Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07765


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Full Text
1
\kNNO XXXIII i. ni
Por 3 EiC7.es atalantados 4.S000.'
PC>r 3 mezes vencido 4x500.
:;

S\BB.1D0 23 DE MU) DE 1857
Por anuo adiantado 15S000.
Porte franco para o subscriptor.-
NCAHREUADOS UA SITBSLHIFCA'O NO NORTE.
Parahiba 8r. Joso Hodolpho Gomei; Naial, Sr. Joa-
nlm I. Psreira Jnior ; Araeaiv, o 8r. A. ds Lemoi Braga ;
ara, o Sr. J. Jo da Oliyeira ; Maranho, o Sr. Joaquim Mar
m Rodrigues i ftauhy, o 8r. Domingos Herculano A. Pessoa
GaaraoM Para', o Sr. Jojudo J. Ramot; Amaionu, fr. Jiro
njrao da Coila.
PARTIDA DOS COIlItRglOS
Olindi : lodaa os dia. aa ri a maia huras
lunar."n
S. Aatii>. Reiern, Konlto, loriar 1, A.....
S. Loareaea Puo-fAlka, .Na.arrto, Llaa.
seira. Horca, Vil/a-llol/a, Roa-Vi.ia, Orn
Cabo, ll'iniir.i, Serinhaein. Itt.i-K.irm.oO,
{ufraj a Natal : |oiB>ua-f*lraa.
I ...i... oa corrama r-arti-m aa 10 horaa Ha r
dn .lia.
idas.....aus-rairas,
I... i:.ir.miioii>: m larca-f'
>->. UrejO, PNlaa-r*, Imj.i-
in E ,s .....irn
Bu
,-l'n
AUDIENCIAS DOS TRIIINAES DA CAPITAL.
Tribunal do commercio I legunda quintal.
Rtlario ; len-as-feirai a labbadoi.
Fazenda .- qurlas a sabbadoi 10 horai. a
Juio do commercio : icgunda ai 10 horai quintil aa mile-d n.
Juizo da orpbaoi: leguodas a quintal ai 10 borai.
'rimeia raraAJo civel legundsj lexiai ao maio-dia.
I Segunda Tara do civil: quarua labbadoiao miio-dia.
EPIIKMERIDKS DO MIZ lii; MAlo.
8 La cheia as 11 horas e 51 minutoi da (arde.
16 Ruarlo rnioguante ai 8 horas e 50 minuto da larde.
M La nova aoi 28 minuto! da tarde.
30 Ruarlo ereKent* ai 10 horai 52 minutoid manha.
PREXMAR DE llo.lE.
Primeira ai 3 horai e 2 minuloi da Urde.
Segunda ai 4 horis a ti minuloi da manhaa.
DAS DA SEMANA-
18 Segunda. S. Kaiix de Ointalire I. PrilCO rc.
10 Tuga. S. Pedro Celestino f. I S lio I.
SOQuaria. S. Ilernadino de Sena ; S. ramilla.
21 Quinta. Asccnsiodo Sculior. S.Marcos.
22 Sexl. S. Rita He Csssia \.:S. (luiteria S. Emilio.
2:t Sbado S. Hatillo are. S. Desiderio: S. Epilacio.
21 Domingo. S. Vicent" de Leiriin.
i:\CARHKC. \l)OS DA SI liS< MITVO NO SOL
Alagoaa, o Sr. Claudino Falcao Diai ; Babia, a 6r. D. Ihiari
Rio da Janeiro,o Sr. Joao Pereira Martim.
ESI PERNAMIfl'CO.
O proprietarlo do DIARIO Manoel Figuairoa da Fana, na la
liTraria, praca da Indepandencia ni. ( a 8.
PARTE OPfiCiAL
COMMANDO DAS ARMAS.
aWartal general do commando daa armas de
Peraanabaco na nidada do Reela, a 22 de
malo da 1857.
ORDEM DO DA N. 183.
O eenar.il i-ihiiiii.iiiI.hiIi' das armas dtelara, para
ot lina convenientes, que a licencia da tre mezei
concedida pelo governo ao Sr. alferea do dcimo ha-
lalhS-o de infamara. Antonio Nogueira Piolo, para
ir a provincia do Maranhao, conforme se fez pu-
blico im ordem do da n. 180 de 18 desle mez,
principiar,i asar gozada no prximo vindnuro.
Jos Joaquim Coelho.
TRIBUNAL DO COMMERCIO.
SeSSiO ADMINISTRATIVA EM 22 DE MAIO DE 1857
Presidencia do Exm. Sr. desembargador
Souza.
As 10 e meia hars da manhaa, presenle o
Srs. depotadoi Reg, Basto, l.emos e supplente
Hamos e Silva, Sr. presidente abri a sessao ; o
sen lo lida a acta da ultima, l'oi approvada.
Nao bou ve expediente.
DESPACHOS.
I m requerimento de Miguel Jos Barbosa Gui-
maraes, informado pelo Sr. desembargador fiscal,
pedindo malricolar-se.Deferido.
Oulro de Joan Das de Castro (mimarnos, infor-
mado pelo Sr. derembargador liical, pedindo matriz
calar-se.Como reqoer.
Oulro de N. O. Bieber Companhia, pedindo
aolorisacao para o prepoito d corrector Loiz Ama-
vel lluh iiirq clas-ilicar as amostras do carregamento
de assucar da barca frnceza Venesuela.Na for-
ma requer la.
Oolro de Palou, Nash Companhia, pedio lo cer-
lidflo de sna matricula de commerciaote. 1)0-
se-lhe.
Oolro de Francisco Xavier de Sa' LeiUo, caiieiro
da Paln, Naah & Companhia, pedindivcertidao do
registro de sua nomearao de eiHetro.De-se-llie.
Oolro de Joaquim Pedro da Coila Mureira, pedin-
do regialro de sua uomear,3o de caiieiro dejlo da
Silva Regadas.Regisire-sa.
Oolro de Arooriro & lrmaos, procaradores de
Francisco Rodrigues Sacavem, pedindo cerlidao da
deonararjo da fianza prestada pelo luate Narciso,"
qoando Ihe foi concedido o registro.Justifique, se
foi registrado.
Oulro da Henry Foriter j Companhia, pedindo
raglitrar a nomeafo de ieu caiieiro Francisco Joa-
qoim de Mello Tavares.Kegiiire-se.
Ootro de Amorim Irmaos, procoradores <1e
Francisco Rodrigues Sacavem. entregando o regia
tro do hiale aNirciso, visto l-lo vendido Jo
Antonio de Almeida, afim de ser desonerado da res-
pectiva reaponsabilidade.Archlve-se, fetas as aci-
notacss necessanas para desoneraco da resounsabi-
lidade.
E nada mais harendo a tratar, o Sr. presidente
aocerrou a sessao.
SKSSO JDDICIARIA EM 22 DE MAIO DE 1857.
Presidencia do Exm. Sr. desembargador
Souza.
Ao tneo da, achando-se prsenles o Seuhor
deaembargador Gilirana e os Senhores depuladus
Reg, Basto e l.emos, e supplente Hamos Silva, o
Sr. presidente abri a sessao, e lida a acta da ulti-t.
ota, he approvada.
O Sr. desembargador Villares parlicipou nn po-
der comparecer ao tribunal por incommodo de
aaude.
O Sr. presidente negou provimento ao aggravo do
juizo espacial em que sao :
Aggravaute, Manoel Alves Guerra ;
Aggravado, os embargantes de terceiro Francisco
Quioleiro Rodrigues Estevas.
Nada mais havendo a tratar, o Sr. presidente le-
va nloo a aessao a 114 hora da tarde.
da amizade que felizmente subsistem entre os dous motivos o raen silencio, que modestamente jul;ava perial, a proposii;ao da cmara dos deputados sobre i 8:000| paraafnndar.no de oro hoapilal'de eardade i
governos. que pasaaria desapperceliido. l'm dos danos ora- a naluralisarV> de eslranaeiros. i ua villa ile l.avr.H.__A* rommissan da orramenlo.
i' Com data de 2 de marrjn o ministro dos neg- I dores da IHefnblj provincial emergou na nter I OSr.S.- cios estrangeiros do Paraguav dingio-se ao Sr. D. riip?.,o deslas cartas o designio ele ocrultar aoppo-jda a materia di oidem do dia, jnl-a a occasiao op-, class, pedin.lj urna lenca em remunerarlo dos ser-
Carlos A. Ilenderson, consol da Inglaterra, e en- sii.Ao e as acerbas censuras que soflrcu o Sr. Vas-, porluna para Iralar-se da 2 discossilo da indica- vicos que prelou.A'cinmissio de pe-es e or-
rarregado do consulado de FranQa, commuuirando- conrellos no ieio da misma assemhla. rilo do Sr. Ferraz, relativa a' publicarlo dos dba- i denados.
Ihe, que o vapor ne guerra francez Bisson liavia I Tenhn nuvido fallar de certos correspondentes de I tes do senado. Portanlo riquer a ursncia. Acliando-w nhre a mesa o diploma do Sr. Dr.
feito sondagens na noile de ."> em um escalcr do mes-1 provincia que escrevem dos gabinetes presidenciaes,! O Sr. Vresiimle declara qoe em neulium ca poderes.
I.ailora de projertos e indicacoes.
mo vapor em direcrlo s forlificares da cidade da i leudo a coragem de enderecar aos presidentes os 2.a disrussao pode ter logar hoje : linda vencida a
Assompc.ao. | elogios, e paneiyriros mais guindado". V. sabe per- | urgencia essa discussao su pode ellecluar-ie ama-
nhlla.
A orcencia he apoiadn, e sem debate approvada.
Em rola".* a esle asiumpto a ola qnalifca o felainenle se eu eslou H6*M classe, se he que lal
romporlamenlo do cnmmandanle Monchcz de los- classe existe, nem posso mesmo aliar rom a moti-
lil e al de criminoso, revelando abertamente vislas vo pelo qual me podiam julcar inleressado em aco-
ulleriores contra a capital da repblica, n bertar as censuras feilas publicamente do alto da
a Denuncia igualmente alguns reconhecimenlos ; tribuna provincial. Fiqae pois consignado, para
da fortaleza ileTacumbu, e*riete esle poni ato per- desencargo de consciencia, nessa primeira missiva,
lo de IImnait.i, serondo havia sido commuuicado esse fado que se soppoe que en quiz oceultar : li-
1ITERIQR.
RIO DE JANEIRO
12 da maio.
O paquete a Prince entrado hootem, traz datas
de Montevideo at li a de Buenos-Ayres at 3 do
eorrente.
Em Montevideo tocava a epidemia o seo termo,
mas os poucos casos que appareciam, apresentavam
carcter rouilo grave.
A assemhla aulorisara o governo a suspender,
dorante a existencia da epidemia, a e\eciir.lo de
lodos os contratos qoe pesam sobre as rendas ge-
raes.
O governo pedio aolorisacSo ao poder legislativo
para deslinar colonisac.ao duzenlos mil qnadros
qoadrados nado. Tacuaremb e Sallo.
Em Buenot-Avres rennio-ie a assemlilca legisla-
tiva no dia 1. do eorrente, e no dia 3 procedeu-se a
eleicflo do governador do Eslado. Achaudo-se pre-
sentas 62 senadores e deputados, ohieve 35 vo-
tos o Sr. Alaina ^maioria absoluta,) 18 o Sr. Pena,
7 o Sr. I.avallol, 1 o Sr. Azcoenaga e 1 o Sr. Va-
liente.
A' sabida do a Prince ainda nao se sabia se o Sr
Al.ina aceitara a.Hornearan.
O Sr. Obligado deseeir do poder honrado e esti-
mado por todos. A a Ordeo diz :
O Sr. Obligado lem a gloria de haver sido o
primeiro governador constitucional do sen paiz, e a
fortuna de chegar ao lermo do seu governo manien-
do firme a nao do Estado contra todas as tormentas
qoe se levantaram para combate-la. z>
D.i Confederaran Argentina nada ha de inte-
resse.
De Vilparaizo chegam as datas a :ll de marco. A
repblica chilena continuava em paz.
Segundo as ultima* noticias do Per, a revolar u>
ganhava terreno. O presidente Castilla reunir em
Cima lodos o seos recursos. Vivanco, seu adversa-
no, dominava qnasi toda a campanha e tinha por si
loda a cqn.T.lia da repblica.
Do Paragoay alcanram as datas a 18 do mez pas-
udo. Como as noticias deisa repblica sao de bas-
ante interesse, aqui Iranscrevemos o resumo feilo
pelo a Comercio del Plata :
v O governo da As.umpc,ao requeren da lasaran
hrasileira naquella capital ihe diisesse, se era exac-
ta a noticia de que o vapor de guerra brasileiro
u Paragaassii >> conduzta para Malo-Grosso om
grande armamento, alem da loiaco desse navio.
O Sr. Amaral, enviado do Brasil, declaroo, por
meio de ama carta, que o commanjante do a Para-
guatn o o havia informado de que esse navio esla-
va enVclivamente armado do modo mais completo
que he oossivel ; e nada mais.
O Sr. Amaral eslava no exercicio de snas func-
r5es diplomticas desde o dia 31 demarco. Copia-
mos em seguida o discurso desle ministro ao apre-
icntar anas credenciies, o a re-po-li do presidente
Lpez :
a Exm. Sr. presidente.S. M. o Imperador do
Brasil, meo aususto sdbarano, lave por bein Hornear-
me seu enviado extraordinario e ministro plenipo-
tenciario na repblica do Paragu ly, e nolilica a V.
Ese. esia nomear,A<> na credeuciafque tenho a hon-
ra de enlregar-lhe.
O ministro do imperador seria ousa lo, se inlcn-
tasse traduzr em termos seus as expieasoes com que
a carta imperial mamfe berana benevolencia de S. M. se compraz de
afianear ao Ilustro chefe deste joven Estado ame-
ricano.
O Imperador, conslanle na eflicaz svmpalhia
de que lem dado repblica provas epporlonas, va-
liosas e inconte-laveis, quer que com ella seiam i.io
iiiliroas iju iiitn po<>am ser a relar;oes do seu impe-
rio ; que se torne eegqro a cordial o carnpriint-nlo
dos tratados que defiuein e ulilisam essas imporun-
lis relac-, e que assnn se afiance e se assegure a
paz honrosa c:n que S. SI. desoja assentar a sua po-
I t:ca internacional, sem "prejui/.o da roagesta.le de
sai cora, do inleresse dos seus Estados e dos prin-
lipjos da civilisac.ln.
a Tal ha o nbjecln da missio de qn eslflo enrar-
r-gado. Desv'lar-me-hei na execucao dealae alias
vistos de roca soberano, e espero que assiir. lerei
as molhores occasioes de crangear a alia benevolen-
cia do Exm. Sr. presidente da repblica do Para-
guay. i>
ne'po-tn.
Sr. n.'inislro.Desda que liveram lugar as boas
relacOes en Ir a repblica e o imperio, tenho culti-
vado" sincera amizade com S. M. n Imperador do
Brasil, e lei'hn relie fervorosos votos pela pros-
peridade de sua faejJHl imperial edanac,lobra-
sileira.
telligencia, felizmente foi ella reitabeleeida pelos
a -lo. de (i de abril ultimo. Hoja nutro a cnnfianc,a
il: que a misiao de V. Exc. estrellar os vincolvi
pelas autoridades ribeirinhas.
tr Diz mais a ola, qoe os primeiros avisos rece-
bidus obrigan) o Sr. Ilenderson a recoinmendar e
prevenir, an commandante do Bisson > que nao
continu a pralicar os referidos reconhecimenlos mi-
litares, afim de nao dar logar a um conllicto o seo
procedimenlo pouco discreto ; mas que u governo,
informado de que o citado commandaiile so prepa-
rara a sahir no dia IV, e lendo noticia dos reconlie-
eimenlos de Tacumbii, nao, podia deixar de le-
var esle fado ao cuohecimento do consulado da
Frasea.
Oco.isul inglez, em data de 21, di*se que em
virtnde das orlen, do seu governo, e com o lira de
evitar dilliculdades para o futuro, a reipeito do de-
creto de lo de julhu de 1836, que diz respeilo na-
cinn.ilil.iilr daquelles que nascem no territorio da
repblica, desejava saber :
Primeiro, com referencia ao arl. ft. do cilado
decreto, se se deve entender, que o fado de ter nas-
eido no Paraguay pode, por si 8", privar que um in-
dividuo se possa insrrever no registro consular como
sobdilu brilannico, e que para nao poder faze-lo de-
ven Jer-se casado seus pais no Paraguay.
Seenndo, desoja o governo de S. M. ser infor-
mado desde que data vigora o cilado decreto como
lei da repblica.
o O governo do Paraguay replicou em ola de 7
de abril. Ouanlo primeira pergenia de V. S o
o mesmo arl. :l. he bstanle explcito referindo-se
ao arl. 1. da citada lei. Esla explicarlo e a letra do
arl. 2., que eslabelece a onica excepcao da lei, re-
velara a verdadeira intelligeneia do art. :(.
A copia junta da lei que o congresso promulgon
em data de 16 de m in;. prximo pa do o decreto citado, de 10 dejulho ullimn. inleira-
r a V. S. de que esla le vigora na repblica desde
21 de m un prximo passato em que o poder exe-
cntivo a sanecionou. Esle decreto foi publicado no
o Semanario de sabbado 21 de marco com a dala
trocada de 22.
a O n Semanario, na ultima dala, sa oceupa
largamente com r. as vislas do governo du Brasil a
respeilo da navegara do Paraguay. Alera de oulras
coasas, diz o seguiute :
Os pensadores nao jnlgam errar assegurando,
qoe o qua preleode o Brasil lie fazer subir para Ma-
lo-t ii'i.-n orna forja naval respeilavel, e com ella
lodo o armamento e tropa que o Brasil quizer rollo-
car naquella provincia para apoiar com a forrja.lo-
das as exigencias que quizer fazer ao Paraguiv.
He verdade que o arl. 18 do tratado permute,
qoe os barros de guerra brasileiros, juntos ou sepa-
radamente, po-.iin deaeer ou subir livremente ale
Malo-Grosso. Bastar para os de raguay duas baleras fluctoanles das que temos men-
cionado, posto que pelo rio Parara podera o Brasil
fazer subir urna ou mais esquadras para collocar-
uos entre ilous fuga.
("Kiiiaiin i.:-, as nulicis que acallamos de indi-
car, e as i-v _'...jf .. ,ia carta seograpluca do con-'
selheiro Ponte Kiheirn. sao precursores de hostilida-
des que nao devemos perder de vista.
'i Em conaequencia dos prejnizos que soffreram
os qoatro estalielrcimenlos costeados pelo Estado
nos porlos do Kosano e de S. Pedro para abasleci-
menlo de vveres, ele., nos navios brasileiros que
seguem para .Malo-Grosso, ordenou-se a ce-sarao dot
referidos eslahelecimenlos, cooservando-se smente
os da Conceicao e Salvador.
o Esta provincia, diz u o Semanario, he lauto
mais argente qaanlo he certo, que os Brasileiros,
longe de agradacerera aquelle favor. Ihe leera dado
o sentido odioso de escalas decretadas pelo governo
para demorar os navios brasileiros a pretexto de po-
lica e lisc.ili.acae. Compre tomar nota destes in-
sulloi.
13
Saregaro do rio das lelhas.l.e-se no I'ro-
gresso do Sabara' de 10 do mez passado :
Eslando uflicieulemente provada a possibili-
dade e facilidade da navegaran a vapor no rio das
Velbas, conhecidas como esiao as vantaseus que
della devem perceber todas as povnariies e todos os
eslahelecimenlos agrcolas adjacentes do mesmo,
so resta que appareca urna vootade firme, deciJi-
da, que lome sobre si esla grande empreza, que
promova a incorporarlo de ama companhia, e leve
a elTeilo a grande obra que lautas riquezas pro-
melte.
o Infelizmente nesta provincia nem ha capuies
bastantes, e nem homens que se animern a arriscar
os que possuem ; se os houvesse, ha quanto lempo
nao estariain as mos de orna companhia as gran-
des, ricas e prodigiosamente productivas fazenrias
que firmam o Vinculo do Jagoara', que adminis-
tradas convenientemente ou entregues a colonos
bem escolliidus, dariam 20 on 25 por cento de lu-
cro, visto como os preeos dos gneros alimenticios,
dos gados de loda a especie, dos couros e do sali-
Ire, lem chegado a um preco nunca imaginado, e
delle nao descerco jamis, pala con lien.la razio de
falta de productores e augmento de consumidores.
Se os houvesse ha quanlo lempo nao estara traba-
Ihada a rira pedreira de rnarmore do Sr. Rniigel'.'
Se os houvesse, eslaria cm pralica a lahnca de lou-
Sa de Caellie. Emfim, qualitas emprezas pruveito-
saa nao existiriam se livessemos rapitaes, ou ao
menos pe.suas animosas que emprehendessem e Ibes
dessem impul.o '.'
Compre porcm nilo desanimar ; Roma nao se
fez sm um dia, he dilado velbo. Sabemos que se
projerla aqui a incorporaran de urna pequea com-
panhia, que por ensaio lance um ou dous barcos de
vapor no rio das Velbas desde esla cidade ale a bar-
ra do Jequilib, oa mais ahaixo ; daqui a Cerni-
r Cumprida o nico emharaco he o esprniamenlo
lo rio, que na se;ca se torna raso, com altura de
2 a 3 palmos ; esle inconveniente porm com laci-
lidade e pouca despeza se remove, fazendo se aos
lados estacadas ou faiinas, que apertem as aguas,
e como que raoalisando-M Ibei deera maior allura,
que pode ser al de 10 palmos.
u llalli para baixo nem um impedimento ha ; ora,
para estas estacadas as margeni do rio oueiecem
madeiras em abundancia e de boa qualidade, e urna
vez feilas podera durar 10 e mais anuos, como o de-
monstra a_eslacjida existente dctronle da Carreira
Comprida.
a Todos os gneros alimenticios das grandes fa-
zendas que licam a margern do rio, e anida a cin-
co e mais leguas della, serao, .mediante pequeo
fele, condnzidos a esla cidade ea Santa Luzia ;
carne secca, courns, salitre, aguardadle, laboalos,
madeiras de construyan, carvao, ele, ele, ludo
se piule obler por menores presos do qoe os arloaea,
e os (a/.endeiros dispensaran as dispendiosas, incom-
mndas e vagarosas tropas e carros, us Iropeiros e lo-
cadores, pagando pela carga que carrega um lole ou
um carro lr.es oo qualro vezes menos do que a des-
peza que fazem cun este, at agora (mico cuuhecido
meio de transporte.
e Os barcos levar.lo sal, fa/sndas seccas, motila-
dos, ferragens, ferro, louca, ele, etc. A barra do
Jequilib, que segundo a nalureza das colisas (em
de ser, e uto e*l muilo longe, urna grande e rica
povoarao, sera' o deposito onde os habitantes de
Trahiras, Taholeiro-Grande, S-te Lagoas e Slallosi-
nhos Irlo encontrar lodos os gneros e largar os
seus em permularao. Consta-nos que se tem cal-
cularlo em nOMKHI*., divididos era mil accrs de 5ttB:
os tomadores deverao entrar logo rom 20?, eo reMo
em preslares de 10? ale completar o total, se for
neta-ssario.
a Julg.iinos que n companhia do Morro Vellio ao-
O Sr. Bario di lUaua, depoii de algomas con-
sideraces, manda a' mesa os seguinles projerlns,
O Sr. Presidente da' para ordem do dia a indica-' qoe sao remedidos a' commlMSo de fazemla e com-
cao do Sr. Ferraz.
l.evanla-se a sessflo as II horas e :i quarlos.
que sabido que o Sr. Vasconcellos foi severamente
maltratado por parle de lodos os oradores da in no-
ria da assemhla, que compe-se da gemina dos
chamados puros e genuinos conservadores ; sendo
calorosamente defendido pelos oradores do amigo
lado liberal.
Depnis de Ires longos mezes de sessao,foi encerra-
da a assemhla provincial no dia :||) do mez passa-
do. As pnneipaes medidas lomadas na sessao con-
sistirn, em melhorar o tenues e desgranados venci-
mentos dos profesaores e mais empregados da ins-
Irncc.'ni [iol'li.-a, e concessao de urna sohvencao an-
noal a companhia de navegado a vapor dos portos'
do ni, cujos vapores tocam nos diversos pontos des-
la provincia ; a approvarao da reforma da secreta-
ria, com alguraas allerares ; e a rrc.ic.ao de urna
reparto-i.i para a cobrauca dos direitos do sabida
que se fazia pela alfandega de Sanios, incumbni io
ao governo a reforma do respeclivo regolamenlo.
Aleta desles, ootros aclos parliram da assemhla,
tendentes a melhoramenlos materiaes e sobre deta-
Ihes da adminitlracao : mas ou sao realmente de
pooco vollo, ou pouco impressionam no publico,
que delles nao falla. A felcBo mais caraclenslica
da -a-.'m foi a poltica ; ,i discussao das oceurren-
cias eieitoraes prolongou-se, e o partido conserva-
dor representado pela maioria fez cargo de demons-
trar que o resollado da eleicao fura devido a urna
sorpreza e a intervenrao indehita do presidente. So-
bre islo ja tenho emillido o meu juizo, e cada vez
mais me confirmo que foi elle o mais seguro e im-
parcial : a discusso moslrou que haviam vicios na-
quellas eleices, sobre cuja vahdade reten na oc-
casiao os lealos que me parec,nn verosimeis ; quan-
to a ludo o inais nao lem passado de desahafis.
Em claran a administraran do actual vire-presi-
dente, Dr. A. li. de Almeida, a maioria nao mos-
lrou animadversao. S. Exc. val prese guindo em cal-
mara : sem apoio enlliu>iasliro tambem nao lera
encontrado inimigns nn accusa.lores apaixoiiados.
De todas as direrrea apparecem rerl.imac,oea pelo
pessimo e deploravel estadn das principaes estradas
da provincia. A centinuacao das chuvas, que se
lem prolongado alm do ordinario, lem reduz do as
nossas imperfeilas vas publicas a licarem quasi in-
Iransilaven. O Sr. vice-presidenle. urgido por esle
mo eslado de cousaa, lem-se dedicado especial-
mente presidencia sobre oslo ramo : he de crer
que suas medidas sejara proficuas, poslo que a me-
Ihor esperanza esi na ces>ar,ao das chovas. Nesle
respeilo a oossa administraran nao lem lido al bo-
je sy siema ;' gas(a-se muilo. fazem-se os concert,
edatii a mezes Indo esla estragado.
A febre amarella lem declinado em Sanios, e boas
informaees nos asseguram que o mal est quas<
extinclo. Infelizmente sobre este assumplo esta-
mos sempre exposlos a erro, em nosso juizo, desde
uin.i epidemia em Santos
CMARA DOS SRS. DENTADOS,
SESrAO' DE DE 7 MAIO DE I83T.
Presidencia do Sr. rismnde de llaependi.
I.ida a acia da antecdeme, he approvada.
O .Sr. Primeiro Secretario da conta do seguinte
expediente.
l'm olfieio do Sr. minislro da fazenda, pedindo
dia e hora para epresenlar a proposta do poder exe-
cnlivo.Marcoa-se o dia de amanhAa, ao meio-
dia.
Dilo do ministerio do imperio, remellando n au-
tegrapho da resolurao que concede :10 Interias para
patrimonio do hospicio de Pedro II, :10 para o re-
ealhiroenlo de Sania Thereza, e 100 para a conslroc-
jan de um Ihealro lyrico.A archivar-se.
Dilo do mesmo ministerio, remellen lo o aulogra-
pho da resolurao que aulnnsa a incorporado de
companhias para a pesca e scea do peixc oo lillo-
ral o nos do imperio.A archivar-se.
Ditos do ministerio dajuslica, remetiendo os de-
cretos pelos quaes sao Ipoaeotedoe os Srs. desembar-
gador da relac.ao.1o Mir.mli.lo Jos Slarianno C ir-
rea de Azeredo Coulinho. com o ordenado annual
de .1:000?. e o Sr. conselheiro Antonio Pereira
Brrelo l'edroso no lugar de ministro do supremo
tribunal dejuilra.cora o ordenado annual de 4:0000,
dependendo na parle relativa aos ordenados da ap-
provaeju do corpo legislativo.A' conimissao de
pen.es e ordenados.
Dilo do mesmo ministerio, remetiendo o requeri-
mento dos lentes de lilliurgia e canto plano do se-
minario archiepiscopal da Baha, no qual pedem
que sejam elevados a 1:001); os seus ordenados.
A' commissao de pensdes e ordenados.
Dilo do secretario do senado, remetiendo copia
da falla do throno.A' commissao de respaila
falla do throno.
Dito do mesmo, communicando qaaes os Srs. se-
nadores qoe compem a mesa que ha de servir na
prsenle sessao.Fica a cmara inteirada.
Ires ditof. do mesmo, communicando que vao ser
dirigidos sancrlo imperial diversas resoluroes a-
doptadaa pelo senado.
Dito do Sr. deputadn Ilermogenes Casimiro de
Araujo Hronswike, participando na poder compa-
recer por algnns das em eonseqaencia de se adiar
doente.I nteu .na.
Dilo\do primeiro secretario da asaerobla provin-
cial de S. Paulo, cobrmilo ama represeii(a;ao da
mesma assemhla, na qoal pede a rejeicao do S i
do artigo substitutivo do projecln de lunil-s entre
algumas provincias ao sul do impe.io, ai>provado
nesta caara e ora em discussAo oo sanado.A'
commissao de eslalistica.
Um requerimento de joao Joec de Mattos, subdi-
to portaguez, pedindo dispensa do lapso de lempo
para se poder naloraliur coladan brasileiro.A'
lamos enlre dona e\- I commissao de cooslituirao e porjere
emos .- ca em cuna da sena exagera-se ao inh-, Achando-se sohre a mesa o diploma <
lo o perlgo da silnarao ; la em baln, em Santos,, >* Ferreira de Aguiar, lio remelllo
nega-se redondamente n fado da epidemia. Davo
porn crer que a inf..rmarao que ora Ihe trans-
miti he eiacta, porque procede de boa fonle.
Anteriormente falhei-lhe na caresiia. e mesmo
falla de gneros alimenticios: linto anuunciar que
o mesmo eslado continua : parece que a prover-
bial nalureza da vida em S. Paulo vai desappare-
cer por una vez.
S. Exc. Rvma., qne celebrara a semana sania
nesla capital, acaba de partir, em visila da parle
da diocese ainda nao visitada : dirige-ae para as
parochias do lado da Franca, e passar s paro-
chias da provincia de Minas que perlencem a eile
biipado.
[Caria particular.)
Jornal d>, Commercio do Rio.)
do Dr. JoAu
COlil:a)i. i i
SENADO.
SESSAO DE 8 DE MAIO DE 1857.
Presidencia do Sr. Manoel Ignacio Cacatcanti de
Lacerda.
I.ida a acia da antecedente, he approvada, e
pasa-se ao expediente.
Fica sobre a mesa urna proposta da empreza do
Diaria dn fin de Janeiro para a publicaran dos de-
bates do senado.
ORDEM DO DA.
Entra era l.a discussio a indicrtelo do Sr. Ferraz
sobre a publicaran dos debates do senado.
0 Sr. Si/i-eira di Molla diz que Rio ie pode do-
villar de que o senado precisa de urna boa publica-
cao de seus Irabalbos. Moje principalmente, coma
a-eenrao re om novo ministerio cutos principios po-
lticos c admimstralivos (ero de ser esbocados no
parlamento, parece ao orador que o senado deve
deejr que as suas apreciar.ies roais qne nunca che-
guem mullo claras ao conhecimenlo do paiz.
Concorda qoe se d a' mesa aulorisacao para fa-
zer o contrato da publicarlo ; mas ola que a indi-
cacao limita-- a Ism, sem dar base alguma para o
contrato, o que pode Irazer embarazos.
Concebid a hidicarao oos termos em que esl re-
digida, he fura .1 dovida que a mesa pode contra-
tar a publicaran por extenso ou extracto.
01 .N'r.. I'errai e Souza /amos : Por extenso.
Por extracto ja havia.
(' Sr. Siheira da Molla observa qoe por issa
mesino que ja se tem leilo a publicarlo por extrac-
tos he que julga preciso qae o senado d bem a co-
nlierer o seu peusamenlo sobre este assumplo.
N3u he adversario dos extractos. A publicarn
por eilenso, qaaado bem feilo. he preferivel ; rilas
mais demorada e miperfeila, como tem sido muilas
vezes faita, e adulicrada pelos roaos coslomes de
sujeitarem-se os einprezanus a insenrem os discur-
sos de minio, oradores sii depon que estes os alte-
rara e escrevem de novo, tiran lo assim toda a res-
ponsabilidade au redactor, seguramente que urna
tal publicarlo he menos convenanle do nue por
exlracto. '
Adoptados os exlraclos a responsabilidade do re-
uarlor ha ama garanlia : para nao se sujeitar a sanc-
C.i >, que nao pode deixar de ser estipulada lio con-
le poderea.
PreKam juramento os Srs. Sergio, Soarcs de Sou-
za e Baro de Mao.
PRIMEIRA PARTE DA ORDEM DO DIA.
luzcan das commiasdes permanantes.
Terceira do orramenlo.Os Srs. Diogo Velho,
Pederneiras e Cunha Mattos.
Primeira de conlas.Amaro Bezerra, Flavio e
Silva SI.ra- I,.
O Sr. Hariio de Mau pede urgencia, que he
concedida, para mandar mesa o wguinte requeri-
mento :
o Requeiru qoe se peja ao governo as seguinles
informaees :
ce 1. O montante da emissao do banco do Bra-
sil e o das respectivas caixai filiae. cada urna
de per si, desde sua installacio, no firo de cala
mez.
2. O fundo disponivel do banco e o de cada
urna das filiaes nasmesmas dalas.
" 3a O movimanto da fundos entre o banco e
suas filiaos, ou a importancia dos saques reciproca-
mente.
i. A qaanlo monta a impirlanria cobrada pe-
lo banco em cada mez pelos saques sobre suas fi-
liaes.
lo banco om retcalo a suas liliaes, islo he, se as
considera parle integrante de om so eslabeleci-
meiilo oo bancos separados, sujeilos ao pensamen-
lo director da administraran central.BarSo de
Man, u
Encelada a discussao pelo Sr. Machado Coelho
em opposijao, foi sustentado o requerimento pelos
Srs. barao de Mau, Pacheco e Salles Torres-llo-
mem.
Posto a votos, he approvado.
Continua a eleic.o das coinmisses.
Segunla de conlas.Os Srs. Benevides, Belisi-
rio e Goncalves da Sdva.
SEGUNDA PARTE DA ORDEM DO DIA.
Discussao de pareceres.
Continua a dicussao adiada do parecer da com-
missao de poderes e vol em separado sobre a
eleicao do 18" circulo da provincia de Minas-Gc-
raea.
Oroo o Sr. Martinho. em opposirao ao parecer,
mostrando a illegalidade da eleic,ao.
A discos.-a > ficou adiada pela hora.
O Sr. l'residente d.i para a ordem do dia ;l.ei-
lura de projedos e indicaras na hora compleme
lirimeira parlo, conttuuac,.lo da nomeacao das com-
misses permanentes ; segunda parle, continuarn
da discussao do parecer sobre a cleirao do l'J- d'is-
Iriclo ila provincia de Mioas-Gera ; e se honver
