Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07773


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Full Text
iiiiuniift 125
Por 3 mezes adiantados 4j000
Por 3 inezes vencido 4$500.
TERC* FEIRA 2 DE .11 Mili DE 18.7.
Poi anuo adiantado IjjUOO.
Poi ii- franco para o juIisi i ptoi .
NCAIIKEGADOS DA SUBSCWPCA'O NO NOHTE
Pmhibi, 8r. Joao Rodolpho Gomes NiUl, 6r- Joa-
ulrn I. P.reira Jnior ; Ariealv, o Sr. A. de Leaos Brag ;
sari, o Sr. J. Jos* da Oliviira ; Maranhao, o Sr. Joaquiro Mar
ou Rodrifusi ; Piuhv, ir. Domiogoi Herculmo A. Pesso
Gear.ni. : .'ara', eSr. Justino J. aimo; Amaionai. Jeto
nyrao di CoaU.
Olma. : loii
l| S. \i...... Be
S. Louraea
.1... I
PARTIDA
o* di
: l'.i
Cata
0 r Riril Im
iba : Bal -
-,.. Ilonilo, i:.ru..r...
!----< Illii. .Vi/ir.-lh. I
Villa-Halla, B0.-V1.H, II
DOS CORRRSIOS
1
J< PW.ala.taa .
> " SeHahirai, Rio-Fot
al : lalaiaa-fairaa,
urroi... parlen *s 10 huas :1a. >,i i.feira4.
n tiaranhons: "< ''
..... raj, Pesqae
i K.....- l.
Ina. Bjffi II s.
tta-f'
n, I llla-
AITOIKM.IASDOS TIllltUXAES DA CAPITAL.
Tribunal do commercio aeiundaa a quinUI.
Selacao ; leress-reirs e aabbadoi.
Fazenda : quartai e aabbadoi aa 10 horaa.
Juiro do commercio: leaundasas 10 horas a quinlai aa mala-dia.
Juizo da orpbaoa : segundas e quintaa aa 10 horaa,
nmaira vari do cival aeguno>a naiui ao meio-dii.
Segunda mi do ciial: quarua aabbadoi ao maio dil.
EPHEMRIDES lio HEZ DE JUXIIO.
7 La cheia as 3 horas a 3 minutos da larde.
1S Quarto niinpuinie as 4 horaa e 30 minuto di manlioa.
21 La nova ai" horale 44 minutoada tarda.
29 Ouarto creicenta ai 2 horai 1 minuto da manbaa.
PREAMAK DE HOJE.
Primeira al II horai a 42 minuloa da manbaa.
Segunda ai 12 horas a t m'.nutoida larda.
DI \s DA SEMANA-
1 Segunda. Ss. Firmo e Felino Mm.
2 Terca. Ss. Harceliao preib. e Pedro e\orcist
;t Ou.ru. Ss. PeageuDoe Laurentino Mm.
I Qftiula. s. Qnirino b. : Ss. Kolilo e Daran Mm.
3 Sexta S. Perineo f. Ss Nicacioe Appolouio Mm.
B Sbado. 9. KorberUl b. ; Si. BnslogioeClaudio Bb.
7 Domingo, da Salissuna Trindadeo 1. depoil do Kspirito Santo
EXCAKREGADOS DA -l r.M.ltiii :.\n NO M I
Jklagoaa, o 8r. Claudino Fllrso Dia* ; Babia, f*. a>. lu
Rio da Janeiro, o Sr. Joao Fereira Marnna.
EM PERXAMBICO
O proprietarlo do DIARIO Manoal FmimSiii
rraria, prata da Indapaalincia na. I .
e Vana, aa %
PARTE QFPIOIAL
comma?:do das armas.
Quartai seneral do eonamando das armas de
Pernambnco su cldad. de Recite, ea I do
jurabo de 1857.
ORDKM ODIA N. 48S.
O general coiuroaii laute dis arniaa, delermina
que passs a servir na companliii de artfices desta
provincia, o Sr. fuente reformado Joao da Siqueim
Cainpcllu. e declara, pura os fina necea iii-i i dala conlrahio nuvo engajameuto pur mais seis I daira oito anuos. Si. lods parlenceiiles a patudo
Jnlin Qqbsw.
Adames.
Andre in:k- in.
Martin Van Burn.
W illi-iin 11 ir11 .ni.
JohuTylkr.
.lames K. I'ulk.
/.arharia Tayloc.
Millar I I il Im ne.
r'rancWlin l'ieice.
James Iturliauaii.
Uestes quinte presidentes smenle unco houve-
ram o pr.vil.gi. de er reeleitns e de oceupar a ca-
PERIASBUCa.
, he na opiniSo, qoe com ellas e nao devem fiter mando rnhecimeiilo .lesse requenmtnU. cmsule-
I sacrificios indicado! pelo projecto, lano mais que rou a ii.farmaQao da cmara como propusla. Ilein, a
senil fondo esta' informarlo, iidesnezas docm-i assemble approvou o pensamenl do paree! deque
lo.
,..,,,|,T:, iciiTIVi 'KiiVlMIAI llK i dncro para a fabrica central feilas aeipens
\>-],M.! ,F.A l.h(.IM.All\A I- a.ricullores.nao nh aoiin- nos lariniK do regulamenlode I i de deiemliro
de 1852, precedend impeierdlo de saule, o aar-
geoto da (."'companhia d '.I.' bal.llio de infanla-
ria. Segundino Ayres Velloso de .Mello, que, pur ao-
bre os vencimentos qu*> por le Iba cumpelirem,
percebe'r o premio de OO^;KI, pftgoa na forma do
artigo 3 do decreto o. 1401 de 10 junlio de 1S.l, e
hn lo ojensaj-.m-iilo urna dala ile trras da -22,.VH)
Iracas quadradas. Se desertar, perlera' a< vanlagens
do premio, e aquella a que tiver direilo, ier tido
como recrulad, desconlando-se n lempo do euia-
lainenlo, o de prisio em virtude de seiileur.a, aver-
bandoae ale descont, e a perda das vanlauens no
respectivo titulo, como lie por le determinado.
Jos Joa'iuim Coellio.
TUBUN AL. DO COMMSRCIO.
SESSA ADMINISTRATIVA EM 1 DE JIMIO DE 1857
/'residencia do Bxm. Sr. desembargador
Souza.
As 10 e msi.i horas da manhaa, presentes os
Srs. depola dos Reg, Basto, l.emos e supplenle
Kamoa e Silva, o.Sr. presidente abri a sessao ; e
sendo lida a acia da ultima, foi approvada.
Leu-ae o aeguiote
EXPEDIENTE.
Foi prsenle a cotacao ollicial do procos corren-
les da pra^a, relativos a aemaua linda.Mandn-se
archivar.
DESPACHOS.
Cm requerimenlo de Fox liroihers& '.requeren-
do registrar a nomet;.to de seucaixeiio Jos Paulino
Kornhoth,Regi>lre-se.
Outro de Uenrlque Gibson, pedindo registrar nma
democrala
(ieor^e Wasliinalon.
[i.iiiii/ Jell-rsou.
James Madisou.
James Monroe.
Andrew Jarkson.
i.iiiar de balde solicitaran! sua reeleiro ; -a
dous pertenceutes a patliJ mg e dous dem-
cratas :
II liujrt
Demorratas
lios presidente^,
escriptura de hypotlieca celebrada entre, elle e Jos
Antonio da Rocha.Regislre-so.
Oulro de Elias Enuliauo Ramos, pedin lo cerliilo como Uvera o auinio de repellir, dnze a
da data em que o agente de leiloes Marcolino de
lorja Geraldes preclara lianca.le-se. ', .
Oulro de Antonio Donv.nzos Pinto, cojo reque-
rimenlo foca informado pelo Sr. desembargador lis-
cal, pedindo matriciilar-se.Malricule-se.
E nada mais havendo a tratar, o Sr. presidente
Dcerrou a sessao.
MTBRlQii^
O PRESIDENTE DOS ESTADOS-INIDOS."
He hoje 4 de marro, que leve luear a pofse do
novo presidente dri Jniio Americdiin, Al. Jdloes
Buchunn, *uc:efsur de M. Franklin fierce.
Sua eleiQlo conheridA iede os primeiro* das de
uuvembro, foi ollicialmenle Mldbpleriia a de fe-
vereiro allifun. Para i(e elleilo, ns cerlificddos elei-
(Qraes dos IrinU e um E*tado da (}iiift<> qui> (orna-
ra m parle no voto, tiui-nn sjdo da*poslM as mfofl
do pr^sideule do Mudo, para serem ahirlo* plaa
tu.', cttkonts 'o cou^re*jio. Ir* oiertiiaVdorM C<-t,.^
DOflieaditai, um pelo MIMdo O l"u pt'la rdiinc iloi
renlan--i. A' fi'i.a -4or;i \^ a atoado .> .i
iimssii ,t caman, que demora dou* patosos jutto
ilelle. em ama dU IU4 di capitolio. O mi-hIo W
precedido de um oflleiol de jushr*. que Iratia os
(-in(a e um cerlt:ado^ etetlora*. O presdeme do
aenato subi urna c:ideira, e d^pois de lr expolio
- o fitn da reunan, quenrou succes-.ivimente os el-
los dos cerlifi -idus comeran.lo pelo E-Udn do Mai-
i .1 mii Adams.
Adams.
i Van Horen.
( Frockln Peme.
.Hiiliu- whias e arabos homn
de goerra( morreram no exercico de |U8> fdBC(M
civis, sult cujo peo surrumbirara.
Era coiisequeiicia destas surces-es aberla^ aules do
lermo, dous vice*-presi le ules MM. Jolin \'\ ler e
Millard l'illmoru, passaram do -efundo rao ao
prnneiro, sein se haverem e 1 \-.\ lo.
So un desl**s viee-preri lentes, dos doze que forara
invdtstidos de adoptado e levado A (..asa-Branca por eleiro:
lie M. Van Bureo.
Celos e\emplo auleriormente cila'los, *-M que
o prndenle A ro.-; 11 nn;Ti i liinit-u-sr' a fixar o prozo de qu.ilro
anuos para a dora^o de Cada magiflratora.
Certa da soberana nacional, ella leve a lo&ica de
nao encadeiar esta oberania, pmclamando-a. Ella
dei\ou ao 1) -ni lento popular o cui lado de conciliar
as justas prudenri-is da democracia com os hilerejse*
que depeu lem do (empo e da tradiri^Au.
lia ein coiise|uencia desla pru lente lalilude que
(ii'.r_'.' Washieglon pleser eleilop-.'la segunda vez.
(Juit-se altielege o peld lerceira ve/., mas elle leve
a i:eiiero*i la.le de recuiar este exet'-so de bonra,
anle-.,
, a l"iit"J UH' liuilltis mu ""-'I a' ----------------------------------------
corda, fc le ngo lloha querido tentar os ee ond,t ,., qu,ni .l0 nScoiibeca
i l. ..... ,'iri htt.il.ni ii ni ... Ia \ ii ... .,< ........ _..,'.
o que c
do-se-l
solTrimenlis da repblica hesitante, n;lo se le \ i
tentar pelos reconhccimeiilo da repblica eslabc-
lecida.
Elle senlia de mais que sua pnpularidade come-
r^ava a decrescer. Mil era mais o lnunein do fotur,
e sua candidatura Dio h.iuvera adiado esta onun-
ini.l.i'l qoe por duas vezes Ihe linlia imprimido o
esplendor de urna lagracSo popular.
Tive raen dia; escreveu Washington com
una admiravel pbilosophia. E elle poje 11A0 com-
promeller esle da em que se resu*em quasi sem-
pre as grandes exigencias, Hilo correlido os acasos da
vespera.
Depoia de se ler elevado lito alto como as mais
altas glorias da humanidade, Georges WaahiDKlon
leve o genio, nimia mais raro, de saber desrer. Pe
.le sua mesni.i lili licacio um ensillo til a'sua pa-
tria. Suas reeommendac^e* e seo exempl < torna-
ram-se urna especie de appenlice da coustitni(fto
jiiyi
Deade eutil, neiihniii pre-id.iile foi pleil qor
;.. ri. .1.. ........... sin*. .;..-'' tioje -< i al..i..*:.
iiiianime aecordo de limilai n presidencia a' umy;
lermo. M. .1. K. Polk, demni-raVa, e wii-i.il i
Taylor, wiiis, linhanj ambos lomado o eomproniisw ;
de uo solicitar uina segunda luveslidnra, c esla
declarado ijodoa muito sea triampho. Daiido-se a J
demora menos longa as ambic,e.i nvaes, f.Z-aO MI
oppsi(;ao iiieuos viva. O principio da rotacao us
l'ERNAMIII ;co.
Sessao ordinaria em 26 de maio de 1857.
'residencia do Sr. Jote l'edro da Silc.i.
As II horas e'.l|i da flanhai verificase haver ca-
sa, e aberta a sessao, he lida e approvada a acia da
interior.
o .sr. I Secretaria h.i ronia da eguiute
EXPEDIENTE.
He lia a redaceTo do projecto n. II desie auno.
Ilep is de Isuiims cn Carvalho e oleira Henrique, em opposicga a redac-
c;ln. e do Sr. Epaiiiiuoudas de Mello, em dtfeza, he
a dlscossSo adiada.
ORDKM DO DIA.
Conliniiacaoda primena discus.ao do prnioolo n.
. ">7, q-ie lolorial o 2-iverno a contratar cm Carlos
'l,0I l.ehalire o estalieleciroento de umi fabrica
cenlral nesla provincia.
OSr. B /arrfo di/., que nso se oppe a ideada
crear;ao de fabrica cenlral : mas que nilo concorda
que soja ella cercada duse apparalo ollicial de ilesa-
pniptiacao e privilegio.
Plisando a responder ao Sr. i. de Barros, diz,
que na parlilha com os seus receios, qoando ot.
que i. estado da nossa lavoura he o mais miseravel
poilivel ; na opinia do orador, os fabricantes de as-
anear liram tcloilmenle entre ni mais de 1"i por
cento liqailns, e que boa he a industria, que da se-
in-ili mi..' lucro.
Oiiaolo a receiar-ie o Sr. I. de Barros da compa-
lencil das enlomas im;lezas c he-panholas, o ora-
dor nana lem, porque alm di ferlililade do nosso
lo, o consumo do assaenr smente na Earop he a
quarla parte daquello, que na opinio do Sr. Eduar-
do Slul, lio mislor para o consumo delta.
(I Sr. .1/. i.-i|.-i;ii/< di/., .|u- pedio a palavra
lionlaan, qoando nrava o illusire depotado Sr. I.
de llfrros, porque, DO ten 11 lomado nolai da* prn-
po.icoes .mu i i. por esse Sr., em reapoatl a impua-
necio que antes fi/.era ao projeci, latees nao possa
liic.tr em todos os argumento* producidos, e por laso
pede ao honrado meinbro. qie se acaso ol- se es-
quecer de alsuma de snas prepoiicOaa, se digne des-
petUr-lhe a alienen, alim de que pos convenien-
temente responder.
Hi/. mais, que o honrado menturo, a quem se t-
lete, comerou em seu di'curso por exagerar as van-
leiros sele por cenlo de usicar, dalii nao virio essas
vanlagens lio grandes qu o honrado membro au-
tor do ptojeclo phantasiou em seu eulhu-iastni.
Concille li/ 'ii I i. qu mullas oulrai cnnsideracoes mais Iralar della.
poderla ainda expender em favor de suas opiaioes, | guanto a convenlenc
as pallaras deviara sabir, porque as padarias exis-
tentes eram nocivas i saude publica, e assim, eu
eniMi lo que se a cmara rer-oiihere que a infirma-
i;ao e.|uivale a urna proposla, o s* nos legislamos
hre ossa proposla, he materia vencida. Dio se pode
eu n.io de-eubro razlo al-
masque notando a desaltern-a da ca no ponto iuteresse que ella moslra ligar a qoestio. Mo aprsenla novas riloei em favor de sualopini^.
recen enlHtil-ll continuando a discutir, e por isso e alcm disto recontlece que he um monopolio que-
Icriiiina a exposicgo de suai ideas.
A discussa i fica adiada pla hora.
Entra m disctalo os arligos a.l lilivos ofiereci-
dos em'segunda discus-io ao ursaiuenlo municipal.
V'ide o Di'irio de honlem.l
A commissSo de negocios de camarai, a qoem foi
submetlida a pr..posta di cmara municipal, pe-
dindo a derogara do arl. ."> da pojlura addicional,
datada de 1:1 de junhn de 1855. He a commissSo
de parecer, que a postura pode ser approeada,
comprindo manda-la imprimir, para entrar na or-
dem dos trabalhos.
Sala das commisses, '.i de maio de 1857.Dr.
Caelino Xavier l'ereira de BritoReg Barros
Olivcira.
Portara addidona\.
Arl. I. Fica abolido o arl. da postara de 13 de
junbo de IS.V>, que obriga a remoc.lo para os luga-
res nella designados, das padarias existentes no cen-
tro da cidado.
Arl. -_>. As padarias estabelecidas denlro da cicla-
de nao pedirlo em lempo alsum passar, por qoal-
quer Ululo que seja, doi seus acloaes proprietarios,
rer que esso monopolio continu em detrimento de
todos os utros padeiros, e querer que continu esse
privilegio, esse monopolio, nao temporariamente,
como a conslituicao permute, mas vitaliciamente,
emquanlo o padeiros exi-lirem, havendo so urna
e\ceii_io, que he se ellos sollrerem mollas por in-
fracc*o de posturas em que teincidain, uilo posso ad-
inilnr ; mo sei como se reconhace um monopolio,
que elle he deltimenloso a todos os outras concur-
rente, e no eni.inl se quer manler esse monopolio,
uiio lemporariameute, mas por Iota a vida dos ac-
tuaos padeiros. Estas duas cousideraces me lev,un
a votar contra o arligo addilivo.
Agora direi tamhein alguma C0Q.il a respeilo do
oulro arlig aldilivo, que.se refere a privilegio de
me parece frica : se se dissess que uesse servico se
empregavam 10 ou mais pessoas, como soccede com
os padeiros, eolio ainda poderla ler algum peso ;
lio apenas i individuos que nelle se oceupam ; o
peticionario e mais Ires.
Um Sr. Deputado : E quanlos mais se podem
em pregar ?
O Sr. (Hireira : Ouvi dizer que slo era um
privilegio.
Seulures, eu n.lo considero isla como privilegio;
0. -e o he, enlao taniheui foi o contrato das carnes,
que, sudo considerado pela asiemblea geral, eila o
nao julgoe contra a conslituicao do imperio.
Um Sr. Diputado : E qoem contesta'.'
OSr. Qliceira : Se tal contrato fosse nm pri-
vilegio, elle lena sido annullado, a vista da lei do 2K
de agosto de 1830, qoe a manda cunee ter privile-
gio ao descobridor, ou inventor ds orna indostria, e
ao que raelhorar urna descoherla, ou iuveocao.
Sr. S. H'iiritiues : E dahi ?
O Sr. (Hiceira : Segue-se, que, sendo o enn-
n !>r. Theodoro da >'fcat :Vi qoem lee.
I ores :Explique-se.
O Sr. OUreira :--P. e-lau tallando (lo dar,
que nao precia dar rxplicaciles ; ule nae ne rela-
tivo a nenhum des nobres depilados.
I rnho concluido.
O Sr. S Pereirm : Uaremss em entro amen.
O Sr. /lego Barros pp6e- O Sr. I'. Iluplisla proaoaeii-ee em fever das
emendia.
Dala a hora, lira a .liscusio adiada.
O Sr. 'residente marra a orden de dil e levanta
a tesso ai 3 1|. horas da larde.
?an **JLS-
i**iu^,lUil
Con.la-nos que i AseociiCalo Coseanircul leu-
clona farer ama gramil prsca rom t*a learrel> pera
lelearapho, roas para o que far-s mMer a desapr
(ralo do serv ;o dos carros fnebres, igual ao das j priarao do trapiche Pelounnh. Em eardade h em
carnes ver le, n3j pode er considerado privilegio.
Sf. presidente, tenbo oovido diter, que se a a-
seinld-a deferir a pretendo, tora o empresario de
lucrar mais de l0 conloa de reis. A is*o responde-
r) com o halauco da cmara, d qual c mi-i i. que
n anuo finauceiro le IS")" a 1S6, senlo o forne-
catroi fnebres. Eu direi muito piuco, poique a cimento des carrol fnebres para as pessoas, qoe a -
hura esla adianlada, f.iltam pouens dias te sessao. e
eu nao quero nem prolelar os Irahalhos da casa, nem
abusar de sua benigna aliene;! \
A malena de carro, fnebres lem si lo provista
em diversos regulamenlos do cemileri. e sendo isll
inshluic.lo de lio recente data, j ha :l Ires regu-
lamenlos de remilerio, j se lem reformado por 1
islo he, aqielles que como taes eslAo ja inscripto i -e/os o regulamento primitivo, e agora mais urna i
uos livroi da colleela municipal, a oulros possuido- i e quer revogar esse reaulamenlo. txi o artigo .1
res sol pena de serem lechadas.
Art. :l. O pruprietario de padaria aclualmenlo
exilenle denlro da cidale que f.r multado, em se-
gunda reincidencia, por infracroei as posturas mu-
nicip.es, llie nao podera' possuir mais esle cstabe-
leciipentn. que por isso sera' fechado.
Art 1. r'icain rvogadas as diiposijes em con-
trario.
I'aeo da cmara municipal do Recife. em ses-.i
de 29de abril de ISjT.Manoel de Barros llaireto
Francisco Lail Maciel Vianna.
O Sr. Upaminondas de Mello :Sr. presidente,
nilo posso deixar de azer algumas consideracoe* a
respeilo dos dous artigos additivoa, e cm contrario
.sua a !o| c. Comecarei por aquelle que se refera
lamou a lujuria que ss Ihe fizara, i fieracen- uell, das r.ijriras centraes, que al enthusiasmou- as padunas, e leret antes de ludo a intormacaa
ala i..
i que lia em is l'.i/dr. tal ar
, provincia de Pe'- l'">
ne, o mais sepleulrional, e descerni escala geo- empregos pblicos he de esseuria dem.'Cratic
sraphica das oulras provincias da confederarn.
Rotos os iell, o presidente passou os corii(i:ndos
aos escrutadores, que os ibnram e c uilaram os vo
lo*, dos quaes tomaram nota ein duplcala.
Terminada a abertura, as li-las I.rain dadas ao
pr"idonl, que declarou, qoe M. James Baehanaa
e M. John lireck-nlng haviam ambos oolido 174
votos, islo he, mais da melade do numero dos elel-
lores presidenciacs, que he precisamente de 96, e
proclamoo um presdeme e outto vice-presidente
da repblica.
Depais desla proclamarlo, o senado retrase, le-
va-.il i o primeira secretario urna das lisias tomadas
pelos escruiadores e de-Imada aosarhivos senalo-
riae-. Depoii umcomituomeado pelas duas c-
maras, dingio-se a Weallanl, domicilio d- M. Ja-
mes Baehlflia, na Pensilvania. para significar Ihe
officialmente sua nom^ac.!. Un.mi ao vice-presi-
denle, sua eloieo foi-lhe nulificada pur urna sim-
ples visita do senado.
Ummeadepois desta ceremonia leve lugar a da
iii-i.iI|..c.io dns dous magiitrado.. O primeiro pres-
ta juraroenln as roilm do ch"fe da dirle suprema
dos fcsIados-Unidos, e o segundo nasm.losdeum
presidenle i pro leinpore, nouiealo pelo senado,
cuja presidencia perlence por direilo ao vice-prn-
denle da Uaiae.
Depois, 'le vai par i casi, como lodos ns sena-
dores, e o presidente dinge-ie, a carro ou a pe, sem
oulro acoinpaiiliuneiito quo o dos seos amigos, pira
o hotel da presidencia, mas a iCasa-lIranca (While-lliU'e. Ah. he rece-
He lilo ceralmenle admiilido nos Esl.dos-I.'nidos,
que eu vi solicitadores pe urem mui iberiamente o
lunar do contal no Havre pela nica mo quo elle
o occupara.havia ja muilo lempo. Estl motivo pere-
ceu coiiclu.lente, e o antigo cnsul foi demillido.
M. Jame. Ilurhanan nao ars", pois, secundo lodas
as probabilidades, mi um letmo de qualto anuos
oar.aia-ltraura.
Interrngoii-se, no antigo como no novo mundo, o
que hivia a' espirar oa a' temer do novo presidente
M. James Buchanao.
So o futuro resolver' esla questao.
Entretanto ella podera' ser d'anlemilo elucidada
pela mensagrm inaugural de iua entrada em exerci-
cio o pelos conselheiros de que se cercara !
Estos conselheiros darao um enrpo a' seu pensa-
meiitu quo, ale as ultimas dalas, patecia indeciso ou
de propoiito dissimulado. Conhecia-se antes os lio-
inens que elle] quena evitar do que os quu elle que-
ria chamar.
Maque a escull! era para elle urna cousa dif-
finl.
M. James Bachnnaa perlence ao partido deino-
cratico, mas este partido ela' dividido em duas
grandes fracees, a do norle e a do sol, que, de ae-
cordo subre cerlos pontos, nao o est.lo todava sobre
oulros.
Os inleres A d"inocracia do norte, inanofactureira e puritana,
he ao niesmo lomp proleccioiiisla e abolicionista,
no interior, lie aggressiva no exterior, uo qoe res-
paila o Inglalem, sua rival em sus industria, e cen-
rici Cenital, cuja innoxio ella lem mais ,\o que de-
seja, porque lerue ver vallar suas conquistes em pro-
veilo da escravido e em detrimento da rara bran-
ca, adulterada pela muda do Singue indiano e afri-
cano.
A democracia do Mi, agrcola e toleranle, h pelo
contrario, livre-cunbi-la, conserva tora e pacifica ao
par de Uvtaa as potencias que cmmem seus produc-
bido por seu predecesor, que Ihe faz as honras da servidora i respailo de Cuba, do Mlico e da Ame-
rasa, aporta-lhe a mo c sobe a-'seu turno, com sua
familia, urna carruaiiem burg'ia, que o* leva aos
campos o'oode lnlia viudo e como viera. Se mere-
reu bem da patria, a turba o applaude na passa;em.
Tal he a sin recompensa. Se dirigi mal s nego-
cios pblicos, lodos se ealant, E tal he o seu castigo.
.Mas qualqaer que seja o grao le pnpularidade que
tenha adquirido, saudn-se quasi seinpre este ho-
mem, que, se nosoube servir-se com esplendor do
mandato qoe Ihe lora confiado, o resigoou com mo-
destia e prohidade.
t) qoe e*rreve estas linhas Coi leslcmunha de duas
deslas couduccoes e con lucc'S presidenciaes, e ra-
ras vezes lem visto um espcct.culo manir e mais lo-
cadio do que este em sua simpliei-la le. Se a ainni-
ca i faz cortejo ao que chaj, a estima s-goe ordi-
nariamente a que parlo ; porque, na viaa poltica
he mais difcil acabar hem do que cornaca! Iiem.
Jie urna virtude que possuiram e que su tran-mil-
tiram, como urna santa heraur^a lodos os cidariias
que al ao presente preidiram as deslinei da I inflo
Americana. Do me*nio modo que o diaem que elles
fiiram eleiles, seus adver senl nri da malaria lem protesto o sem revolta, do
mesmo modo o dia em que oulro he eleil em seu
lugar, presidenle e vice-presilenle ioclinim-u e re-
tirim-so, sem resistenCII, sem quena. Antes da elei-
c.as iia lula rlenle, oncarnicada. entre os que pro-
curam conservar o poter e os que apiram a' con]
quisla-lo. Pazem-se oraees, surgem agilacfies. Ira-
vam-se combales ; a iii|una e o louvor silo igual-
mente prodigalisados, o outo e alsom is vezes o san-
gue lio igualmente derramados. Mas quando se on-
cerra o escrutinio, ces'a a lula, a tranquilida ie
succede como por eocaiilo ao lumullo. O' vencidos
depoero as armas e reconhecem a auloridade dos
vence lores. O destioo fallou, a larlu cali-SI e obe-
dece.
Esta inu.iam; i a' vi-la, esta lalmlisllo repentina a
vista, esta aobiasli repanlini a' vnnlado do inellior
a vaulagem de semelhanles eslabelerimnlos, esl.i
lonte de atlribuir-lhe essas vantagens |aa Uo alto
grao, mais longe anida de por ellas enthusias-
inar-se.
Pederil enlrar em delalhes minucio'os acerca das
fabiieas eanlraet, mas prescinde desse empenho e
pasiar a encarar a queslao n'um poni de vita
mais elevado.
Concorda, em que alsma ulilidade podar n-
sullar provincia das falnicis ceniraes le assucar,
mas hesua opinio, que essas [abrica se nlo pudem
generalisar na provincia.
O Sr. /. di Hanoi : Consla-me, que em Pcr-
:i uiil.ueo le podem fundar al 50 fabricas cen-
traes.
O orador eutende. que he ccera lo o numero de
50 fibricas centraos, porque na zona adoptada para
o plaulio da canna, muius localidades ha que nao
P dem admitllr o eslibelacimenlo dis fabricas cea-
traes pela Ottloreza do seu tiirau, p<
lula de Bktrida o dilOeoldade
que talvez tres quartaipaitas oa
ii.unliuc n .i admiltam as laliricas cintrao*.
II Sr. t'ranrisro Joan : K porque razio7/
O orador responde, que umi vez que e^as fabri-
cas se nAo podem eslabelecer com VinUgem, so na
as planicies, .onde as estradas se (a/.eni com moila
facilidlde, crande parle da provincia nao uflerece
e-sa facilid.Ue, por s-r innii! uilu-.i. o que tornara
as estradas iniiii caras, razio pela qual entente,
que esse.s fabricas ic no polem generalisar na pro-
vincia.
O Sr. /. da Horro' : E soguc-'C dalii. que as
mais localidades que nao nllererem essas diili.-ul.la-
.los liquem privadas da vaulagem das Uliricas con-
traes
O orador observa, que quer que se e-lalielecam as
fabricas cenlrae-, que quer que se Ibes d alguma
animaran, algum auxilio, mas nao lano qu.into da
e projecto, nlo que se Ihe d esse privilegio, nem
13o poiico se ligue a essa creai;ao a idea de desapro-
piara*.
Ouando a idea da desapropriaco lljulgl quasi
dispensa l de Insistir em suas opiuiSes ja ennlliias,
|ur quanto a seu ver a casa repelle es>a idea, niai
que nlo obstante nchando-se ella apadriuhada cun
urna emenda, que se prometi aproseutir em segun-
da discussilu se v olirigado a anda dizer alguu'a
cousa a respeilo. Essa emenda, restringe a idea de
desapropriaco rcferiudo-se aos terrenos que nilo fa
c.ini falla.
O Sr. /. de Horros : Oue nlo facmn falla,nao,
so aquilea terrenos que desapropriadus um causem
damuo a mauej i din engenhos existeles.
O orador faz notar que nula imagina de mais lato
do que essa emenda.por quinto pode enleuder-ieque
alo facnin falla aos engenhos cerlos e determi-
nados lerrooos um i vez que llie mo fechein as por-
i tai ; nao lliitiii :pie isto se d, nao Ihe parece que
' da emenda s-' pode tirar essa iliaca.
O Sr. /. de Utrrros : Altenda para o rc^piriJo
la emenda.
O espirito, respond o orador, he aquelle que bem
e lilleralmeute su pode collig.r das palaeras ita e-
moiida, nao pode enlrar un pen-amento que levo -
mente seu nobre aulor e gnu vez que da inlerpra-
lacflo da emenda se colliga urna tal idea, c ella de-
feUiosa.pecci n.sle ponto.
Enlenile, que todas as vezes, qoe se nao det um
pe feilo aceordo entre os proprielirios da fabrica
que a cmara municipal acompauboa a uova postu-
ra, revugando a disposcao existente, (li
lllm.e Exm. Sr.Ao onhecimeolo desla c-
mara chegou hoje urna pelicilo dos proprielarios de
padarias existentes no centro desla cidale, allegan-
do que, por nlo termos proposlo, uos termos do art.
3 da le de-J de ootubro de 1831, a revogarao rio
arl. 5 da postura de 1:1 de junho de 1853 que manda
remover os meocionados astablecimentoi pata os
lugares que asngnou, linha sido mderido o reque-
rimenlo que enderecarain anemhla legislativa
proviocial, pedindo a revegacilo da referida postura,
ao menos era esle o pensamento de alguna senhores
diputados que volar un contra a sua pretendi ; e
pedindo-nos propo/.essemos por meio de ou ir pos-
tura a abolicdo do artigo citado. D
Ela primeira parle da mlurmaco di illustri'si-
ma camaia, he a exposicao'tlo que se deu depvisdo
acto da asiembla.
Continua a inf irnnco. lerna a
du regiilaiiienlo do cemileno. 1.1
Por coaseqnencii estabeleee a liherJade do indus-
tria a repeilo de carro-, fnebres.
lia um oulro arlig, que nlo posso adiar agora,
que dispoe lamhem a nspailo da mile ia. Mi- o
attigo addilivo, dando privilegio a um su individuo
ou a una su. corporaca i para o fornecimeutu de
carrol fnebres, lem revogado o regulaineiilo do
ceinueno, c deslroe o ixslema actual. i
f 'mi Sr. Depulado : E vai de en'oulro i cons-
lilui^ao.
O Sr. /-.'. de Mello : Eslabaliee porlanto om
privilegio. Ora, vejamos se conveni, se lia ulilidade
em estabeiecer-se esse privilegio a re.peno dos csr-
ros fonebres. Primeiro, a cas,, me p-i indis qoe en
manifest que ha pposi parle de oulros IndusUio hem de fornecer carros fnebres, e eu nu leio agora
a pelicao assignsda pelos Srs. Jos Piulo, l.mz Agr
e Miguel Estevcs, por ser ella muilo cxlensa.
Eu creio, Sr. presidenle, que na coOCCMlO dos
privilegius mis nilo devenios legislar aitiitraria'oeulo.
porque esla materia de concesslo de privilegios est
previsla pela consliluicido imperio, porqu- a cons-
zeram, a quaulia de I I:(i?'i0>\ deiluzida a soma de
l:i.J.Miii.l, em que unporluu a lava de dez por cen-
lo. que pag.iran a cmara, segundo o regul.imento.
/ m ."sr. Deputado : Em r,ue lempo lenleu es-
s?s unza eonlos ?
O Sr. Oticeira : Ja diaw, que uo ann de 1855
a Isll ; ora, dividido esse rendimonlo por i, vina a
lo-ar a rada um individuo dous coalos e lano mil
rcis.
He ventado, que, felo o contrato com o peticio-
nario, lera elle ..c haver a importancia de lodo esse
rendimonlo.
*las, pergunlarei, quanlo se despender para mon-
tar o estabileeimenlo. em erdem a saiistazcr a todas
as noces-ila les 1 quanto eastari ilepois o seu costeio/
deduzt las as despezas desto, o que licar.i ?
O Sr. M. enrigues : Pouca colisa...
ti Sr. Oliveira : Eslou argumentando com da-
dos olcises, que mo podem ser contestados.
, lia um aparte )
S" reo Mineuto nao he este, aos nobres deputa-
do* incumbe provar.o contrario. Senhores, nisto nao
ha engao ; por quanto, dos carros que conluzero os
cadveres para o cemiteno, turna nota o respectivo
administrador, e a remello a irocurador da cmara,
afim de fce fazer a arreradar.l do impasta pelo* dif-
ferentos individuis empregado* neasi in lostrta. Por-
tant.i ja v a casa, que na so pode dar dolo neuliuin:
o pro tuelo desse serviro he realmente, o que acabei
do demonstrar.
Exilie na casa um requerimenlo din Srs. Agr, e
oulros, em que laeliam a pretenclo do Sr. Qoiatei-
ro, de extraoriinaria, filha da avareza, e prejudicial
iiiuicil depois de eslabelecer I.iht la I de ioduslna, \ a elle*.
admilie excepees, eulre as qoaes diz o se^uinle no I Sr. presidente, tanto a rommissao nao quiz pieju-
^ 'G do art. 170. .la' : | dicar es.es individuos, que mo os oxcluio da com-
Coberlas ou das suas producoes. A le Ibes assignar | >a .se negocio rende muilo, c (Juinleiro otTeroee
um privilegio exclusivo temporario, ote. n li:00l^; oa outnis podem reume-se, e, formando nina
Portanto, he denlro riestas condiees que o poder : companliia, oflereeer maior quaulia. Demais. a dis-
legisiativo pode couceder privilegios, nao po le ir' posico nlo he imperativa, he facultativa ;^a caoiara
alem desta esphera; porlanlo, convem saber se o se ervira .l-lla, se julgar conveniente ; e. caso laca
