Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07771


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Full Text
AMimill 1. li-
Por 5 uu-zc-s adiaul.i.lu* isOli.
Pr 3 mezes Tencisloi 4$500.
-

SUMADO 31 DE ,I\I0 DE 857,
Por anuo itJiantado 1.".'000.
Porte franco para o inbicriptor.
BUCO
N< Alt RE,A DOS DA ~HIHlfgH.lt U NO MlliTE
Pinhiba a Sr. Joo Rodolph. Gomes ; Natal, Sr. Ju-
atm I. Piran Jnior ; Ahu. St. A. dt Lemos Braga '
sart.eSr. J. Jm di Olirera ; Manahia, Si. Joaqun. Mar-
oes Redngum ; Piauhj, o 8r. Domiages Hcrcalane A. Puto*
Gaareme : Para eSr. Jualino J. ILino. ; Anselas, ti. Jiro-
OjmO ~ dote.
PAHTIIIA DOS < UltUltrJOS
da-. r ... (,..f.. a.. JM.
i NroMaa : n. iejaaa.i......t- tona.
'"""'' ''. vi..........tTiaaaaa ja i-'c*-'-
Raaaraaa, lamaeO .. Bi |... I'. -|.it,. laja-
n. BarraaM, A; .1 p.
Olala : i.1-.
I;nir... I..-.
8. Aec... !>
liaaiiac >1 lia
c,,.. i...-.-.. ri||a-aWlaa nM....., '
Cala, laaaaaa, SaftaUMO, Kaa 9 ana h
jBaaaaiaa Piaial 1 ajalalas-IMaaa.
|Tdo. aa carril- parir a. 10 baBM .1. BaBU
\i:~>IK\i:iAS MM TllllirXAES da capital.
rrbunal do commereie .* Mr>in ilarao ; larra-feiras sabbados.
Faienda .- quartai e sabfcados ai 10 hora).
luna do eommercio i segundasaa 10 horaa qui olas a( maia-dla.
Juno da orpbaos : secundas quimas aa 10 borai.
'rimeira Tara do cual I Kundi a senas ao raaio-dia.
Sajruoda tara do cual: quartai i ubbadoaio malo da.
EPHRMERIDR8 DO HEZ DE .1 Alo.
8 Loa cheia as 11 horas 51 minutos da larde.
10 Quarlo mioguant! as H horas a 60 minulo da Urdo.
23 Lu nov ios 281 minuto! di tarda.
30 (liarlo erescenia at 10 huras a 82 tmulos da manual.
I'lir \ M \l: ni. IIOJE.
Primeira a 8 horas a 6 minulo da manhaa.
Segunda as 9 horas o '2 minutos da sardo*
PARTE OFFICIAL
das da semana-
25 Segunda, s. Gregorio 7. p.:. Mara .vfidaglena da Pazi T. c
20 Terca t. Felipe Kart fundador di congrega,, m do orilorio.
27 Onarta. s. Joao p. m.; Bamulfo m.
28 i.iuinu Ss. Seuador podio e Jusl Bb.
29 Sesla. s. Maximiaoo b.
30 Sbado, s. Fernando re s. Emilia m.
31 Domingo. Paschoa do Espirito Sanio.
IKO DA PHOVINCIA.'
ente do da IS de mu.
(inicioAo general eommamlaiile das anisas, re-
coiutnendaiido a expedirn re sausa eirdens, para qae
neja dispensado ilu .iqii.ii lelamcniu o lenle do 1"
hatalhu Je guardas na< eonacs Jos Bnsilino da
Silva, visto serein os MMH -erwro. precisos na Ule
souuria de feaogafa, onde lie empresado.Commu-
iiicou-se aa coMiiii.iiii.iuie superior alta mencionada
(hesuurai ia.
HiloA.i mesmo, inteirando-e da ler nio s au-
torisado o direclor das obras pablicas a proceder por
impreilada aos concerlus de que precisa a robera do
quailel da Soledadc, mas lambem a Ihesouraria de
(alenda a conlrelar por alugoel edificio peiten-
eenle irmanilade de Noss.i Senliora da ISoledade,
para servir de aloj.imenlo ao 9- batalhao Je iofaula-
rin.-Eipedirsm-se a ordeo nenie sentido.
DitoAo dira da colecto naval para man lar de-
que no momo raso se ada a le da desapropria-. tcianria, que esles principios sao ioleiramenle con- .
V*: que a assemlilca nao poda dizer qua csla ou Irarlua a que elle suppe.
aqui-lla he de ulilidade publica, quando jacti'le uma Se nus*o esUaa nao be lisonceiro, emlmra a p-
lei designado os caaos ein qoe e da esla ulilulade ; parenciaa. nao llavera' iiiem. de mellinrar a n"*a
qua a pan ir o projerln. ninjiimi inais se salgara se- sarta, de melborar as rondn... da uossa nuncullu-
euro ero sua proprieda.le, porque da urna nara nuiro ra Km
i:m; uihki. .dos DA sriis;iiii><;,\ij ^ si i,
Alsgoas, o 8r. ClaudDO Flelo Din ; Babia, Br. D. Duiri
Rio da Janeiro, o Sr. Joo Psrairi Mirtini,
KM I'i: UNAMULIO.
0 proprleiarla do DIJUUO MIII rifiwsraa da BarU, ai sus
liuarij.pricada Indaptadmela di. 11.
por lano a caaa, que a localidade em qoe deve estar
locada essa fabrica nao he nnlilT-rente, cus loca-
litide he de somini importancia, he urna das con-
lir/ics easenriaes rt'ella do sea maneio, porqoe, Sr.
rn-esidenla. nfiii basta que alsnuM asricullnres inan-
iinaaas rircuinslaiicias nAo lereinm esein- Jem uas caimas para a fabrica central, mas he nre
rTlTTJ hL^"'' ?[""'" T. ''- d- "M'*"*' ; "'" ",,,s l"i'-nt.0i mais sal.sf.c.nr.os no ;ci.o que ella aalejl enllocada em pon... que M
pu lie desa^nipnar al p.opneda.le j que se pa.-a a Europa e as colonia, perteucen- aprovei.ar a Indo pe,iro que llie firdestinado
O Sr. B. o> huexit : ti n opp.inho ao pro- les a e-lados europeus ? assim ja se vi-que a cullocarao dessa, fabrica rei.ilo'
jecto, mas Ihe allirmo que ,,,.,1,, .oslo ncnlmm. senlu.res, ero tifiada do aperf;icoamcnto do he das coli.l.ces essenciaes de seu esiabeleci-
O orador, respoiidando au aparte, dii que quem fabuco da assurar, a belarraba que conlriii quasi i meato,
tivenua propnedal. num centro om pouco robi-, inei.ide do assucar, que e.utcn a canna. heapro-j O Sr. M. cado Ha po.lera deivar de ter recelo de que lii'a veil ida a tal ponto que prodoz ti, 7. e S por cenlo, : mus de arcnr.li.
vao desaprnpnar, sendo que elle se manifesla inlei- qurada n..s com a canna que lem materias saccha- I O Sr. /. ae Hunos : Ora enhorca se esla fa
r,V. V0"1" eq-|aucr-*P'.-a--. -'"--d.iplamcnle.operi..re..n..s na podamos ob-, hrica ha la importante em si. se onvm a sU, i-
que.ra BMC na le existente, sobre desapropria- ter mais de .. a t. por cent I troduccao na provincia, e a coll cacao delia lie
I i sr. Deputadn :Tire-llie os direitos protac- ama das eondices de sua islencia. pflrcaato ra,
o eoveruo nao lera o direilo det atltmlenilo a todas
iemliarr.il com laia, visto ter exhibido isenco lecal. '"*" i"U<-e dos quaes se lira a propnedade da
asi -_______ a ."-.. mili lll I1I1C I i i r i il.i mi la>AO noiid >> ,i i I .*..<< usar
Enlamle que, fura do casos desicnados na lei, na lores, que ella murrera'.
pnde ter luaar desapropriacao alsuma, ma que a proji-rlo nu faz mais do qae espaldar a su-iu sulire tirados os direitas pralectore-s da belarraba, e esa
a |i qiul.nj i.i, haseado nem se quer ao menos no proilucjao acabara'; us o que me diz o nnlirede-
principios lamhern pensosos ha ,.ouco cmillidns na potado das colooias inslezis, de Cuba, de llavana,
o racrula da marinha Antonio Joiquim da Silva.
Commuuicou-se ao chefe de polica.
HiloA Ihesouraria de I zonda para recommen-
dir a e-lar,o competente que em face das oblas jun-
tas por copia, arracada a importancia do* direitos e
emolumentos qu- e>i,ln a dev-r Joo do l'rado Far-
reira e Jos do Kego Alves Maciel, por ttreo sido
noroeadiH commamlanles de balalbues da suarda na-
cional delta provincia.Coinmanicou-saaot raapec-
livos cniiiii .o.lano superiores.
DitoA iiii'sma, coiomonicando-lhe que o Eim.
Sr eonselheuo Bernardo de Souza Franco parlicipou
P0.' \" *'0'0 '"""do, por oecrelo de i do correla,
ministro e secretario de estado dos neiueioa da fe-
zenda. Cominunicoo-se tambein as noroeaces dos
F.\ms. Sra. Mrquez de linda para a pasta du im-
perio a presidenta do couseluo, Jeronxmo Francisco
Cuelho pira a da euerra, VisconJe de Maranguape
para a da e vascoucellos para a da Justina e Jos Antonio Sa-
raiea para a da mnriuha.
Dito.Vmesma.lrausinitlindoacompanhado de co-
pia do oIBcio da presidencia das Alasas, o requeri-
maolo doeumenlado em que o alferes Antonio Dio-
nizio de Sonto tiondim, estacionado naquella proviu-
eia, poda sea a^ui entregue ao >. cadete Carlos de
Soulo (jondim, a djaanlia da IJ.-'W.: que elle dispen-
dera com a rondarao de alituus volmnes pertencen-
tes ao 2." balalliao.-doqiiarlel .lo Uospicio para bur-
do do vapor S. Salvador, dizendo qua elToclue essa
entrega.
DitoAo eomellio administrativo, para promover
a compra de quatro ornainc-iitus completos, sendo
encaru.d-i,veril.-, branru c ivo, alim de srrvir na
igreja do presidio da Fernando, em substituido dos
que se acham arruinados.
DitoAo arsenal de guerra, para que d confor-
iiii.lado com o aviso da guerra de 2"> de abril ullimo.
mande fornecer ao ,. balalh.o Je artilliaria, '.I.- e
10." de iiifanlaria e as cuinpaiiliias filas e de artfi-
ces desl provincia, ns artigo de f ird.unenlo cons-
lanlesdas notas inclusas por copia aab ns. I a 5,rela-
livos ao primeirn sem*slrc do correte anuo.
Dito Ao jai! municipal da p imeira vara, com-
municaado-lhe ler sido indeferido orequerimenlo
ein que Lino Juc de Sanl'Anna pedia per.liu da pe-
na de ga! perpetuas a que foi cuudemoado pelo
jury do Bonito.
Dito Aosubillegado da It.a Vista desla cida-
de, diieDdo que u.lo tnido S. me, reaa.etl.da ao rnn-
selho qu ilili id ,r Ja guarda and mal -aquella fre-
guezia as Mlaeac de que traa o do artiga 10 daj
decreto-n. f lao de lii de marco ,.e 1853. conf.irt
Ihe foi recommendado por esi^ nv-.-., ,. n oiliero d,
6 do i-aiiaaati, cumpre que n f.15.1 rom breva.lo.
Porlarta Conredendn a demissilo que pe,lio Joa-
qun) Franci'co Huirle, do cargo .le ihesoureiro do
atrhnooio dos orphaos.Fizeram-so as necessaiias
.ornsnonicariie--.
i
mao de un- para a de oulros mais necessit.dns ; mas
que he la., si.mente para Mr. de I. .houii.ro pode-
desapropriar o terreno que for de sea de gosto, por
deod.i mesmo e-.seeslran^eiro por oni capricho con-
tra alguin |iro|i'i.iiri.i. manla-lo sahir de sua pro-
prieilade ; e ludo i-io para que '.' di/, o orador, para
o estabelecimento de um eugenho central.
E. pergenia o orador, um talabeleciinento desles
nao se peder crear sem a d*sapropriar;ao '!
O Sr. /.'. Ilaxtetn :Apoiado, e sem previlegio.
O orador enteiidaque dificoldade uenhuma ha na
crearilo de estabelecimentos desta ordem, iodepen-
denle de desapropriac.au, porqoe existe grande
abundancia terrenos para vender, e que o Sr. de
l.ahaoliere aenari sem duvida neuhuma, asim
queira comprar.todos os terrenos de que liver necea
sida Je em qualquer dos centros a^ricolas nuedesejar,
e que suppondo mesmo qae elle nao queira comprar,
ha do sem duvida achar quem Ihe arrend ou afore
por SI ou "i annos sem a menor difliculdade.
O orador lem recio de qae nao obstante dizer-se
que o terreno que se pretende desapropriar, he ape-
nas o nece-sarn para a cooslrocrao de edificios, da-
do o caso de nao havar aaeordn enlre o proprielario
do eng.nhocentral e os prnprielanos circamvizinhos
nilo se trate de estender a desapropriaco ale o pon-
to quesejulgar coovenieule, visto qu a le nopoe
limite nenlinm.
Diz, qoe se nao eslivesse convencido de que as
malditas donlrinas socialistas tinham calada 110 es-
pirito de algiietu, nin poderia dar cxplicaces au
protesto que se discute.
Nao ol.tanto tolos ns elogios, todas as decantadas
vanta ;eh do estabelecimento de que irala oprojec-
lo, dii o hoarada membro que o toleris publico
resollante de seni'lhaiile eslanelecimciilo, he, quin-
to a elle.'problemaliro, nim pnsa de una riperieu-
cia, experiencia que se quer fun lar em basas socia-
lizas,
t orador esla" em iluviJa se s-ra' de mais conve-
niencia qne o fabrico da assucar seja feilo actual-
mente com a maior perflela, sendo n-ressario em-
precar para islo meios muilo diipeadiassn, do que
oble-lo de qualidade mais infer.ur. pureni com n'i.--
noi dispendio, can menos forra. He sua. opima...
qoe os M ou jo por cenlo que tein de se eini.reg.ir
para obler umjirodoclo melliur, se devem autes ap
plicir ao augmento ila producto mesmo pelos meios
acluacs ao aproveilameulo das ierras huje incull.i-.
O Sr. //. de Lacerdl : -- [ion coasa nio repelle
a nutra.
O orador dseorda da opiaiiaenunciad! Do aparte
precedente, porque a sen ver as leas a,mnlas ata
provincia sao n.nii-si.u.- Iini.:.i I,. "
dizer aUu.11,1
da Jamaica, ele, ele.
O Sr. .1/. Caealeauli : l'osso
coasa.
O Sr. /. de Barros :Pens o nobre dcpalado,
que o assucar eonsaniido actualmente na Europa he
smenle da belarraba 1 Nao sabe o nobre depnla-
do que as colonias iugiezas orientis prodnzem urna
snmma mais ronsideravel de assucar do qoe toda a
belarraba da Eoropa '*
OSr. .1/. CacaUauli :E dahi .'
O Sr. / de Hitrros :E dahi, he qoe e o aper-
leicoamento que lem tido o f.ibricu da beterral.a.
Dio quer dizer nada, te n?o quer dizer nada,
n..s temos anda um competidor mais terrivel do
que belarraba.
OSr. M. Cacalcanti :Mis estamos mais pr-
ximos.
O Sr. /. de llirros .Estamos mait prximos da
Eoropa du que Cube, do que o Haxti
Sr. presidente, sepelir!, por mais lisongeiro qoe
paieca a nono estado agrcola, eu dire sempre qae
as nossas rlrcumstancias sao as mais tristes qae se
podem imaginar, e que em taes apuros nos .levemos
aprovelar-oos do exemplo que nos oflerece o Eo-
ropa.
Sr. presidente, pelas fabricas cenlraes de aHu-
car obiem-se melhuramentns taes que sao capazas
00 enlhusiasmar a qualquer de tal mudo que'noda
qae essas vanlagens nao ranea] reacs, alus "pode-
nam mu nem .Iludir e faseinera...
O Sr. M. Caialranli:Para quem for suscepti-
vel Je enthnsiisino.
O Sr. /. de litros :l'oslo que Bao me julgue as-
s.m Uto eulhusiasiiiailo. ruintnJn, vnu esforcar-me
ein uemiiii-liar ruin evidencia todas as vaiilagcos
du ni*u pr.tierlo.
Se. pres.,lente, rtma das vanlagens das fabricas
cenlraes be a divisan du traballio. O nobne diputado
querer., ucseni.hecer o elleiln maravilhoso da divis.o
do trabalhu ? I'jis as fabricas cenlraes urna de suas
primeiras condires he a divisan do IrahaUo. e qual
sea a cnsequenria da divisao do trabalho ueste ge-
nero de industria f o aperfeieoameulo do fabrico e
aperfeieo.imeiilo da cullura Ja canna, dessa cultura
~ue '.....ure depulado disse ha pouro que era a Dul-
c coua que almejari, 011 qua elle mais deiejava
que so iizess. em grande escala.
O Sr. .1/. CiirulcanH da um 3paite.
O Sr. /. de Barros :Mas perdoe o nobre depu-
lado, leulia a bondade de ouvir-me. As fabricas cen-
lraes nao Irazem smenle a divisaodotrabiilho na in-
duslria assucareira.tiazem lambem o verdadeiroaper-
fecoanienlo da aisucar palo emprego dos apparellso
n.-ii, iii.i.i.'in,i. e mais perfailoa, da mam-ira qoe che-
giiu ole adrar "
PERIAiailC.
ASSEMBLEA LEI.ISI.AIIVa rROVlNQiAL DE
PEKiNAMBCO.
Saaaaa ordlurla em "2, da mais a 1857:
Previdencia do Sr. Jos Pedro da sika.
As II horas e 3|i da manhaa verifica-se haver ca-
sa, e abarla a seisio, ha lida a approvada a acia di
aoterior.
O Sr. l-Secretario da coala do segninte
EXPEDIENTE.
Um ollicio .da secretario do governo remitiendo
informicao dada pela carura desla cidade; sobre
requerimento em que alguna denos e caixeiros de ta-
bernas pedem qu es referidos esiabelecunenlo, nos
domingos, s eslejim iberios al ao meto dio A'
quem fez rrquiir3o.
(luir.1 do mesmo Se., remllenlo :ts excreplares
do qoadrodis caasas executivas da lliosour ira pro-
vincial. A' distribuir.
a lido e approvado o segoiote parecer di coiu-
miasao di petifes.
A cooBjaissao da petirjoes o qoem f..i prsenle a
proposta da eomoaulim omprezaria do lliratro Ijnco
da corte, atMtfdincin a que esta negocio tora mus
directamente a execocao, e que o governo rmltior-
mente pode entrar na apreciacao das condiees pre-
cisas para su aceitncao ; he le parecer-qu seja se-
melli mi prupnsta remedida a presidencia, alim de
decidir como adiar conveniente, e em visla da sub-
veneSo votada.
Sala das eommisso>* -2:\ e raaio d** 18.7. An-
tonio Cavalcinli. Mello Cavalcanti. M. de Bat-
ros Wanderley l.ins.
Vai a itaprimir um projecto da commissao de es-
latistica.
a(MlOE,-r DO DA
1." discussHo do projeclo n. 57, qae aotorisa o go-
verno a contratar com Cirios l.uiz Lahautiere, o es-
labeleclmenlo de urna fabrica central em qualquer
dos lugares'mais agrcolas da provincia.
O Se. Mannei Ctivalcan ( diz que, com quanlo
a primeira vista au noslra o projeclo conter em si
ludo quanlo lem de prejudicial, parigosa e atcinuri-
sador di sociedade, todava elle contcm tolas las
inconveniencias, que se e-roroara' p .1 provr, e que
devem acarrelar a sua rejeiolo ir. Minine, e combalo
em primeiro logar a duitrina ollimaineole seguida.
de e envolv-reni malarias heterogneas em um su
artigo para facilitar a rliloaillu.
O Sr. 1. de irro-:He que as ido s s? prendem
de tal maueira, que ss nao podem chamar hetero-
gneas.
_ O orador diz, qoe comqoanto as via base prrmeira do projecto se pode "destacar
complot meme delta, qne podo o projeclo ser ap-
provado sem a primeira bise, pelo menos em pri-
meira diicossflo, e qoe em segunda tem luear o po-
der-se modificar quilqner idea, mas .qae a base pri-
meira nao pode di manera neuhuma ser approvida
pela aasemhlca, c que esla base deve acarrelar a
rejeiro de todas as oulras.
0 r-dor depois de ler o projeclo diz: Seohores
en vejo suspensa sobre a populacao igrlcoW da pro-
vincia urna nova espada de amoelca, todos devem
aterrorisar.se, porque o governo lica aulorisado a
contratar sobre as bases mencionadas no projecto e
quem poder.) julgar-se tranquillo estando o governo
armado com urna autnrisac.lu destas l
O governo pode apresen! r-teein casa de qual-
quer particular e dizer-lh. : a ulilidale publica re-
clama a sua propned.lo, tenha a bondade de sabir
e se resislir, eu melere louvados, e est o negocio
concluido.
O orador enumera os perigoi de orna enielhante
o utorisae 10, a desconveniencia -i i... ideas conlra
urna das principies bases eonstrtocionies, contra urn
d.)s preceitos dopado fun lamenlal d eslado. quan-
dn -iranio o direito de pc.priejale coni toda a sua
plenilude, admllinlo apenas a ^esaprneeii^go-em
caaos especiis, o su quanlo a -utilidaile publica o
reclama.
Mas, diz o orador, o qoe he olilidade pablica "
Poder-se-ha clas'ilicar como utilidad" publica a de
um iirdivilun, o inleresse de um pa'licular '.'
O Sr. /(. de /.irerda:t) uoliro depulado por abi
,.;io vai bem.
O orador diz aua vai muilo bem, purque eoleode
que -xisl" iim 1 basa para ae conhecel quindo dio
os cas." da utilidade public. que pode aotorisar a
desapropraca... base que ee aeha meneionaili na lei,
e quo a nao tjoerer-to collocar a assimbla neima
dea lei, em ncnlium nutro caso se pode dar a des.
apropiiaran.
OSr. R. de Catvi*'.Mo pdi revogar a lei '.'
O orador, para comprovr a sua 1 "-e-cao, Ir.iz o si-
mite s-guinle : se a assemlJca pode, vista da lei,
nomear um imprgnelo para um empregu provio-
1 por cen' 1 Ja eanna, no pass en
r. p. ae i.ieeraa : As machinas aperf:i-lus mesmos BMlhoi
rnadas poup.-im Bauilos bracos.
O orador di/, que os meios de que a a-incultura
dispe sao os capitaes e;so os bracos, que us eap.taes
e bracos s,lo pouco-, havendo tan smenla em
abnnlancia terreno para explorar ; por is,o disse,
que sla' persuadido, que mais vantagem havera em
aproveilar etses terreno! para obler ulna maior
prodaccao do queemdispender grossas quanlias com
o melhoramento du fabrico.
N.lo contesta absolulamente a vanl.igem das fa-
bricas centris, porem aseo ver css.s vanlagens sao
problemticas, porque explorando-se romo ha pooco
disse.cn terrenos boje nSo aproveitados, o agricollor
tirara' sem duvida maiores vanlagens, tirara' mais
lacros, qae he justamente o que convem, e qoe por
isso com quanlo nao desapprove qaalquer experien-
cia que se pretenda fazer, se nppe todava a all
impregamio.se os meios indicados no projeclo.
O orador conclae dizendo, qae aguarda as eipli-
caees do honrado depulado membro da commissao
e relator do projecto, para de novo poder entrar na
qucsiao.
0 Sr. /. de Burros : Sr. presi tinte, a visla da
maneara por que o nobre depulado, impugnando o
projecto se exprimi, eu me envergonli.iria de ter
lomado urna parle lao activa, como lenho tomado,
soliresemelhaute projeclo; entretanto, Sr. presidente,
peco a cata qae se digno preslar-me a sua aitencao
e vera de que lado esla a razio.
Sr. presi lento, r.a primeira cliscusso de qaalquer
projeclo deve-se tratar da conslilucioualiclade e uti-
lidade .1. ne.
1 m Sr. Depulado : So da olidade.
O Sr. /. narros i Par lano, principiare!
por mostrar a conveniencia c olilidade do projeclo,
t> qoe de certo sera a base de loda a iniuha argumen-
taran.
Sr. presidente, para podermos apreciar as vanla-
gens das fabricas cenlraes d assucar, he preciso que
lancemos us olbos para o eslaJo actual da nossa aeri-
cnllura.
Moje, rubores, sendo reronhecido que a canna
conten IS por eenlo de assucar, nos, erar-as a mia-
ses nrocesac impcrfeiiissimos, apenas liramos,a
quanln muilo (i por cenlo do easoc r.
O Sr. .1/. Cacalcanti:Com que cusi '!
cklenle, -2 por cenlo...
0 Sr. M. Ca'atranli:Com que cusi '.'
O Sr. /. Barros :l'or essa furioe oo caharc-
mos hoje ; eu metilo de prnposilo nan iiiterroopi o
nobre depulado, para ter o oireito de Ihe pedir,
qu- nflo me interrumpa.
Ja vA paranlo a casa, que o estado do nosso fa-
brico n.io he o mais lisongeirn. Sendo assim, sera
conveniente, senliures, qu semelhanle estado de
coosas permanec em nossas circum.launas ac-
taaes ?
O Sr. M. Cuvatcaitti : l'alvcz seja.
(i S. /. de Barro* Sera possivol, Sr. presdan-
le, que sejainos iiidiffereules ao que respaila aos 111-
teresses mais vitues da igrieallara pernambocaaa t
Ser possivel que sej.unos inditrereules a surte l.
uossa agricultura em presenri dos faclus de que lo-
dos nos temos noticia ? !
O Sr. M. Caculeanli :Nao apoiado.
O Sr. /. de Barros :Sr. presidente, nao he des-
conliecidn ale por nenlinm ilaquelles, que rnente
leem as nossas folbas publicas, que temos cnuipeli-
dores numerosissimos nos mercados europeos...
O Sr. />. Brrelo :Nao os temos.
O Sr. I. de Barros :Oue leinns competidores po-
derosos nos mercados etirnpeus, que as colonias fran-
cezas, ingle/as c boilandezas aperfeicoeodo os eus
processos, prodozem assucar de qualidade inenmpa-
ravelmer.le saperior ao aasacar biasdeirn, e que por
fccoiiseguinle o nosso asiucar ha ,1- ser depreciado
noi mercados ruropeus, sao fados esle da que nao
se pode .Invitar.
O fr. B. Brrelo tNio o crea.
O Sr. /. de Barros:Nao se iltadam o nobres
depule.Jos com oprr.0 fjbul.1- c anormal do assu-
car na presente qjadra. porque quem sabe, seal
nio estaremos mu 7 anuos das vacas gordas "
11 Sr. B Brrelo : E bastan] 7 annos.
O Sr. /. de Batios :Sr. presidente, neis nos
chamo! as circunstancias mais criticas pussiveis,
as nossas circumstancias sao a mais criticas, que se
podem imaginar.
O Sr. M. Cavatcanli :As in.iis criticas '.' O no-
bre riepotado el uo mundo da la.
(I Sr. /. de llano* :Sr. presidente, o nosso fa-
brico unperfeitissimu como ja disse...
" Sr. /. de Barros :Oh seuliores O nobre de-
pulado nao me deixa coiitiuoar, desta m.-.nou.1 nao
l'"'so nem ligar as minhas ideas.
O Sr. .v/. rocalfO'i' :Nio se ,-icasle.
"Sr. l.deBattus :Nio mt, agasto, mis desl
/
cial
Diz qae ninguem dar semelhantedireito a assem-
bla, nao obstaute ser esla una de -u is .cltribuicei,
(] Estando promptas dais sesses pira sereio pu-
blicadas, deo-se o equivoco de sahir suma ( a de
33 do corrente e nella se incluir o prsenle dis-
curso, qae perteucii a presente.
ria n.i .
r uneiilos sendo felos em
sota moten, ,i| bir m. do
do muilo 1> por c-nto.
Otr. M. Caealeauli:Com que cusi.
(' sr. /. de Barros ;S- as fabricas cenlraes sao
aquellas que apr.sintam um resultado iiiaissalisfac-
torio sao aquellas que fazem com que se aproveite
aqolto que a nalnrexa us d, resta-BOS anda sa-
ber se por ventura para Obelar semelhanle resul-
tado, leremos de vencer diflicul lades imuieusas, co-
mo inculca o nobre depulado. que me inlerrompe.
sr. presidente, as fabricas cenlraes, logo que po-
dem produzr cerlo numero de arrobas, ja deixam
lacro e quinto mais Irahalharem e quanlo guiar le-
ra soa forea alero desse limite, anda mais lucros
deixam; ei> a raz3o porque, Sr. presidente, p*- que
is rabncas eentraei possam produzir lodo deilo
deiejado, he de mislsr que srjam moutadis em um
ponto muito snpenur aquelle qae esl ao alcauce da
quilqoer senhor de engenho.
OSr. ,/. Cavalcanli Conforme.
O sr. .cii Ccetela :--Isle he mconteslavel.
U nr. 1. de Hartos iSr. presidente, lias colonias
iraucezas aoude se lem reronhecido a vanlagem im-
men.sa de san.ellianle, fabricas, o governo lem al
des|iendido milhes; as colonias hollaudezas lem-se
dado a mesma cousa, o entretanto, Sr. presdeme, o
que temos imsfoiiu pan obler semelliaole favor Eu
nao sei, tenlaiiva. e someole tenlalivas que uio lem
I......1 lo ae seu romeijo.
OSr .1/. ruralcinfi A respailo desses milhes
uas colunias Iraucezas, eu pego vista para conles-
Ule
OSr. I. de Barros :O nobre diputado contesta
lambem mforros, as despezas que se tem feilo as
colonias hollenderas/.'
O Sr. Af. Cavalcanli Contento esses milhes
muito grandes.
O Sr. /: de Bar ro :Pois, Sr. depulado, eu sei
qne ale o re Cuillierme gasloo Je sua algibeira 1111-
Ihoes para aperfeicoar a industria assurareira.
O Mr. Af. Caeatcaiili Pode ser, eu nao sel .les-
te r.icin.
P i Sm /- de 1>l,rro* U" v~m a obra do Sr.
t ault. Uiibrea o repello Je f.lincas cenlraes. Mal
" sr. Paula Dubrce nao lem nada de su
que elle he 111110 o de u:n
tuina-.
" *' -,/: Cavalcauli .-Ah esla' a raztio.
O Sr./. deliirros:nireaiito he elle n pri-
meiro a dizer anihores, que as fabricas de puuca
orea nao valeni de nada, c he ello o proprio que
aprsenla um ofcaiueoto por 011 le prova-ae qoe
srinelhanles fabricas enponto pequeno nao valem
cou-a alguma.
O Sr. .1/ Crcalcani :Eolio o homem.nao sa-
be o qu diz.
O Ar. I, de
Barros :... he preciso qr/e se-
jam em punto muito.graiide para darem bous resal-
lados.
Sr. presidente, as vanlagens das fabrica cenlraes
au inconteiiaveis o as cOotestara' quem nao li-
ver couhetlineuto dellas.
O Sr. .V. Catalcaiifi:Pode-secontestar.
, /' f,.r- de Barros:Oh senhor Quem contesta
sto .' Ouemeonlesl. as vanlagem das fabricas cen-
lraes, que trazem nao smente a "eUt-ao-do traba-
1110, como a ceutralisacao da industria ? sania o
seu cortijo necessario, o aperfeicoaroento da cultura
la canna e o de fabrico alein de oulras multas van-
lagens queso ellas podem prodear ? !
OSr ./. f.-arol-.-sitil,' :lie preciso que delina o
que he fabrica ceniral.
O Sr. /. de Barros Fabrica central lie aquella
queaeencarregalao someu'e de parle fabril da in-
dustria asucareira e que paranlo lem por condi-'
co essencial a divisHa do trabalho; I, aquella ilm
disto quo ceutralisa a Indostri: fabril assucareira a
puni de poder aproveilar a maior quanhdade de
assucar das caimas.
OSr. .1/. CcitruiVartfi:Aiiila nao posso fazer
urna idea bem exuda.
OSr. /. de -tarros:Sr. presidente, nao basta
qoe digamos e que estejamos convencidos de qoe as
labricas cenlraes sao de vanlagem, he preciso lam-
bem que nos penetremos de que a aoplicardo dellas
im nosso paz be de uma vaulagem iinmeusa.
Essa fabrica, garanliodo aos enhorca de en-
genho. livre de despezas, urna quantida.'e de assucar
equivalente ponen mais ou menos ao que ellos h-.je
obtem pelo syslema empregado e alem Jislo gar.m-
lindo-lbes um assucar ineouip.iravelm.--ii.- superi-.r
ao qoe ellcs hoje produ/ein, parece-me que d uma
verdadeira vaptagem ; vanlagem qae se lorm lano
mus-.aliente quanlo se ron-i lera qae o senhor de
engenho. o dono d coima, 11A0 lem de despender
com O faliriep-Ue atsuaar, e que ilcm disto pode ap
pliear iu cultura a Jjuia ou em oulro qualquer
trib-ilho, ess, l^rc.aempregada boje no fabrico e de
eslis r.ni-i ii-racfs, inlervir no eslabrlecimenlo des-
sa fabrica, assim como interven), por exemplo, na
inslruccao publica, na canilisacao dos rios, na felu-
ra da estradas, de-aprupriaud por utilidade pu-
blica .'
O Sr. Sonta CarralAo : as subsistencias e
em lodo o mais.
O Sr. /. ie Batios : Parece-me. por I mil... Sr.
presidente, que a vista das vanlagens que lenho
apealado, a vista das vanlagens qae sao inherentes a
semelhanles fabricas, ellas se acham eolloca as pal
sne naloreza em condires de gozaren) dos foros
de utilidade publica ; e tanto mais, Sr. presidente,
que nao sendo ellas hoje devidamenle condecidas
pelos agricultores da provincia, lanto assim, qoe o
nobre depulado, um de aessos primsiros agriculto-
res, nao a condece,: pelo menos assim o disse), nao
sendo ellas devidamenle apreciadas na nossa provin-
cia, rilas nao se tslabelecerao san a inlerveurio do
g overno.
De corto nio concedo como possam ellas er esla-
belecidas, sement eoneorrendo para seu estabeleci-
mento aquellas mesmos qoe nao as conheaem ; en
nao posso concebir como os agricultores Sr. presi-
dente, sem lerem conheeimenlo de om lien vao se es-
wrcar, vio fazer sacrificios para consecacio desee
nos.
He preciso, por tanto, Sr. proaidente, qae alguma
coosa di faja da parla do governo.
O Sr. B. Brrelo : Pode-se azer moila coosa
sem ser a desapropriacio.
O Sr. /. de Barros : Mas Sr. presidente, o qoe
a commissao de agricultura apreseota, a recomend
a rnnsiderac/10 da casa ?
Disse o nobre depoiado-que se assenla i minha es-
querda. qae um ab-ardo....
O Sr. I/. Cavalcanli:Islo nao disse.
O Sr. /. de Barros : Cousa semelhante, qae era
om flagello para a nossa popularan, que se preleu-
uia finalmente aqoi plantar o socialismo.
O Sr. "/. t.aealctnli : Nao.
O Sr. /. de Barros : Taes musas disse o nobre
deputadoque realmenle.eu borrorissr-me-liia de mim
mesmo pelos e.forcs que lenho empregado ruino
membro da commissao de agricultura, para a a !op-
sicao da medida em diseassao.
O nobre depulado disse que era pe sosa a medi-
oa, que era piejudicial, que era vevaloria ao uliimo
ponto, purque, Sr. presidente, a enmmissio indica
que o eslabelerimento de uma tai fbrica na provin-
cia de Pernaoibocu deve ser cocarado de utilidade
publica I
(Ha om aparte.)
O Sr. lynaeio de Barro* : Disse mais o noiir
depulado que visto a -ssemhlca de Pernamhuro ler
decreadu urna lei regalando is'dejuproprucoes e s
motivos dellas, ., mesma assembra de Parnambnco
nao lin!i 1 direilo de ealalwlecer um. cM-.-p,-., |,.
e orna exeapcio t.io smente as caodicOea da des-
pequeua Jlropriacio... 4
que 10, o |"inari_,,m Sr- oeoulado :Esla qacstao j est rcsolvi-
ua or votai-,,. de casa.
O Sr. /. de Barros : Sr. presiJenle, qoe a aasera-
blea eila em sea direilo ealaneleeendo ai exrepces
qoe Ihe parecer regra por ella creada, islo be.'ni-
conleslivel.
" Sr. Manuel Cavatcanli d om aparte.
O Sr. I. de Barros : O nobre depulado lambem
contestara este meu incnnleslavel ?
OSr. ,/. Caculeanli : Ea ealendo qoe esl no
seo direilo.
O Sr. .1/. Tcicalca'i!" : Nao esl.
Sr. /. de Burro*: O nobre depulado disse,
que de maneira neuhuma pode ser encarado de oli-
idade publica o estabeleeimeulo desla fabrica, lis-
to ser em proveito de um particular, oa vi.to ser um
particular que vai tomar sobre si semelhanle em-
prezs.
O Sr. .1/. Cavalcinli d om aparte.
OSr. I. de Barros: I,9o nao allera nada a
queslao. Dcse o nobre depotado que a desapmpna-
CJO era de inleresse parlicular, mas en digo qae hs
tanto de inleresse particular como he a emnreza dos
vapores costeirns. a da compaiihi 1 de B.-beribe orno
de a da estrada de ferro d Hecife ao ra de S. Fran-
cisco, ap.,1.1 tos he orna coinpauhia qoe contrata,
he Tardado, com o lim de lucrar, mas a obra he to-
da de inleresse publico por sua nalureza. (apoiados.)
Disse o nobre depatadn qoe era bem fcil aos em-
prazanoa obt^r qualqusr terreno, ou pnr aloraroenlo
ou por compra, ou por coosa semelhanle. Mas, se-
ndores, se aos conheremos a vanlagens desse eslade-
leciiiienlo, se mu conh-remos a niceasidada delle na
provincia, havemos de p.'.r-m s a suri- delle mere?
dos caprichos de algnm particular ? Eu enlendo que
nao.
Entretanto digo ao r.odre depulado que nao receie
que essa medida indicada va atacara propriedade
particular, v fazer con que o presidente diga aos
proprielarioi : convem-me n seu engenho, entre-
gue-m O porque assim de Je utilidade publica.
Nan, Sr. presidente, o pensamento da commissao
nao he esle, o pensameulo da commissao he i.ln s-
mente garantir a empre/a conlra os caprichos dos
prnprietarios das ierras.
.Sr. M. Cavalcanli : .Mas pnr que meios '.'
O Sr. /. de Barros : Qoundo se Iralar da se-
gunda dnrus,.i,i do projeclo, se elle liver a entera
de passar em primeira, e 1 lerei eolio oeeaslio de
apresenlaC a considerac-io da r,aa eguinle enxndl
que me foi lembrada por um nobre caliese, cojos
conhenmcM'los e i|luslrac;.ln sio por todos reronlieci-
dos, refiro-me ao Sr. Dr. Sa i'ereira. Se por ven-
tara o projecto passar em primeira diseoNl, enl.lo
cteio qoe os reces do nobre depulado desappare-
Cerio inleiramenle. adoptando-*! esta emenda as
desapropriac;cies nao poderao ter lugar de sorte algu-
ma eslorvandoo mauein dos engenlms eiislenles.
Parece-me que islo satislaz inteirameute todas as
exigencias do nobre diputado.
O Sr. ,1/. Caralcanli : Inleiramenle nao.
O Sr. /. de Barros :Vejamos agora porque ra-
aio a exigencia de om preveligia '.' pira que seme-
lhanle medida '
He porque a commissao esl inleiramenle con-
vencida da vanlagem de sc-inelhaiileestalielecimeiilu,
B porqoe a commissao v, qoe os esforcos qua se
lem empregado para realisarao de scmelliaules mo-
Ihoraminlns, lem sido baldados, e que se pode con-
seguir-milito, e que a provincia dar om passo gi-
gautesro adoptando a medida proposta, sem o menor
ooos para os cofres pblicos.
Ouando nos vemos. Sr. presidente, qu-. oulros so-
vernoi paraconseguircm o m-sino lien tero, pode-se
assicn diaer, franqueado os eus cofres, -era para
despiezar prupostas como a apresentada peloSr. l.a-
haoliere '.'
comprar lodo o permetro, e tornar-se senhor da
fabrica. F^u nao nrgoci neuhuma daese reflexes ;
mas dellas o nobre depalado inferi que, vislo a fa-
brica correr perigo com o uso da propriedade. feilo
pelos senhures dos engenlms coinprehendidos no pe-
rmetro, devia a desapropriar.lo islomlcr-se sobre
lodo elle. Semelhante argumento lie lodo argucioso,
e de mais, com a emenda que me comprometi a
apresen'. r]em segou.la isc-ussan. Indos u< recelos do
nobre depotado deverio deiappareear, eccrescendo
que toa bvpulhise de poder mu euhor de en-
genho comprar nao sei quantos inillmes de bracas
quadrada-, lie 11111.1 hypolheae inleiramenle gralui'la.
O Sr. Manoel Caca\canl:He possivel.
O Sr. /. de. Barro*:E de mais, adesapropriarao
nos termes Ja base primeira, *..' lera lugar para" a
fundarn do eslabelecimenlo. F'in lim, com a emen-
da que me comprimidlo a apiesenlar, lodos os re-
celos han de deiapparieer.
t) Sr. MnnoeX CtWtHcsmli:Fall em Ierras devo-
laias. nao '.'
O Sr. /. de Barros:Terreno* em qoe nao hajam
edilicocc.es, k r renos, que sendo desaprnphadus, n.iu
deixeni o* engenho* de funecionar.
OSr. Manoe\ Caralcanli:eutio muilo mido
de desapropriaces.
O. Sr. /. de Barros: Sr. presidente, nada mais
lenbn a dizer.
.Ilguns Senhorrs:Molla bem.
L_A discas*o lica adiada pela hora.
Confinuacao da seronda diseassao do ormameuto
municipal.
sVrt. .1. A cmara municipal da cidade de Olinda
he aotoriaada a dispender mm os nhiecios designa-
dos nos S3 segaintes a quanlia de : 1. :j >. 1.
s i. Com os empresarios, sendo cum o
secretario 6003 ; com o procurador a
porcentagem de ti por cento em todas as
rendas da cmara, calculada em -2:;,
lendo mais 1503 de gratilicacao. :wttj -
com o advovado I5U8 ; com os liscaes das
fregoezia* de San Pedro e da S 3)0? ;
e com os Baberihe, Paralibe e Marangoa-
pe 150, a 5thtl<) cada om.....
2. Com o expediente e despezas
miudas..........
S 3. Com o pagamento de castas de
prucesaoa criminis e de cnniravences
de postoras, inclusive mtale do que se
esta' a dever ao escrivao Filippe do Nas-
ciminlo de Faria e Auna Joaquina Cesar
viuva do ollicial de ju-lica Bernardo Ce-
sar de .Mello. ,.......
S i. Com azeile e agoa para a cadcia.
S 5..Com o concert de predios e cal-
ramenlo das roas........
ti. t.om o tribunal do jurv eeleices.
S 7. Com despezas evnimo e lslg-
natnra do Diirio. ,.....
5 X. Com o cimilerio poblico, sendo
rom o administrador 3639 ; com um eo-
veirn -riOiv; c Cnm desp-/.as eventuacs
'ww............75-5000
1: IciS-MIOll
GO^IOO
|~BfSM
ItjUTtlUO
.vxbooo
IJstetKX)
l-5tt50fJ0
. 3:935rlO
sao a mesa as seguinles emendas :
a Sendo com o pnrleirn :1U0>. N. I'nrlella.___B.
I.acerda.Theodoro da Silva.
E ao Dr. Jos Cardozo de Queiroz Fon-oca a
quanlia de lii.-?.S. It.. Caslm |,e..o a
B ao conladnr do jallo Manuel Nones de Mello
a quanlia de I58BI50, c nesle sentido augmenle-se
u qoanlilativo.S. II.Castro Lelo.
o Sopprima-se a qimla despindi la com os (iscaes
Je r.ebenbe, paralibe e Maranguape. sendo dita
qaota para um ajadanle do porteiro. S. It.Souzs
Braga.a
Eneerradi a discus-ao he o arligo approvado com
as oowqcea*. excepto i|do Sr. Braga.
Alt, i. A cantara municipal da villa Je lguara-u
h" aulertsaila a despender com os o!.j-o|us desigua-
dus nos S5 seguinles a quanlia de 185.
- I. C-.m os empregado*. seiulo com o
sacceiario 300|; com o porteare cttjgothi;
com najiidante do mesmo 50; com o
procurador a porcenlugem de sei por
cento, calculada eu, l-jij; com o fiscal da
villa 120; e com o do Itamaraca' rts
ItlOgOIK .
. 2- Com
miudas .
S 3. Com o tribunal do jury e eteirei.
S '< Com o pagamento de cusas de
processsos criminaes e de contravences
de posturas, inclusive metade do oue' se
esla' a dever a II. Ignacio de Maraes Na-
varro Luis, viuva do escrivio Mauoil
Camello do Mello Araujc......
S .1. Com azeile e agua para a cadeia.
S I. Com despegas evculuaes .
S 7. Com o conerto de predios, lim-
pe/.a e calmamente de rail......OIJ05000
com os fi.raes das frtguezias a porrru-
lagtm di -20 por cenlo. calculada em 80!
sindo qui o fiscal di cidadi nunca per-
cibera' menos desta quanlia.....
5 I. Com o eipedieuli e despezas
mo I ,..........
5 3. Com o tribunal dojurv e cleirisl
4. Com o pagamento de costas de 'pro-
cessos criminaes e de conlravenrfis de
postura* .......
S 5. Com obras maniclpaes.
e rncenos de ras.....
S 6. t>>m ler 1 ,-/-.. evenluais
nitura do aDsmioa.....
S 7. Com a concloiio do cen.-ilerio.
IHIOstltlO
:iO5O00
WlsuOO
- 5. Com imIIi e agoa para 1 cadeia
$ 6. Cam os foros dui tarreos occa-
pa.ios pela cmara .......
5 7. Com a limpria a ealeamanto da
rasa, e obras manicipacs .....
NpM
3tm
ItmfaW
Mr~90M
limpezi
assig-
V.o 3 mesa as sesoinles emendas:
Com .
Vai a masa a sigoinle emenda :
a Com e secretario 2OO5. ~S. K. ~ Epaminondis
IOO5UOO di Millo. 11
Encerrada a diseassao, he o arligo approvado o a
WWKii emenda.
Art. 1:!. A cmara manicipil di villa de Giri-
TOcOOO nliuns lie aulnn.ada a' dispendir com os objeclos do-
1:000/000 ngnados nos S5 seguinles a quanlia da 710.
-------------------- S Com empregados, sendo com
2:7S0s0l) o secrelario 2005; com o porleiro 105 '.
com o procurador e porcrnlagim de 6
pagamento de cusas de processos cri- pnr cenlo, calculada em 30J ; e com o
miaaas e de contravencues de postnrai,. inclusive o ; fiscal a de JO pur ceolo, calculada em
que se .lev* a Manoel Joaqoim Bandeira de Mello e 20 re. .
a liento Franrisco de Faria* Torres 500?.___S. B.
Souza Carvalho.Mello Cavalcanli.
Iiiclosive milade do qoe se deve a Francisco de
Anejo Cesar.B. Lacerda.Theodoro da Silva.
N. I'orlella.
Encerrada a discussio, e poslo a volos o arligo, he
approvado com as emendas.
Arl. 8. A cmara municipal da cidade da Victo-
ria de autonsada a dispender com os objeclos desig-
nadas nos SS seguinles a quanlia de ris 8:01 2JO00.
: I. Com os empregados, sendo com
o secrelario 4OO5OOO : com o advoga-
do oiHIjiiimi ; com o cirurgiao de parti-
do, que lera a seo cargo a propagacao
da vaecioa, -W09000 ; com o porleiro
801000 ; com o sjudaole do mesmo
OjtlOO ; com o procarador a porceota-
gem de li por cenlo, calculada em reis
2O0PMM ; com o fiscal da cidade a de
M por cento, calculada em -JOOf000;
com o guarda de pesos, balsnras ele.
I00f000;e com o consenador das roas
50/IHMI...........
i 2. Com o expediente e despezas
miudas...........
i 3. Cum o tribunal do jurv e ilei-
jes............
S *- Com o pagamenlo de cu-tas de
processos criminaes e de contravences
de postaras inelo*ive metade do qu sa
deve aos es. nv.ies Flix Cavalcanli e
Manoel Jos Pereira Borge.....
S 5. Com u pagamento de foros dos
terrenos orcupados pela cmara. .
S O. Com azeile e agua pira a ca-
deia......
I.6W90M
:wj5O0o
looo6
S 7. Com o aluguel da casa da c-
mara .......
S 8. Com o enieir.mieni 1 de cada-
veres de indigentes e de animaes. .
S 9. Cum despezas eventaaes e as-
signatura do Diario. ...'...
S 10 Com obras roonicipaes, reparos
e limpeza de ras sendo Ii53i347 pa-
a concluso do novo arougue rs.
StWsOOtl
:u--sk)0
70000
laVfOOO
}3000
1165000
5:000/000
o expediente e despezas
7705000
I. I-IICIII
SU5OU0
508000
2.5-HM0
101)5000
sperto
fatincaute des-as
por-
ma-
1
posso i-1 i.'i.-iar um 1 pcopos .-1
---.h ,.>... ...uu |i^.|i... ... ique
o nobre depulado descansado d- que lo-
os seu9 argumente s para ld<> res-
la que pode elle disMnsar,
r. fabrica central apoiaTos.
c-a
O
cousa.
mei nota de idos
pender.
Como dizia. Sr. oresifente, os"llossas cirenmslan-
sao as mais rnii-as, que se podem imaginar.
Sr. .1/. CacaletMM:Nao posso tolcrsr tal
O Sr. /. de Barros :Sr. presidente, fallam-ma
cerla. bases, fnltam-me os eonhecimciilrrs preciso!
para desenvolver amplaeaente a materia, fallam-me
os conhecimentos especian para poder derramar no
animo da casa minhas coaviccOes a lal raspeilo ;
porem ilini, que ludo que o nobre depulado disse,
esla em cuotradicc.ao com todoi os principios da
ILEGIVEL
com o eslabelecimenlo da
___j
OSr. ../.'Cacalcdrii:-Ah! sempre tem suas,
.anlagsns....
O Sr. I. de Barros :Mis, Sr. preiidonle, dio
baia provar qoe a fabrica central he de vantagein
fui si, c que ella.he de vanlagem applicada na pro-
vincia, he preciso tambero qae paiba-.nos quaes s.lo
as cundir,i's uecessarias para o Seu eslabelecimenlo.
Sr. presidenle, ptluque ja disse, pelo que ji.defin...
O Sr. M. Cavalcanli :E que eu nao compre-
hendi.
O Sr. /. Barros :Pelo que ja defin, se v qoe
ella deve eitar em lugar pira onde devem conver-
gir indos os plantadores de canoas, ajra.de erem
fabricados teai auucires nena fabrica. J ve col-

