Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07774


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Full Text
I
YNNO XXXIII i \H
Por 3 mezes adiantados 'i.sOOO-
Por o mezes vencidos -i.s,iOO.
MOTA FEIUV 7> DE JIMIO DE .8:7.
Por annaadiautado I5|000.
Porte tranco pai .1 o subtcri] lu.
PEMCARREtlAl" 1- DA M lISl'.RIl'l.Ai > do norte.
Parihiba, o Sr. Joo Rodolpho Comes; Natal, o Sr. Joaquim
I. Pereira Jnior ; Aracaly, o Sr. A. de Lemos Braga; Cear.o
Sr. J. Jos de Oliveira : MaraDbo, o Sr. Joaquim Marques Ro-
drigues ; Ptauhv, nS. Domingos Herculano A. Pessoa Cearense ;
Pira', o Sr. Justino J. Hamos: Amazonas, o Sr. Jeronjmo da
Costa.
PARTIDA DOS CORREIOS.
Otilia., : lu.l-.-- >li'-. "'. m<-i.i Ii0i.i..luili.i.
Igiuraaea, ...iiiiiin rarablba: na -..-mi.- afaeSlaa-feira.
s. lu:,... 11./.T1.... limiiij. Carura', Alliabo Cenaban*: na i.....
s- l-"1"- '. '- ''.....' Vil".. N./.u.-'li. 1..........11.. Ilr.-|... IV-.(urlr.i. li,_-.w.i...(
II,...-. Villa-Bella, Boa-Vista, (nricer; En\ n...quarUMeirai.
i...i..,. l|...|ii.-a.s..iinl,.-..,i. Km I ..riu.i-... l ..... llarreir..-. Ana-Preta, lv
Lt.-iit.-ir.i-..- Vuai: Bjaftlaa^eraa.
TcIim ..- crrelos panes .1. 111 horas da aanafla.
AIDIFNCUS DOS TR1BLNAES DA CAPITAL.
Tribuna] do commcrcio : segundas e quintas.
II. I.... -.i : tercas leiras e sabbados.
Fateuda : quarlas e sabbados as 10 horas.
Juio do.....mierci 1 : segundas as 10 horas e quintas ao nielo dia.
Juizode orplioos : segundas e quintas as 10 huras.
Primeira tara do civel : segunda e sextas ao meio dia.
Segunda vara do elvcl ; quartas a sabbados ao meio dia.
EPHBHERIDES DO MEZ DE JIMIO.
7 La chaj as 3 horas e3 minutos da larde.
15 Quera niinguanie as i horas e 50 minuto da manliaa.
21 La nova as 7 horas e i minutos da tarde.
29 Ruarlo crescenle as 2 horas e 1 minuto da mauhaa.
PHEAMAR DEIIOJE.
Primeira 0 e 30 minutos da larde.
Segunda O e 54 minuto! da menha.
DAS DA SEMANA.
1 Segunda. Ss. Lirmo e Felino Mm.
2 Terra. Ss. M .reclino prrsb. e Pedro exorrista.
3 1 luana S. Pergenliuu e l.aurentino Mm.
1 Quinta. S. Quimio b. : e Ss. Rotilo e Daran Mm.
.) Sexta S. Panuco I S-, Mi .icio e Appolonio Mm.
i Sbado. S. Norberto b. : Ss. Eustogio e Claudio Bb.
7 Domingo da Sjuli.sima Trmdadee 1. depon do Espirito Santo.
em:arrei;ado- da m k, ru Alagoas. o Sr. Claudino Fakao Da- li.l.u. Sr. rj. i,,,,,..
Rio de Janeiro, o Sr. Joao Ptmra Martin-
EM PERNAMBH.n.
a
0 proprietarin do DIARIO Manoel Furueroa de I aria na mm
liirana, praca da Indrprodcoria n. 6 e 8.
EXTERIOR.
CORRESPONDENCIAS DO DIARIO HE PER-
N MBITO.
11 A M II I II G O
5 de maio.
I- tualmeiiie parece resolvida a queslo que mais
enfadoua Europa no uliimo lempo. Logo se ver que
fallo da questo de Iveufchalel. Desde o principio
r-iava claro que e concedera i Soissa a ind-peu- !'' partido feodal apresenlou una proposla exigin!o
. mais enrgicamente do que a esquerda fez valer a
necessidade da devida prolerr/to da liberdade da
irnprenfa conlra a arbilrariedade dos empregadns
publico. E foi essa mesmo partido, qoe fez valer ao
mesron lempo na casa dos senhnrea, um .lireilo al
agora repelidamenle recusado pelos ministros a re-
presentarlo do paiz, a saber o direilo de .lomar a
dencia do piincipado de Neufchalel sustentada de
fado ja deide nove anno., e a nica quesillo era o
preco por que se devia fazer essa conces.o. A me-
Ihor poltica de parle da Prusiia leria sido genero-
sldade, ma. em lugar disso Iralaram em Uerlim de
fazer dependenle a soluto de um numero de clau-
sula e coudic.es, afim de lillicnH.ir o negocio.
As nerjociurSes da conferencia de Pars vaclla-
vam hoje para este, amanilla para o ootro lado, e
passavam-se mezes e mezes a espera d'um resul-
tado.
Debaixo destas circunstancia a conferencia jul-
gou-o mais proprio formular um projecto de
meiliaro, offerecHiido a na aceitadlo ao dous con-
tendore debaiio da declarara 1 que o recsanle no
ile vena mai faier conta de qu.lqurr apnio das res-
peclivas potencias para a solocao do conflicto.
O dito projecto de mediarlo cofisislo de dous au-
tos, .1 saber :
!*&. M. el-rei da Prussia renuncia por si e seu
henieiros aos direilo de soberana que lile rnncedeu
0 tratado de Vienna de !t de jaaho de 1815 so-
bre o principa lo de INeufchalel e o condado de Va-
langin.
O futuro Estado independenle de Neofchatel tari
parle da coufederacAo u>sa do mesmo modo como
09 outios cinlies da Suis.a.
A cuufederar.ao suisa tomar a seu cargo todas
ns despeza causadas pelos aconlecim?ntos de setcm-
bro Amnista completa por todos os crimes civis e
militare relativos aos ltimos acontecimenU.
A confederac/io suisia pagar a el-rei da PfMii
um milhao de franco.
As rendas dos beus ecclesiaatkos que em 181S fo-
ram reunidas .i fa/enda publica, na. deverap ser
alienada de sua primitiva destinario.
Os capilae e as lecailas das n>litoi;oes pia, dos
rslabelecimenlos de utilidade publica, devero ser
respeilados conscienciosamente.
"J. Um p'rolocollo que formar o additamenlo
MM tratado, mas que nao deve ser assignado ptla
>i-..i, do neguinte conteudo :
Quanto so titulo de 11 m psineipe de Neutchalel
e Valaiigiu, cuja couservajo S. M. el-rei da Prussia
se retervou apara 91 e para seu herdeirn. os pleni-
potenciarios da Austria, da Franca, da Grla-Brela-
oha e da Rassias e podem referir a declaraco de-
positada no prolocollo n. 5 das presentes conferen-
cias, cuja declararan diz :
-Os plenipotenciarios da Austria, da Franca, da
1 ir.la-Hrelanha e da Kussia silo da opin o "que a
redaeco da arl. 1 deve ser aceita simplesmenie. Es-
se artigo he o aeguiule :
Os res da Piu.sia conservarn eternamente o
titulo da um principe de Neufchalel e Valangin.
Porem e S. AI. el-rei da l'russia o preferir, no pro-
tocullo final se lavrar a seguinle declarado do ple-
nipotenciario prustiauo :
o S. M. el-rei, renunciando aos scus direitos de
soberana sobre o principado de Neufchalel e Valan-
gin fai na iolenro de conservar para si e seu
herdairos o titulo de um principe da Neufchalel c
Valanain. a
0.plempo(*nciar3 da Suissa nesie ca eguinla declaraco igualmente a notar no iiniuV
coito : ^
ans Persas a [rlale/1 de Morahmmehah, fazendo
grande estrago no inimigo.
Mr. Meuvrav. mimslro inglez para a Persia, tinlia
chegado no dia 23 de abril a Bagdad, onde se pro-
punha espeiar pela troca das ralilicaroes do Iralado
de paz.
No dia t do correle asisti em Manchester a a-
polilica eslrangeua nos limites da sua discu'so. O : hartura da grande exposi(o das artes inglezas S. A.
motivo foi dado pelo negocio dos ducados allemiies K. o principe Alberto, ac.impanhado da commVo |
de llolstein e l.anomliurgo. O Dr. Slahl, o director I directora da e*po*ico. Achavain-se prsenles nes-
la fuucco os miuislros da Beluica dos Eslados-I ui-
dos, e do Uaytl. A ceremouia foi gran liosa.
A conferencias de Paria nao rsolveram por em
quanlo a qaeaUo do Neud-halel. El rei de Prussia,
parece nao cnnlentar-se co'n a propolla que Ihe fa-
zem as polencias medianeiras de aceitar um milho
de francos pela ce*so dos seos ilireilos. de ser pu-
blicada urna amnista geral para os comprometalos
realistas, e de ser Garantida a appliearao de varios
legados pios instituidas no neufchalel. A Suissa pe-
la sua parle se moslra ja disposlfa acceitar laes con-
din'ies.
.No dia primeiro do correle abri a rainha Isabel
do governo o guardar vigorosamente os direilo des-
ses paizea conlra a Dinamarca.
Os ministros nao poderao oppor-se a ni.cnsso a'
esse respeito e a casa dos senhores approvou quasi
aiianimente a dila proposla.
P. S.De lierlun acabarnos de receber pelo lele-
grapho o seguinle de.pacho :
O principe Napoleo e epra em Berlim na
sexla-feira as ."1 horas. Elle so licara' aqu lc ler-
11 ra-feira par causa da visita de el-rei da Itaviera
que, se espera em Paria Al Magdebuigo elle ia-
jara'incognilo. Em Barlun elle residir' 110 pala-,
a cin real. O general Branl e o capiln Treshoco fo-: as ciles hespanholas, pronunciando un. discurso
k rain desisuados por el-rei da l'russia para o serv- cheio de eaparaaea nas reformas que o governo pro-
11 cnedo principe durante a sua eslada.
11 Dz-se que esla visila do principe Napoleo a'
11 el-rei da Prussia no momento mesmn em que
pona ao Parlamento. A divergencia eulre e-ie miz
e o.Mesico. pareca nas ultimas noticias enrainiuhar-
e a um de.fecho parifico, gracas a repararn que o
que o mesmo principe tenha ainda lempo na-pre-j raacOea da llespanha.
11 ente eslavo para Tazer urna visita ao imperador Acha-se em Pars de vizila ao imperador Napo-
" da Itussia. 11 lea o gran- luqoe Cooslanhno da Rassia. S. A. K.
O numero de colonos parli los de llamhurgo al lem sido recebido em eiilhusiasuin em Franca, e
fin da abril Cal de 7,314 pcaaaoas : a desie > fo-1 espeeialmebie nae Talberiai. O imperador Napoleo
ram 181 para o Brasil, a' saber 109 para o Mucurv, n agracinu rom a grao-Cruz da legiio de Honra, e
c ~2 para o Rio (randa do Sul. | Ihe den hontern urna sumpluosa fesla militar, era que
Em 0 do crreme partir' o'aqui para o Brasil o \ pass.m sua mageslade o Imperador em revista um t-
vapor 11 I'etropohs.
LONDRES
H de maio de 18"i7.
Amariliaa satura de Seolhamploo para o lirasil o
vapor Medwav. e levar elle ararla que ora eslou
escrevendo. He provavel que cheguc esle paquete
ah rom uina lunga vugem, porque he elle de una
marcha mu vagarosa, en razao do pessimo estado
do seo machiiiismo e do proprio casco, ja lao usa-
dos. Fajo votos, por que a directora cuide de re-
formar oservico da liada dos paquetes eulre o Bra-
sil e esle paz ; e disso ja tralei em urna de miuhas
correspondencias.
As nolicias que desla vez lenho de eommnnicar,
sao como sempie cheias de in[erese, e se referen! a
aneceaana desle paiz e a de oulros.
S. M. a i.iiiiha Victoria tem gozado prospera sau-
de, e se acha quasi reslabelecida do nalaral abalo,
que experimentara por oecasiao do feliz soccesso,
porque acalmo de passar ha pouco.
A prineeta resem-naaeida passa ignalmeule bem,
e deua crer, que a.-un conlinuara, pelas forjas que
ja pnsaue.
Honlem parti ja a rainha para a ilha de Wighl.
onde le derhorara algnns das no gozo de lio excel-
lenle ar para assim recuperar seu enliga vigor : to-
da a familia real aeompanhou a S. Mageslade.
A familia real ingleza acaba de passar pela dn-
lorosa perda de .S. A. R. a duqueza de Gloucester.
que_n.ller.eu no dia .10 do mez protimo pactad*. O
estado de grave enfermidade, em que se achava
eia princeza, n.i denava esperar rauiln pelo sm
reslabelecimeulo ; e logo no principio da molestia
a medecina valicinou tristemente a respeito de S.
A. R., cujo mal, procedenle pnncipaliuenle de orna
debilidade eeial causa la por sua avanrada idade,
ira quasi se.-n remedio.
Morrea esl. princeza na idada de 81 anuos, e \
o muco doslilUos d Jorge II!, qoe anda exiatiS1
\. doiinr. da Glouresler havia silo casad
xercilo de 50:000 mil h .mmi
O descont nesta praca e na do continente conti-
nua ainda n'um estado anormal. Os fundos biasi-
leiros colados na praca de Londres lem-se conserva-
do firmes.
rr se a. m. el-rei aa Prussia qoizer continuar o i o duque de Gloucester, e\i primo, que faliecem en.
titulo d'um principe de Neufchalel e Valingui, do
ve isso er entendido do modo qoe delle nunca p-
dela oeduzir qualqoer direilo sobte a Suissa ou o
caulo de Neufchalel. o
A Suissa nao hesilou em aceitar e-se projeclo de
me liarla, e j 1 enea, regou o seu enviado em Pars
da asaignalra do tratado Nao se duvida que a
Prussia solorise igualmente o seu plenipotenciario
para o assignar.
I nleirani'iiir u in iiatu quo 11 s couservou entre-
tanto o eouflicto da fiussia e da Aastna com a Di-
namarca, a respailo dos negocios dos ducados de
Holilein e Laoemburgo.
Na cni nha ultima ja fallei da crise ministerial em
Copenhague. Ella nao se ncha ainda terminada, e
por isso nao pode ainda ser questo de qualquer de-
ciso da Dinamarca a respeito das queixas e repre-
sentarle* das polencias allemas.
Tambem na conleudaAustro Piemonlezanao
hoove rno.I*nra alguma da situarlo, e osesfor^os de
mediac^u sobretodo do gabinete francez, nao live-
ram por ora resultado. L'Himamenie ss falla d'utna
precdanle aolufo do coollicto. llu-.e que o gabi-
nete de Turim dara ao de Viajonjenima especie de
satisfago formal, com que o ultimo se declaran'
por salisfeito. Mas ja mullas vezes serepehram se-
melhanles predic^es, sein achar depoi urna con
Trmac,Io.
O que de novo preocropa a diplomacia he a ques-
lo acerca da reorganisaco dos principados danu-
bianos. As tropas da oceupara auslriaca lioalinen-
le evacuaramplenamente esses paites, e eala rlle-
gando o momento em que, conforme ao tratado de
18! i.
Iloje leve aqai lugar o funeral daquella princeza.
sendo o corpo rondu/.ido do palacio de Gtoucetter
para a estar 1 de l'addingiun, donde ae.xiio elle
pelo raminliii de ferro pira Ocastello de Wlndsor,
em cuja capella seria deposita Jo na jazigo real, de-
pois I, celebraran de exequias, a que as-isliriam SS.
AA. RB. os principes Alberto e de Calles, e o du-
que de Ctmhndge. Segundo determmacoes da real
delmiia devena o eu funeral er feilo iodeslamen-
le : assim foi execulada ua real vootaJe, com
aquellas re-iru-re-, porem, que pedia sua alta jerar-
chia. Desle modo se fez, que o grande cortejo que
aeompanhou o real cadver, se componha simples-
menle de criados da casa de S. M. a rainha e de S.
A. R., nao sendo as alias corporales do Estado,
nem o corpo diplomtico couvidado para este aclo
solemne.
Oepoia de findar o lulo qoe acaba de lomar S.
M. a r.unha por espero de vinte'e um dtas, da
vnlla da familia real .la ilha de Wiahl come<;aram
na corle as feslas do auno, comeando S. M. pelas,
recepcoes ofh'eiaes em que cosloma admittir osuiem
hros das diversas corporarftes do Estado, que tem
acce.so ao pa^o, assim como o corpo diplomtico
que he sernpre convidado para todas as l'uocc6es da
corle. Esla qualidade de recepeo se denomina
? i i< hevee e tem de difleren^a com urna outra
v. eaie de fe.la ollicial denominada l)rawin<-
r..,uns o a circumslaocia de nesta seren tambem
apresentadas a senhoras que se acham no caso de
irem a palacio.
Em seguida a e.le actos ofliciaes, qne ordinaria-
Pan, os divn da Moldavia e Valachia devein dar o menle tem lugar durante a sessio do parlamento
ubi. .i,il. -.....lili. ..... .., I,.,. ,1,1. ...,..,.1 ,r r a ...... ...I,__
seu vol a respeito dos requisitos considerar ua re-
or.aiii-araii do seus esla los.
A principal co'usa de que se trata, he, como se
sabe, se os principjdos devem formar dous Estados
separados ou se devem er reunidos em um >o. A
diplomacia nao pode accordar-si) aiu la acerca dessa
questo, e as-im, como ao principio, a Austria e a
Turqua de um lado querem conservar a separaco,
sendo a Russii ea Fraoea da oulro lad pela reu-
nido em um E.la lo, ao mesmo lampo que a l'russia
o a Sardenha parecer mais dispnslas em f.vor, e a
Inglaterra mais contra a mesma reunio. Maior con-
forrnidade de opiuio parece reinar entretanto enlre
a popular dos proprins principados ; he prepon'-
depan ,e a opinio a favor .1 1 unio ''os dou* Estados,
e essu opiuio se manifesta do modi mais decidido
e enrgico nas eleiQes para o divans.
Mas essa. manifeslaqes da opinio publica nao
deitam de ser duvidosas, porque se sabe que os pai-
/.es dauubianos sao 01 lugares da maior rurrupi;.io,
o que os boianlos 11 n all doiniuam fazem ludo
pelo dinheiro. Talvez qoe para ao meos de algum
modo a.segurar as eleires contra essas influencias
de corrupto, a commisso europea, reuniia em Bu-
karest, para tratar da reurgauisaco dos principados
danubianos, exig 1 certa, mu lais acerca do direi-
lo eleiloral. Segon 1o se diz a Turqua aceilava essas
11111 in; h .11- eioirn -, mis eulreliulo foram essas
adiadas al meado de juuho e lodos os partidos nao
deitaram de fazer os possiveis esforcos para dirigir
ai eleicei em seu favor.
Deitaodo a poltica da Europa em geral, diremos
aUumaa palavrzs a respeito dos uEslados Allemeso
em particular, ou nielhnr dilo da "l'russian em par-
ticular, porque excepto da noticia que o impera-
dor da Austria far nesles dia a sua viagem a Hun-
gra ja'ha muito aauuuciada uada resla a eommnni-
car do que os ltimos acoutecunenlos 110 parlamento
prussiano.
E esses acontecimeotns sao bem dignos de men-
co. porque pode c pretender coili toda a razio que
o parlamentarismo nllemle vai ganhandn novo ter-
reno no meio da indoleucia e do indifierentismo po-
litice.
Nunca um ministerio parecen polar contar com
um maior apoio da represenlacHo lo paiz. A opposi-
cao se achava baseada n'uma minora in-iguilicanle,
lendo o ministerio em vista urna preponderarle
maioria .' favor de qualqur desejo que maufeslasse.
Na realulade o gabinle foi vicio.ios> nas priraeirai
s-s-oe., e por-uso lano mais orpre|i<,nd,.ram as der
rolas que eauirarrr durante a presente ses-n. J
fallamos em oulra occa.io da rejeicJio dos projec-
to da lei de divorcios, do imposto solire proprie-
iladeaetc, etc. Desde enlSi o goveroo sollreo duas
nova derrotas pela rejeico do augmento do impos-
to obre sal por elle pedido, e por um vol parla-
mentar a respailo das cireumstancias da imprensa
prussiana.
vem os bailes e concerlos da corle, que s-ro devida
podem ser contadas no numero das mais sumpluo
sa feslas. A eslas f-sla sao convi ladas p.ucas
pe.soas das diversas rlassts da liobrez ; e o he tam-
bero, o corpo diplomtico aqu acreditado.
No dia .10 de abril prximo panado,raooio-te pe-
la primeira 'vez a nova ramara dos commuiis p.ra
verificar os seus po leres e eleger urn presjdenle.
A escolha desle recahio sabr Mr. Demson. can-
di lalo pelo governo ; e foi ella approvada por S.
M. a raiolfa, que logo nomeou o novo So#ker 11
membro do seu coitselho privado, como he aqoi
pratica fazer-se em laes casos*.
0 da 7 do crente hivia sido desuad
PARS
7 de maio.
A mi nha caria de t de abril, que nao p le parlir
pelo paquete de South.roplon, por que eu fra mal
informado acerca do dia da sua partida, Ihe chacera
sera duvida pelo paquete de lienova, que devia pas- I
sar em Marselha a- 88 de abril. Al que oslnossos!
servidos a vapor sejam organisados, o que lera lu.ar, I
egundo espero, antes do lim do anno, aproveilarei |
lodas as occasioes que me forem ollerecidas para Ihe
dar nolicias, mas a via mais cerla ei sempre os pa-
qucle de Soulhamplun, que parlera sempre a 9 de
cada mez.
A mu nri.i m um novo servico ( a companhia harn-
hurgueza j que lera duas partidas mensaes : msale
0 prsenle parece decidido que ;t direcro dos cor-
reos de Inglaterra, que conceden o monopolio do
servico das canas a artiga comp.nhia de Soolhamp-
lon, se recusa a consentir que a nova empreza lome
os despachos. Em lodo o caso, fique cerlo que farei
lulo quanlo for possivel para que os seus leilores se
aproveilem de tojas as vias de coaamanieacSea que
se abrirem.
Permitta-me, pois que fallo do seu paiz, drigir-lhe
as mullas felicitaces mu sinceras, a respeilo da
grande medida que caha de tomar o governo do
Brasil, tratando rom urna companhia para a inlro-
ducro sobre o lernlono do imperio de .">0 mil colo-
nos, n'um prazo de 5 annos. Espero que a provin-
cia da Pernamlincn lera a sua parle na di.lril.uir.lo
de'ie novos Irabalhadores, o que devor a esle c-
creacimo re hra.; > urn augmeulo aotavel d prospr,
(idade. O futuro vas perlence, humen, do novo inun
lo e por pouco quo 'aibais i-cnservar a seguranc
le vos da h mou.ifbaa !"
roiivenieutemenle 04 sacrificios necessarios, por pou-
co que prestis hnm acolhimenlo a eslrangeiros, os
VOaaoa futuros concita los, que vo (ecundar o vos.o
solo, esle f.ilurn ser mago tiro, e o scula nao su
acabara' sem qoe o Brasil lome logar do mundo en-
tre as potencias de primeira ordera. Eii,relanlo o
qoe posan dizer he qu- a medida, lomadas pelo t;o-
verno imperial e que os nos.o. jerpaes lera publicado
ho produzido aqu urna viva impresso, e que o co-
loos nao fallaro na Allemanha, na Suissa, nem
anda ero certas parles da Franca, embora anda le-
nham que povoar a sua gruida colunia da Ajeria.
Volleroos agora a nossa Europa : o grao duque
Constantino, aquelle mesmo que pareca mais apai-
xonado pela guerra, acha-se ueste momento cm Pa-
rs, onde recebe do cidada como da corle o acnlhi-
meulo mais enlhusiastico. Durante a sua residencia
em roulon, o principe foi aulorisado a visitar nes
suas mais secretas particularidades o nosso arsenal,
onda se ostentara todos os prngressos da arte marin-
la, nao sii |.r.irnr.,r un salisfazer a ua curioaidade
petaoal, mjis fei aulorisado a deitsr ero Toalon um
rueiobro do almiraolado rasgo, o principe Loof, ao
qual foram aberlos os archivos da nois.i marinha,
para ah lomar nalas e beber lodas as informaees
que julgar coiivenienle.
O grao duque apenas nassnu em Marselha, onde
lile lizer.rn urna rerepro magnifica : dahi sera pa-
rar em Lvon, que alravesniu, dirigio-sea Pars, un*
de cliegoo a .10 de abril. Percorreu os nos.os hou-
levards, a em carroauem descoherla, lendo a seu la-
do o principe Napoleo, primo do imperador, no
meio de urra popularo mu numerosa emui*yra-
palhica. Todas as casas que ficavara em soa passa-
gata, esiavam adornadas com b.udeiras rus.as ( a
aguia de duas eabeeai em campo amarello ;. Cho-
cado a luilerias, o ira(>erador Napoleo o recebeu
no topo .la grande escadaria, e o apresenlou a impe-
rainz. As feslas, que se linharo preparado para elle,
loram relardadas, por i|ue no mesmo dia da sua ehe-
gada, sabia se em l'arisa morle ua dnqueza de tjlou-
cesler, lia da rsinha de Inglaterra. Ma o adiamen-
lo nao foi longo, por que o lulo da ciirlc, ordenado
pela eliquela, ha sido rnenle de das. Ja honlem
o Azoran) assistir a uina revi.la da guarda imperial,
das tropas d guarnrco, formando o todo oro al-
ganimo de.VI ra'il homens, a'noile foi ao hotel de
por S. i "e- ca"~ majiMlicos soles encerravam todo
M. para a abertura do novo parlarneulo ; e cora ef- e4lra"g-iros de disiincfo, e a llr da sociedade de
feilo leve honlem lusir esla ceremonia por com-1P*1* aoaioairtHlaa maia celebres caolaram pi-
ra i.i o da rainha. I.erara ento os coininissano re- I JilC0* operas, depois o principe senlou-se a una
ceia offerecida pela cidade-de
gios o discurso da coma, qoe pouca materia coulem
que nao sej ji conhecida.
Primeramente faz S M. menco da fiel evecujo
que vai leudo e lera' o tratado da Pars; depois
(alia da queslo de Neufchalel. que figura estar
qu.si resolvi.ia ; assim como do Mirada de Paz cora
a I'arsia, do tratado do resgale da portagem do
Sonda cora a I) o imarca, e do a slalo qno a em que
se achara as relac/i-s da Inglaterra coto a China :
islo <| intii puluica exlenor. pelo qoe resptil.i
a' poltica interior do paiz S. M. se felecila pelo es-
tado prospero da narao ; mas uo deua menos por
isso de recouhecer a necessidade de cerlas reformas
nas le .a u. iirrio malrimonial leslaineularia,
as quaes muilu reriunrnen.la ao parlamento.
Foi esla falla discutida honlem mesinu em ambas
as casase approvada por lodos oe parddos.
Lord Malmesbor) na cmara alia toraou a pala-
vra pela oppoaieao para considerar primeiro a delir-
enca do discurso real era iniciar as reformas de que
carece o paiz ; e segundo para defender a opposie..1o
da grave injuslica, quo Ihe litera lord l'alrnerslon,
quaodo a chain.ra facciosa e ejoisla por occas.o da
.nscus'o da quesla 1 da China.
Aa casa doa coiiirnuns o general Thompson O'Ou
da palavra tambem para esle ultimo lira ; e dirigi-
la eulo vehementemente coulra lord Palnierslou.
Aclia-ts pon reunido o novo pavelameule. rom
cuja maioria julga o governo poder contar. Mas a
vista do espirito de reforma, de que el gernlmenle
poatnida a nova cmara, e o proprio paiz ; c da dis-
po-iraocrn que te acna o ministerio de iniciar apaas
aquellas reformas indicadas no discurso do coroa ;
nao he seguro aflirmir ale que poni pude o governo
contar cora o apoio principalmente da casa dos coui-
muns. Veremos no entretanto o seiiuimento
isto levara' uo futuro.
As ultimas noticias da China vo alo S de msr^o
ultimo, e alo esla Jala a queslo chine/a uo olle-
recia svinptoraa de destecho algam pacifico. Os
Mandariiis contiuuavam a excitar a pu|iulacio
conlra o eslrangeiros ; e o givernardur de WhauD-
que
pm havia ale mandado exccolar a pena de morle
Oaanloao imposlo sobre sal, elle liaba passado o|ra ftw China, por suspeico de ha.eren. esles
ffom urna freea maioria na casa dos depilados, mas | neBoe,,do CU1I1 ol |DaJeze.
lauto maior rol a maioria cora que a cunara dos se-
nhores a rOjoHou. iVnnlo. questo da impreuaa, j.:
linha sido aaggerida por urna prnposta aprsenla la
peli.'depulado M ithis na sesso do anuo pas-ado, a
qual etigia que o g iverno garantase a mpreeaa con
Ira a arbilrarie.la le daa autoridades. A cast dos ile-
poladus he ver,la.le que su aceilnu a prepottl Malhis
era aUnn dos seus paragraphoa eapeeiaaa, mj. a herioqia.i onau mmenle -s qaeitaa do mesmo, e
passaudn a orlern do da, motivan a mesma de um
moto, que prouunciava a mais decidida reprehen-
so ao 1 a -. :nn >n|.1 ale agora seguido pelo sovemo,
exprimind,) ao mermo lempo a esperaura que o go-
verno tina'ia de si mesmo a iniciativa para o neces-
sano regula -nenio das circamslancias da iraprensa.
Foi sobre turlo o partido da direila. debaito da di.
recelo dos senhores de Gerlach e Wagener ( esle ul-
timo o enligo redactor da latela da Cruz que linda
'js porlos da Inglaterra na eeaala de seguir re-
an- navaes e de lea com desuno aos mares da
China.
(I giverno parece estar diipoalo a elevar a .'lO.OOO
rail homens a forras de Ierra que vai raaiidjudo
para all.
Lord Elg'ii chegoa ja a Aletandria em caminho
para.Hong-K >ng ; eo general Ashuebeveniiam, no-
meada coraniaii laule era chefe do exercilo inglet
na China, havia partido de Suet para o seu destino I conlrariar os liielezes. M
em 1 do mez prximo passado.
Pars. Iloje deve a
companhar e imperador a'ma encantadora habita-
cao da in.va cidade de Elang, onde o aguarda um
grande almocii. Dahi ira' a fontainrbleao, onde se
organisaro cacadas na lloresla. Depois o principe
i'omecara'o alvo da soa viagem, ira' a Binjeaux, e
visil.ra'successivamente o. nnssos partos'mililares
do Ocano e da Mancha, Rochefoil.. Lorien!, Ilresl
Cherbaurg, e depois Idala excurso, ira' a logia-
Ierra 1 he duvidosa ou a Blgica, para ganhar a
Prussia, alravessando pelo llaiiovre,
Eulre os incidentes da re Paris. ha um. de qu devo dizer oraa palavra, por-
que he significativo. Ha pouco dia, um banquete
da lo na embaixada russa reunia em torno do grao
duque Constantino lodosos marechaes de Franja,pre-
sentes em Paris. O principe linha aisentado a seu lado
o mareehal Vaillant,ministro da guerra,e o marerlial
Magnar,. comrnandante era chefe do exercilo de Pa-
rs. Defronte delle. de ambo << lado da emhaixa-
dnr ru-so, conde Kisselelt. senlavam-.e o mareehal
1'. 11 1 -r. duque de Malakoll, e o mareehal Canro-
herl. Depois das s.udes fe las aos dous imperado-
res, o marech.l l'elis.ier, o m--in,i que lomou Se-
lla.tnpol, bebeu a honra do e.rerrr/n rMatto. Esle
toast vi lamente applau^ido pela parle frauceza do
enditarlo, sensibilisou profundainente o grao duque
que se levanlou, e se exprimi nesles termos :
Ao exercilo francez, que, longe de degenerar,
nao fez mais do que crescer na eslima e admiraro
dos povos a esles valenlea soldados francesca que
lodos as nares se ulanam de ler por adversarios nos
campos de b.lallia que se julgaro anda mais fe-
lizes por ler por emig s 110 meio das prosperidades
de urm paz fecuu la Senh .res, agradejo a Dos
por rae ler dado a occaaiio de proclamar allamenle o
meo i-n-am-nln dianle dos chefes, que represeulam
a flor desle valenle exercilo '. bebo a saude do
exercilo fiancez !
K-lt lioguagein, cuja siuceridade he attcslada por
nutras multas particularidades, causa eiu Franja
111111 iiuiuud 1 impreaigo. Embora lenhamos pago
carn o nosso Iriuinpho na Crjrea, o povo francez
nio (era antipilhn alguma nos Kus nao deixoo de maneara algoma nos coracfjei os tra-
eos profundos que as nos.as enligas Iotas rom
hul'/.es ahi eacraveram, e que a allianca nao lera
eomplelamente extinguido. O RuaM 111 iividualmeu-
le e-ta armado em Pars, e ah he mui bem receido,
eemo os nossos eompelriolaaiilo igualmente bem aco-
llados em S. Pelerabargo.
Esla s)inpalhia, qoe Icstrinunliain reciprocaracn-
le os I r,111 -e/e- e ns Bussos, a. singularmen-
te o bom accordo dos dous governo.. o que parece
o qoe (azer os Ingle-
es sao mui exigen!*., mu inOetiveie, mu altivos
No dia 5de abril lornou o general Oulran.cnnhe- : oppoem-se ao ra.gamenlo do .(limo de Suez, que a
cimento do tratado de p.z celebrado enlre a Ingla- Franja deej., lulam conlra nos sobre a que.lo
[erra a a Persia, e logo su.pendeu as hostilidades que dos principados : no dia seguinle da victoria oblida
contra o exercilo persi dirigir sernpre com feliz em commura, os acharaos por toda a parte, prnmp-
succesio desde a tomada de Bushir. loa a nos contrariar e araesquiuhar. Esla polica
Anda no dia -!6 de marco lomara aquelle general I egostica deve produzir os seus fructos, e he culpa
delles, se os ardoros d'alliauja ja se acharo mu ar- 1
referidos.
F:m una palavra, lord Palraerslnn e os seus colle-
gas, ueste momento, leem coluido bstanles Inura-
plios interiores para nao crear enibaragos no exte-
rior. O gabinete obteve a maioria na eleires, que
acaoaui de ler lugar, no sentido de que ii partido
tory, o nico que esleja organisado de maneira a to-
mar o poder, quasi que nao lera seno o lerjo dos
volee da nova cmara. Mas esla manira he mui dif-
ficil de goveiuar, e. se lord Palraerslon quizer sa-
lisfaze-lo, sera conslrang le a dar ura desinenti lo a
lodo o seu passado, e a seguir urna poliliee coulra a ,
qual se lera pronunciado ale hoje. Devera'entrar na
va da. reformas ; creio qoe ja lite diese que, como
a se-so eslava mui adianlada, o deb.le subre eslas
reformas sera' reenviado para o anno prximo. Nao
he a opinio dos partido liberaes e radicaes que ,
querem explorar sobre o campo os senlimentos que I
prevalecern! nas eleijoes, ejamerliugs para ene I
lim com.ram a agitar a Inglaterra. Assim sera' mis-
ler que desde ja o gabinete Palmerslon faja alguma
cousa, o proprio Timets, lao favorauel ao primeiro
ministro, reconhece esla necessidade. Assim parece '
decidido que de ludas e.las queslOes se tomara' a
menor, a queslo da emancipajo dos Jadeos, que
ja tem sido por varias vetes submellida ao parla-
mento.
Algumas petirOes do eleilores da Citen que, pe-
la tercena vez, chamaram obaro Leonel de Rols-
chilio a cmara dos enmmuns, inimslraram urna
orcasio natural pala einpenhar o combale. A cou-
cluso nao poden ser mu duvidosa, porque na c-
mara declive, que sempre tero admillido a neces-
sidade de supprimir o juramento religioso p,ra os
.ldeos, Mas, pranle a cmara do larde, onde pu-
ritanos da igreja auglicana se acham em maioria. a .
dilltculdada Bcera" no mesmo estado, e ninguein satie
porque meios lord Palmerslon conta poder vencer
esla maioria inloleranle. Dentro em punco ludo se
enclarecer, pois que, depois de :t0 de abril, as c-
maras inglezas se reunir.. : a dos commun ja no-
meou o seu Speaker, M. Demsoii. apreseutado plo
partido minislenal, era cuja candidatura ui fui
conteslaua, ella orcupa-se com a vcnlcajo do po-