eslabelecimento de carros fnebres que quer o pe-
licionariOi se esse privilegio comprchende urna in-
veuc.lo, se he urna descaberla sua, se he islo urna
o contrato, e*le na podera produzir elTeito sem
approvacao di presidencia, que, sem dovida nao d^-
ra, se vir que ello coutein clausul:.s prejudicmes ao
Posto que reciiiihecaiu.is [orlilulade de um pro lucfloqui lile porl-n-e; mas creio que iiingui'in I serviro dos particulares, o
tai argumento, e ealejamoa bem i-onvencido- que
UeOiOS em regra, e de ro.itoiiuidade na *
com a le citada de 25 de ..: .*. de sil. coui
com o 5 do arl. III do aclo a.l.iicioiial, porque. que>
confeccioiia-seinos. quer mo uina poslari rehogan-
do oulra, o que importa o memo que filemos q .an-
do informamos sobre a prelencao dos requ-ienles a
assemble eslava no seu direilo deferindo ou inrieG-
tindo o que requereram ; todava Drroel no nos.
parecer ji dado a favor da conservario das padarias
uo interior da ci late,..... a
Agora silo as razes em favor da rcvogacSo. c n-
tiuua a ler.
o e suppondo quede sua reraocao p-de re*ullar
falla ou .iiiniiunc.lo de pao para aba.tecimeulo da
cida le. ou quando menos, caresta desle genero, que
j nao he barato ; alem de que, nos consta que uir.
numero nao pequeo de rinos de padarias ieem di -
clarado a -eus ere tures, qae nao pudendo carr-per
cun as despezas da ramoclo rias mesinas. as facha-
lea pele iflirinative. Bmooussejaencia des-lpaldad
ses a'tigoa da arousliluic.io. o poder coral fez. amo i t ma eos : li queui 'ir.. .-/
le. que he copiada das lea dos p.uzos civilisad*, i/i O yr, i Hieeira : A c .m ira i ,! ir uou favoravfl-
legi.laeao froncezi e mesmo da Ingiez., anule ^- ment o requerimenlo ilo Sr. fjunilciro : dizende,
enuinirim as diuereoies esperes de privilegios v os porem q i-, l lefon licassi elli a:l risada a
casos ein qoe elles devein ser conced los. por em lia.la pobliea o f iriirciinenl. Selle .enlij-.
Iliz. o ai ligo I" da cria de lei de S de agosto de esi.i rc.ligilo arlig ; e pus me parece \nao haver
ls:'' I.''. ra/.i i .iilli 'i-nte narii urna iiiipugnocao Uo forte.
Si osle, os casos em qn se devein conceder pri- Alem disto, eu supponh i que he conveniente i sa-
Vilegios, e comquanto e-la seja geral, s possa dizer i lubridade publica a evi-tencia de um so eslabeleci-
que nao estamos a i.lucios a ella, he Ui lavil oxpli- | monto do carro* fonehres.
cativa di pensameiiio cuu.litucioiial, osla de harino- OSr. M. HenrtqHtt: Eu leho-Ihe ra/.lo...
na com a logislac.lu dos oulros pniSOl, com a dille- I /> r. nirceiru : Me mili conveniente isso, rio
renca que e-la ultima amplia um pouco mais. Mas; que havetem muilos eslablecimenlos iguaes, espa-
a caita de le nao so esl-belece os casos m que se luados pelo centro cidado ; entre lant na cisa se
devein conceder os privilegios, romo a man-ira de os arham alcuns senhores mediros, e elles podero dier
reqoeror e negar, como se v daa disnosigAss seguin-
les. l..
Toda a vez qoe ama industria exisle, he coi.he-
cida c ejercida por diversos, nao *e concede privi-
riam em maio prximo futuro, o quo pude dar lugar legio, e uesse raso osla' a prelencao do que se lr-
a Iguma crise, originada por inlences maliemis quo I la : os carros fnebres acham-se esl.iheleci.1os hl
apjiarecem em lodosos lempos, cujas cuisequeiiei.is
sem convenieiile evitar ; por e.t.i* cnn-iaerace-,
anuimos ao que nos requereram os peticionaros
urgauisando a postura que. iuclusa enviamos a V.
Eic, para que se digne de transmilti la sancc.au
da assembloa provincial com este oeasa olli.-io. En-
tretanto, como a conservacao das potaras mi centro
da cidado, quando seja perunllida como nos parece
justo, eslabelece nina especie da monopolio a favor
de seus proiirietarios, e os colino i em melhores coa*
diees que aquellos, que a* ole podem e-lihelecer
muito lempo, o ate o proprio peliconano ja os leve
para os fornecer ao publico. II que elle reqoer, por
lano, uo esta' as exeepccies que a cousliliiirao
lem eslahelecitlo a respeilo da concesslo de privi-
lecos, e islo me parece safllclente para nao se ap-
provar o artigo addilivo.
o mi as vaulagens, eu peco os nobres riepula-
dos que leiam osla peticiio nioslran lo e verle que
o proprio peticionario nao desenvolved bem assai
vantagens. n.lo as apresentou em ponto de conveu-
cer-nos rie que ellas evistem. o silo verda-
hl, e pan quem o fibrico do po sera miis dispeu-1 detrs vintigeas. Alem di-lo, h ama dispostflo
|>i>. -.-_ iu. > a [i '. nvi 'i? xa "C sv.m---aaa---tt -- -j. u-aw
(os. mas aggressiva a rcpoiio de Cuba c .la- ootrai olril a os agricullores do perimolro comprehend.-
possesses vi/.iuhas que ella ambiciona cm parle, pa- ','" ttbtut, el., nao dar, luteresaes a nen
ra .iiii forlificar -u.,s instiluicdesaervis, em parlo, 5a'0' .*" na ",)le" sub-nlir ; ma emfim aban-
I ,,< i r > 'i ia *_-1 "i i( A du.- i.ii..i.i i .i ii ni i na i ii j> *a
para alu adiar om contra-pe* axleo^flo crcsccule
do norie e do ue--ie, >\ i comecoa a locar ptrigosa-
menic n.i antigo equildinu da* forran confederaidai.
>te i'qinlilirio lio, deuda o presente, destruido pela
aJiinssan rcenle do Miuuesola du Orejan, r mi i es-
lado* hvree.
Taes sao as tendencias oppostas que M James Ba-
chanan deve procurar atiafaier e conciliar, i|uanio
for poulvel. Os estados u*ii infloeDle tata ooiflo *ilu
ordinariamente representados por partes iguaet, em
suas tres siibdivises ^eoi;^ap^lica5. no ssio du i^^>i
uele de Washington.
Mis ha hoje entre e 11 tal divergencia de inlcrei-
ses, quesera impo^sivel tima fus.io, eliivera forro-
-ameule'lescnut'Die*. Obriialo incliuar especialmente para um ou para oulro lado, M. Ja-
mes I.iick hmii, inclinarleba verosiaiilinenle para o
sul, a quo deve sua elei^Ao. Ma* elle, Ii imem do
norte por feu iiasflmenlo e por sua e lonar a ojuesUlo da dempropria^fO, tima ve que
emenda > Tara' a sua apresentarao ein segonda di*-
cassio.
H Sr. /. de Barran : Entila dn' o seu vuto ao
[>rnj;'clo em primeira ditcnssSu
.Nao. diz o ora lor, nio darei o mea \M-> ein pri-
meira dis,"usii, porque comquanto n projecto po*-
-a ser emendado s i segnnda discussAo e lique ine-
no< mal, lodnvia sempre fica mao.
O Sr. /.de /."'irr-j. ; Mu o ludir- iepnla lo
i quer auxiliar eslabelecimento da labrica, logo,
quer Mi* dar alsoma lobvencflo *.'
O orador explica, que nSu lie sua opini;io sob-
venelonar i f-ibrica eeniral de assacar, porm ou-
lro meios ha d* auxilia-la, nfin lito directamente e
que a esse auxilio nao duvidara' prestar o seu
POiOa
Boleada o honrado membro que comquanto os
processofl que actualraenla na provincia *e empre-
diono, pela distancia em q" licam por ouira eircumstanciiii reUhvas ; enifinleraos
ser convenieiile a idea confi&oadfl nos arls. e .'
das ine-ii i-, posturas, porque aa.im C*se pnvile-
1*10 ir pouco a pouco e.lioguindo-se al acabar de
todo, a
Como a lllnitrissima cmara municipal refere-se
aos arls. 1 e :i la postura que prope, p^c a cma-
ra anda a sua atlencao para U'-los.
'( Ai palana- astnbeleeidaf denlro da eidade nao
podero em lempo alj-um passar p -r qua quer titulo
que seja dos seu* artuaes proprielarios, isto he, n-
quelles que como Ues eslaojfl inscriptos nos livros il
colleela municipal a uulros poasoidorefi I pena de
serem fechadas, *
Y. o que di/, o arl. _' ; veamos o :!.
i' (I pruprietario de padaria actualmente existen- '
le dentro da ci-Jade que for multado em secunda '
reincidencia, por infreccOes ns posturas inunicipae,
nao (todera poasuir mata e*le estabeleomeiitOi que
pjr isso Ihe sera fechado, a
A' vista, portanto, Sr. presidente, de lodo quanto
icuhu Ii o, duas questes princi|
reizilimeulo do ceiolterio
Iriosoi foruecedorea de cnrrns fnebres que he a >p-
gninle : a municipalldade cobra urna tata de 1(1
por ce ii lo aubra esses carros de ent-rro, es,< laxa
lem silo receida de lulos os individuos que tem
e*scs esiabelecinenlos ; mas o regulamento m, que
logo qu se eoncloam as obras do eemilerio. cessar.i'
es-a laxa ou sera' iminuila ; 'le maneira que es-
se- ii imana que lern aclu denle concorndo com o
pasamento de-ses Imposto para o acaba meo lo miterio publie >, c Oid poderAo jamis aprovailar a indemnlsacilo. a
coiupeiis.ir o ijue o proprio regulameote Ibes con-
cede.
I. eu m limito aislo, porque hquanlu basta
para -ti-iih ';ir o ineii xnto.
" Sr. Oticeira : Sr, presidente, pouco direi
porque Bchu-ine alguma causa iocommodado. e o
Sr. Epamiuon la le M-llo, leve *i bonda le de facer
a letora do ofllcio da cmara e de oulros papeitn
Te i]i/.mi res[>ei(o aos objecius em discussSO ; pou-
pn lo-me assim est.i traslbo.
O arl. 7. da le provincial de 7 de maio de ISl,
a sua opima respeilo
i S. Sa Olegario :Elles pelerina eembater.
O Sr. t. de fstcerJa :.\s vanlasens de lodo es-
se negocie, quem as r^cebe-M
O Sr. Olirfira :O publico e o emprezario.
fina cor :O* defuntos.
Oulra roz :o publico he quem ha de perder.
O Sr. OftreirU :.Nao perder nada, poique o
emnrpzario ser i obrisado a eumprir lo las ** condi-
ees do contrato ; e, quando na t o faca, ali'uma ve/,
avlTrerd mullas, ,< quenra na su repularAo.
Ku podera apresentar a cJiHiderac.io da casa mais
outr.is arganentos ; porem, restam-uos pouco* das
ele sostaO) e en contlnoando, i'ia prolon^ir a dis-
bes*io : o que nao he de rnmitas inlcncdes ; creio,
que com o que tenbo dito, tica liem ton lamentado
o meu vol ; os nobres ilepultdos que (pm h -I nilo
criterio, bastante amor pelo b-m pnbiico, resol ve
m favoi" los odus-1 rflo o ne. ido, como eoteu ierem ein sua Mbedevla ;
na rerle/.a le que. se eu me pronuncio desla ma-
n-ira, b^ porque eslou convencilo de qoe nlo olien-
do ios parltculasres, e fael um s^rvic ios cofres da
municip-ilida ie, cuja* ren las preci*ain ser ausmen-
tadas. por isso que. como ja dis>e, a cmara wla
comprometlida pira com a ihesourarla provincial ni
plano, que deve ir axa.iic, porqoe a prasa aclo-l nao
otTerece propm<;de par. urna Amo-tmco, e tiiflmef-
cio como o le IVrnambuce, alem de qua o a- tual ie-
lerapho so e-U boin para deposilo a> raalra se
vinagres : se o Sr. Elisiario qaicese influir pra quu
no Linca i do .-r-eiial se coll.>rate mm lel*Tr-pH
que avifss* pelo menos o commerrio d* aaoviaaen-
io do porto, f .na nlo peqoeao *ervii;- atus m que
j se Ihe deve ; porquanio couta-uos existir, neo
nos piuanain K, etn|uecado na asado uaa iVoMn,
que pela experiMiri. qoe lem no enniwciiueuu S-b
navios, sa ach hvliiht* tisimo pira diricir smb salo-
crapho, o Sr. cap lao do porto peueaia dette se u*a-
lisar.
Cunsla-iMs i-ue no trigssmo dis do falloaiuirsi
(. de Joao Vieir. I.tmo, fura oaa alasa suVaantUa uu>
l.orpj Santo, a v-n-a- do bospiul
A i, ora o lermo mais adocirauoi, |
sfiih iriia-Jpara rtrtarem na pello t
io, he o de desfrolavel, sa i
olha corno ella* d-- jam. he desfrolavel : so i
coldam-se em cumnnnionladas, be desfrutasel : su
enlra d-sla ou riaqarlia in-tiieira em UM* salo, su la
dcsie ou daqaalle molo na ra, he SeufrulavH
sali-sUnlivotpsi'rulehe aseo mais gracia** i
tanlivo, he a i. uttanliva irmalu oulro a* sssaa
adj clica* vicinlias t']anug4<,qaaada uao cfmjuifii-
cas liiii-uas ali .m-se as pellrs da humaa)i4aSi aaaa-
colma, quando esUu al\cilnalmeula oesosoa.
Na ra do Arasao el um Irossiedal l*aw.H,
e h"'M assim itraade parle d.t- ruaa da Roa-Viota, al-
somas de Sanio Antonio, c quasi lodo* os l^ceaa 4a
Ii < i o q ie, pon ni, -e ha do faier ? Ha laorta
chuva...
Kinalisanm-se rom o mez de maio ao devoraos
lo Mez. de Mana, em qoe boa ve sai a aMowr |er-
:iuiaci.1, qoer uaa ceoua parlirolares. que eraaa ra*-
corrida*. qoer na* 2fea', erabas ao lnm seuou daa
directores das noile- na* casas pariiculares, e a po-
lica.
i'. '_ !- .10 Sr. obdelecado da freeue/ia d>
Sanio Anlonio, .i .<> man-lc aralur com aaaa tana
de vadlos que -r rene mnie no principia da rnu
da Concordia, uicunmodando a* lamilla* e mais
pesaois que all moram ;e diriciud" minera mu-
nosis a iodos que alli pas*am. Rounnia oa r-sa-
i.m le r i ler va, va loco para a dnraaoja aasaa l. a-
uli ;- :li rilas e escaodalauus das noiles paasada*. tato
com srilaru e rom os termas mais u^jovo* **
[loJecoicb-r. t-l.inoi'e parsada '.10 a couveva-
i;. fui relativa a urna visita fela p-r ello* a nma
le*S s mu uti-s *_ Mili .I- ir- '. 1 llemtilta imisv rs-
nKefeeaus da inuuici- I hdade, minio i>rforrt, e muda t*\l* de pa4Kia
| Fti in o-o i* de 2 em qd> paaa4o pac e||ev usa
indm'i montado -m um animal r.an*a4a, raa
sobre o pobre hoot*m, que linio deram mm ras sil*
roaaa tu r^rz* S< m-n<. nma carca i agraria cuan
lana reeiauefte a imprudencia desaa sacia.
I- i un a ;. ihr-'a's Bi"Hl f" 'Oftpnstt**.
SSff familia do urna cus uu principio* da m^saaa taa.
i : n ; i! i| i- mai- pr.-prin aaoo UeKate
aojas porca-, d< q-ie na ra, imp* ibililando s?%la
mauaira o Iraamtoaai p-iblico.
Cenata que u uama do dia Jm T ora* da
noile na ra .: I|rls, um lal 'i.i ** (x im
runda iusuMo, Isasda a fatiga entrado coa uaaa *a
de urna pul>rc m>ilh*r, e os comportada para -*-
pauca-la, e e nao acoda maila eessle que po-
~ ir.im. Ia|vea pocoaas em execor^to a ^**o mienta;
n,lo apparect>u ne-n in-;i-clor e nem patrulha, ncan
o crime ias)puujt mWu>do a sea bel pinaer vtrlarMoa
dilo suffetlo, *-m nenhorna ave maria de penitencia.
ja eslamo* nole*npodee invadir fura de boro* a
propriedide >l!i'i. para e esp.ncar o* babttanlo* ;
pedimo* mais ao Sr. |>r. MbdHvcedo I ana, quo
lome coi la I o naqoella ma, vit* ello rnica ler ju-
rado vinsar-e em oulra oreaMJe, quando vr^saa
Casal o sea punhal, o que muilo onlira uaquoHu oc-
caslo nao o ira/.-r : el- laclo (ai publicst o la das m
mor.idores presenciaran. Fcil sosa a svudtcaca
delles.
Consta qu- em urna dr*la noiles dea-su um
fado no raminho novo da Soledadu, que veea a ser,
orna mulher meretriz in-ulrou a ama aenhara vtuva,
seuhora honesta e inuil i capas, nlo sondo cata o
primeira ve/ que ella mesma inulla a s*ta vtava, na
enlrelanlo qoo, ; p irrccr. lo o Sno do lugar, este
em ve> de punir a delinqueale. au u fe/.
OS', comituandanlc di corpa de polica reme I
teu-nos .. ei;uitile doromeiil't* a rcp*ilr do ca
pmcaiii-nlo do urzrn d >r. Rimo*, cojo fado r*u-
lilic^mos por nos informar o mmo Sr. Raano, a
quem peoitnns qut-ira Endentar.
lllm. Sr. t"iienlo coronel commandanle.Km
leve a sua pronrla estima, nflo ineoo* que a los ou- ; -''", Opnlai;go do asquear aejam irnperfeilos,
todava .ili.'iiicn I i a riqueza du olo do pmx. atteu-
ileu lo as grandiosa* vtnlagons que dcli*> anda se
podem tirar, estn' persuadido que (telo simples apro-
veilamenio e esculla esclarecida dos (Trenos, a
prodaeco do as-ucar po iros, o impelir de levar muilo longe suas condas-
cen Ifnci is merldionaes*
Se a Ingratldgg uo be nunca urna virio le priva-
da, he alga mas vesos urna virtude puohea. M,
Jame^ Kuchanan, proteger os inleresses dos proprie-
l.rios do escravo*. sem esposar suas paixdes. Elle qm*Pcar na provincia
rara, sohre c*te asaamplo, 0 que f.r legal, e nada '"" to: :~,om melnoramenlo do cultivo 7
mais. Elle te absler de toda intervencao nos desti-1 t.omo os proceros actuaes, nao obstanle im-
nos do K tusas, e -ua DeulraJIdade Banhar esle ler- perfeilos, di o orador, pode obter-se ese fim, e a
numero, le^almeuie exprimuU ao uin dos especia- rilono paca a causa da lber lade, qoe nao lem ne- < -en ver quern lem um lal elemento de riqueza tiio
culo* mais tocanl-s da saeieda le americana e urna cessidadc para Inumphar, seno de ser verda loica-1 prximo, lo fcil de ex lorar, nAu obra nlleciida-
de seusquadros mais caracierisUcos. Elle* respalam mente livie. M- J-*me* liuhanan, mo-lrar-se-ha mente, empreheodendi ja e ja esse mslhoramenlo*
enlacia e al- j partidario d'uma reducro das tarifs, sem ir al
as imperfeicO* dssta civilisacio rudlm<
Zuma* veae* anda selvasem.
He uoia nobreza que Iba he proprio o que Ihe va
leu uina lop^rtoridada Uootsocia sobre a oulras
teuuhlicas du POVO Mundo. No* 7i anuos de e\i*-
Ivncia queja' conii repblica americana, o resil-
lado do escrutinio so urna vez fot o pretexto le unta
sena conleslacAo, emqoaulaj que nao houve lalve no
.Meneo e na America do centro ou do sol, urna so
eleiqSo presidencial que nao tenha sido segal i. doro-
volia ou de osurpacjlo. A disTerenca de carcter e
lixre permuta.
Klle procurar neiociar com a despalilla a com-
pra da tilia de Cuba. s*m ir alo a ameaca.ou -^(<- .i in-
vssflo. Elle lie na liel ao espritu do Manifest d'O
teode. mas repudiar a Icltra dellc. Elle abandona-
ra VValker e seo* ilihu-teiru* a sua pn-pria lurluna.
como o (>'/. M. Franklin l'ierce, e lera de mais que
' *-siea auloridade necessaria para f.izer raetiHcar pe-
| lo senado e iraia lo Ca rondn-Dal as, emendaodo-o
liz-irnmente, em caso le necesaidade. para vlter em
racasvsurge cum ciare/.a da nti.i; (M/ coma |n&laterra na America Cenlral.
faea alo as princ pies indocees que pareco per-
d' .iphda i das
i!lS dous fdCl
K.nquinto sub-istirem nos E*tados-Unilos, e rospeiio do ii.r mi, da parte do pavo e esle re* pe i 11
do dever. da par- I- em ebefes, as Instlluifftes i-
mucratic.is lor o salva', ( deapolumo nasceo da
anirclua, como i '.isurpajilo nascea la revolta. pira
os povo*. IS*in rom,? para os parlicularc*. l obedi-
encia he a primeira e ca da soberana. Se 03 que
coinprehend'in os diren >sdos oulros he que SgbeDl
depender OjUgudo necessitani os leus direilos.
U-sla a proiimlj icio de sua rnnstitoicao, o p'vo
dos Estados Ltu ios nao foi amia chmalo detenove
vosas a eleger seo primeiro maeistrado -a honra de
sabir cadeira presidencial su foi conca lida a guio-
y cidadffo*:
George W ishingloo,
J diii Adams,
Themas Jeflerson.
James Madisson*
Jainei Monroe.
mliUdo tirar deseos anlecedenie* c de 'ii 1 allilu !e
depois de *ua eletcao. Sua poltica lomen urna cor
'-- eccleilimo demoeralieu, d* que serflo exclu las as
cores mm acc liadas d'um e d'oulro polo americano, |Zir ot methorprnenl
U. Duchanan procurar em fian ser nacional antes do
quewecional, como ja sp disse na l'ilmna de
V-ishingloa, i;ne ,,.-, farappello i nenhuBJ dm
homens dos rn loa extremos, mas lalve qae lam-
l*'!!! os ten lia intra ai.
Vamos demais continuar a anilxsc des preronali-
vas, de que esa armada o poder exrc,'l'vo nos E*ta-
doi-| ni los, assim como da* preoauces lomadas con-
tra ello pela roil*|i|ucJ|o. E*le b-lanc 1 da siluacfio
pr-sidoiicial. eaiabdecendo sen activo e seu pasivo,
auafores eaua fraqoesa, permiltira apparecer lud
quauto ella pu le nxodnif de bem ou de mal.
r. Guillardel.
1 / ,t l'ra$e* 1
qooos agricultores da provincia uo comprehendem
e que is vio por a m-rco dos rabrcenles estraogei-
ros, sojeiloa aos eus capricho*.
A opinigo do hnralo membro he que a grandfa
conveniencia dos agricultores da provincia n.Vi esla
em nhlcrern o assuesr 1111:* perfelto, a vaulagem
esta* em obier u produelo liquido n* maior quanli-
dade poasivel o isto com pouco.despendi.
o Sr. /. de Barros :Com um prejui/o enorme.
Mas, dia o orador, se pora aproveilar es-a* p^rtevs
sa ochar inas que consta se p?rdem, he neeessario em-
pre&ar moiot qoaotia de que o lnlere*se que e po-
de lirar desse aproveitamenle>t qaal a vaulagem do
mellioramenl'i dos aparalbos ?
Respindendo a um aparte do honrada Sr. I'ran-
Jo.To em qu? di/., qu; BO n.1 dev>m depra-
que a rienna indci, 0 ob-
serva o illusire ora lor, que sempre nue lo des-
preso desse* melhoramenl is e do einpn dns pro
cessos menos raciunaes, podo tirar um producto li-
qui lo maior, Pile os seguir* com prejmzo dique-
les, l'ergiinla s9 aliids* Ciiucsdido qu- ;s 1 r;-as
eentraesiragam ..* vanlagens que Ihes itlr !>..' o il-
lusire relator da eommiss uro po lem 11< ser es-
tabelecidas songo pelos meioi Indicadas no pro-
jeclo '
O Sr. *'. d? narro* :'. .0 sei. mas e*|n ii o imi-
lla a alii'iider-p nesla materia
nlo malena vencida sobre a qual nao podemos mu
legislar esle auno ; e a .*, lio conhecer se conxem
ou nao esuuetecer esl* monopolio que > cmara mu*
nicpal couhece que existe e que lica -a -lu 1 1 du-
rante a vida dos actuaes proprielarios le pada-
rias.
O Sr. W. Caralcanli :lia urna lerceira ques-
lao : he ser na l-i do orc,iiueuto.
<> Sr. A. i/e ../tf/fj :Qaaoto primeira quesKlo,
eu sou de parecer que he melena vencida, que a
informacao da cmara municipal be uina proposla e
que se ngo exis.is*e, ns nao po lenamos tomar co-
nhecim<*ulo da pealara. [Apeiadoa.
A cmara recunhtce isto, diz que a ma;ieira por-
que fez esla proi)o*la estav-t no* termos da le de -2~>
de oulubro de IS ti e recouherendo i*lo, o cmara
nos remelle e*la proposla para que possamos secun-
da ve decidir della.
O Sr. Vereira dn llrilo :Qj existe e foi r?ppl-
lida.
OSr. i., de Mello :Os padeiros requereram a
esta assembloa que aboliste a postura que os man-
daVI ramnxer do* lugares em que evi>lem, para ou-
lros delerroinadosina Ida po-tura ; nos nao poda-
moa Iralar desse postura senAo mediatil-*, OU prece-
dendo proposta da illustrissim cmara municipal ;
mas a ossombla leglslsindo a respeilo di-lo, toman-
do eonherimeoto do objecto, Indefrio o requerimen-
lo que pedin a revogarjlo da postura, isto lie, re*-ol-
\eu que a postura dexia permanece) em visor, e re-
renda *o cemiteno pouco superior despeas lo e
telo, dUHcilmete podei a cmara sattsfazer ea rsi-
vi la.
Ca Sr. Diputado:Eos6:007 sfle por auno,
ou por urna Vi*/. ?
o Sr. Oliveira;l'ot urna vez ; mas continuan-
lo o empresario a pajr a tixa dos de/, por
cenlo.
O Sr. ../. Cuvairanti :Sao ;\< luvas pela entrega
la chave. [Kisadas.)
O Sr* Oltieira :(limo-disse, nao abu*arei mai*
il 1 boiiJade, e paciencia da ca*a, apreseulando no-
vas raioee, acerca d* objecto ; e passaroi agora a
ii/pr algumas palavraa sobre u oulro artigo addilivo,
qu- trata d i* padarias.
E*ts materia lem sido lanas vece*, e lo Inrga-
Jelermiuou que ttcassem pertencen 1 a esse estsbe4 I l(.nie discolida ne.ta casa, que |a he desnecessario
lecuneiuo ose ires, e lodos os msjs objec-f tocar nelle; mosmo nilo ha mais o que a dia o lar.
o kr. U. Heiiri'/wt :Ju*lamenle.
inip irlanda de mais le .V) cotilos de re *, e endu a sompriniPiiio da Mein de V. S. dinci-rae a ra 4a
a-s, me parece U Uri. <- 04 le provincial de 1 de maio de I MIL
se be ella ou I"6 "ld" '"" edificar o cemilenu publico do Kecife,
iierteutes nej?s*arios para os euR'rrus'e une-
re*.
<) arli^o t. das di*posi( es transitorias do regula*
metilo de 17 de fevereiro de 1851, aulirisanio a
cmara, para que, em quautu o eslalj-le menlo nao
eslixesse 110 caso de poder fornecer os carros fuue-
bres cootralasse com un o>i mais empresarios, e*te
ornecimenlo, o preco laxado, para se evilarem abu-
so* e eitorsftes ; disposicjAo, que fui mantida no aii
* ll do sei^uudo reaulamenlo, de z't de novem-
bro de is'iJ, expedido em xirlu le do arl. t da
lei, de" de m0 do inesmu auno, appareceu, po-
rem o reculamenlo da J de miiho da 18"),, o qual
decloruu ser livre a qnalquer individuo, ou corpoia-
o, eslabelecer carr-i* fnebres, para uso prvalo,
ou para a luga-lo. ; revogando por esli forma um
dos artlgoi essijiicnes da le de 7 de maio, e indo
lambem de encentro as pie a semelhaiite respe!tq,
se observa na corip do imperio, por torea da reso-
lucao da assembla L*eral de .1 de aetembro de IS'II.
fm Sr. Depni-t't-i : 1,1 tal he a dispo-icao do
reoulaiueiilo actual a que se refere ?
(i Sr. Olireiru : A que contera o arl. 31, que
e Ihe podena ser Ina lo per acto espacial dopolr
competente. Portanto, a asscmblea resolvendo quje
c-e servido -?a coiitratad'i pela cmara, como ;m-
leriormente o era, nada m*ij /, do que mandar
O Sr. (Hii-eira :l) nube deputado, que princi-
CrUS du II ci(.', a \ -mi 1 1 do [..rlujor/ Anttmn.
Silva (ampo*.para indagar do faCln acrMida e m
17 do coirenle le que Iraloo a al*JCina Avalla,* o
cerca do *>panrjimenlo q;ie s lera em ana prHa *-
cr.ivu, failo pelo cabo da qaarla rompanhia Alexan-
ilre KrancHca Regs, leauau a declarar que mdaci>nd*
minorio*amonlc acerca esse negocio lai intcina4
do s*^ointe :
Pelo caxeiro dt reforids vende, que. n rcelo can
quesl atu entrara bstanle ebrio c perlinas, a que-
rer derribar (i'oiie *e achava om barril do pata*, o
qut* nesla icc-i.: p.i*ainlo > referido cabo, e pre^m
can lo 1 n 111- acto o etpellira para f**ca cum alcun-.
empurriie-, e que nAo se d'-ra e*pancamenln al
gum,
l'elo iisspeclor lpquarleir.i Joi l'edro d^oNevea,
fui informa lo pela mema maneira, e t*em i>ia pe-
los puaano*, J laqumi Anlonio d* >ilva, Evan.tM
Piulo da Costa, acreecpulaua po-cm, \ a tasn 4>rd-
/ 1 de Malos sobnnh^, Joaquiin t.ard*ro le \leneida
piou a inijMi ;i 1: o srliso, dt* ier receln.lt ; porquanlo. ia havia sido rejeilada a
proposla da COmmiSSflo apresenlada p;n uilra occa-
*io ; e que, seuundu o rogimenlo di ca-a, a maie-
ria, rejeilada n'uma sesso, nao podia reviver-se uo
mesmo auno. Eu ja dis*e o que conviuha a es-c res-
peilo ; a f'UM:im-s."i 1 de nogoeios ** cmaras, a
quera foi retnellidu o primeiro requerum-nlo do*
dono* deseas fabrica*, formulou o seu parecer, depois
de OUVT a cmara, indefenndo a preleiici ; nflo
Be discuti portanto a postura, porqus a pos-
tura para ser discottd.i, era preciso, que primeiro
fosse itnpressa o distribuida, segundo o mesmo resi- Kerrcira da Sil\.1 Ruun
metilo. Ne*a occaao aprescnlei en urna emende,
que se juliou prejudicada pela adopcao do parecer :
ira, personlo, he Islo um projecto 1 N3o ; o que
*e discuta, era ura parecer da curamissao com tim
emetida mmha....
O Sr, Reg Barro* :Que equivala a um pro-
jecto,
0 Sr. OUceira :Entretanto, nao obstanle as ra-
nos em dilo prelo p o insultado com improperio*.
Bou quanto icnlu a honra de levar ao ^a**teci-
mpuio de V. S.
i.biarlel do cnrpn de polica no Parahi/a, :ll de
maio le ISY7.Alfere, Anlsmia Moni/ Tavare*.
Francisco .le Miranda Leal >e*e, m*jr aa-
Isntds Dfdeni le romirando *u,.crinr da suarda
nacional do munipiusa do K-ci*. e al*leles d da
freeuesia le S. Fres l'elro *ion;alve ele. ele.
Atiesto que o p-olo |*raiicico, e*crav de Mannei
pre*o. pelo eabo 4e pulira
solveu, a vala d^ nma ioformagge da cmara, que re-Uluir r cmara o que Ihe p-rlencc
importa nina proposla da mesmi
O Sr. Olireira 11 ura aparte.
o>r. 1-. d- ,1/ello :A camera nao informan o
requennifiil tos uadeirus '.' A ass.'inblea uo inde-
frio esse requerimenlo ".'
OSr. OUceira:Porqoe*?
O Sr.ti.de \te\lo:A cnmmtaio de pastura*
O >r. Anl uno Keniardo Quinteiro dirgo-ao a
esta assembla, oiTerecudo-se para fazer o servico
dos carro* fnebres por lempo de tu anuo*, dan!
pira i- cofres motiiciiMoa a quantia de (iMi'tfi-m i,
e "ijeii :ndo-*e a *a reculameolo do cemiteno.
Ouvida a cmara municipal a respeilo de lal pr-
po-ta ; ma*, a pear di>io, a c u.;m ,. formulou e
eu parecer, 11S0 coirn pretendenle quera, porin
1
o controh
5n* 1
coto o que
co meio quo prenlem -11 so oiT<*rece, r cu aempre eram prejudiriaes .1 saude publica, e a
ouvi dizer, que un* vai a um loma lo que dona le
darei. o
O orador, responde que nao semina creaCSo de
que trata u projectu mais do que uina experiencia,
deu om par cer indefriudo o reqoermenlo ios ps- leu'.io, informea e!la q ie Julg*vt vanUjosa a pra-
deiros, porqoe ronsideroo que a informacao qua Ii-,
nha vin lo la cunara, importava nma proposla ao-
bre a po-lura e p irl to que a is* rmbl 1 ; ha >-
gilar sobre a remocao ou nflo rem efl dos m; i-
r'*: ae a assembla nilo enleu lesse asim, ella n.o
Linaria inlic ;*in nle de--a re :i nil 1 ou nao v rn i-
ro de padaria*. -lias ns pa l**ir pediram a r*\o-
arflo de posturas e a assembla disse n" > 1 1
remos qaa ge revogne a postura, mis qaeremos que
ella subsista, isto lie, que o* senbores seiam doren-
tro da rida le para os lugares determinados. "
Sr. Olireira Nflo tomou coohecimealo, por-
qoe t.10 \.nlis) em termo-.
i v... ,i- ,; ,i, \ lo lia (al, o 1 re .'. i 1 -
defiri a preiencjlo, porque e-*c* est^belp^uneiiio*
O *'*". oUmra :Esse ap.irle de nada vale.
11 >r. Pereirade tirito ;Val de ludo.
o m*. rjliceira :Eniflo, o que se le om 1 \ct.
nao -e po le reformar '{
O Sr. Itego Horros .Km lao pouco* das '
11 nflo poda ser a imitu lo no orcen, inln mutile pal, .1
vista do leximento do ra*.i ; mas o qo** este prohi-
be he, que s a limitara 110 ornamento pcoxincial
.1 >rC Llbvl I' U 0/0 in.....
qu o Im fid 1, \u ntu I ausS* no
1 as Martin
bu quer qae e um a
o;n a clan- ila -le ser
un quem melh ira* 1 -
.. fu -1 de aecoi )
. 1 lenll" :s a ca-a rn re< Ii l lo
1 roinpoteucia, a proinovendo-*e
nenio da* rendas d > mumcipali la le.
c un ello,
ss *, para que
- tbre preten-
fran lo salvia
ni!:ein o an .-
ipoiadosj
.-i sMer h'A- nd^r eos duoos las padarias, seja
da 1 -: d rw" 1 :i lempo.
Senhores, qoe a pro| rsu do pelici-inaro nteres* I OSr./Vi ira de BrUo ;33as, se a c.;-a nao
*a mulo a* cofres da municipalidad?, n.'.o re*U quer alien led -...
dovida. Sao anotados O Sr. Oliinra ;Quem nao qcr b? o no!)rede-
A cmara esda comprometlida ara r ma llipsoura. putad e oulro*.
ca pro. ni. isl na qiiautd 4 man de."iO cont* d
11.-
hi
embica 1 -
gilou ueste sentida, porque considero a 1 informa-
(flo dada p"!a cmara como nina proposla.
o Sr. Oliveira : Nflo loi essa a rasao*
O Sr. E. de Mello : l>im que a a^-embb-d lo-
Ke a c.isa.
t --. Oticeira Nflo unlrarei lambem na ques*
iSo le considerar-se como monopolio e permanen-
cia 1 padariaj denlro da cidide-
lia um apaile.
As vezes ni redaccld ailera-se o sentido daquillo.
preju nca aoi demais cida lao*, que tambera se ce* (jue se deliberou.
cupatu uesse trabalbo. Mas, senhores, ola razo | 1 m >r. Oepula :A que vem is*o .'
1 ii *%M :t
, :;o p (ue nflo pudi'rTwflii cedo ser piga, mienj-
; 'i:i 11 ion liin^ido ordinario o p*lab>>l|*c;meulo.
,i;/'Mii is miiif-s iiepuUuo*, que impuenam o are
It;. qoe 1 proposla vai revogar o renlamentH e
neis nr l.m \jkvr i -. lio, l mn F. Jaci*m*.
M moel 1 quim aaudAe ie M -c na,
\\ m 1 : i nk!i'. s 1 1 h laes-
I 1, M o'-l Pialo -i- i'.Ai\ 1, M a Jo-c M"
1 -, Mii Orno l'ereira las un*.
.1'

