Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07750


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Full Text
ANISO XXXIII i. .02.

Por 3 mezet adiantadoi 4.^000,
Por 3 inezei vencidos 4<500.

TERfA FEIKA 5 DE HU) DE i8ij7
ji>in"
Por anuo adiantado 15'00.
Porte franco para o subscriptor.
NCMKRBSAUOS DA StlBSCBIPCA'O NO NORTE
l'arahiba o 8r. Joio Rodolpho Gomes; Niul, 8r. Joa-
uim 1. Poreira Juaior; Arau.lj, o 8r. A. da Lemoa Braga ;
ara, o S. J- Joi* Oliveira ; Marraban, o Sr. Joaquim Mar-
nes Rodrigues ; Piauby, o Sr. Domingo Bcrculano A. Pestoa
Ceartnaa; Fara', o Si. Justino J. Ramos ; Aroaiooai, o Ir. Jero
njmo da CosU.
PARTIDA DOS CORRKEIOS
Olinda : loda t da., as o e meia luir... Iguarasao, Goinu .- Parahiba : ua e-s.....la
s. Imn, Ileieero, ttooilv, Cariara, ajlialra
S. Loar(o l'.>-.r.liho, Naiarelh, Limar
icita, Hur-, Villa-Relia, lloa-Vi.la, Ori.urr
Cabo, Ifaijaca, SoriaUafa, ntn-ForaeaaN, loo. n
Pneoleirae o Natal : lumlas-reiras.
[ luana ea cormos partem la lo horas da m.vili.Vi.
lia.
oa0xtas-n-ir..s.
Garanhaii.: aa i
,, Rrcjo. lv-|"
f l.\ll .114 |ii.irl.l--fs>IT.I
rr.i-1 -
r*. la
AUDIENCIAS DOS THIBUNAKS DA CAPITAL.
Tribunal do commercio .* segunda quima*.
Relacao ; ten-n-feiras e laDbados.
Fazenda .- quarl.a e sabhados ai 10 horai.
Juizo do commercio : leguiidasai 10 hora* t quinlai aa maio-dia. 30 Ruarlo crecenl ai 10 horai e 52 minutos da manbaa.
Juizo da orphoi: aeguoda e quinlai ai 10 faorai. PARAMAR DtS HOJb.
'rimeira vara do civel 'legunda aieitai ao maio-dia. IPrimeiraal hora e 1n minutoi da tarde.
Segunda vara do cite!: quarui aabbadoiao maio-dia. Segunda a 1 hora c minutoi da manbaa.
EPHEMER1DES lio HEZ DE MAIo.
8 La ebeia as 11 horas e 'I minutos da farde.
lf (Ruarlo nnnpuanie as-S horas e 50 minuto da Urde.
2;, La nova a os 28 e minutos da tarde.
DAS DA SEMANA*
Secunda, s. Monira. .iuv.
"( Terfa. A convergi dos. Agoslnbo.
6 QuarU. s. Joao ame portan latinan).
7 '.i:ii!,i.i. s. Kst-nisldo b. m.
X SoxU- A|ip.iri;..o de i.Miguel no monte (arcano
> Sbado, a. (reyojio INa/inn/cno b.dout- da yr.
10 Domingo 4. depui da paseboa Ss. 1'lnladctpho c Arfeo .Mu.
EXCAKREGADOS DA SUBSCRIPCAO NO SIL
Ala?oai, o Sr. Claudino Falcao Diai ; Baha, o Sr. D. Du
Bio da Janeiro, o Sr. Joao l'ercira Martini.
EN PERNAMBUCO
O proprietario do DIARIO Manuel Fiaueirua da Faria, na lu
livraria, praca da Independencia na. 6 a 8.
PARTE OTFICIAL
MINISTERIO da JUSTICA.
Decreto n. 1903 de '.2H de marro de 183".
Marra o ordenado do promotor publico da comarca
de Lloralii, creada na proviucia de Pernsra-
bnco.
Hei por bem marrar o ordenado de 1:0005 ao pro-
motor publico da comarca de Tacaral, creada na
provincia de Pernambuco.
Jos I nuil.,A Nabuco de Araujo, do meu conso-
llio, ministro lecretario 'de estudo dos negocios da
jiKiirt, assim tenba entendido e faja execular.
Palacio do ltio de Jaoeiro ni -28 de marco de
1837. 36' da independen cia e do imperio. Com a
rubrica de S. M. o Imperador.Jos Thomaz Na-
buco de Araujo.
Decreto n. 1907 He 28 de marro de 1857.
Declara d. primeira euUancia a cumarca de Taca-
ralo, creada na provincia de Pernambuco.
Hei por bem declarar de primeira enlranria a co-
marca de Tacaral, creada na provincia de Pernam-
buco pela lei da assemblca legislativa de 11! de maio
de 1834.
los Thomaz Nabuco de Araujo, do mcu ronse-
llio, ministro e secretario de estado dos negocios da
jii.lic.i, aisim o tenba entendido e fac.a eiecutar.
Palacio do Ra de Janeiro em 28 de marco de
1837, 36" da independencia e Ho imperio. Com a
rubrica de S. M. o Imperador, Jos Thomaz Nabo-
co de Aiaujo.
Ser.cao de titira do contelho de otado.
Senhor.A scelo de Justina do conselho de eta-
do, lendo examinado o procesio ex-odicio intentado
contra o ex-correlor Autnuio Joaquim da Silva Cas-
tro, condemnado na qu-.irl.i parle do valor da linan-
<: i. e as coalas pelo tribunal do commercio da cor-
le, ruten leu que em falta de rcKulamen)0 especial
para a forma desle processo, devia seguir o mais
anlogo, que Ihe pareccu ser o do decreto de IV de
novembro de 1830, por isso que Irata igualmente
de lecursu da nalureza criminal interpoalo para o
consellio de estado ; e Mitin depois de mandar dar
a vista de accordo com o art. 3. do decreto citado,
ern agora dar seu parecer. Ella emende, que no
deve lomar conliecimenlo do recurso, por ser in-
terposlo fura de lempo, porquanto, sendo o accordo
do tribunal proferido e publicado em 14 de juuho e
intimado em de jullio, u no dia 12 foi despachado
o rv,|ii-rimenlo para se lomar termo, s no da l
foi esse despacho apreseotado s no dia 19 lavrado
o termo ; lendo portanto expirado em qualquer des-
eas pocas o prazo marcado para iiuerposirao do
recursos de mullas do tribunal do commercio, pelo
decreto de 29 de novembro de 1831 e de 13 do mes-
roo mea e auno nos arts. 7. e 8.. corno pondera o
desembargado!- fiscal ; e rornquanto esses derralos
tratem de multas par liypotheses dirTerenles, comtu-
do, em falla de resulamunto eapuciai para eala, en-
lenda seccio, que deve miliUr a menina di-poai-
Ao, tanto mais quanlo igual be o prazo para 01
recursos nu processo geral ,lei de II de dezemhro do
18V1, art. 72), e seria nadinissivel erer, que este re-
curso nao livesse un termo fatal, lermiuado o qual
passasse a seutenca em julgado.
He portanto seu parecer, que n3o se lome conlie-
cimeiito do recurso inlerposto ; V. M. Imperial, po-
lem, resolver o que fr mais Juslo.
Sala das conferencias da seccao dejuttija do con-
si'llio de estado em 13 de Janeiro de 1837.Euzebio
de Queiroz Coulinho Matoso Cmara.Viscoude de
Uruguay.Viscoude liaranguape.Como parece.
I' n; i i de anril de 1837. Com a rubrica de S. M. o
Imperador.Jos Thomaz Nabuco de Araujo.
Conforme, Josiao do Nascimento Silva.
Circular.Ministerio dos negocios da juslica.
Hiu de Janeiro, em 8 de abril de 1837.
Illm. e Kim. Sr. Sendo ouvido o conselliciro
procurador da eoroa sobre o seguiole ponto de di-
reito : se a sobrogar^o dos bens de raz das ordeu
regulares na > comptitia aos juizes ite primeira ins
tancia, na forma prescripla pelo artig 1' da lei de
22 de setembro de 1S28, foi o dito magistrado d
parecer que a dipn.ii;,iu da citada lei, quando au-
torisa os jartM de primeira instancia para concede-
rem subrogarlo de bens inalienaveis, allmle direcla
e immediatarnenle ao artigo 109 do regiment novo
do desembarso do par;o,o qual tinlia intima correla-
'..i'i cum a legislarlo anliga subre taes bens, conhe-
cidos pelo nome de vnculos, em rontraposicjlo aos
allodiaes, como claramente te conbecia a face da
Ord. liv. 4- til. 100, liv til. (2 119 e Mgaiolw,
e de outros artigos de lei da idade passada. Que Pi-
cando revocada (oda essa legislac.,1o pela lei de 6 de
outubro de 1833, em virtude da qual foram aboli-
dos os vnculos e\,sientes, e prohibido o eslabeleci-
mento de outros ni futurum, todas as ordens religio-
sas regulares e seculares, de qualquer classe e de-
nominarlo que sejam, gozavam boje, segundo as
nossas novissimas disposicoes, da mais ampia facul-
dade para alienaren! os bens de seu patrimonio,guar-
dadas as diligencias prescriplas nos respectivos re-
pularoentos e nsliuncis. precedendo immedala
permissao do governu, e coovcrlendo-se cm apoli-
cesda divida publica, o preco dessas alienares, o
que em substancia vnha a constiluir'uma verdadei-
ra purmul n;in ou|subrofiacao; que portanto a lei de
22 de setembro de 1828 latvia calucado, ou nenhum
uso ou presumo poda ella 1er coro prbveito da ad-
iiiiiiistrarilo publica.
Consultada a lal respeilo a serrjo de Justina do
contelho de estado, conformon se a mcsina seccao
com o parecer do conselheiro procurador da coroa,
quanlo a gozarera boje as ordens religiosas de qual-
quer elasae e denominarlo que sajam da mais am-
pia faeuldade para alienaren) os bens do seu palri-
monin, guardadas as diligencias prescriplas nos res-
pectivos resulamentos, e precedendo immcdi.ia per-
missao do governo, mas que nao deduzia essa dou-
Irina da circunstancia de haver caducado o artigo
citado da lei de 22 de dezembro do 1828, que so
refere a bens de capella e morgados, porem lira da
lei de 9 de Jozeii.hro de 1830, c do decrclo de 28
de novembro de 1819, a respeilo das ordens rotula-
res, emendo que sempre perteuceu ao governo, c
naoaJijuizes de primeira instancia cooceder-lhe
licioc pira alienar por qualquer modo e trocar os
leus bens.
S. M. o Imperador, a quera a final foi prsenle o
negocio, houve por bem, pela sua imperial resolu-
to de 27 do mez antecedente, lomada sobre a res-
pectiva consulta, declarar que a licenca para a su-
brogarlo dos bens das ordens regulares compele ao
governo, pela lei de 9 de dezembro de 1830, que
coroprehende todas as alienares e coiilralo. ollero-
sos, o que o comunico a V. Exe. pra sua lolelli,
cenca e para o facer constar as autoridades compe-
leules da provincia.
Dos guarde a V. Exc. Jos Tiiomaz Nabuco de
Araujo.Sr. preaidenlc da provincia do Kio de Ja-
neiro.
Senhor. Mamlou V. M. I. expedir a seccao de
jostica do conselho de estado, em dala do 21 de ou-
tubro prximo paseado o aviso do iheor seguiole:
a Ministerio dos negocias da juMic.a. ltio de Ja-
neiro, em 23 do oulubro de 183C. Illm. c Ewn.
Sr.llaveudo as religiosas do convenio da Sania
I bereza requerido, por seu syndico, licenca pura a
permutado de eerloi predios urbanos de sua pro-
priedade, foi ouvidu o conselheiro procurador da co-
roa sobre o eeguinte ponto de direito, se a subroga-
cao de lacs bens nao competa aos juizei de primei-
ra instancia, na forma proscripta pelo artigo I da lei
de 22 de setembro de 1828 '.
a O sobredilo magistrado den o sen pareeer de-
clarando que a disposicao da citada lei quandu au-
lorisa o juizei de primeira inslaucia para concede-
rem a subrogarao de beus inalienaveis, allude direc-
la e inmediatamente ao artigo ID,; do reguloiucnto
novo do desembargo do paru, o qual I i n lia intima
correlato com a legislado antiga sobr. ns bens
inalienaveis, conhecidos polo nome de vnculos, em
contraposc.ao aos alodiae*, como claramente se co-
nhece a face da Ord. liv lit. 100, liv. til. 02
S 39 e seguintes, e de outros arligos de lei da idade
passada.
o Que hondo revogada toda essa legislarlo pela
|ei de (i de oulubro de 1833, pela qual foram aboli-
das os vnculos existentes, e prohibido o eslabeleci-
ment de outros in futurum todas as ordens religio-
sas, regulares e saculares, de qualquer ciaste e de-
nominarlo que sejam, gozavam boje, segundo as
nossas novissimas disposires, da mais ampia facul
dudo para alienaren os bens do seu patrimonio,
guardadas as diligencias prescriplas nos resperlivos
regulamenlos e instrucc<7es, precedendo immediala
permissao do governo, e convelindose em apolices
da divida publiea o preco dessas olieuacf.es, o que
em substancia vinha a constituir unja verdadeua
permutaran uu subrogarao ; que portanto.a lei de 22
de setembro de 1828 caducou mi nenhum uso ou
presumo pode ella ler com proveto da administra-
cao publica.
u-iii; i do conselho de estado o incluso requerimento
das sobreditas religiosas do convenio de Sania Tbe-
za da corle, e o oflicio em que o conselbicro procu-
rador da coma assim se exprime e ha por bem que
a iiwsraa secro sobre elles consulte com o seu pare-
cer, tendo V. Exc. o relator.
Deosgnard.a V.Exc Jos Thomaz Nabuco
de Araujo.Sr. viscoude de Abael.
O ollici. do desembargador procurador da coroa,
ao qoal se refere esse aviso he o segoinle :
Illm. e Excm. Sr.Por aviso de V. Exc. dalado
de 2 do crranlo mez foi Sua Mageslade Imperial
ervdo determinar que.havendo ai religiosas do con.
veuto de Sania Thereza desla corle requerido por
seu y nd ico licenca para a permutando de cerlos pre-
dios urbanos de sua propriedade, houvesse eu de
consolar Com o meu parecer se a subrogarao de taes
bens nao compele aos juizes de priineira'iniUncia,
na forma prescripla pelo art. 1- da lei de 22 de se-
tembro de 1828, o que vou cumprir com r.speito e
lidelidado.
Segundo a miuba Inlelliheuca, a disposicao do
arlgo 2- S f da lei citada, aulorisando os juizes do
primeira instancia para concederem a subrogarlo
dbeos que s,lu ioalicnaveii, allude directa e im-
mediatamente ao art. 109 do regiment novo do de-
sembargo do pajo, tribunal uoprimia.^, innm,
lei, e esse regiment linha iiiuma eorrelacao com
a legislado amiga aohre os bens inalienaveis, conhe-
cidos especialmente pelo epilhelovincula.lusa ti-
tulo de morgadusou capellas em conlraposi^ao ao
que se denominan! allodiaes em sentida menos lato
como se conhoce a face das ord. liv. I* til. 100 liv.
I lit. (2 S 39 e seguiules, c de oulros arligos de lei
da idade passada.
E como por urna parte, com a subsequenle le
de de oulubro de 18)3, quo aboli lodos os vncu-
los eulao existentes, e prohibi in futurum o esla-
belecimenlode quaesquer outros de qualquer nalu-
reza, .. ficou de fado e de direito revogada essa an-
liga legislarlo, que em contrario linha por objec-
lo e liin inanter e sustentar semelhanles ir.slituic.ues;
e puroulra parte todas as ordens leligiosas, regula-
res e seculares, de qualquer classe e denominlo
que sejam, gozam boje, segundo as npssas novissimas
disposires, da mais ampia faeuldade, pan aliena-
ren os bens do siu patrimonio, guardadas as dili-
gencias preseriplas nos respectivos regulamenlos e
iiistrucres, precedendo iminedinta a permissao do
governo, e couverlendo-se em apolices da divida
publica o pirro dessas alienaces, oque em substan-
cia vem a constituir urna verdadeira permotaeJJo ou
subrogado ; concluo ( crcio qua com fundamento
jurdico ) que esse S I.-, artigo 2.- da lei citada lean
caducado, ou pelo menos nenhum oso ou presumo
pode ter, com proveilo da adminitrajao publica.
Eis o que pos.o expor na queslao, sojeitando o
meo submisso parecer a mais sabia dcliborac.lo do
governo imperial.
Dos guarde a V. Exc. Kio de Janeiro. 11 de
oulubro de 1856.-Illaa. e Exm. Sr. Jos Thomaz
Nabuco de Araujo, ministro secrolario de estado
dos negocios da juslija.Fraucisco Comes de Cam-
pos, procuradur da coroa, fazenda e soberauia na-
cional, i
O anigo 109 do regiment novo do desembargo
do paSo dava-lhe.aculdade para conceder proviso
de Iroca de propriedades de capellas e morgados com
nutras propriedades, precedendo primeiro ioforma-
r.ao de juslica, e enlistando por ella ser a lal troca
cm evidente proveilo das ditas capellas e morgados.
A lei de 22 de selembro de 1828 exliiiguindo o
tribunal do desembargo do paco, devolveu essa al-
UibaieRo aos juizes de primeira instancia, declaran-
do que perlcucia a esles conceder a subrogarao de
bens qua lie inalienaveis, precedendo as necesiarias
informates, audiencia dos iuteressados, havendo-
os, e conforme o disposlo no regimeulo do desem-
bargo do pajo.
He por tanto claro que a lei novissima Iransferio
smente para as justas de primeira instancia a
mesmissima atlribuicao que tiuha o desembargo do
paco ; e assim que, a palavrainalienaveis de que
se serve a dita lei novissima, nao be mais ampia e
acha-se explicada pelas unirscapellas e morgados
queemprega o ailigo 109 do ja citado regiment.
devera em tal caso considerar-se vigente a atlribui-
(.*io conferida aos jui/.cs de primeira inslaucia, a qual
caducar completamente quando nao existir mais
atgum dos sobredilos ltimos administradores, e li-
taren] os bens assumido completamente a nalureza
de allodiaes.
O desembargador procurador da coroa parece con-
cluir da duulrina expnsla que as ordens religiosas,
de qualquer classe e denominarlo que sejam, gozam
boje da mais ampia faeuldade para alienarem oa bens
do seo patrimonio, guardadas as ^diligencias pres-
criplas nos resperlivos regnlamenlos, e precedeudo
immediala permissao do governo.
A seccao, conformando-ae com esta dnulrina, nao
a deduz porem da circumslancia de haver caducado
o arligo eilado da lei de 22 de dezembro do 1828,
vislo que, mesmo segundo a opioilo do desembarga-
dor procurador da coroa, esse artigse refere s-
mente a bens de capellas e morgados.
A seccao a deduz a lei do 9 de dezembro do 1830
e do decreto de 28 de novemhro de 18S9, a respeilo
das ordens regulares. Pensa que sempre pertenceu
ao governo, e nao aos juizes da primeira instancia,
conceder-Ules licenca para alienar por qualquer mo-
do e trucar os seos bens, e que a prelencao das reli-
giosas do convenio de Sa'ita Thereza esl as cir-
cumstancias de ser atlendida.
Vou Mageslade Imperial porem resolver' o mais
acertado. Sala das conferencias, cm 31 de dezembro
de 1856.Viseonde de Uruguay.Eusebin de Ouei-
roz Coulinho Malloso Cmara.Viscoi.de de Maran-
guape.A licenca para a subrogarao dos bens das
ordens regulares compile :ao governo pela lei de 9
de dezembro de 1830, que coroprehende todas as
alienares e contratos onerosos : em consequencia
cuneada a lirenea pedida. Paro. 27 de mareo de
18-37.Com a rubrica de S. M. o Imperador.Jos
Thomaz Nabuco de Araujo.
MINISTERIO DA (HURA.
/expediente do da li de abril de 1837.
Ao presidattte da provincia de S. Pedro, determi-
nando que, para evilar as duTidil que so possam
offerecer acerca da gratificaran de exercicio que com-
pele a cada um doi ehefes das repartirles do ajoilau-
le-general e do quarlel-mcMre-goneral, e para qui
nao lenli ,ni gralilicaces iguae* autoridades de ca-
tegoras dulcientes, ininde abonar, alem das mais
Vantagens a quo liverem direito, ao commandanle
das armas da me-nia provincia a quantia de 220?
mensaei como gratificara,, de nxoreicio, ao ajndanle
general, que passou a denoiniiar-se depulado do
ajudanle-gener.il do excrcilo, a mesma gratificoslo
marcada para o da r.irle, e ao quarlel-mestre-gene-
ral se continu a que lem percebidn, at que sua re-
pailicao teja definitivamente organisada.
(.rular. Rio de Janeiro, ministerio dos negocios
da guerra, em I de abril de 1837.
Manda S. M. o Imperador, por esta secretaria de
estado, dsclarar ao inspector da lliesouraria da f,_
zonda da provincia de.....que deve cessar o"5B
ilos venc,lientos que percebe o njudanlo de ord
da presidencia da dita provincia, logo que ahi .i
aprsente o resperlivo alstenle do ajudante-gene-
ral do exercilo.Mrquez de Caxias.
Ao mesmo, enviando, para fazer execotat as
HOlensas proferidas pelo conselho supremo mular
de justira, os processos verbaes dos reos abaixo de-
clarado :
1.* halalho de infanlaria.
Tambor I.aueulino Domingus l'erreira.
6.- balalhao de infatuara.
Soldado Ricardo dos Santos.
12.a batalhao de infanlaria.
Soldado .Manuel Fidelix Barbosa.
13.' balalhao de infanlaria.
Soldados Joao Francisco Lima e Francisco Elias de
Souza.
Corno de guarnirn fita do Paran'.
Soldado lsuicio Jos de Couvea.
A palavrainalienaveisexprime o mesmo que as
ojlrascapellas e morgados.
E, com effeilo, cabe a ambas a dcnominarSo de
inalienaveis, por quanlo os nossos jurisconsultos ile-
finem o morgado i jus succendi in bonis ea lege.re-
licln, ut in familia integra perpetuo conservalur el
capella jus succendi in bonis, piis onenbus ubiiuxiis,
e alienar! perpetuo prohibios, etc.
Ora, a lei de G de oulubro de 1833 prohibi o es-
labclecimenlo de morgados, capellas, e quaesquer
oulrus vinculo?, ficando exliuclos o existentes pelo
recorte dos acluaes administradores legtimos.
No arlgo 2. declara essa lei que us bens que assim
deixarcm de sor vinculadus passtrflo, segundo as lois
que regalara a successo legitima. as lirrdeiros dos
ltimos adinini-tr.iiures, nao podendo esle ditpor
delles em lestameulo, ncm por algum oulro Ululo.
Do expostose conclaeevidenlemeule :
1." ,'ue, como pondera o desembargador procura-
dor da coroa, caducou a allnbuieou concedida aos
jUies de pumeira instancia pela lei de 22 de se-
lembro, por haver sido destruida por lei posterior a
conilioo que lornava n.ilienaves os bens de capellas
c morgados.
2." (Jue leudo a lei, para salvar os direitr-s adqui-
ridos dos l.erdeiros dos ltimos adrainislra lores, e
para evilar o elleilo retroactivo, determinando que
os bens passassem a estes, nao podendo os ditos l-
timos administradores dispar delles em testamento,
nem por algum oulro Ululo ; dando-se o caso de que
aiiiurr. desles ltimos administradores de que falla a
lei, prsleuda trocar ou subrogar alguna desses Leus,
8QVEHX0 DA PROVINCIA.
LEI N. ili.
Joaquim Pires Machado Porlella, vice-presidonle
da provincia de Peruainb.ico. Faro saber todos
os leus habitantes que a asseiubla legislativa
provincial decrelou. e eu saneciouei a le setuiule.
Arl. I. O presidente da provincia lca aulorisado
a crear .lilas cadeiras para o ensillo das seguiules
malcras : escriturario commercial por partidas
dobrada ; appbe.i(,1n de calculo as oporacf.es de
commercio ; geographia cumincrcial e hisioiia du
coinmeiriu.
Arl. 2. Cada um dos professores dessas cadeiras
lera' de ordenado iinualmenle um cunto de res, e
qiiinhenlos mil ria de gralilrarao.
Art. 3. Ninguoin pudera' malrirular-se as di-
tas aulas sem ser approvado por examinadores Ho-
rneados pela presidencia, em calligraphia, lingua e
litleralura nacional, em aiithinelica, algebra, e em
traduzir francez.
Arl. i. Os que, alem dos exornes das materias
conlidas no art. primeiro. presciilareui alleslados
de fiequeucia das aulas de direilo rommercial e e-
couuraia pulilica, e fortn approvados por examina-
dores Hornead.- pela presidencia neslas materias
e em fallar e Iradnxir francez e inglez, lerao um
diploma de habilitados em estados cominorriaes, e
lerau preferidos para us lugares das reparlirf.es de
fazenda provincial.
Ar. 3. O presidente da provincia dar' o regula-
menlii nccessrno para ixerura.i .1.. prsenle lei.
Arl. 6. I'icain revogadas as dispusic/jes em con-
trario.
Mando, por lano, a toda* as autoridades a quem
o onloMiinenlo e eveein; i i da referida lei parten-
cer, que a cumpiain e fajara cumprir lio intei-
rainente como nella se conten. O secretario da pro-
vincia a faca imprimir, publicar e correr.
Cidode do Recite de Peruanibuco, aos 30 dial do
mez .ic abril de 1837, trigsimo sexto da indepen-
dencia e do imperio.
I.. S.
Joaquim Pires Machado Porlella.
Carla de le pela qual V. Evc. manda e-.er.ular o
dcrrelo da assemblca legislaliva provincial, que
saneciunou, aulurisando o presidente di provincia a
crear dua radeiras para o ensillo das seguiules ma-
terias : srriplurarao coininercial por partidas .le-
bradas ; appliraeao de ralculo aa operacoes de com-
mercio ; geographia rninnieroial e historia do com-
mercio ; e dando oulras providenrids a respeilo, lu-
do na forma arima declarada.
l'ara V. Exc. ver.
Uasillano UaMlhSea de Ciwlro, a fez.
Sellada e publicada nula serrelaria do governo
la provincia de Peruatnbuco aos .II de abril del837.
Jos liento da Cuulia I-mueiredo Jnior, ollicial-
inaior servindo de secretario.
Registrada a fl. 59 do livrn }. de leis provin-
ciaes. Serrelaria do governo de Pernambuco 30 de
abril de 1S37. Francisco de l.omus Duarle.
citados avises.Commuuicou-se ao inspector da ]
inarinha.
DitoAo pro-presidente da rimara do llonito.'
Recebi o ollicio que Vine, dingio-me era I. do cor-
rente, remellen lo copias das actas das elelces que
ah liveram lugar, nao sii para juizes de paz, verea-
dures desse municipio e eleitures, mas lambem para
um depulado e uir. suppleutc a' assimblea geral le-
gisiati va-
Palo citado oflicio fico uleirado de aehar-se em-
possada a cmara muuicipal desla villa, leudo Vmc.
depois de juramentado pela cmara do quadriennio
lindo, deferido juramenlo aos juizes de paz e ve-
readores ltimamente eleitus, que se acbaian pr-
senles.
Convem que Vmc. me envi mais una copia das
acias da fnrmarao da mtsa c apnrao dos votos do
colleaio leiloral d'esse distrirto, conforme exig cm
meu olliriu de 21 de marceo ullimn.
DitoAo lenle coronel Jos Venceslao Allonso
Reuueira l'ercira de Bastos, dizendo que fica scienlc
da haver S. S. assumido o cumulando auperior da
guarda nacional, em consequeucia de islar impedi-
do o reipectivo proprietario.
DloA cmara do Rerife, enviando-lbe copia da
lei provincial numero V08 que aulorisa-a a alienar
a cuinpanhi.i da estrada de ferro os ierren.- a edifi-
cios do lugar das Cuco Ponas.
DloAo capito do porlo, para mandar enllocar
no caes do Colleuio um escaler para comluzr as ir-
maas de caridade para bordo do vapor Teutonia. o
DiloAo barbarel Ayresde Alhurqiierque Cama,
dizendo ficar scicnte de ler Sinc. reassumidu o cargo
de promotor publico do Rio Pormoao.Coinmuni-
cou-se a relacao e a tbesouraria de fazenda.
PortaraCoucedendo, a' visla da inlormaoao do
Bommando das armas, 3 mozes de licenca para tratar
da saude ao alferes Francisco Antonio da Veiga Ca-
bral de Moraes da Mesquila Pimeulel.Fizeram-
te as rcnveuifules parlicip.ief.es.
DitaCoucedendo a' vista da inlnrraaoao do com-
maodo das armas ao segundo cadete segundo sar-
gento Vicente l'erreira de Curea, 10 das de brenca
com vencimentos |iara tratar da sua saud.Fize-
rara-se as communcaeoes do rostume.
DilaA agencia dos |vapores brasileiro*, para
mandar Iransportarpara a curte aos menores Manuel
Ramos da Cimba, Eusebio da Cosa Camaralis, e
Pancracio Valdevino de Nereo, licando sem eOilo a
portara de 11 do crranle acerca dos dous menores
nomeadoi em primeiro lugar.Commuuicou-se ao
arsenal de roarinlia.
27
OflicioAo Exm. eommandante das armas, re-
coinuieiid.iii lo-lhe a expediro de ordens no sentido
de ser poslo em liberdade, quanlo antes o capilo do
terceiro balalhao de infanlaria da suarda nacional
de-te municipio Jo.io dos Sanios Porlo Jnior.
Communicou-se ao comraaudaule supciior do Re-
cife.
I litoAi Dr. rhefe de polica, scieiiUficaudo-o de
so haver ordenado o pagamento das despezas com o
fornecimento de lut para o quarlel do destacamento
de Caruar, durante os me/es de Janeiro a maren
,le-te anuo, e com o aluguel da casa em que residi
o resperlivo roumi nidaine desde o primeiro do ou-
tubro al 28 de inar^o nllimo.
DitoAo mes-no. inleiraudo de qoe o bacharel
Manoei llenriques Cardira, participara ler entrado
no exercicio de juiz municipal do Bonito, no da pri-
meiro docorreule.Communicou-setainbem ao pro-
sldente da relarao.
DloAo mesmo, commiiuicando-llie ler recom-
raendado a o roniniiindaute superior desle municipio
que man,le sub.liluir |iur oulro o primeira batalb.lo
de vlilharia da guarda nacional, e os eonUnujenle
. que rom elle se achara aquarlelalos desdo 2 de mar-
Sanllimo.Expedio-se a nrderh de que i Irata, e
"o-so ciencia ao excellenlissnno general coininaii-
dante das armas.
DitoAo promotor publico do Ro I'ormnso. en-
viaodo-lhe em satisfarao de sua requesir.io, .. mode-
lo do mappa que por aquello proinoloa divo ser
inensulm-nle enviado ao juiz .le.dneito respectivo.
i,,t,aVo director das obras miliiaros, para man-
dar desmanchar a larimba de um lado do quarlol ^
companhia lixa de cavallaria, bem preparar rom as-
phalto o lugar por ella oceupadu, afim de se enhoca-
ren! 34 barras da madeira destinadas para as pracaa
da referida companhia.
DitoA riimmis.no de hyeiene publica.Nao se
lendo dado ltimamente nu porto desla dada ..c-
currenciai que p.ireram acunselhar a continuaran do
hospital provisorio do Pina, destinado a reoeber do-
enles de febre arnarella, e convindu fazer cessar as
respectivas despezas, rec.ommeudo a Vine, que, dan-
do-o logo porexlincln, faja inventariar lodos os ab-
ijados quo evi-lnem, indicando o destino que devam
ter.
Para este fim Vine, se enlendera' com o provedor
da saude do porto, aquem nesla dala ollicio nu mes-
mo sentido.Fez-se o oflicio de que se trata.
KiloAos Srs. Starr & companhia, para;qoc ce-
dam ao arsenal de marinha, mediaule indemuisarao,
7 barras de ferro inglez com 3 pollegadas de largu-
ra e i oilavas de groasura, vislo nao haver no mer-
cado ferro de semelhanle quali.lade.Communicou-
se a tbesouraria de fazenda, c ao sopradilo SUTSe-
Expedlenie do dU 23 de abril.
(inicioAosExmi presidonles da Babia e Rio
de Janeiro, rominuuicanlo quo e-i i provineia goza
de plena paz.
DitoAo general rominandanle daa arma?, para
que mande por alariamente a disposicao do piiz pre-
sidenta do tribunal do j jrv, a roroeor de 27 do ror-
rete em diante, urna gnerda de 10 soldados e um
inferior.Communicou-seao referido juiz.
DitoAo mesmo, daudo-llie scieucia, rom a leilu-
ra da copia do avi-o da gaerra le 3 do cerrenle, de
que na., fora Hendido o requerimento em que Cae-
tauo Jos da Silva pede que seu lilbo do igual no-
me. primeiro radole do dcimo baulhao, fosse
Iransmillido para a corle, alim de Mludar na escola
militar.
DiloA' Ihesouraria de fazenda, Iransmiltindo
rppia do aviso da mantilla de 27 de ni irro ullimo,
declarando desnecessaria aulorisaca, sob rrsponsa-
hibdade desle governo, para o pagamento da hoia
comprada para balisamenlo de ama das barras do
nono desla cidade, por ino que, alem da quantia de
68:1369924 r. consignada para a verbamalerial
existe a aulorisa^lo concedida por oulro aviso de 10
de feterero ultimo, podendo porlanlo sabir asjuella
despeza das quaulias meuciouadas no primeiro dus
nal.