deres e admisso ao juramento : mas he* hoje, 7 de
maio, que o discurso da coroa sera' lido ao parla-
rneulo. Osjurnaes inglezes Ih'o levarao.
Uesejava poder dar-lhe a uilima palavra do inter-
minavei negocio de Neufchalel, que da' i,anto Iraha-
Iho a diplomacia : ludo pareca com effeilo acabado,
00 ero vespera de acabar, quanJo Ihe escrevi a mi-
nh 1 ultima carta, mas surgero novas Complfacft.s.
que todava espero occasionara smente demoras, e
uo um rompiraeut .
O enearregado dos negocio susscs, t. Ilerm,
partir para Berna, com o projecto de Iralado, que
devia fazer com que o canto de Neufchalel e o go-
verno federal aceilassem; fiirabem soccedido na soa
larefa : desgrajadamente o po :e exculiva suisso.qur
tomava sobre si dar a sua adh-ao quizeta son lar ao
pirao publica, mandando publicar, o prnieclo do
tratado. r '
A conferencia de Paris se alfligio com esla vola-
5o do segredo dos suas dehheracOes. e urna ola
mu severa fui publicada pelo nosso uMonileor pira
censurar e.la infracjo das regras dinlomalieito, que
oampromelle uni negoelaclo anda nao terminada.
A I russia anda faz objeccii..,, propoe modifica-
oei que nao alterara e nem aggravam o projeclo.
mas que obrlgam a couf-rencia, e 1 Suissa a ura
novo exaine. Ja nao entro .nos promenores, pois
que trala-.e era substancia de um objeclo que inle-
ressalmut nieilmcrementejos leilrres do oiHro4ieinii-
plieno. A quesi de N'euf.-li.n.l nao tn-.hi ..,,_
dade seno |.,ni|,ianl.i era ura 1 ,. da Europa : hoje que ella cabio r raaos da diplo-,
macla, e que j sua snlurjo anima he cerla n'odf
tompo m.r. ou ..irnos aproximado, limilar-me-liei
coinmuiNcar-lha o resultad., defioilivo.
Serei lao breve sobre nutra qoealo que poderla
occasionar oo.i.equencias mui perigoaaa, ma-que
esla anda era cornejo, e que ., diplomacia se ene.r
regou deaju.tar. como Ihe los.e possiv-l. Ouero
tallar da dilferenja occorrida eulr a iuUrla ea
Sardenha, .in cmsequencia d. qual asdoaslena-
coes foram chamadas. Os ornees se necupam mul-
lo com esle negocio, e quasi que se nao pina .eraa-
ia ero que najo publ.quem a esle respeito algoma
uta, ou circular mais ou menos autentica. O que
ne parece certo he que o guverno franco; se intlo-
melle olciosamenle para harmoois.r as dea. corles
'.rno quesera' bem succed 10, pois que a Austria
eseja mono ser agradavel ao nosso governo, e o
tmeme nao pode nad.i sera o nano consenmenlo
o nosso apo.o, O uegocto n3o lem imporlanca
eno sob o pomo de vista de que o Piemnnle mui
raco para se defender-contra a Au.lra por meios
regulares, sena arraslado. em caso ,1c guerra, a ol-
lar a revoluco na Italia, e Dos sabe o que aconte-
cera de semetuanle fado.
A revolujao anida nao proferio a sua ultima na.
lavra na Europa, e o foco das paixoes demaggicas
anda nao esla exlinclo. Os refugiados'de todas as
naroes, que lera o seu quartel geueral em l.onire
coii.piram inresai|lemeiile centra os governs es-
labelecidos e contra O repouso da socicieiladc euro-
pea. Segundo ai corra.pindenctas de Madrid, a
lespanha >e ach em vespera de ser de novo o Um-
ita de dmi empreza revolucionaria. Dizeni que
se descubrir urna coiispiraju e asseverara que o
guverno hespanh.l lera nas raaos a prova de que
esla conspirajo republicana e demaggica devia re-
bentar na Capital a 8 de maio, e a III nas provincias,
tirando nuraero de pn--s leve lugar era Madrj I,
Barcelona, Malaga e Cdiz. 0< carlistas, segundo
ii/.era, liuli.im alutima parle ueste negocio, e os
cheles dos demagogos daviam ervir-se delles para
a lula, salva trata-las como inunigos, depois do Iri-
umpho.
As corles hespanholas foram aherlas no primeiro
de maio por uro discurso i lo em noma da, rainha
pelo presidente do con-ellm. Esle discorso annun-
cia nina reforma do senado, cujos elementos sero
mollineados pela introdcelo do principio de t.ere-
dilariadade. M. Marlinez de la Rosa foi eletln qua-
si unanimemenle, presidente da cmara dos depu-
lados : o marquez de Viluua foi Horneado pela rai-
nha presidente do sealo.
Bolelim da Bolsa, :l por cenlo lili f.70 c 1i*
por ceuto : ')>: consolidados nglezes 93 :l|8.
LISBOA
!."> de mam.
A expeclalva publica lem estado nestes ltimos
das pendente dos acalorados debates da cmara dos
depulado sobre o projecto de lei. que no da 11 Hi-
lo 1 submetlulo pelo governo sobre o conlraio do ta-
baco.
Pretende aquelle projeclo. que o governo manda
proceder a arrematarn do mesmo contrato pelos
res anuos, que ho de comejar no l. de maio de
I818, e acabar em ;I0 de abril do*IWi|, segundo as
condtroes do actual cunlralo e mais legislarJo em
vigor, excepto pelo que loca a parle penal, que se-
ra modificada. H
Oumd.i se nao oblenha um praca vanlajo'o para
os 111 eresses da fazen la, lera' lugar a a linini.Ira-
rilo oesle monopolio por conta do eilado, ou o que
era Franca chamara rgie.
\erilican tn-.e esla hjpolbaie, lica o governo au-
lorisado a adoptar as medida necesaria, para a or-
gausajo deste ramo de servico e para |irover aos
seus encargos, devendn dar conla as corles na pr-
xima sesso, do uso que liver feilo das aulonsajes
que se Ihe consederem.
As penas do cnnie de conlrabando do tabaco, qoer
nocaso de adinini-lrarao por conta do slado, quer
uo-i:aso de arrematar ', seroas seg.;ntes :
Perdimeuto do genero anprehendido e dos Irans-
porlet.
l'nvaro de serviros militares ou civis, poslo ou
empresa.
Mulla 110 Iresdobrn do valor do tabaco e dos trans-
portes, e prisa,, de ura mez a um anuo, segundo a
gravidade do caso.
Nesta queslo lera fallarlo a favor do proierto os
Srs. A. J. d'Avilla, 111.....Iro da fazcuda Carlos
lenlo, [ministro das obras publicas e Autouiode
Serpa.
I eera rallado conlra os Srs. :
\. M. Pontee Pereira de Mallo, J. M.da Casal
Ribeiro, A. \. Rodrigues Conleiio, e J. M. Latino
Cnelho.
Tem a palavra a favor os Sr..
Pereira Garefz, JosSilvealre Ribeiro, Joan Ua-
bello da Cosa Cabral, A. Lelz .le Seabra, Max.mia-
o Otorio, Vidal, Mello Seares, Conde de Samo-
daes.
Tem a palavra conlra os Srs.;
Rodrigo Noguelr Soares, Luciano de Castro, R 1-
belle da Silva, A. Rodrigues Sampaio, Allouio de
Catiro, D. Antonio da Cosa. Azevedo o Caoba,
Casal Ribeiro. I antes Pereira de Mello, Rahello da
Silva, Juo M ira Alves de Sa, Miguel do Cauto,
Rodngoe. Cor.leiro, Jos Elevgu Coelho de Miga-
Ihes, I liorna/ de Carvalho Ojeiroz, Bernardo Fran-
cisco da Cosa. Orlos Cvnlo Machado, J. Mara de
Abren, Latino Coelhi, Barros eSa, Alherta A. de
Mines Carvalho.
Os oradores que lem fallado, conlra o projeclo,
lem procurado fazer sobresahir a conlradicjo do 1
actual ministro da fagenda, que ero pleno parla- 1 mesmo cavalleiro foi depois eieito definitivamente se preparam no. arsenae de ferros, de uraa segoaaa
ment, ua sesso de 23 de abril do auno passado 1 por IOS volos. divi-o naval, qjasi igual em forja a qoe agora saano
.hs.e, ., que nao quena, que o governo continuaste 1 l.r-se nos peridico eslrangeirot que o conde da de Cadit. Apelar di-lo. rema ralaeate ai svpmi'
a arrematar o monopolio do lanaco por couveoien- Monleraolim ,preleudenle de llespanha,cansado dos de que n negocio do Mxico se recolarn diptasoa-
cia do mesmo governo, parque nao ha mimslro dis.abures que pas algura que 00SH ser j.islo com a companhia que ad- le reinar, aulorisara alguns perionagens para resol- I Diz-to que h. urna provala de um. rrmpanhia
ministrar o monopolio do tabaco, n Nessa ses-o verem a sua queslo. pre.lando-se elle a reconheeer i ingleza, para o l.brleciinealo de m Ulegrepeis
lerminava o Sr. Avila, que hoje he aecusajo de a rainha de llespaulta, contanto que ae Ihe conceda eleclrirlo entre a Corunha e ilha de Cabe.
alia incoherencia, peras seguales palavras : I regre.sar a patria na qualilade de iufaul- e receber I.e-se no llvno de Barreloea,, qvr aaejaella n-
'. bu uo quero nem lie- de cooperar nunca com ; o lien de sua familia, ou urna itftemnisajo. dade ss esta pra edn lo activamente na raaa mira
o met vol, para que o g iverno arremate de novo
aquelle raouopolio. Ouero qoe u estado laja o que
i./.- n os oulros esla los, onde ha esle mono-
polio., 11
O in -.ni 1 estadista no relatorio publicado na fo-
llia ot.ial em l de marjo de 1S7. sobre a que.lo
do (abaco, moslroo al a ultima evidencia as vanla-
geus do .Tgie, 11 ou a a luiiiiislraro por conla do
estado, sobre a arrematado.
Ja se v que o ministro da fazen 11 esla era pessi-
mo terreno, irazendo ao |. ir I iiii,mi;,1 uina proposla
diaroelralineule opposta a. saas anteriores opinies
lo manifeatameate declaradas ao p.iz. Accresce
slero 1I1-I.1, que a opinio publica ja ha millo lem-
po qua uo po le tolerar a arrem.lajo, mi 1 si pelo
111. 1 genero e peiur serviju que lera ohti lo das cora-
pauhtasarrematantes, ra/s lamben dos vetamos que
o povo olTre a pretexto de liscalisajio e reprselo
de contrabando, haveu.lo processm e muilos mezes
de pn.o por causa de :lj reis de tabaco.
Os melhores ora lores da cmara volara conlra o
No dia 8 sahio de C.dix a esquadra d'alioada ao os implicados n. lal-ili-urA de aulas do I
golpho do Msiieo. diriga lose a Porto-Kiro. onde cello.Hendo BsuzasaeM ,do"o numero dos projw. A
deuara 1.800 prarss do exercilo que eanduz detrans- joala do Banco, aulori.ada pelo (uvevao 4a oto-
parle e levara dalli qualro hal.ilhiies e uina bricsda o, lomou a deliberar 1 de .li-tnl.ar p-l... iMare
de arl,harta para a llavana, ponte onde ble de reo- mais publico, exempare do tullirle lal^s, pera
nir-se lodas as forras expedi:ionarias ds mar e serem examina in. e cnhecid... por toda a costle.
'erra. Kila meli la lea produnlo s.ti.i.ri.trin resollaoos.
O. uavos de guerra que tiveram ordem de ir re- | A real Academa Je Ilurn-lellr; le Rarccsoao
irrar a guarnijo de II iv,na.,lo a lliiiiha l liliten, Pelat/o, D. Francisco de Asris, fina e denles as serjr.e. de In.tona e poous.
A'unta Cecilia. tu Ibamai di sumados o :
Eserevem de Madrid que linha saludo para a fron- I 1.-Memoria in.toriro-^Tilira obre e asgrega) .
(eir da tialliza o Sr. Bourman. Itomaaiatarle hespa- do remo da Sir.lia a coroa de Aragao.
nhol, encarrega In do ajusle deliniltvo solire o. Iimi- -!. Culo neo obre a conqosU da Meseerra.
tes enlre Portugal e llespanha ; que ao mesmo lem- Podea sel escripia em cataln ou em ca.telhaoa. pi-
po satura de Lisboa o roiiimi.s. rio porluguet, e que i rein erapie em melro unifarme.
arabas devem continuar a deiuarcro da Ironteira, P. S.No da '.I licou coi.tiiinda a mossa do eos-
desde o rio Tamega, pnrquanlo de.de o Tameca al grco do depi 1.11 e no da II devia lieer
I,illa a ap-
Minho, hecoostj regulada, a qual s
pmvaco do respectivos goveiuo
(I coii.elhn provisorio do ramntiode ferro de llar-
projecto : e aperar de lodas as cambn ires posal- celoui a Tarragona rrcebeu "1 por eenlo por arro,
vete a da maioria lar aalado par lodo quanlo o go | conta do primeiro dmJenli. Em conseqiiei-i4
vento lera Ira/ido ao seio da represeolajao nacional,
a ritmara' e-la muiln abalada nesla qua-l 1, e nao
admirar que o governo leve ura cheque, petante o
qual (era de reliiar-se.
Esla questo he de mortlldede, e o monopolio
il.s queixas que se levantarais, foi o governo tur de
Barcelona enearregado de proceder o inquerilo para
etaminar se o refeiidu conselho irrjh.i obrado com
regularidade. A resposta do governador, depoi de
ler novillo a depularo provinnal, foi que a quanlia
arrem ilado ha um anaehrooiamo, qde vai de encon- recebida seria re.ltlutda aos arconi.la.
Iro a Ind is us principios de liberdade, e qae oUeiide Vai o conlrabando adquirindo lal alrevimento no
gravemente a lei fundamental do paiz. I'-.r oulra ; Aragao, que foi necessanu mular tropas para o re-
liarle o Sr. Avila, destaque o Sr. Jos EstevaO, primir.
chamado de Aveiro pelo lelegrapho, se apreeentoa
na cmara, nao parece o niestno humera. Ve-se que
esl vtsivclrae.ile preorcupa lo. o que nao pode dis-
farjar, quando toma a palavra. O seu collega Car-
los liento fallou com infelicidad-, e ns amigos da
siloaco rnmecam a duvidar cora boas razoes da sua
estab.lidade.
Ouvi dizer. que o Sr. Seabra apiara o governo
na queslo da Concorlata cora a Santa S. Por ora
ainda uo houve seno una e-so sec(ela. Oillaslre
onsriiri.nl!., desej 1 por este meio merecer a tfon-
lanca da gabinete e ser convida lo a uecupir a pu-
la da ju.ltji, anda vaga pela dera.so do Sr, Fer-
rer. Assegurain al-uuns pessna, qoe este seu cin-
penho he para fazer adoptar .1 seu cdigo civil,
Irabalho vali.ssimo que leve entrar em dieeusaSo
na prxima ses'o legislativa. Emquanlo concr-
dala, ouja, que lie feila de lal maneira. que mal
se Ihe podera chamar uina verdadeira inv.lilicaco,
prolrahlnlo a resoluro das pendencia, por meio
d'uma nomeajode arbitros, dillicil de venficar-se.
Anda nao a vi, enlrelanln parece nao ser injusla a
apreraj) que della lera feilo no I l'ortuguez a des-
tes ltimos da., com loJa a reserva, o depulado
Pasos Manoel.
Em do crrente linda eenlinuavam os molins
em Chaves. Aftisreceram pasquina nos sitios mais
pblicos, incitan In o povo a r qtieunar oulra fabri-
ca da deslilajo do cereaes em Villa do conde, co-
mo havia feilo ,1 de Sanie. Descarregaram muilas
pauladas n'ans pqbre homens, que est.vamcom-
prande po, e no 10 ,dn deviaro ira Villa do
Conde o ntrpo iarios, segundo refere o r .rrespin-
dente daquella provincia. 11 centem esla all a 1>00
- ron esperanjaa de subir.
A no-sa legislajao r-la-iva ao rommercio de ce- i
que u
rea*, carece de inoililic.rr.o.
Acaba de chegar ao Pono o secretario do lenenle-
geueral J. Joo Prira primeiro conde de lleusjalim
d proceder as inve-ligacoes neces.arias pura o esta-
h-l.'C inciilo de uina linli'a frrea que ligue o Porto a
V ign.
I'aiere que havendo agumas pessoas chamado a
alli-ur.l.i do joven general ncspaoliol solire a impor-
tancia e Interesan que desla obra resultara aos dous
porlos, elle lomara' a seu caigo a realtsajo de lal
empreza, no raso de qoe o seu secretarlo confirme
os .lados qoe o dilo general lem souie esle assump-
10.^ 0 conde de lieus he um dos grandes capitalistas
dejllaapanbj ealiu disso lem ruuil.i importancia
poltica.
O seerelario do Sr. Prim ha acompanhado de um
pruno ou irroio do conde de Vigo, que mullo se in
reressa, por que lal pensainento tenha um feliz etilo,
pnr isso que a provincia de Pontevedra, por quera
lano se inleressa, parlilharia dos sea beneficios.
N'uma das miuhas ullima Ihe dizia quaes eram
a con Itces do contrato provisorio celebrado com
Sir Morln Pelo para a consIrocjSo do camtulin de
ferro do norle e o informei nessa mesma carta, nu
na sob.quenle dos principar arltgos approvados
ua casa electiva para a conce.so desea linha frrea.
Agora como complemento exlralnre o que escrevia
de Londres em (i d- correle m-z, o Currespou.leule
particular da Nitfo aquelle peridico.
Vou agora dizer-vos alguma cousa solire os nos-
sos caminhos de ferro, nao obstante reinar o mais a-
h'oluto silencio acerca das oiierajes de sir Morln
Pelo. As miuhas inforniices particulares conti-
uuam a apresentar o negocio como iuleiramente
feilo.
c Cahie enlre as mos de um pequeo numero rte
ca;ilali-las, que nao se dirigiram ao publico, seno
era 11II: 111 1 lugar e para roalisarem u uleresse
negocio nao pule deuar de dar.
o O. Joroaes e as correapondencias de Lisboa nos
tem dado os_ pormenores do que se lem patsado a es-
le respeilo na carairas porluguezas ; da mmha par-
te pouco lenho qoe vos informar ; coalada, eon-
teulo-meroin dizer-vos que MM. Sha e Waring.
os primeiro emprazarios da Central Peninsular,
lem, segundo se diz, enviado, por interine lio do
ministro dos negocios eslrangeiros, as comas das sua.
reclarnacie contra o enverno porluguez. e a cilra
destas conta esta' enlre 170.lino e |sjq o -n libras.
n 0 conde de Clareodon e M II mar I. embaita-
dor inglez em l.i-lm, lm lomado iolere-ie na com-
posirilo de.las rerlannroe-.
1 O marquez de l.oul e M. Avila nomearam M.
J. Bumball para obrar com arbitro do governo por-
luguz.
Os ditos MM. Shaw a Waring rereberam a of-
ferla dos cinco sextos proxitnamenle da que red 1-
mam.
menos, de aejoei qoe elleaposaem ; e em quanlo
ao. documentos que possam apresentar em razo dos
Irabalho e fornecunenlo de matonees, ja receberam
qualquer rou.a rom |:|,00(l libras, e nao havera' a
[azer se nao algumas dedurcus sobre o tolal.
11 Ignoro se tendea ja lodos esles e-rl irerimenlo ;
comludo eu vo-los errvto, esltmando mies commeller
o inconveniente da repetirn, do que fallar de vos
Irazer an alcance de lodo e.le negocio, o
Esle mesmo empenho do corrrspjudeule de Lon-
dres rae lev,.11 a Irauscrever quanlo dito lica, para
inlelligencia dn pus lailoree.
Por decrelo de -li de abril uliimo, foi agraciado
com a gran-eroz de nossa S-nhora da Coneeiro, o
conde de Buol.-"Schawanci.sim. presidente do minis-
terio austraco, e cnu a da ordem de Chriato o baro
de Weriierconselheiro inlimo e soh.creiario do mes-
roo gabinete.
Foi concedida a caria de conselho ao governador
de Moramhique, coronel de erliiharia do ezereiln,
Joo Lavares de Alraei la. e oulra ao lenle uhiludo
di univeraidade de Ceimhra Joaquim dos R.is.
.\a s.s-ao de LJ do corrente da ramara dosqiares o
Sr. Rodrigno da Fonseca Magalhies, chamou a ai-
(enco daquella casa do parlamento sobre a memo-
ria de un porloguez diallnclo nas lellras. e que lau-
tos serviros preslou 00 paiz. Reliria s ao finado viz-
conde de Samaren, coja cintas o governo mandn
transportar a Pnrlugal, alitn de se Ihe erigir um
inau-olu na trra da patria.
Coucluio propendo que o governo seoccapasse des-
le objeclo, lazeudo sepultar os restos moraos do 110-
bre litleralo, que actualmente se achira .lr|iostlados
n'uma lgre|a de Lisboa.
Cheeuu ja a Lisboa o Sr, D. Luiz Lopes da Torre
A_v Hur, ministro plenipotenciaria de sua mageslade
r.uh-ilica. O Sr. Jo-e de Vaaeoncelloi mimslro por-
luguez no Rio de Janeiro, ehegou ha pouens das mi
paquete de Nanlea, e o Sr. rumroenilador T, T. For-
ren a dos Sanios, .Treta rio da legajan du Brasil, par-1
le para o Rio nc-lo paquels.
Urna companhia de cajsdore. descobro entra tiui-
la e Almiinia uina grande caravana, alacou-a e con-
seguio p-la em debandada ; t.ouve porin, urna es-
rn amura reulii la ,em que liceo morlalmente ferido
o lenle que coramandava o leslacamenlo.
O governador de Barcelona fu aulorisado para fun-
dar ura bullelim, cuo produelo revrtela em beue-
lcio do estabeteciraenlns de benclicenria.
lia esle anno grande animajo na celebre feira de
Sevilh. Tem-se feilo grande negocio, principal-
mente em compra de cavallos, enlre os quaes appa -
recaram bellos anlalozes, que o donos uo qoize-
rarn vender por ilJ.OOO reales. .
II. direitos de entrada qoe pagavara as farinhaaem
Valencia, foram siippriroidos re novo. Naquetla pro-
Vincia eslo se pa;.unlo os jor iac, aos Irab.lhadores
do campo a l'J e 20 reales, mais de IgSOO, rs. mueda
brasileire.
Lina das proposlas de lei q le ho de ser apresen-
tada* as rnrles; lera por lim pedir urna re li.rc.in
nos direitos de entrada do papel de imprimir, eslrau-
geiro.
As se.soes das enres carecen de inleresse. No rnns
gres.o dos depulados anda |iroseguem os trab-lhos
para a verificarn dos puleres, leutn-se as ullima-
e.sSe dedicado ao exame das teclamajoes sobre
Ilegalidades commellidas u'algum circuios elei-
loraes.
A commisso do senado qae esl encarrega 1a da
reforma da rooslituirao, esleve reunida uo dia ti do-
rante cinco horas, sera comludo poder formular de
modo algam o sen parecer. Iiiz-s que rs amado-
re- progressIaUa linham eerili uda urna reuni.lo. aliui
de eombinarem na marchaqai devem sEUir msira-
p irlanle diseusses que e preparam naaeoado.
l>-"i da ulluna reuin.1-1 acara ira alia em l.s',1
: murr:-ram raats de setenta senadores.
lveram e prestar m orarnenlo, i.rram por gMO.
Comn -Iguns por velhlce e tloeoca n'o iil-run a-
udir ao seu poslo, julga-se que uns 100 podero
funrciauar.
II de crer. paranlo, qoe laja bajlanles nomea-
cOes para preeiicher eslas (all.s.
I'uhlicou a aGazataa ara decreto nnraeando D. Jo-
s Mana Sauz primeiro ajudanle de campo d'el-rei,
lando substituido na capuana geral de Castellaa
Nova, pelo lenle general I). Joc Lamer.
No dia :l do corrente o cmbaitadur iuglez e
M 1 in 1, deu um bnquele ein obsequio ao general
Serrano ; assjslmdo a elle quasi lodo o corpo diplo-
mtico, assim como algumas pessoas nolaveis da
corte.
0 principe Galltzia, anviad da Russia aa corle de
Madrid, Vem ene.negado do tratar de urna con-
venco commercial eulre os dous piizei. Parece
que era elle o primeiro uei,ocio de que se oceu-
para'. .
Chegaram ja alguns individuos da emliaiada
ru-sa.
Ja ehegou a Madrid monsenhor Simeoui, enear-
regado de negocios da Sania S, em quanlo nao che-
ga o nuncio que esla' nomealo. Mgr. Sun neoui,
lie porta lor de urna caria e.n termo mm aHalltaases
dj sauto-pailre pira a rainhi de llespanha.
Parece que se expediram ordene para a conlrne-
co de uina fragata urai goleta a hlice em cada
departamento de llespanha.
As correspondencias sil Catalunha fallsm de ha-
ver sido descoberla pelas autoridades ums vasta
compiraco em que parecen) estar implicadas pessoas
imprtame do paiz, e de fura do principado. Da-
se que linha sido marrado o dia 10 de maio. erviu-
do de pretexlo.quinlu para a subslttiitro da etnco-
e ila mil homens.
0 ncleo erara sociedades secretas e de; operario.
o carlismo na era estranhoao plano. Iliiiam ea
adoptado medidas salvadoras Bircelona eslava cm
perfetla Iranquillidade a -1 de maio, e ne,se da o
capillo general pass.iu revisla a toda a Iropa, Mr-
correnlo depois a cavallo a povoajo.
Coala ura peridico da capital que fora preso no
dia > em Logroo ura fndividae que e iulilulav
comrnandante de carabioe.ros. E-te individuo, que,
parea-ece negara a declarar o seu norae, havia ido
de Madrid, locando emSaragoca e Pamplona. Em
varios circuios fot classtlicado de einissano poltico.
O governo linha receliul.i urna etpo.ir 1 pedin-
do-lhe que indulte os individuos que "farain sen-
tenciados pelo couselho de guerra permanente, em
Conseqeeocla dos alvorolos que tiveram lugar em
alenra por uccasio do eslabelecimeulo dos direiles
de consumo.
Fot prohibida pelo governo a rerilaco da disror-
ios e de verlos por occasiao dosenlerros, nao deven-
do ouvir-se nas ceremonia, religiosas dcnlro do,
cemilertos, seno as orajes fnebres autorisadas
pelu rilo da igreja.
As anlig s raoedas d'oiro etportaram se era gran-
de quaulidade para paites eslrangeiros. Dentro de
um anuo exporlarain-se pelo porlo da Corunha
mais de X milhes de reales.
\ curia distancia de Madrid vai t irmar-se um
pequeo pavoado, que se denominar Colonia da
Coneeiro.
Ja (ui nomeada urna cnnimisso para a levar a
edeile. Os prurieiros edtli.-ios que se ho de cons-
trotr sao cincoeuta casas, uraa igreja, um mercado e
uina caa de reumao publica. O sitio escolhulo he
ojquese chama yualro Caminhos, e que lica na
e.lrado de Aragn ; he ora silio muilo arrja lo e cora
abundancia d'aguai. Cada casa ha de ler ura qum-
lel. um pateo e toda agua necssara para 01 usos
domsticos.
lodas as casa ho de ser edificadas segundo o
mesmo plano e com a mesma altura de telhados. A
tachada ha de ler o bu5to de um hespanhol celebre,
cujo iii-uje sera' o nnme do ed ficio. Aa ras tero
lambeni o appellido de personageas histricae per-
teucenles as glorias nac m,es. As obras desla nova
colonia vo ,1 limitadas no que respetla as plantares
de arvorea e reuma 1 de rnaleriaes. A consagrarlo
dos 11 unes memoraveis he pcelica, he 111 ais faenada
do qne 1 primeira visla podara' parecer.
Ha uns pouens de anuos propoz em Portugal
o.nosso poela Caslilhd que se orna le os jardtni e pasnioi pblicos das dpitaas cora a
esaluas|r boslos das iiuas celebridades |ialnas, e
que se inarcassem cora lapi les comra-raor.livas as
casis onde rc.idirarn esses grande hiineus era
quanlo vivos e de que ha memoria,lrncando-se lara-
neui niuilas dpnnraiiidres de ras e pracaa que na-
la reeordam de aprrciavel, pelos Mimes dos aeeses
hroes doa notaos escriptoria, navega lores celebras
lien raudos ante-passa io'.
Esla idea piuco por tira lem trasbordado das pa-
ginas do livru em que fo e.rnplo.
Bom lora que neste poni ido noi (eixassei'io.cx-
ced r pela ll--..niha.
Mas continuemos com aa Dolidas daqaelle paiz,
Alrancam a 10 do crtenle as folhll e cirrespon- : Wtyinaj tiara ootra parle e melhur occasiao estas
dencia do v./inho reina. ; considerajdei e bons laaejos.
Pelo vapor Mari/ue: de Caxia< Ihe retnelli a pro- P-iriiram de S-viiha pata Madrid suas altezas
clamar in que 11 general Espailero dirigi aos letlo- rcaes, os duques de M mlpeosier.
res de Barcelona, expirando o. seus actos, durante
a ullima crise poltica de llespanha.
Mizia-lhe tambera por es-a mala, haverem-se aher-
loulo o mesmo cougi|..o.
Proceleu-se em -gila ao Mates* da A mesa firou form da da tecainle maneira
Presidente, Sr. M-rtirse tsa la Ra por I'
vot ,s. vice-preidenle as Sr.. M sqoeira. VhSohv-
mosa > Ferrer 1, |l. Millan Alo*. rcnMacvax ae
Srs. II ir/. 11,., lleldt B.uligm ] Saarrt lucan
Continuam as coi tes a orrnpar-e eirlu-av.tenle
das acia, alguma da qaaoa n.lo e epreMslam
rquilo legaes. aperar do safasasaa ajue a maiswia aaaV
msleiisl faz paia que >ejam appravada. Parevc ansa
a opimlo publica e a imprenta conlinaam neto saja
pa/le muito preocupadas da futura reforma. 4a goal
um do [lanas principal- consiste em
cdlegiadores da lacnl la.le de formalar
ine-in i. ,, .eu regulara 110 interior, raisrvanda cala
prerogilive ao governo.
lia lo 1 a pi .I1..I11I1.11 > que o prejeeto de lei a-
presentado sobre a reforma do tenate nao pane >-
urna lurte npp ,-ir.-,,,. |Ht-e qoe no paca esaeiaesm
a reinar as 111I1 :g... \M|e poolo o rorreipeodinla
de u n pertodi.-o da Lisboa esereve cala ntateos pa-
lavras :
" Parece q icrer ronfirmsr-se rada vez eaoto
o boato publ : sobre o prepsito formada prV V
M. o re, de 1. njar fura a aa aogaola e-pose a este
dvmnaslta do Ihrono.
Fallase de graves escndales bavidos ao paja
al da pritu do rei. s
Deito a r siiu--liiii lade .-,ela noticia aejonaa aatr-
lence. A ler fundamento, he gravi*imo.
11 infante I). Ilennque cliecsa a VallatMid. 4o
passagem pata a Franja, pata nade vai iieWfidi.
Corre qoe o enverno .1. imperador do Froarem
se moslra ha 1 me de.g.e. -.-o d poaea ajam leas
feilo o governo Narvarz para re-labelerer a rrroesn
sibie bases solidas no paiz Por oulra paite, pareen
que se nao pasta umsndia sena qne ee trole sono-
iiienle da queda ou da oraa nojificarao radical do
governo.
Ha poucos das circolavam, aperar de to4a a vt-
gdaucia da polica, pro. lam-a-e irerendianaa, ae-
s-giiadas pela junta aevol irionaris.
Coro a prego (las -oh-i-leuri i. ai lag(
descoiileniaiiienlii pul lien.
I.m coatequeucia da anloridade delr
cearem que a or.lern pnlilir I~u aller.4. caa-
> genual publi.-au um ha.- 1.1 em q 1 r leWlaaa ae
vs-ras medidos conlra edi i.so-, pea
raoswbes de gran los grupa,. ,, imo .1- jr
Os que sobre- e de fo-o, < vivas ou morra en. ajaalqeer
\o .1. II foi sprcsrnla 1.1 no se*ia m
ra do g -,! -al E.ptrte,... daodo a toa
cargo de sei.adnr.
.Noin,-ar-a-l.a orna rstnmisi ad bor.
O governo deu parle de-la etpesar a raio
hoi lido o projeclo de re.posta ao
Ihrono, que cMrasia em .li.ro.-.l do,-,
Fl MOS l'l IILIOIS.
fiti.rdo de!) de maso de IHS7.
I re. por cent* consolidadosirej aosiliisds. >n
Trae por cenlo differidadem.,S...
Insrripre de id. i4. ">7H.
Acre ,lo canal de l.afcel II, da 1.0IKI
por Cenlo annual til.. ."gi.
Hila do Banco de IIespiabaIII__1.
Soriedaoe geral 4o nedi'o meealierMl
acjiesde I,IMHI reales, 1 lem.I.'ijird.
O fanjos tornaram a tature > prert
'nuil n #
PERIAlBnCO.
UESPANA.
lo a cmaras legislativas daquelle p*tz, sendo o dis-
curso da cora lido pelo duque de Valencia 'general
Narvaez.i O presidente decano do cougrein, lese
consliluir a mesa, foi o Sr. Marliuez de la Ros ; o
El Occidente relirinda-ee a expedjo que deve ler
ahldode Cadil para a llavana,diz quese for neees-
ia.rio,serSo enviado,elm das Iropas que vaVe na ex-
pedido, oilo liilalhi'irs de mi,nlaria, cu|us quadrn
eslo ja organtsadoi e que serlo transporlado com a
conveniente rapidez.
ASSEMBI.EA LEI.ISLAIIVa PROVINO AL o*
l'i-.KN Wllll t.ll.
Sossa. oraaatarU o B a saaaaai a ISS7.
Preniienrim do .Sr. Jo>e Peen m Silva.
As II llorase it da manli.lt mitra se bavovca-
ta, e abtrta a sesso, ha I ida o approvada a acia en)
anterior.
0 Sr. 11 secretario da conla ds EXPEDIENTE.
I. m olTicio do enverno. rrrrH-lleit.1i, n asjloara-
pho da I i. ns. II e ;._.\' archivar.
Oulro Jo raerno Sr., remetiendo a iaforeaeraa
dada pela cmara rnumeip.i desla ridade na peei-
rio de Jaa Franriac. Pereira da Nlva.'sjsteea
fez .1 req-iisiro.
Foi lido e approvado o srgaiote parecer da cosn-
nn.-o de legislara* :
1 \ roianiis.il 1 de legdor. qm.m f pruiaU
o n-quer uienlu de Luiz joee Marque. ve-4o -
liirom-nl aonexos, qoe a pr-ienra, do ptliiione
no ja foi ravoraveleaenle decidida ('i, |arFMrwi a
pelo pre denle, corno eonfea o ree.nhe, awoprM
elirque, que al a a-en M 4i-o coma |oMa a
legal, ma. que loiavia. por e>rropal,H dcmeuadti
quer um 1 confirmarn d, a-.,n.hha. he d- p.
qoe nada ha deferir, porqoe o ario e jale*
los do peder administrativo devem ler plea
rau. independenle do peder legulativa.
aquella < bra denire do limite 4e sos txptiara 1
110 eso urrsrnte.
Sil da cnnmis-o'. -ii d0 maia de |K",7 .An-
tonia Epaminondas de Mello.Uv. I'. aUt4ta
Neiva. ^^
ORDEM DO III \.
3. dicu..o do pnieeto a. 17, que crea ame He
guezta na capaila de Ouipapa.
O Sr. Siooe.ra racelesusf: faz diversas ene
meo s sobra ti projeclo. o araba por ollertcer ,
euii-ti 11- o projeclo seguale :
e A a-semlii, 1 legislativa pravineial de
baeou derrela
Arl. 1. As frtrri.- de lerrilorio das termo de)
Caruaru, ltre, a tambre, que (,jm h,e parle 4a
fregoizia de S. liento, firam 4'ora em Oanla pttraoa-
ceudo ao l-nn de itranhun.
Arl. J. Ficain revogadtt a ditpoieirei em coo-
Irano.
Paco da asamblea legialaliva 1 .-oviorial 4
l'-rnenihuro I de maio ds IH",7.Mqoeira levat-
canli.Amonio Epamiosada de Mello.I ota t,_
lippe...
E .a -rguinie emenda :
a A nova tregen da Ooipao.1, nao all-r.ra o
acluae I.railes da Ireguc/ia de >. Reala.Maneira
Cavalcanli.,.
Enrerrada a disro.;io, depoi de ler tallada o M:.
Dr: P. Uaplisle, he o projeclo t.-proiat. rom a-
duas emenda*.
Iledacra. do prote-lo n. ti d-t* anno. que SJSJJJjm.
menta as rimados de verles (ou conarn., pakri-
cos irovlnciaes.
0> Bra. Fran prouanciaro-e contra a redaran, o sea 4iee*m
seta., dado- em .lulm numere.
A discus-.io licou adiada pela hora.
O .Sr. x. Vrte\\a juslili ti e manda a i-e a 1 se-
guinle requerimeulo .
It |u ir.1 ui.iiiria, para que dr preferira a
qualquer iilalena, se Ir .Ir 4a lerrcira disrsHSto da
uir.iuenlo arovmnal.\. fmlata.
II Sr .1/. faiilaati maula a me.,,
al liliva :
Depois de volado o o
segunda discnatJa. M. fmliM.s
l'-poi de algam, considerar..- do- >. Eoaati-
nadosde al lio. P. Bapliii., be' a reqa-iiaaaailoap-
prai ida cota o addiuvo.
I'roaague-se a di.eutUe dos artigo, al liliva* aV
recidos cm eganda aa or.iineolo n note,pal adia-
dos ua sesso antecedente.
< ij/i/'-ar-sr-ee.'
PAGINA AVULSA.
Ne. T.7"'' 41 -yiecomroeodamos M Srs. carreclerea .. pra-
RaMi caso o govern dispora, com 01 navios qge | prieUrios de casas de laile, qoe fajeea aasnleT.'

