Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07759


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Full Text
ANNO XXXIII R. 111.
SEXTA FHRA .:, DE HUO DE ,8>7
Por 3 mezes adiantados 4^000.
Por 5 mezes vencido* 4,8500.
fil
.
Por auno adiaiitado 150000.
Porte franco para o subscriptor.
i\< \itiK(,\i>> da si:bscrii>c:a'o no norte.
Parabiba o Sr. Joto Rodolpho Gomes; NaUl, 6r. Joi.
uim I. Pareira Jnior ; Aracatv, o Sr. A. da Lemos Braga ;
ar, o Sr. J. Jote da Oliveira ; Maranhao, o Sr. Joaquim Mar-
aa Rodrigue ; fiauhj, o Sr. Domingos Hireulioo A. Penoa
Cearanw ; 'ara o Sr. J uinno J. Ramua; Amaionaa, Ir. Jero-
njmo da Coala.
n4 : lo.l,
01
I*
S. Anla.,. ll<
S. Loarme
fira, Flwrv
PARTIDA DOS COIU.REIOS
meia ha
. on liaa.aa a bmi* h.,r< n .b.i.
oanna ,. Paraladla : na. .aguata. ,. ..
ierro*, iloallv, Caraira, Aln..,.., Gira
''.,-,/ |,, Katardb, Uaudro, II:
iifia-lh-ila, Boa-Vf.la. Orinn l'.i
.jii'n, Ipojiica, SatiaUaai, Rie-F,
Pinciileiraa e Natal : qumla.-firn
I udo, of corre,, parlen as lo hu
ua.-rrra..
iihnn.i na lre.i-f.'i
rojo. PMajMra, d..
.|.,..rl.,.-f.,
....-o, l im. ll.i-r.or..., Agaas-Pi
i na manh.il.
AUDIENCIAS DOS TRIRIINAES DA CAPITAL.
Tribunal do eommereio ; segunda* quinta*.
8elaco ; lercas-feiraa e sabbados.
Fazenda .- qaanaa a aabbadoa si 10 horai.
iuizo do eommereio : segundases 10 horaa a quima, a* m*t*-dia.
Juizo da orphaos : aeguodaa a quiolaa aa 10 horaa.
nmar rara do eirel : aegunda a aailai ao maio-dia.
Segunda rara do cual: quarui aabbadoa aomao-dia.
EPHEUERIDES IM> Mi;/. DE MAIO.
8 La cheia as 11 horas a 51 minutos da larde.
16 Ruarlo mingeme as 8 horas e 5" minuto da Urde.
2.1 La mira aot 2Se minuioa da tarde.
30 (uario eresceuta ai 10 boraa a 82 minutos da maotia.
PREA1IAK DE IIO.IE.
Primeira ai M horas e 18 minutos da manhaa.
Segunda as ;> horas a 42 mioutoa da'.urde.
PARTE OPTICIAL
TRIBUNA!. DO COMWERGIO.
*SSA.O ADMINISTRATIVA F.M 14 DE MAIO DE 1857
'residencia do rm. Sr. desembargador
Souza.
Al 10 meia horas da manhaa, presentes os
Srs. depulados ReBo. Basto, l.emos e supplente
Hamos e Silva, o Sr. presidente abri a sessao ; e
neudn lida a acta da ullima, foi approvada.
Nao houve expediente.
RESOLCOE5.
Valo ler de ausentar-te o presidente da junta dos
correlores Fredenco Kpbilllard, o tribunal uomeou
para servir interinamente o logar do mesmo ao se-
crelario ra junta Joao de l'mli Borge, e para o lu-
gar desle, tarabem mteriuamenla a Luiz Dubourq
Jnior, prepoato do referido Kobilliard, cujas no-
meices mandou qua fosiem cotnmuuicida* ios no-
meadol para prestaren) n devido jurameolo.
DBSP XCHOS.
Im reqnerimento da Bernarda Jos Monleiro J-
nior, padni.li> registrar a -ui nonieac,ao de caueiro.
Foi deferido.
Oulro da Mara Horinda de Castro Carriro, reco-
Uieodu a carta de registro do brigue Recite, por
ler mud?do de'armacao.Como reqaer, depois de
feite as aunotartJes para licar desotirrada da respon-
iibilidade.
Oulro da mesma, pedindo' registrar a sua barca,
na ir'ora Recite.Com vista ao Sf. desembargador
Fiscal.
Outro de Antonio Antones Lobo, portugaez, com
37 anuos de idade, com conMnercio de chapeos em
grosso e a rel.illio, na rus da Cadei do Renfe n.
60, pedindo matricular se.Com vista ao Sr. de-
eenibargador flical.
Oulro de Antonio Lopes Pereira de Mello, porlu-
goei, com 37 annns de idade, domiciliado neala ei-
il.ide, onde lie.esUbclecido com mimn-rn de miu-
deas em grosso e a retalho, na ra da Cadeia do
Recife n. 7, pedindo matricular-*!.Com vista ao
Sr. desembarcad ir fiscal,
Outro de Manuel Francisco da Silva 1". i r r 11;... ja
informado neln Sr. desembargador liscal,' pediudo
malricular-se.Cumo requer.
Outro de Domingos Henrique Mitra, informado
pelo Seixhur desembargador fiscal, pedindo re-
gistrar o patacho Anna, dd qual be proprielana
I). Mara das >eves Passus..'Prestado o juramento
e assignado o termo de obligaba de que traa o art.
'H> t do .cdigo do eommereio. seja registrado.
Outro de Braga Carvalho & Silva, informado pelo
Sr. desembargador fiscal, pedindn registrar o seo
contral uimI.Registre-se.
E nada mais tiarendo a tratar, o Sr. presidente
encerrou a sessao.
DAS da semana.
II Segunda?. Ss. Fabio. Anainrio e Sereno .ilm.
VI Teica s. Ju.'.na prioceza v,
13 Ouaru.a. Pedre Regalado f. : Ss. Clrcera eCena.o Mn
li yuiuu s Gil S>. Iliiinlarii e Eoedina Jim.
15 8eiu. s. l/idoru lavrador.
10 Sbado, s. Joao Ne|Mimuceno roneego m;
17 Domingo. 5. deduisda Fauchoa. > Paschoal Itaylon f.
E^CARAEGADOS DA Si;i,Sciup:/vO NO SI I.
Alagoas.o Sr. Claudino Falcao Das; Babia, ,e 8t. D. Duart
Rio da J aneiro, o Sr. Joao Pereira Marlins.
EM PERNAMIILCO.
O propietario do DIARIO Manoel Figueiroa de Faria, oa sua
lirraria, praca da Independencia ni. 6 e 8.
SESSO JDICrARIA EM t DE MAIO DE 1857.
Presidencia do Exm. Sr. desembargador
Souza.
A *j de hora, aehando-se presentes os Senhnrcs
desemuargador Villaree e p Seahores.depulados
Uego, Basto e Lemos, e supplente Ramos e Silva, o
Sr. presidente abri a sesso, e lida a acta da ulti-
ma, he approvada.
O Sr. desembargador Cilirana rominunicoo nao
poder comparecer a essao pr incommudo de saude.
Di'lributres.
Foi distribuida ao Se. desembargad! Villares, a
appellacilo eailre parles:
Appellanle, I). Marianna ll.irolbra Joaquina ;
Appellado, Manoel Pereira MagalhAe*, cinno ce-
sionariu do commeiidad.,r Jiiso l'i'ieira de An-
I rad-. .
Nada maia bavendu.a tratar, o Sr. presidente -
vanlou a tmlo.aj \\i hora da larde.
da dispoir;ao do rl. 131 do regiment leridem que orno essa minha idea cahio, nSn pude
mais aer "presentada as sesses do correnle anuo ;
mas en peco Iit.m.r, para dixer-lhes que ha muila
differenca entre projeclo e emenda. O artigo do re-
giment he moito eipresso, diz : qoando un pro-
jecto fo' rejeitado nAo poder a sua materia .er 1ra-
lada as sesses do inerno anno. Mas, pergnnlo
eu, o que f.>i rejeitado fot projeclo'.' Nao, foi rejei-
tada urna emenda no- sentido de ser approvada a
postura da cmara, qua liolia de ser impressa e pa-
sar pelas discussoea ordinarias. Assim assigoei-me
vencido c submellt a coixideracao da casa a emenda,
para que a postura de !l de abril seja impressa e
entre depni. na nrdam dos Irabalhos.
O Sr. M. Cavalcanlt diz que por ora nao entra
na quesiao principal, que he a da conveniercia ou
pregados da secretaria do governo sera dividida do
modo aegninle :Os amanuenses lero daas partes,
os escriplorarios tres, os ofliciaes quatru, o ofTieial
maior cinco, e o secretario seis.
Foi approvada.
Se passar a emenda dos Srs. Florencio e Marral,
acreseeule-se. licando dependente da appiovar^ao di
assemblea. B. Lacerda.
Foi lambem approvada.
Do Sr. Silva Braga.Com o pagadores das o-
bras publicas o meaino que se da aos eugeoheiros
para cavalgadonis. S. R.
Do mesmo senhor. Coro o contiouo do con-
sulado provincial duzeiilos mil res de ordenado.
S. R.
F'oram rejeitadas.
Do Sr. Epaminondas de Mello. Passandn o
desconveniencia da postura em quesiao, mas vola | augmento para os empregadns da Ihesourana. con-
conlra o parecer da commissao, mesmo porque nao
esl ella concebido nos termos em que devia estar.
Observa que, quando em urna das sesoes passadas
se (ratou dcsta materia, nao pde bem firmar o seu
voto, porque a seu ver nao havia proposla da cma-
ra, havia apenas orna informara,!, podendo se dar
sidere-te como ordenado, e nao como graliflcacao.
S. R. .
Foi rrjeitada.
Do Sr. Epaminondas de Mello.A porcentagem
dos empregados do juizo dos fritos da fazenda tica
augmentada com mais dous por cento, nao deveudo
urna queslao de competencia, isto he, se a assemblea] aui:meiilar-se o ordeuado do procarador fiscal
pndia ou mo iniciar urna postura sam proposta da
cmara ; mas que no raso acloal o parecer na pode
ser approvado, nao s porque a cmara propoe,
eomo porque a razSo em que se funda a commissao
de ter sido ,i materia j tratada na casamenten le
que nao prevalere, por iso que ha urna proposla da
cmara que deve ser impressa par entrar em dis-
cussao, sendo que qnando se tratar dessa reuluro
emillir o sen juizo a respeito.
O Sr. Uego Barros sustenta o parecer, respon-
demlo i nb-ervaes do precedente orador.
lidiador.
F'oi rejeilada.
Do Sr. Souza Carvalho. O regnles da casa
dos eipottos lerao o ordenado de MOJOOO rs. cada
uin.n
Foi rejeilada.
Dos Srs. Francisco Joao, Antonio O.avalcanli, e
Ignacio de Barros.Fie o presidente da provincia
nulorisado a alterar desde ja os vencimentos dos em-
pregajt provuiciaes, augnientando-os, se entender
conveniente, de maueira a ser conservada entre el-
O Sr. \. Cavalranti enlende que nenhum dos les nina proporcSo razoaveJ, nAo esodendo o Inaxi-
ASSEMBLEA LEGISLATIVA PROVINCIAL DE
PERNAMBUCO.
Seisso ordinaria can II de naaio. de 1857.
Presidencia do Sr. Jos Pedro da Silca.'
Ao rueio-slia, verificando-ae haver casa, abre-se a
sessao a approva-se a arla da anterior.
O Sr. Secretario aprsenla o seguinte
EXPEDIENTF..
Uro parecer da commis-ao de negocio* de cama-
ras, que he approvado. o qual be o seguinte :
A i-utmuis- i.i de negocios de cmaras, em visla da
inclusa pelir.io de Jos Francisco Pereira da Silva,
requer que, pelos ranaes coinpclenlea. se peca a c-
mara ilota cidade para informar rom urgencia o re- j cas, exceptuando o director"," CMMhcirw
arligos citados pelo nobre orador, que o preceden,
tem appliracao para o caso : nao tern applirac,ao o
irl. 79, porque leudo o Sr. presidente submeltido o
parecer diicusso, permittiu qoe fosse elle impug-
nado, e nesse caso a culpa hada mesa ; e qunnto ao
art. 1,11, julga qoe ora se Irala de um projeclo e
nao de urna emenda, qoe urna emenda pude ser re-
jeilada em segunda ,!i-rus-,u> e apresenlada em ler-
ceira, logo a emenda nao esla as circomslaucias de
um projeclo, que he o qoe o regiment nao quer
que, rejeilado em urna sessao, possa nesse mesmo
anno ser. discalido.
Encerra-se discussao, e polla a voto,he a emen-
da approvada.
(.minina a segunda iliicu--.ii do projeclo n. 11
que eleva os ordenados de alguns empregados pro-
vinciaes com loda as emendas.
He remedida mesa e apoiada a seguinte e-
menda :
Se passar a emenda dos Srs. Florencio e padre
Marral, diga-se licando dependente da approva-
V'O ila assemblea.Barros de Lacerda.
O Sr. /;. de Lacerda secretario : Sr. pre-
sideute, eu, lirme no meu proposito, anda quera
continuar, mas vejo que boje ha de se volar por torca
o projeclo, porque eu lenho da fallar Ires vezes,
nao o posso fazer urna apix onlra, assim aproveito a
occasiao de haver menos gente na cana, de llover
mais calma, a ver se no caso de pas.ar alguma cou paasa aquillu que for mais consentaneo'coin a uossa
digmdade.
','lla alguns apartes.)
O r. /;. ric Lacerda : Fuiste aqu urna emen-
a^ do Sr. l'ra4icisco Joo que nao especifica repara
tifia alguma, e que alero disso Iraz a clausula estn*
cial, que be a dependencia de uosa approvaclto :
por es.a emenda lie qun.eu voto, o nada mais ilire
por or^ sobre projeclo.
O Sr. //. de Mello requer para retirar a soae-
ineirda acerca
emenda minha mandando supprir o imposto de IM)? aeivando-u sempre a unidade de Jl rs. por cada ca-
solire escravo despachado para fora da provincia. vallo ou boi, cohrar-se-lia, alom dis.o, de cada ege,
Eu nao me lembro de todas as prt.posires impug- Iraquilana, calera e carrosas ,le doas e qualro ro-
ando a minha emenda, mas farei por me recordar
de algumas e sobr ellas discorrerei.
Disse-se e fot o nobre relator da commissao,/iiie
este imposto em ultima anal\ie era pago pelo consu-
midor..-..
fl'.Sr. Presidente:Foi condicional.
das, :ln r. por cala roda, e d carro de cuo movel,
; id rs. por cada rola.1. de Barros.
Ao ^ 12 acresecnte-se :
De perfumaras c leil"..Machado da Silva.
.O .S'r. Jo'<- Pedro 1ei\ando a cadeira da proal-
\ dencia i responde a< obsrvaces do precedente ora.
O Sr. M. Caracanti:Senato disse, cu n.lo nua- dur, suslentatido as Idai do |>rojeclo de una-
ro eslar fazendo caslellos para os coinbaler, mat! ment.
creio que dissa qoe este nnpo'to Om ultima anarrie ti Sr. M. Caralcanli cnnlesla ns principios eco-
era pago pelo consumidor. Eu rreio que nesla pro- noinico-politicos susleulados pelo precedente orador, Pedro, ou nao son e tiempos? ser ohrigaclo a adopta-las s
c-^.f. O Sr. presideule d.i mesa I e um hnmein cg-
moeu, julaa pela sua tntelligancla, eujuiao pela
minha ; re-peilo as dacieOea da mesa legalineiile
lomada!, mas gaarda as miulias convieres, e ape-
/.ar di ileci-ao d.i presidencia, pmso sustentar o con-
trario.
lia um aparte.
" Sr. Meira llmriques : .Nao obstante tH| re-
ci>iiiineudar;i, rouliiiuoa impugnar do mesmo mo-
do, poraae eu respeilo, lano a pesio.,, e aaopinioea
do Sr. bai.i.i de Cniiaragibe, como as do Sr. Jos
posicao nao ha bstanle relletao.dizer-se que o con-1 iusistiude as ideas emididas sobros SS 8 do
umidor desle generoheqaem vemapsgar o imposto, arl. id.
he o que eu nao posso admittir. Esle imposto diz-se i lie approvado o artigo e seus gj com a emenda da
que he e.labelecido lulo s com o fnn de augmentar I commissao sobre o leo de ricino fabricada na pro-
a renda da provincia, mas que o seu Itin principal I viada, e a segunda parle da do Sr. Castro. Lrao.
he embaracar a sabida dos escravos da provincia e \ Se porcm os nobre depulados foram empregados
diz-se que em ultimo resultado reca elle sobre o ; pblicos, em cujo numero se comprelienlem os ofti-
consumidor. Isto he um erro, he contra lodos os. ciaes de ierra s mar, e Gierem a viagena em virlude
principios da sciencia. de seu emprego, poderao levar.lidos os seus escra-
I ois o consumidor que rom um Imposlo fica pri- vos ; devendu, eulrelanlo, provar pelos meios le-
vado do onneorreute, nao he forjado a vender por gaes que os poisuiam. aules 1 dala do decreta de
menos o seu escravo".' Pode-se route'tar islo? Sa elle sua Hornearan ou remnrAo, ou se os po.suircm de-
be ohrigado a vender por menos por causa do im- pon por heranca mi' estamento. FLxcepioam-se
poslo.eis aqu o imposto recaliinrjo sobre elle e eu em lambem os eserdvos bardados na provincia por in-
sesies passadas. ja lenho d Id %m urna, das razOea diviluoja residente em oulra, e bem assim os es-
porque vol conlr.i esie imposto, he porque elle lie raVM possu.dos ha mais de um auno, pur lavrador
contra os vendedores e inleirainanlea favor dos com que lenha de mudar seu e-tabelecimeiilo para oulra
pradores. Nao se deve em urna le qualquer desta
ordem fazer pender a halanca deiidameiite tiara um
nem para oulro lado, a le deve procurar que o im
posto recaa icualmenle sobre todos, p'io ineun.
eram esses os principios que regulavam quandu eu
esludei esta materia, pode ser que n progreiso le-
nha dado oolro raminlio as cousas.
Mas esle imposto lem produ/ido mudos miles,
alem da falta de concorrencia, ele imposlo lem fei-
t com que de nutras provincias niH> tenliam viudo
escravos para ser vendidos aqu, porque os especula-
libra ou arroba
os suardas do. con-ulado.
A r.i.o necede ao ,-.!:.:* Jo nobre doputado.
O Sr. Fraucitco JbSa pede lambem otra relirniV '"'r trll"'"a '!" "'! ,
um requenjiteul que se acha solne a mesa, de que ""manUcJo a r.vor dna I
he aulor o S'. Manoel Cavalcanli.
A casa approva esse pedido.
Encerra-se a discusso.
Depois de algumas h-ervaees dos Sr. Barros de
l.acerda e Mello Cavalcauli sobre a maneira de vo-
.larern-se as emendas, o Sr. presidente decide que
deve ser posla em prmelro lusar a votos a erneuda
dos Srs. Marjal e Carneiro Monleiro, e sendo sobre
ella consultada a casa, chega-ee ao seguinte re-
sultado, a
Dos Srs. Carneiro Monleiro e padre Marcal.
Artigo substitutivo ao I. do pioieclo n. II desle an-
uo, e as emendas apresenladas___O governo lira au-
lonsado : I., a augmentar, a titulo de gratificarlo,
os encmenlos* dos empregados da Ihesourana pro-
vincial, luclusive o prucuradorliscal ; e o solicita-
dor : da assemblea provincial; secretaria da pri-
mo do augmento a cifra de 10:IHJ0S')UO rs. na lola
lidade, e submeltendo-a respectiva tabella a appro-
vajo desla assemblea na sessao futura.S. R.
Julga-ie prejudicada.
Coulinuac.lo do arl.' SO do nrcameutn provincial.
O Sr. M. Cavalranti : Sr." presidente, apezar
de eslar me paieeaado que o arl. 10 que conlein II
paraaraphos, sendo elida um urna contribuir que
os r 'rii.iiiibiic.iu.i. devem pagar, parece que esle
artigo nao deve ser discutido, parece que a casa
enfadada da lula qoe aqaba de ler sobre objeclo
tao importante, n.lo quer discutir o arl. id... -
O Sr. Lpammotidas de Mello : Sr. lachigra-
pho, eu eslou na ca O .Sr. Manoel Cavnlcanti: Eu ja eslou qua-
lificado, contra a minha vonlade. de censor.
O Sr. Lpaminoiidas de Mello : lie bem boro,
emprego.
O Sr. M. Caca\ranli : Nao he o lal do Gym-
naso. Mas eslo qualdicado de censor, vou-ms a-
coslumando. e por lim lenho de censurar sempre.
Sobre 'os *. e 8. do arl. 40 ja eu aventure! al-
gumas prouiuicioes, proposijes que foram comba-
tidas, mas ja faz muito lempo que se deo esta dis-
cussao. h.rus.,i,i longa, e eu nao sei se me lembra-
re das prnposir;Oe emillidas que eu julgo erradas,
para eninbate-lai.
V. E\c, como membro da commissao d orr;a-
meolo, luinou a palavra e expendeu sobre impo.los
unta Ihroi'a, principios laes que deslroem toda a
sciencia : disse, por ejemplo, a alliviar-se a carne
verde de mil rs. ou mil e quinhaiilns do imposto nao
he nada, porque em ullima ainlyse, de que quan-
lia lica o contribuidle aHivi.ido .' relo que ralculoo
em 11X1 rs. por arroba, calculo que cu nao julgo
exacto, mas sendo ine.ino exaclo, nao he principio^
n.io he molo que lusllfique a coiiiinu-rfio de nula i
miposirao, a nao diminuicao delli por in diminua.i ...i,,,.
Se se for rellecli. quanlo cada individuo paga por |'" "''nn "', !' ""i" '"""i' ""re",e"1"-, "
do que consom, mo s, !,. de acl ar '2*''" ",* "^v" l'r"'"r" ""-.' ^ '-
-.h. a ,^.,a e..e modo d +X225Z2223*** ?" """^'^ "
provincia
Esla dtsposirao sera desle j.i posla em exe-
curiio.
Dada a hora.
ti Sr. Prcs/rf'.'ife designa a ordem da dia, e levan-
la a sastflo as :l t horas da larde.
Discurso do Sr. desalado Meira Henrique, " sessio de H de nmio.
O Sr. Meira Henrique :Sr. presidente, prin-
cipio declarando, que so Calle! urna vez na Panuda
,., _: V- ''".i","" "^"- cip.o declarando, que so |.||,.i urna vez na
riZiV ', ,1 'Z,l"rna""",c"e -* doile projeclo, fallei urna oulra vez ero
al.o!,i-fq > >'urc'""a dus^"|l->: f<-"<> Pr qo.stao de orde.q .obre um requer.meolo, poroin
cirte,. 2 ',? [*'" S e,C^i,?, ,""I"C '"- sufcre P.*"" "Snuda dlscuVsao so n. vez ;
Pn ni, .m ,., Vi i-. a i nao fura uina exhortar ao ou n locucii que parti
tosi de rnCr, ca aI^Z A "", ""P:" '" !** "' "~". 'I-e eu po',so de.xar de
* o0V, i ""?!?8": V*!S '|Ue ,"" ,"' : "* Pela parle que me loca,
eons iluo ,.'nu !' nheU \'C r'e< """.'P'" I A casa sl,e, que ale!,, de ter sido membro da ex-
c" veuld rli.e ,, r E*H* t "*" '" llnel Wisrto ou commissfio e.lr.ntul.d,, s,,
furma n ros L R T "''"'" P"r '""' um rtos ^versarlos pronui.ci.disslmos conlra o pro-
Uve a Imnr. H.7 M ?. !*"* ^ M Mo' CoraKe,n nteeiri para arroslrar .oda,
uve a honra de fallar nesla casa sobre este projeclo,
e volaria conforme julgase mais conveniente tem
ter em allenrao esses prindpios, sem eulrar nesla
quesblo. A prirneira desvanlagem do imposto he a
arredar o roucorrenle, a segunda desvanlanem he
fazer com que nao concorram de oulras provincias
para esla, que nao procurem e vo que por aqu passam e -lem de ludo js|o um im-
poslo desla ordem lem dado lugar a um conlrabando
da extraordinario segundo esiou informado, conlra-
bando que senao pode evilar, porrjue ninda see\i-
tando pnr mar, nao se pode evitar por Ierra, porque
pergnnlo, pode-.e eiilar o contrallando por loda a
fronleira de Alagoas t
Nao hepossivel, n'am paiz lao vatio romo o no-"
coragem necessarta para arrostra
a> conseijueiigias poi mais odiosas que sejam, que
dalii me postan) provir ; lejiho i corag'm necessa-
ria para lomar sobre inim ti respunsibilidade ex-
clusiva dessss aeeusiic.s, se|am ellas dirigidas a
quem quer que for, porquV nunca COtUimo proferir
expresses sena depois de pew-las-bem ; e tanho
lambem- a coragem precisa para repllir qu.-r da
pane da mesa, qur da parle deqoalquer um des
roeinliros da casa, ludo o que pos.a haver de oflen-
sivo no que aqui se lem profer lo por ina de um i
ve, em reanlo aquelles que Impugnara o projectn
em discusso.
Diz-se que lem havido da parle dos impugnadores
do projeclo um propuslo milito deliberado ire pro-
, telar a sua dissustao : se alguem ha que na casa
..', 1L ['"IX'^CH" he nenhoma, o eslabelererem- leona declarado i.lo.opor crio nao fui.
se agentes para ev.iir o orneaban lo, trezia urna o Sr. II. de Lacera -Fui eu
iae,oe^nr,.5"',',r",n;, '" i6'" I6 .,"s,'r "" ":n '""" Sr- ** Henrique :-Se eu tiveasa declara-
vel evda,q c' ',' i'"", ""I"0,u,"me".le, ''"P<;- d .. insi.lina no meu plopotito : Oto' lenho porem
vel evitar o conlrabando, e pbr mar o lateresM faz designio de proiela/o Vojeclo, lenho somonte o
: ora. ao legisla-! pruposJIo de inculir no animo da
apparecer mil tn-ios d
dor prudente o que compele he fazer com /toe
mposlos prevaleceise, e1 .
excusado justificar mais eoota alaoma, com isto lo-
do se prova ; eo nao admiltn semalhinle principio.
O imposlo, diz o nobre denotado, que he de in-
te e lanos por cont, mas'eu lenho ouvido calcu-
lar por algaem que lamben] esla habilitado em :lli
por cenln : :il por cenia he um imposto fora do
eommum.e pode-se dizer qup no genero de i.- unci-
r neressidade, em parle oenhuma existe imposlo
de .'Mi por cenlo.
> fcxc. disse mais que o Ihesonro vinhs a sollrer
um desfalque mailo grande : pode ser qus assim
seja, mas he preciso demonstrar que esse onus que
pesa obre os comribiiinles, he de alguma maneini
recompensado, entretanto a discus-ao que se encer-
rou ha punco acaba de demonslrar a minha propo-
sicao, por que deu lusar a Oreacjtai de despezas
laej, que eo nao posto comparar as vantagens que
ideiicw ; gaarda*, ounliuun, e porleiro do con-1 della resultam com o onus que breos conVihuintes
sulado provincial ; 3 reparlir,ao das obras pubh-
querimeoin do supplicanle que Ihefoi remedido em
Ib' de abril prximo pasado.
Sala das eommfssdet da assemblea legislaliya pro-
vincial de Peruambuco, II de maio de 1857.Reg
Barro*.Oliveira.
Entra em discusso o parecer' da commisalo de
negocios de cmaras sobre a proposla da cmara a
respailo das padarias.
Vai mesa a seguinle emenda, que he apoiada.
II* a commissao de parecer que a postura pa te ser
approvada, eumprindo manda-la imprimir alim de
entrar na ordem'dos Irabalhos.-Oliveira.
O Sr. Oliveira : Sr. presideule, a.signei ven-
cido esle parecer, porque entend e emendo que os
mens nobres collegat au podein su-tenlir a sua
Opima >
Quando se disrulio o parecer otare as padarias
indeferindo a prelencAo de seus proprielarios, eu
apresenle ulna emenda ueste seulido. lie a com-
missao de parecer qoe se approve a seguinte postura
proposla pela cmara do Recife." Eorerr'ada a dis-
cusso, foi approvado. o parece'r, licando prejndicada
a emenda ; mas os nobre? depulados, soccorrendo-se
A HVRlEZV DE UMBONM.
POR A. DE rONTMARTlN.
'. IV
(Conlinoarao.)
- A marqueza cabio eul.in de j icllios, e disse de oaos
postas e de olhos lovanlados ao ceo :
Meu Den meu Dos nao ha oulro meio se-
nao esse Vl-que que puns a mentira, lende pie-
uade de mino, ou e deve.haver um castigo, eail si>-
inenta sjbre trrtirr! Tunn inaiha virfa, e seja Kaoul
salvo !
Jlerjois correndo porla, o inclinando- ra exclamou com voz forte, que fez resoar toda a
cs,i :
Raool '. Kaoul !
Kioiii que eslava anda em na cmara, acudi
logo, e a m.i o tho se ach.iram face a face.
Raool di.se a marque/a com orna serenida-
de que era desmentir), p,|0 lrMlir ,|0 ,eu> labios,
permille que mo renosi| com ligo pelo feliz resulta-
do de nossa residnncia em llveres. Se nao quizares
reclnar-le a evidencia, e atormentar le volunlaria-
menla nao po*>rua negar que nada em leo estado jos-
- n'o*V" ""'"'''' fora. Ouanlo mai. le ap-
proximasdo termo que eoiisi4,r,vs hui Ulrti, ,,
aaude M forlal-ce, ma.or certeza ha de que a l.on-
danda de Daos movida pelos meas ardenles votos pro-
legeu-te e salvou-te...
Vine, ere is-o .' respondn IVaoo'l com iro-
na.
. II* a opmiao do doolor e a minha sora R i-
oul, para vveres basla que oqueiras ; e porqui |,|o
ii quererlas? Que le falla*parasares feliz > mais al-
guma f no fdluro, mais alguma eonflioea em |aa
ni.ii... Oh desde alguna meres (adevinhei
seus
andantes, e os ajadantes pagadores, que lerao
para cavalgaduras duzenlos mil res annualmeil
le : ., a elleciuar o dito augmeulo no exeicicio
prximo viuduurn de 1S.">7 a IrtiS, nao excedeudu
o dos vencimentos a lOitXXtelKMI rs., ou a -JS) por
cenlo da despeza, que aclualinenle se faz com os re-
feridos empresados.
He ipprovada a emenda somante quanlo ao- em-
pregados da Iheseararla, com exclus.lt> do procura-
dor fiscal, e solicitador; da assemblea provincial
e secretaria do governo e a eOVctuar-se o augmeu-
lo no Mu-i 10 prximo lindouro de IS."i7 a 18.18
nao excedendo a 111:1)00.3 rs., licanlo empala i|
quanlo MM >{) por ceulo, e quaulos aos guardas do
consul'ido.
_ Uo Sr. Epaminondas de Mello.A emenda do
Sr. Marral e Carneiro Monleiro, icretceulerse e
igualar o- venciioenlosdas professoras loados profet-
sores, bem como igualar as quanlias conceifulas pa-
ra aluguel de casas, lauto a urnas como as oulras,
haveudo i lelilidadc de lucalidade. S. A.
Foi approvada. *
11 l) mesmo senhor. \ porcenlasein dos em-
poali
pniib.i- a la felicidad,', e que cominlas em casar
coiA Suzanna.
I.lm relmpago de alegra e de recnnhecimenlo
brilhou nos olhos de Kaoul, mas elle rerohrou logo
sio ar nnibrto e resolulv, e respoudeu a mal :
' Issii he impossivel.
Impossivel .' exclamon a marqueza dissimulan
do apena o surdo eslremecimento que a agilava. E
porque '.' Por ventola ter-me-hei enguada '.' Na>
.unas a Sazanna '.'
Oh visto que Vmc. me adevinha Mo bem,
(orooutelle com um sorriso lerrivel, deve saber rom
que p.lj;io, com que ardnr.amo-a Sabe que fazer-
me amorto della e dar-lhe o meo nome, seria o vol
mais hrdhanle de meu coradlo, a maior felici lade de
minha vi 1 :
E 'porque calas ese voto tao charo '.' Porque
repelles iV;sa lelirulade i.lo grande'.'
Ah Vmc. tambero o sabe, ja" me adevinha
lambem I repeli elle rom mais forr;a e amargura,
He ilnrque leus por cerlo que has de imnrer aos
vlnle e qualro anuos, e viver langiiidainenle al
.-l.tr> }
Sino,1 minha inai.
-7- Mas le e-livesses engaado, insisti a marque-
za. cuja i...Ib le/ e cojo odiar annunciavam urna re-
solurao suprema ; se le fi-sse prnvado que leus receii s
nao lem fuodameiilo, que eslas ao abrigo des m he-
rarict funesta, que o sangoe que corre em loas veias
nao lem e.e sermens morlaes em que eres, casaras
com Suzanna ?
Se casara exclamoo Kaool rom dolorn.a ex-
pre--.ii de amor e de desespero. ,\b porgante ao
ron Icinnado se seguira o anjo que Ihe ibrime re-
penlinamenl* o caininlio do reo. Se casara Desde
a. primeira dia que a vi. Indas as nimbas forras sai
apenas suflirientes para rombaler o altraclivo iqven-
rivel que me Impelle para es.a creatura divina. As-
sim mesmo, rom a horrivel certeza de que nada p le
livrar-me, vendo incessantemenlc erguer-se dianle
le m ni a dala.fatal, o lermo inexnravel como'uma
senlenja de morle, lenho estado cem vezes a poni
de chir aos pes de Su/anna, e dizer Ihe com lauri-
rtia,s qnelalvez me alli\iariam : Qutres-me anda
assim '.' Queres minha vida '.' Ella sera' breve, mas
pesa de :|I por cenlo ; emendo' que o destino que
e lem dado a el* imposto nao he o mais conveni-
enle, he para se patear generosamente a empregados
pblicos, algons dos quaei e pnderiam dispensar
e eu han posso de maueira alguma roncorrer para
que se eslabelec;am impusieres de :16 por cenlo so-
bre gneros chamados de primeira necetsi lade, e pa
ra salisfaier esla e oulras que eu chamo desnecesii
dades.
E se islo nao he asim, Sr. presidente, e a carna
verde pode soffrer lanas imposices, para que se
ran lano contra o estado desgranado, conlra o alto
preco da carne > Se a carne pode s'olfrer p imposlo
de .')f por renlo r.zoavelmenle. esse clamor que se
levanta conlra o alio preco da carne deve desappare-
cer. Por lana vol pela emenda que se apresenlou,
apezar de julgar anda que fies imposlo muilo ele-
vado, mas na minha opiniSO he o nico remedio que
mu podemos lomar, se algum queremos sobres ca-
resta das carnes'verdes; se queremos baratear a car-
ne, o meo que e-l em nossas roaos como mais forte
mais efficaz, o nico he livra-la da iroposicSo e nao
lodas essas gering.>nr,as de eonlralos *lc.
Sobre o S_ J.- lenho dilo quanlo julgo conveniente,
passare agora a Iralar do jj 8.-, sobre o qual lia urna
nm enliinento novo se.apoderara de la alma... jdepoia seras rica, leras um grande nome. Viuva de
4'orque nao m'o dis-esle ? Porque n.lo me rall,i\> Raoul de Aeribonne, senis sauda 'a e festejada no
corno um amigo a um enmarada ? Recelaste en- 1 mande dos leli/.'s, e snroenle pedirei em lualem-j
lanlrar UIM de minha parle ohjecres, resis|enria, i "reoca um lugar que nao p'rlorbe leus prazeres nem |
leu reponso. a Eu loria lalvez dito e fei'o isso, se a !
amasse meiins, as Suzanna fosse oulra mullici... Mas
eonheee-a, ininKa niiii... Eu 1 levara cmico ao meu
.destino ; essa alma amorosa e delicada, seria aniqui- '
lada pelo c ,|pe Iqoe ha de aniquilar-me, e a mesma
quesiao comprehendeu logo o alcance ilessa reve-
ladlo.
Oh met fillin | nao me pergunles nada mais I
lem 1 1- la i de mim, lem piedade do rubor que a
veigonha me faz subir a' fronte !... Agora ja' sabes
quanlo basta... Perdoa-me duas vezes j por ter com-
