Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07767


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Full Text
ANNOXXXIU N. 119
Por 3 mczes adiantados 4000,;
Por 3 mezcs vencido! 4500.
TFRV FEIRA.26 DE ALIO DE 1857,
Por anuo adiantado 15$000.
Porte franco para o subscriptor;

NCARREUADOS DA SllliSCn.irc.VO NO NORTE*
Parahiba Sr. Joo Rodolpho Comea : Naul, Sr. Joa-
ulrn I. Partir Jnior ; Araeaiy, o Sr. A. ara, o Sr. J. Joa da Oliveira ; Maranhao, o Sr. Joaquim Mar-
oes Rodriga** ; Piauhy, a Sr. Domingo* Herculano A. Pessoa
Caaraoae; Pira.', oSr. Jiulino J. Ramoa ; Amaionaa. Ir. Jaro-
njroo da CotU.
PARTIDA DOS CORRREIOS
Otinda : lod*e dtas, s S> e roeia hora* do dia.
Igaaraas. '!" e Perasiaa : aas engandas exlas-relru.
s. Am.....Rcierrus, Koaiiiv, Cantara, Alual.....Garaaliaa*: n terea-fWri
S. I. l'-.-d'ip,,,. Rasareis:, l.imo.-ir... Urjo. Peaqaera, lega
ltiri,Hofw, Vil/a-IMl, Boa-Viala, (Meara e Ru aaa eaarlaa reir,
i:.,i.n, Ipojaea, SarjaUaat, Kio-Krmo*o. i;*, Barrelres, Agea-Prea
Piai.-tilrira* .- >.i.l : quinlas-reira.
(Indi. ae corren. parlen as lo han da auakia.
AUDIENCIAS DOS TRIBUXAES DA CAPITAL.
Tribunal do eommercio : seeundaa a quimas.
Belacao ; terca*-feirai e aabbadoa.
Fazenda : quartas e sabbados aa 10 horai.
Juizo do commercio : segundas as 10 horas quintas aa mala-da.
Juizo dt orpbnoa : segundas e quintas as 10 horas.
i'rimaira rara do civel segunde* a serlas ao meio-dia.
Saguuda Tara do cirtl: quartaa a aabbados ao maio-dia.
EPHEUERIDES l><> MI.Z DE M.YIO.
8 La cheia as 11 horas e 51 minutos da farde.
16 Quarta rninguanieas8 horas a 80 minuto da tarde.
TI La nova aos 28a minutos da larde.
30 y uario cresceota aa 10 horaa a 52 minutos da ma n boa
PREAMAR DE MOJE.
Priraeira as <> horas a f minutos da manha.
Segunda as < horas e 3o minutos da Urda.
DAS DA SEMANA-
25 Segunda, s. Gregorio7. p.: s. M.iria Madaglcna d.i Pazi v. c
20 Terca s. Felipe Nery fundador da congregarlo do oratorio.
27 ijnarta. s. Joo p. m. : llamullu m.
2X ijuinia Ss. Senador podio e Just llb.
20 Sexta, s. Maximiarin b.
o Sbado, s. remando rei s. 1'milia m.
31 Domingo, l'aschoa do Espirito Santo.
ENCARREGADOS DA SCKSCIUPCaO NO SIL
Alagoas, o Sr. Claudino Paleao Dina; Baha, 8r. D. Duart
Rio da Janeiro,o Sr. Joo Peraira Martina.
EMPERNAMBUCOa
O proprietario do DIARIO Manoel Figualroa da Faria, na sua
lTraria, praca da Independencia na. lia.
IITERIOR.
CORRESPONDENCIA DO DIAHIO DE
PERNAMBTCO.
CEA KA'.
Fortaleza, 1!) de majo.
O oGoanabarai asi' a rhegar : por esta razio
deixo de ser minucioso na prsenle. Nao"quero
ciimluilo deiiar de dar-lhe algumas nolicias mais
notaveis.
A nossa assemblea lem de abrirs anas sesses no
primeiro de jolho prximo vindouro ; e dizem que
ella nao ser esleril este anno no que diz respeilo a
questoes poltica".
Alguns'depulado* se preparan) para oppnsico ;
e assim desde ja lite prometi noticias mu inters-
sanies. Enlre os- (rahalhos da a se como un dos primeiros, urna felirilac.o o Sr.
Dr. Herculano Anlouio Pereira da Cunlia pela boa
administradlo, que fez nesla provincia, quer como
magistrado, quer como presidente.
Nao sei qoc alcance lera esse aclo, alm de nma
demonstradlo de amizaile, c considerara aqoelle
dislinclo cavaltrirn ; aguardo-me porlanlo para
aprecia-ln em oceasiao mais opporluna.
Algons capangas de Cauine acaham de arrom-
bsr um grande a-gu.de, que all bata, com o qual
tem o governo despendido aljamas sommas. Esle
aclo, que revela pooco cnnlierimenlo das necesi-
dades publicas da provincia, ha) sido lomadu pelo
governo em grande considerarao.
O seus cabecillias acham-se presos, e vio ser
processados.
Foi nomeado commandante de polica o Sr. Jos
Fernandes Vianna, de Marangoape.
A opiniao pobiica nlo se manifesloo pelos pe-
ridicos contra esaa oomearao, mas em parlicular
elle lein sido censurada. Cotiheco, e sou amigo
do nomeado, e por esla raiao n.lo digo nada a
respeo da -ua nnmcripo: Bem se v que neslas
circomslancias onrea juizo ne poderia deixar de
er parcial ; e he o que as missiva* me proponbo
aampre a evitar.
O jur> dn Cralo acaba de fonrcionar ; pones
oiideronacSes houveram, como acabo de verificar
por um dos nmeros do aAraripe.n peridico, que
ae publica naquclla eidade, e que agora tenho pre-
sente. '
Foram jolgados nessa sessAo lodos os criminosos
de setemhro ; Gregoa e fruanos foram plenana-
roeole absolyidus .' Parece qne os erimes polillcoa,
00 anlea eleiloraes, nao sao aqui considerados como
laes. Na ha estado peior para orna sociedade, nein
ha cooaa qoe concorra inaii para a desmoralisacao
do aysteraa eleitoral. Creio qoe a sua opiniao lie
a roeama.
O referido jory foi presidido por um jiiiz. leigo,
que nao inlarpo/. n recurso da appellarao pelos di-
lo erimea !
Se a administrai.no (ave o lempo necessario para
fazer ; dvia ler intervindo para o nao jiilgamen-
lo dos mesmoa erimes, emquanlo na comarca ae nao
apresenlaise um juiz letra lo.
O commercio acha-ee em aclividade. I em cha-
gado do eslrangeiro, algumas embarcantes carre-
tadas de fazeoda de diversas qualidades, o qne
tem concorrido rnjelo para a elevada renda da
alfandega no crranle mez.
A companhia pernamboeana lem aeffrrdn alguna
embarazos no pagamenio de sua sDbvendta, a qual
tem donado de ser ellecluada, porajae o Sr. ins-
pector da fazenda provincial lem considerado as
viagens, que o nlguarasfu' tem dado, como ile
simples e\ penenria.
Diiem que a visla do contraln que a companhia
elebrou eom o coyerno n;lo ha raBu para discorrer-, -aiao fac^o queifa, o que deaejo he que
se devae modo. Eu poretu que uAu ino dei ao lraba-1 una verba neeeaaaria pira a desapropriac
1 lio rio esannnar alBda a diio contrato, nao poaaa| renctqaie fdr snflieiente, e panM o proieel'
O Sr. liego /tarros:Aclio que he bastante acre-
ditada.
Um Sr. Depulado:Solireludo rom o presidente
que lem actualmente. (Apoiados.)
O orador continuando, diz, que pode ser qop ac-
tualmente a cmara do Cabo marche mais regular-
mente, e que esla mesmo convencido dos bous dc-
sejos do seu digno presipenle, porm que, segundo
cuiibecinienlo que tem lessa inumcipalidade, por
ler alli morado mullo lempo, nao se persuade que
ella cuinpre exactamente seus deveres, i tul > mais
quanto o presidente da cmara nao resume a muni-
cipalidade. tem apenas nm voto.
Resumindn assuas observantes, enfeude que, nao
obstarMe se naodcduz.ir da rspressa disposica > da ac-
to addicional, que em quesles idnticas deva ne-
cessariamenle proceder proposla das cmaras, toda-
va, essa prnpnsta devera ter eiislido uo caso pr-
senle, afm de se poder apreciar um pouc<- a conve-
niencia da medida, salvo o caso de nao querer a
assembla loovar-se unicamenle na opimrn do no-
bre autor do projecto, porm. qoe nao discute is*o,
nao e deve impor municipalidade a obriganlo de
aceitar um empieslimo. sem que ella o teuha pedi-
do sem saber se llie convm esse cinprestimo.
Enlendo tambem, qoe toda a vez. qoe se trata de
desapropriar, i propriedade, obrigar os proprietarios a vender os
seus termos, he essa urna queslao mnmenlnsa. urna
qoeslao de muilo alcance, e que nao de>e ser trata-
da assiin de repente, porque seria urna calamida-te,
que sem reconherida vanlagem publica se fosse nhri-
gr aos preprietanos a dispor de parle de sua pro-
priedade.
O Sr- Francisco Joo ( publicaremos em ootra
occasiAo. )
O Sr. liego Horros: Sr. presidenle, quando
apresenlei esle projecto na 'ensilo de i do cotrenle,
eu jusliliquei o meo discurso, porem nao foi publi-
cado, porque quandn o pronunciei nao eslava pre-
sente iienlium dos Srs. taclivgraphos. boje qoe V.
Eic. leve a bondade de da-lo para a disrussfin, e lie
elle combatido pelos nohres depulados que acabam
de fallar, vejo-r ibrigac,ao da dizer anda al-
guraa coas? acj0 delle,
Sr. presi Jesejo que teuho de ver melhn-
rar e progredir a nossa provincia, animnu-me a sul)-
meller a considerai,-ao desia assemblca este projecto
que he de mola utilidade.
Senhores, allendendo a localidade em qne e-l si-
tuada a villa do Cabo, urna das mai antigs da pro-
vincia, que uno lem recebido melhorameuto alguin
dos cofres pblicos, n3o obstante concorrer com nma
grande somma para a provincia ; acliando-sc a villa
edificada sobre uina ladeira, leudo poucas ras, nao
tem sido possivel augmentar em razAo de nao ler
terreno para se edificar ; e pudendo agora melhorar
pelas eslradas publicas que por alli passam, he lal a
sua'situaran lopngraphica qua nao pode acoinpanbar
esle ineliiorameiito que se lite ollerece, aconlecendo
que urna das ealraaaa que por alli paaaa, nollifica
urna ra completamente. Sendo todo aquella Ierre-
no propriedade parlicular, nao se pode deixar de re-
correr a ilc.ipropnacao como o meto, anda que um
pooco dilicil.para o seu melhorameuto. Se os nohres
depulados atlendessem que aquella villa, lem propor-
coe' para ser orna bella eidade, rica'como he aquel-
la comarca, com os seua cenio e lanos engenlioi
a perto de dozentns.cojas safrassSn Rrapre cresridas,
cujo resultado he sempre em bem da provincia, ve-
riaio que o projecto nao pede urna cousa extraordi-
naria, como qaerem snppor.
O dispendi.lo de 2l:(KXI9 rs.. o nlo il O ou 0,
como oase o nobre depulado, nao he qu-- pode f i/.er
davida ; se eu como autor rio projeeto calcule^ esla
quaulia, foi porque assiin me parecen ; ms-, i;
in*rij
la*'
o iioltr
O Sr. liego llarrat : Eu sintn de entrar nesta addilivo. Se porvenliira hniiver alguma impugna-
quesISo, nao desejo fallar nella, sao cousa qoe me c.lo sobre sua utilidade oo neeeeridade, poderei di-
nao agradam ; faz pena ver um pobre morador dea-
sea lugares pblicos, passar por e-ses diss remedio. Sr. presidente, as pocas mudam-se...
f)Sr. Francisco Joo Ai\ um aparte.
I) Sr. Souza Carcalho : Coiifinne.
O Sr. llego Barros : O* acontecmenlos passa-
dos Boa lem mostrado a necessida le que lem esla ca-
sa de por limites hielos desagradaveis, que eu nao
os citare! por julgar desnecess.-rio e inconveniente.
zer alguma cousa em sna justificado.
O Sr. II. de l.aeerda :Sr. presidente, reconhe-
cc:nlo eu a necessidade, que liavia de orna decidlo
sobre a qucstAo que se acha pendente e sujeila a
deliberaban da casa nesle momento, por fados que questA capital.
O Sr. M. Ilenriqnes : Pian pode equparar-sc de um para nutro lado. Todos estes inconvenientes
a i o-ir.i, de uns enm a de nutro*. : foram pri-vislos quandn sa prohibo, que os senhores
O Sr. II. de l.fircrda :.Mas a minha qoestAo n.lo de engenlio pmlessem incluir as estradas em seus
consiste ni equipararlo dos direilos dos legtimos cercailus, e be essa iuconveniencia justamente a que
com ns iiaturaes aillos de reennhecidos. i se quer boje reviver contra o nteresse publico.
O Sr. M. //c/iri'/Hcs : Eu creio que he esta a i llenando anda esla quesl.io, Sr. presidente, que
se derain mesmn no meu juizo, entend que a devia
subaipllcr a consideracao da coinmis-ao competente
qoe he a de legislars, e honrn-me uioiin que o pa-
recer dessa comini-sai se combine com as minbas
me parece baslantemeulc clara a simples, enlrare na
Sr. presidente, grande c espantoso como he o nosso deas.
futuro, porque esla caa nao ha ele lomar urna pro- F^u nao lenlin nteresse nenhum em que prevalida
videncia salvaloria, pnrque nao hi de ligar esle bem tal oo tal npimao, em que Iriumpbe a minha opiuiao
estar particular ao geral ".' Fazendo-se. Sr. presi-i oo a contraria, n.lo, adecis.ln, qualquer que seja, nao
dar-1 lie a repeilo opiniAo alguma. 1 depulado qu falln em primeiro lugar, ame. de ei
Nao se Talla mais aqu na organisarAo da enmpa- j trar na apieciar.io do projecto, sem Hirsuto atlender
nina do Maranliao; nem eu pitssn dizer llie que des- as razes disse que elle .levia ser rejeitado ni. li-
lino lveram asac^oes da mesma.quese pdssaram oes
la eidade.
Appareceram no mercado desla praca algamas
maulas falsas de prala, e oulras de outo ; mas rom
o processo que foi instaurado pelo juiz municipal, da-
sappareceram de lodo.
Por essa razao ale creio que nao houve na circula-
dlo ootras nioeda alm das que foram apprehendi-
uas pela polica.
As notas dn banco des'a pra^a vAn apparecendo por
todos os pontos desla provincia ; mas nem por lodos
sAo aceilas. Islo nAo deixa de cansar algum emba-
razo em uossas IransaCcdes. ^e^laeJtuis de grande
conveniencia para ambas as provincias, que as ditas
Dotas tivessem nella, corso legal.
Lembro pois, aos inlrressadosde ambas aa provin
cias, qoe prororem tornar mais extenso o beneficio
da circularn das referidas notas.
Acaba de rhegar no Iguarase o eommendador
Antonio de Souza l.eAo, natural dessa provincia, u
qual ja seguio para Maranguape, aiim de visitar o
seo amigo e primo o coronel Francisco de Paola Sou-
za Le8o. Cnnsta-me que d'alli segun.i S. S. para a
villa de Camnd, onde deve passar alguns das.
O Sr. eommendador foi aqu visitado por algons
amigos, que havia deixado na provincia, qoando ha
algons doze anuos, por ella viajou.
O Isuaraasi anda nAo vollou do Acarac, e da
Granja. Por elle pretendo ir vi'-lo, e abraca-lo, j.i
que ha perto de (.) anuos, que nAo tenho esse pra-
zer.
Ainda n.lo cessaram as partidas do Sr. Mendes,
em todas as quinzenas. Us iiossosjanolas e riandys,
e os lemoa em grande uoanlidade desejariam bem
que essas partidas fossem modadas para mlavarios.
>.io sei o qoe tem occorrido pela polica, qoe me-
rece as honras da publleidade.
Mas ja que Ihe loquei neste assumpto, empre Ibe
direi que ja nAo re espera aqui o Dr. Manoel de Sou-
za liarcia, nomea lo secretario da mesma.
Vira on nAo vira elle lomar conla do seu lugar ?
Como Vmc. deve prever, mu lo. ioteresses se li-
. gsm a esta pergunta ; e a>sim se o Dr. liarcia qoi.
zesse dat-se ao incommndo de dar-lhe una resposla,
muila gente Ihe licaria agradecida por isso.
Desejo-lhe saode e prosperidade oolavel na soa
brilhante empreza
P3KSAa.au CQ
ASSMBLEA LEGISLATIVA PROVINCIAL DE
PERNAMBUCO.
Soaaao ordinaria em 19 de malo de 1857.
Presidencia do Sr. Jos Pedro da Silca.
As II horas e l|2 da minela verifica-se haverca-
sa, e abarla a sessao be lila e approvada a acia da
anterior.
O Sr. I Secretario diz que nao ha expediente
aobre a meu,
Passa-se a leilura da redactan do projeclo n. 37
do anno de ls i que he approvada.
Segunda diseassao da emenda offerecida em ler-
ceiraaoprojeclon.il, que eleva ns vencimenlos
de al lie approvada a emenda a qoal manda que os a-
genlea pagadores tenliam mais 200?.
Segunda discussA-i dn projeclo n. 53 do anno pas-
sado, que diz n o beneficio das lotera* concedidas
eque se concederem pela assemblea provincial, pa-
ra qualquer lim pohlico oo particular, sera' le doze
por cenlo como ja e.ubelecidn e livre de qualquer
imdosto ou despeza.
l-'ni approvadu sem debate.
Segn la discn'ian do projeclo n. 53 que renne as
fracc/>es dos territorios do Brejo.Caruaru'.e Cimbres
e incorpora a (iaranliuns.
Foi igualmente approvado sm debate.
Primeira disrusiAo do piojeclo n. "il que autorisa
o governo a fazer as desiprupciar,,,, cl0, lerrcuos
perlenccnles a particulares nav illa do Cabo, para e-
dineacao .formo-ennonio daquelin localidade.
O Sr. M. CmaleanU diz. que so a torta das clr-
ruintancias o < hrigou a lomar parle na niseussAo,
p. ir que oeu mo lado de sanie Ihe nao permittia,
pni que vendo oriliuariamente seren approvados os
prnjoclo que nao podiam deixar de ser impugna-
dos, e dcvi-ndu, a sen vit, ser n que se aeha em ilw-
cu-sio ,-egeilado in timiiif, entrara em dtaranaao,
pnilenilii al ser qua laes razes se aprsenle!!] que
o deinnvai.'i dn proposito em que esla.
He de npi.iiAo. que se para crearlo das villas,
para seu desei-'volviinenlo, be necessaiio urna le de
desaproprlaco, eiilu a le deve >er para todas as
villas, deve ser ii'ih mo tula ger.il nAo aspecial-
menle para a filia do Cabo, vislu que razio nenbu-
ma valiosa se aprisenlou que exigisse urna lal e\-
cepcAo.
Huilln ao arl. 2', observa o orador, que grande
inconveniente se dar de, sem um exame aprofuu-
dadn, se volar nina despeas de 2i:0009.
Em relaco ao lereeiro artigo, be iie opinio, que
a assemblea provincial n:i deva tomar medidas so-
bre objectp* idntico, sem qoe preceda proposla das
cmaras, c sem que a cmara do Cabo lenlia pedido
uina semelhanle medida, nAo julga conver.jeoie que
se tome a resolucAn in licada pelo projeclo, tinto
mais quanto emende que a cmara do.Cabo nao be
das mais acreditadas, para que le Ihe faia atsiro um
trapreslimo de 2i:u003,
o S'. M. Caxaleanli d nm aparto.
0 Sr. liego Barros :O nobre depilada asnirjl e
exprime, appello para ns nieus nobres coilegas que
ouviraro..... ,
OSr. .1/. Cni-alcanli :\'e\a contrario cntendo
qn nev ser archivado,
O Sr. llego liarros :Qne elle fique archivado,
depois de epprdvado, deaejo eu ; mas o nobre de-
pulado disse que a projecto nao devia ser aqu apre-
sentado. por Ihe parecer fura da compelencia desla
casa, que acamara municipal lie quem o devia
raier.
Senhore, |inrque a cmara tem diraitoo isto, se-
gue-se que nos tamhem nAo o temos ? Se quando
as municipalidades exigcm alguma medida, as uas
prnpostaa dependem da nossa approvac;Ao, .em o que
nao lem vigor, como he que se quer negar o direilu
que tem a aBjihla de lomar qualquer medida,
quando julgus lie nteresse ao bem publico t Sen
nobre depulado quer consultar a di-posicao no S
5." do arl. 10 do arto addiamial, adiara que as as-
semblas provinciaes lem atlriboiccs p.ra desapro-
priar terreno particulares quando jnlgar conve-
niente para o bem publico, provincial nu municipal,
por lanto, aluda sendo feila a desaprupric.lo pela
a municipalidade ilependia da vontailr desla" casa, e
tanto mais que esta desapropiaran nao lie para uti-
lidade municipal, sim para o uielbcu-ainenlu publi-
co gral daqiiclic lugar.
CoMloida esla desaprnprinco, jalgo de ulilidade
que fique perlenrendo o terreno driapropriadn a
cmara municipal para fazer paite de uas rendas,
porque sent aquella minara ralla de malos para as
suas necesidades, lem smenle um cont e lauto
de renda para assuas desp-zas.....
O Sr. M. Cataleanl'i :EnlAo com que paga '.'
O Sr. llego llarros :Com o rmprestmo que Ibe
fizr a provincia, lem a cmara de licar rom os ter-
renos que forem d^sapropriailo, e lcandn com es-
ses terrenos, ir arrendando, aforando, ou dando-
Ibe o destino que julgar mais conveniente, e assim
lem de cresrer a sua renda, e ella tirara na obriga-
fSo de ir pagando annualmente, conforme o contra-
ta que lizer, ate me'inn pagar om juro razoavel, se
nisso coini-nrii.nar.no queme parece n.lo haver ero-
barago para sna realia;ao.
O Sr. ./. Caiakanli :A qnestao lie se se deve
oo n.lo desapropriar.
0 ir. liego Horras :Eslou raspondemln a pro-
pnsif.lo do nobre depulado, nesta parle creio ler aa-
lisfeilo suflicienlcmeiite a argumentadlo de V. Exc.
Um Sr.. Depulado :EolAo fara-se para toda
parle.
O Sr, lleno Barros: Passarei a responder ao
nobre depulado que lamhem oppoe-ie ao projeclo,
dizendo que exisiem oul-a povuaces e villas por
abi por fora e que della senao tratavam.
Senhores, eu nem lenbo olirigac.lo de apresentar
meoidas para todas as parles; nfloeonheco tedas as
localidades, trato dessa, porque tenho inieiro ronhe-
cimeuln, e sei que esta' no raso ile ser all- n llda.
quem prohibe aos nobre membroa de apreseniaiem
igoal medida'! Porque V. Exc., illtutrado com pia-
lica dos negncios publico, m.is habilitada do que
eu, sem duvida, nao pede para a Varzea, onde he
morador, e para out.-os lugares aonde julgar mais
necessario ?
O Sr. M. CaraXcanli : Eu n.lo aprsenlo.
0 Sr. llego Horros : Se o nobre depulado nAo
quer apreseular para ees ontrns lugares, para q-ie
denle, ela desapropriacan baseada na le, nao sera
nma allianra para o engrandecimento da provincia '.'
que nos importa desagradar alguem que nAo tetilla
nm coraclo philanlropico ?
Sr. presidente, eu enlendo que devamos nos reger
por um meio explcito e seguro, be verdade. mas que
lamhem devenios enipregar lodos os meios a nosso
alcance, alim de fazer prosperar e progredir a nosa
provincia, e como laz.er, senao saliAfaza-ndoessas ne
cessnlades. necessidades reclamad is por nossos cons-
(tluinles ? He preciso, enliores, que esta casa adop-
te urna medula que a ociedade reclama para ir dan-
do impulso ao desenvolvimenlo da civilisarao, e o
aperfairoainrnlo moral desses lugares.
Eli anda farei algum-s rellexes se liveroccasiAo ;
por agora como tenho fe que a casa approvar o pro-
jeto, limilo-me ao que tenho dito.
A discusao Dea adiada pela hora.
Coiilinuaro da discussAo do artigos addilivos ofle-
recidos em secunda ao ornamenta provincial.
Kemeltem-se a mesa e sao apoiadas as seguintes
addilivos :
l'iea concedido a Jos Narciso Camello, lesla-
menleiro, administrador e iiiveularianle do bens de
lieranca do fallecido Norberlo Joaqnim Jos tiuedes,
pagar o respeclivo sello em preslaces annuaes de
'lOH?, aceilando na lheooraaia provincial leltras ga-
rantida por duas firmas a contento d'aqualla repar-
IlCio, e que sejam de pessoas mo-atora- nesta eida-
de.Oliveira.
Fica o governo aulorsado a reformar o regula-
mento das loteras curo o fim de marcar agratifica^Ao
de MfOOO para o presidente des mesmas loteras
por cada uina \e/, que forem exlrabidas. Souza
Keis.
A arrematado do imposto de 2-VK) por cabera de
gado vaccom, consumido no municipio do Ktcife,
poder-se-ha dividir em duas, 3 ou mais parles como
melhnr cnuvier ; de sorle que a llanca nAo exceda
ao mximo de 100:0005000.Meira llenriques.
(1 Sr. Fpaminonda* de Mello :Sr. presidente,
honlein na iIitussAu o honrado rnembro que se a-
senla destelado e que agora esl em frente de mun
'o Sr. Meira llrnriques< pedio cxplicaees a respeilu
de um arligo addilivo, que sojeitei consideracao
da casa e que diz assim : (l;
U proprio nobre depulado que pedio explica^oes a
respeilo da maleria.no correr do seu discurso dei-
xou inlcrver, que a sua opiuiao su incln.va a favor
da adopcao da emenda...
O Se. Meira lltnrii/iia :N.lo eslou muito Ion-
ge disso, nao.
O Sr. Upaminonams de .Mello ... porque Ibe
pareca que ella couliiiha um peiisamemo julo.
Fiu expurei era breves palavras o que ha a esle
re'neilo.
No principio dos Irabalhds o nebro depulado qoe
esla ataentado a minha esquerda o S'. 15. de L-
cenla) aprceiiinii um requorlmanto para que s
ron.uha.se ;i coui'iiissao de legislar Ao sobre a Bagul
le b\polhese, isl lie. se os lilhos naluraes, recouli'
culos em testamento oo por escriptnr publica, i
f'inna Oa le de IS7 e-lavam O'i nAo ispnlos
pasaroenlo da laxa doadln .le heran;aa c Uanuta ,
e foiidamenlou elle o sen requennienla duendo
que, no foro quest-s e duvnla evisiinm sobre esla
pruposijo, sobre seinelbaule hypolhese. A rommis-
sao de legislara, examinando a qaestao oll-reeida
a sua decisao, enieii leu que devia contar todas as
duvdas que existir.m nn foro, eslabelccendo urna
opiuiao deliuiljv.i a respeil e segu aqu lia opi-
nAn que a' essa commisso de legislarlo parecen
mais de accordo com o peusameulo doiuiuanle acer-
ca desle imposto.
A queslao suscitada no foro vem exposta no rela-
lorio do doulor procurador fiscal da lli Turara
provincial, annexo ao relalono do inspector da mes-
ma tbesouraria, e ah delalbadl e minuciosamente
se cita tuda a legislarn que lem relara enm o caso,
sendo que o procurador fiscal, a' vista do d-cre|o de
S de m reo ae IN."> he de opiniAo que os lilhos na-
luraes recouhecidos em testamento, nao estAo ien-
tos do pagamenlo do sello de heronca- e legsdu,
porque os lilhos naluraes, no caso que elle figura,
nao pndem ser considerados berdeiros forra.lo e ne-
cessanos. Ksla opioiSe oa generalidade nao pode
ser adoptada como certa, nem segura ; porqoe os
nohres deputadus que alo entendidos em direilo sa-
ben) qoe ha lilboa illegilimus, entre os qoaes estao
os naluraes que sao berdeiros lAo forrados e natal
sanos como os filhos legtimos, b.i nulros lilhos qoe
nao podem sej considerados berdeiros forcados c ne-
cessario-. (i recoiibecimeuio em testamento nao lie
mais do que um meio do prova ; este recoulieci-
menlo uAu be quem Ibe da' dueiln de bordar, mas
-un a sua qualidade de filho. Porlanlo nesta parle
a upiniao do dautor procurador fiscal me parece
que n io he geral, cerla c invariavel, podara' ser
aceila a epiniae quanto a cerlos filhos nsliiraes, a
crios lilhos Ilegtimo!, islo he, a ludas aquellas es-
pecies que nao poden) er consideradas Com herd-i-
rs Decenario* e que s pu-iem entrar na heranca
por insliluiro teslainenlaria, dadas cerlas cond'i-
ees.
Mase ha filhos Ilegitimo, se ha filhos naluraes
que sA herdelro* forrados e neeessarios, como por
exemplo aquelles que sin h lo. de lioin-m e mullier
solleiro*. enlre os quaes nAo ha impeiliinenlu para
casanienlu, aquelles que Ao i orne,iiatamenle cha-
mados a' loeeeaslo pela le, estes nlo podem deixar
de eslar sent* do pagamenlo do sello de heranca e
lega los. anda masmo pmcei'endu na generalidade a
opiuiao do doulor procurador fiscal, o qual alias faz
algumas excepcies, >e bem me iecordo do que li em
seu rea lorio.
A eommissAo de legislarlo eulcudeu pois qoe era
rpelhor cortar Inda a queslao. toda a duvida, esta-
betecendo uina dlsposicAo geral concebida nos se-
guinles termos : os lilhos naluraes reconb.ciclos por
testamento oa escnptur.i publica nos termos da le
de 2 de selembro de 1817, eslAo iseulos do paga-
mento da tasa do sello de heraneas e legadossem
indagar, sem procurar saber se csses filhos nalu-
raes sAo uu nao berdeiros forjados ou necessa-
rio.
me pele offender, porque embora eu romo juiz le-
nha obrigacan de me aujeilar a delihera^an oa caa,
poaao rom ludo divergir dessa opima e julga-la boa
nu na e fundamentar a minha opiniAo; mas o que lie
de absoluta necessidade para o foro e para a arreea-
dacSo desle imposto, he que a assemblea diga ou
i> Sr.ll. de l.aeerda :Nislo oslamos enneor le, o materia de nma oulra emenda, que se refere ao pa-
lillio legitimo herd.tsem eacriplura, simiente pelo tac- gamento em preslaces de um sello de heranca.
to de ser ligliino, o natural barda por foren da es-1 Tambara nao poseo encontrar xantagein publica
crptnra ou do (estamento, mas goza das mesmas i alguma em seinellianlc malcra. Se be cerlo que o
vaulagens que os legtimos, e eu sii quero provar que leslaroenteiro recebeu os bens necesarios para faz.er