Portara.De um mez de licenca concedida ao
coronel Rento Jo-c l.amenba I.ins, por despucho de
3 do correnle.I'izeram-se as necessarias communi-
caettaa.
Expediente do secretario da provincia.
OllicioAo Exm. general coininan.laiiic das ar-
mas, inlciraudo-o de ler sido submeltido au conlie-
cimenlo do Exm. ministro da uuerra. a materia do
ollicio de 21 do crranle em que S. Exc. declara nao
oslar habilitada para considerar como colonos aos
sollados Jos Damiao e .Manoei do Sacramento.
Commuuicou-se lambem ao director da colonia de
Piraeiileiras.
OflicioAo Exm. general rnmmandanle das ar-
mas, ialeirando-o de que o Dr. Jos Angosto de
-souza l'ilau^ i,re, oiheoe boje da coiumissfio de que
eslava encarregado nu Rio brande do Nurle.Cora-
monicou-sc tambero a tbesouraria de fazeuda.
DiloAo chefe da estacan naval, para mandar de-
sembarcar, com guia, o recrula de marinha Joie
liualbrrlo da Silva, o qual apreseulou iscnoo
legal.
DiloAo chefo de polica, para mandar rocoher
a bordo do vapor i.Iguarassn'u, os criminosos Jos
Bezerra das Noves, e Manuel Rezerra das Neves,
que vieram do Ceara no......rao vapor, esrollaJoi
por dous soldados de polica, providenciando ao
mesmo lempo S. S. sobre o regresso para all dos
mencionados soldados. Ofliriou-se e respeilo au
gerente da rnmpahhiaPernainbiicana
lulo A' tbesouraria de blenda, Iransmiltindu-
Ihe os dous inclusos avisos de ledras sob ns, 21. o
32, na imporlaucia de rs. 1:303*:3lt), sacadas pela
Ihesouraria de fazenda do Rio Grande do Norte so-
bre aquella, c a favor de Joaquim Ignacio l'ereira
Jnior e Carlos Joaquim Piuheiro de Vasconcallos.
Commumcou-se au Exm. presidente daquella pro-
alacia.
DiloA' mesma. declando que o pagamento dos
vencimentos do ebefe de estado-maior do cnmmauuo
superior de Olinda e Iguarasu', correspondemos ao
mez de marro ultimo, deve ser felo de contormi.la-
d com o quo Ihe foi ordenado cm o ollicio desla
presidencia de 23 do citado mez, observando-se osla
pralica nos mezes que foram decorreodo, ale decis.lo
do governo imperial.
Dilo Ao juiz presidente do jury, enviandn-lh
em oricinal o ollicio do commandanleda eslaeao na-
val, afim de que Sinc. tome em considerarlo o que
elle expe acerca da falla que faz ao servir de bor-
do o primeiro lenle Jos Rodrigues de Souza, que
se acba servindo naquelle tribunal na presente tes-
sao.Cuinmunicou-se a estacan naval.
DiloAo director do arseosal de guerra, aulori-
sando-o a mandar alistar na rompanbia de aprend-
zes menores daquella arsenal, depois de lavrado o
termo de que Irata o ragnlamenlo de 3 de Janeiro de
18V2, o menor l.uiz de Franca, filho do Eufrusiua
Ravmunda l'ereira.Oflirinusc ao jui/. de orphaos
dc-le termo, para mandar lavrar o termo.
DitoAo agrimensor dos terrenos do marinha,
para que, eiileudondu-se enm a cmara municipal
dest. cidade, proceda :.s neeHsariai diligencias, para
a ino lie i dos Ierren,- das Cinco Ponas, de que
Irata o final do requerimento pinto por copia, os
quaes foram pedidos pela companhia da estrada de
ferro ; para maiar esclarociinento do que. se Ihe en-
va copia da lei provincial n. II8 de 2 du crren-
le, e bem assim, a planta i que se refere o mencio-
nado requerimento.(>lliciuu-se uesle sentido a re-
ferida cmara.
DiloAo juiz de direito de Coianna.Sondo fre-
quenlemenle dirigidas a este goveruo requisirfies de
diversas autoridades para nova romessa decolleccfies
de leis, nao obstante seren enviadas regularmente,
na conformidado do decreto de I. da Janeiro de
1838, tenho a recominendar a Vine, que por sua
parlo, vigiando, paraque o cscrivilo, a quem com-
petir, observe o disposto nos arts. 2i e 27 do mismo
decreto, providencie de modo que o magislradn, que
iiouver de succeder a oulro, encontr no archivo
desse jozo toda a leeislacao que a esle deva perlen-
cer. iguaes aos juizes de direilo de Sanio Aulo,
l.imociro, Cabo, PaTod'Allin, R.o-Formoso. llrcjo,
NaXarnUl, Bonito, Flores, Caranhuiis, Boa-Villa,
Rerife e 'lacaralu'.
DiloAo juiz de direilo de Sanio Anlan, dando-
lhe coiiheciinonto deque a assembla provincial ap-
provara o pareeer da respectiva eommissao de esla-
lisl.ca de 18 .leste mez, constante da copia junta, no
qual se declara que o engenho Noruega do finado
capilo-mr Mauoel Thom de Je'us, pertence ao
termo da Escada. (a.inmuuicou-se lambem ao
respectivo juiz muuicipal e cmara, e aos juizes de
direito. mu, ip.l e a cmara do Ceba.
Expediente do secretario da provincia.
Ollicio Ao I." secretario da assemblua provin-
rial, enviando os aulographos das Irisad ns. 408 a
i 13. as quaes foram sauccionadas.
Dilo Ao mesmo, acensando n recebimento dos
coiupromissos das irnian.lades do Sautissimo Sacra*
nenio de S. I.ouieueo da Mala, N. S. du O' e de S.
Miguel de ipojuca.
Dilo Ao mesmo, enviando copia da informar.lo
prestada pela directora geral da inslrucco publica
sobro a prelenrao do Alevaudrina de Lima e Albu-
qunrque.
DESPACHOS 1)0 DI \ 29.
Artistas da companhia lyrica do Marauhao, que-
rem dar una representara.! no thealro de Santa Isa-
bel.Como requer.
Aulunio Luis Veiga.Nao tom lugar a' vista da
informacao.
Abaixo assgnados moradore; na freguezia doi A-
fogados, pedem que se mande enllocar um chafariz
em frenle da igreja da Paz.A informar a directo-
ra da companhia de Boberibe.
(jarlos Eduardo Mublerl.Indelirido.
Claudio Duboiix, offererendu-se para conlralar
coro o gove no a linha de mnibus por 10 auno-.
A informar a cmara municipal.
Caelauo Monteiro de Soaza, pedindn a entrega de
seu lllio Marceliuo Jo.l. de Souza, existente no ar-
senal de marinha.A informar ao inspector do arse-
nal de marinha.
Eugenio Marques de Amorim, alferes do primeiro
balalhao de fuzileiros da guarda nacional, pediudo
Ires mezes de licenr.a.Mandou-se passar portara.
Certrudes Magna de Jasas..Nao lem logar.
Joaqaira Ferreira de Sa', proprietario do engenho
deuomiuado Prudencia, requerendo quo se declare
a quem deve pagar o lau.lemio da compra que fez
do dilo angenho.A informar ao director geral dos
indios.
Libralo Tiburlino de Oliveira Maciel, professnr.
Mandou-se passar portara, concedendo-se a liceuga
pedida.
I oun-M_ i l.uiz das Neves, pedindo dispensa do
servir.) da guarda nacional para seu raixeun Bene-
dilo Jos Duarle Cedrnn.Ao con-elbo dequalifica-
cao cumpete conceder a dispensa de que se Irata.
/.rliari.,- de SoUza da Conceie!.,pediudo que fique
em custodia por quinzi: das seo lilho in int nlo An-
Innin de Souza da Coucciro.Coiiccdou-se o prazo
pedido,
Ollicio da cmara municipal do Recife, dando o
sen parecer sobre o requeriraeulo do desembarga-
dor Jernimo Martiniauo Figueira de Mello.Foi
remanido a directora das obras publicas.
Dilo du inspector da Ihesouraria de fazenda, dan-
do o sea parecer no requerirnenlo de Jarinllin Eles-
bao e Joan Rodrigues da Silva Valle.A' informar a
'amara municipal.
O mesmo n.formando o roqoerimeuto de Jos de
Amorim Lima.A informar a cmara municipal.
O mesmo, informando o rcqueiiineulo de Ji.ao
Comes de Oliveira.A informar a cmara muni-
cipal.
Dilo do inspector da Ihesouraria provincial, dando
o sen parecer sobre a preteacjaO de Jva Antonio l.ei-
la.A informar o Sr. desembargados procurador
da cora.
O niesmn dando o sen parecer sobre o oflicio da
directora das obras publicas.Vulle ao direclor das
obras publica.
Dilo do Inspector da Iheoooraria de fazenda, dan-
do n seo parecer sobre o nfllcin do coinmandanlo su-
perior da guarda nacional de Coiauua.A iuformar
ao cbofe do polica.
Dito do louenle-general c.iminandanl das armas,
apresenlando o requerirnenlo do alferes Augusto
Leal Ferreira.Foi remeiu.lo a' IbMonraria de fa-
zenda para pagar 30 .lias do forrageus para nina bes-
la do bagagem.
O mesmo apresenlaudo a inspecc.lo do seu lo que
manden proceder no lenle Cieino Xavier da O-
liveira.Cuncedeu-se 3 mezes de licenca.
30
Caelauo Bessone de Assis Campos, soldado do enr-
po de polica, pede passagem para o II).- de raanla-
ra.A informar ao coinmandaiile du curpo de po-
lica. |
Jos Leandro Martins Filgueira. Dirija-se ao le-
gedor do Gyinnasio.
Joaquim Jos de Sanl'Anna, aprendiz do arsenal
de guerra, pede baixa. Nu lem lu .ir.
Joaquim Lucio Monleiro da Franca, pede Ululo
do terreno de marinha na ra Imperial.A infur-
m-r a Ihesooraria de fazenda.
Mara Clemeiilina de F.gueiredo, professora pu-
blica, pede tres mezes de licenca.A informar ao
direclor inlerino da inslruccao publica.
Manuel Romao Crrela de Araujo, arrematante.
Coucedeu-se oermiasao que pedio o supplicanle.
I'rajano Alipio de Carvalho M"nd..nc,a, capil.lo
cninmaiiiaute da companhia de artfices, requisitan-
do o recolliimenlu de um sitete de armas luipenaos
ao arsenal de guerra.Mando.i-se recnlher.
0 momio requisitando 2 tarilhos.Mandou-se for-
uecer.
I. de maio.
Apolinari.i Mara da Cinceicao, requerendo a en-
trega de duas menores existentes no cnllegio das
arpillas, de nome Isabel e Ermiu.i.A informar au
conselho administrativo.
Antonio Paei de S.i Belo, reqoerendo o paga-
mento do dainuo caus ido em sua propriedade polo
quinto laaea da estrada dosul.A informaras ubras
publicas.
Filippe Nunes da Silva, pede decsao de um re-
requeriaienlo, que ciilregou na s-cielana para o go-
verno imperial.A informar ao ju*z mumripal
upplenle em exercicio do termo do Rio For-
moso,
Joao Nepomuceno Vallim, requerendo a soltura
de seu lilbo de igual nome.A iuformar ao Dr. che-
fe de polica.
l.uiz l'elu de Sanio Rosa, pede que soja relaxa-
do da prislo em ojne esta seu Qlno Alexaud.e Bar-
bosa de Lima.Nao lem lugar.
Mara Eugenia da Conccir.io quer ir a Fernando.
Pode seguir viagein
M.noel Egi.lio Comes de Oliveira, recrula, quer
ser poslo em liberdade.A informar au Dr. chefe
de polica.
M-sa regedora diudo que se mande correr nina lotera.A infurmar
au Ihesoureirn das loteras.
Dr. i'raxedes'Comes de Souza Pitonga, cirurgiao-
rar do exercilo, tequisitaudo papel.Manduu-se
remecer.
Ollicio do inspeclor da Ihesouraria de fazenda,
mi rnnndo o roquerimenlo de atarla Cardase da
Silva.A informar a cmara municipal do Re-
cife.
Dilo do procurador da cora, dando o seu pare-
cer ao requeriuienlo de D. Rusa Anglica Candi-
da. Foi devolvido a thescuraria provincial.
Ditu do inspector da tbesouraria de fazenda, dan-
do o seu parecer no ollicio no juiz inunicipal do
termo do Bonito.A infurmar au procurador da
coma.
Aprigto l'ereira Cuimaiaes: o que faz constar para
os lins couveuieiiles.
Jase Joaquim L'oclho.
ORDEMDO DIA N. 470.
O general eommandante das armas faz publico,
para conheciineiilo da guarnirn u lins coiiveuieules,
Qjaa o governo de sua magestade o imperador houve '
por bem por aviso do miuislerin da guerra de 21 do
abril prximo (indo, conceder pas.agem para a qnin-
ta conipaiihia do stimo balalhao de infantaria, ao j
Sr. capitto do nono da mesma arma, Leopoldino da |
Silva Azevedo ; e por oulro aviso dalado de ti. do |
dilo mez, pormillir que o Sr. capilao do terceiro'
batalhao de arlilharia a p, Francisco da Cosa llego
Monleiro, no seu Irajecto para o Para', se demore
nesla provincia por lempo de Iros mozes : o que lu-
do rouslou ile ollicos do quariel general do exercilo
de 18 e 21 do eilado mez de abril.
O mesmo general faz corto que no dia 2 do cor-
rele fizeram suas apresentaees, viudos da corle us
Srs. capilao Luiz Francisco Teixeira, e segnndo l-
enle Jos Antonia Ribeiro de Freas do quarlo ba-
lalhao de arlilhari a p ; teuenle Fancisco de Assis
Barreno e alteres Antonio ISogueira Pinto do dci-
mo de infanlaria, n segundo cirorgi.lo alferes do cor-
pode saude Dr. l.uiz Carlos Augusto da Silva, o
viudo da provincia das Atoadas o Sr. capita do oi-
lavo do infanlaria Raymuudo Canea!vea da Abren,
os quaes ficaiao reunidos aos reapectivae corpos.
Joti Joaquim Codito.
TRIBUNAL DO COMMERCIO.
SCSSiO ADMINISTRATIVA EM 4 DE MAIO DE 1837
/'residencia do Exm. Sr. desembargador
Souza.
As 10 e meia horas da manli.la, prsenles os se-
nliores depulado liego. Bailo, l.emos e soppleotes
llamos e Silva, o Sr. presidente abri a sessao ; c
sendo lida a acta O depulado Rogo fez presente ao tribunal de Ihe
ler feilo participar verbalmcnte a sua impossibilda-
de de comparecer a aquella sessjo.
Lcu-se o scguiulc
EXPEDIENTE.
Um requerirnenlo de Francisco de Santiago Ra-
mos, pedindo para ser registrada a esrriplura de dea-
trato da hvpolher.i que Diera de seu engenho l'ibiry
a Luiz Jos Pernio Sinif.es.Regilre-se.
Outro de Mauoel Joaquim da Silva Leao, de 3.3
anuos, e Jo-c Mana Baptisla, du 29 anuos de idade,
ambos porluguezes, residentes em Macei, unde
silo estabelecidos com casa de commercio de groase
tolo, pedindo matricular afirma de Silva Lela &
Companhia, da soriedade que zeiain.Regislre-se
primeiramenle o i'oulralo de sua s..cida.lo.
Oulro de Antonio Pedro das Neves, Brasileiro,
com lei anuos de idade, residente nesla praca, e es-
labclecido com armaxam de drogas, pedindo malri-
rular-se.IL.ja vista au Sr. desembargador fiscal.
Foi presente a culacao oflicial dos precos corre-
le da praca, rolalivos a semana finda.
E nada mais havendo a Iralar, o Sr. presidente
eucerruu a sessao.
Sessao judiciaria em 4 de maio pe 1857.
Presidencia do Exm. Sr. desembargador
Souza.
As II hora e 99 mininos da manha.presenlr os
Srs. desembargadores Villares e l.itirana, e os Srs.
depulados Reg, Baslo e l.emos, o Sr. presidente
abri a sessao, c lida a acta da ultima, he appro-
vada.
Ao maio-dia comparecen o Sr. depulado suppleule
Ramos c Silva.
Julgamentot.
.oirn,lo om julgamento a appellacao commer-
cial desla cidade em que sgo :
Appellaiile, Vicenle Ferreira da Cosa, por si e
como administrador da firma Costa e Onufre ;
Appelladot, a viuva e herlei-oade los Fernan-
do Eiras e Fornandes Silva & Companhi.
Sorteado os Srs. depulado llego e Basto.
Foi confirmada a sentones: a.qieluda.
Entrando em julgamento a appellr.rio commercial
desu cidade em que sao :
Appellanle, Joaquina Jeronima do Jess ;
Appellados, Isaac, Curio & C
Foi conlirniada a seiileura appellada.
Entrando em julgamento a appcllarao commer-
cial desla cila.ie em quo sao :
Appellantoe, Manoei da Fouscca Cimbres eJos
Antonio Pinto ;
Appellado, F .rtunalo Cardozo de Couveia.
1 ir, o adiada.
Nada mais havendo a trillar, o Sr. presidente le-
vanlou a sessao a I hora < 112 na larde.
EXTHI..fl.
C0MMAND0 DAS ARMAS.
Quartel general do commando das armas de
Pernambuco na cidade do Recife, em I de
malo de 1857.
ORDEM 1)0 DIA N. 468.
O general cuinmandaiilc das arma, faz publico,
para o lim conveniente, que a presidencia nos ter-
mos do arl. 34 do reg. approvado pelo decreto II.
IKSI de31 de Janeiro do correle anuo, foi servido
por portara de 30 de abril prximo lindo conceder
ao Sr. teuenle quariel-ii'.'stre do eorpo da guarni-
rn llxa da provincia da Babia, addidu ao halalliu
III- de infanlaria CarlosCaetano Vavitr de Oliveira, \
3 mezes de licn;a,quo a junla de s.udo julgou no- i
ressarios para se Iralar lora da capital o que cons-
ten de ollicio da mesma presidencia dal.ijo uc bouI
lem.
Jos Joaquim Coelho.
ORDEU DO"llIA N. 169.
O general coininaiidaiile Alferes reformado Qnintiliaao licuriquos da Silva I
Primavera para servir iutorinamente o eiuprego de
ajuilaule da fortaleza de Damarara'.
Tendo dado honleiii parle de .lente o Sr. 2- ri-
rurgilo lente do curpo de saude Dr. Francisco i
Itionealvea da Maraes, que se achava encarregado1
Ida enfermarla do V balalhao de artilbaria a po na I
cidade de Olinda, oSr. delegado do cirurgiao-mor-
do exercilo, nomenu'para subttilu-lo o Sr. legun-
1 do cirurjido leusute do mesmo curpo, Dr. Rozeudo 1
COMPANHIA DOS CAMINHOS DE FERRO A
S. FRANCISCO PERNAMBUCO. )
I Air,ilinl,. do //mdon Daihj Vates, e .l/yr-
ning //erald do 8 de abril d 1857.
A reaniS o.dmaria dos accionistas desla compa-
nhia lera lugar om Londres, Tavern, Bishopi.gate-
slreol, na Ierra fera 7 de abril de 1857. Sr Ruberl
Ben.or oceupava a cadeira da [.residencia.
Extovam presentes mullos acci.mislas.
'leu.lo sido lida a acia da convocaran desla reu-
nan, e o relatorio do director, que linha eslado al-
guns da etn poder dos prupnclaiios, leudo sido
considerado como lido.
O presidonle disse :
lle-nie lorc;.no fazer algumas obssrvaros conie-
(ando oa Iraballios desla reiiiuao, mas "fazendo-o,
son mu feliz em declarar que he desueres-ario de-
ICr-vos em qualquer ponto. NOS nos reunimos, nao
para fazer discursos, mas sim para negociar ; para
obtor voasa ap rovaeaoa .c-peilo das contas que vos
foram apresenladas, e maisalgnma informaran alero
da que esl i contla no relatorio, que qualquer ac-
cionista desojar ler. Fim occasies anteriores em qoe
nos reanimas, nns Idirectnres) fallamos com rouila
franqueza a respeilo desla empreza, e dos lucros
corlo que ollero, o, e da no-,| r lili mea em serums
capazeada leva-la a ama concluan satisfactoria, Ai-
lencao.)
Mas se anlecipadamenlc fuios julgados coro in-
dulgencia, anles que o projeejo esliveste coinorado,
multo raai somos nos, e creio agora que a linha es-
la n'ura eslado avaneado,e a empreza vai piogrediu-
do. ( \ tem. o. )
Can a exceprao das diftieullades menores quo san
inseparavois do taes trabalhos, e que sao de pouca
imporlancia, livemos o que rae atrevo a descrever
cuino uro Iriuinplio sera exorople. ( AltonrSo. J
A prinripil queslau, a grande difliruldadc n'uma
empreza desla naturexa, lio a qaesl.lo da trabalho.
Islo, cora ludo,he urna dilliculdade que a' se desva-
uecau. ( Alltucao. )
O einproileiro ubleve urna gian.le nbnndancia do
trabalhadnres nal.vos, que esl i se lomando roiis e
mais accororoodados a' exeeorgo de seus devores ;
isla he, os IrabaUadores nativos lornaiu-se de dia
pera da mais exercila.lut un trabalhus do caiiiiuhu
de ferro. ( Atlenrao. )
Al agora o empreilciro lem parlo de 20'K) lio
mens Irabalbaudo na linha. 'lem havido pouca .loen-
ea eulre a corporacao, como era de esperar, roas sou
feliz em dizer que so lomos perdido 7 liomeus d'a-
quelles que mandamos desle lado. Ollio para islo co-
mo oulro exemplo da grande vanlagom que live-
mos em empregar trabalhadnres, esl.angeiros nati-
vos, em lugar de mandar. Se nos livesscinns man-
dado Iralialliadnres eslrangeirns para toda ou
maior parle dos trabalhos, havcria muiln mais
doouea do que lem experimentad.., antes que
os liomeii- se aclmalassom, e .leste modo as obras
do ompreilciro relardariatn. Como j.i disse, livemos
pouca dueo entre a nos-a corporacao, e os traba-
lliadqre capacitad.>s, e cm logar dos que perdemos
o empreileiro niandou alguns mais, de maneira que
a conitrocrAo das pooles e ..uUs trabalhos de cn-
aenharia que damindavam habis Irabalhadaras,
do nenhum modo lem-se lardado. ( Alieiie.io.
Na ulli'na occasiao, qu>- nos encoulramos, en disse
rfne Sr. Bayliss, o agento do empreileiro, linha ex-
primido un.a opima.i confidente une as socc/m pri-
metras da linha estoriaro pin pas ein nnrr.., islo
he no mez passa.lo ; roas, com tainhein vos haveis
de P iii'.e ai, cu disso-vos oni.io que nos directores,
nao demos uiuilo crdito as expectativas do Mr.
Bayliss a' esto respailo, e o resojtsdo )' nos mos-
Iroii quo n.o erramos, por que ..inda nao osh.o rea-
Usados. Mas \\Ao vejo razan porque, leuba sido aber-
ta no lempo quo nos marcamos, a saber,no veiu se-
giunle.
Digo, de cerlo, a primeira seccao s.i. Ao mosino
lempo he preciso fallar, cora muda cautela, dcstes
negocios ; porque, como sabis, ha Contingencias ;
Como,por cxrinpo, umdos navios destinado a Irans-
pur.ir o material para a linha pode eslar perdido,
ou qualquer oulra circumslancia que au salinos -e
Socceder., pelo que o cumpriinei.lo dos trabalhos
pos-,un-er retardados : mas fallan lo de ludo que
sabemos, nos pndemos com muila eonfianca. aule-
cipar que a | n orna parle .1.. linha oslar aberta
para Iralicn para n verao seguinle. AUencSo. )
EnieiiJj que deve ler causado algum espaulo,que
nos no livcssemos no presente relalorio lillud lo a
quesillo de sulliciencia do capital. Nos ja' o lizemos
em dous relatnos antecdanles e nao u lizemos
agora por julganuos desnecepsario. Julgavamos que o
lial,alho estivossc eslabelecidu a n.io ser que occor-
resse alguma cou.a, que nos no podeincs anticipar.
A nossa experiencia alo este lempo satisfaz nos a
respeilo da inlllcieneia de recurso para completar a
linha. Lm lugar de diminuir a margem, vejo que
augmeula, e nao hesilu em dizer a ininbacoiivicco
da perfeila segurauca do modo pelo que a esle res-
peilo nos ionio- proceoido. A.....un i do capital
, o .lado pode ser considerada como grande ; mas
enlau ha de ser lembrado que lomos peculiaridades
ao que diz respeilo a nossa ConsUlaicgo. Nos so po-
demos fazer chamadas de tres em tros raezes ( e s
2 por arr,ao.
He preciso, comludo, nbrar com preveneao.c sem-
pre guardar uro grande hala uro. Nos a-sini o lizemos,
e para que uos leudamos um grande balance u'esle
momento. Os directures julgaui prudeule ajuutar
agura de novo.
Celo que diz respeilo a futuros ajuulamentos, nao
podemos fallar positivamente quando serAo leilus,
islo depender' das cotilas qoe recbennos de lem-
pos o lempos do oulro lado, e a rapidez com que os
trabalhos frem levados. Se os Irabnlhos progndirara
rpidamente, mis seremos obligados a fazer oulrus
ajuiilameiilos lugn, roa-, cumo ja doveis enlcuder,
que ha de ser para nos vanlajoso. ( Allenc,ao. )
I lev cre dizer que alguroas uiudauoas tiveram lu-
gar, pelo que, n numero dos depulaaos da consulla-
cao lic.ro rejuzidu de Ires que haviam a 2 mentiros,
e para aulecipar alguma dilliculdade, nos dirigimos
urna pelie.io ao presidente da provincia de Pernam-
buco, para lomar alguma parle na administrarlo
dos no.su. negocios, e nos appellamos com eonfian-
ca para vossa appruvacao para esle prazo. D par-
le os bons desejos que S. Exc. lera para comnosco
nesla empreza ; pensamos ser evidente por si mesmo
que he para uosso inleresse admittir a represenlardo
do governo imperial a' nossa empreza. (Allenr;a"o.)
Estamos dependentes nelle para nossa garanta, e
quanlo mais intimamente n.'.s os lev em s,melhor pa-
ra u.'.s. Coiibecenios quanlo desoja o goveruo bra-
sileiro a iuiroduccao dos camiuhos. de ferro no seu
paz, e sabemos lambem que o que promove mais
os iuleresses do Brasil, ha de tambero conservar os
o,,--- inleresse. Allenrao.) He obvio, olbando
para o caso nesle poni de vista, que quanlo mais
unirmos a repreeanlafjto do governo imperial com-
nosco, especialmente quando aquella pessoa esta'
Ulo directamente interessada na mista empreza, o
molhnr sera' para nossa empreza. Eslou cerlo qua
receboremos a vnss approvarao no passo que de-
mos, cm pedir a S. Exc. o presidente da provincia
para lomar parle na aiuiu -li.iou dos noisos ne-
gocios.
Dcvo tambero fazer urna allusao a S. Exc. o acre-
ditado ministro brasileiro nesle paiz. Esta' nos ter-
mos da mais amigavel cummonicacao comnosco; nos
livemos e.n lod.s as occasioos a prova de sua amiza-
de e da mais cordial assisleucia, e elle lera sido o
mais estimavel director desla companhia. ( Al-
lenc,ao.)
Parece-me nao sor mais preciso occopar o nosso
lempo, mas antes de me assentar desejo que me seja
licilo referir-me por um momcnloao relalorio passa-
do. Os proprietario bao de ver, pelo relalorio que
nos mandamos, urna grande porreo desle trabalho,
roas o quo desejo dizer he, qoe n propozeroos a ler
unta portjfo dos vvaggons construidos no oulro lado.
.Nos c.laiuos mandando os liabalhos de ferro e as
|n-r;as Irabalba.l.is, nesle lado, afina do que lu )u soja
-eme liante. Tem-ie lomado para que ludas ai par-
tes trabalhadas dos engaitos e carruagens sejam da
um su modelo. Islo he um grande ponto para n.an-
ler o caiiiiiibo de ferro econmicamente para o Si-
luro ; mas lodo o trabalho de pao das carruajera nos
pioponius para torero folios no oulru lado.
Nao havera' lilliculdade nislo ; porque osear-
pinleiro e ensambladores no liasil sao liomeus ha-
ueis ; emito), esles sau n'uma grande medida os ne-
gocios do paiz.
Nossa coi porar.ao, tanto la'como oa'. esla' hbil,
enrgica e zolosamenle Irabalnando para promover
os ii.i-sos inlereasea e no que diz respeilo aos vossos
ollicioes priucipacs l, M.VVood e M. Pennislon, sill-
n prazor em filiar delles com os inaiores elogios.
Quando a cadeira da direccao se remover to longo
da diiece.io dos trabalhos, he neceasario collocar
mailo grande eonfianca as parles por qoem aquel-
los Iraball.os silo Invadis, e he um ussumplo do
grande gratifiorao para a junla, o aer capaz de di-
zer que Al. Wood o direclor pro lem., e M. Pen-
iiiilou, o engenhairo, eslo cada vez maii merecen-
do aquella coiiliinca.; e ajudado pela cooperacao
do prendonle da proviucia (como ja disse) nao tenho
d u vi da que sorao capases de levaren) a urna feliz
oonrluso a empreza em que estamos metlidos. (At-
lencao.)
Nao he necesario lomar o nosso lempo com mais
informarGes.
Ajunlare simplosinenle que serei feliz em respou-
der algomas quesio-s qoe rae forem dadas, ou res-
ponder alguiuas observaje, que pedirem explica-
ces, e cufio que serei capaz de sal.sfizer (odas as
periantos.
Talvez fosse m'lhor e menos tempo.se os senhores
dissessem agora as nossas quesIGes, que eu possa res-
ponde-las seriamente em um discurso, em lugar de
r--|iouder a rada ulna separadamente. Com estas
observares peco que proponham o relalorio agora
lulo, como aceito e adoptado. (Applausos.)
M. Dickson, um dirrlor, socundou a proposta.
Ero resposla as questoes dada por varios prn-
pnelarios, o presidente disse que o major Vereker
rollara a' Inglaterra, por um lado por causa de du-
enr.i na sua familia, e por oulro lado por causa de
urna dillerenca de opiniao com outro membro da
dopularao.;'lornou-se necessario considerar, se nao
deveria have urna diITcrenle organisac.ln da junla,
e n direclor achou melhor vir c:i explicar suas upi-
uies do que cscreve-las.
Os directores nao concordaran) rauilo com elle,
e elle dcixou sen poto. Mr. Wood, a pessoa que o
subsliluio, lie um advocado letlrado da chancellara,
e ns directures lem urna grande conaora lias suas
qualida les nos deveres que elle comprrbondeu. A
respeilo da adoplarao dos durmcnles de forro, i3o
mais adequados do que de pao para os paizes do
Iropico ero cousequoncia dos damuos do cupim, Mr.
Ilenuard poslo que forneces-e a .Mr. Furners fer-
ru ; nao tiuha nada a fazer com o aviso Je uso de
ferro em lugar do pao, os doruioules de forro foram
adoptados nos caroinhos de ferro do Egy po, e a
urna certa exteoito, em ulgumas das liuhas indias.
O- Bgonheiroi dillororo muilo no nielhnr modo de
fazor um caininliu de forro ; mas os directores jul-
gam melhor usar patente de reeve ; elles estavam
consulltudo os inleressos dos accionistas.
Mr. E. Mornay uh-ervou que s 10 mullas da li-
uha -en..ni postas com durmenles de ferro.
Mr. De Castra diz qoe uingucm era mais respou-
savel do que elle mesmo pelo uso de dormenles de
ferro, e dtfcndcu a tua adoplacao no mesmo senti-
do que o presidonle. A oxydara dos dormeutes lio
prevenida pela prepararlo a que sao sojeilos antea
de serein euterradni.
Mr. F:. de Mornay disse : o meu Im, voliando a
Inglaterra foi recoinmendar .V direcefo modifica-
ces relativas ao poder executivo em Peruamnnco,
quo. depois da aclual experiencia, considerei de
primeira iuiporlaulia aos inleresses da companhia -
o, alim de habilitar a dnero a fazer mais livre-
menle as reformas que julgar mais conveniente re-
StRoei a inii,ha nnuiearao de -i.| u r 1111 o 11.1, i, i,. ,|.,
companhia om Pernamburo. Nao panilla que as
resoluces da iiueceo estavam de accordo com os
estatutos da companhia ; ou que um rcpresenlan-
le da companhia, obrando na distancia de 4,000 mi-
Ibas da sede da direccao, podesse assumir a respou-
sabiliJaile inhereiile ao propria manejo dos seas ne-
gocios no Brasil, quando os ofliciacs dcparlamenlaes
se correspondan) directamente com a directo, e
reeebiam mslrucces a ello desconhecidas.
Cuno sou igualiiicnie um director, ronsiderei in-
ri, nip.livcl couiinuar na garanda sob semelhauto
t;alema. A direcran reciinliecou igualmente a im-
porlancla do que Ihe eu baria eoramonicade, c nao
lia rasga par., qje um iiilellig-'iiic e consciencioso
coiiseliio 1:0 directores ino culoza osla empreza lia
prosperaroente coma foi comecada, aduptanio um
v-iema .!; aimiuislraoo loc.l lal como a dislancia
das obras c as circuuislaucias do paz exigem.
Pens que posso dizer, sem inedo de conlradic-
.;"..., qu pauco- ominhns de ferro eslrangeiros lem
sido ("i:.. 11 sob loo favoraveis cirrumslacias como
o do Iterife Pciiiaiuhuco) a S. l-ranrisco.