lempo, discussao dos mais pareceres que eitao un-
pressos.
l.evanla-se a seisao as 2 horas e meia.
s
Presidencia do Sr. I'itcoiule de Baepniy.
I.ida a arla da antecedente, he approvada.
O Sr. 1." Secretario da' cunla do seguale expe-
diente.
I,m oflieio do ministerio do imperio, remllenlo
repiesenlarnes de diversas cmaras municipaes de
trato, o redactor lia de sempre esforrar-se por ser- Minas-Geraei.A" commissao de podere'.
siliara' esta importante empreza, mesmo un ponlu j i,,,, ,,|e mesmo all
vir bm, fazendo a publicarlo som adullerar;ao.
Accresce que este meio de pub.icario ha mai
eipedilivo e mais baralo.
O Sr. Ferraz : Depende da capacidade do re-
dactor.
O Sr. SilCeira da Malla nao o pus cm duvida
eulen ie m-smo que dilliiilmeiile se adiar u.n re-
dactor habilitado para a|iresenlar hons exlraclos de
todas as materias que pulcro luscilar discussao no
senado. Mas esle inconveniente nao desapparece
cora a poblicirilu por exienso ; oe tacbxgraph.is a-
rharn-se mullas vezes em emharacos |i"ara decifrar
discursos sobre assumptos de que nao tero os preci-
sos cunheciinenlos. O recurso he sojellar-a daei-
fraro aos oradores, de manelra que nada mais vul-
gar do que um orador que tem dito improperios fa-
zer de novo os seos discursos, e app3reeecem esles
00jornal inleiramenlc alterados.
A Vla da redacc.o dada indicarlo, enlcnde
qi| a mesa nao esla' aulnrisada para.rnulral.ir a pu-
blicarlo por exlraclu, e uesse sentido d-llie o seu
vol.
O ,ST. ferraz observa que. quando o annn passa-
do ollereceu a indirarao que se discuto, a puhlira-
i;o dus Irabalbos do senado era fela por exlracto.
Nao sabe se aos seus r ......... aconteca o ine-uio
que ao orador ; roas muilas vezes escs exlraclos nao
i Ihe emprestaran! opinics que nao erara suas oo
projactado, porque ella deve poiioar-lbe muiU- des
pezaa que presenlcmeiile faz coro a tropa, arreei-
ms, e locadores, compra de carvao vegetal,lab nidos,
' madeiras, Ptr t.[P#
As caminas miMiiripaes desla cidade e Sania
l.nzia a idevem proteger com lodo o rsforjo
lela oMigaglo que Ibes iropem a lei de promove-
rem o augmento e pr.isperidade de seus rooniripiet.
Animo, pois. e Heos proleger to ulil empreza
coragem, e lia e rcahsai...
S. PAULO
4 de maio.
Iladecorridnom longo intervallo cnlre minha
ultima caria eesla : urna ausencia prolongada que
Uve sabindo dota cidade foi a cansa. Nao lie um
exordio intil esla satisfago, porque immerecida-
mente Uve a honra de ver que no leio do parlamen-
to provincial foi solemaeroeate ottribaido a ouiros
na liuguagem. lie ver-
dade que na mesroa oreasio oulros madores eram
favorecidos com bellos discursos.
Acredita que, dada a publicarlo por extracto, o
ora lor qne siulicr captar as boas gracas do rodador
pod-i arraojar em casa brilhanloi evlr.irlos de seus
di-corsos e conseguir' que sejam publicados.
Para evitar e-Ies incunveni-nles foi que propuz
a in licaru de que se trata, com vitas de contratar-
se a publicarlo por cxlenso, como he pralica do se-
nado.
Conclue pedindo ao Sr. presidente que considere
a sua mor.lo como requeriiiienlo. O otjeclo he de
orgeneia, e er que deve dispensar-se nesle caso o
prncesso por qne passam as indicacoes.
Encerrada a Uiscuisao, passa a indicarlo 2.*
discussao.
Sao approvadas em 1." discussao a prnpnsic;,,o da
cmara dos deputados, approvando a penso rocinal
de 115 (i. concedida a U. Florisbella Mxima da
Silva, e em 3.a discussao, para subir a anecio im-
Dilo do mesmo ministerio, remetiendo o reqoe-
rimento de (iiiilberme Suckow. pe.lido raodilica-
Ces nos presos das paofagena uvadas no decreto n.
.Vil para os calis lluininensei. A' l.a commissao
de nrrarocnlo.
Dilo do mesmo mioisleiio, remetiendo rnpia dos
prnjaclos us. II e li da pri viocia de Sania Cilha-
ria, aos quaes negara o pre; lento a sua saiicjiio.
A' commissao ile assemhluas |irovinciaes.
Dito do mesmo minislerio, remetiendo o decreto
pelo qual S. SI. o Imperador bouve par bem apo-
sentar ao conego Feliciano Jos Leal, no lugar de
secretario do gmerrin da provincia de Govaz, com
o or leado de 1:500$, d-peudendo nesla parle da
approvacSo do corpo legislativo.A' curamisso de
peosnas e ordenados.
Dito do mesmo ministerio remetiendo as acias das i
a'sembleas parochiaes da provincia de Govaz.a'
commissao de poderes.
Dito do ministerio dajUstiCR, remellendn o re-
querimenlo de Joi Maria Rahello, majar do corpo
de permanentes, pedindn que se Ihe abone urna
graliliracao.A' 2.- commis-ao de orcamentn.
Dito do mesmo minialerio, rommumeaudo nao
exialirem na -ecielaria papis sobre a eleicilo do 3.
dislriclo da provincia de S. Paulo. Aqnem lez
a requisirao.
Dito do mesmo ministerio, remellendn a repre-
sentarn, dociltenlo! c informarnos dada pela pre-
siilenria do l'.auhv contra o bacharel Joo de Cir-
valbo Fernandos Vieira.A qnom lez a requ -icio.
DIomIo secrelarie do senado, commoiiieao lo que
consloo ao Mirado qoe S. M. n Imperador consentc
que no decreto que lia a ilespeza e orea a receila
para u exercicio de 1S',7 a 1858, e as" retolocfles
que appruvam as pensOes concedidas ao capil i II i-
norio Ricardo |.ao Sabino e ao guarda nacional Jo-
s' Joaquim de Slqueira. Fica a cmara intcira la.
Dilo do Sr. Jernimo Jos Teixcira Jnior, com-
municando nao poder comparecer a' sessao de boje
por se adiar enferno, e de nao poder cnnliuuar a
fazer parle da cnramiiso de poderes. Fica a c-
mara inleirada.
Uro requeriinenln de l.uiz Manoel de l.emos, pe-
dindo dispensa do lapso de lempo para poder nalu-
ralisar-se cidadao brasileiro.A' commissao de po-
deres.
Dilo da cmara municipal de Lavras, provincia
de Sluui-Geraea, peltudu atoa consiguaclo de
mercio:
H Arl. 1 As notas do banco do Bra.il dos valo-
res le I00S, 200~ e 5009 lorie recehidas em paga-
mentos as eslaees publicas de todo n imperio.
H ArL 2. Eslas notas, hero que so realisaveis
vista na Ihesouraria geral do banco, pi.dero todava
ser trocadas as caixas filiaos, quan lo o estarlo de
seus cofres o permita.
ir Art. 3. Ficam revogadas as disposices em con-
trario.
o Paje da car.iara em S de ma'O de 1S17.Barao
de Mau. i
a A assemhla geral legislativa derrela :
o Os bancos ou sociedades hancarias existentes
oa que venbam a eslabelecer-se nesla corle ou em
qua Iquer cidade oa villa du imperio licam sujeilos as
regias seguinles :
o S la" Sendo por firma individual ou collectiva,
com responsabilidade illimilada de lodos os socios,
poderao funecionar livremenle, ohrigados lodavia a
registrar no tribunal compleme as eondices de sua
existencia, e bem assiro publicar as Mltii diarias
do maior circulacao os nomes dos socios e o fundo
efiedivo do eslahelerimenio '
o S 2.' Sendo por firmas sociaes soh a forma com-
mandilaria, dever o contrato social designar expres-
sa-iienla: 1* o noiue ou nomes dos socios responsa-
veis illioiitadamenle; 2* o fundo commandilado e o
modn de sua realizarlo : 3" a duracao da sociedade,
o que sera publicado as folhas diarias antes de co-
meearem suas operaees.
^ 3.* O fundo coromandiladn de laes hanens ou
snciadades bancarias nao poter ser dividido em ac-
roes transferidas, sem que estej.i effeclivamente rea-
lizado ameladoi do capital social, nem as acjoes
polorao sor de valor menor de 1005.
"! i.' Os bancos por snciedaite annnvma so podem
eslauelecer-se com previa aulorisac.lo do governo,
o qual todava no locante emissao" dever ennfor-
mar-se com as regras eslabelecidas nos seguinles pa-
ragraphos para lodos os bancos, salvo insliluicdes
Tunda-las por lei especial.
ir S 5." Si poderao emillir bilhetes nu vales pe
gaveis vista e ao portador, ou mesmo a prazo me-
nor de quinze dias, os bancos on casas hancarias que
na corte tiverem um fundo ellectivamenle realizado
de 1,000:000-, pelo meos; rus demais cidades e
villas do imperio de 2QOrt00]| para cima.
8 6.* A emissao Ble podera jamis exceder a
urna quanlia igual ao capital electivamente rea-
lizado.
n g 7.- Os bilhetes de emissao dos bancos oo casas
hancarias nao poderao ser de valor menor de 20-3 na
corte e de I0."s as provincias, e lica-n isaulos da
laxa de sellos.
rr S 8." A emissao dos bancos ou rasas bancarias
estara sempre representada por apolles da divida
publica ou arres de companhias com garanta de
joros pelo govrno, ou valores de carteira a prazo
lixn, nnnea menor de i mezes.
S !!. Os bneos ou casas hincaras de emissao
serao ohrigados a publicar mensalmeule um balsti-
cele resuuii.li de suas oceracijes.
e S 10. O banco ou casa banraria que deixar de
pagar puntualmente qualquer de seus ttulos iia*o
se considera fallido, em conformidade da legislaca.i
vigente, po-rn dever entrar desde logo ero liqui-
daran, nan padendo mais funecionar sero rehabili-
lacan legal.
ir II. O conselheiro de eslado mais antign om
exercicio ser o fiscal dos bancos ou casas bancarias
que l iiiccioii irem nesta corle ero virludc da prsenle
lei, e as provincias os individuos que o gnverno
designar.
" 8 12. As disposices desla lei nao sao applica-
veis a bancos ou casas bancarias particulares que
nao eroitlam bilhetes ou vales de valor menor de
1:000.
a Ficam revogadas as disposicSes em contrario.
ii Paro da cmara, 8 de malo de 185". Barao
de Mau. o
PRIMEIRA PARTE DA ORDEM DO DIA.
Eleicao das commiasdes permanentes.
Xa De conlas: Os Srs. I.uiz Cirios, Brando e
BelTord.
Pensos e ordenados Pereira Franco, Barros
Pimenlel e Serra Carneiro.
Achandn-se na sala immediata o Sr. ministro da
fazenda, he inlroduzdo com as formalidades do es-
lylo, loma assento na mesa e l as seguinles pro-
poslas.
o Augustos e dignissimos Srs. representantes da
naro :
Ero observancia do S li- do arl. < da lei n. 589 da
0 de selembro de Isvi, venho, de ordem de S. M.
o Imperador, apresentar-vos a seguinle proposta
para a approvacao das despezas aulonsadas por di-
versos crditos supplemenlares e um extraordinario,
os qoaes foram abertos palo governo no intervallo
da sessao do corpo legislativo. As (apellas e docu-
mentos junios moslram a necessidade delles-:
r Arl. I.* Alm das despezas aulonsadas peta lei
do orcamenlo n. 770 de (i de selembro de |Kt, para
o exercicio de 18Vi a 1856, he iberia an governo no
mesmo exercicio um creliln suppleroenlar da quan-
tia de 6,000:2803682, que sera distribuida pelos mi-
nisterios, e ero cada mu delles pelas rubricas da
mesma lei, conforme a tabella A.
o Art. 2.* Alm das despezas aulnrisadas pela lei
n. Kii) de l."> de selembro de 1855, para o exercicio
de IS"il> a IS >7, he igualmente aberlo ao governo
um crdito .upotementar e extraordinario da quau-
lia de 2,639:7699788. a qual lem lamhem de ser dis-
tribuida pelos diversos ministerios, e ero cada om
delles pelas rubiicas da mesma le, conforme a ta-
bella II.
i Arl. 3." As despezas provenientes desles aug-
mentos de crdito serao pagas pelos meios volados
as respectivas leis.
trario.
Rio de Janeiro, 8 de maio de 1S7. Bernardo
de Souta Franco.
o Augastos e dignissimos Srs. representantes da
narn :
o Ero comprimenlo do arl. LI da lei de 31 de
oulubro de ISiln, venho apresenlar-vns a pmposla
do orcamenlo da reeeila e despeza geral do imperio
para o exercicio de IKiSa 1859.
Capitulo I. Despeza geral.
o Arl. I.* A despeza geral do imperio para o
exercicio de 1858 a IS59 he (nada na quant a de
37.613:1509810, a qual ser distribuida pelus seis di-
versos roinislerins, na lonni dos arligos seguinles :
rr Art. 2." O ministro e secretario de eslado dos
negocios do imperio heaulunsado para despen ler a
quanlia de 6,019:9179.
o Arl, !!.* O oi.ii].no e secretario de estado dos
negocios da justira he aulonsada para despender a
quanlia de 3,389.434)994.
o Art. L' O o ni- io e secretario de estado din
negocios eslrangeirns lie autorisado para despender
a quanlia de 6>9:j20>086.
n Arl. 5.' O ministro e secretario de eslado dos
negocios da marmita be autorisado para despender
a quanlia de i.KV.I::IO?20i.
o Arl. (i.- O ministro e secretario de estado dos
negocios da guerra be autorisado para despender a
quanlia de 10,145:380(1556.
n Arl. 7.' O ministro e secretario de eslado dos
negocios da fa/.onda he auloriado para despeuder a
quanlia de 12,339:7893.
Capitulo II.Reeeila geral.
o Arl. S.- A reeeila geral do imperio he oreada
na quanlia de :l!),(MO:OO0j.
* Arl. 9." E.la recolta sera eflecloeda com o pro-
ducto da reina geral arrecadada dentro do exercicio
da prescnl" lei, sob diveis.is ttulos.
ir Arl. 10. O governo fica .minutado para einittir
bilhetes do ibes iuro ato a sarama de 8,000:0009, co-
mo anticip'.rao da rereita no exercicio !---',i tei.
'Capitulo III. Disposijoas gereea.
n Arl. II. Ficam em vigor tolas as disposirdes
da lal do orcamenlo inleoc lenle que nao versarem
pirticoiarmeiile (ubre a fixacilo da reeeila e despeza
c nao tiverem -ido expressamenle revog las.
a Arl. 12. Ficam revogadas ai leis e disposices
em contrario.
o Itio de Janeiro, em S de maio de IsVT. Ber-
nardo de Suiza Franco.
Sao remedidas ambas as pruposlas s commis'es
de orcamenlo.
lie igualmente remellido aim rclatorio do minislerio da fazenda, feilo e assignadu
pelo ex-miuistro, conselheiro Joio Mauricio SVan-
derlej.
Retira-se coro as mesmas formalidades com que
entrn o Sr. minislro da fazeuda.
t.0111111.1.1 a den..Vi de cumiDinOes.
C immissan de fa/enda : os Srs. har > de Maua,
Simpaio \'ianna e Salles Torres-llomem.
t Sr.-fO Brrelo pede urgencia para ser lido e
entrar em diseussaa o paiecer da commissao do po-
deres sobre a elei;Ao do .V circulo da provincia de
Periiamriuco, o qual se aeha sobre a mesa.
A urgencia lie conced te.
Lido o parecer, lio approvado sen dbale e pro-
clamado o Sr. Dr. Joao Jos Ferreira de Aguiar de-
putado pe|.i .") districto da provincia de l'ernam-
huco .supplente, o Sr. Joaquim Pires Hachado I'oi-
tella.
Achando-se na sala immediata o Sr. Ferreira de
Aguiar, he inlrodiizido, presla juramento e toma
asenlo.
O Sr. Cruz Machaio requer urgencia para ser
lido e discutido o parecer da commissao sobie o di-
ploma do depuiado pelo 12* circulo de Minas-Geracs.
A urgencia he concedida.
laido n parecer, he approvado sem dbale e pro-
clamado o Sr. Joao Das Ferraz da Luz. depulado
pelo 12- dlilrlcto da provincia de Minas-Geraes ;
mpiilente o Sr. Antonio Simplicio Salles.
O Sr. Presidente nomeia para substituir o Sr.
Teixeira Juniur na commissao de poderes ao Sr.
Madu reir.
SEGUNDA PARTE DA ORDEM DO DIA.
Couiiiiiii a disrusao adiada do parecer obre a
eleicao de depuladu pelu 19" circulo da provincia de
Slinas-Geraes.
He apoiada e entra conjunclaments em discussao
a seguinle emenda :
I. (Juese declarom nnllas as eleiciies primarias
da freguezia dos Afilelos Arriciados] do mesmo
dispelo, o que se elejaro novos eleilnres.
' 2.- One se aunulle a eleiijo secundaria do mes-
mo Asrtelo c se proceda a nova, qual coneorram
os novos el.olor..- das Ampiados.Dr. Martinho. s
Orou o Sr. Silveira Lobo, demonstrando a nulli-
dade da elenco e o carcter oflicial com qae e apre-
senlava o Sr. Alliavde.
A discussao Beso adiada pela hnra.
O Sr. Presidente d.i para ordem do dia :
Depois da aprsenla.;;, i e discussao de reqneri-
menlos, na hora competente, a ordem do ilia desig-
nada na sessao antecdeme, lano na primeira como
na segunda parte.
l.evanla-se a sessao s :i horas e meia.
PEREAUSUGO.
ASSEMBLEA LEGISLATIVA PROVINCIAL DE
PERNASIBI CO.
Sessao ordinaria em IS de maio de 1857.
Presidencia do Sr. Jos Pedro da Silca.
As II horas e lii da manhaa verilica-se haverca-
sa. e abirta a sessao he lida e approvada a acta da
anterior.
t Sr. 1 Secretario d conta do seguinle
EVPElENTPa.
1 ro ofii-io do secretario do governo, remellendn
copias dosofliciiis dos inspectores da Ihesouraria de
fazenda e da alfandega, ministrando zs informacSes
pedidas por um dos inembros desla casa.A' quem
fez a requisirao.
Manoel Joaquim Ferreira Estcves, pede a revoga-
ru de um regulainenlo ltimamente confeccionado
na Ihesouraria provincial, em virtnde do qual, as
arrematarnos liscaes, devem us lanrns ser ollereeidoa
em cartas fechadas, e nao como dariles, em que con-
eorriam lodos .., pretndeme, em urna roesma occa-
siao.A' r.Hiim-s.,o do legislariJo.
A nova emprezi lyrica, eslabelerida na cidade do
Rio de Janeiro, nfferece se para encarregar-se da
^mpreza do Ihealro de Santa Isabel.A" coiiimiuda
o potires.
I." e, e he appprovado, o segninie pare'er:
ir A cornrnis.ao de o-r;amoiito provincial, a qoe
foi sobrnetlido o reqaeriinenlo junto, requer que se
snlleile sobre elle informaees Ihesouraria provin-
cial.
Paco da asamblea legislativa provincial do Per-
narobuco IS de maio de 1857.A. A. Souza Carva-
Ibo.I. de Binos.Oliveira.u
Lose eappruva-se a redacao do projecto n. :I6.
lim ollicio do secretario do Koverno, remetiendo
os osclarecimentos exigidos sobre os armatens exis-
tentes na igreja da Madre-de Dos.A'qaem fez a
requisirao.
t Sr. /'. /'ilelbr declara, que tendo a commissao
encarregada por esta assemhla, apresenlado ao
Exm. Si. presidente da provincia, os actos a' lanc-
alo, o mesmo Sr. respunJera qae os tomara na de-
vida cousiderarao.
ORDES1 DO DIA.
2. discnssa i das emendas ollerecidas em 9.a ao
projeclo n. II, que eleva os vencimenlos de varios
funcionarios pblicos provinciaes.
He approvada a l.a paite da emenda do Sr. I. de
Barros, a doSr. Souza Carralho, relativa aos agen-
tes pagadores das obras publicas, Tirando dependente
de 2.'discussao a emenda do Sr.- Epaminooda de
Mello, sobre o consulado provincial.
2. discussao do prujeclo n.37, que crea urna fre-
guezia na capella deQuipap.
lie approvado.
l.a discussao do de n. 39 deste anno, qne atirren-
la o ordenado do profassor de saude do collsgio dos
orphaos.
He approvado.
l.a discussao do projecto n. 50, qoe mala a sede
da regxiezia de Itatnarac, da Villa Velha para o
Pilar.
o Sr. S Pereira : Depois de fazer algomas
rcflexes sobre1 a ulilidade do projecto requereu
que foiseouvido o Exm. Se. prelado diocesano.
O Sr. A'. Portella : >r. presidente, como mem-
oro de comrissSo de eslalistica, a cuja consideraran
I o enva lu o requerimento ou ahaixo assigna/jlo de
difiranles moradores de Itatnarac, live de con-
correr com o roeu voto.para que fosse subroetlido a
considerarlo da easa o "projeclo, que ora se discute,
em sentido faveravil a esse abaxo aisignado, faxen-
do mu lar a residencia de freguezia do lugar em ejoe
se cha aclualnienle para a igreja do Pilar.
Sr. presdanle, a curomis.ao de estalislica achoa
bous fundamentos no requerimento dos peticionarios
e laes foram elles, que nu deixaram a menor du-
vida, nern*memo puderam aolorisar escrpulo al-
guro da parle dos mernbros da cororoiss i, e eu creio
que esses documentos que tanto poder liveram para
com os membrus de commissao, nimio devem influ-
ir nesta casa, para que o projeclu soja adoptado.
Ja se ve por tanlo, que os peticionarios fnndam a
sua prelenro na maior popularan que lem o lugar
em que se ach Situada a igreja do Pilar, no maior
commercio que ahi ha, e ero oulros commodos mais
que riles enniimei.im. Vejamos os documentos (lv
Esiao assignados 8nu 10 eleilores de llamaraca, e
esses inostraro que a sede actual da fregueaia esl
enllocada n'uma lucalidade na villa Velha, que he
n'um dus exlremos da liba, qoe traz mais dilliculda-
des para os .. vnlanies na uccasiao da eleico, doi
conselhoa de qualilicacno ele.
Vejamos nutro documento que he um alleslado
do vigario da freguezia, que segundo ereio, mora oo
povoado onde boje esti a sede...
O Sr. <;. t uimariies : Nao, parece-me, qae
nao.
O Sr. A. Porlel\a : Eu pelo menos asiim de-
vo Hippor ; a presumpr;jo legal he que elle mora na
villa Seiba, he islo que, se deve suppor e sirva tam-
bera de resposla ao nobre depulado que impugnaro
0 projeclo qoando dise, que os que liiibam assig-
nadu o requerimento norato lodos no lugar para on-
de se qutr transferir sede. (L)
O Sr. Me'ira llenrii/ues : 'iem he o viga-
rio '.'
O Sr. .v. Portrl\a : Forlunalo Jo' da Silva.
O Sr. Meira Henriqutl : -Nao he o vigario
collado, he interino.
O Sr. A. Portella: Collado ou encommenda-
do. o que he certo be que lie a' auloridadeecciesiasli-
ca daquelle lugar (l .
O Sr. <;. i-.u'mariies : lie rouilo convinieule
euvir-se o prelado.
O >r. \. Porfella : Eu au ponlio duvida em
que -e nuca n prelado, eslmi promplo a volar por
| lato, mas nem por islo ola as, mblea esla' inhibida
de volar n projeclo em primeira diseosaao Mgaindo
0 exeinplo, que ja deu esle aullo.
Eisaqai por tanto, o atlesiado do vigario que he
lodo em favor dos peticin ario...
Vejamos oulro altrslad i q-i:> he iim.l cerlidn dos
b iplisaraentos ctlrahides nos livros de ambas as
igrejas.
t Sr. Si; Prrrira : 1)j uro aparte.
O Sr. .V. p'irleli'i : Eu *preciei o requerimen-
(o com os documentos qu-|s ello vieram aiinexo., e a
vista slelles nao pule licitarle lazerem juizu lavora-
vel a respeilo da prclencao l .
t Sr. Sa Pereira : lie o lugar aonde reside o
vigaaio eiicomii en I i lo.
O Sr. .V. Portella : Mas veja o nobre collega,
qne o paasn qne na sede s haplisar 700 individuos
na igreja filial houveram LlOO e lautos baptisamen-
los o quf pruv.i que o Pilar he mais populoso, e
mais importante do que a freguezia actual.
I Vejamos o bitos. ,l
O Sr. V. Ilenrii/iies: Da hi o qoe se legue,
he que ii logar be paior, morre muila gente.
O Sr. Y. Portella : O qne se segu has que pa-
ra os tia'oi mos da freguezia he mais cjmmodo le-
var os cadveres de seus prenles para ah lerem se-
pnii ni -. he que o lugar, he mais povoado, est mais
no renlrn ele.
Lis a -iui.un alle-tado do Sr. jaiz municipal de
I _o.ir. i,' JV.
Nolem os nnhrcs deputadns que he o juiz rooni-
eipal, que di om alleslado desla ordem, que jolga
de grande olilidade a mudanza he o juiz municipal
elTeelivo o Sr. Luna Freir.
Esl'outro alleslado do subdelegado em exercicio
he lambem favuravel e o mais expressivo possivel
l'.
Esle he om alleslado do Sr. Antonio Ferreira
Falcan, que lambem he muilo favoravel a pretencaio
dos peticionarios, |,'. .
Exisiem uesse lugar 2 escolas pira o ensino pri-
mario...
O ,Sr. I/. Ilenr'u/ues : Publicas '!
0 Sr. .V. PorleWa : ... entre lano que no po-
voado aonde esla' a sede lo ha urna...
Um Sr. Depulado:Mas se o numero dos alro-
nos das duas e,calas for menor do qae na oatra, a
razao nao he procedente.
O Sr. .V. Porzn/a : Entretanto, nao devo sop-
por tal cousa, pode ter que os nobres deputados o
provero roas em quanlo o u.lo fizerem a presumpcao
he em favur da prelencao.
Este alleslado he do Sr. Manoel Pereira da Silva,
capataz da estacan de llamaraca', mas este he rooitu
otleoso e ea n.lo qaern roubar lempo a casa.
Do Sr. Francisco Honorio Bezerra de Menezes
J .
A rod esta' a sede, diz elle qne ha falla d'agua
nao su para o consumo ordinario como muilo prin-
cipalmente para a edificaran.
Sio estes os documentos que leve a commissao. e
em que ella se haseou para formular o projecto, do-
cumentos qoe a meu ver sao bastantes para que acasa
dominada dos mesmossentimenlos de justici, adop-
te o projeclo qne foi snbroeltido a sua approvacao.
Sao remeltidos mesa os seqoinles requerimentus
que sao apoiados :
Requeim que seja oavido a respeilo do projeclo
que se discute o Exm. Sr. bispo diocesano. S
Pereira.G. Gaimaraes.
E tambero o Exm. presidente da provincia, acer-
ca da conveniencia do projecto em referencia ao
ponto mais apropriado para o eslabelecimsnlo de
sna sede, a relarlo ceroroercial, civil. Fraociico
Joao.
19 Sr. Francisco Joo daremos em oulro no-
mero J,
Sao approvados os reqaeritnenlos e o projecto em
1." discussao.
3. diaeossao dn projeclo n. 37 de 1854 que regula
os limites da freguezia do Bonito.
O Sr. M. Ilenriqaes : Sr. presidente, este pru-
jeclo acba-se era :i.* discussao, e creio que passou
em l.a e 2." silenciosamente.
t'mo VOZ : .Nao, senhur, foi impugnado.
' O Sr. M. Henr/ues : Foi impugnado, e nao
foi jestificado ; e assim, aindn nao sei quaes ai raxes
de consciencia publica que acooselham a alterarn
dos limites aduaes da freguezia do Bonito ; he istu
em ultima analyse o qoe eu quero dizer.
Diz o projeclo : (l )
Ora, pelo que vejo, esta lei n. 157 foi sem duvida
revogada ; o projeclo por consegainte revoca a le
qoe alterou a de n. 157, restaurando esta. A lei n.
157 he de 31 de marco de 1846 ; tem por tanto de
existencia II anuns : ora se esla lei duron 11 anuos
sol diversa, phaaes polticas, he de presumir qae 0
divisan aella eslabetecida, os limites oella praflxos,
fossero cero effeito de recoiihacida ntilidade e con-
veniencia publica.
I.m Sr. Depulado : Islo be o que o projecto
revive.
O Sr. Meira lltnriquet: Na primeira e segun-
da discussao, esparei sempre qoe se expendessem na
casa algumas refiexes em ordem a justificar a con-
veniencia da revngacio da lei, coja dala nao vera
consignada no projecto, nem eu mesmo sei qual a
lei quejrevngiiu 0 de n. 157 que o projecto revive ;
entretanto quando se traa de dais leis consignando
limites diversos de urna freguezia, he mister qne se
apresenlem razes laes, que justifiquen] cabalmento
a preferencia do urna deltas ; deve e presumir, qae
no esairitn dos legisladores que decretaran] a.lei ex-
ilenle pesaram razei muilo salientes de conveni-
encia publica, que aeonselharain a revogacao da lai
posterior a de n. 157. Eu declaro, que ignoro com-
pletamente essas razoes, estoit que ellas se deram, a
sem duvida mnito valiosas, roas nao tenho conheci-
menlo deltas; e menos da lei que actualmente vigo-
ra, nanea fui a fregdezia do Bonito, e por conse-
giiinie deseonheco lamliem essa localidade, o loga-
res em qoe se acharo aituados os engenhos de que
faz menea i a le n. 157 no sen 2.
Creio qoe o projeclo actual altera ioconteslavtl-
menle a divisan rivil e ecclosiaslica da fregoezia do
Bonito, por que sem duvida os engenhos consigna-
dos no S 2. da lei n. 157 e que pela posterior fica-
ram perlencendo a oolra freguezia, hoje por forba
do projeclo pas Bonito ; por consegainte vemos que o projecto lea-
de a dar ovelhas novas a uro pastor, tirando-as da
ootro ; e me parece pois de mulla conveniencia,
qoe soja ouvido-a respeilo o prelado diocesano...
O Sr. S. ( irrii/to : Ja foi odvidn.
O Sr. .1/. ihnriqu" : Na> sabia que tinha si-
do envido, e ie o foi, declaro que ignoro completa-
mente qual a sua.inforroacao a respeilo.
Eq desejava qae V. Exc. ( dirigindo-se a mesa)
me fornecesse a informarlo do prelado diocesano.
tJSr. Presidente : E.l em poder do Sr. Epa-
minondas de .Mello.
O Sr. .1/. Ilenriques : Bem, o nobre depulado
acaba agora de, por sna bondade, ulTe'ecer-me a lei
u. 274, que revogou a de n. 157 ( l ,.
lira, esla lei he 7 de abril de 18.51. Cumpre poil
nolar que a lei n. 157 viveu ( permitla-se-me a x-
presaao ) desde 31 de marco de 1816 al 7 de abril
da 1851, cinco annos ; e a lei n. 271, oliste desde
1851 al 18 de maio de 1857, 6 aunos ; por conse-
gumte anda assim, a conveniencia da lei n. 274 foi
sempre de maior alcance do qoe a de n. 157, tanto
assim que al boje tem sido aceita, tem vigorado,
sendo que so agora he ofierecido o projeclo n. 37
qoe exige a sua revogacao. O que pois se pode de-
dozir dahi he que os legi-ladores euxergarain"razoes
de conveniencia para estabelecer a lei n. 157 e ra-
zos de conveniencia lalvez. superior para revoga-la.
Mas agura que so pede /a revogarao)da lei n. 274,
que revogoo a de n. 157 he por que devem sem du-
vida existir razes de ordem superior que aconse-
Ihem essa revogaeju, que alias me parece ser de tao
pouca impoitaucia, por que tero de alteraros limitas
de urna freguezia. Eu desejava merecer do n. depu-
lado autor do projeclo, ou pelo menos de algum ou-
lro, que rsconhera essa conveniencia, a bondade de
api -.....lar algumas cunsidencOas em favor della, (L
as informaees do Sr. bispo ..
' m Sr. Deputado : A informaran heconliaria?
t Sr. M. Ilenrii/iies : c>em he, nem deixi de
ser ; por quanlo o Sr. bispo refere-se a nma infor-
marn do visitador, o qual lamliem se refere a oro
ahaixo as-ignido ou representarlo de alguns indivi-
duos iuleressadns nessa allerarao.
t Sr. S. Carcalho : He por que o nobre depu-
lado nao estudiui profundamente a questao.
O Sr. A/. Henriquet: Eu naoeatodei profunda,
nem superficialmente ; nao tinha a legislarlo, nao
linli.i a represenlacao dessesmoradores dos engenhos,
nao tinha a informaclo do prelado, e assim como'
podia i-tii I ir profundamente a materia I
O Sr. .s'o;a ( arcatho.Consultando mippas,
carias geograpluraa...
0 Sr. Meira Henriquet.Nao tenho o globo em
cas riso ; mas desojando volar ennscienciosamente,
visto como nlo duvi.in prestar o men voto ao projec-
ln, se me convenceren! ser elle de vautagem e uti-
li lade publica, fui forrado a solicitar esses esclare-
rimenlus que melhnr podesstm babililar-me para a
volara delle, e espero que algum dos nobres depu-
tados digoar-se-ha eselarecer-me a lal respeitu.
t Sr. Epmmlmontie Mello: Sr. presidente,
alem do que ja diase de nutra vez, e do que oulros
inembros da casa lambem ponderaran a respeilo do
pi ojelo ero discussao, lere as informadles do Sr
bispo e com a leilura dellas, creio que s'aliafarei ao
honrado memhro que acaba de pedir esclarecir^sn-
loi l ).
S an os vera infnrmacao do visitador l ),
Vejamos oque allegara os supplirnnlcs / |,. ,
Eis-aqui a oulra pelir.ln primitiva, l .
Esla pelico esl.ln assignada por 130 pessoas, creio,
que baila islo para justificar o projoclo.
Foi remellido a' mesa e apelado o sesuinte reqae-
rinieuto :
i Requeiro o atiaminlo i'.esli discaiso at qae
ejam uuvidus os Eims. prelado diucesano e pres-
deme da provincia. S. U,A. Cavalcauli.
t Sr. A. Caroieanl1. declara que nlo pode dei-
xar de se oppor ao projeclo em diseosaao, porque
nao descobre nelle ulilidade publica alguma, e por-
que r / Vi nenbunia se ha produzdo na casa qoe
jaaliquea sua adopto.
Diz que a informaran do Sr. bispo, que ora sa
aprsenla ua caa, nao pode por forma alguma jut-