':', t-ii'.m da prova na pode dar nem tirar direi-
los
porque a le leve por fim ampliar a ordenacao
a dislriliuico dclenninada pelo testador, e pagar
os direilas n.icionaes, esse teslamenleiro deve ser
eslabelccendo os meios de prova, e desla prova nAo respnnsavel a pagar esse imposto imuiediat.i-
pde vir prejuizo a este on aquelle
Mas, eu Iralava de um oulra queslao, e o nobre
depulado desviou-me della.
Os q-je siile&nlam a uniniAo conlraria dizem que ns
lilhos legtimos sao berdeiros teslamenleiros, logo
levem pagar sello de heranca, porque nlo sao her-
que diz o parecer ou o contrario, o que he de aliso- i deiros forcados. Mas, eu ja disse que se eiicararmos
luta necessidade, he que haja urna deciso, para nAo j para u pensamenlo da le, veremos que depois de re-
continuar a duvida que existe e que tem dado logar j conliecido lilliu em testamento, o tostador nao pde
a multas appellaces, appellanies que iro sempre dispor ele mais dn que d terca de seu bens ; logo,
continuando a appaiecer em quanto uo houver una I v-N que ese fillm lem o carcter de herdeirn neces-
decis,1o. sarioe forrado como entro qoalquer, a objeccao por
A queslao he a seguinte : Se os filhos naluraes re- essejlad nao procede ; porque refere-se ao lesiamen-
O tlvara' que eslabeleceu o imposto de bwaoeil
e legados, diz que sao dclle ise,ulos os ascendenles e
descendentes : podo haver duvida, pude haver dif-
ferenca. como ha entre berdeiros necessanos e n-
Ire herdeiros na nerossanos, quanto a especieli-
lhos Ilegtimos, ou so naluraes; mas uao ha du-
vida nenliuma que os filhos naluraes, postan) elles
ser considerados' berdeiros forra los ou nao, alo
sempre descendentes; e se u pensamenlo no alvara'
foi isenlar do pagamenlo do sello de heraneas e le-
gados, ao ascendentes e descendentes, lodos" aquel-
les que esliverem comprehendiilose qoilificsdoi co-
mo ascen-leules ou deseen lentes, devem estar sen-
quer embararar-me ? deixe-me que aprsenle para los do pagamento dessa Imposto, quer s-jam elles
onde coubeco que lia necessla-le.
He de lamentar, Sr. presidente, que essas villa
nao possain prosperar por Ibes fallar terreno ; que
um ridado qualquer nao possa fazer tuna ca-a ne>-
sas localidades por nao ler nenliuma garanta, que
muitas vezes cabitido da graca do proprietario do
terreno, elle v-ae na necessidade de sabir em 2
horas, do contrario v ir a casa abaixo !
Cin Sr. Depol'ido : Nao se da' islo.
() Sr. llego Borros :S3o factos que se l-m dado.
O Sr. M. ('rcalcanlr : Pois he um abuso.
(C"izain-se diversos apartes,]
O Sr. liego Horros : a Sao fados que ja' se tem
pralicado em muitas partes, cu ale os poderla notar,
mas...
f m Sr. Depotado: Em Sanio Amaro de Ja-
Imat i na ae faz uo '.'
ri -r. Ileqo Horros : F>n Sanio Amaro de Ja-:
boalaii'.' en sei de om fado desses. a dono de um i
I boli-1 all estabeleci-l, leve man lado de despejo pa-
ra sabir dentro de 2 horas.
O Sr, Francisco JoiO : E foi efTediiido ?...
O Sr. fego Barroi ; NAo sei, rerort-nie do
tarto, talvez q Bsease depoil algom ajuste vanta-
j s, livetse ciado mais algum dinbeiro para ficar,
eu quero avilar ses ehass*.
' 'ii ir. Ilepuiado ; Nem sempre se pralica
assim.
U Sr. Rcqn Barro* : E havor quem presenci-
iii lo es.es fictos, qoeira boje edificar em proprie-
dade parlicular, para no oulro da sabir tnmediala-
mante '. Ningoem por certo.
Senhores, se o senhorio de urna propriedade hoje
be condescendenle e bemfazejo, pode bem aconleeer
que patsaado a oulro, esse n.lo pene as;im.
Um Sr. Depulado : O remedio disto esta na le
da desapropiado, para utilidade publica.
Otifro Sr. Depulado da um aparte.
filhos naluraes considerados berdeiros necessarios,
qoer uo sejam.
r.'M Sr. Depulado .De quandn he o alvara'.'
(i Sr. Fpaiiiiiioinlas de Mello : De 17 de joiiho
de 1809.
/ m .s'r. epulndu :Como a legislaro de 1S7
nao altern o alvara'...
O Sr. EpamhtontUu de Mello :Nao lem nada
com o imposto,
lia uro aparte.;
Eu ja eslaheleci a liypothesa de que os lilhos na-
luraes pndem ser e sao considerado berdeiros for-
cados, por consequencM csses est isenlos do pa-
gamento do sello de it-r iii o e legados ; agora per-
gunlo eu : he justo que o. oulros que au podem
ser considerados berdeiros neressarios e forra I >. li-
queni snjeilosao pagamento do sello de herauras e
legados ?
A cemmisso de legislaco equiparoa-os euten-
deudo que elles senda considoratlns romo descen-
dentes, assim como os oulros deviaui estar isenlos imposto, poique lodos os descendentes esla iaenloi
.ie-se imposto, cegando a lellra, e lalve o espirito
do alvara'.
Niis podemos legislar qne so devem licar ou eto
isenlos to imposto, no em geral, os descendentes e
asceudente, mas apenas os filhos legtimos, e n.lo
os legitimados e perlilbados, etc.; mas creio que nao
ha razao para isso:
lid um aparte..
Ns podemos estahelecer que o imposto nao re-
caa obre os legtimos, sobre os reronhecidos em
testamento ou escriplora publica, seguir sempre o
pensamenlo primitivo que dominou o legislador, ou
dar mais amplido ou reslrlcco a esle peusameulu
porque islo he da no.sa compelencia, mas como ja
disse, nao ha necessidade dislo, assiin creio que le-
oho explicado a razao porque apresenlei esle artigo
conhecidus pela forc,a da lei de 1847 devem pagar
ou nAo sel! de heranca. A inslituir.i dese impos-
to he de ISII9 e diz o alvara de 1SICJ, que os descen-
dentes nAo sao obrigadn a elle e a ordenadlo no livre
i.* en) om dos seus titulo considera os lilhos do pee
com o direito de concorrer a heranca de eos pas,
assim como os lilhos legtimos : a le de IX7 faz.en-
dn ampliativa esa disposirAo, diz. que o lilhos na-
luraes lidos entre homem e mullier solleiro, podem
ser reennhecidos berdeiros e considerados uas mes-
mas circomstancias do irrao filhos de matrimonio
n.lu sii se forem filhos de peAo, mas mesmo se forem
lilbo de nobre, acabou.com es*as disposic/ies, que sa
obervavam para com a nobreza. O que se segu da-
qoi he, que a lei de I>i7 leudo por lim ampliar a
disposir-Au da ordenar, a fez extensiva ao filhos
dos nobre, estabelecendo a mesma lei de 1S7 como
nicos meios de provar a filiaco a escritura piibli-
cae o teslamenln. A queslao que se venanla no foro
he a seguinte : Saber se o filhos naluraes reconhe-
cidos em testamento, devem oo nao pagar o sello. No
sentid de regular a arrecadar.Ho desse imposto, ap-
pareceu o decreto de 1854, que se bem que seja lodo
especial para o municipio neutro, por isso, que o im-
posto he provincial e cada provincia legisla para arre-
eadacao de seus imposto, pelas nossas leis ella tem
applicarAo enlre n;, porque nos adoptamos a legis-
lac.A de fazenda pe assemblea geral ; mas o dccrel
de 1N.1, lendo de resolver a seguinte duvida assim
se exprime : a duvida era sobre a lei de II do agosto
de 1K.'ll que permute, que quando um honlein nAo
llver legtimos, quando nAo tiver herdeiros forcadoy,
possa reroohecer o filho de qualqoer nalurcza que
seja, eiita a qucstAo suscitada, e sobce que versou o
decreto de 1854, era saber se os lilhos reennhecidos
em virtnde desla lej de II de agosto de IS'll, esta-
fan sujeilos ou nao ao|pagamenio do sello de he-
rana; a esle respeilo diz o decreto: ( l ]
Aquesta por couseguinle redu/.-se a saber o que
he lierdeiro necessario,porque se soubermos o que he
herdeiro necesann e forjado.podemoreolvc-la rom
segiiranca e sem alterar a legislacJu) das disposicOes
da ordenafoes I. j. t. ,S-> mi podemo diz.er^ e
com juriseousu^lloa, que herdeiro furc,a-ln e necessa-
rio he loio aqoelle que na i pode ser desherdado se-
nao expre-saniente, quando n testador lem de dispor
de oaia da terca da -rus bens, isl lie, auuelle her-
deiro, que obnga a heranca, (no otiriga os bens dei-
xado, em que li'in ilircitn ,i ,- re no- na tC'Ceira
parle. --
Um Se. Depulado :fie aquello que para berdar,
n.lo neressita de disposna expressa.
O Sr. /.'. l.aeerda :lie oulro carcter bem sali-
ente e necessario.
O Sr. .1/. llenriques:Envolve aquelle.
O Sr. /;. de Lacerda : Diz -o nobre deptiladn
que he aquelle que para berdar nAo precisa de insti-
luii^ao. mas eu direi, que lia oulro carcter, eu vejo
pela definirn que da o nobre depottdo que nlo esl
salisfelta a qucIAo seguinte : lina pesoa faz am
testamento, lean lho, nslilue berdeiros, disthbue
seus legados, mas se nao marcar-se o limite, o que
ficar ? \'-sedalii que a definir^ao do nobre depula-
do nao serve.
O Sr. Meira llenriques : Se elle liver dircitu
de berdar, al sem inslituicAo expressa, ha obvio que
nAo pode licar prejudicado, pnrque he herdeiro ne-
cessario e forrado.
O Sr. B. de Lacerda : Pois bem, essa nAo he a
queslao, ou nislo nao ha nhjeecflo ; mas quando se
lala de testamento, n.lo ha duvida que o herdeiro
necessario e forrado na pode ser excluido, e qoe o
leslador pode dispor su a Ierra parle de seas bens.
Mas esla difinirAo pergunlo eu, que applicac,Ao lem
para a especie ?
Os lilhos naluraes lidos enlre homens e mrilhere*
solleiras, recouhecidos em virlude da le de 1K7,
por testamento, sao ou nAo herdeiros forcados ? SAo
herdeiros forcados, porque depoisqne e pai os recu-
nheceu n.1o pode dispor mais do que da Ierra parle
de seu bens. e se o pai nao pn le dispor de mais do
que da ler^a. depois de recouhecidos memosem tes-
lamentos, esla claro que sao heMeiros e lAo legtimos
e forcados como qualquer oulro.
lia mais um oulro fado por onde eu enlendo que
a difnncjn ,)a,ia pelo jurisconsultos de herdeiro for-
cados e iiecessarios.presoppondo empre o testamen-
to como disposirAo de bens. nada prova contra a mi-
nha opima, porque diz o Sr. Crrela Telles e com
elle o Sr. Dr. procurador fiscal l.)
Lu nularei o eguiute : heraeiro lestamenleiro
he aquelle que herda por forja da inlitiiii;Ao no tes-
tamento, se o herdeiro necessario, forrado como o li
llio natural herda por forra do recouheriineiito do
leslador, nAo ho herdeiro leslamenteir, porque nao
he o testamento que Ihe Ja ordena, o testamento da-
Ibe n recnnliecimenl, he uina clausula que nada tem
com a distribuirn dos bens, e lem a mesma torca de
eacriplura,; neii deriva a heranca.
U Sr. M. llenriques d um aparte.
O Sr. II. de l.aeerda : NA apoiado. Se a qnali*
daae de necessario e toreado he esla, esta qualulide
existe uo filho natural que he reconhecido em lesla-
raenlo...
<' Sr. M. llenriques: Ese, para er herdeiro,
he prenso ser reronbecldo em testamento.
O .Sr. /. de l.aeerda : Mas o teslamenln nesla
parte nAo he a disposicAo de bens...
O Sr. M. Ilenrijues :Mas he quem d.i-lhe o di-
reilo,
O Sr. II. de Lacerda : O nobre depotado lenha
a bondade de nuvir-tne :
A le de IS'i7 alm de ampliar a ordenacao, don-
de se v que ampliando-a os filhos dos nohres sAo lo
herdeiros forrado como os dos peoes, e alm de am-
plia-la. diz a prova da filiaco nesle caso ser por
esrriplura publica, ou por testamento, donde v o
nobre depulado, que o que he necessario smenle
para provar, nAo pule tirar direilo de ningoem, e
porqoe a prova pn le ser feila por escriplura on tes-
tamento, os filhos nao podem ser legitimados n'um
caso sem pagar o ello da heranca. e excluidos no ou-
lro ; lano .ale reconhecer por testamento como por
escriplura...
(I Sr. .17. llenriques : Mas o IH'lo natural po-
de beldar, se na for recoiiherido em (eslamciilo on
por escriplura publica '!
O Sr. II. de l.rcerda : Se fr reconhecido por
escriplura publica nao precisa de leslamenlo.
O Sr. M. llenriques :O filho legitimo para ber-
dar necessila de escriplura publica ".'
O .s'r. /,'. de l.aeerda : K o que se secue dahi ?
O Sr. M. Ilenriqvet: He que urna slfterenri e
muito saliente ha entre os direilos de um e outr.
" Sr. II. de l.aeerda : Mas nobre depulado
veja que eu nao os eslou equiparando, eu lenh lid
por lim mostrar, que o Albo natural reconhecido por
testamento, be lao forrado, he herdeiro IA necessa-
rio como o lho natural leconherido por esrriplura,
e a conclusa he a eguinte : que estes sao herdei-
ro lo neeessarios como os lilhos legtimos, mas esta
equipararan por ora na) esta em quesl.io, e mesmn
sera excu-ada porque nao ha duvida alguma.
Mas, digo eu, que se u te-lamento, par etempln,
nao conlner disposirjao no numero tic bens, e so cons-
tar siiini-iiie doreconhecimeiito dos lilhos natutacs...
Ha um aparte.
O Sr. II. de Lactrda : lie melbor o nobre de-
pulado pe lir a palavra.
I.'m individuo que faz o seu leslamenlo, leudo li-
Ihn natural, e diz smenle reconliecn po^ ineii li-
lbo fulano de lal esse lho be herdeim forrad e
necessario, porque o testa tor nao poda dispor de
mais do que da Ierra parle de seus bens.
O .S'r. .1/. Ilenriqaet : Parque '.'
O Sr. H. de Lacerda : Pelo reronhecimento,
porque o reconherimentn alii Ihe d o caracterstico
to quandn tem por fin aumenta dispor de bens ; eu-
tretando que o testamento que reconhece filhos lem
carcter muilo diverso.
Ha um oulro poni que he a ra/ocapital em qoe
sa quer fundar a opiuiao contraria a minha e da qual
en liro argumento a meu favor ; lie decreto de
ISVi : mas pergunlo, senhures, qual foi a duvida
ueste caso J A duvida foi saber se os lilhos legtimos
de uatureza diversa, recouhecidos por pai qoe nao ti-
vesso herdeiros, deviaui ou nao pagar o sello : m:is
islo o que prova '.' prova o contrario do que se quer,
porque se fosse correle que os filhos naluraes legi-
timados e reconbecidos por leslamenlo livessem de
pagar sello, nAo havena a duvida proposla, a duvi-
da he saber se os incestuosas e sacrilegos devem
pagar.
Mas, digo en, se fosse caso admittido, se fosse
acedo, qoe os lilhos naluraes e recouhecidos por les-
lamenlo, que quanto a mim snto Toreados como os
oulros. pagavam 0 ello, uo poda ser uhjecto de du-
vida, o que se propoz, poique se os filhos naluraes,
recouhecidos em testamento, pagavam sello, com
malaria absoluta de razao e in Jubilavelmenle pa-
gariam os incesluosos e oulrus, reconbecidos por for-
ja da lei de 1831.
Ha mais um argiimeiiln em que me baseio eem
que basca um despacho qne Uve de dar, e em equiparei os filhos naluraes recunliecidns por escrip-
lura aos lecnnbecidos por leslamenlo. collocand
ambos na me-ma po(ic.1ii. O que querem os que
peoiam de nutro modo, he inleiramenle cuntra.as
vista que leve o alvara instituidor do impolo, por-
que, pelo alvara, x-se que os herdeiros u ats-
talo, estando em cerlo grao de parentesco, pagain a
quinta parle da heranra, masque toda vez, que o
herdeiro lor instituido em testamento, qualquer que
seja o grao mais remoto, paga nuienie a derima
parle, donde sr v que o espirito guinte : que o herdeiro instilo! 'o p-gue empre me-
nos do que o ali inlestafo; donde se^uir-se-hia, que
sendo, au menos no meo entender, e como tenho
pruvado, os filhos recouhecidos por escriplura iguaes
ao recouhecidospoc testamento, a adopiar-se a opi-
niao contraria a que .ostento, islo he, olirigando-se
os reconocidos por testamento a pagar o sello, a
conseqoencia seiia inleiramenle contraria s vistas
.lo aivar.i.
Nao me occorre agora nenliuma oulia argumenta-
ran ; se hem que eu livesse de fallar nesta queslao,
n i.....lo )"i-.i iii.'iliodicamonte. alienas aprsenlo a i^""'- suiniiiii in/arie.
...... I.. ;. .;*... _-._.. .. o s. ...
mente.
I'm Sr. Depulado :Mas s,1o bens laes, que divi-
didos, os herdeiros licara na miseria,
.lia uniros apartes.)
O Sr. A. Caealeanli:NAo he possivel, e nao
possa encontrar nteresse algum nisso, nem me im-
porto que fosse ete oo aquelle hem destinado Dar
pagamento do sello. O qoe he cerlo he, que o testa-
dor deixaudo bena, os direilo nacionaes sAo tirados
oesses bens : seno ha diubeiro para pagamento do
se!I ', se destina esle ou aquelle predio, eite ou
aquelle bem do testador, portauto esse bem perten-
ce.i fazenda, esse bem deve ser arrematada imme-
diatamente, alim de se tirar o imposto a que a fa-
zenda publica tem direilo. Se feila a dillriboicjto
do (estamento, os berdeiros receben) a sua parle Cor-
respondente, esn que sao prejudicadus seus interei-
ses, lirando-se bem que perlence exclusivamente
fazenda publica Que nteresse ha 11'iiina mor-i-
loria concedida por nos para se deixar de pagar di-
reilos de urna heranca, que ja foi recehtda, e que
por ronsequocia nAo faz dilferen^a a quem os
paga '.'
I'ma coz :Como o leslamenteiro nao pode licnr
com ns bens deixado, tem de os por em prac,a pa-a
pagamento do sello, e se a arrematado nao for pre-
cipitada lem de aproveitar mais aos herdeiro.
O Sr. .1. Caialeanti:Mas lem de requerer
sempre a praca delles, lano faz requerer boje, co-
mo depois. O imposto delirado na razio da lolali-
dade do valor do predio ; se o valor be menor boje
em coneqnencia de cerlas circunstancias, o Impos-
to sera tirado nessa prnpnrco ; e e o predio tiver
maior valor.' o imposto lamben) ser tirado pro-
porcionalmenle...
Um Sr. Depulado : Sao ohjcclos velhos e que
se aslao deteriorando.
O .Sr. ./. Caealeanli : ItazAo de mais para qne
a minha opinian prevaleca, e isto vem anda em
apoio dos principios que acabo de emillir ; em fa-
vor de minha opiuiao vem anida o fado de serem os
bens sasceptlveis mal dn que nenhuns oulros de
mina prxima ; he razao de mais para que a assem-
blea nao conceda a moratoria, para que a assemblea
mando que o imposto se deluza inmediatamente,
por que se isto nSo for feto, sendo o imposto dedu-
/.1 lo do valor correspondente dos bens, coucedendo-
se a moratoria, e leudo elles diminuido, enlA o im-
posto nominal nao sei.'t o mesmo que deveria ser
quando essa moratoria se deu ; donde se segu que
a fazeinla publica lera de perder, o que nao surcede-
ria se o pagamento do imposto se ellccsuasse na oc-
casio em que se den o fallecimenlo.
O .S'r. Francisco Joo : Elle se comprometi a
assignar leltras rom as garantas que a Ihesouraria
exigir.
O Sr. ,/. Caealeanli : Esla minha argumen-
laro ultima fui o resallado de urna observarn que
me fez o iiobrn depulado, mas que desappnreee com-
pletamei.le .1 visla do prsenle ; c n ludo eslou lir
1 me Husmeos prineipioa a respeilo da emen ia.
O Sr.; /. ae narros : I.embre-se do summum
ininlia opinin, e 11A0 pero casa que vol por ell
mas se na 1 votar, entilo" decida de urna maneint
inleiramenle opposta, porque o qne eu quero he
urna decido pni nu contra, para qne nn loro nlo
lenham de apparecer quesloes diariamente.
O Sr. ./. llenriques : Creio que t isba um re-
curso mais eflieaz.
O Sr. B. Lacerda Qual era '.'
OSr. Ar. llenriques: Ter consultado ao mi-
nistro da jusilla.
O Sr. B. de Lacerda :Mas se o imposto he lodo
provincial...
O Sr. M. Ilenrique' : Mas depende da inler-
prelaea da lei.
O Sr. /(. de Lactrda : Nao ha lal lei.
II Sr. M. llenriques : He urna queslao de di-
reiin.
O Sr. B. de l.aeerda : O decreto he adoptado
aqui por uina especial resoluc,o nossa.
O Sr. M. Ilenriquct: A questio depende ds
aher-se qoaes So os herdeiros loriados.
O Sr. B. de Lacelo : Mas quena que eu me
ujeilasse consulta do Sr. mini-tro para saber os
que eram herdeiros necessario e forrados '.'
O Sr. M. Henriques : Que Interpretas** o al-
vara, em ordem a esclarecer quaes eram o* herdeiros
que s podiam considerar isenlos do imposto.
O Sr. /(. de Lacerda : A questAo be saber sn-
mente quem deve ou nlo oagar o sello, e colocada
ella nesle* termos, em que nAo pode deixar de o ser,
perlence s assemblea provincial.
Eu nAo sei se o nobre depulado se daria ao Ira-
balho de eslodar a queslao, mas para mim he cousa
minio simples. O lilbo natural reciinheri lo em tes-
tamento nao pode deixar de ser herdeiro forrado ne-
cesano, por is que a mesma lei amplia a ordena-
rlo, e apenas estahelece o meio da prova ; mas
qualquer que seja a duvnla que baja sobre a que-1.1 >
le direilo, a quesl.io presente he luda da compete.1-
O Sr. ./. Caealeanli : Ordinariamente o nobre
depmado lude ter visto eu oppor-me a ludas essas
preienres que na 1 sAo fun la-las em liireil rigoroso,
e que se nao po lem soccorrer a equidada por 11A0
haver uina raza poderosa que as aulorise. Quando
eu vir que uina razAu poderosa existe a favor de um
prelenlente, pode-se molificar um pnuco o rigor
do direito e fazer uina pequea exceprAo : mas em
casos rarissimos, por qu eu admiti ein regra geral
como principios rigorosos de direilo, e-sem caos
espeeiaes, extraordinarios, he que cedo um pouco :
porem no caso prsenle isso se nAo d, por que eu
nlo sei qual a razo poderosa que possa autorisar
essa pretencao, que possa autorisar essa lir in-a da
parle da assemblea.
_Se,*como eu dizia, os predios sao av.iliados hoje e
vao praca para serem arrematados a quem mais der,
e se elles naturalmente sao avallados por prero mais
baixo do que o seu juslo valor, segue-se que o im-
posto sera menor.
/ m Sr. Depulado : N.lo he lgico.
O Sr. A. Caealeanli : O que he certo he, que
sendo avahados os hens de ordinario por pre^o me-
nor do que o valor real do mercado, e se indo pra-
ca sAo vendidos por esse valor ou mais anda, e o
imposto da fazenda publica he deduzulo immrdiata-
mente, ento os herdeiros recebem a parle que Ibes
loca de direito em que snflram prejuizo algum ; por
que esses direilos loe am decioidamenle a' fazenda,
os herdeiros anteriormente nada tinham, se obtive-
ram esses bens, foi pelo fado da morle do testador,
e quando apenas se trata do recebimeuto nao vejo ra-
zan alguma para que a assemblea laca com que se pa-
gue em prestantes aquillo que deve ser pago de uina
vez.
He preciso atlender ainda, Sr. presidente, a que
'ssp dinheiro pago immediatamente fiz empre dif-
ferenc* d pago em preslaces, em conseqoencia do
jaro te ,| ,,. ... a, coiioessA, e islo nlo se deve ad-
ela da aasembla, porque nos temos o direito de de- 1 mitlir Indas as vezes que nao be just.Picado tor uina
sigu ir quem deve ou na pagar o sello, e cu s o que ratto poderosa, na qual nlo pode estar eomprehen-
quero he uina deeisio, nu a favor da minha opima I ''.lJa inesia vrteme; alem de que acho, bem pe-
e do parecer da COmmiSao de legislaco, ou em la- rigsa a idea dessa moratoria, por qoe s vai abrir
ver da opiniAo conlraria, mas em lodo o cuso urna caminho a que a sseinhlea esteja todos os dias fazen-
lecisAo.
O Sr. Theodoro da S.: (Daremos em 0111ro nu-
mero.
O Sr. Francisco Joo pela ordem ) justifica e
manda a mesa o segoiule requerimenlo :
it-qneiro que o artigo addilivo do Sr. Soasa Car-
valho que autorisa o governo a contratar o abaste-
cimentu das carns verdes, seja separado do projec-
to de orramenlo e encorporado a um nutro que azis
te sobre o mesmn aasnmpto. Francisco Jlo.
O Sr. A. Caralcanti :Sr. presdeme, leulin de
me oppr a algumas emendas oiTerecidas ao orra-
menlo, e nslentar ootras ; e segiiindo a ordem do
mea anleressor, Iratare das quesles mais simples
primeiramciile.
Tratando das porleiras do engenho, eu nao posso
descubrir a conveniencia de adnpco da medida pro-
posla. He nma verdade que lodos o seuhore de
engenho, assim como os nutro proprietarios podcsn
fazer ns eus cercados .1 margen] das estrada, sem
que Ibes eja so determinado, e se as eslradas pas-
sam pelos seus cercado a providencia nica a to-
mar, be fazer duas cercas, uina de cada lado com
duas porleiras, mas islo nAo precisa ser determinado
por luis; dessa maneira lem elles preenchido u seu
lim, e n transito publico lira Inre ; nao soffre obs-
tculo algum, que he n que se leve em vista, probi-
liuido-se que se fizessein a porleiras no meio das
estradas. A emenda portauto nAo pode ebegar a es-
se ponto, nao pode ter por fim seno revogar a dis-
l"Sic,1o que hoje exisle, e que e refere a ronslruc-
ci) de semelhanle porleiras ; porque n que se leve
em visla foi lomar livre e transito publico, e a nica
idea que se pode cnllijr da emenda, he justamente
o contrario disto, he o que nao pule convir aos nte-
res-es piibliros. Apoiados. He neces-ario que a
estrada lique livre ao transito publico, que 11A0 baja
oliire algum, he necessario que nao hajam porleiras
no meio das eslradas, qoe sejam Iraoradas pelos
proprietarios dos engenhos quando muilo Ibes aproo-
| ver...
o S'. Francisco Joo :Ha legilarao a esle res-
peilo.
O Sr. A. Caealeanli :Mas em lodo o caso, pa-
ra tirar qualquer embararo que podeaie resultar do
e.labeleciineulo de porleiras uu meio da estrada,
quando ella pasaasse pelo meio dos cercados, foi que
se creou a dispo.irAo que boje existe ; e quer-se bo-
je justamente tornar a crear ese embararo, que eu
julgu inroiiveuiente. Ninguem mais rio que eu nes-
le negocio .i- pode considerar ioaospeito, porqui-
soa seahor iit engenho, nlo lenbo estrada qoe passe
por elle, mas provavelmenle le-h-lui algum da,
creio mesmo que ha una estrada carnerada, que -ha
I- passar por elle, e sapponho (pie pelo cercado ;
porlaalo, nao son saspeit nesta que-IAo, aeb in-
cnn\'i.ienle pelas raz? que ja dei, que as porlei-
ras qurm no meio das estradas, p nlemio alies licar! verdade que o
los lados* sem que se empera o transito pobltco, o
he isl o qne he conveniente. Como he saludo, na.
la eslradas fetae pelo governo iransiiam ordinaria-
mente canos, que prectsain nao encontrar embara-
en alriiin, Iransiiam mesmo cavallo e pessoas a pc-
em nina quantidade extraordinaria que nao pidem
lo com que se pague em prestarles aqoillu qoe deve
ser pago de urna vez. Por lanto, Sr. presidente, eu
nao posso deixar de me oppr em regra geral a In-
das e.sas esperas, a todas essas moratorias ; por quan-
to enlendo, que a fizenda publica deve arrecadar
imuieiliaiamcnfe os bens que Ihe competen)...
lu Sr. Depulado: Ha diieilos.de nalaieaa tal,
que he preciso haver uina certa equidade na arreca-
dacAo delle.
O Sr. A. Caealeanli : En eolendo que nada
lia a perder, pelu contrario teiu-se ludo a ganbar na
pplicacao da direito em lodo o rigor ; esla he a re-
gra geral...
lino co: : Entilo nao tem lugar a eqnidade em
caso algum ?
ILEGIVEL
de herdeiro forcado e necessario, caracleristico igual |licar s"j''las a etar abrindo e fechando porleiras, e
ao do lilbo que he conheri lo por forca de escriplora nwila vez aos inconvenienles, que podem resultar
publica, com as mesmas vaulagens que o filho legili-1 do ,t'io 1ue nessa* cercado, pndendo succeder
mo, porque o leslamenlo nao tem por lim mais do qualf|uer desgraca.
que recunliice-lo, he a prova da filiaco uos lermos I A islo accresce ainda a mina dos (aludes das eitra-
da iei... I da- que deve i;r consequeocia da passagem do gado