-
MUTILADO



.


2:c_
:_
OU&O DH PBRNAMBDCQ ATA fetRA a DE 31 Nuil DN 1157,
cumprirrm o que lhet ubserva o cdigo coromercial,
visto que alguem no' lem inraimailo que fin certa
casa arrematarles (cm se feilo cum inailo pouea*
pessoas. Nada altirmamos, e s queremos preve-
nir.
Mtu Deo Que moco xstoio o-ie grar;a tero
ellequatiln appelliua qualquer pesaua! Que lindura!
Que propriedade de termos nilo empresa Ao pat-
eo que lano ce,to lem para esse genero de Irabalhe,
he o mais refinado ocioso que tem as nossas calcadas
e esquinal. Benza-o l)oa. .
lie qossi um mpos.ivcl exlrpar-se de nossa
sorielade a ominosa paitan do jugo, porquaulo nem
sempre. a polica he--geralinenle- acliva e solicita em
f*zer, que ao menos esse gusto peruiriu.n v.i tenni-
n.mi lo. Diiem algumas pessoas que a f.ltade empre-
gos he a causa primordial de moros que jpostuiram
hens e pmicAo, laucaren, galo do juno para pooe-
rem sabsi'lir r.om decencia : pude aer.que a**im te-
la. Ouaudu a le prohibe as casas de labolagem nao
he l ij smenle porque nellas ae joaue, mas para
i evitar os disturbios que commumeute se da, oc-
casiona.tos pelos mfehzespaios,cuj infelicidad
redunda em,beneficio dj publico ; poruuaulu elles,
desapontados, sSo os que, ou correm a imprensa,
oo a polica para denuuciarem d'aqmlln que puncas
minutos antes pratesvam, e que a lio ser a mesqui-
nha surte do jogo, nlo os faria denunciantes. No
entretanto mis pedimos ios jogadores que empre-
-"-ru oulros recursos para g niharein a vida, oo qoe
nos de (j que aim he forzoso! bom numero de
detapoulados, porque sii ma aberemos orien-
tar a polica.
Achi-se nomeao delegado e enmmandanle da
forja oanle de Flores, a Sr. capillo do quarlo ba-
t.iHi/io de artilharia Brasilio de Amorirn Bezerrn.
I) Exm. vice-presidenle, annuindo 4 Iflo acertada
propuila do Si. Ur. chefe de polica, deu orna prora
que sabe avallar os merilos do Sr. capitn Amorim
Beierr.i. O Exm. Sr. vice-presi dente vai opliraa-
mente comprehendendo as necesidades da pro-
vincia.
Ha aro moQO (que alias qaer passar por coasa)
que o teu mais loovavel cosime he passar por qual-
quer rolla, abri-la e espiar para dentro das casa.
Consta-nos qoe j fora advertido rf respeito, raai que
continua. Pude continuar quereodo, pu.em est em
suis mo! evitar que I lie faram algoma coosa...
*0s jovens socios da imaiiaoje thealrat da ra
do Capibanbe acabam de dar urna prova do goslo
que tem pe? arle dramtica. O peqoeno lliealro,
onde davam os seus espectculos, ct>3-se preparado
de aorta que podein elles dar as suasrepre.eniaces
muiio a commodo, e os convidados lambeui gozar
com mais satisfago. Toda a casa esia' loleriormen-
ta reedilicada eoin maiore's pruporc,oes ; consla-oos
qoe breve continuaran com os espectculos.
Conlioiiam certas casaa a lancarein aguas pn-
Iridas nai roas, e sem o menor cuidado, de orle
qoe raros sao os que na ra estrella do Kosario nao
ale hyiropatisados com os hanhos nocturnos dessas
caas, que airas dos linos e roilumeiras comas
mmondicias, enlendem que lodoi devtm experi-
meotar do qoe ellas gustara.
Coma-nos que cerlo patranheiro vender um
bilhete de lotera ja corrida por um qoe linha de cor-
rer, a csimo s conhecesse o engao e se Iratasse de
riesfsie-lo, nao esteve pelos autos, felizmente nao ha
teatemanhas que depouham. Continu, chans.mo
esperlalblo, que um da Ihe cahia' a casa.
Duai irm.ia* de caridade que se acham doentes
di Tebre amaralla nao apresentam por ora symplo-
mat aHailidores. Nao Ihea lem fallado > soleitode
doa eocarregados do hospital dos facultativos do
mesmo.
Commonlcam nos de Olinda o seguinle :
i Olinda l.o de jnnho.
Con o mez de maio, terminoa lambem aqoi,
como em toda parte essa fesU de 31 das, em honra
da virgen) Alaria. Qaando ae pensa na granditsima
parte lomada pela mili de Dos no sacrificio immen-
so da rederapcAo da humsnidade, quando se retrete
lias palavras da Chrislo, j na cruz : Filho, eis a
vos* mii, Mai, eis o vosso filho, palavras que fa-
zen Jn-noa filhos da meima mili de Dos, njs dio em
Mara orna protectora, lao amorosa qoanlo pode ser
urna mai, e to poderosa quinto p le ser a ini de
Heos ; quando refleete-se em bada islo, sente-se pe-
zar de nao te- essa festa de 31 das a durarlo da eler-
nidade, de ser anea adoraba i to rpida m vida do
amor que Ihe devemos, 13o humilde em vista de sua
grandeza. Masa religio nao exige impossiveis,eoii-
enta-se com virlude quando o herosmo nao pode
lar lugar. Quem la, em honra de Dos ludo quanlo
poJe, lem leito todo quanto deve. Atsim, essa fes-
la i Virgen] Mara, humilde em si mmirn, poique a
ella nao presidiram as salas e a pompa, fui ao mes-
mo lempo digna de nossa Mai, pela siuceridade do
sedimento religioso, que fazia a popularan alllutr
aos templos, porque emhara simple', ella parta do
coractu. Olinda ha urna cidade pobre de dinheiro,
mas rica de espirito religioso, alrasada no que cha-
mara verdadeiro progresin, mas a llanta la na re
lni.iu. Abr ah ama s.ila da bailes, e a fechareis
sem que la tenha entrado a vigsima parte da pop-
laselo ; mas vos admirareis cortamente da ver cerno
-i-i peqoena popularlo se moslra alauosa em cuin-
prrr os teas deverea religiotea, a cono teslemunha
cheia da eolhoiia.mo todas as solemnidades sagra-
das que a igreja prescrave e que -a exactamente
cumplidas pelos sacerdotes, a eujo zelo omenl
pode allrihuir essa aprimorada educacao do povo,
OTA de 12 por cerno, como )k e*l. ealabeleclda o h-
vre ite qtialqu*r imposto iu detpeza.a
Pasaando a Iralar em lerceira iliscussfla o prniarln
de ..rrani.nlo provincial, oraram o tenhoraf Meira
Heoriqaes, Sou/a Carvalho, Nascifnenlo Porlella.
boacalve liaimares, ManoelCavalcanti,Ignacio de
ll.rr.K, Antonio Cavalcanli, Paola Bspllua, emlo
por Um o projeclo approvadocom algninas emenda,
licainio anda eslas dependentes de segunda dis-
CU-illl.
ir..'..,- .un enle ilc abalar o org-illio da corte .!"
Pekn, alia polerla esperar um prompla aarcaaso ;
poreni he potlivel que enrnulre graves obslacui .*
as paltes populares j auaz eicitada por inuilus
aimus ile auarrln;!.
ci Aonancia-M quo o goveroo inglez lencinna a-
podarar*-ae da ilhi de Formn, e o projeeto nao n i.
parece Inverosmil. A ilha de Pormoaa po*aae, .don
dooi porloa, Rliaai de carvSo que devem tor um
poderoaj alralivo para os hoinens de estado ingle/.ps.
Os depiisit.n de carvo de pedra de Pormoaa, de l.a-
, boan e da ilha de Vaneoover fornecer-lhe-hiam o
em *), Tle lora de .'i^''"'0 f **"" Ms3^ ~ """" '" nr'-,r eom "^" na "al.,, po-
em ve/.ielHiurade ponteadiga reil.ra de lilica do fulero. r-Ia*ia a ,.s.e de Formoaa. lea
i .io le enrase outras. .s. H. M. ,,p K.rros. lisiara para asegurar I sua iri-piiiiderani'la no
daV' ',7 'is'' 2 ^n* ''" S'- '""ros d8 L' P"" -I" SC? E>e pS!
aVe^.d7?.J!fi*- .al. '>'*. a America......aa hoeoa en-
lavra. re, a, -----* ?"""' 'U -"*"" <" P- 'muarem a HKOlf resolalamenle, e sobretodo e da
Jii.e.vaoao de lo las as mais obra aceordo tegoirem, como se julga, a poltica em v-"
A onlem do da he a meama e mais a segunda dis-
cumiIo das emendas seguintos
so algnm, quaeaqoaf direiloa eui pretenca da Saittl, de pnrladur, o que punas veres acontece na hllcis
a do rondado d* Neufchalel. ] da Ierra, a nesla ultima qaalidade gola da lodoi oa
ii Noli. l)ir-o-ha eui loilus o< documentos) prin- direitus que Ihe rila relativos, quau lo poriin o acei-
cipp de N-uf.'tialel e de Valengln, e Bao, principe de lana lem dovida fundada de que o portador nAn jeja
' o legiiiuio poasaidur, Hilo pule recu-ar o pagainoul
a'5ua*!i7da ;.(KMl" !!!^^a?',*i', de Serl"liae,n '!_'}>"[ ":.' ;' fnqu*arar"nTquelias paagcniTao
................. vastos lerrilorlM.
de"i,f!r,!r^" q"' '"""' ,|'",ll, P*'A c" P^*"'" O equilibrio (..... restabelecer-s. entre as Ires
oo.ni, a '!'-l'-!m'";,a arrfsc,'"le e na soinrna a grandes potencias : mas nao he por mio dessas oc-
l' .o iii" p:"'a V*<""""10 a" pr-'fess.r de cupaces da poolos laoladaa, rom qoe .. govarno bri
..un Aino..\. i.eao.sma Carvalho. I l*nnieo espera compensar Hdesvanlagensdo saa p,.-
so passar o artigo aditivo do Sr. Ignacio delta--, sirAo geo^rapliica. O autor da earU que temos a
ro. obre a machina central, acresccnle se Veri- [vi-da indica ao fin lar o nico mcio que Ihe
ncaoo pelo governo que a machina nao '" ae Pur ceuto, ticara' .le neiihiini elleit-o a des-
apropriar;,1o havida, sendo os terrenos desapropia-
dos restituidos aseas dimos, e restiluiiidii estes aos
empresarios o diulieiro qua delle iiouverein recebido.
H. Porlella.
Ao artigo 39. Inclusive IOHMMM para o aug-
mento dos veiirimenlos dos mpregados provinclaei
na rooformidaile da le que o aulorlsou .'KI:Ojl).-\
Oliveira.I. de Barros.
va I:J()();.E. de Mello.
o bnenla ao artigo I. do ornamento provincial ^
:l.Se honver compuohia hrica 1:0110?. Anluuio
Cavalcanli.
o Additivo ao artigo \>.Depois das palavras
acudes que forem neeaanriai acrescenle-se e
um ein Pesqueira, e o mais como, no artigo. S.
K.~-(,astro I.eao.
Substitutivo ao 5 I do arligo 5Cornos embre-
gados e profeaaeree, inclusive o auginenlo dos orda-
uados da secretario e do professor de desenlio .
39:aWOb.-Oliveira.I. de Barros.
Emenda aditiva ao artigo 4 do proiecto da le
do ni o amento provincial.
liepois da palavra srvenle acrescenle-se
que lera' l^liOO diarios o mais como no arligo, e
oeste sentido augineule-se o quanlilalivo. S. K.
Oliveira.
o Substitutivo ao arligo 35. Com os jubilados
li:illi>70.i.Oliveira.-I. de Barros.
Substitutivo ao S 2 no arligo T. Com o al
gual de casas, lioandu o gjverno autorisado z exce-
der esla i-onsjnai_.i.i para igualar estes alaguis, na
confurmi lade da le que assim o determina 7:0509.
Oliveira.1. de Barros.
a Arligo additivo.Nao obstanle a diposic,ao do
arl. 42, o overuo devera' mancar correr no pnmei-
ro semestre todas oo algumas parles das loteras
concedidas a favor do convenio de San Francisco de
Olinda, se julgar de urgente nacessidade ns re|iarns
do mesmo convento. Mello Cavalcanli. Soaza
Carvalho.
ii Supprma-se o S ."> do arligo 50.Sooza Keis.
Additivo ao S 15 do arl go 10.As I oleras con-
cedidas pala asseiuhla eeral para o municipio neu-
tro eslo comprehendidas no disposto do projeclu
dsis 80 por cenlo.S. It.Castro Lelo.
(i Emenda sobiiiluiljva das emendas dos Sr. Bar-
ro. Brrelo a Castro Lele ao a t. i. Supprim.im-
se in palavras Pedro II, e accrccenle-se : crrenlo
as rodas das do hospital Pedrc II em sepralo, ser-
viodo da lliesooreiro o theaooreiro dos eslabeleci-
inenius de caridade, qoe ss prestara gratuitamente,
dednzindn somente as despezas indspensaveis para
ana eiIracrJJlo, ala pudendo com ludo faer correr
maia da nina parle por me/, ou o proprio thesou-
reiro_ das lelcriaa que prelirira, ceuendo sua com-
mi-lo a favor das obras do mesmo hospital, e urna
vez que faca correr pelo menos urna parla por mez.
Souza Beis.
i Ao art. ;is acrescenle-se 16:228V339 rs.Oli-
veira. I. de Barros.
ii Emenda substitutiva do 5 I do art. fi.Com ns
profesles.im-lusive a quanlia de I25| correspon-
dente aos Ires mezas que deixou de ree-ber e a que
lem direiloo profesor de Nazareth 4:02o rs.l!u-
cln Ba-liisSouza Carvalho.
a : ulisliluliva ao I* do arl. 7.Com ns prof^s-
sores inclusivo dous nljuuios a 3009 rs. cada um,
ficaodo o governo aalorifada a exce ier esta ooaaig-
narjao para augmentar os ordenados dos prufes-oies.
qoe se ii.biliUrem na firma da le n. 369, conceder
a gralilcarfie. por mais de do/.e a qalrua anuos de
servicp a aqu-;|les que alquirirem ente direilo,
igualar o< veiicimentos das professoras aos dos pro-
fa.aorea ua conformidade da le que autorisou este
augmento, a crearmuit tcadeiras.Oliveira.I. de
Barros.
ir Artigo a 1 litivo as dipoair;ries geraes do nrca-
raenlo approvado anm a emenda do Sr. Porlella"
Pican presidente da provincia autorisado a contra-
tar dentro do auno Bnaaceiro-tigetole, cora Cari
Lail Ricardo de Lahautierc o eatabelrrirneiilo de
(reino Oriente em po de completa igual.lade com os
eus poderosos rivae. A seu ver, a abertura do
islhmo de Sue/., diiiiiuiiiiulo consi ieravelmcnte a dis-
tancia que separa boje o Occidente a o Oriente, as-
segnrando por este molo as mi"mas vantagens as
nai;i-s europeas e :s naoes marginaes do ocano
'aeifleo, ha de prevenir um conflicto m-li.or do que
o podenam frfzer as novas conquistas lerriloriaes
que, segundo parece, a Inglaterra tem em vista.
O Citado autor nao recela allirmar que se a vig-
sima parle das sommas que lia de cuslar lalvez n
guerra, que cornaca huevease sido diipendida desde
ha dous anuos para abreviar a distancia entre a Eu-
ropa e o imperio chine/, del sjeceseos de Cant.lo nao
leriam resaltado cornplicacAes Uo graves.
Seja como for, deve-se recunlierer que estas obser-
vacoes merecem a mais seria altencao dos estadistas
inglezes.
O governo Irancez resalveo mandar um emliaixa-
dor ao celeste imperio, sendo para esle fim escolhido
o baria tiros, o qoal licava a partir na fragata "Au-
dacieuse para o lugar de spu destino.
Si'gunjo o X'ird, o !i iia i pedir' lormalmenle ao
governo chinez a 'jdnns.au de urna embaixada per-
manente em Pekim e nn caso provavel de recusa,
lenlara* de eambiaa^ao com Inglaterra urna expe-
(licio martima ale a capital do imperio para all fa-
zer prevalecer a vonlade de ambas as naco*.
Alara distes dous embaixadores, ira' lambem ao
celeste imperio, como ja aabem os leitores, am oulro
enviado pela Iniao Americana.
Este ultimo, .Mr. Reed, bem que antes d partir
Neufchalel a cunde de Valena
Nal carias de nossos coirespundeiiles achaio os
leitores mais a|.ninas particularidades sobre os nego-
cios do velho mundo.
Ouanlo .ni do Nov eis qoM 3o as noticias die-
go las an nusso conlieciiiieul.
Na Bollvia lu.iive ullimauenle urna tentativa de
revolelo, pelo que muiloi individuos foram praaoa,
sen lo alo alpans eondemnadoi a morte ; felicuienle
o general Cor.tova roiuinulgu-lhes as aealaaeai em
banimenlo para o dellrielo de Bem.
A febre aiiiarella rontiuuava a fazer estragos,
[nincn iliiienle m proviucia de Nuriiecas onde mais
de 1IHII) ii.imis tin'iam |. perecido. La Paz eslava
i lambem sendo devastada.
.No Peni reinava a guerra civil, o general Vo-
canoi ia fazenio progresas) ; lando soa disposic.lo
lulus os vaporea de guerra, excepto smenle a un, o
Ucavali, achava-se presentemente no norte enm urna
lona de (HI.i 7m) houiens, leudo comsigo, o que he
euiioso, K|fj olliciaes.provuvelmente na esneran^a de
orgamsir mais forcaa. Diveraaapracaa luitiam sido
por elle lomadas, raiirando-H as Iropas do governo
parece para o interior em Caljatnarea,
do ev- Cerril que o presidente Castilla convidara urna
Lisboa lliigup porlagnai altelampagoa, Aniouio
Luil de Oliveira A/ovedo, 50 sarcos assucar bran-
co : T. de Aqoino l-'.iise'ca Filho, II saceos as-
sucar branco, 30 eaccaa alguiao.
LisboaBarca poriugue/.i aalaiia Jos, |,.,., ,j.
Mi tinos, tli diizias de c.iiiauziiilus com doce de
gafabla
EXPORTACAO'.
Aracalv, hinle nacional aCapibaribea, conduiio n
segiiinle : i-~ ^nluines generus eairiBaairoi, f,7
porcao de aventrenos da California a virein ao Per
para ajuda-ln n derrotar o eu adversario, e r'ceia-
va-se que eiso pasea doria logar a lomada du Peni e
do Chile pelos Americanos,asun como ja havia acun-
teciln com .Nicaragua.
O rVeo? Vori Tinw, noliria que iJti humen, das
lor^a. do general Walker o leiiham abandonado, e
que o deixara em grande aperlu qn.isi sem esperau-
ca de satvac.lu.
Klle eslava em "doas com 300 I WO bornen, en-
Iretanlo que os al.'aJus em numeru de ...IKlt) o l,-
uham cercado.
O mesmo porcrficn noticia lambem que ama Con-
venci reunid.i ein S. Miguel na repblica de S.
Salvador, resmU-pra dividir o estado de [Nicaragua
entre Cosa Rica, Honduras e S. Salvador ; que os
.Nicaragenses cuusentem uesle arraujamento e que o
paiz assim desmembrado ser.i guarnecido por tropas
dos Estados vltinhot, para preservar-do da ordem e
depois de um lempo especificado ser reuido e oulra
ve/, restaurado na posicjlo de repnblica indepen-
Jeute.
O governo nacional do Nicaragua pohlicoii um de-
crelo revegande lodos os actos do guvenio do ge-
neral Walker, desde de novembro de 1855 al 12
dejunliode 1856, inclusive! o decreto que ravoga a
carta da anliga rumpanhia accessoria de Tran-ilo.
O Chile Dean tranquillo, oerupando-.se o governo
e a populiciio em promover os melhoramenlos ma-
leriaes oo paiz.
A estrada de ferro de Valparaso a S. Thiago, es-
la milito adianl.ida. A linha chepa ja ate Ouiloia
mas I.....o direilo de pedir liancu. l'err. Ilorg.
Dice. Jur. Cuiiin. Veril, aceitantee pagando nn
vencimanlesem reelamacdja ou oppeaiclo de terreiros,
presume se validamente desobligado : Col. Cuinm.
arl. i'.l!'como pus na conclusilo dol embarcos se
pede que sej.ini estes recel.fjo. e jolgldos provtdoalealsOea doee, 20Clilaa eliaroto*, I eacca cali-,
liara se julgarem falsas as ledras, nula vez que a fal- barricas assucar.
sidad- n i se prova, be eonerrjuenta a cuudemnacru Liverpunl, barra iugleza elleel Winaa, de 307
do re embalsante ao pagamento. Dada peralta que toneladas, csUduzl
as letlral juizadas fossem adiadas no espolio del latinearen* rom
M'iinel de Oliveira l.vrio, fallido ni Rui le Janeiro,
e fallecido no Porto, sem assignutura do lacador, mas
su e nicamente cnin a do aceitante, meante assim
incompletas e irregulares, na, deixm do ser lilaloa
de divida contra o aceitante e a favor do poaanidor,
transfe. iveis p. la Iradicla Cod. Civ. Franc. arl.
1689, e podem-se considerar olirigaces an portador,
as quaes a simple* entrega importa a tradicao Cod.
Civ. da Belg. I.. 2" Til. 3 arl. 30 e assim. aquelle a
quem a transferencia fui fall ulliinainente vem a
ser o legitimo poaaoidor, e pule figurar como norla-
dor. A respeito da assigualura do autor recurrente
no verso das latirs, apenas significa principio de
mandato ou trausarcao n.io concluida, continuando o
mesmo recurrente a poasuir a* lellras com e.sas assig-
naturas nu andona ein branco. au verificado. Per-
ianto mo leudo a roo arliculadn nem prnvado al-
guma das eveepee* que relevan) da condemnacao,
e os mesmos embargos com que veio a II. 11 nao es-
tando ciimpridamente provados mediante a discussao
ordinaria que leve lugar, os julgam nao provados, e
coimemnam o embargante recurrido a pagar a im-
portancia das lettras II. Ii f|. 7, e os juros da contes-
taban da lide e as costas.
Recife 27 de abril de leY7.Souza, presidente.
Villares. Gilirana, vencido.Kego. Silva.
l.emos.
Fol voto vencido o Sr. desembargador Guimaraes.
Villares.
i i ', p Ib. A ni ai.ir eerajej jf,]a borracha I*.
pa ia por es|H-ciiladoi.
Caslauha. Nenl.uuia no merrade. O prrrn aa>
iniiial em Londres he de t,| .rroba ."M| par bail.
Cacao. l'uoeo irocoiado.
Caawaa. .Nao lem h.vi.io tanta aa"na.*e na
mercado, e o preco fie algumas deaciprAra tem
baixa -o.
Cal. Como o deposito aaaaagaajajnj be diaai.
lo.|as transarcoas tem ido pequenas, ma a prece
cunltnua firme por canaa da procera.
Dlamaiil... Apelar do ,. Medoav I aTer Ire-
/' le i i.l.iam delle., amas co^,.m., mmi,
lo o seguale :WK) sacra, algo lao, que eaia granea aniaaafjn. tH da Halu. ...|,' ,,<
21,300 irnbas de nanear, parte toram vendidos, em qiinle que a ,Jlor (llm
para o lugar de sea dettino, devl conferenciar cun na distancia de 32 a 33 milhaa. faltan i'-lhs Smen-
os de Inglaterra e I ranea, Inlavia obrara le o launel de S. Pedro, cuja excavacao fura conlra-
omma de 160,000 pesos.
esse amor que elle aprsenla por todo quanlo he da i uin< fibnca central de assucar em qaalqaer dos
leligiao.
O mez Mariano que acaboa foi ama gloria para o
clero da Olinda. e urna prova do que dizemos. (Jua-
iro igrrjas o celebraran), eada qual coro mais esmero,
cada qual com mais a evocan da parle do povo e mala
delicac.io a mais intereise da parte do sacerdote ;
oa calhedral feslejou o Revro. coaego Juflo Chrisos-
lemo de Paiva Torres, o qual preguu lotos os 31
das, e aro nlguns com lana vanlagem qoe, t por
n.io olfender sua modestia, nao fazemo. sobra seus
serrases um juiz, em nada desfavoravel reputa-
rlo da ora-ior, de qoa ja gota ; no Seminario, o
Hcvm. conego Marcelino Antonio Onriiellas ; em
S. Francisco, o Kevm. guardin fre .1 i.l > Baplisla
do Espirito Santo ; e na matriz da S. Pedro, o
Itevm. conego Jo8o Baplista de Albuquerque, que
prgou em todo o mez. No Seminario pregaram va-
ros oradores de onta, e em S. Francisco, nos das
em que nao pregava o Revm. Irei .1 oao, .empre urna
vez eloqoenta ae fez ouvir do povo.
O mea Mariano foi festejado em Olinda com sim-
p'icidade, -ira, mas com devucao. sem luxu, mas
com amor.
Em res-poma ao que bnnlem disemos a res-
pailo do telegrapho, recebemos a segointe carta :
Temos a vista o que Vmcs, disserm na Pagina
de hoje, com referencia ao actual lelegrapho da
torre do Collegio, assim como, an hornera que ah
o dirige, e permitam dizer-lhe que a lembrauca de
passar esle noticiador martimo para o torrean do
arsenal de marinba nSo nos parece progressivel,
qaer pela localidade, por ser aquella inconlesla-
velrneute melhor, como em raiSo de ter o mesmo
lorreo oolro destino de manir ulihdade, ou magui-
lude, e quanto a es homem, liaver ja o Sr. Eli
zario, aempre solicito cm promover o melhoramenlo
do dito nuticiador, proposlo que fo.se demolido se-
gando somos informados, visto nao poder-lbe dnr
ioUlligancia, e puis ser esle meio o nico a reslar-
Hiecoiisantaneo. Esles reparos de cerlo nao o lien-
iter.u a sasceptihilidade de Vmcs., por quanto islo
nao nos passa pela menle e apenas collocar-se as
ruusas nu pe que julgamos deverem eilar, e assim
contamos fazerem a publicarlos deslas Hurtar para
ebrigarem mais a
Um sen oonsiante leilor.
infurmam-nos que no pateo do Carme mora
urna molher de coslumes pooco escrupulosos, a qual
lem am filho de II annos, e um sobriuhn de 5sem
estarem baptissdos 1 !
O vapor nile/. uMednavr Iroaxe a sea bordo
para esta proviuciaos segointe* passageiros : Senhora
May, 2 binas e 2 criadas, E. Ilill, Stewart e sua se-
nhora, senhoras Bavlis e Cod fray, 3 lllha" e 1 criada,
aeohora Pnce e 2 filhos, Bonman, Manoel fheophilo
Alves Ribeiro.
O vapor inglez eMedway conrluzio de'ta pro-
viocia para o Rio de Janeiro os seguintes passagei-
ros : Eduardo de Mornav, Alfredo de Mornay e 1
criado, C. B. Lae, Roberto Willson.
Huspiiil de caridade.I. de junho.Kl do-
enlei.
.He amanha.
REPAHTICAO DA PCLlIA.
Oeeorrenciai dos dias 30 e 31 de maio.
I-oram presos : pela delegacia do segundo di-
Iricto deste termo, Jos Mamede, por de prelu eacravo Cirnanle, por estar fgido at que se-
ja reclamado por sea legitimo senhor.
Pela sublelegaria < fregue/aa do Recife, Ma-
noel Pedro Pereira da Silva, por hriga.
Pela subdelegada da fregoezia de S. Antonio,
Vehato Jos de Moraee, e Marcelino Sebaslio
Mauricio Wanderley, para rorrec^Ao, us pretal es-
i-ravns M iih-iis e Ricardo, este por crime de furto,
e aquella por offensas plusicas fettas na parda Ma-
ra de tal.
Pela subdelegada da freguezia de S. Jos, o
preloescravo llamingos de Lima, por ioiraecJJe de
posturas, fumino llerculano Cesar de Hallo, por
desordein, a us pretos escravos lleuriques e Lourn-
ffl, este por sospeilo de ser fgido e aquelle por
oesordem.
centros agrcola, di provin.-ia sobra as segointe.
bases :
1" Se pelo governo fr julgado indispcn para a fuudacao des.a fabcica a .'esapropriai-ao do
logar ein qua aa liver de lvanlar seus ediuoioa,
bem como a de. terreno que for precisu para as es-
tradas, que liverem de por a fabrica em communi-
cacao com o. engennos do permetro abaixo indicado
fica elle aaloriaado a considerar semellimle eatalie-
lecimeuto de atilidade provincial, afnn do se pro-
caderem essa. desapropriaeas nos termos da respec-
tiva le provincial em vigor, crrendo porem por
confh do emprezario todas as despezas que com el-
las se fizerem ; as quaes todava alo poderao ter lu-
gar de sorte algoma em detrimento do maneio dos
engenho. compreheudidos uo periinetru de qoe tra-
ta a has?, seguinle.
2. Conceder-se-ha ao dito Lahaaliere, a seus
socios, successures ou cessionario, o privilegio de
semelhanle e*iabelerimenln por 2"> minos, i|niru de
urna rea, cuja exlensSo seja limitada par um raio
de I..VX) bracas, contadas do ponto em que estiver
af.iMi.-i para qualqoer de seus lados, afun deque
durante o privilegio e dentro deesa rea iieuhuma
nutra fabrica de semelhanle naturtTa. tendo o mes-
mo lim, leja eslabelecida em delrimeulo da menriu-
dada cima ; nao iuhibindoislo, porem, da surte al-
ma a qualquar dos pruprietarios, cujas Ierras esli
verem comprehendidas no referido permetro, con-
tinuar a fabricar seus assucares em seus propnos eu-
genhos ou faui nelles qualquer melhurainenlo que
seja.afim de melhor aproveilar as canoas to soinen
te ah cultivadas.
ir 3- O emprezario contratar rom os referidos
proprielarins. se convier a estes o fabrico de seos ai-
ucares garantindo-ltie* pelo menos] mil liquido de
ele por cenlo em assucar secco do peso das canas,
que Ibes perlencerem e que por elles forem pogtai
na fabnca, sendo dous lerris desse assucar da pri-
meira quahdide produ/.dapor ella, e o resto ern
parles iguees, de qualidadfs inferiores.