O Sr. Manoel Caealeauli d.i um aparlc.
O Sr. I. de Barros:Sr. presidenle, eu ainda a-
gora dizia qoe os nns.-os agricultores n.io leudo os"
conhecimenlos preciaosdesiai fabricas, de uma razio
e rula urgentsima, para que o governo inlirvenhl
em seu^ estahelecimenl" ; pnrquanto sei o exemplo
podara obrar enereicamenle em nossas rircumstan-
cas ; e, sem que alguma luz desea de cima, Tirare-
mos 11 is Irevas.
Logo que os OOSSOS agricultores cxperimcntarein
ns bous elfeilos dessa fabrica, oulros rnuilos quere-
rao gozar do mesmo beneficio, e su eolio s:i cstabs-
lecerao esponlaneamenle as fabricas cenlraes.
Porlantn. Sr. presidenle, eu eonclairai aqui, e pe-
dire a V. F.vc. hcenea para que se mencione na acia
a emenda que m i-omprninelln ipresentar.
O Sr. V. I'orlella:A emenda do nobre deputa-
do destr.ca c-fimplelamenteo s'u pensameulo.
O Sr. I. de Barros:Nilo destroe lal.
Sr. presidenle, peco lieenca ainda para responder
a um argumento aprc-eulado pulo Sr. Manuel Ca-
valcanli.
Disse o nobre depotido que a privilegio na base
primn.a ira de tal naloreza, que poda eslender-e
por todo o permetro de modo que se podes-e ale
desapropriar elle todo em beneficio'da fabrica.
O sr. Manuel Cavalcanli : Eu pergunlei ao
nobre depalado como era.
OSr.i. de Barros:0 liebre depulado me per-
gunlou se qualquer senhor de engenho poda ou nao
fazer mellioramenlo. no seu engenho, da nalureza
dos empregados ta fabrica do Sr. Lahautiere; eu
disse que sim, que cada um p.der fazer os melho-
rsmemos que quizer, com lano que nao eslabelera
rabncas cenlraes ; entao o nobre depotado me disse
que se algum dos seohores de engenho podi.i comprar
lodas 19 ler ras cooligaii a> las eotao poderia latobiro
,. J:l.r>5i)00
ai_ a misa a segninte entend :
11 Cnm o secrelario Ja cmara municipal de Igua-
ri-'ii OO5.-E. de Mello.
lie, 01- te algumas observai;s dos sendores Theo-
doro da Sdva e Sa' Pereua lie o arligo approvado
com a emenda.
Arl. 5. A cmara municipal da eidade de linian-
na de aolerlsada a despeivler com os objeclos desig-
nados nos S. seguinles a quanlia ele 5:026.
S I. CsBB o* empregados, scn-in cum u
secretario 600 ; cum o idvogado 300;
com o cirurgi.iu de part io :mo- ; com o
porleiro (Mi- ; rom o ajuJante Jo mes-
mo (1O5 ; com o procurador a pirceula-
gem de t; pur cenlo, calculada em 200;
cum 0 fiscal 200 ; perrebendn metade
o suptenle que o lobstilulrem seusim.
pe.lmenlos ; com 1, reptsa.tor do arou-
gue 505 ; e com o admiuislrador do ma-
talouro publico 505000......
S 2. Com o espediente e despezas
muidas........j
5 3. Com os foros de terreno- oceupa-
dos pela cmara......,
S i Com o tribunal du jury e eleij.ee-.
S 5. Com o pagamenlo de cosas de
processos criminaos e conlraveu(es de
postura*, inclusive o que se esta' a dever
ao escrivio interino dojorv Ignacio da
Torres Bandura ......
6. Com obras muuicipaes, calramen-
lo deraae e reparos de predios. .
S 7. Com o aluguel da casa que servo
de ribeira de peixe.......
S 8. Com o aluguel da casa que serve
de matadouro publico em Cruangy .
5 '-'. Com az*ile easua para a cadeia.
S 10. Com u iralamenlo dos enfermos
perores, recolhidos a sania casa da mise-
recerdis. .....
Sil. Comdespezai evenluaes e a*siR-
naiura do ..Diario.......
5 12. Com o administrador do ceuiiie-
riei jiublicu. ....,
. 01^000
Encerrada a discossao, approva-se o arligo.
Arl. 9. A cmara municipal da villa da Escsdi he
.intonsa,la a dispendir com os objeclos designados
oos SS segoinles, a quanlia de 1:INi5000.
S I. Com os empregados, sendo cnm
o secretario gH)i).- titlsi rs. ; com a procurador 1 porcen-
lagem de sei por cenlo, calculada em
DO? rs, ; e c ro iSec| A ,e viute pet
eenio calculida em 4II--rs.....
S 2. Com o expediente desperas
miudas o evenluaes, inclusive a asig-
natura do Diario.......
S '! Com azeile e ar;na para a ca-
deia ...........
S 1- Com o tribunal do jurv e elei-
re.........
S 5. Com o pagamento de cusas de
processos criminaes e de contravencues
de pcesluras.........
3 6. Com o aluguel da casa da c-
mara. ... s.
- 2. Com o espediente a deapezss
miudas, inclusive a asignatura do Dia-
rio ............
S 3. Com atrita e agua para a eadeia
S i. Com ,> iribonal do jory a elei-
{Oe.............
S 5. Com o pagamenlo de coilas de
proceces criminan e de contravencues
de pnslurai..........
S 6. Com de-pe/as (violles .
S 7. Com a limpeza e calamento das
ron e obras muoieipaei.....
J1HI50 5QB00O
HO-JJJOO
1009000
WI5HKI
fOfOM
looeooo
7108000
He approvado sem dbale.
\ cmara municipal da Villi-llelli lie aoloriada
a diipender com 01 objielos desgoidos oes m-
gumles a qoenlia de 1:180.
1. Com 01 empregados, sendo com
o ecretsrio 300 ; com o porleiro 40 ;
cota o procurador a porcentagim de R
por cinto, calculada eaa 50 ; o com o
fiscal a de 20 por ceolo, calculada em
20 n. ......,*,,
S 2. Com o expediente, despezas miu-
das e evantuaes........
S 3. Com o tribunal da jurv e elii-
res...........
S i. Com o pagamenlo de cusas d
processos criminaes e a eonlriveme.es
de postoras. .......
S 5. Com obras muuicipaes, cala-
mento e limpeza de ras..... 'iOOBOOO
S 6. Com izeile e agoa para a cadeia 4O900O
IIO9O110
tJl5D")
81*000
OO9OOO
36050000
V150011
'I05000
8115000
1:80M
He approvado tem ditcuisio.
Arl. 15. A cmara municipal di villa de Taeeritu
lie autoriaida a' dispender rom o* objeclos deeOgni-
dos nos SS -eguiniei quanlia de 1:20*5.
Si- Cciiei os empregados, sendo rom
o iccrelario 200 ; com o porleiro 3i;.
com o procoraior a percenlagem da 6
por rento, calculada om 50/ rs.; o ceea
os fiscaes das fregaexias a de 'JO por
cenlo, calculad,, em -.115 re.....
S 2. Com o expediente, despezas mia-
da! e evenluaes, inclusive 1 assigna-
luri do Diario........
S 3. Com o tribunal do jurv e elei-
Cet........
S 1. Com o pagamenlo di cusas di
pr.ecissn. crimina., a de contravenris
de pactaras. .'.......
5 5. Com azeile e agua para a cadeia
5 11. Cum o .. ... !! da casa da ri-
mara. .
:.v>.iiinn
Mbomi
HUflKKI
lina)nn
Itrjinri
S 7. Com ohns inunn ip, c, limpeza
e cali.amenlo das ruai. .
S 7. Com a compra de movis ^ala
a mesma..........
S 8. Com obras manicipaes e limpe-
za de ras........
,. 1:1865000
Val 1 mesa a seguinte emenda, qoe he justificada
pelo seu autor :
o Com o abale j reconhecido pela cmara, do
rematante da iferirao dos pesos e medidas 1505
rs.S. H.E. de Mello.
Encerrada a discussao, he approvado o arligo, e
rejeitada a emenda.
Arl. 10. A cmara municipal da villa do Cabo, hi
aoteersada a dispender rom os uhjectoi desigmdos
nos SS seguinte>, a quanlia de reis I: 7(Q0tKl.
S I. Com es empregados, sendo cum
o eserrelario 120 rs.; com o purtetro
-15OOO ; com o procurador a porcen-
lagem de leis por ceolo, calculada em
2-15 rs. ; e rom os liscaes das freguiziai
a de vinle por ceulo, calculada em
20 n...........
5 2. Com o expediente e despezai
paludos.......,,.,
S '. Com o iriiiun.il du jurv e elei-
wttym
i05iinn
eMMpn
He app'ovado sem debate.
Arl. lll. ,\ cmara municipal da villa de Il__
Mira he aul. risada a' dispendir com o objtelos H-
signadoi nos SS -e-u mies a quanlia de 6185.
> 1. '-om o empregados, sendo rom
IOO5IKK) o secrelario ltio.->; coa o porleiro 25:
com o procorador a pereagu 1565000 Por ceolo. nlrolide em 38 ;. e com o
Vcal a de O por cento, calcolada em
2OO5OOO 209 rs..........
S 2. Cora o esmssiNeala o despezas
2005000 miadas.........\^.
S 3. Com o tribunal do jorv o eiei-
oei. .."...,
S 4. Com o pagamente de cusas d
processos crimimes o do conlnvenr,,,,
de posturas.....%
S 5. Com azeile o igoi para a cadeia
5 6. Com despezai evenluaes e assig-
oaiori do Diario...../\
S 7. Com obras municipaes e lim-
pezi de ron.....
lf
Hr-em
"siljiwei
1 '.Hill-oOO
258000
259P0O
55O0O
'1505000
2:0005000
608000
605000
2008000
2OO5000
1168000
180.SI00
,. 5:026.5000
Val a mesa a Kgtliala emenda
o EaoDr. Manoel Izidrn de Miranda a quanlia
Je 5. S. B.Castro l.eao.o
Encerrada a discussao, be o arligo approvado com
a ementa.
Art. 6. A cmara municipal
ro lie autonsada a dispiad
S i. Com o pagamento de cusas e de
contravenceies de p i-tti a.....
S 5. Cun azeita e agua para a ca-
deia ... i........
S 6. Com despezas evenluaes e as-
signatura do Diario.......
S 7. Com obras luunicipais e limpe-
....., ja. ^-JHI
S 8. Com o cemilerio, sendo eom o
administrador ]su> rs. ; e com even-
tuaes aiOs rs.........
r.InjOOO
105000
505000
1505000
405000
50000
3-903000
da
villa do I 111,101-
.. os objectecs de-
signados nos g; seguinles a qnanlia de 2:0675.
5 I. Com os empregados, sen lo com o
secrelario 300; eom 0 advegaddo80;
oro o porleiro 60 ; com n ajuelanle do
mesmo 505 : coro o procurador a porreu-
tsgein de 6 pnr cenlo. calcula la ero 1205
c com os fiscaes a de 20 por eenlo calcu-
lada em J0;i-..........
S 2. Curo o expediente c despexaa
milicia*.......
S 3. Com o tribunal dn jur. elei(des.
S 4. Com o pagamenlo de cu-las de
processos criminaes c de conlravenre.es
de poiluras........*
S 5. Com aicile e ugaa para a cadeia!
S 6. Com despezai evenluaes e astig-
ualnra do Diario.11 .....
S 7. Com a limpeza e calcamento das
rus, 3 obras municipios.......
6309000
259000
.llljlll Cl I
2C05000
IOO5OQO
_ 1:4705000
vao a mesa ns seguinles emendas.
o Ficindo autonsada s afonr o terrino preciso
pira um pailoradooro publico.S. B.I. de Bor-
ros. Higo Barros.
Com o secretario 200000____I. de Barree.Re-
g Barros.
ce Dapois de algomas considirae;es dos Sra. I. de
Barros, e Manoel Cavalcanli, he o arligo approvado
com as emendas.
Art, 11. Acamara municipal da cidade do Rio
I ,.rm..s 1 he aotorisade a despender com oe objeclos
designados nos SS segrale, a qoanlia de 459000
re*.
S I. Com os empregados, sen lo com
o secretario VJ5 rs. ; cum o porleiro
>05 rs. ; com o procurador a purcen
tagem de seis por cenlo, calculada em
1210 rs.; com o fical a de ll por ci-
i, calculada ein 505000 ; e com o ad-
vogado lOONJOO........
S J. Com o expediente e despezas
muidas...........
S 3. Com o tribunal do jurv e elei-
ros............
S i- Com o pag imenlo de cusas ele
processos criminaes e de conlraven-
tfi'% do postara.........
S 5- Cum o ilm?uel da casa da ca-
m"a .....
570-O00
:aooi
He approvado sem discossio.
Arl 17. A cmara municipal da villa da 1
> uta he aulon-adi a' dispendir coa oe eotacxeo ste-
sisuadoe nos SS egainleo a quanlia de 5Ht>.
> I. Com ,,. empregados. sendo cnm
o secretario -JOO ; coa o porleiro 40;
com o procurador a pereoMogem de
tmr rento, calculad! em 3J ; e com .
fi'cal a de JO pr cenlo, calcolada em
g5 ri.......
S 2. Com o expMfete' e .bspezai
muidas. ^
S 3. Com o Iribonal dojarvo elei-
(toe, .'...,
S 1- Com o pagamenlo de castas do
procesaos criminaes e de contiavearet
de postor -. ...
i 5- Cea azeile e agua pan a cadeia
9 b. Com despezas evenluaes e ..sig-
*ra_do Diarlo....... .
S 7. Com obras municipio e limne-
xa de roai....., "^
105WWI
.HlBOt*
5ll5Kei
gvwiwt
HI9WVI
in-n
n
Me.
629000
1:0005.000
2:0<>79000
Vai a' mesa a se.minle emenda :
1 Seippriina-se as palavras calcamento e
lepois de municipaes aereicenle-sa in lusive
a obra do ceroilerin.S. R. Cor.ealve- Cuimaries.
Encerrada a discussao, he o arligo approvado com
a emenda.
Arl. 7. A cmara municipal da cidade de Naza-
relh be sutorisada a dispender com o* objeclos de-
signados nos SS seguinles a quanlia de 780.
tS4. Com o empregados sendo com o
secretario 400 ; com o porleiro 60 ;
com o continuo 606 ; com o procurador
-fporeentagem de 6 por cenlo, calcula-
da, em 150 com o advogado 150 ; e

