Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07751


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Full Text
ANNOXXXUI Di. 105.
Por 3 mezes adiantados 4S000.
Por 5 mezes vencidos 4$500.
01 ARTA FEIRA ( DE HAIO DE I8S7
Por auno adiantado 15$000.
Porte franco para o subscriptor.
a
DIARIO
NCAHREUADOS DA SUBSCRIPCA'O NO NORTE*
Pirahiba o 8r. Joao Kodolpho Gomes ; Natal, 8r. Joa-
nlra I. Partir Jnior; Arcale, o Sr. A. da Lentos Braga ;
ar, o Sr. i. Joaa da Olivaira ; Maranhao, o Sr. Joaquiro Mur-
rio Rodrigue* i Fiauhy, o Sr. Domingo! Harculaoo A. Peisos
Gearan*; ?ar', o Sr. Jumno J. Rmui; Amaioati, o Ir, Jer-
nimo da Coila.
PARTIDA DOS I .< liU'.ltrJH rs
Olinda : tocWa oa da*, as 9 e meia hora* do da.
Igawraaai, Golaaaa o l'arahitia : naa secundas o aaalaa-falraa.
s. Aatio, Seaerraa, Roaita, Carura, Alnako .. Garubana: na Itlfa-Mn.
S. Luiirenco Pao-dMIho, Naiarrth, l.imoeiro, llr >, Pesquera, lnn'a>
letra, Flor-., Villa-Baila, lloa-Vi.ta. Orinrj BU au qurUa-feirU.
Caho, lliojaca, Isi-ruili jem. l',io-r' Ptntentciras e Natal : qninlaa-feiraa.
(Todos aa crrelo* parleta a* 10 hora* da manhit.
AUDIENCIAS DOS TRIBUNAES DA CAPITAL.
Tribunal do eommercio : legunda a quintal.
Religo terraa-feiraa e labbadoi.
Fazenda .- quarlai a aabbadoi ai 10 horaf.
Juio do eommercio : aegnnda ai 10 horai quintar a* mtla-dn.
Juno da orpboa : lecuoda quintas ai 10 borai.
i'rimaira vara do cita I aegundaa a itai ao meio-dia.
Segunda rara do ciril: quartai a labbadono miio-dit.
EPHEMERIDES DO MKZ DE MAIO*
8 La cheia as 11 horas a 51 minutos da farde.
ir Quarto minguante ai8 horas e 50 minuto da Urde.
2.1 La ora aoi'2Se miouloida tarde.
3(1 (Juarlo creicenie ai 10 huras a 52 minutoida man ha
PRRAHAR DE MOJE.
Primeira a 2 hora a 51 minuto* da tarda.
Segunda a 3 hora e 18 minutoi da manhaa.
DAS DA SEMANA.
I Segunda**. Hoarica.viuv.
5 Terga. A couiercao des. Agoslinhn.
H Ruarla, s. Joao aule portam lalinam.
7 ijuniL.i. s. KsUnislao b. m.
8 Suita. Apparig.'to de s. Miguel no monte (brgano
O Sbado, a. Gregojio Na/i.in/eno b, dout. da gr.
10 Domingo i. depoisda paseboa Ss. Philadelpho e Arfeo Mm.
ENCARREGADOS DA SUBSCRIPCAO NO SEL
Alagoai, o Sr. Claudino Falcao Diai; Babia, o 8r. D. Duarte-
Rio da J jutiro, o Sr. Joao Pereira Martina.
EM PERNAMIll'CO
O proprietarlo do DIARIO Manoel Figuairoa da Paria, na la
livrana, praga da Independencia ni. 6 a 8.
PARTE OPFICiAL
MINISTERIO DA FAZENDA.
Dtcreto n. 1914 de 28 de marro de 1857.
Manda execular a nova unf.i dasalfaudegas e as
mas disposigoes preliminares.
Uei por bun, usando d.t autorsaglo concedida
Plo art. 29 da le n. 3t>9 de 1K de sclemi.ro de
1813, a art. Va da le n. 514 IN.s, ordenar que as alfandegas do imperio se e cnie, do 1. de jlho prunmo fui uro em dianle, a
tarifa e sua< diiposigoes preliminares, que eom esle
baixarn, ai.guadas por Jlo Mauricio Wanderley,
do neo conseibo, senador do imperio, mioistro e
secretario de estado dos negocios da fazenda. e pre-
sidente do tribunal do Ihesuaro nacional, que assim
lenlia antandido e faga execular.
Palacio do Bio de Janeiro, em 98 de margo de
1857, 36" da independencia e do imperio.Coro a
rubrica daS. M. o Imperador.Joao Mauricio Wan-
derley.
DlSPOSItJOES PRELlMINAaiS,
CAPITULO I.
Da ptrcepglo dos diraitos.
Arl. i. Na percepglo dos direitos eatabelecidos
neala tarifa, nenlinma differeuri se fara' eutre mer-
cadorias e objeclos novos e osados ; em pega e rela-
Ihu, avariado?, quebrados, em p ou pedamos, por
acabar ou iocompleU e saos, iuteiros, acabados e
proinptoi ; com ou aem enfeiles, uem tambem pela
nalure/a de >eus envoltorios, ou em virlude da qu.il-
quer oulra circomslancia, qua nao esleja expressa-
menle declarada na mesma larifa.
Nenhum artigo ou objeclo se repulara' differenle
do classificado ou eompreheudido na Tarifa pelo aim-
plee faci de couter algum eufeite oa roodificaglo,
que 111 o nao altere a esscucia, qualidade ou empre-
go, anda que se Ihe leulu dado differenle deuocqv-
Mi
Arl. 2. As fazenda? bordadas de ouro ou prata, e
as que liverem enfeite? de gales, guarnirle? ou
franjas qualquer metal Tino, sobre ns qoaes nao bou-
ver na tarifa taza especial ou fita, ou disposigao
particular, ficam sujeitas, alem das lazas marcadas
na mesma tarifa para idnticas fazendas sem bor-
dados ou enfulles, a mais 80 por cenlo sobra os res-
pectivo' direitos.
Arl. 3. as fazendas manufacluradaa com mate-
rias diflerenles cobrar-se-hlo os direilos pela taza
relativa materia que predominar uo teciJn ; > no
caso de igoaldnde de malarias e desigualdade de la-
xas, pela mais alia.
Arl. i. Os direilos das fazendas ou tecidos lavra-
dos, bordados ou com enfeiles, sujeilus a despacho
por finura, nunca poderao ser menores do que os
Tizados pira os mesmos artefactos sem lavor, borda-
do a enfeile.
Arl. 5. As mercadorias e quaesquer objeclos per-
(enccnles ao Estado pagarlo os respectivos direilos
de ron.limo, quando nao forem directamente impor-
tadas por coola e ordem do mesmo Estado. Os per-
tencentes as administra.'? pruvinci.es, anda que
importados por sua conta, serao sujeilos ao paga-
mento dos respectivos direilos, salvo haveudo cun-
cessao do poder legislativo ou do governo im-
perial.
CAPITULO II.
Da asscmelhaglo das mercadorias.
Arl. 6. As mercadorias nao especificadas ou nao
romprelien,lulas nos arligos da presente larifa, nem
em algum* de saas classifieage? ou disposiges ge-
nericas, serao asaemelbailas as da mesroa tarifa, se
eom ellas semellianca ou afflNidade liverem, quer
pela natureza e qoalidade da materia de que forem
compostas, quer pelo fabrico, lcido, lavor uo for-
ma, combintdos com eu uso ou e i prego ; e paga-
rao os meamos direilos a que cliverem sujeitas as
mercadorias as quaes forem asiemclhadas.
1. Para se resolver a aisemelhar-ao de qualquer
mercadura, o feilor do deipaeho tiara' centa ,io ins-
pector de ludas as circumslancias que a poderem es-
labelecer, e o inspector, ouvindo a parte e os peri-
tos que para esse lim designar', tlecidira* se deve ou
nao 1er lugar a assemelli-ic.ao ; a uo caso alHrmiii-
vo, ero que disposi;o da tarifa devera' licar com-
preheudida a mercadura que se houver de asseme-
lliar.
S 2. Se a parle nao convier oa assemelliaro, po-
dera' ioterpor recurso para o thesooro na corte, e
para as thesoorarias as provincias, o qu.il aera' ez-
oflicio transiuitii lo na corle ao ministro da fazenda,
e as provincias s Ihesoorarias, acompanliado da
eposirao dos rostiros em que os inspeclurns das al-
fandegas Imuverem fundado a sua deci amostras da mercadura sobre que versar a opl-
niao.
S 3. Se a parle nao se conformar com a deci-.i.
da Uiesour.iiM, podara' recorrer para o lliesouro,
cuja decisAo servir' de regra para lodos os caso
idnticos. O recurso sera' transmillido ez-ullicio
pelo inspector da respectiva Ihe,mirara de la-
zan da.
S *. Se a parle seconfrmar com a decisao, Pica-
ra' osla definitiva para o caso especial de que se Ira-
lar ; mas o mspector devera' anda assim commu-
nica-la ao tlie prorincias. com as informardes e amostras da mer-
cadoria, afim de que o mesmo lliesouro eslabe-
lera a regra que nos casos idnticos se deva se-
guir.
f 5. Ouando a parte nao concordar com a deci-
s3d do inspector da alfaiulega, ou com a da llies'ju-
raria, e quizer ladavia lirar da alfaiulega a merca-
doria aulas do julgameulti do seu recurso, poda-
ra' faze-lo, pagando os direilos com a clausula de
Ihe ser restituida a diflereuc.a ou em.wa que bou-
ver pago no caso 'de n.io ser conlirmada a de-
cisao.
S 6. Sempre qoe a parte se nao conformar com a
.i-seinellHi; lo, mesmo depois de apprcvada definiti-
vamente pelo Ihesourn, ser-lhe-ha penniltido reez-
portar a mercadera para fra to imperio.
CAPITULO III.
Do despacho ad valorem ou por fcelura.
Arl. 7. As mercadorias que nao liverem taza fiza
de direitos, nem poderem ser assemalludas uoi ter-
mos do cepitulo anl*cedeule, pagarlo 30 por cauto
de direitos k ad valorem, a e serao despachada?
conforme as disposires do regulamenlo n. 689 de 30
de julho de I 850 cun as seguinles nllcrac.es :
1.0 prego regulador para o despacho tt ad va-
lorem o sera' o do mercado importador em gro*so ou
alacado, dedundos os competentes direitos, e mais
10 por cenlo do mesm > prego. No acto do despacho
ns dono? ou consignatarios das mercadorias deverao
apresenlnr, se o inspector o exisir, sua* facturas ori-
einaes aullienlicadas par m>do que faga f, e, na
falta dalla*, os docuinentus particulares e aulhenli-
ctis qua possuirern relativos as mercadorias sobinel-
titlas a despacho.
S 2. as alfandegas do Itio de Janeiro, Baha e
Peinambucu podera' o inspector, guando eniender
que o prego dalo pela paila he lesivo a' fazenda
nacional, ordenar que o feilor do despacho impugne
a mercadoria por cotila da mesma fazenda. Esla
impugnarlo po lera' ser feila a* arbitrio do inspec-
tor antes ou depoia do pmcesso de que traa o S 3.
** I* do citado regalainento de 30 de julhu do
18 >0
>o caso do impognardiii mandara' o inspector den-
tro de tres das indemiusar a parte pelo corre da al-
raiilegada iinporiattcta das merca lorias impugna-
das, segundo o presa qoe a parle Ihes houver dado
em sua ola, acrosceniaodo mais 5 por ceulo da di-
la importancia.
Arl. 8. Qaando ? snsrii.r duvida acerca da qua-
llHeaela das mercadorias nos termos do arl. 205 do
regulamenlo de 22 da junho d. 1836, do art. 8. do
de 19 de Janeiro de 18:18, a do ,. i. do le 17 de
novemhro de 18H. podera" igualme,e 0 inspecior
rden.r, que o feilor impugne por eonia da fazenda
a merctdnria, cuja qualifragao tur contestada se
houver insistencia por escriplo da parla na tiual'i-
eagao por ella indicada, e antes que baja dacuao de
arbitroa de que Iralaro os arls. 2. a 7. do me'n-io-
nado regolamenlo de 17 do noveranro. Nesle caso a
parle sera' indemnisada palo cofre da atfandeg., ^tl>m
tro de 2i hora?, legando a laza qoe na larifa es-
tiver eslabelecida para a qualida le da mercadoria
em que houver insistido.
Art 9. As mercaduras impugnadas na forma tos
tinos arligos antecdanles, serao arrematada? em
bada publica a' porla da alfendegl, precedendu edi-
tan* publicados consecutivamente 3 dial as fallas
publicas, por lotea, ou integralmente, ou em una
ou mais prac ts, como ao iuipcctor parecer mai.
vanlajoso a' fazenda nacional. E quando a impor-
tancia da arremataran atender a 'JOj, facollar-se-ha
ao arremalanto assignar letra a pfato de 5 mezes,
rom o juro de >i por cenlo ao inez, garantida por
assignanlo da alian lega, se o mesmo arremtame o
n.iii lor.
Arl. 10. Nao lahirao ta nlfandeca ou depsitos
alfaudagadm as mercadorias arremata.la?, aem tiue o
arretiiai.iiile lanlia et>trailo cun a importancia dai
mesma* para o cofre da reparlirao. ou asaignado le-
tra, na forma que tica determinado. O que dentro
de 3 da? na aatraOter o importe da arrematarao, e
sendo intimada para pagn-lo, nao o realisar na? 2
liuras sub-equenlcs sera' multado pelo inspector em i arle*.
20 por cenlo do valor da arrematagao, procedendo-
se nos termos do arl. 278 do regulamenlo de 22 de
junho de 1836. Caso nAo pague a mulla no prazo de
is horas as mercadorias serao novamenla postas em
praga.
Arl. 11. llavera' n.ts Ires alfandegas designadas
urna escriplurarao a conla especial para as impug-
nagnes, a cargo exclusivo do eicrivao. Esla conla
sera' mensalmente balanceada, e, deluzidns os di-
reilos das mercadorias arrematadas, que serao leva-
dos a' respectiva receita, e bem assim todas as des-
pezasdo cofre, dividir-se-ha em duas partes o pro-
ducto liquido, sendo urna levada a' receita ezlraor-
dinaria da alfaudega sob a rubricaProduclo de
impugnarese a oulra repartida em qnolas iguaes
pelos feilores, nao percebendo cousa alguma oque
no decorso do mez houver deizado de compa-
recer por oito das, qualquer que leuha sido a
causa.
CAPITULO IV.
Do ahatimenlo por avaria, perdas equebris.
Arl. 12. Nao ae conceder' abalimenlo por avaria
ou porda de valor que soMrerem as saguintes mer-
cadorsas : cha', drogas, viuho, azeites, lquidos al-
coolicos e bebidas fermenta las de qualquer nalore-
za, cobre em folha, chapa e presaos, ceblas e albos,
velas de sebo, de cera ou espermacale, ditas sleari-
as ou da romposigao, e rnieta? seccas ou passadas.
Sera' pnrein penniltido a parle separar a porgan que
reputar avariada ou haver perdido o valor, a aban-
doua-la pelos direilos.
Arl. 13. A looga e vidros importados em caixas,
barricas, giaos, ou qu-lquer outro envoltorio, paga-
rao os direilos respectivos com o abalimenlo de 3 por
cenlo para quebr. E quando o dono ou consigna-
tario reclame maior quabra, o iospector, preceden lo
exama leito por peritos de sua escolha, podera con-
ceder at 10 por cenlo mais de abalimenlo, fcando
salvo ao mesmo dono ou consignatario cooformsr-se
com essa concessao, ou servir-se dos meios qoe lile
faculta o regulaineiilo n. 591) de 27 de fevereiro de
18(9.
Art. I i Os liquidos em geral pacarao os direilos
respectivos na r./.ui da capacidade dos cascos ou va-
ina qoe os conliverem com o leguiute abaliminlo
por quebra :
g 1. De S por cenlo para os que nao sao sujeilos a
evaporagao e vierem em cseos, e de mais 1(2 por
cenlo em cada mez que se seguir, aos dous primeiros
mezes de eslada nos rmaseos e depsitos da alfao-
deca al seis mezes.
i. lie 3 por cenlo para os alcoolicos oo sujeilos
evaporagao, que lambem vierem em cascos, a de
mais 1 por cenlo em cada mez e pelo lempo que fica
dilo no 5 antecedente.
S 3. De 5 por cenlo para os de qualquer nalureza
que vierem em redira de vidru uu barro.
Arl. 15. Sao ezceptuados da regra do artigo pre-
cdante :
1. Os lquidos em geral, cuja quebra for recla-
mada oa aoeaailu di descarga pelo respectivo done
ou consignatario, ou pelo capitao do navio que os
importar.
2. Aquelles cuja quebra liver sido cansada por
mero accidente, uu .em culpa uu deleizo de al-
guem.
Arl. 16. No caso do 1 do artigo antecedente, o
inspector ordenara logo a visloria e medigao neces-
saria para verilicaga das quebras, mandando lavrar
o competente lermo, com d*claragao da falta adiada
em cada casco ou vaso, e do seu respeelivo numero
e marca, para ser recouhecida em qualquer lempo.
E verificadas as quehras serao na direilos cobrados
na razao do lquido que exislir nos respectivos ca?cos
ou vasos.
Art. 17. O inspecior, seo julgar conveniente, po-
der* mandar verificar por qualquer meio a exacidio
da quebra adiada na visloria.
Arl. 18. No caso do 2. do arl. 15. o inspector
faja proceder nos termos do regulamenlo n. 590 de
27 de fevereiro de 1S9.
Arl. 19. A tabella das laras por abalimenlo no
despacho das inerca.lrrns sujeilas pela presente la-
rifa a direilos na razan do peio do liquido, podera sor
alterada pelo ministro da fjenla para mais ou para
manos, segundo a experiencia indicar que he lesivo
a' fazenda ou ao eommercio.
CAPITULO V.
Do despacho \iere.
Arl. 20. Couceder-se-ha. despacho livre, medanle
as cnida, e exames liscaes que o inspector julgar
convenientes, alcm das mercadoriaa desnucadas co-
mo laes na presente tarifa :
S 1. A's amostras de nenhum ou de diminuto va-
lor. Kepular-se-ho amostras de nenhum valor os
fragmentos ou partes de qualqoer genero, ou mer-
cadoria em quaulidado estrictamente nece*saria pa-
ra dar a conhecer sua nalureza, especie e qualidade,
e sem valor venal. Bepular-se-hao amostras de di-
minuto valor, as que nao puderem ser cumpreheii-
didas na precedente classiftcagao, cujos direilos to-
dava nao sxcederem a 200 rs. por voluroe. Dos
lquidos e objeclos a granel ou avolumados permitli-
r;i o inspecior que se tiram as amostras precisas
para a venda, mediante as cautelas liscaes conve-
nanles.
2. A's barras, caire? e cam s ordinaria*, ou com
mua, a louga usada e ordinaria, e oulros tra.les e
objeclos de uso dos colonos que vierem estabelecer-ae
no imperio, com lano que nao excedam ao nu-
mero ou quanli lada indispeniavel para seu uso do-
mestico ou de suas familias.
S 3. Aos restos de raantimenlo? perlencenle? ao
rancho particulardoa colonos que vierem cslahele-
cer-se no imperio, sendo destinados a alimentario
dos mesmos emquanlo se nao empregam.
- A's mercadorias e elleilos para uso e servigu
dos chefes da? mis-oes diplomtica? estrangeiraa que
residirem ne-la corte, ou Iransilarem, guardadas as
disnosiges do decreto n. 177 de 8 de oufubro de
1816, ou oulra. que eslabelecidas forem.
S 5. Aos objeclos de uso c servigodjs chefes das
missoes diplimalicas hrasilciras que regreasarem,
pracedeudo requisigao to ministerio dos uegooioi es-
Irangeiros e ordem do da fazenda.
5 6. A'i mercadorias e objeclos, coja imporlagao
livre leulu si lo ou for por le ou contrato concedida
a alguma pessoa ou eompauhia nacional oa e-ir.io-
geira.
S 7. Aos gneros e objeclos importados pira o
usu dos navios de gu-rra das nagoes amigas, que che-
garcm em lran?porte;de guerra ou em navios mer-
canlis exclusivaineule frelados pelos respectivos go-
verno?, precedendu requisigao do agenle diplomtico
competente e ordem do ministro da fazenda.
S 8 A'i mercaduras le produegao e industria na-
cional, que, lando sido exportarlas, regre-sarem im
qualquer embarcaran, com tanto que taca mercado-
rias : |.a, seja distinguiveis ou pis gadas de outras semelhsnte? de origen) eslrangeira ;
2., qoe regressem dentro de dous anuos nos mesmos
envoltorios e por conla do propno individuo que as
ezporlara ; 3., que venlrun acompauhadas de cer-
ificado ta alfaiulega do porto do retorno legalisado
pelo agenle consular hra?ileiro, c, na su? falla, por
don* negociantes conliecdrs do mesmo p.tlo.
9. Aos sobresalenles dos navios, segondu vai dis-
po?lo no ca, ilulo 7.
S 10. Aos instrumento?, livros e utensilios pro-
pno? de qualquer naturalista que, por commissdo
do seu governo ou de alguma sociedad? scioulilics
conhecida, se deslinar a' exptoragao da nalureza do
Brasil, precedendo a raqui.igao e ordena exigidas
no S 7.
:. 11. Ao? instrumento? de agricultura e de qual-
quer arle liberal ou mecnica que Irouxerem os co-
lonos ou artistas que vierem residir no imperio, sen-
do necesarios para o exercieio de sua profis industria.
$ 12. A' roupa osada do servigo pe?sosl a diario
dos passageiros e viajantes, ainda que seja Iranspor-
lada em oulra embarcagao.
$ 13. A' roupa dos capilaes e (ripolages do? na-
vios, ao? instrumentos naulico?, livros, carias, map-
pa? e ulensilios proprios dos capilAes e pilotos que
deixarem o? navios em que scrviram.
I i. Aos livros mercanlis escriplurados e quaes-
quer maniisrripto*, ao? retratos de familias que fo-
rem encontrados na? bagagens dos passageiros, aos li-
vros usados, com lauto que nao haja mais de um
'xemplar de cada obra, ans desenbos e esbogos aca-
bado? ou por acabar, perlencentes a artistas que
vierem re-i lir no imperio, e em geral ans utensi-
lios e objeclos usados necessario? para o ejercicio e
manejo de iu, ale ou profissAo.
8 15. A's obras velhas de qualquer melal ordina-
rioouhno, estando mutilisadas.
S 16. Ao? barra, barricas, aucorelas, cascos, cai-
xa-, vasos e quaesquer oulros envoltorios em que
" acnerem ai mereadorial nao sujeitas a direilo?
peio seu peso bruto, qe ao vierem especialmente
c ass, icado? ou avahados na tarila ; que i.au forem
.bjeclos de compra e ven 1 no eommercio, oo que
por rualquer causa esliverem .asios e complelamen-
te separado? das mercadoria*.
17. A's machinas pe,ue'M, ,,, m,(, uer|.ncf.
SriJ. '""' "" esl'll,e:^-' '"> i'-
S 18. A's pequeas amostras de maddra* e aos
modelo.,.. machinas, embarcages! SS .mani,, e
de qualquer invento ou milhorameulo feito as
Arl. 21. Das mercadorias, cujo despacho livre he
penniltido pelo artigo antecedente, ficam lodavia
sujeilas ao pagamento do expediente as de que Ira-
lam os SS 6 e 8, o da armazenagem aa dosSS 2, 3, 5,
6, 8, 9, 10, 11, 12, 13, H, 15, 17 e 18 se entrarem
para a alfandega ou depsitos nacionaes, a nelle ie
demoraren) mai? da om mez.
Arl. 22. Para ser autorisado oo concedido o des-
pacho livre de que Iralam os SS > 5, 7 e 10, o des-
pachante na nota qoe fizer para requerer ao ins-
pector, ou para solicitar a intervengan do agenta di-
plomalicu competente, ou para obter ordem do mi-
nistro da fazenda, devera mencionar com etacli-
-i.io os nmeros a marcas dos volumes, a con-
leuJo de cada um ou qualidade, quautidade. peso
e medida dos objeclos que coiitiverein a seus va-
lores.
Arl. 23. Ficam sojeilos ao pagamento dos respec-
tivos direitos de consumo os ub|eclos compreheodi-
dos nos SS i a 7 que, despachados livres, forem ax-
postos a venda em leiUo ou em particular, anles de
lerem o destino mdicado nos iiie-mji paragraphoa ;
nao poden lo a mesma venda eflectuar-se, pena de
apprehensAo dos dilos objeclos, sem previa licenga
do Inspector, o qual, haveudo leilfio, oomeara um
empregado da alfandega que assisla a esso aclo por
parte da fazsnda nacional.
CAPITULO VI.
Do despacho prohibido.
Arl. 21. Os inspectores das alfandegas nigarSo
despacho aos objeclos segu nles :
1. Qualquer objeclo da escolptura, pintura ou
liliiographia, cojo assumplo seja obiceuo ou contra-
rio a moral a bou* coslumas.
.: 2. Ponhaes, camveles-puuliae?, facas da pona
que nao forem para xarquear, eapingardas ou pis-
tolas de vento, bengalas, guarda-chuva, ou qualquer
oulro objeclo que conlenha espada, esloque, punhal
ou espingarda.
S 3. Substancias ou preparagoes venenosas quan-
do o despachante nao apreseular, com a ola, a
necetsaria lieenga da aulondade policial compe-
tente.
4. Armamento a pelrechos de guerra, quando
nu seja presentada a lieenga eligida pelo S anle-
cedente.
Art. 25. Denegado o despacho, em virtud* do ar-
tigo precedente, os objeclos dos SS 1 e 2 ficaro ap-
preheudldos, sendo aquelles imiiir-dialamenle des-
truidos e estes remetilo, para osarsenaes de guerra
ou armaii. de arligos bellicos ; e os dos SS :> 4
serao relidos oo depositados nos lugares que o gover-
no designar, at que seja o seu daspacho regular-
mente ieilo, Idvrando-se de lu lo o competente ter-
mo, que serassignado pelo inspector.
Art. 26. Quando nos objeclos de que traa o % 9
do art. 2i se encontraren) algalia fabricados de ma-
teria preciosa e de valor, serao inullli-ados os ferros
ou armas defezas que conlivercm, despachind>-se
o resto, e cobrando-se nesle caso mais mdade dos
respeclivos direitos cuino mulla.
CAPITULO VII.
Dos sobresalenles e provisOes dos navio? mcr-
canlei.
Arl. 27. Serao considerados como sobresalenles
os geueros Irazidos para supprireui a falta dos no-
ces.ano. a conservagilo e navegagao dos navios, sus-
tento de suas tripolagese passageiros, dos aoimas
que cooduzirem.
Art. 28. Para a concessao do despacho livre dos
sobresalenles devera o capiUo do navio apresenlar
ua urciaiau da visita, ou dentro de 48 boraa depois
de sua eulrada no porto, sob pena de er multado de
l? a 1000a jiii/o iln in.pector (se nao houver ob-
envollorios, era que he cosime conduzir e trans- i prejuizo dos direilns naciouaes, o ronferenle dar'
portar roupaa e objeclos de uso particular, com- | parte ao inspector, e este mandara' que o feilor que
tanto que taes envoltorios conleuham semelhanle fez o despicho, a clascificou a mercadura, declara
objeclos. se ella he a mesma que foi despachada ; nao sendo a
O passageiro qua nos dilos volumes Irouier alguns mesma, seguir-se-ha o deletminado no arligo aute-
ohjectni novos para seu uso particular, ou pequeas cdeme, e sendo a mesma, se a parle se oppuzer a'
encommendas de qoe deva pagar direilos, declara- opiniao do conferenle, lera' logar a decisao por sr-
lo-ha ua competente lisia, ou ao confereute no acto luiros, na forma do artigo 207 ; mas se esla decisao I
do rame, sob pena de Ihe serem apprehendidos laes j for contra a parle, pagara' esla os direilos da dille- !
objeclos. Quaesquer volumes, purera, ainda dos aci- 1 renga, e oulro lauto para o conferenle ; so for em
ma mencionados, que s conlenham objeclos novos, I favor, dar-se-ha sabida na lorma ordinaria,
ou em grande parle novos. embora perlengam a | Art. 278. Se o arrematante dentro de Ires das
passageiros, deverao ser comprehendidos no man- au entregar ao Ihesoureiro da alfandega o prego da
feslo da emlnrc.ie.li, ou declarados pelo capitn a' | arrematagao, o inspecior mandara' proceder a oova
primeira visita da alfandega, sob ppna de ficarem o i praga por edilal de Ir? dias, e multara' o dilo ar-
ditoi vnlume? sujeilos a' disposigao do art. i do de-
creto n. 1,385 de 26 de abril H. RjJl.
CAPITULO XI.
Da prescripgao.
Art. 43. O diredo de reclamar Vi por erro ou en-
gao em de-p.-iclins, nos termos do art. 40, presera-
ve no lim de dous mezes, depoi* do pagamento dos
direitos, para a pessoa que despachar as mercado-
rias, e para a fazenda nacional uo lim de dous an-
uos, couladus do mesmo pagamento.
Arl. 44. O direilo de indemnisagao por damoo?
ou falla* de mercadoriai prescreve depoi? dn om
anno da data do damno oo verilicagao da falla.
Arl. 45. O direilo ao producto liquido das mer-
cadorias de qoe nao for adiado senhor cerlo, ou que
forem arrematadas por consumo as alfandegas do
imperio, prescreve no lim de cinco anuos, contados
do da da arrematarn.
CAPITULO XII.
Dos recursos.
Arl. 46. Da (oda? as decis&es dos inspeclores das
alfandega? sobre materia ou objeclo cujo valor ex-
ceder de 100o, ou arn que se impozer pena pecunia-
ria da mesma importancia, lias alfandegas do Kio de
Janeiro, Baha, Pernainboco, Km G-rande do Sul,
M.iranji.iu Para, e de 505 nal demaii alfandegas,
havera' recursos cora efleilo sospensivo, a saber :
para o tribunal do lliesouro, do inspecler da alfan-
dega do Kio de Janeiro ; para as Ihesourarias, e
deslas para o me-m i tribunal, dos inspectores das
alfandegas das provincias.
CAPITULO XIII.
Dos assiguantes.
Arl. 17. A fmporlaneia do debito de cada assig-
nanlo da alfandega representada por assignados ou
letras, de direitos e mercadorias despacharlas a crdi-
to, sera' limitada quantia certa e determina 11 no
lermo de lianga. Tirando a cargo do escrivao, qua se-
ra responsavel por qualquer excesso desle limite, a
respectiva conta correnle. No ultimo de cada mez
sera prsenle ao inspector o balango em resumo do
crdito a debito de cada assiguanle.
Arl. 48. Nao sendo pago um assignado ou letra,
reputar-ae-hao vencidos lodos os do mesmo aceitan-
te que existirn) em cofre ou na praga. e proceder-
ie-hd i cobrauga dclles, na forma das leis de fazeuda
Cunlra seus aceitantes, endosso-iores ou fiadores.
CAPITULO XIV.
Dos ilespachaulcs.
Arl. 19, Alem do? proprios donos ou consgnala-
nos das mercadura? e embarcages, s poderao agen-
ciar negocios que corram pelas alfandegas:
1.' Os caixeiros despachantes autorisados pelos
respeclivos inspectores, qua'ido tralarem de negocios
de seus palme-.
reunante em 5 por centn do prego da arrematagao,
fazendo-o recoiher a' cadeia, onde fieara' em cus-
todia al os pagar, e nao leudo meios seguir-se-ba o
determinado uo arl. 222.
Decreto n. 7 de 19 de Janeiro de ISIS.
Arl. 8. Para levarle a efleilo a loma la permlt-
tida pelo arl. 205, quando seispute se a qualidade
do genero ou o ir.esmo genero le o valjr n.< paula,
devera' a parte ou o feilor que tlispolar declarar lo-
go o prego que preleude dar-lhe na f iclura ; sendu
este dado pelo feilor, se a parte nao anuuir a elle
venli-ar-s.'-h i aullo a limalla.
Decreto u. 391 de 17 de novembro de ISii.
Arl. 1. Quando nasalfandegas dn imperio as par-
les se nao conformaron com a qualiricagao que der
o feilor a' mercadoria cujo despacho Ihe for distri-
buido, e nenhum dos emprega los quizer usar da fa-
culdade que Ibes he permittid* pelos arls. 205 do re-
culamanlo de -J> de junho d* 1836, e 6.- do de l'.i de
Janeiro de 18:18, podera' recorrer cunlra o parecer,
declarando no requerinienlo qaal sua npinia i a les-
peilo do objeclo em queslao e sobre o prego.
Art. 2. Esto recurso seta' inlerposto para os ins-
pectores das alfandega?, os quee?, em regra geral.
mandarlo examinar o negocio por qoatro feitores ,
mas quando da divergencia de opuiines se poder
conseguir no pagamento do* direilos llleienga maiur
de 1005, o eva.oe sera' confiado a ttuus feilores e
dous perito?, ou pralico? do eommercio, se assim as
parles o exigtrem.