'leudes nina larga garanta assogorado pelo go-
verno do um paiz novo c florescenle do mais leva-
do crdito ourupcu, e mostrando um augmento na
produccu do assucar do dislriclo alravossado pela
linha sera igual cm oulro qualquer paiz de produc-
cao de assacar no mondo, excepto talvez Cuba, on-
de o trafico da escravatora continua a suppiir os
bracos para o trabalho.
lato lie demonstradn nu roui hbil e raui inte-
reesanle discurso proferido no 1. de marco polo ca
valleiro Sergio Tencua de Macedo, oulr'ora embai-
xador em Londres, na abertura da assembla pro-
vinrial de Pernambuco. O Sr. Macelo diz que,
em 1851, o velur daeipurlacjio e iu>porlec,ao da pro-

MUTlLSDfJ
... ..




.
DIARIO DE PERNAMBIJCO TERCA P8IRA li I)K MAIO DE IHV
viMt moniou i fy.343 cornos, em I8M i 26,3o) i de Ihe 11.10 perteaeer e**.- terreno, entao he rerlo .le 1 O sr, Manoel < nmlcanti II
3t,0T7 ronlus, oa em namen-s ma pata que a easembla nao a pona obligara ifo- idminitlraclai *
rain, quando rila cuten,te, avala Oos lilulon de lio- O Si: c. Guimarlim Vi
lelhi, que ll.i ola perlenre. iceilo loda ai runiequnciai
1 isto, Sr. presidente, que ain la mesmo I poli, faro las bravea refleiOes
urna censura a
redondo*, a Ji -.GTU.oou 2.'JO,000 c t 3,5O,000
tendal tambera em lavur desla empieza a grande
uassa da popularlo, aiseguro-vus qoe he nina
cun-.iderae,lo importante.
Os lavoies da assemblca provincial provanque lan-
do aquella corporajlo ilu vo-so lado, e po.n alies-
lar o lolereaia lomado na tmpreza pelos senadores
depuladns, que represeiiteni a provincia na s-
irmbiea geral ; a preciosa co idjuvac,ao, que roa fui
dada por es-es cavalleiro, lano lio parlamento co-
mo em particular, 11*0 pode ser avallado. O nomci
ta oulros Ir ravalleiros ja foram trazlos a vosa
l>reenca ,,-- reuni,-- passadss ; alludo .,>-. Fjxc*.,
o aclual embaixaoor nesla corle, o eommendador K.
A. de Carvalbo Moreira. o cavalleiro Sergio Tenei-
ra de Macedo e o conselheiro Jos lenlo da Cuulia
o Figueiredo.
O mteresse que ellas tcm mostrado no liom xito
le-l-i emprea.e acoadjuvi<;iio que llie lem prestado
e sempre r-l.io prestando, ii poda ser devidamenle
apreciada depuis de um exame da correspondencia
da companhia. Com o Sr. Figueiredo, que lia presi-
dente da cotnmissao eocarregada da distribuirlo dai
arcOes da companbia no Brasil, dovo eiiociar oa no-
roes do bario de Caraaragtbe e do Sr. Manuel (ion -
calve da Silva, oulros Miembro* hrasileiro*, que
compreheuderim esli larefa com grande andamen-
to, e Ibe volaram lempo a allencan. Mas nenhunia
neno.io lem sido feila ale boje de dous brasiluirus
dignos e palriolai.a cujo|lribalhos deve atlribuir
em grande parte o meu bom xito c de men irmilo,
lomando os' Matee planos para a |costruci;ao do ca-
mioho de ferro da Pernamboco um faclu consuma-
do ; alludo ao veneravel e illiittrc marques d'Olin-
da, inemhro do consalbo particular e aeiiadoi' do
imperio, e ao ministro do interior o Sr. L. Pedreira
do Coolo Ferraz.
O primeiro, fazendo esfnrco durante mais de orna
.es.ao, merecen a eterna gralidie dos Pernatnhora-
iios ; e o ullinio, pelo seu poderoso aanlin e alin-
elo a e-te prnjecln durante a sesslo de 1853 1853,
conseguid vencer ludas as difliooldadcs que, naquelle
lempo, corcavam-o, a especialmente em 18)3, quan-
do S. fcxc, por etforco* de rara especie. 110 espaco
de seis mas apreseniou-se o decrclo imperial aulo-
risando as mudanzas mais importantes na* ennees-
s6cs, e resolvendo mullos pontos dedelalhes coocer-
nenles ao modo da|constroccaa da linba.
Scmelliante coadjuvnc,ao, prestada por semrlhan-
Ics humen*, be urna garanta pare os accionistas in-
(ler.es, de que a mesina conhaiica se pode depositar
110 oulro lado, c mo vejo ra/ilo para que, com ju-
diciosa direcc.o, as a: acortes nao leuliam uo .">
s., mas I .1 de pren' .
Seubores, rtisse, flr. do Hnroay, em concluso,
pens qoe mi peen acabar melhor as poucas obier-
vaces que avenlurt faztr ne*(a reuniao, do que as-
segurando-vos qoe o proprin imporador, manifestuu
n-.ais vivo inleresse pelo bom exilo delta empreza.
I 111 monoica tan nolavel pelasua illuslradaconcepto,
como be solicito pelo beta star dos seus subditos em
todos os seus vastos dominios, deteja muilo assegu-
rar-lbes as meslimaveis vantagens que devem ser
proporcionadas, abrindo-se, per uieio de camin 10*
de ferro, as fecundas reRiOes do interior, que por
falla de estradas silo presenleinenle um livru fecha-
do ao re*to do mundo.
A rerolucao foi adoptada unnimemente, e um
votodaagradeciraenloao presidente lermiuou a reu-
niao.
ASSEMBLEA LEGISLATIVA PHOVINCIAL DE
PERNAJ BUCO.
Sessao ordinaria em 39 de abrU de 1857.
Presidencia ./o Sr. Jos Pedro da Sitia.
Ai 11 llorase ,'i da manha, verilica-se haver
casa, abn-se a hmIo,
I.ida a ida da antecedente, lie ipprovada.
O Sr. Primeiro Secretario da conta do
guinte
EXPEDIENTE.
Uro officio do secrelariu da provincia, remetiendo
o requemnento enm a inloi m-cao da cmara mo-
uicipallanbrc a pratencjlo de AntonioBeruardo Quiu
tliro.A qoem fez a requi-icao.
Outro aecusando o recebim jilo dos compromisos
das irmandides do SantUsimo Sacramento da fre
guczia de S. Lnurcnr,o da Malta, de Nmh Senbora
do O e de S. Miguel de lpojuc.loleirada.
Outro remetiendo copia dos aulograubui das leis
ns. 108 e 13.A archivar.
Outro acensando o recebimenlo 1I0 parecer da as-
scmbla sobre a qucslo de jurisdiccilo entro os jui-
zes municipao* da Espada e Cabo.Inteira-la.
Oulro remetiendo a informaijao do director geral
da inslroc^ao publica, sobro a prelenc,ao doAlexan-
dnno de Lima e Albuquerquc.V uuem fez a re-
quisirao.
Jo* Pereira Borgcs, professor de lalim na cidade
da \ icloria. requer que, 1 vista do arl. 7'J do regu-
lainento de t da maio de 1851, marque anota na
lei respectiva para pagamento do alugo-l da casa
em que se aeba a aula desde 1851.A' ConiminSo
de ornamento provincial.
Joao Jos do Alhuquerqoe e oulros, ofTereceudo
cons.deraces contra o prujeclo n. que trata das
carnes verdes, pedem, qoe no caso de se lomar al-
guma medida, seja preterida a laxa.A' commissao
de commercio.
O bacharel M.inool l gamento das cusas, que a cmara do Goianna Ihe
deve por ter sido promotor daquclla comarca.A'
commioan de petiees.
li iphicl l.ucci aprsenla novo rcquerimenlo, por
Iheconilar quo o que lluvia elle aposentado, se ex-
traviara.A' commissa* de pclic,es.
I.eem-se c muudain-se a imp'rimir os seguinlts
projeclos :
eiamimdo o regalamento do cemileno pobiieo da
cidadi de Olinda, he de parecer que elle esta' no ca-
so de ser approvado ; e por uso lem a honra de sub-
meller a' considerarlo dtsla
projecto de esoluc.lo
meiler a' considerado dfsta assemblca o seguinte
A Maemblta legislativa provincial de l'ernam-
buro, resolve :
Artigo nico. Fica approvado o risulamentocon-
leecionado pela cmara municipal de Olinda, em 10
di abril de 1856, para u cemilerio publico daquclla
Cidade. '
s Sal das commiasOes da assembla legislativa
provincial de Peniamburo, -11 ]< alo de 18"i7.__
Antonio Jos de Oliveira.JoteJoaquim do Kego
Barros.
11 A commissao de legislar.lo Icndo examinado a
pelirjao do professor de iuslrucciio eleineul.ir do c..|-
leein dos arabios de Olinda, bem como as informa-
roei qoe o icompaiiham, he de parecer que se adop-
te a reoluc,So segal ule :
A araembla legislativa provincial de Pcrnam-
buco, drcreti :
Arl. 1. O professor de iotlruccSo elementar do
collegio dos orphiis de Olinda, sera' pago do* seus
venciinontos pelos cofres da Ihe-i.uraria provincial ;
c revogadas as disposires em contrario.
Sala das comiitissor* da aasflmbla legi*laliva
provincial de l'oni rnio.-.i. -) je abril de 18.J7.__
Astenia Epaminundas de Mello Meiva.
Entra em discussau o parecer adiado da se**."io iu-
Iccedenle, por ter a.siguado ven-ido o Sr. Ohveira,
das commi-soes de cmaras e pelicci, sobre a pre-
Icnc.lo de Manuel Elias de Uoura.
QSr. Virara declara que assiauara vencido, por
nao se adiar hibilitadn |iara rmillir um juizo se-
guro a respeito da materia, por ser esta bailante
importante, e nao haver 111 forma cao ollicial da c-
mara de Olinda.
O Sr. .1. Cacalranti : Sr. presidente, enaann-
me dissipar todas asduvidas apre-cnladas pelo nobre
deputado que me precedeu, acerca da questao que
faz objecto do parecer.
Sr.prcsidenle.enteiili c entendern! os oulros mom-
bros da commissao de petiees a que perl neo unido
a commissao de negocios de cmaras, que desneces-
sario se tnrnava essa audiencia da cmara de Olinda,
em primeiro logar por c*lar decid la esta questao
pela propria municipalidade, e em segundo lupar
por nao nos compelir tomar conliecimemo dis*o, se-
11A0 como recl.iniacao. cin cojo sentid!.....s loi apre-
sentada ; nao inhibindo n liona iudeferimcuto que
acamara toma urna nova resoloco. A nosia decisao
indeleriodo o requerimenlo, na serve se nao para
deva de obrigara muuicipalidade de Olinda a afo-
rar o terreno a Mauccl Elias de Moura, como elle
da*eja.
A qucslo he esla :
.Manoel Elias de Moura. morador no engenho
('..in-eirio de.Beberibe.aoude havia nina estrada que
separava a sua propriedade da de Jacintho .UTonso
Bolelho, polio a municipalidade o afaramenlo desse
terreuo ; Jacintho AIToiiso aprsenla sen* litlos e
pede om exanie miiuiripali.lade, alim de provar
roe esse terreno que era estrada, perleuria a elle e
nao a municipalidade, leudo sido concedido por elle
Bolelho gratuitamente para transito publico, uso que
deisou de ler estrada pela mesma propriedade concedido tambero
por elle a cmara, por ler ella considerado oulro lu-
gar dessa propriedade mais commodo do que o pri-
meiro. >ao obstante islo, a cmara municipal pro-
eedendo com a manir prodencia, nomeuu nina com-
missao pira syudicar dcste negocio, esra commissAo
foi lugir.e infurmou a cmara, de que eiretlivameii-
le a primeira estrada boje eslava inutilisada, em con-
sequrnc-.i de ter sido lubsUtnldl pela oulia, e que
pcrlencii ella Jacinlho, nao podeudo a cmara
municipal dispor deila, por i.so q,e u.n, havi.i 111-
demnisado a es.e proprietario ; ne.se .eiilnlo a c-
mara deipacbou indi-remido a pretendo de Moura.
llepois disto aluda Moura requeren do novo 1 cama-
insra, ela tomn a nontiat urna commissao para
1 -.aiiiin .1 segunda sel e ao lugar, faz oulra villora c da mu parecer idnti-
co ao primeiro, aolande-aa que auei parecer*esui-
Icm na casa. A cumioissao de unvo deci no na forma
do primeiro parecer, mis Moura adiando que mo
linba recursos mais na cmara municipal, requereu
a Asaembli como tnhuual de apelladlo de-la ques-
tao pera obrigar a cmara 1 iba aturar eise ter-
reno.
Em primeiro lugar eu direi, qae nao posso conce-
ller que a municipalidid* leja obrigada p*la assem-
bla a aforar um terrena qu.mdo nao eja para um
lim de ulilidade publica, ido Inda mesmucuncedeu-
dn que o terreno ih- perleDCa ; nao a podemos obri-
gar, segn io a deternunacao do aclo addirional,
que nao nos permiile legislar sobre polica e econo-
ma municipal, en>iusobre proposta das cmara*. O
aforameulo, por lano, anida mesmo decidiudo-si a
quesUo por esse lado, nao pode ter lugar sem per-
aaisilj da cmara, a fuudaudo-ie a cmara ou fado
que a cmara dtasesse que 11 terreno era seu, e o fo-
rava, anda asaim a llolellin reslava e recurso judi-
cial, por bw qoe elle entend que .1 propriedade he
sua e lo judicialmente poda ser res.ilvida esla ques-
lle. Portento, anula que c-so terreno fosse rons,-
derado pela cmara romo propriedade sua, dependa
Islo de um pleito judicial, que iufallivelmeute *c .|H-
ria entre Bolelho e a cmara ; e assnn anda que a
assembla provincial dissesse a cmara qoe iforiase,
essa decisao mo linba valor algum. p.irquaulo de-
penda de decisao dos Iribunaes. Avista disto eulen-
deu a ronnniao que nao liuha mais qoe ouvir I
cmara, nao su parquee*^ informaran ji exisl.a,
como porque a sua decisao de nada influa.
He verdade que a cmara pille refornir a sna
idea, que pode a municipalidade Ira.acla ler enten-
dido de inri., raaiifira, e a aclual entender de entra,
porcm pela decirte da assembla Moma nao esln in-
hibido de requerer de novo 1 cmara, nem esla tam-
bera de reformar a sua decisao. Nesle sentido de-
mos o parecer.
Val a mesa e apoia-M a seguinte emenda ;
He 1 cinnmis'.lo da parecer que se peca inlorma-
tes a cmara de Olinda, sobre a materia de que se
trata.Ohveira.
Encrra-se a liacnjtlo, rcjeila-se a emenda o ap-
prova-si o parecer.
Segunda discoisao do projeclo n. ii que approva
o cornpromisso da irmandade do Saulissimo Sacra-
mento, eiecia na igreja matriz de Ingazeira,.
He approvado sem dbale.
Eulra em lerceira diieulo o prnjecln 11. 33 que
approva os compromissos das irmandades de No*sa
Scuhora do Itoin Cnnsellio, da Santa Cruz dos nra-
loa canoeiros, e do Senhor do* Marurio*. erecta na
igreja de S. Joao de Olinda, be approvado, oftere-
cendo algumas emendas o Sr. N. r..r|.-r.-i, relaliva-
raenle ao cornpromisso da Senhora do Bom Conse-
Iho, que sao as seguiules :
Ao art. i.Em lugar de mesa geralJiga-se, me-
sa administrativa.
Ao art. 12.Aerascenle-Mos procuradores e
adjuntos serio substituidos pelosjque se s;guirem na
orden) da vulacao, decidindo a sorle em caso con-
trario.
Ao .i ."> do arl. n.Depois das palavraareceber
reqoerimintos e propostas para irrn.iu-acrcsceule-
sevolar sobre a admissfto dilles-
Ao arl. 13.Acrtsctute-se o aegninte jj.Ele-
ger a juiza, escrivla e ntordemai por devocao.
No arl. Jli.Sapprimam-so as palavrasdo arl. i
e o.
No arl. 28 1.Siipprimam-*e as palavra*lo-
mir couherimento etc. al deliberar.
O arl. 2^ na ultima parte seja substituido pelo se-
guinte :Cada irinlo entrojara uu.a cdula com
sen voto para juiz, depuis oulra para secretario, dc-
pois oulra para Ihesoureiro, lepois oulra com cinco
uomes para procuradores, e finalmente oulra com
i uomes para adjuato!. O mais como 110 ar-
tigo.
O art. 30.Seja substituido pelo seguinte :re-
coltndas as cdulas para juiz em orna urna, serao
contadas pelo humo escrutador, que actiando-as
conformes passar tozo a le-las urna por uina. em
voz alia, e as entregara ao juiz para verificar a exac-
lidao. O que obtiver a maioria de votos sera' de-
clarado juiz. Seguir-se-ha o recolhimento das cdu-
las para secrelariu, leguinda-ee o mesmo proce*so
e assim ale ulliinar-se a eleicao para tojos os cargos
da mesa.
O arl. 31.Seja sopprimido
No arl. casio ele. al propostaspelas segunde*:A me-
sa administrativa podera' se jolgar convenienle
elegcr.
Ao arl. 3'.Acrescenle-see as funcroea tx-
lernas o capellao estar' a' direili do juiz.N. Por-
tilla.
Sao as emendas approvidas em primeira diicus-
13o, ficando todava licpsudeudu de secunda dis-
cu*sao.
Terccira discus*ao do prujeclo 11. o, que iguala
o ordenado do professor de desenlio do livruna-io
ao dos demais professores daquello eslabeleci-
menlo.
Vai mesa e apoia-se a seguinte emenda :
Flcando equiparailo o urden.ido do secretario do
tivmnasio 10 do serretario da directoria geral de
nslruccao publica.Castro l.eo.
Entra em primeira discus-ao o projeclo n. 30,
que interpreta a le n. 399 de i do crreme.
(J Sr. Neiea :Sr. presidente, dcclarei-me ven-
cido, quanlo a segunda parte da resulucan, por isso
jolgode meu deverdar a razes, porquuassun pro-
ced.
(uando a lei, que se procura interpretar, foi aqu
discutida, urna das emendas que se apreseuluram na
casa, excepluava du imposto de 80 por ceuto as lo-
terias concedidas pela as-emblca geral, a leudo eta
casa rcpellido e desprezado essa idea, eu entend
que se uao poda lomar uina decisao con Ira u ven-
cido.
Quanlo a* primeira parle qoe se refere a' expres-
rtOj desde ja, a comrmssau loi toda de accoroo que
essa exprcsso diz respeito a rubrica do thesoureiiu
e nao a* imposie/io de 80 por cenlo.
Foi a razo que eu ti ve para assignar-me vencidn
quanlo a secunda parto.
O Sr. Epawnondat de Millo:Sr. presidente,
depuis de adoptada a le numero 3'J.I de i do corre-
le, appareceu na casa urna petlfjo de vario vende-
dores de biihelcs do Kin de Janeiro, reclamando
COMn as exigencias que Iho facala para que mo
contiiiuassem mais a vender tullidos des-as lolerias,
salvo sujeilando-sc a pagar iminediatamenle o Im-
posto que e*la ultima lei linha estabelecido. A p -
hc>lo loi a commissao de legisla cao, e commis-ao
de legislacao examinando-a atlvniamente vio que
tambera -e referan) a especie conlida na segunda
parle dcste projectn, ceutendeu que poda iuleipre-
lar a lei Dioso quanlo a primeira parte, mas lam-
ben) quanlo a segunda. A respeito da primoira par-
te, islo he, que a cxpressiloJesde ja11A0 se pode
referir a oulra cenia mai* do que si assignalura do
Ihesuureiro, foi opiman da commissao di; legislarlo
unnime nesle ponto, e creio que o goveruo a-snn
tambera o eulendeu e n declarou por despacho ou
verbalmenle, e permillio que continuaste a venda
desses bilhetes ; por tanto uo lia uada t defender
debaixo de.-la relacao.
Vamos asora a segunda parle, islo he, que as pa-
lavrasloteras deou(ra*pruvinrias, n.lo alirangein
as loteras couceddas pela a*einbla geral legUlali-
va. Eu devia esperar por una impugnacao mais vc-
heincnle e decisiva, de que o simples vol de diver-
gencia do nobre niembro da commissao de legislaran,
para enlao .sustentar que esla parlado projeclo ac-
tual nao encerra um peusainenlo vencido uesla lasa,
mas como estamos uo fim na ses,lo, c lia muilo que
f-.zer, me apresto logo a explicacAo de-la parle in-
terpretativa.
Nesle projeclo, Sr. presi lente. Dio se Irala de es-
libelecer que as loteras de nutras provincias sao so-
mante aquellas que n sAo concedida* pela assem-
blca geral ; nestl projeclo sii se Icala de cslabclecer,
qoe a visia das exprc-oes de urna lei exilenle, se-
goiidu a redacr.lo deilk lei, nio e-lo prohibidas ns
lolerias concedidas pela assemblca geral : portante
o projeclo nao conten um pensamento vencido na
raa, o projeclo trata apenas de interpretar urna lei
existente. Ilmi Cousabe adoptar urna idea cslahe-
leeer de novo, em una reaeloclo, um peusamcnlo,
e nutra coo*a he dizer, he declarar que es-e pensa-
mento, que essa idea nAu foram adoptadas na reso-
luc.lo approvada, nao se acham comidos na lei que
vigoia.
Ja se ve poii qoe o projeclo nao veni revivir 11
pensameulo regeilado, veni lmente decidir, que *e-
gundo as palanas, e exprc**es da le numero 399
arliialmeiile enfVigor, nao eslao comprehondidaa na
imposicAo as loteras couce udas pelo poder geral,
he mera inlerprctac.AOf nAo se procura reviver um
pensamento cabido.
Demonstrado que o projeclo que se discute nao
traa de reviver urna idi rejeilada, creio que elle
pode ser approvado suhinrllciido-se-o a dlscusaao re-
gular, como oulro quolquer projeclo. Tenho dalo
as raifs pelas quaes a commissao da lesislarAo en-
Icodeu, dever assnn obrare esperarei que algm ou-
lro meinbio d ca*a aprsenle irgumenloi em con-
Irariu para dizer mais alguma cousa se jolgar conve-
niente.
a qoem loca, e eu
le censan. Assim,
pois, taco estas breves refltives, alim de que -e nao
lomea de ver illumiuacao em GoiallOI, mo asteta-
mus illudmdo a quein ler o orcainent.i.
O Sr. Soasa Cartalho : Vote pela emenda
i) sr. (.. Calmara* Entendo que o guverno
deve eiecut..r a le que aqu lem panado para a il-
luininacao deGoiinna, e na cominear
amento : e leudo tollo asas nbserv
(I Sr. Souza Coremlho : Sr
dec
le
e-se e-que-
icoi's isseulo-me.
por coniegointe collorar
rnmpanliia na triste e
doloroso poiifla de, 011 mjeilar-ie a esse preco, ou
fallar a's CoodlC&ei do contrato, (rleclaraacet.,
II Sr. .1/. ('ara\canli : He o contrario.
O Sr. Portelta : Mas eu encaro as potbesri qoe oa podem dar ; ou o productor impon-
do o prec 1, ou o comprador impon lo ao productor.
Mas vamos ver qual das duas hvpolheses se poda
ualiiialinenlc dar em relacao a' exislencia do con-
1 mSr. Ht-Duiaio:Billa um regolamente, exis-
te urna aulorisacAo maudaiido o presidente refor-
mar esse reuiilaineuto.
O Sr. S. Olegario ;Ora.se iiserablea mandou
o presidente da provincia reformar o rogulainenio
que Iho fui apre'enlado, esla' claro que ella o na>
approvon ; ocomoathojonlolanlia o presi-ieute
apreientodo a reforma, esla' claris-nno que existe
nina anomala, nmi irresularidade, que he preciso
ralo, porque eu creio que foram estas as duas hy- ] fa/.er desaparecer. Anda mesmo que exbtitta um
",',',Um!.ni".,r M r"',Ment0! 1"" 'vira,,, de r,-gula.nei.io provincal creando o lugar de .idmi-
O Sr. Soaza CmtmlkO Sr r,d.. fundamenlo n.1o sei a qual do. nobrw depulados.que | lustrador, cu mo sel o que quer dizer um empre-
ecomuito io nobre orador, do uem li,. .' i'ni'ra ^ww.i'r'.r,'' *"**** ** "I*"~ a aiilencte gado nomeido pote gaverno eral, recebend.. um
c ser precedido, porque na verdad, o seo disc o ,.d c, rl r""'0 e""e,l"l," ccesar,a ou s ordenado pago pelo* cofres proviuciaes ao mesmo
lo loi mais do que. a Mistifican,! .vi.i.mi. i ... ?\ 'mporcm a roinpaiihia um preco corto ; lampo, quo cobra emolumentos decretados pelo uo-
a por miin ap,i.,ehia. ^""""''le da emeo- .: determinado, preco qoe ha de enllocar a rompa- dergeral
da por mim ipresentidi
Que a cidade de (ioianna. pela sua vasUdO, ri-
queza e citnegnria, deve gozar du beneficio da lllu-
inuiacao, he idea por ninguein coniestada, reeonhe-
cida ha baslantes anuos pela assembloi. tanecionada
pelas nossas leis de orcsmenlo provincial: he caso
que ji |.,1 1,1 em julgado. Todo* os auno* a llio.oii-
rana faz o calculo da despeza da illumimcflo de
liuiauia. e esla enemblea coiislantemenle. e'sem a
menor conleslacao, reprodoi uina dlipeaicAo, consig.
uando (lindos para salisfazer e*a necessid'ade.
Iiifeliimenie, porcm, Sr. presidente, ludo i*so nao
passa de lelra mora, de 0111a autoris.-ioAo da assem-
lilca, que a presidencia mo sel porque falalidade
anida nao pondo levar a ensilo. Essa Constante i
iucunteslaila di*po-ic.ao do nnsso orcaincnto ale bol
lem sido Inteiramenle intil. As mas de Goiaona
coiilinuam na mais prol'un la obscuridade, quando
mo sao allumiadas pelo sol 011 pela la.
Ne*las circumslancia*. o que cumpra a mis, que
recouheceinos a conveniencia da despeza, que de-
signamos fundo* para ella, < que nao qnererans dar
apenas um eleril signal de nussa solicitude pelas
necessidades publicas-.' t) que nos cumpre be acom-
pinliar essa clausula do urcaineulo com urna dcler-
ninaro ao galerno para que a Olente, para que
aallslaea o Um com que Ihe demos tal aolorisaran.
Sr. prcsideole. ha um fado que na verdade nio
deve passar disapercebidn : tudo quanlo be inelh.i-
ramenlo de Goianna, oa nao passa nesla casi, ou
quando pas*a a presidencia o entrega ao esqueci-
menio, nao Ibe da' a devida cxeciicn.
Ja' livemos occasiAo de tralar sobre a eslrada do
norte, que apenas se arha em principio, ao pasta
qae a* oulras estradas eslo muilo mais adianladas e
ja'contain varias ramilicsre*. O mesmo 011 peior
ain la, se da' com os oulros raelhoraiueulos dessa
comarca.
O sr. Pereira de Rrilo : Pois tem bons procu-
radores.
OSr. Sonsa Carvalht: Ainda agora a caa
esta' vendo o que succede com o mnlhoraiueiilo do
rio de Ijoianna, Antorisa la par esla assembla, or-
eada pela repartic/io compleme, c leudo quintil!
expre.samente marcadas, essa obra de iminensa im-
portancia, vivia entregue ao man completo e-queci-
meiilo, e ainda as.im permanecera, *e nao fosse a
energa e o patriotismo da cmara mnuicipal de
(jnianna e do seu benemrito presideute.
A entrada da cidade do li Formoso ha muilo
que foi mclhorada com o beneficio de urna eslrada.
.'"tao lem acontecido assin com a entrada defioim-
na. Essa estrada que vai do enneiitio uiarv a
Italanoa e que he de toda mcessidade, se actia or-
eada, tcm ido a'praca algumas vena, o seu orna-
mento creio que ja' solfreu una modilicarao, mal
al agora anda mo foi execolada. Parccc'que nos
orcamenios nao se lem guardado a devida altearan
a' jdilTerenea nos prensa do Irabalbo ; e o quehr
corto he que a obra na lem adiado licuantes e esl
talvcz condemnada a eterno adiamenlo.
O Sr. A/aniel O Sr. nenio Casta : Tem ctveiri de burro.
O Sr. Suuza Carcalho : O que digo sao verda-
des, e ella* ja" foram honradas com o vilioo apoio
do nobre deputado, qu-mdo se tralou da estrada do
norte.
Paranlo, Sr. presidente, espero que a rasa apprn-
vara' esta emenda, que nao tem por lira mais do
quedar realidad a moa dispnsicao con-lante o jus-
la.que esla assemblca inclu todos os annus nu o-
camento.
Vai a' mesi a legaiote emenda que hi apoiada.
No ca*o de passar a emenda do Sr. Oliveira e
oulros, diga-se, a-ilorisado a contratar com quem
mai* vanlagens nll'recer, licamlo o lim da emenda
Itirros de l.arcrda.
Os Sr.< Miwic\ Cataleantl, Francisco Joo e A.
Cacalcanli faxen algumas observacScs sobre as
emenda*, jnslilicando o ultimo dostcs'seuhures a de
qne be signatario, e leudo dado a hora fica a discus-
Igo anda adiada.
O Sr. Presidente designa a orden do da e levan-
la a sessao as 3 Iji horas da larde.
ulna na impoasihilidde de rumprir o coulrato e pr
eoniequencii fallar a populaba ....
O Sr. T. da Silia : hie e refere a mim, o meu
argumento mo fui e,le.
O .Sr. N. YarlcWa : Ou enlSo sera' a campa-
nilla quem iinponh.. o preco. ed'alli vira' O detri-
mento dos prodoetore: creio quo >* hypolheie
foi a que mais dominen o espirilo dos nobres depu-
ladoa oppoiiores do projeclo. Direi aoa nobrea de-
puladns que se luppoem que os produclores vao fi-
car em peiore eondifdea, se enianam, poh he mais
ran realiiar-ta a | hynotheiedoqnoa !...
OSr. T. da Silva da' um parle.
O Sr. .\. PorteHa : Mas o que be que pode
succeder d'aln 1 Por exemplo, '1 ou 5 criadores a
|iiem a conipaiihia se dirige impe-lhe o oreco de
f'Sr. .1/. llenriquet ;Carearageos
O S. illryario Portento inandare urna emenda
supprimiiido essa despez com a casa de delencto.
Discurso do Sr. l)r. Paula liaptisla a (Mtl de
X de abril.
O Sr. P. Ilaptisi 1 oppoe se a argenfla, e faz ver
que existe um conlralo solemne entre o goveruo
provincial c o peliccionarin Kaphacl l.ucci, conlra-
lo que deve ser anudado, e sobre elle medilar-se
para poder-se reelitai a qnealao, c i*to rertamentc
aenle podera' faxer agora. Se a commissao ja
esludou a questao, a auembla anda nao o faz, e
nem o poda fazer, porque Indo 01 d.-comenlos esla-
v.ini em poder da commissAo. Agora, que ella os
sua mercadon,;'.; ,.Vr^nW. :tSTaZ 23S*S "c 'evar as ..usa, com
iscurso do Sr.
O Sr. Francisca Joao : ,N3o devolveo sea dis-
curso..-
O Sr. Presidente : A discussao lica adiada pela
hora.
Continua a segunda discussilo do arligo 17 do or-
namento provincial.
lie approvado, nndn rejeilada a emenda.
o Arl. 18. Com a illuminacau das cidades do Re-
cite, Olinda c (ioiainn ; sendo pago o arrematante
da do Kerite dcscoiilanilo-se-llic o que deve a [alea-
da da empreslimo que se Ihe fez 5G999000a
V,io i" mesa a* enuinles emendas :
Depois das palavrai ilInmloirJto do llncife, Olin-
da c Goianna, diga-se devendo* a de Coianni ser
desde ja' posta em execicao.Soeai Carvalbo.
E licando o presidente luloruido a prorogar por
mais seis alios o conlralo felo rom Joao l-ianci-co
Aillo,es, acarea da illiimin.icAo di cidade de Olinda,
liga que se acabe o preso que aciualm-uie vigora,
devendo porcm expirar semellianle ountr-lo no mo-
mento em se eslabelecer na dita cidade ., illumi-
nac.lo por mei,. do az.Oliveira. A. Cavalranli.
Carneiro Uonteiro.M. CavalcaMi.
O Sr. CoapalcM animaron :Sr. presidente,
eu pedi a palavra para fazer ligamos reflesAes so-
A. Portilla, recitado na sessao de
Si de abril.
O Sr. V. / irlclla : Sr. presdeme, eu bem po-
da di*pen*ar-me de lomar parle ne*la discu-sAo ;
ella ha muilo grave, lem solo conveniente c bri-
Ihanlemenle tratada pelos dialiaatel oradores que
boje f.llaram e que ja em scssftea passaJas liveram
oeeeiae de manifestar as suas opimes; mas infe-
litmento, Sr. pro --denle, a opiniga des*es nobres
oradores lio inteiramenle contraria a que eu profea-
so, c infelizmente lambo, Sr. presidente, a opinilo
que V. Ex. manifesloii por duas occasies que fal-
lou como que licaii amoeu-cida aqu na casa, pois os
seos discurso! nAo foram nnpressos (l)j e eu la-
menlo nao poder servir-me dellcs, lauto mais qoaulo
V. F.x. falla com tanta rapidrz, que nao me foi pos-
sivel acoinpanha-lo en) toda a oa irgnflaentactlo
dillicil pois se loma a minlia posicilo, porque vou
expender as minbas ideas taes quaes me forem oc-
eorrendo, leolindo mnilo nesla discu*a,i ler de apar-
lar-me de pessoas cujas luzes eu muilo respailo.
