Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07768


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Full Text
*
ANUO-XXXIII R. 120
Por 3 mezes adiantados 4^000^
Por 3 mezes vencido 4$500.
QRTV FEIRA \'t DE MVIO DE 1857,
Por anno adiantado 15$000.
Porte franco para o subscriptor.
-.iv ?JH '

-
m- mi*-
!M A 111. .(. Al MIS DA
SOBSCRIPGA'O No NORTE-
Gomes ; Natal, Sr. Joa-
i o Sr. A. da Lemos Braga ;
...aranhao, o Sr. Joaquim Mar-
Bal Rodrlguat ; Puuhj. o 8r. Domingos Herculino A. Pessoa
baamiM e Para oSr. Jumno J. Ramoa ; Amazonas, Ir. Jaro-
njtno da CoiU.
Parahiba 8r. Joao Hodolpho
nlm I. Perira Jnior ; Aricau, o
ara, o St. J. Iota da Oliveira ; Mar
PARTIDA l>Os CORREGIOS
nda : ladoa-ol 'liai.
aras!, < ii..... e.i
\,,i.....l..,.. oa
Li>ur.-ii(.i l'.-o-rt" llh
i O m ia hnr.n jln tiln : ta, -. jud.i. teaCas-falrafl.
'i. Cariara, .lli.nl.....liaranlmu-: un terea-M
Nlnreis,, l.ioau-ii .. Ih 10. !'
Hur-.. Villa-Reste, Boa-Viata, Orie......
CiiiM. Ipojaca, SeavisieB, RIo-PuctatMO, I
i..i,ii'ira- p Na-.al : qnintas-ll ira*.
iTwdo oa Oarteloa partea as 10 horaa Ha m.,nl..Y
-.,.-
I.MI 11.14 ipurli I-i
llarrcirva, Ajoa-fr
AUDIENCIAS DOS TRIBUNA ES DA CAriTAL.
Tribunal do commarrio .- s?undai a q jin&ai.
Silacoo lercas-fciras e sabbados.
Fazenda .- quartaa e sabbados aa 10 horas. .
Juizo do coininerrio : segundas ai 10 horas a quintal aa mala-dla.
Juifo da orpboa : segundas e quintas as 10 horas.
rimura rara, do cirel.' segundas a senas ao maio-dia.
Segunda rara do cirel: quartae a sabbados ao miie-dia.
'EPHEMKRIitlvS DO MEZ DE .1 Alo.
8 La chcia as 11 borss e 51 minutos da Mr Je.
16 Ouarto minguinteas8 hora e 80 minuto di tarde.
'-' La ora sos 2Se micnius da tarda.
30 Quino eres, cn-.e as 10 horas e 52 minutos da manhai.
PRE* MAR DE HOJE.
Primeira aa ti horaaa 5 minutos da manhaa.
Segunda as 7 horas a 18 minutos da tarde.
HAS DA SEMANA-
- Segunda. s. Gregorio 7. p.: s. Marta Madaglcoa tts Pazi v. c
20 Teica s. Felipe ."ten fundador d.i congregue.io dooralerio.
27 QllarU, -. Julo p. ni. ; laniullu m.
2s Quinta Ss. Senador podio c Justo llb.
11 Srtia. 5. Maiimiano b.
-lo Sbado, s. Fernando re s. Ijnilia ni.
MI Domingo, l'aschoa do Kspirito Santo.
PARTE OPPICIAL
TRIBU* AL. DO GOMMERCIO.
SSSAO ADMINISTRATIVA F.M 25 DE MAIO DE 1857
Presidencia do Hxm. Sr. desembargador
Souza.
A 10 o meia hora da manhAa, prsenles oa
Srs. depotados Reg. Basto, Lemos e sopplenle
Hamos e Silva, o Sr. presidente abri a sessAo ; e
sondo lida a acia da ullima, foi approvada.
Leu-so o segundo
EXPEDIENTE.
Lm ollieio do secietano do tribunal do commercio
lo MaranhAo. de > do correnle, acompanhando a re-
lacao los commcrcianli's matricula -loa em o dilo Jn-
bunal em marco e abril pausados.Archive-se o ac-
c use-so a recepto.
Koi presente a cotacao ofllcill do presos corren-
ta da praca, relalivos a semana linda.Maodoo-se
archivar.
DESPACHOS.
L'm reqoerimento ,ie Irancisco Mnreira Dias e
(.o.tu ln> Moreira llia, pedinde rerlidan de suas no-
ineaces dit caixeiros de J..'o Antonio Moreira Das
i\- Compauhta.Domo requerem.
Outro de Joso Antonio Moreira Din \- Compa-
nhia. peiliprio cerli.lao desua matricula. __ D0-
*e-lhe.
Outro do Antonio Domingos Pinto, r.nrtiiguez,
rom 51 anuos .le litado, morador iwsla ciliado, com
oslabele.'imenlo dp mobllta na ra Nova n. 59, pe-
dindo malricuiar-se.Com vita ao*Sr. desenib.trca-
dor riscal.
Ernada mais havendo a Iralar, o Sr. presidente
ncerroii a sctsao. .
ENCARREGADOS DA Stits<;Kii;AO NO Sil.
Alagoas. o Sr. Claudino Faleao Dias; Baha, o Sr. D. Puail
Kio da Janeiro,o Sr. Joao PoreiraMartina.
F.M PERNAMBIXO.
O propietario do DIARIO Manoel Figueiroa dt Parla, na sua
lirraria. praca da Independencia ns. 6 a 8.
SSSAd JOOICIAUIA EM 25 DF. MAIO PE 1857.
Presidencia do Bxm. Sr. desembargador
Mouza.
As 11 3|i da manhaa prsenles os Srs. deserobaP
(adores.Villares eGiliranae os Senhores depolados J
Kogo, Basto e Lomos, e supplenle Ramos e Silva, o
Sr. preiidenle abri a sessio, e lida a acta da ulti-
ma, lie approvada.
Distrihuirdes.
Koi distribuida an Sr. desembargador China, a
appellac/iu enlre parles:
Appcllanle, D. Mariauna D.irolIn'M Joaquina ;
Appellado, .Manuel I'ereira Magalliaes e uniros.
Passagem.
Do Sr. desembargador Villares ao Sr. desembdr-
gadr (iilirana a appella;ao em so : ,
Appellanle, Firmiaiio Jos Kodrigoea Ferreira ;
Appellada, I). Anua Osndida do Coiat;ao de
pelo seu aulor ; e em addilamcnlo s soas ra/.es,.
rarei ver, qoe a villa do Cabo, he banhada pelo rio
Pirapama, he collocada em parle n'uma planicie,
por onde pule alongar-se, e que para esse augmen-
to realisar-se em grande parle, basta saber-se. que a
primeira atiplo da via frrea |pm deser ahi ; es-
lacSo muilo imporlanle, por ser aquella, para onde
os engenhos do Cdbo e arredores, lem de mandar
seos prodoclos.
Pela eommndidade da eonduccilo, muilns pessoas,
mesmo empregadas aqui, podem residir alli.
Fcilas estas c msidiTaces, que devem merecer o
apoio da casa, vejo qoe se deve fdier a desapropria-
cao, para que o augmento daquella localidade nao
lique dependente dos proprielarioa dos terrenos, em
que ella se acln.
Os seus inleresses nao devem prejudicar a esse
augmento : que he inleresae publico,
O Sr. .1/. (a\a\cnnli da um aparte.
OSr. II. de jicenla : Supponha ojiobre de-
piil.i.lo que os proprielarios nao quercm afo-
rar....
i) Sr. .1/. Carvaleonli : lUode aforar quando
bou ver conveniencia.
O Sr. H. de /jtcerda : Mas lie de grande con-
veniencia, que se conslilua ah um foco de popula-
co, he argumento este, que os nobres depolados
reconhecem. e se reconliecem essa grande conve-
niencia, por forc.a liao de admiilir a idea contraria
a sua, isto he que nao se ha, de por esta grande
conveniencia a arbitrio dos particulares.
I> Sr. Frttnrisco ./odo A ra intuir do ater-
ro o ra da Aurora, e grande parle da Boa-Vis-
la, foi preciso desapropriacao para que se edifi-
casse ?
O Sr. Tlfeodorr, da Silea : A cidade do l'.io-
Formoso, que be toda, ou em granile parle, pto-
pnedade parlicnlar *
vem em suslenlacao da argumer.lacao do oobn- de-
pulido, e lano nao vem, que o nobra ilepulado
creio, que vio, que o seu discurso lerminou por for-
ma moitn dilTcrenle, sua eiceprlo lomou o carcter
de dilatoria, ou anda menos.
O Sr. Francisco Joo da um aparte.
II Sr. I!, de l.acerda :'A argumcntac.io do no-
ble depulado nao procede, por uso que elle qoe-
rendo negar a assenililea a inlervencao nesse ne-
gocio, dizendo que ja rslava legislado e julgado pe-
la le delS'i, heo proprio que ininda pedir escla-
recimenlos ao presidente da provincia, para a as-
semhla decidir conforme elles.
O Sr. Francisco Joo :Iso prova a roinia boa
fe, a minha boa vonlade.
O Sr. /'. dr l.acer.i*:Era a falla de esclaroci-
menlos que o nobre depnla lo linlia quando argu-
menlava desse modo, porque se a assembla nao lie
competente para Ir-lar de-la materia, por sin qu
cedido na forma da le a gralilicaplo addicion.il por
lerein 12 anuos de servico effeclivu. comecarflo a per-
ceber a dila gralilic.ic.Ao desde que livurem compla-
tido o referido lempo, o
OSr. A. Cacilranli: .......... Pdi a palavri
para nao passar isto sem discossao. Se o projeclo
passar, segu-se que um profassor que minias vezea
nao lenha comprnlo os seos deveres por -spac.0 de G
annos, e inlo esteja por consequencia lias inesmas
condic/>cs da le, madando elle de proceder nos seis
annos posteriores ouque e seguirem, lei.i a gralifi-
caplo concedida depois de IS anuos, por qoe so d-
pois de 1S anuos, h- que satisfar as condico-s da mst-
ma lei ; mas rpreber.i d>>sde que tiver completado
12 annos ; de encouiro inteiraioeu'.e ao peusameuto
do legislador que uio qui/. derivar srmalhante grati-
ficarilo nnicaincnte do faci de exercicio, mas sira do
eiercicio por 12 anuos com ilisliurcoei.'dc que multo
I especilicadamenle traa o le. lis por Olla dislinccao
ja esl.i prevista, a conclusao sena volar centra o que cu reclamo pelo cumprimeolo eiaclo do espirito
projerto, mas nunca p-'dir csclarecimenlos para a
casa decidir por elles, de sorle que queremlo o no-
bre depulr.do negar esse direilu a assembla, lie o
proprio que o reconhece...
O Sr. Francisco Juo : Eu nao neguei. entrei
n'oina quesiao de coiivenieiicia.
O Sr. II. de l.acerda :Agora Iralarei de ver se
ja esta' prevenido. O aclo addicional diz, que a as-
sembla pode legislar sobre os casos c forma porque
deve ler lugar a desapropriacao ; ha urna lei l-ila
pela assembla determinando os casos c forma por-
que deve ler lugar a desapropriacao, mas esla lei
pode prohibir qoe a assemhli tome urna medida i dires depois de 20 ou 25 anuos de exercicio, rec-
is \ezes que isso for nece-siii" sobre malo- bera o quanlilauvo correspondente a lodo o lampo
rao nao \v um remelle iminriliat.....rn remedio i bi --obras publicas teremoa absolnla necessidade de morrer de fome por falla de carne, e abi esl-
promplo, porque para isso seria neces-arm mu lar os; de fazer urna re ma geral no pessoal administra- exeraplo das Alago**, aondo se laiou a carne e uiuo
hbitos da populacao que faz a liase da sua alimn-1 tivo. guem morreu.
t;Ao da Cdrne. o que n.io succede em oulros paizes ; I O Sr. M. Cavaicanli : --Nao precisa islo. O Sr. /. de llarrns :Hi preciso nao encarar so-
porem que a crue, a seu ver, nao be cara, e qoe por | O Sr. I. de llarros : Mas, Sr. presidente. qOe mente por esse lado a idea da laja.
ora medida nenhuma se podara lomar para lorni-la | quanlia he essa que salnr das obras publicas, e pa- O .Sr. .1/. Ile>iriiites:A niiiha oniiiao lie, veu-
mus barala, salvo se o gnverno qm/.er ra/.rr o que : rj que lim .' Nao sera lamben-., senhores, para um da a carne quem quizer, preco lasado.
MTeiem Franca, qoe he iii lomiii-ar .i. marchames j lim inteiramenie semelhante, para a (eilura la es- (I Sr. I. de Barros : A carne ou bid serlaxada
da (Mi-rene i que houver no proco ou do prejui/o [ Irada de forro, que taml.em he uin.i obra publica por preco igual ao natural, ao necessario ou mus al-
qoe elles tirerem venden to a r-rne pot um prei.o i II Sr. M. (aca\canli:- Eu n,lo sei disto. lo ou mais bauo do qoe esse pre. o ; se f..r igual lio
inferior aocu.to; mas entenile que esliscr.i-pen.r i a Sr. /. de Burra: Por esie lado v a casa excusada a lasa, quero dizer, se'a laxa fr igual ao
medida que se podera adoptar. que esta verba ramenle era a mais apropriada pa- preco nalural ser escosada...
. Anda orna vez diz o orador, que se ve obrigado a | ra fomcrer diohairo para a estrada de Ierro. Mas, O-.Sr. M. lew-iota :Mas eu pergonlo ao no-
combaler a idea aventada na esa da existencia de I dir-rae-ha o uohre .lepla lo. porque ratita n.io se' bre depulado se o preco porque aclualmente se ven-
um.monopolio eslabelendo na induslria do fr- tira das obras a imporiancia das obras para a es- de a carne, be o nalural ; e sem resolver esla ques-
llaAIiaXAtil.t 1 ai.katAj. a f aa A.* ih .,..., .Ikn nt.aa. *. ..a. I 1 a-ti ji .. 1 1* .___ -Sai a ___
gameiilo da c-drads de ferro n.io po le deixar de ser
felo, e, se me nao engao, ale pelo coulralo cele-
Sr. II. de l.ai-crila : Se o nobre depulado me faci existe.
ria, nao obstante existir essa ei reguladora '.' llave-
ra' i.eressidade absoluta de 'que s essa le re-
gule '
O Sr. .1/. fatalcaiift : Tanlo liavia, que o
da le, que desapparece, he iiiutilisadoacom a a lop-
qiio do prsenle proieeto, razio por que voto contra
elle, e llmiln-me a estas pequeas reinoes...
t'm Sr. I)'otlado: O projeclo 11A0 altera a lei.
II Sr. I. lainti-anli : Kespeite a expressao
grammatieal da lei.
O Sr, .1/. Htnriquen V. as con tiples da lei.
OSr. a. Ctueftcant : Di'., que os professores
que liverem gratificaces em coose>|oencis de' 12 an-
uos de servio i. eomeearaa o contar sem dlianles gra-
lilicacSes desde o da em que completaren! os 12 an-1 IDlmisa o governo a despender a quaulia necessana
niis ; de Sorle que o profes.or que esliVer neslas con- ao juro do pagamento de S por cenlo, tiran lo a im-
|iona,ncia des-es juros para a verba destinada, ea-
len.Ie que lo inesquinliamcn|e se aclis ilo'ada
necimenlo das carnes- verdes, monopolio que por I Irada ile ferro, e ha de tirar da verba obras pa-
cerlo nao existe, porque ain la qu "o coure.ia a ux- b'icas '.' ,\ razio ha mu obvia, he porque o pa-
istencia desaes agenlc da produrf Ao, elles nao en- -
carecein o genero, ou -e o eiieaiecin lirau lo un
lacro dy seu Irah.ilho, esse mesin exeesse de pieco
seria pago ao serlanejo se elle, em lugar de vender
o gado na sua fazenda, o vendesse no mercado da
capital,-iiujeilnndo-se ao transpone e a'todos os prc-
juizos mherenlas a esse transporte.
Por lo,;s eslas razes pronuacia-se ainda conlra
a idea comprebendida na emenda a que se refere, e
pronuncia-s Rinda com mais forea pela inopporlu-
nidado do semelhante me lida como artigo addilivo
no orcamenlo.
Oaaiilo i emenda do Sr. Ignacio de Barros, que
Jess.
Nada mais havendo a Iralar, o Sr. presidente le-
- vantoa a sesillo ao tueio dia.
I1TER10R.
KIO DEJANEao.
1K de maio.
O senado approvou honlem em lerceira discus-
3o a propu-ieo que approva a pensie concedida a
D. Florisnella Maiima da SMva.
Paseando depois primeira discossao da proposi-
to da ouir-a cmara, qoe lulorisi o governo a in-
novar o conlralo com o emprezatio da eompanhia
l'iiiao e Industria, appmvon um requerimenlo do
Sr. Sooxa e Al-llo.pars que a molerla fosse exami-
nada pela comruisaAo de empresas privilegiadas.
Fi/eram observaroes obro i
d sen autor, os Sis. vnconle
aerraz.. .^tlJ ...
garaiile, que os propnelarios de bom grado redem
os terrenos, eu dirri. que he desnecessana cutAo
desapropriacao, e o nobre depotado que me falla no
"hi-l-'ormoso. lalvez seja um dos qae reconhecem,
Kio-FonnosoBOflrea muilo noaogmenlo de
ua poVOlaeao por causa dos proprietarios d-s ler-
renos.!;
O Sr. Theodoro da Sil'a : Solfreu, boje
nao.
O ir. n de l.acerda : Ento. digo eu, se oa
nobre- depulados reconhecem a conveniencia que
ha, em qne se crcem esses fricns de populacao, em
que a edilicacao apparera e se augmenle, sao for-
rados a recouhecer a de.-coiivenieucia de sua opi-
bUo...
O .sr. Francisco Joo : Se nao houvesse oulrn
remedio...
O Sr. /,'. de l.acerda : Se nao houvesse outro
remedio, nao. porque o direilo o gnverno. lem, a
qnesln limita-te ao segainl- : a desapropriacao
sera conveniente para a crearlo de um foco de p'o-
pnlaelol' Qaaadose deve fazer Ooandn o gover-
no poder desacopriar e aforar mais barato, oo
quando o preco do terreno for tal, que ronvenha ao
particular aforar por si'.' A reapostl he muda sim-
ples no I. caso ; por isso digo, se os nobres de-
ipulados adinillem a conveniencia d que os focos
do populacao aogmantem, entiosto osproprJos a
admitlirem a reprdracM de sua opinllo, porque a
mo se desapropriar, tica as propnelarios a liberda-
de de impor o prona, preco, que liado augmenlar,
segundo as neceasidades da populacho, e qoinlu
maior fur a aOlueoela, mais elevado be o prero.
enlrelanln, que m quero a razio inve-s.i, qoere
que quanlo m.iior f.lr a neooMitlade, mais faeil teja
a aequisiiio ,io. lerrenua, mais farilid.do tu;., pira
e lugai. crescer, e o
O Sr. B: de l.acerda :Isso nao prova nada, por-
que o nabre depulado nlo pode dizer que s*m essa
lei nos mo pesiamos desapropriar...
O \r. llarros Brrelo :Eu digo que, aptzar da
lei, podemos.
O >r. i. de Lacerda :Eu direi mais, que se
bem que a lei marque os ca-os e maneira pr.ilica >le
desa|>ropriacau. nao o faz senAo porqoe a assembla
lem lal poder para isto e he claro que se a assrra-
bla nan livesse esse poder, nlo podia fazer a lei, e
se a lei be urna de nussas allnbuicOes, ella uao nos
pode euarcla-las.
. O Sr. .1/. Cacalranti: Porque '.'
OSr. /;. de l.acerda :De modo nenhum ; pelo
fado iie havermos legislado nina vez, n.io podemos
legislar de novo, mo podemos alleror a legislacao l
Meas senhores, o regulamenlo da ihstrucco piiiilica
diz, que em cada paroi-liia deve Imrer uina esrula,
mas o anuo passado apreienlou-se aqui um prejeelo
anterior, a respe-iludo qual nlo se lite deu gratilici-
plo ; viudo assim a le a lr Cuello retroarlivo,
l'm Se. Ilr/m/a'lo : Isso be razonvel.
O Sr. ./. Cata\canl\ : l o projeclo ;.
i) Sr. m. Henriauet: Loutando da dan da lei.
essa vprba, que sera urna incunvenienci.i ir ainda
dislraliir-sedella essa quaulia.
Concorda que de oulr.i qu.ilquer verba do orca-
nii-iilo se loe o neceas.ino para essa despez, porem
que de maneira nciihmna seja da veiba obras
O Sr.A. Caia\ctmli:Essa nlo he a mulla ques- publicas,
lo, nAo he disso que eu fallo ; digo en que a le l'ronuncia-se lainbem contra a emenda que man-
mandaiido que os professores depois de 12 annos de | la pagar adidta.lamenle a Companhia l'eriiaiLiiu-
esercicio co'ii dislinceao leiiham urna gralificaei*
nao quiz derivar esse direilo rnenle do fado ma-
lerial dos 12 annos, e sim do farlo malenal dos 12
anuos de esercino. mas com a clausula de distincrlo
ao mesmo lempo.
l'm'Sr. Depulado : Assim se deve entender,
mo obstante o prnjeclo.
O Sr, A. Cacaleanli :O projeclo manda que
se pague ao professor desde q'je conipleloa os
12 aanos, mas aquelte que em ti anuos n.lu tiver
cumprido as disposieoes oa le. e que depois as cum-
prir, lera (iire'i., r'eceber a quaulia corresponden-
te lo lempo anterior ; e he justamente neslo senli-
do que se apresenlou o reqoeriinento na_ casa tc
um profesor, que lendo olili.lo a giatiliraca > por
urna decisao muilo posterior, quera cuidar a grali
do Sr. Dr. Sdvino pe.iindn orna esrola para llapis- lieacao da dala em que complelou os 12 aunos, e
nao da dala dn decisao da presidencia, que he quan-
do eu enlendo, que elle deve ler dirshlo, a essa gra-
tificacn, isto he, depon do rernnhacimenlo, J nao
potados, Esse seria o espirito da lei se se tralasse
nicamente dos 12 annos, se,n.lo se Iratasse de urna
condipio esseurial para adqoirir-se esse dircito, que
he a dislinccao ; nesse caso eu dira qoe o projqcto
eslava de aeeordo cora o pensamenlo da lei.'...
/ "i .s'r. Depalaao :fioUp nlo havia necessida-
de do projeelo,
O .S'r. a. Cacaleanli :Mas o que en digo he.
qoe o professor que Ijver mal servido li annos, ni
quando completar 18. lendo IS-com di'.tincfiie, he
que pode ser considerado com' dirailo a essa grali-
licaelo ; entretanto que pelo projeclo, mandando-se
Me pagar lleuda a d na qne complete 12 anuos,
guir-se-ba que o profesor capUalia
soma, estando essa localidade jostamenle compre-
hendida na lei, de surte que pelo regulamenlo da
iiaslrocplo publica devia baveruraa escola ah. mas
ou porque nem lorias as escolas se podrm crear ao
mesmo lempo, ou porque nAo houvesse vonlade de
a crear, o certo he que naquella localidade nao lia -
via escola ; app-eceu o projeelo determinando a
creafAo dessa escola e p......i pergomo, a lei rega-
ladora nAo prejudicava e>s projeclo '.' Na >, por cer-
to. porqoe se bam que nos lenliamos dado aulonsa-
CAo ao presidente para crear escolas, nos nAo nos
podemos demillir dessa alIrihuirAo, porque a conse-
quencia falal seria que se a assembla live-se de fa-
zer lets prevenindo lodos os raso- de suis allribui
i. >es. uada mais nosreslava a faiCT, nossa missao era
eide marcar qoola
orem, se nos podemos revogar as nossasJeisi po-f
o reipierimenlo, alcn I "e "Jferescer, e os nobres depolados, pela sua| l'orem, se nos podemos revogar as nossasJeis; po-f guir-se-ba que o prof.or capUalis* esse dinheiro
i de Jequilinhouba, e*"!"'". o Forrados a admiltir a bjpolbes, coolra-1 deinos allera-las quaudu ulganuos cuiveiueiile, uo- que nAo linha direilo, Oo cofre /uvincial para
, na, i.to lie, que quenlo maior for a (eieteneia para' demos no caso presento tas* quotMdo aHera. tvlar toteba-lo por iom,. pulea-4sem'ne. ruando' Iiv*r
pa
A cmara dos depulados approvou liouleni o pa- C ina proprielarioa bao de exigir, e por con
recer da coininis-Ao de poderos reconheceiido dejiu- ''nme tanlo maior sera a dliculdade para esSe
lado pelo pnnitiro di-lnelo sla provincuVdo Itio anmenlo.
liraude do Sul o hr. harao de l'orlo Alegio, e sup-
plenle o Sr. Dr. JoAn Caprslrano de Miranda e
Castr.
Eulrou depois em discosfao outro parecer da
mesma commissAo, conjunclainenle com nina rmeo-
pa do Sr. Pacheco, relativamente aorSrs. Drs. Joa-
qaim liomes de Seuza, e Amonio de Suuza Brilo
I idioso, elcilos pelo quarlo dislriclo ra provincia do
Maranhao, o primciio depulado, e o segundo sop-
plenle..
Foi lionlem jaslihcado o. apresentaSJo no senado
pelo Sr. Silveira da Molla um requerimenlo para
que o-governo informe se o consulado geral de Por-
tugal nesla corle leve com a auloridadc alguma ui-
lelllgencia para chamar a su competencia os con-
tratos de locaplo oe serviros fetos no imperio en-
tre Porlu&uezes e Brasilriros. Este requerimenlo
licou adiado por pedir a palavra o Sr. I lautas.
Passando a ordem do da, approvou o senado em
primeira e segunda discussao a proposicAo da oolra
cmara aalorisando o governo a fazer reverter ar
ma de infamarla o major graduado do corpo do es-
lado-maior da segaoda classe Antonio Joaquim de
Magalliaes Castro.
Conlinnoa honlem na camira dus depulados a
discossao do parecer da coinmissao de poderes rela-
tivamente eleif Ao do quarlo dislriclo da provin-
cia do Maranbo. Orou o Sr. Tilo Frartco de Al-
meida, e licou o dbale adiado.
Pordecrelo di 15 do correnle mez :
Foi norqeado o hacharel Manoel da Silva Mafra
para julz municipal c de orphAos do termo de S.
Jos, na provincia de Sania C,(harina, ficando
sem elleilo o decreto que o Horneara para os ter-
mos de S. Francisco e Porlo Bello, da mesma pro-
vincia.
Foi removido o jaiz municipal de orpliaos Fran-
cisco llonnralo Cidade, do termo de S. Jos, para
os de S. Fraiyisco e l'orlo Bello, da mesma pro-
vincia, por o haver pedido.
I'oi reconduai lo obacharel Marcos Anleiiio Ro-
drigues de Souza no lugar de juiz monicip-il e de
orpb.ios dos lermos reunidos na barra do Itio Ne-
rio. e Barcellos, na provincia do Amazonas.
Por decrel i de lii oo dilo niez foi nerdoada a Jo-
s Marlins Cona a pena de um mez de pnsao e
molla a que I i condemnado por senlcnea do sub-
delegado de indicia da villa da Estrella, na provin-
cia do Itio de Janeiro
Con a que o governo imperial resol veu naoespacar
o 'prazo marcado pelo decreto de 28 dojinarco desle
anuo,pala a eseenclo da nova tarifa das alfaudegas,
que pnis romerara' ilo dia I- de jutlio prximo fu-
turo. A razAo que parece em que se firmn esla dec-
so foi que conteni a nova lanfa reducees de di-
reitos, prrncipalineulc sobre os gneros alimenti-
cios, materias prunas e.mercaduras de geral con-
Vm Sr. Denulado :Qual lie o principal regula-
dor de Indas as grandes queslois'da vids, nao sei o
inleresae y
O Sr. H. de l.acerda :N.io apoiado, he o inte-
rene, mas o nohre depulado quer sbhpgar o lule-
retse-parlirular ao pohljco '!
Se o inleresae publico exige a erencAo slrse foco
de populasAo. hade-se snjcilar ao inlere qn Ires propnelarios esse inleree publico ".'
OSr. Francisco Joao :Quem ronlednu isso ?
O'Sr. B. de Lacerda :Senao contesta, enlAo
estamos concones. O grande inleresse nao he, que
o proprielnrio lire lanos por cenlo de sua proprie-
dade, o grande inleresae esla no contrario, em que
sse centro d popul.iplo cresca ese augmenle, c
a otilidade dislo deve ser reronbecda pelos pro-
pries nobres depulados. que admillem a sua conxe-
nlencja ; mas esse augmento esla em eonlndicMo
com a aidos nobres depulados, que querem o ar-
bitrio do pfaprietario, que querem que elle impu-
-OhaT o preco, preco que ser tanlo maior, quanto
maior fer o numero de populapio que para all ten-
der.
O Sr. .17. rat'n'ranri :Admiti que ns pro-
prietarios ten Im iu arbitrio vista dos seus inte-
resss.'
II .sr. f. de lacerda A esl aparte ja tenho res-
pondido salisfaclorameoic.
O Sr. .1/. Cacaleanli A mea ver, nAo.
O .s'r. /;. de l.acerda :Qoal he o 'inleresse do
.proprielario 1 Me tirar o maior lucro de suas Ierras:
o proprielario que vjr, que amanilla pode aforar
os seus lerrenos a dez lusioes o pilmo, nao o alora
hoje per cinco loaloes. Qualjie o inleresse publico *
He que o foro seja muilo barato, para que a edifi-
carlo erenea, e a ediOeasjata se augmenle.
lina toz:.leso umla esla muilo bxpollie-
tico.
0 ,S'r. .1/. Cacaleanli :E o inleresse parlicnlar
nao he una grande parle do ititerrssse publico '.'
O Sr. II. de l.acerda :Mas toda a vez que o in-
leresse particular for de encontr ao publico, desap-
parece aquello. Digo, que a inleresse do propriets-
no he lir^r o maior lucio posslvel, o inleresse pu-
blico lio augmentar a popnlafao ; ora, ve-se por
consequencia. que exislem dona n.teres-es oppo-los,
porque, quanto maior for a illluencia, maior sei o
inleresse que cf pruprielario exigir de seus terrenos,
e o que loceelter '.' Daus inleresses" oppuslis sem-
|ira em lula. E llavera' razan para qu'rer-sc. que 0
inleresse parlicnlar supere '.' He ceno, que nao.
" Sr. M. Caiatcanti :Conforme.
.Sr. /;. de l.acerda :Aqui
dados.
nAo Im conforml-
Qjanto o dizer o nohre depulado, que nao sabia
se liavia es este foi o principio di minha argiuneniacA, eu le
roiihero que a villa do Cabo, nao so pelo que disse
o nohre aulor do projeclo na casa, como mesmo pe-
la sua posicAo lonographic, e pslo prospemlade que
a estacao da lia frrea ha de Irazn aquella loeali-
anmo, be urgenle po-la quanlo antea erh exeru^ao dale, esla' nes*as condifes, e he convencido
no inleresse do commercio e para eluvio das rlas-es v
.menos abastadas. E esla prompta cxec'irao nAo im-
plica a modilicaplo parcial dos -defeilos que desde
ja se Ihe nutem ou possam ser reconhecidos na sua
exei !! ..,i..
ASSEMBLA LEGISLATIVA PKOVINCIAI. DE
l'EKNAMBICO.
Sessao ordinaria em 20 de maio Je 1857.
Presidencia do Sr. Jos Pedro da .S'iia.
As II horase l|2 da manhla verifica-se haver ca-
sa, e abarla a sessAo, he lida e approvada a acia da
anterior.
O .S'r. 1 Secretario '.i cunta d. seguate
EXPEDIENTE.
Im ofli-io do secretario do governo, rnmmanican-
do, que foram recebidos uaqualla .secretaria os
compromisos de que trata um oflieto do secreta-
rio desla assembla.Inleirada.
Outro do mesmA Sr., remoliendo a informaran
dada pela cmara municipal desla cidade, a' ama
que eu enleii lo, que o
.'/. Cacaleanli :Nesse
[ior
piojelo deve
caso pague o
ludo isto
pastar,
II Sr.
Cabo.
O Sr. B. de l.aeerda :A es',ie,lo, creio, qoe nao
deve lcar muilo abano da villa do Cabo, mas eu
conceda me Ignacio e a villa do Cabo, sAo poucas bracas e manir
he anda o terreno, que se ollerece a esse bene-
ficio.
E eu vi, qae o nobre depulado o Sr. Manoel Ca-
valranli se 0|ipunlii ao projeclo, por nao liax'er pro-
posta de cmara, mas creio, qoe sobre e-ie fuuila-
meiilo elle mesilla reconbece, que o seu arqemehto
nao procede, e pela leilura do aclo addicional, que
eu live ucca'io fazer, quando o nobre depotado
apresenlou a sua argumentadlo, xi assim, como elle
vio, qoe o aclo addieional nao o favoreca.
O Sr. M. Cacaleanli :Apanliarsm-me de sor-
preza honlem.
Ofir. II. de Laceria :... porque diz o co ad-
dieional no arl..l. S :!. I..)
Esige-se proposla da cmara, quanlo a sua polica
nos no caso presento taa quosoda se aWecoi "*
,(.. arlo haver rala lart re.Mii...lsi... U de,uronuav.
co, aulnnsar e-sa desapropriacao, mTii-teAjTazsr,'
independeiile de propoda da camira uu do pr;si-
ilenle.
o .s'r. OUceira :Nao apoiado:
O Sr. B. de Lacerda :Se a assembla nao tra-
lasse desle projeclo,pu,i,a a desapropriacao caminhar
pelos ni'i os que a le existente indica, mas a lei nAo
se oppde, nao diz e nem o poderla dizer que a as-
sembla nao (rale mais dessa quesIAu, porque en-
JAo, como ja diesr, se a assembla (ivesse a fortuna
de fazer leis Ido perleilaa que abrangessom iodos os
casos de uossas allribeicSti, no-sa missao reduzir-
se-hia a marcar qnotas,
O Sr. Manoel Caca\canl:EulAo sobre que le-
gislavamos ?
O Sr. /;. de Lacerda :Nos temos :,n(l ou 100
leis, admita o nobre depulado a lupolhese de que
ellas preveniesem lodos os casos sobre que nos live
sernos de legislar...
OSr. Mantel Carnlcanti: Que ha leisde mais,
eu concordo.
OSr. II. de Lacerda: Mas admita o nobre de-
pulado que cada urna le desla. fo-se urna lei sxsle-
matica, que nada mais houvesse a prevenir.
O Sr. .1/. Cacaleanli :Nao admiti.
O Sr. II. de Laceria:Un, dado esse ca-o, ica-
ria a assembla inhibida de continuar a leg's-
lar 1
II Sr. M. Cacaleanli-.Admllio o principio
inadmissivcl de -e f.izerem leis peileilas.
OSr.B. de lacerda Pela bem. como ja di.se,
a assemlilea provincial lem urna lei de iustruc?ao
publica, que determina os lugares aonde se deveio
crear r.adeiras...
O Sr. M. Cacaleanli:O fado da ll.ipissuma
para mim uAo prova, eu o rep'rovana como reprovo
esle. '
O Sr. B. de Lacerda :Mas em que se fun
da va '.'
OSr. M. ( a'-a\canli:Na Inetildade da lei.
OSr. Il.de Lacerda :--A lei nao era intil, por-
que o governo podia ler entendido nao ser de lie-
ccssid.de eslanelecer a radeira como mandava a le
e a assembla entender e contrario como eflectiva-
inente eiilrndeu.
O Sr. .i/. Cacaleanli :'-*Tiido fsso be muilo
ni.io.
OSr. fl.deLaceria :Uas dah! se nAo segu
que nos nao leudamos direilo de legislar -obre as ca-
sas, para queja ha urna lei...
O Sr. M. Cacaleanli: Mas nao existe paridade
no exemplo.
O Sr. /;. de Lacerda : Eu argnmento smenle
pM. analokia que ha nos argumentos.
Todas al vezes que o presdeme entender que nAo
deve fazer urna ilesanropiiarA,', a asscmlilca nao o
podera mandar fazer'.'
O Sr. Francisco Joo ; Essa argumentaras nao
destroe a minh.
0 Sr /;. de Lacerda : A do nolno depulado
esla refutada pelo seu proprio roquerimeot. O no-
bre depulado recnuhec, que a qui-slao nao deve ser
tratada porania nos, nao quer reconliecer competen-
cia na casa e pede esclarecimientos ao g.tem > para
que. a visla delles, posea o piojelo ser approvado.
bu oe desojo mesmo quelnja precipilacao, lano
que para o conhseimeolo completo da utilida'da da
ma lida lalvez conveiiba mesmo que passe um anno,
recebe lo por junio rMjjtlitrasaemos^e, quando !r..'t
iireeocliido as cundidle da le. A yiala dislo digo
o, qu' o projeclo he olT-n-ivo do pensamenlo da
lei existente, que a revoga iin[ilirilameiite, endo
esse alias maior pensamenlo, porque o profes.or nAo
cana de navegae.io a vapor a importancia annual do
sohsidio que llie da a provincia, e adnura-se que
essa companhia nao lenha anida litio urna in.liges-
19o tle favores, lanos e tito escandalosos lem sido os
que ella lem recelado.
Alguns Srs. depulados coutrariam. em apartes a
Opiniao do honrado orador, e responde elle que he
sua opiniao que e-sa companlra lem sido demasia-
damente farorecnlj, e que quaodo a provincia esla
pagaudo os juros de 8 por canto da sua divida I un
datla, nAo lie occasiAo mais asada para se ir fazer um
adiantamenlou Companhia L'erssainbiir.an, medan-
le os joros de 4 por cenlo, tanto'mais quanlo, se-
gundo esl bem informado, essa companhia nAo
lem sido tai econmica como devera ser; a gestan
dos seus negocios nao lem lido urna marchamlo)
regular; que desperdicios mesmo se lem dado, enlre
os quaes rila o fado de ler o asente dessa compa-
nhia na Europa comprad) (O.OJOo de inaiitimeutos
para a viagem de um vapor que nao Irouse passa-
geiros !
Desla forma nao pode de maneira alguma con-
correV com o sen vos para qoe a provine a x lazer
mais um sacrificio a favor dessa companhia.
A respeito do artigo em que irla das irmaas 'le
candado, diz o honrado membro qoe jelga ler dilo
