Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07756


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Full Text
AMO XXX11I N. 108.
Por 3 mezes adiantados 4^000^
' Por 3 meze vencido! 4$500.
TERfA FEIRA \2 DE HAIO DE I8I>7
Por anuo adiantado 15J000.
Porte franco para o subscriptor.
-----1 aaaaaaaaSSB
KCARfUfiGADOS DA SOBSGRBPCA'O NO NORTE
Psiabiba o Sr. Joo Rodolpho Gome ; Natal, 8r. Joa-
ulin I. Hrir Jnior ; Aracaiv, o Sr. A. da Lemoi Hr.ii.-a ;
rara, o Sr. J- Jo" da Oliveira ; Maraohao, o Sr. Joaquim Mar-
nn Rodrigues ; Piauhj, o 8r. Domingos llerculano A. Pesaos
earanaa; ?ara', o Sr. Juniuu J. Ilamoi ; Ama/ouai, a Ir. Jer-
nimo da C.oau.
Olmili : lo.
liraaraM,
S. Ailo, II.
S. Lnuronc
ir'. Hu
PARTIDA DOS (.uniilt Klus
na da, aa O p mcia hnr ,. dn da.
-..,''< mcia hora Ar
nianna l'arat.il.a : naa -e.Mii.1.
ierro, Manilo, Carura, AJliako
Pao-afila, Naiarath, Llmooi
Hlla-Aella, Boa-Yista, Oriearr Eia aa
Garanhua: ni israjs-fl
Brejo, rVaajaera, Inga-
|aartaa-fe
Cafe*, ipojuc.1. Srriniii-m, lt.>-KoriD.MO, Una. uarteima, Acoa-Prala.
Pimr.it.-ira e Natal : qmnus-rciri.
(Tuno* correio partera aa 10 hora, da manilla.
AUDIENCIAS DOS TIIIDUNAES DA CAPITAL.
Tribunal do commercio : lenunda a quintal.
Selaco lerras-feirai e aabbado.
Fazenda .- quartaa e aabbadoi aa 10 horaa.
Juizo do commercio: segndalas 10 horas quintil aa male-dii.
Juizo da orphoi: legundas a quintal ai 10 horai.
i'rimaira rara do civel leguadaa a leitae ao meio-dia.
Segunda van do civel: quarlaa a labbadoa aujmsio-dia.
EPIIEMEISIICS DO HEZ DE M.UO.
8 La cheia as 11 horas e 51 minutos da larde.
10 Ouarto minguanieaiS horas e 50 minuto da tarde.
S.1 Lu nota aoi2Se minuloidi tarde.
30 Quino erescente ai 10 horai e S2 minutos da maullas.
I'IIKVMAII liI. IIO.IK.
Primeira aiO horas e 54 minuloa da manhaa.
Segunda ai 7 boras e 18 minutoa datarde.
DAS da semana.
11 Secunda. Ss. Fabio. Anatacioe Screoo .lira.
12 Teira s. Jor.na priuceza v.
1:1 Quarta. s. Pedro Recalado i. ; Ss. Clvreria e Cervato Mm.
14 Quiuta s lili Ss. Huiulacio e Kncdiua Mm.
15 Sexta, s. 1/idoro Invrador.
10 Sbado, s. Joao Nepomuceno ooncego m.
17 Domingo, o.dcdoisda l'aschoa. s. l'aschoai lavlon f.
B JL ttlVIVJI IIMinf Af T ment do arsenal de goerra, rerorametidando que
sV aflkXl. X S U* AllJ,aCLaVi Promo H compra ilus me Hmenlos e roai objec-
EMCARREGADOS DA SUBSCBVC&O NOISCL
Alagoaa, o Sr. Claudino Falco Dia; Bahia, Si. D, Duait
Rio di Janeiro, o Sr. Jooo Pereira lamn.
EM PERNAMBUCO
O propietario do DIARIO Manoel Figueiro da Firia, na lu
Mirara, praca da Independencia ni. 6 e 8.
OOVERJiO DA PROVINCIA.
Expediente 4o da 5 de maio.
(IlliciuAo Exm. general commandanle das ar-
ma, para mandar dispensar do aquarlelamenlo os
guarda do primeiro li.u.illi.Vi de infantaria da guar-
de nacional, Antonio de Paula e Mello, Jos Gomes
de Oliveira, e Jos Manoel do Sacramento, cujas
dispensas declara o director das obras publicas se-
ren oecessarias, ein consequencia de ser o primeiro
amanuense daquella repartidlo, e os deraais olTiciaes
decarapiuada obra do (jvmuasio,Couiinumcou-
se ao director das obras publicas e ao eommaiidaule
superior do Recite.
DiloAo Exm. presidente da relapso.Remello
por copia i V. Exo. para sua intelligtocia e direc-
cao o inclusonviso circular do ministerio da Justina,
de 8 do mor. prximo findo, declarando que a licen-
cia para a subrogaran dos bens das ordens regulares
compelen! aogovernn pela le de 9 de dezembro de
1830, que compreliende todas ai alieuaofies e contra-
tos unerosoi.
Igusesao juize munieipaes na primeira e segun-
da varas do lenle. Olinda, Iguaiassu', Goianna,
Santo Aniiio, Escuda, Pao ri'Alho, Limoeiro, Cabo,
Rio Knrmoso, SeniihAein, Barreiros. lirejn, Naza-
relh, Bonito, Caruaru', (iaranliuns. Villa Bella, Boa
Vista, Tacaratu', Cimbres, Cahrob, I ngazeirn, Bui-
que, e Ouricury.
:l." seieao.Ministerio dos negocioi da juslira.
Rio de Janeiro 8 de abril de 1857.
1 llm. e Eim. Sr.Sendo uuvido o conselbeiro
procurador da coma, sobie o legumle ponto de di-
reitose a subrogcao dos beos de raiz das ordens
regalares, nao compela aosjuizes de primeira iu-
Uucia na forma presen pa pelo art. 1 da lei deJJ
de selerobro de 1828, foi o dito magistrado de pa-
recer que a rti risa os juizes de primeira in-uocia para concede-
rem a aubroga(o de bens inalienaveis, alinde di-
recta e minfdialaniei.le ao arl. 109 do regiment
dovo do desembargo du pajo, o qual linha intima
correlacA eom i legislarlo anliga sobre taes bens,
eunliecidos pelo nome de vinculos, em contraposii^Au
ios allodiaes, como claramente se conliecia a face da
ord. 1.4, til. 100, I. 1, til. 62 39 e seguinles, e
de oulros artigas de lei da idade panada.Que fi-
cando revogada toda essa legislajao pela lei de (i de
oulubro do 1835. em virtude da qaul imam abuli-
dns os vinculos enltenles e prohibido o estabeleci-
meulo de oulros infutorum, todas as ordens religio-
sas regulares e seculares, de qoalqucr classe e deno-
minarlo que sejain, gnzavam boje, segundo as nossas
iiovissimas diip sires, da maia ampia faculdade pa-
ra alienarem os bens de seu patrimonio, guardadas
as diligencias preaeriptas nos respectivos regala-
mentoa e instruc^es, precedendo immediata per-
in\-ao do governo, e converlendo-se em apulices
da divida publica o prec,o dessas alienarnos, o que
em substancia viuli i a consliluir urna verdadeira
permulaQ3o ou subrogariln que porlanto a le de 22
de selembro de 1828 liavia caducado, ou neuhuin
uso ou presumo poda elle ter com proveito da ad-
iniuistrai.ii publica. Consultada a tal rcspcito i sec-
jSo de juslija do consellio de estado, conformuu-se
a mesilla serrn com o parecer do consellieiro pro-
curador da coroa, quanlo a gozaren) boje as ordens
religiosas de qualquer classe e (lenominacAo que se-
jam, da msis ampia faculdade para alieoarem os
liens do seu patrimonio, guardadas as diligeucias
proscriptas nos respectivos regulamentos, e prece-
dendo nnmediata perinissae do governo, mas que
uo deduzia essa doutrina da circuiustancia de lia-
ver cadacado o artigo citado da le de 22 de selem-
bro de 1828, qne s se refoie a bens de capellas el
morgados, porn sun na lei de 9 de dezembro de
1830, e do decreto de 28 de novembro de 1819, a
respeito das oraens regulares, eiileudcndo que sem-
pre perlenceu ao governo, e nao aus juizes de pii-
meira instancia, cuuced.r-llies licenra para alienar
por (|oalquer modo e trocar os seus bens, S. Al. o
Imperador, a quem aliual foi presente o negocio,
liouve pur bem, pela sua imperial resoluro de 27
do raez autectilente, tomada snbre a respectiva con-
sulla, declarar que a lirenra para a subrogaQao dos
bens das ordeus regulares, compele au governo pela
lei de 9 de dezembro de 1830, que enmprebende to-
das as alienarnos e contratos onerosos ; o que com-
muoico V. Eic. para sua iutelligeuria, e para o
fazer constar s autoridades competentes dessa pro-
vincia.
Dos guarde a V. Etc..Jos TI mina/. Nabato
de Aojo.Sr. presideute da provincia de l'eroatu-
buco.
Cumpra-se. Palacio do govcroode Pernambuco,
5 de mam de 1857.Porlella.
DiloAo commandanle da cstac-lo naval, rerom-
memlan lo que, em vista da ju-lilicar.in que 1 lie se-
ra aprsenla.la por Manoel Filgueira Galvilo, e pela
qual prova elle ser legitima seuhor do crioulu Filip-
pe, que se aelia com prafa de grumete em um dos
navios da estarn sob seu commando, com o nome
de l.aurenliiio Gomes do NaseimeDto, proceda S. S.
na ronformiiiaile do parecer junto por copia do pre-
sidente da relacilo, e mande entregar ao referido
GalvAo, o escravn de que se (rala.
DitoAo mesmo, para mandar desembarcar com
guia o recrula de marmita l.ourengo Jos Roino,
vistoler provado iseneSo legal.Coinmuuicou-seao
chefe de polica.
DitoA> inspector da lhe>ooraria de fazenda,
enviando copias dos decretos ns. 1905 e 1907 de 28
de mareo ultimo, marcando o ordenado do promo-
tor publico da comarca de Tacaratu', e declarando
de primeira instancia a mencionada comarca.
Igoaes loram remullidas ao Eim. presidente da re-
lcelo.
DiloA' mesm-i, inleirando-a de que o ajudanle
do correio desta cidade, Domingos dos Passos Mi-
randa, conimunirnra ler assumido boje o eiercicio
interino de administrador daquella reparlicAo, em
conseqoencia da aposentadoria concedida ao respec-
tivo proprielario Antonio Jos Gomes do Correio,
por decreto de (i de abril ultimo.
DitoAo juiz municipal supplenle cm excrcicio
da primeira vara desla cidade, dizendo que leudo de
salnr bravementc navio para o presidio do Fernan-
do, faga Scm. desde ja npromptsr as guias dos sen-
tenciados que lem de seguir para alli, declaran lo
com antecedencia o numero delles e o dia cerlo em
que podero embarcar.
DiloAo commandanle superior interino da guar-
da nacional do Orejo, declarando-lhe que a Ibcsou-
rana de fazenda lem ordem para pagar, estando elle
nos termos !egaes, o pret em duplcala do corneta
Simplicio Gomes Pereira, conforme S. S. requisitou
em em oflicio de 10 de abril pa DiloAo conielbo administrativo, para fomen-
tos mencionados na relacao junta, us quaes sao ne-
cessarios ao arsenal de guerra.Commauicou-ie a
este.
DiloAo mesmo, para que declare com urgen-
cia : 1-, que geueros leem de ir par o presidio de
Fernando, com especificando da respectiva quanli-
dade ; 2-, o da cerlo em que poderlo eslar promp-
tos para embarcar, devendo ser o inais breve possi-
vel ; 3* finalmente, quaes os que foram ultimaraeD-
le remedidos para aquelle presidio.
DitoAo director geral da in-lruc;lo publica,
para mandar pr em concurso, na co.iformidade da
lei regulamentar de 11 de mnio de ISj.j, a cadeira
de grego do Cvmuasio.
DitoA' Antonio Germano Rigneira Pinto de
Souza, juiz de paz do segundo anno do primeiro
diilnclo de SerinhAem.Em oflicio de 23 de abril
prximo lindo Vmc. me participa, que nao pode ter
lugar a inslallarno da junta qualifcadora desea fre-
guezia do dia 19 daquelle mez, conforme foi deter-
minado por esta presidencia ; porquauto, estando
impedidos por diversos motivos todos os juizes de
paz do primeiro districto, deiiou Vmc. de olliciar aos
do segundo districto, por se adiar em elles a urna
distancii maiorde cinco leguas, c n.lo poderem ebe-
gar em lempo ao lugar da insiallarao. Agora porem,
que Vmc. se ach desempedido por ter passado ao
efleetivo o ezercicio do cargo de promotor, qoe oc-
cupava interiuamante, pede que eo designe novo
dia para a insinuaran da junta qualifcadora, sob a
presidencia de Vmc
Em respoita teubo a declarar-llie, qoe designo o
dia t de janho para essa esa installay-o, cumprin-
do que se fari a necessaria cunvocaciio com a ante-
cedencia de um me*, determinada no art. 4. da le:
regulamentar de 19 de aeoslo de 18it>.
DiloA' eommissao de hygieue.Tenho presen-
te o oflicio dala jo de 22 do mez prximo linio, em
que essa conunis-ao fazendo ver o mo estado da
casa, que actualmente serve para ai soai sessoes,
pede que ie mande pr a sua dis|)oiic,ao urna das
salas do asslo dos exposlos, qoe ltimamente foram
reparadas para as ruinas de candado, o que deiva-
ram de ter este destino.
tni resposta lenlio a declarar, que semelliiDte re-
quisi^ao nao pode ser salisfeila, ein vista do que
pondera a administracAn geral dos eilabelecimentos
de candada do ollicio junio por copia.
DiloAo inspector do arsenal de marinha, en-
vianiio-llie a orden, afirn de ser transportado para a
corle o menor Jos Pereira de Lucena, que ie des-
tina i companhia de aprendizes mariubeiros.
DitoAo mesmo, para que (uniera a crvela
Beberibe dous cadernaes ferrados de S pollega-
das para gornir tullas dos turco de um cscaler de
10 remos, conforme requisitou o commaudaule da
esiaclo navalCommonicou-se a esle.
DiloAo inspector da tliesourana provincial, pa-
ra adiantar ao lliesoureiro pagador das obras publi-
cas, por ineio de cheques de um como de ris caja
um, sobre a caixa filial do Banco do Brasil, a quau-
(a de 17:0009 para asdespezas a cargo daquella
re|ianioilo no correte mez, conforme requisitou o
respectivo direclor.Commuuicou-se a este.
Portara.Nomeando o bacbarel Kelisbino de
Mendenca e Vasconcellns, para o lugar de |iroinotor
publico da comarca da Boa-Visla.Kizcram-se nes-
le sentido as coinmunicaces doeslylo.
DitaConceileudo. em vista da informariln do
direclor das obras publicas de li de fevereiro ultimo,
e despacho da presidencia de 7 do citado mez, i
mezes de prorogaefo que pedio o arremtame do 13.
lanc da estrada do sul Francisco Alves de Miranda
Varejao, para a concluiAo dai obras do seu coulra-
,0.Fuoram-se as iieros.anas comiiiunicafdos.
r DitoConeedeudo a Ricardo Jos Lopes, em vis-
la da iiformaeo da capitana do porto de -2 do cor-
rente, licenja para couduzir para o Ro (renda do
Norte, amo de seren all empreadas na conslruc^ao
-le um alheen, cuja obra elle coulratara, j dn/.ias
e meia de tahuas de ainarello, obngando-se o sup-
plicanlo a fazer aeompanhar os referidas taimas de
una guia paasada pela inenciouada capitana.
DitaAo aganla da companhia dos vapores, para
mandar transportar pira a corle, por couta do go-
veruo, o menor Jos Ferreira de Lacena.
Ollicio Ao Exm. geneial commaudaule das ar-
mas, aprescnlaudo-lhe para lervir uo cxeicilo como
recrula, o paisano llazilio Jos Unanle-. Deu-se
scieucia ao juiz de direilo de Saulo Anlao, que o re-
metleu para esse fim.
Dito Ao mesmo, para mandar dispensar do
aquarlelamenlo o alfere do 1 balalho de infama-
ra da guarda nacional desto municipio Manuel Go-
me! de S, vino serein precisos os seus servicos na
alfaudega, onde exerce elle o lugar de amanuense.
Commuuicou-se ao cuinmni lano superior e ao
impeclor da alfandega.
Dito Ao cnsul geral do Brasil cm lli uxellas.
Ai-cuso reri-lmlo o ollicio que V. S. me dirigi em
17 de marco ultimo, remellendo-me o contrato cele-
brado eom o engenheiro macbinisl.i Charles Mare
Colsoul, na cnnlorini.1a.le das inslruc^oes desle go-
verno, approvadas pelo ministerio da maiinba.
Certo das communicardes relativas ao mercrimen
lo desse engenheiro, e dos esclarecimeulos que V. S.
se ervo ininistrar-mc acerca das estipulares do
respectivo contrato, que vilo ser levadas ao cuheci-
mento do governo imperial, cumpre-me por eila oc-
casiilu agradecer a V. S. a presteza e inleresse com
que procurou realisar essa negorio.
.I.i expel ordem Ibesoniaria de fazenda desla
provincia para ser entregue ao negociante l.uiz At-
balo de S queira a quanlia de 43 francos qoe V. S.
dispendeii com a viagem que fez a Liega, alim de
proceder As indagarnos necessaria ao bom desempe-
nho de sua eommissao.
Ouanlo somma de 1,000 francos adiantada ao
Sr. cnsul para as deapezas de transporte, como com-
a do recibo que me foi entregue, fien esperando por
aviso ulterior de S. V. afim de mandar satisfazer
prompiamtiite aquella importancia pessoa que para
isso r indicada, caso V. S. nao prelira recebe la da
legarlo imperial em Londres, legando as orden
expedidas pela governo imperial, e que esta presi-
dencia commuuicou a V. S. em 7 de abril prximo
findo.
Dito Ao chele de polica, doclarando-llie que
se mandn pagar os prels e reanles Jas duas escol-
las de guardas nacionaes que conduzram presos do
Bonito para esta capital, cd'aqui para aquelle termo.
Dilo Ao mesmo, inteirando-o de que a llie-ou-
raria provincial tem ordem para pagar as deapezas
feitas com o sostento e curativo dos presos pobres da
casa de delen^So e cada do Cabo, e bem assim com
o aluguel da casa que serve de quarlei ao destaca-
mento de -l.i'" .il lo, e fornecimento de luzes para o
mesmo quartel.
Dilo A' Ihesouraria de fazenda. para que entre-1 credores oa forma do art. 870 do cdigo commer-
guo ao almoxanfe do arsenal de marinha, ou aoseu cial.
fiel, a quanlia de 5715800 rs. para o sustento diario
no correnlc mez dos menores admiltidos no mesmo
arsenal, e que constam da ieirao junta. Commu-
nicou-se ao iuspeelor do arsenal de marinha.
Dilo Ao direclor das obras publicas, inleiran-
do-o de que a tbeiouraria lem ordem para pagar ao
arromante da conservarlo da estrada de Pan d'Allio
a importarlo da (ia j reslac/u. a que elle lem direito.
Dilo Ao subdelegado da freguezia do Recife.
1 endo de fuuccionar na 3a dominga do correle mez
o conselho de revis.lo da guarda nacional dessa fre-
guezia, recommendo a Vmc. que ministre com bre-
vidade ao presidenle da junta de quahfiracao dessa
parochia as relacocs de que traa os .5 3' e \' do
arl. 10 do decreto n. 1,130 de 12 de marco de 1853.
Iguaes aos subdelegados de S. Jos, Boa-Vista,
Afogados, S. I.oiiretiro da Mala, Jaboato e Muri-
beca, ofliciando-se para o mesmo llm aos respecti-
vos juizes de paz do Ia districto, e commaoicou-se
ao commandanle superior.
Dito A' cmara de Ol'nda, para que, eom a
maiur hrevidade, infoime sobre o rcqueriioento di-
rigido assembla provinciil pelos terceiros de S.
Francisco daquella cidade, e do qual se Ihe enva
copia, visto declarar aquella cmara n.lo (errecebido
o original, enviado por esle governo em ollicio de 28
de nirrj ultimo.
Dito Ao director do arsenal de guerra, para
mandar recolhar mquelle arsenal sesseula armas
perlenceules ao 1* balalhSoda guarda nacional des-
le municipio, substilaindu-as por unirs em bom
estado.
Portara Coneedeudo ao soldado Manoel Igna-
cio II ibeiro. cm vista da informarlo do general com-
mandanle das arpas, 3 mezes de licenca com venci-
menins para tratar de sua saude. Fizeram-se as
cnmmuuicaces do estylo.
Detpacho do da 8.
Eduardo Ferreira Bailar, pede portara para os
gneros que tem de embarcar para o presidio de
Fernando.Mandou-se paisar porlaria.
Eugenio Marques de Amorim, oOicial da guarda
nacional, pede por cerlidao os alteslados mdicos,
quejunlou, quando requereu lies inezes de licenca.
Como requer.
Francisco Casado de Fonseca, pede titulo do ter-
reno de marinha na roa Imperial.A informar a
Ihesouraria de fazenda.
Joanna Mara de Moracs, quer ir ao presidio de
Femando.Pode seguir viagem.
Miguel Antonio da Costa e Silva, pedndo per-
mis-o para matricular no Gymuasio Provincial, seo
fillio de igual nome.A informar ao regedor do
Gymnasio.
Marcellino Jos Lopes, requerendn que pela Ihe-
souraria provincial, se manilo indumnisar o damno
causado na calcada de sua propriedade uu Monde-
go, por occasiAo do cal<;amcnlo da estrada que vai
para Apipucos.A iuformar ao direclor Interino
d uhras publicai.
Vicente Ferreira de Paiva Simes, srvenle do
Gyrnnasio, pede augmento de jornal.Kemelteudo
ao uispecior da Ihesouraria provincial, para pagar
na razaode mil ris a gratificarlo diaria que perce-
be o supplcante.
cilicio do inspeclor da Ihesouraria de lazenda,
dando seu parecer sobre o ollicio do commandanle
do rorpo de polica.A informar a llicsourar.a po-
viudal.
Dito do juiz de orphilos do lermo do Recife, pe-
dndo a entrada da orphaa de nome Theodora Mo-
reira do l.ivraiuento no respectivo collegio.A in-
irmar ao conselho do patrimonio de urphaoa.
Dito do Dr. Antonio da Silva Daltro. medien en-
leirn persa, por algum dos eslados cima indicados, vas rarsimas excepooes, est separado delta, c for-
lerjaio governu desle estado, nao se lhe doudo i ma oulra sociedade. Estes coinmercianlis ricos o
razoavel satisfaeilo, a recorrer a operares militares 1 faustosos s.to cominomente inglezcs e alleitiaes.
para reprensflo e castigo dos violadores do seu direi- As damas veslem-se aqu eom tanto primor e ri-
lo, lie ex|ircssamento acrordado que quaesquer for- queza como cm Peris ; porem nao Icvam a exage-
...-------... cas militares, que airaves-arein a (ronteira para se- | rabilo da moda ao extremo, como aa damas de Fiau-
n. li. pedtinlo matricularse.Mandou-se com vil- mullante lini, se retirar.lo a' linha dos seus terrilo-1 ca. Aqui nao se veem es.es miriaques moustruosos
"\...' i. i'm_?'-- ii ... ''"'' 'I'0""'* alcancadu u mesmo lim ; e que o excr- ; que por alii se usam. Tilo pouco tem aqu extraern
cicio de tal direilo nao podara' serxir de pretexto a' e.ses adornos falsos com que em llespaoha lauto'se
Lm requerimenlo de Mnuucl Francisco da Silva
Carrijo, porluguez, com 37 anuos de idade, coin-
mercianle de grosso Iralo, de gneros n.icionaos e es-
trangeiros, com eslabelecimenlo na ma do Collegio
Outro de Domingos Henrique Mafra, pedndo re-
gistrar o patacho Auna,, do qual lie propietaria
D. Mana das Meves Pasaos.Maudou-se com vista
aoSr. desembargador Bacal.
Outro de Jnaqnim Jui da Fonteca, capitn do
brigue San-Jos, pedndo cerlidao do llieor do
registro do mesmo brigue.Como requer.
Outro de Manuel Buarqoe de MacedoLima, pe-
dndo registrar a nomeajao que ajumara de seu cai-
xeiro.Registre se.
Ciilru de Josc Velloso Soares, pedndo registrar a
monearlo que ajuntara, de seu caixetro.Regis-
tre-se.
Oulro de Braga Correia & Silva, pediudo registrar
o seu contrato locial.Ilaja vista ao Sr. desembar-
gador fiscal.
E nada mais havendo a tratar, o Sr. presidenle
ancerrou a sessao.
SESSO JUD1CIA.R1A. EM 11 DE MAIO DE 1857.
Presidencia do Exm. Sr. desembargador
.Souza.
Ao meio-dia, acbando-se presentes osSrs. desera-
bargadores Villares e Gilirana, e os Srs. denotados
Reg, Basto e l.emos, e supplenle Ramos e Silva, o
Sr. presidenle abri a sessSo, e lida a acta da ulti-
ma, lie approvada.
Julgamcntos.
Embarcantes. Mauoel da Fonseca Cimbres e Jos
Amonio Piulo ;
Embargado, Fortunato Cardo de Gouveia.
Foram desprezados os embargos.
Appellante, Jos Antonio Lopes ;
Appellido, Joaquim da Silva Lopes.
Receberam-se os embargos.
Nada iimi. Iijvendu a tratar, o Sr. presidenle lo-
vantou a lessao a 1 e 1|2 hora da larde.
EXTERiQil,
Eis-aqui, segundo o Sord, os termos em quo lie
roncebtidu o tratado celebrado eulre a Persia e a
luglalerra :
Em nome de Dos lodo poderoso e misericor-
dioso :
n S. M. a rainlia da Gran-llrelanba e Irlanda, e
S. M., cujo estandarte he o sol, o sagrado, o augus-
to, e o graude monarcha, o rei absoluto dos res de
lodos os oslados da Pania, declarandoo ambos sin-
cera e igualmente animados do desojo de por lermo
aos males de urna guerra conlraria aos seus desejos e
tendencias amigaveis, e de reslal.elecer, em solida
base, as re.irnos de amizade que, ha lano lempo,
existein entre os dous iiubrcs estados, medanle a
celebraran de urna paz que tenha por lim as mutuas
vaulageus e beneficios, iiomearam para seos plenipo-
tenciarios, alim de se conseguir o desojado lim :
S. M. a rainha da Graa-Bretaiiha e Irlanda, o
mailo honra lo Henrique Ricardo Carlos, bario Coxv-
ley, par do ReinoUido, membro do mullo hon-
rado conselho privado de S AL, cavalleiro grao-cruz
da dislincla ordem do Banlio, embaixador exlraordi-
uario epleuipolenciario de S. 51., ante S. M. o im-
perador dos trancazo!, etc. ele.
S. M. oSchabdl l'ersia. o asxb da grandeza,
iiMQIEZi DEAUREBO^E
TOR A, DE TONTMARTIN.
III
Raoul de Aurelinnn*i e sua mi linham passado
urna parle de oulono as niargeus do Rheno e na
Suissa. aVnle de deixarem Genova para vollar a
Franca, a marque/a esrrevera aos seus criados que a
viessem encontrar em llyeres, mas ou por negligen-
cia ou por erro de dala elles nao lindara anda che-
gado. Sena inenlir alliruiar que ella se agastar por
essa conlrariedade que Ihe permiiiia viver durante
algunsdias mais em coinmum com a familia do di.u-
lor. Apoiou-se puis ainiavelmeiile ao braco de Su-
ltana, e dcclarou qua-i alegramonlaao duotor Asaan-
dri que nao Ihe baslava estar hospedada em sua casa
que pedia um lugar ao aeu fog.lo e sua mesa. Sa-
zona deu-se pressa emresponiler-lbe ; masemn gran-
de sorpreza da marqueza de Aurebonne a fronte do
Todo pasiou-se da maneira maia natural e mais
simples : a marqueza Aurebonne cumulava Suzan-
na de demonslrares de amizade : que liana nisso
admirar Poda ella resistir ao encanto que ana
amavel donzclla exercia em lomo de si ? Nao leria
sido pelo contrario inexplicavel que a marqueza af-
favcl e alieiiriu-.i para com lodos deixaise de tratar
com d.|ii,ecao essa moca, cuja belleza e cojo sorriso
pareciam disiipar qualquer presagio sombro, e cujo
pai Ihe riiisera a respeilo de Raoul palavrai de con-
solacao e de esperanca J Suzanna lesleniuiihava a
Raoul alTecluoso inleresse ; porm qual era o doen-
le ou o infeliz que a achara jamis inscusivel '.' A
que alllicrao recusara ella sua terna e sympalhica
piedade ? Desde o primeiro dia pudera eo'mprelien-
der que a vida desse mancebo eslava amearada, que
bavia em sen destino um aegredo de melancola de
lulo : Mo baslava isso para qoe elle Ihe impiraaw
o mjraleriofoaltralivo que as mulheresdesculnnen-
loa verdaderamente delicados est em proporc.lo das
dores que tem de applacar. da cbagas qoe cm de
curar? O principal Internando, aquelle icrvia de
centro a lodos esses'cuidalos mostravi em mas rela-
eescom o doutor Assandri e sua (llia um recalo vi-
zinho da frieza ou do coustraiigimeiito : pareca que
ovilava aqmllo que o leria posto em coulaclo mu
directo com Sazauna.
.lolo/ lornou-e nov.menl. sombra ; elle to. |rt",",,.,r S*lE! "",01com
Ihe um olhar lia profundo e IM pei.elranle ,.,", jj** "8l"IU".1 SC"" '",UC0 ''uur- """moirem-
seu pozar e sem saber porque ella enlio-se corar.
Purm, essa besitarao foi apenas de um momento, e
romo arrej.-n lulo ole ler-se deixado prevenir pela
lilha, elle respondeu nos termos mais decenios que
ludo eslava as suas ordens na pequea casa do Al-
manare.
Esperara a marqueza na verdad, vendn appare-
ccr Sozanna como o commeotario vivo da eomolla
do doutor, que Raoul a amara, e ochara nisso a dis-
tracojio poderosa, infallivel que ein vio procurar!
desde mullos anuos Adevinhara o I ni.ir essa ins-
pirario de egosmo materno, e estremecer seu co-
raran de pai a i lea deque aqoilloqiio salvara (alvo/
a Raoul furia provavelmente a dentraca daSuaenna 1
F.sse pensameuio nasMsidono me.mo inst-nteoiii duas
alinasigualineiite rectas e puras foi anles iusliuctiva
do que relleclida, p nada ju-tilicou-a durante os pri-
meiros das que a segiiiram.
(Vid. Diario o. li.)
se- Ihe as apprehenses, e as desconfi.mras. Pouco
depiiis chamado por oulros doenles, (breado a conti-
nuar sna vida do Irabalho c suai visitas na cidade e
nos arrednres nao vio mais inconveniente cm deixar
Suzanna mostrar as be lezas do luuar a Raoul e a
n niiii. Ilniveram assim alnuns das delicioso pa-
ja lodos Iroi, |'m tinto ron-Ir.hu la d'abi em dian-
le para com o doutor ou per ler condecido que elle
a adevinhara, mi purque sua couscieiicia Ihe li/.csse
realmente algoma accasaclo, a marqueza de Aure-
Imnne na sn i ausencia arhava uro prazer se .. misiu-
ra em ver a Raonl o Suzanna juntos, em abracar
rom mn mesmo olhar P...s dous semblantes que
razian, a mean cur.i ,i,. moeidade e de belleza.
Ilavia nella taes theaour.M, tal riqueza de iroor ma-
lerno que derrama va um pooce ,em empobrecer; so-
bro essa mora, invocada em voz baixa no mais secre-
to do. soiilms ramooanjo visivel de Raoul, e que
por nina agr lavel lllutao, ella iniagiuava as vezes
sentir para com Suz
tuculava para com o
.....?!,"r71,"a"' iranio, me.uenpn- e valido de el-rei. Fernik-Klian-Aineer-Oolinnuk.
arregado do liospilal do Pina, pedimlo pagameujo -rao embaixador do sublime reino da Persia, uossui-
ilo venrimentos a que lem direilo.A iuforn!ai^%f-elu retrato real e do covdo a/ul, e que e orna
-inmisM., de liygiene publica. com o cinto esmaltado de brillrante etc. etc. etc.
amimanilaute soperior da suarde .. Os quaes haveu :o apresentado o visto os plenos
permanente oceupacao, por parle da l'ersia, ou a*
aiuiexar.lo a este paz de qualquer cidade, ou parte
dos referidos estado.
Arl. 8. Obriga-se o governo persa a dar liber-
dade, sem resgale, inmediatamente depois da troca
das ralilicares do presente tratado, a quaesquer pri-
sioueiros. felos durante as operarnos das forra, per-
sas no AILtliauislaii; e lodos os Alghans que se acha-
reni (iresos, ou como rrfens, ou na quali lade dacap-
tivos, por causas polticas, em qualquer paite dos
eslados da l'ersia, serio igualmente postos em lihr-
pade, com a cundirlo de que, pela la parlo, os Af-
fgbans soltarloot prisiooeiroi persas scm resgale, e
os captivos que ostiverem em seu poder.
Tornan,lo-se necessario, noine.ir-se-li;lo com-
inissariiis, por parte das duas potencias contraanles,
para levaren) ,i execucao as disposiroes do preseute
artigo.
Art. !). As alias parles contraante se obrigam
a que, sempre que se estabelecara cnsules geraes,
cnsules, vice-consules e agentes consulares, este
mutuamente gozem, nos eslados de cada urna dal-
la, das vaulagens das nacos mais favorecida; e a
que as inmunidades e vanlageu cominera es dos
subditos repectivos sejam as mesinas dos subditos e
commercio da narfio rnail favorecida.
_ o arl. 10. Lo^o que se lenha felo a Iroca das ra-
tificares do presente trata lo, vollarn a mluflo bri-
(anmcd a Tehern, anude o governo persa cuucorda
em a receber, com ns honras c ceremonial indicado,
em nota separada, hoje assgnada palos plenipoten-
ciario! das alias parles contraanles.
Art. II. governo persa se ubriga, no prazo
Ires meze, depois da volla da missao braiiuica a
Tehern, a nomear um rommissario que, de jccordo
com oulro designado pelo governo britannico, exami-
no e julgue as reelamaees pecuniarias dos subditos
brilaiiincos, para com u governo persa, pagaudo as
quaotiasque essas redamarles legiUmarem, por urna
s Vez, ou a prazos, no esporo de lempo que nao ex-
ceda a um auno, a contar da dala da rejolucao dos
commissnrios.Os membro commissarios exainina-
r.io, e julgarao as reelamaees feitas ao governo per-
sa irlos lubditos persas, ou pelos de oulras polencias,
que al o momcnlo da partida da imss.lo brilannica
de Tehern, se acliavam sob a proteccao ingleza, e
que a esta Dio hajam renuueiado.
o Art. 12. O governo britanuico cede do direilo
do proteger, d'ora avante, qualquer subdito |iersa,
nao compreheudidn as dis|insienes da ulma parte
do artigo antecedente, e que se nao aohe actualmen-
te emprogado pela missao brilamnca, ou pelos cn-
sules geraes, consoles, vice-consules, ou agentes con-
sulares da Gnia-Brelanlia, una vez que direilo al-
gum, doste genero, soja concedido, ou gozado, por
qualquer outr.i potencia estrangeira.A tal reapeilo,
|iorem, bem como aos oulros, o governo nmlcz j>e-
de, c o governo persa concede, quo ns Qicsmos privi-
legios e immiinidados gozem na l'ersia, e sejam go-
zados pelo governo brilanuico, seus empregados e
subditos, devendo ler lodos a m.esrna considerarao e
respeilo, de que hoja gozam os govemos eslran-
geiros inais favorecidos, e seus empregados e sub-
ditos.
Arl. 13. As altas partes contratantes renovam,
pelo prsenle tratado, o p.cto entre ellas celebrado
no mez do asoslo de IXM shaval 12(7 para a ex-
IOCC30do commercio da escravalura no Golpho pr-
sico ; e resolvem, alm disso, quo esse pacto coiiti-
uaciona! do Itecife, apreseulando o requoriment.
do major do 3- balalh&e da guarda nacional Manoi.l
Uaudino do Oliveira Cruz.A informar ao inspec-
tor da Ihesouraria de fazenda.
Dilo do lenle general commandanle das arma,
rei|uiilando que se mande indemnisar ao 8- bala-
Ihao de infamara a quanlia de 85 Foi remellido
a Ihesouraria de fazenda para pagar.
Uilodo chefe de palicia, dizendo que se mande
pagar as despezas feitas com o sustento dos preos
pobres da cadea do termo de Goianna.Foi remet-
lidu a lliesuoraria provincial para pagar.
COMMAjNDO DAS ARMAS.
Quartel general do coonaaado das armas de
Pernambuco na cidade do Recife, em 11 de
malo de 1857.
ORDEM DO DIA W. 73.
O general commandanle das arma publica para
conhecimenlo da TOarnicIo, o olicio qua em dala
le 9 do correle Ihe foi enderecado pela presideu-
Oflicio.
1." Seccao. Palacio do governo de Pernambu-
co em U de maio de 1850.I llm. e Exm. Sr.Nao
devendo as pracas de pret, alienta a exigunlade de
seu sold, despender com as licencas que obliverem
desla presidencia |iara tratar de sua laude, nos ter-
mos do regulamenio que baiou rom o decalo 11.
1881 de 31 de Janeiro ullirrj', tenho resulvido de
ronrormidaile com o que V. Ex. pondera em seu
ollicio tt. 322 de do correle, que taes liceuca
