Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07755


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Full Text

ANNO XXXIII N. 107,
Por 3 mezes adantado$ 4$000j
Por 3 mezes vencidos 4f500<
SEGUIDA FEIRV II DE H.UO DE 1857
Por anuo adiantado 15$000.
Porte franco para o subscriptor..
NCARREUADOS DA SUBSCRIPCA'O NO NORTE.
Pirthibi o Sr. Joao Rodolpho Gome ; Natal, Sr. Joa-
lm I. Partir* Jnior: Aracar, o Sr. A. da Lenioi Braga ;
ara, o 8r. J. Jote dt Oliveirt ; Maranhao, o Sr. Joaquim Mar-
nai Kodrigutt i Piaulij, o 8r. Domingo! Htrculano A. Peiioa
(eiraoie: Para'. oSr. Juiuuu J. Ramot i Amnunti, Ir. Jtro
ujmo dt Cotia.
PARTIDA IOS COHRItElOS
Olinda : lod.* oa dia*. lf meta horas di, di*.
Iiniaraiai, Gaiaana o ParaUha : n, MgiiMlat e aeitat-ftfiraa.
5. Anian. Reaerrsie, Iioniio, Cantara, Aliiiiini a GtnMhaaa: id iera.,-r-ir.
S.Lmnco l'ao-iT.lllio, Naiardli, l.imo.-iro, Hr.jn. Pesctara, l*a
,e,.a. Floren, Villa-Baila, Bo.-Vi.rn, Or.-rj Ki imi |.i.iria.-f.-iM
Gato, 1/iojuc.i. Scrinhom, iii Pinn-nU-irae t Vual tlitlaa-laint.
(Todna el crrelos partrm as III huras da Malla,
AUDIENCIAS DOS TRIUUNAES DA CAPITAL.
Tribunal do comrnercio t tegunda a quintal.
Relaco lereti-feirai t labbadoa.
Faitnda ; quarlai e tabbadoi ai 10 horai.
Juio do comrnercio: legunda ai 10 lioni quintil sa mtlt-du.
Juizo dt orphoi: tegunda t quintal ai 10 hortl.
rimaira rara do cirel I legunda e mu ao mtio-dit.
Segunda rart do cirel: quirtti t nbbidoi to]mtio-dia.
EPHEHERIDES DO HEZ DE MAIO.
8 La cheia as 11 horis a 51 mioutoi dt farde,
lf Quarto minguanteai8 horai e SU minuto dt tarde.
S Lu nort toi 28a minutoa di larde.
311 Quito metate ti 10 hort e S2 minutos da manhil.
I'REAMAR DE HOJE.
Primeira ai 6 horai a 6 minutoi dt manbaa.
Segunda as 6 boras e 30 minutoi dajttrde.
MAS DA SEMANA.
11 Seiiuiida. Ss. Fabio. Anataco e Sereno Mu.
12 Titea I. Jo&na princeza v.
13 (.lara. s. Pedro Regalado f. ; Ss. Clvceria c Cervato Mm.
1 i Quiuta s tiil S. Bonifacio e Enedina .Mm.
13 Sevia. s. Isidoro laarador.
Ifi Sbado, s. Jo.io Ne|iomuceno coneego m.
17 Domingo. 5. deduisda raschoa. i. Pascboal Bavlon f.
EXCARRKGADOS DA SLBSCIHPCAd NO SOL
Alagoai, o Sr. Claudino Fileno Diai ; Babia, o Sr. D. Dutrt
Rio de Janeiro.o Sr. Joao Pereira Martina.
EM PERNAMBL'CO
O propriettrio do DIARIO Manuel Figuairot dt Fin, ni la
livrart, praca da Independencia ni. 6 t 8.
PARTE OFFIOIAI
80VERN0 DA PROVINCIA.
Expediente do da i de amo.
OrfleioAo Eim. prelado diocesano, lolicitando o
teu parecer acerca rio regulamenlo confeccionado pe-
la irrnandada de N. S. do O' de Ipojuca, e para u
eeraiterio pertencenle aoseo palrininnio.
DitoAo E\m. miniilro plenipotenciario do lira-
sil cin Franca.--Tenho presente o oflicio de 19 de
- fevereiro allimo, iiri qae V. Eic. declara, que as
estipulares do contrato celebrado coro a uperiora da
ordem de S. Virona de Paulo, estao de harmouia
oiii as communica;es desla presidencia, e nao tuf-
freram alieraoo alguma, aptzar de ser mais dispen-
dioia a viagem da* innaas ile candarte, que se eltec-
tnou na vapor da nova liuha Haraburgue/a, com n
firn de evitar a demora que haveria, ae ellas viessetn
m nutro vapor, coja viagem ficara adiada para
narco.
J e me apreienlaram at irin.ias de caudado, a
que V. Ese. se refere, t vo cuneear a prestar leui
bous servieos.
Diodo pan-beui a miaba provincia por 13o fe-
liz acquisie.io. nao devo donar de expreasar aqui o
mea recnnhtcimeato, pela mui etlicaz coa.ljuvarao
qoe V. Etc. preslou, para realisar-sea viuda di tao
pidoais mnllieres.
Rogo a V. Etc., que se digne de apresenlar to-
perlora geni os meui agradecintentos, pelo empe-
nho com que ella tambera coucorrta para conseguir-
te tao benfico resaltado.
Aproveilo esta opportuoidade, para renovar a V.
Eic. os prole-ios dt rninlia perfeila eslima e dislioc-
II consideraran.
DiloAo Em. vi ce-presiden le das Alagoas.Ac-
cuso recebido e ollicio do 1. no correle, em que
V. Etc., eommanicandu ter sido assassioado e rou-
bado na comarca lo I'euedo, o sub lito ilaliauo Nico-
lao Elbo, pede-me qoe transmita esta noticia ao
respectivo cnsul, segundo o desojo manifestado pe-
los companheirus daquelle infeliz.
Reiidindo e ttdot comprehendidos sob a denomiuato genrica
de Italiano!, rogo a V. Eic. qoe se digne ne de-
cltrtr-me, i qual deles perlence o referido Nicolao
Elbo, a ti ni de ser ucamiuliada a eoa.inuiiicar.ao ao
cnsul competente.
DiloAo Eim. gineral commandanle das armas,
inleirandu-o de que a lliesourana de fazenda, lem
ordem para indemnisar o .." baUlhflo de arlilluria a
p, da despeza feila com o transporte para Oliuda.
da diversos arligos de armamento, fardamenlo e
utensilios reeebiilus do arspual de guerra.
DitoAo mesmo, declarando-lhe que Tica scienle
de liavtr S. Esc. oomeado o alferesreformado i.luin-
lilitno Htnrique. da Silva Primavera, para servir
iulerinamenle o emprego de ajodanle da forlal'za
de Itamarac.Communicou-se a tliesouraria de fa-
zenda.
DiloAo chefe de policia. reeommendando-llie a
ezpedir^Ao de suas ordens as anloridades policiaes,
para que einpreguem o meius ao sea alcance, com o
fm de saber se eiiste ou eiistio nesia provincia, o
lieipauliol Jm Salasar y Anlelo, o qual deitou a
casa paterna em 1828 nu I82I, lento 11 anuos de
idtde, e dirigio-se para o Porto, onde permanecen
at 18-11, em que passou-se para o Brasil.
DiloAo mesmo, coinmuiiicandii-llie ler lrau-.mil-
lido a' thesouraria provincial, para ser paga, estando
legal, l conla dai despezas com o sustento dos presos
pobres di cadeia de lioianoa, nos mezes de Janeiro e
fevereiro ultimo.
DitoAo inspector ds (liesoararia de fazenda, ap-
provando a arrematarlo que lizera jol Tliom.iz de
CtmpaW Quaresmt, dando por fiadores o briga-ler.S
Joaquim Bernardo de Fizueirerlo, tenenle-rorouel
JoAo Valeniiin Vilella, e o capiAn Miguel lote lio
Al incida Pernamliu-o, do seruQi da rapalazia da
alfandega desla cidade no auno lln.iucciro de I87 a
1838, por quareula '. n) por cenlo) da renda da
neim alfindega.
litoA' inesm.i, inlr irandn-a de lerem sido no-
m-ados Augusto Carlas de l.emos Pacheco e Jos Xa-
vier Faustino Ramos, para os lugares de ofliciaes
cliefes de secean da secreiarit de polica desta pro-
vincia, e be ni as.im Jos de Vasconcellov, para o
da ollicial ezlerno da mesma reparligAo, percebendo
os vencimenlos marcados na tabella que acompa-
nliou o decreto n. IS'.IT de 21 de fevereiro ultimo.
Commonicou-se lambein ,'o chefe de polica.
DiloA inesiua. enviando copias n,1o sii do olli-
cio em que o cnsul geral do Brasil em Bru.ellas,
participa ter contratado o eugenheiro machmisla
Charles Marie Colsoul pan servir no arsenal de
rnarinlia ; mas lambem do coutralo com elle cele-
brado, comprimi qoe S. S. mande entregar lo ne-
gocame desla praca l.uiz Aulouio Siquera a qu.m-
tia de 43 francos itiapeiidida pelo uic-mo ronsul na
viagem que fez a l.iege para o fm de salisfazer a
incumbencia de enviadas ao inspector do arsenal de oiarinha.
DitnAo eugenheiro eucarregado das obras mi-
lilares, para que, de accordo com o coronel com-
mandanle do I" P.ilalluo da guar-la nacional aquar-
lelado, procure fazer alguna reparos de que pre-
cisa o itspeclivo quartel, declarando o quanlo se
desptudtra*.
DiloAo mesmo, para que examinando o quar-
lel do 1(1'balalho, orce a obra que se deva uelle
fazer, e remella este ornamento, afm de ser enca-
iniuhado ao nlnisttrio da guerra, qoe o engio cin
avi-ii de 11 de abril ultimo.
DitoAo eomniiiiidaiile superior da guarda na-
cional do muoicipio de Olinda, dei-larando-lhe que
f.ir.i truusmilliila a lhe.our.iria de fazenda, com or-
dem de paga-la, estando lgala, a follia das gralili-
ca^oes qoe vencen ao I a 30 de abril ultimo, o co-
ronel chefe do eslado maior Francisco Joaquim Pe-
reira Lobo.
DitoAo juiz dos feitos da fazenda, envan lo-
llie copit do aviso da ju-Ihm, rtcommendando que
esse juizo d cumpriruenlo as orileni do thesooro
de 5 de junho, e JO de dezembro de 1837, as
quaes se declara que das senlen;as proferidas as
juiliflcaces pan o mtio sold da le de (i de no-
vembro de 1827. nao lem lugar a appellacAo ei-
oilicio, alvo quaudo os procuradores liscaes se op-
prVara a laes teuleiica por motivo de nullidade.
DiloAo anenal dt guerra, enviando-lhe por
copia o aviso de 18 de abril ultimo, em que u t un.
ministro da guerra, recommeuda o cumprimenlo de
oulro aviso de -! de fevereiro de lsVi, mandando
- -atisf i/.er o pedido que fez a presidencia do Ceara
de om apparellio necesaanopara o oso da cabrilha
que elisia naquella proviucia.
DiloAo capio do porto, commonicando-lhe,
pira que o faca constar ao ajudanle daquella ea- |
pilanit, Ricardo di Silva Neves, qoe lite foram
concedidos os dous mezes de lieen^a com venci-
menlos que llio pedio para ir a Baha, devendo elle
solicitar a competeute portara na stcrelaria de es-
tado dot negocios da marinlia.
DiloAo inspector do arsenal de marinha, en-
viando-lhe copian nao m du aviso circular da mari-
uha de 22 de abril ullimo u. 43, como lambem de
outio de 6 do referido mez, declarando o que se
deve pralicar na apreseulatAo dos reqoerimenlos ou
repre*enlac,oei que se tenliam de dirigir aquella
secretaria de eslado.
DiloAo barharel Joao Diniz Ribeiro da Cu-
uha, dizendo-lhe fcar inteirado de haver Smc. en-
trado no eiercicio da segunda vara municipal des-
ta capital no da 2 do correnle, na qualidade de se-
gundo supplente.Deu-se sciencia ao Eim. presi-
dente da reine m e a lliesnuraria de fazenda.
DiloA cmara municipal da cidade de Olinda,
para que, tendo em vista o disposto nos arls. 42 e
43 da le do I' de nulubro de 1828, informe acerca
do incluso reqoerimenln em que rienry (iihson pe-
de auhni-aran para llie seren aforados uns terre-
nos alagados, de qoe essa cmara se acha de posse.
PortaraNormando o bacharel Jos Bonifacio de
S Pereira para o lugor de 0' sopplente do juizo
municipal da seganda vara desta cidade, em subs-
tituirlo do bacbarel Joao Francisco Teixcira, que
pedir escusa do referido lugar, para o qual fon
lomeado por portara de 29 de abril ultimo.l'i-
zeram-ie as necessarias commiiiiica;e.
DitaAo agente da companhia dos vapores bra-
sileiros, para mandar dar passagem para curie, por
conla do guverno ao Em. lenle general come-
Iheiro de guerra Antonio Correa Sean e sua fami-
lia.Cnmmunicou ao mesmo lenle general e ao
commandanle das armas.
lij-peiiente do leeretario.
OI1.COAu inspeclor d;i Ihesuuraria de fazenda,
enviando sele oflicios da directora geral da detpeza
publica de 23 e 24 de abril ullimo, participando os
saques sobre a quella Ihesouraria das letra*, aqu el-
lei si referen).
Deipeho do dia 7.
Apolinario Pereira Pinto, requerendo que teja
tncarainbado ao governo imperial om eu reqoeri-
mento.A informar a Ihesouraria de fazenda.
Manoel Thomaz de Albuquerque Marauh. o, ar-
remtame do 21- lauco da estrada do Pao d'Alho,
requerendo qoe se ordene o lecebimento do dito
lauro.A informar a direcloria das obras po-
blicas.
Oflicio do director das obras militares, dizendo
que fez anunnciar as obras a fazer-sc no quarlel de
cav.ill.in.i de liuha.A informar a Ihesouiarin de
fazenda.
Dito ao chefe de polica, apresentando para ser
em proveilo de toda a humanidade, e do alivio das
miserias da Europa em particular, como garanta
contra as fn-nes e a penuria peridica, como obra o-
cial de philanlropia, o inlerposto he urna das mais
magnificas concepees dos lempos modernos.
E primsiro que ludo, laucando um olhar obre o
passado, referindo-se ao lempo em que populac/ies
sedentarias, laboriosas e e dos os recursos da inlelligencia humana a' explora-
dlo de ompsiz tflo maravilho-iamenle frtil, somos
condozidos idea dos recursos iminensos que a ci-
vilisafao he chamada a desenvolver um da nessas
resies, para as quaes a hora prsenle he 13o mi'.
A-siin. nao he sobre o movimenlo eommercial ac-
tual que eouvin apreciar o producto provavel da
linha, he sobre os recursos do fotnro que convm
principalmente contar sobro aqaelles que o proprio
camin.o de ferro farn' infallivelinentt surgir. liste
meiode coinmuniearao rpida vai levar a vida e ci-
vilisaran a' regie* situadas sh o co mais clemente,
incultas e abandonadas ais rebanhns das tribus n-
madas pelos seus nove decimos. Se he verdad* co-
mo o atiestan) as leslemunhss da aulondade que re-
produzem ao cntuplo o que alii se semea, serao em
breve suscepliveis de prodiizir mais de cem milhes
de heclrolilros de cereaes de todas as especies cada
auno : sob esta r-1 ar,i o raminho de ferro nao (aria
mais do que ligar a Bahylouia e a Mesopotamia ao
Mediterrneo, a sua nlilidade nao smanle eommer-
cial e social, no qoe diz reipeilo as substancias, seria
inconlestavel.
Desde muilo lempo a noisa vilha Europa he obri-
- ni i a tomar'as oulras regides do mundo, a' Ameri-
ca, a' frica nma parte do (rigo necessario a' subs-
tancia das soas populacoe*, t em varias das suas par-
tes u consumo excede a producto, o a balanza ests
lnuge de achar-se em toda a parta em eqolibrio ;
esle dficit nmeara falalinenle de crescer cada vez
mais, na proporc/io do crescunenlo dai populai^es.
A --Mu, suppondo que esle veiho celleiro d'Asia seja
em molida enlregoe a cultura dos cereaes, haveria
alii para lodoi o que tirar as mos cheia', e os pro-
ducios desla Ierra restituida a cultura, transporta-
dos a Suecia, pelo cimiuho de ferro, d'ahi por mar
a I nenie. Livourne, (innova, Marsellia, Londres,
ebeganam mais vanlajosamenle d i que os graos de
0 lena, eom soperiori.lids obre elles que cliega-
riam penodicamcnle na primavera ni poca do an-
uo em qoe o celleiros e-bo na miis alia prjgresso
uos mercados i icamiiiho do Eophralres decuplar lambein o mo-
viraenlo dos viajantes: estrada direila da Europa as
ludias, irausportaria os que transporta a mala pelo
mar Vermelho e o Baixo Egyplo, os que van para ai
feiras celebres de Alepo, de Bagdad e lla-sora, os
que visilam os Logares Stutol do mahomelisrno ;
lambem augmentara singularmente o rnoviinento
11- mercadorias e islo al a concurrencia de 123,(100
lio inglez sera' umi amea^a continua para todos,pa-
ra as naroes ribeirinhas do Mediterrneo, para a
Persia collocada entre os soldados da 1 u lia e o exer-
cilo europeo, para a propria Ruisia exposla a todos
os momelos por seus lados mais volueraveis, fara'
do nico porlo da coila da Syril um poni iuex-
pusnavcl, outro (iibrallar, e dumioara' o Modiler-
raueo as suas duas extremidades, de sorte que ues-
te mar ludo devera' pas do seu bom prazer, e nao sera' somonte a Austria,
a (recia, a Italia, a liespanha. a propria Franca
que senlirao o aperlo deste tecido fatal estn lulo
em tomo d'Africa. Mas o perigo real e immedialo
pode ser conjurado, se a empreza for collocada iob
os auspicios reunidos da Franca e da Inglaterra, se
a Ilollanda, Runsia e a Austria ahi exercerem a sua
parte de vigilancia, se for confiada a urna grande
companhia internacional. Enlo, nada de perigo
para a Turqua, nada de inquielac.lo para uingnem,
e llavera' nisto um grande meio de civiluacao para
a Asit, e ressnrrair,-lo da Turqua. Mas ludo sera'
para o melhor, se se confundir o eaminho de ferro
Por ludo islo, e pelo mais que consta de minhasi
cartas d'esso tempo, carregava en com a guerra mais
desabrida e atrozguerra espantosa e hurrivel, pois
qoe, baldos da juslica, os meus delracloreaemprega-
v.im a aleivosia, as invectivas e as dialribes como
oboai armas !!...
Mas eu, com a iranqu-llidade e pl.iridez que ca-
rartensamo boinemque obra bein, apenas dizia com
o bom Sainl-Lunber : s ll-.urcux celui qui peul
dir : mes euiiemis et mes rivau ceiisurcul eii mu
des vices que j'ai ne pas Que t'iinporte, i lu es
bon, que les homines le poursuivenl comme mc-
chanl ? N'ai-lu pas, pnur le cjn-ioler, les deux l-
moius les plus eclairs de tes adios; Dieu el la
conscience i>
Eassioo, confortado e fortalecido, prosegaiana roi-
nha senda de e*pinhos e amargores !
I Pois que agora ja nao cstss assim, cerlamenle
deixasle ei caminli i, dir, lalvez, o po leilor.
Porem, eu Ihe responderei. He verdade. abando-
ne aquelle eaminho, e rom luda a razio. No sabis
que gente he ei-ia, a que, com muilo *al e verdade,
do Eophrales e o rasgamenlo do islhmo de Suez sob chamamospotentados de nldea ".'Nao sabis que
a trplice vigilancia di Franca, da Inglaterra e da
Turqua e as m'io- de um eonsclho de adminislra-
e'io que funrciunasse em Pars a em Landres.
Fnt.io a obra lis tao iuollentiva na exccu(ao,
qu.iiiln he grande, moral e generosa na concepcSo
primitiva, somenle nao ha alternativa : ou a Franca
deve cooperar activamente para a empreza, leudo
urna parle nolavcl da direce.lo e de vigilancia ou
deve emprehender a lodo o cuito a execurao. jK~
da mais, se estas garantas forcm recusadas, nHoie
a Franca mi, sao tudas as naeos do conliuenle coriV.
peo que deverao lembrar-se que na ludia urna eom-e
panlua mercaulil ubsorveu um imperio que com-
prchsnde boje, mais de 1^1 milhe* de subditos, que
urna companhia de cammho de (erro absorvera' um
dia toda Turqua e recolhera' para si s i heran-
paga a folha dns vencimenlos do ollicial da guarda toneladas, e sem ulTeiider a esls uulra obra de sym-
iMcion.il do Bonito, que conduzio presos para esta
cidade.l'oi a ihesouraria de fazenda provincial
para pagar.
O misino, dizendo que se mande pagar a grati-
licaeao devida ao regente da casa dos mendingos.
A tbesoorara de fazenda para pagar.
0 mesmo, apresenland para ser paga a despeza
qoe se fez com o sustento def presos pobres da ca-
deia do termo de Santo Anta.A Ihesouraria pro-
vincial para pagar.
Dilo ao inspector do arsenal de maiinha, apre-
lentando a conla dos objectos fornecidns a admuis-
irarao do crrelo.Foi remedido a thesooraria de
fazenda para pagar.
Dilo do provedor de saude. requesitando que se
mande fazer os ronccrlos no escalcr da laud.A
informar ao inspeclor do arsenal de mannlia.
Dilo do inspector da ihesouraria provincial, di-
zendo que l rou'adoria impugnou o pagamento do
lauco da estrada da Eacada.A informar as
obras publicas.
lal gento, ordinariamente voluntariosa, vingaliva e
brutamente orgnlhosa, calca aos ps a razao, a jus-
tn; i. a verdade e. minias vezes, os mais bellos dic-
lamea de sua consciencia, quaulo Irala de salisfazer
os seus caprichos, de desjbafar os seus resseiitimeii
los a viugan^as *
Ah sejtoubesseis d'islo e do mais, que, por bre-
vidade, aSo emiti, vos dispensarieis de increpar-me
pelo suelo i que julguei dever ronilemnar-me,
,pars evitar que rebenlasse em txplcrto o vulcao que
aqui tive entao debaixo de meus pe !....
Qoando fallo aceren dos anli-sociacspotentados
de .i 1 l i -. n.lo me rofro especialmente aos d'alli ou
(Tacsl ; refiro-me tolos es'es lyranneles de loca-
lidades, que desgraciadamente formigim em lodo o
ca inleira do imperio do Oriente, c que um despo-, Brasil,por essas cidadinbas o villolas longinquas. Nao
COMMANDO DAS ARMAS.
Quarlel ceaeral do commindo dat arntat de
Feraambnco na cidade do Recite, em 'J de
malo de 1857.
OH DEM DO DIA N. 474.
O general coiuinan 'anta das armas determina, aos
senderes commandaiiles de corpos do exercilo. e das
ciunpanhias Bul desla guarnidlo, que do cmifurmi-
dade com o disposto no artigo 78 do regulameut.i do
corpo de saude, que baixou rom o decreto de 7 de
mateo do correnle anuo, publicado na ordem do dia
do oxercito sob o numero 10, f team os pedidos do li
vro a qoe se refere o dilo artigo ; e que as revistas
sanitarias dos meninos corpos e companbias, de que
Irala o artigo 70 do rilado regolameulo, tenliam lu-
gar de manbaa, nos das 1, e lf dt cada mez.
Fax ceno o mesmo general, que boje conlrahin no-
vo etigajametito por mais seis anuos nos termos do
r.giilam-iilo de 14 de dezembro de 1852, preciden-
dendo iuspeer.ao de saude, o soldado da companha
fixa de cavallaria desta provincia Francisco Pedro da
Cruz, o qutl percebeca por sobre os vencimenlos que
por le lhe coinprlirem o premio de 400c000 pagos
segundo o disposlo no artigo 3 do decreto numero
1.01 de 10 de jonlio de 18.,, e lindo o engajiraeato
nina dala de Ierras dt 22:500 bracas qurdradas. Se
desertar, perder as vantagens do premio, e aquellas
a que liver direito, sei tido como recrulado, des
conlando-se no lempo do engajamruto o de pris.o
em mi tu le de senleur^a, averbaodo-se esle descon-
lo, e a peni.i das rintaglDi no respectivo titulo como
he por le delerminado.
Jos Joaquim Cor lio.
CORRESPONDENCIAS DO DIARIO DE
PKRNAIIBOCO.
PARS7 de abril de 1S'i7.
Fallando a ultima vez na Persia dissemos, porque
rasgo de nenio a Inslaterr.i soubera desloucar psla
acliva e devoradora cobi;osa que lem sempre osolbns
fixos sobre o inundo orieul.il : ao passo que a ques-
I "M ottomana, a questao persa sannplainadas ou adia-
das, ao passo que as ambiques da Uu-sia dorimlavam,
a Turqua no principio e depois a Persia Correal no-
ven e evidentes perigo!, se o eaminho de ferro do
Eophrales permanecer um negocio exclusivamente
inclez.
Todos os espirilns alenlos callo preocupados com
esta deslruie,.io possivel do equilibrio poltico, des.e
imperio desptico sobre o mundo entregue a' Ingla-
terra.
E comtudo, como especnlacao industrial, como
operac.ii fnauceira, como medida de ioteresso geral
patina lao universal e de inleresse multo m mu,
desde o canal de Pcluse al Suez, pois que a con-
currencia se fara' com vanlagem eommum. Se o
carnnho de ferro nlerece una economa de quasi
doze das na durarlo da viagem da Europa s lu-
dias, comparativamente a' navegarao a vapor pelo
mar Vermelho e o Canal, pela sua parle o canal fa-
ra' urna economa nal despezas de transporte, pou-
n .n lo as merca mas Ir m-li irdamenlo. onerosos. O
eaminho de ferro, ns viajantes, as cartas, as merca-
dorias leves ou qu.o exigem nm transporte rpido, o
cau.il lera' todas as materias pesaias que Ho loma-
ram a va do eaminho de ferro, amia qoando u.1o
exislis*e o canal, mas que continuara a seguir como
boje a louga e-Ira la em lorno da Alnca, e II duas
emprezas fcam igualmente inllas, nina ossegorando
a economa, oufra a rapidez das commuuica^oes. O
projeclo lera' para lodos, e a Inglaterra que tsmli
grandet repocnancias pelo canal de Suez, nToTen
para o seu commercio, como ja' dissemos, aanio mes
mi bo- terrores : om compensarlo da commerC' 1
que ella faz exclusivamente em lorno d'Alnca, ve s
a sus navegagao ganbar m i'u transporte do um s producto colonial, do algodao
qoe por S"us descnviilvimenlos r.erlos se emancipa-
ra' fcilmente du trbulo por ella pago a' repblica
americana.
Apenas, como ja dissemos ao enmelar, esta em-
preza do canutillo de ferro do Eophrales somenle as
mos da Inglaterra suscita na ordem publica ques-
Ies de gravidade e importancia laes que poden,im
anida ama vez, n'um lempo mu prximo soltar a
guerra subre a Europa, se nao se funda em urna
grande compauhia internacional de communicacjlo
enlre a Europa e o extremo Oriente, si nao se cou-
luutle tob o patrocinio cointnum do niliao e do Pa-
cha do Egyplo com o conde de I.esseps para o ras-
gamenlo do islhmo de Suez, o seu carcter se torna
assustador. as suaiconsequeucias certas, inevilaveis,
iininedial.is sao a di sorpc.au em proveilo da Inglaterra. As verdatleiras
bases do poder turco, a nica esperanza que Ule
reala, be na Asia que convem procura-las e nao na
Europa. Se a sua ressurreicao ha possivel be nessa-
regnies onde rouvina eslabelecer alguma ordem
para dar um impulso prodigioso i industria, onde
facis cumiiuiiieaces bastaran, para ceuluplar a
riqueza ; n'oiilra. paragens alias nao ha mais do que
svtnplomas de moile, aqui ha una -eutrllia de vida,
he a ullima. Se chegar a ei(iuguir-se, ludo eslt
acabado.
Assim, lodo o cuidado he pouco para conserva-la,
conlia-la a m.los mui itgom e a urna vigilancia mai
zeloss e mui ptrlilhtdl. Se o Inglaterra so-tnln ti-
mar p na Turqua d'Alil para 11 direrclo exclusi-
va da empreza, em breve lera' lili a omnipotencia
absoluta. As eslares do eaminho de ferro lerao
necessidade de ser guardadas, serao confiadas a tro-
pas auglo-iiidias que serao um exercilo de oceupa-
cao definitiva, lie esta a realisajao de nm projec-
lo, que he o sonbo da Inglaterra desde 1830. N111-
guem >e esqueceu que dez annos de|ioii, em MO,
ella propunha a Porta a compra do Pacbalik de
Bagdad, e mu receulomenle ileclarou-lhe que o II-
vre uso do valle do F.uphr.iio. lite era indispensavel
paro as cummiinicaces qoo se devem eslabelecer
enlre o seu imperto da ludia e a inelropole, entre
Mmelhllle declararan e a expropria^lo 1.brigada
nao ha mais qoe um passo, o mais fraco de todos a
dar, sub a relacao da Turqua, se 11 eonsclho de admiiiiitrac.au perleu-
eer nicamente aos Inglese*. Ai vanlagem da no-
va coinmuniearao para o comrnercio continental 10-
ro sempre subordinadas aos iuleresses do comrner-
cio inglez, sempre egosta e sem piedade, a GriO-
Brelanlta fara' de linios eslesrtcm paizes urna saluda
exclusiva para os seus prodoclos, como faz de Por-
Ingal e de lanos nutro, paizes ; e depois lera' sosi-
nha as chaves desle celleiro de abundancia que de-
ve ser aberlo ao mundo iuleiro. Assim o monopo-
lismo mais lemivel que o dos Romanos vina aterrar
o mondo, apoiando-se no imperio exclusivo dos
mares e em lodos o* progressos maleriaes da civili-
sac,o. Todos deixariam de prosperar e de alejar o
grilo de espanto.
Poisam estas garandas ser lealminle concedidas.
possa o appello, a lealdade e a generosidade dtlln-
gltlerra ser om ido em lempo til E comludoffele
va dizer anda urna vez, ls de'Conlanc,as si
que permeltidas, quando se rellecle no proce
lo de lord Redclifle em ('nnslanliiiopla, na o _
Sao do governo inalez, acerca do rasgamente do"
1110 de Soez, gabinele de S. James deixou
que para que um projeclo obhvesse o seu asenlis-
mento, nao era bastante que fo.se favoravel aos iu-
leresses da Inglaterra, era preciso anda que s fusse
favoravel aos seus nico, iuleresses, quo urna em-
preza que InprovtiUlM a lodo o mundo, nao seria
bastante- para elle.
A vista do assenlimenlo universal, que saudou o
projeclo do M. de Ltssep-, fez opposieao por muilo
lempo muda, vergunliosade si mesmo, mas perseve-
rante e eflicaz, 10 passo que a sociedado inlurnaci 1-
n.il 'licia, a rm l'.on-i 11 iiuopla, 1 -rd SlralTord de
Kedcliffe pesava sobre o Divn, para impe Itr a ra-
lilieac.iii dos linnans, cnnceilido pelo vice re do E-
gypto, e quando o inleresse geral se assoslou das
morosidades, e quando a imprensa se agilou, o eui-
baixador britnico recebcu 'e Londres inslruceii-s,
em qae se lembravam do 1 pbrates, planos troca-
dos pelo coronel Cbernev, h mais de 25 anuos e
o perfeitamente esquecidos las pastas do aliniran-
ttdo.
L'm projeclo de eaminho de ferro era improvisado,
e o suluio auiori.uu a respeeliva conslrurc.ad, e pro-
hiba a imprenstt de Constantinoada, para que tiAo
pulilicaise cousa alguma ..icerca i canal do Suez
asjjPS-Ofgallw inglez houvesse lido alsuma cousa a
'toflrer durante a guerra, lomara a larefa para se
iiidemnia.ir.
Assim ae a Inglaterra prefer piivar-se das vanla-
gens incalctilavtis, quise podem tirar do projeclo de
M. de Leseps, a ver o resto do raun.lo dellas parti-
cipar com ligo, ha molivo para f.ermintar-se o que
se deve pensar dess amor pelo prugresso universal
dessas declareres liberaes em favor da prosperida-
de dos povoi, c desses appellos a liberdade do com-
rnercio, qoe occapam iao grande lugar as beren-
gas e mauiteslos offciaes.
Assim, ciiui|iro que todas ai grandes naces se
movam, que o islluno de Suez leja rasgado apezar
do veto inglez, e que se o eaminho de ferro do Eu-
phrales se exccular, eja cun o concurso de lodos.
G. ../.
me venha, pois,ninguememprestar inloncns de
querer deprimir os nossos comprovincianos. Enlre
mis os h.i, e Mal! insupportaveis, assim como o ha
n'oulras prof incias. Nao he assim '.'
Uepojee 1.1o prolixo proemio, dir-lhe-hci o que
me oceorreo ao termina-lo. Confesso que son, por
isso mesmo que sem sciencia,am pouco prolixo quau-
do quero emillir os meus rudes pensameulos ; mas
nio me lie 1 i mullo vexame, pois aqui leubo sob a
vala papel e tinta para rabtscar. sendo, alem d'isso,
que o deleito fca por miuha conla.
Em primeiro lugar, saiba qae a provincia do Pi-
auhy permanece em perfeii.i paz, gracas ao espirito
de concordia que anima os piauhyenses.
A taliibridade publica marcha sem alteracao,
Couslou-me, no mez ptnximo, que, etn Thereiiua,
nmafebre potlre,como all a chamavaui, liavia
feilo, deide dezembro, militas victimas d'enlre a cas
se mui pobre ; porem nao foi cousa de vulto, e pa-
rece queja se ezlingnio ha mnlo.
Em a minlia de Janeiro prximo pastado, commn-
niquei-lhe haver cumecadu aqui o invern ( aschu-
Vas ) em nulubro de 56, e que continuavam al o da
da dala. II qo acre.rento, que anda nao deixou de
chover, sendo geral a invernada em toda a provin-
cia. Tsmbem nao me Consta que baja falla de lione-
ros alimentares em parte ncnbiima, uem mesmo que
ettejtm caros excessivameule. Nao ha fome, eslii o
resumo.
Sem qne cu Ih'o diga, Vine, a n sabe que o Sr.
tenciite-corouel Balduiuo Jos Cocllio esla demilli-
do do emprego ile teeretarlo do governo d'esia pro-
vincia. Como he provavel e mui nalural, n'elle ,id-
querio alauns amigos s muilos advrsanos. Qoanlo
ORIGINAL O DIARIO DE PERNAMBUCO-
10 DB MA10 DE 1857.
(Jal ncie de pintura dol Srs. Arsenio e
/i. 1.' rl M.'.
Os trtislas earopeus, quer inligos, quer contem-
porneos, lem mil peniMs a ten suruco para Irn
roillir a puatendade os seus latelos, 01 leus nnmes
e suas glorias; de torta que as geiaeoes futuras sem-
pre saberao quies foram os initruinenlos, os inter-
pretes sagrados da arlo no longo passado que as pre-
ceder.
Anda n.1o conlaraos artistas que tenliam prndu-
zido essas maravilhaa que, ou anda boje cxislem
puras e frescas como no da sesuinte da sua cre-
arlo, ou cujas reliquias bao sido respeitadas pelo
tempo.
Mas j roiiipcHin a desabrochar enlre Dot algumas
voeages, que promeltein mn futuro lisougeiro. lie
com o producto de duas deltas vocaoes qut nos va-
mos necopar.
Entretanto, antes dt fallarmos ueste objecln,
eja-nos permilli lo dizer algomas palavras sobre a
historia da grande arle, a arcbilelura, a esculp-
luri e a pintura.
Trataremos p'rfunrtoriamento da arle em todos
os lempos, em todas as suas diversas cvoluces, nes-
e periodo esplendido que geralmenle se chama /,'<-
nasrmen/o, al os nossos das.
Nao lomos monumentos artsticos que nos inspi-
ren, nesle irabalho. Nao Taremos mais que repelir
de orna maneira resumida o que os crticos e luslo-
riadore bao dilo a esle respeilo.
O vocabulo renascimoiilu, observa um escriplor
distinrtn, be um vocabulo inexacto.
!la erro em crer que durante os longos tirulos da
Mil media, a irle fi'i'a aniquilada na Kurop, que
a arrhitelurs, a esculplnra e a pintura cessarain de
existir, que se na ronstniiram mais edificios, nein
ta escalpiram fcutuas, e mm se llzeram rain qua-
dros.
Como a propria rmlisao.lo Itve das bons e diai
m.10.. Iotas e Iriumphos.