mellido essa falla, e por nao le have-la revelado dia-
da que vi apnderar-.se de li a idea lisa que le consu-
ma... PeMoa me, Kaoul, perdoa-ioe !
Porm Kaool nao Iba dava mais alt'enra ; a' me-
dida que as conseqiieiicias da confissao da mil apre
Sentavam-se mais claramente ,10 su espirito, urna
aleara delirante illummava-lhe as feicoes ; com um
gelo fez parar a marqueza, prrcipilou-se para a ja-
uella, abrio-a violentamente, e exclamou :
Oh pela primeira vez desde que eslou no
mundo vejo, linio, respiro, exislo. Dessa vida que eo
jnlgav prestes a relirar-se de mim. agora lomo posse
com dclieias; esse ar que m- soffocava agora m*
Iraz a peilo o perfume daquclla ptail e daquellas
flores .'... Esse eo, essas arvores, essa- collinas, e-sa
illias, t'-'C mar, eu nio os conh'cia Tudo is-o appa-
r*cia-me alravs de om veo preto ; esse veo rabio :
salve, nalureza encantadora que eu admirava coro
amarsora, e cuja, bellezas irrilavam-rne como um
insollo a' minha desgrara Recobro minha posicao
entre os entes creado, para comprehender-le e amar-
le ; na snu mais una creatura maldita lineada fura
da le cuinmum, e que fazia de cada um d seus das
urna pnrr.,0 de sua agona .. S)U mn<;o, forte c fe-
liz... Obrigado, minha m.li !
A marqueza de Aurchoune se levantara, e com
pasau vacillantc se dirigir a' janella. Com um braca
enlama 1 Kaoul como para saborear ile mais periu
sua alegra e seus transportes, com o oulro raoslrou-
Ihe meio occollo alraz de um grupo de arbuslos 110
fundo do jardim o danto! e a (liba, os quaes lanra-
vam para o lado da casa odiares inquietos
Nao he a Vmc. que compele chama los, minha
m.li'.' pergunlou Raool com 0 ar (agueiro que lie*
(ilo bem iis pessoas felizes.
Ella fez uro sigual; o doulor e Suzanna vollaram;
pooeoa egundos depois eslavam na cmara.
Doulor, disse a marqueza com urna di.-ni lale
iptoinparavel, lenho a honra de pedir-lhe a mao da
senhor* Suzanna Astindri, sua Rlhi, para meu lili,o
o inarquez Raoul de Aurebuune.
E cabio desmaiad.
ncu lempo, ulo sei e o rn>vr>*iiiio deslru
Todas as oulras me lida.. emendas restrictivas,
elr.. nao provam senao o embanco que actualmente
se ola, e que moito fcilmente se pode fazer .1
parecer acabando com o imposlo.
Por lodos esses motivos, vol pela minha emenda.
no an,mo da ca-a a gravidade
e importancia delta, neeevudade de una dis us-Su
morosa, de urna dlseussio calma, de orna dicus>o
re/leetidl ; e crei-o que por mais de umi vez que
Icnlio fallado, lenho sempre epmenlado aigamas
ratoe*. qua pelo meuoa rpa parre- lerem merecido o
astentimento da casa, senao 110 10 lo, sem dovid* em
parte; porque, e a casa lem mostrado essa sofie-
)-2uulao. ,|u- a presidencia enxergoo, para volar 41
projec'o, ella lambem lem demonstrado, ,,,,.-. ,,;,,,
. -"-AS sitis a com'To "roau-->' l^""^*& r
emno.,,,,,; 'f <",',e',"xl" de .econhecer que .,es.a a.sembl. liveise dirigid* .Wqaenwmo
nod.mser,t,l,dos- "S^ f" '' '"" aCi"'"U de i,er Sr" lle'>u,a'1 i'-ula llapli.la a
S! "lnnn'lr;P q S2fT "1'" P*qi,M" "'"i* <"" "" Sa ha algam pn>po*ii.i ,e-
o ifilorr- fie ZFT? '"""" Pe0 desla ques,ao, sejamo, if.neo*. !.,-,. de parle
press do > Z.,'\ "<"'""' l.r'""i, 'T ""''"" parle dos que susleilainuprojecui.
U,n,. a* : us,,ll,ca '">""i^ moslrando : ; e da parle dos que o
I" que o dizirrto do gado cavallar ren leu para os cu-
fres provinciaes, no exercicio passado, LlXXXjlKXJ, 110
eulrelanlo que o lem sido de muilo proveilo, s-
menle para os dizimeiros, que lucram 300 e 300 por
cenlo; 3, quc he vexalorio em extremo para os pe-
queos fazendeiros, que mudas vezes para uu cn-
trarem eio lltities com os dizimeiros paaam o que
n3o devem ; e:|o, que fie mudo oneroso, sendo que
he orno impoeicto oe 10 por cen : ueste seulido
manda a mesa a sfguinle emenda :
11 Supprima-se o ,S ,1.Souza Keis.
O Sr. Thcodoro da Silva suslenla sua emenda,
para qoe a arrecadacao do imposlo sobre a agur-
denle se faca pnr administraba ; propugna pelo de
xportaelo de escravos ; oflerece duas emendas acer-
ca de lojias de perfumaras e de leiles; e termina
seu discurso, que publicaremos n'oulra ornasiao, fa
zendo algumas eoiisidericoea a respailo'da emenda
do Sr. Castro Let. .
Vao a mesa a- seguinles emendas :
Ao S tl> acrescente se: com dillerenra, porcm.
que quanlo aos carros se observar o legairila : con- sempre o primeiro a respailar asdaetse. della, mas
mpuguam : mas, pergunlo
eu, nJo eslarao ambos no seu direilo '.' Nao e.lou
cu nu men diredo impogninJo um projeclo'pilos
meios directos ou 111 lirretos, pedindo informaces.
requ-rendo adiainenlos, piovocando explicacSel
Balea meios nao a legaes, mo san permntido's pe-
lo regiment e usados Das dlsetH oes '.' Creio que
aim. Eu apenas censure,, e memo reagi nesla caa
ha poneos das conlra a presidencia da mesa, por oc-
casi.io de una interpretarlo do regiment ; e ape-
zar de ter sido essa inierprelajao ap, rov .1 pela
maioria desla assemblea, paco Ihe todava perda
para dizer, que anida eslou firme na mioha convic-
i.o, volei a favor do pirecer da comrois-ao, e n
leudo que a presidencia errou, (permilla'-se-ine a
expreMo) quando por occa.iau da disconSo do uro-
j'cto que fazia orna eeneeafao ao Sr. Joaquim Pires
t;arneiro Monleiro, nao su detoo de pnr a .votos em
primeiro lugar a emenda, como mt'.mo n.lo a fe
votar_ por. escrutinio secrelo. Foi u anteo acto de
reaccao, se assim se pode dizer, que Inuve de minha
paile conlra.a pre>nlencia da mesa; lenho
queriam leva-la comsigo aa soas viagena,.oo a Pars,
onde passayam tolos os anuos o im do invern e o
comei_ 1 da primavera. Era com aran te pezar de Su-
zanna que as cousas linham-e aroimnodidu assim.
Ella lambem jamis foliara perder de vala essa n
sonha colima, em que denava o pai, em que eres-
cera, amara, padecer c passara em um 1.....nenio de
mais profunda tristeza a' maior felicidad*. Era lidia
dos campos e da solida, os prazeres das sociedades
pouco a allraliiam. e de boa vonlade lena dado lodo
o romor e lodo o brilho d suas feslas por um pa-
sela sobre a praia de IIveres com o pai, o marido *
a marqueza de Aurebuune.
Mas esse airaujo parerra agradar a Kaoul, e
baslava isso para que ella o aceitasse com empenho.
Vedando a vida elle dera ^e pretil em reparar o
lempo perdido, e sacudir a marra., em que seus
sencias de Raoul e que ess -oili m.'iii 1 se iggravp-
va pelos seus etToreoa para nao deixar apparecer na-
da. Mas nolou pouco depois com manir sorpreza
que era ju-tamenle, qu'anda aprnximava se a voltl
de Kaoul, e dorante sua'residencia em |lyere, que
esse depererimenlu'se tornava mais vmvel. Enl3n
imaginoo que ella lotavg rom esse seiiliinenlo por
inlelieidlde mu Commum as mais que as faz ler
inveja das noraj por nao o'ccuparcm mais no cfta-
eao dos lidias senao o segii.1,1 lusar. Porem b**>
taram-lli algum das de observaran altela para
reconliecr que essa alma expeliente uerminecura
inaccessivel a ene seiiliuieiito vulgar.e que Hcnhiiin
niivem passralabre a alleir.lo: da marqueza para
cun Sazanna. Foi entao sobre Kaoul que elle di-
rigin luda a sua allenrao, e seu espanto nao leve
limites quando indicios leves, mas irrecusaveis Ihe
fSr. .1/. CavaXanli : Foi buscar uro padrinho
que mo precisava.
K*'clainac/>es. .
0 Sr. Meira Henrique : E he por sto que en-
tendi dever fazer esla declinlo, com o' fim de ar-
re.lar ite mim qualquer iuiinuacao. e de c.onfessar
frioel e livremenle, que a presiloncia desla assem-
bll para mim, he sempre a moma, sem itistincrio
le peatn...
1 na vos : Para lodos os membros da aVem-
blca.
O Sr. Meira llenrique : Eu eslou fallando
por nnm.
ti Sr. Pereira de licito : Nunca a presiden-
cia da mesa foi io gsreili.ia, tao espesiobadi, emo
agora.
. O Sr. Uei'a llenrigue* : I so declaro que nli
me toca, c eu declino dn juio do nobre depu-
" Sr. Pereira de llrito : filio he meu, lie do
Sr. P. Ilapli-la.
O Sr. Meira llenrii/ncs : O Sr. Dr. P.lliplis-
la nao ,lis.e que a prest iencia linl asido fspesiuhad 1,
usu he do nobre depulado. e declaro que se lal huu-
ve, nao foi de minha parle, Bando que eulrelanlo,
aproveilj solemnemente a oecilo para declarar, que
II 11 Sr. presidente se julga oflendido por qoalquer
eiprettlo que me escap,.sse imotoolariamenl*, su'
o primeiro a retraetar-mo, pedindo-lhe deMolpa, e
declaraiido-lhe que nunca Uve a inlcncao de eiren-
de-ln ; respeilo Danta as uas opinies, a sua pessoa,
quanlo S. FIxc. deve lambem respeilar minha pes-
soa e coiivicces.
Eotrirei, partilo, ni impognacao que ti/, ao pro-
jeclo, c assim moslrarei a casa, qie-nunca tive, nem
actualmente teutio, por qualquer modo, a inlcncao
de protelar a discusso.
Eu dis-e, que o projeclo carec* de um exame mili-
to miiiucio'n, modo cireomspeclo, a respeilo do
augmento dos ordenados dos diversos empregados
provineiies, |.*, porque referade-roeaos ordenad*
que actualmente existem, da-se urna despioporcao
multo Saliente-; Irouxe aqui llgana exemplos, q'ue
Bota vou ilesenvolver com mais minuciosida-
des.
Procuremos comparar os orden 1 los dos continuos
das diversas repartieses ; eis-aqui : (!('.
O da thesouraria provincial lem iOJ;0Ol) rs., o das
obras- publicas lem MOJJO00, o do consulado lem
IIXKOO, o da secretaria do goveino lem 0009000, e
o-da assemblea provincial lem :1 Id-d'Jtl. lia, pms,
a dilTerenca de 2IJOSO00, entre o ordenado do conti-
000 da- Moretaria do Enverno e o eslj assemblea, e
una difl-renra de llXrjiWO entro as das diversas re-
p.irlires, com relicao .00 da secretaria' da presi-
dencia.
Se formus a c unparar os ordenados dos pnrleiros,
vemos que o da thetsoraria lem (IIII^WO, o das obras
publica! lem 5003000, o do cousulado lem 5009000,
o da ecrelana do governo lem 7V09000, o di a-
sembli tetn itMI^lOO, sendo qua *lum ,iu porleiro,
ha man omijiidinta como ordenado de JOatM.
Ora, cu n > sai, nem p ,a0 enxergar, qual a ra-
zan da diuererica desaes brder.ad<.-.. Qoanlo a **em-
blya, hl ama raz.o qu primera visla se oirere-
ce, e vero a ser, qap he 11,111 repariiglo em que ape-
nas se 1,-aballia :t inez lio auno ; porem. >e es-.m
b'. uevena f.iz-r-te a propurrlu em o orlen 1 lo das
demais empregados ; mas ,10 contrario, vemos que
esla r.pardea.,, alm rio porleiro com WO'J, lem um
Ijudanlo do mesmo com .loll.--.
0 Sr. S Pereira : He 1 qoe lem mais empre-
gados.
0 Meira Henrique-. Daqui veem os nobres de-
pulados que eu leubu ao menos lazo para impug-
nar o projeclo...
1 m Sr. Depulado : -'- Esla q ie-l.io foi tratada na
com,nie.no. '
O Sr. ilfetm //e,iri,/u.. l,,das estas qdesles
loram iveniida na commiisao, mas nosso Inbilbp
n.lo f..i lolgido digno ,|e eheglt 1 e-la casa, prelen-
leu se lalvez. qmz-se chamar-njs ao cumpriinenlo
de nossos ileveres.
" .S'r. S//,7i Braga : IX, orna parle.
" Sr. Meira Henrique* : Estoo duendo que a
casa nao Slb* do resultado dos nussos Irabalhos.
Os nobres membros da commissao sabein, e appello
para o nobre doputado que ha pouco me deu um
aparte, quennsreunimo-nos.lizenios urna conferencia,
procuramos rhegar a um aecurdo, elr. elr.. mas logo
no di* inmediato, desenvnlveu-se a lal tolreguidao,
e fu quando appareceu o reqnerimento queeslran-
gulou a rnminis.ao.
Ora, na sel qual ,0 raxao que poa aolnrsar, que
possa |u.lificar o aogmenlo ilp :i>0S ao porleiro da
-'notara do governo, em relacao aos oulros que lem
IW09, .1II1I3 e ale WJ, e pelo que respeifa ao da as-
'embea, pode-se dizer que lemos o dispendio, nao
I- IIXJS, pireip de 7509, porque s3o iOlljdo porlei-
ro e .1 >09 do sen ajud.nle.
I'n le mudo bem ser, que lo las essas aderaras
lenhain urna explicara,' alisfac.oria, mal O qoe hl
certu he, que eu a nao einergo. Tllve a commis-
sao ,le polica, ou almim dos nobres depu'ados que
esleja a par d-sses negocios, possa mallo bem expli-
car a causa dalo, e ale ciiveiirer-nos da Justina que
possa haver a lal respeilo ; 111-s eu nao poso adiar
raroavel eja-1.0, que a um porleiro que lem 70ft>,
se d uro logmento di 1OO.3. e ao que so lem 00;
de-se o mesmo augmeulo, licando nao' com tOO,
do lilhn
presenlimenlos o linliam rendo, em procurar o em- | demonslraramque Raool na era mais guanieiif
prego de suas faculdades brilhante., e recobrar na lerno e rdspeiloso para com a inai,
sociedade a posic.au que Ihe assignala
ivain seu nasci-
inenlu, sua riqueza, a .1 -l,,u r., 1 de sua pessoa c de
eu espirito. Ilem como esses coiitalesceules
abinda de longa deaoea -o vidos de ludo, o que
pro'va que eslu curados e vivos, Kaoul ne-ses pri-
meiro* lempos qoizera abracar todo o que poda ser
visto, pensado, dito, perrom lo e admirado. Poesa,
bellas arles, livros, conversaees, prazeres da socie-
Nos primeros lempos que liaxiam seguido a re-
valaclo da marqueza de Aorebuane, a alegra de
'" I escapar a urna heranca funefta apagara no lidio lo-
" (odas as oulras expresses. Vivef, ser feliz, casar
rom Soiaana, laucar langa de si o |>eado fardo, de.
bauo do qual curvava-se desde lanos anuos, elle
nao vira 1, ida alem di-lo. Ma proporejto qoe I
lembraii(i de suas angustias lornou-se mais longin-
qua ero sua memoria, e que saluri In do innn lo dns
morios, acliuiou-se ao dos vivos, bouve llalla nina
modanea, exlraordinaria,' imperceplivet, e todava
. real ; deuou se nanliar, s-m o saber, pelos .enhT
r.sse5 primeros. anuos foram Delicioso, para a menlos e pelas idea, de -,u nova existencia Em
marquez-a de Aurelioimc. Depois de .uas viagena vez do doenle, do eondeninado que audava com
le Verio, pelo mez de oulohro e co.no para festejar I un grito de recoiiliecimonto a voz que u liviava e
um precioso anuivers.rio Kaoul e Suzanna vollayam salvava, loruou-se o que lena sid
dade, espectculos da nalureza, elle quizara prodi-
galisar a ludo as nq.iezasde sua imaginicao c de sen
.'orara 1, o ,l,,i/1 io de seu ciilhusiaino c de sua
mociihide.
sua idea Qu, o fidllgo de ra
O primeiro movimento dea** nalureza
enrgica foi revnllar-se, leabir v oleiilameut com
esse papel de iaimolnclo que lir,ova-lbe ale o seu
ollimo bem deseiioanar a Kaoul e recuperar ro.
urna palavra sen respeilo e seu amor, porem Kaoul
a oreril '.' se nao a erute, qoe b'iinili.r.io .' e se a
crease, alo bastara Isso para renovar-lhe os cuida-
dos e os l-rrores que linhaiii esta lo a ponto de ,,,-
la-lu '.' A marqueza es|>rou, cabio ero si, rompre-
lieni'cu que mirria, c desde eolio resiznou-**,
Depois de re.ignid* brilhon-lhe i curaca urna rla-
ridide iinr.ivillios.i. e assi.n cuino em u, mumeoto
supremo a iii.'n prevalecer obrea chrislaa, assim
a chrlauTa damirieo a njai. Ella disse comsigo. que
toda a ntenlira era 1111111 falla, qualquer que fsssa
seu mulivo e sua cxrusa, e qu; a sua mereca um
enligo ; e incln 11, lo-se 0 Vonlade livini, agrade-
cendo 1 Deoa dele-la Mcolludo pira a expiara, ro-
goo-lhe por ullima maca, que 'asligasse a'ella ni.
Poi preciso algum lempo para destruir essa urga-
ns.ocao lorie e aadii. Pas durante o, quaes Kaoul e Suzanna ibiortoi pela sua
felicidade, nao pereeberam o deperecimenlo di mar-
queza. .xdmiravel *aperioridide do amor materoo
obre lo las as nutras ternuras Raoul nao conse-
guir occullar a mat um pennmento, que apenas
coiife.sava a si meamo, e ella rhogva a occfillar-
lh um sullrirneiil. que a rondnu ao tmulo. So-
memo o doulor lena podido Irahi-li, pois mo se
enganivi ; mas .i primeira que disse-lbi a tal res-
peilo, ella o linean lio longo, e pruvou-lhe Uo bem
que gonvi ixcellente saude, 11 'upplicou-lbe 1.10
ardenti'ineiiie, que se calale, que Dio ioqoietasse
seus filhos, que rTomina !o pelo invencivel aseen ten-
empre s-m a j le que a marqueza I.un ira sobre elle, a eamprehen-
tnas com .>n;i-. Vejo nislo; urna desigualdade nio
pequea, porque eu creio que o trabadlo dos porlei-
rus de tudas as repartiees he o mesmo, guardar os
objeclus da risa, zla-los*. Irilar du .iceio e limpeza
della, ahur o fechar as porlas, etc., etc., o que se
faz em tolas as reparliroes...
Um Sr. Depulado :C informe o lamaobo da
casa.
0 Sr. Meira Heariquei :Salvo se for alguma
babvlonia.
1 mu eoz :O porleiro da secretaria do governo
lem obrigacBo dejegislrar os despachos dos reque-
rimenlos. ,
(' Sr. Mtira llenrli/uei:Mas na Ihesouraria
dizem-me q ae lem o mosmi servido. Eis ahi porque
digoqueessas differencag p lem ler umi raza josli-
ficativa, mas eu nao a coiihtco, pode-la-bia conhe-
ccr, se silisfizendo-se as exigencias da commissao
especial, se obtives-em todas as iiiforma^oes e escla-
recimeutos Oecessarios, o que alias nos mesmos po-
deriamos adquirir, procurando coda um de per si
iiifurmar-se e esrla'ecer-se para melhor apreciar a
malena em oulra reuniao.
Mas aiiida nao pararn aqui as lillereiiras ; vamos
a Ihesouraria provincial, bu vejo que a thesouraria
provincial esl'dividida em qualro secces, em cada
urna deslas seccoes ha um amanuense, e ao passo
que os amanuenses .da primeira, di segunda, e da
qnarla secco (em ordenado de (aMi?, observa-.e
que o da lerceira secja > > letn-.ViO;; ori.'o que sig-
nifica esla diOerenca '.' A lercirn seci^ao creio qoe
he de urna calegona superior a quurta, que he a ul-
lima dellas, c devesse haver diilerenra seria pan
esla, e nao para as Ires primeiras ; mas o contrario
se d, poique os amanuenses e quarla seccao lem (iOOO, e o da lerceira tem- 550^;
01a, a cnmmissao dizia augroente-i* 100J ao's ama-
nuenses ; inashem.vt: a casa que d*va-se sempr* a
mesma desigual lade, porque uns leriam 7O0.3 e ou-
lro li0O5 ; por isso nao era jaslo e equilalivo que n
commissao aloptasse urna bUola que podesse salvar
essa desigualdade, essa desproporr;jo, sem urna raio
justificativa, en. um mulivo plaustvei.
Sabe perventori algum dos nobres depulados qual
a razo da differenca desses 503 no ordenado do
amanuense da lerceira seccao '.' J algum do* de-
fensores do projeclo se deu ao trabadlo de fazer es-
le exame ? ,
O Sr. '.-a Cirvalho :Eo lz esse exame o se
alguma obrigaijao ha, creio que ella esl di parle dos
que impuguam o projeclo.
(>',Sr. M. Ilenrii/ues: Seos que Impognam sao
os primeros que esiao nolando estas desigualdades,
e pedindo' esclareciinentos, e os nobres depatidos
respoiideui urgencia, prurr.j icao da hora, urgencia
alm da hora, voto, votos; se sao eslas as expli-
cares que dao, se sao esles os esclareetmeiilos que
lem dado ale agora, como im-repar-aot ?
Alem dnio, s nos dirigem apartes vehemenles,
aecusaudo-nos de 1111 fe, e t dominados de propo-
sito de pr.otelar a discus-ao ; e carregamos anda
com as odiui lades do lodos esses individuos, coja
sorle esl de cerlo modo ligada snlorao do pro-
jeclo. Eu Inlerpello ao nobre depulado, estamos
em l.mpu, de-me una expliracao a respeilu da dif-
ferenca dos ordenados, quanlo aos amanuenses ; d-,
me um esclareciroculo qualquer que, eu de b un
grado o acilo.
II1 um aparte doSr. Dr. Carvilho)
Vllha-me Dos, o nobre depulado n.lii ni quet
eomprehender, eu na eslou lra.an.lu agora do aog-
m-uto, Iralo da desigualdade que se ola us or-
denado, actualmente existentes : estou pergonlando
se. nobre deputa ti e.tar habilitado para me es-
clarecer, para me dar a razao porque se da essa dif-
tertnca mis ordenado! dos empreados da menna
categora, que a meu ver devem ler igual trahalho ;
e.lrooM |ior exemplo, alem dos porleiro* e cinli-
uuos, os amanuenses das qualro sec|ae di Ihaaou-
r:'X'r.l'""''"c'i, qu* leudo -tres o mesmo ordenado
de |KI5, lia um com o de V>03, Pergunlo eu quem
me sabe dar a explicado disto '.' Todo islo (mos-
trando mis papis he trabadlo meu, lenho feilo al-
gum eslud, leuh comparado os orrameiiros, lendo
esta, emendas, ,,s vezes de noile coro ilguma pre-
gaica, riso} eulrelanlo lenho essas dundas, e eslou
que os mesmos defensores do projeclo nao -alien, o
que vao apnrovar.
Ora, j ve o nhre depulado que se *doplassemos
ama base, por exemplo de I005rparaos amanoen-
se da Ihesouraria, loriamos que anda assim ficav
um desfavorecido em relacao aos oulros, como ia fiz
ver. '
O Sr. Smira Carvallo :Aonde e*l islo'.'
O Sr M. Ilenriquet:EtU escripto em ledra
re Ion,la 110 orrameulo, salvo se he rro de im-
prensa. .
" Sr. Manoel Cavalcauli com' roma :Hl da
O Sr. M. Henriatm :-rPertagta, ha orna de.pro-
porcao nos ordenad j9 actualmenie eii.lentes, ha
mesmo urna desproporco em oolro sentido. Itepare
a rasa, qu* a re.peito dos empregados das diversas
reparticoes, poslo que os ordenados sejam os mes-
mos para com os mesmos empregidos, se dio grali-
iiearue- diversas a empregados da-mism. ealcguria e
da mesma r-partir.,,, ; e as.jm nolam-s* al diffe-
renras de 300 e 300 em empregidos d* mesma ca-
legoria, o que nao sei jam.-iis eomprehender.
As emendas, como cima lenho dito, nao snam
"-"s luconvenioiiles, nado que. algumas qne se ba-
eim un principio de igualdadei niTosalse poilerao
serjuslilicadas. I.ma d.llas, qae, creio ser do Sr.
1 anta Btpltsta diz : fica TgualadO j> ordenado do
segn lo ouieial ao do primeiro da secretaria d* as-
lemblei. ,, Ora, ie coro clleilo urna dilerenca e
nota entre ordenado do pnroeiro e segando ofli-
elil, qual a razio dessa dilerenca, quem roe'oabe
phear Ain.la ha pouco peruunlei ao official
maioro nrdenano he o mesmo '!Disse-me, nao
o trabadlo he o memo'.'Disse-meo trab.olho lie
o mesmo ;mas qual he a razao da differenca do
ordenado '.' Dl.se-me,"a razao he por causa das snbs-
lilalcOes, porque o primeira oflieiul he quem *ubs-
l'o-
fui'ladas em deiigaildides de po.ico e de riqu
Deen deria arranj ir-*ii anida...
Nao a ei'teu !o. minha mai, disse Kaoul.
Ol! lu.me antendes mudo bem, tomn a mar-
que a quem at*| seren lade Sngida abandonava
pipil a punco. II -in sabes que qoiro fallar de.Su-
zanna Assandri. I'u a amas, e eha l* ama... Teu-
Ur.is nega-lo '
Nao, minha mai.
l'oisbem I etatioooo ella esfnrcan lo-sn para
sorrir ; de ordinario quapln um mancebo nobre e
re ama um> moca enllocada em urna condictll in-
ferior, he elle qoe vm rnaar a seus pas, que n'iio
os papis', eu he que venliu rogar-le que le nao op-
(VirJ. Otario n. I0J.;
responder, a marqueza ajoelhou-se
pedncubrira a ambos mis na mesma sepultura.
Em vez de r
diente do li!
Grande Derii | que r Vmc.'.' exclamou elle.
Kaoul, re.pliiideu ella, accenluand cada pala-
vra con, urna energa que pareca tirar de .11a pro-
pru aar, a( lelhu-ine dianle d.- t pan revelir-te um
egredo qu val rAudar ja- ludas as las delermina-
eses J en divii li-io dd mais cedo ; ler-te-hla oou-
pida lormenlos mu\crois... falio,.:.,ie a coragem...
Kaoul, se n.lo ha ebtre ti Suzanna oulro ob.larulo
senao essa doenca tfciredilara, podn rasar coro ella
aem rex.10 : nao es Glho do marquez de Aurebuone.
Qoe diz '. inur-intirou Hauul tao perturbado,
As exislenci.is felizes nao s conlan 11 disse o
noso mais imavel romanciali, terminando um.i de
suas milis bellas narrar,-. Nao leriimo* pois de
acrcscenlar mais nada, e nosai larefa ar.ibaria aqui
se.devessemos maole'coolar e pintar a fclicidade
de Kaoul e de Suzaiina.
Depois da scena lerrivel que alvou .0 Kaoul,a mar-
qoeza de Aorehonne seulio-sa com una dessas iiros-
tracries, que aegaem de ordinario as grandes crises
da vida. Nao quiz mais deixar esse modesj logar
em que agotara em poneos minlos ludo o que um
coracilo 111 dei 11 pi le conler de lOgullili, dores, I111-
millia^ies e'prazeres.
Mandn edificar a puncos paisas das ruinai do A1-
minare urna linda casa, quasi semelhante a' do dou-
lor Assandri, e anat esparusa para
mente n ti 1 lio e a nnra. F^slabeleceu
para junio della, e Oeivim em llveres alo fin de
fever.-r. Tornavaiu a ver com delicias e-ses dous : compielienna lodas susceplibili lado da
lelos boipdaleiros quast fralernaes que os espera- ; eslava promplu pira lavar 110 mngoe a menor mai'i-
vam com igua. impaciencia, e mide eram acoln dos cha fela em seu entino escudo de Irmas. Des la en-
rulo mais indulgente aorriio,e pelo mai, lerno.abra- i 1,1o senta menos profandamenle o q ,e a confissao
(0. A marque/a de Aurebuune gozava das narra- \ da mai Uvera para elle da beneOeo'e de salvador, e barcivn
,ue do blliu.de seus triamphul na alia sucie lade, de nolou mais u lado liuroiih .ule e culpad ,. V priroi-i- sus branca. '
seus projeclo* de Irabalho. de ICO ar da ssude e de (a vez que seu pen menlo cabio
for^a, de ludo o qu? elle conlava-lhe sobre os Iriinu-
nlig e pura que dando que baria ah um doloroso myslerlo, conlra o
qual nada podiam os cuidados ordmlrios, decidi-
la a guardar a silencio.
brolim, lo cibo de tres oo qoilro iones, no no-
' tono, na ni un..o;.1 em que Kaoul e Suz'auua desem-
uiiie, dianle ce duas ca-
de Almnate acharam u douiurqui os
lette declivio, esperifl sabr a prai. ; eslava sombro, e litiva so-
dcrorndn sem prniluzireni iielle oulro i'lleito w 'nao
o de lorna-lo ai 11 la mai> vigoroso e mais robusto,
Dous bello meninos linliam vlndo augmentare con-
sagrar seu amnr para curo Suzanna, e dar i mar-
queza de Aurehonne esses goioa da av qu* sao p ra
os prazeres maternos o mesmo qoe urna bella larde
do oulonopara os ardores do vera. Paiecia que
iiepois de lanas provtfe* nadi devia fallar i .na
felicidaje, e qae nao Ihe restan mais do que rep 10-
ar sobre sua obra ibiacoada ; e enlfelanlo por e-a
poca doulor Aandi 1 que Ihe dedicar* uina nd-
mraco apaixouada, e que a visilava quasi lodos '
hre
mibra semblante, o giiro de ea dnespero foi
irrrsi.liv. 1 e l.iu verdadeiro qoe a mirquczi com-
somenu e ., qe emerjo- prebenden qoi recuperav inlairanienle o lillm seo
nltou-te. Ao menos promellou que ounca a mir-'-
todei
-u-ava-'i, .le ingralidao, e Cnvergonhai i-se da
mesmo! Inaensivelmenle acniluniou -.' a elle,
poico depoi. ni'foi
lio as ius'Uucias de Suzanna e do Uaoul, os quaei'
Lomo ja ditsemo*, a marqnea. la pa alma d.
Kaoul cnn-i r om'livra ,!,,>: o--iii, dio'por
dia, har por hora a esse Irabalho interior, a esaa
.. Iransf.irmjcao gradoal que d -balde elle lenlava dis.
aljar decente- das, percebeu com doloroso espanto que ella depe- siinnbr e eamluler. N,1o POdemoi niuiar o nu ella
-se ah, e rasis- recia. sofln
e V 1 M"",e",;' ''niinia ama.-iius. pclua.l,, e eonaollda. I aliez mes,,,,, Ma|. ateev|.....le, V-M )
qoezi poderla .uspe,.,. > qoe ,,.,..,,.,.< em se. ..,, ...,, ,,., Hllo tKet sua a|,a,,el recnoh. <<>"> ".'
curatao esquecendo-e ,-e que nada p. le occud.ir- ,.,...... es,e',,, e ,,, ,|uc- J-' rdm Aqui repaosa a mi
aea. man,, .,, h.mii. fiel m.U-las.....,oeen- oram os mai, delicio**, d,, vioT^geita ."aS ?.- <". Ihe., < ma ,
... -pioii s. Pareca a'marqoeza qoe seo, sof- ".....bro de IHty.,
merque/a p-rsuadia-se de que sua vida reigalav
decisivaueule a de Kaoul, eque Dos acedando es-
sa subslilurao e esse sacrificio anuunciava-llie quo
se compadecer de seus rogos e de suas lagrimas.
Assim durante essas ultimas semanas na olhn da
marqueza d.- Aurcbanne liiavam se em Haool com
orna ospress.1,0 iueflavel, na qual o amor milenio pa-
reca ja' tllutninado santificado pelo'amor celeste.
1.....iava-o, consolava-o, repetindo-lhe incessanle-
menle que nunca fura mais feliz. Urna ou doas ve-
zes Kaoul no arrebalnnenlo de soa dor eteve a pon-
i de dize:-lbe ludo, do conf*,sar-lhe como om cri-'
me o aenlim nto cruel de que nao podara defender-
se : ella o prevena, coasegarosuspender-lhea con-
lisalo nos labios, e nada perturb m a Iranquillidade
melanclica desse das de reparar io e de di.
No ollimo dia de outubro, cm urna bella larde, a
marqueza queisoo-M de soirrimeulos mais vivos, pe-
dio que fosse transportada para junio de sua janella.
O eco.eslava puro, o sl 110 occaso lancava cores ver-
inelhas sobre o mar e sobre escampas longinqaos,
uina briza branda e embalsamada chrgava a' camam-
as legues da ifueiile iduminavam-se com urna sere-
n lade-difina.
O ,'toulur advertir com um olhar 1 Kaoul e !>u-
z.iima que appruximavam-se bs ullima* iuslaulca
O sacerdote icabivi de sabir, depoi, de ter passadii
com 1 marquza parte do da. Os doua memuos pu-
nham nmiosiuhai, recilavam asoraees que a mai
Ibes eiiinara, e clioravaro por ver os oulros chora-
Nesse momento a marqueza, reunindosnas forcas,
acciiou ao I,Ib c a ora que se relirassem para o
rundo da cmara, e ao doulor que ,0 aproximarse.
liootor, pergunlou eUa em voz baixa, ha al-
L'i.uia ida le em que o lilho de um homem modo de
doenca d peno posu crer-,e irrevogavelmenle pre-
se: vado da doenca du pai'.' lia certeza !
O dootor Assandri relleclio um insiaule, c dehot,
respoudeu : '
Probabilidad! sim, certeza nunca.
Poia bem entao V. S. nao lera' nada que di-
z-r de minha parla a Raoal loruou a moribunda
deixmdo-se recibir.
I.riin ulliniu sacrificio, e foram taml>m as ullimas
palavra. que ella pronuncio,:. Duranle alguns mi-
n'iloi, seus uim agitararq-se como para ama ora
r.1o; depois ella litou leu olhar j.' cobrto pelas
sombra- .1.1 morle sobre Kaoul, qoe solojIVI su.leu-
lado por ^uzinillf, e expirou.
\o cemileriu de Hl/eres, modesto rerinlo designa.
do a'visla do- pa.sageiros por sombras pvramides
de r\pi"-ii, so um tmulo mai -imple, com csii
[adren: em dar foi mal* aguda que iota* aquella,
A principio cuidou qui sollria pela, longa, uu- que a Unhun opprimiJo d*sdd que lomia pela vid
\.|,i, repoasa a marqueza de Aorelionni, mora
idade pouco avancada a :11 de
.unen;., e ,..u I'.ki prosiinu porifieivam-na intet-l Oril por all la
rainenle os olhos de Raaul, qu Kihivim de daa- l'ouco aban ooln m.lo gravou em canclere* lr-
armar nelle esse srjilimen'a de u.replilulilidi ci- resillar** poi. 1,1 mu Imven Mariyr e santa '
valleirasa que tanto a Azora padecer, e de que igora I Uaoul nao sabe, nem aubera'jamna que eslas Ires
sp ufanava, p..is essa inllexivel apreciaco das leis d| j palavra, foram escripias pelo dooter Aiaanttri
honra revelava urna grande alma. Ao' nie-u, > lem-1 qual gdevinhou ludo. '
po por urna especia de luperslic coinoladra, a I ri.
MUTCSDD"
ILEGIVEL
'

