Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07757


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Full Text
ANNO XXXIII N. 109.
Por 3 mezes adiantados 4$000.
Por 5 mezes vencidoi 4o00.
OiVR FURA \7, DE 1-.\!'<) de mi
^'^^:^
V I ~ >'' .7;L/
ya*. -<.:..; hl y/*
?k>f^>
fm
Por anno adiaotado 15*000.
Porte franco para o subscriptor.
-:-/ --^.i-y.i-v^.

NCHRKUADOS A SUBSCRIPCA'O NO NORTE.
Paralaba a Sr. Joao Rodolpho Gomet ; Naul, Sr. Joa-
ulm 1. Pereira Jnior; Araran, o Sr. A. di Lemot Braga ;
tara, o 9r. J. Jos de Oliveira ; Maranhao, o Sr. Joaquina Mar-
eta Rodrigue! ; Piauhy, o Sr. Domingo! ilerculano A. Pessoa
Gearanst; r-ara o sr. Jumoo J. Ramos; Amaiooai, Ir. Jaro-
ara da Costa.
PAHTIOA D)S I UltltltK-IOS
'al. iba ; u
Olin ImuraMii, (oiaoaa a I'.
S.Aal.....flcxfrr..-. ilota. .,
S. l.Mi>r.*Dr.> Patu-d'4lfto, Naureih,
ieir. Flore*, ViUa-JiW.a, Uoa-Vi*t,i,
Cabo, Ipojusa, Sfritili.lcm, |;
PiMMtolru Natal ; <|uiriias-^...J
(Todoa i eorreio* parten a* 10 hiir.it d
tora* dn dt.i.
ftejj ii ,. e xfttnt-O
Vhui.io c; ir.inirin-:
I.iim .mim. Brcio. I
(tacun Ki.. i..*
K m nilIi,
ii irrC*-r"ira.
-i|iiit.,. Iiu-a-
l'1-rt...-l.iMS.
Arfot-prau.
AUDIENCIAS DOS TRIBONABfi DA CAPITAL.
Tribunal do eommercio : tegunda quintal.
RelaCAO ; terrat-feirai e ubbadoi.
Fazenda .- qu-artas e aabbadot 10 horai.
Juizo do eommerco: aeguodaiaa 10 horas quintil maU-din
Juno da orpboi: leguada e quimil ai 10 hora*.
Timtira rara do d ve I guadal a aaitai ao meio-d a.
Segunda vara do civil: quartai iibbadosao^maio- KIM.K\IKI.i...S DO HEZ DK MAIO.
8 La clieia a.s 11 horas a 51 minutui da farde.
ifi Quarto mioKuaniea8 horas e &i> minuto da tarde.
'-'.': La oova aos 23e minutoi da tarde.
M yuartu ereicean ai 10 horai a 62 minutos da manhaa.
I'UK VMAIt Di: IIOJB.
PrimeiraaiT horas e -i*2 minutos da manhaa.
Segunda as 8 hora a 6 minutos da tarde.
DAS DA SEMANA-
11 Sozmida. Ss. Fabio. Aiiat.iiioe Sereno Mm.
f'2 Tete* >- Iouim prioeesfl v.
I. Quarta.s. ivdro Kc^ilailu I. ; Ss. Clvceria e Cena',o Mm,
1 fjniiii.1 s iil S*. Itoiiilacifi c Euciliiid Mm.
15 Se\la. s. l/idoro la.r.iilor.
1<> S.i l..itl-1, a. Joo Ne|-OliiU< rii-i i ili''i'_: i ni.
llumingo. Baddoitda PudHM. >. I'asrhoal Bailn f.
fiKCARREGAOOS DA M.ltscitll'CA NO >U,
Alapoas, o Sr. Claudino f a I ci Diai ; Baha, o br. D liuaii
Kiu da Janeiro,u Sr. Joo Pereir* Mirtina.
EM PEUNAMIJIXO.
O proprietariodo DIARIO Manuel Figueiroa da Faru, na la
livraria, praca da independencia ni. 6 a 8.
PARTE QPPIGIAL
OOVERNO DA PROVINCIA
Exnadlania do lli 7 di anata).
OfficioAn Exm. tice-presidente da Parahiba,
nceutando u recebimenlo d dous exemplares da ex-
poiigaa com que o Em. Sr. r. Antonio da Cola
Pialo gilva eolregou-lhe a admioialra^.io daquella
provincia.
l)iloAo Em. vice-prrsidenle do Ceari, aecu-
taiiift a rri-e|n;Ai de doos etemplarea do relalorio
com qac o Em. sr. r. Kranriwo Xavier Pae Bar-
reta pataou-lhe a admiuiitra{Ao da referida pro-
vincia. ,
OlioAo Em. vice-presidenle do l'ianhy, ic-
euundo recebidoa ilnus exemplares da falla com qae
u nileceaior de S. Etc. abri i aeuaa ordinaria da'
aaeembla daqoella pruvincia em 22 de attembro du
anuo pawado.
-DitoAo meamu, dizendo que Tica inleirado de
ichar-M S. Eie. na ndrotoiatracA daquella provin-
cia, e aaRurando-lhe a prompidSo no cumprimen-
tu de aua determiua^e'. que rconcerneules au servi-
do publico, quer ao particular de S. Etc.
DiloAo Eira, presdeme do Para, arca.ando a
receprao de duas colleef6ei du- a.-ln. promulgadoa
pela atiemblca daqoella provincia era o anno paa-
HdO.
Dito--Ao mesnio, scientieando-o de haver dado
o eoiivenieale 'esiino aSo u a na de aoccorrimeu-
le do cabo de esquadra Jo3o Bap(i mo tambera a relacen da< altera;5M occorridaa com
.utilice de Tugo Manoel Parxaleao da Colla Mou-
leiro, no met de marco ultimo.Ktmilleu-sc a
quem compele.
DitoAo E\m. general coramendanle da> armas,
declaranilo-llie qae Oca cieole de terem sido alis-
tado, como addidm ao 10. batalhSo, oa rerrolas Joa-
quim Jow Ferreira e Manoel Gorpea da Silva.
OlioAo Eim. prndente d lelacjto, para emit-
lir o aeu parecer obre o otlicio junio do juiz de
direito do Bonito, relilivameute a aajgaSj do jury
daquelle termo, encerrada no dia 23 de abril ul-
timo.
Diloao Dr. ehefe de .polica, para que, com ur-
geucia, indique um lugar para servir de abrigo as
prac'aa da corpo de polica, qae estilo a diaposicSo
do subdelegado da freguezia do Becife, valo haver
inconveniente em serrn ella* recibidas no pavi-
mento terreo de um do. torreos da alfandeca, se-
cundo declaroa o respectivo inspector.Cuminam-
cuu-so a este.
DitoAo mesmo, participando-lhe que a lliesoo-
raria provincial lem ordem para pagar os veneimen-
loa do alferes do balalhao n. -2t> do Bonito Francisco
l.ui/. do Sacramento, cominaDdaute da esculla que
cniiduzio diversos presos desU capital para aquello
termo, e dalli para aqu.
. OlioAo mesmo, inleirando-o de ter-se expedi-
do i conveniente ordem aa esli(es competente*,
lano para o pagamenlo da gralilcar;au que lem
direito Francisco de, Mello l.ins, como rugente da
casa dos mendigos relativa ao rae/, de. abril ultimo,
como para o das des|>ezis.feilas com o sustento dos
presos pobres da cadeia de Santo Aullo, darants o
trimestre DiloAo inspector da Ihesouraria de fazenJa,
Iraosmillindo-ilie oa avisos de lellraa oj. 2, 30, :||
e 3* na importancia de 6:9093 sacadas pela tliesou-
raria de la/en lo da proviocia do Bio Graad. do
Norte sobre aquella, e a favor de Jos Alves Per-
Mandes. Miguel Germano de Oliveira Sicuptra. Joa-
quim Ignacio l'ereira Juuior e Manoel dos SjiiI
Victoria, por dSo ter ella a atlribuirilo de creas de Paar as explicaces que me pareceram de nalu-
empregns de juslica, o que boje ninguem ignora,
nao sen lo igualmentecabivel representar-se acerca
de semelliante objecto ao governo imperial, que por
nviso n. tH> de 19 de outubro de 1831 lem eslabe-
lecido que taes ollicios, onda no o existirem creados
por lei, devein ser servidos Jo dous primeirns pelo
respectivo juiz, e o lerceiro pelos hiuvadus das par-
reza a recusar victoriosamente as quenas que nos
diriga o governo imperial, julgoei conveniente fa-
zer chegar as m.io. do ministro dos negocios eslran-
geiros d'Austria. por vossa inlerveHcao, urna respos-
la categrica e formal.
O conde de lo il qoeixa-se dos ataques da im-
prensa piemonleca, dss ioaoifeslar,ues provocado
les. Desle modo Tica cumurido o oflicio de V. Esc.' ras, segundo se diz, u'as oolras provincas da Italia a
de 29 do mez psssado robrindo outro, que incluso favor de nina poltica que nilo merece a approvac,o
reverle, do juiz muuicipal supplenle do referido
termo.
Dos gnerda a V. Eic.Reelfo i de maio de
1877.lllm. Exm. Sr. vice-presidente da pro-
vincia de Pernambuco.Autouio Ignacio do Aze-
vedo.
DimA' cmara municipal da Viclora, aorusan-
do a recepQ.lo da copia das acias da eleir.io a que se
prncedeu naquelle municipio, para jui/e de paz e
vereadorea.
DiloA' cmara municipal do Becife, acensan lo
o recebimento das copias em duplcala das actas da
formacao da mesa c spuracAo de votos do collegio
eleiloral do segando dislricto desta provincia.
DitoAo administrador do consulado geral, para
que, com ur&encia, declare, se os objeclos especifica-
dos no roappa que se llie remelle, involve os de
oolras provincias, cujos direilus sao agenciados
sala.
DitoAo commissario vacrinador provincial, para
que remella ao delegado de Goianua, onde a varila
vai fatendo estragos, atgumaa laminas de boa se-
ment vacciniea, visle que nenhum effeitn produzio
a que foi enviad em Janeiro ultimo.Cuininum-
eou-se ao suoradilo commissario.
Despachos do did 9 de maio.
Antonio ds Sanios Carias, alferes commandai.le
sJa villa de liarrairo*, pede 13 das de licenc,a.A
informar ao chefe de polica.
Jacinllio Jos de Mello, pede o pasamento do
aluguel da" casa que serve de quartel na villa do
Bonito.A informar ao doutor chefe de poli-
ca. .
Francisco Pereira l.ago. quer ser nomeado eorreio
da recebeduna de reudas.A informar athesourana
de lazenda.
Francisco Carneiro Machado Rio, requerendo que
seja encaminhado ao guverno imperial um seu re-
querimeiito.A informar ao eapiao do porto.
Frnnri.ro Manoel dos Santos Lima, alferes do se-
gando balalhAo da guarda nacional, pede seis mezes
de lieeaeai.Concedea-se.
I rian da de de Nossa Senhora do Livramento, re-
qnerendo que se mande correr urna lutena.A in-
formar an thesoureiro das loteras.
Joaquim Bod'igues Coelho Keller, ten ente-coro-
nel cummandinte do dcimo b.talhao de infantaria,
erqosilando azeile para o hospital regimeutal.
Mandou-se fornecer.
Jos Francisco lavares, requerendo que se man-
de inJemnisar a importancia do terreno do suppli-
canle existente no alerro doi Afosados, o qual furo
lomado para a estrada de ferro*.A loforasar aopro
curador fiscal da fazenda.
Miguel .\rchanjo Posthumo do Naseimcnto, pedin-
do titulo do terreno de inarinha exilenle na estrada
de Mulocolombii.A informar a thesoarana de fa-
xenda.
Dr. Prxedes GoRMs de Souta Pilanga, cirnrgio-
mor do exerrilo. requisitando un livro em branco.
Mandou-se l'oruecer.
O mesmo. requist nido lahoas para papeletas.
Mandoo se fornecer.
DiloAo general commaadanle da. armas, rlando
seu parecer aobre a nrelencao do alferc- Anluoio
rige imprensa sarda, acreditar-se-lna qoe a nu- tivamenle. O ollerecimento folio ao cnnselho muni- urnas vezes be neeessario rerorre a inlerpretarao i O Sr. Manoel Carahunl' : ludo o que se diz,
prensa austraca conserva a respeilo dos soberanos e i cipal foi acsilo. O governo nao poda ubslar-lhe, por- grammalical, e oulras vezes a loziea da' la ir a inlerprelaces.
dos governos estrangiiros a mais perfeila iguajdade ;| qoe era feilosemci.ndicries.ein neme de possoasdes- ( que se passou lielmenle foi o seguinie : defoo i O Sr. /'. Hapti-la : Pelo qoe parece-me, qoe
que jamis excede ns limites tracados pela mo-i conhedas, o que constitue um vurdadeiro donativo deudn eu o projeclu que interpreta a lei, que passou ao parecer da ceinmis-o se deve olTerecer ileuma
dfrco a pela conveniencia. I. orlo lo nao he as- anmiymo.
do governo imperial ; linalmenle tasaste sin se lia-
ver acedado ora monumento que se diz offerecido
pelos Milanezea ao exercilo sardo.
Tornando governo pieiuontez responsavel por
esle faci-, Mr. de lluol acema-o de algama raa-
ueira de ralo salisfazer as eslipulaces do tratado da
paz concluido em Mila.
Nao empreheuderei jastficar a imprensa nacional
das qurixas que Mr. Buol Ihe dirige. NAo limito ad-
sira. Porein, se o governo real u.io poude impedir o l.onge disto, os jornaes austracos, principalmen- I nativo de urna quantia para levantar um mouuinen-
l aquelles qae se publicara ua I.orabardia, sao lo ao exercilo sardo, cujo liiu lie recordar especial-
chcios de injurias e de ataques contra o governo sar- monte a expedirn da Crimea, n.lo coiiseniua que
de, e nao ameacam menos a passoa do rei e a dos n'esse monumento baja cousa nenhuma que possa | e-le peosameto, devlam monier-se no seu p
membros da sua augusta familia. Ser-me-hia faci-1 ferir a susceptibilidade da Austria ou do seu exerc-1 manifestando agora por palavraa mais preci
le anno sobre loteras, dise que o |iensamouto de emenda, na qual se d a raziln, porque se indillere a
se prohibir tambera as loteras do municipio neutro pelirao ; sene porque o peticionario requeren ja'
nao eslava roulido ua ronslruccao uraromatrcal da fora de tempo, ou se he porque o sea pedido versa
lei, e se este foi realmente o pensamenlo da assem- sobre a execucao de condicoei estipuladas, e deve
hliM. lodos aquelles seuhores depatadoa que tivoram ser feito, nao a esta assenibla, mas slm an presdan-
le da provincia, le molo que o negocio fique claro.
(.'I Sr. Depnlado : EntAo mande a emend
apoiar esta ultima asserijao cora pravas minuciosas ;] to, neui que nelle se colluque qualquer inserlpto njo deviam censurar aquelles que til |ien-am-nlo Sr. I'. Hapttsta:
liinilnr-rne-bei a recordar-vos a liuguageni das fot que possa fazer suppor que foi levantado por indi- nunca liverana O nobre depolado reapondendo a slderacOes.
Por ora eslou fazendo con-
Ihas de Milito s de Venina a respeito de una auaus-
ta prioceza, tiareuta pruxima du impera lur d'Aus-
tria, linguagem que den lugar, se eslou bera infor-
mado, a enrgicas represeuta;ei da.real'corte de
Saxe.
Se Mr. de llaol lem fundamento para se queixar
raittir nao si curau diz este ministro em confiten- da violencia de orna imprensa inlirameole livre,
Marlms Bomaiio.Commuuicou-se ao Exra. presi- j Manuel Barbosa.Volte ao Sr. inspector da ihesou-
iaula daquella proviacia, | rana de lazenda.
DitoAo mesmo, para, que, ouvindo o inspector
da ilion lega ubre o requcrimcnlo que se llie re-
melle, informe enm o que llie cuuslar, relaiivainente
ao fado de se haver convenido em armazens de ie-
colher gneros, alguns dos quarlos e corredores da
igreja da Madre.de Dos.
DiloAo mesmo, declarando licar inleirado de
haver Smc. manda lo fornecer ao administrador do
eorreio os objeclos precisos ao arrvico do lelegrapbo
da torre do collegio, e bera asim dan lo-lhe scieo-
cia de haver-.e expedido ordem thesouraria de
lazenda para mandar pasar a l.uiz llurges da Cer-
queira a qoanlia de '.li-iSiK) rs., como se v da cun-
ta que Smc. remellen.Kxpedio-se a ordem.
DitoAo conselho administrativo, para forneci-
menlo do arsenal de guerra, para que promova a
compra dos arligos mencionados na relatan juula,
o quaes sao precisos para ullunar-se a inanulaclu-
raco do fardamen> que ae deve fornecr ao 1. ba-
talli.lo de arlilbana a po, 2. e 9. de infamara, se-
gundo declamo o respectivo director.Cuinmuui-
cuo-se a rale e a Ihesouraria de fazenda.
DitoAo cummandante do corpo de polica, re-
cororatndando-lhe que mande apresentar ao com-
maulanlo das armas o soldado daquelle corpo, Cae-
lauo Uezerra de Assis Campos, alim de ser inspec-
cionado, urna vez que quer elle alistare un dci-
mo batalha de iufaularia.>esle senlidoolliciou-
le ao mencionado commaiidanle das armas.
DitoAo Ur. Judo Francisco Coelbo Bilancourl,
juiz monuipal e de orpliAos, suppleiite em txerci-
cio no Ierran de Santo Anlao, dizendo que i.....a
reme--,! d. copia du parecer do couselbeiro presi-
sideule da relar.lo, responde ao vflirio era que Sinr.
pedio a este governo fizesse sentir a assemblea pro-
vincial 4 necessidade da crearan nesse termo dos ol-
licios de contador, distribuidor e partidor do civcl
e orphaos.
Parecer de que trata o oflicio inpra.
lllm. e Exiu. Sr,.Nao lem lujar, nem pode pe-
dir-se as.emblea provincial a crearao dos oflicios
do distribuidor, contador e partidor para o lermo da
-----------
COMMA.NDO DAS ARMAS.
Quartel general do commando das armas d.
Pernambuco na cidade do Recite, eas 12 de
malb de 1837.
ORDEM DO DIA N. 17(.
O general commandaiile das armas, juica conse
quenie determinar aos Metieres cominaudanles de
Corpus em gu'arnir/io nesla provincia, que sempre
que livrrcm de mandar receber no arsenal de guer-
ra arligos perleiicenles au material do exercilo, se-
rao os rae-iiin. arligos ronduzdos pelos sol ados pa-
ra os re-peclivos quarleis, quando por ventura fo-
rem de fcil codurr;io, que lulo seja precisa colloca-
los sobre a rabera ou sobre as eoslai dos sol lados ;
porque nesle caso os mandaran cnnduzir em carro
gas, ou por prelos que se empregam ueste (Salteo,
cojadespeza sera salisfeilapelo dilo arsenal, median-
te a competente coma em dnplirata.
Jos Jo/n/uiin Corlho.
rrmt.
POLHBTIg.
A ABOLEZA BE AlBEHOWB-
POR A. DE l'ONT.MAHTl.N.
III
Conlinuarao.!
H.ioul reappareceu emlim no inninento em qoe o
sol comerava a descer ao hurisonte, e em que gran-
des sombras ahaixavam-se sobre o ledo da Cariosa
um fogo sombro brilhava em seus ollios, eslava pal-
udo, mas resoluto.
Minha in.1i, disse elle cum voz firme, venbo
fazer-lhe minli-s despedidas ; tico aqu.
Que dizes > exclamou a raarqueza empallide-
cendo.
Digo que eslou cansado de disputar minha vi-
da ao germen falal que consom e me mala, ctou
cansad de pereorrer n mundo em busca de reine-
Nota do conde de Cavour, ministro tos
negocio* estrangeiroi de Sardenlia, ao
marqueie de Cantono, encarregadp de
negocios da Sardenlia em Vienna, a
<|iie liontem nos referimos.
Turin, 20 de fevereiro de 1837.
O conde Paar, apenas vo.tuu de Millo, veio 1er-
me um desparho que o conde de lluol acaba\a de
Ihe dirigir, de que encontrareis urna copia junta,
para ae queixar da altilude du guverno sardo, e
Ihe faz conheret o reseuliment que o seu pro-
ceilimentu tuiha causado ao imperador da Aus-
tria.
Anda qoe nilo besitei em dar desde loga ao con-
nfeiilu pelo seu ar de Iranqoillidade e de esperanza ".'
E eu mesmo enganei a alguma vez ? Vine, me c'ro
jamis quando eu nllccUva alegra em sua presenta,
quando pareca tnumphar de ateos presentiroeales '.'
ludo isso era Ungido. Cada um de mis bein sab a o
que se |iassava na alma do oulro. Ol '. lie lempo de
ca, mas puhlicaicenleje bem alto, como eu costumo
fazer, que ella se da a excossos eminentemente la-
menlaveis, que se entrega a ataques contra a pes-
soa do ie.iper.idor, que eu abetlainente condemno.
Mas o qna eu me juico com direito de manler, he
que as criticas da imprenta contra os aclos do gu-
verno aoslnaco nao po em rrear-lhe serios embara-
rns, e que, quanlo aoa ataquas ao imperador, seria
fcil faze-ioscessar empregando us deliclus deste ge-
nero.
Como pndem o jornaes qae combatem a poltica
austraca embaracar a are.i i do governo imperial, se
a soa nitro lucran as provincias svjeilas ao imperio
he severamente prohibida tjualquer que possa ser
sua influencia no intenur uu nosso patz, e essa in-
fluencia seja bem feita, a sua aeran he uulla uo lado
opposlu dn Tessinn.
As asserees coulidaa no despacho do conde lluol
a respeito doacollnmeiito que n imperador recebeu
em Mil "ni '."ni urna prova qae elle nao poderla con-
testar.
A livre 'h-rus-;io dos aetos do govnio forma orna
das bases essenciaes do rgimen poltico em vigor no
Piemoote, como em muiius nutro- estados da Euro-
pa. Ousamos allirmar que esla liberdade produz ah
tantas vanlagens e menos inconvenientes do que
em qualquer oulra parte.
A paz profunda de que gozamos, a uniao Indos os
das in i- inlima do paz e do Ihrouo, o pruvain
evidentemente ; e pelo que respeila aos governos
eslaii_-?iro-nao julgamos que se possa sustentar,que
os nossos jornaes sao mais vilenlos oo mais severos
do que os jornaes niglezes nu belgas. Os ataques que
os jornaes da Craa-llretauha lem dirigido contra
governo do imperador da Austria no tem silo nasa
menos violentos, nem menos amargos do que o que
se runinn nos nossos jornaes ; e i-lo nao tem im-
pedido a Austria de procurar, logo que jolca confor-
me aos seus inleresses. a alliaura e a amizade da
Inglaterra, o de se mostrar satisfcila e altiva das
boas relaces que lem c>labelecido cor esta po-
leucia.
.Ou.iulo aos ataques contra a pessoa do impera-
dor, mo i repelirei a desapprovaco eomplela que
ja' cima mamfestei, mas au hesito em exprimir o
senlimenlo ds qoe o governo imperial nao nos le-
ulia facilitado os meios que havemos de empregar,
para os fazer eessar, re|ininiudo-os de urna in.im.i-
ra elliraz.
Saibais, Sr. marquez, que inlruduzimos na nossa
legislar;ao dispa-ires especiacs para esla classe de
delirios da imprensa, que tornara a represlo m.n-
segura,' mais severa do que em qualquer oulro para,
em une o priuripio da lilierdade di dissqsajlo b-
cuiibecida.
Mas o cond' de lual compar" a nossa
em a este respeilo com a ds Blgica uu .'
trra, ereconhocei.'i a esneiido da minln us>i
JctJo.
Alm disso, a euperienria Hestes ltimos anir .
lera demonstrado a edkaeidada da repraatlo, T os
os governos esirangeiros que lem pretendido .r-
vir-se dos raeios qua forneeem as dobsis leis ara
casligar os ataques contra os seus cheles re' ;di-
vos, lem visto es-es ataques prevenidos de mal ira a
faze-ios completamente cssar.
A mesma cousa lena acontecido e acontece la an-
da cerlamrnte a respeilo do imperador d'Austria se
o governo livesse querido imitar o exemplu da Frail-
a e da llespanha.
O conde Paar, a quem en fiz esla observarc,
responden-me rom o fado do espero, perseguido
par m,unas contra o imperador, e condemnsdo a
tima ligeira pena. A isto repliquei logo, que era fac-
i de delicio da impren-u, he mais a condemnaca
do jornal, do que a importancia da gravidade da
pena.
Acrescer.te, qoe o tribunal jnlgou ser indulgente,
ou porque se tratava da primeara querela de am
ataque contra o imperador da Austria, depois de
urna longa tolerancia ; ou porque o goverao impe-
rial liaba den.i lo decorrer um grande inlervallo
enlre a publiraro do arligo cnudemnado, e a ins-
qae provocou o processo a que elle deu
qae assim penetra nos estados austracos, que pode
vidoos subditos da Austria. E-la rerleza, jola en, esla met argumento, diese qu eu li.ivia'confe-ado l'm Sr. D'pnloio : Eu ja' eslou eicrevendo
responde cabalmente ao que parecera ter algara que a assemblea Uvera o pensamenlo de prohibir una emenda neto sentido para manda-N a mesa,
ruudameutu na reclamaran do conde de Buol a se- tambera as loteras do municipio neutro, ea isto, Sr P. Ilupltsla : Eslimo isla bastante ; pois
melbanle respeilo. I relorqui em um aparte, dizendo qie eu n.1o confes- pens que o parecer da rommiss.lo, em sua segunda
Depois de haver respondido as exprobrares doltei tal cousa, mas iuipuguri a conjuncaosique parle, deve ser modificado ; de sorte que fique bem
ministro imperi.l dos negocios eslranceiros. pedera he condicional. O nobre depolado respondeu-medi- conhecido o pensamenlo da assemblea.
por raeu turno mencionar os |iggiavos a que lem ] zendo, que nao alien lia_somule .n rainlns exprs- Sendo 1.1o simples e i.io nalaral a considerarao
dado logar O proceder do governo austraco para | Soes, mas ao prusainenlo ; a foi nesla occasiAo, en- que liz, e que como supponho, sera' abracada pela
namoi nos djzer de una imprensa sujeita a urna i eoinnosco, desde os sequeslros dos lien- dos l.ombar- tan, que Ihe dei o segoinle aparle : opois eu so en- assemblea, admira que alauns membros Ihe annozes-
censura severa, nue n3u ameara mais as iiiiilnire da.sran.loa .-n,,, < i.....,.i. .,,1, i,,., ,.,. .....i ,u i,.,.,.,,........a.. aiL___r..._... ___ ____.....__._. "^."T'rtW
censura severa, que au anteara mais as insliluires
du que os homeus polticos do nosso paiz, e que li-
vremente circula entra nos !
No Piemoute, se o aloque be livre, a defeza tani-
beui o he igoalraente. A Auslris, atacada por urna
parle da imnrensa, he defendida nao su pelos jor-
naes, que nos vem d'aletn do Tassino, mas tambera parece Irazer resultados vaulajusos para os dous
por um cerlo numero de folhas que se publica nos
estados do re.
Na I. mili \r lia, pelo contrario, s lie permitido
o ataque; oa jornaes all reproduzem impunemente
os mais odiosos rticos das Tullas np|ius|as au gover-
no do rei, e frequenlemente eeatia injurias e insi-
nnaces pessoaes contra os borneas de estado do Pie-
monte, que sentem o mesmo desgasto, que certas
folhas sardas fazem sollrer ao conde liool.
Mas anda nao he ludo o cunde Buol acensa o
governo do re de ser iudifl'crenle polmica urden-
te dos jornaes. Oulro touto se pode dizer a respeitu
da Austria.
Os arligos que conlm os jornaes olliriaes, que o
enverno imperial inspira, provara que o gahineie de
Vienna saucciona e dirige os ataques de que somos
objecto."
Na verdade, depnis de ler lido um arligo de fon-
do da a Gazelle Olliciel d de Millo, cuja origem nao
pode ser duvidosa, e na qual os ministros do rei sao
comparados a Robespierre e a l.romwel, admirase
da acrimonia das queixas qua a loleranria do< ho-
inens de estado do Piemome inspira ao conde Buol.
Mas nao he su em mime da Aaslna, que o minis-
tro imperial dos negocios estrangairos se queixa da
nossa tolerancia. Accusa-a de animar asdoolrioai
ai mais funestas, de deixar minar os fundamen-
tos do Himno, e de destruir os seulimentos munar-
chicos.
Os resultados que a poltica seguida pelo gn-
verno do re lem oblido, desmautem estas aecusa-
es.
Todo o iionieni de boa f que examine o estado ac-
tual do paiz, mesmo saperfic-alnaole, be Toreado a
reconhecer, que o principio inonarclncn. lalvez alia-
lado pelos aroulecimeiilos de ISIS e 1819, se (em
progressivamenie Torliftcado, e que tem reconquis-
tado urna solidez inveucivel.
As demonstiares espontaneas e unnimes qoe
aeolhem o rei em lodot os pontos dos seus estados,
n'aquelles meimoa em que nilo existe um. laeo tra-
diriniial deaTfeicao e de respeilo, sao urna prova raa-
niTesla. Mas o que demonstra, ale a evidencia ver-
dade da nossa asserrin, e a impoleuria a que
Beba redolido o partida republicano. Esle partido,
que nao leix iva de ler influencia qnau lo leve l.ig.ir
a elevaran ao Ihrouo do re Virtrr Manuel, lem de
lal maueira visiu dim'nuir lub imperio da liber-
sX|*4c, s nsms rneins e a-t su'as roAS', que jolgou ale-
ver supprimir o seo nico orgjiPila imprensa peri-
dica, o II,ha e Pupolo, e islu n.lo loi em couse-
quencia ile processos ccnJeinnarfi-s, mas pela re-
ducQao procressiva do numero di seus astignaules.
Esle Tacto parece-me a mais eloquenle reTutajfio
das iinp il n..is anl'.-moiiarrlu, .- que nos dirige o
conde Buol.
Depois de ter examinado a quesla >, que constiiue
a parle mais imprtame do despacho do comle Buol,
do-venelos, que vieram sor legalmeole subditossar-1 tendo os bomensqoaodo elles me tallara com cu- sem logo tantas contrariedades objecres." Moito
dos, ale ajexpulsiio violenta e au motivada de Mi- | uhecimeuta da lingoa, mas quando elles me Tallam po.lem ai prevenres: quando ellas Talam e levara
com novo diccionario, que ignoro, ja' nao os posso os cousas a esle ponto, multo ganha o humera pru-
eatender. i dente e que se respeila em calar-se ; mas nem sem-
(' ir. HpamiKondar.Foi verdade sto.
Sr. I'aitla llupli-lti:Ja' se v, porlanlo, que
esle meoalBarlefol dado, quando o nobre depnlado
tratando de responder a ora argun.ento ineu, pare-
ca aban lonar as noc,ues puras e genuinas das pala-
vris, para allribuirine um pen-aiiienlo uue uo era
o mea.
Sendo assim, como he que vem boje publicada
lo, de um dos mais dislindos membrjs do seuauu
do reino. Mas pieliro nao seguir no lerr.no das re-
chminac/ies o ministro Oos negocios eslrangeiros de
Ausliia, para nilo asedar urna iliscus-ao que mo nos
paizes.
I'ersuado-me que as explicaes coudas ueste
despacho, de que deixartis uma copia ao runde de
Buol, e as observantes que o voseo conliecitnenlo das
ideias do governo real vos habilita a fazer, bao de
convencer o ministro imperial dos negocios eslran-
geiros que ao pasee que estamos decididos a manler
a lodo o preco as inatitnicOes que fazem a prosperi-
dade e a gloria do nosso paiz, nao deixanios de ler a
brrae inlenrAo de ruui(irir para com os nossos vi/.i-
obos, em loda a sua plenilude as ubrig.ires c ns de-
vores que o direito das gentes e os tratados nos
unpe.
Aceilai, etc. .Vss cnado t". t'nvour.
O Portugus)
pra isto be possivel.
He remeltida a mesa e apoiada a seguate emenda
ao parecer.
o Jle de
parecer que o requerimento seja remet-
lido ao governo, para decidir conforme for de direi-
to, avsla das condiroes do contrato. S. R.Epa-
miiiondas de Mello.
O Sr. II. de Laeerda .segundo secretario! : Sr.
cousa lao .ilheia a verdade'.' como he que vera pa- 1 presidente, ha bem pouco lempo, quando o nobre
blicado que o nobre depulado dissera que as leis nao depulado que acaba de assenlar-se prolestava contra
sao entendidas smente pelas -u. palavras ; mas i a puhlicacao do discurso do Sr. A. Cavalcanti, meu
tambera pelo seu espirito, e que eu cuino um uescio | amigo, meu collega e meu parele, eu live vontade
Ihe di-sera. que tmenle as anteadla segundo soaslde pedir a palavra para larabein protestar contra i
palavras K! isso, mas rendo que da parle do nobre depolado, po-
Senliores, lolera-se qu um depolado, na occasiao
de corrigir os seus discorsos, us nperfeice, os en-
fete ele, pelo menos eu nao ollio para talo com
inaos olhos, e nem censuro a quem o fuer ; mas
quando ha airarles, e apparecem peusamentos es-
lena haver alguma explicarao menos digna desle
meu pruce liineni.i, eu conlenlei-me com dizer qae
o Sr. A. Cavalcanli era incapaz disso. Agora trata-
se do requerimeulo de l.ucci a respeilo do qual nao
posso dizer bem, qual o inleresse que o nobre de-
tancia
lugar.
He fura de duvida, que, pela segunda vez, espe-
cialmenie se a instan ta fosie .....ne dala, que us
Inbunaes se moslrassein minio mais severos, aisiin
cuino se (em mostrado para com o jornaes que por
habito alaram o imperador dos Francezes.
O conde Buol nao poda lomar o enverno sardn
solidario desles a'aques. senAo depois dell se ter
recusado a usar dos meios que a lei Ihe faculta pa-
ra os reprimir. Mas logo que elle declara, que e.l
P'uinpto aappltca-lns era lodo o sen rigor, uma vez
que o governo do imperador o reclame ; urna lal
aecusarao parece destituida de luda o fundamento
solido.
Ouvindc as amargas queixas que o con le Buol di-
cornada fronte : -ni. feices eslavam Iperlurbi-
das, sus rabellos em desorden), a emorAo que an-
da Irahiam seu semblante e suas palavras, ludo pro-
vou ao dnulor que acabava de pasear-sa alguma cou-
sa estraordinarla, algum drama nrvsteriato, no qual',e' san sojellot. Procurando mais do que nunca
llamil e Sazaua liaviam loraido parle. Eulao suas Solidln,ahla a cav.illo mu cedo sem dizer onde
sem querer ser arninpaiihado pela mi ou por
ASSEMBLEA LEGISLATIVA PROVINCIAL DE
PERNAMBUCO.
Sessao ordinaria em S de maio de 1837.
PretUencia do Sr. Jote Pedro da Silca.
A's ll:'.|lda inauhaa, verilica-se haver casa, e
abre-se a sessao.
Le-se e approva-se a acia da sessao de .
O Sr. Iu Secretario da couta do seguinie
EXPEDIENTE.
Jos Francisco Pereira da Silva pede providencias
acerca dn procediineiKo da cmara municipal desia
cidade, relativamente an reqiierimeulu contra ella
dirigido ha mezes, pelo sopplicaule a esla Assem-
blea, a quem veo, requerer com a possivel urgencia
que se exija da cmara o sobredilo requiruneuto,
que desde essa lempo a ella foi informar.A' Cum-
inissAo de negocios de cmaras.
Lene a approva-se a redaejao dos prnjeclos ns.
27 e 32, ambos deste anno.
I.e-s e lica adiado, por ler pedido a palavra o Br.
Manuel Cavalranli, o seguinie parerer .
A ruininissAo de le..|.irAo examinando a quesillo
couda no requerimento du Sr. Dr. I.acerda, a sua
pimo a respeilo he a negativa, talo he, OS fillios
naiuraes recoulierido. par testaineiilo, segundo a iei
de 2 de setembro de 1817, nao esla sujeifos au pi-
gamenlo.da tau de Uelauja.e por tanto he de pa-
. i ;.'q,i-' .ora.!ria>jt oujuiao pule ser convertida
era lei.Sala [tai coinmissies, ,S ae maio .le 1837.
A. Kpaminoudas de Mello. Dr. P. Baplisla.
Le-sa lambem e manda-aa imprimir o seguinie
parecer :
A conrnissAo de legislarlo lendn examinado o
projeclo turluso do Sr. depulado Bpaminondas de
Mello, que regula t iguala o. benelicios das loteras
concedid.il e que se c.ucederem, he de parecer que
u referido pmjerto esta' no caso da ser appruvado.
iraubos em opposicto do orador, lie neeessario ser-se potado lem lomado, dou-lhe um pequeo aparle