qnaido he bstanle.
Quanlo aos oulros arligos additivos que foram of-
ferecnlos ao projeclo de orcamenlo, diz o Ilustre
' depulado que alguns exislem tle lana imporlaoria,
oulcos lo extensos, como um que olt'ereceu o Sr,
Ignacio de Barros acerca das obras publicas, que r>- C;,r-
nu ira ida'da aprecia-loa, p rrqoe ee la um dalles I O Sr. /. da Barro : Mas
exigira urna diacoaeao especial, um JO SO mais cai- ''e se marcar urna qool.i
nlo, o que se n.io uode (azer
maualas. aaaum ternilla
orgaioeolo.
lo, o nobre depulado nAo pode entrar com outra.
%Sr. A. Cacaleanli:Eu digo, qae o preco ac-
lual he natural;
O Sr. /". de Barros :Sa a laxa for igual ao preco
lirado com a companhia. parle de nossa renda esl.i nalural oo necessario, da carne, lereraos como disse,
mpolpcada ao pagamento desse juro.
<> Sr. M. Cacaleanli: Eu tenho lauto medo do
lal contralo, que al o no lem.
O Sr. /. de Yiarrns : Mas o que he eerto he
que elle esla' em vigor e uns lanos de cumpri-lo :
que ella he csrnsada ; se fnr superior a esse pre;o,
o resultado ser dd salisfazer u lim porque he esta-
beleci la.
O Sr. M. IJcnrigues da om aparle.
O Sr. /. de /tirro.s :O nobre depulado nAo con-
e assim j.i v a casa a razio porque em minha emeu- cede qu a l-,.xa ha le dorar per aro cerlo lempo, por
na peco qoe se lire da verba obres publican o que ; mezes, dias, ou semanas, e que duranle esse lempo
. "r,oc'"> P"3 o pagamento do juro do correnle possa haver useilaeao no prec/> para mais oo para nie-
exercicio.
Mas aenhores, causar esla medida ese grande
daino com o correclivo da emenda '.' Tenho para
O Sr. .'./. //enri'/uw d om aparle.
O S. I. d Burros :Mas v o nobre depulado
mun que nan causara damuo algiim, ijue essa verba que se a laxa fr menor do que o preco nalural do
nAo sera de sorle alsuuia desfalcada. genero, do que esse preco que os economistas cha-
O Sr. M. Ca-aUnnli : Eniao n3o falle nella. i mamoeceaaario, os cieadores penleraoinevitaveliDen-
(' Sr. I. de Barro, : Atlenda-me o nobre de- le. qual ser a ronsequcncia dislo '.' uiuguem
pulado, se pela emenda manda se tirar rfa verba das | querendo Mjeitar-se a prejuizos certos e infalliveis,
obras publicas seiiiellianle pagamento inevilavel helos criadores deixargo de criar, e desla sorte se es-
portillo he ella urna quota certa com qoe se conla... i laucara lima das fumes da produeco, oque augroen-
I ni Sr. Depulado : E sa as obra
rem arrematada! e liverem de ser pagas :'
O Sr. /. de llarros : Anda sendo assim
divida nao se
ja estive-
lara ainda mais a carejlia do genero laxado.
I'assarei agora, Sr. presidente, a minha emenda
que Irala dos batneos e orcamentos serem impressjs
------------- I |..-.-,iv.,iv, um 1-ti, HS llllin lili, o aa v aB-ajifi .-bsfti ju
I el.i ememla determina-se tambem que se dislinem vel.para que alo succedn como esle inno, qoe so d-
?y?..ay.y^r" P."1"0"5." "'"'as que possam haver poisde ler sido prorogada a assembla, he qae foratn-
distrrbuidos os orcamenlos.
campara com a que possa resultar do | etn lempo lixo e na principio da sessflo. Eo creio,
cntralo da estrada de (erro. Sr. presdanle, que isto he nasa medida ndjspensa-
I ela ememla determinase laniiiem que se dislinem I
f
no exercicio. sobras estas que se UAo," nao direi com
lana certeza, que nos antorisa a fazer com ellas o
pagamento da e^lrad.i de ferro, mas com loda a pro-
Hablilla.],..
Um Sr. Depulado : E o pagamento das pres-
taeileadas obras ja arremaladas'.'
O Sr. I. a> llarros : Eu assevero aos nobres
depulados que as sobras que existem ou que bao de
existir necessari^meiile hlo de f.izer com que o pou-
co que se"lira da verbj das obras publicas, seja mais
que compeu.ado.
O Sr. I/. Cacaleanli : Eo sempre lenlio medj
de rompromeller as obras.
O Sr. /. de llarros : E eu lenho ainda mais
modo de comprometer o neeso crdito ( mu los
apoiatlos. )
. I ma lo: : Aulorise-sc om crdito especial.
O Sr. /. de Barros : A quaulia uAo he extra-
ordinaria.
Om Sr. Depulado : Em quanlo calcula '.'
II Sr. I, de Barros : No exercicio correnle por
ama conversa que live com o Sr. Heniston parece
que nao poderemos gastar mais de 40 a 70 o-, ...
O Sr. M. Caoalesuiti : Vamos cuidando em
crear rendA para essa despeza.
' Sr. /. de Barros : NAo he IAo necessaria por
ora.
O Sr. M. Ca\a\canii : Enlo deixe de mar-
oerssariamenle hn
---. -t----- .....------------------ --------- ----.....-------....... ... .. ,. ...wu --... HTIttl ', II '_ IOIII
recial, um ju so mais cal- j'"- fe marrar uins qiiuia no orcamenlo e com as so- nao era, Sr. presidente, urna medida esla
zer tratando os englobad i- \i'"" "'' parece nlo mullo curial, porque be urna portancia c digna de merecer a ailencAo desl
suu obseryasjes sobre ojaespeza necessaria emque esl.i compremeltido o ere- Parecc-me, senhores, que demointrar a v
I dito na provincia e nSo eonvem que psra ella ser sa- das vas de communicacAo he consa desne
Senhores, eu son membro da commisso de trVra-
meuiu, e bem vio a casa que para lormolarmos essa
projeclo litemos de servir nos dos originaos da the-
suuraria. ,
Vejo boje, Sr. presidente, qae o procurador fiscal
apoma em seu re,lorio rnedisuisrde moila importin-
ca, eulrelanlo s om (lestes dias, ln qoe alo distri-
buidos esses relalories.' Me sera conveniente qae
i casa lome ama medida e esle reopelio.
\>|iii leinos a emenda sobre ns porleir.is. Sr. pre-
sideule, entendo que a ebsa de maneira algama de-
via approvar seoiethanlfemenda, porque se om des
males das barrenas qne sAo establecidas para se ar-
recadar o pedagio he o eslorvarem o transito publi-
co, como, Sr. presidente, havemos de aulorisar que
por mero iuteresse particular se va e-labelecer seme-
lhante eatorvo?!... Se o proprietarios se achim pre-
jodtcidos com a passagem das estradas em seas cer-
cados, pecam em Lempo opporlano a devida indem-
nisacAo, voto porlanlo conlra esla emenda das por-
leiras. P
Sr. presidenle, acho aqui orna emenda qae he real-
mente um pouco extensa, mas o objeclo della be
quanto a mim de samma importancia. ( Apoiados,)
i'rala-se eqai de se 1nirn.lu7.1r ihdabilavelmeolo
um novo syslema tic fetura de nossas estradas ; bo-
je quasi Indas ellas sAo feilas a cusa dos cofres p-
blicos eulrelanlo por esta medida grande par-
lo tle-las estradas ser feila a cusa de parlicolares :
nao era, Sr. providente, una medida esla de im-
desla casa .'
aetagem
snecessaria.
>, ^ --T-*. .^_ .. .,:. -_, ---------' --------- '....... uiiiiimiiiM.av lie i-.n.-a noanecefsarin,
n Sr. Sou:aT/te>, drs-q^ s>ssrWo oestUeam para sljiu o.cont. com cou,a, de ualureza evoulual, -onfio muilo na mastranto desta casa para suppor
OI nan Vola n, ,i l ,. ,. Sil ,. 1 a nin <, ,1, PUS 'I flUP (f Um la.o.ui __l_t ___ '" '
diter que vola pelu artigo.addilivo de um Sr. de- | Pos!o 1u" sejam provaveis.
pulado, .determinando qae os lilhos habilitados e-n
deve ter esa gratificacAo. senao qo/undo servir bem. I lesiamenlo nao eslAo sujeilos ao sello tas heranca
Nao posso pois volar pelo projeclo que ora colo, limitando-me neslas rellexoesi por hora, a lim
de que nao passe elle sem u"iscussad, dando'-se al-
guns esclarecimenlos qua possam orientar a casa, a
qual lomar na considerado que entender, eslas
imillas observa;es.
O Sr. Lpiun-.nomlas de Medo falla em favor do
projecle, apezar de nao estar com a sua kssignalura,
porque lem opiniao fila a respei|o,e ja nina vez ad-
vogou os direitos de um prole-sor em idnticas cr-
earostancia. Diz qUe o projeclo o que tem por
lim, he evilar o arbitrio, acabar com-o abuso qoe
pon dar-se. c se lem efectivamente dsdo, da de-
mora da prelencAo Infinita no proeesso do rec.o-
nhecimeolu das coiidicetles precisas e lgaos para a
concesaAe da aralilicacAo por ler doze annos ele
servco-com disliuc;ao, demora e prouslae.i i qu
privara o professor, por fado independente de sua
para justificar um artigo addilivo que man lou .1
mesa, concedeudo. o prazo de um anno aos il^vedo-
d'orcs de meia siza.
Quanlo a aquella arlieo diz que, com quanlo en-
lenda que a malaria nao pode ser cen!ioverli la a
face da legislarlo, que a regula, he de parecer que
eda assembla d solacio n duvida offerecida pelo
Sr. pr. curador fiscal, alin tle qoe baja ooiformlda-
tle as decis-s sobre o pagamento di laxa, quando
se Iralar d lierancas llandas pelos lilhos habilita-
dos em testamento.
Entrando na deinonslracfio tle sua opiniao faz ver
que os litios uaiiiraes ou podera ser instituidos her-
deiros em teslamenio, 011 podem ser reconiecidos
lieulpros em testamento ; ou estes ou aquelles sAo
herdeiros nere Que os primeiros nao sAo herdeiros necessarios
claramente se v da lei de 11 tle agosto d 1831,
vonlade, devencimenlos que Ihe 1A0 devidoa. laza quaudu dispo:. que nem aOrd. do L. i. T. !>:t, nem
coniideraes, e desenvolve este ponto, Irazendo
como exemplo de paridade a concessto do meia
sold as viuvas e Tilhos dos mililares fallecidos, em
qoe o proeesso da habilitaran pirr mais demorado
que seja nAo faz com qoe o ineio soldse perceba
do dia em qoe se completa a habililafao, mas des-
de o da do faliecimenlo do militar, c que assim
qoauluaos professores, elles devem perceber a gra
tilirarlo, nao do dia em que o poder administrativo
t'imina o recoiihecimetito da haluliiae.ni do pro-
fessor. mas do diaem que romplela os doze annos.
Acrescenla mais, que se assembla deve eslar re-
solveudo neste sentido pir arlos isolados, ao passo
que cada professor requer, corrui se lem felo, rae-
Hior he tomar nina decisao geral. como faz o pro-
julo, em favor do qual vola, e pode .1 ap|irovae,io
da casa.
A discossao fica adiada pela hora.
Continua a di.eus-o dos arligos BldilifOS ao orca-
menlo provincial em segunda discussao.
unir alguma legislado em vigor prolulie que u
pais instiliiam herdeiros a seus lilhos naturas*, uina
vez que n3o tenham herdeiros necessanos ; por tail-
lo os herdeiros instituidos nao silo iieeessanos ; pe-
lo qoe os lilhos reconhecidos era lestsmente sAo her-
deiros necessarios; e como a lei de 8 de ureo de
I85i referindo-se aquella de lid agosto denda
que o* herdeiros ascendentes ou descendentes, qae
Ao os necessarios, sao os que estao lenlos do pa-
gamento do sello, conforme o altara de '.I de junho,
no entretanto que nao nozan] de lal isene.lo os her-
deiros' Instituidos, he evidente qne os lliios habili-
tados em lestamenlo nao pasam a sello.
Quanlo ao rtico addilivo sobre o prazo concedi-
do aos desodores tle meia siza, principia declarando
que nao lem em vista proleor a <*<- mi aquel e llo-
vedor): eiilemle que a medida que prope, he (le con-
veniencia publica ; porque a, fazenda provincial
passiri a arrecadar quanlo devem'pessoas, qu em
iem|n> nlo pagaram a meia liza, resollando d'ahi
O nobre depulado o Sr. Manoel Cavaicanli im-
I pngnoo tambera 11 emenda apresenlada putos Sr,.
I i.. P, Baplisla e Amorim a re.pnio.da companhia
.oileir.i.s A vista na maneira por que esl cunee.u-
da a emenda pareee-me que sti deixara' de volar por
ella quem de certo nAo quizer f.izer mero favor a
I essa eompanhia, por que senhores nos lemos tlinbei-
ro en. caixaqae vence o juro dn quatro por cenlo.
O sr. .1/. Catalcana : Enlo serve para pagar
a esliada de Ierro.
O Sr. /. de Barros ; l'erdoe-me. nos lemos di-
nheiro em eaixa e que vence o juro de quatro por
cenlo e aqu o que se pede he que o dinheiro que se
ba de tlar a companhia no correr to anuo 10 Ihe d
de uina vez, obrigaudo-se ella a pagar o juro desse
adiaiilainenlo : he um favor que D-lo causa dainiiu
iienhoin a provincia.
Quanlo.ao que di.se o nobre dpalado o Sr. Ma-
noel Cavaicanli a respailo da nonie sobre o rio Ca-
piharibe tem toda a razAo, enlendo que ella se acha
nileirameiile de-loca la lias dijposicoesgeraes dotirfa-
nenio, devendo s ler lugar ua verba de obras iiu-
bliew.
Sr. presdeme, lendo a emenda sobre as carnes
verdes adinirei-me de que ella f is.-e apresontida por
um nobre depulado que lem expendido aqu princi-
pios pelos quaes ve-se que elle sy*iemalic*inenle be
contrario as autorsactles.
Cas Sr. Depulado': Sxslemalicameute nao.
O Sr. /. de llarros ; ".Mas o nobre depulado o
qu.- pretende coiu e-la medida '.' Pretende que a as-
sembtea diga qne Ha sa acha incapaz de emillir uina
opmio sobre semelhante Mamlo, nem mais, nem
menos e assim t por lano o noiire depulado que a
Iue lal fosse preciso.
Sr. presidente, eu lerei esla emenda, apezar de
ler ella sido apresenlada qesta easa pela commissAo
de obras piblicas em um projeclo desde o anno pas-
sado. (Le.j
Aqu faz-se especial menrao da estrada de Bebe-
ribe, porque fi ella o objeclo da pelic.io apresenla-
da a commissAo de obras publicas e que dea Iggar a
proposla da medida em discussan.
As vanlagens ofierecidas por quem fez essa propos-
la, o sr. Henry liibsou. foram de tal naloreza qae
despertarnm na commissAo a idea de eslender o mes-
mo beneficio a lo tas as estradas em idnticas cir-
Comsisneias e nao somenle em eslender esse benefi-
cio sobre as estradas, como sobre as pontes, atoaos,
e todas as mais vas de commoaica^Ao da provincia.
No S I, digo eu : ( LO. 1
A mesma ezcepfM que se propa pjra a estrada
de Beberibe, enlendo a commissAo dever eslender
para as ouiras estrada*, apezar de que a casa ainda
mo leve de approvar ou r'jeilar semelhanle idea.
A segunda parle desse paragraplio dispensa de ap-
provacao itesla casa os eontralos.de menor importan-
cia, para que rom mais facilidade se execolem em-
prezal de pouca monta, para que o governo nao te-
ja-se de mos atadas em consas insignjficanles, ape-,
zar de que em lodo caso qualqaer contrato qae se
faca deve estar de acconlo com o S 2 desta emenda,
qoe he concebido uestes termos : (L.)
Esta impeceao do gnverno be indispensavel, por-
que pode minio bem succeder que algarnas dessas
estradas va prejudicar as eslradas publicas da pro-
rineia : he indispeosavel essa impeceao, rajaqai* icn-
do-sede garantir o pedagio .-ios emprearlos* de se-
hanies estradas, uAo parece curial, nem convaj-
n^.-io" "* '" "'"l' *"'''' Para,e",ell""lle aull>-1 nienlc, que o governo garandado esse pedagio, es-
'r'.o'ii'.' n..i ii lahelecendo desla maneita verdatleirea imposicoes,
1 n sr. Depulado : lie perfeilamente azada, por nao lenha inspeecle as obras pilo gozo das nuaei
que u coulralo Irausaclu u.'u foi mus duque um 1111- lem o .publico tle pagar.
O Sr. OJiceirn pejfe a retirada de um.i sua einen- tambera a vantacem de alear sanada a uullidade da
da para subsliluir por oulra que be a seguate : falla de scmelhanln pagamiolo. Finalmente idver
lica concedido a Jos Nercian Gamillo, lestamcn- le que cmihece a 11A0 pnuces develore. qu por ig-
leiro e iiitenl iriante dos nens da heranca do falle- noiania suppa que podem pagar a meia siza,
cdo Noberlo Joaquim Jos Quedes o prazo tle :l au- quando precisarem de apresenlar seus litlos tle
nos para pagar o respectivo sallo em presUjes se- I compra, quamlo, por exemplo, liverem de pagar o
meirars, aceitando tollras na thesonrarh provincial I sello fno.
cora ditas firmas a cWiilenlo daquella reparlicA.i o O Sr. Sou:i liis pide a retrala de um seo arli-
quesejam de pessoas moradoras perla ci ade.DI.- | gu ad nlivo que uff^recera iu projeclo do ore,ment
*eira. 1 provincial sobre lolerias.
O Sr. M. CaiaXcanii: Observe t|uc nao. echa I Sr. I. de BarrocSr. presidenle. as emen-
regular a marcha adoptada pela mesa de admiltir I das ell'ereci las versara sobre materia-, algnmasdel-
como arligosa.ldiliv.is ao 01 t;i:neiilo, lodos os t|uc las lilo importanlea, que nlo pr Fundamente so-
como laes foram nlleiecidns e entre elles se ac'iaiu ara ellas discutidas como emendas ao oreamerro.
alguns laes como o que aulorisi o goverSIO a lomar Sendo autor de algumas eslas emendas, nao possa
ama medida relalit'a a remediar o mal que diz
existir enra a careslm das carnes verdes.que os julga
inleiraraeme Inadmisiiveia na discussao do orra-
raeolo.
Diz que materias IAo delicadas, de imp irlancta
tan iranseendenle se achara eonlidas em alguns dos
arligos addiiivos t|ue eeigem por sem duvi 1, um os-
lada aprofundatlu e urna discostau especial sobre
cada um de per ii, vendo-se assim em einbaracos
para n'uma disCUSSXo su Iralar de materias 18o di-
por que a va frrea esta cin andameulo, e vejo qae fereiiles entre si e lo importantes em relaeAo a cad.
o seu progressu mesmo ira prevalido essa neerssida-
de, por isso admiti o requerimenlo do uobre de-
pulado.
O Sr. Francisco Joa : Ora gratas
peticAo de r'raucisco Lucas Icireira.A' queir. le/;' proposta da cmara quanlo a desapropriacao de qual
CacaU-anii :Precisa, c eu moa*
e economa, mas tc-se, que ho ba neceasidade de I "'"n lle reeonhscida em ger.,1 para lodos os lagares,
mais anda assim esle pensamenlo nAo me leva a vt>-
lar conlra o projeclo, pelo contrario, alien lendo as
cireumstancias especiaos a esiacao do eaminho de
ferio, qne ja disse, deve ser a I., eu enlendo que
a riesapropriarito do Cabo deve ler a preferencia,
emiiora o nobre ilrpulado dissesse que exislui loca-
lidades era milito melhonl eireuinalaneia', runo
Iguarass c oolras, eu direi, que he preciso alten-
derse aos etamenloi de prosperida ie que (enbain
Em um dos annoi passadoi litemos oceasiAo de ll" pooca cni.r,5nra, 011 fazer o pobre depnla lo della taes localnlatles para que a edificae&oahi continoe.
disentir um proieeto sobie a desapropriar,? o de Ja- t m Ijnizo pouco lisongeiro ; mis lito tambera nao Uuarassu. parece ine que 11.10 se aclia ne-sas enn-
hoal.lo, e eu, posto qae nAo lomasse parle na ducal- prevalece, lalo m:is que, e nohre diputado sabe,! dirijas ; e quantu a Rio Formlo, o mesmo nobre de-
s.io. desejei apresenlar a idea de desapropriacao de IV* a cmara de boje n.io be n mesane do ontros I potado, que he ebi Jum, e'qoe, ha pouco, dea um
parle, reconbece .1 luje ha facilidade para edi-
ficar-se.
a reqosieo.
Cinlinuaeio da primeira discussao do projeclo n.
SI tlesle anuo, que antorisa o governo a fuer as
iii'sapfnpria'; 1 -dos icncnos perlencentes a' parlico-
lares na villa do Cabo.
II Sr. /'. de l.aerda : Sr. presidente, se bem
que houvesse |ie.|i.-> honlem a palavra, nao esludei,
e romee direi a livor ti 1 praqeclo em discossao.
quer Ierren
O Sr. M
Irarei,
OSr B.slc Laceria :No ha necessidade dis-
so, porque o .; i. que exige essa proposta, ni falla
della para a polica e economa municipal, mas nao
quimil, .0 |,,,|.: de desa|nfpnaeao.
lina onlra ra/.lo I'oi apresenlar na cmaro do Ca-
lo 1 1- ns terrenos, on le esislam villas, povoadoe e {temjios,
ale he para mim nina medida necessana ; o dono I f|'4 ''0- -Eslamo, ,,n lempo to progreso.
rjesses lesrenoa devem ser aa mnnielpalidades. AI "*r. B. ae Laceria :Justamente, estamos na
prnpridade desate habitantes deve ler oulra ga-1 eP"ca do progressn rclleclido, as cmaras leem sido
ranti'. renovadas, por cuisequencia o argumento o nobre
A grande conveniencia ou necessidade desla idea, depulado nAo prevalece,
lie reconhida por lodo'litis. 0 nobre denulado que Tallou em segando lagar,
A qneslAo ssr.i ober-se, se a villa do Cabo esl romecou apre nas coinluoes de obler esse auxilio da nossa parle, I eu 11A0 live o prazer de comprehende-la.
se lem elementos de proseen lade, a esle rrspeilo I O Sr. Francisco Joo di um aparle.
direi, que a ulilidade do projeclo foi demonstrada i O Sr. B, de Lacerda :Mil a lei de 181 nao
urna de las.
Deisando de ruirle as emendas que nxo foram
jusiilicadas e as de menor importancia, laes romo a
qoe regula as porleiras dos engentaos, que ja foi
it Sr. /,. de Lcenla : Eu o adundo, nAo qnro sollieeoteuieote combatida, diz o orador i;uc pasea-
precipilarao na adopcao di med la, mas o que quero I r a oceupar-se >!e uialeria mais importante que he
lie que se reruiiheca a compelenciasda assembla, e a das carnes veriles.
nAo faro corno o nobre tlenutado une desronhereuiln ,, .-.,,- ,
Diz que 110 intuito de se ligar mais importancia
malcra, nu inluilo de ap.ilrinliar a idea da neces-
sidade de ama medida sobre a caresta das carnes
verdes, se trooxe a opiniao emillida n'uin dos pa*
ragraphosda falla do Ihrono, porem que, cora quan-
lo patee 1 ou- ola, elle ora tur se anima a dj/.er que
lambem as atlas capacidades polticas parlilham
intiila vez do- erros populares, que lambera minia
vez o governo se faz echo de qoeixumes populares
que leem esplicacAo moitn natural. As.im. por es-
ampio, admira como o governo nao altrboa a ca-
resta dos gneros alimenticios nales a depreciarlo
da moeda, que tem 150 por cenlo ne aosmanlo,
caua principal da caresta dos gneros alim-iilicios,
e parlilhe des.as ideas errone :s qoe o poro a Imill".
No peusar do honrado membro, a caresta da,
carnes verdea nlo lie lal como qu-r dizer. r!li
esla em r.lieao cora lodos o. oulros genero', don-
de lelo a minias causas, enlre as quaes avnlta de-
preciameoio da moeda, devida .1 no.-a legislarAu,
a balsa dos metaos em todo monda depois da deseo-
berla das minas da California e da Australia, opiniilo
esla que u 1 be sii delle orado/, m s de autoridades
muilo re-p-.laveis em malcras bies, como Migael
Chevalier e oulros.
Diz ainda que a alta dos salarios, devidl til em-
presas protegidas pelo governo, empresas que dis-
poem, nAo de seus capilaes proprio-, mal de capi-
tana allieios, e que por canseqoencia podem mais
largamente pagar, lodo isto leude a elevar o pree
essa BOmpetincie, pede esclarenmenlos.
Eu nAo me lenibro que oulros argumentos fossem
apresenlados contra o pruje.-io. o nobre depulado
fallou na qsola, mis islo |ia:a mira he qaeslAo se-
cundaria, sa 11A0 e poder fazer loda a despropria-
5A0. faz-se-ha de parle.
Disse lambem o nebro depulado que se livessemos
de lomar ama medida desla nrdrm ella devia ser ge-
ral, ou devia ctimetir por lugares mais favoreeidos~do
que o Cabo. Esle argumento nao' he conlra o pro-
ieeto, por que a ulilidade .das dc-apropriacoes para
Nada mais me occorre a dizer.
O Sr. M. Cacalcaaii insisto uas snas opnies
emiiidas contra o projeclo.
denar de jasliBea-las; nao aerei rooito melliodico
noque lenho a dizer, poem ire eoompauhnndo as
emendas na gradnacAo em que ellas foram offere-
cidas.
Na emen la lerceira, Sr. presidenle, que live a
honra d ohtneller a cons, leracAo da casa cu pe-
to t> seguidle : l .
Esla ememla foi impugnada pelo nobre depulado
que se assenla ,1 minha fqu-rla.
" Sr. .'/. Cacalean'i : Sti a parle das obras
publicas
O Sr. I. de llanos: l.ma parle dessi emende
foi impugnada pele nobre depulado, lie esla mais
urna razao para en j'isii|ca-la.
Sr. iiresjtlenle, lanrando-se as valas para n nnsso
on; tmcnlo veremos que quasi lo las as verbas de des-
pez t sAo de nalureza lal, qu nlo b. possivel de
modo slgum dcixarem de ser eas sstiVfeilns : sei
qae a verba destinada a obras publicas he urna das
irais imporlanles, mas lalve/. nao seja ella a mais
indispensavel.
II Sr. M. I'a\alcanli : Divergimos nisio.
O Sr. /. de Barras : Sr. presi lente, qu'rer.lo
os pobres depulados deilur de reeeber seus subsi-
dio ?
II Sr. Gpaminoniai de Mello :S for condic.lo
da reeleie.no, eu cedo.
O Sr. llarros de l.acerda
rio, lambem.
II Sr. I. de Barro : Deixar-se-ha d pagar ao
pessoal da nstruccao pnbliea '.' Daisar-se-ba de pa
g-ir aos meslrea de primeiras Miras .'
o Sr. M. Cacaleanli: Na. tem nadi
o que eu das*.
t .s'r. /. de Barro : Eu qoera dizer que to-
llas ns verbal de despeza -lo de nalureza, tal, que
nao p nloiii deixar de ser satisfeilas, e bem qne enlre
' .. vertas ni lispensaveis c neee- usas exista a das
obr 1- publica...
l> Sr. '/. Cavaicanli : N"So lia necessidade de
todas.
O Si. I ie Barro :.... rom todo ella n.io li-
lao 111 lispeniavel como as oulrai;
0 Sr. M. Caca\eanli: Mais.
O sr. /. le Barros : -- Porqoe essas de*pez9 fei-
las com o pessoel sio de nalureza lal,'que se nao
f.irem pagos os empregadoj, a provincia e consu-
mir dever .ra. de'les ; a menos que seja r-firmidi
)eu se for pecesia-
corn
O Sr. Francisco Joa publicaremos em oulra oc- caresta dos gneros alitnehlici ,s. divida a muilis-
casiao .. I imas circumslancias que sola longo enumerar
dos salarios, e aj-tln como COIHeqaencia nereasariaa esse pessoal.
O .sr. .1/. CatmleoRli : -- Pode-se ir redazindo
Encerrada discussAo, he esse projeclo approvado
com o requerimenlo do Sr. Francisca Joao.
Entra fin i1 discussao o projeclo n. 17, que diz
Eulentle, a seu ver, que se a carne verle he cara,
lie isso n.ii s devido a caresta dos oulros generes,
como ao imposto de 30 por cento que -obre ella pes>,
LE'GIVF.L
ti os professores de primeiras iellra a quem lar con-1 e a oulras cireumstancias, mal esse para tuja remo-1 do, que se nao a tirar eUa despeza da
nSo se nomeirem os que vagarem, etc., el'
o Sr. /. de Barros: -- Mas islo importara em
urna reforma enii'ideravel em lodo ti peooal
da provincia. V, por tanto, o nohre depula-
ver-
poslo eslabelecido para aquelles que lalhavain Mr-
I ne, nao sendo os que teubaiii contratado cora o yo-
! torno.
; (' Sr. 1. Barros ; Vtja o nobre depulado qae
I nao me reli o a ser bem ou mal calada semellian.le
j med ia as ditftosicOei geraes do orcamenlo, eu fal-
! lo a re>pilo da auinsaeAo. mesma, dos tormos em
que ella e-ia concebida.
Sr. presidenle, eu ja live occasi.lo de expender
nesla rasa certos argomeuloi a respeito de sedic-
Ihanle contrato o mi parece sr. presidenle, que es-
ses argamenlM se icham inlelrmenle de p e nessa
mesma occasij live de coiubaler lambem a idea da
laza : sea easa nao eslivosse fatigada eu ped-na
lie inca para renovar de algum mudo esses argu-
mentos.
Foses: Falle, falle.
I) sr. I. de Barros :Sr. presidenle, qual sera' o
resultado desse contrato '.' Que milagro podera' fazer
ella'.'Invertera'a ordem nalural das cousas Tu
suppoiiho que uo, elle na lie i.i.i milagroso assim.
l'm Sr. Depulado : Quem -abe '.'
II Sr. /. de Barros : Sr. presidente, se pela'
clrcumslioeas que podem dar.se nu preco da carne
e-la livet de ser cara, pergunlarei, o emirato pro-
posita pelo nobre presidente ta cmara, lera' a virlu-
tle de I.i/.er com que essi carne sej.i irala, sem que
os eoiitraladore Bqoem prejudicados era seus inle-
res-es '.' Se elles foram preju lindos, ja ve a casa que
le molo algum podem tuslenlaremeibanleconira-
11 ; suppanhamu, agora que com elleilo ele era de-
iiu.ienlo ios c.i.tr.,1 idoie- produzra' a baraleza da
carne ; mas em semelhanle quadra, qual sera' o re-
sallado '.' lle qae o consumo da carne necessanamen-
le deve augmentar etn iclacao a biraleza d'ella. Se
isto tic ineeolestavel, lambem o beque a parda ine-
vilavel los contratad ir-: lornar-se-ha cada vez mais
intenta..
l'ma coz :le de quem nAo lenho |ieiia.
I) Sr. I. de Barro ;salvo ss inppozormoa qne
os coiilraladores deixar.io de lalhar carne, e ueste
caso lereraos necessiriainente a lome.
Paranlo, ou o controlo hade irazer a peda inevi-
lavel dos conlaladores, e par coniequeiictae impos*
sibilidade de coulinuar elle a existir, ou o coulralo
pode Irazer a lime ; desse dilema n.io pojero sabir,
e creio que ainJa uinguem espondeo a esles ir.eus
arrmenlos. .
Em quanlo a (asa, senhores, repeliro que ja disse
sena ocioso...
O .S'r. .'/. Ilenrii/ue<: Ante tasado nte con-
traa.
U Sr. f. ie Barro :Vi0 st lembrado areO-
ineulo que eu anre-cnlei aqui, dizendo que era idea
essi 1I0 se-ulo Wlli o ,Ui, me diz a islo.'
11 Sr. M. tlenrttjuet:Nao o arbei |woeudnte.
o sr. /. d.- Barra* :Oh Sr. depolado, nao a-
cha i>roce lente t-ie tal arsamojlla :.' Eu lli'o repo
l!. .
O Sr. M. llenriquei-.Ea enlendo que sebe
preciso nina | rov'l .enca era balsar o pree 1 da car-
ne, me parece que de todas, a qu deve ser preferi-
do, I." 1 I ixa : fui i'lo o que eu dio.
Oar. I. ie arros:JEa contesto que sen-.e-
Ihinte medida possa prodozir bem algom.
OSr. M. Ilenrlquet:A Uta heo mesmo que
o contrato, porqu u coulralo Ir.s a lasa,
II Sr. I. de II irrus:Eu digo que a laxa ainda
he peior tlj que o ronlr.lo, porque o coulralo pode-
rla Irazer a obrio-cAo dos coiitrsladores foriiererem
a carne, entretanto que a lasa nao iraz seinelliaule
ohrigacao.
O .S'r. .I/. Ilenriijues :He o nico argumento
pag
Senhores, o imposto de barreiras hoje nem chega
para a despeza de eonservarjlo, porlanlo se o peda-
gio for lio diminuto como hoje he, os emprezarios
nao lorio lucio algum. Bisa'rozno poique peco que
o imposto dn pedagio em laes obras jiossa ser mais
connderavel que actualmente. Quanto maior ftir
o incentivo de qualquer irahalho, ni: natural que es-
le se torne mais activo.
S 3. (t.;
Acho islo urna medida indispensavel, porque es-
las obras comquanlo sejam feilas. por particulares,
rulo se podem > ulendea-tle inleresse particular, ellas
sao de inleresse publico, e se sAo de inleresse pu-
blico, he de razAo que gozo das miomas vanlagens,
.que as obras publicas quanlo as desaprnprac.et.
Eis aqu explicada a minha iinroensa emenda,
segundo a rlassilioacAo do nohre depulado que se
assenla a minha esquerda.
Ilesla-me linda nina emenda a respailo do Sr. Jo-
s Narciso Camello,-
Sr. presidente.quando honlem.o nobre diputado o
A. Cavaicanli impogneva esla emenda, eu tive de
dar-l!ie alguns apartes, de confarmidade com elles,
direi moi ponca censa sobre a malcra. O Sr. Jos
Narciso Camello requer a esla assembla, que Ihe
conceda urna 1:1..ratona de M annos alim de pagar o
sello de uina heranca em prestaees.
Sr. presidente,todos os economistas eslAo de aeeor-
do em que o imposto he um mal, e que anda mais
do queum mal he aqoelle imposto que vai ferir o
capital, como acontece com o imposto do sello de
beraneai e legados.
{'* Sr. Dequtado : 'Eolio acal>e-se com elle,
lia varios apartes.
" Sr. I. de Barros : Mas, dzemos nobres de-'
pulados esto impodo nao Iraz onus algum, pois
que recabe sobre quem recebe um legado.sobre quem
be benehciado, e porlanlo o imposto nAo causa
diirinn.
Mas, Sr. presidente, os nobres depulados qoe as-
sim raciocinara, permillam que Ihes diga, n3o enca-
rara verdedeiramenle a qusiao....
I.'ma coz : lie a opiniAu remante.
0 .sr, /. de Barros ; J,' nesla casa, Sr. presi-
tledile. quando se trana do imposto de -J005 rs., so-
iire os escravos, eu disse que alem dos inleresses pe-
culiares de cada individuo, que fazem parle de al-
gum inleresse colleclivo, existe esse ioteresse ; e que
he por islo que naquclle caso vimos, qoe o inleresse
colleclivo da agricultura da provincia, se achava em
contraposjcao com os inleresses dos agricultores se|ia-
ra.lamente. Fazendo applicaeAo para o caso, direi
que se bera que e>ie imposto posta 11A0 cansar gran-'
oe prejuio a om individuo, era corlo circumslan-
cias, pmle pITender moilo aquillo ijoc for objeclo do
legido.
Se, por exem|do,ese objeclo for romo osle de que
hila o Sr. Jos Nai -is 1 ; -e so ir il r de nategacao,
por exemplo, p ir meia de canoas, 11A 1 lera' essa *in-
duslria desoflYer muilo, nlo sera' summamenle pre-
ju licita, se quem receben o legado (iver de pagar
um imposto excessivo, qne faca com que emeibanle
lindastria nao possa pniL'redir .e nem funectonir?
Creta que me lenho fello romprehentler.
o Sr. A. Cacaleanli:Tem, mis essa nrgu-
raenlaeAo he fal'a.
O Sr. M. Caca\canl\ ; ()s principios sAo er-
rados.
r Sr. /. de Barros : Desejo qae o nobre de-
pulado demonstre o erro, nao he bstanle s diter
que sAo errados.
Urna toz: Quasi iodos s mpostos sao de na-
-m.---------a" j iihi'vjiuj culi u'
que se ollerece, tuns eu respondere qae nioguem ha- tureza lal que vAo'lerir o capital dirociamenle.
MUTIL/AT5D"


