Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07758


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Full Text
w
i
ANNO XXXIII N- KO.
Por 3 mczes adiantados 4$000a
Por 3 mczcs vencido* 4^500.
1 jnOSirp": *

JUMA FEIBA \\ DE 5!VIO DE 18^7
Por auno adiantado 15$000.
Porte franco para o subscriptor.
;\< AUliH.AIioS DA SCBSCIUPCA'O NO NORTE
Paiahiba o Sr. Joao Rodolpho Gomea; Natal, 8r. Joa-
ulra I. Pareira Jnior; Aracaty, o Sr. A. da Lemoi Brafia ;
tara, o Sr. J. Jos da Oliveira ; Maranhao, o Sr. Joaquiro Mar-
aaa Rodrigues ; Piauhy, o Sr. Domingo! Uarculana A. Patsoa
Geareou ; rara, o Sr. Justino J. Kamol I Amazooai, o Ir. Jaro
nymo da Coala.
PARTIDA DOS COKIUIEIOS
Olinda : loil.a oi das, ia O r meia boros do ili.
linaaraMA, Goiaaaa e Parahlba : na. wajaad.....
A'. Anl.....ncaerros, Roaa'lo, <: iru.irn, Allanto
S. L.iurfnv Mao-d' iiiiu, NaiaraUi, Liaiuel
iaira, Floraa, Villa-Bella, Boa-Vbla, Oricurj
Cabo, lasuac*, .-MTinh.iem. ltiu-Koriuo.o, i:.._.
Pi-m-nli-ira e NaUI qumU-feiras.
(Imlii as correis perlera a* 10 nona da minli!,.
- mus-fairai.
Garanbao*; na ierca-lWra
,. iiiijii. Pesajaera, Pa
a Ei ni> qnartas-feirai
a. Burearos, Aw-l'r.l.
AUDIENCIAS DOS TRIBUNAES DA CAPITAL.
Tribunal do commercio ; legunda a quiniaa.
Reluci tercas-feiraa e aabbados.
Faienda.- qurtaa e labbadoi ai 10 horai.
Juizo do commercio : aegundaf ai 10 horas a quintal aa mala-dia.
Juizo da orphoi: segundas e quloiai ai 10 horai.
rimaira rara do civel legundaa a aaiiai ao maio-dia.
Segunda rara do cirel: quartai a labbadoa ao malo-da.
EPII EMBRIDES DO HEZ DE MAIO.
8 La cbeia as II horas e 51 minutos da tarde.
16 Quarlo minguaoleaa8 horas e 50 minuto da Urde.
2:i La ora aoi 23e minuloi da tarde.
30 Ruarlo crescenie ai 10 horai a 82 minutoidamaDha.
i'iti.wiAu in; HOJE.
Primeiri ai 8 horai e SO minutol da manhaa.
Segunda ai 8 horas e .; mioutoa da .urde.
DAS DA SEMANA.
11 Secunda. Ss. Fabio. Anatacio e Sereno Mra.
12 Terca s. Joeoa priuceza v.
1.1 (juana, s. Pedro Regalado f. : Ss. Clveeria c Cerngo Jim.
i i (juiuu s Oil Ss. Bonifacio e Enedina Alm.
15 Sexta, s. 1/idoro lairador.
16 Sbado, s. Joo Neponiuceno coneego m.
17 Domingo. 5. dedoisda l'ascboa. s. Paschoal Bajlon I.
EXC A Hit EGA DOS DA SUBSCBJPCAO NO SOL
Alagoai, o Sr. Claudino Falce o Diai ; Babia, o Sr. D, Duart
Rio da Janeiro, o Sr. Joao Pereira JUarlim.
EM PEHN A.MI ( O,
O proprietarlodo DIARIO .Manuel Figuairot da Faria, na la
livraria.praea da Independencia di. 6*8.
PARTE 0PFIC1AL
aovEasio DA PROVINCIA
Despachos do dia 11 de maio.
Alexundnua Marta, quer seguir para o presidio
da Fernando.Pode seguir viagero.
Anlonio Victorino Pacheco, arrematante d i."
lauco da estrada dii Gibo, requerondo |s mezei de
OTorogagaA informar ao director daa obraa pa-
blicas.
Barroca & Cutrn, querem embarcar para Portu-
gal lltlduzias de taboas de amar ello.A informar ao
capillo do porto.
Francisco Antunio Cavalcanti Cousteiro,1. etcrip-
(drario da theanuraria provincial, requerendo ser
aposentado. A informar a theioorara provin-
cial.
Joaqaim Manocl da Silva e S, quer remelter para
presidio de Fernando, no patacho Sania Crol, 2
barricas.Como reqoer.
r. Joaquim Antonio Carneiro da Conha Miran-
da, raqiierenlo tres mezes de licenca.Mandou-se
passar portara.
Jos Antonio Moreira Uias C., reqoerem, que
pelo arsenal de guerra, lites seja fnrnecido I(K) ve-
tas midas. A informar ao director dj arsenal de
guerra.
Nabor Carneiro Ite/.err.i Cavalranli, jais munici-
pal do I.imoeiro, pede o pagamento de seus ordena-
dos.A informar (hesour.iria de fszenda.
Theodosio da Cruz Cordeirn, pedindn licenca para
ensillar particular.A informar ao director geral da
iuslruegao publica.
I lllicio do director dai obras publicas, apresenlan-
do a proposta para fornecimento de tijolos a areia.
A informar thesnuraria provincial.
Dito do provedor do 11 japiial Porlogue/., pedindo
permisin para ecn ililo liospil.il receber algum doen-
te que for accominetlidu da febre amarella. A in-
formar a commissao de hvgiene.
Dito da cmara municipal da cidade da Victoria,
lequi'itauio, que se mande levanlar a plaa da roa
Digitada mencionada culi le, pelo ajudanle de en-
genheiros, Feliciano Rodricues da Silva.A infor-
mar ao director das obras publicas.
Dito do inspector da Iheaooraria de fazenda, dando
a razo por que nao paga a eralificaco do regente
da caaa dos mendigos.Volto ao Sr. chefe de po-
lica.
Dito do chefe de polica, dizendo qoc se mande da-
gar a despezas que se t-m feto coin o sustento dos
preaos da cideia, do termo de Santo AnlI*.Fui re-
mellid llieiuuraria proriiieial pura pagar.
O mesino, duendo, que se ni > pai-ar as despe-
jas que fez o delegado do termo de Buique, rom o
sustento dos presos pobres da ca leia.Fol remeltido
a thesouraria provincial para mandar pagar.
COMMANDO DAS ARMAS.
(fuartel semerjl do cozanando da* aran da
Pernambaco na cidade do Recite, era 1:1 de
malo da 1857.
OKUEM DO DA H. 177.
Para que se facam eileclifas as dip isirOes do lit.
i.' cap. :l.- do rrgalamenlo do corpo de iaode, que
bauou coin o decreto n. 1900 de 7 de marc.0 do tar-
rala anuo, publicado na ordcm do da do etercilo
de 8 de abril p. findo ob o n. 1(1, determina o ge-
neral ruinin.in.laiile da armas, que desale j teulia
'l,lllf*' o hospital desla auarnir;ao, o que se acha
'arado no arl. lid do mes.no regulnneiilo : conse-
guinlement- aaJSra. eapelliai da r .., ., ecclesas-
licii aqu existentes, sobre detallie do quarlel ceneral
farAo mensalinente no referido l.o-piial o serviro in-
herente ao sen ministerio. Aquelle que. oallver pre
senteraente de semana no hoipiUI, continuara al o
lim do mez em andamento.
Constando ao mesuro general, que nal fortalezas
qoe (era capelles, n.iu laaltltoi ao Sanio Sacrificio de
Batan lodos os empregados e pravas em disponibili-
dad*), e nao pudendo (olerar a conlinnafSa de seme-
lliaule abus como offinsivo dos deveres reliRioata e
da disciplina, delermina aos senhores coioniaiidan-
les das referidas fortalezas, que a e*se acto faram
comparecer os empregados, e lodas as pracas da gar-
nM,,i!i|o.i nao estiverin de servido na occasiao, ou
mpnssibiladas p>r muleslia, dan o os mesmos se-
nhores rommanilanles com a sua assislencia, o nessa-
rio exemplo aos seui aubr.linados.
Jos Joaquim Colho.
EITlHiaR,
0 uMonileur de l'Armeo publica sobre a corle
de Pekn e sobrH a nrajinindla mililar do cele imperio os pormenores seguiules, pormenores ao
quaes o arnntecimeutos rtcenle ddo um inleresse
de aclualidade :
O imperador iclual llieu-Foiius subin ao (hrono
em I8*>1, lendo 45 anuos de idada. Soccedeu a
Miau-iSing, ao qtjal se linlia dado o sobremime de
Tao-kouang, expressao que na lingua chineza quer
dizer esplendor ua raeilo.
Hirii-Foiing he o 7- imperador da riynaitU rei-
nante, ou dyuaslia larlara, rujo ihefe", Tclioun-
Tchi, foi proclamado em 1644, e leve por lbo e
successor o illustre Kana-lli, um dos principes os
mais dirmelos, e dos nuil illu-lrados do seu lempo.
Segundo os esrriptores ehinesM, a nrcnniaiefte do
impeuo dala de tres mil anuos antes de Jesu Chris-
lo, e o si*u pritneiru imperador foi o sabio I'o-fli,
i|u- I lie deu lea e lanrou as bases de urna civilisac.10
Matante avanzada.
Esla dyuaslia ettinzuio-se no anno de 2197,
antes de Jess Cliristo : nrio leve sano oilo princi-
pes, e foi substituida por aquella de llia, que foi
seguida de viule e oulras, al aquella que hoje oc-
cupa o throiio.
A raai importanle deslas vinl e nina d\nailias
leve por fundador Tchou, e Mata illi reinados.
A China he hoje, como a l'crsia, a mais antlga
nacilo do rnon tu, e aquella que (em (ido na sua lns-
(oria o maior flamero de djnaslias e de sobera-
nos ella leiii si lo lamheiii o thcalro de iiivatiies e
de revoluc;oes continaai, que lem condozido princi-
pes eslraoueiro*, e que lem influido de urna mauei-
ra falal sobre aa seus deslinos.
Em 1^60 o* Mongols che^aram ao poder supremo
e tiveram por primeiro iraperalor um descendente
de Ueugis-lvhan, um dos chelea da grande horda,
Jeh, qoe pelos seus talentos e pelo seu espirito eui-
prehende.lor, recordava seu illustre avo.
O seos surcessores, odiados como eslrangeiros e
usurpadores, foram ohjeclo de aloques conlinoos at
ao momento em que um letrado chinez, chamado
IVhou, (en lo levantado o estandarte da revolla, con-
seguio expulsar o< mongals e f.zer-se proclamar im-
perador vih o nome de Tsi-Tsaaja
A sua asaltaran foi acolluda pelo povo enm Gran-
des demofistiac'S de alegra, por causa da sua ori-
gem nacional; os seus successores recebera m o no-
me de M ugs e i ein.ir.un al fi, e formam na
bi-ioria moderna desle vas(o imperio a d\naslia
chineza, por apposicjio s ilynaslias eilraugeiras
qur* a teem precedido e seguido.
Ella i un j oa memoria do povo orna srande re-
plalo de jatliea e de equidad? ; ella nao fui des-
trada senjo pur nina nova revoluc.lo eslrangeira.
01 Trtaros Mandrhoos, aos quaes o irnpeador
Tehina-T>oog linli.iperinillido virem habitar o norte
da Clima, desde qoe foram em numero sullicienle,
comecaram a revoltar ae.
Ten In lomado por seu chefe um liomem extraor-
dinario pela sua aulana e pe|d ma aclividade. cha-
malo Icliouii I'elii.eonseguiram deslrnir os Ming e
proclamar imperador aquello que tintia dirigido os
seus esforz?.
Foi assiin qoe Tchonn-T.-hi cheRen a ser o fun-
daJor do dyuaslia aclual, nuda iKmnaslia mand-
choue, qoe os verdadeiros Cliinezes" .Mi,., (r ,|0( ,)(,u5
seculoa que nos separam Ja sua oiigcui, olham aiu-
da como exlranceira.
Ode.feilo de que a acensara he a cama ros ala-
ques de revolla que deola anda boje este vasto imperio.
Os Maud h ios foram principes auerreiros. Elles
conquislaram surcessivanienle e encorporaran sos
seos Estados a Mongolia. o Thiliet, e olender.m
os s-us dominios al a' BouMinri e ao Indouslan,
C'xiiaram entre elles um liomem eminente a l-
elos os repulios, o i.nperador Kang lli, que falle-
ceu em 1772 ; e csle grande principe livesse (ido
-uccessores ciit>uos delle, o imp'rio Cbinez e-laria
hoje no poni de vi(a de civsaro e de progresro,
ao nivel doi prinripaes Eslailos da Europa.
Kana-lli fiillivoii asscivncias, as lelras e n arles,
uha ; crenu urna infantaiia regulare urna arlilharia
de campanha ; o lirou um grande partido desla ar-
ma, da qual os seus inimigos nao conheciam o
oso.
As ins(tuic,es militaras de kang-IIi nao esldo
anda completamente esqaecdas hnje ; o contingen-
te Url.iro lem conservado em grande parte a orga-
iiisacan que elle linlia dalo a esla infanlaria, a ine-
lhor do exerriln chinez.
A familia do imperador reinante corape-se de
quatro flhose de urna uuica flha.
O primogenilo, herdeiro do (hrono, conta boj 19
anuos.
Sun mil fallecen dando-o a loz, era muiln ama-
da do seu esposo que llie roandou erigir um rnagni-
fico tmulo.
O joven principe goza de urna injlruccoo as>s de-1
senvolvida, mas professa, como seu pai, un odio
profundo aos eslrangeiros.
O segundo lilho chama-te Vih-Chon, conla 15 an-
nos de idade, nasceu de urna concubina chineza.
que gozava de urna grande replalo deformo-
sora.
O lerceiro conla 7 annos. chama-se Vili-Tchou
he filliu de urna concubina maudchoue.
O quarto linalmenle, qoe se chama Yih-Tsuog
l.imbem lie filho de urna concubina, nasceu no mes-
lo anno que seu irmo.
A flha do imperador que passa por urna priuceza
completa, coula boje quinze anuos da idade.
Casnn o anuo passadn cura um lobrinho do sobe-
rano, o principe Tiag-fsio Wang que (era a repu-
lar.lo de um letrado dislincln.
O imperador lem (res irraaos: Yong-1'reur, Men-
Wang e Mein-Ilin.
Este ultimo foi degradado snb o reinado prece-
dente, privado dos ieui ttulos e digm ia les, pelo
crime de alia traic,ao.
Diz-se que eslava atibado a sociedades secrelas
com o lim de se amparar do Ihrono. Vinto dos seos
cmplices, que oceupavara no Estado cargos emi-
uenles solTreram os mais crueis supplicios, e a viu-
gar.ja imperial alcinrou aiuda mais seis oulrus in-
dividuos. Esle principe, apezar do casao que sof-
freu, 11,10 perdeu o seu pre he estranho s revollas de Nan-King.
O imperador he dotado da grande bondade para
toda a soa familia, mas, seja temor de urna nova
conspirarlo da parle dos leus, seja por um oulro
motivo couserva-ni afasia lo- das grandes posirjes
sociaes, e nao anima nellas lenao ideas especulati-
vas. Silo larlai letrados versados as ciancias e ar-
les ; mas lera pouens principius de a intime.m e no
coulprehendera bem o partMo. que urna naejla pode
lirar das relaijes commerciaes bem eulendidsi com
os outros povos.
Os ministros do imperador, que silo qualorz* for-
mam urna calesoria de funccioiiarios, cujo poder he
enorme: dividem-ae em dous ramos dislinrlns. o
primeiro e o mais importante, cjmprehende os qua-
Iro minislros do gabinele do imperador : To-Tun,
primeiro ministro man Ichou da bandeira amarella
bordada, conservador e traductor para o impera-
dor ; l'saau-Tchin-Vong, chinez da provincia de
(aii-llwKi;, inspector geral dos editos imperiaes
encarregalo de recolher as palavras qoe pronuncia
o imperador a Iotas as horas do dia. das quaes faz
collecrao ; Tcbang-Ling, mongol da bau leira bran-
ca, eucarreuado de centralisar lodos os ilocuinenlns
que silo diriaidos ao imperador, e de Ih'os fater co-
nhecer, quaudoos seaa collejas e elle os aebarn di^-
""* loona-Toig. man ichou da bandeira vermelha. 111-
teudenle das colonias ministra da presem-a im-
perial.
Iudependenle dos quatro minislros do gabinete,
ha dea oulros encarregadot dos negocios .1,. pro
viocias, a aue tem litalss lio extravagantes como fe
H" a seabaio de referir.
F.slas autoridades sSn as primeiras que Iransmit-
tem todos os dociiinenios que iotersasam ao uver-
no, do qual s.io era qualquer coi le os senhores.
fX'tareaj***)
'.A .\aro )
PERIA36BUGQ.
AsSEMBLF.A LE(.ISLA1Va PROVINCIAL E
PERNAUBUCO.
Satsao ordinaria em 9 de maio do 1857.
Presidencia do Sr. Jos Pedro da Silva.
A's 11.11 da maiih.la, verilica-sa haver casa, e
abra*se a sesso.
I.e-se e approva-se a acta da sessao anterior.
O Sr. Io Secretario d conta do seguinie
EXPEDIENTE.
Uro parecer da commissSo de cmaras, que lica
adiado, em vi-ta do regiment da casa.
A commissSo de negocios de cmara, a quem foi
subinettida a prnpo*ta da cmara municipal, pedin-
do a deruiiac.iu do arl. 5. da postura adlicional, da-
U'la de liejuuhn de 1855, he de parecer que
tal materia na 1 pode ser trazida a assembla ne-ie
correute auno, por ser opposla ao arl. lili do regi-
ment desla casa.
Sala das coinmissoes 9 de maio de 1857.Dr. Ca-
tao Xavier Pereira de linio.Reg Barros.Oli-
veira, vencido.
O Sr. M. Cavalcanti 'pela ordem':Sr. presi-
denle, ped a palavra para fazer orna reclamarlo
contra o qoe se 14 no Diario, que publica os traba-
dlos da casa. Eu ha nimio lempo que asocntei em
nao publicar os meus discursos, porque n,i 1 lenho
lempo para os corrigir, mas por occasnlo de fallar
*obre o projeclo de carnes verdes, quebrei o meu
proposito, e pedi 10 Sr. lachigraphu, que me
ii.'s-e o que elle liaba apanhado de miuba ex-
posiciio, porque eu quera corricir, aliin de ver
palavra que j tinha pedida, por isso que o parecer \
da commitsao deve ser redu/.ido era uina resolu>;o, 1
e enlao nessa occasiao tei lugar para fazer as ob-er- [
vaces que jolgar uecessarios.
Continua a diseusilo do requerimento de urseu-
. eia do Sr. Epaminondas de .Mello olferecido ao pro-
dever, tendo apoiado essa administraco na impren- jeclo 11. 11.
sa, fazer alsuma declarado ou protesto conlra as | U Sr. M. Caralcanli : Sr. presidente. quai
suas assercoes. E nao qoiz confiar no re-nmu felo j que ne-li discussflo, ao menos pelos ineos ihcos re-
Poe-se a volos o parecer e he appmvado. (' Sr. PrasioVlt/a :O onbre depolado esla' ins-
O Sr. francisco Joo declara que nao oou da crilo Ires vezes, nao po I* mais fallar.
nanamente, nao sendo elles eiludados, n.lo priman-1 que nao passasse sem reflsiio, mesmo para eu saber ] O Sr. francisco Joo :Acordado s fallei doas
do pela* flores de rethorica, nao podando a ua le- : volar, e para cnnhecimeiilo da casa. | vezes, su se fallei a oulra dnrmindo.
lura niiluir no juizo dos meus cnnstiluinles a mea
respeito, n,lu leudo motivos poderosos pira a soa !
panucado, julgo melhor condemna-los ao esqueci- 1
ment. Eslou cerlo qoa o deputado qne vos falla o
a posteridads na la perdem com este -\sieina.
Todava, qn nulo o nobre orador que me acaba de
preceder, falln a respeito da adruioislrac,ao do ei-
presidcnle o Sr. Cunha Figueiredo, julguei de meu
palavra para
pelo Sr. laclngrapho, eu mesmo quiz faze-lo ; e
csse resumo creio que lie o mais lacouico, e o tois
exacto qoc podio aer.
Eo. invoco a atleu;.lo do nobre depotado, ^l)
Eu diese justamente islo, disse que a assembla
era a uuica resqonsave 1 pelo fado que o Sr. Dr.
Mauoel Cavalcauli allnbuio ao Sr. Jos liento...
cursos, sn se apresenlam repelirs do que se lem
dilo ; enmludo, eu nao desanimo, pode ser que e-las
repelires facam alumna impresslo no espirito tenaz
dos iiubres depolados ; aqo- n.lo ha na la de ollen-
sivo, e eu declaro qoe, einbora m ntias expressOes
sejain mais fortes, nao lenho idea de ofleuder ; se
O Sr. francisco Joo : Pero
apresentar um requeiimenlo.
Itequeremos a mesa o seguinie requerimenlo :
Kemeltem-os que pelos tramites convenientes se-
ja a presidencia consultada acerca das rear s que
deven) ser guardadas no a.igmemito de vendmentos
dos empregados pruviuciae-. bom assim o quauli-
O Sr. f\orenao Nao quer enleuder.
O Sr. M. Caiaicanli:tu fallo sobre a urgencia,
iulerroinpo-se me, nao se quer discutir, abafa-se a
disxus.o, agora discuto a materia, diz-se que en
quero mouopuhaar a discus-3u, roas eu declaro qua
lulo quero lal e eslou cora todo o meu sangue fro,
eu nao sei mesmo o lugar onde eslava quaudo os
apartes me afaslaram.
O orador diz que se nao e$(a engaada os empre-
gados da Ibesooraria, nao sao dos mais mal aquinhoa-
dos, lembra-se de que quanlo se creou essa repar-
lalivo, que aproximadamente ler 1 de ser despendido licao foram os sens'empregados bem aquinhoalloi,
com esse ramo de servico publico. Francisco Jo3o. que essa reparlicao lem lido constantemente ua casa
-Manuel Cavalcauli. um procurador zeloso, oiq prolector poderoso, coos-
lambem he remettilo a mesa a segointe emenda : t.iuleinenle membro da comms>ao de orcameoln,
O presdeme da provincia nao podei conceder li-1 cujo voto he de muilo peso na Casa e que essa pro-
",ot,'1- ""]* 0.MU,'a ao' e">pregadoi provineiaes. | lector como chefe da Ihesoararis, lem procurado pa-
ra ella lodos os melhorameulos lem augmentado os
M. Cavalcauli.
O Sr. Francisco Jio : Sr. presidente, pedi a
algoma proposican boje 011 m qualquer lempo eo palavra para explicar-me e proleslnr conlra a ma-
ldelidade coin que liz este resumo, porque eu mes-
mo ua qoiz app-ll.ir para as nulas laclugraphicas,
e escrevi o resumo, ,'l,
Eu disse isto e lembro-ms al que nessa occasiao
o Sr. Fpamiuoodas de Mello fui um dos Sr. de-
pulados que me honraran) coin os seus apoia-
dos.
Creio qoe n nobre depulado foi lambem nimia-
mente susceplivel. O nobre depolado julgou que
isto poda ler urna interprelacao que Ihe fo,se des-
airosa, mas eu acho que asm estas palavras podem
ter a interprelacao a qua o nobre deputado alludio,
nem anda quando o liveise ella Ihe poda ser des-
aquiilu nao -alna do modo porque coiluma sabir, airosa.
porque quem nao me couhecer e quizer avaliar-rae [ Senhores, eo conlesso que as palavras elo Irans
n ,. ,. --------. -------..... *----'-----.....a- ; 1-"a........., |i-----------1- --|...-. -...o |..m-.i.ii LiMiiid a na
., .wanocl c aralraiid :Conlesiou algoem euiiltir nao iuteirameute relleclida, que no correr 1 nena porque se me roubd a palavra ob e subreuti-
**" j da discussao me pode escapar, loco que lieja recia- clmenle...
.- '. ,.i!.r-.s""'"a Cnrca!/io : Mas eu devn juslificar a 1 mai\1o,eo a reliro, assiin como esloo disposlo a con- OSr. Preientt: El nao roubo a oalavra ao
Acerca do m.iipini-nio diplomalico enlre as cor-
les d'AusIria ,i Sardenha,l-se o seguinie no Jour-
ual des Debis :w
O rompimeiilo relativo ao rompimrnlo das rea
COes diplomticas entre a Austria e a Sardtnlia con-
tinua a occopar os jurnaes allemaes.
Aquelles jomaes tem feilo a continuara a fazer so-
bra esle incidente, asmis exlraordinarias narra-
ces.
Se se dercredilo a urna correspondencia de Vien-
na, encarada hnntem a Paria, proveio ile urna cor-
respondencia verbal com o conde de Cavonr, e na
qual, aquelle ministro u*on de expre'0es lao enr-
gicas conlra a Austria, qoe o conde Paar, de accord
com as suas ultimas inslruccoes, juluoii dever iuler-
rninper as suas relaces como governo piemonlez.n
Lma lal axplieacao, nao pude conciliare com os es-
rlarecimenlns queja lames dado as nnssas anterio-
res carias de Vieniia, as quaes eiln agora plenamen-
te coulirmadas pelos jurnaes seini-olliciaes qoe so
publicara naquella cidade.
Manternos a exactidao das nnssas informadles. Oo
Iras publicaQes auslriacas alFirmam que "o conde
Paar se despedir de Mr. de Cavonr, era cunsequen-
cia da conversa do da 22 de marco, debati das for-
mas ordinarias, enm as mais amigaveis expressOes,
sem que eoosa algima indicasse, que era chamado
pelo sen governo. Esta fersle nao he mais ver,ta-
deira do que a que deu a correspondencia de Vien-
na que acabamos de cilar ; esla' formalmente dea-
menlida pelas nulirias que recebemos directameule
de lurin, e que provenidas melhores origens.
Tendo o conde Paar pedido urna entrevista a .Mr.
Cavnur, Mr Casoar apre-sou-se a recebe-l....., do-
mingo 22 de margo. O conde P ar comecoo por dar
leilura a Mr. Cavuur do sesundo desp.cbo do seu
governo. Depois desla coininunicacio, o conde Paar
pedio formalmente os seus passapo'rles nos lermo-
mais convenientes, maa a<> mesmo lempo os mais sic-
mlic.ilivos, declarando francamente que se Iralava do
rompimeulo das relai;;s diplomticas entre os dous
estados.
A declararlo do conde Paar poz o conde Cavonr
os necessidade de receber as ordena do re para cha-
mar o raarquez Cantono. O encarregado de nego-
cios da Sar.iiMili 1 em Vienna foi cliamado com toda
a legac.io por urna ordem expedida de Turin a 21,
logo que Mr. de Cavour se jaleen autnriaado a an-
nunciar, que u embauador de Franca em Vienna se
encarregava dos nleresses dos tubdilos sardo.
Julgamus 'ilil eslabeleeer enm eiaclidla quasi mi-
nuciosa, as cirrumslancias do rompimenlo que hoje
exisle entre a Au-lria e a Sardenha, porque quaes-
quer que poetara ser as consequencias, be julo dal-
lar a cada um dos dous gabineles de Vienna e de
Turin, a parte da respunsabilidade que Ihe per-
tence.
A esles esclarecimenlos que temos Inda a ralla de
julgar exactos, podemos acrescenlar os que encon-
tramos hoje em um jornal alternan habiloalmeiiie
bem informado, a stiaiela de ilanover. anda n'uin
ponto parlicolar esles esclarecimentos dilTeicni do-
que se acabara de ler. Segundo esle jornal, a pris
meira causa que deu lugar a chamar-se o conde Paar,
seria a raspaste do conde Civonr i primeira ola do
conde de Buol. Desde enllo o gabinele de Vienna
havia lomado a re.olcao de chamar o seu represen-
laole e;n Turin ; mas as represeniacijes rennidss da
Franca e da Prossia, devein ler impcdnlo de dar
esle pa'sn immedialo. Foram desde lego Iroradnt
despachos a ole respeito enlre os gabinete! ,|e Vien-
na, Pars e Berl'in, e apelados por meio de repre-
sntenos verbies dos embaixadores de Franca e da
Prossia em Vienna.
Em consi-quencia desla intervengan, o enverno
auslriaroileclaroii, aue enviara urna segunda nula
ao conde de Cavour, para insistir de novo as suas
primeirsi rcelauacOes ; mas a ollilude da imprensa
sarda e os dbales sobre as forlificaces de Alean-
dris, deveria forrar o gabinete de Vienna a renun-
ciar ao projeeln que hnvia annuncindo de lazer urna
segunda tenlativa em Turin. Conlra esla nova ten-
Uva, as rcpresenlaces da Prossia lomaram-se in-
fracliferSf. Em resumo, o jornal alenlo affirma,
le nao huiiveseciinla ola au-lriaca enviada para
Tuiin, e que o ufado de se chamar o conde de
Paar, foi a replica directa nota do conde de Ca-
vour. Todava, as informanies que leinos recebidu e
publicado sobre o roiilendo desla leRdnda ola,
l'crmillein-nos conservar algoma duvida sobre a sua
exi.leneia.
Por oulro lado, ama correspondencia de lurin,
dirigida a i'Iui!epeiuieucia Be'aa, com dala de 'XI
I-
pelo que se publica, como dilo por mim nesla ca-
sa, de cerlo nao me pode ter em moilo boa conla,
isto he, era conla de quem discorre ; quem quizer
apreciar de mim pelo que eu digo na casa, eler o qoe
lem sabido, p-^r cario ha de fazerjilemim um juizo
desavoravel, (nao apoiados) parece-iue islo, porque
se eu mesmo ajoiaase de inun pelo que leio, pelo
que me fazem ler dito aqu, eu me euvergouharia de
ler dilo laes cousai.
Porem, dizia eu, que pnr occasiao ile-s,i discussao
do projeclo sobre as carnes verdes live occasiao de
apresentar urnas razoes, e desejava que ellas fosseiu
Iranscripias com alguma fileliiiade, pedi ao Sr. la-
chigraphu que me desse o que elle iiuha podido apa
nbar : enm eleilo, algumas proposig-s vi confor-
me ao que eo lenho dito, oulias nao, porem os
apartes que me derain e as re-poslas que eu dei a
elles. eram lAo dillereules, qne eu nao pule nada
apruveilar..Eu pos-u corrigir alguma cou-a que le-
nha dilo, mas a que os oulros polem ler dilo, de
cerlo nao posso corrigir. A' visla dislo. corrig ni-
camente aquillo que eu disse, e deixei o maia eiKre-
gue ao Sr. lachigrapho, dizeudo-lhearranje como
quizer o maise d'clarei-lhe tambera que alatli por
dianle lizessa o qoe qoixssse dos meus discursos, e
resumisse-os, que eo nao poda eslar com esse 1ra-
balho. Al ah na a ha que eslrnuliar ubre a po-
blicagao, porque eu nao rae importo ; mas, senho-
res, publicar-se o que te disse era resposls as mi-
rillas palavras de um modo, que me he oiieo-ivo,
ao mellos assim o parece; sera que se distaste ao
ineuos alguma cousa em refulacao a isto, he um
P.1.100 intoleravel, lauto mais quanlo en vejo, que
a par desla publicar 1 inexacla, por accaso no Li-
beral Periiambucano, se puhlicou um discursu ou
palavraspnihnas dilas nesta casa com a possivel exac>
lidao ; nao posso chamar aenao una deplor^vel 1'aX
lahdade em que ni nos ach-mos...
O Sr. Pertira de llrio :Foi co o exactidao'.' 1 JflJ' algurrn nesla casa, o Sr. ^-ancsco J
O Sr. M. CarMcanti:C-im loda qoanla fie" p- saiba. Aprecio rauio a s :e. udeneia ,
sivel. t
Nao posso deixar de deplorar a falalidade em fde
citamos collocados com a poblicsgao dos trabalhos
da casa.
A leitura que eu passo a expr do que aqu se dis-
se, em que eu fallei de prup 'Silo muilo de va cuino estoo fallan 10 agora, para se ver ae se poda
lomar o que eu dizia, esla disciissao, esse discurso,
ou cssas palavras que o Liberal Pernamhocano
poblirea com 1 possivel exactuljo, nao foram po-
blicadas no Diario da casa.
O Sr. (,". (Jaimares : Nao liouvo recommeu-
dacao ?
O Sr. M. Caca\canti :Ol, senhores islo he
orna uccorreocia Insie, nada e publicuu, enlrelau-
lo publica se urna resposla, que se me deu, uo quese
liz qu-, se me deu, que de Celio me faria perder
ora pouco s paciencia, se a uuvisse proounciar co-
mo eal esenpto...
O Sr. Souza Carcalho d um aparte.
O .Sr. M. Caca\canli:Nao se pruiiunciou, ou
pelo menos eu nao ouvi, se ouvisse, repellia coin
energa o lalvez coin acrimonia, seessas palavras fe-
riasen] os meus ouvidos.
Diz-se que n Sr. Souza Csrvalho disse tendo;
Declara que nunca foi aquecido pelos raios ne-
nelicus vibrados pelo Sr. Jo-e Bullo, mas que hoje
pode rscusar-lhe a josliga que serapre Ihe fez du-
ranle a sua admislracan, e que he grande gloria pa-
ra esse adrara slradur so adiar o Sr. Mauoel Caval-
cauli para cor.fun li-lo, censuras lio p.iuco inomen-
tosas e (ao injustas como a que inopportuiiaraenle
lheacabadealirar.il(Apoiados.) a Sai adiar o Sr.
Mauoel Cavalcanti u Parece que quer-ie langar
subre mim cetlo ridiculo ne-la casa. Nao apoia-
dos.! K
Senhores, eucreio que o nobre deputado nao da-
se o que esta aqui escripto, contra isbi he que eu
proteste, so eu u ouvisse, havia de responder com
acrimonia.
lie -.caiiile gloria para o Sr. Jos Benlo s adiar
a um iniseravel, a um liomem que vive, nao sei co-
mo, so o Sr. Manuel Cavalcanti para Ihe fazer cen-
suras Eu digo que o nobre depolado mo di-se o
que esla nqui aseripto, e conlra isso he que he a re-
ciaiiiiic.io. e eu nilo crimino ao nobre depolado, sei
que fui elle um dos que rae deu unan apoiados,! es
lava no seu direilo, pedio a palavra conlra a exteni-
poraneidade, mas nao disse islo qoe aqu e-la, que
rae he 1 1] .11.1111, 00 pelo menos eu nao o uuvi duer
islo, eulrelanlo eta publicado e impresso.
Protesto contra isto, lauto mais que o qu eu
disse se apanhou, e foi para o Liberal sem ser pu-
blicado no jornal da casa, lie na verdade urna cousa
bem deplorare!, que paguemos para pubiicarein-se
os nnssos Ir.ibaihn., e se obre desla sorle. Nao sei
de quem he a culpa, eu nao presto alten a 1 a e.sas
cousas, mas o fado he esle.
Francisco Joan :Nao est reclamando
que Ihe d
O Sr. Franatco Joo :Eu quiz fazer urna re-
clamacilo, qoaudo o trabaran da casa, em luaar de
ser entregue ao Sr. Flgoeirna, fui dislraludo pur 'jo-
Ira parte.
O Sr, Manoel Cacalcan\i :Contra islo eu ala
lenhorerlaiiiagaoalguma a fazer, puhiicou-se aquilln
que eu disse pouco mais ou menos, nada lenho com
islo...
O Sr.
hoje '.'
O Sr. Manocl Catalcanti :Nao lie sobre islo,
porte o Librala poblicar quando quizer.
O Sr. Francisco J'iao :D licenca qui
um opaile ?
OSr. Manoel CacaXeanli :Se o nobre deputa-
do nao ouvio o que eu disse no principio, se nao
sabe ao que me propouho chegar, para que \cm in-
lerromper-me ?
Eu reclamo, pego i commissAo de polica, 00 a
quem competir, que d as providencias possiveis,
nao supporlemos isto, nao se publique que eu disse
una cousa em srulido coulrario ilcitamente asnil-
lo em que faliei, nao se constata qu multo de pro-
posito te deue de publicar o.pullo que eu di-se,
porque al nada se dis-e, deo-se o resumo de qua-
tro linhas |>ara agora se publicar uina resposla no
sentido que eu acabe! de mostrar. A mesa d o va-
lor que entender a istn.
O ir. Presidente :Eu lenho de declarar ao no-
bre depulado qoe nao leio as discusses da casa, u
que se passa aqu e*capa-me na mesina occasiao
que se pronuiuia, e se a couiiriis-ao da noticia for
obrigada a fazer confroiitaces de diseursu. para
corrigir aquilln que hoiiver de inexacto, ser um
ir.tb.illni extraordinario, mesmo unpraticavel e
inexequivel ; prtanlo eu apenas recomrnenio aos
obres depuladus, que oetsea rcsunius que lizerem,
sejam fiis.
O Sr. M. Cacatcanlt :En nao reclamo nada
conlra o resumo ; faca o que quizer V. Ble. ea me-
sa, pode ler ou nao as discu--ues, mas quaudo liou-
v-r una reclamacao no sentido era queeu aprescu-
l-i. que nao ,e pode negar qoe urna injastlea inqua- [ gha^io, adiado' na sesso antee denle p.
Iihravel se me fez, nesse ca-o cli.ime quem lie res- -
postas, masa Iransposigao nao he al uina das bel-
lezas da lincas '.'..
Um Sr. Deputado :Nao, quaudo torna o discur-
so obscuro.
O Sr. Sonsa CareaWio :Mis aqui nao ha obs-
curidade, porque dissoeu he grande gloria para
esse administrador >< adiar o Sr. Manoel Cavalcan-
ti para confund-lo, censuras lao pouco maraentusaa
ele.o Seguiinlo-se a ord 'm gr.immalical, poder-
se hia dizer : he grandegloria o Sr. Manuel
Cavalcanti adiar para confundi-lo, smente censu-
ras lio pouco inoinenlosas ele, ou que o Sr. Ma-
noel Civalcanli, para confuuJi-lo, sii ache ceusu-
rai, ele.
AqQi o Sr. Manoel Cavalcami nao pode deixar
de aer aqudlo que os latinos cliaraavain oanele
da oraclo, sendocensaras o paciente. Se o nobre
deputado quizesse inierprelar de oulro modo, mo
poderia eoordeuar sentido algum a visla das pala-
vras o censuras (ao pooco inumcnlosas, ele. Em
lal cas., a que oulro termo da uragao li-ariam liga-
das essas palavras? Logo o lenlido nao pole .cr
diverso daquelle que Ihe dou. Ha alguma Irans-
posigao, he verdide, mas nao he daqueilas que he
preciso tuna grande linura de espirito para compre-
hender.
Agora direi, Sr. presidente, que qnando mesmo
eu dlssasse, que era aran te gloria para n ex-a.lmi<
Mirador da provincia, lmenla adiar o Sr. Manuel
Cavalcanti para ceusura-lo...
OSr. Al. CacaUant i :--Nao he nada islo'.' Pense
bem,
O Sr. Sonsa Carcalho : Nao foi islo o que eu
qoiz dizer, mas quandu o ds-esse, enteudo que ola
o teriaoflendido. Respeito muilo so nobredepu-
tado, e lenho Ihe dado al denionlrages de s\.....H-
tlna poltica, que n nobre depulado mesmo Ignora,
porque eu nunca quiz levar aoteu conlieoimenlo. mas
"nTanciscoJoao, lalvez
...,.. ndeueia de carcter
do nobre d-puiadu, o seu svsleina serapre seguido
nesla casa, preslo-lhe lodo o ocalainenlo, mas Se.
presideule, quaudo o numero dos censores he dimi-
nuto, ou quando su existe um liomem que faz cen-
sura', einbora esse homsm seja maito respeilavel, se-
ja peisoa milito dislincla, Ulo he isso urna gloria pa-
ra quem ha censurado ?
O Sr. I/. Cavalcanti:O fado nao he exaclo,
por que eu mesmo fui apoiado pelo Sr. Sabino...
OSr. Sonsa Carcalho :Nao dscolo se he exac-
lo ; mas, alada qoando en o dissesse (fosse ou mo
exacto,) nao seria urna ollensa ao nobre depulado.
b, Sr. presdanle, direi agora, mesmo o relo desse
administrador lano nesla casa como ua provincia,
sear ||a poneos impugnadores, lao poneos censores
decididos Ihe he muilo humoso e se elle nao dei
xou innmeras e profundas adhesoes pe-soaes, he in-
dubilavel quise dedicou com moilo proveito a va-
rise importantes raelhorameiilos da provincia, e
deiiou raros inimigos e censores decididus.
OSr. .1/. Cacalcanti :Iniraigu- io.
O Sr. Satina (Hegario :Apoiado.
O Sr. Soasa Carcalho :Portelo Sr. presiden-
e, nem foi miuha inlencao molestar ao nobre depu-
lado, uem aquilln que esu escripia pode ler o ieu-
lido qu o nobre deputado Ihe deu, e inda quando
a dissesse nlo podens offende lo da forma porque
o nobre depolalo se moslrou offendido.
O Sr. Francisco Joo (pala ordem; :No correr
da dnenaUa ou eiplicarau pruvocada pelo nobre
denota !o linuve um Tacto que foi Irazido ao conhe-
ciraenln da casa, e fui que um discurso,proferido pe-
lo nobre deputado, deuou de ser publicado 110 jor-
nal da casa, aquelle que lie enrarregado do apanha-
menlo dos Irabalhoi o um oulro urnal a deu a
luz...
Um Sr. Deputado :Com a precisa felidade.
O Sr. francisco Joao :Com loda a iodivi-
doagao.
Eu pedirei .1 commissau de policia que indague
por si se o, discorsn apauhado aqu na casa foi en-
tregue ao Sr. Fiiiueiroa, ou se deixando de u ser,
leve tira destino dillereule.
O Sr. Sou:a Carcalho :Esse ado he lio sa-
bi 10...
O Sr. francisco Joo :Eo apenas indico, par-
que he boro que a cas saiba se 11 discurso llenan-
do de ser entregue ao Sr. Figueiroa, leve um des-
tino dillereule o deixoa por iito de ser publi-
cado.
O ST, II. de Lacerda (segondo secretario .Eo
no da em que o Liberal puhlicou esse discurso,
uilo vi esse jornal, mas creio que nesse mesmo dia
ou no nutro, ouvi o nobre depulado o Sr. Florencio
pergunlar ao nosso collega, so o que elle linha dito
ara justamente o que linha sido publicado, porque,
se assim nao fosse, elle quena fazer algumas recla-
maees.
lulaaaiido eu como fura parar esse disenso ao
Liberal-, vim ao conhecimenlo do seguinie : que o
Sr. lachigrapho que Irabalha aqui por una couces-
s.io especial da casa, mas que nao he engajado, nao
he pago para isso, he quem loma esse> apuiilamen-
los, e brisase a esse jornal. Eu disse, nao sei se a V.
Exc. ou ao Sr. Dr. Luiz Filippe, que alguma pro-
videncia deviarnos lomar, porqoe eu nao sabia se o
Sr. Manoel Cavalcauli linha querido publicar o seu
di-curso ou nao ; enlao Bgorava a livpolhese de
elle nao querer os seus discur.oi publica.tus pnr
exleusu e -un um resumo, e nesle caso como con-
aeulir que pelos empregados de casa, por onde esse
resumo devia passar, fosse dada a integra do discur-
so pira oulro jornal ? Vira entao ao couhecimenlo
do fado, que era ludo devido a esse Sr. lachigra-
pho e a elle mesmo disse que nao era conveniente
que procedesse assiin, poieiu em resposla elle me
dina que nao sendo en.'aja lo. nao linha coinpromis
ios com a casa, e porlaulo poda assim proceder;
mas eu Qa-lha ver que isto lalvez nao fosse muilo
airoso, p.-i 1 no elle liabalhava aqui por irera conces-
so nossa, para habililar-se, e como publicar o que
aqui se passava sem aulon-acao '.' Fiz-lhe ca ad-
vertencia, e ellcdizeiido-ine que o disen'SOa lili liara
sido proferidos em publico, e que por isso ne-
nhuma re-p in-.ihilid ule elle linha, eu enlao res-
pondi-lhe que nesle caso fosse para aa galenas, e
ah tomasse soas olas, porque eniao, ne'o a casa,
nem os dcpulados, podiam prohibir ; mas da po-i-
gau que necupa uesla casa, dentro ilo recinlo della,
usar desses meios, eu nao poda apoiar, dado o
caso que continnasse a assiin proceder, nao sei o
que elle fai.
Era es'.: a minha obrigacao como membro da com-
raissao de polica.
O Sr. Presidente: O Sr. lachiarapbo consul-
lou-roe, e eu Ihe disse que elle devia sujeil.ir-se a
intimadla que Ihe fe/, o Sr. segundo secielano, por-
que, vi-lu que eslava goasndo de regalas, nao poda
deiiar de catar injeito a cortos onns.
Entro era diacusslu o parecer da cummissao do le-
.. pala
nobre deputado e peco-lhe que seja mais cumeJido
em suas expresses.
O Sr. Francisco Joo : V. Exc. pode ir al ao
ultimo termo, expellindo-me do Hilo pan lora se
as conveniencias publicas e da occasiao o podertra
aronselhar.
O Sr. presidente : Peco
nobre depuls qoe alteada para disposiflu do arL I2I> que diz t ,
por lano ja v que eu proced em regra e nao lenho
inleresse nenhuin nem em adianlar essa discu-s.10,
nem em proleia-la.
O Sr. Francisco Juo : Pois bem, condemuado
ao silencio, reeulho-me a elle.
O Sr. Presidente : Nao est (al, tanto que (em
fallado Ires vezes, e eal Miando tima quarla.
O Sr. francisco Joo : As notas lomadas pelo
Sr. 2.- secretario, cujo lesleniunlio ninguein pode
por era dovida, marcara doas, nem eu eslou coslu-
1:11 '.i a meutir.
O Sr. A/. Caralcanli: Eo lamento que sobre
esla materia uo se lenba fallado cun o saugue fro,
e me-mo que nlo baja na mesa aquella regulardade
que he convaiiieute.
O Sr. Presidente : Tem havdo na mesa loda
a regulardade ; nao aceiln essa increpagao.
0 Sr. .1/. Cacalcanti : A mesa nao he o pre-
sdeme, n,io he elle que loma as uolas.
O Sr. Presidente : S- se refere somentc a mim,
decl irn-lhe que 0 que lenho felo he Conforme o re-
giment, e u nobre deputado nao pode fazer-me essa
censora.
OSr. .1/. Cofalcanfi : V. Exc. agora me faz
vir a memoria um ex-mplo.
OSr. Franatco Joo : Nao diga nada.
O Sr /'. de l'.riln : He bo 111 dizer.
O Sr. francisco Joo fla' um aparte.
O Sr. /'. de llrito : Aqu nao ha marlyrios.
O .Sr. .1/. Cacalcanti: Nlo ha martyiios '.'
Tambera |ior ora anida nao direi. .Maa e"u nao ac-
CuseaoSr. presidente, nao he ella qoem loma as
olas,como he que esta 13o susceplsvel,lo zangado,
lilo irascivel.
O Sr. Presidente : Nao o eslou, e pego ao no-
bre depulado que use de expr-s.ues mais cabiveis.
O Sr. .17". Cacoleanfi : Que a mesa 11,10 lera
ido recular, provo-o o ler lido quanlos suppleuUs
de seerelarios ha o oulros que nem o s3o, para lo-
riar nota--.
OSr P. de r lo : Esle modo de proceder he
desin iralisadnr da assembla.
O Sr. Cavalcanti : liu seu muilo assidno nes-
la rasa, eiiln, un principio da s*sao levanto me mui-
I poucas vezes, presto inuila allenrao a di.cussao,
e nesla particularmente lenho empregado algom es-
rorea p..r lano, cerlo quo Sr. Francisco Juao
ralln sobre a materia duis veeei ; tem liavulo dif-
lerenles requoriincnlos le urgencia, ja pela hora, ja
para a prorogico da h ra e uestes leeiu fall ido o Sr.
rrancisco Joo, porem sobre a materia s fallou duas
ve/os.,,
Urna loz: H
energa.
mesa tenln
preciso que
O Sr. m. Cacalcanti: Energa, appeiia-se aq
ia.-a a energa He preciso a quern quer empreg
'ergia, ser muito rauleloso no emprego della qua
lo nao, cabe ero excelso.
marco, ni.s laz saber que o 2averno saldo, an-
favoraveis a relignlo elimina. mineando o arave Incidente que acaba de ler lu-
odnsoa seus ajenies diplomalicus, acredila-
i'liainou na Jesutas a sua corle, e Iral u com o maior
favor estes homens superiores que Ihe fi/era:n iin-
porlnntea lervigos, inlroduzindo nns leus Estados a
pralica dos counecimunlos llmanos espalhados no
resln do mundo.
Por lo a a parla anda hoje f" veem vestigios das
aas nomerosaa fondagoes.
Rang-Hi dedicou um cuidado parlirular orga-
nisagan rio sen evercilo, ao qual applicou as divisoCs
adoptadas naquella poca, aa Frauga e ua Allema-
sar,
ilus junio d.scirtes ...irnugeiras, faz notar, que a
iniciativa desla lompimenlo perlence exclusivamen-
te ao governo anslriaco, e qoe a reponsabilidade de
lodas os cnnseqnenciaa qe podem resultar desle
rompirnenlii, devem nicamente pesar sobro o gabi-
nele de Vienna'
,/or;ial do Commtrcio de Lisboa.
pou-avel, e diaa-lbe que i-so vai muitu mal, e e-loo
que a rommisso de polica est um puuco liabililada
pura reprehender mesmo a quem faz laes publica-
ges; lie islu o que eu quero.
a palavra o Sr. Manuel Cavalcanti.
O Sr. Manoel Cavalcanti :Poli a palavra nu-
camente para nao passar e-la malaria sera fliscussao.
Eu nao emendo da materia, coofetso; pedi a pala-
vra sobre ella para nilo votar-te as no, sem mais ex-
0 Sr. Presidente :As publiescoes sao feilas de- ; plicacan, e mesmo nao sei se e.la iiilerprel.cao lie
ia n na >\d (I lliviirsi \c c!iit "urrini-liii iiaI n !, .1 J> _____a 1 ._____II '
pois que os ducunos sao corngidos pelos nobres de-
pulado'.
O Sr. Sonsa (arcilno .pela ordem; :Sr. presi-
dente, eo sou um daquelles que lian julgam que 01
seus discursos mtreram as honras da publicarlo. Ka-
ras vezes os levo ao preln, e somentc alguma razo
especial pode alterar esle meu proposito. Mas, urdi-
da competencia da assembla...
<7m Sr. Deputaio :Para o fim que se quer, he.
O Sr. M. Cavalcanti: Isso mesmo desejava
saber, para dar um vol coin alguma ponderarlo....
f.'m Sr. Depulado : He para a cobranca do um
imposto provincial.
O Sr, .1/, CaoalcanH : Isso mesmo, eu desejava
firma-la quaudo adiar qoe he convenientemente
enipregada.
Tem-se dilo que a quesl.ao he hoje de capricho :
pule ser qoe assim seja, mas da minha parle uo
ha capricho, porque enlao dir-se-bia que eu sou
cuiislaulemenle caprichoso, quando 11110 eslnu de ac-
cordo com as opiuiOes dos oulros. Kepilo. de minha
parle nao ha capricho, e deinais, o que mis, que nns
nppomos ao projeclo. Taznos, he de conforinidade
cara o regiment, e aljulgado por caberas pensa-
doras como uina garanda necc-sana paia o hora re-
sudado daa ques(o-s. Para que no regiment se diz
que llavera tres discusses, quefallai cada depu-
lado (aulas vezes, que havera n intersticio ? Para
que he isso? Nao he seno para que e pense frn-
raenle, h\re desses caprichos, se julga necessaria e
ronveiiienle a demora, a pausa, a lenildlo as deli-
bcrores da assembla.
O que he palenle a lodos he que nos, que nos op-
pomos an projeclo, argumentamos, apresentamot
razest e os qua o defeiideiii puucu di/.i-m ou nada,
respondera cora u silencio desprezadnr das nossas re-
lenles, appellam para os volos, ao passo que mis
ap|iellamos para a diiru'sao, para o esclarecirneuln
da materia : aonde esla aqu o capricho ?...
O Sr. /;. de Lacerda : Esl da nossa parle, da
minora.
O Sr. .1/. Cavalcanti : Da minora, e o eiro
ordinariamente esl na raaioria...
lina 10:: Ordinariamente n.lo digo, mas agora
esl.
(' Sr. ti. Cavalcanti : Eu digo ordinaria men-
te eal, nao he seinpre.
Eu pego o requerimenlo para fazer frisantes al-
gumas reflexdes .1 ir.- (l.)
A urgencia he para se apreciar n projeeln : pois,
salidores, apreciemos n projeclo, j qoe os senhores
Ihe dao modo aproen; presentem-ae, diacolam-o
cora loda a clareza, coiivengam-nos de que elle lie
muilu preciso, e no nos respoudam com lom mofa-
dor volos, votos.
E, senhores, dizer-se que he protclagao, n'um oh-
jeclo lao imporlanle como esle ; dizer-se que nos
queremos prolelar, quaudo mis veraus discussilas ca-
lorosas em que ss es^olam lodos os recursos ; quan-
do nos vemos erupregar-se a lctica, quaoiio se Irala
de l.ucci e consas s-inelhantes !
IN'asa quoslao disculiu-se, queimon se o ultimo
cariucho, houve discussao de parle a parle, discus-
s.lo aie indigna desla casa, e ah n.lo houve prole-
larilo ; qu>ria-sa defender os direi tos sagrados do
cidadlo, ele, ele, entia disenllo-ee com luda a ele-
qoencia a ibeoria desses direitos, nao havia prole-
laclo ; nos acompauti.unos a dnenssloa ella enrer-
rou-se quando eslavam oasotado* lodos os recur-os,
islo pasa,.u-se nesla c-sa pereule luis lodos que aqu
oslamos, entretanto diz-se agora que nos queremos
iirilelar, purque queremos votar com conheciineiilo
de causa !
Ea j disse que se pela discussao se ipresenlasse
alguma med 1a ladenla a me.llorar a surte do em-
pregados pnbl-ns, eu volara por ella ; mas o que
he que ae diz volos. Pois se mullos dos nobre?
depulados da illustre maiotla julgam Colaren ente,
silo os meamos que querem deslocar parle das emen-
das que se achara era discus-ilo pela grande coulu-
s3o que existe, sao os mesmos que nos aecusam de
proleladores de discussao "' Com a diacasslo, o que
nns queremos he esludar a molera, cada um procu
ra tirar ai ronsequeneias dos principios es .aheleados,
e lustra mesmo he inlerrompido por quem dirige os
Irabalhos da casa : e sera islo conforme com o pro-
cediinenlo que devo ler esla a*serubla '.' Is!o he
Iranstornador de lodos os principius eslahelecidns ;
sei que a caaa vai volar hoje o prujeelo, mas feliz-
nienle lem elle quatro ailigos, e porlaulo haver.i
occasiao para disculir-se longameote.
O Sr. M. Cavalcanti pela ordem": A casa
bonlein deculiu qu* se disentase esle projeclo alem
da luna marrada, mas hoje se nao linuvesse u re-
querimenlo de urgencia, o Sr. presulefile, podia ler
dado para a ordem do dia nutra cousa, mas exis-
lindo esse requerimenlo, pode o projeclo discutir-
se ale 11 hora de entrar o nrcamenlo, islo bem,
transeal. mas disculir-se alm deesa hora he es-
candaloso.
OSr. II. de Lacerda '! secretario ;llonlem
a casa fui consollada para ver se quera ou nao cou-
linuar na discussao desle projerto, nao hnuve re-
querimenlo por escriplo nem verbal,houve una alio-
cogi do Sr. presidente, dizendo que pelas graves
nnpulages que loflria, qnerendo arreiUr de si a
grande responsahilulade que linha, pur essa razan
consultara elle se quera a casa liuulrm discutir o
projeclo, e eonsullon a casa. A volaran o que ex-
primi tai, que a$ imputaeoes qu erara felas ao
Sr. presidente, eram infundadas, que a casa queria
dliculir o projeclo e por isso fui esle posto em dis-
cussao ; mas do resultado des-a votaego querer V.
ElC. concluir, que a urgencia esla' reconhecnla pla
casa para discutirse lodos os das o projeclo ind-
pendeule desse requerimenlo de urgencia, que hoja
exi-ie, he inlelligeucia, que por cerlo eu nao posso
admiilir...
O Sr. Presidente :Eu limilem dei para a ordem
do dia o pnijoclo, declarando que se tratarla delle
em primeiro lugar ; porlaulo lenho resolvido.
O Sr. Francisco Joo:Se a cousa he assiin, vo-
lemos.
O Sr. Presidente :Volemos n.lo, cu eslou cora-
priudn n regiment.
Poslo a volos o requerimento, he approvado.
Continua a discussao do projeeln.
O Sr, II. de Lacerda :Sr. presidente, ha na
mesa uro requerimenlo que eu nlo posso cnuside-
ra-losen.lo cuino una questao de ordem e neale sen-
tido requeiro a V. Kxc. que a decida ; he um re-
querimenlo do Sr. Souza Csrvalho, que reeonhe-
rendo a inconveniencia que lem havido de se reco-
berem na mesa cra-ndas re ilivas a diversos adaos
do projeclo, ao passo que ni exi-le era discussao 11
ail. I-, elle requer quesejam desiacadas desse artiga
lodas as emendas que a elle se nao referirsm. E-la
questao he de ordem, e por isso eu destj que V.
Cae, a decida.
O Sr. Presidente :Aa emendas de que o nohre
depulado Irala foram recebidas e apoiadas pela casa
cuino addliva an arl. 10, por conseaunle su po-
llera ser relira las a pedido de algum dos seus au-
tores. Quanlo ao requerimenlo ilo Sr. Sooza Car-
valho, elle sera' votado anles da vologao do arl. 1.-
O Sr. /,'. de Lacerda : lie una quesllo de
ordem.
O Sr. Vruienl :Pois en decido a qoestao de
oroem desta raaneira, que he mesmo conforme o
espiriie de reqoerimenlo, que di/.: l .
Aniel da ratafia da projeclo he que ha de ser vo-
lado esse requerimento, por conseguiule esla' deci-
dida a qoesto.
Cnnliiiua a discnsso.
O Sr. I. de llarros IJuando honlem Iralava-
se da discussao do projeclo n. II, lein!ira-me agora
que pedi a palavra para fallar sobre uina ementa
que eu com o Sr. Francisco Joo assignei ; mas de-
pon leudo entrada em discussao a urgencia, eu nao
assisll a diseosalo, perianto pero leenca para fazer
algiimascoiisnleragr.es a respeilo da emenda de que
rallo que he o la : l .
O Sr. Francisco Jlo entenda que esla emenda
antorisavn O presdeme 1 alterar os nr.leados empregados pblicos, porem qoe "1 lea islo vigor i o nohre deputado e dii que eu eslou provocando a
depoi.quea tabella des es ordenados fosse aqui apre- ca-a !
sentada na sesiio seguinie: masen ,-,, Uni dos j O Sr. Florencio:Eu disse que o nebro depuU-
seos signatarios enteuao dinerentemenle, e por iteoido nlo linha en I andido.
nlo posso deixar de explicar-mi: en enlrndo, ou I OSr. M. Cacalcanti:-Peii ento deiassa o
palo menos o meu pensamenlo foi que o presidente I Sr. presidente explicara moslrar queeu nlo linlis
fique anlorisado a alterar os ordena ios dos ernpre- entendido a sua opinilo c uo se encarregasse diste
' Troeam-se diversos aparies!.
He preciso firmar-se bem.
O Sr. Florencio da' um aparte.
O Sr. M. Cacalcanti : Quando eu digo firmar-
se bem, nao queru dizer por us pes unidos, fazer
rorro, he ver 11 que a le diz, he nesle sentido..
' in Sr. deputaio: O nohre deputado esta' con-
currendo para .1 prolel-cao.
O Sr. M. CaviAcanU :' Poie ser, mas he invo-
luntariamenle.
Energa, quem a quer empregar, primeiro veja
bem o qoe faz, quando nao da por paos e por pedras.
O Sr. fioreiirio : laso he violeucia ; quera em-
prega a violencia he que da pur paos e por pedias,
e nem cu si que cuergia seja synouiinu de violencia.
O Sr. M. Cavalcanti : Nem eu digo nem pos-
so dizer, que energa s-ja syiioiiiino de violencia,
digo, que se disse aqui na casa que o Sr. presdeme
'lena proceder com energa e eu lenliu diieilo de
azer algumas observares ao Sr. presidente, ob-er-
vaces mullo humildes e reso-ilo-aa ; dlgo-lheho-
inildemente que he preciso u-ar de prudencia, refle-
xionar bem lias suas alliihuges anles de usar de
energa e a meu respeno, declaro-lhe que se ella nao
vier proposilo, hei-de repelli-la com loda a forga,
firme coran eslou 110 cumprim-ulu de meu deveres..
O Sr. floteado : uso fazem lodos.
O Sr. M. Cavalcauli: Pois milito bem. meus
senhores, muilo bem, desoja que lodas lesiham a mi-
nha Ibenria, na la mais gloriosa para ulitu do que
ver que a minlia Iheoris merece o assenso da casa, e
Islo p-lo orlo do nobre deputado.
O Sr. S. Carcalho: A minha theoria, obele-
cer a quern esliver alli...
' apoutau lo para a cadeira da presidencia .
OSr. m. Cacalcanti ; Ss o presidente desla
casa por evemploquizer goverua-la .1 modo do go-
veiiiador da Baratarla...
reclamarles,
Eu nao digo que he asiim, mas sappooha-se que n
senli r presidente quer governar e-la ceso a' 1111 lu
lo celebre eoverna lor da ilha da Baratarla...
" ^r-. /'residente : Peca ao nobre depulado
que se cinja a imleria em discussao, e nao esleja fa-
zen.1i! alluses que nao vemaocaso.
O Sr. .1/. Cacalcanti : Nao eslou fazen lo al-
luses.
<' Sr. Presidente : Mas o nobre depulado dijse
lapponbamoi que o presidente quer reger a casa
1 mu lo da goverualor da Biratarla nao esla' as-
ini rozendo urna allu-ao injusta pnr que u presiden-
te da casa he um deputado, e nns au llevemos sup-
por que ora depulado seja capaz de proceder desla
maueira ?..
O Sr. .1/. Cacalcanti: Veja o modo pnr que
eu cheguci a osle piulo, os dogroa porque fui dos-
cendn para enlao ser reprehendido.
O Sr. Presidente : Se o nohre depulatn sli-
vesse neale lugar uo havia de querer ouvir de bom
grado expresses que nlo fossem bem cabidas.
" Sr. M. Cavalcanti :E qual loi a eipres-
llo nhVnaiva ?
O Sr. fiorencio : Nao he Ulo que se diz.
O Sr. .1/. CVcalcaiifi : O orgo da casa diz que
nao be islo.
( Sr. Florencio : Enlao aClge-se, ada que eu
nlo posso ser orgia da casa '!
" Sr. M. Cacalcanti:So se for chefe da maio-
na.
" ^r- fiorencio :E porque nao, he algum m-
lagre '.* Su nos senderes he que cabe esse direilo ?
Espero que o nobre ilepuado n.e nao provoque.
O Sr. M. Cavalcanti :Eu nilo provoco.
O Sr. /' Ba/iti O Sr. M. Cacalcanti:En eslou provocando'.'
OSr. /'. lavista : Houcn nao; multo sim.
O Sr. .1/. Cavalcanti :ilh '. Seuhor mas S.
Exc. fezme uina ubservagao e eu nunca olive Lio
calmo cuino aora.
OSr. /'. Baptista :Por que esl no seu ele-
mento.
(I Sr. .1/. Cacalcanti :lie a turbulencia o meo
elemento, nao'.' En fago niiservagao ao Sr. presi-
l-ne, o Sr. prest i'.nte d-me uina explicaran, vem
gados publirns de n, ., 1 a nao exceder a quintil
marcada pela ca-a, 10.-0009 O mea pensamenlo as-
ignando a emenda foi este, embora o do oulro 61^-
nalario seja dilTerenie.
O Sr. Souza Carcalho faz aljamas coutidera-
ri's sobre u modo porque enlende que se deve pru-
ceder a vularao.
O Sr. frailesco Joo :Peco a palavra.
O Sr. Presidente :O nohre deputa lo nao pode
mais fallar ; ja falluu Ires vezes, segundo coma da
nota existente sobre a mesa, que n.lo lie lomada por
mim.
o uolne depulado por que 11 Si. prisilenlc nao pre-
cisa interprete para sua- palavras.
OSr. f,orenrio :Por 1 so n3o ir.ereci.1 eu o ei-
csrneo do nobre depulado.
t) Sr. .1/. Caralcanli :I) nobre depulado anda
ha poucu diste que eia urg.io da casa...
O Sr. fiorencio :Ku disse que era a opiniao da
casa e o niibre depuladu nao hade aprcssular urna
occasiao em que aqu siga um pinsameulu bom que
eu n.l 1 diga que he da casa.
O Sr. M. Cacalcanti :Ea peco qus discala,
queru discuisao, nao queto mouopolio.
or leados, a mesmo se lera cercado de empregados
um pouco desnecessarios.
Diz que segu a opiniao do nobrs depulado que
enlende que melhor seria pagar-se bcra a poucos em-
pregados do que ler moilos mal pagos nao s por
que o aervico se fara melhor,como porque n'um paz
fallo de bracos como o nosso, n'um pata para o qual
se reclama a culonisago, nao convm que os bra-
{osbrasileirossejam mal distribuidos; qoe asiim a
visla das viulagens que a essa repartigao se lem fei-
lo dos augmento* que ja ella lem lido em virtila
uus esforgus de seu chefe, nao suppoe que seja a re-
parligao mais mal aquinhoado be que se eslas suas
ubservaries nao fonem verdadeirai, sem duvida os
defensores do projeclo lenam iraladu de mostrar qoe
elle eslava em erro.
Qaanto a segunda parle do artigo primeiro, que
Iran dos empregados das obras publicas, he sua opi-
niao que he essa primeira repartigao da provincia a-
que lia que deve merecer mais os cuidados da asaem-
Ida, purera quaudu ella fr regularmente organi-
sada do mudo laslnnavel em qoe se scha ltimamen-
te, ou ha ramio lempo eoleode que nao convem tro-
la r-se de augmento de ordeuadus para essa reparti-
rn.
Deseja ardenlemente que essa repartirlo >e urga-
nise, aura de que possa prestar bous servigos a pro-
vincia, pussa cuidar dos melhorameulos malenaea
della, porem que no eslado irregular em qoe se acha
a reparlico das obras publicas, nao julga conveni-
ente que se faga mais despeza com ella.
.i1anifesta-se conlra o abuso das licengas concedi-
das ha anuos aos empresa los publico-,e nesle tenlido
para obviar es>e mal foi que mandou umn emenda ;
loz anda considerages geraes sobre as emendes ot-
ferecidas, e termina o seu discurgo, dizendo, que fir-
me em seu principio volara' em uliimu caso pela e-
menda do Sr. Francisco Joao e conlra (odas as ou-
lras.
O Sr. Florencio :Sr. presidente, eu soa obri-
.-1 ;.i a licfni ler a emenda que aprsenle! e sobre a
qual creio, que ja fallei doas vezes. Eu disse, pa-
rece-me, ao Se. Francisco Joao, que se elle a-
cha-se que na minha emenda faltava algoma cousa
poda actesceula-lo, que eu de bom grado aceita-
ra.
O Sr. francisco Joo :Pego-lhe, que iDlerpella
directamente tanto mais que Ihe nao posso respon-
der.
O Sr. Florencio :Perdao, eu costumo ser moilo
generoso ; eo eslava dizendo, que quaodo de oulra
vez fallei, disse do nobre deputado, que se achasso
que na inha emenda havia alguma falta podia e-
uieii la-l.i : creio que nislo nao Dz mal e re aqu ha
alguma oflensa, enlao como posso discutir?
U Sr. francisco Joo :He um ptddo.
O Sr. Florencio :Ora dizia eu, que por duas
vezes lenho fallado a favor da emenda, ttnho-a sus-
tentado e pro vado a bou la le dessa idea, pul Idilio 1100
vejo raz.lo para o nobre depulado1, que ha pouco a-
cabou de fallar, avaucar proposigei como esla, qoe
aqu leiifu escripia e vou lr : 1
(Leo.)
O Sr. Manoel Carr.l-wti: Eu disss islo J
O Sr. fiorencio : Disse que a con lucia da
quem nlo quena disentir era caprichosa. Se o no-
bre depulado uta dase, enlao au continuo ; mas
en lomei ola e me parece, que eslas foram as pala-
vras do nobre depulado.
O Sr. Manoel Cavalcanti : En nao me lera-
brn.
Um Sr. Depulado : Disie que efe um capricho
o nao responder.
O Sr. fiorencio : Da minha parte declaro que
nunca capricho, e lano que fallei duas vezes, esla
he a tercena que lenho fallado.
O Sr. .1/. Cavalcauli: Nao fllaram 01 ou-
lros.
O Sr. Florencio : Eo procedo assim, porque
enlendo que fago o meu dever, e lendo ouvido fal-
lar us Srs. Sau/.a Cirvalho, Braga e!Epaminondas
sobre o projeclo ; nao sei porque o nobre depulado
da d -ni,p.,r nos oulros m vuotade ile cuinprirera
os seus devcrei...
O Sr. .'/. Cavalcanti: Quem disse islu '.'
O Sr. fiorencio : Disae o nobre deputado que
o capnrlio era quem diriga esla maiona, que uao
quer diseu>sle.
O Sr. ,/. Cacalcanfi: Nao disse assim.
O Sr. fiorencio :lie a mesma cousa, disse que
mis n3o respondamos por capricho.
l'.ru/ain-.n apartes.)
O Sr. fiorencio : Mas emlim os apaile rae des-
viara, e eu quero discutir com calma, e pego lcen-
ga ao nobre depulado a quera especialmente me di-
rijo...
O Sr. M. Cavalcanti: Para que t\
O Sr. Florencio : Oavir. Eu n3q precito de
l'cenca do nc-ure depulado para exercer aclm como
lepuladO, mas preciso al cerlo ponto da lcenga
do nobre depulado para declarar, que eu uo lenho
a liberdade neeessaria para responder ao nohre de-
puladu porque quero cumpnr curo oa devieres de de-
pulado, e com o deveres de amigo, para I le respon-
der ,is boas maudras por que o nobre depolado se
porluu p-ra com 20...
O Sr. M. Cucaleniti : Tem loda liberdade
para o fazer.
" Sr. Florencio : Nao quero transgredir, que-
ro respailar essas relacOes, que desde menino exlera
enlre mira e n unbre depulado.
O uubre deputauo, sem mais nem menos, disse por
mofa, que eu era o chefe da raaioria, e disae-o por
duas vezes...
O Sr. M. Cavakanti: Eo disse semelhanlo
cousa *.' !
O Sr. fiorencio : O nobre depulado disse, c
disso por duas vezes, que eu era orgSo da maioria,
mas eu nao posso responder ao nobre depuladu
usando de loda a liberdade, do conlraria havia de
responder-Illa muilo tiem. Entretanto en direi, que
nao sou org.i 1 da raaioria,mas lenho sido alhje ha
17 unos, um soldadu sempre fiel, sempre obedi-
ente. E a proposito direi, qoa eu soo da opiniao
de patelo, que dizia, que queria soldados subor-
iliiia'n., mas nao humildes...
O Sr. M. CaralcanliL>no applicagao lem isso'.'
O Sr. fiorenciu : Eu posso ser muilo amigo,
mas posso n'uina uccasiao divergir dos meos amigos,
nao ir cora a sua opiniao, o he justamente o caso
em que me acho. Apoiados, moilo bem;.
O meu nobre amigo com quem desde menino le-
nho relaco.-s, e-ta lalvez admirado de ma ver p-la
primeira vez'em cpposirao as las opinifies ; lenho
jiuciencia, eu sou amigo, sou soldado subordinado ;
mas nao anu nem quero ser humilde.
( Sr. M. Cavalcauli : ~ Pelo con(rario, qoasi
sempre lemos eslado em desaccordo a respeito das
uuss opimoes.
O Sr. fu rendo : Tem-se magoado o nobra
depulado de que lalvez pela primeira vez eu nao
esleja nos suas bandeiraa...
O Sr. M. Cavalcauli : Qoe baudeiras ? !
ti ir. fiorencio : Essas de que os nobres depU-
lad'sfallam, e-sas de economa dot cofres com que
acola momento nos adrara propotiguei odiosas...
O ir. Unto d um aparte.
o Sr. fiorencio : Eo mesmo nlo tenbo anda
a liberdade neeessaria, porque nao quero que al-
guno diga que eu ne-la disossao nao lenho o om-
p-nho s de defender a emenda, que Com loda a
franqueza entend, que era razoavcl, roas lalvez
espirito mesquinho m* domine...
t) Sr. .1/. CacalcanH: Espirito msiquioho .'
Nlo eulenln.
O Sr. Florencio : N.lo me reliro ae nobre de-
potado, nem eu Ihe posso fazir cn-a injastlea, por-
que primeiro que ludo est a ver'arje; eu au
ivang 1 una propo-iran que nlo prove, e nao chamo
ao nobre depulado espirito mesquinho, porqoe ja-
mis poderia piovar i.so, digo que nao quero qoe
algusm di.'s que ea sou dominado por espirito rues-
quinh.i... S'iihnr, islo he mudn claro...
OSr. M. Cavalcauli ; Basta, basla.
(i Sr. Florencio:Senhores, agota passarei a
uina nutra quesllo, Eu sou multo infeliz, a expe-
riencia de 2li anuos de vida publica me tem feilo
comprehender que actos por mim pralicados na me-
lhor boa l lera sido desnaturados pelni meus ini-
migos e adveisarim e esquecido pelos meos amigos,
nunca delendido..
L m Srs. Deputadot: Todos ni temos sise re-
sollado.
O Sr. Florencio : Nao, o nobre deputado ha
MUTIC/DD"
t
. s