1


9
DIARIO m PFRNAMBCO SEXTA FEIRA 1 DE MAIO DE 1857
(tus ao olllcial-maior, e e\i_em-se malotes habili-
lacoes. Se com elidi o Irabalho he diverso, se os-
se embregado ejerce fuirces mais importante-, he
claro que a igutldade nao pode ter de jnslica. eu-
trctenio que a emenda pede que se iguale ao orde-
nado di primeiro o do secundo offleial.'
Senhores, sejamo. Irauros: eu enleodo que o fim
principal da assemhlea nlu nev ser o Cirio ma-
terial de auemenlar ordeuados. l'ara mim he cor-
renta e creio que devenios confessar, que existem
nesia provincia, atlun como em loria* as do imperio,
empregados que lalvet uu sepim dignos do orJetu-
do que perceberfi...
O Sr. M. Caca\cant\ : Nem mesmo necrs-
arios.
O Sr. Souza Carvalho : -*- Nao e trata disto, o
ordenado nflo ha para a pessoa, lie para o empreen.
O Sr. M. Ilenriques: Mat nSo, emendo que o
ordenado laiubein dave estar em rclc,ao com o mo-
reeimeuto do empregado.
O Sr. Souza Carvalho : NSo, leuhor, nao en-
lendo.
O Sr. M. Henriques : Se eu son o primeiro a
contestar que ha empresarios que n>m merecem o
ordenado que percebem, suu lambetn o primeiro a
reconhacer, que emprestados lia, cujo merectmenln
ett muito cima o ordenado que vencem. Pare-
cerae que o governo animado dos principios de loa-
tuja, de verdadeira relrihuicao.dos servicos do fuc-
rionano publico, jamis deve igualar o ordenado des-
tes empregados an> daquellast..
O Sr. Souza Carral/ib : Nao deve olhar para
i petsoa, mas sim para a naloreza do empreao.
O Sr. M. ilenriques : Eu enieiido o contrario,
enleodo que nlo ueve, e nem pode pre'cindir de
olhar para a> pessoas que eiercem es empregos.
Senhores, qoeffl poderara negar actualmente que
lenos talvti as repartieres empresa ios que mal sa-
ben) ai vetea eterever ou copiar algum papel... (cra-
zam-se divarto* apartes. ) empregados que larra
nejam dispeiisaveis.e empregos cuja suppressao lalver.
ooiivenlia: podem oinobres rieputadas nmi-.ur talo?
Eu pens, senhores, que se urna repartirn lem
y. g. aeis empregados que todos trabtjbtm muito
ou punco, e muilo nial pagos, ilependenrio-ie com
elles 6:000$, melhor eero' que se despenda a mesma
quanlia com 3 empregados bons, lendo cada am em
vea de l.OO, _:000j>.
O Sr. M. Caralctnti d nm anarte.
O Sr. Souza Cartallui : Vamos a- hvpolhese.
t Sr. M. Ilenriques : lie a que ja ligurti, he
que a materia por sua naturera ensa uin etame
serio e profando de Indo to, tanto mais quanio as
emendas olferecidas, nu Irazem o remedio a lodos
esaeaioconvenienles e algumas alo asgravam o mal ;
por quanto querendo eu apanhar o peii.araenlu dos
diversos aoloies dss emendas, nao me Coi possivel
chegar a esse lim, poia que qorz suppor que elles li-
vessem por bitola un augmento dado, por exemplo
"20 por cento ou 1(f por cento, porem combinando as
Irabalho he sen ; mas quando "te Ihcs da' batana-
do de I OOftf he para islo mesmo... A
l .na tOS :S.io 7"-!l->.
OSr. A/. //.-HiiV/ne ;Sejsm 500*, qoatirio ae
llie si..: ordenado he para pagar o seu Irahalho e o
su-lento de ravallos...
Um Sr. Depuladu :E se Dio for suRiciente para
ter ravallos ".'
O .SY. .1/. Ilenriques :Esta he que he a ques-
13o. Entn ueste cafe disa o nohre depulario fica
augmentado o ordenado dos agentes pagadores...
Um Sr. Depulado :l-' O Sr. M. Ilenriques :Mas ha nina emenda que
diz, que se d uin augmenta da ordenada e mais ca-
val_adura, i o cola. que se rnnsi derem loa agentes
pagad "e- c>uii rtirvilu as eavalgadoraa,..
OSr. .-. J!ii:/a :.\ innhi emenda foi prslerior
a e-t... m JiM, que-os engenheiros linham razio
para ter ravalsaduras, lainhem o linham os agen-
te! pagadores coj.i mielo he a .nesma, e me lam
um ordenado menos que os engenheiros.
OSr. M. //ciiri'/es :Senhores; a eommitso
dapoh) de algumas conaideracon llnha shegado a
um accordo, que me parcela o mais ra/oavel .i r a-
peilo de cavalgad.uras, e foi nao dar cabalgaduras
certas.
O Sr. S. Canalho :lie o peior lyitema.
OSr; ,)/. //c/irii/nrs :Eu eulenifj o contrario
l'm Sr. Depui-ii'i :Nao se. lemhra das caval-
gaduras lo rnrpo de pulira
t Sr
D Sr. Mar lltnrique :lso nao ha pntfivel,
o que enien.io he que se a emenda dn nobre depula-
do mandaste fa/.?r eff-riivo deote lago o augmento,
Ulvez merecesu a appmv.M.an da casa. Enlrelanln,
emitUil: a millha opiuiao, ilirei que romo des ma-
les o menor, prcslarei antes o meu vulu a emenda
do nohre depulado, qne, auieriaa es-a desneza, do
que ao projeclo e'iu dMcaaslo com eaaa allufifio de
emendas..,
I ma ios : Ha sua ropognacia em cnmmeller cssa
aulorisacao ao presi'lrnte.
O Sr. Metra Htnriques : Eu nao digo^pie ep
provu a sua emenda por que ella turna o augmento
depciident da approvato da assemhlea ".'..
" Sr. Francisco Joila : r- Mea nem assira nue-
rem.
<> Sr. Metra llnr\quet Mas passo dar-lhe a
razio porqu na-) qoerem ; seo nobre depulado li-
vor a f.irluna de incalir no animo dos defensores do
projecto, que o amnente se realtaa desd ja, emho-
ra fique dependente da appruvarao da aseemblea,
lalvez lenlia a sluria .te obler o apoio da menora
para a sua emenda, por quo os nobies depotado di-
ein a nos queremos o auginenlu, e ronl|tcemoi que
na neeesHdade deeaer lallsfeila deadej*.
lia um aparte. )
l'ersunio eu, esta emenda antorifa o governo a
piir o augmento em e\ecuco desde a ".'
O Sr. Fraiidiro Joo : Nao, o que aulorisa desde
ja he n lazer. a propusla e remelle-la a e-l casa etn
por ezoncr.ir.lo do S.
rullegin das orpMaa, vago
padr Pedro Jos Manea.
O Ezm. Sr. vice-presidenle encarregoo urna [ lustre aaaembla provincial, terflo por ohedieucia a
commiaaao composta do* Sr-. Ilr. loaquim Vilella le de fechar seus .-'...li l^ci..... i .- Y. qu especia-
de (lastro Tavares, Antonio llaugel de Torrea Bgn-1 Calo nao apre-eolara' esta cidade no da em que as
deira, e negociante Anlouio Marques d'e Arnorim, de I paliarlas se feNiarem e o puvo nAo liver pao Millici-
nfeeelonarem o plano'de um regpla'mento para enle para aeu abaeteelmenlo T NSo sera" someule ao
paet qae Ihea ordena aaaa remofo no prazo pouco. O faci anda nao est nem averlgoai
mais iie me?, se nao foim alten.lides aliual pela il- isso nao emitlirenius por ora o noaso juizo.
lis perpetradores eva tiram-se ; nvaa H polica ins-
i'vecucao.ila le provincial n. i i i da :|0 de abril ul-
ttiuo, qne manda crear loas cadeiras para o ensiuu
das materias nece'sanas a prulissan rommercial.
Ale amatih'ia.
taurou o processo contra o mandante, e os mandata-
rios, e luda tem envidado para rhesar ao ronheci-
menln da verlade. Honra Ihc eja feila Caia a
constante espada da justija sobre ludo, lora consi-
enta triste cotijunclura afleclara*, nao ; tlerc/.es e pagronalo !
() ni -_-.~ir.-i; ou he um marl\r, ou um lyranno,
como tiem diz u conselhejro Bastos: he martyr quan-
do eiecula a le,
Vietnria, l:l de mnin.
Iiolire que
ella se ara' sensivel mesmo as elaeset elevadas da
cjedade. E,j_aergunla_taj, alo Jo dignas de re-
tw** conseqtiencias de lim lal Mccesao. (>r(o que
sim ,- e qii.il sera' o meio de remove-las.Vejamos.
Km nus-a humilde opiman achamoa mais conforme
Esla em erro crasso ludo aquelle que, ac'iando-se ao interesse geral. atientas as razAea que araamos
em f. ii/. pnsic.ii, qUr menosprezar os seas seme-ide ei pender, o meio indirecta a.ioplado pelo rt.
Ihanles, cliiiiralhando-oa con mentiras e falsas tiIpedendoaer
Mu-uvas, porque as coiras dc-le monda de mizeriai la eeseito do eslabelecimenloaetualniente existente na
sao roiiliagenle1. I cidade, islo he.concedende se smenle aos aciones
II grande NnpoleSO, depoil do lanlns ulorias ea- ; padelroa a sua Contervi>_o s^n.se tornar a concessao
hio, o iHialison seus das noa Inliospitoa rochedus de ; extensiva ao ettabeleeimento nem mesmo em fa-
Saiila Helena. vor de uas familias. Cerl.menle esta medida tra-
llurblde despenhado da snmma allura, a que jna alin.d o mesmo reeditado, que se pretende cou-
e-lava elevado, solfreu em silencio umasorle ea- Negoir eom a inurie. nudauca, fallimento dos aetua-
cllr;1- I es padeiros, ou por onlra qualqurr rircnmslancia.
rilippe de Orleans apeado do thruno de Franca, IE lano he ella preferivel e mais ronsenianea, que
acabou cheio de desgoitoa. | lendo oa padeirot end>recado a illo-lre cmara inu-
l.lue distancia, pois, nao ha .lestes e oulros mui-1 nicipal urna reprsenselo deduzda dos fundamen-
tos hroes, de que a historia fai mencao. daquelles los de qlie no lemo servido aqu, ful ella lomada
que, estando em etpliera mullo inferior, se julgain em coiisi.leracao por aquella respeilavcl corporaco,
e por francisco Correa de An.oiiin.
l-'rancisco. Jos da Costa.
Eacrivtaa >or elejele.
As lllmas. Sras. : -
D. Consorte do Illm,Sr. Jos Francisco da Silva.
I). Consorle do Illa. Si. Jos. Speridiflo Xavier de
Cima.
I. Viuva quo fieou do tinado Jos Filippe de Soozs.
Kscrivaes por devoro.
Os]ilm. Srs. :
melhor premio nsie mundo he pobresa e martvrio ;
mas se por cobarde, ou con leseendenle com oa po- |
eno*
inda malar a realriecSo prolubindo-se I derosos !;^ forte com os pequeo* h
he om dspota da vi.la, honra, t piopneiiad
-eos cuncidadaos : disae.
a le, distribu, ju-lica sean considera-1 Alejandre Jota Airea,
c9o elsuma ; porqo ent.io o. |U.tica los se revoltain Mmoel Uo.lrisues da ilva.
por lodo, os mudos, e quasl iempra o sea Manoel Amonio Correa de Qoeirtn.
Escritlaa por devoc,ao.
As lllmas. Sras. :
om tvrai.no, : I). Viuva que licou do finado Jo.lo Itapluta de Scuia
l-rar.au.
II. Consorte do lllm. Sr. lenle Jo '.'. de Oueiror
ramhem por cu temo, partidos ,|e msica., como I). Consone do lllm. Sr. .leronvino (.. de Amorimi
mes. por l.i nos quoque geni ../,. : sim se-! Procuradores.
nhor. tamhein temos a msicaCturado,e a no-1 Oilllmt. Srs
sicaKabello, anihas de panedana, e em pan- Thomaz ,ie Aqi'noOliveira
cadaii.1 acallaran, 'o nao llouver visil eia da parle Jos l-'raiicel..... i'edro-a
di_|. lela, e prudencia da parle dos partidarios. ] l.aiirenlino Alvos Kerreira
le ambas, o deaejatm.s que ambas Ignacio da Silva Oliveira
se e'limularem, se aneileicoarein. ThaMureiro
1 :." '""""' I "lm- >ir- Antonio G incarra da Silva.
I) visario, Iranr.itra Xavier dot Stnlos.
emendas vi que se nflo prestavam a isso, visto como lalvez di/.er que foi pensamenlo do governo pedir
1/. /trunque* :Mas era pensamenlo da lempo upportnio.
commissao estabelecer um mappa mareando as di- OSr. /. d- Barro: l)i" um apwle..
lancias, e nao pudenda nunca a deepeza exceder .le O Sr. MTa Hennque* : .Mas o nohre depu-
(HI-. ; assim oengenheiru qge durante o auno nao lado que tainhem a>siguou a emenda ella' diver-
sahi-Se da cidade, nao peicohia couaa _l urna... geni.
I ma vo: :Uso nunca se d'. t Sr. /. .Je Barro* : Meu pensamenlo foi o que
O .Sr. M. /tritriques :Eu 1-nho-os visto por- ja uis.e.
lamo lempo aqu na cidade, n talvez sem mau.res O Sr. M. Ihnrtqu'tJt: S a emenda lem por
afazeres ; e quaudo sahem, nao he pir rerlo para fim aulonsar o governo a augmentar o ordenado do-
Pajeu'e assim para Umoeiro.sPao il'Alhn, Isuaras- empregados proviuciaes, pondo em execu-ao desde
su S. Loureueo, etc. Ora, na lliesouraria deve -ein ja esse augmento, Meando ludavia dependente da de-
duvida constar o seu deshilo, o losar da vi.gein, ri.flo da as.emiilea, a quem siihmellern'a tabella;
visto romo lem de exnedir-so as ordena neeeasariaa so he este o pensamemo da emenda, parece-uie que
para o pagamento ; l.'esas oecaail far-se-ha a cinta iiironleslavelmeiile deve estar de coiiformidade rom
na razan das leguas, de sorle que podeiia muilo hem o peusame..lo de lodos que appruvamo projeclo, por
succeler que o enseiiheiro, para quem Po destina- que o rinllado he o mesmo, o que se quer he que
dos Otl;, su rf-nsuinisie no auno llKi-; e quanio liquein desde ja augmenliulos, e eslnu qne uingnem
mesmo nereorresse a provincia Inda, nunca loria di- f.ra' qoesllo, nem cavallos de balalna pelo quantum
reito a orna cavalgador. superior a 'ii.i~: era este rio augmento : creio que os defensores do projecto
o pensamenlo da commiesao, mas cuno na' no pro- qoerem que liqne approvado um augmento razuavel,
celo, nao; o engenheiro percebe U03 e melU-oa mas nao querem, prrmilla-se me dlze-b, brigar por
na alglbeira, qu.r hoja de cavalsar, quer nao. amor de cifras...
-Viuda ha nina onlra emenda qos me parece in-1 Sr. prndenle, eu eslnu bastante fatigado, e nao
leiramenle helerogenoa rom referencia an projeclo poeao routiuuar ; -termino poi. aqu, cerlo de qne
em duc-ussao, e he a que pede augmento dos ordo-' lenho lalver. or damanj abuza Jo da paciencia ,|. e--
nados dos regentes das casas dos exposto*. s... ( Nao adaiados.
Senhores e iiicues dos empregados mencionados no projeclo, o mus vamos a ver se the responden].....
modo de ausmeular aeus vencimento. nao deve ser o ______________
mesmo adoata
impenelraveis us revezes da voluvel fortuna, mar-
rlian.io urguthosDs, sem reflexflo sobre llo falso ler-
reno *'
O homem na.cido par viver em ociedade, deve,
que allenden.lo-a propuz a assemhlea provincial as
seguintes posloras aridtrionae*.
i An. I. Pica abolido o arl. 5 da postara de 13
de jonho de ISVi, que obriga a remeci para os lu-
01 qualquer piNi^ao a que a sorle o lenha collora- i cares nella neslgnados, das padariaa existentes no
para com os oulros. pj.ler-sc-ha
'dava-se a una 1003, a oulros. _00, a oalro. 400j,
resultando deltas urna inju*lit;a, e mesmo iniquidade,
quiz aiuda ver se linham elles lido em vista conser-
var uma prop.irrao nos ordenados com reanlo as
gralilicaroes, mais achei inteiramenle o contrario,
urnas augmentam ordenados diminuindo as gratifi-
ca(Aes, nutras ausmnitam ella., reduzindo aquellas
ete. ; exi.tem pois ditTereuras mui salientes e gralui-
taa, de surte que nao pode apaohar o pensamenlo
verdadeiro, que por ventura livesse dominado os di-
versos autores das emendas ollerecidas' ao projecto.
Ha anda uma oulra tonsideracao, Sr. presidente,
muito atlendivel. e he que essa diversas reparlicfies
nao eslao todas uas meiniasciicain'l.uicias, por qoe
al_umaa ha em que os empresa.lo. tem ordenados e
gralilicacfle., oulrjs em que ii.id ha gralifica;es, ou-
trae, finilmeote, em qoe se pode dizer que nem ha
ordenados...
Vamos, por exemplo, ao consulado provincial : os
empregados lem ridiculo ordenado, bem que alia's
postan! ter de uma categora elevada, porque lucram
as porcentagens, que Ihes pode dar animalmente
1:0009 de mais; o que al cerlo poni me nao pa-
rece mu razoavel.
O Sr. Franeisco Joo d om aparte.
O Sr. Af. Henr'tquex : Supponha qne um em-
pregado do consalado tem :!(Mi-j de ordenado; e -09
seos vaocimeulos se computan em 2:000., sendo
aposentado esse eropregado, quaet as Yanlanlagena da
apoteotadoria '.' Pc,o qoe me digani, por que nao
eslnu muilo par deslas comas.
Cma vost Com :100S.
t Sr. Af. Ileimquei : Ora eis ah.
Outra voz : O que se segu he que elle nao pe-
de aposentad.iria.
O Sr. M. Itenriquet : Mas dado o caso de nao
poder elle servir pur ler ficado psralylico ou ceg .
Pois, .enhorca, um empregado que li'm um' venci-
mento de -2:(J0\5 ou 3:0-0, conforme a porcenlagem
impossibilila-se por falla de vista, ou por qu.lquer
nutro motivo, e vai.para ca.a chorar sua miseria com
o triste quantilativn ile 3(109
Um Sr. Depulado : Aquelln que lem cmolu-
ineniu- de -itltr aeonomisa alsuma cousa, entra no
monte po...
t ir. M. Ilenriqtfes : Esse principio he ap-
plicavel a todos ; mas quaodu nm vemos que um
empregado da Ihesouraria provincial, da secretaria
do governu, minias vezes de ordem inferior aposeu-
la-se eom o ordenado parlicau do consulado talvez he aposentado com LHO?, nao ha nislo una de>igoal-
dade ? Nao convira' examinar lodo islo, e fiizer um
irabalho completo ? *
l'm Sr. Depulado : Mas qu.l o remedio ? .
t Sr, M. ttenriques : }e oar-se um ordenado
fixu, ou entau calcular a porcenlagem. Je maneira
que. no caso de aposanladoria ella accresc ao'oide-
iia.lo em certa proporc,ao.
Um Sr. Depulado: Esla" as emendas ela por-
ci-nlasi'in .
O Sr. "Jf. Ilenr'xques : Nao esta' nada disto,
mas a discussao ine lava lambem para ah.
' J.'allemot,.aenhores, dus ehefes das reparlh_>s : se
o inspector da thesouraria provincial hoj*. quem
quer que seja, completar o lempo necessario para
aposentadoria, vai para a easa com _:4001; mas se
o administrador do consulado completar os anuo, da
le, e se impossibililar de continuar a lervir, vai pa-r
ra casa com GOtfcJ de ordenado, a quarla parle da
remuneracao d.qoelle. Aprecie agora a assemhlea
essa igualdade, essa injasli(a... Pouco impnilam as
pettoas qoe eiercem ps lugares, pouco me imporLim
ja diste, as odiosidadei que raninas ideas po>sam a-
carretar, mas eu quizera que a casa fuesse um Ira-
balho (al, que'pudesse aproveitar, um Irabalho o
mais completo poaiivel, um Irabalho em ordem a e-
gurar a sorle dot fuocciouarios pblicos, tejam elles
quaes forem.
Cumpretamb,em que alguma cousa se fa_a rehiti-
vameute ao* goardas do consulado : se ha emprega-
dos, de cujp merecimento e exacto cumprimeuto de
deverea depende a ba liscalisacao das rendas publi-
cas, ato os guardas do consulado ; entre lauto estes
homens creio que nao lem porcenlagem....
Lata tos :Nao lem.
O Sr. M. Jlenriques :E sabe a ca.a que orde-
nado lem 40o. E pergonloeo, para que '.' Pera
deixarem passar quautu cnntrahaudsv enconlrajn. e
nao aei se diga que fazem hem, porque o governo
qoe eocarrega a um funccionario >te vigiar contra-
bandos, de fisc.alisar as retidas, ohrtgau.hi-n a dor-
mir no mar, fura de suas casas, daiidu-lhes 4009
por anuo, paiece que Ihe quer dizer arranjo, pri
'neiro para ti dn que para roim, nu euiao rep-iile
comiso o pouco do muilo que arranjares...
O Sr. P. de tinto :Emao fazem muito bem em
prevaricar'.'
O Sr. M. Ilenr ques :Eu nao approvo...
O'Sr. P. de Brtlo :Mas essa propoi_go be
muilo genrica.
O Sr. M. /lenques :Huero dizer com isto que
para, se ter empregados honrado, ha misler po-los
aroberlo de certas dilliculdades,porem au que elle-
'-n-j-itu .autori-adu- a prevaricar, nao o utrei ; e
pelo contrario, enleiulo qoe quando porventura pre-
variqoem, devem ser punidos, mas n quo digo he
que o seu Irabalho, qu* o seu servico u ... he re-
compensado como devia pelo governo, que os en-
carrega de mitso lao importante ; e noto o nohre
depuladu que eu nAo fallo tmente em relara.i an-
empregados, fallo em relac,ao tus loteressea puhh-
co'5 Iarque quanto maiur for o sea zelo, m.iior sei..
oangmeuto que deiera ler as rendas publicas, por-
quaele um empresado mal pago hem podera' mo.-
IraAer
augmenlo'dc vencimentos para lodos os funcci-na-
rios, c por conseguiule para es.es regentes d que
trata a emenda : nao duvidn, ma o que he cerlo he
que esse vencimento sanio pode ausmeular para com-
es regente, da easa do. exposlo., pelo mesmo mo.to
porque se faz para com os, empregado. da que actu-
almente us
da, portar-te de maneira que possa allrahir a si o
amor e respcilo dos.outrns homens
Infelizmente, nao aconlece assim ; porque moitos
centro da cidade.
Arl. _. As padarias ealnbelecida dentro Ha ci-
dade nflo poderao em temen alsum passar, por qnal-
ha, qna sendo embalado, no herco da miseria, mas, quer lilulo que seja, des sen arluaes proprielarios,
que protegidos por urna feliz estrella, lornando-seIitlo he, aqurlles, que como laes eslao ja inscriplos
abastado*, mo se reronlam ja da sua orisem pnmi nos livro. de collecla municipal, a oulros |.ossuido-
liva : do que resulta o desprezo para com aquelles' res, soh pena de serem fechados,
a quem deveriam respetar como seus iguaea. e cu- i o Arl. 3. <> nroprielario de nadarla que for mul-
ja dilTerenea tomento existe na metamorphote da| lado em aegonda reincidencia, por A3o ter a mesma
PIGlitlA liVULSA.
____: isut.
I ma anecila original.Km uma roda de se-
nhoraa achavam-se algont oavalleiroa, e entra elle
um que se dizia amanta da mais espirituosa das don-
neenpamos ; e se os ordenados dos re- i zellas qua all se ac'iavam, prelencao que ella des-
ventes dev-m soffrer algumas allcrace., alsuma re- j prezava, porqae o 'peliscavel era, aim de feo igna-
jorma, veja o nohre depulado qua entilo Dio deve el- i ranle de pntneira sorle. E*le animal sem pennas,
la (eeahir somento obre os regentes ; por que se ha *ouviudo tratar dn futuro e irrisorio acaiamenlo do
empregados qoe nos lio.pitaes, nenas casas de cari-1 mundo, chegoo^e victima das suas parvoiees
dade eacarrtgadas de soccorrer a miseri i, devem ser. e disse minio contristado : En, mmha si nhora,
hem pagos.sao realmente os medico.; e eu at quize- | n recele que o retallado da datlocaciio do globo nao
ra que os medico dos hospilaes lossrm obrigados a re-1 v.i alirar com esla pnrcao, que habitamos l par.
sidir no eslabeleciinenlo, ou pelo menos mui prxi-
mo a elles, porque senhores, quando enfermo desva-
lida recorre aos hospilaes, qu.l he o sen lim Cu-
rar-se, procurar os remedios da qua tem neeesudade
os socenrros da medicina, e um medico por maisz.e-
loso que seja, or mais ponlual matulo nBo denar
de ama ou oulra vez lar alguma impedimento, ou
mesmo m vonl.de para se prestar aqt'ielle, servico
pdenlo al succe.ier mesmo que independanletnen-
le de colp sua o iloenta veiiha a perisar- emquantu
elle he chamado para acaSi lo por occasia.. de um
ataque, ou de um incidente qualquer, e ole possa
raorrer. Ihm .is senhores, om medico ii pule vi-
,er. C0Bim(i(i;.'.-iKHI ou "IMryOil que Ihe. d o hospital,
a qoe vern a ser _.j(J00 por (lia para deixar-so ficar o
me tico ein sua ca.a espera que no hospital careram
desua assisiencia, nao poder empregar-se emba-
ir cousa, nao podet.i acudir um couvile de qual-
quer pessoa.
O Sr. Sr Pereira :Mas n.lo he assim o medico
lem horas cerlat para ir ao hospital.
OSr. Metra //enrtquet :llem, ma digo eu que
tamliem lam ohnsacan .la acudir a qualquer ciiseu-
cia do hnspiaj fo a da hora.
(Ha nm aparle )
Ao hospital Jia um meiio e um substituto, o me-
dico creio que vai a. .; hora, da' manilla, a a larde
vai o ajudente, mas olo'obslanle lsto,\eada nm del-
les he obrgado a acudir todas as vezes .que sua pre-
senca for all necttaria.
O Sr. Sii Pereira :Quando fr enconlrado'e no
caso, especiaa. chama-se qoal quer um.
t Sr. Metra llenriquet :O nobre depulado sabe
oruitn bem, que nnando meno se esperi p te appa-
recer una allcrarao na molestia, c he preciso que
hajeinn medico prsmplo a goal quer hora.
Euouvi dizer q.-a a adminislracao liiiha pedido
aosmeiilo do ordenado dos resenl.-s ; ni i vi a iofnr-
macio de adminitlrasla, mas o que h corto he <\m-
esse aogmemo nao pode s?r emanado no projeclo,
queja lem tiixerto baatanle.
Existem tambem .las emendas do Sr. Epami-
niuidas ue Mello, augmentando a porcenlagem .!o
juizodos fejlos: o ja diss quando fallei em oulra
occasiSo que enlendia que se o procurador e solici-
tador dos fetos e.Javatn tro ca i de ter augm*nlo de
ordenado, >e deve'iia dar na mesma proporcao que
aos oulros empreg idos, in lepeudenle de aus.eiilar-
e a porcenlagem, a qual talvez que nes.e augmento
eslaheleeido, possa ser muilo superior a graiificaca.i
que se Ihes podesse dar ; por que n lulo podero<
calcular a arrecadacao que a thesouraria posa fuer,
ama vez qoe ella arrecada tu-lo qoa'ntu as diligenr
cas do joizo fazem chegar ans corres...
'ma voz :He pruvaitoso inleressar o joizo as
arreca las-oes.
0 Sr Mcira llenriquet : Tanto mais quinto eu
nao possu calcular, nem mesmo tazar uma Mea mai.
ou menos aproximada do quanto podara orear a par
ceulagem annualmenle distribuida pelo'iuizo dos
fetos da fazeoda.
Ao artigo quarlo, que nao es.t. em drros.ao, ap-
paiece entrrlaiilo uma emenda a respailo (Lis pro-
fessore. e professorat..
O Sr. /:. de Mello :lio adJiliva a aularisa-
S_o.
t Sr. Metra llenrlquen :O arligo quarlo foi o
que me parecen- oais razoavel ; c pensando atsiin
toa coherente ; por que quando-e discuta o resu-
lainento do (jinoasiu, eu disseque nio poda das
cobrir razio para que um profe-sor pare, beso "r le-
ado superior a da nina profanara : pora que esta
s livets pira aluguel .1- tasa a ainet.de da quola
arbitrada aquelle para o mesmo mister ; com ef-
feilo iiilodesruhro ratlo para essa dispari la >e, a me-
nos que sanan quaira arsumenlar com a dillerenca
do saxu, e nao pode aulonsar tamaulia inintlica.
Porlanlo adopto a igualdade rslabelecidl pelo arii-
lrar*eerU indillerenca nu comprimento de seus de
veres % a como que comsigo me.mo dir : sujejtar-
me a islo por 1:000 diarios ".' Nao sera' isto'vtr-
dade'.'
O Sr. '. de A/e fio :A apprehensao do. cuolra-
haodos Iraz lucros e vanlajosos aui empre^adus.
OSr. M. Uenriquet..-Mas como > depoi ile
passar por um procesto que em resultado resolv^ que
todat as apprelienioes pur elles feilass.o rrrS apuia-
dot) mormeole quando o infractor he grande, in-
fluente e poderoso...
O Sr, B." hensflea sompre s3o julgadas boas.'
0 Sr. ti.'itenriquet :Sn e he alsuma cnusa
mullo ordinaria, pois quando a preza lie ba, quasi
sempre a apprehensao he julgada ma'...
Agora passarei ao e'xamo das emendas em refe-
reiMda aol-trligo. O arl. I- he o que e-la' em
dieetntgo augmenta o ordenado dos empregados da
thesouraria provincial e direc.bria das obras pu-
blicas...
O Sr. 14. Cavaleanll Estes Olhds de Israel.
O Sr. M. Itenriquet Excluido, .osengenheiros
que perceberau a titulo de sralilcacao 400S para
cavalsa loras. Esle arligu lem urnas pouca. de
emendas, sendo que un delUt lem por lim aug-
mentar o urdenadu dos ensenheiro., a oulra se des-
tina a dar cavalgaduras aos pagadores. Ora, a rom-
i..i-s,iu luiha hem considerado esla ponto a caval-
gaduras liaba rellectido soiire elle, .e entendan)
mis que se uu dcvia dar es,a gratific.i<;aa, poique
o engenheiros coto os ordenadut que linham, pu-
dnm muilo bem supporlar essa despega, sobre ludo
na acluah.iade queqnati mo ha obras a examinar
fura d i cidade, e talvez me-mo ellas nao lenham de
,i|.parecer em rnnseqaenria da estrada da Ierro.
Al'-ui.di.(o, Sr. presidente, eu creio qne uma "da>
uhrigacoes n.li.-i. ules aos agentes pagadores he an-
dar cavallo, creio que elle* nao podein exercer
as suas funreoessem qoe lenhamcavolgadur.f-, lu-
go USO sai a que vera essa aucmenlo para cavalga-
duris,, porqoe-nos seus ordenados ja e.|0' romprc-
hen li la a drspeza para ellas ; a nao t querer dar
um augmento de ordenado aos senles pagadores e
faze-la pa.sar a pretexto de cavalgaduras, eu no
sei o que isnifica a emenda.
-Senhores, para qoe estes senles, sao nasos, se-
nao para cavalgar, senao para andar a cav.,l!o, pa-
gando '.' Esta he a aua raitsao, o sea emprego ;
e te ufo querem andar a cavallo, |tndem a p, u
Passarei agora as auterisaees que resumem todas
essa emenda.
\l^ duas emenda que auloritam o governo ; uma
ataignadainelo Sr. Florencio e palie Hareal, e ou-
lra pelo Sr. Francisco Jio.; proonneo-mo contra
ambas,ama pirque nao conten uma restricta, qu*
ma parece neoes-aria, is| ha, nao quero que o go-
verno enien.ia-se aolorisado para aagm*_Ur os ur-
deiiadot de I dos oa empregados, lindl mesmo des.a
reptrlicOes.de que trata especialmente o projecto ;
nuoroque nao abtanle o goverue ser encarregado de
aogmenUr o ordenado* desws empregado*, -possa
deuar da faze-lo p-ra com aquelle que elle em .l-
der que nao merecem augmento, e iid |j eslao bem
pago.
Pronuncime contra a do Sr. Frsoeitce Jo.lo, por
que lem mella amputada, he ti o defeitn que Ihe
enxerso ; visto como diz ceralmente empresa los
provinci.^es...
( Ha nm aparte I
O pensamenlo dn assemhlea, e mesmo do nobres
dcpatadctjqaesattenlam o projecto ni., ha o aug-
mento dos ordenados do lodos o empregado*. nao.
niu se quer ausmeular por evcmplu o dos professo-
res do (iwnnasio ..
t Sr. l-ranr.isro .loan : A minha emenda Iris o
cotreclivo a isso.
O Sr. Meira llenriquet: Mas esta restriegan
< se entender convenanle o em quanto mim e
refere a augmentar uu deixar de augmentar, de mo-
do que nao abrauje a minha ido; que he a asdosae
de certas reparl.rie, que nao forem aquellas a que
se refere o projeclo.
O Sr. Prmnteo Joo : Se o presdanle enlen-
Jer que nao prccis i aueracao,ea reparln-ilo, deixar
de a faier.
O Sr. Meira llenriquet: Em segundo lugar
ha mais uma razao, aoilra consignada na emenda,
he um emharaco, porque diz o uubiy depuladu : .l ;
us se este augmento que o presidente lem da fa/.-r,
tata ju-lica dislnbiiiliva, etia isualdade. eiceder a
cifra .le 10:000? r. nao estar' o governo emhara-
c.do '.'
Unta toz : O nobre depulado sa!
excede. -
O Sr. Meira llenriquet : l\. o nohi
planeta Mercurio a leona eu da ser mrrruris-
la. o quo nao hei de gustar nada, porque implico
rom e-sa planeta. A mofa conten.lo a cusi o nao.
re.pondeo-lhe rom toreada ingenaidada : Era
:> ni ma asa mudanza, Sr. F..., porque liulia o Sr.
la pa.s,.r da activa para a paasiva, lelo he, de por-
queiro a poren, como a diz vulsarmente... era para
lastimar-se, Sr. V..... (> pol.re homem, que naupes-
cou cooa Blgonu lo que Ihe havia dito a moca, lu-
do aparvalhado agradecen iha.suas allencoes.* '
O auno passado censurainns a sem ceiimonia
com que rerlus rmprega los da Farul-iade de
Uireilo entravama cavallo pela porla principal, sem
o menor respeito casa, sem a menor allenco aos
Srs. lente, e acadmicos ; por atgum lempo cessou
tal abuso, agora, porem, consta-nos que reappareceu
assim, lomamos a lberdade de pedir ao Sr. runse-
Iheiro vice-direclor, que indagando do helo, prohi-
ba o, pois eremos pamente, que S. Exc. ignora-o,
>a ra estrella do Kosario, ha una compauhia
de moleqaes, que eonlinaament arvoradoa de man-
gutei .ie estallos aeompanham os carro, chicoteando
os cavallos, quando o holeiro nao faz, como rii/em
riles, ,i bonito com o chicote : se isto he permitlido,
entilo coutlnnem.
Continoa a ajun'ar se tarde da noile no raes
lo Capibarihe uma sucia de vadlos, que ntn-
guem deixa patsar sem tolfrer algi>ma vrkia. He
mister, que se saina, que no cas da ra da Aoroia
tambem e rrunem alsuma peasoas, porem sSoctr-
cum.pecla, e nao >a demoram sen.lo at as !l horas
com estes nSo se endent o qne levamos dito. Ped-.
mus a polica, que faca dispersar esses vadlos sempre
que quizerem ser espirituosos.
lia quasi lorias as nuiles na ra Dimita exer-
eleaode pequeo f.so. do ar, sem sa reparar qu*
e.si ra he muilo estrella, e eoiicorrida :const i-no.
oua san uns meninos iirlislrioso os fogneteiro*. O
Sr. inapartor queraiil.. hem pude acaiiar com lo in-
aoeenle brineadeira.
lein-se desenvolviiln ent'c mil o costo pelo
planto da capim dentro ria cidade.- iniiulilisando se
terreno, qoe pudiain ser cora utilidade anplieadasa
edilicacao.
(..mi-mia-n em p as ruinas da casa incendiada
do aterro da Boa-Vista, dormindo dehaix dallas al
guns mendigos, e uma puhre lonca. Se esrurecam,
que esias riiin-.s nao olrerec. m pens he porque en-
iao desejam. que baja alaum -iinstro. Taremos a
mnma p'nanga da casada praca do l.ivraraenlo'.'
P le ser..
Ora pelo amor de Dos pois vossemec est
em tao tristes circunstancias a respeito de vergonh
e de Olio*, que seja-nos preciso estar ue quando am
quando dizendo-lhe : Sr. F... itlo he muito feio,
esle sen procedimenlo, muilo escandaloso em pma
ra publica, apazar de relha : o que vosemec faz
lio desrespeiloame-it* tem revollado a lodo seus .i-
zmhos, que eslao la mnitu dispostas a servirem de
rapa ou ne lapaventn entre vossemer, e quem nao
devena tr tantas cataratas. Ora emeude-te.
lid ilias pastados, doii'rapazolai, por urna sim-
ples hriac.adcira foram tos quaixos um do oulro na
varan la da rasa, da ra, do bairro, em que moram,
dando um espectculo por drmais ridiculo. Feliz-
mente o pomo da discordia" mo foi nina rontdnficu,
a sim uma dilacerada nula de mil ris : estes brign)
pelo qae lio re-linente real, nao com ludo de ruats
prosaico.'
. Chamamos a allenco das autoridades policiaca
coulra ... saiatos, que perse_uem um pobre homem,
qoe as veza passa a cavallo pelas notsat ras, Com
barba demasiadamente lonsa, e bem as-im a cabal-
leara, mostrando em lodo san aspecto, que he um
alian .do ; ese homem, segando ouvimos dizer, sof-
fre n.lo da razao e sim profundamente do coradle ;
seus padecimentos sao moraes. 11* alguns anuos,
eu Millo querido, o arrimo de sua velliiee fei hirba-
ramela a seus p* a.ia*sinado porinimigus iinolaca-
vais ; elle vio-o cahir jnnlo a -i hnrriveunenle era-
va!., de- pu-ihaladas, sem pnrter den*ende-lo. Ke-
li-ileni essa vAr, meus joriaes ; esse liomem he rtig-
nu ile que leia-se noile um liomem, qae de saudades
e de acerbas a .ornas consume teus dias, "aulesdo que
um lonco que vegeta.
fortuna, para uns propicia e para outros adversa
"Ouem, poim, vos poder aasurar a certeza de
urna exi.liii'ia, sempre feliz, no gozo, sem tropeen
.1 csanosos pregares .leste mun lo de phaolasias .'
rtinsu.m : porque nio he dado ao ente, compnsto
do frgil barro, prescrular os arcanos da divin-
dade ; ape.its na escola do passado Ihe ei permil-
tido estadtr o presento: o futuro, porem, smente
i l> -o perleqce.
Acaba ije succiiinhir ios golpes de nove laceadas,
qne Ihe foram cravarias per um eu viziuho. o infe-
liz Alcxamlr Jos ri- Sain'Anna, morador em o en-
genho San-I-ranrisco.
O asumino, coja nume isnoramos, evadio-M : ma
o Sr. subdelegado do segundo dislrirto, onda le
faclu se deo, laz as possiveis diligencias para o cap-
turar.
Consta-nos qae os cavallo- que f.irm loriados ao
Sr. Jos Sieridi,io \avier Lima, foram ilesculierlos
em Agna-Preta, senda para all condu/.idos palo c.
labre Manoel l.niz, bem condecido ne.ta cidade.
O Sr. subdelegado suppleute do primeiro districlo,
Alixan Ir Jos de' Hollando Cavafranli, Continua
a desenvolver uma polica acliva e vigilante a lodos
os re.peilof.
Os eseravos, que tinham por cnluine sabir alia
noile occiiltameuie da casa de seus senhore, para
as suas perallaria, j. se n.lo atrevem a tanto ; por-
que algn, que team sido pilhadus as rondas noc-
turna, slo passado a pslmatoadas.
Continu, pqis, u Sr. Ilollanda, a pr em pralica
ludo quinto l-n-ier ao'melhoramsnlo dos costumes,.
hem como disolvan.lii os ajiiiitainent..s de josos,
persacuindo os ladres da cavallos, e geralmenle a
lodo--, reriiilaniln us vadioa e os que nao leem ocen-
pacao houcsia, que assim merecer o applausus dos
migo* da muraliriade.