.
2
Oulra coz : Entilo a queslao lie de imposto di-
recto ou uidiieclo. .
O Sr. I. de Barros : Mas ueste ca.o devenios
atlendtr que o imposiu vi directamente ferir o C-
pital, e de gm modo limito po.ilivo.
O Sr. II. Brrelo : Como todo o mais.
O Sr. /. de Barros : liu ditro tiio siueulo qu?,
sendo este imj.oslo de miaron onerosissima, e
visto o Sr. Jo.c NarciioCamello pedir urna mora.
loria a l.eui da induUrin, que lio o obj?cto du legado,
que viilo esa moratoria nenliuin damno cantar a
faienda, so deve ler coudeiceiideiicia para cun e te
homem,
O Sr. 6. CacalcaiiU : -j He uisto que en cstou
discorde.
O Sr, 1. de Borros : O nobre depalado leu
lodo o qae allega o Sr. Joo Narciso Camello 1
Oor. A. Cavaleanli : Nao, mas vejo a emen-
da e vi a anima do requeruueoto, quaudo elle foi
aprsenla lo.
0 Sr. /. de Barros : sr. prndente, j eslou
um jjouco fatigado, a Hura esta' quasi concluida e
mo lantai as emendas que eu nao sei mesmo se
deiiei de Callar sobre algoma dellii; perianto, por
agora coBleulo-ine cora o que lenlio uilo.
y Sr. A. Cacalcanti: Sr. presidenta, quero
MAMO DE I'EI.NAMBCO QI AI1TA FEIRA 27 DE MAIO DE 1857,
hoja dar alitamai etplicaroes do qoe hontem dissp, c
muil
ligeiras que ule
- .- ,--------s
laier lbumes considera-oes ..
tillaran! no discurso de liontem.
Km p.rimeiro lugar acerca da queslao de que ulli
mmente Iratou o hjnndo memoro, que me prece-
deu, eu direi que o meo principal aigumeiilo, no
qual esloo lirnie, nlo ful contestado peio nobre de-
pul.ido, e he o legomle --que os principios de jos*
lira aluoliiia e neurosa devela ser applic.idos ein
tegra eral, o3o lia mal alaum nisso ; e daiido-se-
me um aparto nessi oceasiao em que se apresentoo
o principio jurdico do summum jas, summa injuria
que eu considero falso, no calor da discussau cu
upponho quedisse : admiti o priucipio-- qau-
do quena diyr -- nao adnillu.
Cm Sr. Jepulado : He falso, porque nao tem
applicarao ou pralicameute lalso '.'
II Sr. .1. Cacalcanti : Eu o considero inleira-
mento ral,o, nao o admiti, mesmo porque se oppie
* onlro principio jurdico que lie, 7,11 jure suo uti-
lur, neimne fcil injuria ; esses dous principio se
oppein complelameule.
O mesmo Sr. Depulado : Bem considerado, uSo
se oppoe. '
O Sr. A. Cacalcanti: Mas nesse ponto divir-
jo eu do nobre entilado, porquaniu assim como na
admiti a prova de mais, porque avante a iimn, a
prova ou lio satisfactoria ou nao baila, tambein Dio
ei o que quer diier dircilo de mais, nao comprebeo-
do. Mas deivindo esta que-lilo, direi, que o ineu
argumento capital he este, que nao ha inconvenien-
te na applirac.io do direito ngoro>o, e que a eqai-
dade nev serapplicada e'm raris-iinos casos, e deve
referir-se a prejuuos anteriormente loli'ridoi, direi
eu entao qoe o imposto que recae sobre um dinhci-
ro, que se ha de receber, sobre um objeclo com que
se uao cunlava, he mullo menos onerosa do que o
impoilo arrecadado sobre o producto do Iraballio,
sendo que si. ueste caso, provandu-se prejuizu sol-
Indos, hoque se deve fuer applicacl.0 da eqoidade,
poro.11 anda iso om rarissimos catee.
OSr. Metra Ihnriques : AI11 estamos concor-
des, porque eu voto contra tal emenda.
O Sr. A. Cacalcanti :A oulra queslao sobre que
eu qoeria fuer considerares era a das carnes ver-
' des. Hontem na disrussao me tsqueci do que prin-
cipalmente quena diier, que era a i.icouveiueiic.a
de se tratar a materia uesta ocoastao ; apreseulc
em resumo os argumentos que tfoba em contrario
ao,eslabolecimenio do contrato, mas nao IU as con-
siderafOfs geraes que desejava acerca da inconve-
niencia da mediiia.
A queslao das carnes verds ou oulra qualquer
anionsarilo para om contrato que se 00 ao governo,
poje dorar muito mais de um auno, a se o re-unen-
10 11A admiiti- qoe lias lea do o r( a meo lo so odup-
lem disposir-s que nao rejam aunuaes, essa emenda
nao poda ser aoinituda. itespeilo a decisao do Sr.
presidente e com issu nao quero ir de encontr ao que
ja ela' decMido ; mas d*s.-jo a epplics^ao do re-
medio a este mal e remedio esta' justamente na 0-
dopcao do raquerimeolo do Sr. francisco Joio, que
consiste na desanne^acao de.sa iiia do orcameulo,
unindo-ie ao projectu principal acerca oas carnes
verdes.
Eu enlendo, que a careslia da carne verde, que
asa mal, se he que elle ensle, citrf" na ordem natu-
ral das cousas, enlendo que nao se precisa laucar
uao de medida elimina, mas sobre ludu he min'ba
opiiiMo que qualquer cousa que se possa fazer a es-
se respeilu nuuca devia ser no orcaniento.
(lia om aparte.)
O Sr. A. Cacalcanti :O exetnplo :o prejeclo He
colunisacao a da aulonsa;o para o contrato das es-
tradas nao tem aaatogia, po.-quanio o oontralo de
colunisacao podia ser leito dentro do anuo com Bar-
roca t\ Castro, e nao poda passar para os anuos se-
gqinles, seudo que denando de se ctleclusr esse ceo-
irato. seria precisa nova autornacan ; ao pono qoe
no ceso presente, qualquer medida que o goverim
podesse adoptar a lespeito de carnes verdes poderia
slender-se a om praznde dons ou tres anuos, o que
ha contrario ao nosso regiment ; e eu que me up-
ponho a qualquer medida sobro carne, verdts de
qualquer forma, agora mais do que nunca me op-
ponlio por causa da incouveuiencia tie se tratar oa
questio 00 projecto de orramenlo, o que abselula-
roente nao lein lagar.
OSr. B. de Lacerda requer a prorogaco por
mais orna hora para continuar a discusso do orca-
menlo provincial.
"A casa rejeila o requorimeuto do honrado mem-
bro.
lendo dado a hora
O Sr. Presidente designa a ordem do dia e levan-
la a aessao as 3 }t horas da tarde.
um gia| tao olivado ; rsla especular"! quer pare-
ccr-se com aquella do pai, que anda eom o lilhinho
pu\tdo em um caixao com rodas e vestido a m;t-
ncquin. para nu caas Ur. r duas m iidch, cantar
urna ehqlioba em ilahanno, e chuchar pelo ppen 1
!l i!) I ri',-, por cada /amito qne li/.cr
E\.
.111-
;'ll.* VI-, |fl Vlliii illlllltvl Ijiii- M..I ....
O vapor hamburgnei Teolonia, rindo do
lo de Janeiro, Iraure a ion bordo para esla provin-
cia os iiagiiiotM pamageiros :
M. Taiaaira Peqoeoo, E. !. Wrall, O. Alvos Ra-
pla na Cunara, Angelo I". Bitancoorl, Lau Cal-
men!, Francisco Antonio do Santa Auna, VVillinoi
Ed Walsh, Caries Jamea Benson.
25 --"-: a. -vssrsrrtrtfaaai::
/
Atr am
RECTIFlCACAQ,
..1 Relrospeclo Stmantl deiaamnida enoumerar
nos ,,,uncios, o idi do Sr.' I)-. Joiquim de Aqui-
nu lonsoca, que lambem fui eleito para lo lugar ;
Je sorto que, sao qualrn os a Ijunetos e nao tres, co-
mo por angano annunciimus auli-honlem.
:
-