Como ella leve perdas e ganhos. Como ella sofreu
transformaces, mas sempre existi.
A arle, contempornea da humanidade, segu a
soa lei.
Como ella espera e loffre. Como eila se desenvol-
ve e dormita.
Se livessa podido morrer, nao nascera seganda
vez. e se lives*e podido ser Lio pouco indispensavel
aos 1 meus, que hnuvessem podido paitar sem ella
por tanto lempo, fura mui pouco lamenlavel que
morrease.
Com um simples lance d'olhos sobre o passado,
v se qoe desde Consianlino al o scalo XIII, e'lo
nao durmi nern na Italia, nem na Creca, nein na
Europa, do norte ao meio dia, do Occidente ao Ori-
ente.
Os excessos dos ltimos imperadores nao viciaran)
tanto a arle anliga na sut orjjjem, e nos seus desen-
volvimenlos, que leiiba cessado de viver, antes ipie
urna arte nova vie.se subslitaTla.
Sania Ignez, fura dos muros de Roma, Santa So-
phia em Conslaiilinopla ahi exislem para alie-lar esia
verdade.
Os primeiros padres da groja a conlinuaram na
saas applicacoes paguas, e a consagraram a decora-
rn dos seus templos e glorilcacao dos seus my.-
terios.
Os iconoclasias, apezar das violencias contri ns
dolos e as sanias imagens, cobriram os seus palacios
e as mas igrejss com caprichosos oruauenlns. com
lepresenlaces das srenas da ualureza inanimada,
onde se observara allegoriat de todo o genero, a no
T'ornando-se proprietnrios pela hacha d'arma e pela
opada, o espirito de prosperidade os dominoa den-
tro era pitaco.
Quizeram depressa conservar, applicar a leu aso,
ausseus prazeres, as suai valales tudas as riquezas
da arle renunciadas pelos Romanos, e he um erro
dizer-sc que os lempos da invaao se lornaram soli-
darios do Irabalho destruidor dos sculos, que por
suas niodilicacne. o .111 e r, 1 o 11 lenlas esuccessivas Im-
pidi que mullas miravillias do passado chrgassein
al os nossos das.
A biliaria exisle para dizer qnal era a curie de
Theodorico em Roma e em oulras muilas.
Poucu a pouco e em ledas as parles, solidilican-
do-se a conquista, esla poca evidentemente crtica
para I civilisaeao e para a arle, leve anda que a-
preseular para hi nra do espritu humano e para o
srguimeulu das suas Iradicnies, grandes e diguoi
estreos, mimes illuslres e glurias merecidas
Os grandes ceiros de esludos, os musleiros, as
corporales, acharara em seu favor vigorosas iusli-
lincoes, recursos, e urna ieguran(a por molo lempo
discoiiheci la.
Ijn relroceso scnsivel se operou sobre as cousai
do gusto e do espirito, e a arcliileclura, a esculplnra,
o mosaico, a pintura sobre vidru se foram renovan-
do e creando.
A igreja se apoderoo da baslica anliga, da nave
oblonga, das soas langas columnatas uiteiiores e
no-la baslica tornada sua, brigoii as ultimas tenia-
litas da arle pagua, recolheu as Mas obras-prunas,
e quando resulvcu corajosamente a delicada queslao
das imagens, tondo Inmado o seu partido e arvora-
du a sua handeira. impclho a arle, nao smenle a
IlTlitiOR.
CORRESPONDENCIA l) DIARIO DE
PERNAMBL'CO. *
PIAU11V.
Villa de Yalenea, I de marco de 1857.
Ha quanto lempo lhe nao escrevo !! Mas ha gran-
de razao 11Y-1.1 falla. Nao pudendo emher cooa al-
guma que inleresse aos leitores do Diario, juslo lie
nao enehelar frioleiras lias columnas de um jornal
destinado a dessuninar o til cora o agradavel.E
boje mesmo, qoando vou aventurar meta du/.ia
de linhas, antes para nao fazer crer abandono na ta-
refa comeeada e prosegoida ha 3 anuos, do que para
Iransmiltir noticias,nada de valor lhe posso adan-
lar, porque, como o disc, n.io hei reeolludo novi-
dade alguma. Assim. Vine, me perdoar se esla vai-
lhe 1,1o peca e secca I
Alera da defliciencia de nolicias era que ora elou'
cumpre cunfessar-lhe, ma esla vez, que be Iraba-
lho ardoissimo e cercado de perigo* o escrever para
jornaes d'aqui d'estescenlros IQae de dissabores
a decepoiip. nao traguei, em 1855, quaud, com mais
frequeucia e mais ardor, lhe esrrevia d'esla villa !!
Que de calumnias, detrarei injustas e exageradas,
e eitrugidores feros, nao pesavam sobre mim, pron-
noslicaudo esraagar-rae l E porque ludo isso '.' lie
fcil comprehendo-lo. Era porque, conheeendo o de-
ver d aquelle que expende os tactos ao punlico, rae
havi* tornado jooxoravel. pondo palele erros, Cri-
mea e escndalos que offen 'era impudentemente a
sociedade, desmoralisando-a e corrompendo-a com
esses nefandos exemplos, embnra os seus picaros
agenteshouve-sem pretendido sepulta-los no olvi-
do, no qual, mo grado ludo, Jazera muitos crimes,
cajos autores passeiam de perna leza e fronte altiva,
por loda a parte, ostentandovirtudesque nunca
praticaram !'.!
F'ui porque, indignado contra esse e-lupi lo so-
borno, qne, corrompendo ahnraensde conscien-
cia elstica, os degrada ao ultimo poulo do vilipen-
dio e alijircAo.
ASSEMBLEA LEGISLATIVA PROVINCIAL DE
PERNAMIIICO.
Sessio ordinaria em 5 de mato de 1857.
Presidencia do Sr. Jos Pedro da Siica.
A's II ,'-la manbaa, verifica-te haver casa, e
abre-se a lento.
Ltm-ae as actas das sesses de 3 e do lionlem,
que sao approvadai.
O Sr. I Secretario le o seguate
EXPEDIENTE.
L'm oflicio do Sr. dcpulado Joaquim Francisco de
Mello Cavalcanli, participando que por estar anoja-
do deixa de comparecer as sesses desta isserabla.
Manda-se de-anojar.
Oulro do secretario do governo, participando qoe
foram dadas as conveuieutes urden--, para ser cha-
mado a tomar astelo, o Sr. depulado supplente
JoSo llvrcano Alvci Maciel.Inteirada.
Oulro do mesmo Sr., commonirando que se ha-
via dado o conveniente destino a robu;.i 1 nominal
dos Srs. deputados que comparecern, a esla assem-
bla 110 mez de abril prximo fiudo.Inleirada.
A veuoravel Ordem Terceira de San-Francisco
do convenio de Nossa Scnhora das Neves de Olinda,
pede de novo a esta assemblca, a concessao dos cn-
terramenlos de seus irmaos as catacumbas da mes-
ma urdein, consi lerandu-us como cenulerio parli-
cular.A' comn...ni de negocios de cmaras.
L-se e approva-se a redace.io do projeclo 11. 42,
desle auno.
L-se e (ca adiado em ritti do regiment, o se-
guiulc parecer.
Amonio Bernardo Quintciro pretende en-
carregar-se exclasivameme do eslabeleciineulo de
carros fnebres, por tempo de 10 anuos, com-
promeltendo-sc a dar a quantia de (i:OO0^M)0
para auxiliar o empedramenlo das ras principaes
do cemilerio poblu-o desla cidade, e a salisfazer as
dspusu-uos do cap. 7" do rcgalamento do dito cemi-
lerio publico de 2 de jonho de 1851.
a A commissA} de negocios de cmaras a qopm
lal prelenrJu fui rom iti 1,1, julgando que ella muilu
inleressa a renda municipal, e lendo era vista a iu--
forraacilo que sobre este objecto dera a cmara da
mesma cidade, he de parecer que esta corpora^So
seja aulunsada a coulratar o servico dos carros f-
nebres cora o peticionario, nos termos da sua pro-
posta, ou com quem mais vantasens offerecer: de-
vendo a aalorisaeao ser incluida no projeclo da lei
do oreaineiilo municipal.
o Sala das commissoes da asserabla legislativa
provincial de Peroambaco, 4 de maio de 1857.An-
tonio Jos de Oliveira.llego Barro-.i'ereira de
Brilo, vencido.
!.- tambera e vai a imprimir-se o segointe pro-
jeclo de lei:
A asserabla legislativa provincial de Peruambuco,
decreta :
Arl. 1. As fracees do lerrilurio doa termos de
Caruar, Rrejo c Cimbres, que bom hoje parle da
fresue/.ia de Siu-Kenlo, ficam de ora em dianle
pertcncendo ao termo de (laranhuns.
Arta 2. Ficam revogadas as disposijcs em con-
trario.
Paco da assambla legislalivi provincial de Per-
nambuco 4 de maio de 1857.Sjquaira Cavalcan-
li.Antonio Epaminoudas de MelloLuz Filippe.
Vai a mesa c he approvada o segumte requeri-
menio:
Requero que so oflicio ao Evra. vice-presdenle
da provincia, para exigir de queiu competir, as 111-
formaces se^uintes :
1. Por ordem de quem se tero convertido em ar-
mazens de recnlher gneros, algiius dos quarlos e
* miro, se houve'se de emillir meu juizo c-rca do I corredores existentes na igreja do Madre de Dos?
Sr '. 1 1,1 'O I I .' r. ...... .-... m,...l .-... ..- .. .
Sr. I! il loin 1 J. C, dira que sao injo-l.is es-as ac-
C'isaoes e dialribes qoe algunslhe arremossam, por-
que elle he liomera urbano, allavel mesmo, e sem-
pre amigo da paz e boa harmona enlre lodos, sendo
que, como secretario, he igualmente credor de jus-
LCa, visto que cuinpria os seus devores, e tratava
bom aos mais empregados da repartios 1 a sea cargo.
Nao soa amigo nem eonlrario do Sr. Balduino ; e,
pois, ja v Vine, que a miuha apreciadlo he nio s-
menle dictada pela miuha razao :-en.io he justa,
ser pela curieza d'esla.
He possivel que na provincia alguma cousa baja
occorrido, de que 1I10 nfo posso eu iiifurmar, por
quanto acho-me em urna villa, aonde cu.l.un a ebe-
gar nolicias de oulras localidades, e muit. vez nun-
ca |chegain. Mas, cerlo, ao menos Vmc. me leva-
r em conla a boa vonlade de servi-lo.
Na precedente e>queeco-rae di/.cr-lbe acerca da
soguranja imlividual n'esla provincia. Bem salisfei-
to lhe aajpvero, que nao ie leein pralictdo bmici-
dioi derrtdeiramenle. o qae eu allribuo, com jus-
lica, uo espirito pacifico do povo piauhvensc. lie
cnvel, enlrelanlo, que nra OU oulro deaagojfado, e
al assassinato, sed, porque iiifeli/.ineine os luibu-
lenlos e ms estaos dcssimiuado por toda a Ierra, e
ha crimes anida nos paizes mais civilsailos o bem
policiadot; mas nao lio cousas que cumprumellam a
segranos de vida, e nem momo consla que baja
suceedido nenhum disturbio.
Deixe lambem que registe aqui, qae as eleiees
em 1.1 la a provincia correram placidamenle.
Cabe declarar que o comporlameiilo do Sr. Albu-
querque, durante a lemnestade cleitoral,foi sem-
pre credor de louvores ; proceden com muilo tino,
porlou-se com dignidad!,! linalmenle, deixoa que o
povu exerces vel direilo de votar.Vine, sabe perfoitamenle que
eu leudo motivos para nao ser affeiroado do Sr. F.
de A. e Alburquerque, mas ain la ignorataltal '.__
e por consequeneia o ficar saliendo,que eu 11.o
tenho jamis dianle odio oa amor quando eh'go
ao mimado de fazer jaMica a quem merece. E lo-
dos 110 Piaiiby conhecem disto, assim como que nao
devo a S. Exc. favores que me inovessera a iucensa-
lo pur lisonja.
O bacbarel Eneas Jos Nogneira, que lia pouco
vira d'ahi (orinado em direilo, he o promotor publi-
co actual desla comarca. Alud nao o vi, mas o ve-
rei em breve, quando elle vier para aqui, em abril
prximo fuluro, funecionar nojurv que esla' convo-
cado para o dia 20.
E que mais lhe direi ? Eslou na vasanle, na min-
guanle, das novidtdes, e oor i>so furcoso he parar.
Concluir! pois, dando por linda a prsenle carli-
nna magra e insulsa, IMigninJe-me cora leal lade.
seu amigo velho.
Popular.
enlanto a persesuirao he sempre fecunda, quando he prniluzr, mas anda I se propagar.
convirean qne a recebe, e pintores e esculpi,
pro-eguilo na soa obra, encontraran! as minialurass
os ourives, os cinceladores, os esmaltadores para en-
volver em dipiycos e Iriplycos as imanens pros-
priptat em Cootlanlinoplla
l'.mlim. a invatlo dos barbaros se fez. na ennquis-
la da civilisac.lo anliga com as suas riquezas e seas
productos.
Aquillo que os dmeos do norle vieram procu-
rar de 1.1o longe, fui a vida mais fcil e mai' suave,
01 praiarea mais voluptuosos, emfim loda as delieiai
e todas as niaravilhas dos povo* do meio dia.
Aquillo que Miibam procurar nao ha-. 1:1111 de des-
truir por systeraa.
as saas eobicat sobre o anligo mondu, linham
h
Nao be verdade ; a arle be Mmpri acliva e sem- urna vonla le e om calculo evidente, e por mais bar-
pre viva. I biros que fossein u3o eram duudoi.
Sob a sua inspiracao, os artistas entraran! as or-
dena, aniiunciaram se as mlasot, c cunfondirain
ii'iuii mesmo espirito di praseMismu a religiau e 1
arle.
A arle bysanlina colirio enlo o mundo c lornou-
se um dos mais poderosos alientes dt civ.lisaeao,
couipromelliila depois ilc lnlot Iranslornos.
Ratcu a todas as portas e foi terebida pur (oda a
parle.
Nu s reinou sem parlilha 1111 que se pule cha-
mar n mundo civilisadii daquelle lempo, entre lu-
ds as uaces germnicas entab.dadas no anliga ra-
para romano, mas ain a visitn o qua restava de-
laa piipiilacea barbaras que lio ain nu norte, e a-
travesson em todos us sentidos o populoso ocano da
rara slava.
tullo os difJerenles pavo* a que se dirigi, toma-
ram-a,.casaram-a segundo soas insliluir/ie', secundo
as necessida tes e circumstaucias.
Entao succedendu a arte romana, a arto gothica
nasceu, semeando em todas as parles as suas niara-
vilhas : ao lado das baslicas romanas, zimbnrios
counlaotinoplunos, torres romanas, e reservando para
mais tarde, eapaco para as cpulas do serulo XVI.
A ogava triurnphou sobre o arco, as igrejas liveram
mais ar, sol e inageslade, ja' nao enterraran! deh-ixo
do chao os seus cryplos, as suas galeras lgubres,
m> -leosos segredos, caberlos com toniulos.
O effelo lornou se mgico em consequeneia das
barmoniosas proporees das arcadas e du janellas,
da vasta extensao das naves, desses prodigios de
urna esculplura aodaciosa, realeadas pela claridade
mysleriosa de urna luz, que paatava alravez de vidra-
ii- -le mil cures, e imprima u'alma um sentimenlo
emiuenleinenle religioso.
Debaila destas abobadss sagradas cravaramse os
adornos do aliar, 01 mouosrainmos sagrados, as ves-
les e as cousis do uso dos ministros, erozea, clices,
turbulos, docis, capozes, bculos e nitral, conser-
vando os vnibolos do culto, produzu lo elleilos da
arte inesperados.
Sabida das persegniooes de Deocleciano, do meio
das catacumbas e dos sepulcros romanos, escapa das
ruinas, a arte marchara disputando as saas Iradicoes
guerra, ao incendio, ao saque, com urna esperanea
igual a' sua resianaeao, raaiiifeslan lo desde os seus
primeiros pasaos a coiiviceio dos seu. progressos tu-
lliros, rccolheodo todos os dados, to las a* furnias an-
teriores, todas as concepees scienlilcas e arrhilec-
lonicas do passado, protegida por iniUlaifoM fortes,
que lhe garautiara os seus progmios.
Os padres tuiham sanetificado o traballin e as via-
gens, a paz das abbadias abrigan o fecundara os eu-
genhoi simples o profundos stnidos do mo popular,
e as laboriosas associaees linham abracado 110 seu
vaslo amplexo lodos aqoelles que cuncorriam para f.
erecoo, coinpb-menl 1 e ornamenl) da templo, unir
e benfica patria para os lempos mos, nico asvlo
de qoe ns ramos do Irabalho, desde o sabio que
2. Ss a ronda que elles pro luz-u pelo .1 nu la-
men o, entra para o cofre do patrimonio dos or-
orphaos, ou se lem ouli applicoeo ; e neste caso
qual o acto que islo o autonsoa '.'S. R.Oli-
veira.
Euira em dis^ussao o parecer da comms-Ho de
pelirSes, sobre a preteno de l'aphael Lucci.
O sr. lipaniinondaa de Mell slifica c manda a
mesa o seguinle requeriinenlo:
Requero o a llmenlo por 2 horas, oo al que
ebegue hoje casa o Sr. depulado Paola Baplista. a
Approva-se o requeriniento quanto a primeira
parte, por conseguinte fca anda ada'o.
Enlra o parecer da c.......n-su de commercio, in-
du-tria e arles, sobre a iu.licac.ao do Sr. Dr. Sabino
Olegario.
Sr. G. (luimares manda a mesa o segointe
requerinieuto:
Que seja adiado o parecer por 2 horas.(i.
liuimaiaes.
lie approvado o requcriraeiilo e adiado o pa-
recer.
Enlra era diseusaao o parecer da commisso de
pellones sobre a preleuoao de Eugeuiu ltroussonne,
que pede privilegio por 10 anuos, para tiesta cidade
eslabelecer nina companhia de carros de passeio.
He approvado o parecer que miada seja indefe-
ri la a prelruclo do supplieanle.
O Sr. Manoel Caralcanli (pela ordem), pede,
qae no casAe ser pussivel, se obm-11.1 a discuss.lu
o projeclo sobre a colonisac,ao, porquanlu he essa
materia de surnma importancia, e convm lomar-se
llganu medida a respeilo.
O Sr. Presidente diz que convenientemente al-
lender au requerimenlo do nubre depuladu.
Primeira discus.au do ornamento municipal.
He approvado e dispensado o intersticio a reque-
rimeulu do Sr. f heodoro da Silva.
Primeira iliscussao do projeclo n. 41, que aulori-
sa o governo a despender, no exercicio de 1857 a
1858, cora n pagamento dos exercicios lindos,a quau-
lia de :228.533*J rs.
He approvado e passa a segunda discussao.
Cunliuuar;Qo da segunda discussao do projeclo n.
II, que auxilenla o ordenado uo varios empregados
provinciaes.
O Sr. Manoel Catalcanli pede que a mesa man-
de rom urceucia imprimir as emendas ollerecidas ao
projeclo, se he que anda nao o foram.
O Sr. francisco Joo: Parece que cada om de
mis deve coinprehender que a casa nio quer que a
discussao continu, quer ama decisau a favor ou
contra o projeclo.
O Sr. Manoel Cavalcanli : A casa o.lo quer
isso.
O Sr. Francisco Joo : Mas parece-me ao mes-
mo lempo que se islo por um lado poda ser com-
prehendido como razoavel, por oulro lado lambem
se pode coinprehender que a casa esla embarazada
na maneira por que ha ale camuihar nessa carieira
(ai semeada de emendas, esl embarazada na mi-
arle anliga, o masaista vcio cedo decorar as baslicas
bysaulinas.
A igreja aiineiou-o a lodis as ideas que ella pre-
tenda fazer reinar no mundo.
O seu grande carador, o esplendor c a duraoo
dns seus maleriaes, a inullidao das tuas parles c a
inilissalobilulade parceiam com elToito urna aproxi-
maran do esplendor dos principio! externos, da rigo-
rosa nindade, da autoridade dos muid menlos do
rbrisliaoisrao, e sob 05 velbos monumentos do mosaico
basatilino manifeatou-se bem depressa o carcter que
devia revestir mais tarde a pintura.
A impressao que dali retalla, aiuiuncia o futuro
reinado da expre.sao e a iminobilidade do movimeu-
(oque prumelle para o fuluro a nrofundeza do pen-
sainenlo.
Se as igrejas golhicas repelliram os coloridos do
mosaico, liveram esses vidros maravillosos em que
fallamos mais arima.
as fras latitudes europeas, depois de lerem re-
prndoiido com as arcadas os fechos de columnas, os
zimborios, os clarificadores secundo as grandes 11o-
resla* do norle, lem com a pintura sobre vidro re-
prodozido o pi'ir do sol, e os povos bao ficado arrou-
bados al o enlhuiaaaeo por ver-m o sen sol pallide
enviar-Ibes na oecasio da tapplica malatioi esses
nioi tcinlillanlel de lodos os rellevus de uuro, de
azul, de purpura e de fugo.
Ja* lodos os artistas linham os nlhos vollados para
0 (trenle, cujos prodigios cnineoavam 1 prescintir,
e quando se operou o inoviuieiitii da. cruzadas, vio-
se a arle golluca assignalar por mil ubras primas a
ina forca e viigindade.
Momento precioso de belleza c estilo inimitavel,
poca de todas essas magnificas igrejas, de (odas es-
sas magnificas ibbldiiv, era que todas as arles se des-
euvolverain o se nspinrim UOs mgico rellexns da
civilisacSo oriental.
Ao lado dessas diversas manifestarnos resplinde-
eeram ao mesmo tempo as miniaturas, a'lmiraveis
obras prira is dos velhoa mniiet, lahilasdaa maos
dos senobilas, c ileliciu-.as illasIracOea dos romances
neira por que ha de escolhe-las, porque uo te po-
de ter todas no penstmenlo. Eu nao lerti animo
de propor um adiamanto, porque eniergam ueste
meu requerimenlo desojo mal encuberto de prolelar
a deci-ao desle negocio, por isso fare a V. Ex. ama
pergunla : Poder-se-ba permillir que encerrada a
dis-u-s 10. a votarao somenle si proceda depois da
impre-s.10 e publicae.io das emendas 1
O Sr. Presidente : Nao, lenhor.
O Sr. Francisco Joao : Era um meio que eu
propunha de remediar os inconvenientes que apou-
tei e te elle nao tem logar, esta conhecido que uo
nos resta aeuao precipitadamente volar...
l'm Sr. Depulado : A casa se quizer pode ad-
muiir um requeriineulu de adiameulo, que existe
sobre a meta.
O Sr. Francisco Joao : Em que termos ?
O mesmo sr. Depulado : Mandando imprimir
as emeudts.
O Sr. Francisco Joao : Entao como ha nm re-
querimetito preveuiudo pouco mais oa menos o meu
de-ojo. eu deixo de fazer mais obierva;iies, pe lin-
do a casa entao que por amor da dignidade della,
por amor da digindade de cada um de nos, ade a
volaejo para quando as emendas forera imprestas,
porque cuio quanto posia apparecer mais um, dous
un tres recrulas que venham augmentar a phalange
dai emendas, creio que nao sera possivel que ap-
pareeam em grande numero.
lito he era bem da urdein, e nada mais direi a
nao ser que a diicusiao me forc a islo.
O Sr. Manoel CataXcanti confessa qae apezar
de soas opinies decisivas, pelas quaei he iucrepado
al por alguus de corlar fcilmente questes espi-
nhosas, nao pode anda firmar opiniao oeohuma a
respeilo da materia, que se discale he ella lao varia-
da, lu variadas sao as emendas, que se lem apresen-
lado.
Cora quanto na opiniao de muitos seja ella orador
considerado como iuimigo dos augmeuloi de ordena-
dos, todava nao sao esses os seos sentimentoi e se
assim o qualilcara he por ser mal compreheodido
em tuas opinioei: vota multas vezes contra aug-
meolos, por nao ser softicieateinente justificada a
cunveiiien-ua dellei.
Fazendo applicacao das suas opinies ao prsenle
projeclo. diz com referencia ao seu 1. arl., que len-
do-se feilo ereacoes recentes de difJerenles empre-
gos na Ihesouraria provincial, ainda nenhum Sr. de-
pulado se deu ao Irabalho de provar a neceisidade
do augmento presentemente proposlo, e enteude a
respeito das dillereutes emendas ollerecidas, que as
allnjnes he que mais lem dirigido os seus illuilm
autores.
Passa o orador a apreciar isoladtmente algomas
das emendas, e resumindo a sua npiuiao tubre a
molera, peusa que grande desconveniencia te po-
de dar quer da adopoao do projeclo, quer da adop-
(lo das emendas parciaes, e julga que o modo mais
curial de sabir do embanco he aulorisar o presi-
dente, nao a augmentar os ordenados, mas o orga-
nisar a tabella desses augmenlos, subinetlendo-a a
considerarlo da assemblea para entao se tomar urna
dtciso definitiva.
O Sr. Silru llraga Faz algomas consideracOes.
A discussao fica adiada pela hora.
Cuntuiuacao da segunda discuisao do arl- 39 do
orraineutn provincial.
O Sr. Ilarros llarreto :Man Jci a mesa ama e-
raenda.
Sr. presidente, supprimindo a do artigo em discussao, devo pois dizer alguma cou-
sa em suslentaoao dessa emenda, e expor os motivo!
que me levaran a apresenta-la j consideraoao da ca-
si ; e tanto mais me jalgo nesla ubri-aoio, quanto
os honrados men.bros que tumaram parte nesla dit-
cussao, lano aquelles que se pronunciar.un em fa-
vor da emenda, como os que se pronunciar0m cou-
Ira, appresenlaram motivos qoe nao -,iu cerlamenle
oquelle que me levaram a otferecer a emenda. Ai
nm, eutendem uoi que a minhi emenda deve paisar,
por isso que a despeza fcila com os destacamentos
volantes nao o deve ser pelos cofres provinciaes, o
sim por cunta dos cofres geraes, ou pelo ministerio
da guerra, por isso que lies destacamentos sao de for-
ra de liaba, enlendem oulros, mas nao eu com elles
que a despeza uo deve ser lula pela provincia, nein
mesmo pelos cofres geraes, por iiso que os deslaca-
memos volantes sao urna verdadeira calamidade, por
quanlo uenhum servido preslaram a provincia.
O Sr. Manoel Catacanti :Nao foi por isso.
O Sr. Barro llarrelo :Foi urna das razOes al-
legadas.
O Sr. Manoel Catalcanli:A razio lie 1 incons-
t tucioualidade.
O Sr. Horros Brrelo :Enlendem outros que a
tincada nao devo passar, porque o elemento provin-
cial deve apparecer em todas as circunstancias ; en-
lendem liualmeute oulrut senhores, qae a emenda
nao deve passar, porque a policia deve ser fehu
e -la das provincias, e estando os destacamentos ve-
anles empregado em servico meramente proviocial,
a despeza nao deve correr sean por conla dos colre
pi nviiicues. Eolendo eu porm qoe neiihum des-
ses motivos deve prevalecer, uem pira que a emen-
da seja adoptada pela casa, nem para que seja rejei-
t.d.i. Senhores, he verdade qoe o. destacamentos vo-
lantes faz.-ni parle da forca de linha ; he verdade
lambem que esses destacamentos quando se acham
empregados em servico merameute provincial, nao
se acham em servico quesej concernenteao fim para
que he Diada a forra de liuha, ludo isto he verda-
de, mas senhores, qual foi o molivo que deo lugar a
quo o Sr. con-ellieiro Jos Beolo empregasse a forc,a
de linha lio -ervioo policial '.' Foi a necessidade pu-
blica muilo urgente, muilo palptame, muilo reco-
nhieid, muilo bem comprehendida por elle, (apoia-
dos) e pelos seos sucetiores, medida esla adoptada
por muilos outros administradores em diversas pro-
vincias; fui essa neeajtidade palpitante qae lem da-
do fructoi grandioMs, por isso que o numero de ai-
lattinoa capturados por esses destacamenlos tem su-
bido a um ponto lal, que lem servido para que o cre-
dilo .lo guverno brasileiro em materia de repressao
da criine, lenba com elfeilo sahido do descrdito em
que por muito tempo jazem.
O Sr. Jos Benio, comprehtndeo bellamente qne
as autoridades policiaes, fazendo a polica com bo-
mens iuleiramenle bisoulios, homens que lem tela-
ees e inleresses muilo locaes, nao podiam jamis
faze-la com aquella precisio neeessaria para salisfa-
zer completamente o sen ico policial.
O Sr. Manoel Catalcanli :Nao le coolam os
innocentes tambem qae elles prenderam.
O Sr. Ilarros Barrito :Eu ignoro qae tinham
sido presos innucenles.
O Sr. Manoel Catalcanli :Pois tem.
(Ha varios e repetidos aparles.)
OSr. II irros llarrelo:Eu nio parlilho a opi-
niao do nobre depulado, quando enteode qae o paiz
sombrado claustro presidia ao plano e o puiiha de I di Cltlllwil, creaees de arlislas hoje esquiado
harmona com os nmeros sviubolicns e a malhema- i Franca, d'Allemanlia, dos Flandrii e .la Inglalerr
lhe preslou serviros ao cenluplo, e na sua larefa ci-
\ib-.ib.fi, pouco a pouco sem deixar as igrejas eos
musleiros, cntrnii nos caslellos dis lidalgus feudaes, e
depois nos palacios das cominunas emancipadas.
lie lambem por essa eminencia da 111a vocacao qoe
elle aloauonu tamo esplendor na pennsula italiana.
e td de um fuluro esquecidu be ]ue lhe virao os seus
desfolleciinenlos.
Islo poslo, se para contestar lana grandeza, ni-
L'iieui ditfer que he rnais com reliquias e minas do
que com nnmes, que se pode reconstituir a historia
artstica de lautas gerar,es, devemos responder qo
he nu pensamenlo da sua mittlo que os autores de
ludas estas cousas admiraveis hao guardado o silen-
cio e se lem perdido humildeioeiile as innomera-
veis pbalanges das associaees religiosas e civis, es-
condidos iimplesmenlc por traz dos generosos dua
dures dos (einplus c das cidades.
Os esforros e as tentativas de arle nunca se arre-
feceram, e desde urna poca mais remola al os nos-
sos das, ho sempre produzido essa* obras primas,
e.sas maravtlhas, que atleslarle s idades vindouras
que o espirito humano, sem nunca parar, lia sempre
camiuhado para a perfeicao.
Mas qual he o eonliOKenll que temos ministrado ao
Ibesourod'arlo ".' Podemos dizci que he quasi millo,
Einbora a Providcnria nos collocasse no meio das
mais vinlajetat condiees para o desenvolvimento
do sentimenlo do bello, infelizinente, at, boje, nao
temos feilo nada.
Enlrelanlo, debaixn desle bello co intertropical,
cercados dai mais espen lilas maravilhaa uaturaet,
ahumados, a' nuile, por nina la mais brilbante du
que os divs mais claros .le nutrs paizes, e a modo
que gerados n'um dos momentos de magnificencia
da nalurtza, m:i somos privados desses gprmons fe-
cundos, que debaixo do ct-o la (ireria prolu/.iram,
Phidill e Praxitelos, e, sob o armamento azulado da
Italia. Raphael e Benvenuto Ccll.ni.
Em 1S50 e em 1853 pirlir.un, ilaqoi para a Eu-
ropa, dous mancebos, dotados de talento, o que cedu
hlviara senlido vivamente o desejo ile cultivar a arle |
os, ___itcrr.i, Eram os Sri. Arsenio Fortnalo da Silva a Eduar-
lica sagrada, at u pedrciru que levantan as Iones 1 dignos e sanios dipotllaiioi di arle, ale o seculn un- dn ladaoll, ambos ii.iliu.ies dutg cidade.
mysleriosas, al o vidraceiro qoe collocava as ja- 1 morlal dos Cimahues e dos (iroltos.
nellat as rosas sagradas, alo o ounves que fabroava | Asun, a arle he cs|iecialmenle grande quando se
ns vasus sanios, al o bordador que oruava as vuslei I lea I* expresso dos senliinenloi relmiosos qoe cons-
ilus padres, tropa escapa a' gleba, qua emancipada liluem a vida ilos povo', e so deve julgar por isso dos
pelo Irabalho o pela peregriOICjIo, prniiiellia na volla seus deslinos durante diz sceulos que se leguiram ao
renovar os esplendores do leraplu de SilumSo. reinado de Conslauliuo.
Depois do arcbilecto e do esculplor, herdeiro da i Elle coadjuvou na sua obra a riligiio chrittli que
O primeiru que eniaorontava apeoas l'.i annos de
idado. se dirigi para a Italia, nm o designio de
se inspirar as ubres prunas imir/rlacs de Raphael,
Miguel Angelo e Leonardo de; Vinel ; o segundo,
lillio de paes francezps, parti para Iranc, para es-
ludar a arle de Nicolao Pouiain, que hoje lem pur
interpretes fiis Uoracio Vernet logres.
O Sr. Arsenio chegoa a Genova, demorou-se al-
guus mezes, e depois parti para Roma. Ahi, oh
os auspicios ilo celebre director da academia de S.
Lucas, o cav.ilieiro Thomasio Mioardi, esludou lodo
o lempo que se demorou na cidade eterna.
Depoii foi visitar outros paizet da Italia, para on-
de o atlrahia a sua vocacao artstica, e vio todoi 01
mi.uumeiilGS d'arle que Mil.io, Floreara, Pisa Ta-
rim oflrecem a conlemplacao do estrangeiro.
('o lodos os s?us trabalhot sempre seguio as re-
gras prescripias pela escola de Raphael d'Urbioo ;
mas todava fez muitos outros estudos sobre mode-
los da escola llamenga, como o celebre retrato de
Van-llick, pinlado por elle mesmo, ealgans qaadros
de Temer e 1 MI.
A morle prematura do pai do novo joven pintor,
obrigou-o a vollar para a patria.
Chegando aqui,o Sr. Arsenio u3o abandonon a ar-
te que por urna decidida vucac.io linba adoptado.
Enlre os seus iliversos e numerosos trabalhos, con-
ta-e o relalo de Van-Dick, alguns esludos de pai-
sagens di Mulinel, copia dt alguns qu.idros flamen-
gns de Galolle Teiiier, urna Madona de Stssoferrato,
alguns esludos de eoslumes naluraes italiano., nma
oomposiean org nal do anjo da guarda, um esludo
da assouco de P. Perugino, pinturas em vidros,
ele. etc.
I'endu recebido da assemblea provincial urna pen-
sHo para ir acabar os seus esludos, todava ainda nao
parlio para a Enrona, em razan de se adiar oceu-
pa lo com algan Irabalbos de grande importancia,
trabalhos que lhe devem garantir um fuluro bu-
ll ni...
O Sr. 1, ilaull esludou em Pars na officina da
Len Coguel por espato de 1 annos.
Postal no seu gabinete algumas copias de trabalhot
feitos no museo du Louvre.
Tem a morle de S. Bruun, nm Irabalho muilo sa-
lilfaetorio, a appari^ao de Chritto Magdalena, co-
piada de I.cssuer. a as-uinpe.lo da virgcm de Poos-
sin, alcunias paii-igens de Walelet.
Itepois de cinco annoi de esludos em Paris, nessa
esrola que coulou David como um dos seus maii
dedica lo- inlerprcle, vollou para Pernambuco.
Tendo-?e associado com o Sr. Arsenio, os dous jo-
ven* pinturea pernambucanos cultivam a pintura,
esle ramo da ai le com grande dedicado.
Ambos dolados com o fogo sagrado do (alent,
sao dous germen* fecundos, qoe .'eivarao nm Iraco
luminoso ua bitlotia da arte hrasilera.
( A