Sr. presidente, tres sAo as arguinemaces qoe con-
tra o projeclo se lem fcilo nesla casa : o primeiro
orador que contra elle se proDunciou, o Sr. I)r. P.
Baplisla, combeteu-o mostrando os etTeilos perni-
ciosos qoe liuliam resallado do contrato celebrado
em anuos anteriores i foi es sua argomantaejto ; o Sr. 'I neo-loro da Silva comba-
leu o projeclo pelos principios ecouoinicn*, pela ii-
luacao em que se acha a provincia em relacao quer
i aos roiMuimdores, queraos criadores ; o Sr. Manoel
Cavalcanti romhaleu o projeclo, nu maii propria-
mente, rombaleu as duas do Sr. Florencio, e o Sr.
Francisco Joao eucarpu de uina roaneira elevada e
hrilhaote a lilnaeSo da provincia era relacao ja ans
criadore, ja aos consumidores. Eu, Sr. presidente,
aeompanliando a discussAo ntsle lerreno, pergnnla-
rei: por ventura eonfeasasxe aqu que I,avia om
monopobn realmente cousliluido t Pelo contrario,
loi V. Ex. o primeiro que reconhereu qne lal mo-
nopolio mo exisle, nem de dircito, oein de fado,
mas que si consequeocias ou os cffcilos desse estado
em que actualmente us adiamos, eram tilo perigo-
sos quanlo sAo os elfetlos do prupriu monopolio, quer
real, quer legal. E aveulurou V. Ex. por veniura
una upiniAo errnea '.' Se examinarmos perfeila-
menle a siluirao era que uos achamus, cu creio que
uao.
O Sr. .1/. Caralcanti : Eu creio qoe sim.
O Sr. ti. Portella : Creio que nao, porque,
pergunln, da mancira por que entre mis se lem
elevado o preco da carne nAo somos mis natural-
mente olirigadus a reconhecir que lia ama causa
qualquer, que tem pruduzido esse cITeilo J Sem du-
vida. I'oda llo-sa queslAo pois deve ser entrar no
CODhecImenlo, na aprieiatjao dessa causa ; mas qual
sera ella O nobre deputado que hontem disss que
sAo mullas as causas natiiraea e accidentas*, moda
prova era contraria a couclusao quo qmz tirar, por-
que, di*se elle, a sao mullas as causas que fazam
cun qoe a carne aqu se venda por ura preco alto ;
ja a molestia que da no nasas gado, ji a aislaucia
em que elle est, j, a dinTculdide do transporte,
pelos ratos caiuinhos, etc. o Mas, pergunlo eu,
quanlo uina serie de cirrumslaiicia* desla nalureza
se da', quando exisle urna siiuac.au desla ordem, e
que pur coiiarguinte o preco da carne uaturalmeiile
ha de subir, ha de licar elevado, o qoe nos cumpre
fazer ? sem dunda alguma remover essa* causas.
Pois bem, vamos a ver: porvcnlnri oslara' uas nos-
as fon-as faier remover, e de urna s vez, ludas es-
sas c.,.,.,,. *.'
t'm Sr. Deputado : Como se nio podem remo-
ver ludas, nao se remova iienliuma.
OSr. .N. Portella: Podem se remover algu-
m s, ha diversos meios para isso, e euire elles u
conlralo...
/ um eos : I-*o be um pallialivs,
O Sr. X. Portilla : Eu digo quo o contrato be
um meio de fazer desappirecer eaaea causas, e a ra-
za., he esla : be sabido perfeilameule que os Capilaea
que boje se destinan! a esse genero de industria sao
poucui, e V. Ex. muilo bem disse Iraecioiiados e
divididos.
O Sr. ./,
nos, nao.
O Sr. V. Por/ella : Eu sou o primeiro a con-
riaaar que nao teobo conhecimenlo perrillo disto,
mas lenho informacoes, e de accordo com ellas he
qoe eu fallo.
-Mas, dula eo, Sr. presidente, qne por is*o que
esses capnaes silo pequeos, sao inulto fraccionado*,
nao esla' as torcas dese* individuos que einpre-
gain capitaes diminutos, promover a remocao dessaa
causas; mas o mesmo se nio da' com orna corapa-
ntua que se incumbir exclusivamente da malar o
gado, a abastecer a pupulai-Ao, porque esta, ja' pelo
lado econmico, ja' pelos capitaes de que dispe, e
ja anula pela influencia directa, pelo soccorro qu
o goveruo neeessariamenle Ihe deve prestar...
(i Sr. M. Cavalcanti : Necessanamrole I
O >r. .V. Por/ella: Sim, necessariimentr, por-
que o goveruo contratando lem o fim muito luuvave
doctor, e na hvpolhe*e do nobre deputado, nao en-
do ponivel haver eommeoieacSo cutre ns producto-
rea, succedera' que a cumpanhia ha de encontrar
neeessariamenle um que venda o seu genero pelo
preco que Ib fizer coula. Digo eu que, segundo
pens, naturalmente nao ha de succeder islo, e nao
ha de succeder porque os nobres deputado* sabem
prrfeilanienle que os serlanejos, como produclons,
lenn em vista u ganho...
O Sr. M. Caralcanti : Quanlo mais os contra-
tad res.
O Sr. .V. Portella : Mas ns produclores podem
demorar o sen genero, e a companbia, lendo obri-
gacilo reslricla de fazer o fornecimenlo, be quem
esta em peiure* rondices...
lima coz : Nao ha tal. quem ha de veneer
O Sr. -N. Portella : Uao de vincer os produc-
tores, se quizerem.
Crazim-sa apartes.)
O Sr. .V. l'or; ', [,|e seria bom, se o nobre
deputado suppnzesse qae os criadores lendo conheci-
menlo da existencia do conlralo, quizessem perdei o
seu genero, mandando-o para o mercado, sem que
esperasse dalo um resollado fevoravel...
O Sr. .1/. Cacalcanli : O plano de ataque a
deeza he mu fcilmente fe.lo pela companbia.
O Sr. A. Portella : Ma>, como ia dizeudo. a
hvpolbese mais fcil de se realizar he a que eu ad-
ran tu.
Agora passemos a consideracocs de oula ordem.
lio verdade que o nobre deputado, o Sr. Manoel
Cavalcanti, con*iderou os a'rivessadores como agen-
es utilissimos ; ma* o nobre depuiailo permita que
Ibe diga que, se bem que eu recoubega que ns alra-
vessadores devala ser agente* utilissimos, oem sem-
pre elles o sao, e que por comeguinle, se bem que
posaam favorecer o commercio, na silnacAo em que
no* adiarnos nio sao elles uleis, como disse ditse o
uubre depulado...
O Sr. i/ //! Caralcanti :Porque !
O Sr. .V. Portella ;pcloi fados que exitlcm eu-
ire nos, e que demmisiram o contrario.
O .Sr. M. Caralcanti :Se quer appellar para
relos, enlan pode ale aDpellar para nos que somos
alravpssalores.
" Sr. A. Porte/la :Nao aei como nos sejamos
alravessadores. He verdade que lambem o nobre
depulado dina, que nos eramos os causadores do
monopolio, quo anualmente exisle. purque '. Por-
que auloi sainos o presidente em oulra epuca de
contratar rom urna rompanliia n foruecimenln da
carue. .lias, pergunlo ao nobre depulado, porven-
lara a ulorisacao qaedan esta a assemblca ao pre-
sidente de entilo, fui em termos taes que della fosse
o nobre depulado dedotir, que mis tenhamot con-
corrido para o eslado em que nos adiamos hoja em
relacao ao monopolio, qm se suppe existir ? Digo
qu na,., porque entendo, que u contrato nio cor-
responden ao peusanmiio que dominuua assemblca,
e digo, enhorca, qou os cffeiloa que resullaram do
comalo sao devidoi nao ao pensamento da auem-
bla, mai ilm a inaneir porque elle se 'realisoo...
linSr. Deputado :Procuraran) esses resolta-
dos, porque a le n3o poda deuar de ser mai de
lodos elle*.
0 Sr. A. l'irtrlla]:Podia, n conlralo podia dei-
xar de ser mai de fados iguaes a estes, pur isso que
a assemblca de ailo reeonhceeo a necessidade de
nina Companbia, e aulorisuu a sua organi-arijo, mas
o presidente de enllo desnalurou a meu ver, u peu-
samenlo da assemblc*, porque no cuiilrnlo esta' o
meio it.\ sua propria destruivAo, e por consegoinle
nao sejamos n* q,.e carre^ueraos com a responsa-
bilidade. O que quena a assemblca se uao urna
campanilla, que exclusivamente abaslecesse de car-
ne a cidade do Kecite? Mas foram satisftilos es-
se* desojo! /
l'm Sr. Depulad :A assembla nAo creou na-
da, don auloriM(&olimpia para o presideute fazer o
que entendeme... '
O Sr. .v. rortci.a :Abstraio das palavras, o
peniamanto da auembli foi este ; mas no contrate
ao paiso que *c dava a urna companbia o poder ex-
clusivo de for-iccer do carne a cidade do Ittcife,
con duo que mo lizesse parle della, podessa lambem
faze-lu, mediante orna certa mulla, e dahi, Sr. pre-
sidente, tudas as cousiquencias perniciosas que si
deram...
UmSr. Deputado :A assemblca nessa grave
questao fez uina eulrigaa presideucia e a|preiidencia
lez oulra ao povo, di maneira que houve nma'em-
bacadella de la' para ca' e de ca' para la'.
O Sr. ,V. Portella :Eu, Sr. presidente,nao creio
cm embeeadellaa da parle da assembla, nem da
parle da presidencia, mas o que digo he que no
proprlo conlralo he que havia o elemento de sua
propria dislruirdjo, porque ao mesmo lempo que se
cslabelecia o inonopolio, dava-se o direilo a pes-
aaaa eilrinhu de vender lambem carne pelos pre-
ces que quizessem, doude seguio que os cniilra-
1.1,1.-i o- se aprovailaram dis*u, o o resultado fot ser
fornacida a cidade do llecite do caroe ma', e ao
mesmo lempo haver carne boa por prego superior
aquello estipulado no contrato.
' m. !r- Pululado :E qual he o remedio '.'
0 Sr. A'. Portella :He s veuder-so a carne
pelo preco estipulado...
' ni Sr. Depulado :O rcsulladu do contrate he
o quo estamos vendo boje.
OSr. V. PtrleTIa :filo posso admillir que o
resulladodo contrato seja o que se da' boje...
Outro Sr. Deputado :Disse-o o Sr. inspector.
1 ,nn I o: :.Nao disse islo.
" Sr. .V. Portella :.NAo pode ser tal, e nem po-
precipilacao.
Jos Mara Kamouda, roodeaaa klaOli t urna criada,
A. I.arumbe, I.. I.aruinbe, V. Ramognoli, J. Mau-
i..... C. ltoinacni.il, O. Sraunavino, A. Frenchel.
F. Dalla Cailoa, t. Bergamoichl, J Vaunineiti, G.
Scandolorj, J. Meauzini, I.. Monlicelli, J. Venere,
J. Cardella, Joao Franco da Coneeiflu, o primeiro
cadete Julio Ce/.ar Pe*soa Saboia, Dr. Joaquilu An-
tonio Alvel Hibeiru.
Al omanhoa.
O publico he o no*so juizo : e aviste i las prova*
com que sustentaron* a* noaSH proposic .s, acerca
do modo porque S. S. fallou a verdade,'he impos-i-
vel que este nos uecue ju'lira.
Mal agonremoaao Eim. Sr, Dr. Pnrlel la : em bre-
ve o leremos lias grelha do Liberal Per namburano,
r ja o vao Incensando ; ja se lo un Ijbei a\ de M :
Parece-nos i/ue ao Sr. Dr. Portella i- t destinado
um brUhantl papel, mancebo honesto e intelligenle
etc., esles elogios s3o de mo agnuro, islo presagia
Brande tempestado. No da em qne tomou pnse o
txm. Dr. Portella, dizia-se que o purtido ia pa*sar
por dolorosis provaee*, vingancas iam ipparerer ;
de dolencia na um duende ; romo tinliam
JLKV DO HECIFE.
2.1 Mesle.Dil ^'J da abril de 1857.
Presidencia do Sr. Dr. .il'.randre llernardino dos
lias e Sitia. I"*
Promolor publico interino, o Sr. Dr, Joaqun) de ""'ido lora da regra, emendaran) a ni,lo, e comern)
Sonta Kei".
K-crivin interino, o Sr. Manuel Correta Comea
de Almeida.
Advogado, o Sr. Dr. Leonardo Au.;usln Ferrcira
Lima.
Feila a chamada as II hora* da manhaa, virifi
cou-so eslarem presentes 13 senhores jurados.
Foiam relevadus das mullas, por lerein compare-
c,lo, o salificado a* fallas, os senhori-s scguinles:
Joo Antonio Villa-Secca,
Francisco de paula e Silva Juniur.
Luiz Jos Kadrignea de Sania,
Foram dispensados pur lerein apresenladu ales-
lados de mulesa, o* senhores seguiules :
(joflavo Jo' ,io liego.
II i-ili Alvares de Miranda Varejlo.
Vicente alendes Wau.lertey.
Manoel Ignacio da Silva iexcira
a alagiar : ma* no momento cm que o Immem nao
literas mudancas das autoridades, romo e i
vira u ,anlo o diabo.
' pede, la
O exemplo livemos no Exm. con-selheiro Sergio
era a primeira inlelligeacia, a prunrna prohidcle u
honradez : mas apenas nao mandou eleger deputado
ao redactor ,io Liberal, licou bruto, estpido, beba,
do e tadroi.
3n de abril.
Mr. Cnrgc do asebia.)
&zvc&%ionbcncta&.
Discuno do Sr. Dr. Paula llaptista na sessao de
2X de abril.
O Sr. Paula llaplista sustenta o projeclo, exhi-
bindo differentes razdes.
Diz que nao admira por-se em davida > compe-
tencia da a-sninlila provincial, a respeito do pro-
jeclo em discu*so, quando, ha poneos das, se du-
vi.lou da competencia da mesin-i assemblca para dis-
solver as duvidas existentes sobre os limite da Es-
cada e do Cabo.
O orador diz, que as jarisdieces teem Iros origeos
mui diversas: nascem ou das bus da divisao territo-
rial on das leis de organisicAo judiciarta, ou das leis
dos proce-sos. Se islas dou ultimo* objectos ato
incoiitestavelmente da competencia da assembla ge-
ral, o primeiro era sua mxima parle, be da com-
petencia das assembta! proviuciaes, a quem o aclo
addirional da' a ..iinliuicao de crear comarcas, ter-
mos, etc.
Assim, {continua n oradnri, baja um poder em
permanente exercicio, para decidir os conflictos de
jorisdiccAo, que sem duvida devem de ser prompla-
menle decididos pelo pongo que trazem, a patadas
familias e a ordem publica ; todava, isto mo des-
Irue o poder, que lera o* corpos leitisladores, para,
quando esla' reunido e foncciunando, aperfeicoar,
explicar e revogar as leis qoe motivara estes con-
flictos.
Portanfn, conclue o orador) *e esla assemblca ex-
plicaros lmite* do Cabo e da Escada, e o sao aclo
legislativo fosse promulgado a lempo, que a quesillo
entre os jui cidida, he fura de davida, que tanto aquellea dous
juizes como a rulacao do dislricto, hau de curvar-se
a esta nova lei provincial, como leudo partido de
um poder competente, o qual, assim como pode
crear comarcas e termos, e marrar seus respectivos
limites, pode igualmente explicar esles mismos li-
mites, quaudu confusos.
st.. reiaeloret.Pciblieou-ie no Liberal Per-
nambucanofja de al mi lindo, um pequeo arli-
go. a.s nadoQualro ofuciaea ,u guarda nacional
do llerife, no qual, iilcmde ontrai COOlel, con-
Icsla-se a verdade da indicia dada no da anleccden-
A requisic-lo do Sr. inspector da Ibe.ouraria pro- paen ,9 uno .te lie *^Vr'""-
!___ a i I Ovan Viles W .ll'IC.rMlf.1,
Foi tambera dispen.ado a requ.sico do Sr. di- det|. ru,ncl. ,,
daSIva ^ *^0Sr" |e"Ca" Kodf'-;^^^rindzem
Foram multados im mais 20MNW, o* chores it' ""tatle qun se liu
multados no, dil. antecedente* que^ nao comparec '""..2 ^ ,'"" '*m7E*' de'"s
ram na sessAo de hojee nem foram d,.pes lo* SS^^^^.^Slf ,f""'HS 2P*eto"
O Sr. juiz de n rei.o declarou aborta a se.sao,! l,u qUe"" '""' al-ue'"vsob '?
depois do loque de campanilla. H2S* 5 "'" -"" MS 'Q>i' ""a up
PAGINA AVULSA.
IKilDiZt JOSaf\o
Os oculos.lie tal o prgre*so que levara as
cousas, que daqui ha pooen na llavera' mais valhos,
o talvez que lambem Dio hajam mais I I.mi,.-. A
iirm rlalnlade Jo eorpo parece ser o resultado qoe
allegarlo a* scienciaa malariaea. E nao tiremus razo
para dizer islo, comparando o panada rom o presen-
te, o que cromo, com o que sumos 1 Onde he que
se ve hoje mai- uina bocea desdentada, orna cabeca
branca, uina cara Mingada, ans ulbos que nAu vejain
i nnulo, gratas ao progresso da iudusliia '! A moci-
dade quando vai (umildo de algotu infeliz, vai-lhe
levando tudo n que possue de melhor, leva-lbe o lus-
tre e frescura da pelle, a agilidad! do corpo, a cor
natural dos cabcllus, us denles, o olfaclo, a vista,
ele, ele, pelo que ser velho n.lo he la' cousa mui
bouila, razAo porque os que querem ser bonitos nAo
querem ser velhos. Ca' para nu* Indo islo que allesia
velhice, he merecedor de respetlo e venerarlo ; ca-
bellos brauens dizcni mullo melhor n'um velho do
que urna bella cabelleiri pellica, u do qoe os cabel-
los preio* a' forca da tintura imperial do Dr. Brwn,
que nAo set purque da-Ibes urna cor de braza. A ve-
Ibice foi c sera' sempre ubcelo da aitiuc.lo de lodas
as nacnc". desdo o lempo palriarchal em que o pal
era o rei da familia, ate a Grecia anliga, em que os
mancebo! se levanlavam quando passavam os velhos,
al tt,mi,, em que aos velhos se dava o poder cruel
de malar aos membros de suas familias, al hoje em
que o calbolictsiou estabeleceu para sempre o le-
grado dever de respoilar a velhice. Km si por tanto
ancianidide he digna de aclmenlo, mas nem por
isso deiiam de haver velhos quo justamente sejam
"'"'* com ridiculo, e 8o aquellcs que su u3o hon-
j em ser o que sao, querm forc/isamenlo sei
coa e fazer o que (azora o* rapazas. A' es*es que
, cisain llnenlos, para so nao abllroarem, ningucu
os encoulra se Ble de olhos nu, purque mo querem
que ,1o uso dos oculos se concilla sua falla de vista,
nem sua velhice ; pelo contrario n.lo he extraordina-
rio que se encontr em nina ra Imu numero de me-
nio* Irazendo oculos, para indicar, sem duvida, que
o slenlo, o irabalbo e as fadigas Ihe rouharain a vis-
ta, mas a razo nao he oulra senAu porque esses me-
nino teem o mo godo de quererem passar por ve-
lhos, assim como ha velhos que quereiu ser meuiuus.
lie da erar qoe nao fallamos ah.olulameiile, porque
inultos piven- ha que andam de oculos por necessi-
dade. Este* estao fura de toda censura. Mi a lune-
li.!... Senhores da luneliulia uo olho, vos que lendes
mais falla de sen*o que de viita, ides agora passar
lambem debaixo das tercas caudioas. A Pagina Avul-
M, que he nina dessas mulheres valbas muilo ralba-
deiras e amigas de mal dizer doi ruin- coduraes, en-
tendeo hoja que nAo era bem fechar mai* os olhos
a' esse vidrinhu, pete qual pensis que Cupido Ir,,con
as sellas e o cana/. Ora com efleiln, urna cousa he
ver, e oulra he dizer 1 Vera um inaluliuho la' do seu
sertao muilo alcalrusado, giboso, troncho, mal ama-
nhado, vera e-linlar na praca. Vai a' casa do Sr. F-
lix, manda fazer a gndola bem justa ao corpo, corla
O cabello a' moda artista, calc,a a iudispensavel luva
de pellica, c de luneta no olho, passea lodas as roas
da cidade. La' no Melga va elle um boi ha leguas de
diatenda, mas em pondo o p na praja fica logo ce-
guinbo de um olho, e luneta nelle. B porque Dio de
ser careleiros lodosos que u-am de luneta "! E que
caretas fcias fazcm elles I Parece que estao.......fa-
zendo molla forra. A luneta sendo oculo di um vi-
dro devera' servil nicamente a' quem lem um
da ello avanenr islo, porqui o resultado do acaba- olho ; quera lem duu* olhos e ma' vista devera' usar
que de camp
A berta a raeama sessao, foi condolido a presenca
do tribunal do jury,para *er jnlgado,o reo preso Jos
Mara de Soasa, aeCoSaCo pr crime de uo d'arma*
prohibidas, sendo deleusor o Sr. advogado .cima
mencionado.
O cmelliG do jury de senlenra foi composlo dos
se,.dores seeuinles :
Francisco de Paula linnveia.
Joo Aulnnio Villa-Secca.
Jos llamos da Cruz.
Luiz Comes Silverio.
/.eferinn Kodolpho Delgado de Borba.
Joaqoim Henrtqoaada Silva.
JoAo Conjalves da Silva.
Alexandrinn Caelano deOlindo.
Joc Mara Machado de Figueiredu.
JoAo Baplisla Kodrigue de Souza.
TrisIAu Francisco Turres.
Antonio Nobre de Almtida.
E prestaran) juramente sobre o livro dos sanios
evangelhos.
Foi o reo interrogado, e dissi que sabia qoe era
aecusado por cansa de urna faca que (razia no quar-
lo, que por esqiierimento linha sabido com ella pa-
ra fora de casa, a qual laca um coinpauhiiro Ihe ha-
via dado para guardar.
O Sr. proojolor interino disseqoe o reo fura en-
contrado com utna faca, e por isso esl iva incurso uas
penas do arl. 3. da lei de 1(> de on'.ubro de 1831.
grao mximo, por se dar a circunstancia auravante
dosjl. e 1. hyputhese do arligo IG do codmo cri-
minal.
O Sr. advogado disse, quo o roo fjra encontrado
com a faca, mus mo com a iiitencAo de commettir
crime, e pedio que se lizesse jaalifa.
O Sr. juiz de direilo, depois de resumir aecu-
sac^lo e defeza, propoz ao jury a quesloes de fado, e
sendo estas entregue* ao consclbo, foi esle conduzido
i sala secreta da* conferencias a 1 hora da larde,
donde vollou as J horas rom suas re*postas, que fo-
ram lidas pelo presidente do jury de senteuca, e o
Sr. juiz de direitu receben io as rc-pnslas, puhlicou
sua senteuca, condemnaudo o reo a raezes e dous
das de prieto, grao medio do arl. 3 da lei de -26 de
outubro de INII, combinado com os arls. VJ do c-
digo criminal e uas cusa, e levantan a sessao,
adiando-a para o dia seguinte as 10 horas da ma-
nha.
que no rele-
do
a requIsiQAu du
vro concurrencia lo apregoada, teo ganada, pelos
nobres depulado*...
da .Vilta da' um aparte.
l'orlella :E agora uao ha couenr-
:Ha.
Portella :E nao
foi depois de um
Cacalcanli : Nao sao muilo peque-
bre a illominacle de Goianna, e depoil be que vrio *"rn contralando trm o lim muilo luuvavel
a emenda du Sr. Souza Carvalbo, pedindu para e Por >'>
por em execucao um arligo do orSa!iiente. Eu i.Ao ,um '*'t c"'r""h">-
ei o que quer dizer le do ornamento, e depois una
emenda para se por cmevecucAo. Ha anuo, que
pauau nesla caa a illuniinarao da cidade de lioian-
na. em Indos o* anuos tem viudo na le a consigna-
',io ,lc*-a illuminacAo, eniretanlo que Goianna ale
boje nao tem nem om lampela. gora ipresenta-
e ama emenda que eu ocho de. eu nAo sei o qoe quer dixer dar-jc urna con-ignarao
para urna cousa, e depui* dizer-se, sendo logo exe-
cutada.
Um Sr. Depulado : X decisao li bem fcil.
0>r.C. Cuiiiarn : Eu digo que hialinos'
que u gaverno tem lutorjeacio para illuminar a ci-
dade de Goiaona, e al
muilo esqnecunenlo!
Ha um apirleqoe n.lo oovimoj
O Sr. \. Portella : por estes meios todo in-
dircrlo-, por qoe se pode ojudar.njo quero dizer que
-e d o dnheiro, ma* com essi! favores que pode
presl.r o poder adminilrallvo no que he tendente
au bem publico.
A companbia assim habilitada esta' moilo mais no
caso de vencer e superar essa dilliculdadis que na-
turalmente se apresenUm, do que os particulares
que p empregarem nessa indu-lria.
(I Sr. .1/. Cacalcanli : Agora, quaes sao os
contras ?
O Sr. -V. Portella: O* contras sao este*. Desla
mancira apparecem dous ctenos imprtenles; o 1"
aqu uada tem felo : ln | he que os pruduclorc*. sabendu que no mere,do l
O Sr. Souza Cartalho : E.a' iortlttead. a i'" ""' """*""""' csla" '"' ca, d' iln""r PS- e
efj.i. ? 7t 7\ 7 ', ""-------------------'-------------'~"
a Sr (i G*tmart*m< v., ,. Os di*curos Kfeu^-a"=F*^"'""""""""".......
1 O tachigrapho.
OSr
O Sr. .v.
rente* ?
Urna 10:
< Sr. A
conlralo }
l'ma coz :Foi.
O Sr. .1/. CocalcoMi :E o que se segu'.'
O Sr. A. Por/rila :O que se legqe lie que de-
poisiteste conlralo ha de appareeer lambem a con-
currencia, o que se seeue be queso es*c conlralo
que existi, apezar de ser defailooio uio le d-sap-
paicrer a livre concurrencia e o conlralo futuro
que deve ser menor, fara' appareeer nina concur-
rencia mais benfica do que a que existe actual-
mente.
Sr. presidente, en pedera dar mais algum de-
cnvolviineiilo as miiihas idea*, porcm os aponla-
ineulus que Huta lomado foram simptesmeule os
quo me suggeiiram a discussao de boje ; euiilli
lucclnlameule as minbas ideas, desejaret que este
projeclo pa-e a segunda discussao, que nAo milla a
surte que alguna lenboraaja ihe tem decretado, qoe
he urna marte sbita logo na primeira discussao.
lie objecto de lauta importancia queme parece pre-
cisar de toda a rellexao, e por isso peco a assem-
blca provincial que au menos na primeira discus-
sao nao Ihe d a morle.
Discurso do Sr. Dr. Sabino recitado na sessao de
38 de abril.
O Sr. S. Olegario :Sr. presidente, ignoro seja
aelsvoo a clfeiio urna autorWaco qui no anuo pas-
Mdo conceden a assembla provincial ao goveruo
da provincia ni lei du orcamante para confeccio-
nar um regulanieiito para a casa do il.tencSo...
OSr. n. jiceda: F.u lei especial.
O Sr. S. OUgano tEssa lei, srgondo diz o no-
bre secando secretario, foi especial, o qoe nao con-
teste ; mas nao me record de ter viudo a rasa esle
regolamente para que foi aulornado o presidente..
Umir.Diputado:.Nem latoriacgo houve.
O Sr. Sabino Olegario :Eu entendo, Sr. presi-
dile, que visto mlu termos anida prompto o ri-gu-
lamento da casa de detenclo, nos nao daiemoa mai
car quola neiihuma para despeza com empresados,
que nao e.-l3o creados por lei. .Nao sei inesmo se
esle einpregados perlencom a provincia, ou ajfo de
nomeacSo toral, e por isto me parece que emqiiau-
lo nao vitr esse regulamento, que a c-sa mandile
confeccionar a auembla, Dio deve marcar quota
para estas despeza, di-speza* que monlam em mais
do que lalvez devessem montar ; alm de que eu
nilo sei o que quer dizer um euipregado provincial
depen.tendo du nomeacao geral...
t7i Sr. Depulado :S.lo anornalias da palri.
O Sr. S. Olijurio :Eu Dio aprsenlo i-u, para
fazer opposirau ao empregado que dirigen rasada
dele-cao, inais smenle para untar a anomala que
existe, havendo uina casa de detaqgle, que se diz
KEPARTIGAD DA POX.ICIA.
Occurrencias do dia I de maio.
Foram preso* ; pela subdelegada da freguezia
Recite, o prelo cscravo Severiuo
respective senhor.
Pola aubd.legaca da fregoezia de Sanio Antonio,
os prelu* eaeravoa Thomai.a Angela, por fuglos.
E pela subdelegacia da Ireguczia da lloa-Visla, o
prelo escravo Benedicto, sem declarado do mo-
tivo.
ESPACHAIIAM-SE PELA POLICA.
Dil -28.
O escravos Anlonin, Claadin.i. o Ko*a, oblivcram
portarla para o termo di ljrreiros, cm companbia
di seu -i iilinr.
-."'
Candida Andinos de Oliveira e Silva, tegilimada
para oblar paataporte |iara a Europa, levando em sua
eompinhii duas lilli s menures.
Anu a Canil., Cavalcanti e Constancia da Conha
Caval-anli, 1,-giliinaram-se para obler passaporle para
a Earopa, em rnmpanhil de seu poi.
O portuguez Fortunato Gardoao de Goava, legiti-
mado para obler paaMporle para a lCuropa,
3(1-
0 porluguez Joaquim Das Fernandes, legilimado
para obler passaporle para a Europa.
O porloauez Jos llus de Azevedo, tegilimado para
obicr passaporli para Eurona, levando em sua
cumpanhia duas menores.
Cierto
Wttnutmbuzo.
monto do conlralo, foi o esiabcleciineulo ce-,, li- de oculos, nao s para vec por ambo* os olho, sen.i
lambem para mi ser mais obrigada a' an lar faieudo
cardas ao mundo lodo. Mas assim com essas tunelas
ficam como se fossem coxos, como se lendo dous pos
calcasaein s um, como se leudo dous ouvi.lu* tapas-
sem a' um. Ora baila dio ; a tunela lie um traste-
zinlio iuiilil e prejudicial racimo a' quera o Ira/., mas
se be moda, e se para ser da moda f,/im os seus
marti/res qualquer sacrificio 1 Temos ca' para ni'x,
em concluso, que o trazer nenio* s lica mal quem
d.lles nao precita, a' quem alTecls falla de vista sem
a sentir; porcm que os senhores da luiielinlia no
olho teem mais falla de sen'oque de vista.
Culi dia vao descobriodo um novo racio de es-
pecular e de furlarera-e au cumplimento do dever.
Consta-nos que ura soldado da companbia de ar-
lifices, eonlildo na boa t qm felizmente anda ca-
raclcrisa a clas*e pobre de uossa s-jcieduie, tomara
algumas obras do arsenal de guerra, a as mandara
coser por uina po-soa, que nao besitou em aceitar o
Irabalbo, na esperaoca de com o sen rc-ulla.I i salis-
fazer a' .lignina* de suas necessidad* ; enlretenlo,
promplas a* uliras, levoa-aa o eapertalhla do solda-
do, e sem que ale agora teuha ido in temnisar o tra-
balliu da pessoa que coseu. cora algum descrdito
para o arsenal, a' cuja impuntualidad tile allribue
essa falla do pagamente, c com quem se desculpa,
quando lodos saliera da ezaetidlo do arsenal em se-
inell,,mies negorioa. Bogamos a' aulondade compe-
tente a toveatiga(lo d-se fado, e a' ser verdadeiro,
como nos auegoram, pedimos cm nome da juatica a
punic.io do seu aulor e a indeinniiai;ao do servico
prcsladu au arsenal, sendo esta mais uina occastao
de cada vez mais liruar-se o crdito do arscual cm
seus pagamentos.
.N'um boceo quo communica o largo do Carmo
com a ra do Poso, (eremos que ho o becco oa Bom-
ba), arrumaran) lio grande quaolidade de lijlos so-
bre urna das calcada!, que torna quasi impussivel a
passagem. A calcada esta' lomada ate a beira, *-pun-
lo de quo qoem Ven por ella, he abrigado a decer c
pisar na lama. Ora quem pas-a por esse boceo, passa
pela* calcada, ira pois mais bem pensado que o
dono desses lijulo* os mandasse arrumar em lugar por
onde ninguein pas-a. iNao se aposteme, meu senhor,
veja que temus rozAu.
Acaba de chemr a esla cidade Mr. Charle*
Marie CnUool, engeiihciro michlnilla, que o cnsul
geral do Brasil em Brssellas, contraan por ordem
do Evm. presidente da provincia, o conforme a au-
lori*acao concedida pelo governo imperial, para or-
gaiiKar e dirigir as ni,chinas e ollicinas do arsenal
.te marinha, e bem assim instruir alguna discpulos
que possiin, mais larde, suhslitui-lo naquclles Ira-
balbo*.
