segn- nistas para esta decidir >c ilevem ou nao ser rxeru-
Cousta-nie agora, que foi numoado delegado do I do ana natureza. em vista do proco dado pelos cor- lados.
'r..nci-co llnvalcaiili Jaime rei.-rri-p.i-iei.i u intr.M s ',. I'ropor a' directora lodas as medidas que
bem aceita por lodo., i Sobre apolicea da divida publica al o montante I juigar i inlajosas ai s inleie-sea rio I!.neo.
Uemingiia de Lima Viga, qoe por de seu pre.;o na pracri, c> m abalimenla de 10a IjI j 3. Convacar extraonlinariaromile a directora,
oceupou esie cargo a alIsfacDo de por cento, e sobre titulo* d governo, ac(9es de com- quandnn julgar conveiiienle.
Ar. s. ()> direclores ler-lo em compensaban rio
ponto de fazer pulular os mimos ate 1 enus, una |'ttarho liullamlerEspeculante. -aiuaiios .tai
caira jalla, tornando salientes partea que deveram bra.
lazerocrullas, eis o que exprimemada;um chapeo Barca IranrezaI. rnaiidn-rervea, velas papel,
corto e de abas 11 Iarnheilik, que nos fa/em recordar | IMI'OKIVI i| *"w^
reatos ridiculos chapeos qae usavam os povosda an-1 Brtgue me/ iSvrea, v,i d', | drM nasa-
luoMaite, q.....ulomavam vardadeiroa tourua ca>-1ajjajdo- l'.oih,\ --------------nfimin 1 ajiaaauti '
berto. de ponas. ea| f,.,,.lrt ,,, ., ,,, liiiili# hv
I .,0111 eo.li. man .a que nina moca converse ate senhor. e in-triin,eulos nrurt.c. ; Arden.
termo o l.n
(at\3o. Esta num
ti S.-. cap
|uaai um anu
lodos feo digno dos m :nr> elogios. Posso Ihe ali- i*anlii|a ou ttulos putimlarea da melada ali tres
anear, que pin 1 ti digno eomporlamenln, fuasma-|i'oa'loa do valoi no mercado, segundo sua ustilae.ln '
deshoras, e mesmo qoe derrite com .Igum caval
]- iro que --!-* esgotai soa ehiqueucia em assueara-
ilos discorsosea a coquetaiia chegai a naii alguma
cousa he o Mipra siiniiiui do pfflfr MfO, que he a
chave de lo lo o enihusiasmo mundano. Keliamenta
que breve veremos o fun .1 mundo, segundo o a*-
"1 bairis e i eaitaa boira e idrirt.
loo em obra, .1 lardos lio para sapaieuv a r
vs tan.
raixas pa| '
II.
1 isa no termo viva saudades
isaa o Sr. eapitflo ser em sua earreira
tno e:i Ule Od-ejo. Services, como os
ser eaqaacidoa peio
neiras uiutn/
S)mpallnaa, I
ser I 10 feliz, c
que lem presta lo nao devtni
EtXm. ministro da guerra.
San-'c e felicidada llic riesej
sinrcramanlr.
f*Gs>
4Jr,^^.
l'adiiiios as palrulbas que passarcm pela ponte
da Moa-Vista, laio cominlam que os can.eiros dor-
mn) sobre a popa das canoas grande-, que amarra-
das nos e-tei.is e pass m ah as noi>-, Esse caooei-
rus commnmeple ambriagam-se quamlu estro em
trra, e quando VOllam para as auai canoas o que
querem be dormir, poda bem sei, como tem acon-
tfcido, que alordoadoa Ibes couteca, du-anleo -oin-
""' alguma desgraca. Cumpre evitar os sinislros,
quando ha lempo para ifto.
I.omta-nos que um inslenle, tivora o arrojo
de olTender com om bum nao esperado loque a cena
lanhora, que em urna janclla desprevenida, nga es-
perava por 15o Inaudito ollrajea lie ato onde paila
chegar a oosadia de un miseiavel altimbanro, que
em vez de se eulrelcr com os livros, anda as nones
percorrendo as ras para praiicar dsses acto-, tal-
cz usados na grei onde o pnmeiro Icile mamn.
I ma nica eonsideraclo nos faz alo publicar o a-
ma (esst,qe diz-se ler sido o autor de accao tao de-
lirada.
Com que fim s rene debaixo do alpendre do
Ibealro de Santa Isabel, lodos as nuiles, um grupa
de homeni deseoohecidos .' T.ilvez para rezarem a
porta do thealro.....
i\ao ha poaHvel, Sr. ligia, a puiilicn_.ni doa
seas aponlameulos ; em quaulo lulo nos fo'rneccr
um documento contra esse propriatario, nana dire-
mos ; bem sabemos, que n3o he aquella penan que
fez de Caim um fratricida, qu? o inove a chamar a
nossa alten, .i contra esse individuo, eque o seu zt-
lo esta1 acuna de lado-
Oavimoa dizer que algomas mulheres corrm
as imites com suas miseras fillias as casas de rapa/.e-
solieiros. ,1 titulo de pedirein anignatoras para >uii--
cripcoes de caaameutos c enterras de avs, pagamen-
toa ,le casas, etc., etc. Se anda ha algui.i resto de
moralida :e em certos imlividuos, pe.iimos-lhes que
sacudam eesai megeras de suaa casas, ou mamlein
chamar o insueclur Uo lugsr para Iralarem do en-
terro e dos aprestos do casameuto das pobrezmhas.
O vspor l'ersinunaan entrado ile Uecei, cori-
duzio os aeeuintes passsseirus : Filippe Ocnral-
ves Kibeiro, Simplicio Pereire da Koaa, Joaquim
Cardozo Paz, Eduardo Cardoso Par. .Mano-I Jos
Soarea, Jos de Melle Correia Lina. Manoel Augus-
to Ferreira de Agoiar, r. Ricardo Pcreira o Ko-a
Lins, professor l.eopjldino Antonio da Panacea,
Jo3o Simoes Pimenla, Amaro Pereia Camello,
Francisco Manuel de liveira Lima, Manuel tlomes
Pinho, J0.I0 Tavares de Mello, Joa TheodoroPe-
reira Camello. Autonio Francisco da Silveira, I).
Franciaca de PaivaOliveira. AogustoAcciuli de Bar-
ros com tres escravos, Andre Goilherme Brecken-
feld, Jn,io do Kego Lima, o aiferc- Antonio d.
Santos Carias, Maooel Affonso Aqoino e Alhoquer-
que, Joaquim Fe-j de Mallo, Persiano de Barro
Alves Lins. Francisco de Barros Wanderlev, l)r.
Gaspar Menezes Vasconcellos de Drumund Jnior,
Jos Gomes Coimbra, um escravo do Sr. Fran-
cisco de Barros Vasconcellos, um dito do Sr. Vr-
'ianu de Barros Aivea Lins, Alexan-lrina B. d^En-
c.irn icao ; alm deatea eondu/ maia ~2'\ pes.oas per-
tenceutes a barca bollandeza (Cornelia, que se in-
cendiou l.itiiu le is- II' sul, longiloil 1 332.a
Grenwick, os qo.ifs aportaran! a' barra de Gamela
Grande, a qy.,,1 veio de l'.olherdain com destino a
ama va.
Hospital de candarle.I. de junio.St do-
anlci.
.li amanhSa.
VILLA DE GLAIASSI'.
t da^iinhu.
REPASTgAO 3A FOZ.ICIA.
Occiirrenrias do dia I de jiinho.
l-oram presos : pela subdelegada na fregue/ia do
Rerife, o prelo escravo JoHo, a requerunenlo do res-
pecliso senlior para ser ca-ligado.
Pela subdelegada da freguezia de S. Antonio.
Jos de Coparlilio (ioiinarae-, para avensuaees
policiaes, e Jos, escravo. por infraccio de poslursa.
Pela aabdelegacia da fregaezia de S. Joso, o
e liiui .1 de gi ranli
Sobre ic^oea do proprio Banco at a mnnl.inle de
sen val. r na prara, deduzndo um quarlo.
Arl. :.'.'. a coala c rrenla leni lugar, precedendo
o deposito de quaulia n.in .....11 .1 de "iIIIIts, e sera re-
gulada pelas iii-|.o>ic-s segulnles :
: I.' t Banco venlicara os pagamentos e transfe-
rencias por meio de cautelas doladas do* I-loes que
devem e\isiic no Banco com assignatora do propne-
lario na tarja ; as cautelas nao poderlo ser de quan-
nieuor de '<"~ ; e-io servico lera gratuito, e u
Arl.
mi 1.0 1.
I. Pica oTganisado na provinciade Parnnra-
huc. so1* a dcnomiuacao de o UniSa Commercial
uin baneo de depoaito o. desconlo, e que ponera \ir
a ser -ie emiesao, se para isto t.b!i\pi atorisar^o <*os
poderes do estado, e durai 211 anuos contados da
iaa nilallacio.
Arl. -J. o fundo capital do IIanco aera de dois mil
conios diviitidosen* dez mil acedes. E-le fundo po-
llero ser elevado por deliberadlo da ir-semblea gfral
dos aceionialaa, e uilorieaco do governo ; o Hinco
poden dar principio ,is suas nperacoes logo que ba-
jara subscriptos ."illll eolitos.
Art. ;t. O Hinco consliloe urna compc.nhia an-
nima, e suas arenes podem ser possuitias por Dado-
naes ou stiau^eiros.
Arl. I, A transferencia das ac._0?s someule se
opera por acto laucado no registro do Banco com as-
signatura ilo proprielario, ou do procurador cun po-
deres eepeciae*.
\rt. j. A* enlrada daa arenes que e>tiverem
aobscriptas ate acto da iuslalUcaa do Banco, serio
realisadasem preslarajes de *^ti por cenio, pelo modo
Mauinla : a priineira logo que for eleita a directora
do Banco, e cada nina dea oillias nos pratos designa-
tos pela mesnia em annaneioa teiloscom anteceoen-
cia de triula das au menos.
Ar. I. t)s accionista' que nao efTectuaiem os scus
pagamentos com a devida nonlualidate, delxarao de
er considerados como laes, e perdern em beneficio
do Banco as preslaces anteriormente realisarlas. Ex-
'i i:.mi todava os caso-, em qoe oecorrem cir-
camslanciaa exlraord.nanas, deviilameule justifica-
das perante .1 directora.
Arl. 7. O dividendo comisura' nos lucros lquidos
do nico, depoia de dedozidos ."> por cenlo, que ceus-
tituirao um fundo de reserva. E-ta '-.educeao Cesaa-
r des te que a reserva exceler a dcima parte do
fundo realisado do roesmo Banco. Os divideudos se-
rio pagos nos inezes de Janeiro e joliio de cada auno.
Arl. 8. O Banco sera' dlssolvido de laclo, e entra-
r em liquidaran, logo que liver solrido prejutzus,
que absorvam o fundo de reserva, e dez por cenlo do
aeu capital effeclivo
TITULO II.
Das oneraees.
Arl. l. O Banco em suaa operaees regular-se-ha
pelos secuinles artigo*.
Arl. 10. O Banco elfectagra' desconlos, empredi-
mos, e cuntas correnles na forma doa paragraplioa
egointea:
S I. Opentoes de descoolos; primeifo, de letras
1a ierra, lituloa de coiiinanhias 011 particulares, atie
no c.muncrcio se eostamam descontar; segando de
bilhetes da alfandega, e do Iheaouro, e qaaesqaer
outros ttulos do governo a praxo eerlo ; lerceiro, de
letras oe cambio.
, Empreslimos sobre nenlinres, cauees e lian-
{ai, e que lerao logar, prinMiro, sobre penhorea de
ouro. pr.ita, diamaule. brutos ou lapidados; se
gando, sebr- neueroa .le pro.luer.ln nacional, 011 c-
-eu Iraballio I por cenlo dos lucres liquido, rio Ban-
co, lepois de ileduzido o fundo de reserva.
Arl. i'l. O gerente ler-j ,!e iiommissao ou orde-
nada, 1. qoe for e-lahelccnln pela asscmhlii geral
em sal primelra reuii'ao,
III LO Vil.
Iii-in.-iio.-s geraea.
Arl. M. A> acrOes que nao forem dislriboidas al
a iii-ialia.ao do Banco, revertera an me-mo para
scro.-n opporlunamenle vendidas nunca por menos
do par, ti premio que obliverem, se accumulara' ao
fun lo de reserva.
Arl. "il.A directora procurara1 semiire ultimar
por meio de arbitros as coDtealacoes qup se pos-am
suscitar no malicio rtoa negocios do Banco.
Arl. ~r2. A directora tica autoritaria para reque-
rer dos fiadores do E>lada qoaequer medlaa que
julgar couvenieiiles para ere lito, seguranza e proa-
pendade do c-labelociniento, e providenciara* de
exi-leutes no II :nco
, ej.nn mesmo no caso
l-dras, subeiiteudeiido-se que pudendo conliniiar por ; Je guerra, Inviolaveil coiyo os dos nacionaes.
inas de um anuo, rada urna das parcellas abona- Arl. VI. Os beni re raz, semoventes 1111 movis
ilas sera saldada dentro de seis mezea, o quando os que o Banco boover re seus devedorea por lucios
mareases da I!.meo o exigirem, a direclom poder.l eoncilialorloa ou judiciaes sero vendidos no menor
suspender novo* adlanlamrnlos. I prazo posaivel.
S :t.' Sempre que se abrir qualquer conla corren-j A:l. ii. O B-ir.co poden' comprar ou construir
I, o Banco he obrigadn a receber ein pagamento as! o e nlicio nue for necessario para seu eslabeleci-
qu ola- ,ue para este fun ou por deposito Ihe forem ment.
reinellda, e*- hera o -ejam anies do vencimenlo das 1 Arl. 55. A directora lica aulorlaada para deroan-
respeelivaa parcellas, com Ionio que sejam maiores dar e sr demandada, e para exercer livre e geral
de .Vi. e nao inferiores
Banco alm disto se incumbir lambem gratailamek-
le da cobraors na pra^a dos dividendos, letras ou
ttulos das pessoal que lanham com elle cuntas cor-
rentes abertas.
Ir As coalas correnles de aanlamenlos aobre
penhorea e rauees sern regulados de accordo com
prelo esrravj lliemolf.i. si*m parlicipacao do mol- | a dispo-n ,v~lo K- do arl. 21. O |oro e rondicoas
vo. e Jo>o \ cenle, por infrarcoo de poslora. I aeslcs empresfimos serao convencionaes, nunca sen- nodo que as arenes mi fondea
Pela aabdelegacia da .regoesia da Boa-Vista, o do o pr.nuo inferior a.* de-ignado para desconlos de pertenrentes a estrangeiros, m
norlugoei Antonio Jos de tlhveira, para averi- '
guaees pvliciaaa por dasordem, e o prelo escravo
Joilo, por esl.ir fugido.
ESTAIT TOS
Da companlila bancara L'niao Commer-
cial de Pernambuco.
' e i\ s chapeos de sol de algo,!.,,, a i^^je, -
ri" ,\ i.oiiipanlna.
1 c i.Vas lilachtnisino, 1 1 Ir ave*." ,> feaan 1,
trr.iuimo ail'in.i", ila>r bridor da circulac.io du qua- chapa* de dito, I s.nirho, I asa ate coire.l, ,'v,
dradopor nielo do cometa. lio.kei ,\ Caaaasiaaai.
Perdoa. charo amigo, te toco em no mimosa le- .,* duraaentea de aaadaira. I i'"a">ii>i e*, ,1,1
el,-, ma- be urna forra Incgnita qua nmve minha fereni- 1.....1 n 1 ilmaua. i iinai yniaaim
r.....'a. que mejevnu a asa leirena. I dita, l'.l ;...... | ,,china para enliur.r .I. ,m
Ii\ers4> pi ras \ lome-, terinas de aaejaaaja, _i
treno.
0 t mitin'. Bis a pbrasequeou;o a eada canlu
para onde me volla ; palavra alerrorisadora das al-
nas fraeai e limorataa '
Cometa, secundo uas, hn um ct rpo huminoso e
opaco, formado da particolas de fog que ro menor
c intacto -e iiill iinriia e produ/ inc-u ios mineusos e
inexlingaivela nuo tu lo conaomem. Uniros, porem,
di/cni que n.io oe maia do que nina oaL: I... o 0'..-
gua que se transborda apenas se lie enc'rubulhe
um ohjeclo qualquer,
1 m pilrelr, tolo em grao subido, allirmou-me que |
em sua OpinUo o cometa era mu 1 especie de sacla \
que es|,io reunidos fofo e agu., separado- por
aldo.
Arl. '.. Aos negoeiantea qoe abrirem conla cor-
rete cora o Banco se daru preferencia nos deslanlos,
enlendendo-se que os niesmos devento conservar no
Banco um saldo arbitrada pela dueccao proporcional
ao -cu g) ro commercial.
Arl. 'l'i. O Banco lambem podera fazer empres-
liiios ieni|ioiar.os em ronta crreme a firmas de ia-
leiro crerlito, com lano qae o prazo xo marcado
para o reembolso de laes empicstimos mo eiceda a
::n das.
un 10 v.
Iii:ard.i, deposito c cobranea por conla de lerceiro.
Arl. n.,. tls objeclos eulreguesao Banco em guar-
di o deposito devarAo ser examinados pelos direclo-
res, o teru u valor quede accordo coro elles Ibes de-
signar o deposil.nlor, a ruja dsposir,uo licam guar-
d.nios. >o telo da entrada, o liaren prrceberade
commlssflo meio por cenlo do valor ; e-ta commis-
89o su repetir cada vez qua exceder de um mina o
lempo do deposito. A guarda de quaesquer ttulos
do Banco sei.i uraluili.
Arl. >i\. o Banco podea cncarregar-.se da co-
branea de dividendos, de letras nu de outros ttulos
de valor por cunta de lerceiro. c lazer ilelles remes-
s.i em dlnheiro un lelra inedianle a eommisao do
esljlo e as segoinles disposicOes :
S 1 A residencia do aceitante ou pagador deve
ser indicada, e o Banco nao responder pelos eiro
de vencimenlo prnredent-s de quolas erradas, as
letras, relac&o ou esclarccimentos que os acuinpa-
n harem.
; .' As lelrrs 00 ttulos que nao fo'em pagos no
vencimenlo serao protestadas, quando for necessario
protesto, e eulregues a seus denos. Em nenlium
caso > Banco se encarregara de que,loes judiciaes
alhclas.
TITILO V.
lia aaaemblea geral do Banco.
Arl. :>7. \ reumao dos accionisl.s que possuirem
dez nu mala arcfio<, pi r si ou como procurador de
nutro, formara a assvmblea geral, que aera presi-
dida pelo presi-tenle do Banco.
_ Arl. 2S A assembla geral reunir-se-ha ordina-
riamenla no mea de julho de cada anuo, no dia que
for Ovado p-la directora, e extraordinariamente nos
casos segoinles :
>; Ooanoo a reoniao for requerida por numero
de acciou.st.s cajas acedes reprcseulem ao menos um
dcimo do rendo c-piul do Banco.
S 2.' Qunodofor requerida pela commissao fiscal,
S 3." Iiiiau.lu a direcloria ou o presidente do
Banco o j 11 tsar necesario. as reunios extraordi-
narias a assembla ;'er..l s polera lomar runbeci-
inenlo di* objec*.,, para que foi convocada. A convo-
co, ao ordinaria ou extraordinaria rar-ee-ha porao-
uoncio pohl rudo r-os lomaos tres vezes consecutivas,
e oito dios antes do designado pata a reuuiao.
Arl, ::'. A assamlilca geral portera deliberar com
o numero de- .-ir":.",. i.-k mie representaren) am lerco
lo denaanado paro a reoniao 11^ comparecer numero
ai'minislr-eao o plenos pod?re3 n.s qoaes devem
sem reserva algoma considerar-se eoroprebendidas e
autorgadoi lodos, mesmo 01 poderes em causa
propria.
Arl. 36. O Banco pndera' ser dissolvido por alel
heracao de sua asaemblea geral," anda antes de se
complelarrin os O nonos mineados no arl. I., eo-
nheeeii'lo-se que a sua eonslituicao be prejudicial.
Arl. "i7. Os meinbros da direcran sao reponsaves
pelos abusag que pr.ilicarero no exercicio de suaa
lunccies.
An. 38. Apprfivados pelo governo estes estatuios
su paderA.) ser alterados um anuu depois da mslal-
laeo do IIanco.
'av
..
mu'j<
y* sfssa 1 de hontem a aaaemblea approvnu em
segunda discusso as emendas olercri.las em tercei-
ra ao projecto deorc?menlo provincial,
Passando a apreciacao em terceira discusso do
projecto de oreamento muiiicip-l, foram ollerecldas
diflereiiles emendas, sobre as quacs oraram os Srs.
,N. Porlella, oliveira. Theodoru da Silva. V. Vilella,
Sa l'ereira, francisco Jo3o,Catlio l.e,lo, Meira lien
ruines. u
Bequaeu-s" votacao nomiinl sobre a emenda que
man la siipprimir a qu* pasou na segunda di-rin-
sao acerradas podaras, e volaran) a favor da sn>-
[ires-ao os S.-s. Meira, Th-o loro, Epaminuiulas, Li-
cerda, Porlella, Cosme, A. Cavalcanli, liento Costa,
llego Barros, Joo lli.rr.iin e Manoel de Barros, e
comra os Sis. S'queira Cavalraiili, Soiiza Canalho,
Amorim, Gaineiro, A. Leo, Castra l.eao, tiuuca!-
es Goitnartes, Mercal, Oliveira, Neivaa, Baplisla,
Mello Cavaleanli, Vuelta. Francisco Joao, Bocha
Bastos q I. de Barros.
Sendo adaptado o projecto em terceira discusso
com algomas emen las.
A ordcm do dia he a mema.
ti Pertinunga, entrado hontem dos porto? do sul,
deixeu em paz os lugares em que toeou.
Condnaio seu bordo a Iripolaesjo do navio hol-
lan lez forneUa. que se loeendoo na allur de 1-2(1
uidhas distante inulher, um Dlhlnho de um auno, duas cunlud.i'.
o medico c dexesete marinheiroa.
. Ilepoia de andarem dnus dios e om.i imite no mar,
lendn nnieamente em sea poder algons inslromenl >s
nuticos que Iba serviram para ae dirigir na derrola,
conseguirn, arribar ."> parlo do Gamella, onda fo-
ram reeebidoe pelo aPerainanga,* que para equi as
Irouxe, aendo extremamente obsequiados pelo -en
comir.atidanle.
Depnis de fondeado o vapor, a polica prendeu, a
borda do mesmo o ladrao que roubara o romman-
danta do Guasbara, e achuu em um babii de folba 1
perteucent- a aquella, nove mieos do notas intactas. I
um 1 pequea molcula; que em cada una daa din
ses liavia urna vlvula, a qual. apeo ,s aborta, der- |
rama no manda logo ou agua ad liltCum do tal se- |
tibor ou seuhora.
Meo charo amigo, nao se espame por fallar nos i
dous sexos, visto cono um celebre esrnptor publico,
redactor da Estrella das Helias aesegurae) que
cmela fiodia ser macho ou fnica, segundo as liar-
les de que lie composto. Dar-le-liei urna dislirae-
cao entre um e outro sexo, alim di que quando vi-
res annonciar um cometa, poasaa avallar a que ge-
nero perlcnce. Omar/io sera' aquella qoe liver
duas ponan na cabec-i ajadla *las de qualquer ni-
mal bovino, e a /rmea, aquelle que .10 conlrario des-
le, liver urna su mina 110 rabo.
De que aapecit era' o presente cmela ".' D'agua
ou de fogo '.' Trara' incendio ou mundacao Sera
mr).7/o nu /cl'ie/i ?
Oue elle he femea, e^a' exuberantemente prova-
do. Valo ehamar-se leiiu<\ masqiil a e-pecie de
deslruieao, meo charo amigo, a.uardo-me |i.ra di-
zer-te, depois desse fatal da, que a tantos faz tre-
mer.
A longara dpsta me faz por aqu o ponto final.
Na minha primelra dfr-la-net alguma cousa o.ais
da malcra da prc-eile. e de ludo r|nanln for oceor-
reiulo din mi" o i.iiii.i da primeia a*segunda.
Desejo u.'i> seja- perseguido por m ios legraos e lem-
br.uicas do cmela, que nao he das melhores cnusas
para a vida ; e que o metal, que tantos prazeres d
lio mundo, le nao seja adveiso.
Kecehe um bule abraco,
V. lambem minha saudade ;
Ifla' lembrancas aos aun zos,
. er em miulia amisade.
I.
iSotreponDenci.
I*
gis centn i Ijlatriaeea m.n' pert-nees. j llin|<
presnnl.is. 117 hura, rie l.rr.. ; a Ito'.hc \ BidoaiUc
ageiih-.....e-li.i.la le !.-, ,
V'apol ingle/ "Merina*... procedente do pollos da
Europa, consignada t agencia, manifest* o se-
gunde :
I caixa joias ; a I I. i.ermmn.
I dita dita-, I emhraihu amoslras : a lunm M-ui-
' sen ,\ Vioaoan.
I rlila ditas, I dilo relogloa ; > orden).
I oiii dito- .1 J. P. A I ur ,\ 1 ompanliia.
I dita ditas ; a P. S"U\sge ,\, Companhla.
I dita ditas ; Burle i\ Soura
3 ditas dito*, > tillas n |..gi..s. I embralb" am.
tras ; a Kabe *>chamellan ,\ C*aa*x***aaax,
I dita dita : t E. C. de lllivrira.
I dita rcloguis, I emhiulho amostra- : a lleaarv
Gibeoa.
I aila diaheiro : \ Mvea de Saeta I.arvallaa*.
I aria dilo ; a F. Ka.lirb.
I lila \estidoa ; a Franrt-co (,r*me de illiveire.
I tina -angoesugas ; a \V. Falque.
I cinbuil!,,, |,,|,n-,J aatM m"-lra; a Jf. Il'olhe
I an.. am. ,.*,.,. j Koatron. It-ek-r \ Cnn, ai.l.ia
- c.nv.is ditas ; a \dainsnii H**ta*a t>mn***asa.
I enil.riillio rirla- 1 .t.,1,,,.1,,,, |*,,l-r ,\ t,oro..nhi
I volume roopa ; a N. R,..ir..n ,V Ompain lo,
1 embrulho .i:nt1ras ; >. o. t;.. I er.
I dilo ditas -. Isaac. Cirio ,*, raa*|*'fcls
II ranas e '1 embrulho. amo.ir,- J. K-tler ,.
Companbia.
I embrulho amostra* ; a Barrera ,\ i.asir...
I cana ditas ; a Siqueira v\ Patilla.
I 1 mbrullio i|il,,s ; Sc!i:|iieillin .\ OaSaaMaoot,
-.! ri.ix.is ditas ; a f'i.lel. Piulo >\ CoMpaHliK.
1 dita dita* ; a Menrv Brnnn ,\ Compaiahis.
I Mlaae I embiulhu musirs ; a Luir Anl-n
Siqueira.
I oiia medecina : a J. Souui ,', 1 .ompaahi.-.
1 dila amostras : a J. C. Axrp.
I dita milpa de uso. 1 dila prtente* para e*rri|*-
torio ; a Schrsmm iV C .mpanhia.
1 embrul'in pe ndicos ; a Mv.
I .lili dilo : a S 'res.
1 dito nape ; a .Saoiirirr* Brolliers.
I dilo amostras a Basto ^\ Lem*>.
li'.W I.AIKI I.LRAI.
Ileivliiiienlo .lo .',1 1 I a 1 li.'H'-..'
Idam do dia :>....... i gi.-^j
JI:JiT?7
Sr1*. redactores.Alguna espirilos menos reflec-
ldos e prudentes, se bao encasquetado que tai eu o
autor de una correspondencia bu poneos .l-a- inse-
r la este'jornal lob a rubricaO* R II da Babia
em resposta a um rommunicado rio Sr. Dr. Caro-
lino Francisco rie Lima Santo*, pu.ibea lo no beral.o com relaeSo a legalidaate di. eleicao do Exm.
Sr. depulado Augusto frelenco rte Oliveira, e en-
iao ssim porque oda quero ervir de p.irapeilo a
quem quer que l'n o autor riella, iiimo porque a tal
1 lea bairnstici do ratapa.' e do curara eo a rrpjto
|>..r 111111,menle iofelll e de-aernrdada,. nao se se
diga rom a minhg diguidade pessoal, venhn dizer a
quem me queira ouvir, que mo fui eu qum elabn-
rei aquellos* Habas ruja pil rni.lale rrpillo, mesmo
pela consirieracao de que o Exm. !*r. depulado An-
gosto F'reriiriro de Oliveira. leudo a razao por si e o
conceilo publico do primeiro circulo da provincia,
nao precisa, e mo quer all'ronlar as individualidades,
e a furca de invectivas mal cabida!, e de um mal a-
dubado ridiculo, confundir a este ou aquelle que
conlra elles se pronuncia.
Foi e-i= sempre .. mea pensar, e he delle somenle
que temo a responaabilidede ; riefeadendo-o, su-ten-
tando-o.puis que a islo nao he s a corisci-ncia quem
me abriga, he lambem ocoraeao. E paia se eu qui-
ze-se dizer alguma cous; inst'e jonal em favor da
eleicao do referido depulado Dr. Augulo, como
realmente pretenda, e au lz por nao formar com a
maoifeeta opinila dos Srs. eleiiures um verdadeiro
pl-onasmo, nem ia bosrar o ratapi' e o'caruru' da
liihia, qoe falla quem fallar, lid) de sei cousaa moi
gral.is ao pala lar.e nem tiuha que me oceupar das
lova do Sr. Dr. Carolino, s >]am ellas oo de sda ou
e pellica, p.iiqu? puuco me importa, qoe u Sr. Dr.
Carolino goste >las suaa luvas, aenl* be que o achn
DIVERSAS PBOVnUAS.
lien lmenlo do da I a 2 .
dem do da i......
"Ileu
"-aVJjTUM
I ::.l l-NSaT
DESPACHOS DE EXPORTA) \it PELA ESA
DO CO.NSIT.AIK) IIESI'A CIDAHE Sa IMA
1 DK JIINHO DE 1K.T.
Nen-Orleansliares anaesicana Ilanaaaai. I lae
tono, Schramm Whatelv ,\ C, I.UUII sacoaa. as
car maseavado.
X.ilparaizoBarra ingleza njaoc Aaat, A
rnifloa, "o 1 saceos asnear br-oco.
ValparaizoBngue haiiil.ur.uez Elbee, Aa
Irmaoa, ."itm saer.ia asurar hraneo.
BarcelonaSumaca h-sparahola i.os.lalape-. Ara-
naga A Bryan, JHT accs lgado.
Lisboa Bngue portnguez oTarajo II*, stanaaet
Joaqoim Hamos e Silva, so!****** niel.
Li'boaCarea por loguen Ligeira*. V. .i. da
Souza Canalho v"v C, JO caitas aesucar aaraaaea *
mascav.lo,
l.isboflBriguc portugaez i.elanapaca*, fxooaa aV
t*., IWai -accos assucar braneo.
LislHiaBarca pirtugiieza oMaria Josa, Jea* Pire-*
Soares. 'J2 rn-cos mel
PortoBrigoe purlosuea ufrovariore. Samara ,\
Castro, 1 prancliCes com dn talioes de eo*ia.i.*.
Lisboa Bngue porlaguer Helaropacoe, M-aa>aH
Ignacio de Oliveira, hUil sacros awacar
vade.
immenso lial da natareza, a sublime crearlo do ho-
rnera a senielh.ui.; 1 de Daos, a desgrana de nosnos
piunciros pas, e a regenerarlo da humana especie
por Mara Sanlissima, qae esitjagou com pe valente
a cabrea do infernal draglo, e ao mando deu o Mes-
sias, que licamos deslumhrados pelo brilho das llores,
que do alio da cadeira da venia.le nos erara etpar-
gdas.'e nao podemos deiiar desei.lir o coiacao com-
movido cora a narrativa da iitervencao da mal dos
peccadores, que fez apartar de sobreas su^s caberas
a espada vingadora, cora que eslava armada a n..>.<
4o seu ouimpntenle Filho, usando para ernn elle da
bilrio, estovamos limiladoa a certas e delerminsdaa
restriccates estabelecidas pela eonslituicao do Es-
tado.
O Sr. A. t.atalconti :Multo bem.
O Sr. diz, que am hypothese nenhoma se concedan) pri-
vilegios, ou se estabelecam reslric^oea, senSo dadas
as cndtedes qae ella expressa, senao nos casos laes
e taes, he claro que nem a aasembla, nem poder
algara pode conceder privilegios em contrario
esses principios clara e distinctamente marcados na
consliluicao do imperio. (Apotadus.)
Alas o privilegio 011 a reslriceo que e pede, he
das qoe menciona con-iituioan. he por ventura em
favor de alguma invencao de alenm molhoramen-
lo".' Sata coniiiln as excepeoes que firma a nossa
le fundamental ? Nao, senhorse, nem mesmo esse
privilegio tem oulras consideracoes. oalras conve-
niencias pelas quaes possa ser attenriido, pelo con-
trario, como ja se tem demonstrado na dieeosslo,
este privilegio encerra condicoes detriroentosas, of-
fenrie a riireilos adquiridos.
Sr. presidioii >. a respeiln do bom ou miio servico
que se pretende fazer, eu sempie ouvi dizer, que
pelo passado se devem tomar licoe* para o futuro, t-
assim, pin-, eu |ieco licenea para ler ns documentos
que os reqnerentes contrallas ao peticionario, encar-
regado* lambem dessa industria, otTcreceram con-
sideraeao da casa.
Sabe a casa, qne a despeza dos carros fonebres
para as pessoas indigentes, para aquellas que sao le-
vados nos carros da caridaoe, be la p 1 escala pe-
los individuos que se incumben- actualmente do for-
necimenlo dos carros fnebres, qoe se empregam
nassa industria ; a casa dever apreciar tambero a
maneira porque os diversas industriosos de rarro-
funenres fazism esse servico, e para esta apreciacao
eu otereco a leilura rios documentos seguinlrs : l.
[O orador l varios riocumenlos do cliefo de po-
lica e administrador du cemilerio, qoe provam as
toas asserr;oe, e mnstram qoe a cocheira de Ouin-
teiro & Irma... fui omissa nos culerros de can-
darte.)
O Sr. E. ie Mello : Agora a rasa me permit- ''""us a" Lu"- Pd*nla
tira que lea igoalmenle urna parte da peticlodol "''^"^['"'", "m", I"/1*,"j
outros individuos qoe reclaman) conlra a preleuijo
dos Srs. Quinleiro ^ lrmaos...
O .Sr. Oliicra : Isso nao adianla nada.
O Sr. E. de Mello : Vetemos ; eis o que diz a
pelirao :
a Essa pretenc,aoa,lcm da inslita e evidentemen-
te contraria ao interesse publico, be offenaiva de rii-
reitus dos abaixo asaignados, pelo que, alm de in-
constitucional, he por demais iniqua.
o He Inslita, porque, garantiurio a consliluicao a
libtrriade de coromercio, ioduslna, etc., nunca ae
vio qoe sa uzease de qualquer desses ramos a pro-
priedade exclusiva de uin individuo, eanlo no ci-
lla ser o objeclo sobre qoe versa a axelosaa de in-
venjao ou descoberta desse individuo, ou em onlraa
aummamanle excepcionaes, e sempre na hvpotliese
deque o privilegio nao offenda b direiloa adquiri-
dos por lercetros, e seja de evidente ulilidade pu-
blica.
o Nao lie prceisn demonstrar, que a prelencSo re-
ferida ollende a diredua adquiridos des abano as-
signados, visto ser publico e notorio, que ha inultos
.iiiiins vivtm elles daquella industria ; e muito mi -
nos qoe seja ella de inveuea ou descoberta dos pe-
1 ir 11.11,,ruis. Mostraremos, pois, que ella he contra-
lla ao inicie se tioblico.
o Antes de todo, parece, que os Srs. Oonteiro ,*,
Irmaoa, nao w podem reputar muilo liis oiiserva-
dores de certas obrigar.oes, por qiianlo.bavcndo si-
do diilribuido no lnupo rio cholera, o Irabalbo os
enlenamentos por fregoezias, rconleccu mullas ve-
zes, que, por om:--.10 dos Sis. golnleiros.pasasae
sobre os abano assigmdos o Irabalbo de enterra-
menlo de pessoas mirlas na fregu-zia a seu cargo,
como se v doa documi-ulos jautos ; o que nanea se
deu a respeito dos domis.
u Em segando lugar, he fcil imaginar de minutos
abusos uao pode o publico ler nclima com a n uno-
atttaaejto de um objeclo de tal nalnreza, por um ni
iiioividuo. I'm emerro, que o forneeedor privile-
giado dallamos indelermina lamente diz na poder
fazer seu.loa certa hora, quando esta as convenien-
cia do latereaeedo, que se faca a hora dilleicntr,
pode ervir de pretexto p ira exigencia* inrumrnodaa.
Fin carro que o*foraecedor denomina do primeira I bena qo
classe, s porque be puxndo por dous cavalloa, e
lem o caixao caberla com pann.) de vedado, com
borlas de franja de ooro, c que como tal impinge,
npezar de n.lo serem oe ravallos dccenlemente ai-
rela -,>, /Je estar o panun safado, e n.io >er o gnli'.o
verdarle*0 vjsi0 Corno us outr.is nui.s novos e-lao
fura, ligo la^pode escollicr, c o enlerro uo sa pode
deinoisr. h ..mo estes, outros mullos abusos,
o Em lerceiro lu.
pod-ra tomar em g
psito ooro, prala, brilhanle?, jolas e ttulos
valor.
Arl. iJ. Poder..'cobrar por conla de lerceiro di-
videndos, ou quaesquer valores, e tara1 delles remes-
sa em dinh-iro ou letra*.
Arl. 13. Tem' a f.icul'Irde de emillir bilheles ao
Y'is miiniloa dos neccssaiI./S po-
dero. ou mandaraoo seu voto em carta fechada di-
rig la 1 directora do Banco, qoando se liver de ele-
ger nova direcloria e 01 liscars do Banco.
Arl. I!:1. Os votos em assemhl* geral serao con-
tados ila maneira repuinlp : cada d.-z acedes danio
direito um voto, mes nenlium accionista leni mais
porla/lor e a'vista, n.1o pudendo a sonvna emitlida de II volos, qualquer que seja o numero de acri.s
pelo Banco exceder de "itl por ernto do capital rcaii- que reprsenle por si ou como pmeurador de uulio.
sarlo, e nem os bilhetes seren menores de otr-tlU!). Arl. 33. Nenlium accionista podera ter voto em
< iii'i.is do ronipaaliT (. ao roiii|iailrt-
B.. alo iniim
I.
Mottchercompare.Uaum velho axiomaOuem
be vivo sempre apparece ; tendo-o sempre em lem-
branea, sii ngora, depois de muilo balalbar, foi que
me re-ulvi tomando minha enferrujada penna en-
tre os eiiregdados detos, dar-ves, aervindo-me do
mosnij digna humildad e rogativas, que empregou
Eslhar pora com sea marido o re Assoerus para sal-
var o povo judeu, que, luallgada pur seu vali 10 A-
inan, quena o re exterminar. Para honra do cle-
10 |. 111.1111l1u1.1111, existem entre outros sacerdotes o
padre Lino. A msica, viuda fio Recite, nao esleve
iii ; porem meu amigo, eu pasmo, quando vejo a
mudenca, que vi ap|iarecendo-uus COSlumas, e a
tendencia que ha para se profanar tudu que be santo.
Ndu bastava, ouviram se uo cio as alegres .valsase
qeadnlbas dos salos em lagtr das mosteas severa)
que aempre foi coslutiie locarem-s: nal igrejas; res-
lava mu passi-.r pelo dissabor de ouvir us msicos,
daieni mis aosoolroe-bravos-, c. 1110 su eativessamoa
n'iiin thealro ou casa de baile ; diga me, meo amigo,
por la lambem so pralica uto,OU eises seuhores mu
sicos julgavam eslar entre bal bar os, que gnoraiii o
re-pello qu.* se ili-vc u templo J Nia ctssaiei de re-
peiir tmpora mulaiitur; breve lire de ver os m-
sicos lucaiiio o banu cum as venias, e aaaoprando a
llaola pelas chave-.
A casa das recolhidaa de Iguarassii, merece to-
da a proleccAo .los poderes do estado ; u asjlo di
inn, cenca, u abrigo das eonveaSo aempre foi e ser
digno da alleiirao dos goveinos. Su a constancia de
(erro do padre Florencia, sena capaz de fzrr iccr-
guer o que tslav.i ca runioS ; a assembla provincial
e a presidencia ato boj.*, tem e.lenlido mao prulec-
lora ao eslabelecimenlo, mas 0S0 coovra auapeudet
us avures, amia reala muilo que fazur : o releilonu
e obras esinima ulilidade, nao e>lo acabados. Pe-
conseheno Surg ijer
das loi-nns concedidas a
favor das obraa tUt rccoliumento ; porem S. Esc,
aperar da nielhor vnnlale e de formal promeasa, nSo
leve lempo |>ur largar logo a presidencia ; eslava
guardado para o Sr. Dr. Porlella, a gloria de fszei
eaie servico a relgalo. .. Exc. o Sr. vire presi-
dente, prestando a prol-rc,",.i, que e pe.ie, sera elo-
giado por tudus e euvira sru neme lie tnvolu c 1.11 c
doce murmurio daa orar/es das virluusas reeaUlidal
de lguarassii.
A inslrurclo publica anda sem ailaraco. O h-
bil professor Jos NicaCto da Silva, conla pnucus
discpulos ; porqur a InlorrapcBe qae ii.uva no eu
sino .1.1 liiigoa launa, e nutras circiimslaucias Daeram
.tesviar mullos mocos doaeatados : poiem que boje
que temos una aula de primearas iettras, bem regida
e mullo concurrida, esperamos ver dseapparecer a
falla que se nota naqiiella aula. O professor padre
Manuel Ignacio llezerra 00 Aun.ral, continua cum
zulo e foi merecido o elogio que obleve do Sr. direc-
tor da inslrucc,au publica em seu relalorio ; esl.i | re-
preparando una c;-,i cora todas as pruporeois e eont.
modos para u ensillo do grande nuil.sro de aluuiaos.
que frequenla sua escola. A profeisora he Inlelli-
g-nle e pratica ; prea.i de moveil |ara ana aula, 1
cerla regul-ndade uo* imbuaos, qu- .leve appatecer
com a reforma, qae no malrnal pretende ella fazer.
Das escolas da 111.1 pouca noticia lenho : porem Ira-
tare de infoimar-me. O carga Ue inspector do car-
alo Iliterarioeali vago desde suu u Di. Joo An-
tonio C.valCdiili ue Albuquerque, pe lio e alcaujiu
demi's.io.
Nao sera n .10 que o governo laue-..; ai suas
vi-las para a guinda nacional do termo : ni verdade
causa admiradlo 1 o e-lar a gaatda monta 1 *.i um
lugar de tanta ponulacao, /nudo outros ;i:.:is alra-
ladoaja Os crrelos v.io mal, upe-ar da Bcllvldade e inlei-
gencia doaolud agen e; ns estfelas aempre rhe-
gam tura do lemjiu atareado, e 1 .'iiis \. ves le\am
Arl. 11. O Banco lera' un fundo disponivel re- viiti e de acrnes Ir.nsferidas menos de (ill di is an- vehculo iminenso cm que val esla minha escripia,
presenlauo por moeda crreme, barras de ourj de 22 1'* da reunan. 'uno quanlo lenlio em meu linole, afim de que os
quilates, e piala de II dmheiros, na importancia de Arl. Il. Compele a' assembla geral : 1 'ac,lis "I1-1 l'sarios nao hqnein cimillos no reg.eo
um quarlo .le sua emisao. S 1.' Alterar ou reformar 01 estatuios do Banco, |,le um *" ou"o, *m cujo dominio eihir pnmeira-
Para n.elh ir regular.lade da rirculacan, podera' mas nesle caso be necc a direcleria do Banco eslabelecer semael. ou men-[ posla de accinni.ias rujo numero de acedes repre-
EXPOBTACAO-.
Paraluba. hiale americano a Risa monda, .ale I Vi
tnnebdas, con.lorio o segoiote :|>I ti arrisa- caaaa
LJ.tai) arrobas de familia de In.o.
Liverpool, barca ingiera oFIoaiing Ct**ute, dr t*-*l
.elada*, con'uno seeuiuls- : '.leal *a-r- 1 o.
js IM! i arrobas lo aaoocaaT,
'.....'. kosur lugte xMaiv Weura, ite X2 Inao-
bulas. rondiizio o segaul* : 3,650 aaoraas raaae
IH,) 1 arrobas de awacar.
eslima ; RECEBE DORIA Bft RENDAS INTERNAS CE-
RAES DE PERNAMBLCO.
lien.lmenlo do dia I a 2 l.-OliSHflT
dem rio da :i....... .i'oiTi
f$ublkat Jalmemc cum cu' huncos de emisan do |iatz a troca
renproce Ue seus bilneles, pagando-se o saldo cm
moeda corrale.
Arl. 15. Pudera' fazer moviinentn de fundos pro-
lenlem um terco rio capital nominal do Banco.
$ 2.* Jutgar as emitas nnoaes.
> II Noraear es directorca, snpplenles e licaes.
Arl. 35. Nen'iuma n'teracan nu modicacao dos
ule.
Como quer que seja mxima enligaque mais
O abaixo assignado Olho do finado enmmandador
Lua bornes F.rreira, declara o Sr. I.uiz de Mo-
nea Gomes Ferreira. que so exacto he qua Ih- tem
Sido apresentaJas cintas de debito Ue I.uiz Gomes
ferreira Janior. sem dovida que enganadamei.le se
o tem relio, purqiiaulo tal nnme sempre leve o abai-
\i aaagnado, ale que faliereu seu 1..... e aloS. S
entretanto em tal r,.u que a S. S. rumu.ia lazer,'
era declarar islo mesmo a quem quer que as ditas
Contas Ihe apresenb'U. e nao annunriar pelo modo
porque o fez no Diario de Pernembuco de 2S, -y
e lili do mez prximo fiudo ; sendo que o proredi-
pnos oualneioseje urna para otttra provincia, ou pa- estatuios podara' ser executada sem approvacau do
ra fura do imperio.
Ar. Ib. Potara' encarregar-se por commissao da
compr 1 e venda de melaes, apolicea da divida publi-
ca, e de todos quaesquer oulres ltalas.
Arl. 17. Podera' receber dinheiru a premio como
e quando Ihe coiivior.
Art. 18. Palera' comprar de cunta proptia melaes
preciosos, niesaao elVertuando para es-e lim opera*
enes de cambio, no que am caao algana pndera' cm-
pregar mail iie III pur cenlo do capital elliivo.
Art. l'.l. Podera' comprar c venovr nolirea de di-
vida pabliea fundada, ou quaesquer oulros titulus de
crdito da naeao.
TITULO III.
I*:is deaconlos, emprealimoa o contas correides.
Arl. 211. As oro rueos de deseontoa do que trata o
art. It>j .- seraoanbordinadaa aagniutsa ispo-
ico ..
SI. Todas a a letras ou llulus pirticularts e p-
blicos, qae f.-rem offerecidos a deacontoa, devera*) ter
i.i/.i lixo de veoeimento, enrem daeejnbararadoa
de q lalquer leligio, e conterem .1 ,ie,- irac.'io de pa-
gaveis no lugar .in que f.r feita o deicooto, quandu
aej m aeeiti s fura dolle.
5 2. Aa le trae da turra deverlo ler pelo menos
don* firmas couheci.las e .-le aere itariu c-neeito.
!. as letras d cambio bn-ta que a lirina da Ier-
ra -e a inteiramenle conhecida a .-re .1 ida.
5 1. o- prazoi daa l-ir.;s Imittida e descont po-
derAo elevar-a* al oito mezes, sendo ne-te caso o
.es-,,.,!., raais alto, que o eslipuladu pata as leu..- le
pra.'.o ate ti mezi .
> .1. A laxa dos descont- de letras da torra, e de
cambio sera' lixada pel directora lodas as semanal,
e publicada a parte do Banco, salvo ucee.
imprevistas em attancloa'i 1; e> a directora pid.--
r.,' alt: r..r temporariamente cala rtisp ei'j'.o. O prei;o
du descont de litulus sera' ubjectu ue couveucao.
A'l. 21. Os empreatimoa, posto que -e b.i>e m em
penbore*, caucos ou lia..cus, nao se verdearan lo'la-
> ia, senfio pur meio de letras aceitas petos imptren-
les sojeilaiido-se a's legniolea c-..ii Mcocs :
.' I. DeverAo os imnetranUs mo-ii.irque sao es
"egilimt s possaidures di > I ns oflereeidos, e que eslau
livres de qoalquei rocaigo, qoe p->., impedir mi
renda em leilAu nercanlil, e depois de us depoaitai
assignarao o espectiao lermo, em que se declare
alem 'lo exposlo, que se aaieitam os 11-os r,j Banco.
S 2. Sen lo os peohorea da ouro, prala, un da-
muiiies, apresenlaraloos impelranles do iuipreclii:r),
.mies do depu ilo, a avatincao *de contrastes appro-
vado- pela direcleria.
i; II. S^n lu us penhorea s,,;,re gneros depositados
vii.i' com ees a declararan do v..lor desigoado por
hu. lons 1,1 appruvac.a~o du Banco, exigindo-se pre-
viamente, da paite e mediante ,is necossariai vertfl-
o.-c-s, urna ar lem para que os administradores doa
1 os ponham e conserven daht por dianle '
iii-' sicau .i.i Banco ; na mesma ordem osadmuis-
traioici laurjaro sua resp n .">. C :i-i .n :o us pe liorcs .ie apalicei de divias
|n. ... .. 1'. di1 rt.il.;iiil:i,i, li'iin......
1 larliculaies, entregara' a parte ao Banco orna
veem qual"ro ol,u,q,.eW,-.,T^ ..mm Alve. Moreir. carg,
quid ineiiinbi, visto a sua s.igiicidade, pois que he i,i<- ,r -.l,., -Jin,...a.. ,i _....;, I Ixavios sabidos no 1
um bello fef. da Chin, a revislar e ollserva1} tudo iZ^Z^'^X ," i'.V.a'p r'Sl ^T^u^'" "'.........*
qtianlu se prt rar.lo baUnlo |)ar. que (>(e pos^a venlicer a
110
aoverno
ll'H LO VI.
Da -iircrlurii. Ar. :it. O Hancu lera' resillo por utna tlireciina
POiiif"*Iii rtirprl-res, qu pnlre i e^colhrr.lit o
pre-.iienle c .vcrel-ino, qoe ser-i' o vic-prrsiilenlp.
Arl. .i7. No imppiliniciilu roas ve/e* o direcl ir que se -cuuir lia orrlern ta m-
liirao, e nu rasu tic empata, o que for desiguadu peta
sorie.
Arl. :!S. () dirpclnres snriio eleiloa pel.i as-em-
!)lca cral fio* .icrionistas por cscrulinto ecrelu e
nuiioria alnolala de volos.
Arl. :..!. Neiihjn memliro da directora po!.:,.
entrar ero c\erciru to-m puscuir e dr-po-ilar no Ban-
co quarenla acee?, .. quacs sero inalienaveiseui-
quantodnrarcm sun* luncrr*.
Ar!. ,i). Alsin dos eme dfreclorcff o BaDcolera1
um empcalo (e sua eonflaiir?a que se cha mira1
gerente. Esla lera* a peo r.-irun theworaTia' e i^ra'
voto fta connf!-isi:o de deseontoa, Boxltando o ter-
vro 'Jos dir clores de semana cumo or designado
uo reciroento ifilerno.
Ar:. l. Perlenco a*dirpcraoaeaeolha ademia-
si.ii dos emprreadus, lendo em vi
Han t.. e a* i vC'.t re5)cruva. O uerenle, porfn
leTa nomeado r-ern lempo determinado, e deiniiioio
pela aasemblaa vral doa accionistas do Banco* e ><>
poden ser tbcoiliiiu u'enlre ucciunjsl-is de 5 ac-
SOes.
Ail. ..i. -^3 sem!>iea c^ral de julho se noniear.j
a commiisio fi>- qu. Iquer Ranero de ; rrps ; o rrlalorio de?la ctrn-
m\**i. 1 a' ; ii.--... au oa direcleria.
Ar.l. i!. uinpele direcloria .-
I. Dclihprrtr *o!ire a crcacio, emissio e aunul
|,hj.V> d(s lnules do Banco.
2 S. I* 1 v .1 >-lmi) maimente ai qaaolias que podero
*n empre^ada em deecouloa, ou empre-liinu*.
i 3. Iielerintuar a laxa dos descunlui e premio do
dlnheiro, que receher a juro, e u niaUnu d |>ra-
zos p -r que lar-se-lijo o* mesmiw.
\, (rauisar a relajo -a- lirm s que podcr.lo
Ki .i.miKidas a descont, e o mximo da qoanlta
ipie (!( ter.i ser dcscuntada sub a ^aiaulia de ca Arma.
i .. Diriqir e (i$calisar (odas a> operarles do
IJ.H1.0.
^ (i. Nomear e demillir os empreados cr-m ex-
cepr.M, do serenle.
7. I'ropor a assernh.ea KPral as allera./.es ou
rnotiilicaces qne jiilcar iiecessnias noseaUtUUM.
^ S. OruiiUar o resulamenlo interno d^arcurdo
com o* estatuios, e rNa.-uij I proii-oriamenlc em
quaulo 1 .lo or ap-provado pela a^einltlca ^-1.1!.
) 9* Uediair > reUtorio das operaCjoes, e t lado
<;<> iiiiro eo bataneo que devem ser apreaentados
annualmente assembla Reral*
A'to A directora reunirae-ha uma vez ao
menos cada semana, e poera' deliberar estando
> renle i maioria dos saos raembroi* II*ivendo
emp le sebre a resolu^Ao de qualquer negocio lera'
o I i >iile Tolo de q*i i| lade
lriilos oovjilofl e ollhis nao poderein chegar. Ajudado
por esse acolito nada deixare le dar, '.ndo an-
tes e depuis as compelenlps reflexes morae, nfl'>
esquecen.lo a asuelda lliesoura da critica de que
sempre efltoo armado.
Para le hvr.ir de seres importunado eu te envi o
extico mdoc,o de minha xoologica petaos. Seguin io
om veiho e iiio coaiaiua, diM iIiih< parle* ; primeiramente hr-le-liei d* onde aoa
f 11 lio quem era meu pal, e depois fallarle -hei do
meo lodo. Ku eumeno :
Filho de mea pai, e natural da (erra que me vio
nascer, hei sempre vivdo ne.-te canto du mundo a
que chamam cidade do Recife, dc-Iembrado de lodos
os que me n.lo cunliectm. e regardado por aquelles
que rolliv.nn OS cninpos le minha ra, eaaa, aseada
e conversa. iNao sendo moro, lambem anda tifio
pertengo-ao balalliilud reserva, e anda menos me
pe lem apellidar de velho, parque lam-i-la-vrz nAu
A* provocarles qoe resullim do prnredimeiilo dn
Sr. I.uiz de Mura.-s Gomes Ferreira, revelan a un
111 ole de tao desleal contendor, apenar da nubreza
que slenla, e da edocarSu que alardra. Compete
aoa Iribunses dicidirem a queslo queooccopa e o
sbaivo asaignado, mas nunca deveria S. envolver
nela fallas que repugnam com o caracler do abaixo
aaaifinado
GONSIfUM rROVlNCIAL.
Kendimenio do da I a 7:lHHgMi|
dem do da 3....... lHjjyT
mtmtm
*\mtmt* *3 pwo.
-N.ivio eutiado un da d.
Mareiu a porloa interine lasa i das e I h*raa, a
do ultimo porta 8 lid hor,s, vapw fccailair
"Persinun^aii rumrnaiidante i J.- ter.ei.l* Jai-
pum Alves Moreira, rarga asaurar.
Navios saliidos no mesmo dia.
la Aaelus, cpala.
- Llvarpaa* Barca iaaleasa Plaesia, t.lou la. ramta.
r. lu .i., l ivis,, zeewt
L'il?f>f>
------t) lllm. Sr. conlKilor a llir saturara
provincial, servindo de inspcrlor da inesoia
Saiba o Sr. I.uiz de iloraes Geatm Ferreira, e B-1 thesuuraria, em virtuile de lesolugao da jn-
qoe cerlo que quando se prescinde da qiies'.u. que i la da duenda, manda fazer pubiieo, quo da
se discute e laaca-se mao .ie allafoH olleu-naa pa- i confonnidade com as leis, e. recula menlo em
lacAo du-eu adversaria, a que* deixa a >ua primitiTa *riajem, e lorua-se pessual
Ilecife -1 de juiho de 1837.
I.uiz. i,ornes Ferreira.
para o norte a correspor sacia d'aqoi ; chamamoi r. .,..,:l. ,..,,,. ,
aaltaaSao do aenhor administra .or pos ene ser- ,-.. ,,,,.,.,-, _\. 11,'.,.,re |,
VICO.
A admlniitrae.1o da aatlea e a pnliria da lermo
mareha*reRaiarmenle. Caneluia-s oiuvenl riodr
fiearam por falleeimenlo !> lenenle r ro-
O -011.
Sun um misil* de alma e corpo como qoalquer a-
uiinal deduosps, que lem uma cabera ruminadora;
trajo 11 mu la dos / hot, porqae, tu lim sabes, eu o
Boa, visto conio oasci e lu creado no bairro de Santo
Antonio, e aendo elle iIIm, I doa os seus lilhoa sao
lid-.....mi e iiifallivrlmei.il! lllieua.
'fundo si lu mimoseado por -quelle que me fabri-
cou, cum uin curo chelo de milos, a que chamam
Cabeca, pens, jul-o e decido qoestes, ainda mismo
daa qa costama propor o nossu Velho amigo, o ma-
jor ,!c meu pai, por mais besliaeS que sejam ; e a-
prO| riaiido um vellm a.tauio du (emiio em qne nosso
meslre judas ensin.iva Bree,\ullus est tlies quo
He ii ni dicam pr reo,-u na.i d.it < calur no |ie
lago do e-qaeeimenlo, nu cahoe en eteruidade, um
la dia em que nao mella o b.delho em lu.io quanto
vejo e uncu fallir. Anula lenli o meu velho coslu
m. de pescar aoa agoaa larval de qualquer animal
vvenle que encunlc.
Oual ootro carvia que linca sua rede aos incauto- i
e iunocenlea habilaoloado mundo a que cliam*ni|A
mar, para .:- p ill de *-pantiadi. tas maliiaa, irem os
merradtjar ; eu, vaiiiieand)* de-de a mauliila ali alta
nailo, buscart-i, indagare c e-m-rillnuei os meno-
res fnclns, jii se alie servindii-rrie da ojuda do meo
. h re ii run que se pasearem ne labres, afim de, apol a sua triturar ao nos a telgacados
bicus de minha penna, darlos a Jurar. Nao l'os en-
eiarei deapidoa la eompeleitte an lv-e critica e mu-
ral, nu i ; revesii |s i,.,, roln a |urii);, ue enigmas,
cbaradaa e amph}bologioa,
Kn men programma '.' Scrve-le /
S le mo agradar, mi leas u.inhas semsaliori.ia,
qiiu eu n;u-7.'r di. ps rever miutia- carias corno aodl-
rigidaaa ti, lenho em vi-t.t recreiar ans leitorcs,rlaitdo-
lln s ci na de lu lo, e nada esquccendo.
Eia-me em noxioa afe arcana, porque bem deve*
saber ; .e nada lu Uta fcil muo f^/er uni eabeca
(iar.i <|ii.ilquer n-osa, in.* que o d lliullso h? en
ratxar-lh* o rabo por tal i.-rma qoe nao torne des-
fi.rme n qoe s cum a cuja li*- na s< ITrivel. Si'j.i
aind permillidu aeavir-me de urna mxima do lem-
po .1 i i-.--u bom Adfio, que, em e*ns IranaaeUa na-
da fui ni iol daa liullldades. valo como, viveudu
. fuma o- pormunicipioa e comarcas no da
ID de j niiin proximovindouro, os imposto-,
seguinles :
.Municipiodo l.ocile.
^300 reis sojire o gado moi lo pa-
consumo, avallado annualmeo-
le em h(i.j()j,i n i
Municipio dr (Huida.
O abaixo assignada, como lutur que loi de seus
filaos Jos Tltomax d Agaisr Jaaior, Mari Ca-
iliarma Ricarda de Asm r, Joanna Mana Ricar-
da de Agolar.qoeesla' rasada com I Ir. Ju-c Vinzu'lo
O.ar >aburo.:cAiai!J... pede ao autor do cummo-., ... municipio ae Winaa.
meado no IMiere-l de li.j.*-J tejando, que priuci- '-'"''' ODre O gado morlO .ar
pin. primeiro lembiele, qo Ihe declare, qual a di- co"Sunio, dem dem por
vita perdida, que oo inventario u que e procedeu Romaica de i.oi urna.
por mirle de seu falleaeido sagra, o Ex*>. senador
Joa Callo* .Maiink da Silva Pernio, parante, ia-
leaeirimo juit de rphloa o lilao. Sr. Ilr. Regoara
Cosa id uarlilhada, e eoabe a dita sua filha II.
Juanita, a qual o abeso asoigoado ignura, porque
nuuca constoo do inventario.
./o" Tkemas de .iguiar.
a.jj,oo
I
1'1A(,A i)0 RECIFB 3 DE JIMIO AS
:i lilil AS DA TARDE.
Oilaces < llin. e.
surar maseavado c>rolliiilo 3(600 por arroba
cum aacco.
Dito dito------i->l(MI por arroba Ccm laCCO-
|ii'sen|., de Ultras10 (l|0 ao auno.
Frea para l.iverpnul:I0| e ."i (l|D por tonelada de
Macem.
Hilo para o Canal3.i| e '> ti,') por lanciada de Mat-
een*.
!'. Borgas, iresiienle interino.
I.. Duliuurcq Jumur, ccielanu iiiltriun.
a s gi raoca r laliva a's p
1' rcm Com um mi mala lia lores a
piir, apenar de qu" us preeos doa
rarrua estn (liado-, M,..n,, ., .,,, r|as,ir;.;1
leoaUee muita |ves,qui-s ,t..,essa,los os alogem
.rmuitu meaos ; porquan,. hf rrrJrl%,| geobar
.s a nada ganl.ar. quando s-. ,, r,r,s di.p,,
alonar. E essa e-
niven
lu i i.--.- esle por I i mo ai i- nado a.*
i ISaneo como principaei pac idores, e cada om -ol la-
".l:"r '"";' :'".""'' 's'"';'" v:'"',';' ,: ';''' '""" "c,,u-" S' '- P"* querece-
agora f.iram partilltidos, rr lerera fi.adn alizurji bvr ,,,.,., sla,lu.
P..r..sute ,,!,.,, Pm s-!::n;v.|. Sese, Hender ,;. 0 prazo dos empre-li moa aera' regulado i I
que Rranle parle da riqueza de Jeta Vieira. roo- U ;, lffl ,n. O a laxa de juroa sera'convenc nal.
]';[' '"' ll',lh'':i"' <'!'" leste so foi dad* a mo- inw anca podera'ser manar qae a ti ulada para
ario a quanna de dezeseis conloe,., podera' raxer L, de |,,r,.
idea da ..;-,. qoe mullos dizem ser a primoira do N.Vl sl.., ,,,_ veDcnienlo qualquer lelra
norte, pnneipalmenie devendo-se oolar que os p>e-; pruMnienle da emprestimu rohr peiihores, serao
diM para os invenanos sempre >;, aTi.....lo, ,,, en. Yendidos cm leilta mercantil com asistencia de
um mao eostuma um terco menos do qae valem, e o llm a membros < directorio, precedendo anoon-
mesmo se prai.ca cora o valor dos caern*. rio ,,,. dlM iffiu....... r pab|c*do Iros
--------- I diasseguidos em jornaes; at o momento de cornecar
ralla ueste discurso a primeira p irte que fui | o lellta podara' o dono dos penhorea ressala-lus, i'e-
luailas; alias
,'.it. 15. A a-semblva geral nnnieara psla frma lantc*. annes, nem se quer aprinleu a ler, ao menos
r-.ihrii i ..a no mi. :'.s. e em nula reiimn ordinaria uta '- allatn oa liara- .aqu Im que a porca torce
as. ellecluar-sc-!n Ire mpplenlea, que rao chamados na ordem da o rabo se no he rabicha.
ua< |ue o garant- otas para prrenclier oa lugares doa direclores A garridice, a que boje ae chama na alia ao-
alisidctada airee- impedido! oo qa resianareiu o locar a i coln ladeprooreaovei em omaagmenloprodigio-
inndo vii no praaresso, aa roas alo PraU.TataeOes brasileu
Pesos eolumnari
U III ...-.,I.i .
i mera re alnr em acciotista que poaiua me- .. luauno
mo* it" vinti- acedes. calcadas com lama, aa caas l ut a especie de habi-
Arl. 'i'i. Alem de oolrai commfsio*a que fnrem la^iia *lo pumbos, as mncadilo assacaradoa beijiohoa
I i no re?ulnineiilo inlerno, havera' effee- em -n s semelbanles, asvelhasaltraeamaaaoascom-
nli < :n -ur ii u nma commii.....le desc nloi panheiraade idade, os velhos fallamera poltica, na
ci'inpu'la de um director e do arenle, fc-i,, com- meninos qnestionam scarca le ministerio e dos bona
mi -11 esaroinard us iii,)ns aitreaeuladas a descont, claarol sda llavana, usmoleques eabordoam-ae pelaa
v rilicanda se -.i.-iu/rm as con iees exigida pur maxicas ;mea amigoffaaabeaporqae rexao be tuda
esles estalolas, e seolfererema oeccasaria garanta ; I isso lie o progresan que se desenvolve entre aa
havendo discordancia enl'e os asombros desla com-1e qta nos vai lancando poeo e puuco a am caKis
niissta deseropalaru' o director que hoover sabido i profundo, do qual jam7ia aahiremos!! Para qualqger
deserviea. pule que me volle vejo dizero progreaso disto.
CAMBIOS.
golire Londres. :>7 :| a fKI d. c 27 7pS a 'M\ d.
a Paria, ;..>< i>. par fr.
* Lisboa, 95 por de premio,
i l'.io de Janei o, -i pur (m de descont.
Aci.iln do banc 50 por cante de dividendo por mn-
t la do vendedor.
,< a c impanhia e Beberibe GOfOOO por aceto
o n rom| 'ni ia Per lambirrana aa
cr a Ulilidade Publica, 30 pureeulod* premio.
a ,i [radamnisadora. 01 i.le .
a rr di estrada e ferro .0 por 0|0 da prem.o
DiseontO de Iettras, de 8 a 10.
Ac^r-es du P.,:;er., f,o ,, ;, ;;e premio.
\ llur.-.Oncas hespanholaa. .
Moe las i>. i. '.') velhea .
I. .
P.endimciiln
dem do di
ALFANOEIjA.
do da la J. .
?500 rs. sobre o pa 1o morlo r^ra
consumo, idem idem por
i. Hila i-i de Na/aretli.
25500 rs. sobre o gUo liiorlo pa-
ra coasumo idea idem por
Comarca to Pao d'.-.llio.
2 500 rs. sobre o nata morto para
i ou mu iJetn dem por
Comaica to (Ubo.
2-3500 rs. sobre o gado morto |>ara
consumo dem dem por
Comarca d<- Santo nl.7n
2^500 rs. sobre o gta Marta par
cutis jmo nlcm i.lcm por
MuoicaptM lo llio Kormoso
e Agua Prcu
2.-500 rs. sobre o pado morto para
consumo dem iduin por
Municipio de >erinh.7fii
2-500 rs. soiire o (Mta morto para
consumo dem Llera por
Municipio de ipiiirassu .
Arrematados ronjurlanientr> :
2:500 rs. sobre o paJo morto pata
consumo idem dem por 1:8:0,i*M,i
Imposto* a cargo da colkctona a-
v .liado por anuo em
20 0|nda agurdenle i lem ideal
Comarca do l.imoriro.
Arreniat. dr.s conjunrtam*ule
9306 rs. sobre o gado lailtado pa-
ra ni ocio e lis.itiiu do mesmo
gado, arremataon aii.-iu nou-
li/im.i do gado cava I lar
le em
Impoaloa a cargo ra eoecloria a-
Valtados t or annocm
69OOO 2
ti; r.iti Luiiiaifa do botuto
1 Arifinatiidois eonjuclariientc
2)0011 2-.7C0 rs. sobre o a,;o lalhadoe pa-
icrM-ti ri negocio c tuzinM do m*jm
gado, avallado anaulaaeota em 2 770 a> o
ll..."0#
283 a 23}.70(
. ifieomi
:8ii,0t*l
a:(.:.:i,0HI
i:2|0,0WI
li-h/KK)
*14W,0r*ll
zzwjm
MMM
MotafM
liw.ri**
bl,Ota
1 l.'S.l.fl
la< coma !',ur *"''-'' fc ecomia que boje
"i> a lie. cwaurreucia de laea eilabclecimiu- [ Ucl,j3raplio. verificada a vcuda e liquidada a conll <
das despena,, do lia uro.
\ri. 17. Compete an presidente da dirercao
g I. Apresenlar a'aaiemblea geral doaaccioaia-
ins em suaa ruiiiiics urdiuarlas, e em nnme da di-
recloria o relaloriu aunual das operares e csiado
2t:OI75H71
2U:l7'.rli:i
11:196/7X1
daqulllo e daquelle outro. l'ooaa as re^r-s da civi-
lidade se aeham bamdas, porqae dit-ee, sao Mrqsa-
b'irirna eiilremeze^ re oalr'ora. Hofa o bom goato, .
ultima lori'i, fallando progrrssii ament, b todo I llngue iaglealentas-ba*-ail,*>"
quinto ullcule amoral: um >e-lido esutado al Frigue purlusueiPescadurI irinba de Iri^o.
ftcscarregam lio(e ', ieju
harca inglexaBonitamercaOoriaa
I'..rea iiulecaAmateilliden..
Barco ioaleaaHan Wilsoodem
nlm.
Dizimo Jo gado cava llar idea
liupostos : cargo da txallectoraa do
aiiiiiic no do l.oniiii i.iiiii talca u
ao 0|Qda aguaroeaata ninu ucm 2,o*, Mullir ipm al Braja*.
Arrcn-alado- renjonetamenle .
2-50d rs. sobre <> jetelo labiado pa-
ra negocio e diziae ao aa*n*a
gado, avallado amiualun ule clii I i.'.i:t."0o
DjaiOO do gado cavallar idriu ..j.ihn'
luipcslos a cargo da collcciona idem 5*,h**
MUTILADO
ILEGIVEL