zanga-te e dis-rae que eu ja' devia conhece-lo para
Ihe nao dar apartes.
Sr. presidente, se ns apartes aqoi foisem tomados,
segundo o autor delles, cu poderla dar alguma ra-
Zlo ao nobre depulado, mas Ble, elles devem ser ou
nao altendidns, segundo o seu pensamenlo. segundo
a idea que elles ronlem, c taiba o nobre deputadu
qoe iiAu be por meru prazer de molestare que eu
Ihe dei aparles ; nao dssejo o seu contado, mas lam-
bem nao ha grande necessidade de evila-lo assim,
ciinseguiitemeiile para tuim be indilTereote ama ou-
lra cousa.
O nobre depulado argumenlou do modo segainle :
quetl.ucci reclamava que ja e ja se Ihe eidrega-se a
chave do Ihealro e o meu aparle foi o segainle: l.occi
iiAo falla em chave, se falla be accidentalmente.
E tanto he isto assim, que noprimeiro reqoenmeu-
lo que l.ucct fez a a-semblea, elle nlo falla na eu-
trega da chave e a uuira cousa que pede he a pro-
rogarao do prazo, e nesle oulro requerimento, n'u-
ma peqjena peliro em que elle euvolve eita oulro
requenmenlu a respeilo da prorogacao do prazo, pe-
de tambera que se Ihe mande entregar o ihealro, mas
istu he accidentalmente, por que o fim principal
de l.ucci he a prorogacao do prazo, vislo qoe segun-
do elle asame mataaaa [e o nobre deputa 'o nao en-
carou a questAo por este lado i era obrigado a apre-
seniar a eoioianhia nu t.- de maio ou obrigado a
pagar a mulla por nao le-lo feito.
Eu pre-ciudo e entrar no merecimenlo da ques-
ISo, nao su por que nf.u eslou habilitado para
escrupuloso em conservara ligaran natural das Ideas
de moda que se lian ullenda aus que deram os a-
parles, atriboiodo-lhes despropsitos e ignorancias,
etc. A adeudada ueste caso nanea sobra.
(' Sr. larras de l.aeerda:O Sr. Antonio Cavai-
canli era incapaz da fazer o contrario.
O Sr. /'. Iliplisla:Eis por lauto a reclamarao
que le.bu de taZer. Repito; o meu aparte Ble foi
dada, quando o nobre deputadu discurra sobre a
nlelligeocia que se devia dar a lei sobre loteras;
mas siin, qoan lo elle, querendu refular um argu-
mento meu, queria entender a conjiiucrAosi
corno exprlmindo omi afDrmatlva absoluta*.
U Sr. S. llraga:Itei lamou por ter sido publi-
cado u sen discuiso, nlo t alterado no pensameato,
Como na forma da eiuinciacan delle, sendo que as-
sim den? de se perceber a maneiia .ligna purque
responden aoparta do Sr. Manoel Caralcanh.
Finir em dlsCUfao u parecer da commissao de
pelires sobre a peticAo de Bapbael l.urc.
" Sr. Paula llapOsla : Tenlio a fazer uma
jada coosideraflo. ,
Esla assemblea ja' esta' inleirada de que o cnulra-
lo t-elebradu cora l.ucci Ihe impoe o dever delle dar
30 | i ,-,,lar.. por auno, cuiucrando em mam
correle, deveudo para isto aer-llie entregue o
Ihealro.
Ura, padindg elle a entrega do Ihealro, e a com-
m. oo in lifiTinln a sua priien, oque ae devera
! concluir dah'.' lodo.,. queja'vivem enrar-
celo de qoe Loccj nos venha pedir algoma indem-
isor.io, que reiiitlaui e vejara br m a qu- vio fazer.
n.u-reiii q
Clonada, se por ventura elle nlo ciunpnr aquiliu a
qoe se comprometiera ; mas. para cumprir, preci-
sa da previa entrega do Ihealro, e a escriplura do
contrato manda qoe se Ih'o eotregat.
O Sr. /!. de I.acerda : Nlo deve er-lhe entre-
gue, e nem elle falla insto : quer a ororogariio or
2ti metes.
O Sr. P. Il'ipti'la : Para que o nobre depula-
traterei mais minuciosamente dos oulms pontos a t precedemlo os tramites lgaos, visto que au se op-1 du me inlerrompe .' me parece que ja" devia eslar de
qoe so refere. p(.em a nenhuma le gcral oa provincial, e contera sobre aviso para o nao lazer.
i' III flllllllln es- it:iii-nelii.sr.-- __^^ _-^ Jl- I .... ......na______ > *
I.ni quanlo as demonstrarues que se diz haverem
sido provocadas a oolras parles da Italia, desaliamos
quem quer que seja qoe posta mencionar um su fac-
i, procedente do governo do re, com esse menlo.
Yendo o governo piemoutez chamado a atleiicao do
congresso de Paris para o estado da Dalia, e haven-
do demonstrado a necessidade de mellmrar a sua sur-
te por meios pacficos e legae., a sua poltica dea la-
gar, sera nenhuma oulra provocarlo a que recches-
se os testemunhns de sympalhia de mullos intivi-
duos residentes em dilTereules partes da Pennsula.
Nada dislo pode aalorisar as queixas da Austria.
Esla mesma potencia, embora discordasse acerca des
ma regra justa.Salla das eammiasoet, 8 de maio
de 1837.Dr. Paula Baplisla.Nelva.
A assemblea legis|ah\a provincial de Pernam-
buco re-olve :
Art. !. O beneficio das loteras concedidas e que
se concederem pela assemblea provincial para qual-
quer lira publico ou particular, sera' de 12 por cenlo
poslo ou despeza.
Art. 2. Fies prohibido organhar planos que pre-
jiiliquem oa desfalquein por qualquer forma o re-
ferido beneficio.
Pato da assemblea legislativa provincial de Per-
meiotquese devastan, einpregar, reconbeceu que nmbuin. -9 de maio de 18311.Antonio Epamiiioii-
havia fundamento para modiliear o oslado poldiro da do Mello.
da liaba. eP pan/a baptitla pela ordem :Sr. presi-
e, nao loi su nos seu discursos : as medidas agora denle, ja' tenho lido por vezes justos motivos para
las, e oulras que se anminriam como mu reclamar eonlra IneaclidOes na pnblIeaeSo das dis-
proximts, demonstrara pelos fados que as etserjoea
dos plenipotenciarios sardos nao erara desliluidas de
fin la.....uto. e que a approvaeAo que oa seos e coa lem encontrado nAo Ibes" pode ser imputada
como um acln directo hostil Austria.
Passaudo a queslAo do monumenlo qae se Irala de
levantar em Tarn ao exercilo sardo, observare! em
cuesoei havldat nesla casa, eme lenho'abatido de
fazo-las, buje, porein, nao me he possivel licar em
silencio.
Silln que o nobre depnlado, a quem tenho de di-
rigir-me o Sr. Antonio Cavalcanti na esteja pre-
a parle do discurto do nobre depolado, o
-cnle.
Els ali
prmeiro lugar que o governo do rei nada lem com Sr. Antonio Cavalcanti, que vem publicado no Dla-
** o por modo mu dilferenle, do que foi proferid
llav.n In-o inlerpella lo alenmas pelea para sa-
berem se aceitara uro donativo feito em lime dos
Milanezes, respondeo-lbe recusando redonda e posi-
queSozanna exercia sobre elle, nAo desprezou nada
casa, la-
tir. Seuhores, eu, lenle de bernieneulira jur-
dica, ignorando que, para bem se eiil'iidereui as leil
nado e que nao ha de morrer, existe
oulra pessoa
para fazer-lbes crer que linbam-.e engaado, que I qne mo loapella o pengo que corre, a rtesgrar
obedecer smenle a um capricho Tugilivo, a uma '
das exlravagancias iem roiisequ-ncia a que ot'duen-
porquenr.u eslou iluminado para isu,
orno por que os uobras signatarios do parecer o
o impon.a a Loco a mulla conven- I I1" lera a.'er mallo raelhur do qae eu, e alera disso
' me parece que a opinila da casa sj acha muito bem
informada sobre esse burlesco contrato de Locci; e
escusadd sera' dizer-se qualquer cousa ; por isso ape-
nas Tallare sobre a entrega da casa.
Srs., Lucci sii lem direilo a entreva do Ihealro
desde o dia em qua elle comerar as suas represen-
tarles, pelo contrato vicente elle linlu direito a en-
trega do Ihealro desde o dia 1.- de maio, quando so
apresenta.se com a sua companhia antea disso, nao
ha olmgarao alguma da parte do governo de Ihe eu-
irecar o Iheatru e lantu he assim que elle mesmo re-
coubeceu isso quandu no ..mu passado requereu a
sta assemblea a enlrega da chave seos uleosis ; de
forma que Lucei nao poe duvida sobre estas causas t
so o nobre depulado ou alguem he que esta' fazendo-
as apparerer. I.ucci confessa ludo isso, o anno passa-
do disso elle ou quero a casa com lodos os seus
uleucis paia lucrar alguma cousa com isto, dar bai-
les, alugar as ruupas etc.. nos indefenmus esse pedi-
do, lugo u que se segu be que elle recouheceu que
nAo Hulla direito, e a visla disso o governo tem da-
que o einpre/.ano i.ucri pedio a chave c entrega do "o o ibe/im nlo ni para as represeutares regulares
Ihealro; digne-se, polt, V. Ext. mandar-me a pe- *l companhia do Sr. Jle Caelano, mas tamhem pa-
licio delle para eu a ler publicamente.
t> Sr. V. de I.acerda : Se pedio foi como acci-
dente.
O Sr. P. Baplisla : Vejamos se pedio, ou nAo
l a peiicAo. Eis-aqui : esta' lirada toda a duvida
O S/\ II. de I.acerda : Nao eslou tal: posio
dar-Ib* apartes.
(' Sr. P. Baplisla : Pois eu evito loda a occa-
siao de Ib'os dar.
O Sr. II. de Laceran : cima de ludo isto esta
o meu dever. ,
O Sr. P. Ilaplisia : Pelo menos devera' respei-
j.i esta eslabelecido, e livre de quilquer un- tar a posirAo moderada em que me lcu|io rollocado.
O Sr. II. del.acerda : lia ju-Uineule o que o
nobre depulalo nao lem feito a meu respeilo.
' Sr. P. llaplista : Sr. presi ente, eo disse
O
tenho bastante prudencia para miu eSsegarar publi-
camente aquillo qoe ignoro.
" Sr. II. de I.acerda : Pedio accidentalmente.
U Sr. /'. Hapttsta : E pens ale que o hornera
precisa de cerlo lino que nem lodos lem para et-
con ler a sua ignorancia.
(' .r. /,'. de .acerda : lato be verdade.
O Sr. /'. Baptitla : Se, pois, como vimos, l.uc-
ii, i.lin da prorng.ir.o do prazo, pede lamhem a en-
trega dn ihealro, oesls segunda parle a ladeforlmen.
11 levo de ser motivado, alim de nao licar exposto a
diversas ialerpretncoes.
boas obras e nobre pelas suas virtudes V. quandu
V. S. disse a osea mli qoe ama distraern poderosa,
acabarmus uom isso; esse papel falica-me essa pnmeiras desconfiancas vollaram-lhe com mais for-
mascara peta rae, essa menina irnla-me ; entes I ct ; elle peaelroa cora ura olhar o coraiAo da mar-
qoero .epultar-me vivo nesle mosleiro. mide n.lo se-1 qoeza, disse a si com secreta amargura, que ella nlo
re obrigado a engaar a nincuein, e onde ouvirei | recuarta dianle de nada para salvar o Blhu ; mas re-
dizer Indas as niauliAas: irmao, lerabra-le de que i salven ao mesmo lempo acantelar-sa, e ser He viai.
has de inn" .- -
Obi Raoul nao leus piedade daquelles qoe
te amara .'
Aquelles que me amara! cnnlinuoo o man-
anle em seu amur para com a liiha quanlo a mar
qneza eia intrpida em sua ternura para coro
Ranul.
NAo preeisou de moila sagacidade para perceber
_ V, -----.......... ---- ----------- -<> -n-m.i.i,i.ir raa inii'IICI
cebo eiaiiando-se, desses quero lugu, minha mai, oa estragos qoe fuera na alma para e amorosa de Su-
logir para sempre Oue son para elles .' uma vir- zana um senlimenlo lano mais perianto, porque ella
luna e um alaba ; elles me entristecen! com su
ja pie-
dade, eu osalllijo enm ananas tristezas ; lurnoj-os a
meu pezar cmplices des-a lgubre comedia que se
representa a meo lado ; pi.r isso tiles ran-ara-se
inevemrule. e lem razao ; IiAo posso acensa-ios nem
lamenla-los !
Premune ando estas ultimas palavras, Itooiil den
alguns pastos para a porta da Carluxa ; a raarque-
za Inuca de desespero, olivo-te para Snzanna, a
qual dorante e.a scena guardara o silencio. A li-
dio, pallilivoi, e da encontrar tmenla phanlasmas I Illa do doulor esfor^ava-se em va para reler as la-
implacaveis Para qoem esla cundemnado como eo grimas.qne corriara-lbe pelo paludo seinblanle : sua
nilo ha melbor asylo do que am claustro como esle ;! allito.te exprima tanta dor e tanla anguslia que a
ao menos a murle aqu nos aclia bem disposlos ; so- j raarqueza de Aiirebonne leve uraa revelarao repen-
mente nos resta passar do repouso e dosiltnco de um "na. Sem dizer-lhe uma palavra, ella moslrou Ihe
da para o elerno silencio o o eterna repouso
Mas eu, la infeliz mfii nao me levasem cun-
ta '.' que sera de mim
= E qoe sera daV me. no dia em que liver de re-
colber meu ultimo suspiro, da laucar a ultima co-
bertura sobre minha cabera, de ouvir a allima pa de
Ierra calur lentamente sobro meu fretro NAo be acerillo lio delicioso, a essa physionomia encanta-
de um lilho vivo que a separo, he de um moribun-
da, cujaaconia inevilavel apro\ima-se a cada hora !
Nao a privo de um prazer. livro-a de uma angus-
lia !.. Ao menos a sombra desle claustro, esla
parede que ha de separar-me dn mundu e de \ me.
Ihe eucobru i i us progressos desla duenda lernvel
que me foi legada cum o sangue Nao vera' pesar
sobre mim de semana era semana essa heranrn fu
nata, e oo da em que ludo acabar, Vmc. olo sa-
bara !. podera crer que eslou anda ajeethado to-
bra essas pedras, quandu cslarei ja' deilado debauo
deltas !
Apezar de toda a sua energa.a muqueza de An-
relionne eslava abilida, e murmurava com voz ex-
lincta :
__ Raoul! Raoul! nAo fari.ns isso aa tOobeasM
q'oanlo he padecido por li Desde o ten aatcimtn-
to a tua alma he a minha, vivo de la vida, e ne-
nhaina das dare que le IiAo dilacerado o coraran,lem
deixalo de dilacerar tambera o men Ah I tenho
I alendo mallo, e mereco er poupada. Oque me
dizei Dan he possivel. n.lo he possivel que le separes
._ porqu
ignorava-lhe o alcance.a nalureza e|o pengo. Sem o
saber fura allrahida pelo que havia de exlraordina-
rm na posiclo de Raoul o qual era au mesmu lempo
b-llo como um heme de romaure e nteresunle co-
mo um doenle. reuna em sua pessoa os prestigios
da vida e os privilegios da morte, em uma palavra
era digno de ser amado no momento em que pareca
anida ser aumente lastimado. A-sim aiieus a alegra
deSutaiuia, adeua a bella serenidade, que pintava-
se em seus olhos e.uno um raio desse ceu, como ura
rellexo desse mar !
Suas rcet cavavam-se, seus olhos eafirravam-se
em vao para nccullar os vestigios das lagrimas : por-
que ehorava '.' ella mo a sabia ; mas seu pai sabia,
e eiperimeulava por isso um sollrimculo bornvcl
mistralo de reseiilimenlu e de colera. Pela pri-
meira vez esse hornera lao simples e Uo hora senlio
entrar-Ule no ceracto alguma coat que asiemelha-
vr-ae an odio. Como ja distemos, Suzanua era seu
nico bem, soa nica alegra, viiivu e pai quasi ao
mesma lempo amara a iilh.i pela felicidade|que Ihe re-
curdava. Filie a vio erescer a seu lado ornar-iecada dia
de lima nova grara, erescer em belleza e era innrida-
de, bem como essas plaas que recompensan) os cui-
I dados com magnificencias c perfumes, focar no re-
pouso de Snaanna era tocar-Ihe na parle mais mli
ma de ina exislencia, nana libra He viva e IAo pres.
les a veiler sangue, qae todos irazem era si. e qua
Pois bein \ mes. a-sim o querein, obedero... nao pode ser urde-la la sem rasgar ludo. As vezes
Porem nao rae rieiiea aqu mais um momento I., .la irritar lo ea dar do doulor Assaudri vollavam-te Con-
eu nao lena mais forra fiara relirar-me Ira -ni propria pessoa e eul.o aecusava-se de cegneira
Trouxeram-se ns cavallos, e em quanlo Itanol
montara, raarqueza eliegau-s* a Suzaima, e mar-
ninruii-lhe aa ouvido aperlaudu-llie a mao :
u lilho com arsupplicanle.
EulAu Suzanua adianluii-ss tmidamente
Raoul e dis'e-ltie rom voz liemula :
Seuhur Itaoul. que Ihe Otemos mis para
sar-lhe lao grande desgoslo '.'
Fura mislei ser de marmore para resistir
liara
dora, a qual urna emnrAo casia e comida dava an-
da nova grara. Kaoul parou repentinamente, e li-
rn um in-laule uimnvrl, ne olhos ardenlemenle fi-
los sobra Sazaana, como para couhecer a senlimenlo
que e'la acabava de Iralur por essas palavras ; de-
pnis vnllnu. e disse em ton: quasi feroz :
de negligencia, pergunlava a si mesmu como nAo
previra que recommendar a uiarqu te que dnlrahSM
a todo o prero o Gibo al qna livetsa pas-ado os an-
uos lalaes, era deaignar-lhe anlecipadameula e.se
inuri, que aohava-aa a uian assaz cariosa e assaz
'II
Obrisada, minha lha !
Cnlretan'.n a raarqueza de Anrebonne nao linha
diegado ao lira de seus sustos. C mo se se arre-
psadette de ler cedido aos reos de Sozanna, Raoul
penat manan laneno u r vallo a lo lo o galope no
raminho eslreilo que co-leava a trrente e o preci- i e para a inAi, lirava desarinailo, Uu Instes
pirio. As duas malheres deram uin cril < de lerror
vendo-e soapento sobre o abyamo,aaaalf era sua car-
reira Turiosa es.a |mha branca que deenliava-e ao
longe-ubre a aarad. .|,.a rchelos. Incapaz re do-
'a.
un
criado, e vollava de noite lombria, abatido tacitur-
no, iudillerenle a Tadiga do ravallo que Vioha esba-
Torido e roberlo de escuina. A inarqueza de Aore-
bunne e'tava desesperada ea dor de Suzanua, mais
silenciosa e mais coulida, refledia de dia por dia co-
mo era ura espelbo mu fiel na alma e uo semblan-
te do pai.
I ni dia a ausencia de Ranal prolongou-se mais do
cosame ; ao pnr do sol rebenlara nina dessas tem-
pestades violentas, qoe assignalam no meio-dia a
desigual temperatura de abril. Desda muito lempo
as barras dos pescadores expedidas do largo pelo ven-
to e pela chuva, tinham-te refugiado ao loago da
praia. Tediando as velas ja' ralas. Alguna cainpone-
zes da viziuhaura do Almenare, que trahalhavam na
planicie, haviam voliado precipitadamente e mullo
afollado*, gritando qoe o Gapeaux Iransborilava, e
que a passacein seria mili perigosa desde > anoilerer.
A inquielarao da raarqueza de Aurebunne, aempre
mu viva, quandu Itaoul s.hia ni, chegara desla vez
ao seu cumulo, porque ella sabia que os pasteioa do
lilho excediam ordiiiariaineiile o cuno do Gapeaux,
e estendiara-se at a eslreraldade dot ales de Sau-
vebelle ; aaa conslemarAo era tilo proTiimla, que o
propria doulor della leria lido piedade, se nao con-
centrasse aua alientan sobre Suzanua, l.io paluda e
lao agitada quanlo a marqueza. Emfun quando un.
vio-te an longe o calope de um ravallo, as duas mo-
Hieres levanlaram-se ao meanio lempo, um mesmo
relmpago brilhou-lhea nos olhos, e pouco faltan para
que se lanrassem nos bracoi uma da unir, quando
Raoul appareceu -obre o lumiar.
Ah! ja' veos emfi.-n rxclamnu a marqueza
com arde reprebentao, misturado de uma alegra
fohril,
Sozanna nao disse nada ; recabio em seu astalo,
e o rub ir suinlo que Ihe reanimara um instante as fa-
ces, de-appareceu para ceder u lugar a' b ira pallidez
que se ihe tornara habitual. #
Nesse mmenlo o doolor Assaudri rollocoti-se en-
tre a lilho e a marqueza. e disse em meia voz cora
ura tom de autoridade,qoe esla n.o Ihe conliecia :
Senhora marqueza, p le coneader-ma amanilla
um quarlo de hura de audiencia '.'
A marqueza de Anrehoiine encarou-o liraiemenl,f
e depois lae m a visla sobre Suzanna. Coinprehen
aineara, uma pessoa que deparare aos meus olhoa ura ...........nlo paitonade poderla salvar o lilho a-
os iie \ Ese.!... Sal>. de quera quero fallar Ihe ? : jodsndo-o a Inumptiar dos phantatmaa que o perae-
Sozanna murmnron a marqueza. gueni, a esceder o momelo, alm do qual nao v
Sira, Suzaiini, minha fllha nica, assim como I nsais do que am lmalo quando apoiada era aeu
Mr. itaoui be o flllio nico de V. Etc. ; uztnna, eontelho ella laneon a villa aobre
meo b-m e meu milco amor, a-sira romo .Mr. pela sua belleza c pela sua grar
Imada para essa obra d
uma mora que
l'ie paraeia predes-
alvaro, tappoi que es-a
uin (ue he iiiulher honesta, e que nunca fez mal a
mngaem, que hospedoo-se era sua casa, e qae as-
seniuu-se a ma mesa, esperara, combinara, caleula-
a para que ninguem quizesse mais raorrer depois deu ludo, e disse ao doulor com dianidade afTecluuta
ais.m de mim lepenlin-menle sera preparara,., sem ,r,13r sa lnqB,tatf mIrqileza acouioo violen-
raol.vo. de mim que nunca le de.xei, e que ...u loa lamente o sen cavat'l,,, e. tai,\t,\ p|', cum lal ra-
ma, 1 Oh! d,ze-m. que era um grac.jo, ura pi,, nue Prl, ,,,,, al-anrou quasi o de
gracej.-. rroel, .braSa-ine, relircmo-no. |,,u, ,,, qu,, hJn ( a S||rpr,;4 e e,fI._
HaV tai" apante Vmc. lem padecido! lomea I rmenlo da marqueza qoanio an tthir desae detfl-
Raoul coi.T indizivel amargura: ah : para s.he-lo : ladeiro perigoso, e tranqoll sada a respeilo do filil.
nflo me foi ,Yeeho ma do que consultar meus pro-1 vio Suzanna, a qji.l a seguir de lao pertu que ga-
prio eoffrime.ntos. Julga ler-me engaado uma su lopava a leu lado !
vez ? cuida q>>e eu tetina sido illadido um s.i mu- | IV
(Vid. Diario a. .'08.)
Vollando pira a casa do Almanare,nossos palea-
dores abi acbaram ao doutor Astaudri. O suor Hits
lela vislo !
lodavia.quando o doulordirigia os olhos para Itaoul
acha.
va. O episo lio da Carluxa que pareca dever pro*
dnzr nina explicarao u aproximar esses corarnes,
que padeciam. acabara pelo Contrario de enlrisl'ere-
los e ds desum-l... Itaoul rumprebendera m-lhor do
qae Suzanna a nadir, la do teallrnanlo qne os alira-
e Id-le
Eu Ih'o ia pedir.
Na manilla seguinie o doutor bateo a' portada
marqueza, a qual eslava prompla e o eaperava.
Senhora, Ihe disse elle, eu a felicilo : aeis me-
zes sAo passaiins desde a sus chegula a Iheres, e a
aaude de eu lilho nAo ahalou-se um mstani'e. Creio
qoe posso n-pelir-llie boje com man seguranza o que
h'a um para o nutra, e ficarv assuslado como de u- ,i,e a huir de dizer-lhe desde u primeiro dia ; elle
ma nova desgraca, que vinha levar ao cumulo a seu : '>" tara' a doenea que receia e que V. Exc. tanto
infortunio. NAo conhecia anida a amor, pon'-in disse-1 teme.
ra innilas vezes a ai me.rao. se Ihe acunletes-e amar I Em qualquer outro niiimenio uma .letl.irar.in IAo
durante o pooco lempo qoe jalgava ler de villa, an- potiliva lena enclu lo de alecria a inarqueza de Au-
I" quererla tePar leu curadlo e s0a bocea d i que rebunne ; porm havia na atlilade e no lora do dou-
Iraliir seu secredo. e associar a um desuno joven c lor Assaudri alguma coosa qoe provava que elle no
risonho seo breve e Iri-te dattinn.
Por isso depoil da acna de Monrieux, na qual
deixaia as duas compaulieirasadeviuharem o imperio
viera rnenle para Iranquillisa-la. Ella guardn o
silencio, e o doulor coutiuuou
Kaool be seu nnlco bein e sen muro amor. Ha seis
meces a' sua chegada Suzanna vtvia contente e tran-
quilla. Baalava v-la para ler em sua Trunle a paz
e a innocencia de sua alma. Inclinado sobre essa
alma escolente como sobre tuna agua lmpida, eu ra..... o que'.' uma seducrAo vulger, um naraoru de
nao va passar oulra unagem atlo a da -eu anjo d. [alguns mezes para distralnr e oceupar o liihu,. ..
guarda qae Ihe torda como a uma irmfla. Agora I Ol! senhor, tu o |ulgava mais jusio e mais pera.
essa Telicidade esta' distrada, ese repuu.su perlur- picaz !
Indo para sempre ; esta alma pura lula com uma N.ii live raz.io, senhora..... perdoe-me, balbu>
doenra descoiihernla que a consom e a devora..... ciava o dootor allonilu.
sabe porque, senhora marqueza i Essa.posicAo easa riqueza lornou a marque-
aorque ama a Itaoul, responden a marqueza de Anrebonne com uma esiecie de violencia ;
de Aurebonne- sen. hesilaclo. aborrero eu as detesto! Essa heranca de di-
Ah sabia isso, en,rara lornou o iloulur ani- h -iro e de pergamii.bos he lambem uma heranca
maudo-te: ja o tiubt previsto, deteado, elnlves de'merle; este sangue que faz a Itaoul rice no-
esperadi. lulo ein.eiisalo q,e suu poi n.lo le-lo a- bre ha lambem am sangue i|ue mata!... Heais
devuibado ...... lira mim i. medir,, absorveu por um que so o eu urna m.ii ; conservar meu lilho he lu-
momenlo o pai; tmente vi urna mulber alicla do para mim, o resto pooco me importa! Seja Raoul
que metlrava-raa o lilho, rogando-me que o salvas, feliz, um amor comparlilhadu o ajode a esperar e a
se ; dIMe-lhe, o que he verdade, que a unagiiiarao : viver, nlo pero nada mais.... V. S. nao cio que
desse blhu eslava mais dotle du que o corpo, que ; SOa fllha me p.irecesse digna de casir com o Ineu
coiivinba ditlrahi-lo de suas ideas sinislras, e que j blbo'.'... Ah a allima rapariga do povo, comanlo
ron.egiiuido-s,- faze-lo passar o vigcsiino quarlo an- | que To-se honesta, se llaoul a amasse, se m'a pe-
ni, que elle cuideva nlo poder exceder, e-s muro disse, se desposanda-a recobraste a seguranra e o
liraria salvo..... Lina dislrarr.o por ventura ha repou-n. eu a amara, a abeuruaria, a servira de
alguma mala lorie e mal agr. lavel du que um na- Juelhus !
mero cum a Olha desse mlico,que habitova debaixo V e-la lincuagem lio expressiva e Uta irresi-livel
do mesmo celo, e era ol.rigada a estar em continuo uu.....,A mu natural alravessuu o espirito perlur-
contacto con. seos hospedes? Que importavam en-, hado do doulor, o qual disse:
!iu_"5',",""' a '"'"" e ,v"'.-""'";'. ""'C.a Aqu,l-l Assim o creio, senhora marqueza ; mas ca-
ra as coinpanlnas daqui, roucerlus, etc.. o que quer
Luce! agora Elle qu? rerunhece nao ler direito ao
Ihealro cumo mesmo confes-,,, e vendo que se no I.-
de maio alo apresunlou cumpanhia esta' aoje,lo a
mulla, pede a perusacao do prazo ea chave dn Ihea-
Im, pedida queja nos indef"rimos quando faflava
menos lempo, quando Ble f.illavam 20 mezes para
comecarem as represenlaces ; de sorle que elle ago-
ra, quer dous ravores, quer nao sii a prorogacao do
prazo cuino a entrega da chave do Ihealro desde ja.
lmenlo rae com isto, dizendo ao nobre depolado
que nlo sei se sera' boa pralica de, levar a queslAo
para oulro lado, Tazendo subresahir a pobreza do
contraanle, o ser elle eitrangeiro, sua pouca impor-
tancia etc.
(' .Sr. Presidente : A discussao lica adiada pela
bera.
lo que poda causar .i perda de mlpha lilha, pdl.
salvar o fiho de V. Exc. ; nlo era miater oulro pre-
texta a nutra escuta .... Oh! senhora marque/,,!
son ura pobre medico da al lea, mas nao quizera ler
felo isso por lodo o esplendor de sua pusirao, pur
lo la a immensidade de sua riqueza !
Oh respondeu a marqueza, quem Ihe diz
que essa riq,,e/a ees-, posicao ,ejain um obstculo
enlie Itaoul e Suzanna '.'
Pronunciou estas palavras cora ar i.o simules e l.i i
nobre.quc o iloulor aenliu-se a seu turno dominado,
e calou-se,
Vossa senhoria juica me euio mui desprezi-
ve| .' cootin.....i ella. Senda o melhor, n mais leal
los homeus, jiUgou-me c.paz de sernelhanlt infa-
mia Ah entretanto era digm
me nteirameule Nao Ih'o disse ,M,
da'! lia vinle e tres annot, desde que Raoul exis-
te e-i,,u incessantemente d imfna a pelo mesma n, n-
sainenln, pelo mesmo rece : vejo--tu re !;- i
entre Ranul e mim, como uini cambra de tolo, a
leiiibranra do pai, do av, de toda easa linhaaem
Tuoebre que parece cbama-lu do fundo do tmulo...
le esae u sunpl.cio dd meus di s, n espectro de mi-
nhas noitea, e esae perpetuo terror lm-so mlurad
IAo bm cora a minha ternura materna, que n.lo pos-
ee mais separa-las. E rinda V. S. que no meio des-
las anguillas, que silo loda a minha alma, e luda a
minha vida, pule haver lugar para as prenecopteijea
ordinaria de nasrimento e d riqoeza '.' Coida que
essa mli, que perguma a si in-sma cada da e cada
uoile-e aslvarl ou perder oli.l.o, interetaa.se mm-
tu por saber se ha de casa-lo cora uma moca nobre
lao
Ah siin, lornou ella inlerrora,endu-o,coin do-
. torosa precipitaran, sei o que V. S. lem o direito de
! dizer-me : vi-lo que n.o lia iieiihum ubetacolo en-
tre Itiuiil e Suzanna, poique nao per para ineu fi-
fi" a man de sua lilh.i.nue mo me seria recusada'?..
! Era isso o que ializer-ine '
Sun, senhora, responden o doutor liimda-
mente.
i era razio, e cu devia lar-Iba confiado mais ce-
lo a ii -va ilr que me dilacera...
He que Rauul n.o ama a Suzanna?
Ama-, i I la a sua alma, ania-a enm um
que me i--u-ta, lem-lhe um anuir cpaivun,.-
ilo e prul'uu ln, qual devia experimentar uma na- nreza.
Oh! lian o adevinha, senhor'.' Raoo! julga-se
destinado a morrer dentro de um anno, daqui ale
la dispe-se a vner penivelinenle comando os mi-
nulns B as horas; elle se aecusaria de eguismo c de
vileza se tentaste ligar ao sen corarAo abatido essa
cnracAo radiante de esperanca e de mocidade, tancar
anticipadamente as sombras de sua agona sobre es-
sa vida que comer fresca e bella como a prima-
vera !
V. Exc. nao me engaa'.' disse o doulor As-
saudri litando sobre a marqueza seu olhar peue-
tranie.
Nunca enganei, resjiondeu ella.
Entlo, sciibura, lornou o dnotor ajeen n aceril-
lo de .(olorosa piedade, eo que vinha aerasa-la devo
lalisma-la; V. Ese. he mala inreliz do qae eu, e
podemos etlnder-nut mutuamente a mo....
Purque? porguntuu a marqueza.
Smi, ronli.....>u elle, te seo Olno ainda menoi
preorrepado qua V Exc. das ideas de nesciraenlu e
le riqueza, extremosamente enamorado de Suzanna,
qoasi cerlo de ser amado, e de nao encontrar ne-
nhum obstculo nem della nem de V. Exc. uem de
uiiin, lula cum esse amur, e repelle essa felicnlade -
se esla' dominado pela sua imaginadlo, e lao per-
suadido de -cu i'.ui prximo que impCe silencio ao
.eu corafio, e anles quer padecer du que deixar-se
ser lahz, enlio o mal he mullo maior do que eu cui-
dava ; be irreparavel...
E elle morrera', nao h verdade '.' exclamou a
marqueza com loda a energa do desespero.
Slm, elle moriera'... nao da dnenra de que jul-
ga ler u germen, mas dessa duenda extraord.narit
invslerid.sa, que produzein por lini as imaginarle
ofTendidat. Marasmo ou loucura. languidez ou idea
lit.,, qualqoer qae teja o noma que demos a eua
dispo.icao ftltl, nem-uo ra/.ao ntin sua vida pode-
rAo resislir-lhe...
A I. he o mesmo que Y. S. linha-me dilo no
primeiro da em qoe Tallei-lbe de Raool murmu-
j ron a marqaeza, cojos olhos seceos e ardeoles reve-
', lavam uma anguilla asausladora.
Sira, sei.hora, eolio eu linha esperanza, agora
nao a lenho mais : nao conheco remedio contra es-
sa doeura.
Mas ,-n conheco um exclamou a marqueza,
cojo seminante iI!minou-se com urna claridade re-
ii-nliii! ao me,mi lempo radiosa e lerrivel.
x Exc. i disse o doutor no cumulo da aur-
Mis ao lado disse moco que, julga se coaJim- erica, ou cora a fihn de ura medico rico pelas suas
le cmpri-honder- | turza juven e fine por multo l, ipo comprimida:
seus pruprius -lor;us para lu>.*,r con. es-e an:r a f -
zeui entrar mais profonilameule em sua alma, bem
cuino as sellas que u lelu fer. lo sent penetrar
m.ii- a proporriln (pie as saco le. Por'in a nica de
Tai i -te .uno'.o de Suzanna, da oblr della orna ron-
lisaao, de detpota-la latve, a'saaia;a Itaoul como
uma desarara e romo mu crime. Viole vr/es du-
rante e-ie- ultimas lempos leniei Taze-lu Tallar, pro-
vocar nina confl leneia, in inzi-lo a pedir-me um
consenlimenio que ja se manlfesla em meu* elbot,
em iniiiba conjut.i, em minha lingnaaam : viole
ve/es fui repellla pur e-ae senlimenlo funesto, por
e-se inli'xivel pensamenlo que Raoul oppoe ao
amor, esperanca, a lelirida le, e qne resiste a lu-
do, mesmo aos m-us rogos, m-anin ao solo do sea
ro'acao, mesmo a belle.a le Suzanua !.. .
E qual he e-se pensamenlo'.' mlerroinpeu com
susto u doutor, que ja. ua j coiupieliendia ticui, I
-a-Sim, eo, loraon ella nm tiallacle crescenle ;
io para isto he misler qae Sozanna a V. S. me
d ixem so... s rom Ranul ; be milter |ue nao pus-
san ver-nos nem oaVir-oot, emquanlo eu Ihe fallar ;
he misler que estas paredes, esta casi, osles objeclos
sotToquem o que v,m dizer ;e cu que vou fallar qui-
zera po le, extingoir au pronunna-Ias cada orna de
nimba* palavra-.ou murrer depois de te-las pronun-
eiado ... Rvlire-se, doolor, va rom Suzanna ea
perar-not no Jardtm. lxo"na minha reiotorAo o
lampo de sacular e de esmorecer ola ha ui mo-
iii-nlu a perder se n.lo quer que minha coragem se
acabe ante, de minha obra e*lar cousummads !....
O doulor eealeaaplaa-a um matante com ar de du-
vida e de inqnietacAo. como se receas-e que essa se-
rie de provarr.es Ihe houvesse alterado a razAo. De-
pois sabio tmanteme, e ouvio-se u rumor de seus
passus na escada. .
i. CoNtinuar-se-na. )
MUTiiTfiDxT

