Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07749


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Full Text
ANNO XXXIII H. .01.
Por 3 nuv.cs adiantatlos 4S000S
Por 3 mezes vencidos 4*J500.
MNDt FHBA A DE MASO DE 187
Por anuo adiuntaiio 15|000.
Porte franco para o subscriptor.
NCARHBUAIMtS DA Sl'l'.M.ltll'r Vi. NO NORTE.
Partoib* o 8r. Joao Rodolphu Gome* ; Ntul, 8r. Joa-
ulm I. Ptre' Jnior ; Aracaly, a Sr. A. di Lensus Braga
tari, o Sr. J. Jcadi Olveira Maranhao, o Sr. Joaquim Mar
n Rodrigues Piauhy, o 8r. Domingos Hereulano A. Prssoa
r, urania : rara o Sr. Justino J. R.mu; Amazonas, o Ir. Jaro
njmo di Loria.
PAKTIDA DOS l.ilUUHr.los
OlinrU : tosa OfJ da,*.
IgHrauAi '"laniid c !
S. AatAo, Bvivrrosi lor.
s. Loarrafo .'....-.iliiS
eir, Florw, Villa-fialia, l.oa-Vi.i.*,. On
Cabo. IpojMif SomiliAoiB, Rio-PonMMO, Una. Brra
imi-nifir** e iNjt.ii : qninurt-feiras.
{Tuilnt o corro., 8 partern .n 10 hora d.. MMfcfe.
s mfla bom do da.
raUfca : na* Hgaadu a *nta
lo, Crr, Alunha e G-iraiili.
NaiartOi, l-iiinh-in, fojo.
hfairu,
na tTca-iV
'i A^uj-l'rct.!
AUDIENCIAS DOS THIBIINAES DA CAPITAL.
Tribunal do commereio f eguoda. a quimas.
Belacao ierras-feira e labbadoa.
Pateada .- quarlaa a labbadoa aa 10 hora.
EPHEMERJDES DO MEZ DE MAlo.
8 La cheia as II borai e 51 minutos da (arde.
1( ijuario minguanleagS horas e 5 minuto da (arde.
2.1 La ora aoi 28 e minuloada tarda.
InZZZttJXttttiS&" n",-d"- M "-.K,nl? ...Vr-.;% 2 mnutoadantaob...
i'rimaira rara do cival.- .egunda a enes ao maio-dia.
Segunda rara do ciral: quartai a aabbadoaao maio-dia.
PARTE QFFICiAL *&"*%&"***de s- ,'eJru,uo"dc
PREAMAR DE IIOJE.
Prmeira o a 30 minuioa da tarda.
Segunda Oe o minuto da manbaa.
P
80VEHSO DA PROVINCIA.
LEl N. 412.
Joaquim Pire Machado l'orlella, vico-presidente
da provincia de Pernambuco. Faro saber a lodos
oa seus habitantes que a assembla legislativa
provincial decralou, e eu sanecionei a le segunde.
Art. 1. A. torca policial para o anuo Goauceiro de
1857 i 1858 cumiara' de trtenlas cincuenta pra-
c.as, eoni a orgamsac.3.) preseripla pelo regul.meu-
lo de 2 de dezembro de 1853, pudendo era circums-
laoeiaa eilraordiaartiia ser elevada a seis cenias pra
r,as.
Arl. 2. Cada orna das praras de pret lera mais
canto e qutenla ris diario no sold qoe actual-
mente vencero.
Arl. 3. O ofHeiae perrelier,.-. mensalioenle mals
orna gratificirao addicional, a saber : de viola mil
ris o eommandante, de quinte mil reis o majnr,
de doze mil re o capilaes, e dei mil ris os l-
enles e altares.
Art. 4. Oa oillclaes destacados terao as metmas
vanlageus, que leriam se eslivesaem recollndas ao
corpo.
Art. 5. Para o curativo das pravas enfermas se
observar o disposto no arl. (i. da le provincial n.
259 de 11 de juuhode 1850.
Arl. 6. 1" ic i ni revogadas aa disposices ein con-
trario.
M-in lo, por tanto, aludas as autoridades a qneni
o conhecimenlo e execurao da referida lei perleu-
cer, que a eiiinpta.n e acatn cumprir 13o inlei-
ra mente como uell.i se conlem. O aecrelario da pro
vineia a fac.a imprimir, publicar e correr.
Cidade do Recite de Pernambuco, aos 28 das do
mez dencia e do imperio.
L. S.
Joai/uim Pires Machado Porlella.
Carla de lei pela qoal V. Exc. manda eiecutar o
decreto da assemlila legislativa provincial, qot
aanccionnu, filando 8 forra policial desla provincia
para o auno liuauceiro de 1857 a 1858, como ci-
ma ae declara.
Para V. Bxc. ver.
Oasilianu Magall.aes de Cairo, a fez.
Sellada e publicada nula secretaria do governo
da provincia de Pernambuco aos 28 de abril det857.
Jos lenlo da Cunha Figueiredo Jnior, ofticial-
maior serviodo de secretario.
Kegi.lrada a fl. 57 do livro 4. de leis provin-
ciaes. Secrelaria do governo de Pernambucu 28 de
abril da 1857. Fram-isco de l.einus Duarte.
LEI (i. 413.
Joaquim Pire Machado Porlella, vice-presiJenle
da provincia de Pernambuco. Fajo saber a lodos
os seus habitantes qoe a asseiubla legislativa
provincial decrelou, e ea sanecionei a lei eguinle :
Art. nico. O professor publico de primeiras
Miras da villa do Pao-d'Alho, Francisco Manuel
Uezerra de Vasconcrllos, lera direitu ao ordenado
de seis ceios mil ris, desde o dia em que lumou
pose da dita eadeira ; iicaudo revogadas as dispo-
sicOes em contrario.
Mando, por tanto, a lodos as autoridades, a qacm
o conhecimenlo e eiecurao da referida lei per-
tencar, que a cumpram e fa^am cumprir lao
inleiramenle oomo uella se couteu). O secretario dx
provincia a fac.a imprimir, publicar correr. Ci-
dade do Recifc do Pernambucu aos 28 dias do ine
de abril de 1857, trigsimo seitu da independencia
e do imperio.
L.S.
loat/uim l'iref Machado l'orlella.
Carta de lei pela qual V Exr. manda execular
o decrelo da asseiublca legislativa provincial, que
sanecionou, dcicrminaiido que o profusur publico
de primeiras ledras da villa do Pao-d'Allio, Fran-
cisco Manuel llzerra de Vascoucello, tenha dircito
ao ordenado de seis ceios mil icis, desde o da em
qoe lomo posse da dita cadeira,
Par V. Etc. ver.
BasiliaaBMag;ilh3cs de Castro, a fez.
Sellada e psMicn l.i m-sta secrolari i' do governo
da provincia deTeroainbuco aos 2S u'abril de 1857.
Jos Beulo da Cunha Figueiredo Juuior, ullicial
roaior serviudo de secretario.
Registrada a II. 58 do livro 4 de leis provin-
ciaes.Secretaria do governo de Purnambiiro, aos
28 de abril de 1857.Francisco de Lemus Duarte.
I1TERIQR.
RIO DE JANEIRO.
15 de abril.
Por decratoi de 14 da marro prjimo passado (i-
veram merc da servanli.i vilalicia dos ollicios de :
Contador e parlidor do termo de Valenca, da pro-
vincia do Rio dc Janeiro, Jus Augmto Caslello
Branco.
Distribuidor e partidor do mesmo termo, Manocl
Valerio de Souza Lobo.
17
Queslao Lefevre. Esta quesOo, que oceupou a
allcnrao publica por alguna dias, termiuou alinal
auiigavelmente, como se v da seguiute declararlo
que lionlem nosloi remedida pelu Sr. Mana' Mac-
regor C. :
N abaito essignados, procuradores dos Srs.
Maua' o C. de Montevideo, declaramos, para conbe-
cunenlo do publico, que o Sr. Lefevre ebegou final-
mente a um aecordo cumunsco, em virtoda do qual
elle no enlregoo diversas lelr.s de cambio sobre
Franca e Inglaterra para garanlia da lransarr;jlo ha-
vida entre elle e os ditos Srs. Mana' a C, ofl-recen-
do-se o Sr. I. Lefevre a Ocar oesta edrta al que
chegue o aviso da Europa de que as dilas lelras se
acbam devidameiile aceitas. Maud' Mac-Gre-
gor e C.
Rio de Janeiro, em 15 de abril de 1857.
- 18
Foram escolliidos senadores do imperio :
Pela provincia do Rio de Janeiro, o Sr. Hr. Can-
dido Borges Mouteiro.
Pela provincia de S. Paulo, o Sr. conselheiro Car-
los Caroeiru de Campos.
Pela provincia da Alago, o Sr. desembargador
Joao Vieira Csiisamilo de Siuimb.
20
Por decretos de 7 do correnle mez foram no-
meados :
Juiz municipal e de nrplijos dos termo da Vic-
toria e Espirito Santo, na provincia desle nome, o
bacharel Joo dos Santo Sar.ihiba.
leve merc da serventa vitalicia do oflirio de 1.
lahelliao do publica judicial e nota da cidade do
Por decreto de 13 do dito mez :
Foram aposentado, por o liaverem pedido, o mi-
nistro do supremo tribunal dc u-lir i, conselheiro
Antonio Pereira Barrelu Pedruso.
O desembargador da rularan do Maranhao, Jos
Mariannu Correa de Azeveoo Coutinho.
Foi uomeado desembargador da relarao do Mara-
nhao ojiiiz de direito Catetaoe Vicente'de Almeida.
Fui removido o juiz municipal e de orphans An-
dr Augusto de Padu F'leury, do termo de Caval-
canli, para os de Meia-Ponl e Corumba, na pro-
vincia de tioyaz, por o haver pedido.
Foram apresenlados o padre:
Jos Bauto de Andrade, no canonicato que se a-
cha vago na calheiir.il do bispado de S. Paulo, por
ni rio do ennegu Manoel Teixeira.
Dionisio Borges de Carvalho, na fagonia de Nos-
sa Seiihnra do Rosario da cidade da Cachoeira, da
provincia e arcebispado da Babia.
em Sobral a'cerca das eleiroea, que altimamente all
se lUerara para deputado por aquello dislriclo.
18
A cmara do* depnt.idos approvou hontem um re-
querimento do Sr. Silveira Lobo, para que o gover-
no, pela secretaria do imperio, f.ra remeller a' c-
mara, afim do serero preseutes a's respectiva com-
initse, us papel relativos ao convenio havido em
I'ernambiiru, aute daeleigao de noverabro do anno
pasadu, entre o Dr. Antonio Vicente do Nascimen-
lo Feitoza e o presidente da provincia.
Approvou um requerimenlo do Sr. F'rancisco de
Salle para que o governo, pelo ministerio da justi-
ra, faca remeller cumrnisso de poderes a copia
de um oflicio do promotor publico da comarca da
C.impo-Maior, no Piauhy, sobre alguns fados prati-
cado na villa das Barras por orrasiao das eleires
primarias, e a copia de oulro ollicio do Dr. jaiz de
direito da mesma comarca.
DIAS DA SEMANA.
4 Segunda, f. Mnica, vut.
t Tercja. A couserrao des. Agoslinbo.
fi Ouarta. s. Joao auto porum latinani.
7 (juinta. s. Ksti-iiil.io b. m.
8 Soil.i. Appanrao de s. .Miguel no monte Gargauo
U Sbado, i. tiregujio Na/iaiweno b.dout.da igr.
10 Domingo 4. depon da pasebua Ss. l'hiladelpbo e A feo Un.
Approvou igualmente orna indicaran do Sr. Cruz
Machado para que as commisses de poderes venli-
Joao franriieo da Moda, na freguezia de Nossa I quera lamber a legalidade da eleirao dos deputado
Senhora do Itom-Successo e Almaa da Barra do Rio supplenles.
das Volitas, do mesmo arcebispado.
Por decrelo de 17 do mesmo mez foi nomendo .
Secretario da polica da provincia de Sergipe,
Adolpho Valerio da Silva Reis-
21
Por decrelo de II do correnle fui nomeado
comelheiro de guerra o leneule-geoeral Antonio
Correa Seara.
Por decrelo de 15 do mesmo se coocedeu passa-
gem para a quinta enmpanhia do7- batalban de in-
fanUrll ao capilo do 9- da mesma aima I.eonol-
dino da Silva e Azevedo.
Por decreto desla ultima dala se conceden a de-
missao que pedir dc segundo cirurgi.io alferes do
corpo de saude do etercilo o Dr. Jo3o Jos de
Irmas Hblense.
l'er decretu de tf> do dito mez foram Horneados
qoarlos escripturarios da conladoria geral da guerra
os pralic.nnles da mesma reparlicao Jus Albano
Fragoso Filho e Joso Ignacio Dia.
RIO DE JANEIRO.
15 de abril.
Stnetpreparatorias dacamara dos Srs. depulados.
Hoja deve ter lugar a prmeira tessao preparato-
ria da cmara dos Srs. depotadoL
Parece-nos de interesse publicar aqui a parle do
parecer da commissao de polica da cmara dos Sis.
depulados, que reforma os artigo 2. e 4, do regi-
menlo interno da mesma cmara quanto ao modo
he rom por a mesa as sesses preparatorias do pri-
meiroauuo da legislatura, e a verificacao do poderes
>,ir...-,.r ,. i., f.i ibumuJ. __ -___. rtn .
de 1856.
Art. 2. (substitutivo). Reunido' depulados
( aeudo no prnneiru anuo a legislatura), comearan
por acclamaro, para servrern em quanlo nao for
eleita a mesa, de que traa e artigo IS, um presiden
te e qualro secretarios, os quafca* logo lom-rio na
mesa o lena respectivo lagares.
Arl. i. (substitutivo ). Juntos lodoi o diplo-
mas, as nomearo por escrutinio secreto plurali-
dade relativa 21 deputado. o quaes, medanle a
snrle, scrao distribuidos em sele commisses de tres
membros cada urna, (cando numeradas segundo
ordem que a surle eslabeiecer. Eslas commi-iVs incumbilo de verificar os poderes dos depulados que
e apresenlarem tas aaasOoa preparaloriu do I.- ao-
no)da legislatura, conforiuea disinbui sa fizer dos diplomas, a que deverau acom,-anhar :i,
acias emais papis que Ule forem relativos.'
O diplomas sero d;slnb ji !o. corn a possvel
rgnaldade, Minasjaada-aa pelos do norte a prirraetra
rommisaao, e assnn surcesaivamenle al aos do sul
confurme a posira,, ueo|traphica das provincias a qul.
perlencereiii os dislrictoa eleiloraes. corn lano qoe
nao sejam enviidus a urna cominissau diploma nu
papis que digant respeilo a alelcao de qualquer dos
seus membros.
1t
a prmeira sessao preparatoria
FOLHSTI3I.
ORIGINAL 00 DIARIO OE PERNAMBUCO-
Teve hodlem lugar
da cmara temporaria.
Foi acclarnado presidente o Sr. viicoode de Bae-
pendy.
Depuis de nata disenssao era que tnmaram parle
os Srs. Cruz Machado, Joao Felippe, Sarava, Bar-
bosa dc Cunba, Baplisla Monleiro, e Pacheco, a c-
mara approvou orna morao do Sr. Crnt Mchalo,
para que o grabare* eleilo pelos dislriclos em que
na duplcalas nao fossem admiltilos a volar e a to-
rnar parte nos Irabalhos da cmara, seodo-lhesentr-
laido pernnllido discutir em eleirSo propria.
Em seguida procedeo-se a' elaicao da commissao
oe ^l membros, a qual, na conformidade do regi-
merilo, lu subdividida em 7, e a eslas se remelterao
os diplomas que se achavam na mesa.
17
Na cmara do deputado approvou-se na e'ao
de bonlein, depoi de algnmas ol.servaroes dos Srs.
Pompeo Brasil, Cruz Machado, Oclaviano, Piulo de
Mendonca, Pacheco e Dias Vieira, as seguidles dis-
posiroes que so achavam consignadas em um reaue-
rimenlo du Sr. Pompeo Brasil:
Que se pera ao governo pelas secretarias da jus-
dra a imperio, e que se commuuique a comroi.-au de
poderes, o seguinle :
O inqiiorilo que o presdeme da 'rrovncia
do Ceara mandou fazer no Balur.t, relativo a'
eleirnes des.e lugar.
2.- O aviso expedido pelo mini!ero da juslira,
mandando procssar os individuos, que se conslilui-
rao em cmara de llalunt, para expedir um diplo-
mas ao Dr. Jaguanbe.
( 3.- Aseommiinicares do presidente do Ciara'
relativas a eletcSn e desorden da Imperalril.
lambrmse approv......m requerimenlo do Sr
I mo de Meudonra para que se pera ao governo
represeiilarao que lleriiardino Gomes de Alaoio, de
Mi.san \ell.a, reclama coulra a qualilicarao amiga
daquella freguezia, que servio para a elen-ao prima-
ria ; e liualineiile um requerimenlo do Sr. JagN-
fibe, pediodo aognverno que remella a'cmara o
inquerilo quo u mesmo governo mandou fazer pl,i
juiz de direilo da Imperaliiz, relativamente a eleirao
de Saula Cruz e Imperalriz.
18
A cmara dos depulados, era sessao preparatoria,
approvou hontem, ten debate, um requerimenio do
Sr. Franco de Almeida para que se peram a' secre-
taria do imperio e a' de juslira lodos s documentos
que digam respeilo a' eleiriies de novembro e de-
zembro e apur.irei de Janeiro, perlenrcules o i.-
dislricto eleiloral da proviucia do Maranhao. Em se-
guida, depuis de algumas ob Filippe. approvou igualmenle um requerimenlo do
Sr. Franciscu Domingues da S Iva para qoe se pera ao
S-. ministro da jusuca o inquerilo a que se prucedeu
Foram tamhem approvados pela cmara varios pa-
receres de comraissea do poderes para que sejam
reronlieci.los:
Pela provincia do Kio de Janeiro : !. dislricto,
deputado o Sr. conselheiro Sergio Teixeira de Mace-
do, suppleute o S'. Carlos Antonio de Carvalho ;
2.* dislricto, deputado o Sr. couaelheiru JosfS Maria
da Silva Paranhos, suppleute, a Sr. major Manoel de
triase Vasconcellos ; 3. districto, deputado o Sr.
desembargador Alexandre Joaquim de Siqueira, sup-
plenle o Sr. Jos Machado Cuelho ; 5.- districln, de-
putado o Sr. couselheiro l.uiz Pcdreira
Sr. bario de Camaragibe, slipplenta o Sr. Dr. An-
tonio Luiz Cavalcaoli de Albuquerque ; dislric-
to, deputado o Sr. conselheiro Jos Thumat Naboro
de Araojo, suppleute o Sr. Dr. Francisco JoSo Car-
neirodaCunha ; 10 dislricto, deputado o Sr. cou-
elheiro Jos Bento da Cunha Figueiredo, auppleu-
te o Sr. Dr. Ignacio dp Barro Brrelo.
Pela provincia do Piauhy : 3. dislricto, deputado
o Sr. Joao da Silva de Miranda, suppleute o Sr.
J f-nio de Sooza Martin.
Pela provincia de S. Paulo : 4. dislricto, depola-
do o Sr. desembargador Joaquim Jos Pacheco, sup-
plenle o Sr. Dr. Joao de Azcredo Carneiro Maia.
_ A cmara approvou tambem um requerunenlu do
Sr. filo para que volle o pirecer relativo ao 5. di<-
Iriclo da provincia do Maranhao, na parle que tra-
ta das eleiriies de Trsidella e Codo, com nuvos do-
cumentos, para a commis.ao dar novo parecer, vo-
(ando-se porem desde ja sobre j recoiihecmenlo do
depuladoe supplenle, visto como ainda que sublra-
hindo voto desas duas treguezia, uao altera o re-
sultado daquelle dislricto.
_ >2 __
A cmara temporaria approvou hontem nove
pareceres de cumrais-oes de poderes para que seiam
reconhecidos :
Pela provincia do Rio de Janeiro : 8- dislricto,
depulado o Sr. Dr. Jeroovmo Jos Teixeira, sup-
pleute o Sr. conego Jos Joaquim Pereira da
Silva.
Pela provinria do Amazonas : depolado o Sr. Dr.
Francisco de Serra Carneiro, suppleute o Sr. An-
tonio Jos Manir.
Pela provincia da Baha : (! dislricto.
KNCAKIiKGADOS DA SI.I!m:II||h:.\0 Mi sj
Alagoa, o Sr. Claudino Falcao Das : Beba, a le B
Rio d Janeiro, u Sr. Joao Peieira Martina.
EM PLUiNAUliLCO
O praprietarlo do DIARIO Manocl rigueiroa da Varia, aa aa
livraria. praca da Indepeodeocia as. 6 a 8.
ti.- districlo, deputado o Sr. Dr. Virialo Bauueira
Duarte, uppleule o Sr. Dr. Joao Meudes de Al-
meida.
Pela provincia de Minas-Gerae: 1.- dislricto. de-
pulado o Sr. Dr. Francisco DioKo Pereira de V,i-
puiaoo o Sr. Dr Francisco D.oeo Pereira de Va,- Francisco Carlos Urandao, supplenl o Sf I z
conce los, supplenle o Sr. Francisco de Paula San- Duarle Pereira. "uppiente o r. l.ui/.
Pela provincia de Pernambuco : 1- rllatrielo, de-
putado o Sr. Dr. Jeronvmo Villela de Caslro Tava-
ee, supplenle o Sr. Dr. l.uiz de Albuquerque Mar-
13" dislricto, depulado o Sr. I)
lins Pereira
los ; 3.- dislricto, o Sr. cnii.elli.-irn LtJIZ Antonio
Barboza. supplenle o Sr. Dr. Modesliuo Carlos da
Rocha Franco.
Pela provincia do Piauhy : 3.' dislricto. deputado
o Sr. Dr. Joao Lostosa da Cunha Paranagoa'.
Pela provincia do Rio-Grande do Norte : !. ds-
parecer que foi approvado na sesao de.26 de agoslo, Watodpaiad.' .Sr,'dZaZIcTc^alro f^m
Cavalcanli.
Pela provinria de Sergipe : |.' dislricto, depulado
oSr. barao de Maroim, supplenle o Sr. Dr. Tobas
Rabello Leile Lemos.,
Alem disto, cmara approvou um parecer man-
dando chamar-se o Sr. Jo<0 Machado Coelho para
supprir a falla do Sr. Alexaudre Juaquim de Si-
queira.
20-
A cmara dos depulados approvou hontem qua-
lorze pareceres de comruisses de poderes para que
sejam reconhecidos:
Pela provincia do Rio de laneiro : (i. districlo,
depulado o Sr. Dr. Francisco Oclaviano de Almeida
liosa, supplenle o Sr. Jernimo Pereira de Lima
Lampos ; 7. dislriclo, deputado o Sr. Dr. Paulino
Jos Suares de Sooza, supplenle o Sr. eonmcl Joao
Nepnmuceno Canil-loto '.. dislricto, depulado o Sr.
Dr. Joaquina Jos Teixeira Late, supplenle o Sr.
Dr. Marlinho Alves da Silva Campos ; II. districlo.
depolado o Sr. eooaelheiro Francisro del'ff
ro'-llomem, supplenle o Sr. Dr. Aulunio del__
|o I-erreira Jacobina. "
Pela provincia da Babia : 2. difirilo, depotano
auppleiilo o Sr. Dr. Balihazar de Andrade Anejo
llilcao; o. dislncln, depulado o Sr. conselhei.ro
Lun.Aulunio da Sampain Vianna, auppleule o Sr.
*. Paschoal Pereira de Mallos ; (i. dislnclo, depu-
lado o Sr. Dr. Casimiro de Senna Madureira. sup-
plenle o Sr. Dr. Jusliniano Baptisla Madureira ; 14.
districlo, deputado o Sr. Dr Francisco Luiz Aulo-
3 _pl MAIO DE 1857.
Musen de tr.ieneias naluraesdo Oijmnasio, fundado
pelo prnfessor L. .1. liruncl .linda o Cometa
de 1857.
lio mui uotavel que n'um paiz, onde a nalureza
derramuu com profosao os seus mais ricos lliesuuros,
tenha o humeni vinloquasi inser.ivel a tantas mag-
inlii-iieias, a por p-eguiri. inilillerpnra ou ignoran-
cia ainda nao tenha lirado vanlagera alguma dos
don preciosos e esplendidos, que a Providencia Di-
vina iao liberalmenle lite concedeu.
Com raras oxcepres, os proluctos agricola, coja
cultura cunstiluea nu-sa foule principal de riquezas,
a caona, o cafe, o llgudio, dcveinos Alia e a
frica.
O a.-iinies domcslicna que nns alimcnlam eajja
ajudam a vencer as dislanrias, vieram-nos Kn-
ropa o d'A>ia ; o< vestido* com que nos adornamus,
sau fabrcalos com materias primas exticas; as nos-
sa boticas s3o qoas inteiraiDeole providas comas
plaas e subslane.as inineraes e animaes das oolraa
parles do mundo : os noseos inslrumcnlos de ferro,
cobre, eslanlu, cliuinbo e prata, todos los vera do
eslrangeiro.
Hoja que j i cometamos a ser contado entre os po-
voscivlisalos. h lempo de pagar o nosso tributo ao
mundo, e em esmbio do que dell recebemos, cuni-
|>re que taramos esforros p ,r,i aproveilar as riqacjiaa
naluraes du no*so territorio, execulando a inissau,
que Dos no jmpoz, de trabalhar para o beio eslar
geral e aperfeiroar o nosso planeta.
-7l\ ""r.'*'a luxurianle, riquezas accumnlalas
pelos seculo.
enrerram inmimeiaveis especies de ve-
os dia imprimen! destruidas pelo ferro e pelo fogo.
Numerosas legioes de insectos que as liabilam des-
apparecem, e entro ellos alsuus ha que podein ser
apropriados as nossas necessidades, eomn as diversas
especies de bichos de seda, que lecera o nos-os elo-
los raai brilhanles, assiin como varias especies de
abelha selvagens, que sendo duineslicadas, nos mi-
ii'-'r un com abundancia mel e ceras porfuinadas.
Os quadrupedes c o passarinhos que as povoam,
obrigados a procurar oulro asylo. se reliram para os
aeserlos.
O Tamandua-bandeira, laoulil para ser opposlo
invasao das foriniga, lem quasi inleiramenle desap-
paiecido.
O Tapir ou Enta que se podia empregar nu romo
animal de carga, ou como alimeulu, se lem turnadu
de urna extrema raridade.
O l'ecan ou porco do malo ja comer a des.ippa-
rerer ; entretanto a respectiva caiue Dio he inferior
do porco domestico.
Cousa singolar, diz um autor : o Deqoarentaani-
maes dameslicos que pOHiiimos, dos quaes Irmla e
seis perlenrem ao hemispherio boreal, a America ao
abnr-se a Europa com Iodos o-seus Ivpos novo
rece dever marcar urna era de progresso.
nes de Campoi, supplenle o Sr. Dr. Manuel Teixei-
ra Suares.
Pela provincia do Caar : 1. districlo, depulado
oSr. Dr. Antonio Jos Machado, supplenle o Sr.
r. Raimundo Ferreira de Araujo Luna ; 3. dispe-
lo, deputado oSr. Dr. Sebasiiao Guncalves da Sil-
va, supplenle o Rev. padre Jos Bcvillaqua.
Pela provincia do Espirito Sanio : depulado o Sr.
Dr. Anlonio Pereira Piulo, supplenle o Rev. padre
Ignacio Rudrigues Itermude.
Pela provincia de Goyaf : 1. dislricto, depulado o
Sr. Lioai.io Auguslo da Cunha Mallos, supplenle o
Sr. Andre Augusto da Padua Fleury.
Pela provioeia de Mina Geraes :" 8. dislricto, do-
puladu oSr. Dr Luiz Carlos da Fooseca, suppleute
o Sr. Carlos Jos Versiaoi.