DIARIO DE PERNAMBUCO QUINTA t'E.RA li E MAIO DE 1857
de procurai mullo para adiar un humera sido Uto infeliz cuniu cu.
E se me fuwe possivcl locar lambeta no pasailo,
eu provaha a aielidla ,|u que arabo de dizer...
O Sr. ./. CaniicanU : D-se por suspeilo a
sen respello.
OSr. F'iurcncin ; guando eu marrhei para Pa-
uellas coin a espada na mo, uaaiaudo o liten di-
nhciro a favor da cansa punlica, quauto eu presta*
va rmeos desse, era ptloa meus lunnigos chaina-
do de ns*assino...
Sr. l'rc-mlenlc : Peco o nobre deputado que
se cuija a materia di dlscatst.
0 Sr. Florencio : slo lie muilo adraissivel.
Nao ten.lo, couin diste, a precis-i liberdatle, por
que nao quero le-la, eu no entro por tanto na res-
posl a que den.i dar aonu re deputado, declaraudu
i ni sa que eu tenho sido temprr, e mu boje me
considero un suida I fiel sos ineus principios.
1 m Sr. Deputado : Nao ha bau letra.
OSr. Florencio : O tiobrn drputa.lo lie quero
o iiu e u,io lia bandeara, como ha maioria e ini-
utri,
OuSr. Ai. Cacaieanli: Quem lie o chele da
niji ra '.'
O Sr. Florencio : Os miliures lem dilo que
Mu eu.
O Sr. Jf. Caca\canl\: I'ar ser o nico que
noslea da lo a honra de fazer ouvir a sua voz.
.Sr. Florencio : Na* circumslancias em que
no> adiamos, p trece me qus a miiiha emenda he a
que deve pausar ; ella da aiiiut i-ae io ao uverno
para Inzer o augmento aos empieza los provinciae*,
e marco Jo por eento, porque enlen lo que he iso
razuavel, e quequaiidj o governo l'iliou eiu 20 por
ceulo, l ,i porque euleudeu que o alto prego dos g-
neros asstra o exisla, se o motivo he o alto preco
dos genero*, o nuijineiito deve ser na inesma pru-
porcSo pira todos os empregadus.
1. nli.i ja a meu ver Mi oulras vezes que tenho
fallado, dito quinto he bastante em suslenlac.au de
ininha emenda, pjr i*n nada iniisdirei agora.
O Sr. A/. Cacalcantl : Respunde as ubserva-
Qofi do precedente orador.
Vai mesa e apoia-se a cguinle emenda :
O presidente da provincia nao pollera couceder
acs empregadus proviuciaes m.is de ;l mezes de li-
etnca coro encmenlo, a excepto do motivo de
molestia justificada, em enjo caso podera ser proroga-
d at 6 inr-zo*.Meira Delinques.
O Sr. G. Guillara** : Sr. presidente, tomei a
p. lavr.i ja n'uiiia li-iia Uto adianto la, que quasi ae-
ra' tomada o meu discurso, mais por incomiuodo do
que por oulra coota...
O Sr. B. de Laccrda : N3o apoiado, se he da
liosa opima i..
O Sr. G. Guimaraes : Harem, Sr. presidente,
quando sa traa ,ie urna qaestao em que ja se filia
ein maioria e menora, em proletario o sufregaidau,
eu ii,i podtrei dar o meu vol seiu que o justifi-
que.
O Sr. B. de Laceria : Muilo bem.
O Sr. (.'. Guimaraes : Eo nao enlendo muilo
do qne se lem dito aqu de sofraguidao e prolela-
Sdo, mas quanlo a sofreguidAo roe parece que foi a-
lirada do |alto da mesa, que se dese que a casa
tioha sofreguidao em qoi passasse o projeclo.
O Sr. Francisco Joo : lie ofticial.
O Sr. G. Guimaraes : Xem-se tratado a iniuo-
ria de proieladura.
Sr. presidente, cu se liveisede al rar-me para al-
guna dos lados, sempre me inclinara para a prote-
laco, pira a leulidao, por que quasi sempre eu tr-
ino sido victima Ja sufrecoidilo, lenhosido tainbem
victima qoasi sempre da inaiurias.por que as meno-
riis sempre sao esmagsdas pelas msionas ; mayuSo
piTlen^o constantemente as menoras, parein acci-
oitntalmente, conforme a marcha da discussao he
que me decido por este ou aquelle lado.
Memoro da curamissiio do projeclo que se acha em
discussSo, e que eu assignei com reslnccArs, queja
fur iru declaradas ii.i casa ; ja dei un i nlva acerca
das emendas que se apresenlarnra, emendas essas,
que se fossem a pas-ar, eu nao sei onde iramos pa-
rar ; eu dei o meo vol ditendi que me oppuuha a
ellas, porque, seuhores, se formos a volar este piot
jecto com todas as emendas,que delle cous'.im pare
ce qoe nos nao pederamos ja calentar ale mi.le che-
ganamos, porque silo Unas e (un variadas as dispo-
siroet nellas que dariam lalvez em resultado o na ,
poderem os cofres pobleos supporur lanas despe-
zas.
( lia oro aparte.)
Eu nao me opponho a que se augmente um ou
oulro ordenado, a qu se aii.menlem aquellts que
forera mais necessarios, mas nao quero que ,.- m
da maueira por que esies augiueotos se acham com-
prehendidos na emenda,.
Ha urna emenda dos seuhores Csrneiro Montei-
ro e Margal, que diz: (le,"
Aqu he que esl questlo, 1U:U003 oo vinle por
cenlo : receio muilo desta emenda, porque nos sabe-
mos que 10:0009 lie quaulia minio insignificante pa-
r1, que se MUituienlein os ordenados a lodos os em-
P"egsdos comprehendidos as einenilas, e assim es-
!' claro que o governo, que ordinariamente sempre
ha propenso p*ra a benevolencia, usara' da aulon-
;an mais ampia...
Cm Sr. Deputado : Qutodo nao he para jus-
lira.
U Sr. G. CaimarSes: O governo he em geral
bonevolo, t por jss0 aproveilar-se-ha da ." hypo-
Ihese. I>rcoiilo eu, os nobles deputado autores des
O Sr. G. GtiimiirilfA : tlu q leria un au-men-
(o para todas as repariicdei,
(l Sr.SIqueira CacalcanU : i) nobre depnla lo
asmuuou rom re*trtrc,oii quauto ,ut prneurador liscela
O Sr. (J. Gu "Kiriiei : Mas depoil que a COIC-
mis-iio ue ijne eri memliro \'. ive e 0 Sr. A. de
Oliveira quir. restringir e s dar a Ihes-auraria e as
obras piiblieas auuiiieula, en nte oppai.
O Sr. Siqueira Cacalcantl : Se.diise Uto, foi
com ligo iMsrno, M-' eoinmissAo no.
(' Sr. (.'. GuimartUt : O que eu digo aqui he o
que serve.
Mas ionio Aia. ainda eslao em p essas argul-
vincial, o reqnerimenlu da Aulono II rnarilu Qoin-
leirn, ipreunlado n mesma asstn.blea, pediudo
pnvileio exclusivo por tspaco de del ,11111o, para o
forneelraenlo de canos fnebres, l.ido o rtque-
rimenlo, isiim comu ouin. futo cmara pelos de-
nuil donoi da eslalieleriiueiilos do carro fnebres
desU cidade, pediudo manliveas* cmara a con-
Correncia denla inlosllia, pernnllida a Indos pelo
ail. 31 do rrgulimeiito do ceuillerio, o inesmo ve-
da lei de -i> de outubio de 1831', grao
do arl. :l
me '10.
O Sr. advocado disse, quJ o reo foia encontrado
com 11111 estoque de um cliapO de sol, mas que dito
estoque mo Ihe perlenel, < que usara delle lem ler
conhecimenln. pois que eslava ebrio, e pedio a absol-
vi,;.lo ,io meimo reo.
t) Sr. jui/. de direiln dejmis da Ireplica, resumi
,a in,iie: 1.1 da aerus.icio odefeZI. e. propoi ao iorv
reador ilarros Brrelo opiie-se a pretende de (Juui- ,,,1108, e sendo esle nil.egue..an jury, foi este
10.10. p.rser ella eontiarii lo-' interuses de lodos, condolido na leerela das eonferencias a I hora
|ioi que uma vez creado privilegio, e acabada por I da Urde, donde vollnu a I !,:> hura rom suas res-
i. diiu. Julio Casar Pereira da Rocha. Kua es-.
Ireila do Ko/arin, priocipiando dos i caulo".
7. dito, A|. Iquiades Manuel dos Sanios l.inia. !
Kn 1 larga do lio/ ,110 ate o quailel de |iulici 1, e pra- ;
va da Indepeiideiiria.
K. dilo. Manuel Hedriguei Monte l.ima.Hua ,1o
Cabiiuii. oiiai e paleo da Matriz 1 liceo lapa lo.
DESPACHOS l)K tXI'iild Ai.Vi PELA MESA
DO CONSULADO DESTA CIDADE NO DI*
II DE MAIO DE 1857.
P. a V. i.xc s-iiii ihe rjeflra F. K m___
oiiiuir,' >s los Pemii-a Guimaraeg
I. ina 1 s
'.'. dilo. Juo Baplistade Araojo.Kua das l.araii-; llilliinoreBrigue ain-ri
juras.
10. dilo, Pedro Alfonso Kigucira.Kua das Trin-
cheiras.
11, dilo, Manoel Jo' Soires d Avellar Jnior.
pos-
l.i-imailrigue porluguei l.oa II", Amorlm Ir- coniinlia em dita peliciu -
lliaas, -iOU -ac.-os a-snrur Inane.. qUI tWOMripU. ailu,.l MndO-IIM (.Teseu-
Canai l'itaciii. imerleauo La lirang**, Paln '"da, proen o meu despacho do llieor se-
l!ocilo30,leabildfi18J7.
N.i-h A, C, I,:t30 saceos as-mar miscavado.
Heleno. Ilein. I"us-
lendo que esta ratlo nao he nimio lorio, mis de al-
gunia inaneira n...
l'm Sr. Depuliio : Esse negocio ja foi decidido
pela auloridadeeompMeole.
<' Sr. G. GutmarUtt : EnUo he coota lunilo
nova.e que nio enn-ln oilicialinnit-.
O metnio Sr. Deputado : Nao he muilo nova,
jii fui decidido o negocio.
O Sr. lipainlntmda* de Mello : Enlao votos.
I'nzet. V.las, volus.
O Sr. G. Gutitinriie* : Vou concluir,Sr. jiresi-
denle, nao porque fosse es-a a ininha inleiic.lo anida,
mas nao si. para provar que nao quero a preMafgo
da discossao, Como mesmo porque he iulelirjdaile
minha quanlo fallo,ser sampre mal allendido e se Be
perecale, q
ve-e de eondozlr para o cemilerlo cadveres de
pessoas fallecidas nas freuezias de fura da cidade ;
aerearen lo a tu In slo a demora nas ruiiilurrrs
os Sr.. il inora e Franca ipoiiM o pensainonlo doSr.
; 1 ... trrelo ; e jnMu a votos se se devia infur-
inar pro uu conln o requerido por Ouiuleiro, islu
he, se era ou nao vaula|o*a a' municipalidade a sua
preleucAii, deu-se ein|>ale na votarao, desempatau-
a favor o Sr. pro-pre-idenle. Volaram conlra a
|ireleur;io os Srs. Barros Brrelo, Barrora e Frinei,
- a favor o Srs. Barros Kego, Vianna e Mellu. Da-
-idiila assim 11 quesiao, o inesmo vertador Barros
Karrelo mandn louo a' .nesa u segoinle icquen-
i.- so-sao.Diall de malo.
I'retldencia Un sr. Dr. A\e.randre liernardino dos
/.Vis e SUca.
Promotor publico 111 orino o Sr. Dr. Joaquim de
Sooia It-is.
tscnvao iiilenno o Sr. Mauoel Coireia Oomes de
Atuicida.
A Ivogado o Sr. Dr. Leonardo Augusto l'erreira
Lima.
I'eila a chamada ai 11 horas da manhaa aclia-
ram-se prsenle* \- senhures jurado*.
l'm dispensado e relevado na* mollas o Sr. Sil
veslre Dantas Luna, por se adiar em exercicio de
lito, M.ircellinn Prudencio Mchalo.Roa de 13 l.ams de i.-, 17 dilos de 5.', 3 loneletes, l.'i quar-
pre.la paoei atler.cao
Porlanlo volu pelas miulias reslricci.es da maueira j pelele para que esta cmara poss'a por o servido de
ment, que fui approvado, volando por elle o seu i-1""- P*1 (l eiiun lo dislricU da frsguezia deSau-
aulor e os Srs. Barroca, tranca e Viai.na. lu Amaro de JaboaMo.
Ilequ-iro que porque me exphquei.
I endo dado a hura, fira a discaasSo adiada.
O Sr. Vreti'lcnte designa a ordein do dia.e levau-
ta a !'-- 1 as .1 112 horas da tarde.
A maledicencia he uma rufermidade moral lao
eonlagiosa, que a veris, [salvando a* e\ce|in"i-s con-
taminar o corjio social com lama r pule/, e io sur,
raleirameale, que se nao podera' marcar ordeni chro-
aolaglea gnrado se iraosmilla de um Indivldoo ao
oulro. He ja uma peste, que lavra sem o uiinin >
symptoma de que o individuo se acha aneciado. 'I
pobre, o rico, o aristcrata, o plel*eo,.a moca, a vo-
llia, a menino, todos uiillizem, lodos leein uas liu-
gaiuhas mais uu menos adidas para as pelle* allicias,
e prinr-ipalmeiile ,1o* vi/.inhos. Ve le em iuiih roda
em certas casas de que e trata. Do crdito c do mi-
me dos oulros, e casas ha js Io amostradas nas pa-
lestras malediceutes, que o* frecueies faltar.am an
les ao seu juntar do que aos seus serves, meu Deas !
E o que mais he, e o que mais sorprende he v-r-?e
que os maledieenles-puritanos sin. aquelles, cujas ul-
cera exhalam ftido horrivel centenas de leznas ao
derredor de si : para estes a vlrlu le he caleulo ; a
houeslidade. rnatreince, o pudor, manila, e a h >nra
nessa palavra fia de sent lo, uma estpida conven-
cao dos homen*. I(une-*e o congrego : os tabaquis-
tas fazem guinchar suas volumosas calas, e enchem
as ventas de tabaco com modos preparativos para a
palestra. O* fumistas queirnarn velas do candela-
bro os seus charuto*, e preparam-ae para o e.rcrcicio.
As molheres, mocas e velhas vao-s chocando, e larn-
bem os meninos matieiros, que |a' capiscam de lae
Conversar;es. Com pinico a roda esta' completa, ou
circulando a mesa redon la da sala de visita, ou fur
mandoferradurajunio ao divn, ou na calcada
se a casa he terrea, ou se lerreo tein .,ljum aposalrl
lo, se de sobrado he. Principia o cmbale. Vez-
ha que quem da' o sicnal he nina das mocas ,1a ba-
sa com um bem significativo e misterioso ai, meu
Deoi.'.'.. Sem relaco itgoma a' ulterior conversa-
cao, s com o lim de chamar a atieneflu dos frezue
US. Oulras he uma velha Ha. oo a propria doua da
casa com algoin prfidoo que ha de liom: enl.in
todos quasi ao mesmo lempo peruuulam a n r 1 :
O que he que lem I). Fulana '.' li a velha, lam-
ben) lodos :
Nada... Ininhe velho ininha senhora. E*t;i da-
do o signal, e principiado u exercicio das lingass
mal liieoiet.
I'udo he velho '.' Sahe-se d'alli um liuguarudo,
pois n"1,1 sabe que...
Sim '.' Pergoulam lodos, e quando se da' f
la' esli escorados aos umhrae* da porta us criados,
disfarcand que esn^ram. qoe Bandeo) viro I10111
caf com leile ou o odorfero hysoa.
E he aguru que os seuhores sabern '.' conlinua o
orador... E por ah Vai o gal > aos Binos : oingasm
ecapa dos que esllveram na rcenle part la, un que
1 iran os parladores: na igreja 110 pissado domin-
go ; nem o* que passaram por aquella roa ue larde ;
as Ulnas, as molheres dos viziuho*; os diiwtij% e os
jarretas que cumpriinentaram a familia da palestra,
durante o da. A palestra fli aos poucos apurndo-
se. Entra a vida privada: nesse mare majnuin a hon-
ra das victimas he vil.nenle malbsraieada, tudo se
aventara ; as proposiroes mais picantes sao enun-
ciadas com cynisin e impudencia, principalmente
a rospeito de certas familias, cuja repulaca lem ole
>s emendas calcularan) quanlo pudn' montar -O *"' capado as Imanas viperinas do. melliieules.
per cento auzmeuiado nos ordenados de lodosos A ludo islo acompanham osqui-pro-quos.as gar-
u i|re r 1 lo* mencionados tiesta tabella
Cma pe: : ~ Sao 16:0003
O Sr. (.-. Gitmuriics : Se saben que
tl':000>, disam-110 logo, declarem-uo mas n3o digam
10:OOUj> o 20 por cenlo.
Agradni-me moito de ama emenda do Sr. Epami-
nnndas de Mello ( que ja aqu lem cinco ) que diz
qan a rnrcentageni dos empregadus da secretaria se-
ra' dividida do mudo seguidle : (le )
Dsesfarvfl volar por esla emende, e o faria com o
maior gasto, se ah nflo eslivesse comprehendido o
secretario, por que sendo elle emprezado geral, e
lisalo ja um ordenado de -2:0005. que se espera sera'
elevado ,n 3:0110?, me pareca mais conveuieule, que
i porcenlagem se divtdise pelo* empregadus da no-
ineafln provincial, e seesperasse pelo augmento que
fo snppo lera* o secretario...
lin Sr. Deputado : Mas quem sabe se sera'
augmentado '!
O Sr. G. Guimnrien : Ssja oo nao seja, he
empreado geral, e por issn nao acho conveniente
Ojee tenha pnrcentagem proporcional, entandn qae
esa porceulagem l ve ser dividida pelos empreados
nio geraes.
galliadas, os pensameulos injuriosos, as ni'trdeilura*
chistosas saboreando tudo com bous tragos do ainavel
che"! a CH'1'* c0,n estrepitosas fun1a vaporosas fumacadas du /tacana. Quem nos dll, qu-
o discredilo em que muita nos, priucipalmenle do sexo femenino nao lie devido
as linguas mavalliinas dos mal.ltenles'.' Euiiuciali
queseja a proposiriu, ou o pensamento injurioso, a
victima lem de, m*is lirde ou mais cedo, sullrcr a*
cnnsequeucias : elle pissa <\t bocea ein b icca com a
rapi lez du rain, e se o anlor da injuria e*la' acredi-
laoo nessa materia, enl,1o ha ouro sohrc azul, di/.-se
logo :
Quem disse foi Fulano, e Fulano nao menle...
Eos laes Fulanos nao p-ss.im de uns iniseraveis,
que fa/.em vida de dilacerar a honra das familias,
que alardean! seu espirito nessaa honiveis seseosa de
familia. O* maldisenle de eerts ordem social mal
elevarla fonnain uma especie de ararofUfrid : elles l
lem seus toques, suas palavras cabalsticas, e at Ber-
ta jogn de physiouumia, que illu lem comu um dia
claro em e*lacao invernosa. Ein nossa Ierra dizem,
que ha urna associac.lo diablica, e tAo lerrivel qu in-
lo goza dos papalvus a repotaetlo d- houe-l*. Per-
zunlai, leilor, a viis me*ino, que associitrilii sera' es-
la m us uma oulra circumslancia que he preciso
notar : os empregaJo* qoau lo faltara a reparlicao <* 1ue a """ eonseienc
10 privados da porceulagem. eulretanto que o se- os seus socios. Anida rieH nos ocruparemo*.
crelario, aiuda mesmo nao indo, (em direiio, nao s
a sua parle, como a parle dsquelle que naocompa-
receu ; slo nao he por lei, mas he por Costme.
O Sr. I r.-'/la : Na h> lano assim.
O Sr. G. Guimaraes : Usa he quanlo.
O Sr. /-'. I'ilella : Nem qoanlo, porque o ac-
tual secretario nao i.ercebeu nada do emolumento.
Que maldilo violao Oh senhur meu, por bon-
dade sua nao interrumpa o somiio dos seus vizinho*
rom semelhanteInin-nm-toinsem harmona nem
gosto. Vocetnec ja' leve a habllidade de fazer de !
ama ros Alegre pr sua nalureza, tri-le como um j
Pendi da Gloria**, valha-u Dos!
Ciiiliiiuan os tiiellioraineulus do convento do
carros fnebres em hasla puidica, principiando slo
um anuo depois que a cmara tiver a aul >iu,c,io.
Manoel de Barro* Belo.
Leu-se mal! senuinle :
lili odii-io do uiesnio Exm. vice-presidenle, remet-
ten.lo, para coiihecimeulo da cmara e devuia exe-
cuc.lo, 1.111 exetnpiar do aviso do ministerio to impe-
rio, de 3 de f,-vereiro ultimo, em que se declara : l.w
que os secretarios das. cmaras municipaes devem
conf-Tii e soncerlor as actas n que se refere o art.
T'.l da le de 111 de ag slo de INfi, sempre que llies
forem apresenladas em devida forma, qu.ilquer que
seja ojuiz desses faneesonarios a espeilu da legali-
dade das menciona ias acias : 1 que a douliina do
ciiado aviso de ippheavel ao caso da Iraoserlnfin
das actas, e que traa o 10 do arl* l. do decreto 11.
Si-J de III dn selemhro ne 1833 : 3. qu em ambas
as referidas hj pulheses us Ubelliles competentes sao
st.iueiite os dos lugaies onde os collegio* se houve-
rem reunido e trabalhado. (Jie se archivasse.
Oulros <_->) do mesmo, maii.iaiido chamar sele rte-
paladoa supi.lentea paia tomarem assenlu na assem-
l.loa provincial, como fi pur e*ta resolvido.In-
teirada, por jo se ter assim feilo.
Oulro do ine-in -, recomuien,lando mandasse a
cmara entregar ao subdelegado da froguezia de S.
Frei Pedro Goecslves as chaves do pavimento terreo
do lorreio ta alian leza, onde oulr'ora fuucciodou o
lribou.il do jury, a lira d'alli se abrigaren) as praras
de pultcia, qnu se achilo as grdaps da mesma subde-
lezacia.--Qua se nllicia-sc ao director da* obras pu-
blicas |iara e-lt lim, visto que o p irteiro do tribunal
do jurv enlrezou as chaves a pe-soa daijuella rep-tr-
tic.au, quando se quiz reparar o turreao.
Outru ti,, mesmo, anlorisando n ca ura a despen-
der o que for necesserio al o lim do exeicirio cr-
reme pelas qu .las do jurv e eleicao, e de expedienle
e liopressoes. Inleirada, e mandou-se uoinuiuiiicar
ao procurador e cuuiadur.
Outru do mc*ino, para, de conformidade com o
que re.olveu a asseinblea legislativa provincial, in-
formar a cmara Coin brovidade. a pencan que fue-
ra a in-"m.i as'einbla Jos Francisca Pereira da
Silva, suhre as uhra* que pretende fazer no seu .so-
brado da ra da cadea da frezuezia de Siulo Aulo-
n.o.A' coinuiis;in ie edilicagde*.
Jiilro do Di. chefe de p dicia, enviando por co-
pia o oilicio que Illa dirigir o subielegado desla
fregos.! le Santo Antonio, participando o faci de
!r um carro de-lucu lo una da* escoras que s,sli-
Illia a rasa arruinada na esquina do l.ivrameulo,
peta lado da ra do Kanzel. al'un de que desse a
cmara a* providencia* convenientes.IJoe se inan-
lasse repor a escora lio seu lugar, e responderse ao
Dr. chele da policio
Oulro do engeiiheiro eordeador, ditendo que a di-
rci-io actoal da ra das Niuiphas, uo bairro da Boa-
V isla, nio lio a me*tna dada pela planta approvada,
como leve de verificar quando all se dirigi para
dar coi leacf.es, e que a continuar romo est, Iraria
inconvenientes ; a vista do que p-tlia decidi-se a c-
mara se devia elle dar as cor.leaees pedidas segn
do a mesma dlreecio, ou reslabtiticer a marca na
planta.Mamlun-se res|,onder qoe seguisse os ali-
nli un -nlos de-una los na |ilauta approvada.
1111 do fiscal tle S. Jos, informando sobre a pc-
licao de Pedro Autinio Teixeira Guimaraes, acerca
do cune ros de uma c sa na rui d- S. Jos n. 2.
A' eommiaaao de edilicacf.es.
Oulro dn administrador do cemilerio, commoni-
cando que a irmaudatle do Sandia Hita, eslava con-
tinuando na obra -lo acahaineulu tle suas catacum-
bas. Queso partioipaase au procurador para dar
guas para ltltl.naor* nas meamos catacumbas.
I'jlro to fiscal do tuerte, participando ler reasso-
midu o exercicio de -11.1* funcees, por (erem cessa-
do os seus iiicouimoilos tle Mude*Inleirada.
Oulro di mismo, pediudo se man las-e pagar an
ou ..r_:t 1 Jos Anlonit. Marques, a quanlia do re
1,o20tl, de corr las e exatues sanftlarioa, que fez nos
da is, 2,1 e '21 do correte. Maiidou se passar
man lado.
Oulro do liscai de Sanio Anlouio, pe lindo se man-
de pagar ao Dr. Ignacio Nery da Fonseca, a qnaniia
de 3.32OO rs., de um exame a que procedeu nn dia
l'.l do correle, na carne ex|io*la a venia no arru-
gue n. 17 ds ra do llangel. Mandou-se passar
mandado.
Oulro to mesmo, pediudo pagamento da quanlia
de *ff60, que despea leo com a conducho e eulerra-
ineuio no lugar da Cabanga, de um cavallo, que ap-
pareceu inorlii em fenle do arsenal de guerra lio da
8 do corrente.Mandou-se passar mandado.
Outro du cunl-dor, cunsollundu acerca de quem
compela rereber o ordenado do advogado, nranle
o lempo de sua lieeoca. Mauduuse responder que
ao primeiro que elle propuz para o substituir, e que
ests fuircionamlo, Dr. Joao Silveira ds Sooza.
O Sr. Barros Brrelo I / a seguiute priqiosla, que
foi ai.provaia :
o l'ropouho que se nomeie o Sr. Manoel Joaquim
BaptiaU par, o lujar de fiscal de Murihera.
o Peo ia cmara municipal du Kecife, 23 de
abril de IS77.M.uoel de Barros Birrelo.o
O Sr. Barras llego fez lamnsm a s-guinle propos-
11, que foi approvada, volamlo contra o Sr. Barroca,
las por apresinlsrioi alleslados de molestias os Srs.
Jose Amonio do Oliveira Aulunes, Joaquim Perei-
ra Vlaona.
i-orain multados em mais 2i"> rs. os senliores j-
ralos mllalo* no dias antecedentes, e que 11S0 fo-
ram dispensados e nem relevados na sessao de boje.
OSr. juiz de direiln declarou alierla a sess 1 de-
puts do tuque da campanilla fel pelo purleiro do
jury.
Alierla a se*-a > comparecen o Sr. Dr. Joao Diniz
Idbeirodi C1111I11, juiz municipal suppleute da se-
gn ia vari, e apres-niou 3 processos devidamenle
preparados para serenjulgados, os quaes sao os se-
guintes :
1. Aulra, a jiislira.
leo preso, M utiuiano Francisco de Jess.
2. Ault'.ra, a justica.
Reo prest, Piippe Antalo da Silva.
3. Autora, a juslica.
Reo enancado, Francisco Marlins de Aguiar e
Silva.
Foi ronduzido ao tribunal do jury para ser jul-
gulo ,. reo jireso Mirliuiatto Francisco de Jesos, ac-
ensa,1,1 por chine de armas ptohibidas, sendo defen-
sor do mesmo o Sr. advogado cima mencionado.
O eonselho do j .r\ de senlema foi cninjioslo dos
seuhores seguinles :
Loil Hures Silverio.
I.uiz Jo* Rodrigeos de Souza.
Antonio Correa Cahral.
Jesuino da Coala de Alboquerqiic Mello.
B-rnardo Jos Rodrigues Piuheiro.
Ignacio Francisco Mlrlius.
Joaqun, llenriques da Silva.
Joaquim Mauricio Ganeelvea Rosa.
Franciacode Paula tiouveia.
Francisca M.imedi' de Almelda,
Antonio Rufino ,ie Andrade Luna.
\ cenle Machado Freir Pereira da Silva.
E preslaram jniamento sobre o livro dos Sanios
Evangelho*.
Foi o roo Illlarrogada e disse qoe sabia ser aecu-
ado por Irazer um caivete de casear roupa 110
bolso.
Disse mais, que o inspector Claudino Jos Correa
o prendera porque Fraila que he lumigo dello reo
promover sua pri|n.
O Sr. promotor interino dis*e que o reo fura en-
contrado rom um canivete de mola, 011 um punhal,
e que com u dilo caivete pretenda oll'euder a al-
goern, e que eslava Incorso nas penas do art. 3* da
le de 2 tle oulul.ro de 1831, gro mximo por se
tlar a circumslancia aggravanle do S I do arl. 1(i
do cdigo criminal, de ter sida o ernne commeltidt.
o noite. Disse mais o Sr. promotor interino que o
reo era perturbador da paz da familia*, e que re-
queslara tuna mor,* que morav.i na ra Direita em
cas< de Franja.
O Sr. advouatlo disse que o reo nao trazia arma
alguma, e sim um cauivele de nsear roupa, em ra-
zan de ser alfalate, e que elle trazia 110 bolso
para tlar a casa mora que Ihe havia pe litio. DiS'C
mus tj.ia essa moca era amasia do reo, e que o dilo
eslava jre*o por iutrisas tle Franca e do inspector
CUodino, que he amigo ds Franja e linha iuimisa-
de rom o reo. Disse finalmente qoe o reo eslava
innocente, e pedio a absoWijao t!o mesmo reo.
O Sr. juiz tle direilo depois da (replica resumi
a materia ta arcu*acao e da defeza e propoi o ju-
ry de sotiiiMiei os quctlos, e sen 10 esles entregues
ao dilo jury, foi esle ronduzido a sala serris da
eonferencias as 2 hora* da lar ie, donde vollou enm
*uas resposlas que fo im lidas em vuz alia pelo pre-
sidenla do jury de i gtenca, e o Sr. juiz de dinilo
receben,!., ut respasi.s pljii-uu sua senlenca absol-
ven lo o leo e coudemiianlo a municipalidatle nas
cusas, e lavsnlou a sesso adiando-a para o dia se-
ouinte as 10 horas tia inanhaa.
2.a sessao.Dia 12 de maio.
Presidencia do Sr. Dr. Alrxandre Bernardina dos
Beis e Silca
Promolor publico interino, o Sr. Dr. Joaquim de
Son/U l{e|S.
Eserivio interino o Sr. Manoel Corra Gomes de
Almeida.
Advogado, o Sr. Dr. Joaquim Elviro de Moraes
Cirvalho.
Pella a chamada as II horas da manhaa, acha-
rara se presentes 12 seuhores jurados.
I'oi relevado das mullas em que incorrera, por ler
compirecidoo Sr. /.eferino Rololpho Delgado de
Barba.
Fnram mullidos em mais 2OJO0O os Srs. jurados
ilel.
Por-
loes,
15. dito, Francisco de Paula Machado.Kua ta
Roda e iraves-a da mesma.
! Iti
! S. francisco.
17. dito, Joao Loil to Cn:valho.Paleo do Pa-
Iraiso.
18. dilo. Tilo Avalinode Barros.Ilua Bella.
111. dito, Joao Manuel de Castro.Kua da Floren-
tina e tle Santa Isabel.
Sezundo tlistricto.
1. qosrlrirSo, Uinoel Leio de Castro.Pracioha
do Livramenlo, e heccos da Conzrezacao e do Padi.
2. dito, Joao Antonio de Almeida. Kua do
Rangel.
3. dito, Antonio Manoel Pereira Vjanna Jnior.
Ra da Praia, Iravessa do arsenal de guerra, e caes
do Kamiis.
i. tlilu, Francisco Lucas l'erreira.Ra da Pe-
nha e Iraves-a do Circereiro.
.1. tlit., Joaquim Vital Machado.Kua n Li-
vnmanln.
f>. dito, Claudino los Correa*tua Direita al a
divi-ao ta frezuezia, e he-co tle Jos da Penha.
7. dilo. Albino do |-;...i Machado. Paleo de S.
Pedro, e iravessa do mesmo para a ra Direita.
8. tillo, Antonio Tihurcio ta Costa Alonleiro.
Ra ta Viradlo, e ra de Aguas Verdes, alca divi-
san ,la rreauesa.
) ''ilo, Agnstiiiho Jo* de Oliveira.Ra do Fo-
go, e becco do Sarapalel.
10. dito, Joaquim Jos Ferreira da Rocha.Rea
de Ollas, alca diuaao da freguezia.
II dito. Joaquim Manoel de Casiro Santos.Pa-
teo do Carmo e becco da Bomba.
12. dito, Pedro de Alcntara Monte Lima.Ra
de S-iita Filaren traversa d> Lobato.
13. dito, Jos Joaquim do Espirito Santo.Roa da
Palma, becen do Paleto, e traversa do mesmo ale a
divisao da frezuezia.
14. dito, Theodor.. Jos Tavare*.Roa da Cou
cerdla, traveasa da mesma, e lado da Cadeia Nova.
15. dilo, I -ii.iii., Cltnio de Torres Callindo.
Ra da Paz, ra e lrave*sa da* Flores.
Ili. dito. Dionisio Bibeirn de Vasconcellos.Ra
e beccos da Cainhoi do Carmo.
Subdelez.cia da frezuezia do SS. Sacramento do
bairro de Santo Antonio dn Recite, 8 de maio de
18TT. Manoel Duarte de Farins, subdelezado.
icr Aj C, 1,200 saceos associr masca ra
l,!,i da Pr.'a(tarca ntcioual uKulinao, Viuva A
morim ^V Pllnos, 53 pipa* agurdenle cachara.
Havre laica (raneis iKmuia Mallnl leu, Lasserrc
A Ti-sei-lrets, 37 sarros aorar msseava lu.
EXPORjAgAO'.
Cnik, harea Ing e/a uOiornera, de l toneladas,
en idn/in o -cguinle : 3,970 saceos cum 2!i,500
.111 bas 'e aasecar,
II lenos-Avres pui Montevideo, barca naeional
nplor da Ol'veiraa, de 367 lotteladaa, ennduzio o
segoinle :ti'l pipas agurdenle, 20 1 ilas espirito,
1,600 barricas c ioj h rriqoinlias as-u;ar.
Babia, hiele nacional aCastroa, de 50 toneladas,
eoiidusfo o seeointe : 23 b ,rns e -.;", meto* dilos
uismciga. 5 caiiii-s fareu las, Ili pi|i?, 1 meia tbla.
411 me
o Justifique
4. F. I'erelli.
E mais se n. conliohi no n,cu despacho
aqu ruinado, em vista .lo .,..1 fll 3 L '-"
distribuida ao e.scriv.lo Duart,. ', 'v
le produzio as su. leslemuSU cfofflffi"
caraiii a ausencia do su|ipraJilo eu, I
nio sal,ido : e suliindo os auios a n ,n"'
coticluaSo poleri nellos a tniiiha SenUocaTrlr.
Uieor segu tile v
Avista da iuquiricSo le II. 8a II 10 ui,,..
provada a ausoucia do justificado bq logar
uo sabido : pelo quo mando que sria ciu-
doomesmt. justificado por ditos, passan-
do-se a respectiva caria rom o prazo do 30
das, lindos os quaes, e 1 vendo-se por ci-
l.-las i-II ct-t-os azeiie de carrapaio. 1 pedra d'e lil lado O alsenle, ser-lba-ha nome.do cura-
Irar. I calvan dure tle guiaba, I ci\a clcheles, til'.l dor, i era cum esle correr a causa os seus tle
Kendimenln do dia I a 12.
dem do da 13, .
8:0118936
niercianles tiubas.
. ou alguma das firmas,
611918111*"13 "ouram "as notas pro:nissorias de (1. 3
*_ e II. 4. Recite (i de maio Ue 1857.
8:62(ijl20
CONSILADD PROVINCIAL.
Rendimenlo do dia I a 12.
Idom do da I i.
26:9339780
2:11738*0
29.-031SG20
$t> :>,-.dii0 pini'X
iban* N &ttoambmo.
Navio sabio no da L.
Lisboa c Pollo.Calera porlacuea capi
lao EmigdM J-.se -le Oliveira, earza as*ucar, sus-
penden dn lam'iiilo. Condnzio os sezuiules
passaceiros: Jlannel Joaquim Ramo* e Silva J-
nior. Nalalia .Mua Amalia R.
o S'lva, Rvd. Antonio Francisco de Paiva ( ali-
Ihado. J lie .Martin* Cardse, Bernardo Marlins
Cerdoso, Juvlniana Pe lote do Rezo, Jos Fetre
ra da Cos* Rehimba, Ant'.nio Gomas Villar, Jo-c
da Silva Mandes Vianna 1 criad,., Clan lio Ele-
bureo Carucini Leal, porlunado Cardt.au de ti Mi-
vea, Antonio Joaquim Fetreir.i de Souza, Jos
Antonia Teitera Barbosa, Francisco l.uiz l-'enei-
ra de Azevedo, I). Iguaria Pereira Lamezo e 3
menores, Mana Erroelinda Soires, Joso Hachado
tle Couv-i.,, Caslodio Jos Vives, Feliciano Jos
(".. da Silva, I). Candida A. de Oliveira e dous
Dlhos.
E mais se iio coiilinlia na tninha senten-
ca aqu copiada, em vulude da qual, o refe-
rido escrivo fez passar a presente carta de
edttos, coin o prazo de 30 dias, pelo llieor
da qual chamo, cito, e iici por cita lo au
supplicado Lino Jos de lastro
raojo.
'>
Pela subdelegada da. freg iczia de S.
Jos do Kecife, se faz pub ico que fot appre-
heodido, e aeha-se em deposito, um caval-
lo rugo, cum cangallia, que andava vagando
pelas ras esla freguezia; seu dono justi-
ficando, Ihe sera entregue
Subdelegacia da freguezia de S Jos do
A assembla approvou liontem un primeira dis-
cussao u projeclo n. .(i desie auno, que apurova o I i,,r, "_____:. .. ."i,-- n~~
c.ilraln fe.lo pelo zoverno com David William B.W' S.'j!.. .,ae.rn-V-0 'I.6. if7- sjbueleb'acJ.
man, para a ct.n-lroce.Tu de uma estrada de ferro,
parliudu desta cidade para a tle Olinda.
Apieciandoem primeira n projeclo n. .7 lanihem
Eduardo I" ederico Banks.
O lil:n. Sr. contador d thesouraria
provincial, servtndo do inspector da mesma
dasle auno, que considera com direilo a gralihrac.ao, I lliesouiaria, ai vil lude de icsiluro da jun
desde o dia era que compl-larem 12 annos de serv- ta da fazeilda, lunilla fazer publico, que ein
eo, os prufeimires a quem fr Concedida na forma da