MUTOvDcT
?


'


DIARIO DE PERNAMBUCO SABBADO 23 DE MAIO DE 1857,
tificir a utilidade do projeclo, porquanlo o meamos aeinelhaalee bene por algoaa modo inconveniente,qoe por mais qoe dcllam leona
Sr. hispo deixou do prestar as.eulimenlo a l'i que
ora te quer relaorar, Tirando elle lem elleilo ua
pars religiosa, assim euleudida toda a eonvenien-
ca, que teja adoptado o sen requeriinenlo alim Ja
poder a casa tomar urna resolucu acerlada.
Eocerra-se a discussilo e ipprova-se o projeclo,
end.i o requerimeuto do Si. A. Cavalcanli regei-
tailo.
Coulia a wgonda di'cossilo do arl. i:l do orea-.
meato proviucial, adiada em urna din sesses anle-
riores.
O Sr. Oliceira :Sr. presidenle, quando se Ira-
lava n'anta das ro-ses panadas, do artigo e emenda
addilivo, em dlscossao, eu impuenri a i do de incouililucionalidade ; insisto na ininlia opi-
111.1o, purque, a illa de leniila;jlo, que cnla'o cilu, e
anda cilarei, roe parece que n assemblea lia incom-
petente para legislar sobre o ohjectn,
A resoluco de l:t de oululiru de I Ni I, prohibe a
venda, e alienando, por qualquer furnia, dos bens
urbanos do patrimonio das casas de caridade ; po-
deodo-se, porem, permalar por outro predio urbano,
conhecida a vanlmieui pela respecliva adininiiracilo,
po-e-la assemblea., e o regulameulo da rele ida
adiu niitric.ao, de 25 de fevereiro de IS." llie re-
com nenda o el cumprimeulo dessa resolurilo.
i' beni de laes eslabeleciinenlos eootideram-w,
como de corporales de rollo mora obre as quaes as
ssembleas proviuciaes au .podem legislar ; e linio
he tilo verdade, que, visto as mesinas corporales
Dio iiodorem poisair bens de raiz ero lirenc,a do po-
der legislativo geral, segundo n decreto de lii de se-
temliro de 1817a aioda ha pouco, para que a doariio
faila pela Sr.* U. Joaquina Mara Pereira Viaona,
aos hospllae* do Recile, podesse produzir elleilo, ful
necetsarla losinuacSo da asstmblea geral ; igual li-
eenra foi precita, para qae as [reirs do convenio de
Iguarass podessein vender os seus bent.
v Sr. se nos podessemos, romo em aparle disse o
nobre deputado, o Sr. I. de llarros, aolorisar a ven-
da da beus desta natureza, firmados nos arligos III15
10 do aclo addicional, que nos da a allnbuirao .Ir
legislar sobre as associares religiosas, a assemblet
geral leria concedido, como o fez, a auloiisarao de
que por ultimo falla Nao rerlamenle.
O Sr. I. de llarros :Mas islo o que prova 1
O Sr. Oliceira-l'rova, que as assembleas pro-
vinciaet nao podem legislar sobre os beos em ques-
illo *
O Sr. I. de Barros :lsto o que pode provar, he
qoe os interesiados nao procuiaram a nossa licenra,
mas sim a do poder geral.
O Sr. Oliceira :Se us vemos qoe sao natos,
de nenlium elleilo os contratos feilos pelas ordens
regolares, urna vez qoe 11,10 haja expressa lieeuc,a do
governo para celebra-los, conforme delermlua a re-
lulurto de 9 de dezembro de IK;H), como uo sera
necissaria a aulorisaro da assemblea geral, para a
venia de bens, que he coosa mai- importante.' Tam-
ben, esla razao nao servir para o caso '.'
O Sr. /. de Borrn :Essa legislarlo he de 1830,
anterior ao aclo addicional.
0 Sr. Otceira :O aclo addicional nao o revo-
gou ; e o aviso de 10 de novembro de 1853 ordena,
que te providencie de modo, que se observen) todas
as soas disposiroes.
Nao screi muito extenso ; pois que a qaesiao he de
diraito, e nao sou eu dos niais habilitados para dis-
culi-la ; ( nao apoiados ) qoero apenas juslincar o
meo voto.
Pela esoluro de 13 de oulubro de 1831, foi ce-
dido o sitio do Coellio, que perlencia a n.. r.i o, para
nelle se eslabelecer o grande hospital: suppouhamus,
qae esse eslabelecimenlo deiiava de ser all funda-
do, e o era n'oolro lugar, poderia neste C8S0 a as-
semblea provincial alieoa-lo '.' Nao de cerlo, elle re-
. vertera para a fazeoda eral.
Passaodo agora a emenda do meu nobre collega o
Sr. N. Porletla, que quer qae a oisposicoo do artigo
se esleoda aos predios do palrimonio dos orphaos,
qae Mtiverem as mesmas circunstancias, dire, que
ae o artigo nao pode passar, mnilo'menos a emenda,
porque anda, qaanlo aos bens dos eslabelecimeulos
de caridade, se permide a permuta de um predio
orliano por outro ; mas, quanlo aos dos orphaos a
resolor,ao de 11 de novembro de 1831, prohibe al a
permuta.
Observarei mais ao nobre depalado, que as pro-
priadades da eilincla congregarlo do oratorio de S.
Filippe Nery foram encorporadas noa proprios na-
cionaes, em virlude da lei da 9 de dezembro de 1830.
e linio esla lei, como a resoluco de 11 de|oovembro
de 1831 applicarampara o meocionadb patrimonio as
soas rendas someule. Accresce, que os bens dos con-
venios, e communidade religiosas, qoe se eitin-
goem, nao perleocem a fazenda provincial, nem as
assembleas provinciacs s3o competentes para legislar
sobre lacs beos. Pelo aclo addicional a constiluir.ao
do imperio s compele as ditas assembleas legislar
sobre as corporales, e nao dar destluo aos seus bens,
como ja foi declarado pela resoluto del i de ou-
lubro de 1836. Por cooseqaeDcia qae dunda resla
mais sobre o objecto '?...
' m Sr. Deputado :Anda pode haver dvida.
O Sr. Oliceira :(.lue dovida pode haver J
O Sr. I. de Barros :Esse argumento he valioso
na parle qae diz respeilo ao collegio dc-i orphaos :
mus acerca dos etlabelecimeDlos de caridade, o pa-
trimonio he mono diverso.
0 Sr. Oliceira :Eu ja fiz ver que os bens dos
diloi Mlabelecimsnlos sao considerados como de cor-
fu rares de nio mora, acerca dos quaes u3o podem
as assembleas proviuciaes a legisl'ir.
O nobre depuladoSr. N. Pdrtella argumentan tam-
ben) com as leis proviuciaes numero 8, 10, e 55, mas
en peco licencia para dizer-llie que ellas nao vem ao
caso, porque nao Iratam de alieuacAo de bens; e sim
di adminiIracAo da igreja da Madre de leo-, e do
ln spial do Paraizo.
1 ambem o convenio dos carmelitas descalzos, foi
destinado para um dos eslabelecimeulos de orphaos;
e se por ventura fosse o collegio nelle existente, re-
movido para outro logar, poderiamos nos aliena-lo 1
oteado qae nao, porque a assemblea geral o cedeu
tnicamente para aquello lim...
O Sr. I. de Barros : Quando houve essa dis-
posigao da assemblea geral ?
O Sr. Oliceira : Veja a resolano de 25 de
agosto de 1831.
Creio, Sr. presidente, qae mailos dos nobres de-
pilados, leem aiuda de fallar sobre a materia ; e,
como asta salisfeito o meu fim^que foi somenle fuu-
d imenlar o meo voto, com a conveniente precisAo,
onclairei dizendo, qae, quiado mesmo os beos di
-qae se trata fossem proviuciaes, nao podis a casa
decretar a venda delles, vista do art. II, g 1-, do
aclo addicional, que apenas nos d.i o direilu de re-
gular a admiuislrac.,10 dos bens proviuciaes ".' ( Mallo
bem. )
O Sr. Ignacio de Barros : Sr. presidente sinlo
1 Ao ler feito um estudo um pouco mais serio sobre
9 materia em discussAo ; siolo al mo ler aprofun-
dido o catalogo de (odas essas leis enumeradas pelo
nobre depotado.
O Sr. Oliceira : Aqui as leoqo notadas para
a presentar a considerarlo dos nobres deputado
, minio 111 la honre promesiadecadcia.de alio eodiaba a qualro. leHraa, a quemfor concedido na forma da lei. a gra-| fazeula de Pernamburo declara ao Sr. roertnr do.
, .I';',* 1 ; "";1ue!, T, "h1' '"' '.'"- 1, 9" ,l,ler- O" U"' moa e-iao lecheados de Eis o caso |,(ic ra dd.cional por lerem I > aunas de srviro municipio de (ia.anhuns, Manoel da (Uslro loria- 1
r i .eiiienrias' 1, M- >e,ami,> ns iiHlli-mas coiilr,, ,,s ho.neos Ioidiiii los pela sobe.ba.' llaiis irinSo, um do sexn mr.sriilii.o e onlro do I ell-clivo. comee.rao a perceber a dila gralificaeao, I do. qae allendendo as raines conslanle de sen olli-
grandea e mais eloqaeules 01 adoras agrados, d 1 fem -nln .. 1, por cari molivoa part'culares, brisa- desde da em que liverem comprendo o referido ; rio oe -2 de abril ultimo 10 aceita a demialo que
rain e jogarain, provavelmenle, as aupapadas, mofi- lempo. pedio nease mesmo ullicio, e ordena que pasee se-
que levou n uta momeip d 1 pruea ler a es*ofli- Traan lo-aa em aecnnla diaeoisflo o projeclo n. rancia da eollecloria todos os livros e papis qm> a'
bis .1 razao Sr. prca-denle-, pela q-ial ja disse cm a.lo da lubun.. da igreja, lado quanlo do mais edl-
am aparte qae eoa le nlo resolva a qaesUo, ama Gcanle pertuativo ha nn oratoria lem eagoUdo.
"';"'""' que "a" !'al""l"-', '-"e dl>i,Ui a l!!' de para rolmiuaren. Us soberbo.; emlim nao ha quem
poma relevar por mais humilde que leja os tttt los
godio, I dila fazenda de H-b, ' dAo. de dilo e liaba, di a Id ''A) e laa. de lAa, de al-
godau e -ele. de seilas e^'i'as ele. I dila Imlia de
la 11 lio. li .lilas miude/ai1 1 dila roupa, 1 dila olea-
do, (i dilas beacrriM, | pboapboroi, I dila galolaa,
'.II tillas mutulla, S .lilas sal.o. IIHi dila vclaa, 1 di-
Sergipe.
Esla emergencia, Sr. preaidenle, ria lugar a que
eu lmeme que nao baja em nossa secretaria, col-
lecr^es das len ae onlrai protmeias.
A falla des-a lei, porem, vejo agora que he sup-
pihla pelo aviso que me fui apoutado pelos nobres
depiil-.li'--. Por elle vc-s elaraminle que ri iolu-
(lo da a-seniblea xrr. rcn.ove ludas as davidas nina
vez qoe interpreta a nossa lei coBililucional no pon-lreee diariamente Vaetoi digni
to c^ntroversu.
Se imdi nAo fosse Sr. presi lente eu loatenUria
que visto uo ler anda o poder competente deter-
minado quaes os bens proviuciaes e quacs os nicio-
uaes, nao podamos legislar sabr os bens das calas
de soecirros pblicos consideraiido-os eoiiiu bens
provincia*. Chegariamu a lamelliaole cooclosflo,
racionando assun. Se pela le da interpretaran ti
deixam de ser empregoi geraea, aqoellea que sao
instituidos por lei geraea, rean,as a objeetoa sobra
os quaes nao podem legislar as aaaemblaa proviu-
ciaes por um argumento de paridad poderiamos
dizer, que so deixain de ser bens proviuciaes aquel-
la* que foreni consliluidos por leis geraes relativas a
objectos sobre os quaes as aisemblos provi,nciaes 11A0
podem legislar. Ora se quaulu a casas de soccorros j sempre agrada. lelo, dllo
pblicos, loi concedido as asseiriblis proviuciaes o | caro nl.jeeio (ao men
poder de legislar, a coniequenria deveria ser. qae I nowa romba peona, lia duaa especies principaes de
embura seus bnn fosean) instituidos por leis geraes, soberbos : proa*, e verdadeiroi ; lomem hem senli-
elles sAo proviuciaes, e romo laes devi.un eslar com- do. Otpbat 011 falsas s.o os qni nao posaaem llulol
prehendidos na disposie.lo do J do arl. 11 do aclo ] alguna para serein soberbos, e que no enlrelanlo ale
rio contra o do sexo masculino, para eujo lim toan- ."> 1 lobre 01 bindlieioj das lo'.enas ronce.Iidos pe- ella perfencem ao repeclio eacrivo, e faca raco-,| la tintas, C dilai agaa i% coleoia, 50 dila qoeijot,
da aoberba. Prescindin oda iodo quanlo soba dito
e baja anda de dizer no, vamos uparlommacapit, >
dizer duai palavras resptilo dos soberbos, nao
romo conielbo, mas como leicripcAo ao nuasu modo,
como entendemos, c como geralmenle sao conheci-
dos os soberbos. Kacamosuin pareiiil.es. s : a noisa
capital, se bem queja bstanle populosa, naii offe-
erein registrados
lena nossa Pogiivt'. os que >..o ^e dando, ecahein
debaixo do dominio do publico, ou sao i;.,, especiad
que deven, fiear no Iheatro nuda se raproduzem, ou
sao la,, pequeos que au merecen) mencao, ou sua
de alia moni, e i.lro he o lugar em liosso aiarii i),
onde devam estar eiaradoa. Noticias diversas wm-
pre as ha, mas eslo el lastOcada nos (res gen-res de
noliei is, que cima aponamos. Ora, hourando-noi
o nossos leilorcs dianameule rom o afn .-0111 que
prioaque el ante omniiprneoram ler o nosso hu-
milde iraliallu. da Pagina AruUa, a 1.A0 querendo
csi|ueceriiio-nos de dar-Ibes pela manhia o Bom Din,
preciso se nos faz, que de vez em quando, mudemos
da assompto em algomaa liohaa, porque era verdada
a leilura ronslanle de faelot C noticia tlir.-rtns nem
paasemealaoa noborbof%
por boje) dos rabisco* de
don viesse a sua presen^ 1 o do sexo femenino, o qae la assemblea provincial, orn o Sr. Francisco J-oSo
nao foi realha.lo, p nqne esle nocomparecen. Mar- e fui approvado com um artiga additivo, marcando
rada
110, acompanb 1 n
m-' ira la,
o--, boa
entra ja p..
p ira ser vi!
a referid.,,
ve a a mi
npareceu
por duaa
o irino do seso femini-
ruinpanheiraa, para ser
eu, ludo licoa .... 1:
lar a s-r villora It
l.l lo n quid quid
11. renle llominls
"luupi.u o uo a
no que 1 mesina nju quiz assislir, dizeu-
mas ojuiz .ao esteva por issoa ordenoa :
' .. nelle ou re. eori, os '...ores |>erilos
ilorsd ., ao quo nao se qui- prestar a e.i-
eenhlu nessa oe-asa jo talar. I.^ile le-
iciouada allercar*o. No diza lo, o direi
asma, a ...oitier nao se qui/. pre--
1 dizeudo-se hvre le offeusas; por
ri.-t. ,re, non poleal, asi nefas,
das boclircll is grandes e lingua.
e.tare.u cora o individuo, eu eon-
addicional.
Visto, porem o poder competente ja ler rrsolvidn
todas as llovidas, lxnndo o senlido do ^ III do arl.
10 da le fundamental, que regula nonas altribol-
(oaa, nao in-islirei mais em miaba opioiflo, e vola-
re i al com os nobres depulados, qoe impugnam o
artigo em discussAn.
(' Sr. .V. l'orlella .Diz que quando sa Iralou
desle ai ligo em oulra aessio, enlrou em duvi.la so-
bre a compeleucia da assemblea provincial, para lo-
mar urna lal medida, mas que conheceirJo a neces-
sidade della. linhl resollido para sabir de dillieul-
dade, apreienlar um arligo subslilulivo aulori-an.10
o presidente a impelrar dos poderes geraes aulori-
011 fnigem ser. Os verda.leiros sao aqoellei que ba-
leados em qualquer principio de uobreza, riqueza
ou ciencia, o sao ; e quando nao sejain, procuran)
ser por um esludo peculiar, ou forra .le Tontada.
I> is soberbos ver ladeirtN origiii.un-se os soberbos
imbeceis, a qaem, jongidoaoos pbiu,espeeialaa-
rtn>otfindiciitualmenle,Mo esempliOcaremoi para
serm s mais percebidoi ; desceremos a pe;llenos de-
lalnea, que no sentido que pretendemoi aaeravar,
inuilo sigmlicam. i.'in ;>r/.<; uolire, rico e 'Ilustrado,
lie aquvlle sugeilo qii nao le. o eqoer un prenle
daacendanle de alguin lambor-mr, arrota por toda
parle -*r riaudo ue estirpe nobillisiaia, que sen
pai foi barfio, sua bisavo urna velha inarqueza, seus
sarao por tomar seinelhanle medida, porm qucllios r.apunes-mures, e (oda sua dependencia de saii-
pensundo mais seriamenle vio que como que havia
urna riiiiiradire.n. em aulorisar-se o governo nAo es-
tando liquido o direilo da assrobla provincial, ra-
llo pela qual desisle da presentado do sea arligo
subslilulivo.
Encerrada a disrussao e poslo a voto o arligo he
rejeilado, licando por consequencia a emenda preju-
dirada.
Vaa a mesa e sao apoisdos os scguiules arligos ad-
dil.vos.
I'ara ser collocado onde ronvier :
n O presidente da provincia Tica aulorisado a re-
formar o regulamenlo dos eslabelecimeulos de cari-
dade, e os estatutos dos collegios dos orphaos.011-
veira.11
Ad lilivo ao do Sr. Oliveira;
a l-'icam levogadas as dispoficoes legislaliv.is e re-
gulameiilares que aulorisam a inclusao de meninas
expuslas uo collegio das orphdas. Nascnienlo. l'or-
lella.
pica o governo aulorisado a despender a quaulia
que for precisa no rorrele exerc.cio para o paga-
mento provave do joro garantido a' compaiiina da
estrada de ferro do Kecife ao San Francisco, poden-
do para islo servir-se da verba desuada as obra
publicas, e empregar nos objeclos especiiieados oessa
verba lodosas sobras da reccila ; com lano que D|0
se esgolem essas sobras, de modo que n sabio do ej-
ercicio que liver de passar para o de 1858 a 85!l nao
seja inferior a 1iHI:0(Hl;__g. K.1. de llarros.
o O goverao mandara' pagar adianlado a' nm-
panhia Peruambucaua a subvenr^Ao que ella deve
raceber dorante o anuo liuanceiro de 18..7 a 1858,
preataudo a*mesma rompa ulna lianza idnea desea
quantia, e desroutando-se 110 mesmo pagamento o
juro de i por cenlo que paga a lliesouraria a caixu
1il1.it do banco.Amorim. Dr. P. llaplisla.1. de
Uarios.o
Picando o governo aulorisado a mandar cons-
truir urna ponte sobre o ro Capibaribe no lugar de-
nominado Capunga Velha.S. It.l.oz Filippe.
11 Pica o governo aulurisado a coulratar a viuda
de 4 irmaas de randade. para serem dislribuidas pe-
la casa dos azpoiloa, c lu .1 las orplt.ias, despen-
dendo para esse lim a .omina precisa.S. H.Luiz
c'ilippe.
a Pica o governo aulorisado a contratar, se en-
tender conveniente, o fornecimerflo de carnes ver-
des para o municipio do Kecife e cidade de Olinda,
011 a lomar alguna oulra medida sobre esle objac-
lo.Souza Carvalho. Ca.ueiro Mouleiro.Caalro
LeAo.D
<( l-ica concedido o prazo ,10 um anuo mproroga-
vel .ios llovedores de meias si/.as, para pagaren! o
qoe e acham a dever ; licando exmelas as arene;
ja' intentadas contra os devedores, urna vez que pa-
gneni_ dentro do referido pruzo.S.K.SoOla Keis.
l*ica o presidente da proviucia aulorisado h f,-
zera despeza necessaria psr.i mandar vir tres irmas
de caridade para o collegio de Papacara.S. II.N.
I l'orlella.A. Cavalcanli.
Oous das depois i, abertura da assemblea pro-
vinrial, deiurflu e-lar impreaaoa e distribiudos o ba-
lando e o ornamento da reccila provincial, assim co-
mo os relatorios das difiranles reparli;es publicas
da provincia, sobre lulo o da Ihesoararia provincial.
S. K.I. de llarros.
P'ica o governo da provincia aulorisado a mar-
ear as condieocs que devem ler as porteiras dos en-
genhos, cujos cerrados forem alravessados pelas es-
tradas, sendo aquellas desle molo permillidas.S.
K.Souza Carvalho.
O presideiile da provincia lica aulorisado a con-
tratar nos termos do S -2, com um ou mais indivi-
duos, o melhoraraeolo da estrada de Ueberibe, de
oulras em iguaes circumstancias, assim como a fe-
tura de ponles e qualquer ramilicarAo das estradas
proviuciaes ou pnnripaes vias de eommaoica{ao da
provincia, lano por agua como de Ierra, comanlo
qae oeuhuma dessas obras assim contratadas, seja
emprehendida a cargo dos cofres pblicos.
i 1 Fica dependente desta assemblea a approva-
SSo dos contratos que se fizerem em virlude desle
arligo, exceploando-se, porm, nAo s o qoe se ef-
ectuara respeilo da islrada de Ueberibe, urna vez
que eileja lodo elle de accordo com o seguinle $;
as-uu como aquellos conlr.ilos que versirein sobre
obras de um valor inferior a 3:00051100, ou em que
se estipular pedaglo que nao exceda de um anuo
de percepjao.
S 2a 0 contratos cima serio formulados sobre
as seguinies bates:
1 A iuipeccAo daa obras, 0S0 | na feilura, como
na conservasao dellai, sera privativa do governo, e
bem assim a approvar,ao dos planos, podendo eslcs
O Sr. I. de Barros : Simo, como dizia, nAo leT5 ser ojgauisados dos termos do cap. 1 til. 2" da lei
gue pura e bem vcrmelhu. Vedc-o em casa : por
loia parle v se piulado um escudo de armas, ron-
ten Jo bodes oaroadoi em campo azul, leudo porlun-
lire guias com azas corlados, lees desdentados ru-
ando as palas, ele. O pena su conversa sobre a uo-
breza antlga e moderna, e duruu'.e qualquer con-
versaran que se lem com elles, vr e claramente,
que elles tanto lem de nobres quanlo o Africano de
Europea. Se llie perguiilain pelos nunies dos seus
nobres avs, lespondem mullo anchos.Chamava-
se Anaslacio, Cosme, /ebedeu, Andreza, Stnhara-
na. J'elonli't, e oatroa uomes aristcratas desle jaez ;
diz que leve um lio, iiinAo de seu a\n, que fui um
professor, que Irazia rabiebo na cabellen a. e livel-
las de (.adre nos sapalos ; que anda ouvio fallar em
urna lia. quinta prima de asa bisavd, senhora de
muilus encantos, que danetva como ningucm o mi-
nuete, que, romo niiigueni, lorava o sen inaxinlio.
ele. L'in uobre prlm por mais quo se Bsforre para
11A0 dar-se a conlierer, denunria-se arada inoinenlo.
Se pelo la i., da nobilarchia elle he assun pouco
man pouco menos, o que nao diremos pelo lado
seicnlilica, c mulle ario '.' \iuguem labe mais dn
que elle, iiinguein mais do que elle leu. fortuna, c
a sua fortuna eos seus coiiliecimenlos fajzein nr. cau-
am do ; lem parle em um eugeobo que lem '.l'J'J
herdeiros. sabe nalpontada fingod o Simaode Naii-
lua, alguma eoiisinha de Manila de Dirco, e bous
pedacos de Boeaga : cumprimenla o fraucez com o
seuadida muiisiii, .I./, que Paria cala na Kurepa,
que um Iriangalo C impoe-se de duas liuhas unidas
em cuna c iberias en) baixo, e prezas por urna igual
enlresi ; quo islimo he um caminho d areia, que
divide o mar da Ierra, e que vai do Kecife a Olin la.
T.ido islo he dilo rom um 1 acrenluarAo aninalrja,
digna de prolongadas risadas. Ma poltica o pba ha
vatio '. Na historia a'nliga e moderna he profundo !
.as icieneias jurdicas e sociaes, aoaliudo E o
sunerlio/irda.qiiaiido quer demonstrar que he nobre
rico e illuslrado, naopassa de um miseravel hysUHe,
eaearneo de quem lem a paciencia de ouvilo.
Os soberbos imbeceis. SAo os horn s ns mai
castosoa de seren loporlados, que se lem coiihecidos.
A par dos pedas quando se traa de sua nobliarcl.ia.
sua forluna, e seus coohacimentoi requiutain !.. ..
O leilor nos dispensara1 que deserevamos os soberbos
imbeceis, poique.....cgo he quem nao quer
ver.
[Odido examinar o immeoso catalogo de leis enu-
neradas pela nobre deputado, segundo secretario,
