Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07752


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Full Text
\
ANNO XXXIII N. 10..
Por 3 mezes adiantados 4,$000
Por 3 mczes vencidos 4$500.

'^^.l al.- .
INTA FEIRA 7 DE JIUO DE 1857
Por anno adiantado 15$000.
Port franco para o subscriptor.
ftCAHKKUAOUS* DA SUBSCIUPCA'O NO NOKTE.
Paralaba, o Sr. Joao Rodolpho Gomes ; Natal, Br, Joa-
ulra I. Partir Jnior; Aracaty, o Sr. A. da Lemot Braga ;
ir, o Sr. i. Jos_de Oliveira ; Maranhao, o Sr. Joaquim Mar-
n Rodrigue! ; P.auhj, o Sr. Domingoi Herculano A. Pessoa
C trense ; Para', o Sr. Jualino I. Kamoi; A
njmo da Coatt.
Lmazonai, o Sr. Jaro
Olindi
aant
PARTIDA
loH"B O rf
DOtJ CORRReiUS
loia hi>rii ii, GofatBM < l'araliihai : MU MgMtaM
S. Anu... i:.-/..rr-.s. llo.il.i, Cian, Ah.n..... G
S. l.'Hin-tii.'" Pjm-ifMlni, KiMrWau, l.imti.-ir..,
ilra. Flore*. VilU-IMI; Boa-Vi (hn, Ipojaet, SprinhAcm, Kio-Form i-o, Qm,
PlBealMnu < Ni.ll ; ajatum ffjlm,
iT..1na ot eorraoa parlen ai 10 hora* ih minh..
Mtat-faira*.
nuihana: n> len-.i-M
llcejo, l'.-^i'i'T., laj
llxn na* .|t,.iru--t'.>ir
Itarretma, Atjua-Pra
AUDIENCIAS DOS TIUltJXAES DA CAPITAL.
Tribunal do commereio segundas a quintal.
Salario ; terras-feirai e lahbados.
Fazenda .- quariaa a sabbados as 10 hor.il.
Juizo do commereio : segndala* 10 horai quintaa a* malo-da.
Juizo da orphos : segundas a quintas as 10 horas.
i'rimtira rara do civel legundas a aaitaa ao maio-dia.
Segunda rara do eiral: quartas a sabbados lojmaio-dia.
EPHEMERIDES Do HEZ DE MAIO.
8 La cheia as 11 horas e 51 minutos da farde.
Ifi Quarto minguanle asS huras e 5<> minuto da larde-
Sil La nova aos 28 e minutos da tarde.
.10 (uarlo crescenta as 10 horas a 52 minutos da machas.
PUF. \\l.\lt DE IIO.IK.
Primeira ai 2 horas e 51 minutos da urda.
Segunda as 3 horas e 18 minutos da manha.
DAS DA SEMANA.
4 Secunda, s. Monira.viuv.
5 Teres. A couvercao des. Agoslinho.
G Hilarla, s. Juan aulc portara latinam.
" Ouinu. s. Eaianiajajo b. in.
8 Sexta. Apparlcio de s. Miguel no monte Gargano
i Sbado,. Gngojio Naiianzeno b. dout. da igr.
10 Domingo -i. depois da patehot Ss. Philadelpho e Arfeo Mm.
ENCARREGADOS D.\ SURSCRIPCAO NO sil.
Alagoas.o Sr. Claudino Falcao Dias ; Babia, g Br. D. Huirle
Rio da Janeiro,o Sr. Joao Pereira Martina.
EJI PEItXAMIILCO.
O proprietarlodo DIARIO Manoel Figueiroa da Faria, na na
livraria, prac* da Independencia ni. 6 a 8.
PARTE OPFIGiAL
OOVER3IO DA PHOVINCIA.
Expediente do da 2'J da abril.
Oflicio An Exm. S. seera) eommsndanle das
armas, intrirando-o de ler marcado a /.adiaras de
bauza da ConceicAo, o prazo de l.> dias para dentro
dalla provar a i de Souza da ConceicAo para nalo ser obrigado ao ser-
viro do exercilo.
Dito Ao ranino, apresenlando-lhe para recro-
tas do exercito os paisanos Joaquim Jo, Ferreira
e Manoel Gomes da Silva.
Olio A' Ihesouraria da fazenda, para mandar
passar gata de soccorrimenlo ao alteres quarlel-mes.
Ir, l.aiz Vieenle Vianna, que lem de seguir para
as Alagoas a reuuir-se ao segundo balalhao de in-
faultria a que perlence. Ollcinn-se ao agente dos
vapores sobre o transporte desle oflicial.
Dito Ao cnsul de S. M. Britnica, approvan- I ^es.
JoAo Diniz Ribeiro da Cunda.
Francisco de Paula I'enna.
Joaquim Jos de Miranda.
). u l.uiz Antonio Pires.
6. ir joAo Francisco Teiseira.
DilalVorogandn al o da 15 de maio vindonru,
a prsenle sesiAo da assembla legislativa piovin-
cialCnmmunicou-se a esla e a Ihrsouraria provin-
cial.
Dila(loncedendo 3 mezes de Ucela par.i Iralar
de sua saude ao lenle quarial meslre Manoel
Caelauo Xavier de Oliveira.Fizeram-ie as eom-
monicaroes do eslylo. k
DilaNomeamio o padre Jo Grecorio da S'lva
Carvalho, para o lugar de emoler doljymnasio Pro-
vincial Fizeram-se as convenientes participa-
da novembro ilelsi, e 18 de fevereiro de I8"i, r;Ao, a da commiisAo imperial, nomeada a 33 de ja-
nomcar para os lugares vacos de supplenle ao jniz -
municipal da segunda vara desle lermo, os cida-
daos seguinles, na ordem em que vAo designados :
1. Bacharel JoAo Jo. Pinlo Jnior.
o.
.'
4.
do deaignacAu feila pelo me-mo cnsul, de l'ho-
maz Gollan, para encarregar-se da gerencia do res-
pectivo consiliario, durante a iaa viagem corle.
rizeram-ae as coromunica^oM do costume.
Dilo_ Ao desemli.irgador Cuslodio Manoel da
Silva GnimerAes, enviando-lhe oopia do oflicio do
inspector da tliesnuraria de fazenda, declarando qoe
deva S. S. apre do decreto pelo qual fot removido para a relaru
desle dislricto, afim de que se po>sa proceder Jlli
ao competente resislro e assenlamenln.
"'n A* c-imara municipal deila cidade, re-
menelo, convenientemente apprnvada, parle da
plaa da cida le, comprclieudeiido a roa do Cae*
do Ramos, e o projeclo de sua conlInuarAo para o
Sal.
Dito Ao cnmmandanlc do eorpo de polica, pa-
ra mandar addir ao rorsmo corpo o soldados de
polica do Csir.i, Manuel Francisco Altes e Kuli-
no Jos da< Neves, al que pos para aquella provincia. Cummunicou-se ao I)r.
chefo de polica.
Dilo Ao hachare! Francisco de Souz.t Cirne
Mina, dizendo-lhe qu lica scienle de ler Smc. no
da 20 do correnla entrado no etercicio da vara de
direilo da comarca de Sanio Aniao.Cominuoicoa-
se ao K\m. presidente da relae.in.
Dilo Ao director da arsenal de guerra, para
mandar racnlher aos armazens daquella arseual as
patrones, einturoes e uns cbjeclos mencionados
na retacan junta, asiignaila pelo comraaudante do 9.
balalhao de Mantara.
ato Ao regedor do Gymnaso, declaran 11-
Ihe, era visla do que aipoa Smc. sobre os requeri-
inenloi em qne Manuel Francisco de Souza Maga-
lliAes a Jos Leandro Marlins Filgoeiras pedem o
lugar de meslre de dan^a aaquella e que deve Smc. contratar, quaudo for conveniente,
urna pessoa habilitada para o ensino daqueila arle.
D'lo Ao commissario vacciuad r, para remel-
lar algumai laminas de pos vaccnico, an vigario
do Limoeiro, onde se deseuvolveu a varila, pulien-
do Smc. anlrega-las a Peres e Vasconcellu*, com
loja na ra do Cabuga, alim de as fazer seguir sem
demora ao lugar de seu destino.
Portara Concedendo, em visla das infurma-
ees, a alle-l i 1. mdicos, Ircs mezes de lirenca ao
nlfere de I. bitalh.lo da guarda nacional desle mu
nicipio, Eugenio Marquea de Amorim, |para Iralar
de san sau le. Commuuicou-se ao respectivo coin-
mandante superior.
30
Uate -- Ao Exm. general cnminind.inle das ar-
mas, declarauilo-!he que, segundo informou o che-
le de polica, sAo anda necessanos ao servico das
rondas na ra Imperial os i Baldados de cavallaria
s, cario de que logo que possain elle* ser dispensa-
dos de semelliaole serviro, se recol'iero ao reMpecli-
VO (piarleI.
Dilo Ao commandanlc da e-ta^Ao naval, irans-
inillin lo copia do avuo da inarinlia de II do corren-
le, determinando que nao se oceupem mais os va-
sos da guerra daquella eilacAo em servico de trans-
porte de mautimenlos, e mesinn de pessoal superior
ao que soas accomodaccs comporlarein.
Dilo A' llie-ouraria de fazenda, para dar as
providencias necessarias no sentido de ser a guar-
nicAo do brigu- barca a Itaaaarae paga do ven-
cimeiitos cnrrespondenles ao prsenla mez.Com-
inomcou-se ao couiinandaiite da estaco naval.
Dito A mesma, Iranimitliado-lne qualro avi-
sos de lettras, sol, n. J.i e de 27 a 21.), na inipnr-
lancia tola, de S::in'.i;i|,i(i r... sacadas pela Ihesou-
rara de fazenia da piovincia do Rio Grande do
Norte sobra aquella, ea favor de Joaquim Gomes
da Silva, Joaquim Jos Barbosa Mnuteiro e Anto-
nio Manoel do jYiscimenlii, u a' ordem dos mea-
mos C'immunicou-se ao Exm. presidente daquel
la provincia.
Ddo Aj regedor do G> mnasio, accusau'lo re-
cebido o "flicio em que Smc. pede nao s a nomea-
f;Ao de om moler ellectivo para aqoelle Gvmnasio,
mas iamlirm um Africana livre para amiliar os
dous que all se achara empresado-, e >Ao iusull-
cieutei ao servico desse eslabelecimeulo, e declaran-
do em resposla, que acaba de noinear para o luear
da aamoler o padre Jos Gresorio da Silva Carva-
lho, que eslava rxereendo interinamente o dilo lu-
gar e pedir ordem sobre a sua ultima requisico.
Portara O vice-pre,ideute da provincia, allen-
deudo que a lista dos soppleules do juiz municipal
da segunda vara desle termo, nomeades por por-
tara de 10 de in.uo de I8.'ii, se ach totalineule
esgotada ; por quanln, o primeiro su|iplenle, bacha-
rel Antonio .1.....da Coda Kilie.ro, nao preslou ate
Moje o devido juramento, llera de esercer efTecliva-
manle o cargo de curador ueral dos orphAos ; o 2.
bacharel Ruliuo Aagoalo de Alenla, lendo aceita-
do o lo- >c de secret.inn da reparlirAo da polica,
ronsidera-se haver renunciado o limar de su|iplen-
te, porque nao pode accuninlnr o exercicio de am-
hns, pela impossibiliilade de serem dcsempeuliad^s
salisfacloriainenle, conforme demonstra o presiden-
te da relacAo em seu parecer de lil de abril, acres-
rendo que, segund > informa o cliefa de polica,
os servidos desse bacharel sAo necessarios na sua re-
partidlo ; o 3 bacharel JoAo l.ius Cavalcanli de
Albuquerque denou de prestar juramento, nao obs-
tante ler recebi lo em lempo o conveniente aviso ;
o I. e f., bichareis Gervasio Gouealves da Silva e
e Francisco Bernardo de Carvalho aceilaram o car-
go de juiz ne direilo ; e o 5., Ignacio Joaquim de
Sooza LeAo mu-tou o seu domicilio para o lermo
de SeruihAem : re.lv, na conformidade do decre-
to n. Mili de 21 de novembro de ISiO. e aviso di 2
Dita-Concedcndo vagos os lugares de 1\ 2\ e 3
supplentes do delegado do lermo da Boa-Vista, vis-
to eslarem residindo no da t'.abrohii os ciladAos que
oceupavara os referidos cargos, e nomeando para
supplentes ao mesino delegado os cidadAos se
guiles:
1.Jos Chrispiniano llodrignes Cocino.
2.JoAo Tertuliano Kodriguos Coclho.
.1.Eduardo Nunes de Barros.
*.Severano Rodrigues de Maeedo.
(i.Jos l-'erreira Gomes.
<'.Arnaldo Jos Rodrguei. Fizeram-se as
commonieacoes do costume.
DitaExonerando a Francisco Alves GuimarAes
do cargo de subdelegado da fregueziu da Boa-Vista,
e a Manoel da Silva Franco ao lugar do 1- supplen-
le, nomeando para subdelegado da referida fregae-
zia a Manoel Jos da Cruz, e para 1- e2- supplen-
tes a Jernimo Bezerra de Carvalho, a Manoel Ja-
come Bezerra de Carvalho.Communicou-se ao ebe-
fa de polica.
Dita.Nomeando para os cargos de supplentes do
delegado do lermo de Cabrobii aos cidadAos abaixos
declarados.
1.Honorato Honorio Kiheiro Granja.
2.Aleandre Gomes da Silva.
t.llellariinnn Ferreira Padilha.
*.Jos Francisco de Gouveia Lima.
5.Manoel Concalves Torres.Comroamcou-se
ao Dr. chefe de polica.
COMBANDO DAS ARMAS.
Qnartel (aneral do commando daa armas de
Pernambnco na cidade do Recite, can 0 de
malo da 1857.
ORDEM 1)0 DA R. 472.
O general commandaiite das armas, faz pnblicn
para sciencia da tropa em guarnicAn nesla provincia,
e convenientes fim, que S. M. o Imperador houve
por bem por decrelo .le II de abril protimo lindo,
lomear couselheiro de guerra ao Eim. Sr. tenenle-
geral Antonio Correia Seara, inspector do.'l. dislric-
lo militar de infanlaria.
Jote Joaquim Coflho.
E
AMARQIEZi DEAKR1B0
POR A. DE P0STJIARTIX.
II
No da ngainU depnis Aori'bonne eiitreabiio a jaoella, e em p airas da
cortina poaVfla a contemplar a paizazem que as som
liras da noii lli" liuliam quasi occullado na ves-
pera.
li'in quadrn cheio de grandeza e de graca oHere-
reu-se-lhe aos ollios. I) e0 n;ia |jaha urna lluvcn,
e o ligero vapor, que II icluava no honsonle entre
a eco 1.1o puro a o mar Ubi calmo, augineiilava ain-
da ralis a seren lade dessi liora reunimla-ns fin
urna s cor de opala e da oiim. Gm venlo fresco fa-
zia correr pequeas vagas que vlnham expirar bran-
lainente sobra a praia, i que brilhivam a clandade
do sol que naacia. Aquiealli sobresaliiam a e--e
Ion 11 a/.ul as velas brancas de aluo* barcos de pes-
cad ires semelhanles a atas de sulanos. No olimo
plano mi; o envotlo na hevoa balnur,va-so coin m-
EXTERIOR.
CORRESPONDENCIA D Dl.\itl> DE
PERNAHBO:o.
Pars 7 de alMit.
NAo hi succe-sos polticos; oirie/. passado foi menos
um lempo .i. aclividade poltica .'o qoe de pvliliea ex-
pectante. Aguarda-te a ratifleietio do iraUdo anglo-
persa, aguania-se a cheaada na China do corpo ex-
pedicionario que deve continuar esta grande negocio,
a-'o irda-se o proaadimanta da aova camarM dos coin-
inons em Londres, anuarda-se a consliluicio deli-
niiiva das i-rlrs hrspauholas em Madrid, agoarda-
se o ajaste da dilfeienca aaslro-sarda, aguarda-sen
solurAo da qucsiAo de .Neufcbalel pala conferencia
de Paria, aguarda-sa a solurau das daa* diflicolda-
des dinainarquezas os ducados e do Sund, agoar-
da-se por luda a parte, e a eipeclaliva nao ministra
mais do que nm fraco contingente de hypotneaei e
de coijeciur.-is, e coin esta inslgaifleanta bagagem
cuinpreque execulemos a nos>a tarefa.
Em Franca, lemos os fados legislativos.
O novo projeclo de impostas que chama os valores
movis a parlilhar com o solo e seus productos, om
0 commereio e a rrn.r parle das industriaseis encargos
do Estado, lem preoecupado minio a mullid o da-
quelles que liAo lomado parle nos negocios da Bolsa.
Em substancia este novo projeclo nAo deixa de serum
acto de justica.A renda multas vezasconsileravel que
prndiiieiii os eapilaes empreitado* em certas empre-
za, coladas como as acjoes da eamnilio de ferro, nao
pode estar por mais lempo isenta dos encargos fiscaes
que pesam sobre qua- lodos os outros gneros de
rendas. Ja la v.ii o lempo em que era preciso ani-
mar a timidez dos eapilaes para as grandes emprezas
destinadas a augmentar a riqueza do paz ; a corren-
te dos negocios industriaos ao principio vagarosa e
campa-a,la. (oimiu outra direcro. A agricultura
foi abandonada por emprezas mais fructferas. O*
proprins pequeos eapilaes se pozeram a correr com
os grandes. A fortuna assegurou bous beneficios, e
boje he ebegada a poca de urna repartirlo ru-.is
jusla, sem receio de diminuir o progresso da fortuna
publica. A dilliciilila-le era saber como se devia pra
licar para ciunprebemler a renda movel, sem assus-
lar as fortunas, >em ollender a liberdade das Iran-
sacees, an direilo rpido e fcil de Iransmissao dos
ttulos. Tres sesses do conselho de E-iado, presidi-
das pelo imperador, deram esla basado projectn de
le: o o direilo fstipolado na le de > de junbo de
ISU para o ciinho c cirrulacao das acotes a ubriga-
oes das companliias sera elevado de ."> "a 1i cntimos
para 10(1 francus do capital real, regulado do Ires
anuos.
De-i'arle iiAn ha innovacAo, no estado actual de
cousas, he o augmento de um direilo ja existente e
com que lod. a genle esla acoslumada. Este aug-
mento nAo arredara um cntimo da trrenle que ar-
rasla os eapilaes para as grandes associacoes iudus-
triaes, os terrores da gente da Bolsa se vio desvane-
ceudo, e os encargos se achara mais razoavelmenle
repartidos sobre as differentes fonles da renda.
As cmaras votaran, orna le que da' ao raarechat
Pelusier, duque de MalakolT, urna pensAo heredita-
ria de cem mil francos.
O corpo legislativo oceupou-se com o projeclo de
cdigo militar devido a' iniciativa do ministro da
guerra. Este projeclo ja solTreu urna trplice prova-
1.ollas crealuras tal accordo e tal f.imilaridade de
...mmenlo- e de altitudes que um pintor leria que-
rido lixar iinmedialaiiienle sobre a tela urna scena
lao linda. O gil animal instigado por Sanna es-
capava-lhe repentinamente dando peqaenos gritos
de soslo, dcpois vull.ua a ella coin ar fagueirn e
unia-lhu ao vestido sua delicada caliera coin um
ollur brando e triste. EnlAo Suzanua lirava do
b dso um pedazo de bolo, e moslrava-o a gazella :
esla adianlava-se para loma-lo, masa moca levan-
tando-o e aliaixaiido-o com gesto rpido nao Ihe en-
Iregava o objecio de sua cobija senao depon de mil
evolucfies, as qj.ics urna oulra rivalisavam de
graca, de elegancia e de fleiihilidade.
Haool coutemplando o magninco panorama do
mar e das ilhas dissera com sigo em voz baixa : Co-
mo lie bello Depois quamlo sens olh<>s liiiham-se
liado sobre Siir.anna, un rubor sbito llie corara as
faces, e elle murmurara : Como he bella !
Mas de repente como se um pensamenln lerrivel,
allliclivo, murtal, Ihc houvc c.lu, Itiioii a fechar a janella, enrreu a cortina, e
laiieaGdo-se violenlainenle para tras deixoo se ca-
lnr sobre uina pollrona, colino o ro-lo com as maos,
e exclamou com uina pungente expressAo de dor e
de desespero :8 De que ,ne serve lodo isso ? que
importa a aturen, e suas maravilhas, a pai/.agem
-eus esplendidas, a mnlhcr e suas gracas a quera so-
mente resta.n dous anuos de vida '.' a
baiho.
KepressAn rpida, enrgica e esclarecida garan'lia
para o a-cusa lo, independencia para o paiz, taes sAo
os principies que presidiram a esle (rabalho. Adia-
se dividido em qualro livros : OrganisacAo, compe-
tencia, processo, penalidade. lis especialmenle so-
bre a penalidade que a discussAo do conselho de Es-
lado se empenhou. Tomou proporcoas que tinham
por alvo consagrar etea principios. Nao he duvidn-
su que o exame a qoe o cdigo militar vai ser soh-
mellido no seo do corpo legislativo, nAo sanecione
oa grandes principios conservadores em que. repou-
a. E como disse NapoleAo III, ao terminar este
anno n complemento do seu mndalo, esta a-.em-
blea lera' a insigne honra de ligar seu nume a um
dos monumentos legislativos ma s importantes, pnit
n cdigo de ju-lica militar aera para o enrolo, u
qoe o cdigo civil he para toda a Franja.
A conferencia diplomtica reunida em Pars no
ministerio dos negocios eslrangeiros para o ajusta da
queslAo de Neufchalel, lem continuado o seus Ira-
balhos. NAo ha transpirado nada de posilivo sobre o
que lem podido ser decidido al o prsenle. Os ple-
nipotenciarios se ho empenhado em guardar o se-
grelo dss deliberarles, mas loda a genle julga dever
bem agourar dos esforjos da diplomacia.
Por oulro lado, a queslAo dinamarqueza parece ir
enmplicando-se cada vez mais : as corles de Berln
e de Vienna persislem em diferir esle negocio a
Hiela de Francfort como sendo exclusivamente da
competencia federal. O gabinete dinamarqus sus-
tenta que a inlervenjo da Alleraanha na differenc.a
dos ducados nao he na realidadesenAonma ingeren-
cia de um Estado cstrnngeiro nos negocios interio-
res de oulro Fistado independeule. A Allemanha
pela sua parle recusou reconhecer a- grandes poten-
cias o direilo de decidir esla quesln : assiin nAo ha
a menor duvida que o negocio desperla no mais alio
grio lodos o sentimeulos naturaes das populaces
de um extremo a oulro do imperio germnico, e'cm
lim, se a Dinamarca fur despojada dos ducados, re-
duzula a's suas nnicas possessea escandinavas, a
Jullandia e as ilhas, lornar-se-lia um ponto imper-
ceplivel sobre a costa da Europa, e nevera, para nAo
perecer, absorver-se na monarchia da Suecia e No-
ruega, onde o espirito de escaudinavismo progrede
e se propaga.
A qaastaa otlomana continua sempre a ser resol-
vid, reina a maior artividade na Turqua as atlas
rcgiOcs do poder, o projectn para a creac.io de um
ministerio da instrurrAo publica, c de um ministerio
da justica em Canatantlnopli se acha buje realisado:
he Sarol Pacha que o sulla.) encarregou do primeiro
.lestes minisleriui. Ahmel Vepick Bland foi Hornea-
do para a p.isla da justica. Os correspondentes Ao
unnimes era felicitar o grao visir or estas duas es
calhas, e em fazer o elogio desles Jous novos mem-
bros do ministerio, de urna iulegridadc e Je juma
er.idic.lo nolaveis mesmo no Occidente. Keschi.l
Pacha' continua cora a mais louvavel dedicado a
realisacAo das reformas inscriptas no Hall Huinai-
oun ; e para communicar ao expediente dos nego-
cios maior actividade, o sullAo sobre a proposicAo ...
do grao-visir, acaba de augmentar o numero dot'-*m tentativas de
Miembros do conselho supremo do Tan/.imal. Nos
consellios dos ministros tornados mil frequenles, as
grandes questo-s interiores estAo na ordem do dia ;
.planto a le sobre ;i conscripcao dos christo* o go-
verno se pronuneou pela e.icorporar;Ao immediata
dos regimenlos. sdoploo es roi.clus&es do conselho du,
lanziinai a comm.ss.lo militar do Seraskieral. Fize-,
rarn-s alr-umos modilicacoes noi e.-lalulos do banco
de M. Wilkins.
Os principados moldo-valachos comecim a ser
evacuadas pela Austria: Caboul ElTeiidi'e Kiamil
Bey, funccionarios ollomauos, enviados para le o
hr.nan de convocacJo dos divans al hoc foram moi
bera a.- dln-los em Jassy c em Bucharesl, onde as
manife.lacoe. en. favor da reu.ii.1o se vAo l< mando
cada vez mais geraes e iinauimes. Os divn* Ise re-
unirAo a 20 de abril eai eleirfios se fardo do I,- a 15
de main.
Na Grecia a evacuado do territorio fsla' termi-
na la ; a grande maioria dos Gregos abaudoiiou nos
declamadores o cuidado de se qoeixarem deU oe-
cupaca.., de que Babia-se cabalmente que a nacAo
nao liona nada a recear. Os resultados actuaes jua-
iifiean esta eonOaoea, as conslrucc.oes impoilanlcs
teilos para as tropas francezas deram ao Pirco e
Alhenas um aspecto quasi europeo, o espirito de
ordem e disciplina que os anima reagio sobre a po-
pularan, a sua preseuc. inspiro,! jttsla seguranza ao
eoinmercio, orna vigilancia ,nuj 0V e Inul ac|ivil
lo.i opposla as malversacf.es, que conslituiam o ITa-
gello e a vergoi.ha do paiz. A residencia das Tor-
cas eslr.ngeiras e das esquadas f.palhou ale as
provincias roras consideraveis. N'uraa palavra a
occupacAo Iranco-ingleza acaba de continuar e con-
solidar urna obra de consliluicAo que as grandes po-
tencias r-omecaram no da da farmacia do reino
liellemco.
al'jur un. e urna amnislia concedida por um domi-
nador estrangeiro arrisca-se a parecer ama especie
de contradicho : com que direilo perdoa o couquis-
lador '!
Por oulro lado, a Austria leve um compor'amen-
lo singularmente hostil para coma Sardenba. Urna i no dia 21. Enlrelanlo vejo qoe nao eslou meneio-
- nado na acia eemo presente a' se-sAo de honlein.
. ^ m ----i -- .............i......... un- -i i i'.'i-,
vinca da I arah.ba do .Norte, dislricto de S. Paulo se cornjnin lodos os defeitos, ali.r. de nue dr>u>nure-
da Baha. I------
O Sr. l'iWcla Tacare* : Sr. presidente, leudo lem
en chegado a esla corte no dia 30 do corrcnle, im- I deve ser allnl.u.do unicamcnle a"infiueiici' .lo* par-
e comparec nesla esa; o mesmo liz lidos, uu anles, de cerlos e del-rmiiu los pulenla-
As autoridades qoe influiram e ainda influera
rendo elles c as irregularidades que por ventura s | na* Ires freguezias de que se compe o primeiro cir-
Iribua a vico da le aqii.llu que iculo da capital de Pcriiambuco, prnnunciaram-se
logo e immedialamei.le em pr da eleirAo do honra-
infeliz ola do conde Buol provocou da parte do
conde de Cavour urna resposla mui moderada. O
conde de Paar deixnu Tunm an ruc*mo lempo que
o representante do Piemnnle deixnu Vienna, sem
que todava as retacos diplomticas ficasaem inlei-
ramente rolas ; ha insto urna srluacAo moi delicada
afim do conservar inleira a paz europea.
Alguns indicios parecem permittir esperar que
el-rei de aples procure renovar as relac/ios di-
plomticas rom as grandes potencias occidenlaes.
Era Madrid, a dilTereu;a mexicana necupa grande
lugar as preoccupac,es do ministerio. O conselho
decidi a organisarAo de urna esqoadra de 2'i navios
dos.
Unan.lo foi sanccinna.la a le dos dislriclns eleito-
raes corra de plano em iii.nl.. provincia qne o go-
vemo imperial tolerara, desojara mesmo que alguns
(' Sr. Danta* (Manoel pela ordem): Sr. pre-
sidenle, ha Les d.ai remelli a' me-a o meu diploma;
mas a respectiva cnmmi.saoi.no den anda parecer
em que se embarrara dez mil I.ornen* de infanlaria. ] por uo estarem em seu poder as acias que dzem
arlilharia e cavallaria. Exigem com todas as veras respeilo a' miuha eleirao, e que enlrelanlo vieram
Cumri nao desejn passar por depulado iud.lTerenle
aos Irah.-.lhns desta casa, mrmcnle quando se traa
de negocio tAo imporlanle romo he a venlicacAo dos incnibros do autigo pulido denominado da praia fus-
poderes dcada om de mis, faro esta declararan, sem eleilos depuudos. Alguns nomos foram indigi-
alim de que se mencione na acia que tenho cumpa- '
recido.
O Sr. I're/iltnle : Foi effeilo de equivoco de
quem tomn aponlameulos para a acta, t) Sr. depu-
lado sera' sati-feito.
urna plena satisfcelo : dous syslemas foram discu-
tidos para o aiercicio de ama acolo roerciva : ou a
invasAo pela forra, oo o bloqneio rigoroso. O es-
clito do primeiro, consiste na difliculdade de de-
pois da tomada fcil de Vera-Cruz, laxar que o ex-
ercituexpedicionario Iraosponha no meio de mil pe-
rigos os 100 kilmetros que os separam do Mxico.
A vanlagem do segundo reside na certeza de occa-
sionar orna revuluc.o interter f a queda do gover-
no dos federalistas. A expedirAo nao ira' directa-
mente ao Mxico, mas a' llavana para substituir um
numero igual de soldados da guarmrAo ja habitua-
dos ao clima tropical. Na falla de lodo designio
oicial, a opiniAo publica falln para esla rnssAo,
ao mesmo lempo diplomtica e militar, ao general
Lersundi actualmente ministro da marinha, n qual
segundo lenle de infanlaria em 1833, ganhou lo-
dos os seus portos sem exceprAo no campo de bala-
Iba contra o exercito carlista.
Ao lado da ex-pedirAo mexicana, as preoccupares
publicas se ligaram s eleicf.es que liveram lugar a
2") de marro para o melhor Iriatupho dos conserva-
dores : lei marcial foi levantada as provincias, mi-
de ainda existia, por todo o lempo da durarlo das
ele.ees para Ibes assegurar a mais absoluta liber-
dade, e o partido liberal Iriurnphou lauto em Ma-
drid como as provincias.
O conselho de ministros se occopa com as refor-
mas que devem ser inlroduzidas noregulamemu das
curies e do senado, com a resnica > d direilo Ili-
mitado de iniciativa e de inlerpellarao de man.-ira
que d mais placidez e mais nexo aos trabalhos das
enmaras, e proleja eflicazmento a malaria ; com
urna organisac.lo nova do senado de que ceno nu-
mero funecionava por direilo e oulro exerria urna
dignidade hereditaria com os margados. E*le ulti-
mo projeclohe an menos mui ventajoso, 0 sem po-
der prever qual sera' o proredimeuio das corles, po-
se dizer qual a influencia moral do marcchal Nar-
vaez como chefe do partido conservador para nau-
fragar com semelhanles ten Icncias. Por oulro la-
do, espalliou-se um boato mui singular : fallou-s
m tentativas de aproxirnar.To entro o marechar
Narvacs e o marerhal O'llonnel, c ss nSO fosse
primeiro destes dous estadistas qoe at o presente
lem resistido a tato, o marerhal Serramo se leria li-
gada a esla obra de reconciliado olilica.
k__ I <;. m.
O imperador da Austria delira os seus estados da
pennsula italiana, esta' de volla para a capilal :
diz que a sua viagem leve por alvo fazer felizcs e
Me enlhuiasla. Digam o que mjixerem, esta
librase he verdaJeira. mnguem se deve Iludir ; se
sympalhias peatonal Ihe podem ser grangeadas pela
maulla, a amnista nAo Ihe dar' om adhereiile
poltico, a iiinguem podara acensar os Italianos de
ingratidao ; he dado raras vezes ao dominio estran-
geiro o se fazer perdoar. ,\ Austria lem menos que
oulra qualqucr naci a forc.i de nsgnilicac.lo svmpa-
Ihici. NAo he porque ella empreg.u o confi'.co, as
execucOes e violencias de toda a especie ; nAo he
porque o seu odio lenha sido por mullo lempo iiiexo-
ravel para com os patrilas italianos que ella he
um objeclo de repulsa para todos os habilanlus da
pennsula, estes actos conslituem sem duvida urna
circumslaucia aggravanle. mas nao sAo a causa da
impopularidade da Austria, eita causa he anterior e
superior, rende no proprio fado da occupacAo. S.