} A fabrica sera de ffirc a poder proJu/ir pe-
lo menos 0,000 arrobaa ein liHI dias ou a mear tu-
das as caimas, que segunda os contratos de que trata
a base 3.a, os senhores dos engenbos coinnrehendi-
dos no permetro cima, po/ercm na fabrica.
separadamente driles, visln que, segundo enlende o
g iverno americano, a cooperirAo sena neste caso nm
acto de bu.tilidade da paile dos Eslados-Uni les sem
previa daelaraeld d guerra.
As ses-ni-s do parlamento ingle/., a julgaxinos pe-
las primeiras, proineltein sr placidas. Ein ambas
as casas reina um espirito p.icitico.
Na ausencia du con le de Derhv, he o conde de
Malmeslmrv quem ni cmara alta dirige a opposi-
So. S. Ele. analysea a falla do Ihrono de moda
que alo desenvolveu gnnde vigor mental.
Na cmara baill apenasu velho general Tromnson
tom >u a palavra contra o governo. mas, como era
de esperar, nao prndn/io gran le elTeilo.
A ratona, livredas consequen:tas do parlo, diver-
la>e passeando.
O impera lor da Austria com a imperatriz foram
vmtar os seos dominios da Hungra e achavam-se em
P'sib. Respnndendo a urna allocucao, S. M. disse
que fora conhecer por s meamo os deiejos e neces-
id des do p >vo hngaro.
Noticias de Vienna annonciam, que o gabinete de
I urin, a instancias do governo Irancez, acabava d
dar um paaao conciliatorio pan rom a Austria, que
permelliria o reatabeleeimeoto das relaces diploma,
ticas entre as duas curtes.
O princ-pe Mapalelo aehava-fa em Berlim, douie
cria-se que partira para a Itussia.
Allirma o .Vo>-o! que a visita do principa esla' li-
gada com um projeeto de casamento concerlalu
por ntersencAo do re de Wurlemberg com urna
pnnee/a alenla.
Eslava para concluir-se a 1.1o fallada concnrdali
entre a Sania S. a corle da .aples. Asseveram
que lienta de Irihnlo. os bam do clero a das m-li-
taieOea oe caridade, que supprimea Intervengo das
latori ladea seculares nos eaeamenloa e que colloca o
regislru civil excloalvamenle as raaos du clero.
O Jornal do CommerclO de I, sboa Iranscrev ns
dous seguintes arligsM relativos a quesiaa da Suissa
com a Prussia.
n Escrevem de Pars em ."> de maio an 7imc.< :
A que-IAu de Neuf batel, que lodos jutgavam
roui prxima de um desenlace, depois de lio Innga.
demoras e difticaldades, a-ha-se lAo afastadu de orna
s-.lueflo definitiva como no 1 do abril panada. -Seria
diflicil dizer o que est para roiilarer. A Suissa,
com bastan!- repugnancia, aceitn a decala das re-
presentantes das potencias, e e-tava reeolvl la
lormar-se eom ella. Mas o re .la Piussia, i
parece, seguio
aaaaaaaja
i con-
o que
ni-sui) cxemplu, visto que pede
agora novas modi6eact)aa.
o Se o re nao quena aceitaras decisoes da confe-
rencia, por que motivo cons-nlio era que asta ques-
lo fosse por ella resolvida ".' n
Le-ic na Bund. jnrnal de Iterne :
O consellio federal reiolveo dar publicdale a
tres documentos: I. IralaMo de medearA) com os
prolocidlos annexos ; >. as exigencias oigin es da
Prussia; 3. as instrun;oes piiinilivas do l)r. Kern.
Damos hojea IradaccAo, extra-ullicial, do primtiru
daquees dorainenlus :
o SS. MSI., ii imperador d'Austria. o imperador
dos Kranse/.es, a raMiha do Reino-Luido da GrSa*
Brelanbt e Irlanda, e o imperador da Russia, com-
penelrados dos desejos de fazer desapparecer toda a
causa que possa contribuir para alterar a paz peral,
e na inien.rAo de pr em harmona com e*lc lim a
posiele internacional du principado de Neufchalel,
e do condado de Valengiu com as exigen, ias da Irn
quillidala da Europa ;
( E S. M. o rei da Prussia, principe de Neofchl-
lel e conde de Valengiu, depois de Ier manifestado
a intencao de deferir aos votos dos seus alliados
corn n lim mencionado ;
Cnuvidarain a cnnl'ederacan helvtica a ent-n-
der---e cum as ditai magedades, acerca das mais con-
venientes disposicoes para conseguir esle fim. Em
consequenria dissu as ditas inageslades e a cuul'ede-
rarjao helveli.a nomeaiam como plenipotenciarios,
etc., etc., etc.
ii Art. I. S. M. o re da Prutsia ronsente em re-
nunciar a p-rpetnidada, para si, seus herleiros e
surcossons, aos' direilns de soberana, qua Ihe ra-
coiibic- o arlign 2.1 de tratado cuuclu lo a 0 de ju-
nhode 1815. em Vienna. sobre o principado de Neuf
chalet, e condado de Valengiu.
o'Arl. 2. O Estado de Neuf. batel ficando da no-
vo sobre si, desda este momento, continua a formar
um membrn da confe lera rao helvtica, eum o me-
mo titulo que os demuis canles, e Da conformidade
do arl. 7"> un dito tratado.
Art, 3. A eonredaraeio helvtica encarrega-se de
ludas >s deipeui que os acontecimentoa dcaetembro
de 18)6 oceaslonaram. O cantAo de Neufchatel nao
poder ser sobr-cirregulo de urna maneira
5- O emprezario sera obngado a franquear aos dos oulros canle. na prupurrAo do seu contingenta
ricullores da provincia o exaine dos processus do | pecuniario. "
i Art. i. As despe/as^|tie licam a cargo do ca
ag
fabrico.
"."'.No co",",,, 1ue o overno celebrar sa esli- | to .e" Nea7ena'teT.TerVo"7oparllda. por lodos o. ba-
bilanlea, legando o principio de restricta praporeio-
nalilade, sem q e pur va de imposto excepcional,
un de qualquer uulra maneira, urna efassa ou urna
ralegora de familias ou de pessoas possa licar coin-
platamenle s.brecarregada, ou pala maior parle.
ii Arl. .i. He concedida urna completa amnista
a todos us enmes e delirios polticos e aatlitirel
que lenhain relacAo com os ollimus aconleciinenlos,
e se eslendera a lo tus ns neufchalelianoi, ulasoa nu
eslrangeiros, e especialmeuli; a* milicias que se sub-
lrabiram|aai .eus deveres militares, dingiiido-se ao
Mlraageiro.
pnlarAo as pena* em que deve incurrer o emprezario ,
no caso de abandonar a empre/.a.
a Sala das commisses 22 da maio de 1857.Ig
nado de Barros Brrelo.Marques de Ainurim. i)
+***& M Pelo vapor entrado de Soulliamplon recebemos as
carta de nossos corresjiundcnles de Hambaigo, Lon-
dres, Pars e Lisboa, transcriptas ein outro lugar
desle -Diaripn, e lambem vanas gazelas ingle/as,
francezas, belgas e porluguezas, alcanzando aquella.
.He eslas a 1 i do paeude.
Apelar do Iralada de paz negociado em Pars en-
tre u embanador p-rsa e u ministro ingle/., ronli-
noavam lindl ns subditos das oulcas naces a h sli-
lisarem-se na A/a.
No da 20 de marco fui tomada pelos Inglezea a
cidade ileMohammoali, perden tn os Perl). 200 ho- ? ""''reclmenle us aconleciineutus de selem-
mens entre morlose feri.lose elles 10. Pelo menos L'ro- A '"
assim o allirma S-r Jame* Outrau em seu deipalio de ,
28 do mesmo mez. cimenlos de ai-lembro.
Na Clima conlinuava lambem a guerra, adiando- I Arl- (i canfederacAo helvtica pagn ao re da
se os liabiianles cada vez mais irritados contra os ru"sl'' ,omm llt' u,n "ulhao de frsincos.
Ingletei. f Arl. 7. Al rendsi dosbrna ecc>smslcos fnn-
l)o aegalnle artigo publicado nn Journal des Do- fundidos em 1818 eom o dominio do estado, alo vol-
bits verlo os leitores que n motivo da guerra ule '"''t'''" aeu dealino primitivo.
be mais o allegad,, insulto felo a bindein brilln- Art. 8. Oicapitari e rendas dai fundaos nas
nica, mas) sim elamaa da influencia qoe a Rossia val do. p-!a:ie!e,,in.nioi parlic^lares de ntilidailceral
exerceoda ou que pudera vir a exercer aaquallea lanm como os lega loa fellos a baur-n /ia de euf'
""* rl'>iel p*lu bario de Pury. aerto conacenciosmeo-
Cummunica.'n-nns um dacumenlo, o qiril lauca te resperi:ados ; aerlo eonservadoa ae un do ;-s in> po-
lgama luz sobre ns inleresses da Inglaterra na Cbl- '.'"" '' fl"* tures, e ns ttulos da fuinlacao, e Din
Nenhiima a'rao criminal ou correccional por
indemniaaejo peder ser inteMadl nem pelo cantan
de Neufchalel, nem por qualquer oulra coiporacAo
u peaana, conlra aqui-lies que tomaram parle dirc-
nos amni.tia eslemla-se igualmente a todua os
( de I delietoa da imprenta publica auleriores aos aconte-
lada p-|a
i'os Estados Luidos consta que unja collisAo adia-
se e Milenio entre os MariDOM do lerrilono de Cl.ih
e o governo federal da I man, por causa du cumpor-
t un ni., dos mesmos, que ala aecusadog por om juiz
do supremo tribunal daquelle lerrilono, Mr. Drum-
mond, de pregarem o assassinalo, o envenenamenlo
e ouirps rrimes borriveis coulra a> autoridades cous-
Muidasdos Batldol l'niilns.
0 m-smo joi/. allirma que o. registrse papis do
supremo Irihunal fur.un destruidos por elles cum ap-
provacAo directa de Mr. Ilrighan Voong, sau chefe,
e qoa mollea emprega los fe leraes lem sido brulal-
menle insuliadoa, Undo alguna dasapparecidu da fa-
ce da Ierra pelos meius borriveis cima mencio-
nados.
1 ina expedicao se prepsrava all contra a rep-
blica de Nova Granada, para o fim de pedir satisfa-
rn dn aiiavaioato de alguna cidad.los americanu* que,
viajanda no caminno de ferro de Panam' cum di-
recelo a' California, foraio morto pelos habilaulcs
do paiz.
Ha quem assevere que o assassinalo dos America-
nos nAo passa de um pretexto, que o verdadeiro fim
da expedicA-. he animar a empreza du general Wal-
ker, que se julga perdida, e encelar a pulitica de -u-
nexacao dos estados menores.
A ambicio ltimamente desenvolvida pelos Esta-
dos Unldoi lem ehegatjo a tal ponto, que teda, as re-
piibhcas de nrigem bespaiiln-la julgain-s ameacadas
ein soa independencia.
lim peridico inglez alo julguu conven.enle diri-
gir us um aviso uesle sentido.
Eis-aqu cumo elle se exprima :
o Urna paesagem app.rece na falla da rainhl na
abeilura do actual parlamento que deve causar al-
guma inqnielajlii Dio t na Inglaterra lente lam-
bem no Brasil, porquanlo reforo-se aos pontos anda
nilu reguladus entre este nait e os Eslados-L'nidos,
acerca da quelite da America central. A passagem
be a seguinle :
As negocidcftes em 07 S. M. icba-ie mpenhala
com o governo dos EsMdn-Unldo. c corn o de Hun-
dan, a rrspelio dos n-gocius da America central
"Yl?,Sr^iAu eSn concloidia.a
o O facto delr,iiir"m-si .anda aherles :-s nesooia-
res an previar* ''o Bonbeeido, iras rima allu-Ao
lao cu.-ia a e-te ipeito, ha pooco calralldi para
is-in.ir os rfe." -i' l*l?oa. 0 :' I roo ^ ,. povo in-
gle! cnn\jus> quando abandname* noisai reclama
joes sobre as iilns di Baha, e rdeme o nosso pru-
lecloraln das Indias de Mosquito, anlinaramos na
camiiilins para um ajusta nr-i'ffave! dos principaes
punios em di|eaaa|o ; porem a doutrina Moiiroe,
comu a cham.im nal Eiudos-Unldaa, melle-se de
permeu, e ha mquelle paiz um grande pulido que
aspira oceupar todo o continente da America, Norte
e Sul, pensando que aera fcil a l'nio apoderar-se
das iracas ilisiraluda* renuljces da Ainenoi Central
O M ri Imi-i.iI.
Esta i lea temaido robsaaterida pelas lulas inva-
das de alguna anuos a vin palla entre ns partidos que
sustentara e que rumb.-le-n a escravidAo nos Estados-
Unidos, e a admssAo Oe .".hors estados mais de es-
cravos para balancar a crescent populajAo dos Es-
tados do Noria he ard-nlem'nle procurada por urna
prelo mu eontiderave! des polticos daquelle
paiz.
Urna poltica de lio aggrei.ive carcter, deve
sempre ser consiJerada ruin crande cuidado pelo go-
verno do Brasil, o qual, poeto que presentemente
apartado doa belligeranles, nAo pode todava perma-
necer indiflereole a esla publica dos mdadfloa da
Grande Repblica. N,o ha duvida que o ohjeclo do
governo de Wasbinglon ha lomar posse a torca do
I th.no .lo Panam, projeclo que nao ha di.farcado
as ga/.elas ltimamente ebegadas de N-w-Vik.
Lina qaealla recente entre alguus Am-ncanus che-
gadus da Cliforuia e varios naluraes de Nova tira-
nada, be Ipreteotadl como o pretexto para esle acto
de espoliacAo. I'm commissario dos lisiados-Luidos
foi reeentemente enviado para indagar da ungem
dasla desnrdem. e posto que ludas ns circumslancias
sejam rlaramenla em favor dos Americanos cenlraes,
^ova (iranaila esla sentenciada a pagar urna multa
de meio milbao de dullara !
A publica du Brasil nesle caso he clara ligar-
se o mais e-lreitamente que for possivel com a In-
glaterra o com as grandes potencias eurupas uo es-
pirito da propria defen. O Brasil be quasi o unirn
governo da America dn Sul, a que os Americanos
cunee lem um pensamentn, a linios os oulros, elles
poderiam engiilir, e o feriara de boa ventado, sem
cnmpiiiic.lii ou sem pensarem om id ramnenlu as
con.equenelai ; purera a Inglaterra, a Franca e os
oulros p.ii/cs cominerciaes do miindu provavelmente
mo venara quieius aa poltica aggressiva oa Gran-
da I uiau Federal executadi com imppnidade. Sm
duvi la pralealariim em lempo e se as circamslancias
0 evigis-em, o que Dos nAo parmllta, iriam mal
rangae paderinm medir laucas cum urna potencia
cuja ainhicA.ienfhe de terrur a Indos os outrus paizes
livrns e independenlai do mesmu Coniineuie.i)
Pela nossa parte iramo. muilo obrigadns ao es-
criptor inglez, pelo sulular conselho que nos da, e
talve/. que Ihe pedettemei responder com o anligo
adagio porlugaei : Mais sabe o lulo no seu, que o
avisado no adieto.
Os mioistjoi das repubcas de Nicaragua, liuate-
mala e S. Salvador, Nava Granada, Mxico, Per e
Venesoell reuniram-seem vVashiuglnn para rornia-
rem um projeeto de Confederadlo para o fim de de-
loje 3 de junho de 1837, remo, junto ao
cenoiapliio de I). Joaquina Maiia da Silva
Motta, inulbor du nosso bnm patricio e amigo
Manoel Jo-i- da Multa, renovar no anniversa-
riu do seu passamenlu, a. lagrimas e a saoda-
des devidas ao verdadeiro mrito da boa mai
de Tamil a. bem que desconheridn a nao ava-
hado peb. lamadlo du munde. Mes qae im-
porta'.' Os piucos que a conho'ram, que a
oommnnicarain, seu desvelado esposo, seus fi-
lhos, seus prenles, os amigos de >ua familia,
os necessitados a quem ella nnnea recusou as
filias da .ua mesa, sAo porventura echos sulli-
cienles para memorar e ratificar suas bellas
qualidades. auas virtudes? He na verdade o
que Indos fazem no ciiruln midesto dos bs.ni
amigos du su esposo e da sua familia. Es-
posada cm 30 de outubro de 1830, fallecida
em 3 de|uulin de ISli, nos _! estado jamis desmenlio es deveres de esposa,
as obria.i^es de mai e os exercicias de ebris-
laa. Deixou cinco filhos. fruetns do seo con-
sorcio : Dos os faei como sua lerna mai
Chama la pelo llreadora pagar o tnbulu fa-
t I da bumanidade, 1). Joaquina Mara da Sil-
va. Motta, foi, sobre o leilo di dnr, a mesma
prudente matrona qoe nos dias de pr-zer.
NAo esquecea a austera edocacla que recebeu
dos seus pas, com os quaes se foi unir na be-
maveuturanra eterna. R Midamos a ultima sau-
da^Ao as suas cinzas. A Ierra a recebeu, seu
bom marido a ronserva viva nu pensamenlo,
porque a ciiiiservacAo da idea 'equivale ao ob-
jecto : seus lilbo. milarAo'saas virtudes, c
Dens a lera na gloria.
A
sini seja.
dem dn da 2
CON-I LADO PROVINCIAL.
lien lmenlo do illa I.....
dem do da .10. ...
(.'T/S,, tado -n se deve t\ prehrnder han..
------------------- Ou-ipi. Flainenso.. \ qualnlale protrna para
1:011--X07 "I""I',cAii vai diiniuuiudo ara quantidade e aaaa.
___M_ __ __ ( em pra^o.
Os novns nio estarn em eiado pera -erera r\.
1K2-12S porlidoaanle.de jolho. p,nlo, //i'iQ Irme:.
3:3.389176 .
7:1raIf60l'
LIVERPOOL 8 l)F. MAIO DE 18.7.
/mporfarriu.
Livres de direilos para o vei|ledor.
aaaaaWaB^Baaa>)aBa^^
O abaixo assignadu, lilbo do finado coraraen lador
Luiz Ijornes Ferreira, declara ao Sr. Luiz de Mo-
raes Comes Ferreira, que se exacto he que Ihe tem
sido apre.euiadas millas de debito de Luiz tiumes
Ferreira Juniur, sem duvida que engalladamente se
o^lem leilo, purqoanlo lal uoine sempre leve o abal-
lo assignadu, ale que fallereu seu pal, e nAn S. S. ;
enirelanto em tal casu o que a S. S. curopria fazer,
era declarar isto mesmo a quem qer que as ditas
cuntas lite ipreientoQ, e n* annunciar pelo mudo
(inrque o fez nu Diario de l'ernamburo de -JS, 20
e 30 do mez prximo lindo; sendo que o proce l-
menlo de S. S., parece antes revelar o desi-io de mor-
tificar o abaixo assignadn, do que evitar urna respon-
sabilidade que de molo alguna puderia pesar sobre
As provocacs qua resutlam do procedimenlo do
Sr. Luiz de Moraes Com*s Ferreira, reve^am a ma
ndole de 1,1o desleal cuutendor, apezar da nobreza
oa ostenta, e da adoraran que alardea. Compele ao1
nbunaes diflidirein a qqeile que n occiipa e o ehai
'^iiaii".*do. ni., mu, i ,1-v.n.i s. s. esavolve
nelda fallas que repu^iiam com o carcter do abaixo
assignado.
Saibi o Sr Luiz de Moraes Comes l'errera, e fi-
que corlo qoe quando se prescinde de queslAo que se
discute e laaca-te m.lo de allu-s olfensivas para de-
negrir a repulac.Au do seu adversario, a queslAo dei-
xa sua primitiva origem, e loma-se pessoal.
Recife 2 de junho de 1857.
/.ni: Comes Ferreira.
llnelos
AlgodAo por lili, de Pernambucn
Bom.....
Mediano .
Ordinario
I lem i lem ta Babia bom. .
Mediano .
Ordinario. .
dem do Maranliiu. libra langa :
Alcntara. .
Itapicur. .
Canas. .
dem de machina bom .
Mediano. .
Ordinario .
Assucar dem do Rio, branco.
I.niiro .
Mascarada .
dem de Pernambuco branco. .
I.ourn. .
Mascavado .
dem da Babia e Mucei branco.
Louro. .
Masravadi .
Balsamo de cupaiba pur .. claro.
Tarro. .
Burrarha por fina.....
Mediana .
Ordinaria .
Cabeca de Negro.
Sernambv .
Do Cear.i, pelles. .' .
Sernambv. .
Cacao, por 11 -> libras:
Para bom.....
Babia, a.....
Caf, por 112 i Ro l. surte
Segunda I .
I^scnlhdn. .
dem da Babia primeira sorte.
Segunda >i
BseoHride. .
Sebo por H2J do Rio Crande:
Bom e duro .
Mediano .
Escuro ....
Chifres, por 123 | de vacca. .
Ordinarios.
Cimas de ossos por tonelada :
Branca. .
1'reia. .
Clina por .decavallo. .
de vacca. .
Cobre velho por .......
Cauros por do Rio,
Seceos de 30 a 351.
de oj) a t .
de Toaros, 35 a lo n
dem do Rio Crande, por | :
Salgados, de li a 70 I
>i de i a 50
o de vacca 10 a 1S g
Cavado seceos, 10 a 11
a. nm.
dem salgados, j:l a 30
Prrro*.
X 3;i d
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10 da Ii d
10 da 11 l|2d
12 da 12 d l|2
Ii l|2d a IStrid
15 d a l.i l|l d
11 d o l.i d
HU.I.KIIm.
lisboa 12 de maiii 111. ih.,7.
Vinos ..rirnles dos qmrn.s rf ima r/i^sV.a1-.
aaalf.
Algrdao de Pernambarn .
Dilo do Miranbao e Para.
\ssi.ar do IViii.iinbi.rn branri
D|lo lllasravadn........
Dilo do Rio de Jaueire m.
Dilo da Babia b.......,
Dih dito mascavado.....
Du. du Para bruto......
Dito d- Cabe Verde .....
Ag rdeme de ranea de Brasil.
Ano/, da India .aa).....
Anea du Hareeaaei e I*, ord.
Dilo llll.l melhnr.......
Hile dte Mipi-nur
Cate do Ro prianeira aartr. .
Hilo dilii vguuila dita
dem dem llia 20
dem de Pernambucn, Haba, Maraiihao e Para por a
Seceos salg., ti a 30 |
espichados I ti a 20 i
Corlldei 7 a !l .
Mull idus salgados, 40
a 10......
dem do Ceara, Paraluba e Macelu por .
i-ecos sola. 30 a 3 (,, -, ,,,., t-
Moldados i, a 50Si. l" ,'8'' a )',d
Neuhtim.
''
*A>
n
i.
IMIACA 1)0 RECIFE 2 l)E Jl NI10 AS
3 HORAS UA TARDE.
Culaces olficiaea.
Desconlo de latirs10 0|0 ao anno.
P. Borges, presidente interino.
L. Dobourcq Jnior, secretario interino.
CAMBIOS.
Sobre Londres, 27 3|4a 00 d. e 27 7|8 a 90 d.
Paria, 350 rs. por fr.
a. Lisboa, 93 por % de premio.
a dio de Janeiro, 2 por r>;.> de descont.
Act*ln do banc-. 50 por cenlo de dividendo por con-
la do vendedor.
a a eoa.panb.ia de Brheribe liODOOO por accao
a o companhja Pernambucana ao par.
ir n Utilidade Publica, 30 purcentode premio.
e e Indemuisadora. 61 ide~a.
a a da estrada de ferro 20 por 0|0de prenv.o
Disconlo de lettras, de 8 a 10.
Aeetai do Rancu, 10 a i't de premio.
)uro.Oncas hespanhulas. . 289 a 289.500
Mneda. de osiDO velhas . . 169000
o b)ilHI navas . . I6.3OHO
a jsJO. . . 99000
l'rata.Patacn hrasileiros. . . 2a0
Pesos cotomnari.s. . . 25**10
> mexicanos. . . ICsStiO
ALFNDELA.
Ileiiiiimi'iiin do da 1 . 7:900^260
dem do da '2...... 18:1179402
. 2i:OI7t>67l
.umiru por libra buut'nom.
Ordinario.....
larinba de man I. bel pur I ti | |8|
Jacaranda pur tonelada, do Rio. i la 16
alna ..-. .Moda.
Platean, por J20 .. do Para u. t 20
"""*....... lo
Piiunm, por llbom. 7| a 7|b
Salsa parnllia por libra boa ....
Inferior......(Nenhomi.
Tapioca por 112 R,., superior. 85| a 70|
Ordinaria uominak 331 I8i
t rucii por 1, do Para hum. jMeolium.
Fundos e Cambios.
funde, inglezes.
Banrullo Inglaterra ;acres: Por Cowl. 211 213
Consolidados...... 3 7:1 H,8 a 93 i 11
... ,, 9i|l 92 1|2
3l|i 92l|la92 l|2
Eslrangeiros.
. I .-.> n.ni, os,
Dilo dita li-iieira dita.....
Dita 1I1I11 esculla boa.....
Dile da Radia.........
II: o de Labu Verde......
I ii .. d S. T. e Priuripe. .
Di o de Angola ........
Carea) do Para.........
Cra amarella de Angola ....
Dila dita de Benguella.....
Cravn dn .Marauh.iii......
Dito girofe...........
Cl.ifres pequeo* da Krasil .
t uro* -i-rios da Babia.....
Dtlu. dilo* de Angila......
Ditos salgada* d M uai.hao. .
II le dito* de I', r 1 -ami. 1 .
Cnminlios............
DmiI-s de ni Tli... le......
Ditos dilo mei.li..........
Ditos dito e*crv.........
Erva-doce.J...........
I innlia de trigo americana. .
Familia de pao........
Geeaaei eeeaj| amarada.....
Dila dita vermelha.......
Dita dila ordinaria........
Mell.lCO.............
Oleo da copabiba........
Ourucii.............
l'imeula da India........
Salsa pjrrilha Sanlarem.....
Dita dila luir upa'.......,
Dita dita Rio .Negro......
I rigo eatrangeiru.......
tapioca........., .
I r-ella da Angola.......
Dila de Heugi-lla.......
Vaquetas do Maranbli......
Ditas do Paia'..........
Dilas de l'ernamburo......
I..i ni.r/flr,o.
Agurdenle........
A/ol.' doce........
Amen loa doce em milo.
Banba de purea........".
Btalas........,
Cera branra em grnme .
Dita dila em vela .
Ceblas.........
C-Tiiei.........
Cevada .........
Cania de varea.....
de porcu. a
Ct.eaa.kai.......
Figos ..........
II l|2 d a II 3|8l Manieiga de poree. .
Milito..........
Paios..........
Presuntos .......
Sal l.gueire groase .
Triso rijo do Reino. .
Dito mole........
" oiicinbo........
V inbo de Lisboa, Imlu
Ddo dito breen.....
Vinagre linio .....
Diln branco.......
Coa. Me.
, 52 7(K
SI l|S
. 31 .-|8
335.
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si?it)0 tQUim
3MW
Londres
Reduzidos
I Lindos de .
Belgas. .
Brasileiros.
Dinamarqueses
Dcspaiiliue.
" Deferido*. .
' Passivos. .
Ilull.111ler.es.....
11 .....
Mexicanos......
Portuguezes......
Russos.......
......
Banco de tranca acces .
Fundos fran.ce/.ea.
Descarregam hoje 3 de junho.
ISarca inglej.aR mita mercaduras.
Itarca oaleuAmateurdem e luur^a.
!t-rca ingle/aMarv Wilsondem,
l'arca ugl-/.aSarab Inllios de ferro.
Ilrigue inglez Mignontlietnlho* de ferro.
Barea IngleHaorj Jonesdem.
Brigne ingle.yrenderr..
Itrigu? iglezIcine1,1- itliao.
Itarca ingleitlKn nema leeamle
l'rigue purlngaeiPescadorpipas vasiis, larinlia
e f.ireln.
IMPORT.VCA'O.
Ouro em barra.
Purtuguez ein inoeda.
Brasil.....
Oni;as hespanhulas. ,
) 1 americanas.
Prala em barra ....
Patacas brasileras .
Pesos coiumn.irios heipan.
Caridus. .
Feriiiuand .
Ditos das repblicas w
Moedas de .1 fraocus .
Cruzados uovos.....
Cambios.
Lisboa......
lorio.....
Rio de Janeiro .
Babia e Pernainbiicu
V ni-1 -1 I nu .
Ilainburgo. .
Pars. ... .
99|i 1011
i 11297| a 99j
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5101 a un.
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fr.1375 fs.
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369.30
Metaes preciosos.
Par one,a 77|9
o 77|ti
11 77|ti
11 79|
a 7i|H
5|l 3|
1* l|ll l|2
Esla medida foi ocerjionada pelo, rrceios que a
(Odas in.pira a grande e poderosa l.'nuio-Aineri-
rana.
^ttbtteacafcS a J^etii)).
na, eaobrea plano da expelilo que ella prepara
nesi-' memento cnnlra o colale imperio.
poderlo nunca ser ataviado! dn seu fim.
Seguem as ailigotorai.]
A*
Aecordlo em tribunal, prerelendo o sorleio da
leQue vistos e relatados us autos de revista r.rni-
mercial, entre partes, recurrente Antonio Piolo Fer-
reira, e recorr lo Jos Gomes Ribeiru, prupuz aquelle
accuo.de IMIglIicla de del das, para robrar a im-
portancia das lellras da Ierra II.. lie II. 7 d Valor
de 3:0005 rs. rala urna, aceitas pelo recurrido, ejj
vencidas: oppSe-seeala com ns embargos de fall
da le c iludida de, os quaes sendo recebi loa sem cun-
de nu.ic.ln leguira 1 o curso ordinario na replica e Ire-
plica, cora larga discii<-;,n, o que visto e examinado,
prova docemental e lesiemnnhal por urna e oulra
[inte, depoimentos das propriai parles e armoadi
Ilrigue porlugaei o Pescador, i. vio lo de Lisboa,
fenlerein'se'recifd-ocamente de qualquer a'ggress.i'o I f0n,'",,i,Jo. a >ovaei Cv C, mamleiloa o sesUin-
e'lrangeira. le;.
IiO barricas farinha de trigo, lo pipas e Jibn s
vinagre, 3i ditos e 15 pipas vasios ; aos consignata-
rios.
"1" barcas larinha de trigo ; a Mauoel Jeaid'A-
morim.
SO dilas e -20 sai-cua fa.nba de trigo, .10 di-
tns farelo ; a Francisco Sevenano Rabelloi,V Fi-
lho.
lo pipas vinagee a Amorim cV Irmo.
" metas dila* dib.,2'1 barril vinbo ; a Manuel Joa-
qun! Ramos < Silva.
20 harria azeile duce ; a I barniz de Aquino lon-
seca A, Filhos.
23 laccoi farelos ; a Luiz Antonio Siqueira.
50 ditos seraeas ; a Vicente Vive, de Souza C.r-
valbu.
CONSULADO t.ERAL.
-IAPP.V demonslraliio dos (lenles tratados no
hospital regiment! de l'ernamliueo 110 me: de
maio de 1857.
Hospital regimental de %
Pernambuco 1 de juiho
de 1837. I -5
-
humero de dornles. I l
5(il 38
.
c =