') Sr. I. Caralcanti : Eu digo, que nAo pode
haver devantagem em regra geral na applicaco do
direilo, e nlo sei como e admille essa regra do .-
mu Jus, summa injuria, tambem em geral. por
queeu n.lo posso adunttir a equidade seuao em ca-
sos especialissimos.
Pens, Sr. presidente, que lenbo dado a razies
em que me fun 1o para me nppr a' emenda, na
qual n,;o descubro a menor ulilidade publica.
Passarei a' qaestao comprebendida n'oma emenda
apresentada por mim e pelo Sr. Dr. N. I'orlella,
cumprindo-me soatenla-la. Esla em*nda he a da*
irmaas de camlade pnra l'apacac.i. ( Ha um aparte .
\\i nina nolra emenda mandando pagar as despeza
feila com as irmaas le randada para o hospital, n-j
qoal exi-lem algumas dessas mulheres, que, segun-
do me dase o nobre depulado, cUmprem o lim para
que vieram. Km I'ap.cara he uina necessidade ler
alguem que cuide da educarlo de mais de 200 me-
ninas que ealfle nesse collegio, e para onde devem
convergir as orpbas de lodo osera-. Se se nao eu-
carregar alguem da educacan deasas meninas, a ins-
(iliiic.lo nAo cumpnr seu lim ; he necessario, por-
lanlo, quri a aasembla completa a obra para a qoal
concorreu lAo poderosamente o capuchino que della
se encerregoo ; be nessario que a assemblea d im-
pulso a essa obra grandiosa, da qual devem provir
mui benficosrenllados; por isso ninguem mais apto
do que essas irmaas de candado, visto como he re-
conhecido que no Kio de Janeiro c lialua, os colle-
gios por ellas dirigidos sao es melhnrmenle orgams.i-
do, aonde a educaran he mais accura-la. Vindo i
desasa irmAs da raridade para esse collegio, faro com
qoc esle se turne urna Insliloicao digna e importan.
le, sendo que a despeza rom a viuda dellas he de
niiiil pequen vallo, e as-im a assemblea 0S0 dei-
vara' de a decrelar.
Passarei a qnesiso da senejfto d 1 pagamento do
el! de heraneas dos lilhos naluraes. Ka enleudn,
Sr. presidente, qoe ns lilhns naluraes reconhecido*
por leslamenlo, assim como por escriplnra publira,
lo as mesmas condires des lilhos legtimos; he
Ihos legtimos leem 1 differaaca da
origem. e a ortgera dos direilos do- lilhos leginmos
dala do n i-cK'i.-nio, e a onirem co?, ihreitns dos li-
IIms naluraes he um faci pratieado pelo pai; mas
he lamhem cerlo, Sr. presidenle. que os resultados
sao os inesmos que as eonsequenrias do reconbeci-
meulo collocam os naluraes as condie/ies dos leg-
timos. O que he certo he qoe o filho natural reco-
nhecido pur testamento, asim como o lilbo natural
rernnhecido por ecriplura publica, como muilo
bem dise o meu nobre amigo o Sr. 1- secretario in-
terino, prendem a heranca de maneira que o lesla-
dor nlo pode dispor senao da lerca...
O Sr. B. de Lacerda :E reconbecidos una vez,
nao precisara de insliluico.
0 Sr. A. Caealeanli : Justamente. O testador
depois de os ler recoiiherido, nao pode dispor senao
da lerc,a, lornando-se elles por esse fado herdeiros
forrados e neeessarios; porque herdeiros forrados e
neeessarioss.1o aquelles qua infallivelmenle herdam,
011 aquelle que fazem com que o, testador s possa
dispar da terca. O argumeulo (irado das palavras da
lei, quando falta em herdeiros neeessarios e forca-
dos, 11 sentido de excluir os filhos recouhecidos por
testamento, querendo-se considera-lo* como fora da
regra geral, nao (em muilo cabimento, e encobre
uina incoherencia na execuclo. As leis, como nos
alieno.-, devem ser interpretadas de modo que nao
ulleiiil.iui as disposires das oulras leis; he neces-
sario que na execui;Ao lodos os casos idnticos esle-
jam as mesmas circumstancias ; se o filho reco-
nhecidn por leslamenlo n.lo lem os mesmos direilos
que o titilo legitimo, pergunlo eu, como se faz a
dillerem;a dos filho naluraes reconbecidos por es-
criplura publica t Como fazer ilHlercnca enlre o*
lilhos naluraes reconbeLidos por (eslamento, e os fi-
lhos naluraes recuuhecidos por escriplura'.' Se os
naluraes reconhecilos por escriplura lio herdeiros
forcados e neceasanos, o que he iocooteslavel, eslo ,
comprehendidos na disposir.o da lei. e nao pagara
imposto, be consequencia infallivel que lodos aquel-
les que esliverem em idntica* circumslaucas de-
vem lambem deixar de pagar, por 1--0 que aonde sa
d a mesma razao prevlete a mesma disposico.
Se os filhos naluraes reconhecido* por testamento
san obngados a pagar o imj>oslo, segue-se que elles
estao em peiores cundiles do que os filhos uaturaes
reconhecidos por escriplura : ora, se a lei (em esta-
blecido don* meios de reconhacimenlo dos filhos,
qu* sao a escriplora publica e o testamento, segoe-
se que nfo poda eslahelecer dillerenca quando a
especie he a mesma, qoando o reconhecimenlo se
refere a todos os filhos naluraes na* mesma* cond-
ees e pela mesma forma ; a lei sendo igoal para to-
dos nao poda por em peiores cjrcuin-iaiicia a am
lilbo do qoe a oolro, e assim nio pode deixar de
dar-se a consequencia seguinle : a i-enrlo dos
direilos qoe caba ao* filhos naluraes, recouhecidos
por esrriplura, deve-se eslender aos filhu* reconhe-
cido* por leslamenlo, porque eslo elles as mesmas
condictes.
Nao duvida que a interpretarlo grammalical da
lei podessa primeira visla estabelecer essa dilie-
ren<;a.
Urna to: : Que lei'.'
O Sr. A. Caealeanli : A lei que eslabelece o
impoto ou que iseula do imposto o* herdeiros forja-
dos e necessario.
Nao duvido que da interpretarn grammalical des-
sa lei se podexe concluic a prima faeie que esla-
vam excluidos os filhos reconhecidos por leslamenlo,
considerando-se esse reconhecimenlo, segundo a 0-
terprelaro que Ihe d o Sr. procurador fiscal, como
uina insutaielo ; mas he preciso altender em pri-
meiro lugar que esse reconhecimenlo oa essa parte
do leslamenlo importa o mesmo que urna escriplura,
e por isso nele caso nao poda deixar-se de recorrer
interprstarAo lgica da lei, que he a seguiufe : a
clausula do reconhecimenlo no testamento he moito
dilTereole da in-iitmcio de herdeiro, porque o testa-
mento, estrictamente' fallando, he a disposico da
ultima voui.ije qoe se refere disposico bos ben* ;
entretanto que o reconhecimenlo, que se prova lam-
hem pelo leslamenlo, tem um oulro carcter ; ido
be, o testamento lem dous caracteres dislioctos, om
he o de escriplura publica pasaada durante a vida
do leslador, o oulro he de disposico em que o les-
lador faz. a dislribuicao de seu* ben, e a consequen-
cia de ernelbanle reconhecimenlo be qua o leslador
depois de o azer, uAo podo m-is dispor seno da
ler^a.
Passarei qaesUo da competencia da assemblea
para tratar dese assamplo.
! I um eparle.)
O Sr. a Caealeanli : 0 que he certo lie que
o imposto he provincial, e por consequencia nos po-
demos retular a maneira de sua arrecadacao ; pode-
mos amplia lo, reslringi-lo e mesmo aboli-lo, se
podemos ludo islo fdzer relativamente a esle impos-
to, he claro que a inlerprelaclo relativa a sua exis-
tencia ou ao seu pagameulo nos compele exclusiva-
mente. ,\ qaestao por consequencia he toda nossa e
loda provincial, c a emenda he muilo razoavel, tem
lodo o cabimento pela* razes ja expendidas.
Passarei acora queslao das carnes verdes.
firme un meu proposito, Sr. presidente, eu nao
posso deixar de me oppor sempre qoe se apresenlem
ideas destas; eu 11.10 posso considerar a existencia
do projeclo senao como urna calamidade ; nlo posso
considerar a intcrvenc,Ao do governo em negocios in-
doslnaes directa ou mesmo indirectamente, senao
como urna calamidade.
Adoctrina doidais.sez faire.laissez passernem regra
he a nica que se pode admittir, em regra geral, he
a melhor pos-ivel ; o que he cerlo he, qoe na in-
dustria a concurrencia, a livre coupetcncia excita a
vunlade de a|,erfeicoar o genero, e deveodo-lo mais
barato com o nteresse da preferencia ; islo ha ar-
cumeolo sem replica, argumento a que lodos os eco-
nomista* prestara seo apoio.
N'um discurso qoe fiz. aqui quando se traloo da
primeira disru sentelas razes, que |inha para me oppor a elle, e
ale hoje me parece, que n3da se tem dilo em opposi-
tao, capaz de destruir os argumentos que foram a-
presemados por mim e pelos nohres collegas, que me
aroinpanharam. Eu por tanto eslou mais firme 110
proposito de volar contra, considerando como per-
go, e perigo eminente a existencia do contrato, con-
siderando como destruidos por si mesmo esses receio*
que na imaginarlo de alguns collegas se dio acer-
ca da caresta d js gneros ; porque'he isso da ordem
natural das rousas.e que nao podedesapparecer tenAo
com a marcha actual, e com a coucurreucia, acom-
paulianilu a abundancia.
Desasna eu Sr. presidenle.nao posso deixar dedes-
ronhecer essa caresta da carne de que os nohres de-
pulados fallan), quando observo que nlo ha somante
a carne mas lodos os oulros gneros, que anao caro*
em consequencia do depreciamenlo da moeda, em
consequencia da falta em relacao a populado ; nao
passo deixar de dcsconhecer, como disse, todo* os
neovenienlea do estado actual, e por isso reconheco
cada vez mais que a rominuacao da existencia desse
mesmo estado lie nicamente capaz de melhorar as
noss.s crcomstancias ; por quanto o pre^o infalli-
velmenle haixara' quando a abundancia se der, por-
que Srs. esse monopolio de qoe se traa, nao exisle
lal ; se lu muila gente qoe vai atravessar o gado no
serllo, a ninguem he inhibido fazer o mesmo e per-
gunlo." ha algum embarazo para qoe se va' comprar
esse gado eos fazendeiros para veode-lo aqui ?
Nao se esla' vendo que essa monopolio nio exisle
senao na imaginario aaquelles senhores qoe querem
su-Ientar o contrato ?
Nao pode haver monopolio quando a eompra das-
so genero depende da ventada de qualqoer ; quando
urna pessoa ou urna companhia poda eocarregar-ta
( de ir buscar o gado no serlao e veude-lo aqui, pode
I atestar a genleque boje disso se oceupa, em ordem a
fazer diminuir o preco, ao menos se nlo ha nisso
obstculo, o monopolio nao exisle ; o monopolio por
lauto que he terrivel he aquelle que esla' no pro-
jecto, he aquelle que se quer dar a urna companhia,
que tendo privilegio exclusivo nao lera' incentivo
nenhum para vender o genero mais pirfeito ; ven-
der' aquelle que poder obler mais barato, para
da-lo ao publico pelo preco mais alio. Da* duas ama
ou o genero sera' vendido por prec.o muilo barato,
e revendido pelo preco laxado, que muitas vezes h
superior aquelle porque p&deria se-lo, e entao per-
der' o publico ; 011 qnando o precn laxado fr in-
ferior ao do costo, sucediera' que a companhia para
nao perder donara' de vender o genero, vindo o
publico anda dalu a soffrer, por que esse estado he
mil vezes peior ; pois mais vale comprar caro, ha-
vendo abundancia do genero alimenticio do que ha-
rato danda-e a falla delle...
O Sr. Souru Carcalho : Anle* correr muilo do
que pnuco.
O Sr.A. Caiolcnuti :E nem se diga em contra-
diccAo ao argomeolo apresenlado por mun,que o con-
traln lem mleresse em vender, em abastecer o mer-
r ni, por que elle he ohrig.i lo apagar mulla; he ver-
da.le que elle paga multa,mas toda a vez que a mul-
la roe menor d que o valor que a companhia per-
dera se vende.se n genero, preferir' esta paga-la
segoindo-se dahi que a populado soflrera' sea van-
lagera algoina, por que o mercado nAo sera' abaste-
cido ; e assim nesle raso como em nenhan oulro eu
admiti o principio doulaissez faire.laisseznpasser.
Supponho Sr. presidente, que lenbo apresenlado
os argumentos preciso* em sostenlaco da minha 0-
piulAo.
Nao sei sj ha a!goma emenda mais sobre aqual
devesse (altar ; mas a hora ja dea e eu reservar-me
bal para entra ocasiaatnror ielo necessario. ,
Tendo dado a hora.
O Sr. Presidenle marca a ordem do da e levan-
ta a sessAo as 3l|- hars da tarde.
RBCT1F1CACAO*.
No discurso do Sr. depulado Ignacio de Barros,
publicado no o Diario de -atibado onda diz nAo
podiamoi legislar ele, diga-se ui podamos legis-
lar etc.