roas apezar de lodo Sr. premenle."iendo eu ido um
dos membros da commissao de orramenlo, leardo
concordado na medida proposla, e anda nao sien-
do convencido pslo noble deputado que impugna o
artigo em discassao, nao poiso deixar de lomar parte
nella.
Sr. presidenle, a maior parle das leis. oa anles
<;uasi todas citadas pelo nobre depatadk, sao anterio-
res ao aclo addicional.
O Sr. Oliceira : Ouid inde ".
O Sr. It de Barros : Entretanto o qae dispe
Osa lei fundamental de nossas allriboi(es .'
Arl. 10, |i 10. (E.1 a Compele as assembleas pro-
riociaes legislarem sobre casas de socorros pblicos,
conventos e quaesquer associajes polticas e reli-
gioiai. ,
Se por ventura nao se comprehende expressamen-
la ne-s ; a faculdade de dispormos dos bens de se-
melhintes casas, tambem nAo se conlem nelle o cou-
trario...
O .Sr. Oliceira : J foi islo declarado pelo
poder competente, que he a assemblea geral.
O Sr. I. de Barros : (Juando 't
O Sr. Oliceira : Em 1836,
O Sr. 1. de Barros : Faja obiequio de mos-
trar-me essa lei.
O Sr. .Wera llenrii/ues : Lea o aviso de 10
de novembro de 1853.
O Sr. I. de Barros : ( Sem ler aberlo ainda a
lei aponlada. ) J v a casa que nao podase argu-
mentar com o 3 10 do ait. 10 do aclo addicional, di-
zeado-ia que he pelas disposicoes desse paragiapho,
qae oss podemos legislar sobre a economa dessas
casas, e nao sobre 01 leui beus. O que se poder
affirmar, he que he essa urna materia controversa,
urna materia sobre que o poder compelcule lem de
dar a devida interpretarlo...
O Sr. Oliceira : E quando assim fosse ?
O Sr. 1. de Barros : Esla he quo be a verda-
deira consequencia.
Mas o que se aprsenla em contrario a minha opi-
niao '. O aviso de multo alto e milito poderoso Sr.
ministro de 10 de novembro de 1853 !
O Sr. Theoduroda Suca : Ja faleccu o mi-
nistro.
O Sr. I. de Barros : Ora, senhores, pois o avi-
so de um minislro qualquer he que podem interpre-
tar as disposice* da lei fundameutal relativa as uos-
sa< al tribuirnos .' !
O Sr. lipaminondas de Mello : Me um aviso
moi jurdico e com referencia a lei.
O Sr. I. de Barros: Tenha a bondade de raos-
Irar-me o aviso. (L.)
O nobre deputado lem razAo, mas ato he o aviso...
O Sr. Oliceira: Nao ladeie de queslAo, nao be
aviso, he le.
O .Sr. lipaminondas de Mello : Veja a razAo
porque se nos diz, que nAo podemos legislar.
O Sr. I. de Barros : Por mais bem dedusido
que seja esle aviso, elle nAo influira na quesl3o ver-
. lente, se por elle nAo- vieisemos a sabor o que dis-
pe a le de 1830, qual o espinlu della.
Senhores, ella lei est concedida de modo, que
nAo baila a sua leitura para qualquer convencer-se
de que o poder legislativo geral ja decidi, que as
assembleas proviuciaes pelo arlo addicional nAo po-
dem di por dos beus de casas de soccorros etr. Ki. o
qoe conlem essa lei : (l.) Arligo nico, lie milla
e como lal fica de nenlium fiedlo, a lei da assem-
blea legislativa provincial de Sergipa, datada em II
de marro de 1835, na parle em que dispe dos bens
perUncentes a ordem dos religiosos Carmelitas, ex-
lincta pela dila lei.
Ora, nao sabendo nos como dispoz a lei de Sergi-
pa dos bens em quesiao, nao poder soppor-sa que u
podar legislativo auoulloa lal lei, por alia dispar de
regularufclar n. iSli, quando o empresario assim o
queira, de accordo com o governo, ou quando* esle
assim o determine.
2o Ao governo cumpre garantir ao empresario a
perceprao do pedagiopelo numero de apoos estipu-
lados, e na forma porque for contratada, comanlo
que os.conlribuintes do peJaglo nao pagacm gorra-
da barreara mais do duplo de que coslumam faze-lo
as do governo.
3 O empresario ser obrigado a' comeo r e a dar
prompla a obra em lempo estipulado? sob peuas
coiivcncionadas.
i" O numero de annos para a percepeAo do peda-
gio, ser regulado em aliene.1 ao transiloque possa'
ler a obra e a aleoslo e dilliculdade della.
y Emquanlo nAo lindar u prazo da pcrcepr.lo do
pedaglo, ser o empresario obrigado a cbnse'rvar a
obra em perfeilo estado de Irausilo. sob pena de ser
feila a repararao pelo governo, a rusia dclle empre-
sario; licando esle alin diso obrigado a pagar una
malla correspondente a decima parte do valor da
reparaeao.
S 3- Qualquer das obras cima, ambara empre-
hendida por particulares, sera cousidernda de ulili-
dade publica, quanlo as dejapropriares de que
porrenlura depender a sua realisacSo; e por islo
gozar a lal respeilo dos masmos privilegios que as
mais obras dafprovincia.Ignacio de llarros.
A anloriasAo dos arls. 12 e 13 da lei n. 222,
de 10 de agoslo de 1818, fica extensiva a um dos pro-
fessores do corso de industria, escoliudo pelo go-
verno.S Pereira.
o Os limos uaiuraes reconhecidos em testamento
e esenptura publica, segundo a lei de 2 de selem-
bro de 1817, eslao isenlos do pagamento da laxa do
sello de herauras e legados!Epamiuonas de Mel-
lo.Horros de l.acerda.
a Ficam sapprimidos os ordenados dos memhros
da adminislrar.lo do collegio dos orphaos.Meira
llcnriques.
O Sr. Oliceira justifica o arligo addilivo que ofle-
receu.
O Sr. Mrira Utnrguei suslenlan arligo addilivo
que ullereceu 110 inluiio de sunprimir os ordenado)
dos amoragados da administrara do collegio des or-
phaas, e de mostrar a nceessidade de providencias
ienleules ai. melhoramenlo daquella collegio, cuju
estado aclual n'o he lisougriro, e ao contrario mili
Iri-te o lamentavel era visla dos abusos, iinmetali-
lades e esranJalos que alli se lem dado, como he
publico e 11 iloru).
Adopla o arligo addilivo offerecido pelo Sr. Oli-
veira, aotoriaanda o governo a reformar o respecli-
vo resukmeiilo.qiio sem'duvida lem alguna defeil s.
Justifica a inconveniencia de ser o Ihesooreiro
memoro da>adminislra{ito com voto deliberalivo, ao
passo que tem de prestar cenias, ,-.s qua s deven ser
apreciadas e julgadas pela mesma adm.ni-IrarAo, de
que elle faz |arle.
Conita-nos qae na barra de SeriuhAeni um
pobre hornera, levado por conselhos, nao sabemos de
quem. que, o rap cun .gurdenle era especifico
contra seso.is, di u urna nao pequea dsa de um lal
ingrediente a ama sua Bibiana que eslava alectaJ
de lutarmilenlav. Logo que 1 misera'deu no esto-
mago rom a mortfera beberagem, principioua abra-
zar-so em s?d' ; dsram-lba agua e expirou imme-
1...(ame..te. o pobre o ignorante d>* p.u aclia-se co-
mo um louco. En o qoe acontece nAoliaverem me-
diros e bolic .s pelos nosso] campos. -Mais de um tar-
ea lia. ir,- ; ramponezes morrem a falta de quem
os medique quanda.se acham em apuro*.
Foi antes de linuicm preso, e:n nina das rua-
da nossa cidade, pelo cidadau Jol Cesar de Mene-
zes, um deserlor de louga dais,morador qae oulr'ora
foi 110 {tarro de Tigipi. '
Cedimos milito encarecidamente, que algasm
que se ach.i no fastigio da forluna, gozando do que
de mell.or se pode gozar na orlnla era que pode gy-
rar, nao persiga a quem lAn bem prensa da viver :
na.'a ha eslavel neste mundo, e nem sempre a roda
daforlunadesand.ua para quem pede-noi estas re-
Oeioea. Nao ha mal que sempre dure___ A pacien-
cia para onde a desesperarAo priucipia.
Os >y5 das crias de eolio, que nos domingos
I brincan) pelo aterro da II.. 1-\ 1-1,1 queiram impedir
esse bnnquedinho Je rarnnhos para ao depois nAo
cborarem sem remedio. T\o domingo, uuando essas
enancas ,mais eslimadas as vizea pelos senhores de
que os pioprios filho-i hrucavain, um carro Dilo es-
magou a'dous por mjlagre. Vio para os qoinlaes,
pois que ni 111-10 de urna ra nao he lugar, onde se
consinla urna cohorle -:e moleques brincar, impe-
dindo com suas carreiras o transito doj carros e ca-
valios.
Ilonlem, pelas horas da larde, den-'e a se-
pultura, no cemiterio publico desla cidade ao rorpo
do dislinclo capiao de fragata. Pedro Ignaco Uoro
ni, coniinaudanle des que adurnavam o finado, e a sua grandeza d'al-
111,1, fazem que o corpo da armada com a sua morle,
receba um profundo golpe, e a I ovina que licou no
respectivo quadro he hem dillicil de preenrlier-se.
O vapor sardo Cenova, viudo de lienova^roil-
xe a seu bordo para esla proviucie, os leguiotcs paa-
sageiros :
Giaeomo Bogglano, Autonio /gnago, Nicola Kosa,
Mela Mandarino, Vicenta Mortigua,Sabatlila Fer-
rara, Bmggiu Milo, Nicola lireeo, Domingos Fulee,
laggio Zipirro, ChrillOVlo l'rolo, Bernardo Kassan-
le, F.lia Ulivieri. Jos Maguan!, l'orluualo Francis-
co, Amonio Laches..
11 vapor ingiez uTeviol, sabido para Soothamp-
lon e porlM iiiiermedios, levou a seu bordo, os pas-
agairos segainlea :
Auna Bowman, Jlo Francisco Teixelra Ifarqaei,
Fraocisco Seraphicn ile Aisia Vaseoncelloa, sua ma-
l'ier e sua irmla, Joaquina de Souza Silva Cunha,
liernardino da Silva Cunha, Joaquira Lopes de Al-
ineida, D. jMara-arida Candida da Cunha Alinei-
la, e sua lilha, Joaquim 1.. de A. Jnior. .Ma-
na Francisca da Paislo Almeida. Ignacio Maia da
Silva Coelho. Joaquim da Mlva Goalho, F. Kobil-
liard, I.o'z Moors.ui, A. Benleiu, J. F. F. Marques,
sua mulher e um lilho.
Hospital de caridade, 20 do raaio de 1857.
SO dctiles.
Ale amai'hiia.
liiiu.1 ; nao so porque, romo anida \* esle torrazi-
llllll lie cidade. e eu son n luda... por c luiseguinle a
el< o no gozo dos .ireiios polticos e civ.s, valo romo
tnii|iu a i lade lgale uo posso ser re. rulado (ou ser
menor de qualorze anuos.
1S
X
No da 12 do crrante e do anuo passado. houve
quem se risolV'Sie a ser missivista dosla localidade.
por inlernieuio doj irnal, o l'ai:, que enlAo era 1111-
presso na lypographia Unilo.
Deixando loso .lepis d exislir ssmlliante jornal,
o missivisia daqui. nao pAde routinuar na Irn--
misslo noticiosa dos fartos que aqui se davam ; yo-
rein houve quem, lanlioda a falla de um correspon-
denle, procurasae o jornal de que s.jo Vmrs. dignos
redactores, e .1 falla do correspondeota do Pal'-, nao
foisenlida, coros o sena s. esla local..lade conlina-
ase no olvido. Ponanlo, a Vmcs. devo esla loea-
li.lade o appareciroanto desta eriado r Ir.lor. NI he
o ogulho ; mas he a propria ronsrienria da minha
dignidad*, e !e a iasercSo lelra por lelra do que
- .hs do bico da penna, o qu- me faz acreditar que
ni lenlin sido fiel notiriador, o que ainda nao inven-
lei um fiel.., quer eom boa, quer rom 111a iuleiir .0.
E, porianio, mcus peoaadamaota o nz niuiiiri-
pal daqui quer allribuir a p-.le nidade deslas pobres
missiva a urna pessoa, a qiiem por mais de nina vez
prorurou iiisiuuar-se, romo queiendo ajuda-lo na la
refa de noliriador, e porque'.' A inu'ja que he um
dos sentiinei.liis qua mais dominio exeice no espi-
nlu de semell.anle bomein, o orgulho de supehuda-
de que se -j ,.-.. sAo seulimeiilos que, com quanlo
reprovados, exlslem aninhadoi afogados na meule
e 110 peilo, do hoiii^iu que se donoiniiia holel da Bol-
encia.
Pois bem, seuhorjuiz municipal diga o que qui/er,
allnbua a que lie parecer i palernidado deslas ir.n-
SIVXS, mus em publico, pelos joroees, Da arranquen
vea negro que o encubre, poique, |he podem ser fa-
tai, c eu, quando fdf preciso, lerei a coragem de em
fats. depois de rolo e-se vea negro, ler-lhe a biiena-
di\a, nao esquecendo o lassajn aiuda o mais remo-
lo, e muilo especialmente o lempo comprehensivo de
sua evisleucia nesla locali.lade.
Deixeinos ele incidente, que era nereisario e pas-
semos ao que da iiiteresse ha para esla localidade.
Principiare! |ior agradecer ao deputado provincial
o Dr. Jola de Son/... Keis a apresenlarao do piojeclo
que Bisada estipendiar a um mediro, para cada urna
das cmaras do centro da provincia, enlre as quaes
inencionuu esla enmarca, que por cerlo lem palpi-
* 1*ule inlercsse em ler em seu mo um dscipulo de
Escolapio, para que n.o se perca lana genle que
marre entregas 1 charlatn, que, ignorantes ou sem
cuiiscieiicia, sacnficaiii a seus seraelliuiiles, e atien-
den lio smenlo a s(.us iuleresses.
A Iranquillidarfo publica nAo lem solfrido, e ape-
nas a propnedade, de quando cmquando,he prejudi-
cada com ronlinuadose repelidosroubos de animaei
qu serveni para sali.facao de uo-sas neressidades.
Na eadaia desta villa puucoi sao os novos morado-
res qoe tem viudo nella habitar. Alguns recrulas.
o um ou nutro iu lividuo pan correcrAo e nada mais.
A polica desle termo e-la' quasi que acephala. O
delegado esla' doenle, e o quario suppleule em exer-
Cicio, com sacrificio de ni saude. NAo temos subde-
legado e menos suppleiues na freguezia desla villa,
islo no pnmeiro dislnclu. Na f.cguezia do Altinho
e no pnmeiro dislricto exerce ns luucres de subde-
legado o alferas .Oloniu Alves da Coala Coulo, que
musir ser de boas inleur-ies, he activo c inlelligeu-
ti, a porlaato pula mullo hem tazar boa polica. No
segando ignoro se esla' ou nao em exercicio o novo
11 .mea lo, no lerceiro Panellai) o subdelegado o Sr.
r, pillo Jlo Themoleo de Andradc, pataoa a sub-
delegada ao pnmeiro siippleme, centra o qual Icnho
oav.doqucixas um pouco amargas, lim Qu.papu ex-
erce a subdelegada, ha bastante lempo, o Sr. Vi
renle Cnnpello de .Ir .....que, segundo a opinio
geral, he o..un iiutorulade policial.
No da !l do crreme enuou no exercicio da de-
legacia do lermo do ilonilo o leuenle coronel .'la-
uoel Comes d,. (n.lia Pedrosa. Fazemos velos para
que o Sr. Pedrosa cumpra com us deveres de seu
novo sargo, para que lem as precisas habililacoes
A falla de chovas he ja'
a er.ahli-aean da .08, para o jui/ que presidir rada
mu 1 pane .1 is loteras.
Kntranlo cm ganda diaCdsslo o den. !''. quo
eleva o ordenado do professor de aaade do collegio
los orphlos, foi approvado,
|',.... loe a segunda .1 de n. 'I, que inania
que os vencioieutus do profesa ir da collegio diw or-
pini is srj.nn ii.gos pela ihesonraria provinnal, fallu-
i.im o-s Srs. Batiros do Lscerda e Meira llenriquts,
lirn a liada.
Cuiiliiiuaiiilu a discaisAo dos arligos addilivos, of-
ferecidoi em segunda disra vincial, oraram os Sis. Mein ilrnrqu.s. Jo-e l'e-
dro, Sonza Carvalho e Francisco Julo, sendo afinal
encerrada a dis-ussAo c volada a inalfri.
A ordem du da he a masina, o mais a segunda
discusso 'i* projeclo n. 52.
ier a Ihesourara dentro do respectivo prazo o pro-
ducto da srrecadaciln qne liver em sen poder.
Thesooraria de l.izeuda de Pernambueo em 2 de
uaio de 1857.
Zoilo Bapfisla de Ca'lro r Sttta.
lu ditas vlnlio-, 2 dita... salame. 13 dilas a 1711 lar-
dos papel, 250 sacco> farei"lo, 1 dito frutas seccas, 2(1
earrafdea ervilhas, 211 diios cwadinha, 2!h0 dilos va-
liss, '. eaixas a 50 nigua gairrafaa varias, I embrulho
paos.... vaisoura, 20 franfaelrai genebras, 2 pipas
vinagre, 50 prasnolos, 211 sarros pimenla, 5 barri-
ess conserva, 110 dilas ret veja, :i dilas e 8 eaixas
padre Nonancio llcnrique de Itezeiae, rarnerns, Hfl barrea da rerro, 5 barraalvaiada 1
presbtero sacular, ollicisl da imperial or- rana e 1 embrulho amosirai kaoa consignalaria*.
lem rto Cruzeiro, conego b'ooonrio da l'olaca nacional a/eluza, vp.ida do Rio de Janei-
capella impnnal e vipario collado da fre- r, consignada a Isaac, Corid & C, manifestM
cuezia do SS. S-ucrami-nto do hairro ic
- mto Antoniodo Becife, ole..etc. !'".'"' "T"1.".- a -& twne.
Certifico que a MIum 8 verso do liv.o 7 <-. Ma lomesI barrica* tariaa,
2II
0mmnnk(xdc.
Esta' aniinnria-lo por edilaes da Ihesouraria pro-
vinriil u da lodo futuro niez para a arrrmalar.lo
de ibflerenles ramos de impostos provinriaes, por
conseguala parace-noi oppuriuno irazer ao conheci- j Mara ile Carvalho, moradores nesta fregu-
dus casamenlos, se aclii mu a aseo lo, que
vai bem e lielmentc copiado, e lio do theor
.s.'p:iiiio :
i.ir. 23 de iunlio le is">i;. pelas '. horas e
m-'iada tar-e, em oratorio privado, dispen-
sados os proclamos por S Ere. Kvma e oSo
constan.Id ; lgn i outro inipeliinctilo, uli'.n
do de crirui: pelo mosmo senhor dispensado,
cm ininlia presonca e das lesletnunhas Ma-
noel li
-.-o 1 :
1 III p.p. vas.
211 dila- dilas, II
caitai suban. 30 roioi fumo, bcaixoaa chapeos, 1
calva rape ;. a ordem.
2rai\oirs lampe),; i. \l. \. i.uerra Jnior.
1 dilo chapeos ; a M. F. M.'JUiia.
Barca porlogueza .. igeiraa \111ia do Rio de Ja-
neiru, consignada a Vrenla Al/es de Souza Carva-
lho. manifastoa segainte :
l harns vasins ; a ron,g,.alario.
Vapor nacional ul'ersiiiungaa viudo de Maceiu e
inciilo do publico ilann-s comi leraees que nos e-
ro.rcm arerca de un. delles. considerantes que me-
recem algum valor por consagrarein ama providen-
cia de Utilidade nos iuleresses do cofre.
Sem que nos dirijan) os estmulos rtn proprin inle-
re.-e ueste Irabalho. s lemos nelle a inlri.cilo de
fn/er indicaces que possam Irazer vanlacens geraes,
nlo podendo todava ora doizar da eipilr censuras
razoiiveis ao melhndo adoplado at h.qe na arrema-
lurao do imposto de que nos queremos orrupar, islo
he 11 de 2.*.ilM rs. sobre rabera de gado varriini ron-
sumi.lo naale munieipio ; o qor deve ler cansado d-
miniiirAo consideravel no quantum cate imposto pode
produzir annualmente.
S o zelo por parla da esiacilo cnmpelenle livesse
pesado .iss^s no animo dos fiincriouarios Oscaes, se
urna boa e restricta arrecadaego fasse aiercida de
preferencia s allcnrOes individoaes e a' rommodi-
lale desses masmoa funeciouanos, por cerlo que a
arrematarlo dense impostq ha mallo devena eesentar
em oulras bases que uau as acluaes, que reveUm a
auseuria de um esludo cmplelo das fonles desta ren-
da, palenlcan.lo ao mesmo passo um eipirilo de ro-
lina prejudicial ao fisco.
A prxima futura arremulacao do referido impos-
to, comprcliendendo as fregue/.ias da cidade e as do-
mis do municipio, esla' calculada pela quantia de
i;il:.>02>lldil rs. Cumpra portadlo averiguar se a base
|ue deu essa quanlia he a verdadeira que si devera
adoplar, base que por um esforro da insperloria ac-
lual foi elevada todava com mais i:iri2? do calculo
da anlerior.
O consamo diario do gado si'irnente nesla cidade
h lermo medio de lili) rezea, as quaes na razAo de
3500 por rabera, produzein no esparo de um auno
KhOOOS, ala Inelaio 10 o producto das freguezias de
lora ; n. enlrelanlo arremata u Ihesouraria esse im-
posto por lili conloa su ah he iniuifeslo o lucro 01-
Iraordioario de :lll cantos que auferein os arrema-
lanles, ad llcionem-M-lhe agora ns rendimeulos da-
quellas oulras fregueziiis, que ler-sa-ha com exacli-
dlo o desfalque espantoso porque passam as randas
publicas pelo svslema aclual da arrematarlo.
tlae nao exageramos, abi esla' a prova no contrato
ile carnes verdes de 1S.')1, que eslipulava a coudirao
de ser a malenca diaria de Sil a IDO rezes, atleuden-
do-se quo boje a popularAo he mullo maior e que de
da em da augmenta huvendo ainda um accresciino
deisa oulr'ora de 1 Unida, qua rom a remo(o da aca-
demia, hoj faz parle dos consumidores desla ci-
dade.
Islo poslo, he falsa a base que nAo cousagrasse
aquella cifra de rezes, sendo inexplicavel a adoptada
pela Ihesouraria, qae devea nesse contrato ir bus-
car a exarla com as modificares naluraes de lempo
e circunsiannas ; e conseguinleniente he de necessi-
dade a separaran desse imposto en) dous lotes, cous-
lando o primairo das freguezias desla ridade, e o se-
gundo daquellas de fra que ronsliluem o municipio,
alim de que seja ellerliva urna proveitosa liscali-
sariio.
I'or quanlo leudo lugar a segregarao indicada, a
concurrearia na > so restringir! a dous individuos,
lornar-selia nina realidade, visto que a arremalarao
englobada he a morle della ; ile maneira que em
vez de um contrato lesivo, realisar-se-ho dous de
malares lacros para a fazenda.
Em 1S">I esst- imposlo (oi arrematado englobada-
menle por 5(3:0153 e em 1K">1 o fui ainda por
50:020-3, h vendo apenas a dillcrcnca de 50(H> !
para mais em favor do colre ; o que nAo foi devido
sen.io .1 ausencia .le concurrencia, originada pela
l'orlos n.lermedio', maiiife.iou OaSncuinle :
.".'1 sarcos assucar ; 11 i,...oisco _\ c c i o I i de tiou-
ueiroa de ranas casado, 0 Joaojniua veia.
id ditos dilo ; a lenlo Josc Anlunes.
:i| dilos dito ; a Antonio (oiiralvcs K. (^ascAo.
US dilos dilo ; n Kerreira l'osla.
H ddos uilo ; a Manoel (.onc,alves da Silva.
ti. ...los dilo ; a J.....Joaqun) de Miranda.
Jlli dilos dilo ; a l.inia Jnior t\ C.
s dilos dilo : a Antonio l.uiz Aunes Jacome.
" dilos dllo ; a Domingos Jos de Amorim,
22 ditos dito ; a Domingos Joiu da Coila (,ui-
7.1a, .so receberam solemnemente em matri-
monio por palavras d.i presente, recebendo
loso as ben^Sos tiupciaes Cactano Pinto de
Veras, viuvo de >;ia mulber fallecida l) Ma-
ra Perreira da Silva, com l>. Francelina i>-
niz da CouceiQo. solteira, todos brincos,
moradores n"ta rregoezia. l>o que l/. esto
assento, c em tc^tcaiuiiiio do verdade a.s>ig- maraes.
nei.l) conego Vigario, Venancio lleurique
.te r.c/.endc. Nada mais consta do dito as-
sento ao qual me reporto. Sanio Antonia do
IVecife 1: de julho de 1856. --- u conego viga-
rio, Venancio llenrique de ftezende,
Reconhe^o verdadjeira a assign.itura su-
pra : dOO f- Recifa 7 d.' JUlllO de 1866.
Km leslcmun'.io de vordadeO Ubeilio pu-
blico, FrancisC) ISuplisla de Almci la.
18 dilos ajilo
Manoel Alves Ferrera.
irs unos Mo ; a
1(1 unos "no ; ., Lu/ de Oliveira Lima.
1 canoa de amarello ; a Joaquim Kibeiro Fonles.
CONSULADO GERAL.
Hei.ilimenlo do .lia I a 20. 6S:272>0i7
dem do-da 22....... 1:9l9J>il.
7(l:1!)l5i'.ll
DIVERSAS VROVINCIAS.