UAKIO DE PE&NAMBCOl'lMA MA I Ell.Mlu DE i867,
- ,- \
20 0|o da agurdente idem idem 38,000
Municipio do Cimbres.
Arrematados conjlindamente:
2)300 rs. sobre o gado talliado pa-
ra negocio edizimo do mesmo
gado, avallado animalmente era 1:211,000
Dizimo do gado cavallar idem em 103,000
Impostos a cargo da collectoria
idem idem em 311,000
20 oo da agurdente idem jdem 38,000
t.omarca de Garaobuns.
Arrematados conjunctamente :
28500 rs. sobre o gado lalhado pa-
ra negocio e dizimo do mesmo
gado, avaliado amiualnicn'e cm 8:763,000
Oizimo do gado cavallar i !cm 80/000
Impostos a cargo da collectoria
idem idem em 431,000
20 0|o da agurdente Idem idem 60,000
Comarca de Flores.
Arrematados conjuntamente. :
23500 rs. sobre o gado lalhado pa-
ra negocio .e dizimo do mesmo
gado, avaliado animalmente em 3.173,000
Dizimo do gado cavallar idem 342,000
Impostos a cargo dos colloctores
idem idem em
20 0|o da agurdenle idem
Comarca da Boa-Vista.
Arrematados conjuntamente:
1,500 rs sobre o gado talhato para
negocio e dizimo do mesmo ga-
do, avahado animalmente em
Dizimo do gado cavallar, dem
Impostos a cargo dos collectores
i ocluidos os 200,-j por escravo ex-
portado, avallados animalmen-
te em
20 por cento da agurdente idem
Imposto de 20 por cento sobre o consumo
de agurdente nos municipios
seguintes:
Olioda avaliado animalmente em
Goianna idem idem
Nazareth idem idem
Pao d'Alho idem idem
Cabo idem idom
Santo AniSo idem idem por
Itio Formoso e Agua Pieta idem
idem por
Scrinhenl idem idem
As arrematares serao fcitas por teimpode
tresannos, acontar do 1-de julho do cor-
rento anuo. a30dejunho de 1860, sobas
mesmas condicOes das anteriores, e na for-
ma do art. 76 do regulamento de 3 Je agos-
te de 1852. "
As pessoas que se propozerem a esta ar-
rematado comparecam sala das sesses da
mesma junta, no da cima declarado, pelo
meio da, babilitadas na forma do art. 75,do
citado regulamento.
E para constar se mandou allix ar o pre-
sente e publicar pelo liiario.
Secretaria da thesouraria provincial de
Pernambuco 19 de maio de 1fy57.- O secre-
Uno, Antonio Ferreira da A-.niunciac.3o.
Art. 75. Oj contratos d>t arrematacao de
renda, que importarem pjm mais de dous
contos de res, serSo efte ctuados sob a ga-
ranta de dous fiadores oneos, que tenham
bens de ra?, na ci Jade, do Recie, ao menos
um delles, urna vez q> je o outro seja notoria-
mente abonado.
Art. 76. as arrematacocs poderao cffec-
luar-se pela mtfior ou menor licilac5o offe-
lecida em 0RtM fechadas.
Art. l&'Go regulaniento interno da the-
r-*f souraria,
'Os documentos comprobatorios das habi-
.(taces dos arrematantes, e os que devem
provr a identidade dos fiadores se So apo-
sentados na sessao da junta anterior a da ar-
rematado, para serem tomados em consi-
derarlo, resolver-se sobre a lianza, eadmit-
tir-se o licitante.conforme.o secretario,
A.|F. d'AnnunciacSo.
O lllm. Sr. contador da thesouraria pro-
vincial, servindo de inspector da mesma the-
souraria, em cumplimento da o rocn do
Exm Sr. presidente da provincia, de 20 do
corrente, manda fazer publico que no uia 18
de junho prximo vindouro, perantea junta
da Uzeuda da mesma thesouraria, se ha de
arrematar a quem por menos ler a obra da
coocluso do raio do sul da esa do deten-
cao, avaliadoam 66:0055720 rs.