sejam conceiida por sunjiles despachos, que sera
communicado a V. Exc. para seu conliecimento e
execucao, ficaudo assim as mesmas piucas dispensa-
di do onus proveniente das porlarias "que era pra-
lica solieitarem. eus guarde a V. Exe. Joa-
quim Pires Machado l'orlella.-lllin. c Exm. Sr.
general commaudaule das armas.
Jos Joaquim Cofllio.
TRIBUNAL DO COMMERCIO.
SESSAO ADMINISTRATIVA EM 11 DE MAIO DE 1 857
/'residencia do Exm. Sr. desembargador
Souza.
As 10 e meia horas da manhaa, prsenles os
Srs. depulado Reg, Basto, Leinos c supplenle
llamse Silva, o Sr. presidente abri a essflo ; c
sendo lula a acta .la ultima, foi approvada.
I.eu-ae o leguinte
EXPEDIENTE.
I01 prsenle a colarlo ollicial dos precias corren-
lesda praea, relativos a semana finda.Mandnu-se
archivar.
DESPACHOS.
Sendo novamcnle conclosos os autos de reh-iblila-
CSo de Leopoldo da Silva Qucroz, o tribunal couce-
deu a rebabililacao, vislo ler oblido quilac.ao dos
Foi pois debaiio de gracioso auspicios que come-
raram eus passeos por eaiai niargeus eiicauladas, as
quaes lmente falla estarem a quinhenlas legua de
Pari e separadas de nos por Ocano para igualarem
em Tama os sitios mais celebres Os paizes do norte
su tem urna primavera, e como O do Meiodia lem
duas ; a segunda primavera de llyere comer; no
mez de oulubro quando as primeras chovas do ou-
tsno lem refrescado a almnsphera, lem feito roasen
as bervas e as plantas, e tem renovado a margera
das veredas, 110 declivio das quebradas, na encesta
dos niteiros mil llores que para ren iscer tmenle es-
peravam urna gota de agoa, e um opro de ar. Ha-
va momentos om que Itaoul a seo pezar e a des-
ptlo de suas previsoes linietraa deixava-se penetrar
por ese seuliineiilo do sali-far.ln geral, que parece -
tempera:ura natural dessa eslavo. Todos os objeca
tos que se oll'ereciam a sua vista ligavam-no a vida
apresentaiido-a dehaixo de seus a*|ieclos mais riso-
unos e maii amaveis. Elle va a seu lado sua mai e
Suzanna, unidas em um mesmo empenhn, esforran-
lo-e urna e oulra para dlslrahl-lo, e quasi igual-
mente alegres, quando coiiseguiam attralnr .1 sua
Ironle um rellexo da deliciosa sereuidade que br-
Ihava fura. Enlio Kaool admrava-se de experi-
mentar sensaoes descunhecidas, pergunlava a si
mesmo se esses bosques e e*ses valles, esses oileiros,
e ese mar potauiam urna magia, um talismn m)-
lerioso .le balde procorados al ento alraves de |ai-
zageus igualmente bellas, dianle de es|icclarnlos
igualmente magnifico*. A marqueza, para a ipial o
corarao do filho era um livio aborto, p que ah lia
melbor do qoe elle mesmo dlsling
ses ronfusas, esse sentimento nuvn que apoderava-
se (muco a pouco dessa alma doenle, e altribuia a
Su/.snna com reconhecimeiilo apaiionado esses pri-
iiictos claroi de esperanra anida assombrados por
mollas angustias.
No lim dedez das cliegiram os criados da marqueza
eom os cavalios, as carrnajrens, e todo Irom das gran-
des riquezas. Es.a chegoda causn certa pcriurbicao
na liuinilile p traoijuilla rasa de Almenare. Foi pre-
ciso procurar 111 M/.inhanra estribarlas, aposentos
opplemenlare, corvar-se as exigencia. ,!,, cnzinhei-
ni, e do coebeiro, aoAVer o ar do importancia qoe nlu
ileixam de lomar em semethanle Circumstanfia os
criados de fidalgos, cuino para conigir o efteitu dr.
poderes ies|ieclivos, e lendo-o adiado em boa' c llo-
vida forma, convierain, de coiiiiuum accordo, o dis-
posto nos artigas seguinles :
Art. I. Desde o dia em quo so realisar a Iroca
das ratifieacOes ,| presente tratada, haver paz e
amizade enlreS. M. a rainha da Griia-Bretauha e
Irlanda, de nina parte e S. M. oScbali da l'ersia da
oulra : e bem assim enlre os seus sucicssores e sub-
ditos respectivos.
Arl. 2. Ac-liin lo-sp a paz felizmente patinada,
enlre os governos de SS. MM., se resolve pelo pr-
senle tratado, que as forcas de S. M. a rainha eva-
cuara o territorio persa eom as seguiules estipolacoes
e Con lirr.-s.
o Arl. 3. As alias parles contratantes concordara
era que os prisioneiros feilos, durante a goerra, pelos
doui eiercilo bnlligerante sejam entregues.
Arl. 4. S. M. oSchah da l'ersia se obliga, logo
depois dalroca das ratifcame desto tratado, adar
plena amnista, perdoando a lodos os subditos per-
sas que houverem lido qaaesquer relaroei com as
toreas ingleza durante a guerra, absolvendu-m de
toda responsabilidade, quanlo ao molo Como hajam
procedido a tal respeilo ; e por forma que pesos ne-
nhuraa. qualquer que seja a sua paleul-, ficara ex-
posta a perseguirles ou castigos daquelle soberana.
Arl. 5. S. M. o Schli da l'ersia so obnga lam-
bema Inmar unmedialai providencias para qae se re-
lrem do territorio eda cidade de crat, e de qual-
quer oulia parle do All'gliani.lan, as Iropas persas e
autoridades que ahi exislam presentemente. Heve
tslo realisar-se no espaco de Ires mezes, contados
desdo a iroca das ratificaoas do presente tratado.
Art. (i. O Schah da l'ersia cede de lo las a< re-
elamaees sobre direilo de soberana, no territorio e
cidade de llera!, e territorio do Affghanislan, obri-
gando-se a nao exigir dos chefes daquella cidade e
territorio, qualquer acto de obediencia a lal respei-
lo, como a bracagem, o kholhch. ou tributo.
S. M. tambem se obriga a abster-se, de ora i
sanie, de qualquer intervengan nos negocios inter-
nos do Alfglianistan. S. M. promelte recouhecer a
independencia do lleral, e de lodo o AITghanislan,
c de nuuca tentar oUender a independencia deste
estado.
Em caso de desintelligencia enlre os governos
da l'ersia, e us eslados de lleral e Alfglianislan,
obriga-se o Schah, para vir a um aecurdo, a acei-
tar o araigaveii e bou uflicos do governo nglez, e
a su recorrer s armas quando nao surlim elleilo es-
ses bous oflicio.
o Pela sua parle cnmprometle-se o governo nglez
a empregar sempre a sua influencia para com os ei-
lados de Allghauilan, a fin de obstar a que ambos,
ou cada um de per si, deem motivo de receio ao go-
verno persa ; e quando este governo anpellar para o
governo nglez, era razilo dse haverem suscitado
desinlelligeucias, esle empregara' 01 seus esfuroos pa-
ra Ibes por termo, por meio de concillarn, e de mu-
do juno e honroso para a l'ersia.
Arl. 7. No caso de qualquer violarSo da fron-
lural e lio previsto lembrava-lhe a immensa distan-
cia que so separava a ella, pobre filha de um medico
de provincia, do herdeiro de om dos mai bellos no-
mes e de urna das maiores riquezas de Franca. Nao
foi sua vaidade que lutfreu por isso, porque lal senti-
mento Ihe era descoubecido ; l.io pouen sua svmpa-
Ihia para com Kaool, porque leria murndo de ver-
gonha e de dor .-ule. de duvidar que essa alfecrao
COmpassiva podes-e ser chamada por oullro nomo.
Sua alma ingenua nao foi jirocurar tilo longe o mo-
tivos de sua tristeza. O que allligio-a foi senlir-se
l.'m inferior ao bomem que qoizera proleger, Irau-
qullisar, dislrahir ; foi ver dcsapparecer essa gual-
dade apparenle, doce illosao que a familiar 1 a lo dos
primeiro das fizara nascer, e que a marqueza tur-
nava mais completa pela raauelra, quasi maternal,
porque tralava a Suzuuna.
Ilouve desde eutao mai respeilo, e rerato as
maneira. da mora para com os seus hospedes. Elles
untara m essa mudan.;.1 sem Ihe adevi nh.irem a causa:
he sabido, e nossos romancistas mudemos lem se es-
quecido 1l1s.11 mullas vezes, os lilhos da forluna, os
ricos de pouco lempo lio os nteos que dilo impor-
tancia aos signaea estertores da riquo/.a e do tuvo,
que gustara de adomar-se cora elles cuino para real
rarem seo proprio valor, de mostrar una aoperiori-
dade facticia para cora os notros bomeiis. Para Ra-
oul e sua mai, viverom nessa alino-phera priveligie-
estareni rodeadus de todos os primorea da ele-
eiifeilam as mullieres, pagando I-rauca um ener-
me liibulu pur cousas que ueuhuin valor real lem.
A mulher ruisa quo lem joia verdadeira*, leva-as ;
a que as nao lem, nao as comjira d'alchimia para
ataviar-se.
O ouro obra-se aqui com tanto gosto e perfeirTio
como em Londres, em casa, de Morliuer ; e as po-
dras preciosas montam-se tao bem ou melhor do que
em Franca ; porem ludo cu*ta o tfobro ou triplo do
que mesinu em Inglaterra. Ouando as seuhoras nao
(razcm ein si as joias, tem-nas nos seus loucadores
n'uns mostradores ou caixas ciividratadas, uso que
me parece eitranho. As pelotas, os di uantes, as
esmeralda, as lurqueza. e as sapliiras sao as pedras
cura que se adornara aqui as damas. Alas joven
russas r, hiom cora ella seus lloarados cabellos e
candidsimos col, meiiospre/audo a simpliculade
virginal com qoe geralmenle veslem e ic adoruam
aa de oulros paizes.
Porem anda mal do que pelo ouro e pelos dia-
mantes brilham aqu as dama pela sua orudirao e
pelo seu engenhe. O humen de llespauha pde-
se bem asseverar, que saliera inais do que os Rt-
eos ; porem as mnlliercs desla Ierra, em ponto de
estados, dcitam a barra muilu adianto das Despa-
lilllas. Valha-me Ueus! e qoe saben) '.' lia aqui
joven, quo falla seis e sete linguas, que traduz ou-
lra tantas, e que discorre, nao su sobre uovellas e
poesa, mas obre relig.ao e metaphysica.
Desla alien.-lo ;is ciencias que aq'ai lem as damas,
nasce o seren srieuliicos e litlerarios rauitos dos
leus jogos e diversoes. O jogo mais em moda be do
Secretario.'A's vezes enlra-se n'uma reuuiao de
muila pessoas, e nao espanta oiileucio maravilho-
so que alli reina. Esiau |ogaudu o secretario. Me-
lada do concurrente cnnverlem-se ein Edioos, e
era Esfinges a oulra melade. Todos escrevem, uus
perguula e enigmas, oulros resposlas e solur;es.
Damas ecavalleiros ha que, jugando esle jogo, ai-
canearan) um roiminc imperecedouro.
A mesma gloria adquirida, e u afn do conser-
var e de augmenla-la, os obnga a eugolpbar-se mais
lias pergunlas e resposlas. e passam as noilcs sem
dormir nesla especie de gvranaslica de espirito, que
termina as quatro da madrugada.
lia tambera comedias de curiosos, e poetas de sa-
ISo, que escrevem quasi sempre ein francez e sem-
pre improvisan) o versos, anda qoe tenham estado
urna semana inloira combinando nelles Barauger
com Lamartine e com Vctor Hugo. A's vezes dou
una fgida desles bolicosos saine, e deixaudo o bu-
lirio do mundo, vou ver meu respeilavel amigo Mu-
rawieff.
Que as escondidas segoe
A leuda que bao lomado
Os poneos sabios que uu mundo o hilo sido. Elle
detesta o carnaval, como recordacao viva do paga-
nismo, e sempre esta entregas a cousas sanias, lem
em casa om liudissirao oratorio, com iueslimavois
imagens rostas e bywnnas, na quaes e pode estu-
dar a historia da pintura chrislaa, lano na Grecia
Como na Kussia.
lia alli quadros que lem perlencido aos Palelogos
e aos Comuicnns, e nos quaes se v a transiras da
arte grega ou byiantina jura a arle italiana : qua-
dr.is que quasi se confunilera, sogundu Murawiefl,
Com os de Giotll, Cimabee, e o healo ngel ; qua-
dros em fim em que se presente lipliael.
A arle, em verdade, prisioneira no smluario, su
vellia llespauha, que anida ate boje vigorara as co-
lonias emancipadas.
o Segundo a estaltslica judicial, tiveram anda-
ineiilo mi auno anlprior peraule us Iribunacs da ca-
pital 1122 proceisos civeis e 138 enminaes: dos pri-
Hieirusconctuirara-se 211, o dos iegundos50.
o Dos procesaos Crimea tiil foram instaurados por
morles ou feimeulos graves, 2:1 por abigeato, u que
demooetra que era as paaaoai nom a propriedades
estilo sullicientrineute garantidas.
11 A estatislica judicial do deparlamenlo de Mon-
tevideo da' um resultado salisfaclorio emquanto a
ulilidade de tentativa de couciliacarj como passo pre-
vio era todas a caui.ii vis que bajan de cclabo-
lar-se
797
es.
na* vigorar alcm da opaca era que espira ; isto be, j''1'1 a cerlo canon, e obrig.da a roproduzir sempre
lindo o mez de agosto oe 1862, polo novo prazo de[oa meemos lypos, uo pnim aqu Raer grande pro-
inais dez anuos ; e depois deste vigora tambem, om- grestee al se serularizar, |ior assim dizer. A pinto-
qnanlo alguma das alias parles contraanles o lulo | ra agrada, uu antiga, be anda boje preferida pela
Humillar, pur formal declararn, que s.i |>r..- maiur parte a moderna. A belleza de* formas di-
duzr effoitu no lim de um anuo depois do cele- Mnl que di-trabe a alinelo das cousas mystieaa pa-
brado.
a Art. t. Logo depois da Iroca das ratifcame.
do presento tratado, as tropas ingieras desistirn! de
quaesquer actos de hostilidades contra a Persa ; e o
governo britannico se ubriga, alcm dssu, a que
penii as pslijiiiraro relativas evacuadlo dos ter-
ritorios d'llcrat e Allglnnistau pelas Iropas persas,
assim como as relativas a' receprSu di missao bulan-
Olea em Tehern, huuvercm lido plena evecuro,
logo a meainas tropas ingleza se retiran, sem mais
demora, de lodus os portos, pracas eilhas perlenceu-
les l'ersia. O governo britannico obrigae tam-
bem a qoe 11 esle inlervallo nula pralique o comman-
danle das tropa ingleza, com o intuito de abalar a
fidelidade dos uhdilns persas para com o Schah
li I.dolado que o governo brilaiinieo desoja vivamen-
te fortificar. Alm di*so, o governo britannico tam-
bera se compromette a que, tanto quanlo seja posi-
vel, se consiga que os sobdilos persas nao silTram os
inconvenientes resultante da presenra das tropas
britannieaa, e que quaesquer fornecirnentos que se
bajara de fazer a estas tropas aojara pagos pelo preci
correle do mercados, na intendencia brilannica,
logo depois desse forneeimenln. O guvernu persa se
compromette a dar ordem n suas autoridades, afim
de amiliarem ns Irojias hlgleZM para que alcancem
taes provises.
o Arl. 15. O presente tratado ser ratificado, e
as r.-ililicace trocadas em Bagdad, 110 prazo de Ires
mezes. uu antes se for pus.ivel.
fam f do que, os |deuipolenciarios respectivo
assignaram o pre lo das suas armas.
Feito em Paris, na quadrupla expedirio e quar-
lo dia do raez de marro do auno de Nosso Seohor
de 1857. Cuirleij. t'erruU-Knn Ameer Ool-
moolk.
{Diario do Gocerno de Lisboa.)
MISSAO IIESPANIIOLA NA Itl'SSIA.
Carlas familiares de um dos cavalleiros quo acora-
panham a embrlxsd 1 do duque de Osuna.
S. Peitrtburgo 2S de ferereiro.
Meu querido amigo. Estamos na poca mais ani-
mada do anuo, e cada imite temos agora dous e
tre bailo. Ha os pblicos de mascaras no grande
thealro ; de looscriprjo no club do commercio e na
assemblua da imbreza ; e pur convite em muilas ca-
sasparticulares, onde nao cesso de admirar a mag-
i.ilicencia e elegancia com que vivein estes senho-
res. Autc-hontem fui o ultimo lude da assemblca
da notaren, e e.tiveram uelle mai de 1,7IH) pes-
soas. O imperador a-i-io. a quasi todas estas func-
res, falla com a damas e cavalleiros, misluraudo-
e como um particular qualquer no meio dus gru-
pu, e alguraai vezes.dausa. O aliu commercio ri-
valisa em luxu com a alta aristocracia ; porem, s,l-
ra as imtenaes. e que rouba a sima a devocau, in-
fundindo nella ideas mais .,11 menos irreverentes.
Apezar desla dilliruldades. a arle romezuio rom-
per por fim os laeoa que a deliam, e ja se ha mos-
tra.iu em elgnni Mlimevei) pinlores. Escola russa
de pinturas au pode dizer-se que baja ; purm ha
alguns bous quadros de pintores russos, que uu per-
lencera a anliga escola italiana ; ou Imitan) s mo-
dernas escolas de Franca e Allcmaiiha. Dizem que
ha galeras particulares unde se guardam e moslram
sos campeas quadros magnficos de mullidao de au-
tores, Eu, por desgrar;,, nao vi galera alguma des-
sa, e os poucos quadros russos que tenho visto em
diversos palacio, nao me bao chamado muila a al-
entelo.
Apenas os qoe ha na liermitage me bao pare-
cido dignos delta ; e sem duvida'por mal que d-
gam, devem ser os meihores, estando alli. Quasi to-
do os autores detes qaadros, ou vivsin anda, 011
viveram nesle secuto.
O correspondente da Ileipanha conclue a ua car-
la fazendo urna inleressante resenta dos pintores e
erulptores russos dos de mai niuncada, e urna des-
cripru minuciosa das obras arlisUeas.
[Peridico dos /'obres 110 Porlo.)
IITMR.
sobre ludo, mais .intente e mais proinplo em recabir
na suas ideias sinslras, imsginoa que Suzanna es-
lava cansada de raostrar-se altenrmsa para com ora
cute desgranado, excepcional, importuno ao outro
e a si mesmo, atormentado por presenlinenlos fne-
bre, e que sua belleza e sua moeidade haviam te-
inidn o cunlacto dessa lrileia e desse lulo. Nao foi
preciso maia do que iso para oper ir-se era Itaoul
urna da reacees frrquenlos, que enchiam a mi de
RIO DE JANEIRO.
27 de abril.
O paquete a [mpsralriz, entrado hontera, Ironxe
dala de Montevideo ale t(, e Buouos-A) res al H.
As noticias mas importante vilo resumidas na se-
giiiulc caita do nosso correspondente :
Proraettemos era noesaj uliiuia correspondencia
fazer alguns extractos do relalorio do ministerio do
governo ; varaos cumprir agora o promettido. Cu-
ineearpmus por dizer que, si-gundo cijie S. Exa. o
Sr. ministre Requena, a admuiistrac.ao de joetica da
repobliea se ressente em sua organisae/le actual de
falto de permanencia c unidade no se meme. A
esta causas vera juntar-so a deficiencia de meios do
averno para manler o pesvoal de juslija necessa-
rio ao bom andamento dos |iroressos ; e da lugar
tambera a que, naupudendu crear-se o conservar nos
departamentos cadeas e a forra publica necessaria
para a guardar, se nao lenha podido por ein execu-
cjfoa lei de 15de jolito de 1851, que creou juizes
letrados ou de primeira instancia na capilal do tres
mportantes departamentos do estado. Isto eraqoan-
lo aos procodimentos criraes ; emquanto purem ao
proeesso civil, crer S. Exc. que, cora a mullipliraro
dos julgados ordinario ou de primeira instancia o
povos da Campeona, e rom a adopro do cdigo ci-
vil do Dr. Azevedo, ficra; safucienicmenle simpliri-
cado o enredado labyriulho de leis e disposires da
quietaran 3 cada urna de suas ausencias. Porm
como uo couhrciam aiuda bem o lugar a marque-
za oblevc nao sem Irabalho que Suzanua, montada
no oulro cavallo rabe, fosse algumas vezes passeiar
enm elles.
Assim poderam estn ler mais suas excurses pe-
los campus, e e.ses nuvus paseios nao dcixaram de
er deliciosos. Quando Raoul eitava a cavallo, Irans-
ligurava-se por assim dizer : nao era mais o raan-
gancia tjudada relo diuheiro, lorem excellente eo-
zinheiro, bello cavalios, magnifica r.irruagens, era
cuusa Uto natural quo n.i > eeidavam mu nnso esc
desespero, e que depois de alguns din serenos, de- cebo sombro e melanclico, atormentado pelo de-
puis da alguns e-forroi pira unir-.e novamenle i i monio de seus pensainenlo. Sua bella estatura se
vida lanravain-nu violoiilamcute p.ra alraz mais eudireitava, seos olbos reanimavara-se. Elle arha-
sombrio e mais desanimado. Desta veza dor da mar-' va um prazer extraordinario em domar esse animal
queza de Aurebonne fui tanto m.is profunda, por- ardenle, que senta eslremecer-lhe dehaixo da nido,
que rora mais viva a sua esperanca, porque ella con- (era dominar-lha a vonlade o fogo e os caprichos, e
lisra maia na influencia de Suzanna. Injuslt como i finalmente era lanear-serom eile airases do esparo,
sao o enrames dominados por urna su alfecrao ella (era fender esse ar "vivo que corria-lln pelos cabellos,
aecusou mentalmente a moca do ter-se causado mui- e enxugava-lhe o suor da fonles. NesKl momen-
to redo de sua trela reparadora, e leve era ua re-1 los era ulo bella que a mi cunlemplava-o eom de-
lariio cora ella mono eflusio e ternura. Suzanna lirias, e as vezes mesmu levada por urna especie de
p-roebsu issu ; era altiva, e cuidou que a marqueza doloroso orgulho moslrava-o com a visla a Suzanna,
srrepeodia-se de ter-lhe mostrado principio mnila a qual vollava-se corando. Percoirerain assim os
f.irailiarida le ; su reralo aogmeiituu, mas todas | admiravei valles de Sauvebelle c de La Roquetle,
essas mu lauras uo se ellcctuavain sera ofl'eudcr era a margen agradareis do Gspean, regato digno de
suas fibras mais intimas essas almas em que nunca : saeiar as cabas de Melibeo ede ullerecer seus eolios
germinara um pensamenlo n.o, que se linham sen- (rustico s melodiosas lulas de .Metales e de Da-
ndo nm momento altrahidas orna para a outra, e mirlas.
queja erara separadas por fune-tus engaos. De ccr- I ma manhaa seduzidns por um dos bello dias de
lo quem da margem desie rasr limpo lmuvese avis-. marro, preludios fugitivos das iiignifirencias da
lado s,re esse lerraro aos raios de um .legre sol de primavera, ellos sahiram do circulo habitual de seu>
De 1022 assumptos levados anle o jniz de paz,'
ahi lerminarsm pela couciliac.au/dos demandan....
lia 693 demandas pendentes ante o julgado ordina-
rio do anuo anterior. Deslas 56 estao sentenciadas,
13 concluidas por lransaC(Ao,e 7 era appellarao. Res-
lao 589 ; edestas263 seguera curso, 216 eslao pa-
ral ysadas, e 110 a e-pera de pagamento de t%las.
\-se pois que a maiur parle das demandas sao a-
bandonadas ou o paialvsadas pelas partes antes da
seuteuca, sera duvula pelasi dilares, complicacdes e
gastos a que da' lugar o mecanismo do vslema ac-
tual da admmistrarao da juslira.
As policas na Campanha eslo geralmenle mal
servidas. A medida adoptada o anno pai.sado pelo
corpo legislativo de diminuir o sidos e augmentar
o pessoal nao s foi inefiicaz para a acqusicAo do
novas pracas, msale, como era natural, Irouxe em
resultado que muilu dus velbos policiauos abaudo-
nassem o servido.
A organisarao de boas policial na campanha lie
negocio grave e de primeiro momento. Helia depen-
de essencialmenle a segurauca de vidas s proprieda-
des dos cidadaos, que a meia duzia de leguas ds ca-
pital ficam a merco do l.idrOes e malfeilores que n-
feslara os campoi das fazenda de criaran. Pur lal
mudo loffrera os lazendeiroi, que em mais de um
departamento se cotisam enlre si para o pagameulo
c suslenta(ao da polica respectiva.
As juntas economico-adiuinislrativas, especie de
cmara municipal dos departamentos, carece absolu-
tamente de organi-.irn e rendas para acudir as di-
versas obras e encargo que Ihe estao encommenda-
das. Existe una cunfusjo constante de jurisdicrao
eulre as juntas e a polica, que precisara ser defini-
das e determinadas. Na reforma da lei de direitos
deparlamenlaes e ua adopr-Jo dus projaclos de lei so-
bre florestas e Ierras publicas, espera principalmen-
te o Sr. ministro do governo, adiar o remedio que
se procura. S. Exc. declara no seu relatorio, que
tendo i hgado ao conliecimento do governo, que al-
gumas juinas cuhravam o imposte departamental so-
bre couros importados da provincia do Rio Grande
do Sul, inmediatamente expedir as suas ordens pa-
ra que cessasse um semelbanle abuo, contrario ao
espirito e ledra da lei, que lancen aquella imposto
smenle lobre as prodceles deparlamenlaes no ac-
to de serera eilrahidas do respectivo deparla-
menlo. "^
" O relalorio instrue que o governo recebera urna
propusta para o eslabelecimenlo de um ferro-carril
do Amozanas a S. Jos, islo he, desle ultimo depar-
lamenlo ao deparlamento da capital, projeclo que
S. Exc. ere ser de iucalcuiaveis vaulageus pu-
blicas.
* A instrucrao publica na repblica est na in-
fancia. Nesle ramo anida esla ludo ou quasi ludo
por fazer-se.
As namerosa denuncia que tem recebido o go-
veruo da existencia de minas de ouro, cobre o car-
van de pedia, fazem uecassarias urna le que regula-
n-e a materia ; e por isso o relatorio recommenda s
cmaras a prompta adopr.lo do projeclo sobre minas
apre-enlado pelo poder executivo.
Segundo dados mai ou manos nfflcialmenle co-
lindo, a ultima semenleira de Irigu fui em 7 depar-
liinenlos de 16,110 :i,i fangas, e a colhsita de
118,378 3|i. Juntas a estas mais 10,090 fangas re-
colhidas em Mina, temos um total de I28,.6S tan-
ga.
He quanlo do mais inleresse rentera o relato-
no em qutslau.
Coulnoa sendo materia do dia a febre reinan-
te. Diz-sequc diiiiinue de inlensidade, que d.io-.e
menos casas diariamente, o que anda eases apreseo-
laiu menos gravidade. Ivao sabemos porm at que
ponto se devara acreditar oslas noticias, porque, se
bem be verdade que o numero de morios cala' hoje
reduzulo a nielado ou um lerco du que tinham lu-
gar quinze das mais alraz, he certo tambera que a
populacau da cidade, quo se calculava em 35,000
habitantes, se acha boje rcduzida a 10 oo 13,000 al-
mas ; nao be veidadeem consequencia dos falleci-
menlos, mais do que o numero que se lem retirado.
Ora, accresce que a enfermidade he do lodo local,
segundo o que esta' suflicienlemenle demnnslrado
pela observajio e districto oo zona onde ella impera;
nao conten em rigor actualmente mais de 5,000
pessoas. Nesla condiroes, pois, posla a qoestao. he
nossa u [ in: que ella nao lem declinado, e que seus
elidios tem sido de nimio manir vulto do que o de
qualquer das duas epidemias qoe invadiram o Brasil.
segundo nos rerordamos, ento o maiur numero de
c?sVj"tMt '"' rte c"" e '"""" ",na popularao
de 300,000 almas. Aqui, em 30,000 habtame!, nir-
roni 20, 2S e al 36 pessoas diariamente Mar-
reram no mez de marro 171 individuos, e ate liou-
u i* Borne ebesa S43 por coma do raez de
abril. F.utrelaiilo o lempo, a mndaiira de lempera-
lura em que lodos cnnliam, e para que lodos appel-
lam, nao nos qur favorecer. Nunca us aunus
que frequenlamos o Rio da Prala, nos recordamos
de haver eiperiraeutadu urna temperatura t.lu alta
iiesta estacan.
n thega a lodos raais larde ou mais cedo a sua c-
poca ; e o velbo e carrancudo invern be boje aqui
1(0 desojado, e anda mais talvez do qua cosluma a
;er, a sua succe-ura, a florida e meiga primavera.
Temos lodos mai ronfiaoga nos beneficio que ha de
trazer ,i saliihridade publica um pampeiro de algu-
mas horas do que quanlos resultados possam dar to-
da as medulas higinicas execuladas e por executar
para cuujurar a febre reinante.
Entretanto toda a ociedade de Montevideo se
r- ule da -i i mira... O comiiierriii es!..' par.ih a l,
ralo se compra, nao se vende, nao le cobra, nao se
paga ; feeharam-ie a inaior parle das tojas e arma-
zen, e a cidade esla' deserta. Abrio-se por assim di-
zer um parenlhesi na vida, que su o deiappareci-
inenlo do mal o-podera' fechar, e trazer oulra vez a
animaran o corpo aocial que hoje parece muri.
Parece que continoam eusentes as primeras au-
toridades da repblica. Anda hojeo oCommercio
del Pialan dizia a este respeilo : que te fazia com o
medicu que dn inleresse e djgnidade de sua prolissilo
aiiiepu/io o medo de om |cnnlagio mortal ou de
urna simples dor do cabera ? Como tratara o publi-
picin. A marque/a e Suzanna deixavao e ganbar
involuntariamente por um vago scntimenlu de an-
gustia que se augmeotava quando lancavam os olbos
obre o paludo semblante de Raoul, coja expressao
|iassava a cada instante de um abaliraento doloroso
ajuma excitadlo febril. Ernlim uraa cruz de ma-
deira collocada entrada de um grupo de arvores, e
o som louginquo de um sino Ihe annunciarara o
termo de sua carreira. A passagem alargou-ae dian-
le delle, os roebedo ee afaataram, os pasioado-
res se acharara em um psqueno valle plantado de
arvorss de fruclo, e o humilde mosteiro Ibes appa-
receu arrimado as monlanhas que o separavam du
re.tu do mundo. K--e mosteiro era quasi uraa rui-
na a qoal a revoluro somenle haviam deixado
uina cajiell, um fragmento de claustro, e algumas
celias. Todava eis earluxos o babilitavam, e fer-
tili-avam era tornnde si um terreno que a munici-
palidade vizinha Ibes media com avareza. A reli-
gi.lo he urna ilor que delinlia noi palacios, e proipe-
ra sobre as ritnas,
A marqueza de Aurehunne, Sozanna, e Raout
halerain a perla exterior, e asienlaram-ie mbre um
banco de pedra fora do recinto consagrado ; foram
logo acolhidos por urna hospilalidade allsnciosa,
bem que nvisivel. l.'m ervo do convento Ibes Irou-
xe uin.i refeicn frugal, leve cuidado de seus caval-
lo, p di.e a Raoul que se quizesse visitar o interior
da Carlina, o superior leria muito gosto de mos-
-. -implicidade e da bouda.le dos amos. Porem essa
juna um poucu du que expen- ; perturbarn exterior Im menor do que aquella que
",* i agiloo o corajiu de Suzuua. Esso incideula li m-
bos eslavaro dominad"
lolorosa, raui furln para nfl
I Irar-lbe toda as particularidades. O'mancebo scei-
nverno enlre montas de geranios o de limoeiro esse poselos, e dirigirara-se para a Curtuia de Muu- tuu, e as duas mullieres ficaram sin.
la essa impres- nemlcmbravam do" ler jamis cuidado. Demais ara- ma'era'lo i!' o'p"nl','nd!''U,loB -."Vln^ mM>"'"""- Hacul eslava ainda mai. Insto que de ordi- O momento tena sido favoravel para urna dessas
,., ,,,',. lt,il um,"''" 7 len*.r de sua belleza materna, nano, OH porque a presenqa de Suzanna o perlur-I conv.rsarm-s intimas, que curara Indas as fendas e
n -ilisorver ranin ar ou'r.a1"n lo** a '"ura de ua virginal belleza, le- ; bas... uu porque o presentimento de nma mora danipam todas as iiuvens. Todava apenas trocaran)
todas es.as particularidades d. vid, real, t ,e i.n- I'" ',' \ r", ''T- a Ii'L'V *!'" '^'-""'"f *"' ',""'!'" "'C 9*Fm* "T "T' '"'," "t^"0*" P,l,Wa' <"V">>"* "' "mbararo indefinivel.
poriavain ,, niaruueza de Aurebonne P.r h.L f ,i ,e*,,a. a lllz "u inrno deesas dianle destes oiUiros e dessa planicies donde ja sa- urna especie de pudor iiisiinclivo impeda as eflu-
os oulro, l,"eZ^Zi!:^m^^!^[u [?,"' """ ""e ""^ ful"'U ,KSSt* C" D" n,I U" "' "" ''e ""t* os ,0*- A *">"* -"> infidencias quo suas alma, desejav.m em
se pe.desse ,, lili,,,, e raais alegre Mo salvasse ? Nao I .",,'lavia h. Rr..ilan i \f ''"e ^otom*H.,mP"9.ta '"* '"* seeredo. A conversac.li. lun,lou-sc a observacoes
inri-, ola ..r,...a. i,i i loavia bu previlesio do amor ma orno er sem- Ua-se lioso ijoc o exlenoi
erifleado lodo-, oae leria aceito com |preo primeiro om temer, eo ellimo em desespe-
rar. Um iiislineio irrosisnvot cm iu/.:,i a marque-
ta a Sozanna,eella achn logo um novo protesta
de aproximarn. Entra ns cavallo qoe Raoul
mandara Irezer, haviam dou de angue rabe, de
suprema elegancia, e que a1 mullieres mus limitas
podiam montar sera perign. O |)r. As.andii, sronse-
Ihsfa a Raoul oexercieio a cavallo,e cun este ubsli-
nava-so einii.iiiiuoii'ar lead us cavalios mal-- f.igu-us
emeordaram o doutor e a marqueza, que ella
transpon es privaees n a pobreza por um dis oe
Iranquillidade. por um rain de esperanra d idos a
Raoul'.' Oant is vezas encontrando na estra-la ai-
gama pobre uamponoza que levava pela rao seu li-
Itiiubii alegre o rolado nao murmurara i-Ha, que su.,
suprema felicidad seria trocar seo destino bullan-
le por esse deslino humilde !
A marqueza e o ti i Im nao podiam |iols comprehen
der o que se paseata no corarao de Suzanna, e at
utbuitatu-u a utua caua de tecalo e de bieu: Kaoul
(lerores, .i isaram a estrada Inviaes sobre a belleza do eco, at proraossas da ati-
para entrar em om eslreito desiiladeiro guarnecido I mavera, o ilcito melanclico desse sitio inculto, ea
de normes rochrdoi ciiizenlos malizados de gieslas regra ensiera do* earluxos, qae Ibes prohibe dei-
e de uize. O camioho Iracado entre esses roche- sr-se ver pelas mnlheres. Esse ddcroo contras-
diM ora serpeare ao longo de oini trrenle, ou aira-1 le entre o inleresse prufuudo daquillo, qoe ellas le-
\ s.,1 i-a sobre una ponte frgil fei|. (je ra tronro : riam querido oizcr, c a ociosa folilidade do que di-
de r.irvalno e de alguns ramos de pinbelros, ora do- ; ziara, lornava ainda mais lento o andar do lempo
un na \i profundo barrancos. Punco a pouco a ao-.j A marqueza queixnu-e einliin da Innca auenci.
I .la > e o silencio ugmentavam en, turno de nossos. de R.oul ; Suzanna eifor^ava-se de balde por Irn
Iros passeiedo'rss, o quaes nao uuviam mais dn que qoillisa-la. muslr.indo-lbe'essa porla buspilaleira e
u trote regular de eos cavallus. ou o rumor das pe-1 repelindo-lhe mil veze que o claustros nao relem
ucuiiipauliana u lilli'j, seta u que tuurreria de iu- I dras iinpellidas pelos seos pj que cahiam no proci- | aquellas, que nao querein ahi licar. (Contiuna.)
MUTfDSDT
...- -
-
-'
. '.- o ;