A cmara municipal acaba de pedir ao Exm. Sr.
vicp-ire>i lente da provincia, para mandar levantar
a plaa e orear o melhuramenlo da -ra Direila des-
la linde, aproveilando-te para ese fimo Sr. aju-
danle de engenheiros Feliciano Kodrigaes da Silva,
que ora e acha enlra mis.
Concilio esta, dizando-vos, que o. Seeros alimen-
ticio conservtm os mesmos prec.u>, de que fiz men-
ean na minha ultima mttsiva, excepto o feijao, qne
se veudeu al por-2SKI0 uma cuia.
Ilouveram 185 bou, que foram lodqs vendidos,
Cii>olando-M a arroba de carne a 5B3O0 rs.
Cnusumiram-se no arousues il, e a melhor car-
ne vendeu-se a 6$i00.
O l'irloriense.
u .;- >&tti*mm9.
A assemhlea apprdvoo honlem em lerceira db-
consao o projeclo n. 41 de-1 a a uno, qu mturisa o
governo a detoender no excrcicio rie 1S."i7 a IKK,
eom o pagamenln da divi a de exercicios (indos a
qoanti* de 4:__89339, com ama emenda doSr. I.
de Barros.
Entrando em sesn.la discussao foi approvado o
projecto n. Mi, que approva o contrato celebrado
palo governo com David Wjliam liovvman para o fa-
zirnento de uma ettraJa de ferro desla cidade a dt
Olinda
em tu.lo conforme ao respectivo plano aooplado, ve-
rificado islo por exame da |>rilos, n.lo pmlera' pos-
smr in-is n mesmo eslalitlecinlenlo, que por isso Ihe
sera' fechad...
" Arl. i. Fic.im revosadas asdisposiees em con-
trario.o
Esias posturas lendn sirio enraminhadas a assem-
hlea provincial pelos canaes competente, parece-
nos que* na.i doitarlo de ser approvadat, visto como
o prucedimentn actual da cmara he de conformi-
dade com a le ri de oulubrn de 1831, sil. :l e S
rio acto addieional ; e alguna dos senpnres rie-
puladns que volaram pelo in.lelarimenln da pelic.lo
dos pa.leiras a' aaiemblea, molivar.im o seu voto na
falta rissa formalidade Mas' indo assim proposla
aquella medida e com as solemnidades lesaes na for-
ma do arl. (i'i no seu regiment e alv. de:' de mar-
co de IS:l, nenlium recain len.u. de qoe os nobres
depotados reconsiderando a materia e allendendo as
raxoes que militam am favor rio no*so inleresse pu-
blico, deixem rie prestar sen vol a novas postaras.
Potaramos com o que levamos dito, dar por pre-
encltida a nossa (arefa por hoje, porin como depoi
da lulo isto previmusqoe os escrupulosos pelo bem
da salobridade publica nos poderiam anida objeclar
dizando que lorias "e*tas ra/es iha inconveniente*,
cahem em preseuca da reclamadlo que faz a 'ande
rtos ha hila, iies dela cidade, a quero agerava a Con-
servacao das padanas nos lugaies exislenles, |no
premunimos para provar contrario. E nlo qu-ren-
do por nn* mesmos entrar n'uma queshlo e-nerialmen-
le scienlifica he oSr. |)r. J.iao da Silva Kamos, dis-
tinclo medico desla capital e memhro do cunst-
llio de hvsiene que fazeino faflar por mis na respai-
la a Consulta que a esterepeitu Ihe foi enderecada-
Eila:
o Kespondendn a cansalla que me foi dirigida a
cerra da quedan da maanea das pa.lanas, qu* pela
sua relevante importancia oceupa actualmente a al-
iene^ ria cunara municipal, da assemhlea legislati-
va e da coporacao medica desla cidade, sinlo amar-
gamente irlo poder alistar-rae na fileira daquelles
que eoiMiderandq as padarias no centro da nossa ci-
.larte como nocivas a saluhririaria publica nutain'para
que ellas sejam mudadas para fura.
n 1 .iili.i peinado maduramente no objecto em
questan ; lenho lido os argumento apre.enlarius pa-
ra fundamento da propo*|a da mudanca das pasa-
rla! ; tenho permanecido firme na" opiniao, queja
linha, e qoe asora voa sustentar com raxei a meu
ver de bastante pesu.
Hequcr-se a mudanca das padarns, .allegndo-
te qae ero um clima qu-iile como o nusso, deve-se
ler em visui a diinmuirao dos fucos de calor e para
que n. au vicie a aihmosphera -sobrecarreganriu-a
de fumo.
Nlnguem ignora que o *xcessivo calor se;i umi
cau.a de molestia e que os btrnoa das padariagsejam
frico, de calor : purem rumpre saber se a eaistenoia
dus romos da pan dentro da cidade .iiigmenta a
lemperalura de modo que a torne insalubre dando
lugar a molestias que nao exittiriarn se desappare-
eeate esta causa, e se com a.mudanca para fura, ella
ahaixa de .orle que o numero das iutermi iades hoje
vislenie se loma menos consideravel, pur que se a
Tnodicacao no calor da allimo.phera for neiihuma
s..slamo
proaridam, i
e lemos vai
perqu uma tu nao he aoflleienta para toda a. ne-
cetstdades rio interior, e do exterior ; inoimcnie em
lempos feslivae.
.Mas a Ierra qua est loria partidaria e intrigada.nao
sosia rio meio termo; e por ltto,os Conrado* querem
asfixiar aos Kabellus, e os Htbellos ao Colirarios,
porque so reina o espirito rie ruina, e u3o o conser-
vador.
Facam como nos, que quando ouvin.os ao Conrado
Ihe ri.mos oro .bravo, ss nos anraz, e lazamos u mes-
mo ao Kabello, sempre, que tambem merecer. Mas'
qoal '. sao palavra, que n vento leva. Apago, com
lauto partido, e.lauta intolerancia Adianle acba-|
r.lo o erro
llizem que vamos lar lampones ca na Ierra
hsja o Sr. depulado, que Iraball
elleilo (ioianna ja esla no caso
minada pala la, e pelos perilampos na falla de-la
Dedicado ao lllm. Sr. Minio,-! Lniz VirSes;
por occasiSo da prematura tnorte d
Evm.* sua muilo amada esposa, por
Joao (usmao de Paula, em sifnal de
gratidao.
mam
Ideas, chara esposa, adeni : e emquanto
is ca na Ierra ? llem | u'^l" *''"' '"er"? ou para isso I Com s'n"' T",,'" n"m : _> '" ,1"e """de
de nao ser in lllu- I "* "3o uBre quebranto,
.-.npos na falla denla. J 'a' ne.a lugar, alegra a sanio
Vtsentam eses senhores da praja que, como | Concele ao m-u pez^r uma piedade
se diz por ca, he a i'sliiharia rio lio.nen, que lint > menos para allivio da taudade '
Aceila grala meu amargo pranlo. '
malulo* nao calcamos tapates fraoeeze*, burzesuins
e calcas rie eslropes ; e que por isso uta -carecemos
de illuminacflo. Fique lal! Poi. Vnir. enganam-
se: so andamos de (amneos no qunilal : as ras
ailamos lainhem arreiad .s como Vires., e se dovi-
ilam venhain ver: faz goalo Se eoaneeetse case
Sr. depulado mandava-lhe :tO(l abac i-, salva a re-
.l-cc3u : e s- eu me esquecer Vmc. c-lhe um abra-
co qna he o mesmo ; porque ees senhores riepula-
dos -ao peatn muilo riesuileressada, e ludo que fa-
zem he so para o bm do paiz.
H-oi os ajude, e a inis' lulo desampare.
Al logo. Seu venerador
f) Calmumi*.
Eqaeeeo-nos dizer-lhe que honlem foi festejada
rom uiuUos fosuetas nao a congreva ) a retleicao
no KviuJ'lJr. Fr. Noberlo para pnor do convenio rio
Carino ca da Ierra, e OS sinos bailalaram por alsum
lempo. Mullo axultain.s com essa reoleieo, porque
ee levita he um piecio.-o ornamento da ordm car-
melita, e he nena cidade mallo respailarlo, a consi-
derado por seu alto merreimentu, por sua inlelli-
gencia : he o nosso pegador favorito c da torra, I
quem sempre ouvimos com milo inleresse e sals-
facao.
Aceite pois o Rvm., o nosso paraban.
liuho.
Enlau-
iSMU$pi*ntCVMti&.
ou qifasi intentivel, a salubridad* publica pouco sof
Approvon em ( rceira ditaogaao o projeclo n. :IS, freril com existencia rie taes fiico.de calor,
obre o comprumissn da irmaudaric rie i\ossa S;iiHt>. No po*so resolver malhemalicamenle
ra rio Kosarui de legipi.
l-.iir.ni lamhem em priineira discussao o projecto
n. MO, que inierprela a lei n. 399 de i daabril desle
auno, orando n Sr. Epaminondas de Mello, foi ap-
provada u primeira parle e regeilada i segunda.
Conliiiiinu na lerceira ilicussao do projecio';n. II,
que eleva os ordenados de varios empregadoi pro-
vinciaes, nraram os Srs. Souza Carvalno, e Francis-
co joao, ficin-ln a discussao adiarla.
Conlinnou na segunda discuao dn arl. do or-
Camentu provincial, orando os Srs. G. Gunnaraes,
Jos Pe tro, H. rie l.acerda, foi o artigo appvovario
com uma emenda da commi.sao
Entrn em discussao o ai t. 4"), or.mrlo os Srs. M.
Cavtleanli ep. Btplltta, fieando adiadu pela hoia.
A ordem do da he a mesma.
.Srs. redactores.Leudo hoje em seu apreciavel
Diario de I.....lem uma correspondencia .signada
pelo Sr.1 A. B. C. a reperio ria transferencia da se-
riada matriz ile I (amarara para a capaila Ou Pilar, e
sem que aquelle Sr. diga alsuma cuusa pea qual se
conheca a injusiica rie.sa preteneSa conieuU-se em
chamar de rapri'lios que se inculaun de poderosos,
pelo que aperar rie iniuha inhabilldade para escrever
para o publico, com tu 'o venceu-me o riesejo de di-
zer alguma cousa sobre issu.. Sendo como he ineon-
teslavtlmenle maiur a populacau ilo Pilar em com-
paracao a de N. S. ria Cooeeicdo, o lusmento vigoro-
so em que c-miuha a pnvuacfio du Pilar, e o alrazo
c decadencia ein que se acha a Je K. S. da Concei-
(go, lizeram com que a mxima parle dai pessoa.
circumspectas d'ambas as fresuezias atleudenslu
Iirnicipalmenle ao respeito religioso que devenios
ler ao culto divino, dihgisem a rcspeilavel .issem-
hh'-a provincial, o seu requerimentn pedindu a traot-
ferencia da sede da matriz pira a tapella do Pilar,
ciivencidos da que sern ajudarius pela sabia e rec
la ius.ica da S. Esc
pranh
.Nella vara's (se In do esqaecimenlo.
As asue. n,lo levusles ao Cen comtiso 1
A grandeza cruel do meu turmentu.
Pois mais du que nal tozas, que le digo
bina, lagrimal, qua choro eenlo a cenio,
\ era s qpe Tui sempr* comame marido.
No Diario de Pemambuco n. !M), livemo. > P|an;l
salt.facau de ver Iranscriplo do Diario du Grao-Pa-
ra urna carta em que o Ilustrado rscriptor o Sr A
C. le l.acerda dedica ao Sr. Germano Francisco rio
Ullveira, o drama de sua compo.irao Os Don
Mundo- agora veio-nos;.is raaos o jornal scientifi-
60 a lltuitrofao, que se publica em l.isbea, e depa-
ramus cun um afligo da sabia reriaccau em qoe a-
presentanrio o seu joizo imp-arcia| a respailo do di*--
inicio anisla frajeez Charles l.emailre.qae all se a--
chava irabalhaMb nu thealro .\orm.l, juizo.no qual
f-zerido-se uns paratlelu entre o artista francez e o
artittl brasileru. a halanfa da cril.ca tcieotilica p'-n-
riau em favor do Sr./iprmaoo Francisco d.Oli-
I\ao taros relacet com o Sr. Germano, apenas
tea admirador, temos ufa.ria rie publicar o qoe na
Europa se escreve" a seu respeito e mostrar aos que
outr ora nos di/.iam.que all sahe-se inelhor apreciar
o manto, que fui ahi que ao di.linclo viajante fui
ccii.ertilo o honrosp .ipluma de primeiro actor bra-
sileiro que jamis podera ser-lhe disputado.
n .,i Um de tamos.
lia llliistraruo n. IS exlrahinius o segmnte
tNo theatro rancez leve lusar o beneficio .k Char-
les Lemaitre, representoul.'eclale de rire. Este
.rama, em que 'ia apenas urna intenrao dramtica.
dividida am tras actos, fados rie vida e movi.nenlo
nao abona extremamente a escoma do beneficiado,
cujos recursos ma se-quadravam com o genero do
papel que preferio. B
No lerceira aclo Charlas Lamaitre foi applaodr-
do 0)01 por sympalhia benvola, do que pelo de-
sempenho de uma siluncao violento e pouco orooria
para os verriadeirns efleitus de theitro.
i ^e d,",,''"n'ao por esia svmptthia que a
tiospitalidade recommenda, diramos que nao he esle
dos ensa.osjroais felizes rio ador estrangeiro. O fi-
nal do segundo acto, que se dislingoe por uma im-
press.lo lernvel.foi interprtalo muito a quem da in-
lanta.i rio autor. Tinhamns ouyido inda ha poeco
no maanv> papel representado em vengo portugiieza
o Sr. Germano Francisco rie Oliveira, actor hrasilei-
ro que sq apres,iu guaJmeait, no theatro normal,
e tic opn.iao de lodos us entendidos, que o parallelo
\ sargalharia que revela o delirio, na borra do
i-i.' 0?r;n"no- *'Uou uma roinmocSo profunda,
-narles Lamaitre, nrsla pe.ip.cia capital, liaou-lhe
extremamente uirenor, nao pode haver parcialidarie
nesle juizo, [urque ambos us artistas to forasteiros
entre mis
doria .leu
lo na jos-
QnimuuicQb&.
l.qnsla-nus que in'lerca-faira 12 du corronte,
as b ', horas da larde, ja ao escurecer, viudo um
moco pela roa ria 1 loria fra aggredido por um va-
lenta.i da freguezia de S. Jos e ete ihe .lera Iris
bengaladas e correr, seudo acompanhado da Carrea-
ra pelp assrertido al a ra ilas Agu-as-Veriles, vin-
do o aggredido' inerme, sem ler ao menos nm junco
miaan. As 7 horas e meia encontrando 0 aggredi-
do, o laemo Irazia um lippo, com o assresso, no
aligo do reren, relribuio-Hi" na me-ma e.pecie a af-
fronte qoe lli linha sirio fela, rom a malor ener_ia
poMvel; a parti do agredida riar no aggressor como
um [iai d am um frlho ; flean lo o agressor bem eu-
inailo e ponido de sua insolencia. Iteliron se o ag-
sreriido muilo calmo, com dirier,fla u ra de Horlas,
eis que de novo vera o insolante" aggreisor periir-lhe
urna nova lir-iln, 0 aggredido nln Ih'a negou, pois
quando o aggressor o investid, e|le ainda com mais
coragem e singue fro o fez recuar.vergonhosain. nte
faundn-o mostrar as can. lias pelo meio ria mullidlo
quo tesleraunhou essa tcena. Ei lao, sanhor valen-
tan, foi bucp.r a l.ia etahio basqueado? ,Consta-nos
lambem, que Vmc. nao poJenilo com a Vida rio g-
eredirio, anda agora eom um sacia, para dar-lhe,
nao he aisim ? A polica de S.Jose esl ja alarla. Ve-
ja que o Hercules seUa adeptos nrm uram lomar
plena vingabfa da earreira que toffreo este Samao,
Senhor Hereales on Sarntib, quem nao pode com o
tempa.njfa invena modas : Agora a causa de lu-
do islo na j sai 1 !
Par varias vezas lomos denunciado ao pul.l co
O novo monopolio eom que nos ameac.nn os atra-
vesadores de Cal prela. Pensramos que a nossas
un lentes admoealacSes fo'tem altendi '..i-, porque o
sontiineDlo que nos mova era someota o Interette
geral, o hem commoro. Bnlrelaolo, conta-not qua
a eompanliia dos alravesarioras esl dellnilitamento
ozganiaada, mas que loli/mnte anda nao den eo-
depatado I mejo as sua op-rai.es. Dlzem que ain la pairam
qoe niia
ARTIGO III.
Po.luras municipaei e. as nadaras.
Vimos haje cumprir a tarefa rie que nos encarre-
gamosno final do nosso segando arti,(o, impressa no
Diario de Pernambeo numero; isla he :uceu-
parmo-nos dos inconveniente* da remoco das pa-
llara para fora da cidade, pela maneira porque foi
ordenada, e nos ineitis de conse^ufr-ie indlrecta-
menle-v resultado que se de-eja, sem huilla, nem
malinada.
A qoeslao dos inconvenientes, quanio a n, apr-
senla duas faces hem ilislinclas: a primeira ca re-
hiran aos padeiros e oulru* eommerelanles, cm par-
ticular ; a segunda, como inevitavel cousequeucia
.la primeira, afleclar* an punlico em geral. Carla
nm.i ilcllas he digna da attenfio. Mas conu quer
que tejam homogneas em sua nalurea. trataremos
dellas,timalta noa mente.
Entremos pois na qaesUo genericamenlr?.
Em primeiro lugar lodos sahem e rei-onhecem,
qoe adoptado o plano ria extineta socledade rie me-
dicina, as parlaras.acluaes-piMlem sai eosarvarias
no centro da cidaile sem nenhuin rialrimento ria
taode publica', plano que abas tem sido obsarva,do
peh r.aiieirii, e quandu nao fos aaeioa de coagi-los.
Drpois, quando eslavcrdade nao fo-se hoje.geral-
u!-. i- reconjiecidi, nAo seria cortamente por meio
da remocSo das acluaes nadarlas, que nttlhormcule
se po lena cms-suir o lim que se desoja sem grave
i detrimento dos padeiros, que sao em geral urna
rla-se ria indii-lrinsos, p meo aballado*, purquanlo
es.a remocho Iraz necestariamenle a peda de um
caniialn.li. pequeo, que, empregado em materiaes,
que nao podeodo er removidos n-m aprnveiladus
para irtros etlabelecimeolot, fica irrcmiisivelmcnle
perdido, pir aquellas quo pela malor parte Dio po-
dem lupporlar tal perda sem se arruinarrm, e inci-
to menos einpreaar grande capital na obtenijao de
nov is eatabelecimentos que n.lo existem, e que sao
na poca presante, de all i de salario e de maleriaes
para eihficac.lo, construidos por um nrero faba-
lo.ll.
Segue-sa pois, qoe na impo sihiliriarie de efTcc-
luoiem os padeiros a remorar, por falla de edificio
aprnpriado, fechariamsau, esf.heleciinenlo arluaes,
uquetraria irreinissivelinei.il' por algum lempo ao
menos ou a filia do pilo sullinienle |iara as necessi-
dala. da populara-), uu a cdreslia iustanlanea riesle
generu de primeira neressidaile ; caresta que se
conservara, porque -enhorna industria lepode sus
ti-n|:(r, segn lo os principios econmicos, sem que
ile seu producto se tirem vanlag-ns Correspondenles
quer ao cosleio da fabrica, qner ao juro rio capital
ainpregado :uma ou oulra deslas hvpotheses- as,
rireumtlaneiai presentas rio nosso mercado, em que
ludo oa ganaros de primeira neressidade etcaasam
e tohem depreco de um modo rpida e quasi
sem IrantSclo, importara altear o preeo do nlo
principal alimanln dn ricoe rio pobre talvez'em mus
de O por ceulo rio seu valor actual.
N.j nos parece neceatario demonstrar que (ornan-
do se man dispeudio>a a eondoeeRo das familias
para pontos 'listantes do centro do roinmercio, aug-
mentando o salario dos opertott Irabalhadores pur
. este
roblema por me r.li.irem oa dadot, mas eu lenlu.
'^ra iilirn que seu ansmenlo he insentivel, ( irqoe
ein um bisar aunde riiariamenla se arceudem inilii i-
res de fnsos'pouca influencia pode haver em se ec-
ceialen/ii mais alguns, porque n calor Je um fornc
equival ao calor das Tomainas de algumas habila-
c ae. mais que se pnrtem arnri.-i edificar: e eu nao
creio que alguem e lembre de prohibir que no lu-
gar un que hoje existe a cidade se ediliquem iu.ui
aluns predios em numero que compense pelo aug-
mento rieTvCalor da sao. foso, o ausmenlo que os for-
nos actualmente puriein produ/.ir na temperatura du
ambiente, :'o qual devena ler lusar para que huu-
vesse cuherencia na actual medida adoptada em piol
da salobridade publica.
Assim o.supno-lo mal que se pretende comhater
com a mudanca dos fornos sera' em breve paoduzdu
por oulra causa.
n Mas, dir-se ha que um Torno he incoramodu pa-
ra as casas viiiihas-
Esle inconvenienle porem nao nasce dos fornos
em si, mas d sua ma cunstruccSo.
E lano he ss.im que a sociedad de medicina
de Pemambuco Iraooq um plano de conslruccao de .
fornos para que elles podessera permanecer oenbu e''-e um ronipim-nlo para ei.sinir-lhe a sr, se mo
da cidade : logo o mal he remtdiavel por um meio i humano, ao menos franco e cavalhero. Eutretih-
AO PLC1.ICO.
Ha bam poneos da. da.u-se um fado enlre mim
e uin tal Sr. Manuel, ealseiro, uu quer que seja ria
casa do Sr. Manoel Maxiiinano Guedes, que caira
efleiln revela a avareza desmedida uu peiversidade
requinlada.
Confetio que me in lignou lana o procedimenlo
pequeo e mesquinho dese homem, que, se nao
obedeceate a educac^la que reeebi, e nao respeitasse
a minha dignidade propria, lena cerlamcnie com
9
jusiica de S. Exc. ilvm. que, informado de.
venia Jes, e mesmo tcsiemuuha icular, por queja "*" ',e favuraVel ao arsla.francez
nina vez honrou com sua preseuca a povoai uo Uu
Pilar | au coii-nura qije uma pequea parte dus
lialiilantes riesta ilha sejam iirevileeiarius com o pac-
i espiritual em detrimento ile sea maiur lotohdade.
Einquanln ao corre.pi luiente ofi'erecer um documen-
lu rie :ilU assignaluras nada los admira por que se
noaso lim foase eucher papel com attlfoalurai mis
p.irieriamos car oulro que em lugar rie 300 fusicui
.i.tmo.
Assim eonfladoa como asamos na iab
i sn reuresentanlet proviucraet, mea
"-' do nSto diniio prelado, etperamot au s.js bem
colhida a r>voravelineale aiteurii.ia a nossa topon-
ea, alienta a boa raigo rio nosso fundamento.
Queiram.Sr. rcdaclmes.por ob'cquiu d, pnblici-
dau* a es*as mal Irafadaa linha* em beneGclo da os-
la prelencao,la Iran-lereiicia da siide ria maluz de
Itamaraca, para a rapeha da Sra. do Pilar, a qual
eneheri degraeat a (odu. quautu para esse aclocuo-
peiarem, e nos Ibes agradeceremos.
D. B. F.
Ilamarac, l_ de maio de 1857.
E. nesle Bieiler.
??\
Suure Condre,, _7 3| la 60 d.' 'e 27 7.8 a !K) d.
* Pars, M rs. par fr.
Lisboa, 95 por % de premio.
i Rio de Janeiro, 2 por 0,,, ,|, descont.
Acra,, do banco oO por cento de dividendo por cou-
l.i do vendedor. r
<< compauhia de Beberibe 609000 por. acca
rnm;ianiua Per.amhucana ao par;
- Llilidade Public, 30 por cento do premio.
Inriemnisadura. 52 ident.
1 da estrada de ferro 20 por Oin da premio
Disconlo de lellras, de.8 a 10.
Aegbet do Banco, 40 a'h de premio.
Ouio.Oncas hespanhulas. _8J .
Moeda de (isiOO velhas ....
j>iO nuvas .
" 45000.....; ,
rrata.PalacOes brasileiros.....',
Petos rolumnarios.....-j
mexicanoi......
menos violento, e nao be absolutamente necessana a
a mudenca de fornos .'
E nao he miiiha opiniao confirmada com a
que se pratica em todas os naizes civilisadas
11 Nao se ve em franca, Inglaterra, Portugal ele.,
as paliaras rieutru da cidade, sem que se cuulfcl'a-
zer miniar '.' *
A ahjerco da diversidade rie clima ne.les pai-
zeae-da dilferenca na -conslruccau dos fornos cabe
com a mais .imples n-llovi.
Se uestes pizes ha uma esta{_0 fiia.ba lamhem
una em que o calor he intenso e entau uo se man-
da lachar as padanas lstenles nos povuadus.
" E pelo que respaila a dlflfrenej na conslruccao
dos fornus nada ha que prohiba que enlre jis se edi-
fiquen! segundo o mismo plano.
n Km quanto ao fumo eu cuusideru lao f.icil dar-
lhe uma ascentln que o eleve ..cima das caas por
meia das ehamint altas, que este inconveniente para
mim deixa de existir porque ein urna cidade plana
como e.ln. uude de continuo sopraiu ventot viulen-
lu como medindo a distancia de mun a esse Sr. Ma-
nuel, julguei pro 1 -ni., nao me aVillar Iravaudo com
elle lacla rie qualquer gnero, agora todava julgo
iiecetsario Iraaer o faclu ao dominio do publico,
nticamente para por de si.hre avi'o aos qua se vi-
re. no apuro e eollltlla em quo me vi. O faclu he
o seguinle :
Eram quatro horas e am quarlo poaco m.iis on
menos da tarde do dia III .fo crrenle quandu s ga-
lera rrOlindaii, suspendcniii o ferro com deslino pa-
ra o Parlo, lave logo da amainar sobre a croa do
iirigaeder, ou porque do escaler que eslava da ela-
l*ia se lizesse ante ile lempo, sisnal paA u praliro
largar du (mflm por qualquer outra circuinsunria.
Eniao, sendo a gal.ara aOlinda consignada a meo
Ogro o Sr. .Manoel Jjaquun Kamos e Silva, ven lo
p'resles a ter engili.lo pelo mar um capital exce-
dente a uzelos coulos de ral, que cm lano mau-
lara o valor dacarga o do casco, e ritis quo lulo,
interettado Vivamente am salvar do pongo psSoa.
que la eslavam, c que em vcr.-idrie me s3o bem cha-
ja vio s- rom elleiio esso ausmenlo inio excede a i *'- mas duvidtt. O cerlo he qaq os pobres canoet-
10:0008 '' 1 ri|s que viviam dos pequeos huras qua ibes propor-
.A ataama to:: Ja me dei ao Irabalho de eslodar eionava a conearreiieia desla snaro, ja comeram a
qoejxar-te. Se us impo lo d0 fisco e o augmento da
lo, onde inlo ha monjanhas que einbaracem a tahi- r'!<* -siUictii. na maior eonatemaclo corro .1 casa do
da do fumo para longe do pov.iadu, fcil he fa/cr Sr. Jos Antonio da Araujn para pedir-lhe alvaren-
riesa|iparecer esle inconveniente com urna boa cor- -'" 1ue prestissem piomplo soecorro, ma infeliz-
truc ou de cham n
o E ti an lo mesinoat cousa como etilo o nul que
se pretende rSmbaler au requer la 1 vilenla medi-
da- pdit abamos que em quasi todas as easas o fumo
se rspalht palas cozinbat e querlm.por falta rie eha-
mina que Ihe d tbida, e tallo ao mal qutse Ira-
li de remediar pouco se lira com a exlinccao de
uma cansa que piuco cuncorre para seu augmento.
11 E se o calor e o fumo, su Mo nocivos, como be
que se consenta que em uma poca de epidemia se
acceir.te-sem fogueiras como meio de purificar a all-
mu|iliera ?
lie mais, eu n3n vejo na lisia rios-e-lihelerimen-
losiiisaluhre-.comprehendida as padariaa, o que nao
se po.ie culi tarar etquecimenlo, mas nm no-
(flo deque as pidarias conslruidas debaixn de cerlo
plano uno sao prejuniciaes racimo no centro dos
puvoadot.
11 A vila dislo pois loovando n excesivo zcju que
se tem moslrado pela talabildade publica, eu 11,10
posto de modo algnm esnfirmar cun a minha 0-
pinilo, u rereio que deu lusar a requaror-.e mu-
danca da padarias para fora da oidade, ass m oon-
ClUO, dizando :
K Qoe a sciencia nlo reprova a existencia das pa-
riaries iieulru .los povoailos, rom lano que, ellas se-
jam contlraidat delialxe de om plano Iracario con-
forme i.s localidades o ex gem.
a Juan da S\Ua Ramo*.
11 Recife S de maio de 1897* >
CO! SAS PE GOIA.N.N.V AOS 11 DE MAIO.
II) fim do mez passado paca o principio (|0 andan-
te, apiiarereram algumas chuvas, que bem servirn,
lercm rie ani|ua_a"r-se "ef lugares "frii e "n'ge 'd ,,ara de-anuviar o carrancudo semblante rtos asricul-
|oaa familias, empregando-te maior capital na ac- i lo'*s' >" b|u appiehensivos pelorecein rie varem roas
menle nao cncoiilre em casa o Sr. Araujo e nem
m.-mo qualquer nutra pes-ua que em seu lugar me
valetse.
;\iisla conjonclura lembranrlo-mc da cata do Sr.
M inocl Maximiaiio Guedes, que timbara lem alta-
misa, para la me dirijo, mas rom tanta infeliciria-
283500
IGHXXI
IfifOOO
.t.T000
290O0
9000
1.JS60
AI.KANDEGA.
Bendimenlu do d:a 1 a 13. .
dem do dia II. .
. 213:6359895
. 40:1789331
23:814i_t
Descarrosam boje 15 de maio.
Barca rnglezaFloaling Cluu,|mercaduras.
Barca frauce'a.Venezuelairiein.
Polaca hespanbola Amelia pipas e barril de'
Bti^ue hcaseirn-Elvirafarinha He (riso,
CONSULADO GERAI..-
Kendimenlo rio dia I a 13
dem do dia II
- 47:91 H67 i
- 4:3039143
SBaiTftn
DIVERSAS PROVIHCUS."
(endimentoriodia la 13. ;______
1Je-1aa M........ ,(t^9
:75|--Tli
'' om'rnvv, "^ EXI'<>RTACA0 PELA MESA
1 ', '?1 ,AUrt "ESTV CIDADE NO DIA
l DE MAIO DE 1857.
"\vr!. "'"a Iranceza riEmma Malliildeo, Latserre
i\ liser-freres, 113 laceas algodo, 513 sacos a>-
socar matcava to, 1,121 couros .algados seceos.
Ilaliimorcllnsue amariunu Heleu'a, Henr. Eos-
ler A (,., 1 ,_oi( saceos atsocar mascavad ..
rie qua o mo adiando sii eneonlrei seu caixeiro o lal Ph'ladelphia Patacho americano Commerce,
r. .Manuel,a quem quasi que em desespero,pedi que >e"'y Forsler 4 C, 300 taceos assacar msca-
me pie.riassa duas ,-lvareiisas para maullar acudir a I v'"1"-
"^*m*>i~\Pr*t,l- a,n''ri('"^", "'-" irangen, Paln
rs.isTi ,\ (.., ,,) saceos as.oear mascavado.
salara uOlinla no emiiK-nle parigo am que *tava !
E este homem cr.ucl resnan leii-nie que i.o liuha I
Entau ainda ni-lei, apontaiirio para urnas alvaren-
gas que para alli eslavam ancorarlas, mas cada aez
oais duro, por liu detcarta-ae em dizerque as nao
dava porque o navio nlo era siipprido pula casa de
qua elle era caix-iro.
Pois btm, allonilu ao ver o proccriimenlo dn Sr.
al.1n.1al, i.au Iroquei cm ella mais urna so palavra,
a horrorizado relirei-me reeonkeceado-o romo todos
o recoiiheceram, por uin homem barbara e' cruel a
quem urna ambiflo estpida e criminosa endurece
C petrifica ocuracau !
Foi assim qoe-omgu procedes esse Sr. .Manoel,
porem para compensar a sua aetvdgarla qolt lieos
que 3 s.lcra lOliniUa fusse salva do perisu pal ac-
llVidtde e rtilisencias ria sen capijao a Sr. Emig lio
Jos de Oliveira o isualmenle pala. nTomplaa c
encrgiras providencias do consignatario.
0 facto qua lira narrado he real, e te passau com
Dominaos Alvos Matheus.
I'.ccife 11 de maio rie 1867.
^fubUcaco^ a peDtoo.
.i queslla.
O Sr. .l/eic; li-nrujuft: (- Lendo aqu he qu
esta emharaco da emenda do m.-bre depulado ; lia
por esla lazlu que eila no-, merece- millas sxmpa-
Ibat, por que se o augmento dos ordenados fuate
dci1- ja, hem ; mal eulendeiii que aquellas ptluvrat
- detila ja a ticain da caito modo prejudiradas a vi.- "'''-1 I1 'l os pobre
pnpularo j. v. o lorii|ndo rara a c iras a habila-
.. ..-s, 1, claro qae sendo ellas f -ilas com cal do mais
de mil icit ao alqottire, com lijlo*, tena* e ma
1 iras cari-simas, se eletarlo a precos tabulous.
llalli vezamea para a populara-i>.il,r-,' a falla de sa-
ta dealaa outrae a tabella sera' remetida ,1
blea na sua prxima rednilo a i
muito. ratuai
lab lia, e a lujeite .1 deri ao d 1 attemblca ; e mesma
aatou cer|u que a a iciedade, e u scrviru publica au
perigsriam ne te inlervallu quejdecorre do principio
-lo Bx.rcicio praximo'futaro di 1857 a. 1858 a pro-
x ma reaniBo oa atsemblea ; mas nao p ,,i a sim
os nobres dcpma Ijt, que iuleutarb efurojecto, que-
em qoe a eu.maulo seja desde j..11
! Itnihem h<
ugmi tito 1! -
quisirlo de edificios adaptados, nerdendo-aa o rapi-
1,1 da entras quo se abandona e que para nenhuma
oolra iaduslii 1 podim-ser aproveitados, e sendo-se
atioal abrigado a mam! x veoder o po ou por por-
ledures ou em deposites ne.'a c:n nal, pan abaste-
cer a |.i.pi:lac.io, que reriamciile o nlo ira' comprar
nos bisares distantes para nmleWao .er removidas as
fal.rica-s. aiicnientar-se-liao de uin molo exretsivo
a- de pezas ruin a produrejo e conseguinlemeote o
valor do seero prodnzido.
id- faz pal -ni
inaeiros que viviam des|e re-1
deapeza para n govcrml, que V* "J|a, **n'-oseinuitosdos padeiros na imprs-,lll0r
cu jicho] t-:niln-ni ti- ron-trii-ior a ninas Consta-nos que ,!>lllae oe reftiover suns f.i.riras para lugares A fbre amarella fez alguma* virlima, a esparsio
lito he, que o goterno.'formule uioaj poder puliKeo.preten le man lar desap|iropri*r al- 'l""="-|,|us ^s pottorat, lerlo de abandonar seu.es- grande alarma, ma*agora nos deixoo, Bcando para
eumas pedreirat e sabmtlte-las a cunrurreneia pu- l"'e"n"ntfl. orno demontlramis, Orando redo- 1 substituir a bexiga, qae ac-strlou-se na eadeit de
bliei. lie cerlamenlo ur-a proyidencl* qoe, au-1zl0,s m,,*r,,i *ito penlerein o pequ.nn capilal .-m
Ir 1 -.1:110 o. elleilo* da compauhia de alravess.do-1'" a",0,lmto lem nella* empresario, o qual nem e n
ras, ha de prestar granien vantagens ao publicoei"' PaSmeB'* da teusrredorta vira' a tervir pelo
aos particulares. I nenhom valor rtal que teem, e o.quo maii he sem
- Estando .1 fin | M.n0 da acloal admlnia- 2w.l21?,liS! S" ?'"','""r e'e f^~
niin ue nonra. a promover mitro genero rie indus-
tria. Ksias raze. serao.para mullos ile pequea
monta, p<>rein para mis parecem dignas de luda a
alinelo
I ni Kr r_t__l J'1-" lr*' '" establecimenlu.i de caririade. S. Evc o
1 m- .11. 'puiaaos: Ea em.nda lem o det-ISr. vire-presideiile nrorocou por oulro bienio a riu-
Ji rici 1 da referida adminisirac.ui, e em lugar du fal-
O sr. Mera iitnrtques: ttm odaideja para Irado membro Dr". Simplicio Antonio M
tabella, fic.indo mais para lego... 1 nomrou u senhor Antonio de Muraes Ge
/. de Barros: O governo po.tr lazar uma I 'eir.
II Sr.
avigmer,
mes Per-
tabella mus ampia e mandar pagar o augmento, 1.3o
excedendo de ID4000,
Por porlaria de 13 do enrrente foi nomeado o
Sr. padre t'rimo Feliciano lavares, para capeliaodo
freqiienles surtidas. I'elo ajne,
qua do .nitos con.la. o ciado sanitario nao ha
mallo p ra se rh .--jar! Assim metmn dfaem os e._
rulapios .la larra, que a epidemia que ha, he de
san la.
Elles leem rasgo : ficaram com a bocea doce rom
a safra colrica ; mas nec semper I lia flo-
ren! !
u?L _..!..____ 11 A 'r.-'iiqoilli^urle publica continua inalleravel, mas
1.ZI !"..""l-t-'L" *,.e__,0."*ll_"_,,l _=" "e-. n a particular sofirau agora urt grmde garrote po at-
astinalo praticado na pessoa de um pobie liomem
estado, a quem os siranos iterara sepultura, perto do
cercado do engenho Teixeira, onde foi descoberlo o
cadver alguns dias depois do asttarinato.
N.lo se ipodendo eommuniear a cada om dos Sn.
ahaizo, faz-se jior meio ila imprei-sa.
I Elciclu ilr-s Iltrn. Srs. devota que bao rie festejar o
mrtir s. Sebattllo no anuo rie 1858.
Juizcs por eleirl.-.
O Illms. Sr. :
Lua Marlins l\-reira M.uilairo.
( Prancitca \'erisjimn do Reg il ir --.
_Ju-Mrq,,esd.Cunh,.ore|^
A. I lima;. Sras. :
!. Consorte rio lllm. Sr. Ilr. Joao ds Rocha de Mol-
1 m la C ivslcanti.
I). Consorte rio Lim. Sr. Jas Mandes Carneiro da
Cotilla.
D. Viuva que li'.'ii du finado-Manotl Carneiro de
Jess,
-.Ira. perdidas, cu minio simplificadas, pela aecc
mas tendoasora da U0V0 deaapp rendo ai chova'
ei-lo oulra vez fo-maliidos, nb.ervan lo o curso da.
iinvens arracando do peno sentido, ais lab mo nc-
tar, a ns.im lambem os commeretanle, que luilrem
por -vr.:rathia.
E con
do. o anuo parece que ser climatrico para
cultura, l.rsome n.80 temos, e os plantados esllo-
- indo i lerfa pela forra rio sol. Dos hri mc-
por lodOI asas ponderoso motivos e veem os aclua-
es padeims na imposihiliria-de de removerem tuai
fabrica ; pois se al hoje inda nlo porieram com-
prir a ditpoic,ao do arl. a ;das posturas manict-
R10 da PrelaBarca nacional Rufinan, Viova A-
morimA; Kilnos, 0 pipas aguardante cachaca,
.50 ditas espirito.
I.ishoaBrnrue porlnguez nl.aia lio, Jlo Pires
Mares, Lili ca'ros mal.
EXP0RTAC\0'.
I'hlarielphi.i, barra americana Inionn, de 279
tonel.ida, cndnzin o leguiute 1,000 saceos con, '
20.000 arroba ile as'ucar.
RECEBKDORIA DE RENDAS INTERNAS GE-
KAES DE l'ERNAMBUCO.
Rcmlimeoludu dia t a 13. 8:6_6d1_0
Idem do da 1. ....... il3.;.7fi
:239al9
CONSULADO PROVINCIAL.
Kan.limarlo da da 1 a 13
dem do da l
_9:a-.180_0
_8MMt
31:976ai:6
9to*liMm$ $&.p?x- .
m 1 1 ,- N"*'0* shido* no dia 14.
I l.tladelpl.ia-Barea a-oericna Cnion, eapila
John Pow-r, carga atiucar.
Camaraciha-lliate brasuro Sania Loxia, meslr
bstevau ibair.., carsa baralho e racis peero..
las.ageiros, Dr. Marcos Crtela da .amar Ta-
marimio, sua leedora e eseravos, Domingo*
Mareira, Antonio Moreira, Manoel Rodrigues
.i.amboa Sicupira, sua senhora c 1 escravo.
Juizcs por devorad.
O lllm. Sr. : ,
Coronel los Cavaleanll Ferraz de Azevedo.
Rvm. padre .loaquim dos l'razei B. Ltns,"
Rvm. padre Joao Marlini Carilo.o.
Juizii por devorlo.
As lllmas. Sras :
1. Consorle do lllm. sr. capiao Francisco JosO
AI ves.
I). Consorte do lllm. Sr. Jos da Silva Alves.
D. Consone do lllm. Sr eapitloCietano Jet Cabial.
. ... K,crie por cetelo.
1)1 Illms. Srs.:
Joao Rodrigues Doro.
-------O lllm. Sr. contador da 'liesouraria
provincial, servimlo de inspector da rnestna
thesouraria, em virtuili: de resolucao da jun-
ta da fazenda, inania fazer publico,, que etn
cumpriin.rito da lei, perote a mesrn.a junta,
st Mo de arrematar em hasta publica 11 quem
maisder, nodia 10 de jonho prximo vin-
douro, os imposlos seguintes :
-9500 reis por cabera dn gado vaceum, que
for consumido nos municipios abaixo de-
clarados.
Recife, avaliario annualmenle por 60:.V)2OIIO
Olinda, tiieni t.leni por _:359j00
Iguarassu' iuem idem por 1:810.000
Coi a una idem idem por 6.8.49000
MUTICSDIT
ILEGIVEL
.. .