Pela provincia do Piauhy : 3. dislricto, supplenle
Sr. Dr. Jusc Antonio Saraiva.
A cmara dos deputado approvou hontem quin
ze pareceres de cuiumisses de pudores para nue
sejam recuuhecidos :
Pela provincia do Kio de Janeiro : ti. dislriclo
deputado o Sr. Dr. Jao de Almeida Pereira Fi-
lho, npplenle o Sr. Dr. Antonio Das Coelho Nelto
nos Ruis ; 10- dislriclo, depulado o Sr. veadnr Jos
Joaquim de Lima e Silva Subrioho, supplenle o Sr.
Dr. Alexandre Rodrigue* da Silva Chaves.
Pela provincia da Baha : 8- districlo, depolado
o Sr. Dr. Luiz Barbalho Mumz Fiuza, supplenle o
Sr Dr. Antonio Luiz Allunso de Carvalho.
Pela provincia de Minas-Gerae ;5- di-lriclo, de-
pulado o .sr. Dr. Amonio Candido da Cruz Macha-
do, supplenle o Sr Dr. Simio da Cunha Pereira :
.! dislriclo, depulado o Sr. conselheiro Bernardo
U'lisario suares de Sooz,, supplenle o Sr. Mel-
chior Carneiro de Mendoura ; lll- dislrielo.depula-
do o Sr. conego llermogenes Casimiro de Araujo
iliuiiswirk, supplenle o Sr. Dr. Jos lavares le
Hallo :SO> dislriclo, depmado o Sr. Dr. Francisco
de I aula Silvelra Lobo, supplenle o Sr. Jos Pedro
da Nlva ueinliia.
Pela provincia do Maranhao
Pela provincia de S. Paulo : 9- dislriclo. depu-
tado o Sr. Dr. Anlonioda Coso Piulo e Silva, soii-
plenle o Sr. Joao Nepornuceno de Souza Freir.
Foi em seguida rejeilado pela cmara, depnis de
algumas observare do Srs. Silveira Lobo, Ocla-
viano, Bezerra Cavalcanli, Guz Machado o Fer-
nande da Cunha, um parecer de urna dascommis-
soe de poderes para que o Sr. Magalhaes Caslro,
iiileresado na eleirao do 12- dislriclo da provincia
da Baha, emhora nao lenha diploma, seja admiltido
a lomar assenlu as sesses pieparalunas para de-
fender a sna causa, para qoe fiqoe as circumslan-
cias dosscoliorescom diploma em duplcala.
2.1 -
A cmara dos depolado* approvou dou parece-
res de commissoes de poderes para que sejam reco-
nhecidos pelo ti- dislriclo d provincia de Pernam-
buco, como depulado o Sr. r. Francisco Xavier
rae Brrelo, e com uppleule o Sr. Dr. Joao Ca-
valcanli da Rocha Wan-le-ley ; e pelo primeiro dis-
triclo da mesma provincia, depois oe urna discus-
sao em que lomaram parle os Srs. Villela lavares,
Virialo, Pacheco, e Auguslo de Oliieira. como de-
pulado o Sr. Dr. Augusto Frederico de Olveira, e
:omo supplenle o Sr. Aulonio Marques de Amorim.
legocianlc.
ak 2i
*A cmara dos depulados appYnvou honlem nilo
pareceres de commisies de puderes para que se-
jam recunheridus :
Pela provincia da Babia : 1- dislriclo, deputado
o Sr. Dr Joaquim Jeronymo Fernandos da Cunha,
supplenle o Sr. primeiro lenle Constantino de
Amaral lavare ; 10- dislricto, depolado o Sr. Dr.
Manocl Piulo de Souza Danta, supplenle o Sr. lo-
nenle-coronel Joao Gualberlo do Santos; 13- dis-
iric o, depulado o Sr. Dr. Francisco Mendei da
Cosa Correa.
Pela provincia do Ceara- : 5- dislriclo, depulado
o Sr. Aulunio Piulo de Mendonca, suppleute o Sr.
Dr. llipolylo Cassiano Pamplona.
I ela provincia de Minas Geraes : 2- dislriclo
depulado o Sr. Dr. Francisco Alves da Silva Cam-
pos, uppleule o Sr. padre Jos Julio de Arauju
vianna ; li dislriclo, depulado o Sr. Pedro de Al-
cntara Mechado, supplenle o Sr. Dr. Joaquim Ma-
riano dos Sanios.
Pela provincia de Pernambuco : 12- dislriclo, de-
polado o Sr. couego Joaquim Pinto de Campos, sup-
plenle o Sr. Dr. Mieuel Goncalves de Lima.
Pela provincia de S Paulo : 1- districlo, depola-
do o Sr. r. Joao da Silva Carrao, supplenle o Sr.
Dr. Rodrigo Auguslo da Silva.
Foi tambera apresenlado o seguinte parecer Ha
lerceira commissao de poderes, relativamente ao Srs.
Joao Baplisla Monleiro e Vircule Ferreira da Cos-
a I iragibe, licando adiado al ser impresso a desig-
nar-se da para a discussao :
ram remedidos os diploma, dus Srs. jo.1o Kaplisl.
Mostean e \ cenle Ferreira da Costa Piragibe, qoe
se considerara eleilo* depulados pelo quarlo distric-
lo eleiloral da provincia de Sergipe, leudo exami-
nado acuradamente o ditos diplomases actas, lan-
o do cullegio que elegeu a um como do que ele-eu
a oulru, aa acias da eleirao primaria a que se pro-
cedeu as qualro fregoeziaa que cuusliluem o dis-
lriclo, e ualmeule as ra/.oeseseriplas eos documeu-
tus ulTerecidos por ambas as parles, aprsenla o re-
sudado du seu Irabalho.
ri," |V|Parlaara's)P,"rta"10' 'o presidente da prov.n-] dos Ires oulros conlinuem a figurar nu cullegio da
ca, datada de 18 de novembro de 1836, expedida ao I minora. =
juiz de paz presidente do collegio, cuja lulegraeu-] a A legilimidade dos O eleilort de Villa Nova e
ranino a nmmi*sio entre os docomrato* ..aereeidos dos 32 de l'acaluba, parece vt commissao que ja foi
pelo sr. I'iragibe, nao be confurme a lei, j,i pur pre- demonstrada. q J
TiTit *!?' T rlC" "u,n" 'le elei'"rM "uuve r",rlant0 rtous rolle="" femados de elei-
nue S1kS ,lrt'-u"-:ls "" 0*1 l' lea.limos, em um volaran, 63. desrunlando-s.
por ore enZ ,,,'Ln? ;'"",, l?*-m '8 '' Ja "e *** 'm 1"* Sr- ""<'" "ve 65 votos
por preiender lamben) por esla maueira por um para depulado, e o Sr. Silva e Olveira (1 volos tiara
correctivo ao aogmen.o do numero doa vot.nlea, sopplenle, n'oalro vo.ar.m SO^aHwMve IrntoP,
fe lo com o (ira de elevar-so o numero de ele.lores. calaba e Ires de Villa Nova, .m ., n Sr V be
...ando o.nicos recurso, coulra a indev.da quali- leve 39 voto, para depuladu. e o Sr. I).. Sabiui39
licar.au eslao uo artigo 22, capitulo 2, e no capitulo para sopplenle.
'"'i/'fiL. m i .- o So reumrein-se as volacoe do ambos os co||e-
Enlre os ,0 eleilores da Vi lia Nova, foram no- i gios, sera' o ->r. Monleiro o deputado.e o Sr. Olivei-
rard1;n0.'.b,,1T,,'"J,Mal'.0e'J'''e daS'va. J^ ra o supplenle ; se separarem-se. ,usc,.ar-se-ha ,
do *Bine M-uoel '!?, d T"!'^ I, "'" < "t******:-i:on.,dera-.e collegio a maior.a I que aa. mhereole*
oossamo*, Mauoel l.uiz do Sanios c Miguel Gon- a minora' ou nenhuma dellas"
calves Freir da Poriueacio, cuja eleirao he coulcs-
lada pur nao sereui parochianoa de Villa Nova, ae-
gundo consta do alle.lado do respectivo v.gario, e
sim do Penedu, conformo atteslou o figario desla
fregne/.ia.
o Considerar-se collegio a minora seria absurdo,
mxime quando se trata de um circulo em quo a
eleirao deve ser por maioria absoluta.
i< Se nenhuma deltas, o resullalo sera' que nao
havera'eleirao senao qoan.lo o collegio f.ir ouani-
irueirameiile pondera a commis'ao que lendo me, ou a minora nao
esles seis cidadio sido qualicados volanles na fre-
guezia dc Villa Non,tend) o direilo du volar uella
por cslarem seus nome* inscriptos no alislameiito
respectivo, arl. iS da lei, e po endo porlanlo er
eleilores, vislo que podiam volar na asseinblea paro-
chial de Villa Nova, arl. 53 da lei. es-es alleslados,
quando procedenl-s, provariam a iucurialidade da
qualilicarao dus ditos eidadiM, contra a qu^l se de-
vera ler recorrido no lempo e furnia determinada na
lei.
daoos, romo o declarou n viajarlo do Pinedo, resi-
dem no lerritorio denominado Brejo Grande, que,
embora o diio vigirio pretenda que perleuce fre-
gue^ia do Penedn, da pruvincia das Alagoa, forma
parte da proviucia de Sergige, em virlude di reso-
lirau do presidenle da provincia, lomada emeonse-
Ihu na sessao de 21) de marro de 1S32. que foi ap-
provada por arlo du governo imperial de 30 de abril
do mesmo anno. E, segundo se recorda mu dos mem-
bros da commissao, que jo o fui da de estalislica na
legislatura aule-passada, esla queslao existe pendente
da deci.ao do poder legislalivu.
u Em .'! lugar observa a eommiasao finalmente
que Ibe lana presentes ducamenlos peles, quaes se
prova que os moradores do territorio ou Breju Gran-
de desde 1832 foram sempre qualicados, uu exer-
ceram direitus poltico em Villa Nova, e nunca fo-
ram qualicados no Penedo, leudo sido o primeiro
dos seis dilus cidadaus eleitur tas paisadas legisla-
turas.
Enlre os 32 eleilnrcs de Paralaba foram eleilos
os dous seguinle: Manoel Jos Teixeira, e Isaac
quizer separar da maioria
liara se constituir ern collegio, e iuutilisar desi'arle a
elcicao daquea.
Logo, a maioria de eleilores legaes conslilue o
collegio, nao obstante a minara de eleilores lambem
lesaes haver-se separado.
A recusa dos qualru joizes de paz de Propria'
para presidirem interinamente o collegio lie equipo-
lenl au caso de impedimento, e e-tabelece a compe-
tencia du leg limo substituto, que he o r juiz de i>az
do dislricto vi/ ubo.
Km vista de todo o expeudido he a commissao
de parecer :
o I.- Que sejam approvada* as eleir-s primarias
das freguezia de Propria", I'orlo d.: Folha, Villa
Nova e Pacatnbz, que consiiluem o i- dislriclo elei-
loral da provincia de Sergipe.
>r 2.- Que seja reconhecido depulado pelo mesmo
dislriclo o Sr. Joao Baplisla Moul?iro.
'i 3.- E supplenle o Sr. Manuel Joaquim da Silva
e Olveira.
Antonio Candido da Cruz Machado.Sebastian G.m-
calre da Silva. Ucrmogenes Casimiro de Araujo
Brunswick.
Ja' aalio reconhecidos cinroenla e nove depula-
dos. numero suflicienle para iustallar-se a assembloa.
A cmara dus depulados approvou boje sera de-
bale dous requerimeuljs, o primeiro do Sr. Madu-
reira para que se pera ao governo o rea lorio do pro
Ndente da Baha sobre as cleiroes dessa provincia, o
seguiiilo da stima commissao de poderes solicitando
informadles acerca de alguns disiurbo que se de-
l-M de adoptar
inrd l'm. lelse'"' o Isaac ram em Sorocaba, por occasilo dis eieicOes prima-
anoel I inheirn, cuja eleirao he contrsiada por ii3u ras. H
rt'lll h-irnivii .ni.. i.. D*a*feakdt.. _______1
seren parochianos de l'acaluba, segundo cunsia do
allestadu du respectivu vigariu, e sun do Penedo,
conforme allesluu o v=-rio desla freguezia.
A respeilo da eleirao desles dous eidaiMa*, urna
vez que furam qualicados na fregue/ia de l'acalu-
ba, h commissao pondera o mesmo que ja fez a res-
pello dus eleilores de Villa Nova, leudo em vista os
arta. 48 e 5.1 da lei, e nlo pode deixar por esla oeea-
siao de notar a conlradtcrao em que se acham os
alleslados dos vigar.os de l'acaluba e Villa Non a
respeilo de Manoel Jos Teiteira, porquanlo o de
I acatuba alala que elle deixou de ser seu paro-
cluaiio, pur se ter mudado, ha mais de annos, e se
ai lia de muda desde esle lempu na freguezia de Villa
Aova, postullo Desla freguezia una murada de
casas perleiiceole aos leo orpliiot, e o vigario de
N illa Nova alletta qoe elle uo lie seu paroehiano.
-.teirtli) secundaria. Examinaudo a comrnis.ao
a acias da eleirao do collegio presidido pelo juiz de
paz de Propria, encmlrou neila* que cumpareceraii.
lodo o eleilores das 1 fragoezia*, men, 2 de Pro-
pria, que nodo lula a i.orlara do presidente da pro-
vincia da iS Je novembro recvmiiieinl indo que se
sojeilasse dellberaro do CoUegio, se deria ou nao
lomar cm separado u volos >le 11 eleilores, a saber:
oe 9 de \ illa Nova e de 2 de l'acaluba, que esla.
Irnguezins indevidameule liavi.ni, dado porexcede-
rem ao uuineio que legalmenle deram em 1S52. de-
pois de reuliida discussao resolveu o collegio que se
lomasse era separado os volos dos dilus II eleiloro ;
0 que pur esle motivo os eleilores de l'acaluba, me-
nos 1, c os de Villa Sjv*, menos 3, recosaram dar
o- seusi vulus ; e us dilus i, os 25 de Propria, e os
JO do lorio da Fulha, re-nlveram unamiiiineiil
qoe se proseguisse nos
Em seguida approvou os pareceres qu* reconl.e-
cem legaes os diplomas dos Srs. Jos Juaqnim Tei-
xeira Beltorl, depulado eleilo pelo primeiro dislric-
lo do M.raoh.io, e Raymundo AlsnaMre Valle de
Carvalho, supplenle pelo mesmo dislriclo ; Sebas-
iiao do Reg Barro-, depulado pelj oilavo dislriclo
de Pernambucu, e Sabasiio du Reg Barros de La-
cerda, supplenle; Francisco de Araujo Lima, depu-
lado pelo (elimodislriclo do Ceara', e Gervasio Cice-
ro de Albuquerque Mello, suppleute Joso Joaquim
Landolpno Rocha Medrado, deputado pulo onze dis-
lriclo da Babia, e Pedro da Silva Ramos, sopplenle ;
Joso de Barros Pimenlel, denotad pelo lerce.ro dis-
lricto de Sergipe, e Joso Uarliu* lomes, uppleule:
\ iclorino do llego Toseano .le linio, depnl.. lu pe
primero districlo da P.r.hyb* du Norte, e Antonio
do Luiil.a Cavalcanli e Mello, auppluuie.
PEsH&Miaaaa
-....... Irabalhos da eleirPo, e de
lacio formoa-se depuis a mesa inlerina, e ob-erva- i Porlella, o seguinte parecer
as oemais disposio.es da lei, foi eleilo depulado
AsSEMBLEA LEGISLATIVA PROVINCIAL DE
PERNAMBUCO.
Seis jo ordinaria em 28 de abril de 1857.
Presidencia do .Sr. Joti l'edn, da Siten.
As 11 huras e ', da innihia, verificndose lia-
ver eaia, nbre-se a sess3o, dainntto de ser lida a
acia da sessao anterior, por nao se adiar subie a
meso.
I.ida. he approvada a acia da antecedente,
O Sr. Primeiro Secretario da cunta do se-
guinle
EXPEDIENTE.
?-e e tica adiado por pedir a palavra o Sr. N.
pur unaiiiraidade de 59 volus u Sr. Piragibe^'s'up! \ rW^CSn^t^.C.X
* A coinmis-Ao ja e.nitiio u seu juizo sobre a por-
tara que se da como causa da npaneio dos eleilores
da Villa Nova e l'acaluba; nasaclas'de que se traa
someule se faz menrilo de liaverem fallado 2 eleilo
. 1. dislriclo, depu-
lalooSr. Dr. Candido Mendes oe Almeida, lup-
pleule o Sr. Irederico Jos Correa.
Pela provincia do Paran ; depolado o Sr. Dr.
Je.iiii.o Marco.ides de Olveira e Ss, Supplenle o
Sr. Launndo Abelardo de tirito.
Pela provincia do Para' : 3. dislriclo, depulado o
sr. cousrlheiro Fausto Auguslo de Aguiar, sup-
plenle u Sr. coronel .Miguel Anluuio Piulo Guima-
Pela provincia de Pernambuco : 2. dislricto,
Esperamos que o novo cslabclecimento, chata de
Uiluro, que devemus a solicilude do Exm. Sr. oou-
selheiro Jo,e Benlo da Cunha e Figoeiredo, deen-
volvendo o gosto do esludo das scieurias naluranem
a nossa juventud* estudiosa, nos ajudar a fazer so-
bre a ualureza aa novas conquistas que iuvocamos
curn lodos os nossos vulus.
O pequeo museo que cusa de paciencia, Ira-
balho, radigas e privaroes ja lem podido formar o
digno professor de historia natural, o Sr. L. J. Bru-
e! que dellc he encarregado, sol. a dintele do ni
cansase! e inulto preilimoso regedur do Gxinnasio,
nos lem visamenle iiilersssdu.
Tamo* admirado enlre a collecrlo de inserios, j
numerosa, urna vanedade de formas e urna riqueza
z de core* e de desenlio*, cuja idea precisa so a vis-
la .--o I dar.
Enlre os Lepidopliros [rjeroolet**] figurara no meio
de especie mais brilhanles Ir oo qualro especie
de Bombyz indgenas, cujos h.rhos hao formado ca-
mos de urna seda lustrosa e fh-xivel, e, n'um futu-
ro mal* oo no-nos prximo, poderao subsiiluir enlre
mis us do Bombyx d'amoreira, qoe como toda a gen-
te sabe, ministra ao commereio a mor paila da seda
Temos observado anda sobre ramos de diversos
arbusto* varias especies de Ileinelems cujo cupo s-
cela era abundancia um ceri branca, de que sem
dunda se tirara grande ulilidade, assira que se pro-
corar fa/e-lo. multiplicar.
Alm de mui grande (.omero de animaesc de pus-
sarus que o profesor linha reunido anles de urna
vingem, que acaba .le fazer no interior dos series
irooze qualro malas chcias de objeclos para o museo
.A"* al.d.in.nto.ing,ar Jta,zonqnUInI'$L l S^SS^ ZZJS2* ^
al n hff r 3 ",,U,e,'a 'e '?"' '"' eS""C,C E""e 0S ***' "'' C,'V, c* u nenoe-
ae, a v '1 em ^ <';"",U "/"" r',pei,' nai ** ""'"rei, muiin, gavie
til .. I :*''n seu P'.",er ils especies domesticas de aos gneros Falca,
pa-
a- Ma de lanos animaes uleis que ella nos desco-
bre, apenas ha um de algum valor que no* di, he o
Peni. Depuis resla smente a mencionar o Palo da
Urbana e a aperen...i
A historia da domeslicarao nos condoz ao resulla-
lo nnonlar, de que ao passo que ludo he sugeilo a
urna lei d prngressa as sociedailea huma
ramo do nosso poder, he o (nico que sollre
le decadencia.
Eleirao primaria.O quarto dislriclo compre-
l.ende qualro frenuezias. Villa Nova que den 40
eleilores. l'acaluba 32, Porto da Folha 3.1, o Pro-
pria 2, ; o processo eleiloral coireu em luda re-
gularmente.
A freguezia de Villa Nova, (endo dado iO elei-
lores as eleiriies de IJS2 e de 18i, embora pos-
teriormente houve-se d.ln menos, orna vez que
nessa foram qualiOodo* 10 mulliplos de 40 vean-
les, em face do dis|>os!o no art. 52 da lei o. 387 de
19 dc agoslo de ISlG, devia dar; como deu, l) elei-
lore ; n freguezia de Pacatnha, lendo dado 31 elei-
lores na eleirio de 1812, e 30 na de 1844, lambem
devia dar, emo den, 32 eleilores, correspondentes
aos 32 mltiplos de 40 volanles coroprehrndidos na
respectiva i|ualilicar3o, porque o augmento ale a
quinta parte alem du numero menor entre o dados
no dous dilos anuos, urna vez que bajara mulliplos
correspondentes de 40 volanles, he (delerininadn
pelo supracilado arl. 52 da lei de 19 de agosto de
18)0.
las, ess-
uma le I
eelaes, cuja Malar parle pode ministrar ralla* ou tu-
brculos feculentos ; Trucln deliciosos ; fibras leci-
W* iguaes, e nao superiores, ao linho, aocanhamo,
ao algodao ; gommas, resmas, materias liucloriaes
uiei > arles raitea e caca medicinae preciosa ;
perfumas que em uada cedem ao Orioole ; sao lodos
qoe lem mais nce-sidade.
Sem duMiI.i alguma o nosso solo nao he menos rico
do que as nossas Baratas.
Iinpo.lanles mu, ,|u ferro, minas d'onro, He pla-
tina, marmrea, agatha, grana las, amelhvslas, laas
e b.rrcs einpregadi as arles, cornbuslivei mine-
rie*. bao sido verificado* era varios punios das pro-
vincias vizinhas ; e como o uo deve parlicipsr das mesma riqueza.
Permanecemos por muitu tempu em urna indifie-
ransa eolpavel aosmeios dedes*nvolvimeoloque te-
mos em oossai roaos.
peilenciiiles
.\i*ns, M-lcus, Huleo ; grandes
esp-ciesde Rapaces noelornoa-
Na ordem dos passaros propriamenle dilos encon-
lr.,m-se deslumbrantes colibris (beija fior) cujo es-
plendor rivalita cora os das pedras preciosas.
Na ordem dos Eehauiers ( aves pernilueas, )o
grande Tanlalus branco, impropriamenie chamado
jaburu no paiz, diversa especies d'^rdm ou garra,
o Carao, o Ibis bronzea tu, duas lindas especies"do
genero Vanellus, u Espanta Boiada, Tlo, a Seria-
ma. a Erna.
Enlre os Palmipedes, alem das diversa especies
de maocas, temos de menciouar o jraude pilo de
aza branca e o ganso or de bron/.e ou Pulriilo, paa-
rus lao notavaia pelo bnlliautisino da plumasem quao
olis pela qualidade da carne, e que seria fcil do-
mesticar.
Fra raui longo e fa.lidioso para o leilorcnulinoai-
eslas citares, adiamos melhor podir-lh* que, como
nos, va ao Gymnasio admirar o museo.
Com ludo, nao podemos deixar em sileucio um
fragmento de duas arrobas de um ae olnh i uu pedra
cabida doco, de ferro msgnelico, e ineleoncn mais
|>nro e do peso de militas militare de libras que ca-
bio em I8i2 oa maruem esquerda do rio que lica de-
fronlc da pequea cidade le Cabaceiras na provin-
cia da Parah.ha.
Esla aerohlho ao cahir produzio um medonho es-
tampida, esmagou e abri em duas partes um enor-
me roche lo, cuja inelade cahio no rio, e upalhoo
eslilharos al a distancia de um quarlo dc legua em
rednudeza.
O gabinete de historia nalural do Gymnasio ainda
mi esla'complelo, mis pode ser considerado como
um germen fecundo para um fuluro deseuvulvi-
menlo grandioso, c um lesleinunho solemne da ha-
InliJal**; dedicarao do incamavel professor 1.. J.
Bronel.t
Este homem intaliganl, de urna verda.leira de.li-
eacflo a'scienda, nao se poapa a sacrificio algum
para cumprir diguainenle a larefa de que fura anear-
regado.
Desde a nnn!.3a al a noile consagra lodo o lempo
e aclividade a um arduo Irabalho, e quando he ue-
cessario lem passado noile* intuirs oceupado em
preparar a cara colinda de .lia.
A fome, a sede, o sol, a lama dos pantana*, os es-
piono*, nada o assostanzi lulo allrouta para salisfa-
zer a sua paizao pela senua.
Muitas veze se enlerrnh lama, como um xerda-
deiro jacar, penetrando por enlre esp nhus, para
abrir orna passagem, afim de aeompauliar a presa que
persegue. ,
O gabinete ou moeo do Gj mnario recebeu, do go-
verno geral, urna collecrao de passaros e de oulros
aniraes, ja' preparados convenientemente ; mas po-
demos asseverar quisas mui inferiores ao que sa-
li.'iii das m o. do Sr. Bruuel.
Se Pernambuco ainda nao posoia um eslabeleci-
menlo desle genero, onde secoulenbam os ricos Ihe-
souros que a nalureza Ibe concedeu com profus3o,
dentro em pouco, grarjas aos esforcos desle digno pro-
tessor, podera' oflerocer a' conltmplajao dus naci
es de Propria, ese declara que someiile 3 de Villa
Nova, que deu 10, e I de l'acaluba, que deo 32, se
reuniram aos 25 de Propria e aus :10 du Purlo da
rolha ; a coinniiuio porlanlo nlo pude comprehen-
der como os eleilures de Villa Nova e l'acaluba,
achandu-se em maioria, u3u se confurmaram cun a
deliberarlo do collegio.
a Das arlas do cullcgio presidido pelo 1 juiz de
paz de Villa Nova, que lambem funccionou na ma-
iriz de Propria, consla que havendo o juizde paz
de Propria recusado adiiutiir a loru.arein parle do
collegio os eleilores de Villa Nova e l'acaluba, por
cunsidera-lns nudos, em v.sla di.lo rrsulveram elles
convidar successivameuie o 2', o 3- e o 1- juizes de
paz para presidir a' me-a Interina, e como -e recu-
-assem, rerurreram ao 1- juiz de paz de Villa Nova,
por ser o do dislriclo rizittho, o qu.i estaudu pr-
senle, pnslon-M, e iirocedendo a lodos o domis
lernios celulares da aleiclo, eompondo-ao o collegio
de I>|, eleilores, a saber
de l'acaluba, e de I de
por nnanimidade de lili volos o Sr. Joao Baplisla
Monleiro, e supplenle por maioria absoluta de (2
volos o Sr. Manoel Joaquim da Silva e Olveira.
Da coufronlaro da. arlas das eieires dos dous
OOllegi e v que, dos 32 eleiture 'de l'acaluba,
um, Juso Francisco da llora, nao lumou parte em
nenliuina dellaa, e oulro, .Miguel Arehanjo de Anu-
lo, iiguroiiem ambas; qoe do*40 eleiloro* de Villa
ftova 34 ligoram em urna e 3 em entra, e liualmen-
le.lem nenliuma: esles sao: Pedro Gomes da Sil-
va, Joao Ribeiro Pereira da Cunha, e Luiz Ferreira
Oe Olveira ; e aquell. sao: Severo Barbosa dos
san os, Leandro Pereira da silva, e Jeruninn. Viei-
ra asios. C-jnlesla-se que esles |re* houvessem
votado nu cullegiu da minora ; mas para u resaltado
a que a commissao pretende chegar, he induTerenle
que se descont do collegio da maiuna o voto do
eieiter Arcbaujo de l'acaluba, e que o voto delle e o
seja indeferida a sua prelenrao ; porquanlo a sua
jubllacio nlo he fundada na lei.
Sdadascommiisiio da a.seinbla legislativa nro-
d'"rd'' lS..ae '"i' '"'^-V"lo,o Epainroon-
das de Mello.Dr. P. Biplisla.Neiva.