Arl. 3. Os feilores serao esmlhido? d'enlre o?
mais autigoe e ronceiluadus ta casa, sendo iuteira-
do*. as alfandegas onde nao houver o numero
preciso, com oulios empregados as mesm is cir-
cumslancias.
Arl. 4. Quando o eiame de orna queslao de qua-
lilicicao for confiado por deliberagao dos in-peeio-
res someule a feilores ou empregados da casa, ser-
lliea-ha sempre permiltido o con-ullarem debaixo
de juramento a peritos ou pralico? do comuiercu,
anles de darem o seu parecer, de-isnan.lu-os aos
inspectores para os mandaren) chamar.
Arl. 5. Concorrende no exame do recurso peritos
ou pralicus do eommercio, os inspectores assisn.-
rSu as parles da para os apresenlar, sob pena de
tlevolver-se o conhecimeiilo do negocio somcnlc
aos empregados da casa, conforme a primeira parle
do arligo segundo.
Arl. 6, Keunidos os empregados que lem de lo-
mar conhecimento do recurso, ou *s, ou conjun-
tamente com os peritos ou pralicus dn cummercio,
no dia marcado, debaizo da presidencia dos inspec-
tores, maudarao eiles examinar por riles o objerlo
da qoeito, e, ouvidas as parles, dar o seu pare-
cer por escriplo, a assignado ; decidindo os mesmos
inspectores o negocio, segondo a inaioria de solo
2.- Os deapachintts da ailandega, os quaes pode- i,
r5o agenciar todos e quaesquer negocios que corre- -?&??>.** eMltm aqelle qoe liles parecer
rem pela dita repartirlo.
lido prorogago do dilo prazo por motivo justifica- k. Vr,:.;0- titulo de caixeiro-despachante sera'
do), a lisia era duplcala e e.n vulgar, pur ella as- *"<*o nicamente ao empregado de ca.a com-
nercial maior de 18 annos, cujo diono se nbngar por
i*Tio assisnado em livro propriaf a responder or
siuuads, dos lobresalenles quo liver a lior lo, com
leclarago da tiuahdade, tiu ntida.le, peso ou mo-
lida dos meamos o do numero das p.ssoas de soa ."quer aclo pralicado na alfaiadega pelo
aneiro que seja prejudicial u fazeoda uaciu
tnpilag.lo.
Arl. 29. A' vista desla lisia far-sa-ha opponuna
mente o competente exame e couferencia, e proce.
der-se-ha ao deposito na forma ordenada pelo in -
peclur, tiran I sujeito a direilos quaiquer objet lo
que nao seja reputado sobresaleule, ou qualquer a-
cresciino ou diminuigio que se verificar para mais
de dez por ceulu ; e serao apprehendidos quaesquer
oulros objeclos encontrados a bordo, que se nao a-
chein comprelieudidoi ua dila lisia ou uo manifest
do navio.
Arl. 30. Quando o capilao n.io aprsenle a lisia,
nao lendo oblido prorogago do prazo, anida dentro
de outras 48 lloras depois de multado perder' a fa-
culdade de depositar, e cobrar-se-blo em dobro o?
direilos de sobresalenles que Ihe forem achadui do
exame a que logo se proceder'.
Arl. 31. O prazo para o deposito dos sobresalen-
tes das embarcages podara' ser prorogado pelo ins-
pecior, e o deposito, requeren to-o o capillo e an-
uuiudo o inspecior, ser feito em alguma cmara ou
lunar do navio, que licara' fechado e sellado.
Arl. 32. No caso de dilacer*go do sello, e aber-
tura do deposito sem aulorisaglo do inspecior e as-
usleocia do empregado que elle Humear, iucorrera'
o capillo na pena do arl. 137 do regulamenlo de 22
de junho de 1836, alcm das qoe Ihe forem applica-
vea pelo extravio ou substiluigao da mercaduras
que se verifica!.
Arl. 33. Sera' deixada a bordo a prgalo tle so-
breaalenlrs neeessaria para usu dos navius e das res-
pectivas Iripolagoes e passageiros durante sua eslada
nos porto..
Arl. 3i. Sa por necestidade justificada for mis-
lar ao capillo maior quanlidade de prnvKcs do que
a marcada para sustento di tripolagau ou cosleio da
ernliarcaglo durante .-ua eslada no porto, o inspec-
tor podera' conceder quanlo julgar necessmio da que
esiiver depositada.
CAPITULO VIII.
Das formalidades das notas para os despacho?.
Arl. 35. As nulas para os despachos serao fritas
em duplcala, e deverao mencionar por ezleuso a
medida ou peso eslr.mgeiro das mercadorias, a qua-
lidade, ou au menos a sua espacie, e reduegao da
medida ou peso eslrangeira para o nacional, sob
pena de n.'u seren distribuidas. A? medidas de ex-
ternan eslrangeiras serlo sempre reduzidas a'vara
hrasilcira, e as oulras, a' medida ou peso sobre que
e impe na larifa a laxa liza que deve pagar a mer-
cadura, ou a' medida ou peso por que o genero se
coaluma vender no mercado, se oa direitos tiverem
de ser cobrados ad valorem.
Art. 36. O feilor a quem for distribuido o despa-
cho, verificara' a quauli lade das mercadorias, con-
fornido a redcelo do peso ou medidas lu licadasnas
olas, com as que resultaren) das tabellas anurxaa
larifa, e declarara' o acre?cirnu ou diminuido que
eiicunlrar.
Arl. 37. As medida? e pesos que forem fuados
para a alfandega do Rio de Janeiro, serao adoptados
e u-ado. em todas aa alfandegas do imperio.
Na reduego e calculo para a percepglo dos direi-
los, seguir-se-ho as tabellas A a D.
Art. 38. Nao se permittiro despachos separados
de fazeudascuinprehrndida nu mesmo volunte,quer
*eja para cjnsumu, quer para baldeagao nu reex-
l'.nl.ir.lo ; e nenhoma ola comprehendera' merca-
dorias de mais de um navio.
Arl. .19. A? mercaduras que Irooxerem rotulo!
ou lelieiros falsos ou falsificados, indicando quanli-
dades inferiores a's elferlivas, tirar,lo aujeitasa' mul-
la de 50 por ceulo do seu valor. A mulla porm
mo lera' lugar se o despchame houver derl.ua lo a
al.ili .ir.io, menriunando na? notas as quanlidades
exaclas. Esta disposigao sera' exleusiva 's dro-
gas e producios chumen., na appatencia semelhan-
las, mas de valoras luperiores e de ualureza difi-
ranle.
Arl. 40. Nao se admilliro reclamagOes por erro
ou engao nos de-pumo, sobre quautidade de mer-
cadorias, depois que ellas liverem saludo das alfan-
degas, ou dos depsitos alian le.1,do? ; nem l.Vo pou-
co sobre a sua qualidade, depois de pago? os direi-
tos, ainda que ueulro da alfindegs eslejatn, sen.lo
no? termo? do arl. 22S do regul.nneiitu de 22 tle ju-
nho de 183fi; salvo se o erro ou engao primer de
calculo dos direilos, laxa incompetente, reduegao de
peso? ou medidas, e oulros seraelliaules, cojas prove
permanecerera oo despacho.
CAPITULO IX.
Das descargas fora dos ancoradouro? compelente?.
Ari. II. No? earregamento* de trelo, sal, tabna-
do, gelo e carne secca, poder*' o inspector, me-
danle ai cautela, quo julgar neeessaria?, permiltir
que a? embarcages de?carreguem fora do respec-
tivo ancoradouro, e me?mo que atraquen) a trapi-
ches alfaudegados oo ulo alfandegados que Ihes Hie-
ran cunfiaoga.
CAPITULO X.
Das bagagens.
Arl. 42. A? embarcages procedentes de pnrtos
c-lrangeiros que Irouxerem passageiro?, nao serao
admitlitlasV descarga sem que leuliam remellido
para a alfandega, na forma que o respectivo inspec-
ior houver ed.lbelecido, a ba.'.igem do? patiageirM
relacionada como determina o arl. 19 do regula-
menla de 22 de jiioho de 1836. Exeeptua-M a ha-
gagein dos colonos, a qaal palera' licar a burdo
pira ser ah examinada e soguir o destino dos rr.es-
mos.
Euleiide-s* por bagagem de passageiros, os seus
baln-, caias, malas, saceos e nutro? semelliaole
minar negocios
mesmo
nal ou
ao* particulares.
Arl. 51. Ninguem podera' ser nomeado dc.-pa-
chanle sera que prove :
I.* Ser cidadlo hrasileiro.
2." Ter mais da 21 anuos de idade.
3.' Nao estar pronunciado por delicio ou cun; rin-
do sentenra.
4.- Ter fiador idneo que se ohrigue, por lermo
assignado em livro propriu, a responder pelos abusos
" prejuizo? que o despachante causar a' fazenda na-
cional ou aoa particulares.
Arl. 52. Os despachantes nao poderao agenciar
despachos ou negocios que corram pelas alraudega?
sem aulorisagao por escriplo da pessoa compelente,
a serao obngados a apreienla-la sob as penas do arl.
iS, alem das em qne incorrerem poi falsidade uu es-
tellionalo.
Art. 53. Nao serao admitlidos a a
na? alfandegas:
1.* Os fallidos, coja fallencia liver sido qoalifica-
da de fraudulencia.
2." Os que em qualquer lempo liverem sido con-
vencidos era crime de contrabando, roubo, fuilo,
estellionalo ou moeda falsa.
Arl. 54. Os ttulos dos despachante? serlo sujeitos
ao iraposlo annual de palenle de 2011-3 os da alfan-
dena do Bio de Janeiro, 1005 os da Bahia, I'ernam-
bucu, Maranhlo, Para e S. Pedro, a 50-3 os das de-
ntis alfaudegas, pagos por trimestre?; ao sello com-
pelente, e ao felio de 43000 para o cofre da alfan-
dega.
Os dos caixeiros despachantes pagaiao o feilio de
2300, e o sello fixo.
Arl. 55. Os despachantes terao e-cripturag.le re-
gular e limpa dos negocios a seu cargo, em livros
proprios, que serao alenos e rubricados pelo empre-
gado que u iuspeclur designar, e serau outrosim
obrigados a apresenla-los quando o inspector o
exigir.
Art. 56. O inspecior designara' no edificio da al-
fandega lugar apropriado para reunan a Irabalho
dos de.lachante-, e providenciara' sobre a respecti-
va polica ; senda foruecidos pelos mesmos nespa-
chaules os movis e mais objeclos ueceasarios a' sua
accomodaglo a Irabalhus.
Arl. 57. O inspecior podera' suspender tempora-
riamente do exercieio qualquer despachante, ou cas-
sai -Ihe definitivamente o Ululo e prohibir-lhe a en-
trada na repartigao, noi termos do art. 89 do reg-
lamento da 22 de junho da 1836.
Arl. 58. Ai pessoas que seapresentarem a despa-
char ou ageuciar negocios na alfandega, nao sendo
das mencionadas no arl. 49, pagarlo pela primeira
vez a mulla de 103 a 1009, a juizu dn iuspeclor ; pe-
la segunda vez u dobro, e pela lerceira vez o triplo,
alera de Ihe lar vedada a entrada ua reparliglo.
Nal mesmas penas iocorrerlo os caixeiro-despa-
chanles que ullrapa-sarem as suas respectivas atlri-
buiges.
Na falla do unmedialo pagamento deltas mullas,
sera' o multado recolhido a' cadeia a' ordem do ins-
pecior, o alai licara' era cuslodia em quanlo nao rea-
Usar o dilo pagamento, regulandu-se o lempo de pri-
sti a 1-3000 por dia.
Arl. 59. Ficam revogados os decretos n. 376 de
12 ite agosto de 184, n. 587 de 27 de fevereiro, e
n. G33 e (YJi de 28 de agosto de 189, e quaesquer
di*posigoes contrarias a's prsenles.
Kio tle Jeneiro, -J8 de margo de 1857. Joo
Mauricio WonierUy.
/.cgisluruo ti que se referan as presentes disposies
preliminares.
Keguiamenlu de 22 a* jouho de 1s:ili.
Arl. 86. Se algum despachante ou oulra pes?oa de
fora se lomar su?peila pela sua conducta aos inters-
ses da fazenda nacional, o inspector Ihe prohibir' a
eulrada na alfandega ; e quando seja nella encon-
trado o remetiera' em custodia aojuiz compelente,
com parte por escriplo, para o processur por desube-
dienie, e fazer-lhe assignar termo de nao untar a
ella.
Art. 137. Emquanlo as embarcages esliverem
nosancoradooms de franqua e descarga, o inspecior
Ihei mandara' fechar as e-cotilhas com cadeados e
sellos, ou dar' oulras quaesquer providencias que
Ihe paregam melhores, quando vir que as mercadori-
as pelo seu valor e fcil descainiuho o mererem, e s
serao aherlas prsenle o guarda-mtir, ou o comman-
danle de respectivo ancoradouro ; -e no aclo da a-
bertura das escolilhas, ellas foteni adiadas sem os
cadeados e sellos, o commandanle pagara' orna mul-
la de 100,3 a 500$, segundo as circumslancias do.caso
que Ihe sera' imposta pelo inspector.
Arl. 1(9. No aclo da visila o cnmmandanle en-
tregara' ao guarda-mtir urna relagao da bagagem do
uso particular da cada pa?s*geiro, assigoada cada
urna por seu dono, para por ella se fazet a descarga
na alfandega e sabida do que Itir livre de direilo,
pelos conferenle*, em virludcde de?pacho do itwpao
lor, r< ver i en do depoi. laes listas para a mesa gran-
de afim de serem revistas e guardadas. Se a baga-
gem for de eolouoi far-se-ha me-m o a bordo o exa-
me dalla.
Arl. 205. Quando o feilor achar differenga enlre
a qtialilicdcao da nota e a mercadoria, c a parle ulo
ie conformar com a qualificagao que elle li/.er, lano
o feilor como oulro quaiajuer empreado da all'uti-
dtsa, qnerendo, lomara lugo unte mesmo di, a
mercadoria pelo valor que a paula der a' qualidade
em que a parle insistir, sali.fazendo-llie a Importan-
cia dentro de tres dias, e pagando ns direilos respec-
tivo? a' qualidade por elle su.tentada.
Arl. 228. Se a diHorenr \ for na qualidade, e em
i mais acertado, no caso contrario.
Arl. 7. Os peritos ou pralicos to eommercio, an-
les de procederrm ao exame do objeclo queslionailo,
e tle darem o seu parecer, pre.-larau juramento lias
na..* dos inspectores, de o fazerem segundo sua*
conscienrias, sem dolo, nem malicia.
Decrelo n. 477 de 8 de outubro de 1816.
Arl. 1. Os emhaixadores, os enviados extraordi-
narios e ministros plenipotenciarios, os ministros
residente*, e encarregadus de negocio! que vierem
residir nesta corle, acreditados jonloao uoverno im-
perial, nao pasarlo direilos de unportaglo dos ge-
nero? e efleilos que comsigo Irouxerem, nem des
que mandarem vir para seu uso ou consumo doran-
le o prazo de um auno, contado do dia em que apre-
senlarem as suas credeociaes ou commissoes iniui
lenaes.
Arl. 2. Os diplmalas enumerados no arligo an-
tecedente ficam isenlos do direilo de exprtatelo de
geneos e elleilos de seu uso e consumo que com-
sigo conduzirem para fora do imperio, oo forem
exportados dentro de seis mezes contados da dala
de SUa retir., i,,.
Arl. 3. Osdiplomatas sobredilos nfo poderao go-
zar das isengoes mencionadas, anda nos prazos mar-
cados, se as nao exigirn) do meii ministro secreta-
rio tle eslado dos negocios eslrangeiros, apresen-
laiido-lhe urna relagau ciicuinslauciada dus gneros
c elleilos do seu usu e cuusumu que pretcudein Im-
portar e ciporlar.
Arl. i. Kura dos casos e dos prazos marcarlos no
arligo antecedente, pagarlo direilos os gneros e
efleitus do uso e cousumo dos diplmalas eslran-
geiros.
Arl. 5. Os diplmalas acreditados nesta corle,
que lem al ao prsenle gozado da iseuclo de di-
reilos de imporlagao. continuarlo desde o 1* de
Janeiro do auno de 18(7 na mesma fruigao que por
esle decreto he perraillida aos que no futuro vie-
rem nella residir, referida nos aitigos antece-
dente*.
Arl. 6. A renovarlo de credenciaes nos casos tle
mudanga de governo ou de commis-Oes exlraordi-
uaiias e passageiras nao pode .lar losar a de iseu-
ges, a menosque ulo haja mudaiigd na pessoa acre-
miada.
Arl. 7. Tambem nao lem direilo as isengoes so-
hreditas o diplmala que for incumbido de algam*
miaslo por algum oulru governo, que nao seja aquel-
la que represente nesla corle, onde tetilla ,irlti acre-
dilado e residido por mais de auno, ou seja da dita
missao encarregado dentro desle prazo, ou depois
dalle detorridn.
Arl. 8. O? diplmalas ja arredilados nesla corle,
que forem elevados a urna categuria superior, ain-
da que seja decorrido o prazo de um auno tle sua
residencia, guzarlo por mais seis mezes, contados
do dia em que apreaentarem suas nuvas credenciaes
da isengao de direilos peloi gneros e efleitos que
imporlarem para seu usu e consumo.
Decrelo n. 390 de 27 de fevereiro de 18(9.
Arl. 1. Itepu r-se-lia avana, toda e qualquer
deleriuraglo solfnda pela mercadoria :
S I. Por causa tle succes.us do mar occorridos
desde nseu embarque al a sua descarga na alfan-
deaa e Irapiches alfandegados.
S 2. Por caosa de vicio proprio uu intrnseco da
mesma mercadoria.
Art 2. Para o reronheciraeiito das avarias tle
que trata o arligo precedente, he necessario :
S I* Que o enramndome do uavio, no caso de
avaria do mar, dentro de 2 horas depois da des-
carga da mercadoria aprsenle ao inspecior da al-
fandega urna expolelo por escriplo referin.lo os
successo? de mar que causaran) a avaria ; os volu-
mes que a solTrerain. o conleudo, numero o marca
de caita om, eo noine do respectivo dono ou con-
ignaiario.
5 2. Que no caso de avaria por vicio intrnseco,
o dono uu consigualario da mercadura requeira por
e'cripto ao inspector, declarando a ualureza da mes-
ma mercadoria, o numero e marca do volme que
a couliver, a dala de sua entrada na alfandega, o
nome do uavio a cujo carregamenlo perlencer, e
ajulando documento pur onde prove ser ella de sua
prnpriedade ou consignaglo.
3. Qoe a verdade da axposig.lo do commandan-
le e do allegado no reqoerirneuto do dono ou con-
signatario seja comprobada pelo exame tl.i merca-
donas, feito por peritos nomeatlos pelo inspecior, e
ainda por oulrus meios ou diligeucias que o mesmo
iuspeclor entender necessario?.
Arl. 3. Os peritos infamara* sobre o eslado das
mercadorias e realidadc das avarias, separando, se
eslas forera parciaes, a parle das mesmas mercado-
ria* qoe nao esiiver deteriorada, e deva licar injeiU
as regras do despacho das mercadorias nao ava-
riadas.
Arl. 4. Ai mercadorias que nao perdem de valor
pelo sentado ti'agua, nao serla considerada* como
avalada, por successo to mar.
Nem lio pouco serlo considera las como avaria-
da* por vicio intrnseco as qoe por sua infenur
qualidade nlo liverem prego no mrcalo.
Art, 5. A' vala ta inforraacSu do? perito?, e tle
quaesquer ootral diligencias a que tiver procedido,
o Miseector decidir' reeonhecendo ou nana avaria.
S nico. Quando porm do reconhedmento da
avana reaullar urna penla de direilos equivalente a
8'lil? nesla corta, a 6O03 na llalna, Pernambnco,
Bio (traiiile de S Pedro, e .Maranhlo, e a (1111-7 it's
oulras provincias martima*, os inspectores levaran
as suas daritoe?, anles de executa-las, ao conheci-
inenlo do lliesouro publico na corte, e das thesnu-
1 ranas uas pruviucias, quo resolverla cem ur-
gencia.
Arl. 6, Reconliccitla a avaria, seja do mar ou in-
triuseca, os donos'ou coinignalarios tas mercadoriaa
avariadas poderao despacha-las por factura para
cousumo ou rccsporu<,,io, ouvende-las em leillo a
porla da alfandega ou fura della, qual mais quize- i
rem, coulaulo que o fagara dentro tle tlez das, con-
tados do reconhecimeiilo das mesmas avarias, sob:
pena de serem as mcsfuas mercaduras liavidas por [
ahaudonadas, o como laes arrematadas por coula j
da alfandega, a cujo cofre perlencera' o produelo da
arremalaglo.
Art. 7. Quando se proceda a leillo das mercado-
rias .iun.li.- fora da alfandega, o iospeclor no-'
meara' um empregado de counaaca para assislir ao
mesmo leillo, que sera' felo por leiloeiro reconhe-
cido cuino lal pelas leis rommerciae?.
E sobre o prego da venda em leilao, seja a' perla
da alfaiulega ou fra della, cobrar-se-hlo os direi-
tos respectivos.
Arl. 8. Ilavendo duvida sobre estar nu t.lo ava-
riada a mercadoria, sobre ser ou nao a avaria tle
mar, ou intrnseca, ser' o dono ou consignatario
da mesma mercadoria obrigado a despacha-la den-
tro do prazo marcado no art. 6" como nao avariada,
se o nao fizer, o inspector ordenara' que seja a di-
la mercadoria arrematada, e o seu produelo, de-
pois de de Inzuios os direilos e despegas, recolhido
em deposito ao cofre da alfandega para ser eulre-
gue a quem direilo tiver.
_ Arl. 9. No caso de naufragio, qnaudo seja difli-
cil recoiher as mercaderas salvadas ao lugar onde
esiiver a alfandega, o leillo permillido pelo art. 6'
podera ser feito onde se acharem as dilas mercado-
rias, ou onde for mais conveniente, observadas as
disposiges do arl. 7.
Arl. 10. Os gneros alimenticios, ou o comesij-
veis, sejam lquidos ou solidos,'coja avaria d* mar
ou intrnseca lor reconheeida, n3u poderao ler des-
pachados, nem vendidos em leilao para cousumo,
sem que preceda exame de pessoas idneas, e se ve-
rifique nao ser a delenoraglo dainuosa a saude pu-
blica.
No raso contrario -eran taes gneros inulilisados
para que n.l i psalo servir de aliuieulo, lavrando-se
de ludo o compelenle lermo.
Os cascos e oulros envoltorios, porem, poderao ser
despachados como vastos, ou vendidos em leilao.
-Vrl. 11. lie; iitar-sc-ha damno todo e qualquer
e*lrago que possa sollrer a mercadoria, ou o ,eu eu-
vollurio, por colpa ou negligencia dos empregados
ta alfandega, ou trapiches all'andegado?, a cuju car-
go esiiver a ntrala, arrumagao, guarda e sabida da
mesma mercadoria.
Arl. 12. Para o reconhecimenlo do damno, logo
que requerido seja pelo dono ou consignatario da
mercadotia, proceder-se-ha como fica disposlo no S
3' do ail. 2# e no arl. 3*, e demais, o impeclor pas.
sara' a averiguar o sinistro quo prdazio o damuo,
para de?cobrir o seu causador e responsavel.
Arl. 13. Beconhecido o ttamno, ae fur nu envol-
torio, far-se-ha immedialameule a conveniente se-
paragao ; e se for na mercadoria, proceder-se-ha da
maneira Mgojnte :
S I" Se a mercadoria damnificada for das que lem
avallado na larifa, sera' posta em leilao, e a nidem-
nisaego ao don* ou consignatario consistir' em >e
Ihe preencher a ililTereuga que houver entre o pre-
go da arremalaglo, e o da avaliae,,o da larifa.
S 2* se a mercadoria for d-s que se despacha por
factura, sera'o damno eslimado por dous arbitros,
um nomeado pelo inspecior e oulro pelo ti.no ou
cousignalario, e anda por 3' arbitro escolludo a a-
prazunenlo tleste, se os dous pruneiros nao concor-
daren! ; c entlo consistir' a indemnisagao era pa-
gar-se o que estimado for.
S :1' Seporem a estimagao arbitral parecer etces-
siva ao inspecior, podera' esle mandar arrematar
mercadoria, e neale eso se indcmiiisara' a dilTeren-
ga que houver enlre o prego da arremalaglo e o da
c.amarlo da inercadona autes tle damnificada.
S 1' E as arretnalages assim lelas, o inspector
permiltira' aos arremalames o me-mo que Ibes foi
peruuitido no caso da arrematagao ae mercadorias
impugnadas.
Arl. 14. A lepar.ir.io e indemnisaglo tle qoe Ira-
la o arligo precedente, serao felas a cusl do causa-
dor e responsavel do daniuu ; e quaudo esle nlo
posea faze-las logo, a cusa do cofre da alfandega,
lando o iuspeclor, nesle caso, as necessariaa provi-
dencias para quo u dilo cofre seja indemnisado, ou
por via executiva contra o responsavel ou seus fiado-
res, se os liver, ou pela releoglo de seus ordenados
e salarios.
Arl. 15. Se por nengum dos meios indiraJos no
artigo antecdeme, oem por ootro qualquer, pode
verilirar-se a indemuisaglo do cofre da alfaiulega,
o causador do damno sera' demillido, ou despedido
do emprego que liver: a alem dislo se u tlamnu
excedido a .'1003.soffrera' a pena de prisloalc que o
pague.ou o espe na cadea como foi delermiuado a
respeilo do arrematante, qua nao salisfazer a molla
em que iucorrer por ler deixado de pagar o jirego
da arremalaglo a porta da alfandega.
Arl, 16. Se o damno for causado em algum Ira-
piche alfandegado, o respectivo dono ou rendeiro se-
ra o responsavel, e como lal obrigado a repararlo e
indemnisagao de que Irala o arl. 13, sob peua d'e li-
car privad* por um anno do direilo tle receber ruer-
eadoriM iia alfandega.
Arl. 17. Logo que se desrobra qualquer avaria ou
damno, ou por oulro moliv ode ruina, em alguma
mercadura deposilada na alfandega ou nos Irapiches
alfandegados, o inspector, lomando as caulelas ne-
cessarias, perrriitira' ao dono ou consicnal.no o po-
der beneficia-la, e na ausencia de um ou oulro or-
denara' qoe o beneficio seja felo a cusa delles pela
alfaudega, ou pelo dono do Irapicbe alfaudega lo.
Decrelo n. 689 de 30 de julho de 1856.
Arl. I* O despacho das mercaderas que nao li-
veiem avaliaglu ua paula f*r-se-ha por laclara, 5|0
he, pelo prego que a parle Ibes der na sua ola, pela
ni ni.-ir. segutnie :
S I* O feilor a quem for distribuida a ola para o
despacho, apreseitla-la-ha ao inspector da alfandega
com o seu parecer por escriplo sobre o prego dalo
pela parle a ca la urna das mercadorias coiuprelien-
didas na mesma ola.
2- Se o iuspeclor se conformar com o preco dado
pela parle, mandara' proseeujr no despacho. "
5 3" Se o iuspeclor porem "nlo se conformar com
o |treg i dado pela parle, ainda quando ofeilor con-
cordaron) ella, sera' o pregu arbitrado por uiua
cttinmisslo composla de Ires jeitdres ( ou quaesquar
oulros empregados; Humeados pelo inspecior.
5 '<" Esla roinm's-.io, procedendo as precisas ave-
ngoagoes, arbitrara' dentro de 48 botas o prego por
que deve ler despachada a mercadoria, (omand'o por
base do arbitramento o prego do mercado em grosso
ou alacado (deduzidos os direilos de consumo;, ou o
1e oulras mercadorias anlogas, uu na falla destes
dados ,. prego do pala exportador, augmentado com
10 por cenlo.
S 5" Quando o impeclor ou a parle nao se confor-
mar com a decisao da coramsfto, podera' o primei-
ro ordenar, e a segunda reqoerer novo artl trmen-
lo, o qual sera' feilo por oulra coinmissao composla
do inspecior da alfandega, de dous empreados no-
meados pur elle, e de dous peritos ou pralicos do
eommercio escolliidos pela parle na lista de que Ira-
la o arl. 6.
S 6" B-unida a commis-ao no di.) c hora marcada
aol, a presidencia do inspector, examinara' o objeclo
da quesillo, couvida a parle, decidir' como Ihe pa-
recer mais acertado.
5 7- Nlo comparendo algum ou ambos os perilos
nomeado pela parle, sera' anda assim decidido o
recurso pelos oulros membros da coinmissao.
-Vrl. -2- Das decises de Irala o S 6- nlo haver
recurso, mas a |iarte que nao quizer conformar-se
com ellas podera' reexportar suas mercadorias para
fora do Imperio pagando os espertivos direilos.
Art. 3. Nlo ficam sujeitas as regras eslabelecidas
no arl I- mas serao despidos pelo prego da factura.
I" As amostras de mercadorias que, embora Ic-
nliam avaliagjo na larifa, nlo extederera uu valor
tle 1002.
2. As mercadorias aja* Iransilarem ou sahirem
por baldearlo uu reexportado.
>" As mercadorias sujeilas a direilos tle expedi-
entes.
Arl. aj* As informagi, tleristie? c amostras das
mercadoria serlo archivadas para servirem tle base
a? tierisoes que e houverem de lomar era casos
idnticos.
Art. 5. Quando a mercadoria submrttida a despa-
cho tle consumo se achar averiada, na Urina do re-1
gulamenle ll. 590 de 27 de fevereiro de l-ti',1, e o!
in-p. ctir da alfandega nao convier em que ella seja !
vendida em leillo, arbitrar-se-ha pelo modopres-
eriplo no arl. I" o abaliineiilo que, em razan da j
avaria, se deva fazer na laxa correspondente mis-
ma mercadoria.
S l" meo. o appirelho, mcame e objeclo, u?ado<
do servigo to? navios serlo tambera despachado*
pela maneira eslabelecida ueste arligo, e sobre o
prego do arbitramento ou da venda em leilao serao
cobrado* os respectivo* direilo*.
Art. 6. O rnimslro da f.t/euda ua curte, e os pre-
sidentes uas provincias, notnoarao o negociantes ou
mercadores qa Ibes parecerera precisos para servi-
rem de peritos oa pralico? do eommercio na? ooes-
Ius de que Irala o S >' do arl. |? As relag.-.e do
eicolhid.i? serao remellilas sre'peclivas alfandega!.
Arl. 7. llavera em cada alfaudega utna coinmis-
sao da paula Horneada na curie pelo Ihesooro, e as
provincias pela* Ihesourariai, a qual, u vuu dos
despachos feios na forma desl* regulamenlo, orga-
nisaru aunmlmenle e remetiera au thesouro urna
relago das mercadorias que tlevam ser accrescenta-
das na tarifa, com a quola fita de direilos que deve
pagar cada uina deltas.
Art. 8. Ficam revogados o decreto n. 588 de 27
de fevereiro de 1849, os arls. 215, 216, 217, 218,
219, 320, 221 e 222 do regulamenlo de 22 de jiiiiho
le 18 ll ; e bem aaaim o arl. (! do decrelo n. 590
de 27 de fevereiro de 1819, na parlo que eslabelece
o meio de se fazer o despacho das mercaduras ava-
riada..
Decrelo n. 1,385 de 26 de abril de 1845.
Arl. 1. A mulla de que trata o arl. 135 to regu-
lamenlo de 22 de joiiliu tle 1836 sera' de 103 a I0O-3,
a arbitrio do inspector da alfaudega, seguudo a gra-
vidade do caso ; e podera ser remedida quandu hou-
ver motivo jaslo.
Arl. 2. Nlo ub-iante a dispoiiro do decrelo n.
203 de 22 de Jalho de 1812, ser permiltido ao ca-
pillo da embarcaglo, no aclo ta sua entrada na al-
fandega, fazer quaesquer declarages relativas a
accrescimo ou dimumigao no manifest, para serem
apreciadas pelo inspecior, e allendidas nu nao, se-
cundo as circumslancias do caso; e nao o sendo,
licara o capilao sojcuo mulla de IO3 a 1003 por
volume, a arbitrio do inspector, ou a de 10 a 50 por
cenlo do valor se os objeclos vierem a granel.
Arl. 3. Verificada a hj polhese do S 9" do arl. 145
do mencionado regulamenlo, a mulla que ao capi-
lao deve ser imposta sera de 103 a 1003 por volume,
a arbitrio do inspecior da alfandega, segundo o va-
lor presumido das inercadona; e sendo estas das
que eostumam vir a granel, de 10 a 50 por ceulo
do valor estimado dellas.
Arl. 4. Em caso de accrescimo de volomei da
mercadorias ulo comprehendidos no manifest, ve-
rificados depois da descarga para a alfandega, na
furnia ordinaria, lera' lugar a mulla de 103 a IOO3.