lei a zralificacao addicioual, he approvado sem de-
bale.
Entrando na prnnira dieu*s3o o de n. !l, que ,
manda pasar pela ih-suuraria provincial o ordena- U0UI' os imposios seguinles :
cumpriineiilo da le, peraiiie a mesma un ..i,
se luio ilearrenrilar em hasta publiea a quem
maisder, no dia 10 de junlio prximo vin-
para que dentro do referido prazo, comp-
rela nesle juizo, para allegar a sua defeza
por iodo o co!itudo na p. tice cima
transcripta, sol. pena d-> proseguir a causa,
seus leemos a aua revelia, por tanto toda c
quaiquer pessoa, prenle, amigo ou conhe-
cio .loreleriuo sup(,hcado, podera fazor
scienie do quetcima fica dito.
E pura que cliegue noticia a todos, maa-
uei pasar editaes que sero anisados nos
lugares do coslume u publicado lcU nn-
prensa.
liada u passada nesla cidade do Recite de
1 eruambuco nos 8 de inmu de 1857.
Cu .Vaximi.no Irancisco Uuarte, cscriv3o
oo juizo especial do coinuiercio, o subs-
ero vi.
-.nselmo Francisco I'erelli.
O Dr. Anselmo Franci-cu I'erelli, commendadur da
imperial ordem da Rosa, e jui. de direilo especial
do comuiercio de.la cidade do Reci.'e, capilal da
provincia de Peroiosbuco, e seu lermo, por S. M.
I. e Coiislitucona', o Seuhor l>. Pedro II, que
Ueos guarde etc.
Paco saber as que a presente carta virem, em
como Joao alarnos de llanos, Auloiiiu Jos da Silva
Ouiuiarues, e Antonio Ribeiru Fernande. me lze-
ram a pelit;ao do llieor se^uiule :
lllm. e Exm. Sr. Dr. |oii de direilo do rummer-
Clo.J.ao Marlins de Barros, Amonio Jos da Sil-
va Onimaraes. e Anluniu Kilwiro Feniand*, credo-
res de Jos Rodrigues de Area. o l.P de 1003000 rs.
importancia de quatro leitros. das quaes est uma
vencida o 2 o_,e 303'JOO rs., de um val j vencido,
e o ,t de SSorlO r-., querein f.,ze-lo cilar' para a
primeira desle juizu iallar aos termos de urna aud-
icia ordinaria, em que Ihe pretenden) pedir as di-
s qnaiitias. como iiielh irmcnle evpressarao em setu
Requerem a V. Evc. dignase de o mandar
ciar, com a pena tle revelia
Para ludtig
ene
la
arlmo
dn Jo professor do colleaio dos orpliaos, fsllarain os
Srs. Oliveira, Epamiiiou las de Mello, Barros Brre-
lo, e Barros Laceria, sendo por lim approvadn.
Entra ein segunda dtaeessio e he approvado o
projeclo n. i I. que mande dispender pelo correnl*
exercicit. tle I87 a IKS com o paeaniento da divi-
da de evercicios lindos a quanlia de t:22oO3!t, .om
uma emenda do Sr. lunaciode Barros.
Sul.miien :,--- a secunda diacnssao n de n. 37.
do anno tle 1S.3., que recula os innites da freguezia
do Bonito pela le n. 157, arl. 2, lie appruvadc.
Enlra em primeira diacessio o tle n. 37, deste an-
no, que cru uma freeauezia na ca|iella e Quipipa,
e he approvado, fallando os Srs. Paula Buplisla e
Francisco Joao.
Eulrandn em lerceira di*russAo o projeclo n. II,
que eleva os ordenados de varios empreados pro-
vinciae*, oraram os Srs. S. Braga, Epaminondas de
Mello, Meira llenriques. licaodo a liada.
Continuando na segunda iliscu*sr,o dn irt. Vi, do
ornamento provincial oraram os Srs. P. Bapliala e
f ranciaeo JoAo, sendo appn.vado o artiso com dua*
metidas do Sr. Casiro Lelo e Barros Barrete.
Entra o arl. 43, e oraram os Srs. Oliveira a Jos
i -diu. Hunde adiado por 21 horns a requeruneiit.,
a- Sr. N Porlella.
' .ubre n arl. 41, oraram os Srs. tionr;alvs Guima-
raes e Jos Pedro, Beando a matarla adiaua p.-l*
li ,ra.
A ordem do dia he a primeira disrussao da pns-
lura, acerca das padarias e dos projeclos n. 31 e .Vi.
Srs. reil'icl. res : Ouantn nio nlende uma in-
jusiu;a '.' quanlo n3o revolla o animo, inda o mais
pacalo uma invectiva, e Mmenle cum o lira de pri-
var a onirein de seu direilo?
No Dao de Pernambuco de hoje, n. 109 en-
eoolrei pur acasn orna coriespnudencia, que se litiga
as*igna,ia pela Sr D. Francisca Olympia de Vas-
concellos ; e em que esta senhora e mostra, como
. tiendo logo cita lo
c-s termos da causa, at final esecorS.
K porque elle esl.ja ausenie, era lugar irau sabido,
reque.era goal,nenie que a mesma c.laCao s-ja por
edilos, justificad, previ.menie a ausencia, e inerle-
i U do lgarv Pede a V. Ex. assim o deftra.-E R.
rjoo reis por cabera de gado vaceum, que
for consumido nos muuieipios abaixo de- "Joaquim Jos da Fonseca.
ClaraCoS. i """ c""'inn em diia pelicSo squi Irsns-
cnpla, a qual sen lome auresenl.da, oella dei o des-
Recife, avahado annualmeule por
Ounda, dem dem por
Iguarassu' iuem dem por
Qoianoa idem idem por
Nazareib ide dem por
Cabo dem idem por
sanio -tiiiao idem i-lcm por
seriobSera dem idem por
Rio Formoso u Agua Prela idem
dem por
Pao d' 1' nos municipios seguinles,
nos quaes s pagam aquelles que
la.lia.ein carne para negocio,
e os criadores o dizimo :
l.iui eiro, avahado amiualm
Bonito e Caruaru' dem id
Brej i dem dem por
Cimbres idem i lem por
l.aea.iliuns doiu Idem por
Flores Florala dem idem por
Boa-Vista e Esu' dem dem por
.\os0 n I limos municipios,slo
he, Brejo, t:iii:bres,Garaiihuns.
Flores e Floresta, Boa-Vista e
Exu', s9o arremalados con-
jutUHmente os imposlos a car-
go dos collectores e 20 0|0 do
c insumo da agurdenle nos
seguinles municipios :
Oliuda, avahado aiiuualiiieule por
Iguarassu' idem dem por
Cuaima idem dem por
Pao u'aIIio i lem i .em por
vanreth i lem dem por
Santo Anio dem idem por
Cabo idem dem por
bonito e caruaru' dem idea por
(i0:.102: '2:359;000
1:810^000
6:S6t5l)O0
4:(i51;U00
l:592a>000
8:080WU0
yosooo
2:0573000
4:210:000
pacha do iheur segoinle :
Dislrihuida. C.nn r.quer. Rectfe li de leverei-
rode I8.A. t. Pereili.
arrcpeiiilida tle sua prelem^ao ao casamento com o
j.i moltaslos nos dias anlecedenles, e que nao' for.tm ', M""'el ^'"J"l'e l,velr. '" proteslan-
dispensados, e nem relevados das multas. rto """'""'l'ded. do m-smo sr. | pelo que se de-
OSr.juiz da direilo declarou aberta seisao ne- Preede de suas palavras) como causa de seu re-[ KlO Formoso e Agua Pela idetll
tral.menu, jJem
Eu nada tima a ssse respeilo, bem que pre- Sa,|nr suma nuia liccao, ana,, procurar-se marear a ropo- ?L"",UBai lJem ."|cm por
lacao to Sr. Lbenlo *- P rem valo que i,to se faz
e e*loo cerlissimo da s-m raz3o para semelhanle al-
trevimeulo (porque moi bem nmli eu o Sr. Libann.)
apresso-maem declarar que he falso, he faleis.imo
dizer-se qualqucr boom em desabono da moral desse
.Nada mais se ennliuha em dilo mea despacho aqui
raiKcnpto. Pni visla do qual leve a dislnboir-o do
llieor seguiute :
A Ilandeira.Oliveira.
.Nada mais se co......ha em dita ilislnhoicao squi
Iransrripla, rlepois da q,.,| produzram os autores a
sua jiisiiucacao, e o respectivo escrlvao preparando
os miios os fez sellar, cuja verba de sello lie do theor
seminle :
N. 123. Eslava impressn o conho das armas na-
ciouaes, rs. 2H0. Pagou 2K0 rs. de sello. Recife 7
de marco de N,7Carv-llio.Callaba.
.Nada mais se conlmhaem dita verba de sello aqu
ule por .LbtltoOO.) ^ndTs' ^ '!" ,U,' '"T"" cscri P""
ttpu rmr '.-770jin.il a "'" f conclusos, e nelles dei a
ilcui por _.i iOJOUU | Senient;a do iheor scaumie :
A vina da inquoiedo de n. jelgo prdvad. a aa-
sniCM de J .se H idiigues de Area em logar n sa-
n i,. : pe,, ,|ui-, mando que para eJJUeao dn mesmo
Arela se paase caria de edito, c.,in a prazo de 3 dias,
lindo o qual, e sendo havido por eiladu o aosenl*. se
Ihe noaneiara cur.dor para com esle correr o frito os
eus devidos termos. E p.ignem 0* jnst.ficai.ies.s
cosa* Kecife i de marco de 187.Anselmo Fran-
cisco I'erelli.
Na la mais se continlu em dila senlenca aqui
transcripta, em virtude da qual o escii.ao qaeesla
.ohscreveo, mandou pa**ar a presente Carla de edi-
I -s. cum o prazo de 30 di., pela qual e asa theor se
ell una e inli.na.e hei por imimado aosupplieadn de-
vedor ausenie cima declarad.! de lodo o eootheu-
do na pellCo acuna transcripta.
Pelo que toda e qualquer pe-soa, prenles oa ami-
gos do dito eupphcado o poderao razar scienle do
que acuna fica esposlo ; e o purleiro do joixo litara
a prsenle |u?ares ,. Coum ,., pu0||Cadj
pela iinprensa.
Dula e pasuda nesla cidade do Hecife, capilal da
vincia de Pernambuco, aos j de maio de IS.,7.
1:693e000
t:21l-!0o0
2.7639OU0
3:173*000
3:0I<,00U
3.V53000
1060000
81000
96*000
OjOOO
2t.000
56;000
4;00.
pois do loque de campanilla, feilo pelo p.rleiro do
jury.
Abarla a sesso vein ao Irihnnal dn jury para ser
julgado, n reo alliancado Francisco Marlins de A-
gu-ar e Silva, e accuaatlo pilos mines tle nffeusas
physieas e amoa{as feilas na pessna de Guilherme
los Pereira, no dia 25 de j tneiro de 1852. sendo o
defensor do mesmo reo oSr. advogado aci.ua meii-
eionado*
O eonselho do jury de senlenca foi compo*lo dos
seguinles
O Sr. G. Guimaraes: En volara pela ornen- i Carino com uma aclividade admiravel. A iradaria
da do Sr. Epaminoudas de Mdlo, e ella divi isse ''" a,l^", ''rl,,c'Pl,,u a S(r bilocada, e p dem..* allir-
nmenle us emolumentos pelos empregalo provin- mar.que tlepuis de ludu lerminsdo ficaia' um aditicio
ciaes, pnrque he mais juala essa divisan do que a ac- magesioso e .le eslraordiiena belleza.
lual. Por enganu dissemos que a casa ein que o jugo
O Sr. M. Caoalcanli: E o secretario actual!
he um um mgico, lem feilo coasas que su mugi
o le saber. >
O Sr.Souza. Carctho : Ili pena que nao li-
vessa discutido is OSr. G. Guimaraes : Assim, pois, Sr. pre-
sidente, eu volara pe* emenda do nobre deputado,
menos nessa parle, porque a acho jusla acerca do di-
viden lo dos emolumentos.
Tem aqui algumas emendas que eu julgo eslra-
nlus ao arlifo que se discute. Tem aqu uma do Sr.
> iuza Carvalho ierres do regente dos espostos, ou-
lra .cerca dos pagadores das obras publicas.
t'nSr. Deputado .*, Materia velha.
O Sr. G. Gutnuraes : Acerca da emenda que
da' cavalgadura ios agantes pagadores, eu enteudo
que ella lie mal cabida, porque a oceupacan des*es
empreados he andar a cavallo, pagando as fen-s aos
a' vala da polica converleu-sc em baile fura nu pa-
leo tlu Carino, quando fui ni camboa do Carmo
Narrando a aconlecimenlo da barca itUlui lao
conforme nos informaran), nao livemos era vi*ta de-
primir esle ou aquelle, e poblicando a carta infra
do Sr. capitao da referida barca, cumprimus nossa
dever :
Srs. redactores da Pagina Aiulsa.-Prestes a
laruar do lamarao onde me achu fuudeadu a buido
da galera Oluida u do meu caminando, vi com t.
maior desprazer. que Vine*, em soa .Pagina Avolana
usendainn Daro, de hoje relaton o encalliuraeu-
lo da mesma galera de uma inaneira inexacta, con-
Iradicluria e tpie bem prova ijue essas pessoas que u
informaran nada enlcnlemda materia, e sendo as-
sim mrlhor fura, que in lia nao lollasse e nem me
atribuirse fallas queso a oulros perlencem. A mutila
galera eslava deinandaudu 15 l|2 pea d'agua, tanto
trabalhadores das ealralas, por consegninle digam os I n Proa '><"? PPa- 1ue W exaiinuadn pe
.... 1 ...i, 'I ,iii a.r i ._ ...-i .r ,! -r ,.i ....I a...
nobres deputados qae se sasmenle o ordenado a es-
ses empregadus, poique se elles sao uomeados para
andarim a* cavado pagando, como fallar-e em ca-
valgadnras, se o ordenado que se Ihe da* he |a' pa-
ra cavalgaduras '.' Se fosse s para pagar sqni na ci-
dade, euloo ua ine-ini reparlicao se podena fazer
islo.
fi'ma ''o; : Materia velha.
O .Sr. Sitra Braga: Aprsente um projeclo
ne**e seuli-lo.
O Sr. G. GttimarSts : .Nao chega para lauto
minha capacidade. Achata inrllur que se Iratassa
do augmento do ordenado, e nao se fatlasse em ca-
valgadura.
Ha uma onlra emenda do Sr. Francisco Joao,
que he om poaea melhor, pnrque si. da' os 10:0005 ;
mal assim mesmo tenho mcus receuis de volar poi
ella, por causa da au1ori*aeao, apezar tle que nclla
vem o correctivo da approvro desta cisa ; mas em
ultimo casi, volare por esta emenda, para nao voUr
por oulra* mais perigosas.
O Sr. Epaminondas de Mello : Volos.
O Sr. G. Gnimaret: Creio que nao estamos
em sessao secreta, eiqiie nao son orador, nem digo
coosas qae se possain aproveitar nao apiado* mas
nem assim lem logar o nobre depuiado eslar pediu- \
do votos oo meto do men discurso.
Mas, Sr. presidente, ha uma cousa aqui que eo
ilesrjava ponderar, he que o projecln Barquillo que
di/, respeito as mullios iestricc,e* he imita lo por
uma emenda do Sr. Oliveira qu. da' 20 p?r cenlo
aos empresadns da linsuuraria ; a* miulias re*trc-
ras lambeni loram oesle seulidn, p nque em pri-
meiro lugar eu julgo que a Ibosoeraria nao he que
esta' mais mal paga, e ein segn lo lugar tenho de
lazer uma oiiservacdn. que cornquaiilo nao se). pon-
derosa, comtudo se deve allender a alia. Senderes,
parece que por occasidn do desfalque ou do que
aqui se cliatnou inalvers*ctjes do corpo de polica,
tomsram-se alimoa* providencias, entre as quaes sa
mandou responsabilisar ns empregadus da thesoura-
ria ; a esle respeilo pode ser que hajam juizrs par-
liealares, porm jaizo publico eu creio que anda
nao li ni.e, e se poi*, rumu eu acabu tle dizer, liada
pende respnisabidade a asta reparlicao, censura-
qna podem ser eonsderadas valiusasou sera fundas
ment, mas se isto aleda depende de um juizo pos
tenor, como he que nos vamos augmentar os orde
nados des*es empreaados ?...
O SrSIqueira Cmoalcanti : O nobre depulado
impugna os or leado* tos emprega los da thesoura-
ria '.' A din ra -in -, porque nao ful rom c-l- reslric-
ctjes. qm u,btu diputado assi*,uou.
judaule do Sr. inspector de mantilla, o qual dolan-
te, a nuile asaislio aos Irahal'ins a bordo, e o mas:uo
Sr. inspector de marinha s nlando o banco as t
horas, mais de uma depois ,1o navio encalhado, de-
clarou que ainda aquella hora o navio linha ba-lanle
gua pira sabir se fosse pelo canal.
Promplo o navio de ludo e entregue a direccau
do pratico. este quando eram i l|i huras da larde,
mandoa largar liz Ihe sentir que era moito cedo,
que ainda a mare' encina mais de uma hora, res-
l> .mi ii a i,lo, que linha moda agua nu banco, que
u pralico-mor que eslava sobre este, fazendo-lhi
ignacs assim o or lenava e sem alien ler a mais na-
ta mandou largar, a vista disto Vanes, dirilo que sou
culpado'.' Se Vosee, dissessea que o proiico eo
| pratico-mor sao culpados, e devem responder pela
enorme despeza, que o consignatario esta' fazendo.se
dlssesse que a manir parle dos pra I icos cncalham
qiiinlos navios tl.ngem, como succedeo a rsle mes-
mo u ivio quando outrou, so dieseSSO que a in.iini
i parle dos pralieos senao deviam confiar a direrciu de
navios, porque naoo* saheiii dirigir,diriini um*. ver
dade.
Quando fallo na iacapaeidads dos pralieos nao se
' emenda que fallo uo geral, alguns ha moito habis
| em sua prufissuo, e dignos de ct.nli.inca. mis enes
mesinos sujeilos a um re_-ulun.-nio brbaro e que o
governo nao dalaara' d-> reformar, n-m po lem pros-
lar os b .us servicoi que oulros pre-Uvain.
Sirvara-e Srs. redacluies tlar lugar ern lee eon-
ceiluado Diario i a est,s (osees linde*, pelo
que llie licara' agradecido Emilio Jns d'Ohveira.
ionio da galera i< Olinda, a 12 de maiu de IS57
STIa ainiiltaa.
e sendo regeilado o adiamenlo que esle requeren : I J0.,v,m lenrqne, da Sdva.
topo,,!.,, que sejar,, recon,luzids os I.scaes da- Jo$i ,,,., rt,4Me,)eiI0, Monleiro.
^"e1?nfai^^
Mandoo-se remeilcr a comnus-ao de eiiiltcaces I Jo, ll4 ^t(|* rful
as pelic;,'. s vin las da presidencia da provincia, le p|ricio .lose d i Silv*
Joaquim Anlouio Pereira, Joao (jongalvesLucs Lis-
boa e Jo-c Alvcs da Silva Guimaraes ; lodos icque-
rendo afoiansealo do terrenos de marinua na ra
Imperial, e ua conlinnat-ao ta ra da Aurora.
Despacliarain-sa as pelices de Andi Alve* da
Fonseca, da direccJo da companhia da estrada de
ferio, Antonio da Cosa Rlbriro e Mello, Antonio de
Azevedo Vill-rouco, bacliarel Francisco l.ins Caldas,
Francisco Jos tle Campas, Predarico Maia, Fran-
cisco Jos Marlins Peuiia Jnior, Francisco Harlini
Rapuzo, FreJenco de Soasa Gomes, bachajel Fran-
cisco Gomes Velloso de .M-llo Lius, Joao de Duela*
da Silva Bargas, Jos Pairo Maiqu-s da Silva, Joa-
quim Bapsts d Araojo, Jola Jo> do Kego, J>a-
quiua Mana da Couceica., Joaquim Lucio Monleiro
da Franc.i, Jos Leopoldo da Silva, J.iSo Soare da
Fonseca Velloso, Joaquim Jos Bulelho, Rislrun
llonker t\ C, Kufiuo Augusto do Alenla, Wen-
ceslao .Machado Freir Pereira da silva, e levanlou-
se a ses*ao.
Eu .Manoel Ferreira Accinli, secretario, a suhsrre.
ti.Barros liego, \iro-i>iesiiieu[t.Iego.Fiaiina-
Franca. Mello.
I.imoeiro dem idem por
CaranliuDs dem idem por
Brejo idem dem por
Cibres idem idem por
I-lores c Floresta idem idem po-
JURV DO KECIFE.
2. se*sat..Dia ) de maio d 1857.
Presidencia do Sr. Dr. AUxaitare Bernardina dos
feis e Silca.
Promotor publico interino, o Sr. Dr. Joaquim de
Souza Re^.
E'criv-o interino, o Sr. Minoel Correia Gomes
de Almeida.
Advogado, o Sr. Dr. Aotunio Epaminoudas de
Helio.
Pella a chamada as 11 horas da manhaa, arha-
ram-se presentes (1 seuhores jurados.
Foi dispensad,, pt |,r Mentado molivo tle mo-
lc-li... n Sr. Savenno Jo e Filgue ra de Ueuazei.
Foi relevado tas mullas por ter comparecido e
aprsenla lo eacosa legiluna, u Sr. J, s Candido le
Ilarros.
Koran) molla los em mais 203000, i senhoresjo-
rados meltados nos diss antecedentes, que nao lo-
ram dispensados, e nem nivalo- dss mullas, e nn
109000, o Sr. /ferino liodolpho Helgado de Uorlia.
O Sr. juiz de direita dediroa abena a se*sao,
depois du loque de campanilla.
Aii-rla a mesma s-**ao, foi condurdo ao tribu-
nal do jury, para ser julgado. n reo presu Joaquim
el.ppe Pereira, secusado p r crime de u*o de armas
Saraiva.
Joiqum Maiinciu Goncalves Roza.
Geraldn Amaranle dosSanlo*. ,
Manoel Coelho ,1a Silva.
Antonio Jo> Bmdiira de Mello Jnior.
Franei-ci, Manuel dos S.nlos Lima.
Miguel Joaquim do Kego Ilarros.
1". presumi juramento suhre o livro dos Sanios
Evangelho
F"i o rea Interrogado, e disst que era accuado
por eaosa de uma lilla que Uvera rom Goilherroe
Jos,.' pereira, da qual resulluii fazer no rosto de
Guilherme alguma* fleusas phvsicus, provenientes
da arranhr.es. Disse mais que depois da lult lancera
mao tle um ciiucn para se livrar de Guilhenn-, e de
um escravn de*le. Disse que o motivo que leve para
ferir e ameartr tuillisnue, foi o seguinte :
Estando ue pn-,*e do qoiolal da casa onda linha
s-ii eslab-leciinentn na ra da Guia, qoereudo a in-
qoil'iia do secando andar divi n-lo, elle se oppuz,
em cuj i occaslia tiu Iherms com om escravn lanea-
ra-se. a elle reo, daudu-ihe o seu esrravo cora uma
acha de lenha, e pnlende-ie atar do dilo Guiller-
mo, irmou-ieda ura rhugo para defender-se, che-
gando nessa oceanso Prudencio d tal. e outro que
pideram conseguir apasigmr o detlurbio.
Dis*e mais quo tiuilherine era compadre da i-
quilina e que esta chaina se Lenpolduia de tal, e
que eslava no quintal,
O Sr. promolor interino disse qne dos depoimen-
los das teslemuuhas qne deposeram no proce*so. es-
lava provsdo ler ido o reo o autor das nlTensas phy-
sieas e ameaeis feilas em Guilh*rme Jos Pereira,
qu- eslava iiirursi. nas pena* dos arligos 201 e 207
do cdigo criminal, gra'o medin.
O Sr. advogatlo disse que as nffeusas ph\ sicas em
Guilherme ftirain feilas na occa-iao da lula do dilo
Guilherme mm o reo, e que nao foram feilas de
proposito. Disse mais que o reo nio ameacara a
Giiillierin, e que nio eslava provadu, e pedio a ah-
solvieao do in-.no reo.
O Sr. juiz le direjit. depois da (replica resumi a
materia da accosacjloe defeza, e pronozao jury de
sentones OSejnetitoi, e sendo es|p eniregues ao dito
jury, fu c iiitluzdo a salla secreta das conferencias
a* 3 horas da larde, donde vollnu as 3e l|i com
suas resposlas, que foram lulas em voz alia pelo p e-
snl-nle do joty de senlenca, e o Sr. juiz de direilo
:'- ii-'n i asrespostaado jur\ puhlicu sos senlenca.
eondemnando o reo pelo e.iime de oOenaas physiras
a um mez tle prizso e mulla corresponden!- a me-
lale do lempn, gra'o iniuiino do art, 201 to col.
moco que a aniel falla, que lem he ser pobre !... Roa-Visla e tsu' idum idem por
K se nao he esta a fardada* Se com neiio a Sr.-> Vai i.,.i,n J
I). Olympia nao quer cr-se com o Sr. I.ib.nio, arr(.' ^"1" n""le P"5" "* *"
por que molivo a occullam;e mesmo q.ierm-a fa- """'lo, COlijuliciailieiue Com
zer embarcar para fiira do imperio ? O Sr. L-banin "nP"Sli> do gado Vaceum, o dt-
seria muilo contente, que esla senhora declarajse ,mo do gado Cavallar, nos muni-
em sua preeenca que j.. agora nao quer tsposar-se eiplos abaixo dixlarados :
cum elle !.... Ltraoeiru, avalido aiinualmeule por
(nal pois o motivo, por que nao se quer qoe o Brejo idem idem por
inesmo Liban! a envergue ... | cimbree i Jem ilem c
lin que se condne da pobreza.
52=000
34:000
11*^000
609000
3o000
38^000
40;oOO
pr
por
KATIFICACO.
No communicadn publicado honlem sobre Sergipe
alera de outros eneanos. como mais nolaveis appaie
ceram esle dous seguinles:' linha* tl do primei-
ro periodo, am lugar dedizem-nosI-i ,-.-di-
zemos nos,no mesmo periodo a linha* 100, onde
dizdi nalurezaaccrescente-secoma aivindade.
L. Borces.
i* b&?, $t#.
PRACA DO KECIFE 13 DK MAIO AS
3 HORAS UA TARDE.
Colaeies mli. iaes.
Cambio sobre Londres27 3|i, 60d|r.
Dilo labre dilo27 7|8 1..1 d|v.
lonilo o Caruaru' idem idem por
Garanliuus dem idem por
Flores e Floresta idem idea por
Boa-Vista e txu' dem dem por
Imposto a cargo dos colleclores.
Brejo, avaliado^aniiualuieiile por
Cimbres idem idem por
Garanliuus idem dem por
Flor, s e Floresta idom idem por
uu.1-\ ..-:.i e E&u' 1 lem iuem por
As arreinauces sero feilas por tempo de !
tres annos, acontar do l-dejultio do cor-
rete auno. a30dOJUObo de IS6, sobas
Q'esmas con !r0 s das anteriores, e na for-
ma tio arl. 76 o regulamento de 3 de buo-
le de 1852.
As pessoas que so propozerer.i a esla ar-
En, Francisco Ignacio de Torres B*ndeira, escri-
v3o do joizu especial do commeicio a *ub*crevi.
Anselmo Francisco Perelii.
O Dr. Anselmo Francisco Peretti, comtnen-
dador da imperial ordem da Rosa, juiz de
diroito especial do commercio porS. M. |.
e C. etc.
Faco saber aos que o pre enle edital vi-
rem, que no da 2S do correte mez, se ha
3Wooo de arrematar por ven ia, a quem mais der,
depois da audiencia desle juizo, na sala dos
auditorios, a casa lerrea n. 27, sita na ra
Direita nos Afogados, avallada por 1:5003 rs.,
e por no ter appareci lo langa lor e 11 ou-
lras pracas, vai pela quanlia de 1:2009 rs.,
abatida a quinta parte na rorim da lei, e
sera adjudicada caso nfio baja quem lance,
aos exequenles Miguel Joaquim da '.osla &
146.tO.iO I f.ompanliia, por execugo de quem vai a
8O/0OOI praca dila casa, contra Antonio Ann.-s Jaco-
3tsoo ; me Pires e outros.
2033000 j F. para que cliegue ao conhecimento de to-
dos, man lei passar editaes que serc publi-
jj 1.7000 cados pela itnpreusa, e alfisadns nos luga-
Ji 1-7000 : res designados no co.l. cominercial.
2?.! \""io ? Pi,SSi,J eila cidade do Recite, aos
oay-ooo 6 de maio de 1857
442.0001
IItOOO
529000
IOjOo
"^arro'ba m "s.c'co "n"K""0 +Hm Pr 1 rematado compare^m .tsala dassessOesda
mesma luiiia, no da cima declarado, pelo
Frederico Renillard, presilenle.
P. Ilurges, secretarlo.
CAMBIOS.
gohre Londres, 27 3|4|a 00 d. c 27 7,8 a 90 d.
Paris, 3"iO rs. por fr.
a Lisboa, 9j por j de premio.
a Kio de Janeiro, 2 por 0|n d* desconln.
AccSu do banco o" por cenlo de dividendo por cen-
ia do vendedor*
tt tt companhia tle Brheribe (OjOOO por acca
o n companhia Per tumbncaoa ao par.
o n Ulihdade Publica, 30 por cenlo da premio*
a a Indemnisadora.52 ide-1.
a ti tu e*irada e ferro 20 por 0(0 tle prem o
Disronlo tle leitra*, tle H a 10.
Acc/ies do Banco, 10 a .'i de piemio.
Ouro.Oneas iiespenhulas. 285 '
Muidas de 1S9OO velhas ....
" 69400 nnvas ....
n 49000.......
Prata.Palacdes brasileiros......
Pc*i.s coluninarids. ...
a meucanos......
283500
KiSOOO
lliStIOO
yyooo
2poOU
aeoon
19860
CMARA MUNICIPAL DO KKCI!'!:.
n c inselhc do jury da senlenca fui composlo dos
seuhores egninU'j ;
Joaquim Mauriciu Goncalves liosa.
Lu/, (i me* Sllverio.
Ign ico Francisco Martin*.
Joto Carlos Augusto d- Figneiredo.
Joaquim Iznaciodi llanos Lima. '
SESSAO EXTRAORDINARIA DE 23 DE ABRIL. V'^" "' Fi,it,01 'S'Wa-
,.,,,,, Amonio Correa Cabral.
Presidencia do Sr. l\irros /cao. i .,., ,,. u .... -
* llern ,ri|o jn-e llnlriuues Pinheiro.
iresciues os S.<. Barros Brrelo, Barroca, Fran- Jos fenacio de Medeinia Bean Monleiro.
ca, \ launa, Mello, fallando com cius-, o. Sr*. Re- Jn.o Baplisla Kodriuu-s de Sooza.
su e Alboqoerqne r, Barata, por fatarem parte dn Patricio Jos la Sdva Saraiva.
eonselho municipal di lecuiso, e sem rila o Sr. Ke- Jos Itariiardo de Souza.
rzo.failida o appiovada a acia da antieedenie nas- E praslaram ioramealo sobra o livro dos sanios
sando, a requernnsnln do Sr. Barroca, que abano evanzelhos.
della te mincianissem as qoanlias da despeza, de! Poi o reo inlerrogado, o dise que sihia uue era
que trata o procuudur uu seu oflitio, coudo aa acensado por crime de armas drOtas, por ler ouvi-
maiana acia. ,,0 M itilttBann>li jurara e que de nada mais si-
O Sr. Barras lturcioonsuiia 3 casa, a ella lonas, bis.
que antes que lu lo s; le.s o nflkiu do Exm. vice-
presidente da provincia. remelUi.rln para a cmara lava provadu ter sido o reo enc.nlrtdo
inhibida*, sendo defensor do re. o ;,. advouado e ,:",' "a '""""" .
irima mencionado. d vaSno | crin)., e laml.ain nas cus. ; ab*idveu o me'ino reo
au ctini" ,te ameaeas. coudrmnaii 'o a muni-
ALFANDEIiA.
Rendimenlo do dia I a 12. .
dem do dia 13......
qoanli
cipalidada nas cusas, ,10 laneameolo do aulor em
tlianle, e levanlop 1 lesso, adiaudo-a para o da
egoiols as 10 huras da uimiIi.'h.
192:654/651
20:98l2il
213:6359895
REPART1CAO DA POLICA.
SUBUELEGACIA lV FKEiil E/IA DE S.
*M"O.NIO.
Xonuu das inspectores desta freguezia.seus quartei'
roes, e ras a que elles perlencem.
Primeiro distnclo.
1. quarleirao, Jos Hibitro Simf.es.Campo da
Palacio, roa da Cadeia, becco du I li--ir.. Velho ta
S. Francisco, ra alrazdo inesmo Ihealro, e Irave-se
do Onvldor.
2. dilo, l.uiz Goncalves Agr Jnior.Una do
Crespo al o arco tle Santo Antonio.
3. dilo, Lihanio Jos L-pes Moreira. Ilua da*
Croles, e hirco da Pule.
. dilo Francisco l.randro do llej .. p,o. to
Queimado al o ., ranlos, e breco do Pene Frilo.
O Sr. promotor inlerino disse que to prncesso e*-
--------" '.......r- ""et"-uui. para a cmara lava provadu ter sido o reo enc.i.lrtdt. com chapeo 5. dito, Mertnino Ferreira de Silv. Ras
informar, como res.lveu 1 ...embica |ela,.,lva pro. | Je cum etloqu(i que e|lava lllcurso p,,1,,,, leg0 J ^Z^,"**.** mesmo.
Desearranm hoje ti de maio.
Barca inqleaFloitiua Cluu-imercaduiias.
liare a franeezaVeneziieladem.
Barca auierieaoaMines .lafarinha de Iriso.
Polaca hespauhula -- Ameha pipas e barris
vinbo.
Polaca hespanh.ilaPacohlalas e Cominhos.
Briaue insjlexllarj Wertrilhoa de erro.
Brigue bruiloireElvira familia de Iriso.
CONSULADO liERA!..
Kendimenln do da I a 12. .
Idem du dia 13...... ,
Ku Maximiano Francisco Doarte, MCtiV&o
o subscrevi.
Anselmo Francisco Peretti.
v*'Mt*s9**
DIVERSAS PIU)V1>C1AS.
Hendiraenlo dodia I a 12. .
dem do da 13.......
tneio da, habilitadas na forma do art 75 do
mesmo regulameuto.
F. para coustar se mandoa ellixar o pr-
senle e publicar pelo Diario.
Secrelatia Ua lliesourana provincial de
Perujii.buco 9 de mato de 1857. o secre-
tario, Anlouio Ferrena da AUauoC.ac.ii0.
Arl. 75. U Contratos Ua 4.rretnalat;:o de
renda, que imporiareui em mais de doirs
cotilos du res, seio eliecluados sol* a ga-
rauia de dous fiadores idneos, que teiiliain
bous de ra/, na cidade do Recife, ao menos
11111 dolles, una vez que o oulro seja notoria-
mente abou .do.
Art. 76. as arrematarles podero offec-
luar-se pela maior ou menor licilaQo offe-
IrClda eu, carias fechadas.
0 Dr. Anselmo Francisco Perclti, commen-
dadur da imperial ordem da liosa ejui
de direilo especial do commercio, nesla
edade do Recife, capital ,ia provincia de
Pernambuco, e seu termo, por s. ti. o I.
o Sr. I). Pedio II, que Dos- guarde, ele.
Faco saber aos que o prsenle edital vi-
ren, e delle noticia liverem, em como Do-
mingos Jos Ferreira UuimarSes, me liriio
por escupa, a pelicSo ,;o llieor seguinle :
III ... e Exm. Sr. Dr. juiz ue direilo do
commercio. Diz Domingos Jos Ferreira
Guimaraes, liquidatario ua exima*, firma
de SebasliSo Jos da Silva ot C, quer fazer
cilur a Lino Jo-e tle 1 astro Araujo, para a
a primeira au liencia deste juizo, fallar aos
lemos de uma aceo Ordinaria, pela qual
Ihe pretende pe nr a quanlia de l:70la063
1 Importe de 2 leltias vencidas ein 15 e i'J d
'^-w'-r' J"1"10 e iHbx< edeuma Contado livro, o
.i.ji3Mio i qUL, iuj,, expressara em seus arii"os.
Ite (oei a V. i-.xc digne-n de amaohSa ci-
tar com a pena de revelia, (cando logo ci-
tado para lodos os lermos da causa, aie li-
ual a ezecuijao.
E porque ..iiija ausente o supplicado, em
lugar ii..i sabino, reqtier que ciuci.o seja
por ediius jusiilicada pievianjsnte a ausen-
cia e iiicerleza.
di
17:'JUjl7i
1:1169042
56SV463
4:6855505
(.ORREIO GERAL.
A mala que lem de condtizir o vapor cos-
leiru Persinunga, com destino a provincia
de Maceio, fecha-se. imfe (14, do correle, as
> boias Ua lardecm dianle.
O Illra. Sr. capillo do parlo, de eoalernidada
cum as ordena do iniuislerio da marinha, Iraiisrnil -
lulas |.elo Evm. Sr. vie presidente da provincia,
ein nllicio de I i to andante mez, manda .lar publt-
cidade a Iradneelo abaito do aviso annouciamlo
ao* MVeganles o eslabelenaMnls de pharoas em dif-
ferenta nonios da Europa, a dos Estados luido, di
America.
Capitana do Porto de Pernambuco 15 de abril
de IS*i7. O secretarlo, Aleiaudre lio iri_-ues dos
Aojos*
TBADUCCAO*.
Aviso aos navegantsa,
N. 37.
ESTADOS L'M DOS. MAINE.
Luz liva ua pauta Elm.gi-in.
\ comm.-.a.. directora de pharocs nos Ertados
Lindo, laz pettliee, ,,, 93 va t5i|)e|,cer ullla ,,
ou phar.il na lorre anualmente em ron-lrorcao na
ill-a .ifc.l\i>oii"i,reenn prosima evtremidade de
lu.ie .. |. lila F. l-i-inoBio, na cusa :, Mame.
A loz sera la e de ,.r natural, o machinumo il-
ion, un. i,.r ha uma lenla de Fresarl da qmnla
ordem, sera" co|inea,ia g, ps a una da nivel medio
do mar, e podera' avialar-e ein lempa claro do Can
vez de um navio m di-l.ncia de sele imillas. Esla
luz ha pr servir ds sala di erobarcacftrs qne *a-
vesam antro Easworlh, lllue lil, e Monte D sen.
A lorre do ph-rol ha de ser da lijle, piniaua de
lirancu, e annea a' casa to suarda, que s^ra' tle ina-
daira, pintada decir parda. A laiitema ha de ser
pintad, de prelo.
(t pharol se icend'ra' r*la primeira vez na Baila
de segunda-fria 2de fevereirode 1857. ecoul.....aa
ra' ludas as innles sezuiules.
Pur urilcm de S. S.
Animado, John Wa-hinglon, hydrocrapho.
Reparlicao bvilrograpliina dualiuiranladoeni Loo*
tiros l tle ouiubru tle 1856.
Este aviso afletla o-seguinles awppil do almi-
raniado : .Noite da America co-la de e*le, folha .",
II. _'IIS ; lunilla lie F'un.V.l par,, lil: 1 Lonco n.
u'.'.l-' ; i.ualmente lista de pharues dos Estados
lindos 11. 12 A.
COSSELHO ADMINISTRATIVO.
O consellin administrativo, em cumpri-
menlodoart 22, do regulamento de 14 de
dezembro de 1852, faz publico que foram a-
ceias as proposlasde Juao Clirysosloino Fer-
reira dos Santos, Manuel Joaquim Pereira,
MUTOD"
ILEGIVEL