> dominio estrangeiro. se a perda da nacioalidade
he uma lei falal a' que he preciso algumas vezes se
solimeiler, orna s coosa pode lomar loleravel se-
rneihanle necessidade : he a posse da liberdade po-
ltica. A Auslria que he uma jusla pnsic.ao da na-
cionalidades continuadas, anisa pelas oulra-, he ini-
miga natural da liberdade, porque a liberdade para
ravam do momento marcado para o Casamento, Be-
ceou retirando de repente o en cnnaenlimenlo e re-
jeilandoonoivo nAo poder engana-lo sobre os mo-
livisdessa soluta recusa, c lembrar-lhe de orna
mai.eira cruel o germen mortal que Irazia em si.
I referi raminliar resolutamente ao aliar, e unir
na belleza, sua mocidade e sua forra a essa vida
aulecipadamenlc condemnada.
Assim comecra para a marque/. de Anrebonne
uma existencia de imaaolacao de sacrificio que
coniinura do tmulo do marido ao berro do lillm.
Todava Hanoi nAo assemelhava-ae em nada ao pai;
quanlo esle fora dbil e doenlio tanto Kaoul desde
a infinria pareceu vigoroso e robusto. A marque-
za esgolou lodos os estratagemas da mais engenbosa
ternura para que durante o seu crescimenlo elle ig-
norase sob que auspicios intelros nascera. Mas
qoando existe no interior de uma familia om segre-
do qu le procura nrruttar aos meninos, be esse cer-
tamente que Ibes revelam buceas indiscretas ; Kaoul
souhe ludo ne iii'-ni............ que eulrava na ado-
lescencia. Sua san le nao oi p ir iss alterada, mas
soa imag.mrAo impressiunou-se. Elle alcanroa de
um criada vellio e imbcil qoe Ihe conlasse lodis as
cirrniii'laurias, da morte de pai e do avo, e pouco
dcpois persnadio-se de que na exceleria a i lade
em que ambos litihaio suecumbidu.
Esta idea apodcrou-e delle com forra sempre
crescenle, rcagio sobre sua inlelligencia que era viva
e prompla, paraly*nti sus (atados, aos quaes liuba-se
dizivel magesla le um v i*u da inarinli.i real,o Faina,
aquelle mesmo cuj ehalupi lora posla as rdeos
da m irquoza de Aureb.inne. Lineando a vi.la mais tlret'"<' conver*ac,i. longa e clolorosa 1,-
H-rlode si Kaoul nao leon menos deleitad.,, a vera lugar em urna avenida arasia la entre amar- e prompia, paraiy.nti sus niaoos, aos quaes Iml.a
pooc.is passos da praia avislava os bellos pn.lie.ro, i qneza de Aiireboiine e o Dr. Assandn. Ella con-1 appli'ado alo eut.lo com maravilhos.i faeilidade, e
.1- Almanare, rojo grupo vigoroso e sombrio la/..a Ina-lhe sua historia. O uiarqucz de Aur-l........seu | por fim elle canto em um deslenlo e em on.a Iriste-
res.liir inelh-ir o que llnha n de transparencia e de I Ma su'riiriibira aos vinle e qualrn anuos a uma U, doenea moral que pareria ser o preludio da ou-
frescora eborisonte, asilliailoneinqoas, o eco e as i lo"'<:< >' peit". O pai do marquez fallecer na (ira. Anam npalxonadameote mfli. ella idolalra-
ondaa. Ao teda eass grupa as ruinas lomadas am- "lesma idade da niesin i doenea, e dele longos an- j va-o, e esse sentimenio de ordinario 1.1o lenro e lAo
da maletea amis bailas pela distancia eotregav ..m I ""* '"invera qi i*i em ca.la geraclo na linhi mas-1 consolador entre os lillios nnieoa a as mita que fira-
brisa e so ervalhn da ....uib.li su.i* arcadas, mas rilll"a dos aiilepassadosde Kaoul uma volla qu si re- j ra.n viovas cedo, lornuo-se para a marqueza e Raoul
edumnas. seus rapileis da lolhagem o de II >res. :-'""' c|a m-s-.n do.v.ca, desenvolvcuto-se na mes- uma fonle de novas dores. Ella na poupara nada
Todava depnis de lerem v.gueado obra esse todo | |.n*_? _'.* ch,.ndo ao mesmo desenlace. Bem | para (rsnqailliss-lo e dis|rabi-lo ; mas eslava malta
liar... ..un,.. nsolfiosdeKao.il de Aurebonne toma-
cuno a mor parte da* macis que conlrahem a casa-! preoecupada pelo mesmo recro para nao Irahir-ss
mente sem anberem nada do passado nem du futuro I de quanln em qoando ; e lodossahem rom que ler-
c u. los para ellas n,, nome do marido, a marqueza i rivel sagacidade aque les que julgam-se atacados de
de Aureboiiiie ignorav la las essas c rciim*lancias, rjrra donra inriiravcl, adeviiibam e snrprendem as
quando fui reqneMidi pelo marquez. Elle era illas-1 pessoas que n rodeam o indicio
.anto goslo quant, .ciee, a, plantas tropicaes e in- %&,"% ISSSTS "dV" "' ''.....' ""' C""''"'",,"n ""' ""'
* [>iiMiu-i iici-'-i iiiiri^t'iiv .',.i ni..1,,, ...o, naii ii
<-ioa lillia do des rio que um I ni le atacada do .rara nada nara nrcoli.r ii. ZZ "7 I j..
izeraiu na ..i pira oe-uiiar-llie, nem para declarar-
me esse Inste legrado, e,sa batanea da loto e de
mora que pairava obre a
rain oulra direeca.i, e poncu depois elle absorveu-se
aln luleirameule.
Nojardim lo d.iulor, que leria si lo as delicias de
nm naturalista, e no qual acliavain-se reunidas com
sp\fcn, e curado pelo duulor Assandri Ihe deixara
como lembranra de grilidlo, llavia ntreessas duas
lum-
i li-
(Vid. Diario n. \)'J
cabera joven a ja em-
palidecida du marquez de Anrebonne. Qoando ella
o soube j era larde algumas horas apeuas a spa-
le previses fune-
proprios present-
inentns. Assim toles os esfarens da marqueza de Ao-
rebanne erain baldadoi pete convicrao serreta e obs-
linaila de Kaonl. Ella percorrera ora elle os mais
bellos pai/es do mundo, estivera alguin lemii > em
todas as eapilaes da Europa, lichera das fonles mi-
IITElieS,
RIO DE JANEIRO.
CMARA DOS SRS. DEPITADOS.
8" SESSAO PKEPAKATOKIA EM 22 DE ABRIL.
/'residencia do Sr Antonia Jo- Mar/mito.
Saramario.Expediente.Ordem do .lia.Eteirn
de Minas Ceiaes. VolarAa.EleirAo de Pernam-
buco. Discursos des Srs. Villell lavares, Virialo,
Pacheco, e Augusto de Oliveira. VolarAn.
A's II hora, e rueia, presentes os Srs. Machado,
reman les Vieira, Alhlide, B.plisla Monleiro, Cer-
queira l.eite, Goncalves da Silva, Dantas (Manoel),
Men.les da Cusa, P ragibe, Cruz Machado, Cunha
Mallos, Scrra Carneiro, Tilo, Augusto de Oliveira,
Dias Vieira, Souza LeAo, Nebias, l.uiz Francisco,
Pompeo, Andr Bastos, Oclavi.no, JoAo Fclippe.
Salles Torres-Horaem, Vllela lavares, Barbosa d
Cunha, Costa Pinlo, Kamalho, Silvcira Lobo, Paiva,
Pinto de Mendonra, l'ereira Piolo, Sllalniel, Ha-
checo. Piula de Campos, Oaioso, Silva Mirand
Miguel de Arante, Tobiai, Leite, Jaguaribe, Augusto
Caldas, Pedro Muuiz, Farnandes da Cunha, Calbei-
ro. Nabato, Sampaiu Vianna, Silvino, Fausto, I
Brrelo, S e Albuquerque, Lima c Silva, liego
Barros, baria de Camarag.be. Bezerra Cavalcanli,
AITonso de Carvalho, Tiberio,AragAo e Mello, Barros
Pimental, Pedreira, l'elfort, Alcntara Machado,
Augusto Corro, Felippe de Artejo, Cyrillo, ller-
niogenes, Baependy, Anlunes de Campos, Madurei
ra, Viriato, llenriques, Toscano, Sacaiva, Itenavi-
des, Pereira da Cunha, Salles, Cunh Figneiredn,
l.uiz Carlos, Dominguea Silva. Brandao, Candido
Mondes, Paranagua, Teixeira jnior, Diogo Velho,
Pederneira, e Aranha, abre-se a ses'Ao.
Le-se e approva se a acta da sessAo antecedente.
f Sr. 1 Secretario da coola do seguiule
EXPEDIENTE.
Oflicio do Sr. ministro da justica, Iransmillinda
os inquerilns a que prucederam o chefe de polica,
juizes de direilo o juizes mumripaes na provincia do
Cear.i, a respeito das orenrreucias batidas na eleirao
da linperalriz, Balurit e Sobral, da mesma provin-
cia.A's rommissoes respectivas.
Um oflicio do ministro do imperio, remetiendo as
actas das assernblcas parochiaes ollimaincnle rece-
bidas das provincias do Amazonas, Maranhao, Piao-
hy, Cear, Parabiba, Babia e .Minas Ceraes, a cinco
dos collegios eleiloraes da Haba, e da apurar.io do
10 dislricto da mesma provincia. A's commis'es
respectivas.
KepresenlacAo docomentada dos cidadAos votan-
tes da fregnezia de Nossa Senhora da Victoria da
cidade da Oeiras, provincia do Plauhy, pedindo que,
pelas razoes que expenden), se considere nulla a
eleicin primaria da freguezia de Oeiras, a a secun-
vAas tentativas Nao conseguir recobrar nem resii-
luir-ll.e a Iranquillidadc.
O doulor Assandri ouvio esta narracAo com pro-
funda atlenro ; refleclio muilo lompo, e depois per-
guntou A marqueza que idade linha o filho.
Vinle e dous anuos e alguns matea, responden
ella.
E dorante estes ltimos annos V. Exc. nonca
notou nelle nenhiim dos symptomas, que precederam
sem duvida a eufermidade e a murlc do av e do
pai '.'
Nenhum. Tuda nelle desde a menor idade in-
dicava a forr,a, a saude, a vida. Noeles ultimas lem-
pos, temeiido augmentar ainda suas i.li-as Irislc* com
cuidados exagerados, den.-o coimneller algumas
imprudencias, das qoaes sabio lao bem dispnslocomo
o mancebo mais rohoslo. Nos raros momentos em
que ronseeuo riislraliir-se, vejo-o fazer prodigios de
agilidade e de vigor. A's vezes na Suissa e nos Py-
reneos, aconleceu-lha desafiar repentinamente seus
enmpanheiros de viagem, sobir com passo ligero e
firme, durante longas horas, as veredas mais escabro-
sas e mais ingremes. Cbegan lo ao rama, soa fronte
eslava hmida de suor, porin seu corarjo nAo pal-
pitava rom accelerarAo ; suss pernal nao rorvavam,
seu peito largo e tranquillo sspirsva livremenle o ir
vivo e saudavcl das monlanlia*. EnlAo durante um
momento fugitivo como o relmpago, elle olhavs
para mira com tiinmpho, mas se va a alegra e a es-
peranra brilhar-me nos ollios, pareca lembrar-se
suhilameule de que essa alegra era enganadara, de
que essa esperanra era v.a. Com nina palavra, rom
um gesto, rom uin olhat elle tomata a por-me dian-
te desse pensamenlo implaravel, que forma eulrc
nos dou* mais um lacn : lsrn falal emelhinle a' ca-
deia horrivcl que uno dous condemiialos em um
mismo esforeo em uma tue-nia di'ir.
Infeliz
eommovido.
no vapor ol'arana'.
Sou alheio aos eslylos da casi ; mas upponho que
no regiment llavera' alguna disposirao no sentido
de fazer com que tais actas icjam remedidas sem
demora. Nao quero censurar a repart.rao por onde
e deveria eflecluar seuielhanle communiencAu ; mal
uma vez que as acias a que me eslou refrendo sao
indispensateit para se reconhecer, se a eleirAo he ou
nao valida, he urgente a remana deltea, a en a re-
rlamo, poii que vejo pela leilora do expediente que
ja' fii.lou, que nAo foram enviadas a'caa, assim co-
mo sei que nAo se arham na secretaria.
Prtenlo, pero a V. Ex. alguma providencia para
que a commisso seja habilitada a dar o seu parecer.
O Sr. Presidente: O uubre depulado queira
formular em um requenmeulu o que acaba de dizer.
He lido e approvado sem debato o seguiule re-
querimcnlo :
Kequciro que se exija da secretaria do imperio
a ramean das actas eleiloraes da proviucia da Ba-
bia.Dantas (Manoel). f>
He igualmente lido e approvado sem dbale o se-
guinte requerimentu :
Kequeiro que se pecan) o governo, enm urgen-
cia : I-, as actas das eleices municipaes a que se
proceden na fregoezia das B.rras, provincia do
'iauhy, em aetembro e novembro do auno passado;
2-, as inlormar.ies que acerca .ellas den o presiden-
te da mesma provincia ao governo ; :|-, a represen-
tarlo dos habitantes de Campo-Malar, daquella pro-
vincia, contra o joiz de direilo JoAo de Carvalho
lernandcs Vieira, e a nformaca i que sobre ella deo
o presidente : 5", as cunmuiiicare. do referido pre-
sidente acerca dis eleir,rs moiiicipaca felas na pa-
rochia da l'arnahiba em selembro o novembro pal-
iado,T.lo. i)
ORDEM DO DIA.
Elin'io de .l/ia tieraes.
(Hi-dislricto.
L-se, cnlra em discossao, e sem dbale lie ap-
provado, o seguiule parecer :
A ti-' coinm.-sf.o de poderes, a quem foi presen-
te o oflicio do depulado rto 1(- dislricto de Minas
Ceraes.n Sr. Dr. Jlo das Chagas de Audrade.dando
a* razoes pelas quaes nAo poda comparecer' leMo
do prsenle anno,he dr parecer que se d assealu ao
respeclivo inppleiiie o S-. Dr. Satelbiel do Andra
de Braga, qne se acha prsenlo, e ja' foi reconhe-
ci.i. poe esia aamata.
ir Paco da cmara, 22 de abril de IS.',7. Fran-
cisco de Salles Torres-llamein. Joao Pedro Dias
Vieira.Antonio Pereira Pinto, a
/Aeirilo de Pernamlmco.
iY dislricto.)
I.r-se, entra em disconau, e sem dbale be ap-
pro- ido. o legointe parecer :
A U* rnmmissao de verilicacAo de poderes, len-
do examinado as arlas que Um "foram presentes das
parochiai de que se conipne o collegio do 6" I stricto
eleitoral da provincia de Prrnambuco, e appruvan-
do o processo eleitoral, he de parecer que .ejam re-
conhecidus depulado pelo (i- dislricto eleitoral di
provincia de Pernambuco o Dr. Francisco \avi.-r
Paos Brrelo, e supplenle pelo mesmo dislricto o Dr.
Joao Mam-icio Cavalcanli da Rocha Wanderley.
rr Paco da cmara dos depulados, em 21 de'ahril
de 1857.Viriato II. Du'arle.I. J. Pacheco. ><
O Sr. Presidenta declara depulado pelo (i- dislric-
lo da provincia de Peruamhuro o Sr. Dr. Francisco
Xavier Paes Brrelo, e supplente o Sr. Dr. Juo
Mauricio Cavalcanli da Rocha Wanderley.
fi* dislricto.!
Le se e entra em disrasaio o segoinle parecer :
A > commisso de verificacao de pode.es, leu-
do examinado as actas que Ihe "foram (presentadas
das parurbias do 1-dislricto eleitoral da provincia
de Pernanibuco, e nao adiando falla esencial no
processo eleitoral, he de parecer:
ir (loe sejam apprnvadas as eleires dos eleilore*
do collegio, e reconhecidos depula ios pelo | dis-
lricto da provincia de Peruambuco o Dr. Augusto
Frederico de Oliveira, e supplenle o negociante An-
tonio Marques de Amorim.
o Paco da cunara dos depulados, 21 de abril de
1837.V. B. Dude.J. J. Pacheco, u
<> Sr. I'ilella Tarares:Sr. presidente, V. Exc.
ea casa coiiiprihendein perfcilameiile que eo. -eli-
do o nico depulado di provincia de Pernambuco,
representante de uma opiniflo all decebida ha; olio
anuos, d urna Oploiao que ..... materia eleitoral
principalmente se lem adiado como que tora da le
e proscripta, de ama opiniAo que lem sida vencida
pela torea, mas nao convencida pela razio : V. Exc.
e a casa, repilo, con.preliendeni perfeilainenle que
ou nAo potso deixar de tomar a peilo a defeza dos
direilos dessa oppmiAo. Pedi prtanlo a p ilavra pa-
ra fazer algumas eonsideracOei sobre a eleirao do
primeiro dislricto eleitoral da inhiba provincia.
Anles, porem, de entrar na materia devo protestar
a \. Exc, a a casa, que i.-nii.imi imliposirAo lenhn
rom o nuhre depulado eleilo, ou que se d'iz eleito
por esse di.tricto ; que ao contrario consagro-lhe
sympalhias e respeilos ; que lambein nao tenho nen-
buma indi'posicao coin qualquer dos meus collegas
.lepiii i i por Pernambuco, e que s*rapre me acba-
rae dtapesta a unir-me e lig irme cora S*. Excs. a
re-peilo dos inleresses da no**a piovincia, e d.v.uel-
mAi murmurou o doulor vivamente
Sim, infeliz mai lornou a marqueza de Aure-
bonne com sombra energa : infeliz entre todas as
mAis, pois aquillo que Ibes da' felicidade he a caosa
de meu supplicio. Todas as vezes que meus olhos
encontrara os de meu filho, tinte ama d.ir intima,
que vai de seu roraclo ao meo. p que desmeute as
palavras indifferentcs un frivolas qne Iroeamot. NAo
ha uma fibra de sua alma que me aej deseonheetri <,
nem um lugar da minha que Ihesejs arrullo ; iquilla
que me tortura, alormenla-u ; aquill,, (|ue me con-
sume, mata-o. Mudas vc/e* lentanios ragrair-UOl
mutuamente ; elle allecta alegra juvenil, en estr-
iados, e se di/ia na capital de Pernai-buco quaes
eiam esses individuos qu teriau. a felicidade de me-
recer que o gabinete Consentase na sua eleirao.
Dizia-ee que esses depulado* seriara eu, o mea no-
bre amigo o Sr. Dr. I.'rbauo Sabino Pessoa de Mel-
lo, e o Sr. Dr. Joaquim F'ranriscn de Farias. Fal-
lava-se lam, -ni no Sr. Dr. Filippe Lopes Kelte, se
bem que logo depois esta noticia desappareceu, por-
que o meu amigo o Sr. Lopes Nelto declara que ola
quera se apreseutar candidato, a que havia renun-
ciado a poltica.
As cousaa se passaram assiin, e militas esperanras
nutria o partido liberal de q.ue com efteilo podesse
sei representado pur seus anligos alliados e amigos,
quando morreu o Sr. marquez de 'ara...,' presiden-
te do conselho de ministros,
I inmediatamente os negocios raudaram r!e figura,
e .-uta.i contra Inda a experlaliva, apreseulou-se
como candidato pelo primeiro dislricto de Peinain-
burooSr. Dr. Frederico Augusto de Olivei.a.
Sorprcndeu-me, Sr. presidenle, e-sa apresenlacAo
do honrado membro pelo primeiro dislricto da capi-
tal da mu.ha pruvincia. n.ln porque Ihe falle mere-
Ciraenlo, reconhetoas suas boas qualidades.m.-.s por-
que prepon deranda em duas freguezias da capilal de
Pernambuco o partido liberal, era impossivel, a nao
haver fraude, a nao haver violencia, que po.losse
Irumpliar a opiuijo que sustente o honrado ineiu-
bro.
O Sr. llego l!arro.<:Nao nega essa intoleran-
cia '
ti Sr. Pues nrrelo :lsS0 era uma opiniAo.
O Sr. I'. Tacares:O nobre depulado deve sa-
ber que eu nAo perlenro a esrola dos excessivos e
exagerados; tenho ao contrario sido combatido ero
minha provincia por seguir as ideas de modera-
ran.
O Sr. llego llurros :He um protesto que fajo.
a. '' roearea rMa o nobre depulado me-
lhor do que nlnguem deve saber que na cleicAa do
primeiro circulo da miuha provincia se deram iire-
pularidades que nAo pedem deixar de ser apreciadas
pell Cmara dos Srs. depulados.
Apresenlando-se o Sr. Augusto de Oliveira como
candidato do primeira circulo eleitoral, arompanhon
a sn.i apresenlacau uma recomiiiendarao muilo espe-
cial do governo.
Sr. presidente, os jornacs da minha provincia
traiicreverom uma carta de S. Exc. o Sr. conse-
Iheiro Naburo, uaqual di/ia que lornava ura interes-
se lAo particular pela eleicAo do Sr. Augusto de O-
livrira, como se tora pela sua propria. Consta na
mu.ha provincia que o nobre membro eleito levara
do ministerio diversas cartas ne-le sentido para pes-
soa* all altamente enllocadas.
i"in se feilo, de lempo- a esli parte, uina difle-
ranra entre o governo inlertir cas eleices cuino o-
pini.1 c o governo como amor dado.
O Sr. .\a!/ura :Apoiado.
o Sr. uraiSfa:Ka nem tlilua uu Jl. mi-
nistro da jualiea. iiisos.',
O Sr. fabuco :He do fallecido Sr. Antonio
Carie
O Sr. liraniiao : E V. Esc, a tem aproveilado
milito bem.
O Sr. /'. Tacares:O mine ministro da justi-
ca. que me den o seu apota o, dte saber que esla
doulrina seria verdaleira se com ell'eilu o nosso po-
so ja esiivc-se lao illuslr.ido gao podesse fazer esta
desrriininarAo, que pulesse fazer dilTerenca entre a
caria de um ministro que diz que pede, e a caria de
um ministro que recommenda com torca de autori-
dade.
O Sr. SUceira I.oho :Apoiado ; e em lodo o ca-
so he uina Inftdelidada ao programma.
O Sr. \almro :V. Exc, Bol dara noticia des-
se programma ?
O Sr. Sttcelra Lobo :He anoelleque rio alto do
II.roo se espalhou pelo Brasil inleiro :A liberda-
de do voto,
O Sr. Salmeo :Em tempa opporluno entrarei
nesla que*lan.
t> Sr. SUteira I.oho :E eu Icrei niste moilo
prazer,
O Sr. V. Tacares :Vero aos nnbrcs depotados
que me nao iulerronipam. Ha inulto* aunas que
nAo tenho a honra de pertencer ao parlamento, ac-
cresec que sou muilo aranhado...
lima cr.z :y paree*. (Risos.}
O Sr. /'. Tacares :.... e eolio Icnho medo de
perder o lio de intiihas idea! e uo poder chegar no
fin a que me proponbn.
Mas a eu dizendo que se o nosso povo fosse ja
lao illusirado que podesse fazer uma jusla dccrimi-
n.-icao enlre o pedido de um ministro de estado e
uma impottejau, a doulrina do nobre ministro da ius-
lica eria verdaleira.
Unta coz :Anda as*im a dislincrao he muilu
metaphysiea. (Apoiadoa.)
O .Sr. r. Tacares :Alas no nao estamos ainda
nesla caso ; e quando se recebe nina rarla de um
ministro de estado, que diz : r interesso-ine lauto
pela eleirSo do Sr. Fulano quanlo pela minha pro-
pria, n o individuo que rerebe urna tal carta julga-
*o na rigorosa obrigarfo de volar naquelle sentido.
[Apoiadnt.]
O Sr. I'. Tacares :Digo i*lo porque essas enr-
as so se escrevein a individuos com posiQAo oflicial,
quasi sempre a empregados pblicos, que lem receio,
em um caso desles, de ir de encontr a vvntade do
ministro.
O Sr. tagaslo de Oli'ccira : S. se nAo liverem
nabreza de senilmente.
O Sr. V. Tarares: Senhore, o caso be que o
honrado membro. o Sr. Augusto de Oliveira, apre-
Mnlon-se na minha ptetiuda com e*.*a* cartas de S.
Exc. o Sr. conselhciro Nabuco, e essas rarlas de S.
Exc. deviam multo influir no animo daquella pes-
risos, e as vezes noisos labios linda sorriem, c ja ama
lagrima meio encoberla nos mulla as palpebras....
Oh sim, Infelil mai, e aquelle que me consolasse"
aquelle qne me restiloiss* meu filho seria para mira
o represenlaule visivel do Dos de clemencia e de
bondade !
Houve ainda um silencio : o doulor conseguio ven-
cer sua erancAo, e dista a' marqueza :
Foi \ f:\c. quem amamanten sea filho ?
Certemenle respondeu ella com am relmpa-
go de nrgulbo materno.
Pois bem !... nao quero Iranqnillim-li absolu-
tamente, c expa-la a recahir depois de suas esperan-
Cas em ama burnvel realidade... mas lano quanlo
IMidemos confiar na sciencia mais fundada eni con-
jecluras, crcio sinceramente que seu lillm nAo lem e
nunca lera' doenea di peito...
Oh senhor '. nterrompou a marqueza com tal
explosao de alegria, que elle lirou issoslado.
seus presenlimenlos e seus rcreios ; cada semana,
cala mez que elle galibar sobre esse inimigo iutisi-
tel, Ihe restituir' pouco a penco a Irauquillulade de
espirito qoe parece-me ser seu nico meio de salva-
So : V. Exc. vera' erguer-lht a bella fronte, bri-
lli.r-lhe nos olhos a es|ierauca a a vida, reauinar-se
o sorriso em seus labias, e uina mauliAa seu filho
acordara' applacado e curado...
Mas que he prcci*o fazer para i*so ".' tornoii a
marqueza de maos postas, de olbar appllcante como
sa falla-se a um ente de poder sobrebuinano.
Ah senhora marqueza, responden o doulor,
se eu fosse eharlallo Ihe uffereceria ja' dez meios mais
ou menos inf.dliveis ; porra sou apenas um medico,
O que a despeilo das mas linguas nAo he inleiramen-
le a mesma cousa, a Dio pono indicar-lhe senao as
receilas mis tulgares... He preciso ichar distrac-
rao, que deleilem ao Sr. Kaoul, ou ora trabadla que
------- I
' v, ,M *.^ ."u .i-,*,*..... a acco|.e, ou anles di*norlar nelle nm "i,si,, >,
do membro...
O sr. Augusto de Olioetra : lslo nAo he
exacto.
O Sr. V. Tacares: Senhorcs, o capiio do por-
to qu? tambera be inspector do arsenal de marinha,
que sem duvida em materia eleitoral he uma po-
lencia, porque boje cousidero potencias todos os ca-
pilAes dos portos riso; fez com que lodos os indivi-
duos que se acbavaui matriculados na capitana, su-
jeitos a sua scrAo, sua autoridaue, voiassem cm
uma chapa de eIcitores que leriam de dar o seu voto
ao honrado membro...
O Sr. Aiigusio de Oii'rrira ; Como podiam dar
em millo qualquercidadAo.
O Sr. V. Tacares : NAo, porque o hnralo
membro sabe perfeilamenle que o Sr. Elisiariu umi-
ta Irah ilh ni em pro de soa eleirAo...
O Sr. Augusto de Oli'ceiro : Como amigo, as-
sim como lodos os meus amigos.
O Sr. V. Tasares : Como amigo ; mas o Sr.
Elisiano applicou lodosos meios que eram cumpa-
live.s com a sua autoridade ; o Sr. Elisiano traba-
dura para a eleicao do honrado membro, mo como
amigo, mas comu autoridade, como inspector do ai-
senal, como capitAo do porto...
O Sr. SUtMira Lobo : Como cnlidade ofli-
cial.
O Sr. V. Tacares : A capatania do pnrto toda
foi arregimcnlada para votar no honrado mem-
bro...
O Sr. Augusto de Olicetra : Trabalbou como
cidadAo brasileiru.
Im Sr. Depulado ; Qual a linha divisoria da
adloridade do individuo ?
O Sr. /'. Tacares : Isto fez, senhores, com
que cm duas freguezias a eleirAo primaria nAo fosae
regular, falto da fregnezia do Kecife e da freguezia
de S. Jos, logo locarei na freguezia de Sanio An-
tonio ; para ellas aflluiram os matriculados na capi-
tana do pnrto, que recebiara das raaos do Sr. Elisia-
iii. ou dos seus agentes....
O Sr. Augusto de Olecira : Nem corapireceu
na igreja.
O Sr. /'. Tacares : --... a chapa dos eleilo.es em
que deviam volar. O nobre depulado deve ssber
que as lisias eram carimbadas, afim de que a meu
no acto da receprAn pudesse aceita-las ou rejsila-las,
conforme as conveniencias da eleicao.
Na eleicjii de S. Jase, alera desla irregolaridade,
houve um.i osleularAo de forra militar...
O Sr. Augusto de Olireira : (Memarao de for-
ja militar f Sania Mana I
O Sr. randao: Nao foi s em S. Jos, foi em
mudas freguezias ; a forja militar esleve na ordem
do dia.
O Sr. Augusto de Ohceira : Dais ordenancas
de polica vi no acto da eleijAo ; s na lerceira cha-
mada, quando houve alguma perturbada, he que
acudirn) unas 2(1 praras da polica.
O Sr. I Tacara : Sr. presidente, a freguezia
do S. Jos ,.i cmara permilla-me esta expressao) lie
em.iieiitciiiHile praialra....
O Sr. Augusto de Ol Mira iio apoiado.
O S*. i". Tucurcs : ||e impossivel uaqaclla
rreguexia o Inumpho da opiniAo aaquarema, boje
chrismada com o nome de conservadora....
?, 5'- /"*""* *"**wT"- *"< >nni.^"
O sr. I I acares : Na freguezia de S. Jos o
nobre membro leve um Inumpho espantoso...
O Sr. Augusto de Olireira: Empregando os
meios com entontes, trabalhando.
O Sr. / Tarares : --.... a opposijAo, o partido
liberal nao pode ler nem o* supplenle...
O Sr. Augusto de Olireira : Nao apoiado, deu
os suptenles.
O Sr. I Tacares ; Algans...
O Sr. Augusto de Olircrn : Todos, isto mos-
Ira que o nobre depulado nAo esla ao laclo da elei-
rAo.
O Sr. I". Tacares : All a inlervenrao do Sr.
Elisiano cm loda a genle que habita na'Cabanga,
onde inora grande parle dos matriculados na ca-
pitana do porlo.se moslrou muito claramente ; a
mesa de S. Jos foi sobeana de lal maneira, que
to/.ia volar os morios e recusava os vivos... (Bi-
sadas.)
O Sr. Augusto de Olireira: -- Isto he preciso pro-
var, nao basla dizer.
O Sr. /'. Tacares : Muitos cidados qnalificados
deixaram de *er reconhrcidos pela mesa ; outros,
que nao o eslavam, erara immedialamenle admillidos
a volar ; a mesa os re. enhena. V. Exc, Sr. Au-
gusto, deve saber perfeilamenle, que por occasiao
de uma grava ronlcstacdo a respeilo da rccepcAo do
voto de nm in lividuo que nAo eslava qualit'icado,
masque a mesa jnlgava qualiliaado, houve um ci-
dadAo do partido da ordem que (irou ura ponhal pa-
ra .-.tocara individuos da n.pi.*irlo....
0 Sr. Augusto de Oliccira : Foi om CidadAo do
partido liberal que puxou o punhal.
1 m Sr. Depulado Esto he que he o falo ver-
da. leiro.
O Sr. I". Tarares : Admira que os nobre* de-
pulados eonleslcm um facto que mo puderiim cun-
te.lar na nossa provincia. Creio que o Sr. Dr. chefe
de polica, Poly carpo de LeAo, esleve com o indivi-
duo que puxou o pnnhal...
O Sr. Augusto de Olireira : -- O nobre depulado
esla coiifuiiilimlo as pocas ; o facto a que se refere
se deu na eleicao municipal de selembro....
O Sr. i". Tacares : EnISo j confessa que ura
cidad.lo du partido da ordem na eleirilo de selembro
pxou por um punhal '.'...
O Sr. lugui/o de Olicafra : NAo eslive pre"
sent ; mas o facto a que alludo deu-se na de.co
de selembro ; na eleicAo de novembro, que he a de
que se esla tratando ; na eleicAo de novembro quera
puxou por ponhal fui pessoa do partido liberal.
Jla outros apartes.)
I) Sr. /'. Tacares: Tenho sido tAo inlerrora-
pido ueste discussAo...
O Sr. Augusto de Olireira: -- Eslou aiudando
ao nobre depulado.