Se o accrescimo se verificar em mercadonai impor-
tadas., granel e nao sujeilas a quebras, como (erro,
ferragens grossas, laboado e oulras semelhanles, a
mulla sera' de 10 a 50 por cenlo do valor das mer-
cadorias nao mauifesladas. imporlancia de
quaesquer desta. multas perleucera' melade ao em-
pregado que houver verificado a diflerenga, e a ou-
Ira nielado a' fazenda nacional. Se porm for veri-
hcado em busca, ou por denuncia, ou na visila, es-
tan lo as mercadorias acondicionadas com dtilo em
falsos da embarcagao, ou fora do porao era lugar oc-
culiii, ou suspeilo de facilitar o extravio, serlo ap-
prelien lidas as mercadorias e multado o capilao em
50 por cenlo do valor dellas, licando assim alterado
o arl. 155 do referido regulamenlo de 1 de jaolio
de 1836.
Arl. 5. No caso da differenga de volumei ser para
menos dus couslaules do inaufeslo, provando o ca-
pillo, a juizo do inspecior da alfandega, que o vo-
lume ou volomes ulo foram embarcados, nlo incor-
rera' nai penas do arl. 156 do citado regulamenlo ;
e nao o provando pagara' direilos ero dobro das mer-
cadorias comidas nos volumes nlo descarregados,
arbitrado o seu valor segundo as declaragdei do ma-
nifest e pelas qualidade* superiores, ou por oulros
volumes idenlicoi do mesmo manifest, quando as
declarages relativas aos nlo descarregados foram in-
completas. E 11 -I" ca-o perlencera' igualmente me-
tido da mulla ao empregado que liver verificado a
diflVrenga.
Arl. t. Nos gneros importados a granel, sujeilus
a accrescimo ou duniouigo, como carne secca, car-
vio, sal e semelhanles, s lera' lugar a malta quan*
do a diflerenga verificada for para mais de 10 por
ceulo.
Se a diflerenga porem for para menos, ainda ex-
cedendo a 10 por cenlo, 11,10 teca' logar a molla,
comanlo que o? direitos se lenham cobrado da
quanlidade manifestada.
Arl. 7. Nos gneros oluveis, como gelo, sal e se-
melhanles, poder;,' o inspector da alfaudega, a re-
quenraenlo do capitao, no aclo da sua entrada na
alfandega, me liante o exame e lotagao do carre-
gamenlo por perilos de sua escolha, conceder um
abalimenlo ale 75 par cenlo no gelo, e 25 por ceulo
no sal e oulros de igual nalureza.
Arl. 8. O capilao de embarcaglo qoe nao trou-
xer o seu manifest ou certificados revestido? das
rormalitlade? especificadas no capitulo 8' do regula-
menlo tle 22 de junho de 1836, pagara' a mulla de
.OS a 200/. a arbitrio do impeclor, segundo a qoa-
hdade da falla e importancia do earregamento. Se
por faci propno e voluntario entregar aberta va
do manifest que recebeu fechada, o esla ie achar
viciada. Picara' incurio na molla da 1009 a 1:0003,
a arbitrio do iu?peclor. Se s apresenlar orna va de
manifest, pagara' a molla de 10,3 a 509, segundo a
imporlancia do earregamento ; e em qualquer dos
catos indicado nlo sera' a embarcaglo admillida 11
desrarregar sem haver satisftito ou depositado a
multa.
Arl. 9. Se ao manifest Miar alguma formalida-
de nlo eiiencial, podera' o inspecior, eom allenro
ao carregamenlo da embarcagao e a quaeiquer cir-
cumslancias em favor do capillo, reliva-lo da mulla
do arligo antecedente.
Mo formalidades essenciaei ;
1.* Serem ambas as vias dn manifest leitai e as-
ignadas no porlo da precedencia ; 2\ coolerem al-
guma aulhenlicidade das admillidas segundo o porlo
da precedencia ; .!, acharem-se escripia! em devida
Turma, sem rasuras nu emendas.
Arl. 10. A embarcagao que nlo trouxer manifes-
lo, viudo com .1lu,, ao porlo da entrada* sera' ad-
millida a' descarga completa e carga, pagando a
mulla de 2? a '13 por touelada de soa arquearlo, ou
' por cenlo de direilos addiciouaes da cargt, a ar-
burio do inspector.
Arl. II. Nos porlos em qoe nlo houver agenle
consolar brasilero, os manifest?, e bem amm
quaesquer documentos concerneulcs a' carga ou des-
carga das mercadorias, poderao ser aulhenlicados
pela alfandega ou eslaglo fiscal do porlo ; devendo
laes documentos ser recoithecidos pelo consulado
respectivo se o houver: no da entrada da embarca-
glo, e licando por esta forma ampliado o art. 151 do
regulamenlu suprarilado.
-Vrl. \1. Os navios de guerra e transporte?, quer
naciouaes, quer eslrangeiros, que Irouxerem carga
da praga, deverao maiufesla-la a' alfandega do mei-
1111 modo que as eiobarcagoes mercantes; e em-
quanlo nlo a entregaren) a' dita eslaglo fiscal, esla-
ro sujeilos aos mesmos exames e fiscalisaglo que as
do eommercio, pelo que diz respeilo a" mencionada
carga.
Art. 13. Ficam iientas da multa do arl. 215 do
regulamento de 22 de junho de 1836 :
1. As embarcages arribadas por forga maior,
que para desjieza uo porlo dispozerem de parle da
carga.
2. As que pelo meimo molivo entradas, icndn
condeiniiadas por inuavegaveis, venderera em ha,la
publica parle ou lodo o carregamenlo por avaria,
recuiihscida pela alfandega.
3. -ts que entraren! para refrescar, se s dispoze-
rem da carga suflicienle para fazer face a't dtspezas
do porlo.
4. As procedentes de porlos pouco frequenlados,
em que nao houver alfaudega, eslaglo fiscal, ou ou-
lro qualquer meio de aulhenlicar o? manifestos.
luda eslas circumslancias deverao ser prnvadas
per.tnle a alfaudega do porlo da entrada.
Ait. I As embarcages que entrarem para *
preilar o mercado e quizerem diipor de parte ou de
lodo o seu carregamenlo, pode-lo-hlo fazer, sujei-
lando-.e a mulla de 1-3000 a 23000 por tonelada de
sua arqncaglo, a arbitrio do inspecior, nao Irazen-
do manifest, ou Irazeudo-o sem as formalidades
exigidas.
Arl. 15. O prazo de que traa a primeira parte do
arligo 213 do referido regulamenlo, para serem pela
parle ultimados os despachos, fica ampliado al 20
das, n,lo sendo por impedimento da alfaudega, em
cujo caso nunca lera' lugar a multa ; sendo appli-
cavel a todas as mercaderas em geral a disposiro
to mesmo arligo relativa as despachadas nos palos
e lellioiroa. E para qoe leuha logar a mulla decre-
tada de I ', por cenlo devcrlo os feilores devolver
ao e.cnvo ta alfandega as olas para despacho, nos
lermos indicados, afim tle serem passadas ao ei-
cri|iturano do livro-meslre para as convenientes
verbas.
Art. 16. As diflcrengas tle quanlidade do merca-
duras verificadas |iara otan da conferencia da sabi-
da, licara sujeilas ao pagamento em dobro dos direi-
Ins que tleivaram de ser cobrados, perlencendo ao
conferenle 3 dema-ia de direltoa, salvo -e a difleren-
gi verificada siiver comprebendida em algum dos
casos previsto* no? arligos 203 e 2i do rcgulameoto
de 22 'le junbo de 1836, em conforraidade dos quaes
se devera' aulla proceder.
Art, 17. .-e a dilfereng fr para menos, i lera'
lagar a Imposiglo da mulla quando se derem cir-
cumslancias que revelen! fraude, ou snblracgao das
mercadura? 1 ara rebaver-ie 01 direilo* pagos : os
quaes em caso algum serao restituidos, fra dos
mencionado* 110 artigo duzenlos o doze do referido
regulamenlo.
Arl. IS. Quando a diflerenga for 111 qualidade
da mercadura, uitervindo arbitros, na lorma do re-
gulamenlo de 17 de novembro de 18(1, se a decisao
for cunlra a parle, pagara' esla mais melade dos
direilos da dificreuga da qualidade para o confe-
renle.
MUTILADO


a
DARIO DE PERNAMBUCO QUARTA FEIRA t. DE MAIO DE 1857
Ari. 19. A avaria |>or -ut...... de mar, al a
entrada da mercadoria na alfaudega nu armazeui
allaudegado, para le alleudida, devera' ser reda-
nada.
1. Velo capitAu oa consignatario do navio no acto
di descarga do voluiue, ou dentro de -Ji huras de-
pris, nu ni.lo huuvereui indicio* externo*.
-. Pelo douo on cuusigualariu do volunie, eiD qu.il-
qi.er tempOi nao havemio indicios externos de ava-
ria no voluroe, nAo se podendo presumir que ella
se, a anterior ao emb.rqtte do mesmo volunte.
Art. 20. Ivas mercaduras que pagam direiloi na
razio ,io seu peso, sera' tempie perimllido ao despa-
chante ao faltar venllcir o peso liquido, na forma
do artigo 6, do regulamcnlu numero (34 de 28 de
agosto de 1849, quando algum enlenda ser lesiva a
Ierro marcada oa tabella auuexa au dito regulamen-
lo, e a mercadoria nao or das sujriias lo onus do
pagamento doa direilos pelo peso bruto.
Art. I. Ai drogas nao especificadas na tabella
menciauada uo artigo aulecedente serio compreheu-
didas na regra gen.I para io ln velera os ilreilos pe-
lo peso liquido, eom o abatimentos respectivos, se-
gundo a qualidade de stu envoltorio.
Art. 22. Podero aer despachadas com caucSo dos
crmpelentet direilot de consumo, pagando I >4 por
erlo de eipedienle : priineiro os ubjeclos perleu-
centes a companbias lyricac, dramticas, equestres
ou oolras ambulantes, que se destinaren) a Jar re-
preseulaees publicas ; segomlo, us collecces scieu
ti cas de historia natural, ouniismatica, e de anli-
Suidade ; os laboratorios chimicos ou oulros appare-
llios ; as estatuas e bustos de qualquer materia, que
forera destinados a exposirao ou repreieutacao pu-
blica.
Os direilos caucionados serAo cobrados se dentro
do prazo concedido pelo inspector da alfandtga, que
pnilera' ser por elle razoivelmenle prorogadu, uAo
forern os objectos aasira despachados, reexportados
integralmente, ou nao fr provado o seu deiappare
cimento e consumo, pelo uso ou bito, segundo a na-
lureza do objeclu.
Art. 23. Ficam supprimidas as cartas de euia das
mercadoria estraugeiras navegadas por cabotagem,
0 lendo pago ja os direilos de consumo ein alguiua
alfandega du imperio ; e bem assim os despachos de
Renerc da pr.nlucc.io e manufactura nacioDal, ane-
los sos manifeitos de embarcaees da cabotagem ;
licando laes documentos archivados na mesa do coo-
ulado do porto de embarque dos geueros, e a cargo
das mesmas mesas a discnminac,io e especificarlo
das mercadoiias, a vista dos despachos presentes, e
na forma do artigo 1. no regolameuto numero 710
de 16 de oulobro de 1850.
Qaalquer volume ds mercadorias estrangeirat,
quando n;lo e-liver coraprehendido no manifest or-
ganisado pela mesa, ficara' sujeilo ao pagamento de
direilos de consumo, como se directamente fosie im-
portado de paiz estrangeiro.
Arl. 24. Fica dispensada a lionc i em canelo dos
direilos de esporlacio, que em virlude da ordem do
1 esouro nacional de 25 de novembru de 1842, pres-
tan os capics de emba cacees nacionaes de cabota-
eem na condcelo dos gneros de producto nacioual
de uds para oulros portos do imperio.
lompluo** e incitante, a poesia oslenlava-se em seu
zenilh.
Toda as alias proaminancias da provincia all se
acbavain, os fardoeaa dragonas, as commendat, rcal-
cavam linda maja acto. Tudo all comparereu, e
al presenciamos algana dignos mrmbroa do partido
da opposir.Au, que contentes applaudiam a inleiicAo
do acto.
Eram 1(1 horas, quando (re jovens. Dita digo bem,
Iros aojos personificados em tres bailas afacfioenses,
llias dosSrs. lennle--oroiiel Paulo Joaquim Tel-
les, major Jos da Cnuha Couliulia, o inspe tor da
Ihesooraria Uuilherme (iraca, levando em urna sal-
va de |irala uina rica coroa de rosas e cravos, e ties-
ta inesnia ocra-iao don- sonetos, o* quaes oflerece-
ram como a coroa a S. Exc. o Sr. Dr. Ueha.
O cha'esleve esplendido e sumpluosamente for-
jornalismo. Ainda mais, allegando a mpo.sibilida- | a qiiem o rollete prelo fazia realrar. Ol ludo
de delle mesmo lomar a iniciativa do procesan, o ga-
binete sardo nos mdigilnu por vezes oa irihunaes en-
carregado de nos fazer juanea dos insultos da iui-
preusa difamadora. .Mas querer intentar o proces-
an judiciano de qu.ilqner que inerrcesse un castigo,
nAo seria acaso o Dafnia qua coinlcinnai-nos a itaa-
empenhar lodos o* das o popel de aecusador publi-
co '! E-te papel, a filiar a verdade, pareeer-nof-hia
pouco digno de noaso enverno, pondo de parte esla
con-i.leracilo, os ataques da imprenta revolucionaria
do Piemuute n3o lem somcnlc em vista oa arlos do
governo imperial, mas at inearao atleiilam contra o
principio inuuarcliico ; cliegam a punto de querer
atacar a cavar os fllicrcea da ordem social.
Ein vista disto nAu deveria ser acaso o gabinete
de Turim pnmeiro a correr em dafeza de to gra-
ves iuleresses, remediindo om mal que lauto atnea-
ea o repooso e a segurinrado seu propno paiz dos
oulros estados, para com os quaes elle lem deveres
iiilernacionaes a comprir ? Seja como fr, Sr. Con-
de, o imperador deve a sua propna diguidade o nAo
deixar ignorar ao governo saldo o re-entunen! que
este proceder Ihe raiisuu.
Ao conde de Cavour toca iudicar-vos quaes lio os
meios que elle teuciona empregar para que desanpa-
recam estas penosas imprcs'es, e quaes sao as ga-
rantas que elle nos pode ollerecer coulra a prolou-
ic.i.i indrImita de um estado Ce cousas Uo i une-
lialmenle opposto ao desajo que temos de maiiler ida madrugada, quando leve fim o baile, depois
com o Piernn le rel.i._ ,-- t,,e- ques os ulereases brin daii(arem-se oito quadrilhas, alcm de .-linlt.i-, .v.il-
tempra eonlta elle, qor na primeira, quer na se-
gunda discussao.
Ouaudo o prticionario requereu a esla casa, pela
sirilicieiile para chegar ao lim desejado, por tanto a
aascaabla para ser coherente deve coniiuar naatl
prolercao, sein o que o peticionario n:Vi aproveilara
primeira vez, idntica concessAo, fni-llie ella dene- o favor -'a provincia, e por esla razao enteudeu a
liada pela pelos luemliros da commissao, que entilo
suslentaiaui a deleinleram o seu parecer, porquaiilo
realmente o peticionario nao loslruio a aua peticiiu
commiasao qoe devia por coherencia dar sen parecer
pela forma porque o den. Assun lenlio dado asex.-
plicaces nacasaariaa. Ja disse que rido me persuado
com oulros ducoimnlos, que nlo fosse, salvo o eu- liavcr con\ eneldo ao nobre depulado, nao lenho es'a
g-no, oatlesiado de um deseus llenas. Agora, que
pele prorogacao do prazo da lieenca rom v>iki-
uientoa, soh fundamento de haver consomido 2 an-
uos no esludo das bellas lellras, que devia preceder
o de ti.me* c calcadas, em que diz vai malricular-
ae, tambem uenhuin docuineiitujiinlouasua [lelico,
a nao aer um simples atle*tado do ministro da ms-
trcelo, declarando que elle pode seguir osen curso.
Ora, Sr. presidcnle, primeiramenle eu creio que
pre.uinpcao, mas eslou persuadido qoe convenri a
alguna dos niemhros da cssa mas desprevenido, e
mais ainda estou firme na raz.to do parecer, quando
a casa pela sua voiac.m ja mostrou a su i adhesdo a
i lea ncllc conlida.
O Sr. Mantel Cavacanli nppOa-se ao projaeto,
argumentando com a iienhuina vaiilagem que deve
resultar a provincia do sacrificio que faz subsi-
diando au peticionan", valo que a experiencia tem
quando temos de fazer Ulna conccs-iio deslas, um i mostrado o deproeilo de idnticos auxilios ; obser
entendidos dos ilous paizes as xigcin. Reservan-
do-nos a regular em vala disto a iiu*sa fulura con-
ducta, cunvido-vos, Sr. conde, por ordem do impe-
rador, a que commutiiqueis este despacho ao presi-
denta do couaelho daiido-me ennta, em seguida,
das explicacOes que houverdes recabidu em res-
posta.
Aceilai, etc.( Assignado ) Buol.
sas, reiiiamlu sampre muiln enlhususnio, apenas
notan..o-se o acaiihainenlo do saltlo, de maneira
que os euconlrOes eram continuos. O encarregado
do baile, oSr. tenente-coronel Paula, deseuvulveu
patese calcadas, e mo
no de bellas lellras ; mas, como quer que por forra
doa estatuios daaw cuno, fosse necaasario o estu )<
das bellas lellras, consumi o concessionario os doua
anuos. Eiilielanto n3o consta da pelic.lo, que o con-
cessionario coucluisse esse curso de bellas lellras,
ue conslilue o esludo previo do de pontea e caba-
llina adivinada espantosa, auxiliado por seus col- das, ein que vai entrar, a mesmo nao ha documento
OOVERNO DA PROVINCIA
Harinhi. Aviso de 6 de abril de 1857.
Declara o que sa deve pralicar na apresentacao dos
reqoerimentoa, ou representarles que se leoham
de dirigir a esla secretaria de estado.
Rio de Janeiro.Ministerio dos negocios da mari-
nha em G de abril de 1857.
t.onviudo que se observem as regras da disciplina
na apresanlarjo doi requerimenlos, ou repreieuta-
es que tcnliam de dirigir a esla secretaria de esta-
do os ofliciaes da armada de todas as gra iuac,es, os
da classel annexas a quaesquer oulras pravas da
mesma armada, bem como os empregados das repar-
licea civil a militares deste ministerio ; determina
S. M. a Imperador, que os ditos requerimenlos ou
repreaenlaces subam sempre, pelo intermedio dus
respectivos cheles, a' referida secretaria de estado,
eom as competentes iuforma;e> a todos os precisos
sclarecimenlos para a sua mais prnmpla solorao : o
i|ue coramunico a V. S. para sua inteligencia e exe-
coco na parla que Ihe loca.
Dos guar.le a V. S. Jos Mara da Silva Pra-
nnos.Sr. Francisco Xavir Bomiempo.
CIRCULA!.
Rio de Janeiro.Ministerio dus negocios da mari-
nlia. em 21 da abril de 1857.
Illm. Exm. Sr. Remello a V. Exc. o incloso
exempltr do aviso de li do crreme, que declara o
que se deve pralicar na apresentaeja dos requeri-
inenlo* ou represeouedes que se leuh m de dirigir
k esla secretaria da estado, para que V. Exc. iulei-
rado de semelhanle dipo.icao a faja constar ao ins-
pector do arsenal de marinha dessa provincia, para
so inleiliuencia e execucao na parte que Ihe tuca.
Dos guarde a V. Exc.Jos Mana da Silva Pa-
i auhoa.Sr. presidenle da provincia de Peruaubu-
co, 4 de maio de 1857.Porlella.
COMMANDO DAS ARMAS.
IsVartel (eueri-1 de commando daa armas de
Ferstambaeo su cidad* do Recite, ea 5 de
nal* de 1857.
ORDEM DO DA N. 471.
O general cominaudaute das armas determina, que
o r>r. rapilo do 7.- balalh.lo de iufaularia l.eopol-
rtino da Silva Azevedo ronlinue a servir uo !). ba-
lalh.lo da mesma arma na qualidadc de addido, em
nanlo nao segu para o seu desliuo.
Faz eerlo, que, por aviso do ministerio da guerra
le 8, enmmunicado em odicio do quarlel general do
exercilo de 2), |U10 de abiil protimo findo, o Sr.
alteres do 3.- regiment de cavallaria ligeira Jos
Melquades Bezerra da Silva Cosa obleve tres me-
les ne lieenca para vir a asta paoviucia conduzir sua
fana-ha.
Jote Joaquim Colho.
O governo liespanhol dirigi ltimamente a se-
guidle circular ooi ministros de S. M. C. mis cortes
eslrangeiras.
O ministro de negocios astrangeiros ao Sr.... mi-
tiisiro da corle de....
Madrid, 17 de fevereiro de 1857.
tt llavendo o overno de S. M. C. lido coiilieci-
(o de roubus e asaaasiuos commellidos na repblica
mexicana, em pessoaa e brns de alguna subditos hes-
panhoes ; e, segundo parece, ainda ullimaineiile por
soldados do general Alvarez, calleja desla repblica
a inpressao de lio odioso allantado fui mais profun-
da por haver o governo de S. M. C. manifestado ue-
sejos de assentir a una soluciu pacifica, que pozesso
termo a desintelligeucia que ohslara a execu^au do
tratado de 12 de novemhro de IV 1, celebra u. enlre
a llespaulia e a dita reiiublica, sobre o pagamento
de urna divida que, sendo reconhecida pelo governo
mexicano, cumpria pagar ans obditos baspanboes.
n San que venha a Domo inlenlo fazer respuiisa-
vel por tilo odioso alternado o poro mexicano, iiem
o seu governo, lennos de sobre aviso at que o M-
xico se esforc por lavar semelhanle mancha ; pots
que no'meio de povos civilisados, a repblica mexi-
cana se ennodoana, deixando impunes semelhanles
critnes ; ou fosse porque a mesma repblica os nao
podesse castigar, ou porque, podendo-o, au quizesse
punir os criminosos.
O governo de S. M. C. lem por dever imprescrip-
livel correr em defensa de subdito, e exigir a (avor
dalles urna justa reparac.io, para que d'ora a Tanta
sean repilam laesexcesxos contra ossubdilos de sua
inageslade.
A legacode S. M. C no Mxico recebeu as
mais lerimuantes ordena para pedir ao governo da
repblica o immediato castigo dos culpados a iudera-
insacao dos damnos felos a seus subditos, e bem ai-
sim recebeu a expressa deteriniiarao de sabir do
territorio mexicano, dado que o governo deste paiz
nao faca a devida juslica. tem deve comprehender-
se que a diguidade do nome liespanhol jamis con-
seoliria em que om repieseiilante da ranilla sauc-
donasse, pelo facto da sua presenta, o assassiuo e
roubo deseus compatricios.
Receiando o governo de S. M. C. que o gover-
no mexicano nao podesse dar eflicaz proleefaU aos
subditos hespanlioes residentes neata, repuhlica, or-
deuoo que do porto de llavana, parlissem embarca-
.6ei de guerra e tropas de desembarque em suflici-
eute numero, com o fim tnico de dar a protecro ne-
cessaria a legajao que se deve retirar e a vida'e pro-
priedada dos hespanlioes, que posiain ser amea-
c,ados.
Tambem se expediram ordni para que inme-
diatamente se lizessem de vela dos portos da Penn-
sula cinro grandes embarcacoes da marinha de guer-
ra, para irem reforjar a eaqaadra, actualiurnle an-
corada nos portos de Cuba Neslea vaaos emiarca-
ram tropas e generaes.lera' assim a Heapaulia Da-
quella possessao Irinla navios de guerra, e um exer-
cilo numeroso e disciplinado, cuja mi.-ao consiste
em vigiar, seudo ueresserio, pela defeusa da honra
c iuleresses da nuca...
a O governo de S. M. assaz deplora taes occor-
reucias, e priucipalmeule por isso ir locar com una
naci a qual a ilespanha esta' ligada por incala*
de ascendencia, religiao e liuguagein. Porem, no
caso presente, ninguem pode uegar a juslica da nos-
aa causa, nem a precislto em que a Ilespanha se v
de defender sua diguidade e direilos.
(Diario do Governo de Lisboa.)
lesas
Resla agora, que o prazer ds hoje nSi sej Irocado
na tristeza de amanhaa, e que aquelles que boje ap-
plaodem S. Exc., n,i spjsm o* meamos que ao de-
pois o vulem a execrac.30. Tmpora mutanlur.
.Nada mala lenho a' participar-1 lie, senlindu que a
quinzeia fosse exleril, porque folgo sempre que le-
nho materia* para dar expansilo no meu genio.
Adeos, desej .-Ihe prospera saode, aconipanliada de
todos os gozos oa compauhia de sua prezada fami-
lia.
DesponbaJo pequeo presumo do
Co.anionoliifl.
EXTBHIDR.
ola do conde Buol ministro dos negocios eslran-
peiros da Austria, ao conde Paar, encarregado dos
negocios d'Austria, em Turim, na qual se panlen-
lea o desajos que o governo austraco linhs em ver
snflocadaa liberdade da iinprensa ua Italia,reservan-
do para o numero seuuinte a resposla uegaliva do
governo liberal piemoulez.
Miln 10 de fevereiro de 1857.Senhor conde.__
F.m qoanlo aqui vos demorasles, forneceu-se-vos oc-
DM*a* para ver de parlo os lestemunlius de respeilo
rnni que o imperador nosso aouuslo amo, fol rece-
hido ein Mili.i, e a saiisfacao que a presenca de SS.
MM. II. dilfuudiu por tudas as classes da' popola-
o.
O* naaarosos actos de perdao emanados do impe-
rador forana recetados com seulimenlos de sincero
reconhecimenlo, que por mal. de urna vez se inani-
feslaram por nielo das calorosas demonstrares.
Se S. II* na sua clemencia se diguou laucar um
ve* sobre o paasado, a allilude dos subditos ombar-
dos no* induz a esperar que o futuro nao vira' lulli-
gir um desengao a sua generosa conliauca,
Todo aquello que observar sem pre.ei'cao o que
se lem passado em Mildodiirauta aa ullimassemanas
parlilliira' sem duvida estas impressoes. A conlianca
renase* por luda a paite, e se alguna espinlos ainda
hesitam em a ella se entregaren! sem reserva, as du-
Mdas proveiu menos das eondicct)es internas do paiz,
do que de um acrio eouslautemeule provocadora do
estrangeiro.
K sobreludo, n.lo posso deixar de o dizer, senhor
ronde, a allitude do governo Piemoulez que ferio os
aeulimenlca do imperador.
Com efleito, a imprensa piemonteza fiel aos seus
hbilos abjeetos e ao seu odio sistemtico contra a
Awtria, einprehendeii a larefa de representar os re-
centes aconlecimeii|os de M Uo, sob um aspecto lo
Uimenle contrario a verdade dos fados.
O dominio da Austria no reino Lombarda-Vcne-
xiano, representado como sendo deaprovido de om
titulo legitimo qaalquer, sendo n nica urigem de
todos os males da peuinsula, a calumnia e as inju-
ria* com que se lem alaeado lodos os actos do go-
verno imperial, a angosta pesaos do imperador, bem
como lodos oa que |he sio afl/eicoados, a Mardela
ale regicidio, precooisados como sendo os meios
proprios de libertar a Italia do que se cnmprazem
chamar o jogo e*trangeiro : sao e.lcs os Ihemas que
as gazelaa piemoulez,a au ressara de variar obre
ledoa o* lons, e que ellas tem explorado nstea ulti-
mo* lempo* com redobrado fel e virulencia. Na ver-
dade, a iiiiuha peuna recusa-ae a retraear toda* as
torpezas em que estes jornaes al>undain,b"asla fulbea-
los ao acaso para nelles se encontraren! sobejas pro-
vas de coimrcao.
Em vista desles ataques dirigidos rom una violen-
cia inaudita, coulra uina potencia amiga e liinilro-
plie o governo sardo ao impor-se urna adunde com-
plelamenle pasiiva, impoz-se pelo menos a auspeila
de as ter querido epatar. Ainda mais; os apellos di-
rigilos aos eslranaeiros rom o fim de os fazer con-
currer as sabsenpees alienas para reforrar o sjs-
,e"-* defensivo du Penteme, que nenhuma poten
eia pensa em amear.ar, a recepcao efflcial de prelen-
dtdas depulacoes da* nosaas provtucias italianas,
mu.lo exprimir a sua a.lo,iraca., por orna polilica
qae o seu propr-o governo de a aceitarais de um momento otlerecia, segundse
dizia, por aobdiloa d > imperador em coinineinoi-jcan
dosleilos de armas do exercilo sardo, silo estas nu-
il lanas demonstracr.es oflensivas, qne por screm
calculadas s ibre a fcil credulidad do publico, mo
detxam Umbem de ser um assumplo tuui grave que
** nao deve .perder de vista.
De faclo.eumo he que om governo, que lem a pel-
lo o maiiter coinno.co rclacea de atiuzade e oe boa
viiznhanra, nao fez todo o possivel i ira impadit de-
nioustraces que lem, em vista lias rircuinslancias
particulares, que aa arompanharam, um alcance lito
palpaxi'l e l.lu dircrlaxienle ho-lil a nina pritencia
amiga t S"ra' dando lugar a que as recordaces da
^ueiia e das paixes revolucionara*, que ella tem
s.isciiado.srjam sem ce.sar publicamente evocadas e
|..-r i'elua la-, que d uoverno nidio enlende cuiilprir
atesliplarues do ti ala lo de paz.cuja primenn clau-
sula eslabelece qae havera' para o futuro, e imi .
kempre, paz, ami-.tte c boa iiilelligeucia entre os
dnu- soberanos, os seus estados e subditos respecti-
vos ? Objerlar-nos-hiao, que a legislaran do paiz
nao poje impedir actos dela noturezi. qne nos no
IHjderiamos )ior tsso absolver o gabinete de Turim.
do grave erro de ter parecido M**eier-ea p*la sua
luleraocia as csperanrasd'um [.arillo rujo credo he
a abolir i doa tratados que fixarattl as circamcrip-
eea terriljriaes actualmente existentes na Italia.
Verdade he que o governo saldo, por mais dV-ma
vez, nos fez commomcar, confidencialmente, ii ex-
prselo do leu pezarj iaueulaudo os desvarios do
CORRESPONDENCIA DO DIARIO DE
I'LR.\'AMUU<;o.
HACEI.
! de maio.
Cortsimo A*i\Pretenda datar esla do Rio de
Janeiro, para onde havia resolv o seguir, como
louvavel desejo de realisar urna imporlantissima re-
forma na muilia individualidade, que a lempos pro-
cuia libertar-se da posicao crtica que tanto a deli-
iili.i. .Mtniit.aiiJo aps a soluto do problema rege-
nerador. Nao me sendo possivel realisar em a pos-
sivel brevidade esla resolucao, continuando a fazer
parle dos habilautes oesia capital, prosigo portaulo
ua senda das minhas fuucc/ies cuiresponden^aes.
A paz e lian mil.i la.I- conlinuam a tuvolver-nos
em seu manto, consentindo assim (|ue esla provin-
cia possacamiiihar serena as vina que nicas podem
promo>er ana prosperidad*. Os udios como que vfio
arrefeceudo-se, a autoridad* reassume a forra physi-
ca e moral precisas para sua iniidavel achilo, a sucie-
.l.i le euifiui procura com esfurc,o rollocar-se em seu
estado normal.
O commercio e agricultura, poderosos sustentcu-
los do estado, os matares agentes da manulcnrao da
inlegridade do imper.o, caminliatii em sen /artel
"/..'-. se no mullo animados, au menos de accordo
com os meios emoreganos.
A adininislraciio da provincia confiada a um disliuc-
to, Ilustrado e imparcial Alaguano, vai marchando
na* veredas sim a ..f.'.r.i.., respeilo e considerai;ao de lodos os
seus admiuisliadoa, que coitlemplam na peaaea do
Exm. Sr. Dr. Uclida, um digna hlho da provincia,
que certamente ludo envidara a prol de seu augiueu-
lo)e prosperidude.
Eiicerraram se os Irabalhos legiilalivos da provin-
cia, licando anda a provincia sem as leis municipal,
bxac.lo da fures policial, illuminaelo a g.iz, e mul-
las unirs palpitantes iiecessida.lea, que detxaram de
ser alleudidaa. No numero das ideas levadas a ell'ei-
lo apenas avalla o orcamenlb provincial e a eleva-
ro n villa da llorescenle e commcrciil povoaro do
Pillar.
A polica camiuha em sua marcha normal, n3o
apparecendo fados que incileni a sua alleni.ao. O
povo vai compreheiidendu seus deveres, e por seu
procedimeolo morigerado revelando que utlo he
um povo de safaros e lim dignos llhoa do paiz da
Sania Cruz, qoe ora regido por um magnnimo niii-
narcha o imperador do Itrasil, v-u pruseguindo em
um caminhar digno de inveja para oulros paizes
anda sob a pressao das perseguieea acuitlas dos
mandes ; qoe a seu ltanle cunculcam e espesinham
us direilos da humanidade.