:
ILEGIVEL
.


3
I
O Sr. Manuel Cacalennti (>, le que seja dado pa-
la or.lem .lu dia o orejelo obre culunisac.au.
O Sr. Presidente .1 esla' dado.
O .Sr. \lawirl Cacalcanti peda tanla pilcar conveniente,
" >r. P. Baplisla pede urgencia para se ollimar
a dncussau da parecer de que ha pouco f.illou.
Consulta-.. c,.H ,. tn .i*--.i*- pela allirmaliva.
O .Sr. /'. Ilaplitta : Pijii a palavra.
U Sr. Prndente lem a p.lavra o Sr. Paota Itap-
tiala.
O Sr. />. Baptitta : Sr. presidente, julgo con-
veniente, que ola u.guciu a decida hoja masillo,
nao conlinae a ser demorado.
OSr. Presidente : Nao pude Mr daridido, por
que licuu adiado pela hora, s.lvo se pedir urgencia.
O Sr. P. Baptitta: Requeiro que V. xc. con
sulla a caa sobre a urgencia.
Ja disse, e repitu, que pens que o parecer da
eouimissao deve ser,molivado na aua segunda parle.
declarando-,e quaao preaidema da proviucla lie que
0 peticionan devera' dirigir-*, tata que pede i
eieeufllo de eon lices estipuladas ande elle e o go
verno provirici,! .
O Sr. paminondas de Mello : Ja esta' sobre
a masa urna emenda miada aja>l seulidn.
t .Sr. P. Baplisla : Bem aatra convencido do
que ala emeuda sera' appiovada, pon que a DMKHla
dos Tolos n3u exprimir' indipu>i(oei contra Local
e naro contra alguem.
Devo dar orna pequea respnsla ao senhor secun-
do secretario, emiiora a d cunslrangldu e impedido
por eunslaules pruv.noc-.
Estoo bem cario, como ilisse o Sr. riepuiade, que
1 ininha amnade n.i o honra, e uem o deshonra ;
he por le.o meanio que l|ie pego, que, visto nao que-
rer respeilar-me, ao menos se esqueja de mim lano
quauto eu me esquejo de S. S. : de ininha parle de-
claro-llie que u3u sel se algum desinfectante ou ab-
sorbente puderosso o coiisumiu, o cerlo he que, em-
bura me digam que o seuhor depuladu esla' na casa,
e ou{a as suas vuze, eu o procoro por todas as par-
lea com o* olhos, e nao o descubro, nem o enxergo.
O Sr. B. de Lacerda : Agradoo-me inuiio a
resposla : he potica.
O Sr.Manoel Cacalcanti : Ella precisa da de-
senvotvinienln.
O Sr. P. Baplisla : Tenlio concluido. .
Encerrada a discussao he approvada a emenda.
O Sr. Presidente dando os motivo porque se jul-
gasa ubrigado a ter em discussao o projeclo que au-
gmenta os veuciinentos dos empregados proviuciaes,
declara, que como havia observado que.prelendia-se
calculadamente prolelar a sua votarlo, e ibe consta-
va aleen dislo que utu Sr. depulado em um discurso
qoe proferto linha-o cou.ideradu respunnvel pelu
adiamenlo de oulros prejeclos por causa des, dis-
cussao resolver consultar a casa se queria qoe ella
eooliouasse, afim de arredar de si esla responsabili-
daile.
t fr. Manoel Cacalcanti:Se a casa he of-
fr.ga o Sr. presidente lamben) o he nesla ques-
lao, ae a casa he eolTrega u Sr. prndenle anida o he
mala so (Trago, mullo mais do que a casa, que assim
fot qualificada.
' Sr. Presidente :Ja tenho dilo ao nobre de-
potado que obedezo a decisau da casa, quero lirar
de subte mnn a respomahilidade de imputar-s
delta ordena, nao quero que se diga que eu prolelo
dlsaussao de materias importantes para so alten-
der ao projeclo n. ti.
O Sr. Paula Baplisla eipende aleumas eonside-
rae;ee em sustentado do procedimenlo da masa,
ledenle* a provar a regularidade desse proced-
manto, (^potados.;
O Sr. Lpamiuondas de Mello declara ceder da
Raii,,,r",.por '"*" "sue 1 """a dizar foi dito pelo
.srflr. Paula Baplisla.
O Sr. Presdeme :Os senhore que antendem
qoe deve continuar a discussao 'lu pioieclo n. II,
queiram levantar-se.
A casa decide pea allirmativa.
Kequeiro urgencia para se diseutir o proierto
sobre eolonis*c3u.Manuel Cavalcanli.
O Sr. Munuel Cacalcanti diz que tem dado pro-
vas de qoe deseja qoe a Casa e o Sr. pce-uleuta mar-
chen) com (oda a regularidade, potcm qoe eil no
seo direito insisltndo uo requeriineulo que acaba de
faaer.
Declara qne nao fet increpacoes ao Sr. presidente
da casa, nem a nniguem, e que apenas tem por lito
repetir o requerinjeulo que Ui em ama das sessocs
passadas, porque apelar da deriso da casa, julga o
projeclo de qu. |r>u o sen roquenmenlo mais ur-
gema do que u de n. II.
\i o orador que uouve urna sesso secrela obre
objeclo temelhaule ao qoe elle pede para ser discu-
tido, porem que as dpitnOes nea occassao expen-
didas o,ni podem ser conhacidas e qoe elle julga con-
veniente que semelhante maleiia se discuta publi-
camente, mesmo porqoe se fasetn julios Itinerarios
a respeito do que se passou ne>.a sessao, e convelo
qoe o publicu forme um joizo seguro sobre a opi-
uiaoda casa a lal respeito.
Julgo conveniente qoe se Irale ao menos em pri-
meira diseussao do. projeclo de colouisatio objeclo
de mieres-c. muito superior a me-quinlia urgencia
que acaba de ser approvada pela casa.
Crusando-se diversos apartes o orador diz que leu-
do qualificado de sulTiaga a casa, i,.o aulonsa a
qualilicar de msqumba a urgencia, porque com ella
se trata de propor o inleresse particular ao publico,
porque cura quanto o iuleree publico coinprehenda
o particular em grande escala, todava urna medida
parcial seolo po la considerar de iuleresie publicu
lal como o projeclo da augmento de ordenados, pro-
jeclo que ossrusdefensoies nao queretr. discutir, ap-
pelaodo smeule para a votuc.1,. cerrada, haveudo a
palavra de ordejn dada pura nao responder as im-
pagna(5es fellas a ee projeclo.
.Ilgwu Sr*. Deputados em uparles dizem ler ius-
tinrado as -u.is emendas.
O Sr. Francisco Joao : ( Daremos em oolro nu-
mero. )
Vai a" nica eapoia-se o segninle aditamento ;
te Loro depois de concluida a segunda discussao
do projeclo n. II. Francisco Joo.
Posto a votos o requeiiineul. e sea adilamento
sao rejeila io.
Prossegoe a discatsao do projeclo o. 11.
(O Sr. presidente dena a cadeira que he oceupa-
da pelo Sr. segoiido secretario inletiiii.
Vai s mesa o seguinte requerimeiilo :
Kequeiro que so se vol por occasiao do artigo
r as emendis relativas aus ord-uados da thesoura-
ria provincial e obras poblica., sem fallar nos enge-
nheiros, ficaudu os oulros para us arligos a que ss
referirem.Souzn Caivalho.ii
0 Sr. Meira Ilenriques: Daremos em oulro
numero. )
Sr. Presidente : Declara que a discussao Tica
adiada pela hora.
Reinctie-se a me o segainle reqaerimenlo :
> Kequeiro urgencia para se continuar na segunda
diacussao do projeclo al sua coucluso.- Epami-
nondas de Mello.u
O Sr. Francisco lorio oppoe-se ao requerimen-
lo de urgencia.
O Sr. B. de Lacerda ,i- secretario : Ku me op-
poiiho a urgencia, e declaru-que se eu podesse pro-
lelar a discussao tenho toda a franqueza de dizela
prul'lava-a.porque me opponhn ao projeclo, e creiu
que he orna fntalidade a adoplaco dclle. Se recor-
rermos a vola^o ella passara', e assim qoal sera'- o
oeio de opposifAo'.'
Prolelat;a prollacao ncsle caso he um meio ne-
cesario de que o depulado deve socorrerse para op-
por-se a que o projerto que se discule seja volado.
Tem-se dito que ha da parle daquelles que se op-
pe ao projeclo desejo de prolelar, que a casa deve
reugir ; a discoasao d.i maiuna e urgaucia > a dis-
cussgo do projeclo he .urgencia antea da hora ur-
gencia depois da hora, purrogac/i-s, oigencia para
ludo, mas eu sinlo au ler o doui da prubsiilade in-
deferida para lomar iiilerminavel esta diseaaslo.
Scnhores, qunado eu lomci a lei que eslava em vigor urna especie de reaccao au
rlisperdicio dos dinheiros publico.
Um Sr. Depulado : Valha-rius n passado.
t Sr. B. de Lacerda: Mas, quando anlrei
nesla cas* ja dominava esse espinlo de cconomiu que
imiia cometadu de ISi'J para ca'; eu nolava is.o,
nolava queae liavia desenvolvido esse espirito dee-
conomia IsjMae 'lava lugar a alguna novus deputa-
dos e um Mies me lembro que at tem asseuio a-
Bura. dava lugar a dizer-se querem ludo para o mal-
lo nem ludo para a ngncullura porque uesie lempo
a economa era mais do que prolucii>a...
t'ma coz : Tambara havia escndalos.
O Sr. H. de Lacerua : Mas nao dominava isso
no espirito da assemblea. e quando paasava urna
de cSo e qua-i smpre urna rerla maiuria ou um poder
medio, que havia na assemblea se manifestava con-
tra ludo sempre e sempre.
Mas, Sr. presdeme, esle proco lmenlo conlinua-
do por nOiqonndo lomarnos assenlo em 1S-')i, tanto
que fui urmadus nelle, lirmados na ecunotuio dos co-
fres que a pretendo do lillio do nobre depulado
1 referindo-sc ao Sr. Florencio ) foi victima oelle e
oolras mullas pielencoea ainda menores, somenle
pelu principio de ecuuomia escrupulma e severa, bo-
te tem sido lado issj esqoecido, boje eu veja esse
espirito da economa lo m Iransloroado.
O Sr. Florencio : o nil|,re depulado sera' a
semine l,i dos colres, mas cu lainbem o sou.
O Sr. de Lacerda : A ptzar de eu nao que-
rer entrar em jogo de palas*, direi Uniavia
que enliualU no he aquelie que di,, por-
que assim eu seria senlinMIa. -o lu-hia u nobre de-
pulado giro qaalqiier, seiilinelU de aquella que
arda, qoe fez a obngacSo de seniinella, qoe se
manlam lirme no seu posl i. que tam lo la a franque-
za da dizer que a assemblea actualmente nao (em
nada de econmica...
0 Sr. >ou; Cariil/io : Ale boje entilo sii co-
lillero urna s. muidla, que lie o Sr. .Manuel Caval-
canli.
1 m Sr. Diputad', ; Musir os esbanjamenlos.
ra da provincia, retlro-me nao ao* agricultores lo-
o ordenado desie prolestor de desenlio, foi regeila la
orna emenda augmentando o ordenado do secretario
do Gymaaaio, na lerceira discussao foi ipproradu ;
o anuo passado foi regeilada uina prclen;o dos ein-
pregados da lliesouraria. em que p.diam aagmellto
de ordenado, e<(e auno foi ja approva.o em pn.nei- Ha bempouco lempo lral,iva-se d
ra iiiscussao e devera se ......n segunda, Irrceira, de um engenlio'cun os escravo. ; ero do iiilere'..
quar a e quiul, e mais mm se houve.a : Me aqu da dono .la proOr.eas.de que se separa.sem os es-
os raelo..., nobre. collega. .. do< ,, ue u,u, J^ de *ri_
i) Sr. /'. de tinta :(jraude economa 10 con- cultor... B
^ivtjftS'j i n ,Sr- M' CavalemH:Podaraaer ou nao ser,
O Sr. B. ile Licerda : Cingue a quanto clicsar. coufurme a* eireumsianein
o que he cario he, que a assemblea se.nprc regeilou (I Sr. /;. de Amia :EralB lien* de alsenles
assa, pre.encnes hn,e as aceita... ,) >. ,. rfe lllrrns ._ ,,, e ''e ;
/ m -sr. Depilado :-S4mpre negou a uns e den *r,..n b.nsde ausente, ; pi, bem, os i.ilere.sad*
a oulros. padiam a separaran ibis non....
'Tr. de Lacerda :-r.m. mas a,. tem n-1 cunceT; ^KS. ml?Zm*3Z
ne do Zs'm,? ,'!,',1,:"1! .Cr "" '"","' emnht "a i ,",ere,8" >" **">" "** ?n 'todi
ne no mesmn mudo, he ireo>o cunlessar. I eurp raifio 1 Ku couliiuiare
l i.u'ain-.e alguns a par le..
t Sr. II. de Lacerda:Mas, Srs., ea severa eco
DIARIO D8 PERNAM1IDC0 OI'ART\ PEA/ JS DE MAO DR 1A57
ele., pagassein um imposlu mus proporcional em
ni 11.,, ni luan .i.i.i. ..e, i----------- ......-=-.. pagassein iim imposto mal. proporciona em
I.rlm"na ^^ r,c\.Uu J da c "eS*" Cl_ e4''"'"' "' can" "*" <,r'e"c'' """ Bm minba
lecuvosoaa.riculliira da provincia. I.om um ejem-: emenda, eu tiecn licenca a rasa na ra r.ura.la e
po lo.nar-me-lie, mal, claro. sul-IHiM-lJ, ,J *,lr" rallM-U, a
fralava-se pnrlanio de arremaliran de laes hen,
e esse quem quer que seja dono dele, inleressava-
nnoi ,i.. ... r -. ----. .. --- '---...... ^-----*---j... .... nllv llrllr, iniercsava-
lav I i? ^ev,r,l'""'r""'''l"s core. publico-, em se em que a arrem,l-c,l (o-se em (oles, enliel.ulo
M mehw!!^.^0 .5f' *?"'" """"l'ara o Sr. ......islro na Juanea, resolveu que a bem da
o, ineliiurameiilos inaler.ae, de que ella lamo (teces- agrieollora, semelliantea heus deverlam s^r ar.ema-
-.,,^'^'d|,pi,^'??, '"'J* s" se ,,,u de "'loml.oar ao, lados cnglobadameale. V porlanto a casa que esla
einpregauos publico. ; inlerees que se referen) 'i- decisao. a M
m.nle ao Kec.r,.. Sr. .,,.. ,;,.,. :_En(ao 0 ,Mm rt, jlls.
"sr. I residente :O nobre depulado nao pode tica corl.ni Indas a, dividas ? I'araisseus sutior-
ai.rutir a materia como o el fa/enilo. dinados, pala inim u.lo.
O Sr, /(. de Lacerda :Vau concluir daqui con- O Sr. I. de Barres .O nobre depnlado nao me
ira a uigencia ; hxc. nao sabe dos meus recur- romprrlicnde. trago seinul iniile decisao como um
so, cosaqaaalo sejam iduiIu pequeo.. eteoaplo onde ve-,e. que u inicie.-. collerlivo de
Sla, Irata-sc de arranjar islo para os empraga los ama industria ha ama entidad, bem real, e que
publico,, Irala-se de alien.ler a essas prelein;.s le- pode eslar em contra p >sh;ao ao interese indivi lual
geilada*, esqoecido esse passado brllhante, esse pas- daquelles, que praiiram e'ssa industria, ou que po?-
sado de economa bem entendida... "uem inslriimeulo. della.
Vina loz :Fazia-se o memo. Iliziaeu. Sr. presidente, qa* era por amor da
\ ar. u. ae Lacerda : So se .illendia a cousas agnculluia que devia permanecer o imposto de
moito diminua., eulrelanlo provincia lucrou mui- !(U0\>.
lo, ii centro que he a imnor parle da provincia na- Senhores, he fura d. duvida, que quinto mais
da lucra com o que se pretende faz-r aclualmcnle, balsa for o preco dos escravo, mais conveniente ser
nada lucra com o. iiossjs actos deste aono. Eu di- para mma a;iicul(ura ; islo he iiicnuleslavel
re, Sr. presidente, que todo islo que acabo de di- hemos mais que no Kiu de Janeiro lemn, um ...
zar, me serve para argumentar contra a urgencia do pelidor extraordinario a respeito da comprados
projeclo, que nao lem n menor ciinlio de interene cravos...
real relativamente a pro.mcia toda, para argumen-, O Sr. M. Caralrantt : Temos ou tinhamos !
lar contra a urgencia, direi mais, mis Irabalh.nios Sr. /. de Barras :Temos. Qaa nes.e mer-
em virlude de uina prorogacao, u Sr. viee-prcnlcii- eado o preco du escravn ha excessivn.
le deve ler mostrado de alloma sorle o de-ojo de Uro, sendo assim, lego que a, portas da exporta-
que assemblea se mcerre, purque i*lo oi-via ter (8o estojar aqu rrauramenlo abertas, le fora de
um limite, essa prorogacao,leve por lim urna neces- duvi.ia que o precu do escravn nesla provincia, o
ida le reconhecida e palptame, qual he a do ore.- qual he quasi sempre inferior ao preei no Ido de
menlo, e .rnense a da lei do orcameulu, e te mis Janeiro, lia de equilibrarse, ha de nivelar-.e com
nos quizermu, aproveilar da prorogacao que nos he este. Nao concorda com i.lo o nobre depula lo
dada .rnenle para Iralar da fe do ornamento, para que lia pouco me deu um aparte'* Julgo que se-
arranjarmos negocio, desles.... i melliante resulladn ,era' inevilavei.
',, a H'"r"":'" '~Xrr*""* oio- Sr- Cacalcanti :Conforme"
II >r. Presidente:Vec, i a nobre deput.nln que | Sr. P. 4* l'.rila :Brgo *
selimileamaler.ad. quess trata, eu .ou forcado I O Sr. /. de Barra*:Ja v "a casa pelo qu l-
pelo regiment a e-tahelerer o ponto da queslao, e o \ nho exp-ndido, qual foi o motivo que leve a enm-
nonre aepulado nao pode ter fundamento de que,n)is.a.i para pugnar pela permanencia do imposto
esi.i argumentando para lirar a sua conclujau, nao \ de -M)o. imposto muilu ulil purqnetende a cunser-
pode lazer discursos tao grandes sobro a materia, var o. escravos aqai sempre mais baratos do que no
porque o que esla em discussao he a urgencia e nao Kio de Janeiro ; e se osa medida lem por lim
"..''..I.!-1-.' qe o iiobre depulado esla dismlimio | baraleza dos bracos empregaiios na luvoora, per-
gunlo eu, rylo sera' isso mallo coiivenlenle a nusi.
Sa-
com-
e~-
largainent
OSr. //. de Lacerda :Befara disculiudo larga- agricultura
menie a materia da urgencia.
O Sr. l're'idenle :Esta discutindo o projeclo.
(I Sr. B. de Lacerda : Qaan diz islo'.'...
t Sr. Presidente :Digo-o eu.
t .Sr. II. de Lacerda :S V. Exr. podei dizer
isto, porque ha bem pouco, momento,, quaudu eu
enlre em um exame retrospectivo, dis.e V. Exc.
que en nao eslava na materia, entretanlo a mulla
conclusao foi contra a urgencia ; agora que en Ira lo
especialmente do facto Ja prorogitao, qu- para inim
tem molla relatfo com a urgencia, diz V. Exc. que
en nao eslnu na rnaleria...
O .Sr. Presidente :() nobre depulado o que quer
he fazer o que ha pouco disse, quer prolelar a dis-
cussao.
t Sr. Manoel Cacalcanti :F. o Sr. presi lente o
que quer he que passe o projeclo.
O Sr. II. de Larerda Eu direi a V. Exr. que
com o direito de depulado que Mar prolelar, bel ue
fallar sobre e materia, agora a V. Exc. compele mar-
car o, limilei da di,eosao, e quando eu for aluin,
chamar-rne a' nrdem.
t Sr. Presidente. ; Mu pero ao Sr. depotado
qoe se limite ao objeclo em disc-san.
OSr. B. de t.a-erda :lie que se trata va quan.lo
. Iixr. fez essas ub.ervai'es, quando di.se que eu
eslava fura da ordem ?
t .Sr. M. Cacalcanti:Nunca o ouvi fallar tanto
na ordem.
O .Sr. //. de Lacerda : .Mas nos estamos Iraba-
lliandoem virlude de urna proroRecau. he necesa-
rio, absnliilaniente necessariu, que se Irale da lei do
nrcamenlo, e nao o fazendo ai de alguma surle va-
mos cunlra o que (evem vista o Sr. vice presiden
le, de alguma surte mi, o illu limos, Ule he u.n a ver-
dade.
A vista de*ta* considerare, minio pequea,
simple, e razoaveis que acabei de fazer, eu mo possu
donar de dizer que voto contra a urgencia e vulo
conlra a urgencia, porque he opiniao minba que nos
so podemos e devemos Iralar do, nrxainenlo*, e por
conseguinle devemos votar contra toda e qualquer
urgencia para se discutir logo oulra maleria, meo i,
importante...
Vota I oz : V. Ele. veja queja' deu a hora.
t .Sr. B. de Lacerda :Visio que ja' dea a hora,
he uecessario que os nohres deputados pecam uina
prorogacao, e eutan havera' aovo requeriinenln e
t Sr. .1/. Cacalcanti :E no Brasil os escravos
esiau s empraiados na aaricullura '!
t .Sr. /. d: larras :.Na tirir nessa queslao,
mas, o cario he que a agricultura he quem mais
precisa desses bracos.
Tralare agora ila diminuirao do imposto de JJOO
propeste pelo Sr. I)r. .Manuel Cavalconli.
Sr. prest lente, voto contra e.sa emenda porque
jolgo-a ineficaz, porquejulgo que rom ellase au lia
de iibier o lim que o ,ru nobre aulor lem em visla,
e liimiirm poique euleu.io que a adopeta de seine-
lliant- medida uo he conveniente em no,,as cir-
cuin.laneas acluaes.
Sr. presidente, pelo calculo apresenlado pelo no-
bre depulado inspector da til .-.mirara, vie qn. a
reduelo do impo.lo (rana a.diminuirlo de :1 a .", ri.
em cada libra de carne. Ora clculaiido-se que ca-
da individuo consume dnas libras por da poco
inaisou menos, em :lli"i diasccuuomis^r-se-iao apro-
ximadamenle .">- s- lano ; se consi.lerarmo,
uina f.nnl
que
assim nao re-
novas razes tenho ea para me oppr a' prorogacao
da hora.
Sinlo muito que seja autor do reqtierimenlo o no
bre depulado, que sabe o desejo ntenle que lenliu
de me ver ligado a elle, mas nesla queslao...
t Sr. Lpaminonda* de Mella :A urgencia ?
t .Sr. B. de Lacerda : Nao, nesla queslao, u.io.
t Sr. fpammondas de Mella : Na defeza do,
cofres publico, e contra a esbanjamento dos dinhei-
ros proviuciaes, hei de eslar sempre com o uobre
depulado.
O Sr. B. de Lacerda : Agora, Sr. presdeme,
me oppouiio a urgencia pelo seguinte: a urgencia he
para se discutir alcm da hora marcada, islo lie, den-
tro da hora em que ,e deve discutir u ornamento,
hora do encerramenlo da discussao esla' lada, por
conseguinle esta' prejudicado o requenmenlu...
I'm Sr. Depulado :Nao esta' lal, he para se dis-
cutir al dudar a segunda discussau.
t Sr. B. de Lacerda :Enlao sempre, eom delri
ment, do nrcamenlo Islo he inexpllcavel; eu com-
prehcndi qoe o nobre depulado quena a prorogaiau
da hora para que o areaatenlo nao interrumpe* a,
mas sempre de preferencia a ludu '! He uina falali-
'dade para a prnviucia.
t Sr. Sauza Carcallto : Calilina bate as portas
de Boina.
O Sr. t'paminondas de Mello : He a bocela de
Pandora.
t .Sr. B. de Lacerda : Julga-se neeassria um i
commissao especial, os nobre* depulado, acaban)
com ella ; ha oulras malcras para enlrar em discos-
sao, os iinhres deputados pedem urgencia ; ebega t
hora do orramenlo, os nobre, upputadot pedem ur-
gencia, luida-se a In.ra dos tr.ballius ; anda os nu-
bre, deputados querem urgencia, querern proroga-
cao cum delrimeuto dos orcanienlos, dos interesses
vilaes da provincia.
I'm Sr. Depulado :Esla' fallando contra o ven-
cido.
t .Sr. //. de Lacerda :Eo nao fallo contra o ven-
Cido, o que digo ha qu, desejava que u presdeme
mandasse fechar a assemblea...
O Sr. lipnminunn* de Mella : Tamh>m ha de
haver remedio para essa h\ polhese, lambeni ha re-
medio para os extremo..
t Sr. B. de Lacerda : Sao homen, obstinados !
Eu direi ltimamente, Sr. presidente, o queja
disse, creio que o reqiieihnento de urgencia esla pre-
judicado, creio que a essa volarlo he excusada ; lie
orna quetao de ordem, que submelto a' decisau de
V. Exc.
t Sr. Presiden/e :Nao esta' prejudicado.
t Sr. /(. de Larerda :Diz V. Exc. que mo esla
prejudicado, enlao eu declaro que voto conlra elle,
eqee do reqoariasenle >e nao pode deduzr o que
\ Exr. acaba de entender, mas corno he queslao
de ordem. ua qual he V. Exc. soberano, submel-
lo-me.
Fica a di.cus.5o adiada por ler dido a hora.
t Sr. Presidente designa a ordem do da, leva i-
la a sessilo as 3 l| hora, da Isrde.
compe-se de cerlo numero de indivi-
duos, he claro que cada familia ecoiiomisar' lanos
?3. qo.nlas pe.soas liver. Ora islo a.aim Conside-
rado, nau be para despresar-ie.
Mas pergenio eu. cuino me provain qoe a dimi-
nuyan .les.e irnpuslu vai necessaria e exclusivamen-
te aproveilar au consumidor !
Para_ mam. segundo a ininha dbil e obscura ra-
zan, o imposto pode receir sobre o consumidor ou
obre o produclor, segundo as variadsimas circums-
lancias em que se acharen) um e outro. Se por
ventura o pro luclor g izar, por exemplo, de um pri-
vilegio natural, e a uecessMade do consumo fur in-
leusa, aall > bem, a imposicjlo lanjada .obre os g-
neros de lal pro lucen, deve recair necessaria e ex-
clusivamente sobre o consumidor...
t Sr. .1/. Cacalcanti : Aind
cabe luda.
O Sr. / de Barros : Bem, o nobre depulado
me ajuda. fl'oin contrato qualquer aquelle que
inai. precisa, he geralmeule o que he mai* prejudi-
cado, men, favurecidn, e(e principio he bem im-
ples e bem coinmuin ; pon bem, he es(e ine.ino
principio que nos musir, ou aule. q..e regula u,
analto, da, imposioSaa, isie he, a incidencia do tr-
bulo, como se exprimen o, economista*, lie por
islo q ie digo, que se o productor liver mais ueces-
sidade de vender, que o consumid t de comprar
enlao sim, a dianinmelo dj imposto, fallo agora da
diminuirn e mo do augmento do imposto, aprovel-
lara ao consumidur, mais do que ao produclor ; o
contrario succedera se as cirrumslaucias do consu-
midor forera priores que a< do pro luclor.
O Sr. .1/. Cacalcanti: mais poderoso he
qoem impne.
O Sr. /. de Birros : -- Se nao se trata 1.1o so-
menle de. consumid .r e de producir, mas de com-
prador e de vendedor, applicando->e o mesmo prin-
cidio, ver-se-ha que se a vendedor for o que pre-
cisar mais, for o que e-tuer mais empenhado na
venda du que o comprador, na compra, ser elle
por um lado, que carregara com o peso do lribu|o ;
e por oulro lado que menos aproveilara cun a di-
ntno(lo delle ; e vics-vrsa se for o comprador o
mais necessilado ; e se ambos liverem em iguaes
circuinslaiicias a incidencia do tributo repartir-se-ha
Igualmente pr ambos.
Para mnn esles principios saj muito verdadeiros,
me parecen) de toda a evidencia.
O Sr. Manoel Cacalcanti: Para mira sao al
inconteslaveis.
t Sr. /. de Barras : Se semcjlunle principio
lie inronteslavel romo diz e oohre depulado. que
he Uto zeluso por sen* principios, tao rigoroso em
na, proposiciies a poni de ealnr as vezes em algum
exces.o, como he que haremos de dizer que a dimi-
nuirn do imposio de >"M)ll ir necesariamente e
su aproveilar ao. consumidor-s '! Por lano, he uina
hypoiheu mui gralnila essa de |s aoa consumido-
res apruveilar a baixa do imposto : sa houver abun-
dancia de carne e os veudedures liverem urgencia
de vender o gado, eutan si ... a baixa do imposto
quasi que exclusivamente apruveilar au cunsuini-
dor...
t .Sr. Manoel Cacalcanti: -- O beiidci vem
para lodos.
t Sr. /. de Barros : Se o efleito da dimiuoican
deste imposlu he sem duvida to hvpolhetico, \'e-
j.ino, e sao hxpollielieas as circumsiaiicias em que
aoa adiamos. Senhores, pois quaudu nos nos adia-
mos smeacados de ama precisa, oigeule de duihei-
ro, he que liavemos de empregar urna medida da
nrdem de*ta (Juando, por exemplo, nos achamo,
comproiiietliilos com o contrato da asurada de ferro
ao S. Franci'co, a ponto de ja no futuro exarcicio
lernius de despender 70 e lanos eolitos de reis pou-
co m-i, ou menos...
OSr. Manaei Cacairanti :J.i.
t Sr. /. de Barros : Segurainenle. e nos exerci-
cos viud laros e.sa de*peia lendo de ir augmentan-
te alchegar a 3X1:0001 rs. Pergunlo eu sei esta
PAGINA AVLSA
O cometa anlonino.Mullo lem-e dito a re-
peito il,.e vagabundo viajante de figo uo syslema
planetario, euao -uns asirunnmtis, e astrlogos, como
os pedantes, e medrosos, sobre lodos aquelle que,
ti emendo por verem rheia ale as cardis |,i elaslie
tacolla dospeccadM, lirilam de horror, consideran-
do nc-ie soiilio fnmegaiile do ronego de l.iege, nes-
se liurrive ralaclisma por um M.ionario propbe-
Usado. Os impas, aquelle qu nao rreem no cas-
tigos do ccodovidam, mas iiuvidam porque nao e
persuaden) que, cerlus phennmenn, sao indubilavel-
menle cntigu de Deu. Os pedantes duvidam, por
que mu em dizer aus entend lus qoe o choque de um
enmela .odre a Ierra he como o de uina mo.ca sobre
uina locomotiva, e eniao desenliando o futuro come-
ta, dizem :
[Vai rabelleira.
Iligode.
I'era.
He suro.
Tem cauta.
He nublado.
He timbante.
He negro.
Traz pe.ie, fume, e guerra.
Tfaa abundancia.
Ileesgaclelhado.
I'raz estraia da Uberdade.
He meounho.
lio bnuilo.
Trai fro.
Traz calor.
E ventanas.
E furaees.
E tempestades.
K vulres.
E (remores,
K muita beslialldade, leitor, purque ah pro-
palara esse, coi relores de pelas para intimidaren) a
quem Ibes faz mua, qoe nesse dia eslejam possuidos
de pnico, ambara vejam u da claro, e tao claro,
como o mai, claro da de verlo ; aradora o mundo
Continua a cvrar sobre eos eixoscom a penitencial
regularidade, que u creador de lulo QL'IZ O.
entendidos dizem, que po le haver possibilld.de de
um encontr, mas que nao sera elle fatal. Tamhem
em IK2 d'enlre minios cmela, que apparecerain
no honsonie, um dell-s dara urna formidavel ei-
btligada na ler:a se eslive.se um mez mais adianla-
de na sua rbita : para ludo ha desculpa. NOS, com-
plelameulehii,pedr,nas seieucias astronmica,a nao
se dizer que u leilora de um ou oulro livro. que tra-
a dos asiros, d Cuuliecimenlos pelos quae po,,a-,e
fallar ex-alhedra duvidainn, ine.mo .devido a igno-
rancia do choque possicel de um cmela sobre a
Ierra, pnrquanln sendo nossa convir^ao. que, a mais
admiravel regularidade prehde a ndureza, por ler
sido ella organi.ada pelas man. de Oeos, Eole infini-
tamente Perleilu, nao podernos crer que o sentido
em que gxram us enmela, no syslema planetario seja
como mudos pares quadrilhaiiles em um silao. qua-
drilhaudo em diver.os, dos quaes ;pares> um desta-
ca-se de -en ci.-'i-iis, e a galope embarafasta-'se
poreulre os oulro .bilroaudo airopellanda-os.
A queni ronlinu o F^lerno o egredo da disolurao.io
1 inverso ? Sera um sabio astrnomo, prnphela de
mao agouro, o r.renlegialo. o .Nn lalvez'.' E se o
he, porque nao prega a convengo Porque nao
pulven-a as horriveis doulrinasdo Anti-Chrislo E
onde esle '.' Araso deixaram de parir as inzilhere,
a arvnres de dar fruclo, T Punir Dos os seus
hihos de sorprea, u snanneiando o castigo para
que se arrependara '.' Quem sabe o que esla escripia
no livro ei.-i im ,|n, nn.su destinos '.' Desde o anuo
180, ames Je Jesus-Cliristu, ale o auno de I8IS que'
o, cometas pas.am por junio a Ierra sem o mininn
desasir phvsico, que podesse ser interpretado por
um din de mundo ; temos fi- que elle anda conii-
uuaraoa fazer o seu gyro sem se importaren) com
nosco, que mal ueiiiium Ibes fazemns. Se a cometa,
queja aoellidaram de Anlonino lie maiur que a tr-
ra, e liver de dar lite em sua veloz carreira algum
mamo, ella nao sera to papalva, que sendo menor,
e mais leve se deixe abilroar. Nao brigam dous
quando um nao quer.
I'm desses meninos, que o vulgo chama coroi-
Hha, fui aniel de houlem na pracc. da Boa-Vista, i
larde, espaneada a 'beig.i^adas por um individuo,
quando o pobre meuino, que enlao vesta hbitos ta-
lares, vollava para a sai casa. Consta nos. que bou-
va quem visse, e fcil ser saber-ae bem o cerlo es-
le (neto digno de seria puniro.
Felizmente ja as bandas de msica transitan) em
perfeila paz pelas no-sa, ra,, ,ein que teuha-se de
lamentar o menor dislurliiu entre os -mi- aoaixona-
do. Muito pode uma l,-.ia diise de bol lus as mus
de qualquer desee, paludarios !
A proposito de msicas ; seria bem agradavel,
que o digno Sr. director do arsenal de guerra deler-
miaasse, que lodos os domingos, i larde, a banda
d. muss, do, apre dize,, que se ocha innilo acredi-
tada, e realmente je uina da, melbore. qoe entre
im exi|e, loraastT *.ra Uo arsenal para diilr&ccAo
do povo, e exercicio da prnpria mosica. Esperamos
que o Sr. director d ao aosae publico tao til, quao
agradavel passalampo, a exemplo do arsenal d* ma-
ntilla.
Cerlo ndiKlrioso, tendo comprado a crdito
com oulro mais um bilhele de luieria, assiguou-se
com elles no verso du bilhete. Sabio branen, e en-
tao o honrada sacio mo quiz satisfazer a parte met-
lica, que Ihe locava do rateio, dizeudo, que compra-
ra n bilhele para ganhar, e nau para perder. A sim-
ples recusa lem-se turnado era um porfiado pleito
judicial, que no, p.rere, nao terminara uem mesmo
no soprerno tribunal de iustiea.
O que ser mai, curial, correr para nao apa-
nhar, na correr por haver a'panhado ?
Ha daus das, um muco, alia, bem Irajado,
corria pela ponte da Boa-Vista perseguido por um
negru, que llenis de ter-lhe dado algumas pauladas,
queria Cootinftar : corra calado, corra precipitado,
norria por haver apanh.de, e para nSo apandar. He
boa O que faria esse moca '! O que prelcnderia do
prelo, que tao cheio 1e razan eslava ".' Oole um sui-
da lucho, um cidaiiauzinhu, que naofiloa e,e eliope?
Segredus ha... um !... que melhor lie calar, embu-
char, e indigestar, do que I un; u.
O meio de annuuciar pelas gazetas a rliegada e
sabida dus vapores nem sempre pode aproveilar,por-
que alguns aportando us doining .s e das santos sa-
liem [ como acontece com os eslrangeiros ) nesses
mesmo. das, em que alias nao se publican) as gaze-
tas ; e oulros adiain as suas vlagens, sem que, mul-
tas vete se leuha disto conhecnnento senie depois
qoe elles ja lem partido. Felizmente eles e oulro,
inconveniente, vio ser em grande parle removido,
por mio de um bailo, que. ronservando-se suspeu-
su em um dos bracos do telegrapho da torre du t'.ol-
legio em qu.nlo se demorar no parlo, r nao liver
recelndo a mala, qualquer vapor da* diversas India.
de navegara, indique ao in-smo lempo, segundo a
posirao em que ,e achar, a|direcciio que o mesmo
vapor hoaver de segoir, isto he, pao i o -ni norie,
ou leste.Consta-nei que esta medida, indicada pelo
Sr.inspeclor do arsenal de marinha.vai ser execula-
dalner aulorisafao de S.Exc. o Sr.vice-presidenle da
provincia.
Em ama das nuiles pavadas oSr. snbdelegado
de Santo Antonia, foi a uina casa de jugo no paleo
do Carota, lalvez oeapaninase em llagranie ou Ihes
nao lives.e dado lempo de oceollar os 'iguaei certos
do nin irenie diverliinenlo se nao fo-se ter-se aqu
representado em nesso Ihealro Ol seis degros do
mine. Parece extraordinario o que dizenins, mas
nao he, porque se n-ssa pera v-sa cuino o erime
degrada o hornem e castiga a i mesmo. aprende-se
lainbem como ,e filada a vigilancia da pulida. Puis
foi isso o que fizeram os meninos do Carme, no que
das do consulado provincial, e rejeilada a oulra que
diz, mi j o |,r rento da despez que actualmente
se f./ rom o referidos empregado.
He approvadn o projectoem segunda discussao com
om reqiieriineulo. mandando-*, a cominusao de re-
dacc.lo e juntamente dipeiiado 0 inler.lido e reque
riineulo uo Sr. Epaminonda, de Mello.
Continuando na segunda di,rusau*do orjameiiln
p.pviucial, apprnvoa o artigo II eiiiraudo o arligo
V2. oraram o, Srs. F^parainonda, de Mello, Barros
de Lacerda, Souza Heis, Paula Baplisla e Manoel
Gavalcauli, licando adiado.
A ordeni do dia para boje he a meima e mais a
lerreira do nmeros II e :18 desle auno.
($0mmutticab0*
SBRGIPB.
I
Quando eonlemptamo) o ciado prsenle da pro-
vincia de Sersipe, e Competamos n estado de ulion-
lem) eo oslado de ahojea, nao poilemus deixir de
experuneiilar um indizivel conleiilamentu, agrada-
veis iin|iresses, xenilu que Ser.ipe reprsenla, na
arlualid.de, um papel importante em uma^propor-
ejta extraordinaria, e sem comparaele ao que re-
preseuUva, neile* dez anuos, a quem.
Forra be, porm, eoufessar, que ludo he devido
aos seus proprios efoico, e que o goveruo pouco ha
inlluidn para e*e successn.
Ocrupemo-nn, nesle njs.o Inim I le arligj) da colo-
nisacao, de cuja necessidade nimio se rescenle a pro-
vincia, assim como da aavoRacdla. vapor.
A historia lem reprodozdo mullas vezes, as con-
equenc-, da fandafao das colonias : ella mo.lra-
uos, e aprsenla, por sua nrdern, entre o, anligos
os egypcins, os phenicios, e apns elle, os grego e os
romanos, como os posos que priiueiro pofsuiram, e
fondaram a* mais importarles colonias.
Enumerar a, gran tese diversasculonia, romanas,
seria, ilm de enfadonho. fatigar ao leitor por taso
dispensamo-no, desse empeqho, por desneess-
sarin.
Enire os moderno,, porm, as colonias nao v3o
alm da descorherla da America.
Aqu se enllocara cin primeiro lugar os Hespa-
nhoes e os forlugueze, romo os fundadores deslas