-

PUfO-

\ .-eri.li. Ii latean .-|-, i
r'i.:1i) lima emeii-la nH.rn4i l- r.r.i ff'.'S
I. 11. .',7. qoe rrea m eapestl 'le O***** *"" '""
a-oeiia. sendo por lim arajait. aJ|-lasl. <^sa
ementa cm lerceira di u-.ln.
Approvoo lamliem en. Ierren di-ra
I tu n. 17, qae julga iiin Jireilc a i

r.iimiMiiilaiite da gaar la desla frezeeiia, e i-.r aai-
nli ord.nl, 111 da 17 du rnrrenlc e rrrolaMt. a raa
de delinri... d'.in le l.i aaMe M da IS a mMancia,
de -eu Haber, o (Ara por elmilade e ini.lli. e a*e
s.illreu espanrariieiiln.
Itenfe, 21. .1" mam .le |Xi7.O ,ubIrlrsadn,
Freneiseo il Mir.ni.la I eal Se*.,
R.larodoa passacair.a i|oc vieram lar'. /oes que se e\pendcram, I assemtila resolveu, pur v.in r I-.i-r...... !. MariaK .i vnlacSO, que de dovo se poda tralar da m,i- l.alei/a res Sanio. Calla.., K*^a dos >nl. I^Ma-
icria. -i.., Jan i Rosa des "-mi., i.ail.l... I >.. Joa.ami
OSr. W. Ilimlqtus :E ja resolveu, porreta- lltesHibeiro.-ia >enl,or., un,. Iiiha. de c^vava-.
r 11, que deviiin -j .ir a. padarias.
AsSasnla llen-i
ii. i: h .. ,i
\..|u:i i. l'aul I ival. arli 4c I
.1 lo, \lil HS I erim. !e TnSMP' .
doas esrravos, .latan a isaill i mc do. .( i
c ora esrrave, taloni, lelrn I erren i l.iraa. \
Jos Vieiri. Clrroeali Aatadalle Basaaa, I le.nsn
lioncalves Vateal, Frasmar. \i i uno remande.
I ii i.i-.i l'ii.lv i .. le sen i. I ir entuna iin.>n. da
lama Martina, Ji I / le I i r Isjal Xaloni*
M- que ii.i.i oi.un respeilo .i rni'Ue il.pe- RodriBuea Boo-sn. J..... I.au Pereira I i, salvo .,-.nii'liversmpi.r r.ini.ii!.irn.ir Rever Hi* da Silva. Jes lem adrada Rerha. Ma .
, :: i refirmar reeoliruei.los, ele. Alem .1- poder "les r ,i di i mate municipal o un ga em qoes-
lao, li-ln pur ii.... luiver mais lempo pira se diieaUr
a pealara era ->' i > separa lo : e para que, se a aa-
i aanfjSawjBs,
MUTILADO