O Sr. I\ Tacares: Muito abrigada pelo au-
xilio.
ligaveis. L'm tostante depois ia assenlar-se no canto
mais obscuro da sala. Eu ah o achava sombro e io-
hlarto lento a cabera as mAose a fronte carregada
de nuvens. Flstou suflocado, dizia-ms elle, vamo-
nos daqui 1 Adiniravelmeiile dotado para as -scien-
cias elle parava deslenla lo, no momento era que
iam abrir-lhe seus myslcriosos Ihesouros ; murmu-
rava coin amargura : Me tenho o lempo de apren-
der suilicienleinente : antes quero ignorar ludo i>
As mesillas artes, eese araaveis consoladoras, torna-
vam-se para elle cmplices de ras dnrrs, instru-
mentos de seu suplicio. Vctido-o apaixouado pela
msica eu linha obtido por grande favor que Chu-
pn Ihe desse linies. Fiquei a principio maratilhada
nelos seus progreHoi, peto inleresse que elle pareca
l .rn.r nesse novo estado, e felicitava-me de ler a-
chado nina forte disIrac^Au. Euganava-mc ; em
vez de diltfttbi-lo de sua ido falal. a msica Ih'a a-
vivava Chapn e elle linham-*e sentido attrabidos
um para o oulro, por e*sa especie de doloroso mag-
netismo que une as organisares doenlias as almas
dotadas de uma seusibilidade perigosa, voladas a
nina predestinarle melanclica, ou enllocadas era
toaran
neraes mais celebre*, tontera lodos os meios para de- cn-me para moslrar-me igualmente alegre.' Mas cad.
leilar-lhe a imagioicto, c occupar-lba o espirito : um de us ss.be o que occulla-is debaiio desits sor-
mraiaauerlTlins-T^Ti. TrC^J "fe1"- '0*u turno/elle mi. tar.l.va era e,mnrecer,'e
iao,amaaear-lne o, das e pre-1 ,eu (,ii,.lr |,-,guda me drzta : Ouando parliranioa"
l:. s scien-ias ? as arles '.' os prazere^ da so-
parar-lhe uma agonil lenta e dolaron...
A idea fixa a loucura a morle ah isso
mesmo ja' eu suapeilava exclamou a marqueza com
voz afoga.la pelas lagrimat.
Importo, pois, curar o* imaginadlo d .ente ; o
isencial sobretndo lie que elle possa acancar e ex-
ceder essa dude de vinle e qualro anuos, qoe consi-
dera como o lerm Hiilerip.-idainei.le marrada a soa
vida, *ein que sen esla lo physleo e moral receba uma
offenis mui grave e irreparatel. Passado e*se termo,
Chantar...
Al s nem bella pera, inlerrompeu o doulor
srrrludo alratez de soa Iriiteza, parere-me que o
joven doenle nAo inorrc, e que ach.i-so um meio de
cura-lo'.'...
Antes da marqueza ler o lempo dereiponder, elles
virara clise ir Suzanna, a qnal depois de haver dado
alunice a gsxe.Ha, tiahl abracar o pai. Batata Uto
linda cm sen vesiu.rio de manhila, no meio dessas
Ciedade '.'
As mesinis tentad vas e os mesmns desengaos;
na socielade, na qual sua gr.ii.de riqueza, sea gran-
de nome e sua* vaii'agens exteriores Qzeram-n *er
arolhiilo rom empenho, elle leve hora*, mano* ainda,
minutos de d'-lrarraor de esquerime..... ; durante II .res que pareciam uas Coiiip-nheiras c suas vas-
esses breve* momenlos llciyi anima.lo e Irreaislivel; sallas, que urna mesma Idea fez estremecer
rtiliatl com os conversadores man brilhanlrs, e
cora os dancadores mais intrpidos, achava um pra-
cada dia que se Ihe seguir Ihe parecer' desmentir' zer cslravagaiUe em causar as wiis'adoias mais infa-
. ao nies-
mo lempo ao doulor e I marqueza. Someule eisa
idea anula muito vaga foi para aquella um rsceio,
para la uma esperaoja. l,C'o/i,Huar-je-na.J
MUTIUSDD"
/
ILEGIVEL
.- **





OTARIO DE PERNAMBUCO Oi'ISTA FEIP.A 1 DE MAIO DE 1881
*
OSr. .lugusf de Olireira:--reco-lhe perd
por le-lo iiilerroinpido, auvmdo alguma* iuesecli-
cic-ei ; se quizer nlo Ihe durei mais apartes, sou
uiuilo cavalleiro.
O Sr. /'. Taearft : Lm diversa occssif.es ein
que a mesa com un ovuismo admiravel recusava re-
ceher a lisia de cidad.lns qus eslavam qualicados,
rerehendo a daquelles que > nao eslavam, hoiiveram
eouteslacoes, e ealas cooleslaci.es se acsravaram, e o
negocio chegou a lal poni veja o nolire deputado se
me pode contestar lato), 'l'"' forra publica foi re-
quisilutu, e, lula nlo satisfeda a meia com etta for-
ca, urna uulra marchen leudo a' frente u Sr. general
Jos Joaquim Celho.
O Sr..htguflo de Oiiceira : Isto foi na eleirAo
de lelembru ; o nobre depulado anda eala' cunfuu-
dindo as pocas ; lino islu se den na elcie.lo de se-
tembro, nada tem com a eleir'n da novombro. llou-
ve dialurbiua na eleicao municipal, disturbio! que
Mulliente u.ln liouverum na elaie.io de noveiu-
bro.
O Sr. V, Tarares ; -- A opposican, Sr. presiden-
ta, vendo que ara un.....n-l pleitear a la causa em
S. Jos, (ntendeudo que era melbor reslgoar-se e
continuar a sulTrer, do que obler um Iriompho que
acarralarse com sir ternvois couseqoencias, .il.au-
donoa essa elcinla.
En como so pasiuu a eleicao primaria da fregue-
zia de S. Jos.
Urna co: : Nao abandonou ; fe o* tupplen-
(ea.
O Sr. Vt Tarares : Sa nao livesse abandonado
devia 1er felo os ciednos-
na voz :Porque Y
O Sr. Pinto de Campos:Os proprios liberna
ronfessaram qua nunca bouve eleicao mais dispu-
tada.
O Sr. Augusto de Olireira :Apoiado.
O Sr. V. Tarares :O nobre deputado esl tilo
afilelo com titas minhas bumildes considerador.,
que prese que ellas devem influir grandemente uo
animo da cmara.
O Sr. Augusto de Olireira :Estou apenas cor-
rigiodo oleumas inexaclidoes do nobre deputado.
O Sr. V. Taares :Declaro ao nobre deputa-
do que estnu eom lodo o saogue-frio...
O Sr. Augusto de Olireira :Tamboril eo.
O Sr. V, Tarares :Estou aqu cumprimlo um
devar. .
Sanhores, a poltica lie urna especie de religi.to
que urna vci aceita, abracada a crida, o homem nao
poda abandonar sem dezar, sem coniprometler a sua
bonra, a sua dignidade (apoiados), sem querer pas-
tar por um apostata, por um renegado. Nao quero
que aobre miro recaa esse labo, senliorcs ; eu soo
o nico representan!* das ideas da i.pposicao da mi-
nlia provincia ; em um momento Uto solemne, co-
mo este, em que se trata de urna eleicao Irregu-
lar, nao quiz deixar de, com a miuha Traca voz,
orientar a casa a respeilo do processo dessa elei-
cao.
Sr. presidente, se passarmos eleicao da fregue-
zia de Santo Antonio, as irregularidades quo all ap-
parereram sao de lal ordem, que eu cuido que, se a
cmara sancciona-las, nao taremos mais urna eleiono
vardadeiramente legitima.
Eu creio que para o processo da eleicao dos o-
meuie temos de obedecer as condic,6es da le, islo
he,da fazer aquillo que a lei muida que nos faoa-
IDOS....
Urna vo: ;He qneslao da juslica meramente
O Sr. y. Tarares:Mas nesla questao la clei-
(3o da freguezia de Sanio Antonio apparoce o faci
itraordinaro de um cidadao pertencenle i oppo-
sicao fazer um convenio com o governo da provin-
cia....
Urna vo: :Era o chafe de um partido....
O Sr. i". Tarares:.... a respeilo da maoeira
por qua se dever regular a eleicao. De sorle, Sr.
presdanla, que a passar este precedente, temos urna
immoralidad* aancciunada....
O Sr. Silveira Lobo:Apoiadissimo.
O Sr. y. Tacares :Mo entro na qucllo de
chafa de partido ; nao quero saber se o couvenio
foi feito com o eliefe do partido, tem com o parti-
do ; o qua digo, e o nobro deputado sabe perfeita-
mente, lie que bouve esse convenio ; que o governo
da provincia e doos ou tres cidadaos que se dizem
influencia do partido liberal, que dirigiam naqoella
poca a eleicao de Santo Amonio, flzeram orna con-
venci par* qoe a eleicao sa procedesse desta oo
daquella maneira.
Eniao sa estabeleceu que os votantes enlraisem
por urna porta, qoe depositassem suas cdulas em
urna urna que devia ter urna fenda, e que irame-
diatamenle sahissem por oulra porta. A's portas
da igreja eslavam postadas seminellas que nao
rlciiavain entrar seno os volantes que eram cha-
mados.
O Sr. Paes liarrcln :Arrstenlo qoe todos o<
partidos linham srds lepresenlanles na igreja.
O Sr. Pinto de Campos :G que lo.las as medf-
dcs lomadas relativamente ao prucesso da eleicao
foraro indicadas e reclamadas pelo proprio partido
liberal, que as slagloil ale ao da da eleiro.
O Sr. y. Tacares :Sim, seuhor ; mas qoal he
a lei em quesefuiidaram para eslabelecer semelhau-
te convenio 1 Pois ha iditum arliao de lei que dis-
ponha que o presidente da proviuc* pode fazer um
convenio com a opposirao, ou quein quer que seja,
para o processo da eleicao Y X eleicao nao deve ser
proseguida segundo a I-i de 1'.) de agosio de IHtft. e
esundo os avisos e reculamenlos a respeilo '.' Alas
esla convengo lave por flm obstar aquillo que ap-
> *i*si ".,-. ..jijiiiroccn.!-, devo uh.ii luieira
mente a eleicflo.
IS'a contaaem das cdulas receidas aehou-se mais
53 eadulas do que o numero dos volantes, islo he,
luili.un comparecido menos volantes do que as cdu-
las que se achavam na urna. Ora, quein nos diz, Sr.
presidente, que estes .">;( votos qae apparecem de
mais, diminuidos nos eleitores que figuram, a elei-
cao nao seria oulra, e por consequencia sendo ca-
iros os eleilores cm Santo Antonio, quem nos di'
qua votariam no honrado membro o Sr. Augusto de
Uliveira *
Eu cuido que e a que muito deve Influir no animo da cmara dos
Srs. depulados para no manos iniiullar a eleiQo de
Sanio Antonio ; porque nao sei, senliorcs, como se
ha da dar por legitima urna eleicao que aprsenla 53
cdulas de mais do qua o numero dos votaotas que
comparecer, devendo esta numero alterar inme-
diatamente a ordem da volar-ao.
O Sr. Augusto de Vltveira :Nao apoiado.
OSr. y. Tarares :Sr. presidente, a mesa d
freguezia da Sanio Antonio porlou-se na eleicao
primaria de urna maneira lal que eu Uve occasiao,
P"r cans do scu piocedHlenlo, de procurar o Sr.
couselheiro Sergio, presidente da minha provincia,
para ponderar-lhe a maneira irregular por que pro-
ceda a mesa, e cuido que S. Eic. por mais de urna
vez leva da reprehende-la por esses arhilrius que
pialiruu, j.i recusando a rerepciio de cdulas de in-
dmiluos qualicados, muilo couhecidos na cidade
do lenlo, ja admillindo cdulas de iuvisiveis, islo
he, de homeus que nao eslavam qualicados
Ea possu revelar a rasa um fado que presenciei
e que com effeilo me revollou. Eslava qualilicido
na freguezia de Santo Aiilumo u 3r. I)r. Caroliuo
Fraiicisco da Lima Sanios, medico muilo couhe-
cido na cidade do ltecifo, e morador na ra das
Cruzes.
O >r. Caroliuo foi rhamado e comparercu a' me-
sa para eotregar a sua cdula, mas a mesa respon-
dau-lhe : n Nao he V S. o Sr. Dr. Caroliuo. O
Sr. Iir. Caroliuo rehirquio : lkols eu nao sou o
medico Dr. Caroliuo l-'raucisco de Lina Sanios, que
mora na ra das Cruzes'.' i Diz-llie um membro
da mesa : a .Nao, senhor, eu conheco muilo bem
esse medico, nao he V. S. E nao se aceilou a sua
eadula netsa occasiao. Heferindo porin eu esse fac-
i ao Sr. cunsalheiro Sergio, s. Etc. fez com qua no
oulro dia o mesmo doutor fosse inmlo couhecido da
masa sa Ihe aceilassa a cdula.
Depois do Sr. Dr. Caroliuo, de quem fallo, fui
eu iinini-di.il.menlo chamado, a confesso que tive
ine.lo que loinliem nao ma coobecessem (risadas; ;
enio ao aproiimar-me da mesa, perguolei : Se-
rei eu o Dr. Villela Tavares a quem chamam "'
Sim, senhor, responderam.Eniao aqu esla' a mi-
nha cdula, a llumens muilo noiavea, muito co-
nhecidos, deitaram de volar, o nobre deputado nao
pode negar isso....
O Sr. Augusto de QHceira :Neg absolutamen-
te o Dr. Cari-lino volou.
O Sr. I Tacares :Porque S. Eic. o 8r. presi-
dente inlerveio nesle neuocio....
O Sr. Augusto de Olicairu :Na minha opiniSo
nlo devia lar volado, porque nao linha o iiome da
qualificacao.
O Sr. /'. Tavares :Eis aqui mui resumida-
roenla o qae se passna na eleicao do primeiro cir-
culo da minha provincia, qoe quanlo a mim he ir-
regular a nulla, e anda quanilo a enmura se resolva
a approvar essa eleicao, eu desejo que fique evprcsso
no Jornal Ho Commercio que o deputado Villela
Tavares argaea sua voz contra ella ; qoe o deputa-
do Villela Tavares lie foi indiirerenie sorle do
partido liberal da sua provincia no primeiro circulo
da capital, l'rocedeudo assim creio que mo oliendo
ao honrado mimbro, que se diz eleuo por ese cir-
culo, nem a seua amigo*, e qoe estou no nieu direi-
ta, porque, senhores. nao estou resulvido a sacrifi-
car ot meo- principios, nem as minhas convic-
r/ies, a quaesquer consideraces. Teulio dito. (Mui-
lu bem.)
(Continuar-te-Iu.)
rollos, cuja aim/i!- espero dentro em poneo revi-1 timo, .
ver, visto ser-me impoasivel paasar sem o seu
curso para psle lim
Tenlei snbstitui-lo pelo ineamavel IVdrinho, que
nao me tem servido eom a habllidade que suppu-
nha. forja he eoBfesaar, e acho-me, paranlo, mal
- iii-ioiiu com elle, e em vesporas de exonera-lo do
IAo importadla carino.
I'assando ao que intaresna, cnnipro-me dizer-lhe
que o iiosso asilarlo de talubridade anda he mao,
pois aloni da febro amarella, que sorrateiramenle
vai fannila suas victimas, leuios una epidemia do
lo-o, a que os mediros ibarnam na sua barbara gy-
riacoqueluche, que muilo It-rn grassado, acom-
melleinlo de preferencia a's enancas, havemlo ja'
poro, i i,i algaiuaa, eiisliudo grande numero da nu-
tras atacadas.
lis ganeroa alimenticios estn carissiinos a pes-
siiiios.
Ajcarne Iverde as vezes compra-se por 10 pa-
tacas, a's vezes por 1, II c Iti, sem motivo np-
pareule para essa oscilarao nos preces.
I'arece que os llltns. vereadores deveriam to-
mar em consideraciio semelhanle objeclo, alim de
resolver H incugnila, em beneficio deste pobre puvo,
quo lauta consi.leracao Ihes vols.
Se nao temesse incominodar os Srs. Qseaca, pc-
dir-llie-hia para illuuiiiiarrn mclhor a casa do mor-
cado publico, alim do previnirem mulla Iratanlice,
que por alli sa faz na* trevas. ou ao insignificante
muirlo de uuspessnnoscaudieiros.
Da lorma qoe de noile se observa aquello esla-
heleciineiilo, parece mais destinado a servir de coi-
to a urna borda da salteadores, que para outro ims-
ler lao dilTerente.
I'arlicipu-lhe que depois de orna adverleuciazi-
nha, insera em um dos peridicos que aqui se pu-
blcalo, fez-se a eleicau dos juizes e mal- mesarlos,
lem asanlo na casi nao podrm rmpate-. lerpretalivo n*o poda jamis, de mnnsira ilguma
r no. p.iucos ilia- de protogar-So, que tamos os | por principioalg......ledlreito, ler por
quaos sao o* Sis. Drs. K ulrigo Lasloi de Albuquer-
que Maraahao, que esta' mudo lonae, e o Dr. Juan
Jos l;prroira de Acular, quo secue para a corle no
primeiro vapor ; he de parecer quo seja chamado 0
Sr. Dr.Joflo llwcano Alveallaeid.
Sala das rommissOea 1" de maio .lo ls.">7.A. Ca-
valranli.I.uiz l'ilppe.A. de Souza Lito.
0 Sr. t. (liiMiiarrii's.Iteqoer urgencia.
Possa a urgencia o lie approva.lo o parecer depois
algiiu as palavras dos Srs. tiuimarios e A. Ca-
valcanli.
1 Ifjiir v tiihson qiierenilo aforar uns terrenos alaga-
dos que possue a ramiira municipal de Olinria e nao
0 podando fazer sem a competente aiilor,aoAo desla
a,siinblea veir. pedi-la. A commijo de"negoci-
os de cmaras.
Le-se o aeouinte parecer quo fica adiado cm virlu-
de du regiment la casa.
A' commissao de polica ful presente un requeri-
menlo doSr. dopulaln A.Casalcanli, pedmdo sua o-
piniAo sobre as eguintea duvidas (riiiieira so a re-
qoerlmento, qualqucr Sr. deputado he poimiiti.to o
oiicerrainenlo das discusses,secunda-so qualquor pru
jeelo eiiiemlado em lerceira diieusaio pode ser posto
a volea antes de daflniliva approvajao ou rojeicao
das respectivas emendas.
Sobre a prim-na, ruleiida a commis*ao que ne-
nhuma disposicao do relmenle aulurisa o cncerra-
inenlo das discussos pedido de alsum Sr. deputado,
a ao contraria ealabeleee bem delinilivameute os Ira-
mites que deve ler qualquer assompto que he uli-
millidd a discussao, nao pudendo a sseinhlea sem
infraccflo delli prescindir deeue tramites.
Ouantoa si-cunda, emende a commissAo que os
artiuos 121 e 122 comlilnados com o addilivo de 17
de junlio de IHli, que reeulam a materia sao bem
lim rev car
uiii.i dori-ao legitima.A inlerprelai;Ao,Sr. presidente,
he a explicado da lei ; a inlerprelacAu so divide
em doulriual e aulhenlira. e a dillereuca iiAn he se-
ii.l-i, qoo a interpreac.lo iloiilnnal, he o que resulla
das palavras, das regrai de beriiienoiilica applicadas
as palavras da le!, aos lemos ein que a lei lie con-
cebida ; a nilerpretacAo aulhenlira he a eapliea-
?ao dad., pela a-semblcu, que ronfecciunoii a lei, do
peiisainento que all pajara tal qual ; a llltarprela-
lenci.i do.a eiiioiula Ouo lias eipreaauMInlerias
de nutras provincias secompreheiidiam as conced.
das pela aaaamblea geral, e que por consequencia
era uocessario declarar isso de oulra maneira, por
lano o* nobre* dapaladoa aiitenleram aasira, jalga-
ram nacataarlo apreaentar o*sa emoinla, emouda quo
f.-i regetlaila como couirana an paiiaameuto da casa,
emenda sobre que houve craude discus-Ao eeu dese-
ja\a que o Sr. Dr. Baptisla mesmo me disse.se se-
u.iu fui elle que aiOU dessas etpresses :be pre-
nso que sejainoa francos, he preciso que digamos
eflo autlioolica, senlior presidente, nAo pode deixar I que queremos prohibir a venda do bilhelos de ou-
que tem de funecionar osle anuo, na tureja de San- I claras em suas disposicos, ve lando s volaran deli-
Pedro (innc,alve*, olileudn maiona de votos os Srs. i nitiva do projeclo antes de ser cunlieoido o resultado
Manuel Keruandes de Carvalho e J s Dominaues i das emenda.
Corrt'-a, para o cargo de jui/.es, os quaes por lal ino- I O mesmo Sr. depularlo, prope a revogacn do
tivo loram a' noite honrados coiu msica na porta, art. a-ldilivo que eslabolece a vula^o por esciulino
foEueles, ele, em siunal de salisfacao pela sua elei-
cao, que realmente foi oplima.
A iiieja de San-l-'rei Pedro Ijoncalves, lie a ni-
ca que eiisle no Varadouro desla cidade, e esla' an-
da por concluir, devido ao descuido capcioso de
alguem, qua pouco ou iierihum inleresse team
lomado pela conclusSo do templo, alia* de mxima
uecessidade para commodidade do liabilanl'S do
mencionado hairro, que presentemente sao cons-
Irangidos a subir a cidade alta, se quizerem ouvir a
sua un -a.
Os iiovos joizes sao activos e zelosos do culto di-
vino, principalmente um dolas, cuja replatela a
semelhanle respeilo, esla' bem firmada, e mallo pro-
metiera em beneficio das obras da igreja de San-Fiei
Pedro Goticalves.
Com a sua eleicao o povo do Varadouro est mili-
to esperanzado de ver a conclusao da sua igreja, e
eu o acompanho nesla esprrauca.
As obras publicas conliiiuaui a merecer os cuida-
dos do Etm. Sr. Dr. Manoel Clemenlino Carneiro
da Cuuha, que prosegue na admiuislracao da pro-
vincia, deseuvolveiido bstanle tino e indepen-
dencia.
Esta, nao lern agradado a certos e determina-
do-, qoe enlendem dever ser servidos pelo presi
denle, em ludo quanlo prelendem, e bem v que is-
so era mullas occasies he impossivel; mas, comlu
do, por ora nao receio briga.
Por fallar em obras publicas, occorre-me dizer-
lhe que o a (eiiinnerci.il o oliimamenle tem pu-
blicado alguinas correspondencias, assignadas com
o p.ou.Ion\ noartista, notando ceilos defeilos
na obra da cadea poblica, ultimada pelo engenhei-
ro civil Itetumba, deleilos que ja' etisliam .mi-
delle tomar por contrato a conclusao da mesma
obra.
Essas correspondencias nenhums. resposla teem
tido do Sr. Kelumba, que as ha votado ao desprezo
que merecem, porqoanlo esses orros de que he ac-
rusado, foram pralicajos pelos seus antecessores na
factura da obra, e nao podem por cousequoiicia re-
cahir sobre o ultimo que a concluio.
fliau me demoro mais sobre este objeclo, por en-
tender que, a semolbaiite respeilo, o Sr. Kelumba
nao precisa de defensores.
Seu crdito esta' bem firmado e e>(abelcrido
entre nos, pois, pralicamenle sabemos, que suas
obras nao se comparam com nutras que, depois de
concluidas, teem desabado, dizendn os euipreileiros
que nada tem com isso, porque o essencial he ga-
libar diiiheiro, seja la' como fur, para passar vida de
lord la' na Italia.
Por cousequencia, pode o carlista latir como
bern Ihe parecer, que estiraos era poca de dar poo-
ea alinelo a gozos, convindo, entretanto, rescuar-
dar-se dos flteaea da lllma. por causas das bolas da
iiiunicipalidade.
Eslaiuos era maro vazia, relalivamenle a dis-
trares.
Nao temos nesla capital um nico diverlimenlo,
por insignificante que seja. Vivemos aqu como
ermite?, sema menor aoldbilldade, e ineltidos em
casa, loge que lindos -.iu uossos allazeres.
Os que Dio procedem assim, vAopara os pasinalo-
rios, de ordinario fallar mal da vida alheia, passa-
lempo que nAo desaurada a certos pingas do meo
conhecimenlo, dos quacs o mais innocente po*sue
nana ehroniea de arripiar, a bem digna de pr-se
uo ollio da roa, ao menos para correctivo.
Dizorn-mc que projecta-sp a cranlo de urna socie-
dad* balame, alim de dar pariiuas mames, ma
duvido que is'o aiga avanle, a'visla do curraucisu.o
que aiu.la renis entre nos.
Os nossos carranras prefereni a palestra a oulra
qualquer sorle de distraces.e Dio quereiu enlrar na
via do procresso por cousa nenhuraa.
He pena que o 13 de junho nAo me livre desla
sucia, coinqoanln nao deseje senao beus ao meu
protuno, da forma deteiminada pelos manda-
menlos.
A Iranquillidade publica seaue sem alloracAo, e
a polica vai desempeubando seus deveres, coulinu-
audo os thuggs a ser acossados cora efficacia, e eu-
gaiullados com seguraiica.
ODr. juizde direilo de'ta comarca eonvocou o
jury para melados deste mez, ronslando-me quo a
masiada sera' pequea por haverem poucos proces-
sos a julgar-se, eniretaiilo a didicoldade que sem-
pre apparece para a leuniau do tiibunal, devera'
anda etislir desla vez.
l'mbirro posilivamenle com certos sojeitinhos que
dio parle de dueiite ao tribunal, para e feriaren!
ao onus da lei, ao passo que eslo de aaudc perfeiia
para Iratarem de seus negocios, mesmo as barbas
da auloridade, e os oulros pacientes agueuiam eom
a esfrega.
Contam cum indulgencia plena no encerramenio
da sesso, e porlanlo vao cassuando, mas espero que
desla vez as multas que se Ihe i-npozerem por falla
deconiparenmeiilu, uloaerlo o camiubo das aule-
riores.
Logo que querem fruir os pni, he de bem que
sopporlem os precalons, do contrario o ejemplo se-
ra Imitado, e dentro em pouco ninguem comparece-
r, e o Sr. aboco lera mulla raiAo cm desejar
acabar com essa insliluirao, que lo 'avia he reputa-
da como essencial de um puvo livre.
I'inou-se na corlo, quasi repeminamenle, o BOOM
apreci.ivel amigo Dr. Antonio da Cunha Cavalcauti
da Alboquerquo Mello, depulado aupptcile |ielo
circulo desla capital, moco de etcelleules qualida-
des c com um hrilhante futuro.
Sua importante familia acha-se immerta na mais
profunda dor, em a qual muilo siureramenle atom-
panliamos.
Urna lacrima de saudade sobre a sua sepultura, a
Ierra Ihe seja leve !
Esla soccesso vciu despertar certas ambri,es, cons-
lando-rap que al d'abi veio um prelendele aplai-
nar o ramiulio para obler a aubaliluielo daquclle lu-
gar, presentemente vaco, polu fallecuneuto do nos-
so infeliz amigo, comquanlo mudos iipinein que nao
deve latcr-ee nova eleiclo, por existir o respectivo
depulado, o que no meu humilde pensar acho ab-
surdo ; entretanto sera o que a cmara mclhor
julgar.
I em entrado esta ultima quinzena grande quanli
dado de algodlo na inspecelo, em cousequencia do
alio proco de 73"lili a 7 Is oblen Ij dos commercianles. (|S ntatolos trazein
lodo que podem, para aproveilarem esla febre que
ora anima os nteos especuladores.
As entradas daaemana lera an .ado por mil da-
zenlas e lautas sacras, c prometiera subir, assim qua
a noticia daquelles procos cbe,;uo allos os pontos
da provincia, onde lia depsitos do curra.
Assucar, entra Sigua raasravado brulo, mus qua-
si lodo esla comprado, entretanto algurn que appa-
rece a venderse desta qualidade, oblm S|600 e
5900 ris pjr arioba, someuos e braoco qeasi ne-
tiliim vem ao mercado.
O mei de foro esta a 4Oi>i)0O rs. a pipa, e muilo
procurado para Europa.
Sera lempo para mais, desejo-llie aaudc, felicida-
des, bem eslar, etc.
secreto, e a eommis'Ao peinen lo que be convenicnle
seinelbanle revogaoAo, lora a honra desubmeltera
cousiderai;ao da asseinhlea a segunde esuluen.
I i- un revogadns os arls. addilivos ao reuimenlo
interno da casa, datados de *i) de a bi i I de 1851,
que eslahelccem volarlo por escrutinio secreto.
Kevogadatas dtposIcBea em contrario.
Sala das coininisses I de rano de 1S'7.Jos Pe-
dro da Silva, presidente vencido qusnto a secuuda
questao. Luiz l'ilppe, ( I- secretario. llanos de
Lacerda !2- secretario.)
O Sr. M.Caratranti. Requer urgencia quanlo a
primeira o eesunda parle, e qua ni o a tercira pede
a dispensa da Impreselo, e a esa decide allirraaliva-
ineule,
O Sr. Presidente : Convida o Sr. secrelario
a oceupar a eedeira qu depois, he larnbein occ upa-
da palo Sr. > sccrplano.
Depois de fallaren! sobra a materia os Srs. Jos
Pedro, Luiz l'ilppe,e Francisco Joan, he rejeila-
do o parecer, quanto a primeira e s-'cunda partes
mandndose imprimir a lerceira que coiilem a reso
lurao.
OUDEM DO DIA.
Segunda dUcuseao da emenda ollereciila em ter-
cena ao projecto n. 31. que equipara o ordenado do
secretario do Cvinnosio ao da directora geral dj ins-
iruecAu publica.
lie approvada, bem como o projeclo.
Continua a primeira diacussAo do projeclo n. 30
que interpreta a lei n. 399 de 'i de abril desle amio
(I Sr. Abita : Diz que leudo as-icnado vencido
o projeclo que se discute quanlo a sua secunda par-
le, loe curre o dever de dar a casa as ratOes que o
levaram a proceder assim : declara a casa, que esla
inleiramente de accordo coro a primeira parle do pro-
jeclo que se refere a inlerprelarao das palavras des-
de ja cooldas na lei n. 3!)!), por que ho sua opi-
mao que essas palavras nAo se referem se nAo a ru-
brica do Ihesoureiro, e nao ao pacamente do imposto
de KO por calilo ; quanlo porem a seconda parte do
projeclo que diz respeilo a iuterprelaejiu I s palavras
loteras de oulras provincias* c que a cominisAo
enlen leu nAo abrancercm as loteras concedidas pe-
la ansemblea geral legislaliva, nao pode de forma si-
coma concordar com os seus iltustres collegas, por
quanlo essa inlerprelacAo he inleiramenle contra-
ria a opima manifestada pela assemblea, inleira-
menle contraria ao vencido na casa.
O Sr. V. Ilaptisla: ( Mu reslituio seu discur-
so. ;
CORRESPONDENCIA DO DIARIO DE
PEHNAMUICO.
Purahiba.
5 de um'.
Dei-lbe noticias minhas em li do passado, encai-
xandn-lha a missiva na mala do crrelo publico com
a maior cautela, alim de guardar o precioso iucog-
nilo, que tamo necesiito, para poder continuar nes-
la larefa.
Digo com n maior cnida, porque os laes meos
amigos do correio slo mais finos qoe laa de kaga-
do, e nlo deilsrn passar carnario pela malha, como
l diz o ditado.
Purlaolo, eu que bem os conheco, lenho muilo
cuidado com os marreros, que slo capases de farejar
tima missiva, inda na caria mais esguia, c enllo,
ade js minhas cncoramenda, fica-se inutilisado, por-
que alies uAn juar.lam sogredo ; creio qoo sao peio-
res qun inulb ro-, a lal respeilo.
Por coiisegainte, nao se admire daquella raolela,
em vista do que acabo >ie dizer-lhe, pois ello he de
summa necotsidade, mesmo para o socego de minha
individualidade.
EslimanJo que aquella chegasse saa e salva as
-o i- dignas raaos, prosigo no meu misler de noli
ciador, aiuda que baldo do naipe quanlo a nullciat,
por causa dos msui an ufo cum o apreeiavtl Mei-
AsSEMBLEA LE(.ISLAIIVa PROVINCIAL DE
PEHNAMUICO.
Stliio ordinaria em 1 de malo da 1857.
Prc'idewia do Sr. Jos Pedro du Sllca.
As II dorase ,';' da mauliaa, verifica-ae haver
casa, abre-se a sesgle.
I.ida a arla da antecedenle, he approvada.
O Sr. Primeiro Secretario da conla do se-
guiulc
EXPEDIENTE.
Le-se osecuinte parecer que he arprovado :
A Commitslo de negocios de cmaras era vsla da
inclusa pelicAode francisco Lucas Ferrara, requer,
que de novo se ollieie a cmara para reuieller a in-
lormaclo qua Ihe for exigida acerca de urna pretati-
(ao do supplicsule sobre o servico dos carros fne-
bres.
Pacn da as 1857.Oliveira.lleco Barros. Pereira de Unto.
Lu/, tioncalves Acra, Miguel Esleves Alvo, e
Josa Pinto da Uagalhles, rcpresenlam contra a pre-
' ic.l > de Antonio liernardo (Juinleiro.A Comuiis-
) de licencio de cmaras.
Lera-so e anprovam-M as re lacros dos projeclo
. l'.le 20, deste auno o 8 do anuo passado.
. tjOU-
l.e-se e fica adiado por pedir a palavra o S
calves boimarles,
A eontmisslo de consliluicao e poderes a quem
f.u prsenle a in.iicaoAo do Sr. Dr. Castra Lato no
senlido da se chamar u
pe
teudeudu
O Sr. lipaminondas de McWo : Sr. presidente,
eu dire muilo pooca couaa, porque vejoque nao po-
dernos dispender muilo lempo com a discussao deste
projeclo.