Os mendigo* ja' mo e latiafanu dormir por
locares nnpruprio* desll capitel, nao ; agora recel-
os da seren incammodadui us bancos .la ponte da
IIaa-Vi-la, as portas da* casa* e das igrejas, v.lo per-
mutar pelas Miradas, e quem sabe f com elies mais
algum mendigo de mil,a- amollada* '.' Alun* carro*
ie..... ite embancados com euei irambolhoa es-
pichado* ao longo das titeadas : he mistar que se pro-
videncie a respeito.
provincial odaodo-ieaogoveroo geral a allribuico liirm-ooa, que houve quem se lembrassa de
de n-mear rmpregldoapara ella. I andar .le taberna em taberna asenta atado, dizen-
Alm dil0, consteine que o empregado, qoe I"* eJIaa lambem lam ser mudadas para dentro
diz ser provincial, foi pelo goveruo geral nouieado rt" it'cife : nao foi ma'a crac, mim peganem os
carcereiro d.-i cadea... itesejo* dos qne goslam de ver ludo perturbado, ele.
Vm Si: Depulado :Adminislrador... Encerrou-*e no dia -21 do mez prximo pas-
O Sr. S. Olcourio:Eu nao sei se elle foi nomra- s1"1 hospital provisorio, que por ordin da prest
do idminillridor; o que sel he que nAo havendo uina dencia foi eslabelecido na ilha do Pina para recebe
A assembla approvou hontem em segunda discu*-
sAo a emenda olferccida em 3* ao projeclo n. >',
que concede duas loteras de lft:;innji cada tuna
para auxilin da fabrica qoe vai eslabelecer cm Pa-
pacaca o Sr. Jos Anionio de Araojo Jnior, para a
extraccAo de oteo de diversos substancias.
Approvou cm lerceira diseado o prujeclo n. 12
sulire o comprnmis-o da irmaiidade du S. S. Sacra'-
inenlo de Ingazeira, e era seuunda o romproraisso
da irmandade da .N, S. do Binario de Tigipi.
Continuando na legenda discussao do projeclo n.
II, que luumeiila o ordenado de alguna einpiegadni
provincial!, oraram os Srs. Theotmu da Silva, Met-
ra llenrique. Florencio, Francisco Julio, Siqueira
Cavalcanti e Valentina Vilella, ficandu a discussau
adiada.
Conlinu indo na segunda discus'.lo do orca-
mento provincial, approva os arte. 29a 30, 31, 1-2,
33, 3, 35, 36, 37, 38, Arando adiado pela hora o
arl. 39, fallndoos Sa. Jea Pedro, A. Cavalranli,
N. Portella, qoanio ao arl. :|| ; quanlo ao arl. 39 os
Srs. I. Portella. Souza Carvalbo, M .noel Cavalcan-
li, Valeulhn Vilella. c 1. de Barros, ficando por lim
adiado.
A ordem do dia para boje he a mesma, e mais a
primeira discussao dos n. ili, ella do n. i".
0 cerlo be, que a milicia do Diario,
rimos, iienhiima inexactic>ao conten..
Para levar-se a afeita aquelle biile. convido, di-
rectamente 0 tencnte-coro.irl el,efe do eslado-m nor,
os dous ajiidatites deordciis dj commaudo soperior,
o quarlel-meslre general, ,o secretario, o entuman-
danle do Io do artilharia, lo 1, -J, 3, 7, e 8 de iu-
fanlaria, I, 2, e 3 de reserva, do -1 esquadiao de ca-
vallana, e Otilios, ao que Indos, de louilo ,,,,, gra-
do, anmiiram, incumbindii-e loso de fazer iguaes
convites a todos os ma.s olliciaes dos difTerentes cor-
po, o que sem duvida fizeram,ou fariam,seuao alo-
do, ao menos a inaior parle, e natural he que lodos
esses aiiplauJissein a urna lembrauca, (ao propria de
ba educacao e urbanidadi*, que se deve esperir
e ni urna cor p,,i -._.,(> lao disliiicla. O ,-ummauJ.,.,(,.'
do li'i batalliAu de n,tanta, 11 nAo foi logo convidado
por nio se adiar presente, mas ia slo, e tamben!
o do 3o e l" eriaiii, lenlu mediasse lao pouco lem-
po enlre aquella nOMl resolucao e a recula do Exm.
Sr. Sergio Tixeira. c tamu-m eites, estamos bem
ccrtiis, de que, cavalleiro* comoslo, nAo regeitariam
o convite, nem se jalgariam rebaixsdos por prela-
rem-se a dar a S. Exc. essa prov de consideraclo
e deferencia, que alia'.* nada tem de rasgo, t ante*
be cousa muilo commum am laes circumstaocias,
e muilo coinesii.li i a'queltes que compretendem e
devem comprehendrr cerlos deveret de loctabili-
dade.
Purlanto, o baile a que sn refere o autor oa aulo-
res daquelle arligo do Liberal Pernambucano foi
mo so planejaih, mas decididamente risolvido por
aquellea oliiciacs com quem me enlindi a lil res-
peito, oque eslavam dispustoi, mesmo quando al-
guna se equiva-setii a leva-lo a efteito de um modo
digno dclles e de S. Exc., e nem ficoa nisso, ,,,,
que elle foi elfeclivameote olTerecido a S. Exc. por
mim e por lodos o mais ofliriaes superiores e so-
ballernns que ealavam preseules em palacio, na oc-
casilo cm que o Tomos cutnpriraentar, a ao Exm.
Sr. vice-presidenle, por oocasiao de sua posse.
Se ludo isto nao nos auloriava, e ao Diario a
considerar equelle baile como dado em nome da of-
ficialidade da guarda nacional deste mdnicipio ia
pelo simples faci de haverem qualro of/i.iaes dalla,
ou mesmo mais alguns que nao chegaram a ser con-
vidados, ou que (Stavam no lirme proposito de nao
contribuir pora elle com uto s red, mo Ihe pode
caber aquella qualifieerAu, entao nada te pode fa-
zer em nome de urna corporiclu qualquer, porque
em ludas, ainda as menos numerosas e na que se
dive suppor compostas da melhor gente, ha sempre
algumas excepces, alguns caraelero* especiaos, qoe
tomando por dignidad! e nobleza de teniimeoto,
urna cousa que Ibes be propria a lem nome mui-
lo dilterenle enlre os hom.-us de seoso, impiden) a
iiu-.iiitiii-lado do accordo na classe at em materias
de pura e cuminum civilidade ; porque ha preciso
que o aulor nu autores do artigo a qoe responde-
mos saibam, que se por um lado nao descobrimos
na vida ou na a )miiislrar,ao do Exm. Sr. Sergio as
maculas qoe Ihe nolam nos desalteclus, por oulro
lado, nonbom de mis Ihe deve lambem ouira cousa
mus do quejinuili urbauidade e pololez : nio li-
nlllmei do pagar Ihe favorc de oulra ordem.
Era -omina, o aulor ou aulores do mencionado r-
tico, para so livrarem completa e categricamente
do peso ou da vergonba de verera ssus nemes en-
volvido* entre os do autores daqaelte baile, dave-
riain ler nclte subscripto a's claras e por extenso os
seo* nomes e cogoomos, em vez de encohri-los sob a
capa de urna assignalura anonvma que os deixa
sempre itpo*los a'quello pingo. Sa as-mi o fizessein
e fossem elles realmente oflieiies da guarda nacio-
nal desle municipio, o que por honra desla Dio qoe-
reraos acreditar, dir-nus-hiam occastao de poder-
mos confirmar a sua redainacao, assegurando au
piihlicu de que com effeite os ollieiaes laes e tas
nao liiihnn tido parle naqnelle baile, e nim con-
Iribuinin para elle com am ni real, e entao o pu-
blico e os homens di mediitia delicadeza bem certi-
beados .luso, poderiam melhor diclir, se, mi obs-
tante isso. aquelle bailo sa podia ou nAo dizer oflc-
rectdo pela dita guarda, e quilificar com jusleza,
quer a lemhranca dos muitos que mencionamos,
quer o proteste dos quatro.
Oueiram, Srs. redactores, fazer-me o obseqoio de
dar publicidade a eslas linha*.
Sarao da Boal'sta.
i^ammimicaDo.
Em nina carta escripia no redad ir do Crrelo da
Tarde, e em urna s.-rie ite ortigal sobre o rclatorio
com que n Exm. Sr. conwlheiro Hicedo fez entrega
.la adinini*t'acAn da provincia ao Exm. Sr. Dr. Par-
idla, o Sr. Dr. Antonio Vicente du Narimento Fei-
loza. redactor do Liberal Pernambucano, com um
desplante idrairavel procuruu itemuiistrar, qae se al-
guns iosullos por acaso e cnconlravam em alguns
nmeros du Liberal, nao passavam di represalias,
fincadas, pelos insultos que diariamente diriga, ou
man.lava diriair a Exm. conselheiro Macedo i elle,
e a *cus eompanhairoa de redaccAn : e que smente
depois do militas e repetidas pruvur.aces, foi que se
deliberaran! a repelli-lor.
-Nos, purcm, que temos tido a paciencia de ler, e
do confrontar iodos u* artigos do Liberal, desde a
eleicao de Miembro do anuo passado alo hoje, e qoe
poi tanto (mli iinosconsciencia, de quioSr. Dr. lei-
loza, defen que deviainos interpella-lo, para i|ue provass-, essa
sua as-eroAo, que ronte-lavamos por falsa : e como
se nAo dignasse respon ler-no-, em um segundo arti-
go demonstramos, e provamoa com o artigo* du Li-
beral, qui milito ante* dessa pretendida primeira pro-
vocado ite l de ttezembro de Is.'ili, o Liberal iusul
lava por um moda atroz ao presidente da provincia,
ans meinl.ro- no partido gunbir, ou contiremlor, e
a iodos quo friqnenlavam a palacio da presidaneia :
enllo dissemnsque o Sr. Dr. Feitoza havia faltado a
verdade. uienlira mesmo com um despeja c eynimo
inqualilicavel, e que o desifiavainu* a contcslar-nos.
Em face de provateos, a que podero dizer o rc-
dacior em chafe do jornal, que de setembro a 8 de
o, r--,, do correle anuo ImnllOO a3 pes*oas, e*-
gol.uido para issu u diccionario dos alcouces, pracas
publicas c ribcirai, como se podl ver neasas nojenta
e*lali*ticas publicadas ne-te Diario T Conlestar-no**'
lizer que monliam s '.' Nao : porque livemos o cut-
lei geral creado esse cmpregado.nlo pndi o governo
teral crca-lo, a sua vonlade ; e portante entendo
que a nomeacao litio pode ser de administrador, e
sim de carcereiro...
Fin Sr. Depulado :Ja existe no regnlamenlo.
OSr. S. Oicjario ;fjue rcgulamenlo ',
s iloenles de febre amarelte, accummetlido* a bordo
dos navio surtos nesle porte.
f> paquete iGoanabira.a sabido para os porte*
do norte, levou a seu bordo os segrales pa>sa-
geiro :
J. alendes, Augusto Fiederico Peixolo, Anela,
'.-imeacido de que o nono paiz
gra'o de oograudecimenlo e
,S"r.s-. redactores.Cont
nao pode attingir ao gra'o n
proiperidade a que lem inauterivel direilo, sem a
plena realisirilo do verdadeiro principio abolicin,*.
la da ecravatura, Dio me he dado deixir de cou-
gralular-me todas ai vezei que observo o incre-
mento e marcha progressiva deasis idai generosas
e conducentes ao cmplelo triumpho de Uo glonoso
Defeiln, seria moilo para senlir, qoe nis pocas
do terrenho absolutismo lodos o* favores o privile-
gios fossem oulorgados ao misero escravo, que pn-
tendia liherlar-se, ohriganda-o apenas a pagar a seo
'Cnhnr mai* um quinte do valor, que se Iba desse
como se evidencia da ord. Itv. V til. II, B4, caria
regia de 11 de jane.ro de 1690, provislo' de 39 de
Janeiro do 17^1, e de uutrii muilas diposic.es, so
passo que na arlualidade de puro constitucionalismo
e virdadeiro manolcncan dos mais sacrosantos direi-
los individuaos a essa justissima a-piracio da liber-
dade se procurasse corear de algons bices a nsfan-
oada* iMlerpretacfles.
Felizmente, o governo imperial, por decisOcs re-
pelidas, lem mandado obligar a vanos senhores a
conceder a manuinissAo a escravos seos, sem dovida
porque ha reconbecido que. como propriedade, nAo
podem estar lalos da lei da ex-apropriacao,ni-
ca qoe a restringe, e ate o poder legislativo pelo
arl. Ji, ft) da lei de -20 de ouiul.ro de 1820 o in-
ri loi ,-ou a,,- presi lentes cm conselho para promover
o bum ir,, i amen i,, dos escravos, o propur atbilrios
tendente* a facilitar a su lenta emancipaco ,
allribuicao este, que, pela exlmrao do mesmo'con-
selho, tornou-sc privativa dos pre-idenlcs das pro-
vincias, por terca do art. 11 da lei di 3 de outubro
de 1834.
A sen turno, os Iribunaes do paiz vao recunhecen-
00 c jolgando que a srdida cubica u.li, deve lo-
Iber ou contrariar em sua essencu causa mais fa-
vorecida, cmno he a da liberdade. esle dom mai
precioso com que o honiein nasea e nao pode ser
violentado e extorqui.to pela barbaridade dos vis es-
peculadores -le carne humana.
Assim,(,o-,o superior tribunal da relicao ueste dis-
Iricto acaba de merecer maisum I nulo de reconbcri-
meiilo publico pela a illuslracao, inleireza e philii)-
Iropia, quo sobremaneira o dislinguem, decidiudo,
quaa manumi-,io condicionilmenle concedida em
a rerauieracilo de servteus, nao importa reslnccao
" algotna, nem se turna por isso menos plena, ele.
O veneraudoaccordao.que deliberamos abatxo Irans-
craver, e pedir a sua Iransrripcao tal qual nos foi
confiado, alim de que posea no foro ser devi I emen-
te apreciado e contiendo, ja' que infelizmente entre
nl nao existe anula mu,i gazeta indiciara, qui li-
nba por misao dar publicidade aos Irabalbus dos
Iribunaes,
o. .*;. s. d.
Iterif -20 de ibnl de 1857.
Accoritw em ntapao, efe.Que menos bem jul-
gado lora pelo juizo municipal da ganda vara .le-
la cidade. em revogar a escriptnra da iiberdadi pas-
dado de pi'ir ao lado de cada pruposicAo a prova que ',;"1" em '"""r do prelo Lourenco, e reduzi-lu a ei-
Ihe competa. jcravi.lao, como se v da senteuca a II. Tti v., por-
Reeorren ao estratagema, j empregado para lugir quinto dessa escrlplura consum do ippcnso a II 3,
da derrola, que Iba agua.dava a di*cus*,lo (obre a li- i se moitra que o appctlado. dede fevereiro da 1812,
berdade de Dos, para que o desafiara o Dr. Collar,., | houve o prelo Lourenco por liberto, com a cundirn
e no dia 2'i do ro rente declarou, que n.lo nos res- ("" *"e someine Imposta, da preincao de servidos,
ponoeria, porque quena maulcr a ligindade da un- u tent u reputen e leve por liberto, dede essa rta-
preoaa, que nos deHiria u campo livre a coulinua-
c.lo de nossns insullos.
S com
On le esl,i a
noafOB artigos'.'
la, que du documente II. 101, sa ve haver lido Lou-
renco manutenido em soa liberdade, em mam de
ISi, alim de nAo sotlrer penhora, que se lite inleu-
| lava fazer, resollando de todo isto, que o ippelladu
provocaro ; onde os insultes de*ses i reconheceu a liberdidaque conferio ao seo eseravn,
Pois provar-se qoe um hoinem falla '|ue s pela cmbelo ja' mencionada nao poda ver
uina gargalhada se p-lc bem responder-
I v-rdade Cjnicamenle em urna quesl.lo de summa
imporlincii, he imnltar, he provocar ? Dnai ma-
neira pode res|.im,lcr-e a qualquer arcusacao. Oue
oulro hninem falle era provocaciies, e insultos, bem ;
mas que nina falle o Sr.Dr. Feloze. he o que revol-
la a paciencia de um sanio. O seu cynistno he (al,
que, quando diz que quer maular a moralidad!,
e dignidade da imprenta a.linitte no Liberal, d
que br o redactor a variedad! em verso que se l
no lia l:s, e o cnminunica lo sobre a nasemblda pro-
vincia!, no qual se ridicolaria, e se dadla os mem-
bros della.
Pouco nos importa qne no* di o calado ero restos-
la ; porque Ihe appliearemoaa peiKiminlo do phi-
iosopho americano : a eaidaJe que jaula orau-
Iho, ccii dltpnso e conlinuareuios a ir pruvaudo
i falsidade de seus escupios, lodas a vezes que eu-
lendsTinos oecciiario, '
em duvida sua liberdade compridamente conferida
e adquirida por aqoella etcriplura, que sendo una
loadlo craluila, cinbora com aquella condirAo, ja-
mis si poderla revogar, vi-lo como dita condnAo
pouco podl importar, uiim vez qua a liberdade ne-
te caso he conferida por beneficio do senhor, c este
por e*la lica sempie goz ndo de cerlo* diieito*, bem
como ebsequioa e lerTicna desidoa ao patrono, qu<
como o appellado fra qorm nicamente estabelerea
essa con iic-lo de serviros, e nio pode em tal caso
chamar em seu apoto, o ji .'> da ord. liv. i |,|. (i;)
porque naqoestodequseirata au boato pre-
mi-s.a do donatario, pola qual o doador fizesse i
d'.acu, ntm por consagalaia se pode mnce.ler
inexeeucao da rondiclo, que, como ja' fica dilo, nao
podo simplemente tnvigorar a liherdad. adquirida
pur escripiuia publica o manutenida judicialmente.
Accresc, qoe da mesma tscriplura icima se evi-
".
MUTILADO
-
ILEGIVEL


I
delicia, que o appell ido ronerio a liherdade, un at-
iene, iu aos serviru que l.nurciic,o I lie pretara, caso
eui que se orifica N**<(h remuneratoria,que
nao pile rev.i*r por insr.il.dio, que aluda admil-
n 11 p i a a quesillo varenle, nao node applirar
.10 prel l.nurcnr. em raj;1o de 01 fados conulanle
I 1 |. "i i 'ii1 u^ il-. 14 8 56, iiiio seren daquelle
le q ir Iralaiu os S I a 7 da mesma ord. Ii. 4 til.
5.1. pelel quaese p uleria aulorisar a revi>ni.'Jo da
liberdade, lano mais quanlo, em favor drsta hoje
pnmoneiini-se oulras muitas diposicoes dn Irise
proveo.'- poleriores a' citada ord., pulas qi:aes se
.irvem ler i-mii > mais fortes as razos em favor da
me-in liberdade, do que as que podem juslilicar u
rapliveiro. l'orlanlu, c peln mai dos aulos, dispo-
uroes Ja direilo, com que se conforman!, reformad-
lo, como reformam, a referida euteiira, a II. 7(i v.,
u'--'i"> o A, appell ido Mano-I de Almeida l.i-
111. carece lur da accao intentada, livre o preto
t.oori nr-.. que cuino lal deve ser inaiiuteiiido, co-
me ni imlain seja, em sua plena lili- rdade, em re-
Uiiii.i alum-", e condeinuam u moinii appcllado
as cu>las.
Kecife 21 de marco de 1837__\7.eved.1, prr-i-
dewle.Vieira de Helio, vencido.Come Rihei-
ro.BasLi de Ovcira, vencido.Silva GelBM-
Uei.Telles.
^u id i cacao apc-ofo.
DIAHIODE PEfiNAMBCO TEItfv EIRA DE IMODE IIH
Rl I.I.ETIM 1)0 DA.
I ia discurso do Sr. Vilella lavares ni cmara
los depulados, lie a maior iinv.lnl- pailamenlar
do dia.
No meio da indilTercnra geni com que cram ap-
pro i.i.i. os pareceres de comini.soes, o prole.tu Jo
illu.tre orador veioconsular aquollc, que fian emu
profundo descanso o aspecto que apresentava a c-
mara nestes ltimos diis.
O Sr. Vilella 'lavares lie um dos caracteres inais
respeilavei, um dos mais di.tinelos oradores dessa
'le Ittlt, n freole d.i qual lisuravam us Srs. Urbano e
Nunei Machado.
Bein poueos ..m os que nos rlam d.iquelle lem- quarlolas e ."> barris com 1,500 lanillas ; a orJem.
2 ditos dito ; a Joao Jos Ferreira de Auuiar.
_ 1 canudo dito ; a Francisco dimes de Ulivcira
Sohrinlio.
1 dito dilo ; a Novaos & C.
I dilo dito ; a l.emos Jouior e Leal liis.
2 cutos dito ; a John.Ion.
1 embrollo dito ; a Antonio Lopes Vertir de
Mello.
I volume dilo ; no l)r. (i.upar de M. V. de II.
1 embrulho dito ; a Francisco Antonio de Ficaffi-
redo.
1 encapado dilo ; a Antonio M. de Amoiim.
2 ditos dito ; a Csrlm Pide) & C.
1 dito dito ; a llitwlilo Dumunt
1 dilo dilo ; a Luis Manuel Memles V.
1 lata dilo : a Antonio de Almeida (mines.
I lila dito ; a Aiiuslo de Castro.
I bncla dilo ; a Malinas 1 parole dilo ; a A. M. Sodio ArajcSo.
Itrm.tie inule/. uEli/an viudo de Terra Nova, con-
Igoadu a Saumler Brothers ft. C, maniltslou o Se-
gainte :
J.i.'l barricas bacalhao ; ans eoasignataiios.
Ili.ile nacional Novo Olindm viudo da Baha,
consignado a Tatso c\ liman,maiiifeslou o .emnnle :
1*00 barricas familia de trigo ; a Novaes ^\ C.
"."> cai\as massas, 2(1 harneas genebra em botijas,
71* halas papel ; aos coll.l<,'l|.ilaflos.
7 fardos panno a/.ul ; a tiuilherine da Silva Gal
maraes.
8 pacoles :IS. loo charutos; a (iiiim.ires A; Valentc
.1 calzles lii.OWI ditos ; a Jos Di.is llrandao.
2 ditos 20,30U ditos ; a Jos GoncalVtt Jorres.
2 ditos lo.ono .111,.. ; a Antonio de A. liornas.
I caisilo lil. ni I 'i dilos ; a Isaac. Curio ,\ C.
.'I caisoles e 1,031 camnhas com 117,900 los, ,')7
fanlos com ::(7 arrobas e Mi libras de fumo, :ill cal-
as traques da India, 20 sacco< pilenla da India. 1
eaisiii 20 talnadeiras, :l saceos 8 arrobas e i ti libras
de eolia ; a nrdem.
llruur Daeiooil iiMafra viudo do Rio Grande
do Sul. consignado a Amorim & Irmlo, mainfestou
o stsuinte :
10,5i't arrobas de carne seeca, 12> dilas de s-bo
em rama, ."> barricas com El arrobas de colla, 2
10 ; e desles poueos apenas mn pi'i le ser levado ao
soso da represenlac.fto nacional pela (inmensa popu-
laridade que letiu 111 provincia di l'crnambuco as
I leas libciaes.
,\ sin vo/. de- 'a ser ouvid.i hoatem na cmara los
rtenul.i los pelo, espectadores com ese respeiln e es-
ta ympathia, que despertam a coragem e a firmeza
no ineio dos reveces.
O Sr. Vilella lavare" prolestoo contra a eleicAo
di Sr. Augusto de Oliven 1 por um dos circuios do
Kecife Nao accasuu ; derlarou apenas ao pai/. os
fados que liuhiin acompanhado (osa eleico, e que
1 viciavam.
(Diario do /fio de Janeiro.,)
GWRKttti
CAMBIOS.
Sehre landres, 27 3|4.a (O d. e 27 7j8 a 90 d.
c Pars, 3.1O rs. |Mir fr.
Lisboa, 9."> |>or de premio.
Ido de Janeiro, 2 por 0|() da descont.
A "...ni do banco .">0 por ceiilo de dividendo por con-
la do vendedor.
c enmpanhia de Beberibe (iOtOOO por acr.lo
* coinpaulna Vermimhucana 00 par.
c Uiilnladc Publica, :;o por centode premio.
c lii'leiniii.a.lm.i. 52 idea,
a d estrada de ferro 20 por 0|fj de premio
Disconlo de leltras, de;8 a 10.
AccAes do Banco, 40 a 15 de premio.
Uuro. Uacao bespanhulas. 28 28*500
Moedas de bolOO velhas .... IfijOOl
e 6>00 novas .... 16)000
49000.......'.'.-mi-i
Prala.Patacoes brasileiros......20000
Pesos coli.niDarins......i?(KH)
a mejicanos...... I9SU0
Caixa Filial da fiauco do
Brasil
KM l DE MALO DE 18.".
Directores da semana, os seuhares : Jo>c Perei-
ra Ja Cunha e Jos jalo de Amorim.
A cusa desconta leltras a 10 por cenlo ao auno, c
loma dinheiro a premio em confonuidade com osseus
e.tatuloi.
Brizne nacional ,!I.m n<,-n viudo do Ido de Ja-
neiro, consumado a Auausto Duorte de Moura, ma-
uife.lou o secuiule :
1,1,VI barricas farinha de ln.'n, 2 caixas papel,
Mi eaixas sabio, 10 latas rano, 110 saceos cafe ; a
ordem.
I r,n\,'i.i cliapens ; a M. F. Maia.
CONSULADO UEBAL.
Uendimento do dia I a 2. 5:3009623
dem do dia i....... 5:22'io:iJS
10:5253981
DIVERSAS PROVINCIAS.
Kcndimento do da 1 a 2. .
dem do da i.......
1069023
7/I87
8707210
Navios entrados no dia 3.
Rinde Janeiro30 das, brinun hrasilriro ullercu-
leso, do lnl tonel idas, eapilAo'JoSo Ferrrira
Piulo, cquipaeem 10, Carga 1,150 harneas ruin
farinha de trigo e inais gneros ; a Aoguslo Hil-
arte da Moura Perlonco a Pornanibaeo.
Collngaibs7 das, palaehn braaileiro aConslan-
eiaa, de 20 l iielala, capil.io Jos Joaquim Pe- !
reir, equipu^em 12, carga assueai ; a Bailo A;
Lomos Velo acabar de carrn ir -e secue para
Lisboa Perieiire a Lisboa. Pasaugeiros, Joaquim
i.eite ti Coala Belem, Charle de Laland.
Mclbouriie78 dia?, galera inglaza aMadwga, de
li.'iS toneladas capillo .Iani-s II. Kennedy, eqoi-
pagem 32. earga lia. Velo refrescar c segu para
Londres. Condox l'i |>a..aaeiro*.
Navios san 1.i. ni me-iii i dia.
ParaliibaUiala branleiro aFlor do Brasil, mostr
Jos DaarlodaSouaa,carga laseodaa em.ns^e-
neios
Aracaly Hiatobrasileiro Aaroras, meslre aiiIo-
iiiu II. Martina, r,uij varios gaeras, l'assagei-
ros, Antonio <;. Aniones le Oliaeira, Gustavo L
FurtadodoMtadnnea, Joiquim a. I-', de Men-
donc, Jos Crrela d Mello, Joaqolm Jos de
aant'Aona, .Manuel Pareira, AI.noel das Vir-
'iis ib Santos. Idalina Berluleza de Jwns,
Francisco Anlonio, Serapliiui de Sooxa.
Soiithaniptoii e portas iutermodlos vapor in^loz
oDauei), coiuinaiidaiite .Malclnu.
>avos entrados n. i,
Phila lelphia10 di as, barca americana Uoi8o, de
198 toneladas, capilAu Power, oqnipagosn lh, car-
ga 1,87 birricas oom farinha de trigo e mais g-
neros ; a Joao Matheos. l'ertence a l'.rla lelpln .
Rio Grande do Sul31 das, brigao brasileiro oMa-
fra, de 270 toneladas, capilAo Joaquim Dias dos
Pra/eres, equipagem M, caica 10,513 arrobas de
carne secca ; a Ainornn 'rmflos. P Tience ao Ido
dejaniri. Passncetcos, Prancisco F. do Olivoira
ra Sonto Maior, Joaqotm de F. Va-cnncellns.
Parahiba5 das htate brasilejra aCasnleai, de 31
toneladas, mestre Bornardino Jos Bandeira, equi-
pagem i. carga 'oros do mangue : a Francisco
Kadicb. Perteneo a Porahiba.
Liverpool is dias, linca ingleze Floanltng
Cloud, de 296 (onoladas, capilo R. \V. Twiss,
equipagam 13, carca fazeodas a trilho para a oa-
Irada de ferro ; a Johiiston Valer A; Coinpnilna.
Perlcnce n Liverpool.
>oviossillidoa no mosmo dia.
Km aommissJaBricue de guerra brasileiro alia*
nar.ica'ii, eomoiandanle o capitrio-leuculc ller-
inenegildo Barbosa de Almeida.
Par.i' e porlus intermediosVapor brasileiro otina-
nahara.
Rio Grande do SulBrignirbraaileiro ul). Alfonso,
capiio Mauoel Antonio M .rques carga a-socar.
Pas'ageilo. Francisco Sales de Avelar e I cscrava.
paulii.i Vigilante, aehou a eommissao ludoisloein
b'im e-tado, sendo coqsegoinlemente de parecer una.
niino que podia continuar no servico de reboque, no
qoal emprega-ee ese navio.
InspercAo dn arsenal de marinha de Peruainbucc,
i de malo de 1857.O inspector,
Blizlario Antonio dos Sanios.
Aviso.
Na quinla-feira 7 do correle, ao inoin dia em
ponto, na rhansell.ira do Consulado de Franca, se
proceder a venda de tra.ie< e ohjeelos do vestuario
perlencente ao fallecido G.utller.
Declara-so que bu|e j. 1 hora da larde lera Id-
ear a arremalacSo de 80 barrilitot cn> doce de cal-
da, avallados em 8li-> r.., annouri dos para o dia 2.
Mesa do con.iil.nlo de Perii.nmhuro 'i de maio de
ls,ii.|>elo eserivflo, o |, eaeriptnrarlo, Francisco
de Paula Lopes liis.
A directora da Caixa Filial do Danro
de soa residencia no Recife, ra do caes de i Attfllt'~0
Apollo, no primeiro andar do uoico sobrado *
(|uc lem sotan encarnado. Vende-so urna Donita cscrava crioula, sa-
O agente Borja fari leilo em seu ar-1 bendo cozinhar, engommar e fa/.er doro de
mazeni, na ra do Collogln u. 15, do un toda qualidde, e tambem lava de sabSo, lu-
grande e completo sorlimenlo do obras de do rom perrcit}iiO lie muito propria para
marcineria, novas e usadas, bem como duas I casa de familia por ser de boa conducta ;
excellenles mobilias 'e jacaran i rom po-
dra, um lindo tolet tambem de Jacaranda,
urna ptima mubilia de amarello, de raiz,
ca Iciras, marquozas, consolos, mesas de
janiar, e nutras muitas obras avulsas, etc. ;
candelabros e lanteroas de vidro, ptimos
gios de parede, (inadros, urna grande porQ.lo
le baiaios, cestinhas e conservas francezas
lo novissimo gosto, crtes de vestidos de
quem a pretender, dirija-sc a ra dos Mar-
tyrios n. ti, 'luel so dir.
I.EITE VI RO.
Qiem quizar leite puro dirija-se as 7 horas da
muilifia a' ra do LLvramenlon. 35, loja, ou mande
dizer a qoantidade que qur, e o lugar de sua nw-
candieiros inelezes cara meio de sala, relo- "' n"r" ll,s ser al" lavado ; o preco he 240 rcis
a garrafa.
do Brasil tiesta provincia, Caz constar que a I seda de difTerenles padrfies, urna caixa com
directora do mesmo Banco, resolveu fizar I miudezas modernas de todas as qualidades,
as suguinlcs disposiQoes regul amentares, a e outros muitos objectos, etc., etc.; ass'm
que ilcvctn sujeitar-so os seus accionistas,' romo lamoem far le 15o de diversos esera-
cujas accoes estiverera escriptas nos regs-1 vos de ambos os sexos, entre os quaesso-
tros desta caixa, equizerem lomar assentoI bresahem urna prela ptima cozinhuira c
asassemblas geraes do banco do Brasil, Iengommadeira, e urna parda, perita costu-
ou faer-sn representar nellas : 'reir : quinta-feira, 7 do correle, as 10 lio-
ras da manlia.
I." O accionista que comparecer pessoal-
mente, devera apresentar os ttulos de suas
accOes, ou urna decIaracSo da directora da
V.-\\\ Filial respectiva, em que conste tor a-
quellc accionista declara lo a sua inlengo
de tomar assento na assembia geral do
lianco.
0 agente Jos Mara Pestaa, far Icilo
quarl.a-feira ("> do correte, as II horas da
nnnliia na chancellara do lllm. Sr. cnsul
de Franca nesta cidade, ra do Trapiche l\'o-
lvon.1*, segundo anJar, por ordem eem
presenta do lllm. "-r. cnsul de Franca, em
2.- Os que sefizerem representar, deve-1 um s lote da barca franceza Barachois, de
r3oapresentar a procuraQS, antes d'a ex- lotacfio176 toneladas, com todo osen appa-
Precisa-se d um raive.ro com pralica de la-
herna : na ra da Madre de leos n 38,
lliiem |irecisar ile dona conloa de reis a pre-
mio de um e meio por canto ao mee, dando garan-
ta, annnncie por estes tres ou qualro dias.
(juera precisar de nina encoiuniadeira diri-
jasn a ruados Pescadores n..... que achara' com
quem liatnr.
Vende-so una e-crava mora rom algomas h-
bilidtdos, a qual no lem vicios era achaques, he
de boa conduela e propria para o mito, por ser de
boafguri : na roa d.i linda o. 52.
DA
pedirem para ser visado pelo presidente da
directora da caixa lilial.
3.- As accOes portencentes aos accionistas
relho, veame r. massamu, lal qual se acha
ancorada neste, porto, onde, os pretendenlCS
a po lem examinar com antecipacSo, e en
cima, nao podoro ser transferidas em-1outro lote,o cliroiiomctro da dita barca, que
quanlo na loca'idade respectiva nao constar se acha dopo-itado na chancellara do cou-
ALFANBGA.