Le-se em seguida, e raandou-se imprimir o seguiu-
te projec'.o :
A commissao de obra publicas lendo refleclido
sobre o contrato celebrado pele Exm. conselheiro
presidente desla provincia, e aceite cura pequeas
alieraroes pur David William Bowm.n, sobre a fei-
lura de urna estrada de ferro eu'.io Olinda e o Re-
cite, e coniralulaudo-se cum a as.emblea por ja se
adiar o espirite das e.npreza. Uo desenvolvido ne provincia, quo una desla ordem vai ler realidade
em uiius algum dus cufres pblicos, he de parecer
" a casa digne-se de ad. piar a seguinte reso-
por um lado que o imposto de exportaran laucada*
sobre os teneros pro.lun lo. por atoa itislasrtria os-
cenle, que lem cumpelt-ucia no mcrraaln cesrn-
midore, pur va de regra pesaa* ezclusivanieulo
sobre o produelure *de laes gener*, a e... canee-
quencia ubslam ao desenvolviniealo 4 mdusiria
nacional ; |n,r oulro lado, considerando laaabaa*
que, em laes casos, a i.enrio de nieliianles direi-
lo ou imp.isios he um privilegio illibade o> lo la a
ujuslica, em NNs de que. se por elle a inipu-irj
de exporlarao, que p>ar subra as iudavlna* da pea,
dMia por ate.nu lempo da onerar urna dalla*, lie
justamente, porqu* leudo esla apena desabrchalo,
nao jMH*W anida o vigor da outra, para roas a
mema vaulsgoin deslas puder lula, can lo le. a
contrariedades, o subrelbdo, em se caso, cara aa
a empreza que curaeram mo-
vida por tedas e-las couidera{6en, a runini-j |M
de parecer, qoe -epi deferid* favoravelnicale a pa.
Iiruo do supplicante, e por isto lem a honra de esil.-
ineller a consideraras da casa a seguinte rasa-
lucilo :
A assembla legislativa provincial de Pcrnaan-
buco resolve :
" Arl. 1. Durante oilo anno o olee de ricino
produznlo nesla provincia lica itenlo de direle* da
exporlarao.
An. 2. Ficam revogada* tolas a* diapoairoe*
legi.l divas em contrario.
Sal* das r .,,,..,-.5 28 de abril de 1857.Ig-
nacio de Barro Barreta.Antale Jaae te Ol-
veira
Tambem he lido, e mandado imprimir o *ecaial
projerlo :
>< A comrnisao de ornamento provincial, trasto
examnalo o requerimenlo de Joao Antonia da Cas-
ta Medeiru, e consideran lo que, viste o i>clirii>ua-
no achar-se boje proprietario da cadaira de intlrar-
cao elameular da ciad* de Olinda. eaa virlade do
arl. 27 do regulameulo de 12 de mato da 1851, Ib*
assiste 0 direilo aos vencimenlot da professor pro-
pnetano aM cadeira desde a lempo en *ja*. cas
virlude do referido art. 27, elle funcciona coate M:
he de parecer que a assembla digne
a seguinte resolarSo :
A assembla legislativa provincial de Pcraaa-
buco resulve :
Arl. 1. O professor de in.lrucr.io elemenlar da
cadeira de Olinda tein direilo aos venrimenloi de
professor caihedraiico deesa cadeira desde o dia ca
que elle passoo a funccioiur ca.ae lal, em viriu-
','c- ''" *"' -'' da =ulaiiieulo de IJ da matada
18)1.
Arl. 2. Ficam revogadas (odas as dispasires
leguleliva em contrario.
Sala das eomin.Moe* 28 de aoril de 1857.Ig-
nacio de Bsrro Birrete.Aatoaia Jase ee Ol-
veira. a
Eutra em diseuj)o o parecer da naminls de
in-lruccao publica adiada em nata das *>*ac* aale-
redcules, atan a | reienr.io de Silvana Thomat o>
Sasan atagaataVaa, qaa pede a gralilicar-ia por mata
de 12 auno, desde que cumplelou o lempo.
O Sr. /,-. de Lcenla :Sr. presidenle. ea tina*
.elido a pala>ra, porque entend e calendo, qae a
concluido do parecer nao detia *er esla. arria ler
oulra formula, devia acabar |.r anta resoturao, e
eu leinl.ro a casa esla medida, alia* ie qae Ma as-
Oilicauo o parecer ueste sentido. Deixarei de eauar
no ronherinienlu da prele.ir.3o, porqae parree-mr,
que islo so deve ter lagar, quando se nllererer a re-
s luc.io, que falta m, parecer ; ea apena qmz lor-
iior saliente arta incunvei.i.nle oue rxisle.
OSr. f. BajUuU Se |wni que ru enteja a-
siaaado ..este parecer, teuihio-iue bem, qoe dernt*
e-crevi e iligiml ui,0 rsolvedo a qoesUe era o
orejela de lei. Nao iri, perl-nl, cora, abaad..-
nu-se o s^undo parecer. ,u, fo, o ulliato acearda
lomado, p.ra entrar em diKUoaa o primeiro. oue
ja Huta lica lo inulilisado. F ''
E. .. que lei.ho a ponderar do aecordo com a*
rellexoes oe alguns Srs. depuradas.
(' Sr. Ilarms Brrelo :Senhor presdeme, ea
emendo que, se o peticionario lera direilo, e.se di-
reilo Ibe tei garantido por alguma le, se a le iba
deu direilo, nada elle lem qoe v.r pedir a *-
mea, deve pedir ao poder competente ; te pareas
esso direilo anida nao esla' recoahrcido por lea, c-
lao o meio de reconbecer um direilo, nao ha pere-
rer de cuinmiao, he urna resolorjo. e esla asarm-
blea ynlandu o parecer, u,,o lem volado cansa ce-
nla. Uemais a mais. eu quizera, qae em caso de ser
apresentada una resolocao co..-.preheiidee ella lo-
dos os que esla no mes.no ceso, ma aaaaa* l-
meme, urna medida parcial, qae noe .h-coihoo de
m negocio nu.ament parcial. Peco porlanlo ao
nonrado. membro da cummUso. que atiendan) pa-
ra eslas con.ide.acoes, que devein ser rouilo valiosas
para nusaa dehberarao.
O Sr.
curo'
V. PorteWa : Kfjj reliloio
Le-se a esoinle eraer.da, que he apoiada :
o r.iiien 1. ao parecer.
A assembla legislativa provincial
buco resolv- :
de Peruam-
Arlifjo unieo. |-ira desde ja approvado o ronlralo
celebrado a 2, de Janeiro de correnle auno r-nlre o
Exm. presidente desla provincia e David William
rtowman, sobre a feilura de urna c-lrada de Ierro
. ae, J dei Villa Nova, .te 31 lenlro o llecife e Olinda. pelo islbmo, na parle de-
Irupria, foi eleilo deputado pendente da approvaclo dr governo provincial, e
rom as condiroe especificadas no termo lavrado m
Liverpool a 20 de marro de 1857, pelo comul geral
do Br.sil John I'asr-.e Greenfell.
Sala das roinmisses 2S de atril de 1857.Ig-
nacio de Barros Brrelo.Anlouio Marques de Amo-
rim.
Le-se,
jeclo :
" A commissao de orramentu provincial lendo
presente a policio de Chantre, proprielarin da fabri-
ra de oleo de rinno na ra dos Guararapes desla
cidade, deu-lbe o devidoaprero ; e guiando-se pe-
les honrosos precedentes te.ta'as.einbla, que, an-
helando a prosperidade da industria brasileira, teni
vanas vezes fivo.ecido uao s aquelles te s3o us
primeiro a uella entortar algu.-^rVo ramo, co-
mo tamben) aos que se desvelan) .iperfaicaar al-
guma de suas produrres ; aleir/i'di.to. considerando
e manda-so imprimir o leguinlo pro-
na** e eslrangeiro*, em nm limiUdoeopace. almi-
rav.i, especies de vege.ae-, gommaa, resma;, diJer-
sas e-peces de bichos de seda que enlra.n na co.nuo-
.Vil S ',"""" milis 'Pleudidos cslofos, n.uilas
codeci.nes de passaros e du oulro animaes, marmo-
re, agalhas. granadas, amelbyslaf, e oulra m*gni-
iic.-in.iai hoje quasi perdidas
lades.
para as nossas necessi-
Os servi;os quo o profe-sor da primeira cadeira dc
snencias naluraes do G;. muasio ha prestado a' i.ro-
mseo S U'nil"a a' c'eaSau e orgauisarai do
O governo provincial o tein enrairegado de 0nL
missoes scientifiras, cujo rumprimeiilo ,era' de grai^
de oiilidade publica, e mais ama prava para alteslar
a inlelligencia e couhecimenlo* do Sr. Bruuel.
Em virlude de um aviso de 20 ite jiiib. de i.S.li/a i dos a rujo cuidado r,i couliala,
presiJcnria de Pernambiiro fui auluriada
urna peasoa habilitada estudara romposicio dos nos-
sos terreno, em ielar.no s enlloca* prlneipaes riu
paiz, remedendo a d.versis amostras de Ierra a' se-
cretaria dos negnos do imperio.
Sbeme* que o Exm. Sr. vicepresidente vai pii-
carregar o Sr. Bruuel de-la imporianie eomaitaio
isslm como esla' incumbida de verificar a aaisteneia
de una mina de ferro nu l.imoeirn, cma autoslra di-
tera que dora S) porc.nl.., oulra do mesan metal
era lluique, urna mina de ..un. em i'ajen de Florc-
e ni lagar se na viziulianr.s desla mina havera' po,.
Slbllldade de se bzenm p ..;..s artesianas p,,ra a la-
vagem do uro. pois consta nin ler sido ainda ex-
plorada por falla d'agoi no lagar.
0 Sr. Brnnel remetteu urna po r.v. de semenle .1-
n-hos .le so la para o lli... a Outra |iara a Europa : a
que fui para o Ulo exlingoio-se; mas
ningoein dovida hoje da sua necessidade e do futuro
brilhaule a que he ileAsnado.
Em ci.iisequeucia das .limen'oes acanhada em
que se acha enllocado, dizem que su adunde qu -renl
e oilu inlernus, mas lodos os lugares eslo occupaJos,
e -ini i- numero de pretndeme solicitara instan-
temente urna admissao nerse alcacer da edacacio,
da sciencias e das ledras.
Sem embargo de um onus pecuniario, o numero
do. externos lambem he avullaJo.
O tlenlo desvalido, privado dos meio da fortuna
para deeuvolver-se, encoulra oesse templo modesto
is da civilisacao um abrigo consolador, e um dia po-
llera' ser til a si e a palria.
A ignorancia, a inveja. a maledicencia procuraran)
ao principio desacreditar esla insliluicao e os inJivi-
. mas a verdade lem
iniimphado, e o pu.vir sera' brilbaule.
Mudemos de assnmplo, e digtmos ainda esta vez
algumas palavra sobre o enmela. Hoje nao uu ser-
vi. .-mis do auxilio de Bibinel, reruirereuios aus Ira-
balhos de Luiz r iguier.
Segundo este eacriplor o cmela ouja reappari.-o
be aiiiiuiiciada lem o nomi de cometa de 1336.
Foi com effsilo nesla ipoea que appareoen no eco,
rom grande espanto da Europa, um aslrn novo que
.i r losderado como ideolieo ao coi lela que se moa-
Irn em I2lii, e que vullava depois de ler cora-
plelado a sua rcvolura.) cm um inlervallo de 202
n Aereaeeale-ae, que os pape. rte parecer se-
jam remedido, i Pr.....eiicia.-X. Porlella:
O S/-. //. de lM~erda : Sr. presidente, en voa
lazer Masan rellexe, suppono que mrrererao
a. .em.rncn.,. de algo,., du, ubre, lnrm. rTH
cu,nm,sMo un de a|gu,n nobre depulado nu.. nter "
Mde que eu pelo parecer ; e se bem que eu uzease
alcana* considerar.,,, j, .., d, J n#b^~
igulanos do parecer entender romo eu. i..,o oaU
cudir de entrar ,, desenvulvim.nlo 5. mmS a-
gura son obr.g .do a faze-lo para que polaame* n
perteilanieule conheei.iiemo da materia.
Eu vejo que lrala- verdadeir.menle de ama
qaaaUa de interpreacao de lei ; a lei d reforma d
...irorc.lo poblica feiu, ha 1 ou 2 anuo, d- orna
a*-a?lr!! ,,rureM"r" "m m*i,del2
anuos de srrviro.porem o peticionario o que qorr ha
urna ,.,s,.,,.,o re.roacl-v.,d,zrlle,-eo irnhe/dirwi.
nu. e ale desde u lempo em qoe se fet a lei porque
egundu iel ,,,le MU. em VJC(r rn% |em ^
ote receber se, dovida algom. a su., gr.l.ficari.
r'ain'"-"H" T" *" "'" '" r-''; '' noer essa
-raiincarao desde o lempo em que compleli.it s i->
annns, e quando i)Aa aavia lei alloma qoe Ibe de.
direilo a es.a urililicarao. Ora, a queslao porta lis-
tes termos he verdaderamente pnenseme a rom-
mna-..a* leg.sl.c3o. de iuterprelar;ao de leis ,. rtlm
veja eu que o parecer da commisti, permiilam-me
os nobre, depulados que o assignaram, qoe Ihr dica
que nao Ihes c .inpelia, viste a qoe.iaoier rsla la
proceder istu podo qualquer cominisao a que' nor
eagsno oo oulra qualquer circnmsl.ncia v*' n.rar
nma peUeke de qualquer em -ua p,|, d |he ura
parecer qualquer que sej, a sua maten. ; ma. "
gimento quaudu di.tribuio as coinmi.se, segundo
Fui no comer) do mez d
qoe se vio appa.ecer esle raude' corpo Celeite ua
constellacijo aa Virgom,
O cmela nao era lio brilhanle crino na sua pri-
.......segundo um ineira appanrao em Igi/i ; com lulo lodos us e-crin-
r. ai irancez, a semenle enviada par a Europa deu tere de.sa poca dizem que nunca viram um astro
seria, superior a do algn, paizus, alias le cabelludo de lal esplendor, nem de l.d grandeza.
Se un referirmos aos aslronom >s da China,
rer.inhecid fama.
O diligente e activo professor aceitara' lonas esla
arduas roininisse. A provincia e toJo o imperio
receborio mais uina prova do amor o dedicaran do
Sr. Bruuel. e a maledicencia c a inveja licarao mais
esla vez envergoiiha.l**.
Prucurar engenhosamente mil pretextes frivolos
para desacredilar o qu* n3o cimprchendam, sera' a
cierna chiraera de grande numero de homens.
O Gymnasio, cercado na sua aurora de mudos pre-
couccilos, contando apena, dous ar.n
.....o de existencia,
e sem um edificio conveniente, nao pode ainda pro-
ulageas a que lie destiuado; com ludo' lira da matclia Je=ie cometa.
Es. caria fora trarada sobre observ.ro>s teii de
i a 10 de marro de 155b.
A mor parte do. astrnomos moderno, salvo al.
guns raros di.sid.nle, s3o concordes em considerar
neomei. da 1356 com. o mesmo qu. mostear.
lio em raza dela ideniidade que se Ibe ha allri-
buido um periodo de revolucji de 202 .uno. o oue
indita algor a ua valla era ooua poca. q
Kertificando os dado prioeipae. admillidos al
boje obre o camela de Cario V, e lomando era co!
s.derarao a, pertorbaCoe. que ihe f.z.m experimeo-
lar as diver.as adraccoes planc.artas. BomeV?Tver
claramente que este cmela nao ,dia ZZI,
nosss v.sla des le o anuo dc IS8. l'P"er a
lixou a sua volla para o mez de agoslo de IS58
tn.rean.o B.mee, nand em c.n.ider.io"
causas de per urbaroes inde.erm.nada. reconbecea
em seos clculos a possibilidade d. u.n erro de do"
aunes, de mais ou de menos.
Resolta daai qu, cnmel'a (le c.,r|o, v
podido apparecer nu me/ de agosto de (K5b, poderu
razer-M anda esperar ate- aguslo de IMiO
:segundo os clculos desle as.n.nun.o. .inda temos
'liante de no* um ii.te.v.illo de Ir anno. e meio.
durante o*quae* o cmela se pode mslrar, sera que
las se puss* nzar ante, um da do que oulro nara a
sua appanrao ne-le esparo dc lempo.
Vi-se sullicn..,iteineute's,'gundoe.Ie resollado, qoe
o mez de marra do anno do 1556 T^r.VT^'V'"? a!d't> u,n "" ''
'be para 1.1 de luuho de 1837.0 viuda de om cme-
la, razil-se urna -iipposir,io mais que gr.luila.
Qaanlea posi,ilidade de om co.dliclo qoalqaer
entre este cometa e o nosso globo, cuno o asirolan-
ranciado pasta em urna distancia de selecenlas mil
legua do nos globo, os coraroe tmidos devem -
car Iranquillisalus.
Este ei.iiaele, que tanta bulla fez anles da sua
appanrAo, nao nos fara' lauto mal.
Por uutro lado, resta, como ultima garanlia de se-
guranca, a consoladoras avallaejeea de Bal.inel, que
deinouslram pcrem|iloriamente que um cmela, em
geral, prvido de una cauda ou privado desle bri-
lhanle oppendice, u3o he em realidade m*i. do quo
um mauequim de materia gazosa que passea nos
cos.
Assiin, devenios ficar sciemes qoe o conego dc Lie-
ge nao passa de um prophela impostor.
^MalaA-ci-Arol./.)
-....... con-
dnin l.uiz ligiiier, o cometa de I.V.I! lena sido vi-
slvel mais lempo oaquelle pait do que na Europa.
O. a.lroi.o.nos clnne/es assegiiram qoe este corne-
ta, que foi observado por elles pela prmeira vez no
Io de marro, na constellsruo da Virgem, um pouco
acimi do equador. e que se morirou'em seu perilio-
lio-a 22 de abril, permaneceu visivel ale 10 de malo.
Dizem que este astro se conservava am urna distau-
cia de quasi 7IM),OI)0 leguas da rbita da Ierra.
Paolo Fabncio, aslronorao de Cario V na corle
de Vienna, deiioo urna caria grosseira e aproxima-
i\wraDO"
i


ARIO DE PERNAMBUCO SECUNDA FEIRA DE MAIO DE 1857

OSr.
I.ic e laei objeclo he por que qucr que o trabadlos | O Sr. I1
lejana dividaos por ella, Invendo una cerla com- ipruveitar.
petonri.i.
D Sr. N, PorlcUa : M;ij nole, qoe a diaposlcao
a-erca dn graldicac/ies, nao lio nova.
O Sr. II. de Lacerda : A lei que o aopplicanle
quer que llic aproveda ncnhiiina duvida ha, nem pu-
de liavrr que he a lei reglamentar da luslrucrao,
rece 'iiienie coiifecciuuada...
O Sr. v. l'orlella : .Mas lia entre disposicilo
(anien) obre a graldicariies.
D Sr. II. de iMcerda Mu o lopplicante ve-ie
nesla colluao, enleiid'.e lalvez que rom boas razes.
que havenJo urna le favorecedora, della deve apro-
vcar-se porque sabe o nobre depulado que a rogra
be que -e devem ampliar as disposic/ies que Tavure-
cem, e s odiosas devem ser restringid is, aproveilan-
du-ae drila regra quer elle que ap- oveile ein si u fa-
vur essa grulicacdlo rieide o lempo em que lal le
nao eiiaila e creio que collonada a questao ueste ler-
reuo nao compela a commisiAu de uitlrucc,,! publi-
ca decidi-ia. ipezar de.str un profosiur quem re-
(|uer, mu len.iu de ser a decisu da cuminisfao uiha
interpretarlo da lei, ilevia a commiasAo de iuslrnc-
;a publica remoller esse negocio a cominu-au cuin-
peteule, mas nlu faz islu e decidi ; e de modo que
eu nao sei e a commissao defere 011 nao a prlten-
;ao do supphcanlc, poique diz : he de parecer que
lie lera direilo a dila gralifiesejio ddc o da ein
que liiram preeiicludaa M condires da leiesla de-
caiga) be lal que eu nao sei como posna encara-la ;
lie verdade que elle pode diter, eu cumplir as
cundirles desde tal (empu quandu no havia lei nes-
te sentido, mas se as cundices ?ao exigidas pela lei
em vigur, parece que ludo i|iiantn elle atiesar, lo*
das as cundices que ella apieieutar, mal que nflo
exisliam se nao lu.se a lei actual, nao Ihe pode -
provailar.
Nao sei se me lenlio feito bern comprehinder, na
creio que be claro que enllocada a questo ueste ler-
reno, ella nao compela a cnmmnsa de instrucr,ao
publica, mai sim a de legislarlo.
Alein deila incompetenciii da commissao, eu noto
que a concluso nao salisfai, existe ; .1 questao da
formula ja reconlieeida pelo Sr. I)r. I'. Bapliata.
Eutendo, que a emenda timbera nao satisfaz, por
que u uobre depulado dando como cumprovado o que
eu impugno, manda que os papcis sejam remedidos
a presidencia.
O Sr. ,\. Portella : He um remedio.
O Sr. B. de iMWim : Kniao o nobre depulado
aprsenle islo em forma de resolocao, de maneira
que o nobre depulado com sua emeuda nao a esla-
belece urna decisao mas autorisa o presidente a tno-
dilicar ou restringir es-e direilo que o suplicante
altea*...
O Sr. .1/. Cara\cant'\ : Nao autoriie, manda
cala carta de recommemlar,an.
D Sr. B. de Lacerda : De sorlo que a emenda
do nobre depulado, nao faz mais do que o papel que
fazem a< coinmis sdante para esleas aaneciunar. A vista disto eu in-
sisto sobre o que ja disse ; aei que o meu voto nao
inlluira' na decisao da causa e nem amatara' o> to-
los de oulroa 8rt. deputadus mas eu direl que aem
urna resolucilo me parece n;lo se decidir regular-
mente a que-lao e por isso voto contra o parecer
contra a emenda.
Vai a mesa a teguiute emeuda .
A ataemblea legislativa provincial de l'ernani-
buao, re- 1 ve :
a Art. I. Os profesaores de prime iras, ledras, a
quem for concedido na forma da lei a gratificado
addicional por lerein 12 anuos de serviro effeclivo,
comerarao a perceb'r a dita gra lifirar.au desde que
liverem completado o referido lempo.
Arl. >. Ficam revocadas as disposiijes em con-
trario.
Sala das commissOes, 22 de abril de 1857.Ur.
P. Baptisia
O Sr. M. Cacalcanti: Eu creio que esla' sa-
bido, que voto contra todas essaa prelences pr-
enles que esislem na casa, porque a meu ver he re-
gra que todos os individuos, que ero oulra parte
nao acliam justica, recjrrein a esta casa, por mais
desarrazoadas qno sejam as suaa prelen;ea, por
mais fallas de fundamento, esperando aqui ser al-
tendidos. Eo, pois, lomarei a bberdade de mandar
urna emenda subalilutiva jlo parecer, para que seja
indelirida a prelencao do supplicaule.
lie lido e apelado o sp^uiule riM|uerimenlo :
Kequeiro o adiamenlo da discussao ale que se-
ja ouvida a commiasa de leglarlo, a quem deve
ser remedido o parecer quea;ora"se discute.Me\-
ra llntrii/nri. n
O Sr. M. Carulcaiiti:Ento eu deiiarei de
maular a ininba emenda, porque approvo mullo v
adiamenlos ueste caso, me porque talvez eu peu-
sando mellen sobre o caso, de o mea vol em favor
da pretendo.
O parecer, com muilo hem disse o nobre deno-
tado que me precedeu, nao decide a que>iao ; o
sentido do parecer lis, que se decida favoravelineule,
maa o que elle exprime, do que esla esenpto, nao ae
segu que o peticionario lenba direilo.
Eu linha pedido palavra nicamente para fal-
lar contra a emenda do Sr. l)r. l'orlella, porque,
senbores, se se devolvesse o requeriinenlo ao presi-
dente para elle fazer jusiica, bem, maa acompanlia-
do do parecer, un parecer recoimaendando o direilu
que tein o peticionario, be o que cu nao acbo boro,
be justamente urna caria de recommendacao...
D Sr. A'. l'orlella : He um remedio.
O Sr. M. Ca\u\runli: Mao remedio.
O Sr. -V. PorteWa : He o que esla uaa minhas
forras.
O Sr. U. Catiahaiili : N3o, as frraselo no-
bre depulado e Eu voto pelo adiamenlo.
O Sr. laptitla diz, que vai mandar urna emenda
ao parecer por ello lambein usai^nado, pois que lem
bastante ducilidade para abracar a verdade, e nao
peraislir no erro, lano mais que ja disse, que este
parecer eslava ja innlilisado por um oulro posterior
que nao apparece.
Pondera, que a assemblca deve occopar-ae dos
negocios aem referencia esle nem a aqueile indi-
viduo, e para iaso quer alie orador odio ar a quea-
1.1 > altamente, iulerprelapdo a lei provincial por um
modo geral. Todas a vezes, (continua) que a as-
seinbla proceder por eale modo, ha de achar-se col-
locada em poni aegoro, para obrar rom joslira, en-
tretanto, que tralaudo de preleiic.6es iudividuaes,
ver-ae-ha embarazada com pedidos de parles.
Encerrada a discus?ao, be rejcilado o requrrimen-
lo da adiamenlo, appmvada a emeuda doSr. 1'. liap
lista, licamlo prejmlicada a do Sr, N. l'orlella.
OllDEM llO DA.
3. diicusaao do prujeclu n. 1S de'te anuo, que
considera, como fazendo parle da freguezia de Bar-
reiros, o Cngeiibo Santa Cruz.
O Sr. .17. Cava\canlx : N3o assisli a dlaeotsaa
dele projeclo, mis, segundo e.slou informado, a casa
niio he competente para resolver a questao (apuia-
do.)
O Sr. V. PorleUa : Eu j 1 (enbo explicado.
O Sr. Al. Caraleanfl : He disputa de limites,
senborea, enlre orna e oulro provincia, e como, pas,
a provincia de Pernainbuco decide, que e-ie (errito-
rio perlence a 1'ernamlnn-o .' Se Alagoaa decidir o
raesmo, como ha de ser islo*
O Sr. II. ile l/icerda : Apresenlei ale docu-
menlos oniriaes.
O Sr. M. Cwxtlaniti: Eu creio que uisio ala
Iba dnvida. Apreseiilaram.se ua casa diversos dom-
[incnloa'qae inolram, pelo menos, qno be duvidotl
la questao, e eu eslou inrliuado a rrer, que o lal cn-
[genlio Sania Cruz he das Alaeoaa.
O Sr. Sabino Ole/arfo : l'clo lado de ca' do
[riacho perlence a Pcruambue.o
O Sr. M. Cataicantt: E onde esla' situado o
llnpwla : Po.a a sua nao tem que gundo la regrai da leieneia boje Jn.iltidas. a lber-. enero mais baito do que o sru rusto, obriza o in-
1 / ,e ,1. u 1 r .. 1 1 ^S e '""" r0""*""^ "a eonai- dividuo 1 vender me enero por um pnco neceasa-
,..on 1 } ,',l","l,0,r"m a' ,a ;e"d "aliante cn ., nnico meio rapaz de Ira- mente menor do qoe o calculado. Ucei, lo per
.cao e u desejo que leal.....e que leg lio-1 ler ao, produclo. a perfofae e a bartete, e se por lano esefTeiloi da liberdlda de inaValrla que a .-
roiisliluirao ailmille, e\poiidu-ae aa prineinloi
ino na orlla de noasaa allriboicou
Sr. presidente, puuro m* importa que o enitenlio
Santa Cruz perleuca ou Bio a' provincia dos Ata-
goal, a queal.lo piimordial, aquella, cuja decisAo
Iraz como coiiseqtieucia a solu^ao de tu lo 11 nvil,
he a Competencia dala usembla ; perlenra ou nao
0 eugenho Saola Crol a' fregoezia de "l'.arreir.s,
perleuca ou mo provincia do Aiagosa, be qofalSo
diversa, e questao em uno en 11,10 entro ; arredilo
niesmo, que perlenra a' provincia de Peinanibuco,
eouesdo que assim teja, a questao be se nos poda-
moa decidir, que evo engeulio perlence 1 urna fre-
1 oe/.ia da l'iTuamhuco. Aa-.mldea provincial le-
gisla sobre limites do frruut'/.ias, ssiiin cuino a a.
lembla geral legisla -ubre limites de provincias,
(apdladoa) ; e claramente 11a constituirlo e no arlo a Idioional, 11,10
be poni r introverso, e a assemblra provincial so
pode legislar sobre limites deutru da provincia, por
iaso que so d'iilro da provincia he que ella alerce
maa allribuieoes, be que rila legisla...