DIARIO PK PERNAMBUCO SEXTA FEIRA 15 DE MAIO DE 1857
Nazarelh ide-n dem por 4:C59ji000,
Cabo idem idem por t:S9fOO0
Santo ntao i>lem idein por &O80|OOO
Serinhaem dem idem por 59i'c00
Rio Formoso e Agua l'reta idom
idem por 2:57n)0-
Pao d'Albo idem dem por 4:2iOojd
r nos municipios segrales,
nosqiraesso pagara aquclles que
lalhaiem carne para negocio,
e os criadores o dizimo :
Lim ciro, avahado animalmente por ll.l&oOOO
Bonito a Caruaru' idem dem por 2:770*000 !
Brejo idem idem por :693/OU0
timbres idem dem por l:2il.'0oo
(jai-auhuns idean iiiryn por 2:76:1*000
Floros e Floresta dem dem por 3:173:U00
Boa-Vista e Exu' i.leni idem por 3:091*000
Nos 5 ltimos municipios,isto
l>e, Brejb, Cinibrs.Caranhuns,
Flores e Floresta, Boa-Vista e
Bill', sao arrematados con-
jumamente os impostes a car-
go dos collectores e 20 0|0 do
consumo da agurdente nos
'eguintes municipios :
Oliuda, avaliaiii animalmente por 355S0O0
Iguarassu'dem id.m.por 1061000
l-oianna idem dem por 819000
rao d'Atho dem i.lem por UrPOOo
. Nazarelli dem idem por 80*000
Santo AnUo idem idem por 254/000
.Cabo idem idem or 56*000
itomto e Caruaru' idem idem por i/;00u
Rio Formoso e Agua l'reta idem
idem por 52:000
Serinhaem idem idem por 340OO11
Limoeiro. idem idem por llVJOOo
i-aranliuos idem idem por 605000
Brejo iJein dem por 3(j~0o
Cibres i>1cm idem por :8--U0(J
Mores e Floresta idem jdem por ioi-ooo
Boa-Vista e F.xu' idem idem por Jiyu
Vi igualmente a praca para ser
arrematado, conjunctamente com
o imposto do gauo v*ccum, o di-
urno dogadocavallar, nos muni-
cipios abaixo defflarados :
Limneiro, avaprto dunualmeole por (1-000
Brejo dem dem por 529000.
Cimbrea idem idom por IvSsAOO
Bonito e Caruaru'-idem idom por nc'-ouO
' -aranhuns dem idem Dor so/uoo
Mores e Floresta idem idem por 34-,uuo
Boa-Vista e Esu' idem idem por 209-joo
Imposto a cargo dos collectores.
Brejo, avallado animalmente por V-i-nno
Cimbres idem idem por SlfaOOO
(iaranhhns idem idem por 455-uOu
.Tor<-s e Floresta idem idem por 'j Boa-Vista eExu' dem ideip por MagooO
As arreraatacoes sarao fetas por lempo de
Ires annos, acontar do 1-dcjulho do cr-
reme, anno. a 30 de junbo de 1860, sob as
mesmas condicO ;s das anteriores, e na for-
Ta .r' 76 U0 reSu'amemo de 3 de agos-
A"s pessnas que s propozerem a esta ar-
rematacao comparecam na sala dasscsMles-da
esaiajunU, no dia cima declararlo, pelo
meio da, habilitadas na rorma doart 75~do
roesraoreguJameoto.
E para constar se mandou allixar o pre-
sente e publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de
ernambuco S de maio de 1857.-O secre-
.ario, Antonio Ferreira da Aiinunciacao.
Art. 75. OJ contratos da arrematacao de
renda, que imponarem em mais de dous
coutos de res, serao eftecluadus sob a -a-
rantia de dous fiadores idneos, que tetiiiam
bens de ra/ na cjdadc- do Kscife, ao menos
um delles, urna vez que o outro seja notoria-
mente aboiudo.
Art. 76. As arrematarles podero cffec-
tuar-se peU maior ou meuor liclucao offe-
lecida em canas fechadas.
O l)r. Anselmo Francisco l'eretti, commen-
dador d imperial ordom da llosa, imz de
direito especial do commercio porS. M jl.
e C. etc. '
Faco saber aos que o presente cdil.il vi-
rem, que no da 28 do corrente mez, so lia
de arrematar por venda, a quem mais der,
depoisda audiencia deste juizo, na'sala .ios
auditorios, a casa terrea a. 27,- sita na ru
Direita nos Afogados, avallada por 1:5003 rs.,
e por n3o "icr apparecido lancador e ou-1
tras prac.as, va i pela quanlia de l:->00> rs.,
abatida a quinta parte na. forma da lei, e
sera adjudicada. cas niio baja quem lance,
aos exequeoies Miguel Joaquim da (.osla &
Companlia, por execdeaode quem vai a
praca dita casa, contra Antonio An'nes J.nco-
roe l'ircs e outros.
E para que chegue ao conbeciment de to-
dos, mandei passar edilaes que serilc publi-
cados pela imprensa, c allixadog nos luga-
res designados no cud. commercia,!.
nado e panado esta cidade do Recite, aos
i> de maio de 1857.
tUi Maxiiniano Francisco Duarte, escrivSo
1) subscrevi.
Anselmo francisco Peretti.
0 r. Anselmo Francisco Pcrelli, comnien-
dador da imperial ordem da ltosa e juiz
de direilo especial do cornmercio, nesta
. cidade do Recite, capital da provincia de
llernambueo, e scu termo, por S. M.' o I.
o Sr. Pedro II, que Dos guarde, etc.
f ac saber aos que o presente edital vi-
rom, e delle noticia tiverem, em como Do-
mingos Jps Ferreira Cuimar3es, me dirigi
por escripta, a pelico no theor scguinle :
lllm. Exm. Sr. Dr. juiz de direito do
commercio. Diz Domingos Jos Ferreira
Guimaras, liquidatario ua extincta firma
de Sebastiao Jos da Silva S> C, quer lazer
sitar a Lino los de (astro Araujo, para a
1 primeira audiencia deslejuizo, hilar aos
.ermos de una acc3o ordiniria, pela qual
1 be pretende' pedir a quanlia de 1:701.9053,
importe de 2 leltras vencidas em 15 e 19 de
'Minti de 1854, e de urna onta de livio, o
que ludo, expressara em seus arligos.
lie ;uer a V. Exc ; digne-se de amanhaa ci-
tar com a pena do revelia, licaudo logo ci-
tado para todos" Os termos da causa, a fi-
nal a execuc,ao.
E porque esteja ausente o supplieado, em
lugar nao sabioo, requr que a cilugSo seja
por odilos justificada previamente a ausen-
cia e incerteza.
P. a V. Lxc assim lhe delira E R. re .--
Domingos Jos Forreira GuimarDes.
E mais se nao conlinha em dita peljcao -
qi transcripta, a qual sendo-me apresen-
lada, profer o meu despacho do theor se-
guinle :
0.Justifique. Recite 30 de abril do 1857.
---A. F. l'eretti.
E mais se nao continlia no mu despacho
aqivi copiado, em vista do qual foi a petizo
disl'ibuida ao escrivao Duarte, e o supplen-
le.produzio.as suas testeinunh < quejuslili-
rarain a ausencia do suppraclito, em lugar
nao sabido : e subindo os aulos a ni i mu
eoii'-lusao profer nellos a minlia sentenga do
theor seguinie
Avista da nquiricSo provada a ausn.icii do justifrcado om lugar
n3o sabido : pelo cjue mando qup seja cita-
do o mesmo justificado poreditos, passan-
do-se a respectiva carta com o prazo de 30
dias, (indos os nuaes, e havondo-se por ci-
tado o ausente, ser-ln- ha nomeido cura-
dor, -rara com este coi rer a ca usa os seus de-:
vidos termos ; pagas es cusas pelo justifi-
cante, que tratara de mostrar se. Sao de com-
merciantes arabas, ou'algunia das firmas,
quefiguram nas.notas promi.ssorias de II 3
c Q. 4. Recite 0 de maio de 1857.
V. mais se nao conlinha na minha senten-
cia aqu copiada, em yirtude da qual, o refe-
rido escrivao fez passar a presente caria de
edilqs, com o prazo de 30 das, peiolheo'
di |.al ciiamo, cito, c bei por cita lo o
uppcado Lino Jas do (;aslro Araujo,
para que dentro do referido iirazo, compa-
re ueste juizo, para'altegar a sua drfeza
por lodo o eonteudo na p:tic3o cima
li ji scripta, sob pena d proseguir a causa,
bCus lemos a sua revelia, por tanto toda e
qualquer pessop, prenle, amigo ou conhe.-
cido do referido supplieado, poder fazer
scieute do que acitna tica dito,
E para que cliegue noticia a todos, man-
dei passar editaos que sero affixadns nos
lugares do coslu no e publicado pela im-
preusa.
Dada e passada nesta cidade do Recite de
l'ernasnbuco aos 8 de maio de 1857. .
Fu Maximiano Francisco Duarle, escrivao
do juizo especial do commercio, o subs-
cre\i.
tot&m i
CONSEI.IIO ADMINISTRATIVO.
O cnnselho administrativo, em cumpri-
monio do art. 39, oezembro de 1852, la/ publico (jueforam a-
ceilas as propostas de Joan C|irysostOmo Fer-
reira dos Santos. Manoel' Joaquim l'ercir,
RodrigucB v\ Ribeiro, Custodio Manuel de
Magalnaes, Guilherme da Silva Guiunires,
Jos Francisco l.avra, Joao FemandfS Pren-
lo Vianna, Jos da cruz -antos, Jos-NOguei-
ra desonza, Antonio Ferreira da .fiesta Bra-
ga, Milonio de Souza Matos, e Manoel Anto-
nio Terxeira, para rom cerem.
o.- 120 covados de chita para cuberas a
02 15assucareiros de louca a 720 rs
10 bacas a600 rs.,15 manteigiieiriis a 720 rs-
O 3.- 2 caivetes a 800 rs., U) resmas do
papel cariucninho a 3^ is., 1 barril de lca-
li 10 de 20 caadas por 183 rs.
0 4.- 100 pares desapatoS feitos ha pro-
vincia a ijsoo rs.
t> 5 60 pares de luvas brancas de algo-
duo a 280 rs.
0 6.' 70 pares de'luvas brancas de, algo-
do a 28 res, 64 mautas de algodSo a f/100
(I.7.- 30 bacas de rame SOrtidas a 19M0
re. a libra, 2 arrobas de cola da Babia 1 28*,
80 arrodas Ue arcos de ferro de 2 1.2 poleKa-
das a 99IOO rs., toditas dediles del lid a
2?09 rs..
0 8.- 1 arroba de capa-rosa por l.-(!00 rs.,
o ditas de salitre refinado 1 !)7 rs.
'' 9- 1 hvro oblongo, formato grande, com
300- follias de papel paulado por :is; rs., I
duo .lito de 200 folhas ditas por 283 ., 2 di-
tos dilos com 150 foihas a 23y rs., I 01,0 dito
de 100 ditas por 18a rs.; 1 dito dilo do 30 di-
tas por8;is., 1 dito menor com 150 ditas
por'9j rs. .
O io.- 2 couros de. bezerr ciivernisados
de branco a 25/rs.
O II. 1 sinete pequeo ,sem, armas, para
marcar papel, com o dstico hospital regi-
mcntal de Pernambuco, 'por 103 rs.
* i--- 4 milheiros de lijlos dealvenaria
grossa, poslos na ob.ra, a 2*.-> rs.
E avisa aos 6 prinieiros vendedores, i]ue
deverSo recolher os respectivos objeotos, ao
arsenal de guerra no dia 16 do correle mez,
e aos 6 sguinles, que o mesmo faro no
dia 18.
Sala das sessOes do conselho administra-
tivo para fornecimciilo do arsenal de guerra
18 de maio de 1857. Bernardo Pereira do.
Carino Jnior, vogl o secretario.-
EXTUCO BANCO DE PER
El aviso alT-rla r,- sofiinle mapp" iln a I miran-
lado : America lio Norlc cosa de l<-ic fulhaa ."> o i
ni. 268, 269; ilha lllork para Babia (red Era
n. 2480j liiln 1 ile Finiilj par* nLong liUAdn n.
2192. Igual" nle a bula tnidon ii'. I7S e 102.