a.
0

0
ir-:
, 0 02
Rendimento do da I
dem do da 2 .
DIVERSAS
Rcndimenlo do da I .
dem do dia 2 .
S:2!l-7,
li.lidlcSO.
ll:03|.x.),V)
PROVINCIAS.
623999:
i 18/788
Dr. Olegario Cesar Cabossu'.
2" i'iiiit -'too encarregado.
tototto 9$ y*n
Na si...,,. ,fe honlem I assemblca prnvuicial ap-
pruvuo cm 3.a diecosslii com urna eraeii la u prujec-
lo n. 56 desle anno, que diz : o O beneficio da. lo-
teras cuncedidag e que se roaceJerem pela as-emblca
lirovincial para qualquer fim publico oa particular
... amallase de'
bracos cruzado) aus progressus da Rosara e loa Es-
lados-L'ui :us uo iinenl-, eorrrrii o risco deeueon-
Irar ein men s de cincuenta anuos, nos mares da
Clima, una concurrencia contra a qual ja nAo po-
dena enllo lutar. Por lano nao he o iosuRu felo a
sua han.lena pelos Chin, que ella se prepara vi 11
lar, sao girautin qae ella s" dip|| a lomar contra
as influencias rivae* que a inquieloin. ()< Esladus-
11 Ella lliigo diz :
11 t)s res di Prussia conservarlo pernctinmenlc
o Idilio di prin 1 e de Neulchatel e Valengln,
ir Sa todava sua 111,gestado n rei da Prusall n de-
sejar tuserir-seha nu prolocollu lo.il a declararn
seguinle do plenipotenciario praaalano ;
11 Sua magealade o re da Prussia renunciando aos
seus itireilosde aoberinii subr
algumas leatemnnhai par parte do embargante 're-
eurrido deponhim, qu>. as lettras cm quesitio silo fal-
la, aeai ii'ius ao disnea de crdito, porque junm
de mera credulidad!, a nlodaoa razio sulli.ienle
de suas as. t.;!-. Itualmenle m nlra-e que a o..m-
pra que fez o recurrido, da casa fallida de Manoel de
Oliveira L)rio se ua na lolalida le. ceilainenle em
parle fui a crdito, acedando lettra., cuma alean de
7710183
DESPACHOS DE EXPitRTAi \t) PELA *IESA
IK) CONSULADO DESTA CIDADE NO DlA
2 DE JUNHO DE 18.17.
Canal Hrigiiejinjez ..Marv ora, C. J. Asllev
iV C*, 300 saceos assuoar maaeavedo.
Riieuus-A>res Polaca despalillla uMailvona.,
Rall.e A_ Oliveira, 31 cascos agurdenle.
Pliilad*lp!,ia Ilrigue americano Fairvn, Ki)s(ron
Ro ker,\i;., 708 sacros gasucal braiicn e mas-
cavadn.
ValparatzoBarca iogleza rijamos Annae, Amor-
nm I raos, 500 uceas, lajiacar br neo.
" li|3
11 5|3
1. ill l|>
t|ll l|2
90 ,d. 52 3|8a."i2 1)2
" 52 3|1 a .127|8
60 d v. 20

Patea.
Leosa
30 d|v.
I d|v.
90d|l.
IIIO.Ipl .
3 u.|d.
1 m-tenlim .1 m|d.
Itairburco 11 uqd.
Madrid 8 d|v. ,
l > i* t|l
*7l|a *K
28 a JO
HtfWO 13
5*30 a 5W?.
2il*a o',.,*
8-alll RjniO
l.lfion laejenaj)
11*15 i(jni
IS'll |KX,,I
ewi aaS
aSll 97
955 9a>
39.20 :l5M
BOsf S9.
. 3m. b. 11.19 l|2
. 13.81|2
2545 25.70
..... 21.21 21.30
Numerario. Depois da publirm.Ao da nossa ul-
tima circular, o eslado monetario desle luz conliua-
uu com pumas melhorai e posto que "a exportaran
de uuio nao fotae Ido activa, todava runlinuuu, com
pequenus inl.'rvall... at o principia de-le me., moa-
1 raudo a um lempo que u depuaitn de ouro no. co-
fres do banco de Inglaterra era Penos do que lem
sido (luante os ltimos dez anuos.
.Nao lie dillcil o mostrar a eau-1 do presente ca-
lado, t) aolecipadu producto das colheilas em diver-
sas parles do mundo, de geralmeulc a causa mais in-
lldeute nu* merca tus mouel.11 ios, o por issu a falla
na cultura da -Oda na Italia e Franca o anuo peana-
do, a molestia nal vinhas, as resumidas colbeila de
cereaes oa Franca e na peninsul-, aa.im comu em
algumas palles da Alleinaiiba, ojo exceptuando a
deslruicilu da cuideita dos ceraes us Eslado-Lni-
dus em 1855, apresentam mulivo suflicieate para
produzr a depres.Ao do mercado monetario.
t.randes soium.i-, especialmente para empican
no continente em fundos fraacezea lem daqui mu
retiradas, preferinlo 01 eapiUlHlaj fazer .oa. reines
si. cm es|.ecie para lae* cumpras, pur causa da van-
lagem nos precusde miro em Pan.. Para por termo
a estas operacaies, o Hinco da Inglaterra clevou o
juro de empre dimos labra fundos publico! para 7 por
cento, limitando u prazu de taes euiprclimus a aete
das.
Sabe-sc que an la actualmente cerca de A'.......
l.aOO.tHK) deuuru, ele, anda em viagem pira esle
paiz, ma. em qwiilo u precaj deste metal conl.nu.i
. 132
. I 5|8a3(l
. 47 l|
.910 nem.
Fundos.
1 nsi-ri pr.es di I per rento .
Coupona ......
Divida deferida. ..." i
Cimiriho de ferro de lale .
Banco de Purlugal. .
Dito do Porto.....
Melaea.
Peen de SaOlll.....,
Oopia he-p ni luda......
Ditas menean......
Agolas do Ealaatoa laidos. .
Patacas hespaaaaMaa. ...
Dila brasileras.....
Dita mexicanas. ." ,
Vale banco.. ....*."
Cinco (raucos. ....".".
ESTADO lu MERCADO
De 12 de abril a II ale maio.
tizanm-se algua... lr.asvacl ra .uacres ala
Brasil; porem 110a asaararea apenaa a fea aageeea
rousa para cooaumo.
Du. depon d. saluda do levoi. as laman ale 1
p. c. prmcipiaram a ser ha-ianle p.oc.ra la-, o cea
pooco lempo chegaram a 19 |ej a 9 M : realiaaa-
do-eao pnineim prere tranxarcoes caa.idaraveaa;
porem desde a principio o. au a ejrerara afrsva-
xoa e os precot derlinaram. sendo boje a.
A acciies do hanee da Portugal, laiatk
Ja -alu la do paquete inglez, melberaram Je pre-
C*1. ch-gando eOeetear-ae Iraeaarar^ le 55 a
ufo por algn, das; mas deade p.ic.p.i asi rsas><
que us prreu. tainh-m declinaram, e huta he diWctl
negociarem-se aos coladas.
.V cumpanlii.i Luso Kraaileira ere liquidas-*, aca-
ba de .mnunci.r a venda de .... vaperes. ,. aria
de p.upu-ia. em rana fechada, qu- ae.. abertaa eaa
ses-o publica a 30 de |u|l,, pr.mrae.
A companhia da Pevca.iae lambem eala a oaajaTaaa.
a liquidarAu.
Fu. di,'.|vidi a I man Ummercial e rjeaaara ;
te-la companhia or.-.m.,._., Credi a llave! taa-
luguez. que j lem feta .lgu .p,.ar-e* o a
cumnanbi, de Seguro. Bon.nca. -e.d. (H, >,
a WO*), devrndo oa acciamsta. entrar casa a I"
|'re*l..;ao. que he de 123; e-la. .croe, n leen, pre-
mio de o a 30?, ,m ronss-quencia da. da aliaa
cumiianhia I ,.ia., t.mruaici.l ttoauaca valeraea
boje 110 meirado de 953 a loe*}
Em cambios tem ai ,0 mai p,cura.l.i papal ao-
breLondres, qua a 90 d|d echa empelo, .11 .ajlt.
U paquete lAeaan chegad. altimanwnle ee eVa-
M, puncas letras Irouxc a este mercada, ee* caaa-
Inbuio para u cambia se mantea li.aae.
Nnla-se grande escaMez de papel aobre Fraara. o
que laiuhrm runlribuiu pa>a o raaahw aalnr oe .",. i
a J35. O llambarcu he prucorads. e h. encavara.
lia falla lambem de tos-taca, e cava dtaVealalaala
aa pude cmpr.u qualqoer perfasa de praaorda ; ,,
ultimas uncas mrxiraua. tenderam se a I IM.
IMPDKTACAO.
Algodao.Apeaas x lea. lnl( al(ama roana para
consuma, no poueo qea existe do da MeranbaV.
Arroz. lera ronunuado a cbeaal .apiirimraMea
I de Inglaterra, d-nde eniraran 3, i.18 sarroa, da P... j
pur va de Ma.leira -2H. e de Neva-Vxk lili harvn.
No inerradu n.l" trm havido alleracA .ira pr.r ...
Agua.deute. Cunlinna baixaadu eeajaaeaavjaj, 1-
rnente pela mulla paaajaa da nlraauaa.a e* .1
alfandega, lauto da mg ez. e fraacua 4* 3 a .M
i;,a.ia. cumo da du Rra.11 de 18 a M. de manen a 40*
anualmente o. precoi aba reputado, aoaawae.. ja-la
: Ma le empradores, ainJa qae acia para a rajan
I pequea pa.lid..
R-piilarno* boj- o preces, ingina oa ranre,., de
"<>'* 'U..... "'' ,'"r ^i d'iTq'eVm'Lo..- li'.a" ,u ?* "' "A *X^> '*
dres, cuino agura acouleca n.io lereraus abundaucia.
Iti.i- I. de 18 a -jn vasM. anc
pi|.a enca.ceda, rapliva deolro da alf.Meca
.. ., libada Madeira. de JO a 22 s-a.. Irila de Cefi.i-
Algudlo.- Dorante lulo o miz pa-sado elle ar- l. Captiva d. dirril.-s na allaudeg anuinripol ue
IbrlNI a |-.u(Kipor jimuaa- : .Me.m.i.ba de 30 ..,
ligo esteve moito desanimado em razio da earesiia
de dmlieiru. Purera, cumu as noticia, vindes de
Amenea, c nlmuam a ser favnraveis p.ra os poasui-
dure* de algo.lau aqu, o mi-rrado ieui-*e mos'rado
mu brme, cum tendencias para a.pacalac|e, purera
sem ser de importancia sidliciente para dar impulso
aos preco*, que. todava, ralle mu firmes.
0 total de Alga lia vendida cata annu al I do
Borrante, mnni. a 855,720 -aecus, inciumdo 81 57o
lo II .1-11. As entradas ale a rne.in.i data au de
977,59(i saceos, incluiiid.i73.73ti do llr.ii.l. tluanti-
dad- aprnviiua la em ser, ai 1.150 sacros, iiicl.iiudu
I8.3IM). d Pemambaro, Panhiba ate; 21,156 da
95001 S-soii: Fig... lamban, d 30 ajaaee, l.-^ai a
**ej : M.l ._,, 1, MI giaoa. IfaTatl a 3| loa!,,
captiv 1 de ouriio. aa Ifan.leca niui..ci|.a .
A-ucar. 11. pc.j.....jo iMti.i.a, roano liaha-
mns (.revisto n r| do mez pa*ado ; r*aita'..<
lr.in-arc.ie nene arl.gu sio raulo e-c, awraaaa
o rnmpradure. e.per.ndo redorlo eaBJ rart^ li-
uiilara*e a rnm,...ir prqu.nj, pallidoa ; oe *a,laa-
to o. pvaaei lerae, em >i*.a das i.oi.ci.. do. direnaa
merradus oa Europa, nati mam oa preraa cava ln-
raeza, mas alo Ide aeaveea i.mbem rrrx|ojrlar ajal-
quei poican, poique ellea nos mercad ~ r-'rai va-
ro., anda que alio., 0.0 aard.ai reUria rom m
no*os,
A entradas de-le a aahida do paquete aa ni t
c.ux.s, TOS s-cr,,., l-'fene. a I harnee ,1.. Babia.
Repulamos m existencia, boje, 11 de aiasVia, cae
poucu mais ou menea .
Cuas. Faitea. Barricaa. Sarro.
2."<. 11 262 2G.Ul
CafeEnlraramapenai 38 tarrea > Cabe-Verde.
A lira dn veodii qae ae teta le le pata ceasaaw,
MUTILADO
ILEGIVEL