Devo dlier duas pslavras em reapoaU ao honrada
inemlim, que, na sesslo anteeodeole, lomando parle
na discii-sau, em vez de limitar se a combalar a dou-
Irina do projeclo, cora argumentos e raciocinios, ap-
pellou lamhem para o seulimeuto de franqueza ou
nao franqueza de minha parle nesla qociao. .
O Sr. Francisco Joao\Dio he comiso '.'
(II.i um aparte.)
O Sr. /'ramisen Joo:Mas foi qnasi a razio que
o nolire depulado Baptisla acaba de dizer em poocas
palavras.
O Sr. Bpamttoniat de A/e/lo : Realmente nao
sei a que ve esle appello a minha franqueza, a
nao ser pela nica razao de nao ler o nobre depula-
do assbjtido a di'cus-ao da loi ^ohre e lolorias, o nao
sabor qual o meu uno. portauto s.ilisl'aiiiio-o.direi,
que se a franqueza se refere ao passado, declaro que
vote contra a le ; se a franqueza se refere a este
projeclo, declaro que nao tem ell* paiisamenlo al-
gn! reservado, alem da minha eonviccgn, secundo a
maneira porque enteudo as expresses da loi adop-
tada por esla casa.
OSr. Francisco Joan:A franqueza referia-sea
maneira de inlerprelacAo, que nao tinha sido de um
modo mu claro.
O Sr. i:pnminondas de .Vello:Pois bem, nesla
parle eu digo que estou inleiramenle convencido
que ha nessidade de interpelrar a lei das loteras,
quer no sentido daquelles que votaram contra a lei
existente, quer no sentido daquelles que adoptaram
essa lei. Se eu fosse da opimlu daquelles honrados
memhros que adoptaram a lei das loteras, declaro
qoe ja' me jlinha apressado a fazer juma lei de in-
lerprelacAo, declarando que essa lei abrangia as lo-
lerias concedidas por lei geral. porquo ella nao he
clara, lie sem dunda qua o presidente da provincia
se alcuem lile reqoerer, a visia das expreise* eouli-
das no primeiro artigo, p le mandar que lodos os
oaiileli-las vendam bilheles do Rio de Janeiro, por-
que Dio vejo que eslejam prohibidos...
Eis aqui a le :
Ar. I. ()s bilhetrsdu loteras da nutras pro-
vincias do imperio, sei pdenlo ser exposlos a venda
depois de lerem pago olanla por cento sobre o valor
de cada um delles. a
Percunlo, ha alcum Iratado, alcuma ciencia, lei
ou decislo, que defina o que sejaiu loteras de oolraa
provincias ? Creio qoe nAo. E se o nobre depulado
me definir, como ja na casa se defini, que loteras
de oulras provincias sAo todas as concedidas, quer
pelas A-s -rnblas provinciaes, qur pela Assemblea
In-r. I. ein favor das provincias, eu ilirei qoo oulras
definem, que nao san estas, maa q,ie s.to tmenle as
primeiras.
A casa esla' bem lembrada da dtseustlo qoe houvo
a este respeilo ; uns diziam que por loteras de ou-
lras provincias se podiara considerar anda mesmo
as concedidas pelo poder geral, quando a appcaclo
dessas loteras Toase em beneficio de um.i provincia,
mas desle mesmoe sfflrmavam alguna que quando a
uppllcarao de uina luleria concedida pelo poder ge
ral, fosse em beneficio de eslabelecimenlos, ou ob-
jeclo provincial de alilldade geral, nao p dia ser
lotera de oulra provincia. Outros exceptuavam as
concedidas em favor do muuicipio neutro. Ora, per-
gunlo eu, exlttem ou nao loteras concedidas em
todas estas hypolhoses ?...
O Sr Francisco Joo:Com esla he que eu me
encasgo.
O Sr. Fpaminnndas de Mello:Sr. presidente, na
casa se susciiou esla queslao, he verdade, houve orna
disctalo prolongada, anas o pensameuto nao esla
comido aqu nesla le ; de maneira que eo posto
dizer, quo o pensainenlo de exelusSo lica pela lei
rejeilauo...
f'.'/iSr. Depulado:Enlan o que passoo 1
t) Sr. Bpaminonda de Mello:Patsou um.i am-
hicunlade, psssoo a duvi.ta, pur cunsequeucia existo
a neces-idade da inlerprelacAo.
OSr. A. Caratrant:: a solaran deve ser de
cimformidade com o ponsainenlo que pessoo na casa.
O Sr. Fpaininondas ds Afelio:Esla be qoe he a
quesiao, mas que nao baja neceesidade de interpre-
Irar e que na lei esleja compreendida a idea de que
se prohibiram as lolorias geraes, como querem os
nohres depulados, islo lie contra a evidencia, per-
mitiera qoe Ibes diga.
Se a le dissosts clara e posilivamenle, ficam pro-
hibidas as Inlerias de oulras provincias, mesmo a-
quellas concedidas pel poder geral com esta ou a-
quella spplieacjlo, nlo haveria diivnla n.ohurna, ma-
na tei nao pala islo, de sua lellra se nao collice lal
Eu nlo ronharei mais lempo a casa, nlo entrare!
na oulra quesillo, se mis devemos inlerpetraralei no
sentido manifestado pela discossao, ou acabar com
este pensainoiilo e adoptar urna oolra idea, digo que
a minha opmiao ho, que romo legisladores nao le-
mos ; i -1 ni'-, que mesmo interpretando mis podemos
revocar o peiisameuio adoptado na casa ( nao apela-
dos a apoiados ). He minha opiuiao, nao eutro agora
no seu deseuvulviineutn
Quaolo a ler dito o nolire depulado qua primeiro
falln, que o projeclo era anrcsenlado aet-olllcio
pela COinmiSfls de legislaran...
O Sr. .Vctins:Nao live iiiieiir'm de offender.
O Sr. s0,j:(l f.'arral/io:Enssomos legisladores
ex-ollicio.
t> .Sr. Fpaininondas de .Velo: Eu nAo receba
como ollensa, digo tmenla que nao oluta o ser o
projeclo apresenladoex-oflicio, ou o pedido de
qualquer corporarSo ou individuo, ou por esponla-
neldade de qualquer membro da casa ; nlo vem ao
caso para influir sobre o reconlieciiueiilo da alilldade
do projeclo e de sua conveniencia.
\oio prtenla a favor do projeclo, e nada mais
diroi, alvo se hoaver nova impognacoo.
O Sr. A. Cacaleanlt Sr. presdeme, eu nao
po'so descobnr ulilidade alguma na secunda parle do
presente piojela ; eu nao |.....o deixar de SOtleulsr
a digni ade desla assemblea, oppur-me cura todas as
forcea a urna resoiucao que lera por lim matar um
pensameuto qoe passou na casa.
Sr. presipeule, en volei aqui polo projeclo qoe im-
piiulia HO por eenlo, a volei com a limilacle de sedi-
min-iir a porrenlagein do Ib-soureiro, e anida mes-
o que volasse contra, boje eu lomara a defiera
de limitar-te a quilla que a assemblea decidi ame
nrmente, a interpretarn aulhenlira nao be tengo a
esptieaco da legislador, quando a le ollerece um
sanlido ambiguo...
I ni ,sr. Denutado : Vai contra os fados.
O Sr. ./. t'aiiit'-nnli : E qoe me importan! os
fados abusivos J Eu polillo de parle estes fados, e
sico os principios venladeiros. I ma iotarprelar;la
na he urna le nova, e lento ella nao pode uffonder
a lei que passoo, que onosso arlo addtrional prohibe
sbsololemenle quo na mesma sesslo se possa appro-
var urna idea opposta a que pateou na casa. Se a
idea, como reoooliecem os proproa aulorea do jiro-
jecln iiilerpieativo se oppoe Aquillo que passou na
casa....
O Sr. Fpaminoniliis dr Mello : NAo admilto,
HA luc tal conclusa..
O Sr. a. Carationti : Eu vou concluir das ps-
lavras dos iiohrea depulados...
O Sr. Fpnininondas de Mello : Ab !... como
nurlutlo sua. admiti.
O Sr. A. CavakaHtt : Das palavras dos nobres
depulados se dedsrc que essa intorprelacAo vai -le en-
contro ao pODsemenlo que passou na casa, se aa-un
he, jamis o projeclo pode ser a Imitlnlo, anda mes-
mo que se nao tragase dos principios da arle de in-
lerpretdcao, anda qua se Iraiasse pura e simples-
mente de fazer urna lei, porque no mesmo auno nao
pode ser fela uina le em sentido contrario a onlra
que Imli.i sido approvada, e urna interpretarn que
for udensiva do urna loi qualquer por nos promulga-
da, por esse principio sinsnla nlo pode ser appro-
vada.
Alem disto a inlerprclaeai nao pode ser Cimpre-
hendida senao como explicara, he por isto que eu
diste que anda mesmo que livesse volado coiilian
projeclo, boje volara conlra a interpretacio, porque
ella nao lera por fian senAo luuliliiar aquillo que nos
VOlalll
Eu disse, que deduzia da palavras dos nohres de-
pulados que me pracederam, o recouhecimenlodo
pensameuto da casa, em contrario interprelncAc
pelas ocuinles ralfies : 1.*, o nobre deputado que
me preceden disse, admillindo mesmo que o penas-
te da rasa era diverso do qoe o que passou na le
O Sr. Ilpaminondas de Mello : Diverso do que
se disse na discussao.
O Sr. A. Caroicanti : Se o pensameuto qae
houve na discussao he diverso do que, o que passou
na lei, o que se conclue d.ilu senao quo o pentamen-
to da discussao he ein contrario a inlerprelacAo qoe
se quer dar, he diverso daquillo que entendem os no-
hres depulados se concluir da malerialidade da lei '.'
O quo se segu he que se a lei olTerece ura sanlido
ambiguo, esse mal deve sor remediado ; mas semprc
em ordem a fazer prevalecer dentro da caso aquello
pensameuto que passou na caa ; o qoe se segu da-
hi he que o--a amliiguidade da lei deve ser explica-
da de maneira clara, mas do maneira que rspede
sempre o pcnsamonlo.
A lei, Sr. presidente, deve ser sempre enlendida
mais pelo sea espirito, do que pela sua ledra, ese
mis allenderraos i lellra, nao leudo cm vista o pen-
sameuto, a lei nn poder! |ier bem entendida, pois
a inlerprelacAo Mella deve ser fela de maneira que
se lenliam em vina sempre as razes que levaram o
legislador a coiifecdona-la...
Um Sr. Deputado : Qoll he esse pensamentn.
he que ca nao sei, porque as discussoes nao sao uns
do que o embale de pensamenlos encontrados.
O Sr. A. Caralranti : Eu vou mostrar.
Se a interpretacio dada pela assemblea he o qoe
se deduz da lei, conforme as regias da hermenentica
eniao dirci, que iienliiima dilTerenca faz da inlcrpre-
lacao aulheiilica ; a interpretarlo aulhent ca nao faz
dilferonea por ler forja obncalori.i, nem porque par-
le da assemblea, mas ha dilTerenca caire a inleipre-
i e.i i que d a i-> -mliie i, a que d o poder exe-
oulivo pela seguale raiilo : O poder execolivo
interpreta segundo as recras da sciencia, nos inter-
pretamos segundo eqaellas regras, e lando em alten-
cao a idea que passoo. He esla a razAo sem duvi-
da alguma porque se recorre ao poder legislativo para
interpretar a le, a razio mo be sena porquo essa
lei d.i lugar a duvidas, que podem ser resolvalas pela
assemblea, que a cunfeccionou, suppon.lo-se que se
deven] sempre respeilar as ilecisuM urna vez lo-
madas.
Tanto a inlerprelacAo aulhenlira nAo comprehende
revogaca.i que a eonttiloiclo, tratando do diversas
allrihuices do poder legislativo, diz o segunde :
Compele a assemblea geral fazer leis, interpreta-las
e revoga-las, donde sesocueque r-v.-c -cao imu cuin-
preheude interprelacao.liiem inlerprelacao compre-
hende revocacao ; ale couaas muilo distincla', e se
l niel prelj r.iu .i.tl pu le ruin [o elu-(oler rovu::aea.i, -e-
cue-se qoe a noss.i inteipratacao deve-se limitar
sempre ao nosso pensameuto aquillo que passou.
t ni Sr. Deputado : De inlerprelarao aulhenlica
mullas vezes vera a revogacao.
O Sr. A. Cacalcanti :A inl-rprelacao nao ,-
tAGI
J xa*
4VUL&A.
rHlHaa.8
Iras provincias o ale das loteras concedidas pela a<-
.embie ceral o que he Inconstilucioflglhouve gran-
le disrusslo acerca da cuii-liiucionalida le ou inrous-
lilucionlldade do projeclo. so se po lia prohibir a
venda dos bilhatas do lili, de Janeiro, porqoe alguna
iiihros ilopulados enlen liara que a assemblea pro-
vincial de Pernambuee niio era competente ; mas
essa incompetencia foi rejeilada, e os argumentos
aprsenla.los Pin piol oe medidas foram justamente
aquellas que eram nerc-tarias para ir de cncoulro a
opiuiao dos nobres depula los que eniau pcii-.ivam
em sustenlaC/iO peusain boje os inembros da comiuisso interpretan-
do a le. A graude questao nao foi senao o pod
compreliender a le os imbeles das loteras conce-
didas pela assemblea ceral ; os nobres depulados sig-
natarios da emenda eram conlrarios a essa idea
ou linham ideas justamente |ideulicas as que
apreseutain boje como se deduiindo das palavras da
lei. He ou nao Sr. presidente, aquillo que acabo de
expor uina conlradirrao manifest com a que a casa
adoptou'.'
A respeilo do municipio neutro Sr. pro-i lente, diz
o nobre deputado que mo pode ser con.iderad pro-
vincia, lie uina verdade que para o municipio neu-
tro lecisla a assemblea geral, mas pergiinto eu, ha
ou nAo questAes lucaes no municipio neutro ".'
(lia um aparte.)
O municipio neutro nao letn sua legislaeio r-p---
cial, mas lera inleresses especiaes, interesses locaes
de qoe au participa o imperio lodo. Disse-se aqui,
e foi um pensamento qoe lamhem pesou no anio
da casa, quo as loteras concedidas pela assemblea
ceral lecislaliva, erara para o municipio neutro ;
que as loteras erara ura negocio provincial, e que a
assemblea ceral legislando sobre laes negocios para
o municipio neutro, nao poda conceder Inlerias
para oulras provincias, senao cuino ura auxilio que
pude ser dado pela assemblea geral em lodos os ne-
gocios ; e que por tanto Ittglalaodo a assemblea geral
ueste sentido exclusivamente para o municipio neu-
tro, o.', i lie.iva a assemblea de P*rnanibuco inhibida
de fazer a prohibirlo indirecta dessa loteras. O
que por tardo caloa no animo da casa, o que por
tanto revela a sua decislo nlo ho senAo, que a jas-
semhlea de Peruambuco enteiiJeo que nao era In-
constitucional a prohibalo dos bi Hieles de oulras
provincias, pe que delerminou que nao se vendesse
sera a imposiejro de SI) por cento a mo sere-n conce-
didas ein favor de Peruambuco ; i'lo foi o que pas-
sou, foi o pensameuto da casa he esta a inlerprelarao
que os nob-es depulados devein dar a le....
/ ni Sr. Depulado :Mas islo nao esla' na lei.
OSr. A. Caroicanti:Qeando se derem duvi-
das, quando se fizerem reclamaees neste sentido,
o assemblea eol.lo decida ; mas deve decidir confor-
me o veuciJo, porque a inlerprelacao nao be uina
causa nova, nao he mais do que a explicarlo do
pensanieulo que leva a casa ; porem sem re I un..-
c.i alguma, seui que duvida alguroa apparecesse na
eiecuraeda lei, querer-so, inlerpr*la-la conlraiii-
zendo o pensainonlo da casa, nao be senAo quererem
os nobres depulados por forra, por faz ou por ne-
fas o que a assemblea esteje sojeita a'sua opioiao.
Rrpiio Sr. presidente, a inlerprelacao nao lem
ulilidade alguma, nA fui solicitada, u i houve du-
vida alguma na execucAo da le, a interpretaban por
tanto nAo foi apresenlada senlo porque se quiz apro-
veilar uina occasiao de fazer passar a por faz uu por
nefas u nina idea repellida pela casa (nao apoiado )
Dada a hora fica a discosaao adiada.
Coulinuaclo da segunda discussao do artigo 20 do
orcamenlo provincial.
O Gonfalcet Guimares : Poucas palavras di-
roi acerca do rugo que se acl-a em discussao, levan-
to-me smenle para pedir alguna csclarrcimenlos
aos nobres uumbros da commisso de ornamento
provincial.
Ignoro eu quanla se d para sustento dos presos
pobres da casa de delencao ; desejava que se me es-
clarecesse, por que os presos pobres das oulras ca-
deias da provincia lem sempr* lUO rs., e alm dislo
occorre que ao passo que lem meneo e remedios os
presos pobres desla cidade, nao me consta qoe as ou-
lras cadas da provincia os lenliam, lano a--i.n que
eu lenho-ns visto en diverjas occasies, que ho a
eaiidade particular quera os soccorre rom remedios.
Assim eu de-ejava que algum dos nobres raeinbros
da casa me esciarece-se acerca deste objeclo. Alm
de que, senhores, ha na sualeutacAo dos presos po-
bres alguns abusos, que he preciso evitar, lie que
alm de mudo diminua diaria de iO is. para os
presos das cadeias du interior, acre-ce quo essa sus-
lenlaelo ou forneciinento desse sustento be sarapre
dado por ora homem que d'ahi quer tirar alguns lu-
cros, e lucros de urna classe ja' alo favorecida, pelo
contrario que bstame solfie ja' com a privar-ao da
sua lber.la.le.
Tenho valo constantemente que na cadeia do Li-
moeiro o fornecedor da' a cada preso por semana a
lUantja de 800 r<., alem de nao ser e-la a quola, e
Recebemos uina carta em que o aeu autor so-
bro uar de certas expresadas herticas p blaspheuiiaa
a respeilo do cloro em geral, he extremosamente in-
justo contra ot sacerdotes de Ojindo. Ni devia es-
perar o Sr. ,i;U. dessemos pubiieidade a' essa
noticia, j.i porque nos deve suppor cilholicos, |a por
que ula nos devo crer exlrenhu ao q-ie se pasta em
uossa Ierra, liaos mi ha .le permillir que de nos*
sa penna saiam jamis expressos semelhsntes con-
lra o clero do tHuida, tau juslo o moialisa lo quanto
lem le injustas e de linmocaes as palavras que com-
pile essa carta. A* julgar pelo desinleresse e com-
pleta obuegacin ri-in que alo all desem en badea us
devereg *lo sacerdocio, n.iu p temos acreditar que o
senhor 11.1o eiiconlrisse ura padre quo bapllMSte sua
lil'iiuba inonbuii-la, uenoamos aules que a perda do-
senhor acaba de sullrer he que o faz ser
minal. grao mximo, por se dar a circumslaucia
agravante do S I. do arligo Iti do mesmo cdigo.
O Sr. advogado disse, que o reo nAo pradera o
rrirae de que era acensado, e pedio a absolvicar ,|0
mesmo reo.
O Sr. juiz de direilo, depois da Ireplica resumi a
maleiia da aecusorao e defeza, e propot ao jury as
questes de fado, e sendo eslas entiegues ao di lo ju-
ry, foi psle condolido a sala serreta das conferen-
cias as 2 horas da larde, donde vollnn ss 3 horas com
suas respntias, que foram lidas palo presidenle do
jery ds senleitee, e o Sr. jox de direilo receben io
as roi.pn.ias, declaroii que nos termos du S do ait.
da l-i do 3 dezembrn de I8, app.|lava pura <>
iin.it n. relarlo, publican sua sentenca, alisnl-
rusl ""lemnanda a municipalidad* as
I
segainle as
KLAlAd-
v-mluu a sessao, a liando-a para o da
10 huras da inanhaa.
a**!X&i2Sll "KSTA VttK-
loroaa qu* o aentior anua ue sullrer he que o laz ser lirKVji i,.' lf,AI)(IS DESTA FIIE-
llo injusto cora os acerdulet da (Huida, nAo que el- uSvBtt. ,s*-^1" ANTONIO DO lll-'i IRF
les sej.m realmente o que .. sen......liz. Os'-acer- J*** ""/ Al;>l. DE 1857. 'Ihb
dotes de Olinde compreltenderain sua nnss.o evan-j' J' .-'- ""'"' biauco, naacido ana 20da oulobro
gelica e a desempeiihara cabalmeiilo. NAo coiibe- __.' ..
cemos iieiihuin que mereca censura, a muitat, cu- .f"|dao> '"eto ^fr'cano livre, com 20 annos
da contera revoca1.;.lo, porque a dilteronra est mar- ^"n a de |60 r-, diarios, he ella diininuiissiia, e la-
ca la na consliluicao, e a coraprehender, dar-se-hla j Z* 'dea \ Exe. como podera' passar um hoinoiu con
note!, que a casa se puriha mudas vezes
celo m.imfesla com o acto a i iiciunal
*.,, i !J^,.'. i' P .-','1 caml'e<*r i at-1 que na mesma sessao se revogue aquillo ue l foi
Picudo a que o, dou. irauedialo, em ., al. I hHo pur ns me opponho, poique uJproTscloin-
o que eu
em conlr
Deve-se inteiprolar quando ha du vida, nese caso
lem lugar a inlerprelacao, que he urna explicaban
daquillo que a assemblea quiz, e que olTerece sentido
ambiguo, mas nunca a revocacao, nunca a alteradlo
do pcnsaiiio.il.i como os nobres depulados que-
rem.
(lia um aparte.)
O Sr. A. Caralranti: Enlende-se que lera lu-
gar urna duvida, quando he Irazida a nossa couside-
rarlo, mas se a le de que se trata esta promulgada,
sanecionada e em execurao, sem que nenhuma du-
vida ainda lenha apparectdu...
Um Sr. Deputado : Quem Ihe diise islo ? lem
apparecido inoilas.
O Sr. A. Cacalcanti .... lano qoe ninguem re-
clamen a nao ser acerca das palavras u deseja....
t'm Sr. Depulado : Logo ja houve esle.
O Sr. A. Cacalcanti : ftisioestou eu concorde
inleiiarncnte.
Se nenhuma duvida houve na execurao da le,
acerca do sentido delle, a larefa da coinmi-ao loi
intil, a duvida portauto existe smenle na imagina-
-; iu dos nobres depulados que querem nulltlicar a
ditposico da lei approvada nesle sentido, os nobres
depula ios te qoerem sproveltor da occasiao de orna
pequeua duvida que nAo imu vo embaraco na eve-
ejofso da le, e em cuja tolueno asamos concordes,
que he questao muilo secundaria, questao que nao
olfeudc inleresses da ninguem ; os nobres depulados,
digo, querem aproveilar-se da occasiao para fazer
reviver o seu pensamrnlo. pensamento manifestado
nesla casa por uina emenda apresenlada era segunda
discussao. e que foi rejeilada. Nao leudo o nobres
depolados|ou(ra occasiao pira apresenta-lo,procurara
aprovedar-se dtsle eiuejo uesparada e iuupporlu-
iiainenle.
A taUrorelaclo, Sr. presi ienle, se deve limitar
quillo que for reclamado, aquella duvida que for
Irazida a' considerado da casa, e nunca apresenlan-
do cspoulaiieameme a cominisso urna idea subre a
qual nlo nppareceu duvida alguma na execuco.
U Sr. Fpaminondas de Mello :Para o nobre de-
polailo.
O Sr. A. Cacalcanti :Se esta' em execuco a
le, se uenhoma dovida appareceu na casi, se "nada
se reclamou a qoe vem esla inlerprelacao ?..
O Sr. P. Ilaplhla:EnlAu nos nlo temos dirci-
tos como deputado '.'
t Sr. a. Cacalcanti :A lei se est executamto,
qual he a duvida que o nobre deputado quer re-
solver '.'...
0 Sr. P. Baptitt :E-la mesmo.
( Sr. A. Cacatainti:lira preciso ama reclama-
(lo.toaa enifin esla qoeslAo be secundaria; o que he
verdade be que a nterpraUeto ofrende o vencido na
casa, e traz como con-epicncia a mudauca completa
nu pensamento da lei adoptada, idea olfeusiva da
coii-liluicAo e da dicnidade da casa.
O nobre deputado que se asienta a minha esquer-
da, disse se o pensamsnlo dos depulados loi oulro, se
ell. votaram assim, votem contra a inlerprelacAo e
deixem qae eu vol romo quizer.Dessas suas' pa-
lavras concilio eu anda mais que do projeclo, que
elle esla' convencido de qoe nos, que volamos pels
existencia da lei, qoeremos que seja prohibida a ven-
da dos nilheles de todas as loteras inclusiva as do
municipio neutro, inclusive as concedidas pela as-
semblea geral legislativa. Sem entrar no amago des-
ta questao....
0 Sr. P. Baptisla :Veja como tira as conse-
qoencias.
O Sr. .I. Caraleanti :O nolire deputado arcu-
niema sempre mudo bem, com muda lgica, pode
deaeobrir em mtm mudos defeilos na argumonlae.au,
mas permita qae divirja delle; nesle poni acho iiue
eslou firme no meu pentamenlo.
O Sr. P. Baptisla :Esla' explicando o peusa-
inenlo fundan.In-se em que eu allirmei.
1) Sr. A. Caralcanli:Eu digo que das palavras
do nobre depulado se collige que o pensainento, ap-
piovado lia casa, foi contrario a interpretoeJJ.0....
O Sr. /'. Baptisla Neg :
O Sr. .1. Cacaleanlt:-He a minha iolelligen-
cia
" Sr. /'. Baptitta :Ouem diz, eo nao allirrao
nera neg.
li Sr. ./. Cacalcanti :Mas emfim seja como for,
rada um de uuseiili-ndc de seu modo e esla' rm seu
direilo.
(Cruzam-se alguns apartes.)
Ns nln enlen ler.io< a le somenle pelas palavras,
enteiidinu-la pelo pensamento, e pur lano nao se
deve alien.ler (Ao smenle ao sentido material, ao
que osla' escripio..,.
II Sr. P. Baptisla :Eu rulen lo os homeus pelo
qoe eiles fallara, pelas suas palavras.
O Sr. ./. Cacaicasili :HazAo o razao de mais
para increpar a commis-Ao
0 Sr. ICpnminonda* de Mello :l'aca um relato-
rio dessas ra/ois
f) Sr. A. Cara\ranli:Razan ha para increpar a
cominissao por apreaoular urna idea ja rapelllda por
esla casa, e be preciso polar que na dhMtfflo havida
na raa solire esle projeclo, quando se Iralava de
impar 80 pur rento solire as lateras de oulras pro-
vincias, foi apresenlada pelo nobre depotado a
orneada seguirte :na comprehondendo as loteras
concedidas pela as-emblea geral legislativa.
L'm dos nulirp depula ios que penia desle manei-
ra apreteutou essa emenda e o que revele a ens-
800 rs. por semana, sendo que no caso ue doenca,
nem para curalivo, nera para dieta tem clles cuusa
alguma, ao menos quo me conste.
Acho que couvin lomar alguma providencia,
principalmente acerca dos presos de fra, alim de
molla.irar o modo pralico da suslentajao delles, por-
que, senhores, era verdade iiinguein detpeuilera' seu
niobeirs) cum o sustento dos presos pobres, depen-
deade de atlestadus para poder receber o seu dinhei-
ro sem ler um lucro qualqoer disso, um lacro que
vai fazer muilo mal a urna classe lao desfavorecida.
Coinigo succedeu isto : foi preso um homem para
recrula, demorou-se na cadeia duat semanas, esse
hornera linha isences legaes, o juiz de direito por
isso o in.iu leu soltar, porm observou o guarda da
cadeia que elle eslava devendo o su-tenlo de duas
semanas, entle ped a conla s foi-me dada a de
3o800, mas depois que o homem se sullou,disse-me
que linha recen do 800 rs. por cada semana.
t Sr. F'lorencio : Era que cadaia "
O Sr. (V. Cuinaraes : Na do Limoeiro.
O Sr. Florencio : Por ahi va.
O Sr. O. Guimaraes : E por onde eu quizer.
Assim, pon, concluirei, esperando nao so a res-
posta -loa nohres depulados, como se fur nece.sum
maudarei urna emenda ao arligo.
O Sr. Jos Pedro (licitando a c.i lema da presi-
dencia, que he oceupada pelo Sr. primeira secreta-
ria) da' as explica;et pedidas pelo Sr. Gouralves
Goimerles.
O Sr. Florencio explica a maneira porque se faz
a alimenlacAo dos presos na casa de dctencAo, diz
qoe elles all tffe hem tratados, lera alimenl.inlo saa
e abundante, etc., e lamenta que as ca.leas do in-
terior s* uAo d aos presos, o que be absuluiaruenle
necessario para a seu alinitilar-ao.
O Sr. t. Guimares : Sr. presidente, do que
acabei de ouvir do nobre depulado que acabuu de
fallar, a maneira porque te faz a sosterilaco dos
presos, e quanto aos das oulras cadeias foi V. Exc.
quera diese que esse forneciineutn se faiia o u rea-
nlo at queixas que ha a esse respeilo ; mas anda
assim nao possu -leixar de lazer nisis algomas obser-
varoes a respeilo, sobre a maneira porque se tem
deixado em oqueciiiienlo o tralameulo dos presos
pobres do malo.
Senhores, be sabido que nesses lugares fura da
capital ha poucos medicoa ou nenhuus, entretanto
que da lecislanlo, nao se creando uina pessoa que
deva curar dos presos ; nao Paveada uina regra acer-
ca dos medicamentos que Hits ilrvc.in ser furnecidos,
tnoito soHYera' essa classe desvalida da tociedade.
Senao he lio pouco o que soll'rern esses homeus do
centro, presos muita vez ein clleles de couro,
que ole poda ter feito, seguudo a expressao da nos-
sa consliluicao. He para essa classe que eu deseja-
ria que houvesse mais allencA, que se adupla-se n
nieio pralico de se dar curativo a esses huineiis, e
mesmo se lomasse urna medula acerca do su-tenlo.
Senhores, eu sei que a casa de detencSo esla' col-
locada ii'inna cidade amule o modo de viver he mais
caro, mais costoso, mas he preciso ver tambem que
ura hornera ionio pode siisleular com a diaria de
Pe rs. ou aioda menos, porque os fornecedores dahi
tirara 10 is., islo, senboies 'ama classe lao desfa-
vorecida.
Crein assim que as informar/es dos nohres depu-
lados nlo deslruirem os motivos que me levaram a
pedir a palavra e oiiveucido de que disse uiua ver-
dade, vou mandar una emenda.
Remelle-e u' mesa a seguinlc emenda qoo se ap-
prova :
A diaria para o sustento dos presos pobres dases-
deas das provincias sera' de 200 r>.fj. liuimaraes.
He approvada a emenda cum o arligo 21.
a An. 21. Cora as recolludas do convenio de
Goiauna 8005
Vai a' mesa a seguale emenda :
o Com i hospital d-misericordia detioiauna 3009.
Sonta Carvalho. P. Itaplisla.Uliveira.Mello
Cavolcanli.Kego ll-rro.
lie approvado o arlico e a emenda.
Art, 22. Camas de leuarass til)!).;.
Vai a' mesa a secunde emenda :
a Em lugar de OODJ diga-se 800:5.liento Cosa.
Depois da elgumei consideraces dos senhores P.
Baplista, Sa' Pereira e .Mello Cavalcauti, he o arligo
approvado e rejeilada a emenda.
u Com as de (Huida 500*).
tanda-te a' mata a segunde emenda.
ir Era lucar de gOts) dica se 8OO5___Castro LelO.a
Approva-se o arlico e rejeile-se a ementa.
n Art. 2i. Com as de Papacara, inclusive a grati-
ficarlo de SO0-; para ura eapelllo, e de igual quanlia
para urna proles.ora, I:SU:i>.u
lie approvado sera discussao.
Art. 25. Cora os dous collegios de orpblot rs.
3:00li.-.i>
Vai a' mesa a seguinl* emenda:
11 Cum os dous collegios de orphgof. cm vez de
3:U0U9, diga se li;iK)0?,Oliveira.
lie approvado o artigo e reeclada a emenda.
11 Art, 2ii. Com a propagarlo da vaccina GOO.
Vai a' mesa a seguate emenda :
Depois das palavras vaeciua, ajunte-se e 'com o
rebivo da commitslo de hvgiene.Sa' Pereira.
Uepois de alcomas Coneiderecoes dos senhores S
, Pereira, Mauoel Cav.dcanli, Barros airelo e Pereira
de Urdo, he rejcilo o approvado o artigo.
Dada a hora.
