Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07764


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Full Text
an.no xwim. 110
Por 3 mezes adiantad^i 4$0004
Por 3 muzei vencido!
SEXTA FEIRA 22 DE HAIO DE 1857
Por anno adiantado 15$000.
Porte franco para o subscriptor.
NCARREGADOS
SUBSCRIPCA'O NO NORTE.
PARTIDA DOS CORltilElOS
Olinda : lod.a ni das. 9e meia horas do din.
licuar.)"., GoiallM e l'arahiha : pal ..e.;.irida- I -citaa-friras.
s. Amsb, Beaawroa, Benito, Caar, Alinil.....Garantan.: na iotm-AjI
S. Loitrcnc'i l'.-d'tjh>i, rsai.irrlh, Llnoeifa, rejo. IVsqg.-ra, liifa-
,lra. Florea, Villa-Helia, Doa-Vi.ia. Otiean Ene aai .|naria.-ieiraa.
Cano, Ipojacn, Scrina.rn, Kin-Formo-o, Cu. Harreara,, Agoa-Prel
Pimenleiraa e Natal : quinlas-fei
(Todoa eorreoa parleai aa 10 buraa da manhaa.
PARTE OPFICIAL
OVEHN DA PROVINCIA
Despachos do da 16 da maio.
Antonio Francisco da Souza Magalhaes, capiUo
commandante da fortaleza de Ilamaraca', reqtn-i-
lando Urna bandaita imperial. Forneja se.
Apollnario Pereira Pinto, qoer m dispensado do
lervijo da suarda nacional.Informe o Sr. com-
mandanle mperior di guarda nacional da comarca
da Rio Formoso.
Auna Joaquina- do Espirito Santo, pede qoe teja
posto am liberdade aea neto Jote Gomes de Olivei-
ra.lndtferdo vitla da informara.
A irmendade do SS:. Sacia ment da freguezia de
S. Ka-. Pedro (ionjulves pede que ae mande correr a
lotera em benelicio das obras da matriz.11.forme
o Sr. theaoureiro das loterias.
Jote Francisco Machado Iteres director da escola
de primeir.it letlras, requisilandu papel e m.iii ob-
jeclo preciaos.hornera
Jeronymo Pereira Villar, profestor particular,
pedindo dispensa de novas provas de rapacidade.
Informe o Sr. director seral da inatroejao pablica.
Joaona Vicencia da Cooceijao Villar, profenra
particular pede dispensa de apcesenUr nova provd
de eepaeidade.Informe o Sr. director geral da ins-
trucrUo pobliea.
Jos Vranciteo do Reg Barros Jnior, requeren-
do que eja Ucamiiihado ao governo imperial um
sen requeriraenlo.Infoime o Sr. capilao do porto.
Lnrz Jos Ferrura, coronel commandante do 8.
balalhAo de Intimara, raquisilaodo um livro ero
brsnco.Forneja-ar.
Manoel Moreira recrutado, quer ser posto em li-
berdade.lu Jefcrido, por nao ter trovado iseorao
legal.
Oftlcio do director das ohras poblicas informando
requarmenlo do arrematante Manual Gouvaia de
Sema.Informa o Sr. inspector da Ihesouraria pro-
vincial.
O mesmo, informando o reqqerimenio. do arre-
matante Manoel Thomaz de Albuquerque Mara-
nhao.informe o Sr. insptclor da ihesouraria de fa-
zenda,
Dito do cliefe de polica, informando a reqoeri-
rnenlo ne Severino Vicente Ierreir.Informa o
Sr. capilao do porte.
18
Antonio Manoel dos Prazeres, requerendu a entra-
da no arsenal de inariuha, para o menor de noroe
Harnahe. Informe o Sr. capilao do porto.
Emilia Candida de Mello Luna, prnfessora. pede
prorojao.lo da licenja por mais um mez. Informe
* Sr. director geral interino da in-lrurr publica.
JoSa,Francisco Pereira, senteueiado, requerendo
que teja eneami.nhado no governo imperial .un -en
requerimento. Informe o Sr. I)r. juiz de dirito
da -2.' vara.
JoSo Uypolito de Meira Lima, arrematante da
couseryajAu Ja estrada da' Victoria. O sopplicnle
secundo'declamo o director interino da repartido
da obras poblicas, em sua informacilo de 14 do
correte sob numero 152, pode extrahir a Ierra que
ae fizer precisa, do maimo punto de que a exlrahi-
ram os conservadores por admiiiiilrajA, isto lie, das
valas,
Coronel Joao Baplisla Pereira Lobo, requerendo
.qee teja enrainiuhado ao enverno imperial um seu
equeriment... Informe o Sr. commandante supe-
rior dk guarda nacional dos municipio de Olinda e
Ifuarassii.
. Miiwaliiiiorjn da Silva qoer ser encajado como
praja .tacoi-iuia da Pinenieira,. Indeferido, va-
lo qae o aapplicaute nao esla no caso de ser conliN-
tailo para o lervijo da colonia uo lomo do arl, >>..
do regulndolo que hiiiou com o (lcrelo n. 7-2'J de
9 de novemhr* de 1850.
V'icenla Jos de Bnlo, quer fazer a arrentlamenlu
por nove annos da caaa 4i. il da ra da Cadcia, per-
lenceule ae patrimonio de arpMesi. Informe o *jr.
presidente do cooselho administrativo do patrimonio
da orptliot.
i inicio do commandante superior da guarda na-
.ciooal do II inio, acensando recabido o ollicio da
presidencia datado de lll forma o Sr. inspector da Ihesouraria de fazenda.
COMMAJVDO DAS ARMAS. .
artel remeral do comanando 4aa armas Je
Pernambaco aa etdad da Recite, ena 17 ale
t malo de 1857.
ORDEM DO DA N. 493.
O general commandante das armas, faz cerlo a
guarnirn para qoe lenha o den lo effeito, que a
presidencia deliherou por portara de 19 do rorre-
le conceder ao Exm. Sr. bngadeiro reformado Luiz
Antonio Favilla done'mezea de lirenja para ir ao
Rio de'Janeiro, Picando essa deliberaco dependente
da approvajo do governo imperial ; e por offirio
de .18 do crranle, que fos-e dispensado do aquarle-
lamento o Sr. lenanledo 1. balalbaVo de infaniaria
ila guarda nacional do municipio lo Recite Jos
Bresilioo ita Silva, por serem os seos serviros preci-
to' na Ihesouraria de fazeoda, na qoal lia empre-
gado.
O mesmd'genera! determina, qae os sentenciados
pelo crime de secunda de*ercao ora e&isteules nos
corpos, e na fortaleza do Brum, que'nao tivertm de
rumprir suas sentenras no presidio de Fernando,
jaro competentemente ferropeados, e etnpregados
no tertiro da limpeza dos respectivos quarleis.
Jote J.oiiquim Coelho.
AUDIENCIAS DOS 1 llllil'VAKS 1) \ CAPITAL.
Tribunal do commereio .- tecunda a quintal.
Salaco ; lercat-feiraa e tabbadoi.
Fazenda quariai e labbadot ai 10 horat.
Juio do commereio: tegundaiai lOhorai a qulnln ia mala-da.
' Juizo da erpboi: teguDdat e quintal ai 10 horai.
'i'rimaira vara do eivel legunda e itiiai ao meio-dia.
Segunda vara do eivel: quartai a labbidoi ao meio-dia.

i'.l'il i'.mi:i;ii:; ni i HEZ DE MAIO.
8 La cheia as II horas e 51 mioutos da (arde.
16 (Juario minguanteaiS horas e 80 minuto da larde.
11 La nova aoi 28 e minuto! da larde.
30 Quario ereiceoM ai 10 horai a 52 minutoida manhaa.
_ PARAMAR DE IIO.IE.
Prlmeira ai 2 horaie minuioi da urde.
Segunda ai > horas a 30 miouloi da manhaa.
das i>.\ semana-
18 Segunda. S. Faiixde Cintalice f. Prisco rei.
1(1 Terca. S. Pedro Celestino f. : S. Iro f.
20 (.luana. S.Bcrnadino der Sena ; S. raulilla.
21 (Quinta. Asccnsao do Scnhor. S. Marcos.
22 Seil. S. Rila de Cossia >.: S. Uuiteria S. Emilio.
23 Sbado S. Baiilio are. 8. Desiderio; S. Epitacio.
21 Domingo. S. Vicente de Leirim.
IITERIDR.
KIO DE JANEIRO
GA1.4RI DOS SKS. DEPTADOS.
SKS-AM' DE DE 5 MAIO DE 1857.
PnsidcHcia do Sr. Antonio Jor Machado.
I,idas as actas antecedentes, i.lo approvadas.
Prestaron juiamento algum Srs. depuladoi que
nao prestaran! na missa do Espirito Sanio.
PQLHBTB.
a i
REDAS HaUTANHAS.
Or. Primeiro Secretario da coala do seguate
eipedl ente.
L'm jllicio do Sr. Costa Pinto, communicando nao
poder comparecer as sessoei por ter munido sua
av. landoo-se deeanojar
OKUEM DO DA.
Ele ;an da mesa e commisies permanentes.
Pres dente, o Sr. viscoode de Baependy por 5i
votos.
S. E ;c. ocenpa a cadeira da presidencia.
Viei -presidente, o Sr. Das Vieira por lltj vo-
tos.
Prin eiro secretario (em secundo escrutinio?, o Sr.
Paes Bajreto por O votos.
Segdndo dito, o Sr. Jesuino Marcondes por 5i
votos. '
Tereaifo dilo, o Sr. Pereira Piolo por 14 vo-
tos.
Ooai lo dilo, o Sr. Salalhiel por 40 volot.
O S i. secretarios tomain os seos respectivos lu-
gares.
Commisies.
De r spnsla falla do Ihiono.Os Srs. Madurei-
ra. Sil es Torres lloroem e Barros Pimenlel.
De cnisliluidlo e poderes.Os Srs. Pacheco, Tei
xeira J inior e Cruz Machado.
Vera i mesa a egumte indicarao do Sr. Nabiav,
qua he remetlida i eommisso de poderes :
Ac lando-se presente o Dr. Rodrigo Augusto da
Silva, ( epotado sopplenle j reconhecfdo pelo pri-
meiro (istricloda provincia deS. Panlo, indico que
o mesn o seja admitlido a tomar tsenlo, visto nao
comparecer anda o depotado eflectivo, o Sr. Dr.
I.arr.io d
O Si. remanda da Cunha pede urgencia para
serem dos e impressos no Jornal di. Commereio ot
pareceres sobre que houveiem duvidat.
A u gencia be appruvada.
I.eem-aa os seguintes ofTicios :
Do Sr. Jos Aolonio Saraiva, eommunicando qne
.s. M./o Imperador liouve por bem nomea-lo mi-
nistrle secretario de estado dot pegocios da mari
nha.-J-l-'ica a cmara inteirada.
Oujro do memo senhor pedindo dia e hora para
apresfnlar a propusta, Tunio as forjas de mar.
Marcji-se o da de amanliaa ao meio-dia.
Oulro do Sr. conselheiro Jerouimo Francisco
Coello, parlicipand. que S. M. o Imperador liouve
por bem nomea-lo ministro a secralario da eta-
do dts negocios 4a guerra.Fica a cmara inlci-
rada.
Oulro domeimo enhor, pedindo dia e llora pa-
ra apresenlar a propusta da liiar.lo de forjas de lar-
ra*Mirca-seamanhaa ;i meia hora depuis do meio
da.
Oulro do Sr. marquez-de Olinda, communicando
que S. M. o Imperador hoove por bem numea-lo
presidente do conselho e ministro do imperto.Fica
a cmara iuleirada.
He lido e approvado o parecer da commis.Ro de
poderes, b proclamado os Srs. Joao Jaciulhode
Mndonca, deputado pelo terceiro circulo da provin-
cia do Kio Grande do Sul ; supplenle, Dr. Jos
Bernardiuo da Cunha ltanrourt.
I.ido o parecer da rommissao de poderes sobre a
ejeicao do qoarto circulo da provincia de Minas
deraes, pede-se a sua imprrsssao ; a nao havemlo
casa para le volar, o Sr. presidente manda proceder
a chamada, a d,i para ordem do dia :conlinuacao
da leilura dos pareceres, e conlinuacao da eleicao
das cominisSes.
l.evanta-se a sesso s > horas e um quarlo.
6
PrwtUtnta da Sr. witeontf Bmtpmdp.
I.ida a acta la antecedente, he approvada. O Sr
1.- secretario ra c'on'.a do teguilite expediente:
Um officio do Sr. viconde de Maranguape, coli-
municanilo que S M. o Imperador houve por "bffn
nomea-lo mnnslro e ecreltri de eilado dos nago-
cius estraiijjairos. Flca a cmara inteirada.
Dito do Sr. rdnsellieiro Sjuza Franco, communi-
cando ter sido uomeado'miuislro da fazeuda. Fica
a eamara Inteirada'.
Dilo do Sr. Francisco Diogo Pereira de Vaaeoo-
cel|o, cominunieandu ter sido nomeado mnnslro da
juslira. Fica a cmara inteirada. .
Dilo do ministerio da imperio, remetiendo docu-
mentos sobre a eleicao que s proceden na freguezia
de Arripiados. \' commissao de poderes.
Dito do mesmo ministerio, datado de 30 de abril,
communicando qne S. M. o Imperador se acha iu-
leirado de poder a eamara dot depotados eomei-ar os
seu Irabalhos. A' archivarse.
Dilo do ministerio da juslica, participando qne n3o
pode salisfazer ao pedido da cmara sobre os papis
relativos ao convenio celebrado na provincia de Per-
namburn na eleicao de novemhro entre o presidente
daquella nrovirrcia e ii Dr. Antonio Vicente do Nat-
cirneulo Faltan, por nao constar eousa alguma uesta
secretaria. A" quem fo. a requisicao.
Dito do Sr., Flavio Cleinenlino da S Iva Freir,
communicando que tem deiadn de comparecer s
scs.ii.s pur achar-sa doentt. Fica a enmara iu-
leirada.
Dito do Sr. Carlos Ctrnairo da Campos, partici-
pando que honlem tomuu assento no sonado. Fica
a cmara inteirada;
Urna representarlo documentada dos eleitsres da
r'egaezia de Sanl'Anna do Malos, do <. circulo elei-
loral da provincia do Rio Grande do Norte, queixan-
do-se du esbulho que aflrcr.ira de seas dreitos po-
lticos, e pedindo reperagao da injusliji qua se Ibes
praticava. A' commissao de poderes.'
Dita dos eleilores da freguezia da Aldea, na pro-
vincia do Rio da Janeiro,, obre o numero de elei-
lores qoe foi lxado a, dita fregoezia pelo presidente
da provincia. A' commisiao da poderei.
II lido e approvado, depois de algamas'ennsidp-
raettea dos Srs. Marlinho e Cruz Machado, o parecer
da commissao de poderes sobre a indicara i do Sr.
Nebias chaman lo a lomar asiento n Dr. Rodrigo Aa-
gusto da Silva, supplenle reconhecido pelo I.1 dis-
Irincto da provincia de S. Paulo.
Achando-fe lodo o ministerio no sea respectivo
lugar, oSr. marqaezde Olila, como presidente do
coinelho.'.puz a cmara o prng'ramma da poltica
que o ministero tem de seguir : declara que segu a
poltica da conciliacao, proclamada do alto do Ihrono
Nao sei qual de mii dous pronuociou primeiro a
palavra de aalteameuto.
Os viajantes que tem percorrido a Italia fatlam de
pintura ; aqaelles que tem visitado a Inglaterra fal-
lara de industria ; cada paiz lem sua especiali-
dad!.
Meu charo seuhor, pergontei ao joven desco-
nhecido, encontrn alguna salteadores'.' Ser ver-
dade como mullos aftirmam que anda ha salteadores
na (irecia '.'
He verdade, seuhor, respondeu-meelle grave-
mente. Passelquin.e das naa maos do terrivel llad-
gi Slavros. appeilidado o tri das Monlanhat ; posso
P"s fallar por eiperiencia. Se p.le d.spor de al-
e para eise fim necessila do concorso das cmaras a
da concordia de todos os llratileros.
Sao lido- e approvadus os pareceres das comrDitr-
ses de poderes, e proclamados os Srs. :
Antonio Joaquim Cesar, deputado pelo 7. districlo
da provincia de Minas-Geraes ; suppleale, Dr. An-
tonio Gabriel de Paola Fonseca ;
Dr. Antonio de Albuquerque Maranhao Cavalcan-
li Jaiiior, supplenle pelo. I.- dilnrto da provucia
do Rio Grande do Morle ;
Joao Pereira da Silva Borges, deputado pelo i.-
rfislricto da provincia do Rio Grande do Sol ; sup-
plenle, Dr. Fideneio Nepomuceno Prales.
O Sr. Cruz Machado pede dispeusa de, como
membro da commissao a que perlence, dar parecer
sobre a verilicacao de um diploma de deputado por
Maranhao, donde fura presidente.
O Sr. Presidente nomea ao Sr. Cunha Matos para
o substituir.
Achando-sa na sala immedial o Sr. ministro da
marinha, ha inlroduiieo com as formalidades do es-
lylo, toma assento na mesa, e le a seguinte proposta:
Augustos e diemssimos senhores, representantes
da nac.lo. De ordem de S. M. o Imperador veuho
apresentar-vos, na conformidade'da le, a segointe
proposta, uranio a forra naval para o anno finan-
ceiro de K'.s 1859.
Arl. I. A forja naval para o anno financeiro
que ha de correr do I.: de ju I lio de 1858 ao ollimo
de jonho de 1859 constar :
- jj 1 Dos olliciaes da armada e das demais classes
que for preciso embarcar, conforme as lolacdei dos
navios e rslado-maior das divisoes navajee."
n 2. Em cireumslancias ordinarias, de tres mil
praCM de marinliagens e da pret dos corpos de ma-
rinha embarcadas em navios armadas e transporte!,
e de cinco mil em circumstancias extra ordinaria..
a 3. Do corpo de imperiaes marinheiros, das
compauhias de aprendizes niarinheiros creadas pelas
leit anteriores, do balalbo naval e da companhia de
imperiaes marioheiros da provincia de MaltoGrosso,
continuando a aulorisajao para eleva-loi ao seu es-
tado completo.
ii Arl- A forja acim mencionada ser prean-
chida palos meios aulorisados no arl. i. da le n. 613
de 21 de agosto da 18.51.
Art. 3 1- icain revogadaa quaesquer dispoiicesam
contrario.
Palacio do Rio de Janeiro, era oda maio de 1857.
yo.se Antonio Suraca.
O Sr. Presidente declara que a proposta ser lo-
mada na devida considera ja.
O Sr. ministro retirase com s mesmas formali-
dades com que entrara
. He inlroduzido o Sr. ministro da guerra com
as mesmas formalidades, e le a seguale pro-
pota :
Augustos e didnissimos senhores representantes
da najao.Cumprindo o premio que me he impos-
to pela tei, venho, de ordem de S. M. o Imperador,
apresentar-vos a aegoiote proposta :
c Arl. 1. As forjas de Ierra para o anno finan-
ceiro de mil oilocenlos cincoenla e oilo a mil oilo-
cenlos cincoenla e nove cdslara :
ff ?! I. Dov officiaes dos corpos movis e de guar-
nijao, da repartijao eccle.ia.lica, e dos corpos de
saude, de estado-inaior de primeira e da segunda
claiae, de engenheiroi e d astado maior geueral.
5 2. De dezeseis mil prajas de pret de linha em
circumstancias ordinarias, e de vinle a seis mil em
circumstancias extraordinarias.
3. De mil e quarenla prajas de piel cm com-
pauhias de pedeslrca.
ii .3 O quadro dos corpos arrecimentados he
o.....i.ivel em <|aldjU*r Jas i lUuui.Inncia: Tr-', =
(erajao que as forjt filadas houverem de sol er
em lelajao a essas circumstancias tei i lugar pora
ment ou diminuir > das prajas de pret das c I
panhias dos meamos corpos.
Arl. 2. As forjas fivulai vio rtico anteceden-
te serao completadas por engajamento voluu.ario ;
e na insufllcieuci i desle meio, pelo recrdtameulo,
nos termos das disposicAe* vigeoi'es. .
ii Os individuos que'assentarem praja voluntaria
seryirao por seii anuos, e os que forem recruladoi
por nqve annns.
Os voluntarios, alem da gralficajao diaria igual
ao sold inteiro ol ao meio toldo de primeira pra-
ja, emqoaiitn forem prajas de pret, conforme tive-
rem ou nao aervido no eiercilo o lempo marcado na
le, perceberao como premio de engajameiilo ama
cratificajao, que nao exceda a quatrocenlos mi
ris ; e quando courluirem -u -i.mpu de serv jo e
forem eieu.as, leio ama data de trra de viole e
duas mil e quinheiilai jirajas quadrada<.
A quantia que exime o recrutado do tervijo
continua a ser a de seisrenloi mil reii.
O contingenta necessario pata completar ai
ditat forjas ser diilnboido, em rircamsliocias or-
dinarias, pelo municipio da corla e pelas pro-
vincias.
' Arl. 3. O governo fica aalorsado para desta-
car al quatro mil, prajas da guarda nacional, em
circumstancias exlraudinarias.
Palacio ;do Rio da Janeiro im 5 de maio de
1857.Jerouimo Francisco Coelho..
A proposta ser- tomada na devid eonside-
rjao.
Retira-se com as formalidades cora qae er.-
Irara.
^He lido, e vai a imprimir o parecer da commis-
sao sobre a eleijao do legundo circulo da provin-
cia do Maranhao.
He approvado o parecer da commissao de poderes,
e proclamados os Srs. :
11.....ole-coronel Inuocencio Velloso Peleroeiras,
deputado pelo aetiino dislricto da provincia da lla-
b.ia ; supplenle, Dr. Beueveouto Augusto de Ma-
galhaes Taques.
Foram nitro lun tos com ai farmalidades do eslv-
lo, e preslaram juramento, o Srs. Dr. Rodrigo An-
tonio da Silva, Dr. Joao Jaciutho de Meudonja, Dr.
Costa Pinto e teneute-coroiiel inuocencio Velloso
Pederneira*.
EXCARHEGADOS DA SI,BSCRIP;aO N SLL
Alagoai, o Sr. Claudino Falca o Diai; Baha, Sr. D. Duarl
Rio da Janeiro,o Sr. Joao Pereira Marlini.
EM PERNAMBL'COa
O proprielarlo do DIARIO Manoel Figuairoa da farii, nt la
livraria, praca da Independencia ni. 6 a 8.
se validos todos os oulrot acloi anteriores e posterio-
res qoelle.
2. Oue reconhece supplenle pelo mesmo distrcto
o Dr. Jernimo Mximo Nogueira Penidn.
O Sr. Marcondes manda um requerimeuto de adia-
manto, que he rejeitado.
O parecer he approvado, depois de alcamas coo-
siderajoes dos Srs. Alcntara Machado, Laiz Carlos,
Maitinho e i jur. Machado.
He approvado o seguiuta reqaerimento do Sr. Sa-
lalhiel :
Que te chame o supplenle, Dr. Jernimo Mxi-
mo Nogueira Penido a lomar assento.
i Hll 'KM DO DIA.
Kleijo de eommisses.
1. de orjemeuto, Srs. Sampiio Viauna, Agaslo
de Oliveira e Salles Torres-llomem.
2." de dilo, Srs. Fauslo de Aguiar, Cosa Pinto a
Paranagua.
Indo-sa correr o escrutinio para a eleijao da ler-
ceira commissao de orjameuto, reconhece-se nao ha-
| ver casa, e prucede-se chamada.
O Sr. Presidente d para ordem do dia :
Primeira parte, continuara i da iiuineajo l.n
eommisses permanentes.
Segunda parle, discasso dos pareceres das com-
missOes de poderes, que esUo impressos. preceden-
do o que diz respailo eleijao do 1U. circulo da
provincia de Minas-Gcraes, e levanta a sessao.
RIO DF. JANEIRO.
II de maio.
A cmara approvou hoje por .50 votos a favor e 11
contra o parecer da ti" commissao de poderes, recu-
nheceiulo deputado pelo 19. dislricto da provincia de
Minat Geraes, ao Snr. leante-coronel Fraucisco de
Atsis Alhayde, e supplenle an Sr. major Francisco
l'eru.mdes de Mello, ficando assim prejudicados o
voto em separado e as emendas.
Continua, no momento em que escrevemos, a e-
leijao das eonimissOes.
12
S. IL o Imperador loinou luto com a sua corle
Enlra em discussao o parecer da quinta commis-
sao de poderes, que manda :
1. Reunir notamente o rollegio de Malura para
completar o acto da eleicao do depuladu do quarlo
dislricto da provincia de Mina.-Geraes, declaran lo-
ro R EDMUDSO ABOUT.
I
y ne no ha urna palavra de verdade em todu esta
historia.
A 3 de jiilliu do correnla anno isvi polas -ei-
horas da manhaa eu regava tranqiiillameute minhas
dores quando vi entrar um mancebo alto. Inoro, nn
b*rbe, quo tra'iajbarrete allcipao a oculos de ourol
I m larco paliui flucluava-lhe. melanclicamente era
lorno do cerpo como nm vela ao longo do maslre
qoando eetta o vento. Hio linha luvas ; as solas de
seas sapatos eram U.j largas qae furniavam-lhe como
um pequeo passeio ao redor dos ps. Na alcibeirt
dolado um sraodecachimbo de porcelana d-ienhaj-
va vaganiMile sea perfil debaixo do eilofo lusl/oo
de leu vestuario. Nao pergontei a esse desconlieci-
do se esludtra nal universidades da Allemanha ; M.
pnz o regador, a saudei-o cora um bello : aiirtn
Morgen.
Sahlior. dss-roe elle em francez, mas com t/m
acanto deplor..vel, chamo-me ll*rmann Seholll ;
acab.i de pastar alcuus mezes na tirara, e seu livro
viaiou por luda a parte comigo.
Este exordio encheu-me o roracao de branda ale-
gra ; a voz do eslranceiro pamecu-me anda mais
melodiosa do qoe a msica de Mozarl, e encarei-o
com am olhar de reconhecimenlo. Nao podis crer
amigos leitorpa, quanto amamos aquelles que se de-
rain ao Irahalho dedecifrar nosso engfimauro. Ivta
minha parla se j.unais desejei ser rico fui para ase-
gurar rendas a lodos aqiclles que (em lulo minhas
obras.
Tomei pela naftas, esse moco excellente, e o liz as-
sentar no mcl'ior banco dn |ardim, pois temos dous.
Elle declarou-uie que era naturalista, e que tinha j(ava
uma-missao do Jardim II dame de llamburc". Ao Sempre fui pouco desconfiado, principalmente das I qoal drigio-me na volta do co
mesmo temp. que completava seu herbario, observa- pessuas que ,ne fazem comprinienlos. Tnd.ivja n cumie
ra o melher que podara o |iaiz, os ammaes e a cante, amavel attranaeiro ronlava-me cnosas
caro lempo, e se nao lerae urna longa narrarn. es-
lou promplo para jonlar-lhe circurostancia iameute
minha aventura. O senhor f.ra dell aquilln que
Ihe aprnover, um romance, urna novella, ou anles
>ois a liisioria lie verdadeirai um capitulo addicio-
nal para o livriuho que contolou-me no raen c.pl-
veiro.
_ Vosa senhoria tem muila boodade, Ihe disse
eu, e m>us ouvidos estn as suas ordena. Entremos
no meu gabinete de Irahalho. La leremm menos ca-
lor do que aqu no jardim, e lodavia o chaira das
fli'ires chegar a mis.
Elle secuto me de boa vonla lecantarolando em
grego urna rancio popular :
l,n rlephle anx yeux noirs descend dan les plaines ;
Sun fusil dor sonna chaqu pat;
II dil aux vanluuri : Na me quittez pas ;
Je vous servirai la pacha d'Alhenai !
[ Um clephta de olhos necros desee s planicies :
Sua a cada passo a sna espingarda doorada ;
Elle diz eos abutres : nao me deiieis ;
I le de dar-vos em banqueteo pacha-de Alhenas.
Assenlou-se em oin sof, curvpu as urnas para
baixo de si, lirou o palito -para ter menos calor, ac-
ren leu u cachimbo, e comejou a narrar de sua
liisturia.
Eu eslava as*enlado a minha carleira, escrevendo '
com o auxilio da eslenogriphia o que elle me dic-i
O criado veio auuunciar-uot que o almoro esla-
va promplo.
Hermano assenlou se dianio de mim, e .as laves
Jetconfienras que ainda haviam na minha cabeja
desappareceram i vista de seu apetite. Eu dizia co-
migo, qoe raras vezea nm bom eslomaco acorapanha
urna ma eonsciencia. O joven allemo era muito bom
convidado pura ser narrador infiel, e iua voracid ide
respouriia-me pala soa veraclade. Levado dessa
idea confessei ollerecendo-lhe morangos que linha
dovidado um instante de sua boa f. Elle retpon-
deu-me com um eorrao.
Porcm eit-aqui oulro faeto. Tenho no meu gabi-
nete um desenlio muito exacto, que representa a ci-
da le e os campos de Alhena*. Moslrei-o ao meu no-
vo amigo ao sabir da mesa. Elle examinnu-o allanta-
mente, e disse-me : Esta- bem desenliado !
E minio exaclo, acresceutei logo.
Exacto '! Nao sei. Que paiz ha esse !
Nio'e reronhece ?
Nao de cerlo ; nunca o vi.
Consulte bem a memoria.
Dehalde procurara cem annos...
Ora he Alhenas !
Kilo m ir leu os beijos.
Mas eotao, lornei eo com calori nunca foi
Grecia '.' Nao fii apandado pelos salteadores l\3o
conheceu n /fi das Monmnhit! e a historia que
acaba de conlar-ma he apenas um romance de sua
iuvcnco !
Oue importa '.' respondeu elle, se diverti-o do-
rante urna ni mii i-, ?
Mas veja a que me etpunha eu que quena pu-
lilicet a n si raja o aullienlica de suas'avnnluias '.' Te-
ria sido ile-meulid i por lodos os publicistas gre>oi.
II i pelo menos alcum facto histrico no qoe acaba
de di/er-me '.'
PotCM. Todava se quer erer-me, nao aban-
done o que Ihe dilei. He obra de urna imaginarn'
estudiosa. Se nao visitei a Grecia, leiiho lido os bous
aolorcs. Alem de que as historias mais verdadciras
nao sao aquellas que aroutrreram.
Dito isto saino rindo como um dos do Homero e
nanea mais o vi. De-ma aq Irahalho de Iranaerevef
rom asseio todo o caderno que enchera, anviei-o a
um houiem digno de f, a um Greco de Alhenas, o
lonos uleis c moiigeridos espera o senado qoe a ap-
plieajao dos meios concedidos para i.io urcente fim,
possa salisfazer a essa vital uer.essiilade da no.,., la-
voura e conrorrer para o seu aperfeijoamento.
n He cerlo de que ser conveniente o oppurluno
emprego de oulros meios, que faciltlem mais a aejao
dos recursos .le que j dispie o governo de V. M. I.
para a realisajjao do menno Jtm, o seoadu tomar
am ron-i i-Tara i as medidas que forem iniciadas,
tendentes a assegurar o estado e dreitos civis das
peana* que professara relicioes dillerenles, e a pro-
mover assim o augmenlo da ^opolajo indus-
triosa.
n O senado, lamentando os graves sofTrimeutos
que a excessiva caresta dos gneros alimenticios
lem cansado as classes menos abastadas da nossa po-
pularn, cuncorrera' de bom erado e presuroso para
a (rJopeSo de quaesquer providencias que possam al-
cuna-Ios, senao exiingnl-lo.. E jalginila tambem
insullicieiile para 13o imperioso tiro a reduejao ad-
millida na nova tarifa, nao duvidara' acceder a ou-
Iras medidas que possam obte-lo.
Senhor! Em mime da patria eda humaiiidad o
senado folga de conhercr e acradecer a V.M.I. o vi-
que S. Ex. o Sr. presidente da provincia designara palavra que se relira ao pentameuto do nobre de-
o dia lti a urna hora da larde para receber a com -. pulado alm da deducrao que eu tirei anleriormen.
niisso quo tem de levar alcuns actos a taaceXo. le das palavra, aoude O Sr. Presidente nomea para a comm-sso qne eutrei na discussao do projecto, nao entre anlAo em
tem de levar os actos nncefta de S. Ex., aos Srs.
Franciseo Joao. Villela, e Alv'es Macn>l.
aualvie das palavrjs do nobre deputado, entrei na
anahse das palavras que estavam na le de aecorda
Oulro de I). L'mbelina Wanderley Penlo,proles- com o peusamenlo da casa, e foi abi que o aparte
sora do collegto regular de meninas na Irecuezia de foi dado e nao n'oulro lugaT. Vou mostrar ainda
Santo Antonio deila na le, pedindo a esia aem- mais que n Sr. Dr. Paula Baptisla aahio em erro,
blea a coucessao de urna lotera nuvalor de 100:000; i e depois qnerndo emendar o seu erro, reclama ron-
dn ii la ein i partes.A' commissao de pelijoes. Ira mnn, altribuindo-me corrigir discorsos contra a
Carlos Luiz da Lahaliere, subdito francez, resi- | verdade, quando eu hoj mais do que nunca prolei-
denle nesla cidade, pede a coucessao de um priva- lo contra semelhaute aecusajao.
lecio para cstabelecer nesla provincia um eiueuho I Sr. presidente, eu nunca corrigi discursos nasla
modelo, autorisando esta assemblca ao presidente da assemblea seoo sobre dous pontos : 1* sobre a cons-
(irovincia para tratar sobre as bates do contrato e as truecan grammatieal de maneira que nao appareja
condijes que Ihe devem presidir. A' commissao
de commereio, acriculjura, industria e arles.
l.eem-se e approvam-se as redacres dos projeclos
ns. 39 e il desle anno.
O Sr. 4. Cavalranli pela ordem) : Sr. pres-
deme, pedi a p i i\ r.i nao sii para defeuder-me de
urna acensaran ltimamente feta nesla casa asm oc-
csiao em que eu nao eslava piesenle, como para
gor com que foram reprimidas as ullimas tentativas fazer urna reclamaeao acerca de um aparte que vem
de trafico afaieaoo em Serinhem e S. Malheus. Tao | no discurso do Sr. Barros Brrelo ^ue nao fui pro-
armada, afiaijando-se mais certeza na prompla pu-
nijao. ejuslija nos julgamentos.
<> Nem t.i-i pouco deuara de por toda o esmero
no alameda projecto que recula a promojao dos of-
. ficiaes da armada, na apreciajao da nectssid.nle de
por dous mezes, cuinejaado no" dia 10 do rorrele i alterar, como mais conveniente fr, as disposijet
tendo um mez pezado e oulro alonad), por lerem < relativas ao recrutamento.
repelidas provas da incestante vigilancia do governo i ferido por mira, mis sim pelo Sr. Manuel Cavalea
de \ M. I. bao por fim .desanimar aos barbaros em aecaatlo em que se Iratava dos deslacamenl
avenlareiros que anda oaiarem continuar em lio
i homilas el commereio.
" O senado se esforrara' para que seja altendida
a reforma hypolhecaria, que V. M. I. se servio re-
commendar novamente como necessana para a f un-
dar.i i do crdito territorial e desenvolvimiento da
agricultura.
a Nao deiiar ao mesmo lempo de emprecar icnal
esforjo a favor
queixou-se de correcjes ininhdi
li,
tos
volantes; ah vem um aparte que nao be raen, rom
o meu norne, e que diz: quera Ihe ciicommeudou
o seruiao que ihe pague, a Eu apenas reclamo para
nao rarrecar com a respousabilidade.
O Sr. M. Caratcanti: Como ella nao pesa, eu
lomo-a.
" Sr../. Cavalranli: Tratando porem da prin-
cipal questo para qoe pedi a palavra, eu direi que
das medidas que forem inditpeusa-; vi com pasmo e sorpre/.a desagrdate! queoSr. Dr.
veis para que melhore a disciplina do exercitu c Paula Baplisla queixou-se de correcees ininhai
fallecido SS AA. RR. a Sra. prtnceza Theodulin..
Wurtemberg, lia do'mesmo aagusle seuhor, e a Sra.
princeza Luiza deSdioma, sua prima.
O lulo de 20 diai por esla ultnpa scoliora fica
eomprehendido nos doas mezes.
Depois do reconhecimenlo do Sr. Alhayde como
depuladu, como mencionamos no uosso supplemeii-
to da honlem, approvou a cmara temporaria dous
pareceres, e foram declarados pelo 4. dislricto provincia da Babia: deputado i Sr. Dr. Jos Augos
lo Chaves, snppleiile o Sr. Dr. Torqualo Rodrigues
Dutra Rocha ; e pelo -J. dislricto da provincia do
Maranhao, deputado o Sr. bario de S. lienlo, up-
plenle o Sr. deiembargador JoBo l'aulo de A0-
randa.
Em seguida entrOu em discussao o parecer da .
commissao de poderes, relalivamtnle aos Srs. Drs.
Padro Muoiz, a .Tiberio Moncorvo, eleilos em
duplcala pelo 3. dislriclo da provincia da Babia.
Oroo o Sr. Piusa, que apresenlou a seguinte einen-
da substitutiva, ficando o debate adiado pela hora :
1. Qae ] mii approv'adas as eleices primarias
das freguezias de Cschoeira, Muritiha, 'Outeiro,
Redando, Iguap, Pedra; Branca, S. Esteva e Ta-
pera, como prope a cominisao, sendo porm eli-
minados da freguezia de i'lpera 12 eleilores quede
mi den, conforme a qaalilicaja.
o 9. Qao i* Umkm con,ufe rada vatida a elel-
caoda fieguezia do Uaragbglp feta na matriz aob
a presidencia do juiz da pnz.
t 3. Que seja ......illa i., a \ftfj!lo da Coneeijo
Nova da Paira, com propoz a .mmiss.lo, a ambas
ta^eleije. de S. Ftlippe.
4. Qoe tejam annullados lodos os eleilores mo
qoaliucados, comlaiites das certides eilraliida da
secretaria do governo, e os dos eleilores que sa pro-
van, estarem pronunciados.
e Que vollandu o parecer commissao de cons-
IHuijio a poderes, e sommadus os votos validos de
nm e oulro collegie, tejam declarados depulados e
upplentes aquelles cidadaos que tiverein oblido
a maioria absolula.Fiuia.
. -12-^ *
A cmara dos depulados coucluio honlem a elei-
jao Hat eommisses permanentes. .
Conlinuou depois a ducotsao do parecer com a e-
menda snbstilntiva relativa a eleijlo em duplcala
a dos Srt. Padro Muniz a Tiberio Moncorvo, pe-
lo 3.- dislricto da provincia da Baha. OroaoSr.
Luiz Carlos, e ficou o dbale adiado rula hora.
14 _
O seoa.do approvou honlem sem dbale, as diffe-
tenles materias, que vinham para a ordem do da, e
qae conilam da acia, que publicamos em oulro
lagar!
commissao de resposta falla do Ihrono apre-
senloo o seguiule projeclo, que foi a imprimir.
." Senhor.O senado encarregou-nos da hnrrrosa
missao de rendermos as mais subidas grajas a V. M.
I., pela manifeslajao do jubil eom que V. M. I. se
dignou abrir a primeira sessao da actual legislatu-
ra, e da esperanja qualem V. M. I., avista da ge-
ral teudencia do espritus para a couoordia e mode-
rajao, de que se tornar mais eflicaz o empenho da
assemblea geral, em promover a felicidade do paiz.
a Congratula-se o senado respeiloiamenle com
V. M. I., pela Iranquillidade que reina em lodo b
imperio, e minio Ihe apraz em rea>in|iecer anda que
esle crande bem he um dos resultados da polilica
que o governo de V. M. I. lem seguido.,e que tem
pro lu/i lo rni no-so- animes a conviejao de qua
sombra e mediante a fiel execujao das insliloirdei
polticas do Brasil, podemos avantajar-nos ua car-
reira do progresso e da rivilisajao.
O senado ouvio com a maior satUfacao que as
relares do impeno com as oulras najOet continuam
pacificase amiesveis, e que o guverno de V.M.I.
nao cessai de cultiva-la, em sentido cordial, lir-
mando-as stmpri-, como exige a moral a a mais -a
poltico, as solidas bases da juslija e dos imeresses
recprocos.
o Dos constantes e desvelados esforjo do go-
verno de V. M. I. para atlrahira emigraran de ce-
Convencido de que o mejhoramentn moral do
paiz he a mis per.luravel base da sua futura gran-
deza, o senado ragozijou-se de saber que as reformas
feitss nos diversos ramos de ensiuo vo produzmdo
osseus desejadoselTeilos.
o Foi em extremo aeradavel an senado a sego-
ranja de ser satisfactorio o estado das rendas pu-
blicas, assim como a esperanja de nao rea1isar-se o
dficit previsto quando foi decretado o augmento de
2 por cenlo na exportacao, e a.possibilidade de, ou
anlicipar-se a sua aholir.lo, ou dar-se-lhe oulro des-
tino que mlere-... prini'i'pnlmente lavoura.
a Senhor Por mais ardua qae eja a nossa com-
mum larefa na magnifica obra do eiicrandecimeiitir
du Brasil, o senado jamis desistir do nobre empe-
nho de aoxiliar ellicazmenle os estoicos do coverno
ih- \. M. I. para o grande lim de elevar a nossa pa-
tria ao manir grao de prosperi iade, e lomar cada
vez mais glorioso e feliz o reinado de V. af. I.
n Em 12 de maio de 1857.Mrquez de bran-
les. Viscoude de Abael.
Foi lido honlem, na cmara dos depulados, o pa-
recer da commissao de poderes concluiudo que seja
declarado depuladu pelo 4. dislricto da provincia do
Maranhao o Sr. Joaquim lomes de S tuza.
l'.utr.mi! i--e na ordem du dia, coulinuou a dis-
cus-au do parecer relativo ao 3- dislricto da proun-
eia oa II., ., ; eran Sr. Mn4 da Alnseida, Il-
cou o dbale adiadu.
Algnns uegociantes estrangeirosreqiiereram ao en-
verno imperial, por intermedio dos svus respectos
cnsules, a prorugarj do prazo marcado, I" de jo-
Iho prximo futuro para ser posta e-'n vigor a nova
tarifa das alfandegat.
Honlem eapalhob-se na prora do commereio que
o governo impeMal tinha concedido a protegajla pe-
dida, e que a execujao da nova larifa lijava lidiada,
al ser de no>o consullado o conselho de eilado. Es-
ta noticia nao (ern fundamento. O governo anda
nanhuma resolujao tomoa sobra este assompto, uem
era possivel que lomasse, pois que as representajes
de que cima fallamos su honlem t larde chegaram
ao canhcimenlo do Sr. ministro da fazenda.
lo
A cmara dos depnlados approvou honlem, de-
pois de orar o Sr. Feruandes da Cnnha, o parecrr
da quarta commissao de poderet sobre eleijao d>
3.' dislricto da provincia da Babia, ficando prejudi-
ada todas atemeudas, e assim reconhecido deputa-
do por aquello dislricto o Sr. Dr. Pedro Muoiz Bar-
reto de Araejle, e supplenle o Sr. Francisco \avier
Piulo Lima.
to qne sua uarrajao fosse impressa em Franja ou ua
Inglaterra enm o nome e o retrato do Sr. Schullz.
Todos tabiriam eniao com que artificios algumas pes-
toas lentam tornar-nos*suspailos a todas as najes
civihsadas. Pela sua parte, seuhor, que noi lez jus-
lija. aceite, etc. a
A' requisicao de men honraest-forrespondente de-
eido-me a publicar a narrajo de Hermann. au Ihe
mu larri urna palavra, reepeitatei at as mais enor-
mes inverostmilhaujas : corrigHido a narrajo do jo-
ven Aliente eu me tornara inso faci sea collabo-
rador. Reliro me discretamente ; celo Ihe o lugar e
a palavra, leilors, he llermnn quem vos falla fa-
nundo seu cachimbo de porcellana e sorr.ndo atravs
de seus oculos de ouro.
II .
Pholini.
Pelo meu trage vossa senhoria adevinha qua nao
tenhu dez mil francos de renda. Meu pai he um es-
lalajadeiro, arruinado pelos caminbo' de ferro. Come
pao nos anuos bous e batatas nos maos. Acrescente
que somos seis lilao- to los bem prvidos de denles.
Ne da em qua ohlive no concorso urna missao do
Jardim Botnico liouve urna festa na familia. Nao
smente minha partida augmenlava (.pilanca de ca-
da um de ineus irmao, como tamhem eu in ganhar
duzenlose cincoenla francos por mez, alm de qui-
nheotoi francos pagos de urna vez para despejas de
viacem. Era orna riqueza. Desde esse momento per-
deram o habito de chamar-ine oulor. Cbamaram-
me marchante, la o rico parara eu Meus irm.i -
esperayam que eji seria nomeado prufessor na oui-
varsidade logo que voltean de Alhenas. Mea pai li-
nha outra idea : esperava qoe eu voltaria casado.
Km sua qualidtde de eslelajadeira assislira a algn-
romabees, e eslava convencido de que as bellas aven-
PERIAiSBUGO.
ASSEMBLEA LEGISLATIVA PROVINCIAL DE
PERNAMBLCO.
Sai tao ordinaria em 15 de majo da 1857.
Presidencia do Sr. Jos Pedro da Silva.
Ao meio-dia, vericaiido-ie baver caa, abra-sa 8
sessau.e apprnva-se a acia da anterior.
I) Sr. lo Secretario aprsenla o seguinte
EXPEDIENTA. '
I m ollicio do secretario do governo participando
que S. Ex. o Sr. vice-preiidente da provincia havia
por bem prorogar por mais 1.5 das as letses detla
as-einlila. '
Oulro do Sr. deputado Jos Joaquim do Reco
llarros, participando que dcixa de comparecer s
sessoes desla assemblea por se ochar enojado.Man-
dou-sa desanojar.
Unte pelrao em que Jo Pires Ferreirn, thesoa-
reiro da adiqini.trajao geral dos eslshelecuneutos
da randa le, se ollerece gr^luilameule para servir
de Ihesotireiro especial das loteras concedidas ao
hospital Pedro II, e pedindo a esta assemblea a adop-
cao de nina medida (eodeiile a fazer exlraln-las e
corre-las, alin de promover com niais rapidez o
acabamenlo das referidas.obras. A" commissao de
orjamenln provincial.
I m ollirio do secretario do governo, participando
Miar as hospedaras modestas, as quaes nao ie alo-
jam as prineezas. O certo bu que desemburquei no
_ liln eilraor-
Suas descripjoes ingenuas.saat vislat corlas, mas jus- i .linarias, qur pe,Uniei militas veres a mim memo
las, reeordavaio-me um pouco as maneiras do bom | se nao era ism zomliaria. Porm sua voz eia lo lr-
Herodoto.
Exprimia-se grosselramente, mas corr. urna cau.-
dara que impunha a coufiauja ; pronuneiava as pa-
lavras com o lom de quena est profundamente con-
vencido. I Vi le dar-ine noticias, senao dltoda a
cidade de Alhenas, ao menm doi principaet perto-
gant de que fallei no meu livro. Durante a conver-
sarn enunrioii algumas ideas geraes que me pare-
receram tanto mais jadiciosas, porque aa desenvol-
ver antea dalle. No lim da una hura de entreteui-
meDlo eramos tmigoa jatimot.
BKeee laujavain-me um olhar taolm-
oie. seus olln
pulo, que meus relmpagos de sceplicismo extingui-
am-se no mesmo u.ian,,.
Elle fallou assim al meia hora depois de meio
da. Se inlerrnmpao-se duat ou Iret vezet Toi para
acreniler o cachimbo. Fumava regolarmenle lan-
jando bar.irailas iguaes como a chamin de am bar-
co a vapor, lodas ai vetee qua m aconteca levan-
tar o olhoi pira elle, via-o tranquillo e risouho no
meio de una nuvem, como Jpiter na quinto icio
do HamphilrySo,
1-
Senhor,
o A historia do Rei das Monlanhas be invenrao de
um inimigo da verdade e da poliria. Nenhum dot
personagena que ahi sito rilados pclz a p -obre o solo
da Greca Hadgi Stavros he om ente fabuloso, que
deve se incluir na mvtholegia. Confesso com toda a
sinceridade que houveram oolr'ora alcuus salteado-
res no reino. Os principies foram destruidos -por
Hrcules a Thesen ; aquelles qne escaparam an bra-
jo desses dous herea. cahirain aos golpes de nnsso
invencivel exercito. 0 aulor do romance, qoe V. S.
tei-ara a honra de enviar, provoo lana ignorancia
quanla malevolencia, affeclando conslde'rar o laltea-
meuio como facto coolamporaaeo. Eu deiejaria mu-