999,000
40,000
3:091,000
209,090
1:442,000
31.U00
355,000
81,000
80,000
96,000
56,000
254,000
1 52,000
34,000
1." de junho prximo vindouro, lindos os- pedimento do nllicial-maior, liinamerico Au-
quaes, incorrem na mull do 3 por cenlo,: gusto do liego Itangel.
todos aquelles que deixarr-m de pagar seus
dbitos, nos referidos 30 dias. Mesa do con-
sulado provincial de Pernambuco 27 de maio
de 1857. Amonio Carneiro Machado P.ios,
administrador.
Couipaukia
DE
BcSerilie.
A direct-So da companhia tem delibe-
rado tazer a cobranca dos chafarizes c
Incas por arrematacao de cada um cliaf'a-
ii/. separadamente, sob as condiefies que
se acham patentes no escriptorio da coui-
panhia, ra .Nova n. 7, primeiro andar.
Alii se reoebem propostas em carta fecha-
das para qualquer dos chafarizes, deven-
do ter lugar a arrematarao dos do bairro
do Recite no dia 5 de junho prximo,
pelas 9 horas da manilla, .onde devem
comparecer os prctendentcs com suas
Hancas.
Servir' de liase para a'arrcmalneo O
termo medio do rendiment de tres ali-
os ltimos ; Sendo O chafan/, la ruado
Brum S:40$000 rs. poranno1; ruada
Cruz 6:4005000 rs. ; Forte do Mattos
2:700$; caes da Allnele;;.. :200jJ rs.
A direceo esperando algum mclhora-
mento da vre concurrencia, aceita loda
e qualquer proposta. Escriptoro da
companhia, T de maio de IS7.O se-
cretario, Guilherme Augusto lodrigues
Setle.
CONSELHO ADMlflISTRATIl O.
Oconsclho administrativo para forneci-
mento do arsenal de guerra teiu de comprar
os objectos seguinte :
Para a obra do hospital rfgimental.
Cal preta, alqueires 200 ; dita branca al-
queires25; canoas de area 10 ; ojleo de li-
nhaca, gales4; er, arrobas 3 ; secante,
libras 3 ; travs de quilidade, com 28 pal-
mos de compriment'1, e palmo de l.ce 6.
Presidio de Fernando.
Ornamentos completos,seido, veililo, bran-
co, erouxo 4.
4.- batalho de artilharia a p .
Brim hranco liso para calsas, v; ras 500 ;
algodaozinho para camisas, varas U0 ; pan-
no preto para polainas, covados 50 hollanda
para forro, covados 25 ; sapaios, p ires 300 ;
esteiras 200 ; botoes prelos de ossi, duzias
tH7; ditos brancas grandes do diu dazias
134; ditos blancos pequeos uuzias 67.
9.- batalho de infantaria.
Bonetes 35; grvalas 35; sspati s, pares
800; mantas 35; esteiras 400; riip branco
liso para caigas, varas 1088; algoaozinho
para camisas, varas 1000, panno peto para
polainas, covados 100; hollanda pata forro,
covados 59 ; botoes blancos grandes da usso,
duzias 290 ; ditos ditos pequeos, d las 157 ;
ditos prelos de osso,-lilas 334; livio de 100
roldas do paael pautado 1.
10.- baia I uo de infantaria.]
Brim branco liso para caigas, varas 480 ;
algodaozinho para camisas varas, 480; pan-
no preto para polainas, covados 48d hollan-
da para forro, covados 24; sapatosi, pares,
192; esleirs 192 ; boles brancos [grandes
de OSSO, duzias 138; ditos dilos pequeos,
de oss, duzias 64 ; ditos prelos de daso, du-
zias 160 ; pa,el aimaeo, resmas 6 penna
O rini orpbSos, lem de levar a hasla publica en a fala ele
sua- lestSe no dil 3 do corrale, aj reuilas da* ca-
sa, do mesmo patrimonio, que earau por arrema-
lar em a praca ile 2!l do panado, e linn as'iin mata
oalra parle das menciona las casas abaiio declaradas,
por lempo deum anno,que(m de deeorrer de I de
julho prximo rolara a 30 .le anlio do ISSS.segoado
o que di-po-m os urts. 2Se 29 do regulsmenlo em \
vigora labor :
1 Recite >.
38N. 18 dita larrea, i lem da Madre de Heos rcis
M 99100.
29N. 16 dita dita, idem dem W -.
30N. Is dita do ous aunares,idem dos Torres res
268700.
.">">N. 21 dita lerrca.idtm do .\inorim.llo#IIO.
66N. 1-2 din dia. iiIpto iia Cacimba 39^820.
68N. na dita, niem Mus Bura-u 843920.
68"1. diu dita, Mein Idom 763120.
71S. 22 diu de irts iadare>,idem do Vicario reis
616/110.
72N. 27 dil ile deni andaras.idem idem OSlIO.
7:1X. 23 diia de Ires andaros, idem dem 903/6.0.
74N. 7 dila lerrea.idem do Eneanlameiito86|020.
75N. 19 nila dila, dem idem 868020.
76 N. II dila de daos odarea.idam dem 6063430.
77N. 13 dila dila, Idem idem551$210.
7SN.136 dila de dous andan-s,idem da Soozala-
Velha ljl 10.
7(1X.13* ou dila, idom idem 3523220.
SOX. 132 dila dila, idem idem 3089220.
81N. Ilidita Ierre, idem idem 1323110.
S2N. IS dila dila. iJem idem 1583510.
83N. 25 dita dila, dem da Hua 1323110.
Si X. 27 'tila dila, idem i lem 1103220.
85N. 30 dila de Ires andares,idem do Trapiche reis
1(83290.
86X.15 dila de daos andares.idem da l.imjoeta reis
4123860.
Os licitantes hajam de rop>parcccr com os seu
fiadores em a sala 'las sessoes do mesmo coosellio as
11 horas da manlia do mi-ncionado da.
.Secretaria do roneitin administrativo do patrimo-
nio do orpMkM 3 de junho de 1837,O srcrelario,
Manoel .Vnlonio Viecat,
Pela delecacia de polica do termo de lioianna
se fas publico, que foi preso e se aclia rcculhido
ct ei?, um preto l'usi'lu de nome Antonio, crioulo,
ollirial de marcineiro, que di/, pericncer a um Sr.
Guerra, morador na ci lade do Itecife, no becco da
Lingaela : quem ie jalan* com direilo ao me>mi>,
comparece na mems delecacia com seus titules que
lile-era'enlrecue. Cidade de (iorhnna, |. dejuidio
de 1857. Ojoii municipal e delegado oe poli-
ca,
(iaetano Fstelila Cavalcanli Persea.
PROV
de ganso 4u0 ; caivetes 2 ; tiula prita para
escrever, gai raas 6 ; lapes 72; are a preta,
libras 6; cartas de a, b, c, exempl ires 20,
laboadas, exempiares 20; exemplires de
grammalica portugueza, por onleii; com-
pendios de anlhinoiica 6 ; traslados lo; pau-
tas 6.
Companhia fixa de cavallaria.
Brim branco pata calcas varas 13J
doziiino para camisas, varas 150;
A arremaiiglo serV"fena na forma da lei pares 6U c'^"as 60 ; botoes branca1
O Sr. thesoureiro das loteras
fazer publico, que se acham
pavimento terreo da casa da
roa 11. li, bilucles, meios*
piimeira parle da primeii
Ordem Terceira
Olinda, das 9 horas
noite, cujas rodas
junho.
Thesouraria das loteras, 50 de maio de
1857Jos Januaro Alves <:i Haia, es-
criviio das loteras. I
mandi
a venda, do
ra da Aui
tiuai los. da;
a lotera da
San-Francisco de]
da manliSa a's S da
indam no dia (i de
A mesa regedorada rmandade do San-
tissimo Sacramento, da l'regiieza de San-
Frei l'edro (ionrnves do Kecile, convida
a lodos osseus irmaos, para lerem a bon-
daile de < ompai 1 cer precisamente no res-
pectivo consistorio, em 7 do corrente ju-
nl'O, 11 s II horas da mnnliiia, alim de se
'' proceder a eleieao i\i nova mesa, ipie lem
deregera rctenda rmandade, no prxi-
mo anuo, a decoirer ile 1857a IS.jS.
?5 No cousullorio do fillecido Dr. Paula -.
Ramojo f'.\i-i'in diverso-i ni*'t1ic;it:'?iilo!<
". livinopalhcot linl ms loboi fldro e
^Iubulu4 inertes, linio se vende poi muilo
menos de seo valar, pan HqutdacSo: os
prelendenlee dirijanvte k raa do Encan-
ta esquina rio beceu a
ovo h.tcl Ma-P^ra as senh -
ra
enstt
1.1 A ,)'.) SOL, CASA N. 11.
Este sumptuoso esl ibeleciment oHe-
rece tod.is ;is ci mmndd (des precisas uoj
r-g (! bom ^osto.
Vendem-so ricos estofM para castora Se
senhors, 1 el baratissiao i n
3;60We > o cada un, caiiiolia- nraitori-
CS : ; ai joias a noo, lis'
' le iodos m 1 <
a I-, 1;50OQ2/cada urna, ditas para arfiaa
mull! -. iO I (I s a S 1 ', 1/e : -3:KJ, Ir.
Sis. viajantes iiue ..I!: aportarem, uo so peso piu i lo linas para lattyrioUra 100 rs
elo asseo e promplidao d ". s 'rvir;,
como pelo mdico estipeu lo de sua lios-
lamente, sobrado
Cacimba.
v.:
o
m
WVrtwn .,-.. .tf. .^' *'0 ... .. -.. ...
Na ni 1 da Cruz, deposito de loes,
In. 17, ha um grande soitmenlo de do-
ces de caldas e seceos, de lod.is as qual-i
dades de Inicias, e se afianca as iiualida-
des aos senliores que <|uizerem fazer o fa-
vor de comprar nesla casa, c igualmen-
te um grande sortmento de charutos de
todas as riualidadas, dos melhores fabri-
cantes da provincia da Babia, e exceden-
tes ananazes abacacliis, laraiiias de 11111-
Nossa Senh-ca i*o Bom Conselho, erecta nolbigo, e todas as mais fruetas uueossenlio-
canvento de Santo Antonm dsta cidade,
visa a todos os irmaos e mais pessoas, que
pedagem, tornanco-s<
sa s recommenddvt I.
Advoo-
(i bacharel Ins
;>or I il lo:ma as-
ila
, iiias ps .1 bon ai .1 :''. 14-" 1 K I
' 5-i siolias coro superiores gran
!';-s J '' MI rs., 1 :'' qoin 1 i 1
" nc< /"- .1 W (do .
120 rs.,iii.n sde ca teta t 'jardas, de
! 1 : *0r*. o car eW.diU* -
100 jardas ^o mesma autor a o r-
Vendem-se superiores queijos Osmengos,
os mais novos (uc Ih no meicado a 19440 :
na ra Dirrita n. 8.
C.omprarr.-se p'taces
hespanhoes a 29020 : na ra
Recita, loja de cambio n. 38.
A mesa a'minisl.i-ati/a da irmandr.de de
brasileiros e
da CaJeia do
-.. ^.^- ^ i.',"u., it.u.w ma, para r.iarrar. ni-
pelos diversos tnbun es o re arl;0es pu- ca nadas c azu -s a to, 1 icos botow .1- ,
blicas. as cartas que Ihe forera andereca- decores para ves Jos roopinlwsd
das orypm ,r, ... sua ausencia, aosiSrs. U- Das a 800e 1/ rs a dazia, ricos agulhe.-.s
ve=, Filho & companhia, com loj* de ferra- de ossj e de marftm a 240 e 800 r< dedae,
5!2! "" mTm'' r,"a e "" ?8 Prop?0** de osso muito bonitos e cada um em sua
SABBADO li l)( COKKENTE.
Tereeia recita da asslguatnra.
Depois que a orrlieslra liver desempnln1o orna
de sua* ouvarluras. sobir a -cen pela primara vez
ne-ic thealro a comedia ori^iu 1 em actos inti-
tulada
iS 1I9US IllSBOS.
ConiposirAo do Sr. A. Ceof 'lo Lirerda, o dedi-
eada aoartisia GERMANO PKA.iCISGO OE OLI-
VEIKA qu-iiido esleve fin Llflboif onde (< re(>r-
inifrt 1,1 no Iheatro i Uymoano, merecendo n,ui(o-
applau*ns, n.io 6 ii**se In^-ir comu nt> Kiii de Ja-
neiro que acra Ion caiiipl-'Uair'nle.
Pinaliura o *"siiecacult a comedia em om acto
pela pniiKir-i ve repres iitadd.
O QUE SK NAO" PODE HA.VEB DASE
AO MARO PELO AMOR DE DOS.
Competirn de um artista dramtico, que por cer-
to mudo agradar.
Os bilh-lps Acide ja e acham a venda
lorio de llualro a quappier hora.
Principiar as S lloras.
no escrip-
provincial n. 34:t do 15 de maio da 1854, e
sob as condices s^eciaes abaiito cofia-
dss.
, as pessoas que sejpropojerom a esta ar-
maiacjo comparecam na sala das sesses
da mesma juu.a, no dia cima declarado,
pelo meio dia, competentemente habilita-
dos.
I para constar se mandou allixar o pre-
sente e publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de
Pernambuco 3 de maio de 1857.O secreta-
rio, Antonio Ferreira da AnuuuciacSo.
Clausulas rspaciacs para a arrematacao.
1." A conclusao do raio do sul da casa de
detenrjSo, consiste as obras dispostas no
orcamento.no valor de 66:0059720 rs.
2. As obras serao comeadas dentro de
um mez, depois da assigna'.ura do termo de
arrematacao, e concluida no prazo de um
anno.
i.' O arrematante na execue.no dos traba-
Ihos guiar-se ha pelo que se acha feito no
raio do norte, e observara em tudo as pres-
cripeosdo engenheiro que mspecionar a o-
bra.
4. Os mestres empregadns na obra, serao
da approvocao do Mesmo engenheiro.
5.a O arre m a tule sera obngado a receber
pelos precos do OFcamento, todo o material
existente nos depsitos da obra, descontan-
do-ge o seu valor Ja importancia da primei-
ra preslav'io.
6.a A importancia da obra ser devidida
em qualro pre.ilaces iguaes, realisadas as
pocas estabelecidas no arl. 29 da lei n. 286
7." Tuto o mais que se nSo achar aqui dis-
posto, sera regulado seguudo as isposicOes
da citada lei. Conforme, o secretario A. F.
da Annunciagao.
O lllm. Sr. inspeclor da thesouraria da
fazenda dcsta provincia manda fazer publico
para conhe.cimeiilo de quem inleressar pos-
s, qne as notas de 50O00 da segunda es-
tamua (encarnadasi sao substituidas por va-
lor igual at o ultimo de junho prximo fu-
turo ; e que do 1. de julho seguinte- em
diante comer;arao a sofirir o descont de 10
por cento em cada mez, at licareni sem va-
lor algum. Secretaria da thesouraria de Per-
nambuco 22 de maio de 185?. O ollicial
maior, Emilio Xavier Soixeira de Mello.
- O lllm. Sr. contador da thesouraria
provincial, servindo de inspector da mesma
thesouraria, em cumprimonio da ordem do
Exm. Sr. presidente da provincia de 23 uo
corrente, manda fazer publico que no dia 8
de junho prximo vindouro, peranlc a junta
da fazenda, se ha de arrematar a quem por
meuos lizer a obra do eriipedramculo do a-
lerro dos Afogados, avhalo em 36:960,? rs.
A arrematacao ser taita na forma da lei
provincial n. 343,j de 15 de ni io de 1854, e
sob as clausulas espeeiaes abaixo copiadas.
As pessoas que se propozerem a esta ar-
rematarlo comparecam na sala das sesses
da mesma junta, no dia cima declarado,
pelo meio da, competentemente habilitado.
E para constar se mandou allixar o presen-
te, e publicar pelo Diario.
Seccetaria da thesouraria provincial de
Pernambuco 2 de 1857.O secretario, A.
F. da Aiiiiuncu '.o.
Clausulas espeeiaes cara a arrematacao.
1. A obra do empedramcnio do aterro dos
Afogados, far-se-ha de conformidade com o
orcainento approvado pela directo-ia em
conselho, e apresenlido a approvacio do
Exm. Sr. presidente da provincia, a im-
portancia de 36:9607 rs.
2 a O arremtame principiar as obras no
prazo de um mez, eoscouciair no de 14
rr.ezes, ambos contados pela forma do art
31 da lei n. 286.
i. O pagamento realisar-m-ba om quatro
piestaques iguaes, cujas tres primeiras, cor-
respondeiSo aos tres tercos da obra, e a ul-
tima licar para a entrega definitiva.
4.J Para tU'io o que nao se acha previsto
pesdeosso, du/.ias40; ditos pi'iuoi
a O.
algo-
iapatos|
s grau-
oa, du-*l
3 :