ILEGIVEL


r>iMm) ubihnamhuco TRnr.^ isr des |c o da que i omplelarem 12 muios de serve..' o i da l< en o que -. r.ein >,. publico ,i repul... e un mi, -.;=. --11i ... ,,:,,, .1,.,,........,. ia
protes-or-* de in*lrucc;ao primarla
1,it-.,o,lo imii leneiro diacuseaoo projeeto O. 39.
qui' elexa .1 l:iliK)?(KKI i*, o ordenado '!<> profetior !
sur le do collegto dos orphgoe, oraran) os senhores
\l na Manriques.' .Min.nl Cavalcanti, Sa Pereira e
lioncalves Gaiinaraes, elu approvado coa ss emen-
da-, licaii i.i linda estas dependentes Je segands dis-
en**3o.
Couiinuando n.i lafoeira discosio do projerio do
"remenlo, oraraui M puliere* Franeucji, JoaO Ig-
un 1 iIh Barrad Sonsa Carvalho e Uauoul Caval-
canll, Beando adiada.
A ordem do da lie menina.
Oi'UDu.Uikr I .
colonisacaO" africana.
Artigo I to
ijuandn apresentei a' ..-embica le:iililia pr.iv 111-
Cial o meu projtclo do representaran a' a.*eml>l<'*
acial leaislaliva, acerca dn coloni*ae,ao africana, es-
lava bem longo do pensar que minhas humildes
idaa mereceran ai honras de seren diseulides n
talo secreta. Eslava peituadiilo, econlinuo a es-
lar, que es*as ideas nAo envolvan) o menor perico,
qoalquer que fo*se o lodo por onde si as quizes*e
encarar ; mas como qner que a assembla im sua
aabsdoria resolvesse o contrario, cumpria submetter-
me I essa deci-.lo.
Enlrelanln, ames de se lomar a resolncao de se
discutir a mocao fui ie*sao secreta, ileclarei em un
dos ii-ii- discursos, que, embora isso aconlecesse, eu
11A0 (cava inhibido de reduzir a arliaos os raeus
pen-amenios e publica-los como bem enleudesse. O
ni" 1 dever como dapulado, e a minha honra como
hoinem, me prohiben) de revelar oa episodio* da sos-
lio secreta ; mas na qualidade de cidadfto, que mul-
lo deseja a prosperidad! de sea paiz, vou usar do
meu direiln, publicando minha* ideas, nAo por es-
pirito de vaidade ou fofo orgulho, mis IAo lmenle
domo un estimulo sos lameos pensadores, para que
dolein ao nosso belh psiz coin ideas masaprove-
laveis em materia IAo importante, da qual depende
11 seu futuro btiu MUr, Tcnlo sido publicada a
minha inocuo na parle noticiosa do Diario de Per-
'mrnburt de 22 de abril, roso aos leilores que .a qui-
zerem eamiiiar, que te remoulein ao numero detse
da, poni de parle os erros ypographicos, que le-
rao de encontrar,
Arliao II.
O ohjeclo da morao pode ser encarado por Ires
faces diilerentes, 111 ,s conllevas entre si: primeira
pelo lado polilico ; seffunda pelo lado toeat\ moral
e reilfiOSO ; terreira pelo lado de >aqulilidade.
IVIo lado polilico. nAo vejo senSo a cunciliarao
dos iuleresset do paiz curr, o curapriraenlo d .- Ira-
tadns que temos com a Inglaterra ; nAo vejo senau o
fomento da sericultura, que, a falta de bracos, vai
necessariaraenle cshir n'omabysmn, e a manolenc.ao
da dijnidade do paiz, ja' tamas vezes calcada aos
pes pelo eslraneeiro para nos obriaar a cumprlr nos-
sa* *,dirimes prurncsias.
II 1 trisle a lembranc.a destes fados, mas elles sao
moilo recentes, e nAo podem fcilmente ter esque-
cidos. He verdade que nacAo mxihuma culpa tem
que os governoa se decUremimpoleulepara residirs
eiiKencias, algunas vezes eiaerada,rtogoverno m-
clez, nern a na^Ao in&leza tem culpa das violencias,
alsumas vezes commetlidas pelo aoverno, nem a na-
fta brasileira deve ter responsavel pela falla de com-
priniento dos tratados, e menos anula pela fraque/a
que o Roverno brasileiro lem ostentado perante as
viiih-neiai do governo inglti. A 113530 mgleza e a
n n;ii brasileira eslao hoja Usadas por lachos muilo
etlreilos, que Ihes devein garantir urna paz duravel:
sao os lai.-os do commercio, A nacAo insleza lem ne-
1 ,idane de aonliar a nacAo brasileira em sua a-
-i iculliira porque he dessa aerieullura que a In-
glaterra lira grande parle de producios para o
sen consumo em troco de suis manufacturas.
Resta que os governo* injlez e brasileiro se dei-
"in de desconiiaofaa, e que se deem as mAos em
otilidade propria.
O Brasil nao poderia de modo aleum sosten-
lar o commercio, ja nAo digo de ulras nacoes, mas
IAo smenlo o inglez, te por venlura a sua "agricul-
tura por qualquer circumslancia baque.sse, porque
nAo endo paiz manufaclureiro, como os Eslados
I nidos do Norte, nAo poderia saliifazer os compro-
missos commercues. Entretanto, sendo' dolado de
urna ferlilidade prodigiosa, s precisa de bracos para
desenvolver toas riqaeza*, e he isso o que pede a
indiear-Ao que faz o objocto desle escriplo.
Pelo lado poltico se deva encarar isualmenle a
iliv-i sid.ide das racas oo antasouismo de ires.
Ej direi que o antos'Uisino das cores uao exitli-
ria se por venlura nunca live-se havtde a cscravido
da rasa preta. O preconctilo que etisleenlre os ho-
niens de cr, o os humen* da raja hranca he liosa-
mente devida escravidAo da ra?a prela ; se nao
fi.sse isso a isuahlade dos hnmens s-ria urna raalid i-
de, ea onic.i distincflo, que haveria. seria IAo -
mente a do l,lento,virtudes e merecimenlo. Anda
aisim os esladislas inais proeminenli-s tem despreza-
di os preeouceitns de raras, e proclamado o oriuci-
pio do mererimenlo ; e a nnssa saina eonstitoicAo,
que para mim he om padrao das nos-as glorias, qge
para mjm he orna producjAo IAo sublime que sn
enconlra superiuridade no evan^elho, cuusagra
principio do merecunenlo, virlude* e talento' como
o eso miia poderoso que deve lisiar o povo braiileiro
em urna -n familia aem dislineeSi .I rais p Je cArea,
I de mudo que tanto pode ser depulado, seuador, mi-
nistro ele., o lioinem branco, com > oulro qualquer
que esleja no co/.o dos direitos cnusacrad is na mes-
ma conslituiijAo ; linio pode ser barao, vi'cun le, con-
de, ou marqaez o homem branco como o hamem de
qualquer cr, a*sim estejam elles as eoodifoes e\n-
rad s na consliluitao. Iloje o anlaaonisinodas ra-
eas he looilo menor, do que no principio de nona
vmincipacAo poltica, e essa iliminuicAo ira com o
le:npo coulinuandoal que de lodo ha de acabar.
A emancipaego dos escravos, hade produrir esse
resollado iufallivelmeule em urna cpnra mais ou
mema temla, a geranio que virr.depois de acaba-
da inleiramenle a escravidAo.se lemlrar menos dcs-
ses preconceilos, do que a geranio coolemporanea,
e ain la menos aquellas qae se sesuirem ate que de
lo lo BiDgaMn se lembre mai* disso, seuAo para acu-
sar as Eeracdes passadss desa nodo, com que man-
charan! o genero humano As*im aconleceu com a
escravidAo da senle branca na Europa ; assim acon-
leceu com a escraviilA" dos indios na America, a-
siin aconleceu no Brasil ; e seja-me permltidolem-
hrar um fado bem saliente dests provincia, d'onde
n sexto neta de urna india escriva, chegnu a oceupar
a mai* brillante poslcao Quero fallar do grande
Marque*- de Pombal, que lanta gloria den a Poilu-
Kal, e que lano fez em prol da liberdade dos in-
dios, e da prosperidade do Brasil.
Etistem no imperio, familia* imprtanles, e res-
peilaveis pelo sea numero, forlom e posicAo. qae
sendo descendentes de indio>,outr'ora ettravot, nin-
gaem boje dsso se lemhra. senAo para prestar-lhei
o respeilo e a con*i1eracAo de que sAo merece-
d' ras.
0 rnesmo se d com aquellas que s,io originarias de
rara prela.
NAo devemos.nois,temer o anlasomsino da* raras,
m rmeule se podernos eonaeenir acabir com a es-
craviilA', de um modo vaotajoao para a loeiodade. c
para os particulares.
Com a adoprAo di medida propcsla (levemos espe-
rar lano a grelido doicolonoi reun la* pela nossa
pliilantropia, como com a dos e*.-r iva* h! erladoa por
nossa livre vonlad. Alm dissu.oa colon, s africanos
lerSo o orsalho de haverem eoncorrido rom 01 *cu
-ervieo* para a liberdade de *eus rmao* captivo*. ; e
estes de soa parle nAo se esqueceriio do immcnso
beaMCio, que diqulles reenheram ; e un* e uniros
no* ulharAo, nAo cuino InimROt, mas mam *< us re-
demplores. O que he preciso he que se nao des| reee
a sue e iucac.lo moral e religiosa, e que s-^ Ibes
cni oinzacoes, de sorle que elles Dio possam exigir mai*
< o que devein, e nem Irabnllnr mai* de que po lem.
'lo Iralamenlo qae se Ihcs der he que depende a'sua
alisfacAo ; e loso que elle* vivam alisreitos, mi 1 de-
emos temar cousa ilgnma.
____ Esa es-as ra/nes nAo bailimn para arredar dos
ispirilos limoraloa loda a detconfianfa do perieo, que
llies suaaere o intagonitmodasrac^.bittara^foaiieate
lembrar-lhes que as snhlevaroes" don prclos que ale
hoje lem hsvido 110* paizes, onde existe a rara prela,
nAo sAo occasiouartos pelo antagonismo das raca, e
,im pelo amor da liberdade, que lio allu falla no ro-
raQAo do homem ; e laulo isso he assim que na ilha
deS. Domneos, depois de ler (isigado a lenivel su-
IdevaeAo, que lodos no* sabemos, nan Uve rain o*
pretos repugnancia de aleger um homem brancu para
i;overua-los como re.
Isso prova sem dovida alsuma que o* prelos n,ii
:onsagram oaersa a rae branca, pelo fado de ser
hranca, mas sim pelo fado de haver esla allantado
contra a sua liberdade, d'onde se seoue que urna
vez concedida a liberdade da raca prela, nunca
man Mlailra' sublevarao de rara contra rara.
Se poremacuilccesse o que n'eao com lodo' o fun-
damento moral e histrico que os colonos africa-
nos unidos aos libarlos tenia*.em sublevar-se Mk,
somante por amor da rar.<, poderia ser duvidoso o
resultado contra el'.es, ltenlo o aeu numero em
relaeo au dos cidadAo* e Mtrangeiroa que evi-iem
no paiz *
ripal -.\
sramma da imlicac-Ao. n numero doa colon s .era
apeo.-* o duplo do t'i eacravoi exislentaa ora r.il-
rulin lae mi um milhld o num 1.1 doa esrravos
1 leal* mal Iproximado da venla.l.. en raiAo da
ectaaeto do IraSco, di mu limitada fecnnlidade
dan uiuPe'r.s oseravas, i!i mor" premalara i1 -
rravo* mi eouttqq mcil dos vieio* e do man rgimen
dos proprtri.icni., e igualmente em rr.zio da : ir-
landa le oeeaaj 1.; ida poli epi lemi ia, .l^u:,. aun .1
e-la (i rl- ni claro que o num ro lolal s-r.i 1 Ires
milito:, que nAo podem competir com oilo ou r'e,-.
laiilio.-.. .1*' cidadlus d ontrai ri'.cas.
Vi.-iu dtssq, a inlrad mao (|Us colono* nao se faz
. ehofre ; itlo li, nAo Inlroduaem em \
n.....Ion* inilhoea de colonos, e ao mesmo pawo
que He* vAo sen Jo importados, a migrifau euro
pa ha de seguir o -en corsa, de moda, que quand
1 .ni, mina .:i- eui lo o lim a qae 'ie dlinad a ro-
loni*.icau 11 111. a popnlarao branca lera aus-
tt-.-.t t "ni una ;i-';i,>reao espanlma.
I' rl ilo.qaalq 1er ve .eji a face polilic :. ; irqm
'* >"' '" ; 1 I aramenle que ella nao
eovolve liguen perit 1 pa 10 paiz.
L)i. Sabino Olegario l.u Iseri
' 'jiitiinm.
1 ..- ie-p itaveis, que, man, t. ie n,ni nem, pre
eisairt tl.-l! i |. ira poder exerce' a ana prcdi*s.io ; f)
rom l.H.ir ,os boaloa que -o I' ai e*pallia>ia arerca
do colleglu ilaa orphAas e da> p< >- que tujuriis.
simami :.ie .-e lem q,i ri lo envolver n -.a negocio,
alta* da maior importancia, e o dual n1 .i, ,,, .,,-
ir para tliema de anuo- de gaXelus, le :i,ia depon
que seu* ti laclore' e-iive. em conv.....-ido. ,1,1 eiac-
UdSo 111 alcance delles, para eul.la po lerem ei| 0. .1
censara a eifcra(la publica, alia* em tal caso bem
merecida, quetu quer que foise o aulur de Mtnelhan-
le iiif.iini.i-.
^Ao lean comludo acoiileeido ainiui, e a rediecAo
de certas jornaes, que alias nAo queremos loppor
prevenidos de nis vunlade, lem envolvido petsois
que peu.amaa que iieiihaina p re leu.......'.....
r ". qualqusr que seja I qaalijadu va e lon-.io
delle.
O/ornaieto Comoidrco, fallando uessu iconte-
ciuiento., envolve o nome. alias io di-no .le re-pai
toe ICaUmanlo Jo meneo dasorphAas, peatoa Ule.
inenle eoooailuaila nesla c iade, e q.1,1 terlan"ule
nao merece IAo arand- c 1-I1-... romo teja a ejilosi-I
1.A0 de um nome respeil.vel ." ridiculo tu poh ico.
k. como *e i.tu nao lo*. sulli 1 nlc.vcn um ,11 -ti. 1
de fundo du-tuerai 1'ernambii'ann uidimlaiido ich
senhores Ptlanaa*. Em qu- -e fundara' o illu'lr '
re Helor para fazer senielhanle areuicilu '.' lera' S.,'
S. aleuma prova ou mismo algara fundamento pura 1
anllenos com prohahilidade atreverse llanto?
Suppomos que no fim das lndagl$Qaa os nomei dos |
mdicos slnrao illibados de qualquer maiiclia por
menor que seja, e entilo como {tetrao 0> enhorca
que com lana leviaudade eipem ao jnizo do puldi-
o uomet reipeilaveis, e al aqoi ifent< s de loda a
mancha.
Pilo amor da Dos pedimos aos senhores redado-
res dos supractla tus jornaes, qae se lembrem qae a
honra e a repularAo de um medico he t.lo delicada,
IAo susceplivel, como a de urna danzella ou a de urna
senbora casada, que p,le-se manchar com minia fa-
eilidide ; mas nAo he com a mama fanli la.le que
se apagam etaaa manchaa : depois deltas m|ires.as,
bom diHicil ou impossivel he de*lrui-las : pudnno.
a Ss. Si. que em negucia IAo delicado, IAo, imporlan-
le, que leuhain um punco de paciencia, e espartm
pelo resultado das indacaces, a que com tanto vigor
consta, que se Ma' proceden I" por parle do gover-
no, e depois de eoulieci.lo* os ajenies de lae* torpe-
zas, ejaiu elles cxposlos com lodo o rigor ao estig-
ma puiihco : mas 11A0 se comprometa a reputadlo
de qu6in qoer que seja sem mats nem ao menos, s
por escrever ou por desacreditar com este ou aqoel-
le lim : urna repula^Ao, meus illnslres senhores,
cusa uiuiia a adiumr-se, porm perde se n'um ins-
lanle.
i.iuciram, senhores rodadores, dar insereno a estas
toscas hulla* do seo comanle leilor
OJuslus.
iu r.
1 .1-
que l.\.. em ,. .,:,,, ,,,, ; 1: ,,| r ,_ 1 -,,,
.un : nao Ihe d u um, d-lhe Ires, para ver*se elle
e mi : do Si. Enverno a eseeocAo d,. 1 llrenda.
I'eo nos livre que fique iita tn vote sendo 13o pe-
quea coasa! I u :a he f iril para u -ni Carece que
o grafmetro do guvtniu apona n rumo do sul !
\ eremos.
Aden-, ale .1 nutra vida, ilepois do I dr junlio.
O Calmante.
i&vt- eudai5.
:I0
O QUE VA1 POB r.dl.VNNAAOS
DE MAIO.
1.1:1 tinii'iin a* i'i.u-, ,-. mas ain la Maim oa igricalis
se queiiam, dizendo. que por mullo que chova ja-
mis scrAo compensados dos danos cansados pelo ve-
rao do principio do auno. SAo mis iris os la.s asn-
elas, nunca se farlam d'agua Eiitratanto que. seas
eliuv.is ranea constintea, nAo poderiam imanhar o
preparar a Ierra pira a nova plaularao, nem Ulvez
podes*em colher loda a safra. Elle* l se enlendam;
parece que chorain por cosame !
Por agora leraos o prizer Je nao registar mais il-
gam assassinalo, tentativa, roubo, ou farimeolo ara-
ve ;e apenai Jaremos conla de um ferimenlo le\,'
pralirado na cabrea de pnhre mullicr, que se ipre-
senlou 110 jury pediudo ao l)r. joiz de ,lireilo jnstira
contra osea a"oresor. OHDgae lile corra pelorot-
O digno presidente do Iribunal a maudou e.prs-
Sis. niactore*.Anda nina val recorro s co-
lamoai da sua bem couoeituada folha, para nuliriar
10 -111 leitores urna nova phaie dessa inalfada a
.o lio da direccJH geral da e-trala de ferro d'A-
aua-Preta, aa qual tenho lulado so/inho o sem am-
paro em pro na verdade, contra nina mullida > de
tule -. a lernvi I ferca dos fado* con-nmadn*.
.' 1 di 1 Jii do pastado achava-medoenlede cama na
praia de l'aman lar, quan lo a* onza huras da mul
re.elio un nfficio do eiiii-nheiro do toverno junto.1
eonipanliia da etlradn de ferro, avisar lo-roe que no
.....mo 1 ,111110*0 para dar ao Sr. I!. Lana, engenheiro da
esli : 1 i- 11. Polro 11 em commissAo di goveruo
imperial, us precisos esclarecimeilloi arena da mu-
danea que eu llulia propoto na .lirecrAo da estrada
de ierro deata provincia e acompanlta-lo ilAgoi-
l'rela lli-lnu da iik-iii i capa, viuhaa seeuinte car-
la ou olli- io 1I0 Sr. I.ane:
Parnambuco 21 de abril de ISj".
IMm. Sr.leudo eheaado aqu em rommi-.ao do
governo imperial para examioar a estrada de ferro
de Peroamboco, lenhu a honra informar-lhe que
um dos objeclnt da minha commissao he invesligar
uti.a propoiti fetla por V. S., para alterar a direc
cao da Jila estrada, e por isso pero-lhe o favor de
me dar tanlo antes as piamos, s'errfic*, orramen-
los e quaesqu-r uniros nclarecimenlot. sobre os
qoae* \. .s. tenha bastado aquella propoUi.
Soa de V. S. muilo obrigado.M. I.ane.Illm.
sr. Mllel.
aviso chegava larde, e por oulro lado nao po-
da levaolar-me da cama todava, loso qae o dia
amanheteu, mandel a toda prdaaa um dos meu.
empregados ao II... formato para levar ao Sr. I.ane
os esclarecimoulii* que pule reunir, e servir-lh
aula, porcio ni 1 ,, pa
Prela.
Poucus das depois voltel para o Reoie, e inda-
gando o caminho que segnlra o Sr. Lae na sua
vtagein para o sul, -oulie com espanto que nAo se-
guir de modo aleum a direeeo que viuha indicada
no iarto. Je J(i .|e jiillm de ls',li e U de Janeiro
do carrele anua, e alravetaari do Serinhiem ao
Una pelo meio .la regtSo moutanhosa que cerca a
eidadi do Kio Pormotu ; por uso entend que era
preciso novo exime, procurei o Sr. I.ane, propuz-
Iha nava eveorsao n.ira o sol
de
lado e seguir para Agoi-
' 1 1 iro a |ui I .i., a ... I.-:.1 j,...,!,;.' ,........ii.. .,
'!:i :-; I........ir a r.'.po.l.i .| 1 '.-. diana Je un 11.
0 .le iu -i, carcter, .".luiio emborao Sr. Alvaro cun
toJoodatf rmenlo l.uice-r.ie iiipi.i.i- a inAus chelas,
'o 1.1.1 o acompanhei nesii lerreuo.
Sou, .enii r.* ridaelores el.-, ele.
Itecilo I dejunhn de ISY7.
O paire AfoTfal Ijtpei de Slqueira.
III111. e Hvai. Sr. Mared Lopes .:e Siqoeira.
Parli-ipo a V. Kvm. que o vigailo Francisro Pedro,
querendo so-lenlar a miseravel lamilla, que irgoiu
contra V. Kvm. na carta que dirigi ao Etin. Sr.
Sergio, e nao ochando, enlra a* pessuas impareiaes
quem se quizes-e preslar a semrlhaole infamia, re-
corren ai>- .ou. htimigoa, a aqoellea mesmos, que
lem ajodada ao 1 al vigario a nerseglaV-lp.e alHrmstn-
11. qae laiuhin .e presin a i-so o meu degenerado
irinflo Alvaro ; mas nao admiro porque { com ma
coa o dieo lendo elle lornado-se Inimigo de todas
a< aiil.uida le-, nflo t do termo como da comarca,
eomejando desde ojun de direiln ai o ullimo ins-
peetor da quarterAo, lendo elle tornado-se InimiRo
.le lodos, de oulrai provincias, qae aqu tem residi-
do, leudo elle mellido a Jiscodia entre seu* proprios
pranles, de cuj maior parle he inimigo rmeorro*o,
leudo mellido a .liscor.lia enlra a familia de V. Itvui.
h o- uoiiiiis prenles que anida o cenam, nlo ohs-
1 me os esfiirro* que V. Kvm fez paran harmofliair,
leudo melliJo .. discordia eulre sen* prop-10* rmAos,
porqae nio lie detconheridi a peraegui;aa que elle
me lem feilo a maneira de liaim, e muilo pnucipal-
menfe depois qae leve a lourura de supiior. que eu
linia eoncorrido para sua demisaao ; nao era muilo
que depois de ludo isso e pre-la.s- a allirmar seuie-
llianle fal-i.lade que he hlha delle, e do vigario
l'ianeiaeo Pedro.
Ea sou te.l-inunha de (cr elle dito em miulia casa
que o presdeme quaudo u dimillio nio linli.i oulro
lim lenio ganhara eieieAo, ediaae, V. Bvm. que o
aovaron era inrapazde semelhai.ie impulifio; enlre-
lanlo allirm.i que V. Kvm. dtssera iquilla que so foi
dilo por elle, lia infeliz o homem, qae t lem por
amigo ana ambicio e pervertidade.
Sande e paz appeleeo a V. Itvin. de quem sou al-
tcneloaa e reverenle serva.
Ouricurj -JK Je abril de 1857.
/."///el A'leUi'l* (funja dr .siyueiru.
Illm. e Kvm. Sr. Margal Lopes de Siqaeira.
Esla lem por din coiuinuuicar a \. Ilvin.. que o e
lomeado vigario de.ia fregaezia Francisco Pedro lem
procurado provar a celebre mentira, qae el|e profi-
ri contra V. Kvm. a respeilo de carta branca, e na
Imposaibllidade de provar com pessoas taaneslas, e
impireiaei esla calumnia lio infamequanlo he in-
lame --11 aulor, reconeu [ Mgaudo eun*la -me ) ao
meu lio Alvaro ao Liberato, e ao celebre juiz de paz,
qae de lecordo com e*les saspendin o* Iribalhot da
eleieAo. e lodo* inlmigos gratuitos de V h>m. E eis
o tal vinrie dcsempeulian lo lielmcnle o papel e
jadas, com a diffeienca, que tudas, seuAo me enga-
o, limitoo se rm vender o Divino Mealre, e e-ie
I novo jadas nao sii vemleu V. Kvm., rema se enrar-
. oleo 11
-1.. que 1.11 -
!-... asera Irali
i\.i par 1 ,. :n
reda lu '
'. 3-ii.inl.ii -un-. Jan lo
1 aii-li.-ton.i romo a
I 1 .', d> I. Mil..un, o
ule 11 til
-eil "Ir.
I. Kapliael deM.
Reg.
''-. 1 lacroi -. -O bachurel l.hrislnv, 1 Xavier Lo-
P'* f-z publicar nn ul iherul Pernamburanon n.
I3B8 nina rollccjo de epilhelos de bom eotio qae,
lea lo contra mim ilirigidos, deixi-lot-ia sem respos-
la. a nAo ser a 1 roinetsa fela pelo meu amigo e ir.
iii.ii o Sr. Uoilberin no dt \lhuquerqu* Miriini Pe-
roira, no numero I3fi7 do r| una joruil -, pas .. ba-
cbarel \aviei Lopes o que quer lie apretenlar4m*
ao publico como -eu inunian, eatsiin diminnir a iia-
pri .-.ni que posta rau..r o meu procedlmeutoulte-
rior.
A piieriiil 1 le das mi**iv?s que silo publica las lii,
eaqm escripia*, mehe allribuida p.dn bacharel Va-
viei 1. q -. qu .Ii .1 1. iii-i,;., .... prevalece dohe
sai.1,1 ,1.' lo.,,,.para maltraan In-me dar pa*l......
sii cenia maligno, e p.ider.. -alvo indispor-me rom
os numerosas amigos que felizmente posauo na co-
marca.
n Iu barr \ ivier Lopes, em sua vida Je juiz lem
laca maslas, que, .em medo Je errar-ae, p 1 lem se.i
classlfieadaa como resallado de prcvarira*;oes mimo
lalldades e da ignorancia, oAn absiente oslenlar-ee
um protolypo de probidade, um pojo de -ciencia c
om smbolo da virlude.
Sr. Vavier Lopes, quem correa nina ve
duas e carrera Ires, assim h-js motivo; porlanlo a-
bati es. orsullio de bochechas, que cm nada Ihe a-
proveita
e dou e \*i i-..... 1 i., le........., ,.,, ,|,,.. ,iu.
,1 la I i.\i suhscri i e tssianada na forma on e*l\lo
ncsla subredii.i \..:. le Caruaru', toa vinte e sale da
marra de n.il oita ceios einceeala e wle. I rige-
tim *"\io .'.....lepen lencia Jo imperio do Brasil.
Eu 'irija o i raiieisM de Torres Vasconcellus,ecri-
vAn t( oij.li. >ubrrevi.
Illra. Sr. rapil.lo lireaorio Frineisee de Torree
\ ..Tiinivlii:..Preeisi
fu que re ligio o lerm
i .- 1^ inventario do finado Joaqim iot da Silva; t prancMsa den..mil .
>. -ea- p.liviM..i -eu louvado eu Dial pasaaain- l'iiii*.>l,.hiaBHgue americano I-,,,,,, ,..
- dv.ivel e por is*n denara de maraca* etc. etc., f>- lloeker t\ (', I.KOJ -acriw a-.icr
1 un escripias qoando en ma achava prsenle; 3." EXPORTACAO
quem fui nomeido pelo joiz pira lootado : !. aa '
', : .;;" :.,/;r^.....
l,.in,; ;..ui,. ,.. ,, ,. Wm (
,\ I.'. JOO -.,. a- ,;,.r,i. "
l.i-'i.a Itri.-.i- ,..,.u-ie, u,| ,, ..
Aq un" r.....en ,\ I 11,.. ,!..,,.r
cava lo, l h-iriq.ni,lias -,rr,
mascavado, '.i eaeceie eejet.
1 qu V. S. me dtca ; (. quem l.i-lioaUn 1 p ilo-ue/.i vi ana I.,.,., | t-lM ,
n de louv.ca.' e.-ri|do nos au- s xeriaiio II ,li"l|.. ,\ I 1II1... m ( ,(.14 '.,.,,,(,,"
a--g.
as-ucar
Au,-111,,
> V-llrv
I a.-
' H,.-
Ia.......
Alll-lll,'
aeteevaeVa
I 1111 p"la llalli*, escuna lloP,,!.,. ,.
rhava e*aa pessoa ; e .i.-em qoinlos invenUnet lije, d. \y, i..i,H. r.....\atm
rvidode lador o Sr. iogo .1 n pie- di le d. caa, ,......,......".,..,.? -,,, ,..,,... ,.
I'.'rinitia-nie usar de sua re-posta como eanvler
11 U V. S, amia 1 patriri 1 m ul 1 obrisadn.Sua
1_'a*i i-n 1 ;,ru .111 i. de ui un de IS'iT.Illm. Sr. I Ir.
le Aliii-.piei.pii; alarlins Pereira.
p .11 lendo rarla de V. S leu m 1 dizer-lhe
'ri......e i ..iu ie.1.1 \-*< p.lni-.. sendo ah
''" I rom r in-ill re li-ili- 1I11 p.,r dl-
fu pelo juiz ele o ultmala .1 l"rmo ; e a*
que \ S. -- refei '. I iram es -,;. 1 .1 1
'te, que fon uomeado t* 1 < 1
iiavia
sidera
ducar
homem he I
var, e qu
Imig 1, .1
exeoraao para o sol, c procmei demons
Tmiu?.,,"""" 1 ^""r*" "Ui ecJ0B?mie!, a '^'procurar .es.euiuhaV fata* para o levaren,
' .???" "f!?e.l.'' qUe n:"'. f '"71 "- "' '-falso ; que lerr.vel sorle He a do rebanho,
conliadoa pastor IAo corrupto e perverso '.'!
Parece que n.io (emos le, urna vez qu
celar a coocurreneia Jo m.r, qua a nheira do L'i. -
nao era menos ferlil e rica que a Eseada etc. ele,
poreui lodos os meos a.gumeiiio* naufragaran di.in-
le da unpa'sibilidade do Ilustre engenbeiroqae per-
-i-li.i em.exigir planos, secr?. de ornamento, pira
poder comparar as dan direenie..
Paricea-me, po;.. que e*a eiigeneiaeri plaooeal-
Coladu de anleniAo para rejeilar 11 1I1 limine e .em
liscusto a* minbas idai, e dirig ao Sr. Lae o
iiliieio legainte :
Illm. sr.Kecebi em Tam.indare, no dia .ili do
mai pastado, o lucio de V. S., lirmao-u a -J.I do
mesmo mez, no qual parlicipa-me que um do*
ehjeel is .1, *i., raumis-Ao he :ivc>liaar urna pro-
paria minha para alterar a dircccao da estrada de
ferro d'Agaa Prela, pelo que exue'de mim as plan-
las, secees, orcamealo e quaesquer oalros esrla-
recn.ieitto*, sobre os quaes baseet aquella pro-
posla. n
Molivoa poderoso* que Y. S. nao ignora, fizeram,
que me nao foste possivel rwponder-lhe imme.li ,-
lamente, o que procurare fazer boje.
Dir-llie-hei em pnmeiro lugar, que 0A0 Ictiho
en iererado propo.la algoma ao- goveruos, quer ge-
ral, e quer provincial, ue-a sou represenlante de
inleretae parllcolar algom : eusenheiro dcsia pro-
vincia desde 1840, a ebearregado e.pecialmenle das
obras do sul, entend que .1 direcdlu pruposla pelos
Srs. liorna} e adoptada na corle, sem audiencia da
repartirlo a qoe perleneo, fra mal escolhida, era
menos vantejeta ao goveroo c propria compa-
uhia, e julguei cumpnr um dever demou.trandn-n,
como supponho lelo feilo, sem precisar pira Isso
dessas.pi.iiii.i-, secefles e ornamentos que V. S. pa-
rece c..ii*i lorar cuma bise, a s.nequa non a de qual-
quer came.deste genero, e .pie, ao meu ver, sa-
i.il.i; luiente de-iiecesarii.s no caso IClaal.
Com sITeito, mostrei que a direeejo adoptada pelo
centro .a o Bseada era anli-nalural e n,io achava
logar nosyilema de vas farreas que indicavam as
eircomstaueiis bydrographicase oroyraplii:s da pro-
vincia ; (QuesUo de Gcographia Phlsica ); que en-
eonlrava muilat difficuldade*. liaba pendnies de
mais de ( pur cerito, e a-im mesmo um lunuel a
e gran les eicavaeie* de l(l palmo* e mais de allu-
ra ; (prova-o o perfil lonclludinal do projeclo Mor-
nav-UiirlIiwirk;, qu? alravos*ava terrenos moula-
uliosos, pouco cultiva,lo* e povodii n, longa dos
reiilres de eommamoatAo e popal .c.ln B.eU per-
ei.rre-l.. l-il.i llrn como corollariu*, i|uo es iles-
pez*t ile decuplo e co-leio seriam arailes, os fre-
les diminutos, os lucros negativos, etc. .lue-lao de
estilstica.
ijue a minha direecjlo apanha terrenos muilo mais
planes .. cominodus, no lie preciso Iheodolilo para
certificar-se disto, pois al a nheira de (Jai, sao var-
zeas on eorregos, onde de. vez em qoando encontra-
se o nivel Ja* mares que serve de pl 1110 de eomp.i-
racAo, edahi em Oanle a linha seune a margosa do
rio I na, ruja declive |,e multo menor da I cuino
ve-.- .10 proprio perfil Horniy-Borlliwick acuna ci-
>.i : q ie a parte da provincia airavettada por c'la
he mais rica, comprehende ceiros importantes da
papulacao e c .mnieirio, e que a eslra.la eiecolada
em direceAo lena lodo o frea da oulra, e oulro lano
lo mena* Ja zona baixa-mar. he que-lao de esla-
passam
impunes crime* desla ordem.
Uesejo-lheaando e felicidades, poi* ou com eslima
e aini/a it. de V. Rvm. amiae reapeitador e criado.
Uuricury 30 de abril .!e ls",7.
Zeftrmo tlonraicet Urna Granja.
sentar aosobdeleaado, na ausencia do delegado,. rom-
panbads por um olnal de justica. Ao ve-la, ditse-
ram alsuns juizes de faci : temos nova fszeods
para a lo!e. E com elfcilo. assim he ; porque es-
liramos ver na lesslo seguinle esse desalmado res-
punder no jury por esse rnme comoellido coulra
urna pobre e inouensivi mullier, que diste so expo-
zera as furias desse leopardo, por defender sua mAi,
a quem elle queria malar. Assim seja.
Bravo 1 o jur\ de (ioianna cobrio-e de gloria !
I'indaii seus aua'uslos trabillas no dia S de maio.
prolerindo seis senleneat oondemnilorias, e duas ab-
solutorias, sendo estas em prol de doua individuos
pronunciados em o mesmo processo, por crime de
morte na pe*soa d um famosa liare, que alirou so-
bre a palrolha que o foi prender de ordem do sub 12-
leaa lo de Tnnbauba, e s.'bre quem atiroo a mesma
palruiha ; o qual tahindo ferido morrea 7 di.:* de-
pois. Us reos erara doas paisiuos, qae rompoaeram
e-*a palrolha, e sahiram ibsolvidos ; porque logra-
ran! provar os quisiloi jusliliclivos do laclo crimi-
noso.
Anda assim, que be bam andar Doo* nos livre
que passeo lerrivel precdeme deque qualquer pa-
lmitas pode em ado de prtsAo alirar sobre o crimi-
noso sem respon.al.ilida le llgumi : porque enlao
ppireeerlo lodos os din morios a Utolo de resis-
tencias, nao lendo lalviz os criminlas movido ao
menos co:n as pestaa, la palmillas IAo covardes,
que se podessem alirariam no criminoso logo a urna
legua de dittincia, Nlodeixam de ler algoma ra-
an, p.rque bala* e facas le pona sAo comidas mui-
lo oleosas, que quati sempre Indi -esl un.
'A severa, pro.lente e illu- traa di eccSO do digno
presdeme do tribunal oSr. Dr. JoAo All nio de
Araiijo Fre las lUnrique-) colina os melhores resal-
lados. Ali *e o jurj sempre fosse presidido pelos
Kiaueira., enriqaea, Peratiis e ootros mnitos, era
quera poler nflo lem a pilronage, cques.b'm com
1 maior liouilindade arraster com oa compromellt-
mentea.ronetiebr valsados pderosM.essaiiistitaicflo
nio 1 -lana la 1 desiprecildl entre mi', a ponto de se
ili/.er qoe lie ama plaa ev tica trasladada a c mo j
para o nosso pobre e iudnuio paiz.
O Qosio digno promolor o Sr. Dr. Julio Barbosa
de Vaeconeelh, diria pouco em suslenl-cao Jasar- 1
cu-acies sede bene preprale]. No icio de dis- |
olver-se a sesaSo do jury o Sr. Dr. Freita* pronun- 1
CIOO um pequeo,mas sueculenlo discurso de despe- '
dida, agradeeendo a promplidao, e iuleireza, que \
oalenlerlo os juizes de fardo em lodo o decurso da I
sessao e coujuian lo-as para a represtgo do crime;!
o qual fui reeebtlo com muilo especial aarado, e
correspondido com mallos ebrigedos-didos pela I clivios, menor despec d coilroccao e de cosleio,
11.aiaiia dusjuizes, que se retiraran! muilo sallsfei-
los, e prazeuleiros.
A polica na comarca esta' activa, e proscaue na
captura des criminosos, que indi au ain por ah al-
gores. Se rouluiuarein corlan lo sempre p ira a es-
querda, e p ira a direila, sem meepcio, coala a Sr.
i.-leja 1.. rom o nusse concurso, e l'raco apoio, e nao
le.. ni .- Juvida em Ihe lecer o- maiores encomios,
como ja em oulra* uccasies o temos (cito, sempre
que os lem merecido.
Sem a reslricla ubservoncia da lei.nao ha liberda-
de,^ nem felicidade possivel para os povos, nem para
os individuos, por runsequrncia.
Alara aquelle Gloimodas, uu anlropopbaao, de
que Ihe fallei na i : ..: m, que desvuluou as dun
podre* meninas, um oulro raplon a oulra inexperta ;
mas pagoo logo a bocea do cofre ; porque sabio da
cadea para calar com a cuja, que luda dssfrucis i
as delicias da la de niel, posto que nboreido sem
vonlade.
Se lodos psgisssm logo issim, e em lien* de lo
prompla execo;Ao, corla qae .15 DI ira- dus anlropo-
phaaosse haviaui rarel izer.
ti commtndaule superior psrlio hnjs cm soa
familia pira essa praca.....de vaa ella residir par
lempo*, e nao elle, que paraca vdlla, logo qoe se
liinle a iicenca, que pedio de 15 d;..s : boa vta-
gem !
Dizem por ca os malulos que quanlo vio a praca
limpam o caliello e engordan .'- com pao e manlei-
aa. e peixe frito, e que se n live-sem lana ;li-
cal lado em taliifner Carlas iieces-ilade* mais gosia-
riain do lenfe.
tira eases malulos saben decousis Com !
feilo por ca f .zeme estas eou-.is com inais lian-
queza, eibjsllo Ihuroi.tu he Je qualquer ruil
oencia, o em campo rasa.
lis p\ 1 lamposeslam-semudando Ja enJade,cora
a noticia d lampeos,que nos V.'lll iiluiniu..r.porque.
dizem que nao p ideal coma t r con a luz dns can llei-
rosmasja hoove quem I ti ts u*diase,qui >e demorassein
Sn. redactores.^ Rogo a Vmcs. lenham abon-
dade de publicar 110 seu acreditado jornal a segoin
le question d'astrvoorou naolica, que apresento.eom
o nico e louvavel lim de excitar os pillos ao esiujo
da sua profisslo.
1.' I'ci iiiia.
Estando um pillo em l.liiu le N i I graos, JS mi-
nulo*, :> segon los, verifieon pelo calculo que o seu
rhronometru linha ara sirizu de 2 horas, .' minlos
e la segondot, co.n re*peilo ao lempo apparente.
Em segoida navesa aoNXE a distancia de K'.l mi-
nia- ; e enlai observa um phenomeno celesle, mar-
cando o mesmo clironomolro I hora. 13 minutos e
^1 segundo. O movimculo diurno de dilo relox he
I segn los e 1. cen, em adianlaineulo. O nlervillo
das duas ob*ervares 10 horas.
I.luer se saber a hora appirente exacta ao mmen-
lo da ohservacAo do phenomeno, tanto no meridiano
onde e-le phcnnmeiiu leve ell'eilo, como em aquelle
onde se dtlerminou o estado do chronomelro.
.unlo luz esla quesliou que he minha primeira,
por is*o d? mais simples soloc.Ao, creio que Vmcs.,
Srs. reJaclures, farAo mais este servicoao joven im-
perio, onde (salvo honrosas,porem poacaa excepjOes'
jazem nj pillos na mala crassa e deploravel ano-
rancia, abandonando criminosamente o astado da
geometra e da aslroiiumia, que nada menos impor-
tan! que a vida dos lumen*, e a prosperidade da
patria.
Sea venerador e criado,
' '
?>Ao lomos os precisos conliecimenlos para satisfa-
zte ao Sr. coricspoiidente.
/ Us Hedactorci.
Acuna de us, Sr. Xavier Lopee, lemos um juiz
de direilo que lie o 111.pee iona ler do nosso proee-
liinenlo e qoe tmparrial. illuslrado e jutllceiro, co-
mo be, se nAo levara por meias alie ees.
Vi 1 se persuada, Sr. Xavier Lope*,'que lera ass-
li.ac,o de ver-rae privado da exerricln da promolo-
lia, n .o. poit actualmente se nao demille rom lana
pressa r..,,,,, \ iC. deseja. e lem propelado, e muilo
principalmente depois que leve a malvola leuauda-
lle de em participares officiaes, allrihuir-me o appa-
| reciment de cceles e balas na. jnnellai da c Itnlia \ me. arrpala por si,a ama, i-.-i.imi e com
mensil Dioso Jacques da Silva, esquecendo-se que
Jilo a p.-sia que no: deve merecer minia eoo-
'.'ao que m.- julgava incapaz alenla a minha e-
_ao.
O Sr. Xavier Lopes, deve nio ignorar que lodo
iim em quanlao contrario se nao pro-
sendo v me. inimisn -eui causa do meu
|ue denomina de fallido, osu |uizo a res-
peilo delle,esl enado do deapeilo que o domina,
pins o procedimento da meu amiga pira com V'mc.
lem sido l.io differenta que as vezes me parece impos-
sivel ser \ei ide Iu.lo quanlo o bacharel Xavier, Lo-
pe* diz do meu amigo, ja chamando-n de-ladrAo,-ia
le h.nr.i roteiro frao lulenloa i 1 Onalmenta de ral-
lid >e -e maismundiis honvera la ibegara oSr. Xavier
Lopes, ..\ tu,10 1*1,1,1 que (i meu amigo con-
ser\a-se silencioso, e qoando diz algoma coasa lie,
parn fazer oavir palavras de paxeu Ihe perdno os
males s deanslos que me lia notado...
Muilo longe Ira, *e quizaste mular ao meu muilo
1.lustrado e probi loso collega, que eomigo se nao
quer confundir ; mas 11.1 quero dcua-lu .11, por i*.
so lermlnoa presente caria coma lerminoa a sua o
--r. Xavier Lopes: islo he Jar-llie-liei como roslu-
mo] a reapogia que se eo*tumi 011 ame* que merece
dar ao r.i. que ladra na* ras, Chrislnvao Xavier Lo-
pes.A pulilicacAo desta rarla e Jos d.....menlos he
favor que jamis sei.i csquecido pelo.|ia Vu.c. 11a-
Irlcio, HUlgs criado e nbriaaJ".
t'.iruar, S Je maio Je 1857.
Luir..! Alhaquerqae M.utius l'ereira.
Diz o bacharel Luii de Alborqoerqae Man ns i'-
reira, que precisa, a hem de sen direilo, que V. S.-
maiule ao escrlvaode orphaoi Ihe passe por cerlidAo
osegoinle: !. o que dissi o upplicanla de II 1:1 a II
1 1 nos aula, de inventario do tinado .loaquim Jos da
silva ; a.- .,. consta de dilos autos, alem do manda-
do, fura requerido o comparecimento dojiuz de or-
phAos a casa Jo invenlariante ; 3. o despacho de
dehberacAo de partilhas, em loda sua int'ara, e
crilo a II I 1 v., ludo em termos que aea f.Pede
a V. S. Illm. Sr. Dr. joiz. municipal, delnmnito re-
cebera mere.I.uiz de Alboraaerqoe Marlins Pe-
reira.
M
une .
pie.1
.1 lite,
pa'avra*
estando V
Jaequet da Silva, estando presente ao arto da no-.' Kendimenio do
iiie.ira,, dojuiz, e em .pi mi, a., ultimo dtixn de res- ________
punder. po- ni.....e li- ,.....IVI | .,.,., .,,1,,*, ,, le
tiiha .ido Horneado *%aii dor o dilo Jacques, as-1 PALTA
corre I *'m julaa ler res,.on lido os quiailot da sua rarla o ao pico.- mrenle* rio a'fnrar. alfod
amigo iialin-io muiloobisido. /-..- prnmrriet naeinnn'< mmt
lorrr.r 1 ,-/.. ,. ,7;, .. rham ni a,-,., ,/ c'mtitlad'i r /'.
,!<( mana I a I, e junhode Ifs.T.
CUIf, I
lisa .'"ni que nl.-ou n.-l
cu r 11, 3,081 irrobas de asaner, l.mi curo- -.
cu. >als 11....
Kio d> Preta, pola. 1, .;,:nli.di -llo.ila., ,;,
Ion. lid,.. cii| ,,._....., _. ,|.,a,.r. 1 ,
Mrricas 10l> meiit-NIm ,. 1. ,,*; ,rr. ha.
lil.ra. e a-orar, liu t,i% tem*ilU*m, Iu dot
espirilo.
KEi:EHi.ImiHI\ iik KF.NIHS IMKKMSi.t.
UVES HE PEKNAMBI l.u.
K"n lmenla d. dia I ,
CONSULADO rtOVI.NCIAI
lia I .
i.-ij-ij^
de V. S.
Gregorio Fronnsro dr
pUClC :0 fi:!.';v)iDo.
Poi occasiau de retii ar-se para a vil- u-
la do Cabo, o meu amigo o Rvm.
Sr Fr. Manoel de Santa Clara dos
Arijos.
SO\ETO.
.!
Mirle
Tabernacolo le paz carmelitano,
Oude leis do Senhor lem pura i--enria,
I.menla de leu lilliu a curta ausencia*
Ma-, seoslvel de mai* 1:0 pello liuinano.
E la oh : Templo d'smizade Ihano,
lamliem ho|0 lmenla a nAo Ireq..enca
llene amitto (11 |i^r exrelleocia,
One da 18a lealdade eolrou no irrqno.
Lamenta minio e moilo 1 sus romliao
l'e.se amiao o partir, qu* eu nem Contempla
l'or distante se adiar, oh fado raigo,
I m claustro ja sem luz. vasio 11111 Templo :
Suspirando saudoso mu peiln amigo,
Hi-lanle do Carmello o astro, o exeraplo !
/. 1/. ./. f.
\-s111.1r Iram.
mascavado. .
refinado ....
em pluma de
a S.I
3.a >
" esa ,ii.,i.........
tfasa ardonus .oteool, a espirito
d agaaitjeatt, .
de caili.ua.......
a le caima" ...".'.".''
disltlada o
'". e mai I
** SsSaaw-
riioi.
i-viu
:-iiai
l-ljll
7>i
7-asai
veoai
i-i|j
lienelua
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Licor .
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1
I.
ranada
rama li
......*
\.
garris
..11..;, i
JKVI
Sl
~*M