Para
de J<
Rodrigues & Ribeiro. Custodio Manoel de
MagalhSes. Guilncrme d:i Silva Guimuries,
Jos Francisco Lavra, lofto Fernandes Pren-
le Viaiina, Jos da Cruz santos, Jos Noguci-
ra de Souza, Antonio Kerreira da Coat Bra-
ga, Antonio de Souza Malos, e Manoel Anto-
nio Teixeira, para forn ceren.
O *. 120 covados de chita para cobertas a
220 leis.
0 2.- 15 assucareiros de louc a 720 rs ,
to hacas a 600 rs.,15 mantelgueiras a 720 rs.
0 3-2 canivetes a 800 rs.. 40 resmas de
papel cartucDiuliu a 3? rs., t barril do alca-
triio de 30 caadas por 18- rs.
O*.- 10o oares de sa patos feitos na pro-
vincia a 1,300 rs.
' 5 50 pares de luvas brancas de aigo-
dao a 280 rs
O 6.' 70iarcs de luvas brancas do algo-
dilo a 2S0 reis, 64 mantas de algodio a 1/100
res.
OJ7.' 30 b cas desrame sortiilas a 18400
*S. a libra, 1 ambas do cola da Baha a 2*?,
20 arrobas de arcos de ferro da 2 l|2 polega-
das a SfMO rs., 10 ditas de ditos de I 1|2 a
26400 rs.
' 8.- 1 arroba do capa-rosa por 1>600 rs.,
<> ditas de salitre refinado a 9S rs.
" 0. 1 livro oblongo, formato grande, com
300 tuinas de papel paulado por 38> rs., I
dito dito de 200 Tullas ditas por 8? rs., 2 di- O agenle Borja, em seu armazem na
tos ditos coa 150 l'olhasa 23/rs., 1 lito dito roa do Collbgio n. 15, Tara leilao de urna in-
de 100 ditas por 18 rs., 1 dito dito de 30 di-! buida le de objectos de differenles qualida-
tas por 8; rs., 1 dito menor com 150 ditas des, un lindo sancluano ue gosto moder-
poi 9s rs.
O 10.* 2 couros de bezerro euvernisados
de brauco a 25/ rs.
O II.- 1 sitele pequeo sem armas, para
marcar papel, com o distico hospital regi-
mcntal de l'ernambuco, por 109 rs.
0 12.- 4 milheiros de lijlos de alvenaria
groaaa, poslos'ua obra, a 24o rs
E avisa aos 6 -primenos vendedores, que
DIARIO DE PERNAMBUCO CUNTA FEIRA 1 i DE MAIO DE 1857
segu com milita brevidade, o bem conbe-l
cido brigue SAGITARIO, o qual tem al
maior parte de seu carregamento promp-1
to: para o restante e passugeiros, trte-
se com Manoel Francisco da Silva Cari-i-
i;o, na iua do Collegio n. 15, terceiro
andar, ou com o Capito, a Iiordo.
Parj o Rio de Jmieiro.
Segu com loda brevidade, o bem conhe-
ci lo brigue nacional Almirante, tem grande
parle da carga promiila, para o resto, passa-
geiros e escravos, para o que tem ricos com-
modos; trata-se com o consignatario Jos
.111 1 'i: ii iii.i.-. remandes, ra da Cadeia do
Kecife.
PROVINCIA.
O Sr. thesoureiro das loteras manda
fazer publico, que se acham a venda, no
pavimento terreo da casa da ra da Au-
rora n. 2<>, bilhetes, meiose quartos, da
quinta parte da sexta lojjei-ia do Gyin-
nasio, das !) horas da man ba
noite, cujas rodas andam no dia
corrate.
TheSOUraria das lolerias '.) de inaio de