colonias moderna* : as duas indias possuiram mul-
los estahelecimenlu. commerciae*.
Daqui, pois, ,e deixa o poder, a influencia de qus
go/arain esles diuis puvos ; rna como a cundo da
imperfeirao, da vanedade e incnislancia acompaiilu
sempre, e nalurabneuie, os mais sublimes dus acon-
leciinenbi iio hoinem, el*s dona povo liveram de
presenciar o Irlsle espectculo da passagem de soa
inllueucii ao, Hnllandezes que Ibessuccedeiara, al-
gum lempo depois.
Nos |o..i e 1:l.",ecnlos, a Franca vio dorcsc'enles as
sua* colonias uas duas indias
;ao da Algen^, .lias apenas gozain de uina impor-
lausia reduznla e secundaria. Como lodas estas co-
lonia,, mollas oulras.
As enlomas consagravam a primeira liberdade ex-
terior, a iiberdaile civil na cidade. Esla consequeu-
cia be iuteiramenle histrica.
Desligando-se de ,ua narao. para conseguir, em
longos Ierra,, a satisfarao de -uas necesidades, j as
do espirito, ja as d carpo, os colono reduzidos a
ella, a mal s,ria proprio, e o alacaria de frente :
eouredeu o* Hielos pira se conseguir os dus
temos cunviccau, porem, que a aplletela nao
esla em harmona rom o espritu do legi,iadr
Dos favores concedidos a' .sodado cairel de co-
loiiiai;,io, a' qual ae lez o enipresluuo de mil coulos
de res, e das nrigare a que e.li esla ngeita, nao
lemas podido concluir oulra coua seuu que a coo.-
niaaejo, de culo movimeuto seleui Inenmbido aquel-
la a.sonai.an, be urna colonisa^ao futura, urna Ccdo-
uisarao que se prepara, nao nata acceder s circuns-
tancia* crjlica e amtaeailoraa da acluali lade, uu.
una rulonl-,lc;,)o luleiram.ule futura que mi i pode
com o seo piocedimenl no parlameulo de que sao
inleii menle dignos e merecedores da alia cunlianra
que nelle. depositara provincia, iuveslindo-os do
grande cargo de seos representantes.
N3o obedezo com e-las ininh.s palavras con-
-iclcr.ccao alguma de partido, ou da pesso*. *
Na Hi.inife.iac.in de miabas ideias son daquelles
qae seguem m jusilla e Do a fortuna.
Hecife, \- de malo de 1837.
/.. Borges.
l.emns no (Merlo de 8 do correnle o projeclo
condi^es necessaria. a ,eo destuvelsiiqento physico
e moral, a Appliquem, este principio au, oslados
que ||a considerados ruin individualidades morar.a,
uns a respeitu dus oulros: eslt, e.la I, >se acliam, na
liiraluieule, divididos em provincia. ; eslas com re
r.-.,. por ver qu....
,e?,'r fT!*" *" "l"'"' '"put-doo, laioree-
"tf. o r ;"" ',e ,eu p"z- ** "r"""e P-
,ue .,," r*r U",H "'"""""i* lienta,
que uns par-ce ana .,.-...m___:...i._ .
c'nl.Ta 'or'ee. ^ "'"2'"'m f0m J0,,ia *
cni.le.la lo esta Mpartaucia loma
maior a visla das rajes
ucremenlii
iguaes direilns aos meios n-cessarios para o seu de-
senvnlvimento physicoe moral: ea provincia que
he considerada a ri lade uc.n nao deve uuuca re-
partir us seu henedrio. e favores em escalas dei-
guae,; por que esle procediineuto sobre ser injusto,
lie inloleravel.
Eis justamente rolluraJa neslas cirrumtaneia a
nns.a pequea provincia, soirrendo injasticas, dei-
xandn dse Ihe cuucecler aquillo a que ella tem lan-
o direito, como oulra qualquer de suas inicia-, lie
duro ; mai. real
pas e mal con.(rindas, o s*u Um
......l-.^f. ^iZZlZltnor.'ol
nem
iiii-.ii
n.'i i
_ o vi/nriiii
aorain, u.n. arrendara Ierren.,,
esmn conceden. t,c,.n,a par. edide,^ ; "algo.
naiidam de inoiu proprio derribar casa, cnnslrui
da, as ra, da villa.co.no por dua, veje', lera acon-
teci. Cenlig., aquella villa he a SSJ^S:
tao da va forrea, que felizmente s. esla con.iroindo
lem neces.ariamenle de construir -se algau, predios
augmentar-seo rommrrcio, eieaeer a popal.cao '
ma, como poder, ludo islo acontecer sem que s lo-
,i mesillas, e adquerindo desla sorle mais o senli-
menl i de soa per-una lid ule. modilicavatu as institu-
es da ma, upalria o
Como auxilio no- prova destas sssercoes, ah el a
fundarao dus E'lado.-Cnidos nos lempos moder-
nos.
A (irera nos offerece essa liberdade, essa liberda-
de civil, alliada uina imaginado brilhaute que he
a pardilla do povo, a origem das bellas arle*, e he
esle n cararler mnhil da naca e de sna, inslituires.
A libricia ,e ci.il, liberdade das bella, arles, ei. a
conquisla da Creca sobre o Oriente.
Este faci, diiem-noa, he um resudado consequen-
te da Importancia e influencia das culouias viudas l
do Oriente fundar o, estados grego,.
Mas, em liorna, o carcter do direito e da jti.lir.i
de que se revesta a liberdade, era, nao eso carc-
ter mohil das iiisliluires grega, poim um carc-
ter duro e severo. A vi la nacional passava, diga-
mo, muito lempo no, caminhus trabados pelas for-
mas civi e polticas de que o espirito pralico dos
Komano, pude lirar lodo proveilo possivel, para o
apr-rfer ciiueni i da vida social. As circumslancia,
eram oulras dah, seus rtoonaaaaa, suas exigencia.,
he verdad. ; mas Roma fui, o que lodo, sabemos,
.a capilal do mondn, foi a norma por onde se mo-
delaran, lodas asuaje, que procurarara, como ella,
lornar-s grandes e dominadoras. .
He que ha nina lei qu* em todas a, pocas do
desenvolvimenlo Insloricu se m.mfe.la, como boje,
mostrando que um grande aclo hutas ico provoca
geralinoiile nina re.icc.ao, coja forja allrahe lodo, o,
partidarios das ideas nova* e do progresso a cavar,
permilla-.e-no, dizer, com ra3o robeeta, e mais
profiin .iiii-ii:. a, substancias gerimnadoras, os
principios a, e a prncarar nuvos auxilios na, forra,
myslerio.a, e abuodanles da correnle defonle'do
espinlo humano.
Geralmeule mis vemos e nnvimns alravessar, de
I 'a bocea, a palavra a organlsacan, o mas infe-
', forja he cnufossa-lo, urna*idea clara anda
e na, inlelligencias.
verdade, que quando esla actividad, nao he sullici-
enle he inisler o aoxlliu dos puderes instituidos.
IV.
Assim poia, mailas siu a emprea coadjnvadas
pelo goveruo, e ueiihuina aleo presenta existe, nem
e prepara para a uos-a provincia. Provincia ha que
nao eolio as me-ina circomstaiicias que a provin-
cia de Sargipe, eulrelanlo que ja cantan alguma
colonias, preparan! se oulras e nesle jugo gastar-so-
ba seis mil cunds para a cnlonisajao, e Sergip. dca-
m' lalvez esqaeeldo, deiprezada, as sua. abundan-
cias naiiiraes, sem que ,e lire todo o pruveitu que
vanlajosaraeiile a provincia olTerece, ja na grande
plantado da canna que couslilue a sua ter rique-
h"je. porm, excep- za du caf, do fumo, do arroz, da bauuilh que, se-
gundo experiencia ja fela, be a melhor du Brasil, da
mamona, le. etc.
Sergipe he una da, provincias que mais concur-
ren, para que o Brasil, boje, possa foruecer e expor-
tar em grandes vanlagens, lauto assucar para o ex-
terior.
indos sabemos rnm qoe rapidez espantosa foi di-
timado pelo cholera um grande numen, de escravos,
na provincia : a lavoura, cuiiseguiutemente, deve
cahir em una decadencia nolavel, se por ventura ae
nau obviar a esla falla de bracos, par meio da inlro-
durrao de colonos.
Por lano enleudemn, que o goveruo deve, nflo a-
nimar eslabelecimeulo de enlomas futuras quanlo a
os seus elidios, ma, abrigar u coiicesoonarius a a-
rodir, ja e ja, as necessidade das colunia existente,
e crear eslabeleriineulos em Sergipe, por exemplo,
onde se faz extrema a uece.sidade delta,, em face das
circum-l.uirias excepciouaes da provincia.
Lembremo-iio, cloque se passou e.n S. Domingo,
Java, e a colonias inglezas aulerioriiiente a 182.">,
que eram os priucipaes pro luclor es do caf ; entre-
tanto que temos a ,li.f .i;o de saber que o Brasil
conseguio vence-lea, e boje pro luz raeade do caf,
que ,- mu,inne nu muniin inleiro.
A decadencia de S. Domingo,, foi devida a abo-
liilo da raeravldio as colunia, inglezas.
Sao esles os recelo que nos ar.ompanham, em ron-
sequenr.ia dn peiigos e ollrimenlos que ameajain a
lavoura da provincia, en. virlude da abolirau total do
(rodeo qae infelizmente alimenlava a agricultura, e,
como dissemos das grandes peritas occa.ion.das pelo
cliuiera. w
Nao de.prezar, ou nao adiar a qoeslao d. aeloali-
dade que he a mai. vilal importante e palptame
necessidade. lal he a obrigarao do goveruo a qual
cumpre alisfazer.
Nutrimos serias esperanzas de que Sergipe ,er
una das provincia que inspiren) mais consideracau
e importancia a Sr. marque, de Monte Alegre."
Nome.do presijenie da a-a .ciaran central de co-
loni.ajan, o Sr. marquez vira sa'lisfazer as nossas
bem fundada*expectativa*.
Ne momento em que fazemos estas humilde ob-
ervacaes, temosa honra de Cicnsdluirino nos orgilu,
anida que fraro, dos ..mmenlos de lodo* us S-rgi-
panos e por mi, por elles, por nossa provincia intei-
ra, pedimos a S. Exc.. que com os favores concedi-
dos a* provincia,. Iembre-,e daquella que o fez d-
voga.ln de seus direiles.
Dada mesmo a igualJide a provincia de Sergipe
" pre
.ludo
A'i.dade
fu
lo enm relai;ao ao no,o paiz, dizemos que ,pm direito a exigir de S. Fixc. qu. lem devores
a oceasMO mais iipporluna pora diminuirmo* o m- l"",lrar;"'' 'e aprovoilad. a ln;:>o. JoRava se forie-
poslo da carne, sendo de mais a mais tilo duvidusu me"''. P'"ni assim qu. a pudra eiilmu ua cjsa,
oefleilu dessa dnninun-ao como acabei de moa-I "er" ie) jos>o. eradanaa ; uns eom Danta, oulras
Discurso do Sr. depulado Ignacio de Barros, pro-
nunciada na sesmo de (i do correnle.
O Sr. Ignacio de llanas :Sendo aulor de di-
versas emenda, nao posso llenar de josiidca-la-.
Tainbem conibalerei cerla proposicf.es einitlida, na
casa a re.peilo do artigo em dlscueso. Tratare!
pnmeirainenle das emenda por roim alTererid,
lima deltas he a queiseula dosdireilos de exporta-
jan o oleo de ricino fabricado na provincia. Eo
emendo que esla medida he de importancia, por-
que leude a proteger nina industria Bascante, una
industria que aclualmenle na d lacro algum aos
cofres da provincia, mas que eulreiauli. promete um
luluro lisumteir. Bues.miuel pessoalmenle ama
fabrica qu. aqu exi-le de exliaccau de alea de ri-
cino e vi que ella preenclna perfeilamenle a sen
lim. Como esla mudas oulras p > ler-se-lun. estalle-
lecer de surte que esla as.emblca ainanle d.s indus-
tria do paiz como he, obrara' muilu bem. procede-
r' raudo louvavelraenle prutegende emelhaole la-
dutria...
O Sr. '.'. Cnhnarile*:Prolegeudo-e urna sof-
fc 'iii as oulras.
O .S'r. /. de Barro-*:S por veniura fosse uina
incluslri.i ja elabelecid no paiz, c lucada as mes-
mas condic/ies de Indas as mais, nina industria cu-
j es rendimciilos fossem bastante considerave, loso
(rar
(lia um aparte.l
O Sr /. de Barras : -- J, v par lano n nobre
depuladu que a quadra nao he a mais conveniente
para suppniniruui imp ..tos.
Paseo agora a Iralar de oulro a.'iimplo. F;xisla no
orfamerlo um paragrapho a re.pe.lo do qual ato
peso deixar de rmiiiir a ininha opiuijo. lalvez es-
le anuo seja o ollimi era que leulia a honra da as-
sentar-me ne.la, eadeiraa, por ..o nao desejo reir
.1 aqu ,em di/.Sr alguma cxusu sobre esse paragra-
pho, fallo do paragrapho 13 do artigo em d.sco.sao.
leudo.
Sr. presdeme, se mi, lvessomos em eireutnsten-
cias de diminuir o, naaaoa imposto, era justamente
por esse paragrapho que davwmaa comejar, eram
lod. es.as impo.ires que -leveriamus sppnm>r,
purque ei ininha opima a cuiniilucinnabdade de
indas ellas nao he seguramente m.niu liquidj. Na
auno passado he crio que f.ropnz man um desses
impoaioa, n.....a o qual me proooncio este nno,
mas assnn proced de proposito, Sr. presidenta ; a-
preseniei semeihanie augmente para provar evi-
dentemente que se podemos lanear semelhantea im-
po.ir,i... toda, ellas de importeio, nao sel porque
nao bavenos de extender --m-llcan e Irihoto sobre
.....>an g-nero importados. |,.)
A cc.nequ"iicia deste paragrapho he que o labio
fabrcalo mis ontras provincias he justamente a
quelle que p,|.a o imposto.
OSr. Manaei Cacaicanli; O d'aqui da pro-
vincia J '
O Sr. I. de Barros : .Vio.
Ha um apaiI".',
eom rabera, oulros rom pislnn, e todo* tocando e
llamando alegremente mudaran) njogu n'um baile.
Ooe laes".' Cuno he n Ihealro F.n-ina o bom e a
iii.io, conforme a moralidade du rala um De mo-
da que he prenso ir para elle moralisadi, para
receher a unpressao ne.-e seulido. Koran) feli/.es
de'sa vez, meus amigo., ma, pecam Den, que Ihe,
acontara o inesmu em ludas quimas visitas Ihe, |-
zer a polica. E esses meio, extremos de que Vmcs.
jii eslo usando, provam que a polica nao dorme,
ma, esblo muilu longe de assegurar que Vmcs. pu-
de.ao sempre illudir a sua vigilancia e zotnbar de
sua reeonheenja acdvi lade. P le ser que de nutra,
em vez de locar, choren), e em vei de dausar, ca-
minliem....
Quando houlem nuticiamo* o sinislro da gale-
ri norlugueza uOlinda, dis.eino, qoe a capitana
do porto Ihe havia prestado lodos i-, recorro, pre-
cisos sdb as vistas do prallco-mr. A raa' interpreta-
{So da informajao que nos fui dada merece uina
correcrao, o qoe agora fazemos. OSr. praiico-mr
chnu-se no lugar umcainenle por ser soa ohrigajao.
e nao para dirigir u soeoerrlmenle da 2alera, o que
foi pralieada pelo Sr. capillo do porto e es emprea-
dos da capilani.i.
II me ai de malrugada fui deli ln pelas rondas
da cidade de OUnda n nossa estfela, que rondana
a mal para a cidade de Goianua, e ldepois do dia emelhai.le medida ? Preeucher ella us altas (,.
Clare foi eolio. Esprame* que o Sr. subdelegado !',0 legisladnr'.' Essa, quanlia, aim applicad,
respectivo nao deue imponeasta arb.lraried.ade, lau- correspondero porventur. plenamente grandes
lo mala que a mala na ia f-chada. e poda ser exa-1 exigencias da aclualidade, da situaejlo critica em que
minada. Bem que seja este crrelo particular, preata \e"'"s a mai, imprtenla da, industria, do palx ?
O Sr. I. de Barro* : .Mas be mu lo duvidoso se
isseui os iiiip.islus a que ella eshvesse i ""'' podemos iiupor Iribolos dessa orden!, he muito
,lu\ i loso a direito que no. temo, de crear semelhan-
te, iii.posirne., qu. sao impostes verdaderamente
de impcrar,i, emhnra ,e Ihe d oulro qoalquer
neme. F.u muilu e-limara que no. podeaaemaa, que
nos foxe pennillidu hnpor por seiiielhaill. furnia,
mas vejo que o arl. |-J d arlo a .'diciunarnroh.be
dos pela casa.
O Sr. B. de Lacerda ;Ei, o, fados :
F.in 1834 foi ni leferula a pretendan do Sr. Car-
neiro Mouleiro, o anuo passado foi allendida : >
anno passado por forja da dispo.irSo da lei que re-
ge a iuslrucj. publica mo foi eqoipraUoo orde-
nado do profesor de desenlio do Gymnuio ao dos
demais prufe.sores ; houve, depuis.uma pelu;o desse
profesor, foi indeferida,ete auno foi atieudidu; esle
anno na icgunna disco-,au do projecla que eleyva
que se dimiu
OSr. II. de /.a< preciso euao fall-r subre e vencido- I tras mas, senhores, sendo ella urna limusina cii|o-
O Sr. lViside;i/c :.\a> pude fallar contra o ven- i P'oduclos sao anida boje diiniuuti.sioin*. e pulanlo
cido. o* cofres pblicos quasi que nada tirando della nao
O Sr. B. de. Lacerda-.Pola bem, ma o que he I *' I""'1' ,l"er r"IM "lu,la ri,/'"- Ia* i.ourao do.
(aliar contra o vencido ? direitos cui lal caso pruduzra' utn vacuo, que ter
O Sr. Presidente :He censurar a actos apprva- '''" preeenchi lu a cu,la das oolras industria., expressanienle legi.larm, sobre nbjeclns deTnpor-
I rio contraria, estas serio lisiadas lugo que alguma '"."". pife* Importas da que irala es-e paragrapho,
oulra lenh i vigor ba.taule para com ellos eompar- or dillerenle que ,e|. n mime isne e Ihe d, nao
linar du nnu. publicu, romo succeder sem duvi- passam de imposlus de iinporlncAo. F..i justamente
da rom a industria da extracto do oleo de nenio, se I"'r e"M ,le semelhante paragrapho, que eu lam-
assenihlea dign-.r-se de favorere-la. bem me assignei com reslricjta no ori;amenlo, ser-
Eu disse que tratara priineirainenle das minhas vira isiu cmni um proteste contra essa* no-so p'roce-
emendas, mas para nao alterar a nrdem natural da 'lim-nln.
Tfe\^2"^'/nr" ^ ','" ""' ''i"' K-l,-,ne fallar de om. emenda, qoe pep liceo-
bu eoteudo. Sr. Presidente, que he conveniente ja a eaaa para relir.r, porque ella n|0 roencL o
, agreultura da orovinca a perraan.uc, de .eme- II que t ve em v.s.a ; o din era fazer na quena
tliante imposta. .Ap.i.du,., yuluo d||, ,grjculla. | ,%,, ^^ e^wo&^Z.,
fa/er um elu lo. aprofundar memo esle
e rnuliecer os principio, organisadores da
s para iu he misler escrutar u pru-
{ urgao lulellertual, moral e physico ; he mistar
lev ; ou antes, ligar as reiajOei da variedade a uni-
dad do humera sRc:edade; he inisler, em .umina,
apru miar a. relages da homanidade cum a nato-
reza he misler aproximar e aprofundar as relacoes
da na ireza : porque, alm de ludo mais. he d'aiii
que ve.kj todo o poder, na phrase do apostlo: eOra-
nis polesla a Deo.
Assim, c somenle asim pederemos ter o, verda-
deiros principios de organiac.ao par a sociedad.,
que. revestida de,le carcter orgnico e harmnico,
podara sustentar, nao a alavanc. que encareca Ar-
chimde para abalar a o anivelan, a ma, urna ala-
vauca poderosa e regular para o progresso social.
II.
Assim como no arando circulo da sociedade nao
ha, moralmenle fallando, quedan social mais impor-
tante do que a da org.inisarao dos estudos, porque a
educajilu he a eivilisajla, h. a vida complete dos
povos, as,un tami.em, pelo lado da, nece-sidades
inaleriaes, nao ha na actualidad, qaeshlo social mai,
importante, e sobre que o goveruo deve lanjar suai
vistas, do qoe a pruinoja dos estabeleciraentos de
colonias agrcola.
Felizmente, no Bra.il, um pensameutn civilisado
e animador appar.ceo. da parte do goveruo geral,
relativamente A eatonieasjle Esle per.samento Iroa-
xe ap.i, ai ama poca de vida e ammacao para a
agricultura.
Esla e>ira he marcada pela lei orgnica de 18 de
seTembro de IrlO, que he o ponto de partida de fu-
turo da nos,, coloni.arao.
Presrrevendo a medi'rAo. a dlvtafe e demarracao
das Ierras incultas, esla lei crea e eslabelece cutre
mis um veniaileiro cadaslro : nella sao indicados os
meios de poder separar-se o dominio publico do
dominio particular ; aprsenla n prefo por que se
devem vender as (erras que perleucein au Estado.
Nao sao estas smenle as dispusires salulares des-
ta lei : ella lem seu complemento, o qual cunsiste
na autorisajan au goveruo a crear urna admiunlra-
Jilo especial das Ierras publicas, encarregada de di-
rigir e-las uperares, vender, negociar e viga os ter-
renos do duiniiilc. publicu, e desenvolver coloni-
saro nacional e esirangeira, forinulando os regula-
meulo, preciso, para esle din.
laessao as delerniinares que sumariamente a-
presentarnos, prearriplas pela citada lei d. Id de
selcmhro de 1830.
(lualrn anuos depois da promulgaran desla lei, o
decreto imperial de :lil d< japeno de la'ii foi expe-
dido, sal-lazando estas exigencias, instiluimlo a di-
rerjao geral das lerr.s publicas, ele, e promulgando
um regulamenlu, em exeruc.lo da lei de IStl.
Haveudo .ido convidados lodos os presidentes de
provincia a informar ao guverno, ou antes, a admi-
nistrajao geral, o laclo do, terreno, devolulus, he
de crer nal oralmente que laesiiiforinajes ja tinliam
sido Turneadas pela presidencia de Sergipe, a salvo
o engao, pj.,n lalrez allinna-lo.
Des-as informara,', evidentemente devo constar
que exialem ah terrenos devolrrtos, donde se pode
lirar com proveilo algum partido.
\ iai-.r as.i lilamente sobre o etiado do movimenlo
da rolonisaca, tal he uina das mais serlas, graves e
circunstanciada, altribuijSca incumbidas dirrecao
geral da. Ierras publicas.
Nejamos, porem, como (eem corrido os negocio,
sobre saber se, de fado, as Cousai le.m ido acurada
e deligeulemeiile.
III.
Na nitim. seso do carpo legislativo, foi volado
um crdito Je seis mil cont, de re para o lim de
admiilii-,e a eoloiusjao.
Fin oinseqoencia, pela repailicao do, negocios do
imperio, acaba oe fazer-se um cnn.ideiavel empre.-
limo de mil cont de ris. sem juro,, para a inlrn-
duc?ao de colono-. Alm desse empreslimo, fra
igualineiile concedido om outro, na pequeo, para
o lim de povoar-.e a, margen, da rio Doce, assim
como oulros uiuilo, ,e teem feto, mai, ou menos
cnnsideraveis, com o lim de crear-se colonias em al-
gn, punte), do Brasil,
Islo> poste, permutaremos : ond. ulilidade de
tanda e olilldade muito sen.iven, e que devem ser
lomada em cusiderajan por lodos aquelle, que es-
timam o bem e pro-pendade da provincia. A qoota
pedida para a de-.propriara) nos parece eiceisiv.
porque segoolo sup,omus para ella nau serlo preei-
,us ma.s do que dez uu dote cuigo* de re,. Com
esta desp-z* da qual serao os cofresprovinoiaes in-
deranisado, f.ciliiarse-ha proporjiies par. o pro-
gresso da villa ; por-se-ha termo a tantos abn.o. .
habililar-se ha a respecliva cinara, qu. nenham
reo lmenlo lem, depois de pago o empreslimo a |er
meios para anidar das n.cessidades de s.u munici-
I..... Cuncluindo e-ie nussn imperfeilu trabslho
congralulamo-nos com o Sr. Reg Barros pela soa
lembrauCa pedimos a lodos us Ilustres deputados
que lomem mcoasnlerajao o projeclo, infirmen)-,'
do que acabamos de dizer. para as>im conhecerem o
quanlo he de inleresse a sua adiuisso.
on?&p0nfienct8.
para
agrado, para rnm ella, mai, do que para com in-ti-
nurna .ol, cont aro repreieutaule na cmara vi-
talicia.
A provincia exige da alia importancia de S. Exc.,
na quadra anual, toda a prulec^'io possivel, e S. Exc.
assim obrando pie em exercicu um dever -agr lo e
demonstra a iodos o, Sergipenoa que nao foi ociosa,
e sem raudamente a esroiha que Bseram da pes.oa
de 8. F.xc. para represenla-los na camera dos sena-
dores.
V.
I.ma oulra queslao nos occapa nesle moinenlo a
allenrao e com ella lindremos o nosso artigo, e.he
a queslao da navegado dos vapures imperiaea. a
Nau he de,(itutdu de razao. nem fundamenlo o
nosso juizo a re-peilo da lal ou qual iuja,lija qu.
solTre a provincia igualmente pelo lado da oavega-
rao a vapor.
Ignoramos e nao aliamos com a razio, porque al
o presente a provincia eslea fura do gozo de ver
locar era sea porto a linda do vapore* da compa-
nlua brasileira, cuja talla moilo tem .gravado os seus
mate, alera de er uina d-,,,, dos seus direitos.
(Jual he, pois a razan desle f.cto 1
Acaso ser porque he una proviucia pequea de
poneos recursos e proveilo na opimao de alguem '.
He erro suppo-lo, seu commercni, dismenle a sus-
peita.
Sera porque a sua barra nao he muito h
entrada, m sabida Jos vapores '/
Nao. porque em barra, iguaes e peiores, toca a
mencionada linda de vapores.
Compresa este meo dilo a condicSo qoarta exa-
rada no novo contrato mire o guverno e a compa-
nhia concebida uestes termos:
< A companhia devera ter no lim Crande do Sal,
um pequeo vspor para conduzir para Porte Alegre
a correspondencia e passagein.s, tendu fnrr. ulli-
cieole, nao si. para soltar do Kio Crande do Sul, a
lempo de o vapor desla hnha em sua volta de Mon-
tevideo, nao ler necessidade de d.morar-se naquel-
le porlu man de ti horas, como larabem para sabir a
barra, al'nn de conduzir a correspoudeucia e pas.a-
geiro,, quando por mo lempo falla d'agua, ou qual
quer oulra circumsiancia o, vapores da lida mi
poasain enlrar no porto, a
El* porqoe dissemos que era barras peiores tocava
a duba de vapores ; mi i seudo do Kio l.raude do
Sul a primeira e nica.
Em Sergipe nao ha dessas pessimas cireumslan-
ci.s.
Mas, nl.ni seria porque a capital da provincia era
situada a cinco ou seis leguas era distancia da
baria '.'
Nao o creio porque nao era o seu porlo o primeiro
neslss circunstancias onde vuiam locar us vaou-
re. r
E quando foss. essa a causa admillindo m.smo por
hx polhese, era enl.in urna cau-a licncia e ,imulada
que serva de falso pretexte, pin, que haveudo sido
mudada a capital desde I8..1, para a boca da barra,
nu -Aracajii, al luija anida, se nao providencien a
respeitu subala caussa. tollilnr elleclua... Por tan-
to bem se v que nao era essa a causa, lauto mais
quanlo ah eal o novo contradi celebrado como ja
disaeui',,, entre o g .verno imperial, a cumpaulna,
no da 1 ile Janeiro de Iri-Yi, que fui approvadn pelu
curpo legisi.ilivo. decrelo numero 8i de -28 de
marco de I8>(i, de sorle que leudu lido lugar lodos
esses arlos de um a doos anuos depois da mudenca
da capital de Chrislnvao para u Aracajii, que lica
beira a mar, a burea da barra, u guverno -e nao leui-
b.-on de fater extensivo a Sergipe o beuedcio da na-
vegara da duba brasileira ; entretanto que oulra,
provincia, que nao esiao uo inesino caso, gozara des-
,e lienehciu.
E, pois, assim nao vemos razao plauslvel, justos
mnlivu,. para que a provincia deixe de gozar, o mais
breve possivel, ele annu ine-ino, de'um direito,
cojo exercicio be orna de suas legitimas necesida-
des, e que na se Ihe pode negar, salvo urna grande
violacio de seus direitos essenciaej.
Nao na obstculos, seaaa a voulade dos poderes
cnmpeleiites, de quem a pruvinc
Senhores redactores ; ignem-.. de inserir em
o .eu coiiceilu.do Diario, o prsenle docomenlo,
qoe Ihe. dcara suminfmeule grato, a sea comidilla
leitor,
Antonio Loba Albe.rlim de Miranda Uenrigues.
t^idade Olinda, de \> de malo de 1857.
ti Anlonio Lobo Alberlim d Miranda Ilenriques,
altares da 8. companhia do 9." balalhgo dfcinfau-
laria da guarda nactuoal da ainada de Otada, a bem
de seo dire.lo. precha que V. S.. a bem da verdade
e digne alleslar : se o supplrante como altares da
i.* companhia do l.o b.ilalhao da guarda n.nuii.l.
exiinria, de qoe V.S. era o mafia digno major e ins-
iructur, prestou oe nao stus servaos com honra, dis-
ciplina e-dedicaco munarrhia.
Oulro sim se eneja alf.re. da actoal guarda na-
cunal, assistem ou nao as rnesmas quahd.des acims
menciunadas.
Nesles '.ermn,, pede a V. S. Illm. Sr. major do 9."
balalMe de InfauUri. da guarda nacional de Olinda.
digne-se atte.lar o que o -uppdranie requerido
'em.t, ||. Meamonio Lobo Albertim de Miran-
da Uenrigues.
Joao Baplisla da Silva Mangninho, major da ex-
imia guarda nacioual hoje commandanle d. 1.
cumpanhia iulerluo do 9.* b.lalbao de intenta-
ra da guarda nacional da cidade de OUnda, era
virlude da lei, ele.
Altaste, por me ser requerido, qoe o supplican-
te como alferes da >." companhia do l.o bal.lhao
da exmela guarda uaciunal de lioda, te preslr.
sempre cum minia actividad e zelo uo servico, com
aplidao e ilesenvulviinento, c.m grande dedicaran a
mueren a ; e que depui, da nova nrsanisacao en-
trara de alferes da 8.' companhia, sendo logo com-
mandanle interino della, orgamsou-a com minia
presteza ; indepeudenle de distar dita companhia
da parada geral du balalhao (em Olind) 5 lecoas,
morando o mesmo supplicaul. na dila Oliuda. Sem-
pre promplo para lodo e qualquer ssrvico qoe para
isso fos.e nomea io.
.. Cidade de Olinda, 19 de abril de 1857. JoUo
Baplisla da Silca Mangulnha.a
Eslava recunhecido e sellado.)
srs. redactoresTendo-ine chegado ao ennheri-
menlo o procedimenlo do Sr. Manoel Libante querer
nau si. oppnr-se a qualquer destino de minha sorle,
como tentar de,po,ar-me, empregando meio, iudi-
ciae,. nao tendu a seu favor s-nflu urna ou ulguinas
canas, que impensadamente e por seduccau de
escrava Uve a imprudencia de escrever-lhe hoje
poieio, que esleu bem a par do ciado moral do dilo
senhor, o qoe den lagar a lodos da minha familia
upp..rein-s., e ,ubre todos meo p.i, oSr. I.uiz Bar-
balho d. Vascnncellos, cojos conselhos devo segoir
e ca|a voulade obedecer, e consultando o meo bem-
e.lar e ouvindo o que urna razio calma me acnse-
nla, declaro solemnemente e de minha mullo livre
volitada, sem conslraiigimento de pranle algum
que nao he vunlade minha casar-m. com o sobredilo
UOaate ; e desde ja' protesto contra qualquer oro-
cedimenlo sea a esse respeito.
Francisca Olympia de I asconcellos.
l-.stava garantida e reconhecida.
&**&k*ttttoa.
PKACA DO KECIKE12 DE MAIO AS
i HORAS DA TAKDE.
Colace, odiciae*.
Cambio ,obre Londres27 :{|, (Odiv.
Cambio sohre o Kio de Janeiro__> 00*15 div
Descont de lellras10 lp.2 0|0 ao aun
Couros seceos algados:l() r, pur libra
Assocar mascavado do Canal bomA>960 por arro-
ba com sareo.
Assucar mascavado americano regular3*080 por
arroba com sarco.
Dilo dilo ditotai00 pnrarroba com sacco.
Frederico Knhilliard, presidente.
P. B Tges, secr.tarlo.
t CAcMBIOS.
Sobre Londres, 27 3,1|a 60 d. e 27 7|8 a 90 d.
Pars, 30 r.. por fr.
a Lisboa, 95 por % de premio.
AcCao do banco oO por culo de dividendo por coa-
la do vendedor.
o companhia de Beberibe 6OJ000 por acca
companhia Pemambucana ao par.
Llllidade Publica, 30 pur ceutod. pr.mio.
liideinnisadora. 52 idea..
i da e-ira.i,i o. ferro 20 por Oio de' Hernia
Disconlo de ledras, de|8 a 10.
Acces do Banco, 40 a'i.') d. premio.
Ilciru.I "uc.n- lie.pancula-. .
Mnedas de 6oi00 velhas .
< (cilio nuvas .
43000.....
Prata.PalacOes brasileiros. .
Pesos ciilumnari s. ,
* mexicauos. .
alzuin erxiru as autoridades, condii/iudo os otlicios
pblicos eraluitamente, por. coja raie lem direiloa
proleesdo da, aulori lade, por onde peen,
Hospital de caridad. 8 de maio. 81 doenles.
~~ i'.^oli
10.84.
|i.85.
Ale amanlta.
ftairtff
t
A consideraban da-assemblea fin houlem submrlli-
clo um parecer da eouimis.ao de negocios ecclestasli-
co,, adiado em urna das sesses do auno passado, so-
bre o compro lisso da Irmandade da Misericordia
de,ia eirUde, oraram oSr. Theodorn da Silva,Gon-
ralvesl.uimaraes, I rauenco lyo, Manoel Casalran-
II, fican.1i) p..r fim adiado.
onlinuaiido ua dirusao das duas partes da e-
nla empa.ala na .....,-,, anleredenle, rou u Sr.
Iheolnrodasilva, sendo approvada a primeira paite,
qos Uinbein julg.i com dueiio a, augmenta o gunr-
lem bavidoieo.ld.de, proporetonalldada ejusiira".'
Eis us punios qu> lanramus ao terreno da discus-
sao : ,e alguem ah ha que possa ,..sienta-lo, pela
alurinaliv., que a faca, p.rque enl.lo folgaremo, de
cunfessar que a musa ronvicca era inl.iramenle in-
vnluntaria e de boa f. enmo de f-cln he lidiare-
mos de contessor n ousso engao, duvidando de urna
cnusa que alguem pude allirmar, e allirmam cum
razao.
Enlr.gue ,i. comsigo, o parlieulare, nao podan)
precavere conlra toda, n, obstculos que se apre-
senlavan seus olhos; fallos de recursos, pela
maior parle ospruprielazio, uao podiam vencer o com
bale na Iota quo.se havia Iravado conlra elle : don,
agente, poderoso, combatan! i porliai. a eessacau
do trafico que l-li/.mente desappareceu, de faci
leve lugar, e u cholera com milhares de estrago em
todo, os pomos do imperio por onde passava;n e fal-
lando rom retas., Sergipe fui a provincia que mais
perdeu.
Coliocadn entre crises tao meai;aclora,, o legisla-
lador cmpichendeo perr-iiarnenie as circpmilan-
ciai prilrtH da agricultura vio qua aofraquectodo
288.2S5.-HK)
. 169000
. IboOOO
. UnOOO
. 29000
. 000
l90
ALIANDEtiA.
Bendlmenlo do da I a II.
dem do dia 12. .
I67:236:t0l
192:654/654
Descarregam hoje 13 de maio.
Barca inglezaFlo.ling Cloudmercadorias.
Barca americanaMinesolafarinha de Irigu.
Brigde americano ilrlleudem.
Barca francezaEnma Malhildecemento.
I'olaca hespanbula Amelia pipas e barris de
viubo.
Patacho brasil,iro lamegadiversos gneros.
IMI'ORIACAO.
Barca nacional Hecife, viuda do Rio de Janeiro,
consignada a Manuel francisco da Silva Carrito, n.a-
nife,toa o seguinte :
1 caixa rape ; a J. J. Borges de Castro.
I ranao cba|ien ; a Nuv.es & C.
1 pi.no. 3 xoluine, I teCtoda de mognn, 3 dito,
espera salulares ; ul" l*"'"rl"' l0 ('"o* camas, cadeira, e carro para
deliberacnas, iiando-lhe o guzu de um direilo que, I enanca. I mesa de cabeceira, I secretaria, 2 caixoes
alo hoje, se a lem privado. cortinados e cpula. 5 cana, 36 talas papel, \j
O gerente da cumpa .Isla bra.ileira quexa-.e, em I l"','',.'" ""!* c '*M barr, vasius. 185 ..ecos cate,
s.u rotatorio spreaentada a assemblea geral do, ac- ''" '**** e fu"">. caixes chapeos, I dilo cha ; a
coiu.las da mesina eompa.....a, queixa-se, dilema*. I "*"*
da talla de betas qae sufre a compaohi,..... ludo, os 'l"e"0 nacional Tamega. indo do Rio de Junei-
porlos, a excepra i do du Recite, e considera esla tal-! r"' consignada a .\ovae, & Companhia, manifeslou
la como um eslurvo. cijo resulto petar he a demora *egunite :
dos paquete*, felizmente esle embaraa e impoeflie I caies chpeos ; a A. L. P. Mello & Comra-
Ue se da., em Sergipe, mide ha binas, e lodo quanto | "'"'
he ne.-e,ari.i para a bom expediente das sabidas e| 20 pipas vastas, 1 temo de cestas, 10 barris co-
eulradas Jos vapores, vapor de rebanea, ealraia, e hac. 150 caixa. tego da China, 50 barr azrilr. I
bous praticos : iiiinbi s ao piulo, os depsitos podem caix.cie sal.moniaco, 1 dito folhelo, 195 rolos e 60
latas fumo, 1 caixa, cita, 2 barris loiirinho. 617 ,ac-
cos caf, 100 latas biacoilos, 9 vo.umes mobilis ; a
ordem.
Bngue nacional Elvira, vindo do Ko de Janeiro,
consignado a Jus Juaquim Das Peruandes, maui-
fcluii o .cguinle !
ser bem montado*, viste c.mo lia proporc.es para
is.ii ; o que he assai cunvemenle aos iutereises da
companhia.
do nicansavel em promover ludo quanlo diz respailo
aos interesses da provincia qoe o vio na.cer ; S. Exr.
dotado de nobre, sealimentoc ele amor palno, que
ri pipas vastes, 60 barrica* firinha de (ro, 140 ae-
hapoos, 3 volme* mercadorias ; a ordem.
CONSULADO i.EB II.
Rendiineiilo do da I a II.
dem do dia 12.......
.19:141*182
4.-79US080
imparcialmenle fallando muguem Ihe podera negar | ""* caf, 204 rolos fumo, 25 barricas cebo, 1 caillo
esse direito; o Sr, barao de Mar,.un, dizemos, ua ca-
mar. dos depulad da qual h. membro, e que era
breveo veremos nadnaenadore, como pretendecorn
a sna importancia inlloencia faia c-.nio lem felfo,
o que mallo, rulo fizeram representando a provincia.
A prnviucia saliendo c iim ,.be de fado apreciar
os sen, servido Ib- far jarilfa. .
O melhor juiz dos homen, na ordem dos lempos
he o fuluio.
Igualmente nos dirigimos aos collegas de S. Exc.
aoi qu.iei tetemos os nietmoa pedidos, dando proras
DIVERSAS PROVINCIAS.
Reodimento do da 1 a 11.
dem do da 12.
MeSSWNH
3:32P37t5
786/297
4;1169042
MUTILADO