\*
Passe
de 1S
P'
uslici e nao de planta-, seeeie* Je oreimenlo*. en-
tretanto para o governo e a companhia sAo estas as
loas quesi's principies, pols Iraiem menores de-
e mai. res rea lmenlos
Se, perianto, S. S. precisa de quaesquer e\;ili.-j-
eesa respailo, alem da que sahiram us 1 Diarios
de 21', do julho de 1836, '.I e ,1(1 de Janeiro, e '.)
de feveretro Jo crrenle auno, eslou promplo a mi-
nistra-las, porem se persistir em considerar a spre-
senlac.io Je plantas, serene* e orrainentos com 1 in-
Jispensavel, uAn piulere salisfaze-lo, c proleslando
eonlra qualquer infurmacAo sua, por ser neeessaria-
inenle Jespruvi.la Je base, appellirei novainenle pa-
ra a upiniAj publica, que mais ce lu nu mais tarde
reeonhecera' a exaclidlii das minhas previsaes ueste
neaocio, como ja [o reconliecen na dos vapores da
emol uiliia cosler 1.
Daos guarde a V. S. Recife 7 I maio de Im'i7.
I I n. Sr. C. I.ane, digno engenheiro em ooraniis"
s.lo Jo governo imperial. llniri'iae .4ugmt 1 l/i-
ki, engenheiro doral da provincia.
Anida espeio a retosla, e supponho que nio vira',
po.* h claro uue se quer abalar a* minhas reclama-
oes : .1 "vaencia dato lar* p'an.a*, ..cies e orea-
iinlo*, o que n.io se oreanisariain, anda que mol
perfuneturiimenle, com mem Je .1. eontos de rit
e sria Hieres de Irabailt.. nAo passa e um eavalln de
bslalha, poit alo ..io precisos ..plaa*, teccOea e er-
e un uto-, o para verificar una por nme, tola* a.
assercfies cn.iilis n s mease mmamcados, e reeo-
111. -.i q te, se a minha dire.-c.ia he mai* coroprl 1-
pois lem com poaca differenca s milhas), em iroca,
passa por lenos l.-.u.i-, feleis, ja povoados. e se-
llieido* de. villas e Cldad *, .: ollcrcce aleo de Indo 1.
frote que pode .lar a entra direceAo, oulro lauto pelo
menos devido ios eugeuhos a eomoaercio do litoral.
Sou, senhores redactores1 ele.
i'irauaa, al de man. da i :s iT- lleuriqu
lo Milel, engenheiro da sui da provincia;
Contionarei, Srs. redactares, como disse honlem,
as explicatoes que devu ao Sr. deputado (i. dui-
maraoa.
Preieudeii lo demnnslrnr a conveniencia de um
acule cm Bom Jafdiin, disse S. S. 1
- 1 A hialoril do aeu le d- II 110 lorjliu lie ettn. Na
auno, creio que de IS.Vi, dor OCCaalAo de Irr ido lo-
mar ares o Sr. engenheiro Mello Reg ao centro ;
na valla para esta ci lude fui a II un .l.ir.inn tirara
[danta do acal,., ,es,ie quaudo esperamos pyla sulu-
i.ao de aeus Irabalhos, e porque nada mais se proce-
ded, ped eu eselareelmenloi ao governo acerca iies*e
ara.le, porem saabl antecedentemente que 11 enae-
utieiru leudo perdido aases ncliraeimenlos, pedir :.
ualro qae lirai*e ene mesma plaa, mas o que he
i-erlo he, que at boje nada se fez a respailo de Itom
Jardim, sendo alias urna obra de grande neces.i la.le
para os povos dnquella imporl.iute novo-icao. ,
Homo se n\ resulla do que diz o Sr. Ij.' tiuun r.ie*
que eu liz una viagem loda em beostkio de minha
san le au reulro da provincia, c que de volts ilella,
lalvez pira aparentar o meu lim, ou mesmo por um
certodesencargo de consciencia, fui a' It un Jardim
levantar a planta de um aeu le, o que em re-ulia.lo
nao liz, porque perdi os apoulauenlos e nulas 01 es-
clarecimeulo.J de que devera servir-me.
Asseauro que as informaeoes que S. Kvm. leve a
esse respeilo, silo (alsas.
Primeiramenle devo dizer, que nAo fui ao serlo
lomar ares ; fui em caujuisao, por ordem superior
evpressa, que recebi, com se podara' ver nos archi-
vos da r-parlicAo da* obras publicas*. Em sesundn
luaar sailia-se lamben., que a planta do acaule e villa
do Rain Jardim lm pur mim levantada n.iqnella oe-
casiAo, e evisle no mesmo archivo, oude o Sr. depu-
lado laoimaraes, ou oulro qualquer, a podera' ver e
examinar.
Para que eu (o*se lomar ares, preciso fiira que oh-
livesse umi Iicenca do governo da provincia, visto
uue enlao me achava encorreando de Irabalhos na
estrada do norte, donde me n i.i podia sfsstar por
mullos da*.
lira, longe d.i ler e.sa Iicenca, o que live foi a in-
cumbencia pouco agradavel de ir na lrcs do vario
a' Villa Helia, devendo locar em lnaazeira, Flores e
lima Verde, e voltee pur Lsgoa de li.nxo. Cimbres,
Pesqoeira, lirejo, taqoaritinaa o Bom Jardim, de-
niiirandu me em cada um desies luuar.a* u lempo
mu meme preciso para cerlo* eiames, iiilormaces
te cm termos. Villa de Caruaru 21 de marco
>i.Xavier Lupes.
O capitio Gregorio Francisco de Torres a Vsseoo-
cellos, eterivio de orphaos da villa de Caruaru e
seu termo, comarca Jo Bonito, provincia de Per-
nambiii a por S. M. I. e constilueional que heos
guarde ele.
Certifico que, revendo osaolos do inventario do
inado Joaquim Jos da Silva, u'elles a lolhas 13 a fo-
llas ,.,, que Irala o I.- quisiio na pellcAo retro, cns-
ul o seguinle :
Nio pudendo esla curadora por forma aagmi
concordar com as avaliacoes de falla* rt a folhas It),
pois 'orara prulicadas por um individuo, que nao
llie merece ronlianga alguma. lie preciso notar que
esla curadora enconlra dillerenca na rodacrJo do
lermode louvicSo a folln6, entre o que e*'i.i ,*-
cr.pto e o que se passon, motivo que me obrig a fi-
za- certas declararles, para que a lodo o tempu
ccpsle quilo pr......lmenlo do curador.
PRACA lin RECIFE I. HK Jl Xllti
:l MOKAS U.\ TARBE.
tailac.x's ..lliciaes.
Ile.r.uilo de letlraslll llpl ao anuo
Couros seceos salgados310 ra por libra
P. Burgas, presidente interino.
i.. Doboorcq Jumur, secretarlo laurino.
CAMBIOS.
Sobre Londres, -27 :li a (1(1 d. e 27 7|S a '.Hl d.
.1 Paria, 350 r. por fr.
Lisboa. l por de premio,
o Kio de Janeiro, -2 por Opi de descont.
Acc.lo do bancj .VI por renlo de dividendo por coa-
la Jo vendedor.
o a companhia de Beberiba UltyHXi por acrAo
n compaiiliia Per amliurana ao par.
i o miniado Publica, 30 pur canto do premio.
a a liiileiniiisa.lora. (il ide -.
a a d estrada ir IerroO por 0|o de prem o
. iseonto de lellras, de S a 10.
Acedes do Banco, id a lo de premio.
OurcOnca* haapanhulas. .
Moeoas de 69100 velbas .
s taino novas .
1(000. .
i'raia.-PauKAes brasileires. .
Pesos cuiiuiiiari s. .
> in.-acr. .. .
,v.
lll co
, 11 nol.ro.
-ui* loii--
liraa do pu
nlerjplacAu no soberano, eoimi o entina
lereira de Carvalho ; quando o curador fui convi-
dado, pelo sr. juiz, para louvar-se, decliroo se loo-
vara no Sr. lenle Francisca Antonio da Silva
sos por domis diana, para Merceras funcei
rallador, fauccSas que ja everecu. com prov'eilo dos
orphA.H e tpraztraento desla curadora, alem Je ser
Considerado pelo aoven,,, ,1, provincia nascircuius-
laocais de marecer a nnmeacAa de lerceiru inppleo-
1 este |Uzo o pnmeiro do delegado
Lija atavio
. I6B00U
. 1li.-*J!rO
. joou
. SfuOO
. -23WW
13660
ama
mu
nullieiro
111 il.a
rente
CCIlt'i
I m
C'aixa
1'
iliil o Banco do
Brasil
EM I DE JUNHODE 1867.
Directores da semana os senliores:-Ma-
noul Conralvus da Sil.a eJOs Pereira V-
an na.
v ciisa il. seo ila letlras a 10 or cento ao
a mu, e iu.na diiiueiro a preruiuem confor-
r,i 11 le com os neus estatutos.
\rroz pilado..........
o ciii casca........
Aile de mamona ......
" mi-n.lnl..... e de r,.c...
" i> Aves orara.....
papuanos.......
Periquitos.........
Bolachas........".".",.
I IllscniUl*........
Cacau..........'_" "
l.a. lllllllios......
Caf bom......
0 em tan re^lolho '..'.',
1 com ca-ca.......
1 muido.......
Carne seco.......
Lera de carnauba em pi. .
a em velas .'......
Charatos boas ......
11 ordinarios......
I reaaha e primor .
\ Cocas seceos.......
j Coaroi de Ih aa|ajados.....
" seceos ou espitidos. .
verdes..........
ib- nuca........
s dina cor I idos .
" a earaetra.....
Dora de raid...........
goalaa.......
1 -i-< c........
jalea ........
Espaudoros uranda.....
" pequeuii* .....
Esleirs de preperi......
|-.-l.'|..i nocional .
e-li.uiaeii.i. i.lu ,ii...r.i
I-mili,1 ,le ararula.....
a 11,iIh,.......
I man ti,..a.....'
Feijao...........
Fumo em 10I.1 btna '. '. '.
o ordinario .......
em tulla bom.....
ordinario ....
re-lulhii i .
1,0 11.1 lile........
(omina...........
Ipee.icuauba........
Lcnlia de adas arandes .
pequen.!. .
" loros ......
Pranchoes de aiuarello de 2 costado, um
lour,.......... m
(atalado d au...-11 .1,-. 1., j,, ., (|fl
1' > I 'le I. .
u*iiaes ...
pe*-
s de
Feilo o que deeiarwu o senhor jalgsdor, quese-
cu-iraa louvado e pedio se louvisse em oulro
individuo de que ido qaiz acollar a curadora pois
davidava a dovida encontrara um oulro individu
em mediaros circuin.lancia*, que as do seu louvado
alqenre _^i
aada IfjSm
1-ie.l
I .?
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I J-t s,
* OtSN
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al,.
".
cenia
ALFANUBUA.
Rendimenlo do da I..... TitlOO/iii
lle.carreaam hoje 2dejuuho.
It.rea ngleaaIt mitamerca.1on.is.
II,res nadenA matan tdem,
t.rca naleziSirabirilhasde ferro.
Brlgue inglez-MigooniltsInlhos de ferro.
Brigoe inglesS)rea derr..
11 i...- porlaguozTiraia lll diversos gneros.
IMPORTACAO.
Itriaus escona dinaiiiarquez ...Maria,:, viudo de
Haiabnrgo, cousicualo a ageoeii ; mimfestoa o se-
auiule;
10 cana* sapains de borracha, i ditas brins, di-
las fazendas ie seda e de neis dila, 2 lardos meio
panno, I dito e caixas ch-les de meta lAa e dilos de
... 11 v i I il,. que
nAo salie lor, para avaha.lor de una hvraria.L.le
exemplo e oulros citados na refeiida nota servein pa-
ra rorrol.arar a opioio do mesmo Pereira de Car-
valho. e a desla curadora, que conforma com o
dlsposlo na ordena. Ao cil. paraarapho 1- na* pala-
yras, en maisaprazimenlodas parles que ser posas
llemuslrado como tica, que o senhor juiz nio poda
recusar a loavaeSo da curadora, ji porque a lelo
nao permute por que. a postea em que recahio a
luuvsc,aj esla as melhores circuui-t
pira
da o Sr. juiz dadoa motivoao ruradur que pre-
sente eslava porque rru..iva au louva lo, da rura-
daria, e mi 11 depois que o curador se relirou fi que
manden ao escrivA 1 dicl ase no termo da luuvacAo
liavii reculado por ser o louvado da curadora in-
iolvavel, lerceim inpplenledo juizo e prltnairo da
1. fardos papel de imprimir, 2 unos papelAo, '. di-
tos chapeo* de fellro, 2 calos pianus e mochos, 1
dilo biscoilos ; a ordem.
2 caixas pianos; a Dominaos Alves Malheos.
"1 duas lazeuda de lAa, I pacottnho amostras ; a J,
heller v\ C.
(i dilas fazenda de linlio, I pacolinho amostras ; a
II. lirunu A 1.
I'! caixas e 1\ barrica* ferragens objerlos de lats
ele, e 10caixas armamentos, 17 ditas menearas, I
:iarsii
B) al
l- 11-..i
iljaaM
|H~||
Ul- I >|
1 i-, I
I
7>ai
>.o
otJJjBJI
M
num
'""" "" iii-iiinres eircum-l. nidias no.* v, s I .. :,......-------........ .=....., .
terivaliador e |a fin mmenle por que nao ten- '" vl^r"<; ;'.,l""\ mobilu, SOdilai velas. I di.a
c^ :.-:.. *_j. |o nao leu *,iceraa 1 ,!,l ,. .,..,1,.. ,1.,....... ........,... ,1,11
e Irabalhos, que ixigiim a presenta de um eagenhei-1 'legaca Entretanto que Islo fazia para cohones
ro. As inslnii cues que a' asse respeilo recebi, achara
e registradas na seerolaria da mencionada reparti-
rn, e ah podem ser vislai.
He verdade que doas mezea antes de minha via-
gem, il .'sejei, pur cooselhos .11 meu araiao o. Ilr. Su
l'ereira, pedir 11,ni Iicenca para ir, mi 1 para Pajcii,
mas para Caruaru oa Ciriris-vilhos, aflea de ver
lar 11 s. arla, poneos iiiomeiilos liana <|Ue repellir
um requinmenlo feilo por pilivra |ielo curador.
o proce lmenlo do senhor inli he por aleis of-
fensivo a curadora, qu lendo eouseiencbj de -eu*
aclis i,.,. pode consenlir cm ser ladibriado, licsndu
-i la e privada de continuar a pres- I j','
Il los orpha.H.que nem s.m
lar-*
deeza I.
de-
lugus-
Srs. redarlorel.cnJu a caria que o Sr. lenle
coronel Alvaro Ernesto da Carvalho ranja, fez pu-
mo ,. de-ia provincia,
de sem que pela iiit-
hh.'ir un .1 .inal lo i;,1111,11
nao quu retirarm* .i"*ia ci
lio clicaa.em os lampe,,,: para nao lOCCOdcr, que l-1 preng, ,h, litMI! ,11|., ro,ouieiileVeiposl*., mas
qoemo*. -em elles, e >c, la.....ee, ; como os- ,ue ou ,, ,,,,, ,'Sm\m
I mim. quanlo a que me .leu o :sr. Alvaro be diana
lanos ele buje sem abertura do rio
Ora, ser cerlo que ha na cidaJe de (uiamia um
boticario, que alauuias vezes fica IAo fera de senao,
que Ihe lira Bacho, que tem vendido naSSS cau-lica
por pomada alvissima, e liincal por sal de glaulier,
a ponto de ja ter causado graves damnos. Oh se
isso he verdade.leman e tremara lodos por suas vi-
das '. |'m assassiao nao sera oais perigoio sr. de-
leaado, Sr. fiscal, senhores da cmara municipal,
no..a* vidas M1A0 em derigo, e vos dorms, ou igno-
ris '.' I
Quem he elle, nAo sabemos; indigai, pergunlai, e
saliereis. O que podamos allirmar he que nAo ha
ri-co aleum em se comprar remedios aos senhores
Leocadio e Crespo : porque sAo muilo conceiloldos,
e uimiamenl xelosos e desvelados na prouiplturi-
e.lo dot remedios.
Senlimotrnuilo, que essa.* uscas reflexiiea vaa of.
tender aos iulere-.es de ilauem
me cursva da niales do que linda hoje s iflro. Mas 11""-' l'nc 'otra 1 em sen juizo um verd ideiro pai, e
de'
NA.....mona anal) se dos factos narrados n'easa
carta, por isso qoe s minha u.uraciu anlertor a que
" mes.....Sr. aliado, acoimiodn-a ue falsa e menti-
rosa, he a verdade. Entre a verdade, c a mentira des-
la ou dsqoella narrac.au nflo ha meio lerrao, s umA
dcllas he falsa, assim como .11 um 1 he verdadeira.
Era tae* circum* aneiaa ha eseusado insistir sobro
as inexaclidoes e falsid 1 :es de que e-l* e:vada a car-
la a que me retiro, porque o publico na ausencia
de oulro. dados nao pule distinguir que he verla-
deiro do que lie falto : mat cerlamenle qoe toda a
acule o dina, se conhecesse rnelhur o Sr. Alvaro o
seu modo de proceder, e n conceito em que elle he
lido pelos s, 11* proprios prenles, e amigos. A- duas
carta
1 1- aballo de.la doSr. /.- i ca do verlo, par lagares invios e inho
7 a ei..ZZ !r. q,"',.,,xl,,em!(c'"1''foinlereses da eUuem. a quem esliina,uo*
ka,t Z V, a P"r '""'" e l;h......mM ? ""> cima de lodo islo, esl. o bom
..;?..?*, i .'KOII'IO-0 pm-. aeral. .alvacAo de mulla, victimas.
ma
(I silencio -aria um crimo inqualificav | 1* --"'
lemos eii'i ue-*u dever, facam agora o* ouli 01 a seu,
i. ira bem moreeerem do publico. Veremos o qua se
faz. para abermot u que davemoi psiisar e dizi .
Pedimos a rimara monieipal ..,' di 1 ,
cousinta 11111* apretenlar-ie iquelle llan-irexinhi.
que soive .le KM paia a exlr.ii.- n .,- :l na
|ury, 1 que um joiz de faelo ru .' rham u Inm ...--
10 e menino macho. Ora a cara rau a'mu o*
! II1 maa r I .. -.- moa um 1 ,,. en p 1.1 o ju-
1 qu he 'i 11 Irili ni .1 de lana grvida le e niipi.r.
. ..-.-..' '. -::!i o cjlin Iruzuili 1 de llsiid .' I
.um 111 -nio p-r seus Brlnquedos, e ronipr I 1 ,
de sua propria i.ma
do carcter, e qua

t::u 1 .'-:- 'lile, e s nao" lem niel
om 1 quola a' as*i mblca pr \ ..
11 Bandeira escnvflo do jury ,i-- qu
luda pur un-ler n,tulas v /.. mi 11
,|.< pjlii !. 1 ;. -ol. as cdulas.
'- 1 -1-1 i< -:.i 1 i. 1 o.ten* 1 1 >nla
. lm .11 1. ...: :n nos -, 1 ven
lea -e aac lin m 1, 1. impr, a*a. s elle 1 1
I
1 .1 ,
-'.iu ho
pan ce
que \an transen
lirinu (1 "i';alves Lima diauj 1
a sr. IL Isabel .l.u.i 1 leste mu
lidad que ornara ao Sr. Alvaro e contenlando-me
com o-la apreciarlo que nao ha taspeila, uem nma
p I vra ir: scenlar.*! sobre e-le assumplo.
Mo conrluirei sera rer salientes doaa novasfal-
sidauc liu sr. Alvaro escripias com lodo o desplante
amen dona 1 Carla, luz o -.-. Ai\ ro que eu lora de
.1 Pajehii ao Oinrury esperar pela sua dein<*An, e
que ,*-p raudo por na 1 a ver chegar, relirci-mc,
1 : 'ando era 1 ninbo o portador que a levava, elc.a
; 11 r i\ qoe .1 111 h ,,. era liouiein
d Carlas brancas, procuran lo assim le-cuiceitu lo,
1..... ava i ,, 1 ultima, releen curo ella
I : al a .!:ni-..n,.| ,>i. Alt aro oanlo coiilsi 1
1 '' que .1 I 1 -,., ra e.....r, uri i'. de
fach.....i enl na c rdiile eii*ln entre mim, e
n Sr. 1. ..,.,,, e p ,.,i,. 1, procurara en roiireiluai duendo d'elle o qu- diz o Sr. vicaria
Fi ... 1 Pedro, o -r. \\\ ir., eu dissera '
i, o antro fre li 1 .1 ,1 irla .i;, u Sr. Alvaro o se-
recoohecendo que isso causarla algara Irsnstorna
-ervieo. quando era |ireeiso reparar cora promplidio
o* estraaus da grande ebeia, desist de meu intento
pur aliene io au director la enlao, o Sr. Ilr. Matueilc,
que empre ma foi merecedor de loda a deferencia.
Pouco depois acoulereo, que o arrematante da im-
portante acude de Villa Helia, queren lo fandar o
sangradooro, que deva aer mareado por um enge-
nheiro, e em sua presenea fundado, ln*ISVl pela Ida
I -se e'mprega lo, e ain la man porqae leudo iu' Ira-
balhos execatados para receher a primena preslacAa,
quena que se cumprifse ascondices do seu contra-
la. Chamo a* e.e respeilo o leslemunlio do "u. An-
tonio da Silva (osmio, procurador daquelle arrema-
tante, que por mus de urna vez insluu como Sr.
Uamede para que mandaste o angonnoiro examinar
a olira.
Fui designado para essa commissao, que alias me
caba, porque ale eulo nunca linas -i lo minalo
a pontos louginqaos.comoqaisi iodo* os meus oom-
panheiios; e pirlindo desla cidideno lu 2 de 011-
luliro, a ella cheauei de valla nu da 2 de de/emhro.
|.|o he, em 60 din liz ura trajelo de quasi 'i\> le-
guai, o que di ura termo medio de man de i le-
aua* por da.
Une bellas e proficuos ares nao deveril eu ler lo-
ma.Iu, gozan lo 1I0 sol do serbio e de lodos o- ioeom-
modos e priva(Sea Inherentes a urna viagem na for-
que
desouersdi das rancf/Sas, que
grande prejuizo em seus
ma Ci
reo 'l;.r
(or que mencionad no
,9.0 o ler-se sateotado o cu-
ipilos.
qoe
I cien
dnzn il' ,...-e de jobo, lud 1
OIJ,"
, '11-
-.1
Recammendo ao Sr. padre buimaraes que nunca
iuvoje para si os gozos e pro vellos que enlAo des-
fraclei.
Vollindo porem ao acode di Uem-Jirdim, devo
dizer que o que delxtl de fazer o me faltn para 1
cnulerca 1 do nrcamenlo foi o nivalimenlo ; o islo
por filiado insirooiinlo resperlivo, que lendotie
dcsarraojado na viagem, n8o podia servir. Mesmi-
assim lenlei fazer o Irabalho com ei|- ; mas quan lo
no gabinete me o ilz iervir d is notas e mediias la-
ma las vi que linha p-rdnlo o meu servido.
Disso dei conla ao director da enl>, o Sr. |)r.
Uamede ;e como lempo depois o Sr. Lieutblofa
livesse de ir ao Limoeiro, eu pedi-lhe que aprovel-
laste a occ.is.e pin chegai a Rom Jardim e fazer n
dili nivelamcnlo, visto que o que eu lnlara lazer
-,; iva perdido.; U'aq n nasceu naluralinente o equi-
voco, e ven. : Insto 1.1 i .. rsclareciineiito* perdidos.
feudo i>i>ren aquella engenheiro 1 1 aquelle
Irabalho, que enlregou oa reparligAo, e aconleceu lo
que 11 ** ..n 111 .i-.:ru come n presente, 1.1.1 ni ir-
1 ',- ,; 1 I 1 '.: n.i.i.e.io dol filll lo* i'-,.*.i o ni'.'ii-
Pinln
Nao 'ie poasivel,'sem Itori m.aimo-no*, que veja-
mos a fa.-.ili I ule c 111 qu ss e.p.ilham cerlo* boato*
e:n d menor verosiaiillniira, e aluda man a facjli-
. : I
Il ul .
. il : bem ach lo iquelle lile,. -: ,,,ii,-,. m
sbio lodos s queisam da falu j ,1,,,:,.,,,,
ningnem lo falta dejnizo.C'un eif..t, h-a maior
falla qae ha, e ntrela',!,, n.,., fi, quem le queixe
ac 1111 1 ....|
um
i. as
oiiilo. : ,., ,;1., |o aeu .,_, nA 1 I eciunad ,
, ./"' 'flcmb'a l sua prudene a quaudo em Ma*lie isso o que meos casli ; e lano .: i-,
IM .- :-,:ui d ;.,. 1 eli. lami de amparo e.se .eament. ji se acba .- ,: criouado ,.:,-
'i ni :'':'. 1 1 1 e lalvez victima, sea pro- nj/nle. importando em 1 rs., e tei breve
I 'os cus novos ai buje, a le remetlido ao governo, uo o leudo sido :,
Ora, senhores re .actores, he preciso moit ropti que rar p-l. exrrcicio fuluro.
' i... ...-nu para eserever-seoqna ah fica lito, Uei ra 1 llar lambem da acule de Limoe
Ule.
qua
1 e-
,.-.i -
por-
quando eu nones fui au Etu, uem era 1819,
em epoc Iguma '..'-
e'!'''. ..... "a calumnia detlas revolls por Isl forma o excita
senhores ndaclore, \ me. ja deu minia eucom- | lano u desejo de urna bem merecida resposU, qUe
i'-. 1 fallar tamil-in 1! 1 acule de i.imoeit
carca de cuja ebn bastante se donaou I.S., cen-
surando o engeuhaira que a proj-r;ou. M 1. aifiau-
do......e engenlioiro r.ra ,1 -i., cidada. e sendo le
supo 11 que de volla quena elle mesma dar as devi-
pnr lano requer -eja
exerceu neale jaizo, ci
inlere--'* pulirul ires.
Bcmase jalue ualilisids para bem comprir
is devores que |h> .,, Inhereotes, pela uenlio-
fianri que II,.. di*pen,a o Sr. juiz, a pon. de
Ioiiva-;.! 1 i-un que se lera oceupado, e es-
pera ra alien ila.
Requer lamliem ao senhor juiz mande ao respec-
livo ,-r-, 1 1 .-i ue 3 razao por qu
releri i ierra 1 de louva
radoi com desabrimenlo, quando o curador 10 re-
lirar-s,. .leelarouse relirava p,r.. usar ,......lelos que
a le Ihe faculla-u qus em nada se parece com de-
sabrimenlo.
Cumprem declarar em bem dos orphaos, que n.iu
conla dos prsenles .....os foste requerido pelo in-
ventarenle o proeedinienlo d 1 inventario em ca,a de
sua re-i lencia. provando imposaibllidade phitiea de
comparecer em juizo. accummulando-se custa-
sem motivo justificado e em prejuizo do menores.
E, terminando requeiru teja dado carador aos or-
pililos para que estes possam cuntir cora defensor
que m -reci a confian,-, do senhor juiz.
Caruaru' trese de marco de mil oilo ceios
enla e sale, o cura lor .Marlins l'ereira.
Au Miando qui-iio na mesmapolicJIo lamliem n.io
certifico que conala dos solos liira da mandado, que
fosse requerido a feriara do ioveolario de que Ira-
la apenen relro, em ca.,, da inventarente.
Ao Icireiro consta .1 despacho de delibrarlo de
partidla em loda sua integra e.......o aupplira'nte ni
mesma peliQja relro requer ser do thoot seguinle.
Prure ti-se 1 pirlilha com Igual-lade recommen-
ladl p-ll lei. Os parlidores enhtin a minni pre-
senea Pra receberem a firma di mesma ; esbanhu
lio o prjcedimenln do douloi carador em 11 resiras-
(a 1 folhas c fallas, naqual desenherenda tu 1 mis
*:':< e a'iusando do]de-paclin ora que foi mandado 00-
vir Bsqaeceu-se iiileiraiueule do retpeilo devido a
juizo e dss re ra* mais Iriv.ac* d. direilo. lie io-
di'pulatel que a juiz pode nao acollar a louvacao
casos lia, como diz o Sr. l'ereira de Carvalho no!. .S'.l
di 1.1 do pror. a 11. que u.i ... p.i e, como deve
ra pul ir M nom idna ; as de 11 1 _,
meo o folhas 6, espl.....a -obiamenle a ina
ir- -............' '
1
ar'i. i' 1, '. eommeiei d lira ei(
reaenle o inoliiis va, par qi.....latid,, n.io pole
ex 11 :-,-....". publicas, nem in-pirar conBaaca
- -ii l r* .1 -ua ju tifie ,; lo,
> '' -i '-.'-' mi lim por ineptas lalsas,
-pe;;,,- a,l lui/.n.
Villa 1. m -..:,' viiil' quatro de mam de mil
..:,. do* e.u o 'lll 1 e -ele. \ ,vle, |.,e,. [
.....linha, n 1 1. ipo-l 1 q 1. diz..... -
cania .1 folh i. / q ,, L., ,, requer ,,.
zonda qn silo e .. detuaeho ,ie deliberaeaa e toda
.oa integra, qoe en escrivAu no principia lesl* de-
encorado, 13 dila* ubjeclos de pao e bnuiuedus, Hlil
dilas e 2 barr* queipis, |u,i ditas chumbo, 2 ditas
sement de linha{a, 2 calas leos do seda, -2 ditas
chale* de ilgodao e dilas de 11,-1, I.1.1, 2 dilas chipaos
de lAs, 2-> ditas meias, 2'\ dilas e I fardo fazeu-la de
llgodflode 1,1a e dita de meta /aa, 10 macos cabo, 120
picles papel de embrulho, I cumule objeelos de oa-
ro, I parolinlio enveloppe para callas, 2"i paroles
papelao, 2 pseotinhos amo-Iras ; a Isaac Cuno ll C.
11 barricas ferragens ; a E. I Wyall ^ C.
2i) caixas hnir ; a J. Kamus e Silva.
i callas charutos, 2 ditas asua de Selle. 2 dila*
vinagra de toocador, e aaboneles, "i dilas conservas,
lila agua de colonia, dilas, 2 cestos luuja, 2 far-
dus rolhas, :i barr* azele par., salada, e dilo licr, I
rana com :l duzas de cadeiras da junco; a J.
Praeacr iv C.
'.I.i caixas e 2 > f irdos fazen las de alaodao de linho
da *e la de l, c nula-, 2n I raizas vela*, I dila pia-
no, 2 dilas palles ruvernisadsa, 100 volamos papel, i
bilanea decimal, 30 nuoos caiio-, oo
l.VI inri icas gonebra, 3 pacotiulios araoslras; al
J. Asllj \C.
_ I ill caixas velas, 2 ditas pianus, 2 ditas pintoras
'> unas qoeijos, i ditas |ielles envernisados, i dita*
c ilres, 1.1 dilas niela de ligo lao, I dila charoles, 100
dila* e 2(1 harnea, aenelira, _'.> presuntos, I *.\\t es-
lojos vatios, 1 pacolinho amo-Iras; a Itabe S:binel-
lau \ C.
16 canas fazendas de lia, de alaolaoe milla, ti
c. e 2
>. de dito
1 sladiuln de dll.....
fs albo de dll........
I-on., de dilo .....
Luelado do l.iui,, ...
I .' .I.iuaiih, de ililo .
soaliio de dito ....
Form de dilo.....m
n cedro ....
Tunas de lalajuha \ *
\aras de pereira ...."."
" aauilhadas ....".""
" o quiris......
Em obras rodas de sirupiia para c.
" o cixus o e
Mel..........
Milho..........."
Podra de amular ....'....',
liilrar......"!!.' .'
rvbolns ....,.,,
Piassava era inolhut. .". .".".'."."
Punas de hoi .
Salino........ "
Sal-a parrilba ....^.|
Sebo em i ama \
Suia ou vaqucla ....."[
lapiuca.......|
I nhas de I,.o ....',
Vinagra......
M&rim**i* a potto.
Navios elllialus uu da I de uni
liranji e porlos inlerinediotlo dus e 10 hera.
vapor brasileiro ..lnu-rassu ,.. rommanuaole \n-
loiiu da Mlveira Manel Jnior, araa varios te-
neros.
Lon lres_:l7 das, briaoe insle MSxren... de M
loueladas, capil.io mchard l.rillen. ele-.aceta
10, earg objerlos pan erirada de ferro; k.-
tlio lli luulac. I'erieuce a Landres.
Navios aludos no ineaaao da.
io da PralaI'ulaca li".p,nh,.j b>mU., ranla**
itaphael I,ul.au, rar,a eauardenle e a-sacar
Lisboa, pala, lio brasileiro aBrilhaele,.capiUe Jeta
Daniel de Soasa, carga aaaasaB
l'lid...lelphia-llnau.'americano ..Br.u.dx.iae.. n-
pil,iu II. Ournicl., carai at-ucar.
Navios entrado, no dia I,
larah,l:,-sd,a-, baile brasilero J **,
da- Virtudes., de 2ti lun.la.l... me.lre Siaqn
, '.....a ''<> e *. aqals Vas i, <,*
de maane : a Pasan Jote Baplisla. I'eriear, a
l'erualliliuco.
l'-i i- i...,6 das
]Hlll(ll lajaBjaj
'U/U l-.el
l-.J.l
* IjaSU
par *inai
1 *"!
ranada -;
alqueire t unta -.Kl
e >*!
. --1
um .-*j*ai
rento l-J.I
* lM
i laajsjpj
a ..-i
(.lem yir
t;iia
cenlo .-?i
pipa :i^svi
! dita chales de rooia lAa, .1 ditas mobiha, H ditas lia-
1 tas em oleo, 2 pacotinlios amostras : a Schaphisl-
lin.
caixas palles cm obra. 2 dilas marcearas, 7 dilas
e 2 barricas ferraaeni e objeelos de ac e latj ele. ;
a J. ilallida] A. C.
Sapo.- nacional ulgnaras-ii.nprecsdenle dos pollos
'< do norte raanifeslou u sesuiole :
:Ki mem- de -ola ; a Antonio Faustino Ho ha.
(8 dllOS il'lo : a la-, e. Iru, i ...
I paeola comiulios, il arajaos pene, I caiti ei-r,i e
liu,o, I maco C'.inunmpiui ; a Francisco lavares da
Silva.
3.600 loros de mangae ; a || iciel Janior.
'.2 meias de sola, l malhu coariqbos de bezertu ;
a J i-c Antonio Rodrigues II iui;,iu.
2 airaj.ei. peiie ; s Jote Carlos Pessoa.
lo raeos de sola, 2 rouros salgados, I i molho*
couriiilius ; a Figuera Saboia.
I cana cal ; a Jos Julio .Vlbuquirqae Barros.
1 eaixis qu-i)i-; LuzJusS.i Araajo.
i canas -..i.oi.i.l barriquinha qoeijos; a Antonio
Alberto .Miran.la.
_'S cail i- -.mima
6i c,
2 caixn ealnngai; a Siaoeira .-.- Pereira.
i dii.i ignoro : a Jos Marlins Pioheiro.
;i couros Higa los ; a Antonio.
2 pipas azeile, I barril veruiz, 2". dilo* carne w|_
. gada, I dito ova ., dilo* e lll cana, qoeijos, s dll n
..a."".,as~.' r^L VT """!"' ',"""'" ",,r ''J"" ?"""
;i lo proca lmenlo desle uizo, p, a ,. > '"A obj.iclo* n*a.l..s, I .uta ...ramo, ,,:l ruu,s
una .lera do mai. donom.i;o recuiihecida reta Ml"',0. tdilasderabarnincalieilo.il molos d
que he le
luala brasneiro oCsaataBa, de :l
toneladas, me-lre lleri.ar !...,. J B,.ti|i
cquiiiaaeiu I cara. I.,r. 00 manaue ; a Fr.-,..
RaJida. Perie. |>.,.|,il.*
frasqueiras e '-"hna3 i das, hnaue purl ijurr Pescad.a do
l .s tunela la-, capilaO i'ern.ndo Ma... da l.'..'.l,..,
equi.iaa-m 12, cerca v.i.l,,,. vtaasjre e ... ,-,,
ro, a Novaes ,'v I tapial, |Vri,r.a I ,.!.....
Ierra >,.,-;, das, brsgM ,ni!|e,. |re.,.. rte .
louela la*. e.,p^ ,Ic.,lhj|,, j,,,,,,,
-. rarga .,a,o liainca cum h.cal.-.ao : el leo*.
1 eilance a l.ie-uock. .
llera7 da., barca maleza ( lier kec. ele Ti
loneladas, r.,p.,.i iMviJ i.iljiai it,
carga 2... ai barricas csjoa tnirasaii; iJinnij*-
MreotJi ...inpauhia. Perlei.re a l.iet.ecL.
Vevio lu lu no ine-m da.
Ararais II.ale brasileiro ..|t*.d...... tnolrc K-ia
ciu VJ ii.le. .. >,|4 vmwt r.,,.B ,_,, e mau ^^
ros Pass..a...r..s. |ir. M, ,..| Hibeiro s..
Joaquim liu/a I.un. Jnior I ruad., Anl.M
luiz Alves Pequeo Jnior, JuAo Fiancisco He-
tis Huinlella.
Ollltn. Sr. contador da thsiMuuiia
provincial, M(vlojcjIlsper!.ir j, mci:.
liusourar.a, em virtudode icsolutaoda ioii-
l.i da fazeiida, ianiafar..-r put.iico, que ,lc
'onlornii lado com as Jis, c regulamcnlo riaj
vigorperante a roesma |unia. dr-v.-m aer ar-
reinaudo* pormuiiicipios e roaaaavu no da
io ejaoho proximovinJouro, o
el irado .- ib i lo iitigua lo h un Helmeuie fiz copiar
|iu cerlidAo nui proprios autos aoi quaes me reporto
seguinlcs
a Antonia Lope* Pereira Mello Jlunicipio rio l'.ccile.
2- .00 rcssolire o nado moilo pa-
consu 1,0, avahado annualin. li-
le em
.Municipio de (KindJa.
2f500 sobre o galo aorta para
consumo, idetr. i.!cm aor
Ctjaaarca ilu i.oionna.
XKfJJ rs. aobra o gado m ri para
consumo, nn i i.-rn por
( au ca da bnirlh,
SMOa rs. sobra o gasto ttMrta pa-
ra consiiiu !,: i,i i, |,r
Comarca do Pao aV lIIm.
2 500 r*. ibre o ga I i ajtjrUaara
coasumo i lem idom or
Comarca do Cabo.
2~.ica rs. sobre ogasJo aorta para
coosumo ti.-rri i lena por
i ornare! da Santo -nt.-.o
i m 11 -!< *
1.0. e'l2,9

sullu, 79 inollios cooriuhos crtuloi, 217 caixas cera
de carnauba, 600 mullios p.ilha, 16 canales fumo I
hilceira ; a ordem. '
CON SI LADO GERAL.
Kendimenlo do d I..... -... DIVERSAS Plt()Vl:,ciAS. '"'
RoD-liment >^i,i(-
DESPACHOS DE EXPORTACAt) PELA MESA
.r,.;"iVi.'i.\:v.V: v^7.'"A ,-,,m,,e kou
ibrillarBriaue inelez ..l.-rri kforg...... Jobnsloa
I sle di i. 2.2 id suco* assaeai m .* velo
VilparaizoBrlgue hamborgoez eElbea, Amonm aWHIO rs. sobro ogatenaorto pera
Irtiilg., Ol) sacco assucar brancu. consumo idom dem por
,..**,*
4:."> .