MTiraixr
*
ILEGIVEL
*
.;. -.;
"?
.


uiViUO UK FEUNAMftDCO RECITDA FEMA i DE MAM DE 18.",'/
e-la desmurad.adu a uto iHiniu l.il que o eoverim era
v*.; deollur pura o. Br*sileiro* rom vista, paternaes
ullu cmn visl.is de pa .trasto.
O Si: M. Caca\canl\ :X.to disse islo.
OSr.fi larrtla :Mas o nobre deputado lem
act usado aqu lu.ius os suvertios, inri fallado de lu-
dai. a* admiuis|rac,ues priiiripaliqetue a do Sr. Ji.s
Heillu, e f >- r 1111 t:i que Ihe dn:a que nao posso denar
ile qualificir un proredimenlo do notire depulaio
de imprudenlr, de impoltico e alo .ill.i dt cavid-
leinsmo...
" .Sr. M. CaeolcanU :O noliro depulaio iiSn
esta.' uinn-*m para diier tal cuusa.
O Sr. B. Brrelo :Tenho I..11I0 direilo como
o nobre depoladu...
t> sr. It. Cmaleanii :Nao ella' autori-ado para
me qoulificar de imprud* me.
(1 sr. /;. Brrelo :Uiuo que o pruccdimento do
nolirc depulddu fui imprudente.
1) Sr. .1/. Cavalcanli:E se eu o nualificisse
de adulador ?
'O Sr. B. Brrelo :Bcm vi- que a qiialificacao
ro iue cabe, ubr que eu nao delendo o 9r. Ju.
Beulo, nem a nenhum, eseo nobre deputado o
diuesn dina om. calumnia...
U Sr. Manoel Cav*]ranli:Eu dico, se disses.c.
U Sr. Pereira de Bnlu :A lulador be mais for-
te do que imprudente.
O .Sr. Barros Bando :Nao, o pobre depotado
ulo lie capa de ine puf de adulador.
Porm dizia eu Sr. presidenie, que o Sr. Jos
Boiito comprebendeu perfeiltmenleque a poueia rulo
poda ser .ua coin o> paisanos, que aulondade nao
deia recahir em bomens que qussi sempre so se oc-
cupavam de seas mtateree agrcolas, eommrlleu a aos
coinmandaules dos destacamentos voltiles, cercou-
os de forja, e por conseguidle de prestigio para rea-
maren) a captura desses criminosos,o que cora eflei-
o teve logar coro vaiitagcm, com utilidade emiueu-
le para publico. (Apoiados.)
O Sr. O. UuimarOes:Nao falla nos colletes de
couro.
O Sr. Pereira de flriVo :As autoridades locaes
facem o rnesrdu.
O Sr. Barros de Lacerda:Eses fados s desabo-
nara o s\ teid quando nao leni o caracterstico de
pereeentfto.
O Sr.B. Brrelo :Sr., en timbem enlenrin que
11.10 sio os paisanos moradores das difidentes loca-
lidades os mais habilitados pata fazerein a polica
ne.se. niesmos lugares ;a afTeicrOes particulares, por
Din lado, pe oulros vinganras pcquiuinas, dll cauta
mullos abasos, mas quast sempre a inercia a falla
de aci;.in......
O Sr. M. Cavalcanli : l'orconsequencia ve-
nh.ini os destaceroeuius.
O Sr. B. Brrelo : Est me pareetndo, que o
niellior he nao rtii.unJtr aos apartes do nobro denu-
Isdo.
lado ...
O Sr. Manoel Cavalcanli : E nao aventurar
as propusieses, que letu aventurado uso be o rac-
Ihor.
O Sr. B. Barreta : Porlanto, enlendo que a
medida de que lancou roau o Sr. Jos Beulo, ein vei
de acarretar sobre elle as maldices publicas nao de-
v singo eiilar os recoiihecimenlos de tolos squel-
lesque deiejom a boa orderu adminislraliva, e que
reconhecem us servidos prestados ao poiz.
Entrando poretn, oa qoesiao, digo que se por nm
lado reeonhecu a necesiidade dos destacamentos vo-
lanles...
O Sr. A. Cavalcanli : Quem llie encommen-
dou o sertno, qoe llie pague.
Sr. B. Brrelo : Se por uro lado enlendo
qae os destacamentos volantes devem ser panos pe-
los cofres geraes, latnbem enlendo, que esta' no sen
direilo o Sr. roinislro da guerra, quando deletminou
qae esla despeza naocjrresse por conla do minis-
tro da guerra ; por que a polica a seguranca publi-
ca correm por coola do ministerio da juslice.e s por
experto he que ella he provincial ; se pois a segu-
ranza publica fie geral, esta claro que ella nao pode
correr sena., por coula dos cofres geraes.
Diro os nobres depulados por onde sara' feila a
despeza se Ihe nao m.rcarmos quola '! ...
Maude-a fazer o Sr. presidente sobe sua responsa-
bind.ide, pague pelas evenluaes, mas nao vamos nos
sanecionar om acto que eu reputo illegal por que
nao esta o governo aulorisalo para determinar quaes
ai despezas que devetnos fazer : o governo nao nos
confere altribuic,es.
Por consequencia enlendo, que a emenda nao foi
com vautagem combatida.
Parece Sr. presidente; que V. Exc, e toda casa se
devem couvencer de que nao foi levianamenle que
cu aprsenle) a emenda, determinando, que a des-
peza nao fosse feila pelos cores provincia?*.
Po.lia (ambem re.ponder a arnuraentacao do no-
bre deputado o Sr. Souza Carvalho, mas elle nao se
acha na ctisa, e quasi que a argumentarlo prodozida
por elle est respondida, porque elle queria que a
de-peta Tusie feila,nao pelorufte geral e sim pelo pro-
vincial, por isso que o servir.) prestado pelos deica-
i'ienios volantea era provincial.
A miiih.i opioiao Sr. presidente, h, que a despe-
za deve correr por conla do ministeno da justica, e
iio pelo da guerra e sobre ludo nao quero que se
sanrrioue o principio de que Ul despeza deve cotrer
pelos cofres provinciaes.
Porlanto, Sr. prsideule, vol pela minha emen-
da.
O Sr. M. Ca\a\cant\ : In c respouiie ao precedente orador estratihsndo que
' lie o qualificasse de imprudente.
Encerrada a discussao e posto a votos o arligo be
apprnvado cem as emendas do Sr. Barros Brrelo, e
r-nnin.i'sao.
Art. Mi. Fie 0 presidente da provincia aulorisi-
do, par. efferluar a despeza do eiercicio de 1857 a
1858, a robrar e airecmar as rendas designadas nos
S$ seguiules :
S I. Tres por cenlo do as.ucar e algodo eipor-
tados.
2. Cinco por cenlo dos mais gneros de produc-
to da provincia, que lambein forem exportado!,nao
sendo fabricados cotr. materia pr.m.i eslranneira, ou
importados de oulras provincias, com ezceprao dn
caf.
; 3. Decima dos predios urbanos.
4. l)ous mil e quinlieulos reis por enbeca de ga-
rlo vaceutu con.umi.lo nos municipios do Kecife, O-
linda, Iguarassu', Goiaiiua, Kio Fotmoso, Nazaret,
Pao d'Alho, Victoria, Cabo, Semili.iem e Agua Pre-
da mais de sois inezes levan.lo os eomaigo, ..ii os man-
dando levjir para ..ulra* j.r .\; ;,....-. li.alli i-,Mi-
lu, lio iinposlo mencionado no arligo 2 5 S da lei
n. (91, qualquer que sej o numero de escrafol que
etpotlem.
Art. Kicsm revenadas as di-110-ires em ron-
Irari.
o Paro da assemblea legislativa de Pernambaro, 8
de abril de I8">7. Antonio Kpamiiioii las de Mello.
Manoel Jota da Silva .Viva.l)r. Bap.isla.
&0y. (inrjpur escravo exportado de out'as provin-
cia excepto ts qoe por beranr.i pi ovada perleiicetein a
pettoai moradores em oulras provioeiss.e os que fot m
em comp.iiilii.i de seiisSrs., e a'seu servico, sendo
domiciliados ii'slH provincia, limitada esla cxee,i;ao
1 es rovos, inclusive os menores por cada lamilla,
que mi 1 exred.i de :l pessoas o dalii para cima na
raido de uiii escravo pora doas pessoas de fainilis,
prosando-se que sao possuidos lia in.iis de i ineze*.
Oliveira.Stoaa f'.arvaliio.Ignacio d Barros.
Ao S S-Kevendo ana arreeadafio ser leila pelo
consolado provincial.Theodoro da Silva.
'i'08 por escravo expoliado para fora da provincia
excepto i em compinhia de seus Sr., e a seu serv- I toa qnc lite
ro, urna ve, que p.ovem p >r eaeriplura publicar 00
litro documento lecal, queos possue lia mais de ti
tue/.es.
Se porem os senhores forem empreados pblicos,
em cujo numerii se coinpreliendetn os nlluiies de
trra e mar e fotem a vianein em virlu-le de sen em-
preKO, polera.i levar lodos os seus escr.ivos : deven-
do enlrelaiilo provar pelos melofl leaaes, que os pos-
siiiain antes da dita do decreto de su-i nnmea(;ao,em