Um Sr. Depulado i E nao he dentro da pro-
vincia '.'
Sr. A. Ciirnleanli ; Trata-sede limites de
una rom nutra provincia.
O Sr. .Y. Porcll'i : Nao ha qneslo a esse res-
peilo
Sr. A. (iirarnnti : Se no honvotta ques-
tao, nflo bavia necea,idade de decisflo nlguina ; nao
pode-se deiiar de eonceder que lia duvida,porque e
a nao lioovaffe, enl.lo toriia\a- ciso, islo he claro ; e que esla que-tao ao pode aei
reaolvid c por aqueile poder que lem alIribnirOes so-
bre anillas as pruviurins lainbem be fora de ouvida
Se a asaemblea de Peruamhucu decidir que os limite
da provincia sao laes e a asaoiablea dai Alagla de
eadir o contrario qnal deanai derisoea vigorara1 '
lica sempreo poni davidoio, porque perfumo eu
se se suscitar um conllirto de jurislicefin dlpoia de
nossa decisao, por veulura a as-emblea das ltgnu
eslara' obrigada a obiurer-uui '.' De cerlo que
nao.
Supponliainoa meamo que a ssemlilea das Ala
aoaa nada decidlo a ente respeilo. que Mnenlo'1 d
i'eruambuco decide que o limite lie lal e nao qual
mas a juiz de Porta Calvo anda pode ler d'ivida e
so elle entender que oa limites sao uniros que nao
os decreladus pela aasemblea, seguramente elle esla
110 seu direilo decidiudo em contrario e a retardo
lomando coulieciinenln des-e conflicto, entre dus
juizea, pone lambem decidir em contraria, por que
nao ha lei alguma que inhiba a relaco de decidir
de um oulro modo, por Uso que a deviso de limi-
les enlre provincias be da ittnbaicfle do poder ue-
ral. tira, se islo be assim, como lie que vamos fa-
zer uina ki que nao lem forca obriaatoria ".'
O Sr. /'. Ilnplisla: Ja se respoudeu ludo isso.
( lia oulru a porte. ;
Sr. A. ''ji ,i:.M/,/i ; Nao ha dnvida que
eiisle um conflicto e se o nao houvease nao se Ira-
laria de lixar limites : ha duvida, e duvida que s
pode ser resolvida pelo poder que tem allribuires
aobie as duas proviuciaa, esle puder nao he senn a
aasemblea geral, a aaaemldea geral por lanto com-
pete decidir aobre os limites, assim como a relae.lo
rmpele decidir sobre os ronlliclos qoe Icnliam fun-
dameuao ajuslira. Demaia os juizea nflo lem obri-
earao Ue reapeilar as decitOei logislalivaa, sena pa-
ra os casos acontecidos posteriormente a exi.leiicia
da le, e nao se pode aduiitlir que a lei seja feita
para um caso especial.
Eiileudo pois, Sr. presidente, que assiin como a
aatemblca provincial compel- legislar sobre lunitet
das freguezias, e a assemblea geral compele legis-
lar sobre limilea das provincias, esla' claro qoe a
nos nao compete a decisao da presente queetao, lan-
o mais que sendo.....parte nesse neyuio, nao po-
demos ao niesmo lampe ser joizes.
D Sr. B. de Lacerda :Sr. presidente, a rasa se
lemlirarn qua no ultimo da em que fallel sobre esla
quesiau, i-se mesmn pouco mais 011 menos que disse
o nobre depulado, que araba de fallar ueste mome-
le; foram os meus arcumenlos, apresentei-Oi de mul-
lo boa f, e para inim sao de muila tere*. Combat
entilo o ponto capital dos nebres depulado, porque
eu vi que a casa linha volado em primtira diaeoslio
persuadi lo de que esse eiuenho de que se trata per-
leiireu sempre a I'eruambuco, isto he, prove, a ineu
ver claramente, que esse engenliu nilo ponencia a
I'eruambuco ou por oulra, que se mis nos Jolgamoj
com esse direilo. Alaaoasdizo meamo. Alem desle
ponto, ludo be pouco mal ou menos o qoe, acabou
de di/er o nobre depulado que preceden. O >r. I)r.
P. Biplisl.i e os muros dclinsorea do propicio nao
negaram, e agora na tere-ira dtscaialo eo nao pro-
curei tpresenlar novas razea, ped simp eai.....le $a
uobre iieputa lo que be jui/. municipal de Barreiroa,
que arabasse rom essa qoeslflo pelos meios lenae,
porem o Sr. I)r. P. Ilaplista com loda loa delicadeza
e firmado em sua sapiencia, levanla-se e Irala da
quesillo por tal modo, Irala da questao brilhanlemcii-
le e dlriglnde-fC a mim com a sua aniabihdade re-
coubecl la, iliri;e-me aa cxprcssesque os nobres de-
pulados ouviram....
(lia um aparle.)
O nobre depulado fiado 110 seu talento, que be por
lodos nc reronliecido, parece que abusa d,lie, por
isso diriaiiulo-sea mim rom sua amantlidade re-
ronliecida, repito, procorou inoslrar urna cerla con-
fuso em minhas i del.
Senborea,eu quando Iralei ullimamenle daraateril
disse que mis somos competentes para aderar os li-
ndes das Ireauezias dentro da provincia, mas que
na especie entilo verlente que era ama questao que
inleressava a dousjuizes, dan.io-se um conflicto de
jurisdicr.ln, disae eu, que a relaco compella decidir
?obre esse conflicto de limiles e iligo, parque arau-
menlo de muilo boa fe ; he verdade que coro fracal
razOes, que seoao podem comparar com aa do uobre
depolado qoe nunca foi procurador de causas, e pelo
rnnirnrio empre foi lente e muilo disliuclo, urna
das pnineiras raberas de nossa Academia.
Ma, senbores, sustento, que se bem que a asem-
ille provincial, seja competente para malear os li-
miles de sens diluirlos e freguezias, lodavia urna vez
qualquer eircunalaneia apparecem obilaeulot que
1,1o rm resultado a caraalia dos geueroa, ou mies se
por qualquer ralSo natural 00 accidntalo preco
loa [uoduii's augmenta, he isso da orden naloral
das coueai, be isla relativo os oieilacSai do merca-
de, be relativo a diflerenra qoe exislc entre a oller-
a e o prorura, dlflerencja que nao pude deixar de
dar-se para mais quando a ollera be inferior a pro-
cura, e para menos ae be superior.
He verdade que enlre mis a carne esl.i cara, as-
sim rumo be verdade que oslan caros lodos os oulros
seeros ; 011 fosae em couaequeneil do eholi ra mor-
bus ou por oulr.* qoalquer razao que podease resul-
tar a Talla do nado 110 tertao ou anles a ralla da
liega a de gados a esla cida.le ein quanli lade sulli-
eienle para abastecer o mercado, o qoe be cerlo be
que o preco lem tbido, un sa (em conservado alto;
mas o que be lambem cci lo, he que esse contrato 00
qualquer oulro meio do que lance mao o governo,
uo sera'rapaz de fazer barateara carne como os
utros seeros sem Irater, como coiisequcncia, de
duas una, ou o prejnito dot coulraladores, o que
Oto be presomivel, ou u prejuizo do produlor. que
sollrera' lulillivtliiieule a Imposicflo da companliia.
Em liypolhese nenhuroa icoinpanhii perder' e en-
bio srra' o prodaclor niiic imeiite quem lera' de sol-
frer em proveilo di rnmpanbia e esla he a conse-
quencia quasi que infallivel do contralo.
O contralo afasia a livre concorrenea que depen-
de da liberdade de 111 lutria que a constituirn ga-
rante o os obslarulos a cssa liberdade nao sao 1V10 ler-
rivcis senai qoaudosSorieados pelogoveruo. Os nin-
pnnoIlM lirios sao esles que se diz que buje cxislem.
( Ha um aparle.)
D Sr. A. Cacalcanti : Eu quizara imaginar
e=se monopolio fleto que consiste na existencia dos
alraveaaadorea em desprovalo de oolros, mas ese
monopolio de qualquer pes*oa se encarreuue de ir buscar o seero
no lagar, onde elle 'e vende, e traze-lo para a cida-
de. O commereio nao e*l.i dormindo enlre mis, o
cuminerciii nao pode ignorar a dillerenca que cxislc
enlre o costo da pioJucc,do e o prero parque o ge-
nero ebega aqui, e se hoovesie esa vantagam ex-
traordinaria,ae hoovease esse ganho fabu'.uso da parle
dos alravcssadores, como se diz, nlo podia deixar de
se ler je orsanisado nina cumpaubia e nesse caso nao
preri-ava de remedio, poique essa compendia leudo
grandea eipittee, negociando em maior eaeala,
apresenlaii 1 na ci.iade carne barata e (aria luquear
lodo esse negocio que boje existo e que depende de
pequeos eapltaea, S u fado de exiarem mudos
senles de prodcela vender, lo e reveudrndo al ao
ulliino nesnciu da ridade, ds-o em reaull.ido lucros
eilraordinario*, nina eompanllia que se enrarregasse
de ir buscar o gado directamente, de certu poderla
vender nnis baraia .1 carne e ballava a cijucurren-
cia della para fazer baquear Iodos csses que vendem
muilo caro.
Se
da Bolencia eronomica qua provamque a roucurreu-
cia (raz a barnteza dos producios c ua abundancia ;
porquaitlo esta be animada com a liberdade de pre-
ro, ao paite que endo laxado o prero dos pr iductol,
ella se afasia pela ineerleza de lurro, poli o indus-
trioso que for obligado a vender lera' de perner e
a laxa for inferior ao enalo da produecao, perden 10
o roiisuinidor no caso contrario
ella sera
ra dar
baatecir couveoieale-, nlo Ho compatlveii nos limitai de um ofllclo : Indi- sustentada a eaeolba do l)r. Silvino, un quem depo
I caudo-os, nao leiibo ein VlltM aenao chamar sobre] "la' "ldlot ronban(;a.
ell-s a altenrao das penoai competentes. Keuiiio-eliuutein a junta qualificadora dos votan-
Nio he lambem miiiha inlcnro inlraduzir cega- I le "I" fteguezia, coidu fui drlermiuailo pelo Exm
mente no Brasil os svstem^a ein'platica na Eoropa, presidente. A mesa Beoa assim composla :
e nos outros paizea que produiem asiocar : muitus! Piesidenle,
des-es yileinaa deverio ser examinados com seno 'l'eiicnle-coroiicl l'ranrisru Cavolcauli Jaime dalvao
cuidado para ver se poderao iulroduzr-se entre mu,
allendeudo-se "a .falla que temos da lualroccflo que
naloral do genere, ou inferior 011 superior a [ exise a sua applicac,ao|para dar bons resalla los, e al-
ie for igual, ella sera' escusa la; se for inferior, | lendendo-ia isualmenle aa difleiencas du clima, do
me, se ella porventura
iiienle n mercado.
O orador pede aus propugm-.dores do projeclo que
eacolliam qualquer das duasVouscquenrias dssiO ar-
gumento.
Continuando, diz que admiraae de ouvir peasoas
abalisadaa em economa poldica, fallarem na laxa ;
pnis que he hem anliga eta ar^umenlacao conlia
ella : a taxa iiecessiiamenle ha de ser ou Igual au
prero ii.ilur.il do geiier
elli'
Iojosta, porque tirara' tos prodoctor-a pa
cuiisumidore.s ; so a laxa for superior,
l>e mais qual a ba-e que se podena ler para laiar alm de Injuitl, produzira' ell ilo inleiraineule cuu-
0 1 rero dos geueroa ? 1 trino ao fian para que bu eslabeleeida.
He quali um impoasivil, parque a laxa ha de ser I O
vanavel, ha de se marrar um prazo, um periodo | dous
qualquer, de quinte das ou de um niez, por rxem-
plo, e nesse prato mo ae peder' saber com carleta
do preco naloral, e da abundancia mi carencia do
seero no serian para e poder vender aqui na ci
dade.....
O Sr. Gonrahes Guimarc* : Isso he que he
fcil.
O Sr. A. Cacalcanti:Mas o prero razoavel qoe
deve estar em proporca da ofleila rom a prorura"!
be preciso ler-se scieucia cerla delle ; de 01I0 em aal'sfaclona
oilo ou de quinze ein qumze das, em que a laxa va- <> paipiele ingle! pouco ou na la adiaiilnu ao que
ria, nao se pode saber as slterar.C.es que se deram 1 <">* Iruuae u Teulonia. A abertura do parlamento
rador concille dizeud 1 que routeiila-ae com os
argumentos a presen lados.
KEGIFE 3 DE .MAIO DE I80T.
ASO HORAS OA TARDE.
BETOSPECT SElilUl
As neliclai recebidii de varios ponina da provin-
cia, as-ini como do sul do imperio, s,io pleuameulc
la r >mp.i!i!,ia se nao nrgaoftoa anda,se anda
niiigiiemseeiicartrgou de ir buscar di reclmenle osa-
do para vende-lo na cidade.havendo enlre mis abun-
dancia de capilaes, Dio be senao porque esae ganho
doa alravcssadores he faboloso.nSo lie aenao porque a
eoneorrencia existe boje e porque esse monopolio he
lelo. n,io he senV) porque isso que existe hoje nao
liaz por si um mal, lulo he aenao porque a careslia
do genero he o resollado de falla do gado, que Iraz
como coiisquencia o grande cusi da produerflo, que
unindo rom os lucros legtimos dos senles lambem
leilnnos, mo podem dar ao eonsumidor 1 ramo por
um prero menor do qoe u que arlualmenle existe.
Sendo assim, Sr. presidente, o contralo trara' gra-
ves niales e eu entrare! na analxse doa motivos que
me levam a acreditar lias mim luncslas cousequen-
cias.
O conlralo.Sr. presidente,afaslando a livre eoneor-
rencia ebriga a todo e qoalquer criador a vender o
gadu aos conlratadores, sendo obrigado o criador a
vnder o gano a esla cumpanhia,vender' pelo prero
que ella determinar,por isso que be nao acba oulro
qualquer que Ihe potaa comprar mais caro ; e nem
se diga qoe sendo a popolaclo da capital um Ierro
da da provincia, os productores de gadu poderao ven-
der as oolraa comarca*, de maneira que possam
echar um preco rixoivel ; nao, Sr. presdeme, esla
razan nao aalisfaz, porqoanio e-sea oolrus agentes da
prodoceflo que vao comprar gado por uuiras comar-
cas, nao se coulentaru euro um lucro ra/.oavel, rc-
nliro o prero pelo que o contrato oll'erecer, o an-
da que bajaui dous Ierres, ou soppoiihainos qualro
qointoa do conaumo geral nai comarcal, o ciiador
eonlinuara' infaihvcimcute a roSrer a impeaic3o,por-
que oa negocianleede gado das ootras comarcas ae
contenanlo com o que prccisarcni, dalii resudan to
qoe para o reatante os criadorea prucurarao os mer-
ra los aoode se abastece o contrato, e asaini lera o
sido de ser sempre vendido pelo preco, que for im-
posto pela eompanllia este mal he irrmediavel e be
esle mal justamente o qua se deve temer, porquanto
o eontratador leudo de vender pelo prero, que Ihe
esl edipolado, e o productor leudo de vender pelo
prero que Ihe irapozer a companhia, a eompanllia
lera nica e exclusivamente de aufcnr os lacros que
cnlram boje para a algibeira do productor ou do
consum loi, confirme a diflerenra da olTerta, e nes-
les lucrui he justamente que centelle o monopolio
Conforme as regrai de acieiicia, n monopolio ule
be icnflo o direito evelusivo i!e usar ile una indus-
tria qualquer, ora, boje todo e qualquer individuo
se podo encarresar de comprar o gado directamente
no serian e mesmo as feiras, para vende-lo na ci-
dade, cerno se di/ que ha monopolio ? que lia obs-
tculos que be preciso rem ivtr e sai por meio de
uina companhia que tenha o direito exclusivo de
comprar o sado '.' E se monopolio, Sr. presidente,
esla' bem rararteiisadn no projeclo, o projeclo n;lo se
contena com determinar ao governo a encarnoracSo
de uina companhia podendo dar-lhe o previlegio
exclusivo, vai mais longo e nflo entrara' as eoBdieOet do contrato, sejam quaes
furrm aa vanlasena que delle possam resudar. (Ira,
o que qucr diter esle arliso '.' Se sa diz qua os con-
trata lores em concurrencia nao po tem lacrar, o que
quer dizer e entre a ollera e a procura 110 aerlo, ein relicto ao
lempo anterior que dea lugar ao eatabileeJmenlo da
laxa etillenle, porque se ella buje he de 2, daqui a
oito diaa aera' de 3, em relacao ao sado que ebega,
mas anda assim anela sobre urna base falsa, por
is-o que, em pouco lempo, pode haver mulla falla,
011 muila abundancia do genero.
He assim que eu digo que o mellior meio, ou an-
les o nico meio razoavel, conforme as resras da
sciencia, he deixar a lvie concurrencia ; deixar ao
comprador regular o prero, sesuudo a abundancia
do seero, na certeza de que lodas as vezes que um
vender mais barato, os uulros pudendo lambem
vender, o lar.i. com o inleresse da preferencia ; iu-
lerease esle que jamis pode exislir cun o conlralu,
que jamis pode existir mesmo com a laxa, por quan-
lo ningucm querera' perder em coiisequencio de
vender mais barato do que compra, devido a' carea-
ba natural do seero, cuja falla anda ae tornara'
mais lemivel com a laxa do que com o conlralo, por
que anda uesle ha a onrisar.lu do .liaslecimentu do
mercado, ao passo que na laxa islo ae nao da'. Tu-
das as vezes que o prero laxado for Inferior iqucllr
por que podem vender os agentes da prodcelo, o
resudado he a falla do genero, em consequencia do
abandono a que essa laxa tiara' lusar, abandono que
he infallivel e qoe mo esla' sujeilo a le Rtame.
ile assim, Sr. presidente, que eu nlo powo deixaj
de me oppor a todo e qualquer monopolio, a loda e
qualquer llilervenr.lo directa du governo, aba-leci-
inenlo de qualquer seero, ama vez que eaecao do
aovernn, se nflo faja aeulir |ielua meio* Datarles,
aconaelhados pela scieucia. urna vez qua se uao es-
labeleCal a concurrencia, nica ci\tAt de Irazer a ba-
rtlea e a perfetrao; rh_ nid 1 a minha opiniao au
ponto de entender que os direitos proleccionislas
nao silo convenientes. Esses direito* porm au lem
anda muila paridade cun a quosto queso agita,
porquanto aqu nao se trata de dar impulso a indus-
tria do paiz ein retacan cuncurreucia da industria
eatrangeira, que piule malar aquella, pois a nos*a
queslao se refere luteirameiite a indu-lna du paiz e
a ciinrurrcucia de pessoas du meamo paiz.
Pallando da perfeicflo, eu dire que o nico meio
de melhorar os producios da industria be a concur-
rencia. O Interetae que della nasce para os produc-
tor** que asphrim vender o seu produca mellior do
que 01 oulroa, a preferencia que desejam obler be o
que faz com que elle- proJzam mellior ; no enlaii-
10 que o monopolio anima u piincipiu contraro, i-lo
he, o deaiiiteresse de pro .uzir mellior do que uulru
qualquer, porque uao exisle unir pessua que venda:
d'ahi eesegoe que nessa inlu-.rii, como u'oulra
qualquer, a perfeicflo s apparece quando os produc-
ios para erein veu.lidos ou mellior repula lo-, nao
podem deixar de ser perfeilos. O gado lendo de ser
vendido por um prero determinado conforme a taxa
011 secundo o preco imposta pelo contrato, leremos
que os productores uao prucurarao apresentar o taais
gordo, por issu que o prego sempre lera' de eer o
mesmo ; e os coulraladores uao o proruram com
prar, porque o seu inleresse he comprar baralo ;
ainda mesmo com a dieliliceflo que faz u projeclo uu
prero do gado gordo e magro, dar-se-h desvanta-
gem para o coiisomdor, poique os coulraladores
rompanlo um poucu mais gordo ; mas sempre o
ma s barato, nao eompreroo mellior que encontrar,
llrmais, Sr. presidente, eu enteudo que ainda
mrsino que a maior parte da popularlo seja de con-
sumidores de carne, e a menor parte de criadores,
seria u.na exlorrau fa/er-ae aprovelar os consumi-
dores du prejuitu dos proluclures, poil que lambem
devenios allender aus ulereases do menor numero.
Esse principio, de que se devem sacrificar laes inte
ingle/, foi adiada para l.'i do correle : nada se sabia
linda acerca da conferencia sobre os negocios de
Neiichalel ; o rumpineulu das reanles de amizade
enlre a r 1 le le I u: un e a da Austria ainda se acha-
va no me.mu pe, A Inglaterra fazta preparativos
para enviar a China.
Depoil de quasi seis mezea dos maia imporlanlea
Irabalhoi para a religiao e o estado, reculheu-se d
Papacara, extenuado de lorgas e coberlu de gloria!
humanitarias, n reverendo prefeilo da Peuha l;rei
Caelano de S. Mesaina. Ileuuu o collegio coro lili
edocsiidas internas, e lil" rerelieudo edueicfl* ex-
terna e gratuita, na escola que ereen no mesmo rol-
legio. As obias fellai por esae digno ministro de Je-
ss Chriato mo emlerfaoi un estadu menos de du-
zunlos eonlot da ris. Eulrelanlo elle, com a pala-
vra evanselica e com a sania dediraro da randada,
eonsesuio esta obra importante, sem o menor sacri-
ficio do governo. He mais om titulo de gralidao qoe
devenios a esse incamavel nii-sionario, para o qual
s 110 co exislc urna paga legitima.
L'm aimso do Rio de Janeiro nos envina uina co-
pia do um documento olcial, de que vamos dar o
exlraclo sesuinle, que sera lido com inleresse .'
O aperfeiroaineuto, qnt lem empregado as colu-
nias hespinholas e huilandeas na abncar.lo nos
>eus ,:-i res, a pm.lin lo da belerraba na Eoropa,
rujo deseuvolvimenlo marcha d'onia inaiieira ex-
Iraordinaria, fazem ae enoear braalleiro urna lal
concurrencia, que para esle au suecuu tur em mui
pooco* aunes seru neces'sarioa esforcut imm-nse-.
A endura da belerraba, que pur sua nalure/.i es-
ta' mais lora da inllueuria des eslares, ae deaeo-
vulve desde o norle da l'riissia al as planicies da
l.uinli r 111 ; o sen rendimento em assurar lem ido
sempre em augmente, e be de S por U\3. Do qaadre
abano se vo a marcha pngressiva de-se lernvil
concoireiile do assucar de caima.
I88|i9 a!l|30 ">0|"il l|52
solo, e do meio de transporte
Se por ventora a qoestao da que Irala exclusiva-
mente eale ollicio merecer a iltenrao de V. Etc.,
lerei nisso a maior salisfar,lo.
lalleceraiii dorante a semana 111 penoai, 1 I lionieni, li mulheies e lli parv los livre* ; 8
buinens e I prvulo escravoa.
PAGINA AVULSA
ILS^ 12)21 Al!
Por amor a verdade declaramos a r|iinm noa
inferinou da apparicfla ele olmas do nafro mundo ni
ra llireila, que a rasa que nos monta nao be u lu-
gar onde ae arrastain cnenles, e se faz lano h.tru-
llin que incominoda a vi/inhanra, ah moram alguna
eslu.lanles, mocos do delirada educarlo e ineapazes a^ vanlagens, qu dale pona
por lano do que no* diz u >r. ^J wrdide, sempre ha um reb
Msanos,
Eicrivo Jos Biplisla Teixeira Cavalcanli.
11 lenlo Jos Pacheco de Aliuei-la.
Icneolc prauciaco Corklea Teixeira de Araujo e S.J
Bubdelegade Mauoel Joaquim da luo.eca Galao.
Ovigario geral audou ha diaa por aqu, inquir 11 lu
do prurc.lmenlo dn vigario e da alguos padres ; se-
gundo me infoimaoi uduachoo, fue I mu-1,1,1 as de-
nuncias que for.1111 dulas a S. Exc. Kvm.d, suspen-
deudn todava um sacerdote por nao ler pruvisau
de coulesaor, ha modos aiinus. Admira que seja o
clerudaqui o que merrea essa iiispergau, 'piando he
sabido que em geral lie be mau, uieamu utsia ca-
pital iudo ha qua fazer e reformar.
Algumas pessoas ja'se viio corilessando e prepa-
rando para o da l: de juubo, em que lemos de rc-
ceber a infausta vitlta de um Cmela, lira, lulu sei
da que lano se as-11-iain ; quaudn u prosresso corre
em rodas tan veloici, que mudo he que sejamus
viulade* por Venus uu nao sei que litro. Nao asa'
louge o lempo em que lenliauua um fio elctrico
calabelectdo enlre a Ierra e osol ou a la, conforme
tirar o cnmmer-io.
mudo grande o do
gordo, nao leudo a
inreranicule.
Xttan: vt tyzintv&bus*.
He ama boa graca, orna graca tnnoceote, man-.Il .""'"ra, do qual Deo* qeeira hvrar. Amen
dar imprimir um annuncio chamando nma petaon .1 Comeciau a ferlividade do mez Marianno, uo re-
algum lusar, sem declarar para que, e quando lodos colliiment dai freirs.
peuiam que be |iara pagar algum calle he para re- iJa" 1u0 """ i'll '' hnuve quem visse o cn-
ceber una caita '! Clareza em ludo, nunca mala I mele porto deala villa, nio em om ovo, porem dis
anuuticios assim. salvo se aouver re lmenle alsum ferrado ein um homem mudo
calote ; eutao ehameiu e uao digain para que, por- 1 *< fallada, porem sete.
qua ja se sabe. Saude e felirlaile Ihe desejo
au sabemos porque defronle da fortaleza das
Cinco Puntas, onde n.io ha muilo milho, se rene
lauto peni. S em tolla de urna ca, daten que se
agrupara tres e que c scam o terreiro de 7 os lu lio- 1 A asaemblea appruvuii anle-bnnlcm em lerreira
ras da linde. Se mudassem de hura, se fomm ao mi-1 disrnssao u |irojerio 11. -27, que eonrede a Jos An-
illo quandu os dnnos eal.io cm rasa, he que haviam Ionio de Araujo Jnior duas loteras para e-laiele-
cnme-lo a vonlade.... Vao, vo, mus lomera euida- cer urna turica de extraern de leos, e bem assim
dado uaa penas. Sr. inspector, mande enrliolarcsas o de n. i_'approv.mdo varios compromi'Sos.
aves, para que nlo ranura u milbn ulheio, o se 1 E11trandoe1nsesu11.la1liscu-5aooprojeclon.il,
os penis fazem isto porque eslo eolios, prendan- que augmenta o ordenado do alguna empregados
Dns- 1 pblicos, com ai emendas a elle 'ffereeidas, oraraui
Sr. da ra dn I.ivramenln, maia ronsiderar/io, os Itnbore* E. de Mello, lloira llenriqoes, b'mncis-
mail reapeil* as lamillas. Viur., que a ninsucm peu- co Juao, Antuuio l.uiz, Brasa e Florencio, firandu
pa, c de trnJoi falla, lembre-se que alem de levaros 1 a dlKasjtao adiada,
outros a fa/.er 11 mesmu de Vine, arnsca-se a que I
Kranra
Blgica
/ollverein
Bosaia
Austria
loneladaa ;ts.....I) (il.ilnO 73,0011 liO.Oll'J
11 5,000 fi.tXKI H.IIOO 11,000
1 33,000 :,niHi lu.iMio oo.ojci
11 13,000 li.tiou 15,000 lti.oot)
i ti.ouu lO.unn 15 l) 18,ooo
Entrou em 1 u-- "1 > o orramenlo provincial e fu-
raui approvado* os artigo* '27 e 28.