O Sr. Prf.sideHe designa a ordem do dia,e levan-
ta a sessao as 3 l|tdi tarde,
ja vida he pastada enlre a oacao, ,1 pendencia e a
caridade, para us quaes nao ha snllnrnentos, hAo ha
iitliculdades, nao ha fa ligas, quando lera de levar o
soccorro espiritual a algurn liol, quando a menor de
suas ovelhas precisa do maior de seus servicos, co-
nlieceinos sacerdotes que podiam pastar bem, era
vista de seus ordenados, mas qoe paasam parcamon-
le em vista das esmolas que la/.em. Quando ancou-
irardes ura pobre ein tllmda, |ier^umai-lhe quein o
sustenta, e elle vos dir' que he ura padre ; per-
gunlai a' um orplnlo, a' um.i viuva, e vos admira
res de ver como no mcio de soa pobreza, aqoelles
padres achura Hielos de fazer lanos beneficius. Per-
suadidos ns disto, nA podemos aceitar as qoeixas
que 111,11- menle o leiihor dirige contra o clero de
Olinda. Convencidos lainbein de que os sacerdotes
de Oliuda lern aju lado a S. Exc. llvrna. na propa-
cacao da fe e na educado -los liis nao podemos |ul-
ga-los dignos da censura episcopal.
Dizem qoe a ponie do Varadouro em Oliuda,
mesmo para poule provisoria lera' raudo pouca du-
raco, e qu nlo he la cousa mudo secura, porque,
alera da flaqusima, as tahuas sao enllocadas do mo-
do que os cirros pastando, mdem sepaia-las e inlro-
duzr as rudas pela abertura que lizerem, dizem istu,
se he verdade respundera' quem sabe e deve la-
ze-lo.
Consta-nos que acha-se rccolhid no arsenal
um menino, quein licarara em heranea algumas
luas de subido valor e mu *scravo. Este menino
tem o sou tul ii uomeado pelo juiz, mas que nada
por elle lem feito, e seus beus que u puderiam tirar
desse lugar de que lauto precisara oulrus, sQo des-
fruclados por oulras pesgoas, que au elle.
A'proposito das rapoaas quo errara pelas roas
de Olinda, eseentamos e^crever esses dous versinbos
De fedo que niiiguein conlestara' quanto sao capazes
de inspirac.lo essas rapuzas ueste lugar, e uessa po-
ca. NAo se a,- i-ieiiiein ou enllo uus desculpem :
Audam as cuas de Oliuda
Rapetas ao raeio-dia,
Ai qaantos damnos leriam
Se la' esla' a academia.
Rapozas tomai carainbo
Vinde, vinde para ca'.
Ha mudo ettudaule pife
Na cidade do Uecife
ijue lulo sabe b, a, b.
Islo bem pensado, he nm epigramma feito, nao
por os, mas por quem deixa as rapazas audarern
plas roas de urna cidade como res nullius.
Te ve lugar no domingo 3 do correnle, o lan-
cammo da primeira pedia da isrejs de Nossa Se-
iihora da Grara, na Capunga. O terreno em que se
vai fazer a edificacao, foi offerecido pelo I Um. Sr.
Krsneitea Canieiro, quem se deve, tegundo nos
cunsla o p -iis-iin-iii.i e em grande parta toa rea-
litaclo. O ach passou-se com alguma solem-
nidade ; fui concurrido pelas pessoas mais gradas
da provincia, pola; corporales religiosas, por um
grande numero de esludautesda Faculdade de Direi-
lo, e finalmente pnr.urat multiiiao nurnerosissima.
A' julgar pelo modo porque comega, pnde-se crer
que acabara' bem. A ollera generosa do lllm. Sr.
Carneiro da'-lhe um llorao de gloria, e de um titulo
ao nosso reconhecimenln. Quando se levanta um
templo em vez de um Ibeatro, para se adorar a' Dos
em vez c ser para endeosar o luxo, da'-se um pas-
so no camioho do progresso moral, tanto mais van-
tajoso e digno de aiiimacao, quanto maior he o nos-
so alrazo soh esta relucao.
Pelo que vamos nem os senhores se lernhr.im
do 13 de joulio. Cada dia os vemos mais ob-lmados
e quanlo mais perlo da cometa, mas longe da emen-
da. No caso dos senhores j.i tullamos quebrado es-
se ocelo, que v >o o que nao deve. qu* so he apun-
tado para onde nao deve ser, e finalmente que he
causa do escndalo de que lautos se qoeixam. Islo
pode ir a' mais, e os senhores js eslAo na ra da Ci-
deia Nova ; slo mais duus pastos.
Que previlegius lem essas ruinas da casa in-
cendiada do aterro da lloa-Visla, para nAo sere-u
derribadas Acaso espera-se que o invern as faca
desabar sobre algnem que passar, ou sobre alguin
mendigo, que demro deltas dormir '.' Sr. fiscal da
iii-Yi-ta, pediinos-llie por amor das eabecee dos
oulrus maulle dallar o que b em p dos restos de**a
eaea, o mus he qoererom quero por que quero
sle nieto ler r.inaideraces : 01a edeos cora as consi-
deracOes da nossa larra, que ja federa : deitara de
te-las quando be mistar, e as dispensara com
fariura quando nao oeviain. De que serve ao pro-
priclario dessa casa orna frente de edilicu naloral-
ineule pouco aja, e que o invern a tera' de fazer
desmoronar lalvez em cima (quod Dos avcrlal) de
alguma muiii. q.e-calioca "'
llavera' quera lenha eslomaco de preso, quo
possa comer de certas quitandas imniaudas, e aute-
nygienieeo, que por ahi vendem essas prelas alrica-
nas ? Algumas ha, sesun lo nos informan), que ven-
dem uina tyranna apunenlada de manoira que das
depois quera a come sull're horiiveliueiile do estoma-
go : sera' uina industria lal quitanda '' Se he enllo
pela eonttltuleSs deixem o angiizo das pobres
preliuhas.
Ha alguns dias, intercedemos .1 cerlo lnicii.ui/
da ra do Livrameulo que. por amor a moralidade
publica, se abslivesse de dar a tramela aobre nego-
cios que Ihe n.lu iucumbcm, como a ninguem. Hoje
vierain-nos dizer que o lal paroleiro, aliribuira o
nosso aviso a esle e aqoelle, a lodos robnndo de
apodos. Puis bem aqui vai o deseugauo .' Quem
ios disse Sr. lambedor de sola, nao foi esla ou aquel-
lo, nos mearan o mivunoa. E fique o Sr. bem cerlo,
que, eniquaulo se n.lu corrigir, nao o esqueceremos.
Astislimos lioulem a uro espectculo que nos
compungi sobremodo. L'm mee > qoe fura empre-
gado publico,o qu* oulr'ora mudara vaulajosameule
ras b oirs da. ledras leve a infeliridade de Ireslou-
ear,vaga pelas ras da cidade,provocando disturbios e
ajuiilaineulns. Assim he que hontem viino-lo pene-
Irar na Faculdade e expotlo aos sarcasmos de um, a
pouca geuerosidade de oulro, ser o ohjerlo da geral
hilaridade. Por amor a esse infeliz taloulo, roga-
mos a soa familia, que faca por del-lo em casa, e
a alguem mais que veja uaquee pobre maluco
urna intelligeucia victima, utu tlenlo m.irlyr, e nA-i
um objeclo de escarueo.
Oh l Sr. do corro azul O Sr. he IAo feio,
UO mal anianhado, IAo troncho, que decididamente
Ole ha quem com o Sr. .t. Ergo remel-
la-se aos bastidores e nAo se queirt fazer de pint-
dmete e requestador universal. Olhe, lome um
couselho ; se o Sr. soubesse o que paiecem caaes seus
olbos de cabra mora a nao se iu. un de cima .
......, havia convir comnosco que he ,feio
como um muo. As>im, deixe-se desses escanda-
Ios e .. lire o gorro.
.fe amanka.
Aos 12.-Msna, branca, nascida a 2 de fev.reirn d
crreme anuo. a "reiro do
dem.Antonio, braneo, ninrlil* 11 a ,
auno prximo pateado. W del"nl' '
1 lem.-Komana. cru.ula. escrava, nascida a 28 d.
reverelro do crrenle annu. m "'
dem.Alvaro, braneo. iiasrido h-, -. ^
Ide... -Anisbono, braco ldh \V* .
(lo correnle aiu.u. 3 J Ue leveire
"me'zcT """* Cr0UlU' eWra, Daci'1 he 10
"teSas!'1*' Cr<"""' "a'Cda 2id">embro
Ausl.-Maria, eroola, escrava, ns.cida a 19 de
revereiro do correnle anuo.
Aos 15.Jlo, braneo, nascido em junho do auno
prximo passado. """g
Aos 16.Philadelpbo, braneo, nascido a 23 de i-tx-
00 armo prximo passado.
Idom.|s
dem.Isabel, semlbranca, nascida ha 17 mezes
los t<.Antonio, brauco, em julho de 18.
Aos 10. .Manoel, brauco, Sanio Oleo, nascido a
do correnle.
dem.Alfredo, braneo, nascido a 3 dejaneirodo
correnle anuo.
2 dem.Ilermcuda, branca, nascida a 1!) de feve-
reiro do correnle anuo,
dem.Hollina, branca, Santo Oleo, nasc
de uovembro do auno prximo passado,
dem.Jos, pardo, nascido ha seis mezes.
dem.Ignez, parda, nascida ha dous mezes.
dem.surino, crioulo, uaseido ha tres annos.
dem.Adelina, pardo, nascido ha seis mezes,
dem.Eduviges, crioula, escrava, nascida a IU da
outubro do auno protimo passado.
dem.llodrigo, brauco, nascido ha doos metes,
dem.Jovino, pardo escravo, nascido na 18 mezes.
dem.Manoel, bronco, nascido a 21 de julho de'
ISj.Santo Oleo,
dem.Jos, pardo, nascido ha 11 mezes.__Santo
Oleo,
dem.Mara, parda, nascida a 1,i de laurini do
correte anno.
dem..1 lo.iino, braneo, 'naicidn a 12 de outubro
do anuo prximo passado.
Aos 23.Jovina, branca, nascids a 26 de marco do
correnle anno.
Aos 2i.Ociaviana,branca, nascida a 12 de Janeiro
do rorrete auno,
Aos 26.Amelia, branca, nascida a 16 de Janeiro
do correte auno,
dem.Tbomaz, pardo escravo, nascido ha2 mezes.
dem.Antonio, braneo, naacido a 6 de feversiro
do correnle anno.
Aos 27.llosa, parda, Santo Oleo, nasoido a 26 de
junho de 1H5.
dem.Diouilla, parda, Santo Oleo, nascida liaseis
mezes.
Aos 30.Joanna, pardas, nascida a 26 de junho do
1851.
Ao lodo 3G.
Freguezh_ ue Sanio Antonio do Recita, 30 de
abril de I87.0 conego vigerio, Henriques de De-
sande.
JLHV DO RECII-E.
2." sessao.Dia ."> de maio de 18J7.
Presidencia do Sr. Dr. Ale.randre Bernardino dos
Beis e Silra.
Promotor publico interino, o Sr. Dr. Joaquim de
Souza Res.
Escrive interine, o Sr. .Manuel Correia Gomes
de A niel.1.
Advogado, o Sr. Dr. Joaquim Elviro de Moraes
Carvalho.
l-'eila a chimada as II lloras da inanhaa, acha-
ram-se presentes 10 senhores jurados.
Foram multados em mais 205000, os senhores ju-
rados mudados nos das aulecedtules, e que nAo fo-
ram dispensados.
O Sr. juiz de direilo declarou aberla a sessao,
depois do loqoe de campanhia.
Aberla a mesma sessao, compareceu o Sr. Dr.
Joan Dinil Hibeiro da Coalla, juiz municipal snp-
plenle da .ee.ui..11 vara desla cidade, e apresantou
doos processns devidaraeiile preparados para serem
julgedat, os quaos sao os teguintcs :
1. Autora, a ju-lica.
Reo preso, Antonio Ferreira da silva.
2. Autora, a juslira.
Reo preso, Manoel Teixeira das Neves.
Foi couduzidu a preseoca do tribunal do jury,para
ser julgado, u 11:0 preso Manoel Teixeira das jievea,
secutado par mine de oftVnsas pttysicaa, fedas na
pessi.a de Francisco Mauoel da l'u-'ia t- no dia I. de
fevereiro di crlenla auno, sendo defensor de mes-
rao reo, o ,-r. advogado aciraa mencionado.
O e-mellu. do jury de senlenoa foi composlo dot
senhores seguimos :
Antonia Alvos Barbosa.
Miguel Joaquim do Keco Harros.
Mauoel -le Alraeida Lima.
Jos da Cruz Sanios.
Luiz Jos Rodrigues Francisco-le Paula Goaveia.
Francisco Mamede d'Almelda.
Joaquim Icuacio li um- Lima.
Francisco de paula e Silva Jnior.
Manoel Jos Piulo.
Trislao Francisco Torres.
Jesuino da Cosa de AHiuquerque Moli.
E preslaram juramenlu sobre o litro dos santos
evancolhos.
Foi o reo Interrogado, e disse que era acensado
por haver ferido a Francisco Mauoel da I n- la le.
mas que Uvera urna allercar.lo, do que rrsollou o
dito Piedade dar-lhe cum um sipo, e um carnerada
do mesmo di.....me Jos Hoberlo, diste que feriase a
elle reo, c elle reo retirara-so sera ullemler a Pie-
dade.
O Sr. promotor interino disse que fura o rn o ao-
tordas offeaeas physleas feilat em Piedade, e por is.o
ciI.iti iucurso lias penas do art. 201 do cdigo cri-
A assemblea li mtem apreciando um parecer da
commtssao de commercio, ngrirollora, industria, o
arles sobre a indicaran do Sr. Dr. Sabino, a respeilo
da colomsacao africana,orarain os |Srs. Sabiuo Ole-
nano, Francisco Jlo, Mmoel Covalcanli, mandan-
do a mesa o Sr. Francisco loto um requerimenlo
que pedia fosse a questao tratada em sessao secreta,
o qual fui approvado.
Continuando em segunda discossao, o projeclo n.
11, qoeauementa oordoiiadode alguns funeciona-
rio pblicos provinciaes, uraram os Srs. Francisco
Joao, Manoel Cavalcanli.
Entrando na eoulinuacao da discussao do art. 10
cora lodos os seus j fallaran, os Srs. <,\ Goimaraes,
Jos ledro, Igoacio de Harros, (cando adiado ntla
hora.
A ordem do dia para hoja he a discussao do pare-
cer sobre a indicaste d Sr. Sabino, qua datases,' ..-
n ai.1 i., em sesao secreta.
Obsequiarara-nos com um numen, do Jornal do
Rio de Janeiro 1. do 2G do passado, trazido pelo pa-
Ihabola Lindo Paquete, eulrado hontem com 7
das de viagera, e nelle encoulramos o seguate :
Entrn hoatem em discussao na cmara dos de-
pulados o parecer da lerceira commissao de puderes,
sobre a eleinlo do quarlo districlo da provincia de
Sergipe, parecer que reconbece depulado ao Sr. Jo3o
Hapliia Mouleiro. Tomararn parle no debate os
Srs. nenevides, Sdveira Lobo, Cruz Machado, Bap-
tisla .Minien-,.. e Barros Pimeutel, que falln con-
tra a segunde emenda apresenlada. pelo Sr. Tobas
Lee :
Proponho : 1., que sejam jolgajas nullas as
eleires secundarias du quarlo districlo eltiloral da
provincia de Sergipe, 2.. que se ITicie ao governo
para mandar respnnsabilisar o juiz de paz da fre-
guezia de Villa Jve, que presidio um dos inlilalados
collegios eleiloraes, por l-lo feito oslando o juiz de
paz competente em exerciejo.
o Por decretos de 30 do pro.rulo mez :
Foi aposentado com as honras de ministro dosa-
premo tribunal de juslica o deseraban-ador da rela-
cao do Km de Janeiro viscoude de Uroguay.
rr Foi nometdo juiz municipal e de orphlos do
Ir-rroo de Junliahy, na provincia de S. Paulo, o ha-
chare! Candido Jos de Andrade.
_ Foi removido o desembargador Jos Ferreira
Souto da relacao da Babia para o Rio de Janeiro,
por o haver pedido.
Tiverain merc da serventa vitalicia dos offi-
cos de :
Contador e partidor do taiga do termo e (iua-
ratingela, em S. Paulo, Benjamn Constante de
Oliveira.
EscrivAo do crime. rivel e l.bcllian de olas do
tormo de Garuara, em Peruambuco, Joao Evangelis-
ta ferreira Paz.
o Por decretos de 23 do dito mez foram Hornea-
dos ;
o Minislros do supremo tribunal de justica os da-
sernbargadores Jeto Jos de Oliveira Joouueira da
relacao da Baha, e Erntslo Ferreira Franca do Rio
de Janeiro.
Desembargador da relacjio da Baha o juiz da
direilo Manuel Joaquim Baha.
dem da do Hio de Janeiro o juiz de direilo An-
tonio Jos Machado.
O vapor clmperelria procedente do Rio, chrga-
ra aquella ilbu no da 10, e seguir no dia 11 paia o
Rio tirando.
O temporal de SE qne cahio no dia 2, 2Hioras
depois da cnlrai'a do Tocaniins,, Hiu (rande. o
que duruu al o da (i, deve ler lomado impralica-
vel .1 barra, na opima de homrns rompclrnles, al
o dia 10. He poativel pois que o Tocanliii-.. nao
subisse daquelle purlo para Montevideo antes dia 11
ou 12.
No dia 13 de uoile cabio novo temporal de SE,
mait forte anda duque o primeiro, e durou al odia
18. licuu cnnseuiiinleinenle a baria do Rio Grande
oulra vez impretieevel, e o eTeeanlloM, de vnlla de
Montevideo (suppondo que de feito livesse seguidu
para all no dia 10 oo II. e eslivesse de lorna via-
gera no -lis 1. uu |6), n.lo po.leria entrar.
Ouanlo an vapor Imperalrz, a opinigo geral
em .-aula Calhariua era une leria entrado no lim
tirande miles do temporal da noile de 13 pura 11
do corrtnte, e que alii ficaris detido st o da 20.
a Smislros.O latastro do patacho a Oliveira,
entrado hontem do Rio tirande, refere que no da
du crrenle, em lal. 31 3V S. e loag. 17 o. en-
runlrou orna barra maleza desavorada e pedilo toe-
cuiro. Como o mar estivease muilo alio c se mel'c.-e
a noile, nAo a p le socerrer naquellc dia. Consor-
vou-se porem em pequeua dislanca, mas no dia se-
guirte a prornrou e na. a vio mais.
Arrescenla o meslre que i.e-e mesmo dia fall na
ao bncuc hrasilein. .1 Social o un viagein para o Rio
brande. I) iucial .ecuio putaudo muilo para a
Ierra, e como sul.reveio um forlissimo temporal de
8. E. rerea o meslre do u Oliveira.. que aquello hri-
gue correase grande perigo na eo>la.a
O referido palhahole fez a viagem redonla do Ma-
ranlllo ao Hio ,j,. Janeiro, locando ueste porto, de
ida, e vollauJo agora com l dias de viagem, o que
he uina das melhores qoe temos tido.
O I'LAM-IIISIORIA.
I'clo Sr. ttiente-coronel do imperial
cor pode furjcnlidios Jofc Jonquim Ko-
dfiyues Lo|>cs.
Filho do seclo aclual, nAo seremos ns que, re-
negando n> s-a filiaran gloriosa, havemos de enluar
botannaa a' immoailidade ; visto qo* he este serulo
a per-nmlicaeao do n sarga el auibula na espheia
das ideas.
Em muilo ronsidoramos com effeilo as evolocoes
mltiplas Irecadat pelo espirito no pa-sado ; rnas
arrel.ala-nos os impol.us u'alma a ttptnslo que 110
presente lie loma pe- inlloxo prtenlos., que ejer-
ce, por maio de toas percepeftes, na cultura inlel-
lectual dos povo.pelo galvanismo que cornmunica
a' ndole social uo percorrer d'uma escala ascenden-
te de aperfeijoameulos, que lero 110 porvir por

I
MUTC73D"
t-
ILEGIVEl




DUM0DE PERNAMBUCO QUINTA PEIBA f DE MATO DE 1851
iilda-
eupola a po.sivel perfectibilidad! lateada as facu
dadei humanas.
l)e rilo, a semenles lanzada ao campo moral
por i* habis, amato dallaran de fecundar, to
re*crr, c por fin fructificar a um lempo da.lo.
As doulnna* ensinadas por Sjcratea acerca da iin-
raorlahdade d'alma, a llicoria enunciada por (aul-
len sobre a forma esplicrica a rolarlo da Ierra,
i 1 >- e.is laacipcflea elevada do* lempo* preter-
los liveram como que o seu periodo de iiicubaeHo,
denlra do qual sudo contralladas pelo seeplici'sino
que oe de ordinario apparecer u'e iniciaeSe*,
tocaran! por fim o inomonlo, em que se revelaran!
lie quaet eram,ein que, como que das trevat ile
sua neitacao, rebenlou mageslosa a luz da verdade
que n ellas exislia.
Filbo pois do seculo, que decorre, sendo do Bran-
des aspirarles e Mtavelmenle aaiiaialado pelo en-
raclenslico do ilestiivolvimciilo das ideal, Rio po-
demos hojo deiiar .lo lirar-aof de nono silencio e
isolacAo, aiim de occupar-nn* neslu* luihas de um
irabalhn de etc,e! c*pecialisiinas, de um trahallm
synoplirn lnstoricn-uenealouico do referido Si. tc-
iienle-coronel Lopes, a que elle denomiiiou Pla-
ni-liisioria, ~e no qual lie revelada una Torc de
paciencia e iuveniiva, extraordinariamente icean-
luada da parle do respectivo Miar, soja .ucersso
"Ao pede ser ephemern, nem estar wjeito as varta-
pes dos lempos; a que be expliutel pela bella
-ecugAo da obra em si, e pela MtweH do objeclo
que a conslilue.
He e-la cerlamenle urna elncubrar.lo que lno a
prnneira vita eictta o mu- vivo inlerene, seque*-
traudo para si (odas as swnpatliias de quem quer
que a aprecia ; e ao mesmo p..s* tica, perruilte que esta lunve sem reserva, ein que
ludavta exceda os limite da me.mi eslnci.i impai-
cialidade.
O a l'lani-hitoria lio um synlaama vcrda-lcira-
mente synop1iro-hisl.irico-ienealn:!iro do Brasil e
Purla.al, e das familias reman-- tate* dous pai-
zes irmaos, a partir doaaealaXIl al nos*ea das,
compreliendendo, alem dista, p*rallelamenle oulras
familias, de que proerdem 011 a que se allia-
ram ; e como um fun lo adequado a' este brilbanle
qin lio. ahi vai-se adiar accuradamenle compilada
a histeria brasilia e porluueza em seus Tactos mais
meinoraveis, e raudas veie* ms soas minuciosida-
des roals prenunciadas, illuminada por vivos cul.ni-
dos pe (idus a' historia universal ; de maneira que
a' suacoui'isao ala reposinm os delalhes bingrapht-
cos interessanles e Ilustradores e nutras c i re u ins-
tancias anlogas que, como urna escala, levain a
iulelligenciu a percorrer a historia em todas as gra-
d-coi dos aconlcnincnlos, e, como um principio,
despertam o espirito a deducir corollarios histricos
a invariaveis, que all val chronologicamenle encon-
trar descriptos a scintillanles como um rico meda-
Ihao incrustado de pedras preciosas.
Ntio ignoramos que nao be novo o escrever-se ge-
nealogas ; mas Uinliem lie verdade, que to ios os
eacriptores nessa especialidado lein apresentado una
nniformidade constante apar de nina monotona ro-
tineira, fazendo consistir todo o meio pratioo desse
systema u'uma arvore com s seus ramos, os quaes
denolain a relacao de parentesco, em que eslo para
com o trunco e para com cada um driles, segundo a
direrc.lu oq proximidade que giiardaui entre si. cora
amplifcalo anda denotas explicativas para inlcl-
ligtucia.
Nulo pois cifra-se todo o arrunj.-tmeiilo orgnico
do systema das arvores, chafadas cenealogicas ; e
Lesage, que he inqoeslion.iveltrienle um dos bons
geiiealogicoi, l'edro D'llozier, de quem ui contem-
porneos escreveram :
' Des illustres rn.-iisuu* il publia la sloire :
Se (aleuts surprendront tous les ge* suivants.
II reudit loos les mors vivanls dans la inemoirc :
II ne monrra amis dans celle dta vivanls.
e Carlos Ken D'llnzier, autor do fiobiliaira de
Champague, a nfto se aiiarlaram d'esse carril ; mas
o mecanismo do systema do l'lani-histoiia, o nao
dentando de ter cffeclivaruenle suas aflinidades com
ess'outrn, na parte propriamenle genealgica, d'eilf
diversifica cointudo coinulelamenle ; vi-lo que co
forma de mappa, com myri.nl.is do pontos e linhas,
representa os individuos e os acouteciinentos, quer
sejam estes peculiares quelles, quer a historia em
geral.
Do estudn das imperfeicoes, deficiencias e dilTu-
1A0 do m ilm.ii., t hoje seguido sesee genero, che-
gou o Sr. teneiilc-coronel Lopes ao resultado qoe
lioie aprsenla reilisada em seu tiabalho. o qual,
abrsntieudo, como ja o dissemue, o espaco derorrido
de 1103 al a aclualnlatle, simplifica coinluiKi, o
quanlu be pnssivel, o esludo da historia ; pois que,
sendo materialmente urganisado em forma do um
limo em quarlo, duposlo em mappa ligado! uus ans
o.ilros em laceoslo conlinua, comprelieiide cada
um driles um socolo, cojos anuos ao representado*
pelas linhas hurisonlaes, onde cum inaravilhosa bie-
vidade acha-se deseripta a titilara palna, a parla-
gueza e a do nutras iiaofi mais.
E, com elTeilo, havera' nada niais fcil e commn-
do, dar-se-ha ncrdpac^lo mais azradavel par. todos,
que umam o esludo da historia, do que essa inicia-
<*ao Jo mesinn estudo da historia inaugurada no
Plani-bislorn, no qual, havendo o respectivo
autor ile.mli t!.i urna .ir,. re geneatonica a familia
imperial do Brasil, dede o fundador d nanirchia
lusa, nAo ha asa iti individuo d'eila aatlrpe, leaili-
in i ou naturalmenle havulo, que nao s j,t ahi com-
praUtuuiirio -n tn lo o rt por mais breve que ella fnsse, e por mai iasia,nifi-
canle que Icnham si.lo as soaa phase, servindo co-
mo que ile moldura a es-e quadro os faetjs que por
elle foram praticados ou de que foi contemporneo ?
Nlu he um pequeo Iriumpb i rousequeiilenieiilc
para esta concepcAo o ter pjdtdo compreliender
u'um espado material tilo exicun a hismria de dnus
|.nvos gloriosos e dcvidanieute illosira.lns por seus
fcilot de elcvai;ao de senliiiifiilos ; nAu he um pe-
queo triumpho, repetimo lo, abracar pelo seu sys-
tema novissimo au sii as dalas da Indo o ilumnen-
lo vital dos meinbros das familias do* llenriqu'*,
dos Aviz, dos Fllippes, dos liracancas, dos Cada-
vaes e dos Lafes, figurados por cores convenciniiaes
no frise de linhas vertieres e curvas, que nacern
no couda O. Ilenrique e morrem em I). Pedro II,
como igualmente as dos cuocili tratados, Icis, ba>
lalhas a ussedto*,ido sn as dalas das descoberlas,
inveiic,ues, funda^es de edilicius c monumento* sa-
grados e profanos, enmo a* das inau^urarss de Iri-
Iiiii es e eslabelecnneu'.os de qiialquer uatureza,
nAo s as dal is, emlim, das elevares e olidos dos
pipas e reis, comn as dos boincns celebres quer por
virtudes, quer p. r rriines.
E pois, quanio mais o critico historiador se inter-
na na apreciado ar.alylica desla obra, l mo mais
cliega a' eanpraliamle da sua ultlidade scienlilica e
praltea com applic.co a' historia, apmveilau.lo-se
do* diversos recursns que ella em si coulciu para a
facilidade daquelle estudo. a Ao passo que na his-
toria, esereve o escriplor coulempraneo r Abda-
lah-el Kralif n em sua apreciavel a Cirlaira, se
perscrula a inarclia vital de cala individuo (travs
de innmeras panm is, e militas vezes por episodios
que causam di'lracc.lo, se fica iunorando oule e
qaando se deu o termo fina! desea marcha ; no i< l'la-
m-historia cada individuo, reprettDlada pnr urna
linha maior ou menor, seguirlo vjveu inuito ou
ponen, so palentea de um jacto aos olbos do obser-
vador com lodas as circumstancias que, segn lu a
historia, o devem acunpanhar.
Por seu mecanismo simples com assimilarao
urna caria geocraphica, por amhns se fundaren! ein
p mo* a linhas, mais que ucnhuina uulra obra, u
ii Plani-hisloria demonstra com evidencia iperfai-
r.mnenlos que antes iiiiigueui feria suspeilaOo exe-
quiveis em forma lo restricta ; pie de plauo urna
diversidade de issumptos que parece impossivel in-
troduzir-se em seinelhautc materia, ao passo que
lvela a summa de e>fori;os e lelo empreada para
levar esla concepto ao pe, ein que esla', deixando
Iransparccer u'ella esse calor sympat'iico que, na
exprersAo ile um escriplor de nota, caracterisa o au-
tor iinpiei.iima.lo (la importancia de sua pro-
ducen.
Couclainilo es'.as observares, ilevidas ao inleresse
que desrobiimns no a Plam-historia, he de rige-
roa jutif;a recmihecer que, para una tal elocunra-
SAo, igualmente nnlavel pele esplendida execnejo
do lodo e pelo mrito do engenho, o elosin implci-
to n'eslas palavras nAo pode jamis ullrapatur as
justas medidas, havendo, alem dissu, urna circums-
lauria toda particular, que sobre ella faz convercir
todo o intereste : o *er trahalho nacional, coja iu-
Hlrtl honra simuitatieamenle ao paiz e au seu au-
tor, a quem nflo deve pnr cerlo ofTener.
II doc son oi minala lode.
21 de abril de 1S."7.
A. WrraUVIO Pido Bandeira c Accioli de V
a preslimina o mui benemrita directora daquelle
esl.ibelecimenln,eas*im dar pa*tn .'hiles nefanda
que o corroe. E qual a causa molora de ludo isso J
qual '.' O eiicerramentn dos Irabalhos do Gabinete
nos domingos a' tarde algmias horas de des-
cario para os empresarios que all Irabalham dia e
imite como moums e por maior miseria das mi-
saras o acto da direclnria dar una iulerprelacAo an
seu ver justa, de um dos artigo! dea estatutos I !
Oh que antes de la fura se rcpetuem aquellas pa-
lavras de um pobre diaba Ferreiroo, protestamos
um proceder que desvirta a eaadjuvacao que os
brasilciros presiam a'quelle ettlbeleehnento.
Sr. communicaiile do Liberal, os braailciros
nao san eapaiea de lurreparem a directora, pnr um
acto de sua jurisiliccAo interna, e nem ISu punco
retirar a quanda itiesqainha cum que auxiliam una
das mais bellas Inslilaifoea porlagoazas no Brasil,
Nao, nao ha um s labscriptor .|n.- leulia a Irislis-
sima leu liranra de rolirar sua assigualura por cau-
sas to frivolas e ilcsairosa*, quaes as que allega o
falso suh-criplnr.
Se o falso sabscriptor quer dar pasta ao genio i-
rasrivel, va' as reumoes do rilabtdccimcnlo, e la,
de minio qne ujo respiiaue ora, d expansanao mo-
do dezairuso por que pensa. Modo accionista do ga-
binete I*
II- hrasileirns s lem palavras de gralldao, de ami-
zade e fraternidad! para.cotn todos os portimuc/es
que ahrirain a sua mocidade um eslalirlecnneiilo da-
quella ordem. (Is brasiieiro! probos e justos jamis
se podem esquecer de que all esla urna fonta de
un.i.iii l.id ieliiAo,e illuslraro para a juvenlude
nacional c eslraogeira.
Os bras.leiros nao esqoecerAo nunca que a erra-
diacao do costo luterano se desenvnlveu com aquel-
la lao feliz ere nj.n. : e que, os numerosas esperanzas
mohada* ao joogie a devassidao, all lem-se alimen-
tado no fugo sagrado das lingua-, arles e sciencias.
Os subscriptores brasileiros, poi, pnleslam so-
lomnetuenle contra tu lus e quaesquer Iraidore* e a-
paixonados, que ousarrm manchar a sua nacionali-
dade com commouicados besliaes, Inrp's e indignos.

O Or. Anselmo Franciseo Peretti, coinmen-
dador di imperial unlt>m da Ilusa, juiz do
iretto especial to commercio porS. M. I.
e ('.. ele.
Paco tuber aos qae o presente odital VI-
rom, que no dia 7 de tnaio prximo Futuro
se lia de arrematar por venda, a quem mais
der, na sala dos auditorios, u depois Ua au-
diencia destejuizo, a escrava crionla, do
nome Francisca, ue iludo quo representa 30
annos, avallada por 7io:Uni>. a qual va i a
piara por esccurjOu ue Joaquim Jos ta Sil-
veira, contra Manoel Freir ilu Andrade.