DIARIO DE PERNAMTWCO QVKWTA FEIHA 13 DE HATO DE 1!7
t

PESPACHO DB EXl'OKTACAO PELA ME-*
DO COSsCbAUQ OBSTA CIDADE NO**
12 DE M VIO DE 1857.
Phila.lelulnaBarca americana Union, Iheo
Aastin & C, ^.8->0 saceos as-ucir maiu1"1"'
Pl)iladelplna Patacho americano aCmm"ceB<
Heury fr'orler C, 500 saceos as.-'"- masca-
vado.
Canal Patacho americano ul.a (tangen, Paln
Niiih & C, l,'03 saceos asMicar nascavado.
Buenos-AyrnPolaca hrtpanlioM (Ratita*, Isaac
Curio di C, 50 pipas ro.uard'"!' coehaca.
Km ila Pr.laBarra nacional" Rufina o, Viuva A
mor un Pililos, .50 pipa* .gurdenle cachaba.
I.i.imalingii* perloBuai .I,i II. Anl nio Mu-
a Machado, 10,000 p.Jlas de bo ; Val & Leal,
.1 inp.s, barr, e 21 ,1li de 5." mel ; Francisco
Sevenano Habello Filho, -30 saceos a-sucar
Ortico l-0 dil ,u -* n lo ; Aulonin Bernar-
do Va de Carvallo, > pipan, i barns de i., 4
dito de 5. e U quarlolas mel.
Rio de JaneiroBrinue ilacin! H.ini.l )i\ Jos da
Silva. I,oyo, Ii*' uceo- assucar branco.
Km de JaneiroBriuue nacional aSagilano, Lucio
Mnulain da Franca, S pipai agurdenle.
AsstTHule nacional uOliinl.. :l ,,ipas sfiuarden-
le ; Joaqmm Francisco de Alem e Joaquim Das
Fernandas, 1 pipa e t barril agurdenle, 1 "dito
licor. '
EXPORTAgAO'.
Aracaly, hi*ie Bfberibe, de :ll toneladas, eon-
dii.tin o -eguinle : lili vulumes gneros e-lrau-
geiros, birris balaeha, 3 callM rap, 33 canoas
doce de guiaba, I varauda de ferro, 2 ealdeiras d
cobre, 3 torueiras de brouze, 2 saceos de cobre, 2
rolos chombo.
RECEBEDORIA DE RENDAS INTERNAS GE-
RAES DE PEKNA.MBUCO.
Kendimeulo do da 1 a II. WB7fcV1
dem do da 12....... 9773005
8:0115936
CONSULADO PROVINCIAL.
Reiiilunrrilo do ma I a 11.
dem do dia 12.
1:1620959
3:7709821
25:933J>780
#A&9mtn& 99 IH*;.,
por editos justificada previamente a ausen-
cia c incerteza.
I, a V. Kxc. as,i ni Ihe delira. E R. M.
Domingos Jps Ferreira Gui maraes.
I. mais se iim continha em qui transcripta, a qual sendo-ml a presen-
lada, profer o meu despacho do theor se-
g inte :
D.Justiliquc. Recite 30 de abril de 1857.
\. F. Perelti.
E mais se nao continha no tneu despacho
aqui copiado, em vista do qual fui a pelillo
distribuida ao escrivao Ouarte, e n supplen-
le produzio as suas tcstemunhas quejustili-
caram a ausencia do suppradito, em lugar
iiiin sahido : e suhimlo os autos a mi COnclusSo profer ncllos a ininha scnlenca do
theor segutnlo
Avista da inquirirn de II. 8 a II. 10, julgo
provaila a ause icia Uo justificado ora lugar
nilo sabido : pelo que mando que seja cita-
do o mesmo juslillcado poreilitos, passan-
do-se a respectiva curta com opiazoda30
dias, lindos os quaes, e navendo-se por ci-
tado o ausente, ser-lh-t-ha nome.do cura-
dor, par com este correr a causa os seus llo-
vidos termos ; pagas as custas pelo justifi-
cantr, que tratara de mostrar se sao de com-
merciantes archas, ou algunia das firmas,
que liguram as notas promissorias de II 3
e II. i. Recife 6 de maio de 1857.
Companhia
iiavega$&o a v- por Hait-
burgo Kr sileiiv.
. Kpar-a de llamburgo o vapor inglez GOI.DF.N
FI.EECE, edep.is da demorado cosime seguir"
para Baha e Rio de Janeiro : para freas ou passa-
geirus, no qual lem mllenles rominudos, liala-se
com os agentes, na ra da Gru n. 4.
C*ar e afeara-
cu.
Segu no dia 12 o palhaboto obraleiise,
cap tilo Francisco Jos da Silva Ralis; para
Lotera
PA.
ti mais se nao continha na nimba senten- \ rt-'>>to da carga e passageiros, tratase com
(,a aqui copiada, em v.rlude da qual, o refe- i Caetano Cjriacoda Costa Moreira, na roa d<
rido escrivJo fez passar a presente carta de I Cadeia do Recife n. .
editos, com o prazo de 30 dias, pelo theor I--------------------------------------------------------------
navios entrados no dia 12
Gransmotli14 dias, brigue ingle. Mary Weir,
de 163 toneladas, capilAo Win. Wall*, eqaip.igem
10. carga Irilhos para a eslra 'a de ferro ; a Ko-
ilirlli.HMii.il-, Perlencea Londres.
Havre10 dias, barca franceza nVeneiuela, d
273 Innelados, capilflo Bresson, eqmpagem 12,
carga fszendas e mais gneros ; a N O. Bieber
fSi C. Periei.ce ao Havre.
Navio sahido no mesmo dia.
CorkBarca ingiera Coarner, capilAo J. Gavey,
carga asnear.
%-t'
0
Pela subdelegacia da freguezia de S.
Jos do Recife, se faz pub ico que foi appre-
hendidn, e acha-se em deposito, un caval-
lo ruco, com cangalha, que andava vagando
pelas ras desta freguezia ; seu dono justi-
ficando, Ihe sera entregue
.Subdelegada da freguezia de S Jos do
Recife, 9 de miio de 1857. O subdelegado,
Eduardo Fiedenco Banks.
Ulllm. 8r. contador d thesouraria
provincial, servindo de inspector da mesma
thesouraria, eu virlude de iesoluc/10 da jun-
ta da fazeuda, niauJd fazer publico, que em
ciimpriiiicuio da lai, peranie a mesma junta,
60:5025000
2:3593000
1:8105000
6:8649000
4:659000
1:5929000
8:0809000
5900O00
2:6575000
4:210M00
3.-6989000
2:770^000
2:7635000
3:l73f000
3:0l?000
Ja qual chamo, cito, e Hei por cita lo ao
suppcado Lrno Jos de Castro -raujo,
para que dentro do referido prazo, compa-
reces ueste juizo, para allegar a sua drfeza
por todo o conteudo lia pi'tiQilo acuna
transcripta, sob pena de proseguir a causa,
seus termos a sua revclia, por tanto toda e
qualquer pessoa, prente, amigo ou conhe-
eido do referido supplicado, podera fazer
sciente do que cima fica dito.
E para que chegue noticia a todos, man-
dei pasear editacs que serflo allixados nos
lugares do coslume publicado pe* im-
prettsa. .
Dada e passada nesta cidade do Recife de
Parnambuco aos 8 de malo de 1857.
Eu .Maxiiniano Francisco Duarle,' esenvao
do juizo especial do coinmercio, o subs-
crevi.
Anselmo Francisco Perelti.
Ik-V-
2totft3Nlt>tf
CONSELHO ADMINISTRATIVO.
O consclho administrativo lera de comprar
o seguale :
Para a botica do hospital regimental.
.Acido prussico medicinal, oilavas4, agua
de labarraque, garrafas 12. ameuduas doces,
oncas8, amiio, libras 2, brax, libras 1,
cevada, libras 16, cannella,libras 4, essencia
de louro cerejo, oilavas 2,diu de rosas,oila-
vas 2, emplastro de cicuta, libras 4, dito
mercurial, libras 4, fumaria, libras 2, era
terrestre, oncas 8, iodo, onrjas 4, linhaca, ar-
robas 2, me issa, libra 1, musgo, libras I,
intrato de polassa, libras 6, oleo de ligado
de bacalbo, huras 8, oxydo de zinco, oila-
vas 2, oleo de crniou, oiuvas 4, raiz de al-
^"d.e,"em:3l"e.,nhas.U|'ubl,Cl'a(l,,em'tnea, arroba I, reMi.a deangico, libras 8,
batania, Ijbra i, resi
3553000
106OO00
813000
96^000
805000
254/000
563000
4a'00u
525000
349000
H4.5OU
oais der, no dia 10 de juntio prximo vin-
duuro, os imposlos seguintes :
25500 reis por cabeca de gado vaceum, que
for consu nido nos municipios abaixo de-
clarados.
Riscife, avallado animalmente por
0 inda, dem dem por
Iguarassu' iuem dem por
Goianna i lem dem por
iNuzarelh ideiu idem por
Cabo idem idem por
Sanio niuao idem idem por
SerinbSem idem idem por
Rio Fonnoso e Agua Prela idem
idem por
Pao d'.llio idem idem por
E nos municipios seguintes,
noaquaess pagam aquellos que
lalhaiem carne para negocio,
e os cnadoies o dizimo :
Limnetro, avahado anniialiDeule por
Bonito .- 1.arua.ru' idem dem por
Brejo idem idem por
Cimbres idem idem por
Garauliuns ido.u idem por
Flores e Floresta dem Idem por
Boa-Vista e Exu' idem dem por
.voso ltimos municipio,isio
he, Brejo, i.ia)bi'es,Garaiihuns,
Flores e Floresta, boa-Vista e
Exu', s3o arrematados con-
jiiulamenle os imposlos a car-
go dos colleclores e 20 0|0 do
cjdsuiiio da agurdeme que
for cousumi'Ja nos seguioles
municipios:
1 nula, avallado annualmeule por
Iguarassu' idem idsm por
tijiaiiua idem dem po.-
1 ao u'Alho 1 lem dem por
riazarelb dem dem por
Santo Anulo dem dem por
Cabo idem dem por
nanita e oaruaru' idem idem por
Rio Formoso o Agua pela idem
idem por
f-eriiiiiilem idem idem por
l.imueiro idem idem por
' iaranhuns idem dem por
llrejo idem dem por
Cibres idem dem por
llorese Floresta idem idem por
Hoa-Visia e Exu' dem idem por
Vai igualmente a praca para sor
arrematado, coiijunciainenie cfm
o imposlo do gaao vaceum, o di-
zimo do gado cavallar, nos muni-
cipios abaixo declarados :
l.iinoi'iro, aialido auiiualmenlt por
Krejo idem idem por
Cimbres iJem idem por
Bonito e Carnaru' idem idem por
Garanhuns idem idem por
Florese Floresta idem dem por
Boa-Vista e Exu' dem dem por
Imposto a cargo dos colleclores.
Brejo, avahado annualineiiie por
Cimbres idem idem por
Garanhuns idem idem por
Florrs e Floresta idem idem por
Boa-Vista e Exu' idom idem por
As arremaiaces serao l'eitas por lempo de
tresannos, acontar do dejulho do cor-
reiite anuo, a :io de juuho de 1860, sobas
iiiesmas condiio js das anteriores, e na Cor-
ma do art. 76 Uo regulameiito de 3 de agos-
te de 1852.
As pessnas que se propozerem a esta ar-
remataC'io comparege 111 na sala dassesses da
mesma junla, 110 da cima declarado, pelo
meio (lia, habilitadas na forma do art 75,do
niesmo regulamenlo.
E para constar se mandou aflixar o pr-
senle e publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de
Periiatubuco 9 de malo de 1857. O secre-
tario, Antonio Ferreira da Allliuii'-i;n,.Mi
Arl.75. us contratos da arrematarlo de
renda, que mporlarem em mais de dous
coulos de res, serSo etfccluados sob a ga-
ranta de dous tiadores iduneus, que tenliam
bens de raiz na cidade do Recife, ao menos
um delles, urna vez que o outro seja notoria-
mente abou dn
Art. 76. As arrematarles poderao cft'ec-
tuar-se pela manir ou menor licilacSo olfe-
lecida em cartas fechadas.
OI)r. Anselmo Francisco Perelti, commen-
dador da imperial ordeni da Rosa ojtiiz
do direito especial do commercio, nesta
cidade do Recife, capiui da provincia de
l'ernambuco, e scu termo, por s. M. o I
o Sr. 1). Pedro II, que Dos guarde, etc.
Fajo sahraos que o presento edilal v-
rem, e delle milicia livrem, em como D i-
mingos Jos Ferreira Guimares, me dirigi
por escripia, a pelic,io uo theor scguinle :
Illa, e Exm. Sr. Dr. juiz do direito do
.nmmercio. Diz Domiugos Jos Ferreira
Tiuiiarcs, liquidalario da cxlincla lirma
de Sebaatio Jos da Silva & C, quer lazer
cilar a Lino Jos de 1 asiio Araujo, para a
a primeira audiencia desle juizo, fallar aos
termos de urna achilo ordinaria, pela qual
Ihe pretende pedir a quantia de 1:7013053,'
Importe de 2 lettias vencid.s em 15 e 19 de
hade htala, libras 2,
Mil|diiiy uc. zinco, migas 8, sunaruba, libras
2, thredacio, oura 1, valeanalodc quiuino,
oilavas 4, assucar refinado, arrobas 8, azeile
doce, garrafas 8, banha de porco, arrobas 2,
caixas para (Alulas, grosa 1, funiz de vidro 4,
graos de vidio graudres 4, marmilas de tu-
lla com lampas 6, laias sorlidas para fractu-
ra de bracos e peritas 50, violto branco, gar-
rafas 12, dilo linio, garrafas 12, vinagre
branco, garrafas 1-2.
2- ualalho de infartara.
Casemira encarnada para vivos, covados
39, hollanda para forro, covados 546.
4.' balahao de aililheria a pe.
Casemira carmesiui pata vislas, covados
7, bulos convexos do me la I amarello, de 7
l-.nhas de dimetro, e com o n. 4, 2848, di-
tos ditos de cinco linhas, e com o mesmo nu-
mero 10IO.
ra do Collegio n. 15, l'aia leillo de urna in-
linidade de ohjectos de dilfcreules qualida-
des, um lindo aanctliario degusto moder-
nissimo, e divesos ohjectos de pjrceilaua e
de vidro, e outros mullos que se acharao ex
poslos rio supradiio armazem : quinia-fei.a
1 do crrenle, as 11 horas da mauliaa.
Provincia.
o abaixo assignado vendeu os seguintes
premios :
2 quartos Numero 50 5008
2 itos 285 21IO5
2 ditos 98 505
0 mr-suio tom exposto i venda os seus fe-
lizeg bheles, meiOS e quartos da quinta
parle da sexta |. li-ria do Gyinuasio Per-
nambucann, os quaes nao estao sujeitos ao
dcscoiuo dos oilo por canto da le.
Por Saluslianode equino Ferreira,
Jos Fortunato dos Santos Porlo.
NOVIDAOE.
Completo deposito de massas lins.
No aterro da Boa-Vista 11. 54, tero os
freguezes, sempreque queiram, um comple-
to e vanado sortimento de massas linas e
lodas as qualidades, como seja holinhos
francezes.bolacliinha de aramia,biscoitos li-
iins.ami'ii loas confeitada,e todas mais mas-
sas que se fabrican! e.j padaria, caixinhas
de apurado gosto para encher de conl'eilos.
No mesmo estahelecimeiilo recehem-se eu-
commendas de bandejas etifeitadas com
muita perfeicSo, pastelees, pecas montadas,
bolo iuglez, e loda e qualquer obra de pas-
Ularia.
O galvanismo.
Continua-se a galvanisar todas as obras
que forem de metil, com ouro e com prata,
galvanisa-se com ouro obras de prata, sendo
Nova tenda
X*'
U agenlu BOria esta' incumliido de i esle galvanismo durativo por ser pelo novo
lazer leilio, da rica mobilia e oljjectos de
capricho do L\m. Sr. tenente-general
Antonio Correa Seara, cjue regressa a' cor-
te do Kio de Janeiro. 0[i|ioituiiuneulc
indicar-se-ha o dia, clistnbumdo-se o ca-
thalogo dos olijeclos que devem ser, sem
reserva, vendaos.
O lllm. Sr. corretor geral Frederico Ro-
biliard, estando prximo a fazer urna viagem
a Europa, lara leilSo por intervencao do pie-
posto do agente Oliveira, de toda a mobilia
etc., da casa de sua residencia no campo,
cousistindo em solas, c raslos, mesa redon-
da, cadeiras usuaes, ditas de balando e de
bracos, piano deexcellente vozos, bancas de
jogo e para ontros roisteres, esleirs e pe-
les de sala, can lean o-, lantenias e lustres,
pistolas de 5 canos, copiadores e Carlas, 1
concertina com msicas, guarda-vesli :os,
i.....mu las, secretaria, lavatorios grandes e
pequeas, uiaiquezas, ton-adores, cama de
ferro grande, ditas de inadeira, mesa elsti-
ca para 24 pessoas, aparadores, guarda lou-
ya, mesas para engomm-r, appaielhos de
porcnllana para janUr, almoc,o. o para cha,
garrafas e copos de crvstal para viaoo, copos
para champaiihe, facas, garfos ccoliieres,
porr;ao de vinho engarrafado, de dilferentes
e superiores qualidades, um carro para seis
pessoas de uous ou un cava lio, com arreios
dobrados e singlos, um cabriolt, dous ca-
vallos, tiem de cozinha, uito para jardim, e
inlinidade de objeclos assas necessarios ; a-
lm dosartrgos sutnaniencionaJos, havera
lambem exeileute fiambre, queijo, bebidas
ole, para o lunch : sexla-feiru 15 do corren-
le, as 10 horas da in.mliiia, sitio Ja casa a-
marella, junto ao da Exm baroueza de Be-
beribe, na ponte de Uclia.
methodo, por pre^o commoJo : a tratar no
birro de S. Jos, ra do Forte n. 3
&9fovt : v Sdr*0.
9.* batalhao de infantaria.
1:693OOO| Roldes protos de inassa para Capoles 3000.
tiSttfOOO ou- iii .lu,.,-, ve

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de qualquer amolacHo, com toda a perfei?o
dosejavel : alerro da BuS-Vista 11 52.
Alu-'H-se nina pmlana com todos os
seus pertences, nos suburbios desta praca :
quem a pretender, dinja-se ao armazem de
assucar da ra do llrum 11 21,
Jantar.es.
Na ra de Dorias 11. 10, forne(-e-se comida
para casas parliculaies, com lodo o asseio o
promplido, por commodo preco. onde tain-
11(1(11 se vende um variado sorti nento de
bous chai lllns.
- liesappareceu no dia 9 iledczembrodo
anuo passado, do eugenno Piabas do 11 ni
Sucesso, municipio do Porto Calvo, provin-
cia das Alagoas, uin mulato escravo de nome
Joo, do idade 22 anuo, pouco mtis ou me-
nos, estatura alia, grossura proporcional,
heni espadaudo, rusto redondo, caber;a um j
lano pequea, cabellos crespos, era fecha-
dos, testa pequea, os cabellos da cabega
desee muilo para cima das sobrancelhas, na-
riz chalo, pouca barba, e ruivas, hem feto
de cirpo, um tanto barrigudo, pernas com-
pridas, pes grandes e m3us, he bein desem-
barazado no fallar e andar, lii) carreiro, mui-
lo contador do historias, fumador de charu-
tos e cigarros ; rom fcil idade passara por
forro, lem urna cicatriz na bocea do estomo
i go dentada de um cavallo : desconlia-sc que
ande liaballiando na estrada de ferro 110 lie
clin : roga-se a lodas autoridades policiaes
e capilGes de campo, que leniiam conheci-
mento de existir em seus domicilios, o man-
dem prender e remete lo a seu scnbor Joao
Duarle Lopes de Vasconcellos, mi dilo en-
genho, ou na ci lade do Recife, a seos cor-
respondentes, Luna Jnior Cruz n. 28. que serao generosamente re-
couipnesados e iiiiiemni-ados de lodas as
despezas que por ventura se Taca.
i 1KINDADE 1)0 DIVINO
do Go liedlo,
0 abaixo assignado, escrivSo da irmanda-
de supra, convida a todos os irmSos da mes-
ma para se reunirem en mesa geral, as 9
horas da man'i.ia de domingo, 17 do corren-
le mez, afim de se proceden a eieic/io para o
atino prximo futuro.
J080 atbanasio Roielho.
04-80 209000 de gralilicr;;o por u:n
moleque que saiha fazer os servicos de uina
casa de esludantes : quem tiver, dirija-ge a
ra eslreita do Ros-rio 11. 19. primeiro an-
dar, ou entSii annuiicie por este jornal o lu-
gar de sua morada.
otl'erece-se um hompm pardo, dn ida-
de, sem familia, para, algum sillo ou enge-
nho, o qual euteule hem de agricultura :
quem precisar, diriii-se ao Forte do Malos,
na taberna do Sr. Boavisla, ou aiinuncie pa-
ra ser procurado
Precisa-se de um capelln para um en-
genho em Serinbaem, da-se hom ordenado :
a tratar na camboa do Carino 11. 18, com Sil-
verio Joaqnim Jlailins dos Sanios.
Lotera
Dt
pr )vincia,
guara parte 'i* sf.v.i
te ra d< Gviiin tsio
lo-
Arremata-
cao.
Deparando boje o abaixo assignado um
annunci pelo juizo dos feitos da fazenda
provincial, em que tem .de ir a praca urna
casa lnrre> no lugar da Capunga n. 55, a
. qual tem as mesinas dimcnsfi'S das da casa
t\)M a rilbllfa i!' :|!)aJ-l" 49-11'- TJ" be elle possuidor, a qual hou-
, ., ve por compr.i a BenloG. Didier, est* i An-
XO aSRIj^IadO OI i-I VeilOI*!"* '-li-iabetn Aucle Poirson, esta a Nicolao
Gaiiault e sua niullier, esles linalraente a
Alvaiade
Ou- ni quizer vendor, aprsenle as suas
proposlas em carta fechada, na secretaria do I
couselho as 10 huras do da 15 do corrente
mez.
bala das sdssoes do conselho administrati-
vo para fornecimenlo do aisonal de guerra.
8 do maio de 1857. Ma noel Ignacio Bi icio,
presidente interino.Bernardo Perelra do
Carino Juuiur, vogal e secretario.
EXTINC f0 BANGO D PER-
NAMBUGO.
A direccao do extiucto Hunco de l'er-
nambuco leudo de dar lim a sua liiiuida-
eiio no ultimo do corrente me/., convida
por isso aos possuidores das respectiva!
notas de cmissao, a trocarein-nas ate
aquella dula, na ca'rxa lilial tiesta provin-
cia. Uecif'e, de maio de 18.")7.-^0 se-
cretario, Joo Ignacio de Medeiios Kego.
Faz-se publiro ppla iusper^Ho do arsenal de
afiaba, que o vapur u Parainaaga, da cumpanlua
k
- bai ricas
nazem de
II.
llO
I.
.11 'robas: vende-seno
rna da Cruz
Pi anger &
6090-10 I peniaiiibucaiia de naveiaffio cusleira, pude cunti-
S^-JOOO I ""'"" a aveaar, villa que fi-ito .os neressariog xa-
38)000 m's' ""* ,<""""* do reuulamrnlo bailado com o de-
40J000 I Cre' "" '*-* ^ 5df seteinbro de 18>i, 110 casco,
3Wutkl m"c,''"a' calJeira, appaiellm, maslrearflo, vrlame,
amarras e ancoras, acliou-se ludo isln eiu bom esta-
do. l.-i.|in,,i 1 do ar-i'ir-il de inarinlia de Peiuani-
bueo .111 19 de maio de I8.Y7.O inspector, Ebzia-
rio Amonio dus Santos.
lil>00
-'-roou
lOJ^OOO
1460u0
80/000
34^000
209odO
5S15000
3II0U00
4555000
9a>ooo
442sD0o
Baile pupular
DE
NO
PALACETE DA RA DA PRAIA.
Sabbado 16 do corrente.
Haver haile, e os carlies estaro venda
no edificio, nodia do divertimenio, quede-
ve principiar" as 8 horas e terminar as 3 da
nianhaa.
9%&<*9
'"'<
i-*-
aranhao
e Para.
O veleiro palhahote nacional LINDO
PAOUETE. capilla Jos Pinto Nunes. procedente
do Ki i de Jineiro, com melade do seu carreaa-
mentn, destina io an porlos indicados, para onde
seaoira' com %raviSade, recebe o reslo da carsa
com o mrsmo destino : a tratar com o consignatario
Amonio de Almeida Gomes, na ra do Trspiclie .
I(i, seuundo andar.
Pr o Rio Scpue com-toda brevidade, o hem conhe-
ci 1" brigue nacional Almirante, tem grande
parte da carga prompta, para o rosto, passa-
geirii.s e escravos, para o que tem ricos enm-
molos ; trala-sc com o consignatario Jos
Joaquim Dias Fernandos, ra da Cadeia do
Recife.
ara
de Janeiro
junho de 1854, e de urna conla de livro, o sepile com muita brevidade, o bem conhe-
que ludo expresaara em seus arligos.
Hequer a V. Exc digne-se de amanhaa ci-
tar com a pena de revelia, ficando logo ci-
tado pira todos os termos da causa, al fi-
nal a execuguo.
E porque esteja ausente o supplicado, em
lugar nao sabido, requer que a ciuc,5o aeja
cido brigue SAGITARIO, o qual tem
maior parte de sen carregamenlopiom|i-
to: para o restante e passageiros, trata-
se com Manoel Francisco da'Silva Carn-
eo, na ma do Collegio n. 15, terceiro
andar, ou com ocapitao, a bordo.
PROVINCIA.
O Sr. thesoureiro das loteras manda
lazer publico, que se aehaiu a venda, no
pavimento terreo da casa da ra da Au-
rora n. 2li, bilhetes, meiose ipiartos, da
(|iiinta parle da sexta lotera do Gym-
nasio, das !) horas da manliaa a's ti da
noite, cujas rodas andam no dia ludo
crtente.
Thesouraria das loteras !> He maio de
lS.i".Jos Januario Alves da Maia, es-
crivao das loteras.
--- Quem precisar de urna ama para casa
de familia, queira dirigir-se a ra Uireila
n. 91, primeiio andar.
Precisa-so de u.n caixeiro : na padaria
da ra Direila n. 82.
Precisa-se slugar um relo : na pada-
ria da rua das l.arangoias n 28, anda que
nao coleada.
Offerece-.se urna pessoa para adminis-
trador ou caixeiro de qualquer engenbo,
com capacidadu de doscmpenliar o lugar, e
dando fiador a sua conducta : a pessoa que
quizar utllisar-aa 'le seu presumo, dirija-se
a rua estreita do Cosario n. 18, ou declare a
sua morada para ser procurad i.
Precisa-se de urna ama de leite que
0 tenlia em abundancia e saja de miiiro
bous costumes e paga-se bem: dirja-
se a piara da Boa-Vista, sobrado de dous
anclares, por cima da botica do Sr. Ga-
meiro. entrada pela rua do Hospicio.
Aluga-ceo terceiro andar di sobra-
do da rna do Trapiche-Novo n. 12: a tra-