A anerobla provincial tratando hontem da ap-
provarAo de rrdarcao do projeelo n. II qoe m-
menla os ordenados dos empresa tos prnvineiaes,
oraram os Sra. Sooaa Uarralho, Metra llenrlqnes,
Epaminondas de .Mello. Picando aliado e com a pa-
tarra os Srs. Francisco Julo a A. Cavaleanli.
Continuando ni segon la disconao do projecto n.
.">" quo aulonsa o ROVeroo a contratar con Carlos
l.uiz Lahaotiera o eatabeleeimeolq de urna fabrica
Central em qualquer dos contras agrirolai da pro-
vincia, oraram os Srs. Barros Brrelo e Uanoel
Cavaleanli, (cando adiado < com a patarra os Srs.
I'ranrisco loO e I'. Bipliila.
I'assandoa sesnuda diMUSMO do orcamordo muni-
cipal, Iralou dos artigas additivoi offreriilo a ell",
orando o Srs. Bpaminondu de .Mello, Oliveira, S.
Pereira, Itco lanos. I'. Baptista, Francisco Jlo,
licaudo adiado.
A ordem do dia lie a mosma.
Femoa vista jomaos do Rio e Babia, de qoe f>i
porlbdoro vaporo l'eulonia a, cojas dalas ehegam,
os primeiros a 17 P (,s regondoa -. s> do corrale.
Ilizia-se que o Sr. |!f. Paos Brrelo p.'diraeob-
lirera sua demisao de presdeme do Ce..'-.
Os vapores Amazonas e Viamao segando cor-
ra, I.ir.un man iodos preparar, para s.rvii'o im-
perial.a*
.No in ITapparoceu a luz o priraeiro numero do
urn jornal hebdomadario, cajo unlee anampto He
ineiiral, Intilolado Retisu dos Tbealros do
qual he principal redactor o Sr. Parlado Codito,
quo ha ponro Irinpn cutre n- esleve.
Segondo o relatorio do Etmt Sr. mini-tro da ma-
riuba, ao qual vea annexo o da commMsao de pre-
ga!, extrahimos, diz o a Correio Mercautil d, osie.-
gointes dados :
Forana rcebidas 8(1 raclamisSes, das qua'es )
linda nao tem aallifee os despachos da commissa .
tem-se julsadi al boje 96, lando Mtai subido com
recurso ex-oieio as sereSea de gaerr'a, marioha e
fazenda do cousflho do estado ; tem bailado, deei-
didas por ettai secones, 37, quasi toda, com eonfir-
inatao da lenleneg da commis.ao.. Das OGjolgadas,
21 perlaneem guerra da Independencia e T do
Km da Prala.
oram destinado!, pelogverno Imperial, os ra-
pore'da .goerra o Recife, Vpirang, Paraguaw,
Haraeanl eJaporn, para fazerem o servlco de pa-
quetes entre Montevideo e o puno oo Alboqaer-
que, em Malo (lio -'.
Por ooleiai li rcebidas de Sania Calhari-
na, Espirito llanto e Alatu-ti.osso, constara o.oo-
guniie :
iNa primeira, foi proro^ada ale o dia .> dororren'e
aaasembla provincial, par amia nao le'rem si 10
votadas as leis do orea -culo provincial e uioiii-
cipnl.
.Na Mgonda, linlia ehegado capital o tenente-
coronel l. Jos Carlos .ia Cmara, usUieiite do
jodanle-geoeral do axreilo niqueila provincia.
OEim. Sr. ciiefe d: diviso Augusto Les
presidente da ultima, baria enderezado S. M. o,
Imperador um requerimculo, pediudo isenraislo
lervieo :.ctivo da marioha do guerra, fundamentan-
do-a com graves oeommodos de -ande.
i>s Babia na la ha digno do meneo.
Cbegon, piucodrute desle puito ao do Rio, a 15,
0 paUabotc nacional Tigre.
Sahiram, com i|eilioo a e-te porto, do ao Rio, 1
1 >, a barca portoguezt Paquete Saudade t;ei
li.-a barca portujuoza a Mirla, o
ensato, 11 >ninhi n-pm..cao, que dero telar,
jiii/.o temerario dos inili.. -is, eu c-namai e enlre-
garia ao maiifno desi reio a m inlen^Sodo annnn-
cianfe, poli linba mil oolros meloi de me defender
;>e qualquer pecha, qoe par ventura se ni qolzowe
Irrogar, que nfloos de escrev.r por j rm>s. Ora,
he prono que o. annuuciaiile saiba como ..e felo
eslou.peruadido qoe o -. li,- que en sf.<> informar,
emquese lein gasto ni dinheiros do gnrerno, nrui
por liso pasureifpor connivente no extravio .1 :-
lea. se o houve ; a he o qoe vou mo.tr r.
Estando en, Srs. redactores, em novembrodo an-
uo prximo pasta Jo 00 Recife, preparando-me ; ra
o concurso du fregooxi 11 vagas, apprecen em mi-
nbaeasao ^r. Cosme R0chi, moridor nesta tilia,
podiiiJ.i-mo cun hislaucia, quo fos-o rocelier um
cont do reis, quo o garemo linba marcado para -
obras da enpella rout e-:.i 1.....,,/. ,ie Itamaracn,
onde eo era p rocho encommendado : dizendo'-lhe
porem que ed desojara eui lar nenes negocios depois
lo concurso, -o Hcasse 111 dita matriz, elle moslrou
bastante iniereweem receber logo este dinheiro,
porque diaia, estando liodi a matriz em gran le ara-
lo, e.sondo olio administrador de tuaa obras desda a
lempo da ralleeldo vigario Magelliaes, que por iui
deerepidez, o liaba incombido nesle.trabalho, qoe-
ria ir adlantando as dilai obras, o especlilminle
porqqe, lendo gano .le dinheiro eu loog eom a ma-
triz, desejava descontar esta qoantia.
lie ludo islo resollon quo n Sr. C isme da Rocha
recebeu o cont de reis vi|n liom em seu poder) da
Ihesourarra, com una procuracao quo |be passei, ni
inlencao porem de quo ellefosse tratando d.s obras
da1 iare,a. que se arii.iva em estado deplnrave!, mis
iian de descontar dinheiro algam, poisisso nao eon-
seniena en recer-ae sem consultar o goveroo, e nus-
me 1 ir. .- eu nao linba cousa lgame com o que
so tez em lempo, em que era e.lranho a esta fregue-
zia. "
Qaaii sois me/os fazem que isso se paasoo. e o Sr.
Cosme por instancias minhai, apenai ladnlbou a i-
greja, que eslava leda cava 11.le/, um pequeo rebo-
co na capclla-mor, c conlratou um pintor que al
agora n.i.i appareceu.
Eu soi Srs. redaetorea, que nao obstante ler cu
deiv ido em poder de algoem, em qnem me conflei,
.1 coulo de rail do estado, son sempra responsanl
por elle, sP h0Uver qualquer eilrario ; o que de ne-
nhoma sorle e-poro que suc o le, nois qoe vendo es-
crupuloso nessea negocies, nao pense como -nuclos
que com toda a etpansRo do toa elstica consciencia
exrlamam : Ora lieos [me lio dinheiro da afio,
gasle-se sem piedade '. Quenle porem nos dinhei-
ros dados em outras poca-, quaodo cu nein penia-
a ir regor a htMuezia do Iiameraca', por ella ne-
uhuina responsabilida le peza s bre mlm, como he
claro, eso' eus he que sabe como se elles e-ban-
jarno.
He lmenlo slo o que jnlgnel por ora informar a
lal respeito, Se o annanctinte nao licar sitlireile
com e.-ia pequea"correspondencia, em que no of-
feudo penoa abisma, pcis relata smente as cousas,
como ellaa verdadeiramente se pasearan), d anda
siiial do si, e muito desejara, que 11.-10- apparecesse
encapotado, pois que lalvcz fenha para fazer nena
oro i-iao mollas nutras reflexde*. com as quaes o M-
lisfaca completamente, o qae agora obstou a presea
eom qae eicrevo eilai lo cas linbn.
Oeiram, Sr<. redactores, esl ipar no seu apre-
ciav-l nUiario as expresases delta, que muito preza
ser ssu assigoinle.
K. J. de pouza.
Pilar de llamiraca' ^0 de maio de IS".
Srs. reila-lorc*.A ariginalidadado extenso com-
municado que-o Sr. l)r. CarelinoSantoi fez publicar
no Liberal Pernambucano de l:t do rorrenle, me
eonslrangea vir no lea conceiluado Diario, dzer
dan palavras, nao em defexa de um amigo ausento,
qu", li'lincto e respsitavel como lie, nao precisa delta,
mas para quo o celebre signatario do lal embroglio,
nao continua na illus.o de que deve aarc li-lo impii-
nem ole na esperance quo a sua ausencia o pedera
tornar indefeso nesla provincia.
\ t.- preiuppnflo nao medarei ao Irah'l.ho rlecon-
leslar ludo qaanlo escrevea o Sr. Dr. Carollno, a
quem cortamente inuilo deve icr prejudicado o zelc
que diz ler pelos sens direilos de ci-talo, para que
so assim so animaste elle ao triste especlaculu a que
10 ileu.
So i:,io |>.a exacto o que digo, entao quaira expli-
c r-me o Sr. Ur., a'que proposito vei > o sen com-
monicado. ude a oOensa quo rocebera do digno Sr.
L'r. .'iiiiu-to de Oliveira, para ostentar tanto arrojo
1 llnela "'
RECTIFICACAO'.
O discurso do Sr. B. de l.acerda publicado no
Hiario de 6, saino com alsous erros tv pocraphicos.
Aesle iiulido pede urna reculicacao da'redacrao.
PA3INA AVULSA.
Tinhamos feilo um proposito de n,1o Tnas fallar
qoe escandalosos, que fazem das mas e das casas vi-
zinhas testemunhas lorsadjisde seus desacatos e ob--
cenidades, e com ludo nao podemos levar a vante o
riosso proposito, porque s.1o tanta, as cousas, quo se
nos tem maudado relatar,e observamos que, 10b pena
de Iraliirmoi a nossa mi-sao, nao podemos deuar de
chamar a altearan desses, que engolfa ios na ebtee-
nidade de seus acenus e no escndalo inqualificavel
disio, que Ifluestpidamente chainainnamuro.eique-
cendo-se que viyem entre orna popolacao felizn.ente
moralisada. e que nao pude sem duvida, supporlar
lo inslenles desacatos, tantas e tao repetilns mise-
rabllldades. Poucn nos importara que um senhor o
leu lerrac), na ra''".e oulros em outras, com--
mettessem islo ou aquillo, que l'osse com escndalo,
de eucoulro a moralidade, e ao soreg das familias,
se nao se disseise logoislo nao v a Pajinacomo
so livesstnos o dom da omniscencia e ubiquidacle.
Se nao prt-idisse a eea rapaziada o eaeindalo, e
ii o escndalo em detrimento do imine de urna fa-
milia, que por ter em si algoma looquinha, dt'i lu-
uar a que o publico com razio ap inte certa; casas
como fabricas de escndalos, eerlamente que nao da-
amos importancia a cousa alguma a esse respeito,
porque na la mais natural do que desejar-se felizes
alianca". O qne censuramos he ver,por cxemplo, um
guapo cavalleiro nein se quer olhar para quein Ihe
fica dos lados, por cima, e por baixo, de esguellia e
pela frente, e mullo tafulo estirar os bracos,
e>treita-los .10 peilo, olhar para o co, dzer que
mata-se, que o-l morrmdo, que ha de ressusiilar e
desear aos tufemos... e ludo islo com una mmica
estpida, sem recalo algum, em pleno publico, em
urna randa, abrigando a que as familias suas vi-
/. iiias, se retirem eneergoohadas, e deixem-00 en-
tregue as delicias de suas routorsfs E anda assim
etses euhores enlendein que laes actos nao devem
ser censurados, e que a imprens.i, cuja principal
inissao he moralizar os coslumes, deve calar escn-
dalos de lal ordem Quem he que ea d mimo
disposlo a ver um seu vizmlio com modos desinvol-
tus em urna varaodd, atirando boles em todas as di-
rectOes, sem se revollar, sem ergoer a s.ia voz con-
tra lacs manequins .' Urna moca, bem educada, qce
presume ler recib lo lices de civilisada, deve abn-
mimr esses bonecos de engonc,o, que para mais na-
da prestara seaao para laes misteres, fra do quo nao
passsam de retinados matenaies.
Chamamos a atlencSo da polica para certos
(terversos que se occultam as canoas, no porlo da
)>anto di Boa v'isla para lins damaados. L'ma prela
tendo ha dous das se aproximado ao porto, foi as-
sallada por um desses eSc de fila, a misera prcta
como quer que luta-seloi arremci-ada ao rio, e cer-
tanieule morrena afugada, su urna m.Vi cari losa nao
a salvaste : as putrulhai devem a noile n,1o e-qne-
cer ene lugar, que he de si solitario, o apto para
esperlezas laes.
Ka ra do Aleorvm, dizem havor urna casi do
vendagem, onde diariainenle se rene a gente mail
inlirna daquelle* arredoros, e entao qnem he que
Um um pouco de pojo, qae nao tagua borroriado,
de ouvir oque nes>a lasca se berra com a maior pu-
blicidide ? Oh admira que, em urna ra, que n;Vi
a das mais ermas e retirada!, na luja qnem vele na
publica moralidade Silvo se persuaden! se, que sn
cumpre aos inspectores andar de facha, eipadagao,
e tocar apilo... s !... porque a nao ser assim, nSo
sabemos como se permilte que u:u -^ropo Je ebrios,
e dissolatos imenceip com patarras horrorosas al 1
Divindade Ah, ineu cmela... policial quanto aulas
esses innocentes, j que o Sr. inspector da ruad
Alecrun lein ouvidos e nao quer oavir o que so diz
em torno de !
A ra de Jo3o Fernandos Vieira cilu inunda-
da, de sorle que be,imponivel o transito a p, e an-
da mesmo ,1 earallo nu a carro h? incominodo se-
ria hom, so d Sr. fiscal ,io l=sse dar algum remedio
an na 1 pequeo inconveniente para quein mura para
ema lado, e tem de ir lo los os das para as suas re-
paitrocs, cscriptorios, ele.
Na ruado padre Ploriaoo, eoasta-nn ijanlar-
so j's nuiles em urna calrada elgons indivi-
dua com o Um de chamaren! as quilandeiras de
doces, comprar, e dspois entro si formarem como
q-te umi contend, brlgarein, e a li.nl licar a po-
bre preti sem doce o sem dinheiro. A especulaban
dSo esta' ma', assim dure.
Ouvimos dizer, qu a lenhnra do pobre aleja.
da ra da Aurora, o colloca fura da porla, e ella
asseuta->e da parte uilcrior, aponiendo 10 idiota a
quein -leve estirar a mo, e pedir esmola Costa a
crer, que a industria domestica tives.se ehegado a
THKATRO DE SANTA ISABEL.
Vendo annunciar ui-.i espectculo dranialico ne'te
lliealro, nos que sompre hemos loma o sobro nosso
1 ombros o defender a cansa do fraco, nao podemos
furtar-nos ao desojo 1I0 dizemoi algama cou.a em
fuvor dessa companhia de artistas que husram ganhar
o pa de sua subsistencia, danJo-nus horas de agra-
dare! passatempo.
Formada dos nonos artistas, qoe compres, enlre
ruis jazeram, e at:in -ijia la com os Srs. Coim -ra e
Ramos, o as Sras. I). Isabel e Francisca, ella pro-
melle levar i iccna dramas, vaudev'ilos o comedias,
cuja forra fnr cumpalivel com o seu pessoal.
.Nin^uem, por cerlo, lera olvidado as agradareis
hora-desfrucladas nesse Iheatro, em onlulro e nu-
vembro do auno panado, quaudo a companhia noi-
eamenle eontiuha em seu sio os Srs. Santa Rusa.
Lima, Roznado, eas Sras. I). Knoih, Meoar e Je-
suina. Iloje que seu neaeul tai enriquecido por
artistas como o Sr. Coimbra e os ootroi, nao se
aventurar dizer que as nuiles de espectculo serio
desodas de inleresso.
He verdada que esses artista! nlo san reis, mas, i
apezar do vaisallos Irabalharao Baelhor nos sms pa- i
peis, do que os reis em papis qu Ibes nao est a
carador.
A RAINHA DE IVITOI. e o CASAMENTO eI
O DESPACHO, coinquanto nlo lejim pocas del
grandes jugos de scenas, comludo lio sotriveis enm-
po-ires, pordemail dignas de aubirera a sceua em
o nosso thealro.
Como quer que once semper lilia llorcnl, por is-
so esperamos que esta noile dar' um resultado que
anlaeas encorase eses artistas, quo, sempn queja-
zemos no*nraTa9ino c no s/!l^eii,procuraui-iios maios
de dislractan, suida mesmo que os maiurcs sacrili-
cius sojam feilo*.
O espectador.
molicu o Ilustre deputa dizeudu as sesses pre
paraturias da asseinila gura!, que'o Dr. eslsvan
tola a promplidlo, nma parle do ralo de leste, eujai
con tiCuos s jolgaram mala Vl'.tojosai a h>: iene |g -
ral, para serein nell, enllocadas as .ut is enfermaras,
umi botica mais arranjea precisos para um hospl-
lal. qui pn-ia compartir regularmente 1)0 doenles.n
O que !a/..r un lao. cir.nni-l.iiici s '.' Donde liiar
odinhero preciso para oecotrer as despezas de>ia
ultra, lo nao da quaulia redamo, teima mencionada,
que podia servir para a primeira pro-taca '.' K, co-
mn, pus, 1 ,v ,, ;l !., prii;.i, t) ,.|,',i ......pie
poda rencer-se essa primeira prestacia dentro do
preciso exer.-icin, sem havercomqae iatisfare-!a .'
J vo, porlanto, o Sr. padre Uuimarles, qae n.lu
foi por mero caprieh 1, ni.i fot por menos respeil as
.. iberarOi di assembla, comu parece crer S. S.,
quo se deixuu de observar a rlao.su!> por ella eslabe-
lerida. E lano e 1 iva o Mla' nu iiiloni-i.os do go-
veroo dar-lhe cumprimenlo, que em seguida ao que
li a Iranscrlplo, diste .nuda o Exm. Sr. eouelbeiro
Sergio de Macado :
o Picoa suspenso o servico no rain n conclusa.) ja'se aclis oreada, e brevementa lerei de
manda-la por em prica, para *cr execolada por arre-
inal.icilo, como mais convm, e lio conforme com a
recnmmendacao dcsla assembla.i
Me parece, que qu m lo om occasiao tao solemne,
e om documento Mu importante, qual o relatorio de
um presidente pirante a aisembla provincial, se
faz umi tao positiva as.evor.ic.Vi, a ninguem lie lic-
lo po-iaem dunda, sem pelo menos spresentar fic-
tos o pratraa em contrario.
A ledo orcameulo vsente, e eom olla a csmala
deque se lr*la. uilu liiidam seno nu ultimo ileju-
nho, c emquaoto le nlo passar esse lempo, oigo que
so nao peder'cora razio dizer, qne o governo se
nlo tem qneri lo servir da dita clausula.
Dir-me-bloqoe nao obstante o que lenlio cxposlo,
o faci he, que ata u presente, a arrematacao anula
nao fui aiinuiiciada.
Ilarei a raj.no diwe :
rendo en remedido ao governo o nrcamenlo da
obra em t de ruarco. fui elle iiiimediataueiilo man-
dada para a thesomaril para sor ellectuada 1 .rre-
mal.irao. Em 10 ou l2 de abril, porm le me n3o
engao, derolreu aquella reparlicao o mesmo orea-
manto a' presidencia, objeelando que. ralo qoe a
quoia regularmente dalinada na dulribulcao innu.l
de fundos, n.lu exceda de trmla eolitos, e' devendu
real aar-ia :. nin. ,i futuro eterrieio s tres presta-
Son, que montaran a 59:099I48 nao era possivel
que polissem elfocluar-se os seus pagamento!. Viu-
do de novo-a mim essa negocio para informar, eu
di-soque isso ii.iu era motivo para se deixar de fa-
zer a arreniilao.io pela razao que nao eslava n go-
verno inliil;,lo do -un.ignar urna maior quota pura
aquella obra. 11 E parqae, arcrescentei a irrema-
laclo proposla so lenha de cqrrer por conla do exor-
ciciu taluro, ruja disiribuicau ha de ser f.ia oppor-
tunamenle, ah se consumara' a quaulia que fr
precisa para a salisfafio das Iros nreslaeSea, as quaes
chegam a 19:301/290, c nao a39:i099ll8 como diz
' Mseaslo, vislo como ni 2-. clausula por ella ci-
ta la s5 aclia eslaiielecido que as preslares itiam i-
g iars. *
Em vista disso ereio qoe miiitu breve lera' o Sr.
padre Gaimarles .10 ver em praca a cunclnilo do
aio do Bul da casa re d.tticao, ficanln as-
:ni diwipado o mao humor quo a demora havida
Ihe i"io causado.
Se S. Revm. honvesse, antes de pronunciar o seu
dscur.o, procurado as llovidas informacoes e escla-
reciinenliis, certamen! loria poupado, a" si, n pozar
que agora Ihe deve resullar de havor infringido urna
eeninra a quem nao a mereca, e a mim o trabalho
i.csias ezplieacoea, qoe dou no intuito de evitar o
traimno a quo poderla sor levada a optallo publica
pelas palavras ,1 S. Rvin.. em quem alias gurde-
nlo lieos do cnxer.;ar qualquer mao proposito.
Dojo-osinceramente, acretito que o .-.r. (i. Gui
maraes asiim se ezprhnio por ignorar todas as ctr-
eamMinclai que leulio referido.
Ficando aqu, Srs redactores, ainda Ibes peco que
me parmitlam ronlinnar.no oomero ieguiote,a ocen-
par de oulros relos a que se referiu o mesmo Sr.
depulido, son ele. etc.
... F. Raphael da M. Reg.
19 de maio.
i'ii?!-:e::o npt'&ibo.
SINONIMIA.
Ganhar Lucrar.
Cm qaanlo o diccionario de Constancio d 1 es|es
'.-' ... ,. dous verbos a mesnia siinlicaca. e partee-nos tda-
Orande pocca.lo, e peceado de lesa medicina, com- v,a que ha enlre elles algoma dillerenea que convwn
ldo. dizeu lo as sesses nre- fa.or ennhecer ; e he que "m
Canliar parece qu sicuifica un 'menlo adqui-
r :iil mpiI-iHi In'mii.. n.m *
Va------- ------* -"., ujhi w a--i taioie ir.i VMita-1 ,>ill Plf SH
qoalincifaa e-a iri-^:i'v.i.i ae S. Aiilonm, c nu aiQ d ; rir, m mesmo lemim que
nn 'tiiiuiii. oriii..i ....... _> _...._______._ __!___ I ..___ *
AOSr. VICARIO DE S. BENTO, ANTONIO V!.-
VES DE CVKVALUO.
Educado nos principenle urna raligile, rujo m-
llior allribulo he a eeridade evanglica entinada pe-
los cxemplos de Jasas Christo, eu dev-i oxplicar aos
moos prenles, auios, e ao publico qoo me conhe-
ce-nsinnlivoi' que lonho ara lomar urna posico
hostil aoSr. vigariade S. .lenlo, podcao quo ,,e
he bastante detagradarel; porque mein pail e a ui-
nharaligUo meeminam a respeitar os ministros
do altar.
Sendo porem e minha r tflo pungente, qaanlo
f-i grave a ofTeusa recebida ; o publico e especial-
eiat'mente os raeus amigos me prdoarlo haver li-
mado para rom o parodio da mulla rregoesia a po-
ncho de aee aecosador, ante os iribanaes, ante a opi-
ni.'ii publica.
Qoahdo so laober que dei peranle o Exm. e itvn.
preiulo dioeesana urna qaeiza contra o ra 1 vis r 1!
i mili ni se labeni que o li/. porqi e- e vigario del-
c.nsidorou um pai e familias; desatiendeu as suas
rogatirar; desprezou as suas inpplica, negon ju--
lica. ans direilos patom ios, eommeltrndo crimea
contra a Mgaranca 10 oslado civil e dumeitico do
urna (mili 1 do que ion legitimo chafe, e pela quil
sou responsavel ante De is o 01 liom n-.
Quaudo se loober qoe o Sr. ngario de S. Benlo
Antonio Alvos da Carvalbo foi accaiado por actos
prnlicads no ezercleio e com abuso de sua aot iri-
dade civil e espiritual, os pail de familia Dearlo
da s'breaviso para.nao confi.rom como eu eonfiei
ni linwridade de um parn.-ho mais amigo do lama-
ritano Sinti do que de S. i'aul., mais obediente a
na cubicado que a lai do catado, de que'ao pro-
pro evangelho de Jess Christo.
O Sr. viarin reeebendo anta minha c.rl 1 de que
foi liarla tur mea proprio liltio. para que ni 1 rece-
be so em matrlm mo mii ha ntha eom um homem
para quom cu nao j destinante, fazon lu-lli- vera
desigualdade dai con liQdes dos pretend os nftben-
lea; oppssiclo qne en razia firmado nos direilos
quo lenho, .- irqoe niinha IIi, era menor de 11 en
no; o Sr. rigarbt, dig >,a deipeito d.- minha p ir-
tuna reelamaelo, a deipeito de raeoiseuviadoi, porqne it doinle mo achura'e
em pango Je vida, mo l-ve escrpulo de celebrar
o casamento le minha lillm menor, sera pr .lunas
som dispensa, sem jusiiliracu, som ennsentimant
paterno, ou.o qne mais lio.... conla a u justa
desie.eonsentimento que as l.s lampara -. os con-
cilios e a razio social tem sempre repula lo oeeel
sano para a eelebrajlo do sacrimonto do matrimo-
nio.
, Pais de familias da fresoeza de" S. Beato, ovelhas
- qoe vos julnaii legui idos astaitos dos lo-
bos, o r. rigario corran lo es ouvidoi 101 meus re-
clamos, cerrando a sua razao ha cnsul ncoesmais
santas com quo n familia pe :o implora,- os escrpu-
los on um parocho, desattendea-m;..'. e.. fe/ mais
empenhoo- a su amizade e Innoenci 1 pessoal para
qne a polica lo interviene em meo toxili i.era au-
xilio de um pai, r 10 que:,a u bem ciar de -u.i iucx-
pinente lilhi! : :
Aeord! portnnlo I Ivdai'vi, ilant s, porque nlo
sabis quaudo igual intartunw roa bal r., .-. parta
Manoel Amonio de AnJrade.
KCClfi -J de maio de I8'i.
Lucrar tem ligflificao mais restricta, e soppomos
que sornenle nev ser emprogado para espressar
ganho liquido, --te.
E posto que philnacioso Sr. Constantino Ion!-
eoniiderado 01 <..- tormos lynonlmos.....M conl in-
te e no .Ionios e indoaloa empregam dislincUm.....c
os rele idos tormos; c a-sun diremosgeralmenie: Sa-
bio a.miuhar ,0 nao a lucrar) ; ganhei tanto no logo
e nao Increi...) Niuguein se lucra do quo he mal
gannado.
Ganhei muito nesle negocio, porem foram lama-
uhas as despezas, que nada alinal vm lucrar.
Mullos oulros sxemplos porteramos aqoi Irmer,
com ns qoaes provassemos a dlferonca real qu ha
entre elles, vista nlo se poder cmpreaa'r indi-lincla-
menle um por oulro verbo, lein allerar o sentido da
ph rase.
Recita 26 da maio de 187.
M. li.
imm$t#.
PRACA DO RECIFE26 DE MAIO AS
HORAS DA TARDE.
Cotacos ofiiciaes.
Cambio obse Londres28 90 d|v.
P. Burgos, presiionl inlorinn.
I.. Un!; ur- 1 Jnior, secrelariu interino
. CAMBIOS.
Sobre Londres, 37 -^.n 60 d. c 27 7pS a 90 d.
1 l'.iri-, :',iil rs. por fr.
Lisboa, 95 por ( de premio.
Rio de Janeiro, 2 por 10 de descont.
Acodo do banca 00 por ceulo de dividendo por con-
la do vendedor.
< o companhia de Behoribe K03000 por acr a
1 companhia Pernambocana 10 |iar.
o Jlhdade Publica, 30 pureento da premio.
o Indemnisadora. 52 ide s.
a o da estrada o forro 20 por Om de prem o
Disronto de leltras, de 8 a 10.
Acedes du Banco, it) a"5 de premio.
Ouro.Oneai hespenholai. '285 a 28.iO0
Moeda de 6SU00 elhaa .... 168000
a o (irDO nevas .
49OOO.....
Prata.PalacSes brasiieros. .
Pesos eolumnari s. .
incxicanjs. .
wzttbptni .:.
Srs. radae/orei.ciiegando-mi as r,s |loje o,
docoirenle.iiseureiaellavel Oiarion numero llu
ni... h um laando, em que se me poda com al-
eama intencao inform.,, .10 publico, emooi se
lera gasto os diuheirus dados pela lliesourana oro-
vincul para os meIhcnmenloi dea matriz de JU-
ILEGIVEL
conomes errados, para que levasie o su artigo au
pomo que o publico Ku !
llii-melia lambem o Sr. I>r., quo fin leve cm
vista eolher com o sen distan pato/lo t
. In.-oiU'lindar o Sr. Dr. Augusto de Oliveira '.' Cer-
lameulequa nao, porque elle permanece asaki su-
brancairo: para que as parvoices de qualquer des-
assisado liio jiossa ebegar.
IV-judie ir o merecido conreilo e considera^ao de
que he digno '.' Tamben! mo, porque nao ha de ser
nunca a aniraosi lado de enles abjectos e obscuros,
que lal possii conseguir.
Assim, pois, s consogoio fazer o Dr. um estarco
intil sem nutro resultado, quo lulo seja o iiJiculo"a
que se ev ii .
Enlrelanto, nn querendo dissimular o alto con-
ceiio em que lonho o mereeimeolo do Sr. Dr. Au-
gusto de Oliveira, deiso intacto o grotesco coinmu-
nicado du Dr., som oppdr-lbe a meuor rontcstacao,
porque jamis podara' merecer elle do mesmo 'sr.
Ur. Augusto de Oliveira, uulro seutiinenlo que nao
seja dospre/o
Notarei lodavia a audacia de=ses arenlareiros, que
arribando de sua ingrata patria, a histrica Ierra dos
Carur! e valapas,aqai entre uus se venhtiin aniohir,
qual aves agoureiraa, para, na obra de ganhaiem a
Vida, presumir que lein valor bastante para fazerem
brocha em repaUr-Sis tarlemeate erguida! !
A raidade as v.zos he ama loucora ; e por sso
aqu oonrluiremos, atlirmando ao impvido Dr., que
lein perdido lua jiarle de sou precioso lempo, qoan-
do em suas lucubracei, arranja artigo! troncados,
para iggredir o Sr. Dr. Augusta de Oliveira.Ite o
cao que ladra polas costas do viajante, sem que ncm
ao monos ello o oliie por sobre o hombro !
Se o Dr. couliiiuasse a emnrear sens espirituosos
coinmiinicados, na explicado do parlo da Infeliz
I-lamina, crrlamenta que pedera lirar mellinr pro-
Yeito ; mesmo porque l'orn.ur.buro nlo he o leo.
1.0111 a devida venia uas Indetactiveis lusas de Dr.,
me assignei os
/.'. A", da Baha.
.*.rs. rtinciores,Cumjiru boje o empeui.i em
que me echo, pira eom o Sr. depalado C. tiuima-
raes o o publico, dando as explnaoOes que prumelli
un sua folha de 2 do passado.
Na sondo uecessario que eu icompaohe o Sr.
depalado na mosma ordem em que elle dirigi Ma.
censores, comqoanlo dotlas me lonho do oceupar,
principiare! pelo quo 1 ica a raa dedelencilo.
Fallando, sobre a parte do artiao 12 do projecto
do orcaraeolo provincial, que manda preterir pa-
ra aquella obra o (ystema de arremataran, isse
Parece, Sr. presiden e. que he intil que a rasa
adopte ama til medida, porque ja na le du anno
prximo paseado n. um arl. 13, rem estaclaosu-
l.i. o enlrelan o o presidente, prece que se nao
quiz servir dola, e continua a mandar faz r a obra
p ir adminislra(|o, entreunta lie claro que se a obra
da eaaa de dctenon fus-e taita pr anemataoa.i ti-
rar-i -!n im mail rantagens, porqoe depon de" taita
parto da obra ha que so vai entrando com as qoan-
tia!, ao pa-soqne por adminiMralocaminha a obra
Clin 1111,11, mor..-ida e pela dill.Tenca daqnola, e
d.nian nao venamos l'jzsr cocheira para car-
ros, o
Perraitta-se-me que. sim |ir?ten.:er por em rele-
vo a minha hamilde e mesquinha individnalidade,
espondo-a a diseunlo, eu lome para mim essa cen-
sura, il svnn,1o-a de sobre o pie.ideolo, a quem el-
la nao nodo caber; porque fui a dlreciorfa .as
onraa publicas, que nlo mmente nlo remellen a .-.
tic. o orcameulo da obra para ir lugo a prsca,
ipoza promulgaclo da lei do orjamento vigente
cunto alo, particalarmeiile com S. Exc. se me-
in ira me nao falla, ereio que t mbem em urna con-
ferencia para dislribuicao de luu los em que a Sr.
Hilpc tur da (,'iesourari 1 provincial tom IU parle taz
ligarais refleteei teudenlen demorar a arremte-
nlo, os modo ques viessealer lugai quaodo ne-
ulluraa pre-taca i,:iu polo m. nos .1 sagoadl Dio Ro-
le ieveaeer-ie dentro do presente exercicio.
O Sr. U. Gaimeriei deve lber, porque no reta-
tono do a, s... ro Iheiro S. de Macado e aclia
1 lo, qae, sendo din.....Ka, como foi. a qoota
rolada no o:r,intnli vi-uue para obral publicas
1 '' di istribuirlo do. fondos,, esa de delen-
;ao tnnla Gomos de rea. Ora, montando o orea,
' nt.i da runciii .lo do raiodo mi, i-lo he, lomeute
1 ora I al\ maria o a cubera, em tHi:0009, e de-
ven lo a obra ser entregue dentro de am inno, ou
emqoiuza mezei, bailavam duas p 1
i' m lem a doos lercoi ..'a .-Dr., para ece-
der-ie aqoelli qoanlia.-E islo no caso da nao s-
- 1 1 a regra do arl. 39 da le que regala o con-
tatos le arrematarlo, sendo, as prestajOei igujes;
porque se cada um-i della- lo le :l|!ii do vai-r d,i
obra.oezeesio anda seria maior. Em tez de33:W04,
ler-se-hu do T :;'..:tiuo^.
Alm di. o, l.r.cu.io una inoldade da diversos
e miados servicas a fazer-ae que alo podiam ser
: : 1 il, 1 rvijuj que foram execatidoi o -e...........
descriptos no mao relatarlo, tarca en tancar rala i.
ni lade seguramente daqneda qua-ilia, de surte I "-.
que nen mesmo para a primeira pristacao lcaria 1 -.,' '.'"'.'" frro> 67hapa dedlo,1..9 pires,
dinheirosumeiente. '!''" ',e" ',;:s <<> L'iro, N alavanca,, 1 vara, ,gnr-
Todavia procuriva en regular o wxi50.de modo \ZrXdiTosn*Za^L? 'T"' ?*l ''"""""
qod po lean ainda deis ir diiponiveii dentro do ex- 220 rod.. u f m,,wlr-*:> rmentei do
ereicio urna qu..., lia qa.chegas.a ,,., a ,,ruo,n,',;:.,',\nt .'r, e e'7;, *r"' "rMho.. r..!....!,,-
I r. ,,,ao, qoando presid inca, aliendendn a. tan- pina e carinntairo tai ''menla de ear-
dada reelamaedaa do administrador la. ,.,-, e ; ', i", | m Vr'' ^ ^ n*M''' ''"."' ^ *"M
medico reepeetiw. que constantemente representa- gindaile wrtam -t 1'^",." aman m
van. sobre ineprlrerjeneia de cmiert r doenie.! ? !< | c' 0'e"' ,! "'"' miicl,,n PorUtil. a
n 11 nr,-0os internas, tazando enferma,,as de eellula. Lie machina .'..' J!,' d' ^'i!'' "''ra
do raiodCctapara 9freB, ah BAl\ttS?J2fiSl^^TSr.

. 16JOO0
. 98000
. siO
. 2cJfKJ
1orilH)
Caxa Filial do Blico Kr.isil
EM 25 DE MAIO DE 1857.
Dir.-rloro- ,11 semana, os seul.ores : Josc I'ercin
da Cunda e Jos Jolu de Aiiiuriin.
A o uva descoma leltras a ID por celo ao anno, e
lome dinheiro a premio 0.11 coiifunuidade com os seus
estalatos.
ment-, 1 chamln>' para machina, i laxa para dita,.
1 cunas, 1 o.,iva iiniis, 1 dita (echadura!, 1 dita
ctavinai a pulolas,1 dita um lilim. 1 dita e I fardo
reupas, aoi consignatario! e agentas da estrada de
tarro.
Vapqr inelez aColden Flceceo, vin.lo di Europa,
consignado a .\. o. li j i;., maiiifeston o tegniula :
9 caizas tazenda dealgodlo, I ditai e 3 picotes
d la de seda, i ditas eouro .le lustro, ote :i ditas ca-
belle ita coeho, I pecle amoslnis; al'ioim.M.
>\ C.
_'' caivas qneijoi, I dita teda, I dita miodezas, 1
pacota amostras ; a II. Brnnn & C.
9 finios fazenda de lia, 7 ditaa dita de algodlo, :t
ditos rase rira, I uva fazenda de seda, i utas dita
de la algudlo, I pacotei amostra! : a ScbalTeilliii
& <:-
I calilo obras de ouro, I dita sapillos ; a Baba S.
iV '
3(i ditas queijns, |u ralvol. poive om lata- con-
servado em asalte ; a M. J. [.unos o Silva.
fi eaixas eouro de I ust ; nos consignatarios.
1 ,1 la perlonces par*, re ijoeiro ; a C. Waller.
I din obras de eur > : a I. A. li itlgen & C.
I dita lelagios ; a E. C. de Oliveira.
_' .1... riiupa, I pcelo conservas ; a Francisca li.
de Oliveira Sobrinlio,
I pacole pertcricos para ehapeltairo ; a F. F. T.
1 caixa ltame o impressns ; al. praeer & C.
1 .tila fazenda de algodl., 2 ditas ,!i:a de hubo e
algo llu, | tina bixai, -> pacotei amostras e chales ; a
Dominis Alvos Malheos.
2 eanai ulnas de ouro ; a ordem.
2 ditas oourns; a Brinden llriiudis.
I dita folha! de ouro ,. II. Frnncisco de Souza.
.1 ditos coaroi, i .lila fazenda de seta, 2 ditas di-
ta de dila e lia, I dita dita de -oda e algodlo, 2 pa-
cotos araoilrai ; a J. Keller ,\ 0.
1 caixa lilas ; a Feidel Pinto & C.
"it) dtl! quijos ; a Ta-sn ,\ luna 1.
I dita livros ; a L. Leeonie Feron & C.
II barricas cera emgrume ; a Alexandre Jos da
Silla.
(i caixai fiznda do algodlo, 2 racetes amostras ;
a Soatkall Mellon & C.
I pacota amostras ; a Asile) ,\ ('..
:l ditiis ditas ; a Fox Brolhen t\ C.
1 dita ditas ; a Kosiron Bunker .v C.
1 dito ditas; n J. Ryder C.
1 dito dilas ; a Beoe & Scuza.
t dito dilas ; .1 II. liibson.
Itirea in.taa Amateur u viuda do Liverpool,
consignada a Soulhall Mcllors C, mioitalloo o -e-
giiiute :
2 caxas tapetes ,|o laia, II dilaslecidos de algodlo,
I dita ditas de algodlo o lata, I dita chapeos de sol
de sala ; a J. Keller es C.
2 dita lecidos de algodlo ; a A. C. de Abren.
->-* barril manteiga, .i tantos e i caizas leci tos de
algodlo, 2 ditas ditos de dito e laia ; a Barroca &
Castro.
i eaixai lecidos de lnlio, S dilas e I2l fardos dita
de algodlo, l'ditos cobertores, > ditas liataS, ti .li-
tas lculos de laa, 8 eaixas toc los de ligedlo e lata.
itil ditai chipos de sol, l fardo una,cama,T59 lone-
ta.las de carvlo, 1 cmbrull.o amostras ; aos consig-
natarios.
22 canas linba de algod.lo ; a S. I'. Jolmston ,\
Companhia.
2 ditas lecidos de akgoililo, I dita dito de linbo, 1
dita dito do laia, S ditas lencos do atan lio o ditos de
linlin, 1 .lila lecidos de sota o ileodlo, i fardo ta-
plos, 1 dito oapixos ; a II Bronn S ('..
( far tas pandos, .1 ditos e :1 eaixas lecidos de algo-
Jilo : a it. Gibson v\ C.
21) raixase 8 fardos ccidos de algodlo; 1 N. (I.
llieher 4 C.
87 fardse II cai\a= locidos de alendan ; 3 ditos
chapeas de soi de dito, ii) tilos casias. I dita panno
de linbo para ass albo, 1 lardo alcatifa, 'ti barricas
enxads, I dita < I caixa ferrasen ; 7.1 fcues ps de
feno, I embrolho anm-lras ; a i'.ton Nash i\ C.
lil) barras ferro para a nitrada do Kio de S. l'raii-
cls'n.
III goi t eixnhi looc ,1 l"ni Brothers.
t caixa biim d- lleodlo, I dita e 1 lardo lecido de
laia ; : Bo-tron Rooker C.
21 fardos lecidos de algodlo, 120 barrillinlios
chumbo de muirlo ; a uniera.
10 eaixAs ras-as, 'J ditas lecidos do linho. (1 dilas
dilns de algoiSo, d d.tas um carro, I barril verniz,
21 toneladas de carvlo ; ',:! gtgos, t barricas e I ces-
to tonca ; a Sannderi Broihera (\ C.
82 eaixas o 7 fardos lecidoi da ilgodlo, ."1 eaixas
dito de tala, '. fardos lona, 1 caixs miudezas, 1 dita
belaehinha ;.,, Adamaon Howie Ov C.
2 saceos embrulhiii de amoslras ; a diversos. '
Barca inglesa Fleit Wing, rinda de torra ora,
consignada aSannders BrolbersAj c. ; manlfestou o
egainle :
2,990 barricas baealho ; ans mesmos.
Vapor nac mal i(liiper.,dor procedente do .Nor-
te, maniaestoa o legaiote :
1 rola de ferro ; a C. Slarr .\; ('..
3eaiiai igiiora-ie ; a Antonio de Almcida Uomei.
f dita dito ; a ordem.
ti ditas dito ; a (iuimariVs J Vlente.
ditas dito ; a l'ranci-co Alvo de P11.I10.
8 vol.imes dito ; a Ballhazar E-urim.
idilus tilo ; a .Manuel C- da Silva.
1 caixiio dita ; a Antelo Jos Borges.
1 caixolo dito ; a Jos Koinuuos l;erreira.
V. 2 ditas dita ; a Antonio M. Rolim.
I diliwtliloaj-ie-Juil.VViiloiilo Cepul*.
\ f CONSULADO CERAL.
Kondiineiilo do da 1 a 21. 7(i:7(Mi*sJ2
dem do dia2....... 6:102-.li
sob ns clausulas especiaos abatxo copiad s.
As pessoas qua se propozerem a esta ar-
rematac3o coinparscaro na sala dassesaajes
da mesraa junta, nu da cima declarada
pelo raeiodia, competentemetile babilitado.
i: para constarse mandoualllxaro presen-
te, i; ptililiciir pelo Diario.
Secretaria da tbesouraria provincial le
Pernambuco 2fi de 1857.O secretario, a.
F. da Annuncia^So.
Clausulase|ieeiiirs ura :t un :>.;:t;i-"11
I .a A obra ilurui,. .. !:nii:i.|il.i! iluatO'io Jos
AFogados, far-se-ha du conformi mi com o
orea monto appruvado pela directo" ia em
ronsollio, e 8pro8>inlado a aiSprovaQo do
Exm. Sr. presideote da proviucta, na mi-
li .rlaocia le 86:!)li0r rs.
2a O arrematante principiar as obras no
i.i'a/.i ao um uto/, < us co:iciutra no de i4
mez s, amboi l-d'hU ios pela forma doart.
:t di l.i 11. 2Sii.
:i o p i^aiiicrtilo rt'ilisar-se-lia om <|uatro
|iro.-i;o:s isuacs, cujas Ir,-.-, primeira, cor-
res londe lo '.os ires tergos da obra, o a ul-
tima licar para 1 entrega definitiva.
t. Para ludo oque 11S0 se aclia previsto
mis presentes clausulas, seguit-se-lta o que
dispOe a respeito a lei provincial n. 286, o
cun especialiade o arl vu Conforme.-O
secretario, a. !'. d;i Annuiicta^o.
I^OMiiaiilila
ernambuc na