Preo sem ler eebaeado o menor romance.
O exercito de oecupaj fizera elevar-e o prero
de Indas as coasas em Alhenas. O lintel da Inglater-
ra, o hotel do oilenle. o lintel dos eslranceiro., e-la-
vam naccessiveis. O chanceller da legaca da Prus-
sia, a quem eu levara una caria de recommendajao,
leve a bondade de escolber-me um aposvulo. Ciui-
duzio-ma a casa de um pasteleiro chamado Chrislo-
dulo na quina da ra de Hermas e da praja do pa-
lacio. Ah aehei cama e me-a medanle cem francos
por mez. Chrislodulu'lip um velho condecorado com
a cruz de ferro em memoria da cuena da indepeu-
deiicia. lie lente da plialange, e recebe o sold
atraz do balcao. l'raz o vestuario nacional, o brrele
vermelho de bolola azul, a vesta de prala, o salle
branca e ai polainas dooradas, para
e confeitos. Soa mulher Jlaroula he enorme como
todas greg.is de ciueneiila anuos. O marido coro-
prou-a por menla piastras durante a guerra, em um
lempo em que esse sexo eslava atatt caro. Ella nas-
ceu na ilha de Hv Ira, porm traja a' moda de Alhe-
nas : collele de velludo preln, tala de cor clara e um
lenco de seda a' caber,. Nem Christodulo nem a mu-
lher labem urna palavra du allema ; raas seu fillio
Dnnitri, que he criado de praca, que traja a' fran-
ceza. enlen le e falla um pouco lodas a. Inicuas da
Europa. Pela minha pane nao precisava de inter^
prele. Sem lee recehido 6 dom das Inicuas ou um
polyglora teee dlilincto, e fallo o greco lao eorrente-
menle como o inglez, o italiano e o francez.
Chrislodaloe sua familia eram boa gente. Deram-
me urna pequea cmara calada, nina mesa de ma-
deira branca, duas eadeirai de palha, um eolehfta
bem fino, urna cubera e lenr's de algodo, o l-it i
he urna superlluidade. da qual os liregos privam-se
loras nao se eilconlrain scjia na aitrada*. Ao me- aeilmenle, e viviamos a grega. Eu almicava una
nos cilava tres vezet por semana o casamento da ( rliavana de salepo, janlava um prete de carne com
princeza Vnoff e do tenle Ke.naull. A princeza molla* azeitonase peive secco, ceava legome>, roel
oceupava o aposento n. 1 com suas duas camaristas e | e bolinhoe. Os coofeiloi ata eram raros na casa e de
n um discurso qoe sabio n'ura dos n Diarios pa-sa-
dos, aoude eu dizia alguma cousa que era mullo ex-
Irauha a verdade.
Eu allirmo casa, e allrmn com um documento
que vou apresenlar, que o Sr. Dr. Paula Bapluta
disse-n.as disse tal qual sahiu no Diario, ein res-
posla s minhas palaVras que foram exaclamenle
copiadas e nao cqrrigJas por mim ; na pagina de
que se trata daquella- quesiao, na pagina ein que
*.em aquelles ditos do meu discurso qae derain lugar
au aparte doSr. Dr. Paula Baplisla nao ha nenhuma
correera minha, tudo he letra do Sr. lacbgrapho ;
e eu allirmo que este aparte nao lu em outra occa-
siao : vou fazer algumai eoiisideraroes, e depoii
mando ao S'. Dr. Paul Baplisla o meu discurso
para examinar.
Era- primeiro lagar. Bao posso deixar de eslranhar
a phrase neslranha a verdade o ru eu linha felo
sabir no Diario. >i Parece-uie qoe uno he mullo
parlamentar, apezar de qua pode ser que como eu
sou muilo novo, e he a primeira vez que sou depu-
taifh, mo esteja muilo apar dos eslylo da casa, aclie
que essas palavras olTendem um pouco a suscepti-
bilidade; nao he la cousa de muila importancia,
porem parece-me que nao be muilo parlamentar o
o extranho a verdade b lalvez que por eu nao ler os
usos, os estilos parlamentares, o onhecimenlo pro-
fundo do- h une o- ameslrados as assemb as; pode-
-er que seja cousa muilo parlamentar, e eu devo
Lompreheu ler desse modo.
Depoit disso. Sr. prndenle, nao posso deixar de
fazer urna aualyse dessas palavras do Sr. Hr. Paula
Baplisla. Em primeiro lugar diz a illuslre deputa-
do [le :
lira, .aiihore- nn. |.-,,! la li.rmeilCUl ca jur-
dica, ignorando que para bem se enlen v.-om as
leis, urnas te/C'i ha neees Jo grammatieal, e outrjs vezea a lgica.
Nfto foi jamis minha intenja fazer arredilar
que u Sr. |)r. Paula Baplisla llora, que he preci-
so recorrer a lgica para interpretar as leis, pelo
contrario eilou mais que cerlo, q le ella como ne-
nhum oolro labe destai couaal ; mai nem per" isto
deizo (Je fazer ver boje, que o Sr. Dr. Baplisla nes-
la parle nao foi muito de accordo com esses prjnci-
apiosde que elle esi mesmo convencido; nao loi
meimn muilo concorde com os principios que elle
dicta da cadeira como lente, e eu estive al a dizer
nesla oceasio em que me deu eeae aparte nao foi
isto o qoe eu aprend como leu discpulo, nao quiz
dize-lo para nao azedar a discussao, mat dissa la
fura..
Mas. senhores, sera' adroiravel que um lenle de
nermeoeulica, nao saiba que a inlerpretaja pode
ser oulra alm da grammalieal, qua he a lgica ;
comtudo (fallando em Iheie) en .Hrei tambera que
o lente nao lam o dom da infallibiiidade ; e quanto
ao nobre deputado, que-alijis sabe bem o qae en.i-
ne, mis lodos venios aqui qoe elle mouai vezes
sustenta ideas que nao est3u de accordo cora ot
principios jurdicos, isto be, no meu entender, pode
ser que seja eu quem sacrifique esses principios ;
ne-sa oecasiao eu ouvi ihesqao qu* ai suas palavras
iam de encontr ai regras de hermeneuliea. Porm,
-ir. presidente, essas palavras foram ditas e foram
ditas mesmo no sentido em que apptreeeu no Dia-
rio : eu quera entender a le das Inferas pelo leu
espirito, e enlraudo iin.deteuvolvudeiilo de quetlan,
procurando dar as razoes qoe linha para issu, u Sr.
Dr. Paula Baplisla me respondeueu emendo ot
homens pelat palavrasquereudo apenai inlerpre-
tar a lei das loteras pelo lea sentido grammatieal,
teguiido se collige mesmo de suas palavras, e eu vou
ler, (l,.
O Sr. Paula Baplisla diste, que i.io eslava cunli-
do eie peirsamento na conslrucco grammalieal da
le, logo, podia eslar comido o peusamenlo, teguii-
00 as regras dalugca, aioda que nao escriplo como
determiuam at regras da cuntlruc.au grammalieal;
e isto anda mait concorda eain o que foi dito de-
pois no apaeje por elle Jado a mira : (sto loma
mais verosmil o ler dilo o Sr. Paula Baptisla de-
lioi. algum cousa em deaaccordo tum as regras di
nerineueulica: (Le.) T'
Continuo a ler. O nobre deputado respon 1eu-me,
dizeudo que alten lia somenle as minhas expresses,
nao ao peiuameuto.. u respond ijso, eu nao disse
islo, nstenlo qoe nunca disse, que nao allingia ai
express-Oes do nobre depotado, eu fallava da iei, e
lie ie.li> o qoe consta lo meu discurso Iraduzido exac-'
lamente pelo Sr. lachigrapho ; ah n,1o ba urna s
seu correio, e ilava vinle florins por da. O lenle i quando ein quando eu evorava a lemOranra de meu
francez aelnva no n. 17 debaixo d.islelhat, e pagava paiz reaalando-me cun um pastel de e.ire de car-
nea florim e meio, inclusive o alimento. E entre-, niio. He mull dizer-lhe que linha a meu cachiiu-
lanto depuis de um mez de residencia na hospedara, bo, e que u fum de Alhenas ha melior que o d,i-
parlira era sege de posta coma dama russa. Ora q'.
para que levara orna princeza a om lenle em su O que contribu labre la do p.ir.i hab loar-me I
rarruagem semio para casir com elle '.' Meu pobre casa de Chriilodulo foi um vinhu de Sinlorin que
pai, com seus olhos de pai, via-me mais bello e mais | elle ia boscar nao sei a.....le. Nao loa guloso, e a e-
elecantedo que o lente Revnauld. Na duv 1 iva j.duraj.10 do meu paladar foi infelizmente um lauto
de que eu encontrasse ced ou tarde a princeza que. desprenda eomlnde cre que poseo oHrmar que
havia de fazer-noa rico. Se na a adiaste as los- esie vinbo seria apteciado a' mesa de um rei. lie
pedarias. ve-la-bia nos caminhos de lerrh. Se esles amarello como o ouro, transparente como o lopazi,
lo .liante como o iol, alegre romo o sornso do una
pensionistas. Eramot quatro nlernos um externo.
0 primeiro andar d can dividia-ie era quatro c-
maras, a melhor das quaes era oceupada por um ar-
cheologo rraucez Mr. Hipolvte Menn>. Se to ios os
1 rancezes fotsem semelhaule a ei-a. formariam ama
najaobem miseravel. Era um liomcmzinbo de de-
zoilo a quarenla cinco annos.roivo.brando.fallador.e
armado de duas maos quenleea delicada- que nun-
ca deixavam seu interlocutor. Sua i duas paixOet do-
minantes eram a arcbeologia ea philanlropia ; por
issu era membro de muitas astociajOei benficas.
Posto que fotse grande apostlo di caridade. e seos
pas Iba liveisem deixado boa renda, nao me lam-
ino (Je lelo vmo dar um sold a um pobre. Olan-
lo a leus conhecimenlos em artheulogia, lodo me
indas a crer que eram mais serios do que seu amor
para com a bumannlade. Fora cornado por na > tei
para vender sorveles qe academia de provincia por cauta ds urna memo-
ria sobre o proco do papel no lempo de Orpjieo. A-
uimado por esse primeiro Iriumpho fizera urna via-
cem a Grecia para colher os materue- de nm traba-
lliu mais importante. Tralava-so de determinar a
quanli Iade do azeile consumido pelicanda de De-
moslheue.s emquanto e-erevia a leguuia Plulin-
piea.
Os uulros meus dous viiinhoi nao eram lao sabioi,
faziam pouco caso das comas auligis. Ulacomo
1-oiidi era um pobre Maltez eirpregsdo em au iei
que consulado : canlnva 151) francos por mez em
ellar carias. Cuido que qualquer oulro eraprecu
Ihe leria sido mais Conveniente. A ualurez que po-
voou a ilha de Malta para que nu f.llassem nigua
minlas no Oriente dura au pobre l'ondi as espa-
doas, os brajo>, e es maos.de Ma de Crotoua :
ateara para manejar a maca, e nao para queimei
paos de lacre. Todava galla va dous ou tres pr da :
o hnmi'in nao be lenhor de leu de,tino. Esse ilheo
deslocado nao voltava ao seu eiemenlose nao a' ho-
ra do joalar ; ajudava Maroula a por a mesa, e
vossa senhoria adevioha sem que eu Ib' diga qae
carreeava sempre a mesi nos bracos. Comia como
um capiliouda lliada. e- nunca Tai esquererci do
rumor de suas largas quenadas, da .Halado
ventas, do hnlhi de ieus olhos, de aleara Je
um peusamenlo quv se nao comprehenda, mas au
quando corrijo discursos nao os enfeilo por forma
alguma ; esta he urna das minhas correcjOes, o a
oulra he escrever alguma coosa que eu disse, e que
o Sr. taehicrapho nao eulendeu bem, esses sao o
dous pontos nicos a qne se referam ai minhas cor-
recjes, mais nada. Ivi posso asseverar a cata que
os meus discursos pronunciados na assemblea, soliera
exactamente, sem um pice de differeuja.
;lla nm aparte.)
O Sr. A. Cavalcanli : Em lugar da conjunerao
si. o lypograpio imprimi eu, esla errado, mal e'sse
erro be da iuirlieusa, lodo o mundo coraprehende.
Continua o Sr. Dr. P. Baptisla, (lerna a ler) e
foi nesla occasiao entaoqoe Ihe dei osegoinle apar-
te pois eu s entendo ot homens, quando elles me
fallara com cbnhecimenln da lingna, mas qnando el-
le- me fu 11 un com novo diccionario, que ignoro, ia
nao US pbsso entender.
Ea protesto que o Sr. Df. P. Baplsla.nao'din
semelhaute aparte, responden uentendo os homens
pelas suas palavras, pelo que elles fallara.. Isln est
no meu discurso, e iio te diste na necasiao em que
eu me refera s palavrat da lei,o nobre oepulado uao
falln era novo diccionario, se fallou, foi em- ouira
occasiao em que en uao ouvi, ern qae o Sr. tachigra-
pho nao ouvi,..
O Sr. 'i. Cuimaraes: O tachigrapho tambem
toma minias cousa. de menos.'
(' Sr../. Cavalcanli: Netse poni lomou exac-
tamente o que eu disse nesla casa. Ea lomando a
minha defeza, poda abstrabir da do Sr. lacbgrapho,
podia-me rilrar a estat rdenles, poda responder ni-
camente a essa permissao de enfeitar discursos de que
o nobre depuladu fallou. e que.eu repiti com lotla a
minha diguid.de ; poda abslrahir, como disse, de
entrar na defeza do Sr. tachigrapho, purm, ueste
ponto entro e allirmo, qae lirou exactamente aqoillo
que eu diste na ca'a, aqoillo qua o Sr. Dr. P. Bap-
tisla disse na casa-; e os meus discursos, urna vez
por (odas declaro, sao muito bem tirados, dao-me
muilo pouco Irahalho, qui.i que nada eu corrijo, o
Sr. achtgrapho tira-os muito bem.
Continua o Sr. Dr. P. Baptisla, (K). JA se v,
portante-, que esle meu aparle foi dado, qoando o no-
bre deputado, tratando de responder a um argu-
mento meu. pareca abandonar as nojOes paras e ge-
nuinas das palavras, para atlnbuir-me um peusamen-
lo que.nar. era o meu.
Eu nao me refer ao pensamento do nobre depu-
ladu, rfen-me lej, a inlerprelajo da lei, a mi-
nha quesiao era luda jurdica temi Sendo assim,
corno he que vera boje publicada couia tao alheia a
verdade ?n Mal, qual be a verdade (lorna a ler).
Como be que vera* publicado, que o nobre deputa-
do dissera, que ai leis nao sao entendidas smente
pelas suas palanraa, mas lamben pelo tea espritu, e
queeu como neseio, Ihe diesen, que tmenle as en-
tenda segundo suas palavrat Eu nao acredito
que como neseio, o nobre depnlado dissette sto, mat
sim porque o maior ceg, be aquella que nao quer
ver, (10. Mas qnaudo ha apartes, appareaem
pensamenlos, ettranhoi, era opposijao ao orador, he .
necessano ser-se escrupuloso era conservar a llgaeao
natural das idat, de modo que sa nao ollenda aos
qae iterara os apartes, allribuindo-lhes despropotilos
e ignorancias. A fidelidude neste caso nunca so-
bra.
He por essa liJelidade qoe ea redimo, he delta que
eu lenho orculho, e que declaro, que a guardo lano,
como qualquer um, ou coma aquellei que mais a
guardara. .' '
Eu vou ler, Sr. presidente, oomo promelli, a parla
do meu discurso, lirado pelo Sr.lachigraph, em que
nao ta -ama cnrrecccao minha, em que nao ha urna
leltra minha, {t,'.
Al ha a ligajao da orajAo, al ha o nexo, que ha
prenso que baja na discussao.-o Sr. tachigrapho lo-
mou exaclamenle o que se patsou uesta oceiiao, o no
que asa escriplo, nao ha urna letlra rainha, loda he
delle.
O Sr. Pau\a llaplisla : Todo qnaolo.eil no
"Diario, est no seu discurso ?
O Sr. A. Casa\canti : Eu von Ihe moilrar, vou
ler o iiDiariou, vou inostrir-lbe que-combiua exacla-
menle, e que quem fallou a verdade, ueste ponto,
nao fui eo, [l o Diario). Quem diz, eu nao af-
hrmo era neg. '
Aqu etla o engao, em lugar de ti, eil eu. le
apenas um erro de imprenta.
llenando a dedacjao, o entrado na analyte da lei,
conlinuo eu, (l;.Nos nao enieodemot a le tmenle
pelts palavras entendemo-la pelo pensamento : e
porlanlo, nao se deve atlender tao somenle auaeti-
do material, ao que est escriplo. Tr
Quem, Sr. presidente, em boa f, 'deixara' de con-
ressar, que as palavras do meu discurso, lirado pelo
>r. lacbgrapho sAo justamente at mesmas que eslao
uo a Diario, qae foi lido, e a respeito do qoal, deu-
se o prote.to, que o Sr. Dr. P. Baplitta fez ? Eu
agora fajo o mea coolra-proleslo, e dacltxo muilo
frncameiiie a cata, que os meus discurtoi nao tao
corrigidos, limilo-me, somenle, a' alguma correejAo
grammalieal, o o qua salla no Diario, be aqoillo
que eu dicoaqui exactamente, porque eo nao corri-
|o para enfeitar discursos, nem intereito em sabir
aqoillo que eu nao djsse.
Direi mais, Sr. presdeme, que eu desejava mais
do que nenhum ousro, eslar de accordo com o Sr.
Or. P.Bapfista, reipeila-lo como mea mettre, mas
que nao posso deixar, de algumas Vezei, teguindo
opinin diversa., discordar detse detejo que lem o
mismo Sr., de fallar em lom cathedratico, a que pa-
rece, que lodos devem obedecer. Eo respeiui-o mu-
meninos. Kra mais alvo do que um negro, porm
iso he quaslAo de ciir. Seos cabellos abundantes
desciam-lhe al ai tobrancibat com um barrete
Por um contraste assaz extraordinario esse Calihan
linha os ps rnait delicados e as pernat mais elegan-
tes que te pnlem ofiereeaf ao eitdode om esta'loa-
rio ; porm eram particularidades pouco sen-ivei-
Para quem o vira comer, sua pessoa comejava ao'
nivel da mesa ; o reto nAi enlrava em conla.
Fallo smenle por lembranjvdo pequeo William
Lobsler. Era um aojada vinle annos, louro, rotado,
e bochechudo, mas um anjo dos E-lado.-I nido- da
America. A cata Lobsler \ Sons, de New-York, o
enviara ao Oriente para esludar o conrraeicio de
etporsac.io. Elle irabalhava de da em caa dot ir-
maot Philip, de noite lia Emerson, de manhAa ao
nascer do sol ia a priafte de Scrates exercilar-se no
tiro da ,'.-: I .
0 personag-m mais inleressanle de nona colonia
era sem ennlradijAo John Harria, lio milenio do
pequeo Lobsler. A primeira vez qne janlei cora
esse moro extraordinario comprehendi a America
Jonn nasceu na v andalia, no Illinois. Retpiron ao
nascer es.e ar do novo mundo lio vivo e la., joven
que .be a cabej., como o vinho de champagne,
embriaga I quem o respira. Nao tei se fam-l.a llar-
n nanea ou pulir, se mollea o filho no collegio
ia-0 educarse por si mesmo. O cerlo he que
ao, v.nle eir-teannoi elle smenle conla eomsgo,
de nada se admira, nada acha impo-nvel, nunca re-
' lulo ere, espera e tema, de todo triuropba,
a leyaular-se quando cabe, corneja oovaraeute
lo vi- baldado'o seu plano, nunca para, nem
cua. ludo er, espera o lenta, de todo Iriumpba.
'"Mil llaviiilse.K,,,,..). __._
, (*- uvaai (me, aaCIH
periie a coragem, e caminha sempre canlarolando.
rol agrieulliir. mestre escola, houiem de lei. jorna-
hsla, prucuradur de oaro, fabrcame, commerciante;
i.Vm' pril"foa ,u1i e percorreu quasi metade do
globo, (luando o eonheci eommandava no Preo um
pequen barro a vapor com sessenla homens e qua-
iro eenhoea ; tratan a quesillo do Urienla na /. ristn de Botton ; linha negocios com orna casa em
na suas i Colala, e aehava lempo para vir tres ou quatro ve-
lemeai rnl formidaveit deque ll".' era"o moinho! POr Seman |anUr C"
confesar qua sua conversecito deitou
lembraivjai achava-se racilnnl ""limittT"1
de
o do seu
nao rae fosaena propicio,, liofiainoa anda ot barco, a
vapor. Na larda de minha partida bebeo-se uina
Carrafa velba de vinho do Alieno, e o acaso quiz que
a ollima gota viesse cahir uo meu copo. O excellen-
te homem chorou de alegra : era um presagio certo,
e nada poda impedir ma de casar ne.se anno. ttes-
peilei sin- illosOes, e gaardei-me de dizer-lhe que as
prineezas n.lo viajavarn na tarceira ciaste. Quanto
residencia meu orjimeoto coudemnava-me a ticu-
cianji. Parece-me ve-lo ainda er.....a garrafa hoju-
da no meio de panuo encerado qoe servia de loalha.
I.rte illuminava a mesa, raeu charo senhor, e teria-
moi podido cear sem luz. Eu na > beba muito por
que elle era gneros, todava no fim d jantar cila-
va versos da Anaereonte. e dseobria reslo, de bel-
leza ua face da gorda Maroola.
C?tnia Idtiiilidttaeulo com Clinslo Julo e os mais
toa inlelligeocia, mas nunca se ouaeceu
appetile.
Chriitodulo nao ganhou nula alinientan.lo-o du-
ranla qoalro anuos posto que ||,e li/esso pagar dez
traiirosfior me/, como suppleinnil.'
O inseciavel Maltez absurvia lodo, o, das deiiois
do j^nlar iini enorme pralo de avelaas, as quaes
quebrava|entre us dednt. pela siraplet approxnna- ..
jo do pollegar c do ndex. Chrislodnto, enligo hei remos nada,
me. man homem positivo assslia a e,se axerciclo
com urna mistara de admiracAn e. de tuslo ; temia
pela sohremeza, mas ftcava lisongeado de ver a' toa
meta 13o prodigioso quebra-avelas. O semblanln da
11 acomo nao lena ficado mal collocado em urna des-
ias catxai de sorpreza que fazem liolu medo aoi
com
noseo.
l'm <. laclo entre mil |be far rouhecer o carc-
ter de liarris. Era IS.VI elle era suciu de nma casa
de Philadelpbia. Sea tobrinho que eni.io linha 17
anno, vai razer-lho ama vizila, e cha-o na praja
de Washington em n. de man, nos bolsos diaote do
um ras, que arde. William baleu-lhe no hombro
elle vollou se e disse :
Ah estn'i?
meu pequeo. E,* aqu o
na ; eu tinha 10,000 dolais nessa casa
MUTILADO
eslaV; II im dia. Checas em ma' occasiao,
eno. Eit aqoi om incendio que me arrui-
m'io saiva-
Bntao que vai fazer pergunloa o menino as-
-'1-1 l lo.
Ooc vou farer '.' Sao onze horas, lenho fome
resla-me anda alcum dinhetro na bolsa ; von olTal
recer-le almo.o '
'.