DI A RIO DE PERXAUMJCO TORCA FEIRA 30 DE MAIO BI 181.1,
PAGINA AVUL&A.
Copiamosipsis vrhi9para a tranrtaillidade de
ama familia na Boa-Vista, (m coja cana se ui'pe
que hefeiln o JIsi Marianno cora visos de parlioaa,
a noticia mi aponlsmeolo qoe nos enviaran), ero
virtud* da qual fijemos a* raflexes riu forain li la-
en, orna das no>asPaginaspassadas :
o Srs. redactares lia Pagina acuita.A prafana-
cao est logando em sau lonit neila Ierra, onde an-
tigameute todo qaanto diiia respeito as cousas san-
tas eram tolas com a reverencia devida. Yutea, por
man jipa preguem, s llies rcspontli'in 'os montes ;
cantamos"- e conlrahem odios dos peliulras e dos
iropios, odios (eliimente que lo quehrar-se ante a
vuiilsda inabalavel com que Vates., turnando sobre
eus hombros lao pesado madeiro, loimnlam n vicio
e i> crime. Keeonheceiido eu qua ha da fete de V.
seropre boa vonlade em recebi-rem quaesque- apon-
amenlos qoe Ibes euviem, uardaua*V-st iiallos a
devida reserva, e circumspecf&o, lomo a liberdaile
de ofjerecer-llie eslas Imitas, qua curtiendo moila-
pal*vra.i se encerram ein poacas. CoSvcm a siiber :
I'enir a Vmes. que censaren) o modo porque he
Taita cm duas casas, na freguezia de S. Jos, a de-
vor.lo do Mes Mananto, islo he, cum dansas, joaus
e lado qaanto so usa nos baile', iiilerri>mpeuuo-,e
de mais a mais o acto para dapoia doa ex.'rctcio, pro-
fanos conlmuar-se coro elle. Srs. redactores, as lar-
gas ha todo i-lo ero uina casa, e us" sabuados ero
mitra, e at coitsla, que esle auno prelendem pausar
alero de maio, como esta roesroa tienta rostuma I mr
com os prestpe.
Friucipiou a canalii i novameute com as inai
hostilidades entre si pur cansa de msicas. A da po-
lica h iveii.iii locado ltimamente ero frente da casa
do commaudante do corpo, na retirada foi-lhe pre-
cito calar, tantos eram os gritos dos molequea, e ne-
gros quasi todos captivos, segundo consta, Tambero
coa dias da semana passada ferveun pa'o no largo oo
Livrameoto por causa de msicas, lv.tav.tm lata di-
lelanlli.ilepuisdaisuvas de bolos, calados;agora,qne
reviveram13o nobreenthusiasmo, forcoso he que
a policiava reroeltando-os a navalha, e a palmatoria.
Esta iotransitavel o corredor dn Hispo, tanta
he a lama que ha de mistara cum capim speco, que
todo reunido faz urna argamaso, que o cavallo qua
nao for boro de bracos ttm de levar estiradas 18 lio-
ras em passar tal eorredorzioho : pedimos ao Sr.
fiscal, que ae poder de oro geiliuhu a esse negocio,
que Ihe ficareroos summaroenle agradecidos.
Ulzem que urna parede da casa encarnada da
ra do Kangel cabio ; felizmente fui para dentro !
talvaz que a do aterro da Boa Vista nao acontec
Igual ; pelo menos quando cabir, e algutna desgra-
na se der, o que leon nao permita, nao se dir que
a Pagina bein que via, mas que ctlava.
He costme velho entre nos, alean* soldados
quando lites falla dinlteiro, agarrarem qual-
qoer escravo para levar a seo seu senhor como sendo
fgido. Cm caso desses se deu nu da 17 do correte
cum uro escravo do Sr. Manoel Ferreira da Silva
Hamos. Achando-se o lal prelo em urna taberna na
roa da Cruz do Recife, uro soldado de polica appa-
receu, dando-Uta" orden) de preso por ser fgido ; o
preto sendo inuoceote, replicn que nao estava f-
gido, e sint com licenga de seu senhor, passeiando.
Mal aeabava de dizer islu. Je repente be assaltado
pelo lal espoleta que o roa-sa coro o terrado deque
usam, a pooto tal que ao citegar em casa, o Sr. Ka-
mos leve de o medicar. Sena bom que se tumasse
serias medidas sobre Tactos desta ordem, que con-
tinuamente se repelen).
Cuultnua o alvicareiro do lelegrapho a Ilu-
dir a poputaco desla cidade coro stguaes falsos.
11 un lera faz signal de vapor Pedro II, em lugar de
Baberibe 1 NSo he possivel que seroelhaule homem
cooliuue a extreer aquella emprego, para o qual nao
lem a eapacidade precisa !
lira aubscriptor da ra de Sania Rila, reroel-
teo-Doe o seguinte :
A roa de Santa Rita lio povoada todas as ooiles
de uro ezercito de cachorros, que ah ninguero pode
dormir coto socegu ; laes bichos avaocam e moidem
desapiedadamenle a quem passa, mesino porque o
lampeao que ba na porta do aobrado n. 15, onde
mora o Rvm. vigario da San-Jos etl seropre apaga-
do. Quem nos dar remedio contra esses malesa
malllia de caes e o lanpe3o que nunca allamia '.' S
a Pagina Avulsa.D
O vapor sardo Cenova, conduzio para ns por.
tos do sol os seguintet passageiros : Sch&efer Keodo-
re aua seuhora, Crsica Augusle, Joo Mara
Rezan.
II vapor brasileiro Imperador, conduzio para
os porloe do sol os seguiules passageiros : I ir. Eleu-
terio A. de Atayde e um criado, Thadeo Pereira
Bastos, Juveucio A. de Atayde, Jo3o Jos da Costa
Maciel, padre Cheualier Pierre Auguste, Jutlu Bor-
get, Jos Dias Cunha Lima, Fraucisco Luir, da Sil-
va, Joo Victorino Avelar, Antonio il. Lisboa, Dr.
Jo.iu Francisco Paz Brrelo e um criado, Jos liue-
des ISogoeira, Manoel Ctiemiro Lucio de fs.ni/. Ja-
mes Wheder, -> recrulas e3 dtbertures.
O vapor brasileiro Imperador, vio io dos
porlos do norte, (ruoxe os seguiules passageiros :
Hita Mara da Concei$1o e -J filbos menores, Maooel
Fcrreira dos Sanios Camioha e 1 escravu, Auluniu
de Soura Leflo e 1 escravu, Antonio de Alhuqocr-
que Maranluiu Cavalcauli e 1 escravo, juiz de direi-
)< Francisco Kodrignes Selle e 'i escravu*, Dr. Fran-
cisco de Qoeirox Cttrreia Barros e 1 escravu, Igna-
cio de Albuqoerque Maranliiin e 1 escravu, Joaqun-.
Ignacio l'essua o 1 escravo, Biltazar isuten e 1
criado, Antonio Joflo Ramos, Manoel S. Crdenas,
lesembargador Aguslinhn Morcira Guerra, 1 filha e
5 criado?, commendador Aulonio Telirs -Je Meiie-
zes, Jos i'erreira da Costa, l.uiz Antonio Ferreira
Souto o 1 criado, Joan .Uve Fernandas, Joaqutm
Lai/. Alvos Viiiin e 1 menina. Joaqtiiin Baptisla
Kspindnla, Francisco Ricardo Cavalcauli de Albu-
querque, Joilo Tavares Ferreira, Arislides Flamina
Veras, Bcnlo Jos Ferreira Pouleiro, Manoel Jc-
qnea da Silva, Manoel Arruda Medeiros, Munoel
Jos Rodrigues Urna, Joan Valeulim Peixolo de
Vascoaceilos e 1 escravo, Jos Ferreira de Soozs,
Roberto Cnroll, Jos Flix do Reg, Jos Francisco
de Oliveira, Aeoslinhn rlacisittan.lv, Antonio Carlos
Colin, Francisco Egidio Ptixuto de Vasconcellos,
Theodoro Manuel do Nascimcuto, Manoel Joaqnim
do Nascimentp, Francisco Kom;ii>, .liislnin Pereira
da Cunha, Jos Ferreira da Cosa, Francisco Jos
da Paz, a preta f:irra Hita Mara da Coaeoseia e u
lilltos, | cabo de esquadra, 1 escravo -a entregar.
Segaem para o sol, D. Nepha Sentrnnia de Araujn
Lima, 4 filltos e 'i escravos, llr. Aulonio de Agotar
e Silva e 1 criado, capil/io Antonio Fnrtei de liu-
lamente Si Menezes e I escravo, !. lenle Joao
Joaquim da Silva (lUimaritcs, 1 criado e 1 escravo,
Fernando Kibeiro do Amaral, Antonio Jos Cario-
so, Jos Rodrigues Maia, V recrulas para a mar-
nha, 2 ditos para o exereilo, 1 soldado deterlor, sua
rDuIher e i tillins, ai escravos a enlregar.
Air amimha.
pra : rlou f. Heciffl 7 de julho de 4856.
Km testemutiho de verilile-0 labelSo pu-
blico, Francisct Baptlsta de Almei ia.
OFerecida a' illustro familia do
Sr. Joao da Cunha Maja-
lha es, pelo faeoimenlo de seu
prezado lilho rlaaoc'. Jos da
Cuaia JMagalha'es, era sifjnal
do respeito e considerara o.
O re tos reis, o padre oninipolcnle
Alina que o mondo vil nao mereca,
Cvmsigo quu no eo resplaouecente.
(BocageBleg.J
Que Irislc quadro ans nlhos i'apreunla
miro Ubelliao c dai Icsiemunbas abaixo aiaignrdasiEm obras rodas de sicuplta para c
pelas propnas de que don fe. E pelo dito Jos Pi- o civos a a o
res leirtira como procutador com pulieres etprciacs I Mol...........
do Dr. Jote Aug'tsin Catar Naboeo de Araajo e sua Millo ..'.'......
mulher D. Ju.iiiua Mana Ricarda de Aguiar Nabuco Pedra de amolar' '.!'.!!!!!'.
Araujn, me foi dito na presenc d^s mesmaa tes- ,, ||r.,r
lemanhaa altano aaaignadaa que sendo seos consti-
luintei senhorea e uossaldoret do sobrado de um
tsstm da terca parle da
par *
usa ler- | Ponas
SabAo
Pas, irm.tos, parantes e amigos,
Ajs COOS em vao, tupplicam Irislemenlc
antargusu pronto roeciando
Cun
A lag du sepulcro em que repousa.
Meus nlhos vacillanlps de trisleza
Dibalde buscam sua imaeui bello,
Como he Uisle o viver..........
Anda houiuiu
Tenro arbusto que alegie vecejava,
Por lofio infernal, ei-|0 abatido,
lia pouco, ainda joven,mil esperancas
Aquella mente doarada povoavam,
Kntre sonhus d'amor sorrindo alegre.
He agora, sem luz,paslo de vermes.
Oh deslino Teus decretos inssndsveis,
A nos, pobres humauus, sao vedados
Morle '.' oh negra morlo nao le mnveu
As lagrimas sentidas que vertemos ?
As supplicas I", rvenlos que elevamos,
Ao Ihroiio do Senhor, que ha de jalgar-oos.
Em vao
A seu po.ler, nada resiste ;
A virltidc, a riqueza, o vicio, o criase,
D'um s aceito leu, lancas por trra,
E ero marcha Ihurophal a p reduzes.
Mas n.lu,nao avivemos esle auadro,
Esquejamos a drquo uos magna,
Que o eterno poder he seropre justo,
E esle pelago iroroenso que mundo cliamarn
Para sempre deixou seto leve mancha
As candidas virtudes qae adurnavam
O peilo juvenil,que anjo dissereis,
Se a voz Ihe escuta-seis ueste instante
Em que a voz do Eternoemmudecera
Para uos justos unir seu nomo eterno.
Qual candida c aligera aveznha
Pelo iroroenso horisoute e-\ o ic.in.j >.
Ero busca talvez de novo clima
Te vulvesle para Dos, onde a glc.ria,
Nova vida le apona, doce preroio
Que t lie por Elle eos justos concedido
A par dus anjus seas, na vida eterna.
Jasr .Inliiniu Bernardina.
Recife 22 de maiu de 18>7.
ainlar n. II e bein
rea n. I, que lica cou.igua e ao noria do n
obrado anillos silos na ra do Hospicio du bairro da
BkM-Visla edificadas em parlo to lerrenn de niari-
nha ii. li c cum iii s. muros, que liouveran por he-
renca de seu bt Exin. senador do imperio Josa
Carlos Uairink da Silva FerrAo, conforme as orueni
parlicnlares que reeebera dos meamos seos consti-
tuimos, precedente a llcenga do governo di pro-
vincia abaiso c piada, venda di mema forma que
files possaem dito sobrado e terca pail- da casa lar-
rea ao Exui. senador do imperio" Antonio Lu/ Dan-
! las de Barres l.eto pelo preea e qoanlia de (i:."i(lii~
i livres de siz.-t, laudeinio e nutras qaaesqoer les-
neza, uarintia que ueste seto lite f.u entregue por
olla dito desembargador Firmino Aulonio de Son-
| za, na intnha preseuns e das referidas lestemonba,
do qna dou f, sendo 1:0(103 res em inueda paper
5:5005 ero unta lellra sacada conlra o mencionado
[senador do imperio Antonio Luiz Dantas de Barros
i l.cile, a favonio dito Dr. Jo- Ao-u-t Cesar Na-
. buco de Araajo. K pelo referid.i Jos Pires Fer-
reira, como procurador os meamos Dr. Jos Aneaste
Cesar Nabuco de Arnujo e sua mulher, foi mais dito
na ininlia pre*enca e das niesmas testemaubas que
venda o referido sobrado e terca parle da casa ler-
" rea, pela forma sobredlta com a cnudiran dclle com-
prador Upar o porlao do quintal do sobrado e ttrtr
loda e qualquer serventa delle pelo terreno que Me
fica contiguo, lego que isla fosse exigido pela pro-
pnetaria do mesinn terreno oti por quem quer que
na propneilade delle Ihe hnuvesse (le suceder por
lilolo singular ou pur titulo universal.
S uiie-se a procuracao dada pelo Dr. Jos Osar
: a Jos Pires Ferreira, e mais documentos anncxus.
n rebolos .
i'i,i--i" .i em molhos.
le boi .
Salsa parrilba .
Sebo em rauta .
Sola mi vaqueta .
rapioca .....
llnlias de hu .
Vinagre .....
.' ''/.-
panada ajotl
alqueire 2~tllll
una Mi'ltl
IHHII)
a SBUO
um >2i|ll
CPIllO IgU
"I. -I2H
1 1SNKI.I
a (-IKIII
lueio toJMK)
:t;2titl
eenlo ,-:iiKl
pipa sooouo
26a i, Art. ~fi. Ks arrenwtat}6es poderSo effec- Reine Hortense, em suos dilTerentes vfagens,
" I tuar-se pel maior ou menor liciUcSooffe-1 grande numero de boias cincoenia coma!
ecida c: cartas fechadas. indicacSo de seu ponto de partida^
Art. 16 Do regalamento interno da thf- EsUa boias coropoe-se de um cylindro de
souraria, pinlio de 2j ceiitimntio )" dimetro sobre '25
Os documentos comprubatorios lil.iQ.'s dos arrematantes, e os que i'.cvem do cylindro fez-se um buraco destinados
provar a idenlidade dos liaJores se:"o ipre- conter tuna peonen:) garrafa de vidro lacra-
sentadas na sessSo da junta anterior a da ar-1 da, contando tira biibele concebido uestes
rematacSo. para serem tomados em consi- termos:
Pernambueaoa.
Navios enliados no dia 2.
Bacnos-Ayresl la'i, ile 175 ton. I.i las, capitn Kamnro, eqoina-
8"m 13, e.irga 3,-200 qumlaes de carne secca; a
Bailar Oliveira. Pertence a Baroolona.
Para c p.rlos intermedios21 dias e hora*, va-
per brasileiro Imperador, commatidanto o I.
tec.eule Jos Leopoldo de Noronha Torrei36a
-ovios sabidos no mesmo dia.
HavreItarca france/.a (Emms Mathildeii, rapiao
tiiiruiN, cirga as-ucar o algodlo. Paasagetra,
Mell. Monroy.
Rio ,ia Pralalltrca nacional ultuliiiao, capitau Jo-
s Antonio de Castro, carga assnrar e aguar ente.
liba de FernandoPatacho nacional (Santa Croza,
capitau Cimillo do Lellia, caroa vanos gneros
deratj o, resol?er-se sobre a Ranea, e admit-
tir-seo lioitanto. onforme u secretario,
A F. d'AononciacSo.
Olllm.Sr inspector da thesouraria da
fazert la desla provincia nanda lzer publico
pata conhecimenlo de quem inleressar pos-
sa, qne as noias de 50fll'.ll) da segunda es-
tampa encarnadas sfio substituidas por va-
lor igual ate o ultimo 'c junho prximo fu-
turo ; eque do 1. -Je jullio seguinte e-n
dianlo comecarSo a sourer o descont de 10
por cento em ca la tnez, al licarem sem va-
lor algum. Secretaria da thesouraria de Per-
nambuco 22 de mato le isjt. n ollicial
Viagem de s. v i. o principe Napolen a
bordo da corveta P.aiulia Hortense, ctiininan-
dada pelo Sr. De la Ra'n iere, capitSo de mar
c gueria.
:: Hielo sncado ao mnr no dia... ..de '.siti.
" Latitude ....
i Longitude do meridiano de Parjz .
Quem encontrar este bilncte, I: rogado a
retiteiie-io ao cnsul francez mais prrjxinio.
Este billicte esta traduzido cm inglez, la-
(-1111, c l'USSO.
As garrafas s3o lcralas com bren no pc-
daCO de tuadi
( vapor I'EKSIM Nt.A soha-se a carga paia
.man.lato, Barra-Urande e Macero, para onde sa-
Itir.t na maob.la do da JX ,\ correle : a carga se-
r.t recebida ato :, horas da larde do dia 2li.
Re i
I............... ......U ...3 18J1. U OIIU T'' maior, Emilio Xavier Sobre!ralde Mello toramente cobertas, e or curia ada- se pre- 11< /
O lllm. sr. contador da thesouraria pro- da !lma ch*"? de chumbo com a inscrlp-
' .-ao donme da Bamba Hortense, ea dala
em qno forera lancadas ao mar -. finalmente
para mcllior chamar a alleocao sobre estas
hutas, e impedir qui sejain confundidas com
oulias madeiras botantes, fez-se no contorno
do cylindro e da lado alado dous buracos
coDipauhia de [>;:-
inglez. S ;i
vapor.
vincial, servindo de inspector da mesma tie-
souraria, em cumptinento da ordem do
Exm Sr. presidenta da provincia, de 20 do
crreme, manda fazer publico que no t'ia 18
e juilio prximo vindouro, parante a junta
da tazenda da mesma thesouraria, ss ha de
arre
&$m??:ttsto.
CAMRKJS.
Sobre Londres, 27 :\;U lio d. e 27 7iS a 90 d.
Paria, 350 rs. por ir.
Lisboa, ll."i por '"!, de premio,
ir Kio de Janeiro, 2 por 0|o de descont.
Acrao do baneo ."i0 por cenlo de dividendo por con
la do ventledor. a
companbia de llehehhe fiOJOOO por acra
a o Vlilidadc Publica, 30 pur cenlu di preroio.
c: Indeinuisadura. j2 ide -..
o a da estrada t ferro 20 por Opjde premo
Discnnlo de leltras, de'S a 10.
Arcoes do Banco, 4t) a i."> de premio.
Oun .Ou(.-as bespanhulas. 2SJ 28S.V10
Sloedas de 8W00 vellias .... Iijjkio
e olOO novas .... I6$000
<5IH,H).......ojorjQ
Prala.Palaces brasileiros......yttHI
Pesos co!timnari..s......2!KK:
o mexicanos...... loSU
Passageiros, Qoinao Joaquim .Madeira, Francisco
Meudes Bodricoas, Joai|utro Jusu de Sanl'Anna, i rjoiicl
Mara Eugenia da Conceir;ao. i
.Navios entrados no dia 23. I .
Bio do JaneiroI j diss, brgoe ingle Carrick Fer-1 a arremalacao sera relia na forma da Ici
gus, do 166 toneladas, capillo John C.rrei. Opea- provincial n. 343 de 15 de maio da 1854, e
soaa, em lastro com 1W toneladas de podras ; a sol) as condicOes especiaes abaixo copia-
Astl-y A C. Pertcnce a (lasco. das.
Bichmond40 das, brigue americano Brandywi- ,\s pessoas que seproporerem a esta r-
ne, de 207 toneladas, capiia,. D Gormicli. pos- malaco comparer;am na sala das sessoea
soas. carga I,.il.S barricas com laiinha de Ingo ; i m,WI1,, ;,,,_ ,. j- : p""1-
a Roslroo Booker & C. Perience a Philadelp!,i. ^|m^'"a '" cima declarado,
Da comroissac_v,,por de guerra .brasileiro Beheri- PC| IUei dla COmpeieillcatCnte habilita-
rremalar a quem por menos lizer a ohra da I"irP,lll":uIarfls -' 'Ir si, as quaes estSo It-
oncluso doraiodosul daessa de datan- Xasduaa "Ihas salientes, perto do 2 deci-
O, avaliado em 66:0059720 rs metros, e formando urna cruz
AI.FANDEI.A.
Kendimeulo do da i a 23. .
dem do dia 25......
:88:15>l2
24:5619727
412:7* 6/13
^oito bt ^eti*mmtt0.
A mbla hontpm enlranilo ns apreciarlo da
primeira lUteoMSo do projectn n. ."" deste auno, qu
autorisa o c^overno a mnlratar com Carlos I.qk l,a-
hau'iere o cslabelecimenln dn urna (abriei ceir, de
acucar em qualquer do* lugares da provincia, ora-
ram os Srs. Maooel Cavalcan e Ignacio de Barros,
fcando adiado.
Coolinnando na segunda diccussHo do orcamento
municipal orramos Srs. Nasciroeuto Porleiln/Dieo'
doro da Silva, Gonc,ilves Guim>inie4, Manoel C!ivil-
caati, >xf\c, Epamiuoudas de Mello, Ignacio de
Barros, Paula Biptisia, e Soaza H.-is, licau.u ainda
adiado, unido-.e voUdo ale o att. *J.
A ordem do da para hoje he a mesma.
otvt&p0to enca.
CUMARCA DE FLORES.
Scnhorcs redactores.Como as eleiroes para de-
potados provinciaes estejam prximas, lembro aos
lllm-. Srs. elettores do circulo de Llores, os seguin-
tes seobores, pois sao pessoas qoe estao no casd de o
seren.
Para deputados.
1. Dr. Francisco de Paula Baplista.
2. Padre Margal Lopes de Stqueira.
3. Dr. Antonio dos Santos Siqueira Cavalcanti.
Para soppleiites.
1. Melehisedech Gomes Pereira de Vasconcellos.
2. Dr. Jos Quintino de Caslro Lco.
WublitactZ i petivo.
Senhores redactores.(*:Para prevenir fu-
turos, pesso-lhe a publicagflo da eertidSo a-
baixo deste, pois sou seu amigo o obligado,
Caelano Pinto de Veras.
0 padre Venancio llenrique de Rezende
presbtero secular,ollicir I da imperial or-
dem do Cruzeiro, conego honorario da
capella imperial e vigario collado da fre-
guezia do SS. Sracramento do bairro de
Santo Antonio do Recife, etc., etc.
Certilico que a folhas 8 verso do Iivro 7."
dos casamentos, sh acba um assento, que
vai bem e tielmentc copiado, e he do llu-or
seguinte :
Em 28 de junho de 1856, pelas 6 horas e
moia da tarde, em oratorio privado, dispen-
sados os proclamos por S Exc. Rvma e nao
constando alaum outro impedimento, alen
do de crime pelo mesmo senhor dispensado,
em minha presenca e das lesteitunlius Ma-
D. Joanua Mana de Dos, viuva do senador Jos
Carlos Mairink da Silva Pernio, roga no respeilavel
publico digne-se de apreciar os dous documentos a-
baixo transcriptos :
Diz D. Jo.i,na Mara de Dos, viuva dn senador
Joso Carlos Mairink da Silva l'errao, que precisa que
0 escrivao S.iraiva, a vista dos autos de aulnsmeulo
de urna pelir,iiu para msnolencjo feila pelo Exm. so-
nador AnL.nio l.uiz Dantas de Barros Leite, Ihe t'e.
por eertldio o Ibeor da aita pelicao, e despacho nolla
proferido. Pede ao tllm. Sr. Dr. jui/. municipal da
primeira vara mande passar a certdo requerida.
E R. Uc.
Pasos. Recife 6 de maio de 1857.V. Lins.
Joio Saraiva de Araujo Galvio, escrivlo do ni70
municipal da primeira vira da cid irte .lo Recife
de Pertiambuco, por S. U. o Imperador, que Daos
guarde, etc.
Cerlilicu que a pelicao de que faz menefla Sup-
1 licante em sua pelicao supra, lie da forma, modo,
maneira e Iheor seguiule :
lllm. Sr. Dr. joiz municipal da primeira vara.
Diz o Exm. senador Aulonio Luiz Daulas de Birros
Leile, que liavendo mandado da corte do Rio de Ja-
neiro ama procuracao bantnto ao desembargador
l'irinino Antonio de Suuza, somanta para snignar :.
escrlplura de compra da oro sobrado e tle orna terca
parle de urna casa terrea de quina peqi a ao inoim
sobrado, ambos sitos na ra .to Hospicio desla efdn-
ile, que Ihe ven leram o Dr. .lose Augusto Cesar Na-
boeo tle Aranjo. e sua rnolher D. Joanua Ricarda
ds Aguiar Naboeo de Anejo, all residenlss, socce-
tleu que na lila escriplura Jos Pires Ferreira, e Boa
mulher D. Mara Calltarina Leonor de Seixas l'errao,
piuwiradires daquelles vendedores, por excesso de
procoracio qoe para isso Ihe liavi.ttn Conla.io e trans-
cripto no mesmo instrumento, nclla coits.igraram a
con.Iijao do sopplicante tapar o porlao do quintal do
sobrado, e tirar toda e qiislquar sirventia delle pelo
terreno, que lite Tica contiguo, Invoque isto Ihe f,V-
exigido pela proprielaria do niestno terreno ou p r
seos soccessores, condicao esta a que o procurador do
supplicaiile acquiesceu e aceitnultra vires niah-
dali. E como quer que dito procurador do soppll-
c.inte aceitando essa odiosa condicao imposta n -
quilla escriptura m^l comprehen loo o man I.,Fo* no i
para isso o aae aulorisava, pelo qae nAo pode o sop-
lilicante responder e ralilcar, o nao lite cotiVtnlia por
modo algum a' ella soueilare nessa parl,vtslo como
nao len.lu sido declarado expressamenle pelas pes-
soas qne constituirn! esss servido naquelle local os-
labeltcida, lia mais .le ^t) anuos, dos diversos dono*
dscs predios, antecessores to sopplicante que nao
cnnlinuava-llie, consileradn qoe subsiste em seu ti- !
'eiro vieor. nao pode amis caducar, e permanece
seropre como direito real, segando sosias Coelha da
lincha, _! .ViS e os demais iclo, o supplicante para
conservado e resalva d eus rlireiloi vein nesse aetv
lido rsquerer a" V. S. se digne de nadmtllir a pro
leslar contra a existencia e adimpleroento dessa con-
dicao indevidamenle estipulada ii-.-.n-IU escriptura.
mandando tomar por termo este protesto, itiliroa-lo
a' proprielaria dn referida terreno contiguo aos pre-
dios do supplicante, e que he D. Joanna .Varia de
Dos Gomes Ferrio, viuva do senador Jos Carlos
Mairink, e a quem mais da dir lo Ir, e finalmente
j.ilga-lo por sciiimc.-i para que pos-a prn.lozr us setis
aridieos edeito-, ludo na forma da le e do eslylo.
Outro sim, receiando o soppliranle que a Hita pro-
prielaria, ou algoein por ella o perturbe na legitima .
posse, que Ihe cabe no predito local, vein requerer a ,,enel,ra
V. S. se digne de concder-llie miinl.idode m.inu-
toatjBo delle, sendo o mma mandado intimado a
essa viuva, alitn de que na mencionada ptsse o nao
turbe, soh pena, s? o contraria liz-r, de pagar em
c mmenle ao supplio.'.nle s qu.nilii de 2:IXH)J rs.,
alero das pardas, lucio- eessantOS e dainuos emergeit-
lea, q'io aiinat se liquidarotn, e eolias ja liciaes.
Nesles termos pede a V. S assim Ihe delira. E
II. Me.
Recife 3 de abril de LS77. O advegado, Drum-
roond.
Dislrihuida, l.tvrese o lermo de prolesto, e passe
mandado de manuleucao
Recife :'. de abril de 1857.Vellozo Lins.
E mais se nao conliitba em dita pelicao e despa-
cho, que eu escrivlo no nrineipi i desla declarado e
abaixo assigoado, bem e lielmente extralti por earli-
lao do praprio original a qne me reporto, e va na
ver.lade sem causa que duvida faca, escripia e ass g-
nada nesta sobre.lila ci.lade do Recife tle Pernam-
buco aos 7 dias do mez de maio do auno no nasei.
ment t'e Nosso Senltor Josas Christo de I857. E
crevi e assignei.Ero fe de verdade.Joio Saraiva
de Aranjo Galvao.
Diz D. Joanna Mara de Dos, que precisa que o
Ubelliao Almeida lite di por eertiofloo Iheor da es--
criplorade venia que Tizeram o Dr Jos Aagtistu
Cesar Naboeo de Araoot e soa mulher ao Exm. se-
mdor Aulonio Luiz Danta) de Barros Leile, de um
sobrado e parte ds urna casa terrea silos na ra do
Hospicio desla cidade por isso pede ao lllm. Sr. Dr.
OS municipal da segon.lt vara mande passar a cer-
tn! lo requerida.E R. M.
Passe. Recito 28 de abril de i,S.i7.V. Lins.
Francisco' Bapusla de Almeida, eavalleiro da impe-
rial ordem 1a Rosa a labelliao publico de notas
nesta cidad da Uocife c sen tonno por S. M. o
Imperador que Deas guarde etc.
Certifico que, em virtude do despacho stipra, qic
revendo o m"ti segando Imo verso a folhas i'.l verso, nello so acba laceada a es-
criptura da que se refere a .supplicanta cuj.i iheor
he o seguinte :
Escriptura de compra, venda* (ransaceao que on-
tre si faiem .!e tima parle Jos Pires I' r tira e soa
mulher I). Mara Calltarina Leonor de Sellas l"er-
rilo, per si. e como nroeorador do Dr. .1 Augusto
Cesar Nabuco de Aranjo e ssia mulher i). Joanna
Mara Ricarda ,le Ajina- Naboeo de Antojo, e de
oulra o desembargador Firmino Antonio oe Sonza
como procurador do Exm. senador do imper o An-
tonio Luiz Dantas de Barros Leit, to.li como abol-
so aa declara. Dislrihuida a folhas 94. Um nome
de Dos, amen.
Descarreg.iro boje 26 de maio.
Barca nsle/.aAmateurlonc,a.
Bares IngleaaFleel Wingbacalhio.
liri^ue ingleaEnnerdalemerca.iorias.
Brigue inglesUlgoonillsIr'lnos tle Ierro.
Ilriguc IporlucuezTarojo III tliversos genero<.
Hrigue porluguezRelmpagodiversos gneros.
Barca americanailannak Thorcslonfannha do
trigo.
Brigaa haroburguezElhcmerradorias.
lliate nacionalCablbnribateneros do paiz.
CONSOLADO CERAL.
Hemlimenlo do da 1 a 23. 71t300jp208
dem do da 25....... 5:40O521
be, coiuinatidaiile u capilao do fragata Joso Mana
Rod ligues.
Navios saludos no mesmo dia.
Itavrebarca frmiceza Venezuela, capitn lirsson,
carca assucar c algodao.
Rio de Janeirovapor sardo Genova.
Rio de Janeiro e portes intermediosvapor brasi-
leiro Imperador.
Em.coromissnobrigue de guerra brasileiro Cearen-
cc. cuinman.lante u pritueiro lenle Msmede Si-
miles da Silva.
>
2:300,000
76:7003822
DIVERSAS PROVINCIAS.
Rcndimentn do da 1 a 23. .
dem do dia 25.......
6:7Ko7O
47:1^1! 1
7:2205651
DESPACHOS DE EXPORTACaO PELA MESA
DO CONSULADO DESTA CIDADE NO DA
25 DE MAIO DE 1857.
ValparasoBarca inglea njame Anna, Amorim
Irmflos, 1.1MH saceos assucar br.mco.
CanalItrigue inglez i.Mary War, C. J. Asllex,
l,2ut) saceos assucar mascavado.
Bn"nus-AyresPolaca hespanhola ottositat), Isaac,
Cuno C., 3'JIJ barricas e 100 saceos assucar
braitco, 151) barricas dito masenvado.
zzsuttizssZfSSSTSm*, jnm..2500 rs- *sa p* m"'tu para
O lllm. Sr. contador da thesouraria
provincial, servindo de inspector da mesma
thesouraria, em virtude de resoluso da jun-
ta da fazenda, mana fazer publico, que do
conformidad com as lois, peranie a mesma
junta, tlevem ser arrematados por munici-
pios e comarcas no dia 10 de junho prximo
vindouro, os ioiposlos seguiules :
Municipio do tteeile.
28500 reis sobre o gado uiorto pa-
consu-a:o, avaliado annualtntO-
le em 60.502,000
Municipio de Olinda.
28500 sobre o galo morlo para
consumo, dem dem por
Comarca de Goianna.
2-500 rs. sobre o ga.lo morlo para
consumo, dem dem por 6:864,000
Comarca de azareth.
29500 rs. sobre o gado morlo pa-
ra consumo ide.-i idetn por 4:650,000
Comarca do Pao d'Allio.
tOO rs. sobre o gado morlo para
consumo dem dem por
Comarca do Cabo.
2"o00 rs. sobre o gado morlo para
consumo idern dem por
Gomare, de Santo .ntio.
25500 rs. sobre o gado morlo para
consumo dem dem por 8:080,000
Municipios do Rio Formoso
e Agua l'rela
2>500 rs. sobre o gado morto para
consumo dem idetn por 2:657,000
Municipio de Serinhaem.
28500 rs. sobre o g;:d)b morto para
consumo idetn idsjm por 590,000
Municipio do Igu.irassu'.
Arrematadosconjuetanicuto :
dos.
E para constar se manJou allixar o pre-
sente e publicar polo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de
Pernambuco 23 de maio de 1857.O secreta-
rio, Antonio Ferreira da AununciaQ3o.
Clausulas especiaes para a arrematarlo.
t.a A conclusao do raio do sul da casa de
detengo, consiste as obras dispostas no
orcaiiieulo.uo valor de 66:0058720 rs.
2.a as obras serao coDiecadas dentro de
um mez, depois da a.ssignalura do termo de
arremalacTto, e concluida no prazo de um
auno.
3." O arrematante na esecuciio dos t'aba-
Ihos guiar-se-lia pelo que se acba feito no
ralo do norte, e observara em tudo as pres-
cripeoesdo cagcnlieiro que inspecionar a o-
bra.
*. Os mestres empreados na obra, serSo
daapprovor;ao do mesmo engenheiro.
5.a O arrematante sera ohngudo a receber
pelos presos do ornamento, tolo o material
existente nos depsitos da obra, desconlan-
ilo-se o seu valor da importancia da primei-
ra preslacao.
6.J A importancia da obra ser devidida
em qustro prestac/tes iguaes, realisadas as
'pocas eslab=lecidas no art. 9 da lei n. 286.
7." Tuto o mais que se nao adiar squi dis-
poslo, sera regulado segundo i>s disposiQfies
da citada lei. Conforme, o secrelario a. F.
da AiiNuiiciiH-fio.
4:210,000
1:592,000
,-Si-"a*r "
fi*.:.v-.

.. .-. :>
..* :.
(abtree t\ C, l.soo saceos assucar mascavado.
1:810,000
Oirectoria das obras mi-
litares.
I'rocisa-se reparar u coberta do quartel da
Soledatlo ; quem por empreitada se qui/er
enearregar deste trabalho, pode comparecer
na direcioria, onde seacba o respectivo or-
namento, ese faz o conl.-alo al 26 do cor-
re ule.
Pela subdelegada da freguezia da P.oa-
Vis'a foi appreneiidiuo um cavallo ruQO com
caagalha, que andava vagando no lucardos
Gocllios : seu dono juslilicando lite sera cn-
treguu. O cavallo acna-se em deposito.
CO.NSELUO ADMINISTRATIVO.
i O cii'.i-eliiii adtninislralivo tein de comprar
segutnlc :
Compendios de arilhmotica 6, areia prela,
l'icar-vos-liei reconhecido se tivcriics a
boudade de escrever aos diversos corpos ou
suciedadas SCteollicsg da Europa e da Am-
rica, para levar esle faci ao sen conlieci-
mento, edar-lhe publicidade, rogaudo-lhes
que bajam de dar conhecimenlo a acade-
mia das sciencias de Franca, do lugar e;u
que estes cylindros forem encontrados. Rc-
cebei.Sr. secrelario perpetuo etc'.Assigna -
do, Napolen. Conioruie. -Francisco Jos
Piubeiro GuimarScs servindo de ullicial
maior.Conforme, Francisco Xavier uom-
lerapo.Conforme.-0 secretario,. Alejan-
dre Rodrigues dos Anjos.
Circular D negocios da mantilla era22 de abril d<< 1857.
llm, e Exm. Sr.Avista da inclusa traduc-
cSo da copia que me foi transmittida pelo
ministerio dos negocios eslrangctros, cuai
aviso ti. 15, de 8 do frrenle, da carta que
S. A. I. o principe Na^OleSo, lia sua viagem
aos mares do norle, dirigi ao secretario
perpetuo dtt academia das sciencias, com-
muuicando-lhe ler mandado lanoar da bordo
da crvela La leme Hortense, etu dtlleren-
tes lugares, varios llucluanius com a indica-
cSado poni da respectiva partida, para re-
conhecer ullerio: mente, sscorrentes ciesses
mares, couvetn que V. Esc. na coulonnida-
de do que requisiUra a legaco de S. M. o
Imperador dos Fiancezes nesla corte em a
nota, que acompaniou a citada carta, ex-
peca as precisas ordeos a capitana desse
porto, para recommenj."- poji capilfies dos
navios mercantes naci -elle existen-
tes, que se encontrareis! dos di:os
llucluantes, o iccolliam, 0 cnireguetu na ca-
pinania desla corle, se. a ella vieren), c no
caso de se dirigireni aoulro porto ao respec-
tivo cnsul francez, ou a quem suas vezes
lizer, declarando quando oacharam, ecm
que lugar, edando>quaesquer ouiros escla-
recImentOS para as observac-Ocs scieutilicas
de iue trata a menctonaua caria.
Lieos guarde a V. Esc.Jos Maria da Sil-
va Prannos, sr. presidente da provincia de
Pernambuco.
Cumpra-se. Palacio do governo de Per-
nambuco, em 18 de maio de 1857.-Portel-
la. Conforme. Francisco Lucio de Cas
tro.Conforme. O secretario, Alexandre
Rodrigues dos Anjos.
Opresiden.e do conselho doqualilica-
cao da guarda nacional da freguezia de S
Jos, previne a todos os ciladfios guardas
nacionaesdo respectivo bjtalhfto, que ro-
quereramscr incluidos na lisia da reserva,
que tleveriio comparecer no consistorio da
matriz da mesma freguezia, no dia 28 do
conenteao mcio da, alitn do seren compe-
tentemente inspeccionados.
- Esistiiido no almosarifado desla rc-
ne.:"io, urna porcSo de plvora arrutftaHa,
Al.- o dia :',l dele rner. espera-sc da Europa, nm
dn vapores dc*la oarapanhia, o qual, depois ta de-
mora doeostuma, sesuira para o Rio tle Janeiro.bi-
Cando na Pahta : para passageiros, ele., trala-so com
os agentes Adanssoa llowia tSt C., roa do Trapiche-
Vovo n. 12.
Para o Rio d .Janeiro
Segu era poucos dias o patacho nacional
Tamega, para o resto da carga e passageiros,
para os quaes tein escolenles commodos :
trala-sc com os consignatarios Novaos & G ,
ua ra do Trapicho n. 34.
Para a Babia
O veleiro e bem conhecido palhabote Dous
Amigos, pretende sabir nestns oito dias;
tem promplo tnotade de seu carregamento :
para o resto e passageiros, para os quaes
tem escel lentes commodos, Lrata-se como
seu consignatario Antonio Luiz Azevedo, na da Cruz n. 1.
RECEIfi-.ODItlA DE RENDAS INTERNAS GE-
KAES DE PERNAMBUCO.
Rcndimei.lti do dia 1 a 23. .' 15*00;,'i!2
dem du da 25....... 1:9318019
17:7318631
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendimenlo do .lia 1 a 23.....Ifi:131?90l
Llem do da 25....... 3:49$310
49:5819211
Imposto! a cargo da collectoria a-
aliados per pnnoem 823,000
20 por 0[o d'aguardente i-Jera dem n4,000
Comarca do Bonito
Arremal.odos conjuctamente : ,
S9500 rs. sobre o gado lalhado e pa-
ra negocio o uizimo do mestno
gado, avaliado animalmente cm 2:770,000
116,000
PALTA
, j grnrros r proiiurnlrs iiricionaes que se drupa-
r/iam na mesa na semana de 25 a 30 de maio de 1857.
Assucar braneo.......@ $30Q
o 33200
53120
i) 73650
B 7-250
6a850
o t912
caada 8850
w>oo
3800
SSOll
cunada SMM
botija --''1
caada 8800
garrafa 3200
arroba 3-.'iln
mascavado.
refinado .
Vl-o.loo em pluma de l.a
2."
1) 11 M 3."
sor le
cip carorn.........
Aguas articulesalcool, ou espirito
d'asiianlente. .. .
o do cachara.......
d tle caima.......
dislilada e do ruino. .
Licor .
unta
um
u
milbeiro
arroba
cento
cento
i
L'm
noel Figueiroa de Farias, casado, c Joaquina j eriplnra .le v
Maria de Carvalho, moradores nesta fregu-i
zia, se receberam solemnemente em matri-
monio y.or palavras de presento, recebendo
logo as heneaos nupciaes Caelano i'inlo de
Veras, viuvo de sua muilier fallecida D. Ma-
ria Ferreira da Silva, com D. Irancelina Di-
niz da Concei?5o, solteira, todos brancas,
myradores nesta freguezia. Oo que li/. este
assento, e em testemunho do verdade assig-
nei.O conego vigario, Venancio llenrique
de Rezende. Nada mais consta do dito as-
sento ao qual me reporto. Sanio Antonio do
Recife I. de julho de 185ti. O conego viga-
rio, Venancio llenrique do Rezende.
Ueconheso verdauetra a assignatura su-
S'ibr.m qu inlii es!c publico inlium;nlo .le
.enda, compra o lransac(3o virem rue
.....".....lo Na^cimento do Nosso Senhor Jesas Chris-
to .n- 1854 aos 20 dias do mes de sale'mbro nesla ci-
dade do Recife de Pernambuco en o mu earlorio
na roo do CollegJo da Lfregu,zia de Sanio Aolonio
onde apparacoram partea prsenles ooloreanles.con-
Iratantea, ostlpulunlea e ac tilaoles, a saber de nma
Jo-o Pires Ferreira e sua mnlher D. Uaria Clhan-
ll.i Leonor ,1c Si'ixas pernio residentes nesla cida le
por si c como procurador lile inoslroii ser pela ; o-
curacaoabaixo Iransrnpla .lo Dr. Joso Aotusto t>-
-or .Nabuco de. Araojo, rssid.-i.le na corle .lo |( o de
Janeiro e da nutra o deseniliaru'.ilor Firmino Anto-
nio de Soasa residente tiesta cidade, como pracura-
dor que moslrou er pela pmcoracao. lambem abai- Toros de talainba .
xo eoplsda do Exm. sena ios Jo imperio Antonio Varas de pereira .
I.uti Dantas de Barros Leite, reidente na supradila agailhadaa
corte do Rio da Janetro.pcsstias ludas couhecida de o quiris ,
Arroz pilado.
em casca...........alqueire 2-tMO
Azeile de mamona........canada 13280
> meiidoiiiin e de coco. 13140
de peixc ......
Aves araras .......
papagaos.......
Periquitos.............
Bolachas ............
liscoilos............
Cacau .............
Cachimbo........, .
Caf bom............
em grao reslollm ....
com casca.........
muido...........
Carne secca ..........
Cera de carnauba ein pi, .
o etn velas.........
Charutos bous.........
a ordinarios......
retalia e primor .
Cocos seceos..........
Cooros de boi salgados.....
d seceos ou espixadus. .
verdes..........
tle onra........
o cabra corlidos .
n carneiru.......
Doce le cabla.........
D goiaba........
secco ..........
o jalea ..... ......
Escoliadores grandes.....,
d peqaonos.....
Esleirs tle preen.......
Eslpa nacional........
eslrnngeira, mao d'ubra
Farinha de aramia.......
ti nuil.........,
i> mandioca.....
Fcijilo............,
Fumo em rolo boai.....
o ordinario .......
i, em foiha bom......
a ordinario ....
a reslolin......
Gcnsibra...........
omma...........
luecacuaaba.........
Lenha de achas grandes .
* I pequeas .
u > loros....... i,
PranchOos de amarellode 2 costadus um
II o loiiro......... u
Costado de amareUo de 35 a 5o p. de
c. 0 2 '. a 3 tle I..... i,
ii derlito usuaes....... i>
Costadiuhe ile dito ...,,... a
Soalho le dilo...........
Forro de tlito........... w
Costatlu le Itiuro .........
Costadinbo tle dito........
Soalho de tlito...........
Forro tle dilo...........
cetiro
1 lll-illil
33000
-I3OOU
>5l20
93OOO
53300
4-50.111
535041
I3OOU
i- .1!
III- III I
53JO0
IO3OOO
1290011
1-3700
DSiHl
2?")llil
23560
Mo
Si.'.ll
3226
15300(1
3 160
saco
3tou
3320
3800
3610
--. ni
13000
i"
IJtiO
IM.HI
:;--, 11
2B00
Alqueire 2350U
alqueire 83UUO
fti/.imo do gado eavallar idem
mpostos a cargo da collectoria do
municipio do Bonita ileo> dem 6l2,00r!
20 i'ii) da agurdente idem idem 42,000
Municipio do llrejo.
Arrematados conjunclamenio :
25500 rs. sobre o gado alhado pa-
ra negocio e dizimo no mesmo
^ado, avaliado annualmenlu em 1:61)3,000
Dizimo do ga Jo eavallar idem 52,000
Imposlos a cargo da collectoria idem 594,000
20 0|u da agurdenle idem idetn 38,000
Municipio do Cimbres.
Arrematados conjuuclamcutc:
2500 rs. sobre o gado lalhado pa-
ra negocio e dizimo do mesmo
gado, avahado animalmente ein 1:211,000
Di'.imo do gado eavallar idem em 105,00
1 mpostos a cargo da collectoria
dem idem em 311,000
20 0io da agurdente idem idem 38,000
Comarca de Caratiliuns.
Arrematados conjutictamentc :
2;.,00 rs. sobre o gado lalliado pa-
ra negocio e dizimo do mesmo
gado, avaliado annualmcmu em 2:763,OO
Di/.tmo do gado eavallar i em 80/000
Impostos a cargo du collectoria
dem idem em 451,000
20 0|0 da agurdenle dem idem 60,000
Comarca de Flores.
Arrematados conjuntamente :
33300 rs. sobre o gado lalhado pa-
ra negocio e dizimo do mesmo
gado, avaliado animalmente em 3:173,000
O lllm. Sr. corrector geral, Frederico
liobilliard, estando prximo a fazer urna via-
gem a Europa, faia leiliio por intervengo do
preposto do agente Oliveira, de toda a mo-
bilia etc., da casa de soa residencia no cam-
po, consistindo em sof, mesa redonda, con-
solos, bancas de jogo e para outros misteres,
cadeiras usuaas, ditas de balanco america-
nas novas, ditas estufadas de encost, piano
de cxcellento vozes, eteiras e tapetes de sa-
la, lampeo s de globo, lanlernaa, eaixaa com
pistolas de 5 tiros, o ditas para duello, cai-
linhas para voltarete com lixasde madrepe-
rola, copiador de cartas, carleira, urna con-
certina rom msica, jogo de. corridas, guar-
da vestidos, commodes, secretaria detSegre-
do, lavatorios grandes e pequeos, toucado-
res, opltma cama de ferro grande, ditas pe-
quenas, mesa elstica para 24 pessoas, ap-
pa-cle.os delourjapara jantar, dilos de por-
cellana para almoco e cha, bules de metal li-
no, cobertas de dito, garrafas e copos para
vinbo, facas, garlos e colheres, por<;3o Ue vi-
nho engarrafado de superior qualidade, um
carro para seis pessoas de dous ou do um ca-
vallo, com arreios dobrados e singelos, 2
cabriolis, sendo um novo, 2 ca val los, sel-
lins com arreios, trem de cozinha, dito para
jardim, u infinidades de objectos assas ne-
cessarios ; alem dos artigos supramenciona-
dos, llavera lambem escellenle hambre,
queijos, bebidas etc., para o lunch: terca lei-
ra 26 do corrente, as 10 oras da manhSa,
sitio da casa amarella, junto ao da l.sma.
baroneza de Bebenbe, na punte de UchOa.
Transferencia do leilSo de farinha com
avaria.
O leilflo de farinha e trigo, anntinciado
para terra feira 26
'.era do becco
mandila em
prer;o offere-
boas de i o u i o de assoaliio, duzias 22, sendo
2 duzias para as obras militares, ditas de
dito de forro para as obras militares, duzias
2, blacli-verniz, barril 1, spalos feitos na
provincia, pares 540, CorUSo de 13a preta, va-
ras 480, botoes pretos de ma.->sa para capo-
tes 30(10, casemira carmesim para vistas, co-
vados 7, sitete depunho com armas impe-
riaes, e legenda inspectora do terceiro dis-
tricto militarl, dilo para prensa com a le-
genda, compauliia de artfices 1, cal prela,
alqueires 20u, dita branca, alqueires 12, li-
jlos de alvenaria, milheiros 2, pregos fran-
cezes, libras 10.
Para o presidio de Fernando.
Escarradeirasde metal 50, camisas de fla-
nella 20.
Qui-m quizer vender, aprsente as suas
propostas etn carta fechada na secretaria to
conselho, as 10 horas do dia 20 do correle
mez.
Sala dassessOes do conselho administrati-
vo para fornecimento dn arsenal de guerra,
18 ue maio de 1857.Manoel Ignacio P.ricio,
presidente interino.Bernardo Pereira do
Carino Jnior, vogal o secretario.
amero banco d per-
nambuco.
A direcro do extincto lianco de Pt-r-
nambuco leudo de dar lim a sua liquida-
c.to no tilliino do corrate me/., convida
por isso aos possuidorea das respectivas
nainbuej e-n 23de mato de 1857.- O secre-
tario Alexandre Rodrgaos dos Anjos.
una
ta>
:
i
.i
i.
alq.
B)
cento
i)
1O303U