Companhia do arlifices.
Brim branco liso pata frdelas, varas 625;
algodSozinlio para camisas, varas 313 ; pan-
no preto para polainas, cavados 31 ; hollan-
da para forro, covados 16; sapalos, pares
1u4; esteiras 123; botos bra.icos grandes
de osso, duzias 167; ditos ditos pinju nos
de osso, du/.ias 125 ; botoes prelos 'de osso,
duzias 105.
Delegacia do corpo de saude.
Livro em branco paulado de 200 folhas I.
Arsenal de guerra.
Livro da 150 folhas I.
Quem quizer vender, aprsente as suas
propostas em carta fechada na secretaria do
conselho, as 10 horas do dia 4 de junho pr-
ximo vindouro.
Sala das sesses do conselho administrati-
vo para fornecimento do arsenal de guerra,
27 de maio de 1857.Manoel Ignacio Rucio,
presidente interino.bernardo Pereira do
Carmo Jnior, vogal e secretario.
CONSELHO ADMINISTRATIVO.
O conselho administrativo tem de comprar
0 seguinte :
Para o 4.- batalbo de artilharia.
Livros em branco, com 200 folhas 2
Servico da capilla do hospital regimenlal.
Alvas2; amitos 2; brandoestS; bolsas
grandes para cubrir o calix, sendo una bran-
ca e encarnada, e outra rxa e verde 2 ; ca-
sulas com suas estolas e manpulos, sendo
urna branca e encarnada, e outra rxa c ver-
de 2 ; ngulos 2; corporaes 4 ; calix de
pinta 1 ; coiher de prata 1 ; caslirjaes de
msdeira pintadas de branco 12 ; caixa de
prata para Santoe leos 1; comn.oda grande
para guardar osobjeclos da capella 1 ; estan-
te para o missal 1 ; estola p-quena de vel-
ludo preto 1 ; galnelas de vidro com pratos
4; lampada pequea I ; lavatorio de fu I ha
com bacia I ; missal 1 ; opas de case.aira
encarnada 8; palena de prata I ; pedia d'ara
1 ; pala de brim 1 ; roquetes 2 ; sangui-
nhos6;J sacrario com chaves de '.raa 1 ;
toalhas do altar:!; ditas para lavatorio 4 ;
veo branco 1 ; dito encamad') 1 ; dito roso,
1 ; dito verde 1 ; velas de libra 12; sacras
do altar 3 ; lanteruis 2 ; umbeila I.
Botica do hospital regimentjl.
Seringas de metal, de capacida ie de 4 on-
c,8s para ajeccOesC
Kscripturac/10 das ollicinas do arsenal de
guerra.
Livros de talffo impresso p ra guias Jas of-
ficinas conlendo 15) folhas cada um 5; di-
tos de dito impress >s para osped'dos, de 150
folhas cada um 5 ; ditos em branco Je papel
grande paulado e de 50 folhas, para a recei-
la o despeza 5 ; dit > cm brinco oblongo, de
papel grande c de 30 folhas, para os balan-
eos mensaes 1 ; ditos do Uiao interesaos, de
200 fo has cada um, para os bilhetes de des-
tribui(;^o dos arligos a costurar 5 : ditos de
dito impressos de 200 folhas cada um, para
os bilbetes de pagamento dos artigos costu-
rados, conforme aos que ora se.rvem 5
Quem quizer vender aprsenle as suas pro
postas cm carta fechada, na secretaria do
conselho as 10 horas dj dia 10 do corrente
mez.
Sala das scssScs do conselho administra-
tivo para fornecimento do arsenal de guerra
2 dejunao de 1857Manoel Ignacio ISricio,
presidente Interino. Bernardo Pereira do
Carmo Jnior, vogal e secretario.
Pela recehedoria de rendas internas
geraes, se faz publico que he este o ultimo
mez, cm que tem lugar o pagunento sem
multa, do segundo semestre do exsrcicin de
1856 a 1857, dos impostos seguimos deci-
ma adicional do man mora, imposto so-
bre loj.is, casas de descpntos etc., dito so-
bre cas s de movis, rauca ele fabricados
em paiz estrangeiro, findo o qaal sera co-
brado com a multa de 3 0m-
Rccebcdoria de Pernambuco 2 de junho
---Para Lisboa, sabe em poucos das o
brigue portuguoz Relmpago, para o reslo
di carga e passageiros, para o que tem ex-
cellentes commodos ; trata-se com os con-
signatarios rhomaz de guio Fonaeca &
Filho, na ra do Vigario n. i, primeiro an-
dar, ou com o capilo na prar;a.
Bora o Rio Jo Janeiro abe co-fr
minia brevidade a barca Kecife, e te'
maior parle de sen carregamento promp-
to : para o restante e passageiros trata-se
com .Manoel Francisco da Silva Cari-ico,
na na do CollegioD lo, 011 com ocapi-
tao Manoel Jos Kiheiro, abordo.
CEARA' ACaR .CU'.
Segu^ at o dia 12 do cor-ente o patacho
EmulicSo : par; carga e passageiros, trata-
s com o capitao a bordo, ou no escriptorio
de Manoel Goocalves da Silva.
Para Lisboa, com toda a brevidade,
cor ter grao le parle da carga promota, a
bem conheci .'a barca portugueza Maria Jos
quem quizer carrega-, ou ir de oassagem,
para o que tem milito bons commodos ; di-
rija-se aos seus consignatarios F.ancisco Sc-
veriano Ra bello c l'il.io.
domingo, 7 do cor cute, lera comeco a mis-
sa, que na conformidad do co npiomisso
devo ter lugar todos es domingos c dias
santos, sondo cantada a priraeira.
(i preposto do agente Oliveira faralei-
lao, por conta e risso de quem pertencer, de
2 toneis de azeite de esperncele, 7 caixas
grandes com fumo americano, 1 barril do
verniz e 10 barris de carne salgada, vm los
ltimamente do Rio Grao Ij do .Norte no va-
por Iguarassu': segunda-feira, 8do corra-
te, as 10 horas da manhSa, no armazem da
Companhia Peroambucana, no Forte do Mat-
tos, defronte do chafatiz.
Sabio a luz 1 Hesperia or Commcr-
cialdo.Norte. o redactor, o bacharel forma-
do Joo de Barros i'a leo de Alhuquerque
MaranhSo, es ;era de todos os seus benignos
asignantes, que avista do recibo impresso
e assignado satisfarn prom.itainente o pri-
meiro trimestre, alim de Fazer lace as enor-
mes despezas do referido Diario.
A typograohia eslabelecida na ra do
l'asseio Publico n. ,10, precisa de alguns
compositores habis para a publicac3o do
Diario e obras avulsas.
Quem quizer ser cobrador dasassig-
naluras do Diario denominaJo--0 Desperta-
dor Commercial do Norte,--dando lianga
idnea, que se responsabilise como princi-
pal pagador, lera do lucro dez por canta,
dando conta diariamente as 6 horas da tar-
de, lucro este consideravel, nois queja exis-
tem mil assignantes, e es jera o redactor
que esse numero duplicara em pouco lem-
po : dirija-se a retanda typograpbia.
PeJe-se asenhora que veio no dia ter-
ca-feira, 2 do crenle mez, para se alugar,
na praca do Corpo Santo n. 17. appareca na
dita casa.
Campos $ Lima deciaram ao lllm. Sr.
inspector das rendas internas, que cm suas
lojiS ns 1 e 12 nao s". ve.dem mais camisas
taitas desde o 1. do corrente mez, nico ob-
jccto.por que foram coletados.
--- :'recisa-se de u:n amassador na pa-
daria da ra da Florentina n. 3: a tratar na
mesma, ou na ru 1 estreila io Rosario n. 2 A
Arr;:: le leite.
Precisa se do uma ama (ue tenba born
leite, forra ou c-.ptiva: po aterro d Boa-
Vista, loja de b Ih les n. 56.
Precisa-se de um pequeo at 16 an-
nos de ida le, para cais -ir. de taberna : no
pateo da Sania Cruz n. 70
Oscredores do Sr. Josc iiits da Suva
resquizerem tazer eiicommcudas, promp-j
lamente serao mandadas vir para o dia e
hora marcados, e acondicionadas de qual-
quer maoeira,i vontade dos mesma pes-
soas.
-'' r :'. -: :' '"'- ';''':'':
:.J 0 Dr. Kiheiro, medico, de vol- ?,'}
\,'i lade sua viagema' Europa, con-
v.j luiiia a residir na incsina casa d.i
.3 rua (la Cruz n. IH, onde pode ser
- procurado a qualquer hora.