tar no escriptorio do mesmo, primeiro
andar.
Precisa-se de um bom forneiro, e de
um bom amassador, que enlen !a de todas
as massas : na rua da Senzalla V'elha n. 8i.
Na padaria da rua dos Pescadores, da
pra i a de*. Jos precisa-se de i amansado-
res que sejam bous, nao seolha a proco.
Bernardiuo Gomes de Carralho, vai a
Portugal
Kst justa e contratada a compra da
casa terrea lia rua Iranerial n. 86 : quem se
acriar com direito a mesma,maja de reclamar
no prazo de tres dias, na rua Direila n. 78.
Precisase lugar um pratn mensal-
mente, dan lo-se o sustento : na livraria n.
6 e 8, da praca da Imdopeudencia.
Perdeu--e um chapeo de sol de seda,
na matriz do Corpo Sanio, na occasiao da
missa das 8 horas : quem o achoo, qtieren-
do, pode leva-lo ao largo do Corno Santo,
escriptorio do Sr. .Manoel Ignacio de Oliveira
n. 6.
Precisa-se de urna ama torra ou cap-
tiva, que cozinlie e engomme, para casa de
urna sentlora si'i : na rua da Senzalla Velha,
dolroitte da casa do Sr. escrivao do subdele-
gado, sobrado do um andar, varanda de pao.
Precisa-se de um bom amassador, pa-
ga-se. bm na rua estreita do Rosario u. 13
Quem quizer comprar -2 moradas de
casas terreas, na travessa da rua Augusta, I
que rende cada urna 1 por cento ao mez :
dirija-se no Forte do Matos, a prensa do Sr.
Jos <:arlos de Souza Lobo, ou annuncie por
esla i'olha.
Cvpriaao Fenelon Guedes Alcoforado,
procurador liscal da thesouraria provincial,
e advogado dos auditorios desta cidade,
mudou seu escriptorio para a rua do Crespo
n. 6, onde poje ser procurado das 9 horas
da manhaa as 4 da tarde.
Em visla do anouncio do Sr. Jo3o Go-
mes da Costa, inseito no Diario de 5 do cor-
rele, previne-se ao Sr. Manoel Francisco
de Jess Veras, que nao pague O val de seu
filho,da qoaiilia de \-2i'0OU, se nio ao an-
DunCiante, em poder de quem te acha o re-
ferido val, legalisado, e juDlamento os alu-
gueis da casa em que mo.a.he o aiinuncianle
aulorisado a recebo-Ios, como testamente!*
ro e invcntarianie da fallecida I). Helena Go-
mes da Silva. Itecifo i-j de maio de 1857.
Ignacio Ferreira da Costa.
Isabel Carroll, subdita brit-nuici, re-
1 lira se para (ora do imperio.
rz>i
irtts
preparadas em latas : vende-se no arma-
zem de J. PraegerS C, rua da Cruz
n. II.
vros.
livros e:n
: vende-se
rna da
i lirio.
as s s'j>i nes sur es:
200 V l:500Sbilhete.
2008i quartos.
200$bilhete.
100$'i (piarlos.
10D.Smeu) bilhete.
I00Smeio bilhete:
KKI.S2 ineios.
."iti.s bilhete.
50s2 (piarlos.
50j;2 meios.
50$V quartos.
g.ii'tlltiil (StiS
eento ii j ^ i n s
p aiiuiit-ados
#. *. L i/me.
Quem precisar de um perfeito cozi-
dirija-SA h praca da Boa-Vista n. I,
reedificado, depois do
285
.-.) i :>
7!ll
188
2509
.">2i2
2li.iT
OS
2555
7.ir
A
8 por
ij; rt^s
nbeiro,
Sobrado
Veras
Quem precisar de dous olliciaes de ver-
niz, tanto para 1 .ja como oara casa paiticu-
lar, e mesmo alguns concerlos, pJe anuuii-
ciar paia ser procurado.
l) abaixo assignado, s'ndo-lhc preciso
estar algum lempo no interior da provincia,
lem deizado eucarregado de sua cobranza
nesta prca o Sr. Caetano leroira de Brito.
Firmo Gandido da Mlveira Jnior.
Precisa-se do um caixeiro que lumia
alguma pralica de taberna ; na rua da Scn-
zala Velha u oda
beCCO do | eilvili.H.i !,,
i' fsic.b.ina.
iL PflRTIJGUIZ
Vende-se urna porcSo de
branco de todos os tamanlios
no armazem de J. Praeger 4C,
Cruz n. 11.
Na rua de Apollo n. 25, primeiro
andar, lia para vender tima bonita es-
crava, com habilidades.
Precisa-sede 8 a 12 olliciaes para
fabricar charutos: na lubrica do pateo
do Carmo, enquia do becco da llomba
n. 1, a tratar na mesma.
O abaixo assigna lo protesta desdeja,
contra todo e qualquer negocio que por ven-
tura ja tenhan mito, ou oreleniam fazer os
seus genros J'.iaoGoncalves Villa-Verde, e
Francisco Teizeira Borges, sobre a escrava
l'-omana. K para que ninguom se chame a
ignorancia, faz o presente em que si as-
signa.
Jos Machado Soares.
Precisa-so de um mogo portuguez de
18 a -20 annos, par caixeiro de urna fabrica
develas de carnauba, dando fiad r a sua
conducta : na rua Direila, loja n 59.
No dia 13 do correle, depoisda audi-
encia do Dr. juiz municipal supplente da se-
Na nojto do segunda para terqa-fi'ir, 12
do corrente, furtaram ao abaixo assignado
um cavallo, do sitio perlencenlo ao fallecido
Sr. francisco do Carvalbo Paos do An irado,
no becco do Espinheiro, o qui.l tem os sig-
naos seguintes : cor ruco sujo, muilo novo,
inteiro, ferido um pouco nos peilos por 1ra-
balhar em carrosa, descarna lo. lem na sar-
tiolha urna ricalrisnco de ja ter tido urna
ferida, cauda o dinas curias, o ferro ignora-
so : roga-se 's autoridades policiaes ou a
quaes quer pessoas a quem for orFerecdo, a
apprehensao do dito cavallo, que alcm de se
agradecer s" gratifica a, sendo entregue ao
seu dono, no Kecifo, oiti Sanio Amaro, ao p
da fundirjao, taberna de Jos" Jaciutho de
Carvalho,
- Vcndem-se dous contra-nontos o um
diccionario musical : na rua Nova n. 5li.
Ven lo ii-so os ohjectos seguintes, por
baratos procos, na rua da l'lorentina n 32,
vidros para es;ic!!iosdc n. 8 a Ifi, urnas ca-
mas francezas, de amarello, lavatorios para
lodos os precos, mesa redonda, consolos,
marquezas, quartinbeiras.
Dnsencaminharam-se dos abaixo as-
signados as seguintes lettras, aceitas pelos
irs. : Seh.is'iao Jos da Silva, a vencer em
30 -le novembro p. 1819300, Feliz Venancio
de Cantaliee, para o mesmo vcncimenio
I4IS00; Jos Goncalves Malveira, para 31
de Janeiro p. I:o7I9W0; Joaquim Francisco
Lavra tem (139000; Guimares rx asios tem
19K0OO ; Carvalho s\ Silva tem 13t;t>u :
roga-se a quem as liver adiado, o favo-- de
as entregar aos meamos abaixo assignados ;
assim como de novamente se roga aos ditos
Srs aceitantes para nao fazerem negocio al-
gum COOi taes lellras, visto quu outras vao
ser saecadas em seu lugar, flecil'e 12 do maio
de 1857 Hurle, Souza i\ G
Pede-se ao Sr. M. X. '., morador em
G...., haja de vir ou man lar pagar ate o da
30 de maio, na rua larga do l'.osario n. 46,
primeiro andar, a quanlia quu nao ignora,
do contrario lera o prazor de ler constante
ment-i neste Diario o seu nomo por extenso.
Para espera hasta um anuo.
- Precisa-se de um amassador; na rua
da Senzala Kova, padaria de Domingos Jos
da Cunha Lagos.
gunda vara, escrivao Cunha,vao a praca duas
partes de duas casas terreas, urna na rua dual Chego'a rua Nova n. 45, um comple-
la, por execucSo de James-Ralledayme, con-
tra Joo Jos da (.osla Ferreira.
Trocam-se as notas do banco do Rio,
por nme.la corrente aqui, com descont : na
rua do Trapiche n. 40, escriptorio.
Saca-se qu ilquer quanlia sobre a pra-
?a do Porto, pelo prximo vapor sardo : lia
rua do Trapiche n. io, escriptorio de T. de
Farias.
lima pei.s >a prxima a retirar-so para
a Europa, tm os seguintes ohjectos, que
desoja dispor delles, por precos moderados,
a saber: instrumentos para engenharia, l
pistola de 6 canos (Rivolver), 1 Cipa de bor-
racha, i par de calcas, o um chapeo de dita,
um relogio patente suisso, com crranlo de'
ou'o, urna porcao de livros de mathemalica,
engenharia, arelnleclura o pluiologia, em as
linguas, allemaa, dinamarqueza, francesa,
ingleza,e portuguesa etc. : rua do Tiapiche
Novo n. -0, segn lo an iar.
osr. Francisco Carlos Teizeira Borges,
que era morador na travessa do Hospital, quu
empenbou urna porcSo de prata e ouro, ao
pateo da matriz de Santo Amonio, na casa
DE
Precisa-so de um feitor, paga-se hem :
quem pretender alugar, dirija-se a rua de
Apollo, a tratar rom o sr. urovedor. Secre-
taria do Heal Hospital Portuguez de heneli-
ceucia em Peri.amhuco II do maio de 1857
Joao iiomiuguos llamos.
Secretario.
I>. Isabel Celestina Rodrigues tlalliday,
viuva de James Halliday, declara que tem
constituido por seu procurador, encarrega-
ilo d- todos os seus negocios e arrecadayo
dos bens .lo seu casal ao sr. Joaquim de Al-
buquerquee Mello, solicitador desli cidade.
Recife 9 do maio do 1857.
Aos religioso*.
Fazcm se capas, batinas. samarrase capas
viatorias : na rua da Senzala Aova 36
Um niofo com habilitacOes ueoessarias
se oOorece par caixeiro ile algum armazem
de molhadoa ou outro qualquer estaheloci-
mento, o qual da fiador a sua couuucta :
i|uem precisar aunuiicie por esta folha para
ser procur.i.io
Precisa-se de olliciaes de alfaiale de
lo.la a obra : na rua Nova u. 52.
Precisa-se de ollicii.es de allante para
cal^a.s de casemira : na rua Nova n. 52.
Otforeco-su para criada douaia casa de
familia urna moca esirangeira, a qual lava,
eiigoiiint o cose com perfeicSo : quem do
seu pre-litio se quizer utilisa/, ilinja-se ao
becco dos Palos, que tica por delraz da rua
da Hodi e da do Sr. lo jt Jess das Crioulas
n. 9, queahi achara com quem tratar.
-riieu papbalo !
No da 7 do corrente rugi de casa do abai-
xo assignado um papagaio, o qual levou por
signal urna argola no ,o c.o-.n um peJacinho
de corrente : quem, pois, o livor achado, se
o quizer restituir, fara um favor,pelo qual se
Ihe cara muilo agradecido.
Claudio Dubcuz.
(1 abaixo assignado vai a Europr com
suasenliora e una luna menor, e deisa por
seus procuradores os Srs. Joao de Siqueira
Ferrao e Joaquim Mouleiro da Cruz Nada
deve ;'i pr-iga, se com tudo alguem se julgar
seu credor, aprsente suas cotilas uestes 8
dias, na rua do crespo n. 13. para screm pa-
gas. Itecile 8 d* m ilu do 1857.
Gregorio Paes do Amara!.
Manoel borges do Mendonca declara
ao publico que acna-se resldindo as (.meo
Ponas n. 89, def.otile do viveno do Sr. Mu-
niz : quem so quizer ntilisar de seus presti-
dos deve o procurar das 6 horas da manlia
at as 8, o das 2 da tarde em diante. Pro-
metion lo que cura r dicalmenta as moles-
lias seguintes, seja qual 1" ir o periodo dallas:
morpha, loros rheumalicas, escrfulas, ory-
sipela, arist!iii,gota sereiia,aneurisma; assim
como da torca aos impotentes de qualquer
idade que seja.
pa
solos e mesas de meio de sala, que se ven-
den) por precos razoaveis. Na mesma casa
lia para vender cadeiras para meninos, tan-
to para escola eolio para o j-rilar.
Precisa-se alugar urna ama secca para
todo o servico do portas a dentro ; na praca
da in,lepen !>ncia ns. 3G e 38.
Fugio no dia 9 do corrente, do lugar
denominado Sanl'\nna. una criouU de ida-
de 16 anuos, viudo para o Kecifecom um
laboloiro de laranjas, trajando vestido de
chita e um leiiQo no pesclo a man na le
capa ; quem a pegar leve a a rua do Padre
Floriano, ou ao referido lugar, em casa da
viuva de Anaslacio Francisco Cabral, quo
se. a recompensado
CORTS Di: BP.1M DE I.INIP.
Vendem-se cortos do brim de linho puro,
de c iros, de muilo bom gusto, pelo di min-
lo preco de 3 cada um ; na rua do Crespo
n. 6, loa.
Vende-se macarro muilo novo a 320
a libra ; na rua Direila n. 14.
-Fugio no dia 3 de maio, doahaixoas-
signado, um prelo crioulo, de nome Gonca-
jceiro.
----- -----i----------- -""1 iut ...l -*U 111-'-, II1 Vil 1 i <- (.. ui SSO to
ezes, e pagar os juros como j j faca 9 para corpo, espadaudo.roslo rochon.dondo,as per-
I mezes.eolle nao tenlii pago o juros, nein i as arqueadas para Iraz, quando esta para-
lado seus peniorc, laz-se o presento an I j0i ranios mand s, e falla de cabellos na
n 9, com o contrato lo lirar no prazo d i iros | ,; idai. ,i0 anos, altura re.ular, g(oss(/do
mezes "
10
tira
nuncio para'tirar no prazo da oilo das, do i moler, eja com p. incipio de cabellos bren-
contrario serao vendidos para pagamento do ,.0St um tajno no caril(),)., fonte, e multo ca-
inesmo dinheiro. b-lludo no peito ; foi comprad > ao Sr. Ma-
Guigel IrmSos, receboram pelo vapor n0lq Kouseca do >a LeitSo, em Mana Fari
Guanahara do llio do Janeiro, de conta c or- j ,M e ha noticias que existe em certa par-
dem do Sr. lenlo Jos da Fouseca, do Ara- l9> ,,e| que ahalx BS8nad0 pr0UsU con-
h",'.'*,I'".,!ir.'! l&. Ua,(1"arl:a...!.'!: !lr* lo !os 0< prejuizos: pedo-se a todas auto-
ridades do mato,e rapites de campo,o preu-
Precisa-so de um pequeo para caixeiro
de loj.i de calcado: no alerro da lioa-VisU
n. 14, que tpntia pralica de negocio, e abone
sua conducta.
lim ra.iaz solioiro, con habilitacOes
precisas ^o- lo- sido do malo, e lem toda
pralica di: servico de campo, e da (iatica a
sua conduela, oflerece-se paia administrar
qualquer engenho nesla ou em oulra pro-
vincia : quem de su servico quizer utilisar-
so annuncie por eslo Diario, ou procur no
aterro da Boa-Vista, fab'ica do charutos n.
77, que se (lira que.n pretende.
Imuve o poraneoialacSo em hasta uubli-
ca, polo fallecimcnU de Francisco Filippe
de santiago, co.no provaoi as diversas e>-
cripiltras de venda: e como a mesma so
arhe. livre e desempedida para com a fazen-
da, visto achar-se em dia, e nada dever a
mesma, por isso declaramos aos Srs. pre-
tcu.lcnies, para que nao baja equivoco.
Paga-se bcm.
Precisa-so comprar una escrava moca,
que comilie e engomme, e seja propria para
rua, ou que cosa e engomme, recolbida em
casa : na rua Nova n. 34.
De um sitio em Santo Amaro, desap-
pareceu um cavallo de cangalha, pequeo,
preto, magro o fon io no espinhaco : queiu
0 encontrar leve-o a rua do Livrameuto n.
35, que sera recompensado.
Francisco Ferreira Bailar manda para
Europa seu lilho menor Jos Ferreira Bailar.
Palo juizo Soa feitm da (areutn provincial, io
ti fin ii, arreniaur jir venda os bens seituiale* :
I ma rasa li-rre n. ^2, com um pequeoo sitio, na
Paaugeni, com das paria* da frente e seis jaasfBM
casa par.i escrava* e feitor, coclieira
. leudo a casa ile viveiuta, 7l palmos de
frente e 71 de fuinlus, cozinlia fura, uous portoet
murado*, ilill'ereutes arvores e um jarUim por
6:50US rs. peuliorada aus hcrOeiros ne Iguacio Firmo
Xavier.
! ni banco de lomear, com seus pertences, por
GQaOUu rs. l'm torno de ferro, em boro estao por
12">UolJ r*., penhorado a Antonio Fernandes Bmua.
I in sobrado ue dous andares a sotan, na rua da
Guia ii. 12, com 33 palmos de largura a 127 ditos da
cniipriineulo, cozinha dentro, qutulal pequeo, mu-
rado, p.ir 7:0009000, penliorado a Silvestre Antonio
Lates.
As bemfeitorias de ama coclieira, na rua da Flo-
rentina ii. 3 It, sen.ln com estribara por tres lsdu
MUvadoa e cuberas de (etlias em muilo m-o estado,
contando tres casas de taboas, i.m i-m coberlas de
tellias, aa quaes servem para recolluoieulo de car-
ros, capun e amina, por 5009UO rs., peuhorados a
SabaaUaa Lupes aiaMrSM.
I ma meia agua ile pedra e cal, no becco de Ma-
noel Anlero, cm ID palmos de larguia 22 de
compriinento, cuja meia agua Um o numero 4, por
->UU9 |n., peuliorada a Janoel Villero de Souza
Raa.
Lina casa larrea meia acua, no becco da Miu li-
nhas o. |.j, a ,|,,,,| i,_.|fl 17 palmos de frente e 33 da
fuadoa, por inu.> r-., peuliorada a Francisca Hara
da Conee{9 por Tnereza de Jess Bandeira.
I i.i casa toirea meia asua no becco do Calderei-
ro ii,, cun Ib palmos de frente 28 de fondos,
por .~>lll).s rs., penhurada aos herJeiros de Jos Mara
le Auiorini.
l'ma casa de pedra e ral, sita na r. ipnn-i n. 55,
com 22 palmus de larisura e tiU de comprinienlo,
ruin um pequeo sino com difl'erenies frucleiras a
cacimba, co/.inha fura, e anooso uin quarlo, por
J:iioo-'jao, peuliorada a Filippe Diilier, por Uypo-
hlo Satul-Mariia.
i n pequea casa terrea na freguezia de S. Jos,
na rua dus Acoiiuiuhus n. 17, com 16 pairos de
frente e 2t de fuaos, eoiiuha dentro, e pequeo
quintal murado, por ikij rs., penhorada a Antonio
Penetra dos Santos.
Lnia usa terrea ua freguezia de Sanio Antonio,
na travessa nos Qoarleii u. 21, a qoal lem 24 pal-
mos de frente e 49 da fundos, cozinha deulru e pa-
queuo quintal, em m.iu estado, por H000 rs., penliu-
rada asi beideirus de Joanna Maiia oa Silva.
I ma otaria cubera de tellia, com forno de co/i-
nhar lijlos, com 70 palmus ne largora e 200 de fun-
dos, com 3 rujs em chaos foreiros, em bom esUdo,
p6r s ..i-,,., i ., peniorada a Bernardo amiao
Franco.
Lina rasa terrea de pedra e cal, sita na roa do
Apollo n. :l, com 4 portas de frente, lendo de lar-
aura U palmos e 75 de comprimeiito, quintal em
absrio. por SuJOOS rs., penlurada a Francisco Bi-
heiro Pira*.
Lina casa terrea na rua do Moloeolomho n. 56,
com l palmos de largura 49 de fundo, 2 salas, 1
1 qoarlo, Coxintu dentro, quintal em aberto. com por-
ta i- janella de fieme, em mno eslado e chao foreiro,
i --'-i-., peuliorada a Kosa Mara de Jess do
Nasi-iineniu.
Lina casa terrea de pedra e cal, na travesa do
Remedio n. 6, com porla e tanella de frente, 2 salas
cozinha dentro. 2 quartos, quintal em abarlo, em
i-lioa foreiros, em bom eslado, a qoal lem de largu-
ra (5 pajinos e 2.) de comprimenlo, por ISQfOOO rs.,
penhorada a ltemardu H.uinau Frsnco.
Lina rasa Ierra na ruano .Motncolomb n. 33,
com 23 palmos de largura e 67 de fuuilus, 2 portas,
I janella, 2 salas, 2 quartos, cozinha fora, quintal
en aherto, cm cniol foreiros, por 4009 '> peuliora-
da aos herdeiros de Anua Hila CavpIciiuU.
Lina casa terrea na freauezia le S. Jos\ na rua
Imperial n. 200, com 19 palmos de Ireae e 50 do
fondo, cozinha fora, quintal em abrrto, cacimba pro-
pria, por iu1'-- rs., peuliorada aos licrdsiros de Eo-
zeliio Lopes.
Lina casa terrea na freeuezia de S. Ju, ua rua
Imperial n. 208, a qual lem a frente de lijlos aos
o'loes de laipa, leudo 98 palmos de frente e 45 de
fundos,roznia fura, qniuial cm abcrlo, por 2i0j
rs., peuliorada a Manoel Alve* dos Santos Julio.
L'ma casa terrea na freguezia de S. Jos, na roa
Imprnal n. 219, a qual iem 30 palmos de frente o
46 de fundos, por 3009 rs., penhorada a llidro Mar-
ques de Coloahe.
,l,m esueihe rande de |eai>ilho<, de mogno, por
;>^lotl, nina mesa de meio de sala, de Angico, por
IU30IH), penhora >a a madama Moverna).
L'ma casa terrea na rua de San-Migoel n. 30,
din 1.1 palmos ae larcurs e 50 de fundo, 2 salas,
1 quurlu. cozinha dentro, quintal em abarlo, em
chao foreiro em mo estado, por 205000, penhorada
a PaiiluiD llerrulaiiu de Futoeireio.
Lina sraudeca-a terrea no hairrn do Kecife, na
roe de Apollo n. 34A, com 47 p-lmus ne frente e
I '-> de lano, a qo-1 se acha em armazem -de reco-
Iher, em hom e-lado. por 10:0008000, penhorada a
Ma.-inel Anlnnio da Silva Molla.
Lina casa tr-rrea na povoaco dos Afosados, na roa
dos Pasaos n. 3. sendo de taipa, com porta e janella,
com 19 palmos- de frenle e 30 de fundos, cozinha
dentro, quintal em aherto, chAu foreiro, por lUSOOO,
penhurada a Manoel Jote Ribeirn.
Lina casa pequeua. terrea, de pedra e cal, na fre-
soeua de San-Jos, na rua Imperial n. 196, conrIK
palmos ue frente e 43 de fundo, achando.se em rai-
\3n, quintal em aherto e chilo fdreire, ppr iOOSOOO
penhorada a Joaquina Bertxleza das Dores.
Os pretendemos eoinparecam na sela das audien-
cias, i-s 10 horas da manh.la do dia 13 do corrente
mez de maio.
lena, conced.la para as obras dafieguezia
do ss. Sacramento Ja Antiga s. Ilecife H
de maio de 1857.
- Peecisa-se de urna ama para casa de
muilo pouca familia : na rua do Hospicio
n 34
Fugio da Capunga o cabra Antonio,
escravo de Manoel Antonio Turres, o qual es-
cravo he bom condecido, o ausentou-so no
dia 10 do corrate, o lem os signaos seguin-
tes : corpo alio o reforjado, cara larga e
opada, nariz chai 1 e alguns signaos de bexi-
gas : roga-se as autoridades policiaes e ca-
pitacs de campo que o peguem e levem ao
pateo do Terco u 4, que serao recompen-
sados.
O morador da rua da Concordia, que
empenbou a Francisco Antonio Xavier um
par de esporas de prata, queira ir resgata-
los no prazo de 8 dias, alias serao veiididos
para pagamento io ompenho.
O Sr. Jo3o Andreas e o Sr. J. E. Ro-
berto tem urna carta no escriptorio de Bo-
iniiuos Alves Mailieos, na rua de Apollo
0.33.
dam o mandem-o Irazer a rua do Amorim
n. 36,que serao recompensados os conduelo-
res lo dilo Antonio Jos. Ferreira do Car-
valho.
Prccisa-se alugar una creta para o ser-
vico inierno de urna casa de nuca familia :
nu rua da ConceicSojJii Boa-Visfa n. 53
O abaixo assignado faz sciente a ir-
manda le de S. S. do Livramento, que nao he
m*s liador de urna casa da mesma jrraan-
dado, onde morou o cadete Saboia, por isso
queomes.no deixou de morar na mesma
desj|pt> dia 4 do crrenle maio
Joao Francisco Tavares.
Precisa-se de urna ama de hito, forra
ou captiva, sem filho : na praQa da Boa-Vis-
ta n. 1, sobrado reedilicado, depois do boceo
do Veras.
Na rua Nova n. 17, precisa-se de urna
pessoa que entenda de cozinha, para urna
casa do pequea familia.
Da-se dinheiro a juros mdicos, com
penhores : na rua da Praia, por cima da ty-
pograpbia, segundo andar,
O Sr. director da mesma companhia
convoca os* Srs. accionittas, para reuni-
lom-seem assembla geral, no dia 1 do
corrente, a urna hora da tai-Je, no res-
pectivo escriptorio, rua Nova n. 7, aim
de decretar-seo pagamento do 18* divi-
dendo, e proceder-ce u eleico da admi-
nistracao para oannoque coinerou com
o presente mez. Escriptorio dn Compa-
nhia de Beberibe, S de maio de IS".
O secretario. Lui/. da Costa Porlocar-
reiro.
.*-.- -v -^ .J ..i -.- -^-- .;. -ir .,:
v.3 .No dia do corrente a tarde, $;
'ii desappareceu o pardo Joo, lillio '.,':
de Manoel dos Santos, o qual re- '.'.;
sidia na estrada de Beltn, < esta- ','.-
va trabalhandocomo servente de '.-
pedreiro, na Capunga ; tem nove ..'
anuos de idade 1: uo os repre- ,?
'.,': si-na tei por ser pequeiio, esttva i;'
vestido com camisa de madapolio,
caira de ganga mcsclada e chapeo
de jialliinlia lina, levando urna toa- O
llia dobrada e urna cortina : re- i.':
:.'y sidia em casa do Dr. Cosme de S.i' -'.''
;_ Pereira : roga-se as autoridades "-
;" policiaes ou a ijualtruer outra pes ':,':
'' loaciue o encoutrar, que o levem ;
-,'j a casa do mesmo Sr. Dr., ou na B
B rua da Cruz 11. 55. M
L" na pessoa parida ha poucos dias se
ofTereee para criar d; leite na sua casa qual-
quer enanca impedida : na rua d3 Cutovflo
n. 53.
'1
C;>