2
DIARTO DE PERNAMBDCO SEXTA FEIRA 55 DE MA10 DE 1857
10, devmlh loviai eoniiderar5es, maVcnmo depu-
ii.iu, cada .um no sea poilo, digo, que lenho a li-
lnr.lj.le de tinillir a nnnli.i opimAo, assim romo o
n..lire ileputadu, e direi que o Sr. Ilr. I'. B.iplisia,
he lao capaz de errar como eu sou.
11,.-1,, modo, leoho, segundo julgo-me, defendido
da aecoiario injoala qae me fot feila, provando tom
o origii.it. qua offrec,o,a' consiirrcAo da casa, e
especialmente ao e zaino Jo Sr. I)r. P. Baplista, que
se ii,i-..,i justamente o que eu disse, c saino impres-1
so no i Diario da casa*
O Sr, Paula Baplista .Daremos em oulro nu-
mero.) .
ORDBM 1)0 D(A.
lerceira diseussao do projeclo n. :l(, que approva
o mualo que cun n govirno fez David Wiliam
liomw.in para o fazimenlo de oni cainnilio de fer-
ro, qu-i panindo desla cidade v a de (Unida.
lie ipprovadu scm dbale.
Con inuajao i|a lerceira discussAo do projeclo n.
11, que eleva os veuciineolns de varios fuucriona-
rins pibljcos provinciaea.
O Sr, M. Cacalcanli diz que qoasi jalga excu-
sado d zer iu n- alguna cousa a respailo do presan-
la prujacto, porque anda quer fazer mais Milenta
e lie possivcl, a maueira regalar, porque ie pro.-c-
deu na segunda diseussao dalle.
Observa que pelo arl. 1. do regiment di casa,
nenhunv artigo de projecto peder canter duas ma-
terias diitinclas, entralanlo qoe nnarl. I. do projec-
to, que a cata aprecioo, se conlmliaiii ideal inteira-
manl dislioclas, acresceiido qua di-cundo-se o
art. 1. do projecto, qoe comprehendia mais Irea no
qualro, a mesa rcebeu emendas a Indas ellas,
considerando prejudieados lodos os arligos alem do
l.i porque a mesa com toda a precipitarlo queria
qua o projacto passasse em B. discussAo.
Enti-ode, apezar da se nAo julgar habililado para
entrar nesla queslao, legando a muan do Sr. Ilr.
l'aula Bapliala, qua se a nobre miioiia live-se hon-
rado ( casa cqm Igualas palavras, a discussAo. teiia
sido 'inais calma e inais curia, porque alinal o qua
passoii nao foi maita cousa, foro augmento para a
Iheaouraria a idea principal ; repartido qua elle
oradoi enfeude achar-se inuilo bem apadriniada na
caa, ; que assim nao len.lb de muilu moola o que
se apirovuu em segunda dncusfl., e deaoaeattaaria
cria lirim-se atropellado todas as rurinulas, pen-
sando que eiprimindo-se assim nao trata os Ilustres
inemli-os da casa como trata aoi escravos, porque
pude i izer que os actos'da cata n.lo silo bous, as-
sim enroo uulru qualquar Sr.' depufado esla' em
seu dircilo acha-loa muilu bous.
Enlenda qoe o projeclo em si he dei'antajoso,
que nlo Iraz beneficios para o pohlir.o, e que al-
gunias emendas a elle offerecidas anda augmeulam
esse mal : assim pronuneil-se -contra a emenda do
Sr. Iguacio-de Barros, que manda dar cavalgadura
aos agentes pagadores das obras publicas a coulem
nutras disposiroes, porque com quanlo enlenda que
a repartirlo das obras publicas seja orna das ruis
inlerestanle da provincia, todava se conhece que
nao a acha ella monlada de modo a prestar os
boos sirvios qua seria para desejar : n.li qer en-
trar ua apieciac,Aa do merilo dos engenheiros, lan-
c.indi uin golpa de vista lobre as obra quise lem
ledo la provincia, v que ufin presentara elliscou-
dicei de per(nr..lo a durabilidade, como loccedeu
cora n pouta mandola faaer sobre o rio Capibaribe
a pona do Camorim, que com urna pequea en-
cinirr ida, uAo ebegando as aguas a galgar as barrei-
rai, le despedarou, como a ponle do Cirhang, que
liiili on la aofia em deplrale! estado comu mi-
llas queleria longo enumerar. Neatas circunstan-
cias pergenia, sera conveniente que a assemblea
pruyi acial va oderecer mus vsntagens aoseoge-
nliiirjs deesa repartirlo '.' No entender do orador
n.io lie islo conveniente.
.O orador declara que seotindo-e incommodado
dtita de continuar a oceupar a ationcAo da casa.
0 Sr. francisco Joio:;- Daremos em outro a-
mara.) .
Vai a mesa e apoia-ia o^ieguint reqaerimento:
Ka jiieiro que sobre' o projeclo em discussAo seja
envido o Etor. prasideute da provincia.S.' R.
Francisco JoAo.
Eucarrada a discosio he rejeitado o raquerimen-
lo do Sr. Francisco Julo, e approvado o projeclo
aora emenda! do Sr. Epaminoudas de Millo, so-
bre e conlioun e porleiro do consulado provincial,
e a irimeiri parle da do Br. Ignacio de Barros ;
tirando empalada! as do Sr. Souza Carvalho acerca
dos euginliiro, ijudanles engenheiros e nenies
pagadores da repartirlo das obras publicas.
C. niinua a segunda discussAo do artigo 45 do or-
namento provincial.
' O Sr. Souza Carcalho :Sr. presidente, pero a
asseiiibla, nAo queira por inaneira lgu.ua respon-
sabiliiar este inufleusivo artigo pela desagrsdavel dis-
eussao deque foi campo. E comecarei, lerahrando
casa, que elle nao .he oenhaiaa.emenda elaborada
prusta por um simples depalada, e eicripla* sobre
a pe-a ; mas sim, um artiga que pa-sou pelo eza-
me reflecldo e'approvacAo unnime de ama edm-
minio, da goal faz parle o nobre inspector da the-
soeracia provincial, sempri tAo severo e.lAo vigilan-
te nessas objeclos de sua repartidlo. 'A' villa dislo,
Srs. depulados, he mistar recophnrrr. qae, oa a
cuminissAo eslava tega, e o nobre depufado inspec-
tor da thesooraria eeqoeceu-se de sua marcha Cons-
lautemeule seguida, o que nAo he presumivel, oa
eiii.m este artigo nAo he lo imporiaule e tAo es-
eaqilaloie, como aos nobre depuladus.parece pri-
mej-a vlit.
Si. presidente, eu tenho nesla casa soslenlado a
opn.iAo de'que nao se deve dar dinlitiro aos Mj.iri.i-
para ai abrai de suasnnalrizes ; aclio que sao obras
publicas.
C Sr. M. lenrique* :lvcero quando for a de
(louniia.
t' Sr. Souza Carva[ho :Eu uAo.respondo ao
nolire depulauo, como desgana responder-lhe...
dign-lhe, entretaulo, qae uAo admiti essa eicep-
nao para Goianoa...
O Sr. 't. HtnriqUe* :Est no arligo.
O Sr. Soma CarralAo :NAo esia', pero ao-no-
bre diputado, qae lea melhor.
O Sr. ,W. lltnri'/uc.< iJa li bein.
O Sr. Son: Carcatho :Ea sigo a npjniAo de
qae, nAo se deve dir dinheiro aoa vigariui para as
olir is das mitrizes. Sa o vigario lem inleresse pela
sua matriz, se pode mover a favur desla o zelo de
leus parochianes, faga subscriprei, e oflerera-as ao
poveroo para sarem englobadas rom a q.uantia que
a aisemblca oa o presidente designar para ella.
Mu, lerilrores, concert de urna matriz he ora*
obra publica como oulra qualquer, e como lal, 9
-vi i do regulamento reipeclivu, deve ser feito por
adininitracjlo dos engenlieiros, ou por arrematarlo.
' nelizme.ile esla nao lem ido a pralica adopta-
da lem prevalecido a idea de qpe os porochos sAo os
miis interessados, pelo sea cargo, pelos aeus senli-
raontof religiosos, na conservarlo* de suas mairiaes,
e i ue podem 'mover a caridade de soas ovelhas para
esse |) : eis-atn as rszdes oos diversos tpicos des-
te irlfgo e de orna emenda que oflereci. U que con-
ten o artigo e a emandi em discussAo :'
lelerminam qae se faca o reparo da matriz de
fioianoa por administ(ac,Ao, islo he,, que o izoverno
mi nde a repartirlo das obras publicas aiminislrar
essa obra, ouque a mande arrematar, e, finalmente,
so oAo qaizer fazer rfada dilo, .que de dinheiro
ao vigario para Tazer a obra. Por consecuencia, ve a
assembla, qae eu nAo digo, que se d dinheiro aa
vicario simplrsniiile, o que eu quero he, que se
faca a obra por qualquer modo, por qualquer dos
Iris avalentas qui indiquei : adminisrrarAo dos en-
genheirns, arremaiarAo e admiiiislracHo ,o parodio,
si.'iilo for adoptada nenl iim'a das duas hypothases
qoa colloco em primeiro lugar.
O que ha nislo de azlranho ? onde esla' o motivo'
da admirarn, do pasmo e terror inslinclivo que pa-
re-e inspirar este arligo ? Esla' as palavras sem,
fu nra mas eu direi o que quer diz'er sem
fnnc,a.
Seohores, qae urna pessoa qne contraa com a fa-
/ Mida, qae, por eiemplo, arremate um imposto, qae
1 'ii dinheiro a restituir n'um prazo dado, que esla-
l.elece com a fazeada pdblica urna reciprocidad! de
interesaes, seja olirigada a prestar flanea, be jaalo e
parece necessario ; porcm que oui liomem que nao
.lem iuteresse pessoal em se encarregar de nina coa-
la, mas o governu qoer que se encarregue della, por
que entende que lie o inais conveniente, que esse
Iiioikmii qae sollre um verdadeiro onus seja em cima
u!irigad,o a urna coudi^Ao lao pesada e diflicil non,
. n de arranjar fiador, he islo oque eu hau posso
cimpreheuder, a me parece singular. IJualquer que
lija o senlimenlo que me leva a defeu ler esle artigo,
eu nAo preciso felizmente para sostenla-lo mu- do
>|ue a minha razAo, e ella me diz que esli rligo
nada tem de eslranhavel. ..
O Sr. Barros tlarrelo :Tanto lem que o nobre
Jepolado inandou nina emenda.
O Sr. Soma Carcalho :Eu direi. .
O Sr. Barros Brrelo ;Era enlo mnilo rajvo.
O Sr. .s'oiira Carcalho :f) nobre depuiado pod
rlr em erro ; ou;a-me alo o lim. '
Ja disse que ovigario a que he cncarreg.ida pelo
governo a obra de sua nutrir, he om homem que
siiilie nm ortos, que nao lem inleresse pessoal em se
i n'iimbir desse Irabalho.
' Knlretanlo se esse. parodio nAo quizer que sua
Igrej venha a baizo. ver-se-ha conslrangido, pelo
i-ncargo que o governo jeni iiecessidade llieiinpn/., a
lema diverso. Mas o vigarios rerehem dinheiro ,1a rerla e pnsoalmen-li> a mim disse, que en
Ihesnurana sem .lianra, sempre que elles lem um r.i das musas nada dizia, e nAo li'nlia seo.lo a ii'r'a'li-
padrinlm, semprc quateem alguem que vai pedir ao ca de^iroresso.
presidente em favor de|le...
f'mSr. Drpnlailn : A colpa lie da llie-onrari.i.
O Sr. Souza Carcalho ; Nao he da Ihesoura-
ria, he da presidencii. Kses requeriinentos sao fer-
ial ao enverno, e a thcsouraria da*' o dinlic-iro srin
lianra, sempre que o governo mainla. Assim suce-
deu este anuo com o vigario do Bonito, com o Sr. | vras ,le
l-'orreir de Olio,la, adminislrador uu nao sei o que
II Sr. M. Carnlrnnt :NAo dise islo.
i> Sr. P. llupUtta :Mflu dis-e ?! Ea espero a de-
Cilio da casa.
Apparecem algaznai palavras c signaes atlirmati-
; vos
(' Sr. P,
n|u6 nAo recebe o de
da ureja da DjurcirA) e ouirns uiuitos.
f/n Sr. Depulaiiii : Porqu
tioianua '.'
O Sr. Suata Ctrva\ho : Nao rereheu porque
lie um hoinein que mTn quer desccr A fazer pedidos,
lie um hornera mello raspailavel, pela sua Inilrut-
elo, pala suas viitudes e independencia de lurlini ,
de una elevada posirn social, que ja' fui dopiilado
geral.^oej enlruu em lisia de leadores, ina> i|ue
nAi> quer ronsliluir-se prelendeule "e mendigar em-
penlios e f ivures do grande! do dia...
f Vh Sr. Drpulado : EnlAo esla reconiinendado
por si.
O Sr. S.tuza Carcalho : Nem seinpr as rr-
Fommendieriei do proprio individuo |a os mai. rr-
Iira/.?-. pelo rniilrano, na snriedade sAo as menos
poderosas, e aquelles a quem muila vez se atlenje
nao sAo os qae lem mi direilo a ser alleudidns.
,-Vpoiadni.)
-Sr. presidente, ja' disculi a quesillo grral em to-
dos os eus pomos, Iralarei agora da especie di-
rrtielro de loierias concedidas para lioianiia.
Aqoi esla' um odela do Sr. presidenleque diz Ir .
.'ikj lo:: E pirque nAo recebeu be do Uie-
seureiro das loleiias ".'
L'mSr. Souza Carcalho :. Mas os vigarios leem
algura aviso- para saber qoando corram as lole
nal a esta' o dinheiro as mAns do thesooreiro para
virom-recebe-lo '! O vigario de lioianna sn.snnbe da
ultima lotera e do respectivo beneficio qaando u
thesoureiro foi a ilumina prlas eleieese li'-idiese,
Algoem enlao foi encarregado de vir rereher o di-
nheiro, mas parece que no dia aulurinr linlia elle
silo rtrolhido a' Ihesouraria. Se o encarregado
chega na vespera recebia sem lianza; mas. cahio
naqucllc porao, s com Banca, ou cim algom em-
peuhu pira o presidente ; se alguna dos nonres de-
putadas pode servir de empeuho....
. I m Sr. Depuiado : K o uobre deputado n.lo
podera' lervir ?
J.S'r. Sonsa Carcalho : Eu nao.
fui Sr. Depuiado : Seja o ligara mais zeloio.
U Sr, Souza Carcalho: O nobre depuiado
no pude fazer renuras menos pensadas. O nnbrz-
depulado bem ve que o vigario hila lem em casa o
registro das loteras para saber qaaudo ellas correm,
nem iienlium laUgraplM eleclriro para Iho Iran.inil-
.lir esses visos. Parece; pois, que ha alguina falla
de rclleio da parle do nonre depalido.
O -Vr. Barros'Brrelo : Falla de rellenao he a
iua, de'maudar dr o dinheiro sem lianra.
O Sr. Soica Carcalho :He o desejo dearabar
coro todas aa escandalosas protelares que lera havi-
uo nesle negiirio. *
Mas vamos leitun de documentos de que fui
desviado pelos apartes: ;le.)
i^ole a casa'que Vicente Kerrcira da Cosa apre-
enlou na lliesourawa, procufacAn do digna vigario
de lioianna, com o lira de receber o produelo das
loteras, servindn ella de fiador. O Sr. nxpeelor
da llie.nuraria dis-e-lhe, que sp nibililasw para is-
lo, e inslroio-o sobre o proceulmeiilo que devia ler,
Jo A razAo a que alinde o cilicio que lelo, pela
qual esse negociante uAo volloo raais -Ihesouraria,
foi haverein-lhe dito l mesmo que elle era fallido
e nao podia ser fiador. Sai Iwres, a Ihesouraria' cos-
tuma ser muito escrupulosa neslas colisas,' e eu n io
quero increpa-la por islo, anas esse negonaaile nAo
?stava fallido, porque embira livesse felo alguina
roiivesir.in com seus credores, naof poda dizerque
e-iava fallido, elnilia alem disb contratos com fa-
zenda provincial,na qualidade de-proprielano daca.
%A em qua eil o Oyranasio. Veodo-se tratado desla
forma esse negociante, respondeu-o jaque nAo me
querem para fiador, eu ajirescniarci um que a Ihe-
souraria nao podera racosar n, e eis-aqlii qual foi
esse dador, (l), U Sr. .Manuel Ganei|VM da Silva,
firma commercial de uin credilo'irrccusavel, foi re-
cambiado da Iheeouraria pelo motivo do que a pro-
curado nelle subslabelecida oevia ser pelo ponhu
de um labelliao, e na pelo de um hornera lallido.,
como a Ihesouraria cousiderava o Sr. Vicenta Fer-
reira da Cosa. *
Ja veein os nobre depulados os embararos, "o<
incoinmodos e alropellos que tem de alravessar om
pobre parodio, (luando o governo n.l quer'man-
dar concertar a mairi/. p ir a niii:n-ir.,r i ,, i por ar-
rematadlo, elle, na fall oe empenhos, nSo recebe
da ihesouraria o dinheiro sem fiaiir;a, entretanto
que recebe-lo-lua do Ihesoureiro das loleriaj ; po
rem chefja ora pouco larde, val a Ihesouraria, e l
depara com lodos os ambararos, todas as trica* le
gees, pur que tanto se distingela as reparlictjes de
fazenda.
mea silencio
arump inlia o
im, poi'
i. ...
li'iptiita (eanlinaindo.J J.i miro palr-
pevoa inni dignas, que iMinnain o h.ivtr o
uobre depuiado dllo islo.
U one quizara dizer, senhore, em urna queitloI eeiloa a
tAo simples dirigir-se logo o nobre depuiado a mim, I iienelicio d
para como nbaler-me o descon-iilerar-me'.' Ja o sen
disrur-o publiradn no l)iari<\ de boj", vem rieio de
allii-ii a minha piea, e leudo romo resposlA o
meu silenrio.
O Sr. .Wj (\ini\canti:Ouaes alluces.
l Sr. P. BaptittS :Ja so me provoca ; porque
nao leiihn qirrri lo discutir o projecto de BUgmenlo
de ordenados dos eui|iresadns, e se inventa uina
mainria e minora na casa.
Qae fazer, senhores, quando al r
ncnmmoda '.'l A defeza li nalural, i
seiitiineulo da dignidada pes-nal. A.
lie |iara e-lranbar, qae, duendo o nobre depuiado,
fari- a lace, que cu so sabia a pralica do proreso,
ea Ihe reipondeue que a sua pralica erada fazer
macar a goaernir escravos. Aaol lia urna verda-
deira reciprocilado ; rada um que se nAo julge de-
sairarbr rorn a pralica re seus proprios negocios.
O Sr. M. Caial-anli :A pralica dos m'eui ne-
gocios nAo ra*' desfionia.
fJSr. P. Ilaptista :J|y ,.-i,. ,, uniro motivo os-
tensivo, ,|ne -i|. -L.-..I o nobre depuiado, para
proferir o hora disrurso, que ouvimos, eao qaal pas-
so agora a responder.
Ili*se o nobre depuiado, que, depois que ea con-
cebera o plano de urna einanciparo poltica, me
linha tornado inlolcranle e fallo de'polidez ; e pnr
iiso ja ale agora elle declarava, que me havia de
carlar as azas.
Poda mai bem, senhores, desallender a esla phan-
lasia do nobre depolado : he um castello esle, quu
ea podia eiilrc^ar a eiquecimeulo.
O ir. M. C-aca\canli:He? iiilello ; mai ao e-
qaecunento pude Ailrega-lo.
O Sr. P. Baplitta:Mas alguma rosa sompre
direi.
O Sr. I'rawtsco Jnao :Islo ella na nrdem ?
O Sr. Vrimlenle :O nobre depuiado, que, lia
pouco, falln, fez ubservares eslranhas i materia,
a roncluro ciiuindo-.e clia ; he justo, portanlo,
qae o nobre depuiado responda, e fara o mesmo ;
poda enrenla eoalinaar.
O IV. P. faptiila dirigindo-se aoSr. Frapcisco
JoAo) :O uobre depuiado lena sido mus bem aco-
mido se hvesse dado ete seu aparte qoando o Sr.
diputado Manuel Civjilcanli divagan, em olfensas
contra mim,- e nao agora para lolher-me a defeza.
Apillo-.,
renda peslfao aservirn, que me fazem bem m-
nhecido iodos saliera, que apezar de ler nina opi-
n:Ao e muitos amibos, nunra preten li lomar direr
ia.i de partido, e nem ejercer ascendencia ;apoja-
dosi ; e q i,n ni (ivesse eslaaspiraAo, ella seria
na prali- le lempo de levarem a uin epelho dual e mai ho-
I ras, al.rindo na caliera um reg, para nelle as
ilouiiuilias se mirareiii. Consta-no ale que muito
i paros sao engajado! para' as partidas, que essas
lamillas leoin de Ir durante a -amana, nas paleslrai
i que commo'mmente eoalama hiver dentro da Igreja,
depois da m -a.
'I Sr. J
oM
.li,-T*-. a.f*t l Itesrarreuam hala >\ de maio.
> % i 'ViiWW"."/.Xt-aa j Barra inglezal-loaliiig Cloutlrilbos de ferro;
i llnsiiq ingle MignnuilleIrillms de ferro.
oiqalm Francisco Hilarle, pedio de-
in-s o do logar ,ie Ihesomeiro da idmlnitracAo do i Manuel Cavaleanli r h'raiieiieo Joao, sendo por lim
i palrirnonin dos orphus, e em sen lu.n Im nemeado i apprnvado rom nm requerimento da Sr. Frinciico
i Sr. Antonio Valentlm da Silva Barroca, o qual a- j JoRo, porfiado informarnos di enverno a respeilo.
codeado aparta do estipendio a Enlrindo em snganda discosslo o projecto n. 17
esl.il,. ternneiilo, e parle para pauamen- qae diz : nos professoies 10 primeiras letras a
lo de quera n BoadJqvaeM no Ir.ihnllius. A DOfflea- \ quem for conced lo na forma da le a gratificarlo
rao nao poda ier mais acertada, c foi geralmente i addirional por lerpui l anuos de seiviro iflecTO,
e.limada. rnineraro a perrelisr a dita gralilleactto desde qoa
lainsla-iins quo em casi ,|r> ura olliral de jas- livrrrm romplelado n referido
lira lia urna haura da gagno, onde -o josa a narrar. Srs. ,\. Cavaleanli
ialvezquea mtica do Sr. Ur. fbdalcgado de san- do adiad,..
lo Amonio nAo estoja, ruiim tem da.in esobtranles Coulinoandn na driisan dos arligos aildilivos of-
p.ovas lao cga ramo aqu pililain, o como essa do fereridos em secunda disrussAo ao orramenlo pro-
onicial, que nao v que he pienso acabar com ana I vincial, erarim ns Sr*. Uanoel Cavalranli, Suiza
espeluiira Iralanlorum. |i,. \^me,n de Barros, .\. Cavaleanli, ficando
Nao labemoi porque a familia ilesc infeliz adiado pela hora,
alienado. ,,,. lauto dlalnrbio! ha causado ja I \ nrdem do da ha a ine-ma e mais a segunda do
o, 39.
Na se.,!,, de ante hnulem a Meembla rcnlinuan- Barra porlugiiezaMana Jetpipas o barril va-
do na apreciarn da primelra dlieosilo do projeclo | sios, e farelo
ii. 51. que auturisa o governo fazer as desapro- I Itrigoe porlueuezTalaje IIpipa c liarris vasios,
priari'. oos i?rronns |. : ;., ,.(!.., a particulares na j familia e cebolai,
villa do ('.alio, oraram os srs. Barros da l.acerd.i, | llrigu porluguezRelmpagoliversos gei ero.
Brigue porluguez l'rov.i.lordem
Hrigue hamburgaez Klhemercadoriai.
F;cuua hollaadezad-uligcqattjdi r uenelra.
Barca americanallaunak luuresloufamilia de
Ingn.
Ih.ile brasileiroHoiisAiniaosfumo e diarolo.
IMI'llItlAl.AO'.
Ilrisne porlunoez ultlainpaBini, \indo <1> Lisboa,
o referido lempo o oraram os \ consignado a lliomaz de Aquiiio Fonseca o I ilhos, i "*/* <'" M. M Vinassa.
bp.iimiinnda do Mel.n, lican- manifesim, seguinle : I 'i1 bd"" e '<>> meioi maule
-1 pedjrafl de rauta ia ; ios membros
I caix.i perfumaras ;< J. Coelho. .
, 1 dila olijeclos de porcellana, livros e relojoana ;
a* A. rt'Aqomo I;onsera.
'.i raizas miudezas. 9 dla perfumariis, missan-
cas e papel ; a Feulel PirTlo V C.
i caivas rliapen, dilos de sol. fazendas da algo-
do e perfumara ; a Siqueira\\- Pereira.
1 rana fazenda de sed, :i ditas chapeos de srH,
%r- lo de seda, camisas de ligedlo e roupas; a L
A. de Siqueira.
311 hams ,. ;(,( maios manleiga ; a Cals freres.
I calvas vidros ; a B. Fragoso.
-' raizas fazendas dj algnd.lo, 1 volme dila de
seda, i; diloi chapeos, tpele de loa, ferragens, cal-
rado, grvalas e rhales de lAa, 1 caiza pannos, -2
na. qoa Ir.,-, K) lila vinho, volme rhapella-
eocamga- l"
iga ; a Isaac, Curio
mu nobre, mejulgo mallo capaz da oceupar esla
po.icao. [Mullos apoiado.j Oue estado os nVaonos
publiro, avaliq da marcha dos acoulecimmlos, se-
gundo a minha indiligencia, e modo de ver as coa-
las sin pedir para lulo licenca a alguein, e sem
querer que a lliliniliar.lo deprima as miuha convic-
c.le. islo, slin, he verdade, e o nobre depuiado po-
de dizar de mn.
Qoa moderado e. crlalo, manifest minha* diver-
gencias, quando al lenho, aos amifos, e alo aigiima
vez me lenho relir.idu delle cotn reservas sem es-
cndalo para nunca desligar-me do no forle, que
nos prend, qual o do pensanienfo da ordem lam-
ben lito he verdade, e.o nubre deputado pode dizer
de mim.
(.le na divergencias mais capilaes lenho (ido
sempre a precisa firmeza para nAo l*rlurar a minha
con-eiencia ; e lano lie assim que. quando em ISK
aqu se esrreverain crlo jornaes coiilraos poderes
publico, cuja llngaagam e eslylo eu reprovava, rr-
eollii-me aa silencio, e uoquiz ler parla nelle*,
lambein islo pode dizer de iiniii, e mullos o sa-
bem.
(' >r. H. Cai-aloan :Eu nAo sei.
O Sr. I'. BaptUta :Uulros devem saber.
Ma, que eu|lenha hoja alaran plano poltico, islo,
senhores. he um caslello, que sii o nubre depuiado
o lem firmado.
meus actos, mullas palavras, nieusdiscursjs, que
lelo provem I
II Sr. M..Ca\alcanti d om aparto, que nao ou-
.viino.
O Sr, P. Baplisla : Aponle as provas, quero
ser inlgado.
O Sr. M. Citcalcanh : O maltratar seus col-
legas,
O Sr. Paula Bapllila -.Esle conecilo, Sr. depu-
iado, nao merero
do Id., atii IV, e da
Babia
..li-
na ('acaldada de Diioilotja m aHabdega, nlo o ro-
lera rom segnraura, aliin de que eio algum dos seus
aceessos nao Ihe acontece algnma desgraisa palor d
que a que ja sobre elle pesa lie uin acto de ran- Mfemos a vila |ornae
nade, he uina ohrigaro de familia qae preza seus I at 19 do corrale.
nieinjiros, e qae nAo deve coutorrer para que o seu | A casa da monda da corle, amoedou de |K|!I
infortunio mais se aggrave. | liin ae ,s.,., 3ai,639:378IOO : sendo em ourn. .
.Mo n.vera quem se ach com a forra moral ^7,r,J'J:li-"UII. e .V,li:i(l::IIKol(MI, em prala. Pesias
precisa para ronier esse Femoral da nova especie, qoanliai (i,'.ll'.t:i;i'.iv,l em orno, e l,O7l:07l-J(i
que diananieiiie ora urna casa de vondagem nas (.m- em prala, perlenrenleao ullunn auno.
ro I antea dilacera as giricoea passadas e prsenle,: ciculava-le existirem na cmara dos depulados
enunciando phrases diablicas, pnipoiruesinfernaes, lltl ron-ervadnres, >:! lozias ou liheraes o O duvido-
rniijuraudo as furias e invocando o* poderes de Si- 0. Dos que ainila nAo lomaram assenlo, co.ilavam-
ana/. (lu.l se luda vmnlianr. fie, borrorisada de se 7 conservadores, 3 luzas, e os mais duvidosos ou
lanas blasphemias !..... oh delen(Ao nao sabes; desronhecd".
que auti-chnstn perdes de ler em leu bojo. A rapuza
lano faz na semana, diz o adagio, qoe lio domingo
n j vai a mis-a.
Pedem-nos a publicarAo do seguinli :
i lllmi. Sr. redarloresda Pagina Avnlsa.A ez-
aclnlj rom que V'mrs. redicen a sua Pagina, a e-
nergia que enipregam sempre, que sAo illudidos por
algum ralumniadnr kni o demeulir ; anima-me a
narrar-lhe n fado, nAo so por mim presenciado, co-
mo por numeroa pesoa<. O agres>or Hercules
nu Sansao, como por eicarneo Ihe chama o ralnm-
niador, era diariamente aegredido por esse moro
inerme, que tirando a. lama que o cobre, inlentava
salpicar a reptitarao dete que em um momento de
colera riesceu a castigar o mofo inerme, como um
pil cailiga a seu lilho, nao o largando seii.o quamlo
0 innio inerme, Jhe alirara duas luriosas punhala-
das/que, grabas' a ua agilidade pode, livrar-se, le-
veinenle Herido /. O. A. n
O vap?r inglez I i'mi.i entrado linnlein do
Rio de Janeiro e Babia, tnioxe os segninles paa-
Hgelroi: l.uiz Samuel Thotnai, llenrv Aucosio
Cooper e um titilo.
() vapor brasileiro uPer'iiinnga., vindo de
Mareio e porlos lulermedios, Icoaxea sea bordo o;
sejiiinles passageiros : Domneos Jos Alves da
Silva, Anlonin I"u-miiiu Hcrarii, Antonio Alhana-
zio de Araojo, Mauoel Jnaquim do Nascimenlo, Jo-
e da Mulla Pacheco, Antonio Ignacio de. Carvalho,
l.ourenro Jos do Nascimenln, Jo liuedes Noguei-
ra, o menor l'canci.co .lose Pinheiro de Mello,len-
rique Aueuslo Millel, Manoel Acrioli SlAliagO, I).
Rosa Leopoldina Acrinii ,. urna eecrava, l>. Anua
1 inbelina Acdlbl e urna esrrava, Euzelio enavo,
Manuel de larros 'v andoi lo\ e um eirravo, Lean-
dro Cavaleanli da Silva Calmarles, Jos Manuel di
Barros Waoderle] e nm esrravo, Antonio Pedro Ca-
valeanli de Alhiiquerque e om eicrevo. Eneas Af-
fonso Vianna, Jos Virlonno de Paiva, EitMiilao
l-loriaiinode lloilanda, Jos l.ins de Barros, Jos
Duarte de Oliveira Reg.
Al amanhaa.
Na Babia foi creada, por arlo da presidencia de
IS do correle, a guarda policial urbana, qne deve
fazer a pulida dos lugares em que ella for encorpn-
rada.
0 vapor francez llrezil. qoe d'alli havia sabido,
no da 17, depois de se arhar \inle leguas longe da
barra, voltou de imivo a ella, alii de concertar fal-
las enormes que offrea na maquina.
Por rarta* de S. Paulo de S, c de Minas de do
corrrnle, ii-nliiini (arlo nnlavel linha-so dulo na-
quella* duas provincia*.
No dia II rbegoo do Rio o vapor Prime, Irazendo
dalas de Montevideo e Buenos-Avres al3 d cor-
rente, e do Paraguay al II do panado.
A fehre que reiiuva na primeira deslas localida-
des derlinava sensivelmenlc : suh.cripres forain a-
berlas em Buenos-Aires para soccorrer os atacados
do mal.
1 o i'leito governador de Boenos-Avres o l)r. I).
\alenlim Asmo. Comqnanto,. diz o corresponden-J
ledo Cnrrem Mercantil, elle nAo seja ;i ezpressAo
Eiaoilll da arlualidade, mnilo se recea do raracler
tfioleutnde qoe he revestido, o qual, reunido sua
rispidez, poderomprometter arausa ; comludu ap-
pela-se para o lempo.
Ha rouf-derarAo argenlma nada ha nolavel.
Os saques negociados na praca do Rio de Janei-.
ro. obre a de Londres, fpram i'mporlanles a Ti :i|l
a !Mi d. de villa, a cujo prern eslava firme.
Chegaram, preredenles delta poilo :
Aodo Rio, |-J, os brigue* Maria /.uzae I e-
loz, ambo* rom lli dias d viagem.
Anda Babia, a sumara Horleneia, rom 5 dias.
Sahin, nicamente, paia esle porlo, do do Rio,
13, o brigue mglez Garrick Fergus.
dos da obra da malriz da B ia VilU.
'I pipas, ID inea e "ni barr vinagre, !K) ditos
azeile ,ie olivaira, Sil diloi loaeinho, 10 ditos pan,
10 ditos rhouriri. 2U) dilos familia de trigo, 1W
ditos, J pipa e 13 ancoreas viulios, i |i, caizas cera
l vela, o| barricas e l sarcos dita eVn gniine. I
raizle relroz, gallo, livrns e obras de pasnmarw,
ele, I dito ornamente para padre, I sarro inoeda
de ourn ; aos consignatarios.
1 pipa, s barril e l ancore tai vinho, 10 barril
Hule nacional Sergipaoo, vindo deColinguiba,
asignado a Basto-1\ !.iino.,manfelnii o sogaiaMi
raiv.is chapeo, e llanlai; a F. G. de Oliveira
Sobrinllo.
Un
con
,11 sarros a-sucar braneo, 278 dilo dilo mascava-
do ; a nrdem. .,
Patacho purliigiiez Bnlhanleo, vindo de Lisboa,
consignado a Bastos & Leroos, manieitoa osegoinle
90 barricas farinh* de liige, >-, barris vinagre,
;ij(i dilos abatidos ; aos comgaitarioa.
azeile de Oliveira,lli ditos loaeinho, -Jll ditos rhouri- ''"' h.rrica farinha de trian, ,VI) barril vinho, 1(
r-f, 1 cartucho, ouro em inoeda ; a Amorim & Ir- l"l'as s matas vinagre ; a J,,.,- Haplisia da Fonse-
rnao. ce Jnior.
30 barris chouriros ; a l.uiz Jos da Coala Amo- 1 barricas sardinhaa*;_ao capillo.
rim. i r,i\as marm.'lada, .', dita lio e passas 11 di-
2(1 ditos vinagre, 10 dito azeile, Si ditos er, 1 'as e ** """'a* massas, -Jcaninhas chocolalc's l !..ir-
caiza mercurio j a Antonio l.uiz de Oliveira Azi- "s vinho, O dilos choriro, 1 dito e i barrica" rer-
vedo.
100 pipas v,isias ; a Isaac Curio cV C.
Ti barris viuagre; a Pergenliuo de Aquino Fon-
seca.
20 anrorelas rhoari^as, Vn ran.i-lr.is hlalas ; a
Manoel Jos de Faria.
III pipa* vinagre ; a JoAo da Cunha Nevo.
:i(l barris azeile de oliveira, X canas cbolas ; a
Molla ,\ Irmos.
'2 raivole* carne de porco ; a \ilo \'iein Coel'io.
30 barril vinho, 10 pipas vinagra; x viii \ a Mo-
ren Filhos & C-
I viveira canarios ; a Josd Ignacio Maia.
I einbrulho tais ; a Moreira & lluarl*.
.1 calvles sspaloi de Iraiicinha ; ajuaqoim Ro-
drigues Duarte.
eu delles-apoiadjsi : he um cas-
A oosa Ihesooiaria he, com efieilo, escrupulosa; (ello, que o npore depuiado be qumn o levanta-:
lem-me offendido, assim como lem olieudido a on-
lru:-iiAi (era querido nbslor-se de ollender, ede-
porm he nalural que o Sr. Manoel Uonr.alves d
SiLiirse dese,islase lambem de lanas eiigencias. e
cou-as deslas he quero evitar.
' m Sr. Depuiado:Toda islo soccede qoando
se Irala do vigario de tioianua.
O Sr. Soica Carialho :A czplicac/in de minha
intrrvenro nesle negocio he, que a igreja de (iui-
anna estando em risco de grave ruina, c iolereasan-
do-me eu para qne essa obra se fara, pelo cuidado
e-pecial que. me merece e deve merecer essa lurali-
dade, quero que o governo empregue para esse fim
o producid das resperlivas lolena, que mande' fazer
essa *obra pela reparlirAo compelenlr, ou por arre-
iii alar o, ou 00110 que o d ao vicario sem a frica
di Honra.
E, Sr. presidenle, romo eo jnlgn qne esla jostici
nao dee sersomenle para Gotaona, apilar de.e-lr
convencido de que lodos Os vigarpjs podera nao es-
lar eyaclameule nas. circumslancias deste, olfereci
"ama emenda, generalisaudo a medida para lo los os
paruchos que liverem na Ihesouraria dinheiro de
loieriai. Oque ha de mais justo e de mais regalar
do q'oe islo ?
Urna f'o: :Havia tanlo que o nobte depuiado
msndoa urna emenda.
O Sr. S ni: i (arra\ho :Podia ser juslira ap-
plicada a um uolco caso, mas ninguein charar a
uso injostira.. O qae se segu he, que deve pastar
a mola emenda, que ha o complemento da doulri-
jii do artigo,
Conduirei dizmdo, Sr. presidinle, que eu achn
justo qae le admilta esla pralica,para com todas as
matriz-., no mismo cao da de C-oianna, p.ircm nAo
me importa qoe o governo maude fazer a obra por
.olnunilrac,o oupor arrematarn; < que qoero ni-
camente he, qae nAo haj.i esse embaraco A fiaura ;
o que quero he que sobrase fara ;o que desejo Ve.,
tirar de mim a responsabilidade que mo caben,
so, oslando lio bm informado, como me acho, so-
bre o estado deploravel da malriz, por falla de es-
forrjoa meus, deizasie com rndill'crenr.i consumar-se
a sua ruins.
O Sr. Meira llcnriquet diz que pedia a'palavra,
nAo para io oppor a arligo qu eslaeni discussAo,
mas para pugnar -pela conveniencia de ser essa me-
dida indicada por lie generaliiadi, applicada a to-
das as malrize da provJncia. Abunda ua id do
precedente orador, i.o sentido de provar o inconve-
nientes as-dilliculdades e embarazos qo* lem os vi-
garios para.recebeiem da ihesouraria essas quolas, e
nesle sentido apona algonstezemplos.
Passanio a^apreciar a emenda do Sr. Souza Car-
vilho, diz o orador qua volara por .ella a nao ser
a condicAo de fazer o governo a desneza' necesaria
\fom o reparo da malriz de Coianni, porquaulo po-
de o governo entender que deve prferi-la a nutras
qae se resiolim de miior nere-sidade de reparo
do que n de Goiinoa, e no sentido desla suas obser-
vi<;iei conipiuinoite-se a mandar em lerceira discus-
slo nina emenda. '
i- iiroi r i--.- a discossao e he approvado o arligo rom
a emenda do Sr. Sjuza CarvallA. .
Art. |6. Ficam era vigor as dsposses dos ar-
ligos 4:1, 44, W, 49 e ,V7 da lei do orr.iuianio v.-gen-
le, -o lulo, us mais desla lei, e. dos nr ramelo ante-
riores, relalivns a Cobranra, arrecada^Ao e liscalisa-
rAo das rendas; rivogadasas disposices em contra-
rio.
He approvado.
.'Continuando a segunda dincussAo do artigo 43 a-
diado em urna das essAo .interiores.
OSr.'M. I'irlella faz algum as considerables so-
bre o artigo, lcando-o-mesmo anda adiado,
iendo dado a hora. .
O Sr. Presidente marca a ordem d dio e levan-
la a sesillo ai 3 ,'i da larde: *
sespara ^:it .,, r. ,,ul..i-, que si-llre.
E aqu me cabe oizer ao nobre depuiado que,
para eu ser poltdo c.ayU bisla n.lo imitiMo. IV-
nn i procoranq, er prudente e mo leradj ; mas de
moi'a que n;ip abata'a minha dignidada pessoal ; e,
por lauto lie e*la moderaro que eu offereco ao nn-
lirc deputado nuno um ramalliele de llares em tro-
ca de tuas sellas sempre eivadas de veneno e ali-
radas para lodos es lado;
" Sr. ./. CatMlcanJi': E ea nlo areilo.
. t) Sr. P.Jtaptta arila acalla nioderaro !
(' Sr. I. de Burros : Oh agora 'digo o Sr.
Manuel Cavalcaoli nao apoiado. ii
l> Sr. /'. Baplista : Pas direi agora ao nobn
deputado que a deve aceitar.
O Sr. M. Cacalcauaati: Nao quero os seos
couselhos. "
O Sr, P. Baplitta : N3e s,To conselho* ; mas
um desengao q(re |he quero dar para que Rio per-
ca, mais o seu lempo.
Sun, alllija-se o nobre depotado o quanlo quizer
com a nobreza de raeui senlimentos enlregue-se ao
desespero das offeosas' que nem mais o nem menos,
do que a moderado, nonca jaman conseguir' de
mim.
lime o nobre depuiado qoe a poltica obrigava...
O Sr. .1/. CVzta-ilcanfi: Disse i vertigem dos
partidos.
O Sr. I'.Baptista : Disse que a verligem dos
panidos obng.va as vezes o hornera a se por em
conlclo rnm p,..na., de que deseja/ia arredar-se.
Vislo que o iiohre depuiado lem lomado o ei-
pedienlo u> negar as offcn sempre csplicaro mui innocentes is suas ezpres-
soo, preciso queme diga se esla* suas palavras
conlem algnma allosAo minha pessoa.
O Vr. .1/. Cacahan' : Foi nm principio geral
e nao be eilo verdadeiro ?
O Sr. /'. Baptltla : Pode ser um principio
; ma, nAo. lis islo o que t-u quero saber : pa-
0rtci5i?on&cncta.
COMARCA DE S. ANTA'O.
Victoria 19 de maio de 1857.
Lo. |o Hit., certascpirilos vertiginosos se necunam
a propagar ua imprema peridica doutriuas riesmo-
ralisadoras, dando evpansjo om genio diablico,
provocador da discordia, perturbador da paz, do so^
ceg dos mimen honestos: o Vicioriense-baldo de
milicias inleressanlcs para dar-vo, revolvendo a
sua ranea.u imaginara.), Ilie ocenrreu a lembranca
de dizer-lne alguma coala sobre a iramorlalidad'e,
serviudo-se das prova maraes de um escriplor con-
tra a proposicSo de um incrdulo.
Diz elle :
". ~ K." aao "'o so'"- a Ierra, que ama longa
serie de pliantasma<, que nasrem, so desvanecem e
se luceedetn a mllhares no e*pro de urna hora ;
vans-imagens. que um lieos ra'prichoso produz com
um sopro, e qae um Dos cruel com oulro sopro
detroe. Outra causa nao ha, que om fluvo cierno
de ser Traeos, e transitorios, que a torreule do lem-
po a.rrasla com eslrondo aql abvsmo do nada.
Respondei-inr poi : nr meio dessa trrenle, que
nos arr.isla. e anles de sermos tragados, n3o haveria
um paradeiro, onde o homem podesse respirar um
uisianie dos neos lerrore, sondar com ...- o nu
destino, e concebe audacia da (misar qne he al-
gnma cousa o ser iscido ? No meio de conlinnos
naiifragii de tan tere (Ao precioso*, e to bello*
n.lo ha un ser supicino.cajo Ihrono ^rve de base ao
universo, a domina sobre ae\tiusAo do espado, roraT**
um pharol brilbajiie, em Ionio do qual lodos os s-us
lilbos dispersados pela morle ss ajunlam de qryo
para mbelezar sua corle, e receber a felieida le ".'
>Ao evisle pov uin poder, que lie o reulro, e a
uniAo rniiiinum de toda q realidade !
Aquello, que pode forrar o nada a produzr os
seres, nao eslenderseus braros nod|aaprazado para
os arr'ancar dps ferros da morle '.' Nao ordenara elle
aj> sepulcro a resrllnir sua preza, a Ierra, e ao Oc-
ano a lio. entregar o deposito das gerajoes, que Ibes
linha confiado por pouro lempo ?
Se a natoreza nAo vos p.le instruir, se vos cegis
sobre o que vi-de*; resistiris anda ao que senda ?
Se adiis que a'voz do creador, que vos falla ni.
suas obras, he niuiio fraca para quera esculcos em
vos Ol caracteres*da iminrlalidade eslo imprimidos
sobre vos. No vjsso teio trazeis o juiz que vos con-
derana.
A nalnreza nAo impoz a seus Blnos. Elfa nAo -
en-ven fbula nos seos corarftes, e nem fez do ho-
men) urna mentira, que eug.uiaise ao mesmo ho-
mem.
Guai ao ferlil pasto os vossos rehanhos! : vos nAo
os sentiris queitar-si. Elles passam satisfeilos e
contantes. A paz de 'quo elles garanta vos he nega-
da. Um dcscnuleiilameiilo eterno persegue c ator-
menta o hornera. O mouarclia e o pastor seqoeivam
igoalmeule da. sua snrle, e do throno a choupana os
suspiros se correspondem.
Todava que immenso inlervallo divide o seu
desune* ? Um encerraos mares nas dual parles do
seu imperio, oalro nAo posue no universo, que uina
hrigir-me na csoienieote e merecida resposla.l cabana de lodo e palha." ed.icada a"pres sobre um
, pee, i que me dga, se as suas | lerreno abs.iidanado, e qoe mal o def.nde do inver-
' no e das tempestades. Pcnsare eu que o elerno foi
as dilMi
palavras^e referiram a mim.
(' Sr. M. Caca\ranli: -r- Quando
oAo tive o liebre deputado in mente..
O Sr. P. Baplista : EulAo uAo houve allusAo
a mim '.'
O Sr. .1/. Cai-aleanli : NAo bonvc, nao se-
nhor.
O Sr. P. Baplista : Bem. Ja vejo como me
hei de' haver conr o nobre depuiado, para que elle
Dio me arduse de descomedido, e ha mnilo qua llo-
vera ler recorrido a explirar/ies ni lempo, para
nao Ntarmoi trocando palavras sem signifleaclo,
licaiido o nobre deputado corto, que nao roe oileuds-
ra' -sem que me ade no campo da defezi.
PAGINA AVULS*.
De ludo se servem a* familias do obom goslo.
[.para rliamarein a alteurAo publica sobre si : os ac-
tos mais sanios sao convertidos em profan.irao es-
rande^osa, comanlo que respire, dr que fallar e ti-
cilecnnosidade. Disseram-nos que alguma* fami-
lias se eolligaram para fa'zcremo Mez-Miriano
cada urna dando a ua norte, a maueira de partidas.
Com eileilo, anim lizeram. Efia lio pi devorAi,
se-gundo coaita, limsido profanamenta malerialiia-
ila : rcunem-e ai conviva
a orrheslra, ahre-e
guella
mais liberal paracomigo com us meus rebanhos, que
para contigo '.' NAo, ole,
O desconleiilameulo, que-mormura no meo cora-
cao, nlo he senao'o seulimenlo da minha immor-
l.ili l.nle. '
He o grjlo do inslinclo appellando para o objecio,
que falla s sos felicidade.
Esla estabeleculo, que o homem nnbremenle alor-
myilCada pela propna 'grandeza, suspirara labre o
Ibronojiualmeiile que debaito ,1a cabana. Os seus
desgaifos Ihe revelara a sua nobreza, e a sua mi-
seria Jlie grila.que elle ua'sceii para ser feliz.
Nos nAo estaraoi aqu na nosia patria, esla Ierra,
onde recebemos de paagem da nalprea um l-
menlo que ola pode saciar-nos, he cslranbi. Por
maior que seja o numero dos nosaos desejo*, mis fi-
camos esfaimidos no meio desla abundancia es-
rlenl, e os maiores prazeres, nos deixam sempre
de*ejo.
Seoni locamos a mela da nosia llevarlo, descere-
mos anles, que tiraremos em repou imperio romano abandona o
Srs. redactores.Rompendo-se o veo nocturno
onde jazia n met silencio, voo dar ao preln, nesle
jornal, a uina masn que senle o ineu coradlo des le
o dia ->'.\ de dezemhro de 1856, que ro sentir! all
vio dando ao publico una satislafo e fazendo pa-
leille o vi e ine-quiolm- e iininoiaes prncedimeiitus
da um capelllo da povoMSto de Canholiuho, o billre
padre los de Lima e Silva. Bailando eu a villa de
Caruaru {lagar de meo nascimenln- vim habitar n'es-
la povoarn de Canholiuho onde boje me acho a fa-
miliado, lendn-me con.luzido n'esle lugar desde o
da (i de dezembro de H'rl al a poca de 1854 mol-
i conservado ao reliro, *em ao menos ser lerabrado
para membrn da sociedade, e assim viv al os prin-
cipios do auno de lrVWi ; no lira do referido auno fui
orneado eserivlo de paz d'esle dislriclo, drizando
esle cargo quan io, em silembro de 1856, fui eleilo
juiz de pazdo mesmo dislriclo, por ler enlre seus
ii .luanles ganho algum affeeto, e deposilarcm em
mim algum conceilo ; desdeja principiqu o ureu do-
ssssiicego de espirilo, frequenlaram-se' a intrigas e
peinripaliuente rom o sullAo padre Joc de Lima ;
que quiz sorceder a Manoel Lucio, aquelle que quz
iragar os habilanles desla povoirlu, e ler urna im-
porlanria nAo mererirla; esle'Sr. padre he, romo pa-
pagaio, aquillo que aprende e o cavallu de balalha ;
quer ser um rci de Canholinho, cnilado de ramo
africano nao pode produzr horlt fruclo.
No da H de dezembro de 1836 aeflri publicamen-
te 'un alaque provocado por esle miseravol pudre,
de iionan.i.- -me em ollas votes, qaaudo por ,-iraso
P-- ava eu pela ra, a era .suas razes dizia que eu
ia sido o autor de uns p.squins que diz recebera.
o dia 2 de Janeiro de 1857 foi instaurado por or-
rr-Joi Ilr. juiz de direilo desla comarca om proces-
o curtir mim, e meu sagro, sobre o fado cima, u..
qaal flii ouvir jurar lastemaahas, Iendo velado sobre
mim a providencia que ralo desampara aoa Hum-
enles, rtenhumas depuzeram cpnlra mim, e meu s -
gro melena alguma de accosacAo, e anles em seus
ilepi'iraiuloi, live elogios, Iendo lido estas teslemu-
nhas apdjita las de proposito pelo caviloso padre,
inito e mnilo admirei quando nao sahi prabiza-
do ; o pensar d Sr. padre nao era esse, lalvez pen-
sasse que as eonsciencias das lesleinnnhas lossem
elsticas como he a d'elle. A vista de appaiecer urna
cnnlradici-jd nao esperada, e 'u lena de proeanar
do infame calumniador, por doas criines. Iramarara
ecrlos senhores qu dizem ser meus amigo, e do
calumniador Pita earoaroiro do seminario appellido
m lempo do seminario ) de compurem urna comis-
so compola do Ir Srs. lenle JoAo Pereira de
Almeida, Jos (jomes dr Silva e Jo J.oiz das Ne-
v, para ir ler com o Dr. juiz de direilo para
man -r soltar a ordem dada para eonv iss> preveni-
rem o meu desforro e eu ficar nessaobrigarAo, porem
nAo agrade, porque'nao foi para o bem estar,
sim para esse pa Ir ficar em sau amado socego, e
para que nAo fique em lolo impune, aprsenlo ao
publico as minhas salisfac/ies a repeilo.
Srs. redactores,* desforro que eu deviA lomar era
processar o niun-, porque com i-o raoilo o
alrazava e (icaria cora a'sua anuda quebrada por
algn*, das, don* processos erara rerlos, b primeiro
por uAo ler provado a calumnia que me arguio, e a
origern la qual foi de eu ler saludo i-leiio jui/ de
paz e delle alo se lembraram nem .o penos para
um denmo supplenle, e Iralou ele bruto de querer
aniquilara miaba repular.li por (oda-esta comarca
rom seu liarme, roberlo de todas velhacaria. O se-
gundo por irregularidad! de ron'ducla como pruvo
eem o ilorumento juqlo, visto $e adiar mcurso
no artigo lia, do cdigo criminal.
Sr. redactores, Se eu me dee ao, vi procedr"-
nienlo* desle padre, lalvez que fose rapaz de fazer
pasqun; porem eu nAo sou o sacerdole que leudo
em sua rasa urna mana -viova e sobnnhos mcuoies,
rom elle* inora com urna rapariga, que escandaliza,
que ollende lano a moral cninn a leligiAo, se eu o
anuo paisa lo loase desabonado por uina concubina
publicamente nela povoacao seria capaz, se eu fise
um sacerdole e inandase roabar' um baba, de urna
mora para tirar um relog-o vellio de prala, que "ella
linha farlado, se eu fosse a (iaraobeiM queizar-me
as autoridades pedin lo ordem para obrigar a eulrega
do relogio na nluando para minha rlasse, a ponde-
rar a auloii ladea ele ludiente, se eu subisse em
um pulpito para fallar da vida privada deum indi-
viduo, se eu livee casado Francisco Ferreira e o
depois o revalidaso. e en rasase noivas por novi-
Ihaa, se cu an.iasse feilo nloliizomen pela estrada de
Cinhnlo-Vellin e Alaaoa-Seces. Se todo i-, i prali-
ea* dadau, purera nao lenho esles proceder de um Lima
veja, :((> dila- e Jll meias farinha de Irigo, :M)|) ms.
Ihos ceblas ; a Domingos Jos Ferreira *tjHimares.
11 barricas sardinha* ; a Manoel Jo de rarta
10 barris gesso ; a Manoel Ignacio de Oli-eira.'
2 dilos vinho ; a L. A. de queira.
1 dilo secante, 2 ditos almagre ; a Miguel Anto-
nio da Cosa c Silva.
Ilarca americana aHinaata Thoenlon, vin'da de
New-Orleaoi, -onsignada a Schramm Whaleh & C,
iniiinle.li,ii i seguinle :
2.T.IHbarricas familia de Irigo ; aos mesmo.
tscuna hollandeza aAnljeo, vinda de llailingen
; eonsiguada a Breudcr a Brandis & C., manifeilou o
seguinle :
88 harria pregos.Sli barricas e (00 frasqneiras ce-
nebra, 150 raixas vela, fotl dila. queijos amengos
I sacco moeda de prala ; a Joaquim Jos de A- e P"|0S i i" K'Ko* btalas, 53 botijas oleo de linha-
roonm. (t, 10 fardos e I pacole papeido, 51 fardoa e ri eai-
1 rarlacho .moeda de ouro ; a Joc JoAo de Amo- ttl P'P6' de ambrulho e da es-rever, i-fardos pan-
rim. no Para sacco : aos consignalarios.
I dilo dilo dilo ; a Feliciano Joe C-omes. ''alacho nacional o Don Amigos*, vindo da Ba-
lirigue porluguez Trovador, cnnaignado a Bar- la, consignado a Joao Rodrigues Yi.inua llantas,
roca & CiftiO, iiianile-loa o seguinle : mauifeslou o seguinle :
1 caiv.i apalmlios, ."> dilas panno-de linho, loalhas, | aia* dulas, 1 dita panno fino, 5 ditas asuc,n,
eoihurnos, iinhas. etc., 1 pacole huta, barquinha, 11 c"m :,"00 charutos ; a James Ryder. & C.
dilo lio de porrele, -J rana rliipcus, 1 di,as fecha- c*i** d"Us ; a Soutluil Mellors & C.
duras, I calzla salpice, i caitas palito e msica, SeainJea fazendas : a Paln faih ,SC.
para viola, :t Jaarricas anza las; aos consignatarios. 1,il:' lt''os impressos; a Jos l.onr.alve da Silva
5 pipas a 35 barril vinho, lo ditos presuntos, 9 2 eaixaa beaarroi envej-nisadm ; a Laswrre Tis-
cana.lra folh i de loare, 1 caiza prala em obra, pa- i sel fferts vV C.
ramelos e livreis ; a Jos Antonio da Corta & Irmo.
25 pipas e lili harria vasios ; a Joi Alves da
Silva.
I eaizlo chapeos ; a Lniz Pere.ira de Mello.
i dilos covn do linli > ; a Thomaz ds Aquino
Fonseca v\ Pilhos.
I eaizlo salpices e doce ; a Joaquim Antonio Pe-
reira.
"i caivas e 2 caise* ferrasen, 2 eaizss punle* de
chifrc, 1 farlo carneiras ; a Lino l-'errira Pinto.
:l caiiei miusleza; a Joaquim Jos da Coala Pa-
joz-s.
:l caixas ardiles, 2 ditas par.uj d- linho Iinhas,
2 dila* e 10 amarrados acaiales a roldas, JO canas-
Iras albo* ; a Antonio Joaquim S "iza Itihciro.
6 barris cuchadas. I eaizlo ramilla, a caivas f,--
ehaduras, ->-J pregas ; a Tuomaz r-'ernaudn* di Cu-
nha.
1 raizAo ferro em obra ;.i Antonio Joi.quim Vi-
dal & C.
5C aircorela* azeilonas. 10 canutrai albos, caivas
palijos ; a Cosme Jos dos Sanios.
-.i rodas de arcos de pao ; a Jos Anto lio Pereira
Jar.iim.
1 cana miudezas, 1 raizao rulim; a Francisco
Cueles de Araujo.
jl caivas miudezas ; a A'bino Jos da Silva. .
d barril preunlos, 30 cauaslras albos, 1, caizAo
coviuillios, | dilo obras de palliela (a|sa ; a Manoel
Duarte Rodrigues.
Ilr
I eaizlo com 1,000 charolo* ; a J. Keller A- C,
llOcaninhas com 6,85 charutos; a Ignacio de
no (aborda.
150 dila* com 1.1,000 dilos ; a Jos Antonio da
cunha iV Iraslo.
1050 ditas 105, dilo* ; a Jalo de Siqueira P.
i volnma chapeos, t dilo faca, i ditos diversas
fazendas, 2 barrica* pedra jspe, 1 lata pos da mes-
raa pedra, I eaiiota urna un.geni do Seohnr Meni-
no, I,:i(>0 quarliulias, :l barricas Inuc-a, I,> arrobas
de ndla em sacra, (o fardo rom \2 dila* de fumo,-
7duzia. de loros de Jacaranda', 907,100 charutos
em raizinhes ; a ordem. "*
N0Kl charuloi em (i caizees ; a Antonio de Al-
meida domes.
Barca portugueza salaria Jos vinda de Lisboa,
Cpoaionada a Francisco Sevenanno Kabdlo & Futios
ni ni i--Ii.ii u seguinle :
:t Cimbeles macha lo=, 2 caizas (echaduras ; a
Pe'nand-s Prenle Vianna.
J.
a Animo Pcrejra
llirono do universo, e
vai mancharle em Caprea com prazeres vergonlio*os.! 1"e ,z *" P'dre,portm nunca vi um 1,1 o coherlo de
He o desespero da amhlr.lo, que o abaiza, e mer- mdisnidades
Discurso do .Srv Paula Baplista. pronunciado
nasesttio dt \,de maio dr ls>ii.
Sr. prisidente, em ums quesillo, incidente, romo
esla, que fire gravemente a minha pessoa, e em que
lenho de defender-ule dignamente, precisu antes de
ludo, restabelccer a verdade dos fados, appellamlo
para o leslimanho imparcial da casa : quero, anles
de lado, saber o qual a sentenra, que merero, se de
provocador e iggrusor. implaca'vel, ou ss de" aggre-
dido moderadn.
Senhores, o que ,e paisou, e deve estar na lem-
brnra de lodos foi o segomie : a Tratanda-sa de
os convidados, chega
plano e *escancaram-se as
Canta-aa algoma coasa, e depoli lia nina
uesliad ni, a qual he* preenrlii 1a com quadrilhas.
inodinlia, romanees, aria, duelos, jogo* de premia,
conversas, risadas, rendez-voui, panelas, e ludo
o mis referido no regiminlo dos baile. A' hora
indicada pelo meslre sala principia novamenle o
pi egercieio doMez-Marianoe, Rodo o qual
continua o oir ale alta paila, despedindo-se as
convivas, para mi noile seguinle se rednirem era
oulra cata, onde as espera igual mistlforio de devo-
ran e pataleada! Parece fbula o que acabamos ilr
golha na dissolucAo
Ctim-nceulto, e invencivel engeiiho lanca Dos o
coraro do homcni para o futuro.
A esperance infaligavel, com a* azas sempre iber-
fas, vi'ia para lodos os objectos que se Ihe aulolli ,iu.
liHonavel, e sempre mal salisfeila rom os .successos
|niados,ella nos frca a inmolar o no'so rrpou'o a
r'inn ras, e a sacrificar os beus-certos a incerteza dos
acatos,
Ella calca-ios pi lodo os beneficios do prsenle ;
mala os nossos plateras a medida qua elles nasccm ;
nos fatiga al ao sepulcro, e nos faz soflrer quasi
outros lanos males, como o desespero.
Itespondoi-me.
Porque um prazer he sempre mai* viv, que o
leaejo.7 Porque o desejo he mais raro ao homem,
O meu furor se a"ha aplacado, coro as presentes
raziles se ia oao as tenho dadn|ao prelo.ao publiro, he
porque n'esse decurso de esparo lenho levado o lem-
po em ertudnr pois sou uqi serlanejo e este fallo de
ron|iecimenlo,rroi apenas aprendi os primeiro* rudi-
mentos do alphabelo. Publinuein, senhores redacto-
res. I minhas rulica ezpres-fies.
Canholinho, II le mam de 1857.
(1 juiz de paz FranHsco Saturnino de l-.ecedo.
I ancoreta azeitona ; a l'ranckco Jos Lope.
i pipas vinho, i barr presunlos^lo dito en'zada*,
2 canas coxins e miudezas; a 1,-omingos Alves
Malheus.
. I dila cozin ; a FrTnriico Ignacio Tinoco de
Souza.
10 barris vihbn ; a Antonio .uiz de Oljveira A-
zevedo. ,
1 dilo presunto* e salpices ; a Joc dos Santos
> eye.
I raixo peive re eaeabecfio : a l-'erreira V Lou-
ruro.
1 riivas ferlarluras; a Manoel Ferreira da"S Iva F.
I barr* presuDlos ; a joaquim Pereira de Barro.
I dito dito* a salpicOes; a Jnaquim-in Silva C.
i> ditos presonloa ; a Marcelino Jos lionealves da
Ponte.
1 eaitao reie, de seda c lila
de (Miveira llamos.
-J cai-.as peise ; a Manoel Jos da Fonseca.
I dita eamisoljHi de lia, I dila massas pra cha-
peo, 2dilas linha bdrquinha e fio da vela, i ditas
fecbaduras.
11 barr prego?, 2 cndeles enz e fouce*. 1 dilo
arqostras. 1 Jilo sardos, dilo* brides, braza e pe-
dras de aliar, 1 fardo peneiris ; a Eli Jos aos
Santos,\ndrade.
1 cana palitos ; a Joaquim Ferreira Mendes Gui-
inaraes.
H barris prego*, 2 ditos presuolos, 2 ditos apella-
da*, I fardo capachos, t'cain lio de vela, 2 dilasl
pomada. > ditas palilo-v ; a Miguel Jo.s Alves.
1 caizAo vinho ,- a Antonio Ferreira Pililo^
oTardos capachos, 2 canas miudezas, 1 dila obra
de palnita, I dila pre.untos, doces, el.-.; a Jos Al-
ves da Silva liuiinare
2 calzles peize raercdorias : a Antonio Joa-
quim Yaz de Miranda.
I caizo miudezas, I dilo lampreas, 1 fardo capa-
chos ; a ord>m.
I caiza entina, I dila mercadorias e escovas, 2 di-
las mercadoria, capacho e pedras de aliar, 75 ca-
nislras albos. fardos capachos de esparto ; a Do-
mingos llodrigues de Aodrade. ,
Brigue iuglez Mary Ueirii, viudo' de (irange-
mnnl. consignado a N. O. Bieber & C, manifesldu
o seguate :
250 toneladas, (i quintaes,! arroba e i libras (pe-
so mglez) de dormenles e Irilhoi de ferro para a es-
Irada de ferro ; a Kolhe 5 Jiidoulac e ageulesda di-
la.etrada.
Vapor nacional Txicanlintii, viodo do sul, mani-
leslou o segujnle :
I daizlo ignora-se ; a Ghrislioiani Irmao.
t 'iiio jilo ; a caiza lilisfdo Banco.
1 dito dilo ; a C. Saumer.
I dilo dilo ; o Manoel Ain.
1 tillo dilo ; a Francisco Maestral.
I fardo dilo ; a .N.naes ,\ C.
I barrica ignara aa ; a G. S. A. Fivi.Ha.
1 encommeuda ; a Bourle Soasa C.
1 dila ; a J. Aiisuilq da Cunha Guimarili.
1 dila ; u Adamson Uowie dt C.
1 dila ; a I. lidos.
I dita ; a Leandro Lopes Dias.
1 dila ; a Francisco li. Oliveira Sohrinho.
1 dita ;a N. ti. BiabarC
1 dila ; a Antonia M. de Aiorim.
1 dila ; a JoAo Boslron.
I dila ; a I. F. I.nrenl Viane.
Barca francajta Venezuela, rinda do Havre,
consiguada a ,N". O. liieber & C, manifeslou o se-
guinle :
150 barris c 150 meio dio* manleiga, 693 gar-
rafiie vasios, 50 caizas queijos, 1K dilas sapa los de
borradla, S dilas chales de algo'iao e-teda, dilo* de
algodao e laa e dito de elgpdao lia e seda, 2 cal-
vas fazen.las le aigoda i, chapeos de sol, calrados,
marroqnilH e peire*. 1 caizas filas de seda e 'azeu-
tlasds algodao, 1 dita fazn la de algodao e dila de
*eda e algolAo ; aos consigualario.
iraetaie masaa de tmale, :(00 saceos farelo, 300
molhos ceblas, :i iaccos moeda de ouro e pinta: sos
oanMgnatarloi,.
(pedras de raniari.i ; aos mimbros encarreoados
1a l.bra da malriz da II .,-V -i-,
50II barricas farinha de lnsn, 83 ditos azeile de
Oliveira. dO dilos loucinho ; a Thomaz de Aqaiuo
Fopeca ff Filho.
i linios panno burcl ; a Luis de Mello Rodrigues
valenra.
III harria rhouriras, 5 dilos vinagra, 2 ditos vi-
nho* a Kiorenrio Martin da Silva Borges;
-ill sacros farelo ; a Feliciano'Josc Gomes
10 barris vinho ; a Augusto Cesar de Abreo.
i Tardos peneiras de rame-, t Eduardo f. B.
100 pipa vazjas ; a liaae. Curio Q. '
1 fardo rola de pellica. 1 barrica cavada ; a Bar-
Ihnlomeu Francisco de Souza.
cana* livros e folhelos ;- a Jos Aolooio dos
Sanio* Latta.
"S barra vatio ; a Antonio Luis* de Hllvcira A-
zevedo.
15 harfis loaeiobo, 10 dilas chouriras ; a AYno-
nm iN; Ir mito. .
l caizates e 6 barrica* fructas, doce*, bolos, mas-
a .le lmales, i canas feize; a Jos Antonio 'da
Canoa & IrmAo.
Svfs*" ?"'**' a Jo,,P Macad do Amara).
I0i barris dilos; a Francisco Jos Augusto Fer-
li barris loucinho, o raizla spalos' de Iranci-
nlia, ditoide baturra e ditos de polimento; a An-
tonio L. i. m\ -i,.
1 rana livros e folhelos ; a Miguel Jos Alves.
1 caivA sapalos deirjn-inha ; > Navaes j; C.
1 bahuroupa; a t. Joanna Emilia da Souza
Monleirn. v
2 gandas canario* ; a Franciico de Monas.
Barca inglezi Misllsloco, vinda de De,adee, con-
signada a II i-iT.in Rookor. manifeslou o goiole :
:li0 Lindada* earvj de pedra ; aos meamos.
Iliate nacional olluvidozo, vindo do Arscati.con-
ignadn a Marlins.Ai IrmAo, manifeslou ai signinle:
1 barrica e i caniles 1,677 pares de sapalos, 50
roarn. salgados, 2.130 esleirs de pilha de carnau-
ba, I /1 saceos cora (i!17 arrobas.de cera de carnau-
ba, saceos gomina, lli molhos 4O0 pilles de coa-
ri o Im.
v^."J-iv.ri.;.s,\
rogar pelo amor de Densa algom negociante que se a.m objaelo mui simple, qual o de ollererimeiito do
ligue de olienra-lo, lera' immensn irabalho, eos """ '""-1 |,|re* Ferreira,. tbeoureiro uo* eMlabeleci-
nobrea depula ios nAo sabem a ditliculdade qoe'faa
nisso. os iiir.oiimo.lo c o vszanies que se solfre
e ludo isso nicamente para obedecer ao eover
nAo pasaar por rao paslor, e deitendo sua igreja
desmoronar-se !
acotos de caridade, para com os seo ulereen a di-1 "" ""*. .I'r,",*,l|f menle a* romposires
ligenria* pssoaes fazer correr as loierias lo hospital "V'."*".' '}'* li"'um- ladainhas, ele, ele.;
Pedro II, eu diste que nlo deseebris uin ." inolivu
para recusai mos servicos dalla ordem.
O nobre depuiado, pedindo a palavra, coinecou'o
di7"r, mas quem nos referi, seudo' um dus aprecia- I"1' coroA '.' Porque sempre que esle desejo Ife
dures da nova e e.lraordjnaha liturgia doMe/, i Mliifeito; sepulia a laliedq> ".'
Mariamiii, n.lo nos poda engaar, sendo qu Al' em ilnvida Dos,' que minos deiva aqoi
ali-m dessa pes'>a mai* .nitros lem-nus referido u i '">"" bem, que a esperanca, nos reserva no futuro
mesmo. Islo, norm. Me nos admira tanto, como ''ens mais preciosos, que os'da'lerra. .No somos Ira-
Se o governo nAo qftizer mandar fazer a obra por I seu discurso pelo modo seguinle; Goslu .le ouv
administrarlo, nem por arremalarSo, nem quizer o nobre depuiado rm ia> gaueralidadei, elle sem-
amda para ese fin dar o dinheiro ao vigario,'scm i pre a expfie por um modo mol agradavel. I-'., de-
' ii iiii.-i, e esle nlo a oidiver, ja v a casa.que a obra ois pzosegolo vamos purm a pralica, c ao 'molo
c nao fara'. e quo o ultimo resultado be a parda I porque ie podera fazer correr essas loteras.
no..piel., de um lempl.i., o sr. M. Cacalcaiiti :--A histefia nlo vae di-
Ago'ra, Sr. presidente, queja moslrei que a llieo- reila.
na be em .meu favor, v.vmos a' pralica. O Sr. P. Ihlplista :Scm dovi la--cunlin,iou o
O vigario* rorebein o produelo das lolciias *eni nubre depuiado ao dilo lea discursosem llovida o
haura I\ecebe|n ; os vuarms e.to aulorisadus u povo alo lia de .lear de comprar ns bilheles da lo-
lereJirr B prodoclu das loteras do Ihesoureiro res- lena, que csliver anuaii. laifa pelo reS|H:cllva Ihe-
neclrva scm prestar lian.;,-
ziiln ao iuvis.vel poni que o creador dos allrahe.
Baila por agora. Vemos as milicias.
Jii eli recibido a' cadeil desla cidade o crionlo
Manoel Barbota, que assa maiores, pio-mocot, pie-andan- o inreiiz Alezandre Jos de Sania Anua, coma com- So!lre '-ondres, 27 :i|1|a lio d. e 27 7|8 a 90 d.
l\ ....'.. qoe ,'ilr'1 '^'fic"r-. Alada |muniquei-voi na minha nliiiin mfaiiva. Aquella PHt,350 ra. per fr.
le ( '.',l.*''".',' ?* l,or de premio.
Si, subdelegado do segn lo dislriclo,
he islo verdade, Sr
inspector
O Sr. Presidente : He.
O Sr. fiouza /'urratho ; Ma, senhores, nao
he czlranha que elles fiara.receherem o menino di-
.liiihuiro que ibes he eiiire'.'u sim lianra pelo Ihe-
soureiro das loierias, se vcjain nbrigado* a prestar
lianra quindo o vio buscar um ..lia, om minulu de-
poi pelo simples fado de haver o dinheiro pasa-
do das mos do Ihi'ourciro das loierias para a Ihe-
souraria provincial '.' Se lia raza para sabir sem
ianc.1 da Ihesouraria dai Ivleria, alo vejo motivos
para qoe oa ihesouraria provincial ia liga nm >>i-
oureiru, para conliar-sc no patrjolismu do Sr. Pi-
res i-arrnra.
(i Sr. M. Cacalcanli i-y-NIo dina i(o.
OSr. P. it-tpiista :Oh Senhore! al (polio
por vrzes e*ta* palavras, e appelln para a rasa.
OSr. M. Cacalcanli:--.Nao, senhor, nao disse
assim.
OSr. M. llenrii/uesU nobre dapulado/allou
em patriotismo.
fado, qua he esa'cli-simo o que vu narrando.
fc foi, seuhor4S,-uesla aaeaatlq que o nobre depu-
iado com lorprezi de minha parli, dirigmdu-si di-
musicaes de
, sempre sAo
hVadas de ,i|iera italianas, cantando-se o* sol,. co-
mo qualquer modinha, cora ledos oa seu adagios e
alegre menores e maiores
le,.mais para del
islo nlo noa admira UM* corno ouvir cantar orna | assi.s.,,,0 persegu.do pelo Sr. Manoel l.av'alcau'i
lamanlaflo ua uina ligia de cilicio de delantal rom Alhaqaerqo
"" i"'l'';''!'"r'e'" T 'l"'l'l'"'r '"< do_T,ova lor, tai raplurado no engenho ,.\ripibii. da1'fr.gue/la".I
iikii..,, ou rte oulra qualquer opera de ios | Eaeada. I.ouvnre
pirados niaetlros. Valha-not Dep*! A profanadlo,
o g.M.i M-cuiar, lem invadido aleo inais recndito
rio sanrldario. I ma senhora do lom lem peje de ir
a aaissa, ir entrar na casa de Heos com o eu vro
sobre os fldmbros, ou de lal sorle preso caliera que
cubra o cilio, desnudadamenle rzposlo aoa ollros
PKACA DO RECIPE 20 DE MAIO AS
:t HORAS A TARDE.
Cotares olliciaes.
Arrcs da rompanlna de seguros indemnisadora
lem leilao) a til tl|0 sobre a eulrada.
Ataucar inaaoavado eirolbido :lj2()0 por arroba
com acco.
Dilo dilo bom3(200 por arroba com sacco.
(.arabio sobre Londres27 :i|i 60 d|v, 28 ilil P. Borg-s, president* interino.
L. Dbourcq Jnior, secretario interino.
Rend
dem
65.-2&511
d:00u5.>
68:272047
Rcndimeulo do da I
dem do dia 20.
DIVERSAS PROVINCIAS.
19.
5:6017i
701/109'
6:3058833
"^'ACIIOS DE BXPOKTACAO PELA*ESA
2S!BS2 .f7STA C,0ADB m D,A
Rm da PralaBarca nacional'Rufioa, Viova A-
momoi* Kilbos, IIO barricas ?sucar braneo.
Vr~ -* franceza Venezoela, N. O Bieber
-C-, 1,250 saceos assucar mascavado.
HavreBarca franceza uEmma Maihildc, Lassirre
'ele ,1 (100 cauros algados seceos.
EXPOHTACAO.
Rio de Janeiro, brigue nacional Sagitario, de
2(iH toneladas, condono o seguinle : -^1,830 saceos
assucar, ;12S cascos mel. 82 din. agurdenla, tiO
meios de sola, I Cauao espiuadore, 1,200 cocos
com casca.
Marselha, brigue trancez ePierra Le rand, de
-122 tonelada, coo-luziO o seguinle. : 4,000 sac-
eos cora 20.0JO arrobas de assucar. -
Lisdoa, brigue porluguez (Lata II, da 308 tone-
ladas. condoaio.0 seguale :5 barricas e 1,500 sac-
eos com 7,521 arroba* e II libra de assucar, 238
cascos mel, I20sicca* somma, 3 latas e :\ imbru-
Ihos doce, 20 sacea algodAo, 22 caias chi, 10,000
Cllllre. .
RBCEBDORIADE RENDAS INTERNAS UE-
RAES DE PERNAMBUCO.
K -h iimei.i., ,io dia 1 a 19. 13-180SOO-'
dem do dia 20....... fg%n
CAMPIOS.
1 le-
an Sr. Albo-
pregn, ,111111
ni devoto. A nlo ser com .un uioilellen etageradb,
om a insepaniveis lavinhai mareaB,com ama*
lloras rieamenle encadernada, non se oove mltsa.
Malnzei lia, que e lem loniiidu 110 domingos inia
das II um poni iufallivel de e*para. Ora diga-
ii'is. a leitora, a quem sirve esta rnrapura : oove
sum ruin atlenrlu a mina da* II'.' Seu peiiiameli-
ln eslara no* acto* e orarca da musa, ou nos u.ovi-
inantnsdo -esperligadoj, que esi quem das gra-
. dea da raperta-mi'u Nunra vimos rapaziad.i ma's
.! veja o nobre depa- devota, do que ea que (requinta noi domingos a
minidatlt. Deiama'sdas mais horas pasadas,
e reservam-se para a das 11, por Ibes ser mais com-
uiods, por j lerem alraojudo, por lerem finalmen-
pois sejam d
qaerqueSa pela* diligencia-, qo
de inio ficar impune lie enorme delicio.
leudo faltarido o major Antonio -lenrique* de
Miranda, e deiado aleaos heo no poder de tea ca-
ndado o Sr. .1 se Roque de Maura ; nlo sabernos qlial
sepi a*ratlo em que se fonda o Sr. lloara, para dal-
lar do dar a inventario esse* bens para seren pagos
..s'rrelnre : pois se o Sr. Maura be rrrdor, tambero
outros o rio ; e'nlo parece joto que o-Sr. Roqa de
Moura e pague desse bens pelas suas talas cm prc
juizo dos mais credores.
Os genero alnnenlicios conservara us mcsinos
preros apenas a farinha vendiu-se a 1(i e 2(1 nala-
ra'o alqueire.
A feira foi concorrida rom 30S bois, queforam
(..los vend 1n, calcolamlo-sc a arroba de carne ti
i> >00 e o-^OUO.
O l'irtnriense.
( Carla particular. )
a Lisboa, 11. por
Rio de Janeijo, 2 por Op) de descont
AerAo do banca .VI por cinto de dividendo por con-
1,1 do vendedor.
.. .1 eotapaiillia de eheribe (iOSOOO por arr a
n campanilla Pcr.ambucana ao par.
o .. liniida.iv Publica, :ln porcenlu di prem-.o.
n n Indemnisadora.52 ule -.
a o de estrada ue Cerro 20 por 0(0 de prem o
Diseonlo de leltras, de> a 10.
\er..... do Banco, io a ii de premio.
Our-.Huras hespanluila*. 28} 285500
Mm-das de bfllKI velhas 1.i-iKi
li5l!K) UOVM .' llijOOO
r 4fflHKI. ..... 95OOO
Prala."alaces brasileiro*...... 2't)0
Pesni co'.tiniuari s...... 2j.JO0
meiicanns...... l]60l
I raiva pcr(umana, 2 dilas medirameiilos, 1 dila
essenria d'aniz, I dita inslriimenlns' cirurgiros e I*
apparalo eleclromagnelico, 1 fardo jalapa, 1 barril
eremor trtaro, 1 dito incens) I duo verde; a J.
Soum o\ C-
:i caua* roupa e perfamariai; a J. C. Ajres.
:i .lila* dita miudizas e fazenda de Ua a C. da
Silva liiiiinarAes.
1- dilas me licamentoi e papel, 8 bariis tinta ver-
de ; a II. F. tle Sooza.
cali is |ierfuinanas e miudezas ; a l.eulier & C.
(i .lilas perfumaras e miudezas : a J. F. Parele
\ lanni.
9 dilas ftrenda de lia e seda e dila de lia : a F.
Sonvaga cv ('..
30 barris e 30 meio* .lilas manleiga, : caizas pel-
los ureparadas. ni ,|n, lazenla de algodao e de se-
da e algodAo, I dila lilas denla ; a II. Bruin.
.o gigos ehaaapanna : 1 Vaadei 1l.11 dar.
I caixa vidros. 1 dila chapaos, DI "lilas c I'fardo
fazenda de la, .lila de algo-lia, dita de aeda,
us, chapeos de tul, penle etc. ; a urdem.
I raiza raUjado ; a O. Dr.libeaux. .
1 dila e 5 harria miude/a ; a Men I. Freir
2 caivas pianos; A I. Vigncs A 111c.
3 raiva moldaras, lunetas, instrumentos de ci-
rurjia e de niu'ica ; a Chapron ,\ loo irami.
' raizas carros e perlences ; a Lemas Jnior &
dem uo da 20.
90 barris e VI meios manleiga ; a Schramm Wlu-
11 cana* quinq.)ilh.iria, por -lana, chapias, dilos
de sol de algodao, formas de pao, papel, cadenas,
ealcedo, instrumento*, vidros, rosles, marmore, rou-
pa, pelles, buiras. sellara e fazendas Je algodao ;
a J. P. Adoor & C.
2 caizas e I fardos roupa, chapeo*, dilos deso,
miudeza*, livros, burras, pelles, llores, pannos, fa-
zendas ; a Burle ,\ Sooza.
U.iOlJjOi
iO:658o37i
2:63lxjil't
S3:i9878S
&0t>iMem9 i4S pvtto