*"A
O
''3'cS .'.-..:;.i:|> O .:- .y..:\,:- -.,. i
Xegociam-se tres letras, aceitas pelo
reverendo padre Ambrozio Rodrigues
Machado e Silva, morador antigamenle
na cid ule de Giuann.i. e boje 110 serto,
as quaes estao vencidas, c urna deil.isj.i"
em gra o de evecuciio, importando em
ex. 7:600$000: no aterro.da Boa-Vista
11. lio, primeiro andar.
v!K. : .y.y.X'};>:;?,:.:>..::::;:- v 3
. ; llfrunle da malri/. ra Bna-VUla n. Nli, .
amola-se toda a qaalidada da abra de cur- '-'.
le, asim comu liinpam-se ferros de tirar- rx*
ma de ma a (uali lade e botam-ia ouvidos '
em BlpiDgarrtas : na mesma venilem-*e e *
lu?ain-se bichan, a**im como mandam-se '**
:.* appliear a qualquer hora. Sj?
:-y.;.:;:;:}'}:; OQ&&99&&
ATTENCAO.
Pede.ce ao autor do coiniiiunicado publicado no
Liberal PeTHtimbucano de 2 do frrenle, que man-
de publicar Uinhem pelo me-ino a e'criplora de
liypotheea celebrada 1109 nota du labelliSo Salles,
aos 2 do joiitio di; 1852, mencionada no menino
coininuiiu-alo, alim da que o rmpeitavel pu'ul.co
possa conliccer se he verdade o ipie o com'nuiiican-
le dia a respeilo do Sr. coinmendador Jos Pires
Ferreira, pun dbam que dila bypotbeca foi para
garantir o empraitiniu p>ruin anuo de 3:0003 com
o premio i!.* !>/.<* piircfutn ao auno, e que preaz a
quaniia de 3:3000, que futra o Sr. commendador
Bliat Bap(i gatlo Cesar Naboeo do Araujo, e no ao Sr. coin-
mpinlador Jm pires Ferreira, como diz o mesmo
cODinoaicanto.
D'/cm lamliem, que dm vatiatOw procadida
nos baos dueaial do falleci 10 senador Jos (i.ros,
nc anno de IS 1 [e respselivo invenlario, nio consta que as caas da
roa do Hospicio ni. I e 3, liveuem cada urna s?u
poriao, ipi done (aliida para o lerreno que do
allomo inventario conMa ler tocado em parldlia a
vii-.. .1,, metrno leador Jos Cari emsua neia-
(ao, apeaar d (joo o nr. henaaor Dinlan all .....e
1 ano om om requeiin.....i., ^...... :j 1,.
pnrISo que diva >hidl parajaqoelle Ierrene
mala a 20 liiino. | :
.Mrrn de n'-ta constar do respectivo inventario.
como lira '!'i.. a existencia de semelhaetes p-trlSe*
naquellaa casas da rua do Hospicio, pareee-DM
qup. anda quimlo eiislinem, nlo ora permlltido
Clianisr-sa a ato em joizoservida", visto como
esta ''> Sp poda dar entre os predios e lerreno do
mesmo senhor e poaiuidor, o fallecido senador Josc
offa-se
DUC
1
V,
na.
, coinmundanle
Antonio Silveira Maciel Jnior, acha-se
11 carga para os portos do norte, para
onde saliiiu' no dia 7 do corrente, rece-
bendocarga ale o da .">, a's ."> horas da
taide : a carga que nao fbr levada a bor-
do sera' depositada no trapiche do al-
godao.
:i Sr, J'151' mis ua ti.va 1
podem rocoln-r o dividendo qdn mes toen do'""
nqnidaoflu da rkiasa, entregando o* respec-
tivos ttulos, no escriptorio. de Rotoe & Bi-
doulac, ruado .' aa.ciie n. 12.
Pela subdelegacia Uti.s. los'do !>o
se faz publico, que foram apprehen hdns os
prelos Lourenco e Themoteo por fugi los ;
este diz ser escravo de Francisco brasiteiro
de Albuquerque, e aqoelledoengenhoMas-
sangana : seus legtimos genbores, provan-
do o dominio que nellcs tem, Ibes serao!
entregues. Sub ele^acin de S. Jos do P.e i
ciic 3 de junho de I8S7.0 subdelegado,
tiuardo Frederico Banks.
Vendo s-5 una mulata moca, somvi-l
ci, comalgumas habilidades : na rua dos I
Uartyrios n. 32.
- io poder do aliaixo assignado, desnp-
pareceram o^ cscravos Miguel, crioulo, ida-
de 30a 31 anuos poueo mais ou menos, com
os signaos soguinles : alto, bom corpo, cor
bem preta, olhos pequeos e aperlados, he
bastante gago, de forma que quando falla,
anida mais aperta os olhos ; e Manoella, cii-
Oula, daie 3"> a 36 annos pouco mais ou
menos, boa altura, cor lula, ou taioca, ps
bem fetos, e lem a falla um tamo descan-
sada; sendo o primeiro pcrtencenle a sua
mai a Sra. D. Maria do Espirito Santo Gam-
pello ; e o segundo, a seu lio o linado Feli-
ci.inno de Barros Reg e Araujo ; e porque
consta ao mesmo ab iso assiguado, que al-
guem que in levidamente os occuitou e con-
servou em seu poder, os tenba vendido; o
anonadante vem por wio meio protestar
contra quem os tenha comprado, que pelos
meios competente, son constrangido a fa-
zer entrega delles. e a restituir os dias de
servico. Engenho Dourado, na rregnezia de
Ipojiiea 30 de maio de 1837. Feliciano do
llego Barros e Araujo.
Da-se urnas luvas, por uma casi ter- \ O hoMJ ,la
rea, com quintal e cacimba, en slgu.n dos
bairros destacidade,ou sitio perto ia p.aca :
n roa da benzala Velha n 70. terc?iro an-
dar, sendo em lugar de negocio, e bera-mar.
Precisa-se do um rapaz portoguez que
tenha ou nao pratica, pan ioja de miuia-
-tas : na rua iiircila n. 83.
a quem descobrir uma trouxa de roupa la-
vi la que desencaminnou-ae do porto das
canoas da ponte da lioa-Visla, a qual se jul-
a ter s Jo entregue em ama casa or enga-
o, sendo a maior parte dclla de escravos :
pede-se, porlanlo, a quem a liver, a mandar
levar rua nova n. 38, loja, ou annunciar
para se procurar.
O ahaiX'i assignado, por parle da com-
rnissao liquidataria da couipaiiina de Pesca-
ras Lisbonense, faz publico que de confor-
midade co:n a rosoluefio tomada em suaas-
sembla geral, se proceder a venda em lei-
bio publico, na praca de Lisboa, detoduSOS
navios da referida companhia ; o como bre-
vemente tem de c.legar a este porlo o bri-
gue denominado Pescador, perlenccnle a
mesma, avisa-sea tolas as pessoas interes-
as las na compra de laes navios, para que o
examinen!, podendo dirigir ao abuixo assig-
ado. no seu escriptorio, rua da Cadeia jo
P.ecife : o supradito leilo lera lugar logo
que o mencionado brigue, regiesar nesia
viagem. Por Francisco Gomes de Olivei.a,
Joao da Cruz Macedo.
me,lV'.?h,!,!vU:!''- -odwticor e largor, UneiotmeasA
_ O abaivi assignado faz scient a quem estrellas e j 1 1 tas cores bicos -mt 1 I-
convier. que na quali Jade de testamenfiro nusde i,.,!,o e de vars rTas
do hnado Uanoel Moreira da Silva, que ten- .berto de Knho, loucasde i ." "a'cr
lie-Ido";:'' nrr'iZPc. '"f*"" ?*am> peot':s Ue tr':v,-SSil 1"r- """i meoi
iiiiao, e por ISSO roga a todas as .1 ssoas oue
co
la
li-
ta
maze
imado linha sociedad", queirsm quanto an-
tes pagar seus dbitos ao fcr. Jos Jbaquim
Mu mis, pessoa habilitad! 'ara este lm. poi
sor socio do mesmo, e como tal liquidalario
da exmela linr 1 : esla declaracao se fa/. p;.-
1.1 livrar de futuras du-i as. Ilecil'e 27 de
uni de 1857.Jos Joaquim da Costa Main.
- Precisa-se de ijii feitor pata sitio :
no sobra -.o da rua da Cloiia n. 7.
n. :;>
-: ;
%
IQ
'->
Q
Oabaiio assignado faz setenta, por .meio
-/ dpsi Diario, so le-ppitavel puiro, e em
v. particular a todas iqnollai peesoaa rom B
;r qin'in (em li.lo Iransarcdes de letras ecun- \-t
"* las de lois as especies, tanta nesla praca 2
'. rom,, fora dell', bem como coligas ou mu i,r
.* J deriiat, que elle de presenta nada deve ale *i
b. esia dala, por eslareni loda pagas e salda- f
if da-, 110 eldanlo se alguci.i s- jular sen <3>
;j credor pur qaalquer Ululo, o qoe ella nao &$
ja ada cnvel, queira apresaota-lu o mais Ur- g
g dar naslos 30 dias, para ser piiuo inconli- ^
v.- nenie, n^\ casa de sua residencia, em Santo C'a
.3 Amaro, porquauto, para que nao appare ^JJ
-i 5,al duvidas para o Caloro, lie que se faz o ;
W preaente annooclo, para que mn^uem te *,
?l3 e''ame a ignorancia, e nem receber quanlia j
;-; alcama que fot ped
J pois desle prazo.
da ao aiiirii.' lautc de- 1