S-2:S!>17
AI.I'ANDEI.A.
Kendimeplo do da I a 25. .
l.leni do dia 2(i. .
112:71641139
11:732)183
12:8S324
Descarreaam hoja 27 de maio.
Barca in=i iaEnnerdalemercadoria*.
1. I ra inglezaBenitaidem,
I rea inalezaSarahdem.
Barc inalezaPleal Winghacalliio.
Briaoe inxiezUanlaidiu.
jiriu'ue talezMigaonill!oorvej.-i e farelo.
Barca americanaUaoualt Toorettanfariuha de
trigo.
Briaue amerieaaoBraodyvWinedem.
Brigue bamburgaez'llhe__Ferro
Brigae porlneaezTarojo III farinha tarelo.
laticbo braiileiroEmulacJIogeneroi dn naiz,
h :rca malezaAmateurrarvSo.
lol'lMl'Ai.lA'o.
\ apor sir lo itienovi. viudo da Genova e oulros
porlos, maoltasloa o re^uinle :
I eeizi musical a Alexandre P. Soaza.
Hita eliapeliuai : a Finia t. & Veirsa.
. .la pelos ; -, |.. prenla Vianne.
ditai ialame,50 dilu licores, 50 ditoe azalla, 102
litai n. --:-, 1 oita le;.) du tao : a Antonio d'AI-
i;i. id Isomci,
1 dila vinho ; ao comal sardo.
2 dilis lencos d'algodio, 7 ditas chapeos: a J.
K? 1 ler 01 lie
2 ditai objeclo, de Uwalro ; a eompanhia Ra-
mn 1,.
8ditas lamaral; a Nnalo Bruno.
; dita isiiora-ie ; II. Brunn.
,0 harris vinho ; a Adamien Uowrie l C.
< iniiins ronlas ; rdoin.
Brlgoe ingle Arena.a rindo de Uodrea,eenig-
ad a Kotl.e & B.doulao & C. manifest, o segain-
DIVERSAS PROVIHaAS.
Rendimenlo do da 1 a 23. 7:220Nlll
dem do dia 2....... 310/732
7:(illlo:l83
DESPACHOS DE EXPOIUACAO PELA MESA
O CONSULADO* UESTA IDADE NO DA
2(i DE MAIO DE S7.
LiverpoolBarca ingleza ojpveriia, Aui^aslo Mu-
/. Uaehado, itlt) arrollas de os-os '
LiverpoolBarce inglezi Ploalng Eloudo, James
Crabtree ,V C. I.30 saceos macar mascavado :
Saunden lirolhers Cv C, (00 necea assucar mas-
cavado.
CanalBrigna inglez Marv Wur, C. J. Ailley
i\' C*, 1,200 sacos assucar mascavadu.
Hollio.d.un Escuna hollandeza uAntigc, B. a
II ..i i- a C, l.i barrieal assucar hiiinco c 311
ditas mascavado.
LislioaPalarh pnrluguez Brllianleu, Bastas A;
Lomos, 230 saceos assucar hrauoo e 130 ditos
mascavado, t,000 cocos con. casca.
Lisboa Brizne portuiuie/. uKelainpago, T. A.
Fonsaca cV Kilhn, 2(H aaccoi assucar mascavado.
l(i moill pipas, 2S harris de i 53 ditos de 3.',
mel.
Valpraize-rea nsleza Jame Anna, Amorim
Irniaos, Olll sarcos assucar hr neo.
F.XI'OitTACAO'.
Colneuilia, hiato nacional iSergipaneB, de 51 to-
neladas, condoli o seguin.e : ) barricai.farinha
de trigo, II barra manteiga, 5 vulun.es diflerentei
mercadoria*, birriide .- azeita de earrapalo.
BECEBEDOBIA DE RENDAS INTEKNA8 liE-
ItAES DE PERMAMBUGO.
Rendimenlo do da 1 a 23. 17:7313630
dem do da 2li....... 1:8159002
1'.)::>77-V12
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendimenlo do dia I a 25. 19:5819211
dem .10 dia,2I....... 3:5195383
53:I(M 1-V.ll
W 90 VOtfo
Pela subdelegada-da freguezia da Boa-
Vista foi appreuendido um cavallo rugo com
cangalha, qu<; anda va vagando no logar dos
i.onilios : sou dono justificando llia sera en-
tregue. O cavallo acba-se em deposito.
EXIHCM BANCO U PER-
IAHBFC0.
A direcro do extincto Banco le Per-
nambuco lendo ;e din- tima sua liquida-
jtio no ultimo do corrente mez, convida
por isso aos possuidores das respectivas
iioius de emtsso, i trocarem-nas ate
aquella data, na caivalilial desta provin-
cia. Recite, 5 de mato de 1857.se-
cretario, Joo Ignacio de Medeiros llego
A direci,So no- extincto Banco de
Pernambuco, avisa ios Srs. accionistas,
quedo I a S dejunbo pro\imo, sesubsti-
tuirao na caixa liii.il desta provincia, por
caures de acroes desl 1, as acv.iis i-causa-
das ou nao, do extincto Banco dii Per-
nambuco, teceliendo os Sis. accionistas a
it!t|iot lancia do excesso Jas rcaKsudas, 011
entregando a da entrada das nao real isa-
das, para licarem tunas e outras aecties a
par das do Banco do Brasil, e percebe-
rem geralmente os respectivos dividendos
do semestre, que'principiar' no dia 1.
de jiinlio em dtante. Recife 22 de maio
de i 857.O secretario, Joao Ignacio de
Medeiros Reg.
O presiden'e lo conselho dequalilica-
Qiloda guarda nacional da rreguezta de S
Jos, previne a lodosos ri luaos guardas
nacionaesdo respectivo batalhSo, i|;i re-
quereram ser incluidos na lisia da reserva,
que deverSo comparecer no consistorio da
malris da mosma freguezia, no.dia 28 do
eoi rente ao meio dia, alim do seren compe-
lentemeate inspeccionados.
-; Existindo t.o aliiiosaiil'a'o desta rc-
parlicao, unta iDicao de plvora arruinada,
entregu Retos uavt is da armada, o Miar. Sr.
inspector do arsenal de marinba, inania fa-
zer publico, que'sera posta por venia, c:ti
basta publica na.porla i'o mesmo almosari-
fado nos das 28,29, e 30. do corrente mez,
as II huras da manbSa, sendo qu : uoste til-
limo dia seeffectuara a yenda com quem
mais intoresse offerecer a favor da fazenda.
InspeccSo do arsenal de marinba de Per-
nambuco cm 26de maiode1857.-Osecre-
lati Alexandre Rodrigues dos Aojos.
_ a- O ea.i.ellio adiiunisiral.vo do patrimonio dof
orpliAm, ie,n ,ie levar a' llalli pobliea em a sala ilc
m dom una palrimouiu, qeOnaram por arrema-
tar en, .1 praj.l lio .na 'X, por Falta de tintan!-. :
.- bem ;i-.::ii nina nutra part! das mencio:i,i.ias c.i*
Vi.:.... .i.cn., .,, |,u, lempo de um anno, que
1 -o iiecorrer do primeiro de jullio prximo iu-
turo a 30 de (aullo oe 1858, segando o qae dlspde
o .aruiuu -' e -J do reuldineu!o em vigor, ?
Muer :
X. 12 casa terree, roa do Sebo.
J. Iti tii de um andar, roa da t.adeia do Recife.
A. 28 dita terrea, ra da Madie de Dwi.
X. 2!) idem fteiii idem.
_ Un do Torres.
N. 37 casa de dous audare!.
X. 38 idem dem.
.X.. :>'.! dem dem.
Una do Amorim.
X. s eaaa terrea. .
X. 49 idem ideo..
N. 50 dem tem.
X. 51 dem idem. '
\. 52 idem Idem.
X. 53 idem idem.
X. li idem idem.
X. 55 idem i lem.
V ">(' i lem dem.
Roa do A/.eile de Pene.
S rasa terrea.
1S dem dem.
59 iisa de um andar.
(0 casa Ierre 1.
lil 1 lem idi-ni. .
(2 idem idem. .
"i. (i.' dem idem.
X. (i 1 1 'ni dem.
lina da Cacimba.
X. lil casa (erre .
X. (fi idem idem.
X. 07 i lem dem.
Os licitante, bajara deYomparecr rom seas fia-
dam em a sala d.s tendel dn mean coowlhe,
11 II huras da manilla do mencionado dia. Secie-
laria do nnns lli 1 .,]iniiii.|r.,nv 1 dop.ilrimn.no dos
orpliioi 25 de maio de I857.-&0 secrcldrio, Uauoel
Antonio \ legar.
O vapor l'EKSINtNiiA aeha s- a
lainan-.iai.., tiai ,a.i .,. t ajacei, par ende ai-
lu., na manase do du 28 do eorreote: a earsa to-
ra recebida alo as 5 i.,, ,ia ,,,|a do ,lla .2Vk
Re.: eumi i'i|ij Uu > -
c|ner m iu< I 2 n h vh .
-
'.
1
Al o da III rleiie me/.-espera-se r!a Hitropir, nm
d is vaporee de-ia companhia, o qual, depoil da de-
mora do rn.lnme, seeuira para o Kio de Janeire,to
cando na Baha para passa^eiro, etc., trali-s?'coni
os aunts Adamson llowe ; C, ra do Trapictie-
1 Xovo u. ;o. '
, PARA 0 PORTO
o tingue Trovador seguir com-toda a bre-
vivi' de, por. ler maior parte de seu carre{-
mento engajado- para o restt c passageiroa,
trata-se com Barroca o.- Uaslro, na roa da
Cadtia iio Recife 11. .
.1 h Bnhia
0 veleiro o bem ronhecido palbabote Dous
Amigos, pretende sabir uestes oito .lias;
tem prompto metade de sou barregatponto :
para o resto o passageiros, para s quaes
1 tem expelientes euinmo.los, tiata-se- cjtn o
seu consignatario Antonio Luiz >lc Ovcira
Aiievedo, ra da Cruz n. 1.
-Para Lisboa, san om poneos ilias o
brigue portuguez Relmpago,-para o resto
di carga c passageiros, para o que tem es-
cellentes co nrrtoJos; {rata-se com os con-
signatarios Thomaz de .vggino r7onseea&
l'iilti-, na rnadoVigario n. 19. primeira an-
dar, ou com o capitSo na praca.
lroca-se urna barcaca nova do 26 cai-
os, por nutra dn 50, dando-se a diti'erenc;,
ouveade-se a ni.son. queselacba apparc-
Ibadae promet a navega : na roa da Cruz
n, 35, primor., an lar, a fallar cun Joauuim
(encalves de Mbuquerquo.
ageato Borja, em sen armazem, na
hu da rollegio 11, 15, l'ara leiao do diversas
mobilias de Jacaranda o i!c a-na'ello, objec-
tqs li viilio porcellana para saia e servico
de roes, e urna itilinidade de onlros muitos
ObjBCtos etc., que lora itnpossivel mencio-
nar, os qu rs se acbam patentes no referido
armazem,ao exame .ios pretendenles : quar-
ta feir 27 d 1 crrante as 11 Horas.
O agente Borja levara' a etfeito, no
da quinto-feira 2H do corrente, o Isilao
dosobjectos comprehendidqs no catbalo-
;o, i|ue convenieltrenaentese distribuir',
uertencentes ao Exm. r. tenente-gene-
ral Seara. As l|2 lioras em ponto do
soiiivdii.j da, teta'principio o leilao, na
casa da residencia de 5. L\c, aterro da
ISoa-Vista n. 58.
Transferencia.
O leilao de "0 barra com piche, an-
muiciado para hontem 20, fica tansleri-
0*0 para quarta-feira 27 do con eno, a's
10 horas du muiiha, na porta de arma-
sm doSr. Annes, defronteda alfendega.
tiuimtaes & Alepforado (aroledao,
por cosita de qnem pertencef, c por n-
tervenrjao do agente 'estaa, de urna
potvi de barricas de bolachas grandes
de Iiiesle, desembarcadas ltimamente:
quaiia-leita 27 do corrente, jielas 12
lioras da maiiba, no armazem do Sr.
Ai-aiijo, confronte a ponte nova.
O agente Pestaa l'ara leilao de 20 bar-
"8 com vinho branco, dtse.-nb redo ulti-
ma mente : s'exUffiiraS do corrento,as 10
oras da inanliaa, na porla do armazem do
>r. Annes, derrunte daalfandega.
O agente Pestaua tara loilHo de itran-
de quantidado-tn 11 obilia de jacaranda.com-
pleta, duade amarelio consislindo em me-
sas redondas, consplos, solas, marqneZBS,
tooeadores, aparador, candieiro amoricano,
apparelno para oha de porcellana diverso,
H'logiodeouro patente, corrente, traucelim
c mais objectos que se adiara patentes nodia
do leilao, no referido armazem : sabbtdo 30
do corrente, as M horas .1, manhaa, em seu
arrpazem. na la ua.Cadcia do Iteeile 11. 55
---- ___
Ti
IRI S|
DE

Navios entrados 110 dia 2li.
Rio de Janeiro o Babia9din, \apur liamborgoez
1 riitoina, comntandante Ualkin.
Acarar19 diai, putaeho braeileiro Kinnl^ran. do
1! toneladas, capillo Anlooio linmes Pereira, l!l
p .. s, eargl r-iiros e mais genero* ; a Manoel
(ioncalveadi Silva. Perlence aoCear.
Terra .Nova30 da-, brigue inelez Dante, de 176
tonelada!, capitn .11. Breakenbridge, 12 poasoai,
earaa 2,250 barrieal com baealho ; a Joliusinn
Patei C. Perlenee a Ureenoek.
l',. Iiiiiond1 .11.1,. bricue americano t'ayre, de I
169 toneladas, eapilSo S. M. Welih, '.1 peuoai,
carga 1.913 barrica* ron, lamina de triso ; a Ros-
Iron Rooker & C. Perlenee a Phlladelphia.
Ilambnrco-V) das, patacho dinantarqoez M-ra,
de tOtonelads', capitflo I!. Kioser, !) ornoarl
rnrear rateadas mail penern ; a Isaac, Curio o\
C. Perlenee a Blonkeoene.
Navios Mhidm no mcsmn dia.
Aii brigne bratileirn Elvira, espillo Belmire
QARTA-FEIRA 27 DO CORRENTE.
I'i'iincira recita iv asslnatura.
epoii lins aunlie.iia [dirigida pela loiigne'ar-
tilla Pedro Baptiila), tiver eseeatade ama deom
melhoroi ooverlaraa, lobiri-pala primeire ve/ a
wena nesie Iheatro a nlerettante comedia en. 3
acloi, eomposi{ao do Sr. Serpa,que le:o par (Halo
0 C&SIENTO E DESPACHO,
lie intil .oti .-i. r a lublimidade doita c .meda,
pon que he man que baiUnlo o nome :le seu anlor
para nila harer nana a detejar.
Kinaliar o dipeclaeolo. o luido e engracado vau-
de'ille em dom mos intitulado
A BAIMIA )E iVIOL
I ii.-endo a parle de rainha a Sra. ). Iiab I
lie e,;e o eipeclaeolo com que a wcie l.de dra-
matice pretende dar principio am ,eui Iraballioi, e
pera que o re.peilavel publico Ihe enreda oa
ticiiovoleiicia. Oe iwa. ssinninle coiarao da ra-
ranliaded por cento de abate. K
O re-lo do. uillietei acbampe a ven la no ,..c, lo-
lorio do mi-11,0 lliealro, a qualquer hora .i
Principiara as K luiros.
Baptiiu deSouaa, cargaemlasiro delarela" "Pa;j""
aieirm Jo>d Joinnim l'ernan es, J11I0 i\. |;-
clu Si.1. ., .1 -i- tionralve Alia.
Itamliiir. 1 e portel nlermedioi vapor hlmbor-
eir./. Teolonia, eommandinte Malkio.
BSUi
I
Olllm. SI inspector da thesouraria da.
fazenda desta provincia manda'fazer publico
para conheoimenlo de quem interessar nos-
sa qne as notas du 50^*000 da segunda es--
tinta (encarnadas s.lo substituidas por va-
lor igual ati- o ultimo de junno prximo fu
turo ; eque do 1. c jullto seguinte om
dianto comecarSo a sotTrer o descont de tu
por ionio cm cada mez, al licarem sem va-
lor silgum. Secretaria da Ihesoararia de Per-
nambuco 22 de.maio ,!e 1857.. o ollicial
maior, Kmilio Xavier Sobreira do .Mello.
- Olllm. Sr. contador da thesouraria
provincial, servia do de inspector da mesma
thesourarii, em cumprimnnto da ordem du
Exm. sr presidente da provincia de 23 do
rorrenle, manda fazr publico que no dia 8
dejuoho prximo vindouro, peranle a junta
da fazemla, so ta de arrematar a quem por
menos llzer a obra do empedranieuto do a-
terro dos Afogados, avahado em 36:9611,? rs.
A arrematacao seta leita na forma da lei
provincial n. 3*3, do i de maio de 183*, e
MOTIIO DO THELEGMPHO
.\a Ityranans.60 8 da praca da Indepen-
dencia ha para vende,- o rote.ro do4Mmi-
pbo, uovamente reformado, como nome dos
vaporoso outras embarcacoes'que deman-
dan) esle porto, a :!U) rs cada un.
.'J. n1d""" "e *",'" l""n':,, P*" diilriboido*
dr.le .-Diario,,, d. Jlwn|,0 Aoipucos, o qilai
nev saner ler qua,,lo.|,.le p,rl eonhecor a Hat. d
SSS!S." "Vr",a '^P^^ln-
USGi :E
NO
PALACETE DA RA DAPRAfA.
Sabbado 30 do correnl .
Por so ter transfer !o para junho o diver
lmenlo particular marrado para esle dia.
llavera bajo publico ; os cartfies estarSo a
venda no dia do divertimenlo, o qual deve
principiar as s horas e terminar as3: os
senbores socios do divertimenlo particular
devem prqcurar os seus curtes na noile do
dia 30.


Para Lisboa vai Sabir rom toda a bre-
vidade a bem condecida barca portuguesa
i igeira, capitao Hraiic.i.a qual tem prtelo
seu carregamenlo prompto ; para o resto e
passageiros, lrala-se com V. a. de Souza
Carvalbo e* Companliiy, largo do t'eluuti-
nlio 11. 5.
O chele de divisa., Francisco Uanoel Barro-
> ^o, eommandaala da estar,, naval, c ocapi-
i "le frasata Eliiiano Antonio dos Sanloi
Si inipeclor do arseoTal de merinhi, .-aradecerii
as pestoaa qu se 1i12nara.11 aeompinhar ao ce-
milerio publico o corpa de >uu intigo e ca.na-
rada o cap,tilo de Irsala Pedro Ignacio lio*,
nuii, c da n vo llies rogam o obsequio de as-
ssineina miau do seluiio da, quo pelo rr-
pooeo de sua alma se l.i de celel,r..r na setla-
reir 29 do rorrei.Itwnii, na maUii do Corpo
!| miiiIo, pela, s horas da manhla,
"^^^s^asaaBosass s-jaasH
Brecisa-se de uid teitor para um si
bopertoda prai;a, paga-re bem; sendo
lid e tendo Itoaconduta : nu ra do Tor-
res 11. 58, secundo andar.
Os abaixo assignadoa, com-senliori^s
lo enbetibo si. llo-Crosso, na cidado do lo
Formoso, declaran) ao Sr. JuSo Rento do tio-
vela, que baja de suspender o a le van lamen-
to do novo Dngcnho que osla I vantando om
Ierras do dito engaito cima, [ara poupar
os fbaixii assignadoa o faze-lojudicialmente,
caso o n3o lava. Recite 2. de maio do 1857.
.Manoel ie .noura Silva da Aguiar.-Ma-
noel Elias de lloura.Francisco Machado
Teixetra Cavaleanli.
PUBLICACAO' RELIGIOSA.
O Braa.
Peridico> Calhollco, Lilterario, e Noticio-
so, publicado no lo de Janeiro, subscreve-
se na tivrara n. ti s, n. pra(;a H indepen-
riencia a 6 por semestre, pagos adiantado.
J "? eonioltono do tallecida Dr. Paola
, ^ Kainiw, eiutem diverso! medicamerltoi
',:" buin*opatbieoi, tintara!, luliu. vidrose
,,,i Rlobolos inerte lude s.- vende 1 or muito
. men deseo vil r, pira liqoidieXo: os
*f pretndeme! dirrjam-se a ruado Eneaa-
". lamento, lebrada da equina do Lercoda
.J Cacimba.
@ '': :.,.C5
COI.LECIO DE SAMO ANDRE'.
Deelara-ie qu u... ,, j. ae franoei, inglet e so-
melria desle ilabelerunenU comeeam o. Iraballio
no1 I.- de jiiilio protimo rindonro, e que desde ja
esi.i.. abertal ai reepeeliva ntalrienlas : na ra do
I1j-|.icio 11. .,(i._:) .lir.rler,
. A. A. da Ion eea Junipr.
Antonio Piulo de MaaalhSe, s guindo para
roriusal no v.p r bambargoei Teutooia.a pe.to
.1 nlpa a qualqu r p,s., ,, ,in-.ti deve ami livoret, e qne delli po deepedine, dei falla
lavplonlaria.....|uee lambem.oflorece o son dimi-
nut.. presumo iiaquello reino, llecie, G de maio
de ojT.
Antonio Tiulo de ifagalhei.
" -';
IV
o
o

m
MUTTtSDJ


PROVINCIA.
O Sr. tliesourciro das lolttag manda
laecr pufaUpo, que se achanga venda, no
pavimento terre6da casa da roa da Au-
rora n. 16, bithetes, pelos e quartos, da
ultima parle da quafta e primeira da
<|iiinla lotera de Nossa Senhor do Gua-
dalupe da cidade de Olinda, das '.> lunas
da manhuu a's 8 la noite, cujas rodas
andam no da r,<) do eorrente.
Tliesomaiia .las loteras23 de maiode
i857Jos Janurio Alves da llaia, es-
crivSo das loteras.
Abmii que uunniiciou qiirre'r ir para mm-
p..nliia lome 'ha, cau ,1o Manuel Coelhe Cmlra.
~ >r. espilla Jauquiuv Aiiiunia Pialo Giaoaa,
e A.lolpno Roberto Koop, lera earlaa de Gianna, na
nvrana n. t.Sii. praca .la I n lepeadencla.
Hoj* as .1 horas da larde, na roa da Coneeifao
J""1 *' "'' "" '' paz do 1." diniriclo, par txrcuco de Antonio Piulo
ue Arendo, par ier a ulti.na praj 1, se liao da rre-
malar a .pioni mi" !er. 09 ben* movis penhoridoa
> atajar Filippa lijarle Per ira : qaeca nellea pre-
lenier lanrar pode comparecer, qda serao recbi-
dot ieaa Lacea.
-- Em r,psla ao meu armonio, vem pabliearfo
dohr. prinieiru lente da armada e ajadlllle da
caprlanu do porto, no Diario., do hoja,..... aanan-
o, negando totalmente o. se,.* dizerea shre ,, que
ISo .n.nente a elle ti/, publicar 1.0 que se ve no riieu
auiiuncui de ante-honren,, sobrediUmenle ao qu-
derarlogar o rallecime.iio .lo capia. MoYoni, se
Den que n*poa>d>u oque ir.e.roo ao gr. NeTai e
nao refer.a ero lu!,, mHaii ..Ilusa,. : o que be
rio beque eiu.c divenas pes-oas que Mlaram d.i
arlo qH ,m, de contar, se ndicava o notna do
sr.nevoa, emquaiito, porcoi, na parle que diz na
eua pnMIcaeSo, que o annuilcio t.'.ra feilo ..or pessoa
que.ac.ed.lano em sonrio, de menme, acenvia-
lo-lhe ;)o los em juguete, vio-..- ao despertar mallo-
Sraio.e que despe, lado por tal ...-correncia more a
rermiac.lo Sr. Nev-s, qB deaprexa ; confiaba
a n-mdaabaixo aasigoaio* urna expllcaclo do Sr.
rieres, na pirle que diz que .. annuuc'lanlc fa/ia i-
Kuete n ,n 1 dona real, mas roraiu Imitados os pl.nos, l,e o qui-
se deprebenae uc seo annunrin ; o abnuiiriaiita lie
pobre, mal ton aiaunu cndala per.nnle quem o co-
iibecede perla, sup o-lo que nao lenha posieflo 10.
c.al e potinca do Sr. Nev-s. porm contado nao
consta qua teja delapidador n-m lao poon, iogador.
a que vem, paia, aquella lilaila do Sr. Nevos4 Nao
... o ma proposito offeiider a pessoa algasia, t mu,-
lo principalmente ao Sr. Nevo* a que,,, dealRoma
irle respaila : tu me levou .1 fuer aquella .1
HIARIO DK PERNAMBCO QUARTA PKIRA SI DE MAIODE 1857'
ItO
umic
t' '-jSBttAl
7! -?V?
csquin-
a te Bq
ilo Caa#.no.
DEPOSITO
'ios ickeel
. 'bansemwi
fu*
J. P. Vogtley lem 3 i,r, ,e sar ao re-peilavel po........ qe i, aberlo o sr depoallo,on-
de achara ARIOS g&01IL .y "A @ASSIIKIHOF^
|0 oblanjo oa prime.ros preaiio., a medallia de honra, na expoaied. de l.on.lre. de U, e de
, is.,,; ..si,, ,.,..,. ...,,. prefer.d .s na Alle.nallba, UolLiNda, l>.al,s-, .,!, s. ,. ,. K,M,
rpos.lo.doa masmoaem Buenos-A),es, Valparaizo, etc.. etc., note sao in.. conl.ecidoi t dc-
a^Ty^eil'^"^MJ,toi,M'n,ia'matn^^0'a' "p -'nrem, como todo, o.
Attencao.
llana Rosa da AssumpcSo, .le confor-
midade com os ses amitmcios por ve/.es
transcriptos neste jornal, previne a quem
convier, que s < nicamente passou e
assignou unta obrijjacan de Si^iscent e
nvenla mil ris Ii9.s<)00), i-.n -i; de
leverciro do crlente auno, a favor do
Sr. Joaquim Antonio da Silveira, rom o
prazo de do/.e inezes, sendo que onlro
qnalquer titulo creditorio que appareea
com sua aliena tura, lie falso esem valor
al;;uin, assim como que nao assignou es-
eriptura de liypolheea c testamento al-
;;n;n. Kecife,IS de maiode 1857.Ma-
ria Rosa da Assiirn irfio.
(^KDLMIOHliM
DO"

i iae,seacn*ro sonpre os mata acredit 'es medicamentos, tan
em gioDuios, o preparados rom o maior escrpulo o oor preos b s
CREAOS F1XUS.'
Botica de tabos grandes. .
Hita Pita Jo 36 >
I tla de 43
l>ita defiO a
Tubos avalaos a......
fraseos lo liotnrradpmeia nica.
Manual d medicina hoineooathica !e l)r. Jairci.Ri dic-
cionario dos termes de medicina
Medicina lomestiea do l>r. Henry
rratamentodo cbolera morbus .
. Re; e; linio .o l) Mello lloraos
m
u em liniur s contn
:it<- eoinmo los :
td/tlIlO
15901
209000
259000
30900
1>!H .1
290ti0
... ,.,(|
to^ouo
2/000
''.'.
PKORAS 1 '.''
Aderecos de brillunleg,
diamantea e perolao, |,ut-
aeira?, allineies, briucos
e rozelaa, botoea eannela
de diObrenlaa Koatos e de
diversas pvdras de Valor.
cu. para ,.re......- pes.o. a que ae refera aquel-
les boatos por me locar de porto oa seas .oflViioen-
los epor /sso U\ nbrisado a dcf.ndo-la : cando
eertooSr.-ftees .le mais nflo vollar a enfadar ao
publico com ctneliiMiies polmicas, e uein a.. Sr
rveves, podriido S. ,S- ou quem quer que -eia rcsl
punder me uu dizer oque qnizeralal respeilo.
Antoaio Perreira de Dos.
Sansra-se. liram-as denles, bolam-te veninas.
con, .oda peiWcao, e alogam-se bichaa na ra
das Cr*sea n. :!,,, |ja de b irbeiro.
Precisa-so alujar u, eseravo que SPja tiel para
o.orv,co,l,...m,cas,, p,,, ,.,., I;,-,'por ,!,.,. o,Le
.."m"a4:' lri","',", '* Ilenry Kevins relira-ae para Earopi.
A sein.ora solt-ira que no Diario de "(i do
eorrente se ofltreee para f.zer companhia a urna
Nolan CT ^ l"a" '' : l""ja'fe -1 "';'
-- Precisase de ara liomem da idade e de boa
ronduea, p;ira ,, ,, si|ln |ri|w CDm
hr. M.nod Jnaquim Carreia l.el : oa Ruh Villa
junto a casa d acu.i.>
;,"**"*" d" "ni moco portuguvz, de
18 a 20 aiinos, para caixetro de urna fabrica
de velas ,1., carnauba, dando (ador a sua
conduela '. na ra Direita n 59.
---Olllm. Sr. Dr. Jos Nicols, Rigneii
ra cost, e m jo- Mmoel f.laudin ,1o oiiv-i-
ra Cruz, oueiram rnand ,ra roa ,la Cadeia .io
Recite Inj., i, 50, rsebo-. cartas viudas doj
assu acompanhand a danuelle ouiro, urnf
. caixr.oztnlio. .'
POgio na noite do da 30-de abril um
escravo cnoulo, de nomo Lutvnco, dr> ida-
de de 25 anuos, o qual Coi comprado a Dioso
SoaresCarnejro de Albuquerque, morador
DO (mgenbo Ramos.rreguczia de Pao d'Allio-
oesersvo temossignaes seguintes : altura
regular, cor pret, poiica barba, ja (oi surra-
do, tei a pema direita ;.,.its lina miir a ou-
tra, e na mesai penia lem urna cicatriz,
levou caiga de casernira cinzenla.clara.nova,
camisa de algoJa-zitilio escur, ja vellia. e
chapeo de palba : a pessoa ije o pegar, di-
rija-so a ra Direita n. 3, que iccebera 50>
degrtilicacao.
Quem precisar de um cozinhairo, di-
nja-se a ra da Senzala ,\va 'n. 33.
<:ompra-se ellcctivameiite bronze, la-
tao e cobro voltio : no deposito ,da lun.licao
da Aurora, na ra do Hruin, logo na entra-
oa n. -$, .ia mesma fundicao, cm santo
Amaro.
Compran, vendan ,.
Iroeam prata. ,,.,i, brj-
lliantas,,lian,aiil, se pero-
las, e oulrai qoaeaqoer
joisde valor, a dlblMiro
tara- ""-.,'.! por oiiras.
,
I .ill'fci