1 Via.IMHI
I .Mi.n.n.

MUTILADO

ILEGIVEL
-


/
uAftio rE pRKNAMmwi ii^M!!^ ?m;j"siTfiJ>ti i&
590,000
1:810,000
460,000
106,000
61.000
3-698.0UO
823,000
114,000
146,000
612,000
4:2,000
451,000
60,000
Municipios do Itio Formoso
e Agua Preta
'JjjOOrs. sobre o pmlo morto para
consumo idcm iiicm por 2:657,00
Municipio de Serinhcm.
'J9500 rs. sobre o gado morto para
consumo idcm dem por
Municipio Arrematados coujuctamento
'j; .500 rs. .sobre e gado morco para
consumo dem dem por
Impostos a cargo da collectoria a-
valiado por anno em
'JO Ojo da agurdenle idem idem
Comarca do Limoeiro.
Arremalidos conjunclameute:
29500T3. sobre o gado Uihado pa-
ra negocio e dizimo do mesmo
gado, arrematado 'iwualmeu-
Dizimo do gado cavallar
to em
Impostos a cargo da collectoria a-
valiados cor annoem
ti porOp) d'aguar dente idem idem
Comarca do Bonito
Arreraatodos conjuctamente :
23500 rs. sobre o gado talhado a pa-
ra negocio e dizimo do mesmo
gado, avalado annualmente cm 2:WO,000
Dizimo do gado cavallar idem
Impostos a cargo da collecloria do
municipio do Bonito idem idem
0 0|o da agurdente idem idem
Municipio do Brejo.
Arrematados conjunctamenie :
-3500 rs. sobre o gado lalhado pa-
ra negocio e dizimo no mesmo
gado, avahado annualmente em 1:693,000
Dilimo do gii ni cdvallur idem 52,000
Impcstos a cargo da collecloria idem 594,000
20 0|q da agurdenle idem idem 38,000
Municipio do Cimbres.
Arrematados conjunctamente:
2500 rs. sobre o gado tal hado pa
ra negocio edizioio do mesmo
gado, avallado annualmente em 1:211,000
bizimo do gado cavallar idem cm 105,000
Impostos a cargo da collectoria
idem idcm em 311,000
20 0](| da agurdente idem idem 38,000
Lomaren de (.aranliuiis.
Arrematados conjunclainuule.:
29500 rs. sobre o gado lalhado pa-
ra negocio e dizimo do mesmo
gado, avahado aniiualiiien'o em 2:763,000
Dizimo do gado cavallar idem 80/000
Impostos a cargo da collectoria
dem idem em
20 0|o da agurdente Idem idem
Comarca de flores.
Arrematados coujuntamenlc :
2*500 rs. sobre o gado lalhado pa-
ra negocio e dizimo do mesmo
gado, avaliao annualmente em 3:173,000
Dizimo do gado cavallar idem 342,000
Impostos a cargo dos collectores
idem idem em 999,000
20 0(o da agurdente idem 4o,ooo
i .omarra da Boa-Vista.
ArremaUdos conjuntamente :
1,500 rs sobre o gado lalhado para
negocio e iiizium do mesmo ga-
do, avahado annualmente em 3:091,000
Dizimo do gado cavallar, idem 209,000
Impostos a cargo dos collectores
incluidos os 200; por escravo ex-
portado, avallados annualmen-
te em 1 (43,000
30 por ceuto dd agurdente idem 34,000
. Imposto de 20 por cont sobre o consumo
de agurdente nos municipios
m:.'nuiles :
Ulinda avallado annualmente cm
Coiauna idem dem
Nazareth idem idem
Pao d'Alho idem dem
Cabo idem idem
Santo Anlao idem idem por
Ilio Fonr.oso e Agua l'ieta dem
idem por
Serinbaem idem idem
As arrematares serao feilas por lempo de
tresannos, a conlar do 1- de julho do cor-
rente anuo. a 30 de junho de 1860, sobas
mesmas condieOes das interiores, e na for-
ma lio arl. 70 Uo regulnmento v 3 de agos-
te de 1852. >
As pessnas que se propozerem a esta ar-
remataeo comparecam sala das sessoes da
mesma junta, no dia cima declarado, pelo
meio dia, habilitadas na forma do art. 75,do
ni do regulameulo.
E para constar se man lou aluzar o pre-
sente e uublicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de
l'ernambuco 19 de miio de 1857. O secre-
tario, Antonio Ferreira da AnnuuciacSo.
Art. 75. Os contratos da r.rrematac3o de
renda, que importaren! cm mais de dous
conloa de reis, serSo etteciuadus sob a ga-
ranta de dous fiadores idneos, que tenham
bens de raz na cidade do Recite, ao menos
um dulles, urna vez que o outro seja notoria-
nir rito abouido.
Ait. 76. As arrematarles pdenlo effec-
tuar-se pela maior ou menor licitarlo otfe-
lecida em cartas fechadas.
Art. 16 Do regulan-ento interno da the-
souraria,
Osdocumentos comprobatorios das habi-
litares dos arrematantes, e os que devem
provar a idenlidade dos Dadores se. 5o apo-
sentados na sessao da junta anterior a da ar-
rematado, para seren lomados em consi-
deraco, resolver-se sobre a nanea, c admil-
tir-se o licitante.Conforme.O secretario,
A. t. d'Annuncia^ao.
A do Porto de Podras est col locada ao
Sul da Baixa Grande, em cinco bracas de fun-
do, areia lina, prxima ao cabeco de podras,
sobre a qual ha urna a duas bracas d'jgua,
as mares ordinarias.
A boia demora com a ponta do patacho por
52." SO, com a barreira jo sul da igreja por
42.- NO. com a pona Japaratuba por 3. NE,
rumos magnticos. Pode-so passar prximo
a ella, pelo lado do sul, Qcando a baixa pelo
norte, que tom de comprmento na dire cao
NO-BE, de 20 a 30 brabas, e de largura na mulago : par
deNE-sn, io a io
A de Camaragibe est por fo'a dos cabemos
e ao sul dclles, em cinco bramase tn s quar
Para > Ido de Janeiro san- com
muila brevidade a barra Recife, e tem a
maior parte de seu earregarnento promp-
to : para o restante e passageiros lrata-se
rom Manoel Francisco da Silva Carriro,
na ruado Gollegion. 15, ou com
lao Manoel Jos Kilieiro, abordo.
1 EARA" i: CARAC'.
Segu al o dia 12 do torrente o patacho
o passa Reros,

.'Ucdc
til
o capi-
se com o rapilo bordo, ou no cscriptorio
de Manoel (oh'iIV'S la Silva.
--- Para Lisboa, sahlra impreterivelmente
Boga-se ao autor Jo annunejo publi-
cado no Diario de l'eriiuiiilitico de
quinta-feira 28 de maio do presente an-
no. a respeito da questSo, que nojuizo
municipal da primeiaa vara, pende entre
traa- o Exni. senador Antonio Luiz Dantas de
t.is na baixa-mar, de dial de ua, demoran-1 dia 7 do coi reate, o velelro brgue por-
do com .pona de N. Miguel por 15. M-:,' tugue/. I'.elanipago, o qual anda podar rece?
com o meio da barreira do morro Cmara- '":r Iguau carga a frejo, ... passageiros,
aibe por 75.' NO, ecom p pona de Sanio aii- ;lia T!" trata-so na ra do Vigario u 19,
Ionio Grande por 58.-SO, '.naos magneti-|Pr'me,roan,1*rcom consignatarios T. de
eos ; pode-se encostsr ao sul da boia que ha *Qno 1 mseca & Filho.
355 000
81,000
80,000
96,000
56,000
254,000
52,000
34,000
seis bracas, e seguindo na direccSo ua po-
voacSo do dito morro, vai deminuindo gra-
dualmente o fundo.
Dos guarde a V. I'xc. Bordo da rorveta
hlice Boberibe, surta no mosqueiro de
Pernambuco em 25 de maio de 1857.lllm. e
Exm. Sr. Francisco Manoel Barrozo, chele de
divisan ecommandante da eslaco naval.
Jos alaria BoJrigues, eaptao de fragata c
cotnmandante.Est conforme, Jos Rodri-
gues de Sofisa, 1.- lente. -Conforme, Ale-
jandre Rodrigues dos Anjos.
COKSELUO AIIMinlSTRATIVO.
O consclho administra ti vo para forneci-
menlo do arsenal de guerra tem de comprar
os objectos seguate :
Para a obra do hospital reg mental.
Cal preta, aiqueires 300; dita branca al-
qucires25; canoas de areia 10 ; oleo de li-
uliacja, galoes 4 ; er, arrobas 3 ; secante,
libras 3 ; travs de qualidade, com 28 pal-
mos de coujprimcuto, e palmo de fec 6.
Presidio de Fernando.
Ornamentos completos,sendo, verde, bran-
co, e rouxo 4.
*. balalho de nrtilliaria a pe
Britn lira neo liso para calsas, varas 300;
algodaoziuho para camisas, varas Soo ; pan-
no pialo paia polainas, covados 50 hollanda
para forro, covados 25 ; sapinos, pares 300 ;
esleirs 200 ; botoes netos de. osso, duzias
167; ditos brancos grandes do dito, duzias
134; ditos blancos pequeos duzias 67.
9.' batalhSo de inlaiiUiia.
Bonetes 35; grvalas 35 ; Sapatos, pares
800; mantas 35 ; esleirs 400 ; briro branco
liso para calcas, varas 1088; algodSozinbo
para camisas, varas 1000, 'panno preto para
polainas,covados loo; holladapaia forro,
covados 59 ; botoes blancos grandes de osso,
duzias 290; ditos ditos pequeos, ditas 157;
ditos prelos de osso, ditas 331; livro de. 100
lolh.-s de papel paulado I.
10.- haialliao d-o infantaria.
lirim branco liso para caigas, varas 480:
algodaoziuho para camisas varas, 1S0; pan-
no preto para polainas, covados 4x; hollan-
da para fono, covados 21; sapatos, pares,
192; esleirs 192; boles brancos grandes
de osso, onzias 138 j ditos ditos roqueos,
de osso, duzias 64 ; ditos prrtos de osso, du-
zias 16o, papel almajo, resmas 6; peona
de ganso 4oo ; caivetes 2 ; tinta preta para
escrever, gnalas 6 ; lapes 72; areia preta, j
libras6; cariasdea, b, c, ejemplares 30,1
taboadas, exemplares 30; exemplares de
grammatica portugueza, por monte 6; com-
pendios de arilhmelica 6 ; traslados 20 ; pau-
las 6. v
Companhia fixa de cayallaria.
Brim branco para calcas, varas 15); algo-
daozinho para camisas, varas 150; sapatos,
pares 60 ; esleirs 60 ; b 'toes brancos grau-
pesdeoSso, duzns40: ditos pequeos, du-
zias 20.
CusipRiihia ce artiliecs.
Brim branco liso para frdelas, varas 625 ;
algodSozinbo para camisas, varas 313; pan-
no preto para polainas, covados 31 ; hollan-
da para forro, covados 16; sapatos, parea
104; esleir? 123; bot0esbrancosgrand.es
de osso, duzias 167; ditos ditos pequ-nos I a-leu-
de osso, duzias 125 ; boles prelos ue osso,
duzias 105.
Delegara do corpo de saude.
Livro em branco pautado deSOOlblhas I
Arsenal de guerra.
I.ivro da 150 folhas i.
Quem quizar vender, aprsente as su.s
proposlas em caria lacii ida na secretaria do
conselho, as lo lioras do dia i de junho pr-
ximo vimiouro.
Sala das sessoes do consclho administrati-
vo para forneciment do arsenal de guerra,
27 de maio de 1857-M. noel Ignacio Bncio,
presdeme interino.iern.-rdo Pereua do
Carino Jnior, vogal c secretario.
O CviMelho administrativo da patiimonio rfos
rphSot, Itm ile levar a hltta publica em a sala de
suas bi'-se* do ilu 5 do corrt'nle, as rcildaf 'las oa-
*as do mesinu palriinoiiia, que licararo p<>r Hrr.'im-
larrm aprar.i da dia 29 do panudo por tilla ila
lieitaalca ; ebrinamm ama nutra par'ldaiaaeu-
clnalas ca-as allano dect oailas. por lempo d
um anuo, (pielera de .lecorter do l#, de julho
proiimo foturo a :to de junlio le 1851, legando o
que diipotm os art. 2Se 29 do tegaUmealo em
Vigor a aber :
Numero le'"
Kecife. -
>. 28 d^ .. idem da Madre de lieos.
N. 20 dT doa, dem dem.
K, 39 dita ile dnai an lares, idem dn Torres.
iS". 55 dila terrea, idirn do Aiiiorim.
N. 60 dila dila, idem da Cacimba.
>. 68 dita V.a, dem .los Burgos.
^. 69 aii dita, 1 lem idem.
N. ^1 dita de tres an lares, idem do Vigario.
N. 72 dila de dooi andares, idem idem.
Barros Leiteea Bxma. Sra. I). Joaana
Mara de Uoos, viuva do fallcrulo senador
Jos Carlos Marink da S. Fcitvo, de (azer
publicara procurar'! passada pelo lllm.
Sr. Dr. Jos Au;iislo Cesar Naliuco do
Araujo, anloiisanclo ao lllm. Sr. Jote Pi-
res Ferreira, para vender a rasa de so-
brado 11. "), sita na ra do Hospicio, e a
terca parle da casa terrea cpic Milica con-
tigua no canto, ao E\m. Sr. desembar-
;;ador Fu mino Antonio de Souza, dignis-
'"'simo presidente do tribunal do com-
rceicio desta provincia, para assignar
Para Lisboa; com toda a hrevidade,
por ter gran !e parte da carga prompta, a
bem conhecida barca porluguez alaria Jos
quem quizer carregar, ou ir de passagem,
paia o que lem muito bons com modos; di-1
I rija-se aos seus consignatarios Fiancisco >>e
1 vera no Itahelio tv Kilno.
a csrriptura da compra referida. Com
a piibcaco das ditas procuracoes, das
avaliac'ies das casas cima menciona-
-~ ".renJera,ti,.a"is & Companhia Ta- das no inventario dos bens do fallecido
senador Jos Culos .Marink, escrivao Brit-
mblico anreciar
. I
';
lena d pro-
vincia
Ultima parto .? <], ; i e
primeira da <;:i 'ntn do
Guadalupe.
U Sl&WUO ii
;ss s '"liiutes sortes:
rSo leiUo, para fechar cuntas, por i'.ilcrven-
ciio do preposto do agente oiiveira. de um
soi tmenlo de enxa.las, pregos e outras fer- jt0- potlera o respeitave
rageas linas c grossas, mi udezas, papel e va- se liouve excesso de proeuracao. ese lie
ros outros artigos inglezes, belgas e alie- verdade existir a servidSo de mais de 20
maes que se vendern ,.or precos razuaveis:. ailnos, (,)IMO diz Exm. senado|. r,anlalii
qu.rla-leira, .1 do cor.ente, a?. 10 horas da .,. ,,- 1
manhaa, no seo armazem, ra do Trapiche no ''ocuinciito publicado no "Diario d
.Novo.
O agente Borja fara leilSo quarla-l'eia
3 ile junho, as 10 horas da mauliaa, em seu
armazem na ra do Collegio n. 13, de diver-
sos movis perlein-entes a nina pessoa que
se retira pa
excellente mobllia de Jacaranda, rom pedia,
urna ptima secretaria lambem de jazarn-
da, 2 guarda roupas, commodas e meias
comuiodas, urna cuma frauceza, varios le
tos para criancas, u n lindo toilette, espelho
de vosiir, lavatorios com os competentes ar-
ranjos, um grande guarda lauca, mesas de
abas e clstica igrande), una ptima mobi-
lla de amarello completa, varios movis de
marcineiria para differentes mistares, can-
delabros e lanternas de vi 1ro, lindos vasos,
Qguras e mais eufeiles de porceilaua e de
crystal para sala, um excelleute relogio de
parede, quadros com estampas, ulensis e va-
rios airaujos do casa ele. : igualmente fara
leilao dos mullos objeclos existeutes no ic-
rerido aiiiia/. ir, ja annunciado para odia
27, cujo leilSo nao poude ter lugar; bem
como 2 ptimos bois de carroca.
Lieao
Soiilball, Mellors C, (aiiio |eilao,|Kr
iiiiei\eiicao do agente Pestaiia, de um
completo e variado sorlimeiilo de fa/.en-
i.'is inglezas proprias do mercado : ter
ca-feira 2 do corrente, a's I" lioras da
manhaa, em sen armazem, ra do Tra-
piche n. ~S.
O agente Borja transfer o leilao da taberna
ila no largo da Kibeira I, prtenseme a Jos Ro-
drigues Areij, por aoloriMcio do E*m. Sr. Dr. jui/
especial do foinmereio, a requthmenlo de Joi
Mu lins d!- Barros uniros credores do dilo Areia,
para terra-feira 2 do corrente as II lioras cm ponto.
\
K-.WMDi
Pela mesa do consulado provincial se
faz publico, que os 3U das uteis para o paga-
mento, abocca do cofre, da dcima dos pre-
dios urbanos, das freguezias desta cidade, e
da dos sfogados, se principian a contar do
I." de junho prximo vimiouro, lindos os
quaes, incorrem na multa de 3 por cenlo,
todos aquelles que deixarem de pagar seus
dbitos, nos referidos 30 dias. Mesa do con-
sulado provincial de Pernamburo 27 de maio
de 1857.Antonio Curueiro Machado Rios,
Administrador.
Companhia
DE
lcberibc.
A dii-ecc.io ila companhia tem delibe-
rado (azer a cobranza dos chafarizes e
bicaspor arrematarSo de cada um chafa-
ri/. separadamente, sob as condiroes que
seacbam patentes no cscriptorio da com-
panhia, rtia Nova 11. 7, priineiro andar.
Ah se recebena propostas em carta fecha-
das para qualquer dos chafarizes, deven-
do ter lujar a arreinalacao dos do bairro
do Recite no dia de jiinbo prximo,
pelas II lioras da manliaa, onde devem
comparecer os pretendientes com suas
bancas.
Servir' de base para a nrremalacao o
termo medio do rendimenlo de lies an-
uos ltimos ; sendo o chafariz la rita do
Bruin.->:U0.s0l)<> rs. por anno ; ruada
Cruz 6:i00,S-000 rs. ; Forte do MattOS
2:7()0.s'; caes da AUandega V.iM) rs.
A direcce esperando alguin mclbora-
menlo da livre concurrencia, aceita toda
e qualquer proposta. Escriptorio da
companhia,-27 de maio de 1857___-Ose-
cretario, Guilberme Au;usto Rodrigues
Selle.
(I lllm. Sr. capitSo do porto, para co-
nherimento dos navegantes, n de quem mais
possa interessar, manda fazer publico o of-
hcio, copia juma, declarando as posicoes
cm que se acham duas boias ltimamente
enllocadas, em virtude de ordem do gover-
no imperial, pelo vapor de guerra Beberibe,
na< barras dp Cam^ragibe, e Porto de Pe-
dras, provincia de AI aguas.
Capitana do porto de l'ernambuco, em 28
de mam de,1857. o secretario, Alexandre
Rodrigues dos Anjos.
N. 65. lllm. e Exm. Sr.-E-n cuniprimen-
toasmstrucees sohn lio, que V. Ezc. me
dirigi cm 15 do corrente mez, pasM) a in-
formar a V Ese. das posicoes en que se a-
cham enllocadas as boias uo porlo de Cedras
e Camaragibe.
N, 73 dila de tres andaras, Mein dem.
N-1* (,!lil lerreSf ld*m do Encantamento.
N. 7"i dita dita, dem nlein.
N. 76 dila de dous indure*, dem dem.
K. (7 dita dila, dem dem.
.X. 78 dita de dous andares, idem da Senzla-
Velia.
N. 71 dila dila, idm idem.
N. 80 dila dita, dem idem.
.N. SI dltt terrea, idem idem.
.N. 82 dila dita, 1 lem i lem.
N. Kl dila dila. i l.m da liuia.
IS. Si dita dila, idem 1 lem.
N. h"> dild de ires ndate,. dem do I lapiche.
i\. si i .lila de .loo. andar, 1 lem da Lingoela.
O licitantes li.ipiin de Comparecer rom os sen*
liadiires em a san das nexo do mesmo nm-i 1 Ii > as
II lioras da iiimlila do mencionado dia.
Secretaria do con-eilm administrativo do patrimo-
nio doa orphaoi t de junho de tS'i7.O secretario,
Manoel Antonio Viesa".
O lllm. Sr. contador servindo da ins-
pector d 1 thesouraria provincial, minia fa-
/.er publico, que. do dia 2 do corrente por
diaute psgam-se os ordenados e mais des-
pena proviceros, vencidas ale o lim de
maio ultimo Secretaria da thesouraria pro-
vincial Je l'.-rna ni buco 1. de junho de 1857
Osecretario, >\. P.d'AnnunciacSo.
que fu/, o agente Pestaa, por conta de
quem pertencer, de poi-code oaixas com
massas, 15 harris com cuouricas: quar-
~> do corrente, a's 10 horas 1
manhaa, no armazem do Sr. Aunes, de-
fronte da alfandefta.
Leilao de iUriiilti etriga.
t) agente Pestaa fara' leilao, poi con-
t de quem pertencer, de nina itorcoc1
barricas com farinhade trigo e algn
caixas com massas : q linla-leira
corrente, a's I I horas da minliaa. na
porta do armazem do Sr. Aunes, del'rbn-
le du escadinha.
e
'2ii de maio do prsenle anuo.
Na na de Santa Rita 11. 18, tem inn
segundo andar para alugnr, com com-
modos para familia : a tratai na ra do
Cabuga', loja de miadezas de portas.
-:.,:-.;'v...-..: .:. ...-.. -.,.
fia O llr. Caelano Xavier Pereira de H'ilo, ,*'.
medico, faz Kienle aos seus bmigoB e ao [-.
publico, que iiiudou saa residencia para a ''
V$ paaca da Boa-Vla, can o, 12, que bi do $
_.ra fallecido Gadaull. por rima d.i bolira do Sr. n.
f I lopiuii Ignacio Riheiro, .nide poden ser '
i.v? procurado a qualqoer hora du da eo da ^I*
- 'i ii'iile.
9

-.-
TV
AVISO
i^r>.r- :
:::
>..
aos ierreiros.
O ttbi:
den
525 500si. ineios.
.")27S 200gi ditos.
2i(is I04)2 rjdoj.
1411 100;;2 ditos.
."2S2 50.*2 diios.
5017 ."ili.s'1 (piarlos.
Na rua do Cabuga' loja de miudezas,
dequatroportas, da-sealgum dinheiro al
uros, solire peni mi-es de ouroou prata.
Vcnde-se una boa escrava crioula,
inda mo<;a, com habilidades e de boa con-
ducta ; dtr-se-ha o motivo porque se vende:
na rua da l'iaia 11. 43, primeiro andar.
Na rua estreita do Rosario n. 25, pri-
meiro andar, v, nde-se urna c-scrav 1 crioula,
de 33 annos, que engomma liso, cozinha e
lav 1 de sabio.
a todo o preco.
Vcmem-se ipicijos de grusyere em bom
estado : uo armazem confronte a alfandega,
de luiz Antonio Aunes.
CAPIS DE BORMCHa
pelo barato preco de i a 8:*000 cada urna por
terem pequeos deleitos : na rua J Cadeit
Vellia n. 33, loja do Porto.
Fugio em principio deste mez, do en-
gcnlio Qaeimada's, freguezia de Barreiros,
o escravos Miguel, crioulo, sapateiro, cegn
duolhoesqueido, gago, can doto, idade 3
anuos, barbado, alto, secco do corpo, cor
fula, o qual em novemiiro do anuo prosigo
Atteuco.
0
Maria Husada Assiimpc ei, de confor-
midude com os seus anninicios poi ve/es
transcriptos neste jornal, previne a quera
conyier, que su e nicamente passou c
a.-i^'iinii urna obrigat-So de leiscento* e
noveni.i mil reis (OOO.S'OOO), era 2'i le
I"ii'ii i: 1; i!u (.....cute alio, a favor do
Sr. Joaquim Antonio da Silveira, com o
' pra/.o de d i/.c! mezes, sendo que
inialquer titulocreditorio que apparecal
cm su 1 a si<;natti!'.i, be filsoesem valor'
nlgiim, asno como pie nao assgnou ef
1 -. 11 ito 1.. de b\ po
ruin, 'ccili', I S
beca c lesl unenlo al-
maio de I N.">7.M"
1 i.1 liosa da .\smi:i:m .ni.
oena
:iA.
o
Provincia.
O ahaiso assignado vendeu os seguintes
premios :
1 me: o Numero
1 quarlo
1 dito
1 dito e
O mesmo tem exposto venda os seus fe-
lizes bilhetcs, meios e quarios da primeira
parlada primeira lotera da ordem lerr 11 1
de S. Francisco de Olinda, os qua>'s nao
estilo sujeitos ao descomo dos oilo por
rento da lei.
Por Salustiano de Aquino Feneira,
Jos Fortunato dos Santos Porlo.
O Sr. Joaquim Jos llamos, que lem
3|0 5:0nt)$
2779 1:500/
2153 20(r-
23IS 50*
LOTERA.
DA
provincia.
Oalriisii assignado venda adinhei"
la, sondo da luantiade iHo^MK r>>- I
cima, os seus relizes l> ihcic, mm. 1 qu'
t '-. pelos pr eos ahalO mriirinnad
011I10 nu da Cadeia do Recife n. U, esquinada
Madre d tieoa:
Bilhajjas HziOO recebe KM
Meios u'~700 i:50O*
U jarlos 1-350 |:i5**
Por .ilusuno de Aquino Parvarra,
Jos Fortnalo dos N-n'n* l'ort'i.
X... ::-.. .,:...
i% Joo dj, Si'se ll.mi'*. medir 1 pele um- s
'. vemada di CoiBbra, muili-n o teei4n- jl
- til da rua do Gafe**- para a tan .Nova n. *."
! 5 i'.', secundo andar, .lirado do Sr. llr. Sei- '
. to, e ah conlii.iia a rereber, da* S 1(1 g'r*
..' lluras da maiiliSa. e das 1 .s .", da larde, .:*
-..." pe.snas qae o qneiram eomullar.
lotera do
Itio de Ja-
neiro.
AOS 20:000f, l():l(Kl.s K i:0lM).v
\a prara da Indcjiendencia n W.
acham-se a vendaos novos bilhriesda lo-
teria tSV* do .Montc-Pio-ticral, que ilcvi-i
familia em Santa Galharina,
favo
queira fazer o |COrr
.1 1~> do ireseiil'- : as
le dirigir-se ao cscriptorio do 'Sr. Ma-u's i.-!i vapor hrastleiro,
par':- a -27> na mesma Iota .11 una a
ra' o promnto iiajLaanadu atoa
islas e|M-i -
pie lira.1 1
ht-
ts protccQOes: roga-se por tanto as auto- ".7r.i y>,\>'
ridaiUanliVi... ^,,.-.1= ....'.,...;..... niac.'e esgalha la, levando cerda ; descon-
ridadespolciaes e capit5os decampo, ba-
ta-se ter seguido para as bandas do Cabo,
F. POIRIER.Aterro da Boa-Vista n.55.
Tem para vender, a vontade do com-
"cA&viO se mu
de primeira qualidade, por preco com-
modo.
jam de o ppviehender, c ovar ao dito en-l_
'genho. onde generosamente se satisfar asi P0'-16^1 ssoaqueoencontiar.
despezas; protescaudo-a contra quem qu
ou d lio ti ver milicia, drija-sa a r
Mondeao n. tit'., quesera gralilicado.
do
que o leulia ncculioem seu poder/dse pro-i ....."Y- V B "",-7uu- .
seguir nos termos da lei, .o, d cvilaV-s.-L "" "" lsi ^ d8 "",'' ,aJhf" l^iavc
Untos escndalos sempre Ir.jtid.c'aes aos ^^"ah't u'^-c', s'^', ea".; ttS2
bracos da nossa agricultura. ', -' !-,l,lllU,l',> J"J*-sea ruado Trapiche
mm -i m thelegrpho
Na livraria ns. G e S da praca da Indepen-
dencia h.i pina vender o roteiro do thclogra-
oho, nnvauu'iiie reformado, com o nomo dos
vapores e outras embarcaeftes que deman-
dam este porlo, a UO rs cada uin.
PROVINCIA.
TIIEATRO

QUABTA-FKIKA :t DE JIMIO.'
S<>g;nn(ta recitn <*;i Mpslgiutlnra.
Depois que a archnlra liver deaempenbado urna
de Mas oaverlorai, lobiri a acea pele primeira ve/
ueste tlieatro a iolvres^me comedia em 2 acto*
0 CONDE DE PARAGARi",
por
Compo*ie,ao do .vr. lUirancliei representada
mullas ve/es no lliealro li>innasio de Lisboa, e sei..
pre com firral areilarao.
No iiiieiv.illo da comedia a Sra. I). l-.diel e oSr.
Santa ROM cuitaran o muito applaodido duela
OiHEIRir..3 E A POBRE,
Finalisar o especlaealo o lindo e engrasada vao-
deville em dous artos
A m\u m vitol
Os bilheles desde ja e aclmm a venda no eserip-
torin do Uiealro qu^lipier liara,
"rincipiar.i as S lloras.