--------------- --, ...- /,,.!
Silva, equipagem 11, era lastro ;
Perfenpe a L'eruambuco.
Navios iiii.: I.,- no dia 20.
Km de Janeiro10 das, polaca brasileira aZelosa,
las, papilla Agostinho Comes da
Isaac Huno.
co.
Araeaty12 dias, luau hrasilelro oDuvidso, da
,.| loneladas, meslre Eatacio Mendes da Silva,
eqopagem i,-carga muros e era de carnauba ; a
Martina irm.ips. perteuce a Ptrnambu'co.
I.iverpo ,139 diM, barca ingleza ...Marv Wilson,,.
' '0,"ilHl|a'. rapilAo Tliomaz Owen, equi-
pagera 1|, carea fazenda e canos para a comfia-
nnia da illumiuac. a gaz ; a Roslroo Rooker &
laompanbia. Perfence a Liverpool.
navios saludos no me-mo dia.
lo da JaneiroBrigue brasileiro nSagitarioo, ca-
pilau Joso Manoel Fiuza, caraa assucar e agur-
denle.
JSevv-liedfordCalera americana ..Moont Wollas-
toni, com a inesma carga que Irouze. Suspendeu
do lameirAo.
ALFANEGA.
Readiinenlo 1I0 da I a l'J. .
dem do' dia 20......
MUTTCSDiT
316:950^543
;:i:71isli2s
310:7115171
Leal Res.
25 barril e 25 meioi mauleiga ; Carvalho
>avio entrados no .lia 21.
pan- I erra .Nova 2:1 dia, barca ingle/a nFlulwina,
de 2'iH toneladas, capiloo I. knghl, eqopagem
12, carga 2!ISO barricas com bacalbfo; a Sasndni
Broihen A. C. Per-lenca a San JoAo de Terra Nova
Macei.i e porlos intermedios t dia e 17 hurai a
do ultimo porlo s hora, vapor brasileiro Persi-
iiiinga, e-oi, 11..11 i ,iie o segundo lenle Joaquim
Alies .Moreira.
Rio de Janeiro e Babia7 dias, vapor irgle o'l'e-
\ C. violo, r.tmmandanie James Moir.
c .1.-1. ra ,' utal' ""' 'i,r'10 '",i, de '' lj,n" ~ (il d,a'' '"w 'ncatt lPevld.1, de -.501
(.ra_zach..pe,,s ralradoeroupa 2 ,1,1a. faz9,JS -loneladas. c.p.lAo iluneU: equipagera 19, rer6a
da Ua a de .kod.o e .eda ; a J. keller & C. vario, genero-. Vota r.frascar a aaaM par. Bor-
I raiva chapeos a Ma lama l'heard. deauz. Perleure a B.rdeau, P
J .!.." P" .U.m.-"*!'- | rao, di 126 loneladas, capiaojttaphaal Gonrilves
le, caitas para rap ; a J. Denker.
i