A malotlee.Como o matlo he nalaralmente
acauliado e bisoiihu em conseqoencia da educara.>
que recebe, dea o bom Ion) em qualinear de roalu-
tice a lu.i. o que nao he muito desembaraza e mua
loqoacidadee muilo deteiivolvimenlo. >o be ma-
lulo o sujeito de iing.ii deaeiabaliibada, que falla
horas esquecidas, aborreeend e nauseando a ludas
qitauto lem a .lesgrara de ouvir, ola h- malulo O
eui-rereinonia que nao gu-rda al.eiiroes a peasOl
nlguina, eque val di/en.lo e fazende sera dar cava-
co, lodo que lie vein a rabera, mas he matlo o lio-
niein silencioso e reservado, que lalve por conhe-
cer-se, ou por nao querer m.ir-.r a seus semelhan-
les, procura s dizer o uece.s.rio, mas he matulo
quem procura guardar estas conveniencia!, qu
iimo eitilldade mu bein entendida pre-creve, mas
que o bom lom prosrreve. O que he senfio om
Verdadeiro malulo, oaajeilo que indo ,1 ama ca-
sa volts sem Icr entrado, porqu- la le.n alguina pes-
he descnnheciila, ou aigiim, mora .e
quem lem vergonba ? O que he seuao 11111 verd.iei-
10 malulo o sojeilo quu n'uma sala pOe-se embezer-
la.lo ii'iiin canlo, sem dar p.ilavra e de bocea abrr
la. admirado lalve de ver lauta palavra a bahan lo-
se? Por la de reara, un) animal desses ein ama-
audo-se, 11,10 ha mais que esperar, netti o burro de
melhor rac^ cusiai lana a deiemperta'. Nao ha
pedidos, nis ha ruitativat qoe o movatn. S sabe
di/.er: Sim senhor, sim eiiliora, no senltor, mo
remefao, ou >e os poeiuiMem depott por heranra ou senliora, e baler rom a cabera ; mas conversar, Isxo
casamento. oem que o m.tem. A tudo quanto Ihe pergontam,
\:\ eiiiu iu-'e tambemos esrravos berdadns na I responde elle romminio obligada__, que ca para
provincia, por individuo ja resllenle em ooita, e nos be urna expreedoque |.i pede reforma. Se I lie
bem assim os es:ravoi pos.itidus.ha mais de anuo,por dio urna eottea, elle responde loao__muilo obtiga-
lavradur, que lenha de mudar seu eslabelecnnenio do, c islo quer aeeile, quer recuse, -e o convidan)
para entra provincia. pata qu.l.|ii-i lim, elle lica muilo ohrinado, tildo
|t-ta disposirao sera' desde js posta em exeru- afioal para elle be omullo ubrigado, pois se a
- '", hotnetn su sabe islo, nao ha de dizer o que sabe '.'
Dora em dimite nenbuma venda de cscravns lera' I Pois a-muilo obrigadohe una expre-sao de ci-
luaarsenSo por escriplnra publica as nolsa dos la-i ilidade. nao ha de elle raottrar-ae ara liomem do
bellilee pblicos, ou peranle os earrivaes ;os juizes| lotn ? E patta attim n'um cauto da cosa, seinute por
Jo-,, lanado de Uedeiroa llego Monleiro.
\ 1 ..-lilil,. Jos de Oliven...
Joaqun) Mauricio lioncalvea llosa.
Kranciaeo de Paula e Silva Jnior.
Antonio Jote Bandeira de .Mello Jnior.
Manuel de Almeide Lima.
Antonio Rufino .le Audrade Luna.
J..11 li 1115.ilves da Silva.
Manoel Jos,, piulo.
Jos Bernardo .le Souza.
E p.'e-l nam jur.iinenlo sobru o livto dos santos
evangelhoa.
Foi o reo inlerrogadn, e disse que era acrusado
por raus.i de unta f ica, mas que ello nao Irazi* faca
quando >,:. puso.
Ilisse tiiais, que que no roni anuo leudo ido em una taberna na" Suledade
romprar uns cUaratot, uvera urna allercaejlo eoraum
raliu ou 9. balalhau, de iiome Fldelil, mal que na
eslava atmadu.
(I Sr. promolor interino disse, que eslava provado
ler .ido o reo o autor do rrime de que be aecusado,
que eslava inriirso uas penas do arl. II da le de ti
.le 011lul.ro ne 1831, e pedio a eundemna(flo no grao
mximo, por se .lar a circumslancia aggravanledo
S I. do artigo lli da mesmo cdigo.
II Sr. advocado disse, que u reo nao fAta encon-
trado rom a faca de que trata o procesan, e pedio a
abaolvicgo do mesmo reo.
O Sr. juiz de direilu resumi a ntaletia da areo-
s:;ao e defeza, e propoz ao jutv o. qopsilos, eseudo
estes eiii.eaue. ao conselho, foi este condolido a sa-
la serrela das conferencias a I hora da larde, donde
voilou as '2 horas rom suas resposlis, que foram li-
das em vo/ alia pelo presidenie do ci.ii.ellio. e o Sr.
joiz de direilo receben 10 as respo-tas, pulilicuu sua
seniance, absolvendo o reo e eondemnando a muni-
Cipalidadt uas cusas, e levanlou a sessao, adiando-a
para o da seguinte as 10 horas da manbaa.
rao.
ta : nos oalrnt inunuipios, su pagsrAn ele imposto
aquelles que talharem carne para negocio, e os cria-
dores pagjrAo o iiiimo,
t; 5. Diziino do gado cavallar.
-; 6. Sello de heran^as e legados.
S 7. Meia siza dos escravos.
8. Ilutemos mil res por escravo exportado da
provincia, anda que importado de oulras, excepto
os qu forem em companbia de seus senhores, e a
seu servir,.), sendo domiciliados tiesta provincia, li-
mitada esta excepcao a Irus escravos por cada fami-
lia, que nao exceder de Ires po.soas, e dahi para ci-
ma na razAo de utu escravo por duas pesssoas de f -
milia, provando, quanio levatem mais d--duos, que
os pos'uctn Iih mais de sei* mezes.
> 0. Emolumeiilos de polica.
S 10. Deis par cenlo de novus evelhos direitos dos
emp.egados provinciaes.
S II. (Jualrit por cenlo pobre o aloauel das casas
em que se acharein na cidade do Keciie os seguinle
eslahelecitneulos : botica, lujas em que >e vender a
relalho, ue cambio, arma/.ens de carne teces, de mn-
deira, de lijlos, de ral, de capim, Be assucar, de sal,
tle fazenila, de familia, de iuolhados,|de maatames,
de cauros, de drogas, de recolher, taberna, bute-
qums, setenas, olotia, typ graphias, eocheiraa, ca-
vailaricas de aloaael, prensas de algodlo rameos.
S ii. Quareula mil tcis sobre casal de modas.
S 13. Cem res por libra do tabaco fabiicado ; seis
eentus por arroba do Dio fabiicado ; mil res p..r mi
Iheiro de charutos e cigarros, (nula rcia por canada
de bebidas espirituosas, quinze res por caada de
vinaare, e oito cemos por arroba de sabau, licandu
isenlos desles imposlnsas Tabiicas desla provincia, e
o producto das oulras que forem reexportados.
S 14. Vmte por cenlo de aauar.lente tle produc-
a.1 bratileira, que for consumida na provincia.
; l.'i. L'm cont e duzenloa mil res de ca.la eaa
em que se veuderein btlhetes da loteras e cautelas
de oulras provincias, que s poderao ser vendido-
depois lo rubrica 1. aimullaneaiiieiilc pelo a.lnuiis- |
Irador do consulado, a' vista dos bilbele. oruinaes,
que tambem o serdo.
S lli. Pedegio das ponles e estradas, cnnlinuando
em viaora disposi(o do S 17 do art. 35 ua le nu-
mero 61.
S 17. Bena do evento.
S 18. ApprliensOes pela policio.
^ 19. Mulles e infracres.
'20. Restituirles por leposiroes.
5 21. Vime mil res por casa dejnao de buhar.
22. Jfrodurto da veuda de geucros, otencilio. e
propnot provinciaes.
23. Melade da divid) anlenor ao i." de julho de
18:16.
S 21. Divida activa.
5 25. lt.'ii lmenlo e capalazia do algodao.
S ti. Stldo do exercicio correte.
Kenda. com applicaces especiae*.
S 21. Produelo das lateras do Ibcatro de Santa
Isabel.
S 28. Dito das do Gymnnsio.
23. Dito das laxas" de que trata o art. II da eli
n. 3B!I.
Vao a nie.a >s eauintes emendas que s,lo apoiadas.
Km (ugsr de 29&00, diga-te 1#jOO. A. Caval-
canli.
Supprima-sp o S 8.Manoel Cavalcanli.
Ao S 13.Em logar de IJHKiO.diga-ae por millieiro
de charolas IJOO.Epamiiiondas de .Mello.
Ao $ 2.Arrc-cenle-?e e do oleo de ricino fahric 1-
do na provincia.Oliveira.Ignacio de Barros.__
Sonta Goivalho
Ao g 12 em lugar de 40?, diga-se 80}.Ke"o
Barro".
Em lu^ar He l)ns .lij., tr. .",11-, 0 mais como no
ardao.Pereira de Brtiu.G. tiuitnaraes.
Sopprima-t' o J f.">.t. Uoimariet.
O Sr. Rpaminonda ae .\icllo uderece como e-
meitda ao 5 8 o seguinle projecio :
11 A rommi'S.m de legi-l-rrio, examinou a pelirJJo
do l)r. Flix taODMt do Reg, ra qual pede interpre-
taco do8' do arl. 12 da le 11. 391, para que potsa
levar os seus escravos adquiridos por titulo de lic-
ite paz nos luaares onde os nao houverem paga pre-
viamente a meia s/.ia.Catiro Lelo,
O Sr. Mon'iel Cacal-'anli Justifica a soa emenda.
O .Sr. Theoiloro da Silca ; Nao devulveu o -eu
discurso,
Depois de algum.is considerarea do Sr. .1 im* Pe-
dro para o qoe delga a c.deira da presidencia,^ do
Sr. Manoel Civalrauli, li.-.i a ilisrussn adiada.
OSr. Presidente desiaua a ordetti do dia,e levan-
ta a sessao as 3 3|1 da larde.
RECIPE 9 DE MAIODE 1857.
AS ti MOKAS DA TARDE.
ItITKISrEGTI SBMAIUL-
As noticias recibidas do norlo e suido imperio e
do luleriordesta provincia, couliiiuam o ser soli-l.c-
torias.
A preoecupa^a.) principal di semana foi a assem-
bla provincial. Pela pnmeira vez, desde que inau-
guramos esta conquista do goveino constitucional,
liveinos otna sessao secrela. para apreciar a morao
relaiiv.i a' eoltniM{ao aficana, propula pelo Sr.
Sabino Ulegsrio.
Segando a nalureza da solcmnidade, nao sabemos
qual fui n resulta lo mas anda quando soubessetnus,
nao nos en perrailtido reveia-lo.
O projeclo que lem por ohjecto augmentar os or-
denados de alguna empregadus publico*, ha mais .'.e
quiuze das tem absorvido a allen^ao da asseuibla,
e com tudo anda nao foi apptovado em seaunda d.s-
cussao.
Em urna das sesses desta semana, quando se des-
cutia nma iadicafSo tendente a prorogar a lieeuea
de nm dos ejudanles de enaenheiro da provincia,
que se acha csludaiido em Pars, rieu-se um inci-
dente mu desagradavel, que todava ful enrgica-
mente contestado por varios senhores depulados.
Esle incidente versan sobre a a.iministracAo do Sr.
conselbeiru Jos Beulo, que foi comiderada, nao por
membios da oppusicAo radical, que ah nao tem as-
iento, romo a mais fatal de lodas as admiinsliacoes
que Perouiubiico lem lido, como m.'n e lillia do pa-
tronato.
NAo queremos entrarnos motivos que, deram lu-
gar a semelhauc acensadlo, mas ementemos que o
liomem a quem a provincia deve eeaa eslraua de
ferro, que be aeralmente considerada como a condi-
can para a viuda de una nova era de rivllllaclo e
riqueza, o liomem quem a provincia deve o liyin-
iiasiu provincial, esta brilhanle floreecencia de um
rs.iiibu fulurn, o liomem que durante a sua longo
adminialrafgo prouioveu a f.rlura -le lodas as estra-
das e iiiiciou oulros melliorainenlus de utilidade pu-
blica, bein como a bella estrada de Ponte d'Uchoa,
cuju unicu defeilo be n3o estar concluida, en.lim u
bomem qae lu^uauroa o systema dos .iestaraini'iilos
voltiles, medida salular e benelica, que no tiilenor
da provincia ja val lomando a lei urna realidade, he
digno considetac.lo, e p.irece-nos que tem direilo
a eslima publica.
Em cunsaquencia dos negocios que actualmente
ahsorvem a allenrau Ja assemblea, anda uu piide
entrar em segunda discos.ao projeclo para o contrato
da carne. Entretente varoot aubminietrof conaide-
ra^ao publica o que colheinos acerca da industria
das carnes verdes enlre nos.
Seeitndo os dados oblidoe, parece qdo a caresta
do gado na feitas he devula aos alravessadores.
Em aeral o fazendeiro vende o gado a potleira a
quem Ib'-, vai comprar.
O comprador o condal de nina distancia de mais
de cenlo e cincoenl' leguas, mas em cainiuho e.seu-
eialiiieiiie na loii. ule desetsenll leauas d'aqui,
encouira os alral*^adores, que percorreio as es-
tradas afim de saber qual be o uumero que desee.
Senhores dos preros das leiras, tecomptatn o g*-
do. Loan depoi* veniem-o a oultaspessuas, qoe che-
garam mais larde, e aasim por .liante, al ser ven-
dido as feirns pelo ollm.i alrave-sador, depois de
ler pa-s utu por 4 e mo-, lucrando ludos mais ou
menos ; de aorta que he vend lo uas feras por i.iais
de 109 a -"-'i ni por cabee i, cima do seu primitivo
cu-to a porleira do criador.
as reirs he vendido aos diversos compradores
ou agentes dus marchantes de diversos inunicipos,
pelo qre lem elles unta coinniissAo de l-'lii por ca-
beca.
IJuasi que a lolalidaile dos marchantes do Kecife
lem uas feiras cada um o seu re.peeiivo agente, lo-
dos querem salisfazer os seus conimilleiiies ; dahi us
piques nos precos, e grande al*; i na compra das
feras.
O gado ja dest'arte esro. e alem dissocont a rnm-
misiao do aeenle, he remellidu u Kecife, entregue
aos passadores, que de ordinario iiAo lm ptepnzo
que se pode calcular, em doits a qualro bois p.r cada
cem ; eto fugas, e tnorles verdadeiras e lielicias.
Chegando no Kecife o aado assim sobrecarreaado
de lanos unos, itecessariaincnle he caro, e os mar-
chanles nao podein lalhar a carne a presos baixoa ;
mais anda ha oulros molivosde grave punderarau,
pelos qu.ies nao be possivel, que o negocio da mar-
ebanlaria ou rornocimento da earne a urna cidaie
como e-ta fazen iti-se acliialmenle, e que consom
de SO a 100 bois por da, de vanlagem. Pode-te
calcular, que cada marcliaiile romera 20 boit por se-
mana, Intentos 2S marchantes en mais. Ora, cada
maichanle aluga .'[ i e ti acouaue-, tiu Ca.as pata
eslaliflecor acongnet, regolemoa i rasas a !.*)> por
me/. lill.?IK)0 ; pe anuo ~20g rs., e o tut.il de lodos,
aerea de 18 a 20 cantea de res ; cada aeiuaue um
lallia lor e um recebe,lor, a inaior parle des das
para vender meio Itoi, leremes 220 pessoas a mil
ris por da 22li.^O00 rs., e no anuo Oliente cantos
de tis.
Ir/, de alguem ou de algnina cou'a, callado urna
imite inteir,, e retirase depuis, nensanlo ler felo
ama grande Agora, quando fez a ligara de um ma-
loto, qu- he importante e arave. Ha. pois, toda
a proprlrdade em cliataar-se malulice ao medo de
ubrai do malulo, e em appliear-aa o iiunie de ma-
lulo a lo tu aq.ielle que aprsenla em seu Irato r,
acanhamenlo e ruslicidade que earaclerwam essa
classe. .Mas he preciso que nao esiendatn essa qua-
lifleaijioa luda a pes-oa naluralineute a.aiih.da,
mas cujo acanhameulo esl muilo longe da ruslici-
dade do malulo.
Alia Bolle, um engracado
Cuino burro pucha um carro,
K apo/. um, sulla oulrn escairo
Avisando o seu cuidado.
Cheaa logo janella
A suspirada deidade ..
Sube ao carro ci'ancie.lade
t) e.pernegadon da bella,
yaan.lo poss, 11111 importuno
tjue o vr all veularoso,
Corre, corre pressuroso
Cuno se foise um giluno !...
Qae soile que triste vida
A do ino^.o edetajadoa
lie 110 carro boleado
So por causa da querida !
.Meu felz... mais ltenlo :
S u pilhatu nessa janella.
Poden) raze-lo de velld
P'ra casa da delenrao.
I id sujeito, vendo que oulrn pretenda fazer
um furto, e que para itlo se qoeria valer da Atrailla-
ridade que tirilla em urna casa, tlisse-lbe : o Mea
ainiao, eu j contieci a iua leneao, e se uao leulio a
mema familiaridade, tenho a roubar o mesmo di-
reilo que o senhor ; porlanto, ou repartamos, ou na
furia, u O mesmo direilo, diste muilo i.eui o lara-
pio : de eiio nieguen) lera mais direilo do que ou-
iro a commell-r um roubo, porque u3o ha quem le-
nha scmcllianle direilo.
Enlato, Sr. animal feroz! Vmc. conlinua com
seus ilesfruclaveis acenos? NSo l>z caso da pnineita
(osa que levou Em que se lia ? Em ser do familia
daqurlla que depoil de mora fui ranilla ? Ali j
sabemos que Vine, quer entrar na cumedia I quer
dar especlaculo em qualquer desles dumiugus, apre-
lenlando-te com u falo cuiu que coslomava ir paa-
sear na ma Direila, leiio ligara deenlremex, e mas-
Irar >a luves cor de btala ,xa. nAo he assim Pnis
liem eootinoe, porm nada de facha : taia de
rap.de un braco; ese fiir para os lados da Patsa-
gem da Magdalena, nao leve os boize^uins ser les
poique poda ser mordido por algum gafaouolo e li-
cir com algotna barroca 110 p.
Cerlos persooagent de Oltnda se lem magoado
petoque temos dilo actrra de.sa cidade, mas a ra-
igo nao lie nu.ia senAo porque querem que a im-
prenta se calle em visla de lo los os malea que pe-
san) sobre ella, purque querem que (quem sem cu-
ra essa- chagat que elles mesmos aburara, i Unida he
urna cidade pobre, sem recursos quasi, mas os abu-
Ires que lite lem servido a seiva encooUam anda
onde taciarem sut amlurao pelo mlere.se. Sao res
ios d un. 1 ridade Ooreacenle e que deveriam Ins-
pirar respetto, sao rumas de urna granden enliga,
ende dev om ver os seu. habitantes 1 obravtneravel
de seu. amepas-alo--. Mas nao tem -ido assim. 1)
mteresse lem sacrilegamente abalado toda a alinelo
que merece los lilliot a obta .Iob pas, e lem felo'da
pobre Oltnda urna victima socrilieada lio aliar impu-
ro ou vicio, do monopolio e du escndala. Nao de-
clamamos, he a verdade. Vede essa illuininacau que
su serve para aclarar o deaprezo em que se lem a
popularan, que romrca quasi sempre as 10 horas,
que mi perteme celias ras, que se cnnn Aem de
nm outoeio 11111U lis-mio de lampees e que he urna
tumbara1 atroz relia um povo digno de m-llior
son. Vede essas ras em matas, esses edificios ein
tuina que ameacam com sua queda a vida de lanos
tofeiiiea, tase monopolio vergonbote e cruel que se
exerre ni venda dos a.'iietos de pnmeira necessida-
de a um povo pauperiino e exaotlo de roeioi ; vele
linalmenla (tta papnlaclo sempre decrcscenle e que
aile.ia essa diminuirn rapi la de seu numero e seu
desgoslo pr urna eidade oiii\e lanas -o us que suf-
frer para prazer de lao poucos. Temos 011 Mu ra/ao
de censurar > A opiniao publica que us iulce t
os vampiros de Oltnda.
REPARTIUAO DA POZ.ZCIA.
1 icciiirenei.is dn da K de un...
roram presos: pela delegada du priruiiro dis-
Iricto, u negocame (jtbriel Antonio, a reqoitt(Ao
1831, SOS arla, '.>', e 95, a regra de receberem es em-
pregadot de reparti(Oet exlinelat, os seus ordenados
pr porcionalmente ao letnpn de tervlcu prestado ; e
esta reara ealabeleeiia em virio le do principio sanc-
clonado pela le fundamental, foi expretaa e termi-
nantemente declara la na le de 22 de ouliibfo de
ISdri, que no arl. 17, assim so exprime :O aover-
110 aposei.iar.i', seaundo o ditpotto no arl. y da le
de i de ouluhro de 1831, os empregadus das repar-
liees exlinelat que uao po.lerem se vir uas que ota
exittem, uao podando accumular us vencimentot de
aposenladorla ctm os de qualqaer oulru emptegu.
Sendo, pois, genrica esla disposicao, que ii dei-
xnu ao criterio do governo jolaar da imposefbillda-
de desses empreados, em relacao ao servieo das re-
pariiru,. euiau existentes, be visto que leudo sido
recouhcei la pelo aoveriin e-sa impi.ssibilidade a
meu re'peilo, pelo faci de me nao ler mandado
servir mil 10, lenli 1 direilo a apoteutadoria. Se isto
he exacto, senhores, quem poder* conciliar a .lene-
aacao dessa aposentadoria, e esse rlgoroto silencio
qoe inuliliseu o recurso ao peder legitlativo, r m a
reilulade ileisa le de oulubto de 183(i e da con-l-
iutt;5o'?
Ueinais, senhores, eu fui prvido com a clausula
eim/iiiiiilo .se nao mandar o contrario,e o aviso
de :t de iiovembro de 1Si, expedido pelo miuitUrio
da fa'.enda, de cnnfurrai la le com o reainieulo de
II de abril de IIMil, declatou que us empregedot
prvido* rom essa clausula.leem ili'cito perpe-
luidnde. tilo Cltalicwt. lie, puis. evi lento, que me
atesta esse direilo, reconheeido pelo governo. M it,
qual ser o seu valor relativamente ao empreaado
assim prvido, e, romo eu, despojado 1)0 emprrgo e
do ordenad.. Seta po-stvel courrb-r viltliciedade
sem os elementos que a consliluem ? E, ahslrahindo
mesmo do direilo poailivo, taohoree, tablrabir me
1) ortlenado, quando a geaeralidadt dos empregadus
de reparlicoes exmelas se acha ao guzu do honora-
rio ; quando nesla qualidade, militares teem sido
grecitisatneule aposentados, sem embarno do odo
de que subsisten), sera pesar justica com reclidlo ".'
Poder-se-ha, porvenlura, ver nessa sublracc,io urna
lira.i pratica de moruhdade '!
Senhores Vetn islo aqui t<\ para levar Balar
:i canas 111 .,ie n..- preparadas para pal dos de fono,
1 dita producios chioiieos, Jd.ias vi.iris aobjeetos
do delegado do termo da Rio F .rioso, por o. lar j evidencia a Justina que me assisle. A raza.)
pronuncia lo |)i|o ernue previsto no arl. 201 Jo co-
Prla delegara de Oliada, I'rancisco Pereira da
Silva e Jos Feliciano Batbo.i, por crime de furto.
Pala Mibdelegara da Ireguezia do Kecife, Jose-
phinaM ios, sem declararla da unitivo.
Pela sub.leleg.Kia da freguezia dos Afogalos,
0 prelo Jos, escravo, por se aehar fuido.
E pala subdelegada da freguezia do Poco da Pa-
nello, .I,.. 1 lim, eeeravo, pelu mesmo inolivn.
roram pr, sus : pala delegada do legando di.-lricto
desle lerniu, Luiz de Franca Monleiro, por deso-
bediencia, Manoel da II ,ra", por insultos, Mara da
l'enhi e Joaiiua llaplisto, ambas por briga.
Pela siih lelegacia da freguezia do Kecife, I.ou-
rene) Koui.lo da I.,1 ma, sem declaloeao du moti-
vo da pnsao.
Pela suh lelegacia da freguezia de Santo Amonio,
Joiepha Mana de Lira, para avenguaces por cri-
me de furto.
E pela sulniclenacia da fregiisz.i de S. Jos, Jos
Gomes de Oliveira, por furto, e Sevenoo Alvino de
Son/. 1. sem itr ,n.,;.i.i do motivo.
DESPACHARAM-SE PELA POLICA.
Da 7 de maio.
O pnrlununz Antonia Comes de Macedo, legili-
nia.lo para obler passapoile para lkortunal.
Os escravos Jo.io eAntonio, obtiveiam pasaapor-
tes para o Kio de Janeiro em cuilipaulita de seu
eenlior,
8
Os escravos Vrenle e lienrique obliveram pas-
laporlet para o Kio de Janeiro em compauhia de
sen teuhor.
bjam* -* 'aprrr;i5wti'te>.p.
A assemblea disculiu anle-hutiiem u projeclo n.
II sobre os encmenlos dos empreados provinciaes;
oraran) M Srs. Mtuoel Cavalcauli, Florencio e (ion-
^aives Gnioariea.
Ficoii a discusiao ainda adiada.
A urdetn do da he a raesma Gencbra
o
Licor .
ivmmnnicaoo.
Natural e morador nesle termo do Bonito, nao
pndia deixar de estar ,111,10-0 por saber qunn seria
o novo delenadu, mas aaora nos thenou a tgradavel
noticia do que se acha ponteado para lo importante
carao o Sr. letienle coronel Manoel Comes da Cuaba
'edro-a; realmente foi unta cvcelieule esculla, pela
qual me cuugralulo cum o Exm. Sr. presidente e
des que me patece ni'1 llavera' iiiiianetn que mal-
diga essa laiobrnnca. I'elicilu, porm, lano aos
inetis cunleiratieus pe n ,iii,m,.o. doSr. Pedrosa, a
quem lainbem dou ordevidot embaras pela provu de
conflaaca, que lile acaba de dar o goveruo da pro-
viucia.
I'm morador do Bonito.
cial. e que forma a base principal desla respeilusa
supplica, he a realidade da lei fundamental, desse
ohjerlo caro que leve merecer todos os nu-sos res-
peilos. E os, senhores, nlo podis desconhecer a
iinpenosa neressjda.le de serem observadas pelo go-
verno o pelos representante, da n.,.;.", .. a consiilui
Qao e mais leis do imperio, nns menores de suas
dispnsicea, para'que a seu exeinplo lodos as obser-
ven) e as respeilem como devem. Nao | odeit dts-
ciubecer que nada ha mais importante e digno da
vos'a alleneao e da atlein-ao da cmara dos Srs. de-
pulados, que a observancia dessa roasltluirao, e
que neuhiini Ululo vos pode ser mais honroso que
o de defensor du direilo, da juslica publica. |)tg-
nai-vos, pon, de lomar na considerarn merecida,
as disposicea deoireilo em que se funda esla enve-
Ihecida e desprolecciona.la ptelenrAo, lo jasla como
infeliz. F^nlrelanlo, rogo vos, que Imitis a bnn.la-
dede ser indulgentes para contigo, se o habito de
exprimir meas setilineuins com franqueza, me le-
vou alem do meu intento.
Antonio de Souza fangel.
&i>mmttd0<
PRACA DO KECIFE i) DE MAIO AS
3 HORAS OA TARDE.
Cntaees officiaei.
Assucar mascavado americano3|IS0 por arroba
cum sacco.
Cambio sobre Franca:tlfi por franco (iO d|V.
1.1111I11.1 sobre Londres27 3|i, Ii0d|v.
Fredericn Bobilliard, presHente.
P. Burges, secreljriu.
, CAMBIOS.
gobre Londres, 27 .1(4ja 60 d. e 27 7]8 a K) d.
a Pars, 350 re. por fr.
Lisboa, 95 por % de premio.
Kio de Janeiro, 2 por 0|() de dpseonto.
Ac$lo du banco O por cenlo de dividendo por con-
la do vendedor.
o companhia de Beberbe 1)09000 por acr.ao
a companhia Pen.amhucaDa ao par.
Utilidade Publica, 30 pur cenlo do premio.
a Indemnisadora. 52 dem.
a Disconlo de lellras, de8 a 10.
Acgoes do Banco, 40 a 45 de premio.
lluro.limos hespanhulas. 28J a 288500
Moedw de 6bSIM) velhas .... I65OO11
tt 6j>500 noval .... 16SXM)
e 4B01K).......9B000
Prata.I alacoes hrasileirus......25000
Pesos columnori >. ..... 20MM)
n:exicanos...... 1)860
l.iburalutiC', I barril roblas, 2 dilos 1 rogti; a Cb. .i,i,n
Saomier. t A',""''
S ranas vidios drogas e mercearias ; a B. F. de
Son/o.
5 coilas carros para meninos, inslrumenlos de
msica, porcellaua, nbjaeiotda seUeiru; a II. it,.-
moiil.
Itaica maleza oFIotling Cloed.a viada de Liver-
pool consignada a Julintloii P.iler A; C.
29 canas e :ili fardel fazeodat de algodo, 6 dilos
II canas lilas de lilil, ;| di las, dila de algodao e li-
nio..."> dila. lencos de alaodao. 2 farJoa taptese
esleirs. | eiiibrnlho lap.ilut, 50 liartis minie ga, i
dilu carnes, 7 dilos criveja, I dilu e 2 calvas cun-
servas, I dila autlirda. 2 1 los mtnljinenlos, :| ol-
las boliehlnha, I cana um carriuho, (iiaus batatas,
2 presanlot, I caitlnha ignora-ee ; a Joliu-ioniPatcr
A ;.
.")ii batris maoteiga ; J. B. da i'oncera J oidor.
lili fardos faieii.il de algjjdao, 50 ai|;os |.iu$a, 10
barricas aeuebra, 100 metas calas cha ; a Sauuders
Brolhen A C.
2~ canas azendas de algodao ; a Fax lirolhers.
21 caivas e 10 fardos (a/en,la tle algodao, i canas
dita de lia, I .lila franja da aeda, ente les de cabello
e rendas da algodao ; a Kabe Sebmellau ,\ I'..
2 canas oleado ; a E. H, Wyall.
.canas fazeodat d alaolo, I dila rendas de
dilo, 1 dita r.izeinla de alaodao e seda, II ditas cha-
peos de retiro ; a II. Brunti & C.
2 fardos fa/.endas. Hdiluse30 caixas ditas de
ataa.) ; a II. Gibton.
'1 cains fazenda de linbo; a Soulhall Mllar< A,. C,
3 canas fazenda de alaodao, 8 ditas, duas de las
e seda ; a J. heller A. C.
21 fardos (tiendas de algodao ; a Rrstron Rooker
h <
2 caixas lelling, 1 dita brins ; a L. Antonio Si-
qutira.
67 caixas a 47 fardos iazen las de algodao ; Adam-
son llouvvie,
17 caixas e 33 fardos fazettdas de algodo, de 4
dilos dila de l.i., 2 dilos e -1 canas dita de lioho, 25
ditos queijos; a Paln Nash A C.
3 canas fazetnlas de llnlio ; a C. J. Aslhy & C.
3 harneas ferragent ; .1 Feidel Pintu i\ C.
456 barras de (erro ; para a estrada de f,rro.
I cala fazenda de linbo, 21 das miudezas, 2
barricas f-rtaaens, a James llailiday.
50 Larris manieina, i ..anas liona, 38 ditns e 43
fardos fazenda de algaalgo ; a [taeCarioA C.
(i barrilinhos unas, 10 caixas falla de ldiidies ; a
B. Francisco de Souza.
30 barricas ferragont, I dita grelhas, 25 ditas en-
xadas. I dila arrei"', I caixa pelletde porro, I dila
sellin, I dila tiiaiiuf,.-[uro de couro,I dila miudezas,
2 ditas machinas de pegar e ferragent*, 106 dalias de
pao de ferro, II fenes e 7 barras de erro, 20 cha-
p.s para fogo, I barrica lampos para as dita!. 3 Vo-
luntas diversos objeetos ; a S. P. Johaaloa & C.
6 barricas cerveja, I dila vinho cherez ; a ordem.
16 fardse I calva fazen la de Oa, 79 dila., 194
fardos e 4 volantes fazendas de alaodao, I cana dila
de algodao e seda, :l canas lencos de seda, I barrica
soda ; a James Ryder A. C.
44 caixas e ti fardos de fazendas de a'godao, 7
ditos dila de linlio, 25barril manleiga aJaraei Cr.tb-
ree A; C.
i f>rdo fazenda de 1,11 e algodo; t Augusto Cesar
de Abreu.
50 barril manleiaa ; a liaslos A; C. Lemus.
25 dilos dita, a Soulhall Mellura tV; C.
I niirriliiihii froclas : a ThomazNtsh.
2.5 queijos, 20 presuntos, 6 boies passas de co-
rinlho, 6barnlinhos Imanas em salmours, 2 caixas
bolachiuha, :t encapados loiicinho ; aocapilo.
1 Caixa fazendas le 13a, 2 saceos toronjas de ferro
para raoiles 2 crrenles de ferro, I barril pregns
de cobre, I litiga com 100 dunas de broxas ; a al.
A. da Costa e Silva.
100 gigos louQa, II caixas e i fardos fazenda de
algodao, 4 dilas metas de dilo ; 1 Braga Carvalho
& C Silva.
2 saceos amostras ; a diversos.
CONSULADO GEBAL.
lien 'lmenlo du da 1 a 8. 26:906.-3(2
dem do ,dia 9....... 1li743
mascavado.........
relinadt.........
em pluma de 1." sor te
o 2.'
i) w i. :i.a D
em enroco.........
Aguas ardenlesaleool, ou espirilo
d'agoaixlente. .
>i de carlinga.......
ti tle cantil........
11 tlislil.ida e do reino. .
,t

canada

D
o
canada
botija
caada
garrafa
arroha
urna
um
a
milheiro
arroba
cenlo
Arroz pilarla............
o ein rasca .........
Azeile de mamona ......
11 o tiiendubim e de coco.
o de peixe......
Aves oraras.......
" papagaiot.......
Periquitos............
Bolachas............
Biscnilos............
Cacao .............
Cachimbos...........
Caf bul............
ein grla reslolliu .
com casca.........
' III "l'l'l ...........
Carne seeca ..........
Cera de carnauba em pao. .
em velas.........
Cbarulns nona .........
o ordinarios......
a regala e primor .
Coros seceos..........
Cuurus de bui salgados.....
a seceus ou espixados. .
o verdes..........
i> de onca........
i> cabra corlidos .
a )i c.imeiru.......
Doce de cabla.........
i) guiaba........
secco ..........
o jalea ......
Espanadores grandes......
pcqueuns.....
Esleirs de prepen.......
Ksljia ll.iriuli.il........
a eslrangetra, ma d'oltra
Fariulia de .n.ifil.i.......
" I liilllin.......
)> )) 111,111,lio.,1......
Feijao.............
Fui em rolo bom .....
o ordinario........
em fulba bom......
it urdinario.....
i) d reslollio.....
Cenaibre...........
liumina.........._(
Ipecacuanha ..........
Lenha de aellas aramios......ccnTo
pequcuas.....
)) )) loros....... i,
PrancliOes de nnarello de 2 costados ura
o lotiro......... D
Costado de amatellude:i5a4a3p. de
c. e 2 ,1,' a 3 de I..... a
de dilo usuaes....... i.
Costadinho de dilo........
Soalho de dilo...........
Forro de dito.........,
Cosladu de louro......., B
Custadinho de dito........ 0
Soalho de dilo...........
Forro de dilo...........
o cedro..........
Toros de tatajuba.......'. quintal
> aras de pereira...........|uza
nauilhadas........
' o quiris.......... 0
Em obras rodas de sicupira para c. par
a i. eixos ao
Mel.................caada
39000
5o 120
"3800
7.-J00
7cMI
19920
JS850
9600
f800
9800
9800
9240
5SOO
92il)
3200
27:0219085
A LI-NDELA.
Rendimentn to da I a 8. .
dem do dia 9......
129:157-5796
17:186)735
146:3(4/531
iotve3pon$tticia.
MAI'PA demonttratieo il'ooua que leoe o banco dn
borra desle porto na semana ltimamente
finito.