S 6. Com azeile e agua para ci-
din............
7. Com a limpeza de ras e obras
muuicipaes, Hevendo a cmara, com
proferencia a quaesquer obras, mandar
consiruir oa villa Bella uma ponte oa
bomba para esgolo das aguas. .
S K. Coro despezas evenluaes c assig-
natura aa Diario........
JOO.5OOO
III5OOO
1005000
1:3655000
OO5OOO
150.5000
n Sr. .Seiva justifica a segninte emenda :
ce t.om o secretarlo da cmara, em lugar de 2505
diga-se300.S R.~Neiva.
Encerrada a discussao be approvado 3 projeclo e a
emenda.
Arl. 12. A cmara municipal da villa do llrejo he
autonsada a dispender com n objeclos desigmdos
no SS seguinles a quanlia de i,|:i5l(J0 re.
3 I. Com os empregados, -.-n :., com
o secretario 1J0 ; com o porleiro 40;
com o procorador a percenlagem de 6
pnr rento, calcula la em 40 ; e com o
fiscal a de 20 por cenlo, calculada em
121 r............
S 2. Com o expediente e despezas
miudas, inclusive a assiguatara do Dia-
rio .............
i 3. Com o Iribonal do jory e ilei-
cea............
S 4. Com o pagamenlo de cusas da
procissos criminaes e de contravene-dei
de posluras.......... 103000
fa-
212-000
S09000
.OsOOtl
He epprovido sem debele.
Arl. 18. Ficam aolorlsadae aa do-
mis cmara- municipal, a' llipia L 1
as qoanlin seguenlo* ; a de Ple-a'ANxa
2:91105 ; a de SirtnhioM 5(4 ; a
do BonH% t:59fts; 1 di Osokro. r*.
/iiv)290 ; a de Carur 906j ^
Cabrob 5785 ; 1 de Oorlcory 5J4> ;
na forma dos artigo, 1 j e 21 de le o.
371, e dos irtigos 7, x, lo, 14 e 17 de
Id n. 395.........
He epprovada aeea debele.
Art. 19. A cansera municipal do
Barreiroi ha lamboaa eolnrisadi a' dis-
pindir qssaatle do 56*80ll, pelo mo-
r prl71*** cli, rt*iv 7 de
W.3SS. ........ 1PM
11 ... ll5:Ai-e>m.t
He apprevfdoiea dbale.
Art. -JO. A* cmaras roooicipars licam ailmisaatas
i arrec.lar. durante ansie lioanreiro a* rei.a*. ara
Viniente* da segoinles inpii ii|.Ul :
S I. Hez mil res por lices^a pira fersM* de
zer ral peed, e qumze mil r. para 5 2. Alaguis de pradies
S 3. I or.es lau lemieio JO _
S 1. I.icenjas de cordootAoa,
o. 2, organiade pela caraira
>m 1813.
S ">. Kcpesos de azogoes.
$ 6. 1 ..xa de doos mil res, sn M'ir.i asmail
S Aferi-e.es de pesos e medidas.
S H. 1 m da dms mil reis sobre oe engento-,.
S i TU!.'" J'8*' "*" P-M" d no.
5 s" T1^ ** '*" P"nl* oaeepooi.
S II. laxa de 80 rs. nw rada .rga de SS*
legomes. vendida no mercad. pulrfirsi; fkom
mar obrigada a I .rnerer medidas ateridas
nos de U .enern.; ,1Cep..,d, c.m. W
P"tdereieje,qucrm vez dote imposto onoooBer
o dizimo de Bieunca..
* 12. Maltas, segundo o coeUm do
minal e leis em vigor.
: I!. Multas pur iofnerie o poitori.
S II. Mullas provenieiii. 4t eteir.Ve*.
5 15. Mullas loiposta* peles rimara*. 1
tri. 10 s 15 di le n. ir. de i ie omm do l44.
5; 16. He/mo de rapim Je plaa, qu
no* municipio d> Becile e Olinda.
S -17. Qutnheutc* res por ciberiifo alele a
que fer merlo nos miUJoarns pblicos p .ruco-
lares ; doxenlos res per cabera de gado soma e
cem roes de ovelbum.
S 18. Quaesqaer otra' impoic.-e oo laxas, qoo
eotivenm anlorisadas a cobrar e qoe Un teol.am
sido abatidas.
S 10. Divida* do* annos anteriores.
S JO. Saldo de ditos aoos.
i* 21. Mil donatos raes pm coda IMoos-a par..
soliat figo dt artioo j Iwo dttdt jo protaMe o
CTI-
9.
% -'
wrnnfrrj