A s ilal.i ni i.le publica prosegue benigna, nada ap
parecendu em detrimento da *nu.le publica. O sol,
posto que abrasador, todava nflo lemsemi-ado mate*,
apenas protuelteudo alguina eslerilioade, se Dos nao
se compadecer de nns, envenlo alguma chuva.. O
calor nesla capital he inleii-i-siino, dep s a Taita de
uanhos onde va o pobre m'rtal refriaerar-se, lornam
por conset|uenria itisuportavel a exiitencia uesla ci-
daie, a quem vive sob a pressAo do calrico.
Enceluu-se boje o Mea de Mana na igreja do Ro-
sario, comparecendo bastante povo.
Domingo 20 do passado presencinu esla cidadeuma
solemne procis-Ao de N. S. dos Prazeres, padroeira
da fregueza. Esteve linda.
No mesmo da a Socicdade D. Miiiervina deu urna
recita, levando a scena a pera O Jurteu e o eu-
Uemez Aa Tres l.jucas, Dizem-me que nao es
leve ma a execuc^iu.
No da 8 do crrenle, consta-tne, tomaram posse
os vereadores reeleilos, veremos se corresponderau
a expectativa do publico.
Cliegou no vapor Tocaiilins o distinco Pernainbu
cano o Sr. Dr. Augusto Lamenha Lina, que como
sabe Vmc. fura uomecdo secretaria da polica delta
provincia. L'ilho do honra lo servidor do estado o
Sr. coronel Lamenha, dceeendendo de dignos av*,
lem S. S. todos os Incentivos para bem exercer suts
[ni..-.;.,..-. Mus o ndame*,
Em o meu post acriploin da misaiva passada, an-
nunciei a Vmc. que o curpo do commercio .le.la ca-
pital, preparava urna 'oiemue partidda, .- qoal pre-
tenda oiTereccr a S. Exc. o Sr. Dr. L'chua, como
ASSEMI1LEA LEGISLATIVA PROVINCIAL DE
PERNAMBUCO.
SessAo ordinaria em :lll de abril de 1857.
PresiJencia do Sr. Jos Pedro da .Silva.
As 11 llorase ', da in.inli.id, verifica-se haver
casa, abre-se a sessAo.
Lida a acia da aulecedente, he approvada.
O Sr. Priineiro Secretario da conta do se-
guiule
EXPEDIENTE.
Urna peticao de alguna pruprtelarios c habitantes
da povoarode Santo Amaro das Sallmaa, pidindo
que esta assemhlca mande cullocar um chalarla ua-
quclla loralidade. A' commissAo de obras pu-
blicas.
Oulra de Francisco Lucas Ferreira, outr'ora arre-
malanle dos carros fnebres, pediodo que esla as-
sembl faca ruin que a cmara muuicipal informe
um requerimeulo do supplicanle, que Ihe fui remei-
tiita desde o auno de 1855.A' cotnmissAo de neao-
cioa de cmaras.
Li'-se e approva-se a redaejo do projeclo n.18 des-
te auno.
L-se e vai a commissao de cousliluijAoe poderes,
o segninle requerimenlo :
* ttequeiro que se chame mais um sapplente na
vaga do diputa.lo supplente VarejAo, que oflicioo a
casa participando nAo poder comparecer.S. R.
Caslro Lefio, o
Reqoeiro que seja submetlida a considerarlo
tiesta assembla a solucao daa duas segoiules ques-
lOM de ordem.
" Se na firma do regiment be admissivel u-
cerrameuto da discuss.io a requenmento de qualquei
depulado.
2o S qualquer projeclo emendado em lerreira
discosAo, pode ser posto a votos antes da definitiva
approvarAoou rejeirao das r-speclivas emendai.
S. R.A. Cavalcanti.
L-sc e manda-** imprimir o segninte projeclo.
A assembla legislativa provincial de Periiiiinbuco
decreta :
o Arl. nico, Ficam revogadosos artigo* addili-
vos ao regiment interno deu assembla, data-
dos de 25 de abril de 1851 e ralativoi a vutarAu pur
escrutinio secreto, a qual de ora em dianlc euirn
a mesma marcha ein lodos o negocios.
A mesa declara que he urna iodicacio, o por Ufo
deixa de ir a imprimir.
L-se e manda-se imprimir o aeguinte projeclo :
A comms-Ao de eslatislica atleutleudo as ra-
zoes expoal .a no requerimento junto, dos habitantes
da freguezia oe Ilamaraca, prope o leguiute pru-
jeclo de le):
A assembla legislativa provincial de Pernamhu-
co, resolve:
Art. L'niro. A sede da freguezia de Ilamaraca'
nca transferida para a icreja de N.issa Senhora do
Pilar ; revogadaa as disnoaicfle* em contraro.
Paco ua ass*mblea legislativa provincial de
Pernamboco, 30de abril de 1857.A. A. de Souza
Carvalho.Gameiro Jnior.N. Porlella. >,
L-iee adia-se por pedir a palavra o Sr. Paula
llaplisla, u parecer da commiaslo de pelijfles sobre
a pretenrAo de Raphnel Lucci.
O Sr. i. de Ijicerdu requer urgencia.
O Sr. Vaala llaplisla (Nao reslituio o seu dis-
curso).
O Sr Barros de/.acerdu : Eu baae*i meu re-
querimento de urgencia, parace-me que em urna ne.
cesiJade palpitante. O prazo expira ainauhaa.'uppo-
nhamos de fado que exp.ra amanhaa, se nao se de-
cidir hi.je.se se esperar que acabe o prazo para entrar
moa na deciso deila questAo esta claro, que lujo is-
lo ja he ein beneficio do emprezario, que lodo o lem-
po durante o qual a sua questo esta pendente, na-
da pode correr cintra elle...
l'm Sr. Depulndo : Porque nSn *
O Sr. Barros de .averia : Porque a queslAo
esla suspensa, e veremus se esaa razflu nAo he alle-
gada em alguin lempo. Supponha-se que a ques-
lAo nA" he decidida agora, que leva milito tempo,
suppunha-se que nada se decide esto anuo, que dei-
xamoi a queslAo para o anuo vindouro.eu acredita, e
declaro que faria o mesmo, esse lempo durante o
qual a quesIAu sta' pendente nAo pode correr con-
tra Lucci...
O Sr. Manoel Cavalcanti: Devecirrer.
O Sr. B. de Laverda : Nao pode, nem deve
correr, porque he principio crreme que emquanlo
urna queslAo pende de decisAo, nAo corre contra a
parle.
Mas apresentase contra a urgencia o segointe :o
pra/o nao ss acaba amaubai.
Meu* senhor,'*, eu ola sei o que diga sobre esta
considerarlo, apenas limitar-me hei i dizer o se-
uinle : n einpre?.ario he o mais mleres*a.lo do
que qualquer um de n*, em por sempre ein duvi-
da o mol,culo de exp'racAo do prazo, e he elle o
propno qne diz uo seu requerimento que esta' sujei-
obngarAo de apreseutar urna compauhia no
algum que mostr qual o comportameulo civil, mo-
ral e Iliterario do peticionario, no paiz em que esta
esludandu. Persuado-mc, Sr. presidente, que cum
tdleilo a A'Semhla deve favorecer pretenees desla
uatureza, mas deve faze-lo, debaixo de certas coudi
roes : primeira, quandu ellas nAu euvoivem grvame
ana cofres pblicos ;em segundo lugar, quando se
recouhece um talento, um genio lAo pronunciado
que convein aos ulereases da provincia aproveilar,
me.liante lal auxilio ; ein lerceiru lugar, quaudoo
peticionario por si, por seus pruprios recurso*, ou de
alguem que tem obrigarAu de educa-lo, ua possa
fazer os seus esludos. Em nenhuma deslas circuns-
tancias se acha aclualinenle o peticionario.
NAo esta' na primeira, porque as cifcamtancias
actuaes nAo pode deixar de ser gravoso aus cofres da
provincia um dispendio desta*ordem, gravoso, digo,
porque u esladu das nuisas litiatica nAu he lisuugei-
ru, gravoso porqae o peticionario be um funeciuna-
no publico, empregado na repartirlo das obras pa-
blic.s, aun :o tem de exercer o seu emprego, e he
obvio que a sua ausenria deve ser preeuchida por
oulro empregado que lenha do vencer pelo menos
igual ordenado; por tanto, a sua ausencia com ven-
ciineulo traz urna despeza dupla. Nao esta' na se-
gunda cou lirau, porque, Sr. presideute, peta ineuos
eu ignoro que u peticionario nesla provincia fosse
considerado como ura talento, como uin genio, que
conviesse aos iuleresses delta aproveilar, lazeu.lo-o
desenvolver nrsses esludos a que elle ae quer appli-
car. Sem duvida um estu 1.me que ealivesse acuna
da medjucridadede pedir urna concess.li desla ordem
nao deixaria de illuslrar a sua pciicau com docu-
mentos que abonassem o seu laleuto, seu genio, sua
conducala aproveilamento. Elle assim nao fez, qur
da primeira, qur da segudda vez, sendo que creta,
que al serelirnu da provincia, nAu com esae intuito,
mas sim por motivos de molestia. NSo esta' na ter-
ceira eondl{3o, porque, senbures, parece me que
com elleito o pcliciouario nAo se pode considerar
pobre, de maneira que por si, por seas recorsos, ou
de seus pas, nAo pu*sa enriar os e-in lo- de pontea e
calradss. Ora, se o peticionario as circumslaocias
em que se acha, precisa de um auxilio do pider, o
que diremos us de oulros que nao podem subsis-
tir por suas posses, e dotad .s lalvez do um talento
superior para cursar os esludos, de que a provincia
uAo lem menos neressi lade ?
C/juSt. Diputado: linda aqui no appareceram.
U Sr. Metra llenrigues:Porlanlo, Sr. presiden-
te, pens que unid pretenrAo desta ordem uju pode
*er altendnla peta casa de modo algum.
Alm dislu, eu desejava aaber, visto como ignoro,
se realmente o lugar do peticionario esta' ou nSo
preenchi.lo por algum outro que perceba os seus
vencimenios, purquanto secom elTeito asta', ja'v a
casa que nAo ae despende 1:2005, mas sim 2:1003,
que he 1:2005 para o peticionario cursar seus eslu-
dos, e i:20(br para o seu sub-lilulo...
Um Sr. Depulado:S se despende 1:2009.
O Sr. Metra Henriquer.Eu digo que esaa lieen-
ca trazo dispendio, nao de 1:2009. mi> dc -'OO3,
e agora anula digo 111,11a ao nobra deputa lo, que se a
lieenca fosse sem veucimentos, e a ausencia do pe-
ticionario nao causasse urna falta lal que devesseser
preeuchida, os cofres pblicos podiam al deixar
de fazer dispendio algum.
O Sr. Manoel Cavatcpntl:\nlo nao estamos de
aecordo. /
O Sr. .1/eiro Henriques:Sim, mas eu 11A o *ei
se o lugar sla' ou nao preenchido...
O Sr. Manoel Cavalcanti:Se esta' preenchido
ult
do que na escola de puntes e calcada* ; porquauloi com graudc pasar que nos convencemos de ter feito
acllando-ae elle ja com una carta de bacbarei for-1 en* nosaa Pagina urna injusta censura. Crtico
ma lo em matemticas pela nuiveraidadeda Coimbra, severo de ludu o qoe nao lie justo e moral, denos
so faltavam-lhe eatada* pralieos, ".uno ae adqairam a couiciencia qoamlo erramos a alvo e vamos ferir
nessa escola. Baldo, porm, de recocaos pecuniarios, | sim, ao qae deve ser poupado ; mas crea o Illm.
e reconheeeodo que. pela insuflicienci* ds mesada, Sr. Barros, que nem erramus pur renlade, nem por
nao Ihe era possivel tirar lodo o aproveilamento por falla de escrupiil- Recebemos urna Carla assigna.la,
que elle anhelava ; em razan de ser-lhe preciso pa- I d-moramo-ta dous di, emquanlo nos infor 1 ava-
gar 11 repelidore*, c uno co*tuma-sa fazer all, qoan- mus de sua veracidad*, mas asseguraram-oos que V.
lu se dse a 1 conoinisir o lempii: lembrou-le da ex- S. eslava aluda na cipilal e que era exacto o que di-
por ao governo provincial as circum-Uncias em que zia a carta ; teinlo-noa escapado a loilura da purla-
se achava, e de pedir augmente de mesada. Forain ria qu- cu.cedeu a lieenca. em virlude da qual V.
bal,lados us seus esforro.; pelo que viu-ie impottlbi
litado de cuniinuar aeus estu loa.
Vm Sr. Depulado : Mas c mnima ,1 recebar
mesada.
11 Sr. I. de Barros: O nobro depulado est,
lem duvilii, eiig-nado. Piifsdo o Sr. Forreira Jaco-
bina, como ia en dizeu lo, de prn.eguii em seus Ira-
balhos, a convencido de que continuando a recebar
aquella insufikienle mesada, seria oneroso a esta
provincia sem poder sei-lhe ulil como desejava, dei-
xou Pars, com elTeito, e relirou-se para o Rio de
Janeiro.
S. demorou-se nessa capital, fica explicado o nosio
engao de modo liearoM V. S. e a o,.- tambem.
Agora sem indagariiios se V. S. lem estado fura do
seu lugar mi o espaco de quinze dias que Ihe per-
inilliu u governo, nos diremos a' quem nos comiou-
nicou temellianla noticia, que nada mais om sua
aasignalura nos merereru' crdito, e i* uAo fura at-
lendermna.ao seiiredo ein que veiu, danainoi publi-
ci lade a sua caila que deu lugar a orna daa rarsi-
mas nelicias que falsamente damos na Paitini.
Fui nu da :t inaugurada o collegio do Sr. An-
dr .Vives da Fousecz, na ra do Hospicio ; couata-
missAo tambem ?
O Sr. Sabino Olegario :Com os nubres depula-
dos que fallaran! em oppocicao ao projeclo ; com o
illoslre relator da commissAo leria mullo goslo em
concordar, se por ventura nao julsasse que seas opi-
niea vio de encontr aos iuleresses d< provincia
neste negocio. Mas como n,lo quero prolongar a
discussAo, visto que o que poleria dizer, foi ja es-
pendido por alguna illustr'es collegas, direi somante
alguma cousa acerca do que avnilou na casa o no-
bre relator da commis*ao, qoanlo a escola, que cha
nia-s' ponle e calcadas.
Sr. presidenle, eu leudo o .Innnarin da nstraccAo
publica de Franca, ein que vein a le da reforma de
18.50, prnciire ver se com efleilu enstia a lal escuta
de puntes e calradas, mas nu vi isso, e o que vi he
smenle que a escola polylec'mica ensillando diver-
sas disciplinas, ensina tambem o que diz respeilo as
ponles e calcadas.
No Annuario a que me refiro, vejo qoe a escola
polylechuica, sendo destinada a preparar li,mi-u-
para os empregos pblicos de Franca, relativo* a
marinha e guerra, engenliaria, puntes, calradas e
minas, lnili.is Iclegraphicaa, etc., etc., exige a con-
dicSo de ser fraticez nato ou naluraliaado, sem o
qoe nli po.le ser admitlido e*ludanle algum.
Ora, so assim he, e*la' claro que para o peticio-
nario mslricular-*e na escuta polylechnica, onde se
ensina o que diz respeilo a ponte e calcadas, era
necessariu, segundu a le, naluralisar-se (ranee! ; e
eu nao suppunho que elle lenha perdido o amor de
seu paiz, e pelo contrario o julso possui.lo de inuilo
patriotismo para que quizesse por amor de um titu-
lo qualquer renunciar [a sua qualidade de Brail-
leiro.
Agora lendo o documento apresenlado aqui para
justificar a pretendo, vi que elle apenas leve do mi-
nistro da instrucrAo publica urna aulorsae,Ao para
insistir como alumno eximio, e na qualidade da es
ldanle eslrangeiro, o curso de ponte* e cnlc.adus, o
que nao he de admirar, visto que lodo o mundo sa-
be que em Frauca os eslrangeiro* valem alguma
co.i-a, sao rauito bem considerados, tanto que, ao
passo qae os dillerentes estabelecimentns pblicos
nao silo franqueados constantemente aos nacionaes,
os eilraugeiios munidos da um simples passaporle
os podem visitar em qualquer dia, era que se achem
abertos.
Portanto, nao he muitn que o ministro da initruc-
5lo publica concedesse eaa oermissAo de asaistir o
curso, aem obrgarAo Iguma da parle do esludanle,
e sem Iba dar o direilo de receber urna carta, que
prove suas habilllacoef,
O Sr. Ignacio de Barros :Isto he moito vago,
nAo se pode soppor que seja smenle aso.
O Sr. S. Olegario :He o que en infiro deste
documenta, e da leitura do Annuario de 1851.
l'm Sr. Depulado :Mas; esse documento uAo he
um pa*sapurle.
O Sr. S Olegario Nao dise que isso se equipa-
re a um passaporle, o que eu nisse fui, que em
I- ranea os eslrangeiros gozam as vezes de mais rega-
las do que os proprios nacionaes, mnrmeule quaudo
querem visitar os eslahelecimentos publico*.
O documento ofierecido pelo peticionario, nAo he
mais do que uina concesslo, um favor lAo lmenle
para ouvir aquillo que se ensina na e*cola de ponles
acalcada*; elle nAo pode all nhter om diploma
que justifique ter estudido perfeitamente aquellas
materias, e apenas potara' obler um allealadn de
que frequenl.a as aulas, e assim nao se pode saber
de auas hnbililaces...
f'm Sr. Depulado :l'le-se obter documentos
sem ter habililariles.
O Sr. S. Olegario :Eu sei que nao he s estan-
do sugeito ao punta qoe se aprende ; cada qoal em
sua casa pode adquirir profundos conhecimentns ;
mas em materia dependente da pratica he necessario
seguir os mostrea ; ora o documento apresenlado
pelo peiiciuuario apenas indica, que elle lem aolori-
O Sr. Manoel Caraican/i : E*tou informado de j nos lerem Comparecido pe**uas gradas, e que o aclo
tudo, sei o contrario de ludo u que d z u nobre depu-1 fui feito pomposamente, tti profesaores sAo quasi
lado. lodos eslud.iulcs da faculdade, e hooran a' escolha
O .Sr. /. de Burros :'er.loe-me ; mas o que con-1 du Sr. Au lie
tesla u nobre depulado '.' Puis cnnlesla que elle pe- Na praia do Janaa.uma scnbora deu a luz um
dio augmeulo de subvenciio, porque a que liana era I muustro o mais hornvel que temos visto. Cubre-lhe
insullicieule '! Contestan nobre depulado que elle as cosa urna especie de casco que o a*semelha a um
fui desatendido em seus pedi'ios'.' O nobre depula- kagado; os olhos apparerem no meio de cavidade ai-
do contesta que um e-lu lame da rlas-e do Sr. Jaco- quero-a. romo duas postas de -jugue, a bocea vai de
bina n i.) po-sa frequentar os e-tu bis da escola de urna orelha a' oulra ; os braco- e as pernas encolbi-
poales de calcaJaa de Paria, com Irezenloa Traucos { daa uccallana-se por baixo do caaco ; a cabera repar-
por mez ?... I tida do alio a' baixo por um reg, he apenas coberla
Vm Sr. Deputjdo : Qae at dcnou de receber de um pello como de cabra ; seas vagidos asseme-
ulgiius me/es.
O Sr. I. de Barros
curnpriu u central*, porque relirou-se de Paria soin ainda o inoustro. Sria proveiloao que se permiltisse
avisar-nos; mas he lal o concert de que elle ho dig- aa invesligares e estudos da medicina sobre eisa
110, Sr.presidente, que allinno casa, que elle ha de 1 venia letra raridad*.
cumpnr o que tratan, ou pelo pelo meuoa ha de sa- 1 Os gracioaoa ja' come^am a faier da devorAo
do mez de Maria objedo de ilive lmenlo e de ulgu-
{lliam-ie aos assobios de uina cobra. Petso* fidedig-
; Sei que este ainda nAo na nos assegura que al o da 20 do passado vivia
tm.iinenio. o cofre na perde. Pe, Peiicioiiano apenas indica, que elle lem anlori-
O Sr. Meira I Enriques:Ea nao se. mesmo di- *a! P" rre1ue"lar co"10 ;>"vinle o curso de pon-
zer quando he qo'i lera' Ierran essa concesso, poii I ?'" elle nAo esta sogeito a exames, por
que na ventarte iaaWraj de quantus annus lie o cif '?JnSm" que lle ouv'nle- de"a ,orl' i"13'' P"
de ponles e cale- las.
O Sr. Ilarrrs Brrelo:He de tres
lo
Ihcatro, no 1. de maio de 1857, e he para islo que
elle pede o pra/o de 20 mezes contados do 1. de se-
lembro de 1855. diz elle que esla' sojeito a multa
enorme de .1:U003 rs. em caso de falla. D modo
que anula o contrato deixando iluvi 1 a qualquer
am de n.ij, estas duvidas desapparecem a vista da
eonfisslo de Lucci, porque he esle mesmo quem diz
qae lie obrigatlo a aprc-enlnr nina cumpanhia ania-
nliAa e que se nlo lizer lera' de pagar urna mulla,
logo, nos dizendu-lhe, vos nlo pagaes a mulla, o
cnutrato nao he claro, he um favor de ana lalvez el-
le seja digno, mas he um favor com que elle nao
coula...
O Sr. Francisco Joo : Ros nao decidimos aqui
pela intelligeiiua de Lucci, mas lim pelo que estu
escripto no runtrato.
O Sr. Barros de Laetria : Dc sorle que Lucci
he 1 1 m.eiro interes-ado .1 '
nos tni devia apreseutar c
traanlo he elle o priineiro, que alnna que o con-
trato linda aminliAa...
O Sr. Francisco Joo : Em direilo a confissAo
do reo mi serve de previ contra o que se mitiga dos
autos.
O Sr. Barros de /.acerda : O nobre depulailo
rom o seu aparte parece que nAo adianla mais do
que o cfie eu ja disse: Lurei pode deixar de ser
multado, maa he se o poder rompelenle dtsser, ape-
zar da rnnhssao dril,vs mi ten les razAo. Mas
pergnnto, sera conveniente nao decidir esle negocio '.'
Eu creio que dahi nos resullarAo bastantes incon-
venientes.
'. lia um aparte. )
NAo se pode ehama-loreo, porque elle he um con-
tratadiir como oulro qualquer.
Oulru dia, quando o Sr. depurlo Nascimenlo Por-
lella fallava eu attendi para o contrata, e da leilura
delle colligi que se supiouha um prazo marcado,
dentro do qual era o emprezariu obrigado a apresen-
lar a compauhia, e t*to mais rnzonvel se torna avis-
ta do pelillo de 20 mezes que Loeei faz. Eu reco-
nbeco inconvenientes que nos podem resultar da nAo
declino deate neaoeio, e ochava al melhor que ae
den* esie pra/o hoje, do qoe deixarmosde dernli-lu,
be melhor Isao do que mesmo que o negocio Be resol Va
contra o hornero, e tenhainoa a lular com mais dilli-
0 Sr. Meira Henriquer.Diz o nobre depulado
que he de tres, logo ja' se v. em preseoca do que
allega o mesmo peticionario m seu requerimento.
que alom desta concesso ainda elle precisa de ootra
e que tem por cjnsequencia de conceder-lhe mais
um auno.
O Sr. Manoel CavaXcanti.E nnis um para to-
mar o capello.
O Sr. Meira Henriques:Pois eiitao sin seis an-
uos Portanto avista das razoes que acabo de expen-
der, volarei anida pela terceira vez coulra o projeclo
salvo s* fur convenci de sua utilidade e juslica.
O Sr. A. Cavalcanti : Nao posso deixar passar
sem defeza um parecer de que eu sou relator ; curu-
i r,- ii)- ..11 ne dar algumas explicacoes ao nobre de-
pulado, nAo na espera nca de conveuce-lo, mas ni-
camente p-ra salisfazer aos oulros uobres collega*,
coja convi.-c.io creio que esta firmada ja, e eslou,
que r.Ao soffreru mudan*!.
Sr. presidente, se eu estivesse na caa, sa prelen-
cesse mesmo a cominissAj respectiva, no lempo em
que se fez esta concessAo, eu linha volado contra ella,
liitha dado o parecet coulra, purque eu me opponho
em regra a semelhinles concessOes ; acho que de-
vem ier feilas em mullo poneos rasoa ; mis enlendo
que he preciso, que a assembla seja coherente e no
sentido dessa coherencia, fundando-me principal-
mente na apreciacAo, que devia ter havido da capa-
cidade do individuo, que requereu, na aprecia;Ao,
digo, que ja devia ter havilo qoanlo se fet a pri-
meira concesso, fui que a cuminisiio enlendeu de-
ver dar o seu parecer tavoravel.
Sr. presidenta, eu nlo responderei a parte do dis-
rurao do nobre deputa lo que me precedeu, em que
Iratou de inlelligencta do euncessionario, nesle pon-
to eu direi, cada um de mis entende, que um ho-
rnera he mais ou menos intelligente, conforme as
sympalhiaa, as alTeicea, o o couhecimento peisoal,
que lem do individuo, donde uccede, que ir.uii.i-
veres a inlelligencta de utn hornera he negada por
qualquer oulro, que Ihe he desafleicoado ; por lano,
i--n nlo me importa, nAo queationo sobre a capa i-
dade 1I0 individuo, que j fui recenhecida pela as-
sembla, au digo, que esse hometn lenha muito
talento nu milita capacidade, creio que lem.
Om Sr. Depulado : He o que se devera provar.
O Sr. A. Cavalcanti : "iio preci*a. a asaembli
conceiido essa lieenca para esludar na Europa cus-
a dos cofres provinciues a es*e estndanle, reconhe-
cea iraplicameiile a capaei lade, que elle linha para
prestar aervicus* provincia e esle recouhecimenlo he
que eu julgo luje desnece*sario.
Ilouveram varios aliarles simultneos )
O Sr A. Cara'canli:Existe a tai n. 358 de 1855,
qu- concede iloua anuos de lieenca ao aju lante de-
eng-nheiros Joaquim Pire Carneiro Miuteiro, e se
a assembla fe/, essa concessAo, nao foi sonso porque
tendo entrado ni apreciacAo do inteltigencia desse
lefender-so, oo'pel'me- [ "\ llvjdu0' "a apreciacAo de capacidade que elle l -
nlra si cerlos Tactos, en-
de suas
provincia.
babllllaces quando
Voto, puis,. contra o
dedgosju ra nomeaijau'l'l'.'vice'- ru'.,"lr*'.-l"' necessariamenle se hilo da apresenlar.
presdeme. NAo. nao Ironquel de falso! reisou-*j*
a minlia noticia, excedendo se he poesivvl a minba
expectativa.
Recebeu-lo do disiinclo cidadlo o Sr. lente co-
ronel Paulo .loaqoitn Teltcs Jnior um convite as*ig-
nado |ior S. S. e mais os dignos negociantes os Srs.
Francisco Ferreira de Andrada, Silva Luis \ Com-
pauhia, e Miranda c Filho, tratei de eomparere
com a piuiiualidade do rostome. Ainda tul > eram 8
'toras, e ja ou all me achava, resolvido a nada dei-
xar passar pur alio.
Eram "I horas da nuile quando rhegou S. Exc,
seudo logo rerebido por uina rommissla composla
dos mc-mus -enliori-. e desde logo principien a par-
tida.
O sallo eslava suiipluosainoiita Iluminado, sen-
linde-se apenas ser arena limitada para a *o-
Icmn? peleja quenelle ia-se agitar, o bello sexo
fulgurava de encantos, representado em lenta e
lanas meninas produn.es do Creador. Viam-se
til as facetras e genlis Macei /enses. as mag,s Pcr-
uainbucanas, cuino seinpr* ralianle*, aqui a oven
ornada desaei ouropeis da opulencia, acola' emfim, a
l gentil joven, ipcua uruada do vestido btaucu, mas
ita pareceres, o Sr. A. Cavalcanti requer urgencia
pira continuar a uiscus-Ao, o que nao sendo appru-
vado pela casa, fica adiada.
ORDEM DO DA.
3. .li-riis.au iln projeclo 11. til, que approva o eom-
promiss.i .ta irmamlade de N. S. du l.ivraraentu de
S. Liiutenrii da .Mala.
lis approvado sem discnssSo.
:;. .lo dc 11. aii. ,|Ue eieva a categora do ciJade
a villa oc Caroarii.
Approvado sem disrus-ao.
:i. do de 11. 17 que proroga por maia dous anuos,
a lieenca com que e-la era Pars e danla de engenheiroa Joaquim Pires Carneiro Mun-
teiro.
O Sr. Meira llenrigues:Sr. presidenta, loman-
do a palavra ua lerceira discussilo deste projeclo, le-
nho assun demonstrado que uo desejava por qoal-
quer moda embaracar a sua adopc,Ao ; mas como
tem rll* passado sileucioiauenle ua primeira e na
segunda di-cus.-.iu, e eu realmente nAo sei quaes OS
fuud.iineiiloa dessa concessAo, qouera pelo menos
nijuiiiiiat es i.izuis, pon que uie teulio ptonuuciiido
nlia de prestar estes servleos, se convenceu de que
senara elle* aprovellavels ; por tanta ja disse, a
queatlo de eapaciilade, deuitelligencia lorna-se pre-
|u lictiil em consequencia de ji ter sido isso legili-
m un-ule reeonhecido pela assembla provincial : a
respeilo de talento, pas eu nada direi, parqu cada
um de nos tem o direilo de dizer, que fulano ou bel-
Irsno lem ou nlo ntclligenc apreciar islo conforme o nosso p-nsar. succedendo
minias vezes, que o homem inlelligenle passa por
fraco, e o de inlelligencta acauhada psssa por gran-
de rapacidade, e assim deixo islo de parle. Entro na
queslAo principal,
\ .,-, iiil.lci concedeu a esse ajudanle de enge-
nheiro* licenra por dous annos para estodar mathe-
naatical ; foi esse ettudante para a Europa, all este-
ve os dous annos, mas esse lempo nlo foi sotlicienle
para adquirir oa conhecimentos precisos para a esco-
la de ponles e calcadas ; apenas em outubro o an-
uo pastado pou le elle adquirir o diploma de apli lA.i
para entrar nessa esrola, diploma esle. diploma ese
que dependa de bacharelalo em lellras ; fallando*
Itie alguns preparatorio- exigidos, que elle e-ludou
em Franca, donde resuliou uo se ter matriculado,
como pretenda ; pede ag ira a esta assembla, avi-la
dos documentos que 'aprsenla, mais doi s anuos
de licenra, que junios a um auno que .lecorre de
ouluhro de 185b a ouluhro lele atino, completara o
lempo necesarto, aliin de tornar-se apto como a pro-
vincia delejava.
O Sr. Sabino l)legar> ; Nao existe em Fran-
ca o curso de ponte* e calcadas em 3 auuos ; li isso
no ajajntirirfo da inslrnceio de Franca.
O Sr. A. lavalcanti': Qae existe escltola de
ponles e calcadas, isso aliando eu.
O Sr. Olegario : Existe a escota polyleclmica
aunde sa ensina esia parle de engenliaria. "
O Sr. A. Cavalcanti: Eu quero mesmo arre-
dilar, que sejam precisos Ires .1 uno- para ae conce-
der o titulo do eiigenheiiu de ponte* c clcalas, que
seiam necea-arios 3 anuos para adquirr "a soinina
do conliecmenina uereisarios, maa a vista do atles-
lado aulhenlico do minilro franeez...
( Cruzain-se difTerenles apartes.)
O Sr. Ooni-alves Cuimaraa : liso nAo passa
de um .,tie-l.iiin gracioso.
O Sr. A. Caca\canlt : He do ministro dos
irabalhos pblicos ; se se chama a islo alleslado
granoso, nao ha nada qne o nAo aeja.
Sr. presidente, a a-- mlilc ten 10 decidido que o
peticionario Huta a m-ce-sana cnpacidade para el-
udir es*as materias o prealar bous servios na pro-
viuctu, fez-lhn a coucesiau, concesso que tila foi
houver de volt
projeclo.
n.i mt.i ao mais, ja disse qoe me refiro a tudo que
disseram os nobre* deputados que fallaram em op-
piySijao, recebo tambem com elles a responsabiltdade
qoje d'ahi posas resultar.
\ Sr. Souza Carvalho manifesla-se no sentido
do parecer e defende a adminislrarAo transada das
increparles que Ihe fez o Sr. Manoel Cavalcanti,
mostran 10 a impnrlunidade desemelhaotes censuras
quandu ja se nao acha 111 gerencia dos negocios p-
blicos essa adminilrac.ao.e o seu procetltmeuto, bom
ou mo, perlence ao dominio da Instara.