9
Precisa-se de um feitor para sitio :
no sobrado da rua da Gloiia n. 7.
Precisa-se de urna ama para cozinhar
so, ou para ongommr e lovar, raga-so bem :
na rua da Litigela 11, 4.
Coas fritara.
59 A
confronto ao Rosario em Sanio Autonio,
avisa as pessoas que apromptam bandeja
le bolos 011 doce, que tom um lindo sorii-
mento de (guras de assucar, producto das
formas que mandou vir, assim comoainda
lem grande sortimento das musinas para to-
das as pessoas que queiram aperfeicoar-se
ueste genero de que havia basante falta
roceb m-so encommendas de liguras aqui
neste estabelecimcnlo, ou no pateo do Pa-
raizo, deposito do assucar perota. Precos os
mais i'uunii)4o.i possiveis.
I'rocisa-se do um catiteiraoBm pralica
do tahi-rna : ua rua^kt.'HatH'*
l-r-.-i i-n-sf! alugar l|
ha cnze.r o enL'ommarjr
mina ingleza : quem eSlH
tanci.is, podo dirigir-se om Bet
geni da M gdale-a, das 4 horas da Tarde, as
10 da mantii, n.u sitio onde mora Kduardo
Feuion ounoltecife, das 11 horas da ma-
nhaa, es 3 da tarde, casa de Jamos Crablree
re CompaulllS, uta Ja Cruz n. 42.
- i) Or. Ignacio Firmo Xavier faz publi-
1 /, que mudou saa residencia ara o seu si-
tio na Passagem da Magdalena, que lica ao
norte da entrada entre a ponte grando e a do
Chora-menino, o ahi lom preparado una
casa de salido com todos os commodos para
.. iraiamenlo de escravos, cujos senbores
resid 1 -i fora da praca, ou que nao os pos-
s para isto quizer-se ulilisar de seus serv cus
mdicos, que serSo desempendadus com o
maior zelo, dinja-ss ao paleo do Carmo 11.
9, primeiro andar, ou no referido sitio da
Magdalena. PrecotfOOo diarios -exceptu-
ando conferencias, sanguesugas e opera-
cues.
MUTILADO
ILEGIVEL


DIARIO DE PERXAMBUO, QUARTA FEIRA I". DEM A10 DE 1857.
&r
r *
] .r.imvs ritEciosAS-*
5
Aderrcne do brilliaDtei, 3*
yr diamantes eperolas. pul- 23
* veiras, aneles, brincos
e rozelat.'boloei e aunis S
tf de difireme* gostosede y
3 diversas pedras de valor. S8
3 !!
H Cimpram. vender ou *?
S trocam praia, ouro, bri- ^
3 lhaiites,diaiiiBnles*pro- *
H las, e outras quaesquer '"
tjoiasde valor, a dioheiro *
ou por obra. <'
LIJA 9! IVPnRB
Ra do Cabuga' n. 7.
Rece be ru por to-
dos os vapores da Eu-
ropa s obras do miis
moderno gusto, tan-
to de Franca como

*5H-< .-- MBfe?:'-! Mi- *
OURO E PBATA
i ^
Ailereros completos de *
*' ouro.riieosdilos.pulcei- ?
jg ras, alfmeles, brincos *
~ rzalas, cordoes, trance- *
< lins, ni' i., ||,;,., riiri,.,,!,.. .
eenfeilespararelogio.e ?
;.; outrosmuilosobjecloide Z
< ooro. __ j*
2 Apparelhos completos,
S de prala, para chi, ban- ?*
.- ja, salvas, castigaos, t
* colheresdesopaedei-h, I
e inuitos outros objeclos
* de prata. j,'
fciifcifriiaagaaaaaaafflgS
de Lisboa, asquaes se veiidem por
prego commodo como costuniam
C0ISOLTOR10 H&IEOPaTHICO
DO
Onde se acham sempre os mais acreditados medicamentos, tanuTem tinturas como
am glbulos, e preparados cotn o ina.or escrpulo e por pregos bstanle commodos :
% PllECOS FIXS.
Botica de tubos grandes. .
Dita de 4 d
Dita de 36 i> "
Dita de 43
Dita de 60 i>
" Tubos avulsos a....."[
Frascos de tinturrademeia onga!
Manual de medicina homeopathica do Dr. Jahr com odic-
- cionario dos termos de medicina ...
Medicina domestica do Dr. Ilenry ......."'
Tratamento do cholera morbus
10/000
15S00O
205000
250000
309000
13000
25000
Repertorio do l):. Mello Moraes
Aenco
R, C. Yates & Companhia: estabelecidos
no Kio de Janeiro, na ra do Hospicio n. 40,
vendo un annuncio publicado coi urna das
folbas de Pernambuco pelo Sr. Bartbolomeo
F. de Souza, prevetnndo ao publico que o
verdadeiro sarope do bosque s elle he
quem vende.preveniaios ao mesmo publico,
que o nosso xarope he remedido do Itio de
Jrneiro pelos cima propietarios ao Sr.
-Manuel Alvea Guerra, e esle senhor fez o de-
posito para ser vendido na pharmacia do Sr.
Jos da Cruz Santos, na ra Nova n. 53, ni-
cos por nos autorisados para venderem o
nosso verdadeiro, e mais prevenimos aos
senhores consumidores, que ha perto de 5
anuos os rotlos collados as garrafas s3o
assigoados por Henry Prius, como procura-
dores dos cima propietarios. Rio de Janei-
ro 13 de Janeiro de 1857.
Barltiolomeo Francisco de Souza, len
do o annuncio dos Srs. K. C. Yates & Com-
panhia no Diario n. 17, em que diz ser s-
mente verdadeiro o sarope de bosque que
se vende nesta cidade na pharmacia do Sr.
Jos da Cruz Santos, onde fez deposito o
Sr. Manuel Alves Guerra, que recebeu delles
propietarios, declara ao publico, que nSu
duvida seja falso o xarope de bosque que
tambem vende em sua botica, mas assevera
que elle he comprado aos mesmos Srs. K.
C. Yates & Companhia, do Rio de Janeiro,
como provam os documentos abaixo :
RIO DE JA.NE1KO 8 E AGOSIO DE 1856,
O Sr. Barlholomeo Francisco de iouza
comprou a R. C. Yates i Companhia :
* duzias de garrafas com xarope
do bosque a 5*oo0d. ......2165000
6 duzias de 1|2 garrafas com xa-
rope do bosque a 275000......1625000
Rs. 378*000
Recebi o importe cima, do Sr. Antonio
toaquim Vieira de Carvalho. Rio de Janeiro
de agosto de 1856. Por R. C. Yates &
ompanhiaJos Paulino Baptista.
Heconhego verdadeiro o signal supra. Re-
6ife 8 de agosto de 1856.
Em f de verdude.
Manoel Hilario Pires FerrSo.
RIO DE JANEIRO 18 DE FEVEKFIKO DE
1857.
Os Srs. Constantino Comes de Faria & Fer-
reira compraram a R. C. Yates & Compan-
hia :
,4 duzias de garrafas com xarope
do bosque a 545000. ....... 216/000
6 duzias de 1i2 garrafas cora xa-
rope do bosque *a 275000.....-. 162/000
205000
ofooo
2/000
6*000
Rs. 3785000
R. C. Yates &
Recebemos o importe. Por
CompanhiaW. C. Cerwartt.
\s abaixo assgnados. declaramos que
compramos o xarope cima para o Sr. Bar-
lholomeo Francisco de Soua, de Pernam-
buco, em virtudede sua ordem de 3 do cor-
rente. Rio de Jaueiro 18 de fevereiro de
1857.-Constantino Gomes de Faria i Fer-
r! ra.
Keconhego ser verdadeiro o signal supra
de Constantino Comes de Faria & Ferreira.
Rio 18 de fevereiro de 1857.
Em f de verdade.
Pedro Jos de Castro.
SEGURO CONTRA FOGO.
Compaoliia Alliauce.
Estabelecida cm Londres, em marco de 1324.
Capital cinco milhoes de libras esterlinas.
Saunders Brothers & C, tem a honra de in-
formar aos Srs. negociantes, propietarios de casas,
a quera mais convier que estao plenamente au-
torisados pela dita companhia para effecluar segu-
ros sobre edificios ds lijlo e pedra, cobertos da
llha e igualtr.enta sobre os objeclos quecontiverem
os mesaos edificios quer consista em mobili ou
tai fazendas de qualquer qualidade.
t DEITiSh fRAJCEZ.
Paulo (iaignoui dentiita, ra .Nova n. 41
i3 na inesma casa teiu ai^ua e pos denlrilice.
Traspassa-se oanendamento do en-
genta FRESCONDUl, na freguezia de
Agua-Preta, moentce corrate, o<|ualj
ainda falta <|iiatro arinos para se lindar,!
om todos os seus perlences, como sejam :
7> esexavos de servico, bois, bestas, cai-
ros, f'erramentas, e tudo mais que lie
preciso para o manejo do mesmo enge-
nho: a tratar com Antonio Jos Rodri-
gues de Souza, em seu escriptorio, na ra
do Collegion. 21.
Ater cao.
Scientifica se a quem convier, que a revi-
sao de pesos, medidas e balancas, principia
do 1. do corrente a findar to ultimo deiu-
nho: na casa da afericao, no pateo do Ter-
co n. 16.
Arrenda-se ou vende-se um sitio junto
a matriz da Varzca, com casa de vivenda
grande, e bstanles arvores dofiucto, bem
como larangeiras, cafezeiros, e outros : a
fallar na ra de llorUs, sobrado n. 2, segun-
do andar.
Aluga-se o armazem de 3 portas, sito
na ra da Pra.ia, pertencente ao patrimonio
da ordem terceira de S. Francisco : os pre-
lendentes dirijam-se ao largo do Carmo
n. n. 16.
Continu'a a estar fgido nm cabrinha
de nome Manoel, de idade de 16 annos, ten-
do falta de um denle na frente ; assim co-
mo lem urna cicatriz na lesta quasi junto ao
cabello, preveniente de um couce de caval-
o : quem dellesouber, diriia-se a ra Ve-
!ha n. 94
D. Margarida Rodrigues l'ereira, viuva
de Joaquitn Jos Dias Pereira. scienlifica ao
publico, ecom especiadade ao respeitavel
corpo do commorcio, que tem feito socieda-'
de com o Sr. Amonio Rodrigues Pinto, para
continuar o gyro do estabelecimento de cal-
cados e perfumaras, silo no aierro da Boa-
Vista n 14, sob a lirma de Viuva Dias Perei-
ra iV Pinto, sendo encarregado de toda a ge-
rencia c administrarlo o socio Pinto.
liillietetfde visita.
liravam-M e imphmem-se com perfeirHo bilhttes
de visila, lellras de commercio e todos os objeclos da
arle raligrapliica, registro*, viuhelase quaesquer de-
senhoi. Abreip-se firmas, suietes, tanto a lalho do-
ce como em relevo, ornamentos com objeclos de ouro
e prala. Fazem-sa riscos lindos e on&iiiaes para
bordailos de labyrintho. Ailmilte-se a recusa de
quaesquer desles objeclos do caso de nio ficarem a
contento rtas pessoas que os encommendarem : que
pretender dirija-se a qualquer dastea luaires : uo
bairro do Recite, ra da Madre de Dos n. :t2, pri-
meiro andar ; em Sanio Antouio. na livraria classics
do.pdteo ilo Collegiu n. S ; as Cinco Ponas, sbra-
lo da quina niiff.iiile a matriz nova
wmEsmmm mmmmmm
i AO PUBLICO.
fij No armazem de fazendas_ baratas, ra
Collegio n." 2,
SI vende-se um completo sortimento de
M zendas finas a grossas, por mais barato
g precos do que em outra qualquer parte,
5 tanto em porces como a retalho, afian-
3 (ando-se aos compradores um s preco
^ para todos: este estabelecimento abrio-se ||
^ de combinacao com a maior parte das ca- %*
D sas commerciaes inglezas, francezas, alie- )X
UJ maos e suissas, para vender fazeudas mais 3S
WL em con do que se tem vendido, e por isto |S
i'| olierecera elle maiores vantagens do qua *
** outro qualquer; o proprietano deste im-
* portanto estabelecimento convida todos 5
| os seus patricios, e ao publico em geral, ff
para que venham (a bem dos sous inte- ?g
resses) comprar fazendas baratas: no ar- JJ
mazem da ra do Collegio n. 2,_deAn- $J
tomo Luiz do Santos & Roliat. S
Vendem-se castanhaspiladas a lors.
a libra: na taberna da ra Nova, junto a
ponte da Boa-Vista.
Na ra do Rangel
de caj' engarrafado ha
provincia do Ceara.
7, vende-se vinho
4 anuos, feito na
A\
do
fa-
o
mnmmmammaaoBaaa
$0WPW$.
Compram-so travs de 25 a 35 palmos
de comprimento, e palmo de grossura : na
horaria da pra^a da Independencia n. 6e8
Compra-se urna catira coslumada a
criar menino : na ra de S. Francisco, so-
brado n. 8, e na livraria n. 6 e 8 da praca da
Independencia.
Compra-se electivamenle na ra das
Flores n. 37, primeiro tndar, apolices da di-
vida publica e provincial, accoesda-, compa-
nhias, e da-se dinheiro a juros, em grandes
e pequeas quantias, sobre penhores.
C mprain-se. vaccas >em crias, ou sem
ellas, etnbora estejam magras, assim como
garrotes de dilTerenles lmannos e mesmo
magros: para tratar em Sanio Amaro das
Salinas, casa nova de sobrado junto a capel-
la do mesmo nome, pela manbSa aleas 0 ho-
ras, e a tarde, das 4 horas em diant todos
os djas
--- Compram-se escravos de ambos os se-
xos, de 12 a 25 annos, para lora da provin-
ga^paga-se bem : na ra Direita n. 66.
3
5
Joflo da Silva Hamo*, medico pela oni- dM
jt, versidade de Coimbra, mudou sua residen- ',','.
'ijr ca da ra do Cabos* para a ra Nova n.
i3 6'J, sesuudoandar, sobrado do Sr. Dr. Sel- "*
^ L0' e alli co0,in"a a receber, das K as 11) .'*.
^* horas da munida, e das 3 s 5 da tarde, as *
>tj? peisoas que o queiram consultar. t,
He ebegado a lojado l.ccomte, no aterro
da Boa-Vista n. 7), o escclleilte leite virgi-
nal de rosa branca; para refrescar a pelle, ti-
rar pannos, sardas e espjnhas, igualmente o
afamado oleo babosa para limpar e l'azer
crescer os eabellos, assim comop imperi-
al do lirio de Florea pra brutoojas e;fs-
peridades da pelle, conserva a frescura e o
avelludado da primavera da vida.
Vtetiioo fiicilimo.
>a livraria da praca da Independencia n.
6e8, vende-se o metliodo facilimo para
aprender lor, novamente impresso e aug-
mentado, por mil reis.
Precisa-se de urna ama para casa de pou-
ca familia, que saiba cozinbar, e engommSr,
com toda a perfeicio, e paga-se bem : na
ra do Ccllegio n. 15, armazem.
JOHN CATIS,
corretor geral
E AGENTE DE I.EII.O'ES COMMERCIAES,
n. 20, ra do Torres,
PRIMEIRO ANDAR,
praca do Cuino Santo
RECIFE.
AM\ DE LEITE.
Precisa-se alugar urna ama que tenha bom
leiie, e de boa conducta, forra ou capliva :
no aterro da Boa-Vista, luja de bilhetes n. 56-
ara acabar.
Na loja do Preguica, ra doQueimado, na
esquina do becco do Peixe Frito n. 2, conti-
nua-se a vender chitas claras e escuras, de
excellentes qualidades, lindos padrOes e co-
res fixas a preco .le 160 rs. o covado, e em
peca a 58000, tueias casemiras prgprias para
calcas c palitos, mussulinas dos mais deli-
cados padroes, cambraias francesas, linas e
cores lix>s a 320 rs. o covado, pannos para
mesa a 15920. lencos de seda, .madapoes,
algodSozinhos, lanzinbas para vestidos de
seuhora e meninos, e outras muitas fazen-
das por baratissimo pceo.
- Vende-ce um mulatinho de bonita I-
gura, por preqo commodo : na ra da Praia,
armazem n. 18.
Vndem-se 2 escravos crioulos, sendo
umeom idade de 16 anuos, e urna negrinha
com 14 annos, silo ricas pecas ; os senhores
de engetiho podeai procurar na ra do Hos-
picio n. 15, que se dir quem os vende.
AMEIXAS FRANCEZAS.
F.m latinhas, as melhores que tem vindo a
esta praca, nico deposito no aterro da Koa-
>:sta n s, Uefronte da boneca. Assim como
mullos oulros gneros de superior qualida-
de, por presos razoaveis, ludo chegado l-
timamente.
Vende-se urna grande casa terrea,
quintal murado, cora casinhas para prelos
rvoredos de fructo, cacimba e ta'nque para
banho, sila nos A fugados, ra do l.,toco-
loiubo n. 28; a tratar na ra da Soledade
ti. 64.
Vende-se excedente cera de carnauba do
Aracaty, e Assu", de urna sacca pata cima,
escolljemlo a*oprador a sua vontade, pe-
lo ndicraarjpreco de 10/a arroba : no ar-
mazem de D. It. a 11 lrii.ii- & C, ra da Cruz
n. 15.
Na ra Augusta, taberna de 5 portas n.
1, vende-se carne do sartSo pelo diminuto
preco de 340 rs. a libra : os freguezes de-
vem aproveitar o boiu desejo que lia para
servl-Ios.
AD0I.PIIE BOURGEOIS.
Vendem-se vaquetas e sola de lustre para
cario, marroquim, panno.galao, chaves, bri-
das, bridoes e latiteroas, tudo por prego
commodo : na ra Nova n. 61.
Vendem-se 4 bois mansos, gordos, i
carroga, assim como 1 escrava de idade 2i
annos, drogada do mato: a tratar as Cinco
Puntas, casa n. 148.
Coxins sortidos.
Escovas para calcado.
Enxadas de ferro do Porto.
Fio porrete.
Panno de linho sortido.
Toa I has de linho sortidas. Vende-se no es-
criptorio de Antonio de Almeida (ornes, na
ra do Trapiche n. 16, segundo andar.
Seringas do borracha sortidas.
SabSo nacional
Cera de carnauba. Vende-se no escriptorio
de Antonio de Almeida (ornes, na ra do
Trapiche n. 16, segundo andar.
- Chapeos de seda para senhora.
Cobertas de algodiio adamascadas.
Chapeos defeltro sortidos para homem.
I.ivros em branco para eserioturacao. Ven-
de-se no escriptirio do Antouio.de Almeida
Comes, na ra do Trapiche n. 16, segundo
andar.
Farfolla de trigo a tetalho
Vende-se cm conta, no berco do Concal-
ves, armazrns ns. 4 e 6, farinha do trigo em
porces, a vontade dos comp adores, sendo
a qualidade muito boa e das siguiles mar-
cas, milito bem couhecidas : Kingsbndge.
extra family superline, Braudywine Bit-
ner: trata-seno mesmo lugar cima indi-
cado.
Vende-se urna parte da casa terrea n.
1, da esquina da ra do Calabotico, para o
becco do niesmccalaliouQO : a fallar com o
dono da mesina parle Jo3o Ferreira Vital no
convento do Carmo.
tt.encao.
Vende-se urna boa negra de 36 annos,
muito robusta, sabendo cozinbar bem o dia-
rio de urna casa e lavar de sauao, e vende
na ra : quem a pretender, dirija-se a ra
dos Martyrios n 14, que la se dir.
Vende-se fumo chegado agora de Ca-
ranhuns, muito bom, por prego muito em
cotila ; na ra da Camlioa do Carmo n. 12.
Vende-se urna cama de ferro fuieada
de latan : na ra do Rangel n 5.
PaLITO'S FR4NCEZES.
Vendem-se palitos e sobrecasacas de pan-
no lino preto e de cores, com gola de vellu-
do e forrados de seda de 22 a 283000, ditos
de casemira de cores a 24?, casacas de panno
fino forradas de seda a 28/, palitos de alpaca
de 7 a 105, de linho de co'cs a 3^000, caigas
de casemira preta e de cores a 10/, colleles
de seda de cores e de setim preto macao de
"> a 10;: na ra Nova, loja n. 4.
PARA SE.MIORAS.
Vendem-se chapeos e enfeites para senho-
ras, do melhor e mais^moderno gosto, che-
gados pelo ultimo navio franco/.: na ra
Nova n. 4.
GROSDENAPLES E SETIM.
Vendem-se gmsdenaples de todas as cores
a 2/000 o covado, e setim de cores a 800 rs.:
na ra Nova, loja n. 4.
Vende-se um bom cavallo para ca-
brioletou para sella : a ver na cocheira
da na .la ( na, do Sr. Uclioa, e tratar,
na ra do Trapiche-Novo n. 12, primei-
ro andar, escriptorio.
Cobre
para forro de navios: no armazem de
Tasso IrmSos.
Vendem-se mastaros
de pinito vermeiboila Sue-
cia,de8i 18 pul legada s
50 a 60 ps: em cusa de
C. .i Astley & C-
Vende-se um escravo mulatinho, de
idade de 9 a 10 annos : na ra da Cruz n. 6i,
a tratar com Antonio Francisco Martios.
Vende-se rodas de arcos para pipas, de boa
qualidade, chugados ltimamente do Porto,
por prerro commodo : na ra do Vigariu
n.27.
Vel^s de car-
nauba.
Vende-se na ra Direita n. 95, velas Je
carnauba fabricadas na trra, muito bem
feilas e do todos os tamaitos, 6, 8,10 e 13
em libra, pelo diminuto prec,o /Je 129 a ar-
rob, sendo os freguezes servidos com
prompltdo de toda e qualquer porcao
qutzerem.
Vende-se, permula-se, ou arrenda-se
por menos de melade do seu valor, mu sitio
de trras, com sullMvei casa de vivenda. de-
nominado Aguazinha, am Rebsribe, pouco
adame do porto da Jladeira, lem abundan-
cia de Ierras para plantas, a pasto a sola pa-
ra gado e algum alvoredo : os pretendentes
Iratem na i ua do Vigario, no tciceiro andar
da casa n. 19.
Vende-se doce de goiaba, o mais lino
que tem viudo a esta praga ; a vista o dir ;
na taberna do sr. Corlo, no alerto da Boa-
Vista, dclioiito da matriz.
CHALES DE MERINO'
de muito bom gosto, lisos, bordados e de
barra ; vendem-se ua ra do Crespo, loia
n. 19. '
Superiores quei-
jos.
Vendem-se queijos muito novos, chegados
pelo ultimo vapor vindo de llainburgo, pelo
barato preco de i->440 : na ra Direita u. 8.
Carnauba a lO^OOO
Vende-se carnauba a 10X100 a arrobi, em
porcSode utna arroba para cima : ua ra co
Nogueira n. si.
Ves superiores.
Vcndem-so velas muito superiores a 14?
rs. a arroba ; he eseusado tecer elogios
pois quem comprar urna vez saliera da rea-
ltdade : na ra do Nogueira n. 21.
T Pidos
a l.sOO rs.
Vendem-se cortes de vestidos dechita
larga, a de/, lustoes eada um: na loja de
(i portas, na ra do Queimado n. 10.