2
DIARIO DE PERNAMDUC SANEADO 50 DE MAJO DE 1857,
de
usn da fot!* sollo e de fogo do ar, que ni for frito
palo .valem'a de Marel, paia o que a cmara dar o
com -leiente regularoenlo.
22. Dous por cenlo pelosdepsitos, na forma do
arl. 105 do cdigo do procedo.
j 2:1. Dous mil res para os narionaes e qualro
mil 'cu para os eslrangeiroa, por cada licenca "
mu: ordenada pelo artigo ISdo regulamenlo de la
de jijnho de ISU. para a cobranca do imposto ral
.loneta lo no arl. (I da lei do ot (antelo de ISi a
INI;, obre lujas cusas d commercio e outras de di-
versas deunmiiucOes, eapee Pirada no ciladu regula-
menlo de 10 de jonliode IS">0 ; cindo eulo desll
impo-icao Os eilabrlecimert.s, qoe o esliverem pelo
arl. 69 da citada lei geral de 18*3 a 1SS4.
S 2i. Doze mil embcenlos res por cada carro
particular de eivo fixo. ,
3 25. Oilo mil re por dito de duas rodas.
5 :W. Heseseis mil reis por carro de aluguel de
qoatro rodas. .,,
S 27. Dez mil rea por dito de alugaol de duas
rodas.
ti 28. Vinte mi I rei por cada, omnibos.
29. Seis mil reis por cada canora, cepillado.
o vehicnloi empregados no servico agrcola.
O. Cinco mil reis por liceoca para curraes de
O Sr. N. Porte lid joilifiea a segointe emenda :
Sopprimi-se o 1.N. Porlella. i
Vai a mesa a guite emenda :
Emvetdetr>OOdga-se2M0D.-V Porlella
B.de Lacerda.
Tirobem vai a mesa a seguirte emenda :
Aos 24. 85, 26, 27. 28 e 29dtgi-se : no
municipios de fura di eidade do Kecife ser da me-
lad do imposto.G. Gaimaraes. d
O Sr. Manoel Cavalcanli oppa-te ao 5 man-
dando a mesa a seguirte emenda :
Supprimn-sea ptlavraparticularesdo $17
arl. 20.Manuel Cavalcanli.
Eacerrada a disaassao he e artigo approvado com
as emendas e:replo a do Sr. Manuel Cavalcanli e o
do Sr. G. (lOmaraes que Oca empalada.
Arl. 21. As cmaras municipaei fieain anlorisa-
das applicar as sobras de todas as verbas de despe-
za ao asseio das roas, calcadas, desapropriac,e,coii-
cerlo de seus predios, couclusao de uas obras e ou-
tros melhoramentos, preferiodo a qualquer dellas a
cunstrucc.ao de cemiterios nos tres municipios.
Devendo tambem a cmara municipal do Kecife
applicar as mesmas obras ao aterro das russ que es-
tiverem alagadas.S. K.Machado da Silva.
Encerrada a dlscosiSo he o artigo approvado com
a emenda.
ArJ. 22.'A cmara municipal da eidade do Kecife
Tica autorzala a hvpothecar a quem inclliore con
dlc6e olTtrecer as rendas do imposto estabelecido
pelo 17 do art. 20, por um certo numero de an-
uos, para a conclusilo da obra do matadouro publi-
co. O contrato que celebrar a respeito, nao prudu-
xira ell'eilo algum sem que seja approvado pela as-
ee rribia.
Iiepoisde algumas observac,e dos Sr. Manoel
Cavalcanli, P. Baptisla e Thodoro da Silva,he o ar-
tigo approvado.
Artigo addilivo para ser enllocado depois do ar-
tigo 22 s
x Kica aolorisada a cmara municipal de Goian-
na .i contrahir por conla da provincia um smpresli-
mo sem jaros de8:0005, que ser pago a razao de
20 por certo ao anno, para melhoramenlo do rio
Capibaribe meirim recondozjodo ao seu aoligo leno
todas as aguas que delle foram desviadas. Souia
Carvalho.
Depois de algomas observables' dos Sr-. Soaza
Carvalho, Mauoel Cavalcanli,lie o artigo addilivo ap-
provado.
Art. 23. Fica approvado o regiment da aferi-
co de posos e medidas, cenfecciorudo a 9 de agosto
de 1835 pela cmara municipal da eidade de Olio-
da. A dd municipio .do Rio-Formoio reger-se-ba
pelo da cmara municipal da eidade do Kecife, de
21 de setembro de 1852.
He approvado sem dbale.
O Sr. Souza Reis oppde-se ao arlig, porque con-
ten disposicao, que oto pode ser execalada, quando
determina qoe as cmaras eflecloarao dentro de um
auno a cobranca de sea divida activa, visto que esta
rea lisacao da cobranca. dSo depende da vonlade das
cmaras ; assim vai mandar nrra emenda substituti-
va qoe tem por liin lembrar as cmaras a ana res-
tricta obngaejio de sob pena de responsabilidade.pro-
roover a cobranca,empreeandn para lal lim as sobras
de sjuhs despezas. Esta* emenda conten disposico
exequivel, e facilita os meios para se conseguir o que
quer a assembla ; no entretanto que o artigo que
se discute, anda quando podesse ser cumprido, te-
ria de nao prodatir afleilo, sendo qoe, alem .; ie uno
lolorisar-se a dettfssza coro advogados, e cutas, as
cmaras lam de gastar as sobras de soas despezas
com obras e melhoraraenlos, e nao com a cobranca
de suas dividas.
Art. soppressivo aoSrt. 24.
As cmaras moDicipses da provincia promov ro
a oobiaoc. i de sua divida activa, dando conla do re-
sullado.para ser trazido ao coohecimenlo desla as-
sembla em cada urna de suas sessoes, empregando
para este lim as sobras de sua receita. sob sua mais
restricta responsabilidade.Souza Reis.
Encerrada a discussao, he o art. rejeilado com a
emenda.
O Sr. OUteira : otterece os segoinies arligos addi-
livo :
n A cmara municipal do Kecife tica aulorisada,
a contratar 'frrica dos carros fnebres com Anto-
nio Bernardo (Juinleiro, ou com quem melhores
vsnlagens offerecer.Oliveira.
Fica appruvada a postura addicional da cmara
municipal do Kecife, abolindo o arl. 5*. da de 13
de junlio de 1855 na parle qoe obriga a remove-las
para oulros logares.Oliveira.
leudo ja dado a hora, fica a discussao. adiada.
O Sr. Prndenle marca a ordem do dia, e levan-
la ajsestao as 4 horas da larde.
sabe,esta medida he toda Goauceira. Compare-a o. dividan que mor, ji alo direi no CichanaA, mis
nohre dcpulado cam .- das carnes verdes, e vera qtio
csui moito loege lairas dos epuenlios.
O Sr. Son-a CarvalAo: leni senielbanra, he
de gado.
( Se. Barrwi Harreo : A diOerenca que \ai da
carne ou coure.
O Sr. M. UenritfUei : Creio i|ae nao ha ii:con-
veuieiile aluum eru a sua adopcan.
Eu formulei os mena clculos, o se nao so inexac-
tas, devo erer, que a provincia nao peide por auno
meuos lalvez de ifil conloa do ris, ein con-equencia
dos erpbaraco ollerecidos para a arremataran du im-
posto de 2|t500.
Um Sr. epulao : A idea lie boa.
O Sr. ,W. llt-iirii/uc*: ]ia tajea eonveneido
que sim, pudere estar em erro, mas se o artigo pas-
sar, lalvez que agora na arrematarao prxima, le-
nliaifios occasiao de apreciar os beneljcos resultados
que elle por sem d'ivida ha de Irazer.-
Senhorea, eu sei que ha um numero n.lo pequeo
concutreiiles para essa arrematarao, mas lodos
DISCURSO DO SR. DEPCTADO HEIRA IIEN-
RIQOES, PRONUNCIADO NA SESSAO DE 22
DE M A lo.
0 Sr. M. Ilenriques : Sr. presidente, en pres-
cindo de apreciar os diversos arttgos addilivo que fo-
ram olTerecidos a lei do orc>mento, apenas me corre
a obrigaejio de sustentar dous de que soo autor.
Sobre um delles, creio que j.i disse qoanlo era
bastarte para ioeatlr no animo da casa a conviec,8o
de saa necessidade, da otilidade e vantagem da
idea qoe alli continha, *m referencia a om ootro de
qoe he autor oSr. Oliveirs, antorisando a reforma
do regolamenlo dos eollegios dos orphaos.
En emitli a idea de se sopprimirem os ordenados
dos membros da administrado desses eollegios, que
deverao prestar-se gratuitamenle, porque creio, que
eniquanio houver dedicado e caridade, e se poder
economisar essa despeza a bem dos orphaos, m>- nSo
devenios por maneira alguma decrsla-ln.
O outro he o segointe : (\)
Poderia esleoder muito as miuhas reflexes em or-
dena a justificar este artigo,-mas nao o posso 8zer
atora, porque necessito primeiramente de etclare-
ci nenio, os qoaes especialmente tenho a honra de
m licitar de V. Exc.
Creio que o imposto de 9UO0 sohre o gado vac-
rum consumido no municiplcdo Kecife, he arre-
matado integralmente, e essa arrem.ilac.ao integral
demanda ama banca bastarte consideravel, fianza
que he um tropero, difficulta, e embaraza o qaanto
hepossivel a concurrencia de arrematantes, pois que,
salvo o engao, he soperior a 100:0009....
Urna toz : 1.50:0008.
OSr. M. Ilenriques :Dizem me, que 150:OO0f,
iras eu nao sei, nao tenho mesmo compreheDdido
bem algumas verbas do orramento, e por iaso no
quero fallar a esmo ; por ora s me limito a solici-
tar esclarecimertos, afim de que, com dados mais
positivos, possa melbormenle justificar o artigo que
aprsenle!.
Pelas informales qoe tive formei os meus calcu-
lo, e enlendi, qoe a idea consignada nesse artigo,
poderia Irazer um beneficio que nao he de desprezar,
1 orquanto o municipio do Recite, se me nao engao,
(ontm 7 fregoezias, abrange lodo o gado ajimsii mi-
to dentro da eidade e seus arrabaldes, Poco, Mon-
toiro, Apipoeos,' Varzea, ('.achanga, Santo Amaro
de Jaboatao, Muriheca Sao l.uurenco da Malla,
Afogados, etc., ele., sendo que o respectivo imposto,
cumprehendido n'oma s arremata ao. demanda
urna li.mra imprtenle, alem de qoe nos sabemos
moito bem as difficuldades qoe de ordinario encon-
tram as pessoas qoe solteilam favores desla ordem,
qae alo he mailo fcil nem moito agridavel de
prestar.
O Sr. Francisco Joaa : E s podem servir de
fiadores os qoe liverem predios.de qualidade orba-
ni, ficando exeloidcs aquelle qoe liverem predios
le oatra oalureza, qualquer qoe seja o seo va-
lor, ambn eslejam colloeados dentro do .munici-
pio.
O Sr. i\. Ilenriques : Mas, dizia eo, que for-
mulando os meas calclos sobre as informaees qoe
ive, o arremalante do imposto do 23500 sobre o
consumo do nado vaceum no municipio do Recite,
poderia no primeiro anno do Irieunio tirar, se nao
toda a importancia da anemalarao, ao menos a me-
lada delta, fieando-lhe salvo o ultimo anno do
Iriennio, cuja arraeadarao era toda mero lucro.
I .ii estoo bem persuadido, como dizia, que o va-
lor da lianc-i ha o emb.irafo principal para esse re-
sultado, be o qae difficulla a concurrencia, porque,
alm de ser um pooco complicado, um pooco abor-
lecido, (seja-me licita a exprestao) o processo qae a
Ihesouraria demanda para essa flanea, accresce qae
rile exige endino'- taes, que com lacilidade se nao
podem realisar seno em mullo poocas pessoas lies-
la eidade ; prte que, apresenlar um individuo, que
iiissua em bem de raz livres e desembarazados
1.50:0009 em predios'urhanus, e qoe queira afian-
zar a outrern sem irteresse algum, nao he mailo
fcil.
O Sr. Francisco Joo :Com interesse mesmo.
O Sr. M. //enriV/e.-- : Mas eu prescindo do
interesse, porque nem todos querer.! i lucrar com es-
se favor. ...
I'arecia-me, pois, que nao haviainconveniente
.'un em que essa arrematarao Tosse dividida em
duas ou (res partes; sendo, por exemplo, o consu-
mo do Recife, separado do de Muribtca, de Sanio
Amaro de Jaboatao, S. I.ooreoco da Malla, e dos
arrabaldes do Recife, ou por outro qualquer modo,
conforme a Ihesouraria enlendcse mais convenan-
le em ordem a reduzir a fianra, e desl'arte facilitar
a concurrencia dos lanzadores.
I m Sr. Oepulado : E a providencia ser an-
noa '.'
O Sr. .17. Ilenrii/ues: MW sei, mas ao nao a
posso apresenlar en.1o agora; se esta assembla
entender qoe he conveniente medida, pode reri-
ve-la pera o anno, porque, como o nobre depilado
rsharram em presenta do obstculo* invenc.ivel da
lian,; i, obslaculo qae crea,*por assim dizer, om mo-
nopolio ero favor de certas arrematantes, monopolio,'
que nao pode ser vencido par qualquer outro com-
petidor, que n,1o esl em condiroes de ler fiador de
cerla ordem ; porque, quem tem para aiianrar asi,
nao vai pedir a oulrem, islo he claro.
A arrematarlo aclual, porcm.oflerece aldillicul-
dades ao propno individuo qoe quer arrematar para
i, porque lodos mis sabemos que nao be muito f-
cil achar-se na. eidade individuos qoe possuam 150
contosde ruis em predios urbanos.
O Sr. OUceira :Nao he evado iito.
O Sr. M. /lenrit/ies:u estoo aventurando es-
ta pro| ii-icao, e nao censuro Ihesouraria por obrar
assim, tanto mais quanlo as leis de fazenda recom-
mendam, nao s que os fiadores de laes contratos e
arrematarles lenhm piedios dentro da eidade, co-
mo de mais a mais exigem thypolheca especial nes-
ses predios. Assim pois eu nao censuro a Ihesoura-
ria, se he que os seu regulamtntos exigem isto, di-
go porta qut he um embaraco, que bom ser re-
mover, se nao em todo, ao menos em parle.
Ser duvida V. Exc. se dignar prestar me a res-
peito do artigo addilivo os esclarecimertos que pe-
to, afim de que cu possa- na tercena discussao me-
lliormenle sostenla-lo
Enirelanlo nao preseindirei de apresenlar casa
um oulro embaiaco nessas arrematarse, que he o
falal svslcma de proposlas em cartas fechadas, que
foi approvado por esta assembla, sysiema que me
parece concorrer rrnilo para desanimar e ai red. r
mesmo nao pequeo numero de concurren .es.
Ha um aparte.'i
Porque, se me nao engao, as proposlas ao leva-
das Ihesouraria, e all se ahrem, nao em presenra
dos prelendenles, mas sim peraute a juola que he
composta dos 5rs. inspector, procurador fiscal e con-
lodor.
Um Sr. Peputado :Fixa-se um dia.
O Sr. A), ilenriques :Mas o abertura he faila
em sessao secreta, secreta digo, porque os coocurren-
tes alli n.l'o rmparecem.
Um Sr. Deputfido :Mhs podem comparecer.
O Sr. Sou;o Carvalho:Nao podem lal.
O Sr. M. Ilenriques :Eu sou informado disto
por pessoas qoe supponho habilitadas, e muito a
par do'qoe a lal re ieilu se passa na Ihesouraria
provincial. Este sistema hemo.pode infundir re-
celo, e desconlianras a muilos que aspirem a ero-
preza.
O Sr. Souza Carcalho :Eu acho-o bom, mas
enleo lo que a abertura das proposlas deve ser pu-
blica, deve ser diaute dos concui rentes.
O Sr. M. Ilenriques :Eu nao reprovo o sysle-
ma de proposlas em carias fechadas, mas im a ma-
neira porque elle se observa na Ibesonraria ; enlen-
do qoe se devia marcar um da para que os concur-
riles apparecessem com suas propostas em cartas
fechadas, qoe fossem todas abarlas em presenca
delles e se declarasse alli mesmo qual delles offere-
cera o pre;o mais vanlajoso.
(Ha um aparte.)
Aqu nao havia proposla para carias, esla idea foi
do anno paisado ou alrazado, tenho lembranca, pois
que foi do meo lempo.
Um Sr. Depulado :Fot por cama do offereci-
mentos de dirtieiros que os licitanles divem gal
aos oulros.
O Sr. M. Ilenriques :J disse que nao estou
looge de adoptar o sysiema de propostas por car-
las, mas creio que ha necessidade de urna reforma,
pelo,menos enleudo qoe a leilura deltas deve ser
feita publicamente, dcsigoando-se o dia por edita!,
alim deque os licitantes compare,;;-n.
Urna coz :Eotao he o mesmo que o sysiema an-
t-go, porque reunidos ps licitantes davam-se as mes-
mas negociares.
i luir toz : As proposlas sao laucadas no cor-
ris.
O Sr. .1/. Ilenriques :Mas qual a vantagem
disso '.'
A mesina toz :lis porque assim se evita a oller-
a de dinheiro de uns aos oulres.
O Sr. M. Ilenriques :Mas eu creio qea n3o
obstarte ler-se hincado orna proposla no correio, o
autor dell.i apresentando-se no da da arrematarlo,
c derlarando qoe desista, esl no seu direito, e uin-
guem o pode ohrigar.
Suppouha o uuhre depulado, que I'tdro arrema-
lante sabe que eu lancei no correio urna proposla
para a arremalacao, procura arredar-mo e oilerere-
ine vaulagens para isso. Ora, poslo que cni laes ca-
Sos eo nao possa retirar a minha proposla ; posso
lodavia desistir delta, e no dia da arremalacao apre-
sento-me a perla, e digo-lhe que desisto : eis aqui o
mesmo inconveniente.
/ "i Sr. Depulado :lia mais difticuldadn nisso.
t Sr. M. Henrii/ues :lie mesma cousa. Em-
fim, como ja disse, nao posso expender mai consi-
derarse a respeito desta materia, porque uecessilo
de esclarecimertos, necessilo mesmo de dados ofli-
ciae para que possa fallar com mais seguranra ;
depois qae os nbliver, se julgar conveniente, duei
mais alguma cousa.
SEGUNDO DISCURSO PRONUNCIADO PEI.O
SR. DEPUTADO MU KA HENRIQUES NA
MESMA SESSAO.
O Sr. M. Ilenrii/ues :Sr. presidente, en pode-
ria prescindir de fallar ainda orna vez em faver do
men artigo addilivo, porem ou forjado a eonfessar,
qne os esclarecimertos que o nobre inspector da
Ihesooran'a se dignou preslar-me, me nao saiisfize-
ram ao poolo, que eo desejava, lalvez porque, leodo
elle declarado, queseachava iocommodado, eo nao
qoii inilir com os meo apartes ; mas entretanto
com refereneia a esses mesmos esclarecimertos, sem-
pre direi mais alguma coosa.
Artes de ludo, Sr. presidente, devo dizer, qoe
tao loDge eslava de minhas intenees, como suppoz
o nobre inspector, molestar a Ihesouraria, e moito
menos a sua pessoa, que nao quiz por modo algum
atacar o sysiema da arremataran por carias fechadas
pelo lado da improbidade da junla, isto he, impro-
bidade hypolhetica, nem nislo fallel. Etsas rrllexes
foram suscitadas por outro membros, que vierasa
em apoio da idea consicnada no artigo de que sou
aulor, e que aceitei, sendo sempre o primeiro a re-
ronherer a inleireza de carcter, moralidade e pro-
hilade que dislinguem o honrado memhru inspec-
tor da Ihasooraria e seus companheiros, membros
da junla. a qoem considero inleiramenle iiuapa/.es
de laes abusoa. Sou, porem, forrado a reconhecer,
qoe elle nao sgo permanentes nesses lugares, que
ora oceupsm ; que os abusos sao possiveis, e que a
sociedad! tanto reconhece, que procura preve-
ni-lo e poni-lo.
O nobre depulado nao "pode deixar de reconhecer,
que he obrigarao do legislador, quando conlecciona
a lei, examinar lodos os pontos, por que ella pnssa
ler violada, por qoe ella pos-a ser postergada. En-
tretanto cu nao tive em vista ootra cousa no artigo
addilivo, qoe tive a honra de offerecer, senjo pro-
porcionar no meo entender maiores inleresws a fa-
zenda publica provincial ; porquanln, me persuad,
como declarei a rasa, e eslou tinda persuadido, que
a dilliculdades oflerecidas pelo processo da fianza,
oo pela exigencia relativas a lianca, sem duvida
alguma extiogaiam a concurrencia, oo pelo menos
a .redoziim consideravelmente. Por esle lado ja o
meu oobre collega o Sr. Francisco Jo.1 o demonslrou
completamente a imper eico e inconveniencia deise
meilindo, que alias 0ita consignado no respectivo
regolamenlo.
O nobre inspector da Ihesooraria fallando contra
a idea consignada no artigo addilivo, fez algumas
reflexSes, que eu nao posso adoplr. Primeiramenle
disse o nobre depulado, que nao se poda dividir a
arremalacao Tto municipio do Rerife, porque o in-
dividuo qoe mora no ponto A, Ma he obrigado a
comprar carne nesse mesmo poni.
' O Sr. Jos Podro :Da eidade do Recife.
O Sr. .1/. Ilenriques Bem. eu me persuada,
qoa o nobre depulado linha al considerado incon-
veniente dividirem-se os oulros pnnlos do munici-
pio, separar os mais pontos da eidade do Recife.
O Sr. Jos.- Vulto :Referi-me Uto tmenle as
freguezias do Kecife.
t Sr. M. tritriques :l'.em, nesle ponto estamos
agora de accoido : o nobre depulado diz, que se po-
li dividir os mal ponto, orna vez que seja inte-
gral a arrematara i da eidade lo Kecife. Ora. ape-
zar de quei eu reconheca com o nobre depulado,
que rom elTeilo de lodos os punios do municipio do
Kecife, o da eidade he o mais valioso, he o mais im-
portante ; considerando mesmo, que elle psssi ser
de !l|4 ou de 2|3, como disse o nohre depulado.
creio, todava, que a idea comprehendida no artigo
he mais ennee-nenie do que o sysiema actualmente
seguido, isto he, poder divdir-se a arremalaca: do
cni-urnu da eidade do Kecife dos de mais pontos
que com ella con-liluem o municipio, a saber : S.
Uonreitro, Muribera, ele. etc.
Ora, a rasa duvidar, que em cada om desses lu-
gares diar .amonte ha consumo de carne '! Eu creio
que nao.
U Sr. S Pereirn :Mas pode ir de unas para
outras frecueziss.
t Sr. M. fltmriquet :Ma eo creio, que nesses
logare mesmo se mata carne. Em Sanio Amaro de
Jaboatao nao se mata carne '.' Em S. Lnurenrn, Mu-
rihec.a e Pojo nao se mala carne '.' No Ciehang, na
Varzea, lanihem nao se mala c-rue?
0 Sr. Sri Pereirn ;Vai do Recife para o Afo-
gado.
OSr. Al. Ilenriques : No Afogado nao se mata
carne '
O Sr. S l'ereua :Mala-se sim, senhor, mas
lambem val gado do Kecife para o Afogado*.
sim no Poco, podando comprar a carne por assim
dizer, na polla, niand.ela-ha romprar aqu ni ei-
dade '.'
t Sr. Su Virrini :Manilam-te para essas frecuezils, Sr. depulado.
0 Sr". '/. Ilenriques :Mas porque A razao
no ho, -en :o porque o arrem(anle um s, e llio lie indilTerenle para o sen iolsresse,
que a cidad do Kscife loiuera carne a lodos os
poolo.
t .-i-. Sii Vertir :Arrematante de que '.'
t Sr. M. lli'Hrit/ues :i)i. consumo.
O Sr. So lYrrird :Eu nao digo isso, digo que
no Kecife mila-s gado para ser vendido no Poco, e
em unirs freguezia de lorn.
t Sr. M. Ilcnriquet :Eu nao enlru na qucslao
do pagamento, se he no lugar du consumo, ou la he
aonue so mal.
O Sr. / / Helia :lie aonde se mala.
O Sr. .)/. Ilenriques :Ma* o nobre depotado
nao podeCOOleStar, qoe ainda quando proceda esse
incoiiveuienle ruin relacAo a enlode do Kerife par:,
com o Po^o, Mouieiro, Apipuc s, c esres outros lu-
garea prximo, nunca pulcra dare com relar.lo a
Moriheca, a Santo Amaro de Jaboatao, S. I.ouien-
co, ele, logo pode ditidlr-se.
t Sr. I I Mella da un aliarle.
O Sr. Al. Ilenriques :Eu eulendo, que i'so nao
deve servir de eslorvu a urna idea, que seja mais con-
veniente aos iuteresses da fazenda.
Creio, que u nobre depulado observan lambem,
que os a(ougues nao eslavam distribuidos regular-
mente, poieni estou persuadido, que ha arrugues
em todas as fregoezias, e mesmo por fura ; e quan-
do mesmo nao estivessein distribuidos por lodos os
lugares, em ordem adoptar-te isa medida, julgo,
que urna vez adoptada, as coatas chegariam ao seu
verdadeiro poni.
Pens, porlanio, que dividida a arrematarao, di-
minuida por consequencia a importancia da fianra,
a concurrencia lera de cresccr : nislo n u ba duvida
alguma, e s a concurrencia peder augmentar a
importancia da arremato, porque o nobre depula-
do sabe milito bem. que urna vez que nao hajam
concurrentes, que se Pie d eslirnulo algum, um so
individuo que apparera na Ihesouraria, e rubra o
lauro rooi 1?, he st-uhor delle, visto nao lir compe-
tidor. .
Creio mesmo, que a poslcriori >' se pode provar,
que nao he sem fundamento o dizer-se, que a fa-
zeuJa soIIre arijnilM com o sysiema actual. O uo-
lire depulado uisse, que a lianza annual ha de
('iiitUiti- em bens de raz eqoi na eidade.
Ha um aparlc.)
I ni Sr. Depulado : 56 e lanos.
O Sr. Al. Ilenriques : Devo suppor que anda
por mais de (il, vislu como a 1'ianc.a nao deve ser in-
ferior importancia da arrecadar,ao, e se a fianra
de um auno he de titl:()30>, he de presumir que a
arredilaran leoha sido inferior a essa quaulia. Mas,
aind considerando que chegue o laureo a (>0:0O5
por anno, temos que no lim do Irieunio importar
em 180:0009. Ora, julgo poder eslabelecer que o
municipio do Kecife nao consumir meuos de 100
bois por dia, nolando-ie que fallo de lodo monicipio,
e sirvo-ine de urna base que supponho nao ser falsa,
pois que no lempo do contrato eram obligados os
coolraladores a matar 80 hus por dia.
0 Sr. Jos Pedro : 70.
0 Sr. AI. ttenrit/ues : 1*01 bem, eu quero sup-
por que lodo o municipio do Kecife, coroposlo de 7
fregueziis, consuma apenas 100 bois por da ; na
razio de 29500, que he o imposto, sao 250| por dia,
por me/ 7:5003, por anuo 90:00(19 : temo por con-
sequencia que o arremtame que adquiri o lauro
por (0:000:- (sendo que lalvez au lenha al boje
chegado a islo;, ginhara no lim de um anno 30.0009,
pelo calculo de 100 bol em lodo o muuicipio. En-
tretanto, creio que excede muito de 100 bois ; tenho
ouvido dizer que excede al de 120 a 130, mas eu
quero que sejam 100, o que importa no lim do an-
no em 90:0009. Direi ainda assim que nao importa
souiente em 90:0009 animalmente, porque o-arre-
malanle do consumo nao tica com lodos os leos
para si; tica, por exemplo, coro o da eidade do Re-
cile, vende os demais lanjos por om preco soperior
quelle por que comproa ; por consequencia, alm
dos 30:0009, ganha alguma cousa mais nessas trans-
acc.Se?, porque vende u diverso lanros com 10, 15
a 20 por cento de augmento.
J v pois a casa que nao eslou (ora da exaclidao
quando calculo o locro provavel sobre esla base, u
importancia o 90:0009 por anno, e que sendo as-
sim, o arrematante paga no lim do auno a impor-
tancia da arrematarao, que >3o 00:0005, c lica anda
com 30:0009....
O Sr. t'raiicisto Joilo : Prova que nao ba ne-
gocio de lucro fahuluso que se compare com este.
O Sr. Al. Ilenriques : No fin do Irieunio trm
por consequencia 90:0009. Mas, pergunlo eu, Me
llavera quem queira arrematar o comumo do gado,
para no lim do anno ganhar somante 20:0009 .' An-
da sobre esla base temos que a fazenda perd 10:000.?
por anno.
(Ha um aparte.)
Eu estou persuadido que lalvez esla casa ainda se
convenc em lempo opporluno da cerleza das mi-
uhas ob-ervaroes, que a provincia nao perde animal-
mente menos de 20:11005 com a arrematarlo pe
lorma por que he fcilo. Isto he argumento de ci-
lra, que nSo falla, salvo se me convenceren! que o
muniripin do Kecife consom menos de 100 bois por
dia; lano mais que compre notar qu'aio hoju .,
arremut.tr/io nao chegou a 00:000?, anda sempre
por 50 e lanos.
Ma-, pergunlo eu, senhores, dar-se-ha esla falla
de concurrencia porque nao haja quem queira ga-
nhar dtuhciru, quem se queira alirar no campo do
commercio/ au, he porque ha mullo quem quena
e nao possa, e nao possa porque'.' Por muilos em-
barazos, por muilos inconvenientes, dos quaes o ca-
pital he talvez o qoe eu ja iudiquei, a lianca.
Oue importa. Sr. presidente, que se nao exija a lo-
lalidade da lianca em predios urbanos, quando a
lianza afinal a issu se reduz ? Porque, diz o nobre
depulado, exige-se om fiador, embora nao lenha
bens dentro da eidade; mas alm d-sso se exige um
oulro, a que eu creio se co-tuma chamar reforrador,
que lenha bens, que lenha foiluua ero predios ur-
banos : nao vem islo ser a mesma cousa ? De qae
me serve ler 100 fiadores para offerecer Ihesoura-
ria de Peruambuco alim de arrematar o contrato
do gado, rada um dos quaes lenha mil cortos de
reis, au leudo um delles predios na eidade do Re-
cife
O Sr. Francisco Joao : Muito bem. .
O Sr. .1/. Ilenriques :Nao eslou no mesmo era-
barato, nao he a condilio sine nua non, sem a qual
oao posso competir '
Agora, i. rLini-.ire ainda, prescindindo desla clau-
sula, o que ser irais fcil, adiar um fiador que e.i-
ranla 50:0003, do que adiar um que garanta IUO'.'
Adiar um fiador que me garanta 180:000?, ou que
me queira garantir (0:0009 '.'
t .Sr. Francisco Joao : A Ihesouraria provin-
cial he mais exigente do que a propria Ihesouraria
geral na escolha dos fiadores.
O Sr. Jote Medro : A Ihesouraria teta cumpri-
do a lei.
O Sr. Al. Ilenriques: Nao me opponho, nao
dio que a ihesouraria nao lenha cumprido a le ;
a quesillo he se sei oo nao conveniente reformar
essa le, inelhorar esse estado de cousas. Eu di-se
que com elleilo o proersso da fianra era bem desa-
gradavel, bem aborrecido, e o nobre depulado sabe
e sera o primeiro a eonfessar que antes de ludo nao
he boa coosa' a necessidade de procurar fiadur ; eis
aqui o primeiro ahorreclmeulo.
O Sr. Jos Pedro : Mas mo ha Banca para qiie
nao se exija fiador ; logo, lodas sao aborrecidas.
t .Sr. Al. Ilenriques : Isso he verdade, mas i
mu difiicokhides se podem alleuuar, e todas a \e-
zes que temos em nossa. m.1os allenua-las no inte- I
resse da fazenda, acho que o devemos la/o,-. Ora,
diz o nobre depulado que he fcil apirseular o ti-
tulo de dominio ; roas o nobre depulado sabe mui
hem que ludas as despezas au correin nem deven
cerrer por ronla do fiador ; correm por conla do
arremalante, e quem livrr seos ttulos de urna casa,
de um sobrado, de um terreno, nao vai da-los a um
arrematante para juntar ao processo da Ihesouraria
e la licarem archivados ; ha de tirar una publica
forma.
t .Sr. Jos Medro : E aonde se d fiador sem
essas prona".'
O Sr.. Al. ilenriques :Eu nao quero que se nao
prove o dominio, ale sou o primeiro a olivar o zelo
da lliesooiaria, mas quero dizer que se do todas
essas dilliculdades de que acabei de fallar...
t Sr. Francisco Joao : Na Ihesouraria geral
aceilam-se fianras de^apolices da divida publica ; a
Ihesouraria provincial repelle isso.
t Sr. Jusi Medra : Uuein Iba diz que repelle'.'
t Sr. Al. Ilentu/ues : O nobre depolado disse
que nao exisliam essas dilliculdades, pois que se po-
da ollereccr mais de um fiador; poiem, quanto
maior fr o numero de fiadores que o arrematante
oflerecer, quaqlos hovos processos era ordem a pro-
var a sua idoneulade, a cepacidade ; islo he, se eu
oflerecer, por exemplo, S ou 10 fiadores-, esla claro
que bel de provar a idoueidadc de cada um delles,
e eni.in, pergunlo, seria esle processo mallo ugra-
davcl, minio ligeiro, minio expedito Seao lao
sunplices os tramites que indicou o mil,re depulado,
que se nu eiicontiem mesmo nellcs tal ou qual
emhararo, lal ou qual dilliculdade '.' Por cetlo que
nao.
Ora, observo eu, na hvpolhese vdente iQsnc,
he animalmente de tll:IHI!i>, diz o nohre deputano ;
o in ividim-que anemalar o consumo de todo muni
cipio do Kecife tem de dar una Dae* de !c:'0:OO9.
I'i.i Sr. DeDUtado : Sena- mais.
O Sr. Al. Ilenriques : Pergunlo, que parla,
de-sa lianca deve ser em bens de rail.'
O st. Jase l'tdro : Ja disse que se lem resol-
vido pedir a |prr,a parte, o valor de um annn.
t Sr. .1/. Jniiii/ues : Eis-ithi pois, sao reis
60:0005.
O st. ./..-/ Pedro : Qd difltculdade ha aisla t
OSr. .1/. Ilenriques : Ku cnteruln que ha mal-
la riiflicoldad para a eonenrrencia, c eu o que que-
ro he a concurrencia iberia, livre c franca a lodos,
qae eomp>reri ajuera quer que seja, que i irrema-
larau lian seja um monopolio.
Perguuto, cu. ao uobre depnladu, mu homem que
apena- possus 5009, podar rom facilidad! adquirir
a lianra de 6OOOO9 .' Podera adiar nm iiulividoo em
posiro vanlajosa, quer pela sua fortuna, quer pela
suas relacoes, que o queira aiianrar na Ihesouraria
provincial '.'
t .Sr. Jos Pedto da um aparle.
t .Sr. Al Ilenriques \ Pois o nobre depnlada
O.sr. .',/. Ilenriques: Mas quem pn^e lehir
mais larilmeiiie un.a garanta de C.OdHlO?, um indi-
viduo que ja pOssue 10, ou u qne apena pOMUfl 5 '.'
ti .Si. Jusr Pedro : Cada um segundo seus ca-
pilaos.
11 Sr. 'Al. Hem iquet: M pode-se dar o con-
trario, por que ha individuos qoese nao lem dinhei-
ro, lem Banca capaz de garantir a fazenda e .1 ihe-
souraria, nao lem direito senlo de eligir qne a la-
zenda -ja garantida, quer cote os proprios bens do
arrematante, quer com os do fiador.
(i Sr. yus, Pedro : lito he, o nobre depulado
quer que chegue a lodo-.
OSr. M. Ilenriques': Nao, ma9 quero, que se
eslcnda a imis, lanos quanlos eja possivel ; e nao
quero que urna clausula ocsta ordem venha consti-
tuir uuia diflculdadfl pin uns, t um monopolio pa-
ra oulros.
11 Sr. J,
aompaiihid
(>uzim-se oatros uparles
(I Sr. Al. Ilenriques : Pois o nobre depulado
rsl.i persuiniido qoe cu ratnu pnguindo contra o in-
Leressl publico que en nao quero garantir a fazenda.'
eipal do ll-cife, abra lal ra, farii lal llerro, dc^a-
proprie enes e arpieiles predios.
remiras, .1 q 10 corre|.....leu rom aranh.nl desesn-
1 11I10. A critica, quando |usla, anima e uit intar-
O Si. G. Uuimaries :A emenda nao diz islo : pero. Continu o Sr. llamos .1 vom dedil sea* e es-
du leudo em isli. Indo a sua arle, que mallo nos ha do agradar,
t Sr. Thodoro iaSilta: En concedo, que ] Sr. Rosendo, Julio, iii.u.ile-iav..... oeste actor
ii'iiiii no n'uiilio ca-u de 11I1I1 lulo niaiiifeslainenle \ muito acinbaineulo, do que podara lac monte eme.
leeouhecida aasemble determina que a cmara darse. Desejavamo ve-lo dar miis vida e ai.....,,_,,.
1 seu pape! le jnveil e <-l iquenle doulol.
ti- papis, Bsteriio <<' Manta, Conde da
nielhor cnvin. mm v-# que
niaxiRio de rea, rmrtivs da
faca i-lo ou aqinllu ; mal nao que iniervenha, sem
uuvi-la, na direrro domestira e particular de cer-
tas minuciosidides. Assim, por exemplo, oppo-
nlio-me a qoe se mande rpie a rain.ra desapro-
pril laes c laes predios, sem termo-la ouvido, e
se.11 que talbamo se oulros lia que com preferencia
dev un ser desaproprisdos,
n Sr. (.'. UuimarStf d.i nm uparle.
ti Sr. I'firoduia da Siten : Sem ouvir n rania-
ra, e lmenle pela uiurrnar'Ao de un dos nobra
depulados rne parece que a assembla uo deve lo-
Pedra .- \;.o ha lal, reunem-se em i mar medidas desta ordem, porque nao bu i-lo re- | ar
golar. I-11
lia um aparte.
Alem disso, he preciso que confiemos na eami-
ra municipal do Recite : se a* nutras cmaras >\,\
provincia distincuem-se pelos abusos que commel
So o meu lim he o inh resse da fazenda, por que es-
lou persuadido que o meu irlifto Ir.:/, rumo conse-
quencia o interesse da fazenda e ilo novo ; a quesillo
he destruir quanlo lor possivel as dilliculdades que
embararam as arienlatarnos curo as fianras exigidas
. pela Ihesouraria.
(la um aparle ).
l'nr tanto, eslou peisuaclido que a idea de dividir
lem, a do Kecilo he a que mais so distingue pelo
seu zeln.
i Sr. Depulado : Tanto como ai oiilras.
t .Sr. Thodoro da Silva : lano he verdade
que se ella nao he a pruneira do imperio, lalvez
nao esteja alim do segundo lugar.
,11a difiranles apartes.
lia hem pouco, disse en, que causava do o estado
a arrematarao em uuas outras parle, diminuindo das cmaras da provincia ; que ellas apenas revelam
pnr conseguirte a importancia da lianca, em duvi- su existencia, purque despeudem sua rendas com
da Iran muito maiores riesv.intagens Ihesouraria, o pagamento de ordenado a seus empregados : eu,
( apoiados) por que nao he man negacio arrematar o por lano, na sou suspeilo por entender que a ra-
consumo de 29500 pelo preqo por que lem eslado pa- mar niuuicipal do Kecife he assim mesmo a que
ra no lim do anno ler o lucro de 30:0008. mai se distingue pelo seu zelo.
Ea creio, que a Ihesouraria achara' mailo quem Nao posso, pois, admitlir a emenda do nobre de-
arremale gsohando lalvez. melade. 15:000?, e per- pulado, que especialmente aatorisi a cmara 11111-
suado-me qu? essa falla de concurrencia piovem das nicipal do Kecife a desnpropriar laes e laes predios ;
dilliculdades que apoulei, e lodas as vezes que em porque alm de nao saber sebe isso uld, ignoro
logar de i ou 5 concurrentes, possam apparecer 10, mesmo se outras necessidades do municipio sao mais
I-, ^0, ou 30, o preco da arremalaiao hade ere-cor. urcentcs que a dessas desapropriarSes. Se na o
O faci de vender.ni os arrematantes acluaes os tan- forem, confio na cmara ; ella ha de clTeclua-lo.
ros correspondente com oulros pontos de (ora da Um Sr. Depulado: V. Exc. esla assignado
eidade. he urna provade que nao haveria dilliculda- ncsi, emenda ;moslrauln a emenda.)
de nenhuma, de que nao haveria impossihilidade t .Sr. Thodoro da Siiva :Mas eu reliro-me i
adiar quem quizesse lanrar esperialmente em cada : emenda do Sr. (oncalves GoimaraeSa
11111 desses punios, pnr que a nao ser assim be obvio. Agora ocrupar-me-hei das observarse do nohre
que oltefl nao poderiam veuder eses laucos separada- depulado sobre o 8 do arl, que se discute. Ch-
menle. O faci, porem, prova o contrario, prova mo sua allenrao para oque se l na pagina 2.a do
que ellos venden), e veudem com lucro. relalorio da cmara municipal : (l).
( lia um aparle. ) Se he ul&etsaria a medida que propSe a enmmis-
O nobre depulado saln muito hem, que eu u5o sao por parte da cmara municipal, responda o hora
cosuimo apresenlar aqui ideas nm favor de iuteresses senso, responda mesmo o nobre depulado, que a-
parliculares, eu aprsenlo as ideas que julgo conve- lias reconhece que a medida he necessana, sendo
nientes, e disnas de serem adoptadas ; embora pos- i que vola contra ella, porqoe suppoe que a cmara
sa eslar em eiro pela curteza de miuha indiligencia, nao pude despender 15:000?. Nao lenha porm es-
' Nao apoiado ) < se receio ; a dilleren^a para menos de 1:000? r-.,
Estou persuadido, repito, que a arrematarlo pelo que e nota na quautia designada para a despeza da
modo actual, coiislitoe-se um moiiopolio em favor de cmara municipal no anno fuluro, comparada com
urna ou outra cumpanhia, por que o negocio he, ; a quanlia em qoe foi orrada a sua despeza no anuo
rumo disse om nobre depulado, de pechincha .' passado, he devida ao modo por que se fazem os or-
Pois, seuhores, se o arremetanle acloal acha qoem o menlos. Mas, Sr. presidente, aluda mrsino que
Mo compre os diversos ramos com locro, como he
que se pode snppor que no caso da divisan dos dile-
renles ramos do municipio, nao apparecam concur-
rentes a elles'.' e nos vemos que o ai remallante veu-
de separarlamenle, por exemplo, o runsnmo de San-
lu Amaro de Jaboalo, Moribeca, i'00,1, etc., cuino
ha que se reunindo dous ou tres desles individuos,
nao poder an arrematar directamente esses ramos ?
A casa v que nao s ha quem compre esses ra-
mo, como qoem os compre com lucro ao arrema-
tarte principal.
I'ma voz: O.ou 25 por certo.
t Sr. AI. Ilenriques : Bastam 10 por cenlo, he
obvio, que dada a divi-ao. uao s haviam de appa-
recer concurrentes, como haviam de oflerecer mais
vanlagen, por que, se por exemplo, su von comprar
o lan;o do Santu Amaro de Jaboatao a Pedro ou
Paulo, dando-lhe o lucro de 10 pnr cento, he obvio
que viudo arrematar directamente posso oflerecer
mais 10 por cenlo sobre o prer,o, por que elle ar-
rematou.
Um Sr. Depulado : Apoiado, tem fallado muilo
bem.
O Sr. il. Ilenriques: Fallei como disse no sys-
iema de carias fechadas, nao por que o reprovasse ;
mas por que me pareci que, dando os mesmos re-
sollados as proposlas aherlas em presenca dos con-
currentes, nao resudando para a unta o menor desar
de serem estas cartas aberlas em presenta delles,
sendu que antes era do propno interesse de seus
membros no intuito de desvanecer qualquer suspei-
la da parle do-concurrentes, por mais infundadas e
gratuitas que poesam ellas ser, como quero crer, me
pareca, digo, 'admissivel essa pequea reforma no
Systems; sem que porem quizesse por forma algunyi
concluir coutra a capacidade ou probidade da mesma
junla.
Creio qoe lenho dilo quanlo hasta para justificar o
artigo addilivo de que sou aulor.
OSr. A. 'ai'oltanri : Muito bem:
Ir*
cu 1 o. m soOrivelmeote, anula que de i.m pune, im-
portancia, que nos furtimos ao trahallio do astiaaly-
sar.
D. Isabel, Coniess /.' 1 s,l>n, dc*cmpenhoa pti-
mamente 0 -eu p'ip.l. 1 ,ir elelisaudo rom proprir-
dade e lalenio e-a aii, penonaieni, r rjandi-llieIn-
di vi l.i e aihiuacao pcris.i. l-^u papis leste vene-
ro fui osle um, em que mallo hrillmu a ti-lia actriz.
Senaora irlsloc ala, li niendo a lr.n..i de Pedro Jar*
prncui.il a ledo o ru*lo occellar o senreae de
eartis, Ifllercedemlo pelo smbicloso ao casiaaca-
lo, ruin a lilh.t de EstevAo de Moiira.
II. Ir.ilicisra. esta iclriz desenvolven sem'iilohem
no seu papel, aspecl 'linentr no 3.- ario, eomprehan-
denda a lilaarilo qu desf|avim expo-la, qainda
recosa o c.iaiuenlo contra sus vovilade, leudo ido
victoriads com llgnmis palma-. C-lu le pois a Sr D.
|-iaiuisca, qu vencer mu.las diliieuldades dvarla,
que -o com atura lu esludo poder comprhender nie-
lhor.
lim desta romo lia a Sra. D. Isabel ranino duas
b
nu mai. partea, < iiu ,
a lianca 1 le eses da
res.
Di Sr. M'ira Meniques.Supprunae a I. !
ar'. i,
|i, si. Epaai aaadia. C n. vinte o ajaaal
peor pan < "iner 1 da e.ii.ida d> ( li-ia- Vletiina
.ir a iionli- granl I M;lj|^na l:liMB.
II1 Sr BfMHana :a-....m -ul,vtu/ca a BBBav
1110' h.irluuat 1 ,1 1 >i va l.jll-IIHl,
Dos Sc. Sooia t.^rvallifl Csasra l.eae. -Ao asrli
co que marra a quola para | raaaaaaMI d iittrrat -
rao primaria, arrrsceic-se na ton.n,, qaantia 4?
I3TVHM,
'.' .-. tei .
Srt. raalactoras,Ma era a n.mi.. mmmt
lauca 111.11S i,,.,,, ,|j |K'i.ua pai^ d.i
cusa -ohio u q*e rnulrs mmi lasa i-tr,i,j.
.^r. pastea J.i, Hatcaaeve K-. -. na -
que ratoa certa oe que Mopaahaeal s
puldico nao d.na aaaaaj aos improperio .1 k.
niem .!<-pella I, > 1,-cuurnlaada, roma <->.
porque u.iu me ju'So habilitad* para rvt
campo dos ronvi. tr.var ptaja rom e-a
llhoMaUa r-lro i,c--i. inan.d.r.- M miflraa .-
. me mu animo a llln ;., Cnmmrr-10 !
1 de 22 desla me, ah dr|uiei cea um ire-rlMi. na
b.Has qoidrinhai em non dwarUValaj. a ajgadall** *.8r- g*f l,MI*'"'!' "" """-
por rros, invocando a protrerao poblica. Oxal e francisco (.ornes do Raga h, OsanaBar.
realisem o desejos desses .,ri slas q,ie lautas noiles ncI" *' r*"" **; ,M"'- """* '- -
dedlslracrae no. promillem sfferecer. A msica nel lihurtmo Piulo de \| ,.. Uurtf. i~-
a.sia -ani., i.r,i. .,n II..I., .....i...... lando concurr lo para a m .le de ., wm. anO
P
desle canto, prndu/iu um elleilu exr.dleiile
Com lenha de subir de nnvo a srena na quarla-
feira prxima, o vaudevilei naiiihadc ttilol,t%mtt-
damo us para publirar a rrilira nessa poca.
o Sr.. redacloel da Pagina afeaba. A notiria
que a sua hem couceiluada Pagina Acutsa referees
mosica de Policia, e de um.i oulra que locava no
largo do I.ivrameulo, cnnlem algumas inev iclul"-.
Nao foi verdaderamente a gritarla do grupo rom-
po-to de moleques enegroscslivos.comoduem Vracs.
que fez essa banda militar calar, quando depois qoe
locou em frente da rasa do rnmmanlaule, se relira-
va ; porrina provdenria lembrada pelo medre de"a
musir, mandando-a rilar asim que principiaram
a ouvir aiiiuus gritos : provnlenria esta que elle to-
no u, afim de lazar ver ao publico a sua desapprova-
c.o em consequencia de laes signaes delouvor,
qoe do ordinario pailem Jesses Rropoa Compostos de
coila rlasse de gente pouco hahililada para discor-
rer cni materia de msica, e por consequencia a me-
nos compelerte para dar dar demnnsIracAe que tal
msica he boa, e tal outra mu K hom seria que esle
exsmplo tan espontantamenle manifestado por este
me-lre de msica, iimalmeiile fosse imitado pelo das
oulrSs, pois que -11 asun teriamos de ver acabado
os anarrhistas leompaah idores da msicas militares
e de-la surte o pnvo desta capital mais tranquillo em
a noiles que as mestnas tiverern di p-reurrer as
roas. Olanlo ao caso mecedido no paleo do I.ivra-
meulo, foi com o primeiro bvtatalo de fasileiros da
guarda nacional, que locava na occa-iao que opao
essa dflerenc,a nao fosse devida ao calculo, e ex- i lerveuna cabera de om dos cariosos ouviutes, par-
primisse urna realulade, nao provaria iiso contra a lindo este acto vulneravel de eufurccimenln de um
mediaa pruposla'.' Entretanto, nao lenha receios o
DISCURSO DO SK. TilEODOKO DA SILVA,
PRONUNCIADO NA SESSAO DE 23 DO COK-
KENTE.
O Sr. Theod.ita da Sile/r :Sr. presidente, como
o nohre depui: Jo leconliece qoe mais de um uni-
tivo exige, que haja ne-1,1 eidade um maladourf
publico, poru como o nohre depulado reconheu
lambem que o que (emus apenas de matadouro pu-
blico lem o nome ; n3o sei, porque enlao u3o li-
nha assenlo nesla casa, se com razao deixou ella
de adoptar a proposta fela pelo cidadao, a quem
se referi o nohre depulado...
O Sr. /'. llaplisla :Falle! nisso veraccidenr.
t Sr. Thodoro da Silta....e a cuja iniciativa de
pelicao se dave o ler a assembla aulorisado a edi-
ficarlo de um maii.iiuiiro publico nesta eidade ;
presumo qoe teve, mas o que sei he que o mata-
douro que se esta' edificando na Cabanga, 11.01 pode
por ora preslar-se convenientemente ao lim a que
he destinado. O nobre depulado fez as seg'uinles
inleipellarD.es a commissSo, qOal o orcamenlu do
maladooro, quanlo uelle se lem gasto, e quanlo
finalmente se pretende gastar. Eu, infeltzinrnle
nao Ihe posso dar minuciosas informarse a res-
peito : assim nao sei dizer-lhe qual seja o ornamen-
to da obra, qual a soa importancia. Ella foi de-
cretada em 1850 ou 1851, poca em que eu nao li-
nha assenlo na casa ; e por isso nao sei, nem mes-
mo comla-me que haja na secretaria o seu orca-
menlo.
Um Sr. Depulado:O malailouro foi oreado pelo
Sr. Mamede em 100:000.?.
O .Sr. Thodoro da Silva :Quanlo se (em gu-
io, lambem nao Ihe posso iiilormar ; o que porm
posso asseverar-lhe he que a cmara municipal da-
nos iio seu relalorio que coro a edilKaro do ma-
ladourn publico se despendeu 110 anuo (indo
9:2289070, e que o ornamento para o auno luturo
he de 12:0O0. Devo aqu observar que se hem
que nao lenha o receio do nobre depulado, todava
me parece, pelo modo porque vai sendo feila a obra
do maladouro, que nao poderemos em breve lempo
gozai das suas vaulagens, porque a sua edificaran
parceli.it 1,1 e inconveniente pela morosidade, como
lambem porque vai sendu feila de modo que se nao
presta ao lim hvgieuico, a que silo destinados os
matadouros pblicos, 'lano assim be que o cano
de esgolu, que alli ha, esta' constantemente abstra-
do de areiai, proveniente das mares vivas ; pelo
que gasla-se animalmente SOO? com a sua desubs-
Iruoncia, segundo sou informado.
lie somenle islo o que posso dizer ao nobre de-
pul .do com referencia ao matadouro ; poiem o que
lambem posso assevcrar-lhe he que a cnmmist.io
uSo fui indilTeienle a necessidade que lemos de
que elle se conclua dentro eni breve, lanto que al-
Roms providencia tuinou a respeito. Nos anuos
transados esta assembla dando prova de igual in-
teresse autorisou a cmara a conlrahir nm empres-
luno para semelhanle fim ; mas, ou porque au fos-
se elle cuiuedido com as necessarias vaulagens para
quem quizesse elTeclua-!o, ou purvenlura qualquer
motivo, o certo he que nao se reasou o empros-
lillO.
Tundo, poit, ficado a lei redolida I letra mora,
eulendcii a comioissao que devia tomar alguma pro-
videncia para realisacao daquelle lim : lomnu-a ef-
feclivamenlc ; e islo ve-se do arl. 22 do 01 ramelo
municipal, que diz o seguinle : ,h'\)
Eu nao me quero cegar pela vantagem desla me-
dida ; pelo conlrido pode bem ser que nao seja ella
a mais conveniente ; mas o qoe he lora de duvida
he que a cominiss.'io seulio a. necessidade de qne
quanlo ante se deve concluir o maladouro. Nao
divido que possa haver rnelhor alvilre ; ma pare-
ceu a commissao que o recio proposlo era mai fa-
clt, ronvenienle e proficuo que qualquer oulro.
llypolhccar o impotto de 500 ris, que actualmenle
se cobra por cada cabeca de gado que se consume,
he a meu ver idea exequivel para o lim de quelralo;
se porem nao o he, qualquer outro meio pode ser
propesto em suhsliluirao. Ah esla' o campo fr.m-
to ; os oohres depulados desenvolvam suas idea,
afim de que se adopte o que for mais razoavrl.
Agora vortal-me-hei para o nobre denutadn o
Sr. (encalves Guimarjles, que fez urna vcrdadtira
sabbatina do orcamenlo municipal.
Eu nao posso arompanhar 0 nohre
nobra depulado ; a ramara lem dinheiro, porque
sua receila vai annualinenle em gnin ascenderte.
O Sr. t. Cuimataes : Fez esse calculo ?
t Sr. Thodoro da Silta : Bem ; se o nobre
depulado reconhece que se lem dado sempre um
augmsnlo do receila, e nao descuuhecc a necessida-
de urcenle da obra...
O Sr. '.'. Cuimaraes: Se bouve augmento de
receita, lambem a dsspaza foi maior.
t Sr. Thodoro da Silva : Eolio o que quer o
nobre depulado'! (Joer que o dinheiro fique enlhe-
ouradu no cofre 1 Poilanto, digo'eu, se o oobre
depulado nao desapprova a idea, se admille a sua
necessidade, e se confessa que nao lem fundamenlo
os seus receios de que inio haja dinheiro para que
a obra se faa, sem duvida alguma volara' pelo $
8. do ariit/o que se discu'e. E tanto mais he de es-
perar qne este seja o sea voto, vislo ser boje a exe-
ciic ni da obra quasi o cumprimenlo de urna lei ;
porqoe a postura municipal, que a autorisou, e que
ja passou nesla cata por urna disctalo, foi appru-
vada provisoriamente pelo governo e esta' em vi-
gor. Espero, 1 oilanlo, que o nohre depulado nao
deixe de volar pelo paragrapho.
fallare! agora dos salarios dos Irabalhadores do
cemileriu.
Sr. presidenle, enlendo que os nohre depulados
que com aparltt lem procurado fazer suspcilas a
cerca ra direerao do cemilerio, devem levantar todo
o veo datmysieiio. Eu pela miaba parle Bato sei
de cousa alguma.
A commissao de orcamenlo municipal, ronfor-
mando-se rom a propcsla da cmara, e leudo em
villa a lei vigente, pcisuadiu-se de qoe era conve-
niente conservar o numero de Irabalhadores que
actualmente ha do cemiterio. Assim, mo faz mais
que reprndnzir a lei vigente, que salisfazer o pedi-
do da cmara municipal ; purque o numero dos Ira-
balhadores do cemiterio be actualmente de quiuze,
cuno d'atiles era.
A despeza com o salario desses Irabalhadores
monta a .'1:000? ; quanlia esta, como mostrou o Sr.
Barros le l.acerda, que dividida por 15 trabaltia-'
dore, na r.i/3o da um anno, nao corresponde ao sa-
Jario de l?sSn rs., que se disse ser o que percebe ca- |
V| um deasaa iraballiadorea diarlarneole. lie ver-
dade que, durante a epidemia do cholera, lalvez
fosse e-ta a importancia do salario diario desses Ira-
balhadores ; porem isto foi somenle naquella poca
em que era diflicil a acquisi<;ao do braros para o Ira-
liallio. He verdade que anda depois da eviniera 1
della, a falle de bracea se lem felo sentir ; mas o
que lambem he rerlu he que artoalraente o que sa
gasla uo he l?sstl rs. diarios com cada trabalhador.
Tamo assim he qu, nn s o calculo o demon.lra,
romo lambem se alteudermos para a lei do orca-
menlo de 1855, poca em qne os salarios nao eram
tilo caros romo hoje, veremos qoe bata se despen-
da cum 15 Irabalhadores a mesma quanlia de
'.MA) '* que actualmente propOe a commissao, ape-
zar La. 'i--.ac.i'i dos salarios. t,u voto por tanto pe-
la emenda do nobre depulado.
O Sr. Al. Ilenriques : O inconveniente na
de urna medida no auno pasiado proposta pela
commissao. e que loi aqu rejeitada.
t Sr. 'Thodoro da Silva : O que he cerlo he
que a quesiao foi hoje aqui suscitada, e convero que
seja esclarecida.
O Sr. Al. Ilenriques d om aparte.
O Sr. Thodoro da Silta : Nao vol pois pela
emenda, que alem disso he defeiluosa, por nao di-
minuir Jo numero de trabalhariures, sem diminuir
lambem a consignarlo para os seus salario.
linas pah.vras sohre a emenda que augmenta o
ordenado do secretario da cmara. Basta fazer-ie o
seo histrico, para conhecer-se que nao deve ser ap-
prvida.
No anno passado o secretario da ramara linha
apenas de ordenado 1:0009, porem deu-se-lhe enlao
IOO9 mais. Entretanto, como este anno sa considera
de jubileo, o secretario lambem quer mais algumi
coos. A casa vola como entender,
t Sr. /.. de .Mello da um aparle.
t Sr. Thodoro da Siltn:'Ea nao sei como
vol a respeito daa uulra erocuda do Sr. Epaiui-
nonilas.
la- a emenda.
C-iinprebendo bem o alcance desla emenda, mas
dos dilellanti de lalenlo e austj estupendo do ".rupo
que con pSe o ncompanhameiilo dessa msica, con-
tra esse nutro por p-rlenccr 10 desafecto grupo de
urna outra musca. Sao e-te> os ficto que se deram
e que eu quizera a liem da sua cinceiluada Pagina
Aeulsa e da verdale, que fossem publicados. I in
constarte leilor da Pagina Atulsa
A vista da cari-, supra he nii-lcr. que os senho-
res irie-lre- de msicas militares, logo que a can-
Iha dilellanli principiar cum a gritara infernal, e
laudativa, da qu-l lem resollado correr sangue, tara
cessar a msica para que ala continu a dar-se sc-
nas pooco litougeiras, como as qne infelizmente e
deram ha mezes culre peasaas do povo, que na 1
sendo moleques ou negros esplivos, possuiam-se de
louco enlluisia-mn, e comentliusia-mo esmurravam-
se 011 jogaram os rceles !
Sr. subdelegado ae S. Jote, dous infelize e
prejudicados mis casas de laholagem d.i freguezia,
onde Vmc. he imloridade policial, vieram deuuu-
ciar-nos de mais de duas casas de laholagem.
Consta-nos qoe cerlo morador de Sanio Ama-
ro quando reliruu-se em nma das noiles pamdM
para n lar domestica euconlri.u alguns lampiesila- I
((uelle lugar apagados, e oulros rpiebrados julsando
que fosse aquilln ell'eito de algum tulilo, nimra im-
portancia I10011 ni que va, msama porque nao era
enrarregado de vigiar a illum.nar.'iu. Na leguuda
nuile porem, qaaltdo re-zre-sava, como linha de un-
ame, fiara rasa, a r.-iite, vio que outro lainpees es-
lavam apacadoi c quebrados. No lerreiro dia nao
vcio ao Kecife, e a noile poz-se de alcaleia, e enlao
vio que curios macos eram os autores dessa hriuc.i-
deira : vio que ellos apanliavan punha los de areia
e lincavim-aoa sobre os lampeSes, para os aparzar,
e depois arrauravam o annrl que prenda o I nnp-a 1
ao galo, e os assall ivarn. deixanlo os lampeos cahir
ruin vmlenria, resultando o seu queiiramenlo. Nao
sabemos cum qae muida.le fazem isto? Salvo se he
par, aproveiianlo-se das Irosas, commellerem
quanla infamia pode imaginar-se, pelas portas das
rasas dos vizinhus... sii se islo...
Pedimos ao pulidor da sua varan la para .1 do
Vizinho, que quanlo sallar, repare hrm se ha geall
ou nao em lgame aaqaini, nnrvja* pnr mais de urna
Vez It-m Rdd visto. 'Jais hahel antes uiid/ut.
Ilt quem su 1. i,Im leinbrado aue a muuicipali-
dade defera negociar com a compaubia de llebcri-
he urna peatM d'asua para o l.rg> de palacio ; cer-
1,11110,in- que um chalar;/ no centro daquelle, largo,
muilo o aloimosearia.
At amanliai.
leudo concomio para a m '.le de met un
la igaalineule a mu ha dr-graca a ir-win-aBr eaSaat
a nao deixar paaaar sem romala e-a activa da
perversidade.
Principiare! poia exclamanda : grande l~. ro-
mo he possivel qu- um homeni. ti qaal ae i-hama
l'adre, possa propalar tanta n Hiiira, a tanla latas-
dad. !
OSr. paire Jo"i, qaeremli m*Ufismmlr lene
a Sra. I. Mari, Ira/ para paMira er |irans
sobre a prisa., de s-u irmaa, paa a me.alcat
com raza queixixo. e tarar nessa seahari em rae**.
a quem alus ^ coufesaou lio agraden!, raja,
adianle se ver.i.
Saiba o reapeilavrl piildi.-o. a qaevn tna lari^t,
qoe eo e a Sra. II. llana n ., 1 u-na a
parle na pealo da 11..... do padre I 1 ;
esta loi eft-rl.iada, romo elle me.ma 1 tafea
auno de IMil, quan.ltt a poltica pr*i"ira a qae par.
lenriHirm eslava decaluda, a ea*a pr sin, ala *,)#
Francisco, rumo do II animo, j'iilw irmiai la >r.
padre, h.i Maculada par gente da patulea, qae am-
ia- reinava.
I Ira, isto posto, como poderia raaa -enk-ri, aak
de liio., dolada de om corarlo cesaerKa e rsifn -
sivo, concorrer para .1 pn-ao de*^ ma>ca a mil
mai para a saa mor le. e nem -,. antwljr a ata>-
grrra da Sr. paire, como rile diz ?
Alrin disto, ja sa e-qyec."i .. Sr. p- dre qae a Sra.
II. alaria aseo man lo esse homem qaje He mis-
tamente a sua ajeen*, r qae fui sea nvealrr aimajre
msnliveiaVm e-lruit, anaizadr rom sea pae mm %me
bra alguma, ale os -na allirao das, catate be aaaar
todos desla Ierra sabido '.'
N.i 1 ha, permita ilizrr-lhe, Sr. padre, aeata r 1
de, onde S. S. he a-s..s c,...herido, quem IWr da- <
diln. To.lns por aq.11 dizem qa; a aajaa |
jornali-lira ja alnirrerem por tantaa nsealiraa, a aa
por ca acontece Ma, o que n.1.1 ec< pata iam-
de enlate do lenle, anda est. a maior illailra-
cao?
Aindamis di- o Sr. padre na a jaremadi.
que um lal Sanlamuha fu m.rnr.i I.. nOicial pato at-
ron! I ihiirli.ui, smenle rom a lia de ferir ; e
val a prova. Uiga-me, Sr. padre, por raridad, ea-
mo poderia o coronel Tiburlnte fjaenacar a >a
nha oflirul em HW9, porqae alrm ib -er de |
oppu-ia, a que enlau n.i|K-rava, i, luataa ae
de para lanto, e j.i era coronel refarruad* peto Sr.
Manuel de Suuza l'rixeira. Ii"je bara de 4j
he, quando prosidrnle de-la previfaeaa, a
succedi lo pelo ar. Pires da Mu la (I'.'
Sr. padre, que n*o er* e uea
uido, foi n.inieado oflirial de eamaai.i.Hi pela 1
ca de ISill, e as.nn ionio, pravato qae a M.
si. leve em vista marlyrisar-rae c*m atan r*
REPAHTICAO SA POLICA.
ttecurrencia do dia 27 de maiu.
Foram presos : pela sulidelegacia da freguezia do
Kecife, o marujo James I aulus, a requisirau do res-
peclivu cnsul.
E pela subdelegada da Treguezia de Smlo Anto-
nio, Joso Joaqaim l'erreira dos Anjos, por bnga.
2X
1 oram presos : pela delegara do segundo dis-
1 rcto desie lermo, Marcellino Antonio e Marlios l'e-
reira por desobediente.
Pela subdelegada da freguezia de S. Aolooio,
os prelos escravos l.mz e Antonio, esle por insul-
tos, e aquelle por desurdeiro.
otario N Wttimmbmt0.
A assembla coiilinuou honlem na discussao da
redaccao do prnjeclo n. II qae aogmeula is ordena-
dos de varios empregados pblicos provmciaes, oran-
do 09 Sr. Souza Carvalho, e licando anda adiado.
Conlinoando na discussao dos arligos addilivts of-
lirecidos em segunda discussao ao or.incido muni-
ripal, urai.im os Srs. Kerio Barros. Manoel Caval-
canli, Meira Ilenriques, Antonio Cavalcanli, Aino-
rim e l'rancisco Jante, sendo regeilado o arligo addi-
livo sohre os carros fnebres por If, vnlos contra 11,
e quanto as piularas, fui approvada a postura com a
emenda do Sr. Ignacio de Barros, votando a ufar
delloSrs. Franrlsco Joao. Siqueira Civalcauti.
Neiva, Ouinliiiu, l.oncalvesl.uimares. Marral, tli-
veira, Ignacio de Barros, Valentn) Vilella, Sabino
Olegario, Amnriin, dameiro. Mello Cavalcanli, A.
Lean. Suuza Carvalho e Paula Baptisla,
coi,I -.1 OS
Srs. Si Pereira. Pereira de linio, Tlieo loro da Silva,
desejava ouvir o nobre depntado que oilereceu-a, M. de llanos. Barros Brrelo. Mauoel Cavalcauli,
alim de poder v.dar (obre ella.
Nada mais (eolio a dizer sobre o artigo que
discute.
lodo o seu longo discurso ; fa-lo-hei apenas em
ipirli.
Ilirei anles de Indo que se hem que algumas de
uia roasidcrifdes aejim valiosas, se bem que sejam
verdadeiras, nao lem todava oulro merilo qde o de
se fazerem condecidos.
Nao de possivel que esta assembla despreze o
PAGIM AVULS
ClIUONICA I UEA1KAI..
Quarla-feira 27.
A palavra moda he a de mai pronunciada inlla-
enria que rnnlieremos ; e he por is-o que Igori nos
vamos in-aiai na chronca, piomuvulos pjr moda
lalvez. Iluem que he moda andar no ultimo lotn.
como as Parisienses, fumar charulus de meio lostio,
beber corveja no bolequim do Lucio, andar de lu-
neta, ir deluvas brancas,e binculo para*o Iheatro ;
uito fallamos ja no que lora a visloirio, porem la
isso be espanloso !.., Colleles de peluche, chapeos a
prova d'agua, calca de casemira cero raminhos de
alecrim, einlim, moda... ludo moda... Mas deixe-
mos estas discussSes para o fanalismu, e passemosao
espeetseulo do dia 27 do correle, que lie o lim de
nossa inissjto, ainda que alguns desses que mais pa-
rerem pertenceran seculo passado, do que ao presen-
te, 11.-loon de moda o fiequenlarmos o Ihealru ; qoe
he u que nao podemos levar paciencia, pois
nem lao frequenle o lemos lido, para que assioi pos-
tamos i'lgar.
Mas grara ao governo,que preveodo a falla de di-
trarrfio que ha aaora na rossa rapilal.obroo maravi-
lhosamenle,concedendo o theatro a esse artista que
la (rabalham agora. Comqoantu nao sejam sublimi-
dades, ha entre elles alguns adore digno de alien-
cao ; assim o publico Ihe conlinue a prestar sua va-
liosa prolecrio, de que lano carecem. Tcrminare-
11M- aqu e-te ISSnmptOa que uus levara mais longe
dcfiulado em do que lemos vonlade, a passaremoa sodominioda
Meira Ilenriques, Antonio Cavalcanli, lluro- de
Lcenla, i;,;,. Barros, Niscimaala Poiiella, Epa-
iniuoudas de Mello, sendo apuisdo linalmeule o pro-
jeclo na forma emendada.
Entrando em lercer.i discuisao o projecto de or-
cimculo provincial, e orou u Sr. Sabino Olegario,
licando pela hora adiado..
A ordem do dia para hoje he a me>ma.
critica... Iteprns da complenle ouverlura, sa o api-
lo, sobeo panno, c ais-nos com o Casamento eo Des-
pacho,! romedia em II acto.
lie urna bella prodocrao do Sr. Antonio de Ser-
pa, matizada de situarSes. bellissimas, promove a ca-
da p.a.-o a alienlo geral, fallando por veze ao co-
ra .o, rom (oda a sunplicidade e delicadeza da alia
EMENDAS APOIADAS E (II'l-'EP.ECII>.\s \()
PKOJECTO N. i BOORCAUENTO PltOVlN-
CIAL, EM TEKCI ll.A ISCSSAO'.
Un Sr. Brigl.Supprinia-se a emendado Sr. Bar-
ros de Lacerda ao art. 1S.
Do Sr. Antonio Cavalcanli.Emenda ao arl. 1"i
"3.Se houver corpanhia Ivrica 23:0003.
Do Sr. Sabino.Paia ser colloca.la oiide ronvier.
Fica o BOVarao aulurisa lo a inaiular continuar
de- I- ja o caes da ra do Sol ale a ponte nova.
Do Sr. Sabino.Para ser collocada onde convier.
l-'ica o guvernu aulorisa lo a mandar fjzer urna
estrada /la v illa .lo Cabo ale Ipojoca.
Do Sr. Souza Rui. Emenda substitutiva ras
emendes dos Srs. Barros Brrelo e Ca-tio l.eo, arl.
12.Suppnmam-e as palavra.-, I'sdru li, e -
crescenle-secorrentio as rodas da do hospilal Pe-
dro II em separado, servin.lo de lliesoureiro a do
eslabelecirneulus de candido, que se piestara' gra-
tuilainente, dedozndo-se somenle a despezas n-
dispensaveis para sua extraern, nao pudendo com
lu-, fazer currer mata de uu.a parle por inez. ou o
proprio Ihc-iuireiro das lotrrias que pielcrira' ce-
dendo soa c >mra-o a favor das obra do mesmo
hospal, e orna vez que f.ira correr pelo menos urna
parle por mez.
l)o Sr. Castro Lean.Addilivo ao l" do arl. SO.
As lotera- conced :as pela as-embloa geral para o
municipio neutro, esla,. comprebeudidos uo di-pu-lo
no projeclo do oilenla por renlo.
Do Sr. Sabino.Suppnma-se o arlrgo acerca iIa*
porleiras.No caso, porm, de se nao suppnmir,
acrescenle-se o segointe :Sendo u propnelario do
cercado obrigado
Valha-nos Dos cao. lal padre. >r. padre, diiaa
me em paa, va rezar a ea nreviana- ItrflnHa laraai
que S. S, lem locado no mrliu.lre dr favila aeaaa.
e que esle sea criado ja esla em l'eniaml.ara ba 1 1
"nii.it, a heepor lo.t.rs cratihecida I
hem conceiluadn.
I'ara que pois o publica a quem rr.pe.lo a
la' |iesoaa, q.ic tivrr. ni lido o jornal a qae 1
liro, paamm I >rm.-.r un juna -et,ura aastoe as
tlvas do Si. padre .l'.ao llerrul.ua da Reg* :
voa, Srs. redarlorrs, qne vas digaer le dar |
ridale uo vos-o aswaa lido jornal, a ealas liabas fal-
ls a 1 -.'--. e as daasrana* qoe va lfssva>yaSa ra-
roiideculas lecalmeulr, a quaes a Sr. padre darn
a' Sra. II. Mana, a .ju-.n buje iMiialaanraie aaVa-
de, quan .11 enlao lulav com a traSvalha la asm
Anglica, pudenda a-evrrar-vus qaa aliada ra exi.
lem oulra-, r in-to muilo favor Tare sm van vela
e constante leilor.
1 ibartiaa Piala d.VImada.
\ icloi 14 -_'M de maio.
I tiln.' Sr.- |iM.,ii.. \-enliiani a faMasa
rm.n.s de pei.ler-.ne, e para i--n uentoaas raato
paupaiu de Imprmsr asas rfle.ln a matar dan wtto-
ncididt, a maior mesarse entre prenles qm
pereguein um do eu sem qae para Maa taan/n^
nem se ilr a mais pequea ralla. En torne a V. S.
e ao Sr. coronel para que pralrjam a miaba mas.
qae ha a da juslica. lem-se-aM |reparad m>a
torca terrivel ; anda Ih.i.Ic.u ae exravea am daa
meus iriuJu-, di/en lome que niiHha eacrava esto-
va a expirar, uto me ale re rom lasa, parqae ja da
muito ruiiirc.i a quauU- audo. Peca a V. S. para
que se inlere-se por uitiii. e .liga Sr. r.Haarl qna
desprrse certa cousas, que oe mim Ihe hto da ai-
zer. ali.n de |>roteUr o mea di.-e.i.i e perdarafa-a>aaj.
U que os meu prrlendein be aireiaer-me 1
mente, lirar-mea razio, qee apelar de tari
atormentad.., anula aviste perfeita. A 1
va vale ludo qoanlo eu pu-uo ; isto pa>,aa 1
Keeommendo mallo e muilo a V. S.
jamis que se cuntinuem a ,1 Imni-lrar
temos a minha e-crava, uorque dce. 1
to tenho a recriar. Eu tenk* tala para rnr qaal
qaer despeza r nao he mistar qae a miaba eaerava
cjl arrematada para pagamenl da a la; asea. |-
mais eu prelinru p,-ar-lhe a caita de liberdad*
dez veze ante, do qne va-la pastar pela
de una ,.r um.n.icAo. Tatae a dizer, a
crava vale tanlo quanlo ea panas ; ,
arte dar ludo do que ve-I* em eider fe
l'endo-me explicada, e encaiecid*
V. S. seja a miiil.a mediaaeira ueste
quero a ju-tic.. -. oulra cansa M
pedir.
Nunca nITei.di a ningaera ; eatretanla
urna quena lerrivel. A tete de V. S. mailo .
co, e como sempia sou da V. S. amiae
e abrigado criada.
Jaie Mrcala da Haca.
Illm.-Sr.a y. Mana. Ma teaha esprtiiis aam
qoe possa lej-.lemui.har a V. S. a eretiatte, qe Jane
a V. S. pelas bondades qae V. S. lem despredicad
com-..i; e me lembrn acara das palavra la easto
escriplorlie de generases corcea |finlm
rem iinmerecid.ni fav.araa.
Ouaulo sr me lem dile qae V. S. hl frito raes a
miuha asaras, raplii-me, "Ujeita-nte e ansias mi
.1 um recoobac.menlo que ato ha |mivel aajnifi-
car-lh.
li'.mcm avi-lei-rn cam r rapilis Aalsais Raa-
mun.loe eanvrrsamo-, a rrsprila da lia da V. S. po-
ra o Kecife, e assim roncordam <% na nadante da
. errva para oulra orle. II mea amigo paadiiara
a V. S. a- raroe-do m.-sa aerarda. Timbea pe-
di-lha liabeiW de \ S. que le.p-i. ka*a feita
rom a r-crava para que nn-ii "halamenle -j. X .
lodeinin-a la de-a d--i.e/a. desri. la ral tacata acra -
-i.i.i recompensar romo pu i-r a lela da V. S. para
rom quem lite i..io* merece.
r'iqur V. S. cerla que em toda o Irania) ea kea de
ser de V. S. o rumor rriadn o matar rnaisdei
I' ''re J. II. daRrgo.
Eslavam reri.nhecida.'
WsWKkWusammswmamkWsWKsWsWsWi
DM\ L\GRIM.\
lF.
carcter qoe deve ler, desea da. altura em que le-j comedia.
giila por tomar medida de poro delalhe e que ao Ha ligan dilogos extensos como o do 1.' acto,
de mera competencia da minara municipal. | mas de consciencia perdoavei, pilo sentimeuto que
A isssmble qoe lem urna inapeccflo sobre s ca- izplieim uas scenas.
mera do llecife, c sobre lo -'as as mais da provincia.' O enredo, com quanlo nao aprsenle novidade ul-
deve lem dunda, de conformidnde com as prnpos- suma, be conduzido pelo aulor cm admiravel habi-
tas dellas, auiunsar us iiielhoramenlos de que mais lulade.
neceuilam, sem que comlodo, por urna iniciativa, t) applausos comqoe a rlcto/iaram, provam de
mal entendida, e envolva na sua adminislrarao in- 1 geral agrado.
lerna, ldop|ando sem oovi-la medida de delalhe.; Aora passaremos a narrar deforma resumida, o
\- cmaras mnnicipaes sao qoem hem conhecvm s 1 descrapenho di suas siluae, pelos arlrsla;.
ueces-idades de seus muiiicipius: deleinuuar pois Sr, Duarle Coimbra, Pohetto, he tsla urna das
OlTerectda a rae-a lio o Illm. Sr. Jo -o
da Cunha Magalhiea, por occasti to
da sentida norte de seu filho Manoel
Jos da Cunha Marjal*, .es.
A "".rfe A ,MiNf. ara aiaaaay ai
rf. Irna, a /;, --a parla Sola -a
/./.. tm ./., /.miar d aWaSSaSMI mm
1'"' '. ..aa roaaa aw ana .
'" J'nakV'.d, dr tol
(atxoii.trad.'
I.lue Irisl c Ijciui... painel re drarMliaa a
duas, -'e-eiihado r;n ombra < ,. i..,- p ..... atienla-lo lie rmenta a nlavir *a
linuiilo dondo da rninl.a ...rn. desato! I
ler ronslanleiiiriile urna pena mer.In desta conten.phira.. esled !...
em cada porleira para hri-la aos paas.ige.ros, sob Vne lintgu.u.m ,|.-m.- *! .ir*"lire man la-
pena da serem dilas porleiras derrubadts |.nr qual- ; paalaM qna eqi...|i, qur a nal arria revela >,. taaaa
quer aoloridade administrativa, sendo as depc/as a 1 horas de Mlrnr o r dr trnoua l "... .
cusa do proprietano. I jv,Ie pHllt.| 1;nl |1JU linl ,,,_ HnH, t part.
Do Sr. Castro Lela.Addilivo ao arl. 12.De- |es. rarp.i.d.. a madma aaartK-ia de am k.fca.. ir
pois das palavrasrude> que breas aeceaSMtOS I irmd a da aa, que era a atoe par* txt.ir r
acres.-enle-tee em I'e-qucira ; o mai como noj rouver^iam as -ua> iHnn\ r < iH-ii.awra.ia. a
ir'11:0. I que huj,i ha ali-titu:. |. la iM.nt., oasdr e 1
Dos Srs. Oliveira e Ignacio de llanos.Subslilui-
liva do 5 I" do arl. ."1.Com os empregados e pro-
fessores, inclusive o segmento dos ordenados du ie-
rre! ni, e do pPatessor de desenlio :i!l:2li-- r.
1 Ir,111. ..- |.--nnia- 1
du intime >la p< 11
B-la liatonacsa he a
riinHasnariM i 1 1 -'-
irti,naM-i4t4 entre, arlada a.
que
radu/ la-rvflaata e
latbana, irda-atada a
Do Sr. Oliveira.Kmend.i addiliva ao art. I. Marta coate a paridmn da i ia, aaie .> .]..! -e n.
. Depois da palavra srvenle, arrescenle -eque le- vaem It.-la >:' lade e :..:......rcalaa do h-anraa...
. aaxemniea que sejam esles alisfeilos de preeren- principies peraonagens da comedia, acompanbando-a ra mil e seis erutos ruis danos, 1. mais rom...... un. o leimo linal dd ama vrre.la rrtii-a Ja .le aUr,||ls,
r I aquel les, he o que me parere inconvcnicnle de principio fim, realcando por veze com aquella I mimo ; e nenie Jeutido augmenla-se o quanlila- e e-pinho-, oi.d- ama r-iaz-
lle preciso qoe nos rnmpenelrcmos bem de nossa altivez de ador,allrihoto esle que inconleslavelinen-1 tivn. ranra, ..uaro sur. ambir.* de wagaas a dt-sa-
miss.io. lemos Cero effeilo suprema inipeccAo -o- | le possue. Para uao alargar-mos consideracors, asse- I Dos Srs. Oliveira e Ignacio de arro.Sobslilui- bares,
bre O negocios du esmeras : ma se exercendo-a, veraremoi, que auradou-nos muilo, sustentando sa- Uva ao arl. U5.Com m jubilados ll:'ilt>7ir..
Do Sr. Kparninoiidas.Ao paraaraplm 13 de arl. Ja ata retate si hbil ... 1 d, \|m>,i j.^
envolvermo-nos em seus negocios parliculares,iia sna lisfacloriamenle a originalidade do papel que Ihe
adroO'strae3o, por assim diz,cr, domestica, alm de confiaram. A veia cmica que se revella nesle tclor,
amesquinhariii >. atlribaicflo que lemos, sera' sem dii-nos luloridade para o animar-mes, no desem-
duviua, incravehente o uoaao |>iocedimenlo. E penho de papis desle cenero.
he por isso que, com quanlo algumas das observa- Sr. Hamos, Pedro Jorge. Nao nos desagradou,
O Sr. At. Ilenriques:Diz o nobre depulado I cortesa, que he mais fcil prelar una fianra de
que vai o gado daqei, e eu admiti, que elle vi do (itinHKi-r a individuos que por exemplo ja lemltliUDll;.'' roes feita pelo'nnbra'.lpulado ejam valio'a, lo- preencheudo as exigencias "do publico, e comprehen-
Kecife ate para S.Lourencu da Mala. OSr. Jos- Pedro : QnilD lem llWJOO, lem I davia nao posso concordar com ellas. Queremo. fa- 1 dendo o seu papel de ambicioso e inlrganle. Com I poslo do ajjtxi por cabera de jado c. ase mulo no cu)a ni-ibil dadese expanda au, doce ellla.ta J
un, o uuore dcput.do persaadir-se-da, que o io- 1 crdito para 1U:W0V?. | zer de fiscaes, delermiuaiiilo que a cmara muui-1 ludo no 2.- e 3.- aclo, Jia siluarei verUadeinnieute' mobiclpio do Kecife, poder-si-lu dividir em duas I religiao.
tO.Em tusar de mil ris por milheiro de charatas, da Caaha M .-.i;..ie-, aera em rU)* ,\m, ,,,,,,.
diga-semil e quiuhei.lo ri. ravtm houdadr, aaaaal r a deajirarAa, mi raja>
Dos Sis. Oliveira e Ignnco de Barro. Ao arl. pel -e al.:i_iwn 1 rr. r lava "a* ...,n.
.1S. aeressenle-selli:22>v>:l:PJ. | menlo-, ein roja inlelliaienria pred.,.tn..aaM aa j.-a-
Do Sr. Meira lleunque-.A arrem-iarao do im- manatos n.at- par. a n...d-Uu. ; rat.iim *m jasca.
ILEGIVEL
V! mi Apn