A ordem do da sera' a segunda di.sru--.in da
emenda ollerecida em lerceira ao projeclo n '17.
elles fac-am mudo mais. Tire u engonco da llnaza
nao falle lano e lao mal dos uutros. Ol! que ludo
0 sapateiro be follador !
Consta-nus, que uu edificio que ae esl fazcnJo
paran dvninasiu, ajunla-se a nodo um grupo de
pessoas dote nbecidas. para o que, no sabemos ; u Oa jornaea de que foi portador o vapor rOtMI-
que se sabe he que at all se acham alsuns esnavns bara.a aic.inram as sesuiules dalas : do Bio a 95, de
fogldoa ; pedimos, que as palmillas rondante* deem gergipe a li'e la baha a 80 do pasudo.
aeus paaseios por aquellos bisares, que ape/.ar de de- Foi agraciado com a commeiida da ordem de
serios aflu bem aprasiveis, priiicipalinenle as nuiles Ctirislu o Sr. Fraurisru Aulomo da Fuuaeca e Cu-
de la. I ul>.
H'1 om moro, qoe se julsando com mudo cedo \ aasemblea peral bavia encelada aa suaa seisoas
para os exercicios gymnaaliro-, lem querido etpwi- I preparatoria, diaculindo e approvando os diplomas
mentar o ferro de cerlo lampean, que lira prutimiildoa seos mcinbros, como ein outra parle enconlra-
ao tediado de cello sola! Uh! la' da rasa ? Veja que rao os leilore.
em tedias como
que ha conflicto judicial nao vejo razilo para que o bla, esse privilegio exclusivo '.' Ns au podemos
poder competente ueste raso que he a relar,lo do di*- snppur os coulraladores iao nescios, lao Ignorante*
engeuho ?
DSr. Sabitr
mas ntre das lerr-s esta
O Sr. M. Cavalranli
Esla' do lado do ca',
"do de la'.
Xos^smdemoa dizer tal
[ 011 tal cngeiitiu perlence a' esla oa aquella fregue-
zia, porm qataudo e**a freguezia he da provincia,
raai pertenec! lo a provincia estranba, nos na o po-
demos fazer.
Om Sr. Depulado ; Ja' ae disse islo aqui.
O Sr. M. Caia\cant\ : Eu nao sel u que se
dise, mas leudo pi acurado informar- me duque se
1 lem pastado as dtseussiies, leuho ebesadn a esla
conviccjlo. Alem di.su, Sr. prcaidenle, eu creio que
o prndenlo da provincia, nao pude ou nao deve dar
a snela a esle projeclo, aob pena de reapousalii-
lidade. Nao ha duvida, que a aasemblea, approvan-
do eita re-ulueau, exorbita de iiiai lltriboicOai, e a
asaemblea das Alaga** pode lambem dizer que esle
enscnbo perlenco a sua provincia.
t'm Sr. Depulado : Qual das duas vencer'.*
D Sr. M. Cacalcanti : Mas di/.-s que mis
devemoa ptfgnar pelos domos direilos he verdade,
senbores, porm podemos mis fazer justira a mis me>-
nios ? E depoi-, licara a provincia de Periiambuco
amesquinbada, perder' o territorio inmenso, de
maneira que essa COOlidericflo us leve a adoptar o
prnjeelo 1
Eu voto contra n projeclo.
D Sr. A'. PorleUa : (Sao devolveu o seu dis-
curso.1
O Sr. II. de Laceria : Sr. presiden le, eu quasi
que au leuho man nada a diter labre o projeclo,
poique me parece que o silencio prufumlu da cum-
missiio, be a resposta man cabal, que a commissdo
arhou para o que eu linha dito ; admirei-ine, po-
rm, Sr. presidente, de que, depon doa doromenlus
que apro-entei na casa, se ..presente agora o nobre
diputado defend- di o prcedinii>ulo da comini-sa
e recoiihecendu a nos-a competencia. Ku nada mais
trullo que dizer do que pedir ao nobre depulado,
digno e honrado joiz municipal de Barreiros, r le-
rindo-se ao Sr. Silva Braga), ou que n, s de alsumas
inforniaroes que nos 111 Iriioiu, u "iil.l iqua faca com
que eu 11 comas ciniohem regularmente pela sua
parle, que va' fazero lal inventario, para que, uu o
jui.*. de Porto Calvo, ou o nobre depulado, Bearavan-
d,i para a relacao, se conberi o se veja ento, se be
a no* qo* competa resolver solue questcs desla or-
dem ; peajo Mo parlieolarmenln ae nobre depuli lo,
para que entfto eu veja quem lem ratao, so a astem
bla de l'ernaiubnco ou a de Alasuas, qu- a ininh 1
ipiniau he, que nem urna nem oulra tem lli direito,
nvs aim a rrlacSo...
O Sr. Barros Barrrlo : Nem a rebelo lam-
bem.
O Sr. P. Bapl'iHa: ,Nao devolveu o seu dis-
curso.)
O Sr, I. Caia'.cait'.i : Sr. preaidenle, cu nao
posso deim-de mo oppor 1 este projeclo...
OSr. /.'. de Lacerda : Odie qoe he procurador
de cansas.
o r. /. Baplala ; He maila audacia.
O Sr. li. de L'irerUa : O nobre depulado pode
dizer o que quizer, nm Ihe respondo, que eu do no-
bri depulado so aproveito 1 e.iiicv 1.
Iriclo deixe da tornar conbecimenlo deste negocio.
Dizendo iale, senliores, eu eslou coacorde comiso
mesmo, digo que lud vez que hoaver conllicl, que
houver duvida, o poder competente para Iralar de.le
neenrin nao be a assemblea provincial, ha a relacao
do dialrieto, eo nao vejo no regolamenlo da relacao
de IS::t eictprao alguma, que disa que quando 11
codicio liver por base nao um icioue jorisdirefle mas
de limiles mo perleuca a reJaelo, Dio vou por ah,
pelo contrario julgo que ainda sendo us oa cninpe-
tenlea para tratar da questao de limites, mo o soma*
no presente caso e ainda me um case oroissn e nlo de 11ra casu apenas duvi uso,
mide nao ha necessidade de urna dispusijau legilla-
li?a para decidi-lo. IVrsunlo eo.se so lratasSe de urna
quesiao qualquer sobre que hnuvesse um caso duvi-
doso, li. aria esa* questao sustada, esperaudu->e pela
d-ci ao do poder geral".' rapcrar-se-hi.i anula sendo
o calo omino mo, a quesiau lena de ser decidida
pelos melhorea fundamento que u jui/. icbaaie ap-
pliraveis au caso umisso.
(lia um aparle.)
Senliores, eu digo que o caso n.io he omisso, he
dovidotO, mas ain la que fosse omisso, nao se podia
legialar para elle especialmenle, porque 11,10 he ad-
miuivel o que os nobres liepal.idos querein presen-
lemenle, que 1 memblea lesisie ud noc....
O Sr. P. Hnplisia :Enlloa quesiau ja nao he
de rompelencia.
O sr. II. de. Lacerda :Ainda direi qoe a questao
de limiles se bem que a asiernblea provincial seja
comp denle para lUsrcer limiles, nao be compleme
liara decidir us cohbelos jodien** luaciUdoa pelos
mesmos limiles e mudo inenus 110 ca*o verlente
era que nflo se Irata su dus limites de freguezia, mas
sim de dlflerentes provincias.
O nobie depulado com loda a sua habilidad! deixa
empre ver o vicio em que labora a -ua argumenta-
ra ', elle disse quando se levanlou ludu furioso Contra
mim, islo he, pretenda deixar passar silenciosa-
mente o primerio, porem entrando Devnenle
materia, da* que reeonbecll que esla quesiau lena
de ir lenpre a 10.
O Sr. /. Baptuu, :Eu disse isto 1
O Sr. II. de Lacerda :Disse.
O Sr. I'. Bitptitta :E-t InVMlMdo.
D Sr. II. de l/icerda :Nao preriso invertir, o
nobre depulado que reconln-ce que a questao pude ir
a relelo, diz lambem que ella se regulara poi uoisa
decitflo ele.
Senliores, u nobre depulado reconhece o lerreuo
falso em que pisa, c vendo a fonje dos |argomeu-
los que eu leuho aprcsenlado, nao pela maneira por
que eu lenha frito, porque reeonheco a miulia 111-
capaeidade, porem pelo proprio peto delle*, nao po.
deudo destruir os ducuinenlos que eu ipraareaenlei,
referi a casa um faci que eo uo contesto, porque
nao h* nooivel fate-lo assim de memento, mas o
que he verdade be que llalli nao ae cunclue que o
nobre depotado quer, nem elle memo se explicou
de modo que me salislizesse.
Eu dase qoe oa documentos aqu apretenlado* me
linham sido foroeeidoi pelo empregado das tUagna*
aqu na provincia, esses docomeuloi ro aulhenlicoi,
piovam evidentemente que o engenhe Sania Cruz
P'ileuce os Alasuas ou pelo menul que all pasava
direilos o assurar, e esses documente* nao uo dea-
IroidOI pelo faci aprsenla lo pelo iiubre dapulldo,
l.ullocado liebre depulado uesta posicflo f ila de-
s du u-mc para d,sco(ir a queslao judiad ; eu re-I
roiihec.0 a minha iniofllciencia, reconbero que me
fallain as babilaroes, porem declaro que nao rreuo. .
que n.io fuglrei dessa di nssau, aceito 0 di -alio e '
quanlo ao nobre depulado pergunlar u que de mim
se aproveitl, declaro que uada ; porem que por ora i
lambem nadase desprea,
Cncerr.ida a diaCOllflo, pe-se a voto* o projerlo e
he appiovalo.
Conlinu iliacgitio do projeclo namero l que au-
un i-a 11 governo a contratar u abasiecimenlo du car-
nea verde* nesla rulado e na de Olinda.
ressea aus do maior num>ro, he errneo, e nao pille
aior iiiiu,le
prinelplat
que vao se encarregar de uina empreza qualquer pa-
ra perder, se elles pedessem coulralar coiu u gover-
no. Inven.1,1 a livre coucurrcucia.se elles a iato se so-
jeilassera, he porque enlendiam que ainda naim |u-
cravain : e que provedu pode haver da parle da pro-
vincia em determinar expresameute,que ena ron-
correncia nao sera' adini-a.vel, anida mesmo que o
eontratador nio ronviesse 1 Ja ae v pois queo pro-
je lu quer rrear esse monopolio, quer rrear um pri-
vilegio exclusivo, e que au pode Irazer vautagem al-
guma.
Alem dalo, Sr. presdeme, nos devenios ler em
vista o queja' nos acontecen do nutras vezes, o qu-
surcedeu rom 11 cuiilraio patudo, porque de qual-
quer conlralo que se fac,a, o que se segu beque us
ci.sos ordinarios, islo he, 110 lempo em que o sado
CSl ver pelo prero actual, eontratador vende sem-
pre, e fuiere a cidade de carne por es-e mesmo
prero, ma> 110 lempo em que houver abundancia, o
que pode acontecer de um momento p ira oulro o
itralador lucrara' lmenle e enISo mi sera' u pre-
joi/.o ni no prodoctor.aera' do consumidor, que po-
dena comprar a carne mais barata,v.lo haver abun-
dancia, uu entretanto que cun o comalo se v obli-
gado a comprar pelo prero imposto pela lei, pelo
prero laxado. Ja' vemos pois que em todo casa o
consumidor pode perder e que o prodaelar se ha de
sujeitar a impoeicflo da companhia, que he iu-laojen-
le quem sempre lera' de lucrar, porque ella nao
vender' mais baralu no caso de abundancia, or is-
so que esla' nos sens intereses vender pelu mam
preco que poder, lie orle que a companhia esla
empre de melbor partido, ganhando at em prejui
10 do consum lor quando houver abun,launa. Anu-
de ella', moliere*, a vantagam da popularao, sen le
de notar a de-vaiitaseni da fa/enda publica cm se-
mcihaiite eimlraclo *.'...
O Sr. Barros Brrelo :--Fcain qualro 011 cinco
ricar is.
OSr. ./. Cacalnauti :lia rnenle probabilida-
de de prejuizo, c em ludo ocaso sera' impoasivel
bailar preco da carne em proporcflO lal que sala-
faca os desojo* da popularlo.
Anda ha um prjimo man 01 existencia do rou-
liaio, que he falla do producto, em conseqiiencia do
prero inferior ao cusi da prodcelo ; o criador alo
se aujeilara' a vender ao eontratador ludas aa vezes
que o prero que este; impuzer mo ulisfizer o. sastos
da prodoceflo e os lacros razoavel* ; u pruduclur n.l
he obrigado a vender, podi fizer om conlralo qoal
quer cun a companhia, mal pode tambera o nao fa-
zer, pode fallar, licandu livre de vender quando
rjuhser, e lOpponhamoi que os criadores uu se su-
jeitam a vender a companhia o aaro de rezes de-
terminado, maa sim era numero inferior, que liaia
na roururdala e que todas as ve/e que os conlra-
ladnre na 1 qoi/.errm pasar pelo prero determinado,
os criadores assim concorde n,iu tragan lufllcienle
sado au mercado, temos, pois, a falla de gado ua ri-
dade ; e nem se disa que islo be acantilado pela
nerrsaidade que lem os culitraladores de sah-fazerem
as condicAe* do contrato, porque 10 elles eoleode-
rem que perdem c perdem eoniideravelmenle, del.
Um, por qu.-.nlo sendo molla o gado, qualquer dif-
Cerenga no prero avulta mu lo, e nao -e lupponha
que a companhia ira' comprar com prejuizo, n,l,
pernee nesM raso ella preferirla pagar a multa que
empre aera' menor duque a puna que resida da
ven la por menoa prero, do que a compra. Daqui
tiro eu um eulloriro.qoe mace do Mguinle dilema ;
uu li 1 Mil de carne na ci lade em couseqoeiirii do
nero. aio saliiraz pela carencia do genero, e eu
11,. a popularao parde mis do que se carne fo-sc
muda 1 caro, u que he palpivvl, uu enta u coiilra-
ador lem de comprar por maior prero do que ven
e por cnusqqueucia p-rde ; desl dilema n.u
adiar apoiu nos principijis da scieucia, porque se o
menor numero hidoi pruduclures do gado, lambem
ha outras industrias que sflo vendida* aos vendedo
res de carpe, que elles rumprara por allos presos
em visla du que, mulalis inutandi.; estau os vend
dures de carne na- mesillas coudi^es du que os 01
Iros industriosos, i nao llevemos qocrer favorer
essas industrias teosla de uutras ; os vende!.,
de carne devem ler as inesmas vanlasena, porqui
elles lambem tSo cunsuinidores dos productos de ou-
lra! industrial, que se naoprucura aujeilar ao unus
que queremos iinpor sobre esla.
lie assim, Sr. presidente, qoe eu cada vez estou
mal convencido de que su a livre concorreucia he
conveniente, e que be um engao anife-lo, o sup-
por so que lal monopolio be vuntajosu ueste caso :
voto, puis. cuulra u prujorto, assim como coutra to-
la o qualquer idea semelhanle.
(O Sr. presidente deixa a cadeira, que he oceupa-
da pelo Sr. primeiro secretario luiernm.
(' Sr. /ote) Pedro em um longo e luminoso dis-
curso, responde aos oradores precedentes, e acaba
por votar em favor do projeclo de que be autor.
Enrerra-sea diseusso.
O Sr. Uiiceira requer que se proceda a volarae
nominal.
Consultada a casa, accede ao pedido do nobre de-
potado.
Procede-se a vetelo nominal e verifica-** qne
vularam a favur do prujectn ua senbores Jos Pedro.
Neiva, Oliveira, Castro Leflo, Sabino Olegario, (jon-
calves (juiraaracs, Mello Cavalranli, Silva Braga,
Sa Pereda. Suuza Carvalho, M. Amonm, N. l'or-
lella, e contra os senbores P. Baplisla, Theodoro da
Silva, Bpaminoada* de Mello, Iteiru Henriques, A.
Cavilcaoli, Beulu Cusa, Manuel Cavalcand, Barros
Brrelo, I. de liarrus, sendo fimlmcule o prujectn
pprovado em primeira discossao.
C inlinua a segajo 1,1 discos-So do artigo 17 do or-
cumento provincial.
O Sr. Sabino Olegario : (Nao devolveu seu
disrur-,0.)
Vai a' mesa e apoia-se a seguinle emenda.
e Suppruna-se o artigo.S. Olegario.
tendo dado a liora, lica a discutido adiada.
O Sr. Presidente designa a ordem d da, e le-
vanla a I corto.
ludios oced.
cezas .
dinainar-
rroisai
11 bulla nde-
zas .
11 ingieras
Indias orien-
laes ingla.
fcl.iui illas
lava .
Mamdta
I in-I 1 1 .
D Sr. Presidente :Tem a palavra o Sr
valeauti.
A. Ca-
li .Sr. ./. Caralcanli rSr. presidente, depoii de
blo dUlincius oridurri que me precedern, eu quasi
que desanimo dianie da larefa ardua de que me vou
encanegar, mai nflo pono deiiar, aeguinjo ai mi-
ub >s eouviccues, de me oppor com ludia as forras e
debauo de lodos os poutis de VilU no projeclo do
contrai. dn carnet verdee. Qoer aeguodo os princi-
pio da silencia econmica, sarantidos pea conffi-
tultao que nos rege.quar pela eiperieneia de lodos
oa panes e especialmente de Pernarabiiro, um ron.
trato uestes, qua ceniiue um mouopi.lio legal, uu
le,
pode deixar d- acedar a I .a primisaa pela raigo u
rlci, i-." he, que c eoutralador querera' sempre su-
jeilir-te a multa, donde cu eoncluo que a dolvan-
I igem da populacfl'i sera' sempre maior do que a
vintigem, moni: nlanea que Ihe podera' resultar da
earne baria rm rertas oreasiet.
Deitando por ora a parla re diva ao rndalo,por
que me pairee ler respondido aos principaes argu-
mentes prodoaidoa em seu favor, direi alguma cou-
sa tubre a laxa.
Ainda be ioronveniente.'ronturii aos principios
en"......ieo-, ofleniiva do direilo de propnedade, e
iiicoe.slilurmnal a laxa dos cin-ins : a laxa doa g-
neros be urna imposieao sobre a liberdade de indus-
Iria, ora qoalquer individuo tem o direito de usar
da 111 Insiri que Ihe parecer, e por runacquenria a
taxaqoehe um embirac.0 a essa libaniade, he ama
ofl'eiisa drsse diieilo
-------------------!-- i' 'l| nuu V 11 1 X*' ov IIIVIIUl
pude deixar di ler fauuiisstmai cousequeuctai. Se-' A laxa lendo por litn jnuitti vetes por
Discurso do Sr. drputjdo Ignacio de Barros, pro-
nunciada na sessao de de abril.
I> Sr. lunario de Barro* ruine.. 1 por dizer que o .
Sr. presidente leudo-lhe oadj a palavra. Mundo a I Colonia* fren-
hora 11 lau avaluada, procurara' ser o mais lacni-
co p ssivul na impugnaclo do piujeclu em riiscus-
sau ; e entrando na materia diz que visla du que
se ou-erva entro n', e d- que be consagrado ale em
nona* lis fundamentis, nao pama cuino os orado-
res, que Ihe precederam e que lambem impuso.uu o
projeclo, quando alllrmam a lucuuveniencia absolu-
ta du governo ingerir-** as industrial do pan ; a-
pezar deque elle recuuhece que este principio ha"
diam Iralmenle uppustu ao do* socialistas e c uiiniu-
nislas, cujas upinioes elle u.io cumpaililha ; diz mais
que o nobre auioi du projeclo no ponto capital de sua
argumentara 1 cabe no mesmo vicio deate* reforma-
dores moderno*, o qual contilll na exagerar.lo das
vanlagens das assuriajiei; purquautu o nico argu-
mento de mais vullo apreseulado pelo nobro aulur
du projeclo he o -cguiute, baseadu todu em seme-
llianie esageraeflo.
Diz o nubre autor do projeclo. qoe o prero da
carne verde, sendo demasiadamente elevado em re-
la(io a pro lui'c.i.i do gado, provinha sobreludu de
que us capilaes empregado* nessa industria du abas-
lecimeolo de carnes verdas. acbant-seetlremaineule
siibdivididos por n .-i, 1 -un individuo*, e que
rada um desles procura tirar algum provedu de seu
Irabalhi, dahi resultando que us lucos oblidos pur
esses numerlo* inleressadus, por mais diminuios
que sej un. montan em grande soinina, a qual vai
produ/ir lal proco exagerado ; que em coiisequeii-
cia, loso que te orgauu* urna associaro 00 compa-
nhia, que lome solide si semelhanle industria, po-lo
que ella procure ohler lucros, eomo acpielles nume-
rosos individual, com ludo esses lucro, aeliaudo-io,
poraaain dizer, em una so mao. nflo moulaiao em
lio avadada suuiin.i, o pete qoeulilfarlo |ilena-
menle a eompanllia. Il'oude resudara' a minorarflo
desa* causa latente du prero actual encarado como
anmalo.
O orador, sendo interrompido por alguna aparlea,
liz que se nao slu estas as palavras do nubre autor
do projeclo, como Ihe observan) alsona senbores de-
putadus, a lano iinport-m suas expreuOe*.
Iliz maia que o nobre autor do prujectn falbiu
lambem nal vanlagens do inprego de grandes capi-
laes mis iu Intima, e que cumquanlo mal* oulros
argumento* da mono* inporUnc* fossem apreaen-
la.los, elle com receio de filigar a rasa nao tratara
de refala-Ios, longo contrapondo a todos o seguinle
argumento: heinconleslaval que ale as cirrums-
lanciisordiiianas o preco natural da carne deve fluc-
tuar, ora para mais, ora para menos, se uessas rir-
eumstaneia* a companhia heobrigada a fornecer
cine pur um preco lixo, sucredera' que quandu u
prero natural lor superior 10 lixo, a Companhia p-
dela' -le perder, e perder consideravelmenle, e cu-
ino n.'s-as circumslancias o mercado do- Bccife for-
necera' carne rn is barata que em oulra qualquer
parle, para abi ifiloirao os eonionidoret: porquan-
lu, subid luilo h.iji com a estrada de ferro, ningu-m
que posaa comprar carne mais nararall no Berif*.
do que em uulra qualquer parle, deixara' de fage-lo,
llissu resultar' qua a rumpauhii lera uini perda
enorme, puis ella era' abrigada a fazer maior abas-
leeimeutO, juslamente quando Ihe couvier diiui-
lllli-lo.
Ora, 1' vista das cansas da egrtllil da carne, enu-
meradas pelo nobre depulado Sr. l)r. Theodoro,
sendo a hyputheae ligarada a mais provavel de rea-
|nar-se, retallara1 diiso, ou que a companhia nao
den lubiuiir oa que leremos di lulir com a (o-
Tuucladas 'J.joil 129,000 ity.OOO 15:1.00
Em Franco a experiencia tein muslradu i|ne con*
eucaiOoa isuaes o assucar de beterraba pode compe-
tir com o de cauna, e cada uia se estabelecem novas
fabriciia
Na i.iga nrussiana '/.ollveieim) o couauroo de as-
sorar de beterraba foi 110 ultimo anuo de 4(11) mil
quintar*, 11 que quer dizer que ja consumi de me-
noa ||) do assucar de cauna, cuja importancia an-
terior era de I..'),ut'O quinlaes. Tanto o Zellve-
rein como u governo Austraco protegen! u assucar
indgeno com uui diredu diflerencial de puucu maia
ou menos l/iui ,,,.- arruba, u que excluir' luda a
concurrencia eslranseira,loso que as fubiicas produ-
zircm a quaulidade necemiia ao consumo.
A a Prinsia ua direilos dilTereuciaes iau aluda mui-
lo maiures, e excluir'ja o assucar brasileiro, lnni-
UndOaMa ialroduceAo a* qualidades tuperiores,
muitii iiil'ciiores as idnticas da Havana.
Sen aei alarmista puderai dizer que brevintehia
oerder-ie-hao para u assucar brasileiro os mercados
ila Prustia, da Alleuiaiiha, d'Austria, da Franca e
Blgica.
A lleapanha au admita lengo o assucar dai suas
Colonial, e a liollanda -ue lambem lem colunias so
adunde u a-sucar eslrangeiru para ser refinado e
e reexportada.
Itesiam ouicamenle para o nosso assoear os mer-
cados :
lia Inglaterra que he o maia consumidor, mal
que lendo colonias, podera' mu lar de opiniao, e a
belerraba ja principia 1 ser cultivada ua Irlaoda.
Da Suecia.
lli Dinamarca.
De 11 i.nii _o o dus Estados vizinbos, onde loda-
via consume-se mudo anotar de belerraba.
PoTTogal.
bardeiiha.
luscana.
He aples.
Dos Estados Ponlificios
\ Da Creca.
1 Da Turquia.
Mas anida neom mercados lera' o assucar brati-
leira, de lutar contra a concurrencia do das culonins
hespanbiilas e bodandezas, rujos engenho* sao opli-
manente admlnilrade*. e tema vantigem de pos-
suir mercado* privilegiados na Europa, qu* sao os
das suas metrpolis.
Aa colonia* bespanholas exnorlam animalmente
9,000,0X10 de libras.
Ai colonias bodandezas exportam 4,000,000 de
quinlaes.
O Brasil Oleehega a exportar 3,000,000 a no esta-
do do airan e rotlna em que se acha a sua fabrica-
rlo de ensacar, impoovet Ihe sera' susleular a eun
curreucia.
A qualidailc do assuucar da Havana he tan su-
perior queo seu mascavado le veude pelo preco do
bronco do Brasil, alm di-so 1 Havana poaaoe canu-
tillos de ferro, e lem ao p de um importante
consumidor, us Estados-Unidos.
As colonias bollndola*, lem romo a Havana, se-
guido us progreasot da fabricarlo do assucar, e
cuino da- possuem perfeilos e poderosos apparellius
os jumaos dus Irabalt-.adures malaios sao baralis-
simos*
as colonias hespanbolas os direilos de exporta-
ran e us do consulado sao de 7 reales por catxa de
IK arrullas, n que vem a ser S pur ceulo.
as culouiaa hollaudezas os direilos de exporla-
cao para os porlos eslrangeiros (para oa de Pelropnlis
nlo pagara nada) sao de (i por ccnlo.
No quadro precedente se ve a prodcelo do as-
surar de belerraba : no seguinle quadro se acha
demonstrada a do de canna :
Cuba tuns. 20.000 350,000 .IJO.OOO 3:20.000
Perlorico 11 13,600 S.^(K) VJ..J00 50 000
Brasil. a IIMi.OOO l:!,t) ICI.OOO 100,001
AmrricailoN.il ys.-JOO 120,400 10:1,000 110,000
o mor; alo lem geilo para pisar
quem pisa em ovos.
Prevenimos a cerlu prnprielario que ha quera
trate de sedu/ir us seus rsrravos para lugir la' para
Caxias. Que glllo esle Figerefll rom que os po-
bres nesriubua Tacara lio longa vienen por Ierra !
Ah ladres !... A pru|iosilo. Sr. Fulano, V. S.
para que que.- em seu engenho esses doa* escravoi
fgidos, otlliaandaj se de seus serviros '
Becorameuilainos muilu aos alumnos de certa
aula de latn, quequando salidera para suas casas,
depois das licfiee, srja com mais recalo, e inlo ani
polns, e eos berros, apostando uns cora os outros
quem mellior imilassc o bode.