Baile pupular
N(l
PALACETE DA li'\ DA PRA1A.
Sabbudo 16 do corrente.
Ilav'eri hail", e os carines estarao venda
no edificio, no lia do dirertimen >, que de-
ve principiar as 8 horas e terminar as 3 da
manhSa.
:V#*&y%
i V
araniiiio
ara.
EOTEIO SO THELEGRAPHO
Na livrarla as. fie 8 da praca da Indepen-
dencia ha para vender o roteiro do tbelegra-
pho, nova mente reformado, com o borne dos
vaprese nutras embarcacOes que deman-
(hin -ste porto, a 240 rs caJa um.

1
O veleiro pnlhabote nacional LINDO
PAOL'ETK. caniino Jos l'inlo Nones, procedenle
ilo Itio. de Janeiro, coin melaiic do seu earrega-
nifino, iesiiiia 10 ast portoa indicado*, pira onde
seguir' rom brevidide,.recebe o rrsto da earsa
rom o misino ilr-'linn : a tratar 'rom o eomignatirio
Amonio ile Alinela Comes, na ra do Trapiche n.
Ifi, -"^nini: andar.
tm3iV.im.1Sa
V| ;,-.-\>\- v; por Elnm-
h i-g; \\\ siieira.
A dircccfio do extincto banco de Per-
nambuco tcnJo de dar lim a sua liiin'ida-
Vio no ultimo do corrente mez, convida I FI.EECE.ed.pri.d. dm... do eortoma egi.'
poi isso ios potsaiaores das respectivas fl"!?* Baha a Rio dajaneiro- para fratea o paa-
notas de enoissao, a trocarem-nas ale
acuella data, na caixa nlinl de*tu provin-
ca. Recife, 5de"maio de 1857.Ose- M'
auros. no qual em keellenles roininudca, trala-M
i com n agenles, m ruj Ja Crol n. .
cretario, Joao Ignacio de Hedeiros Kego.
o conselho administrativo do patri o-
nio dos orpbos tom de levar a hasta publi-
ca, e.;i a sala de suas sesses, em os dias 11,
15 e 1.8 de maio correte, a renda das casas!
do mesmo patrimonio, que ficaram por ar- .
rematar em a praca do dia 8, por flt de;
licitantes ; e bem assim urna outra parle das !
mencionadas casas abaixo declaradas, por
lempo de unvaono, que teem de decorrer'
do t.dejulho prximo futuro a 30 de. junho 1
de 185S, segundo o que dispfiem os arligos
28 e 29 do regulame'nto em-vigor, a sabei :
Boa da Madre tic l>eos.

Uti
l iiMMMJ
w.eita e \yun tesa
vapor.
.';K
-' ." .
aui "' '-'<
- --
() vqpor (ii;,\NAIAB\, coaimaodable o primei-
rotenanteBrito, eapera-aedoa portodo mul em
ejuimenio p ira os do cal, de 20 rto rorrete em
diante. Esle paquete n:lo ;i> dem rara nesle porlo
o prazo do eoslome, devendo sequir no mesmo dia
da sua cliegadt : agencia, roa do Trapiche n. lo.
rjY#ra o Mio
'
-/
tro
segu com muita brevidade, o bem conbi -
cido l)i;;ue SAGITARIO, o qual tem a
maior parte de seu cirregamento piomp-
lo : para o restante e. passageiros, fruta-
se com Manoel Francisco la Silva Carri-
i;o, na ma do Collegio n. 15, terceiro
andar, 011 com ocapitSo, a bord
I
'ara

Numero 22 casa de um andar.
2.1 dita de dous dilo.
i> 2 dita de dito dito.
25 dita de um andar.
2fi oita ,'tnrrea.
27 dita dita.
28 dita dila.
2 dita dita.
30 dita dita.
" 31 dita dila.
32 dita dila.
33 dita Olla.
* :H dita dita.
35 dita 'lita.
3(i dita dita.
llua do Torres.
Numero .'7 casa de dous andares.
'M dita de dito dito.
39 dita de dito dilo.
Roa da Lapa.
Numero 40 rasa torrea.
41 dita dila.
' Ba do Codorniz.
Numero 42 casa terrea.
43 dila dila,
Ra da Moda,
Numero 41 casa terrea.
45 dita dita.
" 4(> dita dita.
47- dita dita.
Largo do Para izo.
Numero 4 casa de dous andares
Ra doS. Goncalo.
Numero.U casi terrea.
Ra dos Pires.
Numero 13 casa mei-agua.
Vlimer ,.:u/,a da '.a,leia "o Recife. -o agente Boria esta' incumbido de
Numero K. casa de um andar. ('.,,,. 1 ,;i- A 1 i- i- 1
19 dita de tres andares. '7C'. ,l,ao;ti;' ''"'' n,obll,a e objecto* de
Os licitantes hajam de co:noarecer "com jcaP!c.l,<> da l.\:n. Sr. tenente-general
'seus fiadores em a sala das sessons do mes- AntBnio Coiti'm Seara, <|iie regqessa*' car-
ino conseibo, s 11 horas da mar.bia dos te do Rio de Janeiro. Oppoctunamente
mencionados das.
Thesouraria do conselho administrativo
do pati impnio dos orphos 9 de maio de 1857.
o ihesoureiro.
Joaquim Francisco Duarte. _- o lllm. Sr. corretor geral Fredcrico Ro-
TRIBLNAI. DO COMMERCIO. i hiliard, estando prximo a fazer uina viagem
Be ordem do tribuna! do commercio se Uz a Europa, lara leiliJO por ihtervtii(. puhlico, que em virtu le de ter Jos Cactano posto do agente Olive ra, de toda a mobilia
vleira da Silva, renunciado o olicio de agen-1etc-. da casa de sua residencia no campo,
le de leilOes desta praca, lica marcado o pra- consiatimlo em solas, c insolos, mesa redon-
zodeCmezes, acontar desta dala, parase!*1"' radeiras usuaes, ditas de balando e de
apresenlar pera ote o Sobredi to tribun 11 !,racos, nian> de escolenle vozes, bancas de
quaesquer reclamacdes que possam haverHJ0?* epara ontros misteres, esleirs e tape-
eontra aquella ex-apente de le Oes, de con- i 'es desala, candelaoros, lanteroas e lustres,
ormidadecom o disposto no art. 11 do de-' Pistolas de 5canos, copiadores Je cartas, 1
creto n. 858 de 10 de novembro de isjl. concertina cpm msicas, guarda-vest ios
Secretaria ao tribuiiil do commercio de|comino<*BS,'secretaria, lavatorios grandes e
o Bi (J(- JMiieiro.
Segu com tola brevidade, o bem conhe-
cidobrigue nacional A huirn te. tem grr.nde
parto da carga promala, para o resto, passa-
geiros e escravos, para o que tem ricos com-
modos; ti ata-so com o consignatario Jos
Joaquim Dias Fernandos, ra uaCadeiado
Recife.
'*-eUj3
odicar>se-ha 6dia, distribuindo-se oca-
tbalogodos objectos que deven ser,-sem
reserva, vendios.
PROVINCIA.
O Sr. Iliesourciro das loteras manda
fazer publico, que se adiara a venda, no
pavimento terreo da casa da ra da Au-
rora 11. 3i, bilhetes, mi-lose quartos, da
quinta parte da sexta lotera do Gym-
nasio, das 9 horas da nianliaa as S da
noite, cujas rodas andam 110 dia I (i do
coirente.
Tliesouiaria das lolerias 9 de maio de
18.17.Jos Januaiio Alvcs da Maia, es-
crivao das lolerias.
Aluga-se nm preto sem vicio ncm a-
chaques, propno p^ra todo o servio : a ira-
lar na ra Bella n. 5.
O escrivao da irmandade do Divino Es-
pirito Santo, erecta 110 convenio de San-
Francisco desta cidade, convida pelo pre-
sente a lodos os seus rroaos para que
comparecam no dia 17 do corrente, as!)
Iioras da manba, no consistorio da mes-
ma irmandade, nfim de pi-oceder-se a
cilicio di mesa, rjue lem le reger no
auno de I 857 S.">8 Recife,' 15 d maio
ilc IS."i7.Jo3oSoaresda Fonseca Velloso.
No dia 10 do corrente, depnis da au-
diencia do lllm. Sr. Dr. juiz municipal da
segunda vara tem de s'-r a ullima praca dos
bens penhorados a Jacintho Luiz Gsrreiro,
por execucSo que lhe move Firmino os F-
lix d Rosa, cujos bens s3o 1 marqueza de
ama re I o, I mesa pequea 'le-amarello, x ca-
deirasamericanas, 1 espclho de prele, 2
anternas de latilo com mangas, 1 mesa de
jantar, 1 dita de co/.inha, 2 armarios de pi-
nito, 1 baln' velho, como se vera do escripia
na miio do porteilo Torres, liecife 14 de
maio de 1S57.
No dia lfi do corr-'nle mez, depoisda
audiencia do Hr. juiz municipal da segunda
vara, se bao de arrematar por ven ia, na' casa
das audiencias, os bens penborados a Luiz
Pires Ferreira, por execucSo de I). Mariainia-
da ConceicSo Pereira, escriviio Bapiista.
Precisa-se de um criado diligente, e pa-
ga-so bem ; a tratar no Hospicio, junto ao
quartel do Hospicio, casa do desembargador
Mendes da Gnnha.
Precisa-se de duas amas que saiham
engommar e czinhar, una para casa do ho-
aiem6 e outra par casa de pouca familia ;
quem pretender, ciirija-se ao largo da As-
sembla 11. 0, casa de Vicente Ferreira da
Costa.
Precisa-se alugar urna preta que seja
boa lava leira, para un estrangelro con
pouca familia, o m is breve que for posslvel;
quem tiver eqUiZer alugar, dirija-se a cas,i
deRostronRojker&G., pracadd C roo san-
to n. 48
Uma pessoa prxima a retirar-se para
a Europa, tem os seguales objectos que. seja dispOr delles por procos moderados, a
saber: instrumentos para engenliaria, 1
pistola de 6 caaios, [KivolVer) i cap? de bor-
racha, 1 pardecajeas o t'chapo de dita, 1
reloio puente suisso cem corrente de ou-
i> 'i-a 1 jicao la livrosde mathematica,en-
haria. archilectura e pbilologia em as
ias allemSa, iiioamarp e portugueza, etc.: na fda do trapiche
> |t. 90,segundo andar.
Osengenheiros da estrada de ferro J.
Meklcnborg c L. Mo rson rctiram-se para a
Europa.
AO RA1UTO .
Narua do Queimado n 18 A, esquina que
volta para o Rosario, vcnlem-se chapeos
brancos de castor, pelo barato preco de 05,
cassas de cores muilo largas para 200 rs o
covado, riseado fraoeez jioito lino a 200 r<.
o colado, casemiras borJadas com toque de
avaria de agua doce a 5?009, ditas prelas
bordadas, linas, a GsOOO o corte.
--- Precisa-se alugar urna casa terrea no
bairro do.Sanio Antonio, que sejj solrivel e
tenha hom quintal, da-se toda seguranca,
alm de 6 ou ISmezes adiantados : quem
tiver annnncie.
Precisa-se de um official bahuleiro :
no aterro da Boa-Vista n. 52, achara com
quem tratar.
Antonio da Silva Fialho, nao podendo
despedir-se de seus amigos pela rapidez de
sua viagem a Sobral, sprovella a occaslao
para o fazer por ese jornal, e otferece o seu
diminuto prest mo oaquella cidade
OfTerpce-se um rapaz portuguez do 18
a 20 aunes de idade, para caixeiro de pada-
ria ou de taberna, ou outro qualquer esta-
belecimcntn : quem precisar, dnija-se a
ra da caixa d'agua, na Koa-Vista n. 50, que
Jar con ecimenio da sua conduela.
Precisa-se alugar uma retaque en-
lenda alguma cousa do co/inhar, he para
casa de" pouca familia, trata-se c paga-se
heni : na ra Nova n 1 ou 10.
LOTEHIA
pr
^
mncia.
Pernambuco M de maio de 1857.No 'mi-
pedimento do oulcial-maior, Uinamerico u
gusto do Regollangel,
O lllm. Sr. capillo dn parlo, da eooiarmidaJ*
rom as rdan rio rinisleri da marinha, Iranamil-
liiias pelo Kvm. Sr. vice-prtaidenle da provincia,
m.olueio aeli do ndame mez, manda dar pubH-
cilaiie a lrdue$lo ibaixo '.. aviso (iinunciaialo
ao naveganlea o Mlabelaennenlo de pharo*> em dif.
TerenlM pOMM-dl Europa, nos Etailos Unidoi ila
America.
Capitana rio Porlo da 1837. O secretario, Aletaudre llolriguei doi
Alijos.-
TRADUCCAO'.
Aviniraiis iiavegaaM*.
N. 38.
ESTADOS UNIDOS D'AHERICA.
A commlfiSo directora .lf pharou d Estados
finios putilimo osseguiale avisos;
1'lnr ii livi pin Abtecum. Ney lersey.
No da 15 de jaoeiro da 1857, sppuerara' cma
lazoo plural ds torre ulliiiMinente e Iilicada em
A11 -1 i ,-11. em New Jersey.
A lz ha de ser branca c ("na, n michini-mo llu-
miaa lor uva lenle calarfioplrira ,Ja primeira ordem.
A loz tem oina elevaran ae l(i" ps rims ilo i.ivl
meilio ilo nur, n deve avillar-fe do eonvet de nm
navio em lempo ordinsrio na distancia rrotijiada
de 20 militas.
A torre he te fijlo, e njn fli' pin'ida, no cii-
me da qual lera' nina Innlern 1 plnt.ila de preto. A
'lia posicao' provlinaila, suin.ili> s po.ls colii.-ir
ilus msppas da vesloria i!n rusia, ela' na I > 1 i I 11| -
:W 2i" norte, I ingitu le 7'r >',' ao oeste de Crcen-
wich.
Phare! fio -Boaver T'i'n Nev/pnrl.
Nodj 20 deouknro de ISjfi a|iresen(r-e-li.i
ama lar 00 pbanl da nova torr
pequeas, ma quezas, toucadores, cama de
Ierro gran le, ditas de inadira, mesa elsti-
ca para 2 possoas, aparadores, guarda' mu-
ja, mesas para engommar, apparelhos de
porcellana para jantar, almoco, o para cha
garrafas e Copos de cryslal para*vinhd, copos
para cbampauhe, lats garlos ecolheres-,
porco de vino engarrafado, uo dferentes
o superiores quali.iades, um carro para ,-cis
pessoas '.'e oous ou um cava lio, com arreios
dobrados e siogelos, um cabriolet, dous ca-
yaiios, Uem de cozinha, aito parajardim.e
inliiiidade de objectos assas necessarios, as-
sim como um cabriol novo e de quahiale;
alem dosartigos snoramencioados, llavera
tamhem exellenle liaiiibre, queijo, bebidas
etc., para o lunch : sexla-leira 15 do corren-
te, as 10 huras da manba, silio di casa a-
maiella, jimio ao da Exm baroneza de bo-
benbe, na ponte de L'cha.
Anselmo Francisco Peretti.
1 (i'ada em Beaver Tal, na piula enroma .lo snl
i 'I* Ci>namca( Isln!, na ejilrail.i d.i .thia Ncvporl,
ilha d9KhoiIe.
A luz ern* como lalivinrinmir-, branca e (i\a, o
rnachlniarn* illoma '"r orna lenle ila lerr.eira or-
dem de Fresnrf. Sera' collociila-em uma aliara de
80 pes cima >io niv.l medio do mar,- eile>eavis-
Ir-s do convex de um navio em lempo ordinario
nadi'.ancia de 11 milhas.
A (orre he de uranito (ia cr natural, qundraila. e
em jj pes d^ aliar, ,,a base ao cume. licando 3:1
pn aspara o noria da anliga torre. A casa do uar
na Be^de lijlo, calada. Itm doa ndares de alinra,
e esta asmex, ,orre p ,
d nm sobrado.
No memo-di* luiaaterior cessara', e a torre
veiln sera* denmlida. '
Por ornem de S. S.
.1"S!^ /"'i" Wl,!!l"". hydroB,apho.
K-ptrlir.io hydrocraphica doalmiraniadn I on-
dre 14-dc oulubro rfe 185. """'",Mo- Loa-
(Poi- ordem de Bestron RooLer \ C.)
O agente Kolterto Loa" leilao, por con-
ta e risco de cjuem pertener, de uma
porro de liarrics com farinha de tripo
com toijue (!, avaria: abbado, I (ido
corrente, a's I horas, po armazem n. i,
do liecco do (lonealves.
--,- 0 agente Borja, par despacho do lllm.
recenlemenle edi- br. juiz de paz do segundo distrieto, da fre-
guezia de S. Anlonio/Jono Francisco Bastos
a reqursi ilo de los da I enseca e Silva, rara
leilSo da taberna, sita na ra Direita n. 53,
de Manoel los Freir de Andrade, consistin-
dom armacHO? gene ose mais objectos etc.,
exisl ntes m mesnia .' sabbado lo do cr-
reme, as 11 boras da manhSa.
O agente Pestaa far lcilSo cm seu
armazem na ma da Cadeia do liecife n. 55,
por ordem o em presenea dolllm. sr. cn-
sul de Franca Desta cidade, de J. E. ^. n. 1 a
4quatro caixas com livros em portuguez e
francez, obras escoltiiJas e de encommeu-
das, pertenrentes ao fallecido subiilo fran-
cez Jean Francois semond, cjos livros se-
r3o vendidos pelo .miior prego offeiecido :
sabbado, 16 do corrente, pelas 11 horas da
manhaa.
Existe um pequeo rea
to j)' r vender, (ios felizes
letes, ni!) rica dos pelo
abaixoassi^iiado, cuja ex-
trac^o he sabbado 1*6 do
correte.
*. .5. L'>i/me.
Quem tiver e quizer trocar um orato-
rio com as imagens de N. S. da GonceieSo, e
do Sr. Crucilicddo : dnja-se a ra do (Juei-
niado n. 22, que achara com queii tralar.
Compra se "urna mobilia de qualquer
madeira, e em segn a mSo : na ra estrel-
la do Rosario n 4.
Ao publico
Ao publico e principalmente aos meus fre-
guezes, tenho a honra de participar, que me
i.cho presentemente habilitado para torna-
cer qualquer obra de minha proflssSo, dos
mais-escolhidos e inelhores pannos, como
sejam, casacas, fraques, sobrecasaeas, vel-
ludo, fustao ele., para colletes, casemiras as
mais linas, de helios padrOM, de lo las as
cores para calcas, brins etc e me encarrego
de executar qualquer encommenda, pela ul-
tima moda da Kuropa, aebaixo de, lo la ga-
ranta, por commJo preco. JI II inder, al-
faiate, ra .Nova n 52.
Trocarse uma arle de Iturgain pela de
Cibson, anda mesmo usada : na ra larga
do Hnsario n. 25.
urao. ouca-se quaiquer quaniia sobre a;pra-
sa-se da um capellao para um en- Ca do l'orto, pelo prximo vapor sardo : na
Serinbaem, da-se bom ordenado : 1rua.de Trapiche n. 40, oscripiorio deT.de
.qpilin. ,in i^.-m.. .. su ..,., bu Farias
i
O abaixo assignado ven Je a dinbeiro a vis-
ta, sendo da quanlia de 1tlu;00 res para
cima, os seus feli/es b Hieles, nieos, e quar-
tos, pelos presos abaixo mencionados, na"
ra da Cadeia do Recife u. 45, esquina da
Madre de heos:
Bilhetes 5^i00 recebe .5:0009
Meios 2-700 3:5009
Uuarlos 93S0 1:2509
Por Salustiano de aqoino Ferreira,
Jos Fortnalo dos Santos Porto.
SEGUROS.
A dircc.Qao da coinpanbia Indemnisadora,
faz publico, que em observancia do que dis
poem os respectivos estatutos, serSoairema-
lados no dia 16 do corrente, pelas li horas
da manhSa, na praca do commercio.'doz ac-
coesda tnesma comparrliia, !or rallecimeblo
do accionista o Sr. Dugo Halliday. liecife
1 'i de maio de 1S57. Os directores, J. J. Tas-
so Jnior, J. I. MeJeiros llego, ejoao da
Silva llegadas.
\xeiro.
Precisa-se de lim caixeiro qiieseja fiel, e
que tenha pratica narua eslreiu do Rosa-
rio n. U, deposito de molbados.
Aoamanbecer do da ti de maio, fur-
taram do cercado jo'sitio do Monteiro, do
engenho Recreio, na freguezia da Muribeca,
um -avallo [iL'dr?/, com idaiie :le 10 anuos,
punco mais ou menos, de bom tamaito,
com urna bexiga uo espinhaco, cabo curto, e
so tem um grao, assim como ainbem urna
bosta caslanlia escuta, com u pona ie uma
orelha quebrada : quem os descobrir, os po-
dara levar, ou participar ni mesmo Sitio a-
Ci a iiilo, qui sera gralicaiio, ou na praca
emeasa oo Sr.'Antonio Joaquim Ferreira de
Souza, ra de Hurlas.
Precisa-se de urna ama sneca, para o
servico interno de urna casado familia : n^
ra .Nova n. 30.
Precisa-se de uma ama de leite, forra
ou captiva, paga-se bem : na ra .Nova ll 30
Precisa-se do um i ama que saiha cozi-
nliar, e fazer lodo o mais servido de casa :
na ra doCaldereiro taberna n 60.
Precisa-se fallar com o Sr. Francisco
J. de M. Braga, que leve taberna no becco do
Mouleiro, a negocio de seu particular inle-
resso : nu ra ue llortas n. 7.
Atienes
Precisa-se de urna pessoa habilitada no
ensino- primario, sem familia ou com pou-
ca, que queira eusinar a cinco meninos em
um enguhe distante 5 lego.is desta capital,
onde se lhe ofTarece commoios e bou or-
denado : a quem convier, pode ir tratar ua
ra da Cruz ti. 32. segundo andar.
Precisa-se de 2:00ofooo com o premio
le um por cento, dan le-se uiivi hvpolbeca :
quem qnizer.dirij-so ao'kecco do Varas n
20. das 7 horas da manhaa as 10
Existe para ven ler-se na ra da Cruz
n. 26, dous fardos de fumo de priureira qua
Inlade, para capa de charutos, o qual he ve-
lho de dous annos, e viado da Babia lti-
mamente.
Bururain.
de qualquer amolacSoj com toda a perfoicro
desejavpl : aterro da Boa-Vista n. 52.
Da-se 209000 de gratificacSo por um
muleque que saib-i fazer os serviros 'de urna
casa de eslodantes quem tiver, dirija-se a
ra estrella do Rosario' n. 19, primeiro an-
dar, ou ento annuncie por este jornal b lu-
gar de sua inorada.
Offerece-se um homem pardo, de ida-
de, sem familia, para algum sitio no enge-
nho, o qual cuten le b -.n de agricultura :
quem precisar, dirija-se ao Forte uo Males,
na taberna do Sr. Boavista, ou annuncie pa-
ra ser procurado
Precis
gen lio em S
a tratar na camboa do Carolo n. Vi, com Sil-
verio loaqnim Martins dos SantDs.
Fugio da Capunga o cabra Antonio,
escravo do Manoel .-.ntonio Torres, O qual es-
cravohe bep) conhecido, e ausentou-se no
dia 10 do corrate, e lem os signaos seguid-
les : corpo sito e reforcado, cara larga e
opada, nariz chato e alguns signaos do bexi-
gas : roga-se as autoridades policiaes e ca-
pitaes re campo que o peguem e levem ao
I-aleo do Terco n. 4, que sero 'ecoinpen-
S 'llns.
0 Sr. .lorio Andros c o Sr. J. F. no-
li rio ten urna orla no cscript irio de Do-
mingos Aires Mi'Jieos, iu ra de Apollo
o 2:;.
--- Precisa-se de ofDciaes de alfaikle de
to.ia a obra : na rus Nova n. 52.
Precisa-se de ollicia.es de alfaiate para
calcas de casemira : na ra .Nova n. 52.
hesencaininharam-se dos abaixo as-
signados as seguintes lettras, aceitas pelos
rs : Sebastiao Jos da Silva, a vencer em
30 -le nnvembro p. 1819300 ; Flix Venancio
i!e Cantalice, para o mesmo veocimento
I44>800; Jos Gopcalves Malveira, para 31
de Janeiro p. I:o7t9000 ;' Joaquim Francisco
l.,ivra.il--m4la-?0,t0;Ciiinvir.'ies'o: Bastos item
19000 ; Carvalho A -iha item 134;t00:
roga-se a quem(as tiver achado, o favo-de
as entregar aos mesmos abaixo assignados;
assim como de novameote se roga aos ditos
Srs. acedantes para nao lazorein negocio al-
gum com taes leltras, visto que outras vBo
ser .surcadas em seu lugsr. Bec'e 12 do maio
de 1857 Burle, Souza & C
Pede-se io Sr. al. A. V., morador em
G..... baja de vir ou mandar pasar ale odia
30 de maio, na ra larga do Rosario n. 46,
primeiro andar, a quanlia que nao ignora,
do contrario lera o prazer de lcr constanto-
nieiit nesle Diario o seu nome jor extenso.
Para espera basta um anno.
'Precisa-se de um amassiJor; na ra
daSenzala Nova, padarb de Domingos Jos
da Cuuha l.ages.
Precisa-se de urna ama de leite. forra
ou captiva, sem lilho : na pracn da Boa-Vis-
ta n. 1, sobrado re'edilicado, depois do becco
: do Veras.