-
I
*IgLfll III -^-* -

lAHlO K P1BNAMBCO K!u,"v PBIRA 13 DI MAIO DE UM
oa o advocado qua. tainta-is oblando dafaoiltr
honra uu a furluna .lo uina lamida, r6.li-.-o a' ullii-
tnria das prnmesms ou das au.eacas de seu- a-iver-
unos?Montevideo se arha subiiiellido a inlluen-
cia de una cries, e lie necesario talar para (airar-
e. Un le eeU' o chefe <|ue us ha de dirigir no lis-
iado ou ni resignac.au J U ule esli seus ajudanles,
que nos Iraimuiltam o pciisanienlo da cabera Tria e
providente do cliele, que nos mande Cruel lie di-
ze-lo ,* ras lie vard.i.ta, e a verdade exige sen lugar
quando se (rala de lutar cun una calamidade pu-
blica. A pesie nos desbaraluu os homens nao s-
lo mi seu lugar e as obhgares recl.1111 -ra intil
meule os agentes que lem do desempenha-las. Com
qun direilo si exigira do subalterno evadidlo reli-
gin uu cumprimeulo de seus ilevercs, se os chefc
Ibes nao offererein o eiemplo que deverao imilar ?
Nao lie sineulo Judas o symbolu do egosmo, da l.il-
-i i,ule. da rersalilidadt por ler alrairoado seos de-
veles plo prtro de adunia inueas e ouro ; lam-
ben a negligencia, o ahnnduno e o rnedu lam sen
proco, e eise preco reprsenla as Iriuli inoedas de
Judas. Segundo o ronhecidu pruverbio,a quem
couber a rarapur.-i que a pouha na caliera.
O Comercio del Platal regislra um faci is-
su-nbroso.Um humera rico, protegido pela fonuna
que, com razita, a piutain eega, acnsalhado porou-
li. s ou por oulros amigos ou prenles, vio cahir ein
su.i casa alacadu da febre reinante um til lio de 20
anuos e urna 1005a de 17. Tara que perguntar o que
lana um pal em semellianle conflicto ? Nao lia um
so que im-era ene ni'iiie se o nao sabe por mero
instincto. Mus o tiomein rico, o prenle de igual
i'- nli.;a 1, inspirados pur essa divindade descarnada,
que se ehama egosmo, que mala e disseea a existen
ca paior qua a pesie, decidiram em sen consellio
inliumauo remeller ambos os doentes H hospital de
candade, lito ha-o pai e seus conselhelros vem pedir
a piedade publica o que elles n3o temcoraran. 0
avaro ucriflea a seus filhu para poupar meia'dozia
de ou^as de ouro, a o que pude cun as sobras da sua
cata alleoder as obrigares que llie impoz a natoreza,
a sociedade a a religulo ; j.refere que os fiiuos for-
n idos de seu singue vao mendigar a vida 011 a sau-
de que a piedade ou a generosidada alheia queiram
dar-lhes.
Felizmente, para honra e gloria da sociedade
oriental, junio deile ou outro facto deshumano a
imprenta registra diariamcnlo actos de abnegarlo e
plulaotropia que eslahelecem a regra gtral de que
sao tac factos apenas excepces que a connrmam.
O Sr. liaran de Maua' acaba de pralicar inais urna
arclo digna do carcter que todos Ihe conhecemos.
Eis como delle da' conla o oCorouiereio del Platal
de hoja :
_* Empreslimo generoso.Sabemos qoe o Sr. ba-
rio de Maua', allendendu o pedido qoe Ihe fez o
fcr. ministro da fazenda de nju.lar o coverno na ca-
lamitosa siluacilo em que nos aeliamus, acaba de a-
juslar um empreslimn a' Repblica dt 12,000 pesos
por roez, em quautn dorar a actual epidemia, em-
preslimo que sera' levado a eunla rorrele, garan-
tido pela venda de papel sellado e patentes ao m-
dico inleresse de I por rento ao mez, quando o juro
crranla da praja anualmente be de 1 e meio e I e
Ira .liarlos porcetito para es melhores firmas.
Nada lem avanzado a poltica. As cmara*, as
piucas sesses que lem lido, nada liztrtm que me-
reja mcuciouar-se. 11 Nacional desta larde anoun-
eia qoe hoja lem lugar na casa do governo orna reu-
nido, para a qoal linliain sido cunvldados varios
ineinbrus do corpo legislativo. O Sr. prasidan'.e e
tous ministros assisliram a esta reunan, na qoal pa-
rece qae se Iralou de medidas de fazenite e de saude
I ublica.
a Os leilores estarlo lemhradns do negocio do
jury da imprensa feilo ao Sol Orintalo por injuras
inferidas ao l)r. I). Florentino Castellanos, presi-
dente do sanado da repblica. Ja' linda sido orna
verdadeira aberrerdo do bom sensn 00 omi extrema
aatcepiibilidade de amor proprin .1. Iir. Castellanos
dar importancia ao que delle dizia aquelle jornal.
. ibsolvnln o Sal Orintalo porque a quesllo lomara
a cor polilica da acloalidade, como ja' fui eiplicad
isla negocio, o I)r. Castellanos publica agora orna
manifestaran ao publico para justifcar-se de argui-
coe que Ihe fzeram meia duzia de rapazes, a para
(loeizar-se da decislo de um inliun 1 que lomon para
liol de balaora da justir.i a influencia das eircums-
lancias do momento. O Sol Orintalo deve estar a-
.radecido a I). Florentino dos meioa qoe procura
I .ara dar-lhe urna importancia da que absolutamente
lem carecido.
c Aa Carreteas inglczns de oulono estiveram fras,
1 mno conseqiiencla natural do estado ectual de
Montevideo. Sem embargo, nflo fallaram apaixona-
iios que arriscassem e perdessem avolladas sommas
nas apostas, qoe ron-tiluem o principal objeclo
leste diverlimento.
As noticias de Boenos-Ayres sao aclualmente
i-scassa, porque cessaram de navegar para ease pnn-
o os vapores da rompanliia de Liverpool que faziam
-sa carreira, e estamos reduzidos a navios de vela.
As ultimas noticias sao de K, c al entilo nada occor-
ria de nolavel. O governo, depnis de urna reuniao
-le 45 mdicos, a que presidia o minislri do interior,
lecretoa as segrales ili-posire. em prevencAo da
nvaiao da febre a ni- relia : Que os navios prora ion-
es de Montevideo ou ontros parios infccladns sejam
-ujeil.is ,1 nina qnarenlena de observadlo pelo es-
pado de oilo dias quando menos; que se faqa fundear
o navio duas milhas distante do pontao -"i de nidio,
e que, se trouzer correspondencia, seja cntreguo no
acto da visita ao medico de sauidade para *er passada
minciliatameule pelas fumigaciics de uyton de
\lorveao ; que os doenles qoe con.tnr.am os navios
sejam transportados ao lazareto da Ensenada ; que,
e morrer algum a b-rdo de febre amarella, ,is rou-
pas que Ihe lenliam servido sejam queimados, e que
pela capitana do port. se mande a bordo caixes
liem fechados para que o ca.laver eja levad t e en-
terrado nas ilhas cima da de Marlim Garzia.
" Eslava adiada a abertura do theatro de Colon
em ronsequeiicia de desinlclligencias havidas entre o
emprezirio e os proprielarios.
o A revoluro de Santa F, segundo parece, a-
poiada por Urquira e seus partidarios centra a admi-
nislmrau do general Lpez, tinha sido soffocada, sen-
do balido e disp-rsado o coronel Cardoso com a genle
que o arompanhava. n
O Imperatriz Irooxe lamhem carias e jor-
Daes de I'orlo Alegre al 17, e do llio Grande al 18
do currente.
A provincia eslava em paz.
Tinha aido creaia pela vice-presidencia urna re-
partirlo de estatistiea que ia proceder a otn censo ge
ral da provincia.
EsperaTa-sa que seria brevemente inslallado na
capital o caculhimenlo dos expost s sob a directo de
tres senhoras -illem.i.-s, perlenccnles i irmaudadedo
t.or-ican de Alaria.
O laante-coronel Julio Knorr eslava rcalisando
cana a presidencia, e por paite da companhia llam-
burgo-BrasIleira, um contrato para a introdcelo de
um a doos mil colonos na provincia.
Tinham sido ja' recebidas p-la presidencia as com-
mnniraei.es emanadas do governo geral relativas aos
favores que se devem prestar a' cninpanliia llambur-
go-Brasileira pela linha de vapores que vai eslabele-
eer entre a curte e o l:o (irandt.
O corpo consular e commercial de Porto Alr-cre
dirigir ao Sr. tiai.1o l'eixoto. chefe de polica da
provincia, um pedido escriplo para que elle Miaste
de vir lomar assento este anno na assemblca geral, e
continnasse no cargo que all oceupava.
t. S. nao pside salisfazer a esse lisongeiro pedido
por motivos muilo justos que allcgou.
Tinha havido na Vaccarn laspdtas do alguina per-
lurli.ir.ui da tranqiiillidate em consequeiicia da mu-
lanc.i da cabera da cimarra, frita por or lem da pre-
sidencia. Tudo porcm eslava desvanecido, c a oppo-
aito a esta medida manifestou-se uuicainenle pelos
mciot legaes.
So Jaguarao havia causado grande gitsciln um
proresso de respon inlenlado contra o redactor do lico do Sal, o Sr.
Muura.
A aenhora .leste jornalisla assaraio a directo do
jornal durante o impedimento de ten marido, em-
quanlu nao vein substitu la um amigo desle.
I m grande temporal que eahio sobre a cosa da
provincia no da i do corronle, causou no mar e ein
Ierra grandes ovaras.
I'elo que respeila aos estragos em Ierra, eis como
os refere um dos jornaes :
e Dando nos coala no Diarlo de hnnlem do tem-
poral qoe anta-hoolem cahira sobre esta cidade, dis-
temos que o vento parara pelas !l 1| hora da noi-
le, e que a chuva do novo principiara .1 cahir. Com
elleilo assim foi ; e essa calmara sustenlou-sc te
asi horas da m.inhi, em quanto que a chova aper-
lavj cada vez mols : ale que pelas ,"> reappareccu o
suris* cora lana vehemencia, que pareca querer
destruir o Rio Graude.Era mesrao um temporal
destello !
* Soprando o venlo com rigidez, acompanhado
de copiosa chuva, assim permaneeeu al as S da ma-
nhAa.
a Os antigos moradores do Hio-Crande dizem qne
he o primriro lempo que hilo leslcmunhado, e por
sua vez se horrorisaram.
n A cidade amaoheceu alagada. O extenso cam-
po denominado l'anl.innera um mar desde o telc-
graphe da Mangneira ; e neste triste estado ficaram
as ru.is do Bom Fim e Alegre
l'.inoulr.) iuii>r .lamo. Dllelas .o dasaalrta ae- \ rUo, sujo nomo Ita poneui uiataa ueiu ira c'.iui
eurridos 110 mar
De urna euminuiiicaivio (i ledigna lomamos as se-I
guiles noticias relativas a viagem do aTocanlills.a
Este vapor, sabido .1 notso parlo n da -Js do pas-
sado, cliegou barra do Rio-Graude no I* do cor-
rele as 7 lloras da inaohfla. Nio encontrando agua
para entrar, deu uiuln lora, e reinclleu as malas e
passigeiros pelo vapor de reboque. A' I llora da
larde porem, crescendo a igsja, piJJe euUo ellecluar
a saa entrada.
No da eslava prnmpto para sabir, mas nao o
pila ftzer pelo inesmo muiivo que Ihe havia demo-
rado a enlra.la, motive que permanecen ale o da 3
a larde, quaudo riilni um vilenlo temporal do SE
qoe diirou aln di.i ."1, e que proilii/10 iulermiiia-
veluieiile 11.1 barra as mais leniveis alternativas da
baixa. vagalhijes e ambas as cousas simultneamente.
Nu da l:l as :i horas da larde chegju ti barra o
vapor Imperatriz, quedaqui partir uu .lia S, nao
pudendo entrar pela uiesma ratita que ileluiba den-
tro o Tocatiliiis ; passou-lhe Osle a mala e passa-
geiros de Montevideo, para o que ja eslava ludo dlt-
posto, raras a intelligeolc aclividade do Sr. Ger-
vasio Mancebo, seu cornmandante. Esla pastagem
fui eirartu.i.la por meio do vapor de rcliuque.
As .1 ||2 da larde segnio oalmparairizn paraMou-
(ev.deo eurirre;ado .1" lodo o-erviro qua o To-
canlinso devia fazer, depoil de ler ellVcluadn lam-
hem o Irausporle de seus passageiros malas du
Kiu-Gran.le.
Nao leudo nada mais que fazer o Tocautins a
Montevideo, urna vez que esl.ivam satiafeilos pelo
inelbor rucio quo as circamslaocjas perinilliatii as
conveniencias dessa viageo, resolveu seu cuiuman-
daule partir do Rui-Grande para esla c.rle do-de
que a barra o permiltisse. Esle designio (lorein an-
da iiAn liiiii 1 podido realtsar-se, quaii'fn por all pas-
sou de volla o Imperatriz, que, como he claro,
ainda desta vez nao ps\le en'.rar a barra, e que por
meio do vapor de reboque recebeu as mu .s e pas-
sageiros qoe nos Irouxe.
nlieeido
Teiininou sobre este poni ditendo com positiva
redundancia, o desejo de turnar a ver o Sr. i)r. Ga-
rito Peitolo 1' frente da polica, hoja sul.relu lo,
que presidente, caminan lana de armas, uizes de
direitu, jui/es mnnicipaea, .lelegadus ele, he interino
he lAo geral cuino impaeiente*
Ivn una pi.-ir:n .le menos brilhu, islo lie me-
nos til a' causa publica, na 1 he menos estimado do
pnvo, nlo he menos digno da gralidflo du pan o Sr.
Almaida Arnisaud, inspector da Iheaoararia,
Com honieus como aases, o que nao lera feilo o
Sr. CansansfiO de Slnimb no lempn .pie anu este-
ve, ou i. S Ii.ir.i-. de .'.luntiba, sel.ii curio uo Fus-
se u sen governo V
Quanlo au Sr. commaudaola daa armas, roa-
rechai Gajdwel, pon.-o leulio a diaer*voi,
Ulfimaiiieiile s.illreu elle una peuinonia, que iis-
Sesloe a sous amigos, e hoje mesura, ainda cunvales-
ceute, segu para o sut da provincia.
Sem sabir precitamente da espliera oflieial,
enlrn na narrar.lo de alguna fados que nicrecein ser-
ves Irausmiltidos.
i; ..-..- looa as i^.,.jid, mas a,* dosui->, o sobreiu-
do .11 devolas.
l>e reato, esse luso, ou pelo menos nina unior
ele; nicia em ludo, na architeelura das casas, nos mo-
vis, nos (rajos, ele., he una circarostlDcla que de
pnucos annos para ra se nula em l'orlo-Alecre. E
sabis a qoi m se deve lodo is menos elegante que eu eoilheco.,.. nos colonos.
Uucifrei a charada.
(Crrelo Mercantil do Rio).
De r.ommunica;es particulares e dos jornaes lo-
mamos a segoinle noticia dos naufragios que tive-
ram lugar na costa do Rio-Grande ein eoiisequen-
cia do [orle temporal, que all cabio no da 3do
correle :
O bngue escuna sueco Gefion, capilAo Sorder-
ber^i, proce Icnle de Cdiz, cun sal a cunsignacA
da ca cosa no Capo du Meio, !1 leguas ao noria da barra,
perdendo-se o primeiro e segundo pillo, que inor-
reramna occasi^iu em que lent.iram salvar-se. O navio
liruu todo espedaradu.
a O patacho Inglaialjlanesafoi a pique a 31 e 12
de 11I1I.rl- S. e 'J e 31' O. de Greenwicb, sendo
salva sua IripolarAn pelo intrpido capillo do pala
cho ((tiuilhermiiia, o Sr. Cardia.queus levoa ao Kio
Grande.
O (lancea linha sabido deslo porto para Cork
110 da :|o de marro com 7,o(IO cutiros salgadas per-
lenceiiles as casas dos Srs. Jola 1'roudlTnoul & C.
e J "fia Gardner, e a G docorreule ja eslava debaixo
d'agua.
A doos graos ao mar do cabo de Santa Manln,
fui a pique o veleiro patacho nacional alleglo,]) de
propriedade de l>. Mara Joaquina Correia Lopes,
procedente de Pernambuco, com assucar por cunta
propria da mesma Sra.
Vindo o navio tocado do lempo, comceou a fa-
zer agua rom tanta rapidez, que mal pode o capitn
Manoel Joaquim Kios o Iripulacao meller-se. na
lancha e bole, d'oude presenciaran! o (rale i'.m de
seu barco, que sumio-se imiiiediaUmi'nt.' Eipoatos
ssim as iras do mar, boiaram oa iiifelizes nufragos
por espado de quatro das, aio qu- fnram salvos pelo
vapor imperador, 15 milhas ao SE. da barra de
Santa Calhariua, onda desembarcara! no dia 30' de
marco.
i'ela meia noile do dia 3 foi a pique na costa do
Albardao (ao sul da barra) a barca frauceza Loui-
se, precedente da ilha de Jcrs, donde havia sabi-
do a Ib* de Janeiro, carregada de sal, cora destino a
Montevideo, h ivendo pereci o eapilio Joles Rey-
muud e mais nove pessoasda (ripolaojla. Esta noti-
cia chegou ao couh-cimenlo do Sr. cnsul de Franca,
sendo portador dclla lies nicos inariiiheirus que se
poderarn salvar.
Cont um dos nufragos, qoe no dia J liveram
a' vista um brigoe italiano que segua para Bue-
nos-Ayres, no qual iam p. ra mais de iUO passagei-
ros.
O brigue inglez Babia com desliuu a Valparaso, carrega.lo de sal,
assucar, ele, eiicalhou liio perlu da costa corrido pe-
lo vento, que quasi podio ir-se a bordo fazendo pe.
A baica aineucaua Lapierre, de pr>ineira
viagem dos Eslados-Unidos para Montevideo, car-
regada de sal, lanibein foi adrada p*lu venlo so.
bre a rosla ao sul .la barra, despedar^ando-se lo-
go. Silvou-sa a tripoiajao, a escepjlo ae um mari-
nbeiro.
A barca iranceza Eosene, do Bayonna para
Monievi.la, carrega la de variosgenerea, e Irazend 1
a seu bardo moitos emigrantes COSCW.qoe lodo-, me-
llos dnas cranras, se s.'ilvaram.
Entraram 110 Rio Graude nos das 1 e -2 do cor-
renle,anles do temporal, a barca americana !lnd-
son, de Marielha. cama sal ; e patachos uacio-
nae* Continente, do Rio de Janeiro,e Trova lom
da Baha.
Sahiram no da I o brigue Rain Jess de Igua-
p' e o patachu S. Joanero.
Enlraram depola du temporal os pelechos aGoi-
lliermiiia o Improviso do Kio iU Janeiro : os bri-
gues Guahyba e Cinvenrao. du mesino porto ; pa-
tacho Sanio Aotonio, da Baha ; sumaca Amor
da Patria, de Sent Calhartna.e patacho Castro
H.ndo Rio de Janeiro.
No dia 1 urdejaram na barre, n.lo pudendo en-
trar por falla d'agua, os brigues Social,lioiu Jess,
I'razeres, e l'urubinha.
denle
CORRESPONDENCIA DE PORTO-A LEGRE.
5 de abril.
He bem pouco o que desla vez enho a dizer-vos,
mas ncm por isso me julgo dispensado de cumplir a
semi-proinessa da miuha penullima carta.
A vice-presdcncia da pruvincia lem marchado
rom mais acrAo u do que geralncute se pensavn
Talvcz quera ella desmentir as supposires que sub
esse asperto se faziam, e realmente aproveita bem
seu lempo.
ReRro-me, Como he de crer, a execujao das leis
provinciaes oltiinamcnle decretadas.
Todas aquellas disposices que pur sua natureza
nan eligen tempu e esludu demurado spparecem
executadas.
Asura ja se preparara os elementos para a realiza-
rlo de cerlas obras; os cngenheirus sao cominissio-
nados para levantaras plantas de oulras, e sobre as
que o nece.sitam se peden esclarecimenios. Fui
mntala urna pequea repartirlo de e-lalislica, au-
tor isjila no .irr-iiin-uin ; e, segundo me ronst, ai
ella oceupar-se em formar um censo da provincia
dio Ipprotinado qiiaulo o permitta a reluclancia das
aulutidadci su balenlas e dopuvo em geral. o dia 3
do maio ser, ao que se diz.iuslallado Ueste cidade o
recolhimeuln des axpostas da Sania Casa, ruja re-
gencia he confiada r. Ires irinaas du Coracao ue .Ma-
ra (allemias), que aqu ehegaram ha pouco lempn.
Finalmente, leneule-cornnel Julio Knorr eelaem
ajustes com a vica-pretldencia para f.er em uume
da companhia II imburgo-B'esileira o cunlr.iio sobre
a Importadlo de 1,009 a 2,000 colono.
Muilo lem sido o Sr. vice-presidenlc da provincia
ajudado 11 cases Irabalhus pelo sen secretario, o Sr.
Dr. Joao Capistrano, no que diz respailo a.lmuiis-
Irarao civil da provincia.
No expediente militar he, como so diz Iriv'almen-
le, seu braco direilo o habilsimo leneutc-ri.ronel
do ejtado-mainr Lopes Teixeira, mojo que serta
com jostra chaado aos mus dittiocie* lugares de
adininistrarao militar no Imperio se os seus graves
incommo.liis de saude nao o luhabil.tassom para 1ra-
balhos assidiins.
_ Qnaolo polilica, o Sr. vka-presidanle Correa da
Cunara tcln procedido com mulla cirruun icc.ao.
Eiilrelaulo o partido da liga, que em outrns no
melo o olTiideu gravemente, ee conserva erredle,
c o conlr.iriu nao julga dever-se aiqiruxiiuar dema-
siado a S. Ex.
S- nes-a especie de demi-journ esl a vice-pre-
sidencia em lodo o seu arrebol, apparece uestes mo-
mela oolra autorulode ; fallo do Sr. chele de po-
lica, Dr. lleruado Avelino (avia.) Penlo.
D-vo confessar-vos que son algnina cousa suspeilo
em relHQao a este magistrado : lenlin por elle ver-
dadeira sympathia ; mas timbera nlo he necettaria
a miuha opinilo, quando tuu limpie narrador.
O Sr. Gavian Pcixoto adquiri desdo a sua che-
gada a beinquercnra geral pelas sua iiianeiras lua-
nas e populare. Depois procedeu ein elguna casos
nnlaveieda alr; da da podra com miellia,en gia ; em tres uu qualro das limpou a ri.ladc do
Rio-Grande de vadlo, ou pelo menos a detastom-
b-ou do terror dus rooboa que sobre elle pairava.
Muslruu-se inabalavel contra os empenbos em certas
queslra ruidosas, regulansou o servido da polica, u
da ca ". etc.
' Por urna dhposicSo de lei provincial a tde -la
villadaVnccarlafoi transferida para opovoaln da
Lncoa- Vermelht. ,\ presidencia pnMieoo e mandoo
execolar essa lei ; mas eis que apoarecerem resis-
tencias ; dizia-te al que se prepararan] demanalra-
Ces populares e acuito- .s cintra a Iraoafereilia
Se luvia exagerarlo nislo nlo poste ailirma-lu,
mas sei que o goveruo 1. provincia eslava diaposto
a fazer por ludas o meioa respailar a lei. e ja se pre-
paravam as orden* que o delegado du termo devia
levar e fazer execui.ir epoiado era urna forra de pu-
lira escolhida, qoande so soube i|ue o laneole-curo-
nal da guarda nacional Jo. l.uiz Teixeira se din-
I gia a esla capital para por nas niaos do vire-presi-
denlc nina representaran sobre a njiislira da le.
No oulro extremo da provincia, o por diverso
motivo, oleaos* tambera nao curren) bro.
Sabis que Jaguarao he urna p-queua, muilo pe-
quena cidade ; pois bem, eslAo sendo publicados al-
l qualro jornaes, entre elles um gratis. Islo quer di-
zer que aspuixoes, as iiilrigas locaes, eslavam exal-
ladiHima.
O redactor de um dos jornaes ( 1) Echo do Sal ),
rhamado Pedro Bernardlno de Muura, eonejou con-
tra algunas inlluerici.it do lugar una guerra tenaz e
cruel : dah as ropre'-alias, as niearas, lalvel as ten
lalivas de vinsanea. O Sr. Uoura foi chamado a'
reaponibilidade e pronunciado. Sui senhura joven
espirituosa c dedieada, lomou a responsabilidad do
jornal al adiar quem de lll se encarregasse, e la' cs-
tao anda o contldore sostenanle o pieilo.
Se, como o Echo do Sal insina clarameule, pe-
sam crinies Infames uu elroze eobre eotldade do
Jagoarlo, precisamente aquel.as que desempenlum
os primeirus logare odieiaes ( nlo os militares) a
sua mi.so podera' s-r benfica, pnrem duvulo que
se Ihe lome amena. He do coslume 110 mundo que
os redemptores sejam cninlirados.
Tambem na cidade do Rio Grande houve nina
mpoMibilldade iornalisliea ; o Pono foi acensado
de injuria u calumnia pelo Sr. brigadtiro Loppo,
rommandante da zoatnljlo da praca. Apresentou-se
porm como signatario du aotographo um pobre da-
bo, que faz disto s-u cumraercin, e parece que o
honrado militar desislira da aernsarao.
No resto da provincia ludo he raima e mancillan.
Em emes particulares mesma nao ha casos
muilo especiaos, rcenles.
Consta apunas que um soldado do balalhao 13 as-
snssinuii em Viagem de S. Gabriel para esta capital
una recrdla que conduzia paran marinha. O soldado
esi preso e criminalmente proerasado.
Ulllmaineule pnblicon o Mercaniilo a histo-
ria de u"i criir.e, que nao h rcenle, mas por sua
especialidade merece ser notado. Refenudu-vos .i
iierrael desse jornal para os detailies, resumir! o
facto.
Nos prmeiros mezesdo innopaisade um indivi-
duo de poma Antonio Correa de Onveira, morador
no dislrclo daDores, term det(a capital, matan a
sua mulher ifusando-a em unn renta, ou eslrangu-
landu-a. Parece que este criine nasceu de oulro ci-
me : linha aquelle milvado feilo de sua Glna, me-
nina da I.amias, a viclima -le sua coiieupisccncia ;
e eoinu a infeliz menina ficasse grvida, para que
rsle facto nao se deieobritae malou a inuher !
Aindh depuis, com ahoilivos alrozes, quiz fazer dss-
apparecei as consequencias do inceslo, al quo a
mora fugin para casa de seu av. Foi esle que de-
iiiincioii os crines de sen genro, boje pronunciado,
mas que anida nao foi preso. O respectivo suhilce-
glda le empenha em entregar ponfcao da lei este
11.mis; n. o
A proposita de subdelegado, fui drsqualifica lo
o do di-tricto de l'iratiiiy pur nlo ter a rend da
le para cr volanl- He que la tambera Fervarn as
iiitrii'os locaes, oque ia esqueccmln de rtizer.
t.lne nos, iis que moramoi em casa ru gnomos,
nio admira ; mas os do fora....
Nesia ci.iaie, pur exemplo, ilgons residente fran-
ce/es leein-se sublevado cuutra o leu vice-coo (. II. d'Oriiand) o anida ante-hnnlein pobliearam