DIARIO DE PERNAMBUCO SABBADO TtO DE MAIO D E1857,
V
Que he feilo delle ?.... consumo den) idem por
Mirai i >oa (apullura. que atii depararen coro un [ Comarca de Santo ntio.
epilapliio e nula epilaphiu lereii o leu nome ; saa 053OO rs. sohre o gado moho para
1:592,000
alia, ilivorciando-se do treilo carcere que apreu-
di.i. Iei;uu a nuin n cidade do vermes, e ubio
radiosa Ipanspcudo a iminensiila le do espado para
repouiar tranquilla ao lado do Eterno ; foi o consor-
cio qae a crealura fez coro o Creador pura fruir os
infinitos gozos que elle encerra, para viver absorla
nessa coulemplacjo sublime que o espirito na lena
o desaja ambiciona.
. A experiencia das cousas humanas nos moslr.i a
cada passo, que unta alma dolada de virtudes, .qot
um espirito unRido as crtica religiosas lem breve
permanencia ueste ralle de lagrimas ; porque lieos
nao quer que elles su,'ipoilem o pesado fardo desla
vida sempre exposta sos vendavais do infortunio ;
lie qoer que a virlude se aHie com a essencia da
virlude, qae o amor se encontr face u face como
objecio amado, qoer Analmente que o ser finito se
abraca com o Ser infinito dmide havia partido.
WAt minoras aflaten e Dianas que car-cterisav.im
Manurl Jos da Cunha Ma^alhAes, seti trato sincero,
suas expressoes revalidas de moleslin e s:necleza
bem denotafam urna alma modela e simples ,
para e sincera, porem estes attributos nao podiam
char-ra por muilo lempo de envolta com esle mun-
do de enitanos e dectpcet, com te ooropel fasci-
nante utib couluiuameule nos allrahe ; por isso Dos
cliainou-o para eterna Jerosalem a' participar das
supremas delicias. i)a 25 anuos de idade quando
o foturo Ihe acenava ao longe cheio de lientos, e
que Ihe sorna facuelro ao decorrer de seusTepdes
annos, quando a existencia Ihe pareca um'ameno
ver descarnada milo da implacavel tropos vem com cer-
Uiro golpe eeifar aioda em cometo & flor de seus
das, qae principiava vigorar-se na haste que a
soslinhi, qual ceiNJor que corla pelo pednculo a
rosa podibun la e bella, cuja corulla nao se aclia an-
da de lodo desenvolvida.
Era de sorprender ve-lo com urna resignado evan-
glica, sobmisso ios decretos da providencia, ir 1 011-
eo 1 pouco seeregando-se do mundo 10b o peso de
urna grave enfermidade,- sem que dos olhos Ihe bro-
lasse ama lagrima, sem que dos labios escapasse urna
palavra menos digna de ama reconciliado com Dos,
at o da 16 de maio' em que uvizinliaru-se o ins-
tante fatal do sea paasamenlo.
A toa existencia foi como a da estrella que come-
50a a sciolillar no firmamento, porem qae em breve
foi eclipsada por urna novem caliginosa atravessamlo
o piamos do co. foi como a nota que sendo des-
prendida do coro dos anjos, tendo na trrra mu cor-
la riuiaro fot nnir-se de novo ao concert ce-
leste. t
Eis delineado com ligeiros Irados o quadro da vi-
da. A Biblia diz com razito: A vida he urna guerra
confinan, os nussos dias sio como os dias do jor-
naleiro. Ella he como o mar tempestuoso cujas va-
gas e elevam aos ares e descem 11 nivel-r-se com as
profndelas do abvsnio ; e o homem hi nao be mais
qae um fraeil balel vogando a merc dos ventos e
das ondas arriscado a depeda^ar-se de encontr aos
rochedos que o affronlam.
A campa he o simulacro da elernidade, he a eyial-
laco da Verdade na phrase de V. Hugo ; onde todos
os segredos, todos os luyatenos, enifim lodo proble-
ma da vida se desenlara e recebe a sua verdaOeira
soluciln. As. ideas altivas do philosopho, conbina-
da a forja da medilacio, as illoses douradas e os
tonhos hr limites da imaginarSo inspirada do poeta,
os clculos qae produzem a ambicio e a avareza do
homem, tu 10 se converle em profundo respeilo e
calamento i magsslade do tmulo, que symbohsa a
voz imperiosa de Lieos.
Sufuquem is punge, oceuitemoseslcs seutimeutos profundos, que
a linguagem mal pode manifeslac, e os coufiainos ao
corceo que he o seu orculo ; cesse n baptiimo das
lagrimas, e rrmonle-se ao throuc do Sr. ama prece
pela sua alma.
Jos J. M. Mocarro-
590,000
1:810,000
160,000
IOti.000
3-698,000
823,000
114,000
146,000
bi',000
42,000
consumo dem dem por 8:080,000
Municipios do Rio Formlo
e Agua Preta
St|500 rs. sobre o gado riiorlo para
consumo idom dem por 2:657,000
Miinu-i .'..> de .vna'iifiii.
29500 rs. sobre o gado morto para
consumo idem dem .por
Municipio do Iguarassu.
Arrematados conjuctaniente
2;500 rs. sobre o gado morto para
consumo idem dem por
Impostes a cargo da collectoria a-
valiado por anuo em
20 0|n da agurdenle idem idem
Comarca do l.imoclro.
Arremat dos coojunctamenle:
2>500 rs. sobro o gado tadiado pa-
ra negocioe'dizimo do n.csnio
gado, arrematado anaualiueh-
teem-
Impostos a cargo da collectoria a-
valados por annoem
20 por Ojo d'aguaidenteidem idem
Comarca do Bonito
Arremaiodos conjuclamente :
2500 rs. sobre o gado talhado e pa-
ra negocio e izimo do mesmo
gado, avahado animalmente em 2:770,000
Dizimo do gado cavallar idem
luipostos a cargo da cojlectoria do
municipio do Bonito idem idem
20 0|n da agurdente idem idem
Municipio do Brejo.
Arrematados conjunctamento :
29500 rs. sobre o gado talbado pa-
ra negocio e dizimo no mesmo
gado, avahado animalmente em 1:093,000
Dizimo do gado cavallar idem 52,000
Impostos a cargo da collectoria idem 594,000
20 0m da agurdente idetn dem "38,000
Municipio do Cimbres.
Arrematados conjunclamente:
2#500 rs. sobre o gado talbado pa-
ra negocio e dizimo do mesmo
gado, avahado animalmente em 1:211,000
Dizimo d(t gado cavallar idem em 105,000
Impostos a cargo da collectoria
idem idem em 311,000
20 0[o da agurdente idem idem 38,000
comarca de Garaobuns.
Arrematados conjunctamontc :
2S500 rs. sobie o gado lalliado pa-
ra negocio e dizimo do mesmo
gado, avahado annualmeme em 2:763,000
Dizimo do gado cavallar i.icm 8u#000
Impostos a cargo da collectoria
idem idem em 451,000
20 0|o da agurdente Idem idem 60,000
Comarca de Flores.
Arrematados conjuntamente :
2J500 rs. sobro o gado talbado pa-
ra negocio e dizimo do mesmo
gado, avahado animalmente cm 3:173,000
Dizimo do gado cavallar iem 342,000
Impostos a cargo dos collectores
idem idem em 999,000
40,000
&WltJ*i$tt
I.
AS
PKACA DO RECIPE 29 DE MAIO
. 3 UOKAS DA TARDE.
Cotaces offciaes.
Descont de ledras10 0|'J ao auno
P. Borgcs, presidente interino.
L. Dabourcq J-unior, secretario ioiarino.
CAMBIOS.
Sobre Londres, 27 3(4 a 60 d. e 27 7[8 a 90 d.
e Pars, 350 rs. por fr.
< Lisboa, 95 por % de premio,
r Ki de Janeiro, 2 por 0|n d descont.
Acc3o do hanc: 50 por cento de dividendo por coit-
la du vendedor.
coinpanhia de Beheribe 605000 por acc .1
c a companhia Penambucana ao par.
c ( Utilidade Publico, 30 por cento de premio,
c e Indemnisadora. di ide.>.
< c da estrada de ferro20 por 0|nde prenvo
Disconto de ledras, de 8 a 10.
Acetas do Banco, 40 a 45 de premio.
Ouri..I lujas hespanholas. .
lloauiaai da lis',un vdhaa .
e 6a4O0 novas .
4SO00.....
Prata.I'atacoes brasileiros. .
Psol eolumnarios. .
s mexicanos.....
283i
20 0(0 da agurdente idem
Comarca da Boa-Vista.
Arrematados conjuntamente:
1,500 rs sobre o gado talhado para
negocio e dizimo do mesmo ga-
do, avahado animalmente em 3:091,p00
Dizimo do gado cavallar, dem 209,000
Impostos a cargo dos collectores
incluidos os 200,-s por escravo ex-
portado, avallados annualmeo-
te em 1442,000
20 por cento de agurdente idem 34,000
Imposto de 20 por cento sobre o consumo
e agurdente nos municipios
seguintes:
Olinda avaliado animalmente em
Goiatui idem idem
-\azareth idem idem
Pao d'Allio idem uein
Cabo idem idem
Santo Aiitau idem idom por
Rio Formoso e Agua Pela idem
idem por
Serinhaem idem idem
As arrematacoes aerSoCaitas por tenido de
tresannoa, a contar do i- de julho do cor-
rente anuo. aSOdejuobo de 1860, sobas
2895004 mesmas condices das anteriores, e na l'or-
IBcuoo1! mu do art. 7B do rcgulvinunlo da 3 de agos-
355,000
81,000
80,000
96,000
56,000
254,000
52,000
34,000
O .V. I livro impressii para rtgillro auxiliar do
neral do !' balalbSo, ruiiiendo 32 follias por reis
ni -111,1,
Jos Neguaira >'.? Soma, indcpendenle de propoi-
la, em virlude de oreVun do goveroo da provincia,
SO relamo*da historia do Biasil por Belleuarde a
29000.
J. Fernanda Prenle Vianna, (amhem indep?n-
denle de proposll por iintl causa, 250 azellias de
metal para gavetas a 3720 rei<.
Avisa aossapraditos vendedores que devero re-
cnllicr os referidos objecloi ao anenaJ de guerra 110
dia 211 do rnrrrnle inez.
Sala das sessOes do ci.n- "',1, administrativo para
fornocTi'enlo do arsenal de guerra 27 de maio de
1857.Beroardu Pereira do Carinovogal e secre-
tario.
COKSELHO ADMINISTRATIVO.
Oconsolho administrativo para l'orneci-
monlo do arsenal do guerra teiu do comprar
os objectos segurte :
Para a obra do hospital rcginicntal.
Cal preta, alqueires 200; dita branca al-
queires 25 ; canoas de arela 10 ; oleo do li-
11 liara, gales 4 ; ere, arrobas 3 ; secante,
libras 3 ; travs de qualidade, -com 28 pal-
mos de comprimento, e palmo de face 6.
. Presidio de Fernando.
Ornamentos completos,sendo, verde, bran-
co, e rouso 4.
4.- balalhao de artilliaria a pe.
Brim branco liso para calsas, varas 500;
algodaozinbo para camisas, varas 500.; pan-
no preto para polainas, covados 50 hollanda
para forro, covados 25 ; sapatos, pares 300 ;
esleirs 200 ; botes pelos de osso, duzias
167 ; ditos braucos grandes do dito, duzias
134; ditos brancos pequeos duzias 67.
9.' balalhio de infantera.
Bonetes 35; grvalas 35; sapatos, pares
800; manas 35 ; esleirs 400 ; brim branco
liso para calcas, varas 1088; algodozinbo
para camisas, varas 1000, panno preto para
polainas, covados 100; hollanda para forro,
covados 50 ; boinas branros grandes de osso,
duzias 290 ; ditos ditos pequeos, ditas 157 ;
ditos pretos de osso, ditas 334; livro de 1U0
l'olhas de papel pautado 1.
10.- bateabSo de infanlaria.
Brim branco liso para calcas, varas 480:
algodaozinho para camisas varas, 480; pan-
no preto para polainas, covados 48; hollan-
da para forro, covados 24; sapatos, pares,
192 ; csteiras192 ; boloes blancos grandes
de osso, ,:uzias 128; ditos ditos pequeos,
de osso, duzias 64 ; ditos pretos de osso, du-
zias 160 ; panel aimace, resmas 6 ; penna
de ganso 4o<); caivetes 2 ; tinta preta para
escrever, garrafas 6 ; lapes 72 ; arera preta,
libras 6 ; cartas de a, b, c, esemplares 20,
taboadas, ejemplares 20; exemplares de
grtmmalica poilugucza, por Monte 6; com-
pendios de arilliinetica 6 ; traslados 20; pau-
tas 6.
Companhia fixa de cavallaria.
Brim branco para calcas varas 150; a.'go-
diozinho para camisas, varas 150; sapatos,
pares 60 ; esteiras 60 ; bolOes braucos gran-
pesdeosso, duzias 40; ditos pequeos, du
zias 20.
Companhia de artfices.
Brim branco liso pora fardetas, varas 625 ;
algodiiozinho para camisas, varas 313; pan-
no preto para polainas, covados 31 ; hollan-
da para forro, covados 16; sapatos, pares
104; esteiras 123; botes braucos grandes
de osso, duzias 167; ditos ditos pequeos
de osso, duzias 125 ; boloes pretos de osso,
duzias 105.
Delegacia do corpo de saudc.
Livro ero branco paulado de 200 folhas 1.
Arsenal de guerra,
Livro da 150 folhas 1.
Quem quizer vender, aprsente as suas
propostas iem carta fechada na secretaria do
consellio, as 10 hoias do dia 4 de juuho pro-
simo VIII 1011, II.
Sala dassessoes do consclho administrati-
vo para fornecimento lo arsenal de guerra,
27 de maio de 1857.Manoel Ignacio Bricio,
presidente interino.Bernardo I'ereira do
Carino Jnior, vogal e secretario.
O cousulho de administrado do Car-
daniento do corpo de polica, manda fazer
publico que precisa comprar para as pracas
de pret, 400 pares de suatos'de sola e viri>,
l'etos na tena :
dios urbanos, das frrguezas desta cidade, e
da dos Afogados, so piincipiam a contar do
!. de junho prximo viiulouro, findqs os
rios nrranjos de casa ele. : igualmente far
leiliio dos muitos objectos existentes no re-
ferido armazem, ja aiinijuciado
qnaes, incorrem namulti de 3 por cento, 27, cu|o leilao nao poude ter
todos aquelles que- deixare:n de pagar seus
dbitos, nos referidos 30 dias. Mesa do con-
sulado provincial de Pernambuco 27 de maio
do 1857.Antonio Carneiro Machado Rios,
administrador.
O lllm. Sr. capitSo do porto, para co-
nliccimonto dos navegantes, e de quem mais
possa interessar, mand fazer publico o of-
licio, copia junta, declarando as postees
em que seacliam duas boias ltimamente
collocadas, em virtude de prdem do gover-
oo imperial, pelo vapor de guerra Beber i be,
as barras de Camaragrbe, c Porto do Po-
dras, provincia de \lagoas.
Capitana do porto de Pernambuco, cm 28
como 2 ptimos bois do carroca.
para
lugar
o dia
bem