E |iara que chegue ao conhecimentn de to-
dos, mandei passar editaes, t|ue serSo publi-
cados pela imprensa e aOlxauos nos lugares
designados no cdigo curnmerciai.
liado o passado nesta cidadedo liecife aos
23 de abril do 857.bu Slaxiniiano Francis-
co Duartc, escrivSo o suLscrevi.
Anselmo Francisco Perelti.
lu
transattaiitica de Genova,
l-'.m I J.lo correiile e-pera se oyttmt sardo GE-
MlVA, vio lo da Europa, e depon da demora ne-
cesaria segu |iara Baha e Ci de Janeiro, e rece-
be panaaeiroa para ealas pracas e para Montevideo o
liuenos-Axres no escrijitono dos agente* l.einos
Jnior i\ Leal Iteis.
ara i Rio
(i(!
*' :'e Vt,\
ORREIO.
Ovaporlguaras.su', recebe as malas para
os pui tos Uu norte, ato 0 Cear, boje a l ho-
ra da tarde
Ki:i'AliTI(,:\0 DASOBRS PUBLICAS.
A reparltcau das obras publicas, contrata
o lomea metilo de lijlos do Ivonnria gros-
sa batida, e aroia para as obras da capital,
polo lo ti ipii do seis niozes : os pietenJentos
dirijam
as suas propostus em carta l'ecbada
ao illm. Sr. director inlerino no dia 9 do cor-
quaes os que de cerlo lempo lem-e mprtssa contra I rente, as 11 botas da mailliSa llosta SCCro-
a beuemerila iaalilaieao do Gabinete f ortuguez de
Leilura em Pernambuco.
Vullaremos ao assuinplo.
O verdade-ro subscriptor.
Itecifeti.de roaio de 1857.
@0SttiVar^'-#
I'KAC.V DO BECI1E G UE MAIO AS
3 IIOKAS UA TAitUE.
Cotaces olliciae*.
Assitrar mascavado do Canal 2j!l"ill por arroba
com sacco.
Uito dito americano33100 por arroba cum sarco.
I'federico Itolnlliard, prest ente.
P. Bargas, secretario.
CAMBIOS.
gobre Londres, 27 .t|4|a (10 d. e 27 7|8 a 'JO d.
i Paris, 3Tit) rs. por fr.
a Lisboa, \>:> por "0 de premio.
n Itiu Accao do banco .i por ceiito de dividendo por coti-
la do vendedor.
(i .. compauhia de llrberibc tiSOOO por accao
o (t compauhia Per amliocana ao par.
a a Ulilidade Publica, 311 purceutoda premio.
i i Iiiileinnisadura.52 ule-.,
t da Mirada e ferro 20 por 0|0 de prem o
Uiseonlo de Icllras, de,8 a 10.
Acces do Banco, 40 a 4.) de premio.
Ouro.Onsac hapaobolaa. 288 288500
Momia, de (uo velhas .... ir.-n hi
o a i..;; i'i novas IfigOOO
Prala.Palaces brasileos......2jOOU
Pesus eolumnariea.....-jotru
a mexicanos...... Ij.sill
ALFANDEGA.
Itendimeiilo do dia 1 a 5. .
dem do dia 6......
99:418/784
20:2555910
7'J:(i7.c72t
Uescarreuain hoje 7 de maio.
Ilarca (raneenEmma Mathildetu-icadorias.
Itrigue porlugorzl.aia IIdiversos gi eros.
Itrigue fraucetPierre le lirandceiiiiiilo.
Barca inglezaOmrrierf.irinha de trigo.
Barca americana L'niAufarinlia e holai hiuhas.
Barca inglesaFloatillg Cloudiiurcadnrias.
Patacho amerieauo.oiumurce (aria ;a e bula-
cliinha.
Briaia brasiieiro'Itrcules farinba do Irign,
Brca iiiglc/.a--Juvtrnagigos do Inora
IMPOHTACA'O.
Brigoe porlu/rnei aLaiall,a violo de Lisboa,
consignado a Franci maiiifeslou o sesuinle ;
5 pipas e 25 barris vinagre, 15 .lilos axeite de oi-
veira, 12 dilos eliooricos, 5J ditos looeinliu, lil cai-
tas cera ,-ni vela?. 5tj pipas vaiiai, 30 saccas (arelo ;
aos CiilL-igiialalIrs.
5 tupas e 10 inciis ditas vinagre, 160 barris vinh i,
e 270 barricas laituha de Oigo ; a Amarina ; Ir-
ma o.
40 ipas vasias ; a Nascimento & l.cmos.
2il barita vinhvs a Bernardino A. Uuprat.
10 ditos azeite doce ; a Domingos da Corta Gui-
maraas.
50lceos farello ; a Feliciano Jos Gomes.
GERAL.
CONSULADO
llendimento do da I a 5.
dem do dia (i .
15:8118205
2:80t5:liS
18:6209613
DIVERSAS l'KOVIMCI.VS.
Rendimento do da I a 5. .
dem du dia .......
1:3069806
279/072
1:3859878
taria.
Secretaria da directora das obras publi-
cas, G^de maio de 1857. Ose.'rolario, Joao
Francisco legs dos aojos.
- A directora da fiaixa Filial do Banco
do Brasil nesta provincia, faz constar t|ue a
directora do resmo Banco, reaolveu usar
las seguintcs disposirOes rcgulametilares, a
i que devem sujeitar-SH os seus aectonisias,
i cujas actes esliveretn escripias nos regis-
tros desia eaixa, e quizerem lomar assenlo
nasassemblcas geraes do banco do Brasil,
jou facr-se representar nellaa :
I.' 0 accionista que comparecer pcssoal-
. monte, devota ,ptescolar os ttulos de suas
I accOes, ou urna declarar;ao da directora da
I (laixa Filial respectiva, em ijuo conste ter a-
quelle accionista declarado a sua intencSo
de tomar assenlo na assemblea geral do
banco.
Jr Os quo se lizcrcm representar, deve-
ro apresetttar a piocurac.i, antes d'a ex-
peiiirem para ser visado pelo presdeme da
dtrectoria da caixa lilial.
3." As aci,0es perlencenlcs aos accionistas
acuna, nao pdenlo ser Iransfertdas em-
quauo na localidade respectiva uo constar
ter-se eneerradoa asseuibla geral do banco
do Brasil.
Caixa filial do banco do Brasil cm Pernam-
buco nos i de maio do 857.Amonio Mar-
ques do Amo. i ni, secrelat 10 da directora.
O Illm. Sr. capillo do puto, de conformidad!
com as ordens do miuisterid da unirilllni, Irausmit-
lidas pelo Em. Sr. vlce-praildeiile da provincia,
ein oiurn de I i do andante mes, manda dar iiubli-
11 .ale a u ,i- r,,.i aballo do aviso auuuliciaudo
Baa navegantes o belecimento de pharo em dif-
lerenles pontos da Europa, e dns Estados Unidos da
America.
Capilauia do Porto de Pernambuco 15 de abril
do 1857. Usecrelaiio, Alasandta Rodrigues dos
A lijos.
TRADLCCAO'.
Aviso ios navegantes.
N. 34.
O KATTEGATCOSA DEJCTLMD.
Lu intermUtente na lina ue lietiu.
A re| ai :ir,.n .la marinba teal de Cupcuhague par-
ticipou que no da 15 de iiovembro de 1836, una
nova Iu uu plurol -o esUbelecerii na illia de ILelm
no Kallegal, ein facu da cnsla dejutland na Dina-
marea.
A tu/, he intermitiente, com um fujil cadi qaalro
niioulns. A presentara' a lu Ra de cor ualural
pelo espace de 2 minutos e 55 segundo!, sendo eclip-
sada repi nliiiaiiiei.le, par S> segoildor, eulaa mos-
trara' por espato de 15 eeguildoi, nina clariJade bu-
llanle, sendo notamente eclipsada por 25 segundos,
e depois reapparecera' a lu/. Ii\a.
O iiiachiiii-iiio iM j;.....ador lio do nina lente cala-
dioptriea .la ..onda urdotn. A loa sera' collocnda
em urna altura de lu pea cima
mar, e V. ivel no cnculo total do honsoiite ;~a hi!
lia em utua Oiilancia de Iti milltai, o o iu/.il n.
dialanoia approximada de l'.l milhas em lempo ca-
ro. Os eclipses mal se pnieiau ver quan.lo urna
embarcicao asiiver na diiuncia di 8 miibaj A (orre na um edificio redondo ue lijlo, com 37
ps de altara.
Esta' na Latitudc "G" 8' norte, loug. {!) '|8' 30" a
lesti" de Greeuwicb*
Por ordem de S., (ssignado John Washington,
hvdrogr.ipho.
ReparticJIo liydrographiaa do almirantade. Lon-
dres 11 de eulubro .le lsti.
Este aviso aOecla os sc^uiules mappas do almiran-
lado: mar du imite seral 2330, Batuco aera I ii.
23311 ; o Katlecal n. 2111 ; Nlilm como o pillo ou
pratien dinamarqaei pag. 56 ; e lisia de pharoes di-
naiiidii|uezcs n. ;I2 A.
aneii'o
st'iitic com brevidadeoveleiro hriguo nacio-
nal Dainfo ; tom parto da Carga prompla :
para o resto, passageiros c escravos a fete,
para o que lem excellentes rommodos, tra-
ta-se com o consignatario Jos Joaquim
nas Fernandos, ra oa Cadeia do Recite.
Para o Ans."
sahe nestes dias o hiate Novo Oliuda ; para
carga e passageiros, irata-so com Tasso Ir-
mos.
0brigue nacional Damo, quo segu
para o Rio de Janeiro, precisa de inaritiliei-
ros nacionacs; a Iralar com o eanito a
bordo.
O brigue nacional Almirante, que se-
gu para o Rio de Janeiro, precisa de mari-
nheiros nacionaes ; a tratar com o capitao
a bordo.
c
cara e /cara-
ci.
Segu no dia 12 o palbabole Kobralenso,
capitao Francisco Jos da silva Ralis; para
o resto ta carga e passageiros, trata-se com
Caetano Cjriacoda Costa Morcira, ua ra da
Cadeia do Recite n. 2.


mMQ-
v
: --0
esquiar da eamboa do Carmo,
DEPOSITO 1>E
Carlos Scheel II. Samenhoff.
\. W VoRtley, lem
tilia
(1 O snn il.-ni-,tii, on-
.ilnir;iii|Pi
Caixei ro.
I'recisa-se do um hbil caixeiro, eque le-
nba pratica de casa de pasto, servindo da-sc
bom ordenado : na ra de llortas n. 16.
- Jlo remandes Prente Vianna, vai a
Europa a seus negocios, e durante a sua au-
sencia, deixa na gerencia de sua casa cora-
mcrcial, oSr. Joo Jos Ribeiro CulmarSes
e seu cunbado o Sr. Francisco Ignacio Ti-
nouco de Souza. e como seus bastantes pro-
curadores, os Srs- llenry l.ibson, Jos Anto-
nio Bastos e eomtncndador J08O Pinto do
Lomos.
r^y (iiVetcce-sc para catseiro de qualquer
pstabeli.cini.iiii,, ui rapa/ portuguez, com
preferencia pata leja dofazendaa, do quo
(om alguma pratica a tralar na ra das
ruzes n. 13.
Vendem-se una livrns'itm pouco usados,
sendo geometra pttoni, o aritbmetica, se-
1 leda ingleza, e Franceta, diccionarios do
Iniesmo, e ntuitos outros livros do prepara-
V"en tem-se ele* pianos debaiso da toda garanti, anfianc nido n.lo se muHarem, como, lodos os' torios: na inesiua ty pographia se dir a quem
quizer, procuro hoje al sexta feira.
CURSO DE DEZE.\HO
DIRIGIDO POK
ARSENIO & GADALT
Osabaixo assignados tem a honra de sci-
entificar aos amantes das billas artes, quo
hio aiiurlo um curso de desenlio em seu es-
laboleciment situado na ra Nova, primei-
ro andar do sobrado n. 23, que faz esquina
para a ra da (iaoiboa : quem se quizer ap-
plicar a esse estado, pode procuradlos abi a
qualquer hora.Arseuio 1'. da SilvaEdu-
ardo adault.
^HL1 g^MiEIL .y CKL ^I^dMlsQ);
a honrada ;i^s:ir so rtp*itavj| pobleo, que lema
, folies o bellos piauoi, al liojaj conhecdos lo-* afam
o prinwiro oblen Jo os prlmeirua premios, .t meda-ha de honra, na exposieflo ii> Londres le I81, de
Munirk de l&H; este* pianos sao oa preferido oa Alleraanha, liollatida, EMadoa-Unidoa, e *e leham
graudei Jepu-.il.>s to- ineimes ein Boenoe-jtVyres, \ ilparaitOi ole, ele, ou1e t\o muitu conheciiuf e de-
sej.idu.
"i'ri 1pm-se pile* pianos ileI>ai\o i)<* loda girtniw, ;irili(j
mnis que lem vi rulo a "sle merend; sendo i coiislru< amias inoleruj e fiTli>sima, luido ,i lecladu a
t.! i-lu-i;i desejada, e i cxletinr a miior fleuancia.
Na mpsnii chs.i afina-te e concerla-Ae ruin pe fer'io os mesm >< insliuineiHos, e acha-"0 as mu-ica
as mais modernas lo1. melliores compui(nres da Euiopa.
LOTERA
lA
Alaraiihao
Para.
c
Sogue na presente semana o hriguo escuna
nacional Laura, anda admite alguma carga :
trata-sc com o consignatario J. II. da Fonsc-
ca Jnior, na ra do Vigario n. 23.
v
DESPACHOS DE EXI'OKTAC.lO PELA MESA
K> CONSULADO DESTA UDADIi O DlA
DE MAIO DE IH.-,7.
Nash i\
lur
s-
(
Liverp.iolKriKiib iiiHle/. (Elisaa, Paln
C G00 saceaa asiucar maseafado.
ciiov. _Sumaca liaspanliola Mara Molieras,
Hailo di [.emos, 20U saceos :s-uc.ir bronco.
Lisboaliruue parloguc aTirajo I, Manoel J,
It. ila Sila, 100 saceos atsocar brauco e M dilus
inasravailu.
Illia Uraciosa Palacho porlusue^ iil.inerda.lrii,
Billar \ Oliveir, :j'j meius .le sola.
I5aeii,i*-A>r.s aMonieTidoBarca nacional tFI
lo Olivaira, Amnrm Irniflos, 3lll lrricas
socar braneo e lOUdiloi mmeaTado,
LisboaJalara portuaaeza llargarida, Amorlm
Inriiiiis, 235 HOCO! asiacat mascavado e II j Ullo^
liranro.
Porto(alera porlusncza Olinila, Jo>c Antonio
daCarvalho, I (i saceos a-sucar braneo; Manuel
Joaqaini Ramos a Silva, 3(k) saceos awucar maa-
cavado; Baplilta Jooior, 2 nicia* barrica, e 15
quartas muenr braneo ; Bniigdio Jos do ilivei-
ra, 3 arrobas da doce de goiaba; l'erreira Jos
do raojo, 28 reos comm i ; Manuel l'rannsco
da Silva Carneo, 8 paenles doco sercv de cajo, 12
latas dito ile calda, S caiins .loco tic Rolaba, .'I
barricas assocar braneo e 1 dila dita reliii.i.1.. ;
Marceliuo (i. da Ilusa, 1 barrica lamilla de man-
dioca.
Leilo de moradas de casas.
O agente Pestaa fara leilao de 3 moradas
do casas terreas, novas, do pedra e cal, com
bons quintaes, excellenles cacimbas, mora-
das em roda, a saber, una na ra dOSGua-
rarapes n. i\ e duas na rua do Hruin : quem
pretender ve-las, diriji-se a casa da rua dos
Cuararapes u. 21), e o leilflo ser fcito na
mesma casa n 30, quinta-oira, 7 do cor-
rente, ao meio dia.
Estando a retirar-se para a Europa no
pritneiro vapor, o Illm. Sr. Dr. Moller, o pre-
posto do agente Oliveira fara lello de loda
a sua mobtiia, cousistiiido em mesa redonda
om consolos com pedra, solas, cadoiras, di-
las- do balanco, o to bracos, banqoinhas
.ara jugo, relogio para mesas, jarros e ou-
tros enfeites de porcellana para tita, qua-
tlios, cspeliios de parede, lanternas, touca-
dores, guarda livros, secretaria de mogno,
guarda vestidos, guarda rupas, marquezas
banqtiinba de costura, coremodas, lcilos de
ferro grandes e pequeos, lavatorios, mesas
de janlar e aparadores, u i a oonserlina enm
escala e msicas, um carritibo pata meninos,
apparellios do porcellana para janlar, e para
cha, urna porcHo de macmcllada, garrafas,
copos, mesas do engommar, treni do cozi-
tiha.o inlindades de outrosobjectos: quin-
[la-feira 7 do crreme, as 10 horas, na casa
lu unc medio dojde sua resiilcncia no Iit-cife, rua do caes ae
'" naaifilo, o primeira andar doiuiiico sobrado
quo lem slito encarnauo.
O agento Borja Tara leilo cm seu ar-
mazem, na rua du Collcgio n. to, de um
grande e completo soi tmenlo de obras de
marcineria, novase usadas, bem como tluas
excellenles mobilias .e Jacaranda com ue-
dia, um luido loilet lambem de jacar.fnd,
urna ptima mohilia do atnaiollo, de raiz,
cadoiras, marquezas, consolos, mesas de
janlar, c oulras mullas obras avulsas, etc. ;
candelabros e laneras de vidro, ptimos
candieiros inglezes para meio do sala, relo-
gios de parede, quadros, una grande porcao
de balaios, cestinhas e conservas francezas
de novissimo goslo, corles de vestidos de
lotera do
alo de
provincia.
O abaixo assignado vendo a dinheiro a vis-
ta, sendo da quantia le inunm i rcis para
cinza, os biHieles, meios, c quartos. pelos
pricos ibaixo incucionados, na rua da (a-
deia do Recite n. to, esquina da Madre de
Dos :
Bilbetes 59500 recebe 5:0009
Meios 29750 2:5008
Quartos 19380 1:2509
Por SalUStiano de /.quino l'erreira,
Jos Fortunato dos Sanios l'otlo.
No itia 22 de abril prximo passado,
um escravo do engenho Recanto, vindo do
l.cciie conduzindo um cavallo, diz que dito
cavallo llie lora tomado no caininlio do Pao
Secco ; ou talvcz o dito escravo si ombra- |
gasse, c o perdessede vista, deisando-o li-'
car sumido : o cavallo he castanbo, novo,
pequeo, qttatro pos calcados, urna listra na
testa, stgnal braneo no baitjo inferior, cauda
aparada, o marcas de uso de cangilha : ro
ga-se a autoridades poiiciaes, ou pessoa do
povo, que apprebender, oudelle der noti-
cia, o mande entregar no Recite, a Antonio
Kodrigues Vietra, c, no malo, no engenho bheo a lodos os socios respectivos, que hoje
Recanto, ou Cachoeira da treguezia da Esca- <|nartit-fetra, li do corrente, as 6 horas da tar-
da, que se pagira qualquer despeza. i(le ''aver.i sess'io extraordinaria, para a qual
se c: nvida Joo dos Sanios barros, 1. se-
cretario interino.
I'recisa-se de um feilor solteiro, que
cntenda de horlalica, ,i ira un sitio pequeo
perto ta iraca : dirlja-se ao pritneiro andar
da casa n. 20 da rua do Torres, pra Corpo Sanio.
Antonio de S Lopos Fernandas deixa
por seus procura lotes, em pritneiro o Sr.
Jos Joaquim Dias Fernandos, em segundo
Joo Tavares' Cordeiro, em tereciro o Sr.
II a noel Jos Carneiro GuimarSes.
Huei .|ui/.er inatrair-H na arte do manejo do
ccete c da faca, ilinja-se a lo.a de sapaloi ta roa
do Livraineiilo, a..., que aebar.,' cum quem tralar.
AOS 2(1:000.,', 10:0003 E fr:000 Na prora du Independencia loja n.
O, acliam-se o venda os novos biliietes
iln lotera para as obras do Santissimo
Sacramento da antigu S, a qual devia
correr 20 do passado, as listas esperamos
pelo viijioi sanio, (\\v: timbem devia sr-
liir no primero do corrente : os premios
sei.'to mmediatamente pagos em a mes-
ma loja cima, de conforraidade aos nos-
sos nnnuncios.
Antonio Seraphim d* silva, natural
do Aracaty, v i a dita cidade Iralar do sua
saude.
Precisa-so de urna ana para casa de
hnmein soltero, sem liihtis c que seja de
meia idade : na rua*daSanta i.ru/. n. 44.
li Illm. Sr. director da AssociacSo Po-
pular de soccorros mutuos, manda fazer pu-
Precisa-se do un criado : ua do Hos-
picio n. 9.
AMA DE LEITE.
Precisa-se de urna ama deleite, forra ou
esrrava, com cria ou sem ella : quem a liver
dirija-so to becco do Veras, sobrado n. 13.
Manuel Joaquim liamos e Silva Jnior,
Vai a Europa, levando em sua compauhia
suas iriiiaas Natalia Percha llamos e Silva, e
Joaquina Amalia Ramos da silva.
Freoisa-se de urna ama que sai ha co-
zinhar : ua rua do Cotlegia n. 2, primero
andar.
Precisarse de urna ama para o servico
interno, o exteruo ic unta casa da bomoin
viuvo, com pouea fatnilta : na i ua do Cebo
n. .
O abaixo assignado provine, ao Sr. Ma-
noel Francisco do Jess Veras, que nao pa-
gue o val de seu lillio, da quantia tic 127 rs,
ao Sr. Ignacio Ferreira da Costa, cojo val
:.:^'
Pira a PaaaR'm i'a Masdalun.i
o Cacbanga : partir de hoje em
ilianle, a'i S horas da (arde.
'.',
Bd*?5
P&*
aranao
e Fara.
e nao p.'rlence, tanto poique nao lem o
pague-se da fallecida U Helena.coiuo porque I /^lABm-arv ,t,^ |>*csg-nA
nao esta autonsado ; do contrario lottara S/Jliit ?y U.C I llO 1.1 "
a pagar segunda ve/., o judicialmente visto j
ter se obrigado a pagar a dita quantia, pelo
dito seu lilito, como se provara om juizo. Ue- lx>a
A 35500 e 4.s!)0
cite 4 do maio de IS57Joo (.ornes Ua
Cosa.
LEITE I'L'RO.
Quem quizer litc puro dirija-M as 7 horas da
inanhaa a" rua do Llframento n. ;!.",, tuja, ou maod*
diief a quanlidade t(Ut quer, e o lunar de sua mu-
rada, para lite ser all levado ; o preeu he ^il) re^
a garrafa.
Quem precisar de utna ennomnta.leira Hiri-
ja-se a rua du* Petscailuro n. :[.">, que achara' cun
qneiu tratar.
Veinie-.se urna eterava masa cum leamaa li-
bilidada, a qual nao tetn virios" nem achaqnaa, ha
de lina Conduela e propria para o ni 11, por ser de
boa lisura : na roa da Kod! O. ..>.
Precisa-se de um fetor para o silio de
A. V. tle s. Barroca : a tratar na Magdalena,
uu na rua da Cadeia do Recite n. 4.
?o consulado porlugue/. ileseja-se fallar ao
Sr. Domingo! Alves Barboza e Silva, so-
S3-
seda .ic differentes padrOes, u a caixa com rs "erac, <\"<> 'be lutareaw.
azen la, esta voando
Di-
-
EXPORTAtAO'.
le Janein, palllobote naaianal lAdolphoa,
dadas, condoli o segainla : :lo barri-
corus rom casca, 2.100 sacco*
uc.ir.
Rio
de 21,
cas linhaca, 2.IKKI
com 10,500 arr.iha* de a
20 i
cun
Rcsposta do verdadeiro subscriptor
do Gabinete Portuguez de Leilura
nesta cidade, ao falso do Libe-
ral n. 1371.
De alcona lempos a e*la parte haviamoa nolulo
que na Cabinele Porlagnrz de Lcltora esistia al-
iim memoro de mas inlen^es, e que rnnvinha ser
corlado, eipellido o lanrado fora. ein rnnsequencia
do alsoiis e.innn ....i 11 ,. raseiros, peqiientnus, e
rmhehidos no fel da vtncanea. Pornt iamaii snp-
pnnhamos qoe es.o menihru ponido c corrompido
oa*ase chamar orna prqoena quesiiin de estatutos
que ennvinha lie:ir no reenil.. da. sala* ,ln (lahinele
para o campo melindroso das nacionalidades.
Enaaaamo-noi ao termos soaMberaladaS do cor-
rettl, um eominunicado ein que um individuo ma*-
caratja enm o nome de subscriptor ousou ludrihiar o
nume braallalrods euvolta cum os n..lire*e *evern
caracteres qoe diricm aquclle estalieliTimenlu. (1*
lna*iteirti* subscriplures jamai* puderiant paetoar
cum aqoelle v?rsonho riesahifar paixes ma', e reprovadas por lodus os
linmens de seuso.
Ao darinospurim urna rasposla cabal ao en!- que
de tal modo abasa da hiispitalid-de naciaiif!, move-
iios mais a asea, di que a IndignacSo ae verinus ro-
mo um hninrm peqoenlno, lacanba, nimiao do*
seus e de ua inlt|iiiei"ies pretende solapar com'a
ma*eara do anoaynw um estabcleeiinenlo qoe ha o
Iseo estreilo de dona pota!, a lo/, e vida das uera-
C5ei que surgem, e u padr.'m o mais santo, jo*lo e
bello que aqui plantaran] porlucnez. O verme
que rojl pela Ierra, orrnlla-se a' lu do da, c as
Irevas e silencio da noil* alira-se ao viandante, to-
ca-o. fere-o e mata-a. O hmneni de enr.ic.lu embe-
bida na maldade, pe a mascara us face cm o no-
nio ernpreslado dcs'luura-o, avilla-n. e eoberlo de
lodo lanca-oaoi ajgaraa c apupadas publica*, lie
ni;*t3 caso em qoe e ada o intitulado sobsciiptor,
qoe sem animo dealirarseu numoa'luz da imprensa
e-cu Jd---o com o nome dos brasileiros, aftin do fertr
O vel
MOMO |>
Lisboa, palarlio nacional Constancias, d
lonela las, condozio o segoinl! :7,000 uceo
3,500 arrobas do sssucar
RECEBLDOIUA DE RENDAS INTERNAS E-
ItAES DE PERNAMBUCO.
Rendimei.lu do dia 1 a .">. 2:6539100
dem du da li....... 1:1973123
3:8.J;_>0i
CONSILADO PROVINCIAL.
Rendimento dn da 1 a 3. 9:422&620
dem do dia 6'....... 2:0I2S6
ll:i:l.:!H
palliabote nacional I.INIIO
PAQUETE, capilUO Jote Pililo Nones, procedente
du Rio de Janeiro, com inelade do seu carraga-
menlo, destina o ao* purlii* iudieadus, para onde
aagora1 com bravdada, recebe o resto da car^a
rom o niesino destino : a Iralar enm o consignatario
Amonio de Almeida Cumes, na ruu do Trapiche n.
lo, legando andar.
l* .IV o Bio tle Janeiro.
Scpue com toda lirevidade, o hem conhe-
ci Jo brigue nacional Almirante, tem grande
parte da car^a prompla, para o resto, passa-
geirns e escravos, .ara o que tem ricos com-
modos; trata-se com o consignatario Jos
Joaquim Das remandes, rua da Cadeia do
Recite.
ausatl ntica de
Genova.
v-

niiudezas modernas de todas as qualidades,
couros e muitos objectos, etc., ele. ; assitu
como lamoein fara li.tltio de diversos escra-
vos de ambos os sexos, entro os quaes so-
bresahem una prela opiima coz'tnlieira c
engomniadeira, o utna parda, perita coslu-
retta : quinta-feira, 7 do corrente, as 10 llo-
ras da manbaa.
Tr^ usterencia do lt-iiao tle
luobiia o zendus.
O agente Pestaa transterio o leilo de
mobilia c fazendas, annunciado para boje
em seu armazem, para segunda feira II do
corrente, ao meio dia, no tnesuio armazciD.
Leiio dt; ijtieijos
0 agente Pestaa far leilS)) na porta da
alfandega|quinta letra 7 to corrente as 10 llo-
ras da maiina, em razan de ter oulro leilao
ao nielo ia, de20caixas com queijos lla-
mengos desembarcados ltimamente do va-
oor liamburguez, assim como 12 queijos de
gruv muilo frescaes.
Leiiuo rraspassa-sc o arrendamento do en-
genho FftESCOXDIU, na freguezia de
Ajjua-Pieia, moentee corrente, o qual
ainda Taita quatro anuos para se Onda
nita n. .
'*-.*''*."'" .."'. ":. '._.**>.i, '. 'v- *-. "-., '*v-7h.'**
-- ...-..-.> :j.j-j. ..y,.. -,.;-,; ....''
No din .") do corrente a tarde, ?
;, desappareceu o pardo Joo, hlito z.i
i,.- de Uanoel dos Santos, o (mal re- ?
;.? sidia na estrada de Bele'm, e esta- Q
3 va traballiando como servente de .';
pedreiro, na Capunga lem nove ?
annos tle idade e nao os repte- ^!-
enta tei por ser pequeo, estava
ves! do com camisa de madapoln, '.':
calca de ganga mescluda e chapeo Q
:..'i depalhinhalina, levando tima toa- O
[3 llia dobrada e utna cortina : re- ?$
'.',: lidia em casado Dr. Cosme de Sa' Q
@ Pereira : roga-se as autoridades ?'?
W policiaesou a quakfueroutrapes- Q
\ soaque o encontrar, que o levem *|
:; a casa do inesmo Sr. Dr., oii na $$
rua da Ci uz n. 53
uo Collegio n. 1.
.No enjtenbo Tiriri junto a Nazareth do caso snia
O abaixo assignado previne ao Illm
Sr. Ihesooreiro das loteras, que nao pague,
premiado, o bilnote inteiro da
lilla
trigo
-. f-'SJ
Pi i
navios entrados no dia G.
Rinde Janeiro20 dias, patacho brasiieiro aSor-
preza, 'e l toneladas, eapilSo Antonio Jote
Pereira Parobe, eqaipiRem ll.earaa 8,500 arro-
bas da cania aeeea ; a Araorim Irmao!. l'^rlenee
ao lii de J.ueiro.
Ilallimiire39 das, brigoe aincrirano .ili,lem(, He
193 tonelada*, capillo Abel Reynolds, equlpa-
pem !l. carga l,.V>i barrica! com farinba da iiiii
e mais seeros ; a llenry l'usler Compiolna.
Perlenca a Itallunnre.
Ilio de Janeiro-8 dias, ltale brasiieiro Lindo Pa-
queleo, de 20") lonelada*, capillo Jote Plato >li-
nes, eqoipageo II), car^a cale c pipa* valia! ; a
Antonio de Altneida Gomes. Perlcnre ao Ma-
rinhi).
Rio Graada do Sul35 dias, brigue braiileiro A-
leerelen, de t:i2 loiieladas, rapil.io Jo-e Ignacio
F. Jaoior, equipasen! 12, carga 6,258 arroba! de
carno .peca ; a M.inocl liunralves du Silva. I'er-
^tence a Peruamliuro. Panageiro, Manoel !". de
paPoringal i; irdillo.
Hiu de Janeiro21 dias, biisue brasiieiro aSagila-
rion, de Jlili lonelaua*, ca,iil) Jo* Manoel l'itt-
a, rqopasem II. earaa cafe c mais genero* ; a
\iuva ('.arrie.. Pcrlenee a Pernambuco.
Cimaragibei diai, Inale brasiieiro i-ianla Lnzia,
de 21 toneladas, meslre Kltfvlo liibeiro, eqeipi-
sern 3, cursa luocir e maiteira ; a Manoel Joto
Lalte. Perlenea a Pernamboeo. PaMagelrai, Jas
Brandio Uuniarges, Antonio Domtnsucs Murei-
ra, Manoel Dominguei Murena.
Navios atliidoi no mesmo dia.
Porto com eaeala per Lisboalirisue brasiieiro uS.
Jase, capiU* Joaqain Jusc da h'unseca, rarsa
assucar o intl.
Fair-Ilaven (alera americana ArabD, com a
menna carga que Irona. Suspeudeu do UoiBiro.
para os |> fie ros.
O agente Pestaa Far leilao por conta de
nucm pertencer, na porta do ainiazetn do
Sr. Aunes, sexta reir 8 do corrente, pelas
11 botas da manhaa, de cerca de 100 barri-
cas de larinlia deBaltimdre, desembarcadas
lia poucosdtas.
Trasfcrcncla.
Por justo motivo nao pode ter lugar o lei-
lao da barca (ranceza liirachois, annuncia-
do para liotitein 6, o lera lugar o leilao da
dita burea, Babbado U do correnle ao meio
dia cm uouto, a' porta da associacSo com-
nercial.
i09 WtVUt
Em 0 do correnle eipera-ae, viudo do Hio de Ja-
neiro, o vapnr sardo VCTOR EHHAMJEL, e
denos dal demora rio cotlume secua para Ganara,
por Sail-> nenie, Uadeira, l.i-buae Marselha : Ira-
la.se no escrq lorio dos senles Lemus Jnior .V
Leal Reis,
i
Imh g Br si t'ir.i
vi por Ham-
Esper.i-se de llamburco o vapor inclez GOLDBN
FLEECE,edepisda demorado eotlume segolra'
para Babia e lo de Janeiro : pira freles ou pasa-
ceiru*, nu qual lm encllenles conunodos, trata-e
rom os senle*, na rua da CrOI n. .