,
fclABiO liE WUUMBDCQ 0. .MITA PIIBA ?! CE JTNn.i D8 I IB",
reatiMrarn-*a algurnas transaran para rettpnrlar
nai rauu-Ias e Irrroirai sortea, e escull* boa do Ro
d Jaoeus, havrndo n'slai qualhladra urna alia de
100 p ir arrobi. i colat;6>a di) II roo paquete in-
il '. t. i.l -uLiiii i- i'ltufKi Ii.ijo em pouco mal
de -i.oOO aacoi.
C u-i,i.O mercado lien tlrspravido do do Para por
sa arriar qusii todo vencido: o que Iuvm da Bihia
e S. Tli ,iiu' lambem ? veud'u todo, t--u- de .',-",n i
d .U600. e equelle de 3700 a .fJSOO.
tli .ii n cheturam s- aaccoi da 11 .lii i, que anda
se i'i" abri prego.
Cera.Os preijn estilo firmes, e he procurada.
Cauris. Venderam-se os eiiitenles espichados
daa Minas, e literam-se alzumas Iranstegoes nos de
Angola, bem cuino nos salgado de Peruamhur-o,
Cabo-Verde e liba. Anda se nao abri prero aos
chegados oltimamente da llahia.
Gamma copsl..\peuas obtem prnmpt,i venda as
boas quali'tades.
Malaca.As ntralas foram 297 cseos da llahia :
poneai vendas, regulando o stiueiior a 18.-, o liaixo
i iii-.
M ,rlim.Procurado.
Oleo da cupahiba.Nominal, por falla de venia.
Ouruci'i.Por va da Macira rhegaram IK.1 pa-
neiros do Para; achava se vendido quasi lodo que
eiislia.
Salsa osrrha. Tambenv chegaram do Para por.
va da Madeirg 510 ralos, pnrem as vendas ltima-
mente ten) silo te pequea iraportancia.
Uriella.Continua a ser procurada, mas as dis-
tancias si),i molto cseaasaa ; pequeas porcoce. che-
gada nllimaineiite dos Acora e Madeira : foram
vendidas de I:!- a I",-
EXPORTACAO.
l Azeite.Nao lia m-lli,,ria nn mercailn qoe e
Conserva frouxo, concurrendo pinico a/eilr-, o regu-
lando os preces de 39200 n 31250 para deposito, c
de 38000 a 3o70ll para esporlaco. .
Cereaes.l)s supprimenlos ii trigo lem alletfi-
xado, e apenas de Nova-York lem dado entrada
:'-5:S>69 bu que os depsitos v3j asestando, e leuha havldo
irocura e psdidos pira os depsitos de Alcacer e
branles.
As entradas de farinha lambem diminuirn), e s<>
te Nova-York lem rhegado 1:263 barricas : lem
lavido procura e embarcado algumas porgues para
>s porlos do Brasil e Porto, os precos ten lem a
alta.
Pollo que tenha havido entradas de milho, a pro-
;ura he grande e os prscos susleulam-se.
He pequea a procura as cevadas, e ha depnsi-
loa regalares : os centeos tem lido alguma sabida
para o Ribalejo.
Vnho.A enlacio de 110 a I5 esta' firme. A
presente colheila segundo noticia* que van chegan-
do, lera' de infeliz resultado, bem poocos .Ao os
distriAos que le ni roodra evidentemente o de-
senvolviriiento da molestia, e em sitios minio mais
cedo, que nos annos anteriores, de maneira, que
sendo os mezei d junho e julbo us falaes para a
novidade, nflo precisa chegsr aquella poca, para
o Iriste desengao da continuado do nial das vi-
nhas no nosso paiz.
Os prejuizos resultantes san innameraveis, ten-
do-se esotado succssivmente o deposilos de vi-
hos velhos, as difTerenles localidades, ha mi a es-
perar com os novos. e com este ms presagio, as
eventualidades neile riquissiino eommercio.
Neeesssriamenle o enVilos devem r eilraordi-
naros para o exportador, e para o l&vradut, uro
por ter que vencer difflculdales bailante dispen-
diosas se quizar levar aoi mercados eslrangeiros um
genero 1.1,i caro e lo difliril de encontrar, o ou-
tro fallando-lhe o principal ramo que consliluea
riqueza de sua propned.ide, empubrecer-se e indi-
vidar.se.
Nao ooi admiraremos que nos segoinles mezes
Iguns pequeos restos de vinhos, proprios de em-
barques subain -clin leravelmente pelas razoes re-
feridas.
Alm do vinho ezporlado. e do que se cha
promplo a sihir, esta despachadas para o Kio 452
pipas, Pernamlincn 83, MaranMo 8fi, Para' 21.
Vinagre.Bi'iaule procurado, e os pregns cstao
firmes : Acham- Pernambucn 30, MaranhAo 66, Para' 22.
KMBAKCACO'ES DESPACHADAS.
Rio de Janeiro.Vapor inglez aOolden Fleca,
capillo Hall ; carga, 2 barris e 2 canta* de vinho
lo Pono, 30 barril de azeite, 61 de carnes, iOO
molhos de cebollas, 8 barricas de cera, 2i) tle casta-
nlni, 30 saceos de fejao e varios gneros ; e para a
Baha, 40 barricas de fejao, 20 barril de carnes,
9 canas de velas de cera e variai mercaduras ; para
Pernarohuco, 11 barricas de cera em grume e va-
nas mercadorias.
Parahiba.llrisu porluguez Parahibano, ca-
pilao Co relas e 10 CatSac de vinho, 8 pipas, 10 barris e 80
ancorelas de vinagre, 15 barris e 10 ancorelas de
azeile. 6 canas de cera em velas, 18 barris de car-
nes, 20 aurrelas de azeitonas e variai merca-
dorias.
Pernrnburo.Barca porluguez Flor de 5. Si-
mio, copino .... ; ca'ga. 211 pipa de vinagre, 1(1
barra de azeile, 800 barricas de familia e varias
inercadorjai.
Brigue purlauuezajoven AmeliaD, capitn Bran-
co ; canga. 352 pipas-Vacias.
Hio de Janeiro.Bngue porluguez uConceiran
de Manan, capitn Amonio Martins ; carga, 83 pi-
pa, 7 mitas,, 505 barris, 70 ancoris e 2 cMnas de
vintio, 43 inpaa e 10 barris d> vinagre. 250 barris
de azeile, 2 de borras, 50 de carne, 119 de sardi-
nbas, 25 de maoleiga, 21 vnlumes de nozes, 46 de
cailanlia, 9 de cera em R-ume. 291 ancorelas de
azeilanas, 10 ranas de paisas, 50 de cebollas, 200
aaccas de sentis, 4 fardos de c.ordaves e vanas
mercadonaa.
Para*.Bngue pnrlusuet uMonteiro I, rapilio
Manteiro ; carga, 420 muios de sal e 50 barris de
m mielga e varias mercadorias.
Rio de Janeiro.Galera americana Uaydceii.
capitao Mantn ; carga, 14 pipas, 120 barris e 81)
ancorelas de vinho, 100 barril da azeile, 250 sarcus
de lemeas, 160 moios de sal, 17 canas de batatal,
550 e 850 molhoi de cebollas, 1:000 bmis vazios.
liihia c Ctlinguibi.Patacho poiluguez Jose-
pluna-, capu.'io Silva ; carga, psra a Baha, 147 pi-
pa, 12 meias, 153 barris e 23 carias de vinho, 2
meias pipa de agurdente, 10 meias pipas e 25
barris de vinagre, 10 barris de carnes, 50 caixsi
de cebollas, 18 de cera em velas, 60 aurrelas de
azeitonas e varia mercadura : e pera Colinguiba,
1 pipa, 30 barris e 15 ancureta de vinho, 1 pipa e
8 barr de viuagre, 80 latas de azeile, 2 barris de
carnes, 2 caita de cera, :iu lutria de sardiuha, 12
ancorelas de azeitonas e vanos gneros.
NAVIOS A CARGA.
Rio de Janeiro.Barca porluguezajiJforlencia.il
a __s*--^ Venus.n
Brigaw "Claran.
" Mana Ignez.D
o Baha. c< porluguex O. Anna
Pernambuco.Baica
Brigue ir
Emlisrcages deapacliadas.
Maranhao.Patacho porluguez .il.ilierdade, c-
pilao Cuito lio Caetano da Si'va. r-m,i 6 pipa, 0
barris e i l|2 pipas com vinho, :|i) ,upj, e .jj i,.j
dilas com vinagre. 33 barril com carne ensacada, 7(1
com Uurinho, 10 eominlms, 30) barricas cun farinha, I i enm cal,
200 molhos Je ceblas. 5 calzas rom cravo, 18 rom
'pe. 20 gigos com louca, 5 canas com chpeos,
19 voluntes de rrV* em vetas, 38 de drogas, 11.1 pe-
dras, 6 CaliM com cha e 7.1 vnlumes diverso.
dem.II'iaue porluguez Tam-ga. em lastro.
Rio da Janeiro. Bigue hamburguez nGeorg
Krell., cap ISo George K-ell,carga 600 moios de sal,
82 canas de Hlalas. 2:16 canas de cebla 6 vo-
lunics diversos.
Praja de Lisboa em 14 d maio.
Arges do Binen de Portugal 5,SUJO >(i?0OO.
Ditas ,1,. Porio 2415000246J000.
Inscripciies ,te 3 p,.r cenlo 18 a 18 3|l.
Coopons 7 1|1 a 18.
Divida ditrori la 28 a 29,
Popel moeda 31 a 3.1.
Notas di Banco de Lisboa 20 a 8.
O mercado nos 3 por canto continua em apatliia,
co mesino aconlnce as aeges dn Banco de Portu-
gal, divida diferida e papel moeda, por itag os pre-
go! colados devem se considerar iiominaes.
Em metaes pouco se fez.
(Por lirado.)'
/..
mpannia
Pernambucn n?
mct>ti9i$nt0 $c jurts.
Navios enliados no dia 2.
ldchmond35 dia*, tarca americana ciRoebock,
de 4a> toneladas, capilao Chase, eqnipagem II.
carga 3,800 barricas cora farinha de trigo, o -'(1(1
com breo ;
lence
O vapor li'iii'ussi. ... coininniidiiile
Antonio Siiveira Maciel Jnior, acha-te
i cuijja |>ara os DOl'tOS do norte, para
onde sabira' no dia 7 do corrente, vece-
bendo carga ah; o da .">, as horas da
tarde: a carga que nao tbr levada a bor-
do aera' depositada no trapiche do al-
godSo.
reo ; Ko'lron Rooksr-S Companhia.
New-York. Segmo para o Rio.
Newporl47 dias, Irarra ingle'za n||.nr\ Jones., de rios "Utros arillos
3.i3 lonclad -
S
Bronder a Hrandis & Componbia fa-
r3o IfiilJo, para fechar cunta.*, poriaterven-
Cflo do prcposlo do Igeale Olivetra, Me uin
iv".'1 sortimcnlo de enxadas, prego* e outras fer-
1 regeos tinas c grossas, miudezas, papel e va-
'nglezes, belgas e all-
i>.l tonelada, capiiao l. f. H. Brewar, equipa- miles, que se veinlerao por presos razoavejs:
f,c7 i; a"?" ,ril.'.'"s p"" a eslr:"'a de forro ; a (iu irla-luira, 3 do corrente. as 10 horas da
*SSJ?j2niT^'SlF7m- roanh3,> seu >nU. "M o Trapicho
uiiruam- -in mas. escuna bollandeza nspecu- \,.v,.
Para'.
Maranhao.Barca brasileira
ir Brigue porluguez
* i r,i: i i;ii, .
Coustaiilei'.
Bom Successo.
Ligeiro,
iil.usilauaii.
"Flor do mam.
"Tamegan.
ul.iberdaden.
ul.uba.
Rolhciu.in- -jo ma,. escuna bollandeza nSpecu
laotn, de ISi toneladas, capilao I.. V. Waegter-
douk. equioagem 9. carg varios genero a
B.ander a Bmnd s. Perlence a Bulherdara.
Havre.!'.) das, brigue francez Kernand de 211
toneladas, capilao Mache!, eqaip^gem 13, carga
fazen las ; ., LlKOrre. Perlence ^n Havre.
SoulhamptonJ2 da*, vapor inglez iraledvray,
rominandanu \V. S. Porker. Seguio para o lio
de Janeiro. ,
Navios sabidos no mesmo dia.
Liverpool Barca maleza (FlMI-Wine, capitn
Roberto Kuighl, carga as.ucar PasUgciros, Ja-
mes Bevins e sua senhora.
Aracaly Hale hrasdeiro Capibaribe, nieslre
I rajano Antones da Costa, carga varios gneros
Pasaageiros, Jlo Joaqnim Pagle, o africano li-
vre Jos, Lelo Rib-ir.i (mmarSes, Jse Angosto
de Castro, Joaqnim Jos de Aginar, lr. i mbeli-
lio rorrcira Calad, sua familia, I esrravo e 1
cralo.
Parahiballiale americano nRosamood, capilao
Meynolds, em lastro. Passageiro, Antonio P. de
r-rauga e Mello.
Baha-Barca inglea Cberokec, com ,a mesma
carga qoe Irnoie. Sospemleu do lameirilo.
CONSELBO ADMINISTRATIVO.
Oconselho ajlministralivo tem de comprar
0 segninte :
Para o 4." bataihSo deartilharia.
Livros em liranco, com 200 folhas 2
Servico da capella do hospital .regimen'al.
Ali-js2; amitos 2; brand0es'l2 i bolsas
grandes para cobrir o calis, sendo umi bran-
ca e encarnada, e outra rosa e verde 2 ; ca-
sillas com suas estolas e manpulos, sendo
urna branca e encarnada, e nutra rosa c ver-
de 2 ; cinidlos 2; corporaes*; calix de
pral-i 1 ; colher de prata 1 ; casUcaes de
madeira piuladas de branen 12 ; caisa de
prata para Santoe teos I ; cominoda grande
para guardar osobjectos da capella I ; estan-
te para o missal 1 ; estola pequea de vel-
ludo preto 1 ; galhelas de vidro cun pralos
*; lampada pequea 1 lavatorio d- Tolha
com baca 1 ; missal 1 ; opas de case nira
encarnada 8; patona de prata 1 ; pe.lra d'ara
i; pala de brim 1 ; roquetes 2; sangui-
nliosG;] sacrario com chaves de prala 1 ;
toallias de altar 3; ditas para lavatorio 4 :
veo branco 1 ; dito encarnad 11 ; dito rsi
1; dito verde 1 ; velas de libra 12: sacras
do altar 3 ; lanteru s 2 ; utibella i.
Botica do hospital regiment.!.
Seringas de metal, de capacidade da 4 on-
cas a:a jnjercAes 6.
1 Kscriptur'ag-do das ollicinas do arsenal de '
* guerra. i
> Livros de tall) impres op-ra guias da of-
licinas contando t5ti rodas caliTum 5; di-
tos de dito impress >s para os pedidos, de 150
rolhss cada um 5 ; ditos bti branco de papel
grande pautado e de 50 folhas, para a recei-
la e despeza 5 ; dito o.m branco oblongo, de
papel grande e de 30 folhas, pira os balan-
eos mensaes I ; ditos de ti ISo im ressos, de
200 foihas cada um, para os bilhetes de des-
lrtbi)ic3o dos artigos a costurar 5 : ditos de
dito impressos de 200 fdhascada um, para
os btlheles do pagamento dos artigos costu-
rados, conforme aos que ora servem 5.
postas em carta fechada, na secretaria do
conselho as 10 horas do dia 10 do corrente
mez.
Sala das sesscs do conselho administra-
tivo para fornecimenlo iio arsenal de guerra
2 de junho de 1857Manoel Ignacio Bricio.
presidente interino. Bernardo Pereira do
Carmo Jnior, vogal e secretario.
Pela recehadoria de rendas internas
genes, se faz publico que he este o ultimo
mez, em que lera lugar o pagamento sem
multa, do segundo semestre do esercicio de
1856 a 1857, >os imposlos seguinles : deci-
ma adlicional de mSo mora, imposto so-
bre fojas, casas de descontos etc., dito so-
bre casis de movis, ro.upa etc fabricados
em paiz estrangeiro, lindo o qual sera co-
brarlo com a multa de 3 0|o.
lecebedoria do Pernambuco 2 de junho
de 1857. O procurador, Manoel Carneiro de
Souza I.acerda.
Novo.
O agente Borja far leilao quarta-feira
3 de junho, as 10 horas da manhaa, em seu
armazem na ra do Callegio n. 15, de diver-
sos movis pertencenles a urna pessoa que
se retira para a Europa, constando ue urna
escellentc mobilia de Jacaranda, com pedra,
urna ptima secretaria tambem de Jacaran-
da, 2 guarda roupas, commolas e meias
vommodas, urna cama franceza, varios lei-
tos para crianzas, um lindo toilette, espelho
do vestir, lavatorios com os competentes ar-
ranjos, um grande guarda louca, mesas de
abas e elstica igiand- urna ptima mubi-
lia de amarello cmiplela, varios movis de
marcineiria para iliiTorenles misleres, can-
delabros e lanternas de vidro, lindos vasos,
liguras e mais enfeites dspurcellana e de
crystal para sala, um escolente relogio de
parede, quadros com estampas, teosla o va-
iios arranjos do casa etc. : igualmente fara
leilao dos muttos objeclos existentes no re-
ferido armazem, ja annun,ciado para o dia
27, cujo leilao nio pou fe ter lugar; bem
como 2 ptimos bois do carrliQa.
Leild.0 de (ueijos fla- iP
g Luengos, luje, s 10 S
9 horus da raanbaa.
9 O agenle Pestaa l'ara' leiio,
;3 por cunta dequem [jertencer, de S
i 50 ca .vas com <|tiejos flamencos, 5
ij desembarcados hontcm .- defronte
^2 da alfandega, na porta do ai ina-
-3 zem do Sr. Annes, boje, as 10
^! horas coi ponto.
; *.r -..* <*.*
-
O
w
> :& -..' :v u -.J
LEILAO.
(pie la/, o agento Pestaa, por conla de
cpiem pertencetv de porc9ode caixas com
masas, 15 barris com cbouricas : quar-
ta-feira 3 do corrente, as 1( horas da
manhaa, no armazem do Sr. Annes, de-
fronte da alfaudega.
3i de farinha detf&ro.
Attencao. Lole,i:i da pro-
lloga-se ao autor do annuocio publi-
cado no u Diario de Pernambuco > de
quiuta-feira "2H de maio do presente an-
do, a respeito da questo, que nojuizo
municipal da primeira vara, pende entre
o K\m. senador Antonio Luiz Dantas de
Barros Leiteea Exma. Sra. I). Joanna
Alaria de Dos, vitiva do fallecido senador
Jos Carlos Marink da S. Ferrao, de lazer
publicara procurado passada pelo lllm.
Sr. I)r. Jos Augusto Cesar Nabuco.dc
Araujo, autorsando ao lllm. Sr. Jos Pi-
res Ferretra, para vender a ''.sa de so-
brado n. 3, sita na ra do Hospicio, e a
terca parte da rasa terrea que 1 he lica con-
tigua no canto, ao E\m. senador Anlo-
nio Luiz Dantas de Barros Leite, bem co-
mo a procuracao deste, autorsando ao
E\m. Sr. desemba
v
Ultima parte nta (So
den
primeira da qu
Guadalupe.
O abaixoassigiiado ven-
as seg'uiutes sortes:
500|"2 meios.
200Ji ditos.
ditos.
ditos.
ditos.
OjJ- quartos.
P. j. Layme.
retira-se para
.no
.">27S
240
lili
."iS2
."1117
100$2
100.Si
' 50jj2
- Diogo llenrique Wyatt,
Europa.
Furia ram do sitio do Coelho, na rra-
....rador Fi mino Aillo- .
,i, c i- drugala de hontem, do
no de Souza, digmsumo presidente do ,,arjBai corn os gi s
rtbunal do eommercio desta provincia, .anda um pouco rodado", grandes e de bo'as
carnes, e lem as dinas c cauda grandes e
crespas.he corcovado das pernas.tem as mo-
ous cavallos de cstri-
egaiotes: um ruco,
pata assignar a escripturada compra re-
ferida. Com a imbcacao das ditaspro-
curarocs, das avaliaees das casas cima
mencionadas no inventario dos bens do
fallecido senador Jos
crivo Bi'itto, poderi'
1)1 ICO
nhec s das naos alguma cousa grossas a
junta,e deiladas, anda batxo a meto, traviido
lio bonita figura, e doe-se das ruaos quando
Carlos Marink, es- anda em peoras, quo o faz manquejar, tem
o respeitavel pu- orelhas regulares e caberja.idade 8 aonos
ilico apreciar 'se houve c\censo de pr0. P'^co m.iisou menos, ten io alguna .'cates
_,, -' i ii ,. pouco quebrados : o uulro alazao i usilio.ne
curacBo, ese he veidade existir a senridao qucno>Mcabeca pequea e orelhas.clir.as e
de mais de 20 annos, como diz o E\m. cauda grandes compridas e brancas, pes e
senador Dantas, no documento publicado roaos bem arrejacados de branco, e o foti-
no DIARIO de26 de maio do presente "'""'"neo bem ardigoe rinclio.c bom pas-
aml0 Iseiro, lem do idade 8 anuos pouco maisou
_" __ menos : a pessoa que delles souber, elevar
99999 ^f^ '-OOO j ao aua'So ISSignaJo. sera generosamente re-
9b Knca-se ao Sr. JoSu Vaieniim liiho riu .*. i compensado, llecil'e 1. de junho de 1S57 .
lllm. Sr. coronel Jola Yaluilini, da ri,|.,,io
Lotera Lotera
DV
|W
vincia.
DA
O ai ixo aRsignado ven-
de bilhetesgarantidos, pe
ospreco: dbaixo notados,
sendo da quantii de cen
mil ii: p ni ui;na, a di-1
nheiro vista, em sen es-;
criptorio, na ra- da Ca-
dea do siecifen. SO, pri-,
nieiro andar.
Provincia.
Oabaixo sssignado pmm os seguinii-
premloi :
Numero
i meia
i qurto
1 dilo
1 dilo
:;.'in 5:ft*tn-
-771 I WOt
Uli 5f
Bilhetes.
Ueios.
Quartos.
D
5si00
2K700
1*350
me.
\if ds l'amliibo;, i-.iu i l da Faculd'ila etc *$
I?
i
2QQQZOOO-:r}Q?;OQQO~
s letras, aceitas pelo
Ambrosio Bodrigues
morador anlifjamente
nacidade deGoianna, e boje no sertao,
as juacs eslfio vencidas, e uina dellasja'
em gra'o de execuejo, importando em
es. 7:6005000: no aterro.da Boa-Vista
n. 63, primeiroandar.
Xegociam-sc tre
reverendo
.Machado e
padre
Silva,
'i"S
Luiz Antonio Annes Jaeoule.
Direilo, m ,ii l.ir na cidadu de Olinda, i-'- M. nica t. ti r,.. i n' i 11
qnrir, inaadnr psr ., Sanio Amaro, i '' la, "Jrf l,orwn?' ^
qaiolia .le 163800 rs. .i0 niaauel di ra que ci devemio desde o anuo prmimo ;'i i 'urUram no dia I de junho, um annelao
pamido, hlo na prazo par mainres Stspezas e passos. C.J jlado de azul, e um pequeo brilhanle : ro-
g-se a quem for olTe'ectdo, quetra appre-
liender, que sera recompcnsido.
Compra-sc urna negra boa cozinheirn,
idade de .10 a 3( anuos : na ra da Cadcia do
Kecile u. 6,.
oi apprebendido no dia 21 de maio,
um cavallo rugo : a pessoa que se julg.tr
com diretto ao mesmo, dir ja-se a Soleda.lc
casa n. l, que dando os stgnaes, e pagando
asd*pezas, Itie ser entregue, edechra-se
que ntngu%tn se responsabtltsa pela luga do
mesmo.
ArrCnda-se urna casa terrea assobrada-
da,com muilos commoJos, quintil grande
e cacimba, com algumas arvores de fructo,
pela quanta de 8j ts mensais, em quanto
se nao fi/.er alguns concertos que precisa ;
na l'asssgem la Magdalena, entre as duas
puntes, del'rontc do sitio do Sr. Ignacio Fir-
mo : a tratar com liernardino Francisco de
Azevedo Campos, na ra das Trincheiras
o. 80,
I'rccisa-se de urna ana forr ou capti-
va, para o servico externo de urna c*sa de
pouca familia : na ra do l.ivramento n. 20,
segundo andsjr. .
-O abaixo assigoado faz ver ao commer-
cu (testa cidade, que nao se response.bilisa
mais, pelas e.impras em seu nome, feitas pe-
lo s^u mano Manoel Joaqnim da Silva Ha-
eir, de>u dala em diante. Recite ." de
'3..
te
e subscriptos,
quaesquer ou-
Papel de varias qualidades
prensas para copiar cartas e
tros manuscriplos, juntamente tinta", papel
e livros para o mesmo fim.
DEPOSITO.
No deposito do largo da ribeira de S.Jos
n. 15, ven le-se superior pao a tres por dous,
miissts linas de todas as qualidadea a 3-20 a
libra, massas dealetria e i.:acarro a 400 rs.
a libra, queijo de prato o do reino a 400 rs.
a libra, sS'tear cristalisado o mus fino pos-
sivel, c outras muias miudezas, lulo poj
mais barato prer;o do queem oulra qualquer
parte.
.:^--:-\r\r\-->.:\r'-.^:,\:r^r\:-\r^
orv *.*- viy "uy ... ii* \*r x .-^ i.sj ^y *y ..
Attencao. 1
Pelo prximo paquel hambureuez,
saca-se sobre a praca to Porto qualquer
quantia, a vista ou a prazo: no escriptorio
de Thomaz de Fs ia, ra do Trapiche n. 40.
Francisco (.nrlos feix iri Borges, co-i
mo administrador de sua mnlber i). Alcxan-
Orina !'.osa Pereira Soares, flllia legilim de
Jost Maceado toares e sua ;pulher vnna llo-
sa de Carvalho, declara q :e nmgnem cn-
trale negocio algum com o seu sogro Jos
>laohdo Soares sabr bens movois ou de
raz, vtstu que al o presenta nSo t.-m dado
.lartilaas aos herdeiros, por part da finada
sua miilher; e para que nao se chame a ig-
norancia, o abaixo sssignado manila fazer
publico.Francisco Carlos Teizeira Borges
Precisa-se di um homnm de idade, tle
boa conducta, para tratar de um sitio : a:
tratar com O SMManoel Joaqurui f.arneirj
[Leal, na Boa-Vistt junto i caixa d'agna.
Jos Vieira tle Figueiredo, comease de
commlssOes de compras e venias decscra-
vos, mtidou a sua residen.-ia da casa da rus I
dasCruzesn. 22, pira a ra estreila do lio-
sario n. 25, primeiro andar, a nle se acha
sempre prometo para bem servir os seus
fregueses,
Precisa-sede urna crhda para urna ca-
sa de um?. senhora viuva Je pouca familia,
preferado-sa porlogueza : a traiar em San-
to vmaro, cidade nova, em casa da i;sm;i
Sra. M'irqueza dollecife
tjijk O .i!. i;\i .--.--i! 'h faz srienle, por meio '.-\
*. ilpsie Diario, o respeilavel pubtiro, em */.'
JS prliculdr .i IoJs iquilla. pe,*oas con {";
.v'i quem tem liJo tran^acc.Vs le lelr.is con- ^n^
2 las iie lod-s a"* sp^cie-i, Utilit DMln pr;iri *;'
7j3 como fra clelh, h^m ct.1111 nli?;!-* ou m<- '-J-
;'5 itcui's que elle ele presM.le nail:i tteve alo "^
e*ta tala, p>r eslaretn lo da, no emlanlo se ilguem ialgaf i*o
'/i
m
lunho de 1857.-Francisco Josda Silva Ma-
cieira.
Bernardo Comes de Souza, vai a Por-
tugal.
Precisa-se tle um moco portuguez, de
ISa 20annos de idade, para caixeiro de urna
fabrica t!e velas de carnauba, dan lo (ador a
sua conducta-: na ra Direita casa n. 59.
"_; rrp.lor pnr quali|ur Ululo, o q-ie elle n;li> JJ
liajfuerreotypo.