Iteudiiiieiiln do da I a 20.
dem do da 22.
exigencia de urna lianra do 200:000j ; visto que se
nlo fosse .sin, a cerleza d lucros Isria excilado esli-
scntida, e o alt prejo mu'o que elevaiiaiu moilo o valor de semelhaule
dos ^euoros nliineoticioa causa aeriaa aprebansOes.' arremaiayao.
A familia Vende i-sn na ultima fera a 77lisire o f 'ri, nam lodos aquellos que se dedicara a esseg
jalo a 143081) a .,;.- .:(), o iniiho a 12-siH), a carii "er" '.'* industria, tnn meios de dispor de lAo avul-
de Sol a sjilht), e a verde a .1liMI a 5a)/tll> o lud Wada li me ., Iieau,|,i porlanio impo
mais -in.ir la a devida propor<;Ao. ",r
I'or aqui tambem se espera pelo lim do mundo,
no da l.i do prximo raez de junlio, e VOaes. n-|ie-
rem por esla seu criado al a pnmeira
I Carta particular.)
EESART.tJAO DA POLICA.
_ Occurrenrias do da 20 de mam.
Foram presos : pela subdelegada da freguezia do
Kecife, as marojos William Fauu, Challes rom, e
Jospl Kayson, a requisirao do respeclivo cnsul,
I ho.naz flyn, e Samuel l'alcheng, ambos por insu-
bordinaelo, Mara M.noel dos l'razeres, sem parli-
ciparo do motivo.
Pela subdelegaci.i da freguezia da Boa-Vista, Ma-
noel da Cmara Laite, sem prle, o escravo Biraa-
be, para averiguarfles puliciaes, e o prelo escravo
Joaquim, por andar fgido.
O delegado do lermo de Serinhaem, referi em
oliicio de lo do corrale, que no da 7 ptrecera ca-
siialiiieme Mara Joaquina, com um Uro que des-
parara l'elru Celestino, no aclo de limpar una ar-
ma que suppunha estar descarrogada, e que o mes-
mu delegado procedendo as convenientes averigaa-
roes para conheciraenlo da verdade, havia enlre-
lanlo dado as necessarias ordens para n captura do
mencionado Pedro Celestino.
despachaRam-se pela polica.
Da lli de maio.
Francisco Serfico de Assis Vasconcellbs, brasilei-
ro l.gilimado para oblcr passaporle para a Luropa,
cun sua familia. *
O escravo Jo3o, obleve passaporle par o Cear
em companhta do seu senhor.
IS
O ingiez Fredcrico Kobiliard, legitimado para oh
lor passa;orle para Inglalerra.
PKAI.A lid HCIIE22 DK MAIO AS
; HURAS OA TARDE.
Colacoes olllcaes.
Frele de algoda para Liverpool;1|S e ."> 0|0.
Descont do lellrasIII 1(2 Opl ao auno
P. liorges, presidenle interino.
I.. Dnhourcq Jnior, secretario interino.
CAMBIOS.
Soore Londres, Ti l| |a t> d. e 27 7|K a 00 d.
c Pars, 350 rs. por fr.
Lisboa, 95 por ', de premio,
a Kio de Janeiro, 2 por Op) de descont.
Aerao do banco -M por cenlo de dividendo por cen-
ia du vende lor.
o companhia de Ueberibe liOOOO por acra
o n companhia Pernamboeana ao par.
o o l.lilidade Publica, :ill por cenlo da premio.
a u ludeinnisailura. 02 ide .
a ii da estrada -le ferro 20 por 0(o de premio
Disronlo de lellras, de.S a 10.
Acr,es do Banco, 0 a 'i.'i de premio.
Ouro.Olivas liespauholas. .
Meadas de 60400 velhaa .
a o i .-ii.ii novas .
4C0U0.....
Prata.1'alacOes brasileiros. .
Pesoe coiumuan.-s. .
i.ievii-.nii -.....
28f S8I500
. 1li,?OO
. llijOOO
. OjOO
. a^ooo
. lOOO
. 1>S()
AI.FANDBGA.
lien lmenlo do da I a 20. .
dem do da 22......
310:7119171
29:9913493
3705Qy664
6.305*833
345#5i9
G:bo1s:lG2
DESPACHOS DE EXPORTACAO PELA MESA
DO CONSULADO DESTA CIDADE NO DA
22 DE UAIO DE 1S.7.
Buenus-Avres por MontevideoPolacafhsipanhola
oKosila, Isaac, Curio i C, 391 barricas assucar
i rao. o o maacavadOa
HavreBarra lrar.ce/a Venezaela, N. O. Bieber
A C, 2S0 siccas algodAo, 280 couros salgados
seceos.
KECEBr.DOKIA DE RENDAS IMEKNAS GE-
KAES DE PERHAMBGCO.
Kendimimlo do dia 1 a 20. 11:1019501
dem do da 22....... 5239331)
11:9219813
CONSULADO PROVINCIAL.
Kendimenlo do da I a 20. .3:29.9788
dem do da 22....... 1:5509577
:8i5936.5
rWtm 4> P0t%0.
Navios eultados no (ienova22 rtia, vapor sardu a Genova, w ruromau-
dante Aiilunio Serry.
>'avo< Un.lim no mesmo dia.
Souiliiimptun e porios lulcrruedios Vapor ingiez
Teviot.
>i*?..
da l.ane., licando paranlo impotsiliilila.lo* da leu*
seuieltiante arremalarao ; mas os que lem laes
recaisos, reunem-se e munopolisam um conlralo de
lucros recios e avullados, nao deixando a lazen la
senao um accresciino mmlo ridiculo em sua renda,
romo os fados o provam. He por is sociarao de 11 potentados exilie parle de tres em
tres iuiiins ahafarem o conlralo que, quaudo deila
a cada um S'lOo por trun -tro, he motivo para des-
h irni .i11 enlre alguus dus associados, porque enten-
dan) dever galibar mais sem emprego de capital.
Subdivida-se pois esse imposto em dous lotes, ou
mesmo em mais,.que nao fallado roururrentes rom
proveilo da fazenda e cessaclo d'aquella immorali-
dade ; vislo como com essa medida deve ser dimi-
nuida a quaulia da lianra exigida, a qual I mili, m
bem poderu ser someule relativa a quantia aunual
da arreiii-laeao. e nao extensiva a tolal do Irieunio.
Paramos aqu, pois he foreoso concluir eslas cou-
iderures, que ja vao lougas ; mas nao o farnnos
sem i i .o .i a a.....vao da Ihesouraria provincial pa-
ra ellas, assim como a do Eira. Sr. presidenle, lem-
brando a conveniencia de urna reconsiderarAu das
bases do calculo para essa arremalardu : esperamos
que os iuleresses da fazeuda. que ora nos impressio-
iiain, sejamhein devidaineiile alien II los.
J. P. S.
%uMkmfe& a ptbibv.
COMARC.V
Caruaru 7
BONiTO.
do maio. (*)
l\
N-lo era de esperar menos de um rei l.ln sabio,
houve j.i quem o dissesse, agora paraphraseando
seniellianle dilo direi, nao era de esperar que a nu-
tro, qoe nao ao nosso proiooior foseem allribaida
as miiihas pobres mi-sivas. Esle nosso inundo esla
tie.m lo que d'iiqui ha dous das s sabera ler e es-
crever aquelle que liver um iicr^amiuho, e o contra-
rio digam aquclles que leudo hdu as minhai pobres
missivas e as pobres ingenoaJ produrres do amigo
do eslro luminoso ; pois nao he para meaos,o se-
riuiduin arlein dioboli chrslnvensi du alevn alhe-
e aeripta aliorum. Unen) nao quer ser lob i nao he
Foi boniem aprasenlado considerar.io da assem-
bh'i o seguuile prujeclo :
A commissao de asricatto.a, aqaem foi rrniellido
o r querimento de Carlos Luiz Ricardo de Lamiere,
lenio lomado na divida considerara ludo quanlo
nclu-ie ah expendido, he de parecer que a assem-
hla, IflO elosa como he los iuleresses agrirutas da
da provincia, adopte o segainte projeclo da lei:
Fica o preaidaote da provincia aulorisado a con-
trastar comCarloa l.uiz Ricardo I.ahauliere o e.ta-
helerimeulo de nina fabrira central de assucar em
qaalquer .ios reulro) egricolas da proviucia, sobre
as bases scguiules:
1. Sera pelo governo recrtnhecido de olilidade
provincial oeslahrlecimento dessa fabrira, quanlo
a desapropriae$es, se forem eataa iolaadaa uor elle
lodispeiuaveia para sua fuudario, rurremlo porem
por eonla j amprezario lo las as despeza, que se
fizerem com semelhanles desapropriaroes.
2. Conreder-se-ha ao dilu Lahaolie a seus su-
cias, successores ou cessiouarios, o previlegio (|e sa-
malbante ctahelecimcnlo por viole e ciuco anuos,
dentro de urna rea, cuja xleiiso seja limitada por
um raio de mil c quinhenlas braras, contadas do
[ionio em que esliver a fabrica para qual quer de
seus lados, afim de que durante o previlegio e den-
iro o .-sa arca uculiuina oulra fabrica de -einelli mlr
natureza, leudo o mesmo lim, s-ja eslabelecid em
detrimento da meuciouada acuna : nao nhlbindo
islo, porem de aorta ilguma a qualquer dos propria-
linos, cujas Ierras cslivcrein comprehcudidas nu re-
i pclle, porlanto, quem qoizer que esle seu ferido ponmelro, conlinoM a fabricar seos assoea-
rriado iiH se orru(ic com as mazelas i..io as tan::., e
proco.r com que sarar as que anida estilo mirlo n,i-
leules.Ora, o promotor encapotando se para ferir ao
cacique, porque '.'
Sr. promotor, defeuda-se. mostr oqoa he, e per-
doo-mo. pein amor de Dos, essas exprc-ssoes bellas
e caprichosamente aecumulsda pela hbil pruna do
hollel da iclencia desla Ierra ; pois he c-la urna oc-
easiao ronito opportuna para mostrar-se laperior a
quem em ruusj alguma o pude igualhar e menosex-
tr.ler.
Promelli-lha r.m resumo dos trabalhos do ir. do
lermo i!o Bonito : tiiascusloii-me bstanle saber que
apenas houveram dous julgamenlos de cr,..i .;.
morle, sendo um dos jnlsadoi roa lemnado a mora
e .inri absolv 11, havendo appellada da absolvirio
o promotor publico.
Nao houve falla de reos, mis de procesos prepa-
I rados, romo se devn esperar, por|ue o |uiz mniii-
rn vanas reflexoei rom relarao a alguns dos ou- ; cipal que acora est m exrreicio nao leve tempo, an-
ime artigas addilivos e coi.rluo Initindo na sup-1 trataoto qae o iobslitoto uSo tomn lodo iateresse
prsalo dos ordenados dos memhros da a tu.mi-Ira- como lite rompria.
rao, pelas razoes de econoroia a hem do patrimonio, O jmv desla lermo foi convocado para odia i do
e sobreludo po.- qu desda muilo evisle ella sem dis- (aturo iiir/.
pendi e onus algam para o mesm
lano mais quaiilose per.Miade quo na
haver qoem se queira prestir a exerie
em seu proprio engenho, ou fazer nelle qualquer
melliorameulo que se)a, alim da melhor aproveitar
as ranas lu somenle alli cultivada-.
:. O amprezariocoiilractara rom os referidos pro
prletarios, sr ronvier a esle-, o fabrico do sena assu-
r.ires. giiraiiliinlo-lhes, pelo menos, um liquido di
lela por eruto em asaacar serr uo peso das ranas
que Ihes pertancerero e que por elles forera posta
na fabrica, sendo dona tercos desso auoear da pn-
meira qualulde prodozida por ella, e o rcslo, ni
parles IguaCS de qualidades Inferiores.
i. A fabrica sera de lorea a poder produzir pelo
menos oilenla mil arrobas em cem dias ou a moer
lo.las :.s canas, que segundo os contratos de que Ira-
la a base lereeira, os senhores dos engenhoi rvm-
i i. h niidos un primetro cima, pozerem na fa-
brica.
:. (I empiez rio ser obrigado a franquear aos a-
griculioris da provincia, oexame dos processos do
fabrico.
O. Ka contracta que o savernocelebrar se eatipa-
i.-r.:o as penas em qae deve iaeorrer o empresario
no ra-u do abandonar a emprczi.
Sala das cominisses, 22 de maio de 1857.Igna-
O SEU SONHO.
Poesa orfereeida ao meu collega e
amigo o Sr. Manoel Figueira de
Faria Filho.
ijue -o fu quem trintpira
Meu coraro l'o dir..
(Torres Baudeira.)
Crazes!... Credo!... lieos me iivrc a
De suuhar rom salauaz,
E dando um arito cahio.
Chamando -UlulaS. liraz.
a E hcnzu-c cinco vezes a
Com arruda e agua hcnlu ;
V. logo mostrando a rruz
Foge salan e nneheiila.
o 1^ rezou o credo em cruz )
Repelindo cioeo vezes ;
E assim tranquilla lirn
Por mais de da, por inczet.
Amia, anida minh'aana
O menino rom rarinho,
l.ioel vem o lohis-hnmem
l^arrega-lo : coiladinho !
Y. eis a criaura a iremer
S porque ouvio fallar,
IN. ph.iulasma que o persegue
Dia e imite sem eaaiar.
Vj de novo grita a ama,
One s-ii, lilln venln ver ;
l'm galo prelo. mui prelo,
Oiia he muilo para lemer.
Iin" o g.v.o, sinhasinha,
Disse-lhe a ama zangada :
Mo sabe que lie da vi/.iuha
K-m pe,le arreoe;;ada '.
Ja nao he galo, meu lieos !
lio um h imam de iastira,
S'.i chapeo he de meirinfao,
Mas seu odiar enfeil.ru.
Oh que vejo, Senhor meu,
(i m.-iiinlio transformado !
|vo he galo, nem he homem,
lio esqueleto mirrado 'j
Na mor- lonha aleada,
Sem demora despertoo,
Mas na menta, irisie Idea.
A mirle vio... e choroii !...
o lie o cholera, diz a virgem,
o t.l.ie a vida lirar me quer ; o
o .'.ao se asosle, diz a ama,
> i.lue ojudeu nao quer mulher. a
E t na visao pensando
Trlstonha ao altar rorrpu ;
Coin f em Dos e rez m i,
Cuino unjo, assim morreu !
i de maio de 1857.
/'. Ferrera Correa.
Descarregam baje 2't do maio.
Bares InglesaKleel Wingbacalho.
Barra americanaUaanak Thoreetoafarinha de
lugo.
Uarra ,iorlugucal.igueiraharneas vasias.
llarra InglazaMan VVilsongigos de looca.
Ilrjgue porlogaOBl'aiujo III,lamina de lno.
Itrigue portuguezItelampagoJversos guneros.
liriguc porluguezTrovadordem
Hrigue ingiezEnnerdaleario/..
Itrigue ingiezMignoiulleharneas de cerveja.
Brigue ingiezArena-e-tnlhos de ferro.
Itrigue hamburguezfclhe.merradorias.
Escuna hollandezaAnligeo reato.
Iliale hrasile roDovidosugneros do paiz.
Iliale brasileiroDona Amigosfumo e cintrlos.
[MPOBTJCAtK. -^.*
Itrigue porluguez aTarajo III, viudo de Lisboa
cons goado a agancia, imiuifesiuu o segainte ;
ot) b.irris vin.io. g.) ditos viuagre, 10 dilos azeile
dee, 121 barricas sard.nlias ; a Manoel Joaquim
H.eSlva.
2"> eaixas erra em velas, ',(1 saceos farello ; a F.
Severiaiio Kabellu "\ Filhos.
.*> pipas e (i) i.arns vniho, 20 dilos vinagre ; a 1'.
de \ i.nno I on-ei. fc\ Filhaa.
1 caixole bracos de balaur.a; a Manoel Alves
Guerra.
5 pipas vinagre,.") dilas e II") barril viudo, 10 eai-
xas iap ; a Amonio .\ limaos.
Iil barril azeile doce ; a .1. Uaeedo do Amaral.
200 barricas vasias, I fardo panno de algodao ; a
.Manuel Sunes da Silva.
2trsaccos larello ; a J. Pereir.i Vianna.
30 barricas churiras, 2 ii.s cerveja, :iil eaixas
massa, I dila chocolate ; a Manoel J. d; Faria.
I r.uvole mercurio, sapalos e livros implKI III ; a
Josc Joaquim da Silva (iuimaraes.
20 harns eboarieai, lu caitas cannella ; a Jote M.
da Kosa.
SO eaixas ceblas, } harria sardinha em salmoura;
a Comingos Juc Fereira Cuimaiaes.
1 caita sapalos de Irjicinha, I dita lulinhas els-
ticas e lilas de se la ; a Manuel Frau:i-co de M.
Maia.
10(1 harria chooricas, 30 dilos laucinlio, 100 saceos
semeas ; a Tas>o A, Irnaflo.
30 barril vinagra; a Josc Bjplisla da Fonsaca
Jnior.
2 dilos vinho, ."l!l dilos chouriras, 20 volumes ca-
mas c lavatorios de ferro : a Auioiuo L. de Oliveira
Aze.vedo.
:>2 caixiuhas velas de cera ; a Barroca 6c Castro.
3 6>ilM brotas; a Uarlliolomeu Francisco de
Souza.
:i eaixas drogas, I dila leos mediciiues, 2 barri-
cas raparoza, I dila sal amargo, 1 pacole mana ;a
liameiro i\ <;.
'1 eaixas vidros vasios, 1 dila lamises, : dilas pe-
netras, 1 fardo relalhot; a J. da Coin:eirilo Bravo.
2 eaixas oleo da zimbro, I dila dilo de uis, 2 di-
las agua-iugleza, I fardo penetras de leda e cabello;
a J. S iui.i 0 eaixas velas de cera, I dila oleo do zimbro,i 2
dilas brochas, 2 harns alvaiada, I dilo incens, 1
sarco grude, I dilogracsde pedia e lios ds Imho, I
dila drogas inedicinaes e livros de pao de ouro ; a
Moreira A Fragozo.
1 barril azeiie de oliveira ; a C. J. Aslley & .
100 rodas de vine, dila de arcos re nao, .1
barricas pregos, cravas, boloques e giz ; a Lernas
Juiiini iv Leal Keis.
1 caixole impressot ; a Miguel Jos Alves.
700 barrica! farinha de trigo ; a l.uiz Jus de Si
Araiiju.
"i pipaa vinagro ; a ordem.
I vacca ruin cria ; a Jos Pereira da Cunha.
1 na porrao de pipaa vasias em p ; a .Nascimeo-
lo & l.emos
Barca inglc/.o oEnncrdale, vinda de Liverpool,
consignada a Patn Nash & C manifeilou o se-
guinle :
III fardse 53 caitai fazendas de algodo, S di-
las e '1 f ir 1 s dilas da Itabo, I dilo casemiras ; aos
aonsigoalarias.
."i lardos lonas, :;J", suecos c 10 barricas arroz ; a
Sanadora Brolhera .v C.
(i eaixas objectos de lelleiro ; a H. II. Uyall.
10 fardos fazenda dealgodSo, ti barricas fi-rr.it;ens,
loo bairiszinho chombo de manicio, :l paes de fer-
io ; a I. Curio i\ C.
2 eaixas fizenda de ilgodao ; a Poz l'.rolhcrs.
1 dila niiu tozas, | fardos fazenda de algudiln e lila,
21 dilos e 2 ranas dila de algodio ; u II. Gibson.
I rana ludia ; a IVidel Piolo & O.
lli bigornai, ) laxas de (erro, ih. regairs, 2
barricas panilla-, :; ditas ferraeena ; a S. P. Johus-
lon ,V C
'. caixai chapeos de iol do algodSo : a James Crah-
Irce fil C.
1 dita fazenda dealgmlAo, I dita sellinse plaina-;
a IIabe Seh .mellau v\ C.
7 fardos e i caixu tizan la de alaodao ; a C. J.
Asile) ix. C.
2 hirrir.n cerveja, 7 toneladas d*)rarvao, I dila
7 qoinlaes e 1.1 libras de cobre, 1 q linlal -n'i llc
folhas de cobre e metal amarello ; a ordem.
ti caixis fazenda da algudao ; a A'.aiuson Hovv ie
c Companhia.
Di toneladas, 5quintaei e 2 arrobas decai,vao|
2:359,000
6:86*,000
4:659,000
4:210,000
1:592,000
O lll:n. Sr. contador da tliesouraria
provincia!, servindo de inspector du mesma
thesourana, em vhtudede resolugao dajun-
la da l'a/enda, manda fazer publico, que de
confoiinidadu com as leis, pcranle a mesma
(Unta, devem ser arrematados por munici-
pios e comarcas uo dia 10 de iunlio prximo
vindouro, os imposlos seguintes :
Municipio do Kecife.
2r500 res sobre o gado morto pa-
consumo, avallado annualmen- .
te em 60.502,000
Municipio de Olinda.
39500 sobre o gado mono para
consumo, dem dem por
Comarca de Coiauna.
39500 rs. sobre o gado muri para
consumo, dem idem por
Comarca de iNazareth.
27500 rs. sobre o gado morto pa-
la consumo idem idem por
Comarca do Pao d'Alho.
S500 rs. sobre o gado morto para
consumo idem idem por
Comarca do Cabo.
2:500 rs. sobre o gado morto para
consumo idem dem por
Comarca de Santo .-ntao.
2?500 rs. sobre o gado morto para
consumo idem dem por 8:080,000
Municipios do Kio Forraoso
e Agua Preta
2>j00 rs. sobre o gado morlft para
consumo idem idem por 2:657,000
Municipio de SerinhSem.
23500 rs. sobre o gado morto para
consumo idem idem por 590,000
Municipio de lguarassu'.
Arrematados conjuctamente :
2s500 rs. sobre o gado mono para
consumo i jem idem por
Imposlos a cargo da collectoria a-
valiado por anno em
20 O10 da agurdente idem idem
Comarca do Limoeiro.
Arrematados conjunctanienle:
2S500 rs. sobre o gado taihado pa-
ra negocio e dizimo do mesmo
gado, arrematado annualmen-
te em
Impostos a cargo da colleclpria a-
valiados por annum
20 por Oa d'aguaniente idem idem
Comarca do bonito
Arrematodos conjuctamente:
2s500 rs. sobre o gado taihado e pa-
ra negocio e uizimo do mesmo
gado, avaliado animalmente cm 2:770.000
1:810,000
460,000
106.000
3-698,000
823,000
114,000
Dizimo do gado cavallar idem 146,000
luipostos a cargo da collectoria do
municipio do Bonito idem idem 642,000
20 Oifj da agurdente idem tdem 42,000
Municipio do Brejo.
Arrematados conjunctameote:
29509 rs. sobre o gado talbado pa-
ra negocio e dizimo no mesmo
gado, avaliado annualmente em 1:693,000
Uizimo do gado cavallar idem 52,000
impostos a cargo da collecloiia idem 594,000
20 U|0 da agurdenle idem dem 38,000
Municipio to cimbres.
Arrematados conjunctamente:
2|500 rs. sobre o gado talbado pa-
ra negocio c dizimo do mesmo
gado, avahado annualmente em 1:211,000
bi-imo do gado cavallar idem em 105,000
Imposlos a cargo da collectoria
idem dem em 311,000
2J |o da agurdente idem idem 38,000
comarca de Caraohuns.
Arrematados conjunctamente :
2-;.'>UO rs. sobre o gado lalliado pa-
ra negocio r dizimo du mesmo
gado, avaliado animalmente em 2:7*3,000
Dizimo do gado cavallar i lem 80/000
Imposlos a cargo da collectoria
idem idem em 451,000
20 0|n oa agurdente idem dem 60,000
Comarca de Flores.
Arrematados conjuntamente :
29500 rs. sobre o gado lalhado pa-
la negocio e dizimo do mesmo
gado, avaliado aonualmeoteem 3:173,00o
Dizimo uo gado cavallar i lem 342,000
Impostos a cargo dos collectores
idem iJcn em 9:1:1,0. 11
qoeima lo. 600 barrai de fe.-ro em irillioi, 2s luuela- -0 0|o da agurdenle idem
d
O insperlnr da Ihetooraria de fazenda da provin-
graiu.lamente, fazenda assim verdadeira caridade,
iadepenoeole de inleresse pecuniario.
Ton o |x dado a hora fica a dlicnaaSo adiada.
(J Sr. Precidenff tend marcado a ordem do dia
levanta a sessao as 3 '-, da tarde.
PGiJU AVUL5A.
Os soberbos.Oh lie uma epscie de gente eia
._ -------- ... .1.1- |U| J(u 1 I l II ----- >-,.. -^- r- .... _^vu. WB ... -^ fc IUI.X lilil lili l'ial-lli-
o palrimonio ; Depois da encerrados m Irabalhoi dojary, no lii- |c'". parro Brrelo..,1 arques de Arnorim. cia de Pernambueo leudo em vista do ofcio em que
ao dei.ara' de niio, o juii de diraito julgoo a corto individuo qoe "'P0' W'"doe remellido a eammiMao|de legisla- o Sr. cclleetnr do municipio de Garanhoni Manual
n eases caraos havia silo prores-ado. cuno introductor dol.....le '-:'' ene60e"M ccleiiaiticot.nin reqnerimenlo do Sr. de Cirvalho Kuriado. pede deminlo rieaie amoreeo,
moeda falsas na circuiario, coiiside:ando-o i-cnto
de riiiniiiilidade.
A -riilenr.i he mais u)na |rova em favor da opi-
niaa que farmo do nnsso juiz de direilo e que ja 1:1
manifestado por mil de una vez.
O nosso |uiz municipal hriaou em um dos dias la
semana passniia com o delegado lapplenla em exer-
cicio, o Sr. .M 11. u-1 Leila de Azevedo. loi briga fel,
Obveira, para que leja ouvido o Bsm. vico presi-! laclara ao mesmo Sr. coliflor, para sua iolelliceneia
deule da provincia, acerca d^ deslino que lem tido a directa, qoe lera'allendtdo limo que esleta un-
os arma/eus enln-oos a irinan lade de San.'AOB. ; 1ne.1l.. "s,.u sucrassor. para u que so Iba reeommenda
Oaram usSra. t-ranciseo JoSa e Oliveira. que informa sobre quem o deva sor, por sua mora-
I 01 tambem apreciado pela assemblea, e appro-! lulade, e lianra que pussa dar a' fazeuda pelas reu-
, vado depois de il?umas reflezoas dos Srs. Meira. dlf da collectoria.
,*) Por causa do poilador vai esla retarda: 1
que o ordinario.
i iluds! 1 e Lacerda, um requerimeuto do prlmeiro
de-tes icnliorc, pedmdo infornaacfiai ao governo so-
1 bre os Irahalhos da eslraJa oe ferro desla cidade ao
rio Saa-r'r Approvou-se em segunda discus'.lo o projeclo n.47,
desle auno, quidiz: os professores de primeim
Ihesouraria do Pernamburo 27 le Janeiro de lS'iT.
Zoilo llupti'la de Castro e .Vida.
Numero 2:1 ser-o.O in-pe.-lnr da Ihesouraria de
E-le psnsamenlo he lirado t\nMil e um
aaiifaiawiJe Mr. Aleandre Dumai.
0.1- d rodal a nos. : barricas mollaa, I feixe va-
1 1 de I rro. eaixas obras de ferro, I parole ditas
de madcira ; para 11 estrada de (erro do ilecifo a S.
I* ranciscii.
i ,-iiixiis cobre ; a l!a-so c. Castro.
I laceo amostras a dlve o.
l!rii;ue hamburgaez Elbe, viododa Bambargo,
couiieoada a II. Uruiiii A C.
COinte :
ls i'axas coiirn de lustre, 3 dilas lerraeus, 2 lilas
curdas ,le rame. I baruca dedaes de lallo ; a S P
J.din Ion k\ C.
1 cala chocolate, 1 dila roupos, livros e gazetaa ;
a Iiiiiiii Miusen ,\ \ massa.
6 fardo, fazenda de lila, I enibrul'10 amostras; a
Schiiflieillin y C
40,000
Comarca da lioa-Vista.
Arrematados conjunlamenle:
1,500 rs sobre o gado taihado para
negocio e dizimo do mesmo ga-
do, avallado annualmente em 3:091.000
Dizimo do ;:ailo cavallar, idem 209,000
maniteatan o 10- Imposlos a cargo dos collectores
incluidos os 2UU- por escravo cx-
porlado, avallados annualmen-
te era 1:442,000
20 por cenlo da agurdenle idem 31,000
Impusto de 20 por cenlo sobre o consumo
de agurdenle nos municipios
seguintes:
^ 200 calza, velas, 1 cai.ote amoatraa ; a J. Keller 0Un3 avi,|3j0 anualmenU cm
' :l"fardo, massas, 1 dila fazenda de al.md.l e se la, >'""' id.cm ft?
I dila dila de seda, 25 dila, queijos. 1 embrulho ; ^"areth dem dem
imosiras ; a ordem. | Pao d Albo dem dem
8 fardos fazeoda de laa, 25 eaixas fazenda de al- \ Cabo idem idem
353 000
81,000
80,000
96,000
56,000
MUTILADO
i
i
i