O Sr. Manoel Cavalcanti :ln*isle as soas opi-
nioes e 111:11 ia- em sentido contrario ao parecer, e
novamente expe seu modo de pensar a respeilo da
m geilAo dos negocios pblicos durante a presiden-
cia do Sr. Jos Denlo.
O Sr. Meira Henriques :Direi muito poucas pa-
iavras, Sr. presidente, e levantme someute para
dar uina expliracAo a respeilo do qoe disse o nobre
depulado defensor do projeclo.
Disse eu, que tendo a assembla approvado o pa-
recer da rorriiiii-.il, que lenho em mius, ein 185S,
havia passa lo esla concessAo em urna emenda na le
do ornamento, o nobre depulado observou, que linha
sido em urna tai especial.
Eu sou o pnmeiro a confeasar, qoe engane-me
enlAn, mas que nAo foi urna lei especial no sentido
em que a cumprehendi, e lembro-me agora perfeita-
mente.
A assembla approvoo o parecer da commissAo
que ne&ava o auxilio pedido pelo peticionario, sob
fundamento de deficiencia dos cofres publico*, porm
tendo-se volado nessa mesma -0***0 ura projeclo que
fazia igual concessAo a Arcenio Fortnalo da Silva,
apreseiitiio-se enlAo um artigo additivo em favor do
Sr. Joaquim Pires Carneiro Montero ; rondn u eo
esse artigo additivo com uina emenda no orea-
metilo.
lia urr aparte.)
O Sr. Meira Henriques :Foi engao meu, len-
do havido esse projeclo especial, contra o qual en
tambem vutei, leinbro-me at haver dito, que se a
assembla quera ser coherente, devia fazer igual
concessAo ao Sr. J isquim Pires Carneiro Monleiro,
posto que eu votis* contra arabas essaa concessoes.
Ora, o nobre depulado tambem disse que da dala
do requerimento do peticionario para ca' decorreo
um atino, que eom os dous da prorogarAo pedida
comp'etava oa tres aun,,- precisos Bem, ja' v por
tanln n casa que, razao linha eu quando disse que a
primeira concessAo com a prorogacao prefazia o es-
pado de qualro annos.
O Sr. ./. Cavalcanti :Tambem nao duvidn.
O Sr. Meira Henriques :E o requerimento nAo
diz que o peticionario esleja ja' matriculado ua escola
de ponles e calcadas.
Qoanlo As hibililacffes do peticionario, tai urna das
raides a que me soccorri, e de que o nobre depulado
mohece mudo bem que eu 11A0 polla prescindir,
porque o nobre depulado cnmprehemle que se nAo
tavetn fazer cnncesaies semellianles, se nu debaixo
de cerlas eondieeSes, orna das quaes deve ser a capa-
ei lade inlelleclual do peticionario, e seu talento.
Referiniloane ao parecer da commissao, que para ler
sido fivoravel ao peticionario deveria examinar is*o
vejo qoe elle se n3o nsse principio ; mas estou bem
rerlo. que os notaes signatarios ;o parecer, n Sr.
Dr. I.uiz Filipne c o Sr. Dr. iqueira Cavalcanti,
quaiiloo coiifeccioiiarain, recorreram a easa, e eia-
minarara se ss dava esaa conilice.Ao ; sendo que ein
justilicarAo de sen par*cer, allegaran!, que o peticio-
nario apeins instruir sua pelirAo com um limpies
alleslado de um seu collega, e um alleslado pouco
valioso mesmo nos termos em que eslava conce-
bido.
Ja' v. pois, o nobre deputido, que eu uAo quiz
apreciar o merecimeuto do peticionario por altan .e-
011 ilesalV-ices; eu nao votei enlAo nem pro, nem
contra a prelencAo. pnrque lendo-si; dado certas rir
constancia*, que puderiatn tornar-me su*peito, en-
leinli que devia retirar me da casa para nao volar.
Portanto ja' v, que nao me anima oulro senli-
inenlo na impugnicA deste projeclo, qne nAo seja o
.la ininha cunviccao intima, o estar persuadido, que
nAo he justa a ConceasAo que se taz ao peticionario ;
e lano mais injusta he, quaiilo elle nAo lem onua
algum, nAo ha contrato a lal respeilo ; e creio mes-
mo que o peli-ionano nAo se obriga a cousa alguma
para cimi a provincia ; ao pass., ,(l|,> nie parece que
ludo 1*1.1 devora preceder concesso ; e nesle sen-
tido nllereri ao projeclo um artigo a ililivo, que lia
o segunde : l.
lle reincltido a mesa e apoia-se o seguiule artigo
additivo :
o Esla couces-Ao s lera vigor depois que o enn-
tisfazer a mulla que Ihe liver si lo marcada
O Sr. ,uiz Filippe : Passou pur aqui e nem
sallou au menos.
O Sr. I. de Barros : Ha de cumprr o aeu ron-
trata, eu o alliaum. Cuuliem bem de perto o Sr.
Ferreira Jacobina para suppu-lo cap.z de urna accAu
ni.un digua.
Remetiuu-se a mesa e apoij-sc o scguiute re-
I I r 111, -1,1., ;
Kequeiro o adiameolo da vclacao al que seja
da lo u parecer sobre a iniicacao apreseulada pelo
sr. A. Cavalcanti.Meira Manrique*.
Depuis de breves consideracoes de alguns aenliures
sobre u requerimento, lio esle revugado, e posto a
volos o piojectu he approvado, sondo rejeilado o ar-
tigo additivo do Sr. Meira. para o qual requereu que
a voladlo tambem fusse secreta, ao que a casa deci-
di negativamente.
Continua a Jiscuss3o do artigo 18 do ornamenta
provincial.
O Sr. Maioel c"urritfii/i't insiste as coniJ*races
ji emittidas.
O Sr. M. llenrigues :Sr. presdanle, ped hon-
tein a palavra priucipalmeule, pira obler 0o nobre
depulado explicai.'cs de urna resposla que ell< ha-
via dado, a um aparte proferido pelo Sr. Dr. Fran-
cisco J0A0, e na qual, como que euxerguei no no-
bre depulado animo de oHen ler-me.
O Sr. A. Cavalcanti:NAo faltai no seu nome.
O Sr. ,1/. Henriques :Diri^io-se a muii.
Mas como u nobre depulado limiem esclareces*e
o seu pensamenlu, e mesmo corau eu declinarse do
seu joizo a respeilo do que elle havia avaucado, nAo
quero iivulver-me nesla discussu, traUre,* porm,
de dizer algama cousa a ie*peilo da impugnagAo tal-
la peta nobre depula lo,que acaba de senlar-se,sobre
a emenda de que he signatario u nobre depulado que
a defendeuhonlem.
Sr. presidente, eu estou tange de roraprehender
como inconvenienies sempre o aempre, aa autonaa-
rfits de-la assembla dadas ao presdeme da pro-
vincia para esta nu aquelle mialer, peto contrario,
cotilleen que ellas as vezes sao convciiieules, sAo
necessarias; mas emendo que sempre que ellas
partera desta casa acurapanhadas de clausulas res-
trictivas, melhor he, sobretudo, que se determine
que, na factura de um contrato, seja elle submelli-
do a nossa approvacAo. Mas, dizia eu, que a emen-
da do nobre depulado me uAo pareca jusuficavel,
pnrque havendo um requerimento do pelicionurio
nesla casa pedindo a prorogacao du aeu contrato por
li anuos, requerimento que fol submeltidu a conside-
raran da commissAo de petiees, cuj > parecer fimo
adiado, seria muilo mais curial que esse parecer
fosse regularmente discutido, a cas, apreciaste as
razes em que o peticiouano se fundamenta para
pedir essa prorograego e desl'arte se resolvesse a
quesillo; mas estando o parecer aliado e pdenlo
ser al approvado, pretender luulilisa-lo com uina
emenda na le du ornamento, emenda que aulorsa o
presidente a rontralar com o peticionario....
O Sr. A. Cavalcanti:A emenda he copia do
parecer.
O Sr. M. llenrigues :Melhor anda.
Se o nobre depulado aulurisasse ao governo a con-
tratar a illumin.ic.io da cfdade de Otilada com quem
mel'.ores vaniageiis olferecesse, bem. eu concordara
paique, como ja' disse o nobre depulado, o governo
nlo pode f/.er esle contrato sem aolorisac.fto ; me*,
ni 11.-arillos ao governo o individuo com qoera elle
leve contratar, nao me parece razoavel.
Diz o nobre Oepulado, qoe a rallo de sua emen-
da resulla dos fim lmenlos du requerimenlo, isto
lie, ler feito o peticionario mais do qoe aquillu a
que era obrigado por forrja do contrato, razSo peta
qual devia ser preferido a oulro qualquer arrema-
tante. Mas eu creio, que todas as vezes que aulo-
risamni ao governo a fazer esae contraa, nAo fica o
peticionario privado de recorrer a elle e solala* essa
prorogar;Ao ; pelo contrario, devenios persuadir-nos
que se este peticionario entrar no numero dos con-
currentes nessa arrematarlo, nao deilara' de ter al-
lendido, se he que Ihe aasislem para isso valiosas
razes. Portaulo me pareca, meaino por e*ae lado,
escuaado que se dess essa aotorisacAo espeeiat, para
qoe o governo c.mlratasse.
O Sr. ./. Cavalcanti :NAo ha obrigar3o.
O Sr. Metra llenrigues :Nao digo que baja
obrigarao, mas essa designaran me parece escusada,
porque se acaso o g .verno ve.lasse ao peticionario o
direilo de entrar com os densas* concurrente* netas
contrato de n emalacAo. eu seria o priineiro que
apoiana a emenda, aulorisanlo o governo para con-
tratar cspecilmenle com elle, se juslo fosse. Mas,
pergunlo eo, esse contrato 11A0 podera' ser feito de
urna maneira mais eronomira du que no sentido da
autorisacAu? Demos urna hypolhese : sapponhamos
que o individuoA se dispoz agora a coulralar a
illinniiac.lo de Unid* por um prero ou sob condi
cfi'. mais fas oraseis do que as do' cntralo actual,
nlo v o nobre depulado que nessa caso a proroga-
rAo lorna-se mais gravosa aos cofres pblicos, du-
rante i-.ses 6 anuos, do qae seria, se o contrato fo-se
feito com outro Enteudo, pois, qu* nao he usa,
nao h*t conveniente, a indicacAo do contratante na
illuminacAo de quese lrala;"se ainda ao menos ja'
tt tivesse discut lo o parecer da coinmi**Ao, Irau-
seat, mas a emenda do nobre depulado parece que
importa a solacio deste negocio, a c.iulu-.l desse
parecer.
O Sr, A. Cavalcanti:Sem duvida nenhuma, he
copia do pireeer.
O Sr. M. llenrigues :Eu nar sei os fundamen-
tos do parecer, 11A0 vi os da petiro, em que o no-
bre depelado se baseou para proferir o parecer, en-
tended lo cuma prosado o allegado pelo peticionario,
de que havia f-ilo mais do que aquillo a que he
obrigado ; sendo que o nobre depulado nAo drizara'
de concordar comigo, que pelo matar parle os
contratantes sempre allegara esse excesso de cum-
pnraeuto de deveres.
Porlanlo, tarara estas as razfies porque dei alguns
apartes, no sentido de impugnar a emenda, na p*rle
que ella (era de restrictiva, euteiidendo que se deve
anin.ar ao governo, para conlratar a illuminacAo
com quera quer que raelhores vanlagens possa olle-
recer, licando salvo ao peticionario o direilo de re-
Coirer ao governo sobre a prorogacAo do prazo de
seu contrato.
O Sr. 1. Secretario declara que acab de chegr
de S. Exc. o Sr presidente, por intermedio do Sr.
secretirio, om ollico cobriudo urna podara do mea
mesmo Exm. Sr. presidenle, em qoe proroga pur
mais 15 das os Irabalhos da prsenle ecssAo.
O Sr. A.Cavalcanti declara 11A1 ter lido a inlen-
cAo de molestar ao honrado orador que o prece.leu,
com as pllnvras a que elle se refere no seu discurso,
responde as impngnacdes taitas a sua emenda e aca-
ba declarando que volara p>r ella.
Encerrada a di-cussAu, pe-se a volos o arl. e ap-
prova-se com as emendas a elle oltarecidas, e igual-
mente a snh-emeiida do Sr. Berros de Lacerda.
cr Art. II). Com os estahelecimenlos
de cari,ti le. luclusive o aluguel e re-
paro das casas em que se achara us hus-
pitaes e os elposlo*.......22:0009000
lle approvado sem discus*Ao.
it Arl. 20. Com o sustento e curati-
vo dus presos pobres......28:000^000
Da la a hora
O Sr. Presidente depnia de designar a ordem do
da levanluu a Sesea* a* 3 'i horas da larde.
ma cous* mais. A'aharam-sa o> presepes, ma como
he preciso ler sempre um campo iberio ao rumoro,
enteintam que devim asienta lo nesse ido retpei-
i"s i e augusto, lle urna musa este contra a qual
clamain o aenliim-uto religioso da papularlo e os
preceilm dn tgatjar ~-~y*^* -~*^.
O ullimo vapor rhegado dn sal, Irouxe-nns a
grala noticia do >e adiar delimlivamente nomeado
lente propriel irio da terrena cadeira da nosaa Fa-
culda 'e de Direilo, o lente substituto Sr. Dr. Vi-
cente Pereira do Reg em lugar do Sr. Dr. Zaca-
ras de Cues e Vasconcellos, que foi aposentado.
Cosluina haver na ra Velha nm batuque, que
eu ch 1111.1r.-1 iofernal em falla de melhor xpressao.
Com elTeito, como se qualilicara' senAo de infernal
urna reonilo de negros hebados a' gritarem como
Ihe- dila a agurdenle ? Que fizessem esse divertl-
inenlo fura da cidade, debaixo de algara* arvore,
onde os gritos s incommodassem a' garganta que os
da', bem, mas onde ha lanos viiinhcs, cuja tranqnil-
lidde he por elles perturbada, alm de incommodo,
esae batuque he um desaforo. Pedimos, pois, ao Sr.
inspector do lu^ar, que nao centola que es*es ne-
gros ilivirlaui--*, incommodaiido assun a' lana
gente.
Era um dos dias da semana passada deu-se um
fado, que serve para provar a' cmara de Oliuda a
neressidade que ella tem de mentar limpar, ao me-
nos a ji i non qne cresce ni- ladeiras, e qae escor-
rega sobre as pedras como sahAo. Descia o Rvm.
cura da S com o Sanlis*imo Viatico urna das ladei-
las, quando escorregando nos espina que a cmara
quer que cresram, para tapete, deu urna grande que-
da. F'oi promptamente accadido o Rvm., e altamen-
te censurada a causa de lamanho mal. Possa este ac-
lo fazer perder o gosto qae lem aquella gente peta
capim. Tambem nlo sei porque ; la' que seja para
tpele, nao pode er porque escorrega em demasa ;
para commodidade dosr*los, nao he, sera'para....
>a<1a, nao indaguemos a causa. Que nos importa is-
lo ? ii que sabemos e o que nos imporla saber he
que goslam de capim, e que o nao corlam nem que
all quebr as ventas o mando lodo.
Consta nos, que la' pelo caes do Ramos, em
urna das nuiles passada*, tentaram fazer desembarcar
o quer que fosse, que uAo era la' muilo permillido,
mas qur depois de algumas tentativas nao poderam ;
ignnra-sa o motivo porque : o que he certo he, que
mulher -o nao be que sabe guardar bem guardado
uin segredo...
No principio da ponte da Boa-Visla, do lado
do caes do Capibanbe, partindo-ie do aterro, ajun-
la-se in.i.i todas as noiles urna sucia de vadios, que
raros sAo os que por all pas*am, que nao s mais
<>u menos apupados : he de alverlir, que isto lem-te
dado ha pouco lempo deaia parte, e devemoa decla-
rar, por amor da verdade. que nao s3o todos qoe all
vHn dislrahir-se oa que leem dado nessa gracinha.
Felizmente elles si* tem ronbecidos.
Consta-nos, que o tallecido JoAo Vieira (Tra-
palhada), alm da doaclo que fez por sos morle ao
hospital de csrdade, deixou tambem nao pequenu
tarado ao porluguez, e felizmente sua fortuna fui pia-
dosamente distribuida Os aens lestamenteiros sau
lodos peaauae de crdito nome nesla praca.
Hospital de caridad* 3 de maio70 menles
480.
At amanhiia.
REPARTICAO DA POZ.It.IA.
Oceurrcnciaa do dia 2 de maio.
I un presna : pela subdelegada da freguezia do
Recita, o marujo ingle/ Han liaidram, a requisicAo
do respectivo cnsul, Auna Mura da Cnnc.-icao, sem
declarado do molivo, Mara Francisca da Coocei-
cao. por briga, a preta escr.va Domingas, por iu-
sullos.
E pela subdelegada da fregoezia de S. Antonio,
Jos Mara da Silva, por desorden), e Antonio Seve-
rino, para aviriguaces policiaes.
Occurrenciaa doi das 3 e 4.
Foram presos : pela delegacia do segundo dislrido
desta termo, Antonio Joaquim da Malla, porsospei-
to de ser criminoso de murta, Aleandrr Comes, Be-
raldo Jos da Silva, por desorden), Jos Theoiue-
leo, para averiguarles policiaes.
Pela subdelegada da freguezia do Recita, Firmino
Antonio de Souza, e Esequiel dos Santos, sem parti-
ciparlo do motiva.
Pela subdelegada da freguezia da Boa-Visla, An-
glica dos Prazeres, por ebria.
E pela subdelegada da fregoezia dos Afogados,
Pedro Gonralves de Sooza, e Jo3o Casiano da Silva,
por briga.
A assembla na sessAo de hontein aprecioo um pa-
recer da cummissao de pslicies, sobre a prelencAo
de Eugenio Broosionne, em que pede privilegio
por 10 anuos, para estaaelecer nesla cidade urna
companlna de carros de passeio ; eapprovaodo o pa-
recer, regeiloo a i reiencao.
Entra em primeira discu3o e he approvado o
projeclo de ornamento muuicipal.
Approvnu em primeira discussAo o projeclo n. 41,
que aulorisa o governo a despender pela renda do
exerririo de 1857 a 18.58 cora o pasamento dos ejer-
cicios lindos a quaatia de 4:2283339.
Continua na segunda discussAo do projeclo n. 11,
que augmenta o urdeuado de varios funecionanos
pblicos, oraran* os Srs. Manoel Cavalcanti, Silva
Braca e licou ainda adiado.
Continuando na seguida dn arl. 39 du qrcameulo,
oraram os Sr*. Barros Barreta e Manoel Cavalcanti,
-en.t. por fim approvado o artigo com a emenda do
-Sr. Barros Brrelo.
Passoo-se ao artigo 10 da rereili, com lodos os
seus paragraphos, oraram o Sr*. Theodoro d Sil-
va, e Manoel Cavalcauli, licando adiado.
A ordern do da para hoje he a mesma.
(^omiauticao.
A 4WJJLSA,
Os sacerdotes por palavras e exemptas devem
fszer a educacao moral do povo, eiisiuar-lhe a' rom-
prir os eus deveres e apresenlar-lhe em aeu com-
|ioi lamento uina remura a seus vid**, urna aniiiu-
c.iu a sua virlude. Islo he o que lodos devem fazer,
mas he o que s alguna fazem. Na ma do Cal lei-
reiro, dizein, que ha um dos que nao laten* o que
devem, e sujo pricedimeiilo he indigno 'le ser imi-
tado pur ser digno de puniclo se>eia ; uAo he mes-
mora o ne*** h.imein, mas he ahi
cessionario couiraiar mu o governo da provincia,
&etZi2S sgrCS0 de i,,rr,,c-! ^'-WS
O Sr. Ignacio de Barros : O nobre depulado,
que nnpogna o.projeclo em discasslo, fallando sobre
varios assiimptos, pnrlou-se de-la vei din laminilla
severitade, que lendo Iraladu tambera de uin man-
iiunle os dessa moralidad!' nao cini-iilins-em encp-
elo em no-so clero lanos nos bem mu.
Consta-nos qoe ara cerla casa di rui da Con-
cordia joga-se gauo, e de lal modo q le n.io sabe-
euAu lem jugado lamben muilo murro.
Senil-ir-, como sabis, o Sr. Ferreira Jacobina,
reeebil ama msala de Irezentos (raucos para com-
pletar em Paris seus esludos de engenharia. Em
meilior lugar nao poda elle conseguir o ssu totelo
homem, quando Ihe Ierrainaram era cuna nina p
c.U d'agua ; cerlainenlc qu hacia ser limpa. An-
da que mi tas-e de proposito, como queremos crer,
e-se descuido he bem culpado.
Ao Sr. prolesiur da Serinlilem. lie lempre
ARTIGO II.
Vosluras mumcipaei e as podara*.
Concluimos o nene primeiro artigo prometiendo
tratar ue-tc da injasliea do iodefermento da pet-
{*, que os paleiros tlirigiram assembla provin-
cial, r do parecer da c miun.-Ao de cmaras, peta
qoal volou a assembla.
Principiamos pelo parecer, que tramcrevemus
aqu, para melhor elucidando da materia.
a A commissAo de negocios de cmaras, lendo
examniadu precisamente u pclicAu de Manoel Anto-
nio ae Jess, e uulros propnelarios de padarias esla-
bilecida no centro desla cidade em que pedem a re-
vogacao do art. 5 da le n. 372 de 1855, he de pa-
recer que os peticionarios nAo estao nocaaoiie ser
alleudidos, como bem ponderou a sociedade de me-
dicina em parecer oe 8 de agosto de 182, quando
tai consultada peta cmara municipal do Recita, no
1, de junhu do mesmo anuo, taztudo sentir que era
le grande utilidade a rrmoru daa padillas para li-
ra da cidade e mais odicioas qoe fazem uso de fucos
activos os me.horamento* na conttrocea* de todos
esses eaUbelecimentos ; sao medidas que desde lon-
go tempo reclamara lodos aquelles que i........n al-
gum iuieresse pelo bem ealar da popolarAo desta ci-
dade, e que a iciencit iodigila cuino naide primei-
ra ueces*idade, para qoe o estado sanitario do priz
nao empeiore ; por quanto todos esses fms de inten-
so calor junios a oulios mullos casos ov insalubrida-
de que txisiem em cnn-laiite aclividade concoriem
mu poderosamente para que augmente a insalubri-
dad! i',.t cidade, e cresram os in,-.minilos dos seus
babilautas ; convindo anida mencionar outro pare-
cer da mesma sociedade, adoptado na scs*o de 22
de julho de IS5, d* conformidade cum o rel.lorio
da CommissAo de lis- ene pui lica, ponderando quo
o fomu e o calor do- fuios das pa arias c ofiiriuas
que empieuain fogos activos, eram nocivos a sauda
los habilautes das circuiiivisiiihaii<;ai de l"0i esla-
bclei'imeulos que, nenhuma pldiril nu nflinna uf-
ferecia as eondiciles exigiveis para inallerahilidadc
ta -ande publica, r em rigor todos pn lenam se* re-
movidos -em nijuslira para tara da n lade. sendo de
nolar que foram e-las razes que fizeram que se a-
doplasse a postura municipal, que obrigou a que
tassem remov.las aa i nimias de al leireiro e fo-
neiro, enas proprielan ,s a isso se submetteram.e
boje se echan mais bem acommodados do que ou
li'ora em que insistala, como pralicam agora os pe
ticioiiarios em ficar as ras em que estavam silua
dos : assim eutendr a commissao que a pencan do
supplicanlcs deve ser indefinda.
o Salla das coiiiinisoes da assemhlca legislativa
provincial de Pernamhuco, 18 dc abril de 1857.
Jos Joaquim do Reg BurrosPetera de Brto.
Oliveira, vencido, u
Deste parecer te v*, que a pelillo doi pidlires

MUTILADO


DIAR10DE PEKNAMBUGO QUARTA FEIilA ODEMAIODE 1857
alo foi eomprehendida sua iiileira allegarlo,
n tmenle em parle della.
FnJnientoue o parecer cora a queilAo hycieni-
ea deiiou-s inteimmenle de parle a qucsia cu-
nonatca ; r ni-sni uaquelle poni a coinmisiao de
mM cootou le I nal me Me parle do parecer me-
d da eiiinela sociedade de medeeina, escripia em
IMIi. parle de oulro do cooselho de talubridade
de isl">.
Enlrelanlo potleriormenle este* pareceres a
nnu sociedad recouheceu a po manencia dai padaria. no centro da cidade, adoptan-
d0.sepor deliberaos > da cmara para ronslruccao
dos foruoa e das charaiiici o plano ollerecido por
di*.
1'enJo sido adoptada a poalora, as actuae* paita-
ra- como iin- lintiain ein s-u lavor ama garanta de
roii e permauencia, que uo primeiro arlitto
ruemos ver.
Km Mnente em relacAo :" quesISo hvzienics que
veisou a discussao, e o< discurso dos senhures de-
putadoi, que (allaram sobre a materia te resentirn)
da dirrrao dada pelo parecer.
A falla de aprceiacao da commissAo de cmaras a
uiia parle da petican, dejiou a discussao incomple-
ta sobre sru oulros fuudameulos, e coulribuio para
sa) ludeferiinento.
A qurstAn de saade de liyeiene em urna ci.lade
como esta, he urna quesISo por i muilo impor-
lanle, que, quando estamos sendo clima* de epi-
demial de asi-i.ioras como o cholsra e a Mire imi-
rella, merece a inaior ailonrAo, como disse o Sr.
l>r. Si Pe. eir no principio du seu discurso, lians-
cripu no Diario de l'eruambuco a.
Por mais grave, porm, que seja a quesillo liyaie-
nir, aera por isso dte sopilar as eouttderaeSe de
*>a oalra erdein, que eiitendem com os inleresses
de mallos, eom a alimentario publica, com a m>di-
ci.Ule do prer.i e abastanza da ura ginero depri-
meira necessidade, anda quando se provas a conservaran da saude publica depenJia da remo-
C^o das padarias e da plena e iuleira exernrjo do
art. 5. das posturas approvada pela lei n. :I77 de 13
ele iuuho de IK~> >.
Para conheerr-se que assim uiio lie, ba*ta atten-
dender-se a informaran da camaia municipal, que
11.10 he e uein pode ser susp'ila, curpornr,,i zelosa
e inransavel era promover c bem estar de seu mu.
cipes, e remover todas as causas de insalubrida-
de : e send) esla urna de suas mais importantes al-
Iribuiroas a cmara municipal actual a desempe-
Im com o manir fervor.
Esla iuformaro du.a Emillindo, como resol-
vera a assemblea lenislaliva provincial, o nosso no
rece aeerea do requerimenlo que devolvemos dos
proprieiarios de pasaras establecidas no centro
da cidade, os quae- pedem a couserva(3o destes es-
labeleciraeulos onde se acham, e pur couseguinle a
revenarlo da postara de 13 de junho do 1855, que
snaii-ia remover para os lugares, que desi^nou ; en-
lendemos, que os peticionarios estSo no caso de ser
atlen-llde, por quanto, depuis que se adoplou paro
a ci>ii-lrucc,.l-> das padarias o plano oraaiusailn pela
exmela sociedade de medicina desla pruviucis,
rwasrmii a reelamariie m a inslaucias da comimsso de liygiene se creou a
meneonaila postura, que pode ser abolida na parte
somrote que ubriga a remocho do inlenor da cida-
de de taes tslahelecimenlos, que conlinu.irAo a es-
lar sejeilos ao mesnio plano, conservadas as demais
di-posno-s e posturts. a
Desla iniurinac,ao se v, que a enmara volando
pela revogaedo da postura, fundamenta o sea voio.
cora a eeasic,ao da reclaimcoes da parle do* particu-
lares, depois que se adoploo o plano apreseulado
pela estllela sociedade de medicina,e nularslrnen-
le se infere diln que com o plano de coulrurcao de
foinoa proposlo pela dila sociedade, e mandado ese-
calar pela cmara, cessaram os iucoiiveiiieules apon-
lados nos pareceres mdicos de INI 1 e 1815, e que
as raides enlao produtidas lio preseiilemenle aua-
eliroulcas, e sem valor para a actualidad, e tanto
he assim, que as reclamares que ale entilo haviam
dos particulares leeiu cessadu alisolulaaienle.
E de ludo islo se pode concluir que a assemblea
provincial lvala por excessivo zelo voloa por urna
medida intil, sem inleresse aclual, contra o qual se
prouuncia a cmara do municipio, e que a muguein
por tanto ulereas*, nem ao publico em --r.il, nem
a nenlium queisoso particularmente, ao passo que
della naseeiu grandes males, como demonstraremos.
Podaramos levar mais longe esla apreciarlo da
queslao liygieuira, soccorrendo-uos da opiuiao de
mdicos mullo respeavcis desla capital ; poderia-
raoi mesiuo demonstrar que a saude publica ueu-
huma alterarlo lem si.lindo com a existencia das pa-
darias e que na Euiopa estas fabricas eiislcm uo
centro populoso dos capllaes sem qoe se tenha jul
gado ale buje sua conservado nociva a saude das
populacet.
Este ulliioo argumento sendo pradoziJo em favor
dos peticionarios no reculo da assemblea lot refu-
tado por mu dos Srs. depulados o Sr. Reg Bairoi,
se liem nos lembramus, duendo que na Europa a
existencia de taes fabricas uilo era nociva porque era
urna regio fra, onde se (aiiaui fogos em casas par
licalares ele. ; mas o nubre depulado cei (menle que
recouliecer a fraqueza de seu argumento se se re-
cordar qoe na Europa lia verao, e que nesse lempo
be all o calor la i intenso como o be entre mis, sen-
do que durante a e-lar lo quenle as fabricas seuao
remover ; donde se ve qoe nao lie pela, razan indi-
cada pelo uobie depulado que se conseuie na exis-
tencia deslas e oulras fabricas. No Hio de Janeiro
aUuroes ramaras municipais levadas lambein de ex-
cessivu escrpulo e /.-lo por amur da saude publica,
ni leu ir.iiu em 1838 pur postura a remojo das fa-
bricas de caldereiro e nutras que se srrvvm de fogos
actives, mas a assemblea geral legislativa revogou
esta postura, e consenlio na sua conservaeflo nos lu
gares eslabelecido-, como se ve da res. ds ;ln de uo-
vembro de 18it.
l>o inesmo modo o decreto nninero 339 de 26 de
fevereiru de l!Sij inandou que se couservassem nos
losares eslabelecidos as fabness de tabaco, cuja re-
mocho liaba lambein a cmara municipal ordenado.
Na Europa, no Kio de Janeiro, que alias nao be
paiz froa medida da mu ir.ln a respeito das fa-
bricas de fogos activos, ou nao lem sido lomada, uu
lem sido revogadas quando tomadas por demasiado
escrpulo ;mas enlre nos a assemblea provincial
he mais zelosa da silubridade publica do que a c-
mara municipal,bu mais zelosa do que o particu-
lar que sen.io qucixa da viziubaura da nadarla, an-
tes inultos a eslunain pelos serviros que Ibes presla
em sua economa domestica.
Versando a ducussilo em que se empenh.iram na
assemblea aa Srs. Drs. Cosme de Sa' Pereira, Un-
to llega Barros por una parte, l)r. Sabino e Oli-
veira por nutra, sulne a base dada pelo parecer da
commisso de cmaras, e leudo sido desprezg.la como
impertinente a ouira parle da pelirao,paramos
aqu, porque julgamus haver dilo quinto basta paia
demonstrar como proineltcmos a njuslira do udl-
feriroento, como a elle den lugar o parecer incom-
pleto da comini",i i de cmaras.
No seguinle arligo nos oceuparemos dos inconve-
nientes da reinara i to mo lo porque foi ordenada, e
dos meios de se conseguir indirectamente o mesmo
resalladoque sedes-ja por amor da s-ilulmlade
e como se cu-luin.i rlizer cm frase vulgarsem bulla
em malina la.
ALIANIiEI.A.
Hendimenlu ilo da 1 a i. .
dem do dit 5......
5:799)083
I3:6I970I
.VJ:ils#7ri
Uescarrciiam boje ( de maio.
ltriguc frauerzl'ierre le liraiulcemento.
Harca fr.mcczaEmma Mallilldeui-rradorias.
Barca iuglezaliurrlefamilia de Iriyo.
Barra ingieraElisatiaraliiu.
Barca nglexaFloaliog Cloadmercadorias.
Barca americanat'iiiilofamilia a bolarhinhas.
Hrigue porlagaeii.aia IIdlfaraM genero).
I'.iiarho americanoCommesTce larinlia e bola-
ehinha.
Brigue brasileirollercules farinba do trig.
IMPORTACA'O.
Barca americana otnionu inda de Philtdelphia,
consignada a Malbeus Aualim k\ C, niautfesiuu o
seguinle :
1,8i7 bariiras fanulia de Irigo, li.17 barriquinbas
bolacliinba. -20 barricas graixa, tii volumos 3,iJ
uo kallegal, em face da casia de Julland na Dina-
marra.