'. ,
/^
O Sr. tliesoureiro das loteras manda
(a/.er publico, que se achara a venda, no
pavimento terreo da casa da rua da Au-
rora n. dli, biliietes, meios e (piarlos, da
primeira parle da primeira lotera da
Ordem Terceira de San-Francisco de
Olinda, das 9 horas da manhaa a's 8 da
noite, cujas rodas ,ndam no dia 6 de
junho.
Thesouraria das loteras, ."id de maio de
1857.Jos Januaro Alves da Maia, es-
crivao das loteras.
Na rua da Cruz, deposito de doces,
n. I", ha um grande soi ti ment de do-
ces de caldas e seceos, de ludas as quali-
dade* de Inicias, c se a banca as qualida-
des aos senbonts que qoizerem fazer o f-
vor de comprar nestacasa, e igualmen-
te um grande sorti ment de chaiiitns de
todas as qualidadas, dos melboi-es fabri-
cantes du provincia da liahia, e excellen-
tes ananazes abacacbis, laranjas de um-
ligo, e todas as mais frtelas queossenho-
resipii/.erem lazerencommendas, promp-
tamente serao mandadas mi- para o dia e
I111 a marcados, c acondicionadas de qual-
quer 111,mena a vontade dos inesmas pes-
joas.
':":-'- "- --- '".-.'.^--....:-.
..--".r -jj .> ,..-., .-...... ... ,0* ... .
. ssoeacao
g copular de soccorros mutuos. ':::
!? Da ordem do Sr. director, o primeira se- 9P
'.{i Wlario inlerine avisa aos socios, que quar- i'
a -t la*feira :t do correte nevera se.sao entra- '
-. ordinaria, devendo achar-te reuuid09s 7 ",v
1 horas da nalle. fea
*s Sinellianleiii-nle si rasados aquelles ,'-'
'. '"* se a''11'"" e'" slrazo pura com a rana *
i social, hajam de se por quites com a mes- (
y na. visto como oe-l.itnto nao petmitteque jffe
ns coi triln in> s" m retardadas em dam- JE
:..* no dos inleressc- sociaea. $J
;.r .-:.. .-^XM^OO
ljXUiicto ism-o de Vtr-
11 ibuoo.
A direccao do c\lincto Banco de Per-
najnrmoa recebe propostas em carta fe-
diada, ate quinta-feira 4 do corrente, na
KM
msr^_BHai.-'K:m"K m.^^.^ -,
BA DO SOL, CASA N. Iti.
Este sumptuoso estabelecimenlo oll'e-
i-ece todas as cemmodidades precisas aos
Sis. viajantes que alli aportari-m, nao SO
pelo asseio e ]iromptido de seu servico,
como pelo mdico estipendio de sua bos-
pedagems, tomando-se por tal forma as-
sa's recommendavel.
Precisa-se de um olicial de a'aiale,
que tenha pratica de cortar: amada
Madre de IJeos n. 00. primeiro andar.
Precisa-te de um feijor para um si-
tio perlo da praca, paga-se Jiem sendo
uel e leudo boa conduta : na rua Ia
Torrea n. r.S, erguntJo ondar^
ti abaixo assignado d.-ixo de ser cai-i
xoiro do Sr. Joito Baptists doaajSnto.s l.oho,"
dia 3i do mez passa Jo
Manoel de \lmaid.i Xogueira.
- l^u abaixo assignado declaro que dei
xei de sor ciiiseiro do Sr. Jos Das ia ::o.-.la
0-ideal desde 31 do mez prximo passado.
Recife I. de junho de IS57.
Joo liiheirn de Castro
Precisa-sc de -2 amassadores : na pa-
llara do lorie do Matos, l'aga-se bem, agra-
dando os seus servlcos.
Ama de leile.
Precisa-sealugar una a na de leite, livre
ou escrava, para casa de la niiia -. dirijam-se
a rua Imperial, casa contigua a fabrica do
vinagre.
Precisa-se de um hop criado para o
servido interno de orna casa estrangeira na
eraq.i dq Corpo Sanio n. 13.
I'ede-se ao Sr Custodio Jos Rarbosa,
natural da villa de Amares, c-n Portugal, ou
seus herdeiros, o obsequio dirigir-sa a rua
do Crespo, loja 11. 4, a negocio de seu inle-
resse.
Alug.-1-rc um preto para servico de ar-
mazem: qgem o pretender duiga-c'e a l'raca
da Independencia n. 3.
--- Precisa-se de nina ama. para casa de
muito pequea familia: na ua do lljspicio
n. 34
- Pelo prxima paquete bamburguez,
saca-se sobre a praija do Porto qualquer
quantia, a vista ou a prazo : no escriptorio
de Tliom- / de Ka ia, rua do Trapiche n. 40.
l'rccisa-se lugar nina preta captiva
queentenda do servico interno de urna casa
de pouca familia, porcm quesaiba cozinbaf
bem ; paga-se boa meiisalidade : a tratar na
rm do \raorim n. l), segundo andar.
Francisco Carlos l'eixeira Borges, ro-
mo administrador,de siia mulher i vlexan-
drma liosa Pereira Soares, fllha legitima de
lose Ha'Cuado soares e sua mulher Anua Ro-
sa deCarvalho, declara qaeningnem coi-
trate negocio algsim com o seu sogro Jos
Machado Soares solire hers movis ou de
raz, visto que al o presente nao lem dado
partilhas aos her leiros, por parta da finada
sua mulher; e para que nao se chamo a ig-
norancia, o abaixo assignado tiii'ndJ fa/.cr
publico. Francisco Carlos 'l'eixeira Borges
'a.ba.0
O antigo deposito, sito no beccodoGou-
calves, armazdus ns.*e 6, acha-se de novo
suprido de diversas qaalidades de muito tu-
perior sabo amarello, fabricado Bosta pro-
vincia, e vende-se por menor precu que em
outra qualquer part.
vendem-se queijos a lr5O0, dos mais
novos que lia no mercado : na taberna da
rua de Moras n. 4
Precisa-se de um liorr.om de idade, de
boa conduela, para tratar de um sitio : a
tratar com o Sr Manoel Joaquim Carneiro
Leal, na Boa-Vjste. junio a caixa d'agna.
Precisa-se de um caixeiro porluguez,
de ida o de 14 a 16 juiios : ua rua liueita
11. -21, taberna.
Jos V'ieira do Figueiredo, com casa de
commissoes de compras e vendas de esen-
vo-, niudou a sua residendia da casa da rua
dasCruzesn 22, para a rua estreita do Ro-
se icha
os seus
( Sr. Antonio Ferreira Lnstoza, tem
urna carta deGoiauna, na livraria n. 6e 8,
da praca da In lepen leticia
-- 0 abaixo assignado az verao publico
que o Sr. oernar 10 Rodrigu s G. e Costa,
deixou de ser caixeiro de sua taberna, sita
em Campo Verde, rua do Socegon desde o
1. de junho do corrente anuo : o por isso ne-
11 urna gerencia mais tem em dito csiabele-
cimento.Antonio Ribeiro Fernandas.
v^rdern terceir. de X ?.
fio atino.
0 Mestre dos Novicos da veneravel orJem
terceira do Carino desta cidade, convida a
todos os irmaos novicos da mesma ordem.
n. i .
l'recisa-se de 0:11 > ama para casa de
liomem soiteiro : na rua da I., iguela n. in.
t) abaixo assignado, tem justo con-
tratadol ceder por venda ao Sr. \islo Vieira
Codlhoja posse, e bemfeitonas de seu teire-
no sao no Monteiro, a margein do Capibari-J
be, cuja possa bouve por compra a viuva
do tallecido Sorianoo, co.io pruva o papel
de venda, feito pelo sr. Bernardo Antonio de
Miranda, eassignado pela mesma senhora,
so com tudo alguem se julgar r.om direito ao
objecto de que cima trata, reclame quanto
a 11 les.
Joao da Cunha l'.eis.
O abaixo assignado, declara que se nao
respnqsabilisa por jualquer causa que de
para comparecerem na capaila de s. Anua >i 1: hoje em diante se pega em seu uorne, tanto
mestnt, no dia 7 do corrente, as 0 horas di
manhaa, para reunidos deliberar o melhor
modo de festejar-se a sr^. s. Auna, padroei-
ra dos Movigos desta ordem
NdV'i luja (Je 'tliloiro.
Precisa-se de dous ofiieiaea defnnileiro.
para tiabalbur de jornal ou empreitada : na
rua da Cruz no It cife n. 37.
Pargunta-se 1.0 dono de urna taberna
no pateo do Ca-mo.se \< 1 can eniidor de ad-
junto de mole |uea, 1 ^.i irnr pedrea oiu quasn
vai nassaiij 1 pela rua, bem como a negros
por compra co.no para amostras.
Joao da Cunha liis.
- No deposito de massas da rua do ftan-
gel 11. 7:, precisa-se de um caixeiro, seiuo
de 12 a rannos, prefo indo-te con pratica.
Precisa-sede um faitor: quem se jul-
gar hjsbilitado procure Jesuino Ferreira da
-diva, no sobrado du Caldeteiro, freguezia
do l'oco da l'aneli-i.
Perdeu-sc no dia 25 deste mez, na
rundo Sebo, urna loneta de ouro de 11ra
.'lio: quem adiar equizer entre""
lili
para Minia de
2(1
- Pira Lisboa, sahe em poneos dias o
brgue poitugucz Relmpago, para o resto
da Carga e passageiros, para o que lem ex-
cellenlcs cj uno ios ; trala-se com os con-
signatarios Tliomaz da \guino Fouseca&
f-ilho, na rua do Vigario n. 19, primeiro an-
dar, ou com o capillo na praca.
Troca-se urna barraca nova de'26 cal-
sos, por outra de 50, dando-w
ouvende-se a mesma queseacha appare-i Daseja-sc sabe- noticias doSr. Jos de
macla e prompta a navegar :, ja Cruz Sou/a Barros, a nogocio le seu inters,,-1
n, 3, primero-anUr, a fallar com Joaquim no esc iptnrio de Manoel da Silva Santos, na
Consalves de Albuquerque. [ rua da Cadeia do Recife.
sano n. -2j, priineiro mi lar, a mde
sempre prompto par. bem servir
freguezes,
Continu'a a oniar fgido desde 8 de
v-inos, aos quaes tem feito quebrar o une ruado Trapichen. 19, sera' Rraucado
levam para seus seuhores; isto nao parece
justo, antes digno de censrar : digo qu> os
caiseiros parecem ser os mais consentidores
Fugio no da 30 de uni prximo pas-
sado, de burlo da barca brasileira Uathil le
um mulato de noine Cosme, com os Signaos
seguinces: estatura regula-, corpo gr.isso,
Cabellos crespos, olhos pardos, ps grossos,
levou vesiido cali;a e camisa branca, e u na
irouxa com diversas roupas para mudar; lo
em coinp.,uliia de 11:11 negro de nome anloniu
que tsmbeo fugio de bordo i^ mesm 1 barca,
com os signaos seguintes.: cor preta, estatu-
ra regular, oltios pequeos, nariz chalo, 1 -,
urna cicatriz na caliera por cima da orelha
direili, e levou vestido cl c di pelo lopellidu de Loanda,o mulato ci-
ma foi escravo do Itvd. conego Manoel Jos
Fernandos, e vendido aqui por Manoel Gon-
Calves Mello, com procui-afSo do dito cone-
go. e ambos sao m iradores na sera do Foi-
xeira, roga-se a lodas as autoridades pol-
ciaes, e a capitaes campo, a apprehensSn dos
lilis escravos, e muito principalmente as
autorida :es d'aqui para a dila sorra do l'ei-
xeira, por sj desconfiar ter seguido pira
la o dito mulato : quem os pegar leve-os a
casa de seu senhor Manoel Alves Cuerea, rua
do Trapiche n. 14, primeiro andar, que sera
gneros ineuie gratificado.
- s usen lou-se 110 da 27 do maio, do
sitio do abaixo assignado, na Pasagem, con-
fronte ao viveiro, um moieipis de nome Joao
idade M para i i annos, cor bem preta e lus-
trosa, tem todos os denles, he bstame es-
perto, levou camisa de algodSozinho, jaqu*-
ta preta, calca de aigodao azul, chapeo do
palna, foi encontrado na estrada .Nova, junto
ao 1 achanga; suppoe-se ter sido seduzido
por pessoas do malo : roga-se a toda e q tai-
quer pessoa que o pegue, e levem-o ao abai-
xo assignado, que sera bem recompensado.
J 's Comes lavares.
Cotnpra-se urna burra de ferro, com
liante peso, e que soja -egura, estarci em
bom estado: na rua da cadeia do Rocifj,
loja ii. 33.
Precisa-se de d ias pretas rara ven !er
pao-de-i, e bolos, psgando-se-lhe a venda-
geni docoslume, sendo com lianca de seus
senn res: a ira lar na rua Huella n 8, se-
gundo andar.
Preclsa-se de nina ama forra ou cap-
tiira, para cozinnar, eengommar: paga-se
bem : na rua .Nova :i. :r, na mesma casa
compra se urna escrava com estas habili a-
dcs.
Antonio l.eit'c Pereira Bastos, transle-
no sua resi lencia, para a rua da Cruz n. 32,
segundo andar.
Vende-sa cognac em garrafas do pri-
meira qu di lade, e a caix*s de duzia, sardi-
nnas em quartos e meias latas, arenques
braucos, por precos comino los: na ruado
Trapicha n. 1.
Attficn.
Compra-sa urna casa terrea em qualquer \
dos tres luir, os do Recite : quem liver para
vender, anuuncie par; ser procurado.
Padaria.
Precisa-se de um amassador queentenda
de totas as mas-as : ni rua da Senzal.i \c-
llia n.8l. Agradando o seu servico, paga-se
bom.
COm >iiMM reis.
o mogo habilitado no ensino primario,
que seoiiere.ee para ensiuar, tenha s honda-
da 'Parecer no engenho Cucara do Cabo,
-1 tratar com o Sr Francisco Luiz P. Brrelo,
o mais breve que for possivel.
--- Faz-se todo c qualquer negocio com a
melhor loja do Passeio Publico n. 9, com
fazfen las ou sem ellas a fallar na mesma.
:5&q&0QQQ ;: .::39393
^. .>.i eootollorio do lallecieo I ir. l'.iola .
Kaui'1-, eiislem divera ^ mt licam?nlos 't\[
hnmoopalhieM, lialuraa, laboi vidros e *-.*
kIoIkiIk. inerte, luda m van le por nnnlo ;*J
menoa deseo valjr, para HqoidacAu: 01 '..
pretndanles dirij ira-te .i rua du Bncaa- *"
lamento, subrade da esquina do liectoda '
Cacimba.
la
O
o
-.* -..- '. ..> \b ... '...-"'.^ '*.*.?'.+ > W Vij-Vtf
. Lotera
ti'uri:!iii 1 ii" |M'l'iniS,
decoutormidadeaos nossos aununcios.
.: -'(*
a quem deacobrir urna trnux de roapa la-
vada que des-ncaniinhou-.-c do porto das
cinoas da ponte g.-i tr sido entregue em um casa por enga-
o, sc-n lo maior paite della de rscravaa :
pedalee, portanto, a quem a liver, a mandar
levar rua nova n. 38, loja, ou annuaciar
para se nrocutar.
- (i ahaiso assignado, por parte da roa-
missilo liquidataria da rompaahia de Pesca-
rias Lisbonense, faz publico que d eonor-
midadn com a rosotucito tomada em suaa>-
sembia gera!, s piorejera a venda am W-
lao publico, na piaqa de Lisboi, deto4<-sos
navios da referida companhia ; e como bre-
vemente tem d.; rnegar a este porlo o br-
gue denominado Pescador, pTtencente a
mesma, avisa-s tolas as pessoas inleres-
sadas na e >m. a de taas navins, para que o
exainuiem. po 'en'o lir-gir ao -b.iixo assig
i ado. no seu escnplo'in, rua da ..adata do
Recife : 0 supradUo leilao lera lugar logo
que o mencionado brigue, regreasar nesta
viage u. Por Francisco Comes de (Mivea,
Joo da Cruz Mace lo.
I'reci-a-s.- de urna rm para osarvic,"
interno de ama rasado pouca familia: na
prea do Corpo Santo n. 17.
Sacc .- solire a praca do Porlo : na
rua da Saaxa-Novan. i.
Continua-se a prerisar de alugar una
a.na s cea de portas a dentro : na rnalai-
ga do Rosario n. 40, -.egun (idar.
Advo nio na klalili .
f bacharel Jos Martrw Alves, aivogaibi
na cidade da Babia, rtu dos tirogui>t.^ n.
l, primeiro andar, nlFrere o sen pniurno
]ii'-.-.i i-n.i aos s -tibores tiesta cidade e p-e-
. que all livarom de, m eaci .- rm
qua squer negocios qaa lei.luai atoearvav
i"-l i div rsos tribunaas ou repartidora po-
lihcas. As carias que I he foreta en le...-
Jos devem ir, en: sin ausencia, aos Sr^. vi-
ves, Fllho A: com 'alibis, coro loj* da ten
gens na mes ni rua e casa s procura
devem coflter poderas para aasaaufealaaHBaa
lo. Os honorarios se 80 pagos eaoCsraH ^<
i-onv.-ncoes. o sa/n ra naquetla cid.de, para
O que. .leve 1 haver all pessoa competenl
menta habilitada.
- O abaixo assignado faz scienie a qstasa
c. nvier, que 111 quali a de de teslam<*nleini
o linado Manoel More ira da Silva, que Un-
i de dar 1 rincipio ao inventario do mesmo
(nado, c por isso roga a todas as pesoa* que
co i o mesmo tiverc-m cuntas, de apresenl*-
las no prazu 1' 8 das, a conlar da data des-
lr-, para seren ltentelas no mesmo inven-
Uno, cintro sim, lodos os dcveJores do ar-
mazem de carne secca, cm qua o im-snm
linado tinhi sociedad", quciram quanto an
tes pagar seus dbitos ao Sr. Jos Jo-quim
Marlins, pessoa habilitada para este fim, por
ser socio itn mesmo, e como tal iiquidatario
da exlincia firma : esta dccIaracSo se f.-./ pa-
ra livrar de futuras duvidas. Recite 7 d:
maio de 1857.Jom- Joaquim da Costa Maia.
Precisa aa du um feilor para sitio
no sobrado da rua da i.lona 11. 7.
ignado ven-
de bilhetes garantidos, pe-
O precos aixo notados,
sendo da (unntd de cen
il res -: ;i cinia, a di-
st ;i -
da Ca-
50, pri-
niieirc vsti, u n
eriptorio, <:,i i ua
dea do Kecife n.
ineiro Billietes.
Meios.
Quartos.
."W{00
2s"00
i.s.vj
Lyme.
leiog'ios.
Francisco Jos Hermano, rclojO'jiro, com
lo a na rua .Nova n. SI, avis ao rcspeitavel
publieo, que scaba de contratar com os pri-
neiros fhricantes.tanio de Inglaterra co o
de Franga e Suissa, para os mesmos 1 lie fa-
zerem remessas dos mais acreditados relo-
gios, tanto de prata como de ouro; assim
cono se encarrega de fazer qualquer encom-
.'icn la tendente a sua arle como de outra
qualqoer, pelo que prometi o bom desem-
pc-nho deludo que Ihe for encarregado. .Na
aicsma loja existe um grande e cariado sor-
liment de rologios de ouro e prata, pate-
los, de todas as qualilades, ditos americanos
de umgosto moderno, ditos com desperta-
dor, com corda para : dias, ditos america-
nos coni corda para 8 dias, ditos de par-de.
con; msicas, grande-, de fi petjaa, pndulas
Grande sorti-
mento de fk^enda d; (o-
d s a (|ii tii !-tdes.
iiiir-ur3o de seda A* r6ran caan r^inarpm,
I'ra|irio para v.tijo aja ^*iihra, o eaaa
In a............
Ricaa man) m 'le blnnl prpta e kraoca
Li -\f liaho n
'iroadenapla prHo lanada, envads. .
lio dilu |ao malla l-rfijo. rovad*. .
lilla ef 'te roaa ifiml" ci.r.'rpailo .
Srj ; ret Ii. ;> oiiiul.' irilillu SaMMpsta,
ravailo............
Sel 1:11 ifi'iu in -i-.i.i wpariai, ruva^A .
Panii" lino pista c ile corsa, coyada de .',-
r:. a............
Corlp- de r.i-einir 1 'Ii" tora rom turra an
lado e de qaadnahaa, rafia.....
Ilo.-ie. de cuilete Me velluda prelo e re
cares............
(l'irli .le c.-l-1 s de salgarla de eda da
v.uins padreea a........
Haiascraat aspeiinre* para mvunot .
t."iie< de vi -:, lo da aada 4i t para t-
i ahora, a miis rie qos ha na aaansa.
'r '-'i is 'I.....la r-ri te d rin .
cli iles de nerinii burd ida .1 \, Ha le. .
I
s-JKn
s-vm
sgtn
.l-o:i
fevereiro do crrente anuo o negro de bordo leite, para c
enlendam bem de m isseira, e compra-
um
mesmo extincto [lauco. Recife I de iu- p,e''erind-5 portuguesa : a tratar em San-
ilrt,u ik-- i J t0 Amaro, cidade nova, em casa da Exma.
nliocle IX.) 1.O seci-claiio, J0.10
Igna-
co de Medeiros Rej 1.
A GsOO .1 libra.
Xa rua da Cadeia lo Kecife, loja de
miudezas n 19, vende-se ISa de ludas as
1 a differeaja,|cores, a li.;(!it! a libra.
Deseja-si
Barros, a nogocio
do brigue M slamp 1, .1;: nome Marcelino, de
oaco t.abin ia, altura r guiar, secco do co-
po, rosto comprido, barba cerrada, e cria
nissa, com falta de dentes na frente, e cons caixSo para deposito de bolachas, e vende.
ta estar Irabalhan-lo na estrada de ferro: se urna porcSo de bolachas muito boasaiJ
quem o pegar leve-o a rua do Trapiche 11.1' arroba: na nova padaria do Chra-
la, primeiro andar, escriptorio de Manoel I menino.
Alves fiueria.que sera generosamente taW-1 Sr. Z- da 1-;. F. Alves queira vir a rua
cado. ds Cadeia do Recife entregar um 1
Precisa-sed urna cri ida pira u na ca- |no iedio em resta lo para r a Ulinda, esa
a deumas ahora viuva to pouca familia, nSoviervera sen nome por extenso neste
mu ., ou em outro qualnuer jorn.l.
JoiS Licio Marques, subdito porlu-
Sra. Uarqueza do Reeire. guei, vai a Europa.
--- Lompra-se o Diana lehontem, l. le Precisa-se do urna ama quesaibabem
junho: na livraria da pregada Independen- engommar o ozlnhar, para casa :e nouca
ola ns. 6 e8. iramilia.-e paga-se bem : quem pretender,
Compram-se escravos de 35ate30an-|dirija-sea ni August u 3 sol
nos, com lauto que sejim robustos: aira- O abaixo assignado vai a l'orli I 1
a Novan U, segundo andar. [tratar de sua saude Kecife 10 de
Oirerece-se ama ama com muito bom nCM Proprios para repnico ou escripto- ne- edita bordad ia
rio, o .- 1 ores pequeos e gran les, cor- Ihim d diii rom 1 ..
; ... |uer nio : qu 111
precisar. diri:a-se a rua do Cotovello n. 53. renUJe,s dl ouro, ricos sinetos, corrente
Precisa-so le dous amassadores que ">aro das mais molernas, superioresocul -
pan lliealro, ditos oou o co melhor gosto,
ditos ai; o comosaros os msis finosque I
q; :. icido, lunetas da ouri, ricos bolOes
.ara ,1 .!: >, relogios de ouro co::i esmalte
de brilhtntes para senhora, um sorlimento
le inncisde ouro, e outros muitos objec os,
que serio apresenlados vista dos cuinpra-
dores.
:'; ; >. fabricante va or-
sere-i jos, rua das
1 lores 11. 9,
vi! i aoresi dtav ubi ico, que concerta
orcSos i- realejos, poo car has modernas
I deste pai :, concerta iraphin is, pianos, c li-
sas
,'
'< da dil i-., ra I) 11.1 n 'da, I na. .
liilu. de no 1 li.oa.........
Ii.!. ; du cora i .: 1 ....
U1I04 .1 l 1 1 I im r ,-.- .
I.'"'. I l I I .1 ::. I 1 1.1 !in 1 i- .
' '" lpa 1 i: le eor. .
1. .'1 i..t.!- d alp.i.-1 prela e rar. .
Popelina de peda le 1 .1 na laja, r,
\ .............
i Id C I I.. ',.1 '1 M,
va-la............
1 Iroi |i ','ifiiov r-an lea, n-
vadn............
'...... 1 atoa padroes, ci't^ 1".
1'icos rm.....: lia de raaaafaaa 11
raa i."i i'.ivadoa........
....... *eda ile core, rom tara de
largara, Pavada.........
L'rtklu 1 i >eda roaa Hall i- m ilia ia, cv-
Vlin............
Setaa de qoa Iroi t \n* pa IrS .rayada.
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isisn
-II.-I
kvaai
i.iva
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1-l.ai
..- am
l.-tmi
- i
ctm
.'.--ki
irji
1-omi
w m
1
la Costa Lun Jo ier.
Vende-se aletria a 2tu rs. a Iibra,lt837. Joo
manteiga fiancza a 6W, queijos muito 1.0- ; Manoel Coin.s Fe: ieir.., subdito portu-
VOSalWSO: 00 paleo do Paiaizo, esquina |guez, ieiira-se pura a ciJade do l'otto, indo
I da rua da Iluda, taberna n. 30 por Lisboa.
de msica, HCO deO S e qualque< ios- Chapeoaaemaaas,lraaiezea moeai .
maio de truniento que *p are;a, e Xambam fiz obi-S l'"'|,! '* ','"' '"':i''' *".' ''
'nova. Na rnesmi casa f.bncam-secxai : "; '' ,;' r"" ""' ;:" "''' "
rara o.as de ,ualquer natureza, retratos, i ^''j ""^ B; J-J '
rieiras homeopaluicas, esiojos, faqooiros, ;;,, r.e.u, debeec. 4. i.s.cao. a safM
tLL., ClC. | |Ja j0-
I 1
I
11
MUTILADO
ILEGIVEL





DIARIO DE PEKNAMBUO TERCA FEIKA -i DEJUNIIO E 1857
)PiTHlC0
'O CAO <22ft^i#^'v&7 !i'i(V.?l
Onde seacham seinpre osmais acreditados medicamentos, tanto ein tinturas como
em glbulos, e preparados com o maior escrpulo e por pregos bastante commodos :
PIMPOS F1XS.
Botica de tubos grandes. 10/000
Dita de 2* i> o ... i5sooo
Dita de 36 i> ... 209000
Dita de *8 Dita de 60 ... 305000
Tubos avulsos a....... 19>)00
Frascos de tinturrademeia onca. 29000
Manual de medicina homeopathica de Dr. Jahr com o dic-
' cionario dos termos de medicina........
Medicina domestica do Dr. Henry.......
Qucm tiver para vender, uina liagatclla
(jogo era bou estado, annuncie.
tteiicao.
>
Vende-se urna escrava c-ioula, de 23 an-
nos de idade, com urna cria de 4 mezes, mui-
to linda, tem muito bum leite.e as balibida-
des seguintes: coze, cozinha muito bem,
engoroma alguma cousa e lava desabaoe
barrella ; na ra do (Jucimado n.!), segundo
andar. '
r-avar
Tratamento do cholera morbus
Repertorio do Dr. Mello Moraes
209000
10/000
2/000
6*000
I'I.IIU \s pheciosas. ?;
_ o
Aderemos de brilltantes,
diamante e perol.., pul- &
1 teirat, alfineles, briucoa
- t rozetas, botfies c annei. !
',: de diflerenlta gastos e de -'
V diversas pedras de valor. *
I0REIRA & 0ARTE.
Lut ai mam
Rua do Cabuga' n. 7.
c Compran), vendm oa $
troc ni prala, ouro, bri- jj
, Oanles,diamantes e pero- ^
; las, e outras qaaesqner Rece be iu por to-
dos os vap, r sda Eu-
ropa asobr isdo mais
|rror:br:a'di^iro| moderno gosto, tan-
| to de Franca como
de Lisboa, as quaes vendem por
preco commodo como costuuiam.
i* OLRO E PUATA. |
_____ '
j Aderemos completos da *
>. ouro, roeios di'os, pulsei- >
*( ras, Ifoete, brincos e *
4 roietas, cordes, trancel- %
>: lins, medalhas, corrales <>
*j e ciif-ii"'- para reloeio, e B
$. ouiros muilos objeclos de %
'< ouro.
* Aparelhos cmplelos de ?
v> prala para cha, bandejas, '
salvas, catlicaes, colheres
I do supa e de cha, e mui- c
0 los oulros objeclos de
1 prala..
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es eu .2 W JS re "j s 1 a 0 0
0 e*
as = 0 0.
.2 B
t. 0
Ama.
pasito
Procisa-se de urna ama oara casa de pon-
es familia, que saiba cozinhar, c engommar,
com toda a perfeigiio, e paga-se liem : ua
ra do Ccllegio d. 15, armazem.
JOHN CAT1S,
corretor geral
E AGENTE DE I.EII.OES COMMEHUABS,
n. 20. ra do Torres,
PKMEIRO ANDAR,
praga do Corpo Santo
RECIFE.
SEGURO CONTRA FOSO.
Companhia Alliance.
Estabalecida cm Londres, em marco da 1824.
Capital cinco milhoes de libras esterlinas.
Saunders Brothers & C, tcm a honra da in-
formar aos Srs. negociantes, proprietarios de casas,
a que mais convier que esto plenamente au-
torisados pe di la companhia para effectuar segu-
ros sobre edificios de lijlo e pedra, cobertos da
tlha e igualmenw sohre os objeclos quecontiverem
os mesaos edificios quer consista em mobilia ou
%m (azandas de qualquer qualidade.
DAS BICHAS
na ra eslreita do Rosario n. 11, vender-
se os mclliores queijos Ion rinos que tcm
vindo a este mercado, por sercm muito fres-
cos.
Vende-se urna negra moca, de muito
boa figura, cozinha, engomma, lva de sa-
bio e brrela, ludo com perfeicHo : quem
a pretender, dirija-se a ra da Solcdade
AZEITE DE CRRAPATO
PURIFICADO.
Qonlinua-se a vender por t9000 a caada,
e 400 rs. a garrafa : na fabrica da ra dos
Guararapcs, eni Fra de Portas.
Vendem-se 2,000 garrafas que foram de
cerveja, porm esto lavadas e proir.ptas pa-
ra lodo e qualquer liquido, pelo diminuto
preco de IOI'iOuo o milliciro : a pessoa que
precisar, diiija-se a ra Imperial, juulo a fa-
brica de sabao, taberna n. 112.
fua do Queima-
um l 21 A
\endem-se as seguintes fazendas moder-
nas, chegadas pelos ltimos navios franco-
zes ; dao-se as amsstras com penlior
Popclene de ramagem, bzanda moderna, de
lindos desenhos.
Sedinhas le quadros miudos, covado I5OOO
Cortes de chaly de baUados lOOO
GrosdenaDles de cor, covado 2$200
Cortes de chitas largas, 8 l|2 covados 29000
Chaly ondeado, covado
Laas de quadros, covado 600 rs. c
Chaly de llores soltas, covado
Albaneza preta com rais de vara de
largura, covado
Chita rxa larga com toque de ava-
ha, covado
Cortes de cassa de pintinhas miudas
Vndese un escr ivo pardo, bonita li- c l<;as e palitos a 500 rs o covado, dita prc-
gura, propiio- para pagem, idaile 16 anuos | la muito lina propria para palitos e calcas a
1>200 o covado, e muitas outras fazendas
que so deisam do mencionar, as quaes se
vcndciao por liaratissimos presos.
Cobre
para forro ilc navios:
Tasto LrnfSos.
Na ra do l'.angel
de crfju' engarrafado ha
provincia do Ceara.
no armazem de
na ra das Trinchuhas n 29.
Leques muito fi-
nos.
Vendem-se superiores leques com plumas,
c.spelho e bololas, pelo baralissimo prego de
juO cada utn : na ra do Uueimadn, na
bem conlieciia loja de miudezas da boa fa-
ma n. 33.
Brinquedos pa-
ra mein :*9
Vcndc-sc diversidade de brinquedos para
changas, por prego muito baralo : na ra
do Uu-imado, na bem conhecija ioja de
miudezas da boa fama 11. 33.
RICAS BONECAS FRANCE-
ZS.
Vendem-se muito lindas e bem vestidas
bonecas francezas, grandes, pelo baratisai-l Km casade llabcSchmcttau &^ompanhias
mo prego de 2;j00 e 3?, prego quo nSo ha ] rua da Cadea n. 37, vcudem-se elegante,
quemdeixe de dar se as vir; na rua do Ouei-! P(ano< do afamado fabricante Traumann de
mado. na bem conhecida loja de miudezas I "a nibuigo.
SSFlIEK
*- .1: ;
A ]0^000
Vende-se c\cHlente cera de carnauba do
Aracaty, eAssu', de urna sacca para cima,
escolhemlo o comprador a sua vnntadc, pe-
lo indicado prego de Wg a arroba : no ar-
mazem de D. 11. Andrade C, rua da Cruz
n. 15.
XAFUNMCAO E FERRO 1)0 EXfiE-
NIIEIRO"DAVID VV.ROWMAN, HA
RUA DO BRDM, PASSANO O CHA-
FA RIZ,
lia seuipre amarandesormeiiln dossesuinlesob-
octo* ilemecliausinosproprji.s paraoii^enhos.a sa-
ber : moendase meias moenda*, iconstrurrao ; laixasde fcrrn fundido e balido, de
7, vendi-se vinho superior qualidade e de lodusos tamanhoi; rodas
4 anuos, leito na | dentadas paraagoa o auimiea, de toda* prepar-
coes ; crivose bocas de foriiiillia e registros de bo-
eiro. agnilbSes, bronzes.parafusos e c.iNIbes,moi-
Dhot de mandioca, rcete
NA MESMA I'LNDICAO.
se eveculam lodas as euconimeinlas ce ni a superio-
ridade ja condecida com a devida presteza ecom-
iimmI 1 i .1 1 c em pre^o.-
xvBor
^
DO
Bio-For dioso.
-.,.'
-:'?
O
'J O Dr. Jo3o Honorio Rezerra de Mene- ";;'
i;/S re, medico pela l-'aculdade'da Bahia, lem Bp
Kk fixido sua residencia na cidade do Rio-Eor- xah
y moso, e de imvo efferece seus servicos a lo- ;-y
ri? das h< pessoas que o honraren) com sua con- vv3
fian5- O
J AttencSo
Ossos.
:',
.?
Na rua da Sensala Velha n. 116, compram-
se ossos do boi.
Compram-se travos de 25 a 35 palmos
1 de comprimento, e palmo de grossura : na
livrana di praga da Independencia n. 6e8
Compra-se efectivamente na ruadas
Flores n. 37, primeiro ndar, apolices da di-
vi.a publica e provincial, aegoesdas compa-
nhias, e da-se dinheiro a juros, em grandes
e pequeas quantias, sobre penhores.
Compra-se elTectivamenie cobre ve-
Iho, seja de que obras for, forro de navios a
300 res a libra, e latao a 260, e peridicos a
?.jtiOO arroba ; no pateo do Carr.10, esquina
da rua --- Comprain-KC barris de viuho que lino
rua da Senzala
hebillas espin-
uosas.
Compra-sc um esclavo pedreiro, que
seja mogo e sem vicios nem achaques : na
rua do .sol^casa n. 11. Na mesma casa pre-
cisa-su de urna ama forra que compre na
rua: p?ga-se bem.
--- Compra-se ns fabrica de espiritos, de
Jos Joaquim l.ima bairSo, na rua Direita u.
17, garrafas e botijas vasias, e pagam-se
bem ; assim como garrafas brancas e fran.
cozes, anida mesmo seudo de azeile.
II. C. Yates & Companhia: estabelecidos
no Rio de Janeiro, oa rua do los icio n. 40,
vendo um annuncio publicado em urna das
FoUiaa de Pernainbuco pelo Sr. liarlbolomeo
F. de Souza, prevemndo ao publico que o
verdadeiro xarope do bosque s elle he,! tenha mistura d'agua: na
quem vende.prevenimos ao mesmo publico, Velha n 110, deposito do
que o nosso xarope he remellido do Rio de
Jrneiro pelos cima proprietarios ao Sr.
Manoel Alves CuTra, e este senhor fez o de-
posito para ser vendido na pharmacia do Sr.
Jos da Cruz Santos, na rua Nova n. 53, uni-
c,os por nos autorisados para venderem o
nosso verdadeiro, e mais* prevenimos aos
senhores consumidores, que ha perlo de 5
annos os rotlos collados as garrafas sao
assignados por Henry Prins, como procura-
dores dos cima proprietarios. Rio de Janei-
ro 13 de Janeiro de 1857.
Bartholomeo Francisco de Souza, len-
do o annuncio dos Srs. R. C. Yates >', Com-
panhia 110 Diario n. 17, em que diz ser s-
menle verdadeiro o xarope de bosque que
se vende nesta cidade na pharmacia do Sr.
Jos da Cruz Santos, onde fez deposito o
Sr. Manoel Alves Guerra, que recebeu delles
proprietarios, declara ao publico, que n3o
dnvida seja falso o xarope de bosque que
tambem vende em sua botica, mas assevera
que ello be comprado aos mesmos Srs. K.
C. Yates & Companhia, do Rio de Janeiro,
como provam os documentos abaiso r
|KiU 1JE J.VNEIIU) 8 DE AGOSTO DE 1856,
O .Sr. Bartholomeo Francisco de Souza
comprou a H. C. Yates 01 Companhia :
4 duzias de garrafas com xarope
do bosque a 349000......... 2I69OOO
6 duzias de 1|2 garrafas com xa-
rope do bosque a 279000......162?000
19100
800
800
1?000
160
2*200
da boa fama n. 33.
Botoes para pa-
litos, coilete-, mallos de
catiifea, e ;> racasa-
vcques de senhora
Vendem-se abotoaiuras muito linas de
madreperola para colloles, pelo baiatissimo
prego do 500 rs., ditas muito ricas de tod?s,ro semdospe: aocorapraaor.
as cores a 400 e 500 rs., ditas muito linas de
madreperola para palitos de homem e de
meninos a 500, 600 e 800 r<., botoes de moi-
zaique e outras qualiJa les. de muitexicos
gostos, paia puubos c collarinhos de caini
sa, pelo barato liego de 800 e 2 rs ataca-
dores de cornalina para casaca a 300 rs.,
botoes de vidro de muito lindos padroes,
proprios para casavejue.s a 800 rs. a duzia,
e outras mais quah !a les de botoes, que se
vendem milito baralo : :>a rua do Queima-
do, na h;m conhecida loja de miudezas da
boa fama n. 33.