*





DIARIO DEPERNAMBUCO SABBADO 2 DE MAIO DE 1857,
S
pte-
Santo AfilSo dem idom por
Rio Formosd e Agua Pela idem
ideui por 52,000
Sennhem iiiem idem 34,0(10
As arreraatacoes scro feitas cor lempo de
tres a unos, a contar do t" de julho do cor-
rento auno. a30dcjunho de 1860, sobas
mestnas con licO \s das anteriores, e na for-
ma do art. 76 do regulamonto do 3 de acos-
t de 1852.
As pessoas que se propozerein a esta ar-
rematacao compareyam sala das ses.iGesda
roesma junta, no da cima declarado, pelo
nieio da, habilitadas na orina do art. 75,do
cit'doregulamento.
E para constar se m.indou allixar o
sent e publicar pelo Diario.
Secretaria da tliesouraria provincial de
Pernambuco tu de maio de 1S57. O secre-
tario, Antonio Ferreira da Annuncinco.
Art. 75. Os contratos; da arrenMtacSo do
renda, que importaren*, era mais de dous
coulos de reis, serSo etecluados sob a ga-
ranta de dous Madores idneos, que lenham
bens de ra; na cidade do R.-cifo, ao menos
um delles, uma ve/, que o outro sea notoria-
mente a bou da.
Art. 76. As arremataces podero erec-
luar-se pe.i maior ou meuor licitacao offe-
lecida cin cartas fechadas.
Art. 16 Do rcgularoento interno da tbe-
souraria.
Os documentos comprobatorios das habi-
litaces dos arrematantes, e os que devein
prvar a ideiitidaite dos Dadores sea o aprc-
sentados na scsso da junta anterior a da ar-
rematarlo, para erem tomados em consi-
deraco, resolver-se sobro a liauca, e admit-
tir-se o licitante. Conforme.O secretario,
A. K. ii'A n n une i .i c. i..
254,000. cao do nonie da llaiulia Hortense, e a data i as novas, ditas estufadas de encost, piano
em que foram laucadas ao mar finalmente de encllente voz s, esleirs c tapetes de sa-
para melhor chamar a atteocSo sobre estas la. lampe s Be globo, Linternas, caixas com
boias, e impedir quesejam confundidas com pistolas de5 tiros, e ditas para duello, cai-
ouiras madeirasbotantes, fez-se no contorno
docyliii'lro edelado a lado dous buracos
perpendiculares entre si, as quaes estro li-
sas duas cavilliis salientes, perto do 2 dec-
metros, e formando urna cruz.
Ficsr-VOS-IlCl reconliecido se tiverJes a
hondada de escrever aos diversos corpos ou
sociedades scientic s da Europa e d i Ame-
rica, para levar este laclo aosen conbeci-
mento, edar-lhe publicidade, rogando-Ibes
que bajam de dar conhecimenlo a acade-
mia das scieocias ile Franca, do lugar era
xinhas para voltarete com fixasde madrepe-
rola, copiador de cartas, cailefra, urna con-
certina com msica, jogode corridas, guar-
da vestidos, conuio i-.s, secretaria de segre-
do, lavatorios grand?s e pequen i^:, toncado-
res, ptima cama de ferro grande, ditas po-
qoenas, uicsj clstica para24 pessoas,ap-
parelbos deloucapara janlar, ditos de por-
cell.mi pira alm ico e cita, bules de metal li-
no, cobertas de dito, garrafas ecopOS para
vinho, facas. g*ifos ecoi res, porcfiode vi-
iilio engarra! do de superior qualidade, um
que estes cylindros rorcm encontrados, lie-1 carro para seis pesso :s e dous ou de um ca-
cebei,Sr. secretario perpetuo etc. Assigna-1 vallo, com arreios dobrados e singlos, 2
do, Napolen.Conforme. Francisco Jos cabriolis, sendo um novo, 2 cavados, sel-
Pinlieiro uimariCS ser-viudo de ullicial I lins com arreios, trem de eo/.inlia, dilo para
maior.Conforme, Francisco Xavier liura-1jardiin, e infinidades de objectos asss ne-
lempo. Conforme. 0 secretario,, Alexan- cessarios ; alem dos arligos supramenciona-
dre Rodrigues dos Aojos. dos, luvcrl lambein excellente Hambre,
Circular n. -Kio de Janeiro, ministerio dos I queijos, bebidas etc para o lunch; terca [ei-
r _'C do crreme, as 10 horas da maullan,
sitio da casa amarella, junto ao da Fxma.
baroueza de Beberibe, na ponte c Ucha.
LF.II.U)' DE MOIULIA.
O agente Pestaa fara leilSo de urna pessoa
que se relira para fra da provincia, de urna
H
Na noite do segunda
do correte, furlarara
Juntares Attencao.
para terca-feira, 12 "Na ra do llortas n. 16, primeiroandar, se
ao aba ixo assignado i fornece al moyos e j < litares para casas parti-
iini i avallo, iio sitio perlencente ao falleci- culares, sendo com muilo aceio e prompti-
do Sr. Francisco de Carvalho Paes de Audra- dS ', mandando-se levar em caa na hora
do, no becco do Espinheiro, o qual tem os que se determine; e lambem se alugam sa-
signaes seguintes : cor ruco sujo ou canino,' las c quartos por muilo commodo prego.
negocios da mai inha em 22 de abril di" 1837.
lilil, e Exm. Sr. ivista da inclusa traduc-
(So da copia que me l'oi transmiltida pelo
ministerio dos negocios eslrangeiros, co.q
aviso n. 15, de 8 do frrenle, da carta que I
S. A l. o principe NapoleSo, na sua viagem
aos mares do norte, dirigi ao secretario 12J.i, ,i ip,ra,. r-iiii',ie cadeiras I.
perpetuo da academia dassei nei.s, com- '** C ^ em S i 12 a 16 anuos, sendo dos ltimos Cegados,
municando-lhe ler mandado lancar de bordo ^dRaTamarell.-. cadelraBofas, me- i '*ue 8W? de boa conducta, o que sa.ba ler,
da corveta La Reine Hortense, em dilferen-l^^i^Sl'^iTi^rl P caixeiro de taberna : no pateo do Ter-
tcs lugares, vanos fluctuantes cora a indica-1^uu, candieiros, loucas, apparelhodepor-
inuiio novo, e inteiro, ferilo um ponen nos
peitos por trabalhar em carro?, boje deve
ja estar slo. descarnado, tem uma marca na
sa: nellii de ter ti lo urna ferid*, cauda e di-
nas curtas : roga-sa as autoridades poiciaes
011 a quaesquer pessoas a quem for oHere-
cido, a apprehensno do dito cavallo, que
aii'in de se agradecer se gratificara, sendo
entregue ao seu dono, no Rccife ao p da
fundir-So em Santo Amaro.
Jos Jacintho de Carvalho.
-Precisa-se fallar com o Sr. Pedro Ro-
drigues de Vasconcellos, a negocio de seu
interessa na ra da Cadea do Recite n. 6i,
segundo indar, a fallar com Antonio lote-
Iho Pinto de Mosquita.
Preci. :ulerno de uma casado >ouca familia: na
praya do Gorpo Santo n. 17.
Vende-se orna canoa de carreira com
pouco uso : na ra da Lingoela n. lo.
Precisa-se de ut rapaz portuguez, de
CORREIO.
O vupur sardo utitnuva recebe as malas para a
ltaliia e Kiu de Jaueiro lioje (23) a II lunas du da.
Pela subdelegada de S. Jos du Kecife se ful
publico, que se aciiaui recolludos em depuilo, como
lunados, elo quarlaos. Modo 4 cavalillo", 2 russus
sujos e 1 pedrez : queni se jalgal com direilo a elle*,
comparer-m BtttU labdalegaea, para lliesercm en-
Itecues. Subdeleeacia de S.Jos do llecila 22 d*
niaio de 1857. O ubJeleiudu, Eduardo Frederico
Banks.
Directora das obis iai-
litares.
Procisa-se reparar a coberla doquartel da
Solelade: qu ni por empreitada so qui/er
encarregar na direcloria, onde seacha o respectivo or-
yamonto, ese faz o contrato ale 26 do cor-
rente.
Pela subdelegada da freguezia da F.oa-
Visia foi appronendido um cavallo ruco com
cangallia, que. audava vagando no lugar dos
Cocidos : seu dono juslilicando Ibe sera en-
tregue. O cavallo acba-so em deposito.
CONSELUO ADatinlSTRATIVO.
O conselho adminislraiivo lec.i de comprar
o seguinie :
Compendios de arithmctica 6, arcia prcta,
libras 6, Iwro impresso para registro auxi-
liar do geral do 9.- batalho, para os assen-
lamenlos dos olciaes, conten lo 32 follias 1,
chinellas de couro, pares 100, conchas de
erare 2, esquife coborto 1, linhas brancas
cruas, libras 10, ditas prelas, libras 10, cadi-
nho do norte n. 10,10, fio de algodilo, libras
96, papel carino, resmas 8, resiua de cajuei-
ro, arroba 1, cosladinhos de amarello 6, la-
boas de louro de assoalbo, duzias 22, sendo
2 duzias para as obras militares, ditas de
dilo de forro para as obras militares, duzias
2, black-verniz, barril 1, sapalos Coitos na
provincia, pares 540, cordao de lila prela, va-
ras 480, botes pelos do massa para capo-
les 30iio, casemira carmesim para vistas, oli-
vados 7, sinolo de punlio com armas impo-
riaes, e legenda inspectora do terceiro dis-
Iricto militar 1, dito para prensa com a le-
genda, companhia de artfices 1, cal preta,
alqueires 200, dita branca, alqueires 12, li-
jlos do alveuana, milbeiros 2, pregos irao-
cezes, libras 10.
Para o presidio d6 Fernando.
Fscarradeirasdo metal 50, camisas de 11a.-
nclla 20
Quem quizer vender, aprsente as
propostas em carta fechada na secretaria do
conselho, as 10 horas do dia 26 do crrenle
mez.
Sala dassesses do conselho administrati-
vo para forneciinenlo do arsena] de guerra,
18 de maio de 1857.Marioel Ignacio lricio,
presidente interino.lienurdo Pereira do
Carino Jnior, vogai e secretario.
EXTlHCri) BASCO DZ PER-
navios mercantes nacionaes, nnlle existen-
tes, que se encontiarem algum dos di'.os
lluctuantes o rCcolham, e entroguem na ca-
pinaoia desla corle, se a ella vierem, e no
caso de se dirigirn) a outro porto ao respec-
tivo cnsul francez, ou a quem suas vezes
lizer, declarando quandu o acbaram, c em
que lugar, e dando quaesquer outros escla-
rec melos para as observayiies scientificas
Je que trata a mencinala carta.
Dos guarde a V. Exc.Jos Maria da ^il-
v* Paran los, Sr. presidente da provincia de
Pernambuco.
Cumpra-se. Palacio do governo de Per-
nambuco, em 18 de maio de 1857.-Portel-
la. Conforme. Francisco Lucio de cas
tro.Conformo.- i) secretario, Alcxandre
l'.odrigues dos Anjos.
O lili". Sr. capillo do p irlo, do roiilormjdade
com as orden* do iiiini,rerio da mariulia, Iraiismit-
(nlas pelo Exm. Sr. vice-presidenle da provincia,
piii.oIUcio de \'i do aodanta me/, inunda dar publi-
cidade a Iraoucrilo abalxo du avi-u aiinunciando
aos Davagaole o wlabeleeinivalo de pharue* em nf-
rereole pomos da Europ, e dos Esladoa Unidos la
Amrica,
Capitana do l'orlo de Peroamlraeo 15 de abril
de 1S.*7. O secrelario, Alexandre H i.n:ii' dos
Anjus.
TltADlXCAO'.
Aviso aos nnvegantes.
N. 10.
.MAR NEGRO.
A comiiiisiao directora dos pliaroes do governn da
l'urquia publicou rpcenleinenle os .eguiule, llbH :
Luz tu.i no Suliua.
No da l.'i de selembro prximo fin lo, \ui da
Babia provisorianiL-me aprewiliada na enlrada do
Solios, ou (amo medio d 0.iuubio foi Bubsiiluida
por urna luz na cosa, de DAlior torr.
A nova lux be lixa e ile segunda ortlein. lii/.-se
estar Bollada 65 ps iciina do uivel do niai, c ser vi-
sivel do convez de hu navio eai Icinuo claro na dis-
tancia de 15 millias.
A torre do pbar<>! be de prdr.i, circular e de cor
blanca, lisia' enllocada ao lado da sul da entrada
na lalilade 45'9* 0" norle, longitude 29*41' leste
de Ureeuwicli.
Lux revolveiitc em Fidonisi.
No dia 15 de oolnbro Dnda, a luz ibi Bibia pro-
visoriamente aprsenla la em Fidoaisi, ou ilha des
Sorpenle*. cm frente da emboca tura do Daable.
sera' substituida por uma lu ni costa de maior
lona.
da taberna sita no largo da Ribeira n. t, per-
lencente a este, peuliorada por aquellos,
para caixeiro de taberna : no
yo n. 32.
Perdeu-se no dia 21, da ra da Cadeia
de Santo Antonio ate a ra da kurora, duas
lunetas, uma de tartaruga o outra do ouro,
ambas reunidas por um tranceln! de ouro :
a pessoa que as aciiar, quorendo restitui-ias,
pode entregar nesta lypographia,'que sera
bem recompensa la.
I'recisa-se de um pvrtuguez para cria-
do, c que se oceupe lambem em servQO de
sitio : e do urna estrangeira que cozinhe,
lavee engomtne, pira nouca familia': a tra-
constn lo da armacao, gneros, especiaras, 1 tar na c>(raJil Jc J()i-I0 |.ernandes Vieira, nri-
e iitonsis etc.: aabbado 23 ao crrante, as -
11 horas em ponto, na referida taberna.
Transferencia do leilSo do Carinba cora
avaria.
0 leilSo de familia ;e Irigo, annunciado
para 22, tica transfer o para terya feira 26
do corrente. no mesmo arma/.em do becco
do Goncalves, as 10 horas da manhSa em
ponto, sera vendida pelo raaior pivyo ollero-
cido.
LeilSo de queijos llamengos.
Segn Ja feira 25 do concille, ua portado
Sr. Aunes defronle da alfandega, as 10 horas
da manhSa, o agente Pestaa Cara leilSo do
20 caixas com queijos lia engos os mais fres-
caes c de melhor qualidade que ha no mer-
cado, o que sera realisado com avistados
meamos.
O agente Pestaa fara leilSo para le-
char cuntas, de cerca do 25 caixas com quei-
jos de excellente qualidades, muilo moder-
nos, des"mbaicados iiltimaniente : lerya fei-
ra 25 to correnle, as 11 horas da inauhaa,
derronto da alfandega, armazem do Sr. Au-
nes.
- Anlonio I.uiz de O'ivcira Azevodo far
leilSo por cunta de quem pertencer, e por in-
lervencSo do agente Pestaa, de 30 barril de
peixe.dcsombirca los ha pouco: segunda fei-
ra 25 do correnle, na porta doarmazemdo
Sr. Aunes, del'ioulc da alfandega.
ineiro sitio passando o dos i leocs.
Aluga-se urna casa terrea com solo,
na Soledade 11. '7 : a tratar 110 ('atoo do Car-
mo 11. 17.
Francisco Jos Ccrmano, relojoeiro, cora
loja na ra Nova n. 21, avisa ao respeitavel
publico, que acaba de contratar com os pri-
meiros fabricantes, la!:to de Inglaterra como
de Franca e .suissa.para os meamos lbe faze-
rem remessas dos mais acreditados relogios,
tanto d prata como de ouro ; assim como
so enenrrega Je fazer qualquer eocomuien-
da tendente a sua arte como de outra qual-
KGTB DO TEELEGRAPHO
Na livraria os. Ge 8 da praca da Indepen-
dan- A nova Ion lie revolvente, motlrando uma face I delicia ha para vender 0 rolero do llielegra-,
erilhanle rada meto i.....uto. EU' collocada I95I pn0 novani.*:>ie rcl'.niiido, com o nomo dos
pos acuna do nivel du ,.. r, e deve e.ni.r-se do coi- 'orea e uutras embarcaede* que deman-
: lia.- I vt/- '*' "Mi l.avn. :i.i ill-l.uicra de l."> lllllli ie. .... _, ,,., .'
O Icilo de mobiKa dolllm. St*. Frede-
rico Kobiliard, lica transferido para ter-
ca-fera li do frrente.
; |1n- I"'"" um navio na .n-Uncia de IS mullas.
Ln Em lempo claro os eclipses na> s.lo lotees
iiaTl obsorvealor, qoando eslivet na distancia d
.", do oiio -nilhae >la lux.
1:1 tu .... ....
para o
e m en o*
A direccSo do extncto Banco nambuco tendo de dar litn. a sua liquida-
i;ao no ultimo docorrente mez, convida
por isso aos possuidores das respectivas
notas de emissiio, a trocarem-nas at<;
aquella dala, na cai va filial desta provin-
cia. Kecife, 5 de maio de 1S57.O se-
cretario, Joo Ignacio de Medeiios llego.
O lllm. Sr capitao do porto, mandan-
do dar publicidade ao aviso do miuistei io da
marinlia do22 do mez prximo lindo, acom-
panhado da traduccio de uma carta que sua
alteza impeiial o principe NapoleSo, na sua
viagem aos mares do norte, dirigi ao secre-
tario perpetuo da ac leona das scieocias,
communicando-lhe ter mandado lancar de
bordo da crvela La Heme Hortense, em dif-
f'erentes lugares, varios llucluantes, com a
indcacSo do ponto da respectiva partida,
para reconhecer ulteriormente as crrenles
dcss.es mares, recommenda, -em observancia
do disposto no dilo aviso e de orden, do Exm.
Sr. vice-presidente, da presidencia de 1 do
correnle, aos seohor.s capilaes de nvioi
raereanles uacionaes.existeutos ueste porto,
quo se enconlrarem algum dos referidos
fliictuantes, o recolhajm, e entreguem na ca-
pitana da corte, se ah forem, e no caso do
dirigir n-so a outro porto, ao respectivo
cnsul francez, ou a quem suas vezes izer,
declarando quando o acharam, e era quo lu-
gar, e dando quaesquer outro esclarecimcn-
los para as observayoes scienlilicas, de que
trata a mencionada carta.
Capitana do porto de Pernambuco 20 de
maio de 1857. O secretario, Alexandre Ro-
drigues dos Anjos.
Traduccao.Copia Experiencia sobre a
direccao das concnlcs do ocano atlntico
do norte.
Carta de S. A. I. o prncipe NapoleSo ao Sr.
Elio de Beaumonl, secrelario perpetuo da a-
rademia das sciencias.
Abordo d la inha Hortense, aos 20 de a-
gosto de 1856,no porto de Sernick Ibas She-
tland'i Sr. secretario terpetuo, .as Bahas
dos paizesd > norte, ern Spitsberg, naslslau-
da, e na Sroenlan lia, encontraram-se mui-
lS madeiras bulantes, que depois de boiar
por muilo lempo sobre o mar, ob o impul-
so das crrente-;, terminara dando aiii a
costa.
A principal parte dcslas madeiras, he de
pinito, mas nao appareceu indicio algum se-
guro de sua origem.
Ku quiz que a minba viagem aos mares do
norte, contrbuisse ao ulterior reconheci-
niento deslas crranles, ja estudadas as
suas principies direcyoes, mas cujas ramili-
ca?0es sao ainda pouco conhecidas, c eu
mande lancar ao mar de bordo da corveta
Reine Hortense, emsuas diuerentes viagens,
grande numero de boias (cincoentaj coma
indieacSo de seu poni de part la.
Estas boias compOe-se uo nm cyliadro de
pinl-.ode 25centmetro de dimetro sobre 25
cei.timelros do altura. i*ia direoyo do eixo
do cyliudro fez-se um buraco destinados
eoiiler uma pequea garrafa de vidro I ria-
da, rontendo um bilbele concebido uestes
termo.-:
Viagem de S ft. 1. o principe Napolen a
A casa do plurol lie construida de mvteirn, de
71) pos de altura da lia>e ao cume, e esta' collonada
em uma altura da Iba na latitule 15* l.V e 110" nor-
te, longilude :!() I i' 'i" a lale de Greenwich.
Latea encarnadas em Kum Kileh, nos Dardanellos.
"So dia 15 de tetembro linio doss lutt's ascerlslas
foram postas em Kom Kaleii, na halara do oc-te do
primeiro on casMIo novo da Azia, no lado do sul
da entrada dos Dardanellos.
As luies cello eliocadas em linlia, uma cima da
oulra, sendo a ele*&cjh> da superior de 50 pos felma
do nivel do mar. Na di launa de urna imilla :i| as
duas luces se combinan) e l'ormao urna, cujo alcance
lie de i millias aproxima lamente.
Por ordem de S. S.
Assiiinilo, John Washington, hydrographo.
KeparlicSo hydroRrphiea do ilmiranUdo. Lon-
dres 31 de ouluhro de 1856.
Este aviso alTecla os se^umte^ mappasdo almirau-
lado : .Mar Neiiro Geral a. 221-1; Cebo KaliaLra
para Odesaa n. 2.'ll ; Kio Danubio rom Fiaoui-i n.
2207 ; .Mar Mediterrneo n. 2158; arehipelaco ac-
c.il e fjlli.is i ns. 1650 e 1651 ; entrada dos Darda-
nellos n. I60S ; Mar de Marn.re n 22. Isaalmen-
le Piloto do .Mar Nesro fo has 22 21 ; Pillo dos
Dardanellos folhas la ; e lista de pharoes do Medi-
terrneo ns. 1SI), SSe IS'J.
1HEATR0
Km consequencin de ter adoecido o ar-
tista Joo Pereira da Cosa Lima, e se
Rcliai em estedo de n8o poder represen-
tar, (segundo diz o Sr. I)r., (jjnacio fir-
mo Xavier), lica trauslerido o espectculo
annunciado para iioje, para o dia i^uar-
ta-eira 27 do correte.
>
I
i
aranhao
c ir ara.


O veleiro palhahote nacional I.INP
PAQUETE, capitao Jos Pinto Nones, procedente
do Kio de Janeiro, com matado do sen carrega-
reeqio, destnalo ans porlosindicados, para onde
aagsjira'com brevidade, recaba o re-tn da cama
con o mesmo deslino : n Irelar /"in o consieualacio
Antonio ile Almeida Gomes, na ra do trapiche n.
16, secundo andar.
'ara o :?o d >' .c.''>
Scruo em poneos dias o patacho nacional
Tamega, para o resto da carga e passageiros,
para os quaes tem escollen tus comuiotos:
trata-se cun os consignatarios Nuvacs U ,
ua ra do Trapiche n. 3i.
PARA 0 PORTO
o brigue Trovador seguir com tola a bre-
vid do. por tur maior parlo do seu carrega-
mcnlo engajado para o resto e pas-iageiros,
trata-se com Barroca t (lastro, na ra da
.adeia ilo Itecile n. *.
Para Lisboa vai sabir com toda a bre-
vidade a bem conhecida barca portuguesa
Ligeira; capitfio Branco.a qual tem parte do
carregamento prompto; para o resto e
am esto porlo, a 2i'i is. cada um.
Consideren), Iliteratos,
JBTSX Oilal das BurltfS liles coiivcm :
.ve s pena dos eharlalles,
So u ("loria que os bealos tem.
Prm-u.
Manoel Memionca Borges, ia bem cuviliecido pelas
miraculosas curas ipie tem fulo, fa/., e confaua a
faer, pelo novo procesen, deilara peanle o renes'
Ierra que sendo chamado para curar a ara. U. Mur-
sulina Men loara de imi Canioana de l'orc.ilho do
Amor l'erf-ilo, e paasando a fa/ei as olisovai-es que
a illumiuacilo a respailo recominenda achei grande
ingrugilacjao na vela frtinlal eomnioado com o c\a-
ine que ii/ as dineces da dita Sra. a que apliqoei o
terceiro e quarlo do* senlidos corporaes, acliei que
eslava no terceiro peiiolo morphelico, aorescende
o>lar grvida de i meses, celando o felo no sequillo
peno io da molestia, nlo obsianle achar-liie o pulso
fulmtgenle, apliqoet-lhe os anudlos ounnautes,
com o qtia paralisei a molestia, e para a cura radi-
cal apliquei-lhe os embrulhos e dasembrolhol nwdi-
eementosos preparados pelo divino processo, os quaes
me foram dictados por reveladlo, e em 15 das licou
de perteits saude para nunca mais ler m'Tpha,
aerescendo que em lempo leve o seu feli/. .uccesso
appsrecendo o recoronescido ra>licalmenie corado.
F.-lou lulorisado |irla dita Sra. a dar puhlici l-.de a
esta cura e quem qoi/.-r a veracitlade da innha ex-
posirao poden procurar a Sra. a qualquer hora.
Aproveilo esta oceasiAo para declarar ao pnhlico
em geral e caita un eni particular que curo radical-
iii. ule t ni qualqoer pe indo que esteja, phlysica.
morphea, rheamalismo, gotta, guita serena, anea-
risma verd.ideiia, e ainda as molestias as Dais peri-
gosai ojaede novo |.....sm apparecer.
Goin lua a sausletjAo fi Igo em declarar a todos os
cas.ilkiros tui declinagao de idade que lenlio am la-
lisuian pailiular que aplicado por miaha lilao farci
dos ;i..r ir1.1 valente..
Declaro m lis aos mi sinos e as senhoras que forem
mal encabeladas a q^e o vulgo chama carocas, que
lenhooin especifico para os encbela! em 21 horas, e
proinUe po-los laes quae* su s mais os parirn),pois
este talismn me foi em sonhoe revelado por meu
patrono : e quem se quizer ulilis.ir das ininha* reve-
larjes dinja-e as Mullas Ponas, casa n. 5555.
iREOPAGO LITSuiRIO-
loj putihca-sc o pnmeiro numero da tercena
*'! do CUllim litlerario, semanario acadmico,
irivido pela sociejdade Are ipago l.ilierario, e avisa.
"e .os Sr*., que o qui/eic.ii essi^iisr, qoe *o dirijan]
a' livraria universal, palco do Cullegio n. t,S, sr do
Sr. Nogueira, junio ao arco de S. Antonio, e a' casa
do tiiesciurciio da soeiedade, a' roa da Alegra n. :is
(l preco di assignalnra he ele :i.~ re, por serie de 12
nmeros, ou meusalmente pilo prejo de lo rs., pa-
^os ao raeeber do primeiro numero.
Trasrpassam se seis innos de arrendamenlo do
Bngenho l cinta, inoilo perto da praca, com ptima
casa de viveuda, moe com egue, prodoi boas caimas
e rocas, e tem outros commudos qu.j serflo c^leuls
a quem pretender. Tembeni se vender' a safra cria-
da. *e o negocio convine a sainas as parles. Qoanlo
ao negocio e condirs, lrala-sa nu mesmo em:enlio ;
e pude-se iditer nformaeftee nesla precia no eecrtp-
touo do Sr. I.uiz Jos l'ereira Sillines, ra oo l.ivra-
menlo n. 12.
A pessoa aue tor dona de um cabri-
Na ra da Sensata Velha n. 116, compram-
se ossos do boi.
Compram-se Diarios vclbos para em-
brulbo : no pateo da Sania CfUZ n. 6, pada-
na.
DAGERBSIYP.
SYSTEM b NORTE-AW ERICANO.
Aterrada Boa Vista n. i. terceiro andar.
Nesla casa lirum-se lelralos em dagnerraotypo
com (-"I i a perfei^ilo, lauto de criancee, como de
pessoas adultas, e pelo moderno svslema-airiericano.
Os processos aperfeii*'iados qoe se emprean). a*se-
-ur.im a' pessua que se retrata, mai pouco iucoin-
iDO-to, e qoasi neiilium lempo perdido.
Os melhores pr los norte-americanos, sai empresarios pelo arjista
proprielario deste estabelecimenlo, e por isso ea-
rantea seus freuue/e* retrato* ua.i so perrcilamenle
inalleravei*. como de nina delieadea de Iracas e
dotara as sombree, que s o daguerceoivpo ou o
arrheolypo pode dar.
Ineainoe se na mesma casi de tirar copias cm da-
gnerreotypo de edili<-io*. paisagens, retratos, esta-
tua* e quadros.
Vlo-se tirar em qualquer lu^ar, retratos de pes-
soas moras.
Exislem para essestrahallios eicelletite; machines,
sendo urna dellas dos celebres autores Voi^ltauder
& Sobo.
N.1n se eutregam retratos ou Irabalho algom, sem
e'lar perfeito.
Existe *empre nesse eslaielcciineiito um variado
soriimenlo de artefacto* franeexes e iijrle-ainerica-
n.*, par.i a collocacao do* retratos, laes como raivi-
nhss da papel de marioquiin e de velludo, france-
sas ; c norte-americanas de marroquim c de hufalo
dos melhores co*tos, e desde o tamanho de urna pol-
legada al um paliriD ; qaadros e molduras prekis,
ditas dourada*. quadios a Pompadour, ditos de vel-
ludo, ditos para rt(ralo*epirado* para urna familia
completa, pas*e-par*Piut*, slereo.copos com vistas, e
para retratos ; urna linda varieriade de allineles de
ouro com esmalte, e sem elle para collorarem-se re-
tratos e cabello*, medalhaa lembem de ouro para
o mesmo fim, lano pur eorrenlesde relogio, como
para tranceliin de senhora.
Os preces dos retratos variam em cai\iuhas ile (b
a tu-* ; em m.d.luras pretas ou doura las de 7-"*- a
l'ii ; cm car-ulelas de ouro de 2*? a 25 ; e cm al-
lineles de ouro de 2U-i a ;ij*). L*tes presos lAo de
relraio e do objeclo em que he collocario.
Torios o< dia*, desde as S horas da manhSa as i
,om desempenbo *S i& 5?Z? "*"'' '^ '
ite ludo que llu for encarregad!). ."Na incstna -
Attencao.
l'.'r.iou" no ili-i II ilo i.-f/ prximo pafadn, do
paleo do GrnOi ra do Ko-ano e*(rt'ila, dila do
Rotarlo larga, lila ril a arco de Santo Aoloilio uma not de 20C9 e
nao *e declara *e he nota do banco do llra-jl, ou ee
he da* DOMai sedlas velha do imperio lo lirail,
porque fui perdida por um homem 'Jo'nicilo que iijo
| Srihe ler. e apenas COOhece,aedti|ai pequeas: a
pessoa que o livor adiado, quereudo desencarrezar
a sua conscisiiciii, entregando na ra do Kosario da
Boa Vista, gratificar be-ha seuprosaintnte.
Precita-ae de SOO- a l:0U0? com 0 premio qoe
se cinu/n -i-.ii -r. rom liypulhtiCH em uin predio nes-
ta cidade : a quem coiiMer *:inunrie.
Pede-se ao Sr. padre Joio Herrulano do lle-
co va ou mande o seu advocado a ra do Encanta-
mento n 5 a negocio de orgencia.
O Sr. Jos (loncalves rv.iriins tem uma carta
de Lisboa no Bseriptono de Amorim Irmaos. roa da
C.TUi.
I*recisa-se 3 um cria Jo foiro ou captivo p-*ra
casa .!' dous esludantes, he apena* para cerlos pnail-
dadM e pequeo arvico olerna : quem quizer ap-
picc.j ua casa u, K do ra do llosario da Itoa Vata,
que achara' com queio fallar.
I'recisa-se da honam o rapaxti para ensf-
nho. sendo doui para trabalhar em cu** de caldeira,
um para tratar de un* quartans e o oqWo para cria-
do : quem qu/cr anuuiicie 00 dinj-se a ra de San
Goncalo n, 7,
|'recis*t-e atusar uma ama secca para o*er\i-
co de uma casa de familia : oa ra Nova n. 30.
Precisa-se de um moro porloguez de idade 1S
a 20 anuos para calselro de unfa fabrica de velas
de carnauba, dando fiador a sua conducta : ua roa
n en i n. 57.
Maria Rosa da Awuinp raidade rom os seus annuud transcriptos oeste jornal, previne a quera
convier, cine s o nicamente pas ou e
assignou uma obrga-t^cj de seisccnios c
nvenla mil reis (690SO00)., em 20 de
fevereiro do coii'ente auno, a ia\or <-l<>
Sr. Joaquim Antonio da Slveira, com o
prazo de doxe mezes, sendo *\\ic outro
qualquer titulo croditorio que apparera
com sua asignatura, he l'ulso esem valor
algum, assim romo cjue nao assignou e$-
cnptura I*.* hy|>otheca e testamento al-
gum. Becife,18 de maio de IS.V7.Ma~
ra liosa da Assumpcao. ;;
GABllETE PORTDGEZ
conipantiia
DA
Beberibe.
O Si*, caixa da mesma Companhia esta
autorizado a pagar o dcimo oitavo divi-
dendo, na razao de 2J300 rs. por acrao.
Recife, l!t de maio de 1857.O secre-
tario. Lu/, ila Costa Porlocarreiro.
Precisa-se de um feitor para sitio :
no solirai'o d ra da Gloria n. 7.
SYSTEMA MEDICO DE IIOLLOWAV.
/.'

.
:-Ll
De ordem ilo conselr.o deliberativo se faz
publico, que lica convocada ex'.raoriiinaria-
mente a assetnblca gersl dossenhorea socios
accionistas para do ningo, *2i do crrante,

^M#
PILI LAS IIOLLOWAY.
Este inestimavel especifico, cornpostoin-
teiramcute du liervas medicinaes, n5o con-
as 11 horas da mantiSaj afrai do deliberar tm mercurio, ncmalguma outra substancia
acerca do parecer da commissao de exame delecterca. Benigno a mais tenra infancia,
das contas da directora transacta, e proce-le a complei^So mais delicada, beigualmen-
der a cleicao da commissao que deve esa- te promplo e seguro para desarreigar o mal
minaras contas da actual. Itecife 19 de I na compleitjSo mais robusta;, he inteira-
maio d.: 1857.O secretario interino, i mente intiocenle era suas operarOes ceffei-
Ricardode Freitas Uibelro. i los ; pois busca e remove a doencas de
I'recisa-se de un re tor para um sitio qualquer especie c g rao, por mais antigs e
nos Remedios, que emenda de plaata a tratar no caes do liamos, sol.radu de uous Entre militares de
andares, no primeiro andar.

&10-iFol*B110SO. i
O Dr. logo Honorio Bezerra de Mene-
7**, mi.'liro (ipIj l-'nr^il'.i 1(* ila Baha, Iciu
ur
.
loia existe um grande e variado sorlimemu
de relogios de miro e prata, patentes, de to-
das as qualidades, ditos americanos de um
gosto moderno, ditos C08J despertador, cora
corda para 3 das, ditos americanos com coi-
da para 8 dias, ditos de parede com msicas
grandes do G per-as, pndulas ricas, proprios
para repartir-ao ou escriplorio, despertado-
res pequeos e grandes, correntes de ou-
ro, ricos sinetes, correntes de ouro das mais
modernas, superires oculos para theatro,
ditos de ouro do mellior gosto, ditos de too
com os aros o mais lino que tem apparecido,
luuetns de ouro, ricos bolees para punbo,
relogios de ouro com esmalte de brilhantes
para senhora, um sortiinento de anneis de
ouro, e outros maitos objeclos, qus serfu
apresentados vila dos compradores.
Attesi i j.
Iloubaram da casa de pasto da ra das
Cruzes n. 39, uo dia 20 do correnle mez, um
bahu' de ( palmos e maio, levando dentro o-
objeclos seguintes : em dintieiro 1:6703 em
sdelas, sendo uma nota de 5003, duas do
200-3, uma de 503, e as milis em iniudas, to-
dos os papis de circumstancia, 7 camisas,
1 calca de panno, 1 palito de ulpacA com go-
la da velludo, 1 par de botos, i chapeo lo
cliili, 8 pares de meias, lu iishqovo, e fra
u>upa usada ; consta que i"a lua guarda
po t lalbio de S. l.-.iuroiKo, por nomo Ma-
noeWflaineiro da Silva : roga-se as autorida-
des 'poiciaes a captura do dito guarda ; e
da-se a pessoa que o p cuder, sendo que se
aclie o dinheiro uu parte delle, a metade da
dila quantia que apparecer. Enconlrando-
xj o individuo, e oo se achando sen5o os
papis, gratifica-se generosamente a pessoa
que fizer entrega delles na mesma casa de
pasto.
Offereci-se uma mulherdemeia idade
para servir em urna casa de pouca familia,
ou mesmo para servir de companhia a algu-
ma senhora idosa, ou mesmo para botar
senlido a algum sitio perto da praca : quem
de seu prestimo se quizer utilisar, dirija-se
a ra Augusta n. 14, que lodo negocio se
fara.
Precisa-se de um saisciro para uma
taberna na povoacilo de Apipuces, que tenha
bstanle pralica e de fiador a su conducta,
niio se pondo duvida pagar hom ordenado,
ou dar-se interessa na mesma, senio que
agrade : a tratar na ra larga do Rosario
n. 32.
PERDA.
Perdeu-se uma patente de reforma, do
posto de lente da antiga gnarda nacional,
lieCaelano de Assis Campos Cosdem : quem
achou leve ao paleo do Carmo n. 9, que ser
gratificado ; visto que nenhuraa uliliJade
teci senao para o dono.
- I'recisa-se de umtrabalhalar : na pa-
daria da ra Uireila n. 2t.
O verSadeiro
pheoomeno
am menino de 4 snnos de idade, italiano de nasci-
menlo, que viaja em companhia oe k?o pai, este
menino iVinn-' Lmz lirstini.iui, que canta e
dan*a pertBampnie, ja Irabslhoa em presemjl de
S. M. 1. ; mui raro liavemos ile encontrar uid me-
nino com esta idade e com tanta intellisciicia c
presenta de espirito, se alguaMi familins parlicu-
lares desejarem ver eUe plieuomenti arrislico podem
dingir-se a praca da ladepemJeiicia n. 23, loja de
chapeos.
ofVereco-sc uma muiber para ama de
casa eslrangeira *. a tratar no Manguinao, es-
quina que volta para a Capuoga,uu annun-
cie.
Aluga-se a primeira sala do'primei-
ro andar do sol>rado da ra da Cadeia
do llecile n. IV, muiln proprio para es-
criplorio : a tratar na loja da misma.
Lotera
vicia.
r.\ i3>losua residencia ds oidaded-iRio-For-
r mo-, e 'le novo elVerece seus Mrvf-QM a lo-
''.v .i.is ai peatoai *]ue o honraren! Con sua coc-
-GrcF o.? uf .... j *..' j *_- FEITOR.
I'recisa-se para um sitio pequeo, perto
da praca, de um l'eilor solleiro que eulcnda
de hortalica, etc.: dirija-se ao primeiro an-
dar de n. 20, na ra do Torres, praca db
Corpo Santo.
Jardil publieo em er-
uatbuco, ra dade n. 70.
Neste muilo grande jardim li muilo gran-
le variedade de flores novas nesia provin-
cia: rosas, dalias, e oulras militas quaa-
des, assim como ps de alecnm do norte,
sylindras, etc., etc. : lambem ha multas
qualidades de ligos, uvas, quididades novas,
sapolas e sapolis, etc. U lempo be proprio
de pianlacOes. prontam-se encommeudas,
tauto para o centro da provincia, assim como
lambem para as mais do sul e norle. Pre-
sentemente as roseiras estao coso llor para
a vista dellas se fazer boa cscolua.
- Roga-se a Sra. Arminda Pinheira dos
Santos, que queira declarar a sua morada,
para ser procurada, a iiepco de muito in-
teresse.
I'recisa-se de urna pess':t para o ser-
vico interno de uma casa eslringeira, que
entenda de cozinha : na ra Novan. 17.
LOTERilA
DA
provincia.
< abaixo assignado vende a dinheiio a vis-
ta, sendo da quantia de 100:000 reis paia
cima, os seus felizes bilhcles, meios, e quar-
tos, pelos pn eos abaixo mencionados, na
ra da Cadeia do Recife n. 45, esquina da
Madre de lieos:
Bilhetes 53400 recebe 5:000.3
Meios 2-700 2:5003
Quartos 13350 t 1:2503
l'or Salostiano de Aquino Ferreira,
Jos Fortunato dos Sanios Porto.
pessoas curadas com
este remedio, militas que ja estavam s por-
tas da unirle, preservando cm seu uso ; con-
seguirn! recobrar a >aude e forcas, depois
le haver tentado intilmente todos os ou-
tros remedios.
As mais afilelas niio devem entregar-se a
desesperado; facam um competente ensaio
doselcazes ell'eilos desla assombrosa medi-
cina, e prestes recuperarao o bcuclicio da
saude.
N3o se perca tempo em tomar este reme-
dio.para qualquer das seguintes eufermida-
des :
Accidentes epilpticos
Alporcas.
Anipolas.
Areias ,mal dc.]
Aslhma.
Clicas.
Convulscs.
Dcbilidade ou e\te-
nnacao.
Debiliiade ou falta de
forcas para qual-
quer cousa.
Desinteria.
Uor de garganta.
de barriga.
nos rins.
Dureza no vcnlre.
Knfermidadcs no ven-
ire.
Enfermidades no liga-
do.
Ditas venreas.
Fnsaqueca.
He ry si pela.
Febres biliosas.
Febres intcrmittenles
Febreto da especie.
Colla.
Ilemorrheidas.
ilydropisia.
Iclericia.
Indigcstes.
Inflamma^es.
Irroga la r da des da
meustruaQao.
Lombrigasdetoda es-
pecie.
Mal de pedra.
Jlaucbas lia cutis.
bslruccao do ventre.
I'htisica ou consump-
qo pulmonar.
IleleiiQao de ourina.
Ithcumatismo.
Syraptomas secunda-
rios.
Tumores.
Tico doloroso.
Ulceras,
Venreo (mal.)
C5 ff
l
f ./&% -^ >.\, *)
pessoa (|in
linlio, (jucira dirigir-se a esta ty]
phia, riuc dandos os signaos cortos,
entrnala'.
do
sellie
.....i
vende-se
nuiles dous dias de llamliurf'o:
do armazem do Aunes, no caes
lilandr;-1.
Ar:?- I i ,
Prccisa-sc de tuna ama tpi tenha
pr
_^ Coatinaa-se a vender queijos do ser-
to muito frescaes a 500 rs. a libra, tendo
iimsoitimenlo de todos os taraanhos : na
taberna da rui Augusta, poruaixodo sobrs-
do que foi 'e Jos Mara, n. 1.
Vende-se um escravo proprio para lo-
do o servico, assim como bom para engenho
por ser meslre de assucar : a tratar na ra
Di relia ii. 2G.
Manoel Joaquim Candido Teixeira, pe-
lo presente fazsciente ao respeitavel cupo I S ;. .so 3 (1
de commercio, a igualmente ao publico, que
vendeu a sua loja da liudezas da ra do
Qucimado n. G5 ao S:. JoSo Anlonio da Al-
meida.
Precisa-se de um fornero: n-i padaria
da ra Direila n. 40.
bom
lloa-
sou
bordo'da corveta RainliHortense, c.omman-1P-'s^gairos, ir.;ta-se com V. \. de Souza
dada pelo Sr. Oe la Ranciere, capitao de mar Irva|i'" ( na, l
e guena.
l.ilhele lauQado ao mar no dia......de 1856.
" Lalitude ....
" Longitude do meridiano de Pariz. .
Quem encontrar este bilbete, lio rogado a
remelle lo ao cnsul francez mais prximo.
Kste bilbete osla traduzido em inglez, la-
tm, e russo.
, As gnalas so lacradas com breu no pe-
dacode madeira, de maneira que ficam in-
teiramenle cobertas, e por cima acha gada uma chapa de chumbo com a inscrip-
nho