rarto.
Na noito do segunda para terr;a-feira, 12
do corrente, fartaram ao abaixo assignado
um cavado, do sitio pertencente ao fallecido
Sr. Francisco de Carvalho Paes de Andrade,
no becco do l'.spinheiro, o qual tem os sig-
naea seguintes : cor ruro sujo, muilo novo,
inteiro, ferido um pouco nos peilos por tra-
D* nelba nina CicatrisacSo de j ter tido Uma
ferida, canda e dinas curtas, o ferro ignora-
si: roga-se is autoridades policiaes ou a
qaacs quer pessoas a quem for orTerecido, a
apprebensifo do agraoecer se graldicara, sendo entregue ao
seu dono, no liecife, em Sanio Amaro, ao p
da fundirn, taberna de Jos Jacintho de
Carvalho,
Saca-sc qualquer quanlia sobre a!pra-
Vendcm-se grammaticas francezas de Bur-1 ^^^
gain : na ra da Cadeia do liecife, loja de k p B/f. lixJk IB14f'Ba^
Jos Fortnalo dos Santos Porto. \_y vf lil 1J 11C 11191/1 t-
A 5!o00 4.s00U
)oa azenda, esta' vo.indo : na ru:i Di-
reita n. i.">.
Manoel Luiz Viriles pene a seus amigo* o
obsequio d* virern a missa, que sb resar
i capella do remilrrio, s" 7 boras ila ma-
nhaa de s\ta-feira 15 da corrente maio, p>la
alilia de saa roneorb.
Precisa-sede um born contra-mes-
tre como lamlum de fliciaes de concer-
t e de toda obra : na lo a de alfaiate da
roa Nova n. <)-
'~C*' -''. ::"" ', ''-'.'' ".>'T>.'"-'-^?.-','-;'1-"-:
:~-t De or Irin do lllm. Sr. pr ivkiI, r da ao- f :
,-.. cm in.lt- (inli .ilox.i ,. Lillerari__Amor a :'
W Ciraile, comilu aoJ-Srs. sucios a com- '".
V3 P'reeerem Imje. pela* i liorss da t-rds, ('
y/ruadas Aunas-Verdes n. (i, t- andar. He- '
. ; rife, I da maio de IS57. O escriv.lo, "
V.; Mano-I Juaqjim Silveira. 39
. ":'~.1'"t-r'i;'-A ."*;' "'i ""Is -'..'V /* ... <..!'.
. ^-'- ,^ ...- .*, ..? .^..,- ,..-.-. : ..-...-,;,..-
Joaquim de Souza Sv i Cunha, retira-
se para a Europa.
MAIA IRSlAO.
Com loja de chapeos na ra do Crespo
n 6.
neccb.;raoi um grande sorliment de cha-
peos de castor c velludo, cnegados ultima-
mente de Franca, e yendem-se por precos
muito em cuota ; assim como chapeos do
Chili.
Chapeos de velludo prelo copa baixa,
. a Canrobert a...........
Ditos de castor pretos, copa alta, a
Cavaignac, a........*. .
Ditos de dito, sem pello, copa alta, a
'elissier a............
Dilos de dito rom pello, copa baixa,
O-OoO
89000
6000
-.- tr* i**
- O
_ltSai
S
n i
c'
"S ~
Q r.
4?0O0
2^000
(le cor, a Changarniera .
Ditos doChili para meninos a
Kio-Fornjoso. g
'> O llr. Jo.1o Honorio liezerra de Mine- G
.,-. i**, mediro pela Facublade da Baha, lem -';
Oto livado sua residencia na cidade dv Rio-For- '"
... nioso, e de novo efforece seus iervir;09 a to- *';
-a? .las ai pessoa que o honrarem com sua con- %i
- fiaura. .^>
d03O&&#@ ;;.;:
Precisa-se de um menino de 12 a 15
annos, que seja do boa conducta, para a-
prender up ollicio, dando^sc-ihe o que se
tratar : quem tiver annuncie por cale Dia-
rio.
A fabrica de.sabao da ra Imperial.
Prec;sa-so de serventes livres ou escravos,
c lem-se para vepder uma bomba de ferro, e
algumas varas de r^e de rame galvanisodo,
P'pas e barris vasios."
Xa ra Nova n. Ai, loja e fabrica
le chapeos de Chmtiahy & lrmfto, clie-
;aram os su pe-linos chapeos de castor
pretos e brancos, com pello e sem elre,
copa alta.
Precis-se de urna ama de leite que
o tenha eia abundancia e seja de muito
bous costumes e paga-w pem: dirija-
se a praca da Boa-Vista, sobrado de dous
andares, por cima da botica do Sr. Ga-
meiro. entrada pela ra do Hospicio.
Precisa-se alugar ma preta para o ser-
vico interno e externo de uma casa de pouca
familia: na ruada ConceicSo da Boa-Vista
n.53.
Precisa-se de uma ama quesaiba lavar
c cozinh ir, prefere-se captiva, para casa de'
pouca familia : quem tiver, annuncie por
esta folha.
j O Sr. director da AKociarile Popular di-g -.
j Soceorrof Mulooi, rosa a iodos os Sf. so- Jf*
rJ ci- que e'lau por salisla/er as suas joas e '-.
:., meiisabdades, que i!e\Pin pur-se em dia r
: com n hr. Iliesoureirn, o mais breve pool-
;" vel, do rnuirtrii. incorrerio as penas do '
',-' ni. 5" 5: I e 2 das eslalulos. .' '
'''".' .:".:.':' .:.- O@! r"'. ": :
Arrenda-se ou vende-se um sitio junto
a matriz da Varzea, com casa de vivenda i
grande, e bastantes arvores defnelo, bem
como larangeiras, cafezeiros, e'outros: a
fallar na na de llortas, sobrado n. 2, segun-
do andar.
Aluga-se a armazem de 3 portas, sito
na ra da praia, pertence .te ao patrimonio
da. ordem l>"rr- ira de S. Frincisco : os pre-
lendentes dirijam-se ao largo do Carmo
11. II. 16.
--- Continu'a a estar fgido um cabrinha
le nom Manoel, de idade de 16 aun is, ten-
do falta de um dente na frente; assim co-
mo teto ucia cicatriz na testa quasi junto ao
cabello, preveniente de um couce de caval-
lo : quem delle souber, dirija-se a na Ve-
Iba u. 9t.
CbegOU i ra Nova n. 45, um comple-
to sortimenl (e pedras marmores para con-
solos o mesas de meio de sala, que se veti-
dem por precos razoaveis. .Na mesm.i casa
ha para vender cadeiras para meninos, tan-
to para escola como, para o jantar,
I'recisa-se alugar urna ama secca para
todo o servigo de ponas ti dentro ; na praca
da Independencia ns. 36 e 38.

D-se dinbeiro a premio, sobre penho-
res de ouro ou prata, al a qu-uilia de 500c :
na ra Imperial'n. 10.
I'recisa-se de uma ama para casa de
um moco solteiro ; na ra da Praia n. 19.
> MAIA IRMAO'
receberam um grande sosliment de cha-
peos Jo Chili, evendem pelo haralissimo
[rer;o de ->t para cima.
Agencia de passaporle'e folha corrida.
Ra da Praia, primeiro andar n. 43, ciau-
dino do RegLima;despachante pela repar-
licio Oa polica, tira passa orte para dentro
e lora do imperio, e folha c'orrhia, por com-
modo preco e presteza.
Precisa-se alugar uma preta ca;tva,
que saina fazer o servico interno d uma
casa de pouca familia, paga-se bem agra-
dando; no largo da Assemblea n. 12, pri-
meiro andar,
Fogio.em 7 de maio corrente o cabra
dfe nome Duarte, idade 40 annos, pouco mais
ou menos, coro os seguintes signaes i baixo,
com falta de denles, beicos grossos, teiri um
Slgnal muito visivel no p esquerdo, o de lo
Vizlnho ao mnimo fra de seu lugar por ter
por cima dos dous que o cercam ; foi escra-
vo de .Manoel Joaquim Carneiro, lavrador do
engenta < serrinh. em Serinhaem ; quem o
pegar leve-oaos Afoga los, ra de Miguel
n. 6, que sera recompensado.
j" Amga-se um co/iulieiro d lomo, fo-
gilo e massa, sem vicios e muito liel : no so-
brado n. i, pausando o becco do Veras, ou
na botica na mesura praca, canto da ra do
Arag.o.
I'ermuta-sn ou vende-sc urna mulata
do 20 annos de idade, com muitiis habilida-
des : na ni. Augusta, sobrado junto ao Sr.
Jos Maria Placido do Migalhaes.
Precisa-se de um homem velho c de
boa conducta, que queira fazer as compras
ue urna casa de familia : a tratar na ra do
Hospicio n. 46, das 6 as 8 horas do dja, e das
5 as s horas da noite.
Precisa-e do uma ama para casa de
pouca familia : ni tea V'elha n. 104.
Os senhores que tem peuhores oes
Cinco Pontas ll 1.52, fe ni l>.vor do os ir li-
rar.no [razone n oas, a contar dsla data
em diante, do contrario se 5o vendidos para
scu pagamento,
Isabel Carroll, suodila britannici, re-
tira-se para fora do impeisjs.'
Precisa-sede 8 a 12 ollciaes p ra
fal)icarcharujtos: na fabrica do pateo
Paras.
Peecisa-se de uma ama para casa'de
muilo pouca familia: na ra do Hospicio
n. 3
Jantares.
-Na ra de llortas n. 16, fornece-se comida
para casas particulares, com todo o asseio e
promptido, por commodo prego, onde tam-
tiem se vende um variado sortimento de
bons charutos.
i IRMANDADE DO DIVINO
ESSi iT s .[.TO
do Guliegio.
O abaixo assignado, escrivao da irmanda-
de supra, convida a todos os irmaos da mes-
ma para se reunirem em mesa geral, as 9
horas da manhaa de domingo, 17 do corren-
te mez, afim de se proceder a eleicSo para o
anno prximo futuro.
Joao Alhanasio Bolelbo.
ir ., 1 e n consi'iiuei
do Carmo,-esquina do becco da Bomrja|dacubeD84oa
o. I, a tentar na. roenma.
O abaixo assignado protesta desdeja,
contra todo e oualijuer negocioqi e por ven-
tura ja tenbam reito, ou preien lam fazer os
seus genios JooGoncalves Villa-Verde, e
Francisco Teixeira Borges, sob.* a escravS
Komana. .upara quehingueni se chame a
ignorancia, faz o presente em que sd as-
signa.
Jos Machado Soares.
Precisa-sc de um moco puriug : '. de
18 a 20 anuos, | ara eaiseir de urna fabrica
develas de carnauba, dando fiad "r sua
conducta : na ra Direita, loja n 59.
Trocam-se as notas do banco do I!o,
por monda corrente aqu, com Jescoulo : na
ra do Trapicha n. 40,' escriptorio,
DE
Bebribe.
O Sr. director da misma companbia
convoca os Srs. accioniftas, para reuni-'
rem-seem assemblea geral, no dia 15 do
corrente, a uma hora da tarde, no res-
pectivo escriptorio, ra Nova n. 7, afim.
de decretarle o pagamento do 8- divi-
dendo, e proceder-se a eleirao da admi-
nistraeo para o anuo (|ue comer^ou com
o presente mez. Escriptorio da Compa-
nbia de Beberibe, 8 de maio de 1857
O secretario. Luiz da Costa Portocar-
reiro.
Gonfcitara.
59 A-
confronto ao Rosario em Santo Autonio,
avisa as pessoas que apromptam bandejas
de bolos 011 doce, que lem um liado sorti-
mento de Figuras do assucar, producto das
formas que mandou vir, assim como anda
tem grande sortimento das mesmas para to-
das as pessoas que queiram aperfeiepar-se
ueste genero de que havia bas'ante falta ;
recebsm-sooncominendas de 'figuras aqu
ueste estabelccimento, ou n pateo do Pa-
raizo, deposito do assucar perola. Precos os
mais cjmroodos possiveis. .
. Paga-se bem.
Precisa-se compar uma escrava moca,
que cozinhe e engomme, e seja proprja para
ra, ou que cosa'e engomme, recolbida em
casa :11a ra Nova n. 34.
I'recisa-se de um feitor para sitio :
no sobrado da ra da Woiia n. 7.
_ I'recisa-se de uma ama para czinhar
so, ou para engommar e levar, paga-se bem :
na ra da Litigela n, 4.
C. STARR & C.
respe 1 losa mente annunciam, que no seu ex,
tenso estabelccimento, em Santo Amaro,
continu'a a fabricar com a maior perfeic3o
.c promplidio, toda qualidade de machinis-
1110 para o uso de agricultura, navegacSo e
manufactura, e que para maior commdo de
seus numerosos Tregpezes e do publico era
geral, lem aherto em um dos grandes arma-
zens do Sr. Mesquita, na ra do Brum, atraz
do arsenal de marinha, um
DEPOSITO DE MACHINAS,
construidas no dito seu estabelecimento.
Alli acharan os compradores um completo
sortimento de moendas de canaa, com todos
os melhoramentos aiguns delles novos e
origmaes a que a experiencia de muitos an-
nos tem mostrado a necessidade. Machinas
de vapor de baixa e alta presso, tachas de'
todotamanho, tanto batidas como fundidas
carros de m3o e ditos para conduzir formas
de assucar, machinas para moer "mandioca,
prensas para dito, fornos de ferro batido
para farinha, arados de ierro da mais appro-
va.la ronslrucclo, fondos para alambiques,
crivoN e porlas para fornalhas, e uma infioi-
dadode obras de ferro, que ser enfadonho
enumerar. No mesmo deposito existe uma
pessoa. inlelligenlce habilitada para receber
todas as encoiiimen las, etc., etc., que os
annuneiaiiles contando com a capacidade de
suas ollicinas e machinismo, e pericia de
seus olhciaes, se compromettem a fazer exe-
cular com a maior presteza e perfeico, e
exacta conformdade com os modellos ou
desenhos, e insirucoes que lhe forera for-
necidas.
Rciiiara de
eyo & Jarreto, no Mon-
teiro,
( No deposito desta refinaria, na ra da Ca-
deai do liecife n. 30, ha sempre assucar re-
tinado de superior qualidade, tanto em p
como em torros e em pSes, por preco mais
commodo de que em outra qualquer parte.
- Um rapaz solteiro, com habilitaeOes
precisas por ter sido' do malo, e tem toda
pratica de seryii.o decampo, e d fiam-aa
sua conducta, offerece-se para administrar
qualquer engenho nesta ou em outra pro-
vincia : quem de seu servigo quizer ulilisar-
se annuncie por este Diario, ou procure no
aterro da Boa-Vista, fabrica de charutos n.
7", que se dir quem pretende.
KOB I.AFFECTBUR.
O nico aulorisadu por. ecito do,conseUu> real,
decreto imperial.
Os mdicos dos hospitaes recomroendam o
arrobe de Laffecteur, como sendo O nico
autorisado pelo governo e pela rekl socida-
de de medicina. Este medicamento de um
gosto agradavel. e fcil'a tomar em secreto
esta em uso na marinha real desde mais d
60 anuos ; cura radicalmente em pouco tem-
po com pouca despeza, sem mercurio, as af.
l'ecces da pello, impingens, as consequen-'
cias das sainas, ulceras e os accidentes dos
partos, da idade cruica e d acrimonia he-
reditariaaos .minores j convm aos calar-'
rbos, a bexiga, as coulracgoes e a fraqueza
dos orgos, procedida do abuso das injec-
cOea ou ^ sondi s. Como anll-syphililicof
0 arrobe cura em pouco tempo Os'lluxos re-
ceotes ou, rebeldes, que volvem incessantas
nsequencia do em prego, da copahibe,
ia ou das lejeccoos.uuerepresenlem
o viruasem oeulralisa-lo. O arrobe Uffec-
ter ha especia i mente recommendadocon-
ra as-iioencas inveleiada,ou rebeldes ao
mercurio eao iodoroto dQpotasso.--Lisboa.
--Venee-se na botica de Barral e de Antonio
Feliciano Alves deAzevedo, praga do I). Pe-
dro n. 88, onde acaba de chegar uma gran-
de porcao de garrafas grandes e pequeas
viudas di ectamente do l'aris, de casa do dito
1'oyveaii-l.aUeeleur 12,rua hichelieu a l'aris.
Os lormularos dao-se gralis em casa do a-
gente Silva, na praca de I). Pedro n. 82. --
l'orto, Joaquim Araujo ; Bahia, Lima & Ir-
maos; Pernambuco, Sonm ; Rio de Janeiro,
Rocha & Ribos ; e Moreira, loja de drogas
Villa Nova, Jo3o Pereira de Magates Leite '
Rio Grande, Francisco de Paula Couto &, *
MUTiraorj
ILEGVEL

.



DIARIO DE PEKNAMBUO, SEXTA fEIRA I5DEMAIO DE 1857,
* 1-.I>!1\S PHECIOSAS-^
L
! Adererng di> <-rillianlo. T
diamante? e perolas, pul- t
vpii;k, Miiielps, brincos S
f ? rozetasltiolAe e anoeis *
5 de difTerenles ksIos e de i
* diversaj-pedras de valor, A
* Compram, vendem ou J
J trocam prala, ouro, bri- J
llianles,diamntese pro- ?
* UM, e outras quaesquer
E joia* de valor, a dinheiro S
mi por obras.
* ??*<* :::**,*>;*
MOREI&i .1 DBiRTE.
LtJA DI 1IH1VE8
Roa do Cabaga' n. 7.
ftecel>eni por to-
dos Q8 vapores da Eu-
ropa as obras do mais
moderno gosto, tan-
to de Franca cotilo
&*
Ot'UOE MATA
^W*
1
% ~- *
, Adereros completo* de
* OBro,meio*dilo6,pnlcei- i
J ra>,air.netes, brincos et
;e roalas, cordes, trance- J
.-: I'ns.inedalhas.correnles
* eenfeilespararelogio,e *
; oulrosmuitofobieclosde J
i ouro. __ $
* Apparelho* completos,*
3 de prala, para cha. ban- jf
;i
.dejas, salvas, ea.tic.aes _
* colberesdesopaedech,
g e muilo. oulro objeclos *.
4; de prala.
Ti***-*-*.:;;:-;;;-*!**:*::**
de Lisboa, asquaes se vendem por
preco commodo como costumam.
C0MSLT0R10 HiM PuTfliCO
Onda se acharo sempre-os mais acreditarlos medicamentos, tanto em tinturas como
em glbulos, e preparados cora o maior escrpulo e por precos bastante commodos ,
FKECOS FIXOS.
Botica de tubos grandes. .
Dita de 24 .
Dita de 36 > .
Dita de 48 .
Dita de 60 i> .
' Tubos avulsos a......
Frascos de linturrsdemeia nnca.
- Manual de.medicina homeopathica de Dr. Jahr com o dic-
cionario dos termos de medicina ..
Medicina domestica do Dr. Henry > .
Tratamento do cholera morbus .
Repertorio do Dr. Mello Moraes .
10/000
15S000
203000
253000
30^000
13000
25000
203000
10/000
2/000
6*000
Alienco
a
K. C. Yalcs < Companhia: estabelecidos
no Rio de Janeiro, na ruado Hospicio n. 40,
vendo um annuncio publicado em urna das
folhas de Pernambuco pelo Sr. Bartbolomeo
F. de .Souza, prevctundo ao publico que o
verdaderro xarope do bosque so elle he
qucn vende.prevenimos ao mesmo publico,
que o nosso jarope he remellido do Ri de
Inicuo pelos cima propietarios ao Sr.
Manoel Alves Guerra, e estesenhor fez o de-
posito' para'ser vendido na pharmacia do Sr.
Jos da Cruz Santos, na ra Nova n. 33, ni-
cos por us autorisados para 'venderem o
nosso verdadeiro, e mais prevenimos aos
senhores consumidores, que ha perlo de 5
anuos os rotlos collados jias prrafos s3o
assignados por Henry Prins, como procura-
dores dos cima proprietarios. Rio. de Janei-
ro 13 de Janeiro de 1857.
Bartnolomeo Francisco de Souza, len
do o.annuncio dos Srs. R. 0. Yates & Com-
panhia no Diario n. 17, em que diz ser so-
menle verdadeiro o xarope de bosque que
se vende nesta cidade na pharmacia do Sr.
Jos da Cruz Santos, onda fez deposito o
Sr. Manoel Alves Guerra, que recebu delles
proprietarios, declara ao publico, que au
duvida seja falso o xarope de bosque que
tambera vende em sua botica, mas assevera
que elle he comprado aos mesmos Srs. R.
C. Yates & Companhia, do Rio de Janeiro,
como provani os documentos abaixo :
RIO l)E JANEIRO 8 E AGOSTO OE 18.>.
O Sr, Bartholoraeo Francisco de Souza
comprou a R. C. Yates & Companhia :
4 duzias de garrafas com xarope
Uo bosque a 4o00o. .'.....2163000
6 duzias de l|2 garrafas com xa-
rope do bosque a 27-3000. ..... 1623000
Rs. 378#00
Receb o importe cima, do Sr. Antonio
'oaquim Vieira de Carvalho. Rio de Janeiro
de agosto de 1856. Por R. G. Yates &
"ompauliraJos Paulino Baptista.
Reconheco verdadeiro o signal supra. Re-
tire 8 de agosto de 1856.
Em fe de verdade.
Manoel Hilario Pires FerrSo.
RIO DE JANEIRO 18 DE KEVERllRO DE
1857.
Os Srs. Constantino (..ornes de Faria & Fer-
rara compraram a R. C. Yates & Compan-
hia :
4 duzias de garrafas com xarope
do bosque a 54oO00. ...,-.... 216/000
6 duzias de Ir* garrafas com xa-
rope do bosque 8 27300......162/000
Afericilo.
Scientifica-se a quem convicr, que a revi-
sao de pesos, .medidas e bataneas, principia
do 1. do corrente a findar no ultimo detu-
nho : na casa da afericao, no pateo do Ter-
co n. 16.
T
<93Sjttr./$&
Compram-so travs de 25 a 35 palmos
de compnmento, e palmo de grossura : na
Iivrawa da praca da Independencia n. 6e8
Compra-se urna cabra costumada a
criar menino : na ra de S. Francisco, so-
brado n. 8, e na livraria n. 6 e 8 da praca da
Independencia.
Compra-se eTectivamenle na ra das
Flores n. 37, pnmeiro ndar, apolices da di-
vida publica e provincial, accoes das compa-
nbias, e da-se dinheiro a juros, em grandes
Q pequeas quantias, sobre penhores.
Compram-se vaccassem crias, ou sem
ellas, embora estejam magras, assim como
garrotes dedierentes lmannos e mesu.o
magros: para traiar em Santo Amaro das
Salinas, casa nova de sobrado junto a capel-
la do mesmo nome, pela mannaa aleas 9 ho-
ras, e a tarde, das 4 horas em dianli, todos
os das
Compram-se escravos de ambos os se-
xos, de 12 a 25 annos, para f-ra da provin-
cia, paga-Sc, bem : ha ra Direita n. 66.
Compra-se um sitio que seja pertoda
praca, e que tenha algumas fructeirs : na
ra do Fogo n. 8.
Comprara-so frascos vasios dagua de
colonia, e assim como de outras qualidades
de |crlumarias.
Compra-se um coelbo (inxo): na
praca Compra-se papel de Diarios a 20rs.
cada lib-a ; na ra lacga do- Rosario n. 21,
fabrica de cigarros.
Vendem-se barrilinhos com doce de
varias qualidades a i}40ea.da um, queijos
do serian tSerid) muito frescaes a 560 a li-
bra, luiicinlio de Santos misturado com car-
nes-a 200 rs. a libra, sement de coentro
muito novo a 320 a garrafa : n taberna da
esquina da ra dos Martyrlos n. 36.
la lo ja
das seis portas
EM FRENTE DO LIVRAMEiVfU.
Vendem-se cassas francezas e siseados a
meia pataca o covado, fazeudas novas: dam-
se amostras com penhor.
O S9^
confronte ao Rosario cm Santo Antonio,
vende lindos vestidos para bouecas, o deli-
cadas figuras de assucar, francezas, e junta-
mente feitas em suas formas, as quaes tam-
bera vende constantemente. Se achara nesta
confeitaria chocolate francez, confeitos e
pastilhas, c outros objectos.
- Vende-se seuicnte de roacacheira mui
to boa : no sitio da Trempe, sobrado n. 1,
que tem taberna por baixo.
Vende-sc um tadquede ferro, proprio
para deposito de leos, por ser grande- e
bem construido : a tratar no becco das liar-
reiras n. 8.
AMEIXAS FR4NCEZ4S.
Em latinhas, as melhores que tem vindn a
esta praca, nico deposito no aterro da Boa-
Vista n. 8, defronle da boneca. Assim como
minios outros gneros de superior gualida-
de, por presos razoaveis, ludo ebegado l-
timamente.
A.vai&de
$01 barricas le V, arrobas: vende-seno
armasen! deJ. Piaager&C, ruada Cruz.
%t1Urt9.
.ietSiolo faciliiuo.
Na livraria da praca da Independencia n.
6 e 8, vende-se o motliodo facilimo para
aprender ler, novamenle impresso e aug-
mentado, por mil res.
- Vende-se urna cawoca para cavallo,
muilo-nianeira : por detraz de santa There-
za, casa terrea envidracada.
Cortes de cbafy
de babados a f'J^OOO.'
Chegaram pelo ultimo vaoor da Europa
| ricos corles de chaly de babados, hienda
vende-
Rs. 37830001 r
Recebemos o importe. Por R C Yates A -, -------'
Gompanl.ia-W. C.Ceiwartt. & ^ muit.,,Da de lindos-gostos
Nos abaixo assignados declaramos que
compramos o xarope cima para oSr. Bar-
tholoraeo Francisco de-Sou a, d.e Pernam-
buco, em vjrtude de sua ordem de 3 do cr-
reme. Rio de Janeiro 18 de evereiro de
1857-Constantino Gomes de Faria i Fer-
rcira.
Reconheco ser verdadeiro o signal supra
de Constantino Gomes de Faria A Ferreira.
Rio 18 de fevereiro de 1857.
Km de verdade.
Pedro Jos de Castro.
SEGURO CONTRA FOSO.
Companhia Alliance.
Esiabelecida cm Londres, em merco de 1324.
Capital "cinco miliices de libras esterlinas.
Saunders Brolhers & C., tem honra da in-
foraar aos Srs. negociantes, proprieurios de casas,
' a a quem mais convier que esto plenamente u-
lorsados pela dita companhia par efectuar segu- -
ra sobra adiados de ijolo e psdra, eDbertcTdeutofJBll "S ? "T
tlh,e.gualmenta sobre os objeJio, ^eomtraiese 2. g
os mesaios lificios q,.er consista em mobilia ou NA NOVA LO.TA RF, FA7.F.R-
fazejidas de qualquer qualidade. "V ljU,,a Ub **"
>,-3.'^;^.'-.-..-. .-.t-ri ' nniim-ni r& r-Si&'' .;| corte, cambraias de cor para vestidos, mu-
;'. to linas a 500 rs a vara, cortes dp r,cti.
Paulo luiiiiiiin denh-l, roa Nova o I *<* nlln e.^i- i ''' -unes ue cassa a
^12|0U0, sapatinnos para menino, tuucas a, cortes de caseniira a 41000^ chitas a 5
.-------------------------1 .. a peca o a 53800, contras muilas Tazen-
Itaspassa-se o aricnjamento do en-
genlio FKESCO.NLVI, ni' freguezia de
Agua-Preta, .moente e oferente, o jual
ainda falta quatro a unos para se (indar
se na ruado ^jueimado u. 21 A.
Sedas de qua-
(lriiilios mi lid os a IO0 rs.
o (Ovado.
Na ra do Queimado n. 21 A, vendem-se
sedinhasde quadros miudos, chalv de lis-
tras e llores solas a 800 rs. o covado. Dio-
se as amostras com penhor.
Vende-se ou arrenda-e o sitio deno-
minado.F.stiva de cima, no lugar da Ibura,
com casa de vivenda e matas para tirar le-
nha, arvoredos de fructo, e com bastantes
trras para planlaqoes e criac3o: quem pre-
tender, dirija-se a prai;a da Independencia
ns. 23 e 25.
Vende-se umnolcque de 18 annos,
com um deleito n'uma perna, mas que nao
o impede de fazer todo o servico na ra
DENT1ST. fRINCEZ.
=: Paulo Gaignout dentisU, r fa Nava n. 41: '';
na inesma ca.a Um a^ui e p< deillrilic. Q |ja
SvsS;l;S Q- ^OOXQ rs'
com todos os seiis pertencs, como sejam :
23 escravos de servir, bois, bestas, cai-
ros, ferramentas, e
Rod ri-
a ra
tudo mais que be
preciso para o manejo db mesmo enge-
nlio: a tratar com Antonio Jos
gues de Squza, em seu escriptorio
do Collegion. 21.
( Joan da Silva Hamo', medico pela un- ..
fS v.ers",*t,e de Cnirabra, mud ib sua residen- 'j.\
'''. r'"la fa* ''" **l"boa* "'"'', r"a NoVH n. *.'
fc$ 69, sesundn anclar, obrado do Sr. Dr. Nal- '-
a lo, e alu cunlimia a rerabr, das 8 s 10 S
!^ hora da manhA*. e das 3 11 5 da larde, as V
. -,,e ebegado loja do Lecomte, no aterro
da Boa-Vista n. 70, 0 excel lente leile virgi-
nal de rosa branca, para refrescar a pelle, ti-
rar pannos, sardas e espinhas, igualmente o
afamado oleo babosa pam limpar e fazer
.crescer os cabellos, assim comop.'. imperi-
al do lino de Flon-nQa pira brotnejas eas-
pendades da pelle, conserva a fiescura e o
avelludado da primavera d vida.
Ama.
Precisa-so de urna ama para oasa do pou-
ca familia, qoe saiba coznh ir, e engommar,
oorn '
ra
idiiiiu.i, <,uu sama co/.inliar, e engommar,
a toda a pcrfeicflo, o piea-sebem : ua
idoi:cllcgion. 15, annaiem.*
JOIIN CATI,
corretor ge al
E AGENTE DE I.KII.OES O.MMERU A ES,
n. 20, roa do T
rres,
PltlMEIRO AMAR,
praca do Corpo Santo
RECIFE.
precisar de un perleilo cozi-
Boa-Vista n. 1,
s do becco do
Quem ,
nheiro, dirija-s a pn-i.-a d
sobrado reedificado, depo
Veras.