i -0
leite <|ue
de ninto
deverio recolher os respectivos objectos, ao
arsenal de guena no dia 16 do corrcnle mez,
e aos 6 sguinles. que o mesmo larao no
dia 18.
Sala das scsses do/ conselho administra-
tivo para forneciment'o doarseual de guerra
3 de niaio de 1857. -.- Bernardo Pereira do
Carmo Jnior, vogal e> secretario.
CONSELHO AUJHllSrKATIVO.
O conselho administrativo tem de comprar
o seguinle : \
Para a botica do hosuiilal regimental.
Acido prussico mediciiV'l. oitavas4, agua
de [abarra ido, garrafas 2. amendoas doces,
ticas 8, amilo, libras aXborax, libras I,
cevada, libras 16, cannella,labras 4, essencia
de louro cerejo, oilavas 2,diL. de rosas.oila-
vas 2, emplastro de cicuta.', libras 4, dito
mercurial, libras 4, Turnarla, libras 2, era
Ierres re, oncas 8, iodo, oncas 4, linhaca, ar-
robas 2 uieissa, libra I. musgo libras 1, ~$ttCkntamt Mto Fra.
1 h ik6 P0.to9M' llbrai S* }00 de ,,g'd01 'luisiCo de Jos da i-oo.ee
uebacalhao, Imras 8, oxjvo de zmeo, oila-
vas 2, oleo de crotn, oiKavas 4, raiz Je al-
thea, arroba 1, resina uleangico, libras,
balania, libra 1, resDa le batata, libras 2,
sulphalo de ziarcnjwrgas 8, sunaruba, libras
2, lliredacni,'.'iii;i I, valeraualo de quiumo,
oilavas 4, assucar refinado, arrobas 8, azeite
de ce, garriras 8, banba de porco, arrobas 2,
caixas par,. a piluas, grosa 1, l'oniz de vidro 4,
graos vidro grandres 4, marmitas de fo-
lha co, ;n lampas 6, talas surtidas para fractu-
ra dr j braco-, e peritas 50, vinho brauco, gar-
rafas 12, diio limo, garrafas 12, vinagre
b .anco, garrafas 12.
2.- balalbSo de iiifaolaria
Casemira encarnada para vivos, covados
39, hollanda para fono, covados 516.
4.- balalhao de arlilheria a p6.
Casemira carmesim para vistas, covados
7, bulos convexos de metal amarello, de 7
Itnhas de dimetro, ecomon. 4, 2848, di-
tos ditos de cinco linhas, e com o mesmo nu-
mero 1010.
9 batalbffo de infantaria.
Botes prelos de imssa para c potes 3000.
Quem qutzer vender, aprsenle as suas
proposlas em carta fechada, na secretaria do
conselho as 10 horas do da 15 do corrente
mez.
Sala dassesses do conselho administrati-
vo para fornecimenlo do arsenal de gucr.
8 do aiaiodc 1857. Manoel Ignacio Biicio,
presi-leule interino.Bernardo Pereira do
(.ai mo Jnior, vogal e secretario.
EXTiNCi BANCO D PER-
NAMBUCO.
A direccBo do extincto Hunco de Per-
natnbitco tendo de dar lim a stta liquida-
cao no ultimo do corrente mez, convida
por isso aos possuidores das respectivas
notas de emissao, a trocarem-nas ate
aquella dala, na ca\a filial desta provin-
cia. Keci'e, de maio de 18."w.O se-
cretario, Joo Ignacio de Medeiros liego.
nissimo, c diversos objectos de porcellana e
de vidro, e oulms mu tos que se acbarSo ex
poslos no supradito arm izem : quinla-fei'a
14 do corrate, as ll horas da mjuhaa.
O agenle Borja esta' incumbido de
fazer leilao, da rica mobiha e objectos de
capricho do L\in. Sr. teneiile-geiieral
Antonio CorreaSeara, que regressaa' cr-| ^^'^H...--..:/;& -'i'''-.'V.-"'l'-.>
te do liio de Janeiro. Oppoitunamente
odicar-se-ba o dia, distriliuimlo-se o ca-
1857.Jos Januario Alves da Maia, es-
crivao das lolerias.
Pii'Cisa-se de urna ama de
o tenlia em abundancia e seja
bous costumes e paga-se bem: dirja-
se a piara da Roa-Vista, sobrado de dons
andares, por cima da botica do Sr. Ga-
meiro, entrada pela i-ua do Hospicio.
Ci't De nrdein ilo Sr. director d Associacilo &
'.',' Popular ile Soccurros Mutuos, sao convida- /'.'
-.y dos oh Sr-. socios o roinpai'cprem a MMO W
.; Mlraordinari*, que dava ter locar qoinla-
;
SCCiIS.
Na taberna da ra do Vigario n. 12,
vende-sf niillio ein saccas, tanto em por-
ciocomo a retalho, por preco commodo.
Isabel Carroll, subdita britatinica, re-
tira-se para lora to imperio.
|NOVIl)Alli:.
Cmplelo deposilo de massas Gnts.
No aterro da lioa-Vista n. 54, teriio os
freguezes, sompreque queiram. uin comple-
to e variado sorliinenlo de massas linas da
todas as quahdades, como Sfja hulnhos
francozes.bolarlitnha de ararula, biscoilos li-
s S da nos.amcndoas confeitadas.e todas mais mas-
sas que se fabrica ni e > padaria, caixinhas
de apurado gosto para encher de COnfeitOS.
No mesitio estabeleeimeiito recMiem-se en-
comnaetidas do bat lejas enfeiladas com
muila perfei;o, pastelees, pecas montadas,
bolo inglez, e tuda e qualquer obra de pas-
lelaria.
\o\a leuda-Graisti
traneeza
de qualquer imolacSo, com toda a perfeiQao
(ifsejavel : aterro da B >a-> isla n. 52.
Offerece-se para criada de urna casa de
familia urna moca estrangeira, a qual lava,
engomm e cose com perfeir,"o : quem de
sen pre-timo >e quizer utilisar, dinja-se ao
becco ilos Palos, que tica por delraz da ra
da liodi e da do Sr. Bo 'i Jess das Criolitas
n 9, que ah achara com quem tratar.