I23OJ0
83OOU
Tm.h
23HW
3 300
3230KJ
j.y. iix 1
I KJU
i; jo
21 11
I63UUU
342.0UU
Ol AHT.V-FEUtA 27 1)0 CjjTlUKXTE.
Primeira recita la 1 saigriatara.
Depoi< que a orcheflra [dirigida pelo imiane ar-
Uala l'eilro Baplala tiver eiecntado ama il seas
111. II; .res ouverlnrtis, mibir pela primeire ve/ a
trena noasa llir-.itin a inlerosaaula coiiipih t-m 3
.'irlos, eomposif*8o to Sr. Sirpa.que tem por titulo
0 CASAMENTO DESPACHO.
lie innlil ilerrevpr a iililiinidatle dela comedia,
pois qne he mais que bailante o nome tle seu autor
para ii;ln Itav^r nula a tlptejar.
Flnalisar ne deville em dnui setos inlitulailo
BAIVHA Di IVITOL
lazcntln a parle tle ralada a Sra. D. Isabel.
lie ente o espectculo com que a sor-telarle ''ra-
rnaliea pretende dar principio ans seas tralialhos, e
espera que o re'pfilavel publico llie c .tice.lt sua
benevoleitriit. Os Sr-. assignanles goaaria da ga-
raotta to ile por cento tle alate.
O reto tos U'.llteles arliam-*c a venda no escrip-
torio 4o mesmo lltealro, a qualquer hora do dia.
Principiara as S lloras.
provm-
1857.O s
999.0U0
40,000
Iu/.miio do gado eavallar i.iem
Impostos a cargo dos collcctoros
idem idem em
20 0|0 da agurdente idem
comarca da Boa-Vista,
Arrematados conjuntamente :
1,500 rs sobre o gado talbado para
negocio e clizimo do mesmo ga-
do, avahado animalmente em 3:091,000
Dizimo do gado eavallar, idem 209,000
Impostos a cargo dos colleclores
incluidos os 9003 por escravo ex-
portado, avahados animalmen-
te em i :442,000
20 por cento de agurdenlo idem 31,000
Imposto de 20 por cento sobre o consamo
de agurdente nos municipios
segui utes:
Olinda avaliado animalmente ein
Uoianoa idem idem
.Nazare'.'t iaem idem
Pao d'Allio idem dem
Cabo idem idem
Sanio Anlfto idetn idem por
lio Formoso e Agua Pieta idem
idem por
Scriutiem iJcm idem
335,000
81,000
80,000
96,000
56,000
254,000
ar
DE
notas de emiasSo, a trocai'em-nas ate
aquella dala, na caixa filial desta
ca. Recife, 5 Je maio do
cretario, Joao Ignacio do Medeiros Kego.
o lllm. Sr. capit.io do porlo, mandan-
do dar publicidade ao aviso to ministerio da
mariuha do22 do me/, prximo lindo, aeom-
panii i.> da Iraduccao de urna carta <\uc sua
alteza imperial o principe Napoleao, na sua
viagem aos mares do norte, dirigi no secre-
tario perpetuo da academia das sciencias,
commuiiicando-lha t:-r insudado lancar de
bordo da corvla La Reine Hortense, em dlf- baver baile publico ; os cartees estarSo
lerentcs
Baile
lSCilS E tUJTUtt
NO
PALACETE DA KUA DA PftAIA.
Sabbado 30 do corrente.
Por se ter transferido para junho o diver-
t ment particular marcado para osle dia,
arantes lugares, vanos llucluantes, com a i venda no dia do divertimenio, o qual deve
ndicacao do ponto da respectiva partida, principiar as 8 horas e terminar as 3: os
para reconhecer ulteriormente as correles senhores socios do divertimento [articular
desses mares, recommenda, -etn observancia deven, procurar os seos cartOes na itoito do
douisposlo no diloaviso edo ordetu doFxm. dia 30.
sr. vice-presidente, da presidencia de 18 do
corrente, aos seobores capilSes de n.ivios
mercantes nacionaes.existenles ueste porto,
que se eutontiarem algum dos referidos
llucluantes, o lecolham, o entreguen) na ca-
pitaniada corle, sealii forem, eno caso d
dirigrem-se a outro porlo, ao respectivo
cnsul Irancez, ou a quem suas vezes lizer,
declarando quando o acharam, e eoi que lu-
gar, e dando quaeaquer outro esclarecimen-
tos para as olisc vagties scientilicas, de que
traa a mencionada carta.
Capitana do porto ,.c Pernambuco 20 de
maio ue 1857. O secretario.
.. Alexandre lio-
52,000 dngues dos Anjos.
34,000. Traduccao.Copia.Experiencia sobre a
ir An-i'o?^',?? Sea5!l,f,^I0m|,0de d"Ccao das correles do ocano atlanlico
[resanos, acontar i'.o f dejulho do cor- do norte
r! sn,ai"c",,t; ,f,f dC,jUuh? ,, Tan -, S das1i",ler,lu'7. n for- EliedeBeaumonl, secretario perpetuo da a-
te ,1 85' rcgulamento de 3 de egos-! cadeoiia ,.,s sciencias.
llmJ Aborda da llaitiba Hortense, aos 20 de a-
rc-ZCTL?JCSepr0>0Z?r0? a ssla "I" 80todel83fi,noportodesernck
rcinaiac.io comparecam sala das, sessoea da iiandj .sr.
SLCielario perpetuo.
SeiTdi.Uan1, t 1 re^il Vtd,aS "a "rt 75,d" ; Jia' "a s'<>eoUnaa. encontrara.
,, "i t m t.-.s tuj.lciras bulantes, que depois
t para constar se m.MiJou allixar o pre-! uor muiiu lemoo <,.i ,, m ^
qninlal
iiii/i.i
:','-ni:)
ilsoool801!186 t'Uu|icar pelo Diario.
7 ;l Secretaria da tbesouraria provincial de
l-.m., Pernambuco 19 de maio de 1857. O secre-
S-I..II; lario, AntO|,i0 Ferreira da .\nnuuciac5u.
JaOOO Art-" contratos'da arrematacao de
'",u'i're" ('ue importarem em mais de dous
33000 co,,t?s da ru'is, serio eioctuailos sob a ga-
1280
1-S'ilH)
19920
i;*u
rautia do dous liadores id
quo lenliam
ilhasShe-
.\as Habas
as Islan-
tn-se uiui-
. ois de botar
por tnutlo lempo sobro o mar, sob o impul-
so das correles, terminatu dando abi a
costa.
A principal parte deslas madeiras, he de
pinho, mas nu appateccu indicio algum se-
guro da nua origem.
Eu quiz que a iniuha viagem aos mares do
notte, contribuisse ao ulterior reconheci-
meuio deslas crranles, ja esludadas as
--------------.,uululuuul,U3|l|uuwmllm memo tiestas crlenles, ja esludadas as
m i i rU1/' na culado o tecife, ao menos suas principies direc^oes, mas cujas ramili-
um tienes, una vez que o oulro seja notoria- cacGes sao ainda pouco conhecidas, e eu
mente aboiiado.
[maudci laujar ao mar de bordo da corveta
m
10
-. :.,

iMaran&iao
c ?ar.
0 veleii-o pallialtote nacional LINDO
PAQUETE, capillo Jos Pinto .Nones, procodeale
do Kio to Janeiro, rom metaite do SOI ciirrea
maulo, tli-,1111,1'n .titj porloa indirados, pura nudo
sesuira' com brevidade, recabe o resto da carga
como mnmodeslino : a tratar ciiin o consignatao
Antonio de Almeida Oomcs, na ra do Trspiclie n.
lli, seaundo andar.
PARA O PQUTO
o brigue Trovador seguir co:n toda a bre-
vidade, por ter maior parte tle neu carrega-
mento engajado tiara o resto e passageiros,
trala-se oun llarroea <\" Castro, na raa da
Cadeia rio Recite n. 4.
Para Lisboa vai sabir com toda a bre-
vidade a bem eonbocida barra poitugueza
Ligeira, capitao Braneo, a qual teta tai te do
seu carregamento promplo ; para o resto e
passageiros, trala-sc com V. a. de Souza
Carvalho & Coiupanlii?, largo do l'elouri-
nho ii. 5,
ilo para le-
sas com quei-
muito modr-
ente : terca fei-
ra 25 do corrente, as II horas da uiauliaa,
defronte daalfandega, armazem do Sr. A-
iles.
Antonio Luiz de Oliveira Azevedo far
leilSo porconta de quem pertencer, e por in-
tervenQo do pger.le Pestaa, de 30 barris de
peixe.deseqal) rea Jos ha pouco: segunda fei-
ra 25 do crrenle, na porla do armazem do
Sr. Annes, defronte da alfandega.
O agente Borja, em seu armazem, na
ra do Collegion, 15. fara letlo de diversas
mobilias de Jacaranda e de a,aarello, objec-
tos de vitlro, porcellana para sala e servico
de mesa, e una inlinidado de ontros muitos
objectos etc., que fora impossivel mencio-
nar, os quaes se acham patentes no referido
armazem,ao cxanie dos pretendemos : quar-
ta feira 27 do coi rente as 11 Doras.
O agente Borja, do ordem do F.xm. Sr.
Dr. juiz especial do commercio, tequeri-
mento de Joao Marlins de Barros, e ootros
ere lores de Jos Rodrigues Areia, far leiUo
da taberna sita no largo da Itibeira n. 1, per-
tencente a esle, pennorada por aquolles,
constando da armaco. gneros, especia-
rlas e utensis etc.: terga leira 26 do cor-
rente, as 11 horas em pooto, na referida ta-
berna.
O agente Ilorja levara' a elFeito, no
da (|iiiita-'cira 28 do corrente, O letlo
dos olijectos comprehcndidos no cathalo-
go, que convenienlementese distribuir',
perterJcentea ao Exm. Sr. tenente-jjene-
ral Seara. A's 0 y horas em ponto do
sohrodilo da, teta' principio o loilio, na
casa da residencia de S. Exc, aterro da
Boa-Yuta n. 08.
Leo.
Novaos & C. farao li-ilao, ]tor conta de
quem pertencer, por despacho do lllm.
Sr. inspector da alfandega, e por inter-
vencao do agente Pestaa, de 20 caitas
mana IV, de21 queijos flamengoi arrui-
nados, viudos de llamhurgo, a bordo do
navio ELBE: boje 2(i do corrente, ao
meio-dia em pooto, na porta da alfan-
dega.
Transferencia.
O leildo de ")0 barris com piche, an-
nunciado para hontem 25, Gca tansferi-
tlo para rpiarla-feira 27 do crtenle, a's
10 horas da manhSa,na porta de arma-
zem doSr. Aunes, defronte da alfandega.
Guimaiaes i\ Aleoforado faiio leilao,
porconta de quem pertencer, c por in-
tervencao do agento Costana, de uina
portee de barricas de bolachas agrandes
de I ueste, desembarcadas ultimainenlc:
quarta-feira 27 do corrente, petas 12
horas da maniuia, no armazem do Sr.
Aranjo, confronte a ponte nova.
.
i
ROIEL'.O DO I2ELEGRAPH0
Nalivraris i., 6e8 da praca da Indepen-
dencia h.t i ara ven.ler o rote ro to thelegra-
pho, novam .le rei rmado, como nome dos
vapores e unirs embarcacea que deman-
dan) este porto, a ll rs cada um.
Os abaixo assignados, com-senbores
do eobeobo Ualto-Crosso, na cidade do Rio
Formoso, declarara ao Sr. Joo nenio de Co-
veia, que baja de suspender o alevautamen-
to do novo engenbo que est levan^indo em
trras do dito engenho cima, para poupar
os abaixo assignados o faze-!o judicialmente,
caso o nSo faca. Ilecife J5 de maio de 1*57.
Manoel de Moura silva le Aguiar.Ma-
noel Eliaj de Moura.Francisco Machado
leixeira Cavalcanti.
ILEGIVEL
OT" Ji



DIARIO DE PERNAMBUCO TI-TlfA fEIBA 5-1 DE MATO DE 1R.V7,
PROVINCIA.
O Sr. thesoureiro das loteras manda
fazer puhligo, que se acliam a venda, no
pavimento terreo da casa da ra da Au-
rora n. 2fl, bilhetes, meiose quartos, da
ultima parte ta quarta e primeira da
quinta lotera de Nossa Senhorado Gua-
dalupe da eidade de Olinda, das 0 horas
da manhaa a's 8 da noitc, cujas rodas
andam no dia .~0 do corren te.
Thetouraria das'loteras23 de maodi
1857.Josi Januario Alvos da Haia, es-
crivao das loteras.
I)-se a quanlia de 1:800c000. a premio
com hypothcca e n bens de raiz, ou penhor
de ouro e prata, que exceda o valor ila
quanlia recebida : a quem convier, dirija-se
a ra da Cadeia ilo Santo Antonio, casa ta
esquina, que o dirigir pessoa que da. o
(inheiro.
Fugio na noitc do ilia 30 de abril un
escravo crinulo, de nomn Lourenco, de ida-
de de 25 iiiiiin.., o qual l'oi comprado a Diogo
Soares Carneiro de Aibuquerque, morador
no engenbo llamos freguezia de Pao d'Alho ;
o escravo tem os signaes seguint^s : altura
regular, cor nrctn, pouca barba, j l'oi surra-
do, tem a perna direita mais lina que a ou-
tra, e na mesma perna tem una cicatriz;
levou calca de case nim cinzenta.clara.nova,
camisa de algodaozinho escuro, javclha, c
chapeo de palha : a pessoa que o pegar, di-
rija-se a ra Direita n. 3, que receber 509
do gratificacao.
Quem precisar de um cozinhairo, di
rija-se a ra da Senzala Nova n. 33.
Constando ao abaixo assignado que um
raor;ode 16 annos, pouco -ais ou menos,
bero parecido e soffrivelmentc irajado, eque
se inculca serscu prente, anda de cstabele-
cimento em estabelecimento comprando e
pedindo amostras com o.lim smentc ce lo-
grar aos que em suas labias acreditam, ou
do prejudicar ao annunciante, como de pr-
ximo aconteceu na loja dos Srs. Peres c Vas-
concellos, e de Paula dentista cqm perfuma-
ras ; e para qne nao continuein tacs abusos,
o abaiso assignado declara quo se nao res-
ponsabilisa por cousa alguma que em sou
nome seja pedido e entregue.
JoSoda Cunha P.eis.
Compra-so effectivamento bronze, la-
t5o e cobre velho : no deposito ,da fundicSo
da Aurora, na ra do Krum, logo na entra-
da n. 28, e na mesma fuudic, cm sanio
Amaro.
Furto.
Na noitedosegtinia para terca-foira, 13
do correte, furtararo ao abaixo assignado
um cavallo, rio sitio pertencente ao falleci-
do Sr. Francisco de Carvallio i'acs de Andra-
de, no becco do Lspinheiro, o qual tem os
signaes seguintes : cor ruco sujo ou cardilo,
muito novo, e inteiro, ferido um pouco nos
paitos por trabalhar era carroca, boje deve
ja estar s!?o, descarnado, tem urna marca na
sarnellia do ter tido urna ferida, cauda e di-
nas curias : rogn-sa as autoridades pociaes
ou a quaesquer pessoas a quem foi- offere-
cido, a apprehensao do dito cavallo, que
alom de se agradecer se gratificara, sendo
entregue ao seu dono, no Kecifo aopda
fuudicSo em Santo A. aro.
Jos Jacintho de f arvalho.
Perdeu-so no dia 21, da na da Cadeia
de Santo Antonio at a ra da Aurora, dua-
lunetas, una de tartaruga e utra do ouro,
ambas reunidas por um trancelim de ouro :
a pesaos que as schar, querendo restitui-las,
pode entregar nesta tyuographia, que sera
bem recompnsala.
Precisa-se de um pvrtnguez para cria-
do, o que se oceupe tambera era servido de
sitio : a de una estrtngeira que eoziohe,
lnvee engomme, para pouca ramilia : a tra-
tar na estrada de Joo Fernandas Vieiraj pri-
ineiro sitio passaudo o dos 4 lefjcs.
Botica
EM PEKNAMBl'CO #

DO Ol.
SABINO OLEGARIO L. PINHO. U
Rua de Santo-Amaro (Muc- 5
do-Novo) n. Q
fe? Nesta eslahelr-cimentn eiistem os (nadies- ffi
fta mentes nmis aileqaad,, eos climas rt or- ';
. le, preparados cora a maior vigilancia pelo y
W proprielurio. 3
9 Etistom medicamento, preparados no Rio f.'Q
e<\ de Janeiro, que se vendem por prer_o bi- 5
w io, mas nu se garante sua efiiracia.
V9 A experiencia tem damniisiraifn qno os .-'.
L medicamentos aqu preparados prodiizem
55> melhor effeito, ca as provincias do norte,
jT-^ do que os que os que vem de lora.
Os preeos silo fixis, sendo mais caros, por
w seren melbores, os preparados em Pernam
fe-3 buco..
TIIESOL'RO 1IOMKOPATMICO
(HJ
Vadc-Mecitm
DO
IO VI EO R4TIA
O pelo wt.
0g SABINO OLEGARIO L. PINHO. ,
fifi Esla preciosa obra contina a vender-se 5'
*g -na botica central, a tOjOOO am broebura e Jg
& II3OUO encademada. ,.->
O
O
O
-'-.
**?
9

c.'i
m
o
elogias.
;abeleeiineBto
esquina da camboa do Carino,
s
Se
DEPOSITO i>
C
E
J. I Voetley, (em honra de avisar an re-peilavel pgblito, que I.....abero n .ou deposito, on-
de se adiara os mus lindos, furtos n bollos pianos, ate boje couliccidua .los alun-dos tabrlcanle
^ISL@@ H!liL DO. gHKHHI@?F.
o priinoifo eblenJo os primainn premios, a ine.lallia de honra, na exposico do I......Iros ,|e 1831 e de
Mumrkde Is,,; nios.......os s. ,,s preferido.na Alleiu.Bh., Molinada. Bstados-linldoa, e-e eham
-ramies depoallot dos meMOM em llueuos-Ajrcs, Valparaso, e(c, ate., onda sao muitu conlieci.los e de-
Vendem-so e-tes pianos debaino do (oda garanto, ,,nlancnn,!o ,1o se ,nu larCm, como (odos o.
.U.2d.H~Ud. T ""C"- ro"slr?cSa mlas f-rtissima, leodo ., lec.ado .
eld-lu:i'l.i te anejada, e o rttenor a nuior e|p-ancia.
Na inosina casa alina-se e concerla-so com perfeiclo
as mais modenus e dos nielhores compositores .la Europa.
casa alina-se e concerla-so com pcreieilo os raesino instrumentos, e achn-sc is msicas
CyMLT&G HilKOPTHICO
uo
Onde se aciam seinpre os rrais acreditados inclicanienlos, tanto em tinturas como
em glbulos,.. prepara !os com o maior escrpulo e por procos bstanlo commodos :
1'RF.goS F1X0S.
Botica de tubos grandes. .
Hita de 21 ) .
Dita de 36 .
Dita de *8 a
Hita de 60 .
Tubos avulsos a......
Frascos de tinturrademeia onca.
Manual de medicina homeo.nathica de Ilr. Jahrcum o dic-
' conario dos termos ue medicina ... .
Medicina domestica do Dr. Henry ....
Trataniento do cholera niorbus .
Repertorio do Dr. Mello Moraes .
10/000
150000
211-300 0
25*000
308000
19000
29000
202000
10,'otit
'2/000
6*000
- PUDRAS PRECIOSA

Aderecos dp brilhantca,
: dianuii'.tes e' perolas, pul-
.; scir.is, oUineles, brincos W
|i e ro/.etas, boloes e auueis ;'
:. de diflerenlfs soslos o de
-" diversas podras de valor. &
Cumpram, vendem ou '''
r t ..-ni prala. ouro, bri- Z
lliaulps.diamantes e pero-
\ las, e oulras i;ii,i- ;-i- i
joia.de valor, a dinlieiio 2
J u por obras.
OREDU I
LAJA II Ntll
Rua do Cabuga' n. 7.
ii.edehi'1 ,(>ir f -
ti--sosvaj) r sda Bu-
ropa as obras domis
modernogosto, t;..-
OUROEPBATA. '
-
Aderecus compiulo, d* i
ouro, meios ditos, pulsei- :
* rs, rmeles, brincos e
.y r; /elas, rurdoes, Iraucel- .'
Iins, iMdalhn, corrale*
e enfeitoi pora relosio, e '"
i ouiros inuilos objeclos de :
ouro.
.; Aparelhoa complolo*da 1
prata para clin, bandejas,
salvas, eadlcaea, colhrre. S
de sopa e de oli, e mui-
tus nudos objeclos de *
prala.
tu f Franca como
de Lisboa, as quaes vendem poi
pre^o eouiro como eosnniain.
LOTERA
DA
OTincia.
O abaixo assignado vende a dinheko a vis-
ta, sendo da quanlia do ItiOjOOO rcis para
cima, osseus felucs. bdhetes, meios, e quar-
tos, pelos presos abaixo mencionados, oa
rua da Cadeia do liedle n. 4, esquina da
Madre de Dos:
Bilhetes 5-00 recebe SA003
coipanoia
o?
:t
O Sr. caixa da mesma Companhia esta'
autoiisado apagar o"dcimo oitavo Jivi-
dendo, na razao de 2/J300 re. por acn.o.
Recife, 1!) de malo de 18.")-.!_o secre-
tario, Luiz
  • ITh ''az-se todo e qua|.,uer negocio com a
    Metoa 29700 > :5005 melhor loja do l'asseio Poblico n. 9, com
    -ttwtos 1-300 a 1:2503 r'axeii.JH.suiiMBieliM, a fallar na mesma.
    i. c i '". i ~" v>uva e berdei.-us do fallocido r^TP
    Por Salustiai-o do Aqu.no Ferreira, WppePaos Barrete, que se julgarem com d -
    1 Jos,- Ion,,,un,, .os sanios l-oilo. freilo a am. r-rel. de nome G. aCa, qudranv
    --- A ra-:-o urna ;., ierre, con, soto, dirigir-de a roa angosto, sobrado de varando
    na Soledade n. 17 : a tratar no pateo do Car- encarnada juot. a lalria do sr Sant s ..
    m0 ,7- Je se pode dar noticia da mesma.
    Gfrrece-se una ranlher de meia dado Alupa-se a primeira sala do nrimoi.
    para servir cm ama casa de pooca familia, ro andar do sobrado dan.-, ii,fl'
    MI mMMlmn unir Hs mmi-ikl, -..,.. .. ... uu rua (!,i Ladea
    to Itecile ii. I V, miiit,. proprio para cs-
    criptorto : a tratar na loja da mesma.
    Atencio.