I UU k r 2
Mi I .,.'
Rna do Cabnga' n. 7.
i] sosvan r
I
i s)-ji ,isu!>r isdo iiifts
' 'i. ma g-'ost t -
tu <; Frnn< ;\ cont
poi
Su;
vil-
OURO-E PBATA-
Adererm compleloa de
..uro. meioa dos, polaei-
res. allinele-, hrincoa e
r /.'tas, cordoos, Iraurel-
luis, medalbsa, corrompa
e enhiles par, relogio, e
huiros mallos objectos de .
....;. __
Aparelhos .1n,:..|s e
.i -! i para rli... bandejas,
*-<\\,f. ca-li,:.s, c ,|ie.,s
de tapa a de cha, e ,-
los iiutios objeclos de '
pr.ea.
-

as qo^e^ ; [d
... ,.*-.
v "a : 1.1
p
p
ao coa i eostumno.
DA
Oabaixo assignado vende a dinbeiro a vis-
ta, sendo da quaolia cima, ossens re i/es billmtes, meios, o quar-
tos, pelos presos abaixo mencionados, na
ra da Cadeia .lo Recife n. 45, esquua .a
lladro do Dos :
Bilhetes 53*00 recebe 5:001 -
Meios a Ti) 3:5009
, yaaos j.-sso 1:250a
F
ISbf
Na nmte de.segunJa para lerca-foira,' 13
do crrenle, Curtaram ao abaixo assi;-uaio
um cavallo, do filio nortencente ao talleci-
do Sr. Francisco de ( arvallio i'aes de Andra-
de, no beeco do Kspiaberu, o qual lem os
Sipnaes seguintes : cor ruco sujo ou caidao,
muito novo, e iuteiro, feudo um pouco uos
peitos portrabalhar em earroca, boje deve
ja estar s3o, descarnado, tem urna marca na
sarnellM de ler ti Jo um.1 ferida, cauda e di-
nas curtas : roga-sa as autoridades poiiciaes
ou a qeaesquer pessas a quom Cor oiler, -
erao, a .apprehensfio .lo dito cavallo, que
lem de se agradecer se gralilirara, sendo
entregue ao seu dono, no Recife aopda
fuiidi>;ao em Santo Amaro.
Jos Jaeintbo de Carvalho.'
m BtiCA
EM PERNAUBICO
Ih, DO Dll.
9 SABINO OLfcGAUlO L. PIMO.
Uua de Santo-Amaro (Mun-..
do-Novo) ii. .
Neste eslabeleciniento exislem os medica-
-. mciitos ...ais adc.piia losaos climas .:., nor-
te, preparado* com a inaior vigilancia pelo
Cuy prupnelano.
Bsislem medicamentos preparados u Rio '
, de Janeiro, quu se vendem pr precoa bai-
'' xos. mas noie garante aoa clHcaeia. 5
A experiencia ten, damonstrado que oa
'. raedicamenloa.squi preparados produzem
-,J mellior etTeilo, ca as provincias do norte, .':
- qoe os que oa qae tem le f.ira. ;'
Os prer.os sao lisos, aendo mus caro, por
sere.n mtlborcs, o.preparados em Pernam-
\ bur..
THESOURO riOMEOPTIHC
ou :
' vcum
DO"
HOME ATHA i
PELO DR.
--------_ u< .uim..i <.ur> ...1, i,..^,> I 1 .
Precisa-sc de um forneiro: ua padaria
da ra Direita n 40..
- .Na ma -ia Cidria de Santo Antonio n
7, primoiro andar, vendenvse charutos da
isibia e ti caixinhasde su, os tnelbores que
tem viudo a este mareado, e pelo menor pro-
co aue se vende en. outra qualquer parle:
lodos os dias ale as 1U horas da munhua.
''. :
* j
i
tr --V.' -./ ...
Mi-

irisiosc
v
Q

m SATJINO OLEGARIO I...PIMO. %
j^ Esta preclara obra contina a *euder'-ae '
na boiic. central, a tQyuOO em brochara e
tlJMO encadernad*. i
...... ..-. .-. .. '"
- Precisa-se do una mulher moito ca-
paz-para Cazar companhia i uma senhora ca-
sada, queacha-seem trata monto ova um dos
arranaIKs desta cidade, deven,lo tambem
euearregar-se .le cozer e engommar par., as
ibaas prtacipaes pessoas da familia, lomar a
sVu cuidado a conservaeao c asslo da.mobi-
lia oservico da mesa; paa o demais ser-
vico, s sesera vos: aquella que sejulgar
habilita ?a a desempeniiar bem estas obriga-
eOes, dando conhecimento de sua conducta,
pmie contar com ama reaumerafio dea j a
SS9 rs. mensaiS, dirija -se a luja n. 3 da ra
do Crespo prximo aouicb, ou annuncie por
este Diario p?ra ser proeuiada
Joaquim Antonio de. Santiago Lessa,
mudou a sua residencia da ra Direita, [,ra
a Boa-Visla ra dos Cnplhos, para o sobrado
direita.com 7janeilas de frente, sobrado
o Sr. Anacido Jos de Mendonc.
<* O Dr. Jo3o Honorio ezerra ,!e Mene- i-'
Jp zea, medico pela Kaeuldado da Babia, lem '.]';
3 ""ado sua residencia na cidade .1 Kio-For- '
S moso, e de novo eflerere -eus serviros a lo- ';.'
Vf das a, pesroas que o honraren, c< ni sua con- i';
-,'; aoca.
& .::: /.-::::.-:;:;; ^|
japviiui publico em i r-
iitibuco,' run da Soie-
dade. u. 70.
Neste multo grande jar Jim ha muito gran-
de vaneJade de llores no.as nesta provin-
cia : rosas, dalias, eoutras rouitas qualida-
des, assim como ps de a leer im do norte,!
svlindras, etc., etc. : lambe,,, |,a niui'as
quahdades de ligos, uvas, qualidades nqvas,
sapotas e sapotis, etc. o tempo he proprio
de planlacoos. A crola m-s,- cnc.iii.mei.das,
auto para o centro da provincia, assim c ,mo
tambe n para as mais do sil I e mirle. Prc-
sentemente us roseiras estito com flor para
a vtsla dcllas c lazer boa escoltu.
panoia
DA
OSr. calvada mesma Companhia esta'
autonsado a pagar o decimo-otavo -livi-
dendo, narazodc2i.-00 rs. por accao.
Recife.JI de mai de 1857___O iecre-
ario. Luir, da Cosa Portocarreiro.
Faz-setodoe qualquer negocio com s
melhor loja do Passoio Publico n. com
Caaendas ou sem ellas j a Callar mesma.i
A vtuva e herd9tros do fallecido Sr. I-i-.
"OpePaos Brrelo, que sejulgarem com di-
>...iie cc.-i, guaira
CS 77
- r
r-. c
5-2
h 3
a 8
"5 5
S o

lima senliora solteira e'honesta se
oflerece para companhia de qualquer se-
niiori! viuva ou casada, v.q.n pouca (ami-
lia, sendo branca : anuncie sua mo-
rada.
1 l Ks&
Va ma de Hartas n. 16, primeira andar, se
f mece almocos ej ntsres para casas parti-
culares, sendo com rnuilo aceio e prompti-
dao, mandando-se levar em casi na hora
que se .:i termine ; tambem se alugam sa-
las e quartos por muito commodo proco.
***1.
aiUc
J i- :-
1 :'
o.
o
S -s
O
-Por Salusano de Hquino h'erreira,|lippePaoa Brrelo,
.Joo loitunat., *,.., i-fc.u, l'reiut ,. uma rota ,.
- dirigir-se a ra augusta, sobrado .ievarn-f?
encarnada junt. a ral-rica do >r. Sant s. on-
de se po le .Mr noeia da misma.
Aluga-sea primeira sala do primei-
ro andar ,! sobrado da ra da Cadeia
do Recite n. I i, muito proprio para es-
criptorio: a tratar na loja da mesma.
8

i
83
i
Aluga-seum armazem de tres por-
tas, silo na ra da Praia, pertiencente ao
patrimonio da Ordem Yeroeira de San-
Krancisco : os pretenden tes dirijam-se o
largo doCarmo n. 10.
0 !)r. Ignacio Firmo Xavier faz publi-
co, que mudou sua residencia 'ara o seu si-
lio na Passagem da Magdalena, que iica ao
norte da ostra.la entre a ponte grande e a do
Chora-menino, c a i lem preparado urna
casa de saude com todos os com modos para
o tratameolo de escravos, cojos senbores
resida n fra da praca, ou que nao os pos-
sam curar em suas proprias casas : .quem
para isloqulzer-sanlilisar deseus servidos
mdicos, que serao ii. se npenbadus com o
maior zelo, dirija-so ao pateo do Carmo n,
9, primeiro andar, ou no referido sitio da
Magdalena. Precio ^.;u diariosescoptu-
ando conCeVenci s, sanguesugas e opera-
es. .
Existe para ven er-se na na da Cruz
n. 2t>, dous fardos de f .no de primeira qua-
ii.'.,, le, para capa.de charutos, o q,:l in> ve-
lio de dous annos, e vindo da tiaiiia lti-
mamente..
O abaixo assignado, sjior parte da com-
missSo liquidataria da companhia de Peses-
ii s Lisbonense, Caz pul'1 ico que do conCor-
nnea.lu com a rs,jii ... lomada e.biea giTal, se proceiera i> t-na-a etn l;-i-
opblico, na praca uo l.isiy de tod...s
navios da reforidra compantiia ; o como bre-
vemente tem de ebegar a este porto o bri-
gae denominado Pescador, pertonceiile a
mesma, ayisa-sea loiias aspessoss interes-
SSdss na compra de laes navios, para que o
examinen!, pdenlo dirigir ao cbaixo assig-
snado, no seu escriptorio, roa da cadeia do
P.ecif.i: osupradtto leilo te'r lugar logo
que o mencionado brigue, .regrssar nesta
viagem. Por Francisco (ornes de Oliveira,
Joio da Cruz. Macedo.
Os abaixo assignsilos, com loja de ourives
na ra do Cabuga n. ti, conCronte ao pateo
matn/cri.a Nova, razem publico que
esiflo receben o continuadamente as mais
novas obras oo uro, tanto para senhora
como para homeus e meninos % os preeos
coWinuam razpaveis, e passam-se comas
c..m rcpoiisaml,,-:..!,, especificando a qua-
lidade doouro do 14 ou is quilates, ficaodo
assim sujeitQ&os mesmos por qualquer uu-
vtda. -Ncraplum c Irmao.
-- Precisa-se de oniefacs de alfaiatc, para
caicas de casemira : na ra Nova n. :>>

- J
iinltuiJ L
aaS3as3cai3S^i AOS 20:000$,
Na piara da
t0:000J li 1:000$.
Independencia n. (),
acham-se a ven la os novos bilhetes >\.> lo-
tena t,i- do Monte-Pio-Geral, que devia
-.
r ...r .....
Precisa-se de uma ama para casa de pou-
ca familia, qae saiba cozmhar, e engommar,
com toda a petCeiQiio, o paga-se bem : ua
rita doCellegio i.. 15, aimazem.
JO.N CATIS,
corretor geral
K AGENTE DE LEILO'ES COMUERUAES,
n. 0 ra do Torres,
PRIalEIRO ANDAR,
pra;a >lo Corpo Sanio
RECIFE.
''.:'-.".-"' ', -. ... -.>.. ...-...:... ~uj ,-,^ -.,.....r.;:.jYj:_-
^ Joao da Si!\a Uatno", mDdico pela un- -
\ versidade de Coimbra, mudou sua .esiden-
*& ra da ra do Camg para a roa Xoya
Jg 69, tesando andar, sobrado do Sr. Dr. el- -
.^ lo, e all contina a receber, das s g |., ,
;:-* horas di manli.la, e dea :i .". da larde, as "
.,." peatoaa que o queiram consultar.
...... .-. -. .-. ...- .... ... y Mk J
SEGURO CONTRA F0S3O.
Companhia Alliance.
Estabjlucia cm Londres, em raarjo de 1824,
Capital cinco milhes da libras esterlinas.
SaunJe's Bro'.hcrs & C, lera a honra de in-
formar aos Sr?. cr,soi;.arj;cs, .roprietarios de casis,
a a que"2 mais convier ^ua es'.o plen?mer.te au-
.orissdos pala dita companhia para efTecluer segu-
ros sobre edificios do lijlo e podra, cobertos ie
l!h e ualaientasQlire os objectos que conliverem
os rne^os edificios auer consisu, em mobilia ou
a. azendas :"i.-7.'--. .--' f.v'-'tene-)'-..
.-,.' ';; -.-. --.-, '&W ie3 lletriiiii,. ,\t inalrij! da lloa.VisU n. t, .'5
vrij ainnla-se bula e qualquer lira de corte, j
-.r assim cm,10 limpam-se ferro de rirurcji'a da ->
fg tola qualidade, bate-Ha ouxido em espin- ->-
aa. sardas: na meina vende-s e aldanle Z
;;' bichas, assim comu manJam-se appbcar a 5
'-,.* qu,,lquer hora. -.[';
QO:'y *'v.-.*"..-..v?v./"i-'c'
Jos a^oaelecto
Pode ser procurado das 7 as 8 horas da ma-
l hila as6 da larde : na ra d. i.a ..boa do
Caria,, n II, para sangrar, tirar c chumbar
denles, e separa-los.
li-m e.|)ecicos para dores de dente
a I30 frasquinbo e pos denlificios e i mieos
pura conservar e I impar pe Caitamente os
denles sem alterar o esmalte.
A 0 bacharel Jos Uar'ins Alves, sdvogado
na cidade la Baha, rna .ios Droguistas n.'
51, primeiro andar, ol. ,, sou pequeo
presumo aos senljores desta cidade e pio-
vineia, que all l'iverem dependencias cm
qualquer negocios que teaham de correr
pelos divrsos tribunaes o-i re irticoos pu-
blicas. As cartas que Ihe foretn endereza-
das devetn ir, em sua ausencia, aos Srs". .\l-
r,

Cal
O abaixo assignado ven-
de btetesgarantidos, pe-
ospreco ,! bai to noado-,
sendo cita quanti de ci.ni
M tis para cima, a di-
nlieirc vista, em .seu es-
criptorio, na ra da Ca-
deia do tecife n. SO, pri-
ttie;;' >
liar.
Bilhetes.
Meios. ,
Quartos.
i". .
.'. 00
2.S700
L mrie.
'"A I": LEITE. .
l'recisa-ss ,' urna ama que lenha boro
icite, forra ou ...Uva : na ra da Cadeia do
olera
0 1 baixo assignado vendeu es seguintes
premios :
Ntimoro
bilhete
meio
bilhete
I11P0
-_' 'quaros
607 .003
1601 200S
332 i 1005
1332 100/
20-2 50/
0 mesmo tem esposto venda os seas fc-
lizes bilhetes, meios .- quartos da ultima
parle da quarta, e primeira parle da quinta
lotera do N. S. do'Guadelupe le olinda, os
quaes naoestao sujeitos o descont dos
otto porcentoda lei.
l'or 8alustiano.de tquino Ferreira,
Jos Fortunato dos Santos Porto.
Osabaiso assignados, scientifleam no
publico, e com especialidade ao respeitavel
cor o 0.0 commcrcio, .que apartaram ami-
gavelmenc, a sociedade que liaham ua fa-
nrica de Chapeos da ra do Passeio do "aes
d Oollegio, que gyrava sob a lirma ban-
deira bAlbuquerque, hojo de 15 maio de
l857,Gcando o socio Kan luir cor., oestabele-
cimento e encardado de receber o activo e
solver o passivo. ReciCe 15 de maio tc 1857.
Joaquim de Albuquerqe c Mello.-Seve-
riano Bandeira de.Mello,
-Precisa-se de um preto para todo o
serviro de uma casa estrangeira, paga-se
em :'na ma da Cruz n. ".
Precisa-se comprar taboas de uma ar-
naciio verba : quem liver ra vender, diri-
ja-se a ra das-Cruzes n. 13
'Os abaixo assignado*, filhos e genro
de Miguel Francisco liiaiz Machado, e de sua
mulher ja fallecida D. Antonia Joaquina de
Vguiar, fazem publico, c em lempo que nao
conformara-su rom a escriptura da acora-
modaeflo quelizera o mesmo sen pai eso-
tro ao Sr. Feliciano Josquim dos Santos,
a res ii lo da queslo que esie senhor enea-
minhoo coni o terreno denominado Caoba,
o qual serapre Cora de proprieda le lo engo-
nbob.aa, pertencente ao dito Miguel Fran-
cisco Di niz Machado, e seus herdeiros tao
reconhecidos seren este engenbo pona,
e nao do F escodim opio quero Sr Falicia-
no, quealgum s plantas feitas na terreno
em queslo para o engenbo Frascondim, tem
sido cmn consenso do engen o liona, como
sticcedeu quando alli esteva o Calfeci lo Qui-
ntil, Joiquim de Barros; tanto mais, nSq
coheordam eom til escriptura, quanlore-
connece"! a irregul rila le eom que Coi ella
lebrada ; e por consequencia nnlla, uma
^ala para ^lu-
gar.
Altiga-se uma grande sula n um quarto
com duas janellas ^ara rus, sendo na ra de
Heras ti. le : e lambem se da a comida : he
casa propria para algum senhor acadmico.
O abaixo assignado declara queoan-
nuncii nublicadO no Diario de -25 o 26 do
curente ficam de nenhum efCeito. por isso
que o Sr. Monte l'.aso chegou a concluso do
negocio sobre o relogio, nao havendo da
paite do mesmo senhor repugnancia algum
no cuinprnnento do referido negocio, por
isso que era alheio i todas as carias que lhe
dirig, em virtude de nunca as ler recebido. .
Carlos Walter.
abaixo issignado declaro que as
Sr. C. Wal-
Soledade,
peusar : re-
aoao sobre-
Precisarse de uma ama para Itodo o
-.' vi,.-., de uma casa de pequea familia : na
ra da Hoda, sobrado n. 36.
Precisa-se da quaatia de S00300_ por
lempo de 6 mezes, dando-se por sguanga
uma boa escrava engommadeira e cozinhei-
ra, de 2 a 30 annos, o sadia : dirija-se a
travesea da ra Direita para a Penha, taber-
na de Joao Pinto, que se fjra este negocio.
Na maniuia do da 22 de maio desle
auno de I8V7, ausentou-se do engenho Ma-
tapiruma da freguezia da Escada, um esera-
vo de Florimundo da Silveira Lins, morador
em dito engenho. O mencionado escravo
chama-se Jos, com idade de 18 a 20 annos,
be cabra claro, altura mediana, cabellos ca-
rapiabos, sobraneelhas grossas e encontra-
das, nariz, um tanto afilado, espadaudo em
propor?3o ao corpo. tem um dos dedos de
um dos ps torcido por cima do pollegar. 0
dito escravo foi morador no. sertSo e lugar
Pao das Trras, aonde Coi vendido, veio para
Caruaru' venlido ao anjunciante em abril
ultimo: quem capturar dito escravo e en-
tregar no referido engenho, ser bem re-
compensado,
&<*
Ossos.
Na na da Sensala Velha n. 116, compram-
S9 ossos do bc-i.
Compram-so travs de 25 a 35 palmos
de comprimento, e palmo de grossura : na
liyraria da praca da Independencia n. 6 e 8
Compra-se uma cabra costumada a
cnsr menino : na ra de S. Francisco, so-
brado n. t, e na livraria n. 6 e 8 da praca da
Independencia.
Compra-se effoctivamente na ra das
Flores n. 37, primeiro indar, apolices da di-
vida publica e provincial, acedes das compa-
as, e da-se dinbeiro a juros, em grandes
c pequeas quantias, sobre penhores.
Compra-se ellectivaniente cobre ve-
Ibo, seja de que obras for, forro de navios a
300 res a libra, e latao a 260, e peridicos a
.-> 100 arroba ; no pateo do Carmo, esquina
ua ra de llortas n. 2.
- Compra-ss um sitio perto da praca e
uma casa terrea nesta cidade : a tratar na
ra do Cabuga, loja de ourives n. 1 D.
--- Compra-se uma escrava que n3o seja
muilo velha, e que saiba fazer o diario de
uma casa : no paleo do Terco n. 59. Na mes-
ma casa se dir quem compra um par do
censlos que eslejam em bom estado
Compraiu-se barris de viuho que nSo
tenha mistura d'agua na rna da Senzala
Velha n UO, deposito de bebidas espiri-
tuosas.
Comprara se duas portas de a 5 pal-
mos de largura, e de 6 a 8 palmos de altura,
do louro, ou cedro : quem tiver anuncie
pan ser procurado.
Na ra das Cruzes n. 13. compra-se
,.. I um armaQi'0 vidha, ou tabas ja servidas de
UYI~.attt-il.Tain* .i.-l al* *>]<._.______
..., .v. ,u,,.,u,>a ii-j rui ua (..lea do l'- que se nao uoram as formalidades que',,,,,.. arm,e7~v .": '? "
Se,,oJa.ecl,ape;,s,,4S.sediraquc,,l:!;:s;,^|^
...""" EdqardoPowere seu filho menor, sob- eumoja bavia Calleci o nossa mai esogra co- ~" tpt'n-se moedas de prata de so
ditos britnicos, vSo a Kuropa. mo porqueexistiado orph3ds,e alguna maio- "Pre'n,0,.|edoua por cento: na ra da
^ -w r,.'s-" nos caita que Cusse ouvido o iuizo : '* de cambio n-:18-
Alt
6
l!. C. Yates : Companhia: estabelecidos
no iiio de Janeiro, na ra ,io Hospicio n. W
vendo um annuncio publicado em ornadas
proprietarios, declara ao publico, que nao
duvida seja falso o xarope de bosque que
tambem vende em sua botica, mas assevera
que elle he comprado aos mesmos Srs. U.
0. Yates dtCompanbis, do Rio de Janeiro,
como pro va m os documentos abaixo :
lt!0 l)Ii JANEIRO 8 DE AOsTO DE 1856,
O Sr. itarlholomeo Francisco de .Souza
cornprou a It. C. Yates & Companhia :
* duzias de ga:, ufas com xarope
do bosque a 549000.........216^:000
6 duzias de 1|2 garrafas com xa-
rope do bosque a 27C000......162')00
lis. 37800)
llecebi o importe acimn, do Sr. Antonio
(caquim Vieira de Carvalho. lo de Janeiro
de agosto de 1856. Por 'K. c. Yalcsdj
'.omuanhiaJos Paulino Baptista.
Ueconheco verdadeiro o signal supra. P,c-
oife s de agosto de 1856.
ti fe de vrdade.
Manoel Hilario Pires FerrSo.
1U() DE JANEI.RU 18 HE FEVERFIRO DE
18..7.
Os Srs. Constantino Comes de Paria & Fer-
i corapraram a K. C. Yat.-s di Compan-
du/ias do t-ar'-rfas com xroj.c
corwr :i > do presente; as listas espera- do bosque a 54 K 0. .
rab pelo \ .por brasileiro, cjue ftcava a| 6 uuz'de 1(2 garrafas rom xa-
partir a 2",: na mesma 1
'' o nrpmpto pagamento" dos premios,
(leconlormidadeaos uossos annuncios.
--- Precisa-se aiugaruma parda ou preta,
preCennlo-se-escrava, que saiba tratar le
pie ..,.. ... ...
loja cima se la- n>i.e do bosque a 27
1J0. .
216/000
162^000
RS. 9780000
I.i-cebemos o importe. Por i;, t!. Yates A
n da\V. C. Cerwarit.
i\s abaixo assignados declaramos que
compramos o xarope cima parabSr. H.r-
criancas, e dos seos arranios : a nesaoa mip i,
a tiver, ouqueira ^i-so 5eenearioT^liri noloH,eo|,ranclsco ,!o ho'"a, de Perm -
coi,vi.la aos lllms, Srs.provedor e mordo-
mos da junta passada, bem como a todos os
senbores accionistas que qujzererjn fazer q
favor de assistir ao ofjici.....uissa por alma
.lo ,1 lado bamfeitor J,,:,, lieira Lima, o qual
lera I igar ir. dia 28 u, aorrente mes na raa-
inz a Corpo Sanl ,as 9 horas em ponto,
e desdeja agradece a mos os senbores que
coa, ecorem a i o religioso e pi icio.
Secretan- du Iteal Hospital I' irtuiruez do He-
neuconcia em l'ernambuco aos > de maio
.le 1857. Joao Domingues Ramos, secre-
tario
V'> **Kr\\; ^'^u] ^^^^*Z^- tUo e Janeiro 18 de revereiro de
rouajusu*. que ser bem pago avisU de suas LonsUnliuo Comes d taria&Fer-
qualidades.
-" le .
I'ivc-isa-se de urna ama que lenha bom
leile, forra ouenpliva: no aterro da Boa-
Vixla, loja de biliieles n. ."xi.
Ai 1.^:1,,:.
^cientfica se. a quem contar, que a revi-
sao de pesos, medidas
reir.
Ueconheco ;.er verdadeiro o signal supra
de Constantino Com s de Faria Rio 18 do i. ..... i de 1857. ,
Em fe e vei dade.
Pe Iro .',,' ,1o c istro.
; Precisa-se do uma pessoa para o ser-
vio interno do uma ca estrangeiiv, .pie K:> do Corpo aulo n. 13,
J "-i,:
,";* m;
HE
w*
33 r3 -a O a'Jrl's,
O conselho aeliberalivo Caz publico, qui
no tendo-havido numero .!e_il .ie socios
ttlllenda da Coziuha : lia roa Nova n. t
Precisa-s de tima ama para o servico
;-.anc.is, principia mlernodeu ... rasada pouca Camilla: na
,' ; ',, '"dar no ultimo de ju- praca do Corpo Santo n. 17.
R:S""*,taft Pte-doTr- -Foi vendidono a ter.,0 da Boa-Vista,
..-v ..--..-x ... .-> -,,.,>,_ .^ loJa ll. Guimares, o biltiele n. -J'.)V2,
-..-.:..' I... 5 }:'-': com 5:000000.
Sacca-sesobrearuact
, as -"i
1857.
para haver assemblea gcral domingo ,
novameote convoca a mesma assemblea ge-
. ral para quiita-feira, -is do correnK
- horas'da urde. JteciCe 5 de mai,. .:,:
Osi et -i .o nterin -,
lc.iruo de ir, ilas Ribciro.
~-Precisase 1 mar qantia .! i.-jn:--
a premio, e pelo temao queseconvencionar,
eaa-aeporgar Dle*escravos pecas, livres
e desembarazados de qualquer duvida, resi-
aenies tiesta cidade : a quem convier, a-
nuncie para Iraiar-sedas ebndicoes.
tendo-st dc?cr>caninhado uma letra
daituantia deis. I:29^200, sacada dos
Su. Ininii Momseo & Vinnassa, sbi
Si. Jos Morei
.....TfST :- Mtl
Panloaig.....i denlis, na Nova ., "|
n-.eama caja lem aaaa e pos ilenlrlfiee. '
,a .lo 'orlo : na
ra da Sanza-Novan. V.
Da-se al a quanlia doSOgfs. a pre-
mio, sobpenhures deouro ou prata: quem
sei7n"t0ats*s ".ira "&ZZ ""-udaj' *"ba "' ^ pn"
s mis fr.-iiez.-s e mais compra-
- '*..... i"* Hj:tiri:;rp
psito para ser vendido na ph
Jos da Crb Sanios, na ra Nova n. 53, ni-
cos por nos aulorisadds pfra vemlerem o
nosso verdadeiro, e ..ais prevenimos aos
sennores consumidores, que ha perto de 5
annos os rotlos collados as garrafas so
assignados por Ilenry Prins, como procura-
dores los aerna proprietarios. Rio de Janei-
ro 13 de Janeiro de 1857.
Uma pessoa do bom rocedimonto se
offerece para .eosinar primeiras lettraa fra
dcsta cidade: a tratar na ra das Cruzes
n. 13.
--- Itosa-se ao senhor Monte Raso tenha
a bondade de app-recer no at.-rro da Boa-
Vtsli n. 16, a concluir urn oegocio sobre
ua: relogio, ;o qual nao ignora, pois queja
he passado bastante le po; do contrario
Car-se-ba ver o como foi esse negocio.
Desappareceu no dia i 0.; abril do
conreino anuo o parti Candi'.o, olfical de
carapina, est-ravo de .Manuel Anacleto de
Souza, o qual intituU-sede forro, rom os
signaes seguintes: altura recular, secco,
sellado, quanuo ania atira os ps paraos
lados, cara descarnaiia, lesta grande, cantos
l)2m fondos, traz o c-jbello sempro rente, he
bem barbado; p um so conserva o bigode
lem iodos os .lentes da Crenie perfeitos e al-
vos bastaste; oqual pardojulga-se ter ido
para l'arahiba ou Uacei: roga-se a polica
ecapitSes de campo que o apprehendam e
r. tnetlam o (ara a roa Direita n. tt, ou ao
engenho Pintos.
pianos fortes.
l-.m casa du Timra llorasen & Vinssa, ota-
ca do Corno Santo o 13.
LIVBOS M RKA.NCO DE HAMBt.'RC ).
l-.m casa de Timm Jiomsen k Vinassa, pra-
Idores le plvora, qne cotinuTi aTer'um --: It'o.
'Asssrss^j^rsih*^ """'.........-S-Sis:
,o, dan. 23. ... precisa-so de um amassa.lnr ..o.b.,
Joto Damasceno Pacheco, de presente desembar.cado: na padarTaTrw u-e. d
mora lor em trras do engenho da Esr-ada, Rosario n. 48.
muito grato sera a p-ss ,a que lhe der noli \ Kugiu no dia -20 do co rente o mulato
na. ceru da existencia ou -orto de se li- Reginaldu, com idade de a ,nos Tuneo
s|lho, Simplicio Alves Pactieco. oqual fora mais ou menos, de estatura ba^u cabe los
recroUd no annode 1851, e logo rtmetUde carapiohos, ros,,, eompr Z
prevme-seao publico que qualquer tein- Pr bondade declarara o que souberem a recompensado. q .
Mce^ojeita coma sqbredita leba nao tem | n"ltf-l0,!.l'0ll,nji" SS& D r,,r,a,,1lli T Pwcisa-se de um caixeiro portugu z
de boa conducta, nao se olli, a ordeu o,
agradando: na ra Direita n.27, taberna.
Precisa-se de u;n caixeiro que abone
a sua conducta, e du um re lo anda que so-
ja de idade : na padaria da ma das Laran-
geiras n. 28. .Na mesma so offerece uma pes-
soa com habilitafoes neetssarias para co-
branca, tanto na praca como Cora delia, o
qual da iador a sua conducta.
Precisa-se <1 um feitor .para sitio :
no sobra .oda na da Kloiia n. 7.
RUUB
Roubaram na qutnla-feira, 2\ de maio, as
7 horas da manhaa, da ra de Aguas Verdes
q. 23, um relogio deouro pi .uma, ae caixa
coberla, de n. o, su isso, eom um correntau
grande e grosso, c .,n o peso de 13 oi lavas e
es,n nos consta quefosse ouvido o juizo :
anda mais nos pareee nulta p ,r nao ter as-
signado a mulher io Sr.. Feliciano, e era
ouirem pjr ella. Por.taoto seieoliOcamos
ao Sr^ Feliciano Joaquim "dos santos, e a
quem mais convier, que nflo concordamos
com ini contrato nullo, e p, raoteo publico,
proi estamos por qualquer proced ment do
sr. Feliciano, ac irea de ditas trras,
Engenbo Dona lo de maio de 1857.- Jos
Joaquim ferreira Jos Francisco Diniz
faenado.Claudino Jos Machado.. Ar-
rogo do Sr. Jos Anlonio de Alououerque.
'Ose Gomes de Mello.
Precisa-se de um nomem para traba-
1" r em um sitio, e bolar sentido aos escra-
vos. c tambem precisa-se de uai ou dous ra-
paces que se quizerem propor servico ao
mesmo sitio, ou a corte de capim : na loja
de azen.las, no Passeio Publico n 7.'
-:- Do engenho Soledade, di freguezia de
Ipojuca, fugio um escravo cabra denome
Jos, com 0 annos de ilaJe, altura regular,
secco d corpo, cabellos crespas e poucos
brancos, pouca barba, olbos embrsnqpioa-
lo<, e lem falta de denta na frente, os d-
los grandes dos ;s tortos, e as nenias zs'm-
bas, levou cal^a de algodSo azul, camisa de
madapolflo, jaqueta-preta, chapeo de palha
tinto de p.-eto, e alem Joste uniforme, levou
mais roupa : este escravo :-.c bastante pro-
sista, o tem porcostume q lanJofogeincul-
c.r-se por forro : desconli ,-se que ande a-
qui nacidaio : quera o apprebonder queira
o conduzir ao enge ho cima, ou io Sr. Jos
Joaquim de Miran la, junio eo arcj de Santo
nntoni i, que se a bem recompensado.
Na r,:a eslrella do Rosario ii. 11, prc-
ei~a-se alugaruma negra que seja fiel e boa
cozmbeira.
0 abaixo assignado faz scinte a quem
couyier. que m qiiali lade de-testamenteiro
o finado Manoel Moreira da Silva, que Ion-
io de dar principl > ao inventario do tnosmo
Hnado, e po isso roga a todas as ..essoas que
com o mesmo tiverem contas, de aprsente-
las no prazo de s dias, a contar da data des-
te, para serem alten lidas no mesmo inven-
tario, Ontro sim, tolos ,,s. '.vedo.es do ar-
mazem de carne secca, em que o mesmo
fina lo tinhi soci dada, queirtm quinto an-
tes pagar seus dbitos ao tu-. Jos Joaquim
Martins, pessoa habilitada Dar este Bm, por
ser socio do mi smo, o como lal liquidatario
da exmela Ii.- a i : esta de '. iracSo se faz pa-
ra livrar de roturas duvidas. Recife 7 de
ni io de 1857.Jos joaquim da Cos.: ::.,,.
- o ir.'JOaquim Piulo da Cunbaqneir
apparecer noprazode : lias, no paleo do
re ..o 19, afimd tirar um seu penhor, do
contrario sera ven o para pagamento do
principal e juros o ara que nflo si chame
a ignorancia, faz-so o prsenle. Recife -s:, d
maio de 1857.
Precisa s ,!,; uma aun ene saiba co-
zinhare fazer lodo o mais servico dr- casa :
na ma ,\o Caldeireirolabeina n. 60.
P.-ecisi se unun criaio que de fiador
a sua conducta: na ra do Hospicio n 5'i.
. Precisa-se de um ollici il dj mrbeiro :
na ra largado Rosarion. 23.
- Quem precisar de um mcc/i com lia
bitacoes osra baixeiro de loja de fazendas,
que Lem alguma pratica de escr| La, dirja-
se a ra esireita lo Kosirio. taberna n i
- Um 'i:eco prop -sea ensim em sua
casa, na iravessa da ra do Queimado n. l,
500 e 1 eom
Cadeia do
S?ttt>$
Venilem-ee'portas e caiiilhoa de amarello, na
obra da ra do Queimado n. 37, casa de tres auda-
Venia-, om cavallo eom arreiosoasam ellea-
oo aterro da Doa-Vista n. 37, 1.- andar.
Ciiiti rnxA iurga, com to-
que de a va ria a 160
rs. o cov'ido.
Na rita do Queimado n. 21 A, vende-se chi-
ta rosa com pequeo toque de avarja a 160
rs. o covado.
Farello
Vende-so superior farello vindo de Lisboa
ltimamente, em sacos, e por barato preco:
na ra do Trapiche n. 9,"armazem.
Deposito de pao.
Vend9-so um deposito de pSo bem sfre-
huezado, com balcao de vinhatico, pratelci-
ras, fiteiros, latas, frascos, etc. : quem pre-
tender procure-o na ra do llorlas n. 16.
Ven'e-se um sitio pequeo com duas
casas de pedra e cal,.sendo uma com com-
modos para fimilia, e outra contigua mes-
mi, rallando s cobri.- e repartir, no princi-
piada estrada dos j.llliclos, todo plantado
le larr.ngir.i3, fructa-nao e sapotis : a tra-
tar com Jos Mitonio Marques, no sitio do
Chora-menino.
Vende-se u-na carrca para 2bois, mui-
to boa, e compram-se uns arreios de crro-
ca >ara cavallo : no sitie do Chora-menino.
GUINDASTE.
Vende-se um encllente guindaste de fer-
ro em bom astado, e por preco commodo
quem o pretender, dirija-se ao trapiche do
Cunta, qu? achara com quem tratar.
Na io das Trincheirag n. 10, segundo
an lar, se tira quera vende, orna casa ierren
com chaos propios, e por commoda preco,
podenib fecoar-se logo qualquer negocio.
- Vendera-se queijos do reino muito no-
vos a 1^630e lo'JOO, ditos do serLSo muito
i res i s a 500 r'.a libra, manteiga ingloza
a 880 crlsOOO, toucinho de Santos eom car-
nes a 16'J a libra, caixoes com doce de goia-
ba muito liao a 1/200, e grandes a I98OO, ve- '
lis do carnauba refinada,de 6, 8 e 12 por
libra a 480, lin/uieas do reino novas a 600
rs passas muscateis a 600 rs., castanhas do
rein piladas a 6-j rs. a libra, sement de
> miro muito nova n-20 i na ra dos Mar-
t'yrlos n. 30.
sito
DAS BICHAS.
validade alguma.
j provincia ,o sr. Rufino Jos Fernandos de
r iguofredo, na secretaria da presidencia.
: :.psmo cii ; sjs srticul res : os paisde
familias que quiserem bonra-lo con si -
iieia, mais um correiitao''lim/que^se"^"^ I1'S' lc,;"J llir'g",-sO u qualquer hora
o peso, mais urna eorrente dess curtas da .,
moda, com ditas podras raigadas, fingiidn "7 *"
passador, mais unsenfeites qoe esta va in no'1
correulSo grosso, osqoaes Sao, una uno de
coral encarnado, um livro esmaltado, uma
chave com cabeca de cavallo, uma agulha de
marear,uma iguia coa, cornalina ene.nuda,
um eneite grande a moda de un bicho com
urna cornalina rajada em baixo : roga-se a
toi .,- as pessoas a quera ror offerecido, de to-
marem e levar a dita c sa, que ser.10 gene-
rosamente gralificada, e protesla-se coulra
quem tiver algum dos ditos objectos.
.USr. Joao Nepomiiceao Coellio da
Sil\a, tenha a bondade de ir a Iravessa
da"Madre de Deotn. 18, primeiro andar
a negocio de sen internase.
iae
por balanco.
inco Ponas n 93,
un; caixeiro ara tomar conla
:,h i
:i e >:(j
LEGIVEL
go.s t: realejos, ru as
i-'i : 8 I. [9,
avisa ao respeitavel inblico, que concerta
o gi 3 o realejo;, poe marchas modernas
oeste paz, concerta saraphinas, pisaos, cai-
tas de msica, acordedes e qualquer ins-
trumento que spaareca, e tambem faz obra
nova Na mesma casa fabricam-se c.isas
para joias de qualquer Mlureza, retratos,
cafteiras homeopallncas, esloios, faqueirus,
ete ele.
Na rna estreita do (osario n. 11, vend^m-
se os melhores queijos londrinos, que tem
v m lo a esle mercado, por serem muito fres-
cos.
- Vende-se lagnio de I.isb.ia : no cscri-
plorio da ruada Moeda n 23.
Vende-se uma mulata de 18 annos, bo-
ntla Bgjra, engommadeira e eos ureira com
perfeicilo ; o motivo se iir ao pretndeme:
en lora de Portas, ra do Pilar n. 20.
Silh eai s.iceas.
Vendem-se na ra de santa Thereza n. 6,
taberna denominada Queiraada, por pre^o"
em conla.
Com pequeo totiui de avaria,
A dinbeiro.
Pecas de madapolle lino, pecas de panno
decoqueiro: venlem-s, na ra do Crespo,
loja) da esquina qae volta para a ra da ta-
i deia.
.