Para Lisboa sabe oom brevidade, por
ter parte da carga prompta, o bem conheci-
do brigue portuguez l.aia II -, para o resto e
passageiros, trala-se com os seus consigna-
tarios Francisco Severiano Rabello o; Fillio.
abo, ha uta Jotras de cnstruccSo, para sel quarta parte da sexta lotera doGymnasio,
vender, das qualidades mais adoptadas para I de n 17St, rubricado pelo ca.iielista Polv-
as obras do paiz, como bom esteios e travs i carpo Jos Lavrae, pois n dito bi I hete foi
do imberiba, sieupiras, inchams, e caibros, Idesemeaminhado ou furtado. Itecifo 5 de
assim como lambem as mais apropriadas 1 Dtaio de 1857.-Firmo n'mi de Fieiiei-
redo. b
Precisa-se alugar urna mulherquesai
ba cozer e engommar, pata c.-sa de urna fa-
milia lagleza : quem esliver nostas circums-
tancias, pode dirigir-se em BemQca, Pa>sa-
gem da Magdalena, das -V horas da tarde, as
10 da manliaa, no silio onde mora ICduarJo
Feulon ou no liecife, tas II horas da ma-
nhaa, as 3 ta larde, casa de James Crabtree
c Compauhia, rna .:a Cruz ti. 42.
Na primeira audiencia do Sr. Dr. uiz
municipal supplente da segunda vara, cscri-
v5o Cunta, lera lugar a ultima praca dos
bens penboradosa Francisco Jos lolem.por
i'xecuco dos licrdeiros do finado Antonio
Uarlins Ribdiro, sendo objectos de ouro e
prala, escravos, pumsobrado de 2 andares
lis rua do Cordorniz n. 4, avallado em. .
1:000$ rs., urna morada du casi terrea na rua
da Senzala Velha n (i, avadarla ein 2:ou0;.
o os altos da rasa tle Sobrado de um andar,
no becco do Padre Alexandre, avahado em
1:l'o"9 rs
i\o tlia 12 do corrente, linda a audien-
cia do juizo municipal da primeira vara, se
para curraos; o aununcianU secompromet-
te, conformo o ajuste, a delta-las no ponto
quo mcliior convier aos pretendemos, isto
lie, ou no ponto do tiaibu' c Suape, ou mes-
mo ua praca : a queu este anunnciii inte-
ressar possa, dirieir-se ao Recite rua da
Praia, a Antonio Foncalvcs Ferreira, ou no
indicado engenho
Um rapaz portuguez, que sabe ler e
escrever, offerece-se para caixeiro de enge-
nho, ou mesmo para qualquer eslabeleci-
menio lora dcsta p ac: quem tle seu pres-
tnno se quizer utilisar annuncie por esta l'o-
Iha para ser procurado.
.Na rua Nova n. 17, precisa-se de urna
pessoa qoe cntenda de co/.uiha, para utna
casado pequen. lamilla.
Da-se dinheiro a juros mdicos, com
penhores : na rua da Praia, por cima da tv-
pograpbia, segundo andar.
.No dia 12 do correnle, na rasa das au-
diencias, linda a do Sr Dr. jtiiz dos o daos,
ira a praca por 3 annos, a ronda o engenho
Pitangueira, silo na freguezh de s. Lou-
rengo da Malta, cm ChUos foroiros, do Kxm.
liara
t:2uu.; rs. annuacs.
PHOVI>CA.
O Sr. thesoureiro das
faze.
loteras manda
ilieo, tiue se acliam a venda, no
pavimento terreo da casa da rua da Au-
rora n. (i, bilhetes, meiose ciuartos, da
da quarta parte da sexta lotera do Gym-
nasio, das 9 horas da manbaa a's 8 da
noite, cujas rodas ;.n !.im no dia do
corrente.
Thesournria das loteras 2 de maio de
)S.)7Jos Januario Alves du Uaia, cs-
CrivSo t!;is loteras.
Precisa-se de uma ama quesaibacozi-
nhar : na rua da Praia n. 51, segundo an-
dar.
Precisa-se de um escravo, ou escrava
para o seivigo interno de urna casa de fami-
lia ; paga-sc bem : nn ruada UniBo ultima
casa tle mirante do lado to norte.
Offerece-se uma mulhei branca tle boa
conducta, para dirigir uma casa de pouca fa-
milia, ou de um liomem solleiro, mesmo
para sitio : quem precisar dirija-se a rua da
tonceigao na Boa-Vista n. 2.
etes perdi-
os DO RIO DE JANEIRO.
de .Suassnna, avahada esla renda cm lera de realisar a a (remata cao du arrenda-
mento do sobrado n. 65, de rua Nova, per-
t 'tcente a D. Joaquina Marta Pereira Vianna,
ja aunuuclada para o dia 1 mas que nao
pode 1er lugar, por nao ter iiavid audien-
cia.
Aviso
os donos da fabrica desabito dos Afosa-
dos, tem osen deposito na iravessa da Sen-
zaila Velha, por delraz da loja dos srs. Cu-
nlta superior sabo amarello, piolo, c eiiizcnto.
por menos ilo que em outra qu ilquer parle :
a tratar no mesmo armazom, ou na rui da
Cruz o. 33, taberna.
Precisa-se de uma ama para cozinhar
so, ou para engommar e levar, paga-se bem :
na rua ta Liugoeta n, 4.
--- Dm rapaz que liontem annuncioo que-
rer i.' para o mato ; dirija sa a rua do Quei-
maJo, loja n 10.
nionio ne \zevedo Pereira, residente
ua cidade do Macay, e de presente nesta
praca, vai a Europa em comnanhia de sua
enferma mulber, aiim tle ver se acha cura
O abaixo assignado perdeu os 5 bilhetes
inleiros da quarta lotera da S, ns 77U,
771, 770, 4328 o 5121, desde l praca da Inde-
pendencia, rna do Queiiuado, em seguida a
ruadoRangel, tomando atravessa do >rse-
nal de. Guerra, rua ia Praia, e na volla sentio
a perda tos ditos bilhetes na rua largado
l'.osario : portaillo a pessoa que os linuver
adiado tendo consciencia fara o obsequio
reslitui-los, quesera gratificada : cerlo do
que des le ja eslSo prevenidos os Srs. catre-
listas e mais pessoas inleressadas neste ra-
mo do industria, a n3o fazerem qualquer
Iransacgao, caso depois da cbenada do mes-
mo vapor f!o sul Ir.izenio as listas, leuiatn
obtido algum premio Prevenindo-se assim
lambem ao respectivo thesourolro o Sr Joo
Pedro da Verga, tara que os nao pague so-
nao to abaixo assignado. Pernambuco de
maio de 1837. Jos Busebio Alvesda silva.
O aasageiro pelo Teviot, que desem-
barcou ueste porto, e levou por engao com
suabagagem um tialiu'preto, queira lera!
bondade de informar aos agentes da com-
panhia Srs adamson llowie a. Coirpanhia,
aonde so p le 0 procurar.
Precisa-se de um rapaz ajudantede
um caixeiro de escripia, e que aliauce suai
conducta : quem se achar uestes circums-
lancias, enlen la-*e com Francisco c. de
Sampaio, na rua da Cadeia do liecife, loja
n. 5C, quo iudicara quem precisa.
eSMBELECIIENTO
DE RETRaTAR A" Ol.EO,
DE
ARSENIO & E. GADALT
Arsenio & E. Gadaolt, retratistas brasilci-
ros, discpulos de dous insignes mestres de
liorna e Paris, havcntlo-se estabelccido no
pritneiro andar do sobrado n. 23 da rua No-
va, que faz esquina p.ra a rua da Caiubua,
ah eslarfio sempre promptos a prestar-so
aos ttiisl.eres do sua profissfiO.
Precisa-se de um feilor para sitio :
no s ibrdo da rua da Gloiia n. 7.
Offerece-se um homemji bastante ha-
bilitado para feilor de engenho, e lambem
um administrador com a precisa capacida-
de para o mesmo (un : portanto, quem do
seus prestimos se quizer utilisar, dirija-se as
Cinco Pontas n 71, ou a taberna de Gurjau'
da baixo, que achara com quem tratar.
Un rapaz portuguez, competentemen-
te habilitado com todas as nocoes de conta-
bllidade eommercial por partidas dobradas,
o soSrivel lettra, se oflerece para caixeiro de f
escripia: quem se quizer utilisar, dirija-so,'
em carta fechada, com as iniciaos C- M. N. f.
iivrariada praga da Independencia ns. 6 c 8,
ou annuncie por esle Diario. J^
O Sr. S Affonso do H. B. tenha non-
dade de apparecer na praga* da Boa-Vista
n. 20. ,
A vi uva Grito, com fabrica de-velas na
rua Dircita n. 59, faz sciente que p Sr. Fran-
cisco Pinto de Magalhaes nao no mais seu
caixeiro, e or isso desoneradio de qualquer
trausaegao tendente raesa, podendo ni-
camente cobrar dos dovedores constantes
de uma relagan assignada pela annuuciante,
a imporlancia de seus debilos. Pela viuva
L!rto. Jos. Pinto de Magalhaes.
Precisa-so de u;na pessoa quo queira
Irahalhar cm \u\\a fabrica do fazer velas de
carnauba, e que dislribua as mesmas pelas
freguezias, que seja de reconhecida probi-
dado : na rua Diieita n. 59.
- Antonio Pereira Mendos vai a Portugal,
edeixa por seus procuradores os Srs. Joo
Piros ile Almeida Lopes, Tliootonio Flix de
Mullo e Antonio Prieto.
Vetes de car-
nauba.
Vende-so na rua Direita n. 95, velas de
carnauba fabricadas na Ierra, milito bem
feilas e dn iodos os tamanhos, 6, 8,10 c 13
em libra, pelo-diminuto prego de 125 a ar-
roba, sonio os freguezes servidos com
prompttdao de toda e qualquer porgao que
quizerem.
Vende-se na rua da Csdeia de Santo
Antonio n. 8, casa terrea, milito superior
Jacaranda, tanto om porgos como a retalho,
lut'o a vontade do comprador, trastes de to-
d-s as modas modernas, tanto por venda co-
mo por aluguel; assim como junco de su-
perior qualidade ; os pretendentes podem
dirigir-se a dita rua ecasa, a qualquer hora
do dia.
Continu'a a estar fgido um cabrinha
de nome Manoel, de idale de 16 annos, ten-
do falla de um dente na frente ; assim co-
m, tem uma cicatriz na testa quasi junto ao
cabello, preveniente de um couce de caval-
lo : quem dellesouber, dirija-se a rua Vc-
llia n. 94.
; Os assignantes da traduoeSo de Hei-
neeeio, podom ir receber hojea segunda en-
trega, na rua do Crespo n. ti, loja do Sr.
Antonio Domiogues, das 3 horas da tardo
em dia ule.
\o Sr. Manoel do Nascimento Itodri-
gues Franca, pede-se o favor de apparecer
na rua do Crespo n. 19.
CHALES DE MERINO*
tle muito bom gasto, lisos, bordados e de
barra ; venJem-se na rua do Crespo, Icia
n. 19. '
SSr A ESCOI.UA DA PARCA NAO FOI DAS
MELIIOKES.
Oorios accionistas e suliscriplore do eabineta
portagoei de leitura naataeidada dcciaran, que des-
pre/am as meaqainhaa e prfidas fntinuaeoes deso
-eiilmr Kerrciro Funileiro, publicadas* em al-
Ctii.s nonieros do i Liberal Petnambucano, o nao
in us se euveritonliain de publicar todos os nomes,
de que lem usado o mesmo; quando quer illudir o
publico ensato. A armada calumnia embiila-sesem-
prnao investir com a inniirencij. Os tiros do Sr. Fer-
reiro l'uuileiro sahein *empre Iroimn. o as punta-
rla ilesvjirada! : no enlanla almiratnos como ,i ac-
tual Oiraetoria e coan lio deliberativo ainda loleram
lauta inf una da parte de um socio accionista, que
Mista di um tal proeediinenlii nio llevara de lia
inulto Cazer parte de uma t.lo ulil e civiluadora im-
liluieila, e p*ra t*lo >e reali*ar, seria bastante por te
em etaeoela o i... do irl. 2S de nossos cslalolos,
cija daolrtna li^ o laguiote : ll-m de aer ocio
o i|ue prattear acljs oirensivo lo decoro e repeilo
riue deva c.iinlaiitsiiieule reitiar entre todos osmem-
bros do gabinete.
Cm sacio instalador.JZX
o
.-;, EM PEKNAMIilCO S
:: UO DK. Itf
SABINO OLEGARIO L. PIMO.
"dff Rua de Santo-Amaro (Mun- ^
\'. do-.\ovo) n. G. *5i3
i> Nesle cstahelecimenln existem ns medica- A
a menloa mais ideqoadoi aos climas do nor-
jga 1'. prepralos com a maior vigilaucia pelo
'...-' proprialario.
Botica S
m
..,' i.iistem ineilirarnenlos preparados nn Itio
_ ae Janeiro, que se vendara por preeo bai-
w X(1S, mt< ui0 e garan, sua .niracia.
..,- A experiencia lem damenslrado que oi
. medicamento! aqui preparados produzem.
:s n: Ib ir eil.it;., r.i ua* provincias do norle,
j do qoe os qoe os que vera .te., lora.
I), prrfos -..> li\ .s, .mi I., mais caros, por ^S'
eram nieibore*, os preparado! em Pernaiil- r'i3
buen.. .-
O
'-.':
- w
seus padec montos em paiz estraogeiro; dei-
xou eulreguo sua casa no Aracatyi a seu li- ''
I lio Guilherme Pereira de Azevedo e Cypria- '
uo de .Moma e silva, o encaregado de seus
negocios nesta praca osea genro Francisco
Ignacio Tinouco de Souza.
JoSo Fernandas Parate Vianna vai a
Europa, levan lo em sua companhia, sua so-
tihora e sua lilha de menor idade.
\chou-sa ama comeada nn bairro da
Moa-Vi-la : quem for sea clono, dirija-se a
ilha do lalos casa do Sr. Joaquim Ignacio.
Precisa-se alugar urna escrava de meia
idade, para cozuilm, e vender na rua : na
rua da Aragao u. 36.
TilESOL'RO OMEOPATIUCO
OU
Vade-Mecan
DO
IIO.UB PATHA
PELO Hit.
SABINO OLEGARIO L. PIMO.
Esja preciosa obra rontiniia a vender-se
o
o
i

:; na bli central, a lOgUOO ato lirocliura c ^
19 I l*iK)ll .-i, -i -i i. B9
\y'r.j>V.r uf u ^ -- ^r \J> i.. r u'y ..Js*" \J
Arados tic Torro.
Na fundicSo de C. SlarrcV Companhia, em
Santo Amaro, acham-se oara vender arados
de ferro do utu modello e construcg3o muilo
superiores.
MliTODiT

,
ILEGIVEL
.



DIARIO DE PERNAMBUO, QUNITA fEIRA 7 DEMAIO DE 1837.
|
S> M
* MOMAS TRECIOSAS-
I0HE1RA I OTARTE.
LIJA Bl 9URIVKI
Ra o Cabuga' n. 7.
Recebeni por to-
9 dos os vapores da ^""
Compran). vendem mi J i i
trocam praia, ouro, bri- % TO\i& SS ODTaS v
OOROETRATA
<1JI W
[ Aderecni d brilhante, J
B diamantes e perolas, pul- 4
(f veiras, aleles, brincos w
roielas.'boloes e anoeis Ijjj
V de diflerentes eoslos e de
diversai podras de valor. *t
i W
A lhaules,diamantesepero- $
las, e oulras quaesquer *
* joiatde valor, a dinheiro 8
V "U pur iilir.iv.
+ ..,?*???;?. *>>:..?:?>?.?..*
moderno
to de Pt
rosto, tan-
hc cooaio
w
* Aderecos complelo de
*; ouro.meiosdilos.pulcei-*
8 ras. alneles, brincos e J
ijj roelas,crdoes, trance-w
;< lins, inedallias,correte* H
* e enfeiles pararclogio, e -J
2 oulrosmuitotobjeclosde '
* ouro. *
3 Apparelhos completos, *
2 de prata, para cha, bn- |
dejas, salvas, easlicacs, >;
$ collieresdesopaedechii, *
J e muilos oulros objeclosgj
'< de prata. *
gAtig ****?*?'
deLisho asquaes se vendem por
pre$o cooimodo como eostuiiiam.
C0HSDLT0R10 HaMEOPiTHICO
&Sk Sh
Onde seacham seinpre os mais acreditados medicamentos, tamo em tinturas como
ara glbulos, e preparados cora o maior escrpulo e por pregos bastante commodos :
i-mogos FIXOS.
tubos grandes. ,
Botica d
Dita de 4
Dita de 36
Dita de 48
Dita de 60
D
t0/000
153000
205000
255000
309000
13000
25000
Tubos avulsos a.......
Frascos de tinturrsdcmeia onca. .
Manual de medicina homeopathica o l)r. Jahr com o dic-
cionario dos termos de medicina .....
Medicina domestica do Dr. Ilcnry.....
Tratamento do cbolera morbus ... ...
lie, erlorio do Dr. Mello Moraes .
209000
10*000
2/000
6*000
Attenco
lt. C. Yates & Cotnpanhia: estabelecidos
no llio de Janeiro, na ra do los,.icio 11. 40,
mmi'ii un annuncio publicado em urna das
folbas de Pernambuco pelo Sr. Bartbolomeo
I", do Souza, prevenindo ao publico que o
verdadeiro xarope do bosque s elle be
quem vende,prevenimos ao mesmo publico,
|ue o nosso xarope he rcuieltido do Kio de
Jrneiro pelos cima proprielarios ao Sr.
Manoel Alves Guerra, e este senbor fez o de-
IHisito para ser vendido na phannacia do Sr.
Jos da Cruz Santos, na ra Nova n. 53, ni-
cos por nos autorisados para venderem o
nosso verdadeiro, e mais prevenimos aos
.senhores consumidores, que ha perlo de 5
> 1 unos os rollos cuitados as garrafas s3o
, .".asignados por llenry Prins, como procura-
Mores dos cima propietarios. Rio de Janei-
ro 13 de Janeiro de 1857.
. liartbolomeo Francisco de Souza, Icn-
do o Siinuncio dos Srs. lt. C. Yates iV Com-
panhia.no Diario n. 17, em que diz ser s-
ruenle verdadeiro o xarope de bosque que
se vende nesta cidade na pharmacia do Sr.
Jos da Crlrz Santos, onde fez deposito o
Sr. Manoel Alves Guerra, que recebeu delles
propriotarios, declara ao publico, que nao
duvida seja falso o xarope de bosque que
lamliem vende era sua botica, mas assevera
que elle he comprado aos mesmos Srs. R.
('.. Yates & Compatihia, do Itio de Janeiro,
como |irovam os documentos abaixo :
ItIO l)E JANEIRO 8 E AGOSTO DE 1836,
O ir. liarlliulomeo Francisco de Souza
comprou a R. C. Yates & Companhia :
4 duzias de garrafas cem xarope
do bosque a 349000.........2169000
6 duzias de 1|2 garrafas com xa-
rope do bosque a 275000......1629000
Bilhetes de visita.
Gravam-se c imprimem-se com perfeic/io bilhetes
de visita, letlras de commercio e ludosos uhjeclos da
arte caligraphica, regiliros, vihlietas e qiue^quer de-
senhos. Ahrem-so urinas, sinetes, tanlu a Idilio do-
ce como em relevo, ornamentos cmn objertoi deouro
e 'prata. Fazem-se. riscos lindos e oiiginaes para
bordados de laliyrintho. Adnnlle-se a rerusa de
quaesquer desles objectoi no raso de 11A0 firarein a
conteni das peeioas que os eneoinmendarein : que
pretender dinja-se a qualquer desles luu.res : no
bairro do Recite, ra da Madre de lieos n. ['. pri-
meiro andar; em Sanio Auloiiio, na livraria dassic
dopaleo do Collegio n. 2 ; nas Cinco Pontee, sobra-
lio da quina confronte a matriz nova.
Pcrdeu-se na tarde de domingo 2 do
correle, al Apipucos e oulros arrabald.es,
un boto de punhos de duas grinaldas en-
castoadas em ouro, offerece-se gratificar
com o valor do mesmo a quem o acliou,que-
rciidoresiilut-lo: na ra do Cahuga' loja de
ourives do sr. Mcolao
AMA DE LC1TE.
Precisa-se alugar urna ama que lonlia bom
leiie, o de boa conducta, forra ou captiva .
no aterro da Boa-Vista, lo|a de bilhetes n. 56
&0Ntp**ft
AuaiVovan. S
Acaba de receber relogios de todas as qua-
idades, tambem oculos para todas as vis-
tas, por preco muito em conla.
riso.
Antonio Lopes Pereira de Mello, faz
sciente aos devedores da loja de calcado
da ra da Cadeia do Recite n. >, <|ue' foi
dirigida pelo linado Alexaiidnno Pedro
pa ra seu embolso at o (im do me/, de
maio do coirente auno, lindo este, en-
tregara ao sen procurador para este re-
ceber judicialmente, certos de que dessa
data em diante, nao tera' contemplarse
com pessoa alguma ; por isso previne
com tempo sufliciente para depois nao ha-
ver queixa. Kecil'e 20 de abi il de 18.">7.
Antonio Lopes Pereira de Mello.
- Precisa-se de urna ama secca para ser-
vico de portas a dentro, para casa do pouca
familia: na ra larga do Itosario n. 40, se-
gundo andar.
Compram-so travs de 23 a 35 palmos
de comprimonto, e palmo de grossura : na
hvraria da prara da Independencia n 6e8
Compra-sc urna cabra coslumada a
criar menino : na ra de S. Francisco, so-
brado n. 8, e na livraria n. 6 e 8 da praca da
Independencia.
Compra-se cffectivamente na ra das
Flores n. 37, primciro .ndar, apolices da di-
vida publica e provincial, accesdas corapa-
nbias, e da-sc dinheiro a juros, em grandes
e pequeas quanlias, sobre penhores.
Compra-se um moleque deidadede
16 a 18 anuos: na ra da Cruz n. 1, escrip-
lorio de Antonio l.uiz de Oliveira Azevedo
Comprain-se palacOcs brasileiros e
hespanhoes a 29UI0 c modas de ouro de 163
com meio por cento de premio : na ra de
Cadeia do Recite, loja de cambio n. 38.
Na encadernace da travessa da Con
gregaeo, compra-sc um 2. v. da segunda
edic,o da grammatica do liurgaia.
Compra-se uina pavoa nova : na ra da
Cadeia loja de ferragam n. 53.
Compram-se camisas e toalhas de la-
byrintho: na ra do Collegio n. 18, segun-
do andar.
Compra-se um escravo preto, mari-
nheiro : na ra da Cruz, escriptorio de An-
tonio Luiz de Oliveira Azevedo", n. 1.
Compra-se um cavallo de sella : na
ra da Gloria n. 86.
P.s. 378#000
Rccebi o importe cima, do Sr. Antonio
V)aquini Vieira de Carvalho. Rio de Janeiro
' de agosto de 1856. Por K. C. Yates &
ompaiiliiaJos Paulino Baplista.
lieconhcco verdadeiro o signal supra. Re-
ttfe 8 de agosto de 18561
cm le de vcrdae.
Mano-I Hilario Pires FerriSo.
RIO DE JANEIRO 18 DE FEVERITRO DE
1857.
<>s Srs. Constantino (-ornes de Farja & Fer-
reira compraram a R. C. Yates & Compan-
hia :
4 duzias de arrafas com xaropo
do bosque a 549000. ....... 2KV0O0
6 duzias de l|2 garrafas com xa-
rope do bosque a 275000......162/100
Rs. 3789000
Bccebemos o importe. Por lt. C. Yates &
CompanliiaW. C. Cerwartt.
Ms abaixo assignados declaramos que
compramos o xarope cima para oSr. Bar-
tholomeo Francisco de Souza, de Pernam-
buco, em virludede sua ordem de 3 do cor-
rele. Itio de Janeiro 18 de fevereiro de
1837.Constantino Gomes de Faria & F'er-
reira.
Kcconheco ser verdadeiro o signal supra
de Consta mino Gomes de Faria o; Ferreira.
Rio 18 de fevereiro de 1857.
Fin f de verdae.
Pedro Jos de Castro.
SEGURO CONTRA FOSO.
Companbia Alliance.
Est.belecida cm Londres, em marco de 1324.
Capital cinco niilhoes da libras esterlinas.
Saunders Brothers & C, lera a honra da in-
formar aos Srs. negociantes, propietarios de casas,
a quem mais convicr que estao plenamente au-
.orisados pela dita companhia para efTectuar segu-
ros sobre edificios de- tijolo e pedra, cubarlos de
llha e igualmente sobra os objectos quecontiverem
os mestios edificios quer consista em mobilia ou
a fazendas de qualquer qualidade.
JOIIN CAT1S,
correlor geral
E AGENTE DE LE LOES CO.MMERLIAES,
n. 20, ra do Torres,
PIUMEIRO ANDAR,
praca do Corpo Santo
RECIFE.
O Dr. Ignacio Firmo Xavier faz publi-
co, que mudou sua residencia para o seu si-
tio na Passagem da Magdalena, que lica ao
norte da estrada entre a ponte grande e a do
Chora-menino, e ahi tem preparado una
casa ile saude cora todos os commodos para
i. tratamento de escravos, cujos senhores
residam fra da praca, ou que nao os pos-
sam curar era suas proprias casas : quem
para isto quizer-se utilisar de scus servicos
mdicos, que serao desempenhados com o
maior zelo, dinja-se ao paleo do Carmo n.
9, primciro andar, ou no referido sitio da
Magdalena. Preco2/000 diarios exceptu-
ando conferencias, sanguesugas e opera-
coes.
,',5 JoAo da Silva llamos, medico pela un- :
'.''.. \iT.1 !.--!( de Coimbra, mudou sua residen- "ti
xSSr ca (la ra do Cabaga para a roa Nova n.
C? ('''' -u,ll|o andar, sobrado do Sr. Dr. N'el-
;* lo. '' contina a rereber, das 8 s 10 ,:
J-* horas da manbaa, e das II i 5 da tarde,
, pessoas que o queiram ronsullar.
@. fc. -...-._;..... x-v .- ...... .^ r-v^.
lie chegado loja do Lccomte, no aterro
da Boa-Vista n. 70, o excellcnte leite virgi-
nal de rosa branca, para refrescara pellc, ti-
rar pannos, saldas o espiabas, igualmente o
afamado oleo babosa para I un par c fazer
crescer os cabellos, assim romop imperi-
al do lirio de Florenga para brotoejas eas-
peridades da pelle, conserva a frescura e o
avelludado da primavera da vida.
Precisa-so de urna ama para casa de pou-
ca familia, que saiba cozinhar, c engommar
com toda a perfeiciio, e paga-se Dem : na
ra do Cellegio n. 15, armazem.
A pessoa que julgar-se dono de um ca-
vallo ruco, sumido nos fins do mez passado
ou principio do correte, desta praca, e bem
assim de urna besta melada, baja de appare-
cer no engenho Agua-azul, do abaixo asig-
nado, na comarca de Nasareth, que avista
dos siguaes que dr, scr-lhe-ha entregue o
cavallo, que existe em poder de um seu mo-
l rador, e lera noticia da besta.
-Inlonio Luiz Pereira Palma.
Precisa-se de urna ana para o servico
interno de urna casa, e mandados a ra : na
ra Augusta, penltimo sobrado a inflo di-
reita, perlo do chafariz.
- Precisa-se de urna ama para criar um
menino, tendo a mesma bom leile : na ra
larga do Rosario n. 35, loja de miudezas,
achara com quem iraur.
Na ra do Collegio, o Sr. Cypriano Luiz
da Paz; no aterro da Boa-Vista, o Sr. Joao
Ferreira da Luz; na padana do Sr. beiriz,
dirao quem da quantias de 400, 500, 600
700, 800, 000,1:000*000, e mais com hypo-
tbeca em casas turre s: assim lam'bem
quem vende um preto velho sem molestia e
vigoroso, e o motivo se dir.
O 11 i ni. Sr. Antonio Aladem de Araujo,
queira mandar receber urna caria na ra da
t.sdoia do Recite, ao p do arco da Concei-
cao casa n. 55.
Arrenda-se ou vende-so um sitio junto
a matriz da Varzea, com casa do vivenda
granuo, e bstanles arvores de fiucto, bem
como iarangeiras, cafezeiros, o oulros : a
fallar na ra de Hurlas, sobrado n. 2, segun-
do andar.
Aluga-se o armazem de 3 portas, sito
na ra da Praia, pertencente ao patrimonio
da ordem terceira de S. Francisco : os pre-
tcndenles dirijam-se ao largo do Carmo
n. n. 16.
Precisa-se de uina mulhcr forra ou es-
crava, para o servico interno de casa de fa-
milia, que tambera saiba engomuiar, seja
sadia e de bous costuraos, obrigando-se a
morar com a mesma familia : a tratar na ra
Nova n. 50, segund-i andar.
Precisa-sede um perfeito cozinbciro
em casa do Ur. Sabino Olegario Ludgero Pi-
nho, ra de Santo Amaro .Mundo Novo) n. 6.
D-se^a quantia de 50 a 2009 a juros,
com penhores : na ra Nova n. 12, loja, dir-
se-ha quem da, das 11 horas do dia as 2 da
tarde.
Lotera
re-
Metlioto facilimo.
Na livraria da praca da Independencia n.
6 e 8, vendo-se o melhodo facilimo para
aprender ler, novamente impresso o aug-
mentado, por mil reis.
Vende-so a taberna na ra da Trompe
n. 5, bem afreguezada para a trra e para o
malo, a dinheiro ou com desobriga prar;a,
seu aluguel be o que se convencionar i a
tratar na ra do Mondegon. 4.
Vende-se para lora desta provincia, ou
para longe da villa de Po-d'Alho, sendo pa-
ra o sul ou norle, um mulato do 22 annos,
pouco mais ou menos, ptimo pagem, olli-
cial de allaiate, som vicios e tiem achaques:
quem o comprar licar bem servido.
Vende-se um cavallo para carro : na
ra da Senzala Velha u. 114.
>ot;e de a raya a S00 re i
Chegou a ra do Collegio n 5, nova i.
messa de doce de araca, fabricado no enge-
nho Guerra, a 500 reis cada caixao, assim
como de guiaba e banana.
No deposito da ra do Rangel n. 48.
vendem-se tmaras do l.gylo.pelo barato pre-
co de 15 a caixa, queijos londrinos a 400 rs.
a libra, assucar cristaliaado, manteiga, c
bolaciiinhas linas de todas as qualidades
tanto da Ierra, como de fora, tudo por mais
barato preco, do que em oulra qualquer
parte.
I U.\ ESTREITA DO RO-AUlO N. u.
Vcndem-s-5 caixas com tmaras a 7o rs.,
queijo londrino a 400 rs. a libra, dito de pra-
to a 720, dito do serlo a 560, dito de quallia
a 400 rs., latas de 2 libras com massa de to-
mate a 1>800, e oulros generos.quo s vis-
ta dos compradores se fara o pre5o.
ftovidade.
Na na do Queimado n. 30, loja do ferra-
gens, vende-se o superior couro de lustre a
4:300 a pclle, superior papel pautado a
4j500, dito paquele a (9500, dito de peso a
25800, marroquim atoa pclle. facas de ca-
bo de balanco a 59400, ditas a 63, ditas mui-
to superiores de 2 boles a 6500, ricas ca-
xas de bfalo a 1?800 e 25, e oulras muitas
ferragens c miudezas, que vista se pora
preco, e nSo se engaa os freguezes.
Atienta 43.
He chogado ao barateiro, na ra de Santa
Tboreza, cortes de chitas francezas a 15000
o corte, afianca-sc nao ter avana, com 8 co-
vados o meio.
HT _j t<
MHValsIlklVI
- Vende-se|uma n^gra moca, que en-
gomma, lava c rozmha : na ra do Collegio
n. 18, segundo andar.
Vendem-se 2 vareas de leit", muilo
boas; para ver, no bec-co do lOspinbeiro, no
silio do fallecido Sr. Fraucisco de Carvalho
Paes de Andrade, e para tratar no mesmo
sitio, ou em Santo Amaro, ao r la fundi-
ciio, taberna de Jos Jacinlho de Carvalho.
Vendem-se na Sol Jado, casa de4ja-
nellas e I porta, 2 escravas crioulas, do ida-
de 2S annos, e de bonitas figuras, leudo I
dcllas muito bom leile, por ler parido lia 2
mezas ; assim como um preto de 22 anuos,
ptimo nortelo.
AO 801 E BARATO.