O lllm. Sr. corrector geral, Frederico
Robilliard, estando prximo a fazer uma via-
gem a Europa, fara leilSo por intervencao do
prepOStO do agenta Qiiveira, dfl toda a mo-
bilia ele., da casa de sua residencia no cam-
po, consisti lo em sof, mesa redonda, con-
solos, bancas de jogoe para outros misteres,
cadenas usuaes, dilas de balanco america-
K'ili", forra OU captiva : no ni erro da
Vista, loja i!t' Iiillietes n. ">i").
Comora-se uma negra que engommee
cozinhe, assim como ujj negro para o servi-
c i de ca^a: na :u.i da CaJeia do Recife loja
n. G4.
Compra-se unna is torrea que tenha
com modos para urna familia; a quem convier
vender, procure na ru i da >>deia de S. An-
tonio, na cocheira do Sr. Augusto, que in-
dicar o comprador.
No dia 20 do correnle me?, desappare-
coii da cocheira n. 7, da ra da Cadeia de S.
Antonio, confronte a ordem lerceira de S.
Francisco, un cavallo ruco, magro, e ja ve-
llio, tendo o mesmo signis, nem s de ti-
rantes, como tambem de COllera,pOS 0 mes
mo era de carro ; portanlo roga-se as auto-
rid des poiciaes, ou mesmo a qualquer par-
ticular, que o iich.in lo, levem-o a dita co-
ebeira, que sero recompensados.
BenizetTiene,' subdito francez, reti-
ra-se para a Europa.
PERRA.
No dia 20 do corrate perdeu-se da ra do
Qucimado at o becco da CaoRregacSo, urna
carteira contend) sojooo cm sedlas, vanos
papis, e meios biltaeles de lotera, e algu-
mas contas : a pessoa que achou u qui/.er
restitu la, dirija-se a rundoQuciin^do, loja
de mindezas n g:j, que generosamente sera
recompensada.
O Sr. Antonio Joaquim da Silva Vilella
queira apparecer no escriplorio de Johuston
Paler & Companhia, a fallar com Frauaisco
Can pe lo Pires Ferreira.
Precisase de um-i ama forra ou pap-
liva, que engomme bem e cozinhe, paga-se
bem : na ra N(>va n. 34, cm casa de mada-
ma llosa llardy.
Na ra da Cadeia de auto Anlonio n
7, primeiro lindar, vendem-se charetos da
Babia etn caixinhasde 50, os melhurcs que
te::i vindo este mercado, e pelo menor pro-
co quo se v.-mi !e cm outra qualquer parto:
tolos os dias at as 10horas da manhaa.
Vendo-so um mulatinho de 7 annos,
pouco maisou menos : no armazcm do caes
do llamos n 4.
Vende-se um sitio na estrada de Par-
nameirim, com casa de pe la o cal. com 2
salas e 4 quartos, cozinha fura, chaos pro-
prios, com bastantes ps de fructeiras e bai-
xa para capim : os pr.-.icn lenl s dirijtm-se
se ao Passeio Publico n. 7.
Maria Cuncho de Souza Lacerda Vil-
lasecca, professortf particular, participa aos
pas de suas ilumnas, e a quem convier, que
mudou a sua residencia da praca da Boa-
Vista, para a ra da Aurora, sobrado do li-
ido Sr. Hereulano, segundo u terceiro an-
dar.
- No da 22 do correnle, pelas s horas da
manhSa, V0OU pela portado detraz do sobra-
do n. 74. da ra Diieita, e to.ii m a direceo
l apenan un rtsto d
biiiu.'te*. por vender, com
a rubricado abaixoassi*-
:hS i, cuja extrac$o lie
corrente.
/'. l L yme.
Jos Simos de MagalhSes, e sua mu-
llier Thereza Candila de MagalhSes, hypo-
thecaram a sua casa terrea sita na Passagem
da Magdalena, entre ns duas pontos que lem
um po.-t.o de forre, defronle do sitio do fi-
nado Firmo, r\n Isiti a loa |Ura da Silva Lo-
pes, como prova a escriptura no carlorio do
finado escrivSo Jos Alexandre Ferreira, e
at boje ainda nao recebeu o importe da hv-
potheca : para que sirva de governo para
quem comprar a posse do dito sitio, quo tem
do pagar a dita hypotheca.
i'rccisa-se de uma ama para co/.inhar :
na ra da Aurora n. 30.
- Na travessa da Madre de Dcus n. 0, de-
seja-sc sabor quem he a pessoa encarregada
dos negocios do casal do fallecido Sr. Hay-
mundo Jos l'ereira Helio.
No becco largo do Recife, taberna que
vira para a ra da enzalla .\uva n. 39, tem
saceos com perfeilo miliio.
JoSo War!, c mulhcr Isabella Ward,
subditos britannicos, retira-se para fora do
imperio.
Precisa-se de olciaes de alfaiate, para
calcas do casemira : na ra .Nova n. 52.
-i^i 'Ir
Os abafxo issignados, com loja de onrives
na ra do Cabuga n. ti, confronte ao pateo
da matriz e ra Nova, aznm publico, que
estSo recebendo continuadamente as mais
novas obras 'le euro, tanto para senhora
como para homens e meninos : os precos
cootinuam razoaveis, e passam-se contas
com res; onsabilidade, especificando a qua-
lidade do ouro .:e 14 ou 18 quilates, ficando
assim sujeitos os mesuins por quaiqu.:r du-
nda. Serapliim & IrmSo.
- O abaixo assignado, com loja na es-
quina da ra do Crespo u. 5, declara que
Alu{ja-se um armazcm de tres por-
tas, sito na na da Praia, perlencente ao
patrimonio da Ordem Terceira de San-
Francisco: os pretendentes d.rijam-se ao
largo do Carino n. 1G.
I'recisa-se de uma ama para comprar
e cozinhar : na ra >lc S. Concalo n. 10
t) Dr. Ignacio Firmo Xavier faz publi-
co, que mudou sua residencia para o seu si-
tio na l'assagem da Magdalena, que lica ao
norle da estrada entre a ponte grande e a do
Chora-menino, o ah tem preparado uma
casa de saude com todos os com modos para
O tratarecnto de escravos, cujos senhores
resida,ii tura da praca, ou que no os pos-
sam curar em suas iroprias casas : quem
para isto qnizer-.so utilisar de seus servieps
mdicos, que serao desempenbad* s com o
maior zelo, dirija-s-5 ao 1 atoo do Carmo n.
9, primeiro andar, ou no reeno sitio da
Magdalena. l'rer;o2>iJl|udiariosexceptu-
ando conferencis, sansjnesugn o opera-
fjoes
Vendcm-se estas plalas no estabclecimeu-
to geral de Londres nj 244. Slrand, e na
loja de lodos os boticarios, droguistas e on-
|ras pessoas cucarregadas do sua venda em
toda a America do Sul, Havana e Ilespanha.
Vendem-se as bocelinhas a800rs. Cada
nma dellas contera uma instruccao em por-
tuguez para explicar o modo de se usar des-
las pilulas.
O deposito geral he em casa do Sr. Soum
1 harmaceulico, ua ra da Cruz n. 22, em
Pernambuco.
l'or ter de fazer uma viagem para Bu-
ropa o sr". Frederico Frcmont, ex-gerente da
casa commercial franeeza sob a lirma de
Fremont c; Lasne, que se cha em liquida-
crio,'os negociantes fraucezes Cals lrmos,
-slabeleciJos nesla cidade, annuncnm aos
devedoresda dita firma, que na ausencia do
dito Sr. Fremont, b'cam elles encarrogads
da liquidacao da casa, e previnem a quem
interessar possa, e a todos os deveJores, que
com os abaixo assignados dilos Cals Irmaos
se devem entender, poique sao elles soman-
te os autorisados pira a referida liquidacao.
Recife 19 de maio de 1857.
Fremont & Lasne.
I'recisa-se de um caixeiro de 12 a 16
annos, dosebegados ltimamente: na ra
da Praia n. 29.
Faz-se lodo c qualquer negocio com a
melhor loja do Passeio Publico n. 9, com
(sendas ou sem ellas ; a fallar na mesma.
A vuva e herderos do fallecido Sr. Fi-
lippe l'aes Brrelo, que se julgarem com di-
reilo a uma creta de uome Graca, queiram
drigir-se a ra Augusta, sobrado de varanda
encarnada junto a fabrica do Sr. Santos, on-
de se pode dar noticia da mesma.
Precisa-se de um casal de porcos es-
trangeiros, que sejam grandes; de um ca-
sal de gneos, de sement de hortalica e fruc-
teirase diferentes qualidades: a pessoa
que tiver para vender esses objectos, ou par-
te delles, annuucie por este Diario, onde
eve ser procurado.
I'recisa-se alugar uma prcta captiva,
que saiba cozinhar e lavar : para iralar, ra
do Amorim 11 9, segundo andar.
O abaixo assignado faz sciente ao res-
peitavel publico, que ninguem faca negocio
com Francisco Goncalves de Souza e sua
mulher Mara da Penha do CoracSo de Jess,
com a engenhoca dciumin-.da^-Bom Suc-
cessosita no segundo districto do termo
de Iguarassu', por quahto a dita engenhoca
est pendente de uma hypotheca .feita bo
abaixo assignado, e com a condicSo especial
de, dito Francisco Goncalves dle Souza e
sua mulher no poderem vende-la senSo ao
mesmo abaixo assignado, pelo Lpreco que
poderem convencionar, no caso do, quererenv
vende-la, assim como que he o mcsiao abai-
xo assignado senhor c possuidor de duas
parles da mencionada engenhoca,! as quaes
comprchendem quasi melado do i termo da
referida proDriedado. Outro siin faz scienle
igualmente que dita engenhoca foi arrenda-
da porseis anuos, contados desdeo mez do
maio <^e 1855, com a condico especial do,
no caso de ser vendida a sobredita engenho-
ca, estar com tudo sujeila a apreencher-so
o t inpo do referido ar.-endamento, feito pe-
lo sr. tenante Jos Flippe de Mello, e hoje
perlencente ao mesmo abaixo assignado. E
para que ninguem se chama a ignorancia,
faz em lempo o presente aununcio.
Manoel Juliao da Fonseca Piuho.
mmimmwm.^M sxmsusmsmm
AO PIlBLIGe. 1
^g Wo arraazem de fazendas_ baratas, ra do ?|
Collegio n." 2,
;,! vende-se um completo sortimento de fa- gg;
,^ zendas finas a grossas, por raais barato s*
R precos do me em outra qualquer parte, M
: unto em porcoes co*o a retalho, affian- ra
car.do-se aos compradores um s preco sf
"jra todos: este estabeler.imento abrio-sa S
3 de eombinafSo com a maior parte das ca- sJ
g ?ss r-onuDorcaes inglczas, francezas, alie- ^
I mies e suissas, para vender fazendas mais m,
em eonla du ;uo se tem vendido, a por isto &i
mmente
(.iiiern quizer dar dinheiro para o Rjo
de Jaueiro, ou Ba dirija-se ?o hotel in-
glcz, roa do Trapiche, qae saca-seco 1 al-
gum premio, sem prazo, e avista
; O abaixo assignado, por parle da com-
missao liquidataria da eompanhia de Pesea-
: OS seas patricios, e ao publico em geral, |
g para qua venham (a bea dos seus inie- tgs
r r i das karatas:*no ar- jg
M mazem da ra do Collegio n. 2, deAn- ^
fi ionio Luiz doi Sanios & Kolist. }&
:
Deseja-sa fllar ;.' r. Jos Ribeiro da
riasl.isboiier.se, faz publico que de eonfor- (tocha Basto a negocio de seu inierease : na
lindad-' co.n a rosolucSo tomada em suaas-
sembla geral, se proceder a vea la om lei-
lSo publico, na praca de Lisboa, de lodosos
navios da rel; ida companhia ; c como bre-
ma doTripi lien 17, escriplorio.
--- Oerece-se uma mulher branca, de
boa conducta, para dirigir uma cusa de panu-
ca familia, cu de homem solleiro, ainda
as mas da \ iracao, e aguas-Verdes, um pa- ] nao tem n na vende em sua loja roupa feita
pagaio : quem o i.panhar, queira levi-1 a
casa cima indicada, que ser recompen-
sado.
lim homem dos ltimamente chegados
do Porto, pretende arrumar-so em armazem
ou padaria, ou outro qualquer estabeleci-
menlo: quera pretender, dirija-se ao pateo
da Santa Cruz n. 6.
em paiz estrangeiro, desde adata e:n que
eue denominado Pescador, pertem-ente a
mesma, avisa-se a to:fas es pessoas inleres-
foi ltimamente colectado pelos lancadu'res sadas na compra de laes navios, para que o
por I lie acharem na occasiSo do laiiQamenio examinem, po leudo dir.gir ao abaixo assig-
ires duzias de camisas smeate, as quaes \ nado, no seu escriptorio, ra di-.adeiauo
mostrou ao dilo lancador, compradas pira I Recite: o supradito leii.o lera lugar logo
seu uso, que por lbe nao servirem, expoz a que o mencionado hrigue, regrissir nesla
venda, ignorando pagar o imposto respec- viagem. l'or Francisco Comes de Oliveiia,
livo.Miguel Jos Barbosa GuimarSes. Joo da Cruz Macedo.
vemente tem decnegar a este porto obri- mesmo para sitio-! nja-se a rus la ConcaicSo da Boa -Vista a! 2.
I'recisa-se de um caixeiro para pada-
ria, preferioHo-se um que tenha pratica do
mesmo negocio : na ra Direila n. 24.
Compra-se efieclivamente bronze, Ja-
lao e cobre vellio : no deposito |da fundic.i'o
da Aurora, ua ra do Bruin, logo na entra-
da n. 28, e na mesma luudicao, cm San o
i Amaro.
MUTO-.DCT







DIARIO DE PERNAMBUO XAURADO 20 DEM'AIO I>; 185T,
-::> .
' PEORAS ni 1:1 ios \s- '$.
i 1
Admcoa de brilhanles, $
diamantea e perolas, pul- :-
seiras, alliiif les, brincos
^, B rozelas, boldes e annei, fij
. de diderentaa goslos e de
' diversas podras de valor. ES
v. __
Comprare, vendr-m od '?: iWnBVlinrPPBlIfl Kll*
Irocain prala. oro, bri-| UOSOSap..l, SU I
Ihanles.dianiariles e pero- >
i las, e oulras qoaesquer *
- joiasde valor, a dii,lieiro 1
^ ju por obras. ;.
I0REIM 4 tOAfttE.
tJA Bl MUilS
Ra do Cabuga' n. 7.
Receben) por to-
ropa asobtMsrio mais
moderno goso, tan-
to de Franja como
>.?:
ODROEPBATA. #
Aderen rompidos da 5
ouro, meios ditos, pulsei-
' rus, allinetes brincoi e
I rozelas, conloes, Irancel-
lins medalhai, crrenles
' e enfeile para relogio, e *
j ouiros muilos objeclos de
ouro.
| Aparelhos completo de '
, prala pira cho, bandejas,
salvas, castioaos, colheres ..
> do sopa e de cha, e mu- '
; los oniros objeclos de
prala.
.'.?**!'" 4.
Vende-se tima mulata moqa, cozinhei-] Ver.dem-se 3 moloques e 1 negra cri-
ra, e perfeita eugoramadeira:
Collegio n. 18, segundo andar.
Venendem-se na ra Nova, loja n. 45,
bancos e forranienlas para maroineria, ludo
cm niuiln hora oslado : a Iratar na mesilla.
VRSTIDOS A 1SO00.
Vendem-se cortes d
sa a de/. tuslOes rada corte: na loja de
na la do I oula da dado 1* annos
do Carino n. 12.
- Vende-se sement de macacheira mui-
da camboa I lo boa : no sitio da Trompe, sobrado n. I,
| que tcm taberna por baixo.
de Lisboa, as quaes vendem por
pre C0HSDLT0R10 HOMF.OPkTHICO
Onde seacham sempre os mais acreditados medicamentos, tanto em tinturas como
em glbulos,e preparados com o manir escrpulo e por presos bastante commodos :
HREgoS F1XOS.
. Botica de tubos grandes. 10/000
bita de 24 ... 155000
Dita de 36 ... 205000
Dita de 48 > ... 255000
Dita de 60 ... 300000
Tubos avulsos a....... 18000
Frascos de linturrademcia onqa. 28000
Manual de medicina homeopathicade Dr. Jahr com o.dic-
: cionario dos termos de medicina......... 208000
Medicina domestica do Dr. Henry......... 10/000
Tratamento do cholera morbus.......... 2/000
Repertorio do Di. Mello Moraes......... 6*000
Velas superiores
Vondem-se volas milito superiores a 1(8 a
I arroba : be escusado lecer .elogios, pois
vestido de chita lar- quem comprar urna ve/, saliera da realidade:
corte: na' loja de I na rua do Nogueira n. 21.
portas, naruadoQuoirpadon. 10- Na travesada .Madre de Dos n. 9,
_..,. srMIOIl vS vende-se o verdadeno papel almajo de pn-
" I meira e segunda sorle, proprio para reparti-
Vendem-se os mnlhores e mais ricos cha-! ,.0cs publicas o escriptorios, por preqo rom-
peos que oxislom no mercado, ebegados no modo, ebegado agora ; assim como ama
porreo para porcSo de pedras para moer milho e algu-
mas saocas com favas, tolo muilo ein coola
para liquidado assim cono na inesma ra-
sa se precisa do una pessoa para cobranza
na praqa, dando Gador a sua conducta.
Attencao
Bilhetes de visita.
R. C. Yates & Companhia:
no Rio de Janeiro, na rua do Hospicio n. 40,
vendo um annuncio publicado em urna das
tullas del'emambuco pelo Sr. liartholomeu
F. de Souza, preveumdo ao publico que o
verdadeiro xarope do bosque so elle he
quem veiide,prcvetiimos ao mesmo publico,
que o nusso xarope he remetlido do llio de
Jrneiro pelos cima propietarios ao Sr.
Manoel Alves Guerra, e este senhor fez o de-
posito para ser vendido na pharmacia do Sr.
Jos da Cruz Santos, na rua Nova n. 53, ni-
cos por nos aulorisados para venderem o
nosso verdadeiro, e mais prevenimos aos
senhores consumidores, que ha porto de 5
annos os rotlos collados as garrafas s3o
assignados por llenry l'rilis, como procura-
dores dos cima proprietarios. Rio de Janei-
ro 13 de Janeiro de 1857.
Barlholomeo Francisco de Souza, leu-
do o annuncio dos Srs. R. 0. Yates Com-
panhia no Diario n. 17, em que diz ser s-
menle verdadeiro o xarope de bosque
liravam-se e Imprimcm-se com perfeicao bilhtlcs
de visita, lellras decommercio e lodosos objeclos de
I arle cahgraphica, reci'iros! vinlielase qnaesqiier de-
p I ahplpoidns se"llos- Abrem-se Brotas, sineles, lano a lallio do-
s lee como em relevo, ornamenloscom objeclos de oor-
e prala. Fa/.em-se riscos lindos e otisinaes para
bordados de labvrinllio. Ailmilie-se a recusa ds
quaesquer desles objeclos no caso de n3o ficarem o
conteni das pessnas que os encommendarem : que
pretender dirija-ie a qualquer deles tusares : no
bairro do Kecife, roa da Madre de Dos n. 32, pri-
meiro andar; em Sanio Antonio, na livraria elassie*
dojpaleo do Collegio n. 2 ; lias Cinco 1'onUi, sobra-
do da quina cnnfronle a matriz aova.
$l&g 0
Compram-se pataces brasileiros e
bespanhoes, a ()20 : mi rua da Cadeia
do Kecife, loja de cambio n. 8.
Compram-so travs de 25 a 35 palmos
de comprimento, e palmo de grossura : na
livraria da praqa da Independencia n. 6e8
Compra-se urna cabra coslumada a
criar menino : na rua de S. Francisco, so-
j brado n. 8, e na livraria n. 6 c 8 da praqa da
se vende nesta cidade na pharmacia-do Sr. I ... Compra-se effectivamente na ruadas
>uz Santos, onde fez deposito o nores n. 37, primeiro sndar, apolices da di-
Sr. Manoel Alves Guerra, que recebeu delles
proprietarios, declara ao publico, que nao
duvida seja falso o xarope de bosque que
tamben) vende em sua botica, mas assevera
que elle he comprado aos mesmos Srs. K.
('.. Yates & Companhia, do Rio de Janeiro,
romo provam os documentos abaixo :
RIO DE JANEIRO 8 DE AGOSTO DE 1836,
O Sr. Barlholomeo Francisco de Souza
comprou a R. C. Yates & Companhia :
4 duzias de garrafas com xarope
do bosque a 54500o......... 216&000
6 duzias de 1(9 garrafas com xa-
rope do bosque a 275000......1628000
Rs. 3780000
Recebi o importe cima, do Sr. Antonio
oaquim Vieira de Carvalho. Rio de Janeiro
|de agosto de 1856. Por R. C- Yates &
".ompanhiaJos Paulino Baplista.
KcconheQo verdadeiro o signal supra. Re-
t fe 8 de agosto de 1856.
Em f de verdade.
Manoel Hilario Pires FerrSo.
RIO DE JANEIRO 1K DE FEVERKIRO DE
1857.
Os Srs. Constantino (.ornes de Paria & Fer-
reira compraram a R. C. Yates & Compan-
hia :
4 duzias de garrafas com xarope
do bosque a 548000.........216/000
6 duaias de l|2 garrafas com xa-
rope do bosque a 275000. ..... 162/000
vida publica e provincial, accoes das compa-
nnias, e da-se dinheiro a juros, em grandes
e pequeas quantias, sobre penhores.
Compra-se um palileiro de prala Ima e sern
feilio :ni rua da Calcada sobrado amarello n. 12.
- Compra-se effeclivamente cobre ve-
Iho, seja deque obras for, forro de navios a
300 reis a libra, e lato a 260, e peridicos a
*>000 arroba ; no pateo do Carino, esquina
da rua de Hortas n. 2.
Compram-sa jornaes a 120 rs. a libra
no pateo do Parai/.o n. 14.
- Compram-se os pertences de una pa-
daria : na rua da Soledade n. 21.
Compra-se um sitio perlo da praca c
urna casa terrea nesta cidade a Iratar na
rua do Cabuga, loja de ourives n. 1 D.
ultimo navio francez, liavo.ndo
as seoboras cscolhcrem o gosto : na rua No-
va, loja n. V.
YV LOJA
da boa ic,
vndese milito barato
Colchas de damasco pelo diminuto pre^o
de lljiiUO, ricos pannos para mesa a 37, aloa-
lliado adamascado com 8 palmos de largura
a 19600 a vara, mussulina branca muilo lina
a 500 rs. o covado, dilas de cores de padroes
bonitos a 320 o covado, chitas trancezas
muito finas a 320 o covado, brim branco de
puro linho a 1*440 a vara, dito pardo tran-
cado tambem de puro linho a 15280 a vara,
ganga amarella muito lina a 320 o covado,
cambraia muito ina com salpicos branoos e
de cores a 15 a vara, alpaca preta lina a 040 o
covado, canto preto muilo lino, fazenda su-
perior e propria para vestidos de lulo a 960
o covado. panno lino azul a 35 o covado, dito
muito lino a :>$, dito preto muilo lino a 5f,
dito muit > superior a 65, ditos verde escuro
e cor de calo muito superiores a 65, cortes
de casemira prela, lina, para calca, com lis-
Ira bordada a 105, cortes de gorgurao de
seda para collele a 2/, ditos de casemira
preta bordada a 6?, fusto branco muilo li-
no a 25 o covado. cortes de cambraia preta
com 7 varas, pelo diminuto preco de 25 cada
um, ditos de dita branca com salpicos de
cores, tambem com 7 varas a 2;240, saija
preta bespauhola a 25 o covado, grosdena-
ples de cores a 1/800 o covado, selim preto
la'vrado muito superior a 25500 o covado,
gorguro preto de seda com salpicos, pro-
prio para colleles a 38500 o covado, luvas
brancas muilo linas, de lio de Escocia, muilo
proprtas para os srs. oliiciaes militares, pelo
baratissiino prego de 1> e par, meias pretas
de 1,'ia, proprias para os Srs sacerdotes a
18280 rs. o par, ditas de laia muito superio-
res a 1^800 o par, meias de algodao cru,
muito superiores para meninos a 400 rs. o
par, lenc.08 brancos de linho muito linos a
400 rs., chales de 13a rosos e preto-, pelo
barato prero de 35, filo de linho liso muilo
lino a 800 rs. a vara, princeza preta lina a
720 o covado, dita muito fina querivalisaj
com merm aljo covado, e alem dislo um
completo sorlimeulo de fazendas de todas as
quahdaiies, que se venjem muito barato, na |
rua do Queimado n. 22, na bem condecida
loja da boa fe.
Vende-se manleiga ingleza a 700 o 800
reis, macarrao o 32ores; na rua Direila
n. 14.
Aviso aos senhores de
engenho.
Cobertores de algodao a 500 rs. cada um :
na rua do l.ivramento n. 16.
Yendem-se velas do carnauba, com-
postas, da molhor fabrica do Araoaty e sa-
patos do Araoaly muito bous, ludo por pre-
go eommodo : na rua da Cadeia do Recife n.
60, primeiro andar.
Vende-se a taberna da Capunga, per-
tecenle a Francisco Joaquina Duaite
lar com Joo Simo de Almoida, na
Vigario.
Chapeos de fel-
tro e bnet de cabello pa-l
ra meninos.
Vondem-sn ricos chapeos de teltro para
meninos,enfeitados 0031 lilas e plumas, pe-
lo baratinho proco de 3-500, bonetes muitn
lindos do cabello a 25 rs. : na rua doQnei-
mado, na bem conhecida loja da boa lama
n. 33.
;- -.^"i'lliiis e reIeios.
*t SELLINS e RBLOOIOS de finiente
'..,> iiile/. : a venda no armaz'in de
' J^f "u'i,ron Rooker ^ Companhia, es-
^MiMr quina do largo do Corpo Santo nu-
/\ mero 48.
de penlesrte cliilres moilo bons para alizar I I5200. as cores a 320, 400 e 500 rs., ditas muito fi-
| du/ias de pentes de baleia para alar tabello a 25200 pas de madreperola para palitos de meninos
2960o,doxia da navalhai para barba a 1a30OO,grMM e homens a 500 e 640 rs-, atacadores para
: de bolc.es madreperola para camisa, a liOO reis.dilas nURh0S e COllarinhS de Camisa, de muitO
i muilo linos ,|, aaala a ICO reis groxas de holoes h- ^ t 4o0 rs 800 ^m
nos para calca a 2H0 res, car as coin 2> pentes de ." b. ... _... ,,, .
alfmelea 14o rtis.daziaa de ..entes da balea pira a. i cornalina para casacas a 300 rs., e
i liiar a 35, pro/as de livelias para sapaios a Seo, do- militas qualidades de abotoaduras que so
rias de caivetes linos para aparar peonas a 25 "100 vendem muito barato; na rua do Queima-
| e i-.du/ias de canas armnicas, a 18200 a i5o. i do, na bem conhecida loja de miudezas da
I duzias de lorcidas para randieiros a S, reis sroias |)(ja fama n. 33.
j de marcas para cobnr a 100, 120 e 160 res, pe-
c,a* de Irancelin para l.enlinbcs a 12o res, pulceiras
ditos de
outras
Cartas france-
zas
encarnadas minio boollaa para Sra. e meninas a 200
rs.,do/ia de inindinhas .le buhas prelaa a 2-10 reis,
pecas com 10 varas de lils de es a 320, 300 e 400
res, du/ias de lapes a 100 rs., ilo/ias de caivas com
clcheles a 720 r#., Indias brancas de novillos de lo-
dos os nmeros. dlla de cores, linhas de miada linas
e uroc^s, ditai de carrileis brancoc e da cores, cordAo
de vestido ile loda a srocura, luquinhos de ludas as
larguras, e baratos, rendas de todas as laruura's, es- ra voltarele, pelo baralissimo prer;0 de 500,
pelhof, c.rdas de viola, lilas de laa de toda as co-1 600 o 800 rs. o l.ara llio, c tambem se vendem
res, fias de linho brancas e de cores, didaes. acudas portuguezas a 300 rs. : na rua do Queima-
umeros, lillas de eda de iodos os uumo ,i0> ,,a |,em conhecida loja.de miudezas da
boa fama n. 33.
muito finas para vol-
tarete.
Vcndem-so finissimas cartas francezas pa-
de todo
chaly
achamalotado. de todas as
cores a 1,100 rs. o co-
^a(l().
Na rua do Queiraado n. 21 A, vende-se
chaly liso aubamalotado, fazenda esta de
muilo gosto, chegada pelo ultimo vapor da
F.uropa. Dao-se as amostras com penhor.
Capase polainas
PROVA EAGIA
Feilas pe'os melhorcs fabricantes ingle/.cs.
\"EM1AM E VEJAM (V GENTE I I
Vendem-sc de 8 a 425000, iguacs as de 20/ :
na rua da Cruz n, 2.
fortes de chita
2,000
MEIAS PEAS BE LAIA
c algodao para padres.
Vendem-se superiores meias pretas do
laia, pelo barato prec/i de 16800 o par, ditas
de algodo de superior qualidade a 600 rs. :
' na rua do Queimado, na bem conhecida loja
9 de miudc/as da boa lama n. 33.
Leques muito fi-
nos.
.eda de lodo
ros, pcuiusde palo,caitas de chifre, rozarios, colhe-
res de ferro, relroz de toda as cores, vernicas, litas
debeira preta e branca,craropas.elud o mais que se- PENTES 1)E TODAS AS OUALIDAES.
ja necessarir. para completo sorlimeulo de borelei- Vendem-se pentes de tartaruga para Cabello
ras e mscales e qua ludo se vende rr.uilo mais bara-, 0 melhor que se pode encontrar, a 5, ditos
queemoulra qualquer loja, na rua do_uei- I de l)alcja im jtand0 0 mas qe he pojgjyel
lodl
mado, na bem conhecida
Vcndcm-se leques muito linos, com plu-
mas, espelhos e bolotas, pelo haratissimo
fama u. 33.
loja de miudezas da boa
Em casa de HabeSchmettau cvCompanhias
aos de tartaruga, a i/, 1520o e 15500, ditos
mais ordinarios de baleia a 240 e 320 rs.. di-
tos de tartaruga para alizar, fornidos e mul-
to bem feitos a 49, ditos de marlim, fazenda
muito superior a 15500, 2 e 3s, ditos de
borracha de muito superior qualidade a U,
ditos de bfalo verdadeiro, muito finos e
rua da Cadeia n. 37, veudem-se elegante, i bem feitos, a 640, 800 e 15, dilos a imitaeo
pianos do afamado fabricante I'raumann de
llamburgo.
Algod&o raonstro, lie pe-
ciiincha.
Vende-se algodo monstro com 8 palmos
prer;o de 2- e 35500, ditos sem plumas muito de largura, proprios para toalhas e Icucoes,
Milho em
suecas.
Continua-se i vender na taberna la rua
do Vieai'o n. {>.
e niis g-
neros.
Pecebemos o importe. Por
Companhia\V. C. Cerwartt.
Rs. 3783000
11. C. Yates &
compramos o xarope cima para oSr. Bar-
tholomeo Francisco de Sou/.a, de Pernam-
buco, em virtude de sua ordem de 3 do cor-
rele. Rio de Janeiro 18 de fevereiro de
1857.Constantino Gomes de Faria & Fer-
reira.
Reconheco ser verdadeiro o signal supra
de Constantino Comes de Faria i\ Ferreira.
Rio 18 de reven-iro de 1857.
Km f de verdade.
Pedro Jos de Castro.
Vende-se doce de goiaba, da casca,
I muito fino a 1/280 cada CaixSo : quem o
I pretender, dirija-se a rua dos Marlvrios
n. 14.
Vende-se a taberna sita na rua das
Cinco Pontas n. 93, ou da-se por balando a
urna ieSsoa que to fiador a sua conducta.
Vendem-se saccas com Trelos : no
caes da alfandega, armazem n. 5
- Vende-se ou arrenda-se o sitio Estiva
de cima, no lugar da Ibura, com casa de vi-
venda, arvoredos de f nieto, Ierras d planta-
rio e criac5o, baixas para canna ou capim,
matas, e porto de embarque : quem preten-
der, dirija-se a praca da Independencia ns.
23 e 25.
Jkttenc&o,
He chegdo rua do Caldcireiro n. 94, os
afamados queijos de Sirid, que se vende
pelo diminuto prero do 560 a libra, ditos do
reino muito novos a 13500, 15600 e I58OO.
MALABAR.
O 39 A, confronte ao kosario em Santo
Antonio, vende esta muito til agua para
tingir cabello, por um preqo muito simples ;
assim como vende urna nutra agua que tira
noJoas da pe le, 011 de qualquer fazenda.
Ama.
Precisa-se de urna ama para casa de pou-
ra familia, que saiba cozmhar, e engommar,
rom toda a perfeicao, e paga-se bem ua
rua do Cellegio n. 15, armazem.
JOHN GAT1S,
correlor geral
E AGENTE DE I.EII.oES COMMERUAES,
n. 20, rua do Torres,
PKIMEIKO ANDAR,
praca do Corpo Sauto
RECIFE.
^ Joo da Silva Ka mol, medico pela uni- .,;,j
n. versidade de Coimlira, mudoa sua tesideii- **;
Zr ciada ruadoCabup* para a rua Nova n. >:*
A 69, sesond'o andar, sobrado do Sr. Dr. Nel- :';.
g. lo, e ah cunliinia a receber, das S s 10 **,
"-' horas da manhAa, e das 3 rs 5 da larde, as ;r'
pessoas que o queiram consultar. :.':
GGGGGO-G^GOGG
SEGURO CONTRA FOSO.
QMripauhia AUiance.
Esubalecida croLoniires, em marso de 1824.
Capital cinco milhoes de libras esterlinas.
Saunders Brothers & C, tem a honra da in-
formar aos Srs. negociantes, proprietarios de casas,
a a quem mais coDvier qua estao plenamente au-
lorisados pela dita companhia para effeciuar segu-
ros sobre edificios de tijolo e pedra, cobertos de
tlha e igualmente sobre os objectos que contiverem
os mesmos edificios quer consista em mobiha ou
m' fazendas de qualquer qualidade.
#gogggo-ggo-:k:;ggg
t'i Defronle da matriz da lina.\ isla n. 86, .'-.
;.; amolase .loda e qualquer obra de corle, '.:'.
.? assim como limpani-se ferro de cirurgia de 9
"- loda qoalidad, bate-se ouvido cm espin- (Vi
A tardas: na mesma vende-se e alU|am-se .'-.
r';* birn.is, assim como m 111 l.im-e apphcar a "i"
Aferiyo.
Scientifica se a quem convier, que a revi-
s5o de pesos, medidas e halanca*, pr incipia
do 1. do corrente a lindar no ultimo de ju-
ulio : na casa da afericao, no patej do Ter-
qo n. 16.
Jos Antonio oreira Dias & C, fazem
sciente aos seus freguezea c mais compra-
dores de pnlvbn. quo contii.uam a ter um
completa sortimenlo desle genero, das mc-
Ihores qualidades que vem a este mercado,
o as amostras enrontrarao em seus escripto-
rios na rua das I.arangeiras n. 14, e rua da
Mo.-.la II. 23.
@@0-3 G eS:::GGG::.
g DERfSTA FRAHCEZ. H
'* Paulo Gaignou dentista, rua Nova n. I
*} ,ix mesma ('asa tem asna e pos denlrilice.
Venda de
pianos.
Vendem-*e muitos lindos e cxcellcntes
pianos, cliegados ltimamente de llain-
l)urrjo, ecom lindos re ratos no frontes-
picio : na rua da Cruz n. ")">, casa de J.
Keller ci C.
- Vende-se superior panno verde para
forrar bilhar : ua loja da rna do Crespo n. 3
prxima ao arco de Santo Antonio.
Cemento novo
Na rua da Cadeia de Santo Antonio, arma-
zem de materiaes; por preco eommodo.
Vini.
lie chegada rua estreila do Rosario, ta-
berna da estrella n. 16, os muito hons quei-
jos do Seridii multo frescaeij, e assim como
queijo do reino de muilo superior qualidade
e sardinhas de Nantes, tudo isso por prego
mais barato que em outra qualquer parte.
Alerta, freguezes.
filCAS BONECS FRANGE-
z&s.
Vendem-se muito lindas e bem vestidas
bonecas francozas, grandes, pelo haratissi-
mo preqo de SI e 2:500, ditas vestidas de
noivas, e cada urna no seu cario a 3^000 e
35500, preqo que nao ha quem deixe de dar:
na rua do uucimado, na bem conhecida loja
de miudezas da boa fama n. 33.
PAI ITO'S FKANCEZKS
Vcndcm-se palitos e sobrecasacos france-
zes de panno fino preto e de cores com gola
de velludo e forradus de seda de 22 a 289,
casacas de panno fino forradas de seda a 28/
rs., palitos de alpaca a 7 e 85000, dilos de
linho a 35, camisas francezas branaas e pin-
tadas a 24 e :,<;< duza, calqas de casemira
preta c de cores a 10 e 129, ce-IIetes de stini
I preto c de coros de ."> a 85 ditos de velludo a
ll29.chapeosfranc87.es de todas as qualida-
1 des, grvalas e luvas, e otitros objectos que
se vendem barato na rua
Na taberna grande ao lado da groja da
Soledade, conlmuam se a vender saccas com
milho bom : de novo avisa-se aos bons fre-
guezes que este estabelecimento acha-se
bem sorlido c de bons seeros, como sejam:
queijos do reino, do scrtoe de prato, doce
de goiaba, vinhos de militas qualidades,
bons, manteigaa inglezas e francezas, cha
lino, entrelio, verde, hysson e preto, bola-
chinhas linas e grossas, assucar de todas as
qualidades, e piala, fino, do Monteiro, sar-
dinhas de .Nantes, amendoas, passas e casta-
nhas piladas, massas finas para sopas, e
muitos gneros bons do diario de urna casa
de bom paladar, tudo por menos preqo pos-
si vel. Na mesma casa precisa-se de um ho-
mem que faqa cigarros.
Ao Preguiga que est
queimando.
Na loja qo PreRuiqa, rqa do Queimado n.
2, vendem-se com lodo o desembarazo e
sem preguiqa, militas e diversas fazendas
por preqo baralissimo ; entre ellas ntam-
se cambraias francezas, padroes noos e co-
res (xas, pelo haratissimo preqo de 480 rs.
a vara, peqas de chitas escuras de escolen-
les pannos a 5 e 69, o um covado a 140 e 160
rs lenqos de cambraia para mos a 120 ca-
da um, lenqos de seda de muito bom gosto
a 800 rs. cada um, ISazinhas de quadros de
mui lindos padroes a 400 rs. o covado, boni-
tos pannos para mesa a 19920, meias case-
miras para caigas e palitos a 500 rs. o cova-
do, e outras muitas fazendas que deisa de
mencionar.
No pateo do Carino, esquina da ru de
Hortas n. 2, vende-se gomma a 100 rs.. man-
teiga ingleza boa a 640, 720, 800 rs., 960 e
15120, muilo lina franceza a 720, banha a
520, oleo de ricino a 480 meia garrafa, pe-
neiras de rame do melhor fabricante de
Lisboa.
BATATAS 1I0I.U NUEZAS.
Ja desembarcaran] as superiores batatas
hollandezas, 0111 gigos. e vendem-sc no ar-
mazem de barros i Silva.
[faiiceza, larga, a
rs. o corte.
Vendem-se cortes do chita, escura, mati-
zada, a 25O0O, ein covados a 240 : na rua do
Queimado n, 21 A. Dao-sc as amostras com
penhor.
Cortes de chaly
(fe babados a f 2#000.
Thegaram pelo ultimo vapor da Europa
ricos cortes de chaly de babados, fazenda
esta muito fina e de lindos gostos : vende-
se na rua do Queimado u. 21 A.
Sedas de qua-
iriiilisiiiiiidos a 1OO0 rs.
o Na rua do Queimado n. 21 A, vendem-se
sedinhas de quadros miudos, chaly de lis-
tras e llores soltas a 800 rs. o covado. Dao-
se as amostras com penhor.
Na loja
das seis portas
Em frente do Livramt itc r
BARATO Ql!F. ADMIltA, k 55000.
Peqas de cassas pintadas com 20 viras,
gostos novos, a 59 a peqa : dani-se amos.ras
com penhor.
la loja
das seis portas
EM FRENTE DO LIVRAMEiYfU.
Vendem-se cassas francezas e riscados a
meia pataca o covado, fazendas novas: dam-
se amostras com penhor.
Na rua do Rangel 7, vende-se vinho
de caj' engarrafado ha 4 annos, feito na
provincia do Cear.
A \0#000
Vende-se cxeellente cera de carnauba do
Aracaty, e Asan', de urna sacca para cima,
escolbendo o comprador a sua vontade, pe-
lo indicado pr%qo de 10/ a arroba : no ar-
mazem de D. R. Andrade <\ C, rua da Cruz
n. 15.
AD0LP11F. B0UP.iiF.0IS.
Vendem-se vaquetas e sola de lustro para
cario, marroquim, panno,galio, chaves, bri-
das, bridos s lanlernas, ludo por preqo
eommodo : na rua Nova n. 61.
Cobre
boa fazenda a 15280 : na rua do Queimado,
na bem conhecida loja de miudezas da boa
fama n. 33.
Sao muito finas
e de n uito bous gostos.
Mussulines muito finas, matizadas com
lindas cores, de padroes muito bonitos e
inteirameute novos; vendem-se polo dimi-
nuto preqo de 560 rs. o covado : na rua do
Queimado n. 22, luja da Loa le.
Couro de lustre,
Vende-se couro de lustre francez, o me-
lhor que pode haver nesle genero, pelo ba-
rato preqo de 55 a pelle : na rua do yuei-
mado, na bem conhecida loja de miudezas
da boa lama n. 33.
8ellins
patente ingle/..
S.lo cliegados e acliam-se a venda o, verdadeiro,
e liem conhecidus sellins mclezes patente : na roa
do Trapiclie-Nnvo n. 42, aniia/.em de hiendas de
Adamsoo llowie i\ C.
Planta da cidade do e-
cfe
Vende-se a planta da cidade do Recife e
seus arrahaldes, feita pelo Sr. Dr. Jos .Ma-
mede Alves Ferreira, por dez mil reis: na
livraria n. 6 e8 da praqa da Independencia.
Mappa das
provincia.
Na livraria n. 6c 8 da praqa da Indepen-
dencia, vende-se o mappa das distancias
das diflerentes villas da cidade entre si, e
relaqao a capital da mesma, a mil reis.
Deposito
de rap princeza da fabri-
ca de Gasse, no Ri
de Janeiro.
Vende-se a pn,q eommodo rap'"*'.o,
grosso e meio gr/osso, da arredilada fabrica
cima, chegad pelo vapor S'. Salvador ; na
rua da Cruz *9-
5?
pelo diminuto preqo de 600 rs. a vara na
rua do Queimado n. 22, na lojajda boa f.
Vende-se superior linhas de aigodSo
brancas, e de cores, em novello, para costu-
ra, em casa de Soulhall Mellor & C., rua do
Torres n. 38.
ASA
31