contra .-de uina longa cadlinaria a proposito de lia
aviso para que se matriculusem e reL-is|-a-srm sens
acd.s civi-, cuinmeiciaes, ele.
Nan s-i se me eaquece algnma musa....
Sun. esqueela-m nizerque a vi.-- presidencia fez araphi
oc Miiraiu rom oaetar Joaquim Augusto e um sorln O "
delle para a companhia dranaliea quo deve ser sul
lidiada. S-i que esta imprcanos >e obrigeram
ir.uer a Sra. Gabriella De-Veehl com
dama ingenua, e o Sr. reas como
Clll-.i.
O que lio ccrln he que. aomas lardar, no lia 7
de setembrosara inaugu ajo o lliealro gruida desta
capital, pois a obra vai com extrema rapidez. S fal-
ta a pintura e alguns revetlinenloB.
A barra da provincia tein estado m, pastando
mu los di.is sen poder entrar u-.mii sabir navios, o
piquete Imperador curren urna especie de via-aa-
era de qnarenlenas e esticoe, mis a esia hora de-
vera estar no Rio.
Termoaril ditendo que neslc vapor nao vai ainda
deputado ilgum da provlueia : guardam-se lodos
para u oulru, he di/er, irn juntos os Srs. bario de
I'orlo Alegre, Dr. Borges Portes, Dr. Brusque, e o
dcpuladosem diplomapelo Rio-Pardo, Dr. Ja-
chudo de .Men.lonrja. O deputado a quem ae den o
diploma por esse circulo, Dr. Joo Das do Cisiro,
he que parece nao pretende la ir. Tambem se cid
que u Sr. Dr. Helio, que anda esl na sua fazenda,
esperara pelo segundo vapor de abril.
17 de abril.
A vice-pretidlndi cuniinua ni sua marcha serena
e c-.impassada. Ncslas palavras lenho dito ludo.
A pulira he qoe nlo pirare estar em tanto ds-
eanco. Anta hjbnlen lonou cunta della o Dr. j. j.
da Cruz Secco. Tomou conla no momento que des-
embarenu do Rio-Grande, e para la vollou hoje
11 um lapor de guerra, e se diz que eslender sua
viagem al Jaguarao.
Na rutaba caria interior vos informei da discor-
dia que exislia uaqnella ci lade. Longe de accla-
mar-se, parece que ella esl mais elforvcscente, s-
euiiran.lo-se que, einquanlu as autoridades civis da
localidad se alliana para perseguir ao redactor do
iclii da Sal lo Sr. Honre), este ha ipoiido pelo co-
luoel Vargas, cnuiinandanle da guarnirlo. J li-
nham havido locadas acuitusasde um la.10 e outro,
ameac.is, provucaces, de modo que o Sr. inarechal
CUdwell, muilo fracn anida de urna rerahida que
suD'reii un Rm-tijande, para l fui, o o Sr. chefe de
puiicia interino para l vai tambera.
C iiiiludo. o que eu ah vejo he ruido, harullin pa-
ra que erhs au longe, e obrigue a presidencia a
deimltir delegados, juizes municipaes. etc.
Na Vacoarla eslo as eonili mus sernalas;
para l .-guio ante-honlem o Dr. Moraes Jnior
delegado do termo, com nina pequea escolla de po-
dra. Ha homem pooeo prestigioso all: mas como
os vaccariinoa mostrain disposIcOe mais ordeiras,he'
qoanto basta para fo/.cr execular a lei que ordena
remoran da villa.
O
AbSBUULEA LEGISLATIVA PROVINCIAL DE
PERNAMBUCO.
Se-s.io ordinaria coi li de malo de ISj"
_ Presidencia do Sr. Jmi Pedro da Silva.
As II '( .la inauhaa, vcrilica-se haver casa, e
abre-se a ietllo.
I.e-se e approva-se a lela da interior.
O Sr. |t Secretario d cunta doieguinta
EXPEDIENTE.
I. in e.nicin do secretario do guverun remellen.lu
urna postura da cmara mumeipil desla cidade re-
lativa a pad iras existentes no centro da cul.ide. I-
cninpaiihandn um ofUcio di mesma camira contide-
rando o objeclo.A c.)nini-.,io da negocios de c-
maras.
Outro do mesmo aenhor, remelteodo um eflieie
'in Sr, Deputado 1 Elle hade lauta grvida-, rom cono no projeclo da lei tamben esista um arl-
de, qoe nlo deve -. r disculido publieinenle. ga acerca da eolleclorl is, aguardo-me para quau.lu
Outro Sr. Deputado: Na istembla geral ai I elle otlivar em diKUtslo, tullo dire ilgoni cousa
que-t-s desta ordem sflo tratad -s em sstslo secreta.
O Sr. Sabino Olegario: ~ .Mas, seobure, eu nlo
descubra netli qoesllo as circunsiaueia que se do-
rara nos casos que determinaran! I Issembla geral
a Inbllllir cu) se-s.lo socrela. He verda e que huu-
ve se-.n secreta no Rio de Janeiro por occaaila do
desembarque de Africanos em Seriunien ; linhan-
se dado as ruclamajes do consol inglez nisli pro-
vidria ; o mimslru inglez havia dirigulu ao governo
bruileiro um nula eonctbldi em termos vilenlo ;
guvemu linha iiccesiidailu do declarar cofn fran-
queza sufs opiuies e de Consoltlf sobre a maueira
-ie rcpellir e--a insolenta uta do ministre insdex ;
lodo 1-e.11 era .'.laman grividade, e exiga que fo'se
discolide to se-s;lo serrla ; mas a ininh-i iudieaclu
n.ln encerr tieuliuiii destes motivo, qor seja con-
sidera la pelo ladu podlico, qur 1 !> social, moral e
religioso.
'.Na moiles aparlos.)
o Sr. Prndenle : O nohre d ipula lo olo polo
enlrar un desenvulvimenlu d- sus ideas, sem pri-
neiramenle ser decidido o que pede o requeii-
ueulo.
o Sr, Sabina Olegario : Pois, ttnhore, o no-
bre autor do requeriineutu leve a lili rla.lodejus-
lilica-lo co.n suas razcs quando o spresenlou, e eu
que me uppuiilin a ese rcqueiiiiiculu, n.ln pono d^r
as ra/es de niiuba opposicAo '?
O Sr. Presidente : .lu-.m |u- a oppoaicio, que
em qul Pedru le Alcntara Lisboa u..inadii agente
ni ln iral da Baha pelu respectiva presidenta de-1 Til au reqoemnento, nai nlo pode entrar a mala
el ira que aceita o mesmo ululo por esla provincia.! rie conlida 111 odiciijlo.
medanle un gralifieiflo periuaneole iriniradai O Sr. Sabino Olegario:Mas, Sr. presidente,
pela presidente desli provincia, na propnrr.ln des como poderei eu dar as razes que me levara a np-
recursos finaneeiros da provincia, e da importancia por-na au requerimeuto sem Halar da materia sobre
das cumuiis.es que Ihe fbnm cundadas.A' con- 1 que elle versa.
missio de industria, connereio, arles e agrieuitura. | O Sr. Manuel Cara\cai>t: O erro ja' vem de
Entra em discus-au o parecer da cninmis-ao .le I delrax ; porque se u aulur do requeriinenlo quena
commerrlo, agricultura, industria e artes dado a
indieclo doSr. Di. Sihuiu sobre a coloinsacao afri-
cana, e que lilil.1 licado adiado na sessao aulecc-
por pedir a palavra o Sr. Silva Braga
Remeite-se a' mesa e ipoia-n o stguiota reqae-
rinenle,
Requeiro que por inter.nelio da presidencia se
nh;-nlia infnrmaeoes do administiadur do con-ul ido
geral, aiim de s.iber-se se o inoppa apre.seul.idu pelu
mesma senhor cumprehende os generas de eulrn
provincias, cujus direilus sa cobrara aqu.--Ignacio
de Barros.
O Sr. Sl'lca llmgi diz que pe lira a palavrn, por
que nao se achava uesia occasilo na casa o autor da
indicaran, mas que se adiando elle, cede da pava-
vra.
O Sr. Sa&iio Oltgirxo : Sr. presdeme, prin-
cipiar.i par agradecer ao nobre deputado, que pedio
a palavra aiim ue que o parecer da eonmuslo Dcasse
adalo, visto n3u estar eu presente, e ao Ilustre
inembro que requeren o adianeota por -1\ horas pe-
la me 111 a razio. Circamsltnelas inperioai me 0-
brigcnin a n.ln comparecer as sessoes desses dan
.lias, e seria o parecer volado ncssi occasllu, se ca-
lo se nlo livesse lomado esse expediente, sera que
eu podusse prodozir Mrtzoes, que rae levaram a
presentar a niuha iudiracSo Recebara, puis, es-
.srssenhores ineus cordaca agradecimenlos, e igoal-
niente os ilustres membros que volaram pelo adia-
meulo.
Si. presidenta, a comraissao de cominercio, agri-
cultura e arles a que foi remedida a miuha indieacflu,
leve de dar o seu parecer, rajellando essa iodicaelo
e baseando-se em algunal razes, que para mim lio
Inlairamante antpodas daquellat que rae narecem
deviain regular a queslau, e que deviaiu prevalecer
em tal materia.
Comacare pur considerar o liual do parecer.
A connisslo lerraiua u seu parecer, dizendo que
repula sentlhintl medida aiili-humaiiilaria, (l).
Eu quizara que a connistlo rae dissesse qaaes
as razOes em quosc baseava para diter, que consi-
dera a cnluiiisaco indicada coran um 1 especie ie
continnaclii do trafico de Africano.
l'odoa mis aabtmos qua a rulo principal, porque
se deteja a conolOnouicio, he a neceesidada de lira-
ros, que se empregueni na lavoura. que sera duvida
ueiihuiiia he a (uule primordial de nossa riqueza ;
para issu su tem buscado colonos europeos, e lti-
mamente colonos chinezea ; mas nada di-so lem pro-
ducido resultado algum ; ora, se eisa coloiiisac.au
nao nos lera sido proveilosa, 11,1. sei porque razan se
pon deixar de promover a colonisar,ao africana
c.im o duplo fin de augmeularinns a forca prudurli-
VI da nossa lavoura, e arbannos com eseraviililo
sem viotanell dos direilo dus propietarios de es-
rravot. Se, porm, he este o espirito de uiinlia in-
dicelo, romo dixer-se que essa culuuisarao he a
eunlinuarlo -tu trafico de escravos '.'
Quautn o dizer a coinmiislo qu. he aiiti-humani-
lari, Inmbem nflo sei em que razio se fun a ; por-
que querco lo ru era primeiro lugar salvar us Africa-
nas, que sao all vendidoa ou morios, dessa borrivel
-''ln, qnerendo tambera eoncorrer para qot a es-
cravldao acabe no noslni pata, rae parece que devu
antes :er lacha lo de idira-hamamtario e uunca de
anti-hwnanilario;
Diz mais a commissle (continua a ler), tambera
n.lo sei qoaes as ra.es em que su batea a ruinmi'-
sln 1
a respeile da reguiajneuto do 1S'i2, que irvorou os
eolleclores dascomarene en jeizet nas qualificarcs
dos h-iis do eveulu e sua irrecadacle ; aguardu-
mn pul* para es-a dscusslo, e asseulu-me para au
ihu-ar du pscieiicil i'^t casa.
o Sr. /"*- Pedro [tleixaodu n cdeire da pretil
dencia; responde >"> precedente oradores.
O Sr. Ignacio de Horros susleiiluii virios emen-
das pur elle aprsenla.: 11, e cumb.ileu oulra- um diseursn, cuja integra daremos ein uutra occa-
lilo.
A dltCOSjslo lici adiada |iela hur.
1) Sr. Presidente designa a ordem do da, e le-
vanta a ses-u a's .. 11'- da dude.
, homens, qua .1 eonheelan avidu de gloria mire
pido nos cmbales d.i liibuua, e reflecli.io nas -oas
re>olur.;s, cliamtram-u de louco, vendu-o as-
sim Insta, abatido c indinerente a lod.s essas trin-
,; ..1- que anua ha pouco dispulava : mas. nn 0
lir. s-oii/a Marital nlo era 1,,,, Inoro, elle era n(',,at
Oril muilo, e que quera uccullar
os sotjrineiilo.
Europa adiara lenitivo a
Mioja, onde astislio o
um homem qi
au mundo os iremos d<.s
Pensando que na velhi
linio mais, dirigio-se
PAGINA AVLSA.
Sainos informados que Inm uirig da vai
11 arsenal de guerra, pelo Sr. innj u Bricio,
inagesli
queda ,
ln lite .-
nina r
em pm
eull.u-i
sendo
anida
u drama da revolurau e |S(S r .._ ,
-e re, o qm. o p,nri0 ,.,nr|jl ;
, dirigir pa,;e,> uros, nein a ,e,.aurar;iu de
ra de fclii-ladr, para o Pvo Iranrez, que,
i..;, du, f.l.l.tarteldarpubl,ci, dr|i,' dJ
-,,. ; nrui lis eloquelil.-sunos Oi.Cu,.os ,|s
grande .1.1 I-ranea, dos Lamartine, | eur .,
Loni, Bl.ne, .,,-;, lluvpodein despertar o en."," -i'!''
un, irrincainlo-o den rnalfadadu apaih,, .1 '
misanlhropitmu mysteiivte. '
Pereorre mata alguns palies da Europa, de ,
laura seus nlllot pul a patria natal dizendo
Sin, lie la que o meu corpo deve descansar-
mi-nos repouaarel a fronte 110 luinulu de rueiis Ly
depois du ler anda un vez respirado o ar iivre dos"
, e, a liguen nlo lea agradado a tua direcelo, por memirrloei
qu-, longa de etcolhcr dictadores, ello vai diudo a 1 lie fado, eiu 1S">I ja se arhava no telo de sua fa-
ra.l.i um du aus enpregadoa a impurlancia que-mida. lie gloriosu uizer-se o enlhusiatmo con qoe
Ihe he deuda, c nan quer que poi principie algum 'os habitantes da cidade di (leiras rereheram o dis-
oltos lelil.un ingereii.-ia nsi .llrhinrcs que Ibes | linclu Ptaobyenie. As lirendola de fugeles se
nlo compelen. Continua, pois, o Sr. najor Bricio erutavam de indos o lados, e a alegra resplandeca
seguir ene principio, e nao recete qoe sollo o "
censuren, porque digno nao he de censura lodo
aquelle que pratica a jmtica, e vai d..n;lo o seu a seu
dono.
J'ivemos oeciailo de innos algumas vezes a
Varzeu, e ntanos que u corredor por onde para al-
l so vai, nan ollerere a precisa c-.unraodidade pora
por elle se transitar, em conseqoeucia de sua eslrei-
sesslu secrcla, devera limilar-so a requere-la c u3o
juslIRca-U.
O Sr. Sabino Oegorio : Sr. presidente, qur
se considere a indicaran pelo lado poltico, quer pelo
social, qui-r pelo ulii, nao envolv perigo algum a
sua liteuttlo era sess.lo publica.
O Sr. Francisco Joao: De orlinario os mdi-
cos roslumain ser impvidos.
O Sr. Manoel Caealcanti: Convm que ai
opiin.ies do nobre deputado sejam combatidas em
publica.
O Sr. Sabino Olegario .- lie isso raesuin o que
eu quero, e por esse inolivo he que rae opponho ao
requerinenlo. Gusto muilo da puhlicidade das ideas,
porque dalu sen>pre resutam algoraas vintagena ;
se e.i.iu em erru.iil.-i lenho escrpulo de reccher pu-
blicamente a veidade
Dizia eu que nao descubro perico algum em ser
esta qoesllo tralaJa em sess.lo publica. Pelo lado
poltico o tue he que se teme ".' Compliea{Oet cora o
governo inglez ? Nao descubro inda contrario aos
luteresses di Inglalerra ; nao vejo serian o deseju de
liarnouiair n noese pruredmeiitu eon o do sfoverno
u\,\ei. ; .1 que o governo inglez qur he acabar com
escravldo em tada ovnunde ; he moito gloriosa
sua impreza ; he muilu bella, mullo til ; eu e
que quern r un o meu prujeeto he juslamenle aca-
bar com a escravidao no Brasil sera violeucia aos di-
reitos ilus proprielarios...
illa uiuilns apartes que inlerroinpem o orador.)
O Sr. Francisco Joiio : Se r uitiuu.irein com
os apartes, a discussao esta' ab-rla.
O Sr. Sabino Olegario: O aparte que tem
reanlo com a materia era disrus-ao, uricnlain o ora-
dor, e eu gusto delle ; porem mt -rrupres como as
que lera havido, fazem perder o fio do" discurso, e
n.lo polein ser consideradas como jiparles.
O nohre deputado justificando o seu requerimeuto,
disso que era inconveniente tratar- pnblicaraenlo
desta queslau, porque Irazia um vrrdadeiro com-
pramelliineutn rom o goveruo inglez....
O Sr. Francisco Joao : Nao ha lal.
') Sr. Sabino Olegario : Disse que Irazia um
lace- Naquelle momento as livalidadet e odies polilicos
haviain 1lts.1ppareci.ln. e ludo os cidadaos unidos
n'iira su pensementa prettevam homen.gem o (a-
lenloso finaucciro, ao deputado eloqueule ao hon-
rado administrador, au sabio Piauhyeose.
Entretanto ludo foi baldado.us allagus dos amigos
as caricias d-s prenles, as recorda(6tt ssudosas du
(eza, lano que, a se dar ura encontr de doos car- I herr dos srus arauros.di.s seo fulgir infantil U.
ros, o o ni.n delle podera' seguir, e i'so sera" al da foi sullicienle para a'raucar-lhe um sornsu in a,.
periguso : achavamos por tanto conveniente, que a saUtfafjlo ; sempre ln*le, serupre abatiilu, olhava pa-
ramara municipal, tomando na devida CniderelO ra Indo que u rercava com indillerenli-ino, c reli-
o quo acabamos de notar, ainda inesmo cora al-1 rando-se para sua duenda Cauabraia, corloo todas
- uas relari.s.
ffnni despe/.a inandas-e alargar aquello eslra
dando assim livre transite aos que per alta pastan.!
Cansll-UH que u Sr. Anloiiin Jos Gomes do
Crrelo pifstri a .i.lminislraro do correio desta pro-
viocia ao Sr. Domingos dos l'assus Miranda, por ha-
ver sido aposentado no lugar de adran.islradur. Seu-
liiuus, puis, a falla desse empregado qoe lito bous
servicot preslou por esparo de I aniius.
Andar assim he que he hora andar, o mais he
historia.Coiilinuaiii os abusos dos copiobos, ven-
das de gneros corruplos, c oulras gentilezas por al-
gumas liberna*), e u mais he que no enlista qua de-
suse faz alarde, c que algueiu diz, que nada ru-
reiam porque tem ein suas inilos o meio de fazer ra-
lai ; isso he mullo positivo, muilu otTensivu. Se-
tibores liscaes. a vs compro venlicor csses factos
que se vos apuntara, sede justos para qoem mereces
e severo pira cora us delinqaenUa ; assim pedere-
mot melhorar.
N.lo ha fesla pomposa sem que baje muilu fogu
do ar, anida que cun us estampidos des bunibas nos
alroem us uuvidos e prejunique a liguen ; mas lu-
dn islu he fesla, tudo he pompa, deixe que va' ; en-
tretanto que nos lulo podemos deixar de clamar con-
tra isso, e pedimos qae de urna vez para sempre fus-
se abolido um lal cuslume, que Iraz oui-igo gravis-
siiihs consequeucia*.
Sera' delicadeza, bom cosame, ou desfrute,
por-te ura joven em uina jauella, a macaquear para
a vizinhtnca nao se lembra que deve ludo u res-
peilu a mural pulidca .' puis ulhe qui; us moradores
da ra que nao he da tristeza nao eslao para serem
privados da chegarem as suas janellas por causa dos
seus escarnalos : rohiha-se di-so, meo senhor da ra
da M e voia (pie quem inluquar ser lobo lulo
Ihe veste a pelle, e que quera cora umitas pedias bo-
le .lignina Ihe dar' na caber;.!.
Em lulos os piizes civihsados a conservadlo
das puntes, mas, estrada, caes, oceupa ura lugar
compr.-nieUimenln para paiz, e rae pareccu que esse j mportante na admini-trnc,ao econmica desses me
comprouiclliuiento nio pedia ser dado seii.lu com
governo inglez. Logo que o governo inglez reennhe-
cer que o governo braalleiro ten detejo sinceros de
acabar cun a esrravdin, nao llenara' de auxilialo,
concordando 11,1 viuda de colonos africanos, para se
empregarem noslrabalhosruraes.assim romo faz com
os Africanos apprehendi.los pelos seus cruzeiros, os
quaes s.lu remedidos para as suas enlomas.
<> Sr. Manoel Cavalcanti: Os Ingleses fazem
islo "'
O Sr. Sabino O'rgario : Fazem.
O Sr. Manoel Caca\canti : O nobre deputado
esla mal informado.
O Sr. Sabino OUfario : Digl-me ento o no-
oro depotado, o que faxen ellei dos Africanos ap-
preheodidos: mandan pira suas ierras?
fDtpon de lonjas interrupres.)
O Sr. Presidente:Eu pego ao nohre deputado
qua se rinja ao requmenlo ; o niihre dcpuiado
quer mostrar a inconveniencia do reqaerlmmta, en
trau.lo 110 ile-envolviiiiento da malcra do parecer da
cominiss.Vi, mas eu nao | OSSO p-Tiinllir isso, purqus
vai builar o objeeto agora era dlscosslo.
''i.-- r.i
primeiro gra-
Ifanoel farolcant:sin tantas, -
S 1W/10 Olegario :Eu peco trdenttnenle
deem os eselarecinento circa do pt-
ei; quero ro
y houver ie
O Sr, Theodoro da Silcu : Era urna attenrao
que mis Ihe diviimoi, se nlo r.untuiuitsi.
expenders ideas couddas ueste para-' O Sr. SaOino Olegario : Se os nobres deputa
dos pe.lera...
..its : Cedimos, pedimos.
Sr. SOTOinO Or/fino : IV.ul ; n;ll prosegu-
n.les. ender nun os nobres i.-putadns; me
sessao secreta, cu por um dever de honra
ctg 1 obrlgado a nada referir do que nella se patstr ;
mis nlo lien Inhibido de publicar em irtigoi as ra-
z-s que live para ipreeenlar a miuha indicaran ;
pota que ulgo 1 malaria muilo imporlaiile, e pniien-
dn ser muilo bem esclareri la por meio da di-cus-
sie ; nao me importo de ser contestado, porque o qne
cu deseju he que, do coinhale das ideas, nanea algu-
cousa que posta ser ndl au paiz. Apoiadns.
S-nti-me. p.is, e nada mais dire antes da dd-
alo do requerinentot
Encerra-se a disrussao, pe-so votos o re-
querimenta do Sr. I'raucisco Julo, e he ippro-
O Sr.
qoe me
reepr...
" Sr. Franeltco Joao :Para poder haver uina
.li-cii-s.ln I ila, llova sr e:n sessiio socrela.
O Sr. Sabino Olegario :Nao vejo rielo nenho-
mi para que passe teiuelhtnta tdl ; e eu desejo
pie o nobre depotado mostr qual o perigo que
existe otsla disctalo, esse perigo si es; na ln-
glnaelo de eerloa espiritas limorata que emenden
que no nosso paiz tutu araba mal.
Com a iiiiiIm indicado 0 qua quero he eoncor-
rer para que. u deiiiihnuienlo da nossa agricultura
mo continu al que de todo ella morre, porque o
que se tem feito actualmente >bre a colonisacio,
le 11a 11 tem servido, prioeipslmente para o norte
lo Brasil. < Apelados) ; por essa ratilo vendo o es-
lado miieravel a quo esl chtgindo a nona lavou-
ra, he qne eu propuzesla medl.lt, quiten por (111
era piimeiru luga., salvar-nos du grands embarazo
a que a falla do briCOI us pode levar ; e em se-
gundo lugar, acabanuos cun a iraiiiuralidado da es-
cravidao.
A eomnissao diz mais l mi I
(Juan ln os altos poderes do estado lem cinpenha-
iiios pn|es. As vaiilageiis desse ramu du serviro
publico san lio exilenles, que nos absleremos e
dizer alguraa cousa a esle respeilo. Mis sera embar-
go das grandes vantagens que proporciona o svsleraa
de Conservaelo, eda sua ineoaleetavel evidencia, lo-
davia a respectiva applirarao entre nns he mu pou-
co sensivel. E nao he malta arfmiravel, visto que
ja um presidente de provincia, qua cura grande pas-
mo seu, perguulara a un eugeuheirn da escola pu-
lyteehoict de Pars, pira que servia o estudo de rhy-
mica e de pln/iira ? ahnlin o trabadlo de cou-eisa-
rao das estradas n provincia que adraiuistrava, di-
zendo que era urna ttsprza nti-eomotnica 1 En-
Irelanlo chamara.is a IKenclo de quem cnuipete pa-
ra o caes du C-dlegm, vulgaruifule rhamado ejes
Boyer, que, nao obslante as propnelas qua pe-an
sobre elle desde a sua cnslnirc/io e os estancos dos
vadloa, anida cxisi- em p. X giade de tarro qn-
cercava a rampa de embarque e desembarque esla
completamente devastada, e a gran.le escada de po-
dr mu deteriorada. Ida este caes que he um dos
primeiro que temos, merece, algnma eupsi.lrracao
Na.) obstante o que se disse delle na sua infancia
tem resistido au lempo c a tarca dos vadlos, ao passo
que oulras obra* leslc genera muilu mais mdenlas
u f.-it.1-soh uniros au-pirios trm suiido grandes a
vanas. Portante h" neceanrio que se rouserve esla
obra, olios da lana udlidade, e quo marca a poca'
O mvsleriuso involucro da vida desse grande hu-
mera, lomava lodos ,,s idas maiur vullti, ato que n;iu
podeudo mais contar dentro de peilo, os seus dolo-
rosos sulTiiiiienbK, recurren a um meio exlremu, ao
suicidio; mas, corno diz Ctltln, os diss do gran-
de homem esto contados ; a ampnlhela Ua sua ni.
Inicia, ainoa nlo havia esgolado o ultimo grao de
area, o elle, nao obstante o choque que sufireu le-
ve taren para vtvef anda quasi Ires annos I
Aqu temos una nova poca.
O InditTcrentiint anida mesmo, a misanlhrepia
conliiiuova, mas o seu r.orar;lo, como que se lomou
inais calino, ach indo lalvez una esperanza na reh-
gian ; e um lenitivo 01 leilura e obras moraes, co-
mo por exemplo as do saino X.vier de Maistre. Pai,
sem duvida por isso, qu o illostre finado empre-
hendeu a Inuiurro da obra iulilutadlViagens em
redor do meu quinta.
Esla oh-a uironlisuvclmeule se acommodaria
aos seuliinentos unimos do seu corarlo, fj, isolado
dentro de un qoasto ; astranha a tudu que se 1 a-a-
va Ima 0*111, quinta vezes nao exclaraaiia cun u
nbta conde de M.ustre :
a Dcpois de alguns lempos as as-embicas nu-
merosas me inspirara 11111 rerlo terror. Eu sou as-
sallado por uin soiiho siuislro... Em vau me esforro
para repelli-l.., ello volla sempre como o n'Alhali.
lie lalvez porque a alma inundada hoje de ideas ue-
;:ras, e de imagens tarruenio-as, acha por loda a
parle objecin da tristeza, como um estomago vicia-
do converle era veneno os mais puros alimentos.
Jnnetli, fecha ai portas e as janellas. En uo
quero ver mais a luz ; muguen) entre no meu quar-
to ; cotluca mea puulial perto de mim,relira-le
da mintia presenca. e nao me apparrriis mais
Alera pipis, e juntamente escriplus subre linancas : lal-
vez que um da esles escriplo dm ao Ilustre Piau-
byentc nm nome imraorre louro.