W Kecife 2 de junho de 1857.
;J Jos GoHfaltet Ferreira Coala.
QO-y'.y.'sOO:> ;: :-....,:.:;
1.1 a cliesado nu armazian do Sol di Boa Vista,
vndasili seitAo, daasescravas oioeaa para vender-se
Precisa-e alocar uma csa na Bja Vista es-
querda do alerro, cojo alui;uel nio axceJa de 108 a
Ha : quem liver anuoncie por este Diario para
ser procurado.
Eiisino n 1 ticuar.
Mi-noel Csssiacno de dv-ira Ledo, deu
principio a um curso particular di eomei-
trla, a continua receber alunos: aucm
q lizer frequsntar; dirija-sc a sua casa, das
,9 as 10 horas .ia manhSa, na rua ua Penia
n. t>,sigiindo andar.
abair.o iiasignnii c.mi ostabaleci-
menlo na rua las Iruzes n. -J'>, faz publico a
tu las fquell s .ssoas q.c lem peuhores em
ven le
juros
o, vene: los a ha mezes, de os virt1-
' i : do :,.) das, uo contrario os
a p..ra seu pagacienlo, do proprio e
'li-clrw I.- U"; JUUbv Jo :,7. cr
uardino Jos LeilSo.
r Diogo ilenrique Wyatt, rctira-se para
a F.uroja.
; Furia rara do sitio do Co"luo, na rra-
Jrugada de honlem, dous cavalios de estri-
baria.lcom os signaes segui.iies : um ruco,
anda um r-ouco rolado, glandes e ds boas
carnes, e lem as dinas e caula grandes e
crespas.he corcvalo daa pernas,tem as mo-
ohecis das mSos alguma cousa urossas
jonla.e deiladas, anda baixo a meio, tr^v ida
ho bonita figura, e doe-se J;;s maos quan lo
aa Ja em pedias, que o faz manquejar, tem
as o !,i -. regulares e cabeQa.idade 8 anuos
poucq mais ou menos, tenio alguns denles
pouco quebrados; o outro alazn rusilio.pe-
queno, cab.ca pequea c orelh.s.clinas e
ciuda grandes coupridas e brancas, pus e
rulosbem arregazados de branco, e o foci-
.iiiu branco lie.., ardigoe nnciiao.e bom paa-
seiro, tem de idmij 8 anuos pouco msisou
menos : 1 pessoa qu u^lies souuer, e levar
ao abaixo assignado, sea gneros,.ment re-
compfensado. 11 cifel. de junho de 1857.li
Luiz Antonio Aunes Jaooine. ^f\tfur^ng
FURTO.
Precisa-se lie um bom ruado para <>
ervleoi lernoi a es'.rangeira : ua
praca o Corpa Santo n. 13.
Pede-seao Sr. Custodio Josc Rtarfcajsja,
natural da villa de toa es, c:n : arta I, -
seus berdeiros, o obsequio .lirigir-se a raa
do Crespo, loja u. ,. negocio de cu mu-
resse.
Pelo prximo paquel- liai.,biii_- .
saCa-se sobre a prar;j uo Porto q
quanlia, a vista ou a pnco : no escripton-i
de Tiiomaz de Paiia, rua do TraetetM n. V
Na noite lio dia 21 do mei correle Uc
maio, fugirsm do BAgaabo Cacooeira, co-
marca da cidade de Coina, os 4 escravos
seguintes: Fe, ix, cabra, que representa ter
a idade, pouco mais 011 menos, de 28 annos,
tem os cabellos um Unto sollos, he de .-llu-
ra e cor.10 regulares, prosista, sem barba, c
tem de ditas a tres cicatrizas na regiio dor-
sal e sobre as costellas, praca i -nles de la-
cadas que sotfrcu ha bastantes annos, roas
que ainda estao minio visiveis por se:- ir
grandes; levou camisa o c?roula doalgo-
dozinho azul trancado, e outra camisa ja
usada de madapol3o; foi escravo de Antonio
da Costa Alec-im. tic natural de Itabaiana,
e suppOc-se, por ser elle fojle, que lora sig-
naes do acoii'snas na legas. Joo, pretn,
crioulo, de apura e coi'po regulares, bem
barbado, consorva meias snissas, lem an lar
banzeiro, um pouco corcovad'!, r-'prrs nti
ser maior de ",) aunas, foi b 1 piuros -' .
comprado a Jos (ktclho Serro, trama 1
lias costas bastantes cicatrizcs fde cliir
te-a o vicio de omliebeJa:-se, he muito con-
vivente, e o vendedor Irouxe-o ds C'..'rn,ina
ijrande, onde, he morador ; iev.)ii cam'-,
ccroula do slgoiozinho asad : oa-
lra camisa usada -Je 111 idapolo>e chapeo de
courj Sebaatiio, preto, crioulo, do boail 1
figura, barbada, alto e cheio do ce
olhos pequeos e vivos, lem ligoaos de I
les, anda vestido de camisa e ero.. ara
de algo !iio de listra e ora de p
usa de cnapco de couro, toa Ma .:-''.'
I.-., foi esi-avo de um t! C<7i!
h 1 natural de llago 1 Grande, ende he mu 1
Conmecido. Vctor, cabra, de ida ;e H M .
pouco ais ou menos, s.'m bar*- bei;u
rosto enmo oil Tordo. < .-lora regalar, eos
90 me llano, ten uma g anic mirra de lo.'-
na rounlioca de urna das 1 ia s, peruas n
tanto arquiadas para dentro ; levou c*>"isa
c ceroula de >.lg'j ISozinho trancado e HH
do, e outro uniforme br, neo. he natural n
Serra do Teixeira, e levou la 1.1 bem 0ba
do massa prelo ja velbo. Os dous primeir. -.
sao actualmente escravos do bacharel o--
mado Josquim Jos Nunesda Cunha Macha-
do, e os dous ltimos sao de um cmha
de nome Cassiano Cavalcanli da Cunha Vas-
concelos : raga-M, porlanlo, aos capif.es
de campo e as autoridades policiaca dos lu-
gares por onde elles passarem, najam de os
man lar capturar e conduzir ao engenho so-
pradito, certo.i da que serao bem recompen-
sados os que se em^regarem as diligencias
necesirias, erealiarem a prisao e enrega
ios mencionados escravos. Presnme-sete-
rem elles seguido para qualquer dos seguin-
ics lugares: Uagoa Grande, C m,n:i i Gfoa-
de, Sena do le:keira o lUbai ma. Kngenhj
, Cocnoeira 25 le maio de 1807.
- ,.-..-..
..-. -_ .. ..-,. ....._ ...
- \.y.''.- -,.' ..'.: -.r -..' --" ..'
;'5 Joo -a Silva Hamos, medico pela um- .
,,a versi'lade de Coimbra, mudoa sua residen '.'
w ca da rua do Csbog* para a roa Nova n. *
. ; ':'-' Mgaoda andar, (obrado do Sr. Dr. Net-
. ;
lo, e ahi cuuliua a r-celi
Leitfto t:.' ari ihi detr ^o.
O aijente Pestaa faca' leilao, poi con-
ta de qui-m pertencer, de urna porcao de
- Antonio da Silva Gu i maraes, avisa a
todas as pessoasque possuem cautelas frac-
cionadas peo annunciante, eque eslejatn
premiadas, que apreseotem para ser pagas
00 prazo dj 3J das, conia ios d.-sta data :
lido o qual prazo, lequerera desoneraco
barricas coni farinha de trigo e' alr-umas1 "a,t"'1esjura,ri., Recifo de junho do ts:,7
caixa, com maltas : q.iinU-feira 4 do|^Bl?^^WGo|grtn.
0 hora
corrente, as 10 horas da manJiSa, na
porta do armazem do Se. Aunes, defron-
te da escadinha.
911 iv
II
AC
nas presentes clausulas, seguir-se-ha o que K5rDe,IO,w
dspOe a respeilo a lei pevincial n. 286, e lje ISj'--<> procurador, Manoel Carnero de
cun especialiade o art. io. Conformo.O ,ouza "cerda.
secretario. A, F. da Auuuuciac.au.
Opgentc Pestaa Ir leil.io de grande
quantida.lc de mobilias de Jacaranda, dita de
amarello.que consiste e'msofas,mesas redon-
das, consolos com pedras, cadeiras, dilas de
haiaiKo. candieiro, candelabro, comino 'as,
aparador, secretaria, a^nareliio depotcel-
lana para cha, r diversas obras de ouro, pra-
ta, assim como relogio da ouro patente, e
mais objectos que se acham patente no Ma-
ri lo armazem : sexta fera 5 do Crvente ao
meio iia em poni, na rua da Cadeia do P.e-
cife n 55.
eilaodequejos
Hoje i, baver leil.io de 60 caixas com es
mais superiores queijos, qu tem viudo a
eslo mercado, -i SPmharcadps hnnt<>m do
brigue Fernn !, as 10 limas da rnaabSa, Je
fronte da porta da alfandega.

1 .
Vende-se ira motoho de ctfe, com tor-
rador, que torra >e um 1 vez ig libras, em
bom estado ; ha tambero um jogo de baga-
tolla usado, quese vende ein conta : quem
pretender, dirija-s juiilo a fundicSo, em S.
Amaro, taberna de Josu-^acinlho do Carva-
Iho.
Procisa-ao alugar uma ama que cozi-
nhe o diaria de uma casa d agradado-|igTt^sa bem : na ruado Amorim
-. i:ia/'' 11 n. 41.
O ahaiso assignado, pelo presente de-
clara, sem effiilo, qualquer procuracSo que
tenba conferido, visto como passa a tratar
pessoalmente de seus negocios. Rerife 2
de junho de 1837.-Jos Itodrigues da Silva
lloclla.
Compra-se om jogo de hagateila cm
bom estado : quem o liver snnuncic.
Precise-si de um caixeiro para taber-
na : na rua da Rod 1 n 48.
Veode-sa urna negra, cotn uma cria: uas
Cinco l'ontas n 132.
das K s lo
."1 A 1 larde, as '' '
''.? pessoas que o queiram consullar. .
- '' \-'\ .'-. '_'. '^vir>. -s -,
-"'-r ,-.-. r .y .}.*. :.r -,,.- ...
Precisa-se de um caixeiro po^uguez,
de idade de 14 a ib anuos : na rua Direita
n. 27. taberna.
Compra-se urr.a casa lenta boa ou um lobra-
dinho de um sndsr no bairro de Sanio Aolunlii:
quem livor anuuiicie para ser procurado,
0 abaixo assignado faz verao publico
que o Sr. bernardo Rodrigu a G. e Costa,
deixoo. dse-caixeiro de sua taberna, mu
em Campa Verde, rea do Socego n., desde 0
I. de junho do corrente anno : e por isso ne-
n maia gerencia mais lem em Jilo eslabele-
cimento. -Antonio Hibeiro Fernandas.
Na ct<: 11. .13, rua .10 l'a Ir Floriano, que
: faz esquina para a travessa dos Acogiiinhos,
furtaram no dia 1 Us junho, u.n annelau
' c ni o peso de :; oitavas, >uro de lei esmal-
ta Jo djeazul, euui pequeo brilnante: ro-
.o'-.-s- aquem for oue ecido, queira appre-1
hendeij, que sera recompens io.
Mrrenda-ss uma casa terrea assobr
da, con mullos commodos, quintal grande
1 e cacimba, com alguuias arvoresde fructo, I
iquanta de j.a mensais, em quanto
' se nSu li/.c: alguns c incertos que precisa
11a l'assagam a Magdalena, entre i duasl
pintes, defronte do si lio o Sr. Ignacio Fi -
mo: a tratar co Bernardino Francisco ue
Azevedd Campos, n rua d.s Trmch
n. 80,
I'recisa-se de urna ama forra ou capti-
va, paralo servic.0 externo da uma casa
! mea ramilla : ,JH ma doLivramento n. 20,
segn .0 bd lar.
- -*
.iLrisociaca
' ''-^ ^V..' ,J..

O Dr. Caelanu Xavier Pereira do ll.iio,
medico, fi acieme *o* seos amigos c uo
puldicu, que mudoo S'.a rasideoci
i
i'-
'. copular de soccorras mutuos. *
II- onicii uo Sr. uireclor, o primen se- .'-
cretaria lalensw sviss aos iscies, jue qoar- -''
j la-fi ir.' :, d 1 corrale nevara snsso eiira- I
aria, leveudo achar-se reunidos as 7
. cor ,4 da m Me.
S nellMalomenle >;.o rozades qotlles .
quese acasaoa Urnas p.ra com arana *
..; socUI, hajam de se (l.'.r fsMaa ecm .1 ase.- 1
. na, >UUSSM oc-l.lulo na itrmiUaque J
M i-oi.l.-ilioiroei sej 111 reUidao.s em das- '-'
.j uo dm 11. .,.....[fiara.
ExuncL Banco de Pe
( .:
immuco.
A direcro do eMincto Ik.:ico 1 -
namhucorucebepropoctaa esa ni a ;.-
diada,at "ni:i i-fcua i- do corrente, na
cai\a (ilial,para venda de Maca
mesmo e\tincto Banco. ;-ci(c I a -
nhode IS")7.O secretario, Joto I-n -
.rasa da Boa-Vista, easa n. 22, qoe foi do ..: ci dr Uedeiros Re ..
lanado u.ia!, p,.r cima da Lauca do Sr. r\ i ... -
Joaqdim Ignacio Ribeiro, nde po lera ser ; r '''> assignado u. :xou de ser ca -
xoiro do sr. Joao Daptisti d is Saataa 1
uo 1.1.1 31 d z isa. ',1
pr.icora lo
noilt.
po lera ser
a quslqucr llora do da 00 ca
Ti
Orde.a terceira ti
mo a: .,.}.
O Mostr dos Novlcos da veneravel ordem
terceira do Carmo desta cidade, convida a
toios os irmaos novicos da mesma ordem,
para co nparecerem na capella de S. Auna da
mesm no dia 7 do corrente, as 9 horas da
rr.anhia, para reunidos deliberar o melhor
mo lo de I slojar-sa a Srr.. s. Auna, paJroei-
ra dos Novicios desta ordem.
ja (Je fuiileiro.
N Precisa-se de dous ol;
iaes de funil sir.
Tress \ fabri: ii.e de
ga.s (>, r lejos, i u
>\>v.s n. 19,
.as
I to
Pela mesa doconsulado provincial se
faz publico, que os 3 dias uteis para o paga-
mento, abocca do cofre, da decima dos pre-
dios urbanos, das freguezias desta cidade, e
llilli: .MI. DO COMMERCIO.
Por esta secretaria se faz publico, que nes-
la dala f,;ra matriculado Manoel Francisco
daShva Carrlco, portii"uez com idade de novaill,'1'l(! rnlormauo, com o none dos
37 anuos, domiciliado nesla e'idade commer-' vapores e nutras embarca. .;s que deman-
dante de mcrcadorias nacionaes eeslran- da,n '"sle Prloi a rs- cada um.
geiras, em grosso trato, ten ;o o seu esc.-ip- I Precisa-se de dous ou tres cont de
Collegio n. 15. 1 reis a premio, dando-se de garanta um so-
troment que ap lareca, e tambni faz nina
nova. Na mesma casa fabrcam-sec isas
para joias de qualquer nalureza, retratos,
Na liviana ns. Ge 8 da praca da Indepen- carteiras homeopathfcas, csiojos, taqueirvs,
dencia h.i para ven ier o rol> ro do thelcgra- etc etc.
aOTEI'.O DO THELEGEAPHO
avisa ao respeilav-il ruhlicn, que concreta
orgSis. e realejos, pa m rchas modernas
deste paiz, concerta s iraptiinas. pianos, cai- ,
xas demu ic acot leOas e qualquer ins- !"c, Pia,,ca ""liU.: na r.ua da
Madre de Lieos n. .10, pn jo an I c.
para L abaihar .ie jornal ou cmpreilada :
rua d* Cruz no 1, cifo 11. 37.
Precisa-so de duas protas para ven ler
po-de-l, e bolos, pagando-se-lhe a venda-
gem doeoslume, sendo com liancadeseus
senbores: a tratar na ruaDireitan 8, sc-
g indo an lar.
Prcciss-sc 1!'. nina ama forra wu cap-
tiva, pan cozin ar, eengommar: paga-se
l^vi ; lia rua Aova 11. 34, ua mesma casa
compra se urna escrava com estas babili 'a-
des.
Ant nio Leite Pereira Bastos, trans -
rio sua resi :ki para a ru:; da Cruz n. 52,
segn lo andar.
Precisa-se de umoflicial de a faial .
...-._ .. -. .^..., *
-r .^-. ..-.. .... -\ji ... .... .... ....... .'
-O afeaixo assignado faz ver ao cooimei -
c; i desu cidade, q w nao s1; responsabilisa
1 mais, pelas compras em seu no lo s-u mano sanoel ioaquim da Silva Ala-
cieira, dbsta data em diante. Kecife t.-de
junhode 1837.Francisco Jos da Silva Ma-
,cieira.
Bernardo (Jomes de Sooza; vai a Por-
tugal.
Precisa-so de um moco portugue : 1
18 a 20 annos de idade, para caixeiro de unta
fabrica da vi las de carnauba, dando Gado a
sua conducta : na rua Direita casa 11. 59,
guei reutypo
No aterro da Boa-Vistan. \, terceiro an-
dar, cont|nua-se a ti.-.'i retrat s com toda ;
Ma mal de In
- tu aoaiXO assignado declaro que dn-
xei de ser caixeirado r. lilas da Caala
Cardeal desde Sfako osee prximo poonto.
Kecife 1. de junho de tx57.
I Hihcirc de Castro
Precisa-se de S aauaaaananaa s na pi
dara do i orte do Malos. Pagaran liem.
dando os .-cus servicos.
Ama deleite.
Precisa-se alugar orna ama de leja, hvre
ou escrava, p le familia: dirijam-''
arualmp rial, casa contigua a fabricad'
v.nasn .
.-'"-
:.-;:
* ::- : -
perfeicao
cano, ai
c >elo nova sysl ma norte ameri-
sei' :. 11 .' ;: letu e v.i-
,riadosor im into I c lixin ias, qua -
jolas c ur 1 para 1 eolio .'. re
fo :oj os lias di-, ? j s da tu r .
a e g leri
do publico.
.1 ...
ao tan.
. baratas, raa
Coi o .." z,
nda-ss um 1 sata de fa-
- asata
" 1 o a qa na 1
1 1
j a n
1 feix ira Borges, co-
M

mo ad lidi trador i uamulher. lexan-
drina Rosa Peieira Soares, Uiha Ir ;ilima de
Jos Use a o :-o o sua 1 ulher mi .
' -
... -
Fendr faa ":is "
dios urbanos, das freguezias desta cidade, e Secretaria ao tribunal do commercio de brado oue rinde 100-t%s n, i. n irn W" !. i" paaanMrtai para dentro afora non. primeiro aniar,
da dos Afogados, se pnneoiam a contar do Pernambuco deiao dernT^^'^ISrr SS*?"*""*- ^ tS^m^XSSSS^hSSST^ ""
Ageiici -. de pass i porte e
folha corrida,
Clau-lino do Ileso Lima, de.->achanle pela repnr-
licao da polica, tira passaparie
Precisa-sede um i.:; .i- para um si-
tio perto da |iraea, paga-se lsm sen-! 1
liel e tendo lioa conduta : na rua do
Forres n. -~">S, segundo andar.
Jos Vieira do Figuciredo, com casa de
coramissOes de compras e vendas de escra-
vos, miidou a sua residencia da casa di rua
las Cruzes n. ss, para a rua esireita do Ro-
sario n, 25, primeiro aniar, a nde se acha
servir os seus
sa de Caryalho, dcelara em con- e rar isto H
[''" "-':"'! 1 al : mi com o seusogro Jos 1 ...
Macha .1 boan s sobi i be s mov< so,]
raiz, visto que at o ,. : nao lem 1
: ;'i!. s ios herdeiro
por parlada Uada
ra- 1
1 c-iv.li i
*..-.::, ;,;:;; :^;^c;.
norancia, o abaixo assignado manda | ""*" |
l me seo Carlos reixeira Borges
lardo Ccrqueira de Castro M iuiei
! 1.0 -
io n. 2, --
publi o.
- Beri
ro vai a isuropa. -$ ionio Luiz d 1 1.
-- Ua-pe dinheiro a juros mdicos, rc-i-
bendo-se Ipenhores na rua daPraia n. 43,1 (.ompra-se efTectivamente bi 1. -.
segundo anuar. ie cobre velho : no deposito d 1
Aluga-ce um preto para servico .le ar-! da Aurora, na rua do Mrum, toga 111 entr..-
mazem: Ruerno pretender diriga-ce a Pra?a da n. 38, e m atetuu fandicao, cm c-antu
da ludenendcncia n. 3. I \maro

MUTILADO
ILEGIVEL


DIARIO DE PERNAMBUO QUINTA FEIRA DE JIMIO DE 1837.
C0ISLT0R10 HMEOPlTHICO
. r*JaJJQ.
Onde seacham sempre os mais acreditados medicamentos, tanto era tinturas como
cm glbulos, e preparados cora o maior escrpulo e por presos bastante commodos :
HHEgoS FIXOS.
Botwca de tubos grandes. 10/000
Dita de 2* ... 15-3000
Dita do 36 i) ... 205000
Dita de 48 ... 255000
Dita de 60 ... 30J000
Tubos avulsos a ..... 15000
Frascos de tinturradcmeia onca. 2S00O
Manual de medicina homeopalhica de Dr. Jahr cora o dic-
cionario dos termos de medicina .
Medicina domestica do Dr. Ilenry .
Tratamento do cholera morbus .
Repertorio do Dr. Mello Maraes .
2OS00O
1O000
2/000
6000

! PEORAS PRF.CIOSAS-
S Aderemos de Iirillianles,
diamanto e perola, pul-
Mira, allineles, briucos
"y a rzalas, botoes e anneis
5 de differenle goslos e de
- diversas pedras de valor.
c Compram. vendem mi g
I Irocam prala. ooro, bri- S
% Ihantes.diamaolts e pero- 23
?' las, e outras quaesquer ft
* joiasde valor, a diiiheiro 2
? uu por obras.
pKjtaBBBUBE I
IOREIR k BARTE.
LIJA Bl aiP.lVEg
Ra do Cabuga' n. 7.
Recbela por to-
dos os vapores da Eu-
ropa asobras do mais
moderno gosto, tan-
to de Franca como
. :
'ROE PRATA.

Adereros completos da ';':
ouro, meios dilos, pulsei- i
ras. ainaeles, litincos e
roielas, cordoes, traucel- |
lin*. medalhas, correales :
e enhiles para reloeio, e B
ouiros muilos objeclos de ?
ouro.
Aparelhos completos de '
prala para eh, baodejas,
salvas, eaaticaea, colheres J
de sopa e de cha, e mci- ;-
los oulros objeclos de ';'
prala.
. $ .*.*: :?.$ 5 $ v o? <
de Lisboa, as quaes vendem por
preco commodo como costumam.
10
6 s
3 i
I1
= E
ff -a ~. =

= 2 r -=a
g "3 M
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o a
2 2
S- 3
1 I
" .