uelogios de pa-
tente
ingleses de ouro, de sabonete e de vidro:
vendem-se a preco razoavel, em casa de
A.UgUSto Cesar de Alo en. na i ua da Ca-
deia do Recil'e, armazem n. I (i.
Charutos.
Vendem-se na ra do Collegio n. 13, a
70500 o unllieiro, em macos de 50.
t> -i-, df engetiho.
Na ra do I.ivramento n. 16, vendem-se
cobertores de algodiio-grandes, proprios pa-
ra a estacao do invern, pelo barato prego
do 500 rs. cada um.
Claudio Uubeux
Vendem-se velas mislas, proprias para
matar frmicas, e para que estao muitissi-
mo approvadas : no seu escriptorio, ra da
Cadeia de Santo Antonio n. 13,
CLAUDIO DUBEX
Vendem-se velas estearinas, proprias pa-
ra carros a 19190 cada pacote de 8 volas, :
no seu escriptorio, ra da Cadeia de Santo
Antonio n 13.
Claudio IJubeux
Tendo recebido urna factura de 2,000 bar-
ris de plvora, dos melhores fabricantes,
vende-os a 14-000; as amostras acbam-se
no seu escriptorio, ra da Cadeia de Santo
Antonio ti. 13.
Attenc.
Vendem-se pegas de chita de muito bons
pannos, pelo baratissimo preco de 5# a pega,
que sahe o covado por seis vintens e dez rs.,
a porco he pequea : portanto quem gosta
de economa deve-se aproveilar : ua ra do
Crespo, loja da esquina junto ao arco de
Santo Antonio, e ua loja de 4 portas n. 12.
Sola de qualidade especial, vende-se
no armazem do caes do Ramos, de Francisco
Figueira deSaboia : a trular no seu escrip-
torio, ra de Apollo n. 5.
Chapeos de le-
tro t bonet de cabello pa-
ra meninos.
Vendcm-se ricos chapeos de tellro para
meninos, enfeilados com lilas e plumas, pe-
lo baralinho prego de 3?50, bonetes muito
lindos de cabello a 2S rs. --
mado, na bem cunhecida
u. 33.
Charutos
Km casa deSauuders Brothers C. praja
do Corpo Santn. 11,aa para tandero st uicu
Ferro inglez.
l'ixe da Suecia.
Alcatro de i-arvo,
Eonas de linbo.
Esponjas.
Drogas.
Algodo lizo para sacets.
Dito entrangado igual ao da Babia
E u completo sortimeDto de fazendas proprio
para &ste merruio tudo por prego commodo.
Vloinhosde vento
coruhomlia- .le repuxn para reRar hortaseha
.: dctapin : na (undiro de I). W. Bowman
ua ra d Brum os. 6, 8 e 10.
Agencia
da fundicao Low-Moor,
ra Ua Senzaia ova
n. 4i.
Neste estabelecimento continua a haver
um completo sortimento de moendas e meias
na ra do Quei-
loja da boa lama
ua
de
Nfc j
de Hava-
em casa
& C.
relegios.
SEI.I.INSe RF.LOCIOS de palale
veu,:eiu-se
... Astley
el lilis e
i^iiiclez: venda nu armazen de
Roslruii Rooker v\ Companhia, es-
quina do largo do Corpo Saulo nu-
mero 48.
e algodao
PhEfASHE LA,
para padres.
Vendem-se superiores meias pretas de
laia, pelo barato prego de lstlO o par, ditas
de algodiio de superior qualidade a 600 rs. :
na ra do Queiisad, na bem conhecida loja
de miude/as da boa lama n. 33.
Lcqu&s muito f
os,
Vcndem-se lequcs muito finos, com plu-
mas, espelhos e bolotas, pelo baratissimo
prego de 2> e 38500. ditos sem plumas muito
boa azenda a 1?280 f na ruado Uueimado,
na bem conhecida loja de miudezasda boa
fama n. 33.
Sao muito finas
e dn ujuito bous g sos.
Mussulinas muito linas, matizadas
jindas cores, de padroes minio bonitos e
iiileiiamen e hotos; vendem-se pelo dimi-
nuto prego de 560 rs. o covado : na ra do
Queimado n. 22, loja da boa le.
-"V
II
6OglOS
cobertos e descobertos, pequeos e grandes
de ouro patente inglez, para Lomem e se-
nhora de um dos melhores fabricantes de
Liverpool, viudos pelo ultimo paquete in-
glez : em casa de Soulhail Mellor & C.
do Torres n. 38.
Meias de todas
:s qiialidadi s.
Vendem-se meias de seda branca para se-
nhora, o mellior que se pode encontrar a
3;500 rs. o par, ditas pretas lambem muito
boa lazenda a 2r500, ditas brancas de algo-
do, muito linas a 3211, 400, 500 e 600 rs.,
ditas pretas tambem muito linas a 400 rs ,
ditas de seda de cores muito bonitas e pro-
prias para baptisado de criangas a 39000,
ditas cruas muito fortes para meninos a 400
rs., dilas de cores de algodiio para meninos
a 240 e 320, ditas brancas para meninas a-
40 e 320, dilas cruas e brancas para ho-
l'o a 3?, dito paquete pautado a 5e6fa
resna> rjito de cores, de foiha pequea, em
quai ,,s de resma a 700 rs., RIDiaa das bem
conhei das pennis de ago, bico de louga a
15200, Mtas muito finas sem ser de bico de
louga a Mfl rs. c 15, duzias de lai is muito
linos a 320i 800 rs., canelas muito bonitas,
de ago, tornadas a 120, ditas de espinho a
ra -00 rs- dlUs ^linarias de p>o e flt-ndres a
20 rs esnivetesde cabo de chifre de viado,
de > folbas, miiit. hoa fazenda a 800 rs., di-
tos del s folha con cabo de madreperolq a
8-0 rs., ditos muito -nos de 1 s folha com
cah, de marliin a 1io e 2/, ditos de 2, 3 e
* follias, linisainios, Umbem com cabo de
marluii a 3*500 e 3/, vi*ros com tinta car-
"'"" "M"ll> lina, propria ptra riscar e escre-
ver a hoo is., boioea de tinta preta inglez a
140 rs., tinteiros patente ingle, de vidro a
15500 e 3>, reguas redundas muito bem tai-
tas Umbem ii.glezasa 500, 600ea00 rs., po-
dras inglezas muito finas para amolara \g 0
IjjOO, ttnteiros para algibeira a 400 rs.,
agarradores de papis de multas qualidades
e pregos, e outras muitissimas cousas : na
ra do Uueimado, na bem conhecida loja de
miudezas da boa fama n. 33.
moendas para engento, machinas de vapor 1 niem l6<>. ^u0._240, 320 e 400 rs., dilas de
e taisas de Ierro batido e coado de lodosos
tamanbos para dito.
Maehinismo pa-
tente inglez
(s melhores relogios de ouro, patente i ti
glez, vendem-se por pregos razoaveis, no
escriptorio do agento Oliveica, rita da Ca-
deia do Recite n. 62, primeiro andar.
Peonas de ema. cera de abelha e de
carnauba.
Na ra da Cadeia lo Recife, loja n. 50, de-
ronie da ra da M-dre de Dos, lia para
vender os gneros cima, recentemenle cho
gados, por pregos razoaveis.
Algodo luonstro, lie
chincha.
Vcndo-se algodo monstro com 8 palmos
de largura, proprios para toalhas o lencoes,
pelo diminuto prego de 600 rs. a vara : oa
ra do Queimado n. 22, na loja da boa fe.
Ligas de seda
pira seuhora.
Vendcm-se superiores ligas de seda para
senhora, muito bonitas e de muilos pa-
droes, pelo baratissimo prego de 19300,
1*500 e 2#000 ; na ra do yueimado, na
bem conhecida loja de miudezas da boa fa-
ma n.33.
A Companhia, ra da
pe-
N. O. Bicber
Cruz n. 4, ver.dera :
Lonas da Kussia.
dem inglezas.
Brinzao.
Brins da Russia.
Vinho de Madeira.
Algodo para saceos de asquear
Aiouozi.iii
para saceos de assucar vende-se em casa
de S. O. Bieber y Companhia, ra da Cruz
n. 4.
cores de lio da Escocia tambem para homem
a 400 e 500 rs. : na ra do Queimado, na
bem conhecida loja de miudezas da boa fa-
ma n. 33.
Suspensorios de
borracha muito linos
endern-se suspensorios de seda e sem se-
da, muito finos, pelo prego de 1*000, 15200,
1/600 e -2// o .par : na ra do Queimado, na
bem conhecida loja de miudezas da boa fa-
ma n. 33.
Vendcm-se 30lalqueircs de sal de Lis-
bsa : a tratar do Porte do Mallos, armazem
do Cuerra.
aloj&da boa f
veude-se o mais barato .
possivt I :
'hales pequeos de merino, .le lindas co-
res, bordados em duas ponas a 7.-000 ca-
misas de riscado muito bem feilas, pel di-
minuto prego de 1#500 cada urna, dilas de
meias mutlo finas a 1#, longos Iranr-eze* pa-
ra rape a 360, chitas finase de padroes mui-
to bonitos para cuberas a 200 o covado
cambraia adamascada com urna vara de lar-
gura, proprias para cortinados a 7B a peca
de 0 varas, gravalinhas de cassa muito bo-
lillas a OO rs setim encarnado, verde e
amarello muito superiores a 800 rs. o cova-
do, corles de fuslSo para colleles a 500 rs
15 e 15500, longos brancas de cambraia pro-
prios para homem a 240, ditos ditos com
barra de cor lambem a 240, ganga amarella
a a 320 o covado, lencos
'.;- Bulla
c<*
ra m a sea tes
f bocfteiras.
Vendcm-se dasiasda nixasde masca para rape pe>
lobaralBlma pr*S "le 6iu ra.,duzi de lawaraseai
earlioa lyooOe 19200e araadei ,. I|B30, duziaa da
cuiMi'ihas de pao com palitos de fogo a 2iU r*.,dasui
de pentesde clnlres mullo bous paraalizaral5200,
du/.ias de pcotH de lialria para alar caballa a -vAM
e 2.;(i(lo,du/ia de navalhai pira Darba a l960O,gruiu
de tioles madreperola para camisa a (00 rei>,dilai
muito linos de aaaia a 100 res, gretal de Dotes li-
no para calca a 280 re i, cartas com 35 penles de
allinelea lio feis.dtttiaada penles de hulea para a-
li/.ar a 35, rozas de livpllas para sapalos a jCO, du-
de canivclcs linospara aparar peonas a 3S500
l?,doziaa de callas (armnicas^ a 1?20() e oloO.
uias ue (renlas para candif-iros a 80, iris srol"s
l marcas para eobrir a 100, 130 a 160 ra, pe-
ta de Iraiicelin para ..i-niinh,. a 12 res, pulreiras
l^ocarnSla> minio 1.....Has par Sra. e meninas a 200
*\*.,du/ia do iniadinlias de hullas' pretas a 2io rcn.
pegas com 10 varas de rita de ois a 320, 360 e 00
rwis, duzias de lause a loo rs., duzias de caixas com
cdlchctes a72U rs., Indias branca de nuvellos de to-
do us nmeros, ditas de cores, linlias de miada linas
e crujas, ditas de carrileis branci'S e decores, cordSo
de vestido de toda a (tucura, biquiulios de lodas as
larguras, e baratos, rcodas de ludas as larinrat, es-
|ielli, curdas de viola, lilas de la de tudas as cu-
res, litas de linho brancas e de cores, didaes, acollias I
Milho hom em
SAGCAS
Na taberna glande ao lid > da igreja da
Soledade, chegou grande porgSo de saccas
com muito bom milho, c veude-se por prego
commodo.
Couro de lustre
Veude-se couro de lustre francez, o me-
Jhor que pode haver oeste genero, pulo ba-
'n-aio prego de 55 a pelle : na ra Jo Quei-
mado, i\* bem conhecida loja de miudezas
da boa fama n. 33-
3
Claudio Dubeux
141 a 155000
Mida plvora iaglasi a 135,
barril de 2"> libras.
orancos grandes, proprios para cabega
*"' rs., metas brancas linas pira senhora,
pelo barato prego de 240 e 320 o par, brim
de quadrinhos de padroes muito bonitos e
do puro linho a 210 o covado, pegas de pla-
liloasdealeodao.com 20 varas, celo bara-
tissimo prego de 31600 cada uma.clwpeos de
palha lina do Chilt, pelo diminuto prego de
10^, e alm disto muitissimas fazendas finas
e grossas, que vendem-se por menos que
em onlra qualquer parte : na rna do yuei-
tnadq n. 22, na bem couhecida loia da
ooa le.
itotoes para pa-
nto-, colletes e puolios
de camisa.
Vendem-se abotoaduias muito linas de
madreperola para colletes, pelo baratissimo
prego de 500 rs., ditas muito 1 cas de todas
as cores a 320, 400 e 500 rs., dilas muito fi-
nas de madreperola para palitos de meninos
e homens a 500 e 640 rs., alabadores para
punhose collarinhos de caini.;, de muito
rico gusto a 400 rs., 800 e 25tl00, ditos de
cornalina para casacas a 300 -s., c outras*
minias qualidade.s de abotoaduras que-se
vendem muito haralo ; na ra do Queima-
do, na bem conhecida loja do miudezas da
boa lama n. 33.
FEOTES DE TODAS AS QUAUDABS.
Vendcm-se penles de tartaruga para cabello
o mclhor que se pode encontrar, a 55, ditos
de bileia imitando o mais que he possivel
aos de tartaruga, a 1/, 1.?20o e I5SOO, ditos
de iodos os Humeros, lillas de seda de lodos os nuuie- | mMS. or ros, peonas de pato.raixas de cliifre, rozarlos, colhe- 'los, e tartaruga para alizar, fornidos e mul-
tes de ((rro, relroz de lodas as cores, vernicas, litas t "U"'1 feitOS a 4s, ditos de marfim fazenda
muito superior a I55O0, 2J.e a-,'dilosde
borracha de muito superior qualidade a tj,
ditos de bfalo verdadeiro, muito linos e
bem leuos, a 64(1, 800 e I, ditos a imilagao
do unicorne a I, ditos de bakia muito bons
a 280, 320 e 400 rs., ditos de hualo verda-
deiro, muito bonitos e bem feitos, proprios
parajsuissas e enancas, a 320 rs., ditos de
marlim muitissitno bous, fabricados em Lis-
boa, para piolhos, a 800, I5OOO e 15500. di-
tos pretos de blalo tambem para piolhos. a
500 rs. : na ra do Queimado, na bem co-
nhecida loja de miudezas da boa fama n. 33.
Faeas, garios 0
colheres
Vendem-se as melhores facas de cabo1 de
marlim que se pode encontrar a 15o a duiia,
ditas de cabo de halango muito finas a 65 a
duza, ditas de cabo oitavado e rolico a 39.
ditas cravadas a 35200, ditas de chifre de
viado a 45400, ditas para sobremesa com ca-
li de balango a 55, ditas com cabos roligos
eoitavados a 35, colheres de metal do prin-
cipe muito linas para sopa a 69 a duzia, di-
tas para cha a 39000, e outras mais qualida-
des de facas e colheres, Irinchautes e amo-
lador de lacas, que tudo se vende harato:
na ra do yueimado, na bem conhecida loja
de miudezas da boa fama n. 33.
Objectos para
luto. I
Na ra do Queimado, na bem conhecida
loja de miudezas da boa fama n. 33, encon-
tra-se sempre completo sortimento de ade-
regos, brincos e rosetas, pulceiras e a I Due-
les, tudo preto, propriamente para lulo, e
que tudo^e vende mais barato doqueem
outra qualquer parte.
Cartas france^
zas muito finas para vol-
larete.
Vendem-se finissimas cartas francezas pa-
ra voltarete, pelo baratissimo preco de 500,
600 e 800 rs. o baralho.e tambem se vendem
portuguezas a 300 rs. : na ra do Queima-
do, na bem conhecida loja de miudezas aa
boa fama n. 33.
com debeira preta e branca,crampas.eludo o mal que se-
ja neces-ariu para completo sorlimeiilo de bocelei-
ras e mscales e que tudo se vende ramio mais bara-
to do que em uulr.i qualquer luja, na rila do O'iei-
rnado, na bem cunbecida luja de miudezas da ba
fama n. 33.
1SCUI
f f:Ti
ai*- ai
r
SMi
u r.
IHO
NAFUNDICAO UEFKKRO DO E.NGE-
NHEIKO DAVID W. BOWMAN, ,>A
HLA DO BRUM, PASSANDO O oBA-
FARIZ,
lia sempre um grande soriimento dos sesu i oles ob-
jeclos demerliausmosproprios paraem,eulios,a sa-
ber : moendas e meias moendas, da mais moderna
constiuccao ; laisasda ferro fundido e balido, de
superior qualidade e de lodosos tamanbos ; rodas
dentadas para a2ua ou auimaes, de todas as propor-
gies ; crivose bocas defornal.'ia e registros de bo-
eiro, aQ-uilliocs, bronzes.parafusos e cavilbes.moi-
ulios de mandioca, etc. etc.
NA MESMA FL.NDICAO.
se executam imlas as euconimeiulas com a superio-
ridade ja roubecida com a devida presteza ecom-
roodidade etn preco.
patente ingle/.
Silo chocados e acharo-se a vendaos verdadeiros
e bem contiendo* sellins inale/es patente : na roa
do Trapiche-Novo n. 12, arma/.em de fazendas de
damsoii llowie \- C.
Planta da cidade do ie-
cfe
Vende-se a planta da cidade do Recife e
seos arrahaldes, feita pelo Sr. Dr. Jos IMa-
mede Alves ferreira, por dez mil reis : na
livraria n. 6 e8 da praga da Independencia.
VI a jipa das distancias du
provincia.
Na livraria n. 6 e 8 da praga da Indepen-
dencia, vende-se o mappa das distancias
das diferente villas da cidade entre si, e
relagiio a capital da mesma.a mil reis. -
..
>i
oeposi
di; rap priiiceza da
as e, no Rl<
fabri-
ca de ii. G?
de 'Janeiro.
Vende-so a proco commodo rap lino,
grossoe meio groso, da acreditada fabrica
cima, chegado pelo vapor S. Salvador ; na
ra da Cruz 11, 40.
ak


III'
A 12 REIS 0 COVADO.
Vende-se cinta larga sem avaria a 120
rs. o covado : na rita do (Jiieima lojado,
de 7 portas n. 10.
Vende-se um baixo e um pistn, em
bom estado, e muito em conta : na ra das
Florea n. 19,
Venue-se.por prego commodo.superior
vinho do Porto em barris de 8. : na ra do
Trapiche n. 1 i, escriptorio de M. A. Guerra.
Vende-se cal de Lisboa ltimamente che-
gf.da, ssim como polassa da Kussia verda-
deira : na praga do Corpo Santo n. ||,
TAIXAS PARA ENGENHO.
Ra fuedico de ferro de D. W. Bowmann u
ru do Brum, passamlo o cliafariz, contina ha-
dar umcompleto sortimerto de taixes de ferro f un
vido e batido de 3 a 8 palmos de bocea, as quaea
acham-se a venda,por epreco commodo j com
proroptido.- embarcam-s oucarraga-sa amcar
ro semdospeza ao comprador,
Vende-se surerior linhas de algodSo
brancas, e de cores, em novello, para costu-
ra, em casa de Soulhail Mellor t C., ra do
Torres n. 38.
I-o transferido odcposrto desle xarope paiaa ho
ticadejosc da Cruz Sanios, narua Novan. .VI
garrafal 59301), e meiai39000, sendo fado lado
aquelle que nrtufoi vendido neste deposite,pilo
quesefaz opresenlraviso.
IMPRTAME PARA 0 PUBLICO.
Para curade plil>sicaeui lodofosaeuidillerca
esiiraos, quer mol i va da por coiislipacoes, losse
asthma.pieuriz.escarrcs desauue, "drdecos-
tailose peito, p.ilpilarao no coiacao.coqueliirlie
broncbila, dorna Ra manta, e todas asmoleslia
dos ara^o pulmonares.
Vende-se taimado c pranchocs de pi-
nito deSuecia, proprio para armagode ar-
mazem de assucar.
Paos de pinho vermelho para mastaros
(Miumbode tiiunigao.
Kolhas de cobre.
Melalamarello ezinoo para forro, com os
competentes pregos.
Alvaiade de chumbo e de zinco, cm pd.
Tinta branca de oleo.
Papel lino de escrever.
Vinho especial do P.heno c do Porto.
P.na da Cadeia do P.ccifc, casa de C J. Ast-
tey bj Cotopatihia.
looetes
quadades.
Venrtem-se! orlos deludas as graduaedes
com deliradas armagoea de ai;o, pelo barato
prego do 800 rs. c 1-500, .utos com armaefles
dodradas e praleadas a 19200 c l$500, ditos
coa armagn de bfalo a IS200, ditos com
armagao de baleia a 4n, ditos comarmago
de metal branco a 4u0 is., lunetas de um s
vidro redondas e quadradas co'm aro de b-
falo a 500 rs., .lilas da dous vidros lambem
com armago de bfalo a 19600, dilas de um
s vidro redondas e quadradas com aro e
tartaruga a t2iMI e 17500 : na ra do Uuei-
mado, na bem conhecidada loja de miudeza"s
da boa fama n. 33.
OS
e ttidas
Em casa de RabeSchmettati ckCompanhias
ra da Cadeia n. 37, veudem-sc elegante,
pianos do afamado fabricante Traumann de
llamburgo.
Para os joveus
nimora(ios.
Vendcm-se ricas follias de papel phanla-
Zia para escrever, cada folha com a compe-
tente capa e urna obrcia de cola com qual-
quer da da semana, pelo barato prego de
60 rs., 100, 2110 e 300 rs. : na ra do Quei-
mado, na bem conhecida loja de miudezas
da boa ftma n. 33
Taclias de fe ro.
Na undicao da Aurora em Santo Amaro-
ellambem no deposito na ra do Brum, logo
naenlraoa, e defronle do arsenal do mari-
nha, ha sempre um grande sortimento de
tachas, tanto de Fabrica nacional como es-
trangeira, batidas, fundidas, grandes, pe-
queas, rasas e fundas ; e em ambos os lu-
gares extslem guindastes para'carregar ca-
noas ou carros, hvres de despeza. Os prego
saoo s mais commodos.
Brandas e gradt-K,
Um lindo e variado sortimento de model-
los para vaiandas e gradarlas, de goslo nio-
dernissimo na bindicSo da Aurora cm San-
to Amaro.e no deposito da mesma, na ra d6
Bruto.
Moendas supes i ores
Na fundigo de C. Starr i\ Companhia, em
Santo Amaro, acham-se para vender moen-
das do caima lodas d fero, de um modello e
construccao muito superiores.
Luyas de todas
as qualidades.
Vcndem-se verdadeiras luvas de pellica
do Jouvm, pretas e brancas, para homem e
ssnhora a 2;500 rs. o par. ditas de seda de
todas as crese bordadas, rom guarnigesa
29600, dilas lisas lambem de seda e do to-
das as cotes, para homem o senhora a 1>
19200 c loo, ditas pretas de torcal, muito
boa fazenda a l>, dilas brancas de algodSn
para homem a 2*0, 320 e 400 rs., ditas de
cores muito linas de lio da Escocia para ho-
mem e senhora a 320, 4I0 e 3Wo rs., c ou-
tras mais qualidadcs'dc luvas, que se ven-
de barato: na ra do Queimado, na bem
conhecida loja de miudezas da boa fama
DE MITO BOUS GOSTIS B
BARATO
Vendcm-se muito ricos jarros de porcelana
para llores, ricos pares de catangas para ci-
ma de mesa tambem de porcelana, tinleiros
de muito gosto, e pahieiros ludo de porce-
lana e por prego que n;1o deixara de servir
a quem-go-ta do que he bom na ra do
Queimado, na bem conhecida loja de miude-
zas da boa fama n. 33.
Itoiii e barato
Vende-se muito bom papel almago greve
a 4s a resma, dito muito bom sem ser greve
a 35200, dilo de peso pautado a 4;500, dito
Arados de ferro
Na fundig3o de C. Starr & Companhia, em
Santo Amaro, acbam-se nara vender arados
de ferro de um modello e construegao muito
superiores.
RICAS BONECAS FRANGE
ZAS.
Vendem-se muito lindas e bem vestidas
bonecas francezas, grandes, pelo baratissi-
mo prego de 25 e 23500, ditas vestidas de
noivas, a jada urna no seu cartSo a 3/000 e
35500, prego que n3o ha quem deixe de dar:
na ra do Queimado, ua bem conhecida loia
de miudezas da boa fama n. 33.
Briuquedos pa-
ra meninos,
Vendem-se diversidades de objeclos de
ago. muito delicados e proprios para meni-
nos brincar, por pregos muito baratos : na
ra do Uueimado, na bem conhecida loia de
miudezas da boa fama n. 33.
Para as senho-
i-hs de boin gosto.
Vendem-se ricos eslojos de Jacaranda,
proprios para costura de senhora, pelo ba-
ratissimo prego de 29500, 49, 69, 79 e 89000,
caixinhas npra guardar joias a 800 rs., 1/ e
19900, carterinhas muito delicadas proprias
para senhora e meninos a 800 e 500 rs., te
souras muilissimo linas para costura, de
todos os tamanbos a 500 rs., 600, 19000 e
15200, ditas para unhas lambem muito Tinas
a 800 rs., I9O00 e 1/200, lipha de peso mui-
to fina para labyrintho a 100 rs. a meadi-
nna, ditas para bordar a 100 rs., 140 e 160,
lindas oaixiubas com grampas a 160 e 300
rs.. cartOes com 14 e 24 pares de clcheles
francezes a 80 rs.. 100 e 120, linhas de car-
rcteis de 200 jardas do autor Alexandre a SO
rs o carretel, dilas de 100 jardas do mesmo
aotor a 40 rs., caixinhas com agulhas fran-
elas a 160, ditas com agulhas de papel
preio a 280, caiteirinhas com agulhas fran-
cezas 320, agulheiros muito bonitos com
agulhas lambem francezas a 160 e 320 cai-
xinhas com 16 novellos de linhas de marcar
muito finas^azuese encarnadas a 320, ricos
botoes de cores para vesiidos, ou rou pin los
de meninas a 60U rs., 800 e Ij, a duzia, ricos
agulheiios de ago e de marfim a 240 e 800
rs., dedaes de ago muito bonitos e cada um
na suacaixinhaa 500 rs., almofadinhas de
muitas qualidades proprias para pregar alO-
netes e agulhas, pulceiras de varias quali-
dades, riquissimas litas lavradas e lisas, de
todas as larguras, trangas de lodas as cores
ejarguras, litas de velludo bertas e lisas,
bicos muito linos de linho e de varias lar-
guras, rendas de varias larguras, babado
aberto de linho, toucas de 13a para chancas
e outras muitissimas consas, que tudo se
vende mais barato do que em outra qual-
quer parte: na ra lo Queimado. na bem
conheema loja de miudezas da boa fama
n. 33.
.PiMAItS
uiiiitissiiiio finase de mili-
to Ix ns gostos.
Vende-se a verdadeira agua de colonia do
Piver, simples e ambriada em frascos de va-
rios lmannos, banhas muito linas e de mui-
tas qualidades em ricos vasos, espritus e
extractos muito finse de muitas qualidades
em frascos de muito gosto, jabonetes muito
linose de minias qualidades, agua de lavan-
de ingleza, fazenda muito boa, vinagre aro-
mtico tambem inglez e muito bom, extrac
tos muito finos proprios para bolso de cs-
tudante, escenci; de ros, pomada franceza
muilo boa, macassar peroia muito nom e de
todas as cores, dilo oleo, pos para denles,
paslilha c outras mullas perfumaras, tudo
muito fino e de muilos gostos, dos melhores
fabricantes da [''ranga e Inglaterra, e tudo se
vende barato na ra do Queimado, na bem
conhecida loja de miudezas da boa fama
n.33.
#??->00 h.-:->
---A 26 do ttiez lindo fugio o preto Jo3o
de idade que repieseula 35 annos, estatura e
gro.-sura do corpo regulares, bem fallante
lem como sobre os olhos, c o melhor signa!
he ter uns calumhos por baixo do queijo, e
ao lado, principiando do pe de urna orelha,
e mais calouibus um um brego e no peito ,
consta andar por esta praga ganhando, e
poros airabaldes, etc.: qualquer pessoQ
que o pegar, leve-o a ra da Cadeia n. 2,
a seu scnlioi Domingos da Silva Campos
Fugio de bordo ao brigue brasileiro
Melampo, na noite 10 dia 8 do corrente, um
negro de nome Marcelino, r.ago Cabinda
altura regular, secco do corpo, rosto com-
prido, barba'serrada e cria suisaa, com ralla
de denles na frente, e consta andar vestido
com paleto, e calgado : quem o pegar leve-o
a bordo do dito navio, junto ao ca.-s do Pas-
seio Publico, qu a casa de seu consignatario
Manoel Alves Guerra, na ra do Trapiche u
u, que sera bem recompensado.
PEHN.: TVP. DE Id. F. DE FAKIA 1857:
/

MUTILADO

ILEGIVEL
-. -.


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