'


DIARIO DE FEKNAMBUGO SEXTA FEIKA DEMAlO DE 1837.
3
llraiieo, equipag^n U, em- lastro de potra liar-
a C'.',n ?^u', v"enle A Ivs de Souia Cai.a-
llio. i'erli-iice a Ijubba.
Pararuba3 da, hiale brn.ileirn Flor do Brasil,
'le W tonelada, ruralre JoAo Francisco Marlilu,
equipaiiein \, carpa luro de maniiue ; a Junlino
Ua Silva Boa \ isla Perlence a Pernarabuto.
3avos nahidns no rnesnio da.
UMM Bngaa parliu-uei Laia U,o capilao Jote
(.aelaqo dos Sanios, carga asaucar, mel a oais g-
neros.
Graoge, capitn
.sagena Isabekl
JJaiial Patacho Americano 'el.a t
Ira Pallar, carga assucar. l'a
Caroll.
t&*tti0*
O Ur. Aleantre Biraardiaa don Keis e Silva, ulli-
riai da imperial ordem da Kosa, e jou de dimio
da segunda yara criminal da comarca desla cidade
jo Kecife, por S. M. o Imperador, que Ueos cuar-
ta, etc.
Paco saber cm virludeUo arl.286 do cod. do pro-
etso criminal, que li-.ndo sido convocada para o lia
-' de abril prximo patudo a segonda sessao indi-
ciara do jury desie termo, latlaloa-cc no dw S! do
"'o mea, oencerruu-se m. dia 1:1 do correle, lento
sido (ulgaJus nella l prockssus coiiloudo I i rcos.seu
do presos e ti afiancados.
Porgo sduos os seohores jurados clleclivos sa-
coime. :
enenta Joslsnacio de Medeiros Reg Monlciro.
Jos H(ru Maedaju de |.,aeire.lo.
Alteres Alex.ndrino Caelauo da Olmda.
Manuel Jow Pinto.
Manuel OiHho da Silva.
enle Joaqoiin Ignacio da Barros l.ima.
(eraldo. Amarante dos Santa*.
\ cenle Machado Freir Pereira da Silva.
I ristao Francisco Torres.
Belmiro Auausio da Alineid.
Patricio Jos da Silva Saraiva.
(.andido Emiailiu Pereira Lobo:
Miguel Joaqunn do Rogo Barros.
Je-uino da Costa de Albaquerque Mello.
I'orain menos Mdaos por motivos luslieados os
aenhore* jurados cdeclivos seguintes :
Jos I in:'i lo de B*arros.
/eferuio Bodolpho Delgado de Borba.'
Jodo Antonia Vilta-Secca.
Foram pimhem aasiduos os scnliores jurados top-
plenles eguintes.
limmeiidador Juan Goncalves da Silva.
Agosiiuho Joto de Onvio.
Francisco da Paula, ooveia.
Jos Izidoro Pereira dos Kefs.
Manoel Joaqaial Mauricio (oncalves Rosa.
Francisco Mainede de Almeida.
Antonio Jos Bandeira de Mello Jnior.
Antonio Ruliuo de Andrade Luna.
JoAo Carlos Augusto de Figueiredo. ,
JoAo de Frenas Barbota.'
Miguel Felino da Silva.
Joso da Cruz Santos.
Bernardo Jos Rodrigues l'inheirn.
Dr. Manoel Jos Domumaes (. idiceir; i.
I.di Gomes Silveira..
Auioi.io .Vibre da Almeida.
Joaquim Fl -iii iiine- da Silva.
Francisco Manoel dos Santos Lima.
Jos hamos da Crui.
Antonio Alves Barbosa.
Francisco de Paula Silva Jnior.
Antonia Correja Cabral.
Jota l!.|,| ,.|., Rodrigues de Souia.
Foram manos assiduos por inolivos justificados os
seoliores juradus snppleules teguiules i
Joic Burilarlo de Souza.
Ignacio Francisco Martina.
Luiz Jos Rodrigue* de Souza.
Dr. Ignacio Firmo Xavier.
Foram/nultados em :MOSOOO rs. cada nm os senho-
res turados eflectivos seguiotcs :
Antonio Pereira de Otive*ira.
Jos Manoel de Siqueira.
Jos Lopes de Farias.
Joaqunn Josc de Jaras.
Joso Bernarda do Reg Valonea.
Jos Bslevao Moraira da Coala.
Manoel Germauo dos Santos Pereira Baslos.
Manoel Ignacio de Alhuquerque Maram,., ,
Foram finalmente muliados na quanlia de 300-3rs.
cada nm os senhoraa jurados seguales :
Antonio Carniro Machado Ros.
Ignacio Pinto Sosres.
Joaquuo Cundido Ferreira.
Joan Jos de Farias.
Jos Francisco dn Costa Lobo.
Manoel Antonio Ferreira Uotnat.
E para constar mandei palear o presenta, quesera
publicado pela impreusa. Cidade de Recite mis 1 i
de ma.o.d. 1857. Eu .Manoel Crrela Gomes de
Almeida, esrnvi. interino "do jury o sabscrevi.
Alexandie Bernardino dos Res e Silva.
. 0 lllrh. Sr. contador da thesouraria
provincial, servindo de inspector da niestna
thesouraria, em virtudqdo.resolue;e da jun
U da fazcuda, manda fazer publico, nue de
conlormidade com ai'leis, poranl a mestna
junta, licvem ser arrematado por munici-
pios e comarcas no di 10 de juniio prximo
vindouro, os impostos seguintes :
Municipio do Rectfe.
23500 reis sobre o gado rnorto pa-
consujio, avahado annualmen- .i
te em 60.5/02,000
Municipio de Olinda.
UOjOO sobre o gado niorlo para
consum, dem dem por 2:3(59,000
Comarca de Goianna.
2.-500' rs. sobre o gado mnrlo para
consumo, idein idem por 6:r64,0U0
Comarca de Nazaretb.
2-3500 rs.''sobre 6 gado inorlo pa-
ra consumo idem idem por f:659,000
Comarca do Pao d'Aibo. '
29500 rs. sobro o gado morto para
cousumo idem dem por 4:210,000
Comarca do Cabo.
28500 rs. sobre o gado morto para
consumo idem dem por 1:592,000
Comarca de Santo Antao.
39500 rs. sobre o gado mor para '
cousumo idemi'dem por 8:080,000
Municipios do Rio Formoso
. e Agua Proa;
aj500 rs. sobre o gado morto para
consumo dem idem por .2:657,000
Municipio do sennbScm.
23500 fs. sobre o gado morto para
consumo idem idem por 590,000
Municipio de Iguarassu'.
Arrematados conjuntamente :
j-vio rs. sobre o gado morto para
consumo icm dem por 1:810 000
Impostos a cargo da collecloria a-
valiado por anuo em 460,000
20 0|o da agurdente idem idem 106.000
Comarca do l.imoeiro.
Arrematados Conjunctamenlc:
j?jOO rs. sobro o gado taibad pa-
ra negocio e di/.imo do mesmo
* gado, arrematado annualruen-
te em 3 698,000
Impostos a cargo da collecloria a-
valiados por annoom
portado, avallados anrfualmcn-
te em 1:442,000
20 por rento de agurdente! idem 34,000
Imposto de 20 por cent o sobre o consumo
de agurdente nos municipios
seguintes:
Olinda avaliado animalmente etn 355 Otltl
Coianna idem idem 8l,om>
Nazaretb idem idem kii.ooo
Pao d'Albo i Icm idem 96,000
Cabo idem idem 58,000
Santo Antao ideal idem por 254,000
Mo Formoso e Agua Pela idetn.
idem por 52,000
Serinhem idem idem 34,000
As arrematar/es serSo (bitas or lempo de
tres anuos, a contar dn i- dejulbo do cor-
rente auno, a 30 de junta) de 1860, sobas
mesmas condicOss das anteriores, e na for-
ma do ni. 76 lo regulaineiilo de 3 de agos-
te-de 1852.
As pessnas que se propozvrcm a esta ar-
reinata^ao comparceam sala das sessoesda
mesma junta, no dia cima declarado, pelo
X)l&0$
Vs4>.
Maraniao
c
"Venda
O velcii-Q pallialeOtc nacional LINDO
PAQUETE, eapilao .lose PinlO .Nones, procedente
00 Rio ile Jiueiro, com inetaile do seu carreua-
ineiiln, dealioado ao pecios indicados, para onde
acarra' com bravi4ade, recebe o resio da carga
com o mesmo destino : a tratar com o consignatario
filia Gomes, na ru
Amonio de Almeida Gomes, na ra do Trapiche n
nieto da, habilitadas na forma do art. 75,do t n. segundo andar.
cit'do resulamento.
amxar o prre-
E para constar s'i m.indou
sente lublicar pelo Diario.
Secretaria da tbesouraria provincial de
Pernambuco li> de maio de 1857. O secre-
tario, Aiiioni,, Ferreira da Annunciac,o.
Art. 75. t)s contratos "da arrematar;ao de
renda, que importaren! cm mais de dous!
contos de reis, serSo efectuados so'b a ga-
ranta de dous Dadores idneos, que tcnliam
bens de rai/. na oi lado do llcife, ao menos
um delles, urna vez que o nutro seja notoria-
mente abotndo.
Art, 76. As arrematac/ies poderHo ctfec-
tuar-se pela maior ou menor licitado otfe-
lecida ero cartas fechadas:
Art. 16 Do regulamento interno da tbe-
souraria.
Os documentos comprobatorios das habi-
litares dos arrematantes, e os que devem
provar a identidade dos dadores serilo apre-
sen tadosna sessao da junta anterior a da ar-
rematado, para serem lomados ennonsi-
deracSo, resolver-se sobro a lianca, e admit-
tir-se o licitanteConforme O secretario,
A. K. d'Annunciaeno,
Para o tfiod .3;ieiro
Segu em poucos dias o patacho nacional
Taniega, para o resto da carga e passagoiros,
para os quaes tem escolenles rommoJos :
trata se com os consignatarios Novaes & C ,
ua ra do Trapiche n. 3.
PARA O ASSIT.
Segu com lnevinade o hrigue nElvira, com
qnalqoer ciraa que apparecer, Irata-se coin o con-"
signatario Jos Joaqunn Dias Icruandcs, ra da
Cadeia do Recile.
PAIU O PORTO
o_ hrigue Trovador seguir com (oda a hrc-
vidade, por ter maior parle de sen carrega-
mento engajado para o resto-e passageiros,
tra'.a-se coin Itarroc o Castro, na ru da
< a Ji'ia do Recite n. i.
pe
Vendem-se minios lindos e excellentes
pianos, cliejjado ltimamente de II.im-
lim ;o, < iiiin lindos retratos ho frontes
picio : na ra da Crus n. .').">, cata de J.
Kellei'sVC
-Alii;:-s<: :i pi imi'ia gala (lo ]iiiinci-
ro andar do sohfado da iua da Cadeia
lo Kecife n. I i, muitg proprio para es-
ceiplorio:'a tratar na-loia da mesma.
' "r^Q^ '}';:'y;--^',".:':':-':->-^;":t
v'J Aos genitores f senhoras lo liom t[7
OStn. *,-.
Na padaria na ra alraz da malril da .-"-.
Boa-Vista n. 2I>, arlia-se cnnsl.intemenle
um helio sarlimenln de mas-as lina-, de di-