MAITA demonslratiro d'agua qu leoe o banco da
barra deste porlo na sein'tna ullimamenle
/inda
1 i 2 Xominacao
i: doa das. | Preamar. 1S pea iuglezes Baixa mar.
S Domingo . 10 paja 1 iglezea
1 :i 2. feira: . 17 11 10 t|2 o
M 4 :1.a feira-: . lli 0 II i>
sai a i. feira. . 15 l|-2 II Il2 11
30 b 5.a feira. . 15 1-2 11
1 7 6." feira. . 15 12 11
s Sabbedo . 15 i\i II 1|2 11
Observaran.
K us difiere ni es ancuradouroa do porlo oacilou a
batxa-marde 13 l|2 e i'J 1|2 a 15 1)2 e 21 l|2 pos
inglezes, e upreamar de 21 1|2 e 2'J l|2 a 23 1|2 a
31 1|2. Em 2 de maia de 1857. Jos Faustino
Porto, pratcn mor.
O vapor Cioauabara, vtndu dus porto* du sul,
Iroote a (M burdo para esla provincia os segundes
pasaagriroi :
l>r. Augurio l.ameiiha Un*, sua senbora, nina li-
dia e nuil criada. Antonio Joaquim Seve e 1 criado,
Uigud de Olixeira Berardv, Antonio Oorreia deVei-
Coiieelloa, II nr\ C.aepeuler, aderes Juao Malaqmas
Bezerra da Loita, Jns Juaquun di Figueiredo l'ei-
namboru, Francisco de Asis Barretu, Dr. I.oiz C.
Aususio da Silsu, lente Jos Antonio Kibeiro de
Fraila*, capitn I.. Francisco Teixeira, rapiblo Fran-
cisco da Cotia Bes Monleiro, alferes Anluniu N'o-
gaeira Pinto, Francolino da Silva Monleiro, Antonio
Carlos Prreira, Jsc C. Pinto, W. Sa' Bnelo Vil-
las Boas, D. Francisca Claodioa de Albuquerqiie, D.
Mara da Silva Pamplona, Joaquim Fr.inciscu Lopes,
Domingos Jos de Azevc 10, Joaquim Vieira de Mel-
lo Piulo, M. C. Lucio de Souza. Jos Vieira de
Araujo l'eixolo e 1 escravo, Ira ici-cu de Alineida
Cunha, Amonio Jos de Sooza Braga, Joaquim da
Cunba Meirelles, Pe iro Delfiuo de Asmar, Julo
Soares Pinheiro, Manuel Francisco dos Sanios e I
meniuo, capiblo Kaymundo Goscalva* de Abran,
sua senbora, 2 criados e 2 escravos, 1 sargento, 2
soldados, 1 deaerlor, e 1 cx-praja.
Seguem nu mesmo vapor aos porto! do norte.
Mauoel Ferreira de Carvalho Jnior, lenenle-coro-
nel Pedro Jos de Albuquerque, Torquatn Elculeno
Barbota de Ligan, lente Aulomo Alexandruio de
Mello, Exm. presidente do l'iauby Dr. Juao Jos de
Oliveira Juuqurica, Anlonio Rodrigues de Souza
Brambio, Tito F. Batigrl. tua irmla e urna criada,
II. I.ibania Aurora de Carvalho eS esclavas, alfe-
rea Francisco Maiiauu de Siqueira, 2 praras e An-
luiiiu do Dos e Silva.
11 1-,dial de cuidado 2 de malo SO doenles
. '/ amanhaa.
Por decreto de 2S de marr,o pasando foi mandado
por em excror,do a nova tarifa daa alfandegti.
I.e-so DO Jurnal do Commercion :
l.onsevidade. uProgressisla de Sabara' de 11
do concille :
o llontcm (i de abril de 1857 sepullou-se na ca-
pella do Rotarlo deala eidade, Bernardo Fagondes,
conlandu 133 anuos de idade Era crioulo e na-
tural desta inesma nd.ide, aonde assislio a prepa-
rar-se u lerreuu, c Irabalhou mesmo de alavanca
no desmolde do morro, em qoe esla' collucada a ca-
lla du Carmo, c ia lancar-se a primeira pedra de
seu fundamento : dolado de urna completan forle ;
e amigo do Iralialho ile mineaclo, como faiicador
ha ara annu Iranspurtoo a cabeca loda a trra que
raspara sobre o menlo de nma casa em que antiga-
menle houve venda na distancia de 500 pasaos puu-
cu mais u mono* para a praia do rio Sabara', aon-
da a lavou en urna canoa, apurando nerla alsuns
vintens de uuro Sempre robuslu leve at ha pouco
lempu em sua companhia nma mulher com quem
viva. Bernardo Fagondes nao goalava de durmir
s. No principio do prsenle auno 1 vida o foi
desamparando, ficando o conhecimento de todo
dis pessoas com quem lidava, at que no dia 5, pe-
las 7 horas da larde, Almpos, que se linha delle
eaqueeido no apertir oa anneis de sua fatal tesoura,
apaiihou-lhe n lio de urna vida que passara sem o-
la que deshonre su.i memuria. A Ierra Ihe seja
leve.o
A febril amarclla na Babia, derlinava diariamen-
te. S. Exc. o presidenta arhava-s* ja reslaheleci-
dn do mal, de que fora a lacado.
A caria de no-so correspondente, emMaeein, que
publicaremos em ulro numero, diz que aquella
provmria goza de paz e tranquillidade, e que a sa-
lubridade em geral be boa.
Arbavam-se a carga, para esle porlo :
Nn do Biu, o paltchu tTimigl,! e a polaca -Ze-
lo/a il.a
No da Babia, o palbabole Dous Amigos ea
escuna "Zeloza.n
Ghegaram a Itahia procedenlea deate ^orlo, a ?">>
brigue inglet Titanii, e o bngue de suerra in-
gle/. iSpy.*
O vapor sardo eVielot Emmanucla devia partir
no dia I-do Cerrante as8 horas da manhaa.
1
50,300
7,000
.7.200
,000
l.l.tKNI I (,200
112,200 120.200
71.ion
i.700
90,000
20.IHMI
07,300
50.200
82,000
20,(101)
50,IH)0
O.OOO;
)
15.000)
118,000
(u.OOO
.O.OOO
82,000
20.0IHI
50,000
20,000
113,000
(10.01 H)
50,000
K0.0J0
20,tKK)
915,300 936,7001,022,70o 1,005,000
P
otve&p0nbmci.
A villa ilo que venhii de expor, e que, infelia-
meide para us, lie da maior venenado, precisu
sera' que us senliores de engenho* brasileirns, saliiu-
du da rutina e da falsa segundada em qoe se acliam,
se eaforcem em |iroduzir mudo, bum e barato.
Ou es .can os meiua para rhesar a um t d resul-
ladu T Ordinariamente he mi* fcil apnntar o mal
do que arhar Ihe o reme lio, e lio preciso evitar
utopias ou Irivialldade*.
Mndo pode fazer o sovernu imperial eslsbelecen-
do alguna engenho* modelos para nelles se habilita
rem os operarios, creando um jornal especial, e ea-
laheleceudo coneoraot: diminalnde us direilos da
consulado, c sobretodo fazen lo ebrir estradas. au
basta porern isto ; he neCMurio que os senhores de
engenho ae persuadan do pens que lao de prximo
as amele*, e Iralein de cuujura-lu.
Para esse lim devem :
1. Melhorar o Irabilho dn campo, irrigndoos
cann-viaes. c einpresan lu aradus.
2. Melhorar e iperfeieoar a construegau doa en-
s-nbos para obler da canoa o maiur reiidiiuenlo que
pos i ve I for.
3. Manipular mellior o Itluear para melhorir a
sua qu. Iid.nle, e deixar perder a menor parcella.
4. Batabeleeer boas fernaihaa, de nj ineiri a apro-
vedar lodo calor, |iara eritai nlo precisar de ou-
lro combudivel alem du bagaje da caima.
5. S imprimir us manejos de"animaes. e eslabele-
cer us de vento, como nos Estados I.'nidos, onde ja
se le/. 1 om animaes
6. l'.-l ibalecer e-lufas para seccar o a'surar.
7. i'er bou* mostrea de a-sucar, que laibara fazer
relame, para o que he ueressar 11 algnmi in-trun 1 1,
He melhor pagar nm pouco mais 1 om metlre de
asauear, que sabe aproveilar ludo, du que estar
expolio a peni is que frequetementa nllerere a ope-
rarlo do colmenlo, quan I nao he ella bem di-
nsid.'i.
8. Nlo seccar nunca o asiurar no chao.
!i. I litro Huir us appareihus centrifugo*, que sau
de pouco rusto para purgar assucar.
10. Renunciar ao aatigolyilema de purgar com
barro, e .i/.e-lu cm proprio assucr derretido,
como -e faz hoje as colonia- Trancezas, bespanholas,
o bullan Ir/as.
11. Esl'belecei p-alns arlilirian para o alimen-
Sr*. rtddctare'.Para comprovar a minha se-
gunda assercao, a que me compromelti nu seu apre-
riavclJurnal|. %, isiu he, que a popularao da ei-
aaae do Kecife, aorerio uma vantagam inmensa,
cun o conlralu das carnes verdes, cumple reinon-
lar-nus .1 poca de sua celebraeao, em fin de 1850
e principios de 1851.
Os lamemos da populacho, aa queixai daa familias,
eo escandalu do monopolio, eram 13o graves, queo
Exm. presidente Souza Bamos se viu ubrigadu a pe-
dir uma medida a assemblea proviucial, esta, de-
pois du apreciamenlo da urgencia da necessidade,
volou a eoncessao, e qoe o governo providenciasse, e
den llorenla conlos de ris para applicarao deisa
providencia, ialu se passou em lim de abril* e prin-
cipios de man. de 18.51 ; e lal era a urgencia daiznr-
cuin.taimas anustadoras, que a companhia foi obri-
gada a dar romero a seus ehcargoa, logo, no f de
judio de 1851, sera mearan ler lempo de prover-ie
dos ensijameiiio- necessarioi para ta forle empie-
za, maa o pailecimenlo do polo, urga a prumptidau
do remedio, e toda esta cidade prcaenciou que a car-
ne vente, que ale 31) de junha se venda por 16 e
2U patacas, no I -de julliu te vendeu por -jiOO, e
assim por diunle, sem que a companhia recebesie do
governo um s viniem.
A pr.pularao faninta, correu los arouguea, e sen-
.111" u?';-aao de ",ala" 80 rezei diaria., matavam-
itai e 110. para lupprir a avidez com que o poto
de-ejava .alionar a carne verde, a prero cummodo, e
que a lodus era permittido usufruir, porque a came
a 7.) res a libra, lanto o pobre pode comer carne
rreica como o rico : de forma que a companhia lulo
o linha qoe suppnr ao povo das fregoetias contra-
tadas, como al aa habilaiilcs do redor da cidade,
na circunferencia de 5 a (i leguas: isto sao verda-
des que todos presenciaiain e que nao podem ter
contestadas.
Provarci. pois, agora, quanlo foi que a popularlo
do llecife lucrou com o ealabelecimenlo da carne
verde pr contrato, aus prerus de 250) no invern
e .I5200 no verlo, o que se reduz iu termo medio
de 2>8lli) unjo u anno.
2,400 bois que se consumala cada
mez, a 8 arrobas, sao. .
.\ preco de 2>S00 rs. medio, ao
auno, da' a importancia de. .
A popularlo comprara esla carne,
lermo medio (..... houvesse
cuutrato 1.58OO, ou 15 patacas)
unpurtava........
Lucro da populacao ein cada maz.
Lucro ern I anno ou 12 mezes. .
Lucro da populacao uus 3 annus do
?10",ri""- _....... 1,38-2:ilM).500O
1 ortanin, fars. jedactorei. a populacao da cidade
do Kecife lucrou, islo he, os chefei de familia pou-
param dos seus gastoi, no arcan cerno varde, a
somma de mil trezenlos e oitenla e dooi conlos do
ris.
Islo nao sao inventa*, sao fados demonalradrta
por cifras, qua podero ier analy-ados a'viala das
oceurrennas que lemos presenciado depois que fin-
dou o conlralo, rilo qoe 1* sofiria ante delle, e que
deu lugir a loin.ir-se a medida.
Agora se calcularmos pelo non :ro ds fucos cu
quer o enjoalivo grande Ion, que se nflo pule casar familia leremos em resudado o guilde
com aquella casia -impliridade. Ilu luvavel no 80 h.ns por dia o 8 arrufis, sao (W
campo. He meo humilde parecer, cora di/.em s i arrobas uu 2080 regalandu-i
advogados, que ae aubslitols-e a seda pela camhraia, a i libras por lamida eo 5120
que lio bem asienta om eenhorai, e principalmente fosos, cada familia comprara-4
as mlieiiiiilns. b'.irarn au coirespondeide este go'lo Ido carnea. ...
que elle I lies assesura mais duraran us praterea Compraril as mesnias \ ao, ",'
inneeenteidat raaniOe*. nopohsias a IV) r. se nao hou-
Suube que o Exm. Sr. conselheiro Sergio linha ves-e conlralo. .
dcuado a presidencia da provincia. Aperar de nao Difieren;* diaria a favur'd cada
termo* receblo favor alsum de S. Exc.. nlo pode- familia pobre.
moa coa ludo negar, que ana aimimslracao Irouxe O que f.u em um nW *
jgunt beata pronorii. O seu reldono iao inmu- E -omina en 1 annn
rio-o e blo bem elaborado dar' a saber ao estraii- Cada fago ou familia calculada i
gem, que 1 lea de nos deve fazer ; lelorinou virio* consumir i de came sanhou
cosime* que fetiam tiopei;ar as rodal da admiuis- : em rada anuo '
Iraijao. U pooco lempo ein que se demornu entre Calculo, que .o'inenlc' be appli'cav'el, a' popularao
11-. 11,10 Ihe perintdto de reilu. que n is pre-tasso os irinjoos abata li 1 l uiai.au
serv.ro* que promeiii.m ,, ||sU,e|. e pralica. Ileveudu entrar era linha de reda quanlo be eco-
Porlella, peniambucaao intelligtnle, nomirn o preru lixo da carne, porque o r|,cfe de
ai neeetiidade* da Ierra confiada a *oa familia no era' enguado pelo seu cummador e
- recunheciJmenle .....derada a pru- canta com certeza, quanlo necesatta dar diari.raeii-
denle, pn.mede un, excrdleMe sovernu. tc m, ,^ ',,,,, de ^^
O nono amigo e vitinho Btm. bario do Klc lor-! econumia domestica.
do egiinda rice |'.,ece loerivel que. a'visla da semelhanlcs dados.
VILLA DE ItllARASSU
30 de abril.
A ptilafO do Salvador fin cotnmemorada nesla
villa na ordem lerreira de S. Krauciseo, e na igrej
do I.mmenlo, e se os aclus nao foram feito* com
aquella pompa, que se noli nessa capital, houve
mudo asseio e devocao, sendo digno ile neOfan o
sepulcro da ordem lerceira, e bera assim o enterro
do l.ivramentu. Ha bem puucu lempo a ordem ler-
reira exista abandonada e em estado de completa
ruina, porm o Dr. Adelio 1, que lem empregado
malta alleaogo na conservarlo e reedificarlo dos
templo, cuiuu provedor de capellot, lez, como ja' Ihe
disse orna vez, reviver aquella corporac/io lao Ilus-
tre e to mil. Coniegoio, sendo nisio poderoeaateate
coadjuvado pela ronfraria, e principalmente pelos
syn neos Joao Ilaplista Teixeira Civaleaati, Jo-e
Dominsues de Laura, e ti ministro reverendu Se-
baaliao Kibciro !>--,. reparar o que se acbava
arruinado, piular o consistorio, comprar, leudo o
concurso dos irmaos e liis, cortinada de dainasro e
alcatifa ; de maneira que a ordem lerceira, bem
que prensando anda de mudas colisas, ufaua-se de
aer boje nina das larejas mais lunpas, e era possuir
era seu seio boa gente, que espontneamente lera
corrido a lomar u habito du S u'.o Patriarcba. A ir-
mandade do Livramenlo combina a disliuguir-se
pelo zelu e acliviiede com que se porta.
Com a passagein pascboal, da pendencia ao rego-
sijo. nao nos limitamos a comer do cordairo cun pao
sem fermento ; eulregamo-fioa a paua-tempo* mais
profanos. Houve t sabbado de aleluia uma parlida
democrtica na casa di cmara, bem coucorri la e
com o servir, regular, e no domingo um excedente
Oir* na Casa do Sr. I.aiz llandeira, onde tive u
(irazer anida uma vez, ver minhai patricias quadri-
Ihar, waltar, wanovlar. i-'oi una imite completa.
l'eimitlir.M, c,m ludo inuilus billas patricias, qu*
Ibes faa uina observarlo. O luxo he a mono daa
sociedades pooco opulentas, alen de que a seda re
19,900 1.1
53:7(i0-M00
93:1609000
38:1009000
4(i():ei0050l)(l
350
bUO
250
7>">0<>
909000
903000
OSr. llr
conbecedor
admiuistrac.l
ser e-querido. Creio ter provado o lucro que a popularlo do Re-
A -esuranca ind vidual lera .ido porlorbada por rife e seus suburbios. eri'o, Ins anno, em qoe
alsuns ra-os dados na villa e fura della, prero a f......pprida de carne verde pela companbia, que
Europa
MUTILADO
------es, e pela certea do pontual pacameolo de
us Iguaranuenses esperara ancioios pela deciao aeus capilaes, o ciue fare do meo aaoninta ramm.
lodoi tslcs tpicos cxigem deieovolviaitutoi, que das eleiSei do circulo, faiem totoi pan que lej I nirado. q OimparJ.


DIARIO DE PERNAMBUCO SEGUNDA FEIRA v DE MAIO DE 1857
S nt.
CAMBIOS.
sobre I.ondre, 27 3|4a 60 d. o 27 7|8 90 d.
c PaAs, 350 ra. por fr.
c Lisboa, 95 por % de premio.
a Ido de Janeiro, 2 por 0|0 de descont.
Arran do banco 50 por cerdo de dividendo por cori-
ta do vendedor.
a compauhia de Beberibe (08000 por acr.lo
,i coinpaoliia Per aiobucana ao par.
a Utilidade Publica, 30 por ceulo de premio,
a Indemnisadora. 52 ideii.
a a d estrada de forro 20 por 0(0 de prem o
liiscnnlo da leltras, de8 a 10.
Accea do Banco, 40 a 15 de premio.
Ouro.(Jucas liespanholas.
kloeda de 65100 Iba .
c iiVimi novas .
i < 4*000. .
I'rata.I'atacoes brasileiros. .
Pesos coluniDarifts. .
meiicanos. .
ALFANDEG-A.
Itendimenlo do da i .
lie ni do ia 2.....
28 289500
. 169000
. ItijOOO
. 9J0O0
. 2j0O0
. 2SH00
ljS60
18:9815-29 i
I1:9:il;7ll
30:916^005
Uescarreaam lioje de maio.
Brisue msleiElisabacalli.o.
Barca inle/.aCouri.rr.iriulia du trigo.
BriKue frauc.il',erre le Grandcernelo.
Hule brasileiruOlintlarannlia de trigo.
CONSULADO (ERAL.
Kemlimeiito do dia 1..... 3:866*573
dem do dia 2....... I:50
5:3009833
DIVERSAS
Kcndimonlu do da 1 .
dem do dia 2 .
PllOVINCIAS.
...
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1060023
"mF&SSI de BtwaTAtVO pkla'm'esa
2 fc MAIO UE 1857.
LisboaBr^ue perluguei Tarujo I, Mauoel Joa-
qim amos e Silva, 22 saceos assucar biauco o
mascavado, 13 cascos mel, 78 saccas algod.lo.
LisboaOulr-r porlonuca Marganda-, Aiuorim
Irman*. 7 barris mel, 10 pipas cachar,".
I ortoUniera porluguea Olinda, Manad Joa-
quim Kainoa e Silva, 600 saceos assucar brauco e
iiuscavado.
EXPOHTACAO'.
Aracaly, Itiate nacional a Aurora, coilduzio o se-
gninte :110 volumos geueros eslrangeiros e na-
eionaes.
H10 Grande do Norte, laucha nacional Peli das
Ondas, condoli o seguinte :67 volumes suero
estrangeiros, i culonas para enganho.
Liverpool pela Paralnba, barca ingleta Elvira,
de o-7 toneladas, condutio o seguinte : 2,800
saCaaanucar.
RioGrauladnSul, brigue hrasileiro D.AffoB-
so., o* SI2 lonelarfa, cqiioiiiio o seguiule :4,600
coeos, 1,i., barricas com 10,532 arrobas e 7 libras
de assucar.
Liv.rpnol pela Parahiba, barca inuleta Matlnl-
de, de jo, toneladas, couduio o seguinle :2,100
S5SSS!" I0'500 arr"b" assucar.
RECEBiotmiA UE RENDAS INTERNAS E-
RAE DE 1'ERa.lMBCO.
HendiioeDlo do da 1..... 619,108
dem do da 2....... 9%.,liu
Assucar -
>
/
1:6165022
CONSULADO PROVINCIAL. "
nenmmenlo do da t 3:4199378
dem do da 2......, T':IHI*I71
3:4279952
PRACA DO RECIPE, 2 DE MAIO DE
1857, AS 3 HORAS DA TARDE.
Herala semanal.
Lambos--------- Sacou-se a 27 5|8 a 60 das so-
bre Londres.
AlgodAo----------Enlraram 732 saccas, e os prerns
de 79500 a 79OOO por arroba Ml-
aratfl Brutea. Venteu-se urna
pdrlida de 110 saccas multo supe-
rior .1 7970U por arroba.
--Os brancus niio foram procurados,
11 ero consta se liiesse venda del-
les. Os mascavados porcm estive-
ram animados, vendeudo-se o cha-
mado Lisboa de 35200 a 9)V250
por arroba, o Aaaarlca de 29060 .1
.'190.50, e o Lnual de 50 a 2I00
rs. Enlraram 23,108 saceos, e o
deposito consta smente de brao-
. \ '"", ojoal nanli mande.
liacalhao---------()s ,,,,.,-. variaram conforme a
qualnlae de 5 a I5S por barrica
e ti'aram em deposito 7.O0i; bar-
ricas.
Lame secca O consumo foi maior, por is-o s-
ineulo licaram em deposito 8,000
arrobas do Rio da Prala a 6,000
do Rio Grande do Sul. Vendeu-se
de I96OO a 59 por arrolla da pri-
meira, e de 59200 a 53800 da se-
gunda.
Farioha da trigo- Vieran ao nosso porto dnus carro-
gamenlos, dos quats um sequo
para o >ul a uulru licou ; e enlra-
ram 600 barricas viudas do Hio de
Janeiro, com hs quaes licaram bo-
je em ser 2,800 barricas do lialu-
moro, 200 de Hictimoud, 3.100 de
New Orleaus, e 3100 de Trieste.
Vendeo-ge a prmieira de 20j a
229, a ieguiida a 269, a terceira a
229 o a quarla a 283.
Descouto---------- O diiiheiro lem sido procorado e
o rebate um regulado a 10 por
cpoIo ao anuo.
l'retei ------------Ha falla de navios.
Tocaram no porto : 3 vapores, 2 navios com mi-
la de pene, 1 com cacao a 1 com farinha de trigo.
Enlraram : 9 de cabotagem, 1 com bicalhio, 2
em lastro, 1 com farinha de trigo e I com diHeren-
les gneros europeas.
Sahiram : 4deaabolagem a 1 com carregamentos
da gneros do pan paia porlos eslraugeiro".
I- ic-irain no porto 35 emharcares, a saber : 1 a-
mericana, 23 hrasileira*. 1 francea, 3 hespauliolas,
3 iuglaus, a 4 portagaaias.
BAHA, 29 DE ABRIL.
Cambio!.
Londres a 60 dias de vista 28a28l|8d.
Pan*........313 a 315 o fr.
Haniburgo.......6.5 650 m. b. 11.
Lisboa 04 a 98 por 0|o
Dobres hr- Pejas de 69100 velhas. I69OOO
de 49...... 99OIIO
Pataces brasilciros. 19920 19960
Mexicauos 1;8t0 19860
Fretes.
Canal a ord. para o Reino Unido 15 s. a 15 n.
Entre Havre e llainburgo 10 s. a 15 nom.
talllco.
Liverpool 30 s. a*sur. nom.
l|2 por libra alg.
Londres 10 s. nom.
Ilamburgo nu Bremen 12 s. a 50.
Trie.le 15 s. a 50.
Havre 011 Marselha 60 nom.
J irna\ di llahia.)
Navios entrados 00 da 2.
Rio de Jaiu-ir 1 a porlos intermedios7 dia, vapor
brasilairo aGuiuabara, commandaiile A. C. de
Brito.
t.alli.n de l.ima77 ilias, ^,lera inglesa nMonlzn-
marya, de BW toneladas, capullo I). Me. hinnon,
equipageia 25, carga gua:io ; a ordera. Veio re-
frescar e segu para Londres. Perlence a Glas-
gow.
Parahiba5 dias, hiate Ijraslleiro "Conceicao Flor
das Virtudes, de 20Wnela.las, mestre Aletao-
dnno da Costa e Silva, equipagem cars^ loros
de mangue ; pau|0 jos Bautista. Perlence a
Pernsmh'ieo.
Navios saludos na mesmo dia.
Liverpool pela ParahibaBarca tnglexi Elionor,
capilao Me. W. II.Jow, caraa assurar. Pa>sa-
geiros, Brai Ferreira, Maciel Pcreira Hraz.
H-v0,
O I)r. Anselmo Francisco Pcrctti, commpn-
dador da imperial ordenad Rosa ciui-
dc direito especial do commercio, nestz
cidade do Reeife c provincia de Pernaroa
buco, por S. M. o Imperador, (iUC l')COs
Ku.ude, ele.
Kafo soberaos que a presente eart de ed-
fos viren), e delta noticia tirerein, em bomo
Francisco Xnvier da Fonseca Coutnbo me di-
rigi por escripia a pelicSo do llicor seguin-
le :
llni. c Exm. Sr. Hr juiz de direito do
cotnnierr.io. Francisco Xavier da Fonseca
Coulitiho,(]iierlazercitora Manoel Jos Frei-
ro de Audradc, para primeira ueste juizo vir
assignar os 10 dias da lei as snas leltras jun-
las-por documento sendo una dn 2367072,
e oulra de 321-450, ambas vencidas, sendo
condemnado no principal, juros, e c.islas,
suato allegir e provar embargos que o re-
leve. E porque elle esteja ausente em lugar
So sabido, como j provou o suppljcuule
neste mesmo jui/o poroccasio do arresto
que requereu, o fez effectuar em scus bens,
requer a V. Exc. digne-se de o mandar cilar
por editos, com o prazo da lei, sob pena de
revelia.
Pedo a V. Exc se digne deferir-lhe avista
dos documentos juntos : pelo que, recebura
merc. Joaquim Jos da Fouseca.
E mais se niio continha em Jila peticSo,
que sendo-mo presentada, profer o meu
despacbo do tbcor seguinle :
Destribuida, como requer. Recite l.-de
abril de 1857 a. F. Peretti.
Emaisseno continha em meu despacho
aqui copiado, em virtude doqual foi a poli-
cio destribuida ao escnvo Francisco Igna-
cio de Torres L'audeira.
E como o supplicanlo ja bouvesse iustifi-
cado a ausencia do Supplioado em lugar nao
sabido, fez o referido escrivOo passar a pr-
senlo carta de ditos, com o praz.) de 30 das,
pelo tbeor da qual chamo, cilo, o lioi por ci-
tado ao supplicado Uanoejosc Freir de An-
drade, para que no referido prazo compreca
neste juizo para allegar aua defdza nor lodo
o conleudo na peticao cima transcripta, sob
pena de proseguir a causa ds dovidos ter-
mos a sua revelia.