I :>.
-

O ajjenle Borja lera' de concluir segn-
LOTERA.
DA
provincia,
Lote
na
. \
Provincia.
ila Icia 10 de junho, ole'ilaodos objectos
|>cilcnceules a S E.\c o Sr. (jencral Sea-
aos lotes tiue ioi (alta
ra, relativamente
de maio de 1857. o secretario, Alcxandre de lempo deixaram de entrar em e
Rodrigues dos Anjos. rencia no dia28.
.>. 6j.-lllm. o Bxra. Sr.Era cumnrimen-
ipn
to as inslruccoes sob n. 110, que V. Kxc. me I
dirigi em 15 do torrente mez, passo a in-
formara V Exc. das posicocs em que se a- j
cham collocadas as boias no porto de Pedias!
e Camaragibe.
A do Porto de Pedrs est collocada ao'
Sul da Baixa i .rumie, em cinco bragas de fun-
do, areia lina, prxima ao cabeco de pedrs,
sobre a qual ha urna a duas bragas d'agua,
as mares ordinarias. ,
A boia demora com a ponta do patacho por
52 SO_ Mili a Imrrtiiri 'jr\ tul .*> iata w\n~
*
'>:
ROTIS0 DO THELEGRAPHO
Na hvrana ns. 6 e 8 da praca da Indepen-
dencia ha para vender o roteiro do thelegra-
pho, novamenle reformado, com o nome dos
vaprese nutras embarcaroes que deman-
dam este porto, a 240 rs cada um.
No deposito de mascas, da rua do Ran-
() abaizo assignado vende a dinheiro a vis-
ta, sendo da quantia de 100-000 reis para
cima, os seus felfees billetes, meios, e quar-
los, pelos pncos abarXO in.MK.onados^ ^ ,.#lu.e.
rua da Cadea do Recita n. 43, Csquiua da
Madre de heos :
Bilbetes 5?'t00 recebe 5:0003
Meios 2-700 2:500S
Quartos lj350 1:250?
Por Salustiano de Aquino l'erreira,
Jos Fortunato dos Santos Porto.
O mogo habilitado no ensino primario,
que se ollrece para ensinar. telina a bonda-
de apparecer no engeulio (iuerra do Cabo,,'
a tratar com o Sr Francisco Luir P. Brrelo,
o mais breve que for possivcl.
Kua da Cruz u. 11.
Participa ao rospeilavel publico, cm
-Iva, no sobrado do Calderciro, fregue/ia
do Poco da Panelia.
:>qo
Perdeu-ce no dia 25 dette mez, na
rua do Sebo, nina loneta de ouro de um
vidio: quem achare quizer entremrna
ruado Trapichen. 10, sera' gratifica
52- SO, com a barreira ao sul da igreja por geln.73. precisase -le um ca.ixeiro, sendo
42.-.NO. coma ponta Japaraluba por 3. NE,; de 12 a I i anuos, Drelerindo-se cora pratica
rumos magnticos. Pode-se passar prximo | Preeisa-se de um fetor : quem se jul-
a ella, pelo lado do sul, hcando a baixa pelo i gar habilitado procure a Jesuino Ferreirda
norte, que tem de comprimento na directo
NOSE, de 20 a 30 bracas, e de largura na
de NE-SO, 10 a 12.
- A de Camaragibe esta por lora dos cabemos
e ao sul dcllcs, em cinco bramase tres quar-
tos na baixa-mar, de dias de la, deinoran-
lo com a ponta de S. Miguel por 45. NE,
comomeio da barreira do morro Camara-
gibe por 75." NO, e com a ponta de Santo An-
tonio Grande por 58.-SO, rumos magnti-
cos ; pode-se encostar ao sul da boia que ha
seis bracas, e seguindo na direcco da po-
voaijo do dito morro, vai deminuindo gra-
dualmente o fundo.
Dos guarde a V. Esc Bordo da corveta
behee Bobei be, surta no mosqueiro de
Pernambuco em 25 de maio do 1857. lllm. e
Esm. Sr. Francisco Manoel Barrozo, chele de
diviso ecommaudaiile. daeslac/io naval.
Jos Maria Rodrigues, captao de fragata e
commandaole.Esta conforme, Jos Rodri-
gues de Souza, i. lenle. Conforme, Ale-
jandre Rodrigues dos Alijos.
Con.' hn e vi ie cnr' O abaiso assigll.l iil anida l;irj um l*~l<
de i,iu< fch/.-s I,illi les, me i us e qqarU,
lo riistuine.
Por alu-.lianodc equino I erreira,
l'isr Fortunato M Sanitos Purtu
Lotera
ii\
provincia.
O abaixo a -.i na-lo ven-
de bilhetesjjarantidos, pe-
Pcriiamlnico, que o unico deposito nesta *
leei'lo vinlio de, IOS preCOS :!)HIXO HOU(lo>,
praca, de sen miulocoiil
cbampanhe, he na can dos Sis. J. Prae*
gerdl C-, rua da Cruz u. II.
J. PRAEGER COMPANHIA.
xuadaCruz ii. 11. CT.)tor^t n,
le lia- '
sendo (ia (uanti > v. crin
mil ris pmi cima, a di-
nheirc visti, cm seu e-
iBoooolie de 1852.
8.1000
25-.00
2)008
10860
ALFANUEGA.
Hendimeulo do rtia 1 a 28. .
l.lcm do dia 29......
479:227>i26
18:1410050
187:368^470
DescarreEam boje 30 de maio.
tialera ingleuBonita mrrra<1uiias.
iliroa inglezaSarali Irillios de ferro.
Barca inglezaEn nerdalerarvao.
Brigue mglezMiRnonittetrilitos de ferro.
Barca americanaILiiuiak Thoreslonfarinha de
trigo.
Jtrigua americanoFairyfarinha de trigo.
Hiato americanoRosamondfarinba e bolacliinlia
Brigae dinamarquezMaraqueijos e velas.
Barca porloguezsMaria Josdiversos geuero9.
CONSULADO CERAL.
Bendimenlo do dia 1 a 28. 109:402?578
dem do dia 29. ...... 4:4B4s2lli
113:8663782
DIVERSAS PROVIHCIAS.
Hendimeulo do da 1 a 28. .
dem do dia 29.......
8?2150*16
596S84U
8:8125070
DESPACHOS DE EXPORTACAO PELA MESA
DO CONSULADO DESIA CIDADE NO DIA
29 DE MAIO DE 1857.
Lisboa Brigoe portoguez Relmpago, T. de
Aquino Patiseca i Filho, 550 saceos ai-sucir bran-
co e 50 ditos masvao ; 2 pipas, 12 barris de .-
e 20 ditos de 5.* niel ; honteea, Medeiros t C.,
220 saceos assucar branco e 232 ditos roa CanalBrigue inglez llarr Wor, C. J. Asllej
& C*, 450 saceos assucar mascava,lo.
BallimoreBrigue inglez tiDanleu, Jouii-'.jii i-'alcr
i\ C, 50 saceos assucar ntascavado.
Liverpool B^rca ingleza Juverna, Saunders
Brothers o: C, 600 saceos assucar ntascavado.
ValparaizoBirca ingleza Jame Annao, Atuorim
Irmao-, 500 saceos assucar brmeo.
LiverpoolBarca inuleza Fleet Wing, Saunders
firolhen & C, 60 saceos assucar mascavado, e
168sacca> algoilao.
EXPORTACAO'.
Philadelphia, brigoe americano Brandywine,
de 235 toneladas, coudu/.io o seguinte: 2,800 sac-
eos com 14,000 arrobas ie assucar.
Ballimore, brigue iimlez Dante, de 293 tonela-
das, cooduzio o seguinte :' 2,600 saceos com
13.000 arrobas de .< ti. ir.
KECEBEDORIA DE RENDAS INTERNAS CE-
RAES DE l'EBMA.MBLCO.
Rendimenlo do dia I a 28. 21:302^140
dem do da 29....... i:66us2li
22:97l3(i5i
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendimenlo do da 1 a 28.
dem do da 29.
66:8618619
1:727J296
As pess<>as que se propozereni a esta
rematacao comparecam sala das sesses
mesma jenla, no dia cima declarado, pelo
meio dia, habilitadas na forma do art. 75,do
citado regula ment.
E para constar se mandou allixar o pre-
sente e publicar pelo Diario.
Secretaria da "tbesouraria provincial de
Pernambuco 19 de maio de 1857. O secre-
tario, Antonio Ferreira da Annunciac.o.
Art. 75. Oj contratos da arrematado de
renda, que importaren) em mais de dous
contos de reis, serao eftectuados sob a ga-
ranlia de dous fiadores idneos, que tenliam
bens de raz na cidade do Recite, ao menos
um delles, urna vez que o outroseja notoria-
mente abonado.
Art. 76. As arrematacoes podero cffec-
tuar-se pela maior ou menor hcitac3o offe-
ecida em cartas (echadas.
Art. 16 Do regula avent interno da the-j
souraria.
Os documentos comprobatorios das babi-
1 i tagnes dos arrematantes, e os que devem
provar a idenlidade dos liadores serSo apre-
senlados na sessao da junta anterior a da ar-
rematarlo, para serem tomados em consi-
derac.."!o, resolver-se sobre a lianza, oadmit-
tir-se o licitante.Conforme.O secretario,
A. E. d'Annuuciacfiu.
O lllm. Sr. contador da tbesouraria pro-
vincial, servindo de inspector da mesma tbe-
souraria, em cumpriinenlo da ordem do
Exm. Sr. presidente da provincia, de 20 do
torrente, manda fazer publico que no dia 18
do junho i 11 mil,i vindouro, peranle a junta
da lazeiida da mesma thesouraria, se lia de
arrematar a quem por menos fizar a obra da
conclusio doraiodosul da casa de delen-
CSo, avahado em 66:0050720 rs.
A arrematacao sera Icita na forma da le
provincial n. 343 de 15 de maio da 1854, e
sob as condices especiaes abaixo copia-
das.
As pessoas que se/uropozerem a esta ar-
malaQo coinparecam na sala das sesses
da-mesma juma, no dia cima declarado,
pelo mcio da, competentemente habilita-
dos.
E para constar se mandou allixar o pr-
senle e publi/ar pelo Diario.
Secretaria da tbesouraria provincial de
Pernambuco 23 de maio de 1857. o secreta-
rio, Antonio Ferreira da Aniiuucia;5o.
Clausulas especiaes para a arrematado.
1.a A conclusao do raio do sul da casa de
detengao, eonsiste as obras dispostas no
orcamento.no valor de 66:005*720rs.
. 2.a As obras serao coniecadas dentro de
um mez, depois daassignulura do termo de
arrematacao, e concluida no prazo de um
anno.
3.' O arrematante na esecuQao dos traba-
Ihos guiar-se-lia pelo que se aclia l'eito no
raio do norte, e observara em ludo as pres-
IHEATRO
DE
Saiiti Isabel
QUARTA-FEIRA3 DEJUNHO.1
Seiriimisi recita da assitznaturn.
Depois que a orcheslra liver desempenhado ama
de suas ouverlttras, subir a scena pela pnmeira vez
oeste Ibealro a utleressaute comedia em 2 actos.
0 CONDE DE PARAGARl'.
ComposirSo do Sr. Abrauches representada por
n,ma- vezes no thealro l,\ moasio de Lisboa, e sem-
pre com g-ral aceilacAo.
No iutervallo da comedia a Sra. I). Isabel e oSr.
Santa Rusa caularAo o muito applaudid^ duelo
0 HEIRINHQ E A PQBRE.
Fnalisar;i o espectculo o lindo e enjjracjdo vau-
tlcville em dous aclos
A KiKilA DE iVITOL
Os bilhetes desde ja se acliam a venda no esetip-
torio do Iheatro a qualtpier hora.
Principiar as N horas.
Baile mpular
as pessoas que se propoze- DE
rem vender, deverSo comparecer na sala da f 5 tV" ^ rj F-ffl TTia *' i
secretaria to mesmo corpo no ,1.a f do pra-IJUlll /.i- a O ^ lil \l \\
PATACETE DArmiA i)\ l'KAIA.
Sabbado 30 do corruulc.
Por so ter transferido para junho o diver-
timcrito particular marcado para este dia,
llavera baile publico ; os carloes estarSo
venda no dia do diverlimenlo, o qual deve
principiar as 8 horas o terminar as 3 : os
seotwres socios do divertimento particular
dtvem procurar os ses carloes na noilo do
dia 30.
simo vii.douro mez, peias II horas da ma-
nlla, com suas pjoposUs cm c-rta fecha '
acompaoliadHS d ts conipeleitles amostras'
.cutiipaiitiau u-ts competentes amostras
ar-1' yuartel Uo corpo de policia 28 de maio de
sda ,8:i7'Epipbanio Borges de Mcnczrs Doria,
inte-secretario.
-Companhia
DE
Bcberibe.
\ii-s>t&v&

$$,
Stotototcmr >o?
08:5885915
' cripQocs do engenhciro que inspecionar a o-
No dia 29
tem saluda-.
do prsenle nao liouveram entradas
M*.
O lllm. Sr. contador da tbesouraria
provincial, servindo de inspector da mesma
thesouraria, ca virlude de resolurao da jun
la da fazenda, manda fazer publico, u,ue de '
conformidad com as Ieis, peranle a mesma
junta, devem ser arrematados pormunici-'
pios e comarcas no dia 10 de junho prximo
vindouro, os impostos seguintes :
Municipio do Recife.
25500 reis sobre o gado morto pa-
consuaio, avahado animalmen-
te em 60.502,000
Municipio de Olinda.
2;500 sobro o gado inorlo para
consumo, dem dem por 2:359,000
Comarca de Coianna.
2-J500 rs. sobre o gado mnrto para
consumo, idem idem por 6:86*,000
Comarca de .Nazareth.
2^500 rs. sobre o gtdo morto pa-
ra consumo idem idem por 4:659,000
Comarca do Pao d'Alho.
i50o rs. sobre o gado muri para
consumo idem dem por 4:210,000
Comaica do Cabo.
2?a00 rs. sobre o gado morlo para.
bra.
4." Os meslres empregados na obra, serao
da approvoi;ao do mesmo engenbeiro.
5r' O arrematante ser obrigado a receher
pelos precos do orcamento, todo o material
existente nos depsitos da obra, descontn-
dole o seu valor da importancia da primei-
ra prestaco.
6.' A importancia da obra ser devidida
em quatro prestiic/ies igues, realisadas as
pocas estabeleciuas no art. 29 da lei n. 286
7." Tuto o mais que se nao adiar aqu dis-
posto, sera regulado seguudo as dispusieres
da citada lei. -Conforme, o secretario A. F.
da AnnunciaQo.
CONSELH.O ADMINISTRATIVO.
O roiisBllm a iministralivo, em ciynpriinento do
art. 22 do rcqulamento de I* de deaembro de 1852,
fj/. publico que foram areiUM proposls de Fraii-
ci-co Macirl de Souza, Mannel Francisco de .Mello,
Anlonio Pereira le Oliveira Barros, Anlouio de
Sonta .Mallos, e Joso Noijoeira de^ouza, para for-
necervra ;
O I,- 200 pares de sapatos feilos na provincia a
igSOO, lu) pares de cltmellas a 5200.
O 2-. 3tO pares de sapatos feilos na provincia a
10800. r
O 3.- 480 varas de cordao de la prela a 70
rei.
O 4". um sinete de, punlto com armas imperiaes,
elecenda inspectora do 3- d9lriclo militar por rs,
20B, 1 dito para prem com a legendacoiupanliit
de arlices por 22^.
A clireccao da companhia tetn delibe-
rado fazer cobranca ilos clialurizes e
bicas por ari'emataijrio de cada um cliala-
riz separadamente! sol as condiefies que
seachain patentes no escnplorioda com-
panhia, rua Nova n. 7, primeiid andar.
Ahi se recel)em propostas em carta lecha-
das para qualquer docebafarizes, deven-
do ter lugar a arreiuataco dos do bairro
do Recite no dia dcjinho pro.\iino,
pelas 9 horas da manhaa, onde 'devem
comparecer;os pietendenles com suas
(ancas.
Servir' de base para a arrematacao o
termo medio do rendimento de tres an-
uos ltimos ; sendo o chafari/. la ruado
Brum 5:iAO.sOUO rs. por anno; ruada
Cruz. 6:AO()sOO rs. ; Forte do .Mallos
2:700.s-; caes da Alfandegu :200.s rs.
A direcco esperando il;;uin mclhora-
mcnio da livTeconcurrencia, aceita toda
e qualquer proposta. Bscriptorio da
companhia, 27 de maio de IS7.O se-
cretario, Guilherme Augusto Rodrigues
EXTINCTO BANCO M PER-
HMBGO.
A direcco do exlinclo Banco d Per-
nambuco tfiido ;(c dar lim a sua liquida-
ciO no ultimo do crrente mez, convida
por isso aos possuidoKS das respectivas
notas de emisso, a trocarem-nas ate
aquella data, na cai\a'ilial desta provin-
cia. Recife, 5 de maio de 18-")7.O se-
cretario, Joio Ignacio de Medeiros llego.
A direcuio do extiocto Banco de
Pernambuco, avisa aos Srs. accionistas,
(|iie do 1 a S de junho provimn, se snbsti-
tuirao na caixa lial desta provincia, ]>or
caucOes de accoes desta, as acees realisa-
das ou nao, do extincto Banco de Per-
nambuco, i cediendo os Sis. accionistas a
impoitancia do excesso das realisadas. ou
entregando a da entrada das nao realisa-
das, para licarem urnas contras accoes a
par das do Banco do Brasil, e percebe-
rem geralmcnte os respectivos dividendos
do semestre, que principiara' no dia 1.
de juuho em diante. Recife 2 de maio
de 1857.O secretario, Joao Ignacio de
Medeiros llego.
:- Existimio no almoxarifado dest'a re-
partirn, urna porcao de plvora arruinada,
entregue peios navus da armada, o lllm- -sr
inspector do arsenal de marinha, manda fa-
zer publico, que sera posta por venda, em
basta publica nli porta do mesmo ahnoxari-
fado nos das 28, 29, e 30 do correule mez,
as 11 horas da manhaa, sendo que neste ul-
timo oia seeffectuar a venda com quem
mais inleresss offerecer a favor da fazenda.
InspeccSo do arsenal de marinha de Per
nambuco em 25de maio de 1857.-0 secre-
tario Alexandre Ro h igues dos Aojos.
Pela subdelegara da cidade do Rio Formoso
se I,,/ publico, qu toi preso e se acb.i recolhido a
mesma tadea, uin prelo futido, que diz ter sidu es-
clavo do fallecido padre Manoel, morador no enge-
nlio denominado Anlonio Das, da villa de Porto do
Calvo : e para que chegue ao conhecimenlo de quem
pertencer, faro o presente anininrio. Subdelegacia
da cidade do Kio Formoto, 19 ile maio de ISV7. O
major subdelcuado, Leandro Jos da Silva Santiago.
Pela mesa do consulado provincial se
faz publico, que os 30 dias uteis para o paga-
mento, abocca do cofre, da decima dos pre-
Real com pa i tilia de pa-
quetes iugleztS a vapi;r.
vidr
*""* ~6*;*
gralilicado
com ."t.sllDO reis.
No dia 25 de abril de 1850, ausentou-se
doengcnho S. Vicente, fregue/ia de Serl-
nhSen, o escravo Jo > Jos, pedreiro, com
idade do 15 anuos, pouco mais ou menos,
bstanle ladino, e os signaes que o fazem
bem condecido s3o os seguintes : pouca bar-
ba, com alguns cabellos blancos, bous den-
tes, tora urna unha do dedo grande do p a-
lejada, assiin como urna outra da m5o, cara
bexigosa, o o nariz um pouco pei)ueno, be
crioulo, e natural do-Recife, onde consta, e
tem sido visto trabalhamio, no ollicio de pe-
dreiro, em que he perito : quem o pegar le-
ve-o a rua .Nova n. t, segundo andar, que
ser gratilicado.
ATTENCAO*.
O abaixo as raga ao Sr. Iliesooreiro e ios
senhores caulfllislas miado, o bilhete inlciro de n. 3391 da ullima i arle
da quarta e primeiro da monta lotera de N. S. do
liuadalape da cidade delllin.la.ique deve correr bo-
je (30). cujo billicte foi comprado ao Sr. JoSo Fran-
cisco Ferreira, e desencaminado de minha lojl na
rui do Quelmado n. il, no dia 28 do correre, em
occasiao em que se achsvi alcuns matulos.
O abaixo HSigDldo declara que se desencami-
nlioo da m3o do eu caiielro Jos Franeiaco de Sou-
za lugllllles um vale da quantia de 30* que llie
passara o Sr. Pedro Antonio Teixeira Cuimarae,
pelo que previne a0 mesmo Sr. Pedro Teueira que
nao paaoe o referido vale a pessna ahorna. Joa-
quiui Francisco de Mello Sanios.
Seno liouve mitsa pa?ociiial na malriz dos
Afogados no da da llora e no dnminzo 21 do cr-
ranle foi em raz.lo de e adiar tloenle 0 Kvd. coad-
jutor, que em lunar do paradlo celebra; porm nao
se lornaram seusiveis laes fallas, porque as horas do
esijlo celebrou-se misn naquclles das na capclla
do Rosario, que hca dentro 0o povoado. Um que
ouvio missa na supra ila eapella.
Os quarln. rio bilhetes n. III e 7"i, na ullima
pane da quarta loteria e primeira da quinta, per-
lencem no Sr. capitao Francisco Antonio de Soaia
Camis.lo. -
O bao SMlguado declara ao Sr. Fnrle, que
protesta |8o pagar joros da llra que endossou pelo
seu lavmdor Jote Fernaades da Silva, porquanio a
elranfloloi apresenlada al o frsenle, e o abaixo
assignado lem procurado n Sr. Fortes para rsgala' a
nosna letra, e nao ha quem Ir noliru da atorada
do .Sr. Fortes, e por isso lem de procurar o importe
no seu enceulin.M. P. Oueirogi.
- Comnra-se um escravo pedreiro, que
seja rrioea c sem vicios nem achaques : na
roa do Sol, casa n. 11. Na mesma casa pre-
cisa-sa de urna ama forra que compre na
rua : pag-se bem.
Padaria.
Preeisa-se de um amassador que entenda
de todas as massaa : na rua da Senzala e-
aa o. si. Agradando o seuservico. pai:a-se
bfim.
OfTerece-se mu ama com muito hom
leite, para criar qualquer menino : quem
precisar, dirija-se a rus do Colovello n. 53.
Naantiga loja do panel c livros, do
Cnrdoso Aynis, na rua da Cadeia do Recife
n. 3! a, continua a ven ler-secha hysson da
molhur quahdad ; bem como lem" sempre
sortimento desst genero, de qualidades di-
versas, por precos dill'erenles, e commodos.
Receberam pelo ultimo humo v
vre, urna nova porcao de atinado .la- UCia (IO KeClle II. iO, pri-
moso
Y1NH0 U CH&MPANHE
de Enhene Clic ual a Keims.
r"I^?
Hitas
Vende-se urna porcao de tintas prepa-
radas, assim como algumas barricas de
Praeger A
meiro
-ntiar.
Ihlheles.
Mi-ios.
Ouarlos.
...ViOO
2|70i
IJJSM
. IfJjjlMb
alvaiade : no irmazem de J.
Companhia, na da Cruz n. 11.
CHAPEOS ATAMBERL1G
Dt famadu fabricante
Pinneau de aris.
Acabamdecliegar |>e!o ultimo paquete,
os supra mencionados chapeos deste aja-
mado fabricante, e vende-se na loja de
V portas, da rua da Cadeia do llecib n.
18, de Narciso Mara Carneiro.
Precisa-se de um ollieial de-alfaiale
que tenba pratica: a tratar na ruada
Madre de Deosn. 56, primeiro andar.
Igrejadal dre
de Heos.
Amanliaa indam-se os santos CAercicios
du Hez Marianno, havera" as horas da
madrugada missa cantada, esermo pre-
gado pelo Kvm. padre mestre pregador
da capel la imperial, Fr. Joaquim do Es-
pirito Santo.
Cravos braucos.
Contiuuam-se a vender, em peiiuenase
frrandes pornies, cravos blancos pan hl-
lese casamentes: na rua da Praia n. V0,
terceivo andar.
Na rua deS. Hita n. 1S, tem um
segundo andar pura alugar, com com-
modos para familia : a datar na rua do
Calinga, loja de iniude/.asde \ portas.
Ce Dora-se ni fabrica de espirites, de
i Jos Joaiiiiim Lima bairSo, na rua uircila n.
fl~, garrafas e botijas vasias. o pagara-so
bem ; assim como g.irrafas brancas e fran
cezas, anida mesmo se ido de azeite.
Os socios do Areopago Lilterario com-
pareram rua da Ale^ria, casa n. 38, hoje
pelas 4 horas da tarde, para urna sessiio es-
traoi.linaria.
He preciso contratar urna pessoa para
a distribuicSo do Clarim Lilterario: quem
qiii/.r, dirija-se a rua da Ale/r a, casa n.
38, a tratar com o tbesoureiro do Areopago
Lilterario.
covado,
a
rs.
Ale o dia 31 desle mez espera-se da Europa, um
dos vapores desla companhia. o qual, deiiois ,1a de-
mora do ci.iiime, seguir para o Kio de Janeiro,lo-
cando na Baha : para passageirus, etc., Irata-se com
os agentes Adamson Ilowie & C, rua do Trapiche-
Rovo n. te.
Para a Baha
O veleiro e bem conhecido palhabole Dous
Amigos, pretende sahir uestes oito dias;
tem prompto metade de seu carregamento :
para o resto o passsgeiros, para os quaes
tem encllenles commodos, tiata-se como
seu consignatario Antonio Luiz de Oliveira
A/.evedo, rua da Cruz u. 1.
Para Lisboa, sabe cm poucos dias o
brigue porlilguez Relmpago, para o resto
da carga e passageiros, para o que tem en-
cllenles commodos ; traia-sc com os con-
signatarios Tbomaz de Aguino FonsecaA
Filho, na rua do Vigario n. 19, primeuo an-
dar, ou com o capilao na praca.
Troca-se urna barcaca nova de '26 ca-
nos, por outra de 50, dainio-se a differenca,
ou vende-se a mesma, que se ocha apparc-
Ihada e prompta a navegar : na rui da Cruz
n. 35, primeiro andar, a fallar com Joaquim
Congalves de Alluiquerque.
Para o Rio de Janeiro sabe com
muita bra idade a barca llecii'e, e tem a
maior |iarte de seu carregamento promp-
to : para o restante e passageiros liata-se
com Manoel Francisco da Silva Carneo,
na ruado Collegion 1.5, OU com o capi-
lao Manoel Jos Kiheiro, abordo.
- Para Lisboa, sahlra impreterivelmente
no dia 7 do corrente, o veleiro brigue por-
tugus Relmpago, o qoal anda podera rece-
ber alguma carga a lete, e passageiros,
para o que trata-se na rua do Vigario ti 19,
primeiro andar, com os coasignaiarios T. de
Aquino Fonseca & Filho.