I
llido
feira li 1I0 correcile, pe-* 7 horai ii* noi-
% 1*'.O primeiro ftecrelurio, A. Carvalho.
SACCAS COM 1ILH0.
thalogo dos objectos que devem ser, sem
reserva, vendaos.
Leilao.
(Por ordetn de Rostron liooker & C.)
O agenle Roberto (ara' leilao, por con-
ta e risco de quem pertencer, de urna
pot-eao de barricas com f'at-inlia de trigo
com toque de avaria: sabbado, lii do
corrente, a's 11 horas, no armazem n. -i,
do becco do Gonralves.
O agente Borja, por despacho do IIItn.
Sr. juiz de paz do segundo districto, da fre-
ncisco Itaslos,
rcquisiQo de Jos da -onseca e Silva, f.ra
leilao da labe'tia, sila na ra Direita n. 53,
d^ Manoel Jos Freir de Andrade, consislin-
lo na arniaQo, generse mais objectos ote,
existentes m mesma .' sabbado 16 do cor-
rente, as II horas da matiliaa.
- agente Pestaa fara leilSo em seu
armazem na tua da Cadeia no Kecife D 55,
por ordem oem presenca do illni Sr. cn-
sul de I1'ranga nesta ciJade. de J. E S ti la
4quatro caixas cora livros em portuguez e
francez, obras escollii las e de eiicummeit-
das, perten.'entes ao fallecido subdito fran-
cez Jean Krancois semiond, cujos livros se-
rao vendidos pelo uiiior prero otTeiecido :
sabbado, 16 do correute, pelas II horas da
manhaa.
Vndese na loja n. 20, da ra da Ca-
deia do Recife, esquina do Becco-Largo.
Preeisa-se alugar uma preta para o ser-
vqo interno e externo de uma casa de poura
familia: na ruada Coneeicau da Poa-Vista
n. 53.
- Precisi-se de uma ama que saiba lavar
e cozinlnr, nrefere-se captiva, para casa de
pouca familia : quem tiver, anounoie por
esta folha.
Na ra da Praia n. 29, s-gundo andar,
vende-se urna preta que cozinlia o diario de
uma casa, <*ngntnma e lava de sabo, hemui-
to fiel, e nao tem vicios : quem o pretender
dinja-se a dita casi, que aci.ata com quem
tratar.
Compram-so frascos vasios d'agua de
colonia, c assim como de outras qualida.les
de cerfuaiarias
-...-.J-.-;>;;..-...-.^-,.:,--. ;..; .,;-...-..--...-...-
O S'. ilireclur .1.. As^onarao Popular de dtth
Soccorros Mutuos, roga a lodos u t'. so- ;,
*& cios que ealia por latiafaMr a* suai joias e x^
V*r n,*'"s'*'','aile*. que (ievem por-se ein ai4
y.'- com o Sr. thesoureiro, o mais breve possi-
2 vei, do romr.ri inoorrerJo as penas do
\f rl. 5 ^ I e 2 dos eslalnioi.
&
m


- o

Og^
Continua-se
vaisnio.
oictaes para
iln-ica do pateo
a galvantsar todas as obras
que lo re ni de metal, com ouro e com prala,
galvanisa-se com ouro obras de ptala, sendo
este galvanismo duralivo por ser pelo novo
methodo, por preco commodo : a tratar no
bairro de S. Jos, ra do Forte n. 3
Precisa-se de 8 a 12
fabricar charutos : na ii
do Carino, esquina do beeco da liomba
n. I, a tratar na mesma.
O abaixo assigna lo protesta desde ja,
contra todo e qualquer negocio que por ven-
tura ja tetillas leito, ou pretendan) fazer os
seus genroi Joo (encalves Villa-Verde, c
Francisco leixeira Burgos, sobre a escrava
Komaua. I. para que ninguem se chame a
ignorancia, taz o presente em que se as-
signa.
Jos Machado Soares.
Precisa-so de uin moco portuguez de
18 a 20 anuos, para caixeito de uma fabrica
de velas de carnauba, dando liad r sua
conducta : na ra Direita, loja u 59.
Trocam-se as notas do banco do Kio,
por moeda corrente aqu, com descont : na
ra do Trapiche n. 40,'escriptorio.
Saca-se qualquer quaulia sobre a pra-
i;a do Porto, pelo prximo vapor sardo : na
ra do Trapiche n. 40, escriptorio de T. de
Farias.
I.'ma pess la prxima a retirar-so para
a Europa
"2
"2 i-

a. '-
o ^
y.
I
i

i
E&MSgMM^
anos.
esqunn da camboa do Carmo,
DEPOSITO l>E
Carlos Scheel $* H- Sassenhoff'.
mL@s
J. P. Voal>. t*m a honra .le avis.ir ao rwpelavsl poblie, que lem aberto o eu deposito, on-
de se adiara o maii lido, f.,rlei e bellos pifUM, al boje coulucidos dos ar^mxdus fabricante*
dHlilIL 4' H. 3A
o prijneiro odenlo ut proneiros premios, a melad" de honra, na rtpotifSo de Londres de 1831, e da
Monjrk ile 1854; rete pianos io m preferidos na AII.-iiiHnlia, llollauda, Estados-Unido*, ese acham
grandes depsitos dos inermes em ltuenos-A\res, Valparaizo, etc., etc., onde >So mullo conhecidos de-
sejados.
Venlem-se eles pianos debiixo de toda sarsuti'S anfincanilo nao se mndarem, eomo lodosos
amil que tem viirto a esle merend, sendo a runslruccilo amias moderna e fortissima, leudo a teclado a
elasticida le (tosejada, e n eiLterior a inior elc&ancia-
Na mesma casa alina-'e e concerla-se com per'e,s<> os mesmi>s instrumentos, o achn-se as musical
as mais modernas e dos melhores compositores da Eur"l'a.
Couro de lustre
Di-
A n.soOO e 4.s(M0
boa azenda, esta' voando : n
reila n. 45.
Arren a matriz da Varzea, com casa de vivenda
g'andi-, e bastantes arvores defnelo, bem
como larangeiras, cafezeiros. e oulros : a
illar na ra de llortas, sobrado n. i, segun-
do andar.
Aluga-se o armazem de 3 portas, sito
Confeitaria.
59A
confronte ao Rosario em Santo Autonio,
avisa as pessoas que apromptam bandejas
de bolos ou doce, que lem un lindo sorti-
menlo de liguras de assucar, producto das
formas que mandou vir, assim comoainda
tem grande sortimento das mesmas para to-
ldas as pessoas que queiram aperfeicoar-se
da .nln-iPrP-i'rf t s a patr,momo neste genero de que havia bascante falta ;
f.. ',lt' le^r;?'1!:Sl'r'"C,_SC0.: "Spre- recebem-seencommendas do figuras aoui
^>" H |>;S 9
Ven lem-se os objectos seguintes, por
tem osseguitiles ubjeclos, que baratos precos, na ra da Florentina n. 3-2,
O lllm. Sr. corretor geral Frederico Ro-
biliard, estando prximo a fazer urna viagem
a Kuropa, lara le I So por iiilervenc/io do p'e-
posto do agente Oliveira, de loda a mobilia
etc., da casa de sua residencia no campo,
consistimlo em solas, e->nsolos, mesa redon-
da, cadeiras usuaes, ditas do balatigo e de
bracos, piano de excedente vozes, bancas de
jugo e pai a Otilios mis teres, esleirs o tape-
tes desala, candelaoio-, lauteriias e lustres,
pistolas de 5 canos, copiadores de cartas, i
concertina com msicas, guarda-vesii ios,
cotnmodas, secretaria, lavatorios grandes e
pequeas, ma-quezas, loo.adores, cama de
ferro grande, ditas de madeira, mesa clsti-
ca para !% pessoas, aparad, res, guarda lou-
a, mesas para engommir, appaiellios de
purcellaua para janlar, almoQO, e para cha,
garrafas e copos de cryslal para Vinbo, copos
para c.haiiipaiihe, faca^. garfos e colheros,
porcSo de viuho engarrafado, de differentes
e superiores quahdades, un carro para seis
pessoas de dous ou um cavallo, com arreios
dubrados e singelos, um cabriole*, dous ca-
yallos, trem de cuzinha, uito parajardim,e
inGnidade de objeclosassas necessarios ; a-
lin dos'.rligos .sumaiiieucioiiados, llavera
lambem exellenle Hambre, queijo, bebidas
etc., para o lunch : sexla-feira 13 do curen-
te, as 10 lloras da ni.iiilifij, sitio da casa a-
niarella, junto ao da Exm baroneza de be-
beribe, ua ponte de Ucha.
Baile pupular
DE
MiSiJi'rUS li riSTASIA
NO
PALACETE DA KUA DA PRAIA.
Sabbndo 16 (h corrcnle.
Havera baile, eos carlesestaro a venda
no edificio, no dia do divertimento, que de-
ve principiar as 8 horas e terminar as 3 da
nianhSa.
fk>.0,>9 C PCUk>0
Precisa-se de uma ama para o ser-
vico de urna casa de pouca familia, pre-
ferindo-se escrava, paf;a-se bem agradan-
do : na ra Helia n. .">.
Sociedad- de Ensato Francez.
O I." tcrelarlo convida ., todos os socios a com-
parecer luje, as 10 horas em poni : os ra da
Alesna n. 5.
^titOS?
'*':'.
*>.
Maraiihao
e Para.
scus amigos o
que *e resar
ini-
O veleiro palbaliote nacional LINDO
PAQUETE, capil.lo Jos Pinto Nones, proeeilenle
do Kio de Janeiro, com metade do seu carrea-
meuto, deslina.lo aos portos indicados, para onde
sezoira' com brevidade, recebe o resln da carsa
rom o mesmo .leslino : a tratar cnni o ronsisnalario
Antonio de Almeula (jomes, na ra do Trapiche n.
10, segundo andar.
Coinpanhia
llave SH^fLo
bu *
vapor Ilam-
ragleir.i.
Esi)era-se de II .n.lurc.. o vapor inRlez GOI.DEN
FI.EECE, e itop is da demora do tosi.nne setoira'
para B a*ir. com os agentes, na ra da Cruz n. i.
1
mi
brasileira de paquetes a
vapor.
Manoel l.uiz Viriles pede a
obsequio de ouvirem a missa,
na eapella dn eemilerio, as 7 horas da
nhila de setla-teira l. do corrente maia, pela
alma de sua consorte.
sssJMsMBMMWajjajJBajaaj aaajjaj
Precisa-se de uin bom conlra-mes-
tre como tambem de oOiciaes de concer-
t e de toda obra : na lo a de all'aiate da
ra Nova n. (i!)'
;0::Vv:::C::::;<;o:}O;3SS
De nrdem do lllm. Sr. provedor da so- .--.
-' ?.'"'.".''" Orihoiloia e l.illerariaAmor
eledade Orihodoia <
Caridade, eoovi tu aos Srs.
socios a com-
Vi? p-recerem hoje. pelas ', i, ,:,,. da t-rl, na t-
ft roa ilaaAaaa*-Verdes o. (ii, 1-andar, lie- ...
;;" cite, 11 de in.,io rto IK">7. O escriv.lo, '"
' '. s.. <*> -u ..-.: & ^ ... -..: ..; -. :'J^-^$?
Joaquim de Souza Silva Cunha, retira-
se para a Europa.
MAIA lliMAO.
Com loja de chapeos na ra do Crespo
n G.
Receberaoi um grande sortimento de cha-
peos de castor e velludo, cuezalos ltima-
mente d Franca, e vendera-se por precos
muiloem cunta ; assim como chapeos do
Chili.
Chapos de velludo prclo copa Irix.i,
a i.anrobert a..........
Dilos de castor pelos, copa alta, a
Cavaignac, a..........
Ditos de dito, sem pello, copa alta, a
l'elissier a............
Ditos de dito com pello, copa baisa,
de cor, a Changarnier a.....
Dilos do Cliiii tiara meninos a. .
!b0o0
8-U00
6t000
laOuO
2>00ll
I Kio-Formoso. I
-53
-.-
O vapor (iU,\N.VBAK\, cnmmandanls o primei-
ro lente Finio, esnera-se dos porlos do noite em
sesuimento p ra os do sul, de d0 do correle em
dianie. Esle naqurie nlo se demorar ueste porto
o prazo do cosluiue, deveudo seguir no mesmo dia
da aua chegida egeucia, ra do Trapiche o, 40.
Pi
U Dr. Joii Honorio liez-rra de Hene-
ad, mlico pela l'.u-nl la.I- da Babia, lem
litado sua residencia n- ci.lade d>. KlO-For-
liioso, e de novo eOerece ;eus serviros a to-
das a pettoai queu bonrarem com tua con-
l? fiama.
:::\c:y-.i^::.:y-r: ': ......,.;-.;
Precisa-se de um menino de 12a 13
annos, que S"ja de boa Conduela, pira a-
pretider um olicio, dando-se-lhe o que se
tratar : quem tiver aniiuncic por esto Dia-
rio.
A fabrica desabSoda ra Imperial.
Precisa-se do servantes livresou escravos,
e lem-se para vender uma bomba de ferro, o
algutuas varas de r le de rame galvanisado,
pipas e barns vasios,
Na ra Nova n. \\, foja e fabrica
de chapeos de Christian & IrasSo, clie-
garam os superfinos chapeos de castor
pretos e blancos, com pello e sem
copa alta.
|."ii& -'i ''WV -V------ ;*. .-.-*', *. **V iCi
Cs'aPDauba.
Vende-se cera de carnauba, ianlo em
pon ao como a retalho: na ra Nova
n. H.
Precisa-se do um bom forneiro, e de
um hom amassador, que enten la do todas
as massas : na ra da -enalla Velha n. 84.
- Na padaria da ra dos Pescadores, da
praia de s. Jos, precisa-se de \ amassado-
resque sejam bous, nao seolaa a preco,
Iternardiuo Comes de Carvallio, vai a
Portugal.
Est justa e contratada a compra da
casa terrea da ra Imperial n. 86 : quem se
achar com direito a mesma, baja de reclamar
no prazo de tres das, na ra Direita n. 78.
Precisase lugar um preto nieusal-
inento, dan io-se o sustento : ni livraria n.
6 e 8, da pra^a da lu.Ie endeuda.
IPerdeu-se um chapeo do sol de seda,
a matriz do Corpo Santo, na oc.-asiao da
rnissa das 8 horas : quem o achou, queren-
do, pode leva-lo ao largo do Corno Santo
escriptoiiodo Sr. Manoel Ignacio de Oliveir
n. 6.
- D-se dinheiro a premio, sobre penh'
res de ouro ou prat-, at a qunlia de 50C
na ra Imperial n. 10.
Precisa-se de uina ama para casa de
um muco soltoiro ; na ra da Praia n. 19.
mam ik.m.v.'
receberam um grande sostintento de cha-
peos do Chili, o veu.leip pelo baratissimo
preQo de -2# para cima.
Vende-se urna escrava Je meia i lado,
que saiba cozinhar, lavar o engommar ; na
ra Direila n GB.
Xgencia de passapo'te e folha corrida.
Ra da Praia, primeiro andar n 43, Clau-
d no do liego Lima,despachante pela repar-
licSo da polica, tira passauorte para dentro
e Tora do imperio, c folha corrida, por com-
modo pre^o e presteza.
- Precisa-se alugar urna preta captiva,
que saiba fazer o servico interno de uma
casa de pouca familia, paga-ss bem agra-
dando; no largo da Assemblca n. l, pri-
meiro andar.
Itoga-se ao Sr. reverendo Fortnalo
Jos deSouza, vigario da matriz de itamara-
c, que informe ao publico em que se tem
gasto os dinheirus dados pela thesouraria
provincial para os mellioramenlos de sua
matriz, aos quaes melhoramentos nao pode
V. Kvm. ser eslrauho ; sob pena de passar
como connivente no esbanjamenlodos ditos
ilinheiros e assim Picar satis eilo o annun-
cianle que no dia -21 do abril se assignouo
Vizinho Montanhez.
Vai praQa de venda, pelo juizo de or-
pho, depois da audiencia do dia 13 do cor-
rente, una escrava crioula de nomo Len r,
de idade de 30 anuos, avahada por 4503000,
a requerinieuio de seu senbor Jos Caetano
de Medeiros, como inveiitaiianle dos bens
do seu cas I.
Precisa-se de um rapaz de 14 annos
para caixetro, saliendo ler e escrever e con-
tar, tendo bous e sttim s e dando Dadora
sua conducta : quem se julgar habilitado,
procure fallar no Passeio, loj n. 5-
Eugio em 7 de malo corrente o cabra
de nome Imane, i ade 40 anuos, pouco mais
ou menos, com os seguidles siguaes : baiso,
com falta de denles, beicos grossos, tem um
signai minio visivel no pe esquerdo, o de lo
v/itibo ao minimofoia deseu lugar por ter
por cuna dos dous que o cercam ; foi escra-
vo de Manoel Joaquim Carne ro, lavrador do
eogenh ) Serrinba, em Serinhaem ,- quem o
pegar leve-oaos A toga Jos, ra de S. Miguel
n 6, que sera recompensado.
A'uga->e um cozinheiro de Ionio, fo-
gao e massa, S901 vicios e mullo fiel: no so-
brado n. i, passando o boceo do Veras, ou
na botica na mesma praca, cauto da tua do
Atagio.
Perro uta-si ou vende-se urna mulata
da 20 annos de idade, com inuitas habilida-
des: na ru. Augusta, sobrado junto ao Sr.
Jos .Marta Placido do Magalhaes.
Precisa-se de um homem velhoede
boa con lucia, que queira fazer as compras
e una casa de familia : a trater na ra do
Hospicio ti 46, das (i as 8 lloras do da, e das
5 as 8 horas da noite.
Precisa-e de urna ama para casa de
pouca ramilla : na ra Velha n. 104.
- Os senliores que tem penhores as
Cinco Puntas ti 132, faQ.ni favor de os ir ti-
rar no prazo de 8 lias, a co llar desta data
em diante, do contrario soiiio vendidos para
seu pagamento.
deseja dispor delles, por pretjos moderados,
a saber : instrumentos para engenharia, 1
pistola de 6 canos (Kivolver 1 espade bor-
racha, i par de caifas, e um chapeo de dita,
u:u relogio patente suisso, com crtente de
ouro, urna .iui.'.hi de livros de malhematica,
engenharia, arclnlectura e plulologia, em as
liuguas, all.'iinii, diuamarqueza, franceta,
iugleza, e porlugueza etc. : ra do Trapiche
iSovo n. o, segundo andar.
USr. Francisco Carlos Te i xe ira Borges,
que era morador ua travessa do liospilal, que
empenhou uma porQao de prala e ouro, no
paleo da matriz de santo Antonio, na casa
D. 9, com o contrato de tirar no prazo drt tres
mezes, e pagar os juros como j> (aQa 9 para
10 mezes, e elle nao teir, pago o juros, nem
tirado seus penhores, faz-se o presente an
nuncio para tirar no prazo de oito das, do
contrario sero vendidos para pagamento do
mesmo dinheiro.
l'eecisa-se de urna ama para casa de
muito pouca familia: na ra do Hospicio
n. 34
Furto.
Na noite de segunda para tcrQa-fcira, 12
do coi rente, furtaram ao abaixo assignado
um cavallo, do sitio pcitenccnle ao fall- cido
9 Francisco de Carvalho l'aes de An Irado,
l
I
becco do Kspiulieiro. o qud tem ns sig-
lo, ferido um pouco nos peilos por tra-
r em carrosa, descarna lo, tem na sar-
illa cicalrisaQo de j ter tido uma
, cauda e dinas curtas, o ferro ignora-
roga-se es autoridades policiaes ou a
uaes quer pessoas a quem for olfer-cdo, a
apprehensiio do dito cavallo, que alera de se
agradecer se gratificar, sendo entregue ao
seu dono, no Kecife, em Santo Amaro, ao pe
da fundiQJo, taberna de Jos Jacintho de
Caira lito,
Jantares.
Na ra de llortas n. 16, fornece-se comida
para casas particulares, com lodo o asseio e
promplidao, por commodo preQo, onde tam-
oem se vende um variado sortimento de
bous charutos.
Desappareceu no dia 9 dedezembrodo
anuo passado, do engentio Piabas do liou
Sucesso, municipio do Porto Calvo, provin-
cia das Magdas, um mulato esclavo de nome
Joau, de idado 22 anuos, pouco mais ou me
nos, estatura alta, grnssura proporcional,
bem espadaudo, roslo redondo, cabeQi um
Unto pequea, cabellos crespos, bem lecha-
dos, testa pequea, os cabellos da cabeQa
desee muito para cima das sobiaucelhas, ua-
nz chato, pouca barba, e rutvas, bem l'eilo
de Corpo, uin tanto barrigudo, peritas cum-
plidas, ps grandes e mans, he bem desem-
baraQado no (aliar e andar, he carreiro, mui-
to contador de historias, fumador de charu-
tos e cigarros ; com facilidade passara por
forro, tem uma cicatriz na bocea do estomo-
go dentada de um cavallo : dcsconlia-se que
ande liabalhando na estrada do ferro no Ke-
cife : roga-se a todas autoridades policiaes
e capilaes de campo, que leuiiam conheci-
menlo de existir em seus domicilios, o man-
dara prender e remete lo a seu senhor Joao
Duarte Lopes de Vasconcellos, no dito en-
genho, ou na ci ladu do Kecife, a scus cor-
respondentes, Lima Jnior & C na ra da
Cru/ n. 2S, que serfto generosamente re-
lle,
vjdrns para os.ielhos de n. 8 a 16, urnas ca-
mas fri ncezas, de amarello, lavatorios para
todos os precos, mesa redonda, consolos,
marquezas, quarlinheiras.
Desenc iminliaram-se dos abaixo as-
signados as sguinles letlras, aceitas pelos
Srs. : Sebasliao Jos da Silva, a vencer em
30 de novembro p. 18I30 Flix Venancio
de Canlalice, para o mesmo vencimenlo
144jSOO ; Jos Concalves Malveira, para 31
de Janeiro p. I:o7l0000 ; Joaquim Francisco
Lavra tem 4139000; GuimsrSes 190000 ; Carvalho & Silva tem 134?0o :
roga-se a quem as tiver acha.lo, o favor de
as entregar aos meamos abaixo assignados ;
assim como de novameute se roga aos dilos
Srs. acclanles para nao fazerem n- gocio al
gum cuitl laes leltras, visto que oulas vSo
ser saccadas em seu lugar. teciTe 12 de niaio
de 1837 Burle, Souza & C
Pede-se ao Sr. M K. V., morador em
G..... baja de vir ou man lar pauar al o di-.
30 de maio, na ra larga do Rosario n 46,
primeiro andar, a quaulia que nao ignora,
do contrario ter o prazer de ler constante
nient- ueste Diario o seu nome por extenso.
Para espera basta uin anuo.
Precisa-se de um amassidor ; na ra
daSenzala Nova, padarit de Domingos Jos
da Cunha Lages.
Chegou a ra Nova n. 43, um comple-
to sortimento de pedras marmrea para con
solos e mesas de maio de sal, que se ven-
detn por precos ra/.iiaeis. Na mesma casa
ta para rondel cadeiras para meninos, lan-
o para escola como para o janlar.
Precisa se alogar unta ama secca para
todo o servico de portas dentro ; na praQa
da Indepen luncia ns. 36 e 38.
- Fugiu no dia 9 ducorrete, do lugar
denominado San'.'Atitia, uma criouU de ida-
de 10 anuos, viudo para o Recife com um
taboleiro de laranjas, trajando vestido de
chita eum lenco no pescoQO a mam-ira le
capa ; quem a pegar leve a a ra do Padre
Floriano, ou ao referido lugar, em casa da
viuva de Anastacio Francisco Cabral, que
?e:a recompensado
Fugio no da 2 de maio, do abaixo as-
signado, um prelo crioulu, de nome Gonza-
lo, idade 40 aun is, al ura re.alar, giosso do
corpo, espadaudo,rosto rochondondu.as per-
nas arqueadas para traz, quandu esta para-
do, cintos grandes, e falla de cabellos na
moleira, eja com pi incipio de cabellos bral-
eos, um lalho no canto da fon te, e uiuito ca-
belludo no peilo ; foi compra lo ao Sr. Ma-
noel Fonseca de Sa Leilao, em Marta Fari
nha : e ha noticias que existe em certa par-
le, pelo que o abaixo assignado protesta con-
tra to los os prejuizos: pedj-se a todas au'o-
ridades do rr,alo,e caaitaes de campo,o pren-
dan) e mandem-o Irazer a ra do Amorim
n. 36,que sero recompensados os conducto-
res du dito. Antonio Jos Ferreira de Car-
valho.
O abaixo assignado faz scienle a ir-
mandade de N. S. do Livramenlo, que nilo he
mais fiaduf de uma casa da mesma irman-
dade, onde moroi o cadete Saboia, por isso
que o mesmo deixou de morar na mesma
desde o dia 4 do coi rente maio.
Joau Francisco lavares,
- Precisa-se do una ama de leite, forra
ou captiva, sem filho : na praQa da Boa-Vis-
ta n. 1, sobrado reedificado, depois do becco
do Veras.
Na ra Nova n. 17, precisa-se de uma
pessoa que cuten.la do co/.inlia, para uma
casa de pequens familia.
Quem precisar de um perfeito cozi-
tendentes dirijam-so ao largo do Carmo
n. n. 16.
Conlinu'a a eslar fgido um cabrinha
de nome Manoel, de idade de 16 annos, ten-
do taita de um dente na frente ; assim co-
mo tem uma cicatriz na testa quasi junto ao
cabello, preveniente de um rouce de caval-
lo : quem dellesouber, diriia-se a ra Ve-
lha n. 94
U. Margarida Rodrigues Pereira, viuva
de Joaquim Jos Dias Pereira. scienlifica ao
publico, ecom especiadade ao respeitavel
corpo do commercio, que tem feito socieda-
de com o Sr. Antonio Rodrigues Pinto, para
continuar o gyro do eslabelecimento de cal-
cados e perfumarlas, sito no aterro da Boa-
Vista n. 14, sub a firma de Viuva Dias Perei-
ra V Pinto, sendo encarregado de toda a ge-
rencia e administraQao socio Pinto.
8 totica 8
qui
ueste estabelecitncuto, ou no pateo do Pa-
raizo, deposito do assucar peroli. PreQos os
mais commodos possiveis.
Precisa-se de um caizeiro com pratica
de taberna : na ra do Rangel n. II.
Paga-se bem.
Precisa-se comprar uma escrava moQa,
que coinhe e engomme, e seja propria para
ra, ou que cosa e engomme, recolhida em
casa : na ra Nova n. 34.
Precisa-se de um fcitor para sitio :
no sobrado da ra da Gloiia n. 7.
Precisa-se de urna ama para cozinhar
s, ou para engommar e levar, paga-se bem :
na ra da Lingoeta n, *.