.*- -.' -.; .^.- ^i* -A. \^- v^- ^ ^J- ^fc T*^ ^^-u>
Rio-Formoso.
@ O Dr. JoSo Honorio Bezerra de Mane-
?3J fes, medico pela Faculdade da Baha, tem -
& Puado sua residencia na cidade do Kio-For-
/, moso, e de novo elTerece teus servidos a to-
**3 das h< pessoas que o bonrarem coiu sua cou-
flanea.
Attenco
Ama.
Precisa-se de urna ama para casa de pon-
ca familia, que saiba cozinbar, e engommar,
com toda a perfeicio, c paga-se bem : ua
ra do Ccllegio n. 15, armazem.
JOIIN CATIS,
corretor geral
E AGENTE DE I.EII.O'ES COMMEHUAES,
n. 20, rua do Torres,
PKIMEIKO ANDAR,
praca do Corpo Santo
RECIFE.
SEGURO CONTRA FOCO.
Companhia Alliaoct.
Esiabelecida cm Londres, em marco da 1824.
Capital cinco milhoes de libras esterlinas.
Saunders Brothers & C, tem a konra da in-
formar aos Srs. negociantes, propietarios da casas,
a a quem mais convier que esto plenamente au-
lorisados pela dila companhia para effeciuar segu-
ros sobre edificios de lijlo e pedra, cobertos da
telha e igualmente sobre os objectos que coMiverem
os mesaos edificios quer consiste em mobilia ou
(azendas de qualquer qualidade.
REMEDIO IMCOMPAKAVEL.