A lu !i* intermitiente, com um fuil cada qoalro
minutos. A presentara' a luz Ou de cor natural
pela espaco de -2 minutos e .">:> segundo*, sendo ectip-
iada repentinamente por 23 segundos, otila.......s-
marrincria, uuvas e usadas, bem como iluas
excellentes mobilin e Jacaranda com pe-
tlra, um liuuVloilet tambem de jaoaraod,
urna ptima tnobilia de amarello, de raz,
cadoitas. marquezas, consolos, mesas de
ir.ira' por espaco da l"> segundas, urna elaridade bri-1 jantar, e nutras mullas obras
LOTERA
i X
padrOes, ti a caixa com
disianria approximada de l'.l imillas em lempo ra- ""uJezas motloriti^ de todas as >uali.iatos, |
ro. Os eclipses mal se po lento ver quando nina : C ouros o niuitos objeclos, etc., etc. : as-i ni I
ambarcicao esliver na distancia de 8 militas da lux. I eo o lamoem lora leilo de diversos escra- I
provincia.
Oabaixo assignado vende a dinheiro a vis-
ta, sendo da quantia do 1O?001> res para
cima, os bheles, meios, e quartos, polos
Repartirn hydrograplea do almirautado. I.on-
libras de cha 20 cadeiras de baianro. ,^KI resmas j dr, j ,, ,,,,,, ,le ls
d. papel d. .mbrulhe, :,.. canas pauno de Igodao i E, avi,n H,, M WKUIU( m1 ,ln tlmintl.
azuoOdi.as velas de spennaccle. I d,U -M groZa. (ado. n,,r ,,......rle ^, -:l,, Tiatlico ieral n.
de vulros de bomeopaibia, 1 dita ipparelhos para 12339 o Katlesal
carro, i rodas para oiuuilius, (> chicles para carro ;
aos cousignalanos.
l malai HiU pares do sapalos de borracha mais
objeclos, 5 vulumes cadeiras para meninos, 1 dito
carro para du. ; a Luis Andullo ,|,. Siqueira.
8 caixas relugios, 8 ditas 3:2 caixtulias com 100 li-
bras do cha" ; a 1". I. Uarding.
CONSULADO t'.ERAI,.
Rendimenlo do dia t a 4. 10:5259981
dem Uo dia j....... ."):88o28
15:81 S5d6'j
DIVERSAS PROVINCIAS.
Rendinieuto do da 1 a i. .
dem-do dia 5.......
8709210
436/596
1:3069806
n. 2114 ", atsim comno pillo ou
pr.ihrn dinamarqucz pig, 56 ; e lisia de pharoes di-
nam.n i.'vi00i*
-'vt
>$,
DESPACHOS DE EXPDRIACAO PELA MESA
DO CONSULADO DESIA CIDADE NO DlA
DE MAIO Dli 1857.
liba Graciosa Patacho pnrtuguez Liberdade,
Bailar & Olivcira, 21 barris de .">. mel.
Canal Barca ingle/.a uCourner, Patn Nash 6
Coinp.'iuhia, 1,200 saceos asjiicar bianco.
Bueuos-Ayres e MontevideoBarca nacinual Flor
de Obveira, Amorim Irinaos, ilH) barricas as-
SUCar ir......ii
Rio de JaneiroBriguenacion.il Damilo, Nasci-
inent.i ,\ l.emos, jll pipas anuar leute.
Porto(Jalera porlugoeza Oliuda, Manuel Joa-
quim Ramos e Silva, barricas e IU0 naceos at-
iesa' brauco ; Jos Pereira da Cunria, ti." saceos
assucar bianco e 35 ditos mascavado ; Jos An-
tonio da i.un na o Irmao. 3 saceos assucar masca-
vado ; Barroca iV Caslro, 243 couros salgados
Lisboa(alera porlugueza Marganda, Delphino
A. leixeira, 2110 saceos assucar branco e 128 ditos
mascavaio ; Rodrigues c< Compaiihia, li saceos
assucar brauco e (ij ditos masvavado ; Caivalho A;
uimaraes, 100 saceos assucar mascavado ; Amo-
run Iranios, jj saceos assucar branco e jO ditos
mascavado.
LisboaBrigue perluauez TarotjO la, Mauoel J
R. ila Silva, 280 saceos assucar brauco e Kill ditos
mascavado, e 230couros salgados; Marques, Bar-
ros A; Compaiihi,, 100 saecus assucar branco;
Basio A; Leo-os, 30 saceos ssurar brauco e 20 di-
tos masravado ; Viuva Moreira I-ilho A; Cninpa-
nlua, 10 saceos assucar brauco e 40 ditos masca-
vado.
RECEBEDORI.V DE RENDAS INTERNAS C-E-
RAES DE PERNAMBLCO.
lien.lmenlo do dia 1 a i. 2:0513807
dem do da 5....... (0l;>302
2:6539169
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendimenlo do da I
dem do da
le.
a 4.
6:272(1890
3:1499730
9:4229620
PAr4 o Rio de Janeiro.
Segu com toda brevidade, o bem conhe-
co brigue nacional Almirante, tem grande
parte da car.'a prompla, para o resto, passa-
geirus e esc.ravos, para o que tem ricos com-
modos ; trala-se com o consignatario Jos
Joaquini Dias reritaiiJes, ra da Cadeia do
Itecifc.
trans ntica de
nova.
Em 9 do correle espera-se, viudo do Rio de Ja-
neiro, o vapor sardo VCTOR EMMA.NCEL, e
denuis da| demora do costume segu para Genova,
por San-Vicente, Madeira, Li-boa e Marselha : Ira-
la-sc no escriploito dos agentes l.emos Jnior A
Leal Res.
i--------"
iia
ti a nsa itla ti tica de Genova
tmtmp 90 pti0.
Em 12 do correnle eepera-se o vapor sardo CE-
NOVA, viu lo da Europa, e depois na demora ne-
COSaaria seaofl para Babia e Rio de Janeno, e rece-
be passagelros para eslai pracaae para Monlevi leo e
Buenos-Ayre : no escriplorio dos asentes l.emos
Jnior & Leal Reis.
- Para Lisboa sahe ootn brevidade, por
ter parle da carya prompta, o bem conheci-
do brigue portuguez Laia II; para o resto e
passitgeiros, trala-se com os stuis consigna-
tarios Francisco Sceriano Rabello tic Ftltio.
Utiarlos 1?3S0 1:3508
I'or Salustiano de Aquino Ferreira,
Jos Korlunalo dos Sanios l'oito.
Attenc.0
O agente Jos Mara Pestaa, far leiliio
quarta-feira (i do crrente, as 11 horas da
maullad na chancellaria do lllm. Sr. cnsul
de Franca tiesta cidade, ra do Trapiche No-
vo ti. H, segundo andar, por ordem e em
proseiica do lllm sr. cnsul de Franca, cm ^ndc-se urna Dorula escrava cr.oula, sa-
nio so lot da barca rranceza Raracbo. de I ,d" co'-'1nll1;l'. engonimar e fazor doce de
lotacao 170 toneladas, com lodo o seu appa- i ?da quali.la.le. e tambem lava de aabj.0, tu-
relho, veame e massame, lal qual se ada ?MC,''n Pe'.""'?1'" 5 l,e m.ult', propna para
ancorada neste porto, onde os pretenderles "sa ,le f'""llia1 Porlser ,ie boa conduela;
apodem examinar com antee, paca O, e em H^m a prelender d,nja-So a ra dos .Var-
outro lote, o chronometro da dita barca, que ,tJ no* n" W' q,,e '* SH i,rk'
se acha depositado na chancellaria do con-I .. I.EITE PURO.
solado. O navio e chronoavlro serao vend- LS2S 3 .. .? Moro ,<""?? lra d
dos no estado em que se acham, no acto da : T^^S^^S^A^T
enticga, em que os compradores dehaixo rada, para llieserabi levado ; o prcro be 20 res
e ptelexto algiim, fazer qualqner reclama-; a ftarrafa.
cao : os compradores ficam obligados a pa- Quera prensar
gar lodos os direitos resultantes da dita ven- i"',e a r"a llu
da, como tambem a gralilicacau que por I-i 'jr.
pcrleuce aos perilos das duas estimacoes fei- :,~, P'"le"se '! tt'",v* mnc-* com 1,lj",n3s '"-
'SOZSZElX ??iTm?l'u'~rM *CM2?. 1%* P-r... mu
conccrnenlea a dita venda, e devero lomar toa figur
le una enfiomrnadeira
Pescadores n. 35, que adiara"
dirl-
com
coala no mesmo dia da venda, depois de en-
tregar o respectivo iiuporle da arremalaco
na caixa do consulado de Franca.
O ageate l'oslana l'ara leilSo quarla-feira
0 do correnic.as 10 horas da manliaa na arca-
da da all'andega.por ordem do lllm. Sr. cnsul
da Franca neta cidade, eom autorisac.'io
do lllm. Sr. inspecu.r da alfandega, do man-
tinieutoda barca rauceza Baracbois, con-is-
liudo em bolachas, biscoulos, farinha de In-
go.manloiga do porco, conservas e ele.
iY&us'ereiicn cloleilao d
a : na ru.i .i i-- l.t n. .'.
noRi tcbaquei,
por ser
V*
uiijili-i eazendas.
Si';riic i'm
poucos
litis
O
nacio-
-Navios eulrados no da .">.
Lishoa31 das, brigoe porlngaex irl.aia lia, de
207 toneladas, capillo Jos Caelauo dos Santos,
equip gen". 13, carga varios genero ; a Francisco
Srveriano Rabello. Portence a L'sba.
Barcelonitil das, polaca hespanhola (DoroIMa
de 180 toneladas, capnlo Tbomat Ferrer, eqni-
pagein 12, carga vinno ; a Araoaga Aj Brvan.
Perteiicc a B.ircebna. Segu para o Rio d" Ja-
neiro.
Rio ile Janeiro:!l das, barca brasilera iiltulinan.
da :)> toneladas, capillo Joan Antonio de Caslro,
Fir ZIL:: K^ V,uva Amor"" M RMA. tem a dmoc p,..^ da carga
Ubi de Sandwich15d das, gatera amrricna A- I |H'Oinptl : part O resto (lie lile firlil|-|Mti
raba, de 336 tetaeladas,eapnao Bdwin Uranadl, aaseifOS e escravos a cete, liara osnun
equipagem 85, carga l.joo barris com azaile de
peise. Veio refrescar e segu para Fair-llauue
Perlence ao mesmo poilo.
Liverpool11 dias, barca inglea Joverna, de 311
toneladas, capillo A. W Parchan, equipaaem
15, carga tnliii.s |>ara a eslrad da ferro ; a Rothe
Ib nula- A; Companbia. Perlence a Liverpool
Passauelro, lleury Klacke.
Havre35 das, galera frauceza Emma Ualhllde,
d" 202 toneladas, capillo Dunilly, equipagsm lli,
carga varios aeneros ; a Lanar 'Fissel-frcrs j
Coinpnnbis. Perlence ao llavra. Passageiro, M.
Cribier.
Philadelnbia41 dias, patacho americano nCom-
merce, de 17i lonela'as, capillo A V Porker,
equipagem8, carga 1,37o barricas com familia de
Irigo e mais gneros; a Henrv Foister $ Com-
pauhia Perlence a .New-Bedfo'rd.
Navios sabidos nomesmodia.
Liverpool pela Paralitlia-Barca ingleza aMalbilde-,
capitn Doral d M. Phun, carga assucar
Londres(salera ingleza nMedv-'g, eom a meima
carga qoe trooie. Suspeudeu do lameira .
Oagenle Pestaa ttansferio o leilo de
mobilia e fazeudas, annunciado para boje
em seu armazcm, para segunda fera II do
correte, ao meio dia, no mesmo armazem.
Leilv> di queijos.
O agente Pestaa fara leilo na porta da
allandegajquiita lena 7 do crrente as 10 ho-
ras da maiihia, cm razSo de ter outro leilao
ao meio dia, de20caixas com queijos lla-
mengos desetnbarcados ullimamentc do va-
Dor hamburguez, assim como 12 queijos do
gruv muito frescaes.
Leilao de fariuhad trigo
para os pt.deiros.
O agente Pestaa far leiltio por conta de
iitiem perloncer, na porta do aimazem do
Sr. Aunes, sexta leira ti do correle, pelas
II horas da maiihtia, de cerca de 100 bat ri-
cas de farinba uo Bbltimre, desembarcadas
ha poucos das.

.i .-; ..V ^,..
r
m vtB,
lllm. Sr. Vngeley.Com estas puncas huas que-
ro dar-lbe meus agradecinen!o>, pela bondade
de me ter empresta lo o seu piano da fabrica de C.
Srbub, e lenhn de Ihe cominuuicar que eslou muilo
salisfeilo, como inesmo efliancando-llie que poucas
vezes enconlrei um piano de conslruc^lo de armario
qoe livessse ama voz lio clara e forte, assim como
um loqoe tilo aperfeir;nado como aquelle em que lo-
quei no concerlo, e assim Ihe declaro que sao muilo
rccomniendaveis. Queira me crer que sou seu cria-
do o venerador
Alberto trcnchcl.
Per iiain bu cu 1. de inaio de 18.Y7.
Ao met irmao o lllm. Sr. Dr. F<:l\ Go-
mes do Iterjo, em sirjnal de amisaile.
Na esp'ran(a do bem me vou nutrindo I
Co'ns recelos do mal me vou finando !
Incerteza cruel Como? At quanlo
Temores e esperanzas irlo surgindo ? ?
Que dcsg'islns por vezes ja senlinda I
Vagas apprabensoea resuscitando !
Com as mais nesras cores me aterrando !
Eis que a esperanca do hcir. la vem svrrindo !...
Que triste lalllso que desventura i
Como h mcu sollrer etlravaeanle ;
(Jue ao p.sso, que consola, da' tristura.
He que a l)e0, muilo apraz pene constante
Aqu-lle quejastir. procura 1
Que assim se justifica, a be bastante !...
O. 1). e C.
Padre lelo llereulano do llego.
Fortaleza das Cinco-Pon,,, em Janeiro de 1857.
tem excellentes commodos, trata-se cobi
os consignatarios Novaes & ,C, ra do
Trapiche n. 'i, primeiro andar.
Hio
ara o
fie -iier )
segoe com brevidade o veleiro brigue nacio-
nal DamSo ; tem partf da carga prompta :
para o resto, paosageiros e escravos a fete,
para o que lm excellentes commodos, tra-
la-se com o consignatario Jos Joaquim
Das Fernn les, ra da Cadeia do Ilecife.
Par, c Ass'
sahe neslcs dias o hiato Novo Oliuda; para
carga e passagelros, trata-se com Tasso Ir-
miios.
laavric.cao a vapor Ham-
burgo Brisiicira.
A direcco do extincto Banco] de Per-
nambuco, ten io de dar (im a sua liquidadlo,
uo ultimo do crrante mez. convida por isso
aos possuidores das respectivas notas de e-
issiio, a Uocaroin-nas ot aquella data, na
caixa filial desta provincia Becife 5 de inaio
do 1857. I. de Medeiros llego.
TRIBUNAL DO COM.MERCIO.
Por es'a secretaria se faz publico, que Des-
ta data l'oi matriculado ueste tribu al, na
qualidade de commerciante de grosso Irato
o Sr. antonio Francisco Lisboa, porloguez, Espera-se de Ilamburgo o vapor inglez GOLDBN
de 4S annos de idade, ilomicilia.to nesla pra- "USECE, e dep is da demora do cosame segaira'
ca, com armazem silo na ra do
n. -26.
PROVINCIA,
O Sr. lliesotireiro das loteras manda
[Wzer pul>lir-o, que se aciiam a venda, no
pavimento terreo da casa da ra da Au-
rora n. 2(i, bhetes, meios e (|tiaitos, da
da nasio, das 9 horas da tnanhua a's 8 da
noile, cujas rodas andam no dia do
corrente.
Thesouraria das loteras 2 de maio de
1857.Jos Januario Alves da Maia, es-
crivo das loteras.
Precisa-se de urna ama que saiba cozi-
nhar : na ra da Praia n. 51, segundo an-
dar.
VcnJo-se urna excellentc casa, sita na
ra da Mangueira n. 1: a Callar na ra do
Crespo loja n. 1G.
Precisa-se de um eseravo, ou cscrava
para o servico interno de urna casa de fami-
li. ; paga-so bom: na ra da Uiiio ultima
casa do mirante do lado do norte.
- No din j de abril prximo passado,
um escravo do engenho Recanto, vmdo do
Recite conduziudo um cavallo, diz que dito
cavallo Ihe fora tomado no caminbo do Pao
Secco ; ou talvcz o dilo escravo si embria-
gasse, e o perdessede vista, deixaudo-o li-
car sumido : o cavallo be castanbo, novo,
pequeo, qualro ps raleados, urna lislia na
testa, signal brauco no beico inferior, cauda
aparada, e marcas de uso de cangalha : ro
Precisa-se de um leitar para o sitio do
A. V. deS. Barroca : a tratar na Magdalena,
ou ua ra da Cadeia do Becife n *.
A 2fi do mez (indo rugi o protoIoSo,
do idade que representa 33 anuos, estatura e
grossura do corpo regularas, bem fallante,
tem como sobre os ollius, e o tnellior signal
he ler uns calombos por baixo do queijo, c
ao lado, principiando do pe de urna orelha,
e mais calombos em um brago e no peito ,
consta andar por esla praija ganbando, e
poros arrabaldes, ele.: qualquer pessoa
que o pegar, leve-o a ra da Cadeia n. 2a,
a seu senhor Domingos da Silva Campos.
aLoteria
M
provincia.
naieira parte da oitava
lotera da boa-vista.
Pela setiniri vez ein
uidrt, foi vend a
;t
se-
sor-
pra
Apol o '
^^mfanx
PBCA DO BECIFE 5 dk II Vio AS
3 HORAS DA TA DE.
ColacOes olliciaes.
A--H .ir mascavado americano regolar__3*0.j0 a
30100 por arfaba com sacco.
Dilo dilo bom35100 por arroba c un s.icco.
F'rederico RotMliiard, presnenle.
P. li ii-'-. secretario.
7|8 a 'JO d.
CAMBIOS.
gobre Londres, 27 3|4a lit) d. e 27
a Pari, S30 rs. por fr.
Lisboa, 0." por ft, de premio,
a Kio de Janeiro, 2 por Om de descont.
An;.io do banco 30 pur eruto de dividendo por cun-
ta do Vendedor,
o a companbia de Ui beribe GUJO00 por accao
ciiinpaiibia Per :aml>ucana ao par.
litilidade Publica, :io pur cenlo da premio,
a Imleiniiisadoia. 2 idee .
a a da e-Irada e ferro 20 por Oin de premio
I>,--mo de ledras, de.K a 10.
AccAes do Banco, 40 a ~> de premio.
Secretaria do tribunal do commercio de
Pernamhuco 5 de inaio de 1837.Mo im-
pedimento do ollicial-maior, Dinamerico Au-
gusto do llego llangcl.
HEPAllTlcAO DAS OBI VS PUBLICAS.
A reparltciio das obras publicas, contrata
o forneciment de lijlos de alvenaria gios-
sa batida, e areia para as obras da capital,
pelo lempo de seis mezes : os p elen entes
dirijan) as suas proposlas cm carta fecbada
ao lllm. Sr. irector interino no dia D do cor-
rele, as 11 horas da manhau nesta secre-
taria.
Secretaria da directora das obras publi-
cas, (i de maio do 1857.-0secretario, Joao
Francisco Regis dos Aojos.
A dir. ctoria da caixa Filial do Banco
do Brasil nesta provincia, faz constar que a
directora do mesmo Banco, resgiveu Gxar
as seguinles disposi^es resjulameulares, a
que devem sujeilar-se os seus accionistas,
cujas acees estiverem escriptas nos regis-
tros desta caixa, cquizerem lomar assonto
nasassemblas geracs do banco do Brasil,
ou (azer-se representar nal las :
I." O accionista que compirccer pessoal-
mente, devera apresentar os ttulos de suas
acgOes, ou urna .icclarai;ao da directora da
Caixa Filial respectiva, em quo Conste ler a-
quelle accionista declarado a sua inlencuu
de lomar asseoto na a:-somb!ea geral do
banco.
par.i Baha e Hio de Janeiro : para fretes on passa-
Beinis, no qual lem eicellenles coniinodos, liala-se
com os agentes, na ra di Cru n. 4.
%>
DE UUBILIA f. FAZENDAS.
Oagpnle Pestaa fr leilo, por conta de
quein perlencer, de diversas fazendas ingle-
zas e francezas, como coilas, cambraias
franc.'zas muilo lindas, cuales dealgo-l.io,
guardanapos de iinlio pan mesa, e diversos
objeclos de tnarcineria, de Jacaranda e de
amarello, novos e usados, pianos, lanter-
nas, candelabros, apparellios de porcelana,
vidros, porr;3o de vinho de caj', algumas
catxis com excellentes tmaras, alguns ne-
gros de ambos os sexos, e muitosoutros oh
jectos qui! se acham paleles ao exame dos
compradores : quarta-feira, C do corrente,
as 11 horas da manhSa, no armazem do
agente cima, roa da Cadeia do liedlo n. 55
Leilao de miradas de casas.
O agente Pestaa l'ara leilao de 3 moradas
de caas terreas, novas, de pedra o cal, com
bons quintaos, excellentes cacimbas, mura-
das em roda, a saber, urna na ra dosGua-
rarapes n. 14 e duas na ra do nrum : quem
pretender ve-las, dirij<-se a casa da ra dos
2.- Os quo se Gzerem representar, deve- Guararapes n. 80, e o leilao sera leilo na
lluro.Olivas bespanliulas.
Moeda de 630'J velbas
a a b-.-iio uuvas
< 49000. .
Prta.Palaces brasileiros. .
Pesos coluinoari.is. ,
a meiicauos, ,
289
283-300
IriaOOJ
iiirouo
95000
33WJ0
23000
1|B60
rao apresentar a procuraca, antes da ex-
pedirem para ser visado pelo presidente da
direcioria da caixa lilial
3." AsaecGes perlencenles aos accionistas
cima, nao poderSo ser trausferid,-.s em-
quanlo ua loc.dade respectiva nao constar
ler-se encerraioa assemblea geral do banco
do Brasil.
Caixa filil do banco do Brasil cm Pernam-
huco aos i de malo de 1837 Antonio Mar-
ques de Amoi im, sccreat io da direclorn.
(I film. Sr. capito co purlo, de conformidad*.
ruin as ordena do iinni>lerio da marinlia, iransinii-
llda neb Exin. Sr. vice-pre-idente da provincia,
*i ollicio de I do aa lanle raes, manda dar publi-
eidade a traduecao abano do avi-u aonuBciando
aos navegantes o eslabelecnoento de pharoes ero dif-
iranles pontos da Europa, e dos Eslados Luidos da
America,
Capilania do I'orlo de Poriiambuco 15 de abril
de 1837. O secretario, Alexandre llodriaues dos
Alijos.
nUDGCCAO*.
Aviso aos uaveiiautei.
N. :il.
O KATTEI. VIcosta DE JUTLAND.
Luz laterroillente na ilha .te Uielm.
A reparlijilo da marlnha real de Copenhague par-
hcipou que no da 15 de novambro de 18'Ki, urna
uova luz ou pharol se eitabelectrta na ilba de iltelin
mesmacasa n 20, qnlota-feira, 7 do cor-
rente, ao meio dia.
- Estando a relirar-se para a Europa no
pripieiro vapor, o lllm. Sr. Dr. Sltillcr, o pre-
posto du agente Oliveira fara leilSo de toda
a sua mobiiia, consislindo em mesa redonda
em consolas coto pedra, sofas, cadeiras, di-
tas de h.lauco, e de bracos, banquinbas
parajogo, relogiopara mesas, jarros eou-
tros enlejes d porcellana para dita, "ua-
dros, espelhos de parede, lanternas, touca-
dores, guarda livros, secretaria de mogno,
guara vestidos, guarda roupas, marquezas
banquinha dr costura, commodas, leilos de
Ierro grandes c pequeos, lavatorios, mesas
le jaular e aparadores, u na conserlina com
escala e msicas, um carriuho para meninos,
apparellios de porcellana para jantar, o para
Cha, urna porrjao de marmellada, garrafas,
copos, mes is de oiigommar, trem do cozi-
nha, e infinidades de outras objeclos: qoiu-
U-feira 7 Jo crranle, as 10 luirs, na casa
de sua residencia no HecTe, ra do caes ue
Apollo, no primeiro andar ao umeo sobrado
que lem SOlflo encarnado.
O agente Bo ja Cara leilSo cm seu ar-
mazem, na ra rio Collegio n. 15, de um
grande e completo sorlimeulo <)
o
te grande, hu, bhetes
rubricados pelo abaixo as-
sigrido.
27.)2 3:000.,2 ([uoilos.
2852 1 :.-.()0smeio bilhete.
98o 200.sdem.
2001 I00bilhete.
2SS 10050 (juartos.
I50i 100-;billete.
1493 lO.s meio bilhete:
2850 5sdem.
3480 50Sdem.
!)i8 r.O.sdem.
3011 .)0S2 quarto..
53 50|idem.
1682 .i.smeto bilhete
A garanta dos S por
ce ato {> de ser recebd \
apenas sahr a Iist na ra da adeii n. SO,
primeir. andar, o na pra-
yi da Independencia loja
n. 40.
___. N eonsalndo porluzuez desi-ja-so fallar ao
(""- Sr. D.iiiiinos Alves Barluz* a Silva, so-
bre nesncio i|ue llie nitercsia.
uelogios de pa-
en
it
llecan
da, que se pagara qualquer dspeza.
l'recisa-sc de um cria.o: na do Hos-
picio n. 9.
A.UA l*E LEITE.
Precisa-se do urna ama de leite, forra ou
escrava, com cria ou sem alia : quem a tuer
dirija-se ao becco do Veras, sobrado n. 13.
- Manoel Joaquim liamos e Silva Jnior,
vai a Europa, levando em sua companbia
suas irintias .Natalia Pereira llamos o Silva, c
Joaquina Amalia llamos du Silva.
- Frecisa-se de urna ama quo saiba co-
zinhar : ua ra do Coliegio n. -20, primeiro
andar
Precisa-se de urna ama para o servico
interno, e externo de nina casa de hoineui
viuvo, com pouca familia : ua ra do (Jobo
11. 8.
O aballo assignado previne aoSr. Ma-
noel Francisco de Jesos Veras, que nao pa-
gue o val de seu lillio, da quantia de 4J rs,
ao Sr. Ignacio Ferreira da Costa, cujo val
lite n3o perlence, tanto poique utio temo
pague-se da fallecida l) Helena,co.no porque
nao osla autotisado ; do contrario tornara
apagar segunda vez, ejudicialmente visto
ler se obligado a pagar a dila quantia, pelo
dilo seu lilliD, como se provara em juizo. Ile-
cife 4 de maio de 1S7 Jofio Comes da
Costa.
Se foi com o Sr. Carlos Jos da Paz que
se ico a troca de um chapeo na matriz da
Boa-Vista, o na occasio da missa das 11,
roga-se-liie qoe appareca na loja do Sr. Jos
Peres di. Cruz, ra do Lobuga, 011 lo acitara
o seu.
Antonio uarlc de Oliveira Raga faz scieute
ao coinm- 1 > e ao uubltco tul fieral, que Taapatsoa
sua^loja de fazeoilas, illa ua ra ila Aladre B. 7, a sea DII10 Jos Duarle de Oliveira llego, 11-
cjo.lo Jilo seo lillio auloiasado o ul)na.lo a liquidar
loaas as lran iva, conslaules du balauca afsiugDSiiv por aiubos
em dala de 17 do crrante, lieaod o aunanoaute
gailinaule olirinado ao pastivo da loja, conlraindo
por m al asta dala.Ueeife m de abat de 1837.
Jos Uj.iiia ue Onvetra Reg fax cente ao
reapeilavel publico e ao corpo do eommereio, que
acceilou a Iraspasso que fea ^ell paj Anlouio bu-
aile (la Oliveira llego, de sua loja de faieodai, sita
na ra 1I.1 .Madre de SOl n. 7, iiuandu aulori'ido
obrigado a uqiitjar as Irausactoea aa loja, quer ac-
ttv.i-, quer pa5siva<, eooslaulaa dabelaueo aasiguado
pur ambos em data de 17 do eofreule.Raeife, 30
de abril de l>">7.
llona-e a lodas as autoridades policiaes cca-
pil.'ies de campo, que prendam o pretu atlieai, era
qualquer parle que o eucoiiirein, cujos sinuaes sio
os aegniolea: na(ao Coila, rslalura alta, e lem falla
de denles na fieme, o qual pedio lieencs a so 1 sc-
uli.ir para ir a 1.-1,1 dos rratMH, e dce entila Dio
tppareeea : quem o pen ler o Irouser a roa ua
MoeJa, trapiche do Culia, sn gralilicado.
Venie-se um bonito mulitinho de 9
a 10 annos de idade, em casa do portoguez
l.uiz Caelauo Borges, na lerceira casada ra
da Concordia.
ingleza de 01110, de sahonete e de vidro:
vendem-te a preqo raasoavei, em casa de
Augusto Cesar du Abren, na ra da Ca-
deia do Kecife, armazem n. l.
Xa nova luja de i portas, ao pe do
arco de Sanio Antonio, ha para vender
superiores fazendas de bom gosto : mus-
sulina de cores, dita branca, clialv de
cores, lindezas, duquesas, alpaca dequa-
dros, enfeites pata pescoc_i de tenhoras,
cortes de cambraia de sal picos, peras de
i/JOOO, ditas roxas .1
ga-se as autoridades policiaes, ou pessoa do
povo, que apprebender, ou delle der noli- chita de quadros a
-ia, o mande entregar no Recite, a Antonio ,-,.s-8(), cortes de sempre-viva a 10O0
odrigues \ tetra, o no malo, no engenho ,.,..,( H-
ecanto, ou Cachoeira da freguozia da Esca L .
merm li/.os e bordados ; e ou-
tras militas fazendas, por prerot (pie
agrada a todos; este estabelecimento esta*
todos os dias aborto ate as 7 e meia horas
da noile.
Traspassa-se o arrendameoto do en-
genho FKESCOXDI3I, na freguezia de
rVgua-Preta, moentee corrente, o (pial
anda mita quatro annos para se Cndar,
com lodos os seus pertences, como sejam :
25 escravos de servico, bois, bostas, cai-
ros, ferramentas, e ludo mais que he
preciso para o manejo lo mesmo enge-
nho: a tratar com Antonio Jos Rodri-
gues de Souza, em seu escriplorio, na ra
do Collegio 11. 21,
esi
a IsOOO rs.
Vendem-se cortes de vestidos de chita
larga, a dez tustoes cada um : na loja de
\ poiias, na ra do Queimado n. 10.
1 .20 res o cowdo.
\ende-se chita larga sem avaria a 120
rs. o covailo : na na do Queimado, loja
de portas 11. 10.
Alteiicl:.
lie chegado ao baraMro, na roa de Sania
Thoreza, cortes de chitas francezas a 100110
o corte, afianCa-se nao ter avaria, com8co-
vauos o meio
Desapp?recen no 1.' do corrente mez
de maio um escravo da Costa ainla moco,
alto, secco, cor preta, ollius grandes e esu-
mscados, chama-se Manoel, tem as nemas
finas, um grande calo pelado na eoroa da ca-
li-'.;!, grandes 1 li.os de sua naco as c is-
las e nos petios, he muito lacilurno e nada
talla, sendo quasi maluco, traz sempre a ca-
misa com os punhos .boioaios, suppOe-se
ler sido furladu : seu senhor gralilica a
quem der noticia delle na ra do Vicario
n. 2i.
Antonio Seraphico di Silva, natural
do Aracaly, v.i a dita cidade tratar de sua
saude.
Aluga-se urna sala mobilhada, em urna
das melnoras ras de Pernambuco, propria
para qualquer enslno de aula, em horas
marcadas ; assim como Un.bem se aluga
urna interior, sem mobiiia, propria para ra-
paz solleiro: quoin a pretender, dirija-se a
ra do Uueimado n. j, que se dir quem
aluga e luz todo uogocio.
.Na ra do Queimado n 30, loja de ferra-
pens, vende-so o superior couro de lustre a
19500 a pelle, superior papel pautado a
4*500, dito paquete a i;500, dito do poso a
oitou. marroquim a -Joa pello, facas de ca-
bo ue bataneo a 5*100, ditas a <>5, ditas mui-
lo superiores de 2 botoes a f#300, ricas cai-
xas de bfalo a 19800 o 29; e oulras muil-is
ferragens e miudezas, ijiip vista se po a
preco, e nao se engaa os freguezes
Ven le-se una negra moca, que en-
gomma, lava n cozinha : ua ra do Collegio
II. 18, segundo andar.
Precisa-se de una ama para casa de
homem solleiro, sem lilhos e que se ja do
uieia idade : na ra dbanla Cruz n. **.
Olllm. Sr. director da Associaijao Po-
pular de soccorros mutuos, manda fazer pu-
blico a tolos os socios respectivos, que boje I
quarla-feira, (i do corrente, as 6 horas da tar- j
de liavera sesso extraordinaria, para a qual
se c invida. -Joao dos Sanios Barros, I. se-
cretario interino.