NAFUND1CAO DE FERRO DO ENGE-
NHEIRO DAVID W.BOWMAN, *A
RUA 1)0 BRUM, PASSANO O oHA-
FABIZ,
lia enipre um grande snnimenlo dosiegaiolM ob-
jeclos deuieclian,inosproprios paraenuenhos.a sa-
ber : motada!e meias mnendas, da mais moderna
construivfio ; taixas de ferro Tundido e balido, de I
superior qualidade e de lo.dosostamanhos ; rodas'
denudas para agua ou aniiaes.de lodan as propor-
^oes ; cri\ose bocas de tomaina o recistrog de bo-
eiro, aguilhoes, bronzes.parafusos e cavillioes.moi-
nlios de mandioca, ele. etc.
XA MESMA FUNDigA'O.
se executam lodas as encommendas eom a superio-
ridade ja conhecida com a devida presteza ecom-
modidade era preco.
do unicorne a 13, ditos de baleia muito bons
a 280, 320e400 rs., dilos de bfalo verda-
deiro, muilo bonitos e bem feitos, proprios
paralsmssas e cnanqas, a 320 rs., d'tos de
marlim muilissimo bons, fabricados em Lis-
boa, para piolbos, a 800,19OOO e 19500. di-
tos prelos de blalo tambem para piolbos, a
500 rs. : na rua do Queimado, na bem co-
nhecida loja de miudezas da boa fama n. 33.
Para os jovens
na morados.
Vendem-se ricas folhss de papel pbanla-
zia para escrever, cada folha com a compe-
tente capa e urna obreia de cola com qual-
quer dia da semana, pelo barato preqo de
60 rs., 100, 200 e 300 rs. : na rua do Quei-
mado, na bem conhecida loja de miudezas
da boa fama n. 33.
Taclias de ferro.
fundico da Aurora em Santo Amaro-
e tambem no deposito na rua do Brum, logo
na entrada, e defronte do arsenal de mari-
nha, ba sempre um grande sortimenlo de
tachas, tanto de fabrica nacional como es-
trangeira, batidas, fundidas, grandes, pe-
quenas, rasas c fundas ; e em ambos os lu-
gares exislem guindastes para carregar ca-
noas ou carros, livres de despeza. s preqo
saoo s mais commodos.
XARCJ
DO
3
m
ec

Ei
l'oi Iranalerido odeposito desle laropc para a bo
tica de Josc da Cruz Sanios, na rua Novan. 53'
carrafas 5*500, e meias3s000. sendo falso todo
aquelle que nlofor vendido n*sle deposito,palo
riut-t lii-uu l |l"eaefz opresenleaviso.
wmim PARA 0 PUBLICO.
l'ara curade phiysicaem lodoosseundifleren
les graos, quermolivada por cons l i pandes, (osse
aslhma.pleariz. esc a r ros dcsansue, dorde eos-
lados e peilo, palpiVaraono cor;w;ao.coquelache
bronchite, dorna aar^anla, e lodas asmolestia
dos orgo pulmonares.
Oculos e onetas
Vende-se cal de Lisboa ltimamente che-
gada, i>sim como polassa da Rossia verda-
deira : na praqa do Corpo Santo n. 11.
TAIXAS PARA ENGENHO.
Ba fundipo de ferro ds D. W. Bowman u
rua do Brum, passando 9 chafariz, contina ha-
dar um completo soriimcptoda taixesde ferro f un
vido e batido de 3 a 8 palmos de bocea, as quaei
acham-se a vanda.por epreqo eommodo o com
:ie todas as qualidades.
Vendem-se oculos de todas as raduaqoef
com delicadas armaqes de aqn, pelo barato
preqo de 800 rs. e 15500, ditos com armaqfjos
douradas c praleadas a 19200 e 1?500, dilos
com armaban de bfalo a 1;200, dilos com
armaqao de baleia a 480, dilos com armaqSo
de metal branco a 400 rs., lunetas de um s
vidro redondas e quadradas com aro de bu-
falo a 500 rs., ditas de dous vidros tambem
com armaeo de bfalo a 19500, ditas de um
s vidro redondas e quadradas com aro de
tartaruga a 13200 e l;500 : na rua do Quei-
mado, na bem conhecidada luja de miudezas
da boa fama 11. 33.
a randas e grades,
Um lindo e variado sortimenlo de model-
los para varandas e gradaras, de gosto ino-
dernissimo- na fundiqSo da Aurora em San-
to Amaro,e no deposito da mesma, na rua do
Brum.
Moendas superiores.
Na fundiqSo de C Starr & Companhia, em
Santo Amaro, acham-se para vender moen-
das de canna todas de ferro, de um modello e
conslrucqSo muito superiores.
Luvas de todas
as qualidades.
Vendem-se verdadeiras luvas de pellica
de Jouvn, pretas c brancas, para homem e
elabora a 2j500 rs. o par, ditas de seda de
todas as cores e bordadas, com guarniqOes a
23500, ditas lisas tambem de seda e de to-
das s cores, para bomem e senhora a 13,
15200 e lfoOO, ditas pretas de torqal, muito
boa fazenda a i-_ ditas brancas de algodSn
para homem a 240, 320 e 400 rs., ditas de
cores muito finas de fio da Escocia para ho-
mem o senhora a 320, 400 e 500 rs., e ou-
tras mais qualidades de luvas, que se ven-
de barato: na rua do Queimado, na beiu
conhecida loja de miudezas da boa fama
n. 33.
IOS
coberlos e descobertos, pequeos e grandes,
de ouro patente inglez. para bomem e se-
nhora de um dos molhores fabricantes de
prompt:,.ao; embarcam-s oucarr.gaa-s. .mear; verpoo,t vinllos pei0 ul[jmo paquete in-
prara
uinta
Bichas de Ilam-
ro semdospeza ao comprador.
Emcasa de Saunders Brothers C. ,
do Corpo Santn. 11,ka para vendar o sa
Ferro inglez.
Pixe da Suer.ia.
Alcatrao de carvo,
Eonas de linho.
Esponjas.
Drogas.
Algodao lizo para saccas.
Dito entroncado cual ao da Babia
E utn completo sorlimenlo da fzendafproprio
para tsie mercado tudo por preqo eommodo.
Momhosdo vento
combomba* derepu&opara resar liortaseba
la de capim : na fundirn de i. W. BowmaD
11.1 rua do Brum ns. 6. 8 e 10.
rgo.
Na travessa do Rosario, loja de barbeiro n.
2, estao expostas a venda, aos ceios e a re-
tallio, chegadas pelo paquete vindo estes
dias de llamburgo, e se vendem por barato
preqo, e alugam-se.
Mftiiolo fac limo.
Na livraria da praqa da Independencia n.
6 c 8, vende-se o tnetbodo lacimo-para
aprender ler, novamente impresso e aug-
mentado, por mil reis.
Vende-se urna bonita, criouliuha, de
idade 9 para 10 annos : quem a pretender,
dirij-se ao aterro da Boa-Vista n. 26, se-
gundo andar.
para fono de navios: no armazem le
Tasso IrmSos.
Vende-se.por preqo eommodo,superior
vinho do Porto em harria de 8." : na rua do
Trapiche o. 14, escriplono de M. A. Guerra.
*Vendem-se mastaros
de piiho vermelhoda Sue-
cia. de 8 a 18'pollegadas e
50 a 60 ps; em casa de
C. J Astley & C-
ila
Agencia
'undiyao
Low-Moor,
rua da Senzala ova
i!. 4!.
Ncste cstabelccimcnto continu'a a haver
um completo sort 1 monto de moendas e meias
moendas para engenbo, machinas de vapor
e taixas de forro batido e coado de lodosos
lmannos para dito.
nini
muilissiuio
ARIAS
hiase tle inui-
mns "listos.
pa-
relogios di
teote
inglezesdc 01110, desalwnete e do vidro:
vendem-sc a preco razoavel, em casa Augusto Cesarade Abreu, na rua la Ca-
deia do Recife, armazem n. 16.
iaciiimsmo pa-
tente inglez
<>s melhorcs rclogios de ouro, pali-nlc n
glez, vendem-se por preqos razoaveis, nu
rsenplorio do agente Oliveira, rua da Ca-
deia do Recife n. 62, primeiro andar.
Peonas de cma, cora de abclha c de
carnauba.
Na rua da Cadeia do liecife, loja n. 50, de-
. j fronte da rua da Madre de heos, ba para
vender os gneros aoima, recentemente che-
gados, por preqos ra/oavois.
O

Q^jQ^ S?
Precisa-se alugar urna parda 011 preta,
preferindo-se cscrava, que saiba tratar de
crianqas, e dos seus arranjs :a pessoa que
a tiver, ou queira disso se encarregar, diri-
ja-se a rua des. Francisco, como quem vai
para a rua Bella, sobrado 11. 8, para tratar de
seu ajuste, que sera bem pago avista de suas
qualidades.
ILEGVEL
Nova, loja n. 4
Vend-S0 boa manteiga ingleza a 800 todas as cores, dilo leo, pos
rs. c a 720, dita franceza nova a (ISO, touci- pastilha e outras militas p. rfu
nho de Santos a 280, arroz pilado da india,
muilo alvo a 160, dito mais baixo a 120, sa-
bo a 160, banha de porro multo alva a 500
rs. a libra, vinho engarrafado muilo vel lio
a U0O rs., dito em pipa, do Porto a 56o, dito
da Figueira a 560 a garrafa : na taberna da
rua das Cruzes 11. 20.
.....* .**& -^ .-... .; -t. .-.-
v'5 Aos senliores e senborai do l>om S
gosto. i
Na 11 l.,ria n ru alrai Boa-Vlita n. 26, aclu-se runslantemenle'.'.'.
um hellt farliniciilo ile masa* linas, de *li- "*.*
varias qualidade*, quae*e vendem pelo t
diminuto prero rip 320 e -im' ra, a libra, e u,
aciidu em porreo de meia armba para cima, ^.'
ae vender a razao de T?->00 a arroba. *,.'
O
:>
o
o
&%m%Q%om
Vende-se 3 verdadeira agua de colonia do
Piver, simples e ambriada em Irascos de va-
rios tamaitos, baulias muito linas e de mui-
tas qualidades em ricos vasos, espirilos e
extractos muito linos e de muitas qualidades
em frascos do muilo costo, sa bonetes muito
linose de minias qualidades, agua de lavan-
de ingleza, fazenda muilo boa, vinagra aro-
mtico tambem inglez o muito bom, extrac-
tos muito linos proprios para bolso de es-
tudante, esoonci? do rosi, pomada franceza
muito boa, macassarperola muilo bom o de
para denles,
rfumarias, tudo
Diuito fino e !n muilos gostos, dos molhores
fabricantes da Franca e Inglaterra, c tudo se
vende barato na rua do Oueirnado, na bom
conhecida loja de miudezas da boa fama
n. 33.
Ao barato, que su acaba,
lie ebegado rua do Itangel n. 11 o supc-
plor cha de S. Paulo, o qual alas de I, 2, 4, 6 o 8 libras, pelo dinuuuto
preqo de 15600 a libra.
Farinha de milho.
-No monillo de vento, junto da fundiqSo de
Santo Amaro, moo-s" milho a 100 rs. a cuia.
No mesmo estabelecimonto vende-se farinha
de milbo por preqos ra/oaveis, assim como
um par de rodas dianteiras para carro, fer-
radas, com buchas e eixo, queapezar de tu-
do ser novo, se vende mui barato.
Ligas de seda
para sen
Vendem-se superiores
senhora, minio bonitas
droe
t
lio
BU
lora.
ligas de seda para
glez : em casa de Soulhall Mellor & C-, rua
do Torres n. 38.
Meias de todas
as qualidades.
Vendem-sc meias de seda branca para se-
nhora, o melhor que se pode encontrar a
3-5500 rs. o par, ditas pretas tambem muito
boa fazenda a 2^500, dilas brancas de algo-
dao, muito linas a 320, 400, 500 e 600 rs.,
ditas pretas tambem muito finas a 400rs.,
dilas do seda de cores muito bonitas e pro-
prias para baplisado de crianqas a 2sOllO,
ditas cruas muito forles para meninos a 400
rs., ditas de cores de algodao para meninos
a 240 e 320, ditas brancas para meninas a-
240 e 320, ditas cruas e brancas para ho-
mem a 160, 200, 240, 30 e 400 rs., ditas de
cores de lio da Lscocia tambem para homem
a 400 e 500 rs.: na rua do Queimado, na
bem conhecida loja de miudezas da boa fa-
ma n. 33.
Suspensorios de
borracha muito fiaos
Vcndem-se suspensorios de seda e sem se-
da, muito (nos, pelo preqo de 1}000, 13200,
l#600 c/o par : na rua do Queimado, na
bem conhecida loja de miudezas da boa fa-
ma n. 33.
Na lojada boa f
vende-se o mais barato
possivtil :
Chales pequeos de merino, de lindas co-
res, bordados em duas pontas a 7:000, ca-
misas de riscado muilo bem feitas, pelo di-
minuto preqo de 1/500 cada urna, ditas de
meias muilo linas a 1J, lenqos francezes pa-
ra rap a 360, chitas finase de padroes mili-
to bonitos para roberas a 200 o covado,
j cambraia adamascada com urna vara de lar-
I gura, proprias para cortinados a 7o a peqa
i de :0 varas, gravatinbaa le cassa muito bo-
,nitasa200 rs., settm encarnado, verde e
amarello muilo superiores a 800 rs. o cova-
do, corles de fusISo para colleles a 500 rs
i
(Claudio ilubeux
Vendem-se velas mistas, proprias para
malar formigas, e para que etSo muilissi-
mo approvadas : no seu escriptorio, rua da
Cadeia de Santo Antonio n. 13,
CLAUDIO BUBEX
Vendem-se velas estearinas, proprias pa-
ra carros a 13120 cada parole de S velas, :
no seu escriptorio, rua da Cadeia de Santo
Antonio n, 13.
Claudio liobeux
Tendn rocebido urna factura do 9,000 bar- l(1*m inglezas. do puro linho a 210 o covado, pecas de pla-
ris de plvora, dos molhores fabricantes, BrinzSo. lilhasdc aleodiio, com 20 varas, pelo bara-
vende-ns a 14.-000; as amostras acham-se Bnnsiia liusia. Iissimo preco de 3600 cada uma.cliapeos de
no seu escriptorio, rua da Cadeia de Santo Vinho de Madoira. palfla lina do Cbili, polo diminuto preqo de
Antouio n. 13. Algodao para saceos de assucar 10/, e alm disto muitissimas fazendas linas
AtteilCO. AlonflanTnIo A Rabia eRr08sa9Q00 vendern-ae por menos que
"""r"' A!OUd.OZIHII Ua *J>ailia jemontra qualquer parte: na rna do Quei-,
Vendem-se peqas de chita de muito bons1 paraeaccos do assucar.' vende-se em casa mado n. 22, na bem conhecida loja da,
pannos, pelo baralissimo preqo de 5 a peqa,' de N. O. ltieber c< Companhia, rua da Cruz boa .
quo sabe o covado por seis vuitcns e dez rs., i n. 4
DE MUITO BONS GOSTYS E
BARATO
\ endem-se muito ricos jarros de porcelana
pafa llores, ricos pares de calungas para ci-
ma do mesa tambem de porcelana, tinleiros
de muito gosto, e paliteiros, tudo de porce-
lana e por preqo que- n3o deixar de servir
a quem gosta do que be bom na rua do
Queimado, na bem conhecida loja de miude-
zas da boa fama n. 33.
U0111 e barato
Vende-se muito bom papel alraaqo greve
a 45 a resma, dilo muito bom sem ser greve
a 3M0>, dito de peso pautado a 49500. dito
liso a :i-, dito paquete pautado a 5 e 6# a
resma, dito de cores, de folha pequea, em
qua ros de resma a 700 rs grozas das bem
conhecidas pennas de aqo, bico de louca a
13200, ditas muilo linas sem ser de bico de
louqa a 500 rs. e 19, duzias de lapis muito
linos a 320 e 800 rs caetas muito bonitas,
de aqo, torneadas a 120, ditas de espinho a
200 rs., ditas ordinarias de p*o e flandres a
20 rs., caivetes de-cabo de chifre de viado,
de 2 folhas, muilo boa fazenda a 800 rs., di-
tos.de 1 so folha com cabo de madreperola a
800 rs,, dilos muilo linos de 1 s folba com
cabo de marfim a 19600 e 2/, ditos de 2, 3 o
4 folhas, linissimos, tambem com cabo de
marfim a 2-500 e 3/, vidros com tinta car-
mim muito fina, propria para riscar e escre-
ver a 800 rs., boioes de tinta preta ingleza a
140 rs., tinleiros patente inglez, de vidro a
I500 e 3-;, reguas redondas muito bem fei-
tas tambem inglezas a 500, 600 e 800 rs., pe-
dras inglezas muito finas para amolar a 1/e
19500, tinleiros par algibeira a 400 rs.,
agarradores de papis de muitas qualidades
e preqos, e outras muitissimas cousas : na
rua do Queimado, na bem conhecida loja de
miudezas da boa fama n. 33.
Objectos para
luto.
Na rua do Queimado, na bem conhecida
loja de miudezas da boa fama n. 33, encon-
tra-se sempre completo soriimento de ade-
roqos, brincos e rosetas, pulceiras e alun-
les, tudo preto, propriamente para luto, e
que ludo se vende mais barato doqueem
outra qualquer parte.
Arados de ferro.
Na fundiqo de C. Starr & Companhia, em
Santo Amaro, acham-se Dar vender arados
de ferro de um modello e conslrucqSo muito
superiores.
S90 &$$ ?ft&';.^
Fugio ile bordo da barca Mathildc, o
eseravo de nome Antonio, de idade 70 annos
a porqao he pequea : portento quem gosta
de economa deve-se aproveitar : na rua do
Crespo, loja da esquina junto ao arco de
Santo Antonio, e na loja de 4 porlas 11. 12.
Charutos de Hava-
na: ventieai-se em casa
de C. .!. Astley & C.
ara mscales
e bticefeiras.
Vendem-se dotitl de raiia*de massapara rap pe-
lobara(i* carlaoa 1000e 1?200 e arundes a l-'t-j". comnhas Je pdo cun palitos de fogo a 2iQ rs.,duids
Boioes para pa-
ntos, colletes e pannos
de camisa.
Vendem-se abotoaduras muito finas de
madreperola para colletes, pelo baralissimo
prec.o de 500 rs., ditas muito ricas de todas
MUTILADO

-.

Est futido o mualo Reginaldo, le
estatura baixa, cabellos carapintios, rosto
comprido, nariz aquilino : quem o ',iegar,
leve-oarua da Cadeia u 17, a sen. senhor.
Antonio Luiz Pcreira Bastos, qu'j sera bem
recompensado.
-- l-'ugio de bordo do bnj;ue brasileiro
Melampo, na noiie do dia. 8 rio corrente; um
negro de nome Marcelino., naqSo Cabinda,
altura regular, secco do corpo, rosto com-
prido, barba serrada e cria suissa, com falta
de denles na fronte, e consta andar vestido
com paielo, e calqado : quem o pegar leve-o
a bordo do dito navio, junto ao caes do Pas-
seio Publico, ou a casa de seu consignatario
Manoel Alves Cuerra, na rua do Trapiche u
14, que sera bem recompensado.
I'EIUV : TVP. DE M. F. DE FARIA 1857:
'

\


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