Sempre tamos eulhusiasla do lalenlo e da honra-
dez, e he esta a razao que nos leva a rendar esle
mesquiuhn tributa a memoria do grande homem,
cuja vida dio glorila foi em principio, qaanlo de-
pon espiuhosa.
Kecife 11 de maio de 1837.
Jos M. de Freilat.
%<\Mk.ca0 idmi
-ir.
.10 que
sta provincia
vado.
A' visla do que, o Sr. presidenta designa para ter
lugar a sessilu secreta 110 uta da miaba (7).
ORDEM DO DIA.
Conlinuarao da segn.la discusso do projeclo n.
11, que augmente os veucimciilusde diversos eui-
pregndos provineiaet.
O Sr. FtancitCO Joilo ; (Diremos era outro nu-
mero )
O Sr. M. Cavalcanti enlra novamcole na apre-
recursos dus cufraa DIciotMM, com o fim de|c,8S* ,la mil-'ria, enumera os pingos que e poiem
dar da idopclo do projerto e emendas, sera um eslu-
do mais aprofundado da matarla, analvsa as difiran-
les emendas, e ennelue declarando, que com quanlo
as suas ideas nSo "stejam bem romprehendidaa na
emenda do Sr. Francisco Joan, cnniludo, no ultimo
caso, volar por ella, por ser a mais qua se coadu-
na rom o seu modo de pensar.
Dada a hora,lira a dis-ussaoadiada.
Conlinuarao da tegondl disotitsto do arl. do rraineuin provincial, com (adatas emendas'a
elle ollereeidas.
O Sr. <;. Caimaraes : Sr,
Tudo isso -con lensouu tanta a aura de sxmpalhia
e eslima publica, qoe sendo conhecidt a nolicia de
1 A maro encheu Unte que'pela primeira vez o i mie S- E'1- <'""' c'""' r"rf" ronsular eslran-
r ficou superior estacada da ra da Boa-Vista' Se,f"- "" S(,"l1a comnicrrio, nao hesitaran em
Ka roa do Canal a agua rresecu a 0 ou li nal- ","r (lei'a *P"l,,,s 1" "" '" """"o he lia sa es-
la C.a.lra- sel,c''i e n" segundo de seus hbitos, qoanlu se tra-
a de cousas de governo; e ilingiram ao honrado
chefe de podra represenlarfies (nio sei que ou(rn
nome dir-lbet) pediudo-liiB que lizesse o sacriflcia
de n.lo ir esle anuo cmara, continuando a dirigir
iquella reparlicao.
Gerlifieo-voi que essas demons(ra{OM foram 1.1)
coinplelamenle espontaneas e re|ien(iiias mesmo,
que u Sr. Dr. Gavian leve conliaciininte deltasqoaii
i nonentn ie a- receber.
D-srul| nii-sc de nlo acceder ao qoe se be exiga,
rom a le e com a ligniflcadi ronlidi de seo. coui-
miitentes ao conceder-lhe o dplemi.
No Mercantil desta cidaita foram poblicados lo-
do, es-es documentos ; e, com vreis u,da podo ha-
ver maisexpressiv do que a carta eollecliva dos
consoles e vice-consules, ea exposirilo do coinmer-
cio desla c pital,
lie por demai dizer qoe nlo lii urna sombra se
quer de espirito de partido em lu u isso, como o
lo ha nas mohipiicadii demonstrarles privadas de
eslima qoe elle recebe dos homens maia nulaveis.
Netle momenta, segura lo S. Exe. n'um vapor de
commireiu para n ltio-(",r.....!e, val oulro vapor fre-
tadn por particulares, rom grande numero d pel-i as
uolaveis aronipanl,an.|o-o U: as Pedras-BrinCla.
Em uuuliuiu lempo, nein cora o chefe de poliei
algum, houve cousa que a iss 1 .,. iprolimisai I pa-
gar' era recuiiheciiniulu a can puvq o Sr. i.'til-
mos, e no mesrao estado (icou a p-aca da CaJOa-
Novi.
Na ra da Carldita e na dos Comoras al a roa
de t-rancia.-n Marques cliegou-se a c.m luzir aenle
cm grandes candas.
n Algumis familias murad ris im pantano aban-
donaran! soss casas ao principiar o l'u.imt.il, a-;.)
horas da manhaa.
1 Dllb> do Ladino timbera ri'liraram-sa alguas
moradores eom suas familia*:.
.1 Cabio para mais ita lll cercas de lab-.as e uns
lll a \> muros do lijlo. Cabio tambera una fren-
te de raa na Gerib inda, e pule de una obra na
rui du Rosario.
l-'icui raza urna rasa vellia na roa das llores, e
airinu a ennneira nina nutra na ra do Rosario cm
frenta ao Ijstjpllil militar.
SulTrerara miius lelhidos, inlnndo nesse no-
mero n da alfandcg.i, ondechoveue inolliou so ul-
g lus fardos cora fa/endas.
Perderain-sc chamins; r|nobraram-ie lam-
pees ; (oran ablixo llgunal arvures e licaram cs-
iragos ricos jar.lilis.
A cadi ficnu toli circulada pela maro, otef-
freu muilu ; rachan-Jo-se a prele du lado .lo mar,
e perdeodo o ziuco quo acobri.i, quo fji lodo pe-
lo ar.
Mais ou menos talas us ca foi a que ulo fez golcir,
Mer.-onlil he qoe publica hoje umi nolicia
qae com rizflp chana do niior nteres. A com-
piuhiidi paquetes Uamburgo-Braiileira vai csten-
der at a provincia a sus buha, ipplicaodo a isso
vapores eapeciaes, que (aran a viagem do Rio da Ja-
neiro ao Rm Grande. Disse ente jornal que a no-
licia f :i cuinmuiiica la pelo governo impenal a pre-
sidencia, aliin de que esla deis arden para lomar
(Tactivas as tantageni concedidas ,-j companhia.
Quando oulro benelleio nan Iraga essa nova com-
muuic rin a vapnr entre o Kio de Janeiro e esla pro-
vincia, ella vu.i despertar a emulacao da curapaiilna
braaitaira de piqnelet, ealabetacando mesmo urna !
eooenrrrnria (na qnalidide do vapresenos pre-
so das pas-agen.', qu,, nan cxilndo ale agora, nos !
deixavain, cono .11/. o Mercantil, merc dus ca- I
prichns di cnmpanhia, e, acresceularci eu, deso)-!
ralculra egosticos. Kefirn-me opiuilo que o ge-
renta apri-semoa n 1 seu relatoriu. de empregar "na
duba do sul, a mais dilliil, a inais |iengosa, os doos
mais ve.h.s e fracos vapores que possue, u Impera-
triz e o Imperador.
Pur nqu .uto a companhia braiitairi tata solfren-
do ura pequeo prejuilO na carreira do Rio-Gran le
a I'orlo Alegre, lem ella contratado um pequen,>
vapor, o l'ommercio ; mis, uo porque e*se vapor
nao he liara, uu por -er fun teda a queixa de que a
-ou burdo us passageir s lio tratados com aspereza,o
l.ii-to he que quas) lodos preferem viajar uu Vapor
ContinentUla, que costana sabi nos ncm* das.
a ultina viagem esu- levoo :io ou naia passageirus,
no mnalo quo o Cninmerrio si levou S ou lu e
quasi tolos bor cante do esta lo.
-;-i in aetuilidide funccionindo o tribu) >l do
jnry, e hoje entra en ja'ginmte uina cansa digna
.le nenclo.
A presWeiicii contraton a fornicio da compa-
nhia dianiadna subsidiada pela provincia, nan rom
1 Sr. lerreira Bastos, como a lei provincial rec.....-
mondara, ltenla a sua qu didade de aiiligu ampra.
sano, e ru snppunha, mas rom um Sr. Hibeiro
luirluguei em-ncicladecimo sjetar Joaquim An-
gosto. I) ir. Bastos nan deijvimou, Imtivla, acon-
tando rom limito mal sv uipalhiAS do publico que
os seos cuilipelidore-.e lalvez con a benevolencteJ
(a maioria la issembla para o subsidio liofino
tature, l vai ueste va., r contratar atracoaipa-
uiia.
rremos, pon mi., das eump*ohiH, dnus par-
lidos dramtico, c porvenlura algumas ruidosas sco-
.i.r de platea,
Siippunha-sa que i:esle vapor iri.un quasi talos
ns uepulldnB da prearinru, mas tal n.lu se d, vilo
1 ile u Sr. birlo de Vorta-Alegre. depntado pelo
circulo .la capital, e o Sr. Dr. Jarintho de Hlndon-
ca, deputado pelo airelo do Rio-1'ardo. Quinte
ao Srs. Bello, Brusque e B irjes Portal, ainda ettao
pela Campanha.
Tlimlnarei, dizeodo-v.x, qu Porta-Alegre leve
este auno urna leuniua lanU de lodo iuio, ulo 10
SOtQOOO sobre eacravo exportado para oulras provin-
cias.
Lisongeio-me, Sr. presidenta, de que (endo no
anuo pinado essa emenda ilde regeilida e soirrido
grande ininugnar;lo, lauta que na mesma occasilo
-e propoi o aiigm-nta de lIroOOO rs., lisanseio-me,
nliuuia emendi lugraeulando essa imposirilo, como
que menbroi mu conspicuos se apreseulam pogniO-
do pela existencia de senielhanle verba.
Assim, puis, conliecndo ^que as ra/es qoe foram
Irtzidts A rasa pelo nobre depntado o Sr. M. Clvll-
ranli, foram subejas p.ra mostrar a inconveniencia
de temelhanle imposirau, me julgo de certa mudo
desobrigado de entrar era lodos os delalltes dessa
quesdln.
Sempre foram miohas Ideas, que nn tal imposto
Um di demasiadamente forte, era pouro legal, mis
rnulicreiidoeu que nlo era possivel de urna vez aca-
bar eom ura imposto dessa natureza. imposto que
produi urna renda contideravel ; apezar deque por
algum foase considerado nao como meio de renda,
mas ci......meio restrictivo : tai lavado por essas con-
siderarte que ru aprsenle! a emenda rcduzindu o
do
promoverem a Golonilaclo ein beneficio da lavour
sem dovida nenhuina tem era vista us inleresses dus
proprielarioa, porque se os proprtetarios nao lu -
crasseni com essa eolonitaelO, n.1o havia razao ue-
nliiini 1 qoe aulnriaassc o guvernu a promov-la...
O Sr. II. de l.tcerda :Nao ha lal, o governo o
que quer he a prodcelo.
O Sr. Sabino Olegario :O governo o que qoer
he justamente a pruilon-ao, pronioveii lo a rolonisa-
rlo elle detejl que v.'nhain para o paiz tiraros que
pottam Orar da Ierra as riquezas, de que ella'he tilo
frtil....
o Sr. M. Cavalcanti :Nao.
O Sr. Sabino Ola/ario:Ende porque ho'!
O Sr. .1/. Caealcanti:Eu dlral quando houver
ucrasiau.
O Sr. Francisco Joao:Pejo a palavra pela or-
dem.
O Sr. SaWno Olegario :Digo eu que a coln-
nisarin promov la pelo govern 1, lera sidu com o
(ira principal de f .mecer os bracos para a lavoura
^]:^^::'^^^^*
menta, ^urque a forra di natorezi assim n exige
n'um pal, que,para assim dizer. ainda e-dl no ber-
ro e ha de augmentar ronsider.iveliucnle, quando
.1-e-lrangeiros reci.uliererem quu aqu podtn uli-
Icr mais faeilnentl aquillo que Ibes f.lla en seu
paiz. I'orlaiilo, nlo he para povoar o paiz que se
procura a rolnuisar.ln ; he prinripalinenle para lar-
ra is ans proprielarios agnrolas forras suilii-ienles
para que pussiin prosp-rar cm suas lavoorat, e con-
seguintemeota dir o nevido augmento a reula pu-
blica...
O Sr. M. Cavalcanti:Se ha por isso, he um
mal.
O Sr. Sabina Olegario :Supponbu qoe mis lia
remos de ebegar 1 um arcordu.
O Sr. M. Caealcanti :Duvido muilo, partimos
de pnucipl s 1:0 nppo-lus
O Sr. Sabino Olegario :Diz a comraissao, qoe
se faz interprete dos agricultores da provincia.
qu nao he a sede du oiro que Ibes leva a pro
mover a colonHaclo. Eu direi a imlire coinmiss.'io,
.ue niiiguem, ibtulutamente ninguem, na provin-
ria, ein tolo o paiz e em lodo o mondo, deixar de
promover mtlhoronenlo pira a sua fortoni, para
a sua blenda, para sen bem estar, que niuguciu des-
prezar os meios que forera connolllMOS iara .1 nb
tenslo des.os lins. S
que us proprietarios repellem esia dea, cu direi que
us proprielarios nflo Ihe derain procurarlo paia se
exprcs-araiu por en* maneira. Eu sei fazer jnstiea
aol agricnKortfl ; sei que nao he ambicio de-regra-
la que os levar a aceitar a eolonisaclo ifreana,
mo lie a inbiclo desregradi que us leva ainda hojea
comprar escravos, nas sim a necenidadi de conser-
varen! suas proprita forlona, e necetsidade de ub-
(erem da tarra aquellas riquezas que tan as larga
prml.i/. Eo, pois, vejo que a rommis-ao na-J leve
razio de se fuer interpreta di corporacao agrcola
da provincia, porque te ttse principio de sordidez
prevalecesse, enllo us agricultores nao abracaran)
qnaesquer medidas (endeutes a exliuc(lo di esera-
vi la.i ; mis nao h i-su o qu* iconlece, antes, pelu
ruiilrsrio, I 1 lus aquelle' nun quem lenho cuuver-a-
d a respoilu das ideas por inuii apresenUil. s na in
.|i<- <;l", te motlrem dotejosns doma realiaaclo,
n i.nil 1 a in.in .rali lado que a nohre connisslo
enxergoo na mistura dos rulnos com os escravos,
en, depoisttaouvi-la, direi a que me parecer, e
mosli-nrri qoetal minorali-tade nao pode existir, ao
passo que ella i-xisle em muilo jran le escola,110 esta-
do iirlunl.
Liiniln-iiio, por ora, a estas CODidderaeijeS, dese-
jando ouvir a commissio acerca lo parecer,
O Sr. Sllta Draga (Daremos ein nulio iiuniero-
O Sr Francisco Joiio .Daremos cm oolro nu-
inein )
Vai a' mesa c apoia-se o segoinil requerimenlo:
Requeiro que a dscusslo do parecer seja em dis-
enssln serela.Fnnciseo Jlo.
i)S-. lianotl CMtalcanli opple-se ao requeri-
meuto do precedente orador e vote rontra elle.
O Sr. Sabino Olegario: Sr. pre-identa, nprm-
nhu-me ao requerimeulu do nobre deputado o S".
Francisco Joao, fiorque n.lo vejo razaj aiguma que
Uf termine a discusaaodeste negocio etniesiauncreta.
i*- 1. .; ..i ein
st o sjsiem .i..- nelhoramentos miteriets.
N 1 di. 10, en sabir a galrra imrliigneza Olin-
da, rubor d. p-ln vapor ijainaragibeo den ella su-
b,- a corda do Briguedr. Segando nos Inftrnun,
nn fui a fada d'igni que occasio mu lemelbanta
siuislro visto como oyeanal da nhid linha mais do
qoe a necestaria. Tent bailado a mate, pone*
depois du seu enralhamenlo, torrnso foi ficar all
dnrant a noile, na qual a capitanifl do porto, soh
as vistas dn Sr. praliro-mr, prestan lo los os soc-
curros possivris r nts-eswarios, oblemlo as (i horas da
manhii de II, a snn Rnetuaflo tazend-a seguir,
rebocada pelu vapor, a fundear no temaran, a te-
ir a carga qne alijan. Pnula profes-ionaos at-
Iribnrm esle sinislrn ao desmido lano do pritteo,
como do capilu, por nflo terem bem examinad,) a
verdadeira agua cm que se arhav ,, galera, sendo
quinze e iiieui pos ingina na pupa, e mais de de-
ztreis na pi.'n, eireonManeia rsia que, reunida a
111 direccao du vapor, fazia mal envernar. Se es-a
censal prucredir julgamus quo a capitana do porto,
Solicita romo he na observancia lil dns eos devo-
res, providenciara' para jamis reappirieer em
prejuizo sempre de inleresses legtimos.
Ate amanhila.
o*?iiG
^m*mtt^.
Ilonlein encerrou se na asseml.la provincial a
discuss.lo do projeete n. II, que augmenta os venci-
nieutus dos erapregados provinciaes, sendo approvada
una emenda, que aulorisa o presidente da provin-
cia a augmentar esse venrimeiitos.
Contiiiuou a segunda disrussao du irt. iO do orra-
mcnlo provinrial, (ornando parle na diteosslo oa
presidente, ainda i br*- *' Cavalcanli, Theodoro da Silva c Jos Pedro,
uina vez me Icvaiiln para tratar de uina queslao que ,01 u "rdgo approvado.
no anuo pastad suscilei uesla cas, e que iiifelizmen- I -l ordem dn dia de boje consistir' na segunda dis-
ta para mim, n,lo fui pus-ivel i.a.-sar, fallo da enien- 'oss;lo dn projeclo sobre os exercicios findos, c conli-
da que inandei reduzinUo a Os-OiK) o imposta de noa^ao da de hoje
IMA LAGRIMA
A' sentida mor de raen lio o Dr. Francisco de Son.
za Mirtina. 1 merecida a meu lio e caro amigo o
najo Elias de Suiza Martin,
Heureu.r i/ui, du riel oceupt.
El d'un /ni.)- cclat delromp',
Met de bonne honre eu liti loal mi esperance .
(J. B. Honestan.;
As pompa, os galas, da curta deixasta,
t.ine os homens proeuram ron tanta avidez...,
B quando em silriirio verdades persrrnlas
Insuma te chamam um tanca talvez !...
Riquezas e honras vaidades tarrea
sK tu.lo qnr ao homein provoca anAtelo
aizuda loobetta tancar ao deipreae
Vivendo em reino, hienda or(lo '....
riiilnsupho, renle na Biblia sagrada
Com ella no qnarto i' snzinlin A sr.ysmar,
Smenle a virlude rs-ndias 11 ni culln
E a Dos, a quera lauto sabias amar !
A mudos doenles, ea vi, enridrso
Remedio ("i Ibes.lando. Hvra-latda dor ;
O (.obre mendigo, que a li prnrorava
Vullava rogando por '.1 ao Senhor.
As pompas, as gala, da riirta drdxatte,
i.ne us iiomciK proearam rom tanta avidez,..,
E quan lo em sileiirin Verdades pei^rmlns
Insanos le chamam ura louro lalvez !...
lira tarrivel gutrdivi em segredo
No peilo, rnuhandu-le a paz int'rior,
Miimoava-le os dias tomnva-le um martyr,
One a vida supporll com pena, com dor 1
Agora la alma, de dores isenla,
C.' a fronte elevada, na eterna Sin,
Qual astro brilhaate, voandn, rulila
Cercada dos premios, que nos justas sedao.
Accolhe o meo pranlo, que ardenle na face,
razendo esles versos, eu s)ulo correr.
Aceita o Irihulu que o amigo saudoso
De dures transido te vem ofl'reeer.
Recife, 8 de maio de 1857.
Firmino de Sansa Martin.
-~^>MK*sf---
Obsequiaram-nns com o Correio Mercantil do Rio
di Janeiro de S7 do gaido. Irazidu pelu brigue lie-
cife, cheglde honlcm daquelle pur o, do quil copia-
mos as milicias do Rinda Prala < Rio Grande do
Sol, que se leem era oulro lugar, lln do que nada
mais havia de novo.
Breve noticia acetca to Dr. Francisco de
Souza Mai lins, oirerecida a meu amigo
Firmino ile Souza Martins.
Arbamos de saber a noticia do falleciincnn do
Dr. Kraiicite de Souza Martin, e nosso rorai-au in-
llmimenta confundido pela Impretilo detn milicia,
anenas cnnseiile que nono labios prouunciem com
Xavier de Madure estas palavras :
11 O homem n.lu be mais que um phanla-ma, unin
sombra, um va|ior que se dis-ipa nos ares.....
O Dr. Francisco de Souza Martin n.lo era um
mposio a oOtfOO, enlretanta que de boa tontada vo- |.,e.n vulgar. .Natural da provincia do Piaoi-v, e
larri, se em primeiro lugar f. r lobmeUidl a Votacio lesreudeiile de orna fi
le, ft$ g% %$.
p"la emenda que sunnrime es-e paragrapho, porque
e-sas ..o :-s imuias idas, enlen lo, que ruis nao po-
demos iui|,.',r p.ir semelhanle forma sobre es-es e oo-
lro* objeetns em redirn ,1 oulras provincias irmaas.
Senhore, quando cs-c imposta foi votado nrsta
casa, pirrce-me que o prreo regular do escravo nao
exceda de StlIWKH) a l:U0O>000 r-., enlrelaulo que
o inipusto de 2UDJ00O, q.....la |)arte do valor sobre
1 nobre rommisslo entande |'"'", natureza Un precaria, como s,lu o cscrevos,
he una njuttict, porque no mesmo momento em que
o dono do escravo vai pasar os 2009000 para emhar-
ca-lo puta pcrlc-lii, e n.lu perita to o valor delle
como o imposta, o que a neo ver he injusta, e ex-
orbilante.
I rilas estas bre.es rellexts qoe nao servirn de
peto, paren smente para corro)irar o qoe di-.e o
iioprc deputado, pattarei ao paragrapho 15 que tam-
bem esl em diecusaSo.
NSo respoudrrei as ubservsrfs do Sr. Theodoro
da Silva, que sustentan as 1 i.-as quo combalo, por-
que .-.inf.-so-ine agora incapaz de entrar em seme-
Ibanle dscusslo ; os ipootamintos q ie linha. pur
rirriini-i.-inria adietas d niinlia vnnlade, deixei-os
e;ri r, >:, c a-sini ficari esa refotaclo para oulra
silo, em que esteja preparado e calmo o e-pi-
PRACA DO RECIPE II DR MAIO AS
3 HORAS DA TARDE.
Colares olliciaes.
Assucar mascando americano regular3al00 por
arroba rom sarco.
Cambiu sobre Londres27 3|, (i0d|r.
Prederico Rubilliard, presidenta.
P. Borges, secretario.
CAMBIOS.
Sobre Londres, 27 :i|4|a (0 d. e 27 7|8 a 00 d.
Pars, 3")(l rs. por fr.
a Lisboa, II.) por ", de premin.
a Rio de Janeiro, i por 11, 1 d deseonln.
Acr.lo du banco SO por cauta de dividendo por con-
la do ven.le.tor.
a enmpanhia de Bcberibe 60S000 por ICCll
n 1 L'tiliJade Publica, 30 purceutod premio,
o a Indcmiiisadura. .32 idee,
Diteonto de lettrat, de a 10.
Acres do Banco, II) a i j de premio.
Ouro.lluras hespauholas. .
Moedaa de G.-OO vslhas .
t>?'i00 nuvas .
I JIMH). .
Prata.Pa taces brasileos. .
Pesos cnliimnari.-s. .
a mexiraims. .
oren
nlu
A emenda si
tir-.r d 01*; ni'
i'lll ore SC V
provincias. 'I
80 por ceuln sobre csses bilheles, b que h- por a--
snii dizer 11 banimoiilo det*i ln lutli i em n hxsi pro
\iu -t... enlendl que nan era pn
a eM-'.ire- a veibl, porque e:
pprestiva do |S 13 dn arl. 1(1, trata de
'nlo a impstate de l:lll.; sobre rasas
11-m bilheles de loleri de oulras
end 1 passadu u projeclo que inne
28i
2SJ-VI0
((sutil
lfK- l-SHKI
2PWM)
aj-IHI
ljSGO
amida iinpnilanle, elle, (endo
apenas rcrebido cm 1S32 o gran de bach.-irel forni-
do, pall anliga ac 'emia joridici de (linda, onde
11 seu talento supeior era sobre modo apreciado, ja
pelos seus calleis, ja pelos seus lenta, comerou a
oeeupar as nelhores puaifjo* do imperio, e a" de-
monstrar que 11 jutzo vantajoao que sempre delle se
Hiera, r. as esperauras que em sua-. m.los depotilav
a patria, na 1 eraiu nifuiidadas. Eleilo deputado
a assnnblra cera I legislativa por sua provin-
cia por uina serie na inlerrerapida de legis-
laturas, sua voz ochava echo sempre no neta dos le-
gisladora, pmque quem lili discalil mo era n sim-
ples deputado, era o pudlico sagaz, era o linancciro
abali-ado.
A lirme/.a do sen caracler. a tabederil das suas re-
soIui;-s, a lgica do seus discursos, gringeanm Me
uina aiii eon*ideri(lo para o auvernn du 1 .-/ e poo-
eo lardn que fosse rhama-ln ,1 adntniltrac a pro-
vincia da Baha, enllo a mas inportaata do Bra-il.
A presidencia dn Di. Sou.a Mai ms na ll.hia. lll
um dos sen- noitninenlos >ta gorie ; anda boje os
Bahauos ngra.lecidos referem-na e-.m mottraade ju-
bilo, de s,,(i-far;i e lias-a historia eontenporiuel
nlo poltra .tenar de regislra-li.
|-ni 1 lie. sin, qu.-ui conteguio de-lruir a ntis for-
midavel das uisurreices que tem I svido no Brasil,
a iiisurreir.iu de IcKIj na Babia, iiue semclbanle a
um volrlo, iraeacava eoniuis Uval a ruina de lud
a cidade.
No ida docalirlysma o Dr. Sonta Marlim
era sanenle n presidente enerRiro a resoluta, ..
elle era tamben o soldada detlii.....1 valorotoque
insurgente.- a in-
te, cm presrnc. de dio
Caixa Filial u linm-o do
Brasil
EM II DEJUAIODE1857.
Directores da semana, os senhnres :Manad (011-
calvesda Slva c ieao l'erena Vianna.
A caixa desruiila titira a 10 por renta ao aiinu, c
tema dinheiro 1 premio eraconfuriitidade cura os seus
estatutos.
A 1.1 ANHELA.
Rendiinciidi do da I a 0. .
Mein do dia II. .... .
146:344/531
^U:ill;77l)
I67.-936930I
nlo
'." ', '" '"" I""" ''de era tambera .. soldado dr
.ivelIqao ronlmnasse peiUl, b
"" duas penas rr,irni> su,.n,1,,i d.
em un, so corpo, visto "Miren, j. os 80 por renta i porfi-Ma resi
mu 1:1 "11 s*ril diz.'r-se I i.nr rento. xi.i., .
tais lar.!.-, em ISiO occop u ce a igual vaiKagem
:Esse iinposls esla' inbslltuido pelo
o pro'ecto de !ci do
'I
('na
nutr .
(i Sr. ti. Cuimariles :Jt.
orcaitiento aind 1 o consisrtoa
O Sr. Souza Carra !>.o:!|a pnrq:e o r-rramen-
la fui organisado ante- do se approvar esae pro-
jeclo.
II Sr. G. Gttimarei:Enlo slo bem feilas mi-
abas 1,-ileuies, patsaritadianle.
Tenho linda de tratar do projeclo n. 17. qoe diz
rerpeiiu aos beui do evento e sua arrccadar;ao, po-
spanbota Ameliapipas e Larris de
V. 1.1. e lie sabido qoe no lempo
teilou urna das (astas que Ihe l.ua
a presidencia
di maioridade r
Oerecida. .Mas urna falalidide veo devolve-lo
dessa rslra la brilhaole qoe to (tunosamente pir-
cnrria.
o lir. Sui/a Martins vio, lalvez l reilidide dos
seas lonhos de fiii.ida.1e, nomi doozelle nomnen-
le, cm cujas faces rell-rtiaiii os llriC(VOS das 1II11-
scs da moci.tade ; detpotoa-l, e de-de es>e iiioiiieii-
lo a ilegrii afugeutea-se do >cu carac|o ; orna ta-
bre abrasdta, como que II.e devorav* o cerebro, e
Deseirregam hoj 12 de maio.
Barca inglezaFloitng Cloodmercaderil*.
Barca fr.uicr/aCmuia M ilbildemtreadorias.
rea InericiniMenisotaftrinhi de Irigo.
llrigiie americano llellen1.1
Hulara he
vinbo.
larra brasilciraKerifepipas vasias.
IMPORTACAO*.
Itarr.a americana aMtniaoit, vinda de philadel-
phia, c nsisnadi a Johnstaii Pitar fliCi maufrsiou
o seguinlc :
500 barricas farinhada trigo ; n M..iheu- Au-lin
i\ ti.
I" -s lilas mu dita, (I K) liirriquinlias ludacliinha,
10 Larricas grasa, 100 eaia* agoa saz, KKK) resinas
P ipcl de ennrulho, su duzm de eadeira, 48 eadei-
las de ba'aur ,, |(i.j pfra, de esleirs para salas ; aos
eonsgnalirii s.
Vapor nacional Percinunga, vindo dos portas
do intermedie do sul, manfftnoi o seguinte :
550uceo autocar ; n diversos.
1 baln ieaora-M ; a 11. P. .Mesqiiila.
'1 raizte dilo ; a l-'rancisco (ornes C?steIl3o.
Id lo dita ; I J..lu,-Ion Paler ,\ C.
15 pao ; a l'r. Csetino le Messina.
Allusn a sua vida.
, Curava liouieopalbirameDle.
MUTILADO
ILEGIVEL
..'
- .- -