N'ominaro
dosillos.
Domingo
2.' feira.
:.' feira.
I.t feira.
5.a feira.
6.' leira.
Sab'.i.do
Preamar.
15 ps itialezes
15 l|2 1.
16 i)
161|2
17
17 1,2 ..
lis
II 1 v-.-inar.
11 o pes ma.
11 IrS a
Srs. redactores : Em das do mez de Janeiro
do coi rente anuo, liz ulna viagem ao cenlrt da prn-
vincia, e regretsando a^ura para o meu pobre gase-
are nesla ilha, liquei sorprendido, quando me dts
seram, que parle dos seus habitantes requererain a
assemblea provincial, a liausferencia do se le di ma-
triz para a capells do Pilar. Caprichos, que s? in-
culcan) poderosos, e desrjus de um bem-eslor, po-
deratn illu.lir a sabeduna da lilu-lre assemblea,
pralicar urna das maiores injusliras que verei nns
ineus das, poicm, para que nao decida o tlluslre
Corpo lenislalivo de Peruainhuco, a urna l.lo tlesne-
ces-ana mudaoea, deve saber, que a mor paite de
seus habitantes, ago c.iucordam con) semelhanle
exigencia, por ter lillia de caprichos, e no caso de
prectao, (em de ullerecer a illiisire a-.embica um
docuineiilo de mua de lUO assianaluras, que vai de
encentro a precipitada eiiaenna. que sem urna jus-
ta causa 1 [,r, -ciiiit ,111 au poder legislativo de l'er-
nainbuco. A m.iiur parle dos habitantes de lla-
1111 rac.i, esperam 11 tabedorll e recia justica de
que he dolada a illu-tre assemblea provincial, e no
digiin e Virtuoso principe da igreja pernamliucaua,
que jamis darSo o seu attantimenlo, para tatisl iger
paiies de quem quer que seja. N. S. da Cuncei-
can da freauezia de llamaiar.i, nosso digna pa-
droaira, recompensara cmn endientes de fortuna a
illutlre assetiililca, e u preclaro dioceano, pela jus-
illa, que na presente causa esperan..
u.ieit un. Srs. redactores, publicar estas liohll
em oaneeio da conservaco da sede da matriz de
llatnarac. no mesmo lugar em que se acha, que
mu tu ubngadu lite iera'
A. II. C.
[tamarac S de maiu de 1857.
II l|4
II
10 Ii2
10 l,i
10
Observar ,.
Nosdifferenles aneoradeurat do piulo o.riloo o
baixa-mar de I', P o() ., |(; .o nP4 inglaxet, e o
preamar de 21 u 29 o e :l.,_ Eln ,, dfl mal0 ae
IH.11 Joao l-raiii-i.co Pardcllia, ajudanle do nra-
IICO mor. '
No maE.idourc acontece o mesmo, de forma qu"
os pesa !us gastos aba ,rveir. nina quanlia tan enor e
que o marchante nSo pode lirar retallada favotavel,
inda ven,leudo a carne cata, porque ja vein cara da
feira, e as despezas -.lo lao glandes que nnpossivel
be podrrrin ler lucro. Ain I? lia mais as despezas
das conectas de n.ivus impoitot ete. que peaaudo so-
bre a quanlia d -. alugueis de lanas casas oceupa-
iiaa con, arougues avullHin a una somiiia bem cres-
cida.
Agera veremos o que fez a companhia que con-
Iralou em l?s ti o fornecimeiilo daa carnes.
1. Recoticenlrou os aeongoet htvendn um iti,
poi-m grande em rada bairro.os aluauei- de Jl),(KNl3
le reduziram a 3 ou 4 eontot, para esse lim fez .1
sua cusa o grande aooogoe do pateo da Rdietra qu
snhst luio as immondM bancadas e roch.rholos que
all haviam, e que serviaru de dormida A noite aos
mendigos.
2. Kedu/io o numero dos rarnieeiros o cobrado-
res ao reslti-tamenle nee-sario, e se pule e.ilcular
por 113 menos ou 25 a .ItLOOO-; is.
3." Fez o metmono mala louro e ac bou romo
alioso de se eilrallir na rabada da S a S libras de
carne por cada bui. esle lo arligo de eccnomlt se
calcula em 16,0009 P"r auno.
Pira se livrar dos atravessadores mandan agentes
seus contratar os gados tas propriai fazen la-, ajos-
lando com na dimos as pocas de envia-hn as feras,
adiantan.lo dinheirtis e faiendo uniros conerasdes os
traveta u iret Dearam radnzidot ao suppriineui.i dn
uniros mol ripios e faltando u ptincip.il cunaumi-
durda f ira liverain de perder, e foi u 2..111 le quei-
xuinc r -iilra o conlralo erguido p-|os alravessado-
re, que nao pdm fazendeiro-, porque e-le. vendem
se., gado na potleira, nada lem ruin as feirai e
com isso nada perdern) ? lucrar.im .1 eerleza do -eu
embolso de forma tal que o contrato tohavia acredi*
lado un seilao que preferan) ven ter pur menos a este
que por iii'is a unir qtilquer pe.soa. De forma
que retolta o perfeito eoohecimenla de ijue loao
que este consumo teja manobrado por ama compa-
nhia Me de rap.laes comprar o. nados 11.1 sua 01 j-
acm, islo he, 1111 porleira das fazendas, e applieandn
,.s ecoiiomi -s de una rigoiosa adminislracgo furue-
ceia a carne a pr.-r ,s nm leradoa sem detrimento do
fazendeirute gtanle benelicu da popularan do Ue
Clfe.
Os qoeixo'nsser.i : I os alravessadores, 2- os
tgeotes dos marchantes, e 3' os propriot marcktn-
les aqui ra capital Tula a uulra populaciu teta
grande vanlagem do fornacimenlo di carn verde
leja
-pubcacoe^ a pedido.
inv.ttiavel
. qu
ll.a.l
ranea, para a provincia du Para' e ah terem eiopre- Por r. "lo, nina vez que o preco atffpialad
gadot no totabalaeimenlo sanela que possue, e a-' "
rilando alien iiveis e justas as razoes que allega, be
de parecer que se adopten reuluran seguinle :
< A s.embla legislativa provincial- de Pernam-
boeo resolve :
a Arl. 1. Os proprielarios de escravos, adquiridos
por lierin a, cu que residtudo aqui na provincia se
mudarem, provando tsle que poMueiD 01 eicrivoi
lano o que f r marra lo para o invern,
o que for para o vergo, s,| ,, madificacOes
prudencia, em con eventualidades, que escapara .i pr"vis,1o Ilumina.
Fallecern) durante a semana :l peesaas, endo
livres, 9 hoineu-, 15 mulherea, o prvulos ; eicra-
vos, 2 bomens, 2 mulheres e 2 parvuloi.
O vapor S. ,-,,ha loro levou a seu bordo para
os polios do tul oa teguinle pasaageirot
^ Francisco Pinto Dania. Jo.e Teixeira dos Sanios,
Vlanoel Kern.irdi.......incalves. Manuel lenacio de
Oliveira Marllos, Jnaqalm Francisco de barros, p^_
dro Labalu Celestino da Araggo, aleres quariel-
me.ire Lm/. Vicente Vianna. Jarinlhu .Soares Me-
nezes e I eacravo, Thadeo Pereira de Macedo Bas-
101, jote laorrea Pinto, piimeiro cadete Pitneiteo
Mana ,.e >enas, alferes Jos Manoel Ednar......e
lana Manuel Ignacio, Domuino Jos de Axevedo.
Leopoldo da Silva Queiroz, Manuel I. de Oliven-i
""!' '"A"!.......""s.A"io' c*|,,a,i Chrlalovlo da
Rocha Caldat, S. Maier I escravo e I eritdo, Jola
Baplitlt da Cruz, Antonio Bernardo do. P,iss 1
tacravo e 1 criado, Joao Antonio Capole, ua s-
nior., 0 2 e-rriyos. Anin,,, Jos, <, do (;urre,0
Man I B-rnardo Quinleiro e 2 escravo.. Anosiinhu
jse da (...ta Cevres, Francisco de AlmeidaCanha
aoar.la-inannlia Jnaqum Cardos,, Pereira de Mello'
seaundo sara-nto R.liodoro Alvea de Aranjo. ^
senhora e 2 filhos menores, lom e Anlooie menores
oa eompanhia de aprendizet, I.uz escravo a J ,ao
cr..idnae1,|reaar,u,|Ppll,,d0 Ur. A|ilr0 c
Bezerrt Cavalcanli.
^lc amanhiia.
JURY DO REC1FE.
2.. tsalo.Dia 8 de. maiu d 1857.
Presidencia do Sr. Dr. Alejandre Ber/urdino do
feis e Sitia.
Promolor publico interino, o Sr. Dr. Joaquim de
Souza Res.
Bterivao interino, o Sr. Msnnel Corris Comes
de Almeida.
A Ivogtdo, o Sr. !)r. Leonardo Auguslo Fencira
Lima.
Feila 1 chamada as II h-ras da manbaa, icha-
rtro-se presentes 39 senhores jurados.
rain multados em mais 209000, os -cnhnrea iu-
ulladot mis da. aotecedentei, e que n,n f-
pensad s, e mol,ni em I09U00, otSrt. -
Joao Auausl, ,|e Paul., Rodrigues,
/.eferino Kodolpho. Delgada ue Br!ia
II .->. 1111/ ue direilo derlarou abarla a tessSo,
depois do loque de campanhia.
Aberra a meama tetsio, campaneen o *r. Dr
juiz mniiinpai sopplenle di segunda var.,, apre.
unin .. ptoressos prep.r.idis para serem julaa.lo,
os qu es sao oa seguiules :
1. Autora, a jutttca.
I', presa, Jlo Jos,, Pacheco.
2. Auliira, a justira.
Reo pr so. Joaquim Felippe Pereira.
3. Autora, a jotlija.
Rao afiancado, Domingos Caldas pires Ferreira.
Foi rouduz do ao tribunal dn jury, para ser oiga-
do, o ico preso J,a,i Jos P.irliecn, acensado pur rri-
ine de armas pr blindas, sendo defensor do reo o Sr.
advnaadu a :.,.., mencionado.
O eansalbe do jury desentenra foi composto dot
seuhoret leguinles :
rroncitco de Paula Conven.
SONETO ENIGMTICO.
Sou ni de um lilho, o qual mo lie mrufilho,
Poique cando meu lilho, elle lie meu pal,
Eu nao Ihe dei o ser, sendo seu pai
Elle in'o deu a miiii, lando meu lillio.
Fui sempre caslu e tenho-o pur meu lilho,
Sou anda virgen), e diz que son seu (ni,
l-.u sei mu 1 ein que he lilho d'oulro pai,
E nao poste ne^ar que elle he meu lilho.
Nao sou primeiro que elle, e son sen pai.
Porque sendo primeiro, esle he meu lilho,
lie o lilho primeiro que seu pai.
Uei de morrer primeiro que meu fillio,
I. n V. herdaiiilo u lilho os bens dn pai,
O pal be que lia de herd.ir us beos du lilho.
'Do Peridico do< Pobres.)
u--
Brigai
,t,,tra
Descarreza-tn boje II de maio.
americanaMenisulafarinha e bolarhinbas
americano llellenfarinba e bolaehionas.
a.ezoFloating Ctoudmercaduras.
jarea Ic.incezaEnm.i Malluldem-rcadorias.
*ani,ariopipo*
[UPORTACAO*.
rigue biasileiruani.ariupipos vasias.
EXHS. SUS. DEPI'TADOS A' ASSF.Mll.EA CE-
RAL LEGISLATIVA W)H PEKNAMBLCO.
Niu he a rnuvirrau do direilo que me assi.le, e
que julgo liaver detnou-lrado em toda a lucidez da
verd-.de, qiu-tn tnove mulla dbil peana, por que
^se posto dize-lo sem iucorrer na censura de poucu
respaillo), o inexoiavel desprez) para com minhas [ c.
rcrlaniacnes jnnlia uina violencia mural, teniente
eshuihar-me desse direil leailiinameule aJquerido,
me ioduz a rrer que ein vao terao indos us meus es-
lur^o. 00 sentido de obler reparaeflo desea iojattica,
aos meus olbos inamfe-l.i. He o dever de solicitar
per todos os mitos lieilos 8 huneslus, t ulitensAu du
irdenadu que me compele, em beneficio de meus li-
li.re.1 .'ranee/ 1 .Emilia Matilde, vlttda do Havre,
consignada a l.asserre CV Tyttet Frere, manifesluu u
seajjinle:
120 barril e 1:1:) meios dilos manleiga, 200 barr-
cas cemento, lo barril baealhao em lalmoura, 4 di-
tos arenqoet, i ditos eompoalelo de znru, 100 cai-
xas velas, 60 ditas qu-ijo-, 15 ditai o 45 gigos cham-
p.iuhe ; os con.igualarlos.
50 barris c 50 unios ditos manleiga, caixas pen-
uas de metal c norfnmarias ; a Cali rere.
10 caixas chapos e firmas para ditos ; a Chris-
liaiini ,\ Irma ..
2:1 canas fazenda, de alanlSo, de teda, da dita o
sigo 11o, eateat, letijns, etc., !) volutors e 3 canas
carines e chapos, I din dilu para humeus, 1 dita
I' rfi.ni ,,!-. I dita brinquedos, I dila lavatorio de
iinrmore. I dila dourado para quadios, 3 dilas vi-
dros, t dita acento solphunco, 150 ditas queijos ; a
Timm M. \ C.
:' ranas fazendas de algodao, de seda, de dita e
.dan 1 lu e dila e seda, 2 fardos pannos, 1 caixa lilas
de seda, :10 gigos chamuanhe ; a Schafeilla & C.
8 caixas marmore, 2 ditas ubras de madeira, des-
portadores de cubre e ubjectot de relojoeiro, I ctixt
reoslos ; a Cermani.
75 mei.is barris tuauteiga, 53 caixas conservas de
carne de legumes e sardinhas, I barrica queijus, !
cana pannos, 20 ditas licores, 6'J ditas fazendas de
algodo, de seda, de dita e aa, de dita e algodao.
de 13a e algodao, chales de cassa, chapeos, b-laios,
formas de m 1 le r 1, caisa<, carles, fazrudas de laa e
seda, calcado, pelles preparad ,s, mapa*, suspenso-
rios, chines, mudas, chapeos de sol de seda, ele,: a
J. Keller A; C.
30 barris e 100 meios dilos ma iteig, ; a V. Co-
mes de Oliveira.
1 fardo e I caixa carro e rodas, 30 barris o :10
meios dilos manleiga, 1 fardo, !) caixas e 17 Volu-
ines fazendas dealgod,1o, de seda, de linbo e llgadaO,
lilas de seda, pannos, chales de algodao, fazendas
de lia, mrreearia, luvas, chapos para liomem e di-
tos de couro, loros, esporas, boldes de osee, espellios
calcados, partfusosde ferro; a II. Bruun di t;.
80 farl is papel ; a (aptista da Fuu-eca .tumor.
2 callas pello de eorlho, 2 ditas couros prepara-
dos, 21 dilas e I gigu metceana, quinquilbaria, per-
fumaria, looca, burra de ferro ; 1 Feidel Pinto & C.
1 caita lis ros, I dila papel ; a I", dos Sanios \ C.
2 caitas pianos, :l lilas mercearito, filas de seda,
allineles, holes de vidro, ele; a Vignes Aine.
i caitti musanla, clcheles,drogas e carias de jo-
gar ; a 1 en. ker.
I.i caixas e 2 fardos cobertores de laa, pannos,
ronpat, bona, chapos, ditos ptra senhora, mudas,
cou.os. raleados, marcearas e quinquilleras ; a
Borle ,V Souza.
6 Caitas papel ; a F. G. de Araujo.
13 r.tixas agua da C-una, perfumaras, cr\ slaes.
Vidrot ; a A. Roben fJC.
II canas Iluta e papel ; a L-rninle Feron $ C.
5 gigos aarrafas ; J. Soiim & C.
I caixa arroto-, livrose vidros ; a Delouche.
O barris e 55 meios dilos manleiga ; tSchrtmm
DIVERSAS PROVINCIAS.
Kendimenlo du da I a 8. .
dem do dia 9.......
2:!>:Oo3H
11S-)'229
:1:05>53
EXPOUTAJAO'.
Porto e Lisboa, galera porlugueza Olimla de 677
loneladat, eondozio aegolnia : para o Porto1:10
barricas com II,:i;;:-s arrobase 26 libras de as-uca,
branco, 3.I0 sacos com ,6573 arrodas e 13 libras
de assucar mascavado, saccas rom 43 arrobas e i
libras de algodao em pluma, 2 lilas e I barrio fa-
rinha de man noca, I dila 4 arrobas a li) libras caf,
3 saceos 0 arrobas e :i libras de anoz, 12 caiies
dice, :i!2 castos mel, 101) cocos secco., 1 barr! a-
gnardcule, 10 prancb/s ,le inadeira, 280 vaquetas.
243 courus salgados, 1,000 ponas de bol, I caix.-io
lia ; para Lisboa'. barricas :|,(HiO arrobas e 36 h-
b'as ,le assucar blanco, l,:IIMt saco,. 3,475 arrobas
de assucar mo-eavado, tos cascos mal, 3,IK)U cocos
teeKn), 1 caixfi 1 .'.ore.
Liverpool por Macelo, brigne nglcr. Elisa, tle
ls, lonrladas. conduzM o aeguiule : 1,820 saceos
com 9,100 arrobas de assucar mascavado.
Ru> de Janeiro, tingue nacional ilatlranle, de
21c, tunela.las, cuiidu/iu oseauiile : 12 voluntes g-
neros eslraugejros, I,:|:I7 saceos e ii barricas 7,0l
arrollas e 21 iiliras de a-sucar bronco, 110 sarcos 550
arrobas de dito mtteava 10, 50 pipas aaoadenle, 10
dilas espirito, I JO barris mel, .100 mullios palha,
3J.il. meios sola, 15 sarco. 60 arrobas de carnauba,
3. rulos 30 arrobas e 1 libra de taita, 200 canas
velas de carnauba.
Parahiba, hiate nacional .1; im'n- de 31 tone-
ladas, conduzo o seguale : lts:l volumes generot e-
Irangeiros. 29 lalas e I caixa clia', 13 saccoi airoz.
10 rolos rumo, 10 talas dito, 225 cana cliarotus, 5
barris assucar, 30 saccas caf, 10 canas velas de car-
nauba.
Aracaty, hiale naciontl Exhalac/io, de 37 tone-
ladas, eondu/in o -egninle : 156 v, tumos fazendas
e oulras mercaduras, I i barrica 63 arrobas e ', li-
bras de assucar Inane.
Araealy, hiale naciunal idnvencive'o, de 39 lo-
nelad.,s, cunluzo o seguinle : 66 volumes gneros
ettrangelrot.
Babia, sumaca ..llorlenciau. de r!e 91 loneladat,
conduzio o seguime : 1,929 volumes diversas tnetca-
dnrias.
Ido Crande do Sol, patacho nacional vBom Je.us
de 1,0 toneladas, ron lucio o seguinle : 900 barricas
U.42S ar robat de tasacar bronco.
RECEBF.UORIA UE RENDAS INTERNAS CE-
RAES DE PERNAMBICO.
Kendimenlo do dia I a 8. 4:9S7->223
dem do dia 9....... 1:2969814
Mtllio............
I'edra de amolar ..'.'.'.'.
filtrar ......
rebolos.........
Piaaaava em molhos......... um
Pomas de bal...........rento
Salido.........
Salsa parrilba ..!!!.'*.
Sebo em rama.......,
Sola 00 vaqueta....., ,
Tapioca..........\
Cubas de bui......, ,
\ inagre....._
alqueire 2;00l)
caada Ijl2l)
o I2H0
)> IjikHi
109000
3M00
I3000
"-i 311
93000
5;')IK|
4g0l)0
59200
4-3200
4-J.00
ltlsOOO
5500
IO3OOO
133000
1^700
58OO
attviOO
20560
5330
olio
3230
150
3360
" v*' "-!"*
-se< erV
ta
c8oo
36 iO
35000
isooo
8201)
16(K)
13000
39500
3331)0
Alqueire 23500
alqueire 73001)
. dj) 103U)
a 63000
D 13-1,1
83OOO
"3000
33000
33000
323000
23OOO
13000
113000
243000
163000
309000
143000
93000
73<)00
4-3000
&3000
63OOO
.i-3000
23-500
33000
13280
1-3600
13920
13280
26-30IKI
IH.3OOO
8-320
cento
a
a
a
Vm
nm
a
uina
i.
a
oo\
o >
alq.
alqueire 23.500
3640
63OOO
3800
3200
4320O
3120
163OOO
ft>U0t)
3.3800
3-331III
>300
.30.3000
uina
i)


meio
cento
P'patl
M9\9im$t%t9 &0 psnrsv.
.Navios entrados no dia 9.
Barcelona e Malaga64 das e do ultimo porto 4i.
polaca hespanhol.i Amelia d 95 toneladas, ea-
ptiao 1 dro lleriran, eqoipagem 11, carga vinho :
a Aranaga A.lrjau. I'erlence a Barcelona.
I hila IrlphiaO das, barra americana Kinlil.-m ,
da 3811 toneladas, capillo Daviea Samuel Juuiut,
eqiiip.niem 10. carga 1,700 barricat com farn.lia
de trigo ; a Rodroii Rooker 4 C. Perteuce a Bos-
tn. Seguin para o Rio de Jaueiro.
Navios sabidos no mesmo dia.
Liverpool po, MaceitiBriaue inglezoElisaD, canil-io
James Lucas, caiga era lastro.
ParahibaLancha brasijeira nConceicao Flor das
\ trades, n.esiro Al.xandroo da Costa e Silva,
carga farinha de trigo.
Rio de Janeiro e porlus inltrmediosVapor brasi-
lelro s. Salvador, commandante A. I. Ponte
Hlll-lro.
Cetinva Sumaca hespanhola itllsrit Lloberas, ca-
pilla Francisco Casal., erg a.,Ucar e coaros.
llanta.Sumara naciunal itHurlencia>, capilao Joa-
quim de Soma Coulu, carga varios gneros.
LisboaCillera porlogueca Margarida, eapilflo
1 humar. A de Oliveira. carga astucar e tauar-
nenle.
ParahibaHiate brasileiro nCamoes, meslre Ber-
nardiao J to Bandeira, carga farinha di Irigo e
man gneros.
Ass Lancha bra-ileira Flor do Rio Grande,
mesire Miguel Arcanjo da Costa, carga em lastro.
CONSULADO PROVINCIAL.
6:2813037
Kendimenlo do da I
dem do da 9.
a S.
16^5984399
992*459
I7:'.HI3S.58
,s ; e s esle dever pude resolver-me ao sacrilirio : | far,|0 r0|laaa ; a C. E. Borel.
ra 10a tu
m dis|.......1,1
i*o Ano,1,1 ,1
lli
le recorrer a unprensa, contcio de que nao sou apio
para escrever colisa que preile. Por elles e nao por
mim o faro.
Senhores! consideran,lo-me com direilo apoten-
ladoria requerida, cuino empregado de rcparli^.lo
exmela, e durinuulo meus requettmentus 11 totano
da muele as secretarias do govetno, sen) que o re
curso au pu.ler legislativo me pu,ies*e ser pruveilosn,
porque a iiiibre coinini-s.in e penses e ordnalo.
da cmara, de que sota .lisuissiinos mimbro!, nao
obttanlea reileiaea.) de inuihas tuppllcat, jan-sis se
dignaia de dar seu parecer sobro i.,| assutnplu, a mi*
recorri parale Diario, em I de junhodo 1853,
supplicando-vot que, tiicnns por miin que pi-la rea-
lidade da coiisiiinicu, v.,s dlgnatteit de conentrer
para um BClo de u-li^a que. no es|nie.i de quasi I'J
anuos, ti.lo me fr 1 po'iivel conseguir pelos meios
ordinarios. E essa supplica de que vos dei pleno
eonhecimento pela remes-a desse jornal, vos fui di-
'i'.'i.tii na esperanea de adiar essa prclenr.lo um pa-
Iruruiio nm vnssus .eiiliinentus de ju-lica, purque
pnreceu-me que a jutlica eligs que empregasaeit os
mei s convenientes pata a veriflcaejVo da verdade,
11,1 I,iranle ao direilo allegado, alim ue que essa ve-
rllicacjlo prodociise o divido enfilo. Hat debalde
l..llei a VOtaa esclarecida rar.au, porque o silencio d-.s
lmalos, observado pela indicada commistAo, nao fu
por mis Inlerrompido. Son, pnis, impelllio, un
roiitequrncta den circomslaoeias, a chamar a vot-
aa alinelo para atrazo>eqne patio a expender, .
que siihuieliu a* votta reronhecl a illoslracgo.
Senhorts a ceii.inuica,. do imperio, como lomei
a lihrrdade de ponderar-vot,e vos os.beis perfeiia
mente, no arl. 170 S 38 garanti a loJis os nda.l.i,,
as reciiip. usas cunleiidas plus setviciis fritos au
esladu, assim como o dir lo
leu. De acenrdo com esla
I gigu vinho, 3 caixas envoltorios, papel, linla c
livrm; a Al. J. Alves.
1 cana quadros para rslngios ; a Chapronl & Ber-
Irand.
'O barris e 50 meios manleiga, 2 caixas meiaa de
ida.,, I dila lilas de
12 barris vinho, 2 lilos
la ; a N. O. Bieber fj C.
queijos, 3 caixas amenas.
.50 harns e 50 meios inanteiza, 2 fardos hiendas
di algodo, 2 ditos gangas, I caita pannos, 1 em-
hrulhii amo.lras ; a Souza Carvalho.
1 fardo telim de iaa ; a Ramos e Silva.
li glgot e 6 harneas Vinho, I fardo rolhas, 9 cai-
xas chai, s de La, dilos de alaodao e melade teda ; a
Aatlej S C.
60 barra e 60 tneiot manleiga; a Isiac Curio A C.
37 raix.is eoenae, 15 gigos ch.1mp.1nhe, 13 caixas
espelh ,, perfiiu.aria., meresdonas e miudrza : a
Letellier&C.
3 caitas chapeos, lilas e modas a II. Theard.
il caixas, 15 s duiies e 1 barril flZeodas, de loa
de dita d se la, de algodao, de dito e laa, chapeos,
Vidrot, couros, roupas, ohjecloi para chapeleiro,
cale ido, boiiies, pannos, mercera, lencos, modas,
marroqont, azeile, bonecas, chapeos de f"-liro, ditos
de sol ... artigas para ios ; f. Soovage.
25 batris e 50 m-ios manleiga, 25 cana, velas. 19
dilas queijos ; a liaslos A; Lemus.
9 Clisas espingardas, espelbos e cartas de jugar ;
a .Mentes \ Irui.io.
1, cai\ael fardo couros e pelles prepralas : a
I). I. clere.
30 I
heos.
16 caixas livret, ehapot, poreeilanj e chales ; a
L. A. de Siqueiia.
15 ra xas | barril arc.s couros para seleiro, can-
dieiro, mereearta, porrellana, ehapeos de sol de al
godgo, ve Irus, perfumaras, coras para violAo, cal-
xas de coalura ; a T. Kulierl,
2 canas caslieaes tle zinco ; a J. I!. Fragorn
I ,-aixa livrm ; a Parelo Vianna.
22 caixa-, I barrica e 9 fardos chapeo, arara, h-
doi
e ci
Adour &
'iris e 10 meios manleisa ; a Ferreira cv Ma-
r ....-------v. a s-. cana-, 1 uarrira e :i lardos chapeo, aram, es-
to a ettai, na rnrma das pelhu., cale-dos, marroquiut, quinquilhariat, bom-
dispusira., (como latnbem bts, canos de chumbo, guarda-comer de rame : a
t le di f u ouluhro de I h i'. Adour & C.
PRACA DO RECIPE, 9 DE MAIO DE
18.57, AS 3 II(IRAS DA TARDE.
Revista semanal.
Lambos------------ Os saques da semana regularan)
por 28 d. a 60 e 90 das e ligara a
27 3|i 6O1. v., eet tomadores
exgem mais vanitgem. Sobte Pa-
r* sacu-se a 316 r. por Ir.
Algodao-------------O mercado esleve mais aclivo e os
preces inellioraram, regulando as
venias a 7-3-Ki. 737011. 7>S )0 e
7-3850 por irroba conforme a qua-
lidade. Entraran) 07 saccas.
Assucar-------------Vterain au mercado 19.226 saceos
ruin assucar e o mercado esteve
animado. Os tiranos sustentaran
os precos de MIOO a 53">00 os
superiores, e os naiiot de 338OO a
3500 ; n. masravadns purem re-
gularam: Liaboa le 3925o a 39300,
Ame.ira de 39100 a 39150 e Ca-
nal 29950 por arroba, nao eilttio-
do em deposito as duas ultimas
'|u.ih I ',!-..
Couros-------------Vend-ratn-se a 145 rs. por libra
dos secos saluadus.
llar,Ib,io----------(xa hnitve entrada, e os precos
continan) de 5> a 15? confutme
a qualidade. lie. rain em deposi-
to 5,000 harrira..
Carne sicca-----O mercado fui suppridn com tres
carreo,metilos do Kio Crande,
que olivaran, u ilepnsitu a 27,000
arroba', regulando a venda d
53 a 59OOO por arroba. Da do Rio
da Prata existen Mmente 7.000
errobas; e as ven las regularan) de
3b0 8 5.331IO pur arruba.
Farinba de Irigo- Eiifranm 'eis.ranvgameutos, sen-
do ciuveo de piros e.lrangeiros e
I do Kio de Jan iro, que fez su-
bir u depo-ilu a 18,100 barricas ;
senlu 5,100 de Dal.....,rc, 3.200 II,
de New Vrk, 6,600de Phil.del-' t;u*""". "-"> dem por
phia e 3.-2IKI da Iriesle. R-la- V* "?,,V,d?ln "Jem 'ot
thou-ie a 30; da pnmeira, 229 I a" a A"10 iJctri idem por
da seunJa e terceira e 3:-j ua i v"2areth dem dem por
iw,., Mrta. I -Santo AnlSo i.lt-m i.loui por
tic-rniiio-------------A prucura lem -idu menor, mas Cabo i Jen) ideal por
no.*""*" "" "' l'"r Ce"l "" ."'.? e ,:r"r"' Jen. 'Jem por
I reic* \,'t 11 bu rolando por f^lln de navios.
locrirnin no porlu : I \ uniro com auila de inle*
Enlrran : ." rom r*nnha 'le -ri^o, 7 de cbola-
, Tj subdelegada da freguezia de S.
Jos do Recife, se taz pub ico q je foi appre-
hotidido, e acha-se em deposito, um caval-
lo ruco, cum cangalha, que andava vagando
pelas ras desta freguezia; seu dono iusti-
ic.indo, Ihe sera entregue
Subdelegada da freguezia de S Jos do
Recife, 9 de maio de 1857. O subdelegado.
Eduardo Frederico Banks.
O lllm. Sr. contador d thesouraria
provincial, scrvindo de inspector da mesma
tnesouraria, em virtude de resoluciio da jun-
ta da fazenda, man Ja faznr publico, quo em
ciimprimciilo da lei, peranle a mesma junta,
se lio de arrematar em basta publica a quem
niaistler, no dia 10 de junlio prximo vin-
douro, os imposlos seguintes :
500 reis por cabeca de gado vaceum, que
lor consumido nos municipios abaixo de-
clarados.
Recife, avahado annualmente por
iinda, idem dem por
Iguarassu' iuom dem por
Coianna idem idem por
Nazareth ide ;i idem por
Cabo dem idem por
Sanio -ntilo idem idem por
>erii)h3en idem idem por
Rio Korrnoso e Agua Prela idem
idem por
Pao d'Albo idem idem por
E nos municipios seguinles,
nosquaes s pagam aquelles que
talhatem carne para negocio,
eos criadores o iliztmo :
l.im eiru, avallado annualmente por 3.-6983000
liotiili) e Ca: ii.ii u' idem dem por 2:770>,ii,ii
60:.502>Ool)
2:3593000
1:8IO-lln I
6:8643000
4:6593000
1:5923000
8:0803o00
59O3OOO
2:6573000
4:2103000
Brejo idem idem por
' imbres idem iJem por
r.aranliuns idsui idem por
h'lores e Florala dem idem por
Boa-Vista e Exu" iJem dem por
Nos 5 ltimos municipios,islo
he, Brejo, Cimbr s,Garanliuns.
I-lores e Floresta, Roa-Vista e
Kxu", silo arrematados con-
juntamente os impostos a car-
go dos collector.s e 20 Ojo do
consumo da agurdenle que
for consumida nos seguintes
municipios :
Oltnda, avahado annualmente por
.;,..-- .. :i_____.
r.693?'000
1:2|l#l)00
2:7633o00
3:173*000
3:091*000
Bio Formoso o Agua Pela idem
idem por
Suriiii'jeui idem idem por
Limoeiro idem idem por
PAUTA
dos precos correales ,/ aMHcar, algodao, e mais
gneros e protucriies MefolMM que se deipa-
cham m mesa do consulado de Prmamburu.
na lemana de 11 a 16 de maio ie 1857.
Aisucar brinco.......$ ,200
por
por
praca para sor
arrematado, conjunciamcute com
O imposto do gado vaceum, o di-
zimo do ga.lo cavallar, nos muni-
cipios abnixo declarados : 1
Limoiiro, avaliiu atiiiualmeiilt por
Brejo idem idem por
Cimbres idem idem por
:t ..-Oh)
1063000
81-000
963000
80;000
251/000
563000
43000
523000
31300(1
lU'llOO
6u'l)00
3K000
38000
ijOOO
3 000
619000
523000
1053000
MLTnCSDD"
ILEGIVEL
.
-