R. C. Yates & Companhia: esUbelecidos
no Itio do Janeiro, na rua do Hospicio n. AO,
vendo um annuncio publicado em urna das
folhas de Pernambuco polo Sr. Rartholomeo
F. do Souza, prevenindo ao publico que o(:
verdadeiro xarop dn bosaue fi elle he
quci-.i vende,preveniaios ao mesmo publico,
que o nosso xarope lie remeltido do Itio de
Jrneiro pelos cima proprietarios ao Sr.
Manoel Alves Guerra, e este senhor fez o de-
posito para ser vendido na pharmacia do Sr.
Jos da Cruz Santos, na rua Nuva n. 53, ni-
cos por nos autorisados para venderem o
nosso verdadeiro, e mais prevenimos aos
senhores consumidores,' que ha perlo de 5
annos os rollos collados as garrafas sSo
assignados por llenry Prius, como procura-
dores dos cima proprietarios. Rio de Janei-
ro 13 de Janeiro de 1857.
Barlholomeo Francisco de Souza, Ien-
do o annuncio dos Srs. R. C. Yates & Com-
panhia no Diario n. -17, em que diz ser s-
mente verdadeiro o xarope de bosque que
se vende uesta cidade na pharmacia do Sr.
Jos da Cruz Santos, onde fez deposito o
Sr. Manoel Alves Guerra, que recebeu delles
proprietarios, declara ao publico, que n3<>
duvida seja falso o xarope de bosque que
tambem vende em sua botica, mas assevera
que elle be comprado aos mesmos Srs. R.
C. Yates & Companhia, do Itio de Janeiro,
como provam os documentos abaixo :
RIO DE JANEIRO 8 DE AGOSTO DE 1856,
O Sr. Barlholomeo Francisco de Souza
comprou a R. C. Yates >\ Companhia :
4 duzias de garrafas com xarope
do bosque a 545000.........2160000
6 duzias de 1|2 garrafas com xa-
rope do bosque a 275000......1629000
Rs. 378*000
Recebi o importe cima, do Sr. Antonio
loaquim Yieira de Carvaiho. Rio de Janeiro
de agosto de 1856. Por R. C. Yates &
'.ompaohiaJos Paulino Baplista.
Keconheco verdadeiro o signal supra. Re-
eife 8 de agosto de 1856.
m f de verdade.
Manoel Hilario Pires Ferrao.
RIO DE JANEIRO 18 DE FEVERFIRO DE
1857.
Os Srs. Constantino (ornes de Faria & Fer-
reira compraram a R. C. Yates e Compan-
hia :
4 duzias de garrafas com xarope
do bosque a 545000.........216/000
6 duzias de 1|2 garrafas com xa-
rope do bosque a 27*000......162/000
UNGENTO HOLLOWAY.
Milhares de individuos de todas as nacOes
poden) testemunhar as virtudes deste reme-
dio.incomparavel, e provar em caso necessa-
rio, que, pelo uso quedelle lizeram, tem seu
corpo e membros inleirainente sSOS, depois
de haver empreado intilmente outros tra-
tamentos. Cada pessoa poder-se-ha conven-
cer dessas curas maravilhosas pela leilura
dos peridicos que lli'as re!atam lodos os
das ha muilos annos ; e a maior parle dl-
as sSo tSo sorprendentes que udmiiun os,
'[mdicos mais celebres. Olanla.* pessoaa re-
coiiraram com este soberano remedio o uso
de seus bracos e peinas, depois de ter per-
manecido longo lempo nos hospitaes, onde
deviamsuilreraamputac3o! Bellas ha mui-
tas, que havendo deixado csses asylos de pa-
decimento, para se no submetlerem a essa
operaQo dolorosa, foram curadas completa-
mente, mediante o uso desse precioso re-
medio. Algumas das tacs pessoas, na efusao
de seu reconhecimento^declararam estes re-
sultados benficos diante do lord correge-
dor, e outros magistrados, alim de mais au-
tenticaren) sua allirmaliva.
Ninguem desesperara do estado de sua
saude setivesse bastante confianza para eu-
saiar este remedio coBstanlemenie, segiun-
do algum tempo o tratamento que necessi-
tasse a naturezado mal, cujo resultado seria
provar inconlestavelmente : Que ludo cura.
O ungento lie ulil. mas particularmente
nos seguinlet casos.
Inamma^o da
triz.
Alporcas.
Caimbras.
Callos.
Canceres.
Cortaduras.
Dores de cabera.
das costas.
dos membros.
Enfermidadcs da ci
tis em geral.
Enlermidades doanus
CrupcOes escorbticas
Fstulas no abdomen.
Frialdade ou falta de
calor as extremi-
dades.
Frieiras.
Gcngivasescaldadas.
Incitarles.
liillammacao doligado
da bexica.
ma-
Lcpra.
Males das pernas.
dos peitos.
de olhos.
Mordeduras de reptis.
Picadura de mosqui-
tos.
Pulmoes.
Queimadelas.
Sarna.
supurares ptridas.
linba, em qualquer
parte que seja.
Tremor de ervos.
Cceras na bocea.
do ligado.
das articulaces.
Veas torcidas ou no
dadas as pernas.
Rs. 378?0O0
Recabemos o importe. Por R. C. Yates &
Companhia\V. C. Cerwartt.
Pos abaixo assignados declaramos que
compramos o xarope cima para oSr. Bar-
tholomeo Francisco de Souza, de Pernam-
buco, em virtude de sua >rdem de 3 do cr-
reme. Rio de Janeiro 18 de fevereiro de
1857.Constantino Gomes de Faria & Fer-
reira.
Reconheco ser verdadeiro o signal supra
de Constantino Comes de Faria & Ferreira.
Rio 18 de evert-iro de 1857.
Km f de verdade.
Pedro Jos de Castro.
Precisa-se alugar urna parda ou preta
preferindo-se escrava, que saiba tralar de
enancas, e dos seus arranjos : a pessoa que
a tiver, ou queira disso se encarregar, diri-
ja-se a rua des. Francisco, como quem vai
para a rua Bella, sobrado n. 8, para tratar de
seu ajuste, que sera bem pago avista lie suas
qualidades.
Wf. r <;.. ... ... .. ur \J yyy _. .-yj
I DEBTST fRUCEZ.
". Paulo d^ignou deulisla, rua .\o\h n, II : *>
^4x na mfsiua casa Icin agua e po* denlrifice. l'-
i&t.'::':';'. ........:.......-..-.:'.
*"" -.i;.? kSttr ^>-U.--^.--...-...-
O Dr. Ignacio Firmo Xavier faz publi-
co, que mudou sua residencia para o seu si-
tio na Passagem da Magdalena, que lica ao
norte da estrada entre a ponte grande e a do
Chora-menino, o ahi tem pieparado urna
casa de saude com todos os commodos para
o tratamento de escravos, cujos senhores
residam lora da praca, ou "que nao os pos-
sam curar em suas proprias casas : quem
para isto quizer-se utilisar de seus Borricos
mdicos, que serao esempenhados com o
maior zelo, dinja-se'ao paleo do Carino n.
9, oritneiro andar, ou no referido sitio da
Magtalena. Preco2/uodiariosexceolu-
iido conlerencias, sanguesuiias e opera-
es.
Precisa-se de una imi para o servido
nternr de urna rasa de pouca familia :
pr*Qa do Corpo Santo u. 17.
Vende-se.este ungento no eslabelecimen-
to geral de Londres n. 241, aStrand, e na
loja de todos os boticarios, droguistas e ou-
tras pessoas encarregadas .le sua venda em
toda a America do Sul, llavana e llespanha.
Vende-se a 80o rs. cada boectinha,conten
urna instrucr^ao em portuguez para explicar
o modo de l'azer uso deste ungento.
O deposito geral he em casa do Sr. Soum,
pharmaceutico, na rua da Cruz n. 22, em
Pernambuco.
i'
SSOS.
Na rua da Sensala Yelha n. 116, compram-
se ossos do boi.
Compram-sc travps de 25 a 35 palmos
de comprimento, e palmo de grossura : n*
livraria da prar;i da Independencia n-6 c 8
Compra-se elTecti va mente na rua das
Flores n. 37, priniciro ndar, apolices da di-
vida publica e provincial, aeces das compa-
nhias, e da-se dinheiro a juros, em grandes
e pequsnas quantias, sobre penhores.
Compra-se cll'ectivamente cobre ve-
llio, seja de que obras for, forro d* navios a
30 reis a libra, e latao a 260, e peridicos a
450O0 arroba ; no pateo do Carmo, esquina
da rua de Borlas n. 2.
- Compram-sc barris de vinlio que nao
tcnlia mistara d'agua : na rua da Senzala
Velha n. 110, deposito de bebidas espiri-
UOSS.
Compra-se urna burra de ferro, com
bante peso, oque seja segura, estando em
bom estado : na rua da Cadeia do Recifs,
loja ii. 33.
Com^ra-sc urna nc^ra boa cozinheira,
idade de :0 a 3(i anuos : na rua da Cadeia do
Recite n. 64.
Com.>ra-sc um cavallo que seja novo,
lecirregue baiso ate rucio : quem o tiver,
dirija-se a rua do Qucimado, loja de fa/en,la-
n. 20.
Sellins
patente inglez.
Silo clirijailo* p acham-e a venda os \pr e he eonhvridoi nllina inglexcs palcnie na roa
do Tripiehe-Novo n. 12, arma/eui do fazendas de
Adamson ll"ir A C.
Cinturoes de
borracha*
Vendem-se superiores e milito bonitos
cinturoes de borracha para homcm e meni-
nos, e pelo barato preco de 1*000 cada um :
na rua do Queimado, na bem conhecida loja
de miudezas da boa fama n. 23.
Candieiros pro-
lrios para estadantes
Vendem-se muito lindos candieires pro-
prios para estudantes, pelo barato preco de
8?000 : na rua do Queimado, na bem conhe-
cida loja de miudezas da boa fama n. 33.
rcos cortes de
seda de cores a 18^000.
Na loja de 4 portas da rua da Cadeia do
Recife n. 48, de Narciso Maria Carneiro, ha
para vender um grande sortimento destas
sedas com padres mui delicados, proprios
para senhora c para meninas.
Vende-se urna mulata com idade de
30 annos, boa para vender na rua, cozinba
e lava : dirija-sc a rna larga do Resario
D. M.
FAZ-SE TODO 0 NEGOCIO.
Vende-se a fabrica de charutos do becco
do Abreo n. 4, montada com todos os utn-
Cilios proprios da mesra, per "commodo
preqo, por ter seu dono de retirar-se para
fura desta provincia : os pretendentes diri-
jam-sea mesma fabrica, que achara cim
quem tratar.
Papel
Papel de varias qualidades e subscriptos,
prensas para copiar cartas e quaesquer ou-
tros manuscriptos, juntamente tinta, papel
e livros para o mesmo fim.
DEPOSITO.
No deposito do largo da ribeira de S. Jos
n. 15, vende-se superior p3o a tres por dous,
maesas finas de todas as qualidades a 320 a
libra, massas de aletria e teacarrto a 400 rs.
a libra, queijo de prato e do reino a 400 rs.
a libra, assucar crislalisado o mais (no pos-
sivel, e nutras muitas miudezas, tudo poj
mais barato prego do que em outra qualquer
parte.
Ao Prefine que est
vendendo baratissimo,
Na loja do Prsuica na rua do Queimado, esqui-
na do becco do l'eixe Frito n. 2 continua a vender-
se fazendas por h.iratisMmns presos sem avaria ou
defeilo alcum, enire ellas eambraiac franceas de
novos padres e cores Cuas a 180 rs. a vara, chitas
francesas de lindos padroes a :O rs. o envido, ISa-
zinhas de quadros, proprias p^ra roupinhas de me-
ninos a 400 rs. o envado, pecis de chilas de cnrs fi-
jas a 5& 65. 6>00. o covadn o I (0. 16 cambraias estampadas bonitos padroes a 320 rs. o co-
vadn, corte* da calcas lindos i>adrps pelo birifo pre-
Co de 15360 rs. cida um, rnberlnres de alpndu pro-
prios para escravos a 700 rs. cada um, lencos de
cambraia para mo a 1211. pannos para mesa a lj-920
cada rnn, petas de hrelxuha >Ip rolo rom 10 varas a
2? cada ama. meias caspmira* para cairas e palitos
a 500 rs. o covado e oolras mullas fazendas que >e
deiiam de mencionar e se venderao por baratissimo
preco.
-Salames Franceses
Chegaram estes escolenles salames mili-
to frescos om casa de Hebrard, rua do Tra-
picheo. 22.
Veude-se urna escrava Mo mujEo, que coiiohi
.,!.,; ueiim.1 ca'.n. lava de aban e l.imhem en-,
somma e he inuilo lina quilamleira c liel, o mnlivo
pnrque vende ,<- dir' no comprador a Iralar no
paleo do Terco n. .12.
Zapatos de borracha
Vendem-se sapttos de borracha, proprios
para a estaQ3o invernosa, tanto para homem
como para senhoras, por commodo prego :
na livraria do Nogueira, defronte do arco de
Sanio Antonio.
.Foias.
Allinetes, pulceiras, rosetas e nutras obras
de ouro, com hrilhantes e perolas de muito
goslo. e recentemente chegadas : vendem-
se na livraria da Jos Nogueira de Souza, de-
fronte d arco de Santo Antonio.
Estajos para dentista.
Estojos com lodos osapparelhos necessa-
ries para tirar dentes : vendem-se na livra-
ria do .Nogueira, defronte do ateo de Santo
Auloonio.
--- Vende-se urna escrava criouTa, bonita
(gura, idade 24 annos, com todas as habili-
dades na rua da Aurora u. 28.
--- Vende-se um bonito escravo, perito
cozinheiro c falla mui bem o francez, 2 lin-
das crioulas de idade 11 annos, 1 boa escra-
va mulata de idade 20 annos, boa engom-
madeira e de ptima conducta, 1 negra cri-
oula de idade 18 anuos, com todas as habi-
lidades, 1 lindo moleque de dude 12 annos
e 1 escravo proprio para todo o servico por
ser mu id robusto.
CAPAS DE BORRACHA
pelo barato preco de 4 a 8J000 cada urna por
terem pequeos defeitos : na rua da Cadeia
Velha ii. 33, loja do Porto.
Pao a 22 por pa-
taca.
Pao da melhor farinha que existe no mer-
cado, a 22 por pataca : no deposito do pateo
de S. Pedro n. 6.
A PATEO m S. FEI)M
No deposito do palco de S. Pedro n. 6,
alem de um completo e varindo sortimento
de bolachinhas de araruta e bolos diversos,
existem disposiQao dos freguezes os mui
acreditados bolinhos francezes, italianos e
nissiis, pelichous, sequillios, crocantos e
prussianos, amarelis, paciencia, espuma de
amendoas, alliados e regalia, soda, estrella,
cariocas e w, amendoas confeitadas, passas,
tmaras, ameixas e amendoas, sardinhas de
Nantes superiores, cha hysson da India, pre-
to e brasileiro, caf de priraeira qualidade,
assucar perola do Monteiro, bolachinhas
americanas, velas de espermacete, e tudo
quanto se pode precisar, tanto para regalo
como para o msis rico e delicado cha.
Vendem-se quoijos a IsOO, dos mais
novos que lia no mercado : na taberna da
rua de Hurtas n. 4.
Vendem-se 60 grosas de Caixssde col
cheles vsias : no esenptorio de Fremonl
l.asne, rua da Cruz n. 27.
Vende-se urna escrava rrioula, com
habilidades, e o motivo se dir ao compra-
dor : no aterro da Boa-Vista n. 37, pnmeiro
andar.
LVAS DE JVIN.
Constantemente acharo na loja do l.e-
conte, aterro da Boa-Vista n. 7, asverdadei-
rasluvas dejouvin, de todas as coi es, igual-
mente ricos penles de tartaruga da ultima
moda.
Deposito
DAS BICHAS
na rua eslreita do Itosario n. 11, vendem-
se os melhores queijos londrinos que tem
vindo a este mercado, por serem mutlo fres-
cos.
roxa larga, com to-
Vendem-se castanhas piladas a 80 rs. a
libra ; na rua iNova, Taberna junio a ponte
da Boa-Vista.
Venda de
Chita
que
de
60
a varia a
rs. o covdo.
Na rua do Queimado n. 21 A, vende-se chi-
ta rxa com pequeo toque de avaria a 160
rs. o covado.
Uua do Queima-
lADl II. 21 {
\endem-se as seguintes lazendas moder-
nas, chegadas pelos ltimos navios france-
zes ; diio-.se as amostras com penlior :
Popclene le ramagem, fazenda moderna, de
lindos desenhos.
Sedinhas de quatlros miudos, covado 18000
Cortes de chai; do babados 12?000
Grosdenaples de cor, covado 28200
Cortes de chitas largas, 8 IrS covados 29000
Chain/ ondeado, covado 19100
Lilas de quadros, covado 600 rs. c 800
Chaly de llores soltas, covado 800
Albaneza preta com uais de vara de
largura, covado 19000
Chita rxa larga com toque de ava-
ria, covado 160
Cortes de cassa de pinlinhas miudas 25200
pianos.
inultos lindos
llm-
alos no frontes*
casa de J.
Vendem-se minios inicios < e\ce
pianos, dictados ltimamente di'
burgo, ecom lindos re
picio : na rua da Cruz n.
Keller & C.
Aos senhores donus de
tabernas.
Vendem-se barricas com sardinhas gran-
des e novas, assim c tos, por preco mais em conta do que em ou-
tra qualquer parte : na rua da Praia. arma-
zem ii. 18, de Juse de Mello Costa Oliveira.
BOtoes para pa-
entc Utos, colletes, polillos ile
camisa, e para casa-
veqite-i de senhora
A
o covado.
Cobre
para forro de navios: no armazem de
Testo Innaos.
A \0#000
Vende-se excellente cera de carnauba do
Aracaly, e Assu', de una sacca para cima,
escolhendo o comprador a sua vauladc, pe-
lo indicado prc?o de 10/ a arroba : no ar-
mazem de ti. R. Andradc > C, rua da Cruz
n. 15.
Pianos.
Km casa de ItabeSchmcttau &Companhias
rua da Cadeia i. 37, veudem-se elegante,
pianos do afamado fabricante Traumann de
Ha mburgo.
Vende-se superior linbas do algodSo
brancas, e de cores, em novello, para costu-
ra, em casa deSoutball Mellor C, ruado
Torres n. 38.
TA1XAS PARA ENGENHO.
Ka tundipo de ferro da D. W. Bowmana u
rua do Brum, pas'sando o chafara, contina ha-
dar umcompleto sortimeptoda taixssdeferrofun
ido e batido de 3 a S palmos de bocea, as qutea
cfcam-se a venda,poi epreco commo/lo a com
(iroroptido; embarcam-soucarragaai-s amcer
ro semdospeza ao comprador.
Deposito
de rap princesa da fabri-
ca de ii. Gasse, no Rio
Janeiro.
Vende-se um excellente cavallo de car-
ro ou rabiiolet: na reklilar;ao por detraz da
igreja de santa Rita.
Vende-se aletria a 240 rs. a libra,
ni3nteiga franceza a 64o, queijos muito r.o-
vos a K760 : no palco do Paiaizo, esquina
d rua da Roda, taberna n. 30
Xahao
i) antigo deposito, sito no becco do Con-
\ calves, irmazens ns. 4 e 6, cha-se de novo
supridjo (I- diversas qualidades de muito su-
perior sabao amareilo, fabricado ne-u pro-
vincia, e vende-se por menor preco que em
outra qualquer parte.
RICAS BONECAS FRAICE
ZAS.
Vendem-se abotoaduras muito linas de
madieperola para cadetes, pelo baratissimo
preco do 500 rs., ditas muito riras de todas Vendem-se muito lindas e bem vestidas
as cores a ',00 e 300 rs., ditas muito linas de|bonecas francezas, grandes, pelo baratisai-
madrcpcrola para palitos de homem e de mo preco de 21500 e 3, preco que nSo ha
meninos a 500, 600 e 800 rs., boloes de moi- quem deixc de dar se as vir; na rua do Qtiei-
zaiqoe e oulras qualidades. de muili ricos mado, na bem conhecida loja de miudeza
gustos, paia puubos e collarinhos de cami |da boa lama n. 33.
sa, pelo barato prer;o de 800 e 25 rs ataca-
dores de cornalina para casaca a 300 rs.,
botoes de vidro de muilo lindos padroes,
proprios para casaveques a 800 rs. a duzia,
e outras mais qualidades de botoes, que se
vendem muito barato : na rua do Queima-
do, na bem conhecida loja de miudezas da
boa fama n. 33.
Vendc-sc la e seda de finissima qualidade
e bom gosto : na rua do Crespo n. 10. D5o-
seas amostras com nenlior.
l\m PILETAS DE LA IA
la c algodao para pa>
, dres.
Vendem-se superiores meias pretas de
laia par padres, pelo baratissimo pre$o de
1800 o par, ditas de pura 13a a 1o00, e di-
tas muito superiores de algodao a 600 rs. :
na rua do Queimado, na bem conhecida loja
de miudezas da boa fama n. 33.
iECEMISM pia ns*
Brinquedos pa-
ra meninos.
a vara.
Vendem-se bros de linho puro : na rua
do Crespo n. 19.
Na antiga loja de papel e livros, do
Cardoso Ayres, na rua da Cadeia do Kecife
n. 31 A, coatinu'a a venJcr-secha hysson da
melhor qualidade ; bem como tem sempre
sortimento uess. genero, de qualida Jes di-
versas, por procos dillerentcs, c commodos.
covado, a
24 rs.
Cassas francezas de goslos novos a 240 o
covado; d8o-se amostras, na loja das 6
portas em fro -te ilc Mvramento.
Mr
das seis portas
F,M FRENTE DO L1VRAMEJVO.
A 250 rs.
Cassas francezas de bonitos gostos a -lio o
covado, riscadn francez a 160 o covado :
d3o-sc amostras com penhor.
?ugene (^lseqaot
participa ao icspciiavcl publico, cm Per-
nambuco, que o nico deposito nesta
praqa, de seu muito conliecido vitilio de
charc|ianlie, lie na casa dos Srs. J. Prae-
fjero, C rua da Cruz ii II.
J. PRAEGER & COMPANHIA.
lia d;t CrilZ u. II.
Receberam pelo ultimo navio de Ha-
vre, uma nova porcao de afamado fa-
moso
V1NH0 DE CHMPAME
deEugene Clu-quoi a Keims.
Tintas
Vende-se uma porcao de tintas pi'epa-
radas, assim como algumas barricas de
alvaiade : no armazem de J. Praeger A
Companhia, rua da Cruz n. 1 I.
CHAPEOS A TMBERLIK
Do ai i" 'io fabricante
Pinneau de aris.
Acabamdediegarpdo ultimo paquete,
os supra mencionados chapeos deste afa-
mado fabricante, e vende-se na loja de
Vpottas, da rua da Cadeia do Recfi) n.
IS, de Narciso Marra Carneiro.
MeUiodo fcil i mo.
Na Taria da praca da Independencia n.
de
Vende-se a preqo commodo rap lino,
grosso e meio grosso, da acreditada fabrica
cima, ebegado pelo vapor S. Salvador ; na
rua da Cruz u. *9.
Planta da cidade do Ke-
cife
Vende-se a planta da cidade do Recife e
seus arrabaldes, feita pelo sr. I)r. Jos Ma-
medeAlves Ferreira, por seis mil reis: na
livraria n. 6 e8 da praca da Independencia.
>iappa das distancias d;>
provincia.
Na livraria ii. 6e 8 da prac;? da Indepen-
dencia, vende-se o mappa das distancias
das dlfferentes villas da cidade entre si, e
relagao a capilal da mesma, a mil reis.
araud.as e i;rad js.
l'm lindo e variado sortimento de model-
los para varandas e gradaras, de gosto mo-
dernissimo- na fundiofio da Aurora em San-
to Amaro,e no deposito da mesma, na rua do
Brum.
N. O. Bieber i Companhia, rua da
Cruz n. 4, vendem :
Lonas da lUissia.
dem ingiezas.
Jirinzo.
Hfrins tta ".iissiji.
Vkiilio de .MaUelra.
Aigod3o para saceos de assucar
Aigodozinho da Baha
para saceos de assucar : vende-se em casa
de N. O. ilieber & Companhia, rua da Cruz
n. 4.
Moendns supeiiore
Na fundilo de C. Starr St Companhia, om
Santo Amaro, acham-se para vonder moen-
das de canna todas de ferro, de um modello e
construccao muito superiores.
Madiinismo pa-
tente nglez
Os melhores relogios de ouro, patente in
glez, vendem-se por precos razoaveis, nu
esenptorio do agente Oliveira, rua da Ca-
deia do Recife n. 62, primeiro andar.
Pennas de ema, cera do abclba o de
carnauba.
Na rua da Cadeia do Recife, loja n. 50, de-
fronte da rua da M.nlre de Dos, ha para
vender os gneros cima, recentemente cho-
gados, por pregos razoavets.
NA FUNDICAO DE FERRO DO E.NGE-
NUEIRO DAVID W.ROWMAN. HA
RUA DO RRUM, PASSANDO O oHA-
FARIZ,
lia sempre umEraridenoriiaientodosaecuinttsob-
j9clos (lemerlianisnisproprios paraen^enhos.a sa-
bir : moendase meias moendas, da mais moderna
coiistrucriio : laisasde ferro fundido e balido, de
superior qualidade e de lodosos la manilos ; rodas
dentadas para agua ou animaes, de todas as propor-
roes erivoie bocas de fornaltia c registroi de bo-
eiro, acnilhSef, bronzes.parafusos e cavilhoes.moi-
nhos de mandioca, ele. ele.
NA MESMA FUNDICAO.
se executam lodas as encommendas com a superio-
ridaile ja coalierida com a devida presteza ecom-
modidadeem preco.
XAROPE
DO
u
Foi Irarisferidoodeposito deste xarope para a bo
lica de Jos da Cruz Sanios, narua Novan. 53
garrafas 51600,* meias:i000, sendo falsa lodo
aquelle que nAofor vendido neste deposito,palo
quesefaz opreseottaviso.
IMPORTASTE PARA OPIBLICO.
Para curade phlysicaem todoosseusiliflcren
tesgros, qiiermotivada por constiparles, tosse
asthma,pleur7.esrarrosdcsaiiEue, dorde cos-
tados epeilo, pal pilar a o no corarlo.coqueluche
brourliite, dorna samanta, e lodas asBMlcstia
dosorgospulmouares.
Oculos e lonetas
Agencia
da i'undic&o Low-Moor,
rua da Senzala Nova
ii. 42.
Neste estabelecimcnlo continua a haver
um completo sortimento de moendas e meias
moendas para engenho, machinas de vapor
e taisas de ferro batido e coado de lodosos
tamanhos para dito.
Em casa de Saunders Brothers C. pn<;
do Corpo Santn. 11, ka para van Jar o si uints
Ferro inglez.
Pineda Suecia.
Alcatro de carvo,
Eonas de linho.
Esponjas.
Drogas.
Algodao lizo para saccas.
de todas as qualidades.
Vendem-se oculos do todas as graduaqOes
com delicadas armc/>es de ac, pelo barato
prego de 800 rs. e 15500, ditos com armaees
douradas e pratcadas a ls00 e l.-jiio, dito
-com armacao de blalo a lc2"0, ditos cor
rmacao de baleia a 480, ditos comaimat;5i|
do metal branixi um r. iim.iit de um i
vidro redondas e quadradas com aro de bu-
falo a 500 rs., ditas do dous vidros tambem
com armac/io de bfalo a 15500, ditas de um
s vidro redondas e quadradas com aro de
tartaruga a 19900 c 15500 : na rua do Quei-
mado, na bem conhecidada loja de miudezas
da boa fama n. 33.
Sao muito flnss
e de muilo bons gastos.
Mussulinss muito finas, matizadas com
lindas cores, de padres muito bonitos e
inteiramenie novos; vendem-se pelo dimi-
nuto preco de 560 rs. o covado : na rua do
Queimado n. 22, loja da boa fe.
A3$500
Vende-se cal de Lisboa ltimamente che-
gaia, ssim como polassa da Ilussia verda-
deira : na praga do Corpo Santo n. 11.
Cemento novo
iSa rua da Cadeia de santo Antonio, arma-
zem de materiaes, por preco commodo.
GUINDASTE.
Vende-se um excellente guindaste de fer-
ro em bom estado, e por prego commodo :
quem o pretender, dirija-se ao trapiche do
Cunha, que achara com quem tratar.
Caixinhas para
vo liare te.
Vendem-se bonitas caixinhas com lentos
de marlim para voltarele, pelo baratissimo
prego de 55 c 65000 : narua do Queimado,
na bem conhecida loja de miudezas da boa
fama n. 33.
Vende-se diversidade de brinquedos para
cr langas, por prego muito barato : na rua
do Queimado, na bem conhecida ioja d
miudezas da boa fama ti. 33.
Leipies muito fi-
\ nos.
Vrtndem-se superiores lequea com pluma-,
espeilho e boloUs, pelo haratisia>o preco de
2>00to cada um : na rua do Quaimado, na
bem enheeida loja de miudesas da boa fa-
ma Dk 33.
M LOJA
(Va boa fe,
vndese muito barato
Coica as de damasco pelo diminuto preco
de tbu0( l. ricos pannos para mesa, a 39. atoa-
Ihado adamascado com 8 palmos de largura
a IfOM ; i vara, mussulina branca muilo lina
a 500 rs. o covado, ditas de cores de padroes
bonitos a 320 o covado, chitas francesas
muilo lii las a 320 o covado, brim branco da
puro linl.'.o a 150 a vara, dito pardo tran-
gado lamn >in de puro lintiu a 1528" a vara,
ganga amareYlla muito lina a 320 o corado,
cambraia mu 'o fina com salpicos brancos e
de cores a 19a v ara, alpaca preta tina a 40 o
covado, canto p reto muilo fino, Tascada su-
perior e propria p ara vestidos de luto a 900
o covado. panno In. 'o aiul a 3 o covado, dito
muito lino a 5/, dilo trelo muilo fino a 5# ,
dito muit superior a' 65, dilos verde escuro
e cor de caf muito suj eriores a 65, cortes
de casemira preta, fina, p.>ra calca, cosa lia-
na bordada a 105, cortes u'e gorguro de
seda para rollete a 2/, ditos Nfle raaesaira
preta bordada a 65, fustao brancJ*,-0"'10 fi"
no a 25 o covado, cortes de cambra i. 1
com 7 varas, pelo diminuto prego de 8?
um, ditos de dita branca com salpicos ...
cores, tambem com 7 varas a 252*0, sai ja
preta hespanhola a 23 o covado, grosdena-
ples de cores a 1/800 o covado, seliaa prelo
lavrado muilo superior a S9SOO o covado,
gorgurao prelo de seda rom salpicos, pro-
prio para col leles a 35S00 o covado, luvas
brancas muito linas, de fio de Kscocia, muito
proprias para os Srs. olucieea militares, prlo
baratissimo prego de 15 e par, meias preta
0e laa. proprias para os Srs sacerdotes a
lo-SO rs. o par, ditas delaia muilo auperio-
resa 1f8U0 o par, meias de algodSo cru"
muito superiores para meninos a A rs. o
par, lengosj brancos de linbo muito finos a
400 rs, chales de lia rolos e arelo*, aelo
barato prego de 35, fil At, hubo liso mui'o
Uno a 800 rs. a vara, punce/.'* pr.U lina a
720 o covado, dita mudo lina auc rivalisa
'""' 'I";""" # o covado, c alean u.u uro
completo sortimento de fazendas de lodeaas
?. h?"M' qUS 8e TendWB mu,u ",
0^ D0 tubiei*
6e8, "ende-se o melhodo facilimo- para 1 *'io antrangado igual o da Basta
Seitfe*&
Vende-se uma duzia de cadeiras-
I uma mesa de meio de sala, itm par do
I consolse um so|iha : ludo do Jacaranda' :
1 na rua de lloiias n. (2, casa terrea com
la 1 a frente |i
I bronco.
CHARUTOS DE THOSPINTO
No depo-ilo do pateo de S. Pedro ti. 6,
achuran os verdadeiros fumantes e os fu-
anles de buin goslo, os apreciaveis charu-
tos nacionaes e regaba, do Tbom Pinto de
Almeida Castro, os inimilaveis e saborosos
lanceiros de serva, os lanceiros c progres-
si>las de Manoel da Itocha Das ; Cumpa-
aprender Icr, novamente impresso e aug-
mentado, por mil reis.
- No pateo do Carmo, taberna n. 1, ven-
de-se doce de goinba de primeira qualidade
a 125000 a arrobi,
Marmeiada
HOYA
Vende-se a verdadeira marmeiada, viuda
de Lisboa e do itio Grande do Sul, em latas
de duas libras, por prego comcodo : na ta-
berna grande ao lado da igreja di Soledade.
Vende-se uma canoa de carreira, com
pouco uso : na rua da Linguets 11. 10.
Vende-se um sitio no arrala!, com ca-
sa de vvenla de laipa e alguns arvoredos :
110 mesmo Arraial, casa amarella.
Vendem-se saccas com muito ben ca-
f, e mais em conta do que em outra qual-
E umr.osipleio sortimento de (azendasproprio
para sis mercado tudo por prego commodo.
Moinbosde vento
comhornhas de repase para renar liortat eba
ladecapim : na (undigode D. W. Bowman
narua do Brum ns. 6 8el0.
eioios
n
cobertos e descohertns, pequeos e grandes,
de ouro patente inglez, para bomem e se-
nhora de um dos melhores fabricantes de
Liverpool, viudos pelo ultimo paquete in-
glez : em casa de Soulhall Mellor & C.*, rua
do Torres n. 38.
Alffod&o
Fare
h
e
moiistro,
chincha.
Vcndc-sc algodao monsiro com 8 p
Pe-
nda, assim como a mais competo sortimen- i "luer P:,rte,: na rua Ja Cruz 'TOiem n 26.
lo de charutos dos mciliores fabricantes de Vende-se uma escrava cabra, de idsde
a todos
S. Flix, e por um prego que
dar.
--- Vende-se uma boa escrava crioula,
ainda moga, com habilidades e de boa con-
ducta ; dir-se-ha o motivo porque se vende:
na rua da Praia n. 13, primeiro andar.
Na rua eslreita do Itosario n. 25, pri-
meiro andar, vende-se uma escrava crioula,
de 35 auaos, que engomma liso, cozinha e
lava de sabao.
A todo o prego.
Vendem-se queijos de grusyere em bom
estado : do armazem confronte a alfandega,
de Luiz Antonio Aunes.
Vende-se cognac cm garrafas de pri-
meira qualidadi!, em caixas de duzia, sardi-
nhas e.-ii quartos e meias latas, arenques
brancos, por pregos commodos: na ruado
Trapiche n. 15.
I A .N'000 a libra.
Na rua da Cadeia do Etecife, loja de
|(,ra_ 1 20 annos, sabendo cozinbar, lavar de barre- ,
] la e sabao, engomma soiTrivelmenle e lem '
principio de costura, seip. vicios nem acha-
ques: para ver, na rua do;Arag3o n. 20, e!
para Iralar, ns rua da Cruz, armazem 11. 26,
das 'J coras da manlifia as 4 da tarde.
de largura, proprios para toalhas e leucoes,
! pelo diminuto prego de 600 rs. a vara : na
rua do Queimado 11. 22, na loja da boa f.
mtada de azule as portadas de I miudezas n. 19, vende-ce lia de todas as
I cores, a OsOOO a libra.
relogios
Vende-se queijo tioferlao
a 180 rs. a libra, manteiga iuglcza a 610,
queijo do reino a 1-jOtl, 13600 e l^iOO, fari-
nha do reino a 120. gomma a 100 rs., lingui-
ga do reino a 400 e6Vl), vinho do Porto en-
garrafado a 19000, dito de Lisboa a 560, ba-
nha de porco a 020 : as Cinco Ponas 11. 21.
Bolachas grandes ameri-
canas a 120 rs. a libra.
Vendem-se as Cinco Ponas n.93, pateo
do Terco n. 21, ito da Penha n. 10.
Volidos a irtioo.
Vendem-se corles de vestido de chita lar-
ga a dez tOSloes cada coi te : na loja de X
portas na rua do Queimado a. 10.
da
lente
pa-
Ingleses de ouro, de sahonete e de vidro : '
vendem-se a proco razoavel, em casa de i ma qualidade para meni
Augusto Cesar de Alirmi. na rua da Ca-1pinladinhas de cores
deia do Recife, armazem n. 10.
de flava-
Charutos
na: vemetn-se
le G. ;. Astitv
-.:.Sellins e
Na manhaadodia Ss de snaio dente
anno de 18S7, .usentou-se do engenlw Ma
tapirum da freguezia da Escsda, usa esers-
vodeFlorimuododaSilveira Una, morador
em dito engenho. O mencionado escravo
rhama-se Jos, com idaue de 18 a SO annos,
he cabra claro, .llura mediana, cabelloaeT
rap.nbos. aobraneelhas groases e encontra-
das, nariz um tanto afilado, espadando esa
proporgao ao corpo, tesa um dos dedos a
um dos pes torcido por cima do pollecar O
dito escravo foi morador no secUoVla,r
0 das Trras, .onde foi vendido, veioSra
;"""u vend"lo ao annuncante' em abrTl
SSZZS?r,do e"6enh0- -"
- Ausenlou-se no da 27 da saaaaa ^
sitto do aba.xo "tm^lJSjSZ
fronte ao viv.iro, u, moleque de oVL^,
dade 13 para U annos, cor beta pretTe hT-
trosa, en. todos os dentes, he fSm*Z.
peilolevou camisa do algodSozoho, j.qae-
n,iPh C Ca'C" de "S0030 !. chapeo da
palha, lo. encontrado na estrada Nova, junio
aocachanga; suppoe-se ter sido seduz.do
por pessoas do malo : roga-se a toda e qual-
quer pessoa que o pegue, e levem o ao baj-
o assignado, que sera bem recompensado
Jos (.ornes lavares.
^.W' "ar f"g'do desde 8 de
fevere.ro do crreme anno o negro de bordo
do tingue Meiampo. de nome Marcelino, de
nacao ab.n Ja, .llura regular, secco do cor-
po, rosto compndo, barba cerrada, cria
suissa, com falta de dentes na frente e cons-
ta estar trabalh.ndo na estrada de ferro
quem o pegar leve-o a rua do Trapiche n
14, primeiro andar, escripiorio de Manoel
Alves (.uerra.que sera gcnerosasaenU graUfi-
Kugio em principio deste mei, do en-
genlio Ouelmadas, freguezia de Barreiros,
o escravos .Miguel, crioulo, sapateiro, esas
duolhoesquerdo, gago, candlo, idade JO
anuos, barbado, alto, secco do corpo, cor
lula, o qual em novembro do anno prensan
pissado lora apprehendido pelos capiUee
de campo Joao Kagundes de Ar.ujo e Anto-
nio Jos da .silva, as mallas do i'rata, esa
Agua ITela, em poder do Joao Jos.! de Roas.
genro do Caudilbo 'aciano Alves, esa cujo
poder e de Miguel Alfonso Ferreira. que o
seduzio, esleve oceulo Sanos, constando
agora que dilo escravo de novo procurara
tacs proteegoes : roga-se por tanto as auto-
ridades policiaes e cspilaes de campo, h-
jam de o apprehender, elevar ao dito en-
genho, onde generosamente se satisfar as
despezas ; (irolestando-a contri quem quer
que o lenli. oceulto em sen poder, de pro-
seguir nos termos da le, .tim de evitar-se
lanos escndalos sempre prejudiciaes aos
bragos da uossa agricultura.
Fugio no da 30 de maio prximo r**-
sado, de bordo da barca brasileira Matbilde,
um mulato de nome Cosme, com o signa*
seguala* : estatura regular, corpo gr.-sso,
cbelos crespos, olhos pardos, p> grosso-.,
evou veslido caiga e camisa branca, e uaaa
truuxa rom diversas roupas para mudar ; fot
em companhia d<- um negro de nome Antonio
'|ue tambem fugio de bordo da mesma barca,
com os siguaes seguintes : cr preta, estatu-
ra regular, olhos pequeos, nariz chalo, tesa
urna cicatriz na cabrga por rima da o'rltia
dueila, e levou vestido caiga e camisa azul.
8 da pelo appelhdo de Loandi.o mulato ari-
muilisslmo bonitas I a fo1 escrv< "' "v.l. conego Maml Jo-
proprias para baptisado .le cnangas a 23000 o '7" ,,e*; e ve"Jll aqu por BeSMSl .osi-
j:._. i_ .i*...i.in ...-.- .. igalves Mello,
Vende-se superior larello vindo de Lisboa
ltimamente, em saceos, e por barato prego:
na rua do Trapiche n. 9, armazem.
Luvas de pellica
para lioniens e senhoras,
chegadinhas pelo ul-
timo vapor inglez.
Vendem-se verdadeiras e bem conhecidas
luvas de pellica de Jouvm, amarellas e bran-
cas, para homens e senhoras, pelo baratissi-
mo prego de 3SSO0 rs. o par, ditas trancas,
amarellas e pretas, todas de seda e perfeita-
mente boas, sem deleito algum, para ho-
mens, senhoras, meninos e meninas, pelo
barato prego de 800, 1? o 19500 rs. o par,
ditas brancas de algodao para homem e se-
nhoras, proprias para montar a cavalloa 320,
400 e 500 rs., ditas de cores muito linas, de
fio da Escoca, para homens e senhoras a 40o,
500 c 610 rs., c alem destas outras mais qua-
linos dades de luvas, e lodas por mais barato
preco do que -m outra qualquer parte: na
rua do Queimado, na bem conhecida loja de
miudezas da boa fama n. 33.
Meias de todas
asqualiriides.
Vendem-se meias de seda ue peso, brancas
e pretas para senhoja, pelo baratissimo pre-
co de 3?500 rs. o par, ditas biaucas da mes-
2T-000, ditas
eni casa
C.
rele^ios.
SEI.UNS a BELOGIOS de palele
in^lei : a venda no arnaS'SS ile
Roslroa Itooker i\ Csmpaahia, es-
quina do largu 'Jo Corpo Santo nu-
mero IN.
par, ditas brancas de algodao, muito lin
para senhora a 320, 400, 500 e 600 rs. o par,
ditas pretas de algoJo multo linas tambem
para senhoras a 400 e 50o rs ditas cruas e ,
brancas para homens a 160, 200, 240, 320 c
* O' rs. o par, ditas de cores de fio da Escocia
tambem para homem a 4C0 e 5j0 rs ditas
cruas muito linas c fortes para meninos, di-
las blancas e de cores pura meninas e meni-
nos, e nutras mais qualidades que se vei.dcm
muito barato : na rua do Queimado, na bem
conhecida loja de miudezas da boa fama
n.33.
cum procuragu do dito cone-
go, e ambos sao moradores na serra do lei-
xeira, roga-se a todas as autoridades poli
ciaes, c a rpita, s campo, a apprehensfio dos
ditos escravos, e muilo principalmente as
autoiidadcs (i'aqui para a dita serra doTei-
seira, por sj desenliar ter seguido par.
ia o dito mulato : <|uerri os HSJBf letc-o a
casa de seu senhor Manoel Aivcs l.ucrra. rua
do Trapiche 11. 14, priuieiio andar, que sera
geiierusainciilc gialilicadu.
l'Lii.N. : ni'. UE M. t. UE l.vtiiA n.
MUTILADO


ILEGIVEL


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