>
t

'** yesal ; Joto Auluiiiu da C. i limito.
10 ilil,i. ; a Joaqun) (. iu.; ,l,,s Kerreira.
10 (iililoa ; a JoaoUlptisla do Kego.
III diloa ; a Jo.To da Costa Lima.
M illldi ; a Manuel Alies Kerreira.
* dilos; a Amonio Monleiro Pcrelra.
lifARfO nfe KilNAMBUCft TltQA PIHA 12 1)K MAIO rK 1857
CONSULADO UEBAL.
Iltiidiineiiln do da t al .
Mun ilo da 11.......
27:02151185
12:l2:ljO'J7
:!'J:iHfl82
DIVERSAS PROVINCIAS.
Il< intmenlo do da I a '.l.
ld;m do da II. .....
3:052.>41
277/201
3:329$745
DESPACHOS DE EXI'OIUACAO PELA MESA
IK> CONSOLADO DESTA C1DADE SO DA
II DK MAM) DE 1857.
Piula ItdpluaBarca americana Union, Mallieo*
Vu-ln e C, 1,503 sacos nanear mascavado.
MarsrlhaBriiiie IrancM ul.e (irandn, N. <. Ilie-
_ i>*r & Campanilla, 3,500 saceos iHuer ruascavado
ClMl Paladn anieric.no La liratiue, Paln
N.i-li iS; C, 3,950 sacro* Mancar mnacavailo.
I'i .i.i l.'i,.ii.i l'alaclio americano aCominercen,
llenry Patatar & C, 1,700 saceos assucar inacca-
vado.
C nalBarca iint!eaCourricrPaln Muta ^ C,
:W0 ecos atiucar mascavado.
I. -i'.hlir ^ ,u |m,, i,,.,,,./ |.,ia II, Francisco Se-
le.-.a.i.i Hal.ello & Filho, iOi) saceos ansucar bran-
ro c S3 pina mel.
Kio di PotaBarca nacional aBufina, Viuva A
iii.n mi ,V PIImcSO pipa, agurdenle.
KCCHIKMUA lE RENDAS INTERNAS GE-
RAES DE PERNAMBUCO.
Kan.lmenlo do dia 1 a i). 6:281-5037
Ideiu do da II....... 753^804
7:037*841
consulado provincial.
K ii luii 'iiii do da 1 a 9. 17:1909858
I. un do MI II....... 5:6725101
23:ieat59
38m000|ter parto da carga prompia, n bem eonbeci-
38-oOn do brigue portuguo/. l.aia II; para o resto e
4o?ooo: passageiros, traia-se rom os aeua consigna-
tarios Francisco Se.eriano Itabello > Filho.
araiiao
e Para.
Brejo Idem idom por
Cilires dem idem por
Florase Floresta idem idem por
Boa-Vista e Exu' dem dem por 3V;000
Vai igualmente a praca para ser
arrematado, conjuiiclamcaie com
o imposto do gado vaceum, o di-
zimo dogadocavallar, nos muni-
cipios abaixo declarados :
Limneiro, avalido aunualinenta por OljOOll
Brejo idem idom por 539000
Cimbres idem idom por i05?ooo
Bonito e Caruaru" idem idem por IMsjOoO
liaranhuns dem idem or 80/000
Florse Floresta idem idom por 3i2?00
Boa-Vista e Exu' idom idem por 20'jjooo
Imposto a cargo dos collcclorcs.
Brejo, avallado animalmente por .V.'I.-MHIO
Cimbres idem idem por 3l1?0oo
liaranhuns idem idem por 4559000
Flores e Floresta idem idem por i)!)9-o>o
Boa-Vista e Exu" idem idem por 44MOO0
as arrematarles serio Coilas !>or lempo de
tres anuos, acontar do rdcjuliio do cor-
rente auno, a 30 de junho de 1860, sobas
mesmas eon licO 's das anteriores, e na for-
ma do art. 76 ilo rcgulamento de 3 de acos- Antonio da Abatida Gomes, ua ra do
te de 1852.
As pessoas que se propozorem a esta ar-
rematarlo comparecam ua sala dassesses da
msala junta, no dia cima declarado, pelo
telo da, habilitadas na forma do art 75,do
roesmo regula meato.
E para constar se mandou allixar o pre-
sente e publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de JH Pernambuco 9 de maio de 1857. O sacre- ''ccllc-
tario, Antonio Ferreira da AiinunciacSo. ^a'a.rssi i>"l a i. I a *
Art. 75. O contratos da arremaUcOo de I "1 iJi! h Nlfii 91 1*1
renda, que importaren! era mais de dous \
contos de reis, seto cilecluados sob a ga- H{V(,:rJ!(*'l'i Y 1)01" lx'<
rantia de dous fiadores idneos, que tenham I
fftto* 5 ifttM*
' -
O veleiro palhnhote nacional LINDO
PAQCETE, caiiil.io Jote Pinto Nuoea, pmrrilriitc
do Km de Janeiro, com melada do seu carrega-
menlo, destinado aos porlos indicado!, para onde "'"'> Cujas
seguir'ruin brtavMade, recebe o resto da cama I corrate,
leftino : a lialar com o consignatario
Trapiche n.
PROVINCIA.
O Si-, tliesotireho das loteras manda
fazer publico, que se adiara a venda, no
pavimento lenco da casa ila ra da Au-
rora n. (i, bilhetes, meiose quartos, ({uinta parle, da sexta lotera do Gym-
nasio, das 9 horas da manha a's S da
dia 1 (i do
rodas
.imam no
com i
16, segando andar.
Para o po de Janeiro.
Segu com toda brevidade, o bem conhe-
cido brigue nacional Almirante, lem grande
parte da carpa prompla, para o resto, passa-
geirus e esclavos, para o que tem ricos com-
modos; trata-so com o consignatario Jos
ernandes, ra da Cadeia do
Mttfciaititw
^45 pvzie.
>avios culrados n. 10
> >'\ .i Orleans pela. Canarias 100 riias, ilo ullirao
porlo2>dias, bercanliii beapanhol tiolela Paco,
le |:I0 loiielada-, capilao liius Vil, qnipageai
II, caisa TOO barrica! nona familia de Inga pe-
dras a Araaaga o Bryan. Peilunco a Barce-
loua.
Navio! sabidos no mcmo dia.
Rui .le JiieiroBricne lir^ile ro Almirante, ca-
pilaa Joaqmm Piulo de Oliveira, r.u ^ i asquear e
aitoarilrulc.
Araealylate lira-ileiro lnvencivel. mostr Joa-
.iiiii Jo.,! oa Mlvcira, carga laiendas. Paa-agei-
ru, AnUiuio lli In.u... das iNevcs.
demlliate brarilaira Evlialacao, me niii Maii'ii'l Altuiso, carga faiendas, l'as*ageiro,
Antonio de H illanda Uavaleauti de Albuquerque.
Navios entrados no dia 11.
Kio de J ineiro13 du.. barca liraiileira Rcrife,
So 332 loiialadas, rapilSu Manoel Jos Riheiro.
eipiipasein 16, carga calo e pipe com agua ; a
Manael riitncisoo da Silva Carrica, Perlein-e a
Periiamlioco. Passageiro, Francisro Marques de
L"mo. Kibeiro
demI i dia, patacbo brasileiro Tamega, de 116
l mii-I:!., k, capilAo Manoel Pereira dos Santos c
Silva, equipagem 9, carga caf e mai gneros ; a
>'iv.ir- Ov Oompantiia. Perlence a Pernambacn.
P.Ksaaeiros, Vctor Jos de Soou, sna senhora e
I liilia.
Idom13 das, brigue brasileiro Elvira, de 1S1
toneladas. eapilAo It.'limro Baptisla de Sonza,
equipagem 13, carga 600 barr cas com fahnha de
Uio e mai gneros ; a Jos Joaqun) Das Fer-
nandea. Peileucea Peiuambuco. Passageiro, Jos
Joaqun) da Silva.
>"avioa sabidos no mesmo dia.
Un tiran le do SalPatacho brasileiro Rom Jc-
ii-ii, capillo JoAo tionjalvus dos teia, carga as-
sucar e agurdenle.
Araeatylliale braiileiro Bnberibe, mlre I/.i-
dorn llirreln do Medo, carga fa/eudas. Passagei-
ro, Antonio .I.i-..' >ones.
I U t>
Alexandre Ausgusto de Fras Villar, ollicial
I estado inator do cxercilo, major com-
mandante interino do 1.-batalhSo de ar-
tillan da guarda nacional do municipio
do Rpcifc, e presidente Jo conselbo de
qualilicagii) da freguetia deS rr. Pedro
Gongalvos, por S M o I. etc.
Faco saber a quem interessar possa, que ,
na tsreeira dominas, i7 do crreme m, ne* 1=. h '. l ? f '
las o Horas da m.Sba, se achara remriaTo Sito Sil '
i-.ons-lho do qualilicatjilo, para arevisSo do
conformidade Con: o disposto do art. 1
!Ull-
bens de rai/. na cidade do Recifej ao menos
um delles, urna vez que o oulro seja notoria-
mente aiHiii ,iii.
Art. 76. As arrematacGus pdenlo elfoc-
luar-se pela maior ou menor licilaQSu olfe-
lecida em cartas fechadas.
O llltn. 8r. inspector da thesouraria
de fazenda, manda fazer publico para co-
iiliecimeulo dos iuteressados, que, nao obs-
tante haver o major Jos Joaquim do llego
Barros, oblido senieuc,a em grao de revista,
mandando resliluir-lbe os terrenos compre
heudidos entre o becco da .Moleta, e as ul-
timas casas por detraz da igreja do l'ilar.que
fzem face para o Forte do Bruin, e acbam-
sc na posse da fazenda nacional, como de I
inarinha ; a mc-ma fazanda eouliuuara a I
manler-se na posse em que esta, e a baver a
peusao dos respectivos loroiros, eni(|uanto (
por aquelle major nao l'or prcencinda a clau-
sula couda na mesma senleuca, de fazer
medir c demarcar judicialmente as 50 bra-
bas de trra, que Ibe dao os seus ttulos de
sesinarias,
Secretaria da thesouraria de fa/.emla de
Pernambuco no primdiro de maio de 1857.
O ollicial maior, Emilio Xavier Sobreira
de Mello.
- Pela subdelegacia do primeiro distric-
lo da cidade da Victoria, acham-so deposi-
tados 4 cavallos, sendo 1 preto, 1 caslanlio
amarello, 1 russo pedrez, e 1 castaubu pe-
queo : quem so julgar com direilo a dilos
cavallos, apparec.i para justificar e tomar
posse, poiSjUIga-se serem furlados. Subde-
legacia do primeiro districto da cidade da
Victoria 1" de maio de 1837. Alesandie
Jos de Hollanda Cavalcauti, Io supplente de
subdelegado em esercieio.
COASELHO AOMlNlSTHATIVO.
0 conselho administrativo tem de comprar
o seguale :
Para a botica do hospiiJil rcgimental.
Acido prussico medicinal, nlavas, agua
de labarraque, garrafas 12, amendoaa doces,
oncasS, amiio, libras a, botas, libras 1,
aerada, libras 16, canneila,libras i, essencia
de louro cerejo, oitavaa 3,dita de rosas,oita-
vas 2, emplastro de cicuta, libras *, dito
mercurial, libras 4, luuiarn, libras 2, era
terrestre, oncas 8, iodo, oncas i, linbaca, ar-
robas 2, meiss.i, libra 1, musgo, libras 1,
nitrato de polassa, libras 6, oleo de ligado
de bacalhao, lidras 8, oxydo de zinco, oita-
vas 2, oleo de crotn, oiiavas 4, raz do ai-
libras 8,
libras '!,
neo, uncs s, simaruba, libias^
buigj.
i i>r siu.'ir/s
Etnera-te de llaniburgo o vapor ingles GOI.DEN
FLE6C,a para Biliia o i'.i di Janeiro : para I:. tes no paMS-
g.-iros, no qual lem f .cellcnles cnniinodos, tiala-se
com s agentes, na roa da Crai n. i.
Para o Mio
de Janeiro
segnecom muita brevidade, o ]>en conbe-
c'ulo l)ii;;uc SAGITARIO, o qual tem a
maior parte de sen carregamento promp-
to: para o restante C passageiros, trata-
se com Manoel Francisco ila Silva Carn-
eo, na ra do Collegio n. .l, terceiro
andar, ou com 0 Capitao, a bordo.
Ciiaiiiliin
JK.
trausatlantica de Genova.
Thesouraria das loteras 1* de maio de
IS.)/jse Januario Alves da Main, es-
crivSo das loteras.
Qunm precisar de urna ama para casa
de familia, queira dirgr-se a ra Direita
n. 91, primeiro andar.
Precisa-so de. um caiscro : na padaria
da ra Direita n, 82.
l'rccsa-sc alegar um preto : na pada-
ria da rita das Larangeiras u 28, ainda que
no cntetida.
Oflerece-se urna possoa para adminis-
trador ou caixeiro de qualquer eogenbo,
com canacidade de descmpenba' o lugar, e
tlando fiador a sua conduela : a pessoa que
quizer iililisar-s de seu prest DIO, dirija-se
a ra estreita do Rosario n, 18, ou declare a
sua morada para ser procurada.
Lotera
DA
e
OVIHCU

do
decreto n 1130 de 12 de mar<-o de 1853.
Pelo que lodos os cidadaos que tvercm a
- .miar os seus di re tos, devem ter en
vista o disposto no art. 20 do citado decreto.
Ci l-ide do Recife em Pernambuco, 9 de
maio de 1857.
Alexaudre Augusto de Fras Villar.
0 major da guarda nacional, Msnocl Clsu-
dino de Oliveira Cruz, commaudanto inte-
rino do 3 balalho de infantera, c pre-
sidente do consnlho de qualiflcacSo da fre-
guezia da BoarVtsta etc.
lago saber aos que o presente cdital vi-
rom, que ua terccira domiuga, 17 do corren-
te met, pelas 9 horas da inanhaa, se achara
insiiiiaiio o eonselao do qualiGcacSo, no
consislorio da igreja matriz da Boa-Vista,
alm do proceder-se a revisao da quallicago
dos cidadaos quallicados, e dos quo houve-
rem de ser uovamentc quallicados, e dos
que tiverem do sar eliminados, ludo na for-
ma *i le.
Pelo que tolos os cidadaos quer tvercm
a reclamar seus direitos, o queir-m fazer at
o oitavo dia de sua InstallacSo, alim de po-
derem ser considerados pelo mesmo conse-
lho.
Secretaria do conselbo do quIiOcacSo da
freguezia da Boa-Vista, 9 de maio de 1857.
Manoel Claudiuo de Oliveira Cruz.
Pela subdelegacia da freguezia de S.
Jos do Recife, se faz pub ico que foi appre
hendido, e acha-se em deposito, nm caval-
lo rugo, com catiudlia, i|uc amluva vagando
pelas ras desta freguezia ; seu dono justi-
ficando, 1 lio sera entregue.
.Subdelegacia da freguezia de S Jos do
Recife, 9 de miin de 1857. O subdelegado,
Eduardo l'iederico Banks.
O lilm. Sr. contador d thesouraria
provincial, servindo de inspector da mesma
thesouraria, em virludede resoluc,ao da jun-
ta da fazenda, manda fazer publico, que em
cumprimento da lei, peranle a mesma junta,
se bao de ai rematar em basta publica a quem
niaisdcr, nu dia 10 de junho prximo vin-
doino, os impostos seguintes :
2->i00 reis por cabeca de gado vaceum, que
for consumido nos muuicipios abaixo de-
clarados.
Becife, avallado annualmenle por 60:502HI90
(Suida, dem dem por 2:359:000
Igoarassu' idem idem por l:8lo?000
I.oa una idcill dem por 6:8640000
NazareUi iden idem por 4:659'ooi.1
Cabo dem idem por 1:5939000
Santo Anio idem idom por 8:0809009
SeriiihSem idem idem por 590-JOUO
Rio Formoso e Agua Preta idem
dem por 2:6573000
Pao d'Albo idem idem por 4:210r0U0
E nos municipios seguintes,
nosquaesso pagam aquelles que
lalbarem carne para negocio,
e os criadores o dizimo :
I.un oiio, avahado annoalinentc por 3:69S?01K>
Bonito e Caruaru* dem dem por 2:770^000
Brejo dem idem por 1:6931000
Cimbres idem i-tem por 1:2lli?090
Caranhuns idom idem por &763000
Flores e Floresta I lem dem por 3:l73#00
Roa-Vista e Exu' i lem idem por 3:t)9ioOO
PosS ltimos municipios,islo
lie, Brejo, Cimbr. s,Caranhuns,
Flores e Floresta, Boa-Vista e
E\n', sao arrematados culi-
justamente os impostes a car-
go dos eoUectores e 20 010 do
cuisutiio da agurdente que
for consumida nos seguiulcs
municipios :
(Muida, avahadoanniialmenle por 3-V>la0n(l
Iguarassu' dem idem por liiii.-n m
Coianna idem idem po* 81-000
Pao d'Alho i lem idem por 96C00O
^a^areth i.iem idem por 80;000
Santo AnlSo idem idom por 254/0110
Cabo idem idom por 569000
Bonito e Caruaru' idem idem por 4^:000
Itio Formoso e Agua Pela idem
dem por 529000
Scrinhilem idem idem por 349000
I.imoeiro idem idem por 1149000
Carauhus idem idem por 609000
2, ihredacio, 0115a 1, vsleranalo de quioino,
oiiavas 4, assucar refinado, arrolus 8, azeite
dcoe, garrafas 8, banha de porro, arrobas 2,
caixas para piluas, grosa 1, funiz de vidro i,
graos de vidro grandres 4,marmitaa de fo-
llta com tampas 6, talas sorlidss para fractu-
ra de braCOS e peinas 50, vinho blanco, gar-
rafas 12, siito titilo, garrafas 12, vinagre
branco, garrafas 12.
2.- baUlbSo do infantaria.
Cascmra encarnada para vivos, covados
39, hollauda para forro, covados 946.
4.- balalho de artilheria a p.
Casemira carmesm para vislas, covados
7, botOes convexos de metal amarello, de 7
inhss de dimetro, ecom o n. V, 2818, di-
tos ditos do cinco linhas, e com o mesmu nu-
mero 1010.
o.- batalhSo do infantaria.
BotOes prctos de massa para capoles 3000.
Quem quizer vender, aprsenle as suas
proposlas em carta lechada, ua secretariado
conselho as 10 horas do da 15 do crtente
me/..
bala das sessoes do conselho administrati-
vo para fornecimcnlo do arsenal de guerra.
8 de maio de 1857. Manoel Ignacio Bricio,
presidente interino.Bernardo Porcira do
Carino Juoior, vogal o secretario.
O lllm. Sr. capillo do porlo, de conlorinidade
com as ordem do ministerio da inarialu, tranamil-
lida |ieln Exin. Sr. vics-praaidenta da pravineia,
em olUcio de 11 do andante me*, manda dar publi-
cidade a lradncr;Sa abaixo do avivo annonci.indo
aos nave^aue- o Mtabelecimenlo de pharow endif-
ferenles pomos da Europa, e dos Estados Unidos da
America.
Capitana do Porto de Pernambin-n 15 de abril
de IS57. O secretario, Aleiaudre Kooiiitues dos
Anjos.
TRADCCAO'.
Aviso aos navegantes.
N. 36.
Ealadoi Unidos da America. UaatachaHtls.
BOU DE SINO NO ROCIIEO Ol PEORA
DEEP 1101.:.
A direetnria de pbaroea dos Estados Unldm seba
de faiar publico, i|ue a lima de veraoulea, callocada
subre a pedra ou roehed Dasp Hile em frente de
Cornil, no Sun.la Vtneyard, oa costa de Maasaclia-
eits, (o removida, e rm teo tusar eolloeada orna
b.na de forma comea, de leaunda ciaste (listas en-
< ironas e prelaa hoTiwnUesJ rom um lino, pesando
1)0 libras, teunro no tope por amaartnacS.0 de Ierro,
e surinontado com um arco de f;rro que marca
odia.
O sino esta'elevado l|2pt cima di supercie
d/agoa ; loca p*.|i> moviraenlp das ou las. vantu r
mar-, e pode onvir-se em lampo ordinaria a ana
distancia de meia inilh..
A marca do dia lem 16 polleRadatde dimetro, e
esta idavada 7 pus acuna ua supercie d'.igua.
Por orden de S. S.
Atafagado, John Wasliinslon,liydroRrapho.
Repartirilo liylrosrapliica do aimiraulado. Lon-
dres li de oululir.i de 1858.
Este aviso nlf.'Cta o* seguintes mappas do Imi-
rantado: Amenes do iNoile coala da tala, folha 5,
u. 26S llilna do Funly para I. ,ng I4and n. 292.

Em 12 do crranla espera-te o vapor sardo GB-
?0\ A, viudo da Europa, e depois i?a demora ne-
cesaria legue para Balda e Itio d Janeiro, e reca-
be paatasairoi para esta, pracate para Montevideo e
Baenos-Ayru : no csrriplonu dos asentes I.einos
Jnior Leal Heis.
'Ccar e-rfeart-
os seguintes
500?
200.5
505
O abaixo assignado venden
premios :
2 quartos Numero 50
3 dilos n 285
2 dilos 98
O mesmo tem oxposto venda os seus fe-
lizes bilheles, meios e quartos da quinta
parta da sexta lotera do Uymnasio Per-
nambncano, os quaes no estilo sojeilos ao
descont dos oil;> por cento da lei.
Por Salustianode \quinn Ferreira,
Jos Fortnalo dos Santos Porto.
S-ET
D. 3
( es

EXTiNGf BANCO DS PER-
NAMBUCO.
do P.i-
linuida-
convida
A dirocro do extincto llanco
uaiiilitico tendo ;ie dar litn a sna
rao no ultimo do corrente me/.,
por isso aos pottudores das respectivas
notas de enussao, a trocarem-nni ate
aquella data, na caixalilial desta provin-
cia. Iteciie, 5 de maio de IS.'i".Ose-
cretario, Joo Ignacio de Hedeiros Kem>.
Baile
tupala:
DE
ISCRISE B1SIA
PALACETE DA KUA DA PII.V1A.
Sabbudu IG do corrale.
llavera hade, e os carlOes cstarao venda
no edllicio, no da dn divertmento, que de-
ve principiar as 8 horas e terminar as 3 da
manliaa.
Segu no dia 12 o palhabote ^obralcnse.
capiUo Francisco Jos da Silva Ralis; para
o resto da carga e passageiros, trala-ss com
Caetano Eyriaeoda Costa Moreira, na ra da
Cadeia do Recife u. 2,
Leilao de fniiha d trig <
Transferencia.
Por motivo, nao po le haver li 15o de fari-
dc trigo, lcar transferido para terca feira
12 do corrente, as lo horas da manlnia, na
porta do timazem do Sr. Aunes, defronte da
alfandega.
ScliafheiUin senta c.oSr. cbanceller do consulado llam-
burguez, por itilervencao do prepostO do a-
gento oliveira, a por conta e risco de quem
pertencer, de triangulo travesslo SO n. 31,
um fardo com 10 pe^as de i inno azulava-
riado a bordo do vapor hamburquez Tcuto-
nia, ua sua ultima viagem : teres feira 12 do
corrente, as 10 horas da manbaa, no seu ar-
mazem, ra daCruz .
(J agente Borja, em seu arraazem na
ra do Collegio n. 15, Tara leilao de urna in-
Qnidade de objeclosde differontes qualida-
des, um lindo sanctuario degosto moder-
nissimo, e diversos objeclos de pjicellana e
de vi jro, e ontr.'s inultos que se acbaro ex
postos no supradito arra izem : quinta-feira
14 do corrente, as II botas da manbaa.
Leilao ilt- qucjos de Grave.
O agente Pestaa fata leilao por conta de
quem pertencer, detquenos uo Gruve mul-
to frescaes, desembarca los ha pouco : terca-
feira 12 do enrente, as II horas da manbaa,
defronte da alfandega, na porta do arma-
zem do Sr. Aaues.
O agente Borja esta' incumbido de
fazer leiluo, da rica mobilia e objeclos de
capricho do Evm. Sr. tenente-general
Anlomo Corroa Seara, que regressa a' cor-
le do Kio de Janeiro. Oppoi tunamente
iiiilloar.sj-lta o dia, distt'ihuindo-Se oea-
thabgoldos objeclos quedevean ser, setn
reserva, vendidos.
O lllm. Sr. coi-rctor geral Frederico Ro-
blliard, estando proxira ) a fazer urna viagem
a Enroca, (ara loilSo por interv. ne"io do pre-
boste do agente Oliveira, de toda a mobilia
etc., da casa de sua residencia no campo,
coosstindo em solas, c irislos, mesa redon-
da, cadeiras ususes, ditas de balsngo o de
bracos, piano deexcellente vozes, bancas de
jogo e para onlios mis teres, esleirs e tape-
tes desala, caodelaoroi, linternas c lustres,
pistolas do 5 ranos, copiadores de carias, I
concertina com msicas, guarda-vestidos,
commodas, sccretsria, lavatorios grandes e
pequeas, marquetas, toueadores, cama de
ferro grande, ditas de madera. mesa elsti-
ca para 21. pessoas, aparadores, guarda lou-
ja,mesas para engommsr, apparelhos de
porcellaua parajantar, almoco, o para cha,
garrafas e conos de crystal para vinho, copos
para etlainpanhe, l'm^. garios ccoiheres,
porcSo de vinno engat rafa lo, de differentes
esuperjores qualidades, um carro paraseis
pessoas de mus ou um cava lio, com arreios
dobrados e singelos, um cabriolet, dous ca-
vallos, trem de cozinha, dito parajardim,e
inlinidaiie de objectosasst necessarios ; a-
lm dosartigos suarainencionados, ha vera
tambem exollenle Hambre, queljo, bebidas
etc., para o lunch : sexta-feira 15 do concil-
le, BS10 horas da ui tilia,i, sitio da casa a-
mar.'lla, junto no da Exm luroneza de lo-
beribe, na rutile Je Uehoa.
ovatenda

lu
IIOSP
le
fa
LEILAO
riaha de tiixo Iioje.
NOVIOADB.
Completo deposito do massss Qnas.
No aterro da Boa-Vista n. 5, terflo os
freguezes, sompreque queiram, um comple-
to e variado sortimento de massas linas di
lodas as qualidades, como seja bolinhos
francczes.boiachlnba do arariita.biscoilos li-
nos.amcndoas coufoituilas.e todas mais mas-
sas que se fabricara o \ padaria, caixinhas
de apurado gosto para cncher do coufeitos.
No mesmo estabelecimento reesbam-se en-
commcnlas do ban lejas enfeiladas com
muita perfeicSo, pasleldes, pegas motlalas,
bolo nglez, e toda e qualquer obra do pas
telara
Na ra Augusta, taberna de 5 portas n.
1, vende-se earno do sertao pelo diminuto
preco de 3i0 rs a libra : os freguezes de-
vem apiovoilar o bom deseJQ que na para
scrvl-los.
AREOPAC0 LITTERXRia
De ordem do Sr. presidente da socedade
acadmicaAreo^ago Iliterario,convida-
mos aossenhores socios elrectvos para com-
pareceremas 4 horas da larde no aterro da
Boa-Vistan. 51, primeiro andar, seSSSo
extraordinaria, que esta marcad i para odia
13 do corrente. Secret iia do Areopago Lt-
terario 12 de maio de 1857.O t. secretario,
C. II. de Almeida Braga.
galvanismo.
Continua-se a galvanlsar tolas as obras
que forom 'c met-I, com ouro c com prata,
galvanisa-se co-a ouro obras de pr?la, sendo
esle galvanismo duratlvo por ser pelo novo
methodo, por preco commodo : a tratar 110
balrro de S. Jos, ra do Forte n. 3
AtteiiCcl t.
Importante para os -eolio es ourivss e la-
toeiros
D-sc licOcs de galvanismo para lalo,
cobre, prata, ouro, fono ac ; sendo eslas
lices mesmo que prattes, por preco muito
em conta, das 7 horis ale as 5 da tarde : n i
ra de S. Francisco n. 33
Vendem-se castanltas piladas a 100 rs.
a libra: na taberna da ra .Nova, junto a
ponte da Boa-Vista.
Perdeu-se um chapeo de sol de seda,
na matriz do Corpo Santo, na oceasao da
misas das 8 horas : quem o achou, quercu-
do, pode Ieva-lo ao largo do Corpo Santo,
escriploriodoSr. Manool Iguacio de Oliveira s'er procurado
n. 6.
Precsa-se de urna ama forra ou cap-
tiva, que cozinhe c engomme, para casa de
uma senhora so : na ra .1) Senzalla Velha,
dei'ronte da casa do Sr. escrivAo do subdele-
gado, sobrado de um andar, veranda de pao.
-- Precisa-se de um bem amassador, pa-
ga-se bom ua ra estreita do Rosario n 13
-ama do Ratigel 7, vendo-se vinho
dec'ju' engarrafado lia ? anuos, Caito na
provincia do Cear.
ijuem quizer comprar 2 moradas de
casas terreas, na iravessa da ra Augusta,
que rondo cada urna i por cento aomez:
dirija-so no Forte lo Matos, a prensa do S'.
Jos Carlos do Sott/. Lobo, oj aimuucie por
esta folha.
SI. P. de Mello, secretario da socedade
das Artes .Mecnicas e Liberaesde Pernambu-
co,por ordem do Sr. francisco Jos Gomes de
Santa Rosa, director da mesma, avisa a lo-
dos os senhores socios, que no dia 13 do
corrente as 7 horas da larde, devem eslar to-
dos reunidos na sala de suas sesses, alim de
se tratar de negocios a beneficio da mesma
socedade.