    Alaria Rosa da Assnmpt;"io, de confor-
    midade com os seus anouncios por vtv.es
    transcriptos oeste jornal, previne a quem
    convier, <|uc s e nicamente passou e
    assignou nma olirijjaciio de seiscentos <
    noventa mil reis (OOjjOOO), em 2(i de
    fevereiro do corrente auno, a favor do
    Sr. Joatiiiim Antonio da Silvcira, rom o
    (trazo de do/e mezes, sendo i|ue outro
    <|nali|uer tituloctvditorio que appareca
    com sna aasienatura, lie l'.ilso esem valor
    algum, assim como que i\^n assignou es-
    ct'iptura de hypothcca e testamento al-
    gum. Recife, 18 de mato de 1857,.Ma-
    ra llosa da Atsumpro.
    C3 Z. 5'c-5-2 3 1 i
    re a cj !,Z-~'?*/ n
    o -r 5 Lo iJ&l 1 E
    Janiai'cs
    Na rua de Hortas n. 1(1, prmetro andar, se
    fornece almocos e j otares y-'ra casas parti-
    culares, sendo com muilo accio e prompti-
    dao, niandando-^c levar em Cisa na dora
    que se determine; o tamben sk alugam sa-
    las e quartos por muiio comniodo prefo.
    r-
    -3

    pi
    !T5
    i
    B
    &
    I


    B
    w
    y.
    ->.
    o
    g

    oc
    .... .. ............ >.u..Ld -..i.,i,
    ou mesino para servir de companhia a algu-
    ma senhora idos*, ou mesmo para bola:
    sentido a alsum sitio pcrlo da praca : quem
    de seu presiinio se quizer ulilisar, dirija-se
    a rua Augusta n. 14, aue lodo ncgoaio se
    fara.
    Precisa-sc de um saixeiro para urna
    aberna na povoscSo de Api pucos, que tenha
    bastante pralica o d Dador a sua conduca,
    n.tose pondo duvida pai;:;r bom ordenado,
    ou dar-se interessa n mesma, sendo que
    l'O:
    de
    Francisco Jos Cormano, relojoeiro, com
    loja na rua Nova n. 2, avisa ao respeitavel
    publico, que acaba de contri lar com os pri-
    meiros Fabricantes, tanto de Inglaterra como
    de Franca e Suissajiara os mesmos Ihe faze-
    rem remessas dos mais acreditados i elogios,
    tanto de prata como de ouro ; assim como
    so encarrega de fazr qualquer eacomuieo-
    da tendente a sua arte como de outra qual-
    quer, peio que promette o bom desempenho
    Oe ludo que lhe Ibr er.carregado. Ma mesma
    loia existe um grande e variado sortimento
    de relogios de ouro o prala, patentes, de lo-
    das asqualidades, ditos americanos de um
    gosto moderno, ditos coin despertador, com
    corda para 3das, ditos americanos com cor-
    da para 8 dias, oitos de parede com msicas
    grandes de 0 pecas, pndulas ricas, proprios
    para reparlipao ou escriptocio, despertado-
    res pequeos e grandes, crrenteos de ou-
    ro, ricos sinetrs, correntes de ouro das mais
    modernas, superiores oculos para theatro,
    ditos de ouro do melhor gosto, ditos de sqo
    com os aros o mais lino que tem apparecido,
    luuelas de ouro. ricos botoes para punho,
    relogios de ouro com esmalte de brilbantea
    para senhora, um sorliineiilode anueis do
    ouro, e outros inuilos objectOS, que serao
    aprescutados a virta dos compradores.
    'Atteil :;: .
    Iioubaran da cas> de pasto da rua das
    Cruzes n. 39, DO dia 20do corrente mcz.um
    bahu' de t | Irnos e meio, levando dentro os
    nbjectos s guintes : cm dinr-.eiro t:670s em
    sdelas, sendo una ola de 500;, duas de
    20o, urna de 50?, e asmis em miudas, to-
    dos os papis do circumstancia, 7 camisas,
    i caiga de panno, t palito de alpaca com go-
    la de velludo, 1 i arde botoes, 1 chapeo do
    chili, 8 pares de meias, ludo novo, e fra
    roupa usada ; consta que lora um guarda
    do batalhao de S Lourcngo. por no-no Ma-
    noel Carneiro ta Silva : roga-se as autorida-
    des pociaes a captura fio dilo guarda ; e
    d-se a pessoa que o prender, sendo que so
    ache otnheiro ou parte delle, a metade da
    dita quanlia que appyecer. Encontrndo-
    se o individuo, e n3o se achando seno os
    papis, gratilica-se generosamente a pessoa
    que lizer entrega delles na mesma casa de
    pasto.
    Jt^at M'gMdos, com loja de ourives
    >,uuo,-.-,a luwion un mesma, sendo que "a rua uo Calinga n. ti. confronta i natan
    agrade: a tratar na rua larga do osario *'Irte e ru.Vva, f.^mTSoS ut
    PEnrtA.
    tl'CKUA. "l,vas <.liras de .uro, tanto para senhora
    Perdeii-.-c urna patento c reforma, do rom1' l):ira bomens e meninos : os preeos
    wto de tenente da antiga guarda nacional, c'"lllmi;"n razoaveis, c passam-se contas
    i CaeUno de Assis Campos Cosdem : quem fP.m responsabilidade, especilicando a qua-
    lidade do ouro de H ou 18 quilates, Gcando
    aST^SSSSZS?"" Pr Mualquerdu-
    .....ano de ASSIS 'lampos i.osilem : qUoiu
    achou leve o pateo do Carmo n. 0, que ser
    gratificado; visto que ncnhuina ulilidade as^lm suJcitos os mesmos
    lem senao para o dono. vida. seraphim ci Innao.
    Precisa-sede um trabalhador : na pa-
    daria da rua Direita n. -21.
    Continua-se a vender queijos do ser-
    taoamuiiofre.sraes a 5D0 rs. a libra, tendo
    iimsortiment de todos os tamanbos : na
    taberna da rua Augusta, por I.aixo do sobra-
    do que fot de Jos alaria, n. i.
    Vende-se um escravo proprio para to-
    do o servico, assim como bom para engenbo
    por ser mestre de assucar : a tratar na rua
    Direita n. 20.
    Hanocl Joaquim CandidoTeixaira, pe-
    lo presento faz se ten te ao respeitavel corpo
    de commercio, o igualmente ao publico, que
    vendeu a sua loja da miudezas da rua do
    Qucimado n. 05 ao Sr. Joao Antonio de Al-
    meida.
    Precisa-se de um forneiro: na nadara
    da rua Dire^a n. *0.
    PERDA.
    No dia 20 do corrente perdeu-se da rua do
    Qucimado at o becc.i da Cangregacfio, una
    carteira conleiido 8ii;000 em sdalas, vanos
    papis, e meios bilhetes de lotera, e algu-
    mas contas: a pessoa que achou e quizer
    restitu la, dirija-se a rua do Qaeimado, loja
    de miudezas n 03, que generosameale sera
    recompensada.
    O Sr. Antonio Joaquim da Silva Vilclla
    queira apparecer no escriptorio Je Jotiuston
    l'ater &Cor.ipanbla, a fallar com Prauaisco
    Campello Pires Ferreira.
    Precisa se de una ama fo-ra ou cap-
    tiva, que engomme bem ecozinbe, paga-se
    bem : na rua Nova n. 3t, em casa de mada-
    ma liosa llardy.
    Na rua oa Cadeia da Sanio Antonio n
    *, primeiro andar, vendem-SB charutos da
    Rabia em caixinhasde 50, os roelhores que
    lem viudo a esle mercado, e pelo menor pro-
    co que se vende em outra qualquer parte:
    lodos os dias ale as 10 horas da manhaa.
    .-.<->......, ...... .__ .. .-, ^ >" "'"" Ui rraiifisc, como i
    *.. -^..: .. '.... ..^vJ,...;,^v^ Pa a rua Bella, sobrado n. 8. para
    "'* J> i- B7^ '' seu 'J"Ste, quesea bwn pago avisl
    -*.. t A m 1 fc__ *-!< 4 <\ Wat 9 *"fc ** S% ^ /' V *' flilli.lo.loc
    oitio-Formoso.
    ;;.'. 0 Dr. Joio Uonorio Bezarra <*e Mm-
    \& *". meiiicu|>ia i'.icutia,ie ,ia laiiia, icm -,.- rua do Trapichen 17, escriptorio
    dn nuda sua residenria di eidade ,i" Rio-For-
    _"._ meso, e ,e novo eOereee >ens se:vi.;s a lo-
    .'.'." ''s I1 woai que u honraren com sua con-
    P Oaosa
    OOv;::-^o;; ;;.;; :,.;,.;:,;;::;;
    J
    -ole-
    tlarditn public em
    iaubuco, riii da
    dade n. 70.
    Neste multo grande jardim bamuitogran-
    de variedadede Dores novas nesta provin-
    cia : rosas, dalias, c oulras militas qualila-
    des, assim com, ps de aleerini do norte,
    SYliudras, etc., etc. : lambem ha multas
    qualidades de figos, uvas, qualidades novas,
    sapousesapotis, etc. 0 lem,.o he proprio
    de plantaces. aprontam-se eucoir.meuas,
    lauto para o centro da provincia, assim c j:no
    lamhe-u para as mais do sul e norte. Pre-
    sentem -ule as roseiras estao cor
    a vista dellas sefazer boa escolha

    FEITOR.
    irecisa-se para um sitio pequeo, perto
    SD?d6a?fet0,olleiro ;lue entenda
    uc hortahea etc.: dirija se ao primeiro an-
    orpo'sanuf' ^ fUa J r'' "" d
    --- Um hoiiiom dos ltimamente chegados
    do Pono, pretende arrumar-se em armazom
    ou padaria, ou outro qualquer estobeleci-
    mento: qUora pretender, dirija-se ao pateo
    da Saua Cruz n. 6.
    --- Prccisa-sc de olliciacs do alfaiale, para
    calcas de casemira : na rua Nova u. 52.
    lotera o
    e
    e
    AOS 20:000$, 10:000$ E l-.OOOs.
    Na praca da Independaicia n. M>,
    acliam-so a venda os novos bilhetes da lo-
    tera ti do Monte-Pio-Geral, que devia
    correr a .? do presente ; as listas espera-
    mos p.-lo vapor brasileiro, que (icava a
    partir a 2">: na mesma loja cima se la-
    ra o prompto pagamento los nremios,
    deconlorrmdadeaos nossos annuncios.
    --- Precisa-se alugar uni parlla ou preta,
    prerennJo-se escrava. que saiha tratar de
    enancas, dos seos arranios : a pessoa que
    a bver, ou quena disso se encarregar, diri-
    lf -a..r.l.'8..(1M *'" ^r,"06.'860! cuino ([uem vai
    tratar de
    ....sla de suas
    qualidades.
    Deseja-se fallar ao Sr. Jos lbeiro da
    Rocha Basto a negocio deseo intoresse : na
    Aiiis leile.
    Precisa-se de uma ama (|uc tenha bom
    ..." le lo, forra ou captiva: no aterro da Boa-
    PW Vista, loja ih bilhetes n. .".ti.
    A licao.


    ScientiGca se a quem convier, quo a revi-
    sao de pesos, med ias e balanzas, principia
    do 1. .... corrente a lindar no ultimo de ju-
    ntio: na casa da afericSo, no palco do Ter-
    QO n. 16.
    -. -- -.
    Mmu nui.
    raulo Uaignaui denluU, rua Nova n. 41 r'-**
    ." na mesilla ca a tem agua o po denlrifice. $
    i^'u.-' ..." .', : .- .}. ... ...- :~..r.j '.
    Jos Antonio Morena Dias et C, fazem
    _ sciente aos seus freguezes c mais compra-
    scnicni ule as ;oseiris estao corn flor para lores de pnlrora, quo continu.-m a ter um
    vista dellas sefazer boa escolha. completo sormento deste genero, das me-
    Roga-so aSra. Arminda l'uiheira dos Ibores qualidades que vem a esto me cado
    Santos, que queira declarar a sua morada, e as amostras encontraran em seus escriuto-
    paraser procurada, a negocio de muitu in- ros na rua das Larangeiras n. 14, c rua da
    teresse. ^/oeda u. 23.

    Aluga-seum armazem de tres por-
    tas, sito na rua da Praia, pertencente ao
    patrimonio da Ordcm Tercena de San-
    Francisco : osprclcndentcs tlirijam-se ao
    largo do Carmo n. lfl.
    O Dr. Ignacio l'irmo Xavier faz publi-
    co, que mudou sua residencia para o seu si-
    tio na Passagcm da Magdalena, que lica ao
    norte da estrada entre a ponte grande e a do
    Chora-menino, e ahi tem preparado una
    casa de saude com todos os commodos para
    o tratomento de escravos, cujos senlio^cs
    residan fra da praca, ou que nao os pos-
    sam curar em suas proprias casas : quem
    para islo quizer-so utilisar de seus servicos
    mdicos, que serao desempenhadus com o
    maior zelo, dirija-se ao pateo do Carmo n.
    9, primeiro andar, ou no referido sitio da
    Magdalena. Preco 2#u00 diariosexceptu-
    ando conferencias, sanguesugas e opera-
    (des.
    Kxislupara vender-se na ni da Cruz
    n. yii, uous lardos de fumo de primeira qua-
    lidade, para capa de charutos, o qual he ve-
    lho de dous anuos, e vijdo da riahia lti-
    mamente.
    O abaixo assignado, por parte da com-
    misso liquidataria da companhia de Pesca-
    ras Lisbonense, faz puMico que de conl'or-
    nidade con a rosolucSo tomada.em suaas-
    jmbla geral, su procc;iera a vada em lei-
    no publico, na prai;a do Lisbo, tIc todos os
    '.avos da rel, ida companhia ; o como bre-
    vemente tem decbegar a este porto o bri-
    cue denominado Pescador, pertencente a
    ,'iesma, avisa-se a todas as pessoas interes-
    sadas na compra de laes navios, para que o
    examinem, podendo dirigir ao abaixo assig-
    nado, no seu escriptorio, rua da i.adeia uo
    P.ecife : o supradilo leilSo lera lugar logo
    que o mencionado brigue, regressar nesia
    viagem. Por Francisco Comes de Olivoira,
    Joao da Cruz Macedo.
    O abaixo assignado faz scientc ao res-
    peitavel publico, que ninguem fa?a negocio
    con Francisco Concalves de souza e sua
    miilher .Varia da l'cnha do Coracao de Jess,
    com a engenhoca denominada Bom Suc-
    cessosita no segundo districto do termo
    de Iguarassu', por quahto a dita engenhoca
    est pendente de uma hypolheca feita eo
    abaixo assignado, e com a condiQao especial
    de, dito Francisco Concalves de Souza e
    sua mulher uo poderem vende-la seoSo ao
    mesmo abaixo assignado, pelo prego que
    pderem convencionar, no caso de quererem
    vende-la, assim como que he o mesmo abai-
    xo assignado seinior e possuidor de duas
    partes na mencionada engenhoca, as quaes
    comprohendem quasi metade do termo da
    referida propricda.ie. Outro sim faz scieote
    igualmente que dito engenhoca fui arremla
    da por seis annos, contados desde o rcez dii
    maio de 1855, com a coiidicao especial de,
    no caso de ser vendida a sobre lita engenho-
    ca, estar com ludo sujeita a apreencher-se
    o 1,'inpo ilo referido airendameuto, feito ; lo Sr. Cenante Jos Fijippe de Mello, e hojo
    pertencente a intimo abaixo assignado. V.
    para que ninguem se c'iame a ignorancia,
    faz em lempo o presente ann.ineio.
    Manoel Juliao da Fooseca Piuho.
    Baiiolomeo Francisco de Souza, len-
    do o aonuncio dos Srs. II. C. A'ates & Com-
    panhia no Diario n. 17, em que diz ser s-
    menle verdadeiro o xaro| c de bosque que
    se ven,e nesu eidade na pnarmacia- do Sr.
    Jos da Cruz Santos, onde fez deposito o
    Sr. Hanoel Alvos Cierra, que recebeu delles
    proprietarios, declara ao poblico, que n3u
    duvida seja falso o xarope de bosque que
    lambem vende em sua botica, mas assevera
    que elle he comprado aos mesmos Srs. R.
    C. Yates di Companhia, da llio de Janeiro,
    como provam os documentos abaixo :
    MI O DE JANEIRO H lili ACOST DE J836,
    O Sr. arlholomco Francisco- de ouza
    coinprou a R. C. Vales i\ Compan'iia :
    4 duzias de garrafas com xarope
    lo bosque a 54*000......... 2103000
    6 duzias de l|> garrafas com sa-
    rape do bosque a 279000......162>"00
    P.s. 8781000
    Recebi o importe cima, do Sr. Antonio
    oaquim Veira de Carvalho. Rio'de Janeiro
    de agosto do 1S56. Por I!. C. Vales &
    '.ompanhiaJos Paulino Kaplista.
    lccouhe;o verdadeiro o signal supra. Re-
    tile 8 ue agosto do 1856.
    Km fe de verdade.
    Hanoel Hilario Pires Ferrilo.
    RIO DE JANEIRO 18 DE IEVERHMO DE
    1S.")7.
    Os Srs. Constantino Con'ns de Faria i\ Fer-
    reira compraran! a R. C. Vates di Compan-
    hia :
    4 duzias de parrafas com xarope
    do bosque a St-J00.........216/000
    6 duzias de l|2 garrafas com xa-
    rope to bosque a 3179000......162/O')0
    Rs. 378-<>00
    l'.ccebemos o importe. Por R. C. Vates ,
    CompanhiaW. C. Cerwartt.
    vos abaixo assignados dcclar.ir.ios que
    compramos o sarape cima para oSr. Bi r-
    tholomoo Francisco de Souza, de Pernam-
    buco, em virtude de sua ordem de 3 eo cor-
    real;. Rio de Janeiro 18 de fevereiro de
    1857.Constantino Gomes de Faria A: Fer-
    reira.
    It. conheco ser verdadeiro o signal sunra
    de Constantino Gomes de Faria i\ Ferreira.
    Rio 18 de fevereiro de 1857.
    F.m f 'e verdade.
    Pedro Jos de Castro.
    Precisa-se de una pessoa para o ser-
    vido interno de urna casa eslrangeira, |uue
    entenda de cozinha : na rui Nova n. 17.
    Precisa-se de uma ama para o servido
    interno de urna rasa de pouca familia ; na
    praga do Corpo Santo n. 17.
    Preciaa-SO de tima ama para casa de pou-
    ca familia, que saiba cozuiear, e engommar,
    co,ii toda a perfeicfto, e paga-se bem : ua
    rua do Cellegio n. 15, armazem.
    JOHN GAT1S,
    corretor geral
    E AGENTE DE LEILO'ES CtiMMEIK.lAES,
    n. 0, roa do Torres,
    PRIMEIRO ANDAR,
    praca do Corpo Santo
    RECIFE.
    ..:-/..%,:-. :;.: ....r'ir^-pr-.
    .->-.. .^. ...... .,. ... .-.. -...... ...s....:
    : r Joao da Silva Karao, mediro pela un- ;:':
    *{* veraidada de Cotmbra, mudou sua residen ^-"
    r-.y riada rua do Cabag) para a rua .Nova n. r..."
    ':J '''' "esoii,lo andar, sol,railo do Sr. Dr. Nal- f'j
    ;, lo, e alii CODIina a rercher, das S is lo ff
    ' VVr DeMoai que o queiram consiillar. E 3
    ""-.''i.'''..- -.'-j -'_"' "s'-."TVrss-x.->,
    'ur\*ri*ri*r\ty uy ^r y.r .*' '.y W *-> lff*i(y\Gf\y
    SEGURO CONTRA FOSO.
    Companhia Alliance.
    Eslabelacida cm Londres, em marco ra 1324.
    Capital cinco milhces de libras esterlinas.
    Saunders Brothsrs & C, lera a honra da in-
    formar aos Srs. negociantes, propietarios de casas,
    a a quera mais convier que estao plenamente au-
    iorisados pela dita companhia para effec'.uar segu-
    ros sobre edificios de tijolo e padra, cobertos da
    llha e igualmente sobre os objeclos quecontiverera
    os niesos edificios quer consista em mobilia ou
    *f fazendas e cualquer qualidsde.
    .?.<.>'.....?'F- t J Herrme da matriz da Boa*Vista n. 8(1, te
    g. amola-se (oda e qualquer rlira de corle, ^'.f
    w a-sim como limpam-se ferros de cirurcia de >*
    y toda qualidailf, ba(e-se ouvirio em espin- pi%
    dUb ar.las : na mesma vende-se e aiugam.se *''
    ';., hiclias, assim como m.iii.tum-se applicar a 3?
    ^y qui.lquer hura. r)
    Precisa-se do um rapaz porluguez, de
    12 a 16 annos, sendo dos ltimos chegados,
    que seja do boa conduela, e que saiba ler,
    para caixeiro de taberna : no pateo do Ter-
    co n. 32.
    pise JFaaelecto
    pode ser procurado das 7 as 8 horas da ma-
    nh&a as6 da tarde : na rua diCamboado
    Carmo n. 20, para sangrar, tirar e chumbar
    denlas, e separa-los.
    lem especifico! para dores de denles
    a l$0 frasquinho e pos denlilicios e Inicos
    para conservar e limpar perfeilamenle os
    denles sem alterar o esmalte.
    Advocado na Bahfo.
    0 bacharel Jos Marins Alves, advogado
    na eidade da abia, rua dos Droguistas n.
    St, primeiro andar, ofierece o seu pequeo
    presumo aos senhores desta eidade e pro-
    vincia, que all tiverem depeni encas cm
    quaesquer negocios que tnham de correr
    pelos div.-rsos tribunaes ou repartientes pu-
    blicas. As cartas que lhe forem endereza-
    das devem ir, e:n sua ausencia, ios Srs. Al-
    ves, Filbo *; Companhia, com loja de forra-
    gens na mesma rua e casa, '.s procuracOes
    devem conter poderes para subslabelecimcn-
    to. Os honorarios serao pagos conforme as
    convenidos, e sempre naquella eidade, para
    o que deve-a liave,- all pessoa competente-
    mente habilitada.
    DA
    provincia.
    O abaixo assigiiado ven-
    de bilhetes garantidos, pe-
    ios preeos abaixo notados,
    sendo da quauti t de cena
    muris para cima, a di-
    nlieiro vista, eisi seu es-
    criptprio, na rua da Ca-
    deia do iecife n. 50, pri-
    meiro andar.
    Bilhetes. .".siOO
    Meios. 2.s"00
    Quartos. I.SoO
    /*. ?. L tjme*
    AMA DE LEITE.'
    Precisa-se de urna ama que tenha bom
    leite, forra oucantiva : na rui da Cadeia do
    Recife, loja de cllpeos n. 46, se dir quem
    precisa.
    i Eduardo Power o seu lilho menor, sub-
    ditos britnicos, vao a Europa.
    Lotera
    DA
    p O
    i rrovnicia.
    Oa Iiaiso r.ssig nado vendeu o ; segu ntes
    prem ios : *
    1 bilhele Numero 607 . 005
    1 meio a 160* 2005
    1 bilhete p 352t 1001
    1 meio i> 1332 100?
    2 quartos 202 50/
    R. C. Vates & Companhia: estabelecidos
    no Kio de Janeiro, na rua do Hospicio n. 40,
    vendo um annuncio publieadp em urna das
    folhas de Pe nambuco ;.-lo Sr. Birtholomeo
    F. de Souza, prevenindo ao publico que o
    verdadeiro xarope do bosque SO elle he
    quem vende.prcvenioios ao mesmo publica,
    que o nosso xarope he rcraeliido do Itio di
    Jrneiro pelos cima proprietarios' ao Sr.
    Manoel Alves Guerra, e este senhor fez o de-
    posito para ser vendido na pnarmacia do Sr.
    Jos da Cruz Santos, na rua Aova n. 53, ni-
    cos por nos autorisados para venderem o
    nosso verdadeiro, e mais prevenimos aos
    senhores consumidores, que ha perto de 5
    a:,nos os rotlos collados as garrafas sao
    assignados por Henry Prius, como procura-
    lores dos cima proprietarios. Itio de Janei-
    ro 13 de Janeiro de 1857.
    Urna pessoa de bom procedimento se
    oucrece para ensillar primeiras lettras fura
    desta eidade: a tratar na rua das Cruzes
    n. 13.
    Roga-se ao senhor Monte Raso tenha
    a bondade do app irecer no aterro da Boa.
    Vista n. 16, a concluir um negocio sobre
    um relogio, (oqual nao ignora) pois oueja
    he passado bastante te .ipo ; do contrario
    lar-se-ha ver o como Coi esse negosio.
    Desapsareceu no di 21 de abril do
    corrrente anno o pardo Candido, olicial de
    carapina, escravo de .Manuel Auacleto de
    Souza, o qual intituh-se de forro, com os
    signaes seguintes: altura regular, secoo,
    sellado, quanao anda alira os ps para os
    lados, cara descarnada, testa grande, cantos
    bem fundos, traz o cabello sempre renle, he
    bem barbado, pofm s conserva o bigode,
    lem lodos os denles da frenie perfeitos e al-
    vos bas: inte ; oqual pardo julga-oe ter ido
    para Parahiba ou .acci roga-se a polica
    e capires de campo que o apprehendam e
    remultam o para a roa Direita n. 121, ou ao
    engeoho Pintos.
    ni, si s^
    pianos lurtes.
    Em casa de Timm Ifomsen & Vinassa, pra-
    ca do Corpo Sanio n 13.
    L1VROS I.M BRANCO DE HAHBURGO.
    I.m casa de Timm Momscn ; Vinassa, pra-
    C-; do Corpo Santo n. 13.
    Precisa-se de um caixeiro que abone
    i sua conducta, e de um prelo ainda que se-
    ja de idade : na padaria da rua das Laran-
    geiras n. 2S. .Na mesma so offerece urna pes-
    sua com babilitacoes nec, ssarias para co-
    branca, lauto na praga como fra della, o
    qual da liador a sua conduela.
    Precisa-se de um feitor pan sitio :
    no sobrado da rua da Gloiia n. 7.
    ROUBO
    P.oubaram na quinla-leira, 21 de maio, as
    7 horas ,ta manlia, da rua e Aguas verdes
    n. 33, um relogio de uro pequen, de caixa
    cubera, de n. 60, suisso, com um corrent.io
    grande e grosso, c m o p >so de 13 oilavas e
    meia, mais um correntio lino que se ignora
    o peso, rBais u i.a corrente destas mutas, da
    moda, com uuas podras migadas, lingindo
    passador, mais unsenfeites que estavam no
    correutSo grosso, os quaes sAo, uma mao de
    coral encarnado, um livro esmaltado, urna
    chave com raicea de cavallo, urna agulha de
    marear.uma agUia rom cornalina encarnada,
    um enfeile grande a moda di um bicho co-.u
    u-ia cornalina rajada, em baixo : roga-se a
    todas as pessoas e quem fpr o'orecido, de lo-
    marem e levar a dita casa, que sero g,:ne-
    rosamente graliGcadaa, e protesta-seconira
    quem tiver algum dos ditos objeclos.
    Sr. Joao Nepomticeno Coelho da
    Silva, tenha a hondade de ir a travessa
    da Madre de Deosn. 18, primeiro andar
    a negocio de seu interesse.
    O mesmo tem exposto venda osseus fe-
    lizcs bilhetes, meios e quartos da ultima
    parto da quarta, e primeira parte da quinta
    Iwteria de ti: S. do Guadeluoe deOlinda, os
    quaes nao estao sujeitos ao descont dos
    oito por cenlo da lei.
    Por Saluslianode -'.quino Ferreira,
    Jos Fortunato dos Santos Porto.
    Os abaixo assignados, scientilicam.ao
    publico, o com especial i laue ao respeitavel
    corpo do commercio, que apartaran ami-
    gayelmente, a sociedade que linham na fa-
    brica de chapeos da rua do Passeio do -Mes
    do collegio, quo gyrava. sob a lirma ban-
    deira Aibuquerque, hoje de 15 maio de
    i857,lirando o socio Bandeira cot oestabcle-
    cimento e encarre:ado de receber o activo e
    solver o passivo. Recife 15 de maio de 1857.
    Joaquim de Aibuquerque e Mello.Seve-
    riano Bandeira de Mello,
    A direci/io do extracto Banco de
    Pernambuco, avisa aos Sis. accionistas,
    quedo I a S dejonhoprximo, sesnbsti-
    Inirao na caixa lilial desta provincia, por
    caures de neo'es desta, as aceieS realisa-
    nambuco, eceliendo os Srs. accionistas a
    importancia do excesso das rea usadas, ou
    ntregsndoada entrada das rao realisa-
    das, para (icarem urnas contras aeces a
    par das do lanco do Brasil, e percebe-
    rem gerabnente os respectivos dividendos
    lo semestre, <|ue principiara' no dia 1.
    de junlin em diante. Recife 22 de maio
    de 1857. secretario. Joo Ignacio de
    Medeiros llego.
    Tcndo-sc desepcaminhado uma letra
    da quanta de rs. I: V2l.,-2!)(), sacada dos
    S15. Timm Momsen S Vinnassa, sobre o
    Sr. Jos Morena Lupes, na dala de .">0
    dt> junhode !8.">(i, aoprazo do 12 mezes,
    Revine-te ao publico qne qualquer tran-
    sacrao%ita coma sobredita letra nao tem
    validadt alguma.
    pMaaarisa-se de um pretn para todo o
    fjei-vieo de uma casa estrangeira, paga-se
    liera: na roa da Cruz n. 33.
    - Precisa-se comprar tahuas de uma ar-
    macaovelha : quem tiver -ara vender, diri-
    ja-se a rua das Cruzes n. 13.
    Prccisa-s-i de um caixeiro portugu^z
    de boa conducta, nao se ola a ordenado,
    agradando: na rua Direita n. 27, taberna.
    Fugio no dia 20 do en-rento o mulato
    Reginaldo. com idade.de 2 annos, pouco
    mais ou menos, de estatura baixa, cabellos
    carapinhos, rosto coropri lo, nariz aquilin ,
    coas muito pouca barb: quem o pegar, le-
    ve-o a seu senhor Antonio l.eite !"ereira lias-
    tos, na rua da Cadeia n. 17, q e ser bem
    recompensado.
    D-sc at a quantia de SO^rs. a pre-
    mio, sob penhores dnouro ou prata: quem
    precisar, dirija-se a rua da Pjenha n. 25, pri-
    meiro andar.
    Atteticao.
    lim moQo habilitado noensino primario,
    oterece-se para ensillar em qualquer enge-
    nho : quem quizar aniiuncie para ser procu-
    rado.
    O abaixo assignado, l. lente da ar-
    mada, e ajuJante a capitana, "declara que
    ja mais concorreu para o boato espalhado,
    de montar a cento e oitenta cortos de reis,
    a fortuna leixada pelo callao de fragata
    Pedro Ignacio Morom.e de haver este senhor
    doado em sen testamento dez conlos de res'
    em favor de uma senhora, pretendendo des-
    posa-la, pois sobre estas cousas nunca fallou
    a alguem, sendo qu assim calumniosamen-
    te Hixibue-se-Ihe aquillo em um arnnrio
    publicado hoje no Diario do Pernambuco,
    Teito necessaiamento por quem acreditando
    em srdidos sonhos de interesse, na suposi-
    c3o de ler o mencionado olDcial grande for-
    tuna, eonvindo-lue po-la em jogoete, vio-se
    ao despertar mallogrado.e em despeno mor-
    ue a reputacio do abaixo assignado, que
    em consequencia o desproza, tanto quanlo
    esta persuadido de nSo fer capaz de exhibir
    prova do sua ass rrao, e mcsino assigna-la,
    Itecile 25 de maio de 1857.
    Ricardo da silva \evjs.
    - Preciss-se eum amassador que seja
    desembarazado : na padaria da rua larga do
    Rosario n. 48.
    Joao Dam-sceno Pacheco, de presento
    morador em Ierras do engentio da Escada,
    muilo grato ser a pessoa que lhe der noti-
    cia, certa da existencia ou mortede seu li-
    lno, Simplicio ftlves Pacheco, o qual fora
    recrutado uo anuo de 1851, e logo rmettido
    para o sul do imperio, pede portanto aos "a-
    bitantes, Unto das provincias do sul, como
    do norte, quelre o presente a,.nuncio,que
    por bondade declaren-, o que soubcrem a
    respeilo, po en lo dirigir-se por carta nesta
    provincia to .sr. Rufino Jos Fernandos de
    Figueiredo, na secretaria da prc-,idcncia.
    E\il.\CIO BvMCO E PKKNAilBUCO.
    A direccSo doeitincto banco de Pernam-
    buco, tendo dedarlim a sua liquidacao no
    ultim > do corrente mcz. convida por, Isso aos
    pos^uidores das respectivas uoUs deemis-
    ao, a trocarem-nas al aquelia data, na
    caixa fial desta provincia. Recife 5 de
    maio de 1857O secretario, Joao Ignacio cte
    Medeiros Reg.
    Adiiucco do extincto banco de" Per-
    naiubuco, avisa aos Srs. accionistas, que du
    ! a s ile juuno prximo, se substituirSo na
    caixa lilial desta provincia, por cauces de
    acedes desta, as acedes realisadas oa nao, do
    extincto banco de Pernambuco, recebando
    os s-s. accionistas a importancia do esees-
    so das readsadas, ou entregando a da entra-
    da das nao realisadas, para liciiem unas e
    oulras acedes a par das do banco do Brasil,
    o perceberem geralmente os respectivos di-
    videndos do semestre, quo principiara n 1.-
    de juntio em diante. Recite 33 de maio de
    1857. o secretario, Joao Ignacio de Ue o-
    ros Reg.
    Sacea-se sobre a praei do Polio : na
    rua da Sanza-.Nova n. \.
    Lua senhora solteira c honesta te
    ofTerece para companhia de qualquer se-
    nlioru viuvaou casada, com pouca fami-
    lia, sendo branca : annuncie sua mo-
    rada.
    Fo vendido no aterjo da Boa-Vista,
    loja do Gtmares, o bilhete n. 2'J2,
    com 3:000.sl).
    m^=
    un
    HISP
    TAL
    DE
    'Si
    O Sr. provedor Antonio Francisco Lisboa
    convida aos lllms. Srs. provedor e mordo-
    mos da junta passada, bem como a todos os
    senhores accionistas que quizerem faker o
    favor de assistir ao olTicio e rritSsa por alma
    do Finado liemfetor JoSo Vieira Lima, o qual
    lera lugar no dia 28 do corrente mez na ma-
    triz do O.orpo-Sant >, as 0 horas em ponto,
    e desdeja agradece a todos os senhores que
    comuarecercji a t3o religioso e pi acto.
    Secretariado Real Hospital Portuguez de Bc-
    nelicencia em Pernambuco aos 25 de maio
    de 1857. Joao Domingues Ramos, secre-
    tario.
    GABBBTE PORTUGUEZ
    O conselho deliberativo faz publico, que
    nilo tendo bavido numero legal de socios
    para haver assembla geral domingo (24),
    novamente convoca a mesma assembla ge-
    ral para quinta-feira, 28 do corrente, as 5
    horas da larde. Kecife 25 de maio de 1857.
    O secretario interino,
    Ricardo de Freitas Itibeiro.
    A abaiio asiicnada faz scienle ao respeitavel
    publico, qae mn.-n -m .ira negocio com lea marido
    Ivo Crrela do Nascimenlo, obre um Ierren no
    lu-'-r da C^ipunsa, cojo terreno lira entre a pona
    de pedra do dilo tusar e o itio doSr. Itibeiro. Ke-
    cife, 25 de marro da 18.17.
    Alaria Silva dos Prazeres.
    Precisa-se tomar a quantia do 1.2005
    a premio, e pelo tempo que se convencionar,
    e da-se por garante 4 escravos pecas, livres
    e desembarazados de qualquer duvida, resi-
    dentes nesta eidade : a quem convier, an-
    nuncie para tratar-se das condicGes.
    ___________*V--^?J ..&.
    -- Compra-ae urna negra que engomme e
    cozinhe, assim como um negro para o servi-
    Qj de casa : na rua da Cadeia do Recife loja
    n. 6*.
    Compra-se uma casa terrea que tenha
    commodos para uma familia; a quem convier
    vender, procure na rua da Cadeia deS. An-
    tonio, na cocheira do Sr. Augusto, que in-
    dicar o comprador.
    Com,ram-so Diarios velhos para cm- ,
    brulho: no pateo da Santa Cruz n. 6, pada-
    ria.
    Compram-se travs de 25 a 35 palmos
    de comprimento, e palmo de grossura : na
    livraria da prar;a da Independencia n-6e8
    Compra-se uma cabra costumada a
    criar menino : ua rua de S. Francisco, so-
    brado n. 8, e na livraria n. 6 e 8 da praca da
    Independencia.
    Compra-se eflecti va mente na rua das
    Flores n. 37, primeiro andar, apolices da di-
    vida publica e provincial, acc,oes das compa-
    nhias, e da-se dinheiro a juros, em grandes
    e pequeas quantias, sobre penhores.
    Compra-se um paliteiro de prala ba e sem
    feilio :na rua da Calcad sobrado amarello n. 12.
    Compra-se elfectivaroenio cobre ve-
    lho, seja deque obras for, forro de navios a
    300 reis a libra, e lato a 260, e peridicos a
    500 arroba ; no pateo do Carmo, esquina
    da rua de llortas n. 2.
    Compra-se um sitio perto da prac,a e
    uma casa terrea nesta eidade : a tratar na
    ruado Cibuga, loja de ourives n. 1 D.
    Compra-se uma escrava quo n3o seja
    muilo velha, e que saiba fazer o diario do
    uma casa : uo pateo do Terco n. 59. Na mes-
    ufa casa so dir quem compra um par de
    consolos que estejam em bom estado.
    Compram-se barris de vinhoquenao
    tenha mistura d'agua : na roa da Senzala
    Velha n HO, deposito do bebidas espiri-
    tuosas.
    Compram-se duas portas de 4 a 5 pal-
    mos de largura, e de 6 a 8 palmos de altura,
    de louro, ou cedro : quem tiver annuncie
    para ser procurado.
    Na rua das Cruzes n. 13, compra-se
    uma armacao velha, ou taboas ja servidas do
    qualquer estdicleciment.
    NttP*
    Tentativas poticas.
    Ainda existem alguns exempiares destas,
    tnteressantes poesas do Sr. Francisco Gon-
    calves Braga, .as quaes estao a venda na Li-
    vraria do Nogueira, defrunle do arco de S.
    Antonio.
    . Poesa ido PartadoGoe-
    i!i
    o.
    ILEGIVE
    MUTIT7S
    Anda restam alguns exempiares destas
    pocsias.as quaes se acham a venda na livraria
    do Nogueira, deh- tonio.
    Lirros e;ti branco.
    Jos Nogueira de Souza, com livraria de-
    fronte do arco de S. Antonio, recebeu lti-
    mamente de Franca uma porc3o de livros
    proprios para escripturacSo commercial, de
    muilo superior papel pautado, e riscados
    cmi elegante e segura encadernaQSo de ca-
    mu:?a, guarnecidos de metal, os quaes so
    ven lem poi preeos cammodos.
    Ao /-Veguica que est
    queiutaodo.
    Na loja do Preguica, na rua doQueimado,
    squna do becco do Peixe Frito n. 2, ven-
    dem-so inuilas e diversas fazendas por pre-
    eos baratissimos, entre ellas notam-secam-
    braias francezas, padrOes novas e cores li-
    sas, pelo baratissimo prego de 480 rs. a va-
    ra, pecas de chitas escuras e de diversas co-
    res, deexcellentcs pannos e coresfixss a 5
    e 6900O, e a lio e 160 rs o covado, lencos de
    cao braia para mii, a 120 rs. cada um, mus-
    snlina branca o mais Gao que hepossivele
    deltnitssimosadiOes a 410 o covado, len-
    cos do seda de muito bom gosto a 800 jS.
    cada um, laazinhas de quadros proprias para
    roopinbas de meninos, bonitos pannos para
    mesa a l|920 cada um, meias casemiras para
    c.lcas e palitos a 500 rs o covado, dita pre-
    ta muito lina propria para palitos e caigas a
    19200 o covado, e muilas outras fazendas
    que se deixam de mencionar, as quaes se
    venderSo por baratissimos preeos.
    Na rua do Qaei.nado n. 35, verilc-so
    umi escrava com una cria, ptima engom-
    maJeira c cozinheira, c faz o mais servico
    de casa.
    Vende-se urna bonita escrava crioula
    di idade 20annos, com boas habilidades,
    s se vende para o mato ; uma dita boa co-
    zinheira, uuia de meia i lade, boa quilan-
    deira, urna bonita negrinha de idado ti an-
    nos, um moleque de idade.lt annos, um es-
    cravo ptimo para tomar conta do um sitio
    na rua de Agu s Verdes u 46.
    Vende-se a cocheira do pateo do Pa-
    raizo n. -J, eoulei.do 4 carros de passeio e
    20 cavallos, ludo em muito bota estado, e
    bastante afreguezada: a tratar ua mesma.
    vende-se urna propriedade em caixo,
    no lagar deno nin do o Verde .- quem a pre-
    tender, dirija-se a ua do OuetmaJo tu. 25, a
    fallar coai o Sr. Monleiro ua Cruz, que dir
    com quem ha de tratar.
    Vende-se a taberna sita no Campo Ver-
    le, muito propria para principiante por ter
    poneos fundos, e v nde para a Ierra 16 a 20
    rs. ; a casa tem comino los para pequea fa-
    milia : quem pretender, 'lrja-se a mesma.
    vende-se urna escrava cabra.de idade
    20 a inos, Babeado cozinhar, lavar de brre-
    la esabao, eijgamma solfrivelmente e tem
    principio de costara, sem vieioa njm acha-
    ques : para ver, na rua do Arag3o n. 20, e
    para tratar, 113 rua da Cruz, armazem n. 26,
    das 9 horas da manhaa as 4 da larde.
    --- Vende-se urna mulata de 18 annos, bo-
    nita ligura, engommadeira e costureira com
    perfeijao.