Bcndnnenlo do da I a 2. .
I Un do dia i......
30:9l6f005
11:8835078
5:799J083
DoBoarreaam boje 5 de maio.
I.'irca inglexaCourierfaruiba de Irigo.
Brgata ingleElisabacalhao.
Barca aenerrcnni*Luiaofamilia e bolarhinrias.
Brigue fraucCierre le (randcemento.
Ilrii'iie brasileiroUcrcules fsriuha de Ingo
Ierro.
IMPORTACA'O.
Vapor nacional olguaras.ii viudo
norte, manifesiou o seguidle
lilis
DESPACHOS DE EXPORTACAO PELA MESA
IJO CONSULADO DESIA CIUADE ^0 DIA
I DE MAIO DE 1857.
Lisboa(alera porlagoeza Margarida, Mantel
do .N'.iscimeuto Pereira. 101 saceos assucar bran-
co e 21MI dilos ma.vavado ; Jos Vsreira da Cu-
nha, 100 sarcos assiirar blanco e 100 ditos mas-
cava io ; Amornn Irui.los, 10.1 saceos assacar mas-
cavado ; Manoei liiiiacio de Oliveira, 187 saceos
a*sucar hranco e 71 ditos ina.cavado ; I). A. Tei-
eira, 22 boclos assacar mascavudo.
Lisboa c Porta(alera por(uguea itOlinda)), Mas
noel Joiqoim Ramos e Silva, 2 pipas, 35 barri-
do 5 e i ditos de i.' niel, 20 saceos assorar
branco e 50 dilos inascavailu ; elphmo dos An
jos Teixeira, 25 saceos assucar btauco c 25 ditos
masoavado.
LisboaBrigue nertuguos aTarojo I, Viuva 11,1-
reir Filho e Coinpanlii.i, ."vi saecoi assucar hran-
co e 50 dilos mascavado ; Manuel Ignacio do Oli-
veira, 10 saceos assucar hranco e 100 ditos mas-
cavado ; Manocl Joaqoim Ramos e Silva, 8b" cou-
ros salgados ; Va ev Leal, 31 saceos gamma.
Ilha GraciosaPatacho porlugaei Liberdade,
lidiar A. Oliveira, 20 banis de5." c 2 ditos de l."
niel.
Buenos-AyresBarca nacional Flor de Oliveira,
Amorim Irmaos, lO'l borricas assucar hranco
Canal Barca inglesa uCourriem, Patn ISash f
Coiup.inliia, ii n sacro, as.ui'ar mascavado.
LisboaPatacho nacional Conataneia, Basto i
l.emos, 172 saceos assacar hranco e 228 ditos
mascavado.
Genova Sumaca hespanlioU (Mara Llaveras,
Bislo o l.emos, 000 .arco, assujcar mascavado.
LisboaBrgnu portugaei nlaiujo I, Lima Jnior
iS Companlua, 17 ninlhiscouros miodo.
RECEBDORIA DE RENDAS INTERNAS E-
RAES DE l'EKNAMBL'CO.
Rcnlimenlo do da I a 2. 1:616*922
dem do .'.i i ...... laee/rOG
'
:.*- '--0,
0 Dr. Anselmo Franc.co IVretli, coimneiidador da
Imperial ordomdaRosa eju/ de direitoespecial
do oemmercio nela cidade do Rccife e provincia
de Pernainbuco, par S. M. o Imperador, que Dos
guarde etc.
Fa^o saber que leudo sido designado o dia primei-
ro de selembro viudouru p ira a rauniao ibis ere lores
la massa fallida do Machado j Ploheiro, rstabele-
cldos que f.irain uesla .-ida le com casa de counner-
ciov alim do tor execucJlu o art. 82 do cod. do com-
niercio na forma determinada no Rogulameoto no-
moro 738 de 25 de oovombro de 1850 ; pelo pre-
sente edita I convoco lodo, os endures dos inesmoi
f.ilidos que residem lora desle iinpeno, oa deulrn
dclle, mas em domicilio nao sabido, para que com-
parecam no indica lo da pelas 10 horas da manilla,
na rasa de minha residencia no largo da Santa Cruz,
do Itairro da llia-Vista, atiui de que abi reunidos
em min,i i preseoea com lodos os demaiscredoros da
indicada ca lorinti o contrato do uuio ese proceda a nomea-
cao dos administradores da referida masa, adverlin-
du queeredor objum sera' admiltldo por procarador
som (pie e.le cvliiha proeitracao especial, que ni'i.i
podera' ser conferida a devednr alguiu do fallnlo,
mo |iodeii'1o, oulro sim, um su individuo represen-
tar |>or doos diverso eredurea havendo-se os que
niooompareeerom por -i oo por seus procuradores,
romo ,i i,i-r ii .- a concrdala, ara cuja coosessao
sorao contados os votos dos ausentes nolilicado..
E para qua chegua noticia a lodos, mamlc pastar
s I o lilac, que ser.lu Hitado nos luuares pblicos do
castnoie, o publicado pela morena*.
Dado e pais.iln n-sla cidade do Kecife, so 1" de
maio de 18i7. En Francisco Ignacio de Torres Ran-
deira, ecnv;l, no jui/... especial do cummcrcio, o li/.
e escrevi.Anselmo Francisco Peretli.
ler-se cucarra lo a assembia
do Brasi
Caixa llial do banco do 'irasil em l'ernam-
bucoaos i de maio iln 18">7.Anlunio Mar-
ques de Amorim, secretario da directora.
COMSELIIO ADMiAlSTRATIVO.
O ennselho administrativo, em cumprlmento du
arl. 22 do regulaineulo de l de de/.einbro de 1852,
l.i/ publico, que forain aceitas as propostal de (,ui-
ibe da Silva lulmar0eat$iqaairs \- Pereira, Manuel
Joaquim Pereira, Jos da Cru* Santo. Rodrigues c
Kibi-ir.i, e Alexandre Jos da Silva, para fornece-
rem para o presidio de I"ernaudo ;
O I*. 2(i |iecas de brim a 500 reis o covado.
O 2-. 50 cobertores de la a 1/609.
O 3*. 2"> casaos de pratos a 2" rs. \ dilos do chi-
care, e pues a If
rus a 720 rs.
O i*, ti caadas de espirito de vinho a 2?.
O .V, 1 barril de alcatrio, de 20 caadas, por
I89DOO.
O (1-. 12 brannues de cera a 1/28" a libia, j arro-
ba de cera em velas de l|2 libra a I ..'2su a libra.
E a\i*a aossupradilos vendedores que devem re-
cnlher os referidos objectos ao arsenal de guerra no
dia 5 do crrenle me/.
Sala das sessOes do conselho administrativo para
forneciinonto do arsenal de guerra i de maio de
1857.Bernardo Vereira do Carmo, vogal c secre-
tario.
;eral do banco salado. 0 navio e chronometro serio vendi-
dos no c-tado em (|ue se acham, no acto da
entrega, sem que os compradores possatn
de pretexto algum, fazoruualqtier reclama-
gar todos os direitos resultintes da dita ven-
da, como tambem a gratifica;3 pertence aos peritos das duas esliaiacOes f ixs ao dito navio,e todas quaesquor despezas
concernentes a dita venda, e deverSo tomar
cunta no mrsmo dia da venda, depois do en-
tregar o respectivo imposio da arrematarlo
na caixa do ronsulado de Fratuja.
Oageate Pestaa Tara leilSoquarta-fein
t 6 do coi rente,as 10 lloras da manlia na csca-
rs.,1 bules 720 rs. e 1 assucare- dada Hilandera,por ordem ilo lllm. .Sr. ronsul
do Tranca ue.la cidade, com autorsacSo
do lllm. Sr. inspector da alfandega, do man-
timentoda barca franceii Baraebois, con-is-
tindo em bolachas, biscoutos, farinha de tri-
go,manteiga de poico, conservas o etc.
PROVINCIA.
O Sr. ietoureiro das lotenas manda
fa/.er publico, que se acliam a venda, no
pavimento ctico da tasa da ra] da Au-
rora ii. 'i, bilhetes, meiose (|uaitos, da
daquarta parte da sexta lotera do Gyin-
nasio, das 9 horas da raanliaa as 8 da
noite, cujas rodas andam no dia 8 do
corrate.
Thesouraria das loteras -2 de maio de
Vrecisa-se de um leitor para o sitio de I X."i7.Jos Januario Alves da Maia, es-
\. V. de S. Barroca : a tratar na Magdalena, .
envao das loteras.
Precisa-sede um,oerfeito cozinheiro :
em casa do Dr. Sabino Olegario Ludgero Vi-
nho, ra de .santo Amaro Mundo Novo. n. 6.
D-se a qnantia de 50 a 2009 a juros,
com penhores : na ra Nova n. li, loja, dir-
2:0SIWOi
CONSULADO PROVINCIAL.
luirlos di
50 saetas cera de carnauba, I mala qoeijos; a Ma
noel Jos da Silva tjrillo.
III eourus salgados, 2 dilos curtidos, 7 ditos com
cabello. 5 melos sola, 10 molhos courinhus, 2 e ineio
saceos cera de carnauba. 1 barrica queijos ; a Ma-
noei Florencio Alves de Moraes.
12 cauros gallado, 12 meios sola, 50 molhos cou-
rinho, 12 saceos cera de carnauba, I saquinho bu-
dn de |>-1 ve ; a Manoei Jos l.eile.
li mullios uorinhos; a Joao Mana da Costa Cir-
valbo.
21 couros saldados, 7 nmllins cooros, 2 barricas
queijos ; a Josc l.ui/. Ferreira da Costa.
6 tenis azeile ; a Josc da Silva Coulo.
1G couros saldados, 5 meios de sola, 1 barrica sebo
1 caisao carne ; a Francisco Tavarcs Silva.
6 saceos cera de carnauba ; a Luiz 11 de Siqueira.
1,000 loros de mauuue, 11 tabeas ; a A. S. M. J.
II saceos SCfl de carnauba, 1 dilo queijos, I cai-
sole liiiguicas, t couro salgado ; a Carlos Antonio de
Ara ojo.
2 barricas sapatos ; a l.ima Jnior & C.
I eaiiole amostras ; a II. A. Couper.
1 barrica ignora-se ; a Joao lleurique l'essoa.
I caiiole queiju e velas ; a Sergiu Profiri da
Molla.
28 aceos cera de carnauba, 39 meios sola; a Josc
Gomes de Amorim.
ti7 saceos cera de carnauba, 01 toaros salgados,
711 molhos courinhos, 10 dilos esleirs de carnauba.
2 embrullips pennas de ema, 27 meios sula,5 barucas
sebo ; a Joaquim Nogaeira Cosa.
400 couros salgados ; a Caininha i\ lillto..
-I eaixas fumo, 1 pipa maclas ; a Kubcrlo Caroll.
100 couros salgados, 20 barricas carne salgada. :!
callas fumo, 2 ditas doce, 220 molhos courinhos. 00
couros eorlidos, |S accei cera de carnauba, I em-
brulho bucho de pene, 1 baleeira, 5 potes vidrodos,
I hacia de rame, 2 lanos e I hacia de cobre vclho,
1 barrica pene secco, 1 eailio queijos; a orden.
I$rca inglexa Coorriera viuda de New Orleaus,
roiKianada a Sanndera, Brothers & C., roanifestoo u
sfguinle :
_','.i i barricas farinha de iru. ; aos cou.igua-
larlos.
1H barris alcalrao : ao capililo I. Garcy.
Pul.ira hespanhola oMaria Lloberasa viuda do Kio
firande ilo Sul, mauifeslou o .egiiiute :
1.005 coaros seceos vuecuns, istl dito, dilos de tr-
nelo, S ditos ditos Bvanados, I fardo lntl dilos seceos
de veado, 2,000 clnfres de vacca, 2.000 dilos de no-
vilho, 2.000 dilos despontados ; a ordem.
Iliale nacional oEuiacaoa vindodo Assil, consig-
nado a C. C. da C Mnrcira, mauifeslou u se^niute :
110 alqueires sal, SO mullios palha ; a ordem.
Vapor mglez 'reviol proredeule dos porlus da
Europa, inaiiifestuii o seguinie :
2 caitas jnias, I dita relogios, I embrulho amostras;
a ll.ilie, Srhamellau ,\ C.
1 caita reoslos ; a Francisco unies de Oliveira.
I dito jolas ; a F. Sauvage.
1 dila ditas, 1 dita amostras ; a 1. V. Alour C.
1 caita lelosios ; a Scliafeiiliu A; C.
I dita joias ; a liunn, M., Vinaata & C.
1 ,1.1 i ditas ; a l;. J tieriuaiiu.
I diia reluci, 5 dilas amostras ; a Lail Anloaio
de Siqueira.
1 dita relogios, I eialtrulhu amustias ; a Soutbal!
Mellurs.
2 canas f-rraacns ; a Scotl Wilssn & C.
I dila amoslras ; Adantson, Ilowie & C
I embrolhoditas ;a II. Gibsoa.
1 dito dilas ; a C. J. Aslley & C.
2 caia livros e papis em branco, 1 embrulho
amostras ; a ,\. o. iiii.|.r A; C.
I embrulho aino.lras ; a Uoslron, Hooker l <
1 caixa livros, 2 embrulhos amoslras ; a Fot Jro-
tliers.
I dita chapeos de palha, 1 dita amostras ; a II.
llllll'l & I
1 embrulhi) amostras ; a Issac, Curio & C.
1 dito dilas ; a Barroca Castro.
.'. dilos dilas ; a J. k'ller & C.
1 dito dilas ; a James, Kyder ve.
1 caita amoslras de algodao ; a Sauudert ilrulliers.
I dila amoslras ; J. Carduzo Ayres.
1 dila ditas ; a Siqueira A; Pereira.
1 dila ditas ; a Demesse, Leclerc ti C.
ti dila dila-, 1 embrulho ignora-se; a .M. J. Alves.
1 embrulho roupa de nso ; a D. \V. Bowrnan.
.! calvas ignora se ; a Jobu Buy I s.
1 dila amostra ; a Saudn Brolliers.
1 dila dilas ; a M. G. da Silva.
I embrulho dilas : a J. J. Carnciro.
1 dito papis ; a Basto & Lemos.
1 dito peridicos ; a [ ares c| Paln Nash.
1 dito dito .- a May r|0 Soulhail Mellon \C.
1 dilo dilos ; ao Banco do Brasil.
HendltrKiilo do da
dem do di i .
1 a 2.
;a..:. -:
-
ou na ra ra Cadea do lecife n 4.
O Sr. Manoei l.oiirencn de .Malos lem cartas
viudas de Goianna : na livraria n*. li e K da praea
da Independencia.
--- A 26 do moz lindo fugio o preto Joo,
de dade que representa 35 annos, estatura e
fpmdas7l^'iorasdodia as 2 da
tem romo sobre os olhos, e o nielhor signal tarde.
lie ter uns calombos por liaiso do queiio, e, ', >< .
- JoaoDiniz llibeiro da Cunha, juiz mu-
nicipal supplcnlq em exercicio, da audien-
cia as Darles das 8 horas da manlia as 3 da
tarde, na casa de sua residencia, pateo do
Collegio n. I, segundo andar, e nos dias de
audiencia, na mesma audiencia.
Precisa-se de urna ama que saiba co-
crav.i que cov.iulia e ho liel: a tratar na ra i z'nnar. e igommar e lazer o servigo diarjo
do Collegio n. ;6, lerceiro andar. I Je casa de um borneo) rasado sem lilhos : no
Muga-so o armazem de 3 porlas, sito' nateo a I'araizo, sobrado que volta para a
na ra da Praia, pertencento ao patrimonio ; rua (,!1 !luJa segundo andar,
da nrdem tercira de S. Francisco : os pre-' s" da 29 do dassado moz, as 9 horas
tenientes dirijam so ao largo do Carmo 'lo dia> sabio em procura de urna cabra (bi-
l, n. 16.
ao lado, principiando do po de urna orelha,
i! roais calombos en um braco o no peito ,
consta andar por esta piara ganhando, e
por os arrabaldes, etc.: qualquer pessoa
queopngar, leve-o a rua da Cadea n. 2s,
a sen senhor Domingos da Silva Campos
Aluga-se par servico de casa urna es-
fara o Rio de Janeiro.
Segu com toda brevidade, o bem conhe-
ci lo brigue nacional Almirante, lem grande
parle da carga prompta, para o resto, passa-
geros e escravos, para o que lem ricos com-
modos ; trala-se cora o consignatario Jos
Joaquim Uias remandes, rua da Cadea do
Recite.
w

PAUTA
(lo: prrros tnrrcnlrs ilo wisurar,
gniTiK e promerdet naeionact
r/iain na meta ilo ranvtliida
na semana de i a 9 de mino de 1857
Assucar branco....... mascavado..........i
B refinado........ >
Algodao cm pluma de I." surta i
>i a o 2.a
i> ii i> 3.a
i> em caroco......... i
Aguas antalesalcool, ou espirito
d'auuardcnte. .
de cachaca .......
3:4273052
2:SS;p'J'.S
6:2729890
algodao, e mai-
que se desla-
de l'cmambucn.
19200
23900
59120
79600
79200
IcSOD
19900
caada
de caima .
distilada e
do iciuo
Vapor ini-ion.il Cuanabarao vindo do Sul, mani-
fesloij o -ujuiiii.' :
2 rana iguura-se ; a l.^ar, Curio & C.
1 dila dilo ; a Jos Joaquim Bornes (e Castro.
I dita dilo ; a l.assrre A;Ti*set (reres
1 dila dilo -. a Carlos Sannier,
2canales dilo ; a J. Keller A; C.
2 ditos dita ; a l>. Alves Malhens.
1 dilo dilo ; a Thoatai de Faria.
I dito dilo; ao cap.tdo Lenpiildo Augusto Ferreira
1 dilo dilo ; a Rastrea, Bunker A; C.
9 caixoes dilo ; a Ferreira A; Ar.ujo.
2 dilos dilo ; a Juo Vmlo Be|i.
1 dito dilo ; a Mauoel Aulouiu Mureita.
Genebra .
.............
Licor .............
.............
Arroz pilad.............
em casca.........
A/eilc tic mamona ......
4 nieiidoliiiii e de coco.
de pcixe......
Aves araras .......
o napagaos.......
Periquitos............
Bolachas............
Iliscnilos............
Cacan ............
Cachimbos......., .
Cafe Inini............
em rao rcslulho .
ii com casca.........
n moldo...........
Carne secca ..........
Cera de carnauba em pao. .
o em velas.........
Charutos smns......, ,
a ordinarios.....,
regala o primor ,
Cocos seceos..........
Couros de boi salgados.....
seceos ou espitados.....
verdes............
de onca ..........
ii ii cabra curtidos.....
o ii caruciri..........
Hoce de calda...........
m o guiaba..........
o 'secco............
jalea ..... ........
Espanadurcs grandes........
ii pcquunus.......
Esleirs de prepen.........
Eslpa nariuiial..........
eslmngeira, mao d'obra .
Parinlia de aramia........
o nuil............
a mandioca........
Feij-|0...............
Pumo em rolo bu:n.......
ordinario..........
em fulia liuin........
k ordinal iu.......
ii d rcslulho........
(jengibre.............
Iiuinina..............
Ipecacuanlia............
Lcnha de adas grandes......
. a a pequeas .....
II II i'lus.......
Prancboes de amarello de 2 coslade
>i u luuro.........
Costada de amarello de 35 a lup. de
c. e 2 '. a 3 de I.....
de dito usuaes.......
Cusladinhii de dito........
Suallui de dilo...........
Corro de dila...........
Costado de Inurn.........
Costadinho de dilu........
Soalhu de dilo.......... .
l-'irn de dilo...........
i. cedru..........
Tiros de latajnlia.........
Varas de pereira.........
o ii aguilhadas........
^ o o (pnris..........
Em obras i ubis de sicupira para c.
o ii eixos i i> no
Mel.................
Milho......'.........
Podra de amolar.........
lillrar..........
rehulns.........
Piassava em moHios........
Vontas de bol...........
Sabau .........
Salsa parrilba.....
Sebo em rama .......
Sola ou vaqueta....... .
Tapioca............ '. ',
Cubas de boi...........
Viuagre............".'.'
caada
botija
caada
garrafa
ai roba
9350
9600
9800
9800
J80U
J-2S0
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9240
39200
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milhciro
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caada 19120
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1-111)0
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0 29500
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qoiiital I-2S0
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par 3691100
IMgOOU
caada 120
alqueire 2j500
una 9640
a 63000
98OO
. um 9200
11 1.,1.1. si. liMpcctur da tiles lur.-ru
de fa/.enda, maula lazer publico para co-
nbocimento dos interessados, ((ue, nao obs-
tante haver o major Josc Joaquim do Reg j
Barros, obtido sentenca em grao de revista!, |
mandando restituir-lhe os terrenos compre '
hemli ios entre o hueco da Molel'd, e as ulti-
mas casas por delraz da igreja do Pilar, que I
fazeni face para o Forte do Brum.e acham-se
na posseua rzeuda nocional, como de 111a
rinlia ; a mesma fazenda continuar a mai -
ter-se na posse cm que esta, o a haver a
penso dos respectivos foreiros, einqunitu
por aquella major nao for preenebida a clau-
sula conlida na mesma scnlonca de fazer
medir edema car judicialmente as 50 bra-
cas de trra, que llio dao os seus litulus de
sesma ras.
Secretaria da thesouraria fa/.enda de
Puiuambucono primeiro de 1837 (lollicial
maior, Emilio Xavier sobreira de Mello.
OI.NSCI.IK) AUMIMSTIIATIVO.
O cooselbo administrativo, em compri-
mi'iitodo art. 22, do regulameulo de H de
dezembro, faz publica que foram aceitas as
propostas de Claudio Dubeux, ltodrigues&
Ribeiro, Uicardo de Freitas & C, Antonio
Ferreira da Costa Braga, Joao Fernandos V-
renle Vianna, Jos Baptsla Braga, l.uiz Leo-
poldo de uimarScs Peixoto, Jos Nogueira
desonza. Jos da Cruz Santos, e Joo Car-
los Augusto da Silva, para fornecerem :
l) I.' 8 arrobas de plvora'grossa a 560 rs.
a libra.
O 2." 6 resmas de papel almaco perlina a
3/400 rs., 4 resmas de dito pautado a 49400
reis, V caivetes linos a to rs., 2 caslicaes de
metal a 19400 rs., 8 podras de amolar a 2?24()
reis, 50 paces do do!nadir.as d3 cruz para
porlas a 400 rs., 50 ditas de ilas para jancl-
las a 240 rs 4 pe,os de Ierro Je 2 arrobas
cada um, ateridos, a 89500 rs., 8 milheiros
de prrgns caibraes a 5-50o rs 2 dilos de
ditos menores a 5o rs 4 dilos do ditos cai-
xaes a 21600 rs., 4 ditos de ditos ripaes a .
I#7(i0 rs 2 ditos .le ditos de giiarnieo a
I-^oO rs 50 colneres de metal para coa a
160 rs.
O :t.- 12 garrafas de tinta prela de escrever
a lo rs.
o 4.- o colcuOes com travossfliros a 29560
reis.
O 5.- 100 har-ctes a 360 rs 50 toallias a
860 rs., 2perfumadores delaUo a5-?rs.,S
nnllieiros de pregos de guarnciio a 1/200
rcis.
(!(>. 2 rsrrivaninlias de latSo a fi^ rs., I
caixa com vidros para Caixiibos por 103 is ,
50 videos para lampe.-s de rua a 520 rs.. 1
eaxa coui folias do (landres dobradas por
2G;^0'.l rs., 1 dita do ditas singlas por.....
2699O0 rs > sinos, sendo un de 8 arrobas,
e oulro de 6, a I3IU0 rs. a libra.
O 7.- 1 arroba de pos pretos por (13 rs., 2
libras de verde em massa por 400 rs., V ar-
robas dealvaiade a 5-sUO rs., 1 arroba de
zaizo por69800 s 2 libras de azul ultra-
mar por 2f rs., 1 arroba de fezes de ouro por
6900 rs., 4 libras de incenco porlJ280rs,
2 arrobas de ere por 19800 rs.
O 8.- 20 exemplares da historia de Siniflo
de Mantua a 5oo rs.. 20 dilos di-, economa da
vida humana a 100 rs 20 ditos de arillime-
lica por i.oilaeo a 19 rs., 20 ditos de ealhs-
cismo de Hontpelier a 000 rs 40 ditos do re-
sumo ;a doutrlna christSa a 60 rs., 40 cartas
de a, b, c, a (iu rs 4o taboadas a 6b i 20
exemplares de grammutica portuguezs po-
Caslro Nuiles a 500 rs., ^0 dilos de geome-
tra pralica a 800 rcis, 40 podras de lousa a
400 rs., 12 diizias de lapes de dita a 2io rs.,
traslados sortidos a ii rs.
O o.- os medicamentos constantes da rc-
lacao jaannuncada lid importancia de .
725/740 rs.
O 10.- 400 alqueires, medida velha, de fa-
rinha de mandiuca|de boa qaalidade, otisic-
ca la, e posta a bordo a 79100 rs. o alqueire,
aneiro
Sefjue em |>oucos (lias o l>i;;tit: nacio-
nal. FIUMiV, tem a muior parte da carga
prompta : para o resto que llio falla, pas-
safjeiros o escravos a cele, pura OS rpiics
tem excelentes commi-xlos, tratn-se rom
os eowsignatartos Novaes Trapiche n. ."'i, primeiro andar.
1 ara o Kio de aneiro
jajf' com brevidade o veloir brigue uacio-
aiitiainSo; tem parta daokrga prompta :
para o resto, passageiros o escravos a flete,
para o que tem excelleotea commodos, tra-
la-se com o consignatario Jos Joaquim
Das Fernn les, rua ua Cadea do Recite.
"" BlalllH
o veleiro palliabote
t ra
segu cm poueos dias
Castro, forrado de novo, porjlcr a maior
parto da carga prompta ; para o resto trata-
se com seu consignatario Domingos Alves
Matheos, na ruado Apollo n. 23.
Para o Assif
sabe nostes dias o hiato Novo Oliuda ; para
carga e passageiros, trala-se com Tasso Ir-
maos.
Compaiihia
i: biirgolirasiieira.
s-ff&i,
Prcclsa-sc de urna ama que saiba cozi-
nhar : na rua da Praia n. 51, segundo an-
dar.
- Vcnde-sc urna excellrnle casa, sita na
rua da Hanguoira n. 1: a tallar na rua do
Crespo loja n. 16.
Precisa-se de um escravo, ou cscrava
para o serviijo interno de tuna casa de fami-
lia ; paga-se bem : ua rua da I nio ultima
rasa de mirante oo lado do norte.
No dia 22 deali'l prximo passado,
um escravo do engenho Recante, vindo do
Reeifc conduzindo un cavado, diz que dito
eavallo I he fora tomado no caminho do Pao
Secco ; ou talvoz o dito escravo s-r embria-
gasse, e 0 |ierdessede vista, deixando-o li-
car sumido : o eavallo ho castanlio, novo,
pequeo, qualro pos calcados, urna listra na
testa, signal branco no beiQo inferior, cauda
aparada, e marcas de uso do cangalba : 10
ga-sc as autoridades poiiciaes, ou pessoa do
povo, que wpprahender, ou dclle der noti-
cia, o man !e entregar 110 Kecife, a Antonio
Rodrigues Vieira, e] no mato, no engenho
Recaoto, ou Cachoeira da freguezia da Esca-
du, que se pagara qualquer despeza.
Quem precisar de urna ama criou'a do
primeira barriga, rom multo ebom leite;
lirija-si; a<) lado do Corpo Santo n. 25.
Vrccisa-se de um cria lo : na do Hos-
picio n. 9.
AMA l)E LEITE.
Procisa-so da una ana do leite, forra ou
esclava, rom cria ou sem olla : quem a tiver
dirija-se ao berro do Veras, sobrado n. 13
i.anocl Joaquim liamos e Silva Jnior,
vai a Europa, levando em sua compaubia
suas rmSas .Natalia Pereira Ramos e Silva, c
Joaquina Amalia Ramos da Silva.
Anacilo Jos de Mcnlcnca, loga a
sua casa de sbralo na rua dos Coalhos na
Boa-Vista, rom commodos paraiuma nume-
rosa e decente familia : a tratar com o an-
iiudciante na rua augusta n. 80, ou com seu
genro Antonio Carneiro da (.osla, cm sua
otaria nos meamos Coelhos.
Frccisa-se de urna ama que saiba co-
Zinhar : na rua do Collegio n. 25, primeiro
andar.
Precisa-se de urna ama para o servico
interno, e externo de una rasa de liomem
viuvo, com pouca familia : na rua do Cebo
n. 8.
O abaixo asignado provino ao Sr. Ma-
noei Francisco de Jess Veras, que nao pa-
gue o val Je sen Gibo, da quaulia de 423 rs,
ao Sr. Ignacio Ferreira da Costa, cujo val
Ihe nopertence, tanto poique uo tem o
pagtte-se da fallecida II Helena,como porque
nao esta aiilorisado ; do contrario tornara
Espera-sa re llamhurso o vapor Ingle (Ol.llI.N
r I.EECE, a drp isda ileiaura do eoBtuiae segaira1
|>ara Baha e liio ilc Janeiro : |>,ira (rels ou passa-
Ralros, no qual t^in cvci-llenles cuuiinuiloii, liata-se
com os agentes, na rua da Cruz 11. .

i>
HF. MOIlli.H E FAZE.SDAS.
0 agente Pestaa lira Icilo, por ronla de
quem perlencer, de diversas fazendas Ingle-
zas e francezas, como cliilas, cambraias
franezas mullo lindas, chales de algo Un,
guardanapos de linho para ni"sa, e diversos
objectos de marcineria, da Jacaranda e de
amarello, novos e usados, pianos, lauter-
nas, candelabros, apparelhos de porcelana,
vidros, porcSo de vinho de caj', algumas
eaixas com excellenles tmaras, alguns ne-
gros de ambos os sexos, c nimios ou'.ros oh-
jeelos que se acham patentes ao examo dos
eompradores : quarta-Ceira, 6 do crrante,
as 11 horas da manha, no armazem do
agente cima, rua da Cadea do Recite n. 53
Josc laiilisla da Fonseca Jiuiior fara
Icilo, por ntervcucSo do agente Pestaa,
de :io barris rom manteiga franceza a me-
Ihorqucha 110 mercado, desembarcada ha
poueo : lerri-feira, 5 do coirent', as 11 ho-
ras da manlia, no armazem do Sr. Aunes,
defronte da alfandega
LeilSo de moradas de rasas.
O agente Pestaa fara leilSo de 5 inoradas
de casas tencas, novas, de pedra e cal, com
bous quintaes, excellentes cacimbas, mura-
das em rola, a saber, urna na ruadosl.ua-
rarapes n. 14 c duas na rua do lirum : quem
pretender ve-las, diriji-se a casa da rua dos
Guararapes 11. 20, e o le 15o ser feito na
mesma cas 11 2o, quinta-lena, 7 do cor-
rento, ao meio dia.
Estando a retirar-so para a Europa no
primeiro vapor, o lllm. Sr. tlr. Miiller, o pre-
apagars^uda vez. O judicialmente vislo ^^t da HSf "" ^
n oL mf :' ,p,,i!ar a iU llUa'Uia' P'' Segnda.reira, 27 do passado mez, de-
lito seu l.lho. cu.no se provara euiju.zo. i-vUpp,,^,, do sio de Jos Ilygmo de.M,-
rauda, cmS Jos do Hanguiubo, nmcaval-
(lo rodado pedrez, cjiii cimas e cauda pre-
I tas, e urna cicatriz no pesCOCO de una san-
gra : roga-se, portento, quem dclle souber
cife 4 do maio de 1857 ---Joao Comes da
Costa.
O procurador da cmara municipal d
cidade deOiinda, abaixo assignado faz pu-
blico, que iiinguem cuulrate por compra,
ou qualquer outro tr.spasso, o sitio denomi-
nado Fundo, nasmargciis do rio Beberibe,
de que se acha de posse Auluuin Noberte de
Souza Lealdade, sem que se eotendacomuL matn
abaixo assignado, visto ser o dito sillo Ib-
rciro a referida cmara. Oiinda 30 de abril
de 1857.(l procurador,
francisco Cundido das Chagas.
Su foi co.n o Sr. Carlos Josc da Paz que
se leo a troca de um chapeo na matriz da
Boa-Vista, e na occasio da missa das 11,
roga-Se-lhe que appareca na loja do Sr. Jos
Peres da Cruz, rua do Cabug, onde
o seu.
Vende-sea taberna na rua da Trcmpe
11 5, bem afregue.ada para trra c para o
malo, a dinheiro ou com desobliga prara,
son aluguel be p que se eonvencionar a
tratar na rua dOHondegon. W.
Ven le-se para lora desta provincia, ou
para longe da villa de Pao-1'aIIio, sendo pa-j
ra o sul 011 norte, um mulato do 22 annos,
pouco mais ou menos, oplimo p-.gcm, olli-
cial de ilfaiate, sem virios e nem achaques:
quem ocomprir Ocari bem servido.
Vende-se um eavallo para carro : na
rua da Senzala Velha n. M.
Vende-so um piano com cxcellontes
vozes : na rua larga do Rosario n. 22, se-
gundo andar.
Vendera-se 2 vaccas de leit-, muito
boas; |iara ver, no becco do Espinbciro, no
sitio do fallecido Sr. l'iv.uc:seo de Carvalho
Pars de Andrade, e para tratar no mesmo
sitio, ou em Santo Amaro, ao p da fundi-
c,"io, taberna de Jos Jacinlho 'do Carvulho.
Trapiche do. Cunha.