f
J versas qaalidadei, as qaae*se vendeni pelo ^
| diminuto prero de 320 e. IIKl rs. a libra, e '"4
sendo em porcilo de meia arroba para cima, ^v
se vender a raiao de 7;."itlil a arroba.
COMSELHO ADMinISTKAflVO.
O cohsclho administrativo loai de comprar
o seguiate :
Compendios de arithmctica 6, areia prela,
libras6, livro impresso para registro auxi-
liar do geral do 9.- halalbao, para os assen-
lamenlos dos olliciaes, conten 10 32 folhas I,
chinellas de couro, pares 100, conchas de
oore 2, esquife chorto 1, liuhas brancas
cruas, libras 10,'dilas pretas, libras 10, cadi-
nho do norte n. 10, 10, ho de algodSo, libras
96, papel carto, resmas 8, resina de cajuei-
ro, arroba 1, COSUdtqilOS de ainarello 6, la-
boas de lonro de assoalbo, duzias 22, sendo
2 nu/ias para as obras militares, ditas de
dito de forr.para as obras militares, duzias
2, black-verniz, barril J, sapatos- fuilgs na
provincia, pares 540, CQrio de laa preta, va-
ras 480, boiiies pietos de massa para capo-
tes 3000, casemira carmesm para vistas^ co-
vadds 7, sineje Ue punho rom armas nnpe-
riaes, e legenda iuspecloria do terceiro Ircto militar 1, dito para prensa coni a le-
genda, companhia de artfices 1, cal preta,
alqucires MU, dita branca, alqueires 12, ti-
jolos de alvenarta, millicirus pregos fran-
cezes, libras 10.
Para o presidio de Fernando.
Escarradeirasde metal 50, camisas de 11 a -
nella 20.
Quem quizer vender, aprsente as suas
propostas em- carta fechada ua secretaria do
conselho, as 10 horas
mez.
I vC-
O lllm. Sr. corrector geral, I'rederico
Robilliard, estando prximo a fazer urna via-
gem a Europa, tara Icilao por intervencHo do
praposto do agente tiliveira, de toda a mo-
bilia etc., da casa de sua residencia no cam-
po, consistiiid" en sof, mesa redonda, con-
solos, bancas de jogo e para outros misteres,
cadciras usuaes, ditas de balando america-
nas novas, ditas estufadas de encost, piano
de encllenle voz s, esleirs e tapetes de sa-
la, lampen s de globo, lauternas, ca zas com
pistolas de 5 tiros, e ditas para duello, cai-
xmlias paia vollarole coin lixas de inadrepe-
rola, copiador de cartas, cateira, urna con-
certina com msica, jogo de corridas, guar-
da vestidos, commbdas, secretaria desogre-
do, lavatorios g, andes e pequeos, toucado-
res, ptima cama do ferro grande, ditas pe-
quenas, mesa elstica para 24 pessoas, ap-
pareloos delourjapara jan Lar, ditos de por-
ceilana para almoco cha, bules de metal li-
no, cobertas de dito, garrafas ecopos para
viubo, facas, garlos c colbcres, porgan de vi-
nho engarrafado de superior qiulidade, um
carro para seis pessoas de dous ou de um ca-
valo, com arretos doJtados c singelos, 2
cabriolis, sendo um novo, 2 cavallos, sel
Itns com arreos, Ireiu de co/.inha, dito para
jardm, e inlinidades de objeclos assas ne-
cessarios ; alein dos artigos supramencioua-
dos, bayera tamhem oxcellente liambrr>,
queijos, bebidas ele para o lunch : sabba-
do 23 do corrate, as 10 horas da manna,
sitio da casa amarella, junto ao da Kxma.
baroueza de Bebenbe, ua ponte de Ucha.
LEILft.O' DE MOBILIA.
O agente Pestaa fara lellSo de urna pessoa
que se retira para lora da provincia, de urna
mobilia dejacarands, coustantede cadeiras,
Atteneao.
e ^,
Maa Kosa da Assmptjao, de confor-
midade com os seus antiuncios por ve/.es
transcriptos neste jornal, previne a ijuem
convier, tiue s e nicamente pnssou <
ar-s "ni ni uma ohrijaefin de geiscentos e
noventa mil reis (OOsOOO em (i de
l'cverciro do corrente atino, 1 favor do
Sr. Joaquina Antonio da Silveira, rom o
prazo ili' doze mezes, sendo tjue outro
qualquer titulo ereditorio t|ue apparera
com sna asignatura, he falso esem valor
alfjiim, assim como que nao aasignoo cs-
eriptura (le liypotbeca c I estamento al-
;;um. Recifc, I cT de maio de IS.">7.Ma-
ria Kosa da Assiirr.peo.
Pfei-rsa-se de urna ama para comprar
e rnziiihar : na 111a de S. Goocalo 11. 10.
conipauibja
l)A
Beber ibc.
LOTERA
DI.
provincia.
ti ahaixo assignado vende a dinheiro a vis-
ta, sendo da quanlia de HKteOOO reis pa'a
Cima, os seus felizes lulhetes, meios, c quar-
t<>>. pelos presos aliaixo mencionados, na
do liedle 11. 45, esquina da
roa da Cadeia
Madre de lieos :
Bilhetes
Meios
("liarlos
5-400
2-700
1-350
recebe
5:000-
2:5003
1:2503
Por Salustiano de Aquino Ferreira,
Grande sorti-
11 -niiisiiaiin ue .tquiuo re relia, \ l I J *n
jos Fortunato dos santos i'o.io.i ment oe la'/eiKifis de 10-
----O llr. Ignacio Firmo Xavier fa/. puhli- 1*11
CO, que mudou SUa residencia paraoseusi-l (liiS MS (Jlltl'.'.l'tdeS.
I lio na Passagera da Uagdalena, que lica ao|Carearlo datada da cdrsteorri ramaoem,
norte da estrada entre a ponte grande e a do I proprio para vestido de senhora, .0 eova-
Uiora-nienino, e siii tem preparado uma do a.............
casa do saude com lodos os commodos para Kicas manas de blond pretar e branca.
l.ns de I111I10 a a
Lotera
DA
prr>vincia.
Hh apenas um r sto de
bilhete^.por vender, com
a rubrica nado, cuja extractad lie
sabbado *i3 du correte.
/*. .? L-yifmc.
C.orapram-se os pcrlenr-'S.de uma pa-1 'xaminem. po lendo dirigir ao baixo assig-
0 tratamenlo de cscravos, cojos senhores
restdam fra da praca, ou que nao os pos-
san c-irar em suas proprias casas : quem
para isto qui/.er-se utilisar de seus servteos
mdicos, que serao desempeuhadus com o
maior zelo, dinja-se ao pateo do Carino n.
. 19, primeiro andar, ou no referido sitio da
O Sr. caixada mesma Coiupanhia esta Magdalena. Pretjo -2/JflUO diariosexceptu-
aulorisadii a pagar 9 dcimo oitavo ,livi-ando conferencias, sanguesugas e opera-
ilcndo, na ra/.ao ilu-S"i0t) rs. por acro. "cs-
,. ... i .-- ,\ Existe para vender-sc na ra da Cruz
Rectfe, t! de maio de 18.) 1 secre- M< dl)aA fa'rilos il(i fumii de (iriinejra qila.
tarto, Lu/, da Costa I ortoca-rretro. ; ndade, para capa de charutos, o qual he ve-
O abaixo assignado, por parle da com- iho de. dous anuos, e vindo da Babia ulti-
missan liqutdataria da companhia de Pesca- mmente,
rias Lisbonense, faz putdico que d contar- Precisa-se de um feitor para sitio:
IjOlJO

9
29200
232011
23*00
midado com a rosolucao tojnada em sua as-
somblea geral, se proceder venda em lei-
lao publico, na praca de Lisboa, de todos os
navios da referida companhia ; e como bre-
vemente tem de ebegar a este porto o hri-
gue-denominado Pescador, perleneente a
mesma, avisa-se a todas as pessoas. interes-
sadas na compra de lacs navios, para que o
no sobrado da ra da'Cloiia n. 7.
do dia 2ti do crrente 1 C0llS0|0S cu"m pedras sola, e mesa redoirda .
uma dita de amareil >, cadeiras, solas, m-
sala das sesses do conselho administrati- 1 sa redonda. consolos,'mesa do'jantar, lan-
vo parafornecimento do arsenal de guerra, terM8.candieiros, lo.njas, apparelko depor-
!.--CJma.IO,le.,857""'Manoell.?na.(:10 l!rlC1?'' celana paradla, lavatorios e mais objectos
le se achaiiio patales no diado letl.i :
do 1
presidente interino.Bernardo Pereira
Carmo Jnior, vogal e secretario.
O lllm. Sr ur. chele de policia manda
fazer publico, que se ada recolbido acasa
de detengan desla cidade ocrioulode nomo
L.mz, que diz ser escravo de Francisco l'ogo,
.em
te uesla capital, o qual escravo l'oi pre-o
L.Uiz,
injfra
ador 0111 Pedras de Eogo, c presentemeu-
20 ;. ni()).) d'aguardenloidem idem
823,000
114,000
Comarca do Bonito
Arrematodos conjuclamentc :
25500 rs. sobre o gado talhado e pa-
ra negocio e dizinio do mesmo
gado, avaliado inuualuicniecm 2:770,000
Dizimo do gado cavallar id/in 146,000
luiposlos a cargo da collecloria do
municipio do Boiuln dem dem 1; 1 j.nuo
20 0|(| da agurdenle idem dem 42,000
Municipio do Brejo.
Arrematados conjunctaiuenie :
2*500 rs. sobre o gado talhado pa-
ra negocio e dizimo no mesmo
gado, avaliado annualmenle em 1:693,000
Iiiimo do gado cavallar idem 52,000
Impostos a cargo da collecloria idem 504,000
20 |o da agurdente idem dem 38,000
Municipio do Umbres.
Arrematlos conjunctamcntc:
2500 rs. sobre o gad talhado p'a
ra negocio e dizimo ,t0 mesmo
gado, avahado annualmenle em
l.miiio do gado cavallar dem em
Impostos a cargo da coilectoria
idem dem em
20 0|o da agurdente i icm idem
t.omarca de Garaobuns.
Arrematados conjuucOimete
27500 rs. sobre o gado lulaado pa-
ra negocio o dizimo do mesmo
gado, avahado aunualmene em 2:7*3 0f<0
como fgido, no lermode Iguarassu', e pelo
respectivo delegado reaieludo a esta repar-
Iqo em data de 14 do correle. Em vista
do que he o seuhor do escravo avisado para
stilicilar a sua entrega mediante documentos
comprobatorios de sau dominio Secretaria
da policia di Pernambuco 16 dti maio de
1057.U ollicial servindo de secrelrrio,
Jos Xavier Paulino llamos.
TRIBUNAL DO COMMERCIO.
De orden do'tribunal docommercin se faz
publico, que em virlude de ter Jos Cactano
Vieira da Silva, renunciado o ollicio de agen-
te dt leiles desta praca, lica marcadp o pra-
zo de 6 ue.zes, acontar desta data, parase
apresentar pera 11 le o sobredito tribunal
quaesquer relamar;oe.s que possam haver
contra.aquelle e-agente de ieioes, de con-
formidade cora o 'disposto o art. fl do de-
creto n. 858 de 10 de novembro de 1851..
Secretaria uo tribunal do commercio de
Pernambuco 14 de maio de 1857.No im-
pedimento do ollicial-maior, Dinamerico Au-
gusto do liego Itangel.
EXTiNC ro bango de per-
nambuco.
A direcrao do extinelo Banco de Per-
namlitteo leudo de dar; iin a sua liquida-,
eo no ultim do correhte mez, convida
por isso aos possuidotes das respectivas
notas de em'iss&o, a trocaiem-nas ale
aquella dala, na caixa filial desta provin-
cia. Kecife, .") de maio de S.Y.O se-
cretario, Joao Ignacio de Me'dciros Herjo.
CONSBLBO ADMINISTRATIVO.
O couselho addiinistralivo, cm enmpri-
mnntodo art. 22, do regulainento de 14,deJ
dczenibro de 1852, faz publico que foram a-
cojias as propostas de Luiz Leopoldo dos t;u-
maraes Peixoto, GuiuSerme da Silva Cuima-
rfles, e Jos liaptisla Braga, para tarnece-
rem.
O !. os medicamentos, segundo a relacSo
ja annunciada, para a botica do hospital re-
gimental, na impprlancia do 23('JOO rs.
O 2.- 39 rovad'os do casemira encarnada a
2300rs., 546 covados d bollan Ja de tarro a
80 rs.
O 3.- ^848 botoes -convexos de meta.1 ama-
rello de 7 lindas de'dimetro, c com o n. 4,
alOOrs., 1010,'itos de ditos de' liuhas
100 rs.
E avisa aos 2 prjmciros vendedores, que
deverao recoiber os respectivos objectos, ao
s'abb'.do, 23 do crreme, as 10 horas da ma-
nila, na lua de /pollo n. 17, segundo andar.
I.EII.AO' DK FARIMIA DE TRIGO,
agenta Paaiaiin fara iua iui ewni [ leucer de tlt) barricas de farlnha de trigo ite-
ibaraadw ullimamenle : sexla-feia 22 <1o cor-
r le pclaa 10 harafl da ihanliAa (lo '1-irgo da alfau-
!-i aima/i'iil itu Sr. Aii:r'..
II agento Borja, de ordem do Exm. Sr.
Dr. juiz especial do commercio, 'requeri-
mento de Joa i Martins de Barros, e cHitros
crodores de Jos Rodrigues Areia, far Ietl3u
da lahcina sita no largo da Pibeira n.'l, per-
tencente a este, peuhorada por aqullos,
constan lo da armacSo, gneros, especiaras,
-ulensis etc. : sabbado 23 do corren te, as
II tioras em ponto, na referida taberna.
Ecilao de farinha de trigo.
Por despacho do'lllm. Sr. Dr juiz especial
do commercio, a requer ment dos Srs. l-.os-
Iron Booker i\ Companhia, e por conta e ris-
co de quem pertenec", o agente Peslaua fara
leilao de 161 barricas com farinha de trigo
avanada, e desembarcada de bordo do bri-
gu nocional Hercules : hoje, 22 do corren-
le, ao m6io dia em ponto, no armazem jun-
to ao do Sr. Araujo, uo beceo do Gongalves.
tv $>t$ &:t>t*d0&.
ROTEIEO DO THELEGRAPHO
Na livraria ns. ( c 8 da praca da Indepen-
dencia ha'para vender o role;ro do thelegra-
pho, novamonte rcfi>rmido, com o uome dos
vapores e nutras embarcacoes que deman-
da m este- porto, a 240 rs. cada um.
1:211,000
105,000
311,000
38,000
8II#00U
451,000
60,000
PROVINCIA.
O Sr. tltesourero das loteras manda
fazer publico, que se acham a venda, do
pavimento terreo da casa da ra da Au-
rora ii. 2(i, bilhetes, metpsc nuartos, da
sexta paite da sexta lotera do Gym-
nasio, das 0 horas da maiiliaa as 8 da
noite, -cujas rodas andam no dia 2-~) do
corente.
Thesouraria das loteras 16 de maio de
1X07.Jos Januario Alves da Main, es-
crvSo das loteras.
arsenal de guerra no"dia 22 do crrante mez, T~~1
a ao ultimo o-mesmo fara logo que lindar o
prazo, ped lo ein sua prooosla.
Sala das sessoes do conselho administra-
tivo para ornecitpunio dn arsenal de guerra
t0 de maio de 1857. Bernardo Pereira do
Carmo Jnior, vogal o secretario.
-.-V.-a..- ;..-!.**!<,)>S*i'*;
HEATKO
Dizimo do ga !o cavallar i em
Impostos a cargo da collecloria
dem idem cm
!0 Ojo da agurdenle Idem idem
Comarca de flores.
Arrematados conjuntamente :
2#500 r. sobre o gado talhado pa-
ra negocio c dizimo lo mesmo
gado, avaliado animalmente cm 3:173,000
Di/.imo do gado cavallar dem 34a,000
Impostos a cargo dos collectoros
idem idem em *
20 0|o da agurdenle idem
Comarca da Boa-Vista.
Arrematados conjuntamente :
1,300 rs sobre o gado talludo para
negocio e dizimo do mesmo ga-
do, avahado animalmente em
Dizimo do gado ayudar, dem
Impostos a cargo dos collectores
incluidos os QQJj por escravo ex-
SABBADO -2" do CORRENT.
Priiueira recita Cu asslguatnra.
Oepuin que a orrie iqaa malhocea opvarlacaa, aublr (>ela primeire vp/
a acea neme lliealio a la'tereuaula comadla em "I
actos, compnsuj.li) do Sr. Serpa,qui' tem por titulo
Ci^
DESPAG2.
.i iiipicircou^,
i; svstema nortk-ajiekicano. i
Aterro da Boa-Vista n. 4,
3 andar. W
W I :..;: 3BSl
Pnciaa-aa do nm feitor illiciite, e qu? en-
teinla larobemdejardim, e :: um una forra ou e<-
crava que saiin comprar o colindar t ngommac :
no Moirilrao Mlio de .!ii mi do rallecido Lniz Gbroea Kerreira.
I'recis-- alosar urna aun serra para oer\i-
^o il mlia casa de familia. : na ra Nava n. 30.
Preeiaa-aa de um mojo porlnanei de idade IS
a 20 aonoi para eaiteiro fit urna fabrica devela
de carnauba, daqdo fiador a sua con lucia : na roa
Direila II. 57.
verdadeiro
cnoiiieo.o
999,000
40,000
3:091,000
209,000
lie intil do-fr.ver a nublmidade dpita comedia.
pniaqoa he iu^n qiif bilanti o Hume de seu autu
para nao havi-r nada a desejar.
I inaliaara n eupectacolo, o lindo e engrasado vab-
deniic cm doa< a-tni intitulada
A BAI\1I,\ UE IVITOL
.de 5 aiinus de i lade. italiano de nasci-
viaja em companhia de seu pai, este
I.Olf lirstiniaiii, que canta e
lilamente, tranalhea rrp praienra de
Fizando a parle de rSinha a Sra.
He i'-ie o eapeelaenlo ci.....me
manca pretende dar principio am
espera que o rO'peilavel poblico
benevolencia. OaSra. a
canlia de rte/. por renlo de abalf.
(1 rr>t.. do* bilhetes acham-se a venda
lorio do mesmo Ihealro.
Principiar aa 8 huras.
t. laabtl.
a sociedade dra-
seus trabalhoa, e
llie caneada ua
aliantes gozarla da ga-
lio e lllll IIU'UIIII)
"iiipiiIo. que
menino cliama-se
dan-a per!
i S. M. 1. ; mu rara liav.-m is de encontrar um me
nio coin esta idade o com tanta intellizcncia
presert^a de eapirllo, le ;i gumaa familias perlico-
lares desejarem \,-r ale pheomenoartialico poden,
] iliriair-se a praca da Independencia n. 23, lojade
chapeos.
Um rapaz sollr-iro, com hahilitacoes
precisas por ter sido do mato, d tem toda
pr-itira de servico de campo, e -d liatiQi a
Lsua conduca, oleiece-se para administrar
qualquer eiigenlio nesta ou em outra pro-
j vmcia : quem de seu gervico quizer utilisar- |
I se aiiiiuncie por este Diario, i,u [irocurc no
aterro da lloa-Visla, fabrica do cliarulos n.
1 77, que se dir quem pretende.
dara : na ra da SoleJade n. 21.
(.ompra-sc um sitio peno da praqa e
uma casa terrea nesla cidade : ra do Cabuga. leja deourives n. 1 I). .
Por ter de fazer uma viageiiv para Eu-
ropa o Sr. Frederico Freuiont, ex-gereute da
casa commercial l'raneeza sol) a lirma de
Frcmont & l.asne, ^ue se a cha em liquida-
r;3o, os negociantes l'rancezes Cals IrmSos,
estabelecidos nesla cidade, annuuciam aos
deve lores da dita firma, que ua ausctfcia do
dito Sr. Fremont, licain elles ncarregados
da liquidaQo da casa, e previnem a quem
interessar possa, e a lodos os'deve lores, que
com os abaixo assignados dilos Cals Irmos
se devem entender, porque sao elles smen-
te os autonsados para a referida liquida<;ao.
Kecife 19 de maio do 1857.
Fremont l.asne.
Precisa-se de um caisero de 12 a 10
anuos, doschegados ltimamente: na ra
da I'raia n. 29.
Faz-se lodo c qualquer negocio com a
melhor loja do Passeio Publico n. 9, com
fazendas ou sem ellas ; a fallar ana mesma.
A viuva e berdeiros do fallecido Sr. Fi-
lippePaes Barrlo, que sejnlgarem com di-
reito a uma preta de nome (iraca, queiram
dirigir-sc a'ra Augusta, sobrado de varanda
encarnada junto a la trica do Sr. Santos, on-
de se pode dar noticia da mesma.
Na noite de 10, para amanhecer na se-
gunda feira do correle maio, furlaramdo
sitio Jangada, junto do Peixinho, 2q lartaos,
seudo um melado, com ciinas pelas, sen
ser capado, contramarcado com un ferro
e outro al.-./i < caxilo, capado, com frente
aberta, cal^aJo em ambos os pos, e contra-
marcado como fenot); a pessoa particular
qualquer, que os appreliouder, recebera de
gratiticacHo 30? rs., da mao'de Francisco das
''jigas Salgueiro que mora junto da ponte
i^l Vara,lauro da Olni.ln. ouk (i. ly-^.n su-
i'inienloda ra para o Collgio dos orphaos.
/- JiJe>rsa-Se de um cisal Jle porejs es-
ngeiros, que sajara grandjw ; de um ci-
I de gangos, de sement de-hortaliga e fruc-
teirasi de di Iteren tes quahdades : a psssoa
que ti ver para vender esses objeclos, ou par-
lo delles, annuucie por este Diario, ouJe
deve ser procurado.
- .\a praga da le.dependepcia ni 4, or-
cis-se de um caixeiro que d liador a .sua
conducta.
-'-* Compram-se jornaes a 120 rs. a libra :
no patea do Paraizo n. 14.
Precisa-se alugar uma preta captiva,
que saiba cozinhar e lavar : para tratar, ra
do Amorim n 9, segundo andar.
-- Quero quizer dar dinheiro para o Rio
de Janeiro, ou Bahia, dirija-se ao hotel in-
glez, ra do Trapiche, que saca-se com al-
gara premio, sem prazo, e avista.
- Offerece-se uma mulher para ama de
casa ealrangeira a tratar no Manguinno, es-
quina que volta para a Capuiiga.
- Esta fgido o mulato lleginaldo, de
estatura baixa, cabellos carapiunos, rosto
c'omprido, nariz aquilino : quera o pegar,
leve-o a ra da Cadeia n 17, a seu senhor,
Antonio Luiz Pereira Bastos, que sera bem
recompensado.
O ahaixo assignado faz scientc ao res-
pcitavcl publico, que. ningucn faga negocio
com Francisco Concalves de nouza e sua
mulher Mana da Peuha do Corarlo d* Jess, J
com a engenhoca denominada Bom >iuc-
cessosita no segundo dislricto do termo
de Iguarassu', por quahto a dita engenuoca
est pndenle de urna, hypolheea feila eo
ahaixo assignado, e com a condico especial
de, dilo Francisco Congalves ds Souza e
sua mulher nao polcrem vende-la senSo ao
mesmo abaixo assignado, pelo prego jiue
poderem Convencionar. no caso de quererem
vende-la, assim como que he o mesmo ahai-
xo assignado senhor e possuidor de duas
parles da mencionada engenhoca, as quaes
comprehendera quasi melada do termo da
referida pro.irie-1a.le. Outro sim la/, sciante
iguaimenle que dita engenhoca tai arrenda-
da por seis annos; contados desde o mez de
maio de 1855, com a eondicao especial de,
no caso de ser vendida a sobredita eng n!i-
ca, estar rom ludo sujcita a apreencher-se
o lempo do referido arrendamento, feilo pe-
lo Sr. tenante Jos Filippe de Mell, e hoje
pertencente ao mesmo abaixo dvsignaijjo. K
para que ninguem se chame a ignorancia,
Taz em tempo o prsenle anuuncio.
Manoel Julin da Fouseca Piuho.
- Desejs-se fallar ao sr. Jo.se liibeiro da
"ocha basto a negocio de seu intarcsse : na
ra do Trapiche n 17, cseriptorio
Otferece-se umaqiuiher branca, de
boa conducta, para dirigir urna casa de pou-
ca familia, ou de homem soiteiro, ainla
mesmo para sitio : quera dijila precisar,sli-
rija-soa ra da ConceifSo da Boa-v'isia n. >
Vende-se boa manteiga iogleza a soj
rs o a 720, dita franceza nova a ii8'), touci-
nho de Santos a 280, arroz pilado da ludia,
muilo alvo a 160, dito mais baixo a 12'>*, sa-
lino a 160, banha de porco muito aiva a 500
rs. a libra, vinio engarrafado nuiilo veluo
000 rs dito em pipa, lo Porto a 5(o, dito
da Figiioira a 560 a garrafa : na taberna da
ra das Cruzas n. 20.
Precisa-se de um caixeiro para pada-
ria, prefcrinUo-se um que tenha pratica do
mesmo negocio : na ra Direila n. 2t.
o Sr. Hippolyto Francisco da- Chagas,
que era morador ua roa da Palma,c qire em-
penhou mis penhores no palco da matiiz de
Santo Antonio n. 9; com o Contrato de tirar
no prazo de 3 mezas, e pagar os juros, o
qual passou um recibo com a mesma derla-
racSp, e como- ja faz 6 mezese elle nao te-
nha pago juros nem tirado seus penhores,
ras-so o presente annuncio para tiraran pra-
zo de 8 dias, do contrario serao vendidos
para pagamento do mesmo dinheiro, e o
recibo por imiii pasando licora sem vigor
iieiihum.
Joaquina Mara de Sanl'Anna.
nado, no seu cscriploi io, ra da i.adeta do
P.ecife : o supradito leilSo lera lugar logo
que o mencionado hrigue, regressar nesta
viagem. Por Francisco Comes de livcia,
Joao da Cruz MaeeJo.
Fugio de h a do da barca Mathilde, o
escravo de nome Antonio, de Idade 70 annos
pouco mais ou menos, cora .os signaos se-
guintes, criOulo, falla muilo e desembara-
zado, multo alto, barba bastante cjaum
pouco branca, levou roupa azul, costuma
rel'ugiar-se para os engenhoS : quem do mes-
mo souber noticias, e o'capturar, dirija-Sja a
ra do Trapiche n. 14, que ser bem grali-
licada.
.Jos Simoes de Magalhaes, e sua mu-
lher Thereza Candida' de Ma-galhaes, hypo-
thccaiam a sua casa terrea sita na l'assagcm
davagdalena, entre as duas pontes que tem
um po.'tSo de ferr, defroule do sitio do fi-
nado Firmo, em 1846 a Jaquim da Silva Lo-
pes,.como prova escriplura uo cartono do
tinado escr.ivao Jos Aiexandro Ferreira, e
at hojo ainda nao recebeu o importe da hy-
polheea : para que sirva, de governo para
quem compiar a posse do dito sitio, que tem
de pagar a dita hypolheea. .
Precisa-se do urna ama para cozinhar.:
na ra da. Aurora n. 30.
A pessoa que luou uma carta no.cor-
re io*n. 1287, na lista de 13 do corrente, qu.^i-
ra entrega-la np mesmo correio a quem Ih'a
den, assufi como estiver, ou manda-Ja en-
tregar ao abaixo assignado na ra da Sen-
zalla Vehia n. 140, primeire andar, c so o
uo Gzer, lica obligado a privar em como he
Sua, e se tar o nie>mo sobrenome, obrigado
a mudar, visto quu o mesmo abaixo assigna-
do, he muito mais aultgo'nesta cidade.Jua-
quim Jos de Almeida Pinto
.\a travessa da Hadre de Deas n. 9, de-
seja-so saber quem he a pessoa encarrogada
loo negocios do cal do fallecido Sr. Kay-
inundo Jos Pereira Bollo.
iNo becco largo do Kecife, taberna que
vira para a ra da Seuzalla
saceos rom per tai 10 milljo.
- Jpo Ward, e mulher Isah lia ^'ard,
subditos britannicos, retira-se para tara do
imperio.
~- Precisa-so de olliciaes do alfaiatc, para
caigas de casemira : na ra Nova n. 52.
liroteenapta prelo laviado, envado. .
Hito dito liso muilo lara". envado.
Dito cor de rosa muito enrnrpado .
Sarja preta hespaiihola muito eneorpado,
covado.............2SfiOO
Selim prelo inacao superior, covado 3000
Panno lino prelo e de cre?, covado de 39
r.. a -..........7cO00
Corles de casemira de cores com barra ao
lado e de quadrinlioa, corte.....i^OOr)
Corles de colieles Me velludo preto e de
cores............. Iii-iioii
Curtes dccnileirs degaigurao de teda de
vaiios padres a........ 3J000
Meias croas supejiorer para rneninoi 9
Corles i|e vellido de eda de cores para e-
nhora, o mais rico que ha 110 mercado. -?
Cravatas de seda prelas e de cores ... 8
Chales de merino bordado a velludo. 18|0Q0
Ditos de dilo bordados a eda.....' V-immi .
.Ditos de dilo com lislra de seda .... 65500
Uilos de dito com barra malisada, finos. t.rsioo
Dilosde dito lisos.......... 5>50U
Dilos de dilo com franjas de laa '. 4&50O
Dilos deba adamascados pretoa e de cores. 39000
l-eiifos para mio.de camhraia de linlio,lisoa -ion
Pallli de alpaca prela lina e do cor. tfMO
(fiiudula- de alpaca preta n. de cor. 5&500
Papalina de seda de cores, roalisadas, co-
vado.............ifjOOO
Chai de seda oe cores, com quadros, co-
vado............. 3850
Laa de quadros peqnenoi e grandes, co- ,
vado .......... 56OO
l.aa eseda, bonitos padres, covado. '. $800
Ricos corles de laa de ramagem malisada
com 15 covados.....'. .. 55000
M ni liana de seda decores com .vara de
lar&ura, covado......., i$600
Ursulina de seda com hstrai militadas, co-
vado..........'..
Sedas de quadros de novo* padrOes,covado.
Cliapeosde massa, fraucezes si
su penares .
Duqoe7.a de seda coiti ramagem, covtdo.
Mussulina de cures mui lindas, covado.
Chitas franrezas finas,......
Cassas franrezas de cores fixas, v.'ira .
Em frente do becco da Congregarlo, a segunda
loja n. 40.
?':48*&iiiS8&tfBtg&i (%
1SO0O
USO
7*500
750
320
280
400
&
Botica


Os abaixo assignades, com loja de ourives
na ra do Cabuga 11. 11,.confronle ao paleo
da matriz e ra Nova, fazem publico, que
estilo recebendo continuadamente as mais
novas obras de puro, tanto para senhora
como para lomens e jneninos : os preeps
continuam razoaveis, e passam-se contas
comiesponsahilidade, especilicando a qua-
lidade do ouro de 14 ou 18 quilates, licando
assim sujeitos os mesmos por qualquer du-
vida.Seraphim & IrinSo.
GABIIETE PORTGEZ
DE
W^^^^,,

Precisa-se alugar urpa parda ou preta,
preferindo-se escrava, que saiba tratar de
crianzas, c dos seus-arranjos : a pessoa que
a tiver, ouqueira disso se'encarregar, dtri-
ja-so a ra de s. Fratcisco,' como quem vai
para a ra Bella, sobrado n. 8, para tratar de
san ajuoto, quu cor buin pag' -.-visi-a oe sua<
qualidades.
Sac--se qualquer quantia sobre o
Porto, pelo vapor ingiez Tevjot, prximo a
l'aria, ra
Nu'va n. 3, lera chegar: 110 escriptario de T. de
de Trapiche 11. 40.
Trocam-se notas do banco do Rio de
Janeiro, com descont, por moeda corrente
nesta prara : no escriptorio n. 40, ra do
Trapiche.
. Aluga-se um armazem de tres por-
las, sito na ra da I'raia, pertencente ao
patrimonio da Ordem' Teroeira de San-
l'raneisco : osprtendentes dirijam-se ao
largo do Carmo a- ib".
Thvs. Isroiigliton sua senhora, W-
liam Jackson, Daniel Me. Mora 111, Charles
Sudlow & JaHics etlild, .-retiram-se para
Inglaterra.
Precisa-se de um feitor para etigenho,
naga-se bem, sendo capaz: quem quizer
falle na taberna de Joaquim Coelho de Al-
meida, na hua-Vista, ou com Antonio Con-
calves Ferreira Conceicao,na ra da I'raia.
Prcisa-se de um capellSo para um en-
gerido em Seno ha em da-se bom ordenado :
a tratar na cambea do Carmo 18, comSil-
vi.n 1 Joaqnim .Mactins dos Santos.
o
o
Rio-Formoso.