O
O
m
Os pc-fos -aa Da*, sendo mais caros, por
seren melbores, os preparados em l'eruam-
O
compnesados e in lemui-ados de todas as;Obeiro, dirija-se a praQa da Boa-VisU u 1,
despezas que por ventura se faQa. jsubrado reedificado, depois do becco do
i 1RIANDADE DQ DIVINO'
Ubi'
do olie
TO
:io.
0 abaixo assignado, cscrivao da irmanda-
de supra, convida a lodosos irmfios da mes-
ma para se reunirem em mesa geral, as 9
horas da manhaa de domingo, 17 do corren-
te mez, ana de se proceder a eieiQo para o
anuo prximo futuro.
JoSo Alhanasio Bolelho.
D-se 20-3000 dcgralilicHQ.o por um
mole |ue que saiba fazer os servlcos de uma
casa do es tuda otes : quem tiver, dirija-te a
ra estrella do Rosario n. 19, primeiro an-
dar, ou entilo antiuncie por esto jornal o lu-
gar de sua morada.
OtTerece-Se um homem pardo, de ida-
de, sem familia, para algutn sitio ou engo-
lillo, o qual enten le bem de agricultura :
quem precisar, dirija-se ao Forte do Matos,,
na laberoa do >r. Boavista, ouannuncie pa-
ra ser procurado.
Quem precisar de dous olliciaes de var-
niz, tanto pira I ja como para casa paiticu-
lar, e mesmo alguns concerlos, pode annun-
ciar para ser pucurado.
O abaixo as-ignado, scndo-lhc preciso
estar aigum lempo no interior da provincia,
lem deixado encarregado de sua cobranQa
tiesta pr Qa o Sr. Caetano Pereira de Brilo.
Firmo Candido da silveira Jnior.
Precisa-se de um caixeiro que tenha
alguma pratica de taberna ; na ra da Scn-
zala Velna n 50
IIOSPIL Pfl
DE
Precisa-se de uma ama forra ou cap-
tiva, que cozinlie e engomme, para casa de
uma senhora so : na ra da Senzalla Velha,
defronle da casa do Sr. escrivao do sub leic-
gado, sobrado de um andar, varanda de pao
- t'recisa-se de um bom amassador, pa-
ga-se bom na ra estrella du Cosario n 13
Ouem quizer comprar 2 moradas do
casas terreas, na travessa da ra Augusta,
que rende cada uma 1 por cenlo ao mez :
dirija-se no Forte do Matos, a prensa do Sr.
Jos Carlos de Souza Lobo, ou annuncie por
esta folha.
Cypriano Fenelon Guedes Alcoforado,
procurador fiscal Ua thesouraria provincial,
e advogado dos auditorios desta cidade,
mu lou seu escriptorio para a ra do Crespo
n. 6, onde poJe ser procurado das 9 horas
da maiihau as 4 da Urde.
Prcc;sa-sc do um reilor, paga-se heni :
que n pretender alugar, di.ija se a ra de
l'recisa-se de um capellao para um en- Apollo, a tratar rom o sr uruvedor Sccro-
genho em Serinhaem,d-se bom ordenado :! taria do Real Hospital Portuguez de heoeu-
a tratar na camboa do Carmo n. 18, com Sil-1 ceucia em Pen.ambuco II de maio de 1857.
veno Juaqnim Uartins dos Santos. Joo omingues Hamos.
Fugio da Capunga o cabra Antonio,! Secretario,
escravo de Manoel Antonio Torres, o qual es-1 Isabel Celestina Itodrigues llsllidav,
cravohe bem condecido, e ausentou-se no,v'UVil ,,e James llalliday, declara que tem
dia 10 do coric te, e Lem os sigues seguiti- I constituido por seu procurador, encarrega-
tes : corpo alio e reforQjdo, cara larga e do de todos os seus negocios e rrecaJacSo
linsaiRnaesde bexi- llos ,,e"s do seu casal ao Sr. Joaquim de Al-
buquerquee Mello, solicitador desta cidade.
EM l,EK>AMlirCO
DU Dlt.
SABINO OLEGARIO L. PIMO.
Una de Santo-Amaro i'Mun- ^
o-.NjOvo; n. ^^>
Nesle eslabelecimento eitslem os medica- \/;
mentui maia adeqaadM ara clima* du or- -.
t, preparados com a maiur vigilancia pelo ^
propnelariu. \-
Etistem medicamentos preparados no Kio :";
ate de Janeiro, (pie se vendeni por presos bal- ..-..
"-' xos, mas nao se girante sua efllcaci*. w
V.? A Siperieaeil lem doniiu^trado que o* A
. ine.licamenlos equi preparado* produtem ^
*W iiielhor elTeilo, ca uas provincias du norle, 9
:J (ll> iue os que os que \ein de (ora.
rj
buco..
TUESORO IIOUEO'ATHICO
OU
VadC'.tecuHi
DO
I.HE ATIIA
PELO DR.
SABINO OLEI1AKIO L. PIMO.
Esta preciosa obra contina a vcii.ler-se
ua botica central, a lOsOII in brocliura e
115000 enraderna.ld. ^
&$$$$&$ o ::y::00'>^o
Um rapaz solielro, com habililagOes
precisas por ter sido do malo, e tem toda
pratica de servico de campo, e da (iatiQa a
sua conducta, offerece-se pata administrar
qualquer engenho nesta ou em oulra pro-
vincia : quem de s>'U serviQo quizer uliltsar-
se aonuncie por esle Diario, ou procure no
aterro da Boa-Vista, fabrica de charutos
77, que se dir quera pretende.
m
o
'-
Grande sorti-
mento do fazendas de to-
das as quaidades.
Dl
Bcberiijc.
O Sr. director da inesma companhia
convoca os Srs. uccionittas, para retini-
rem-seem assembla geral, no dia 15 do
cociente, a urna hora da tarde, no res-
pectivo escriptorio, ra Nova n. 7, afino
de decrelar-seo pagamento do IS- divi-
dendo, e proceder-se a eieirao da adint-
nistracao para o auno (pie cotnecou com
o presente me/.. Escriptorio da Compa-
nhia de Beberibe, 8 de maio de 1857___
O secretario, Lu/. da Costa Portocar-
reiro.
-^-^a
No dia
;/; desappareceu o pardo Joao,
') do corrente a tarde, &?
illio O
@ de Alanoel dos Santos, o qual re- Q
.2 sidia na estrada de llelein, e esta- -J
va Ir.iballianilo como servente de $
pedreiro, na Capungj
anuos de idade e nao
Gergorao de seda de cores com ramagem,
proprio para vestido de sctihora, o cora-
do a ...........,
Ricas mantas de blond preta* e brancas.
Los de liado a a
(jrosdendple prelo lavrado, covado. .
Dito dito liso multo largo, covado. .
Dito cor ra rosa muito eucorp Surja preta hespinhola muito eocorpado,
covado............
Selim prelo macao superior, covado .
I'aono (iio prelo e de cires, covado de 38
r. a............
Corles de casemira de core* com barra ao
la.lu e de qoadrinho*, corle.....
Corle* de cllele Jde velludo prito e de
cores............
Corte* de colletes de gorgorSo de seda de'
varios p'dres a.....,
Meias cruas supeiiores para menino* .
Corles de olido de eda de cores para se-
nhora, o mais rico que ha no mercado.
n_ j Grvalas de seda pretas o de cures .
I Chales de merino bordado a velludo. .
i Ditos de dito bordados a teda.....
Ditos de dito com lislra de seda ....
ilos da dilo com barra matisada, Daos. .
I Dilos de dito liso*.........
Ditos de dilo com franjas d* laa .
Dilos de lia adm*cado* prelo* e de cores.
Lenco* para in.lo,.ie camhraia de liuho,lisos
Palitos de alpaca prela lina e de cor. .
(oudolas de alpaca prela o de cor. .
I'upelina de seda de cores, malisadas, co-
vado..........
Chale de seda de cores, com quadroi, co-
vado ............
I..! de quadro* pequeo* a grande*, co-
vado ..........
Lila asada, bonito* padrees, covado. '.
Ricos corles de laa de ramagem matisadi
com l covados ........
Miurilana de eda de cores com vara de
larcura, covado .........
Ursulina de seda com luirs mauladas, co-
vado...........
Sedas de quadros de novo* padroes,corado]
Chapeos de mua, franeezes superiores .
Doqaexa de seda com ramagem, cov.do. ."
Uassalioa de core* mu linda*, covado. .
Unas Trncela* linas........
Cassas francezas de cores lita-, vara .
Em frente do becco da Cougregicao, a
loja n. 1 i.

isooo
9
9
29200
28200
284O0
2J600
38000
78000
HOM
108000
38000
9
9
9
188000
99tKKl
jpsoo
68000
58500
K00
38000
8100
48100
59500
19000
9850
8600
9800
58000
19600
18000
9950
78500
750
320
ano
400
segunda
Billietesde visita.
pre-
$'3 senta tei por ser pequeo, estova
:.? \estido com camisa d madnpoliio, ffe
JS calca de ganga mescl ida e chapeo fi
$ depalhinbafintf, levando tima toa- >-
9 llia dohrada e urna cortina : re- Q
9 sidia em casa do Dr. (^osme de Sa' ?
:.,' Pereira : roga-se as autoridades *J)
:,; jioliciaes ou a <|>ial(|iier outra pes- I
3 soa que o encontrar, que o levem
a casa do mesmo Si. Dr., ou na g&
.-3 ra da Cruz n. 53. @
V oa pessoa parida ha poucos dias se
ofTerece para criar da leite na sua casa qual-
quer crianza impedida : na ra do Cotovello
n. 53.
Arremata-
liravam-s* e imprimem-se com perfeicao bllhtles
de visita, ledras de commercio e lodo*o* objeclo* da
arle caligraphic*. registros, viulielase qiuesqoer de-
senhos. Alirem-se firma,, sinelfH, tanto a lalho do-
' lem nove .. rr coum em rck.\o. ornamentos com obJMljfaooro
o os repre- 3 e Prala- Faiea-* risco* lindos e origian* paTa
bordado* de labvrinlho. Ailmilie-s* a/cus de
quaesquer desles objeclo* oo cata de n.lo ficarem a
conteni das pessoas que os encomroendiram : que
nre(nier dirija-se a qualquer destes lugsre* : no
bairro do Recife, ra da Madre de eos n. 32, pri-
meiro andar; em Sanio Antonio, na livraria clstica
di paleo do Collrgio n. 2 ; na* Cinco PouUs, sobra-
O Dr. Ignacio Firmo Xavier faz publi-
co, que mudoo sua residencia para o seu si-
tio na l'assagem da Magdalena, que tica ao
norte da estrada entre a ponte grande e a do
idiora-inenino, e ah tem preparado uma
casa de saude com todos os commodos para
trata ment de escravos, cujos senhores
residan fra da pra^a, ou que nao os pos-
sam curar e-n suas proprias casas : quem
para isto qui/er-se utilisar de seus servicos
mdicos, que ser5o desempenhados com o
maior zelo, dinja-se ao pateo do Carmo n.
9, primeiro andar, ou no referido sitio da
Mag {alea. l'rego-a^Oo diarios exceptu-
ando conferencias, sanguesugas e
cues.
opera-
o. a la, nariz chai igI
gas: roga-se as autoridades policiaes e ca-
pitana ile campo que o peguem e levetn ao
.,aleo do lerco u *, que sero recompen-
sados.
Recite 9 de maio de 1857.
O Sr. Jo3o Andreos e o Sr. J. E. Ro-
barlo tem urna carta no escript .rio de Do-
s Alves Matoeos, na ra de Apollo
Aos re i
golosos.
ii. 23.
Caixeiro.
Fazetn se capas, batinas, samarras e capas
viatonas : na ra da Seiwala Nova n. 36.
BOYAL HOTEL'LONDON.
26, nowbridgfl sleel llUckl'riars
Monsieur l'ulydorede Keyser a i'honiipur
| d'inforuer messieurs les voyageurs qu'il vi-
etit de repreudre I'hotel Roval a Londres,
toMifTV.? HqUteiM> Pr" "'>-tenu avec tant do sucecs penda.tl 15 ans
de loja de calcado: no aterro da Boa-Viau par son pre, mr. C. de Keyser L'nolel ti-
n P.mrr.P.en Prallcade neSc'>. e abone ent d'lre entierement remeubl elle nou-
ur" a ,. veau Pr"l",ielaires-efforcera,tnlparl,xiic-
toda'aobr na'rn "x'?'" So a'faale "" Ul.ud du ,sc".ci, que par'la u.od.c.t du
loda a obra na mNm n. 52. prls, ae mn.r |a eonf.ance de messieur,
- P'ee>sa-se de oflicues de a I raale para les voyageurs. Londres, le ler.
ua tua .Novan. 52. |t857
frecisa-si
caicas de ctsemira
janvnel
Deparando boje o abaixo assignadq um
antiuncio pelo juizo dos feitos da fazen la
proviuriiil, em que lem de ir praca u-na
casa terrea no lugar da Captjnga n. 55
qual tem as mesmas dimeoaO s das da casa
ii. 49, da qoa ba elle possuidor, a qual bou-
ve por compra a Bento (,. Didier, i st n-
na El isa be tu Adeie t'oirson, esta a Nicolao -
Gadauli e sua tnulier, estes Bnnlmenle a
houve am porar.ernal.icSo embasta nubli-
ca, pulo fallec menta de Francisco Fi.ippe
de Santiago, como provau as
cripluras de venia: e como
acbe livree desempedids para com a ...
da, -islo acbar-se em .lia, e nada dever a ^*
mesma, po: isso declaramos aos Srs. pre- "
tenientes, para que nao baja equivoco.
Antonio Ii bftrto.
precisa-se alugar uma molber que sai-
ba cozer c engonunar, para casa Ue urna fa-
milia ingleza : quem estiver nestas circums-
tancias, podo dnigir-se em Beinfica, l'a-sa-
gem da Magdalena, das 4 horas da lar ie, as
10 da maiiiiaa, no>itioouda mora Eduardo
Feotn ou no Recife, das i horas da ma-
nhaa, as .; da laide, casa de James Crablree
6: Companhia, rna da Cruz n. \.
nm.ms-mm*' ammmmmas
AO PUBLICO. g
I No armazem de fazendas^ baratas, ra do i
Collegio n." 2,
i vende-se um completo sortimento de fa- S
Mas finas a grossas, por mais barato M
m .. ecos do que em outra qualquer parte, M
*?: lano em porr.oes como a retalho, affian-
nio-se sos compradores um so prejo
para iodos: esle eslabeliaaiaento abrio-se
Is eombinaeio com a maior parle das ca-
sas co.uurirciaes inglezas, francezas, allo-
maos e suissas, para vender fazendas mais
li.crs's V- ^ em conu. do que se tem vendido, eporisto 3*
mesma se ?3 ol*ere"'9rB e"e maiores vanlagens do que I
outro qualquer; o proprietario deste im- S
portante eslabelecimento convida todos S
os seus patricios, e ao publico em geral, |
p3ra que venham (a bem dos seus inte- g
ressas) comprar fazendas baratas: no ar- |j
ma/.eni da rna do Collegio d. a,_deAn- ^
ionio Luis do Santos & Rolita. $
XMXMBX X:4MUmmjtmaaBBBBi
Compra-se effectivamenle bronze, la-
tfo e cobro velho : no deposito da fundidlo
la Aurora, na ra do Brum, logo na entra-
da n. 28, e na mesma fuudicjio, em Santo
Amaro.
*
aZCll- *3
m
Vi
MUTILSDD"
%
r
ILEGIVEL
,**.


DIARIO DE PERXAMBUO, QUINTA fEIRA I4DEMAIO DE 1857
S-
UW wo
rfm >!
I.K1H\S PRECIOSAS-jj*

, Adereeo* d<" brillianlee, ffi
i>. diamntese perolas.pul- "43
S reirs, aMinetes, brincos ?
S e rozela8,\bol6es e anneia S
de diflerenle gostos e de -j
? diversas pedrn de valor.
i '
* ~~ *i
j Cnnipram, vendem ou ^
troram prala, ouro, bn- J
Ihanles,diamanteas p#ro- *
X las, e ouIia cpiacsquer .?
ft ioiasde valor, a dinheiro *
v ou per obras,
ioreir k mmi
LIJA M SUMiRI
Ra do Cabuga' n. 7.
Receben, por to-
dososvaporeada Bu-
ropa as obras do mais
moderno gusto, tan-
to de Franca como
OURO E TRATA
i u *"
ti Adereros completo de 4
| "uro.iiiBiosdilus.paleei-^
i "ueles, brincos e i
B rzalas, cordoes,trance- 5
'">.inedallias,correule>
* e enfeites para relogio, e
ai ootroMnuitosobjecloide i
* ouro. __ -^
* Apparelhos completos, *
$ de prata, para cha, ban-
$ dejas, salva, casticacs, i,
* coliiereidesopaedecli, *
.^- e militas outros objectos
ffi de prala. 4
do Lisboa, asquaes se vendem por
preco commodo como eostumam.
CONSULTORIO HDM&OPATHICO
Onde se achain sempre os mais acreditados medicamentos, tanto e"m tinturas como
em glbulos, e preparados cora o ma.or escrpulo e por pregos bastante commodos :
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Manual de medicina homeopathica de l)r. Jahr com "dic-
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Medicina domestica do Df. Henry.....
Tratameuto do cholera morbus ...
Repertorio do D Mello Moraes .
10/000
150000
205000
25900
308000
10000
2J0OO
205000
1O000
2/000
fiiOOO
Atlcneo
W. C. Yates & Companhia: estabelecidos
no Kio de Janeiro, na roa do Hospicio n. 40,
vendo um annuncio publicado em urna das
folbas de Pernambuco pelo Sr. liartholomeo
F. de Souza, prevooindo ao publico que o
verdadeiro % jarope do bosque s elle he
quem vende,preveniaios ao mesmo publico,
que o nusso xarope he retneltido do Kio de
Jrueiro pelos cima proprielarios ao Sr.
Manoel Alves Guerra, e este senhor fez o de-
posito para ser veudido na pharmacia do Sr.
Jos da Cruz Santos, na ra Suva n. 53, ni-
cos por nos aulonsados para venderem o
nosso verdadeiro, e mais prevenimos aos
senhores consumidores, que ha porto de 5
annos os rotlos collados as garrafas sao
assignados por llenry Prins, como procura-
dores dos cima propietarios. Rio de Janei-
ro 13 de Janeiro de 1857.
Barlbolomeo Francisco de Souza, len
do o annuncio dos Srs. K. C. Yates & Com-
panhia no Diario 11. 17, em que diz ser s-
menle verdadeiro o xarope de bosque que
se vende nesla cidade na pharmacia do Sr.
Jos da Cruz Santos, onde fez deposito o
Sr. Manoel Alves Guerra, que recebeu delles
proprielarios, declara ao publico, que nao
duvida seja falso o xarope de bosque que
lamhem vende em sua botica, mas assevera
que elle he comprado aos mesmos Srs. R,
C. Yates como provam os documentos abaixo :
RIO l>E JA.NEIKO 8 DE AGOSTO DE 1856,
O Sr. Barlbolomeo Francisco de Souza
comprou a R. G. Yates 6i Companhia :
4 duzias de garrafas com xarope
do bosque a 549000.........2165000
6 duzias de 1|2 garrafas com xa-
rope do bosque a 279000......162*000
Rs. 378*000
Receb o importe cima, do Sr. Antonio
loaquim Vieira de Carvalho. Rio de Janeiro
de agosto de 1856. Por R. C. Yates &
oropanhiaJos Pauliuo Baptista.
heconheco verdadeiro 0 signal supra. Re-
Cife 8 de agosto de 1K56.
Em f de verdade.
.Manoel Hilario Pires FerrSo.
RIO DE JANEIRO 1S DE FEVBRFIRO DE
1857.
Os Srs. Constantino Gomes de Faria & Fer-
reira compraram a R. C. Yates & Compan-
hia :
4 duzias de garrafas com xarope
do bosque a 545000.........216/000
6 duzias de I12 garrafas com xa-
rope do bosqua a 179000......162/000
Rs. 3783000
Recebemos o importe. Por R. C. Yates &
Companhia\V. G. Gei warlt.
Nos abaixo assignados declaramos que
compramos 0 xarope cima para o Sr. Bar-
tholomeo Francisco de Souza, de Pcrnam-
buco, em virludede sua ordem de 3 do cr-
reme. Rio de Janeiro 18 de fevereiro de
1857.-Constantino Gomes de Faria & Fer-
reira.
Reconheco ser verdadeiro o signal supra
de Constantino Gomes de Faria c Ferreira.
Rio 18 de fevereiro de 1857.
F.m f de verdade.
Pedro Jos de Castro.
SEGURO CONTRA FOGO.
Companhia Alliance.
Estabelecida era Londres, em marco de 1824.
Capital cinco milhoes de libras esterlinas.
Saunders Brothers & C, ten a honra da in-
formar aos Srs. negociantes, proprielarios de casas,
a a quem mais convier que estao plenamente au-
lorisados pela dita companhia para effectuar segu-
ros sobre edificios de lijlo e pedra, coberios de
tlha e igoaiiEenta sobre os objoclos quecontiverem
os mesaios edificios quer consista em mobilia ou
b fazendas de qualquer qualidade.
I DENTISTA fUAHCEZ. g
2 Paulo Gjikiiuux dentista, ra Nova n. 41 : ***
S&? na aesma casa lem agua e pos denlrifice. @
Traspassa-se o uriindumento do en-
fjenlio FRESCOXDIM, na l'reguczia de
Agua-Preta, moentee corrente, o qual
anda falta ciuatro annos para se lindar,
com todos os seus perlences, como sejain :
Ti eteravos deservir, bois, beatas, cai-
ros, ferramentas, e tudo mais que he
preciso para o manejo do mesmo enge-
11I10: a tratar com Antonio Jos Rodri-
gues de Souza, em seu escriptorio, na ra
do Collegioii. 21.
g JoSn da Silva rUmo', medico pela un- &
r, versulade de Coimbra, mudoa sua esideu- 'i'.
jtf ca ,la ra do Cal.oR p^ra a roa Nova n. ?
6S, seaundo andar, sobrado do Sr. Dr. el- f%
S5 J> e l'i cuntinua a recebar, das 8 s 10 '''
}J huras da manhaa, e das 3 t 5 da larde, as V
ttf pe.soa que o queiram consultar. J
He chegado a loja do Lecomte, no aterro
da Boa-Vista n. 70, o excellcnte leite virgi-
nal de rosa branca, para refrescara pelle, ti-
rar pannos, sanias e espinhas, igualmente o
afamado oleo babosa para limpar e fazer
ciescer os cabellos, assim comop imperi-
al do lino de Florenca para brotoejas eas-
per.dades da pelle, conserva a frescura e o
avolludado da primavera da vida.
Atercao.
Scientiica se a quem convier, que a revi-
s3o de pesos, medidas e bataneas, principia
do 1. do corrente a lindar no ultimo de iu-
nho: nacasada afericao, no pateo do Ter-
co n. 16.
&wmm**
Compram-se travs de 25 a 35 palmos
decomprimento, e palmo de grossura : na
liv-rana dapraca da Independencia n. 6e8
Compra-se urna cabra costumada a
criar menino : na ra de S. Francisco, so-
brado n. 8, e na livraria n. fie8 da praca da
Independencia.
Compra-se effeclivamente na ra das
Flores n. 37, primeiro indar, apolices da di-
vida publica e provincial, aecesdas compa-
nbias, e da->e dinheiro a juros, em grandes
e pequeuas quantias, sobre peuhores.
Compram-se vaccassem crias, ou sem
ellas, embora estejam magras, assim como
garrotes de dilTerantes lamanhos e mesu.o
magros : para tratar em Sanio Amaro das
Salinas, casa nova de sobrado junto a capel-
la do mesmo nome, pela manhaa ateas n ho-
ras, e a larde, das 4 horas em diente, todos
os dias
Compram-se cscravos de ambos os se-
xos, de i> a 25 annos, para tora da provin-
cia, paga-se bem : na ra Direita 11. 66.
Compra-se utn sitio quoeja perto da
praca, e que tenha algunas fructeiras : na
ra do l'ogo n. 8.
?$*>**.
ROTEIEO DO THELEGAPHO
Na livraria ns. ce 8 da praga da Indepen-
dencia ha para vender o roteiro do thelegra-
pho, novamenle reformado, com o nome dos
vapores e nutras embarcacoes que deman-
dam este porto, a 240 rs cada um.
.mtiiodo fcil i mo.
Na livraria da praca da Independencia n.
6e8, vende-se o melliodo facilimo -para
aprender lor, novamenle impresso o aug-
mentado, por mil res.
I
a
das seis porlas
Em frente do Livrameuto
BARATO QUE ADMIRA, k 55000.
Pecas de cassas pntalas com 20 varas,
gostos novos, a 59a peca : dam se amostras
com penhor.
Vendcm-se barrilinhos com doce de
vanas qualr:ades a 1/440 cada um, queijos
do sertao fSeridoi muito frescaes a 560 a li-
bia, t.iucinho de Santos misturado com car-
nes a 2o rs. a libra, sement de coentro
muito novo a 320agarraf,. : na taberna da
esquina da ruados Martyrlns n. 36.
Vende-se um carrinho americano de
4 rodas, para um e dous eavallos, em muito
bom uso: quem o pretender, enlenda-se
com Augusto Fischer, na cocheira da ra de
S. Francisco, esquina do becco do Ouvidor.
das seis portas
EM FRENTE DO LlVRAMERfU.
Yendem-se cassas francezas e riscados a
meia palaca o covado, fazendas novas: dam-
se amostras com penhor.
EC
confronte ao Rosario em Santo Antonio,
vende lindos vestiJos para bonecas, e deli-
cadas GRuras de assucar, francezas, e junta-
mente fetas em suas formas, as quaes tam-
bem vende constantemente. Se aciiara nesta
cnnfcitaria chocolate f/ancez, confeitos e
pa.-tilhas, e outros objectos.
Vende-se sement do macacheira mui-
lo boa : no sitio da Trempe, sobrado n. 1
que tem taberna por baixo.
Vende-se um tanque de ferro, proprio
para deposito de leos, por ser grande e
bem construido : a tratar no boceo das Bar-
reiras n. 8.
AHEIXAS FRANCEZAS.
F.m latinhas, as melhores que tem vindo a
esta pruca, nico deposito no aterro da Boa-
Vista 11. 8, defronle da boneca. Assim como
muitos oulros gneros de superior qualida-
de, por presos razoaveis, tudo chegado l-
timamente.
Alvakde
1 em barrica! de 4 irrobas: vende-seno
arinazem deJ. Piaager&C, ruada Cruz
n. 11.
Ama.
I'rccisa-se de urna ama para ca.sa de pou-
ca familia, que saiba cozinhar, e engommar,
com toila a porfeiciio, c paga-so bem : na
ra do Ccllegio n. 15, armazem.
JOIIN CATIS,
corretor geral
E AGENTE DE I.EILO'ES CO.MMERCIAES,
n. 20, ra do Torres,
I'KIMEIKU ANDAR,
praga do Corpo Santo
RECIFE.
. AMV DE LEITE.
I recisa-se alugar ua ama que tenha bom
lene, e de boa conducta, forra ou captiva :
no aterro da Boa-Vista, loja de bilhetes u. 56-
Tintas
preparadas em latas : vende-se no arma-
zem de J. PraegerA C, ra da Cruz
n. 11.
Livros.
Vende-se tima porrfio de livros em
branco de todos os tamanhot: vende-se
no armazem de J. Praeger & C, ra da
Cruz n. 11.
Na una de Apollo n. 20, primeiro
andar, ha para vender urna bonita es-
crava, com habilidades.
CORTES DE BP.1M DE I.IMK'.
\endem-se cortes de brira de linho puro,
de cores, de muito bom gosto, pelo diminu-
to prego de 2> cada um j na ra do Crespo
n. 6, loja. r
--- >'ende-se macarrSo muilo novo a 320
a libra ; na ra Dtreita 11.14.
- Vendem-se 2 oscravos crioulos, sendo
un com idado de 16 anuos, e urna negrinha
com 14 annos, silo ricas pegas ; os senhores
de engolillo podem procurar na ra do Hos-
picio n. 15, que se dir quem os vende.
Para acabar,
Na loja do I'reguica, ra doQueimado, na
esquina do becco do l'eixe Frito n. 2, conti-
nua-se a vender chitas claras eescuras.de
excedentes qualidades, lindos padrdes e co-
res lixas a prego de 160 rs. o covado, e em
pega a 5S000, n.cias casemiras proprias para
caigas e palitos, mussulinas dos mais deli-
cados padroes, cambraias francesas, finase
cores lix-s a 320 rs. o covado, pannos para
mesa a Ic920, lengos de seda, madapoles,
algodaozinbos, lanzinhas paia venidos de
senhora e meninos, e oulras rouitas fazen-
das por baralissimo prego.
Vende-se um mulatinho de bonita fi-
gura, por prego commodo : na ra da l'raia,
armazem n. 18.
--- Vende-se urna grande casa terrea,
quintal murado, com casinhas para pretos,
arvoredos de fructo, cacimba e tanque para
huilln, sita nos Afogados, ra do Motoco-
lomh n. 28 : a tratar na ra da Solcdade
11. 64
Vendem-se castanhas piladas a 100 rs.
a libra : na taberna da ra Nova, junto a
ponte da Roa-Vista.
Na ra do Rangel 7, vende-so vinho
de caj' engarrafado ha 4 anuos, feito na
provincia do Cear.
A \O^OOO
Vende-se excellente cera de carnauba do
Aracaty, e Assu", de urna sacca para cima,
escolhendo o comprador a sua voutade, pe-
lo indicado prego de 10/a arroba : no ar-
mazem de D. R. Andrade & C, ra da Cruz
n. 15.
Na ra Augusta, taberna de 5 portas n.
1, vende-se carne do sertao pelo diminuto
prego de 340 rs. a libra : os lreguezes de-
vemaproveitar o bou desejo que ha para
servi-los.
ADOLPHE BOURCEOIS.
Vendem-se vaquetis e sola de lustre para
cano, marroquim, panno.galao, chaves, bri-
das, bridOes e lanternas, tudo por prego
commodo : na ra Nova n. 61.
Vendem-se 4 bois mansos, gordos, 1
carroga, assimromo 1 eserara de idade 24
annos, chegada do mato: a tratar as Cinco
Puntas, casa n. 148.
Coxins sortidns.
Escovas para calgado.
Enxadas de ferro do Porto.
Fio porrete.
Panno de linho sortido.
Toa I has de linho surtidas. Vende-se no es-
criptorio de Antonio de Almeida (ornes, na
ra do Trapiche u. 16, segundo andar.
Seringas de bonacha sortidas.
Sabao nacional.
Cera de carnauba. Vende-se no escriptorio
de Antonio de Almeida Comes, na ra do
Trapiche n. 16. segundo andar.
^ Chapeos de seda para senhora.
Cobertas de algodo adamascadas,
chapeos de feltro sortiiios para homem.
livros em branco para escriiiturago. Ven-
de-se no escripUrio de Antonio de Almeida
Gomes, na ra do Trapiche n. 16, seguudo
andar.
FarinUa de trigo a ieaio
Vende-se em conta, no becco do Congal-
ves, armaz.ns ns. 4 e 6, lariuha do trigo em
porges, a vonlade dos conip adores, sendo
a qualidade muilo boa c das seguintes mar-
cas, muito bem couhecidas : Kingsbridge,
extra family superllne, Brandywine & Bit-
ner : trata-seno mesmo lugar cima indi-
cado.
- Vende-se urna parte da casa terrea n.
1, da esquina da ra do Calabougo, para o
becco do mesmo calaliougo : a fallar com o
dono da mesma parle Joo Ferreira Vital no
convento do Carmo.
tteticio.
Vende-se urna boa negra da 36 annos,
muito robusta, saliendo cozinhar bem o dia-
rio de lima casa e lavar de saD&O, e vende
na ra : quem a pretender, dinja-se a ra
dos Martyrios n 14, que la se dir.
Vende-se fumo chegado agora de Ca-
ranbuns, muito bom, por pr-go muito em
conta ; na ra da i.amboa do Carmo n. 12.
Vende-se urna cama de ferro foleada
de latio : na ra do Rangel n 5.
palitos fra.ncezes.
Vendem-se palitos e sobrecasacas de pan-
no lino preto e de cores, com gola de vellu-
do e forrados de seda de 22 a 28.3OO, ditos
de casemira de cores a 24?, casacas de panno
lino forradas de seda a 28/, palitos de alpaca
de 7 a 105, de linho de cees a 33000, caigas
de casemira preta o de cores a 10/, colletes
de seda de cures e de setim preto maco de
a 105: na ra Nova, loja 11. 4.
PvRA SEMIORAS.
Vendem-se chapese enfeites para senho-
ras, do melhor emais^moderno gosto, clie-
gados pelo ultimo navio francez : na ra
Nova n. 4.
GROSDENAPLES E SETIM.
Vendem-se grosdenaples de todas as cores
a 2/000 o covado, c setim do cores a 800 rs.:
na ra Nova, loja n. 4
Cobre
para forro de navios: 110 armazem de
Tasto lnuaos.
Venden.-se masteros
de piulio verme.lio da fciue-
cia, de 8 ;i 18 pollgadas e
50 a 60 ps: em casa de
C. J As ley & C*
Vende-se rodas de arcos para pipas, de boa
qualidade, ebegados ltimamente do Porto,
por prego commodo : na ra do Vicario
u. 27.
- Vende-se, permuta-se, ou arrenda-se
pq,r menos de ir.etade do seu valor, um sitio
de trras, com soffrivel casa de vi venda, de-
nominado Aguazinha, em lleberibe, pouco
adiante do porlo da Madeira, lem abundan-
cia de trras para plantas, c pasto a sola pa-
ra gado ealgum alvoredo : os pretendemos
tralem na i ua do Vigano, no terceiro andar
da casa n 19.
Vende-se doce de goiaba, o mais lino
que tem viudo a esta praca ; a vista o dir ;
na taberna do Sr. Porto, o aterro da Roa-
Vista, defronle da matriz.
Superiores quei-
jos
Vendem-se queijos muilo novos, chegados
pelo ultimo vapor viudo de llamburgo, pelo
barato prego de 19440 : na ra Direila n. 8.
Carnauba a 10/; OOO
Vende-se carnauba a I0W00 a arroba, em
porgao de urna arroba para cima : na ra uo
Nogueira n. 31.
Vetas superiores.
Vendem-so velas muito superiores a l4->
rs. a arroba ; lio cscusado lecer elogios^
pois quem comprar una voz sabera da rea-
iidade : na ra do Nogueira n. 21.
"estados
a l.s'OOO rs.
Vendem-se cortes de vestidos decliita
larga, a de/, tustoes cada um na loja de
(i portas, na ra do Oucimado n. 10.
eMtas
A 120 RES 0 COVADO-
\ende-se chita larga sem avaria a 120
rs. o covado : na ra do Queima lojado,
de 7 portas n. 10.
Vende-se.por prego commodo.superior
vinho do Porto em barris de 8.": na ra do
Trapiche n. 14, escriptorio de M. A. Guerra.
aelogios de pa-
inglezes de ouro, de salionetc e de vidro :
vendem-se a preco razoavel, em casa de
Augusto Cesar de Abren, na ra da Ca-
deia do Reeil'e, armazem n. 10.
Charutos.
Vendem-se na ra do Collegio n. 13, a
75O0 o nnll.eiro, em magos de 50.
Ao Sr, de engenho.
Na ra do Livramento n. 16, vendem-se
cobertores de algodao grandes, proprios pa-
ra a estago do invern, pelo barato prego
de 500 rs. cada um.
C'awdio Dubeux
Vendem-se velas mistas, proprias para
malar frmicas, c para que estao muilissi-
mo a.pprovadas no seu escriptorio, ra da
Cadeia de Santo Antonio n. 13,
CLAUDIO DBEX
Vendem-se velas estearinas, proprias pa-
ra carros a 1~120 cada pacote de 8 volas, :
no seu escriptorio, ra da Cadeia de Santo
Antonio n. 13.
Claudio Uuheux
Tendo recebido urna factura 2,000 bar-
ris de plvora, dos melhores fabricantes,
vende-osa 14;000; as amostras acham-se
no seu escriptorio, ra da Cadeia de Santo
Antonio n. 13.
Attenc >
Vendem-se pegas de chita de muito bons
pannos, pelo baratissimo prego de 5/ a pega,
que sabe o covado por seis vintens e dez rs.,
a porgao he pequea : portanlo quem gosta
de economa deve-se aproveilar : na ra do
Crespo, loja da esquina junto ao arco de
Santo Antonio, e na loja de 4 porlas n. 12.
Sola de qualidade especial, vende-se
no armazem do caes do Ramos, de Francisco
Figueira de Saboia : a tratar no seu escrip-
torio, ra de Apollo n. 5.
Chapeos de fel-
tro e bonet de cabello pa-
ra meninos.
Vendem-se ricos chapeos de teltro para
meninos, enlejiados com lilas e plumas, pe-
lo baratinho prego de 3o500, bonetes muito
lindos de cabello a 2b rs. : na ra do Quei-
mailo, na bem conhecida loja da boa lama
n. 33.
Charutos de Ha
F.m casa dt Saunders Brothers C. pra4a
du Corpo Sanion. ll,ka para vtndar o sa uicu
Ferro ingltz.
l'ixe da Suecia.
Alcatro de carvao,
Eonas de linho.
Esponjas.
Drogas._
Algodo fizo para saccas.
Dilo entraucado igual o da Babia
E um coapleto sortimento de fazendas proprio
para este mercado ludo por prego commodo.
Bfomhoi de vento
comhombas derepuxopara regar liorlaseba
xa de capi ni : na fund cao de D. W. Bowmau
na roa do Driim ns. 6, 8 e 10.
Agencia
da frindigao Lew- -o r,
ruada .Sensala ova
ii. 42.
Neste estabelecimcnto continu'a a haver
um completo sortimento de moendas e meias
morndas para engenho, machinas de vapor
e taisas de Ierro balido e coado de lodosos
tamaitos para dito.
ava-
veiK.eiii-se em casa
v^. Astey 6l C.
Sellins e releo ios.
SELLINS e RBLOGIOS de patente
Ingles : .i vuiida no armaztm de
ftoalroD Kooker iV Companhia, es-
quina do largo do Corpo Santo nu-
mero 58.
PKEfAS DE LA1A
e algodao para padres.
Vendem-se superiores meias pretas de
laia, pelo barato prego da 18C0 o par, ditas
de algodao de superior qualidade a 600 rs. :
na ra do Quei ;aJo, ua bem conhecida loja
de niiude/as da boa fama n. 33.
Leques muilo P-
nos.
Vendem-se leques muito finos, cdf
mas, espelhos e bolotas, pelo baral.
prego de 29 e 3c50((, ditos sem plumas nn
boa fazenda a 1?280 : na ra do 'JueimaJ
na bem conhecida loja de miudezasda boa
fama n. 33.
MaciiinisiDo pa-
tente in^iez
Os melhores relogios de ouro, patente in
glez, vendem-se por precos razoaveis, mi
escriptorio do agento Olive-ira, ra da Ca-
deia do Recife u. 62, primeiro andar.
Peonas de ema, cera do abelha e de
carnauba.
Na ruada Cadeia do Itecife, loja n. 50, de-
fronte da ra da U.dre de Dos, ba para
vender os gneros cima, recentiimenlo che-
gados, por pregos razoaveis.
A!i>,(ia.i moilStro, lie pe-
chincha.
Vende-se algodao monstro com 8 p-linos
de largura, proprios para toalhas e leucoes,
pelo diminuto prego de 600 rs. a vara : na
ra do Queima do n. 22, na loja da boa f.
Ligas de seda
para i e.nitora.
Vendcm-sc superiores ligas de soda para
senhora, muito bonitas e de muilos pa-
drees, pelo baratissimo prego de 19200,
l/SOOe 2/000: na ra do yucimado, na
bem conhecida loja de miudezas ra boa la-
ma n.33
\. O. liiebcr & companhia, ra da
Cruz n. 4, vendem :
Lonas da llussia.
dem inglezas.
UrinzSo.
Brlna da Russia.
Vinho de iladeira.
Algodao para saceos de asurar
Aigod&oziuh da Baha
para saceos de assucar : vende-se em casa
de N. o. Bieber o: Companhia, ra da Cruz
n. 4.
Para mscales
bocfteiras.
Q>
8
fin
e d.- fuito bons gestos.
Mussulinas muito finas, matizadas com
lindas cores, de padroes muito bonitos c
iuteirameire novos; vendem-se pelo dimi-
nuto preco de 56 rs. o covado : na ra do
Queimado n. 22, loja da boa f.
\eutiem-se duna*de raixa>dr mastapara rap pe-
lobarilis.imo prern ite (j;i) ra.,duii de leonraeern
cariaoa IjouOe lH0e rundaa b lg92S, fluias de
cornudas de pao com palitos de fugo a 2i r.,dnzida
de penlesde ciulres muilo bom pnraalizara.l^-ip",
dntlai de penles de baleia pan alar cabello a :?:0tl
e 29600,duzia de navalhai |iara barba a t9600,groiu
de bolOea madreperoli para r.misai a fiuo reit.dilai
muito linos de a^aia a 100 ioi, groza* de Lolfles li-
no* para cai^a a 280 reU, caria* coaa 25'peales de
allinelca 14o reis.duzas de penles de balea para a-
liiar a 3-;, trozas de livellas para npaloaa .jen, du-
zias de anivele* liuuspara aparar penna a 29500
SSfdonaa da gaflan (armnica*/a Io2oo e 19400,
duzias de trrida* para candieiros a SO, rris fjroias
de marcas p-ra cubrir a 100, 120 e 160 reu, [e-
yas de tranceln para benlinbci a 120 rcw, pulceii i
enearnada muilo Imniaa p^ra Sra. e nseotnaa a oo
r>.,daxia* do miadinhaa Uc liuba* prelai a 1o res,
iwcaa cun 10 varal Je Ki de cus a 320, 300 e 4oo
cis. duziaide lapes a 100 rs., dozias de canas com
ulclieles a 720 rs., linhai brancas ue novillos de lo-
>s os uomrrus, ditas de cores, linlias de miada finas
?rocas, diUs de carrileis brancas* decores, cordao
de vestido de loda a gratara, biquinlios de todas as
larguias, e baratos, reuda* de todas a* largura*, es-
pellins, curdas de viola, filas de laa de loda) as co-
res, lilas de linllo branca! e de cores, dulaes, agolbas
de lo.los os nunieros, filias de teda de todos os nme-
ros, pennos de palo.canas de cbilre, roanos, rolhe-
le de ferro, retroz de loda as cores, vernicas, lilas
debeira prela e branea,grampa*,*lodoo mais quese-
Ija necessano para complcln surlimeiilode bucfllei-
| ras e mscale e que ludo se vende muilo mais bara-
lodoqueemouln qu.ilquer loja, na ra do O'iei-
mado, na bem conhecida loja de miudezas da boa
fama n. 33.
Claudio Dubeux
Voiide plvora ingleza a 1:1>. I '3 e 15=000 rs. o
barril de 2 j libras.