de qualquer amolagao, com toda a perfo^o
desejavel : aterro da Boa-Vista n. 52.
Aloga-se uma padaria com todos os
seus pertonces, nos suburbios desta pra$a :
quem a pretender, dirija-se ao armazem de
assucar da ra do Brutn n. 2't,
Precisa-se de uma ama do leitc que
o tenba em abundancia e seja de multo
lions cos'iinii's e paga-ge bem: dirja-
se a piara da Boa-Vista, sobrado de dous
andares, por cima da botica do Sr. Ca-
mello, entrada pela roa ilo Hospicio.
Atuga-aeo terceiro andar do sobra-
do da ra do Trapiche-Novo. n. 12: aten-
tar no escriptoiio do mesmo, primeiro
mular.
No dia 12, as 11 horas, na sala das au-
diencias, depois d." linda a do Sr. Dr. juz
de ausentes, se ha do arrematar a melade da
casa terrea u. 8, do becco da Bomba, per-
tencenle a heranya do Joaquim F.loy Mon-
leiro.
No dia 12, as 11 horas, na sala das au-
diencias, depois de linda a do Sr. Dr. juiz de
ausentes, se ha de arrematar o pcquouo res-
to de terrenos da ra Imperial, pertencente
ahcranea de Antonio da Trindade.
- Precisa-se de um bom forneiro, e de
OD bom amassador. que culeu la de todas
as massas : na ra da senzalla Velha n. 84.
Na padaria da ra dos Pescadores, da
praia do S. Jos, precisa-so de 4 amassado-
res quo sejara bons, nao se ollia a prego,
Bernardino Comes deCarvaJho, vai a
Portugal.
Est justa e contratada a compra da
casa terrea da ra Imperial n. 86 : quem se
achar com direilo a mesma, baja de reclamar
no prazo de tres das, na ra Direita n. 78.
Precisa-se lugar um preto mensal-
mente, dan io-se o sustento : ni livraria n.
Se 8, da praca da Imdepeudoncia.
A \0$00C
Vcnde-se excel lente cera de carnauba do
Araeaty, eASSu', de uma sacca para cima,
escolheudo o comprador a sua vontade, po-
lo indicado proco de lila* a arroba : no ar-
mazem de I). 15. Andrade C, ra da Cruz
n. 15.
Fugio no din 2 de maio, do abaixo as-
signado, um preto crioulo, de nome Gonca-
io, idade Oannus, altura regular, grosso do
corpo, espadaudo,rosto rocltondoudo.as per-
nas arqueadas para traz, quando esta para-
do, cantos grandes, e falta de Cabellos na
tnoluira, eja com pincipio de cabellos bran-
cos, um talho no can lo da fonte, c muilo Ca-
belludo no peito ; fot comprado aoSr. Ma-
noel Fonseca de S l.eito, em Maria Fart
nba : c ha noticias que existe em certa par-
te, pelo que o abaixo assignado protesta con-
tra todos os prejuizos: pede-se a todas auto-
ridades do mato,e caolines de campo,o pren-
dan! e mandem-o trazer a ra do Amorim
n. 36,que serao recompensados os conducto-
res do dito Antonio Jos Ferreira de Car-
va I ho.
Precisa-se alugar uma preta para o ser-
vico interno de uma casa de aouca familia :
n? ra da Conceico da Boa-Visfa u. 53.
ADOLPHE BOURGEOIS.
Vendem-se vaquetas e sola de lustre para
cano, marroquitn, panao.galSo, chavos, bri-
das, bridos e lanlernas, tudo por prcr;o
commodo : ni ra Nova u. 61.
Vendem-se 4 bois mansos, gordos, 1
carraca, assim como 1 escrava de idade 21
annos, chegada do mato : a tratar as Cinco
Puntas, casa n. lis
O abaixo assignado faz scienle a ir-
manda ie de .\. S. do l.iviamento, quo nio he
mais liador de tima casa da misma irman-
| dade, onde niorou o cadeteSaboia, porisso
que o mesmo deixou do morar ua mesma
desde o dia 4 do correnta maio.
Joo Francisco lavares.
Precisa-se de uma ama do I ule, forra
ou captiva, sem lilbo : na praca dn Boa-Vis-
ta n. i, sobra.lo reedificado, depois do becco
do Veras.
Quem precisar de um f crfeito cozi-
Dbeiro, dirija-se a praca da Ro -Vista n. 1,
sobrado reedificado) depois do becco do
Veras
Quem precisar do dous olliciaes de ver-
tir/, tanto para luja como para casa particu-
lar, e mesmo alguna colicortos, podo annun-
ciar para ser procurado.
O abaixo as-ignado, sendo-lbc preciso
estar algutn lempo no interior da provincia,
tem dotxado encarregado do sua cobranca
nesta praca o Sr. Caetano l'eretra do Brilo.
Firmo Candido da silveira Jnior.
O padre Joaquim Vitissimo dos vujos,
capelillo atieres da repartid-o ecclesiaslica
do exircilo, adido ao oitavo batalho do in-
fantaria, actualmente acha-se residiudo ua
ra do Arag.lo, sobrado n. 12, segundo an-
dar, freguezia da Boa-Vista, em consequeo-
cia dos seus afazores no hospital regiment I,
o qual olferecc seus limita.los prestimos aos
seus amigos.
P.-ecisa-sc de um caixeiro que tenba
alguma pratica do taberna ; na ra da Sen-
zata Velha n 50
Hoje 12 do corrente, linda a audiencia
do juizo municipal da pnmeira vara, se lera
de realisar a arrematacSo do arreudamcuto
do sobrado ti 65 da ra Nova, icrlimcentea
1). Joaquina llana Pereira Vianna, ja annuu-
ciada para o dia I.-, i as que nao podo ter
ar por nao ter havido audiencia.
JbV*H<
provincia.
(i
.-).) I
7!l
1883
25C9
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2(i."i7
98
2535
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A SAVH\
Ui>lT ,
.-
0$*
Para Lisboa sahe oom brevidade, por
0 agenle Pestaa far leilao do 100 barri-
cas com farinha de Itallimore, por conta de
quem pertoncer, boje terga-felra, 12 do cor
rente, as 10 horas da manbaa, na porta do
armazendo Sr. Aunes, defronte da alfan-
dega.
Cypriano Fenelon Cuedes Alcoforado,
e procurador liscal da thesouraria provincial,
- e advogado dos auditorios desla cidade,
- mu lou seu escriptoiio para a ra, do Crespo
n. 6, onde poJ ser procurado das 9 horas
da manhaas4 da larde.
D
Precisa-so de um reilor, paga-se bem :
quem pretender alugar, di-ija-sc a ra de
apollo, a tralar com o Sr. nrovedor. Secre-
taria do Real Hospital Portuguez de i eueO-
cencia em Pernambuco H de maio de 1857
Joo Domingues llamos.
Secretario.
- D. Isabel Celestina Rodrigues Halliday,
viuva de James HallidBN, declara quo tem
constituido por seu proeuiador, encarrega-
do da todos os seus negocios c arrecada(3o
dos bous do sen casal ao Sr. Joaquim de Al-
buquerquee Mello, solicitador desla cidade.
Recife 9 de maio de 1857.
Aos re idiosos.
Fazcm so capas, bat rus, satnarrase capas
viatorias : na ra da Seozala .Nova u 36
L'tu nioco com habilitacoes uecessarias
so olferecc para caixeiro de algum armazem
de molinillo* ou outro qualquer estabeleci-
mento, o qual da liadur a sua conducta :
luem precisar annuucie por esta folha para
Precisa-se de ollciaos de alfaiatc de
toda a obra : na ra Nova n. 52.
- Precisa-se de olliciaes de alfaiatc para
calcas de casemira : ua ra Nova n. 52.
- Oberece-se para criada de uma casa de
familia uma moca eslrangeira, a qual lava,
engomme o coso com perfei$ao : quem de
seu pro timo se quizer utiUsar, dirija-se ao
becco dos Palos, que iica por detraz da ra
da Itoda e da do Sr. Boa Jess das Crtoulas
u. 9, que all achara com quem tratar.
illeu papa<>*aio !
No dia 7 do correte fugio de casa do abai-
xo assignado um papagaio, o qual leven por
signal urna argola no p co II um pedacitlliu
de corrente : quem, pois, o livor acbado, se
O quizer restituir, lar.-, um favor, pelo qual se
Iba lidia tuuilo agradecido.
(daudio Dubcux,
efinaria de
ego & .trret >, no Mon-
te i ro.
No deposito desta relinaria, na ra 'ia Ca-
deia do Itccie n. 30, ba sempro assucar re-
finado de superior qualidade, tanto em p
como em torrOes e em paes, por prego mais
commodo do que em outra qualquer parle.
liara parte dn sexta lo-
tera do Gyiuiiasio
Com a rubrica do abai-
xo assignado oi un rend-
las as seguintes s ir tes:
2004 l:500.sbilliete.
200$i quartos.
200S- bilhete.
lOOjH i quartos.
100jlmeto bilhete.
100/Jmeio bilhete:
KIO.1)-2 meios.
50$bilhete.
50#2 quartos.
O.S2 meios.
S0|- quartos.
dos 8 [)OT
cento hi paara ims lugares
j annuiu adas
I*. .5 L y me.
0 abaixo assignado vai a Europr com
sua senhora c urna Ulna menor, e deixa por
seus procuradores os Srs. Joo do Siqueira
Kcrrito o Joaquim Monleiro da Cruz. Nada
devo a i-iai;.!, se com tudo alguem so julgar
seu credor, aprsente suas cotilas uestes 8
das, na ra do Crespo n. 13, para serem pi-
gas. Itocic 8 de maiu de 1857.
Crejorio Paes do Amara).
Manoel Korges lie Mendonr;a declara
ao pubiieo que acha-se resldindo ras Ciuco
Ponas n. 89, delVonto do viveiro do Sr. Mu-
uiz : quem se quizer nliiisar de seus presti-
mos d ivo o procurar das 6 horas Ja manbaa
at as 8, e das 2 da tarde, em diante. Pro-
mettenio que cura r< dicainieute as moles-
lias seguintes, seja qual for o periodo dallas:
morpba,dores rbeumatcss, escrfulas, ery-
Spela, artsttm.gota serena,aneurisma; assim
como da for?a aos impotentes do qualquer
idade que soja.
Paga-so bem.
Precisa-se comprar uma escrava moga,
quo cozinhe e engomme, o seja propria para
ra, ou que cosa o engomme, recomida cm
casa : ua ra Nova n. 31.
L'ma pessoa par Ja ha poneos das se
offbrcco para criar de leite na sua casa qual-
quer enanca impedida : ua la do Cotovollo
n 53.
Pelo juiz de paz do primeiro districto
da freguezia do Santo /ttitotiio, no da 12 do
corrente, pelas 3 horas da larde, depois da
audiencia do mesmo juiz de paz. se nao de
arrematar 6 cadeiras de pao pintadas, e 2
mesas de um s p cada unta, por execurjo
do Francisco Jos Alves luiuiaraes contra
lut'.iiiio Barbosa de I'teitas.
De um sitio um Santo Amaro, desap-
pareceu um cavallo do caugalha. pequeo,
prelo, magro e l'erido no cspiutiaco : quem
o encontrar leve-o a ra do Livramenio n.
35, que sera recompensado.
Francisco Ferreira Billar manda para
Europa seu filho menor Jos Ferreira Hallar.
Frederico tiobilianl retirse para Eu-
ropa.
Pelo jui/o rlus feilos .I.i fazenda provincial, sb
lian rl arrematar por veinla os liens sruuiulet :
l ina ra-..i larrea n. 22, cota om pequea sino, na
Pasaagem, rom doas porta*de liejite e seijjanellas
envidrafata, casa para eteravvi e fetur, cocheira
ecsliibarta, temi a casa da vivenda, 7(i palmus ile
frente e 71 da fiimlos, cozioba lora, dous porloes
moradot, dilTerenlM arvorea e um jarim por
B:5UU9 r?. penlior.iil.i aot hardeirot de Igoaeig Firmo
Xavier.
t ni banca de tornear, com seus partsoeet, por
fiOj.loOra. lim torno da ferro, ara bem estado pur
I2s'iul rs., peulmrado a Antonio Fernaadas Braga.
lu tobradd da dont aodaret e sotao, na ra da
Cuna ii. \>, com 33 palmen da largara e-127 ditos de
comprmanlo, rozinfaa dentro, quintal pequeno, mu-
rado, |,or 7:0008000, peuliuraJo a Silvestre .Volunto
Laxas.
As bemftilorlat de orna oochaira, ua na da Flo-
rentina ii. :i |t, sendo coa etiribaril por Irea laJos
etllvadot e cuberas de telhat em meita mo estado,
contando tres canas de tahuas, l.muern colierlas de
lellias, quset servem pira reculhinieuto de car-
ros, capim e arreins, por 5OUg000 rs., peuhoradu- a
Sebastian I.o|,es Cuunarars.
Lina meia asna de pedra e cal, no becco de Ma-
noel Amero, om l'.l palmos de largis e 22 de
comprimonlo, cuja meia hsua tem a numero 4, por
50OJ rs., (euliorada a Manuel Autero de Suuza
Res.
Lina casa terrea meia sua, no becco da; Miu -
nhas n. 15, a qual (em 17 palmos de frente a 33 de
Ion lus, par I0US r.., penliurada a Francisca Maria
da Couceicio por Thereu de Jesua Baodeira.
Uma casa terrea meia anua no beccu do Calderei-
ro ii. i, com lpalmua de frente e 28 de fundos,
por .VKI5 is., peuhorada aus herdeiros de Jos Mara
de Aniurun.
tina casa de pedra e cal, sita na ('. ipuiua n. 55,
com 22 palmo de largura e (I) de comprimenlo,
com um pequeo sitio com dulerenle fructeiras e
cacimba, cozlnlia lora, e auuexo um quario, por
2:001)5000, peuhorada a Fibppe Oidier, por Hvpo-
Itlo Saiiil-Marlin.
L'ma pequea ca.a lerrea na freguezia de S. Jos,
na roa dos Arauguinhot n. 17, com IG palmos de
frente o 24 de foodoi, coziaua dentro, e pequeno
quintal murado, pur 40OS r., penliuiada a Auluuio
Ferreira dos Sanios.
Lina casa terrea na freguezia de Santo Antouio,
na Iravetta ooa Qaarleia a. 21, a qual tem 21 pal-
mos de trente e 49 de fundot, cozuilia dentro e pe-
queno quintal, em mao Miado, pur 8009 rs., penliu-
rada aos lierdciros de Joaiina Maiia da Silva.
Lima otarla coberta de lelha, com fomo decozi-
nliar lijlos, cun 70 palmus de laruurt e 200 de fun-
dos, com 3 ras em chaos furciros, em bom estado,
pur KOOjOu rs., penliurada a Bernardo auiau
Franco,
I ma casa terrea de pedra c cal, sila na ra do
Apollo n. 34, com 4 portal de frente, leudo de lar-
gura ,) palmus e 75 de rompriineiilo, (|uiutal em
alieno, por 2:5003 rs., penliurada a Francisco Ki-
beiro Pire-,
Lua cata terral na ruado Motocolombu n. (i,
com 16 palmas de largara a 49 de fundo, 2s.iI.h, l
quario, coznlit deatro, quintal em alerto, com por-
ta e jauella de frente, em mao estado e elido foreiro,
por2USn., peuhorada a Rota Mafia de Jess do
.Na-ci ineiitu.
Lina casa lerrea de pedra e cal, na Iravessa do
llama lio u. com porta e janella 0e (rente, 2 salas
cozinha dentro. 2 quarloa, quintal em abeilo, em
chaos foieirus, am huin estado, a qual lem de larga-
ra 15 palmos e 25 de rompriiiiciito, pur 15(19000 rs.,
penhorada a Bernardo Uamiio Franco.
L'ma casa trra na ra do Motocolumh n. 33,
com 2i palmos de largura e (7 de tandas, 2 portas,
I janella, 2 salas. 2 quartos, cozinha fura, quintal
em ahertu, em clisos loreiros, por .iUOg rs., peuhora
da aos heiliuos de Anua Bita Cavalcauli.
Lina casa lerrea na Iragaaila de S. Jos, na ra
Imperial o. 200, com PJ palmos de trente e 50 de
fundo, COZinlia lora, quintal em iberio, cacimba pro-
fina, por i'i') rs., penliurada aos bcideiros de l-.u-
ehio Lopes.
L'ma casa lerrea na freguezia de S. Jo, na ra
Imperial n. 20B, a qual lem a frente de tijulos e us
o'toes da taipa, leudo 2S palmus de frente e 15 de
foiidus,i'o/.iiiha fura, quintal ein abailu, por 20-*
rs.. penliurada a .Minuel Alvea dus Santos Julio.
I ina casa lerrea na freguezia de S. Jote, na roa
Imperial n. 210, a qual tem 30 palmo de frente e
h' de fiiiulus, pur 3010 rs., peuburada a Izidio Mar-
ques de C dinha.
I m etpeibo grande de |eaiiilhat, de magno, por
32)900, urna ine-a de ineni de tall, de Angico, por
lOSUOO, peiibura la a madama Movernay.
urna casa terrea na ra de Saii-.\i^oel n. 50,
Com 15 palmos de largan e 50 de fundo. 2 sala-,
I quario, c. llaha dentro, quintil em abarlo, em
chao foreiro em maoettado, por 2Uo0.)O, penliurada
a Paulino Harcularto 'le Flgaairedo.
L'ma Lrai.de cafa leirea no h.urro d. itecife, na
na il^ Apolla n. 34A, com 17 palmot de 'ente e
155 de rundo, a qu 1 ia icht am trmizan de reoo-
Iher, em bom estado, pur 10:0039000, penhorada a
Manoel Antonio da Silva Mulla.
Lina casa tenca na povoacio do Afuu.idos, na ra
.los pjatot n. :;, sendo de taipa, con poil-. e janella,
com I!) palmus de frente e 30 de fin los, cozinha
dentro, quiuial em iberio, rliA i foreiro, por IOqOOO,
peiilior.nl i a Manoel Joto Ribeiro,
Lina casa pequea, larrea, de pedia e cal, r,a fr-
EOCZia de Sin-Jo., ni ra Impeiill B, l'Jli, rom |>i
palmos 'le frente e i: de (un lo, achanJo.se em rai-
xAo, quintal em anerlo e chlo fdreira, por iOO^MO
penliurada a Joaquina Bertoleta In llores.
Ut pretendenlet comparecam na ttla das audiea-
Ciaa, ;.s 10 huras da manh.a do dia 13 do crrente
me/ de maio.
Precisa-se do um feitor para sitio :
no sobra lo da ra ds Gloiia n. 7.
_ Precisa-se de uma ama para cozinhar
so, ou para engomtnar e levar, paga-se bem :
ua ra da Lingoeta n, 4.
]onfcitara.
59 A
confronto ao flosario em Santo Autonio,
avisa as pessoas quo apromptam bandejas
de bolos ou doce, que lem um lindo sorti-
mento de (guras de assucar, producto das
formas que mandou vir, assim como ainda
tem grande sortimento das mesmas para to-
das as pessoas que queiram aperfeicoar-se
ueste genero de que havia bas'ante falta ;
recebem-seencommendas do Figuras aqu
ueste estabelecimento, ou no pateo do Pa-
nizo, deposito do assucar perola. Procos os
mais comruodos possiveis.
Caiocciro.
Precisa-sc de um pequeo para caixeiro
do bija de calcado : no aterro da Boa-Vista
u. 14, que tenba pratica de negocio, e abone
sua conducta.
Precisa-so alugar um prelo de idade
para pastorar unas vaccas, mas com a con-
digno de nao ser bebado, nem impossbili-
tado de actividade precisa para tal fim :
quem o livor em taes circumstancias, queira
deixar nesta livraria seu nome, ra e nu-
mero, para ser procurado.
--- Um rapaz solteiro, com habilitacoes
precisas por ter sido do mato, e tem toda
pratica deservico de campo, e d fianga a
sua conducta, oiTereco-se para administrar
qualquer engenho nesta ou em outra pro-
vincia : quem de seu servico quizer uliltsar-
se anuuncie por este Diario, ou procure no
aterro da Boa-Vista, fabrica do charutos n.
77, que se dir quea pretende.
O abaixo assignado participa ao res-
peitavel corpo commercial desta praca, que
tem comprado ao Sr. Jos Antonio Yasquos
sua taberna, sita na ra da matriz da Bua-
Vista n. 54, livro e desembarazada. Recife 8
de maio de 1857. Antonio Joaquim Ker-
reira.
DE
seberibe.
O Sr. director ca mesmu companhia
convoca os Srs. accionitlas, pata rcuni-
rem-sccn assembla geral, no dia 15 do
corrente, a uma hora da tarde, no res-
pectivo escriptoiio, rita Nova n. 7, alim
de decrctar-se o pagamento do 18" divi-
dendo, e proceder-se a elcico da udmi-
nistiMco para o aunoque comecou com
o presente mez. Escriptorio da Compa-
nhia de Bebertbe, 8 de maio de 1837.
O secretario, Luiz da Costa Portocar-
reiro.
0 No dia 5 do corrente a tarde,
(g desappareceu o pardo Joao, lilho $5
:,: de .Manoel dos Santos, o qual re-
i'.'i sidia na estrada de lelm, e esta-
H va trabalhando como servente de i'i
v,y pedreiro, na Capunga; tem nove 0
V.' annos de idade e no os repre- S^
v? senta le por ser pequeno, estava $15
J vestido com camisa de madapolo, @
'.} calcia de ganga mesclada e chapeo
@ de palhinlialina, levando uma toa- $j
:.'-'i llia dolnada e uma cortina : re- @
;.';- sidia em casa do Dr. Cosme de Sa' $
-C.5 l'ereira : roga-se as autoridades jj
i[' policiaesou a i|uahpier outra pes-
'.'J> soa que o encontrar, que o levem $&
35 a casa do mesmo Sr. Dr., Ou na J
;';; ra da Ciuz n. 5. -;';
Na noito ultima de abril do corrento
anno, do engenho Cabeleira, fugio uma es-
crava do abaixo assignado, cuja escrava de
nomo Josepha, idade -25 a 30 anuos, tem os
stguaes seguintes : lio cabra um tanto escu-
ra, altura regular, cheia do corpo, denles
limados, ollios um tanto morios, nariz cha-
to, tem encima de um dos hombros voltan-
do para cima da p,um ou dous calombinhos,
cara feia, os ps um tanto torios para den-
tro, e muito regrista, as pomas grossas, e
Cabelludas, tem algumas habilidades, por
isso roga-se as autoridades policiaes e ca-
pit5es de campo, ou qualquer pessoa que a
encontrar, a mandem prender e levar a ra
Direita, becco da Penda, taberna de Antonio
Pinto Vagalbaes, ou no engenho Cabeleira,
quo sera generosamente recompensado.
M:.'lnas Ferreira de Mello.
Couro de lustre
A ."S500 e 4,vOOO
boa fazenda, esta' voando : na ra Di-
reita n. 45.
Precisa-se de um caixeiro com pratica
do taberna : na ra do Rangel n. 11.
Furtaram cm das de abril prximo
pasudo, do engenho Guerra, sito na fre-
guezia do Cabo, um poltro ruco, de roda,
ferrado as duas ancas, e na p com o ferro
Flt, sendo com este ja oito cavallos que fur-
lain no mesmo engenho, por isso pede-se as
autoridades policiaes, a apprehensao de di-
tos cavallos, ou -i pessoas a uiiem forem ofle-
recidos, que aioi de agradecer, se gratifi-
cara generosamente, sendo entregues no
mesmo engenho a Francisco Litis Paes Bar-
reto, ou no Recife em casa do Manoel Alves
Ferreira, no largo da Assembla, casa n. 12,
segundo andar.
Na ra Nova n. 17, precisa-se de uma
pessoa que cntenda do coziuha, para uma
casa do pequen familia.
Da-so diniieiro a juros mdicos, com
penhores : na ra da Praia, por cima da ty-
pographia, segundo andar.
mihetes perdi-
os DO RIO DE JANEIRO.
O abaixo assignado perdeu os 5 bilheles
inteiros da quarla lotcria da S, ns 770,
771, 77C, 43-28 e 5121, desde a praga da Inde-
pendencia, ra do Qucimado, em seguida a
ra do Kangel, tomando atravessa do Afte-
nal de Guerra, ra da Praia, e ua volts sentio
a per.la dos dilos bilheles na ra larga do
Rosario : portanto a pessoa que os houvcr
achado tend coiisciencia) fara o obsequio
restilui-los, quesera gratificada : certo do
que desde ja eslao prevenidos os Srs. caute-
listas c mais pessoas inleressadas neste ra-
mo do industria, a nSo fazerem qualquer
IransaccSo, caso depois da chegada do mes-
mo vapor do sul trazendo as listas, tenham
Oblido algum premio Preveuindo-se assim
tambem ao respectivo Ihesoureiro oSr. Joao
Pedro da Veiga, para que os nHo pague se-
nao ao abaixo assignado. Pernambuco 5 de
maio de 1857. -Jos Kusebio Alves da Silva.
trecisa-se alugar uma mulhcr quo sai-
ba cozer c engommar, para easa de uma fa-
milia nigleza: quem esliver aestas circums-
tancias, polo dirigir-so era'eibflca, l'a-sa-
gem da y ^.y,, ,, as 4 horas da larderas
I'I da maiio i, ...::.: n:i..: mora Lduardu
l'.Milvn ou no '.eeilV, das 11 horas da na-
uh5a, as 3 da larde, casa do James (rabtree
c< Companhia, ras da Cruz n. 42.
o iir. Ignacio Firmo Xavier faz publi-
co, que niudoii sua residencia para o seu si-
tio na Passagem da .Magdalena, que Iica ao
imriu Ja estrada entre a ponte grande e a do
Chora-menino, c aiii tem preparado urna
casa de saude cum to.io- os commoJos para
ira lamento do escravos, cujos senborcs
residam lora da praca, ou que uilo os pos-
sam curar em suas propriaa casas : quem
para isto qutzer-so utilisar de seus servicos
mdicos, que scrSo desempendadus com o
maior zeio, dirija-se ao paleo do Carino n.
9, primeiro andar, ou no referido sitio da
Magdalena. Preco2/000diarios-exceptu-
ando couferencis, sauguesugas o opera-
tjes.
MTTCSDJ
,

.
r
ILEGIVEL


DIARIO DE PEBNAMBUO, TERCA fEIRA I2DEMAIO DE 1857
1-KDRAS PRECIOSAS- *
I
E Adere r.i d<> brilhantei, ?
. diamntese parolas, pul-
S leiraa, afileles, brincos
9jj e rozelas,V)Oles e aunis *
de differeDles goslos e de 3
* diversas pedrai de valor. ?:
i
* Compran), vendem ou ?
trocam prala, ouro, bri- *
B Ihantes.diamaotesepero- ?;
* las, e oulras quaesquer *
tj joiasde valor, a dinheiro J
* ou pur obras. *
I0RE1RA 1 GDiBE.
Rua do Cabaga' n. 7.
eleceliem por to-
dos os vapores lia Ja-
ropa as obras do niais
moderno rosto, tan-
to de Franca corno
5 i
H I i .x t -* j- s*-
I ouno e muta %
( """ P
;?; Aderemos completos de X
Jj ouro,meiosdilos,pulcei-*'
J ras.alfinetes, brincos %
;?; rocelas, cordoes, trance- ?
| lins, inedalhas.correute i
| eenfeilespararelogio.e
$ oulrosmuilosobiectoide i
* ouro. __
i*; Apparelhos completos, |
$ de prata, para cha, bau- |
Sid.jaa, salvas, casli^aes, S
* collieresdesopaedecb, *
J! eroailos outros objectos %
* de prata. *
de Lisboa, asquaes se vendem por
preyo eommodo como costumam.
C0HSDLT0R10 HOHEOPiTHIGO
DO
Onde se achara sempre os mais acreditados medicamentos, tanto em tinturas como
eui glbulos, e preparados cora o maior escrpulo e por procos bastante comraodos :
P11ECOS FIXOS.
Botica de tubos grandes. .
Dita de -i* n
Dita de 36
Dita de 48
Dita de 60 > .
'I i.ihos avulsos a......
Frascos de linturrademeia onga.
Manual de medicina homeopalhica de Dr. Jahr'com odc-
cionario dos termos de medicina ... .
Medicina domestica do Dr. llenry.....
Tratamento do cliolera morbus.....
Repertorio doD;. Mello Moraes .
10/000
155000
205000
255000
309000
15000
25000
205000
10/000
2/000
6*000
ttenco
II. C. Yates & Companhia: eslabelecidos
no Rio de Janeiro, na ra do Hospicio n. 40,
vendo um annuncio publicado em urna das
folhas de Pernambuco pelo Sr. Bartbolomeo
!'. de Souza, prevemndo ao publico que o
verdadeiro xarope do bosque so elle lie
quem vende,prevenimos ao mesnio publico,
que o nosso jarope he remetlido do Rio de
Jrnciro pelos cima propietarios ao Sr.
Manuel Alves Guerra, e esto senhor fez o de-
posito para ser vendido na pharmacia do Sr.
Jos da Cruz Santos, na ra Nova n. 53, ni-
cos por nos autorisados para venderem o
nosso verdadeiro, e oais prevenimos aos
senhores consumidores,, que ha perto de 5
annos os rotlos collados as garrafas sao
assignados por rJenry Prins, como procura-
dores dos cima propietarios. Rio de Janei-
ro 13 de Janeiro de 1857.
Barlholomeo Francisco de Souza, len
do o aununcio dos Srs. R. C. Yates & Com-
panhia no Diario n. 17, em que diz ser s-
mente verdadeiro o xarope de bosque que
se vende nesta cidade na pharmacia do Sr.
Jos da Cruz Santos, onde fez deposito o
Sr. Manoel Alves Guerra, que recebeu deiles
propietarios, declara ao publico, que nao
duvida seja falso o xarope de bosque que
tambera vende em sua botica, mas assevera
que elle he comprado aos mesmos Srs. R.
C. Yates & Companhia, do Itio de Janeiro,
como provam os documentos abaixo :
RIO DE JANEIKO 8 DE AGOSTO DE 1856,
O Sr. Barlholomeo Francisco de Souza
comprou a R. C. Yates & Companhia :
* duzias do garrafas com xarope
do bosque a 5*5000......... 2165000
6 duzias de 1|2 garrafas com xa-
rope do bosque a 275000......1623000
Rs. 378*000
Rccebi o importe cima, do Sr. Antonio
oaquim Vieira do Carvalho. Rio de Janeiro
de agosto de 1856. Por R. C. Yates &
ompanhiaJos Paulino Baplista.
Keconhcgo verdadeiro o signal supra. Re-
bife 8 de agosto de 1856.
Em le de verdade.
Manoel Hilario Pires Ferrao.
RIO DE JANEIKO 18 DE FEVERFIRO DE
1857.
Os Srs. Constantino Gomes de Faria & Fer-
reira compraram a R. C. Yates & Compan-
hia :
* duzias de garrafas com xaropo
do bosque a 548000.........216/000
6 duzias de 1|2 garrafas com xa-
rope do bosque a27o000......162/000
Afericiio.
Sciontifica se a quem convier, que a revi-
sao de pesos, medidas e balancas, principia
do 1. do corrente a (indar no ultimo deju-
nho: na casa da aforiciio, no pateo do Ter-
co n. 16.
Arrenda-se ou vende-se um sitio junto
a matriz da Varzea, com casa de vivenda
grande, e bastantes arvores de Tracto, bem
como larangeiras, cafezeiros, e outros : a
fallar na ra de llortas, sobrado n. 2, segun-
do andar.
Aluga-se o armazem de 3 portas, sito
na ra da Praia, pertencente ao patrimonio
da ordem terceira de S. Francisco : os pre-
tendemos dirijam-se ao largo do Carmo
n. n. 16.
D-se a quantia de 50 a 2009 a juros,
com penhores : na ra Nova u. 12, loja, dir-
se-ha quem da, das 11 horas do dia as 2 da
tarde.
Continu'a a estar fgido um cabrinha
de nome Manoel, de idade de 16 annos, ten-
do falta de um dente na frente ; assim co-
mo lem urna cicatriz na lesta quasi junto ao
cabello, preveniente de um couce de caval-
lo : quera dellesouber, dirija-se a ra Ve-
Iba n. 94
D. Margarida Rodrigues Poreira, viuva
de Joaqtiiin Jos Dias Pereira. sciontifica ao
publico, ecom especiadade ao respeitavel
corpo do commorcio, que tem feito socieda-
de com oSr. Antonio Rodrigues Pinto, para
continuar o gyro do esUbclecimenlo de cal-
cados e perfumaras, sito no aterro da Boa-
Vista n. 14, sob a firma de Viuva Dias Perei-
ra i\ Pinto, sendo encarregado de toda a ge-
rencia c administrago o socio Piulo.
omimti'.
Rs. 3785000
R. C. Yates i;
Bccebcmos o importe. Por
CompanhiaW. C. Cerwartt.
Nos abaixo assignados declaramos que
compramos o xarope cima para oSr. Bar-
lholomeo Francisco de Soua, de Pernam-
buco, era virlude de sua ordem do 3 do cor-
rele. Rio de Janeiro 18 de fevereiro de
1857.Constantino Gomes de Faria i Fer-
reira.
Reconheco ser verdadeiro o signal supra
de Couslantino Gomes de Faria o Ferreira.
Rio 18 de "-vereiro de 1857.
Km f de verdade.
Pedro Jos de Castro.
SEGURO CONTRA F0G0.
Coinpanbia Alliance.
Eslabelecida cm Londres, em marco da 1824.
Capital cinco milhes de libras esterlinas.
Saunders Brothers & C, tem a bonra da in-
formar ios Srs. negociantes, propietarios de casas,
a quem mais convier que esto plenamente au-
lorisados pela dita companhia para effectuar segu-
ros sobre edificios de jlo e pedra, cobertos de
lelha e igualmente sobre os objectos quecontiverem
os mesmos edificios quer consista era mobili ou
m fazendas de qualquer qualidade.
| DENTISTA FRANCEZ. |
3' Paulo djigiioux dentista, ra Nova n. 41 : ^
? na iiicsma casa tem agua e pos dentrilice. $j?
Traspassa-se o arrendamento do en-
rjenho J^SCOXDIM, na freguezia de
Agua-Preta, moentce crtente, o (itial
anda falta quatru annos para se lindar,
com todos os seus pertences, como sejam :
-17) escravoMle servico, bois, bestas, car-
ros, ierra mentas, e tudo mais que he
preciso para o manejo do mesreo enge-
nlio: a tratar com Antonio Jos Rodri-
gues de Souza, em scu escriptorio, na ra
doCollegio n. 21.
$ uil" a Si,va "a""", medico pela un- f;
t'el ve"'l,,l'e Coimbra, mudou sua icsiden- i
W ca da ru do CabuRa para a ra Nova n. "
i,y 60, sesuudo andar, sobrado do Sr. Dr. Nal- '-
* Jo, e alu contina a recebar, das 8 s 10 3
S ">' <1 manhaa, e das 3 ; s 5 da tarde, as '"
>4t? peisoas que o queiram conrullar. i;
He chegado a loja do l.ccomte, no aterro
da Roa-Vista n. 70, o excellcntc leile virgi-
nal de rosa branca, para refrescara pelle, ti-
rar pannos, sanias e espinhas, igualmente o
afamado oleo babosa para limpar e fazer
crescer os cabellos, assira comop imperi-
al do lirio de Florenga para brotoejas eas-
pendades d pelle, conserva a frescura e o
avelludado da primavera da vida.
Compram-so travs de 25 a 35 palmos
de complnenlo, e palmo de grossura : na
livraria da praqa da Independencia n. 6 e 8
Compra-se urna cabra costomada a
criar menino : na ra do S. Francisco, so-
brado n. 8, e na livraria n. 6 e 8 da praca da
Independencia.
Compra-so cfTectivainentc na ra das
Flores ii. 37, primeiro sndar, ipolices da di-
vida publica e provincial, accoesdas compa-
nhias, e da-sc dinheiro a juros, em grandes
e pequeas quantias, sobre peuhores.
C'uiipraiii-se vaccassem crias, ou sem
ellas, embora eslejam magras, assim como
garrotes de differuntes tamaitos o mestno
magros : para tratar em Santo Amaro das
Salinas, casa nova de sobrado junto a capel-
la do mesmo nome, pela manbaa ateas a ho-
ras, e a tarde, das 4 horas em diant lodos
os dias.
Ama.
Precisa-so do urna ama para casa de pos-
ea familia, que saiba cozuihar, c vngommar,
com toda a porfeicao, e paga-se bem : na
ra do CelleglO o. 15, armazem.
JOHN GATIS,
corretor geral
E AGENTE DE I.EILO'ES COMMERUAES,
n. 20, ra do Torres,
PIIIMEIRO ANDAR,
pra;u do Corpo Santo
HECIFE.
AMA DE LEITE.
Preci leiic, e de boa conducta, forra ou captiva :
uo atorro da Boa-Vista, loja de bilhetes n. 56.
iVtetliodo fac limo.
Na livraria da praca da Independencia n.
6 c 8, vende-so o nicthodo facilimo para
aprender lor, novameiile impresso e aug-
mentado, por mil reis.
Coxins sortidos.
F.scovas para calcado.
Kuxadas de ferro do Porto.
Fio porreto
Panno de linho sortido.
Toallias de linho surtidas. Vende-so no es-
criptorio de Antonio de Almeida (ornes, na
ra do Trapiche n. 16, segundo andar.
Seringas de borracha sorlidas.
Sabo nacional.
Cera de carnauba. Vende-so no escriptorio
de Antonio de Almeida Gomes, na ra do
Trapiche n. 16, seguirlo andar.
(illancos de seda para senhora.
Cobertas de algodao adamascadas.
Chapeos de feltro sonidos para homem.
Livros em branco para cscriyturacao. Ven-
de-se no escriptirto de Antonio de Almeida
Gomes, na ra do Trapiche n. 16, segundo
andar.
Farinha de trigo a retalliu
Vende-se em conta, no becco do Goncal-
ves, armazens ns. 4 e 6, farinha do trigo em
porcOes, a vontade dos compradores, sendo
a qualidade multo boa edas seguimos mar-
cas, muito bem couhecidas : Kingsbridge,
extra family superline, Brandywme : Bil-
ner : trata-se no mesmo lugar cima indi-
cado.
Na ra da Praia n. 29, segundo andar,
vende-sc urna preta que cozinna, engomma,
e lava de sabao; das 2 horas por dianle
acharfio com quem tratar.
Vende-se urna parle da casa terrea n.
1, da esquina da na do Calabouco, para o
becco do mesmo calabouco : a fallar com o
dono da mesuia parle Joao Ferreira Vital no
convento do Carmo.
Attenco.
Vende-se urna boa negra de 36 annos,
muilo robusta, sabendo cozinhar bem o dia-
rio de nina cbsb e lavar de sao-Jo, e vende
na ra : quem a pretender, dirija-se a ra
dos Marlynos n. 14, que la se dir.
Veude-se fumo chegado agora de Ga-
ranhuns, muilo boin, por prtco muilo em
conta ; na ra da Gamboa do Carmo n. 12.
Vende-se urna cama de ferro foleada
de lalo : na ra do Rangel n. 5.
PALITOS FRANCKZES.
Vendem-se paules e sobrecasacas do pan-
no lino preto e de cores, com gola de vellu-
do c forrados de seda de 22 a 28j0U0, ditos
de casemira do cores a 21?, casacas de panno
(no forradas de seda a 28/, palitos de alpaca
de 7 a 105, de linho de cores a 3-000, calcas
de casemira preta e de cores a 10/, colletes
de seda decores c de setim preto maco de
5 a 10; : na ra Nova, loja n. 4.
PARA SEtUORAS.
Vendem-se chapeos e enfeitcs para senho-
ras, do raelhor e mais moderno gosto, che-
gados pelo ultimo navio flanee/.: na ra
Nova ii. 4.
GROSDENAPLES E SETIM.
Veinlem-se grosdenaples de lodasas coros
a 2/uuii o covado, c setira de cores a 800 rs.:
na ra Nova, loja n. 4.
Vende-se um liom cavallopara ca-
briole! ou pura sella : a ver. na coebeira
da ra da Guia, do Sr. Uclioa, e Iralar,
"a ra do Trapiche-Novo n. 12, primei-
ro andar, escriptorio.
..