Assoeaeao
Palacho
Santii.Barca lobeckza
Ceir porS. Mi-
Riiel.Brigue portu;acz ReslauraJor.
Cadix por Es-
zenie.Barca brasileira Amelia.
ENTRADAS DA BARBA.
I. de maioPatacho porloguez ctDeslioon, da
Baln.
3.Vapor brasileiro Mrquez de Casia, de
Greennrk.
K.Galera porlugueza Vasco da Gama, da
Baha.
6.Patacho portasoez -Tarujo II. da Baha.
8.Vapor inglez Avon.; seguio a 0 para o nor-
te, do Rio.
II.Brigue pnrlngoez Tres Irmosn, da Baha.
SA III liA-i Da IIAHRA.
29 de abril.Barca porlugueza aOliveiran, para
o Pira'. #
:W.Vapor inglez Gloden Flecea, para o
Rio.
30.Brigue porluguez Monteiro la, para o
Para'.
I tle maio Galera americana llavdceii. para o
Rio. _
6-Vapor brasileiro Mrquez de Caiias ,
par o Rio.
7.Brigne porluguez Parahihaim,,. Parahiba.
S.12 de rnaio ao ineio daO palarho por-
tugurt Jusephinau, que Lign liontrm rio aucora-
rtonro para a Baha e Colingaib, nao podendo la-
htr pw causa no lempo, fundeou em Paj d'Arcos,
mas hoje as 7 horas e mina da mantisa tleilava de
barra em <"\' 1 or esta' eolrando a barra
o vapor Lomle Cavnur
A DDI I-AMENTO.
Enlr.idas.
A 12 o vapor tardo Coime Cavouro tl-i Kio de
Janeiro eu. 40 das. Baha na 3. Pernambuco en.
, ilha oo lobera I, s. Vic-ul-. em 13. 7.0WI-
fe emt. e Madeira em S.-Saluo pata GaB
da I i as 9 da manhaa.
A IJ ealra pirlusueza iSautade do R>a de Ja
neiro rm 5-.I Jiai.Ficou em Bslcm de quaroucua"
S'hi'las.
Em \> o brigue porluguez tiTamega, Maranliao
En li.lro.
Em 1 o brigoa hsmborguez George krelli,. p>.
ra o Ri.i de laneire.Carga sal, btala e c-bois.
Em 13 o patacho poriogu>'z Joseplnia.Baha.
Caras vioho e mais enero-.
Em 13 a liare p logoez! Klnr de S. Simao.M
Prriiimlnicu.Cirg, familia, sal e vanlliaine.
Em I i brigue poriu-uer. Conceitao de Mtlia.n
Km de laneiru. C.rsa s.riui *generu'.
Emito bago porlugu-z Joven Amelia.
Pernamboco, capilao P. A. lirauco, Iripolaco 15
em lastro.
Em 15 o vapor inglez Medwajri.Rio de Janei-
ro c-rri escala por Pernaiuburo e Baha.
N. B. Tiiiha chegalo uo lia .j df bri| a ilha do
Sal proce.lrmede l.ttboa o brigue Novo Vencedor
o Carreg-va p.ra o Rio de J .neiro.
No da 7 do crtenle palas 9 ia manhaa enlrou em
Viso procedente do Maranhao, c.mi 1", das de va-
geni a galera porlugueza Aurora, capuao Scipiao
Feneira l.ope>. a qual ie dealina para a cidade do
Porto.Fiiram Ihe imposlos 10 da de quarenlena.
O apor 'Medw.ijr* entrou de Suulhamp'.on no
dia IS pela nianlia e segu a 1 ly da larda para
os porlot dn Brasil.
Til KATItfl
DE
a Isabel
HOJE :t DE JIMIO.
Segunda t-eeita da asaignatura.
Depois que a orebe-stra lver deseuipenliadn urna
de suas ouverluras, sbita a scena pela primeira vez
nesle Ihealro a inleress:ule rumedia em > actos.
CONDE DE PARAGiRi*.
C->mpotrao do Sr. Ahraiiches representada por
n-ioitas vezes no tliealro Gvmiiasio de Lisboa, e sem-
pre com geni acetatelo.
No inletvallo da comedia a Sra. I). Isabel e oSr.
Saina Rosa cantarla o rouilo ipplaadldo duelo
0 ME1HINH0 E A POBRE.
Kinalisar.i o eapceUeolO o lindo e engracado vao-
deville em dea* j i-
A RAI\H1 DE.IVITOL
Os biliteles desde ja se aeliam a venda no escrip-
torio do llieatro a qiialquer llora.
Principala as S lloros.
w gsji. h >i i &*,
ROTEISO DO THELEGRAPHO
Na livrana ns. 6e 8 da pra?a da.Indepen-
dencia h.i-ii.n-a ven le.- o role tro to thelegra-
pho, novamente reformado, com o nome dos
vapores e nutras emharcaces t|iie deman-
dan! este porto, a ato rs. cada um.
PROVINCIA.
O Sr. thespiiiciro das loteras manda
fazer publico, que se acham a venda, no
pavimento terreo da casa da ru;i da Au-
rora n. 2(i, bilhetes, meios e quaAos, da
primeira parte da primeira loteria da
rdein Terceira de San-Francisco de
LOlinda, das 9 horas da manhaa a*s S da
noite, cujas rodas andain no dia (i de
junho.
Thesouiiiria das loterias, 00 de maio de
1837.Jos Januario Alves da Mata, es-
crivSo-das loterias.
Na roa du Cruz., deposito de doces,
n. 17, ha nin grande soitimenlo de do-
ces de caidas e seceos, de todas as finali-
dades de Inicias, e se alianca as (futilida-
des aossenhoris(|uenii/.erem fazer o fa-
vor de comprar nestacasa, e igualmeD.-
te um grande sorttment de charutos de
todas as (((laudadas, dos mclhores fabri-
cantes du provincia da Babia, e excellen-
tesananazet abacachis, laranjas'de um-
lugo, e todas as mais finetas queossenho-
resijiiizerem lazerencommendas, promp-
tamente serSq mandadas \r para o dia e
liota marcados, e acondicionadas de qual-
quer maneira a vontade dos mesnnts pes-
nvtfr
V
0>5a
Para Lisboa, salir) em poucos dias o
brifrue portuguez Kelampago, para o resto
di carca e passigeiros, para o que tem ex-
cedientes coumodos ; trala-.se com os con-
signatarios Thomaz de vgutno l'onseca &
FilbO, na ra do Vigario n. 19, primeiro an-
dar, ou com o capilao na prai.a.
Para o Kio de Janeiro salle com
muita brevidade % barca Uecife, e tem a
maii' parte de seu carregamento promp-
to : para o restante epassageiros tratase
com Manoel Francisco da Silva Carriro,
na ruado Coltegion l">, ou com o capi-
lao Manoel Jos Kiheiro, abordo.
CEAR&' E aCARvcU'.
Segu at o dia t-2 to corrente o patacho
Emulac^o : para carga e passageiros, trata-
se com o capiio a bordo, ou no escriptorio
de Manoel GoiiCalftS 'la Silva.
Para Lisboa, sahir impreterivclmenle
no dia 7 do corrente, o veleiro brigue por-
luguez tielampagn, o qual aiti.la podeta rece-
lar alguma car^-a a fretc, e passageiros
para oque t'ati-se na ra do Vigario n 19,
primeiro andar, cooi os consignatarios T. de
Aquino Finiseca & Filbo.
Para Lisboa, com toda a brevidade,
por ter g'an le parle da carga promota, a
bem conhecida barca porluguez. Hara Jos
juem quizer carrega, ou ir de passage o,
para o que tem muilo bous commo los ; di-
rija-se aos seus consignatarios Fiaucisco be-
veriauo Kabello & Filno,
soas.
O Dr, Kiheiro, medico, de vol- Cj
;3 la de sua viagem a' Europa, con-
^ tinua a resido- na mesma casa da j
-;.; ra da Cruz. n. 13, onde pode ser /:
gi procurado a quakiuer hora.
tffS^i-i ;:.;- ..-..->.... ->.>.;;
""""'- :.. :,r ... .......... ...,.'......:;;
*ois.
Alnetes, pulceiras, rosetas o outras obras
do ouro, com hrilliatites c peroits tic multo
gosio. e receotemente ebegadas : *eodem-
S1 nalivrniia de Jos .Nogtteira de Souza, de-
fronte dy arco de Santo Antonio.
Enojos |)t dentista.
Estojos cot tolos osapparelhos necessa-
ri'os para tirar denles : vendem-se na livra-
ria to Nogtteira, delronte to aico de Santo
A11 lo n i o.
S;i pato (i ahorra -ha
Vcndcm-se saptos de borracha, proprios
para a astsciio invernosa, tanto para hometn
como para seohoras, por comino lo preco :
na livrana do Noguetra, defronla do arco de
santo Ati:ouio
*\&:': ': .':', .-~- r\'-,:%
timfolxe l'rrrra Cosa.
O
.-
..- ... .. ... ^".T-'.i..
U-friinie da matriz da Boa-Vala a. 86, ft
amola-se toda a qualilad' da obra de cor- S
ra como limpam-se ferros de cirar- 'jf
-m de toda a qualidade e lmt.im-sp ouvi.los fll
5 en) s'pinga'das : na mesma vendem-se e >
;; elua.m-se bichas, a.-iin como luaudam-se V.*
"j ppheara qualqurr hora.
Compra-se urna ra-a terrea boa 00. um sot ra-
dinlio de dm andar no bairro de Sanio Aolouio
quem liver annuucie para ser procurado.
do publico.
- O abaixo sssignado ncha-se completa-
mente sonido tle boas pegas de msicas ita-
lianas pira orchestra, chegadas ltimamen-
te pelo vapor sario, para igr?ja, vesperas,
missas. credo e Te-I)eurp-Lau,lamus, para
llieatro e bailo, ouveituras,. cavatinas, val-
sas, etc., msicas senas e de gosto.
Alcxandrlno Pedro de Souza.
--- Pede-se ao sacnstao da matriz de S.
lose que seja mais esaclo em dars horas,
pois continua Jmenle quando vein a dar he
9 l|d eas vezes 10.
L'm caixeiro.
Bernardo Cerqueira de Castro Montei-
ro vai a Europa.
.i-se dinheiro a juros mdicos, rere-
bendo-se penhores na ra da Prata n. 4:1,
segundo andar.
Attencao
Na noite do dia 2V do me? corrente de
maio, fugiram do eng-inho Cacboeira, co-
marca da cidade de Goianna, os 4 escravos
seguinles: Flix, cabra, que representa ter
a idade, pouco mais ou menos, de S annos,
tem os cabellos um tanto soltos, hs de altu-
ra e corpo regulares, prosista, sem barba, e
tem de tinas a tres cicatrizes na regio dor-
sal e Sobre as costellas, proc; lentes de Pi-
cadas que soifreu ha bastantes annos, m.-.s
que inda estSo milito'vistveis por seren
grandes; levo i camisa o ceroula de algo-
dao*nho azul trancado, e outra camisa ja
usada de madapolao ; foi escravo de Antonio
la Cosa Alecrim, he natural de Itabaiaoa,
e sOpKoe-se, por ser elle fujo, que tora sig-
naes de acottcs'nas nadegas. JoSo, preto,
crioulo, de aliara p corpo regalares, bm
barbado, conserva meias SQissas, tem andar
banzeiro, um pouco corcovad >, representa
ser maior do 30*annos, foi ha poucos mezas
comprado a Jos Cocino SerrSo, trazen lo
as costas bastantes ctcalri/.es tie chicote,
te n o vicio de ernbebedar-se, he muito con-
viventc. e o vendedor trouxe-o de Campia
Crande, otidn he morador ; levou camisa e
coroula de slgoiSozinbo azul trancado, ou-
tra camisa usada de imdapolao e chapeo de
couro Sebastiaj, preto, crioulo, de bonita
lisura, barbad i, alto e obeio do corpo, tem
olhos pequeos e vivos, tem sig iaea de acoi
tes, anda veslido de camisa e ceroula, ora
Je algodo do listra e ora tle panno branco.
usa de chapeo de couro, tem falla apressada
e lata, foi escravo de um tal Cazuza Paes,
he natural de Alagoa (irairle, onde he mallo
conhecido. Vctor, cabra, de ida le 20 annos,
Manoel Casstaino de Olivetra Ledo, deu pouco mais ou monos, s-m barba', beicuio
principio aum curso particular de geome-, roslo clicio ou gordo, ue altura regularf cor-
tria, e continua receber alumnos : auem : .o mediano, tem urna grande marca ,1 foso
l'iizer rrequantar; dirija-se a sua casa, das na tnunlieca de urna das m.i is, nemas um
0 as 10 horas da manhaa, na ra da Penha tanto ar una jas para dentro : levou camisa
n. 6, segundo andar. e ceroula de algo iSoziuho trancado e listra-
tS'alailieS rrailC6ZeS 2?,e outro uniforme branco. he natural da
Ch-garam estes excellentes salames mal- iSTTstL^TSSiS^S' 9Jm*Z t*>mbm.c'"/o
to rescos em casa de llebrard, ra do Tra-11, t"?"Z'el?Ja vclho- f ^""*""
pichen >> ..a s.ioactualmento escravos do hachare! lot-
' i mad i Joaquim Jos Nunesda Cu-tha Macha-
&OSSeilllOr :S ({UO IUOIltatUldo> eos dous ltimos sao te utncunhalu
o fs'5\--li'\ de non,eCassianoCavalcanli da Cunta Vas-
t l/UTillltf. concellos: roga-se, port-mio, aos capiUes
Na ra Nova n. 18, hija tle M. A. Caj' & C, de campo e as autoridades poiiciaes dos lo-
ba ricos casavequee tie cores, e pretos, Sares po- onde ellos passaretn, haiam de os
para montara ; assim como um grande sor- m,n 'ar capturar e cooduzir ao engenho su-
timento das mais bem acabadas obras de al- Pra''to, eertos de que serio bem recompen-
faiate, tanto su le ior, como mais inferior, sa,'os os que se em regaren) as diligencias
chapos, ditos deso, lencos de seds, ditos "acass-srias, e realisarem a pristi e entrega
de-dita para gravata, ditos de cores, luvas, "los mencionados escravos Rreswie-se te-
suspensorios meias pira homem, senhoras e roin ajes seguido para qualque'r dos seguin-
meninas; camisas ditas de metas, fazendas ^* '"'gares: Alagoa Grande, Campia Gran-
para qualqucr obra que seja encommenda- P Sarta do Teixeira e Itabaiana. Engenho
la : a pessoa qu. vicr a esta loja, acha a um tlochoeira 23 de maio d) 18>7.
falo completo, osera um s preco pata lo- ~ Precisa-se de um bom criado para o
dos, a dinheiro. servido interno de una casa estraageira na
0 abaixo assignado com cstabeleci- craca lo Corpo Santo n. 13.
metilo na ra das (.ruzes n. 29, faz publico a "" ''eJe-se ao Sr Custodio Jos Barbosa,
lo las aquellas pessoas que teln penhores em nlural da villa de Amares, en Portugal, ou
sua mao, vencidos ja ha mezes, de os vir ti- S8US berdoiros, o obsequio dirigir-s a ra
rar no prazo de 30 das, do contrarios 0 Crespo, loja U. 4, a negocio de seu inle-
vendei para seu pagamento, do ptoprio e resse-
juros Itecife 1. da junoo de Ij7.-Ber- -Aluga-ce um preto para servico de ar-
-.,. iiardino Jos Leilao mazem: quem 0 pretender diriga-ce a Praca
Compra-se um cavallo que seja novo, da In lepen icncia n. 3.
ecarregue baiso at meto: quem o ttver, Prcc sa-se de urna ama para casa de
: dinja-se aruado (Juemudo, loja de fazeadas muito pequea familia: na ra do Hospicio
n. O. n. 3*. r
AO SB. DR. CUEFE DE POLICA.
[nlcrrosalorioi retios porania o deleuadn da cidade
la Victoria e o subdelegado da frecnciia de S.
Antonio do Kecife.
Antonio, crinlo, es.-ravo do senhor do nncenho
Famas, Jos Hiendes Carneiro da Cuiihi disse, ,|,,
rmla Fortonato, oaerava de i;,i-,i,,, Alvares d-
Miranda Varejao, alli pparerera em sua senr.alln,
cniduzi.la pelo mulato escravo Marcellino, de quem
juina ser amasia, com lenr.To de a ir buscar depon
de 6 das, onde se demorara 15, lindos os quaes se
ausentara: JoSo Sabino Sa Silva disse, que o pro-
pno mualo Marcellino Ihe dissera, depois da ausen-
cia que fez, que a prela ForlunaU, escr.va cima, se
acha\ a no n_: rsli [ un:,- : que providencias lem
a dar S. S., -reten le ou lulo da-las'.'
a4gencu as.s porte e
flha corrida,
CUudinr do Ileso l,im;i, Hespnctiante pela repar-
tirlo da poiiria, lira p*suporla pora fontroa fra
lo imperio, e fjlha corritia por commodo prero e
pTAltoUa
Ao jPreguica que est
veodeuuo barattssimo,
Na loja do Presuica na ra do Q leimado, esqui-
na do berro do l'eivo Frito n. i continua a Venaer-
se fazendas por baralis-imos presos sm avarla ou
defeilo aliutn, entre ellas cambraias francesas de
novos padroes e cores fuas a 180 rs. a vara., chilas
francej.as de latios padroes a 300 rs. o aovado, 1.1a-
/inlias de quadros, propriai para roupinlias de me-
ninos a 100 r<. o COVado, pejas de chitas de cores li-
sas 5j, (1-5. 68300, e o ovado o 110, Ifio e USO rs.,
cambraias estampad vado, corle, te calris lindos padriVs pelo bar alo pie-
jo de 19360 rsj cada um, roherlores de algodao pro-
prios para escravos a 700 rs. cala um, lencoi de
rambraia para mAo a lio, pannos para mesa a 13920
cada ra, pejas de brel.uha de rolo com l varas a
Saleada na, meias casemira- para calcas e palil-
a lli) rs. o rova.lo e otras militas fueu las tui e
deivaai de mencionar e sa venderao por baratisiirno
prero.
lia enejado nn armazem do Sil da Bia Vista,
Vindaade ierlAo, duasesrrava mocas para vender-se
Vendem-se as obras de Virgilio. Gaollier.
historia do Brasil e as tradurjes de Horacio : na
roa Direila n. 83, loja de miudezas.,
Precisa-se alocar urna cas na Boa Vista i es-
qaerda 'lo alerrn, cujo aluuoel nai rcela de ll>5 a
(49: quem liver aununcic por esle iiDiaiion jura
ser procurado.
Vende-te orna cscrava de aceito, que eotinha
o diario de una ca'a. lava de sala) e lambem en-
somma e he muilo hoa quilandeira e liel, o motivo
p -rque se venda se dir' ao comprador: a tratar no
paleo do Terco u. ;t.
E'isinir particalar.
C.-
o
"'.*: Dopu'.ar de soccorros mutuos. 5
(P ls urdem do Sr. director, o ptimetro se- V.
:3 "?'*"" oileniio avisa aos socios, que quar- S
.-.^ la'-feira :t do crreme llavera sessao evtra- ^>
V* ordinaria, deveudo aclur-se reunidos as 7 V?
,.- horas da noile. -'.'-
ta S-melbantemente sao rosados quelles J?
W qoe se acham etn atraco para rom a cana 9
V3 scia!, najam de se por qoitea com a mes- .;
.,, tna. vtsloco.no o estatuto nao pennilte que -
f; no dos inleicsses sociaes. t'i
'' .'',-'. '* :'u *:' -'v"-'- i..-!>.-u!v, .
'......' -^ .;}-;...,..;. .:,:. &\J
Extincto Banco de r'er
nambuco.
A tlirecoao do extracto Banco de Per-
uambuco reebe pi-opostas em caria fe-
chada, at qtlinta-feira V do corrente, na
caixa filial, para renda de 20 acqfies lo
mesmo etfincto Banco. Recife I de ju-
nho de IS.Y7.O secretario, Joao Igna-
cio de .ileieires Reg.
Iieseja-se saber noticias do Sr. Josde
Souza Borros, a negocio de seu interesse :
no escriptorio de Manoel da Silva ;>anlos, na
ra da Ladeia i'o llr-cife.
aj Na rna do Santa Hita n. IS, tem um
.segn Jo andar para alugar, rom com-
| modos para familia : a tratar na roa do
ICahnjja'. loja de miudews de 5 portas.
^'u,fVV'C:v"-C^ ?
O Ib. Caelena Xavier Pereira de li'ilo, -.
,: medica, faz scietue aoi seo amigos e ao X
W publico, que .....mu ana residencia para a *
'J V'-'.V1 d'' Boa-Visla, casa n. >>, que foi do oj
,-.. fallecido Oadaull, por rima da boaca do Sr. "
SE Joaqonn Igaaelo Bilieiro, onde poder ser ','
-, .- tirocurado a quilquer hora do da 00 da l
J| noile. ...
r9^t.V-.*V.. ..:';:J-\ -./^^.yjvv ;,.-
\ovo hotel Ma-
raohense
KM
^^'^flccs. fmjmwemJmJK
RA JJU SOL, CASA N. IbV
Este sumptuoso estabelecimento olle-
rece todas as ccmmodidadei pi'ecsas aoi
.Sis. viajantes t|tte ttlli ajiorlnJn, nao s
pelo asseio e promptidao de seu servico,
I como pelo mdico estipendio de sua lios-
hpedagem, toruando-se portal formaas-
Ua s recommendvel.
Precisa-se de um oflicial de alfaiate,
que tenka pratica r|G cortar : na rua da
I .Madre de Dos n. ">'!, primeiro andar.
, Precisa-sede um feitor para um si-
lio perto da prac,a, paga-se bem sendo
liel e leudo boa conduta : na rua do
Torres n. 58, segundo andar.
O abaix'i assignado d -isou de ser cai-
xeiro do Sr. JoSo Baptist*. dos Santos Lobo,
no dia 3! do rjez passa lo
Manoel d-..- A.lmeida Nogueira.
Eu abaiso assignado declaro ^-ledei-
Sei de Ser caixeiro do Sr. J-ist- Dias da Costa
Cardeal des-Ie 3t do mez prximo passado.
Itecife i. de junho de 1857.
JooT.ibeiro de Castro
Precisa-se de > amassadores : na na-
dara do lorie do .Matos. Paga-se bem, agra-
dando os seus ser-.ir-os.
Ama dajei'o.
Pracisa-se alugar urna ama do leite, liv.e
ouescrava, para casa de ramilla : dirijsm-ae
a rna Imperial, casa contigua a fabrica de
vinagre.
-- O abaixo sssignado faz verao publico
que o Sr. bernano Rodrigu s G. e.coste,
deixou de ser caixeiro de sua taberna, sita
''til Campo Verde, rua do ocegon desde o
I. de junho do corrente anao : e por isso ne-
nhutita gerencia mais tom etn dito estabele-
cimento. Amonio Kibeiro remandes.
frdeiu terceira (i;; T ;
do un o.
O Mestre dos Novleos da vrineravel ordem
terceira do Carmo desta ci iaile, convida a
todos os irmaos novicos da m-sma ordem.
Dar comparecerem na capella de S. Anua da
mesma, iiodia7do corrente, as9 horas da
Danhja, para reunidos deliberar omelhor
mo lo -i>- f stejar-se a sr?. s. a,nna, padroei-
ra dos .Novicos desta ordem.
iv 'V.i loja '' s ileiro.
jjracisii-se de dous oulcises definil'iro,
pan! t sbslhar de jornal ou empreltada : na
rua da Cruz no P. cifo n. 37.
O abaixo asag.it.lo vai a Portugal a
trat-ir desuasaje. Recife 30 de maio Ue
1837.Julo da Costa Lima Jnior.
Manoel Gomes Ferreira,subdito portu-
cuc7, retira-so pata a cidade do Porlo, indo
por Lisboa.
- Precisa-se de duas prc'a pata ven'er
pilo-de-lo, e,bolos, pagando-se-lbe a ven la-
gem do ostum-, senda com Hincadeseus
sennares: a traiar na ruaDiietUn 8, se-
gando an lar.
- Precisa-se de nma ama forra ou eap-
ti-a, pira cozinbar, eencommar: pag-,-se
bem : na rua .\ova n. 31, na mesma"casa
compra se urna escrava com estas habiliJa-
des.
Antonio Leite Pereira Uastos. transfe-
rio sua resi iencia, para a rua da Cruz n. b-2,
segundo andar.
P'ecisa-se de urna ama para o servico
interno ..e urna casa de pouca familia : na
praca do Corpo Santo a. 17.
O mesmo tem exposto a vtate os -cus l*-
Itzes bilhetes, meios < quartos da primeira
parte da primeira I ilera da ordena trrreira
tle S. Francisco de (llin)a. os tiua--s nao
esli sujeilo.s ao dcaWoatai dos oilo por
cento da lei.
Por Salustianode Aqumo Kcreira,
Jos l'oi lunato dos Santos Porto.
-----OSr. Joaquim Jota Ramos, qnr lem
familia etn Santa enharina, quetra fazer o
favor tle dingtr-se ao escriptorio do Sr. Ma-
noel Ignacio de olivetra. tu praca do rom-
mercio n. b, a negocio de seu tnleresse.
I'ugto na madrugada de a de maio,
um boi tie cor veraielha, corpo regular, r-
macao esgallia ron-
fia-se ter seguida para as bandoc doCabo,
por ter sido de la : .< pt ssoique o ene intrur.
ou de.llo liver noticia, diriM-M a rua Jo
Uondego o. tif-,quesera gratificada.
Precisa-se d nina lavaania qur Istc
e engommi: bem, com brevidade quem sr
i-cliar ..abultad.-, dirija-s.i a rua da Trai ic'-n
n. .
Attencao.
alaria Rosa da AsaOflapriO, de cnnloi'-
inidadt* com os seus anntinrioi por vtve>
transcriptos ueste jos nal, previne a bjm
COnvier, (|tt>; su e nicamente | a.smwi
assignou urna obrgacftn de sesacoctai
noventa mil res bKljOOOJ, ecn M He
l'evereiro do corrente auno, a favor ia
Sr. Joaipiim Anlunio da Silv-ii-i, cr-m o
prazo de (io/.e mezes, sen!-) qoe nulro
ijnali|:ier titulocreditnrio ine BMssjcweca
com sua a .inmatura, he falso e sein rsl
aljum, a>s:i!i como (pie nao assi-'non e-
cnptura de hv|>otheca e I esta ment al-
{utn. Ilecife.lS de maiode 1837.Ma-
ra Kosa da Assuir.|>cao.
Precisa-se de urna ana para casi re
homem soltciro : na roa da langucia n. l".
OabaixoasaignaJo, tem justo f ron-
tratado, ceder por venda so -r. Xislo Vieira
Coelho.a posse. e beuifeilonas tle seo terre-
no silo no Monteiro, a marg-m Jo Capilxri-
be, cuja posse inuve por romera a viuva
lo fallec J'< Sori.iiino, como priva o papel
de venda, feito pelo -r. Remarlo Antonio de
Miranda, eaaaignado pela mesma srnrxira,
se com tu jo slgoeca se juagar r-.,n i.eitnao
objecto de quo cima traa, reclame- quanto
anles.
Jo*o da tamba Res.
Oabaixo assigtud, docara que s* no
responsabilisa por qualquer aatM que n
hoje em dianle sopera em seu i-ome, tanto
por compra como para r -ostras.
Jo.'io da Catnfca P.-is.
Sacca-se sobra a prac i do Porto : na
rua da Sanza-Nova n. i.
Adyugado ii..; Bahi .
#o baeharal Jns ar*ias Alv-s, .advogado
na cidade da Rabia, rua dos Droguistas n.
51, primeiro anda-, ofi"iec3 o BM pequeo
prestitiio aos seuhores desla crdase e pio-
vtncia. que all ttverem dei-eu ciirv s en
qua. squer negocios que tc.iham de rorrT
pelos div- rsoa tribosnas o i rp ,^rlirt5.'s pu-
blicas, as cartas que Ihe furem en-iereca-
I das derem ir, cu sua auaencia. Boa Srs. Al-
ves, l-'tlho CCNBcamWh, com loj a ferr-
dseos na mesma rua e casa. s procurscoes-
Uevem conler poderes para su lista bel en men-
t Os honorarios se ao pagos confio mi a:
cunvences, e aaaapre naquella cid.de, p-.-
o quedeve-a haver alli pessoa compcl nle-
toenle habilitada.
O abaixo assignado faz sciente (
conyier, que na quali lade de testamni>-ir-
do finado Mano,i oreira da Silva, que fn-
do de dar principio ao toventano do m-sme
Onado, e por isso roga a todas as pesoas qw
COm o mesmo tiverem contas, de aprsente-
las no prazu de 8 das, a contar da data des-
te, para Barem alten li Jas no mesmo inven-
tario. Outro sim, todos os devedores do ar-
mazem de carne necea, em que o ith-smri
tinado tinha sociedade, queirsm quanto an-
tes pagar seus dbitos ao Sr. Jos Joaqaim
Martins, pessoa habilitada para osle fim. por
ser socio do mesmo, e como tal liquidatano
da exmela firma : esta declaraco se faz pa-
ra linar de futuras duvi'las. Recife i7 de
maio de 1857.Josa Joaquim da tlosla Maia.
Precisa-se de um l.-tior para sitio :
no sobrado da rua da loiia n. 7.
. jra-( e
a qupm dcscobrir urna trouxa .le rotipc l-
vica que des,ncan;,n!iou--e rio porto das
Cal os a ; ontc -i Bcsa-ViaU, a qual sjul-
ga ter si io entregue em u ra cas p ir enga-
no, sendo a maior parto del! de escravos:
p-de-se, portantO. a (Tiiem a liver, a maadar
lev.r roa nova n. 38, lojs, ou annunciar
para se procurar.
O abaixo assignada, por parto di com-
mis=:*o 'iiiuidatariadacoeipanhia de Pesca-
ras Lisbonense, faz publico que de confo--
mi iada com a roaotacio tomada em sua as-
semble.-, gera!, se proceJera a venia em lei-
lao publico, na praca deLisbos, delod .sos
tiavos da referida compauhia ; e como hre-
fsWMBto tem decr-e^ar a este porta o bri-
gue denominado Pescador, perlenceate a
mesma, avi.sa-se a todas as pssos interes-
sa asna compra de les navios, para que o
examneos, po ien 'o dirigir ao bsixossig-
nado, no seu escriptorio, rua d-i.a ciado
Recife: o suprad.to leilao lera lugar.logia
que o ceeneiocwdo brigue. rasjraaacr pajel
viagean, Por Fruicisco CcMcM de Onvoi ,
JoSo da Cruz atacad.
o
Francisco lose Garmaiia,- rclojtjr-iro, rnn
loja na rua .Nova n. 1, aisi ao r-speilvl
publiuo, que acaba de coolraur com npn-
eiros fibricautes, i no de Ingl sierra co-no
de Praoca e Suissa, ara os asaacaua ihe fa-
zerem resaessas dos ma*a acctliialos relo-
gios, lauto oe prata coir.o de ouro; assm
co.no stcncarrrga :!o f,.zcr qurl lucrencom-
e:i la le .dente a sua arl -. eoCM de outra
qual |uer, pelo que promette o bom desem-
penbo Je ludo q-ie Ihe for encarieg. io. >
mesma loja existen. grande a v.tiaJosor-
timenlo ; rala .. \t ,lUro e prata, MlM-
les.delodaaaaq ial Indas, ditos a.-ntriranos
de um gosto moderan, ditos con d spe-ta-
dor, com corda pora 3 djas, di >s america-
nos cot corda i-.-t-t s :-is. iitos le parede
com rmisics, gn ndes, de I pt .-, paaUntoa
ric is, t-i i ros para i m es.- i| lo-
rio, j ts ores ; :: < r i:.
reu toes de ouro, reos sinetes, csaccoacoc -
(i:io das taats : ,: noi.....oos
para Ibes tro, ditos le ouro do mclhw apasto,
,' i e .':. i- i- o. .".!-
spp rer.iJo, lunetas : luna, ricos butflnc
para porilio, ralogios sonro com -
''' '' illa :: p ra s inora, aii so*t
' .....i le ou '. eoutroa muito* objeei .
que serSU aprsenla los a Tista nos compra-
lio-es.
...... ...v. .. ..'.- ..V....
v3 iSiiuuntii, mnlicn |i*li nw-
: vern ladi da Coicabra, aculan um iw:- ?\
< ,i i nn do Cnlius l-s.-a s ra N.iv.i m. '.'
;- ti'.l, _-.' la *-. r, -. a.. I- .,i > Ilr. N'l- J
, lo, e --.lii CvMiaaa i rrrcb'r, CsM s ti Id |
; hora ils iii.in!i,Vi. t .l. s :, ( Urdf, al ;*
.3 ;.'-.!. r- ,, qn-ir. -n r(n>tilt4r.
:.;..:.:...-. .-.....-.... -
PUBLICADO' RELIGIOSA.
O BiassI.
Peridico Calholico, I.literario, c Nolicto-
SO, puhl cado no Rio de Jaocir >, suh-i reve-
se na liv'raria n. 6 c S, na piaca da lo lepcn-
tleucia a 6; por semestre, pagos adunUJo.
MUTILADO

ILEGIVEL



DIARIO DE PEBNAMBUO Ql'ATtTA FEIRA r. DE J UN 10 DE 18.Y7.
C0ISLT0R10 HlMSOPiTHICO
DO
Onde seacham sempre os mais acreditados medicamentos, tanto em tinturas como
em glbulos, e preparados com o maior escrpulo e por precos bastante commodos :
fUEgos F1X0S.
Botica de tubos grandes. 10/000
Dita de -24 ... 155000
Dita de 36 ... 205000
Dita de 48 ... 255000
Dita de 60 ... 30s>000
Tubos avulsos a 15000
Frascos de linturradomeia onca. 25000
Manual de medicina homeopathica de Dr. Jahr com o dic-
cionario dos termos de medicina
Medicina domestica do Dr. Ilenry .
Tratamento do cholera tnorbus .
Repertorio do Dr. Mello Moraes .
205000
10/000
2/000
6*000
.....:$>-.
<> FEDRAS PRECIOSAS, f
3 Adrecos de brilhanles -
1 diamante e perolas. pul- o
aeirns, alfineles, brincos *
% a mielas, boloes e aunis S
: de dillirenles coitos e de i
diversa* pedras de valor. '?
| Compram, venden oo
* Irocam prala, ooro, hr- i
Ihanles.dianiantes e pero* 2
, la<, e entras qnaesquer '
; J un por obras.
KOREIRA 1 DARTE.
lu ii m\m
Rua do Cabuga' n. 7.
Recebis por io-
dos os vapores da Eu-
ropa asobrus do mais
moderno gosto, tan-
to de Franca como
Ol"RO E PRATA.
_
X Adrecos complclus da
-. ooro, meios dilot, pulsei- <>
* ras, alfineles brincos e '-'
2 rozelas, rordes, Irancel- X
9 lili*, medallids, rorrrnlcs -:
e enfeiles para relogio, e I
uniros muilos objeclos de '.'.
;. ouro.
\ Aparclhos completos de ?
S pralH para rila, bandejas, '
salvas, easlicaes, colheres
< de sopa e de cha, mei- |
| los oulros objeclos de 5
[rata.
de Lisboa, as quaes vendem por
preco commodo como costumam.


< 2
a
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O
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" -5? ? 6

s 4 P
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Ama.
*C cr
5 I
a a m
ss
C3
u
1C
s- a
.Si S
Precisa-se de urna ama para casa de pos-
ea familia, que saiba cozinhar, e engommar,
com toda a perfeicSo, e pega-se bem : ua
ra do Cellegio n. 15, armazem.
JOHN CATIS,
corretor geral
E AGENTE DE LEILO'BS GOMHERUABS,
n. 20, ra do Torres,
PRIMEIRO ANDAR,
praca do Corpa Santo
RECIPE.
SEGURO CONTRA FOSO.
Companliia Alliance.
Estabelecida cm Londres, em marco de 1324.
Capital cinco milhoes da libras esterlinas.
Saunders Brothers & C., tem a honra de in-
formar aos Srs. negociantes, propietarios de casas,
a quem mais convier que esto plenamente au-
orisados pela dita companhia para effecluar segu-
ros sobre edificios de lijlo e pedra, cobertos dt
llha e igualmente sobre os objeclos que contiverem
os mesaos edificios quer consista em mobilia ou
t fazendas de qualquer qualidade.
prios para eslulantes, pelo barato preco de
83OOO : na ra do Queimado, na bem conhe-
cida loja de miudezas da boa fama n. 33.
Ginturocs de
borracha.
Vendem-s superiores e muito bocitos
einturfies de borracha para liomem e meni-
nos, e pelo barato preco de 1000 cada um :
na ra do Queimido, na bem conhecida loja
de miudezas da boa fama n. 23.
Joijros de domin
Vendem-se caixinbaa com jogoscnmple-
tos de dminos, pelo barato pierdo de 15200,
19500 e 2- rs. cada jogo na ra do Queiota-
do, na bem conhecida loja de miudezas da
boa fama 11. 33.
Sellins
patente nglcz.
S^o cliegados e aclian-se a venda os verdaderos
e bem condecidos sellins iimle7.es patente : na roa
do Trapiche-Novo 11. VI, anna/cm de fazendas de
AdamsuO llonie A C.
--- Vende-se urna escrava crioula, bonita
ligura, Idade 24 annos, com todas as habili-
dades na ra da Aurora u. 28.
Vende-so um escolenlo cavallo de car-
ro ou cabriolet: na restirarlo por detraz da
igreja de Santa Rila.
-F- Vende-se um bonito escravo, perito
cozinheiro e falla mui bem o francez, 2 lin-
das crioulas de idade 11 annos, 1 boa escra-
va mulata de idade 20 annos, boa engom-
madeira e de ptima conducta, 1 negra cn-
oula de idade 18 annos, com todas as habi-
lidades, 1 lindo moleque de idade 12 annos
e 1 escravo proprio para todo o servico por
ser nimio robusto.^
Pao a 22 por pa-
taca .
Pao da ir.elhor farinha que existe no mer-
cado, a 22 por pataca : no deposito do pateo
de S. Pedro n. 6.
AZE1TE DE CRRAPATO
PURIFICADO.
Continua-se a vender por 3>00C a caada,
e 400 rs. a garrafa : na fabrica da na dos
Guararapes, e'm F"ra de Portas.
Vendem-se 2,000 garrafas que foram de
cerveja, porm estio lavadas e pro Tipias pa-
ra lodo e qualquer liquido, pelo diminuto
proco de 1009060 o milheiro : a pessoa que
precisar, diija-se a ra Imperial, junio a fa-
brica de sabSo, tiborna n. 112.
I) !F
S Rio-Formoso.
w O Dr. Jo3o llonorio Bezerra de Mene-
SJp zes, medico pela.l-'aculdade da Babia, tem
^ finado sua residencia na cidade do Kio-I'or-
rL rnoso, e de novo efl'erece eos serviros a lo-
"^ das ai pessoas qae o honrarem com sua cou-
^ fianta.
O
50 8
?&Q
:Q:
?
Attenco
a
U. C. Yates & Companhia: estabelecidos
no Piio de Janeiro, na ra do Hospicio n. 40,
vende um annuncio publicado em urna das
folbas de Pernambuco pelo Sr. Bartbolomeo
F. de Souza, preveuindo ao publico que o<
verdadeiro xarope do bosque s elle he.
quem vende, preven irnos .a q mesmo publico,
que o nosso xarope he remeltido do Rio de
Jrneiro pelos cima propietarios ao Sr.
Manocl Alvos Guerra, e este senhor fez o de-
posito para ser vendido na pharmacia do Sr.
Jos da Cruz Santos, na ra Nova n. 53, ni-
cos por nos autorisados para venderem o
nosso verdadeiro, e mais prevenimos aos
senhores consumidores, que ba perlo de 5
annos os rollos collados as garrafas sSo
agsignados por Henry Prins, como procura-
dores dos cima propietarios. Rio de Janei-
ro 13 de Janeiro de 1857.
Bartbolomeo Francisco de Souza, len
do o annuncio dos Srs. R. C. Yates & Com-
panhia no Diario n. 17, em que diz ser se-
ment verdadeiro o xarope do bosque que
se vende nesta cidade na pharmacia do Sr.
Jos da Cruz Santos, onde fez deposito o
Sr. Manoel Alves Guerra, que recebeu delles
proprietnrios, declara ao publico, que nao
duvida seja falso o xarope de bosque que
tamhem vende em sua botica, mas assevera
que elle he comprado aos mesmos Srs. R.
C. Yates Companhia, do* Rio de Janeiro,
como provam os documentos abaixo :
|R10 DE JAIvEIHO 8 DE AGOSTO DE 18."*,
O Sr. Barlholomeo Francisco de Souza
comprou a R. C. Yates & Companhia :
* duzias de garrafas com xarope
do bosque a 545000.........216:000
6 duzias de 1|2 garrafas com xa-
rope do bosque a 27:000......1625000
Rs. 378J000
Rerebi o importe cima, do Sr. Antonio
loaquim Vieira de Carvalho. Rio de Janeiro
' de agosto de 1856. Por R. C. Yates &
ompaiihiaJos Paulino Baptista.
ReTconheco verdadeiro o stgnal supra. Re-
eife 8 de agosto de 1856.
Em f de verdade.
Manoel Hilario Pires FerrSo.
RIO DE JANEIRO 18 DE FEVERURO DE
1857.
Os Srs. Constantino <.ornes de Faria i Fer-
reira compraram a R. C. Yates iV Compan-
hia :
4 duzias de garrafas com xarope
do bosque a 549000. ........ 216/000
6 duzias de 1[2 garrafas com xa-
rope do bosque a 27;000......162/000