Precisa-se de um fcitor solleiro, que
cuten la de nortalica, pira urn sitio pequeo
perto da praca : dirija-se ao primeiro andar
da casa 11. 0 da ra do Tunes, praca do
Corpo Sanio.
Antonio do S Lopes demandes dcixa
por seus procuradores, em primeiro o Sr.
Jos Joaquim Dias Fernandos, cm segundo
Joo Tavares Cordeiro, em terceiro o Sr.
Manoel Jos Carnelro Guimarftes.
Compra-so um escravo prelo, raari-
nheiro : na ra da Cruz, escrintorio de An-
tonio l.uiz de Oliveira Azeve lo, n. l.
Compra-s um caval'.o de sella: na
ru:i da Gloria n 80.
I-.UV ESTREITA 1)0 ROSARIO N. 11.
Vendem-se caixas com timaras a 720 rs., j
queijo londrino a 4t>0 rs. a libra, dito de pra- |
lo a 7-20, dilo do serlo a 560, dito de qualbu
a 400 rs., lalas de -2 libras eom rnassa de to-
mate a iosoo, e outrosgenetos,que s vis-
ta dos compradores se l'ara o preco.
--- Compram-se camisas e loaibas de la-
byrintho na ra do Collegio u 18, segun-
do andar.
Bilhete j>c*1-
DOS DO EIO DE JANEIRO.
Oabaixo assignado perdu os 5 bhetes
inteiros da quarta lotera da S, ns. 770,
771, 776, 4328 e 5121, desdo a praca da Inde-
pcndetici-t, ra do Queimado, em seguidas
ra do Raugel, tomando atraves-a do irse-
nal de Guerra, ra ila Praia, e na volta senlio
a perda dos ditos bilheles na roa larga do
Rosario portanio a pessoa que os liouver
adiado tendo consciencia) fara o obsequio
resittui-los. quesera gratificada : certo de
que desde ja estSo prevenidos os Srs. caule-
listas o mais pessoas inlercssadas ueste ra-
mo do industria, a nao fazerem qualquer
IransaccHo, caso depois da Cbegada do mes-
mo vapor do sul trizeudo ns lisias, tenham
obtido algum premio Prevenindo-se assim
tambem ao respectivo thesoureiro oSr. Joao
Pedro da Veiga, para yue os no pague se-
nao ao abaisu assignado. Pernambuco 5 de
maio de 1857. --Jos Euo Alves da Silva.
O passageiro pelo Teviot, quo desem-
barcou neste porto, e levou por engao com
sua bagagem um bahu' preto, queira ter a
bondade do informar aos igentes da eom-
pinliiaSrs Adamson llowie a Cou'paubia,
aoude so pie o procurar.
Precisa-se de um rapaz ajudante de
um caixei; o de escripia, e que afiance sua
conducta : quem se acnar ueslas circums-
lancias, entonda-se com Francisco C. de
Sampaio, na ra da Cadeia do Recifd, loja
u. 56, que indicar quem precisa.
0 O

V*^|
,- .rfi /n-. no,., r.fra.
VtrA "'........' A ;.;i
Grande sorti-
mentj das is jiialM.ides*
iiaijiir.iii deserta de cores com ramagas,
propriu para vestido de seohora, u cuva-
do a............
Iticas manas de blond pretas e brancas-.
I ile liiilni a lirosdenaple preto laviado, ciiv.ito. .
Ililu dilo liso muilo l-rgo, cavado. .
Uito cr de rosa muito eocorpado .
Sarja preta hespanlioU minio eucorpado,
covado...........
Seliui (>relo maco superior, covado .
Panno lino preto e de cores, covado de 35
rs. a............
Corta de casemira de cores com barra ao
lado e de quadrinlios, corle.....
Corles ile cohetes jde velludo prelo c de
cores ............
Cortes .le codrles de gurgur.lo de seda de
vaiios padiocs a........
Mata* cruas supeiiores para meninos '.
Corles de veslulo de seda rls cores para se-
nhora, o mais rico que ha no mercado,
(raalas de seda prelas e dt> cures .
Chales de merino bordado a velludo. .
Dtlos de dilo bordados a leda .
UiIo de dilo com lisirj de seda
*n
r
Precisa-se do um hbil caixei ro, cque to
nha pratlca de casa de pasto, serviado da-se
bom ordenado : na ra de llorlas n 16.
0 ahaixo assignado, com adiniracao ve
novamente o s.u predio, silo no Monteiro.
ir em pra^i pela fazenJa, por divida do in-
mqtiilino do inesmo, nao obstante as roela-
dacOes do proprielario que com o resulla-
to do seo suor o eonstruio em 1844 cono
odos sabem : portanto rogo aos licitantes
uo lancem em dito predio. Oizem que a fa-
zenda contiou'a com as suas perseguicoes,
porque o mal de inultos he o consolo dos
Irisles.Joao da Cu nha I'.eis
lotera do
aaio de Ja-
neiro.
AOS 20:000$. 10:000$ E i-:000.
Na praca da Independencia loja n.
10, acnam-se a venda os novos billietes
da lotera \- pira as obras do Santissimo
Sacramento da antiga S, a qual devia
correr i'.) do passado, 3> listtis esperamos
pelo vapor sardo, que tambem devia sr-
hit no primeiro do corrente : os premios
scio immediatamente pagos em a mes-
mu loja cima.
QuarU-feira 6 lo corrente, em praija
presidida pelo lllm. >r. I>. juiz dos feilosda
fazenda nacional, se nao de arrematar a
quem mais der, os hens seguinles. penho-
rados por execu^oes da mesma, contra seus
devedores:
Urna pequea casa terrea sila na ra do
Queimado n. 57, com 12 palmos de frente, e
36de fundo, quintal murado, av.-liada em
2:500/rs., de Jos Antonio de Oliveira.
A posse do um terreno de ovirinha em Fo-
ra de Portas n. 16s, om 2t0 palmos de fren-
te, por 7005 rs.
dem de um dito alagado,uo fundo do mes-
mo cima, e com os meamos palmos de fren-
t por 350a rs do Joaqnim Ignacio de Car-
vallio MendonQa.
Urna casa terrea taita deca e tijollo, na
ra de Joao Remandes Vieira n. 3, com 20
palmos de frente, e 7U de fundo, cozinha
fora, quintal murado e cacimba, por 700>OO
reis, dos herdeiros de Mara do Itosario.
Lina dita Celta do madeira e barro, no lu-
gar do .Monteiro, a margem do rio, com 70
palmos de frente, e 50 de fundo, por 240?,
de Jos licrnardino Pereira llrito.
12 cadeiras o um sof de madeira Jacaran-
da, tudo por 562 rs., de Minocl tligeuio da
Silva.
Qoem pretender alguns dos mencionados
bens, compareca ao lugar o hora do cos-
tume.
Ilecife 2 de uni de 1857. O solicitador
do juizo, Joaquim Theodoro \lves.
Ausentou-se no dia \ do correte, do
armazem da ra do Apollo n 6 a o preto
escravo do iiome Jl.norl, dado pouco mais
ou menos de 26 a 30 anuos, vestido com ca-
misa de algodao trancado, ecalcas tambem
de Blgodo, sendo urna azul, e ouira branca,
tem os bmcos mullos grossos, e podre um
denlo da .frente do queizo superior : quem
o pagar, elevar ao dito armazem, buem
Parnameirim no sitio U. Joaquim Jos de
amorim, seta recompensado.
So engenho fin-i junto .1 Nazareth do
Cabo, ha mi': letras de construegao, paras;
vender, dasqnaliJadea mus alopiadas para
as obras do paiz, como bom esteios e travos
do jinberiba, sicupiras, inchams, o caibros,
assim como tambem as. mais apropriadas
pata curraos ; o aiiuuciaiHe se Compromet-
le, conforme o ajuste, a delta-las no ponto
.)uo niellior coiivit.r aos preleudenles, islo
he, ou no poni do Caibu' e Suapc, ou me-
mo ua praca : aqun este ann-incio int-
re>sar possa, dingir-se ao Recife ra da
Praia, a Antonio FoQCalves Ferreira, ou 110
indicado engenbo
Um rapaz porluguet, que sabe ler e
escrever, ouerece-se para caixeiro le enge-
nbo, ou mesmo para qualquer eslabdleci-
ineuto fora desla p-aga : quem de seu pres-
timo so quizer ulilisar anuuucie por esla l"o-
Iha para ser procurado.
19000
9
9
900
sjjaoo
2JUI0
29600
3>000
D000
pOOO
IO5OOO
39000

9
9
KJOIK)
iteuoo
6*50(1
(301KI
5s5(K)
S-iOO
390OO
atoo
4?i(KI
5j>500
ISOOO
9850
600
9800
59000
19600
19000
9950
79500
750
320
280
100
tos de dilo com barra malisada, fiuo. .
itos de dita lisos.........
Uilos de dilo com fraiijns de la ....
Hilos de lila adamascados prelos e de cores.
Leiifos para in.1o.de cambraia de linlio,lisos
"alilo4 de alpaca prela liua e de cor. .
rondlas de alpaca prela c de cor. .
upeliua de seda de cores, malisadas, co-
vado.........
Chai de seda de cores, com quadros, co-
vado ..........
Lia de quadros pequanos e graude, co-
vado .........
ai eseda, bonitas padtes, covado. .
lieos corles de lita de rauageni malisada
com 15 covados........
Mauritana de seda de cores com vara de
largura, covado .........
rsoluia de seda com lislras malisadas, co-
vado............
Sedas de quadros de novos padrdes, covado.
Chapeos de massa, francezes superiores .
Duqueza de seda con; rauagem, covado. .
Mussulina de cores mu lindas, covado. .
dulas francezas finas....... ,
Cassas francezas de cores futas, vara .
Em frente do becco da Cougregarao, a segunda
oja n. 40.
Na ra Nova n. 17, precisa-so de urna
pessoa que eutenda do cozinha, para urna
casa do pequea familia.
Ouerece-se urna mulher branca de boa
conducta, para dirigir urna casa de pouca fa-
milia, ou de um homem solleiro, mesnio
para sitio : quem precisar dirija-se a ra da
Conceigao na Boa-Visla n. 2.
Descja-se fallar ao >,r. F. Tal Rerlaldo,
para negocio da seu interesse ; na ra da
Cadeia de Santo Antonio, loja do terraco
n. 25.
AMA DE LEITE.
Precisa-se alugar urna ama que tenha bom
leiie. o de boa conduela, forra ou captiva :
no atorro da Boa-Vista, loja de bilheles n. 56.
--- O-se dinheiro a juros mdicos, com
penhores : na ra da Praia, por cima da tv-
pographia, segundo andar.
Vai novamenle a praca pela ultima
vez, no dia quarta feira 6 do corrente, do-
pois ua audiencia do Sr Ur. juiz municipal
supplenle da segunda vara, o sobrado n 42,
di ra -la Guia, perlonccnte a testamentaria
da Imada D. Jo una Mara da Concoic,5o para
ocumprimonto dos legados por ella deisa-
dos.
>'o dia 12 do corrente, na casa das au-
diencias, linda a do Sr Dr. juiz dos oiphaos,
ira a praga por 3 annos, a renda do engenho
l'iiauguei a, silo ua freguezi. de S. Lou-
renco da Malta, em chaos foreiros, do Esm.
barao de Suassuna, avallada esta renda em
t:2009rs. annuaes.
Doce de arac a i>00 reis,
Chegou a ra do Collegio n 5, nova re-
messa de doce de arag, fabricado no enge-
nho Guerra, a 500 reis cada caizao, assim
como do goiaba e banana.
Atienco,
Os abaixo assignaaos compraram para o
rivm. padre Joao Francisco Piubeiro, do A-
racaly, meio bilhete n. 936. da quarta parte
da sexta lotera do Gymnasio Pernambucano
concedida por lei provincal.-P. Gurgel Ir-
raaos.-Joaquim Jos Pegeira Costa.
Os abaixo assignados, previnom ao Sr.
Antonio l.uiz de Oliveira Azevedo, para nSo
pagar por se ter dosencaminhado, a lettra
por elle aceita, o saque dos Srs. Araujo Co-
ins 4 C a nosso favor, da quantia de .
974/rs., a voncer-se a 16 do corrente. Uc-
ctle 5 de maio do 1857. Ad iano & Castro,
- So deposito da ra do Rangel n. 48.
vendem-se tmaras do Kgyto.pelo barato pre-
co de 1.9 a caixa, queijos ondrinos a 400 rs.
a libra, assucar crislalisado, manteiga, o
polacbinhas linas de todas as qualidades,
tanto la ierra, como de fora, tudo por mais
barato prego, do que em outra qualauer
parte.
Na cncadernagaa da trsvessa da Con-
gregac-io, compra-se um a.- v. da segunda
edicao da grammalica de Burgaio.
^ -- Compra-se urna pavoa nova : na ra da
Cadeia loja de ferragem n. 53.
--- A pessoa quo annunciou no Diario n.
10! querer dar dous contos de ris a premio:
aupaicca no becco do Veras ti. 20.
Perdeu-se na tarde de domingo 2 do
corrente, al Apipucos e ouiros arrabaldes,
um botilo de punhos de duas grinaldas en-
castoadas em ouro, olTereco-se gratificar
com o valor do mesTo a quem o achou.qua-
rendoreslitui-lo: na ra do Cabuga' loja de
ourives do Sr. Nicolao
Botica g
o etnimi homcovtttikafi
3 EM PEHNAMIUCO '::
?f* DO DK. W
SABINO OLEGARIO L. PIMO.
*g Ktia de Santo-Amaro (Mun- @
'2 do-Xovo) n. c
Nata eslalirlecimento eiistem os medica- -'*',
dm meatos mais adequados aos climas do or- #>,
...; le, preparados com a maior vigilancia pelo -'
sir proprielario. ^
..v Esislem medicamenlos preparados no Kio '
; de Janeiro, que se veiideni por precoa bai- S
g ios, mas nao se garante sua eflicacia. w
;.i A eiperiencia lem damoiitrado que os !-.
. meilicamenloi aqu preparados prodozem ",
Vi? melhoreffeilo, ca nas provincias do norle, 0
;J, o que os qoe os que vem de fra. :^
'- presos sAo Uses, sendo mais caros, por S
'km
(J.
Q
seren ineiaores, os preparados em Pernani-
boeo..
THESOURO 110.MEOPATI1ICO
00
Vade-Mecum
DO
H I
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'5'ATi
IA
Sai
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' ;; pelo im.
\Q SABINO OLEGARIO L. PIMO
Esta precisa abraeooliaa 1 eanler-M ''
. 11.1 bolica central, a IOSO00 am brechura e %-'
-.3 II9OOO eocadaraada. <'
.JS.". -^ -*^ -V .t>, ^V <-V .>,-->. <*i ...
W..-...-.- ...--.y.,- :j \.;-..v.._-.- .y <; Hofiiaria de
.ego & Carreto, no ||on-
teiro.
No deposito dt-sta relinaria, na ra da Ca-
li ia d 1 Ilecife n. 30, ha sempre assucar re-
hilado de superior qualidade, tanto em p
- como em torroes e em paes, por prego mais
I commodo de que em ouira qualquer parte-
M0TJDH3O"
: -
ILEGIVEL




DIARIO DE PlillNAMBl'O, QUAKTA EIUA ( DE MAIO DE 1857.
.?, m:dk.ys preciosas.
' Ailererm di> brillianlea,
* diamantes e perolas, pul- .
5 Iras, rmeles, brinco jj
erozelas,y>oloeseanneis *
i de difTereules ostos e de ^
?. diversas pedras de valor, i
S |
* Comprara, vendem ou J
? lilil prala, ouro, bri- ^
lhanles.dianianleseparo- '%
las, e oulras quaesquer #
dinheiro J
? uu por obras.
5 joiasde valor,
1
Rua do Cabuja' a. 7.
Receben* por to-
dos os vapores da Eu-
ropa as obras do tuais
moderno gosto, tan-
to de .Franca cobiq
---.i-~. thi
!****>
S? OURO E PRAT.V
,* Adereces completos de jg
^ ouro.meiosdilos, pulcei- S
* ras, alfinetes, brincos :
ju melas, conloes, I ranee- g
i! lina, medallias,correles *
8 e eufeiles para relosio, e *
j outrosmuilosobjecloide +
ouro.
jjj Apparelhos complelos, 9
^ de prala, para cha, han- J
w dejas, salva, casticaes,
* colheretriesopaedech, *
j| e muitos oulros objectos J
' de prala. ?
de Lisboa, asquaes se vendem por
pre$o commodo como cosluiniam.
CONSULTORIO BSOPifiiCO
Ai
Onde se acham sompre os mais acreditados medicaraenlos, tanto em tinturas como
om glbulos, e preparados com o maior escrpulo e por presos bastante commodos :
PREQOS F1XOS.
tubos grandes. .
Botica d
Dita de 4
Dita de 36
Dita de 48
Dita de 60
10/000
153000
209000
259000
309000
19000
29000
Tubos avulsos a.......
Frascos de linturrsdcmeia onga. ,
Manual de medicina homeo.athica de Dr. Jahr com o dic-
cionario dos termos de medicina.....
Medicina domestica do Dr. Henry.....
Trata monto do cholera niorbus.....
Repertorio do Dr. Mello Moraes .
209000
10*000
2/OO
6*000
Attenco
vendo um annuncio publicado em urna das
tullas de Pernambuco pelo Sr. Bartbolomeo
F. de Souza, prevemndo ao publico que o
verdadeiro xarope do bosque so elle he
queru vende,prevenimos ao mesmo publico,
que o nosso xarope he remeltido do Rio de
Jrneiro pelos cima propietarios ao Sr. t
Manoel Alves Guerra, e este senhor fez o de-
psito para ser vendido na pharmacia do Sr. c
Jos da Cruz Sanios, na ra Nova n. 53, ni-
cos por nos autorisados para vemierem o
nosso verdadeiro, e mais prevenimos aos
sonhoros consumidores, que ha perlo de 5
annos os rollos collados as garrafas s3o
assigoados por Henry Prins, como procura-
dores dos cima propietarios. Rio de Janei-
ro 13 de Janeiro de 1857.
Barlholomco Francisco de Souza, len-
do o annuncio dos Srs. It. C. Yates & Com-
panhia no Diario n. 17, em que diz ser s-
mente verdadeiro o xarope de bosque que
se vende nesta cidade na pharmacia do Sr.
Jos da Cruz Santos, onde fez deposito o
Sr. Manoel Alves Guerra, que recebeu delles
propietarios, declara ao publico, que n3o
duvida seja falso o xarope de bosque que
lamhem vende em sua botica, mas assevura
que elle he comprado aos mesmos Srs. R.
C. Yates & Companhia, du Itio de Janeiro,
como provam os documentos abaixo :
RIO DE JANBIRO 8 DE AGOSTO DE 18>G,
O Sr, Barlholomeo Francisco do Souza
comprou a.R. G. Yates & Gompanhia :
4 duzias de garrafas com xarope
do bosque a 549000.........2169000
6 duzias de 1|2 garrafas com xa-
rope do bosque a 279000......1629000
Rs. 378*000
Rce'ebi o importe cima, do Sr. Antonio
oaquim Vieira de Garvalho. Rio de Janeiro
' de agosto de 1856. Por R. C. Yates &
'oinpanhiaJos Paulino Baplista.
Rcconheco verdadeiro_o sigual supra. Re-
tile 8 de agosto de 1856."
lim fe de verdade.
Manoel Hilario Pires Ferro.
RIO DE JANEIRO 18 DE FEVEK1TRO DE
1857.
Os Srs. Constantino Gomes de Faria & Fer-
roira compraram a R. G. Vates & Gompan-
hia :
4 duzias de garrafas com xarope
do bosque a 5I5OOO. ........ 216/000
6 duzias de 1|2 garrafas com xa-
rope do bosque a 279000......
Rs. 3789000
R. C. Yates &
Aua JVovan. 22
Acaba de receber relogios de todas as qua-
idades, tamhem oculos para todas as vis-
por prego muito em conta.
Ariso.
Antonio Lopes l'creira de Mello, faz
sciente aos devedores da loja de calcado
da ra da Cadeia do Recie n. 9, que foi
dirigida pelo (nado Alexandrino Pedro
do Auiaial, que tem marcado o prazo
para leu embolso ale o lim do mez de
maio do correnle auno, lindo este, en-
tregara' ao sen procurador para este re-
ceber judicialmente, certos de ciue dessa
data em diante, nao lera' contemplacao
com pessoa algmna ; por sso previne
com tempo suficiente para depois nao ha-
ver queixa. Itecife 20 de abi 1 de 18.">7.
Antonio Lopes Pereira de Mello.
/"*
USIOSAS
Recebemos o importe. Por
Companhia\V. G. Cerwartt.
Nos abaixo assignado* declaramos que
compramos o xarope cima para oSr. Bar-
tholotueo Francisco de Soua, de Pernam-
buco, em virtudede sua ordem de 3 do cor-
renle. Rio de Janeiro 18 de fevereiro de
1857.-Constantino Gomes de Faria i Fer-
reira.
Reconheco ser verdadeiro o signal supra
de Constantino Gomes de Faria & Ferreira.
Rio 18 de fevereiro de 1857.
Km f 'o verdade.
Pedro Jos de Castro.
SEGURO CONTRA FOGO.
Companhia Alliance.
Esiabelecida cm Londres, em marco de 1824.
Capital cinco milhoes de libras esterlinas.
Saunders Bruthers & C, tem a honra da in-
formar aos Srs. negociantes, propietarios de casas,
a quem mais convier que estao plenamente au-
lorisados pela dita companhia para efiecluar segu-
ros sobre edificios de lijlo e pedra, cobertos d
llha e igualraenU sobre os objectos quecontiverem
os mesmos edificios quer consista em mobilia ou
h fazendas de qualquer qualidade.
JOHN GATIS,
corretor geral
E AGENTE DE I.EILO'ES COMMERC1AES,
n. 20, ra do Torres,
I'RIMEIRO ANDAR,
prava do Gorpo Santo
RECIFE.
O Dr. Ignacio Firmo Xavier faz publi-
co, que mudou sua residencia para o seu si-
tio na Passagem da Magdalena, que lica ao
norte da estrada entre a ponte grande e a do r
Chora-menino, e ahi tem preparado una
casa de saude com todos os commodos para
o trata ment de >escravos, cujos senhores
residam lora da praga, ou "que nao os pos-
sam curar em suas proprias casas : quem
para isto quizer-su utilisar de seus servirlos
mdicos, que serao desempenhadus com o
niaior zelo, dinja-se ao palco do Carino n.
9, primeiro andar, ou no referido sitio da
Magdalena. Preco2/000 diarios -exceptu-
ando conferencias, sanguesugas o opera-
res.
-,J W" Silva llame?, medico pela un- ,"5
.'s versi'lde de Coimbra, mudou sua residen- '''.
"T r.'? ,la "" doCabu. para a ra Nova n. W
:..' I''J, seaumlo andar, sobrado do Sr. Dr. Nel- ;'*
33 O, e ahi cuutimia a receber, das 8 as 10 ''.
^J horas da manbaa, e das 3 i da larde, as 5i
t>? pe.soas que o queiram cou.ullar. S
' .;:"*i ;':i.'"* ." .'. .'.-, .'..:.."*n..^c> .-.
WV.-UU..W.......,i-.,:\ ::?lj-<.;?>y:..;~..
He chegado loja h.o i.ccomte, no aterro
da lloa-Vista n. 70, o excellcnte leite virgi-
nal de rosa branca, para refrescara pelle, ti-
rar pannos, sardas e espionas, igualmente o
aTamado oleo babosa para impar elazer
crescor os cabellos, assiin comopo imperi-
al do lino de FloreDCa para brolocjas eas-
peridades da pcile, conserva a frescura e o
.iv Iluda lo da primavera da vida.
Afi ri-io.
Scientifica se a quem convier, que a revi-
sSo de pesos, medidas c bataneas, principia
do 1. do corruntc a (indar no ultimo de ju-
nho : na casa da afericao, no pateo do Ter-
co n. 16.
O 39 A, confronte ao Rosario em Santo An-
tonio, vendo a graude falla que havia nesta
capital de um a Jianlamenlo para as senho-
rasquo Uabalham em doce, gomma, e ou-
lras mas.sas, fez o sacrificio de maular vir
urna p-ircao de formas de figuras as mais
perfeitas que he possivel fabricarem-.se na
Europa, as quaes livrarflo a essas senhoras
de levarem tempo immenso em aperfeicoar
qualquer objecto com os dedos, c que nao
sahira nuuca com a perfeicBo de urna for-
ma : portanlo qualquer pessoa poder vir
nesteestabelecimento, que se consente le-
varem para experiencia, dcixando penhor
ou dando conhecimeuto, e seus precos s3o
commodos.
Precisa-se de urna pesssoa para tomar
conta de urna cobranca, que excede a quan-
tia de 3:000j000 rs., sendo os devedores re-
sidentes nesta praga, gratilisa-se a pessoa
que quizer lomar conla com a porcentage
que se convencionar, dando um liador at a
quanliade4003 rs. : a quem convier pode
dirigir a ra do Collegio n. 7, segundo andar,
das 6 as 9 horas da manliiia.
Precisa-se de urna ama secca para ser-
vicode porlas a dentro, para casa do pouca
lamilla: na ra larga do Rosario n. 40, se-
162/000 gunuo andar.
Precisa-se alugar ua primeiro andar,
no bairro de Santo Antonio, nao sendo o alu-
guel de mais de 2009 a 24091)00 annuaes : ou
mesmo urna casa terrea boa : quem liver
annuucic para ser procurado.
--Precisa-se decostureiras: na ruad
Cadeia do Recife n. 40, primeiro andar.
Ama.

DEKTST FRKCEZ.
2 uufji.UK rttz. v
,f: Paulo daignoiu denlisla, ra Nova n. U :
j na inesma casa lem agua e p denlrifice.
' Quem precisar de doos ron!, s de reis a pre-
mio uo um e meio por Cfiito ao inez, dando garao-
Ui, aonuQcie por eles trc ou qualro das
Precisa-se de urna ama para casa de pou-
ca familia, que saiba cozinhar, e engommar,
com toda a perfeicno, e paga-se bem : na
ra do Cellegio n. 15, armazem,
Aifencii de passaporte.
Agencia de passaportes, despachos de es-
Cravod o qualquer servico que pertencer ao
tribunal de polica : para cujo Gm procre-
se o aiinunciaiite na ra do yueimado n. 25
loja do Sr. Joaquim Monleiro da Cruz, e n
ra da Cadeia do ltufe n. 49, loja do Sr.
Manoel Antonio Monleiro dos Sanios.
A pessoa que julgar-se dono de um ca-
vallo ruco, sumido uos lins do mez passado
ou principio do correule, desta praca, e bem
assim de urna beta melada, baja do appare-
cer no engenho Agua-azul, do abaixo asig-
nado, na comarca de Nazereth, que avista
dos ugnaes que dr, ser-lhe-ha entregue o
cavall,,, que existe em poder de um seu mo-
rador, e tora noticia da besta.
Antonio Luiz Pereira Palma.
Precisa-se de urna ama para o servico
interno de urna casa, e mandados a ra : na
ra Augusta, penltimo sobrado a mao di-
reita, p rio do cbafariz.
Precisa-sede ama ama para criar um
menino, tendo a mesma bom leite na ra
larga do Rosario n. 35, loja de miudezas,
achara com quem tratar.
Na ra do Collegio, o Sr. Cypriano Luiz
da Paz; no aterro da Boa-Vista, o Sr. Joo
l-erreira da Luz ; na padaria do Sr. Beiriz,
diraoquem da quantias de 400, 500, 600
700, 800, 900, 1:000/000, e mais com hvpo-
iheca em casas terreas: assiin tambera
quem vende um preto velno sem molestia e
vigoroso, o o motivo so dir.
O lllm. Sr. Antonio ladem de Araujo,
queira mandar receber urna carta na roa da
Cadeia do Itecife, ao pe do arco da Goncei-
;ao, casa n. 55.
Precisa-se de um rapaz de 10 a 14 an-
nos de idade, para servir de criado : a tra-
tar no Hospicio, junio ao quartel. casa do
desembargadorMetides da Cunta.
Srgunda-feira, 27 do passado mez, de-
sappareceu do sitio de Jos llygino ue Mi-
randa, emS Jos do Manguind, umcaval-
lo rodado pedrez, com cimas e cauda pre-
tas, e una cicatriz no pesclo du urna san-
gra : roga-se, portanlo, quem dellesouber
ou liver noticia, do leva-lo ao mesmo sitio
ou na cocheira da ra da Cadeia n. 7, que
sera recompensado.
Arrcnila-se ou vende-se um sitio junto
a matriz da Vanea, com casa de vivenda
grande, e bstanles arvores de fmeto, bem
como larangeiras, calezeiros, e oulros : a
lallar na ra de llortas, sobrado n. 2, segun-
do andar.
Aluga-se o armazem de 3 portas, sito
na ra da Praia, portence;;te ao patrimonio
da ordem terceira du S. Francisco : os pre-
tciidentes dirijam-se ao largo do Carmo
Precisa-se de urna mullier forra ou es-
crava, para o servico interno de casa de fa-
milia, que, tambem saiba engommar, seja
sadia e de bous costurces. obrigando-se a
morar com a mesma familia : a tratar na ra
Nova n. 50, segundo andar.
Precisi-se de um caiseito com pralica Ue ta-
oerua : iia na da Madra de 1,'eo* n. 38.
O abaixo assignado responde ao an-
nuncio do Sr. Antonio dos Santos Ferreira,
alirmando-lhe que n3o compre, e nem de
qualquer forma aliene predio, ou qualquer
bem pertencente a Aleixu do Prado, morador
e estabelecido com padaria na povoacao dos
Afogados, visto emquaoto se nao decidir a
acgSo que o abaixo assignado move contra
o dilo irado, visto como todos os hers des-
te senhor, estao sugeilos a indemnisagao do
abaixo assignado ; t> para que o Sr. Ferreira
se nao chame a ignorancia.se faz o presente,
que servir tambem para prevenir a outra
qualquer pessoa, quo por ventura quizer
comprar, ou alienar beus do dito Prado, as-
severando o abaixo assignado que pretende
vencer a dita queslao contra o referido Alei-
xo do Prado, porque lem juslica, e feliz-
mente confia na intelligencia e reclidao do
merelissimo juiz, para quem appellou da
sentenca do Sr. Dr. delegado, o mencionado
Prado. Por meu pai Francisco Goncalres
Servina, Manoel Goncalves Telles.
Precisa-se do um perfeito cozinheiro :
em casa do lr. Sabino Olegario Ludgero Pi-
nto, ra de Sanio Amaro Mundo Novo) n. 6.
D-se a quantia de 50 a 2000 a juros,
com penhores i na ra Nova n. 12, loja, dir-
si'-ha quem da, das H horas do dia as 2 da
tarde.
--- JooDiniz RibeirodaCunha, juiz mu-
nicipal supplenle em exercicio, da audien-
cia as Darles das8 horas da manhaa as 3 da
tarde, na casa de sua residencia, paleo do
Collegio n. 1, segundo andar, e nos das de
audiencia, na lacsiua audiencia,
Precisa-se de urna ama que saiba co-
zinhar, engommar e lazer o servico diario
de casa de um homem casado sem lilhos : no
pateo do Paraizo, sobrado que volta para a
ra da Roda, segundo andar.
Lotera
DA.
Provincia.
0 abaixo assignado vendeu os seguintes
premios
1 quarto Numero 2752 5:0003
1 bilhete 1557 200/
1 quarto 3011 50
1 dito 53 50
O mesmo tem exposto venda os seus fe-
lizes bilhetes, mcios e quartos da quarta
parle da sexta lotera lo Gymnasio Per-
narabucano, os quai-s nao estao sujeitos ao
descont dos oilo por cento da lei.
Por Salustisno de Aquino Ferreira
Jos Fortunato dos Santos Porto.
Precisa-se de 3 olliciaesdu charuleiro:
na ra do Rangel n. 2.
03!P$ti$
Compram-se travs de 25 a 35 palmos
de comprimenlo, e palmo de grossura : na
livraria da praca da Independencia n Ge8
Gompra-se una cabra coslumada a
criar menino : na ra de S. Francisco, so-
brado n. 8, e na livraria n. 6 e 8 da praga da
Independencia.
Compra-se effoctivamente na ra das
Flores n. 37, primeiro ndar, apolices da di-
vida publica e provincial, accoes das compa-
nhias, e da-se dinheiro a juros, em grandes
e pequeas quantias, sobre penhores.
Compra-se um moleque de idade de
IG a 18 anuos: na ra da Cruz n. 1, escrio-
lorio do Antonio l.uiz de Oliveira Azevedo
Compram-se palacoes brusdeiros; e
hespanhoes a 23J10 e muelas de ouro de 16?
com meio por cento de premio: na ra de
Cadeia do Recife, loja de cambio n. 38.
Atetliodo facilin.o.
Na livraria da praca da Independencia n.