Vende-se um mulato de 18 annos de
idade.oplima figura,excellente para pagem :
no aterro da Boa-Vista, loja de calcados
D. 24.
Cobre I
para forro de navios: no armazem de
l'asso Iriniios.
Vendem-se mastaros
de pinito veruiellio da Sue-
cia, de 8 a 18 pollegadas e
50 a 60 *ps; em casa do
C. J. Astley & C.
Vende-se um escravo mulaiinho, de
idade de !l a 10 anuos : na ra da Cruz u. 62,
a Iralar com Antonio Francisco Marlins.
Fumo em bli.a
o mais suporior do mercado : no arma-
zem de Tasso limaos.
KIM ESTRF.iTA 1)0 ROSARIO N. 11.
Vendem-se caixas com tmaras a 720 rs.,
queijo londrino a 400 rs. a libra, dito de pra-
to a 720, dito do serto a 560, dito de qualhn
a 400 rs., latas do 2 libras com massa de to-
mate a 15800, e outros geucros,que s vis-
ta dos compradores so fara o prec,o.
Aviso aos lanoeiros |c correspondentes
de senhores de engenho
Vende-sc rodas de arcos para pipas, de boa
qualidade, chegados ltimamente do Porto,
por preco eommodo : na ra do Vigario
n.27.
Roupa de borra-
ella para invern.
Na ra do Crespo, loja n. 13, ha para ven-
der um sortimento de objeclos de panno e
de borracha, proprios para invern, consis-
tindo em sobretudo de borracha a 155000,
ditos a 12^000, perneiras de borracha, albor-
nos de panno lino com capuz e sem elle, ca-
pas de panno fino e um completo sortimen-
to de palitos de todas as qualidades, por
precos que agrada ao comprador, e saceos
para viagem.
Maia Irinao
com loja de ciiapeo.s ra
rua do Crespo j;. 6,
receleram um grande c completo sortimen-
to de chapeos de castor e velludo, chegados
ltimamente de Franca, e vendem por pro-
cos muilo cm conta :
Chapeos de velludo prctos, copa baixa, a
Canrobert a 9/000.
Ditos de castor pretos, copa alta, a Cavai-
gnac a 85OUO.
Ditos de dito sem peilo, copa alta, a Pelis-
sier a 65000.
Ditos de dito com pello, copa balxa, de
cor, a Changarnior a 4/000.
Vende-se um berco moderno, com
pouco uso, obra franceza, por prego eommo-
do ; tambera so vende um viado de capoei-
ra, muito manso : na rua da matriz da Boa-
Vista 11 25.
Velas de car-
nauba.
Vende-se na rua Direita n. 95, velas de
carnauba fabricadas na Ierra, muilo bem
feilas e de iodos os tamanhos, 6, 8,10 e 13
em libra, pelo diminuto prego de 125 a ar-
roba, sendo os l'reguezes servidos com
promptido de luda e qualquer porcao que
quizercm.
Vende-sc, permula-se, ou arrenda-se
por menos de nielade do seu valor, um sitio
de trras, com soll'nvel casa de vivenda, de-
nominado Aguazinlia, em Boberibe, pouco
adianto do porto da Madeira, tem abundan-
cia de trras para plantas, e pasto a sola pa-
ra gado o algum alvoredo : os pretendemos
Ira lem na 1 ua do Vigario, no terceiro andar
da casa n 19.
-- Vende-se doce de goiaba, o mais fino
que tem viudo a esta praca ; a vista o dua ;
na taberna do sr. Porto, no aterro da Boa-
Visla, dclronlc da matriz.
CUALES DE MERINO'
do muito bom gusto, lisos, bordados e de
barra ; vendem-se na rua do Crespo, loia
n. 19. '
Superiores quei-
jos
Vendem-se queijos muilo novos, chegados
pelo ultimo vapor viudo de llaiuburgo, pelo
barato proco de 1*440 : na rua Direita n. 8.
Rua do Qtieimado ti. 1.
Querendo acabar com as scguinles fazen-
das, resolve-se a vende-las pelos pregos mais
commodos possiveis :
Chitas escuras c claras, fixas, a 160 rs. o
covado.
Cortes de cassa de barra a 25000.
Ditos do dita sem barra a 1600.
Cassas francezas lixas a 440 rs. a vara.
Ditas de quadros para babados a 19600 a
peca.
Alpaca de quadros com lio do seda a 400
rs. o covado.
Aloalhado com 8 palmos de larirura a
15200 a vara.
Longos brancos com barra, para mao a
100 rs.
Riscado francez a 220 rs. o covado.
Sladapolao com loque de avaria, de diver-
sos pregos.
Carnauba a 1G#000
Vendo-so carnauba a 105000 a arroba, cm
porgao de urna arroba para cima : na rua do
Nogu.cna n. 21.
Ve'>s superiores.
Vcndom-so velas muito superiores a 14?
rs. a arroba ; he escusado tecer elogios,
pois quem comprar urna vez sabera da rea-
lidade : na rua do Nogueira n. 21.
Novidade.
Na rua do Queimado n. 30, loja de ferra-
gens, vcQde-se o superior couro de lustre a
49500 a pelle, superior papel paulado a
4>>500, dito paquete a 4;500, dito de peso a
25800, mirroquim a 2o a pelle. facas de ca-
bo de balango a 5;400, ditas a 6i, ditas mui-
to superiores de 2 botes a 6/500, ricas cai-
xas de bfalo a 15800 e 25, e oulras muitas
ferragens e miudezas, que vista se pora
prego, e nao se engaa os freguezes.
e.siiiiON
a IJJ000 rs.
Vcndem-sc cortes de vestidos de cliita
larga, a dez tnstcencada um: na loja de
portas, na rua do Oueimado n. 10.
Ma
.A i20 res o covado.
Vende-se chita larga sem avaria a 120
rs. o covado : na rua do Queima lujado,
de 7 portas 11. 10.
uelogios de pa-
tente
ingleses de ouro, de abnete c de vidro:
vendem-se a preco razoavel, em casa de
Augusto Cesar de Abreu, na rua da Ca-
deia do Uccife, armazem n. 16.
Vendo-se um baixo e um pistn, em
bom estado, e muito em conta : na rua das
Flores o. 19,
Vende-se.por prego commodo.superior
vinho do Porto em barris de 8. : na rua do
Trapiche o. 14, escriptorio de M. A. Guerra.
(]harutos.
Vendem-se na rua do Collegio 11. 13, a
7500 o milheiro, em magos de 50.
Ao ; v. de engenho.
Na rua do Livramenlo n. 16, vendem-se
cobertores de algodo grandes, proprios pa-
ra a eslagao do invern, pelo barato prego
de 500 rs. cada um.
( Jaudo Uubeux
Vendem-se velas mistas, proprias para
malar loruiigas, e para que eslao muitissi-
mo approvadas : no scu escriptorio, rua da
Cadeia do Santo Antonio 11. 13,
CLAUDIO DDBEUX
Vendem-se velas estearinas, proprias pa-
ra carros a 1;I20 cada pacole de 8 velas, :
no seu escriptorio, rua da Cadeia do Santo
Antonio n. 13.
Claudio Juheux
Tendo recebido una factura de 2,00o bar-
ris de plvora, dos melhores fabricantes,
vende-os a 145000; as amostras acham-se
no sen escriptorio, rua da Cadeia de Santo
Antonio 11. 13.
ttenco
Vendem-se pegas de chita do muito bons
paiiuos, pelo baratissimo prego de 5 a pega,
que sahe o covado por seis viuteiis e dez rs.,
a porgao he pequea : portante quem gosta
de economia deve-so aproveitar : na rua do
Crespo, loja da esquina junto ao arco de
Santo Antonio, e na loja de 4 porlas 11. 12.
Sola de qualidade especial, vende-se
no armazem do caes do llamos, de Francisco
Figueira de Saboia : a tratar no seu escrip-
torio, rua de Apollo n. 5.
Chapeos de fel-
tro e bonct de cabello pa-
ra meninos.
Vendem-se ricos chapeos de teltro para
meninos, enfeitados cora litas e plumas, pe-
lo baralinho prego de 330OO, bonetes muilo
lindos de cabello a 25 rs. : na rua do Quei-
mado, ua bem couhecida loja da boa lama
11. 33.
Charutos do Hava-
veileni-se
>. Astley
o
em casa
c.
Sellins e relegios.
SELLINS e KELOGIOS de palele
ui-lez : venda nn armaztni de
Kuslron Kooker fi| Campanilla, es-
quina do largo do Corpo Santo ou-
mero 48.
MEIiS PUMAS BE LAIA
e algoclo para padres.
Vendem-se superiores meias pretas de
laia, pelo barato prego de O800 o par, ditas
de algodao de superior qualidade a 600 rs. :
na rua do Queimado, na bem couhecida loja
de inunle/as da boa fama n. 33.
Leques muito fi-
nos
Vendem-se leques muito finos, com plu-
mas, espelhos e bolotas, pelo baratissimo
prego de 25 e 35500 ditos sera plumamuito
boa fazeuda a 1c2y) : na rua do Uucimado,
na bem couhecida loja do miudelasda boa
fama 11. 33.
Velludo rico para forrar carros, com
todos os pcrlcuces, vende-se ua rua da Cruz
II. 10.
Cm car do llenry Itrunn & Oyw" -
nhia, uadiitiszii. 10, vendem-so p
chegados 110 ultimo navio, quadros ....
moldura, cemento romano, cognac em cai-
xas de urna duzia, velas de composigao,
conservasen! lalas.
Sao muito lints
e de i Uto bonsg stos.
Mussulinas muilo finas, matizadas com
lindas cores, de padrees muilo bonitos e
inteiramcii.o novos; vendem-se pelo dimi-
nuto prego de 560 rs. o covado : na rua do
Queimado n. 22, loja da boa le.
Emcasa de Saunders Brothers C. praga
do Corpo Santn. 11,ka para vindar o st uiota
Ferro inglez.
Pixeda Suecia.
Alcatro de carvo,
Eonas de linho.
Esponjas.
Drogas.
Algodao lizopara saccas.
Ditoenlrancado igual ao daBaaia
E uw completo sortimento de fazendasproprio
para ste mercado \udo por prego eommodo.
-'oinhos do vento
comhomhas derepaiopara regar liorlaseba
xa de cap i ni : na tund cao de 1). W. Uowman
na rua d" hrum ns. 6, e 10.
Agencia
da iutdicao Low-AIoor,
rua da Menzala ; ova
ii. 4.
Neste estabolecimcnto continu'a a haver
um completo sortimento de moendas e meias
moendas para engenho, machinas de vapor
e taixas le ferro batido e coado de lodosos
tamanhos para dito.
Machinismo pa-
tente inglez
Os melhores relogios de ouro, patente in
glez, vendem-se por pregos razoaveis, no
escriptorio do agento Oliveira, rua da Ca-
deia do Recife n. 62, primeiro andar.
I'eunas de ema, cera de ahelha o de
carnauba.
Na rua da Cadeia do Itecife, loja n. 50, de-
rronle da rua da Mndrc de lieos, ha para
vender os gneros cima, reccnteinento dra-
gados, por pregos razoaveis.
Algodao monstro, he pe-
cliincha.
Vendo-se algodao monstro com 8 palmos
de largura, proprios para toalhas e lencoes,
pelo diminuto prego de 600 rs. a vara : na
rua do Queimado n. 22, na loja da boa T.
i^igas de seda
para senhora.
Vendem-se superiores ligas de seda para
senhora, muito bonitas e de muitos pa-
drees, pelo baratissimo prego de 15200,
V500 c 2fOOO na rua do Queimado, na
bem conhecida loja de miudezas da boa la-
ma n.33.
N. O. Bicber & Companhia, rua da
Cruz 11. 4, vendem :
Lonas da Itussia.
dem inglezas.
Brinz3o.
Brius da Itussia.
Vinho de Madeira.
AlgodSo para saceos de assucar
Alg-odabznhe. da Baha
para saceos de assucar; vende-se em casa
de N. U. Bieber Companhia, rua da Cruz
n. 4.
F^ra mscales
c boceeiras.
Vendcin-se iluzi.i- to eaixaide mass.ipara rap pe-
lo liaratisuno prern de (i rs.,duzias de lezouras em
cano a Ijoooe I?2(I0 e urandes Ic'jan, duzias de
csixinlias de pao cun palitos de fago a l\n rs.,duzias
de peulesde cliifros muilo liuns praalizara;l5200.
duzias de penles de btlea pata alar cabello a 2}2(l
e 2g600,dozia de navalhai para narba a 1$600,groiai
de lmles inadreperola para camisas a 600 reif.dllM
inuitu linos de gata a 100 res, rozas de boloes fi-
nos para calca I atieren, carias com 2 > penles de
alfinelea lo reis.duzias de penles de balea para a-
lizar a :!.;, (rozas de livellas para sapal'osa 5l0, du-
zias de canivelts liuospara aparar pcnnai a 29.00
e 35,duzias de jallas (armnicas) a IjiOO e i; 1"U.
duzias de torcidas para caudieiros a SO, reis rozas
de marcas para cobrir a 100, 120 e 160 ren, pe
fas ile tranceln para benlinlits 120 re*, pulr.eiras
encarnadas muilo bolillas para Sra. e meninas a 00
^s.,duzias di- iniadtnlias de bubas prelus a 2ill res,
, cas com 10 >aias de fila de ciis a 320, 360 e 4oo
rOis, duzias de lapes a 100 rs., duzias de caitas com
clcheles a 720 r., Iinhas brancas de nuvellos de to-
do os nmeros, ditas de cores, Iinhas de miada linas
e Rrocas, ditas de carnleis brancose decores, cordao
de veslido de lodn a procura, biquinhos de todas as
larguras, e baratos, rendas de todas it lareuras, es-
pellin,;urdas ,|e viola, lilas de lia de lodas as co-
res, filas lie linho branres e de cores, didaes, aiiullias
de lados o Humeros, lillas de seda de lodos os nme-
ros, peanas de pato,caixas de chifre, rozarios, colbe-
re de ierro, rclroz de Indas as cores, vernicas, filas
debeira prela e branca,srampas.etudo o mais que se-
ja necessario para cmplelo sortimenlode bocelei-
ras e mscales e que ludo se vende muilo mais bara-
to do que em outra qualquer luja, na rua do Quei-
mado. na bem couliecid.i loja de miudezas da boa
lama 11. 33.
Claudio JJubeux
veude plvora ingitza a 13?, 14o e 15JOU0 rs. o
barril de 25 libras.
Miiho bom em
SACCAs.
Na taberna glande so lad > da igreja da
Soledade, chegou grande porgao de saccas
com muito bom inilhu, e vende se por prego
eommodo.
Couro de lustre
Vende-se couro de lustre francez, o me-
Ihor que pode haver nesle genero, pelo ha-
rato prego de 55 a pelle: na rua do Quei-
mado, na bem conhecida loja de miudezas
da boa fama n. 33.
Sellius
patente inglez.
Silo chegados e acham-se a venda os verdadeiro)
o bem conhecidus se I luis iimlezes plenle : na roa
do Trapiche-Novo 11. /rJ, armazem de fazendas de
Adamson liowie *\ C.
Planta da cidade do lie-
cfe
Vende-se a planta da cidade do Becife e
seus arrabaldes, l'eila pelo Sr. Dr. Jbs Ma-
mede Alves Kerreira, por dez mil reis: na
livraria n. 6 e8 da praga da Independencia.
>lappa das distancias tU
provincia.
Na livraria n. 6 e 8 da praga da Indepen-
dencia, vende-se o mappa das distancias
das dillcrenles villas da cidade entre si, e
relagao a capital da mesma.a mil reis.
Deposito
de rapprnceza da fabri-
ca de E-Gasse, no l\(;
de .Janeiro.
Vende-se a prego eommodo rap fino,
grosso c inoio grosso, da acreditada fabrica
cima, chegado pelo vapor S. Salvador ; na
rua da Cruz 11. 49.
Em casa de J'enr. P.ii.nn & Companhia, na
rua da Cruz 11.10, vende-stcognacemcaixinhas de
duzia.
';. S i! h
FAS
r-
M
NAFUNDIQAO EFEKHO 1)0 ENCE-
NI1EIK0 DAVI W.BOVVMAN, ,^A
KUA DO BUUM, PASSAMJO O oHA-
FARIZ,
ha sempreum Brande soriimenlo dos seau i n les ob-
jeclos de niechanismos proprios p,iiaeni;enlios,asa-
ber : moendas e meias moendas, conslrucrao ; lanas de ferro fundido e bslido, de
superior qualidade e de lodosos lamanhos ; rodas
dentadas para agua ou animaes, de todas as propor-
coes ; criyose bocas de foroalha e reuislros de bo-
eiro, a .Tinllir-, bronzes.paralusos c cavilbes,inoi-
ohos de mandioca, ele. ele.
NA AILSMA FUNDICA'O.
se executam lodas as encommendas com a superio-
ridade ja condecida com a devid presteza ecoin-
modidade em preco.
'. v.:
HQk
-
s7
Vcnde-se cal de Lisboa ultimamento che-
gada, assim como polassa da Uussia verda-
deira : na praga do Corpo Santo n. |f.
TAIXAS PAHA ENGENHO.
Ka fundipo de ferro de D. W. Bowtaanu u
ruadBruna, passando ochafariz, continha-
dar um completo sorlimerlode taixesde ferrofun
vidoabatidode3 a 8 palmos de bocea, ai quaes
acham-se a venda,por eprego eommodo com
promptido: emharrarc-s oi;carrgm-s mear
ro semdospo: iocoriipraJur.
Vende-se superior Iinhas de algodo
brancas, e de cores, em novelio, para costu-
ra, em casa de Southall Mellor & C., rua do
Torres n. 38.
Foi transferido odepositodeste jarope para a bo
ticadeJoso da Cruz Sanios, narua Novan. 53
garraas cd, e meias 35000, sendo fallo lado
aquellc que naofor vendido ueste deposito,pelo
quesefaz o presenil aviso.
IMPORTANTE PARA OrTIlLICO.
I tra curade pht>sicaem todt^osseusdifteren
esgrios, quer motivada, porconsliparoes, tosse
astbma.pleuriz.escirros desangue, "dorde eos-
lados e peilo, pal pilaran no coracan.coqueluche
bronebite, dorna garganta, e (odas as molestia
dosorga o pulmonares.
VenJe-se tahoado e pranches de pi-
cho de Suecia, proprio para armagflode ar-
mazem de assucar.
Paos de pinho vormelho para mastaros.
Chumbo de munigSo.
Folhas de cobre.
Metal amarello ezinoo para forro, com os
competentes pregos.
Alvaiade de chumbo o de zinco, cm p.
Tinta branca de oleo.
Papei lino de escrever.
Vinho especial do liheno e do Porto.
lina da Cadeia do Itecife, casa de C J. Ast-
tey g Coojpanhia.
Oeulos e ionetes
v.e todajt as qu.idadcs.
Vendem-se| omilos de todas as graduagOcs
com delicadas armagoes de ago, pelo barato
prego de 800 rs. e 1~500, ditos com armagous
deliradas e prateadas a 15l)0 e 1c500, dilos
com armago de bfalo a 15200, ditos com
armagao do baleia a 180, ditos com armadlo
de nielal branco a 400 ts., lunetas de um's
vidro redondas e quadradas com aro de b-
lalo a 500 rs., ditas do dous vidros tambeni
com armario de bfalo a 1?500, ditas de um
so vidro redondas c quadradas couiarotle
tartaruga a 10200 c 1cr500 : na rua do (Juei-
mado, na bem conhecidada luja de miudezas
da boa lama 11. 33.
coberlos e'descobertos, pequeos e grandes
de ouro patente inglez, para bomem e se-
nhora de um dos melhores fabricantes de-
Liverpool, viudos pelo ultimo paquete in-
glez : em casa de Southall Mellor & C", rua
do Torres n. 38.
Meias de todas
as qualidades.
Vendem-se meias de seda branca para se-
nhora, o roelhor que se pode encontrar a
30500 rs. o par, ditas pretas lambem muito
boa fazeuda a 2C500, ditas blancas de algo-
dao, muito linas a 320, 400, 500 a 000 rs.,
ditas prelas lambem muilo finas a 400 rs ,
dilas de seda de cores mujlo bonitas e pro-
prias para baptisado de criangas a 25OO,
ditas cruas muito fortes para meninos a 400
rs., ditas de cores de algodSo para meninos
a 240 e 320, ditas brancas para meninas a-
240 e 320, dilas cruas e brancas para ho-
rnera a 160, 200, 240, 320 c 400 rs., dilas de
cores de fio da Lscocia tambora para homem
a 400 e 500 rs. : na rua do Queimado, na
bem conhecida loja do raiudozas da boa fa-
ma n. 33.
Suspensorios de
borradla muito tinos
Vendem-se suspensorios de seda e sem se-
da, muito finos, pelo prego de iaOO, lj200,
1600 c 2/o par : na rua do Queimado, na
bem conhecida loja de miudezas da boa fa-
ma n. 33.
Vendem-se 300 alqueires de sal de Lis-
boa : a tratar no Forte do Mallos, armazem
do Cuerra.
i\Ta loj^da boa f
vende-se o mais barato
possivtl :
r ':l,aIes Pequeos de merino, de lindas co-
res, bordados em duas ponas a 7000 ca-
misas de riscado muilo bem feilas, pel di-
minuto prego de 1/500 cada urna, ditas de
meias muilo linas a if, I0COs franrezes pa-
ra rape a 360, chitas finase de padrOcs mui-
to bonitos para cobcrlas a 200 o covado
cambraia adamascada com una vara de lar-
gura, proprias para cortinados a 75 a oeca
de M varas, gravatinhas de cassa muito bo-
nitas a 200 rs., selim encarnado, verde e
amarello muito superiores a 800 rs. o cova-
?' VSK d,e fusia para co"etes a 500 rs ,
1C e 19500, lengos brancos de cambraia pro-
prios para homem a 240, ditos ditos com
frVn? Cr t.am',em a 2*. Ganga amarella
ranceza muito lina a 320 o covado, longos
nrancos grandes, proprios para cabega a
400 rs., meias brancas linas para senhora,
pelo barato prego de 240 e 320 o par, brim
e quadrinhos de padres muito bonitos e
do puro linho a 240 o covado, pegas de pla-
lilnasdealodao, com 20 varas, pelo bara-
tissimo prego de 3600 cada uma.chapeos de
palha fina do Chili, pelo diminuto prego de
i(W, e alem disto rauitissimas fazendas finas
egrossas, que vendem-se por menos que
em onlra qualquer parte : na rna do Quei-
mado n. 22, na bem conhecida loja da
00a le.
totoes para pa-
nto*, colletes e punlios
de camisa.
Vendem-se abotoaduras muito linas de
madreperola para colletes, pelo baratissimo
prego de 500 rs., ditas muito ricas de todas
as cores a 320, 400 e 500 rs., dilas muito li-
nas de madreperola para palitos de meninos
e bomeua a 500 e 640 rs-, atacadores para
punhoso collarinhos de camisa, de muito
neo gosto a 400 rs., 800 e 2j0oo, ditos de
cornalina para casacas a 300 rs., e oulras
uiuitas qualidades de aboloaduras que se
vendem muilo barato ; na rua do Queima-
do, na bem conhecida loja de miudezas da
boa fama n. 33.
.r /ENTES l)E TODAS AS QOAL1DAES.
Vendem-se pents de tartaruga para cabello
o melhor que se pode encontrar, a 5s, ditos
de baleia imitando o mais que he possivel
aos de tartaruga, a U, 1?200 c 1?500, ditos
mais ordinarios de baleia a 40 e 3->0 rs di-
tos de tartaruga para alizar, fornidos o mul-
to bem fetosa 49, ditos de marfim, fazenda
muito superior a 1*500, g o a,, ditos de
borracha de muito superior qualidade a U,
ditos de bfalo verdadeiro, muito linos c
bem fetos, a 640, 800 e 15, ditos a imitag3o
t osUi!"^ne.an1;5, ditosde baleia muit0 bo*
a 280, 320 e400 rs., dilos de bfalo verda-
deiro, muito bonitos e bem feitos, proprios
parajsuissas e criangas, a 320 rs., ditos de
marhm muiiissimo bous, fabricados em Lis-
boa, para piolhos, a 800,1C000 e 1500. di-
tos pretos de bfalo tambera para piolhos.a
500 rs. : na ruado Queimado, na bem co-
nhecida loja de miudezas da boa fama n- 33.
Para os jovens
namorados.
Vendem-se ricas folhas do papel phanta-
zia para escrever, cada folha cora a compe-
tente capa c urna obreia de cola com qual-
quer da da semana, pelo barato prego de
60 rs., 100, 200 e 300 rs. : na rua do Quei-
raado, na bem conhecida loja de miudezas
da boa fama n. 33.
i'ailias de ferro.
Na fundig3o da Aurora em Santo Amaro-
o.tambem no deposito na rua do Brura, logo
na entrada, e defronte do arsenal de mari-
nha, ha sempre um grande sortimento de
tachas, tanto de fabrica nacional como es-
trangeira, batidas, fundidas, grandes, pe-
quenas, rasas e fundas ; e em ambos os lu-
gares existem guindastes para carregar ca-
noas ou carros, livres de despeza. Os prego
soo s mais commodos.
arandas e ^rad; s,
Um lindo e variado sortimento de model-
los para varandas e gradaras, de goslo mo-
dernissimo na fundigao da Aurora em San-
to Amaro.e no deposito da mesma, ua rua do
hrum.
Moendns superiores
Na fundigao de C. Starr A Companhia, em
Santo Amaro, acham-se par vender moen-
das de canna todas de ferro, de um modello e
construego muito superiores.
Luvas de lodas
as qualidades.
Vcndcm-se verdadeiras luvas de pellica
de Jouvui, pretas c brancas, para homem e
s-nhora a 2>500 rs. o par, ditas de seda de
todas as cores e bordadas, com guarniges a
2;50, ditas lisas tambera de seda o de to-
das as cores, para homem e senhora a
15200 e 1500, ditas prelas de torgal, mu,.,,
boa fazenda a 19, ditas brancas de algodSo
para homem a 240, 320 e 4 cores muito finas de lio da Kscocia para ho-
mem o senhora a 320, 400 e 500 rs., e ou-
lras mais qualidades de luvas, que se ven-
de barato: na rua do Queimado, na bem
conhecida loja de miudezas da boa fama
n. 33.
latios
Em casadeltaheSchmettau cvCompanhias
rua da Cadeia u. j>7, veudem-sc elegante,
Pianos do afamado fabricante Traumann de
liamburgo.
DE MUITO BONS GOSTYS
BARATO
Vendem-se muito ricos jarros de porcelaiii
para flores, ricos pares de catangas para ci-
ma do mesa lambem de porcelana, ti niel ros
de muito goslo, e paliteiros tudo de porce-
lana e por prego que uno dcixara de servir
a quem gosta do que he bom na ru do
Queimado, na bem conhecida loja de miude-
zas da boa lama n. 33.
Bom e barato
Vende-se muito bom papel almago prev
a 43 a resma, dito muito bom sem ser greve
a 3C200, dito de peso pautado a 45500, dito
liso a 3f, dito paquete pautado a 5 e 6f a
resma, dito de cores, de folha pequea, em
quartos de resma a 700 rs., grozas das bem
connecidas pennas de ago, bico de louga a
13200, ditas muito linas sem ser de bico de
louga a 500 rs. e ls, duzias de lapis muito
finos a 320 e 800 rs., caetas muito bonitas,
de ago, torneadas a 120, ditas de espinho a
200 rs., ditas ordinarias de po e liendres a
20 rs., caivetes de cabo de chifre de viado,
de 2 folhas, muilo boa fazenda a 800 rs., di-
los del s folha com cabo de madreperola a
8i;0 rs., ditos muilo finos de 1 s folha com
cab de marlm a ucoo e 2/, ditos de 2, 3 e
4 folhas, njssimos, tambem com cabo de
marhm a l'jOO e 3/, vidros com tinta car-
muii muito lina, propria para riscar e escre-
4so a 800ls boioes de tinta preta iugleza a
140 rs., tintoiros patente inglez, de vidro a
lc500e3->, reguas redondas muito bem fei-
las lambem n.gle/.as a 50o, 600 e 800 rs., pu-
dras ingle/as muito linas para amolar ai/e
laOO, tinteros para algibeira a 400 rs.,
agarradores de papis de muitas qualidades
e pregos, e oulras rauitissimas cousas: na
rua do Quei.iiado, na bem conhecida loia de
miudezas da boa faina n. 33.
Faeas, garfos e
colheres
Vendem-se as melhores focas de cabo de
marhm que se pode encontrar a 15a a duzia
ditas de cabo de halango muilo finas a 69 a
duzia, ditas de cabo oitavado e roligo a 3
ditas cravadas a 3-r200, ditas de chifre d
viado a 4o400, ditas para sobremesa com ca-
bo de balango a bz, ditas com cabos roligos
o oitavados a 3;, colheres de metal do prin-
cipe muito linas para sopa a 6a a duzia. di-
tas para cha a 33OOO, e oulras mais qualida-
des de facas e colheres, trinchantes o amo-
lador de facas, que ludo so vende baratot:
na rua do Queinudo, na bem conhecida loja
de miudezas da boa fama n. 33.
Objectos para
luto.
Na rua doQUcimado, na bem conhecida
loja de miudezas da boa fama n. 33, encon-
ti a-se sempre completo sortimento de ade-
regos, hrincos e rosetas, pulceiras e allinc-
tes, tudo preto, propriamente para luto, a
que tudo se vende mais barato doqueem
outra qualquer parte.
Cartas france-
zas muito finas para vol-
1 arete.
Vendem-se finissimascartas francezas pa-
ra voltarete, pelo baratissimo prego de 500,
600 e 800 rs. o baralho, e tambem se vendem
portuguezas a 300 rs. : na rua do Queima-
do, na bem conhecida loja de miudezas ua
boa fama n. 33.
Arados de ferro
Na fundigao de C. Starr & Companhia, em
Santo Amaro, acham-se oara vender arados
de ferro de um modello e construcgSo muilo
superiores.
HIGAS BONECAS FRANCE-
ZAS.
Vendem-se muito lindas o bem vestidas
bonecas francezas, grandes, pelo baratissi-
mo prego de 2o e 2S500, ditas vestidas de
noivas, e cada urna no seu ca 13o a 3/000 e
35500, prego que nao ha quem deixe de dar:
na rua do oueimado, na bem conhecida loja
de miudezas da boa fama n. 33.
Na rua do Vigario n. 12, e na de Santa
Thereza n. 60, vendem-se saccas com milho
por prego eommodo.
REMEDIO 1MCOMPARAVEL.
fati

UNGENTO HOLLOWAY.
Milhares de individuos de todas as nagOes
podem testemunhar as virtudes desle reme-
dio mcomparavcl, e prov.ir em caso necessa-
rio, que, pelo uso que del le lizeram, tem seu
corpo e membros inteiramente sHos, depois
de haver empregado intilmente outros tra-
tamentos. Cada pessoa poder-se-ha conven-
cer dessas1 curas maravillosas pela leitura
dos peridicos que Ih'as relatara todos os
das ha muitos anuos; e a maior parle del-
as.sao tao sorprendentes que admiram os.
mdicos mais celebres. Quantas pessoas re-
cobraran! com este soberano remedio o uso
deseusbragos o peinas, depois de ter per-
Zv^m s, ng" le,npo nos ^Pitaes, onde
tL7SS ,ffwa amputado I Dellas ha mui-
tas, que havendo deixado esses asylos de pa-
deuojenlo para se nao submetlerem a essa
operagao dolorosa, foram curadas completa-
mente, medanle o uso desse precioso re-
medio. Algumas das taes pessoas, na efuso
de seu reconhecimento,declararam estes re-
sultados benficos dianle do lord correce-
dore outros magistrados, alim de mais au-
tenticaren] sua allirmativa.
Ningeem desesperara do estado de sua
saude se tivcsse bastante conlianga para eu-
sa.ar este remedio constantemente, segiun-
Jlo algum lempo o tratamento que necessi-
tasse a natureza do mal, cujo resultado seria
provar mconlestavelmente : Que tudo cura.
O ungento Ite uiu, maiparticularmente
nos seguinlet cato.
Alporcas.
Cairabras.
Callos.
Canceres.
Cortaduras.
Dores de cabega.
das costas.
dos membros.
Enlermidades da cu-
tis em geral.
Cnfermidades doanus
ErupgOes escorbticas
Fstulas no abdomen.
Frialdade ou falta de
calor as extremi-
dades.
Frieiras,
Uengivasescaldadas.
Inchagoes.
Inflammago doigado
da bexiga.
Inflammago da ma-
triz.
Lepra.
Males das pernas.
dos peitos.
de ollius.
Mordeduras de replis.
Picadura de mosqui-
tos.
Pulmdes.
Queimadelas.
Sarna.
Supurages ptridas.
Iinha, em qualquer
parte que seja.
Tremor de ervos.
Ulceras na bocea.
do ligado.
das arliculagocs.
Veias torcidas ou no
dadas as pernas.
. = -oo na lenlas.
Vende-se este ungento no estabelecimen-
to geral de Londres n. 244, ustraud, e na
loja de todos os boticarios, droguistas e ou-
lras pessoas encarregadas de sua venda em
toda a America do Sul, Havaua e llespanha
Vende-se a 80o rs. cada bocetinha.conlcni
urna instrucgf.o era portuguez paia explicar
o modo de fazer usodeste ungento.
O deposito geral he em casa doSr. Soum,
pharmaceutico, na rua- da Cruz n. 22, em
Pernambuco.
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"" A 2G lo mez findo fugio o preto Joo
de idade que reprsenla 35 annos, estatura e
gro>sura do corpo regulares, bom fallante,
lem romo sobre os olhos, e o melhor signa
lie ter uns calombos por baixo do queijo, e
ao lado, piincipiando do pe de urna orelia,
e mais calombos em um braco e no peito ,
consta andar por esta praga ganbando, e'
poros airabaldes, etc.: qualquer pessoa
que o pegar, leve-o a rua da Cadeia n. 2,
a seu senhor Domingos da Silva Campos
Fugio de bordo do bngue brasileiro
Melampo, na noite do dia 8 do corrente, un
negro de nome Marcelino, nagao Cabinda
altura regular, secco do corpo, rosto com-
prido, barba serrada e cria suissa, com falta
de denles na frente, e consta andar vestido
cora paleto, e calgado : quera o pegar leve-o
a bordo do dito navio, junto ao Caes do I'as-
seio Publico, ou a casa le seu consignatario
Manoel Alves Guerra, na rua do Trapiche u
14, que ser bem recompensado.
PEEN.; TO. 6E Al. F. DE FAMA 1857:
Murn:
r
ILEGIVEL


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