I
[
'-
m eiii
NAGCAS
Na taberna glande ao lad) da igreja da
Soledade, ebegou grande porgao de saccas
com muito bom niiliio, c vende se por prego
commodo.
Couro de lustre
Vende-se couro do lustre francez, o me-
Ihor que pode haver neste genero, pelo ba-
rato prego de 53 a pelle : na ra to Quei-
mado, na bem conhucida loja de miuoezas
da boa lana n. 33.
patente inglcz.
Sao ebegados e acliara-e a venda os verdadeiros
e bem cuubecidus sellius inglezes palenle : na roa
do Trapiche-Novo n. 12, armazem de fazendas de
Adanison llowie \ C.
Planta da eidade do cfe
NAFUNDICAO DE PERRO DOENGE-
NHKIRO DAVID W-BOWMAN. A
RA DO BRM, PASSAXDO O ^HA-
FARIZ,
ha empreum grande soriimenlo dos segai ules ob-
jsetos de mecliauisiiiospropriosparaeu.enbos.a sa-
ber : mnendase meias moendas, da mais moderna
construcrio ; laixasde ferro fundido e batido, de
superior qualidade e de lodosos lmannos ; rodas
dentadas para agua ou aiiimacs, de todas as propor-
rfies; crivose bocas de fornallia e rcgislros de bo-
eiru, agnilbSe*, bronzes.pararusos e covilhoes,moi-
nhos de mandioca, ele. ele.
NA UESMA FNDICAO.
se execulam todas as enconimendaa com a superio-
ridade ji conliecida com a devida presteza ecoin-
mudidade em preso.
JRelogi
cobertos e descohertos, pequeos e grandes
de ouro patente inglez, para bomem e se-
nhora de um dos melhores fabricantes de
Liverpool, viudos pelo ultimo paquete in-
glez : em casa de Soulhall ilellor i\ C", ra
do Torres n. 38.
Meias de todas
as qualidades.
Vendem-se meias de seda branca para se-
nhora, o melhor que se pode encontrar a
35500 rs. o par, ditas pretas lambeni muito
boa fazenda a 2;500, (lilas brancas de algo-
dao, muito linas a 320, 400, 500 e 600 rs.,
ditas pretas tambem muito finas a 400 rs ,
ditas de seda de cores mujlu bonitas e pro-
prias para baplisado de criangas a 25000,
dilas cruas muito fortes para meninos a 400
rs., ditas de cores de algodao para meninos
a240e3u0, ditas brancas para meninas a-
240 e 320, ditas cruas e brancas para ho-
mem a 160, 200, 240, 321 e 400 rs., dilas de
cores de lio da Lscocia tambem para homem
a400e500rs : na ra do Queimado, na
bem conhecida loja de miudezas da boa fa-
ma n. 33.
Suspensorios de
borracha muito finos
Vendem-se suspensorios de seda e sem se-
da, muito linos, pelo prego de IsOOO, 15200,
1/600 e -20 o par : na ra do Queimado, na
bem conhecida loja de miudezas da boa fa-
ma n. 33.
Vendem-se 300alqueires de sal de Lis-
baa : a tratar no Forte do Mallos, armazem
do Cuerra.
Na loja da boa f
vende-se o mais barato
possiwl :
'hales pequeos de merino, de lindas co-
res, bordados em duas ponas a 79000 ca-
misas do riscado muilo bem leilas, nelc. di-
iiiiulu preco de l#50O cada urna, ditas de
meias muito linas a l, lengos franeezes p.!
lo riZL360, ch,[as,li,iase de ',i,droes Si-
lo bonilos para cobertas a 200 o covado
cambraia adamascada com una vara de lar-
gura, proprias para cortinados a 7s a noca
muSX> *m,t.nhM '1C CMM &PK
lm ,toi. 'S. SCl"n encarado. verde e
amarello muito superiores a 800rs. o cova-
,"n*DC,0r-l,m d.e fusia para colletes a 500 rs ,
r.e 95Q0, lengos brincos de cambraia pro-
prios para homem a 240, ditos ditos com
baria de cor tambem a 240, ganRa amarella
fwncez. muito fina a 3,)oSovdo! len'o.
Drancos grandes, proprios para cabega a
.Hnh^T' rTaS,finas Para senhora,
lelo barato prego de 240 e 320 o par, brill
dequadrinhos de padroes muito bonitos e
M poro linho a 20 o covado, pegas de pla-
ifihas do aUou3o.com 20 varas, pelo bara-
tissimo prego de 3*'60O cada un.a.chapeos de
palha lina do Chili, pelo diminuto prego de
!/, e alem disto muitissimas fazendas linas
egrossas, que veudom-se por menos que
em onlra qualquer parte : na rna do ijuei-
mado n. 22, na bem conhecida loja da
03 !(.'*
otoes para pa-
lil>-, colletes e punios
d Vendem-se abotoaduras muito finas de
madrepcrola para colletes, pelo baratissimo
prego de 500 rs., dilas muito ricas de todas
as cores a 320, 400 e 500 rs., ditas muito fi-
nas de madrepcrola para ualits de meninos
e Domea a 500 e 640 rs., atacadores para
punhos e collarinhos de camisa, de muilo
rico goslo a 400 rs., 800 e 25000, ditos de
cornalina para casacas a 300 rs., e nutras
militas qualidades de abotoaduras que so
vendem muilo barato ; na ra do Queima-
do, na bom conhecida loja de miudezas da
boa fama n. 33.
FEOTES HE TODAS AS Ql AI.IUAES.
Vendem-se pentcs de tartaruga para cabello
; o melhor que se pode encomiar, a 55, ditos
de bale imitando o mais que be poasirel
aos do tartaruga, a !#, i5200 e fsOO, ditos
mais ordinarios de baleia a 210 e 320 rs.. di-
tos de tartaruga para alizar, fornidos e mui-
to bem fetos a 43, ditos de marfJm, fazenda
muito superior a 1?500, 2? e jL ditos de
borracha de muito superior qualidade a fj
ditos de bfalo verdadeiro, muilo finos
bem re.tos, a 64o, 80o e 18, ditos a imilag3o
Z"n^"e ,a' "ilosue baleia muito bons
a 280, 320e400 rs., dilos de bfalo verda-
deiro, muito bonitos e bem feitos, proprios
parajsu:ssase criangas, a 320 rs., dilos de
marlim muiiissimo bons, fabricados em Lis-
boa, para piolhos, a 800, IsOOO e I550O. di-
tos pelos de bfalo tambem para piolbos. a
o00 rs. : na rna do Queimado, na bem co-
nhecida loja de miudezas da boa fama n- 33.
ara o joveus
Na ra doQUeimalo, na bem conhecida
loja de miudezas d;4 boa fama n. 33, encon-
tra-se sempre completo sortimento (Je ade-
regos, brincos enrselas, pulceiras e alfine-
tes, tudo preto,/propriamente para luto, e
que ludo se vei ido mais barato doqueem
outra qualquer'parte.
Cartas france-
zas limite) finas para vol-
harete.
Vendem-se (inis imascartas francezas pa-
ra voltarete, pelo birat|ssjjio prego de 500,
600 e 800 rs. o baralho,e ami'iem se vendem
portuguezas a 300 rs. : na ra do Queima-
do, na bem conhecida loja de L"niudezas da
boa fama n. 33.
Aiidos de ferro -
Na fundigao de C. Slarr & Companhi., em
Santo Amaro, acham-se Dar vender ar.ldos
de Ierro de um modello e construegao muSito
superiores. ^^_
EICAS BONECAS TRANCE- ^
\ 11
uo
i V )
(01 transferidoodepositoileste xarope para a ho
tica dejse da CruzSanlos, na ra Novan. 53'
carrafa* &S300, c meias3.7OOO, sendo falsn lodo
aquello que naofur vendido neste deposito,polo
queselaz o(>resenlt aviso.
IMPORTANTE PARA 0 MILICO.
Para curade plit;sicaem todci-usseusdilleren
es eraos, querinolivaila por constipares, losse
Vcndc-sc a planta da cidade do Recife e 8sll"na,pleuriz.escarros desausue, dordecos-
seus arrabaldes, feita pelo Sr. Dr. Jos Ma-'li"los e peil0' palpUajono coraran.coqueluche
mede Alves Ferreira, por dez mil reis : na R0*"***' d'" "a sarauia, e luda asmolestia
---------------------------------, r. ... kiii ni; l,
livraria n. 6 e 8 da praga da Independencia
Moppa das distancias d.
provincia.
Na livraria n. 6e 8 da praga da Indepen-
dencia, vende-se o mappa das distancias
das difieren te villas da cidade entre si, e
relagfio a capital da mesma, a mil reis.
Deposito
de r ] e princeza d
ea de l. Gas o, no
de Janeiro.
Vende-se a prego commodo rap lino,
grossoe moio giosso, da acreditada fabrica
cima, chegado pelo vapor S. Salvador : na
ra da Cruz n. 49.
'
fabri-
Ritj
bronchie, doi ua sar^auta
dosorcao pulmunares.
Ven e-se taboado e prapchcs de pi-
nd de Suecia, proprio para armag.lode ar-
mazem de 8ssucar.
Paos de piulio vermelho para mastaros.
chumbo de niunigfio.
Folhas de cobre.
Metal amarello : zinoo para forro, com os
competentes pregos.
Alvaiade de cliuabo e de zinco, cm p.
Tinta branca de oleo.
Papel fino de escrever.
Vinbo especial do Hheno e do Porto.
Itua da Cadeia do Recife, casa de C J. Ast-
tey l) Cojipanhia.
Oculos e bonetes
. e tudas as quadades.
Vendcm-se' oculos de todas as gradoagoes
com delicadas armagoea de ac, pelo barato
prego de 800 rs. c l-~500, ditos com armagoes
douradas e prateadas a 19200 e l^oo, ditos
Com armagao de bfalo a l?200, dilos com
arinagao de baleia a 180, ditos com armscSo
do metal branco a 400 is., lunelas de uei s
| vidro redondas e quadradas com aro de bu-
| falo a 500 rs., dilas do dous vidros tambem
com armago de bfalo a I?00, ditas de um
JmSK**?*?!*-' "!-"- rSu^So e tttXS
ru. do lirum passando o chafanz, contina ha-1 mado, na bem conhecidada loja de miudezas
aerumcompietosortimeptode taixesde ferro fun da boa fama n. 33.
vido e batido de 3 a 8 palmos de bocea, as iiuaes
teham-sa a venda,por epreco commodo a com
promptido; embarcam-s oucarragaa-sa amcar
ro semdospeza ao comprador.
Vende-se superior Iinhas de algodSo
brancas, e de cores, em novello, para costu- rua'da" Cadeia' n. 37, veudem-sc elegante",
ra, em casa de Soulhall Mellor ; C.*, ra do i pianos do afamado fabricante Traumaun de
iorresn.38. 'llamburgo.

o
Vende-se cal de Lisboa ltimamente che-
gada, assim como potassa da llussia verda-
a : na praga do Corpo Santo n. 11.
TAIXAS PARA ENGENHO.
Em casadcKabeSchmeltau ckCompanhias
na morados.
Vendcm-se ricas folhas de papel phanta-
zia para escrever, cada folha com a compe-
tente capa c urna obrcia de cola com qual-
quer da da semana, pelo barato prego de
60 rs., 100, ano e 300 rs. : na ra do Quei-
mado, na bem conhecida loja de miudezas
da boa fama n. 33
l'a-lias de ierro.
Na fundicSo da Aurora em Santo Amaro-
e.tambem no deposito na ra do Brum, logo
na entrada, e defronle do arsenal de mari-
nlia. ha sempre um grande sortimento de
tachas, lano do fabrica nacional como es-
trangeira, batidas, fundidas, grandes, pe-
queas, rasas e fundas ; e em ambos os lu-
gares exislem guindastes para carregar ca-
noas ou canos, hvres de despeza. Os prego
! saoo s mais commodos.
arandase gradtP
Um lindo o variado sortimento de model-
los para varandas e gradarias, de gosto mo-
dernissimo- na fundigao da Aurora em San-
io Amero.e no deposito da mesma, na ra do
Brum.
Moendas superiores
Na fundigao de C. Star A Companhia, era
Santo Amaro, acham-se para vender moen-
das de caima todas de ferro, de um modello e
construegao muito superiores.
Luyas de todas
as qualidades.
Vende.m-se verdadeiras luvas de pellica
ue Jouvm, pretas c brancas, para homem e
senhora a 2-500 rs. o par, ditas de seda de
lodas as cores e bordadas, com guarniges a
;500, ditas lisas tambem de seda e do to-
das as core-, para homem e senhora a la
1*800 e 1*500, ditas pretas de torgal, mult
boa fazenda a 1>, ditas brancas de algodSo
para homem a 240, 3-J0 e 401) rs., ditas de
cores muilo linas de lio da Escocia para ho-
mem o senhora a 320, 400 e 500 rs., e 00-
tras mais qualidades de luvas, que so ven-
de barato: r.a rna do Queimado, na bem
conhecida loja de mimiczas da boa fama
DE IBIIO BUS GOSTYS E
ERATd
Vcndcni-sc muito ricos jarros de porcelana
para llores, ricos pares de ealongas para ei-
nia de mesa tambem de porcelana, tinteiros
de muilo gosto, e paliteiros. tudo de porce-
lana e por prego que n;"lo deisara do servir
a quem gosta do que he bom na ra do
Queimado, na bem conhecida loja de miude-
zas da boa fama n. 33.
Bom e haralo
Vcnde-se muito bom papel almago greve
a 4s a resma, dito muito bom sem ser greve
a 3J200, dilo de peso pautado a4ff500, dito
liso a 3;, dito paquete pautado a 5 e 6f a
resma, dito de cores, de foiha pequea, em
quartos de resma a 700 rs., groza das bem
conbecidas pennas de ago, bico de louga a
1-2011, ditas muilo finas sem ser de bico de
louga a 500 rs. e 1?, duzias de lapis muito
finos a 320 e 800 rs., caetas muito bonitas,
de ago, torneadas a 120, ditas de espinhoa
200 rs., ditas ordinarias de p'o e Dandres a
20 rs., caivetes de cabo de chifre de viado,
de 2 folhas, muilo boa fazenda a 800 rs., di-
tos del s folha com cabo de madrepcrola a
8;>0 rs., dilos muito finos de 1 s folha com
cabo de marlim a 1*00 e 2/, ditos de 2, 3 e
4 folhas, finissimos, tambem com cabo de
marlim a 25500 e 3^, vidros com tinta car-
mim muito lina, propria para riscar e escre-
ver a 800 is., boies de tinta preta ingleza a
110 rs., tinteiros patente inglez, de vidro a
15500 e 3, reguas redondas muito bem fei-
tas tambem inglezas a 500, 600 e 800 rs., pe-
dras ingle/as muilo finas para amolara \e
19500, tinteiros para algibeira a 400 rs.,
agarradores de papis de rnuitas qualidades
e pregos, e oulras muitissimas cousas : na
ra do Queimado, na bem conhecida loja de
miudezasda boa fama n. 33.
Facas, garios e
colheres
. Vendem-se as melhores facas de cabo de
rfrarfim que se pode encontrar a 15o a duza,
d i tasado cabo de halango muilo finas a 65 a
duza, ditas de cabo oitavado e rolico a 30,
ditas cribadas a 31200, ditas de chifre de
viado a 45W0. ditas para sobremesa com ca-
bo de balangoSa-53, ditas com cabos roligos
e oitavados a 3,/"cWnVrtadc metal do prin-
cipe muito linas para sopa> 69 a dozia, di-
tas para cha a 3-000, e outra.- mais qualida-
des de facas e colheres,( trinchantes e amo-
lador de facas, que ludo se vende barator:
na ra do Queimado, na bem conhecida loja
de miudezas da boa falma n. 33.
Objeetts para
lujto.
ZAS.
Vendem-se muito lindas e bem vestidas
nonecas francezas, grandes, pelo baratissi-
mo prego de 2? e 2500, ditas vestidas de
noivas, e cada urna no seu cart5o a 3/000 e
3s500, prego que nao ha quem deixe de dar-
na ra do Queimado, na bem conhecida loja
de miudezas da boa fama n. 33.
Brioquedos pa-
ift meninos,
Vendem-se diversidades de objectos de
ago, muito delicados e proprios para meni-
nos brincar, por pregos muilo baratos : na
roa doQueimado, na bem conhecida loja de
miudezasda boa fama n. 33.
Para as senho-
ra s de born gosto.
Vendem-so ricos cstojos de Jacaranda
proprios para costura de senhora, pelo ba-
ratissimo prego de 25500, 4. 6, 7 e8a00
caixinhas para guardar joias a 800 rs., 1/ .
15200, carterinhas muilo delicadas proprias
para senhora e meninos a 800 e 5i0 rs., te
souras muitissimo linas para costura', de
todos os lamanhos a 500 rs., 600, ISOOO e
15200, ditas para unhas tambem muilo finas
a 800 rs., 15000 e 1/200, linha de peso mui-
to fina para labyrinlho a 100 rs. a meadi-
nba, ditas para bordar a loo rs., 140 e 160,
lindas caisinhas com grampas a 160 e 300
rs., carles com 14 e 24 pares de clcheles
franeezes a 80 rs.. 100 e 120, Iinhas de car-
reteis de 200 jardas do autor Alexandre a 80
rs o carretel, ditas de 100 jardas do mesmo
autor a 40 rs., caixinhts com agulbas fran-
cezas a 160, ditas com agulhas de papel
preio a 280, carleirinhas com agulhas fian-
cezas 320, agulheiros muito bonitos cen
agulhas lamhem francezas a 160 e 320 cai-
xinhas com 16 novellos de Iinhas de marcar
muito finas, azues e encarnadas a 320, ricos
botoes de cores para vestidos, ou roupinhos
de meninas a 6U> rs., 800 e IJ a duzia, ricos
agulheiros de ago e de marfim a 240 o 800
rs., dedaes de ago muito bonitos e cada um
na sua caixmba a 500 rs., almofadinhas de
multas qualidades proprias para pregar alli-
netese agulhas, pulceiras de varias quali-
dades, nquissimas fiUs lavradas e lisas, de
todas as larguras, trangas de todas as cores
e larguras, litas de velludo abertas e lisas,
bicos muito linos de linho ede varias lar-
guras, rendas de varias larguras, babado
aberto de linho, toucas de 13a para criangas
e oulras muitissimas consas, que ludo se
vende mais barato do que em outra qual-
quer parte: na ra do Queimado, na bem
conhecida loja de miudezas da boa fama
n. 33.
V
RAS
muitistiitio linas e de limi-
to l)i ns gostos.
Vende-se a verdadeira agua de colonia do
Piver, simples e ambriada cm frascos de va-
rios lamanhos, banhas muito finas e de mui-
tas qualidades em ricos vasos, espiritos e
extractos muito linos e de multas qualidades
em frascos de muilo gosto, sabonetes muilo
finos e de muitas qualidades, agua de lavan-
de ingleza, fazenda muito boa, vinagre aro-
mtico tambem inglez e muilo bom, extrac
tos muito linos proprios para bolso de es-
tudante, escencii' de ros, pomada franceza
muito boa, macassar perola muito bom e de
todas as cores, dito oleo, pos para denles,
paslilha eoutras muilas perfumaras, tudo
muito lino e de muitos gostos, dos melhores
fabricantes da Franga e Inglaterra, e tudo so
vende barato na ra do Queimado, na bem
conhecida loja de miudezas da boa fama
n.33.
-**??-&-frfj,* ri. Kt>
-- A 26 do Diez lindo fugio o preto J0S0
de idade que reprsenla 35 annos, estatura o
gro>sura do corpo regulares, bem fallante
tem como sobre os olhos, e o melhor signa
he ter uns calombos por baixo do queijo e
ao lado, principiando do pe de urna oielha,
c mais calombos em um brsco c no paito ,
consta andar por esta praga ganhando, e
poros airabaldes, etc.: qualquer pessoa
que o pegar, leve-o a ra da Cadeia n. 28,
a seu senhor Domingos da Silva Campos.
Fugio de bordo do brigue brasileiro
Melampo, na noile do dia 8 do corrente, um
negro de nome Marcelino, nagflo Cabinda,
altura regular, secco do corpo, rosto com-
prido, barba serrada c cria suissa, com falla
de denles na frente, e consta andar vestido
com paleto, c calgado : quem o pegar leve-o
a bordo do dito navio, junto ao caes do Pas-
seio Publico, ou a casa de seu consignatario
Manoel Alves Guerra, na ra io Trapiche 11
14, que ser bem recompensado.
PBRN.: TVP. DE M. F. DE FAMA 1817:
MUTILADO
ILEGIVEL
-


Full Text
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