Na loja do Pregoica, na do Queimado, es-
quina do becee do IVixe Frito n. 2, alm muitas c diversas fazendas, que para acabar,
so vendem por todo preco, ha presentemen-
te chitas linas de cores lixas o lindos pa-
drOes, que por estarem um pouco roi las do
copim, mas em lugar que nada ofTendc o
corte de um vestido, se vendem pelo bara-
lissimo preco de 160 o covado, chitas de bo-
nitos pairOes e escolenles pannos, sem de-
fcito a'gum a 5J000 a peca o a 160 o covado,
lencinhos decambraia proprios para mio a
120 cada um, pannos para mesa de mui boa
qualidade a 19920cada um. mussulinas mui-
to finas e de, delicados desenlies, chitas fran-
cezas largase mui superiores, cambraias li-
nts brancas e estampadas, malapolcs, al-
godnoziuhos, fazendas para calcas, e nutras
muitas, toilas da mais superior qualidade
c a procos baratissimos.
CHA' SUPERFINO.
Acha-se venda no deposito da ra de S.
Frucisco n. 6 superfino cha hysson de qua-
lidade muito superior, por barato preco ; s
com a vista se avahar da bondade dclle.
QUEIJOS.
Muitos bons queijos flamengos, vrados no
ultimo vapor, estilo a venda no deposito n.
6 da ra de S. Francisco, por barato preco.
PE HINCHA
No deposito da ra de S Francisco n. 6,
ha para vender caixns de folha de (landres,
proprias para costura, etc., eic, por muilo
barato preco.
Nende-sc urna canoa aborta : _" ra da
Santa Cruz n. 44.
Vende-se lenha muito secca, achas
grandes, e multo boa quali lade, aos milhei-
ros o ajs centos, preco commodo : na ra
Nova em frente do porto, armazem de ma-
deira junto ao sobrado.
Vendem-se SOOalqueires de Lisbaa :a
tratar no Forte do Mallos, armazem do
Guerra.
Vende-se urna parclha de canarios do
imperio muilo bons cantadores, por 45/000 :
no aterro da lioa-Vista, loja n. 56.
Charutos.
Vendem-se na ra do Collegio n. 13 a
7J500 o milliciro, em macos d* 50.
Vende-se uina taberna no Corredor
do Bispo, com fundos suficientes para qual-
quer principiante : a tratar ns mesma com
o dono.
Vcndc-sc urna cxcellente vacca pre-
nha, boa leitelra : na ra iio Crespo n. 10.
Vende-so um piano com excellentes
vozes : na ra larga do Rosario n. 22, se-
cundo andar.
VINHOS FINOS.
O melhor traba do Porto engarrafado que
exisle no increado: vende-se no deposito n.
6 da ra de S. Francisco.
Vende-se um boi grande e j adestra-
do no servico de carroca : na coclicira da
Florentina.
CHSRliTOS BONS.
No depositen. 6 da ra de S Francisco
acham-se charutos de todas as qualidade,
e preco commodo.
rMt&iiyao.
Vende-se na ra Direita n. 27, manteiga
ingleza muito boa a 960 rs., dita a 800 rs.,
dita a 640, queijos novos, viudos ltimamen-
te pelo vapor a 2/e 1800, ditos a 1/700, cti-
xoes de dore de 4 1j2 libras a 15000, ditos a
610, toncinho de Lisboa a 4C0 rs., dito a
320, queijos londrinos a 480 a libra e a 4 rs., agurdenle de Franca a 1,3500 c 1/400.
Precisa-se no mesmo lugar do um caixeiro,
preferindo-se portuguez, de boa conducta,
n3o se olha a ordenado, tendo boas infr-
mameos.
apeos de fel-
tro e bouet de cabello pa-
t ra meninos.
Vendem-se ricos chapeos de teltro para
meninos, enfeitados com litas c plumas, pe-
lo baratinho proco do 3-3500, bonetes muito
lindos de cabello a 28 rs. !
mado, na bem conhecida
n. 33.
I-20
lojn
DA.
ovificia.
O abaixo assignado vcudcu os seguintes
premios :
1 quarlo Numero 2752 5:000o
1 bilhete 1557 200/
1 quarto d 3011 503
1 dito a 53 508
O mesmo tem exposto venda os seus fo-
iizes bilhetes, meios e quarlos da quarla
parte da sexta lotera do Gymnasio Per-
nambucano, os quaes nao estao sujeilos ao
descomo dos oilo por cento da le.
Por Saluslisno de \ quino Ferreira
J.ise Fortunato dos Santos Porto.
mveaaammm &tmtx*
AO PLBLltO.
Ko armazem de fazendas_ baratas, ra do 33
Collegio n. 2, 555
vende-fe ura ccmpleto sortimento de fa- M
Ai-'
riyao.
Scicntifica se a quem convicr, que a revi-
silo de pesos, medidas e balancas, principia
do 1. do crrente a lindar no ultimo de ju-
nho : na casa da tfericSo, no pateo do Ter-
co ti. 16.
#- @s3
8 DENTISTA fRNCEZ. $
& l>a"l Gainnom ilenlisla, ra Nova n. 41 : W
.y na iiiciii.i raa leio aeua e p< denlrilice, $
Precisa-se do 3 olliciaesde cliaruteirn:
na ra do llangcl n. 2.
zendas finas
grossas, por aais barato
g presos do que em oulra qualquer parte, ?*
f tinto cm porcSea como a retalho, airian- %
|-j cando-?e aos compradores um s preco ||
|| parauxlos: este estabolecimento abrio-se ^
gg de combinaco rom a maior parte das ca- ^
jjg sas commerciaes inglczas, francezas, alie- J
J1 maos e suissas, para vender fazendas mais Sil
J^ em conta do que se tem vendido, a por isto 3&
S oflerecem elle maiores vantagens do que '&
!* outro qualquer; o proprietario deste ira-
3 portante estabelecimonto convida todos
^ os seus patricios, e ao publico em geral,
para que venham (a bem dos seus inte-
resses) comprar fazendas baratas: no ar-
mazem da rua do Collegio n. 2, deAn-
& ionio Luiz doi Santos & Roli*.'
I)escja-so fallar ao Sr.'F. Tal Berla Ido
para negocio da seu interesse ; na rua da
i.adea de Santo Antonio, loja do
n. 25.
S
m
m
:;
a IjOOO rs.
Vendem-se cortes de vestidos de chita
larga, a de/, tustdescada um: na loja de
V portas, na rua do Queimado n. 10.
A 120 REIS 0 COVADO.
Vende-se cinta larga sem avaria a
rs. o covado : na rua do Queimado,
de i portas n. 10.
nelogios de pa-
tente
inglezes de ouro, de (abnete c de vidro :
vendem-se a preco razoavel, em casa de
Augusto Cesar de Abreu, na rua da Ca-
deia do Recite, armazem n. I(j.
Na nova loja de i portas, ao pe do
arco de Santo Antonio, ha para vender
superiores fazendas de l>om gusto : mus-
sulina de cores, dita branca, clialv de
cores, lindezas, duquezas, alpaca de qua-
dros, enfeites para pescoco de senhoras,
cortes de cambraia de lpicos, pecas do-
cilita de quadrosa iJOOO, ditas roxas ..
jjSOO, coitcs de sempre-viva a I000,
chales do merm lizos e bordados; cou-
lras muitas fazendas, por precos que
agrada a todos; este estabelecimento este'
todos os dias aborto ate as 7 c meia horas
da noite.
Vende-se um bonito mulatinlio de 9
a 10 anuos de idade, em casa do portuguez
l.ui/ Cela no liorges, na terceira casa da rua
da Concordia.
Vende-se una cxcellente casa, sita na
rua da Mangueira n. 1 a fallar na rua do
Crespo loja n. 1(1.
Vendem-se 3 ccravos crioulos, bonitas
guras, de idade de 11 a 20 annos, 1 cnoula
JWaue 18 annos, bonita ligara, com boas
habilidades, i mulata, i negra e 1 negrinha
de idade de 11 a 20 anuos, 1 escrava boa co-
zmlieira e vendedora, de boa conducta, de
idade 30 anuos: na rua de Aguas-Verdes
u l'>.
Vende-se um baixo c um pistn, ero
bom estado, e muito em conta : na rua das
llores n. 19,
Vendem-se 25 acces da estrada de
ierro, Co:n o mdico juro de 15 por cuto
na ruada Cadeia do Iteciro n. 3li, primeiro
andar.
.Si ceas
com mi
llio.
Vendem-se na loja n. 26 da rua da Cadeia
do Ilecife, esquina do becco largo.
Vendem-se duas ptimas rabecas : na
rua Nova n. 56.
- Vendo-se milho em sacras: a tratar
na pracinha do Gorpo Santo n. 66, primeiro
indar.
" StOS.
(1 tvuifo b<> .
Mussulinas muito linas, matizadas cora
lindas cores, de padroes muito bonitos c
inteiramene novos; vondom-sc pelo dimi-
nuto preco de 560 rs. o covado : na rua do
Queimado n. 22, loja da boa f.
Sr
Ao
d
v cn^enlo.
n. :
.fe
4

na rua do Quei-
loja da boa lama
tic Hava-
em cusa
& t:.
releg'io.-
SELLINS e RELOGIOS de patulle
iiilei : a venda no arnia/.cm de
ftoslroa Itnoker & l..-n-;.....!im, es-
quina do lar^o do Corpo Sanio nu-
mero 48.
( ha ni tos
veiiciem-se
. Astley
llius c
MAS piras i
e algod&o para
LAIA
padres.
Vendem-se superiores meias pretas de
laia, pelo barato preco do 1800 o par, ditas
de algoJao de superior qualidade a 600 rs. :
na rua do Queimado, na bem conhecida luja
do miude/as da boa fama n. 33.
Leques muito fi-
nos,
Vendem-se loques muito finos, com plu-
mas, espelhos c boletas, pelo baratissimo
preco de. 2? e 35500, ditos sem plumas muito
hoa fazeoda a 1>280 : na rua do yucimado,
na bem conhecida loja de miudezas da boa
fama n. 33.
Velludo rico para forrar carros, com
lo los os portences, vende-se na rua Ua Cruz
n. 10.
Em casa de Ilcnry I'.runn & Compa-
nhia, rua da Cruz n. 10, "vendem-se pianos
chegados no ultimo navio, quadros com
moldura, cemento romano, cognac em cai-
xas de urna du/.ia, velas de composico,
conservas em latas.
Peunas de ema, cera de abelha e de
carnauba.
Na rua da Cadeia do Ilecife, loja n. 50, de-
fronte da rua da Madre de Daos, ha para
vender os gneros cima, recentemente che-
gados, por precos razoaveis.
Algodo noonstro, lie pe-
chincha.
Vende-se algodiio monstro cora 8 palmos
de largura, proprios para toalhas e Iciifues,
polo diminuto preco de 600 rs. a vara : ua
rua doJQueimado n. 22, na loja da boa f.
Ligas de seda
pnra senitora.
Vcndem-so superiores ligas de seda para
senbora, muito bonitas e de muilos pa-
droes, pelo baralissimo proco de 1?200,
1*500 c 2f000 : na rua do Queimado, na
bem conhecida loja de miudezas da.boa fa-
ma n.33
N. O. Bicber & Companhia, rua da
Cruz n. 4, vendem :
Lunas da Itussia.
dem inglezas.
ItrinzSo.
Brins da Itussia.
Vinho de Uadeira.
Algodao para saceos de assucar
A!>;ud3.oz!ilio da Baha
para saceos de assucar.' vende-sn cm casa
de N. o. ISiebcr & Companhia, rna da Cruz
n. *.
flotos para pa-
ntos, colletes e punhos
de camisa.
Vendem-se abotoaduras muito finas
de
I
ara mscales
e buceteiras.
god
ao
liso si-
enpira, com pequero to-
que de vari.
Vende-se na rua do Crespo, loja da esqui-
na que volta para a rua da Cadeia.
Claudio Duhenx
vende plvora Dglzi a 139, 0 159000 rs. o
barril de 2/ libras.
Milho bota em
NAQ( JA^.
Na taberna glande ao lad > da igreja da
Soledade, cliegou grande porcaode saccas
com muilo bom milho, e vende se por preco
commodo.
Couro de lustre
Vende-se couro de lustre francez, o me-
lhor que pode baver ueste genero, pelo ba-
rato prego de 53 a pellc: na rua do Quei-
mado, na bem conhecida loja de miudezas
da boa fama u. 33.
Na rua do I.ivramento n. 16, vendem-se
cobertores de algodiio grandes, proprios pa-
ra a estaciio do invern, pelo barato preco
do 500 rs. cada ura.
( laudo Ilubcux
Vrndem-se velas mistas, proprias para
malar l'ormigas, e para que esiSo muitissi-
mo approvadas : no seu escriptorio, rua da
Cadeia de Santo Antonio n. 13,
PAI.I IOS FRANCEZES.
Vendem-se palitos e sobrecasacos de pan-
no lino preto o do Cures, oom gola de vellu-
do e forrados do seda, do 22/ a 289. sobre-
casacos pelos, forrados do seda a 28?, pali-
tos de casemira de cores, com gola do vellu-
do a 24/, palitos do alpaca de 6 a 105, de
linho decores a 3:000: ua rua Nova, loja
CLAUDIO DBEX
Vendem-se velas estearinas, proprias pa-
ra carros a 19120 cada pacota de 8 velas, :
no seu escriptorio, rua da Cadeia de Santo
Antonio n 13.
Claudio iubeux
Tenn recebido tima factura de 2,00o bar-
ris de plvora, dos melhores fabricantes,
vende-os a liOOO ; as amostras acham-se
no seu escriptorio, rua da Cadeia de Santo
Antonio n. 13.
VINI10 liK LISBOA
em barrsde 10em pipa : na rua da Cadeia
do lecife n. 36. armazem.
patente inglez.
SAo chegados e acliam-se a venda os v.-rdadeiros
a bem cunlieridus sellins inplezes palrnt. : na roa
> Trapiche-Novo n. Vi, armazem de fazendas de
. .damson llowie & C.
Flauta da cidade do lie-
ce
Vande-se a planta da cidade do Itecifee
seus^arrabaldes, feita pelo Sr. Dr. Jos Ha-
mede A'ves Ferreira, por dez mil reis: na
livraria n. 6 c8 da praca da Independencia.
itiappa das distancias d
provincia.
Na livraria n. 6 e 8 da praca da Indepen-
dencia, vende-so o mappa das distancias
das difierentcs villas da cidade entre si, e
relaco capital da mesma, a mil reis
Vende-se a verdadeira grasa ingleza n.
97, dos afamados fabricantos--l)ay f Mar-
tin, em barricas de 15 duzias de potos:
em casa do James Crablrce di Companhia,
rua da Cruz n. 42.
Vendem-se luiiasde raiasde mastapara rape pe-
lo harttissimo prejo de bit) r<.,duzias de tezouras em
carlio a l?000 e 1;200 e Grandes l?!)2fl, duzias de
csmiilias de pao com palitos de fago a 210 rs.,dail
de penlesde chires muilo bous pura alizara;15200,
duzias ile pentes de baleia para alar cabella a 2;200
e 29600,daiil de navalhas para i arha a l960n,gro/at
de boles madreperola para camisas a 600 rei.<,dilat
muilo liiiu- de agala a 100 res, grcza< de botes fi-
nos para calca a 2H0 reis, cartas com 25 pentes de
allinele a 11o reis,duzias de penles de balea para a-
liiar a 3S, grozas de livellas para sapatosa 500, du-
zias de caivetes linospara apaiar penaai a 2^500
e il.?,duzias de gallas (armnicas) a 1 ?2Q0 fl 1^100,
duzias de torcidas para candieiros a 80, reis crozas
de marcas p>ira cubrir a 100, 120 e 160 res, pe-
9as de tranceln para benlinhes 12 res, pulceirns
cucaruadas mullo bonilas para Sra. e meninas a 200
rs..duzias de miadinhas de hnhas preas a 210 res,
pecas com 10 varas de fin de os a 320, 360 e 400
reis, duzias de lapes a 100 rs., duzias de caitas com
clcheles a 720 rt., liulias brancas de novellos de Ip-
dos os nmeros, dilas de cores, ludias de miada finas
e grojas, ditas de carriteis hrancose decores, cordao
de vestido de toda a crocura, biquinhos de lodas as
largara*, e baratos, rendas de (odas as larcura*. es-
pelhos, curdas de viola, filas de l.ia de todas as co-
res, fitas de linho brancas e de cores, didaes, agulha*
de todos os Humeros, lillas de seda de todos os nme-
ros, peunas de palo,calvas de clnfre, rnzarios, colhe-
ies de ferro, relroz de lodas as cores, vernicas, lilas
deheira prela e branca,grampas.eludnu msia que se-
ja necesario para complelo surlimentode bocelei-
ras e mscales e que ludo se vende milito mais bara-
to do que em oulra qualquer luja, na rua do Ouei-
mado, na bem couhecida luja de miudezas da boa
fama n. 33.
IEGHIISIO r*UA
?HG.
NAFUNDICAO DE FERRO DOENGJB-
NHEIRO DAVID W.ROWMAN. A
RUA DO BRUM, PASSANDO O CHA-
FARIZ,
ha sempre um grande soriimenlodoisecaintes ob-
jffetos demecliauismosproprios paraeiiL,eiilios,asa-
ber : mnendasc meias moendas, da mais moderna
conslrurciin ; laixasde ferro fundido e balido, de
superior qualidade e de lodos os lamanbns ; rodas
dentadas para agua on animaes, de ludas as propor-
coes;criyose bocas de Tomaina e registros de bo-
eiro, aguilhScs, bronzes.paraTusos e cavilbes,moi-
nhos de mandioca, ele. ele.
NA MESMA FUNICA'O.
se eiccntam todas as encommendas com a superio-
ridade j conhecida coro a devida presteza ecom-
modidade cm prero.
XAROP
DO
m-
madreperola para colleles nolr, h.-i-
preco ije 500 rs., ditas nu^i^TZZ
as cores a 320, 400 e 500 rs diilt
nas de madreperola para SfcrJH. ?
ehomonsaSOO e 640 rs., aucado m
pur.ho.se collarinhos de camist> de muj "
"co oslo a 400 rs., 800 e iWo. ditos de
cornalina para casacas a 300 rs., e oulr.t
minias qualidades de abotoaduras .
vendem muilo barato; na rua do Queima-
do, na bem condecida loja de miudezas da
boa fama n. 33.
I'KNTES DE TODAS AS QCAMDAES.
Vendcm-.sc pontos de tartaruga para cabello
0 melhor que se pode encontrar, a 5, dilos
de baleia imitando o mais que he possivel
aos de tartaruga, a 1/, 15200 e 1?500, ditos
mais ordinarios de baleia a 2*0 e 320 rs., dl
tos de tartaruga para alizar, fornidos e mui-
to bem feilos a ts, ditos de marfm, fazenda
muito superior a 1550o, 21 e 3?, ditos de
borracha de muito superior qualidade a 1
ditos de bfalo verdadeiro, muito finos
bem Caitos, a 640, 800 e 15, ditos a imitar-So
lo nnicorne a 1, ditos de baleia muito bons
a 280, 320 e 400 rs., ditos de bfalo verda-
deiro, muito bonitos e bem feilos, proprios
parajsuissas e enancas, a 320 rs., ditos de
marlim muilissimo bons, fabricados em Lis-
boa, para pininos, a 800,1800 e 19500. di-
J* l'retos de bfalo tambem para piolhos, a
o00 rs. : na rua do Queimado, na bem co-
nhecida loja de miudezas da boa fama n. 33.
Fara os jovens
na morados.
Vendem-se ricas folhas de papel phanta-
zia para escrever, cada folha com a corone-
lente capa c urna obreia de cola com qual-
quer da da semana, pelo barato preco de
60 rs., 100, 200 e 300 rs. : na rua do Quei-
mado, na bem conhecida loja de miudezas
da boa fama n. 33.
Taclias de ferro.
Na fundicao da Aurora em Santo Amaro-
eitambem no deposito na rua do Brum, logo
na entrada, e defronle do arsenal de man-
tilla, ha sempro um grande sortimento de
tachas, tanto de fabrica nacional como es-
trangeira, batidas, fundidas, grandes, pe-
quenas, rasas e fundas ; e em ambos os lu-
gares esistem guindastes para carregar ca-
noas ou carros, livres de despeza. Os preco
sSoo s mais commodos.
ara odas e grades.
Um lindo e variado sortimento de model-
los para varandas e gradaras, de gosto mo-
dernissimo- na fundicSo da Aurora em San-
to Amaro.e no deposito da mesma, na rua do
Brum.
Moendas superiores.
Na fundicSo de C. Starr A Companhia, em
Santo Amaro, acham-se para vender moen-
das de caima todas de ferro, de um modelio e
construccSo muito superiores.
Luvas de todas
as qualidades.
Vendcra-se verdadeiras luvas de pellica
de Jouvm, preas c braucas, para homem e
senbora a 2c500 rs. o par, ditas de seda de
todas as cores e bordadas, com guarnieres a
2?500, ditas lisas tambera de seda e de to-
das as cores, para homem e senhora a 19,
9200 e lf50, ditas pretas de torcal, muilo
boa fazenda a 15, ditas brancas de algodao
para hornera a 240, 320 e OU rs., ditas de
cores muito finas de fio da Escocia para ho-
mem c senbora a 320, 400 e 500 rs., e ou-
tras mais qualidades de luvas, que se ven-
de barato: na rua do Queimado, na bem
conhecida loja de miudezas da boa fama
n. 33.
Deposito
de rapprinceza da f-
ca de li- Gasse, no
i>ii-
de Janeiro.
Vende-se a prego commodo rap fino,
grossoc meio grosso, da acreditada fabrica
cima, chegado pelo vapor S. Salvador ; na
rua da Cruz n. *9.
Em casa dejllenr. llrmn Si Companhia, mi
rua da Cruz n. 10, vende-sccc^narenicaininlia de
duzia.
::- tife &
Bichas
de
O
in burgo.
terraco
- Vendc-se a terceira parte da casa ter-
rea da rua da Calcada n. 16 ; a tralar na
mesma.
Na rua do Vigarion. 12, e na de Santa
1 fiereza n. 60, vendem-se saccas com milbo
por preco commodo.
No vollio deposito de bichas, rua cslrcita
do Itosario n. II, recelieu-se 4 viveiros de
bichas de llamburgo, e esta retalhanlo a
E-5O0O o cento, e em porcSo por menos.
V'cndc-se carno.secca do Buenos-Ayrcs
a 49 rs., de Montevideo a 1/500 cada arroba :
na rua da Praia n.4.
Vende-se on permuta-so o sobrado de
um andar n. 4'J. sito na rua Imperial, canto
da travessa do Lima, poi outro sobrado no
bairro da Boa-Vista, que lenha commodos
para grande familia, c volta-sc a quantia
qno for razoavel quem pretender, cnlciida-
se com o doseuibargador Santiago, na casa
de sua residencia, ua rua do Hospicio.
Attenco.
Vendem-se pecas do chita de muito bons
pannos, polo baratissimo prego do 5,# a pega,
que sane o covado por seis vintcns e dez rs.,
a porcilo lie pequea : portan to quem gosta
de economa deve-se aproveitar : na rua do
Crespo, loja da esquina junto ao arco de
Santo Antonio, c na loja de 4 portas u. 12.
Sola de qualidade especial, vende-se
no armazem do caes do Ramos, do Francisco
Figueira de Saboia : a tralar no seu escrip-
torio, rua do Apollo n. 5.
vendo-sc.por prego commodo.superior
vinho do Porto em barns de 8. : na rua do
Trapiche o. 14, escriptorio de M. A, Guerra.
Vende-se cal de Lisboa ltimamente che-
gaua, assim como potasas da liussia verda-
deira : na praga do Corpo Santo n. 11.
TAIXAS PARA ENGENHO.
Ka fundicao de ferro de D. W. Bowman ua
rua ds Brum, passando o chafariz, contina ha-
dar um completo sonirnerto de laixes de ferro f un
vido e batido de '! 8 palmos de bocea, a* quaes
acham-se a venda,por epreco commodo com
proraptido: embarcam-s oucarregaa-se emear
ro semdospeza ao comprador.
Em casa de Saunders Brothers C. prac
do Corpo Santn. II,ka para Tandero se nula
Ferro inglez.
l'ixe da Suecia.
Alcatrao de carvo,
Eonas de linho.
Esponjas.
Drogas.
Algodolizopara saccas.
Diio entrampado igual ao da Bnhi
E uoicoaiplelo sortimento de fazendasproprio
para asta mercado ludo por prego commodo.
Vende-se superior linhas de algodiio
brancas, e de cores, em novcllo, para costu-
ra, cm casa de Soulhall Mellor t C., rua do
Iorres n. 38.
Moinhosde vento
'nmnomha de repuso para recar horlaj ba
decapim : na (undicode t. W. Downiar.
na rua do lram ns. C. 8 e 10.
Foi transferido o deposito deste isrope para a bo
tica dejse da Cruz Santos, na rua Novan. 53'
nrralas 55500, e meias3X000, sendo falso todo
aquelle que nAofor vendido neste deposito,p*io
quesefez opresenteaviso.
IMPRTAME TARA OPLRLICO.
Para curade phlysicaem todof-isseusdillereD
es graos, quer motivada por constiparles, losse
asthma.pleoriz.escarros de sannue, dorde col-
lados epeito, palpilagAo no corarao.coqueluche
bronrlole, dorna earuaola, e lodas asmolestia
dosonros pulmonares.
Ven-ie-sc laboado e pranchiies de pi-
nlio de Suecia, pioprio para armago de ar-
mazem de assucar.
Paos de pinho vcrmclho para maslarcos.
Chumbo de munigSo.
Folbas de cobre.
Metal amarello e zinoo para forro, com os
competentes pregos.
Aivaiade do chumbo e de zitico, em p.
Tinta branca de oleo.
Papel lino de escrever.
Vinho especial do Rheno e do Porto.
lina da Cadeia do Rccife, casa de C. J. Ast-
tey Companhia.
Oculos e bonetes
de tudas as qnadades.
Vendem-se oculos do todas as graduagOes
com delicadas armages de ago, pelo barato
prego do 800 rs. e 15500, ditos com armages
douradas e prateadas a 19800 e IsSOO, ditos
com armago de bfalo a 15200, dilos com
armagao de baleia a 480, dilos com armagSo
de metal branco a 400 rs., lunetas de um s
vidro redondas e quadradas com aro de b-
lalo a 500 rs., ditas de dous vidros tambem
com armago de bfalo a 13500, ditas de um
s vidro redondas o quadradas com aro de
tartaruga a 13200 e 15500 : na rua do Quei-
mado, ua bem conhecidada loja de miudezas
da boa fama n. 33.
I O
0*1
Mk
cobertos e dcscobertos, pequeos e grandes,
deouro patente inglez, para bomem ese-
nbora de um dos melhores fabricantes de
Liverpool, viudos pelo ultimo paquete in-
glez : em casa de Soulhall Mellor & C", rua
do Torres n. 38.
*g<
rioor,
ova
cia
da ftiudicSiO Low-
rua da .Sensala
11. 4*2.
Neste estabolecimento continu'a a haver
um completo sortimento de moendas erreias
molidas para engenho, machinas do vapor
e taixas de ferro batido e coado de lodosos
tamaitos pura dito.
niachinismo pa-
tente inglez
Os melhores relogios de ouro, patente in-
glez, vendem-se por pregos razoaveis, no
escriptorio do agente Oliveira, rua da Ca-
deia do ftecife n. 62, primeiro andar.
<
IU
*
Lrn casadcflabeSchmettau &Companhias
rua da Cadeia n. 37, veudi-m-se elegante,
pianos do afamado fabricante Traumann de
llamburgo.
Meias de todas
as qualidades.
Venilem-sc meias de seda branca para se-
nhora, o melhor que se pode encontrar a
SS5O0 rs. o par, ditas pretas tambem muito
boa fazenda a 25500, dilas brancas de algo-
do, muilo finas a 320, 400, 500 e 600 rs.,
ditas pretas tambem muito finas a 400 rs.,
ditas de seda de cores milito bonitas e pro-
prias para baplisado do enancas a 290110,
dilas cruas muilo forles para meninos a 400
rs., dilas de cores de algodiio para meninos
a 240 e 320, dilas brancas para meninas a-
240 o 320, ditas cruas e brancas para lio.
mem a 160, 200, 210, 320 e 400 rs., dilas de
cores de lio da Escocia tambem para homem
a 400 e 500 rs.: na rua do Queimado, na
bem conhecida loja de miudczis da boa fa-
ma n. 33.
Suspensorios de
borracha muito faos
Vendem-se suspensorios de seda e sem se-
da, muito finos, pelo prego de 1000, 15-200,
1/600 e 2/ o par : na rua do Queimado, na
bem conhecida loja de miudezas da boa fa-
ma n. 33.
&Cf3|>!H*t>aVafe
Ausentou-se no dia 4 do correte, do
armazem da rua do Apollo n 6 A, o preto
escravo de nome Manoel, idade pouco mais
011 menos de 26 a 30 annos, vestido com ca-
misa de algodo trancado, e calcas tambem
de algodiio, sendo urna azul, e outra branca,
tera os beigos muitos grossos, e podre um
dente da frente do queixo superior : quem
o pegar, elevar ao dito armazem, ou em
Pariiamiirim no silio de Joaquim Jos de
Amorim, ser recompensado.
liesappareceu no l.'do correte mez
de maio um escravo da Costa anda mogo
alto, secco, cor preta, olhos grandes e esfu-
raagados, chania-se Manoel, tem as pernas
linas, um grande calo pelado na coroa da ca-
bega, grandes talhos de sua nago nas cos-
tas e nos pellos, he muito taciturno e nada
falla, sendo quasi maluco, traz sompre a ca-
misa com os punhos abotoados, suppe-se
ler sido furtado : seu senhor gratifica a
quem der noticia del le na rua do Vicario
n. 25.
Iloga-se a todas a, autoridades policitet e ca-
pules iie campo, que prendam o preto M.theos, era
qualquer parle que o enconlrem, cujos signaes sSo
os secuinles: nafta Costa, estatura all, e tem falla
de denles na fenle, o qu.il pedio licrlica a seu se-
nhor para ir a ftsla dos Prazens, desile enMn nao
appareceo : qoem o prender e Irouxer a rea da
Moeda, trapiche do Cnh, ser Rratillcido.
A 26 do mez lindo fugio o preto Joo,
de idade que representa 35 annos, estatura e
grossura do corpo regulares, bem fallante,
tem como sobre os olhos, e o melhor signal
he ter uns ca lomos por baixo do queijo, e
ao lado, principiando do pe de urna orelha,
c mais calombus ora um brago e no peito
consta andar por esta praga ganbando, e
poros airabaldes, etc.: qualquer pessoa
que o pegar, leve-o a rua da Cadeia n. 28,
a seu senhor Domingos da Silva Campos
Continua a estar fgido o escravo Jos,
crioulo, idade 18 a 20 annos.com pannos no
rosto dos dous lados, talhos nas costas, tor-
nozelos botados para fora, por causa de bo-
bas,: julga-sc ter ido para Ingazeira por ter
mili nesse lugar, foi comprado a Joaquim
Jos de Santa Anua, em dias do mez de de-
zembro prximo passado, e fugio em 11 de
Janeiro do crreme anno : quera o pegar
leve-o a rua da Guia, taberna n. 9.
Fugio no dia 2 de maio, do abaixo as-
signado, um preto por nome Congalo, criou-
lo, idade 40 unios, com os signaes seguin-
tes : grosso do corpo, altura regular, ja com
principio do cabello branco, rosto redondo,
as pernas arquiadas quando esl parado,
levou chapeo de baeta, branco ; foi com-
prado ao Sr. Manoel Fonscca de S Lei-
tSo, de Maria Farinha : quem o pegar, le-
ve-o a rua do Amorim n. 36, que recencr
a gratificagao.
Antonio Jos Fcrnandes da Carvalho.
Attenco.
Fugio do engenho Bento Velho da comar-
ca do Santo Anio, o preto Jacob, Angola, de
22 annos, muito baixo, bugo de barba, bar-
iiga muito alia, bem preto, limpo de'ps ;
suppoe-so ter ido esconder-se no Recife :
quem o apprehender, leve ao referido en-
genho, que sera gratificado.
-- Fugio na noite do dia 30 de abril um
escravo crioulo, de nome Lourcnco, de ida-
e 2j annos, o qual foi comprado a Iliaco
comprado a Uiogo
d
Soares Carneiro" de Albuquc'rque, morador
no engenho Cuepe, freguezia de S. I.ourengo
da Mata ; o escravo tem os signaes seguin-
les: cor preta, altura regular, ja foi surra-
do, tem a perna dircita mais lina que a ou-
lra, e na mesma perna tem urna cicatriz ;
levou camisa e caiga de algodao j velbo e
chapeo de palha : a pessoa que o pegar, di-
rija-se a rua Direila n. 3, que receber 50/
de gratilicago.
-- Fugio de bordo do brigue brasiieiro
Melampo, na noite do da 8 do corrente, um
negro de nome Marcelino, nagSo Cabinda,
ailora regular, secco do corpo, rosto com-
prido, barba serrada e cria suista, com falta
de denles na frente, e consta andar vestido
com palelo, e calgado : quem o pegar leve-o
a bordo do dito navio, junto ao'cai-s do Pas-
seio Publico, ou a casa de seu consignatario
Manoel Alves Guerra, na rua do Trapiche u
14, que sera bem recompensado.
HBBN,: TVP. DE M. F. DE FARIA 1857:
MUTILADO


Full Text
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