Pelo que, toda c qualqucr pessoa, pren-
le.-, amigos ou condecidos do referido sup-
plicado, o poderao azer sciente do que ci-
ma lica exposto
E para que chegue noticia a todos, man-
dei pastar o edilacs que aerfio alxados nos
lugares do coslutno o publicado pela 1111-
prensa.
Dada e paseada tiesta cidade do Recite, aos
? de abril de 1857.
Eu Francisco Ignacio de Torres Dandeira,
escrivo do juizo especial do commercio, o
liz escrever.
Anselmo Francisco l'erctti.
)*4^?^ *
Directora u,s obras mi-
litares.
Precisa-se fazor no quarlel de cavallaria
algumas obras para substituir as tarambas
por camas ou barras : quetn disto so quizer
encarregar, pode comparecer na directora
at o dia 4 de maio prximo futuro, queab
achara o nrcamenlo, c tara O ajuste,
CtUVSEI.Ht) ADMINISTRATIVO.
O consclbo administrativo lem de comprar
0 seguinte :
Para o presidio de Fernando.
Brim Lira neo para lencoes, camisolas, toa-
Ihas e froulias, pe em velas de meia libra, arrobas i, camisas
de (huella 20, cobertores de 13a 50, bacas
de rame pequeas*, escarradeiras de me-
tal 50, pratos de louga 50, chicaras e pires
casaos 24, bules de lou?a 4, assucareiros 4,
lesouras pequeas para curar caustico 4,
curdas ue embira para andaimes 200, ropa-
ros otiofre do calibre 12, 8, espirito de vi-
nho, caadas novas6, alcatro, barril I, vas-
.-ouras de piassava 30, telnas.millieiros 4, li-
jlos de ladrillio, inilbeiros 4, frechacs de 20
a 30 palmos 40, encliameis de 24 a 30 dilos
10, travs Ue 30 dilos 12, prancboes ae am-
rello 4.
Obras militares.
Tijnlos de alvenaria grossa, milbeiros 4,
taboas de forro de lour.i, duziasS, ditas de
assoalho do dito, duzias 2, vidros pequeos
para vidracas 510.
9.- bataltio de infantaria.
,-Caniveles 2, area pietn, libras 6, compen-
dios de arethuiotica por Avila 6, livro-im-
presso para registro auxiliar do geral djjja-
talhSo para os assentamentos dps ofliciaes,
coiilendo 32 i'olhas 1.
Conipauhia lixa do pa^llari^LJ ,
Mantas de algodiio 61, luvas brancase al-
godflo, pares 120. # ^
Fortaleza do Brama t
Livros em braneo pautados, de 15Qr I'o-
lhas 1.
Hospital regi mental.
Assucareiros de louca 15, bacias de rame
sortidas 30,ditas de louca lO.bules de dita 15,
chiuelasde c.ouro,pares 100,conchas de cobre
2, esquife coberto 1, mauleigueira de louca
15, sitete scui armas, pequeo, coui o ds-
tico hospital reg mental do Pernambuco 1,
chita para coborlas, covados 120. "
Arsenal de guerra.
Cadiuhos do none n. 10,20, liabas bran-
cas, libras 10, .lilas pretas, libras 10, capa-
ros, arroba I, lio de algodao, libras 06, sa-
patos feitos na provincia, pares 610.
EscripturaeSo do almoxarifado.
I.ivros oblongos, formato grande, du papel
paulado, sendo um de 300 tuinas, um de 200
lilas, dousdelO, um de 100, um de 30, o
Laboratorio pyroteehnico.
Papel carluchiniio, resmas 40, papel car-
15o, resmas 8, salitre relinado, arrobas 6,
resina decajueuo, arroba 1.
llicinas de 1.a e 9.a classes.
Costadinbos de amarello 6, taboas de lou-
ro de assoalho de 12 a 14 polegadas de lar-
gura, duzias 20, arcos de ferro de 2 polega-
dos e meia, arrobas 20, ditos de diio do po-
legada e meia, arrobas 10, colla da Babia, ar-
robas 2.
Ofliciua de 3." classe.
black-verniz, barris 1, alcatro, barris 1.
Ollicina de 6.a classe.
Couros de beterro, envornisados de bran-
eo 2.
Quera quizer vender taes objectos, apr-
sente as suus propostas em carta fechada
na secretaria do conselho as 10 horas do da
4 de mam prximo vindouro.
Sala dassesses do conselho administrati-
vo para fornecimento do arsenal de guerra.
27 do abril de 1857.Manoel Ignacio Unci,
presidente interino.Bernardo Poreira do
Carino Jnior, vogal e secretario.
O iiiin. ,sr. inspector da tbesiarnria
de fazenda, manda fazer publico para co-
nbecimento dos interessados, que, nao obs-
tante baver o major Jos Joaquim do Reg
Barros, obtido sentenrja em grao de revista,
mandando restitnir-lhe os terrenos compre-
heudi los entre o boceo da Molefa, o as ulti-
mas casas por detraz da igreja do Pilar, que
fazeni face para o Forte do Bium.e acham-se
na posse da foseada nacional, como de ma-
naba ; a niesnia fazenda continuara a mau-
ter-se na posse em que esta, o a baver a
pensao dos respectivos foreiro-, nmquanto
por aquello major nao for precncliida a clau-
sula comida na mesma sentonca de fazer
medir e demarcar judicialmente as50 bra-
cas do trra, que Ihe dao os seus ttulos de
sesmarias.
Secretaria da tlies-niraria J fazenda de
Pernambuco no primeiru de 1857 o ollieial
maior, Emilio Xavier aobreira do Mello.
TRIBUNAL DO COMMERCIO.
Por esta secretaria se fazjmblico, que nes-
la data inra foro registrado ueste tribunal
o brigue nacional .rS. Jos, pertcncenle a
Francisco Alvcs da Cunta, e Thomaz de A-
quino Fouseca & Pilho, cidadaos brasileims
o domiciliados estes nesta praca, e aquclle
no reino de Portugal.
Secretaria ao tribunal do commercio d
Pernambuco SO de abril de 1857.No im-
pedimento do ollicial-maior, Dinamcrico Au-
gusto do llego liangel.
Pelo quarto baialbao de artilharia a
Pe, em oumprimento do dotermiaogo do
Exm. Sr general commannanio das anras
desta provincia, se decan para conhocimen-
t de quero convier, que no dia de maio
crreme, proceder-s-ba na secretaria do
mesmo batalhao, na ra do S. Benlo, na ci-
dade de Olioda, a arre natacSo dos medica-
mentos precisos para a enfermara do dio
bstslhSo, sendo que na mesma cidade s ha
um senhor pliarmaceutico que se propOe a
dar os ditos medicamentos : os proponentes
devem comparecer no lugar e dia indicado,
pelas 9 horas da maulla. Quarlel do dito
balalbao, na Cidade de. Olinda, 2 de ma.o de
1857.Jos Antonio Je Araujo, 2 lente
agento da enfermaria.
MU BE
Janeiro.
Segu em poucos dias o brigue nacio-
nal FIRMA, tem a maior parte da carga
prompta : pura o reftoque llie falla, pas-
sageii-osje escravos i frote, |>ara os qu es
lem excellentes commudos, trata-se com
os consignatarios Novaes|C., ra do
Trapiche n. 54, primeiro andar.
I'ara o Hio fie Janeiro
segu com brevidadeo veleiro brigue nacio-
nal DamSo; tem parte du carga prompta ;
para o resto, passageiros o esclavos a fete,
paia oque tein excellentes commodns, tra-
ta-se com o consignatario Jos Joaquim
I Dias Fernn Jes, ra da Cadeia do ltccife.
CICaIIA.
Segu com brevidade o patacho Sania
Cruz, recebe carga e passageiros : a tratar
com Caetano Cyriaco da Costa Morcira, na
ra da Cadeia do Itecife n. 2.
Paia a Babia
segu em poucos dias o veleiro palhabolc
Castro, forrado de novo, por ja ter a maior
parto da carga prompta ; para o resto trata-
so com seu consignatario Domingos Alves
Ualbeos, na ra de Apollo n. 23
/>'t';i O Assti'
sahe uestes dias o hinte Novo Oliuda ; para
carga e passageiros, trala-se com Tasso lr-
inaos.
Compatihia
i wveo'a y fio a Vapor Jlum-
biiigD-ir isileirn.
-. \
>,
tttU$$

a*.
Para o Ho de Janeiro.
Segu com toda brevidade, o bem conhe-
ct lo tingue nacional Almirante, lem grande
parte da carga prompta, para o reslo, psssa-
geiros e esclavos, cara o que tem ricos com-
monos; trata-se com o consignatario Jos
Joaquim bias lemandes, ra da Cadeia do
Itecife.
ACAliACIJ'
O palhaboleSobralensa vai sabir com bre-
vidade, recebe carga e passageiros a tra-
tar com Caetano Cyriaco da Costa Morcira,
na ra da Cadeia do Recaen. *>
PROVINCIA.
O Sr. thesoureiro das loteras manda
fazer publico, que se acham a venda, no
pavimento terreo da casa da ra da Au-
rora ii. 2(, bilhetes, mciose c|uartos, da
daquarta parle da sexia lotera do Gym-
nasio, das 9 horas da maulia
noite, cujas rodas andam no
corrente.
Thesouraria das lolerias 1 de maio de
|8.7Josr Januario Alvcs da Maia, es-
ciivao das lolerias.
u'8 H
lia S
da
do I
Lotera
DA.
]*OTAllCia.
Oabaixo assignadn vendeu os seguintes
premios :
i quarto Numero 2752 S:(IOOS
.OTERIA DO
Mi de Ja-
neiro.
:OIIO.i.
loja
Espara-*e de llamhursri o vapor inslcz UOI.DEiN !
I'LEKCE, edapoM da ilcmora do cosluine egoira'l
para llahia e Um de JaneiVo : para freles on paata-
alrof, no qual tein axcellenles cnminudos, liala-se
com us aseules, na ra da Cruz n. 1.
I -3
LEIL

HE M0I1II.IA E FAZF.NDAS.
0 agente Pestaa fara leilao, por eonta de
quom perteheer, de diversas fa/endas ingle-
sas e francesas, como chitas, cambraias
francezas muito lindas, chales de algodao,
guar.lanapos de linbo para mesa, e diversos
objectos de marcineria, de Jacaranda e de
amarello, uovos e usados, pianos, lanler-
iias.^audelahros, npparelhos de porcelana,
vidros, porc3o de vinbo de caja", algumas
oaixasejm excellentes tmaras, algunsne-
gros de ambos os sexos, e inultos ou.ros ob-
jectos que se acliam patentes ao exame dos
compradores : quarta-feira, o do correte,
as 11 horas da maobaa, no armazcm do
agente cima, ra da Cadeia do Hecife n. 35
Jos BaptistS da Fonseca Jnior fara
leilao, por iutervencSo do agente Pestaa,
de SO barris com manlc.iga francesa a mc-
llior que ha no mercado, desembarcada ha
pouco : lerca-feir, 5 do coi reate, as 11 ho-
ras da mantiaa, no armazem do Sr. Aunes,
delroute. da alfandcga.
Leilao do moradas de casas,_____
O agente Pestaa fara leilao de 3 murarlas
de casas terreas, novas, de pedia e cal, co
bens quinlacs, excellentes cacimbas, mura
das em roda, a sabe:', urna na ra dosGua
rarapes n. M e duas ni ra do Urum : quei
pretender ve-las. dirija-dea casa da ra d ..
Guararapes u. 20, e o leilao ser fcilo na
mesma casa n 20, quinla-feira, 7 do -cor-
rente, ao meio dia.
O preposto do agente Oliveira fara lei-
lao por ordem do lllm. Sr. cnsul de Franca
nesta cidade, e aulorisacSo do lllm. Sr ins-
pector da alian doga, do mantiincnto da bar-
ca francesa Baracbois, coniisliudo em bola-
chas, biscoutos, farinha de trigo, manteig
de porco, conservas etc. quarta-feira 0 do
Correte, as 10 horas em ponto por ter as 11
uutro leilao), ua referida alfandega.
Por causa das ebuvas, e chegada de
vapor, niio se ple eifectuar o loilio auiiuii-
ciado para 2 do corrale, por ordem e em
presentado lllm. Sr. cnsul de Franca nesta
cidade, por intervencHo do preposto do agen-
te Oliveira, eem um s lote da barca fran-
cesa liarachois, legalmeOto condemna la
oeste poi tu, de lolai.-ao 176 toneladas, com
todo o seu apparelho, veame e massame, tal
qual se aclia ancorada em dito porlo, onde
os pretenden es a poJem examinar com an-
tecipa^ao, eeuiout.ro lote, o chrotioinelro
da dita barca : lera pois lugar este leilao,
quarta reir G do correte, as 11 horas da
manbaa, na clianceilaria do consulado do
rranrja, ra do Trapiche Novo.
; Estando a retirar-se para a Europa no
primeiro vapor, o lllm. Sr. Ur. Mullcr, o pre-
posto do agente Oliveira fara leilao de toda
a sua mobiiia, consistindo cu mesa redonda
em consoios com pedra, sofas, cadeiras, di-
tas do balando, e de bracos, baoquinbas
para jogo, relogio para mesas, jarros e ou
tros enl'eites de porc diana para dita, qua-
dros, espelhos Jo paule, lanternas, touoa-
dores, guarda livros, secretaria de m.)guo,
guarda vestidos, guarda roupas, marquesas
banquinha d.j costura, commodas, lei tos de
ierro grandes e pequeos, lavatorios, mesas
uejantareaparadores, umi consertinacom
escala e msicas, um carrinlio p .ra meninos,
apparolhos de porcellana para jaotar, o para
cna, urna porcao de marmcllada, garrafas,
copos, mesas de engoinmar, trem do cozi-
ulia, c inlinidades de oulros objectos : qum-
la-leira 7 do crrenle, as 10 horas, na casa
de sua residencia no Reeife, ra do caes ue
Apollo, no primeiro andar do nico sobrado
'luc tem soliio encarnado.
O agente lo-ja far loilo em seu ar-
mazem, na ra 4o Collegio 11. 15, do um
grande e completo sortimento de obras de
marcineria, novase usadas, bem como duas
excellentes mobilias le Jacaranda com pe-
dra, um lindo toilet lamben] de jacaranfla,
tima ptima mobilia do amarello, de raz,
cadeiras, marquesas, consoios, mesas de
jantar, e outras muitas obras avulsas, etc.
candelabros e lamer.las do vidro, ptimos
canrjfeiros ingleses para meio do sala, relo-
gios de parede, quadros, una grande porciio
de baialos cestlnhas o conservas francesas
de novissimo gosto, corles de vestidos de
seda de dlITercntes padrOes, u~.a caixacom
miudesas modernas de todas as qualidades,
eoutros minios objectos, etc., etc.; assio
co 1 o taraoem fara leilao de diversos esers-
vos deambos os sexos, entre os quaes so-
bresabem urna preta ptima cozinbeira e
engommadeira, o urna parda, perita costu-
reira : quinla-feira', 7 do corrate, as 10 ho-
ras lia manliSs.
it*:&9& %it>tt&0&
Preciss-sedo .im perfeito cozinheiro:
em casa do llr Sabino Olegario Ludgero l'i-
nho, r::a de -auto Amaro Mundo Novo) 11. 6.
I)-se a quantia de 50 a 200 a juros,
com penhores: na ra Nova 11. 12, loa, dir-
se-ba quom da, das 11 horas do dia as 2 da
tarde.
--- JoSoDiniz Rlbeirodafcunhs, juiz mu-
mcipal suppieiiia em exercicio, da audien-
cia as liarles das 8 horas da manbaa as 3 da
lar le, na casa de sua residencia, raleo do
Collegio n. 1, segundo andar, e nos dias de
audiencia, na mesma audiencia.
Precisa-se de urna ama quesaibsco-
sinhir, engommar e fazer o servico diario
de casa de um homem cp.sado sem lilhos : no
paleo do Paiai/o, sobrado que volta para a
ra da Roda, segundo andar.
AOS -20:000.;, 10:000$ E
Na praca da Independencia
10, acham-se a venda os noves bilhetes
da lotera para as obras do Santissimo
Sacramento da antiga Se, a qual devia
correr 2!) do passudo, is lisias esperamos
pelo vapor sanio, que lamber devia sr-
hit no primeiro do corren le : os premios
serao immediatamente pagos em a mes-
ma loja cima.
aVBSBSBBBJBH BjaBBBBJSaaB _
O anai\o asuana lo, feridu da mala poiigeiila
'ndale |iel< pauamenlo .1 ana prelada c sem-
pre Icinlirada mi. I). Alaiandrioa llosa Pi-
ineulel, vein i*'r esle jornal dar um solemne
;i te^temiinho, nina prova irrefraaaTel de sua
acriaalada aralldSo a lodaa as paaaoaa que e
dignarana as-nsiir a exaqaiai r-ils na iureja
do convenid da Saa-Vrauoiaco, pela roeama li-
nada ; nHo padendo, poria, deivar de espe-
eialifar oa graadioSM favore que recebeu das
dignatcorporacSai religioaas Carmelita e Fran-
aiaeanr, bem rumo da respeitavel Ordem Ter-
ceira de San-Franeiico, os quaea tiraran era-
vados em sus memoria, e jamis a man do
lempo apagara' o seo profundo recoulieci-
mento.
Jo3o Vctor da Silva Pimciilel.
Uerife } de maio de 1857.
!
Lotera
l)\
provincia.
rriu.ei
ra parte <'; oitava
lutera da boa-vista.
VI*, stima vez em se-
g-uidu, foi vend ia sor-
le grande, nos bllietes
riibricadospf.io abaixo as-
sig'tiado
2732 r:000.s2 (ruartos.
2852 1:500meio bilhetc.
200dem,
100.Vbilliete.
10(1$r> ((uailos.
KlO.s'billute. ,
100jmeio billiete:
otl.sidem.
50jdem.
TiOj'detn.
>0.S'2 fjn.-ii tos.
")0,S'idem.
oOtimeio bilhetc
garanta (ios f por
dent \)\ de ser recebd
ipeuas sabir .: sti geral,
na van da Cadeia n. SO,
primeiro andar, ou na pra-
da Independencia oja
40.
/*. Liyme.
Quart-feira 6 do corrente, em prar;a
presidida pelo lllm. Sr. Ur. juiz dos feitos da
fazeiida nacional, so bao de arrematar a
quein mais der, os bens seguinles. penho-
rados por csecur;0es damesa, contra seus
devodores:
L":na pequea
osr,
2001
2SS
I50i
i 93
.0
80
948
.1011
>3
1082
A
ca
n.
rasa torrea sita na ra do
yueimajo a. 57, com i-2 palmos do frente, e
36 de fnndo, quintal murado, avahada eiD
2:501)/rs., de los Antonio de Oliveira.
A posso de um terreno de m irioha em Po-
ra de Fortas n. 168,Com -MU palmos dt len-
le, por 7003 rs.
dem de umdito slagado,no fundo do mes-
mo cima, e com os meamos palmos do (ren-
ta por 350a rs., de Joaquim Ignacio de Ca-
valho MendunQa.
Urna casa terrea fcita de cale tijollo, na
ra de JoSo Fernandos Vieira n. 3, com ^'0
palnus de frente, e 70 de fundo, cozinba
fora, quintal murado o cacimba, por 700SOO0
res, dos herdeiros de Maris do Rosario.
Urna dita leita de madtira a barro, no lu-
gar do Moutciro, a margom do rio, com 70
palmos de frente!, e 50 do l'uii lo, por 2t0->,
de Jos Beroardioo Pereira Brito.
12 cadeiras o um sola de madeira Jacaran-
da, tudo por 5G3rs., de Manoel Eugenio da
Silva.
Quem pretender alguns dos mencionados
bens, comprela ao lugar o hora do eos
turne.
Reeife a de maio de 1357.-0 solicitador
do juizo, Joaquim TlnioJoro Alves.
Como mira lor da ra Direita, he nc-
cessarlo que se demonstra com evidencia a
verdade do que publicou a Pagina Avulsa do
primeiro do cerrante, relativamente ao es-
turhio causado na viziohanca da mesma ra,
em urna dessas noites, cuioeslurhio so deu
publicamente na casa u. 123.
LOTERA
DA
DroYincia.
O abaixo assignsdo vendo a dinheirn a vis-
ta, sendo da quantia de lilo-OO') reis para
cima, os bilhetes, meios, e quartos, pelos
pregos abaixo mencionados, na ra da Ca-
deia do Recite n. 5, esquina da aladro de
Dos :
llhelcs 59500
Meios 2-750
Quartos 1-3N0
Por Salustiano d
recebe
5:000
8:5009
1:250?
Aquino Fe reir,
Jos Fortunato dos Santos Po'to.
No dia 27 de abril evadio-se da casa de
Antonio Miguel .ia silva, morador na fcgue-
zia do cabo, junto ao engenho Algo do-es,
denominado Cosselro, o escravo Virissimo,
crioulo, ijade de 38 a 0 anuos, pouca bar-
h.i, altura regular, rosto descarnado, com
um salto no filiar, secco do corpo, ps com-
pridos, dedos dos niesmos como roidas as
unlias, cor preta ; est- pretu he muito co-
Dhecido em Sennhaem, na F.scada, em San-
io AnUo e no Itecife : roga-se a todas as au-
toridades, tanto puliciacs como cacitSrs de
campo o faqam apprehender, que serao re-
compensados. Assim como se gratilica a to-
do aquelle que delle der noticia.
1 bilheto 1557 200/
1 qoarlo 3011 BOj
1 dilo 53 50S
o mesmo tem esposto venda os scus fe-
lizcs bilhetes, meios e quartos da quarta
parto da sexta lotera do Uymnasio Per-
nambucano, os qua -s nao estSo SUJeitOS
descont dos oito por cento da lei.
por Salustisno de -.quino Ferreira
Jns ForlUOatO dos Santos Porto.
Precisa-se de un rapaz de 10 a 14 au-
nes de idade, para servir de criado : a tra-
tar no Hospicio, junto ao quarlel, casa do
desembargadorMendos da Cunta.
--- S< gunda-feira, 27 dopassa&e mez, de-
sappareceu do sitio du Jos llygino de Mi-
randa, emS Jos do Hanguinho, u mea val-
lo rodado peilrez, com cimas e cauda pre-
tas, e urna cicatriz no pescoco de ama san-
gra : roga-se, portante, quem delle soubcr
ou tiver noticia, de leva-lo ao mesmo sitio
ou na cocheira da ra da Cadeia n. 7, que
sera recompensado.
Antonio Duarte de Oliveira liego faz
sciente ao commercio o -'O publico em ge-
ral, que traspassou sua 1 ija de (aseadas,
sita na ra da Ma Ir do JJeos n. 7, a seu li-
Iho Jos Duarte du INiveira liego, (cando
dilo seu lilhii aulorisa lo c obrigado a liqui-
dar todas as transaCC/Ses da loja, quer acti-
vas quer passivas, constante lo balance as-
S'guadj por ambos em data de 17 do corren-
te, ficando o aiinuuciaiite igaalmenie obri-
gado ao passivo da loja, coulrahido por si
al esta data. Itecife 30 do abril Jos Duarte de Uveira llego faz scien-
te ao respeitavcl publico e ao corpo do com-
mercio, que aceitn o traspasso que fez su
pai Antonio Duarte de Oliveira Reg, do sua
oja de (aseadas, sita na ra da Aladre de
lieos n 7, (icaudo aulorisado e obrigado .;
bJI'quidarastransacQOes da loja, quer activas
"quer passivas, constante do balanco assig-
tiado por ambos em data do 17 do corrente
liedle 30 de ahil d.; 1857.
Arrenda-se ou vende-sc um sitio junto
a matriz da Varzea, com casa de vivenda
griiudo, e bastantes arvores de Inicio, bem
como larangeiras, clesenos, e oulros : a
fallar na ra de Hurtas, sobrado ti. 2, segun-
do andar.
Avisa-se ao publico, que ninguem ar-
remate a melado da casa da ra da Clona n.
45, que nulo annuncio de 2 do corrente he
dada como pertcncenle ao ausente Joaquim
Eloy da Cosa Moutciro, pois que este ausen-
te apenas lem na dita casa 399&000, ademis
aqui existen, muitos herdeiros do mesmo
que lambum sendo consenbores da dita casa
tant estado de posse da mesma mais de 10
anuos.Gregorio da Costa Motilen o.
- O abaixo assignado respondo ao an-
nuncio do Sr Antonio dos dantos Ferreira,
aflrmando-lhe que n3o compre, e nem de
qualqucr forma aliene predio, ou qualqucr
bem pertencenle a aleixo do Prado, morador
e eslabelecido com padaria na iiovoacio dos
Afogados, visto einquanlo se niio decidir a
accao que o abaixo assignado move contra
o dito prado, visto como todos os beosdes-
ie senhor, eslao sugeitos a indemnisacBodo
abaixo assignado ; e para que o Sr. Ferreira
so nao chamo a ignor ncia.s i faz o presente,
que servir tamben) para provenir a oulra
uualquer pessoa, que por ventura quizer
comprar, ou alienar beus do dito Prado, as-
severandoo abaixo assignado que proienie
vencer a dita i]u.'sta.o contra o referido ,\lei-
xo do Prado, porque lem justica, o feliz-
mente conlia na iutelligenca e reciidao do
meratissimo juiz, para quem appellou da
* nleaca do Sr. Dr. delegado, o mencionado
Prado.Por meu pai Francisco Goocalvcs
Seivina, Manoul Guncalves leiles.
Furtaraai Uo estaleiro de Santa Itita na
none de 30 de abril para o primeiro de
maio, um eostado de amarello : roga-so a
quom quer que seja offeiecido, que o appre-
benda, e paruepe no mesmo estaleiro ao
Sr. Joao Tilomas Pereira, que gratificis ge-
nerosamente
Joaquim Dias Fernandes vai a Eu-
ropa e deivi por scus bastantes procura-
dores, em primeiro lugarao Sr. Jos Joa-
quim Tcixeira: em segundo, ao Sr. Jos
Joaquim Dias Fernandes, e em terceiro,
ao Sr. Joao Tarares Cordeiro.
-No da 2'J do dassado mez, as 9 horas
do dia, sabio em procura de utua cabra ibi-
cho) um par iinbo forro, de lime Guilber-
mino, de idade de 10 a II anoos, o al o pre-
sente nao appareceu ; levou camisa branca,
chapeo du palha amarella ja vc-lho, c tem
una (Crida no dedo grande do p : quem do
dito pardinho souber avise por esle Diario,
ou mande dizer na ra dos Martyrios n. 34.
Precisa-se de um pequeo de idade ue
13 a 1-4 anuos, para eaixeiro nesta praca,
dando liador a sua conducta, prefera-se por-
tugus : a tratar na ra do Padre Monaco
ii. 31, ou ua ra da santa Cruz, deposito n
7, das ti horas da manbSa as t da larde.
-No dia 5, as II horas, na sala das au-
diencias, depois de linda a do Sr. Dr. jui? de
ausuutes, se ha ue arrematar a melado da
casa teriea n. 45, sita na ra da Glora,
avahada em 800-7000, pertencenle ao ausen-
te Joaquim Eloy Monteiro. Nesse iiicsmo dia
o hora sa ha de arrematar o pequeo resto
dos terrenos da ra Imperial, pcrleQc.'Dto a
heranca de Antonio da Trindade.
- a-se 207 -lo slitguel por um preto que
saiba cozinhar, ou por um moleque quesai-
ba fazer os servidos de urna c.isa de estudan-
lus: quem tiver dirija-se a ra do Trapiche
n. 7, primeiro andar.
Jos Antonio do Mallos, subdito de 2
M. F. vai a F.uropa.
Jos Narciso Camela, declara que nun-
ca mandou, nem manda tomar (aseadas, ou
gneros sem ditiheuo, ou bilhetes de sua i
letra, e por elle assignado e nao pagara
quantia algumaJe lazendas, miudezas, ou
genoros sem se Ine apresentar ordem, ou bi-
lliutes ua dita conlorinniade.