''.
Vende-sc superior linhas de algnd3o
brancas, e de cores, em novello, para costu-
ra, em casa de Southall Mellor (...*, rua do
Torres n. 38.
TAIXAS PARA EXGEXHO.
Sa fundipo de ferro de D. W. Bowman u
ruadBrum, passando ochafariz, coniinaha
derumcompleto sortimenio de laixtsdc ferro f un
vidoe batido de 3 a 8 palmos ie bocea, asqaaei
acanj-se a venda,por apreso commodo e com
promptidioj embarcam-soucarrga-sa amcar
l-'oi Iransferido o deposito des te 1 a tope para a bo
lieadajosa da Crus Sanios, na ro Nova a, 53'
garrafas 5*500, a mciasilcUOO. sendo falso todo
aquello que nifofnr vendido neste deposite,pulo
quesefaz ojiresentt aviso.
IMPORTANTE PARA 0PLBLICO. &&fc*nJZ*r
t
--------sr-------------
Deposito
ca
A
o Covado
Vende-so la e seda de finissima qualidade
e bom gosto : na rua do Crespo n. 19. Diio-
seas amostras com penlior.
rs.
.-: vara.
Vendem-sc lirins de linho puro : na rua
do Crespo n. 19.
Vendem-se caslanhas piladas a 80 rs..a
libra ; na rua Nova, taberna junio a ponte
da Boa-Vista.
Na antiga loja de papel e livros, do
Cardoso Ayres, na rua da Cadeia do Uecife
n. 31 A, cortinu'a a venJer-secha hysson da
meliiir qualidade; bem como tem sempre
sortimento desse genero, de qualidaJes di-
versas, por pregos dilfercntes, e commodos.
. te- <;;lo.
Vende-se um bonito moleque de 1 ts annos,
saliendo cozmlnr perfeilamente, muito liel
e de boa conducta : quem pretender, diri-
ja-se a rua dos Maityrios n. 14, que la. se
dir.
Vende-so um cscravo crioulo, bom
mestre di aasucar, e de ptima conduc:a :
na rua da Saudade, primei a casa de sotao
do lado ilo sul.
No piteo do Carmo, taberna n. 1, ven-
de-se doce de goiaba de primeira qualidade
a 123000 a arrobi,
Mariiielada
princeza t f de iLGasse, no |\:
da Janeiro.
Veude-se a prego commodo rape fino,
grosso c moio grosso, da acreditada fabrica
cima, chegado pelo vapor S. Salvador ; na
rua da Cruz n. 49.
lauta
s
Sttf3.
P
Rs. 378000
Uecebi o importe cima, do Sr. Antonio
loaquim Vieira de Carvalho. Rio de Janeiro
' de agoslo de 1856. Por R. C. Yates &
'umpanhiaJos Paulino Baptista.
Reconhego verdadeiro o signal supra. Re-
fufe 8 de agoslo du 1856.
Em f de verdade.
.Manoel Hilario Pires Ferro.
RIO DE JANEIRO 1* DE FEVERHKO DE
1857.
Os Srs. Constantino Comes de Faria & Fer-
rcira compraram a R. C. Yates & Compan-
hia :
S- duzias de garrafas com xarope
do bosque a 54-3000.........216/000
6 duzias de 1|2 garrafas com xa-
rope do bosque a -73000......162/000
Rs. 3789000
Recebemos o importe. Por li. C. Yates &
CompanhiaW. C. Cnrwarlt.
Nos abaixo assignados declaramos.que
compremos o xarope cima para o Sr. Bar-
tholomeo Francisco de son/a, de Pernam-
buco, em virludede sua ordem de 3 do cor-
rele. Rio de Janeiro 18 de fevereiro de
1857.Constantino Gomes de Faria iV Fer-
reira.
Reconhego ser verdadeiro o signal supra
de Consta nlino Gomes de Faria A Ferreira.
Rio 18 de fevemro de 1857.
Em fe de verdade.
Pedro Jos de Castro.
Precisa-se alugar urna parda ou preta
preferindo-se escrava. que saiba tratar de
changas, e dos seus arranjos : a pessoa que
a tiver, ouqueira disso se encarregar, diri-
ja-se a rua des. Francisco, como quem vai
para a rua Bella, sobrado 11. 8, para tratar de
MU ajuste, quo sea bem pago avista de suas
qualidades.
@... ... ... -. .-^ /.. ... ,. .-,r ... '-vfift .'-
9.'uV''.' -" 'i.- ". ....;,'... .HSjNi.;
de!Tv'4 mim. ;
J; Paulo li.iignoui dculisla, roa Nova n. 41:
'.i 11a mesma ra-a lera n;u:i c pin d-ntrilire. i.;.
W'riir~-'?i*-.fkS\J '.;.. -.-... iiOS'
O Dr. Ignacio Firmo Xavier faz publi-
co, que mudou sua residencia para o seu si-
tio na Passagem da .Magdalena, *que lica ao
norte da estrada entre a ponte grande e a do
Chora-menino, e aLi tcm preparado urna
casa de saude com todos os conimodus para
o tralasiento c escravos, cujos senhores
residam lora da praga, ou que' qSo os pos-
sam curar em suas proprias casas : qucm
para isto quizer-se utilisar de seus servigos
mdicos, que serao desempenhados com o
maior zelo, irija-se ao pateo do Carmo n.
9, primeiro andar, ou no referido sitio da
Magdalena. Prego2/000 diariosexceptu-
ando conferencias, s:\guesugas o opera-
g>jes.
-Precisa-se de um preto para todo o
servico de urna casa estrangeira, paga-se
(jl:;i : da rua da Cruz a. 53.
covado
j
e
Cassas francezas de gostos novos a 240 o
covado; dao-se amostras: na loja das 6
portas cm frente do Livramento.
das seis portas
EM FRENTE DO L1VRAME1MO.
A 240 rs.
Cassas francezas de bonitos gostos a 240 o
covado, riscadi. francez a 160 o covado :
d3o-se amostras com penhur.
ifogene ( lioqnot
participa ao rcspeilavel publico, cm Per.
nambuco, (|tie o nico deposito nesta
praca, de seu muito conliecido vinlio de
cbampanhe, lie na casados Srs. J. Prae-
gerj C-, rua da Cruz n. 11.
J. PRAEGEH & COMPANHIA.
ua a CrilZ II. 11.
Reeeberam pido ultimo navio de Ha-
vre, uma nova porca de afamado e la-
moso
VINHO Da CH4MPANHE
dchi.jrene Clicnuot a Reims.
rz^'
ara as senho-
ras de bom ^osto.
Vendem-se ricos estojos para costura de
senhora, pelo barali>simo prego de 2/500,
35500 e 4/500 cada um, caixinhas muito ri-
cas para guardar joi-.s a 800, 1/200 e 19500
lesouras muito finas de todos os lmannos
a le, 1^500 e 2/cada uma, ditas para unhas
mmtissimo linas a 800, Ue IraOO, linhas de
peso muito finas para labyrilHho a 100 rs. a
miadinha, ditas para bordar a 100. 140 e 160
rs lindas caixinhas com superiores gram-
pas a 160 e 30o rs., cariocs com 14 e 24 pa-
res de clcheles chatos francezes a 80, 100
120 rs., linhas de carreteis de 200 jardas, do
autor Alexandre a 80 rs. o carretel, ditas de
100 jardas do mesmo autora 40 rs., caixi-
nhas com agulhas trancezas a 160 rs., ditas
com agulhas de p?pe! preto a 280, carteiri-
nas.om agulhas francezas a 320, agulhei-
ros muito bonitos tambem com agulhas
francezas a I60e3i0, caixinhas com 16 no-
velos de linhas muito linas para marcar, en-
carnadas e szues a 320, ricos botoes de vidro
de cores para vestidos o ron pinnas de meni-
nas a 800 o 1; rs. a duzia, ricos agulheiros
de osso ede marlim a 240 e 8 rs., dedaes
deosso mudo bonitos e cada um cm sua
caixmha a 500 rs almofadinhas do muitas
qualidades para pregar aifinetes e agulhas,
pulceiras muilissitr.o ricas e de muitas qua-
lidades, riquissimas fitas lavradas c lisas de
todas as cores e larguras, trancinhasde seda
estrenas e de to las as cores, bicos muito li-
nos"" linho e de varias larguas, babado
aberlo de linho, toucas de la para changas,
pentes de travessa pira senboras e meninas,
e outras muitissimas cousas que ludo se
vende mais barato do que cm outra qual-
quer loja : na rua do ueimado, na bein co-
nhecida loja de miudezas da boa .'auia n 33.
Cinturoes de
borracha.
Vendem-se superiores o muito bonitos
cinturoes de borracha para homem e meni-
nos, e pelo barato prego de 1#000 cada um :
na ruado Queimdo, na bem conhecida loja
de miudezas da boa fama 11. 23.
Candieiros pro-
pri os para estudaates
Vendem-se muito lindos candieiros pro-
prios para estudantes, pelo barato prego de
8 '"> : na rua do Queimado, 11a bem conhe-
cida loja de miudezas da boa fama 11. 33.
.a rua da CaOeia de Santo Antonio n.
7, primeiro andar, vendem-se charutos da
Bahia, em caixinhas de 50, os mclliores que
lem viudo a este mercado, e pelo menor pre-
go que se vende cm outra qualquer parte,
todos os das at as 10 horas da manhSa,
- Vendem-se 60 grosas de caixas de col-
ciietes vasias : no cscnploho do Frcmont
Lasne, rua da Cruz n. 27.
Vende-se uma escrava crioula, com
habilidades, e o motivo se dir ao compra-
dor : no aterro da Boa-Vista 11. 37, primeiro
andar.
Vende-se uma negra de meia idade :
na rua das Trincheires n. 1, casa terrei.
LMAS DE 3JVIN.
Constantemente acharSo na loja do Le-
con te, aterro da boa-Vista n. 7, asverdadei-|lf80oo par, ditas de pura la a l,.-500,edi-
rasluras de Jouvin, de todas as coies, igual-1 tas muito superiores de algodSo a 600 rs. ;
mente ricos pentes de tai taruga da ultima na rua o ueimado, na bem conhecida loja
moda. de miud -zas da boa fama 11. 33.
Veniese a verdadeira marmelada, viuda
de Lisboa c do Rio Grande do Sul, em latas
de duas libras, por prego commodo : na ta-
berna grande ao lado da igreja da Soledale.
Arcos'de >o para pipas
Vendem-se 50 rodas de arcos de pao para
pipas : a tratar ne rua da Cruz no Recite n.
57, seguu .0 andar.
Vendem-se bolachas grandes ameri-
canas a 120 rs. a libra : na rua das Cinco
Ponas n. 93, pateo do l'ergo 11. 21, e pateo
da Penha n. 10.
Vende-se qira canoa de carreira, com
pouco uso na rua da Ljngueta n. 10.
. Vende-se um sitio no Arraial, com ca-
sa de viven '.a de taipa e gnus arvoredos :
1 110 ii,-iii.) rr.nr;, casa marelia.
Vend m-se 9 ca>as terreas bem cons-
truidas, na Nade nova, em Santo Anu-rn.
pertencentes ao Sr. Jlanoel Ferreira Lim;
tratar na rua da Cadeia do Recife 11. 2, .
Marcelino Jos Goiigalves da l'onle.
Com toque de a ana, a nheiro.
Pecas de rnadapoliio lino.
I'ci as de panno de coqueiro.
Vende-se na rua do Crespo, loja da es-
quina rpie volta para a rua da Cadeia.
Attenco
i
.No novo deposito da la do liangel n. 73,
confronte a botica do pateo da Penha, anda
se vende pao grande mudo saboroso a tres
por dous, e nutras ma gos abaixo: familia de trigo nova, superior
a 120 rs. a libra, cha preto muito 11 v.. a
1;800, dito hysson a 29240, holachiohas de
soda e ararula a 320, ditas Sebastopol e re-
gala a 320, biscoitinnos Dnos e fallas a 320.
Vendem-se saccas com muito bom ca-
fe, e mais em ennta do que em outra qual-
quer parte : na-rua da Cruz, armazem n. 26.
Vende-s'e urna escrava cabra, de idade
20 anuos, sabendo cozinhar, lavar de barre-
a esabao, (ei'gomma suffrivelmente e tem
principio de costura, sem vicios ncm acha-
ques: para ver, na rua do.Aragao n. 20, e
para tratar, na rua da Cruz, armazem n. 26,
das 9 tioras da manhaa as 4 da larde.
Venderse queijo dos-rUto
a 480 rs. a libra, DMRteiga ingleza a 610,
queijo do reino a I9500, I96OO e 1/900, fari-
nha do reino a 120. gomma a loo rs., lingui-
ga do remo a 400 e 640, vinho do Porto en-
a cidade do Ue-
cife
Vende-sc a planta da cidade do r.ecifee
seus arrabaldes, feita pelo Sr. Dr. JbsMa-
mede Alves Ferreira, po- >eis mil reis : na
livraria n. 6 e8 da praga da independencia.
.Uappa (ts di^tmit 1 s d.
provincia.
Na livraria n. 6e 8 da praga da Indepen-
dencia, vende-so o mappa das distancias
das diflerentes villas da cidade entre si, e
reiagao a capital da mesma, a mil reis.
ara id s e ru.s,
l'm lindo e variado sortimento de model-
los para varandas e gradarlas, de gosto mo-
dernissimo- na l'undigao da Aurora em San-
to Amaro.e no deposito da mesma, na rua do
tirum.
Para curaile plilvsicaem odi^ofseuJillerfn
essraos, quermntivada porconsliparoes, tusse
asthma.pleuri.escarro!- ilesaimue, drdecuf-
iados e peito, palpitara o no coraran coqueluche
bronrliile, dorna garan la, e loilaf asmoleslii
los orga o f pul mona res.
Oculos c lonetas
lie todas a* qurilidndt'i-..
Vendem-se oculos de todas as graduagoes
com delicadas armagoes de ago, pelo barato
prego de 800 rs. e Ir500, ditos com armagoes
'.miradas e praleadas a 15200 c :;500, ditos
-com arinavao de bfalo a 1>2u0, ditos com
..miagan de btela a 480, ditos com armagSo
ie metal branco a 400 rs., lmelas do um s
vidro redondas e quadradas com aro deb-
talo a 5C0 rs., ditas de dous vidros tamben)
com armagao de bfalo a IrOO, ditas de um
s vidro redondas e quadradas com tro de
tartaruga a 19200 e 1?500 : na rua do Quei-
tartaruga muili.-simo boas para naf a 4 e
5:000, ditas de bfalo, fa/.eii'la muito la.
a 1:500 e 2/50(1, ditas muito linas de massa
a \l, ricas charuteiras a 2: 3? c 4:, ponleira*
de marlim e de uuicorne pira charutos a :>0O
e 600 rs., carleiras proprias para viagem a
3c, 5o e 6:, grvalas prelas e de cores, fazon-
dc muito boa e muito bonitas a 1, 1-5imi ,.
2:, mantinhas para gravau de meninas'a
8o rs., nquissimos caivetes de punhal
com cabo de madreperola e de marlim ;. :.
>:, pmceis inglczes muito linos para barba
a 1; e ItfOO cada um, garrafas de r..r.% ,-m
copos, proprias para lavatorios a |a Cl||,e.
eirascom t.dos ns vidros necessarios e co-
her, peto baiatissiaH prego de U, unre
l'ns pretos r.dicos e chatos, de borracha
para relogiosa no, 320, 400 e 500 rs., obre.as'
de cola, enreitadas, contendo todos d",
da semana, pruprias para namorados a M
rs. cada ca.xmha ditas lisas a 160, efcov.s
muito luas par. denles con. cabos de osso,
e I#500, ditas com cabo de osso ordma las
!!: f" de -*" o par."nhT.
J00, 640el5, ditas de cabo de bfalo e d
marlim, tambem para unh.s. que nVaasS
barato, ditas .nglcz.smuitisslqmoe la.. p>rt
calielto pelo barato prego de 64o S
ditas tambem muito finas para uto a i-mm'
1:500. e 3,, .fiadores iKl%\, JJ
Ihas a li, navalhas.smais finas q'ue !S
encontrar, para barb., e pelo ^jT,? 1
prego de cao. estojo' de'um. ES?
r^:?,i?n^LaSKd.e_^mbu "m es n,.,,'
2:5on e
nanas a 50., ,s., ia, IM0 e .25500 -fr^.,
com pedras deosso, torneadas emu.lo Un,
felas, brancas e encarnadas, propr.as p,r,
jogo de damas egamao. pelo barat.ssim,.
prego de i. 2/50o o 3c a cixinha, kstS-
nasde porcelana e douradas, muio bw,(ias
e proorias para oratorios 2?, diversidade
de objeclos de charo e outras muiUs cou-
sas de muito gosto e por prego barato ra
rua do Queimado, na bem conhecida loia de
miudezas da boa fama 11 33.
K.1 L04A
da boa fe,
vend se muio barato
Colchas de damasco pelo diminuto pirco
de 9)000, ricos pannos para mesa a 3:, atna-
inado, na bem ccnhecidada loja de miudezas i Miado adamascado com 8 palmos de largura
da boa fama 11. 33.
Sao muito finas
e d < mito bous gostos,
Mussalin s muito linas, matizadas com
i lindas cores, de padrees muilo bonitos e
; iuteiramenie novos; vendem-se pelo dimi-
I nulo prego de 560 rs. o covado 11a rua do
Queimado 11. 22, loja da boa fe.
Vende-se cal de Lisboa ltimamente che-
gada, assim como polassa da liussia verda-
deira : aa praga do Corpo Santo n. 11.
^
ement novo
O
intas
Vendse uma poivo de tintas prepa-
radas, assim como algumas barricas de
alvaiade : 110 uiin.i/.eiu de J. PraegerA
Companhia, rua du Cruz. n. 11.
CHAPEOS A TAMBERLIC
Duat' ado tabrieaute
Pinueau c ars.
Acabamdechegar pelo ultimo paquete,
os supra mencionados chapeos deste lla-
mado fabricante, e vende-se na loja de
aportas, da rua da Cadeia do Kecifo 11.
io, de Narciso Maraa Carneiro.
Precisa-se de um oflicial de aliaiale
que tenha pratca: a tratar na ruada
Madre de Deosn. 5(i, primeiro andar.
Cravos brancos.
Continuam-se a vender, em pequenase
grandes porcoes, cravos brancos para liai-
lese casamento*: na rua da Praia n. i'.l,
terceim andar.
Cabage, loja de miudezas de portas.
.\a rua Nova, Si. .1. I'. Vogeley, ha para vender um
e.vcellenb
c\ Collsrd
. < Olio : IUO,
>a librara da praca Ja Independencia n.
6 e 8, 'ende-se o mi-lliodo fac limo-para
aprender ler, novameote impresso e aug-
menlaJn, ,or mil reis.
I ice superior
l'.hegou rua do Collegio 11. 5, nova re-
messa de doce de araca, noialia e banana,
sendo t araca a 500 rs. cada caixo, goiaba
a 680, 00, 19 e 19280 rs., banana a 6S.
MEiAS EiAS
la.;i
patente inglez
SSo clir,aiir. p r.rlmni-" a venda u> verd>deirof
e lii-m eonhFeitfvfl seilihs insle/es patente : ua rua
do Trapiche-Novo n. 12, .raazem de fj/.edas de
Adamson lluwie \ ('..
N. O. Biebir Companhia, rua
Cruz n. 4, vendem :
Louas da itussia.
Idpm inglezas.
BrinzSo.
Brins da liussia.
vinho da Madeira.
godao para saceos de assuca
godAoziiiia
pa-a saceos de assucar: vende-so em casa
do N. O. Bieber & Companhia, rua da Cruz
n. 4.
;nd 1-
a Bahia
j
y.t\,<. ru ie-
Na fundicao de C. Slar'r Companhia, em
Santo Amaro, acham-se para vend.ir moen-
das de canna lodas de ferro, de um modello a
construegao muito suyjriores.
iaebfiiisino pa-
tente inglez
Os melhores relogios de ouro, patente in
glez, vendem-se por precos razoaveis, no I
escriplorio do agente Oliveira, rua da Ca-
deia do tecife 11. 62, primeiro andar.
Pcnias de cma, ceia de ahclha c de
carnauba.
Na rua da Cadeia do Recife, loja n. 50, de-
frontedarua da Madre de lieos, ha para
vender os gneros cima, recentcmenle che-
gados, por pregos razoaveis.
Agencia
da tisiidcio Low-llo r,
rua da Vnzala iioxa.
31. -'S'i.
.Neste estabelecimento continu'a a haver
a 1:600 a vari1, mussulina branca muito lina
a 5i>0 rs. o covado, ditas de cores de padroes
bonitos a 320 o covado, chitas francezas
muito linas a 320 o covado, brim branco da
puro linho a l-i" a vara, dito pardo Ircn-
gado tambem depuro linho a 1;28U a vara,
ganga amarella rruilolioa a 3M o covado,
cambraia muito ina com salpicos brancos a
de cores a lo a v:ra, alpaca preta lina a 40o
covado, canlo preto muito fino, lateada su-
perior e propria para vestidos de loto a 9M
o covado. panno fino azul a 39 o covado, dito
muito lino i 5#, dito preto muito fino a SI
dito muit 1 superior a 6?, ditos verde escuro
c cor de cafe muilo superiores a 63, curtes
de cisemira preta, fina, para caiga, com lis-
Ira burdada a 10>, curtes de gorporfi de
seda para coilete a 2/, ditos de raseaira
pela bordada a 6~, fustSo branco muilo li-
no a 25 o covado. cortes de cambraia preta
com 7 varas, pelo diminuto prego de 2-cada
um, ditos de dita branca com salpicos da
cores, tambem com 7 varas a 27240, saija
preta hespai.hola a 2o o covado, grosdena-
ples decores a l/s00 o covado, setisa preto
lavrado muilo superior a a-aoo o covado,
gorgurto preto de seda rom salpicos, pro-
prioparacolleles a 3-?50o o covado, tovas
brancas muito finas, de fio de Escocia, muilo
proprias para os srs. otci.es militare*, peto
baralis-imo jrego de t? c p.r, meias preta*
de 13a, proprias para os Srs sacerdotes
IfttO rs. o pr, ditas de laia muito superio-
res a 10800 o par, meias de algodSo cru
muilo superior-s para meninos a 4.,.
par, lencos, brancos de liohn milito lino a
400 rs chales de Ka rosos e prelo-, pelo
barato prego de 33, fil Je linho liso minio
iiiioaSUO rs. a vaia, princeza pr-la tinta
~0 o covado, dita muilo'tina que nvalisa
com merino a 1# o covado, c alcm disto un
completo sortimento de fazendas de lodas as
qualidades, que se ven iem muito barato, na
ua ou Queimalo n. 22, na bem conhecida
loja da boa f.
Jogos de domin
GUINDASTE. .. .
Vende-se um excellente guindaste de fer- endem-se caixinhas com jogoscomple-
ado, e por prego commodo : i t0'i.d/e uom'ns. pelo barato prego de l>2e,
der, dirija-se 'ao trapiche do \: e rs caJ* fi ru do Qaciaaa-
do, na bem coniiecida loja de miudezas da
boa fama n. 33.
larg
Na rua da Cadeia de Santo Antonio, arma-
zem de ir.aleriaes, por prco commoJo.
VISO AS' SENHORAS
BOI GOSTO.
Pelo ultimo vapor chegou a nova loja ao
pe do arco de Sanio Antonio, um completo
sortimento dos mais rices chapeos para ca-
j beca de senhora, assim como ricos enfeites
para cahega de senhora e para meninas, ri-
d eos enfeites paia pescogo. Unto para senho-
ra como para meninas, ricas luvaa enfeila-
das, do mais moderno gosto que lem viudo
a esta prnca, lencos de retroz bordados, de-
licadas duquezas para vestidos, ricas cm-
braiaa do padroes delicados a 48a a vara, di-
tas a leo, corleada Uta para vestidos a 5?500
ditas para covados a 400 rs chiles de me-
rino de tolas as qualidades, ricas chitas
francezas imitando cassas a 280 o covado,
ditas a 240, mus-uliuas de todas as qualida-
des, toncas de la para meninas, saiaiinhos
para meninos, e tudo se vende por barato
prego, s para este novo estabelecimento
adqu.nr freguezia.
arralado a i-;Ooo, dito de Lisboa a 560, ha- i "m cumP'l!l" sortimento de moendasemeias
ha de porco a 5a)l : as Cinco Ponas n. 21. f,ei"'I8Par? enf ,ln,u' ""dunas de vapor
B, 1 e taixas de Ierro batido e coado de todos os
/laC.SaS gTHeS aUieri* tamanhos para oito.
ro cm bom estad
quem o preten
Cunha, que achara com quem tratar.
Chita rox.t lar*!, com to-
que de a varia a 160
rs. o covado.
Na rua do Queimado n. 2' ndc-se chi-
ta roxa com pequeo toq; aria a 160
rs. o covado.
Caixinhas para
volfarete. .
Vcndem-se bonitas caixinhas com lerrtos
de inarfim para voltarele, pelo baralissimo
prego de 5? c 6*000 na rua do Queimado,
na bem conhecida loja de miudezas ua boa
fama n. 33.
Fareilo
Arados de ferro
Na fundigfio de C. Starr & Companhia, em
-Santo Amaro, acham-se oara vender arado
de ferro de um moiello e construegao muilo
superiores.
C. STAKR & C*
respeitosamenle aniiiinciam, que no seo es,
tenso eslabelecimento, em Santo Amaro.
continua a fabricar com a maior p^rfeigo
c promplidao, toda qualidade de machiais-
mo para o uso de agricultura, navegagao e
manufactura, e que para maior commodo de
seus numerosos fieguezes e do publico em
peral, tem aberlo em um dos grandes arsna-
zens do Sr. Mesquil, na rua do llriini, atraz
do arsenal de marinha, um
: !^HM
B
canas
a l'JO rs u libra.
Vendem-se as Cinco Pontos n. 03, pateo I Ferro ingles.
do l'ergo n. 21, dito da l'cnha u. 10. l'ixc da Suena.
Lacasa da aauudors Brolbara C. praga
doCorpo Sanios. II,a para vandaro sa uinta
Mola ara carros.
Vendem-se cxccllcnlcs molas para carros :
na rua da Cruz n. ^0, armazem de F. Souva-
ge C.
Vestidos a 19000.
Vcndem-se cortes de vestido de chita lar-
ga a dez tusIGes cada cuite : na loja de 4
portas na rua do Queimado n. 1".
Venda de
pulo inglez, do autor Collard
por preco mdico.
Vendem-se muitos lindos e excellentes
pianos, chegados ltimamente de Ham-
burgo, e com lindos retratos no fronte*
picio : na rua da Cruz n. ")"), casa de .1.
Keller & C.
Aos senhores do nos de
bernas.
Vendem-se barricas com sardinbas gran-
des e novas, assim minu a re'.alho, ao cen-
tos, por uceo mais ini conta lo que cm ou-
tr qualquer parte : na rua da Praia, arma-
zem n. 1, de Ji.s de V.f-ilo Costa Oliveira.
Vendem-se os superiores queijos do
reino, os m:-is novos ueste mercado a iiO
na rua Direitan. 14, esquina de s. Pedro.
A'> P
Alcatr de caivau,
F.ona.s de linho.
Esponjas.
Drogas.
Algodaolizo,ar3 uceas.
3ito entraacado igual >o da Babia
E um cor.pelo sortimento de zendasproprio
para sia rcercido tudo por preso commodo.
Monillos ie vento
comhombas de repato para recar liirta eba
xa Jccapim : na (undirSo de U. W. Bowmaa
oarna aoBram m. 6 Se 10.
fc>i108
cohortes c descobertos, pequeosegrandes,
de ouro patente inglez, para bomem e s--
nhora de um dos melborea fabricantes de
Liverpool, viudos pelo ultimo paquete in-
glez : em casa de Southall Meilor & C-, rua
do Torres n. 38.
Ik
Algod&o s? onstro,
M-
r^tnga
t;ue osla
qieiuiando.
criincUa.
Vende-se algodSo monsiro com 8 palmos
de largura, proprios para loalbafl c lencoes,
pc'.o diminuto prego de (PO r3. a vara na
rua do Queimado n. -II, na loja da boa f.
relogio-* de pa-
5U
----Na manhaa do da 2-2 de maio deste
auno de 18&7, ausenlou-se do engenho Ma-
tapiruma da freguezia da Eacada, um eacra-
\ende-sc superior rarellovirdo de Lisboa vode Klorimundo da Silveira l.in morador
ltimamente, ein sarcos, e por barato prego: | em dito engenho. O mencionado escravo
na rua do Trapiche n. 0, armazem. j chati a-se Jos, com idade de 18 a ao annuc
he cabra claro, altura mediana, cabellos ca-
rapinhos, snbrancelhas grossas e encontra-
das, nariz um tanto afilado, espadaudo ea>
proporgo ao corpo, tcm um dos dedos de
um dos pes torcido por cima do nollegar. O
dito escravo loi morador no sertao e lugar
l'ao das Trras, aonde foi vendido, veio para
iCaruaiu'vendido ao annunciante em abril
I ultimo: quem capturar dito escravo e e.n-
\enuem-se vcrdadeirase bem condecidas tregar no referido engenho, sera lieos re-
lavaa de pellica de Joovn, amarellas e bran- \ compensado,
cas, para homens e senboras, pelo baratissi-j Continua a estar fgida a mulata es
mo prego de ;500 rs. o par, ditas rrancas, |crava, de nome llosa, dr 35 annos de idade
amarellas e preas, todas de seda e p^rfeita- pouco mais ou menos, estatura haixa cros-
menle boas, sem deleito algem, para ho- sa do corpo, cabellos quasi rarapinhn* uma
mens, senboras, meninos e meninas, pelo cicatriz no beigo superior, cor pal I ida' me-
barato prego do 800, ir 15500 rs. o par, I cSes do rosto altas, e hunda grande quem
dilas brancas de algodao para homem e se- aprisiona-la dinja-sr a rua das Lalangei-
olivas de |>eica
para homotis v. senboras,
chog-adinhas pelo ul-
ii.it> vapor inglez*
nhoras, proprias para montar a cavalloa MO,
400 e 500 rs., dilas de cores muito linas, de
lio da Escocia, para homens e senboras a 40o,
500 e 640 rs e.alcn, deslas outras mais qua-
lidades de luvas, e lodas por mais baralo
ras n. 6,que sera generosamente recompen-
sado.
nglezes de oitio, de sabonete c de \id,-o :
vendem-se i preco razoavel, em casado
e
algodao
ni
para pa
V'end<'m-se suericrc* meias pratas de
laia pan padres, pelo baralissimo prego de
Na l"ja do Preguica, na rua do Queimado,
esquina do becco do Peixe Frito n. -2, ven- Augusto Cesar de'Abreu, na rua da Ca-
dem-ssmuitosediversas razendas por pre- ,jea do Recife armazem n. |C.
gos oaralissimos, entre ellas notam-sc cain-'
braias francezas, padroes novos e cores li-
xas, pelo baralissimo preco de so rs. a va-1
ra, pegas de chitas escuras c de diversas ro-1
res, de excellentes pannos e coresfixasaS
e 63000, e a 140 e 160 rs. o covado, leni is de
ca ibraia paramuna tO rs. cala um, mus-
sulina branca o mais lino que bepossivele
de lindissituos padiOes a 410 o ovado, ton-
gos .de seda de muilo bum gosto a 800 js.
cada um, laazinhas de qua Iros proprias para
roupinhas do n,cuinos, bonitos pannos para
mesa a 1^920 cada um, meias cascmiras para
ffj
Cha utos d<; Ha va-
na: ven t in-se em casa
G. 4stlej & C.
: eiins e relegios.
SEI.I.iNSe KEi.OIOS depaleaU
- inuli-/. : venja no annaa.m Koilron Rooker & Comprahi, es-
, quina ila liirco 'lo Corpa hanto nu-
A nitro tos.
Kugio de bordo do bngue brasileim
Melampo, na noiie do da 8 do correle, uta
negro de nome Marcelino, nacSo Calinda,
preco do que em oulra qualquer parte: na altura regular, secco do corpo. rosto coe,-
rua do Queimado, na bem conhecua loja de i prido, barba serrada e cria auissa, coas falta
miudezas da boa fama n, 33. |de dentes na (rente, e consta andar naJMi
I com paleto, e ralgado : quem o pegar leve-o
\.k, .. t\r. |.,.j,,,, a borlo do di o navio, junto ao ca do Pas-
lfjl'L'l 15l iit, llliicf S :s'io Publico, ou a casa de seu consignaUrio
Manoel Alves Guerra, na rua do Trapiche a.
14, que sera bem recompensado.
>o dia -25 de abril de 1856, auscnlnu<-
do eogenbo S. \ cenle, freguezia de Serl
nbSem, o escravo Jo.'m Josr, pedreiro, roa
idade de 15 anuos, pouco mais ou menos,
bstanle ladino, c asi signars que o fa/eo
bem Conhecida sao os segundes : pouca bar
ia, com alguns cabellos brincos boa* den
les, lem una unha do dedo grande do paj a
lejada, assim como uina outia d. mo, cara
bexigosa, e o nariz um pouco pequeo, he
crioulo. e natural do ilrcife, onde consta, e
lem sido visto I'.' I allnudo, no ollicio dr |C-
dreiro, em que li<: pinto: qurm o pegar le-
! ve-oa rua .Nova n. 1t, segundo anda r, que
| sera cratiheauo.
Msnaes do escravo Victorino que lu-
as qualidndes.
Vendem-se meias de sed, ue peso, brancas
c i reas para senhora, pelo baralissimo pre-
codo >.i00 rs. o par, iliias brancas da mes-
ma qualidade para meninas a 2:00o, ditaa
pintdinhas de cores muilissimo bonitas,
pri pnas par-, baptisado de criangasa -.'uOo
par, diij-s brancas de algodiio, mullo linas,
para senhora a 320, 400, 500 e C00 rs. o par,
ditas prctas de algo Jilo muito finas tambem
para senboras a 4uo e 50o rs ditas croas e
brancas ara homens a 160, 2>i0, 240, 32> e
4oo rs o par,ditas decores le lio da escoria
tambem para homem a 400 e 5 io rs ditas
eruas muilo linas e fortes para meninos, di-
las brancas e de cores para meninas e meni-
nos, e outras mais qualidades que se vendem
muito barato : oa rua do Queimado, na bem
conhecida loja de miudezas da boa tcm
n 33.
para os homens
que tiverem bo-n gosto.
Vendem-se muito bons estojos proprios
para viagem, por teiem lodas os arranjos ne-
cessarios para barba, pelo barato preco de
1;, i?, 39, 48, e 5? cada um, esporas muito
linas de casquinha o ago a la o par, caixas de i
gioi.odia 27 de mam de 1857: rusto utn
pouco comprimo, Oihos fumigados, nariz
chato, com alla de .ledos na frente, um
'ente muilo arrimado tambora n. frente,
altura regular, p<>?aiit-> do corpo, pes cha-
tos, seulo o pe esquerdo mais grusso do que
o dir. tu, proveniente de una ferida que
... i algum lempo no dt.> p aasjSMMa\
ida le '.'. a :. ana ouro iU ou meuo.-.
qem O pegar, lev, i ao engeulio l-mr>IC<>,
que sr iecoiii| ensado, ou u. rua Nov.
li. 6'..
y

\
\
l'fcKN. : \\Y. DU al. 1. 1>E l"AKI\ HBm
MUTILADO


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