    4
    diaiiio de pf.unammo terca feira srdemaio de is.y?.
    No sitio das Roseiras, to tenente-co-
    ronel Joaquin Elias de Moma, vende-te
    urna cngenhoca ou destorcedor de canoa
    de duas manjarras, em muito bom estado
    ou<|iiasi novo, todo feilo de pa'o-ferro
    ou sicupia, pelo baralissimo preco da
    importancia das ierrnrjens, feitas na iiin-
    di<;io do Sr. Mesquita: quem o qui/.er
    comprar va' ao sitio cima, que Jicara'
    salisl'eito.Joaquin Elias deMoura.
    Aos senhores donos de
    tabernas.
    Vendem-se barricas com sardinhas gran-
    des e novas, assim romo a rctalho, aos cen-
    tos, por precio mais em conta do que era ou-
    tra qualquer parte : na ra da Praia. arma-
    zn n. 18, de Jos de Mello Costa Oliveira.
    Vende-se urna bonita escrava, perita
    eozinheira efjigoramadeira. sendo para fora
    da provincia, ou para algum engenho : na
    ra Augusta, sobrado n. 3.
    Vendem-se os superiores queijos do
    reino, os meis novos ueste mercado a 1344U :
    na ra Direitan. 14, esquina de S. Pedro.
    Vende-se urna linda negrinha de 14
    annos, cozinha c lava de sabao muito hem ;
    tem principio de costura e engommado : na
    ra -Nova n. 34.
    Vende-se cha uxim de Pequim, o mais
    superior neste geneio, cha hvsson e preto :
    na padaria do paleo da Sania Cruz n. 35,
    com a entrada pela ra do Rosario : c na
    Mama continuadamente, alm do excellen-
    te pao de todas as denominacoes e bolachas
    turadas de todos os Lmannos, lambem ven-
    de cafeom grao, dito moido, assucar relina-
    do c caixes do doce de goiaba.
    Vende-se urna casa terrea sita na ra
    doSenhor Bom Jess das Crioulas n. 37:
    quem a quizer comprar dirija-se ao becco
    do Veras n. 20.
    Vendem-se queijos do reino a 1^400,
    19600 e 11*00 : dclronie da matriz da lloa-
    Vista n. 88.
    Vendem-se lies casas terreas novas,
    muradasc com cacimba,tima na ruados
    Guarura pes n. I ve duas na ra do lirum :
    a tratar na ra dos Guararapes n. 20.
    Vendem se toalhas e lencos de labyrin-
    tho, de muito bons gostos, e saias de escon-
    de ; assim como esteiras de carnauba e
    gomma de mandioca, viudo tudo ha pouco
    do Aracaty, e por preco muilo commodo :
    na ra de Apollo n. 12.
    Objectos para
    luto.
    Na ra do Queimado, na bem condecida
    loja de miudezas da boa fama n. 33, ciicon-
    tra-so scrapre completo sortimento de ade-
    remos, brincos e rselas, pulceiras e alline-
    les, tudoprelo, propriamente para lulo, e
    que ludo se vende mais baralo doqueem
    outra qualqucr parte.
    RICAS BONECAS FRANGE
    ZAS.
    Vendem-se muito liadas bem vestidas
    bonecas francezas, grandes, pelo baratissi-
    nio preco de 2-5 o 2*500, ditas vestidas de
    noivas, e cada urna no seu cartfio a 3#00 e
    39500, preco que n3o ha quem deixe de dar:
    na ruadogueimado, na bem conhecidaloja
    de miudezas da boa fama n. 33.
    Vende-se urna canoa de carreira com
    pouco uso : na ra da Lingocta n. lo.
    -- Vende-se a taberna sita na ra das
    Chico l'ontas n. !>3, ou da-se por balanco a
    urna pessoa que de fiador a sua conduela.
    Cemento novo
    Na ra da Cadeia do Sanio Antonio, arraa-
    zeni de materiaes, por preco commodo.
    V',; -ni.
    He chegada 6 ra estreita do Rosario, ta-
    berna da estrella n. 16, os muito bons quei-
    jos do Sondo muito irescaes. o assim como
    de
    das seis portas
    F.M FRENTE DO LIVRAMELYf.
    Vendem-se cassas l'rancezas c riscados a
    raeia pataca o covado, fazendas novas: dam-
    se amostras cora penhor.
    Ossos.
    Na ra da Sensala Velha n. 116, compram-
    se ossos do boi.
    Vende-so um mulalinlio de 7 annos,
    pouco msis ou menos : no armazem do caes
    do Hamos n 4.
    Vende-se um sitio na estrada do Par-
    nameirim, rom casa de podra e cal, com 2
    satas e 4 quartos, cozinha fura, chaos pro-
    prios, com bastantes pea de fructeirase bai-
    la para capim : os prelendentes dirijam-se
    se ao Passeio Publico n. 7.
    Far
    Hamhurgo:
    chegado nestes dous dias de
    vende-se no armazem do Annes, no caes
    da atfandesa.
    Vende-se doce de goiaba, da casca,
    muito lino a 1/280 cada caixiin : quem o
    pretender, dirija-so a ra dos Martvrios
    n. 14.
    Vendem-se saccas com Trelos : no
    caos da alfandega, armazem n. 5.
    AMen<;.
    He ebegado ra do Caldeireiro n. 04, os
    alunados queijos de Sirid, que se vende
    pelo diminuto preco do 560 a libra, ditos do
    reino muito novos n 1^500, I56OO e 1>800.
    MALABAR.
    O 30 A, confronte ao Rosario cm Santo
    Antonio, vende esta muilo til agua para
    tingir cabello, por um preco muito simples ;
    assim como vende urna outr agua que tira
    nodoas da palle, ou de qualquer fazcuda.
    Venda de
    pianos.
    Vendem-se muiros lindos e excellentcs
    pianos, cliejjados ltimamente de Ham-
    huifjo, e com lindos retratos no frontes-
    picio : na ra da Cruz n. ")5, casa de J.
    Keller & t:.
    NA LOJA
    da boa f,
    vend se muito barato
    Colchas de damasco pelo diminuto preco
    de 9j000, ricos pannos para mesa a 3?, atoa-
    Ihado adamascado cora 8 palmos de largura
    a 15600 a vara, tnussulina branca muito lina
    a 500 rs. o covado, ditas de cores de padroes
    bonitos a 320 o covado, chitas francezas
    muilo linas a 320 o covado, brim branco de
    puro linlio a 19(40 a vara, dito pardo tran-
    cado tambera de puro linhu a 1:280 a vara,
    ganga amarella ir u i lo lina a 320 o covado,
    rarohraia muito iina com salpicos branros e
    de cores a le a vara, alpaca preta lina tiio.o
    covado, canlo preto muilo fino, fazenda su-
    perior e propria para vestidos de luto a 960
    o covado. panno lino azul a 38 o covado, dito
    muito lino 1 J, dito preto muito lino a bi,
    dito mu'il superior a 6:, ditos verde escuro
    e cor de cale muito superiores a 6?, cortes
    de caseraira prota, fina, para calca, com lis-
    tra bordada a 10-, cortes de gorgurao de
    seda para rollete a 2/, ditos de casemira
    preta bordada a 6?, fuslao branco muito fi-
    no a 23 o covado corles de cambraia preta
    com 7 varas, pelo diminuto preco do 2- cada
    um, ditos de dita branca com salpicos de
    cores, tambera cora 7 varas a 2;240, sarja
    preta bespanhola a 2? 0 covado, grosdena-
    ples de cores a l^SOO o covado, sclim preto
    lavrado muito superior a 2?500 o covado,
    gorgurao preto de seda com salpicos, pro-
    nrio para colletes a 3&500 o novado, luvas
    brancas muilo linas, de lio de Bseoeia, muilo
    prourias para us srs. odiciaea militares, pilo
    baralissimo preco de 1- e par, meias pretas
    de laa, proprias para os Srs. sacerdotes a
    1*280 rs. o-par, ditas de laia muito superio-
    res a 1800 o par, meias de algodao cru,
    muilo superiores para meninos a 400 rs. o
    par, lencos blancos de linho muilo finos a
    400 rs chales de laa rxvs e prets, pelo
    barato preco de 33, fil de linho liso muilo
    fino a 800 rs. avara, princeza preta lina a
    720 o covado, dita muito fina que rivalisa
    cora merino a 1) o covado, e aloiu dislo um
    completo sorliment de fazendas de todas as
    qualidades, queso Tendera muilo barato, na
    ra do Queunado n. 22, na bem ccahecida
    loja da boa IV-.
    Vende-se roanleiga ingleza a 700 e 800
    reis, maca rao o 320 res ; ua ra Direita
    11. 14.
    queijo do remo de muilo superior qualida
    e sardinhas do Nantes, tudo isso por preco
    mais barato que era outra qualquer parte.
    Alerta, l'reguezes.
    PALITOS FRANCEZES.
    vendem-se palitos c sobrecasacos france-
    268 de panno lino preto e de cores com gola
    do velludo e torrados de seda de 22 a 289,
    casacas de panno lino forradas de seda a iiHjf
    rs., palitos de alpaca a 7 c 83000, Jilos de
    linho a 33, camisas francezas liranaas c pin-
    tadas a 24 e 303 a duza, calcas de casemira
    preta c de cores a 10 o 12?, colletes de setim
    preto c de cores de a 83, ditos de velludo a
    12?, chapeos francezes do todas as qualida-
    des, grvalas e luvas, e outros objectos que
    se vendem barato na ra Nova, Loja n. 4.
    PARA SE.NIIORAS.
    Vendcm-scosmelhores o mais ricos cha-
    peos que existem no mercado, chegados no
    ultimo navio francez, havendo porciio para
    as senhoras escolhcrem o gosto : na ra No-
    va, loja n. 4.
    Milho c mais g-
    neros.
    Na taberna grande ao lado da igreja da
    Soledade, conliuuam-se a vender saccas com
    railhobom: de novo avisa-se aos bons fre-
    gueses que este estabelecimento acha-se
    bem sorlido c do bons gneros, como sejam:
    bueijosdo reino, do serian e de prato, doce
    de goiaba, vmhos le muilas qualidades.
    bons, manteigas inglczas c francezas, cha
    lino, entrefino, verde, hvsson c preto, bola-
    chinhas finas e grossas,"assucar de todas as
    qualidades, e piala, fino, do Monteiro, sar-
    dinhas do Nanlus, amendoas, passas e casta-
    nhas piladas, massas finas para sopas, e
    rauilos gneros bons do diario de urna casa
    de bom paladar, ludo por menos prego pos-
    si vel. Na mesma casa precisa-se de um ho-
    rneo que faga cigarros.
    No pateo do Carino, esquina da ra de
    llortas n. 2, vende-se gomma a 10o rs.. roan-
    teiga ingleza boa a 640, 720, 800 rs., 960 e
    13120, muilo lina franceza a 720, banha a
    520, oleo de ricino a 480 meia garrafa, pe-
    neiras de rame do melhor fabricante de
    Lisboa.
    BATATAS 1I0LUNDEZAS.
    Ja df-sembarcaram as superiores btalas
    hollandezas.cmgigos. e vendem-se no ar-
    mazem de barros & Silva.
    Bichas de llam-
    burgo.
    Na travessa do Rosario, loja de barbeiro n.
    2, estSo expostas venda, aos ceios o a rc-
    talho, chegadas pelo paquete viudo estes
    das do llarnburgo, e se vondem por barato
    preco, e alugam-sc.
    Metiioclo facilimo.
    Na livraria da praca da Independencia n.
    Oes, vende-se o nxHhodo fac limo- para
    aprender ler, novamente impresso e aug-
    mentado, por mil reis.
    ARIAS
    muJssj.iio linas e de mui-
    to bous gestos.
    Vende-se a vordadeira agua de colonia do
    Piver, simples n ambriada em frasos d-va-
    rios laraanlios, banhas muito finas eu mui.
    tas qualidades em ricos vasos, espiritos e
    extractos muilo linos e de muiUra qualidades
    em frascos de muilo gosto, sabonetes muito
    linos e de muilas qualidades, agua de lavan-
    de ingleza, fazenda muito boa, vinagre aro-
    mtico tambem inglez e muito bom, extrac-
    tos muito linos proprios para bolso de es-
    tudante, escencil de rosa, pomada franceza
    muilo boa, macassarperola muito bom e de
    todas as cores, dito oleo, pos para dentes,
    pastilha e outras muilas perfumarlas, tudo
    muito tino e de muitos gostos, dos melhores
    fabricantes da Franca e Inglaterra, e tudo se
    vende barato na ra do Uueimado, na bem
    contienda loja de miudezas da boa fama
    n. 33.
    Ao barato, que se acaba.
    lie chegado ra do Itangel n. 11 o supe-
    plor cha de S. Paulo, o qual so vende em
    atas de 1, 2, 4, e 8 libras, pelo diminuto
    prego de l;600 a libra.
    Farinba de milho.
    No moi ilio de vento, junto da fundicSo de
    Santo Amaro, moe-se milho a 100 rs. a cuia.
    No mesmo estabclecimcnto venderse farinba
    de milho por precos razoaveis, assim como
    um par de rodas dianleiras para carro, fer-
    radas, com linchas o eixo, queapezarde tu-
    do ser novo, se vende mui barato.
    Na travessa da .Madre de Dos n. 9,
    vende-se o verdadeiro papel almaco de pri-
    meira csegunda sorle, proprio para reparti-
    eres publicas e escriplorios, por prego com-
    modo, chegado agora ; assim como urna
    porgao de pedias para moer milho o algu-
    mas saccas com favas, tudo muilo cm coula
    para liquidago : assim como na mesma ca-
    sa se precisa de una pessoa para cobranga
    na piara, dando fiador a sua conduela.
    Aviso aos sen llores de
    Na ra do Rangcl
    de caj' engarrafado ha
    provincia do Ceara.
    7, vende-se vinho
    4 anuos, l'eito na
    Emca?a de Saunders Brothers C. praj
    do Corpo Santn. 11,a par vtrnitro st uiute
    Ferro inglez.
    l'ixe da Suecia.
    Alcatro de carvo,
    Eonas de linho.
    Esponjas.
    Drogas.
    Algodao lizo para s.-.cr.as.
    Dilo entraneado (nal o da Baii
    E uoi coBspieto sortimento de fzenda^proprio
    para *st mareado tudo por preco commodo.
    Momnos de vento
    enm bombas de repuxopara resar h orlas ba
    ladecapim: na tandirodeD. W.Bowman
    na ra do |!i um ns. 6. S e 10.
    Vende-se excellente cera de carnauba do
    Aracaty, c Assu', de urna sacra para cima,
    OSCOlhendo O comprador a sua vontade, pe-
    lo indicado prego de 10# a arroba : no ar-
    mazem de 1). R. Audrade & C., ra da Cruz
    n. 15.
    Vcncie-sc.por prego commodo.supenor
    vinho do Porto era barris de 8." : na ra do
    Trapiche n. 14, escriptono de M. A. Guerra.
    Vendem-se mastaros
    de |>in!:o vertnelhodn Sue-
    cia, de 8 a 18 poleadas e
    50 a 60 ps: em casa de
    C. .1. As ley & C-
    relogios de pa-
    tente
    inglezes de ouro, de sabonete e de \idro:
    vendem-se a preco razoavel, em casarle
    Augusto Cesar de Alireu. na ra da Ca-
    deia do Rccife, armazem n. IG.
    (]Iaudio iubeux
    Vcndcm-so velas mistas, proprias para
    malar frmicas, c para que esiio muitissi-
    mo approvadas : no seu escriptorio, ra da
    Cadeia de Santo Antonio n. 13,
    CLAUDIO DBEUX
    Vendem-se velas estearinas, proprias pa-
    ra carros a 19120 cada pacotc de 8 velas, :
    no seu escriptorio, ra da Cadeia de Santo
    Antonio n. 13.
    Claudio Dubeux
    Tendo recebido una factura de 2,000 bar-
    ris de plvora, dos melhores fabricantes,
    vende-os a 14-000; as amostras acham-se
    to sen escriptorio, ra da Cadeia ue Sanio
    Antonio n. 13.
    Aenco.
    Vendem-se pegas de chita de muito bons
    pannos, pelo baratissimo prego de 5 a pega,
    que sab.c o covado por seis vmtens e dez rs.,
    a porgo he pequea : portanlo quem gosta
    de economa deve-so aproveitar : na ra do
    Crespo, loja da esquina junto ao arco de
    Santo Antonio, e na loja de 4 portas n. 12.
    Charutos de Hava-
    ua: veadem-se em casa
    de C. .i. Astley & C.
    Chapeos de fel-
    tro e bonet de cabellu pa-
    ra meninos.
    Vendem-se ricos chapeos de teltro para
    meninos, enfeitados com fitas e plumas, pe-
    lo baralinho prego de 3s500, bonetes muito
    lindos dn cabello a 23 rs. : na ra do Quei-
    mado, na bem conhecida loja da boa fama
    n. 33.
    - ."<'IIns e* relegios.
    SELLINS a BELOGIOS depateplt
    inslez a venda no armazem de
    Roslron Rooker & Ompanliia, es-
    (juina do larao do Corpo Sanio nu-
    mero 18.
    Agencia
    da itndicao Low-Moor,
    na tia Seiuali
    ii. VI.
    \ Nova
    Cartas france-
    zas muito finas para vol-
    tete.
    Vendem-se tinissimascartas francezas pa-
    ra voltarelo, pelo baratissimo prego de 500,
    600 e 800 rs. o l>aralho,e tambem se vendem
    portuguezas a 300 rs.: na na do Oueima-
    i.o, na bem conhecida loja de miudezas ua
    boa faina n. 33.
    ttotoes para p -
    jii colletes e punhos
    Brinquedos pa-
    ra meninos,,
    Vendem-se diversidades de objectos do
    ago, miiilodelicados e proprios para meni-
    uos brincar, por pregos muilo baratos : na
    ra de Uueimado, na bem conhecida loja de
    miudezas da boaffama n. 33.
    rachas Na fundicSoda Aurora em Santo Amaro-
    e tambera no deposito na ra do lirum, lo};o
    na entrada, e. defrnnte do arsenal de mari-
    francezes a 80 rs., 100 e 120, linbas de car-
    reteis de 200 jardas do autor Alexandre a 80
    rs. o carretel, ditas de 100 jardas do mesmo
    aulor a 40 rs., caizjnhas com agulhas fran-
    cezas a ICO, ditas com agulhas de papel
    preto a 280, carleirinhas com agulhas fran-
    cezas a 320, agulheiros muito bonitos com
    agulhas tambem francezas a 160 e 320, cai-
    Miihas cora 16 novellos de linhas de marrar
    muito finas, azues e encarnadas a 320, ricos
    hotoes de cores para vestidos, ou roupinhos
    de meninas a 6oO rs., 800 e 1 a duzia, ricos
    agulheiros de ago e de marfim a 240 e 800
    rs., dedaea de ago muilo bonitos e cada um
    rfp na sua ciixinha a 500 rs., almofailinha:'de
    f;' camisa.
    Vendem-so aliutoaduras muito linas de
    madrcpcrola para colletes, pelo baratissimo
    prego de-500 rs., ditas niiiilo ricas de todas
    as cores a 30, 400 e 500 rs., ditas muilo li-
    nas ile madreperola para palitos do meninos
    o homens a ."ion e 640 rs., atacadores para
    punliosc collarinhos de camisa, de muito
    ?!t!_??.Ubelcimei)lo.conUl,: haver|ncopis.oa4u rs> 8(J0 e .^u00) djtos dp
    cornalina para casacas a 300 rs., e outras
    muilas qualidades de abotoaduras que se
    vendem muilo barato; na ra do Queima-
    um completo sortimento de moendas c meias
    moendas para engenho, machinas de vapor
    e taixas de ferro batido e coado de lodosos
    tamaitos para dilo.
    e alg-odao
    MAS iE LM
    pata padres.
    eii-enho.
    Cobertores de algodao a 500 rs. cada um :
    na ra do Livrainento n. 16.
    chaly
    achanta Iota do, de todas as
    cores a 1,100 rs, o co-
    vado.
    Na ra do Queimado n. 21 A, veade-se
    chaly liso aaharaalotado, fazenda esla de
    muito gosto, chegada pelo ultimo vapor da
    l-.uropa. l)ao-se as amostres cora penhor.
    (]apas e polainas
    PillVA B'AGC
    teitas pelos melhores fabricantes inglczcs.
    VKNIIAM K VEJAM O' (ENTE!! I
    Vendem-se dc 8 a ISfOOO, iguaes as de 20/:
    na ra da Cruz n. 2.
    Cortes dc cinta
    franceza, larga, a 2,000
    rs. o corte.
    Vendem-se cortes de chita, escura, mati-
    zada, a 2-000, cm covailos a 20 : na ra do
    (Jueimado n. 21 A. llao-se as amostras cora
    penhor.
    Ei
    i seis portas
    frente do Livraiueuto
    o
    B.VR4TO UI'E ADMIRA. A 3-2000.
    Vendem-se superiores meias pretas dc
    laia, pelo barato prego do O800 o par, ditas
    de algodao de superior qualidade a 600 rs. :
    na ra do Uueimado, na bem conhecida loja
    de miude/as da boa fama n. 33.
    Loques milito fi-
    nos.
    Vendcm-sc lcqucs muito linos, com plu-
    mas, cspclhos e bullas, pelo baratissimo
    prego de 2> e 31300, ditos sem plumas muito
    boa fazenda a 1?280 : na ruado Uueimado,
    na bem conhecida loja de miudezas da boa
    fama n. 33.
    Sao muito iiibs
    e d muio bons gostos.
    Mussulinas muito linas, matizadas com
    lindas cores, de padroes muito bonitos o
    inleiramenio novos; vendem-se pelo dimi-
    nuto prego de 560 rs. o covado : ua ra do
    Uueimado n. 22, loja da boa fe.
    Courode lustre
    Vende-se couro de lustre francez, o me-
    lhor que pode haver neste genero, pelo ba-
    rato preco de 55 a pello: na ra do Uuei-
    mado, na bem conhecida loja dc miudezas
    da boa lama n. 33.
    Selns
    patente inglez.
    Sflo chegados e acham-se a venda o v>r e liein ronlieridus selns ingleza* palente : na roa
    do Trapiche-Novo n. 12, aima/.cui dc fazendas de
    Adamara Howia i\ C.
    Planta ta cidade do Re-
    cite
    Vende-se a planta da cidade do Rccife e
    seus arrabaldes, falta pelo Sr. Iir. Jos .Ma-
    mede Alves Ferreira, por dez mitris: na
    livraria n. 6 e8 da praga da Independencia.
    Mappa das distancias d<
    provincia.
    Na livraria n. Ge S da praga da Indepen-
    dencia, vende-se o mappa das distancias
    d?s difieren tes villas da cidade entre si, e
    relagao a capital da mesma, a mil reis.
    Deposito
    de rap princeza d i fabri-
    ca de .Gasse, no Ri>
    de Janeiro.1
    Vende-se a preco commodo rap lino,
    grossoc meio grosso, da acreditada fabrica
    acuna, chegado pelo vapor S. Salvador ; na
    ra da Cruz n. *9.
    Vende-se cal de Lisboa ltimamente che-
    gada, assim como potassa da Russia verda-
    iiachinismo pa-
    tente ingle/.
    Os melhores relogios dc ouro, patente in
    glez, vendem-se por pregos razoaveis, mi
    cscriplorio do agente Olivcira, ra da Ca-
    doia do Recite n. 62, primeiro andar.
    Pennas dc ema, cera dc abclha e dc
    carnauba.
    Na ruada Cadeia do Rccife, loja n. 50, de-
    fronto da ra da Madre de ticos, ha para
    Tender os gneros cima, recentemcnle che-
    gados, por pregos razoaveis.
    .Ligas de seda
    para senitora.
    Vendem-se, superiores ligas de seda para
    srnhora, muito bonitas c de muitos pa-
    droes, pelo baratissimo pceo de 1)300,
    O500 e 2/000 : na ra do Uueimado, na
    bem conhecida loja do miudezas da boa la-
    ma n. 33
    N. O. Bieber & t.orapanhia, ra da
    Cruz n. *, vendem:
    Lonas da Russia.
    dem nglezas.
    BrinzSo.
    Brins da Russia.
    Vinho de Madeira.
    Algodao para saceos de assucar
    Algodftoziuho da Baha
    para saceos de assucar vende-se em casa
    de N. O. Bieber 6 Companhia, ra da Cruz
    n. *.
    Para mscales
    e boceleiras.
    Vendem-se dnziasde ciixamla m;issapara rap pe-
    loibarttissiino preen de (iil) rs.,du/.ias de lezooraa em
    carISoa Ijoooc 15200 e grandes U 1?'l2n, duziai de
    coninli.it de pao rom palilos i\n fono a 210 rs.,nzid
    de penlesde ciires inailo bnns pura ali/ara|l>2O,
    duza* de pentes de baleia para alar cabello a 2?20
    2>(>ont,iu/M de iiavrtlha. p.ra brba a 1|A600,grorai
    de bolies madreperola para ramisn* a (loo reii,dilai
    muilo finos de alala a 100 reis, grozat de boles li-
    nos para caira a 280 reis, carias coro 5 penlesde
    alnete a 1'Ki reis.du/ias do peales de balea para a-
    liiar a 38, crozas de livellas para apatos a .''C0, ilu-
    zias de rnmvelps linospara aparar pennas a 8$500
    e 3>,dozias ile callas ^armnicas) a 1>2"0 e I-00.
    duzas lie torcidas para randieiros a SO, reis crozas
    de narras p-ira cubrir a IU0, Un e 160 res, pe
    cas de tranceln para benlinbts a 120 res, pulceiras
    encarnadas minio bolillas para Sra. c meninas a 200
    rs.,dnzias de miadinbas de linbas prelas a 210 res,
    pecas com 10 varas de fila de eos a 320, 360 e loo
    reis, iluzias de lapes a loo rs., do/ias de canas com
    clcheles a "20 r*., linbas brancas de novellns de lo-r
    dos os numeras, ditas de cores, linhas de miada lino
    e croras, dil .-le carrlleis branrnse decores, con:
    de vestido de In largar*, e baratos, reodat ile todas as laare, ee"
    pelbos, corras de viola, lilas de l.ia de todas as co-
    res, lilas de linho brancas e de coros, didaes, acnlbas
    de lodos os nmeros, filial dn seda dc lodos os nme-
    ros, pennas de pato.caixas de chifre, rozarios, colhe-
    res de ferro, relroz de Indas as cores, vernicas, filas
    debeira prela e branca,crampas,eludo o mais quese-
    ja necessario para completo sorliinenlode borelei-
    ras e mscales e que lodo se vende mudo mais bara-
    to do que em oulra qualquer loja, na ra do uuei-
    mado, na hem couliecida loja de miudezas da boa
    fama n. 33.
    ' arandas e grades,
    Um lindo e variado sortimento de modcl-
    los para varandas e gradaras, de gosto nio-
    dernissimo* na furdigoda Aurora cnOan-
    lo Amarome no deposito da mesma, na ra do
    Brum.
    Moendas superiores
    Na fundigo de C. Starr A Companhia, em
    Santo Amaro, acham-se para vender moen-
    do, na bem conhecida loja dc miudezas da
    boa lama n. 33.
    mm*f$
    REMEDIO IMCOMPARAVEL.
    cobertos o descobertos, pequeos e grandes,
    de ouro patente ingle/., para bomem e sr-
    nbora dc um dos melhores fabricantes dc
    Liverpool, viudos pelo ultimo paquete in-
    glez : em casa de Soulliall Mellor i\ C.% ra
    do Torrea n. 38-
    Meias de todas
    as qualidades.
    Vcndem-se meias de seda liranc para se-
    nhora, o melhor que so piule encontrar a
    39500 rs. o par, ditas pretas tambem muito
    boa fazenda a 29300, ditas brancas de algo-
    dao, muilo linas a 320, 400, 500 e f.00 rs.,
    ditas pretas lambem muito finas a (OOrs.,
    ditas de seda de cores muito bonitas e pro-
    prias para baplisado de mangas a 23000,
    ditas croas muito lories para meninos a 400
    rs., ditas de cores dn algodao para meninos
    a 240 e 320, ditas brancas para meninas a-
    240 e 320, (lilas cruas e brancas para ho-
    iiiem a I so, 200, 240, 320 c 400 rs., ditas de
    core.s de lio da Escocia tambera para bomem
    a 400 e 500 rs. : na ra do Queimado, na
    bem conhecida loja de miudezas da boa fa-
    ma n. 33.
    Suspensorios dc
    borracha muito liaos
    Vcn.dcm-se suspensorios de seda e sem so-
    da, muito unos, pelo prego de 1)000, 1?200,
    t/600 e 2/ o par : na ra do Queimado, na
    bem conhecida loja de miudezas da boa fa-
    ma n. 33.
    Naloj&daboa f
    vende-se o mais barato
    'jx.ssiv I :
    Chales pequeos do merino, de lindas co-
    res, bordados em duas ponas a 7-000 ca-
    misas de riscado muilo bem feitas, pel di-
    minulo prego de 1/500 cada urna, ditas de
    meias muilo linas a ii, lomos francezes pa-
    ra rap 360, chitas linase'dc padroes mili-
    to bonitos para roberas a 200 o covado
    cambraia adamascada com urna vara dc lar-
    gura, proprias para cortinados a 7, a peca
    do 20 varas, gravatinhas do cassa muito bo-
    nitas a 200 rs., setim encarnado, verde e
    amarello muilo superiores a son rs. o cova-
    do, corles de fuslao para colletes a 500 rs
    K o 19500, lencos brancosde eambraia pro-
    prios para bomem a 210, ditos ditos coi
    barra de cor lambem a 210, ganga amarcll.
    franceza muito lina a :12o o covado, Icigo
    brancoa grandes, proprios para caneca a
    00 rs., meias brancas tinas para sendera
    polo baralo preco dc 210 c 3-20 o par, brim
    de qundrnlios de padroesmuitobonito.se
    de puro linho a 240 o covado, pegas de pla-
    tudas de aleotlao, cora 20 varas, pelo bara-
    lissimo prego de 3(00 cada uma.cdapeos de
    palha lina do Chili, polo diminuto prego de
    10/, e alm disto muilissimas fazendas'tinas
    e grossas, que vendem-se por menos que
    em entra qualquer parte : na rna do Uuei-
    mado n. 22, na bem conhecida loja da
    boa le. .
    PENTES HE TODAS AS QUAMDAES.
    V'cndem-se pentes de tartaruga para cabello
    o melhor que se pode encontrar, a 65, ditos
    de baleia imitando o mais que ho possivel
    aos dc tartaruga, a \0, 1?200 c 1?300, ditos
    mais ordinarios de baleia a 210 e 320 rs., di-
    tos dc tartaruga para alizar, fornidos e miji-
    to bem feitos a 4c, ditos dc marlim, fazenda
    muilo superior a 1*500, 2? e 3-, ditos de
    das de caima todas de ferro, de um modcllo e borracha de muito superior qualidade a f
    construcQo muito superiores. ditos de bfalo verdadeiro, muito linos
    bem feitos, a 640, 800 c tu, ditos a imitagao
    do unicurne a i>, ;tosde baleia muito bons
    a 280, 320 e 400 rs., dilos dc bfalo verda-
    deiro, muilo bonitos o bem feitos, proprios
    paraisuissas e enancas, a 320 rs., ditos de
    marlim muilissimo bons, fabricados em Lis-
    boa, para pi!nos, a S00, 1000 e 19500. di-
    tos pelos de bfalo tambem para piolhos, a
    500 rs. : na ra do Queimado, na bem co-
    nhecida loja de miudezas da boa faina n. 33.
    Algodao inonstro, lie
    UNGENTO IIOI.LOWAY.
    Militares de individuos dc todas as nagoes
    podem testeraunnar as virtudes dcslc reme-
    dio mcomparavcl, c provar em caso necessa-
    rio, que, polo usoquedelle llzeram, tem seu
    corpo e memhros Inleiramente saos, depois
    dc haver empregado intilmente outros Ira-
    lamentos. Cada pessoa podcr-se-lia conven-
    cer dessas curas maravilhosas pela leitura
    dos peridicos que Ibas relatara todos os
    das ha muitos anuos ; e a niaior parle del
    as silo tito sorprendentes que admirara os,
    mdicos mais celebres. Quanlas pessoas re-
    CObraram com este soberano remedio o uso
    de seus bragos c peinas, depois oeter per-
    manecido longo tempo nos bospitaes, onde
    deviara soHrera amputacao! Dolas lia mui-
    las, que havendo deixado csscsasylos de pa-
    decimento, para se nao submetlerem a essa
    operagao dolorosa, foram curadas completa-
    mente, mediante o uso desse precioso re-
    medio. Algumas das taca pessoas, na clusao
    deseo reconhecimeto, declararam estes re
    aullados benficos dianle do lord correge-
    dor. c outros magistrados, alini de mais au-
    tenlicarera sua alDrmativa.
    ISinguem desesperarla do estado de sua
    saude setivesse bstanle conanga para en-
    saiarcsie remedio constantemente, segiun-
    do alguin tempo o tratamento que neceaai-
    lasse a nalure/.a do mal, cujo resultado sena
    provar i ncon testa vel mente: Que ludo cura.
    (' ungento he til, ma*particularmente
    nos seguales rasos.
    Inllamuiagao da ma-
    | AI pureas:
    Caimbras.
    Callos.
    Canceres.
    Cortaduras,
    llores de cabega.
    das cosas.
    dos memhros.
    Enfermedades da cu-
    tis em geral.
    Enfermidades doanus
    Krupgocs escorbticas
    Fstulas no abdomen.
    Frialdade ou falla de
    calor as c-xlremi-
    dades.
    FrieiraSi
    Ccngivas oscaldadas.
    iucliaces.
    Iiillammago doligado
    da bexiga.
    t-iz.
    Lepra.
    Males das pernas.
    ^ dos pcilus.
    de olhos.
    Mordiduras de replis.
    Picadura de mosqui-
    tos.
    I'u Imoes.
    Quei mdelas.
    Sarna.
    Supuragoes ptridas.
    I'uilia, era qualquer
    parle que seja.
    Tremor de ervos.
    Ulceras na horca.
    - do ligado.
    - das arliculagocs.
    Veas torcidas ouno-
    dadas as pernas.