6e8, veude-se o mothodo facilimo para
aprender ler, novamenle impresso e aug-
mentado, por mil reis.
VenJe-sea taberna na ra da Trempe
n. 5, bem afreguezada para a trra e para o
mato, a dinheuo ou com desobriga a praca,
seu aluguel he o que se convencionar : a
Iralar na ra do Mondegon. 49.
Vende-se para (ora desta provincia, ou
para longe da villa de Pao-d'Alho, sendo pa-
ra o sul ou norle, um mualo de 22 anuos,
pouco mais ou menos, ptimo pagem, olli-
cial de allaiale, sem vicios e nem achaques:
quem o comprar licara bem servido.
Vende-se um cavallo para carro : na
ra da Senzala Velha n. 114.
Vendem-se 2 vaccas de leite, muito
boas; para ver, no becco do Espiuheiro, no
sitio do fallecido Sr Fraucisco de Garvalho
Paes de Andrade, e pura Iralar no mesmo
silio, ou em Sanio Amaro, ao pe da lundi-
gao, taberna de Jos Jacililbo de Caivalho.
- Vendem-se ua Sole.iade, casa de4ja-
nellas e 1 porla, 2 escravas crioulas, de ida-
de 28 annos, e de bonitas figuras, tendo 1
dellas muilo bom leile, por ler parido ha 2
mezes ; assim como ura prcto de 22 annos,
ptimo boitelao.
AO BOM E BARATO.
Na loja do Preguica, ra do Queimado, es-
quina Ou becee do Peixe Frito n. 2, alm de
inuitas e diversas fazendas, que para acabar,
se vendem por todo prego, ha presentemen-
te chitas linas de cores lisa e lindos pa-
dres, que por eslarem um pouco rodas do
copim, mas em lugar que nada ofrende o
corte de um vestido, se vendem pelo bara-
lissimo prego de ll) o covado, cliilas de bo-
nitos pa.ioes e cxcelleules pannos, sem de-
leito a>guin a 5;0o0 a pega e a 160 o covado,
leucinhus de cambraia proprios para mao a
120 cada um, pannos para mesa de mui boa
qualidade a UsaOcada um, mussulinas mui-
to finas o de delicados desenhos, chitas frau-
cezas largas e mui superiores, caiubraias fi-
nas brancas e eslampadas, madapoloes, al-
godSozinhos, fazendas para caigas, e oulras
muilas, todas da mais superior qualidade
e a precos baralissimos.
CHA' SUPERFINO.
Acha-se ii venda no deposito da ra de S.
Franciscon. 6 superfinocba hysson de qua-
lidade mullo superior, por barato prego ; SO
com a vista se avallara da bndade delle.
QUEIJOS.
Mullos bonsqueijosllamengos, vindos no
ultimo vapor, estn a venda no deposito n.
6 da ra do S. Francisco, or barato prego.
PEuHINCllA
No deposiio da ra de S. Francisco n. 6,
ha para vender caixas de l'olha de (landres,
proprias para costura, etc., ce, por muito
barato prego.
Moleque.
Vende-sc um moleque ue 14 annos de ida-
de, bonita figura, e a vista do comprador se
dar a razao porque se vende : na praga da
Independencia, loja n. 33.
Nende-se urna canoa abeila : na ra da
Santa Cruz n. 44.
Veude-se lenha muito secca, achas
grandes, e muilo boa qualidade, aos niilhei-
ros e ajscentus, prego commodo: na ra
Nova em frenle do porlo, anuazem de ma-
deira junto ao sobrado.
Vendem-se SOOalqueiros de Lisl)3a a
tratar no Forte do Mallos, armazem do
Guerra.
Vende-se urna parelba de canarios do
imperio muilo bons cantadores, por 45/000 i
no aterro da Boa-Vista, loja u. 56.
\endeir-se uns iivros usados, sendo
geometra, arithmelica de Otlon, selecta
ingleza e tranceza, diccionario latino, fran-
cez e niglez, e outros muitus Iivros de pre-
paratorios pouco usados: na praca da lude-
pendencia n. Ge 8.
Charutos.
\ende-so um piano com excellentes
vozes : na ra larga do Rosario n. 22, se-
gundo andar.
VINI10S FINOS.
O melhor vinho do Porto engarrafado que
exisie no mercado: vende-se no deposito n.
6 da ra de S. Francisco.
Vende-se um boi grande e j adestra-
do no servigo de carroga : na cocheira da
Florentina.
CHARUTOS noss.
No deposito n. 6 da ra de S. Francisco
acham-se charutos de todas as qualidade.-,
e prego commodo.
lten<;ao.
Vende-se na ra Dirpita n. 27, manlciga
ingleza muito boa a 960 rs., dila a 800 rs.,
dita a CAO, queijos novos, viudos ltimamen-
te pelo vapora 2/e 1,-300, ditos a 1/700, cai-
xoes de doce de 4 1|2 libras a 1>UOO, ditos a
40, toucinho do Lisboa a 400 rs., dito a
320, queijos londrinos a 480 a libra c a 400
rs., agurdenle de Franca a 1;500 e 1/400.
Precisa-se no mesmo lugar de um caixeiro,
preferindo-se portuguez, de boa conduela,
nao se olha a ordenado, tendo boas infor-
ma gOes.
Siecas com milho.
Vendem-se na loja n. 26 da ra da Cadeia
do Recife. esquina do becco largo.
Vendem-se duas ptimas rabecas : na
ra Nova n. 56.
Vendc-se milho em sacras: a tratar
na pracinha do Gorpo Santo n. 66, primeiro
andar.
Sao muito finas
e d amito bonsgostos.
Mussulinas muito finas, matizadas com
jindas cores, de padroes muito bonitos e
inteiramenie noTOs; vendem-se pelo dimi-
nuto prego de 560 rs. o covado : na ra do
Queimado n. 22, loja da boa f.
o Sr. de engenho.
Na ra do Livramenlo n. 16, vendem-se
cobertores de algodSo grandes, proprios pa-
ra a estagiio do invern, pelo barato prego
de 500 rs. cada um.
_ Vende-se urna mulatinha de idade de
7 para 8 annos, sendo bonita figura : na ra
do Queimado n. 44.
Vende-se a taberna da Capunga n. 3,
pertencente a Francisco Joaquim Duarte : a
tratar com Joo Simao, na ra do Vigario.
Vendem-se saccas com milho : no bec-
co largo do Recife. taberna que vira para a
Senzala Nova n. 39.
Cheguem a pechincha.
No trapiche do liamos vende-sc arroz pi-
lado a 29000 a arroba.
Vende-so a sumaca Diana, tundeada
neslc porto, junto ao trapiche do algodSo :
a tratar com Jos GongaNesMaiveira, na ra
do Crespo, loja n. 10.
Liau
ux
13, a
Vendem-se na ra do Collegio n
7|S00 o milheiro, em magos d- 50.
Vende-se urna taberna no Corredor
do liispo, com fundos sullicientes para qual-
quer principlante : a tratar na mesma com
o dono.
Vende-se urna excellente vacca pre-
nha, boa leileira ; na ra do Crespo n. 10.
Vendem-se velas mistas, proprias para
malar formigaa, e para que estao muitissi-
mo approvadas : no seu escriptorio, ra da
Cadeia de Santo Antonio n. 13,
Acha-se venda um escravo inulali-
nho, de 9 a 10 annos de idade : na ra da
Cruz do Recife n. 62, a tratar com Antonio
Francisco Martins.
PALITO'S FRANCESES.
Vendem-se palitos e sobrecasacos de pan-
no lino preto e de cures, com gola de vellu-
do e forrados de seda, de 22/ a 28". sobre-
casacos pretos, forrados de seda a 283, pali-
tos de casemira de cores, com gola de vi-llu-
do a 21/, palitos do alpaca de 6 a 103, de
linho de cores a 33000: na ra Nova, loja
CLAUDIA DBEX
Vendem-se velas estearinas, proprias pa-
ra carros a 13120 cada pacolo do 8 volas, :
110 seu escriptorio, ra da Cadeia de Santo
Antonio n. 13. 1
Sal do Assu.
A bordo do patacho Anna.
Claudio luheux
Tendo recebido urna factura do 2,00o bar-
ris de plvora, dos melhores fabricantes,
vende-os a 14-000; as amostras acham-se
no seu escriptorio, ra da Cadeia de Santo
Antouio n. 13.
llegado uestes das.
Caixas com S molhos de ceblas por 103,
sacas com feijSo mulatinho.e fradinho de Ma-
ralo condecido por feijao maca-sa : ven-
de-se na Iravessa da Madre de Dos n. 15.
VINHO E LISOV
em barrisde 10 em pipa : na ra da Cadeia
do Recite n. 36. armazem.
Basto & hemos, na ra do Trapicho no
llecifen. 17, tem para vender os seguinies
gneros, e por prego o mais commodo que
for possivel : tijolos de marmoro de 10 pol-
legadas, quadrados ; mesas redondas, todas
de marmole, de elegantes gostos, para meio
desala; pedras quadrilongas de dito, lisas
com recorte, para consolos, aparadores ou
commodas, podendo algumas dellas servi-
rem para campas de sepultura ou adornos de
catacumbas; com inscripgoes ou sem clla3,
por terem as dimenses e grossuras apro-
piadas para isto ; pequeas pas de dilo
para agua Denla, para igrejas ou capelln ;
degraos de dilo de 7 e 14 palmos de compri-
mento, para soleiras ou e-cadas ; cadeiras
genovezas muilo leves, fortes e de bom gos-
lo, para salas dejantar, gabinetes, etc. ; al-
canfor refinado, em latu= ; flor de enxofe
primeira surte; soda bosnanhola para fa-
bricar sabao, da melhor qualidade.
Gontinua-se a vendi-r penciras de ra-
me para os senhores refinadores e padeiros:
no pateo do Carino, esquina da ra de llor-
tas n. 2
Vende-se um lindo bergo de amarcllo,
novo, urna condega de 4 palmos de altura e
6 de compri lo, propria para roupa, ren tas e
bicos de linha para toalhas, camisas e len-
gos : na ra do Collegio n. 18, segundo
andar.
Barato que admira.
V'endem-so borzeguins francezes, de lus-
tre, novos, pelo prego, de 8:500 cada um :
na ra do Livramenlo n. 29.
Bichas de Hainburgo.
No velho deposito de bichas, ra estrcila
do Rosario n. ti. recebeu-se 4 viveiros de
bichas de llamburgo, e esta retalhando a
55J000 o cento, e em porco por mcuos.
Vende-se um pequeo sitio no lugar
do Barro, onde morou O fallecido Manoel
Pacheco de Rezeude, cm tenas do Sr. coro-
nel Manuel Joaquim do llego Alhuquerque.
com 111:1a soflnvel casa cubera de telha, to-
do cercado, com muitos ps de limoeiro ji
juntos cerca, com bstanles ps de fructo:
quem o pretender, diiija-se a Narciso Jos
da Costa Peerira, no pateo do Carmo, ou a
viuva no mesmo sitio.
Vende-se carne.secci de Buenos-A vres
a h rs., de Montevideo a /500 cada arroba :
na ra da Praia n. 4.
Vende-se 011 permuta-sa o sobrado de
um andar n.49, silo na ra Imperial, canto
da travessa do Lima, por oulro sobrado no
bairroda Boa-Vista, que tenba commodos
para grande familia, e volta-se a quantia
que for razoavel : quem pretender, emenda-
se com o desembargador Santiago, na casa
de sua rosidrncia, na ra do Hospicio.
Attenco.
Vendem-se pegas de chita de muito bons
pannos, pelo baratissimo prego de 5/ a pega,
que sabe o covado por seis vmtens e dez rs.,
a porgHo he pequea : poitanto qurm gosta
de economa deve-se aproveitar : na ra do
Crespo, loja da esquina junto ao arco de
Santo Amonio, e na loja de 4 ponas 11. 12.
Sola do qualidado especial, vende-se
no armazem do caes do liamos, de Francisco
I'igueira d.iSaboia : a tralar no seu escrip-
lorio, ra de Apollo n. 5.
Vende-se.por prego commodo.superior
vinho do Porto em barris de 8." : na ra do
trapiche n. 14, escriptorio de M. A. Guerra.
Chapeos de fel-
tio e bonet de cabello pa-
ra meninos.
Vendem-se ricos chapeos de teltro para
meninos, enhilados com fitas e plumas, pe-
lo baratiobo prego de 39500, bonetes muito
lindos de cabello a 23 rs. : na ra do Quei-
mado, na bem coiihucida loja da boa lama
n. 33.
Charutos de Hava-
veiioein-se em casa
i. Astley k C.
* llins e reie^ios.
SELLINS e RELOGIOS de patente
inglez : a venda do annatam de
Ruslrun Rooker i Companhia, es-
quina do largo do Corpo Sanio nu-
mero 48.
PfcElAS BE L\IA
e alo;iao para padfes.
Vendem-se superiores meias pretas de
laia, pelo barato prego do 10800 o par, dilas
de algodao de superior qualidade a 600 rs. :
na na do Queimado, na bem conhecida loja
de miude/as da boa fama 11. 33.
Leques muito fi-
mos.
Vendcm-se leques muito finos, com plu-
mas, espelhos e bolotas, pelo baratissimo
prego de 2; e 33500, ditos sem plumas muito
boa fazenda a 13280 : na ra do Queimado,
na bem conhecida loja de miudezas da boa
fama n. 33.
Velludo rico para forrar carros, com
tolos os pertences, vende-se na ra da Cruz
n. 10
- Gm casa de Henry Pruno iS; Compa-
nhia, ruada Cruz n. 10, Vendem-se pianos
chegados no ullimo navio, quadros com
moldura, cemento romano, cognac em cai-
xas de urna duzia, velas de composig3o,
conservas em latas.
Ugod
o liso Si-
en pira, com pequeo to-
que de m varin
Vende-se na ra do Crespo, loja da esqui-
na que volta para a ra da Cadeia.
Claudio Dubeux
vc,irle plvora ingle/.a a 133, 11 e 15300o rs. o
barril libras.
libo bom em
.-
ACCAm,
Pennas de ema, cera de abelha e de
carnauba.
Na ra da Cadeia do Recife, loja n. 50, de-
fronte da ra da Madre de lieos, ha para
vender os gneros cima, recentemente cho-
gados, por pregos razoaveis.
Algodao monstro, he pe-
chincha.
Vende-se algodao monstro com 8 palmos
de largura, proprios para toalhas e lencoes,
pelo diminuto prego de 600 rs. avara: na
ra do.Queimado n. 22, na loja da boa f.
Ligas de seda
para senhora.
Vendem-se superiores ligas de seda para
senhora, muito bonitas e de muitos pa-
droes, pelo baratissimo prego de 1-3200,
1/500 e 2/000: na ra do Queimado, na
bem conhecida loja de miudezas da boa fa-
ma n.33
N. O. Bieber i companhia, ra da
Cruz n. 4, vendem :
Lonas da Itussia.
dem inglezas.
BrinzBo.
lirins da Russia.
Vinho de Madeira.
Algodao para saceos de assucar
Alfoliaozilibo un Baha
para saceos de assucar: vende-se em casa
de N. U. Bieber & Companhia, ra da Cruz
n. 4.
Para mscales
e boceteiras.
Vendem-se duzias de raiasda masca para rape pe-
lobaralissimo pre^o de 6{l) r.,dnzias de tezouras em
carlo a ISOOO e 1^200 e Brandes i 13920, doziaa de
caiiinlias de pao com palitos de foco a 210 rs.,duzias
de penlesde chifres muilo bons paraalizarail^-00,
duzias depaoles de baleia pata alar cabello a 29200
e 2$600,daxla de uavalliai para uarba a 13600,groza>
de boles madreperola para camisas a 600 reis.dilas
muilo finos de auala a 100 reis, grozas de hotOes fi-
nos para calr.a a 280 reis, carias com 2> penles de
alliuele a 14 rcis,du7.ias de penles da balea para a-
lizar a 3?, rozas de livellas para sapatoia 5G0, du-
zias de caivetes Hoospara aparar pennas a 28500
e 3?,duzias de gaitas armnica- a l,-2"0 e icnn,
duzias de torcidas para canditiros a 80, reis grozas
de marcas para cobrir a 100, 120 e 160 res, pe-
fas de tranceln para benlinhcs a 12n res, pulceirus
encarnadas muilo bonitas para Sra. e meninas a 200
rs.,duzias de miadinhas de buhas prelas a 240 reis,
pecas com 10 varas de tila de ciis a 320, 360 e 400
reis, duzias de lapes a 100 rs., dazias de calas com
clcheles 720 ., linbas brancas de novellos de to-
dos os uumeros, ditas de cores, linhas d. miada linas
e aromas, diUs de carrileis brancos e de cores, cordao
de veslido de loda a trucara, biquinhos de lodas as
larguras, e baratos, rendas de todas as larguras, es-
pelhos, curdas de viola, filas de la de todas as co-
res, lilas de hnlio brancas e de eores, didaes, agulhis
de todos os iiumerus, lillas de seda de lodos os nme-
ros, pennas de palo,caixas de chifre, rozarlos, colhe-
les de ferro, relroz de todas as cores, vernicas, filas
delieira preta e branca,grampas.e ludo o mais que se-
ja neers-ario para completo sortimentode bocetei-
ras e mscale e qua lado se vende muilo mais bara-
to do que em oulra qualquer loja, na ra du i.luei-
rnado, na bem conhecida loja de miudezas da boa
lama ii. 33.
SEfil FCf Q &2! R
Na taberna gianJc ao lad i da groja da
Soledade, chc^ou grande porgao de saccas
com muilo bom milho, e vende se por prego
commodo.
Couro de lustre.
Vende-se couro de lustre francez, o me-
lhor que pode luver oeste enero, pelo ba-
rato prego de 53 a pelle : na ra do Quei-
mado, na bem cunhecida loja de miudezas
da boa fama n. 33.
$clliiis
patente inglz.
, S--,--'lir.jni1n- P arham--o vendaos verdadeiros
* he.m ci.niiecius aelllna Ingiera palrnle : na roa
o lrapiclie-Nnvo n. ;, uunazem de fazendas de
Adamsnu llowie & C.
flauta da cidade do He-
ce
Vlnde-se a planta da cidade do Recife e
seus Tiirabaldes, feita pelo Sr. Dr. JoscMa-
mede Alves l'erreira, por dez mil reis: na
livraria n. 6 c8 da praga da Independencia.
.Viappa das distancias da
provine/a.
Na livraria n. 6 e 8 da praga da Indepen-
dencia, vende-se o mappa das distancias
das differentes villas da cidade entre si, e
relag.lo^ capital da mesma, a mil reis
Vende-se a verdadeira graxa ingleza n.
97, dos afamados fabricantes--Day & Mar-
tin, em barricas de 15 duzias de poles :
em casa de James Grabtree & Companhia,
ra da Cruz n. 42.
Deposito
de rapprinceza da f.bri-
ca de ti. Gasse, no R>
de aeiro.
Vende-se a prego commodo rap lino,
grosso e meio gi osso, da acreditada fabrica
acuna, chegado polo vaporS. Salvador ; na
ra da Cruz n. 9.
Em casa de'IIenr. Ilruiin & Companhia, na
ra da Cruz u.lo, vende-secopnacemcaixiidias de
duzia.
Voiide-se cal de Lisboa ltimamente che-
jaila, assim como polassa da Russia verda-
deira : na praga do Corpo Santn. 1|.
TAIXAS PARA ENGENHO.
Hi fundipo de ferro de D. W. Bowmana a
ra o Brum, passando o chafariz, coniina ha-
der umcompleto sortimerio de taixss de ferro fun
vido e batido de 3 a 8 palmos de bocea, as quaes
tcl.am-seavenda,porepreo commodo com
promptulao: embarcam-soucarragtB-st amcar
ro semdospeza ao comprador.
Ero casa de Saunders Brothers C. praca
do Corp Santn. II,ha para veoder o se uicia
ierro inglez.
Pixe da Snecia.
lcali o de carvo,
Eonas de linho.
Esponjas.
Drogas.
Algodao lizo para saccas.
Dilo entrancado igual ao da Babia
E uu; completo sortimento da fazendasproprio
para este morcado ludo por prego commodo.
Vende-se superior linhas de algodao
brancas, o de cores, em novello, para costu-
ra, em casa doSoulhallMcllor&C.a, rua j0
torres n. 38.
PcZoichos de vento
com bombas de rcpuxo para regar hortaf aba
x-4 ieeapim : na fundiSSode U. W. Bowmiii
na rua do Brur.i ns. 6. 8 e 10.
Agencia
da irndicao Low-loor,
rua (i. Senzala uva
II. /e.
Nesle estabelfcimento continu'a a haver
um completo sortimento de moendas e meias
moendas para engenho, machinas de vapor
e laixas de ferro batido e coado de lodosos
tamanhos para dito.
NAFUNDICAO DE FERRO DO ENGE-
NHEIRO DAVID W.BOWMAN. HA
KUA DO BRUM, PASSANDO O UA-
FARIZ,
lia semprc um .-randi- -nrunientn los se^uinles uli-
jeclos demerhanismospropriosparaen^enlios.a sa-
ber : moendase meias moendas, da mais moderna
conslrucrao ; laixasde ferro fundido e balido, de
superior qualidade e de lodosos tamaitos ; rodas
dentadas para agua ou auimaes, de todas as propor-
es eriyoae bocas de TornaUa e registros de bo-
eiro, aguillidcs, brouzes.parafusos e cavilhoei,moi-
nhos de mandioca, etc. etc.
NA MESMA FUNDICA'O.
se execulam lodas as euconimeudas eom a su per io-
ridade j conhecida com a devida presteza ecom-
modidade em pre(o.
DO
Foi transferido o deposito desle xarope para a bo
tica de Jos da Cruz Santos, na rua Novan. 53'
garrafas 59500, e meias."9000, sendo falso todo
aquclle que naofor vendido neste deposito,pelo
quesefaz opresenleaviso.
IMPORTANTE PARA 0 PUBLICO.
Para corada phtvsicaeni lodososseusdillereD
es graos, quer mol va da por constipacoes, tosse
asthma.pleariz.escarrns dcsangue, drdecoa-
tadosepeilo, palpilacflo no eoracao,coqueluche
bronchile, dor na garganta, e lo'das as molestia
dosorg o f pul raonares.
Venie-se tahoado e pranchoes de pi-
nito deSuecia, proprio para armagaode ar-
mazem de assucar.
I'aos de pinho vermelho para maslaros.
Chumbo de nmnigSo.
Folhas de cobre.
Metal amarello ezinoo para forro, com os
competentes pregos
Alvaiade de chumbo e de zinco, em p.
Tinta branca de oleo.
Papel lino de escrever.
Vinho especial do llhcno o do Porlo.
hua da Cadeia do Kecife, casa de C. J. Ast-
tey t Companhia.
e bonetes
de todas is q ti a da des.
Vendem-se oculos de todas as graduages
com delicadas armagoes de ago, pelo barato
prego du 800 rs. e l;500, ditos com armagoes
douradas e prateadas a 19200 e I90OO, dilos
com armxgSn de bfalo a 19200, ditos com
armagao de baleia a 480, dilos comarmagiJo
do melal branco a TOO is., lunetas de um s
vidro redondas e quadradas com aro de b-
falo a 50o rs., ditas de dous vidros tambem
com armagao de bfalo a 19500, ditas de um
so vidro redondas e quadradas com aro de
tartaruga a 19200 e 19500 : na rua do Quei-
mado, na bem conhecidada loja de miudezas
da boa fama 11. 33.
H elogios
cobertos e dcscoberlos, pequeos o grandes,
de ouro patente inglez, para homem e se-
nhora de um dos melhores fabricantes do
Liverpool, vindos pelo ullimo paquete in-
glez : coa casa de Soulhall Mellor C, rua
do Torres n. 38.
DE MUITO BONS GOSTVS E
BARATO
Vendem-se muito ricos jarros de poroelana
para flores, ricos pares de calungas para ci-
ma do mesa tambem de porcelana, tinteiros
de muito gosto, e paliteiros, ludo de porce-
lana e por prego que nflo deixar de servir
a quem gosta do que be bom na rua do
Queimado, na bem conhecida loja de miude-
zas da boa fama 11. 33.
Arados de ferro
Na tundilo de G. Starr & Companhia, em
Santo Amaro, acham-se Dar vender arados
de ferro de um modello e coustruccSo muito
superiores.
Facas, garfos e
colheres.
Vendem-se as melhores facas de cabo de
marfim que se pode encontrar a 159 a duzia,
ditas de cabo de halango muito nas a 69 a
* izia, ditas de cabo oitavado e roligo a 39,
-.tas cravadas a 39200, ditas de chifred
viado a 49400, ditas para sobremesa com ca-
'0 de balangq a 59, ditas com cabos roligos
oitavados a 39, colheres de metal do prin-
pe muito linas para sopa a 69 a duzia, di-
is para cha a 3C00O, e oulras mais dualida-
des de facas e colheres, trinchantes e amo-
lador de facas, que ludo se vende barato :
na rua do Queimado, na bem conhecida loja
de miudezas da boa fama n. 33.
Botoes para pa-
ts, colletes e pttnhos
de camisa.
Vendem-se abotoaduras muito finas de
madreperola para colletes, pelo baratissimo
prego de 500 rs., ditas muito ricas de todas
as cores a 320, 400 e 500 rs., ditas muito fi-
nas de madreperola para palitos de meninos
e homens a 500 e 40 rs., atacadores para
punbose collarinbos de camisa, de muito
rico gosto a 400 rs., 800 e 29000, ditos de
cornalina para casacas a 300 rs., e oulras
muilas qualidades de abotoaduras que se
vendem muilo barato; na rua do Queima-
do, na bem conhecida loja de miudezas da
boa fama n. 33.
PENTES 1)E TODAS AS QUAUDAES.
Vendem-se penles de tartaruga para cabello
o melhor que se pode encontrar, a 59, dilos
de baleia imitando o mais que he possivel
aos de tartaruga, a 1/, 1920o e 19500, ditos
mais ordinarios de baleia a 240 e 320 rs., di-
tos de tartaruga para alizar, fornidos e mui-
to bem feitos a 49, ditos de marlim, fazenda
muito superior a 19500, 2J e 3, ditos de
borracha de muito superior qualidade a 1,
ditos de bfalo verdadeiro, muito linos e
bem feitos, a 640, 800 e 19, dilos a imitag3o
do unicnrne a 19, iiitos de baleia muito bons
a 280, 320 e 400 rs., dilos de bfalo verda-
deiro, muito bonitos e bem feitos, proprios
parajsuissas e changas, a 320 rs., ditos de,
marlim muilissimo bons, fabricados em Lis-
boa, para piolhos, a 800, IgOOO e 19500. di-
tos pretos de bfalo tambem para piolhos, a
500 rs.: na rua do Queimado, na bem co-
nhecida loja de miudezas da boa fama n- 33.
Para os jovens
11 morados.
Vendcm-se ricas folhas de papel phanta-
zia para escrever, cada folha com a compe-
tente capa c una obreia de cola com qual-
quer da da semana, pelo barato prego de
60 rs., 100, 200 e 300 rs. : na rua do Quei-
mado, na bem conhecida loja de miudezas
da boa fama n. 33.
Tachas de ferro.
Na fundigSo da Aurora em Santo Amaro-
etambem no deposito na rua do Brum, logo
na entrada, e defroute do arsenal da mari-
nha, ha sempre um grande sortimento de
tachas, tanto de fabrica nacional como es-
trangeira, batidas, fundidas, grandes, pe-
quenas, rasas c fundas ; e em ambos os lu-
gares existem guindastes para carregar ca-
noas ou carros, livres de despeza. Os prego
soo s mais commodos.
a randas e grades,
Um lindo e variado sortimento de model-
los para varandas e gradaras, de gosto mo-
dernissimo- na fundig3o da Aurora em San-
to Amaro.e no deposito da mesma, na rua do
Brum.
Moendas superiores.
Na fundigSo de C. Starr & Companhia, em
Santo Amaro, acham-se para vender moen-
das de canna lodas de ferro, de um modello e
construegao muito superiores.
Luvas de lodas
as qualidades.
Vendem-se verdadeiras luvas de pellica
de Jouvn, pretas e brancas, para homem e
senhora a 25500 rs. o par, ditas de seda de
todas as cores e bordadas, com guarnigOes a
23500, ditas lisas tambem de seda e de to-
das as cores, para homem e senhora a 19,
15200 e 1*500, ditas pretas de lorgal, muito
boa fazenda a 19, dilas brancas de algodSo
para homem a 240, 320 e 400 rs., ditas de
cores muito finas de fio da Escocia para ho-
mem o senhora a 320, 400 e 500 rs., e ou-
lras mais qualidades de luvas, que se ven-
de barato: na rua do Queimado, na bem
conhecida loja de miudezas da boa fama
n.33.
Maeinaaismo pa-
e
mglcz
>m
Os melhores relogios de ouro, patente in-
glez, vendem-se por pregos razoaveis, no
escriptorio do agente Oliveira, rua da Ca-
deia do Recife 11. 62, primeiro andar.
Em casadeP,abeSchmettau &Companhias
rua da Cadeia 11. 37, veudem-sc elegante,
pianos uo afamado fabrcame Traumann de
llamburgo.
ias de todas
as qualidades.
Vendem-se meias de seda branca para se-
nhora, o melhor quo se pude encontrar a
3o500 rs. o par, ditas pretas tambem muilo
boa lazenda a 29500, ditas brancas do algo-
dao, muito linas a 320, 400, 500 a 600 rs.,
dilas pretas tambem muito finas a 400 rs.,
ditas de suda de cores muito bonitas e pro-
prias para baptisado de criangas a .29000,
ditas cruas muito fortes para meninos a 400
rs., ditas de cores de algndao para meninos
a 240 e 320, ditas brancas para meninas a-
240 e 320, ditas cruas e brancas para ho-
mem a 160, 200, 240, 320 e 400 rs., ditas de
cores de fio da Escocia tambem para homem
a400e5OOrs. : na rua do Queimado, na
bem conhecida loja de miudezas da boa fa-
ma n. 33.
Suspensorios de
borracha muito fiaos
Vendem-se suspensorios de seda e som se-
da, muito finos, pelo prego do 19OOO, 1a20>,
#600 e 2/ o par : na rua do Queimado, na
bem conhecida loja de miudezas da boa fa-
ma n. 33.
&*t?:*p&$uhtt#v$.
Continua a estar fgido o cscravo Jos,
crioulo, idade 18 a 20 annos,com pannos no
rosto dos dous lados, talhos as costas, tor-
nozelos bolados para fora, por causa de bo-
bas,: julga-se ter ido para Ingazeira por ter
mfli nesse lugar, foi comprado a Joaquim
Jos de Santa Anua, em dias do mez de de-
zembro prximo passado, e fugio em 11 de
Janeiro do crreme anno : quem o pegar
leve-o a rua da Guia, taberna n. 9
Fugio no dia 2 de maio, do aba)xo as-
signado, um preto por nonio Congalo, criou-
lo, idade 40 annos, com os signaes seguin-
tes : grosso do corpo, altura regular, j com
principio de cabello branco, rosto, redondo,
as pernas arquiadas quando est parado,
levou chapeo de baeta, branco ; foi com-
prado ao Sr. Manoel Fonseca de Sa Lei-
lo, do Mara familia : quem o pegar, le-
ve-o a rua do Amorim n. 36, que roceDera
a gratificagao.
Antonio Jos Fernandes da Carvalho.
ATencao.
Fugio do engenho Bento Velho da comar-
ca de Sanio AnUio, o preto Jacob, Angola, de
22 annos, muilo baixo, bugo de barba, bar-
liga muilo alia, bem preto, limpo de ps ;
suppe-se ter ido esconderse no Recife :
quem o apprehender, leve ao referido eo-
genho, que sera gretilicado.
-- rugi na noite do dia 30 de abril um
cscravo crioulo, de nome l.ourengo, de ida-
de 25 annos, o qual foi comprado a iogo
SoaresCaineiro de Albuquerque, morador
no engenho Cuepc, freguezia de 8. Lourengo
da Mala ; o escravo tem os signaes seguin-
tes : cor prcta, altura regular, ja foi surra-
do, tem a perna direita mais lina que a ou-
tra, e na mesma perna tem urna cicatriz -
levou camisa e caiga de algodao j velbo
chapeo de palha : a pessoa que I) pegar, di-
rija-se a rua Dircila n. 3, que receber 50/
de gratificagao.
Fugio de bordo do brigue brasileiro
Melampo, na noite do da 8 do correte, um
negro de nome Marcelino, nacfio Cabinda
altura regular, secco do corpo, rosto com-
prido, barba serrada e cria suisca, com falla
de denlos na frente, e consta andar vestido
com paleto, e calcado : quem o pegar leve-o
a bordo do diLo navio, junio ao caes do l'as-
scio Publico, ou a casa de seu consignatario
Manoel Alvos Guena, na rua do Trapiche u
14, que sera bem recompensado.
SUN.: TVP. DE M. F. DE FAK1A 1857:
-
MUTILADO
ILEGIVEL
? :.
-;


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