De ordem do consellio deliberativo s
publico, que lica convocada extraordinaria-1 W
meqto a assembliia geral dos senhores socios
accionistas parado uing 1, 24 do corrente, 1 $
as 11 horas da inanhaa, alim de deliberar'"
acerca do parecer da commissao de exame
das contas da directora transada, e proce-
der a eleigao da commissao tiue deve exa-
minar as conlas da actual. Itecife 19 de
maio de 1857. -O secretario interino,
Piicardode Frailas Itibeiro,
- Precisa-se de um feitor para um silio
nos Remedios, que emenda de plantacpes :
a tratar no caes do llamos, sobrado de dous
andares, no primeiro andar.
O ahaixo assignado, cora loja na es-
quina da ra do Crespo 11. 5, declara que
niio tem era'vende em sua loja roupa taita
em paizestrangeiro, des.le adata em que
tai ltimamente colectado
$
. O-Dr. J080 Honorio Bezerra. de Mene-
r.es, medico pela Facoldade da Bail, .lem,
filado sua residencia na cidade do Kiu-For-
nnrso, e de novo effereoe seus iervicos% lo- ^
das ai peisuas fjue o bourtrem com sua con- 9
fiapca. ^
C. STRR & C
respeitosamertte nnunciam, qu no seu ex,
tenso estabeleeimento, em Santo Amaro.
coutinu.'a a fabricar cora a r.naior perfeiclo
e promptidjH), toda qualidadu de machinis-
mo para o uso da' agricultura, navegado e
manufactura, e-que para-maior commodu de
seus-riumerosos fieg>jezes e do publico em
geral, lem aherlo em um dos grandes rma-
seos d Sr. Mosquita, na raa do Brum, atraz
do arsenal de marinim, un
DEPOSITO DE MACHINAS,
-

o.

i
6
pelos lancadores construidas no dito seu estabeleeimento.
por le acharem na oc.-asiao do lanSamen = o Am achar5o os compradores um completo
mo'-t. n.Ci!wi8 s",,":"t"' l"'1^1 son, ment de moendas de.canna, com todos
mu ao dito laucador, compradas para os lnelhoramentos falgum uelles novos e
v?' i. ; -qU'! '"J SQ7,rem> P0' a originaes a que a experiencia de muitos an-
venda. Ignorando pagar o ra posto respqc- nos tem mostrado a necessid.ide. Machinas
tivo.Miguel Jos Barbosa CuimarSes.
FEITOR.
Precisa-se para um sitio pequeo, perto
da praca, de um feitorsorteiro que entenda
Je hortaliza, etc. : dirija se.ao primeiro an-
dar de n. ^0, na ra do Torres, praca do
Corpo Santo.
Jardn, publico e n Per-
nambuco, ra-di Soia-
(ift(Se- n, 70.
Neste ouito grande jar Jim
de va'rieJade de llores novas
ia muilo gran-
nesla provin-
ile- vapor de baixa e alta pressao, tachas de
todo lamnho, tanto batidas como fundidas,
carros de miio e ditos para coilduzir formas
de assucar, machinas para moer 'mandioca,
prensas para dito, fornos do ferro batido
para farinha, arados de ferro mi mais appro-
vada coiistruoij'io, fundos para alambiques,
crivos e-porlas para l'ornaibas, e uma.inlini-
dade de obras de ferro, que ser enfadonho
enumerar. Nu mesmo diepostto existe uma
pessoa intelligentee habilitada pura receber
todas as eneommen as, etc., etc., que 'os
annuneiattles eoutandocom a capacidade de
suas ollicinas c machinismo, e pericia d
ca : rosas, dalias, eoutras muitas q'uali la- :SeusolJiciaes, se coilipromettem a fazer ex-
des, assim como ps de alecrun do' norte, cutar com ii maior presteza e perfeigao, e
sylindras, etc., etc. : tambem ha muitas: exacta coutarmidade com os modellos ou
qualidades de ligos, uvas, quahdades novas,! desenhos, e hs'.rucgoes ([ue Ihe forem for-
sa potas esa polis, etc. O lempo he proprio necidas.
do plantages. Aproutam-se encou,mondas,
Reflaria de
liego & Jarreto, no M<>-
teiro.
No deposito desla relinaria, na ra da Ca-
deia do Recita n. 30, ha sempre assucar re-
finado de superior qualidade, tanto em p
como em lorroes c em paes, ppr prego mais
comoio'do de que em ouira qualquer parle.
lauto (iara o centro da provincia, assim c >:no
tambera pira ts mais do sul c norte. Pre-
sen tem ente as roseiras estila com llor para
a vista dfdlas se fazer boa escolua.
- Precisa-se de um caixeiro portuguez,
qoih pratica de taberna, do IS a 20 annos :
quem pretender, procure no aterro da Boa-
Vista n. si, que ah se dir quem precisa.
--- l'.bga-se a Sra. \nnmda Pinheira dos
Santos, que queira declarar a sua morada,
para ser procurada, a negocio de muirin-
teresse.
Desapparoceu no dia 1.- de maio deste
ando, do engenho Cainassari, da l'reguezia da
Kscada, uma escrava crioula de uome .Mana
Leonor, idade 28annos, cor fula, estatura
mediana; e regular, com falta de deoles na
frente, ralla affectada o dengosa: quema
apprhenler, conduza ao dito engenho,
que sera generosamente reaompensado.
Precisa-se de uma pessoa para o'scp-
vigo interno de urna casa eslrangci.a, que
entenda d cbzinha : nao*ua Nova n. 17.
Aiugam-se js dousqiiinlaes da ra do
Apollo, coin uma porta coche ra, para o mes-
mo Boa : a tratar na ra da senzalli. Velha
n- "0, terceiro andar.
:-.*'*."j's''- '>,- --..r-,-^
'..><.;.-...;,... .--.-.. --.-.;;-..'.?,' .;-...
Sm Defroute da inalii/. ila la i-V isla n. 86, ..'.-.
aj motase (o la e qualquer obla de .corle, ',''.
w assim como limpam-aje ferros de cirurgia de -..-
^ Iota qualidade, bale-51 oiivido em espin- tS
tardas: na mesma vende-ae e alugam-ie ;'-.
*' Indias, as-iin romo inan lani-se applicar a ',:",
..- qu dquer hora.
<*: ..- ..- sir -.*-' '...' -,.r i^e.,s ... u. ... cyW Ai' iciV.
Scientifica se a quem convier, que a revi-
sita de pesos, medidas e bal,meas, pr inQipia
do 1. do corrente a lindar no ultimo de ju-
nho : na casa da atarigSo, no pateo do Ter-
cp n. f6.
-- Precisa-se de uma ama que saiba cozi-
nhar, e razar lodo o mais tservigi uB casa .
lia ra do Caldereiro taberna n 61).
Jos Intonio Uoreira Dias t\- c., fazem
sciente aos^-usTreguezes e mais compra-
dores de pnlvura, que continuam a ter um
completo sor tmenlo deste genero, das me-
EM l'ERNAMBl CO .' ^
O DR. W
SABINO OLEGARIO L. PINHO. @
9 Kua de Santo-Amaro (Mun- ^
jg; do-Novo) n.
?i? Neste cstahelecimento eiislem os medica- f^
fci menlos mais adeqoadas aos climas do or- 2
~ le, preparados coin a maior vigilancia pelo *ji
W proprielario. "'.
^ Esislem medicamentos preparados no Rio flh
i.i de Janeiro, que se vendem por prerm bal- 3
^ xos.mas nao se garante sua cflicaeia. W
V.v A experiencia lem demonstrado que es -;
me.iiranieptos aqu preparedos prodozem ^'
\^? melhor effeil, ca as provincias do norte, QP
*J% do que os qoe os que vem de fra.
5^ Os preeos silo filos, sendo mais caros, ppr
? serem melbores, os preparados m Parrjam-
liuro..
THESOL'UO I1OME0PAT1I1C0
OU
Vadc-Jtfecmn
DO
HOMEliPATHA
PELO DR. f5
A SABINO OLEtiAKIO L. PINHO. t
&i Esta preciosa obra contina a veuder-ie ^s
*' na botica central', lOcOOO em brochora e J
sgp II3IIIKI encadernada.
@^-^^^@^ O 3"i59a
.No dia 22 do corrente, na sala daS au-
diencias, linda a do lllm Sr. Dr. juiz de'or-,
pililos, se deve arrematar a casa que fica con^
fronte a igreja de N. S. dos Remedios, ava-
had i por 2:00'> rs penhoraJa aos herdei-
ros do nijor I-'rancisco de Assis Campse
sua mulher, pur execugao do Exra. Sr. vis-
conde de l.oures.
Fugio no dia 11 de maio do corrente
anuo, a escrava crioula de nome Mara, com
os signaes soguintes "baixa, corpo regular,
faltado dous denles na frente, raaos e ps
pequeos e apallielados, 'supp0e-se estar
grvida," tem uma marca em uma pa, canta-
do para baixo do brago, crespa do tamaito
de um annel, representa ter 20 anuos de ida-
de, tai vista pela mandila nos Afogados, sup-.
pOe-se que siga para. Gloria de Goit, donde
he natural, e para o Po d'Albo, onde tem
parentes : quem a pegar leva-a a j-ua de S.
Rila r.. 5, que sera recompensado.
1 Ao rauco.
s fto armazem de fazendas baratas, ra do jh
Collgio n.' 2,. Jr
fi vende-se um completo sortimento de fa- M
'M zondas finas a grossas, por mais barato tS
presos do que em o'dtra qualquer parte, |8j
B tanto em porgoes. com? a relalho, a(Ban-
S cando-se aos compradores ufn s preco Q
j^ para todos: este estabeleoimento abrio-s 8|.
5 de combinago rom a maior parte das ca-
jf sas conlmerciaes inglezas, franrezas, alie-. )K
mos e suissas, para vender fazendas mais X{
K| em conta do que se tem vendido, e por isto fc
IS ollurecera elle maiores vanlagens do que *
SE outro qualquer; o proprietario deste im- 8
w portante estabeleeimento convida lodos ^
9 os seus patricios, e ao publico em geral, %
3 apara que venham (a bem dos-seus inte- *
.-,' resses) comprar fazendas baratas: no ar gg
mazem ra na do Collgio n. 2, deAn- ^
'g tonio Luiz doi Santos & Rolin.
SEGURO CONTRA FOGO.
Companhia Alliance.
Esiabelocida cm Londres, em margo da 1324.
Capital cinco milhoes de libras esterlinas.
Saunders Brothers fe C, tem a honra de in-
formar aos Srs. negociantes, proprietarios de casas,
a quea mais convier que estao plenamente Mu-
.orisados pela dila companhia para efecluar segu-
ros sobre edificios de lijlo e pedra, cobertos da
tjlha e igualmente schra os objeclos qiiecontiverera
os mesjaos edificios quer consiste em mobilia ou
!* fazendas da qualquer qualidade.
I DEBTiSTA FR/iNCEZ.
-l
Paulo Uaignpm dentista, rna.Nova n. 41 : '''
:,? na metma casa lem agoi e pos denlriSce. $
Precisa-sede nm bom contra-mes-
trecomo tambem de olliciaes de concer-
t e de toda obra : na toja de all'aiate da
na Nova 11. 6|)"
ruis france-
sas muio finas para vo-
larete.
Vendem-se finissimascartas francezas pa-
ra voltarel, pejo baratiasimo prego de 500,
6O0 e koo rs. o h.- portuguezas SOOrs. : na ra' do Oucima-
o, en bem connecida loja de miudezas ua
boa fama n. 33.
PUBLICACAO' BELIGfOSA.
O Brasil.
Iboresqualidades que vem a este mecado, Peridico Galholico, Lilterario, elfotieio-'
eas a nostras encontra-ao em feus escripto- so, pu
rios na roa das Laraugeiras n. 1*, c nua da
Moeda ti. 23.
hlicado no Rio de Janeiro, subscreve-
sc na livraria n. 6 c S, na praga da Indepen-
dencia a os por semestre, pagos adtantado.
MUTILADO