    Luvas dc (odas
    as (ualkUdes.
    Vendem-se verdedeiras luvas do pellica
    de Jouvn, prelas e brancas, para bomem e
    senbora a 2;300 rs. o par, ditas de seda de
    todas as cores e bordadas, com guarnigoes a
    29500, ditas lisas tambera de seda e de to-
    das as cores, para homcm c senhora a Ir,
    1S200 e l#500, ditas pretas de torcal, multo
    boa fazenda a 1>, dilas brancas de algodSo
    para bomem a 210, 320 e 400 rs., dilas de
    cores muilo finas de fio da Escocia para bo-
    mem c senhora a 320, 400 e 500 rs., e ou-
    tras mais qualidades de luvas, que so ven-
    de baralo: na roa do Queimado, na bem -.-'"''T I CU
    conhecida loja dc miudezas da boa faina &SwIuuluKU
    BE MITO BHS GOSTlS E
    Vendcm-sc muilo ricos jarros de porcelana
    para llores, ricos pares de calungas para ci-
    ma de mesa tambem de porcelana, tinteiros
    de muito gosto, c paliteiros, lu.io dc porce-
    lana e por prego que nao deisara de servir
    a quem gosta do que he bom na ra do
    Uueimado, ua bem condecida loja de miude-
    zas da boa fama 11.33. ,
    pe-
    chincha.
    Vcndc-sc algodao nmnsiro com 8 palmos
    de largura, proprios para toalhas o leucoes,
    pelo diminuto prego de (00 rs. a vara : ua
    ra do Queimado n. 22, na lojsfda boa f.
    - *. y:
    $
    rato
    a
    S?. \
    Pecas do cassas piuladas
    gostos novos, a 5; a pega
    com penhor.
    cora
    20 varas I duira : na praca uoCorpoSiinton.il,
    r lg
    Vende-se muito bom papel almaco greve
    a 43 a resma, dilo muito bom sem ser greve
    a 39200, dilo de peso pautado a 49500. dito
    liso a 3?, dilo paquele pautado a 5 c < a
    resma, dilo dc cores, de foilia pequea, em
    quarlosdc resma a 700 rs grozaa das bem
    conhecidas pennas de ago, bico de louga a
    19900, ditas muilo linas sem ser de luco de
    louga a 300 rs. e 1-">, duz linos a 320 o 800 rs., canelas muilo bonitas,
    de age, torneadas a 120, ditas do espmho a
    200 rs., dilas ordinarias de p 20 rs., caivetes d.- cabo do chifre de viado,
    de 2 folhas, muilo boa fazenda a 800 rs., di-
    los del SO follia com cali de madreperola a
    800 rs., ditos muito linos de l so folha cora
    cabo de marlim a l-tiiH) e 2/, uitos de 2, 3 e
    4 folhas, linissimos, tambem com cabo de
    marlim I 2-300 e 3, vidros com tinl car-
    mi m muilo lina, propria para riscar o escre- |te*arioa, r" rn
    ver a 80'J is., boidos de tinta preta ingle/a a : nlhma.pleorii
    1 lo rs., tinlciros patente ingle/., de vi Ira
    I9S00 e 39, reguas redondas muilo bem fei-
    tas lambem nglezas a 500, 600 e 800 rs-, po-
    dras ingle/as muilo finas para amolar Ife;
    I95OO, Linteiros para algibeira a 400 rs., |
    agarradores de papis do muilas qualidades
    e prego s, e outras muitissimas cousas: na i
    ra do Queimado, na bem conhecida loja dc
    miudezas da boa fima 11. 33.
    NAFUNDICAO DE FERRO DO ENGE-
    NI1EIRO DAVID W.IIOVVMAN. ,ha
    RA DO RRM, PASSANDO O ollA-
    r.Miiz,
    ha tempre aro grande aoranenlodosMnuinlasob-
    ieclosdeniachaniroasproprioa |>araeii'.onlios,a sa-
    ber : mnrndaae meiai moendas, da mais moderna
    eODSlracgSo ; laixusde ferro fundillo e balido, superior qotlidade c de lodosostaaianhoi; rodas
    denudas para tat ou animaes, de t< das as propor-
    eBes;erivoae boca de fornalha eragidroide I10-
    eiro, afiiiliides. hrou/es.parafusos e ejvillioes.moi-
    DDosde mandioca, ele. eic.
    NA .MESMA FNDICA'O.
    e execuiam lodaaaseneonanenda com a loperio-
    ridade Ja conhecida com a devida presteza ecom-
    niiKiid.ide em pre^o.
    ' ROPF
    DO
    Vende-se este ungento noestabelecimcn-
    to geral dc Londres n. 244, oSIrand, e na
    loja de todos os boticarios, droguistas e ou-
    tras pessoas encarregadas de sua venda em
    toda a America do Sul, llavana e llespanba.
    Vende-se a 80ors. cada bocetlnha,cantean
    urna instruccOo em portuguez para explicar
    o modo de fi.zer usodeste ungento.
    (/'deposito geral he era rasa doSr. Sotim,
    pharmaceulico, na roa da Cruz o. 22, "'t;
    l'einanibuc.o.
    para os homens
    que tiverem bom "oslo-
    Vendem-se muito bons estojos proprios
    para viagem, por lercm todas os arranjos ne-
    cessarius para barba, pelo barato preco dc
    le, 2?, 39, 49, 59 e G9OUO cada um, esporas
    muilo linas uc casquinha o ago para correias
    a loeilc2o, caixas redondas de tartaruga
    para rape, pelo baratissimo prego de 5900,
    ditas de bfalo, fazenda muito superior a
    19500 e 3/, ditas muito linas de massa a U,
    ricas charuteiras e muito linas a 29 e 39500,
    ponteiras para charutos de marlim e de uni-
    corne a 300 e 600 rs., ca teiras muilo ricas
    de mogno, projinas paia viagoui a 89, 10o e
    12, ditas sera ser de madeira para 39, 5ft e
    6^000, cinlurOes de borracha a 19 e 195 00
    grvalas pelas c de cores, fazenda muito
    boa a I95OO, riqusimos caivetes de pu-
    nhal cora cabo de madreperola a 5J, pinceis
    mglczes para barba a 19, garrafas de cores
    cora copos, proprias para lavatorios, pelo
    baratissimo prego do 19, galiieleiras com lo-
    dos os vidros pecessanos a colher, pelo ba-
    rato prego de 29, Lrancelins prcios roligos e
    chatos, de borracha, pata 1 elogios a IfiO,
    320, 400 c 50U rs., brelas dc cola, conlendo
    lodosos das da semana, cada caixiuha a-400
    rs., ditas lisas a lfio, escovas para deules
    muito linas a 100, 240, 400 e 300 rs., o dilas
    de cabo de marlim que lanibem se vende
    baralo, ditas de cabo de osso para uubas a
    320, 300 rs., 600 e 19, dilas de cabo de b-
    lalo a de marlim, que se vende barato, ditas
    muilo boas para cabello a 04, 1/500 e 39,
    ditas para falo a (9280, 19500 e 29, aliadorcs
    inglezes para navalhas a U, navalhas mui-
    lissimo finas para barba a (cada una, ri-
    cas bengalas dc caima e bamb', pelo bara-
    to prego de 29, 3j e 4#00U, dilas de junco a
    300 rs., lj, 1J200 e 1:500, caixinhas com 30
    pedras de osso.lorneadas e muito bem feitas,
    brancas c encarnadas, proprias para jogos
    de damas ou garaao, pelo baralissimo prego
    de 2?, 2/500 e 39, jogos de domin em cai-
    xinbas a 1/200, 19500 e 2?, diversidade de
    objeclos de charo inarchetados dc madrepe-
    rola de cores, coiisislmdo em jogos de da-
    mas, pastas para guardar papis, caixas para
    joias, dilas para voltarcle, ditas para papis,
    carleiras para senhoras, e outros mais ob-
    jectos, tudo de muitissimo gusto, e que nSo
    se vende caro,lixas de osso c dc madreperola
    para vollarete, e outras muilissimas cousas,
    tudo de muilo gosto c por preco barato co-
    mo todos saliera : na roa do Queimado, na
    hem conhecida loja de miudezas da boa la-
    ma 11. 33.
    Facas, garfos c
    colheres.
    Vcndcm-sc as melhores facas dc cabo de
    marfim que se pode encontrar a 153 a duzia,
    ditas de cabo de halanco muito linas a 6: a
    l-'oi Iransferidoodcposiiodeslc xarope para a ho duzia, ditas de rabo o lavado 6 rol ico a 3?,
    tica de Jou_da l'.ruz Sanios, nsrua Novan. 53' ditas cravadas a 39200, dilas de chifre de
    garra'ai .'o'.no. e meia s 39000, aendo falso lodo |vado a 4f400, ditas para sobremesa com ca-
    li de balango a 5~, ditas cora cabos rolicos
    u Oltavados a 39, colheres de melal do prin-
    cipo mullo linas para .sopa a 6? a duzia, di-
    tas para cha a 3:000, c nutras mais qualida-
    des dc lacas c colheres, trinchantes e amo-
    lador de facas, que ludo se vende barato;:
    na ra do Uueimado, na bem conhecida loja
    de miudezas da boa lama 11. 33.
    Para as ^enho-
    aquello fue iii-Tnr vendido neslc deposito,Mo
    que se faz o presen te arriso.
    ISPORTAXTE PARA 0 PUBLICO.
    Para curada phtysjcaem lodoosieusditlercD
    ti\;itla poreonslipandes, lo-^^c
    irarrofi dasancue, drdeeot-
    ladoa e paito, palpila{aone corai;ao.eoqaelucle
    bronehilc
    dosorgalo
    K
    dl na earj;aolai. e
    li.ilnimiai i >.
    loda asmolestia
    se
    as
    danise amostras
    Cobre
    para fono de navios
    l a 880 lnnos.
    no annazcm de
    ILEGIVEL
    TAIXAS PAHA ENGENHO.
    Ra fundipao de ferro de t). W. Bowmarii u
    ra da Brum, passamlo o ehafariz, couiina ha
    der umcorapleio sortimerto d taixes de ferro f un
    vido e batido de 3 a 8 palmos de bocea, as quaes
    acham-se a venda,por epreco commodo com
    proroptido; embarcam-soucarragaa-s* smcar
    ro seindospezaao comprador.

    ys.
    fie todas as qualidades.
    Vendem-se oculos dc todas as graduacoes
    com delicadas armacOea de arjo, pelo barato
    guras, rendas de varias larguras, bailado
    aborto de linho, toucas de 13a para enancas
    e outras muitissimas consas, que tudo se
    vende mais barato do que em outra qual-
    quer parte : na ra no Queimado, na bem
    conhecida loja de miudezas da boa fama
    n. 33.
    Reflnaria de
    Reg & Barreto, no Mon-
    teiro.
    .No deposito desta refinarie, na ra da Ca-
    deia do liccife n. 30, ba sempre assucar re-
    tinado de superior qualidade, tanto cm p
    como cm lornes c em pScs, por prec.o mais
    commodo de que era outra qualquer parle.
    C. STAItR & C."
    respeilosamenle annunciam, que no seu ex,
    tenso estabelccimenlo, cm Santo Amaro.
    continu'a a fabricar com a maior perfeicSo
    e promplidflo, toda qualidade de machinis-
    mo para o uso dc agricultura, navcgar;3o e
    manufactura, e que para maior commodo de
    seus numerosos fieguczcs e do publico era
    geral, tem aberto em um dos grandes arma-
    zens do Sr. Mesquita, na ra do lirum, atraz
    do arsenal de marinba, um
    DEPOSITO DE MACHINAS,
    construidas no dilo seu estabelccimenlo.
    Alli acharao os compradores um completo
    sortimento de moendas de canna, com todo
    os inelhoramentos [alguna delles novos o
    originaes a que a experiencia de muitos an-
    uos lem mostrado a necessidade. Machinas
    de vapor de haixa c alta presso, tachas de
    todo lamanho. Unto batidas como fundidas,
    carros de m3o e dilos para conduzir formas-
    de assucar, machinas para moer "mandioca,
    prensas para dito, fornos de ferro balido
    para familia, arados de ierro da mais appro-
    vada construccao, fundos para alambiques,
    envos e portas para fornalhas, e urna inlini-
    dadode obras de ferro, que ser enfadonho .
    enumerar. No mesmo deposito existe urna
    pessoa intelligenlce habilitada para receber
    todas as eiicouimcndas, etc., etc., que os
    annoncianles contando com a capacidade de
    suas ollicinas o machinismo, e pericia de
    seus olliciaes, se compiomeltem a fazer exe-
    cutar com a maior presteza c perfeicSo, e
    exacta conformidade com os modellos ou
    desenhos, e instrucQOes que lhe forera for-
    necidas.
    tOB I.AF1ECTEUR.
    O nico autorisado por decisao do,conselho real,
    decreto imperial.
    Os mdicos dos hospitaes recommendam o
    arrobe de LalTecteur, como sendo o nico
    autorisado pelo governo e pela real socieda-
    de de medicina. Este medicamento de um
    gosto agradavel e fcil a tomar em secreto,
    esta em uso na marinba real desde mais de
    60 anuos ; cura radicalmente em pouco tem-
    po com pouca despeza, sem mercurio, as af.
    feccoes da pclle, impingeos, as consequen-
    cias das sarnas, ulceras e os accidentes dos
    partos, da idade critica e da acrimonia he-
    reditaria dos hnmores; convm aos catar-
    rhos, a bexrga, as contraccoes e a fraqueza
    dos orgaos, procedida do aboso das injec-
    ces ou de sondas. Como anli-sypbiliticos
    o arrobe cura em pouco tempo os lluxos re-
    centes ou rebeldes, que volvem incessantas
    em coosequencia do emprego da copahibe,
    da cubeba ou das iiijerc,es que represeutem
    c virus sem neuli alisa-lo. O arrobe Laffec-
    teur be especialmente recommendado con-
    tra as doencas inveteradas ou rebeldes ao
    mercurio eao iodoreto de potassio.Lisboa.
    Vende-se na botica de Barral e de Antonio
    Feliciano Alves de Azevedo, praca do I). Pe-
    dro n. 83, onde acaba de chegar urna gran-
    de porciio de garrafas grandes e pequeas
    viudas dilectamente dc Haris, de casa do dito
    Boyveau-Lafjecleur 12,rua hichelieu Paris.
    Os formularios dao-se gralis em casa do a-
    genle Silva, na praca de D.Pedro n.8-2.
    Porto, Joaquin Araujo ; Dahia, Lima & Ir-
    maos ; Pernambuco, Soum ; Rio de Janeiro,
    Itocha & Kilhos; e Moreira, loja de drogas ;
    Villa Nova, Joan Pereira de Magates Leile ,
    Rio Grande, Francisco de Paula Couto &
    Para os jovens
    namorados.
    Vcndem-se ricas folhas de papel phanta-
    zia para escrever, cada folha com a compe-
    tente capa e una obreia do cola com qual-
    quer dia da semana, pelo barato preco de
    60 rs., 100, 200 e 300 rs. : na ra do Quei-
    mado, na bem conhecida loja de miudezas
    da boa fama n. 33.
    Arados de ferro.
    Na fundicSo de C. Starr & Companhia, cm
    Santo Amaro, acham-se Dar vender arados
    de ferro de um modello e construccSo muito
    superiores.
    1 AO PBLIC0. %
    g No armazem de fazendas^ baratas, na do O
    Collegio n." 2, JJ
    vende-se um complet sortimento de fa- 3f
    M zendas linas grossas, por mais barato M
    | presos ao que em oulra qualquer parte, M
    J Unto cm porcocs como a relalho, aBan-
    "i cando-se aos compradores um s preco
    jj para todos: este eslabelecimenio abrio-se
    g de combinai;;io com a maior parte das ca-
    / sas commorciaes inglczas, francezas, alie- Bl
    S maos e suissas, para vender fazendas mais J^
    ollereceni elle maiores vantgens do que 2
    outro qualquer; o proprietario desle im-
    portante estabelerimenio' convida todo! 8
    os seus patricios, e ao publico em geral,
    ^ para que venham (a bem dos seus inte- 5
    resses) comprar fazendas baratas: oo ar- JJ
    mazem da na do Collegio n. 2,. deAn- U
    ^ tonio Luiz dos Santos & Roli. '
    illtetesde visita.
    Iicavam-M e imprimem-se com perrel^nn bilhalca
    de viila, lellras de commercin e lodosoa objeclos de
    arlr ealigraplliea, regislros, vinlielaae qoaesquer de-
    senlio?. Abrem-M firmas, sinetcs, tanio a lalho do-
    ce como im relevo, ornaraenloa enm objeelos de our-
    e prala. Fazem- rj.ciis lindos e ori|iinaet para
    liordiidos de lalixrnilho. Ailmilie-se a recusa ds
    ipinesauer desles objectni no caso de nao Hcarem o
    conteni das pessoas que os enrommendarem : que
    pretender dlrija-fe.a qualqoer desles lup.res : no
    bairro dn Kecifc, ra da Madre de Dos n. 32, pri-
    ineiro andar; nn> nio Anlunro, na livraria rlassica
    dopateo do CoIbRio n. 2 ; as Cinco l'ontas, sobra-
    do ila quina confronte a matriz nova.
    Vende-se boa manteiga irgleza a 800
    rs. e a 720, dita franceza nova a 680, touci-
    n.ho de Santos a 280, arroz pilado da India,
    muito alvo a 160, dilo mais baixo a 120, sa-
    llo a 160, bania de porco muito alva a 500
    rs. a libra, vinho engarrafado muilo vellio
    a 900 rs., dito em ipa, dol'orio a56o, dilo
    da Figueira a 560 a garrafa : ua taberna da
    ra das Cruzes ti. 20.
    ras de bom gosto.
    Vendem-se ricos estojos dc Jacaranda,
    proprios para costura de senhora, pelo ba-
    &M;*#i!fKi ****
    Fugio de bordo do bngue brasilciro
    prreode 800 rs. e 1>5i'0, ditos com :i macots j lalissiino prec.o de 29500, 4t, 6?, 78 e 89000, Melampo, na noiie do dia 8 do correte, um
    douradas e prateadas a 19200 e l$500, ditos, caixinbas para guarda joias a koo rs 1/ e negro de nome -Marcelino, nacao Cabinda,
    -com aimacao de blalo a 19200, ditos com 119200, carterinbas muilo delicadas proprias I altura regular, aecco do corpo, rosio com-
    xrmacao de baleia a 480, ditos com ai macao para senhora e meninos a 800 e 500 rs-, te. priilo, barba serrada c cria suissa, com falta
    Em casade liabeSchraeltau :Companhias de metal branco a 400 rs., tunelas de um so souras muilissimo linas para costura, de : de denles na frente, e consta andar vestido
    ra da Cadeia n. 37, veudem-se elegante, I vidro redondas e quai'radas rom aro de bu-]lodos os tamanhos a 500 rs., 600, IjoOO e com paleto, c calvario : quem o pegar leve-o
    pianos do afamado fabricante Traunianu do ; talo a 500 rs., ditas de dous vidros tambera 19200, ditas para linhas tambera muito linas a bordo do di Lo navio, junto ao cos do Pas-
    Hamburgo. com armacao de bfalo a 19500, ditas de umja 800 rs., 19000 e \f-2W, linha de peso mui- seio Publico, ou a casa de seu consignatario
    Venderse superior linhas de algodo s vido redondas e quadradas com aro dc lo fina para labyrintho a 100 rs. a meadi- j Manoel Alves Guerra, na ra do Trapiche u
    brancas, e de cores, em novello, para coslu- tartaruga 19800 e 19500: na ra do Quci- nha, ditas para" bordar a 100 rs., 110 c 160, 14, que sera bem recompensado.
    mado, na bem conhecidada loja de miudezas lindas caixinbas com grampaa a 160 e 300------------------,-------------------------------------------
    da boa lama D. 33. rs., carlOes com 1+ e 24 pares dc clcheles 1 l'EBJs.: 1VI'. DK al. F. UE FAMA 185';;
    ra, em casa deSouthall Mellor o. ('.., ra do
    Torres n. 38.
    i
    1


    MUTILADO




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