Botica
I
i-nmv.LiomcwU-iica!?
EM PERNAMBUCO 5S
DO DR.
SABINO OLEGARIO L. Pl.NHO. V
Rila de Santo-Amaro (Mun-. 3$
do-Novoj n. Stf
Nesle estabtlcciiiiento eiistem os medica- @
A mentos mais adequados aos climas do or- te,
g le, preparados com a maior vigilancia pelo Je
proprietario. r'g
'.' Eistem medicamentos preparados no Rio &
Z rte Janeiro, que se vendem por preco bai- 2K
ily xos, mas nao se garante sua erlicacia". W
?3 A experiencia tem damonslrado que 01 ja
I medicamenlos aqu preparados prodoiem 2
O melhor eftVilo, e as provincias do norte, $2?
do que os que os que vem de fra. rSt
Os presos sao Gs.cs, se
Venda de
pianos.
Vendem-se nimios lindos e excellcntes
pianos, cliegados ltimamente d' llam-
Ijuigo, e com lindos retrates no frontes.
picio : n ra da Cruz n. ">"), cata de J.
Keller&C.
Cobre
no arma/.em ue
7, vende-se vinho
4 anuos, feito na
RICAS EONEGAS FRARCE
Z&S.
pata torro ue navios:
Jasso I raos.
- Na ra do Ransel
de cju' engarrafado ha
provincia do Cear.
A \O^OOO
Vende-se excellente cera de carnauba do
Aracaty, o Assu', de una sacca paia cima,
escolhendo o comprador a sua vontade, pe-
lo indicado preco de 10/ a arroba : no ar-
mazem de D. l. Andradc i\ C, ra da Cruz
n. 15.
4K
^ u presos sao u*cs, sendo mais caros, por ,<'\A ja -,
* serein raelori, os preparados em Pcroam- *'
buco..
TIIESOURO IIO.MEOPATIIICO
OU
Vade-Mecum
DO
HOMEO PATITA
PEI.O DR.
SABINO OLEGARIO L. PIMO.
i Esta preciosa obra coiiiina a vender-se
na botica central, a 103000 am broebura e
119000 encadernada.
-
Rs. 378;000
R. C. Yates A
Reflnaria de
Bego & Barreto, no ftton-
teiro.
No deposito desta refinaria, na ra da Ca-
deiadoRecife n. 30, ha sempre assucar re-
linado de superior qualidade, tanlo em p
como em torrOes e em pSes, por preco mais
commodo de que ein outra qualquer parle.
8 AO PUBLICO.
Jjj No armazem de fazendas_ baratas, ra do ^
Collcgio n." 2, B
| vende-se um completo sortimento de fa- SE
M zendas finas a grossas, por mais barato 1
* piejos do que em outra qualquer parte, **
3 tanto em por^oes como a retalho, affian- B
g* cando-se aos compradores um s prego ||
j para todos: este estaiielecimanto abrio-se kf
s de combinaejo com a maioc parte das ca- ]
jj| sas commerciaes inglezas, francezas, alie- jS
% mos e suissas, para vender fazendas mais jj^
em tonta do que se tem vendido, e por isto j.
ollerecem elle maiores vantagens do que ^
oulro qualquer; o proprietario des te i m- **
portante estabelccimcnto convida lodos g
os seus patricios, e ao publico em geral,
para que venbam (a bem dos seus inte-
resses) comprar fazendas baratas: no ar-
g mazem da na do Cellegio n. 2, deAn-
ionio Luiz do* Santos & Rolias.
-- Precisa-se de um catxeiro porluguez,
de idade deH alennos: na ra Direita
n. 27, taberna.
No deposito do palco de S. Pedro n. 6,
alm de um completo e variedo soriimento
de bolachinbas de araruta e bolos diversos,
existem a disposi^io dos freguezqs os mui
acreditados boliiihus france/es. Italianos e
iussos, petichous, sequilbos, crocautos e
prussianos, amaretis, paciencia, espuria de
amendoas, adiados e retalia, soda, estrella,
cariocas c w, amen loas confeit.idas, passas,
tmaras, ameisas e amenduas, sardinhas de
Nantes superiores, cha liysson da ludia, pre-
to e brasilciro, caf de "primeira qualidade,
assucar perola do Honteiro, bolacliinhas
americanas, velas de espermacete, e ludo
quanlo se podo precisar, lanto para recalo
como para o mais rico e delicado cha.
CHARUTOS DE WM PINTO
No deposito do pateo de S. i:edro n. 6,
acharo os verdadeiros fumantes e os fu-
mantes de b'im gosto, os apreciaveis charu-
tos nacionaes e regala, de iliom Pinto de
Almeida Castro, os inimitaveis c saborosos
lanceiros de serva, os laneciros c progres-
sistas de Manoel da Rocha Dias & Compa-
nhia, assim como a mais completo sortimen-
to de charutos dos melhores fabricantes de
S. Flix, c por um prego que a lodos agra-
dar.
Vende-se urna boa escrava crioula,
ainda moca, com habilidades e de boa con-
ducta ; dir-se-ha o motivo porque se vende:
na ra da l'raia n. 43, primeiro andar.
- Na ra estreita do Rosario n. 25, pri-
meiro andar, vende-se urna escrava crioula,
oa, que engmala liso, cozinha e
lava de sabao.
A todo o prego.
Vendem-se queijos de grusyere em bom
estado : no armazem confronte a alfandega,
de Luiz Antonio Annes.
Vende-se cognac em garrafas de pri-
meira qualidade, em caixas de duzia, sardi-
nhas em quartos e meias latas, arenques
brancos, por precos commodos: na ruado
Trapiche n. 15.
Vendem-se queijos a I350O,. dos mais
novos que ha no mercado : na taberna da
ma de aortas 11. 4
Vende-se aletria a 240 rs. a libra,
manteiga franceza a 640, queijos muito ro-
vos a 18760: no pateo do Paraso, esquina
da ra da Roda, taberna n. 30
o covado.
Vende-se laa e seda de linissima qualidade
e bom goslo : na ra do Crespo n. 19. Do-
se as amostras com penhor.
A1 ,OOOis.
a vara.
Vcndom-sc lirios de linlio puro : na ra
do Crespo n. 19.
Vcnaem-se caslanhas piladas a SO rs. a
libra ; na na .Nova, taberna junio a ponte
da Itoa-Vista.
- Na anliga loja de papel e livros, do
Cardoso Ayres, na ra da Cadeia do Recite
n. 31 A, coitinu'a a venJer-sech hysson da
melhor qualidade ; bem como tem sempre
sortimento dess, genero, de qualidaJes di-
versas, por preCos d.llerentes, e commodos. rua"*da (;adera n w> veuuem_se elegante>
- pianos do afamado fabricante Traumann'de
covado, a
Cassas francezas de gostos novos a 240 o
covado; dio-se amostras: na loja das 6
portas em frente do Lvrameiito.
la lo!
das seis portas
EM FRENTE DO LIVRAMEiMU.
A 240 rs.
Cassas francezas de bonitos goslos a 240 o
covado, riscadu francez a 160 o covado :
dio-se amostras com penhor.
Eugene Ch<*cjuot
participa ao respeitavel publico, em Per
nambuco, que o tnico deposito nesta
praca, de sen muito conliecido vinho de
chnnjpanlie. lie na casados Srs. J. Prae-
gerdi C., ra da Cruz 11. II.
J, PRAEGER l COMPANHIA.
>UH ta Cruz li. 11.
Receberam pelo ullimo navio de Ha-
vre, uma nova porrao de afamado efa-
n 1 oso
MAS p&ews be laia
laa c algodo para pa
< t'eS Vendem-se muito lindas e bom vestidas
I.(mecas francezas, grandes, pelo baralissi-
Vendi-m-se superiores meias pretas de! mo preco de 25500 c 3>, pre^o que nao ha
laia par* pudres, pelo baratissimo prego delqucmdeixc de dr se as vir; na ra do Ouei-
liJSOO o par, ditas de pura ISa a 1/500, e di- i mado, na bem conhecida loja de miude/.as
las muilo superiores de algodao a 600 rs. : ;da boa fama n. 33. '
na ra do Uueimado, na bem conhecida loja
de miud '/as da boa fama 11. 33.
naumriu mr
uso.
NAFUNDIQAO DEFFJtKO DO ENGE-
5S?^?oVLDDYcB0WMAN' A *"553JSb bem conh.
RliA 1)0 ItRUM, PASSANDO O olIA- miudezas da boa fama 11. 33.
FARIZ,
ha sempre unmrande soriimento dossesuinles ob-
lados 'leinei-lianismosproprios paraenuenbos,a sa-
ber : moendaie meias moendas, da mais moderna
construrrio : laixai de ferro fundido e balido, de
supenor.qualidade e de lodosos tamanhos rodas
dentadas para airoa on animaes, de todas as propor-
coes;cn\ose bocas defornalha e registros de bo-
eiro, aguilliOes. bronzesparar,os e cavilhOes.rnoi- I espelho e boloUs" oeloliar.i,
nhos de mandioca, etc. etc. oliT." ---.._ '_" "aralissimo preco d
NA MESMA FNDIQA'O.
se eiecotaro todas as encommendas com a superio-
ridade ja coohecida cora a devida pttslezu ecorn-
iiiodici.ide em pre.-o.
KAROPF
DO
IJf
'A
Em casa de RabeSchmettau &Companhias
Ramburgo. Foi transferidoodepositodcsle xarope para a bo
_ v..a. .._-;. K.k.. j. .1__j-'. liea de Jos da Crui Sanios, narua Kova n. 53
hrr- .T supenor inhaa dealgodSo ;,s.-,0n.. meas3?000. sendo falso lodo
brancas, e de cores, eni noyello, para costu- aque)|c qUe nflofnr vendido neste deposite,pilo
ra, em casa de Soulhall Mellor & C., ra do
Torres n. 38.
Brinquedos pa-
ra metimos,
Vende-se diversidade de brinquedos para
mancas, porpreco mutio barato: na ra
loja 0e
Leques muito fi-
nos.
Vendem-se superiores leques com plumas.
peino e boloUs, pelo baralissimo preco d*
2jOo cada um : na ra do yueimadu, na
bem conhecida loja de miudeus da boa fa-
ma n. 33.
HA LOJA
Ja boa f,
vende-se muito barato
H-r0,,?S d de 9.000. ricos pannos para m,s, 35. ,,^_
Ihado adamascado com 8 palmos
a 1C600 a vara, mussulina branca
qoesefa/ opresenli .iviso.
taixas para Exf.ENHo. IMPORTANTE PARA 9 PUBLICO.
I,l,.;. 1 i, n Para rurade plilvsicaem I ed n -o-cu lil'.eren
arnndlpaodeferrodaD.W. Bowmaniu ,e-r.os. quern.olivada porconslipacoes.losse
ra a ISriim, passando o chafar iz, contina ha- asllima.pleuri/.escarros dcsansue, drde coi-
derumcompletosornruePtode laixssdeferrofun 'adosepeilo, palpitacilono corar.fio.coqueluche|de COres altan
ido e batido da3 a 8 palmos de bocea, a. ,u,W ^^l^^^' e ,od" Ut^mt"
caam-se a venda, por epreco commodo a cons | -^ 1
Uculos e lonetas
promplido: embarcam-s oucarragaa-sa amcar
ro semdospeza ao comprador.
Deposito
tie todas as qualidades.
Vendem-se oculos de todas as graduaqoes
com delicadas arm^coes de ai;o, pelo barato
CIO rape prinCeZA (la fabli-hrecodaSOOrs. e1>500, ditos com f.rmacoes
I douradas e prateadas a 15200 e 1;00, ditos
IIO \iO -com armaco de bfalo a 1:200, ditos com
, armar;.10 de baleia a 480, ditos com armado
de metal branco a 400 rs., lunetas de um so
vidro redondas e quadradas com aro deb-
talo a 500 rs., ditas de dous'vidros tambem
com arma'Q&o de bfalo a 15500, ditas de um
s vidro redondas e quadradas com aro de
tartaruga a 15200 e 1:500 : na ra do Quei-
mado, na bem conhecidada loja de miudezas
da boa fama 11. 33.
deEogene Clicquot
U lulllls.
1
n
Recebemos o importe. Por
Companhia\V. C. Cerwartt.
>s abaixo assignados declaramos que
compramos o xarope cima para o Sr. Bar-
tholomeo Francisco de Souza, de Pernam-
buco, em virtude de sua ordem de 3 do cor-
rele. Rio de Janeiro 18 de fevereiro de
1857.Constantino Gomes de Faria & Ker-
reira.
Reconheco ser verdadeiro o signal supra
de Constantino Gomes de Faria A Ferreira.
Rio 18 de fevereiro de 1857.
Km f de verdade.
Pedro Jos de Castro.
Precisa-se alugar uma parla ou prcta
prefertndo-se escrava, que saiba tratar de
crianzas, e dos seus arranjos : a pessoa que
a tiver, ou queira disso se encarregar, diri-
ja-se a ra des. Francisco, como quem vai
para a ra Bella, sobrado 11. 8, para tratar de
seu ajuste, que sera bem pago avisla de suas
qualidades.
I DEMiSA fiiUCi,! -
i- Paulo liaigiiom deulist, rua.Vova 11. I : *'"
'J na mesma caa lera agua e pos dentrilice. 'i
t)r. Ignacio Firmo Xavier faz publi-
co, que mudou sua residencia para o seu si-
tio na Passagem da Magdalena, que lica ao
norte da estrada entre a ponle grande e a do
Chora-menino, e ahi lem pieparado una
casa de saude com lodos os couiinodos pera
o tratamento de escravos, cujos senhores
residam lora da praqa, ou que nSo os pos-
sam curar em suas proprias casas : quem
para isto quizer-se utilisar de seus servicos
mdicos, que serao desempenhados com o
maior zelo, dinja-se ao paleo do Carino n.
9, primeiro andar, ou no referido sitio da
Maglalena. l'reco2/000 diariosexceptu-
ando conferencias, sanguesugas e opera-
coes.
Narna do Cabuga' loja de miudezas 1
de quatroportas, da-aa-aJgum dinheiro a
juros, solire penlioies.de ouroou |>iatu.
Ossos.
Na ra da Sensala Velha n. 116, cumpram-
se ossos de boi.
-Compram-se travs de 23 a 35 palmos
de comprimento, e palmo de grossura : na
livraria da praca da Independencia n. 6 e 8
Compra-se effectivamente na ra das
Flores n. 37, primeiro nidar, apolices da di-
vida publica e provincial, aceoesdas compa-
nhias, e da-se dinhsiro a juros, em grandts
e pequeas quantius, sobre penhores.
Compra-se electivaraenic cobre ve-
t lio, seja deque obras for, forro'de navios a
300 reis a libra, e latao a 260, e peridicos a
I.-11OO arroba ; no paleo do Carino, esquina
da ra de llorlas n. 2.
Compram-se barra de vinho que uno
tenlia mistura d'agua : na na da Seqyala
Velha 11. 110, deposito de bebidas espin-
oosas.
Compra-se urna burra de ferro,, com
liante peso, e que seja segura, estando em
bnm estado : na ra da l.adeia do Ilecifd,
loja n. 33.
CAPAS DE BORRACHA
pelo barato preqo de 4 a 8J00Q cada uma por
lerem pequeos defeilos : na ra da Caieia
Velha n. 33, loja do Porto.
A lisOOO a libra.
Na ra ta Cadeia do Recii'e, loja de
miude/.as n. 19, vende-se Ifia de looas as
coros, a G.sOO a libra.
Sabao
O antigo deposito, sito no beceo do Gon-
(jalves, armazdns ns. 4 e 6, cha-se de novo
suprido d^ diversas qualidades de muito su-
perior sabao amarello, fabricado nesla pro-
vincia, e vende-se por menor preco que em
outra qualquer parte.
Vendem-se 60 grosas de caixas de col-
chetes vasias : 110 escriptorio de Freroont
i.asne, ra da Cruz'n. 27.
Vende-se uma escrava crioula, com
habilidades, e o motivo se dir ao compra-
dor : no aterro da Boa-Vista n. 37, primeiro
andar.
Vende-se uma negra de meia idade:
na ra das Trincheiras ti. 1, casa terrea.
LUYAS DE JOUVIN.
Constantemenle acharo na loja do Le-
conte, aterro da Boa-Vista n. 7, as verdadei-
ras luvas de Jouvin, de todas s coies, igual-
mente ricos pentes de tartaruga da ultima
moda.
Attenco.
Vende-se uma escrava crioula, de 23 an-
nos de idade, com uma cria de 4 mezes, mui-
to linda, tem muito bom leile.e as habilida-
des seguintes : coze, cozinha muito bem,
engomma alguma cousa e lava de sabao e
barrella ; na ra do Queitnado 11.!, segundo
andar.
VINHO DE CHMPAME
Vende-se urna porrjao de tintas prepa-
radas, .-issim como alguma! barricas de
alvaide : no aamaxem de J. PraegercV
Companhia, ra da Cruz n. 11.
CHAPEOS A TAMBERLIK
Do ai 11,' arto fabricante x
PinOenu t'u- wris.
Acabamdecliegarpeio ultimo paquete,
os supra mencionados chapeos deste afa-
mado fabricante, e vende-se na loja de
(.portas, da ra da Cadeia do Recito n.
IS, d<* Narciso .Marra Carneiro.
Na ra Nova, deposito de pianos do
Sr. J. V. Vogeley, lm para vender inn
excedente piano ingles, do nitor tlollurd
iV ColUird, por nreco mdico.
iVirt.olo fac limo.
Na li-raria da praca da Independencia n.
6e8, -'ende-se o methodo facilimo-para
aprender Icr, novamente impresso e aug-
mentado, por mil reis.
eotoes para pa-
lios, -ollete-, puiihos de
camisa, e para casa-
veques de senhora
Vendem-se abotoaduras muito linas de
madieperola para colleles, pelo baratissimo
preco de 500 rs., ditas muito ricas de todas
as cores a 400 e 500 rs., ditas muito linas de
madrepcrola para palitos de homem e de
meuihos a 500, (00 e 800 rs., holes de nioi-
zaique e oulras qualidades. de muitc ricos
goslos, paia punbos e collarinhos de cami
sa, pelo barato preco de 800 e 2? rs ataca-
dores de cornalina pan casaca a 300 rs.,
botOes de vidro de muito lindos padroes,
proprios para cssavequesa 800 rs. a duzia,
e oulras mais qualidades de boloes, que se
vendem muito barato : na ra do Queima-
du, na ham condecida loja de miudezas da
boa fama n. 33. t,
.No p3teo do Carmo; taberna n. 1, ven-
de-se doce de guiaba de primeira qualidade
a 120OOO a arroba,
MariTielada
HOYA
Vndese a verdadeira marmelada, viuda
de Lisboa e do Rio Grande do Sul, em latas
de duas libras, por piec.ii commodo : na ta-
berna grande ao lado da igreja da Soledade.
Vende-se urna canoa do carreira, com
pouco uso : na ra da l.iugueta 11. 10..
Yetide-sc um sillo no Arraial, com ca-
ca de f.'GaSise,
de Janeiro.
Vende-se a preco commodo rap fino,
grosso e meio grosso, da acreditada fabrica
cima, chegado pelo vapor S. Salvador ; na
ra da Cruz n. 9.
Planta da cidade do lle-
cfe
Vende-se a planta da cidade do Recifee
seus arrabaldes, feila pelo Sr. Dr. Jos Ma-
mede Alves Ferreira, por seis mil reis: na
livraria n. 6 e 8 da urjea da Independencia.
Vlappa Cas distancias d
provincia.
Na livraria n. 6 e 8 da praca da Indepen-
dencia, vende-se o mappa das distancias
das differenle villas da cidade entre si, e
relaco a capital da mesma, a mil reis.
ili'. ji :S vi J^Tld > '
Um lindo e variado sortimento de modcl-
Ids para varaodas a gradaras, de gosto mo-
dernissimo- na funicao da Aurora em San-
to Amaro.o no deposito da mesma, na ra do
& Companhia, ra da
Brum.
N. O. Bieber
Cruz ik *, von lem :
Louas da llussia.
dem inglezas.
BrinzSo.
Bros >ia llussia.
Vinho de Uadeira.
godao para saceos de assucar
Algodftozifiho da Baha
para saceos de ?ssucar: vende-se em casa
Je N. U. Bieber & Companhia, ra da Cruz
n. 4.
Moends' supe; i ve-.
Na fUDdlefio de C. Starr & Companhia. cm
Sao muito iirj-s
e de L.uito bons'sostos,
Uussulims muito linas, matizadas com
lindas cores, de padroes muito bonitos e
inteiramenie novos; vendem-se pelo dimi-
nuto preco de 560 rs. o covado : na ra do
Qucimadu n. 22, loja da lioa f.
I5V.0

Vende-se cal do Lisboa ltimamente che-
gana, ii-Mm como potassa da Hussia verda-
ueira : na praca do Corno Santo o. 11.
Cemento novo
Na ra da Cadeia de Santo Antonio, arma-
zem de materiaes, por precu commodo.
AVISO AS' SENHOHAS '
JBOM GOSTO.
Pelo ultimo vapor chegou a nova loja ao
pe do arco de Santo Antonio; um completo
sortimento dos mais ricos chapeos para ca-
bera de senhora, assim como ricos enfeiles
para cabeca de senhora e para meninas, ri-
cosenfeites para pescoco, lano para senho-
ra como para meninas,' ricas luvas entena-
das, do mais moderno gosto que lem viudo
. a esta praca, lencos de relroz bordados, de-
Santo Amaro, acham-sc para vender moen- hc-das duquezas para Vestidos, ricas cam-
-*!5.!.C!""-ai ,a.8 de ,erro' de um mode" e I braias de padroes delicados a 480 a vara, di-
tas a 460, corles de laa para vestidos a 5;500
de largura
-nca muito lina
a oOO rs. o covado, ditas de cores de padr."**.
oonitos a 320 o covado, chitas fri,x.;
muilo linas a 320 o covado, brim branco da
puro hubo a 15440 a vara, dito pardo tran-
cado tambem de puro linlio a IciaO a rara
ganga amarella muito fina a 3au o covado'
a muito fina com salp.cos brancos
ra, alpaca preta lina '640 o
..da. molestia covad0j canlSo preton.'uT,; nno^ f^d^u!
penor e prupria para vestidos de lulo a 9a
o covado. panno lino azul a 3f o eovado, dito
mudo lino a 5/, dito preto muito lino a 51
dito rm.it > superior a 6?, ditos verde escuro'
e1 cor de cafe muito superiores a 6j, cortes
de casemira prea, lina, para calca, com li,l
lia bordada a io>, corles de gorguro de
seda para collele a 2/, ditos de c.seB.ra
pela bordada a 6-, fuslSo branco muito 6-
110 3 2> o covado, cortes de cambraia preta
- raras, pelo diminuto preco de a* cada
da
ja
construccao muito superiores.
Mad.ienst.no
tente
inj
pa-
1
ditas para covados a 400 rs chales de me-
rino de todas as qualidades, ricas chitas
francezas imitando cassas a 280 o covado,
dilas a 240, mussulinas de todas as qualida-
des, (oucas de lila para meninas, sayaliohos
para meninos, e tudo se vende por barato
preco, so iara este novo estabelecimento
adquirir freguezia.
GUINDASTE:
Vende-se um escolente guindaste de fer-
ro em bom estado, e por preco commodo :
quem o pretender, dirija-se 10 trapiche do
Cunha, que achara com quem tratar.
Ulita ros;* larg com to-
que de a.Viria a !GO
rs. o cova.do.
Na ra do Quciroado n. 21 A, vende-se chi-
ta rosa com pequeo loque de arara a 160
rs. o covado.
DAS BICHAS
tetife*ft
de cadeiras.
uma mesa de meio de sala, um par de
consolse um sopia : ludo de Jacaranda
Vende-se uma duzia
1 de meio de sala
na rua ostreita do Rosario n. 11, ven era-
se os melhores queijos lonlrir.os que tem
viudo a este mercado, por serem muilo fres-
cos.
Vcnd>-se uma negra moca, de muilo
boa ligura, cozinh'a, engomma, lava de sa-
bio e lu 11: .i, tudo com perfeigao : quem
a pretender, dirija-se a rua da Soledade
11. 29.
M
i3

sa de viven la de taipa e alguna arvorelos :' dccaPn> :nalundi;odel>. W.B
no mesmo Arraial, casa amarella. aarnajtu runins. 6 8el0.
Vendem-se saccas com muito bom ca-
f, e mais em conta do que em otilra qual-
quer parte : na rua da Cruz, armazem n 26.
\eude-se uma escrava cabra, de idade
20 annos, sabendo cozinhar, lavar de brre-
la esab.lo, ergoinma sofl'rivclnieiite e lem
principio de costura, sen; vicius nein acha-
ques : para ver, na rua do]Arag3o n. 20, e
para Iratar, na rua da Cruz, armazem n. 26,
das 9 iiorasda manlifia as 4 da larde.
Vende-se queijo dof-enao
a 480 rs. a libra, manteiga ingleza a 640,
queijo do reino a 1.-500, lafiOOe i'900, fari-
nha do reino a 120. gomma a 100 rs., lingui-
ca do reino a 40U c61u, vinho do Porto en-
garrafado a 1^000, dito de Lisboa a 560, ba-
nha de porco a 520 : as Cinco l'ontas n. 21.
t Os melhores relogios de ouro, patente in
I glez, vendem-se por precos razoaveis, nu
escnplorio do agento Oliveira, rua da Ca-
deia do Recite 11. 62, primeiro andar.
Peonas de ema, cera de abelha c de
carnauba.
Na rua da Cadeia do llecif?, loja n. 30, de-
Ironle da rua da Aladre de Dios, ha para
vender os gneros cima, recentemente che-
gados, por presos lazoaveis.
Agenda
d< nindic&o Low-.O'-r,
rua da tnsala Wova
n. -4.
Neste estabelecimento continua a haver
um completo soriimento de moendas emeias
moendas para engenbo, machinas de vapor *en"e|n-e bonitas, caisinims com lentos
e taixas de forro batido e coado de lodosos de ma'"m Para voltirete, pelo baratissimo
tamanhos para d:to. preco de 5- a 6r000 : na rua do Uueimaio,
- Emca=a de Saunders Brolhers C. praca :a be,n f""h'da loja de miudezas aa boa
do Corpo Santn. 11,ka para vendar o sa uinia "'
Ferro inglez.
Pixe da Suecia.
Alcatrao de carvo,
Eonas de linho.
Esponjas.
Drogas.
Algodaolizopara saccas.
Dito ntrancado igual ao da Babia
E um coapleto sortimento da fzenda.'proprio
para este mercado tudo por preco commodo.
AZoichos de vento
mhombas dcrepuiopara recar hortas* ba
"owmaD
com
um, ditos de dita branca cm* Hpicos"!
cores, tambem com 7 varas a 2^40 sar
preta hespanhola a 2; o covado, gro'sdena-
ples de cores a 1/800 o covado, seliaj prelo
lavrado muito superior a a-ioo o covado
gorgurHo prelo de scla com Hpicos, pro-'
pno para colleles a 3ajOo o covado, luvas
brancas muilo linas, de flo de Kscocia. muilo
proprias para os Srs. ofliciaes militares, pelo
baratsimo preco de 1? e par, meias preta
delta, proprias para os Srs sacerdotes a
a)3W rs. o par, dilas de laia muito superio-
res a 1#80 o par, meias de algodao cru'
iliuito superior.s para meninos a 400 rs. o
par, lencM, brancos de linho muilo linos a
400 rs chales de laa rxus e prelo*, pelo
barato preco de 3?, lil 4e linho liso muito
lino a 860 rs. avara, pnnceza pr> U lina a
720 o covado, dita muilo lina que rival.sa
com mermn alio covado, e alem disto um
complete aortimonto da fazendas de todas as
qualidades, que se ven em mullo barato na
rua do Queimado n. 22, na bem conhecida
loja da boa fe.
w*et**$ urt.anji.
ara desu
Na maiilia do da 22 de
auno de I8.i7. ausenlou-se do engeho Ma-
tapiruraa da reguezia da Kscada, upa eacra-
vodeFiorio.unodaSilveira Lins, morador
em dilo engenbo. O mencionado' escravo
chao *-se Jos, com idade da 18 a 20 aniiua,
he ca.ira claro, altura mediana, cabellos ca-
rapiuboa, sobiancelhas grosHs e encontra-
das, nanz um tanlo afilado, espadaudo ero
proporcao ao corpo. tem um dos dedos de
um dos pes torcido por cima do pnllecar O
dito escravo fui morador no serlio e lucar
Pao das Trras, aunde foi vend Jo, veopara
(aruaru- vendido ao annunciaote em M
ullimo: quem capturar dito escravo e en-
Uegar no referido engenho, sera bem re-
compensado,
~- >o dia 23 de abril de 1856, ausentoa-se
doei.genno S. Vicente, freguezia de }*.!
uhaem o escravo JoSo Jos, pedreiro. com
idade do 4o annos, pouco mais
baslante ladino, e os signaes
ou
que o faz
bar-
itranros, bonsden-
es, tem uu.a un, do dedo grande do tem-
ejada. assim como urna outra da mi cara
besigosa, e o nariz um pouco pequeo, he
_---------...., c a si^uaes que o [I
bem couhecido sao os segu ules pouca
ha, com alguns cabellos braptos. bons,
uxnias para
voltarete.
Fare
lo
vusenlou se no da 27 de malo do
sitio do abaiso assignado. n. Pasag^m olT
frouie ao malvo, ua. moleque de SawZL
dadi 13 para 11 ,os, c.V hem wnSmEZ-
irosa, len. todos os denles, he b.sUntc es-
perto levou camisa de algodioz.nho, jaque-
Uia.rete, calca de algodao azul, chapeo oa
IMlna, lu encontrado ua estrada Nova, mnto
aovachanga; supPoe-se ler sido scduz.do
por pessoas do malo : roga-se a loda e aual-
quer pessoa que o pegue, e levem-o .oiba,-
.o asMgnado, que sera bem recompenndo.
Jse(.ornes lavares.
Conliuua a a. Jar fgido desde h de
leyoreiro do crreme annol negro de bordo
Jo aligue Me.ampo, de ~ZTT
OHio .abitila. allur. r. guiar, secco do cor-
po, roslo compr.du, barba cerrad, e crj,
soissa, com falla de denles na Trente e con
laestartrabalhanlo estrada de "erro-
quem o pega, leve-o a rua do Tr.pichTn
14, pr.me.ro andar, escnpi.orio de Manoel
S! <,uerr,^ue scr ** 117wt
-- Fugio em principio deste mez, do en-
genho gue.madas, freguezia de Barreiros,
o escravos Miguel, crioulo, Hpateiro, cero
duolhoesquerdo, gago, candlo, idade 3
anuos, barbado, alio, secco do corpo. cor
lula, o qual em oovembro do anno proiiaao
pissa.io lora apprehendido pelos capiUes
de campo Joao tagundes de Araujo e Anto-
nio Jos da silva, as maltas do i'r.u, ,-m
Agua l'rela, em poder do Joiio Jos.- de IIohs.
I guaro do Caudilho ('aciano Alves. em cumi
I 11 1 1 n i .. ...^1 a n__. >____
Vende-se superior farello vindo de Lisboa
ltimamente, em saceos, e poi barato preco:
na rua do Trapiche n. 9, armazem.
Luvas de pellica
para homens e senboras,
chegadinhas pelo ul-
timo vapor ifflez.
J c->--- '-- uuiiiiv aiiauu nivea. ^Ul CUNl
vendem-se verdadeirase bem conhecidas! poder e de Miguel AfTouso Ferreira. que o
luvas de pellica de Jouvin, amarellas e bran- seduzio, estove occullo 5annos, constando
cas, para liomens esenhoras, pelo barattssi- "gora que dito escravo de novo procurara
mo preco de 2^300 rs. o par, dilas t .ancas,, taes protec^es : roga-se por lanto as aulo-
;*'j(iatj monstro,
etlica,
pt-
fiO
eiina-
A
grandes
amen.
a libra.
\endem-se as seguihtes fizendas moder-
nas, ebegadas pelos ltimos navios france-
zes ; dao-se as amostras cota peniior :
l'opcleno de ramagem, fazenda moderna, de
lindos desenhos.
Sedinbas de quadros miudos, covado 1;000
Cortes de chai; de bailados 12:000
na rua de Hortas n. 'i, casa terrea com i
, (irosdtnaples de co', covado
28200
Bolachas
canas a 1'iO r-
Vendem-se as Cinco l'onlss n. 93, pateo
do Terco ti. 21, dito da l'enba n. 10.
Violas para curros.
Vendem-se excedentes molas par carros
na rua da Cruz 11. 20, armazem de P. Souva-
gc i' C.
Vestidos a 1:000.
Vendem-se corles de vestido de chita lar-
ga a dez lustqes cada coitn : na loja de 4
Vende-se algodSo monsiro com 8 p.lmos
de largura, proprios para toalhas e leucoes,
pelo 1iinu11uto.pl reo do 6o rs.- a rara : ca
rua jo Quei mado n. 2, na loja da boa fe.
(00 e S00 rs., ditas de cores muilo finas, de. tamos escndalos sempre prejudiciaes
lio da Escocia, para honraos e seoboras a 40o, i bravos da Dossa sgrieolten.
5(0 e640 rs.,e alem deslas outras mais qua-l Fugio 110 da 311 de tate areatana pa>-
lidades de luvas, e todas por mais barato sa lo, ue boido da barca hrasileira Malrnlde
preco .lo que em oulra qualquer parte : na >'"i mualo de i.ome Cosme, com os signaes
roa do Queimado, na bem conhecida loja de | seguales: estetara regular, co.-po g. >so
niiudczes da boa fat::a n 33.
frente |>inludu de azul c as portadas di
Cortes de chitas larg'as, 8 I[2 covados 39000 | l,or.las "a rua Io Queimado n. 10.
lusluas
rua do I
Candieiros ppo-
prios para estuda tes
Vendem-se muito lindos caudieires pro-
Chaly ondeado, covado
Lilas de quadros, covado 600 rs. e
Chaly de llores solas, covado
Albaneza preta com mais de vara de
largura, covado
Chita rxa larga com toque de a va-
ria, covado
Cortes de cassa de pinlinhas tniudas
100 i
800
800
los
(!
o
senhores do nos
tabernas.
Vcndem-sc barricas com sardinhas gran-
lfJOO des e novas, assim cuno a rc:alho, aos cen-
tos, porpreco mais em conla do que em ou-
tra qualquer parle : na rua da l'raia, arma-
zem 11.18, de Juse de Mello Costa Oliveira.
160
25200
relogios
ce
pa-
ingleses de ouro, de sabonete < de vidro :
tendem-se a prc^o razoavel, em casa de
Augusto Cesar de Abrcu, ha rua da Ca-
deia do Kccife, armazem n. I (i.
Charutos de Hava-
11a: ventii
as de
as qualidades.
as
eC. .A
Vcndem-sc meias de seda de peso, brancas
e pretas para senhora, telo baratissimo pre-
cede 3?500 rs. o par, ditas brancas da mes-
ma qualidade para meninas a 2:00, dilas
piulaJinJ.as de cores niuilUsiaio bonitas,
proprias nara baptisado de crianzas a 200i'o
pa
para
111 'HSa : pBra enhoras a 4u c 50o rs dit
rupnas tiara Dapusauo ue crianzas a 2f0awo
ar, ditas brancas de algodo, muilo linas,
ara senhora a 30, 400, 300 e600rs. o jar,
itas pretas de algoifio muito linas tambem
AStley
8ellins e
is cruasc
brancas ara homens a ico, 20, 240, 3211 c
400 rs. o par, ditas de cores de fio da Escocia
releSTlOS. tambem para homem a 400 e. 300 rs ditas
SELLINS e RELOUIOS de palale! cr?s "lu,to B?,B e frles Pa,a ""'"nos, di-
Jinalea: a venda ao armaztm de ilas brancas e de core^para meninas e meui-
i'.i.-uui Itouker iV Gonpaahia, es- 1 nos, e outras mais qualidades que se venden


MUTILADO
do largo o Corpo Saulo uu-
18.

lie.los crespos, olhos pardos, %,-, gri>so%.
levou vestido Calca e camisa branca, aj uma
Touxa com diverns milpas para mudar ; loi
em companhia de um m gro de noroe Antom..
que ijiiiben, rugi de bordo da mesma barca,
com os sigoaes seguiatea i cor atataj, eatete
ra regular, olho pequeos, nn/ rhato, l-a
tuna cicatriz na cabeca por cima da asuma
direili, e levou vestido cal?* a camisa azul.
e di pelo apprlhdode I-anda,o mualo ci-
ma foi escravo do Kfd. conego ateaed Jos
I iTiiandes, O vendido aqu por >lano.l i.on-
alves Mello, com ( rucu a^ao do dito coue-
go, e ambos s.'.o un radoies ni serra do Tri-
xetra, roga-se a todas as autoridades poli-
ca, s, e a cap.lai s campo, a apprehensio dos
dilos escravos, e aaiui principalmente as
auloi id.idcs 1. aqu para a dita sena do Tei-
seira, por Sj desconfiar ler seguido para
la o d.lo mulato : quem os pegar leve-os a
casa Je seu senhor Manuel Aives uerra, tua
do Trapiche 11. 14, primeiro andar, .ue sera
generosamente gialilicadu.
multo barato : na rua do (Jueimado, na bem
conhecida loja de miudezas da boa fama____________________________
n- 33> PEKK.: TVP. DE II. F. UE VAHIA
185::



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