MAttIOOE PRNAMBUCO gETipnM FEIRA 1 DK MAIO DE t8M

Ronilu e Caruaru' idem idom por 146j0a0
Caranhuns idem i Flores e Floresta idem dem por 34*900ti
Boa-Vista e F.xu' idem dem por 209J00O
Imposto a cargo dos colleciores.
Brj<>, avilialo animalmente por 519000
Cimbres idem i lem por 3il?ooo
Caranhuns idem idem por 455?000
Flores e Floresta idem idem por 99&"X>"0
Boa-Vista e Exu' idom idem por 442CO0O
As arrematarles serSo Coila por lempo de
Iresannos, acontar do de julho do cor-
rete auno, a 30 de junho de 1860, sob as
inesmas conuco ma do art. 76 do reculamente de 3 de agos-
te de 185-2.
As pessoas que se propozerem a esta ar-
rematacao comparecam na sala dassesses da
mesiiia junta, no da cima declarado, pelo
meio dia, habilitidas na Corma do art 75,do
n-esmo regula monto.
E para constar se mandou allixar o pre-
sente e publicar pelo Diario.
Secretaria da tliesouraria provincial de
Pernambuco 9 de maio de 1857.- O secre-
tario, Antonio Ferreira da Annunciacao
Art. 75. Os contratos da arrematado de
renda, que imporiarem em mais do dous
contos de reis, serao eftectuados sob a ga-
raulia de dous fiadores id'neos, que tenliam
beus de raz na cidade do ltcife, ao menos
un delles, urna vez que o outro soja notoria-
mente a lina, lo
Art. 76. As arrematarles poder3o cffec-
tuar-se pela maior ou mouor licilacio olfe-
mcida em cartas Cechadas.
- O lllm. Sr inspector da thesouraria
de fazenda, manda fazer publico para co-
nhecimento dos interessados, que, nao obs-
tante haver o niajor Jos Joaquim do Kego
Barros, obtido sentenca em grao de revista,
mandando restituir Ule os lerreuos compre-
he.idilios entre o becco da Moleta, e as ul-
timas casas por detraz da igreja do l'ilar,que
fizein Cace para oFoile do Brum, e actiam-
se na posse da Cazenda nacional, como de
marinha ; a mesma Cazanda continuara a
manler-se na posse em que esta, e a haver a
pensao dos respectivos loreiros, euiquauto
por aquello major nao Cor preenctiida a clau-
sula comida na mesma sentenca, de Cazer
medir e demarcar judicialmente as 50 bra-
cas de ierra, que 1 to do os seus ttulos de
sosmarias.
Secretaria da tbesouraria de Cazenda de
Pernambuco no primeiro de maio de 1857.
Ooflicial maior, Emilio Xavier Sobreira
de Mello.
llaranhao
e Para.
I 0 agente Borja esta' incumbido de
fazer leilao, da rica mobilia e objectos de
capricho do Exm. Sr. tenente-general
I Antonio Corrii Seara, <|ne regressa a' cor-
te do Rio de Janeiro. Oppoi tunamente
indicar-sola o dia, distriiuindo-se o ca-
tlialojjo dos oltjeclos que devein ser, sem
reserva, vendidos.
O veleiro paihabote nacional LINDO
PAQUETE, capilla Jote Cmio Nones, proecdaale
,lo Ki de Janeiro, com nielarte do seu carrega-
menln, ileslina lo aos parios Indicada*, para onde
setoira' rom brevMade, recebe o resto da Carga
com o menino ileslino : a Untar com o consignatario
Amonio de Alenla (jomes, na ra do Trapiche n,
16, segundo andar.
Companhia
uavegagA. -.. vnpor Hain-
liu'git Br si.eir.i.
Coofcitaria.
A
Antonio,
bandejas
Esppn-se de Hinbursou vapoi Ingle GOLDEN
Y I.Fl'.I.K, y iVp i- .h pura Bullid e Ri > de Janeiro : p,ir,i freles oo pasH-
geiros, no qual leu. eicHIenles conimudos, Uala-se
com os .cenle-, na ni -i da Cruz n. 4.
Para o iio
de Janeiro
Directora geral da ius
trucado publica ta.
[provincia.
Pela respectiva secretaria se Caz publico,
que pelo Exm. Sr. vice-presideale da pro-
vincia se man lou por a concurso a c leira
de lingua grega do gymnasio provincial ;
por isso lica marcado o praso de 60 dias da
data desle. para a inscripgSo e habililacao
dos candidatos, que quizerem oppor-se a
sobredi la cadeira. E para constarse Cez pu-
blicar o preseute pela impreusa. Secreta-
ria da directora geral da inslruccao publica,
em 8 de maio de 1857.O secretario,
Francisco l'ereira Freir.
Pela subdelegada do primeiro dislric-
to da cidade da Victoria, acbam-se deposi-
tados 4 cavallos, sendo 1 prelo, 1 castanbo
amanillo, 1 russo peJrez, e 1 castanho pe-
queo : quem se julgar com direilo a ditos
cavallos, appareca para justificar e tomar
posse, poisjulga-se seren Cuitados. Subde-
legada do primeiro distado da cidade da
Victoria t de maio de 1857. Alexandre
Jos do Hollanda Cavalcauli, 1 supplente de
subdelegado em ejercicio.
Directora as obras mi-
litares.
No quarlel da guarda nacional destacada
se precisam de aigumas obras provisorias,
como re, artimenlos de madeira, etc., o re-
lelhamento do edificio c alguus reparta
miudos : quem disto so quizer eucarrogar,
pode comparecer uesla direclona, onde se
aulia o respectivo ornamento, e podera Cazer
o ajuste.
O lllm: Sr. capullo d>i porto, de conformidad^
cun as orens do miuislerio da macinlia, iransnni-
lidas pelo Exm. Sr. vice-presnlenie da proviucia,
em olliciD de 11 do andante roe*, manda dar publt-
ci lade a iraauc.;.io abaixo do aviso aoiiunciando
aun navegautes o eslabelecimenlo de pliarues em dif-
fereutes pontos da Europa, im Estados Unidos da
America.
Capilania do Porto de Pernambuco 15 de abril
de 1857. O secretario, Alexandre RedrigUM dos
Alijos.
TRAULCCAO'.
Aviso aos n..% maule-.
N. 35.
BAHA DE SAO' FRANCISCOCALIFORNIA.
Sin de [\eoeiru em l'oula Bonita.
A coromissAo directora ilc pharoes dos Eslados-
Umdos, acaba d* fazer publico que um iuo ce ne-
voeiro da 1,500 libra* (oi culloca 10 no lilulCo exac-
tameule em frenle da lorre da casa Ue pharol em
Pona Bomla, ctNorlb Headn na Baha de sau Frau-
ci-rn na Calilm in.i.
O siuo com o iiMchinismo esiao collncados em urna
armai;a-i, abirla na frente, ao nivel da Ierra, e ser
tocado durante lempo escuro e de uevoeiro. dora'
seis paucadaa crin inlervallo de 16 segundos cada
orna, seguindo-se urna pausa de 'i i segundos.
O sino esla' elevado ^70 pes cima do mar.
U fogu da pera do uevoeiro conlinuara' como d'an-
tes al nova participado.
Por orden) de S. S., assignado Joliu Wasliinfzton,
hydrograpbo.
KeparlnjAo liydroarapliira do al mira otado. I.on-
dres 14 de oulubro de 18i(>.
Esle aviso allecla os sevoiiites mappas do almiran-
tadu : Silo Frauci-co n. 591.
CONSELHO ADMinlSTRATIVO.
O consclbo administrativo lem de comprar
o seguinie :
Para a botica do hospital regimental.
Acido prussteo medicinal, oitavas 4, agua
de tabarra |iie, garraCas 12, atncimuas doces,
oncasS, amiio, libras 2, brax, libras 1,
cevada, libras 16, canuella,libras 4, usencia
de lomo cerejo, oitavas 2,dili de rosas,otla-
vas 2, emplastro de cicuta, libras 4, dito
mercurial, libras 4, turnara, libras 2, era
terrestre, onras 8, iodo, oncas i, linhaca, ai-
ro bas 2, me issa, libra 1, mu?go, libras 1,
nitrato de polassa, libras 6, oleo de ligado
de bacalbo, li ras 8, oxydo do ziuco, oita-
vas 2, oleo de crotn, oitavas 4, raiz de al-
thea, arroba!, resina deangico, libras 8,
batania, libra I, resi a de buata, libras 2,
sulphato de zinco, oncas 8, sunaruba, libras
2, lliredacio, onga 1, valeranato de quininu,
oitavas 4, assucar renado, arrobas 8, azeile
doce, jarraras 8, banha de porco, arrobas 2,
caixas para pilulas, grosa 1, funiz de vitlro 4
graos de vidiO grandres 4, marmitas de Co-
sejfuecom mnila ljrevidade, o bem ronlie-
cido brizne SAGITARIO, o qual tem a
maior parte de seu carrejamento promp-
to : parn o restante e passajjeiros, traa-
se com Manoel Francisco da Silva Carri-
co, na la do Collegio n. 15, terceiro
andar, ou com o capitfio. a bordo.
O brigue nacional Damao, qu* segu
para o Itio de Janeiro, precisa de marinhei-
ros nacionaes; a tratar com o capitao a
bordo.
0 brigue nacional Almirante, que se-
gu para o Hio do Janeiro, precisa de miri-
nheiros nacionaos ; a tratar com o capitao
a bordo.
Para Lisboa sahe oom brevidade, por
ter parle da car^a prompta, o bem conbeci-
do tingue portuguez Laia II ; para o resto e
passageiros, trata-so com os seus consigna-
tarios Francisco Se.eriano Rabello & Fillio
PROVINCIA.
O Sr. tliesoureiro das loteras manda
fazer publico, (pie se acliam a venda, no
pavimento terreo da casa da ra da Au-
rora ii. 66, bilhetes, meiose (piarlos, da
quinta parte da sexta lotera do dvni-
nasio, das 9 horas da manhaa as S da
noite, cujas rodas andam no dia ludo
corrente.
Thesouraria das loteras '.) de maio de
1S7.Jos Januario Alves da Maia, es-
erivao das loteras.
Quem precisar de nina ama para casa
de Camilla, queira dirigir-se a ra Direita
n. 01, ptimeiro andar.
Precisa-so de um caixeiro : na padaria
da ra liireiln n. 82
Pelojuizo do orphSos destacidade Tai
praca por venda um terreno com 60 pal-
mos de Crpnt^, avaliado por 400/tlOO, silo na
ra da Esperanca no bairro da Boa-Vista,
denominado Camlnho Novo, pcrteucenln ao
finado Milonio Valentim dos Santos, no dia
ter^a-Ceira, 12 do corrente, depois da auii-
encia desle juiz,>.
Precisr-se alagar um oreto : na pa !i
ra da ra das Larsngelras n 28, aiuda que
nao entend.
Oflerecc-se urna pessoa para a minis-
trador ou caixeiro de qualquer engenho,
com c)aci lade de desem.ienba.- o lugar, e
dando (ador a sua con lui'la : a pe-soa que
quizerutilisar-se de seu presumo, dirija-se
a ra estreila do Rosario n. 18, ou declare a
sua morada para sor procurada.
Attencao!
Na entrada da roa do \ragfio, deCronle do
ch Cariz, CoDtinu'a a haver lodos os (lias
bom chocolate, caf simples e con leite, e
mio de v.icca nos domingos n das santos
.\o mesmo estabelecimelo da-so lambem
comida para lora, ludo po preco cotnmodo
o a contento.
ii abaixo assignado participa ao tps-
peitavel corp commercial desia praca, que
lem comprado ao Sr. Jos Antonio Vasques
a sua taberna, sita ni ra da matriz da I! la-
Vista ii. 54, livre edesentbaracada. Recifes
de nnio de. 1857. Antonio Joaquim ler-
reira.
Atieiicio
o:
conCronto ao Rosario em santo
avisa as pessoas cine apromptini
de bolos ou doce, que lom un lindo sorti-
m-nto de Hguras ilo sssucar, producto das
Cormas que mandou vir, assira como anda
tem grande sortimenlo das mesmas para to-
das as pessoas que queiram iporCeicoar-se
nesle genero de que bavia bas ante Calta ;
recebem-sooncoin.nenJas de tiguras aqu
ueste eslabeleciinento, ou no uateo do l'a-
rai/o, deposito do sssucar perola. Precos os
mais enmmodos possiveis. .
Pelo joiio dot feitM da faada provincial, e
bil d arrematar por venda os beni sp^oiules :
l'ma casa Ierre* n. 22, rom um ppquei.o sillo, na
Passsgem, com deas porta* de Crala e seinjanellas
euvi trabadas, casa para escravos e feitur, cucbtira
e Mlribana, leudo a casa de vivenda, "(i palmus de
l'renle e 71 de fuudus, co/iulia fora, dous porles
OBarados, dilCerioiles arvores e um jardn por
ii: 'iO j-- rs. peuhorada aos licrdeiros de Ignacio Firmo
Xavier.
lim banco de lomear, com simis perlences, nor convcaos Srs. accionittus, pira retini-
bllNIOOrs. fio lomo de ferro, ni bom esla.lo pur __,___ n ...I _- J:. ir. J-
123000 r... penhorado a Antonio Kemu.de, Br,Ua.' rem-se em assemblea geral, no da 15 do
Lu sobrado de dous andares sollo, na ra da torrente, 8 urna iiora da tarde, no res-
uma n. 42, com 33 palmos de laraura e 127 ditos da pectivo etwriptorio, rua Nova n. 7, alitn
compriiDnlo, rnzinha denlro, quiulal pequeo, mu- '. < ,. .
rado, por 7:0009000, penhorado a Silvestre Antonio Me decretar-seo pagamento (10 1K- clivi-
Lates. deudo, e proceder-se a eleico da admi-
As hemWiniia. de orna c-cl.eira, na rua da Fio- ,,...,, e comel-ou COin
renluia n. :l I!, sendo com e-lrilxna por lre lados I I >
eslivadoa e roberas de lellns rm muiln m-o estado, I o presente me/.. Escrtptorio da Lompa-
coiileudo Ires casas de laboas, l.mnem coberlas da I n|,a (|e |!el>eril)f, S de maio de IS7.
lellias, a< qti.es servein para reco.himenlo de car-1 .. ___-.__ J_ r.s,.. |>nitf>c>i--
ros, capia e irraiM, por 50IMMH) n., peuliorados a '
S-N.i-h.ivi Lopes GoinifSc
Cl
A
I!. C. Yates & Compaohia: estbelecidos
no i'ni de Janeiro, na rua do Hos co n. 40,
vendo um annuiicio publicado em urna das
follias de Pernambuco pelo Sr. Bannolomcn
I", de Souza, previ;uindo ao publico que o
yerdadelro xarope do bosque s elle he
quem vende,j revenin.os ao mesmu publici,
que o nosso xarope he remellido do Itio de
Jrueiro pelos acinia pioprielat ios ao Sr.
Manuel Alves Guerra, o. este senlior fez o de-
Ama.
Precisa-se de urna ama para casa de pou-
ca Camilla, que saiba cozinhar, e cngoinmar,
com toda a pcrCeicio, e paga-so bem : na
rua do Ccllcgio n. 15. armazem.
Preeisa-se de urna ada para o scrvico
interno de urna rasa, e mandados a rua : na
rua Augusta, penultimo sobrado a mao di-
reita, pi rio do rlidl'n iz.
Arreiida-se ou vende-se um sitio junto
a matriz da Varzca, com casa de vivenda
psito para ser vendido na -iliarmacia do Sr. 'grande, e bstanles arvores de filelo, bem
Jos da Cruz Santos, na roa S<\ n. 53, un- como larangeiras, cafezeiros, e oulros : a
eos por nos autorisados para ven lerem O i Callar na na de Moras, sobrado n. 2, segun-
nosso verdadeiro, e mais prevenimos aos do andar.
Bcberibc.
O Sr. director da mesma compunli
\luga-sr o armazem de 3 portas, sito
na rua da Praia, pertencente ao patrimonio
da ordem tere, ira do S. Francisco : os pre-
tendemos dirijam-se ao largo do Carmo
n. n. 16.
... Da-se a quantia de 50 a 2(105 a juros,
Lotera
t'ma meia'aEua de pnlra e cal, no becco de Ma-
iiimI Aulero, c ni 10 palmos de largis o 22 de
coinprimeulo, coja meia acua lem o numero por
5003 |rs., penliorada a Manuel Anlrro de Souza
Reis.
lima casa torrea meia aaua, no becco da- Miu -i-
nhas ii. |5, a ijoal lem 17 palmos de frente e 33 de
fondos, p.ir ioo> r-., penliorada a Prancisca Marta
da Concei^^o por Tnerezs ile Jess llaodeira.
Lina casa teirea meia ai;ua no becco do C Uerei-
ron.4, com 10' palmus .te freole e 28 de fuinlos,
por 500$ rs., peuhorada aos lierdeiros du Jus Maria
de Amonio.
secretario,
reiro.
O conselho administrativo do patri -no-
nio dos orphilos lm de levar hasta publi-
ca, em a sala do stias sessoes, em os dias 11,
15 e 18 de maia corrente, a renda das casas
do mesmo patrimonio, que licaram por ar-
rematar em a praqa do dia 8, por falta de
licitantes; e bem assim urna ouira parte das
mencionadas casas abaixo declralas, por
temuo de um anno, que teem de decorrer
do 1. ile julho prximo Cutiro a 33 de Jutlbo
de 1858, segundo o que dispem os irligos
senhon.s consumidores, q,o ha perlo de 5
anuos os rutlos collados uas garrafas s3o
sssigoados por llenry Prius, como procura-
dores dos iima proprielarios. Itio de Janei-
ro 13 de Janeiro "le 1857.
- Furiaram em dias e abril prximo
passado, do engenho Guerra, silo na fre- 'rom penhores : na rua Nova n. 12, loja dir-
guezia do Cabo, um poltro rco. de roda, cha quem da, das 11 horas do da as 2 da
terrado asduas ancas, e ra pa com o ferro tarde.
EK, sendo com esle ja oilo cavallos que Cur- Continu'a a estar fgido um cabrinha
lam no mesmo engenho, por isso pede-seas de nomo Manoel, de idade de 16 annus, len-
autoridadea polieiaes, a apprehciisao de di- do falta de um dente na frente ; assim co-
tos cavallos, ou i pessoas a quem forem olTe- mo lem urna cicatriz na lesta quasi junto ao
reculos, que alui de agrad-cer, se graiifl-1 cabello, preveniente de um couce de caval-
cara generosamenle, suido entregues no lo : quem delle soulier, dirija-se a rua Ve-
es no eng nho a Francisco Lina Paes liar- ha n. 04
reto, ou no Recite em casa do Manoel Alves Precisase de urna ama que saiba co-
Ferreira, no largo da Asseni1. Ira, casa n. 12, zinhar, eagommar e Cazer o servico diario
segundo amlar. de casa de um homem casado sem lilhos ; no
.va rua Nova n. 17, preeisa-se de urna paleo do Paraizo, no segundo anuar do so-
pessoa que cntenda do co-.inba, para urna lirado que volta para a rua da Roda. Adver-
casa de pequea Camilla. te-se que a ama nao ten ha lilho
Di-se dinieiro a jur is mdicos, com Autonio de Azevedo l'ereira, cidado
penhores: na rua da Praia, por cima da ty-i brasileno. vai a Europa, levando em sua
pograpbia, segundo andar. companhia suasenltora e urna criada.
Precisase de uina ama para cozinhar I 1). Isabel Celestina RodriguesHalliday,
so, ou para engommar e levar, raga-se bem : |
na rua da LingoeU n, 4.
Lua casa de pedra e cal, sil na ('.apuea n. 55,1 28 e 20 do re;;ulamcnto em vigor, a sabor :
:.}- No dia do correte a tarde, W
%ji desappareceu o pardo Joiio, lilho i-3 mercio, que
O
de Manoel dos Santos, o qtial re- (| Berta cidade,
- i i j ii i 'i I l.ompannia, i
Sldia na estrada de Iklem, e esta- ;.? eU(.H' ll0
D.\
transa tirtuttca deGeiiova.

Em 12 do cnrronle esppra-se n vapor sardo GE-
NOVA, vindn da Europa, e depois da demora ne-
cessana seaue para Halda e lito de Janeiro, e rere
be passaaoims p*ra t-sias [iracas e para .Montevideo e
Buenos-A\rM : un escriplono dos ajenies Lymos
Juuior & Leal Itcis.
Provincia.
0 abaixo assignado vendeu os seguinte3
premios :
2 quartos Numero 50 5008
2 ditos 285 2008
2 ditos 98 503
O mesmo tem exposto venda os seus Ce-
lizes bilhetes, mcios e quartos da quinta
parte da sexta lotera do Gymnasio Per-
nambucano, os quai-s nao estilo sujeilos ao
descomo dos oito por cont da lei.
Por Salusliano de quino Ferreira
Jos Fortnalo dos Santos Porlo.
com 22 palmos de lamura e tid de comprimenlo,
c mi um pequeo sillo com ddlerentes fructeiras e
cacimba, cuzulia fura, e anutio om quarlo, por
2:000*000. pandorada a l'ibpps Oidier, por M>po-
bl Sainl-Marlln.
Lina pequena casa lerrea na fresuezia de S. Jos,
na rua dos Acouauiulios n. 17, com l(i palmos de
frente e 2 de fundos, co/.inlia dentro, e pqueno
quoilal murado, por 4003 rs., penliorada a Aulooio
forreira dos Sainos.
Lma casa terrea na freaueria de Santo Anlonio,
na Iravessa nos uarleis n. 21, a qoal lem 21 pal-
mos de frenle e 49 de fundos, C07.iulia danlro e pe-
queo qoinlal, em mao estado, por Ht)0$ rs., penbo-
radn aos herdeiroi de Joanna Maria da Silva.
Lma olaria cubera ,ie lelba, com Corno de co?i-
nliar lijlos, com 70 palmos de largura e 200 de fon-
dos, com 3 roas em chaos foreiros, em bom estado,
por sourotu rs., penliorada a Bernardo UamiAu
Franco.
Lma casa lorrea de pedra e cal, sila na roa do
Apollo n. i, com portal di frenle, lendo de lar-
aura 50 palmos e 75 de comprimenlo, quintal em
abrdo, por 2:500} rs., penliarada a Francisco lli-
beiro Parai.
Lina c.isa lerrea na rua do Molocolomb n. 50,
I
c
cara e ^cara-
CIJ.
Segu no dia 12 o paihabote Sobralensn,
capitao Francisco Jos da Silva Ralis; para
o resto da carga e passageiros, ira la-se com
Caetano l'.yriacoda Costa Morcira, na rua da
Cadeia do Recifo n. 2.
D\
proTincia.
Para.
e
Segu na presente semana o brigue cscun-
nacional Laura, anida admite alguuv carga :
trata-so com o consignatario J. B. da Fonse
ca Jnior, na rua do Vigario n. 23.
Companhia
Pernambuco na.
Qti tria pul*te terij di Gyninasio -
Com a rubrica do abai-
xo assignado fofam vend-
as sis stji>'u oos sor es:
2004 l:500bilhete.
200.S-1 quartos.
2()0shil hete.
OOX'i quartos.
UlOfjmeio bilhete.
lOd.smeio bilhete:
100$2 meios.
503bilhete.
50.S2 quartos.
5.O41- Dieios.
)0s- (jiiartos.
O vapor PERSfNUNGA adiase a caraa para os
p 'flus do sul, pura onde snlma uo dia 15 do correu-
le : a raraa sei rerebida ale as 5 horas da larde
do dia 13.
28.")
5515
7!K
18C>
259
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27
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2535
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A
cent!
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nria
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dos
til s
Ii
,'.
8 por
lugares
Ti iiis'tii nci< dol<.ii'jde
mobilia e fazendas.
O agente Pestaa trausferio o leilao de
mobilia e fazeudas, aununciado para boje
em seu armazem, para segunda feira 11 Uo
corrente, ao meio dia, no mesmo armazem.
Leilao de fnrisilla d ti io
Transferencia
Por motivo, nlo pfl lo haver leilito de fari-
,v.a,B....., ...-. de trigo, eri transferido para terca feira
BMWmf?*^!^i^^^KP".*iraf!!:l do correte, as 10horas da manhaa,
na
ra de bracos e pernas 50 vinho blanco, gar- -- ^ mntm dSr.'Kaa^rM^U da
rafas 12, dno Unto, gairalas 12, viuare ;...... ._...
branco, garrafas 12.
2.* batalhSo de infantnria-
Casemira encarnada para vivos, covados
39, hollanda para forro, covados 516.
(.' balalhao de arlilheria a pe.
Casemira curmesim paia vistas, covados
7, buloes convexos de metal amarello, de 7
l.nhas de diamelro, e com o n. 4, 2848, di-
tos ditos de cinco imitas, e com o mesmo nu-
mero 1010.
9.- batalhao de intentarla.
Botes pretos de massa para c-potes 3000.
i.'u. m quizer vender, aprsenle as suaa
propostas em caria fechada, na secretaria do
conselho as 10 horas do da 15 do corrente
mez.
Sala dassessfes do conselho administrati-
vo para fornerimento do arsenal de guerra,
Hdc maio de 1857. Manoel Ignacio Biicio,
presdeme interino.Bernardo l'ereira do
Carmo Jnior, vogal e secretario.
2Uft*>
ciados.
!*. .i L-iyme.
Precisa-se do urna ama de leite que
o tenlia em abundancia e seja de milito
lions costumes e paga-se hern: dirja-
se a piara da lloa-Vista, sobrado de dous
andares, por cima da botica do Sr. (ia-
meiro, entrada pela rua do Hospicio.
A.luga-seo terceiro andar do cobra-
do da rua do Trapiche-Novo n. 12: a tra-
tar no escriptorio do mesmo, primeiro
andar.
No dia 12, as II horas, na sala d-s au-
diencias, depois defi'ida a do -r. I)r. juiz
de ausentes, se ha do arrematar a metade da
casa terrea n. 8. do b-ceo da Fiomba, per-
tendcnle a herauca de Joaquim Kloy Slon-
leiro.
No dia 12, as 11 horas, na sala das au-
diencias, depois ile linda a do Sr. I)r juiz de
ausentes, se ha de arrematar o pequeo res-
to de lenos da rua Imperial, pertencente
a heranca de Antonio da Trindade.
FAIlINIIV DE M\NDIOCA R MII.IU).
Veodem-se sarcas com farinha, ditas com
milho : do trapiche la alandega vellia.
Nova Senda