DIARIO DE PERNAMBUO 2SI.XTA fEIRA 22 DE MA10 DE 1857.
$ FERAS PRECIOSAS-
_
$ Adcrecos de brillianlrs, J
y diamanten e perolim, pul-
& eiras, alftieles, briucos &
^, a rodas, boloes e minis '.'..
fc 3e dilTerenlei aoston e de ffi
*' di veras pedra de inlor.
S Compram, vendem
Irocam prala. oro, bri
lliante,diamaolese pero-
*
<-
la, oulras
>' joiasde valor,
2 uu por obras.
I
quaesqoer ^
a dihlieiro &
IORERA k BUARE.
LIJA DI 9UR1VB8
Ra do Cabaga' n. 7.
kiecebeiu por to-
dos os \'ap. ivs'da Eu-
ropa a sol) ras do mais
moderno -oslo, tan-
to de Franja como
< .->.<. .> >.*S-.s>.$ v3> .< <> >
OL'RO E PRATA.
. ___ v>
? Aderen complclua de *'
* ouro, meios dilos, pulsei- <-
' ras. aUinele., brinros t ':'
| rojetas, conloes, trancel- %
lilis, n..- l.iih -, corremos
* e enffltes pura relogio, e s?
X ouiroa multes objectoa de %
a. ouro.
; Aparelbos completos da f
<. prala para cha, bandejas, ;:
; salvas, c.-itie,ae. colhrres .
! de sopa e de cha, e mu-
% los oulros objeclos de f
<~ prala.
. *v **;:.: :: ; <::?.,
de Lisboa, as quaes vendem por
pre$o cooimodo como eos turnan..
Vendem-se 3 casas lencas novas, mu-
radas o com cacimbas, una na run dos
Cuararapes n. 14 e duas na ra do Brum.!
a tratar na na dos Cuararapes n. 0.
No pateo do Carillo, esquina da ra de
Moras n. 9, vende-se gomma a 100 rs., man-
teiga ingleza boa a 640, "0, 800 rs., I60 e
Na loja nova ao pe do arco
(I e auto Antonio.
Custou, porcm chegou, os mais ricos cn-
feilespara cabera di senhoras," cintas fran-
cesas de ricos padroes a 240 rs. o covado.
13120, Oiuilo lina franceza a 720, banlia a sapatinhos para meninos de diversos gustos.
IV'esla loja.tem fuilinuailamenle um comple-
to sortimento de fazenda de bom gosto, ese
vende|ludo por barato prego.
Aviso aos-senfrores de
enjyenho.
Cobertores de algodilo a 500 rs. cada um :
na ra do l.ivramento n. 18.
Vendem-se velas de carnauba, cm-
odo, oleo de ricino a 480 meia garraTa, pe-
neiras de rame do nielbor fabricante de
Lisboa.
BATATAS IIOIXANDE/.AS.
Ja desembarcaran! as superiores batatas
bollandezas, eni gigos, e vendem-sc no ar-
mazem de Uniros i Silva.
Vende-se a taberna da ra da Scnzala
Novan. 32, bem afreguezada para aterra,
CONSULTORIO HIEOPaTHICO
DO
Onde seacham sempre os mais acreditados medicamentos, tanto em tinturas como
em glbulos, e proparados cora o maior escrpulo e por presos bastante commodos :
PREQOS FIXOS.
Botica de tubos grandes. 10/000
Dita de -24 ... i.v-ooo
Dita de 36 ... 209000
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. Manual de medicina homeopathica de pr. Jahr com o^dic-
). cionario dos termos de medicina ... .' *. .
Medicina domestica do Dr. Henry.........
Tratamento do cholera morbus..........
Repertorio do D Mello Moraes
Attenco
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10/000
2/000
6'000
tem bous commodos para pequena Familia, I posta, da mclbor fabrica do Aracaly e sa-
patos do Aracaty muilo bous, tudo por pre-
qo commodo : na ra da Cadcia do Itecife n
60, primoiro andar.
Vende-se a taberna da Capunga, per-
tcccnlea Francisco Joaquim Duaila : a tra-
tar cora Juio Siraio de Almuida, na ra do
Vigario.
e o .-.lugucl lio fsvoravel : quem a pretender
dirija-sea mesma, porque o dono la, todo o
negocio, visto a urgencia quo 'em de mudar
de habitac,3o.
Bichas de Haiu-
burgo.
It. C. Vates & Companhia: estabelecidos
no Rio de Janeiro, na ra do Hospicio n. 40,
vendo um nnuncio publicado em urna das
folbas dePernambuco pelo Sr. Bartholomeo
>\ de Souza, preveuindo' ao publico que o
ve-dadeiro xarope do bosque so elle he
quem vende,prevenimos ao mesmo publico,
que o nosso xarope he remeltido do Rio de
Jrneiro .pelos cima proprielarios ao Sr.
M.noel Alves Guerra, e este senhor. fez o de-
pesito para ser vendido na pharmacia do Sr.
Jo* da Cruz Santos, na ra Nova, n. 53, ni-
cos por nos autorzalos para venderem o
nosso verdadeiro, e .mais prevenimos aos
snhores consumidores, que ha prlo de' 5
anuos os rollos collados as garrafas s3o
.signados por Henry Prins, como procura-
dores dos cima-proprielarios. Rio de Janei-
ro 13 de Janeiro de 1857.
Bartholomeo Francisco de Souza, len-
do o nnuncio dos Srs. R. C. Vales & Com-
panhia no Diario n. 17, em que diz ser s-
menle verdadeiro o xarope de bosque que.
se vende nesta cidade na pharmacia do Sr.
Jo.-e da Cruz Santos, onde fez deposito o
Sr. Mauoel Alves Guerra, que recebeu delles
proprielarios, declara ao publico,-que nSo
dvida seja falso o'xarope de bosque que
tambera, vende em sua botica, mas assevera
que ello he comprado aos mes.nos Srs. R.
Ci Yates & Com'panhia, du Rio de Janeiro,
como provara os documentos abaixo :
RIO E JA.NEIItO 8 DE AGOSTO-DE 1836,
9 Sr. Bartholomeo Francisco de Souza
comprou a R. C. Yates Companhia :
.'4'duzias de garrafas com sarape
do busque a 54-70OO......... 216*000
6 duzias de 1|2 garrafas com xa-
rope do bosque a 279000......162*000
Rs.. 378000
Recebi o importe cima, do Sr. Antonio
loaquim Vieira de Carvalho. Rio de Janeiro
|de agosto de 1856. Por R. C. Yates 4,
CompanhiaJos Paulino liaptista, '
.' 6lfe 8de agosto do 1856.
Em le de yerdade.
Manuel Hilario Pires FerrSo.
RI DE JANEIRO 18 DE FEVERVIRO DE
1857.
Os Srs. Constantino Gomes de Faria A'Fer-
reir coaiprram a R. C. Yates & Compan-
hia :
4 duzias de garrafas com xarope
do bosque a 549<>00. ....... 216/00*
'6 duzias de 1|2 garrafas com xa-
ropo do bosque a 279000. ...... 162/000
Rs. 378^000
Recebemos o importe. Por R. C. Yates &
CompanhiaW. C. Cerwarlt.
Xs abaixo assiguados declaramos que
compramos o xarope cima para o Sr. Bar-
tholomeo Francisco de Souza, de Pernatn-
buco, em virlude Je sua ordem de 3 do cor-
rele. Rio de Janeiro 18 de fevereiro de
8i7.Gonslantiuo Gomes de Faria & Fer-
reira.
Reconheco ser verdadeiro o signal supra
de Constantino Gomes de Faria ia F'erreira.
Rio 18 de fevereiro de 1857.
Km f de verdade.
Pedro Jos de Castro.
Vende-se urna mulata mora, coziuhei-
ra, c perfeila engonunadaira: na ra do
Collegio n. 18, segundo andar.
- Vende-se superior panno verde para
forrar Jiilhar : ua loja da rna do Crespo n. 3
prxima'ao arco de Santo Antonio.
(]emento. novo
Na ra da Cadcia do Santo Antonio, arma-
zem de maleriaes, por prego commodo.
Veoendem-se na ra Nova, loja n. 45,
bancos e ferramentas para marcineria, tudo
em muitn bom estado : a tratar na mesma.
y*j.in.
Me chegada ra estreita do P.osario, ta-
berna da estrella.n. 16, os multo bons quoi-
jos do Serid muilo frescaes, o assiin como
queijo do reino do milito superior qualidade
e sardinhas de .Nanles, tudo isso por prego
mais barato que em outra qualquer parte:
Alerta, freguezes.
HIGAS BONECAS FRANCE
ZAS.
Vendem-se muito lindas e bem vestidas
bonecas lrancozas, grandes, pelo baratissi-
mo prego de 2o e 2500, ditas vestidas de
noivas, e cada urna no seu cartSo a 3/01)0 e
3*500, prego que nSobaquem deixe e dar:
na ra douueimado, na bem conhecida loja
de miudezas da boa fama n. 33.
PALITO'S FRANCEZES
Vendem-se palitos e sobrecasacos franCe-
zes de panno lino prelo e de cores com gola"
de velludo o forrados de seda de 22 a 28>,
casacas de panno Uno forradas de seda a 28/
rs., palitos de alpaca a 7 e 80OOO, ditos oe
linho a 39, camisas fraricezas branaas e pin-
tadas a 24 e 309 a duza, caigas de casemira
pela o de cores a 10 128, cuteles de setiui
prelo e de cores de 5 a 83. dilos de velludo a
12*,-chapeos francezes de- todas as qualida-
des, grvalas c luvas, n oulros objeclos que
se vendem barato na ra Nova, loja 11. 4.
VESTibos A 150UO.
Vendem-se cortes de vestido de chita lar-
ga a portas, na ra ao Cfunimado n. lo-
PARA SENROB \S.
Vendem-se os melhoros e mais ricos cha-
peos que existem 110 mercado, chegados no
ultimo navio francez, bavendo porgao para
as senhoras escolhcre.m o gosto : na ra No-
va, loja n. 4.
Na travessa do Rjsario, loja de barheiro n..
2, eslao expostas a venda, aos ceios o a re-
talho, chegadas pelo paquete viudo estes
das de llamburgo, c se vendem por barato
prego, e alugam-sc.
Vendem-se 3 moleques e 1 negra cri-
oula de idade 14 anuos na ra da eamboa
do Carmo n. 12.
JVetholo faciltmo.
Na iivraria da praga da Independencia n.
6 e 8, vende-se o methodo facilimo- para
aprender ler, novamenle impresso e aug-
mentado, por rail rcis.
Vende-se urna bonita crioulinba, de
idade 9 para 10 anuos : quem a pretender,
dirija-se ao aterro da Boa-Viste n. 26, se-
gundo andar.
VENDE-SE
Superior manleia inslezn, a libra
Dila francesa muilo superior, a
Dita de pnreo, a
Cha ByMun lino, a libra
Dito do Itio, muilo superior, a
Dito prelo muilo superior, a
Dito perola muilo bom, a
Sabia aruarello mullo superior, a
Dito braoco hespanliol, veniadeiio, a
V111I10 do Porto engarrafado, a garrafa
Dilo branco de Lisboa, a
Dito da Fisueira muilo superior, a
(.armella em casca muito superior, a libra a
Cerveja braiicb. mullo superior, a duza
Queijosdo remo viudos no vapor, de I3 a
Dito de prato muilo superior a liora
Azeile-riancez verdadeiro, a garrafa
Licor francez ulico, carrafas grandes a
Dito dilo, garrafas menores a
Cliciincas de Lisboa, novas, a libra
Tuacinlio superior de Lisboa, a libra
Esperoiacele americano verdadeiro, a
Dita fraucez slcari.ua, a
Chocolate francez muito superior, a libra
Dilo de Lisboa novo,'a
Amendoas*novas, a libra
Sag muito novo, a libra
Cevada muilo nova, a
Alpisla muilo noto, a
Sardinhas de Nanles muito superior a lata
e oulros muitos (enero*, pelo mais diminuto prec,o :
na ra do Kanse! n. II.
No armazem de llenry Forster & C,
caes do Ramos, vende-se "superior larelo
chegado ltimamente da Amorica.
Vendem-se (de lOmilheiros para cima
pedras de fogo na ra da Cadtiia do Recife
n. 31.
Vciide-se urna negra com todas habili-
dades, engmala muilo berrr, cozee fazdo-
ces, de muilo boa conducta, 116 ra do l.i-
vramento n. i.
Vende-se urna boa esclava crioula,
de 20 anuos de idade, prendada com le-
das as habilidades, e urna outra que re-
gula 22 anuos, boa ligara e sem habili-
dades : na ra do Caiu
andar.
- ESliHAVO MSQa,.'
Vende-sc un uscravo crioulo, ue 20 a 22
annos de idade : ua ra do Livranmcuto
n. 29.
JtiOO
:,m
Mo0
18600
2S0O0
2;iioo
160
360
(MK)
la B I
1*280
7.-SKK)
23000
S(KI
960
23560
I92OO
I 00
too
132110
SSO
!I00
180
560
'illO
400
1611
760
- Vende-se sement de macacheira mui-
to boa : no sitio da Trempe, sobrado n. 1,
que lera taberna por baiso.
Chapeos de fel-
tro e bonet de cabello pa-
r meninos.
Vendem-se ricos chapeos de tcltro para
meninos,enfeitadoa com lilas c plumas, pe-
lo baralinho prego .le 39500, bonetes muito
lindos de cabello a 23 rs. : na ra do Uufli-
mado, na bem conhecida loja da boa fama
n. 33.'
fSellins e reIeios.
SELLINSe RELOGOS de palele
inclez : a venda no armazem de
Roslron Rooker iV Companhia, es-
quina do largo do Corpo Saulo nu-
mero 18.
de penles >ie cbifreK moilo bous para alizara 1^200,
duzias de penles.de baleia para alar cabello .1 2?200
e 236110,iluzia de navalliao para Larba a l3600,grozaa
de boloes madrepcrbla para camisas a 600 reis.ditat
muilo linos de auala a 100 reis, crozas de boles li-
nos para ralea a 280 reis, carias com -J"> penles de
alfuelea lio reis.dzias de penles de lulea para a-
lizar a :t3, crozas de livellas para sapalos a ,'>i0. du-
zias de ('aniveles linospara aparar peonas a 23."00
as cores a 320, 400 e 500 rs., ditas muito fi-
nas de madreperola para palitos de meninos
e homens a 500 e 640 rs., atacadores para
puchos e collarlnhos de camisa, do muito
rico gosto a 400 rs., 800 e 2&000, ditos da
cornalina para casacas a 300 rs., e oulras
muitas qualidades de sbotoaduras que se
vendem muilo barato ; na ra do Queima-
e :i3.duzias de caitas armnicas; a J3> l_soo,! do, na bem conhecida' loja de miudezas da
FEOTES DE TODAS AS QUAI.1DAES.
duzias de torcidas para caudiriros a SO, reis crozas |joa fam n. 33
de marras para cubrir a 100, 120 e 160 Me, pe
ca 1I0 tranceln para benliiibcs a 120 res, pulceirasl
eucaroada multo banHai para Sra. e meninas a 200 Vendem-se penles de tartaruga para cabello
s a 210 res, 0 mclbor que se pode encontrar
chaly
acham! Iota do, de todas as
cores a 1,100 rs. o co-
vado.
Na ra do Queimado n. 21 A, Vcndc-sc
chaly liso aohainalolado, lamida esta de
muito gosto, chegada pelo ultimo vapor da
F.uropa. Do-se as amoslras com penhor.
(papase polainas
PROVA TAGIA
Fcilas pelos mclliores fabricantes inglezcs.
VI-..MIAM E VKJAM (V GENTE!! I
Vendera-se de 8 a 123000, iguacs as de 20/ :
na ra da Cruz n. 2.
(]rtes de chita
franceza, la rea, a 2,000
rs. o corte.
Vertdem-s! cortes de chila, escura, mati-
zada, a --.'-nuil, em covados a 240 : na ra do
Queimddo n.2l A: llao-se as amostras com
penhor.
Cortes de chaly
(fe ba bados a l'S^OOO.
Chegaram pelo ultimo vapor da Europa
ricos corles de chaly de babados, fazenda
esta muilo fina c de lindos gostos : vende-
se na ra do Queimado u. 21 A.
Sedas de qua-
tlrinhosinindos a 1000 rs.
o ovado.
Na ra' do Oucimado n. 21 A, vendom-se
sedinbas de quadros miudos, chaly de lis-
tras e llores solas a 800 rs. o covado. Do-
se as amostras com penhor.
J,
jga' n. '.), segundo
f,
Ama.
l'rocisa-se de urna ama para casa de pou-
ca familia, quo saiba cozihhar, e engomipar,
com toda'a perloigHu, e paga-se bem : ua
ra de Collegio n. 15, armazem.
JOIIN CATIS, .
corretor geral
E ACENTE D!i LEILO'ES COMMERC1AES,
n. 20, na do Torres,
PUIMEIRO ANDAR,
praca do' Corpo Santo
RECIFE.
&\ JoS da Silva Kiraof, medico pela irni- &"*
l
AS
lllUI^
o
de Coimbra, mudoa sua residen-
'
r^J 60, secundo andar, subrado do Sr. .Dr. Nel- j
..-. lo, e ahi contina a receber, das Si 10 e\
^> huras da manhaa, e das .'I ;s da larde, as 5>
Sp pe.soas que o queiram consultar. I&
Ceiaprnm-sc patacoes brasileiros e
bespanhoes, a 2$020 : na ra da Cadcia
do Kccife, loja de cambio n. 8.
Comprani-so travs de 25 a 35 palmos
de tomn miento, e palmo de grossura : na
Iivraria da praca da Independencia n-6e8
- Compra-se urna cabra coslumada a
c 'iar menino : na ra de S. Francisco, so-
brado n. 8, e na Iivraria n. 6 e 8 da praqa da
Independencia.
Compra-se efTecti va mente na ra das
Flores n. 37, primeiro andar, apolices da di-
vida publica e provincial, acc,ocs das compa-
nhias, e da-se d'inheiro a juros; em grandes
c pequeas quanlias, sobre penhores.
Compra-se um paliteiro de prala ba e sem
feilio :na ra da Calcada sobrado amartllo n. 12.
Compra-so um sellun usado, que es-
teja em bom estado, e tambem um par de
malas: na ra do Rosario da Boa-Vista n. 54.
- Compra-se ellectivamenie cobre ve-
Iho, seja de que obras for, Torro d navios a
300 reis a libra, e lato a 260, e peridicos a
3-320 arroba ; no pateo do Carino, esquifia
dH ra de llortas n. 2.
NA LOJA
da boa
vende-se' muilo barato
Colchas de damasco polo diminuto pr^o
de OjOOO, ricos pannus para-mesa a 33, aloa-
lhado adamascado com 8 palmos de largura
a iriioo a era,,mussulina branca multo lina
a 500 rs. o covado, dilas de cores de padrdes
bonitos a 3.20 o covado, cintas trncelas
muilo linas a 320 o covado, brun branco de
puro linho a 1&440 a vara,, d'ilo pardo tran-
cado tambem de puro linliu a 1-3280 a vara
ganga amarella moito lina a 320 o covado,
cambraia muito fina com salpicos brancos e
fi cores a 19 a-vara, alpaca pret lina a 640
covado, canto preto muilo lino, fazenda su-
perior e propria para vestidos de luto a 060
o covad.o. panno tino azul a 3j o covado, dilo
muito lino a 5/, dilo prato muilo lino a 5f,
dilo mint > superior a.6, dij.os verde escuro
ecordecale muilo superiores a 6, cortes
de casemira preta.fi.na, para calQa, com lis
Ira bordada a 109, -cortes de^gorgurSo de
seda para collete a 2/, ditos'Ue casemira
'preta bordada a 63, fuslS* blanco muilo li-
no a 29 o covado corles de cacnbiaia preta
com 7.varas, pelo diminuto preco de 2- cada
ora, ditos de dita branca com salpicos de
cores, tambem com 7 varas 29240, sarja
pela bespanhola a 23 o covado, grosdena-
ples de cores a 1/800 o covado, seum preto
lavrado muito superior a 23500 o covado,
gorguriio preto de seda com salpicos, pro-
prio para col leles a 3-3500 o covado, luvas
brancas muilo linas, de lio de Escocia, muilo
propnas para os srs. olliciaasinililares, pelo
baralissiino pr.eqo de 13 e par, meias pretas
de laa, proprias para os Srs. sacerdotes a
19280 rs. o par, dilas de laia muito superio-
res a 1 'Sun o par, meias de algodSo cru.
muito superiores para moni nos a 400 rs. o
par, lencos brancos de linho muito linos a
400 rs., chales de laa roxus e pretos, pelo
barato prego de 39, fil >4e linho liso muilo
lino a 800 rs. a vara, princeza preta tina a
720 o covado,-dita muito liua que rivalisa
cum merino a i) o covado, c alcm disto um
completo sortimento do Tazendas de todas as vols. cm 4.\ memorial de"s. Helena I
. n-i I 10.,_ miu in i'dii liuu inniln iirnln i, _- ... _.
Ao P
resnica
est
que
queiniando.
Na loja do Pregui^a, ra do Quqmado 11.
2, vendem-se com lulo o desembarazo c
sem preguica, mu.la> c diversas fazenda
pr
se ca
ros lixas, pelo baratissimo prego de 480 rs.
a vara, pegas de chitas ei-curas de exceden-
tes pannos a o e 6-3, o um covado a 140 e 160
rs Icngos de cambraia para maos a 120 ca-
da um, lencos de seda d muito bom gosto
a 800 rs cada um, laazinbas de quadros de
' mu lindos padroes a 400 rs. o covado, boni-
tos pannos para mesa a 1s920, meias case-
miras para caigas e palitos a 500 rs. o cova-
do, e oulras muitas tazendas que deixa de
mencionar.
qualidades, que se vendem muilo baralo, na
ra do Queimado n. 22, na bem coobccida
loja da boa f.
Vende-se manteiga ingleza a 700 c 800
reis, macarrao o 320 res ; na ra 'lumia
n. 14.
Milho em
saccas.
Continua-se a vender na taberna da ra
do Vigario u. \>.
ilho fe mais g-
neros.
Na taberna gratule ao lado da igreja da
i Soledade, continuara se a vender saccas com
milhoitom : de novo avisa-se aos bons fro-
gua/.es que este cstahelecimento acha-se
prego baralissimo ; entre ellas nolam- |im sortido e de bons gneros, como sejam:
air.braias fraocezas, padroes ny/os e co- queijos do reino, do sortSo e de prato, doce
de goiaba, vinhos de muitas qualidades,
bous, manlr-igas inglezas e francezas, ch
lino, entrelio, verde, hysson e prelo, bola-
chinhas finas e grossas.'assucar de todas as
qualidades, e piata, fino, do Monleiro, sar-
dinhas de ames, aoiendoas, passas o casta-
nhas piladas, massas finas para sopas, e
rauilos gneros bons do diario de urna casa
de bom paladar, tudo por menos prego pos-
sivel. Na mesma casa precisa-se de um ho-
mem que faga cigarros.
muitispimo finas e de
to bons gostos.
Vende-se a verdadeira agua de colonia do
Piver, simples e ambnada em frascos de va-
rios taannos, banhas roilo finas ede mui-
tas qualidades em ricos vasos, espiritos e
extractos muito finse de muitas qualidades
em frascos de muito gosto, saboneles muito
linos e de muitas qualidades, agua de lavan-
de ingleza, fazenda.muito Boa, vinagre aro-
mtico tambem inglez e muito bom, extrac-
tos muito finos pruprios par bolso de es-
tudante, escena? de rosa, pomada franceza
muito boa, macassar perola muito bom e de
todas as cores, dito oleo, pos para dentes,
pastilha c oulras muitas perfumaras, tudo
muito tino e de muitos gostos, dos melhores
fabricantes da Franga e Inglaterra, e turto se
vende barato na ra do Uueimado, na bem
conhecida loja de miudezas da boa fama
n. 33.
-------Vendem-se excedentes uvas muscatel
a I9OOO a libra : na esquina da camboa do
Carmo n. 46, taberna.
Ao barato, que se acaba.
lie chegado ra do Kangel n. 11 o supe-
pior cha de S. Paulo, t> qual *e vende em
latas de 1, 2, 4, 6 o 8 libras, pelo diminuto
prego de 13600 a libra.
Farinha de milho.
No moinho de vento, juiito da fundigilo de
Santo Amaro, moe-se milho a 100 rs. a cuia.
No mesmo esfthclecimcnto vende-se farinha
de milho por pregs razoaveis, assim conio
um par de rodas dianteiras para carro, Tor-
radas, com buchis c eixo, t|ueapezardc lu-
do ser novo, so vende mui barato.
Vende-se um sitio na estrada do Hosa-
rinho, que foi do fallecido Fragoso, planta-
do e cercado do novo ; e urna escrava perfei-
ta engommadoira, lavadeira e cozinheira : a
tratar no'mesmo sitio.
Vcndem-se velas de composigio, pro-
pnas para matar formigas : ua loja de fer-
ragens e miudezas, na ra Nova n. 35.
No escriplorio de Jos Antonio Morei-
ra Dias r* Companhia, na ra das I.arangci-
ras n. 14, vendem-se velas de composigSo,
proprias para matar formigas.
. No escriplorio da ra da Moeda n. 23,
vendem-se velas mixtas, proprias para ma-
tar frmicas
Vendem-sc as seguintes obras cm fran-
cez :.diccionario da conversagfio, 52 vols.
em 8.-, F'inimore Corjper, 4 vols em 4.-,
Walter Scot,3 vols. em 4., Cesar Cantu, 10
vol.
eras.-, Ilel cambista universal, 2 vols. em
*.*, Pardcssus direito commereial, 6 vols
em 8.-, Vinccz legislagao commereial, 3 vols.
em 8.-, Scribe, 3 vols. em 4.-, lumias im-
pressOes de viagem, 1 vol. em 4.-, Luiz-XIV,
t vol. em 4.a, os tres mosqueteiros,.1 vol. co
4.\ Veilles litleraircs de Vctor Uucangc, I
vol. em 4.-, obras completas de Moliere, 1
vol. em 4.-, Eugenio Sue, JuJco Krrante,
Paula Monli e Tlicreza Dunoyor, 1 vol. cm
4.-, Veillecs litleraircs de Michel Masson, I
vol. em 4.-, Balzac, 3 vols. cm 4.-, Paul Fe-
val,-2 vols. cm 4.\ Jacon, 4 vols. cm 4 ,
diccionario do coinmercio, 2 vols. era 4.-.
Tambem se vende a biblia sagrada em por
luguez e latirn em 7 vols., ricamente enca-
dernada : quem alguma, dostas obras pre-
tender, pdc aiiuunciar, que sera procu-
rado.
Vcndc-sc um casal de escravos criou-
los, sendo o esorav de 30 anuos e a escrava
de 22, e ambos de bonita figura c costuma-
dosao servigo de campo : na ra da Aurora
11. 36.
Na travessa da Madre de Dos n. 9,
veudc-se o verdadeiro papel almago de pri-
meira c segunda surte, proprio para reparli-
gOes publicas e cscriptorios. por prego com-
modo, chegado agora ; assim como urna
porgSo de pedras para moer milho e algu-
111 as saccas cora favas, ludo muito em conta
para liquidagiio : assim como na mesma ca-
sa se precisa dcima pessoa para cobranga
na praga, dando fiador a sua conducta.
Velas superiores
Vendem-se velas muito superiores a 143 a
arroba : he escusado teccr elogios, pois
quem comprar urna vez sabera da realidade:
na ra'do Nogueira n. 21.
a toja
das seis portas
Em frente do Livlamento
BARATO QlrK AMURA, A 59000.
Pegas de eassas pntalas com 20 varas.,
gostos novos, a 9 a pega : dam-se amoslras
com penhor.' <^p
ialojn^, 1
das seis portas
PiETAS SE LAIA
e algoila para padres.
Vendem-se superiores meias pretas de
laia, pelo baralo prego de lxen o par, ditas
de algodao de superior qualidade a 600 rs. :
na ra do Queimado, na bem conhecida loja
de miude/as da boa fama n. 33.
Leques muito fi-
nos.
Vcndcm-se leques muito finos, com plu-
mas, espedios e bullas, pelo baralissimo
prego de 23 e 31500, ditos sem plumas muilo
boa fazenda a 13280 : na ra do Queimado,
na bem conhecida loja de miudezas da boa
fama n. 33.
Sao muito finas
e-de amito bonsestos,
Mussulinas muito finas, matizadas com
lindas cores, de padroes nimio bonitos e
inteiramcute novos; vendem-so pelo dimi-
nuto prego de 560 rs. o covado : na ra do
Queimado n. 22, loja da boa fe.
Couro de lustre.
Vende-se couro de lustre francez, o me-
llior que pode haver nesle genero, pelo ba-
rato prego de 53 a pede : na ra do Quei-
mado, na bem conhecida loja de miudezas
da boa fama n. 33.
Scllins
patente inglez.
Sau chegado* e acliam-6 a vfiida os verdideiros
e l'i-ni ccnjiecidus sellius mle/.es palentr : na roa
do Trapiche-Novo n. -12, arina/ctn de fa/.endas de
Adamson llonie o; C.
PJanta da cidade do Re-
cife
Vende-sc a planta da cidade do Recife e
seos arrabldes, feita pelo Sr. I)r. Jos Ma-
mede Alves Kerreira, por dez mil reis: na
Iivraria n. 6 c8 da praga da Independencia.
Mappa das distancias da
provincia.
Na Iivraria 11'. 6 e 8 da praga da Indepen-
dencia, vende-se o mappa das-distancias
das differentes villas da cidade entre si, e
relagao a capital da mesma, a rail rcis.
rs.,duia de miacliiili.is pecas cum 10 varas de fi. da tus a 320, 360 e 400
reis, duliM de lapos a 100 rs.. duzias de raias com
clcheles a 720 rs.. Indias braura< de uuvellos de lo-
dos os nmeros, dilas de cores, lindas d miada finat
e nnir.is, dilas de carrileis brincos* decores, cordita
de venlido de toda a ftrofora, hiquinliot de lodas a>
larguras, e baratos, rendas de tudas as laranras, 9-
pelh"S, curdas de viola, lilas de l.u de lodas as co.
res, filas de linho liranr.s e de cores, didaes, asulha
de todos os numeros, filias de teda de todos os nme-
ros, penuasde palo.caixas de chifre, rnxiirius, colhe-
res de ferro, retroi de Indas as cores, veronuas, litas
delieira preta e branca,crampas.eludo o man que se-
ja necesario para completo sorliiiiniU.de bocelei-
ras e mscales e qaa tudo se venda muilo mais bara-
lo do que em oulra qualquer loja, na ra do Jnri-
mado, na bem coubecida toja de miarlezas da boa
lama n. 33.
P&IIGS.
Km casa dcRabeSchmctlau rVCompanhias
ra da Cadea n. 37, veudem-s'e elegante,
p;anos do afamado fabricante Traumann de
llamburgo. .
Algodilo morstro, he
chincha.
Vende-se algodSo monstro com 8 palmos
de largura, proprios para toalbas o leucoes,
pelo diminuto prego de 600 rs. a vara : na
ra do Queimado n. 22, na loja|da boa fe.
Vende-se .superior linhas de algodSo
brancas, o de cores, em novello, para costu-
ra, em casa de Soulhall Mcllor Ca, ra do
Torres n. 38.
pe-
NAFUND1QA0 DE FERRO DOENGE-
NHEIRO DAVID W.BOWMAN. AA
RA DO BRUM, PASSANDO O olIA-
FARIZ,
ha sempre umgraode inri ment dos soco inte ob-
jeclos demechaaiamosproprios paraeut,enhos,a sa-
ber : moendase meias moendas, da mais moderna
conslrarrao ; laias de ferro fundido e balido, de
qperior qualidade e de lodosostamanhos ; rodas
dentada para agua ou auimaes.de lodas as propor-
ces ; crivose bocas de fornalha e registros de bo-
eiro, aguilhOes, bronzes,parafusos cavillioes.moi-
hos de mandioca, etc. etc.
NA MESMA FUNDIQA'O.
se execulam lodas as encommeodas com a superio-
rtdade ja conhecida com a devida piesteza erom-
modidjde em prec-
XAROPE
DO
que se pode encontrar, a 53, ditos
de baleia imitando o mais que be possivel
aos de tartaruga, a 1/, 19900 e 10500, ditos
mais ordinarios de baleia a 240 e 320 rs.. di-
los de tartaruga para alizar, fornidos e mul-
to bem feilos a 45, ditos de marfim, fazenda
muilo superior a 15500, 2# e to, ditos de
borracha de muilo superior qualidade a is,
dilos de bfalo verdadeiro, muito finos e
bem ieilos, 640, 80o e 19, dilos a imitacSo
do u n ico r ne a lo, ditos de baleia muito bons
a 280, 320e400 rs., dilos de bfalo verda-
deiro, muito bonitos e bm feitos, proprios
para(suissas e criangas, a 340 rs., ditos de
marfim muilissimo bons, fabricados em Lis-
boa, para piolhos, a 800, IsOOO e 19500. di-
tos pretos de bfalo tambem para piolhos, a
500 rs. : na ruado Queimado, na bem co-
nhecida loja de miudezas da boa fama n. 33.
Para os jovens
na morados.
Vcndcm-se ricas folbas de papel pnanta-
zia para escrever, cada folha com a compe-
tente capa e urna obreia de cola com qual-
quer dia da semana, pelo barato proco de
60 rs., 100, 200 e 300 rs. : na ra do Quei-
mado, na bem conhecida loja de miodezas
da boa fama n. 33.
Tachas de ferro.
Na fundigao da Aurora em Santo Araaro-
e tambem no deposito na ra do Brum, logo
na entrada, e defronte do arsenal de-rnari-
nlia, ha sempre um grande sortimento de
tachas, tanto de fabrica nacional como es-
trang'eira, batidas, fundidas, grandes, pe-
quenas, rasas e fundas.$ e em ambos os lu-
gares existem guindastes para carregar ca-
noas ou carros, livres de despeza. Os prego
s3oo s mais commodos.
Deposito
du
de rape princeza
ca ie l. de Janeiro.
Vcnde-so a prego commodo
fa bri-
no iV >
EM FRENTE DO LlVRAMEivfU.
Vendem-se cassas francezas e riscados a
meia pataca o covado, fazendas novas: dam-
se amoslras com penhor.
AMEIXS FRANCEZAS.
I.in latiohas, as melhores que tem vindu a
esta praga, nico deposito no aterro da Boa-
Vista n. 8, defronle da boucca. Assim como
muitos oulros gneros de superior qualida-'
de, por pregos razoaveis, tudo chegado l-
timamente.
Na ra do r.angel ", vende-se vinho
de caj' engarrafado ha 4 anuos, leito na
provincia do Ceara.
Vende-se excedente cera de carnauba do
Aracaly, e Assu', de urna sacca para cima,
escolheiido o comprador a sua vontade, pe-
lo indicado prego de 10/ a arroba : no ar-
mazem de I). R. Andradc \ (..., ra da Cruz
n. 1.5.
ADOI.PIIE KOUnCF.OIS.
Vendem-sc vaquetas e sola de lustro para
carro, marroquim, panno.galiio, chaves) bri-
das, brides e lanlernas, tudo por prego
commodo na ra Nova n. 61.
Cobre
^rossoc uioio grosso,
rap lino,
da acreditada fabrica
no ai'iiiii/.i'in
|iai fono de navios :
Tasso li-niaos.
Vende-scpor prego commodo.siiperior
vinho do Porto embarris de 8.": na ra do
Trapiche n. H, escriplorio de M. A. (luerra.
Vendem-se mastaros
de pinho verineihoda >u-
cia, de 8 a 18 poilegadas e
50 a 60 ps; em casa de
C...J." Astiey lV C-
relogios de pa-
tente
inglezcs de orno, de sabonetc e de vidro:
vendem-se a preco razoavel, em caa de
Augusto Cesar rio Aliiin, na ra da Ca-
dcia du Recife, armazem n. I .
Claudio iiul>ex
Vendem-so velas mistas, proprias para
malar formigas, e para que esliio muilissi-
mo approvadas : no seu escri|>lorio, ra da
Cadea de Santo Antonio n. 13,
CLAUDIO DBEDX
Vcndcm-se velas estearinas, proprias pa-
ra carros a 13120 cada pacotc dn 8 velas, :
no seu escriplorio, ra da Cadcia de Sanio
Antonio n. 13.
Claudio Dubeux
Tonda recobido urna factura da3,000 bar-
ris de plvora, dos melhores fabricantes,
vende-osa 14-000j as amostras acham-se
no seu escriplorio, ra da Cadeiade Santo
Antonio n. la.
Atteiica.
Vendem-se pegas de chita de muito bons
pannos, pelo baralissimo prego de bf a pega,
que sabe o covado por seis vintens o dez rs.,
a porgao he pequera : portanto quem gosta
de economa deve-se aproveilar : ua ra do
Crespo; loja da esquina junto ao arco de
Santo Antonio, e na loja ae 4 portas n. 12.
Charutos de Hava-
na: vendem-se em casa
de G. .i. Astley & C.
a,cima, chogado pelo vapor S. Salvador
rila da Cruz u. 49.
at3$5<]
Vende-se cal do Lisboa ltimamente rhe-
gada, ssim como potassa da Itussia verda-
deira : na praga do Corpo Sanio n. 11.
TAIXAS PARA ENCENHO.
sfundieao de ferro da D. W. Bowmanau
ra do Brum, passando o chafariz, contina ha-
derumcompleto sortimertoda Uiixtsde ferro f un
vido e balido de .3 18 palmos de bocea, as quaai
ackam-se a venda,por apreso commaJo a com
promptido: embarcam-s oucarrtgaw-s mear
ro semdospez* ao comprador.
Era casa de Saunders Brothers C. praga
do Corpo Santn. 11,ka para vsndar o sa utnia
Ferro inglez.
Pixe da Suecia.
AJcalro de carva,
Eonas de linho..
Esponjas.
Drogas.
Algodao lizo para saccas.
Dito entroncado igual o da Baaia
E U'-ri completo sortimento de fazendas proprio
para tsle mercado -ludo por prego commodo.
MoinhosA vento
comhombas derepuxopara reaar liorta; eba
a decapim : na (uiidi;aode U. W. Bowman
na roa do Brum ns. 6, 8 e 10.
Agencia
da fundicao Low-3foor,
rua da Senz;ila i ova
11. 4!2.
Nestc cst8belecimcnlo continu'a a haver
um completo sortimento de moendas emeias
moendas para engenho, machinas de vapor
e taixas de ferro hajdo e coado de lodosos
tamaitos para dito.
Poi Irantuiridoorleposilodeite xarope para a bo
licadeJo$c da Cruz Santos, narua Nova 11. 53'
sarrafai 59500, e meia-sSfOWi, sendo falso lodo
aquelle que ii.inrm- vendido nesle deposito,palo
quesefaz opretenltaviso.
IMPORTANTE PARA 0 PLBLICO.
Para curade phlysicaem lodotosseubdiflereD
es eraos y que r motivada or con si i pac oes., lo&se
asinina, pletjriz.escarro* dcsaDpue* drde cos-
tados epeito, palpita ^3 o no cora rao,coqueluche
bronchite, dorna Rarnanta, e todas asmoteslia
dosorfi o > pulmonares.
Oculos e bonetes
e todas as qnadades.
Vendem-se oculos do todas as gradameles
com delicadas armaQoes'de ai;o, pelo lia lo
proco de 800 rs. e 1-;500, dilos com armacOes
douradas e pralcadas a ,13200 e I3500, ditos
com armacan de bfalo" a 13200, ditos com
arm'a^ao de baleia a 480, ditos com armacSo
de metal.branco a 400 rs., lunetas de um s
vidro redondas e quadradas com aro de b-
lalo a 500 rs., ditas de dous vidros lambem
cora armaeflo de bfalo a 13500, ditas de um
s vidro redondas e quadradas com aro de
tartaruga a I32OO e 1-3500 : na ru do Quei-
mado, na bom conhec'idada loja de miudezas
da bo fama 11. 33.
IOS
iaehinismo pa-
tente inglez
Os melhores relogios de ouro, patente in
glez, vendem-se por precos razoaveis, mi
escriplorio do agente Oliveira, rua da Ca-
dcia do Recife 11. 2, primeiro andar.
Pcunas de ema, cera de almilla o de
carnauba.
Na rua da Cadea 'lo Itecife, loja n. 50, de-
fronte da rua da Madre de Dos, ha para
vender os gneros cima, rccciilcnicnta che-
gados, por presos razoaveis.
Ligas de seda
piara sen hora.
Vcndcm-so superiores ligas de soda para
'"nliora, muito bonitas e de muitos pa-
cobertos e dcscobertos, pequeos e grandes,
de ouro patente inglez, par bomem ese-
nhora de um dos melhores fabricantes de
Liverpool, viudos pelo ultimo paquete in-
glez : cm casa do Suthall Mcllor C.*, rua
do Torres n. 38.
Meias de todas
as qualidades.
Vendem-se meias de seda branca para se-
nhora, o melhor que se pode enconirar a
33500 rs. o par, dilas pretas lambem muilo
boa fazenda a 23500, ditas brancas de algo-
dSo, muilo finas a 320, 400, 500 e 600 rs.,
ditas pelas tambem muilo finas a ton rs ,
d.Us de seda de cores muito bonitas e pro-
prias para baptisado de cianeas a 23OOO,
ditas cruas muilo fortes para meninos a 400
rs...ditas de cores de algodao para meninos
a 240 e 320, ditas brancas para meninas a-
240 e 320, ditas cruas e brancas para ho-
rnera a 160, 200, 240, 320 e 400 rs., ditas de
cores de lio da Escocia tambem para bomem
a 400 e 500 rs.: na rua do Queimado, na
bem conhecida loja de miudezas da boa fa-
ma n. 33.
Suspensorios de
horradla muito linos
Vendem-se suspensorios de seda e sem se-
da, muito finos, pelo proco de IsOOO, U200,
/600 e -ig o par : na rua do Queimado, na
I bem conhecida loja da miudezas da boa fa-
ma n. 33.
Na lojada boa f
vende-se o mais harato
possivel :
Chales pequeos de merino, de lindas co-
res, bordados cm duas pontas a 73000, ca-
misas de rscado muilo bem feitas, pelo di-
minuto proco de 1/500 crfila urna, ditas de
meias muito finas a 1, lencos francotes pa-
ra rape a 360, chitas finase de padrOcs mui-
lo bonitos para cobertas a 20<> o covado,
cambraia adamascada com urna vara de lar-
gura, proprias para cortinados a 73 a peca
do a varas, gravalinhas .le cassa muito bo-
nitas a 200 rs., selim encarnado, verde e
aniarcllo muito superiores a 800 rs. o cova-
do, corles de fuslflo para colletes a 5011 rs ,
\a randas e grades,
Um lindo e variado sortimento de model-
los para varandas e gradaras, de gosto mo-
dero issimo- na fundigao da Aurora em San-
to a maro,o no deposito da mesma, na raa do
Brum.
Moendas superiores.
Na fund icao de C. Starr & Companhia, em
Santo Amaro, acham-se para vender moen-
das de ca una todas de ferro, de um modello e
conslruccao muito superiores.
Luvas de todas
as qualidades.
Vcndcm-se verdadeiras luvas de pellica
de Jouvni, pretas e brancas, para Ifomem e
senhora a 23500 rs. o par, ditas de sed de
todas as cores e bordadas, com guarnieres a
23500, ditas lisas tambem de seda e de to-
das as cores, para bomem *e senbora a 19,
13200 e 1#500, ditas pretas de torcal, muito
boa fazenda a 13, ditas brancas de algodSo
para hornera a 240, 320 e 40o rs., ditas de
cores muito finas de fio da Escocia para bo-
mem e senbora a 320, 400 e 500 rs.," e ou-
lras mais qualidades de luvas, qne se ven-r
de barato: na rua do Queimado, na bem
conhecida loja de miudezas da boa fama
DE MUITO BONS GOSTVS E
BARATO
Vendem-se muito ricos jarros de porcelana
para flores, ricos pares de calongas para ci-
ma do mesa tambem de porcelana, tinteiros
de muilo goslo, e paliteiros, tudo de porce-
lana c por preco -que nSo deixar de servir
a quem gosta do que he bom na rua do
Queimado, na bem conhecida loja de miude-
zas da boa fama n. 33.
Bom e barato
Vende-se muito bom papel almaco greve
a 49 a resma, dito muito bom sem ser greve
a 33200, dilo de peso pautado a 49500. dito
liso a 39, dito paquete, pautado a 5 e 6| a
resma, dito de cores, de folha pequena, em
quarlosde resma a 700 rs., grozas das bem
conhecidas pennas de ac, bico de louca a
13200, dilas muito finas Sera ser de bico de
louca a 500 rs. e 19, duzias de lapis muito
finos a 320 e 800 rs., caetas milito bonitas, .
de ac, lomeadas a 120, ditas de espinbo a
200 rs., ditas ordinarias de p>o e flandres a
20 rs., caivetes de cabo de chifre de viado,
de 2 folbas, muito boa fazenda a 800 rs., di-
tos de I s folha com cabo de madreperola a
800 rs., ditos muito finos de 1 s folha com
cabo de marfim a 13600 e 2/, ditos de 9, 3 e
4 folbas, linissi'mos, tambera com cabo de
marfim a 23500 e 3/, vidros' BM tinta car-
mim muito fina, prepria para riscar e escre-
ver a 800 rs., boies de tinta preta ingleza a
140 rs., tinteiros patente inglez, de vidro a
13500 e 33, reguas/edondas-milito bem fei-
tas tambem inglezas a 500, 600 e 800 rs., pe-
dras inglezas muito linas para amolar a t/e
13500, tinteiros para algibeira a 400 rs.,
agarradores de papis de muitas qualidades
e precos, e oulras muitissJraas cousas': na
rua do Queimado, na bem conhecida loja de
miudezas da boa fama n. 33.
Objectos para
luto.
Na rua do Queimado, na bem conhecida'
loja de miudezas da boa fama n. 33, encon-
tn-se sempre completo sortimento de ade-
recos, brincos e rosetas, pulceiras e alun-
les, ludo prelo, propriamente par luto, e
que tudo se vende mais baralo ate que em
outra qualquer parle.
Arados de ferro.
Na fundico de C. Starr & Companhia, em
Santo Amaro, acham-se cara vender arados
de fero de um modello e construefao muito'
superiores.
preco de 13200,
lo 'Queimado, na .
o, Companhia, rua
drOes, pelo baralissimo
1|i50u e 3#000 : na rua d
lir.m conhecida Ibjl
raa 11. 33 '
N. O. Biebor
Cruz 11. 4, vendem 1
Cotias da Itussia.
Idera inglezas.
BrinzSo.
Brinia da Itussia
Vinlio de Madcira.
Algodao para saceos do assucar
A!^odaoy.iih.'> da Baha
para saceos de ass-jcar vende-se
de N. O. Ilieber 61 Companhia, rua
n. 4.
Iesapparecen no dia 9 dedezembrodo
anno passado, do engenbo Piabas do Bom
Sucesso, municipio do Porto Calvo, provin-
cia dasAlagoas, um mulato escravode nomo
Jo."io, de idade 22 annos, pouco mais ou me-
nos, estatura alia, grossura proporcional,
bem espadaudo, rosto redondo, cabeca um
tanto pequena, cabellos crespos, bem fecha-
dos, testa -pequea, os cabellos da cabeca
desee muito para 1 una das sobrancelhas, na-
riz chato, pouca barba, e rimas, bem feto
do corpo, um tanto barrigudo, pernas com-
pridas, pes grandes e maos, he bem desem-
baracado no fallar e andar, he carreiro, mui-
to contador de historias, fumador de cbaru-
Uc 1351.0, lencos brancos de camlVra'iap'ro: oVro "IcnTumi ^ faCIdade ?aSSI,r por
nos pan, bomem a 210, ditos ditos com '
lioinein a
barra de cor tambem a 840, ganga amarella
miudiz. da boa la fr,nceza Illuilo lina a 320 o Movido, lencos
brancos grandes, proprios para cabeca a
ua,4'n) rs., meias trancas linas para senbora,
pelo barato preco de 240 c 320 o par, brim
dequadrinhos do padroes muito bonitos e
lo puro lindo a 210 o covado, pecas de pla-
lilhas de algodao, com 20 varas, pelo bara-
lissimo preco do 36U0 cada una,chapeos de
palba lina do Chili, pelo diminuto preco de
I"/, e alm disto muitissimas fazendas linas
c grossas, que veudom-se por menos que
0111 ontra qualquer parte : na rna do Quei-
mado n. 22, na bem conhecida loja da
boa f.
era casa
da Cruz
Para mscales
e hocefeiras.
Vendem-se duriasde (-laude massapara rap pe
lobar>IUimo prero de nlu v.,ilii/m de n-zciura i-m
cariaoa Isimne 13200 e grande* 19920, doiiai da
cuiiunas de pao com palitos di fogo a 24o n.,d'azias
Boloes para pa-
lits, colietes e pininos
de camisa.
Vendem-se "abotoaduras muito finas de
n: idreprrola para colletes, pelo baralissimo
preco de 500 rs., ditas muito ricas de todas
cicjtriz na bocea do cslomo-
go dentada de um cawllo : desconlia-sequo
ande liaball.ando na estrada de ferro no Ite-
cife : roga-se a lodas autoridades policiaca
e capilaes de campo, quo tenham conhecf-
mento de existir em seus domicilios, o man
dem prender o remele-lo a seu senhor Jo3o
pilarle Lopes de Vasconcellos, no dilo en-
genho, ou na cidade do Itecife, a seus cor-
respondentes, Lima JuijUir & c, 41a rua da
Cruz 11. 28. quo sero generosamente re-
compnesados e indemnisados de todas as
despezas que por ventura se faca.
Fugio de bordo do brigue brasileiro
Melampo, na noile do da 8 do corrente, um
negro de norae Marcelino, nacflo Cabind,
altura regular, secco do corpo, rosto com-
prido, barba svrrada e cria suisaa, con falta
! de dentes na frente, 'e consta andar vestido
I com paleto, e calcado : quem o pegar leve-o
1 a bordo do dito navio, junto ao caes do Pas-
seio Publico, ou a casa de seu consignatario
M a noel Alves Guerra, na rua do Trapiche u
14, que ser bem recompensado.'
PEK>.: T. DE M, F. DB fAKIA 1857;

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