DIARIO DE PERNAMBUO QARTA FEIRA 27 DE MATO.DE 1857.
Vende-se
ou^troea-se por predios ncsta cidade un p-
timo sitio no lugar do (".ordciro, i margem.
do no Capibanbe, com encllente casa da
vivenda, estribara e-senzala para escravos,
bastantes arvoreJos de fructo, e urna baixa
que sustenta de 6 a 8 cavallos de veriio e in-
vern : os pretendientes dinjam-sc a ra da
Cadeia do Recife, armazem de liarroca &
Castro.
Na nova 'oja c 512 do ar
C'5 de "auto Atoni
ba para vender cortes de cambraia de barra
a 2S000 o corte, sarja preta lavra :a propria-
para vestidos de pretas a 160 o covado, ricos
i'iifeitcs para oabega de senhoras, cambraias
linas a 500 rs. a vara, chitas francezas a :>40
o covado, e. outras muilas.fazendas por ba-
rato prego.
Vende-se bom doce de goiaba, caixes
de 4 libras a 800 rs'. cada um, e maibres a
1J0OO ; no pateo do Hospital n 18.
- Na ra da Cadeia doMlficife, ioja n. 50,
ha para vender uina preta que faz o servido
de uina casa, lava e he apropriada para ven-
der na ra.
* Vendcm-sc -1 moleques pegas, de bo-
nitas liguras, de idade de 10 annos : nos
Coelhos, primeiro sobrado a direila, com 7
jauellas de frente.
Vende-se una propric.dade em caixf.o,
no.lugar denominado Campo Verde : quem
a pretender, dirija-so a ra do Queimado u.
J, a fallar coc o Sr. Monleiro da Cruz, que
dir com quem ba de tratar.
Vende-se a cocheira do pateo do Pa-
raizo n. 26, conlondo 4 carros de passeio e
'JO cavallos, tudb em muito bom estado, e
bastante afreguezada : a tratar na mesma.
Vende-se a taberna sita no Campo Ver-
de, muito propria para principiante por ter
poucos fundos, e vende para a torra 16 a 20
rs. ; a casa tcm. commodos para pequea fa-
milia : quem pretender, dirija-so a mesma.
Vende-se urna escrava cabra, de idade
20 annos, aabendo cozinhar, lavar de barre-
la e sabio, engomoia soffrivelmente e tcm
principio de costura, sen: vicios nem acha-
ques : para ver, ua ra do|Arag3o n. 20, e
para tratar, na ra da Cruz, armazem n. 26,
das 9 horas da manhaa as 4 da larde.
. Na ra do Queimado n. 35, vende-se
urna escrava com urna cria, ptima engom-
madeira o cozinheira, e faz o mais servido
de casa.
Vende-se urna bonita escrava crioula,
de idade 20 annos, com boas habilidades, e
so se vende para o mato ; urna dita boa co-
zinheira, urna de meia idade, boa quitan-
deira, urna bonita negrinha de idade 11 an-
uos, um moleque de idade 11 annos, um es-
cTavo ptimo para tomar conta do um sitio :
na ra de Aguas Verdes n. 46.
Na toja do Preguica, na ra doQueimado,
esquina do becco do Peixe Frito n. 2, ven-
dem-se muitas e diversas fazendas por pre-
sos barattssimos, pire ellas notam-se cam-
braias francezas, padroes novos e cores fi-
xas, pelo baratissimo prego de 480 rs. a va-
ra, pecas de chitas escuras e de diversas co-
res, de excellentes pannos e coreslixasaS
e 68000, e- a 140 e 160 rs. o covado, lencos de
cambraia para mo a 120 rs. cada um, mus-
sulina branca o mais fino que he possivcl e
de lindissimos padroes a 410 o covado, len-
cos de seda de muito bom gosto a 800 js.
cada um, ISazinhas de quadros proprias para
roupinhas de meninos, bonitos pannos para
mesa a 1;920 cada um, meias casi.miras para
calcas e palitos a'50Q rs o covado, dita pre-
ta muilo lina propna *.ar palitos o calcas a
I99O0 o "covado, e militas nutras fazendas
que so deixam uc mencionar, as quaes se
venderao por baratsimos presos.
J^ivr's em brauco.
Jos Nogueira de Souza, com livraria de-
fronto do arco do S. Antonio, recehou til ti
mmente de Franca urna porgao de livros
proprios para escrlpturagSo comraercial, de
inuilo superior pHpel pautado, e riscados
com elegante e segura encadernsgao de ca-
Dtorca, guarnecidos do metal, os quacs so
vendem ppi presos commodos.
A'j ^reguica que est
queimando.
Teniai poticas.
Anda existem alguns exemplares dcstss,
intaressautes poesas do Sr. Francisco Con-
calves, Braga, as quaes estilo a venda na Li-
vraria do >ogueira, defronte do arco de S.'
Antonio.
Poesas de FurtadoCoe*
llio.
Ainda restam alguns exemplares destas
poesias.as quacs se acham a venda na livraiia
do Nogueira, efronte do arco de Santo An-
tonio.
No sitio das Roseiras, do tenente-co-
ronel Joaquim Elias de Morir, vende-se
una engeiilioca ou di.storccdor de canna
d ddus manjarras, crn.muito bom estado
ou <|iiasi novo, todo l'eito de ia'o-lcrro
or sicupira, pelo baratissimo preco da
importancia das IVrragens, feitas na lini-
dirao do Sr. Mesquita: quem o quizer
comprar va' ao sitio cima, <|iie licara'
satisl'eiro.Joaquim Elias de Moura.
F LOJA
da boa f,
?endes muito barato
Colchas do damasco polo diminuto preco
de 9i000. ricos pannos para mesa a 3?, atoa-
Ibdo adamascado com 8 palmos de largura
a 1:600 a vara, mussulina branca muito lina
a ji'O rs. o covado, dilas de cores de padroes
bonitos a 320 o covado, chitos francezas
muito linas a 320 o covado, brim brauco de
I uro linlio a 19440 a vara, dito nardo Irn
gado tambem depuro linho a 1;2S0 a vara,
ganga amarella muilolina a 3-io o covado,
cambraia muito fina com salpicos brancos e
de cores a lo a vara, alpaca prcla fina > 640.0
covado, caiilao preto muito fino, fazenda su-
perior e propria para vestidos de luto a 960
0 covado. panno fino azul a 3c o covado, dito
muito lino og, dito preto muito fino a 50,
dito muit > superior a O?, ditos verde escuro
e cor de cafo trrailo superiores a 6?, curtes
de casemira.preta, lina, para calca, com lis-
Ira bordada a 10-> corts do gorgurJo de
seda para collete a 2/, ditos de casemira
preta bordada a 69, fuslio branco muito D-
110 I 29 o covado, cortes de cambraia preta
com 7 varas, pelo diminuto preco de 2- cada
um, ditos de dita branca com salpicos de
coros, tambem com 7 varas a 2.;240, saija
preta hespauhola a 2? o covado, grosdena-
ples de cores a 1/800 o covado, sclim preto
lavrado muito superior a 2?500 o covado,
gorgurao preto de seda com salpicos, pro-
prio para colletes a 3"?5o o covado, luvas
brancas muito linas, de lio de Escocia, muito
proprias para os Srs. oliiciacs militares, pelo
baratissimo prego do 1- o par, meias pretas
de la, proprias para os Srs sacerdotes a
1280 rs. o par, ditas de laia muito superio-
res a 10800 o par, meias de algodao cru,
muito superiores para meninos aMOrs.O
par, lencos; brancos.de linho muido linos a
400 rs., chales de 13a rxos e pretos, pelo
barato preco de 3?, fil de linho liso muito
lino a 8)0 rs. a vara, princesa preta- fina a
720 o covado, dita muito lina que rivalisa
com merino a \$ o covado, e alm disto uro
completo sorlimento de fazendas de lodas as
qualidades, que se veniem muito barato, na
ra do Queimado n. 22, na bum conhecida
loja da boa f.
Vende-se manteiga ingleza a 700 e 800
res, macarrao o 320res; na ra Direita
n. 14.
(]emento novo
Na ra da Cadeiffdo Santo Antonio, arma-
zem de maleriaes, por prego commodo.
He chegada ra estreita do P.osario, ta-
berna da estrella n. 16, os muito bons quei-
jos do Serid muito frescaes, e assiin como
queijo doreino de muito superior qualidade
e sardinhas do Nantes, tudo isso por prego
mais barato que em outra qualquer parte.
Alerta, freguezes.
PALITOS FRANCEZES.
Vcndcni-se palitos e sobrecasacos france-
zes de panno fino preto e de cores com gda
de velludo e forrados de seda de 22 a 289,
casacas de panno fino forradas de seda a 28/
rs., palilos de alpaca a 7 o 8^000, ditos de
linho a 30, camisas francezas branaas e pin-
tadas a 24 e 309 a duza, caigas de casemira
prcla c de cores a 10 e 12, colletes de setim
preto o do cores de S a 8- ditos do velludo a
i-i. chapeos francezes uo todas as qualida-
ios, g a va tas eluvas, e cultos nbjectos que
so veiidem barato na ra Nova, loja n. 4.
PARA SENHORaS.
Vciuom-seos melhores e mais ricos cha-
peos que existem no mercado, chegados no
ultimo navio l'rancez, havendo porc'io para
as senhoras oscolhorem o gosto : na'rua No-
va, loja n 4.
esnaisge-
Objectos para
urac
li! :l"
Era casa da Saunders Brothers C. ,
do Corpo Sanion. 11,ka pira vsndaro sa
Ferro inglez,
l'ixe da Sueeia.
Alcatro de carvo,
Na ra doQueimado, na bem conhecida Eonas da lmho.
loja de mi'idczas da boa fama n. 33, encon- ^P0^8-5-
tra-se sempre completo sorlimento de ade- ',ro"as-
regos, brincos e ros?tas, pulcciras e slflno-IAlgodSolizopara sacra?.
tes, tudo prelo, propriamente para lulo, e | Dito entrae.-!o \';>i.] oo ds P.a ia
que ludo se vende mais barato doqueem E uoi completo soriimeBlo _c fisndajproprio
i. artas
rance-
para vol-
outra qualquer parte.
Na ra do liangel
de caj" engarrafado ha
provincia do Ceara.
A
7, vende-se vinhr.
4 anuos, feito
paro .ste icsreadci ludo por prego ronirccd
'oi-.'aos da vento
a comhamh.it derepaxopara rexarhorlaaba
xs deca'.i! : na foadigodeD. W. Sowraan
na ra do Brnm na. 6, Se 10.
z.;s muito filias
t rete
Vendem-se finissimas cartas francezas pa-
ra foltaretc, pelo baratissimo prego de 500,
! 600 < 800 rs. >' liaralho,e tambem so vendem
portuguezas a 300 rs.: na na "do Qucima-
i>, pp bom '-"'' cida loja de miudezas da
boa fama n. :'.:t.
Brinqucclos pa-
ra mniuos0
Vendem-se diversidades de ob ocios de
ac
. Aos sehh
i enores donus de
bomas.
Vendem-se barricas com sardinhas gran-
des e novas, assim fimo a realho, aos cen-
tos, por prego mais em conta do que em ou-
tra qualquer parte : na na da Praia, ;>rma-
zem ri. 18, de J.is de Mello Costa liveira.
' Vendem-se os superiores queijos do
reino, os mf-.is novos neste mercado a io440 :
na ra Direitan. 14, esquina de S. Pedro.
- Vende-se una linda negrinha de 14
annos, cozinha e lava d sahao muito hem
lem principio de costura e engommado : na
ra Nova n. 34.
Vende-se cha uxim de Pequim, o mais
superior neste genero, cha hysson e preto .-
na padaria do pateo da Santa Cruz n. 55,
com a entrada pela ma do Rosario : c na
mesma continuadamente, alcm do excellen-
te pilo de todas as donominagdes e bolachas
Turadas de todos os tamanhos, tambem ven-
de caf em gr5o, dito muido, assucar refina-
do e caixoes do doce de goiaba.
r Vende-se urna casa terrea sita na ra
doSenbo- Bom Jess das Crioulas n, 37:
quem a quizer comprar dirija-se ao becco
do Veras n. 20.
Vendem-se queijos do reino a 1/400,
106011 e 10890 : defronte da matriz da lioa-
Yista ti. 88.
Vendem-se toalhas e lencos de labyrin-
1 ho, de muito bons gostos, e saias de cacun-
t i i ; assim como esleirs de carnauba o
gomma de mandioca, vindo ludo b pouco
na'riia do Apollo n. 12. ,
JUCAS BOKECAS FRASCE-
ZS.
Vcndcm-so multo lindas .c bem vestidas
bouecas francezas, grandes, pelo baratissi-
mo prego de 29 B 27500, ditas vestidas de
noivasj a < a la no seu cartSo a 3;0 e
39500, prc70q-.1i' 'i ba quem deize de dar:
na ruado ueimado, na bem conhecida loja
do miudezas ua boa fama 11.33.
i.'.'Ml.
O 30 a, confronte ao Rosario em Sanio
Antonio, ven le esta muito ul agua pa a
lioglr cabello, por um prego muilo sin les ;
assim como ven o urna outra agua que. lira
no 'os d^ pello,ou de qualquer fazuda.
eros.
Na taberna grande ao lado da groja da
Soledade, cnnlmuam se a vender saccas com
milho bom : de novo avisa-se aos bons fre-
gueses que este estabelecimento acha-se
bem sortido e de bons gneros, como sejanv.
bueijos .lo reino, do sertSoe de prato, doce
de goiaba, vlnhos de muilas qualiJades,
bons, maoteigas inglezas c francesas, cha
fino, entrefino, verde, hysson e preto, bola-
Chinbas linas e grossas,"assucr de lodas as
qualidades, e piala, fino, do Monleiro, sar-
dinhas de Nantes, amendoas, passas e'casta-
nhas piladas, massas finas para sopas, e
muilos gneros bons do diario de urna casa
de bom paladar, tudo por menos prego pos-
sivel. Na mesma casa precisa-so de um ho-
mem que fega cigarros.
No pateo do Carmo, esquina da ra de
Moras n. 2, vende-se gomma a 100 rs man-
teiga ingleza boa a 640, 720, 800 rs., 60 c
10120, muito lina franceza a 720, banha a
520, oleo do ricino a 480 m:ia garrafa, pe-
neiras de rame do melhor fabricante de
Lisboa.
BATATAS HOLLaNDEZ&S.
th'f -s:nbarcaram as superiores batatas
hoandezas, em gigos, e vendem-se no ar-
mazem de Barrosoj Silva.
Bichas de Ilan-
Vende-se excedente cera de carnauba do
Aracaty, o.Assu', do urna sacca para rima,
oscolhendo o comprador a sua vuntade, po-
lo indicado prego de i')g a arroba : 110 ar-
mazem de I'. It. Audrade & C, ra da Cruz
O. 15.
Vcnde-s.por prego commodo.superior
vinho do Porto em barris de 8." : na ra do
Trapiche n. 14, escriptono de M. A. Guerra.
Vendem-se mastaros
de piulso vermelhoda u.>
ca, de 8a 18 pollegadase
50 a 60 ps; em casa de
C. J. Astley & C-
relogios de pa-
tente
inglezcs de ouro, de (abnete e de vidro :
veodem-se a preco razavel(*em casa de
Augusto Cesar de Abreu, na ra da Ca-
deia do Itecife, armazem n. 16.
Claudio lubeux
Vendem-se veras mistas, proprias para
malar foripigas, e para que estilo rnuitissi-
mo approvadas : noseu escriptoric, ra da*
Cadeia de Santo Antonio n. 13,
CLAUDIO DBEUX
Vedem-se velas estearinas, proprias pa-
ra carros a 19120 cada pacotc do 8 velas, :
no seuescriptorio, ra da Cadeia de Santo
Antonio n. 13.
Claudio J>ubeux
Tendo recebido urna factura d 2,000 bar-
ris de plvora, dos melhores fabricantes,
vende-os a 14-0000 ; as amostras acbam-se
no seu escriptorio, ra da Cadeia de Santo
Antonio 11.13.
Atten^.
Vendem-se pegas de chita de muito bons
pannos, pelo baratissimo prego de 5# a pega,
que sahe o covado por seis vintens e dez rs.,
a porgan he pequeua : portanto quem gosta
de economia dove-se aproveilar : na ra do
Crespo, loja da esquina junto ao arco de
Santo Antonio, e na loja de 4 portas n. 12.
Charutos de Hava-
rirt: vendem-se em casa
;le- 5. c:. st!ey & C.
Chapeos
tro e bonet (!e cabello pa-
ra me ni dos.
Vcndem-se ricos chapeos de tcltro para
mcfiinos;, enfeilados cot fitas e piumas, pe-
lo baralinho prego do 3o500, bonetes muilo
lindos de cabello a 2o rs. : na ra do Quei-
mado, na bem conhecida loja da boa fama
n. 33.
1..X'llins.e relej^io.
a SKI.I.I.NS e RELOGIOS le palele
'-inlei : a venda no arirazcm de
^ K'tslron Rooker t\- Omp^nliia, es-
quina do larso do Corpo Saulo nu-
mero 48.
Agencia
da undicao L ra a nsala
cr
Vendem-se abotoaduras muito finas de
madr perola ;-. 1: colletes, pelo baral issimo
pn go de 500 rs., ditas muito ricas de tudas
hs cares a 320, 400 o 500 rs., ditas muito (i-
ik's de madreperola para paliaos de m< nios
e homeus a 500>e 640 rs., atacadores para
punhos o collarinbos de camisa, do muito
rico gosto a 400 rs., 800o'2-U00, ditos de
cornalina para casacas a 300 rs., e oolras
I muitas qualidades do abotoaduras que se
vendem niui'.o barato ; na ra do Qucima-
do, 11.1 bem conhecida loja de miudezas da
boa lama n. 33.
!!. 4*i.
Neste estabelecimento continua a haver
! W
i>
-