O agente Pestaa fara leilSo de inni-
de qaanlidade de mobilia de Jacaranda,com-
pleta, dita de amarello cousistindo em me-
sas redondas, consolos, solas, marquezas,
toucadores, aparador, candieiro americano,
apparelbo para cha de porcellana diverso,
relogiodc oaro palete, corrente, irancelim
e mais objectos que se aclum patentes nodia
do leilao, no referido armazem : sabbado 30
do corrente, as 11 horas da mannaa, em seu
armazem na iua da Cadeia do liecife n. 55
0 agente Borja fara leilSo sabbado 30
do corrente, as l horas da manhaa, cm s^u
armazem na rua do Callegio n. 15, d-i diver-
sos movis pertencenles a urna pessoa que
se relira para a ICuropa, constando ue urna
excellente mobilia de Jacaranda, com-pedra,
urna ptima secretaria tambem de Jacaran-
da, 2 guarda roupas, commoJas 1; meias
commodas, urna cania franceza, varios lei
los para changas, um lindo toilette, espellio
de vestir, lavatorios com os competentes ar-
ranjos, um grande guarda louc,a, mesas de
abase elstica (grande:, urna ptima mobi-
lia ae amarello completa, varios movis de
mareineiria para diirerentes misleres, can-
delabros e linternas devidro, lindos vasos,
figuras e mais en lu tes de porcellana e de
cryslal para sala, um encllente relogio de
parede, quadros com estampas, ulensis e va-
Cassas fraucezas de goslos noves a 0 o
covado; dao-se amostras: na loja das 6
portas cm frente do Livramonto.
ala para alu-
gar,
Aluga-se urna grande sala, sendo no bair-
ro de Santo Antonio, molnli.ida, propria lia-
ra qualquer pessoa que quizer leccionar
qualquer liugua, ou mesmo para alguma
sociedade de instrucQao, ou tambem para
dormida de caizeiros, do qua com a vista
d ts pretenderles se tara lodo negocio ; pu-
dendo dirigir-so ao pateo da Peulia n. 2,
que se dir quem aluga.
- Precisa-se Ce dous amassadores que
antendam bcYn de masseira, e compra-se um
CaixSo para deposito de bolachas, e vnde-
se una porcao de bolachas muito boasa4
rs. a arroba: na nova padaria Uo Chora-
menino.
DSr. /. da S. I". A'ves queira vir rua
dt. Cadeia do liecife entregar um relogio
quo pedio emprestado para jr a Olinda, e se
n jo vier vera seu nome por extenso ueste
Diario, ou enioutro qualuuer jornsl.
la loja
das seis portas
EM FRENTE DO L1YRAMEP.U.
A 2*0 rs.
Cassas francezas de bonitos gostos a 340 o
covado, risi-ado fiancez a 160 o covado :
dio-sc amostras com penhor.
Joao Licio Marques, subdito portu-
guez, vai a Europa.
Pede-so ao Si- Firmino Martiniano da
Silva Carneiro, que venba a rua larga do Ro-
sario n. 50, primeiro andar, para receher
carta de cireumslancia, viuda de Pao d'a Ibo,
Precisa-sede una a,na que saiba bem
engommar e cozlnhar, para casa oe pouca
familia, e paga-se bem : quem pretender,
dirija-sea rua Augusta n. 3, sobrado.
Luiz Jjs i'ereira SimOes, baslante
procurador da sua mSi 11. Joanna Francisca
de Jess, ven 10 o annuncio do Sr. Frcmout,
ex-gereuleda casa de Fremont Lasne, de-
clara que nao consente nem autorison o
traspasso da chave ou sua propriedade, sita
na rua d i cruz n. 27.
Signaes do escravo Victorino que fu-
siono dia 27 de maio de 1857: rosto um
pouco comprido, olhos futnacados, nariz
chalo, com falta de denles na frente, u
lenle muito arruinado tambem na frente,
altura regular, possante do corpo, ps cha-
tos, sen Jo o p esquerdo mais grosso do que
o direilo, proveniente de u,na ferida que
leve em algum lempo no dito p esquerdo,
idade 2* a 25 anuos, pouco mais ou menos .
quem o pegar, leve-o ao engenho llurralho,
que sera recompensado, ou na rua Nova
u. 65.
Um estrangeiro recem-cnegado preci-
sa alugir mn sitio perto da prac.a, embora
pequeo, e que a casa possa acommoda
unta pequea familia : a tratar no escripie-
rio da companhia da estrada de ferro, rua
do Crespo, das 10 as 3 horas da larde.
Lotera di
si
pro-
vincia.
Corre sabbado.
coi rente.{* J. L*v
50 do
tte.
Nodia 2* do corrente, roubaram da
casa deuina lavadeira, sita na travessa da
Concordia n. 21, a seguinte roupa : 3 cami-
sas de senbora, 6 ditas de homem, 3 calcas
de riscado de cor, 2 lences de madapolao,
1 dito de brim, 1 palito .le riscado.
Os abaixo assignados, declaran que o
Sr. Jordeliuu Mendos Pereira, dei.viu de ser
seu caixeiro desde o dia 25 do crrenle, por
isso lica de nenhuui cffeilo o que o mesmo
lizerem nosso nonie. Seralim ^ Irmao
Il Clara Lapart relira-se para Europa.
- Fremont, ex-gerenle da casa de Fre-
mont i Lasne, rtaira-se para Europa. O
mesmo s-mhor vende o seu araiazem armado
com todos os pertences de escriptorio, e
traspassa as chaves do mesmo : quem pre-
tender, dinja-sc a rua da Cruz u. 27 : c
quem tiver coma com o mesmo,apatrona no
...razo de 8 dias.
Precisa-se de um caixeiro para um en-
genho perto desta capital: a tratar na praca
do Corpo Santo, escriptorio n. 6.
O morador da loja da rua do Sol n.
23, precisa retirar-sc breve, c por isso von-
de barato por nao conduzr, o que Ihe qui-
zerem comprar do alli existente.
Sabbado ;to do Torrente pela* 3 horas da larde,
depois ila auiliciicia do Sr. joi/ de pal. do segando
dislricto de Santo AoIdo, se lia de irreaiatar oa
bens peiiliorailo* a Firmino Jos do L-pirito Sanl,,,
por eteco^ao de Oliveira Lima, entre os quaes um
crucilicio de ooro. orna rlarineta de edavet, e ou-
Iros objectos do metmo eiecalado.
Apresenloo-sc em casa du abaiio astinajn om
menino de nome Domingos, cor prela, i i l.nle de I i
annos, puuco mais ou michos, pedimlo ajazalho e a-
zendo-^e-lbe diversas pi-munl.i-, declarou ser nalu-
ral de (ioiaiina, nao ler pai in-rn mili c ser forro.
Ileclara-sc, porianlu, que rpeponsaltilidide aluoma
loma o aniiuiiciant,1 por qualquer esiravio que poisa
ter dilo menuio ; lano mais que o fe/, aprsenla;
peranle o lllm. sr. tabdaleaailo francisco de Miran-
da Leal Seve, e Ui. iaual declaraco de ser forro,
por comi-orsrao se lite conliiiu.i a prestar aa i.'ii- IpiT pesoa que tiver dominio ou autoridad*
nelle, se dtriuir a roa do Uruin,armazem de assucar
n. _'S B.--Jo*eda Silva 1.0)0.
Ibiutem a noile 27 ,1o corren!*), no liolprpiim
do Sr. l'.-iiva, o ahaim assignado, perder, de unta de
suas alsib-iras 12,'t? em sedulas, sendi urna nota
liranca nova de lOOSdo Itlico do Kio d'Janeiro, e
oulra lambem brauca e nova de 20)0 do ban-
co de Pernamburii, arr.bss eslavam nitrada, e
a de 20a eslava deniro da de 1000 : qo<-iu aeltou
e quizer entronar, po-lera' tasar ao aban t as*ii:iiaitn,
ou mesmo a la familia, ra ca-a de su. residencia,
na rua uo Livramcnto u. 33, segaa4o a,,.lar.
Jos Nieolaa Fccrcira di sanios.
Quem se julgar com direilo a loros
elaudeniios a'scasas de Francisca Harta
da Conceicao do beccodas Miudinhaaa.
I dos herdeiros de Jos Maria de Amo-
ritn, n. travessa do Caldeiieiro, vul;;o
becco do Monteiro, vendidas pela lai tida
provincial, appareni atp o dia 30 do ;"l_
dante mez, narualargadoBaaarion. 17.
Na rua Nova, deposito de pianos do
Sr. J. I'. Vogeley, ha para vender um
excellente piano inglez, do autor Collard
di Collard, por preco mdico. ,
Da-se at a quantia de 5>r-. a pre-
mio, sob penhores de ouro oa prata : quem
precisar, dirjase a rua da Penha n. 25, pri-
meiro andar.
O ahcixo assignado, filho do fallecido
commendador Luiz Comes Ferreira, declara
novamente que vendse perseguido por
contasde bou Comes Ferreira Jnior nao
ie esponsabilisa por ellas, 'pois que se as-
signou sempreLuiz de Moracs Comes Fer-
reira.
LOTERA do
Rio de Ja-
neiro.
AOS 20:0(M).s-, 10:4Kifl.< E V:0O0i.
Na prara da Independencia n. VO,
aCliam-sc a venda os novos billxicsda lo-
teria ii- do Alonte-Pio-tleral, que devia
correr a 2o do presente ; as lista espera-
mos pelo vapor brasileo, <|tM> licava a
pinina l': na-mesma loja cima c la-
ca' o pi-ompto pagansenlo do prenM,
dcconlormrdadeaos nossos annuncio.
Joao Damasceno Pacheco, de preatata
morador em trras do engenho da Escaria,
muito grato sera a pssoa que Ihe tler noti-
cia, certa da existencia oa morledeten fi-
lho, Simplicio Alves Pacheco, o qoal Tora
recrutado no anuo de 1851, e logo remetalo
l"ir.i o sul de Imperio, pede porlanto aos ha-
bitantes, tanto das provincias do sol, cont
do norte, que lrem o preseole a'inuncio.que
por honda le declarem o que souhcrem a
respeilo, pudendo dirigir-e por carta nesta
provincia io sr. Ilulino Joaft Fernaodcs de
rigueiredo, na secretaria da pre-idencia.
Altencao.
i
Maria llosa da Assumprao. de confor-
mMadc com os seus annuncios jvor v,-,-<-s
tranacriptoa neste jfi, previne rpicna
i'tir, :ci', iiii," su i' uuiCdiiK'iile |'.s->u <
assipriou luna olirij^iicini ie seisotiilos ,-
noventa mil res iii'.ii>.sl()!|, cm 21 iW-
'i-wieii-o do corrt'nle auno, a favor do
Sr. Joaquim Aulunio (ia Silvcira, cotn o
prazo do (lo/.e miv.es, sendo que oulro
quali|ticr titulocrcditorio pie jpparca
com sua a-iirn.iliu.i, lie f.ilxo sem valoi
algum, assim como pie niio ai;;non c-
criptura de l,\ pollwca c testamento al.
;um. Becife, IS de maio de 1857.ala-
ria llosa da Auumpco.
Tre>se. fabricante do or-
gftos e realejos, rua las
Flores n. JO,
avisa ao respeitavel publico, que coacerta
orgSos e realejos, pita marchas modernas
deste paiz, roncera sarapbinas, pialaos, cai-
xas de msica, acordeoes e qualquer ias-
trumento que appareca, c tamben fas ara
nova. Xa mesma casa i*bnram-se cuut
para joias de qualquer nalureza, retratos,
carteiras homeopalhicas, estojo, figiiairm.
ele, etc.
Rtr;i-se
a quem dcscobslr urna tronza de mapa la-
vada que deseucaminhou-se do porto da
canoas da ponle da Hoa-Vista, a qoal sa jul-
ga ir sido culregue em urna casa por enga-
no, sendo a maior parle delta de eacram :
pede-se, prtenlo, a quem a tiver, a Mandar
levar rua nova n. 38, loja; ou sananariar
para se procurar.
Irma nd a lie do 5S. Sncr-
n.eiio oa Matriz da
lio Vista.
O aacrivSo desta irmandntfa, almvo a> g-
nado, convida a todos us irmSos -m geral
ptia romparceereni in> domingo, 31 do cor-
rente maz, pelas 9 horas da niaahaa, no con-
sistorio da irmandaJc, am de se proesd-r
a eleico para a nova mesa que tem de diri-
gir o anno de 1857 a 1858
Jos Joaquim da Silva lioimarSc,
- Quem precisar de aterrar qualquer li r
mno ou alagado, dirijas a rua do Jload
go n. 99. Na mesma casa se dir quem ten
urna canoa a berta, que pega um milheiro
de lijlo de alvenana grossa, para vendajr
oor preco commodo.
J. James Bevins c saa muler reti-
ram-se ;,ara t uropa.
Rclogios.-
Francisco Jos i.erman, relojocim, com
loja na rua .Nova n. I, avisa ao resp?itavet
publico, que acaha de contratar com o* pri-
meiros fabricantes,tanto de Inglaterra c.t-no
de tranca e Suissa, para os mesmos Ihe fa-
zercm rcaiessas dos mas acreditados relo-
gins, lano de prata como de ouro; assim
. i no se cucarrega de fazer qualquer encoa.
menda tendente a sua arte como de outra
qualquer, pelo que promet* o bom drses-
penho detudoqjelhe for encela lo. Ma
mesma loja existe um grande c viadosor-
limeutju de relogios de ou-o e prala, patea-
ses, damadasaa quaiiJad-s, ditos aa: Tiranos
de um gos o iii.i.iurno, di los cun i.csprrta-
dor, com corda para 3 das, dti m merka-
nos com corda para 8 dias. Jilos a parede
com i.usicas, grandes ,; ., .....a, P'adula
ru-j.~, praptiiM paira i
rio, imparta lares pequen segraa i'-*,eor-
renloes de our.i, ,,,-. U1-
ouro das mais amaernii, acata
para Iheatro, ditos de mam do meli.nr gasto,
ditosdeaco eoaaoMMaa aa mais la
apparecuo, iun. lis de ouru, nr > beata
rara pualio, ralogiajt a euro 'smaUe
de biilhiait's |t>. > niiora, uai artiauaMa
le simis de ouro, emitios mullos oltjcclos,
que serao aprescnia.lus i usa dos coaaatra-
dores.
No dia 3'' do corrente m. i, depois ria
nndiencia dol.-, jun i'iunici.-I das gaaa
vara, se h3o Ce aire usual por rcada, na ca-
sa das audiencias, o resta I
rajos a Luiz liri-Ferreira, |
0. lliiii.ui.i i ds t:, iic.-ic.io tai ir ai
Baptista, par ter uaaaaarsdo ana Hmm-
la audiencia o nn-smo JU'Z.
l'reciaa-se d- uut booi amastador : na
padaria 11.1 rua al. az da matriz da boa-* isla
n. 0. .
ILEGIVEL



MimuAno



_ _
DIARIO DE PERNAMBUO SABBADO 00 DEMAIO DE 1837.
CISULT0R10 HMEOPiTHICO
Onde se acham sempre os mais acreditados medicamentos, tanto em tinturas como
em glbulos, e preparados com o maior escrpulo e por pregos bastante commodos :
PHECOS F1XS.
Botica de tubos grandes. JO/000
Dita de 2* ... l.v-ooo
Dita de 36 ... 205000
Dita de 8 ... 250000
Dita de 60 ... 309000
Tubos avulsss a ..... 19000
Frascos de tinturrademeia ooga. 29000
Manual de medicina homeopathica de Dr. Jahr com o dic-
.1 cioarlo dos termos de medicina......... 209000
Medicina domestica do Dr. Henry ......... 10/000
Tratamento do cholera morbus.........j 2/000
Repertorio do Dr. Mello Moraes.......\ \ 'ooO
PEDRAS PRECIOSAS. *
Aderemos de brilhantes, fc
diamantes e peroles, pal- &
; leiras, alfmetu, brincos ftj
rozelas, boles e aune ii jg
2 de dill'renlM Rosto* e ite
Si diversas podras de valor. *
^
Compran), vendem 00 *
< Irocam prala. ouro, bri- ~
S lhantes.diamaoles e pero- *
?: lis, e oulras qaaeeqaer
* joiasde yalor, a dinheiro
I0REIS1 l ODiRTE.
LUi II VRIVII
Ra do Cabuga n. 7.
>' OORO E PRATA.

Aderece* completo de '
: ouro, meios dilos, pnlsei- <'
* res, alfioetet, brincos e *
B rozelas, cordbes, trance! ^
* lins, medalhis, correnles =
* e enhile pare relogio, e '&
5 oairoi muitos objeclos de
*. ouro. j>
| Aparelbos completos de *
a prata para cha, bandejas, g
i salvas, cutirles, colheres i.
6 de sopa e de cha, e raui- I
J los outros
Receben, por to-
dos osvap >rsda Eu-
ropa as obras do mais
gjs u porobr... I 'oderno gosto, tan-
%mj*mmwmmmm l de Franca como
de Lisboa, as quaes vendem por
pre^o commodo como costumam.
prata.
objeclos de
^WBBBB983agaBa%SB|B
Attenco
R. C. Yates & Companhia: estabelecidos
no Rio de Janeiro, na ra do Hospicio n. 40,
vendo um annuncio publicado em urna das
folhas de Pernambuco pelo Sr. Bartholomeo
K. de Souza, prevenindo ao publico que o
verdadeiro xarope do bosque s elle he
quem vende.prevenimos ao mesmo publico,
, que o nosso xarope be remeltido do Rio de
Jrneiro pelos cima propietarios ao Sr.
Manoel Alves Guerra, e este senhor fez o de-
posito para ser vendido na pbarmacia do Sr.
Jos da Crux Santos, na ra Nova n. 53, ni-
cos por nos autorisads para venderem o
nosso verdadeiro, e mais prevenimos aos
senhores consumidores, que ha perto de 5
annos os rotlos collados as garrafas sSo
assignados por Henry Prins, como procura-
dores des cima propietarios. Rio de Janei-
ro 13 de Janeiro de 1857.
Bartholomeo Francisco de Souza, len-
do o annuncio dos Srs. R. C. Yates panhia no Diario n. 17, em que diz ser so-
mente verdadeiro o xarope de bosque que
se vende nesta cidade na pharmacia do Sr.
Jos da Cruz Santos, onde fez deposito o
Sr. Manoel Alves Guerra, que recebeu delles
propietarios, declara ao publico, que nSo
duvida seja falso o xarope de bosque que
lamliem vende em sua botica, jnas assevera
que elle he comprado aos meemos Srs. R.
C. Yates di Companhia, do Rio de Janeiro,
como provam os documentos abaixo :
RIO DE JANEIRO 8 DE AGOSTO DE 1856,
O Sr. Bartholomeo Francisco de Souza
comprou iR.L Yates & Companhia :
* duzias delrarrafas com xarope
do bosque a 543000.........2165000
6 duzias de 1 \- garrafas cora xa-
rope^ bosque a 275000......162S000
- Rs. 378000
Recebi o importe cima, do Sr. Antonio
oaquim Vieira de Carvatho. Rio de Janeiro
de agosto de 1856. Por R. C. Yates &
'.ompanhiaJos Paulino Baptista.
Keconhego verdadeiro o signal supra. Re-
eife 8 de agosto de 1836.
Em fe de verdade.
Manoel Hilario Pires Ferr3o.
RIO BE JANEIRO 18 DE FEVEBFIBO DE
1857.
Os Srs. Constantino Comes de Faria & Fer-
reira compraram a R. C. Yates & Compan-
hia :
? duzias de garrafas com xarope
do bosque a 54c<)00.........216/000
6 duzias de 1|2 garrafas com xa-
rope do bosque a 279000......162/000
Rs. 3785000
Recebemos o importe. Por R. C. Yates &
CompanhiaW. C. Cerwartt.
Nos abaixo assignados declaramos que
compramos o xarope cima para o Sr. Bar-
tholomeo Francisco de Souza, de Pernam-
buco, em virtude de sua ordem de 3 do cr-
reme. Rio de Janeiro 18 de fevereiro de
1857.Constantino Gomes de Faria & Fer-
reira.
Keconhego ser verdadeiro o signal Supra
de Constantino Gomes de Faria Ferreira.
Rio 18 de fevereiro de 1857.
F.m f de verdade.
Pedro Jos de Castro.
Precisa-se alugar urna parda ou preta,
preferindo-se escrava, quesaiba tratar de
enancas, e dos seus arranjos : a pessoa que
a tiver, ouqueiradisso se encarregar, diri-
ja-se a ra des. Francisco, como quem vai
para a ra Bella, sobrado n. 8, para tratar de
seu ajuste, que ser bem pago avista de suas
quaUdades.
DENTISTA FRiNGZ. |
Paulo GaignoBt dentista, ra Nova n. 41 : ;.;
na mesma casa lera agua e pos denlriiice. @
O Dr. Ignacio Firmo Xavier faz publi-
co, que mudou sua residencia para o seu si-
tio na Passagem da Magdalena, que lica ao
norte da estrada entre a ponte grande e a do
Chora-menino, o ahi lem preparado una
casa de saude com todos os commodos para
o tratamento de escravos, cujos senhores
residam fra da praca, ou -que n3o os pos-
sam curar era suas proprias casas : quem
para isto quizer-se ntilisar de seus servicos
mdicos, que serSo desempenhados com o
maior zelo, dinja-se ao pateo do Carmo n.
9, primeiro andar, ou no referido sitio da
Magdalena. Preco-2/OOo diariosexceptu-
ando conferencias, sanguesugas e ooera-
ces.
O
-'>-';;;>
Precisa-se-de um preto para todo o
serviro to urna cusa cslianfeira, paga-se
liera : na rua da Ci uz n. Z~>.
:i No alcrroda'Iloa-V'ista ii. 4, lercairo an-
dar, conlinua-se a tirar retratos com toda a
perfeicflo, e pelo novo systema norte ameri-
cano. Ahi existe sempre um completo e va-
riado sorlimento do caixinhas, quadros e
joias de ouro para col!oca;3o dos retratos.
Todos os dias das 8 horas da manhaa as 4
da larde est a officinn c galera disposi$3e
do publico.
Ossos.
Na rua da Sensala Velha n. 116, comprara-
se ossos do boi.
Compram-se travs de 25 a 35 palmos
de comprimento, e palmo de grossura : na
livraria da pra^a da Independencia n- 6 e 8
Compra-se urna cabra costumada a
criar menino : na rua de S. Francisco, so-
brado n. 8, e na livraria n. 6 e 8 da piara da
Independencia.
Compra-se effectivamenle na rua das
Flores n. 37, primeiro andar, apolices da di-
vida publica e provincial, arenes das compa-
nbias, e da-se dinheiro a juros, em grandes
e pequeas quantias, sobre penhores.
f Compra-se efectivamente cobre ve-
Iho, seja de que obras for, forro de navios a
300 reis a libra, e lalao a 260, e peridicos a
45000 arroba ; no pateo do Carmo, esquina
da rua de llortas n. 2.
Compra-se um sitio perto da praca e
urna casa terrea nesta cidade : a tratar na
rua do Cabuga, loja de ourives n. i D.
Compram-se barris de vinho que nao
tenha mistura d'agua : na rua da Senzala
Velha n. 110, deposito de bebidas espiri-
tuosas.
Sttt0*
Ama.
Rio-Formoso. j
9 O Dr. Joao Honorio Bezerra de Mene- fl
V *, medico pela Kaculdade da Baha, lem L
(j do sua residencia na cidade do Rio-Kor- ^j.
. moso, e de noo efferece seus servicos a lo- 2
^ das at pessoas qaeo honrarem com sua con- W
$$ Hanca.' ,-.
--- Faz-se todo e qualquer negocio cora a
cnelhor loja do Passeio Publico n. 9, com
hienda ou sera ellas ; a fallar na mesma.
Alujta-se a'primeira salado primei-
ro andar -do sobrado da rua da Cadeia
do Kecile n. I i, muito proprio para es-
cnptono: a tratar na loja da mesma.
O abaixo assignado, por parte da com-
mlssSo liquidalana da companhia de Pesca-
ras Lisbonense, faz publico quedeconfor-
midade com a rosolucao tomada em sua as-
amblea gera!, se proceder a venda em lei-
lao publico, na praga de Lisboa, de todos os
navios da referida companhia ; e como bre-
vemente tem de ebegar a este porto o bri-
gue denominado Pescador, perlencente a
mesma.avisa-sea todas as pessoas interes-
sadas na compra de tas navios, para que o
examinem. podendo dirigir ao nbaixo assig-
nado. no seu escriptorio, rua da Cadeia do
Recife : o supradito leilao ter lugar logo
que o mencionado brigue, regressar nesta
viagem. Por Francisco Gomes de Oliveira,
Joao da Cruz Macedo.
Precisa-se de urna pessoa para o ser-
vico interno de urna casa eslrangeira, que
entenda de cozinha : na rua Nova n. 17.
Precisa-se de urna ama para o servico
interno de urna casa de pouca familia : na
praca do Corpo Santo n. 17.
Sacca-se sobre a piara do Porto : na
rua da Sanza-Novan. -i.
Cootinua-se a precisar de alugar urna
ama secca de portas a dentro : na rua lar-
ga do Rosario n. 40, segundo andar.
Advogado na Babia.
O bacharel Jos Martins Alves, advogado
na cidade da Bahia, rua dos Droguistas n.
51, primeiro andar, orferece o seu pequeo
presumo aos senhores desta cidade e pro-
Ttacia, que alli tiverem dependencias em
quaesquer negocios que tenham de correr
pelos diversos tribunaes ou reparticOes pu-
blicas. As cartas que lhe forem endereza-
das devem ir, em sua ausencia, aos Srs. Al-
ves, Filho & Companhia, com loja de ferra-
gens na mesma rua e casa. As procuracOes
devem conter poderes para substabelecimen-
to. Os honorarios serao pagos conforme as
convencOes, e sempre naquella cidade, para
o que devera haver alli pessoa competente-
mente habilitada.
OSr. Joo Nepomuceno Coelho da
Silva, tenlia a bondad? de ir a travessa
da Madre de Deosn. 18, primeiro andar
a negocio de seu nteresse.
^1-- Precisa-se de um hom'em de idade e de boa
conducta, para tratar de um sitio : a tratar com o
Sr. Manotl Joaquim Correia Leal : na Boa Visla
jauto a caa d'agua.
Precisa-se de um moco portuguez, de
18 a 20 annos, para caixeiro de una fabrica
de velas do carnauba, dando Dador a sua
conducta : na rua Direita n. 59.
>
Precisa-se de urna ama para casa de pou-
ca familia, que saiba cozinhar, e engommar,
com toda a perfeicSo, e paga-se bem : ua
rua do Ccllegio n. 15, armazem.
JOHN GATIS,
corretor geral
E AGENTE DE l.Ell.O'ES COMMERCIAES,
n. 20, rua do Torres,
PRIMEIRO ANDAR,
praca do Corpo Santo
RECIFE.
-'5 J3n da Silva Hamos, medico pela _
'/:. versidade de Coimbra, mudoo sua residen-
%9 cia da ra do Cabogi para a roa Nora n.
^ 69, segoudo andar, obrado do Sr. Dr. Nel-
lo, e ahi contina a receber, das 8 s 10
horas da manhaa, e das 3 s 5 da tarde, as
3$ peisoas que o queiram consultar.
SEGURO CONTRA FOSO.
. Companhia Alliance.
Esuhalecida cm Londres, em margo da 1324.
Capital cinco milhoes de libras esterlinas.
Saunders Brothers & C, lem a honra da in-
formar aos Srs. negociantes, proprietaros de casas,
a quera mais convier que eslao plenamente au-
torisads pela dita companhia para effecluar segu-
ros sobre edificios de lijlo e padra, cobertos de
lita e igualmenli sobre os objectos que contiverem
os mcsHos edificios quer consista em mobilia ou
ib fazei;'ias de qualquer qualidade.
gi Defronle da malri da lloa.Vista n. 86, &
" amola-se toda e qualquer obra de corle, J?
H"ini como lirapam-s ferro de cirargia de "i-
loda qualidade, bate-*e ouvido em espin- ^j_.
Birdas: ua mesma vende-se e alugam^e Z
bichas, asim como mandam-se appliear a J
qualquer hora. [';
o
DE
pianos fortes.
Era casa do Timm Momsen & Vinassa, pra-
ca do Corpo Santo n 13.
L1VROS EM KRANCO DE HAMBURGO.
Em casa do Timm Momsen & Vinassa, pra-
ca do Corpo Santo n. 13.
Elias Emiliano liamos, vende um sitio
na Casa-Forte, mesmo por troca de lettras,
ainda mesmo de remissos devedores : com
tanto que tenham bens livres de duvidas.cu-
jo dono esteja sugeito a penna do fcxm. Sr.
Dr, Peretli ; o sitio regula de 900 a 1000 pal-
mos de fundo, com largura proporcional,
tem mais de 100 arvoredos,3 cacimbas, e raa
casa.
- Do poder do abaixo assignado desen-
caminhou-se urna lettra da quantia de 100,
sacada pelo mesmo abaixo assignado, e a-
ceita por Antonio Flix Machado, no dia 15
de abril prximo passado.a prazode 6 mezes,
e como a dita lettra tenha as costas o tras-
passo passado no dia 11 de maiodo corren-
te, previne-se para que ninguem faca nego-
cio, visto ja o aceitante estar prevenido.An-
tonio Carneiro Pinto.
No dia 9 de junho prximo vindouro,
tem de ser arrematados em praca publica
do Sr. Dr juiz municipal da primeira vara
desta cidade, 10 escravos, penborados pelos
credores do fallecido coronel Francisco Ja-
cinllio Pereira, para pagamento de suas exe-
cucOcs, cojo escripto se acba na mao do
porteiro dos auditorios ; he a ultima praca.
Na noitede26 para 27 do correnle, foi
aberta a gasu'a, a taberna n. 79, da rua do
Itangel, d'onde Ievaram varios gneros,
urna mesa com gaveta, a qual eslava fecha-
da, talvez suppondo que havia dinheiro : ro-
ga-se aos auiores, queiram mandar deitar
por baixo da porta os papis que eslavam na
referida gaveta, que liqueni com o mais,
alias perseguir com o rigor da lei.
- O abaixo assignado faz scienle a quem
convier, que na qualidade de testamenteiro
do Tinado Manoel Moreira da Silva, que leu-
do de dar principio ao inventario do mesmo
Gnado, e por isso roga a todas as pessoas que
com o mesmo tiverem cuntas, de apresenta-
las no prazo de 8 dias, a conlar da data des-
te, para serem altendidas no mesmo inven-
tario. Outro sini, todos os devedores do ar-
mazem de carne, secca, cm que o mesmo
tinado tinha sociedade, queiram quauto an-
tes pagar seus dbitos ao Sr. Jos Joaquim
Martins, pessoa habilitada para este lim, por
ser socio do mesmo, e como tal liquidatario
daextincta firma : esta declaradlo so faz pa-
ra livrar de futuras duvidas. Recie 27 de
tnaio de 1857.Jos Joaquim da Costa Maia.
Precisa-se de um feitor para sitio :
no sobrado da rua da Gloria n. 7.
!)-se 250000.
Precisa-se de alugar um preto possante :
na rua do Bangeln. 13.
ILEGIVEL
Atetliodo facUimo.
Na livraria da praca da Independencia n.
6 e 8, vende-se o methodo facilimo- para
aprender Icr, novamente impresso e aug-
mentado, por mil reis.
Doce superior
Chegou a rua do Collegio n. 5, nova re-
messa de doce de arac, goiaba e banana,
sendo o arac a 500 rs cada caixao, goiaba
a 680, 800, lo e 10280 rs., banana a 680.
MAN PlEA i LA
la e algocio para pa-
dres.
Vendem-se superiores raeias pretas de
laia para padres, pelo baratissimo preco de
1*800 o par, ditas de pura 13a a 1#500, e di-
tas muito superiores de algodSo a 600 rs. :
na rua do Queimado, na bem conhecida loja
de miudezas da boa fama n. 33.
Leques muito ti-
nos,
Vendem-se superiores lequs com plumas,
esoelho e bolotas, pelo baratissimo prego de
2o0oo cada um : na rua do Queimado, na
bera conhecida loja de miudezas da boa fa-
ma n. 33.
Brinquedos pa-
ra meninos,,
Vende-se diversidade de brinquedos para
crianzas, por prego muito barato : na rua
do Queimado, na bem conhecila ioja de
miudezas da boa faina n. 33.
HIGAS BONEGAS FRANGE-
ZAS.
Vendem-se muito lindas o bem vestidas
bonecas francezas, grandes, pelo baratissi-
mo prego de 25500 e 3o, prego que nSo lia
quem deixe da dar se as vir; na rua do Quei-
mado, na bem conhecida loja de miudezas
da boa fama n. 33.
BOtoes para pa-
litos, colletes, pondos de
camisa, e para casa-
veques de senhora
Vendem-se aboioaduras muito linas de
madreperola para colletes, pelo baratissimo
prego de 500 rs., ditas muito ricas de tolas
as cores a 400 e 500 rs., ditas muito finas de
madreperola para palitos de hornera e de
meninos a 500, 00 e 800 rs., bolOes de moi-
zaiqueeoutras qualidades. de muile ricos
gostos, pata puubos e collarinhos de catr.i
sa, pelo barato prego de 800 e 2o rs ataca-
dores de cornalina para casaca a 300 rs.,
botoes de vidro de muito linios padrOes,
proprios para casaveques a 800 rs. a duzia,
e outras mais qualidades de botoes, que se
vendem muito barato : na rua do Queima-
do, na liem conhecida loja de miudezas da
boa fama n. 33. '
attenco.
3
Vende-se ara bonito moleque de 18 annos,
saliendo cozinhar perfeitamente, muito fiel
e de boa conducta : quem pjetender, diri-
ja-sea rua dos Martyrios n. 14, que la se
dir.
- Vende-se um escravo crioulo, bom
mestre de aasucar, e de ptima conduc:a :
na rua da Saudade, primeia oasa de soto
do lado do sul.
No pateo do Carmo, taberna n. 1, ven-
de-se doce de goiaba de primeira qualidade
a 12s000aarrobi,
Vendem-se as obras scguinles : Vir-
gilio 3 tomos, Burgain, Historia do Brasil,
Gaultier, Ceographia, e as traducgOes de Ho-
racio : na rua Direita n. 83, loja de miu-
dezas.
Marmelada
HOYA
Vcude-se a verdadeira marmelada, viuda
de Lisboa e do Rio Grande do Sul, em latas
de duas libras, por prego commodo : na ta-
berna grande ao lado da igreja da Soledade.
Arcos de pao para pipas
Vendem-se 50 rodas de arcos de pao para
pipas : a tratar ne rua da Cruz no Recife n.
57, segundo andar.
Azeite de carrapato purificado.
Conlinua-se a vender por 30000 a caada,
e 400 rs. a garrafa : na fabrica da rua dos
Cuararapes, em Fra de Poitas.
Na rua do Brum n. 22, armazem de
Luiz Jos deS Araujo, ha para vender su-
perior cera de carnauba em saceos, vasos
esmaltados para quem tiver bom gosto, para
sitio ; lem amostras, no armazem de Justino
Antonio Pinto, atraz do Corpo Santo ; pre-
suntos do Pono na taberna de Antonio Lo-
pes Braga.ovimcsqueveiidem-se em conta
para liquidar cuntas.
Vende-se presuntos, paios, linguigas,
tudo novo e por prego commodo : na rua
Direita n. 4.
Vende-se urna canoa do carreira, com
pouco uso .' na rua da Lingueta u. 10.
Vende-se um sitio no Arraial, com ca-
sa de vivenda de taipa e alguns arvoredos :
no mesmo Arraial, casa amarella.
Vendem-se queijos em pedagos a 200 rs.
a libra, de muito boa qualidade : na rua
Direita n. 4.
Vende-se a taberna sita no Campo Ver-
de, muito propria para principiante por ter
poucos fundos, e vende para a Ierra 16 a 205
rs.; a casa tem commodos para pequea fa-
milia : quem pretender, dirija-se a mesma.
Vendem-se 9 casas terreas bem cons-
truidas, na cidade nova, em Santo Amaro,
pertencentes ao Sr. Manoel Ferreira Lima: a
tratar na rua da Caileia do Recife n. 2, com
Marcelino Jos Gongalves da l'onle.
.OLEQDES
VcQdom-.su 3 escravos de idade de 16, 18 e
2i anuos, bonitas figuras, muito sadios e
robustos, proprios para tolo servigo : os
pretendentes dinjam-se ao atorro da Boa-
Vista, terceiro sobrado, segundo andfr,jun-
to ao Sr. Leconle.
Com toque de a varia, a di-
nheiro.
Pet;;;s de madapono lino.
Peras de panno de coqueiro.
Vende-se na rua do Crespo, loja da es-
quina qu volta para a rua da Cadeia.
Attenco