i. i?,
Paira O-Rio de Janeiro.
Segu com toda brevidade, o bem conhe-
oi lo brigue nacional Almirante, tem grande
parte da carga prompta, para o resto, passa-
geiros e escravos, para oque lem ricos com-
mio los ; trata-se com o consignatario Jos
Joaquim liias Kernandes, rua da Cadeia do
Recife.
ara o Hio de Janeiro
segu com brevidade o veleiro brigue nacio-
nal liamSo ; tem parle da carga prompta :
para o resto, passageiros e escravos a fele,
para o que lem exeellentes commodos, tra-
ta-se com o consignatario Jos Joaquim
Dias Fernn les, rua da Cadeia do Recite.
alian Jega.
O prepnslo do ajenie Oliveira Tara leilno, por
ordem econla de urna ansoa cpie se relira para Eu-
ropa, de lo de amarello, a ipial e cuinpe de Bofa, mesa redon-
da, Coiisoliis, cadeiras, dilas de br-*ros e de balaoco,
Irem rom espidho, loucadores, ludo de jacaranoa,
de aoslo inooerno e mullo bem feilo, a de amarello
conside ein cadeiras, au.,rla ruup.i, camas de ferro,
suarda vestido, um leilo I'raure com corliuadoi uo-
vos da cas-a. auarda looca, mesa elstica com S la-
boas, urna caileira, bancas, oui oplimo e cl jante
piano de armario hamburaoe/. i|U'.si novo, rom ca-
dena, oolro dito ,ie mes*, propno para prmcipian-
le, v.isos de p irceltana para II ir#s, ap^ri-lbo iU luu-
r.i hzuI novo para mesa, tillo de porredaua dourada
para ella, laoteriMS e copo para viulio, cumpoiairaa e mullos oulros at-
(iaos : seaunda-teira ti dotCorrenle, as 10 lloras da
manliAa na roa d > Via^rio o. 22, piinieiro andar.
Schalheitliti ce C, farao leilao em pre-
senca do Sr. chaucetler do consulado iiam-
burguez, por intervencao do preposlo do a-
genie Oliveira, e por coula e risco de quem
perteocer, de triangulo IravessSo St". n. 31,
um fardo com 10 pecas do taimo azul aval
riado a bordo do vapor hamburquez Teuloj
Dia, na sua ultima viageni: terca feira 12 do
corrente, as 10 horas da manhaa, no seu ar-
mazem, rua dat'ruz .
O avente llorja, em seu armazem na
rua do Collegio n. 15, laia leilao de urna in-
linidadc de objectos de dillerentesqualida-
des, um lindo sanctuario de goslo moder-
nissimo, e diversos objectos de pjrcellana e
de vidro, e outrus mullos que se ac.iaro ex
postos no supradito arm zem : quinta-feia
14 do corrente, as 11 lloras da manhila.
Leilao de queijos de Gruve.
O agente Pestaa fa'a loililo por conta de
quem perlencer, de 24 que jos de (iruve mili-
to frescaes. desembarcados ha pouco : terca-
feira 12 do corrente, as II horas da manbaa,
defronte da alfaudega, na porta do arma-
zem Uo Sr. Anees.
de qualquer amola^ao, com t'ida a perfeifo
desejayel : aterro da B ia-'ista n. 52.
lu.a-se urna padaria com todos os
seus porteiices, nos suburbios desta praca :
quem a pretender, dirija-se ao armazem de
assucarda rua do BruiU n 24.
\ direceao do extiaclo I'.anco de Per-
nanihuro leudo de dar lim a sua liquidacSo
no ullimo do corrente mez, convida por isso
aos possui lores das respectivas notas de
emlssao a trocarem-oas al aquella data, di
caixa lilial desta provincia. P.ecife 5 de
mato de 1857. Assignado } Jo.lo Ignac o de
Medeiros llego.
Alen p ipaw-aio !
No dia 7 do corrente fugio de casa do abai-
xo assignado um papagaio, o qual levou por
signal una argola no pe com um pr-laciuho
decnrn-nle : quem, pois, o liver adiado, se
0 quizer restituir, fara um favor, pelo qual se
1 he Dear inoito agradec lo.
Claudio Dubeux.
e papular
l&SCaiSR JliSTASIi
NO
PALACETE DA UL V DA PRAIA.
Sabbiulit 16 do corrate.
llavera baile, eos carios estarlo venda
no edificio, no dia do divertimento, que de-
ve principiar as 8 horas e terminar as 3 da
manhaa.
com l palmos de laigura e 49 de fundo, 2 salas,
quarlo, eoiinhl denlro, quintal em nberlo. com por-
ta e janella de frente, em mao estado e cbilo (oreiro,
por 20-3 is., peuhorada a Kosa Mara deJfsUSdo
Nascimeniu.
L'ma casa lerrea de pedra e cal, na Iravessa do
Remedio n. 6, com pona e pinelia de (rente, 2 salas
coziuha dentro. 2 quartos, quintal em aberlo, em
ctnlos foreiios, em bom estado, a qoal lem de largu-
ra 15 palmos e 25 de minprimenlo, por 1505000 r.,
penhorad i a Bernardo llainiao Fr-nco.
Lina casa Ierra na la ao Molocolomb n. '13,
com 23 palmos de largara c (17 de fondo*, 2 portas,
I janella, 2 salas, 2 qaartos, rozinlia fora, quinlal
em aberlo, ein chaos foreiros, por 4IKIJ rs., penliora-
da aos herdeiiosde Anua Rila Cavalcauli.
Urna casa lerrea na freauezia de S. Jus, na rua
Imppral a. 300, com !! palmos de frente e 50 de
lun i i, cnzinl.a fora, quinlal em ab-rlo, cacimba pro-
pria. por MUS rs., penliorada us herdeiros o Ku-
ehio I. i, m. f |jt
Lina casa terrea na freanozia e S. Jos, na rna
Imoerial n. OS, a qual lem a I I0l de lijlas e os
dbrs de Ulpo, leudo 28 p,lm w de frenle e i", de
fundos, cnin.lia foro, qoinlsl em ab-rlo, por 2309
rs.. penliorada a Manoel Alves das Santos jallo.
l'ma casa terrea na (reaoe/.ia de S. Jos, na rna
Imperial n. 2I!I. S qoal tem 80pdinos de frenle e
4(i de fondo*, por 30U?i rs., penhoraiU a l/idro Mar-
ques de Colonha.
Lm esuelbo aranrie de ealtilhos, de moano, por
328000, urna me'a ac meio de ala, de Analco, por
IOjOOI). pendura a a ma-iama Movernay.
Lina rasa lerrea na rua de Sau-Mignel n. 50,
com 15 palmos de laraura e 50 ile fundo, 2 Mas,
1 quarlo, ci zinba dentro, quintal em aberlo, em
chao freiro em m < estado, por 209000, penliorada
a Panlino llerculano de l''ianeirtdo.
Lma araude casa lerrea no bairro do Hecife, na
rna de Apollo n. 34A, com 17 palinos de frenle e
145 de fundo, a qu.l se acha ein nrmazem de rco-
Iher, em bom eslado. por 1O:0OH?OU, penliorada a
Manoel Anlonio da Silva M'dla.
Lma casa terrea n- povoa^o dos Afncados, na roa
dos Passos n.:!, sendo de laipa, con porla e janelln,
com 1!) palmos de frenle e M) de fondo*, coziuha
denlro, quinlal em aberlo. cha > foreiro, por 409000,
penliorada a Manoel J.,' Kib'irn.
Urna casa pequea. Ierre*, de pedra e csl, r.a fre-
aueria de San-Jos, n, rua Impeial n. 1t)t, rom 18
palmos de frenle e i:l de fundo, arhanlose em Mi-
do, quinlal em anerlo e chao fTcire, por lOtMIOO,
peuhorada a Joaquina Bertnle/.a das Dures.
Us prelendeules coini>arr;am na si la das audien-
cia, as 10 horas da manilla uo dia 13 do crreme
mez de msio.
O abaixo assignado vai a Euroor com
sua senhora e urna lidia menor, e deixa por
seus procuradores os Srs Joiio de Siqueira
Fcrro o loaquitn Mo -tetro da Cruz .Nada
deve praca, se con tu.lo alguern se julgar
seu credor. aprsente suas cotilas nestes 8
dias, na rua do crespo n. 13, para seretn p-
gas. Recite 8 de maio de 1857.
Gregorio Paes do A mar I.
Minoel liorges de Mendonca declara
ao publico que acha-se resldindo uas cinco
Pontas n. 8, def onte do viveiio do Sr. Mu-
niz: quem se quizer nlilisar de seus presti-
mos deve o procurar das 6 horas da manila i
at as 8, e das 2 da lar le em diante. Pro-
metiendo que cura r dicilment" as moles-
tias seguintes, aeja qual f >r o periodo dallas:
morpha,dores rlieumaticas, e.serofulas, ery-
sipela, aristtn.gola serena, aneurisma; assim
como da torca aos impotentes de qualquer
i.ladc que seja.
Paga-se bem.
Precisa-se conip ar urna escrava moca,
que co/inlie e engomme, e s-ja propria para
rua, ou que cos e engomme, recoltiida em
casa : na rua Nova n. 3*.
tima pessoa par a ha poucos dias se
ofTereco par criar d-^ leile na sua casa qual-
quer crianca impedida: na ruado Coto vello
n. 53.
Pelo juiz de paz do primeiro districto
da fregueiia ,le Santo /Intoiiio, no dia 12 do
corrente, pelas 3 horas da tarde, depois da
audiencia do mesmo juu de paz, se hilo de
arrematar 6 cadeiras de pao piuladas, e 2
mesas de um so p cada ama, por execucSo
de Francisco Jos Alves CuimsrSes contra
Antonio Barbosa de Freitas.
He um sitio om Santo Amaro, desap-
pareceu um cavaliu de cangalha, pequeo,
prelo, magro c feri 'o no espiniiacn : que a
o encontrar leve-0 a rua do Livramcruo n.
35, que ser recompensado.
Francisco Ferreira Bailar tnaada para
Europa seu lilho menor Jos Ferreira Bailar.
Prederico Robiliard retira-se para Eu-
ropa.
Precisa-se alugar um orcto de i lade
para paslornr urnas vaccas, mas com a Cun-
ilic.lo de na i ser bebado, iieni impossiblli-
tado de actividade precisa para tal lim :
quem o liver em laes Circumstancias, queira
ueixar nesta livraria seu noiiit, rua o nu-
iiiei-i, para ser procurado.
Um rana/, solleiro, com habilitaces
precisas por icr sido do mato, e tem toda
pralica ?. servico de campo, e da (anca a
sua conducta, ofierece-se para administrar
qualquer engenho nesla ou em outra pro-
vincia : quem do seu servico quizer utiltsar-
se annuncie por esto Diario, ou procuro no
ateiro da Boa-Vista, fabtica de charutos n.
77, que se dir quem pretende.
1 fi^TiST^ fRANCEZ. 1
SJ I^ijalo aignoui deotla, ma NoM n. k\ : 'j*
*C? na Aiesfua ctM '"" tgua e pa dvalriGc*. *.'~
(i S -.> ^s^'sS Q% O^ttOOQ
Preeisa-se de um caixeiro com pratica
de taberna : na rua do (Ungel n. 11.
lint da Ha lie de Dos.
Numero 22 casa de um andar.
23 dita de dous dilo.
n 2't dita de dito dilo.
25 dita de um andar.
26 dita terrea.
i 27 dita dita.
28 dita dita.
29 (lila cilla.
30 dita dita.
31 dita dila.
32 dita dila.
* 33 dita dita.
34 dita dita.
.' 35 dita dita.
i> 36 dita dila.
Rua do Torres.
Numero 37 casa de dous andares.
38 dita da dito dilo.
o 39 dita de dilo dilo.
I'.ua da Lapa.
Numero 40 casa torrea.
41 dila dila.
Rua do Codorniz.
Numero 42 casa terrea.
43 dila dila.
Rua da Moda.
Numero 44 casa terrea.
45 dila dita.
<**
i
>
m
sB vi trabalhando como servente 'le
',5 pedreiro,na Capunga; tem nove
anuos de idade c no os repre- .3
sonta tei por ser peciueno, estava :.,'i
vestido co:n camisa de madnpulo, fe1
caira de gan^a mesdada e chapeo iur
de palrunhauna, levando nina toa- $>3
-3 Hia dobrada e urna cortina : re- tgj
:,\" sidia ein casa do l)r. flosme de Sa' *,%}
'.'j l'ereira : roga-se as autoridades $;,$
@ polieiaes ou a qualquer outra pes- |S
^S soaque o encontrar, t|ue o levem )i
v.t a casa do mesmo Sr. Dr., ou na @
4) rua da Cruz n. r>. @
^ .fc:Ki.-.''-'.,4 tAAA
->' *? ur V -*y <*> .* <>r
viuva de James Halliday, e Francisco Gon-
Calves NetlO, como administrador de sua
mulher, e tutor dos menores lilhos do mes-
mo finado, scientiticam ao publico e com es-
pecialiJade ao respeitavel corpo do coni-
a casa commercial existente
sob a firma James Halliday
continua em liquidac3o, sendo
. .. i _a i o li- i i la a gerencia eadmipis-
x2* | trai;ao, o ex-socio do finado, o Sr. Izidoro
i.i bastos de Oliveira.
AMA DE LEITE.
Precisa-se alugar urna ama que tenha bom
leiie, e de boa conducta, forra ou captiva :
uo aterro da Boa-\ isla, lo|a de bilhetes n. 56.
Pede-se ao Sr. que tirou una pmr.in
de ouro na rua das Trincheiras n. 14, que te-
nha a bondado de o enlregar, a o nao fazen-
do, sera o seu nomo declarado pelo mesmo
Diario.
* >~i* *. \~
> 46 dita dita.
o 47 dita dita.
Largo do Paraizo.
Numero 4 casa de dous andares
Rua da S. Colgalo.
Numero 11 casi terrea.
liua dos Pires.
Numero 19 casa mei-agua.
una da Cadeia do Recife.
Numero 16 casa de um andar.
>' 19 oita do ires andares
Os licitantes hajaoi de comparecer com
seus fiadores em a sala das sessOes do mes-
mo conselho, as 11 horas da manhaa dos
mencionados dias.
Thesouraria do conselho administrativo*
do patrimonio dos orphSos9 demaio de 1857.
(i ihesoureiro.
Joaquim Francisco Duarte.
Na noite ullima de abril do corrente
anuo, do engenho Cabeloira, fugio urna es-
crava do abaixo assignado, cuja escrava de
noniB Josepha, idade 25 a 30 anuos, tem os
signaosseguintes: lie canra um lauto escu-
ra, altura regular, cheia do corpo, denles
lima los, olhos um lauto morios, nariz cha-
lo, tem encima de um dos hombros voltan-
do para cim i da pa,um ou dous calombinhos,
cara feia, os ps um tanto torios para den-
tro, e mutto regrista, as pernas grossas, e
cabelludas, tem aigumas habilidades, por
isso roga-se as autoridades polieiaes e ca-
pilaes de campo, ou qualquer pessoa que a
encontrar, a mandam pre der e levar a rua
Direila^becco da l'enha, taberna de nlonio
Pinto A'agalhaes, ou uo engenuo Cabeleira,
que sera generosamente recompensado.
M- Precisa-se alugar urna prela escrava,
urna ama forra e um criado para casa de
pouca lamtlia : na rua aira/, da matriz da
Uoa-V'isla n. 16.
Da-se dinheiro a juros em pequeas
quantias, sob peuhores de ouro : quem pre-
cisar, dirija-se a iravessa do Peixoto, tasa
n 36.
s perai-
DOS DO RIO DE JANEIRO.
O abaixo assigna!o perdeu os 5 bilhetes
iuleiro-s da quarta lotera da S, DS 770,
771, 776, 4328 e 3121, desde a praca da Inde-
pendencia, rua do Qucimado, em seguida a
rua do Rangel, tomando SIravessa do use-
nal de Cucrra, rua la Praia, e na volla senlio
a perda dos ditos bilhetes na rua largado
Rosario : portanto a pessoa que os houver
acbado ftendo con-ciencia) faia o obsequio
reslitui-los, quesera gratificada: certo de
que desde j eslao prevenidos os Srs. caute-
Iistas e mais pessoas interossadas ueste ra-
mo de industria, a nao fazerein qualquer
IransaccSo, caso depois da cf)t la do mes-
mo vapor .io sul trazendo as listas, tenbam
obtido Igum premio Pr. veiiiu u-sc assim
lambem ao respectivo thesoureiro o >r. Joao
Pedro da ^ciga, para que os nao pague se-
nSoao baixo assignado. PernmhucoS de
inaiu de 1857. --J >s Bosebio Alves na silva.
creci-a-se alagar urna mulher que sai-
ba cozer o engommar, para casa de urna fa-
milia iil^I--/. i : quem estiver tiestas circums-
lanciaa, pode dirigir-se em ISeuilica, l'a-.sa-
gem da Magdalena, das 4 horas da larde, as
10 da maniiaa, ao sitio onda mora i.duardo
Feotn ou uo Recifo, das 11 horas da ma-
nhfa, as 3 da larde, casa de James Crablrec
& Companhia, rua da Cruz n. 42.
Aviso
Os donos da fabrica desabSo dos Afoga-
dos, tem o seu deposito na Iravessa da 'en-
zalla Velha, por detraz da loja dos Srs. cu-
nta & amonan, aoode coutciua-se a vender
supenor sab3o amarello, prelo, e cinzeulo,
por menos do que em outra qualquer parle :
a tratar no mesmo armazem, ou na rua da
Cruz ii. 39, taberna.
Andi llenrique WHmer faz urna via-
gem a l-.uro^a, levando n sua companhia
sua senhora, um lilho e urna lilha de menor
idade. p
?Juntares.
Na rua de lloitas n. 16, fornece-so almo-
COs ejantares para particulares sendo comi-
da multo bem l'eila, e por milito commodo
preijo, mandando-se cm casa a lempo o a
hora que se determinar.
JOHN CATIS,
corretor geral
E AGENTE DE LEILO'ES COMMEKUAES,
ii. 20, rua do 'forres,
PKIMEIRO ANDAR,
praca do Corpo Saulo
RECIFE.
Rartholomeo Francisco de Souza, len-
do o aununcio dos Srs. R. C. Yates & Com-
panhia no Diario n. 17, em que diz ser s-
menlo verdadeiro o xarope de bosque que
se vende nesta cidade na pharmacia do Sr.
Jos da Cruz Santos, oude fez deposito o
Sr. Manoel Alves Guerra, que recebeu delles
proprielarios, declara ao publico, que nao
duvida seja falso o xarope de bosque que
lambem vende em sua botica, mas assevera
que elle he comprado aos mesmos Srs. R.
('.. Yates & Companhia, do ftio de Janeiro,
como provam os documentos abaixo :
KIO DE JANEIKO 8 DE AGOSTO DE 1856,
O Sr. Bariholomeo Francisco de Souza
comprou a R. C. Yates & Companhia :
4 duzias de garrafas com xarope
do bosque aStvOO.........216000
6 duzias do 1|2 garrafas com xa^
ropa do bosque a 270000......1625000
Para a Pa-saeem
Cachaan : partir
ilianle, ai 4 lunas du
Magdalena
Je hoja em
larde.
aixcxro.
Coias*o de lustre
A 55500 e 4.s000
boa fa/.enda, esta' vo.uido : na rua Di-
reita n. i .
Traspassa-se o arrendamento do en-
genho FKESCOXDIM, na freguezia de
Agua-Preta, moeotee corrente, o qual
ainda falta qualro anuos para se lindar,
com todos os seus pertences, comosejam :
5 escravos de servico, bois, bestas, cai-
ros, ferramentat, e tudo mais que lie
preciso piro, o manejo do mosteo enge-
nho: a tratar com Antonio .lose Rodri-
gues de Souza, eir. sen escriptorio, na rua
do Collegio n. 21.
:T_'i Jiol'i 0a Silva Itaiiii.s, ineilicn pela um- :-'.
- veril lade de Coiinlira, mudon sna residan- 'J*.
ria da rua do Cabugs para a rua Nova n. '
69, tcsuudo andar, obrado do Sr. Dr. Nl- r,';
lo, e alii eunlina a rerelier, ii- S as 10 .'-.
hras .la manlnla, e das 3 rs da tarde, s ;t]
pe.soas qu^ o queiram eonaullar. '. ?
:':::: : :.... ;_.... .'...- ..:...; .
*t> -.. -.- .- -.- ./ / ... -.?. < .^- -v o
lie chngado loja ilo Lccomte, noalcrro
da Boa-Vista n. 70, o excedente leile virgi-
nal de rosa branca, para refrescara pelle, ti-
rar pannos, sardas e espiabas, igualmente o
llamado oleo babosa para impar e fazer
cescer os cabellos, assim comop imperi-
al do lino de Kiorenca para brotoejas eas-
peridades da pelle, conserva a frescura e o
avelludado da primavera da vida.
.'5
AVISO
F.milii iTitlnich, neerlandeza, segu para
Lisboa, do vapor sanio Meter Emmanuel.
- Fugio io engenho Cajabussuziiilio des-
Iricto do abo, no da 19 -: abril lindo, un
escravo de como Damin, mualo, idade 30
anuos, estatura baixa, barbado, levou ves-
ti lo camisa azul, calca de riscadinho : roga-
se pois as autoridades competentes a captura
do mesmo : quem o appreheodere levar ao
engenho cima, sera gen 'rosamente recoui
pensado.
Na rua Augusta, taberna n. I, por bai-
xo do sobra lo que fui de Jos Maria, ven-
dem-se queijos dosertSo de Seri.l, mu ilo
frescos, a libra a 560 o inleiro 540,teui de to-
dos os lainaiihos.
Precisase de urna ama que tenha bom
e abundante leite : na rua do caes do liamos,
sobrado de 2 andares, no primeiro andar.
I'recisa-se de um (altor para sitio :
no sobrado da rua da Gloiia n. 7,
Precisa-se de um pequeo para caixeiro
de loja de calcado! no ateiro da Roa-Vista
n. 14, que tenlia pratica de negocio, e abone
sua conducta.
D. Ilargarida Rodrigues l'ereira, viuva
de joaquim Jos Dias Paren a. scientilica ao
publico, o Com especiada de ao respeitavel
corpo do commeicio, que tem feilo sociedu-
de com oSr. Antonio Rodrigues Cinto, para
continuar o gyro 0o cslalKlecioienlo de cal-
cados e perfumaras, sito uo aterro da Boa-
vista n 14, sob a lirma de Viuva Dias l'erei-
ra o Cinto, sendo encarregado de toda a ge-
rencia e a lniinislracao o socio Cinto.
Urntica-se com 10,000
A pessoa que achou um trancellim fino o
urna luneta, ludo de ouro, ten lo sido perdi-
da da Capunga a rua da Cadeia de Sanio An-
tonio : queiendo reslitui-la dirija-se a rua
do forres n. 38, primeiro andar, que sera
recompensado com a gratificacao eciina
mencionada.
CU ASO DE KEZEWISO
DIRIGIDO PUK
ARSEHIO & E. GADALT
Os abaixo assignadoa lom n honra de soi-
eniiiirar aos amantes djs b lias arles, que
bao anorto um curso le desenlio em sen es-
labelecimenlo situado na rua Nova, primei-
ro andar do sobrado n. a3, que faz esquina
para a rua da Gamboa : quem se quizer ap-
plicar a esseestudo, pode procura-Ios ah a
qualquer hora.Arsenio V. da SilvaEdu-
ardo Gadault.
srBiaEcmE\Te
DE BETRiTAR A' OLEO,
DE
AESENIO k GADALT
Arsenio v\ E. Gadaul^, retratistas brasilei-
ros, discpulos de dous jnsignes mestres de
Roma e Pars, ha vendo-se astabelecido no
primeiro andar do sobra.lo n 21 da rua No-
Rs. 378000
Rcrebi o importe cima, do S. Antonio
toaquim Vieira de Carvalho. Rio de Janeiro
de agosto do 1836. Cor R. C. Yates &
'uinpanhi.Jos Colmo Uaplista.
"econheco verdadeiro o signal supra. Rc-
Bife 8 de agosto de 1856.
im fe de verdade.
Manoel Hilario Pires FerrSo.
RIO DE .1 \.vl-:iii i 18 DE FEVERF1KO DE
1857.
i's Srs. Constantino Comes de Faria & Kor-
reira compraran! a R. C. Yates & Compan-
hia :
4 tluzias de garrafas com xarope
do bosque a 54j>000.........216/000
6 duzias de 1|2 garrafas com xa-
rope do bosque a 275000......162/000
Rs. 3783000
Recebemos o importe. Por R. C. Yates Ai
CompanhiaW. C. Cerwartt.
.Nos abaixo assiguados declaramos que
compramos o xarope cima para oSr. Bar-
iholomeo Francisco de Souza, de Pernam-
buco, em virtude de sua ordem de 3 do cr-
reme. Rio de Janeiro 18 de fevereiro de
1857.Constantino Comes de Faria & Fer-
reira.
Iteconheco ser verdadeiro o signal supra
le Constanlino Gomes de Faria & Ferreira.
Itio 18 de fevereiro de 1857.
Km fe de verdae.
Pedro Jos de Castro.
SEGURO CONTRA F0GO.
Companhia Alliance.
Esubelecida cm Londres, em marco da 1321.
Capital cinco milhoes de libras esterlinas.
Samiders Brothers & C, ten a honra da in-
'ormar aos Srs. negociantes, proprielarios da casas,
a .;ic-i* mais convier que estao plenamente au-
orisados pela dila companhia para eflectuar segu-
ros sobre aditicios de lijlo e pedra, cobertos d
tllia e igual menta sobre os objectos quacontiverem
as mesaos edificios quer consista em mobilia ou
iv. hsandal de qualquer qualidade.
'fr^pt' ;$.,
Compram-so travs de 25 a 33 palmos
de comprimenlo, e palmo de grossura : na
liviana da prars da Independencia n. 6e8
Compra-se orna cabra coslumada a
criar menino : na rua de S. Francisco, so-
brado n. 8, e na livraria n. 6 e 8 da praca da
Ind, pendencia.
Compra-sc cfTectivamente na rua das
Flores n. 37, primeiro ndar, apolices da di-
vida publica e provincial, accoesdas compa-
nliias, e da-se dinheiro a juros, em grandes
e pequeas quantias, sobre penhores.
Cimprain-se vaccas sem crias, ou sem
ellas, embora estejam magras, assim como
garrotes de diflm-iites tamaohos e mesmo
magr. s : para tratar em Santo Amaro das
salinas, casa nova de sobrado junto a caoel-
Ia do mesmo Dome, pela manhaa aleas 9 ho-
ras, e a larde, das 4 horas cm diaut todos
os dias.
i&\\b$&*
Na rua do Rangel n. 7, vende-se vinho
de caj' eng*rralado ha 4 anuos, feito na
provincia do Ceara.
PALITOS FRANCESES.
Vcndem-se palitos e sobrecasacas de pan-
no lino pelo e de cores, com gola de vellu-
do c forrados de s-da de 2> a 2*5000, ditos
de casemira de coros a 24?, casacas de panno
lino forradas ile sada a38/, palitos de alpaca
de "a 103,delinhode cores a 33000, calcas
de casemira piola e da cor-a a uty, eolletes
de seda ue cores e de setim pnHo macu de
5 a 10;: na rua Nova, loja a 4.
|".H\ SEMHOftAS.
Vcndem-se chai eos e eufeites para senho-
Scicntifica se a quem'convier, que a revi- iras;''" B,flhor, ma,s mi"'^u > gusto, ehe-
sSo depesos, medidas .-Claucas, principia :"!os P6'0 u,umo nav, franco/.: na rua
va, que faz esquina para
ah estarSo semjre promptos
aos niislercsde sua proQsso,
rua da Camboa,
preslar-se
Aterico.
do 1. do corrente a dudar no ultimo de ju-
nho: oa casa da a ferelo, no pateo do Ter-
50 n. 16.
Na rua do Collegio, o Sr. Cyprjano l.uiz
da Psi; no aterro d
Ferreira di,uz ; 11
.\ova n. 4.
CROSDENAPLES F SETIM.
Wn Ion-s grnsiloiiaples de todas as cores
a 2/000 o covado, e setim de cores a 800 rs.:
-Vista, o Sr. Jo;1o!a rua Nova, loja n. 4
padaria doSr. fciriz,' Vende-se um contra-ponto, um diccio-
dirao quern'ala quantiis do 400, 500, 600 111 10 musical, e varias obras de msica : na
700, 81.0, 900, 1:000*000, e mais com hypo- rua Nova 11. 56.
iheca em casas Ierres: assim lambem Vende-se um liotn cavallo para ca-
quem vende um relo vcl 10 sem molestia e brioletOU para sella : a ver. na cocheira
vigoroso, e o motivo se din ,i c ii^i, ,
-- Prec.s7-sedeumperre.ta cozioheiro: *>*^''Z v" aV* "?"ar*
emcasadoDr Sabino Olegario Ludgero Ci-. "a'"-1 do li'ap'Clie-.>ovo n. 12, pritnei-
nho, rua do santo Amaro [Mundo .Novo, n. 6,110 andar, escriptorio.
MUTLSDD"
.

ILEGIVEL

-


DIARIO DE PERNAMBUO, SEf.UNDAfEIRA II DEMAIO DE 1857.