cci>i< tes e puiiioS
moendas para engenho, machinas de vapor
e taixas de ferro batido c coado de lodosos
tamanhos para .Jilo.
8!bo pa-
tente inglez
Os melhores relogios de ouro, patento in
glez,. vendem-so por preces razoaveis, nn
escriptorio do agente (Hivcira, ra da Ca-
deia do Recife n. 6:2, primeiro andar.
Peunas de ema, cea de abclha e de
carnauba.
Na ra da Cadeia do Recife, loja n. 50, de-
l'ronto da ra da Midre de lieos, ha para
vender os gneros cima, recontcmcnle cho-
gados, por pregos razoaveis.
Ligas de seda
para enflora.
Vendem-so superiores ligas de seda para
senbora, muito bonitas c de muilos pa-
drees, pelo baratissimo prego de Is2ti0,
1#500 e 2^000 ; na ra' do ueimado, na
bem'conhecida-loja do miudezas da boa la-
ma n.33
N. O. Bieber iV Conipanbia, ra da
Cruz n. 4, vendem:
Lonas da Itussia.
dem inglezas.
BrinzSo'.
Brinsd'a Rossia.
Vinho de Madcira.
Algjdo para saceos de assucar
i>od5.oz!ihi. u;r iahta
para saceos do assucar: vende-se em casa
Je N. O. Uieber Companriia, ra da t.ruz
n. 4.
elogios
cohorlose descobertos, pequeos e grandes,
de ouro patente ingle/., para bomem e se-
nbora de um dos melhores 'fabricantes de
Liverpool, viudos pelo ultimo paquete jn-
glez : em casa de Soulhall Mellor C, ra
do Torres n. 38.
as de todas
as qualidades.
Vcndem-se meias de seda branca para se-
nbora, o roollior que se pode encontrar a
3o500 rs. o par, ditas pret: s tambem muito
boa -fazenda'a 2--.VM, ditas brancas de algo-
dSo, muilo linas a 30, 400, 500 o 600
ditas pretas tambem muilo finas a 400 rs.
ditas de soda do cures muilo bonitas e pio-
prias para baptisado do criancas a 28000,
Ollas croas muito lurtes para meninos a 4I0
rs., ditas i.e cores de algodSo para meninos
a 210 e 320, ditas brancas para meninas a-
240 c 32u, ditas cruas e brancas para ito-
n.em a 1G.>, 200, 240, 320 c 400 rs., ditas de
cores de fio da Ksco'cia tambem r;1 homem
a 400 e 500 rs. : ia ra do Queimado, na
bem conhec
ma n. 33.
4^1
, francezes a 80 rs., 100 e 120, linhas de car-
: retis de 200 jardas do autor Alexandre a 80
rs. o carretel, ditas de 100 jardas do mesmo
autor a 40 rs., caixinhas com agulbas fran-
cezas a 160, ditas com agulhas de papel
muiiodelieados o proprios para menf- I S '.S TaSHra!1 "? T"1?* fr""
uos brincar, por procos'mito a-Tt ^i'SSS^ZShSS ca'l-
SlgttittS*"* 'Ja de!--om1 novenos de WSSA
:!!;:s re 1'efTO.
Na fondicSo da Aurora em Panto Amaro-
c tambem uo deposito na ra do Brum, logo
na entrada, o defroute do arsenal de mari-
nha, ha sempre ut grande sorlimento de
l::r'f ;'s, l.'i: -1 d? fabrica nacional como es-
trangeira, batidas, fundidas, grandes, pe-|Jj
muilo finas, azues e encarnadas a 320, ricos
I botes decores para vestidos, ou roupinhos
1 de meninas a 6u0 rs., 800 e 1/( a duzia, ricos
ilheiroa de ago e de marfim a 24(1 e 800
quenas, rasas e fundas ; e nn ambos os lu-
rs., dedaes de ngo muito bonitos e cada um
na suacaixinha a 500 rs., almofadinbas de
muitas qualidades proprias para presar alfi-
nclese agulhas, pulcciras de varias quali-
ades, riquissimas litus lavraas e lisas, de
todas
ares existem guindastes para carregar ca- I *"1'1;''?r",li",;,uii,s, ,ra"?as, de V08 as cores
boas ou canos, l.vres de despeza. Os prego j Sicofmfio ifn^. al* -"S '"i"'35 e IM8
s3oo s mais commodos. e linn? e de varlas lar-
HEMEDIO IMeOMPARAVrf. de'lmbo^ouca'de1^1"8* **""
. d .',-*&>
eaua ae
pianos.
sirgo.
Na travessa do osario, loja de harbeiro n.
2, estao espostas venda, aos cent os e a re-
talho, chegadas pelo paquete viudo estes
dias de llamburgo, e se vendem por barato
prego, e alugam-se.
Metliodo facilimo.
Na livraria da praga da Independencia n.
6 e 8, vende-se o methodo facilimo- para
aprender ler, novamente impresso e aug-
mentado, por mil rcis.
MIARAS
muitis9tito linas e de mui-
to bons gustos.
Vende-se a vordadeira agua de colonia do
Piver, simples e ambriada em frascos de va-
rios tamanhos, banhas riiuito Goas c do mui-
tas qualidades em ricos vasos, espiritos e
extractos muilo finos e de muitas qualidades
em frascos'de muito gosto, sa bonetes muito
linos e de muitas qualidades, agua de lavan-
de ingleza, fazon>la muito boa, vinagre aro-
mtico tambem inglez e muilo bom, extrac-
tos muito finos proprios para bolso de es-
tudante, escencia de rosa, pomada franceza
muito boa, mucassar perofa muito bom c de
todas as cores, dito oleo, pos para dentes,
pastilha contras muitas pcrfuninrias, tudo
muito lino e de muilos gustos, dos melhores
rahMcantcs.da franca e. Inglaterra, e ludo se
vende barato na ra do Queimado, na bem
conhecida loja de miudezas da boa fama
n.33.
Ao 1,ralo, que Se acaba.
He ebegado a ra do augei n. 11 o supe-
plor cha de S. Paulo, o qual so vende em
atas de 1, 2, *, 6 e 8 libras, pelo diminuto
prego do 1 ;600 a libra.
/. so aos senhores de
en ; nho.
Cobertores de algodSo a 5D0 rs. cada um'i
na ra rio Livramento o. 1C.
Capas e polainas
mAiri ? pila
i uvia ii A0UA
Feitas p' los melhores fabricantes inglczes.
VENHAM K VKJXM 0" CENTE!! 1
Vendem-se de 8 a I9M00, iguaes as de 20/:
na ;ua da Lruz 11. 2.
!' EfAS 1!E
para padres.
Vendem-ae mutos lindos e excellentes
pianos., chegados ltimamente de ifam-
bureo. e com lindos nii-alos no frontes*
l>n 1 go, (." com
picio : na vua da Cruz n.
Kfillcr & C.
00, cusa
de J.
para forro de navios:
iusso hmos.
110 armazem de
HE",
e algodao
Vendem-se superiores meias pretas de
laia, pelo barato prego de 1'800 o par, ditas
de algodiio de superior qualidade a 600 rs. :
na ra do-Queimado, na bem conhecida loja
de miuiio/as lia boa fama n. 33.
Lcqucs muilo fi-
nos.
Vcndem-se leques muito linos, com plu-
mas, espelhos e bofotas, pelo baratissimo
Drego de 280 35500, ditos som plumas muito
boa fazenda a 1*280 : na ra do Queimado,
na bem conhecida loja de miudezas da boa
fama n. 33.
Sao muito finss
e di muito bons gostos.
Mussulinas muilo finas, matizadas com
lindas cores, de padrOes muilo bonitos e
inteiramente novos; vendem-se pelo dimi-
nuto prego de 560 rs. o covado : na ra do
Queimado n. 22, loja da boa f.
Couro de lustre
Vende-se couro de lustre l'rancez, o me-
lhor q'ue pode haver neste genero, pelo ba-
rato prego de 5; a pello : na ra do Quei-
mado, na bem conhecida loja de miudezas
da boa fama n. 33.
Sellins
patente inglez.
Sao chegados eacliam-s6a .venda os verdileiros
e bem rouhecidos sellins Dglezea palenlr : na roa
do Trapiche-Novo n. 12, arma/ein de l'azendas de
AdamsoD Howie i C.
>lanta da cidade do R'e-
c'e
Vende-se a planta da cidade do Recife e
seus arrabaldes, feita pelo Sr. I)r. Jos >la-
mede Alves Ferreira< por dez mil res: na
livraria n. 6 e8 da praga da Independencia.
Mappa das distancias d
provincia.
Na livraria n. fi c 8 da praga da Indepen-
dencia, vende-se o mappa das distancias
das difieren tes villas da cidade entre si, e
relacSo a capital da mesma, a mil reis.
U
Para niiascates
e boQelei as.
Vendom-se duiias de cafxaidfl masa para rape pe*
lojbarttilinto prego dp (lo r-..itu/;ts de leioorai em
carlaoa IjjioOi- I&200 e sr.ndea s l$920, duxiu de
eaiiinhai de pao com palitos de fago a 2ifl n.,fdoxia
de pentes.ie ctiifres moito boas para Sillar.(19200,
dniat depeni.es de baleia paia atar cabello o J200
c 2$600,doiia de navalhaa para birba a ISGOh.grorm
ite bules madreperola para camiaaa a t>oo rei.,i!iias
muilo linos d. gata a loo rea, gronai de botOA.f-
noa para caira a 280 reis, carias com 25 peales de
alfioalea 1*0 re.ia,dazt*a d. penlea de balea paia a-
li/ar a 3-7, tre/.as de livellas para sapato* a 560, do-
nas de caiivelea linos pota aparar pennaa a SS500
e 3y,doaaa de caitas [armnicas; a IgOO e IrnO.
iludas de torcidas para candif iros a K, reis grot.8
de marcas p.ra colirir a luO, 120 e 160 rus, pe
fas do tranceln para hanjlinhca a 120 res, po'leeir.s
encarnadas multo bonifas para Sra. c meninas a 2C0
ra.,datia< do miadiobas de linhas pretal a 21o re-*,
pt(;as com 10 varas de tita do e> a :!20, 360 e 400
res datiai oe lapes a 100 rs., doziai de caixas com
clcheles a 720 n., linhas branca de nov.lloa de lo-
dos os nmeros lilas do cores, linhas de miada linas
e groe, di:as carreis brancos. decores, enrd.
de vellido da t a grosura, hiqoinlios do lodas as
largara*, o barato*, n-udas de lodaa a. largaras, ea
pellws, curdas de viola, Bita de laa de lodas as co-
res. filas de linho hranns e de cores, diddes, Bgalhaa
de lados os mimen.s, lillas do seda do todos os Horne-
ros, pennas de pato.caixas de chilre, rozarios, colhe-
les de ferro, relroi de Ipdas as corea, vernica,-fitas
de heira preta e braoea,aranipaf,elodo o mai que se-
ja neces^ario para comnlelo sorlimento de liocelei-
ras e mscales e qui- ludo se vende mudo mais bara-
to do que cm oulrA qualquer loja, oa ra do 0"ei-
mado, na hem couliecida loja de nuodezas la boa
(ama 11. 3:!.
tridas e ^ra'd s.
Um lindo e variado sorlimento de model-
Ios para varandas e gradaras, do posto 1110-
dernissimo- na fundigao da Aurora cm San-
to Amaro.o no deposito da mesma, na ra do
lirum.
Moendas su pe oren
Na fundigao de C. Starr & Companhia, em
Santo Amaro, acham-se para vender moen-
das de canna Iqdas de ferro, de u:a modollo e
coustruego muito superiores.
UNGENTO HOLL()\VAV>
Militares de individuos de. todas as nagoos
podem tcslcmunhar as virtudes dcste reme-
dio incomparave, e pro va r era .caso necessa-
rio, que, pelo usoquedclle lizeram, lem seu
corpo e membros inteiramente saos, depois
de baver em pregado intilmente outros tra-
tamentos. Cada pessoa poder-se-lia conven-
cer dessas curas maravillosas pela leilura
dos peridicos que Ibas rclalam lodos (is
dias^ha muilos annos ; e a maio parle dl-
as sao lao sorprendentes que dmiram os,
mdicos mais celebres. Quanlas pessoas re-
cobraram rom este.soberano remedio o uso
de seus bragos c peinas, depois .:e ter per-
manecido longo lempo uos bospilaes, onde
deviam soffrer a ampulagao Helias lia mui-
las, que havendo deixado essesasylos de pa-
dec uienlo, para se nao submetlerem a essa
rs., loperago oolorosa, foram curadas completa-
mente, mediante o uso desse precioso re-
medio. Algumas das laes pessoas, na efusSo
<.< sen reconhecimenlOj declararan estes re
Bullados lieuelicos Jiaine 1)0 lord correge-
dor.emiti.- magistrados, afim de mais au-
lenticarem sua alrmativa.
Ningaem desesperara lo estado de sua
saude selivesse bastante conlianga para en-
saiar esle remedio constanlemenie, segiun-
do algum lempo o IraUmenlo que neceasi-
a loja de uiuozas da boa fa- tasse a nalureza do mal, cujo resultado sena
provar inconlestavelnionte : yuetudo cura.
(' uutjuentu lie un, tuasparla uhnnunte
non seyuhtli:* casos.
AI poicas.
Cambras.
tallos.
Canceres.
Corladuras.
Dores de cabega.
das costas.
dos membros.
Enfermidades da cu-
tis em geral.
Bnfermidades do anasl^ucimadelas.
I.rupgocs escorbticas S
uspensorios de
borracli muito linos
Vendem-se suspensorios de seda e sem se-
da, muito Anos, pelo pr*>co de 19000, 18200,
Vtoo e 2^ o par : na ruj do Queimado, o
bem conhecida loja de miudezas da boa fa-
ma n. 33.
boa f
possiv
inllammagao da ma-
triz.
Lepra.
.Males das pernas.
dos poilos.
de ollios. .
Jlordcuuias do repts.
Picadura de mosqui-
tos.
l'i'liiioes.
Luv
is ce
lo
das
as quali'dades.
VcVidem-sc verdadeiras lavas de pellica
de Jouvn, preias c brancas, para homem e
senhora a 2?500 rs. o par, ditas de seda de
todas as cores e bordadas, com Ruarnigrjes a
29500,'ditas lisas tambem de seda e de to-
das as cores, para homem e senbora a 1?,
15200 c lOO/dilas pretas de torgal, multo
boa fazenda a 19, ditas brancas do algodSo
para homem a 2*0, 320 e 400 rs., ditas d
cores muito finas de lio da Escocia para ho-
mem e senbora a 320,10Q e 500 rs:, e o*j-
trs mais qualidades de luvas, que so ven-
de barato: na*fu do Queimado, na bem
conhecida loja de miudezas da boa fama
n. 33.
DE MITO BS GOSTYS E
e-se o mais barato
:
fhales pequeos do merino, de Jindas co-
res, bordados.era'duas pontas 1 79000, ca-
misas de riscado muito bem feitas, pel di-
minuto prego de 1/500 Cada urna, ditas" de
meias pinito finas a t, lencos frailee/.' s a
ra rap a :;;0, chitas finase de padroes mui-
lo bonitos para cobertas a 200 o covado
cambraia adamascada com urna vara do lar-
gura, proprias para cortinados a ",-> a pega
do ^0 varas, gravaliobas >\c cassa muilo bo-
nitas a 200 rs., setim encarnado, verde e
amarcllo muito superiores a 800 rs. o cova-
do, corles do fuslao para colletes a 500 rs ;
1. o 19500, lengos brancos de cambraia pro-
prios para homem a 240, ditos ditos com
barra de cor tamliem a 240, ganga amarella
franceza muilolina a S20 o cova/lo, longos
brancas grandes, proprios para feabe$a a
V- -s., u:oias I 1 .i'ieas linas para senhora,
pe3o barato prego de 240 e 3-20 o ar, brim
de quadi inhos de padroes muito bonitos e
de puro linbo 2t0 o cova lo, pegas di pa-
tiilias de algodSo, com SOvaras,,pelo bara-
tissimo prego de :i C00 cada uinaicbapeos de
palha lina uo Chili, pelo diminuto pr.'gode
10/, e alm disto iniiitissimas fazendas linas
egrossas, que vendem-se por menos que
em nutra qualquer parte : na rna do yuei-
mado 11. 22, na bem conhecida loja da
boa f,
PENTES DE TODAS AS QCAL1 DA-ES.
Vendem-se peines de tartaruga' para cabello
o melhor quo se pode encontrar, a 50, ditos.
de baleia imitando o mais quo he possivel
aos de tartaruga, a M, 1920o e 1^500, ditos
mais ordinarios de baleia a 240 e 320 rs.. di-
tos di- tartaruga para alizar, fornidos e mui-
to bem feitosa hs, ditos de marfim, fazenda
m;:ito superior a l?5;!, 2f e 9t, dilos de
borracha de muito superior qualidade l->,
dilos de hualo verdadeirp, muito linos e
bem feitos, a 6(0, 80 c I, ditos a imitaguo
lo unicorne a I?, ditos de baleia muito bons
a 280, 330e400 rs., ditoa de bfalo verda-
deiro, muilo bonitos e bem feitos, proprios
para.suissas e criancas, a 320 rs., dilos de
marfim muitissimo bons, fabricados em Lis-
boa, para piolhos, a 800, IjOOO e 15500. di-
tos pretos de bfalo tambem para piolhos, a
500 rs. : na ra do Queimado, na hem co-
nhecida loja de miudezas da boa fama n. 33.
Alg'od;; nionstro, lie i>e-
c'iincha.
Vendo-so algodSo monsiro com 8 palmos
de largura, proprios para toalhas e leneoes,
pelo iliminuto prego de 600 rs. a vara : na
ra do Queimado 11. 22, na loja'da boa fe.
taina.
Ijsuias no abdomen. SupuragOes ptridas.
Frialdade ou falta de|Tinba, cm qualquer
calor uas extremi-
dades.
Friciras,
Ci'ir;iv.-.tcsca!da,das.
Incbag^es.
lufiammago do ligado
da bexisa.
Vndese este ungu
BABiTJ
goe
airo,
nhos
nep
de r i-'- princeza d fabri-
Gasse, no Rio
aneiro.
Vendem-se muito ricos jarros de porcelana
para lloros, ricos pares de catangas para ci-
ma do mesa tambem de porcelana, lintel ros
de multo gosto, e paliteiros, tu : do porce-
lana c por prego que nao deixar do servir
a quem gosta do quo he bom na rna do
Qoeiaiado, va bom conhecida loj de miude-
zas da boa fama n. 33.
e bar2
Vende-se muilo hom pi-pel nlmaco greve
a 4? a resma, eilo muito bom sem >cr greve
a 39200, dilo do peso paulado a 4?500. dito
liso a 3-t, dito paquete pauta :o a 5 e f> a
resma, di'.o de coros, do foll.a pequea, em
quarlosde resma a 700 rs grozao das hem
connecidas pennas de ago, bien d^ louga a
1?200, ditas muito linas sem ser do btco de
louga a 500 r>.. o 19, duzias lio lapis muito
linos a 320 e 800 rs., caotas muilo bonitas,
de ago, torneadas a 120, ditas de espinhoa
200 rs., ditas ordinarias d,: p n fi ndres a
20 rs., caivetes de rabo de chifre do viado,
do 2 folhas, m:.ito boa fazenda a 800 rs., di-
tos do 1 s folha com cabo de madreperola u
8;:0 rs., ditos muilo linos de 1 S lolba com
cabo do marfim a 19600 e 8/, <.:!os de 2, 3 e
4 folhas, llnissimos. lambom com cabo de,'
ca de
1 > 1
-'.
:;
XAFUNfigAO DE FERRO DOENGE-
N H E i K DA VID \V. ii O W.".! A \. .n A
RA DO iJUUM, PASSANDO O ollA-
FARIZ,
ha Mmpre amqrandeioriaieDlodosies'aiDlesob-
lacios demeohanimos proprios i>ara.nvnlia!i,a sa-
ber : moendasc meias moendas, da maia moderna
eonstrocrSii ; laixaad. ferro rendido c balido, de
superior qualidade e !< lodoso tamanhos : rodos
para mangas,
e outras mutlissimas ronsas, que tudo se
vende mais barato do que em outra qual-
quer parte: na ra no yueimado, na bem
conhecida loja de miudezas da boa fama
n. 33.
Retinara de
Reg & Barreto, no Mon-
leiro.
No deposito desta refinaria, na ra da Ca-
deia do Itecife n. 30, ha sempre assucar re-
finado de superior qualidade, tanto em p
como cm torros e em p3es, por prego mais
commodo de que em outra qualquer parte.
C. STARR & C."
respetosamente aununciam, que no seu ex,
tenso estabelecimento, em Santo Amaro,
continua a fabricar com a rriaior perfeigilo
e promplidSo, toda qualidade de machinis-
mo para o uso de agricultura, navegago e
manufactura, e que para niaior commodo de
seus numerosos fiegpezes e do publico em
geral, lem aberto em um dos grandes arma-
y.ens do Sr. Mesquita, na ra do Brum, atraz
do arsenal do marinha, um
DEPOSITO 0E MACHINAS,
construidas no dito seu estabelecimento.
All acbarSO os compradores um completo
sorlimenlo de moendas de canua, com lodos
os melboramentos alguna delles novos o
ongliiaes a quo a experiencia de muilos an-
uos lem mostrado a necessidadc. Machinas
de vapor de baixa e afta prcssSo, tachas de
todo lamanho, tanto batida como Tundidas,
carros de miio o dilos para conduzir formas
do assucar, machinas para moer 'mandioca,
prensas para dito, tornos de ferro buido
para familia, arados de ierro da mais appro-
vada cooslrucgao, fundos para alambiques,
crivos e portas para fornalhas, e urna inlini-
dadode obras do Ierro, que ser enfadonbo
enumerar. No mesmo deposito existe urna
pessoa inlellgciitoe habilitada para receber
todas as eiicoininen las, ele., ele, que os
anniineiantes coulando com a chpacidde de
suas ollicinas e machinismo, e pericia de
.=j!t>-u*rrPiacs, se comprometlem a fazer exe-
cutar com a maior presteza o perreiciio, e
exacta conlormidade cbm os modells ou
descnbos, e insiruegoes que llie forein for-
necidas.
ItOlt I.AIFECTECR.
O nico muloritado por decixo do,coimetho real,
decreto imperial.
Os mdicos dos hospilaes recommendam o
arrobe de Lall'eclciir, como sendo o nico
atitorisado pelo governo e pela real soceda-
de de medicina. Este medicamento do um
gosto a grada vel e fcil a lomar em secreto,
esta em uso na maiinha real desde mais de
60 anuos ; cura radicalmenlecm pouco lem-
po com pouca despeza, sem mercurio, as af.
fcegoes da polle, impingens, as conscquonT
cias das sai as, ulceras e os accidentes dos
partos, da idade critica o da acrimonia he-
reditaria dos hnmores ; convem aos catar-
rhos, a bexiga, as contraegoes e a fraqueza
dos orgSos, procedida do abuso das injec-
goes ou de sondas. Como si.nli-sypbililicos
o arrobe cura em pouco tempo os lluxos rc-
centes ou rebeldes, que volvetn incessantas
emeonsequencta-do emprego da copahibe,
da cu be ha ou das injcccOcs que rciiresenlem
o viro., sem neiilralisa-lo. O arrobe laffec-
leur he especialmente recoramendado con-
ira as doencas invcleadas ou rebeldes ao
mercurio eao iodoreto de potassio.Lisboa.
Vende-se na botica de jiarraKe de Antonio
Feliciano Alvos de Azevedo, praga de I). Pe-
dro n. 88, onde acaba de chegar urna gran-
de porgo de garrafas grandes e pequeas
viudas dilectamente de Paria, de casa do dilo
Boyveau-Laffecteur I2,rua hienelieu taris.
Os formularios dilo-se gratis em casa do a-
gentc Silva, na praga de D. Pedro n. 82.
l'orto, Joaquim Araujo ; Bahia. Lima & Ir-
mflos; Peniambuco, Soum ; Rio de Janeiro,
Rocha t Kilbos; o Moreira, loja de drogas ;
VilU Nova, Joo Percira de Magates Leile ,
Rio Grande, Francisco de Paula Coulo&
qualq
parle que soja.
Tremor de ervos.
Cceras na bocea.
da Ggado.
- das arlieulagCes.
Vcias torcidas ou 110-
dadas as pernas.
_ onto uo e.stabelecimcn-
lo geral de Londres n. 244, .Slrand, c na
loja do todos os boticarios, droguistas e ou-
tras pessoas encarroadas de sua venda em
toda a Amrica doSui, llavana ellcspanha,.
Vende-se a 80urs. cada bocclinha.conlem
urna instroccSo em poiluj;ucz pata explicar
" |nodo do fazer usodesle ungento,
O deposito geral ho em casa doSr. Soum,
pharmaceutico, na ra da Ciuz n.22, cm
Pernambuco.
para os bomens
qiid tiverem bou g-osto.
Vcndem-tic muito bons cstojos proprios
para viagem, por terem lodas Osarranjos ne-
cessarios para barba, pelo barato prego de
le, 2c, 3;. 49, 55 e 6cOOU cada un, esporas
muito linas 00 casquinha e ago para crrelas
a ijj.; 19200, ca xas redonda de tartaruga
para rape, pelo baratissimo prego de 55000,
ditas do bfalo, fazenua muilo superior a
15500 e 2/f, ditas nruito finas de massa a 10,
ricas charuteir.is e muito linas a 29 e 39500,
ponte.ras para charutos de marfim e de. uni-
corne a 500 e 600 rs., carleiras muito ricas
de mogno, proprias para viagem a 89, 109 e
125, ditas sem ser de madcira para 33, 5fi e
6000, ciuluroes de borracha a I5B195 00
grvalas pelas e de cores, fazenda muito
boa h 19500, riquissimos caivetes de pu-
nhal com cabo de madreperola a 5i, pinecis
ioglezes para barba a 1>5, garrafas de cores
com copos, pioprras para lavatorios, pelo I
baratissimo prego de 1-5, galhe'.eirascom to-
dos os vidros necessarios e colher, pelo ba-
rato prego de 25, trancelins prelos roligos c
chatos, de borracha, paia lelogios a 160,
320, 400 e 500 rs., brelas de cola, contendo
todos os dias da semana, cada caixiuha a 400
r.v, ditas lisas a 160, escovas para denles
muito linas a 160, 240, 4')0 e 500 rs., c ditas
de cabo de marfim que tambem se vende
barato, ditas do cabo de osso para unhas a
320, 500 rs., 600 e 15, ditos de cabo de b-
lalo o de marm, que se vende barato, dilas
muilo boas para cabello a 640, 1/500 e 39,
dilns para falo a 15280, 19500 e 2?, aliadores
inglczes para navalhaa a 19, nayalbas mui-
lissimo finas para barba a a cada uina, ri-
cas bengalas de canna e bamba', pelo bara-
to prego de 2?, 3; e 4j'|(!0, ditas de junco a
500 rS. ,5, 11200 e 19500, camelias com1 30 H| .ni em porcocs 'como
.edras do osso.lornoadase muilo bem feitas, g MBd0Hla fln, mmraH
brancas c encarnadas, proprias [11a Jogos
de damas ou gamSo, pelo baratissimo prego
de 29, joo o 3?, jogos de domin em cai-
xinbas a 1/200, 19600 e 29, diversidade de
objeclOS de oharo marchitados de madrepc-
roa de cores, consist'rido em jogos d da-
mas, pastas para guardar papis, Caixaspara
joiaa, ditas para voltarcle, ditas para papis,
carleiras para senhoras, c outros mais ob-
Para
dentadas para acua ou aaimaes.do in-i.is .1- iropor- jectos, tudo de muitissimo gosto, e que nilo
envoti c
thfte
icas de/ornalha e reailros do bo-
uilhOes, bronzes^parafutoa a ciivillia*ea,nioi-
e mandioca, etc.etr.
NA MESMA I'UMIICA O.
se e- esDlam lodas as ncomniendaa rom a superio-
ridade j conhecida coro a devida
niodidade ero pret"
presteza ecom-

DO
'

I
\ te
1 Poi tranaferido o deposito dcste xa rope para a lio
tica dejse da Criu.Sanios, narua Nova 11. 53
garrjiai i ...1- meiasSfGOO, sendo falso lod.
aquelle que nfli for repdlde nsite deposite,pelo
r;i;i-sefo opreseiiliaviso.
(i 1 """: P4R1 "i prai w\
so vende caro.lixas de osso e de madreperola
para voltarete, e outras muilissimas'couaas,
lu !o do muilo gosto e por prego barato co-
mo todos sabcni : na ra do {.inclinado, na
bem conhecida loja de miudezas da boa fa-
ma n. 33.
S'-
biata
Nacas9
col
Vendem-se as melhores facas de cabo de
marfim que se piule encontrar a 159 a duzia,
ditas de cabo de balango muilo linas a 69 a
duzia, dilas do cabo nilavado e rolico a 35,
ditas cravadas a 35200, ditas de chifre ae
Viado a 4-5400, (lilas para sobremesa com ca-
li uo balango a 59, ditas com cabos rolicos
o oitavados a 39, colberes de meial do prn-
cipe muilo fines para sopa a 60 a duzia, di-
marfim a 2-500 e 3}', vidros com tinta car- ] Pera enrade phlysiea em 'lodo.'osseus Jincre s para cha a 3-000, e outras mais Qualida-
Vcnde-se a prego commodo rap fino,
grosso o meio grosso, da acreditada fabrica
cima, ebegdo pelo vapor S. Salvador ; na
ra da Cruz 11. 49.
mim muito lina, propria para riscar e escre- 'isssrsos. quermotivada porconalipag&es, loase
Vi r a 800 is., boiOes de tinta preta ingleza ,iaithoa,pleori*.e*earrns dasancue, drdeeot-
Vende-se cal de Lisboa ltimamente che-
gada, ssim como potassa da Russia verda-
deira : na praga do Como Simio n. 11.
TAIXAS PARA ENGENHO.
la fundipao de ferro de D. V'. Bo^raianr: u
ra do Brum, passandb o chafariz, comino ha-
dar um completo sprlimertoda taixos de ferro fun
vido e balido de 3 a 8 palmos de bocea, es tjuaes
acnam-se a venda,por eprago comrr. :do a com
promptido; ernbarcam-s oucarragan-s mear
ro semdospeza ao eomprador.
140 rs., tinteiros patente inglez, de vidro a
15500 C
las ton
dras inglezas muilo finas para amolar a I o :
1-500, linteiros para algibeira a 40" rs.,
agarradores de papis de imillas qualidades
e pregos, e outras muitissimas cuusas : na
ra do Queimado, na bem conhecida loja de
miudezas da bou fama n. 33.
fe -
lado- e peito, palpilagao no coragao.eaqnelacha na ra do des de facas e colheies, trinchantes e amo-
lador de facas, que ludo se ven.le liarato
iia, c loda asmoleslia
,39, reguas' ?edond.s8mulo bem *\^&Fm!
ibem inglezas a olio, 60:1 o seo rs., pe-!
s e tbelas
ile tistias s qualidades.
Ven8em-se oculos ele todas as gradoagOes
com delicad is arm: cOos do ago, polo barato
do miudezas da boa faina n. 3
>
ara
di;
as
o? jovens
Ti h morad os.
Vcndem-se ricas folhas de papel phanla-
zia paraescrever, cada folha com a compe-
tente capa e urna obreia de cola com qual-
quer da da semana, pelo barato prego de
60 rs., 100, 200 e 300 rs. : na ra do Quei-
mado, na bem conhecida loja de miudezas
da boa fama u. 33.
Arados de ferro.
Na fundigao de G. Starr & Companhia, em
Santo Amaro, acbam-se Dar vender arados
de ferro de um modello e construogao muilo
superiores,
AO PUBLICO.
No armazem de fazendas_ baratas, ra do
Collcgo n." 2, g|
v.nde-sa um completo sorlimento da fa- M
zendas linas grossas, por raais barato B
* pregos do que em oulra qualquer parte, *
a reallio, allian-
cando-se aos compradores um s prego
j para todos: este estalieler.imento ahrio-se
p| de combinagao com a maior parte das ca-
'ig sas commerciaes inglezas, francezas, alie-
i mios e suissas, para vender fazendas mais ||
M em conta do que se tem vendido, a por isio #
g olicraam elle maiores vantagpns do que S
g omro qualquer; o proprieiario desle im- **
g prtame estabelecimento convida iodos ^
S os seus patricios, e ao publico em geral, B
j Para que venham (a bem dos seus inte- 5
ig resses) comprar fazendas biratas: no ar-
B mazem da roa do Collegio n. 2, deAn- 3$
JS tonio Luiz doa santos & Roln. "
til Iiravam-se e imprimem-se com pirfpir.ui bilhclei
de visita, ledras de cnmmcrcin e lodosos objtclos de
arte calie;raphiea, reciilrof, vinlielase qusesquer de-
senlios. Al.rcm-se Drataa, lioetet, lano a lallio do-
ro rumo ni. relevo, ornamentos com objeelo, tieoor-
e prnia. KazejD-M riicoi lindos o oripiiaes para
bordados de labyrinlho. Admm.-se a recusa ds
quaetqaer drsles objectoi no caso de nao Orar.m o
cudenlo dai pessoai qiw os encommendarem : tjaeo
nrelender dirija-se a qualquer deles luu.res : 110
bairro do Recife, ra da Madre de Dos n.33, pri-
meiro andar; en Sanio Antonio, nn livraria classic.
do'paleo do Collegio n. > ; na- Cinco Pon Us, sobra-
i di quina confronte a matrii nova.
Vende-se boa manteiga irpleza a 800
rs. e a 720, dita frunc za nova a 680, louci-
nho de Sanios a 280, arroz pilado da India,
muito alvo a too, dito mais baixo a 1-20," sa-
(onlioc: ia lija 1 l''i0 a *" banlia de parco muito alva a 500
1 rs. a libia, vinho engarrafado nimio velho
! a 000 rs., dito em pipa, lo l'orto a 56o, dilo
I da Figueira a 560 a garrafa: na taberna da
ra das Cruzes 11. SO.
e

ras
Vcndem-se ricos eslojns de Jacaranda,
proprios para costura do senhora, pelo ba-
oregode 800 rs. e 19500, ditos com armagOes ratissimo prego ^le 29300, 4a, (.;, 75 0 8;000,
douradas e praleadas a 19200 e 13500, ditos I caixinhas Vara guardar joias a 800rs, t/e
j^omarmecnde bfalo a 15200, dilos com 119400, carierinhas muilo delicadas proprias
rmacao de baleia 480, ditos comarmagSo para senhora o meninos a 800 e 500 rs., le-
Ein casdeRabeSehmettan &Companbias'de metal branco a400 rs., lunetas de um s I souras muitissimo linas psra costura, de
- v tWiHlttttN0
ra da Cadeia n. 37, veudom-se elegante, vidro redondas e quadradas com aro de bu-
falo a 5o rs., ditas de dous vidros tambem
cor". armagSo de bfalo a 1-500, ditas de um
S vidro redondas e quadradas com aro de
tartaruga a l$200 e 1-r500 : na ru--. do Quci-
mailo, na bem conhecidada loja de miudezas
da boa fama n. 33.
piano do afamado fabricante-Traumann de
I llamburgo.
' Vende-se superior linhas de algodao
brancas, e de cores, em novello, para costu-
ra, em casa de Soulhall Mellor o C., ra do
Torres 11. 38.
Fugo de bordo ao brigue brasileiro
Helampo, na hoiie do dia 8 do corrente, un
negro de nonie Marcelino, nagfio Cahinda,
aitura reguiar, secco do corpo, rosto com-
prido, barba serrada e cria suissa, com falta
rj dentes na f*i nle, e consta andar vestido
com paleto, e calgado : quem o pegar leve-o
lodos os tamanhos a 500 rs., 600, IrOOO e -
l?o0, .titas para unhas tamben, muilo linas a br'^ ,Jo (ll, riav10' Junl ?^J!i^rln
a 800 rs., I9OO0 e fOQ, [inha do peso mu.- sl"'" 'ti^lico. ou a casa de seu conaignaUno
to lina para labyrinlho a 100 rs. a meadi- ,.,noel *lvesGaerra, na ra do Irapiche u
1 nha, ditas para"bordar a 100 is., 140 c 160. '* 1ue scra bem rfcompcnsado.
lindas caixinhas com grampas a 160 e 300
rs., cartOes com 14 e 24 pares de colchotes
PBRN. : 1VI'. DE M. t. E FAMA 1857:
ILEGIVEL

1*
A
-


Full Text
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