O pronrielnrio de.le eHahaleciimsnlo fai cenle
(pie o -m caiairo ile cobranzas he Jos aiiiiogues
do Carino c Silva.
Recifo i ilc maio de 1657.
Anl Milu H11.11 lo ile Oliveira Ileso faz scicnla
ao commercio a ao publico em Raral. que traspassoa
sua luja de f'zenda, ila na rua da Madre de Den,
n. 7, a seo filho Josc Duarle de Oliveira Raso, Ti-
rando dilo seu titilo aulorisa iu c oluiaa.lo a liquidar I
cho- um pardlnho forro, de nome Guilher-
mino,de dadede 10a U anuos, e ateo pre-
senteno appareceu ; levou camisa branca,
chapeo de palha amarella ja velho, e tem
una ferida no dedo grande do pe : quem do
dilo pardinbo souber avise por este diario,
ou mande dizer na rua dos Marlyrios n. 34.
No da 5, as 11 horas, na sala das au-
lUlo, do nome Counnico, de ida- ^'encas, d.pois de inda a do br. l)r. juz de
, o qual foi comprado 41 (lingo' aus,,otes, se ha de arrematar a metade da
casa terrea n. 45, sita na rua da Gloria,
avahada em 8007000, perlencente ao auson-
le Joaquim Eloy Mouleiro. Nesse mesmo da
e hora se ha de arrematar o pequeo resto
dos terrenos da rua Imperial, pcrleucenle a
h-iranca do Antonio da Trindade.
- Da-se 2O3 de aliuuel por um preto quo
saiba cozinhar, ou por um moleque que sai-
ba fazer os servicos de urna casa de cstudan-
tes : quem tiver dirija-se a rua do Trapiche
n. 7, primeiro andar.
Jos Antonio do Mattos, subdito do S.
M K. vai a F.uropa.
A pessoa que por engao levou de
bordo do vapor alguarassu'", no da 28 do
correte, urna mala de pregara, com o no-
me a margem, tsequiel Lina Wanderloy,
qu.er.Mido reslilui-la, dirija-se a rua do Quei-
mado u. 7, que sera generosamente recom-
pansada.
- Acha-se era negocio para ser vendida
a casa terrea na rua Imperial n. 89 : quem
tiver algura.a cousa a reclamar sobro a mes-
ma, dirija-se a rua Augusta 11.17, ou decla-
re por este Diario no prazo de 3 dias.
Precisa-se alugar urna ama forra ou
captiva : na rua de Ho tas n. 10.
lotera do
lio de Ja-
neiro.
AOS 20:000,y, 10:000,* E kOOO.S.
Na prara da Independencia loja n.
i-0, acham-se a venda os novos bilhetes
da lotera \- para a$ obras do Santissimo
Sacramento da antiga Se, a qual devia
correr 29 do passado, s listas esperamos
pelo vapot sardo, tpie tambem devia sr-
hir no primeiro do corrente : os premios
serao immediatamente pagos em a mes-
ma loja cima.
Quart-feira 6 dp corrente, em prara
presidida pelo lllm. Sr. Dr. juz dos fetosda
fazenda nacional, se nao de arrematar a
quem inais der, os bens seguales, penho-
rados por exccufjOes da mesma, contra seus
de vedo res :
Urna pequea rasa terrea sita na ruado
Queimado n. 57, corn 12 palmos de frente, e
36 de fnndo, quintal murado, avadada em
2:500/rs., de Jos Antonio de Oliveira.
A posso de um terreno de marinha em Fo-
ra do Kortas n. 1GS, com 210 palmos de fren-
te, por 700-3 rs.
dem de um dito alagado,no fundo do mes-
mo cima, e com os mesmos palmos de fren-
le por 350$ rs., de Joaqnm Ignacio de Car-
valho Mendonca.
Cma casa terrea fela de cal e tijollo, na
rua de Joo l'crtiindcs Vieira n. 32, com 20
palmas de frente, e 70 do fundo, cozinha
fora, quintal murado e cacimba, por 70W00
reis, dos herdeiros de Maria do Rosario.
Urna dila I'eita do madeira e barro, no lu-
gar dn llonteiro, a margem do rio, com 70
palmos de frente, e 50 de fundo, por 240?,
de Jos Rernardino Pereira Unto.
12 ca deiras e um sof de madeira Jacaran-
da, ludo por 563 rs., de Mauoel Eugenio da
Silva.
Quem pretender alguns dos mencionados
bens, comparoca ao lugar e hora do cos-
tme.
ReciTe 2 Je maio de 1857. O solicitador
do juizo, Joaquim Theodoro Alves.
Precisa-se de urna mulher forra ou cs-
crava, para o servico interno de casa de fa-
milia, que tambem saiba ongonmar, seja
sadia e de bous costurr.es, obrigando-se a
morar com a mesma familia : a tratar na rua
Nova n. 50, segundo andar.
Fugio na noilo du dia 30 de abril um
escravo criou
de 25 annos
Soares Carneiro de Albuquerquc, moradur
no engenho Cu me, freguezia de >. I.ourenco
da Mala ; o escravo tom os signaes seguin-
les : cor prela, altura regular, ja foi surra-
do, tem a perna dir ta mais lina que a ou-
tra, e ua mesma perna tem urna cicatriz ;
levou camisa e calca de algodao ja velho e
chapeo dn palha : a pessoa que o pegar, di-
rij i-se a rua Ilireita n. 3, quo receuer 50/
de gratiOcacJJo.
Precisa-si de umi a na para o servido
interno de una casa, e man lados a rua : na
rua Augusta, penltimo sobrado a maodi-
reita, p-rlo do ehafariz.
Precisa-se de urna ama para criar um
menino, tendo a mesma bom leite : na rua
larga do Rosario n. 35, loja de miudezas,
achara com quem traUr.
Na rua do Collegio, o Sr. Cypriano Luiz
da Paz; no aterro da Roa-Vista, o Sr. Joao
Ferreira da Luz ; na padaria do Sr. hciriz,
dirilo que n da quantias de 400, 500, 600.
700,800.000, t:000W00, e mais eom hypo-
llleci cm casas Ierres: assim tambem
quem vende um nreto voloo sem molestia e
vigoroso, e o motivo so Jira.
Precisa-se de um escravo liel para todo
o servico de urna casa d-. lamilia : quem o
tiver equizor alugar, dirja-su ao primeiro
andar da casa n. 6, largo da Assembia Pro-
vincial.
--- O lllm. Sr. Antonio Aladein de Araujo,
queira mandar recebar urna ci.rla na rua da
Cadea do lecife, ao do arco da .Concei-
cao, rasa n. 55.
Attcn$ao.
Fugio do engento liento Velbo da comar-
ca de -santo Anio, o preto Jacob, Angola, do
2 annos, muito baixo, buco de barba, bar-
riga muito alta, bem preto, iimpode ps ;
suppe-se ler ido esconderse no Recite :
quemo aupreliender, leve ao referido ea-
geubo, que sera gratiticado.
-- Vendem-se. na Soledade, casa de4ja-
nellas e 1 porta, 2 escravas crioulas do ida-
de 28 anuos, e de bonitas liguras, tendo 1
dolas muito bom leite, por ler par lo lia 2
mezes ; assim como um preto de 22 annos,
ptimo tiortelao.
Fugio no da 2 de maio, do abaixo as-
signado, um preto por nome Hnralo, criou-
lo, idade 40 annos, com os signaes seguid-
les : grosso do corpo, altura regular, ja cora
principio de cabello branco, rosto redondo,
as peruas arquiadas quando est parado,
levou chapeo de baeta, hranco; foi com-
prado ao Sr. Manocl Francisco de S Lei-
tflo, de Maria Farinha : quo:n o pegar, le-
ve-o a ni-, do Amorim n. 36, que recencra
a gratilieac/io.
Antonio Jos Fernindes da Cruz.
Precisa-se de um rapaz de IU a 1 i au-
nes de idade, para servir de criado : a tra-
ou tiver noticia, do leva-io ao mesmo sitio
ou na cocbera da rua da Cadea 11. 7, que
sera recompensado.
Arrenda-se ou vende-so um sitio junto
matriz da Varzea, eom casa de vivenda
grande, o bastantes arvores de fructo, bem
como larangeiras, cafezeiros, e ouiros : a
filiar na rua de Hurlas, sobrado n. 2, segun-
do anar.
Avisa-se ao publico, que nnguem ar-
remate a metale da casa da ruada Gloria n.
45, que pelo annuucio de 2 do corrente he
lada cuno perlencente ao ausente'Joaquim
acnara i.|0y da Costa Monten o, poisquecste'ausen-
lo apunas lem na dila rasa 309?000, ademis
aqui exislon mullos ber luiros do mesmo
que tambora sendo consenhoies da dita casa
tem estado de posse da mesma mais de 10
anuas.Gregorio da Costa Moutciro.
O abaixo assignado responde ao an-
nuucio Oo Sr. Antonio dos Santos Ferreira,
aGriuando-lhe que nao compre, c nem (!
qualquer turma aliene predio, ou qualquer
bem pertencento a aleixo do Prado, morador
e estabelecido com padaria na povoacao dos
A logados, visto emquauto se nSO decidir a
accao que o abaixo assignado move contra
o dito irado, visto como lodos os bens des-
:e senhor, eslo sugeilos a indemnisacau do
abaixo assignado ; e para que o Sr. Ferreira
se nao chame a ignormCia,Sd faz o presente,
que servir tambem para prevenir a outru
qualquer pessna, que por ventura quizer
Comprar, ou alienar bous do dito Prado, as-
sev-raudo o abaixo assignado que prelonle
vencer a dita quesiao contra o referido Alei-
Lotera
provincia.
Primeira parte da oitava
lotera da boa-vista.
Pela stima vez eai sc-
guitlt, bi vend la aser-
te grande, nos billiotcs
xo do Prado, porque tem justica, e feliz-; r I, [| -i c;i 11 v 1. lo si Fis V< w
mente confia na inlelligencia e rectidao do ."* ,('lUS i'1'10 "W 88-
merelissimo juiz, para quem appellou da I SI"liaUO.
Sentenca do Sr. Iir. delega lo, o mencionado'
Prado. Por mrii pai Francisco GonQalves
Servina, Mauoel Concalves Telles.
Fiirlaram do estaleiro de Santa Rita na
noite de 30 de abril para o primeiro de i
maio, um costado de amarello : roga-se a j
40 Caadas, medida nova, de azeite doce de j poslo do agento Oliveira fara leilSo de toda
Lisboa a 23500 rs ID Jilas d2 vinagra de Lis- a sua mohna, consislindo em mesa redonda
boa a y*oo rs. om consolos com clra, sofs, eadeiras. di-
E avisa aos supradilos 5 primeiros vende-1 les do hlanqo. e de bracos, banquionai
dores,que deverSo i<.colhcroseferidos oh-1 para jogo, relogio para mesas, jarros eou-
linlas as jinacidea -'a luja, qaar activas, quei- paa-1 quom (iuer que seja oll'erccido, que O apprc-
-ivi-, ciinatmiti-s ilo iiaiaiirj asini;iia.iu p.r niiiiin | lenla, o participe no mes mu estaleiro ao 1
fin dala ilc 17 do corri-ii. ficxiniii o aiiiniiinaiiic Sr. Joao Tiiomaz Pereira, que gratilicaja
i^aalmeiite obrizailuan pasiv,i ii.i loja, cun.raiiido uerosamcule
por si al^tla d,il 1.Rci(e :|n de alnil Ue 1S")7.
W^.\
jectos, ao arsenal de guerra no da 6 do cor-
rente mez, aos 4 sguintes no dia 7, c ao ul-
timo quanlo se Ibe determinar.
Jos linaria de Oliveira Raga la* scieule an
rejpe-.lavel pubbro e au ciirin ii.. GOininercio, (|ii"
a-reilau 11 tiasnansu que (ez seu pai Antonia l)u-
arte da Olivaira Rago, da saa loja le tazeDils, sita
na raa da Madre de Rao 11. 7, licando aalorisado
obritj.do a liquidar ai Iraii.n-;. .la luja, qurar-|j:,fmrri Dias Ferini
Uvas, quer pasnvas, COIislanlc da iialam-n a.-i :ii:nln
por ambos ein dala de 17 dn frrenle.Kecife, lili
rcnlo
ib
3
meio
ii
cenlo
pipa
tros enfeiles de porcellana para dila, qua-
dros, espclhos deprele, lanternas, tonca-1de i-bnl d 185".
dores, guarda livros, secretaria de mogno,! ~ R5a-a a todas aanloridadas poiiciaes e ca-
Saia das sessoes do conselho administra- guarda vestidos, guarda roupas, marquezss. KS "e c"''|!",|ue P1"' !'">' M ""' <'"
4S00I tivo para forneci-nenio do arsenal de guerra banqujnba de costura, commodas, leitos de! Xff^ SI HS^SSiX -"mV.u.
9120 de maio.de 1857. Bernardo PereTra do -forro grandes e pequeos, lavatorios, mesVs 2 S%*5w\ ^"heZ'. \Z
Kijooo (.armo Jnior, vogal e secretario. Juntar e aparadores, urna consertina com ohor para ira fasta dos Prazert a desde eutaooio
SS?. -Faz-te publico pela inspecra.. do arsenal de C'Ci,1:' mus1'Cas, nica, rnlio para meninos, appareeea: qoem o prender e trooxer a raa da
::. mariuba, que leilos neta data, no, lermos do raga- PPrOlbOS de porcellana para janlar, c para Moeda, trapiche do Cuolia, sera cratilicado.
j.^ I laiiiciiios ,i_.-..mi.aiihaiidi) n deerato a. 1324 de "i d l^'' uma Por<:;"u < marmellada, garrafas, | Compram-sc patacoes brasileiros
ITrl :,:000.V2 quartos.
2S:>2 1 :.-)i)().smeio bill.elc.
983 20(). lU.v.Hiele.
100$5 quartos.
IOOjbilliete.
I00smeio bilhele:
5().s id,en.
50sdem.
o.sideui.
-~ >.s"2 quartos.
Ojjfdem.
ll.vmeto bilhete
:iiaitia dos 8 por
cuto \y de sejr recebid.t
ij)rtiias sallir a'lista fferal,
11 rnj ii (Jlideia n. 50,
precisa-ss urna ama quecozinhe,en-1 ,.!,;,..nifar Hit IIii na.
me, para u:na pessoa: paga-se genero- I'1 ",('U ,l Ill,a F' OU ,,a I" A
Joaquina Das Fernandos vai a Ku-
rop;-, cde\ i |K>r seus bastantes procura-
dores, ein primeiro lugar ao Sr. JosJoa-
(|iiim Teiv;ru : cm segundo, ao Sr. .!<(
em tercro,
ao Sr. joo Tavares Cordeiro.
Francisco Seralico de Assis Vasconc.el-
los, vai para lora do imperio, tratar de seus
negocios.
A'.!\.
Na rua das Larangeiras n. 1 segundo an-
dar,
eom
2G0I
ss
150.
I ';!).".
2850
3W0
BU
5011
">r
IIS2
A
3J000
I la
, letanibro de ls.'i, o csame no easeo, niacluna, cal-
Ideiras, appar, Um, msslrearili, veame, amarrase
I aucoras do vapor uCainarugie, perlenceodo a coin-
samene, e prefere-so escrava.
Precisa-se alugar um preto para fazer
o servico de urna casa do pouca familia; ii 40
copos, mesas de engommar, Irem do eozi- bes: anhoes a S&WI0 e moe las de ouro de 1G-
nha eiiilinidades de outros objectos: qum- com meio por cenlo de premio: na rua a I prrere^aescravo: aTntar na n. ita'cruz!
ta-le.ra 7 do crrenle, as 10 horas, a casa Cadea do Recife, luja de cambio n. H. I armazem n. 40. *
ca d Independencia loja
/*. J Layme*
MUTTD5CT
ILEGIVEL



DIARIO DE PERNAMBUO, TERCA fEIRA 5DEMAIO DE 1857.
-uis--**e:c"'**--*. .
> CEDRAS PRECIOSAS- S
So w
*
J Aderecni di> fcrillianle, *
a diamanta-i e perolas, pal- $
* veiras, aliles, brincos '
* a rozetasjboles anneis *j
J de dilTcreules goslos e de jg
; diversas pedras de valor. s
W
* Coinpram, vendem ou *
^ ttoran prata, ouro, bri- ^
H lhaiites,danianlesepro- >
* las, e outras quaesquer *
* joiasde valor, a diuheiro *
uu por obras.
<,.-.?.**) 883K *>..<:.:
IGREIKA 1 8ARTE.
LJA DI MRlin
Ra da Cabuga' n. 7.
Recebara por lo-
dosos vaporeada Eu-
ropa as obras do reais
moderno grosto, tan-
to de Franca como
*n-*~\*<]
iMtli ?. "
OVHO E lUlAT A
$ Adereros completos de >
.?: ouro.nielosililos.pulcel-?
B ras, alfiucles, brincos e *:
^.j rozelas, cordoes, trance- >
., lili-, medallias,correles <
e enfeiles para relonio. e 8
2 oulrosmuilosobjeclotde ^
* oaro. X-
i Appircllios completos, ?
* de prata, para cha, lian- \
'<.' dejas, salvas, casli<;aes, jfc
* colheresdesopaedecli, -
* e mulloi ouirus objectos*
ge de prata. *
id +. *.?>.
H
n
No escriptorio de Brender n Brandis
& C, ra do Trapiche n. IG, vende-se:
Culios de liniu da Rusta, verdadeiros.
Ferro a imitarao do da Suecia.
Ferro ingle/, em barra, folua
nli.i.
rgui-
\ PUBLICO.
No armazem de fazendasi baratas, ra do
Collegio n.* 2,
fcg vende-se um completo soriimento de fa- H
M zendas linas t grossas, por mais barato *
M presos do que em outra qualquer parle, i
Q "-o era poveoes como a rctallio, allian- M'
|| cando-se aos compradores um s preeo || j
H para todos: este estaboler.iraento abrio-se || |
j| de combinacao cora a maior parle das ca- isEJqui m pretender comprar, dirjanse a na da
%* sas conimorciaes ioglazas, francezas, alie- ^
$ mos e suissas, para vender fazendas mais $
Chapeos de fel-
io e bonet de cabello pa-
ra 111011111US.
de Lisboa, asquaes se vendem por
pre$o cotnmodo como costumain.
"C0SLT0R10 HMEOPATHICO"
DO
Onde seacliam sotnpro os mais acreditados medicamentos, lano em tinturas como
etn glbulos, e preparados com o maior escrpulo e por presos bastante commodos :
HKEgoS F1XOS.
Botica d tubos grandes. 10/000
Dita de 4 ... 155000
Dita de 36 ... 200000
Dita de 48 o ... 25a000
Dita de 60 ... 309000
Tubos avulsos a....... 15000
Frascos de linturrademeia onca. 2S000
Manual de medicina horneo atliica da Dr. Jahr com o dic-
cionario dos termos de medicina......... 209000
Medicina domestica do Dr. Ileni y......... 10/000
Tralamento do cholera morbus.......... 2/000
Reiertorio do Dr. Mello Moraes......... 6*000
Attencao
R. C. Yates & Companhia: estabelecidos
no Itio de Janeiro, na ra do Hospicio o. 40,
vendo um aturando publicado em urna das
folhas de Pernambuco pelo Sr. Barlbolomeo
F. de Souza, prevcuindo ao publico que o
verdadetro xarope do bosque s elle he
queni vende,prevenimos ao raesmo publico,
que o nosso xarope he rcmeltido do lo de
Jrneiro peios cima propietarios ao Sr.
.Manuel Alves Guerra, e este senhor fez o de-
posito para ser vendido na pharmacia do Sr.
Jos da Cruz Santos, na ra Xuva n. 53, ni-
cos por mis aulorisados para venderem o
nosso verdadeiro, e mais prevenimos aos
senhores consumidores, que ha perto de 5
anuos os rotlos collados as garrafas sSo
assiguaiios por Henry PriOS, como procura-
dores dos cima propietarios. Rio de Janei-
ro 13 de Janeiro do 1857.
Bartnolomco Francisco de Souza, len-
do o annuncio dos Srs. II. O. Yates o Com-
panhia no Diario n. 17, em que diz ser s-
tuenlo verdadeiro o xarope de bosque que
se vende nesta cidad na pharmacia do Sr.
Jos da Ctvz Sanios, onde fez deposito o
Sr. Manoel Alvos (tierra, que recebcu deiles
proprietarios, declara ao publico, que n3o
llovida seja falso o xaropo de bosque que
tambein vende em sua botica, mas assevera
que elle he comprado aos meamos Srs. K.
C. Yates 6; Companhia, du llio de Janeiro,
como provam os documentos abaixo :
UIO DE JANEIltO 8 DE AtiOSTO DE ISfi,
O 6'r. liartholomeo Fmcsgo do ouza
comprou a K. C. Vales Cojjianiiia :
4 duzias de garrafas com sarape
do bosque a tOOOo.........2163000
6 duzias de 1|2 garrafas com xa-
ropo UO bosque a 279000......16-3OO0
Bs. 378/000
Reccbi o importe cima, do Sr. Antonio
loaquim Vieira de Carvalho. lo de Janeiro
'. de agosto do 1856. Por It. C. Yates &
.ompanbiaJos Paulino Uaptista.
KcconlieQo verdadeiro,o sigual supra. Re-
cite 8 do agosto do 1856.
i ai f de verdade.
Manoel Hilario Pires Ferrio.
JilO DE JAiNEIKO 1S DE I'EVEKIIKO DE
1857.
Os Srs. Constantino (-ornes de Faria & Fcr-
reira compraram a It. C. Vales iS Compan-
hia :
4 duzias de garrafas com xarope
do bosque a 549000. ....... 2I6000
6 duzias de l|2 garrafas com xa-
rope do bosque a ajjOO......162/000
Rs. 3789000
Recebemos o importe. Por R. C. Vates &
CompanhiaW. C. Corwarlt.
Moa abaixo assgndos declaramos que
comprimos o xarope cima para oSr. Br-
tholomeo Francisco de Sou/.a, de Pernaru-
buco, em viriudade .-ua ordein de 3 do cr-
reme. Rio de Janeiro 18 de fevereiro de
J857. Constantino Comes de Faria oc Fer-
reira.
Reconhego srf verdadeiro o signal supra
do Consta niyio Gomes de Faria ; Ferreira.
Rio 18 deftvereiro de 1857.
F.m f .ie verdade.
Pedro Jos de Castro.
SEGURO CONTRA F060.
Companliia AIIlance.
Esuhelecida cm Londres, em niarco de 1324.
Capilal cinco milboes de libras esterlinas.
Saunders Brothers & C, tera a lionra de in-
formar aos Srs. negocianles, proprietarios de casas,
a que mais convier que eslo plenamente au-
lorisados pela dita companhia para effecluar segu-
ros sobre edificios de lijlo e pedra, cobertos da
tllu e igualmente sobre os objectos quecontiverera
os mesaos edificios quer consista em raobilia ou
h fazendas de qualquer qualidade.
JOHN CATIS,
corretor geral
E AGENTE DE LEILO'ES COMMERCIAES,
u. 20, na do Torres,
PKIMEIBO ANDAR,
praca do Corpo Santo
RECIPE.
Retratos
DO
Insigne actor JoaoCaetano dos Santos.
Vendem-so as lojas dosSrs.^os Cardoso
Ayres, na ra da Cadeia do Recife, eSr. Jos
Nogueira de Souza ra do Crespo n. 2, pr-
ximo a ponte, a 2?500, c 90000, conforme o
modelo o papel que he cxcelleute.
O Dr. Ignacio Firmo Xavier faz publi-
co, que mudon sua residencia para o seu si-
tio na Passngem da Magdalena, que lica ao
norte da estrada entre a ponte grande e a do
Chora-menino, e aiii tem preparado una
casabe saude com todos os commodos para
o tr.itamento de escravos, cujos senhores
residan Tora da praca, ou "que nao os pos-
sam curar cm suas proprias casas : quein
para isto qui/.er-so ulilisar de seus servidos
mdicos, que sero desempenhadus com o
maior zelo, dinja-se ao paleo do Carmo n.
9, primeiro andar, ou no referido sitio da
Magdalena. Prer;o-i#0()o diarios exceptu-
ando conlercncias. sanguesugas e opera-
joes.
lio chegado leja do I.ccomte, no aterro
da Roa-Vista n. 70, o. excellente leile virgi-
nal de rosa branca, para refrescara pello, ti-
rar pannos, sardas e espinhas, igualmente o
afamado oleo babosa para limpar efazer
erescer os cabellos, assim comop imperi-
al do lirio de Florela para broloejas eas-
peridades da pelle, conserva a frescura e o
avelludajo da primavera da vida.
AftircJLo.
Scientilica se a quem convier, que a revi-
sSo de pesos, medidas e balanzas, principia
do 1. do correnle a findar no ultimo de ju-
nto : na casa da aferiedo, no pateo do Ter-
i;o u. 16.
^jrooo ::;:: C,
g DENTiST FRANCEZ.
.;: Paulo Galgnoai denlisl, ra Nova n. SI
'.: na meta cnji lea goi e pos dentrilice.
...........
-.,.-
o
o
^ua/Vovan.
Acaba de receber relogios de todas as qua-
lidades, tamil.mu oculos para todas as vis-
tas, por prego inuito em conla.
a riso.
Antonio Lopes Pereira de Mello, fa/,
sciente tos devedores da loja de calcado
da ra da Cadeia do Recife n.il, que l'oi
dirigida pelo finado Alexandrino Pedro
do Amaial, que tem marcado o prazo
para sen emliolso ate o lim do inez de
maio do correnle auno, lindo este, en-
tregara' ao seu procurador para esle re-
ceber judicialmente, ceitosde que dessa
data em diante, nao tera' contemplarlo
com pessoa alguma ; por isso previne
com lempo suliiciente para depois nao ha-
ver queixa. Recife 20 de abi i I de 1857.
Antonio Lo|es Pereira de Mello.
CURIOSAS
0 39 A, confronte ao Rosario emS>nlo An-
tonio, vendo a grande falla que havia nesta
oipilal deum adiantamenlo para as senlio-
ras que trabalham em doce, gonima, c nu-
tras massas, fez o sacrilicio de mandar vir
urna p ireo deformas de figuras as mais
perfeilas que he possivel fabricarern-.se na
liuropa, as quaes livraro a essas senhora*
de levarem lempo immenso em aperfeicoar
qualquer objeclo com os dedos, c que nao
satura nunca com a perfeicao de urna for-
ma : porlBiiio qu.lqner pessoa rodo vr
ueste eslahelecimenlo, que se consente le-
varem para experiencia, deixando penhor
ou dando conhecimento, e seus precos s3o
commodos.
Precisa-se do urna pesssoa [iara tomar
conla de urna cobranca. que excede a quan-
tia de 3:OOO>000 rs., sendo os devedores re-
sidentes nesta praca, gratilica-se a pessoa
que quizer lomar conla com a porccnlage
queseconvencionar, dando um fiador at a
quantia de 4OH.9 rs. : a quem convier pode
dirigir a ra do Collegio 11. 7, segundo andar,
das as 9 oras da manhaa.
Precisa-sede dous homens para feitor,
e que trabalhe, sendo um para sitio, e oulio
para um engenho perto d praca : quem
pretender dirija-se a loja de fazendas no
Passeio publico n. 7.
Precisa-se de urna ama secca para scr-
vico de portas a dentro, para casa do pouca
familia: na tua larga do Rosario ti. 40, se-
gundo andar.
pedido.
Pede-se com multa instancia ao Sr. Alfre-
do Joaquim Ferreira, que chegou ha poucos
mena de Lisboa, de se dirigir a ra do Cres-
po u. 14, terceiro andar, que muilo se Ihe
deseja fallar, a podido de sua familia, ese
nao quizer ter o incommodo de vir. pode
escrever a Joaquim Dias da Silva Lcmos,
mandando dizer aonde mora, para ser pro-
curado, ou annuncie por este Diario.
O thesoureiro do patrimonio dos or-
puflos, conslando-lhe que a Sra. D. Maria
Gomes do Amparo, pretende vender a pro-
pnedade, F01110 da cal, scientilica a quem
inlcressar possa, que parto da mesma pro-
priedade pertence ao dito patrimonio.
Thesoararia do conseibo administrativo
do patrimonio dos orphAos 1 de maio de
1857 -O thesoureiro, Joaquim Francisco
Liuarle.
Precisa-se alugar u jj primeiro andar,
no bairro de Santo <\nlonio, nao sendo o alu-
guel do mais de 2009 a 24O9OOO annuacs ; ou
mesmo urna casa terrea 1 oa : quem tiver
aiiuunne pira ser procurado.
Precisa-se de costureiras na ra (a
Cadeia do Recife n. 40, primeiro andar.
AEiia.
Precisa-se de urna ama para casa de pou-
ca familia, que saiba cozinbar, e engommar,
com toda a perreic/io, e paga-se liem na
ra do Cellegio n. 15, armazem.
Ageucid de |)ass:.|>orte.
Agencia de passaportcs, despachos de es-
cravos c qualquer servico que pertnncer ao
tribunal de polica : para cujo fin procre-
se o annuncianto na ra do yueimado n. 25,
loja do Sr. Joaquim Monlciro da Cruz, o na
ra da Cadeia do Recife n. 49, loja do Sr.
Manoel Antonio Munteiro dos Santos.
A pessoa que julgar-se dono de um na-
vallo ruro, sumido nos luis do miz passado
ou principio do correnle, dcsta praca', c bem
assim do urna bosta melada, baja de appare-
ccr no engenho Agua-azul, do abaixo assig-
nado, na comarca do Naztreth, que avista
dos signaos que dr, ser-lhe-ha entregue o
cavallo, que existe em poder de um seu mo-
rador, e lera noticia da besla.
-intouio LuizPereira Palma.
...i'-.o .- ...-.. -^ ->... .-....,..... ,j:,:
'J Jo3o "'^1 versidade de Coimbra, mudoo sua residen !
>. ria 1I.1 ra do Cabos- para a ra Nova n. "'.?
@ *';l. segnodo andar, (obrado do Sr. Ilr. Nel- -;';-.
gh '". e alii contina a recelier, dai S s 10 s
;; lloras da manhSi, e das :i i 3 da larde, as *-;'"
' Peooas que o queirim eoniullar. '.,:
>. .... ^fu.-Cr'iiy : .......,......."'.,.-.
Continua a estar fgido o escravo Jos,
crioulo, idade 18 a 20 annos.com pannos 110
rosto dos dous lados, talhos as costas, tor-
nozelos botados para lora, por causa de bo-
bas : julga-so ter ido para Ingazeira por ter
mi nesse lugar, fui comprado Joaquim
Jos de Santa Anua, em dias do mez do de-
tembro prximo passado, efugiocmil de
Janeiro do eorreuto auno : quem o pegar
leve-o a ra da Guia, taberna n. 9
lose Antonio Vasques, iulga nada de-
ver nesta praca, ncm fora della, mas se al-
guemju!gar-so seu credor, aprsente suas
cootas no prazo de 3 dias, para seren pagas.
Recife 1 do maio de 1857.
em conla do que se tem vendido, e por isto St
oflerecens tile maiores vaniagens do que S
outro qualquer; o proprietario deste itn- 8
proprietario
I portante esiabi'leciiiierilo convida todos
S os sous patricios, a ao publico em geral,
S| para que venham (a bem dos seus inte-
uc resses) comprar fazendas baratas: no ar-
jg mazeni da rua do Collegio n. 2,.deAn-
Jig ionio Luiz do Santos & Roliat. '
WiKumsmmmmmmBtB&B&
RtiYAI. HOTEL'LONDON.
2C, newbridge steet Blaclcfriars
Monsicur Polydorede Keyser a i'hoiineur
d'inlormer messieurs les vvagcurs qu'il vi-
ent de rcpretulre l'hotol Roya] a Londres,
tetiu avee tanl de suecos pendanl 15 ans
par son pre, or. C. do Keyser. L'nolel vi-
ent d'tre entiercnient rcmeuhle elle nou-
veau proprieUire s'eQorcera', Unt par l'exac-
titude du servici, que par la modicit du
prix, de mriler la conliance de messieur,
les voyageurs. .Londres, le 1er. janvtiel
1857
PRODUCCO'ES LITTERABIAS
no
Dr. Mello Moraes
o
Rio de Janeiro.
Physiologia das paixnes, 3 volantes
Educador da inoculado brasileira, 1
volume ........
Bnsaios corographicos, 1 volume..
Memorias diarias da guerra do
Brasil, 1 volume......
Tambera so recbenlas assignaluras para
a sua ultima prodcelo litteraria Os Por-
tugueses pcranle o mutido -1 voluntes trOOO
rs., avulso tOjOOO.
CONSULTORIO HOMEOPTICO
DO
Dr. Mello Moraes,
no
RIO DZ JNEIRO.
NICO
deposito em Peinainliueo, na ra doQuei-
madon. 7 armazem
de fazendas de JoSO Jos de
Gouveia.
Nestc estabelecimenio se encontra sempre
um completo sor ti ment de earteiraa borneo-
pallucas de 12 at 124 glbulos, bem como
carteiras com tinturas de 12 al 60 fraseos,
sendo todos os medicamentos da uielhor
prepararlo, e se vendem por precos niuito
mais baixos doque os preparados aqui.
Tambein se vendem nestc eslahelecimento
o repertorio do medico hoineopalluco a
65 rs., e novas praticas elementares a 43 rs.,
publicadas no lo pelo mesmo autor.
10:1100
2;000
2:000
5000
^0iM9V.jtf*
Compram-so travs de 25 a 35 palmos
de comprimenlo, e palmo de grossura : na
livi aria da pra;i da independencia 11. 6 e 8
Compra-se unta cabra coslumada a
criar nienino : na ra do S. Francisco, so-
brado n. s, e na livraria 11. 6 e 8 da praca da
Independencia.