Milho.
O dono da taberna grande da Soledade, a-
visa aos seus freguejes, que de novo rece-
beu urna porgSo de saceos cora milho bom.
Vende-sc um mulato de 18 annos de
idade,opl'ma ligura.excellente para pagem :
no aterro da Boa-Vista, loja de calcados
D. 24.
Cobre
de
para forro de navios: no armazem
Tasso I runos.
Vendem-se mastaros
de pinlo veriiielhoda Siie-
cia, de 8 a 18 pollegadas e
30 a 60 ps: ein casa de
C. J. Astley & C
Vende-se um escravo mulaiinho, de
idadede'Ja 10 anuos : na ra da Cruz n. 62,
a tratar coin Antonio Francisco Marlins.
Fumo eui ib lita
o mais suporior do mercado : no arma-
zem de Tasso limaos.
Viethol facilimo.
Na livraria da praga da Independencia n.
6e8, vende-se o methodo facilimo-para
aprender ler, novamente impresso e aug-
mentado, por mil reis.
KUA ESritE'lTA 1)0 ROSARIO N. 11.
Vendem-se caixas com tmaras a 720 rs.,
queijo londrino a 400 rs. a libra, dito de pra-
to a 720, dito do serlao a 560, dito de qualbu
a 400 rs.. latas de 2 libras com massa de to-
mate a 13800, o outros gencros.que s vis-
ta dos compradores se far o prego.
- Veuem-se superiores uvas moscatel
a 19000 a libra : na esquina da Cambo do
Carmo n. 46, taberna.
Milho em
saceos.
Na taberna da ra de Santa Tliereza
n. 00, (denominada rrueimada), cherjou
urna grande poivio de milho, que
vende por preco muito barato.
Velas superiores.
Vendem-so velas muito superiores a 149
rs. a arroba; he escusado terer elogios,
pois quera comprar urna vez saber da rea-
lidade : na ra do Nogueira n. 21.
Novidade.
Na ra do Queimado n. 30, loja de ferra-
gens, vende-se o superior couro de lustre a
45500 a pclle, superior papel pautado a
4*300, dito paquete a 43500, dito de peso a
25800, marroquim a 25 a pelle, facas de ca-
bo de balauco a 53OO, ditas a 69, ditas mui-
to superiores de 2 botOes a 6/500, ricas cai-
xas de bfalo a 15800 e 25, e outras multas
ferragens e miudezas, que vista se pora
prego, c n3o se engaa os freguezes.
Vestidos
a 1S000 rs.
Vendem-se cortes de vestidos de cinta
'arpa, a dez tustucs cada um : na loja de
6 portas, na ra do Queimado n. 10.
as
A 120 RIS 0 COYADO.
Vende-se chita larga sern ava a a 120
rs. o covado : na ra do Queima lojado,
de 7 portas n. 10.
uelogios de pa-
tente
inglezes de ouro, de sabonete e de vidro :
vendem-se a preco razoavel, em casa de
Augusto Cesar de Abreu, na ra da Ca-
deia do Recife, armazem n. 16.
B~* Vende-se um baixo e um pistn, em
bom estado, e muito em conta : na ra das
Flores n. 19,
Vende-se a terceira parte da casa ter-
rea da ra da Calcada n. 16 ; a tratar na
mesma.
Seilins
patente inglez.
Silo cliegados e acliam-e a venda o verdieiros
e bem contiendo* seilins inglezes patente : na roa
do Trapiche-Novo n. 42, arinazeui de fazeudas de
Adamsoii llowie & C.
Planta da cidade do lic-
cfe
Vende-se a planta da cidade do Recife e
seus arrabaldes, feita pelo Sr. I)r. Jos Ma-
mcdeAlves Ferreira, por dez mil reis: na
livraria n. 6 c8 da praga da Independencia.
Mappa das distancias da
provincia.
Na livraria n. 6 e 8 da praga da Indepen-
dencia, vende-se o mappa das distancias
das diferentes villas da cidade entre si, e
relagao capital da mesma,a mil reis.
Deposito
de rap princeza da fabri-
ca de E. Gasse, no l\i>
de Janeiro.
Vende-se a prego com modo rape fino,
grossoc meio grosso, da acreditada fabrica
cima, chegado pelo vapor S. Salvador ; na
rila da Cruz n. 49.
Em casa delllenr. Brunn Companhia, na
ra da Cruz n. 10, vende-secognacenicaixinliar do
duzia.
XAROF
DO
i cores de lio da Escocia tambem para homem
I a 400 e 500 rs. : na ra do Queimado, na
I bem conhecida loja de miudezas da boa fa-
ma n. 33.
se
JIL
Charutos.
13, a
Na ru Nova loja e fabrica de chapeos de Chris-
tlani Si Irroao, n. 41, lem para vender, chutados
ltimamente, os eguinles objectos alimn mencio-
nados : chapeos francezes superfinos; ditos de fel-
tro de varias cores e de superiores qualidades ; ditos
ile lonlra preto. e de coros ; ditos do cn-lor pretos,
ropa luna ; ditos de dilo, copa alta ; dilos de fel-
Iro para montara, com ricos enfeiles ; dilu de el-
Iro e palba, para meninos e meninas ; bonetes para
meninos, do mclhor nto possivel; ililo de couro
e seria para liumem ; chapeos de pliantasia para ho-
mem, e uniros muilus vanados sorlimeolos, os quaes
se venilem mais baratos do que em oulra qualquer
parle.
Aviso aos lanoeiros e correspondentes
de senhores de eugenho
Vende-se rodas de arcos para pipas, de boa
qualidadt?, chegados ltimamente do Porto,
por prego commodo : na ra do Vigario
n. 27.
Vende-se cera de carnauba cm saceos :
na ra V. va n. 44.
Itoupa de borra-
cha para invern.
Na ra dd Crespo, loja n. 13, ha para ven-
der um sortimento do objectos do panno e
de borracha, proprios para invern, consis-
tindo em sobretodo de borracha a 155000,
ditos a 1-2/000, perneirasde borracha, albor-
nos de panno fino com capuz e sem elle, ca-
pas de panno lino e um completo sortimen-
to de palitos de todas as qualidades, por
pregos que agrada ao comprador, e saceos
pata viageni.
Masa Irmao
com loja de chapeos na
ra do Crespo n. 6,
recereram um grande e completo soitimen-
to de chapeos de castor e velludo, chegados
ltimamente de Franca, c vendem por pro-
cos multo em conta i
Chapeos de velludo prelos, copa baixa, a
Canrobert a 9/000
Ditos de castor pretos, copa alta, a Cavai-
guac a 8S0u0.
Ditos de dito sem pello, copa alta, a I'olis-
sier a 69000.
Ditos de dito com pello, copa baixa, de
cor, a t.hangarnier a 41000.
Vende-se um bergo moderno, com
pouco uso, obra fianceza, por preco commo-
do tambem se vende utn viado de capoei-
ra, muito manso: na ra da matriz da Boa-
Vista n 25.
Velas de car-
nauba.
Vendem-se na ra do Collegio n.
7J500 o milheiro, em macos do 50.
Vcnde-se um piano com excedentes
vozes : na ra larga do Rosario n. 22, se-
gundo andar.
Ao ar. de eugenho.
Na ra do Livramento n. 16, vendem-se
cobertores de algodao grandes, proprios pa-
ra a eslagao do invern, pelo barato prego
de 500 rs. cada um.
(Jaudio Dubeux
Vendem-se velas mistas, proprias para
malar l'ormigas, e para que estilo tnuilissi-
mo approvadas : noseu cscriptorio, ra da
Cadea de Santo Antonio n. 13,
CLAUDIO DUBEiJX
Vendem-se velas estearinas, proprias pa-
ra carros a I3I20 cada pacote de 8 velas, :
no seu escriptorio, ra da Cadeia de Santo
Antonio n. 13.
Claudio Dubeux
Tendo recebido urna factura de 2,000 bar-
ris de plvora, dos melhores fabricantes,
vende-os a 119000 ; as amostras acham-se
do seu escriptorio, ra da Cadeia de Santo
Antonio n. 13.
At ten cao.
Vendem-se pecas de chita de muito bons
pannos, pelo baralissimo prego de 5g a pega,
que sahe o covado por seis vmtens e dez rs.,
a porc3o he pequea : portanto quom gosta
de economa deve-se aproveitar : na ra do
Crespo, loja da esquina junto ao arco de
Santo Antoiiio, e na loja de 4 portas n. 12.
Sola de qualidatlo especial, vende-se
no armazem do caes do Hamos, de Francisco
Figueira deSaboi* : a tratar no seu escrip-
torio, ra de Apollo u. 5.
Vende-se,por prego commodo,superior
vinho do Porto em barris de 8." : na ra do
Trapiche n. 11, escriptorio de M. A. Guerra.
Chapeos de fel-
ti o e bonet de cabello pa-
ra meninos.
Vendem-se ricos chapeos de teltro para
meninos, etifcilados com lilas e plumas, pe-
lo baralinho preco de 37500, bonetes muito
lindos de cabello a 29 rs. : na ra do Quei-
mado, na bem conhecida loja da boa fama
D. 33.
Charutos de Ilava-
vendem-se em casa
.1. Astley & C.
Seilins e
Vende-se cal de Lisboa ltimamente che-
gada, ssim como potassa da ltussia verda-
dera : na praga do Corpo Santo n. 11.
TAIXAS PARA ENGENHO.
la fundipo de ferro de D. W. Bowman o
ruadollrum, passando o chafarla, contina ha-
dar um completo sortimet?lode laixes de ferro fun
vido e batido de 3 a 8 palmos de bocea, as tjuae
ackam-se a venda,por epreco commodo com
promptido: embarcam-soucarrtgaa-sa mear
ro semdospeza ao comprador.
Em casa da Saunders Brothers C. praca
do Corpo Santn. 11,ka para vender o se uinle
Ferro inglez.
Pixeda Suena.
Alcatro de carvo,
Eonas de linbo.
Esponjas.
Drogas.
Algodao lizo para saccas.
Dito entraocado igual ao da Baha
E um completo sortimento de fzendasproprio
para este mercado '. tudo por preco commodo.
Vende-se superior linhas de algodao
brancas, e de cores, em novello, para costu-
ra, em casa de Southall Mellor o; C, ra do
Torres n. 38.
Moinhosde vento
eomhombas de repuxo para regar norias e ba
xa decapini : na (undico de D. W. Bowman
na ra do Bru ns. 6, 8 e 10.
Agencia
Foi transferido o deposito des te larope para a ho
tica de Jos da Cruz Sanios, na ra Novan. 53'
garrafas 5s500, e mea>39000, sendo falso lodo
aquelle que nilofor vendido neste deposito,pelo
quesefaz opresenltaviso.
IMPORTANTE PARA 0 PUBLICO.
Para curade phlysicaem tndoosseusdinereu
esgros, que rin olivad a por constipa cites, tosse
asthina, pleui'i/. e-rai ni-, dcsangue, dorde cos-
tados epeito, palpilar.in no corarao.coqueluche
brouchile, dorna Kargauta, e Indas asmolestia
dosorga os pul mouares.
Vetvie-se taboado e pranches de pi-
iiho deSuecia, proprio para armaqode ar-
mazem de assucar.
Paos de pinho vcrnielho para mastarcus
Chumbo de iMinic.no.
Folhas de cobre.
Metal amarello ezinoo para forro, com os
competenles pregos.
Alvaiade de chumbo e de zinco, em p.
Tinta branca de oleo.
Papel lino do escrever.
Vinbn especial do Rheno e do Porto.
ltua da Cadeia do Ticcife, casa de C J. Ast-
ley .N Companhia.
Oculos e bonetes
de todas as quadades.
Vendem-se oculos de todas as graduaroes
com deliradas armagoes de aQO, pelo barato
preqode 800 rs. e 1?500, ditos com armages
douradas c prateadas a 19200 e 1500, ditos
com armacBn de bfalo a 1500, dilos com
irmacao de baleia a 480, ditos com armaran
de metal branca a 400 rs lunetas de um s
vidro redondas e quadradas com aro de bu-
falo a 500 rs., ditas de dous vidros tambem
com armacao de bfalo a 1C500, ditas de um
s vidro redondas e quadradas com aro de
tartaruga a IS200 e 1c500 : na ra do tjuei-
mad, na bem conhecidada luja de miudezas
da boa Tama n. 33.
c.
"?ova
p.
Suspensorios de
borracha muito tinos
Vendem-se suspensorios de seda e sem se-
da, muilo finos, pelo prego de 15000, 1.;200,
1#600 e -lg o par : na ra do Queimado, na
bem conhecida loja de miudezas da boa fa-
ma n. 33.
Vendem-se 30l alqueires do sal de Lis-
boa : a tratar uo Forte do Mallos, armazem
do Cucrra.
Naloj daboaf
vende-se o mais barato
possivel :
Olales pequeos de merino, de lindas co-
res, bordados em duas ponas a 7C00, ca-
misas de riscado muito bem feitas, pelo di-
minuto preco de 1/500 cada urna, ditas de
meias muito finas a l, lencos francezea pa-
ra rap a 360, chitas finase de padres mul-
lo bonitos para cobertas a 200 o covado,
camhraia adamascada com una vara de lar-
gura, proprias para cortinados a 7s a pega
de ao varas, gravatinhas de cassa muito bo-
nitas a 200 rs., setim encarnado, verde e
amarello muito superiores a 800 rs. o cova-
do, corles de fustao para colletes a 500 rs ,
I te 1X500, lencos braneosde camhraia pro-
unos para homem a 240, ditos ditos com
barra de cor tambem a 240, ganga aruarclla
nocen muito lina a 320 o covado, longos
brancos grandes, proprios para cabega a
400 rs., uieias brancas finas para senhora,
pelo barato prego de 240 e 320 o par, brim
dequadrinhos de padres muito bonitos e
le puro linho a 240 o covado, pegas de pla-
tilhasdealgodao, com 20 varas, pelo bara-
lissimo prego de 3600 cada uma.chapeos de
palba fina do Chili, pelo diminuto prego de
W, e alm disto muitissimas fazendas linas
egrossas, que vendem-se por menos que
em ontra qualquer parte : na ma do Ouei-
mado n. 22, na bem conhecida loja da
ooa fe.
iogios
cobertos e descohertos, pequeos e grandes,
de ouro patenle inglez, para bomem e se-
nhora de um dos melhores fabricantes de
Liverpool, vindos pelo ultimo paquele in-
glez : cm casa de Southall Mellor &C.*, ra
do Torres n. 38.
Panos,
Botoes para pa-
ntos, colletes e pnnhos
de camisa.
Vendem-se abotoaduras muito finas do
madrepcrola para colletes, pelo baratissimo
prego de 500 re., ditas muito ricas de todas
as cores a 320, 400 e 500 rs., ditas muito li-
nas de madrepcrola para palitos do meninos
e homens a 500 e 640 rs., atacadores para
punhose collarinhos de camisa, de muito
rico Rosto a 400 rs., 800 e 2:000, ditos de
Em casadeRabeSchmettau &Companhias cornalina para casacas a 300 rs., e oulras
ra da Cadeia n. 37, veudtni-se elegante,. nrnias qualidades de abotoaduras que se
p;anos do afamado fabricante Traumann de vendem muito barato ; na ra do Queima-
llamburgo. | do, na bem conhecida loja de miudezas da
TR aT I m I Doa fama n. 33.
llleas de todas
boa, para piolhos, a 800,15OO e 1S500. di-
tos prelos de bfalo tambem para piolhos, a
500 rs.: na ra do Queimado, na bem co-
nhecida loja de miudezas da boa fama n. 33.
Para os jovens
na morados.
Vendem-se ricas folhas de papel phanta-
zia paia escrever, cada folha com a compe-
tente capa c urna obreia de cola com qual-
quer dia da semana, pelo barato prego de
60 rs., 100, 200 e 300 rs. ; na ra do Quei-
mado, na bem conhecida loja de miudezas
da boa fama n. 33.
Tachas de ierro.
Na fundicSo da Aurora cm Sanio Amaro-
eRambem o deposito na ra do lirum, logo
na entrada, e defronlc do arsenal de mari-
nha, ha sempre um grande sortimento de
tachas, tanto de fabrica nacional como es-
Iraugeira, batidas, fundidas, grandes, pe-
quenas, rasas c fundas ; e cm ambos os lu-
gares esistem guindastes para carregar ca-
noas ou carros, livres de despeza. s prego
s3oo s mais commodos.
; a randas e grades,
L'm lindo e variado sortimento de model-
los para varandas e gradaras, de goslo mo-
dernsimo- na fundigo da Aurora cm San-
to Amaro.e no deposito da mesma, na ra do
Brum.
Moendas superiores
Na fundigo de C. Starr & Companhia, em
Santo Amaro, acham-se para vouder moen-
das de canna todas de ferro, de um modello e
conslrucg3o muito superiores.
Luvas de todas
as qualidades.
Vcndcm-se verdadeiras luvas de pellica
de Jouvm, pretas c brancas, para homem e
senhora a 2s500 rs. o par, ditas do seda de
todas as cores e bordadas, com guarniges a
23500, ditas lisas tambem de seda e de to-
das as cores, para homem e senbora a 1?,
I52O0 e ioo, ditas pretas de torgal, muito
boa fazenda a 1?, ditas brancas de algodSo
para homem a 240, 320 e 400 rs., ditas de
cores muito finas de fio da Escocia para ho-
mem e senhora a 320, 400 e 500 rs., e ou-
tras mais qualidades de luvas, que se ven-
de barato: na ra do Queimado, na bem
conhecida loja de miudezas da boa fama
n. 33.
Vende-se na ra Direita n. 95, velas de
carnauba fabricadas na Ierra, muito bem
feitas c du iodos os lmannos, 6, 8,10 e 13
em libra, pelo diminuto prego de 125 a ar-
roba, sendo os Treguezes servidos com
promptido de luda e qualquer porgan que
qulzerem.
Vende-se, permuta-se, ou arrenda-se
por menos de motado do seu valor, 11 m sitio
de trras, com solfi ivcl casa de vivenda, de-
nominado Aguazinba, em lieberibe, pouco
adianto do porto da Madeira, tem abundan-
cia de ierras para plaas, e pasto a sola pa-
ra gado e algum alvoredo : os pretendentes
tralem na la do Vigario, no terceiro andar
da casa n. 19.
Vende-se doce de goiaba, o mais fino
que tem viudo a esta praga ; a vista o Uira ;
na taberna do sr. Porto, no aterro da Boa-
Vista, defronle da matriz.
CHALES DE MERINO'
de muito bom gosto, lisos, bordados e de
barra ; vendem-se na ra do Crespo, loja
n. ia.
Vende-se um mulato de 20 a 22 annos,
ptimo pagem, sem vicios nem achaques, e
tem officio de alfaiate, prefere-so a venda
que for para fra da provincia, ou para o
sul ou norte desta mesma provincia : na ra
da Guia n. 6t, segundo andar.
Superiores quei-
jos.
Vendem-se queijos muito novos, chegados
pelo ultimo vapor vindo de Hamburgo, pelo
barato | reg de 1*140 : na ra Direita 11. 8.
Ra do Queimado n. f.
Querendo acabar com as seguintes fazen-
das, resolve-se a vende-las pelos pregos mais
commodos possiveis :
Chitas escuras e claras, fisas, a 160 rs. o
covado.
Cortes de cassa de barra a SfOQO.
Dilos dn dita sem barra a 1 litio.
Cassas francezas lixas a 440 rs. a vara.
Ditas do quadros para babados a 1 -bO a
peca.
Alpaca de quadros com lio do seda a 400
rs. o covado.
Aloalhado com 8 palmos de largura a
13200 a vara.
Lencos brancos com barra, para mo a
100 rs.
Itiscado francez a 220 rs. o covado.
Madapolo com toque deavaria, de diver-
sos pregos.
Vende-se
na ra das Trincheiras n. 1, loja de tartaru-
gueiro, 2,000 e tantos chifres de boi.
Carnauba a O^OOO
Vende-se carnauba a 103000 a arrob8, em
porgiio de una arroba para cima : na ra do
Nogueira n. 21.
e
algodao
relios.
SELLINSe RBLOGIOS de patele
iii-l'-/ : a venda no armazem de
Kostron Kooker & ('.oni|Miihia, es-
quina do largo do Corpo Santo nu-
mero 18.
DE L.VIA
para padres.
Vendem-se superiores meias pretas de
laia, pelo barato prego de Unco o par, ditas
de algodo de superior qualidade a 600 rs. :
na ra do Qucicnado, na bem conhecida loja
de miude/as da boa fama n. 33.
Lcques muito fi-
nos.
Vendem-se leques muito finos, com plu-
mas, espelhos e holotas, pelo baratissimo
prego de 93 e 33500, dilos sem plumas muito
boa fazenda a 13280 : na ra do Queimado,
na bem conhecida loja de miudezas da boa
fama n. 33.
Velludo rico para forrar carros, com
todos os pertcnces, vende-sc na ra da Cruz
n. 10.
Em casa de Hcnry Brunn & Compa-
nhia, ruadaCruzn.10, vendem-se pianos
chegados no ultimo navio, quadros com
moldura, cemento romano, cognac em cai-
xas de urna duzia, velas do composigao,
conservas em latas.
Sao muito finas
e de muito bons gastos.
Mussulinas muito finas, matizadas com
lindas cores, de padres muito bonitos e
iiiteirameir.e novos ; vendem-se pelo dimi-
nuto prego de 560 rs. o covado : na ra do
Queimado n. 22, loja da boa fe.
Claudio JJubcu.v
vonde imlvora ingleza a lli?, 113 150000 rs. o
barril de 2-~i libras.
Miiho bom em
SAGCA*.
Na taberna glande ao lad) da igreja da
Soledade, ebegou grande porgSo de saccas
com muito bom milho, c vende-se por prego
commodo.
Couro de lustre
Vende-se couro de lustre francez, o mo-
Ihor que pode haver neste genero, pelo ba-
rato prego de 5s a pelle : na ra do Quei-
mado, na bem conhecida loja de miudezas
da boa fama n. 33.
da fundicao Low-Moor,
ra da n. 42.
Neste cslahclecimenlo conlinu'a a haver
um completo sortimento de nioendase meias
moendas para eugenho, machinas de vapor
e taixas de ferro batido e coado de lodosos
tamauhos para dilo.
Maehinismo pa-
tente inglez
Os melhores relogios de ouro, patento in-
glez, veudem-sc por pregos razoaveis, no
escriptorio do agente Oveira, ra da Ca-
deia do Kecife u. 62, primeiro andar.
l'ciiii is do ema, cera de abelha e de
carnauba.
Na ra da Cadeia do Itecife, loja n. 50, de-
fronle da ra da M dre de Dos, ha para
vender os gneros cima, recentemente cho-
gados, por pregos razoaveis.
Algodo monstro, he pe-
chincha.
Vendo-se algodao monstro com 8 palmos
de largura, proprios para toalhas e lencoes,
pelo diminuto prego de 600 rs. a vara : na
ra do Queimado n. 22, na loja da boa fe.
Ligas de seda
para senhora.
Vendem-so superiores ligas de seda para
senhora, muito bonitas o de muitos pa-
dres, pelo baralissimo prego de 13200,
1/500 e 2/000 : na ra do Queimado, na
bem conhecida loja de miudezas da boa fa-
ma n.33.
N. O. Bicber o. Companhia, ra da
Cruz n. 4, vendem :
Lonas da ltussia.
dem inglezas.
HrinzSo.
Brins da ltussia.
Vinho de Madeira.
Algodo para saceos de assucar
Algodftozifiho da Baha
para saceos de assucar.' vende-se em casa
de N. U. Biebcr & Companhia, ra da Cruz
n. 4.
Para maseates
e hocete i ras.
Vendem-se dmiasde raitaode masa para rap pe-
lo baralisnimo prero de 61U r,,duiav de lezouras em
carlSoa IsOOOe 13200 e Grandes a l;'.l0, dunas de
ramulla* de pao com palitos de fogo a 2io r.s.,dnzias
de penlesde chifres muilo bons para atizara, 13200,
an/ias de pentes de baleia para atar cabello a ^^200
o 23<>00,dozia de navalhas para tai lia a 13(>00,croza
de imifs madreperola para camisas a ti'JO reis.dilas
muito (iuos de auala a 100 reis, crozas de boles fi-
no* para caira a 280 r.is, Carlas cora 25 penlesde
allinete a 140 reis.duzias de penles de balea para a-
lizar a 33, grozas de livrllas para sapatos a 560, du-
zias de caivetes linospara aparar peonas a 23500
e 33,duzias de gaitas (armnicas) a t.-jnn e 19400,
duzas de torcidas para candieiros a K0, reil grozas
de marras para cobrir a 100, 120 e 160 re, pe-
9ai de tranceln para benlinlics a 120 res, puleeiras
encarnadas minio bonitas para Sra. c menina* a 200
rs.,duzas de miadinhas de ludias prelas a 210 res,
per,as com 10 varas de fita de iis a 380,360 e 400
reis, duziai de lapes a loo n., dozias de canas com
clcheles a 720 n., linlias brancas de novellos de lo-
do os nmeros, ditas de cores, bubas de miada linas
e gro.is, diUs de carriteis brancos decores, corddo
de vestido de toda a grorura, biqui.ilioa de todas as
larguras, e barato*, mida- de todas as larguras, es-
pelhos, corda* de viola, filas de laa de todas as co-
res, lilas de linho brancas e de cores, didaes, agullias
de todos os nmeros, lillas de seda de todos os nume-
ro;, pennas de palo.raixas de chifre, rozarios, colhe-
les de ferro, relroz de ludas as cores, vernicas, filas
debeira prela e branca,srampas,eludo o mait que la-
ja necessario para completo-orliinenlo de bocelei-
ras e mscales e que lado se vende muilo mais bara-
lodo qoe cm oulr.i qualquer loja, na ra do (Juei-
mado, na bem conhecida loja de miudezas da boa
faina n. 33.
^CBAISIO FIM mi-
li.
NAFUNDigAO DE FERRO DO ENGE-
NHE1RO DAVID W.BOWMAN, WA
RA DO BRUM, PASSANDO O lIA-
FARIZ,
ha sempre um grande soriimen(o loseguintes ob-
jectos demechauismosproprios paraengenhos.a sa-
ber : moeudase meias moeudas, da mais moderna
construir ; taiasde ferro fundido e batido, de
superior qualidade e de todos os lamanlios ; rodas
dentadas para acua ou auimaes, di todas as propor-
c6es ; crivose bocas de for na Iba e registros de bo-
eiro, aguillics, bronzes,parafusos c cavilh0es,moi-
uhos de mandioca, etc. ele.
NA MESMA FUNDICAO.
se execulam todas as encommendas eom a superio-
ridade ja conhecida coro a devida presteza ecom-
modidade em preso.
as qualidades.
Vendem-se meias de seda branca para se-
nhora, o melhor que so pode encontrar a
39500 rs. o par, dilas pretas tambem muito
boa fazenda a 23500, ditas brancas de algo-
dao, muilo linas a 320, 400, 500 e 600 rs.,
ditas prelas la ni lie m muito finas a 400 rs.,
ditas de seda de cores muilo bonitas e pro-
prias para baplisado de criangas a 23000,
TEMES DE TODAS AS QIALIDAES.
Vendem-se pentes de tartaruga para cabello
o melhor que se pode encomiar, a 5?, dilos
de baleia imitando o mais que he possivel
aos de tartaruga, a 1#, lj-200 e 13500, ditos
mais ordinarios de baleia a 240 c 320 rs.. di-
tos de tartaruga para alizar, fornidos e mul-
to bem feitos a 43, ditos de marlim, fazenda
muilo superior a 13500, 20 e 3>, dilos de
borracha de muito superior qualidade a j,
ditos de hualo verdadeiro, muito finos e
bem feitos, a 64!>, 80o c 13, ditos a iniitagSo
ditas cruas muito fortes para meninos a 400 j do unicnrne a 13, ditos de baleia muito bons
rs.. ditas de cores de algndao para meninos la 280, 320 e 400 rs., dilos de bfalo verda-
a 240 e 320, dilas broncas para meninas a- deiro, muito bonitos e bem feitos, proprios
240 e 320, ditas cruas e brancas para lio- | para|suissas e criangas, a 320 rs., ditos de
mem a 160, 200, 240, 380 c 400 rs-, ditas do uiailim inuilissimo bons, fabricados cm Lis-
DE MUITO BONS GOSTVS E
BARATO
Vendem-se muito ricos jarros de porcelana
para flores, ricos pares de cilungas para ci-
ma do mesa tambem de porcelana, tinteiros
de muito gosto, e palileiros, tudo de porce-
lana e por prego que no dcix.ua de servir
a quem gosta do que be bom na ra do
Queimado, na bem conhecida loja de miude-
zas da boa fama n. 33.
Facas, garfos e
colheres
Vcndcni-se as melhores facas de cabo de
marlim que se pode encontrar a 153 a duzia,
dilas de cabo de halango muito linas a 63 a
duzia, ditas de cabo oitavado e rolico a 33,
ditas cravadas a 33200, ditas de chifre de
viado a i-ivi, ditas para sobremesa com ca-
bo de halango a 53, ditas com cabos roligos
e oitavados a 39, colheres de metal do prin-
cipe muito finas para sopa a 63 a duzia, di-
las para cha a 33000, e outras mais qualida-
des de facas e colheres, trinchantes e amo-
lador de facas, que tudo se vende barato :
na ra do Queimado, na bem conhecida loja
de miudezas da boa fama n. 33.
Bom e barato.
Vende-se muito bom papel alraaco greve
a 48 a resma, dito muito bom sem ser greve
a 33200, dito de peso pautado a 49500, dito
liso a 33, dito paquete paulado a 5 e til a
resma, dilo de cores, de foiha pequea, em
quarlos de resma a 700 rs grozas das bem
contiendas peonas de ago, luco de louga a
13200, dilas muito finas sem ser de bico de
louga a 500 rs. e 13, duzias de lapis muito
linos a 320 e 800 rs., caetas muito bonitas,
de ago, torneadas a 120, dilas de espinho a
200 rs., ditas ordinarias de po e flindres a
20 rs., caivetes de cabo de chifre de viado,
de 2 folhas, muilo boa fazenda a 800 rs., di-
tos de 1 s folha com cabo de madreperola a
..o rs., dilos muilo linos de 1 s folba com
cabo de marlim a 13600 e 2/, ditos de 2, 3 e
4 folhas, linissimos, tambem com cabo de
marlim a 23500 e 3/, vidros com tinta car-
mim muito lina, propria para riscar e escre-
ver a 800 is., boies de tinta preta ingleza a
140 rs., tinteiros patente inglez, de vidro a
13500 e 3c, reguas redondas muito bem fei-
tas tambem inglezas a 50o, 600 e 800 rs., po-
dras inglezas muilo finas para amolar a 1/e
13500, tinteiros para algibeira a 400 rs.,
agarradores de papis de muitas qualidades
e precos, e oulras muitissimas cousas : na
ra do uueimado, na bem conhecida loja de
miudezas da boa fama n. 33.
Objectos para
luto.
Na ra doQueimado, na bem conhecida
loja de miudezas da boa fama n. 33, encon-
tri-se sempre completo sortimento de de-
rogos, brincos e rosetas, puleeiras e alline-
les, tudo preto, propriamente para luto, e
que tudo se vende mais barato do que era
oulra qualquer parle.
Cartas france-
zas muito finas para vol-
tarete.
Vendem-se finissimascartab francezas pa-
ra voltarete, pelo baratissimo prego de 500,
600 e 800 rs. o baraIho,e tambem se vendem
portuguezas a 300 rs.: na ra do Queima-
do, na bem conhecida loja de miudezas aa
boa fama n. 33.
Na ra do Vigario n. 12, e na de Santa
Tliereza n. 60, vendem-se saccas com milho
por prego commodo.
kttoP$l*tih9*.
%
A 26 do mez (indo fugio o preto JoSo
de idade que reprsenla 35 annos, estatura e
grossura do corpo regulares, bem fallante,
tem romo sobre os olhos, e o melhor signal
he ter uns calomhos por baixo do queijo, e
ao lado, principiando do pe de urna orelba,
e mais calombos em um brago e no peito ,
consta andar por esta praga ganbando, e
por os arrabaldes, etc..: qualquer pessoa
que o pegar, leve-o a ra da Cadeia n. 2a,
seu senhor Domingos da Silva Campos
Fugio de bordo do brigue brasileiro
Melampo, na noile do dia 8 do corrente, um
negro de nome Marcelino, nagSo Cabinda,
altura regular, seceo do corpo, rosto com-
prido, barba serrada e cria suissa, com falta
de denles na frente, e consta andar vestido
com paleto, e calcado : quem o pegar leve-o
a bordo do dito navio, junto ao caes do l'as-
seio Publico, ou a casa de seu consignatario
Manoel Alves Guerra, na ra do Trapiche u
14, que ser bem recompensado.
Dos premios c*
,nana parte da sexta lotera a beneficio do Gymnaeio Prnambucauo,
extrahida a 9 de Majo de 1857
iSS. l'KEMS.
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