das por baralo prer^o.
a
baralo pre?o.
l\Ta loja
das seis portas
Em frente do Livraiueufo
BARATO Ql'F. ADMIRA. A 58000.
Pecas de cassas pintadas com 20 varas,
gostos novos, a 53 a pc^a : dam se amostras
com penhor.
Vende-se um carrinho americano de
4 rodas, para um edous ravallos, em muito
bomuso: quem o pretender, entemla-se
coni Augusto Fischer, na cocheira da ra de
S.Francisco,esquina do becco do.Ouvidor.
Milho em
saecns.
Na taberna da ra do Vigario n. 12,
vede-se milito em saccas, tanto em por-
cSo'como'a retsllho, por preqo commodo.
Vende-se urna escrava de meia ida do,
que saiba cozinhar, lavar e engommar ; na
ra Direita n. 66.
Carnauba.
Vende-se cera de carnauba, lano em
porrao como a relaiho: na ra Nova
n. V,.
SACCAS COM IILEO. .
Vende-se na loja n. -2, da ra da Ca-
dei.i no Ueci'o, eMiuina do Becco-Largo.
---" Nn ra da praia n. 2!l, secundo andar,
vende-se urna prela que cozinha o diario de
urna casa,/-ngomma e lava desabao, hemui-
lo bol, e nao tem vicios : quem o pretender
dinja-se a dita casa, que achara com quem
tratar. ^
n- II.
Tintas
preparadas cm latas: vende-se no jii-inn-
zem de J. Praeger.i C., ra da Cruz
n. II.
Livros.
Vende-se urna porco de livros em
bi'anco de lodos os tamanhos : vende-se
no armn/.em de J. Praeger i\ C, ra da
Cruz n. 11.
Na irua de Apollo n. 20, prmeiro
andar, lia para vender urna lionita es-
crava, com habilidades.
CORTES DE BRlM D LUIHO.
Vendem-s cortos de brim de IhIio puro,
de cores, de muito bom gosto, pelo diminu-
to prego de 2S cada um ; na ra do Crespo
n. 6, loja.
Vende-se macarrao muito novo a 320
a libra ; na ra Direita 11. 14.
Vendem-se 2 escravos crioulos, sendo
um com idade de 16 annos. e una negrinha
com H annos, silo ricas pe?as ; os senhores
de engenho podem procurar na ra do Hos-
picio n. 15, que se dir quem os vende.
Para acI> r
Na loja do Preguica, ra do Queimado, na
esquina do becco do Peixe Frito 11. 2, conti-
nua-so a vender chitas claras e escuras, de
escolenles qualidades, lindos padres e co-
res lisas a preco de 160 rs. o covado, e em
p^-ca a 5>00, ii>eias casemras proprias para
calcas e palitos, roussulinas dos mais deli-
cados padres, cambraias francesas, finase
cores lisas a 320 1 s. o covado, pannos para
mesa a 19020, lencos de seda, madapoles,
algodfioztntins, lanzinlias rara vestidos de
seiihura e meninos, e oulras multas fazen-
das por baratissimo proco.
Vende-sc um mulalinho de bonita fi-
gura, por preco'commodo: na ruada Praia,
armazem 11. 18.
" Veodem-se castanbas piladas a 100 rs.
a libra: na taberna da ra Nova, junto a
ponteada Roa-Vista.
_ Na r"ua do Rangel 7, vende-se vinho
de caj' engarrafado ha 4 annos, feito na
provincia do Cear.
Vende-se excedente cera de carnauba do
Aracaly, e Assu'., de urna sacca para cima,
escc-lheiido o comprador a sua voritade, pe-
lo indicado prac de 10/a arroba : no ar-
mazem de D. R. Audradc & C, ra da Cruz
n. 15.
ADOLPIIE BOURGEOIS.
Vendem-se vaquetas esola de lu>t;e para
cario, marroiiuira, panno,galio, chaves, bri-
das, bridos e lauternas, ludo por prego
commodo : na ra Nova n. 61.
tfarinha (letrigo a relaiho
Vende-se em conta, no becco do Concal-
ves, armazens ns. 4 e 6, familia 'do trigo em
porcOes, a voutade dos comp. adores, sendo
a qualidade multo boa e das seguinles mar-
cas, muito bem couhecidas : Kingsbndge,
extra family superline, Brandywme Bit-
ner : trta-se no mesmo higar cima indi-
cado.
- Vende-se urna cam de ferro foleada
de latao : na rus do Rangel n. 5.
PALITO'S FRANCEZES.
Vendem-se palitos e sobrecasacas de pan-
no lino preto e de cores, com gola de vellu-
do e forrados de seda de 22 a '28;00o, ditos
de casemira decores a 248, casacas de panno
lino forradas d seda a2&7, palitos de alpaca
de 7 a 1,dclinhode,"fco'es a 3c000, caigas
de casemira preta e de cores a 10#, coiletes
de seda de cofes e de sptim preto maco de
5 a 10J : na ra Nova, loja n. 4.
PxRA SENHORAS
Vendem-se chapeos e enfeites para senho-
ras, domelhor emaisjmoderno gosto, che-
gados pelo ultimo navio francez : na ra
Nova n. 4.
GROSDENAPLES F. SETIM.
Vendem-se grosdenaples do todas as cores
a 2^000 o covado, e setim de cores a 800 rs.:
na ra Nova, loja n. 4.
Cobre
para forro de navios: no armazem de
Tasso Irmfios.
Superiores quei-
Vende-sr.por preco comniodo,superior
vinho do Porto em bar is de 8." : na ra do
Trapiche n. 14, escriptorio de M. A. Guerra.
Ve.ideni-se mastaros
de pinho verraeihod.t Sue-
cia, de 8 a 18 poliegadas e
50 a 60 ps: em casa de
^'. .i. Astley & C-
nelogios d pa-
tente
inglezes de ouro, desabonete'c de vidro :
vendem-se a preco razoavel, cm casa de
Augusto Cesar de Abren, na ra da C;-
dcia do Becife, armazem n. I (i.
Charutos.
Vendenvse na ra do Collegin n. \', ?a
7500 o milheiro, em macos de 50.
Ao Nr, de engeiiiio.
Na ra da I.ivramenlo n. 16, vendem-se
cobertores de algodo grandes, proprios pa-
ra a eslacio do invern, pelo barato prego
de 500 rs. cada um.
Claudio Jubeux
Vendem-se velas mistas, proprias para
malar l'ormigas, para que eslao muilissi-
mo approvadas : no sen escriptorio, ra da
Cadea de Santo Antonio n. 13,
CLAUDIO DBEUX
Vendem-se velas estearinas, proprias pa-
ra carros a 1>I20 cada pacotc de 8 velas, :
no seu escriptorio, ra da Cadeia de Santo
Antonio n. 13.
Claudio Dubeux
Tendo recchido urna factura da2,000 bar-
ris de plvora, dos melhores fabricantes,
vende-os a UrOOO ; as amostras cham-se
no seu escriptorio, ra da Cadeia de Santo
Antonio n. 13.
Atfenc.
Vondcm-se pecas de chita do muito bons
pannos, pelo baralissimo preco de 5 a peca,
que sahe o covado por seis vintens e dez rs.,
a porciSo he pequea : portanto quem gosta
de ecouomia deve-se aproveilar : ua ra do
Crespo, loja da esquina junto ao arco de
Santo Anlouio. e na loja de 4 portas n. 12.
Chapeos de fel-
tro e buuet de cabello pa-
ra menious*
Vendem-se ricos chapeos do tcltro para
meninos, enfeiladus com lilas e'plumas, pe-
lo baratinhp prego de 39500, bonetes muilo
lindos de cabello a 23 rs. : na ra do Quei-
mado, ua bem cuuhecida loja da boa*fama
n. 33.
JOS.
Vendem-se queijos muito novos, chegados
pelo ultimo vapor vindode ilamburgo, pelo
baralo preco de 19440 : na ra Direita n. 8.
CariiauJta a i O-.> OOO
Vende-se carnauba a 109000 a arroba, em
porciiode urna arroba para cima : ha ra co
Nogueira n. 21.
V'as superiores.
Vendem-so velas muito superiores a -14?
rs. a arroba ; be escusado tecer elogios,
pois quem comprar urna vez saliera da rea-
lidade na ra do Nogueira n. 21.
a l.sOO.O rs.
Vendem-se cortes de. vestidos decbita
larga, a dez tustoescada mu: na loja de
portas, na ra do (.Inclinado n. |().
IlitaK
A'IM RIS 0 COVADO.
\ende-se chita larga sem avaria a 120
rs. o covado : na ra do Queima lojado,
de 7 portas n. 10.
~ Em casa de Saunders Brolhers C. pra^a
do Corpo Sanioo. 11,u para vtndar o sa uiuta
Ferro inglez.
I'ixe da Suecia.
Alcalro de carvo,
Eonas de linho.
Esponjas.
Drogas. .
Algodolizopara saccas.
Dito intrincado igual so da Babia
E uweaipleto sortimeoto de fzenrlas proprio
par asts mercado tudo por.preco commodo.
Moinhosde vento
eombombas derepaxopara rogrhortanaba
ladecapim : na lum^aode D. W. Rowmafi
na ra do Brum ns. 6. 8e 10.
Agencia
da fundicao Low-Moor,
ra (ifi Vnzala ova
u. 42.
Neste estabelecimento coulinu'a a haver
um computo sortimeiito de moendas e meias
mocadas para engenho, machinas do vapor
e Ursas de ferro batido e coado de lodosos
tamanhos para dito.
iiiachinismo pa-
tente inglez
is melhores relogios de ouro, patente in
glez, vendem-se por precos razoaveis, nu
escriptorio do agento Olivcira, ra da Ca-
deia do Recite U. 62, primeiro andar.
Pennas de ema, era de abelha c de
carnauba.
Na ra da Cadeia Uo P.ecife, loja n. 50, de-
lionle da ra da Madre de Dos, ha para
vender os gneros cima, reccnlcinenle che-
gados, por precos razoaveis.
Alg.uda.u oonstro, lie pe-
chiiicha.
Vende-sc algodiio monstro com 8 palmos
de largura, proprios para toalhas o leucoes,
pelo diminuto preco de 600 rs. a vara ; na
ra do Queimado n. 22, na loja da boa fe.
Ligas de seda
para seo hora.
Vendem-se superiores ligas de seda para
senhora, muilo bonitas e de muilos pa-
dres, pelo baralissimo preco de 19200,
t500 c 2#OU0 : na ra do Queimado, na
bem .condecida loja demiudezs da boa fa-
ma n.33
N. O. Biebcr c< Companhia, ra da
Cruz n. 4, vnndem :
Lonas.da ilussia.
dem inglczas.
HrinzSo.
Brins da- Ilussia.
Vinho de Madeira.
Algodiio para saceos de assucar
Aigodftojunhn da Babia
para saceos de assucar.' vende-se era casa
de N. O. Bieber & Companhia, ra da Cruz
n. 4.
B
OS
Charutos de Haya-
fia: veiiaem-se em casa
'ie ,. Astley & C.
^ .*.--..'cilios e relegios.
. SEI.I.INS e REI.OCI0S <)e patente
.'" 'Sft? "uslr"n llookpr VV Com|>anhia, es-
quina do largo do Corpo Sanio nu-
mero 4K.
'E'AS
e al<>o(ia.o para padres
Vendem-se superiores meias prets
laia, pelo harbto preco do IfSt'O o par, ,
dealgodo de superior qualidade a 6U0
na ra do Queimado, na bem conliccida .ja
Laques muito fi-
nos.
Vendem-se lequcs muito linos, com plu-
mas, espelhos o bullas, pelo haratissimo
preco de 2; o 34500, ditos sem plumas muito
boa fazenda a 1:280 ; na ra do Queimado,
na bem conhecida loja de miudezasda boa
fama n. 33.
Sao muito (in s
e de Gallito boiisp; .-sUis.
Mussulinns muito. linas, matizadas com
lindas cores, de padroes muito bonitos e
inteiramene novos; vendem-se pelo dimi-
nuto prcQn de 560 rs. o covado : na ra do
Queimado n. 22, loja da boa le.
Para mscales
e boct-.feiras.
Venclom-se daiiatde oaixitdi ma^sapara rape pe-
lo barilisomn prero dp 640 r.,(lii/.ias le Ic/ouiasvm
carleo a l;ni)0e IgOoe orandea l;'J2o, dasia* da
roninlpis de pau c.iin palitos ile fouo a:2 r>.,dii/.ias
de peoICsde cliilrcs muito bous para alisar a.1^200,
dotlai ile peotea da lialcia para atar cabello a 2?20U
e 2-li(IO,ili)ia de navalbn para I arlia a 1a60n,iro/a
de lioloes mailrepi-rola para camisa* a 600 reit.dilai
muilo linus de iicaia a 100 re, grozaa de nolOes li-
li M para calca a 2M0 reb, caria* com 25 pe'nte de
allinetca 14o reu.duzas de pautes da balea para a-
li/.ilr a :t.3, crozas de Bvellaa para palo*a' 5*9 clu-
jias de eanivele* Ousapara (parar peana* a 29500
a :l?,dii7.ii de galla* (armnica*) a I5-J00 e 13400,
duzia*ile lorcnlas para candieiros a 80, r>-is erox.il
de marcas |iara co.bnr a 100, 12o e 160 re, p. -
(a* ile tranceln para benlinht,* a 120 rea, pulceiri
encarnada mullo liuniias para Srs. c menlnawa -2t ,
..dalia* de miadmhaa de liohaa prelM 24o re-,
0CM com 10 vara de fin de iis a :I20, :t(,o e ioo
re-, duxia* de lapes a loo rs., duzias de canas com
Alele* 720 r... luidas brancas de novello* de 10-
dba os nmeros, ditas de cores, linlias de miada linas
e creas, ditas de carrileis brancas e de cores, rordo
de ^eatido de toda a crorura, biquinhos de todas as
larguras, e baratos, rendas de lonas as largara*, es-
pellm*. curdas de viola, lilas de laa de todas as cu-
res, lilas de Indio branoM r de cores, didaes, asullms
de lodos os numeras, lillas de seda de lodos os nme-
ros, per .49 de puto,canas de chifre, rzanos, colhe-
res d r..ro, relroz de toda as cores. Vernicas, litas
debeira preta e liranca.srampas.eludn mai) que se-
ja neccssario para completo sorlimeiilo de bocelci-
rits e mscales e qu ludo se ven le muilo mais liara-
todo que em nutra qualquer loja, IM ral do Ouei-
mado, na bem conliecida loja de miudezas Ha liua
fama 11. 33.
1ECR1IISI0
Pal B
mz-

Claudio Dubeux
vende polvera iusleza a 139, 14* e lirOOlC rs. o
barril de 23 libras.
Couro de lustre
*
Vende-se rouro do lustre francez, o me-
llior qurj pode hayer nesle genero, pulo ba-
rato preco de 5? a pelle : na ra do Qupi-
mado, ta bem conhecida loja de miudezas
da boa lama 11. 33.
ins
pat
VA FUNDICAO DE FERRO DO ENGE-
NHEIRO DAVID W.ROWMAN, *\
RA DO BRUM, PASSANDO O oHA-
FARIZ,
lia semprcumerande soriimenlo los se-.-u i ules ob-
jecloseemefhauisniospropro!.paraenL ber : niocndase metas iimendas, da mais moderna
construcciio-; laisasda ferro fundido c balido, de
superior qualidade c de lodosos ltoanlins; rodas
dentadas para aaua ou atiimaes, de luda as propor-
ces;cnvose bocas deloruallia c reaislros de bo-
eiro, agailMes, lironzes.parafusos e cavilhOes.moi-
uiios de mandioca, etc. ele.
NA MESMA FLNDICAO.
se i". rciilam lodas as eiicommendas coni a superin-
ridade ja conhecida com a devida presten ecom-
modidade em prego.
ente ingle/..
Sao elirgados e aehaan**e a vendaos verdadeiros
e bem COObeeidos sellins inulez.es patente : na roa
do Trapiche-Novo 11. ,-_>, armazem de- fazeudas de
Adamsuii lluvue ^ C.
Planta da cidade do lie*
ce
Vende-se a planta da eidade do Recire e
seus arrabaldcs, feita pelo Sr. Dr. los ila-
medeAlves>;iy;reira, por dez mil reis : na
livraria n. 6 eda praca da Independencia.
JJappa/das distancias d
provincia.
Na livraria 11. 6 e 8 da praca da Indepen-
dencia, vende-se o mappa das distancias
das diferentes villas da cidade entre si, c
relacio a capital da mesma, a mil reis.
Deposito
de ripprinceza da-fabri-
ca ele l,. Gas e, no l\i
de 'anet.rOt
Vende-so a p;ec,o commodo rap, lino,
prossoe nio grosso, da acreditada fabrica
cima, ebegado pelo vapor S. Salvador ; na
ra da Cruz n. 49.
Vende-se cal de Lisboa ltimamente che-
gaila, assim como polassa da Ilussia vcrd,a-
deira : na prarja do Corpo Santo n. Ii.
TAIXAS PARA ENGENHO. '
Mi fundtpao de Ierro de D. W. Bowmana u
ra do Brum, pasando o cliafariz, comin* he-
der um completo sortimertc de taixes de ferro fun
vido o balido de 3 t 8 palmos de bocea, as quaes
tckarc-se a venda,por epreco commodo e com
promptido: embarcara-s oucarregaai-se ornear
ro semdospeza ao comprador.
Vende-se superior linbas de algodSo
I brancas, e de cores, em novello, para costu-
1 ra, era casa de Soulhall Mellor a C., ra do
Torres n. 38.
.-
Koi iranslciidno-lcpositodesle tarop parea ho
lie* dejote daCrnaSanlos, na ra Novan. 53'
narraras 5*500, e rieialStMOO, sendo falaelodo
aquclle que naofor vendido nesle deposito,pilo
quesefa/ o presen 11 aviso.
IMPORTARTE TARA OPIRLICO.
I'tra curade phlysicaen lodofo.s*eu*il.i0ereii
tes ^ ro, que i motivada por conslipaees, tosse
sslhma, picaril. escarrOv* de san ene, drrte cos-
tados e pe to, palpit.icaono coracfio.coqueluche
bronchile, dr na garganta, e lodas asmolestia
dosorg 11 > pulmonares.
Ven t'e-se laboado o' pranchoes de pi-
nho de Suecia, proprio para annaraode ar-
mazem de assucar.
I'aos de pinho vermelho para mastarcos
i:humlii) de niunicSo.
Folhas de cobre.
Metalamarello ezinoo para forro, cora os
competentes pregos.
Ajvaiade de chumbo c de zinco, cm pd.
Tinta branca de oleo.
Papel lino de esrrever.
Vmrio especial do Rheno o do Porto.
lua da (.inicia ,l0 Itecife, casa de C J. Ast-
tey Companhia.
Oculos e bonetes
e todas as quadades.
Vendem-se) oculos de todas as graduales
com delicadas armacoes de ac, pelo barato
prer;.o do 800 rs. c 1-500, ditos com armacoes
douradas e praleadas a 15200 e 'I95OO, daos
com armacao de bfalo a 19200, ditos com
armacao de balcia a \Ktt, di-los comarraarno
de metal branco a400 is., tunelas de uro s
j vidro redondas e quadradas com aro de bu-
j falo a 500 rs., .lilas di dous vitUos lambcni
com armaco *!<. bfalo a IrJOO, ditas de um
SO Vidro redondas c quadradas com aro e
tartaruga a 13200 e 19500 : na ra doQuei-
j mado, na bnm conhccidada loja de miudezas
da boa lama 11. 33,
11
>
. Em cas3deRabeSchmetta ccCompanhias
ra da Cadeia n. 37, veudem-se elegante,
piano qo afamado fabricante Traumann de
Ilamburgo.
cobcrlos e descoberlos, pequeos e grandes,
de ouro patente inglez, para hornera e se-
nhora de um dos melhores fabricantes de
Liverpool, vindos pelo ultimo paquete in-
gles: cm casa de Soulhall Mellar/SC.', ra
do Torres n. 38.
Mesas de todas
qualidades.
Vendem-se meias de sed branca para se-
nhora,- o melhor que se pode encontrar a
39500 rs. 0 par, ditas pretas tambera muito
boa fazenda a 2;500, ditas brancas de algo-
dSo, muito linas a 320, 400, uo e 600 rs.,
ditas prclas tambera muilo linas a 400 rs >
ditas de seda de cores mullo bonitas e pro-
prias para baptisado de criancas a 29000,
dilas cruas muito fortes para meninos a 400
rs., ditas de cores de algodao para' meninos
a 240 e 3-20, ditas brancas para meninas a-
240 e 320, ditas cruas e brancas para ho-
mem a 160, 200, 240, 320 e 400 rs., dilas de
cores de ho da Escocia tmliem para horaem
a 400 e 300 rs. : ua ra do Queimado, na
bem conhecida loja de miudezas da boa fa-
ma n. 33.
Suspensorios de
borracha muito linos
Vendem-se suspensorios de-seda e sem se-
da, muito finos, pelo preco do 19000, 1?200,
1/600 c 2/o par : na ra do Queimado, na
l>em conliccida loja de miudezas da boa fa-
ma 11. 33.
Vendcm-se 300 alqueires de sal de Lis-
boa : a tratar no Forte do Mallos, armazem
doCuerra.
i\a lojada boa f
vende-sQ o mais barato
possivtl :
'hales pequeos de merino, de lindas co-
res, bordados em duas ponas a 7-000 ca-
misas de nscado milito bem feitas, pel di-
minuto preCo de l500 cada urna, ditas de
meias muilo fin-s a 1, Ie,1Ccs Iranrezes pa-
ra rape a 360, rhilas finase de padroes mui-
lo. botillos para cohertas a 200 b covado
cambrata adamascaua com uma vara de lar-
gura, proprias para cortinados a 79a noca
de 0 varas, gravalinhas do cassa muito bo-
nitas a200 rs., setim encarnado, "verde e
amarello muito superiores a 800 rs. o cova-
do, cortes de fuslao para coiletes a 500 rs ,
le e 19500, lencos brancosde cambraia pro-
prios para hornera a 240, 'ditos .ditos com
lr.nl. 0r tam'*m a 8*0* ganga amarella
Iranceza mullo lina a 320 o covado, lencos
braucos grandes, proprios para caheca a
400 rs., metas brancas finas para senhora,
pelo barato preco de 840 e 320 o par, brim
dequadrinhos de padroes muito bonitos e
ie puro I111I10 a 240 o covado, pecas de pla-
tilbas de algodao, com 20 varas, pelo bara-
lissimo preco de 3600 cada iima.chapeos de
palna liria do Cbili, pelo diminuto preco de
1/, e alemr disto muitissimas azendas finas
egrossas, que vendem-se por menos que
em cintra qualquer parle ; na rna do Ouei-
mado n. 22, na bem conhecida loja da
boa fe..
ttotoes para pa-
lito^, coiletes e puolios
de camisa.
Vendem-se abotoaduras muito linas de
madreporola para rolletes, pelo haratjssimo
preco de 500 rs., ditas muilo ricas de todas
as cores a 320, 400 e 500 rs., ditas muilo li-
nas de madreperqla para palitos de meninos
e borneas a 900 e 640 rs., atacadores para
pu.ntaose col la rios de camisa, de muito
rico gosto a 400 rs., 800 e 2?oo. ditos de
cornalina para casacas a 300 rs., e outras
muitaa qualidades de abotoaduras que se
vendem muito barato ; na ra do Queima-
do, na bem conhecida loja de miudezas da
boa lama n. 33.
/BNTBS DE TODAS SQUALIDAES.
Vendcm-se pentes de tartaruga para cabello
o niclbor que se pude encontrar, a 59, ditos
de balcia imitando o mais que he possivel
aos de tartaruga, a I/, 19200e 19500, ditos
mais ordinarios de balcia a 240 e 320 rs.. di-
tos de tartaruga para alizar, fornidos e mui-
lo bem Teitos a 4, ditos de marlim, fazenda
niutlo superior a l?50o, 2fe 19, ditos de
borracha de muito superior qualidade a 1j,
ditos de bu falo verdadeiro, muito finos e
bem leitos, a 640, 800 e-, ditos a imitaco
do unime a 19, dilosde baleia muito bou
3 280, 320e400rs., ditos de bfalo verda-
deiro, muilo bonitos e bem feitos, proprios
parajsuissas e*criancas, a 320 rs., ditos de
marlim muilissimo bons, fabricados em Lis-
boa, paia piolhos, a 800, 1-000 153(10. di-
tos pelos de blalo tamban para pioln, a
500 rs. : na ra do Queimado, na bem co-
nhecida loja de miudezas da boa fama n- 33.
I*ara os jovens
nnmorados.
Vcndcra-so ricas folhas de papel phanta-
zta paiaescrcver, cada folha com a compe-
tente capa e uma obrcia de cola,cnm qual-
quer da da semana, pelo barato' preco de
0 rs., 100, 2(io e 300 rs. na ra do Quei-
mado, ua bem conliccida loja de miudezas
da boa fama n. 33
lachas de ferro.
.Na fundicao da Aurora em Santo' Amaro-
eftambem no deposito na ra do Brum, logo
na entrada, e defronle do arsenal de marl-
nba. ha sempre um grande sortimeoto de
tachas, tanto de fabrica nacional como es-
trangeira, batidas, Tundidas, grandes, pe-
quenas, rasas e fundas ; c cm ambos os lu-
gares existcm guindastes para carregar ca-
noas ou carros, livres de desbeza. Os preco
soo s mais commodos.
-araiidns e r;ra Um lindo e variado sortimenlo de model-
los para varandas e gradaras, de gosto rao-
derntssimo- na fundicao da Aurora em San-
to Amaro.e no deposito da mesma, na ra do
Hrum.
Moend.S superiores
>a lundicode C. StarrA Companhia, em
Santo Amaro, acham-se para vender moen-
das de canna todas de ferro, de um mo'dello e
construccSo muilo superiores.
Luvas de todas
as qualidades.
Vendcm-se vrdadeiras luvas do pellica
de Jouvn, pretas e brancas, para hornea! |
S'-nliora a 29500 rs. o par, ditas de seda de
todas as coros e bordadas, com guarnicOes a
29500, ditas lisas tombein de seda e de to-
dasas cores, para homem e senhora a 1,
1C200 e 1*500, ditas prclas de torca I, muilo
boa fazenda a 1>, dilas branras de nlgodjlo
parabomnn a 240, 320 e.40rs., ditas de
cores muilo finas de fio da Escocia para ho-
mem c senhora a 320, 400 e 500'rs., e os-
tras mais qualidades de luvas, que se. ven-
de barato: na ra do Queimado, a bem
conhecida loja de miudezas da boa fama
n. 33.
DE MUITO BONS GOSTYS E
BARATO
Vcndcm-sc muito ricos jarros de porcelana
para llores, ricos pares de clongs para ci-
ma de mesa tambero le porcelana,' linteiros
de muilo gosto, c palileiros, ludo de porce-
lana e por prer;o que niio detxar de servir
a quem gosta do que be bom na ra do
Queimado, na bem condecida loja de miuda-
zas da boa fama n. 33.
IS0111 e barato
Vende-se muito bom pspel slmaco greve
a 45 a resma, dito muito bnm sem ser greve
a 3C200, dito de peso pautado a 4?500, dito
rp-m, -i i l,aout PuUdo a 5 e Ojk
resma, dito de cores, de folba pequea, em
quartos de resma a 700 rs., grozas das bem
ronbec.des pennas de 890, bico de tonca a
9900, ditss muito. finas sem ser de bico de
louc. a 500 rs. e 15, duzias de lapis muilo
finos a 320 e 800 rs., capetas muito bonitas,
deaco, torneadas a 120, ditas de' espinho
200 rs., ditss ordinarias de p.o e (landres a
20 rs caivetes de cabo de chifr de viado,
de 31 folhas, mullo boa fazenda a 800 rs., di-
los del so folha cora cabo de madreperola a
w r. ditos muilo finos de 1 s.i folha com
* rolhas, li,s6,mos, tambera com cabo do
marlim sa?500 e3/, vidros com tinta car^
vT'a ^"."- Ii,l,1, PrPria.Par "ar escro-
; a auu "-i boioes de tinta preta insiera a
; 3l'"lre,ros W*E de
1500 e 3-, reguas redondas muito bem fei-
tas tambera n.glezas a 500, 600 e 800 rs., pe-
drasioglezas mu.to linas para amolar n/e
I.mOO, l.ntetros para algibeira a 400 rs,
aganadores de papis de muitas qualidades
e precos, e outras muitissimas cousas: na
ra do uueimadu, na bem conbeeda loiade
miudezas da boa fama.n. 33
Vende-se fumo qbegado agora de (Ja-
ran.uns, muito bom, por preco muito ern
conta ; na ra da Camboa do Carmo n 12
Obj
jeetos
luto.
para
Na ra do Queimado, na bem conhecida
loja de miudezas da boa fama n. 33, encon-
tra-se sempre completo sorlimento de ade-
recos, brincos e rosetas, pulceiras e alfine-
tcs, tudo prelo, propriamente para luto, e
que tudo se vende mais barato doqueem
outra qualquer parte.
Cartas france-
zas muito finas* para vol-
tarete.
Vendem-se finissimascartas francezas pa-
ra voltaretc, pelo baralissimo preco de 500,
600 e 800 rs. o bara.lbo, e tambem se vendem
portuguezas a 300 rs. : na ra do Queima-
do, na. bem conbecida loja de miudezas da
boa fama n. 33. -
Arados de ferro
Na fundicllo de C. Starr & Companhia, em
Santo Amaro, acham-se oara Vender-arados
de ferro de um modello e construccSo muito
superiores.
RICAS BONECAS FRANCE-
ZAS.
Vendem-se muito lindas e bem vestidas
bonecas francezas, grandes, pelo baralissi-
mo preco de 29 e 29500, ditas vestidas de
noivas, e cada uma no seu cartao a 3/000 e
35500, preco que nao ha quem deixe de dar-
na roa do Queimado, na bem conhecida loja
de miudezas da boa fama n. 33.
Brinquedos pa-
ia meninos,
Vendem-se diversidades de objectos de
ac, muilo delicados e proprio para meni-
nos brincar, por precos muito baratos: na
ra do Queimado, n bem conhecida loja de
miudezasda boa fama n. 33.
Para as senho-
ra s de bom gosto.
Vendem-se ricos cstojos de Jacaranda,
proprios para costura de senhora, pela ba-
ratissimo preco de 25500, 49. 69, 79 e 89060,
caixinhas.para guardar jaras a 800 rs.,1/ e
19300, carlerinhas muilo delicadas proprias
para senhora e meninos a 800 cOrs., te
souras muitissimo linas para costura, de
todos os tamanhos a 500 rs., 600, 19000 e
19200, Oitas para unhas tambem muito finas
a 800 rs., 19OOO e 1/200, linha de peso mui-
to lina para labyrmtho a 11 rs. a meadi-
nha, ditas para bordar a 100 rs., 140 c 160,
luidas catxinbas com grampas a 160 e 100
rs.. cartees cora 14 e 2* pares de clcheles
rraneczes a 80 rs.. 100 e 120, linhas de car-
reters de 20.0 jasjdas do autor Alexandre a 80
rs o carretel, ditas de 100 jardas do mesmo
autor a 40 rs., catxinhas com agulhas fran-
cezas a IfiO, ditas com agulbas de papel
prelo a 280, carteirinhas com agulhas fian-
cezss p. 320, agulheiros muilo bonitos com
agulhas tambem francezas a 160 e 320, cai-
xinhas com 16 novellos de linhas de marcar
muito finas, azues e encarnadas a 320, ricos
DOtoes de cores para vesridos, ou roupinhos
de meninas a 60 rs., son c 1,- a 4uzia, ricos
agulheiros de ac e de marfim a 24.0 e 800
rs., dedaes de ac muito bonitos.e cada um
na sua caixinha a 500 rs., almofadinhaa de
multas qualidades proprias para pregar alli-
netese agulhas, pulceiras de varfas quali-
dades, riquissimes files lavradas e lisas, de
todas as larguras, trancas de (odas as cores
e larguras, litas de velludo abertas e lisas,
btcos muito finos de linho ede veras lar-
guras, reiidtrs de varias larguras, babado
aborto de linho, toucas de 13a paca criancas
e oulras muitissimas consas, que tudo se
vende mais barato do que cm outra qual-
quer parle: na ra no- Queimado, na bem
conhecida loja de miudezas da boa fama
PflunnuiiAi
muitisuioio linas de mui-
to Itons gostos. ,
Vende-se a verdadeira agua de colonia do
Piver, simples e ambnada em frascos do va-
rios tamanhos, banhas muilo finas ede mui-
tas qualidades em ricos-tasos, espiritos e
extractos muito linos e deemuilas qualidades
era frascos de muilo gosto. sabonetes muito
linos e de multas qualidades, agua de lavan-
de inglesa, lazcnda muito boa, vinagre aro-
mtico tambem mglez e muito bom, extrac-
tos muito linos proprios para bolso de es-
ludante, escencia de rosa, pomada franceza
muito boa, macassar perola muito bom c de
todas as cores, dito oleo, pos para denles,
pastilha e oulras muitas perfumaras, ludo
muito fino e de muilos gostos, dos melhores
fabricantes da Franca e Inglaterra, ludo se
vende barato n ra do Queimado, na bem
conhecida loja de miudezas-da boa fama
n. 33. '

0CY-:t)0xS Ht.i'O
Desappareeon nodia 9 dedezembrodo
anno passado, do engenho Piabas do Bom
Sucesso, municipio do Pofto Calvo, provin-
cia das ,\ lagas, um mulato escravo de nome
Jato, de idade 22 anuos, poupo mais ou me-
nos, estatura afla, grossura proporcional,
bem espadaudo, rosto redondo, cabece Um
tanto pequea, caboiloa crespos, bem fecha-
dos, testa pequea, os cabellos da cabeca
desee muito para cima das obrancelhas, na-
riz chato, pouca barba, e ruivas, bem feito
de corpo, um tanto barrigudo, peinas com-
pridas, pes gramles e raaos, he bem desem-
baracado no fallar e andar, he carreiro, mui-
to contador de historias, fumador de charu-
tos e cigarros ; com lacilidade passara por
forro, tem uma cicatriz ra bocea do cstomo-
go dentada de um cavallo : desco'iiKa-se que
ande liabaltiando na estrada de ferro no Ite-
cife : roga-sc a lodas autoridades policiaes
e capies decampo, que tenbam conheci-
mento de existir cm seus domicilios, o man-
den, nrender e reinetc-lo a seu senhor' Joflo
1 "liarte Lopes do Vasconcellos, ao dilo-en-
genho, ou na ri mde do Itecife, seus cor-
respondentes, Lima Jnior Cruz o. 28. que scn.o generosamcnlo re-
compnessdos e in lenim-ados de todas as
despezas que por ventura so faca.
-- Kugio de bordo do bngue brasileiro
Melampo, na noile do da 8 do corrente, um
negro de nome Marcelino, nacaVCabinda,
altora regular, secco do corpo," rosto com-
Srido, barba serr'ada'e cria suissa, com falta
e denles na frente, e consta andar vestido
Lcom paleto, e calcado : quera o pegar leve-o
sobordo do dito navio, junto ao ca-s do Pas-
seioPoblico, ou a casa de seu consignatario
Manoel Alves Guerra, ua ra do Trapiche u
14, que sera bem recompensado.
iKRN.: 1VP. DE M. 1. DE FARIA 1857;
MUTItSDO"
ILEGIVEL


Full Text
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