Compra-se cfiecli va mente na ra das
Flores n. 37, primeiro ndar, apolices da di-
vida publica e provincial, aeros das compa-
nhias, e da-se dinbeiro a juros, em grandes
e pequeas quantias, sobre penhores.
- Compra-se um moleque de idade de
16 a is anuos: na ra da Cruz 11. 1, escrip-
lorio de Antonio Luiz de Oliveira Azevedo
9*&i&*
>letljoao faciliaio.
Na livraria da praQa da Independencia n.
608, vende-se o methodo facilimo para
aprender ler, novamente tmpresso e aug-
mentado, por mil reis.
MNIIOS FINOS.
O mclhor vinho do Porto engarrafado que
existe no mercado : vende-se 110 deposito 11.
6 da ra de S. Francisco.
Vende-se um boi grande e ja adestra-
do no servico de Barroca : na cucheira da
Florentina.
CHARUTOS BONS.
No deposito 11. 6 da ra de S Francisco
acham-se charutos de todas as qualidade*,
e prei;o cotnmodo.
AO Ml BARATO.
Na loja do Preguica, na do Queiinado. es-
quina do becct do Peixe Frilo 11. 2, alm de
- Vendem-sednas legoas de matas per- v.ndem"8 r'cos chapeos de oltro para
todesla praca, perlenceotes ao sitio Alie- meninos, enleilados cora litas e plumas, pc-
mao, as quaes matas sao Zumb. Carimbas' b"ro ",ho. Pe?0 de :I?J"' bneU? ",U,ln
e Descanso, e tamben se vende urna e duas"-',,odos de ^Ml re" :, na rn ,,l ^u'-
iniulo, na bem conhecida loja da boa lama
11. 33.
Seo/.a la Nova 11. I, que so dir quem vende.
\
laudio Dubeux
Vendem-se velas mistas, proprias para
matar lormigp.s, e para quo estilo muitissi-
mo approvadas : no sen uscripturio, ra da
Cadeia de Santo Antonio 11. 13,
acha-se a venda um escravo molati-
nho, de 9 a 10 anuos de idade : na ra da
Cruz do Recife n. 62, a tratar com Antonio
Francisco Martins.
PALITOS FRANCEZES.
Vendem-se palils e sobrecasacos de pan-
no fino prcto e de cores, com gola de vellu-
do e forrados do seda, de iig a 28". sobre-
casacos pelos, forrados do seda a 28?, pali-
tos de casemira de cores, com gola de vellu-
do a 24/> palitos do alpaca de 6 a 10-r, do
liiiho decores a 3;0oo : na ra Nova, loja
CLAUDIO DBEX
Vendem-se velas estearinas, proprias pa-
ra carrosa 1-120 cada pacote de 8 volas, :
no seu escriptorio, ra da Cadeia de Santo
Antonio 11. 13.
Sal do Assu\
A bordo do patacho Anua.
Claudio Dubeux
Tendn recebido urna factura de 2,000 bar-
ris de plvora, dos melhores fabricantes,
vende-os a 149000; as amostras acham-se
BO seu escriptorio, ra da Cadeia de Santo
Antonio n. 13.
Chegado uestes dias.
Caixas com 8 molhos de ceblas por 10-,
sacas com feijSo niulalinho.e fradiuho de Ma-
ranhao conhecido por feijflo macassa : ven-
derse na travessa da Madre de Dos n. 15.
VIN1IO DF. LISBOA
em barris de 10 em pipa : na ra da Cadeia
do Recife n. 36. armazem.
--- Basto c Lecios, na ra do Trapiche 110
Recife n. 17, tem para vender os seguiutes
gneros, e por proco o mais eommodo que
for possivel : tijolos de marmore de 10 pol-
legadas, quadrados ; mesas redondas, todas
de marmore, de elegantes goslos, para meio
desala; pedras quadrilongas de dito, lisas
com recorte, para consolos, aparadores ou
commodas, podendo algumas dellas servi-
rem para campas de sepultura ou adornos de
catacumbas; com inscripcocs ou sem ellas,
por terem as dimcnsOes e grossuras apro-
pnadas para isto ; pequenas pias de dito
para agua lienta, para Igrejas ou capellas ;
degraus de dilo de 7 e 14 palmos do compri-
menlo, para soleiras ou escadas ; cadeiras
genovezas muito leves, fortes e de bom gos-
lo, para salas dejanlar, gabinetes, etc. ; al-
canfor refinado, em latas; flor de cnxoric
primeira sorlo; soda hespauhola para fa-
bricar Sliao, da mclhor qualidauc.
Coiitiniia-se a vender penetras de ra-
me para os senhores refinadores e padeiros:
no palco do Carmo, esquina da ra de Hur-
tas n. 2
Vende-se um lindo horco de aniarcllo,
novo, urna enndee de 4 palmos de altura o
6 de comprido, propria para roupa, rendas e
bieosde linha para toalhas, camisas o leu-
i;os : ua ra do Collegio 11. 18, segundo
andar. '
lia rufo que ;i{!iuTra.
Veodem-se borzeguins franeezes, de los
tro, uovos, pelo prceo de 83500 cada um
na ra do Livramenlo n. 29.
AiiTuOau^iuoil^tru, lie
i
Ua
ile
"^-v's
Charutos
veii(ein~se
'. AstU y
St llius e
de Hava-
tlli t'fiSit
re
eg'ios.
SKI.I.INS e RELOUIOS de paleuln
Hule/ : a venda no ainia/eiu de
Itoslron Itookcr Cnnipanlua, es-
quina do lariio do Corpo Santo nu
meio 18,
m \\Y\
para padres.
Vendcm-su superiores meias pretas de
laia, pelo barato preeo do 1800 o par, ditas
de algodo de superior qualidade a 600 rs. :
na rita do (jueimado, na bem eonhecida loja
de miudC7as da boa fama n. 33.
Loques muto fi-
nos.
Vendem-se Ieques muilo finos, com plu-
mas, cspclhos e boletas, pelo baratissimo
proco de 2; e 3:50(1, ditos sem plumas muilo
boa fazenda a |?280 : na ra do yueimado,
na bem eonhecida loja de miudezasda boa
fama n. 33.
Velludo rico para forrar carros, com
tojos os pertcnces, vende-se na ra da Cruz
n. 10.
Em casa de llenry Brunn & Compa-
nhia, ra da Cruz 11. 10, vendem-se pianos
chegados no ultimo navio, quadros com
moldura, cementa romano, cognac cm cai-
xas de urna duzia, velas do composiedo,
conservas em latas.
Algodo liso si-
cupira, com
(jiie de
pequeuoto
1 varia
Vende-se na ra do Crespo, loja da esqui-
a quo volla para a ra da Cadeia.
na
Claudio Dubeux
139, le e 135000 rs. o
Vende plvora ingina a
barril le 25 libras.
ciiincria.
Vende-se slgodfio monstro com 8 palmos
de largura, propros para toalhas e lcncocs,
pelo diminuto preqo de 600 rs. a vara : na
ra do, Queimado n. 22, na loja da boa T.
le tao barato
que adciiira
Pees grandes de superior couro de lustre
a 4/500, sapatos de borracha dos melhores
que ha no merrado, pera homem a 39200,
para senbora a 2;600, e meninos a 23200 : na
ra dos Quarleis, loja n. 24.
Bicha de HainbjurgQ.
No velho deposito de bichas, ra estreila
do Rosario n. II, recebeu-so 4 vivoiros de
inuitas e diversas fazendas, que para acabar, I bic,ia-s de Hamhurgo, e esta retalhando
se vendem por todo preco, ha presentenien- E5000 o cenlo, e em poroto por menos.
te chitas linas de cores lisas e lindos pa-
drOes, que por estarem um pouco roidas do
copim, masem lugar que nada olTende o
corte de u investido, se vendem pelo bara-
tissimo preco de Kio o covado, chitas de bo-
nitos pa roes e cxcclleiites pannos, sem de-
leito a gum a 5:000 a peca e a 160 o covado,
leneinlios decambraia proprios para nio a
120 cada um, pannos para mesa do mu boa
qualidade a 19920cada um, mussuliuas mui-
to linas o de delcados desenos, cintas fran-
cezas largase mui superiores, catnbraias fi-
nia brancas e estampadas, madapolOes, al-
godaozillios, fazendas para caigas, e outras
mullas, todas da mais superior qualidade
e a procos barulissinios.
tciicc.
Vende-se na ra Dircila n. 27, manteiga
ingleza muito boa a 9ti0 rs., dita a 800 rs.,
dila a 6io, queijos novos, viudos ltimamen-
te pelo vapora 2/0 19300, ditos a 1#70U, eai-
xiiesde doce de 4 llS libras f-lloo, dilos a
6*0, touciulici de Lisboa a 4u0 rs., dito a
320, queijos londrinos a isO a libra e a ido
rs., agurdenle de Franca a 1;500 c 1/i00
Precisa-se no mesmo lugar de um caixeiro,
preferindo-se portuguez, de boa conduela,
nao se olha a ordenado, leudo boas infoi-
mac,6cs.
: .tecas com milho.
Vendem-se na loja n. 26 da ra da Cadeia
do Recife, esquina do boceo largo.
Vendem-so duas ptimas rabecas na
ra Nova n. 56.
Vende-se milho em saccast a tratar
na preciaba do Gorpo Santo n. 66, primeiro
Sao muito finas
e de muwo bous g *stos.
Mussulin; s muito
jindas cores., de paS
iuteiramente hotos;
nulo preco de 560 rs. _
CJueimado 11. 22, loja di
as, matizadas com
muito bonitos e
dem-se pelo di mi-
na ra do
Jvado
oa fe.
o Sr.
de eugenho.
reg
tdadSMc
Na ra do Livramenlo n. 16, vendem-se
cobertores de algodOograndes, preMio- na-
ti a eslavo do invern, polo balo '
deOOrs. cadaum. ^i
_ Vende-se una inula*nha de
', p"a "onos, sondo boniu figura : n
do Queiinado 11. 44.
Vende-se a taberna da Capunga n. 3
pertencente a Francisco Joaquim Duarte a
tratar com Joao Sil nao, na ra do Vigario.
---Vende-se urna preta de 20 anuos, de
muito boa conducta : na ra da Gloria
11. 55.
VenJem-sc sacras com milho : no boc-
eo largo do Recife. taberna quo vira para a
Senzala Nova 11. 39.
Cheguem a pecbinctaa.
No trapiche do liamos vende-se arroz pi-
lado a 2:000 a arroba.
Vende-so a sumaca Diana, Tundeada
nesta porto, junto ao trapiche do algodo :.
a tratar com Jos Gon?aives Malvara, na ra ; mado n. 35, em latas de 2 lib
do C 3 spo, loja n. 10. j muito barato
Vende-se um pequeo sitio no lugar
do Rarro, onde morou o fallecido Manoel
Pacheco de Rezende, cm tenas do Sr. coro-
nel Manuel Joaquim do llego Albuquerque.
com urna sofirivel casa coberta de tena, to-
do cercado, com muitos pes de limoeiro ja
juntos cerca, com bastantes ps de Inicio:
quem o pretender, dirija-se a Narciso Jos
da Costa Peerira, no pateo do Carmo, ou a
viuva no mesmo sitio.
Vende-se earncsecca de Ruenos-Ayres
a -i rs., de Montevideo a 4/500 cada arroba :
na ra da Praia n.4.
Vende-se on perrouta-se o sobrado de
um andar n. 49, silo na ra Imperial, canto
da travessa do Lima, poi outro sobrado no
bairro da Boa-Vista, que tenha commodos
para grande familia, e volla-se a quantia
quoforrazoavel : quem pretender, enfeuda-
se com o desembargador Santiago, na casa
de sua residencia, na ra do Hospicio.
Pennas de ema, cera de ahellia c do
carnauba.
Na na da Cadeia do Recife, loja n. 50, de-
fronle da ra da M-drc de lieos, ha para
vender os gneros cima, recoutemente dra-
gados, por precos razoaveis.
Attencao!
Madapolao fino c ordinario, algodSozinhos
encurpados, rom pequeiio loquo de avaria,
vende-so barato : no armazem de fazendas,
de Joo Jos de Gouveia, na do tjueimado
n. 27.
:.mcbnismo pa-
tente ingle/
Os melhores relogios de ouro, patente 11-
glcz, vendem-se por precos razoaveis, no
escriptorio do agento Oliveira, ra da Ca-
deia do Recife 11. 62, primeiro andar.
NADA ll\ MAIS BARATO-
Meias pintadas para homem a UO, e me-
nino e meninas, a 120 : na loja da ra dos
Qarteis n. 24.
AflMIC'l.
Vendcm-su peras de chita de muilo bons
pannos, pelo baratissimo prer;o de 5/ a per;a,
que sabe o covado por seis vintens edez rs.,
a porreo he pequea : portante quem gosta
de economa deve-se aproveilar : na ra do
[.Crespo, loja da esquina junto ao arco de
Santo Antonio, c na loja de 4 portas n. 12.
"Sola de qualidade especial, vende-se
no armazem do caes do liamos,.de Francisco
Figueira do Saboia : a tratar no seu escrip-
torio, ra de Apollo 11. 5.
illio bom en.
NACCAs.
Na taberna glande ao lad 1 da igreja da
Soledadc, clieaou grande porcao do saccas
com muitn bom milho, e vende se por preco
eommodo.
Couro de lustre.
Vende-se couro de lustra francez, o me-
Ihor que pode haver neslc genero, pelo ba-
rato preeo de 5: a pelle : na ra do Ouei-
mado, na bem eunhecida loja de miudezas
da boa fama 11. 33.
8eSDs
patente iuglez.
I 6.10 dictados o ailiam-se a venda os verdadeiros
,e bem ciuilieridiis nlliui inslezes patente: na roa
ido rrapiclie-Novo n. _>, rmixem de lueodu de
Adanison llowie c C.
Planta da cidade do Jie-
\ ce
(Vende-se a planta da cidade do Recife c
sems arrabables, feita pelo Sr. Dr. Jos Ma-
mada Alves Ferreira, por dez mil reis: ua
livraria 11. 6 c8 da praqa da Independencia.
Mappa dis distancias d.
provincia.
Na livraria 11. 6 e 8 da praca da Indepen-
dencia, vende-se o mappa das distancias
das diferentes villas da cidado entre si, e
relaCSo a capital da mesma, a rail reis.
Vende-se a verdadeira graxa ingleza n.
97, dos afamados fabricantes--Day c Mar-
tin, em barricas de 15 duzias de potes:
em casa do James Crablree 4 Companhia,
ra da Cruz n. 42.
Deposito
de rap pTnceza da fabri-
ca de K. Gasse, no [\u
de
Ligas de seda
pitra sen hora.
Vendem-se superiores ligas de'seda para
senbora, muilo bonitas e de muitos pa-
droes, pelo baratissimo preco de 1:200,
1/500 c 2/00(1 : ua rua do Queimado, ,,a
bem eonhecida loja de miudezas da boa fa-
ma n. 33
N. O. Bieber & companhia, rua da
Cruz 11. i, vendem :
Lonas da Russia.
dem iuglczas.
BrinzSo.
Brins da Russia.
Vinho de Madeira.
Algodao para saceos doassucar
Aiiodnoziuu d-i Bu I lia
para saceos do assucar : vende-se cm casa
do N. O. Rieber Companhia, rua da Cruz
n.4.
Para masca tes
e hoceteiras.
Vendcm-se duiiasde raiissde mastapara rape pe-
lo baratis-iinii pre^o de 610 n.,duzH de le/onras ero
carloa IsOoOe l320oe crandes 1:92, duzias de
eaizinlllfl de pao com palitos de foso a 240 r*.,duzias
de peuies de cbifres muilo bons para allsaraiiSfiMIO,
duzias de penles de baleia para atar cabello a 25200
e 25000,duzia de navallias para narba a l5(ioii,cioza ..'jT! I'^Li- "'""""'
de botoes n.adrepe.ol. para camisa, a 600 reis.dila. madrcperola para eoll
nuilo linos de aa(a a 160 reis, grozas de botoes li- Prc90 de oOO rs., ditas
no< para r.ilr.i a 2S0 rt:<, carias cora 2> penles de
allinelea 14 reis.duzia de penles de balea para a-
lizar a 3:, grozas de fivellas para snalos a 580, du-
zias de caivetes liuospara aparar pvripas a 25500
e 3:,duzias de gaitas {armnicas) a 1:20fr6^j5l0.
duzias de torcidas para caudieires a 80, reis grozas
de marcas p^ra cubrir a 100, 12o e 160 res, pe-
fas do tranceln paia beulinlits a 12 res, pulcoims
enramada muito bonitas para Sra. e meninas a 200
rs.,duzias de miadinhas de linhas prelus a 240 reis,
peras com 10 varas de fita de l a 330,360a iOO
res, duzias de lapes a 10o rs., dozias de caias cora
dos os nmeros, ditas de cores, linhas de miada linas
e grocas, ditas de carrileis brancos e de cores, cordao
de vestido de loda a grorura, bii]uinbos de todas as
larguras, e baratos, rcudas de tjdas as larguras, es-
pcllins, curdas de viola, lilas de laa de todas as co-
res, filas de ludio branrss e de cores, didaes, agulhas
de todos os nmeros, lillas de seda de lodos os nme-
ros, pennas de palo,calvas de clufre, rzanos, colh
Arados de ferro.
Na fundieflo de C. Slarr & Companhia, em
Santo Amaro, acham-se Dar vender arados
de ferro de um modello e construccao muito
superiores.
Facas, garfos e
colheres
Vendem-se as melhores facas de cabo de
marlini que se pode encontrar a 155 a duzia
ditas de cabo de hnlanco muito linas a 65 a
duzia, ditas de eaboitavado e rolico a 3-
ditas cravadaS a 3:200, ditas de cbifre de
viado a 4:400, ditas para sobremesa com ca-
bo de balance 5:, ditas com cabos rolicos
e oitavados a 39, colheres de metal do priii-
-ipc muito linas paia sopa a 60 a duzia. d-
as para cha a 3:000, e outras mais qualida-
es de facas e colheres, trinchantes e amo-
ador de facas, que ludo se vende barato
na rua do Queimado, na bem eonhecida loja
de miudezas da boa lama n. 33.
Botoes para pa-
litos, collcles e punhos
de camisa.
Vcndem-sc abotoadoras muito finas do
Heles, pelo baratissimo
preco de 500 rs., ditas muito ricas de todas
as cores a 320, 400 e 500 rs., ditas muito fi-
nas de madreperola para palitos de meniuos
e homens a 500 e 640 rs., atacadores para
punhos e collarinhos de camisa, de muito
neo gosto a 400 rs., 800e2o00, ditos de
cornalina para casacas a 300 rs., e outras
muitas qualitfaiTSr"tte abotoaduras quo se
vefidcflrnrrmo baralo7"TTri-ua do Queinu-,
do, na bem eonhecida loja de miudezas da
boa lama n. 33.
PUNTES DE TODAS AS QUALIDAES
colcbeles a 720 n., hnbas brancas de Uovellos de lo- Vendem-se ni n e MM.r.. ES-.
dos os nmeros, ditas de cores, linhas d. miada linas IK2?!!"!!*,? larlaruSa para cabello
lEoiuisio uu as-
NAFUNDICAO DEFERRO DOENGE-
NHE1KO DAVID W.BOWWAN. NA
RUA UO BRUM, PASSANDO O olIA-
FARIZ,
lia sempre um grande sor.imenlu dos seguiules ob-
jactos demecbanisinosproprios paraeni.eiilios,a sa-
ber : moeudase meias nioendas, da mais moderna
conslrucc.ao ; taixasde ferro fundido e batido, de
superior qoalidade e de lodosos lmannos ; rodas
dentadas para agua ou animaes, de todas as propor-
ciies ; crivose bocas de oriialln e registros de bo-
eiro, a -,'u 1II1O0, hroii/e,paral ion e cavilliAes,moi-
uhos de mandioca, ele. ele.
NA MESMA FUNDigAO.
se execulnm todas as encommendas com a superio-
ridade ja eonhecida com a devida presteza e com-
modidade em prec.o.
t^otassa e cal
virgem.
No antigo c ji bem conhecido deposito da
rua da Cadeia do Itccil'e, escriptorio 11. 12,
ha para vender muilo superior potassa da
Russia, dila do lo de Janeiro, e cal virgem
de Lisboa em pedra, ludo a presos muito fa-
cn.vuin.coui ^,0 lionroo 03 compra-
dores satisfeitos.
XAROt
.!
1)0
aneiro.
Vende-se a preeo eommodo rap fino,
grossoe meio grosso, da acreditada fabrica
cima, chegado pelo vapor S. Salvador ; na
rua da Cruz 11. *9.
Vende-se,por preeo commodo.soperior
vinho do Porto em barris de 8." : na rua do
Trapiche n. 14, escriptorio de H. A. Oucrra.
Em easa deMlenr. lirunii & Companhia, na
rua da Cruz 11.10, vcnde-stcogbaceiu caikinlias de
duzia.
Foi transferido odeposito deslc arope para a b
lica de Jos da Cruz Santos, na rua Nova 11. 53
..vUuc.v.^ ..... '"'.'^...... na rua nova 11. 0.1' ~"' -o-"- garrafa 05500, e meias35OO, sendo falso lodo las ta.mbem mglezas a 500, 600 e 800 rs. pe
,1(1 lll> 1 I i. n 11 l. i 11 f .< r u ...I .i ,. 1. ... 1 A ....___:.. ..^I_ 11 r:t S 1 i. 111-1 1. ^ ... 1 1 1 1 ,- I.....______
aquello que nanfor vendido ueste deposito,palo
quesefaz opresenlt aviso
IJirORTAKTE PARA a PUBLICO
dosorsa os pul monares.
Vende-se tahoado e pranchocs de pi
nho de Suecia, proprio para armacSo de ar
mazem de assucar.
PSos de pinho vermclho para mastaros.
Chumbo de munir;ao.
Folhas de cobre.
Melal amarello e zinoo para forro, com os
competentes pregos.
Alvaiade de chumbo c de zinco, em p.
Tinta branca de oleo.
I'apel lino de escrever.
Vinho especial do Itheno e do Porto.
Rua da Cadeia do Recife, casa de C. J. Ast-
tey $ Companhia.
Oculos e bonetes
tie todas as q nada des.
.. -a quanuaues em ricos vasos ,- Vendem-se oculos de todas as graduarles extriclos muito finosedemuUasc.ua dad
e"' ?S^AM "nS0es de a?o, pelo barato em frascos de muito costo sal!,2, Sf.
n
_ ,. r-------, ....."o" i""" .aueiio
melhor que se pode encontrar, a 5s, ditos
de baleia imitando o mais que he possivel
os de tartaruga, a 1/, 1,200 e 18500, ditos
mais ordinarios de baleia a 240 e 320 rs d
los de tartaruga para alizar, fornidos e mul-
to bem fetos a 45, ditos de marlim, fazenda
muilo superior a 1-500, 2* e 3c, ditos de
es de ferro, relroz de Indas as cores, vernicas, lilas hiirrarha V.' Z'iln '.TT^IJH tfe "llos Qe
del.cira preta e branca.g.arapas.e.udo m.i, qo.- 5S?* '" ^e mu'-0 superior qualidade a 1,
j.i neces-ario para completo sorlimeiilode bncelei- j* r ., DU1'" verdadeiro, muito linos e
ras e mscales e que luilu se vende mudo mais bara- ln leilOS, a 640, 800 e 1?, ditos a imitacao
lodo que em outra qualquer luja, na rua do uei- do Ullicoruc a lo, ditos de baleia muito bons
ma.lo, ua bem couliecida loja de miudezasda boa 280, 320 e 400 rs., dilos de bfalo verda-
faua n. 33. deiro, muilo bonitos e bem fetos, proprios
parajsuissaa c enancas, a 320 rs., ditos de
marlim muiiissimo bons, fabricados em Lis-
boa, para piolos, a 800, 15000 o 19500. di-
tos prelos de bfalo tambem para piolhos. a
500 rs. : na rua do Queimado, na bem eo-
nhecida loja de miudezas da boa fama a. 33.
Para os jovens
n;i morados.
Vendem-se ricas folhas de papel phanta-
ziaparaesciever, cada folha com a compe-
tente capa e urna obreia do cola com qual-
quer da da soroana, pelo barato preco de
60 rs., 100, 200 e 300 rs. : na rua do Quei-
mado, na bem eonhecida loja de miudezas
da boa fama n. 33.
Bom e barato
Vende-se muito bom papel almaro greve
a 4s a resma, dilo muilo bom sem ser greve
a 3520, dilo de peso pautado a 49500, dito
liso a 3>, dito paquete pautado a 5 e 6 a
resma, dito de cores, de folha pequea, em
quartos de resma a 700 rs., grozas das bem
conhecidas peonas de ac, bico de louca a
15200, ditas muito linas sem ser de bico de
louca a 500 rs. e 19, duzias de laps muilo
linos a 320 e 800 rs., caetas muito bonitas,
de ac, lornead-s a 120, ditas de egpinho a
200 rs., ditas ordinarias de peo > {landres a
20 rs., canivele do cabo de chifro de viado,
de 2 folhas, muilo boa fazenda a 800 rs., di-
tos del s folha com cabo de madreperola a
8C0 rs., ditos muito linos de 1 s folha com
cabo de marlim a i:eoo e 2/, ditos de 2, 3 e
4 folhas, hnissimos, tambem com cabo de
marlim a 28500 e^, vidros com tinta car-
1111111 muito lina, propria para riscar e escre-
ver a 800 is., boioes de unta preta ingleza a
?r,S,o'nleirospale"teine,ez. -e vidroa
1:500 e j-5, reguas redondas muito bem fei-
dras mglezas muito finas para amolar a 1 o
5->00, linteiros para algibeira a 400 rs
agarradores de papis de muitas cualidades
e precos, e outras muitissimas cousas na
i..; -'----" ....... v '"">'". s H'cv<, euuiras muitissimas cousas- na
tara curada phlys.caem lodososseusJifleren rua do Queimado, na bem eonhecida luiad
esgr.os, qucrmolivadaporconstipacoes.losse minrfA. a. iw. V--.. -.. B l0Ja Ue
asuma, pleui 1/ .e-i-ariii- des.iugiie, drde eos-
lados epeiln, palpitacaono corai.no,coquelucbe
broncluie, dorna sargaula, e lo'das asmoleslia
miudezas da boa fama n. 33.
Taclias de ferro.
Na fundicSo da Aurora em Santo Amaro-
i_ eltambcm no deposito na rua do Brum, logo
na entrada, o defrontc do arsenal de mai i-
nha, ha sempre um grande sortimenlo de
lachas, tanto de fabrica nacional como es-
trangeira, batidas, fundidas, grandes, pe-
quenas, rasas c Tundas ; e em ambos os lu-
gares existom guindastes para carregar ca-
noas ou carros, livres de despeza. Os preco
saoo s mais commodos.
PEHPliAfilAS
mtlitisriiiio unas e 1
5
1 P'
5Si
Vende-se cal de Lisboa ultiman-ente chc-
gada, assim como potassa da Russia verda-
deira : na praca do Corpo Santo 11. ||.
TAIXAS PARA ENGENHO.
Mi fundifo de ferro de D. W. Bowmann a
ruadlirnm, passando ochafariz, coniinaha-
der um completo sortimorio da laiscs de ferro f un
vidoebatidodo.'l a 8 palmos do bocea, as quaes
acham-se a vsn.la.por eprei;o eommodo a com
prompiidao: embarcam-soucarrgaia-se amcar
ro seindospeza *o comprador.
Em casa de Saunders Brothers C. prara
do Corpo Santn. 11,ka par vsndaro st utni
Ferro iuglez.
Pile da Suecia.
Alcatrao de earvo,
Eolias de lindo.
Esponjas.
Drogas.
Algodo fizo para saccas.
Dilo entraucado igual ao da Babia
E UKicoapleto soriimento de fazendas proprio
para 'sle mercado ludo por prego eommodo.
Vende-se superior linhas de algodo
brancas, e de cores, em novello, para costu-
ra, em casa de Soulball Mellor o. C., rua do
Torres n. 38.
I'otassa refinada cm latas de seis
libras.
O antigo deposito da rua da Cadeia do Re-
cife n. 12, recobeu agora una porcSo de po-
taSSa reinada de superior qualidade, cm la-
que se vende por preco ra
to l>t OS gustos.
Vende-se a verdadeira agua de colonia do
Piver, simples e amonada em frascos deva-
nes tamaitos, banhas muilo linas e de mui-
tas qualidades em ricos vasos, espiritos o
extractos muito linos e de muitas qualidades
'........v"~ vi t/vi. .anuo em frascos de muito costo, saboneies muii..
preco de 800 rs e 3500, ditos com arn.aces finos e de muitas quahdadJs aguTde Uva
; douradas e praleadas a 15200 e 15500, ditos de ingleza, fazenda muito boa v nacre arn"
, com armaca., de bfalo a 1*200, ditos com matico lamben, iuglez e multa bom^xtrae"
armario de baleia a 480, dilos com armadlo m' ej
de melal branco a 400 rs., lunetas de um s
vidro redondas e quadradas com aro de bu-
falo a 500 rs., ditas do dous vidros tambem
com armacd de bfalo a 15500, ditas de um
so vidro redondas c quadradas com aro do
tartaruga a 18200 c 15500 : na rua do Quei-
mado, na bem conhecidada luja de miudezas
da boa lama n. 33.
las d
zoav
( libias
1
Massa de toma-
tepl
Para liquidar, vende-se
Moiahos do vento
eombomba. derepuxopara regar hurtar eba
xa de capm : na (undicJo de l). W. iionmaD
na rua do ilrnm ns. C,8e 10.
Agencia
da fund cao Low->Ioor,
rua da .Senzala ivova
n. 42.
Neste estabelecimento continu'a a haver
um completo -,01 lmenlo de nioendas e meias
moendas para engenho, machinas de vapor
ido 0 Coado di
I tamaiios para dilo.
cobertos c deseobertos, pequeos c grandes,
de ouro patente iuglez, para homem e se-
nbora de um dos melhores fabricantes do
Liverpool, viudos pelo ultimo paquele in-
gle/. : cm casa de Soulball Mellor e. C.1, rua
do Torres 11. 38.
tt
Km casado RaheSehniettati &Companhias
rua da Cadeia n. 37, vcudem-sc elegante
pianos do afamado fabricante. Traunanii d
llamburgo.
Meias de lo das
as qualidades.
Vendem-se meias de seda branca para se-
nbora, o melhor quo se pode encontrar a
39500 rs. o par, ditas pretas tambem muilo
boa fazenda 25500, ditas brancas de algo-
dao, muilo linas a 320, JoO, 500 e (00 rs.,
ditas pelas tambein muilo finas a 400 rs.,
ditas de seda de cores muilo bonitas a pro-
prias para baptisado de enancas a BJOOO,
ditas cruas muito fortes para meninos a 400
is.. ditas de cores de algodo para meninos
a 240 e 320, ditas brancas para meninas a-
240 e 320, ditas cruas e brancas para ho-
mem a 160, 200, 240, 320 e 400 rs., ditas de
cores de fio da Escocia tambem para homem
a 400 e 500 rs.: na rua do Queimado, na
na rua do Qtiei-
ras. por preco i e taixas de ferro batido e coado de lodosos
los muito linos proprios para bolso de es-
tudaule, escencia de rosa, pomada franceza
muito boa, macassar perola muito bom c de
todas as cores, dito oleo, pos para dentes
pastilha c outras muitas perfumaras, tud
muito fino c de muitos gostos, dos melhores
labricantes da Franca e Inglaterra, e ludo se
vende barato na rua do Queimado, na bem
eonhecida loja do miudezas da boa fama
n. oj,
a randas e grades.
L'm lindo e variado sortimenlo de model-
los para varandas o gradaras, de gosto mo-
dei nissimo- na rundico da Aurora em San-
to Amaro.e no deposito da mesma, na rua do
lirum.
Moendas superiores.
Na FundicSo de C. Slarr v Companhia, em
Santo Amaro, acham-se para vender inocn-
das de canna todas de ferro, de um modello e
construegao muilo superiores.
Luyas de todas
as qualidades.
Vendem-se verdadeiras luvas do pellica
de Jouvn, pretas e brancas, para homem e
senbora a 250OO rs. o par, ditas de seda de
todas as cores e bordadas, com guarnieres a
25500, ditas lisas tambem de seda e do to-
das as cores, para homem e senbora a I?.
1520.) c 11500, ditas pretas do torca], muilo
boa fazenda a 18, ditas brancas de algodao
para homem a 240, 320 e 400 rs., ditas de
cores muilo finas de fio da Kscocia para bo-
mem e senbora a 320, 400 e 500 rs., e ou-
tras mais qualidades de luvas, quo so ven-
de barato: ua rua do Queimado, ua bem
eonhecida loja de miudezas da boa fama
n. 33.
;s-
r*tfri0j ,-rX.r .1$,
I negro de nome Marcelino, nacflo Cabinda,
'igular, secco do corpo, roslo com-
iba serrada e cria suissa, com falta
na frente, e consta andar vestido
ma n. 33. | negro de
Suspensorios de SCO
* de denles
borradla muito liaos
Vendem-se suspensorios de seda e sem se-
da, muito finos, pelo preco de I9OOO, 1*800,
1/600eSI/o par: na rua do Queimado, na
bem eonhecida loja de miudezas da boa fa-
ma n. 33.
.....- -*., *. 1 '11..-1O OllUBI VtSlIUU
com paleto, e calcado : quem o pegar leve-o
a burdo do dito navio, junto ao caes do Pas-
scio Publico, ou a casa de seu consignatario
Manoel Alves Cuena, na rua do Trapiche u
14, que sera bem recompensado.
PE1UN. : TVP. DE M. E. E FARIA 1857:
WUTILAD0

ILEGIVEL


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