No novo deposito da rua do Itangel n. 73,
confronto a botica do pateo da Penlia, ainda
se vende pao grande muito saboroso a tres
por doHs, e outras massas linas, pelos pre-
gos abaixo : farinha de trigo nova, superior
a 320 rs. a libra, cha preto muito imvo a
15800, dito hysson a 2o240, bolachinhas de
soda e araruta a 320, ditas Sebastopol e re-
gala a 220, biscoilinhos linos e fatias a 320.
Vendem-se saccas com muito bom ca-
f, c mais em conta do que em outra qual-
quer parte : na rua da Cruz, armazem n. 26.
Vende-se urna csrrava cabra, de idade
20 annos, sabendo cozinhar, lavar de barre-
la esabo, (ei'gomma soirrivelmente e lem
principio de costura, sem vicios nem acha-
ques : para ver, na rua do|AragSo n. 20, e
para tratar, na rua da Cruz, armazem n. 26,
das 9 horas da manhfia as 4 da tarde.
Vende-se urna propriedade em caixao,
no lugar denominado Campo Verde : quem
a pretender, dirija-se a rua do Queimado n.
25, a fallar com o Sr. Monleiro da Cruz, que
dir com quem ha de tratar.
Vende-se queijo do t ertao
a 480 rs. a libra, manteiga ingleza a 640,
queijo do reino a I950O, loOOO e 1/9110, fari-
nha do reino a 120. gnmma a 100 rs., lingui-
ga do reino a 400 e 640, vinho do Porto en-
garrafado a 19000, dilo de Lisboa a 560, ba-
nha de porco a 520 : as Cinco'Poulas n. 21.
Bolachas grandes ameri-
canas a l'JO rs a libra.
Vendem-se as Cinco Ponas n. 93, pateo
do Tergo 11. 21, dito Mola- para carros,
Vendem-se excellentes molas para carros :
na rua da Cruz n. 20, armazem de F. Souva-
Vestidos a 10000.
Vendem-se cortes de vestido de chita lar-
ga a dez tustoes cada corte : na loja de 4
portas na rua do Queimado n. 10.
Vende-se urna excellente escrava mo-
TAIXAS PARA ENGENHO.
3a fundif.'io de ferro de I). W. Bowmana o
rua do Brum, passando o charariz, contina ha-
dar um completo sortirner'o da taixss de ferro fun
vido e balido de 3 a 8 palmos de bocea, as quses
*cham-se a venda,por epreco commodo o com
sromptido: embarcam-s oucarragr-s so car
ro semdospeza o comprador.
oeposito
anga, sabendo lavar c engommar perfeita-
mente : na rua da (loria n. 55. Na mesma
vende-se um sellim em meio uso, com todos
os seus pertences.
Vendem-se bolachas grandes ameri-
canas a 120 rs. a libra : na rua das Cinco
Pontas n. 93, pateo do Tergo n. 21, e pateo
da Penba n. 10.
Venda de
pianos.
_ Vendem-se muitos lindos e excellentes
pianos, chegados ltimamente de Bam-
burgp, ccom lindos retratos no frontes-
picio : na rua da Cruz n. ."k>, casa de J.
Reller i C.
Aos senliores donos de
tabernas.
Yendem-se barricas,, com surimbas gran-
des novas, assim como a realho, aos cen-
tos, por prego mais cm conta ao que em ou-
tra qualquer arte : na rua da Praia, arma-
zem n. IX, de los de Mello Costa Oliveira.
Vendem-se os superiores queijos do
reino, os mais novos neste mercado a 15440 :
na rua I invita n. 14, esquina de S. Pedro.
Vende-se cha nxim de Pequim, o mais
superior neste geneio, cha hysson e preto :
na padaria do pateo da Sania Cruz n. 55,
com a entrada pela rua do Rosario : e na
mesma continuadamente, alm do excellen-
te pito de todas as denomitiagoes e bolachas
Curadas de todos os tamanlios, tambem ven-
de caf em grao, dito moido, assucar refina-
do o caixoes de doce de goiaba.
No sitio das Itoseiras, do lenente-co-'
ronel Joaquim Elias de Moura, vende-se
urna engenhoca 011 destorcedor de canna
de duas manjarras, em muito bom estado
011 quasi novo, todo feito de pa'o-fcrro
ou sieupira, pelo liaralissimo prero da
importancia das erragens, feitas na 'un-
dirfio do Sr. .Mosquita: quem o qui/.er
comprar va" ao sitio cima, que licara'
satisfeito.Joaquim Elias de Moura.
Ao jPregilica que est
queim ndo.
Na loja do Preguiga, na rua do Queimado,
esquina do becco do Peixe Frito n. 8, ven-
dem-se muilas e diversas fazendas por pre-
gns baratissimos, entre ellas notam-secam-
braias francezas, padres novoa e cores li-
xas, pelo baratissimo prego de 480 rs. a va-
ra, pegas de chitas escuras e de diversas co-
res, de excellentes pannos e cores lisas a 5
e 60000, e a 140 o 160 rs. o covado, lengos de
(ambrina para mao a 120 rs. cada um, mus-
sulina branca o mais fino que hepossivele
delindissimospadroes a 410 o ovado, len-
gos de seda de muito bom gosto a 800 js.
cada um, laazinhas de quadros proprias para
roupinhas de meninos, bonitos pannos para
mesa a 19930 cada um, meias rasemiras para
caigas e palitos a 500 rs o covado, dita pre-
ta muito lina' propria para palitos c caigas a
10"200 o covado, e muitas oulras fazendas
quesedcixam do mencionar, as quaes se
vendern por baratissimos pregos.
Cobre
para forro de navios: no armazem de
Tasso Irmfios.
Na rua do r.angel 7, vende-so vinho
de caj' engarrafado ha 4 anuos, feito na
provincia do Cear.
A \ 0,S'000
Vende-se excellente cera de carnauba do
Aracaty, e Asan', de una sacca para cima,
escolhendo o comprador a sua vontade, pe-
lo indicado prego de Wf a arroba : no ar-
mazem de I). R. Andrade & C, rua da Cruz
n. 15.
(jaudio Uubeux
Vendem-se velas mistas, proprias para
matar l'ormigas, e para que esio muitissi-
mo app-ovadas : no seu escriptorio, rua da
Cadeia de Santo Antonio 11. 13,
CLAUDIO DUfiEUX
Vendem-se velas estearinas, proprias pa-
ra carros a 19120 cada pacote de 8 velas, :
no seu escriptorio, rua da Cadeia de Santo
Antonio n. 13.
Claudio iubeux
Tendo recehido urna factura de 2,000 bar-
ris de plvora, dos melhores fabricantes,
vende-osa UoOOO; as amostras achar-
no seu escriptorio, rua da Cadeia de Sanio
Antonio n. 13
-------- .- _.... _,..uu ^.. ..,- uci ultimo' ua rundirn da Inrnra nm .San-
TncT*2 rm aC"a,,UeS qUe SrC ^ Amro'e no deposito d. raes Tu. do
anca, sabendo lavar e enunmmar iwrfpita- u..,.. r .,.
de rapprinceza da fabri-
ca de E. Gasse, no \i*
de Janeiro.
Vende-se a prego commodo rap fino,
Tosso e meio prosso, da acreditada fabrica
cima, ebegado pelo vapor S. Salvador ; na
rua da Cruz n. 49.
Planta da cidade do Re-
cife
Vende-se a planta da cidade do Recife e
seus arrabaldes, feita pelo Sr. Dr. Jos Ma-
mede Alves Ferreira, por dez mil reis: na
livraria n. 6 e8 da praga da Independencia.
Afappa das distancias da
provincia.
Na livraria n. 6e 8 da praga da Indepen-
dencia, vende-se o mappa das distancias
das difieren tes villas da cidade entre si, e
relagao capital da mesma, a mil reis.
Seliios
patente inglez.
Sio chrgados e acham-se a venda m venlaileiro
e liem eoabccidM sellins Ioglexa palrnle : ua roa
do1 Trapiche-Novo 11. i_>, arinaem de bsenda de
AilaiiiMn llowie v\ C.
N. lcber & Companhia, rua da
Cruz n. 4, vendem :
Lonas da Hussia.
dem inglezas.
lirinzao.
linos da Russia.
Vinho de Hadeira.
Algodao para saceos de assucar
Alfodftozini, da llahia
para saceos de assucar: vende-sa em casa
de N. O. Bieber Companhia, rua da Cruz
aran das e r?d s,
Um lindo e variado sorlimcnlo de rodel-
los para varandas e gradaras, do gosto mo-
imo- na fondigao da Aurora em San-
Brum.
itloendas sdperiores.
Na fundigao de C. Starr & Companhia, em
Santo Amaro, acham-se para vender moen-
das de canna todas do ferro, de um modello e
construegao muito superiores.
uadiiiiisiuo pa-
tente inglez
Os melhores relogios do ouro, patente in-
gle/., vendem-sc por pregos razoavris, mi
pscriptorio do agente Oliveira, rua da Ca-
de'a do Kecile 11. 62, primeiro andar.
Peunas de ema, cera de abclha e de
carnauba.
Na rua da Cadeia do Recife, loja n. 50, de-
Ironte da rua da aladre de lieos, lia para
vender os gneros cima, recentcmento che-
gados, por pregos razoaveis.
Agencia
da fundica,o Low-.VIoer,
rua da Sensala Nova
-*. 1 i. -42.
i'ieste eslalieleclmcnto conlinu'a a llave),
um completo sortimenlo de moendas cmeas
moendaspara engenh'o, machinas de vapor
e taixas de forro batido c coado de lodosos
ta manhos par* dilo
Encasa de Saunders Brothers C. praga
do Corpo Sanion. 1.1,a para vendar o u nina
Ferro inglez.
Pixeda Suecia.
Alcatro do carvo,
Eonas de linho.
Es^^njas.
Drogas.
Algodao lizo para saccas.
Dilo antrangado igual ao da Bakia
E uuicoatpleio sorlimento da fazendasproprio
para su mercido ludo por prego commodo.
Momhos de vento
comhombas derepuiopara rei?arhorlaseba
xadecapim : na fundiraode 1). W. Bvwmao
na rua da Brum ns. 6, 8 e 10.
B
!I0
gios
cobertos e descohertos, pequeos c grandes,
de ouro patente iuglez, para bornem e sh-
nhora de um dos melhores fabricantes de
Liverpool, viudos pelo ultimo paquete in-
glez : cm casa de Soulhall Mcllor & C., rua
do Torres n. 38.
he
pe-
A!>odau uionstro,
chincha.
Vendc-se algodao monsiro com 8 palmos
de largura, proorios para toalhas e leugoes,
ptlo diminulo prego de 600 rs. a vara : na
rua do Queimado n. 22, na lojajda boa f.
rae.
NAFUNDICAO DE FERRO DO ENGE-
NIIEIRO DAVID W.KOWMAX, aA
RUA DO BRM, PASSANDO O olIA-
FARIZ,
lia tsmpre amerando or imenln dos nesu i nles ob-
jeclos denieclianismosproprios paraon:.eiilios,a sa-
ber : moendas e meias moendas, da mais moderna
conslrurro ; laixasde ferro fundido e balido, de
superior qualidade e de lodosos ta mandos ; rodas
dentadas para aiua ou animaos, de todas as propor-
roes;crivose bocas de foriialba c recislros de bo-
ro, aguildcs, bronzes.parafusus e nhos de mandioca, ele. elr.
NA MESMA FL'NDICA'O.
seeieeulam lodasas eucomiiiendas rom a superio-
ridade ja coulicrida com a devidd plasteas ecom-
modidade coi prer^o.
IS.
Em casadeltabeSchmettau &Companhias
rua da Cadeia n. 37, veudem-se elegante,
piano* do afamado fabricante Traumann de
llamburgo.
Vende-se superior linhas de algodSo
brancas, e de cores, em novello, para costu-
ra, em casa de Soulhall Mcllor & C, rua do
Torres n. 38.
Foi transferid o o deposito desle xarope para a be
lica dejse da Crin Sanios, na rua ,\ova n. K'
garrafas 5a500, a meas3000, sendo falso lodo
aquello que nSofor vndido ncsle deposito,polo
quesefaz opresenlcnviso.
IMPRTAME PARA 0 PUBLICO.
Para curado plilysica em lodoosseusdifleren
tescros, quonnotivada por consl i parns, tosse
asllima.pleurir.csca ros do sansa*, dorde cos-
tados epeilo, palpitarn rio coi .ni.coqueluche
bronchUe, dorna carpanta, e to'daiasmoleslia
dos o rga os pulmonar es.

Oculos e lonetas
de todas as qualidades.
Vendem-se oculos de todas as graduacoes
com delicadas armtcoes de qo, pelo barato
preco de 800 rs. e IJ500, ditos com armacoes
douradas e praleadas a 10200 e 1)500, ditos
com armacfln de blalo a 19300, ditos com
armacao de baleia a 480, ditos comarmacao
de metal branco a.4o0 rs lunetas de um s
vidro redondas e quadradas com aro do bu-
falo a 500 rs., dilas de dous vidros tambem
com armaQSo de bfalo a 15500, ditas de uro
s vidro redondas e quadradas com aro de
tartaruga a 13200 e 1:500 : na rua do Quei-
mado, na bem conhecidada loja de miudezas
da boa fama n. 33.
M LOJA
da boa fe,
ven ti.se muito barato
Colchas de damasco pelo diminuto preco
de OjOOO, ricos pannos para mesa a 3?. atoa-
lliado adamascado com 8 calinos de largura
a IjOOO a vara, mussulina branca muito lina
a 500 rs. o covado, ditas de cores de padroes
bonitos a 320 o covado, chitas lrancezs
muito linas a .120 o covado, briol branco de
puro linho a 15*40 a vara, dito pardo ma-
cado tambem de puro linho a I&280 a vara,
ganga amarella trullo lina a 3a0 o covado,
cambraia muito fias com salpicos brancos e
de cores a 1: a vara, alpaca preta lina a mo o
covado, caulo preto tntiilo lino, lazenda su-
perior e propria para vestidos de luto a 060
o covado. panno lino azul a 3? o covado, dito
muito lino a :>t, dito preto muito lino a 51,
dito muit > superior a 6?, ditos verdo escuro
e cor de cafe muito superiores a 6j, corles
de casemira preta, lina, para calca, com lis-
Ira bordada a 10?, cortes de gorgur3o de
seda para collete a 2/, ditos de casemira
preta bordada a 6>, fuslio branco muito fi-
no a 38 o covado, curtes de cambraia preta
com 7 varas, pelo diminuto pre;o do 2; cada
um, ditos de dita branca com salpicos de
cores, tambera com 7 varas a 2^240, sarja
preta bespanhola a 2; o aovado, grosdena-
ples de cores a 1/800 o covado, sclim preto
lavrado muito superior a *s500 o covado,
gorgurSo preto de seda com salpicos, pro-
prio para colleies a 3;j0u o covado, luvas
brancas muito linas, de lio de Escocia, muito
proprias para os srs. olliciaes militares, pelo
baratissimo proco de la e par, meias pretas
de laa, proprias para os Srs. sacerdotes a
19*80 rs. o par, dilas de Iris muito superio-
res a 1#800 o par, me'.j do ilgodao cru.
muito superiores para meninos a 400 rs. o
par, lencosj brancos de linho muito linos a
400 rs., chales de lia rxos o pretos, pelo
barato preco de 35, fil de linho liso muilo
lino a 800 rs. avara, princeza preta lina a
720 o covado, dita muilo lina que rivalisa
com merino a 1# o covado, c aera disto um
completo sorlimento de fazendas de todas as
qualidades, que se vendem muilo barato, na
rua do Queimado n. 22, na bem couhecida
loja da boa f.
Taclias de ferro.
Ka fundicSo da Aurora em Santo Amaro-
e tambem no deposito na tua do Urtun, logo
na entrada, e defronte do arsenal de Mari-
ana, ha sempre um grande sorlimento de
tachas, tanto de fabrica nacional como cs-
liangeira, batidas, fundidas, grandes, pe-
quenas, rasas c fundas ; e cm ambos os lu-
gares existem guindastes para carregar ca-
noas ou carros, livres de despeza. s preco
siioo s mais commodos.
Arados de ferro.
>'a fundirlo de C. Starr & Companhia, em
Santo Amaro, acham-se rara vender arados
de ferro de um modello e consli ucc3o muito
superiores.
- Vende-se maotaiga ingleza a 700 c 800
reis, macano o 320res; na rua Direita
p. 14.
^emento novo
Na rua da Cadeia de Santo Antonio, arma-
zem de materiaes, por preco commodo.
l'ALIT'S FRANCEZCS.
Vendem-se palitos e sobrecasacos france-
zes de panno lino preto e de cores com gola
de velludo e torrados de seda de 22 a 28c,
casacas de panno lino forradas de seda a 28/
rs., palitos de alpaca a 7 e 8:000, dilos ae
linho a 3?, camisas francezas branaas e pin-
tadas a 24 e 305 a duzia, calcas de casemira
preta e de cores a 10 e 125, colletes de selim
prelo e ae cores de 5 a 85 ditos de velludo a
125, chapeos francezes de todas as qualida-
des, grvalas c luvas, e outros objectos que
se vendem barato na rua Nova, loja n.'4.
PARA SK.MIORAS.
Vendem-se os melhores e mais ricos cha-
peos que exiatem no mercado, ctracmtaa no
ultimo navio trances, liavendo pon; n para
as senhoras escolherem o gosto : na rua No-
va, loja n. 4.
para os homens
que tiverem bom osto.
Vendem-se muito bons eslojos proprios
para viagem, por terem todas os arranjos ne-
cessarios para barba, pel* barato preco de
lo, 2>, 3s, 49, e 55 cada um, (-piras muito
linas de casquinha e ac a 15 o par, caisas de
tartaruga muitissimo boas para rap a'4e
55000, ditas de bfalo, fazenaa muito boa
a 15500 e 2/500, ditas muito linas de massa
a 1?, ricas charuteir.s a 29 35 e 45, ponleiras
de inarlim e de unicorne para charutos a 500
o 600 rs., carleiras proprias para viagoirf a
3fi, IfeOS, grvalas pretas e ue cores, lazen-
de muito boa o mullo bonitas a I?, 1*600, e
28, iiiantinhas para grvala de meninas a
8#0 rs., riguissimos camveles de punhal
com cabo de madreperola e de marino a 5f e
39, pinceis inglezes muito linos para barba
a 18 e 13500 cade um, garrafas de cores com
copos, pioprias para lavatorios a 15, gallie-
leiras com lodos os vidros neccssarius e co-
Iher, pelo baratissimo prego de 25, Irance-
lins pretos roligos c dalos, de borracha,
pai a relogios a 80, 320, 400 e 50 j rs., obreias
de cola, eufeitedas, cometido lodos os dias
da semana, proprias para uainorados a 400
rs. cada caixinlia, ditas lisas a loo, escovas
muito linas para denles com cabos de osso,
muilo bonitas, e marlim a 4U0 rs., 500, GOu
e 1#5U0, ditas com cabo de osso ordinarias a
100, ditas de cabo de osso para utihas a 320,
500, 010 e le, ditas de cabo de bfalo e de
uiarlim, tambem para uuhas, que se vende
barato, dilas inglezas muitissiiuo boas para
cabello pelo baralo prego de 640, 1^500 e 35,
ditas lambeui muilo linas para talo a I5OOO,
15500, 25 e 3-3, aliadores inglezes para nava-
Ihas a 15, uavaltias as mais linas que se pode
encontrar, para barba, e pelo tiaralissimo
prego de 29 cada eslojo de urna so navallia,
ricas bengalas de bamb' com casles muito
liuinlus, pelo baratissimo prego de 39600 e
35500 caJa urna, ditas de canna linas e ordi-
narias a 500 rs., 15, l|500 o 2;00, caixinhas
con) pedras de osso, lomeadas e muito bem
leitas, brancas e encarnadas, proprias para
jogo de damas e gamao, pelo baialissuno
prego de 39, 2^500 e 33 a caixii.ha, lampari-
llas de poicelaua e douradas, muilo bonitas,
e proprias para oratorios a 25, diversidade
de objeclos de charao e oulras mullas cou-
sas de muito gusto o por prego baralo : na
rua do Queimado, na bem conhecida loja de
miudezas da boa lama u. 33.
relogios de pa-
tente
inglezes de ouro, de salionete e de \idio:
Ncndem-se a prec"o razoavel, em casa de
Augusto Cesar de Abren, na tua da Ca-
deia do Kecile, armazem n. I 0.
Charutos de Hava-
: vendem-se em casa
G. .. Astu \ c C.
Sllatis e relegios.
SELLINS e RELOtiiOS oopalaalt
int^lez : a veuoa no .um"-m de
Roslron Rooker A; Uoasvnhw, es-
quina do largo do Corpo smilu nu-
mero*. 48.
Sio muito fiisAS
e d< muito b'onsgustos.
Mossolinsa muito linas, ma'.izadas com
lindas cores, de padres muilo bouilos e
inleiramenlc novos; vendem-se pelo dimi-
nuto preco de 5G rs. o covado : ua rua do
Queimado n. 22, loja da boa le.
AVISO iS' SEHHORAS DO
BOI GOSTO.
Pelo ultimo vapor rhegou a nova loja i,
pe do arco de Besito Antonio, um completa
sortinienlo dos mais ricos chapeos para ca-
beca de senhoi.i, a-sim romo rico*enfeites
para rahecade senhora e para meninas, n-
eos enfciies pera peasssjn, lano para sesiho-
ra romo [uira meninas, ricas luva* enfeila-
das, do mais moderno golo que lem indo
esta praca, lengos de retroz bordados, de-
liradas duque/as para vcsli-ios, rica* iaaa-
braias de pa.lres delicado a 4*0 a Tara, di-
las a 4C1I, corles rl laa para vestido* a >,*
ditas para covados a 400 rs chales de me-
rino de lodas as qualidades, ricas chita
francezas imitando cas.a a 2*0 o covado,
ditas a 2111, musiuluias de todas as qualida-
des, toncas de Ua para lucilinas, sapaiiahu*
para meninos, o ludo se vende por barate
preco, s para esta noTO csUbelecimente
adquerir freguezia.
ClINDASTE.
Vende-se um excellente guindaste de fer-
ro era bom estado, c por preco cometodo :
quem o pretender, dirija-se ao trapiche, de
Cunta, que achara com quesa tratar.
Deposito de pao.
Vende-se um deposito de pi bem afre-
hue/.ado, com Inicio de vinhatieo, prateici-
ras, lileiros, latas, Irascos, etc. : quem pre-
tender procure-o na rua de llortas m. 1.
Cillita r*9Ka iara, coio to-
(jue de varia a |60
rs. o covado.
Na rua do G-uciruado n. 21 A, vende-se esti-
la roxa cora pequeo toque de averia a ttn
rs. o covado.
Farello
Vende-so superior farello vlndo de l.ishna
ltimamente, esa sancos, c por barato preco:
na rua do Trapiche n. 9, armazem.
- Venda-sc por liarato preco, urna ase-
china de novo modelo, para fazer rolehetea
de varios lamanbos, e dos mais modersto
que tenivindo da i-ranga, esta machina he
bem construida c est montada para traba-
Ihar muitos annos : a tratare ve-la no patee
da Sania Cruz 11. 8, junto a taberna.
Na rua da Cadeia de Santo Antonio a.
'. primeiro andar, vendem-se charutos da
Babia esa caixinhas de 50, os melhores qne
lem vi ndo a este mercado, e pelo menor pro-
co que se vende nm outra qualquer parte :
todos os dias at as 10 horas da manhaa.
Luvas de pellica
para homens e senhoraa,
cliegadinhas pelo ul-
timo vapor inglez.
Vendem-sc verdadrirss e besa ronboudsi
luvas de pellica de Jouvm, amarella* e brae-
cas, para homens e senhoras, pelo baroasi-
rao preco de 2;.0ts. o par. dilas brancas,
amaiellas c pretas, todas de seda e prrfeita-
mente boas, sera defeito alguss, para ho-
mens, senhoras, meninos e menina*, pelo
barato prego do 800. 15 c MM rs. o per,
ditas branca de algodao para hornea e se-
nhoras, nroprias para montar a cavalloa J-J,
400 c 500 rs., ditas de cores muito fina*, de
lio da Kscocia, para homens e senhoras a toe,
500 c 610 rs., c lem destas outras'asis qua-
lidades de luvas, e ludas por asis barate
prego doqueem outra qualquer parte : ata
rua do Queimado, na bem conheciua loja de
miudezas da Ima fama n. 33.
Meias de todas
as qualidades.
Vcndcm-sc meias de sed* ae peao, branca*
e preta para submiiio, pelo baratissimn pre-
go de 33500 rs. o par, ,11 tas brancas da mes-
ma quali.lade para meninas a .00, ditas
pinladinhas de cores muitissiaio bonitas,
proprias para haptisado de enancas a ifMSo
psr, diUs brancas de algodao, omito linas,
para senhora n 3-JO, 400, 500 e CW rs. par,
ditas pretas de algo 15o muito finas lasabem
para senhoras a 400 e 500 rs ditas cma e
brancas para homens a ICO, *00, a*0, X e
400 rs. o par, ditas de cores de fio da KscneM
tambem para homcm a 400 e 500 rs ditas
cruas muilo finas e fortes para meninos, di-
Us brancas e de cores para meninas e (Mi-
nos, e outras mais qualidades qne se vendeos
muito barato : na roa do Queimado, asi tasa
conhecida loja de miudezas da boa fease
n. 33.
Jogos de domin
Vendem-se Icaixinhas com jocoscomple-
tos de dminos, pelo barato preco de iffMC,
USM e 2-? rs. cada jogo na rua do Queima-
do, na beiu condecida loja de miudezas da
boa lama n. 33.
Caixinhas para
vn Har te.
Vcndcm-sc bonitss caixinhas rom lentos.
de marlim para voltarcte, pelo baratissimo
prego de 55 c (ttOoO : na rua do Qiieisaaeo,
na bem conhecida loja de miudezas da boa
fama n. 33.
-***->o-*v*-':;*.#
Vende-se cal de Lisboa ultimcmente che-
gada, assim como polassa da Itussia verda-
deira : na praga do Corno Santo n. II.
Na mauhiia do dia 32 de mato deste
anno de 1857, ausentou-se do engeiiho Ha-
tapiruma da fregirezia da Escada, um escra-
vo de Klonmundo da Silveira Lins, morador
em dito engenho. O mencionado eacraro
chama-se Jos, com idade de 18 a 20 annos.
he cabra claro, altura mediana, cabellos ca-
rapinhos, sohianrelhas grossas e encontra-
das, nariz um tanto afilado, espadaudo em
proporcao ao corpo, tem um dos dedos de
um dos ps torcido por cima do oollegar. O
dito escravo foi morador no sertio e lugar
l'o das Trras, sonde foi vendido, veio para
Cmaro' vendido ao annoncianle em abril
ultimo: quem capturar dilo escravo e en-
tregar no referido engenho, sera besa re-
compensado,
Fugio no dia 90 do correnle o mulato
Rcginaldo, com idade de 3 annos, pouco
mais ou menos, de estatura baisa, cabello
ca/apinhos, rosto comprido, nanz aquilino,
con, muilo pouca barb< : quem o pesiar, le-
ve-o a seu senhor Antonio 1 eilc Pereira Bas-
tos, na rua da Cadeia n. 17, que sera besa
recompensado.
IOO9OOO de gratilicagao.
Continua andar fgido desde 3 de mato,
do abaixo assignado, um negro crioulo dr
nome Congalo, idade 40 annos, rrosso do
corpo. altura regular. Panto redondo, as ser-
nas arqueadas qusndn esta parada, cantos
grandes, falta de cabellos na moleira, um la-
Ibo no canto da fonte ; foi comprado ao !r.
Manoel Konseca S Leitao.em Mafia Karinha,
e consla-me andar por esse lugar c Queina-
das, oQucimadinlias ,la ilha oe llamarara,
com uasi prela [Kir nome It-ta : quem o pe-
gar leve-o a rua do A111 rim 11 36, a Antonio
Jos Fernandcs de Ca vallio.
(."mu..a a estar tu^i.-a a mul.-.la es-
crava, de uome llosa, de 35 anuos ir idado
pouco mais ou menos, estatura b'.xa. gro-
sa do corpo, cabellos quasi carapinhos, Saa
cicatriz no hngo superior, r0r pallida, ma-
gfles do rosto alUs. < I unda g- ande : quem
aprisiona-la dirija-s a rua da* lalanpei-
rasn. 26,que sera gcncrosa>ncnte recompen-
sado.
Fugio de bordo r.o bripu- I rasihiro
Melampo, na uoilc do da 8 do crrenle, tira
negro de nome Marcelino, nagao (at ni-ia,
altura regular, seccu c corpo, iosio roi.-
prido, barba serrada e cria suiss, cm lalta
de denles na frente, e roosU andar eestide
com paleto, e calcado : quem o pefsr leve-o
a bordo do dito navio, junio ao r*-s do -i
seio Publico, pu a casa de seu consurnaUrm
llanoei Alves Cuerra, na rua do trapiche o
14, que sera beui r ('errpensado.
I'EICN.: r. tfc M. f. PB r AKU MK:
MUTILADO


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