-- A pessoa que por engao levou de
bo.-do do vapor rrlguarassu', no dia 28 do
corrente, urna mala de pregara, com o no-
mo a uiargem, Esequiul Luis VVaaderley,
quer.'ndo restilui-la, dinja-sea ra do yUe"i-
mado n. 7, que sera generosamente recoin-
paosada.
Acha-se em negocio para ser vendida
a casa torrea na ra imperial n. 89 : quem
livor alguina cousa a reclamar sobre a mes-
ma, dirija-se a ra Augusta n. 17, ou decla-
re por este Diario no prazo de 3 dias.
Francisco Seralico du Assis Vasconcel-
los, vai para tora do imperio, tratar de scus
negocios.
'3 'u! ^ .1 .....sii..i iLnu,., medico pela uui- ,--
. varsidadi ue Coiolbra, mudua sua residen- r'*'
...; ra da la iloCauus. para a ra Nova n. '"
'3 ''', eguodo amijr, tolirado do Sr. Dr. .Nu-
lo, e lili CuoUlla a rei'clier, las IS s 10
ras ,!,i uiaidiA.i, e das 3
as
CTJEIOSAS
I) 39 A, confronte ao Rosario em Santo An-
tonio, ven loa grande falla que havia nesta
capital de um adiantameoto para as senbo-
ras que trabslham em doce, gomma, e ou-
tras massas, tez o sicrilicio do mandar vir
urna porcao de formas de Ggnrss as mais
porfeitas que he possivel rabricarem-se na
Europa, as quaes livrarSq aessas senhoras
do levarem lempo immenso em aperfeicoar
qualquer objeeto com ou dejos, o que nao
sahlra nunca com a perfeicSo de urna for-
ma : portante qualquer pessoa poder* vir
neste eslabeleci ment, que se consente le-
varem para experiencia, dexsndo peuhor
0 ou dando cuiiliecimenlo, e s us precos sao
Icommodos.
Precisa-se de urna pesssoa para tomar
cotila de uma cobranza, que excede a quan-
tia do 3:000-7000 rs., sendo os devedores re-
sidentes nesta praca, gralifica-sa a pessoa
que quizer tomar eonta com a porcontage
queso convencionar, dando um liador ate a
quantia de 400* rs. a quem convier pode
dirigir a ra do Collegio n. 7, scguudo andar,
das 0 as 9 Doras da manbaa
Precisa-sede dous tioinens para felor,
e que trabadle, sendo um para silio, e outro
para um engeiilio perto di praca : quorn
pretender dirija-so a toja de lazendas no
Passeio publico n. 7.
Precisa-se de uma ama secca para ser-
vido .le portas a dentro, para casa do pouca
ramilla: na ra larga do liosario n. 40, sc-
gundo andar.
4FISO.
j* liaras d.i ni.iiilia.i, e du 3 CS 5 da larde,
<,? peaioai que o ipieiram cooiultar.
.* '*y.: '..- ..",*'.'- "'.-* *- '>'-.<- -.
ur f .*r -Jyiir WSS> <& <$ '".'".,. .,'-yj
Continua a estar fgido o escravo Jos
crioulo, idade 18 a 2j annos.com pannos no
rosto dos dous lados, tainos lias costas, tor-
nozelOS botadas para fura, por causa do bo-
bas: julga-se tur ido ara Ingazeira por ter
mai nesse lugar, foi comprado 5 Joaquim
Jos de Sania Auna, em das do/mez du de-
zembro prximo passado, e fulrio em n de
jauciro do crreme anuo quem o pecar
leve-0 a ra da Guia, taberna B. y "'
Jos Antonio Vasquea, ju'lga nada de-
ver nesta piaca, nem for delta, mas se al-
guemjulgar-se seu crud-,,-, aprsenle suas
cuntas no razo de 3 da,, para seren pagas,
iiecilj 1 de maio de 18,7
AMA.
Na ra das l.aranjjiras n. 14, segundo an- !
dar, precisa-ss u*(a ama que COzmhe, ou-
gomuie, para uirv pessoa : paga-se genero-
samente, e prel^re-se escrava.
Pracsa-a alugar um prelopara fazer
o se.rvico de/Uma casa do pouca familia :
prefere-sa e/cravo : a tratar ua ra da Cruz,
armazem \. 40.
Pretsa-se alugar urna ama forra ou
captiva : ha ra de lo. tas n. 10.
Pede-sc com muita instancia ao Sr. Alfre-
do Joaquim Ferreira, que chegou ha poucos
mezes de Lisboa, de se dirigir a ra do Cres-
po 11. 1.4, terceiro andar, que muito se Ihe
desoja fallar, a pedido de sua familia, ese
nao quizer ter o incommudo de vir, pode
escrever a Joaquim Dias da Silva Lomos,
mandando dizer sonde mura, para sur pro-
curado, ou annuncii! por este Diario
O thesoureiro do patrimonio dos or-
phaos, constando-llie que ^ Sra. Maria
taimes do Amparo, pretendo vender a pro
priedade, Corno da cal, scieutifica a quem
interessar possa, que parte da mesma pro-
priedade perlence ao dito patrimonio.
Tbesourana do conselho aiininistralivo
do patrimonio dos orpbaos 1 de maio de
1857. u Ihesoureiio, Joaquim Francisco
Duarte.
.No dia 29 do mes prximo lindo, des
appareceu da casa a. 60da ra da Aurora,
um papagaio conlrafcito : quem o achar, te-
lenda a bundade do o mandar lovar no lugar
mencionado, quesera recompensado.
Fazem-se capas.balinas,chamarras,e ca-
pas viatoras : na ra da Sensato Nova n. 36.
Atiente);*.
Desejs-se fallar com particular interesee
ao Sr. Manuel Fructuoso, residente no bairro
da Boa-Vista; e assim pede-sc ao mesmo
senlior que, ou se dirija a ra de llorlas n.
N, primeiro andar, ou declaro por esle Dia-
rio qual a ra e dcima da casa caique mo-
ra, para se le fallar ; ceno de que trata-se
do um negocio que ihe peder muito con-
vir.
Precisa-se alugar u .1 primeiro andar,
no bairro de Santo Antonio, nao sendo o alu-
guel de mais de 200:; a 24'lnnot) a.inuscs ; ou
mesmo urna casa terrea moa : quem livor
annuncie i-ara ser procurado.
i\o da 8 do corrente, depois da audi-
encia do juizo de or.liaos, vilo praca por
renda animal um sobrado na ra Augusta
11. 94, urna casa tenea na ra do Ouro 11
12, uma dita ua ra de AgLas-Ver.ies n. 57,
o outra dita ni ra DIreiia n. 114, com fu-
ios para a ra da Aguas-Verdes, ile a ulu-
llla piafad.
Precisn-sa de costuraras : na ra da
Cadeia .o liedlo n. 4o, primeiro andar.
Preparam-se bandeijas com bolinbolos
dos maia bem leilos do nosso mercado, e
jiielhor gosto de bandeijas entintadas para
bailes, casamentos ou qualqucr funerjao, po-
los precos mais razoaveis : aspessoasquo
quizerem taes cucotiiincndas, assim como
podios, bolo inglez de massa, e pao-de-l,
procure ua ra da Pcnha n. 25, segundo an-
dar.
Precisa-se de urna ama que saiba cu-
zinbar : na ra da Aurora n. 30
abaixo assignado tem justa e coutra-
tada com o Sr. Alcixo do Piado Freir a casa
terrea, sita 11a ra Direita dos Afogados 11.
ti ; portete se alguem se julgar com al-
guui direito a niesnia casa, dirija-so a ra
dos Pescadores n. 1, no prazo de 4 dias, con-
tados desta data. Itecife 1. do maio do 1857.
Antonio dos Sa-.itos Ferreira.
Ama.
Precisa-so de urna ama para casa de pou-
ca familia, que saiba cozinhar, e engommar,
com toda a porfeicao, o naga-se bem : na
ra do Collegio n. 15, armazem.
Caixeiro.
Ofl*ercce-se um rapaz porluguez par-i esi-
zeiro de escriptorio, o qual falla o escreve
pprfcilamentc O francez, o tvm alguns prin-
cipios de inglez quom precisar annuncie.
Precisa-se de um pequeo de 12 a 14
anuos, que saiba ler e escrever, para dedi-
car-se pbarmacia : na ra Direita u. 31.
A?fticii de ;? ss-.perte.
Agencia de passaporles, despachos de es-
cravoa c qualquer servido que pertencer ao
tribunal de polica i pira eujo lim procre-
se o annuucianle na ra do yneima.to u. 25,
loja do Sr. Joaquim Moutciro da Cruz, o na
rus da Cadeia do liecife n. 49, loja do Sr.
Manoel Antonio Monteiro dos Santos.
A pessoa que julgaivse dono de um ca-
vallo ruco, sumido nos lins do mez passado
ou principio do corrente, dusta praija, e bem
assim de uma bosta melada, baja ds appare-
cer no engouho Agua-azul, do abaixo assig-
nado, na comarca de Nazaretn, que avista
dos signaos que dr, ser-l'.ic-ha entregue o
cavallo, qucdxiste em poder de um seu mo-
rador, c lera noticia da be>ta.
.-Interno Luiz Pcreira Palma.
.elti
39 a.
Nesta confeilaria confronte ao liosario em
Santo Antonio, ha para vender delicados
quadros de gesso em alto relevo, e de di He-
rcules imagen em ponto ncouen
tissimos.
ponto pequeo, o bara-
Augmento de
OI'IK'
x.
Antonio Lopes Pereira de Mello, faz.
sciente aos devedores da loja de calcado
da ra da Cadeia do Kecie n. >, i|ue foi
dirigida pelo finado Alexandrino Pedio
do Ainaral, que tein marcado o prazo
para sen embolso ate o lim do mez de
maio do correnta 'uno, lindo este, en-
tregara,' ao seu procurador para este re-
oeber judicialmente, coitos de <(ue dessa
dala em diante, nao lera' contemplarao
com pessoa ulguma ; por isso previne
com lempo suflic'iente para depois nao lia-
ver queixa. Reeife -T> de ai il del857.
Antonio Lopes Pereira de Mello.
Attencao
o
I!. C. Vates & Companhia: estabeleeidos
no Itio de Janeiro, ua ra do Hospicio n. 40,
vendo um annuncio publicado em uma das
follias de Pernambuco pelo Sr. Hartholomco
1'". de Souza, preveuindo ao publico que o
verdadeiro xaropo do bosque s elle he
quem vende,prevenimos ao mesmo publico,
que o nosso xarope he remullido do Itio de
Jrueiro pelos cima proprietarios ao Sr.
Manoel Alves Guerra, e esle senhor fez o de-
posito para ser vendido na pharmacia do Sr.
Jos da Cruz Santos, na ra ISova 11. 53, ni-
cos por nos autorisados para venderem o
nosso verdadeiro, e mais prevenimos aos
senhores consumidores, quo ha porto de 5
anuos os rotlos collados as garrafas sao
asignados por llonry Prins, como procura-
dores dos cima proprietarios. Hiodciauei-
ro 13 de Janeiro de 1857.
Retratos
DO
Insigne actor Joao Caef ano dos Santos.
Veudern-so as lojas dosSrs. Jos Cantoso
Avres, na ra da Cadeia do Itecife, e Sr. Jos
Nogueira de Souza ra do Crespo n. 2, pr-
ximo a ponte, a2J500, eatSUOO, conforme o
modelo c papel que be escolente.
Refioaria de
ego& Barreto, no Mon-
teiro,
No deposito desta reGnaria, na ra da Ca-
deia do Reeife n. 30, ha sempre assucar re-
tinado de superior qualidade, tanto em p
como em torrOes e em pues, por prego mais
commodo de que em oulra qualquer parte-
/ua iVova n. 54 a
Acaba de receber relogios de todas as qua-
lidades, lambern oculos para todas as vis-
tas, por ore^o muilo em eonta.
O Ur. Ignacio Firmo Xavier faz publi-
co, que mudou sua residencia para o seu si-
lio na Passagem da Magdalena, que tica ao
norte da estrada entre a ponte grande e a do
Chora-meniuo, e ahi tem preparado uma
casa de saude com todos os commodos para
O tratamento de escravos, cujos senhores
residam l'ra da prara, ou "que nao os pos-
sam curar em suas proprias casas : quem
para islo quizer-se utilisar de seus servicos
mdicos, que ser5o desempenhados com o
maior zelo, dinja-se ao pateo do Carino n.
9, primeiro andar, ou no referido silio da
Mag Jaleiia. Prec2/OOu diarios exceptu-
ando conferencias, sanguesugas e opera-
ces.
Anda so precisa no sobrado da ra de
S. Francisco n. 8, como quem vai para a ra
Helia, do uma preta escrava por aluguel, que
saiba comprar e fazer os arraujos de uma
casa : quem a tiver dirija-se ao mesmo so-
brado, ou annuncie para ser procurado.
ccisa-se
alujar tima escrava para uma familia cs-
trangeira, para servico interno de casa :
a fallar na ra do' Trapiche, n. 12
primeiro andar.
lie chegado loja do Lecomte, no aterro
da P.oa-Vista n. 70, o excedente leito virgi-
nal de rosa branca, para refrescar a pelle, ti-
rar pannos, sardas e espinhas, igualmente o
afamado oleo babosa para limpar e fazer
crescer os cabellos, assim comop imperi-
al do lirio de Florenca para brotoejas eas-
peridades da pelle, conserva a frescura e o
avelluda lo da primavera da vida.
teOtiptiZ.
Compram-so travs de 25 a 35 palmos
de compritnento, e palmo de grossura : na
livraria da praca da Independencia n. 6e8
Compra-se uma cabra costumada a
criar menino : na ra de S. Francisco, so-
brado n. 8, e na livraria n. 6 e 8 da praca da
Independencia.
Compram-se 2 escravos do 14 a 16 an-
uos : a tratar no escriptorio de Jos Joa-
quim Dias Fernandes, ra da Cadeia do Ite-
cife.
Compra-se efTectivamenle na ruadas
Mores 11. 37, primeiro andar, apolices da di-
vida publica e provincial, acc.esdas compa-
nhias, e da-se dinheiro a juros, em grandes
e pequeas quantias, sobre penhores.
Compra-se uma casa trra com com-
modos para familia, as reguezias de Santo
Antonio, S. Jos e Boa-Vista : trata-se na
ra Augusta n. 17,
Compra-se uma casa na ra Imperial
ate a fabrica de sabflo, sen Jo chSo proprio,
nao se odiando a prego : a tratar na ra
dasCruzes n. 20, taberna.
Compra-se nma caixa para relogio, que
esteja em bom estado : quem tiver e quizer
vender, dirija-se ao Forie do Malo, ra do .
Burgos n. 31, ou annuncie
rado.
para ser procu-
Compra-se a Legislago do*Brasi!, dos
annos de 1836 e 1837 : na ra das Calcadas,
sobrado amarello n. 12.
Compra-se um escravo preto, mari-
nbeiro : na ra da Cruz, escriptorio de An-
tonio Luiz de Oliveira Azevedo n. 1.
Compra-se um moleque de idado de
16 a ISaunos: na ra da Cruz n. 1, escrip-
torio de Antonio Luiz de Oliveira Azovedo.
ettiw.
A furnlaria e lateara da ra Nova, defron-
le da CooceicSo n. j*, precisa de ofliciaes de
funileiro para trabalhar, a meio feitio, ou
"mpreitadr, ou mesmo a jornal, com aug-
mento ao que gani'ar em oulra qualqucr ol-
Dcina, co 1 tanto que sejam peritos e bem
comportados.
Ai'.
n<;ao.
Scientica s-j a quem convier, que .1 r-'vi-
sSo de pesos, medidas c b laucas, principia
do 1. do curente a lindar no ultimo de jo-
lino : na casa da afericSo, no paleo do Ter-
so n. 16.
35523S "'"'"'''';'^ ?kfba ":'* -- -
; MHTISTi ffkSCSZ. *
g Paolo Galgueas deoliau, ra Nova n. i: -y
'J n.\ mesma caa lem anua e pa dentrilice. v
..'-^ -.--.-. .?. ..,-,,; :.;^ ..?-.?;-.,2 -..-. .-. J
Preeisa-sc alugar
m '... < -.r'-^- .^ ..."
um prelo possante,
embora seja bruto, para trabalhar mcnsal-
menle nesia typograpba, dando-se o sus-
tento : na livraria ns. 6 c8 da praca da. In-
dependencia,
Metliodo facilimo.
Na livraria da praga da Independencia n.
6 o 8, vende-se o mothodo facilimo para
aprender ler, novamente impresso e aug-
mentado, por mil reis.
Sao muito Anas
e de rsiuito bous gestos.
MussuIihs muito linas, matizadas com
, lindas cores, da padroes muito bonitos e
inteiramente noTOs; vendetn-se pelo dimi-
nuto prec de 560 rs. o cova.lo : na ra do
yueimado n. 22, loja da boa f.
o Sr, de enenIio.
Na ra do l.ivramenlo n. 16, vendem-se
cobertores de algodao grandes, proprios pa-
ra a esUcao do invern, pulo barato preco
de500 rs cada um
Vende-se uma mulatinha do idade de
1 para 8 anuos, sendo bonita figura : na ra
do Queimado n. H.
Vcnde-sea taberna da Capunga n. 3,
perU ncente I Francisco Joaquim Duarte ; a
Iralercom JoSoSiatao, na ra do Vigario.
Vende-se uma preta do 20 annos, de
muito boa conducta : na ra da Gloria
n. 55.
VenJem-se saccas com milho : no bec-
co largaido Itecife, taberna quo vira para a
Sen/ala Mova 11. 3U.
Cheguem a pechincha.
No trapiche do Hamos vende-se arroz pi-
lado a 2-000 a arroba.
Vende-se a sumaca Diana, Tundeada
nesle porlo. junto ao trapiche do algodSo :
a tratar com JosGongalvesMalveira, na ra
do Crespo, Ioa n. 10. *
MUTILADO

ILEGIVEL
.- ^.
...


DIARIO UE l'EHN.VMbTO, SEGUNDA fEIRA IDEMAIO DE 18.V7.
tes.
Para liquidar, vende-se na na do Quei-
mniiu n 35, em lalas de 2 libras, por prego
mullo baralo
f?
T4M>
O.
vinda ltimamente de
e em Libras a 120 rs. :
No eteptorio de Brender a Brandil M* J *. ^
&C., rua Calas de linho da Rusta, verdadeiros.
Forro a imitadlo do da Succia.
Ferro ingle/, em barra, l'ollia e vergui-
nlia.
Vendem-se duas legoaa de matas per-
to desta praga, perteucentes ao sitio Alle-
uio, ns quaes matas s3o Zui'bi. Cacimbas
e Descanso, e tambes> se vende urna e duas:
i; 11 < 111 pretender comprar, di rija-se a ruada
Scnzal Nova n. I, que s- dir quem ven te.
Vendar1"* un cabriolet novo, com n
scu competente cavMIo o arreios: na coehei-
ra ilo Luyo do arsenal de manaba, o ahi
adiara com quem tratar.
Claudio Dubeux
Wndem-se velas mistas, proprias para
malar forminas, e para que csifio muillSSI-
nio approvadas : noseu cscrintorio, ra da
('adeia de Santo Antonio u 13,
Acha-se venda uro cscravo mulati-
nho, de 9 a 10 anuos de idado : na ra da
Cruz do Kecife O. 62, a tratar com Antonio
Francisco alarlins.
PALITOS IRANCEZES.
Vendem-se palitos e sobrecasacos de pan-
no lino preto e de cores, com gola de vellu-
do e forrados do seda, de 22# a 28}, sobre-
casacos pretos, forrados do seda a 28?, pali-
tos de casem ira de coies, com gola d vellu-
do a 21/, palils do alpaca de 6 a 109, de
linho de cores a 3000 : na ra Suva, loja
n. 4.
xa deca |> ni : na (unJiro de
na ra d-i Rrun us. 6,8c 10.
U. W. Kowinan
da
\geneia
t'inuiiyao
ra dr.
CLAUDIO DDBEDX
Vendem-se velas estearinas, proprias pa-
ra canos a 1-120 cada pacole de 8 velas, :
no seu escrinlorio, ra da Cadeia de Santo
Antonio n. 13.
Sal do Assu.
A bordo do patacho Anua.
Vendc-se una vmanda nova para janclla,
mu:lo rica e bem fornida, com 29 palmos de
comprimeiilo, bem como 2 ditas de 7 palmos
rada urna, sendo estas mais singlas, lulo
por aneo couuuodo : para ver o tratar do
ajuste, na obra de pedreiro defroute de S.
r'iauciscu.
Claudio lubeux
Tcndo recebido urna factura d 2,000 bar-
ris de polvors, dos melhores fabricanles,
vcne-os a HoOOO; as amostras acham-sc
no seu escriplurio, ra da Cadeia ue Sanio
Antonio n. 13.
Chegado uestes das.
Caisas com 8 molhos de ceblas por loo,
sacas com feijo mulalinho,e fradiulio de Ma-
ranhao conbccido por feijao maca>sa ven-
de-se na travussa da Madre de Dos o. 15.
VIMIO lili LISUOA
em barris de 10 em pipa : na ra da Cadeia
do Itecife n. 30. armazem.
Baslo & hemos, na ra do Trapiche no
Itecife n. 17, tein para vender os scguinics
gneros, e por prego o mais commodo que
for possivel : tijols de marmore de 10 pol-
legadas, quadrados ; mesas redondas, todas
de marmore, de elegantes goslos, para meio
desala; pedras quadrilongas do dito, lisas
e com recorte, para consolo*, aparadores ou
commodas, podeudo algunas dellas servi-
rciu para campas de sepultura ou adornos de
r. tarumbas; com inscripgoes ou sem ellas,
por lereru as dimenses e grossuias apro-
pnadas para islo ; pequeas pas do dilo
para agua benta, para igiejas ou capellas ;
degraos de dito de 7 e 14 palmos de couipri-
nieuto, paia soleuas ou oseadas; cadeiras
genovezas muilo leves, fortes e ile liom ges-
to, para salas de jsntar, gabinetes, etc. ; al-
canfor relinadu, em lalas; flor de Europa,
priineira sorle; soda bespanbola para fa-
bricar salino, da mellior qualidade.
Continua-se a vender penetras de ra-
me para os suihores refinadores e padeiros:
no pateo do Carino, esquina da ra de llor-
Us n. 2
Vcndc-seum lindo bergode amarello,
novo, uina comieda de 4 palmos 6 do coicprido, propria para roupa, rendas e
Mcos de Iiuha para loallns, camisas o lon-
gos : na ra do Collegio n. 18, seguuo
andar.
Barato Vcndem-se borzeguius franc.ezcs, do lus-
tre, novos, pelo prego de 895OO cada um :
na ra do i.ivramcnto n. 29.
Alijodo monstru, he pe-
chiiiclia.
Vende-se algodo monsuo com S palmos
de largura, proprios para toalhas e leucoes,
pelo diminulo prego de 60o rs. a vara : na
ra do yueimauo n. 22, na loja da boa fe.
He tao barato
que admira
Pecs grandes de superior couro de lustre
a 4/300, aar-atos de borracha dos melhores
que ha 110 mercado, para homeni a 39200,
para senhora a '2-06OO, e meninos a 2020 : na
ra dos Uuarlcis, loja 11. 24.
Bichas tie Hatburgo.
No velho deposito de bichas, ra estreita
do Rosario n. 11, recebeu-so 4 viveiros de
bichas de Hamburgo, e esta retalhanJo a
f.jot'O o cento, e em porgo por meuos.
Vende-so um pequeo sitio 110 lugar
rio Uarro, onde morou o fallecido Manuel
Pacheco de Rezeude, em trras do Sr. coro-
nel Matiocl Joaquim do llego Albuquerque,
com urna SOiTHvel casa cubera de leltia, to-
do cerrado, com muitos ps de limoeiroj
junios a cerca, com bstanles ps de fruelo:
quem o pretender, dirija-se a .Narciso Jos
da Costa l'ecrira, no pateo do Carino, ou a
viuva 110 uicsmo sitio.
Vende-se carne secci de Buenos-Ayres
a 4? rs dejdontevido a 4/30 cada arroba :
na ra da Praia 11. 4.
Vendc-se on permuta-se o sobrado de
um andar n. 49, sito na ra Imperial, cauto
da travessa do Lima, por outro sobrado no
bairroda Boa-Vista, que teulia commodos
para grande familia, e volta-se a quantia
que for razoavel : quem pretender, calenda-
se com o desembargador Santiago, mT casa
de sua residencia, na ra do Hospicio.
Peunas de ema, cera do abelba c de
carnauba.
Na ra da Cadeia no Itecife, loja n. 30, do-
fronie da su a da M-dro de Dos, ha para
Tender uajpMberos cima, reccuti ment che-
gados, pp|ecos razoave s.
Atteneiio!

MadapolSo Ono e ordinario;algo lozinhos
encorpados, com pequeo toque ilc avaria,
vende-se barato : no armazem de fazendas,
de J0S0 Jos deGouvcia, ra do Queimado
n. 27.
Superior bolacha
Trieste, rom poroso
na ra Direila n. 8.
Chapeos de fiel-
tro e bet de cabello pa-
ra iiteuiaus.
Vendem-se ricos chapeos de teltro para
meninos, enfeilados con; litas e plumas, pe-
lo baraliuho prego de 3o500, bonetes muilo
lindos de cabello a 23 rs. : na ra do Quci-
uiado, na bem condecida loja da boa fama
n. 33.
Charutos de Hava-
veiieiu-se
. Astlty
hSellins e relalos.
SEI.I.INS e KELOC-IOS de patente
lagle : a vemla 11a armazem de
Ilustran Kooker ; Compunliia, es-
quina do iar.ii do Corpo Sauto uu-
iodo 48.
Low- 'lo r,
ova
11. 4i.
Neste estabeleciineuto continu'a a haver
um completo sortimeiilo de moeudasemeias
moendaspara engenbo, machinas de vapor
e taixas de ferro batido e cuado de lodosos
malinos para dilo.
u
jffas
1 sean
::
tiii casa
C.
para sen hora.
Vendem-se superiores ligas de seda para
senhora, muilo bonitas e de muitos pa-
drees, pelo baralissimo proco de 1?200,
Iviou c 2^000 : na ra do (Juchuado, na
bem conbeciua loja de miudezas da boa la-
ma n. 33
N. Bieber c companhia, ra da
Mu/, n. 4, vendem :
Lonas da Hussia.
dem iuglezas.
BrinzSo.
linos da Kussia.
Viulio do Madcira.
Algodo para saceos de assucar
da
240 e 320, ditas cruas e brancas para ho-
rnero a 160, 200, 240, 320 e 400 rs., diUs de
cores de lio da Escocia lamhem para honiem
a 4'jo e 300 rs. : na ra do Queimado, na
bem contienda loja de miudezas da boa fa-
ma 11. 33.
Faea
s,
gar
s e
es
20 rs caivetes de cabo de chifre de viado,
de 2 folltas, muito boa fazenda a so 1 rs., di-
tos de 1 s folha rom rabo de madreperola a
800 rs., oilos muilo linos de I s lolha com
cabo de inarlim a 1-600 c 2/, ditos de 2, 3 e
Al.;od3.oziiihu
P&EfAS BE ma
iao para padres.
Vendem-se superiores meias pretas de
laia, pelo barato preco de 11800 o par, ditas
de algodao de superior qualidade a 600 rs. :
na ra do Queimado, na bem condecida loja
de miudezas da boa faina n. 33.
Leques milito fl-
nos.
Vendem-se leques muilo finos, com plu-
mas, espelhos e botlas, pelo baralissimo
preco de 25 e 35500, ditos sem plumas muito
boa fazenda a ry8o : na ruado Queimado,
na bem condecida loja de miudezas da boa
fama 11. 33.
Velludo rico para forrar carros, com
todos os perlcnces, vende-se na ra da Cruz
n. 10.
- Em casa de llenry Brunn & Compa-
nhia, ra da Cruz n. 10, vendem-se pianos
chegados no ultimo navio, quadros com
moldura, cemento romano, cognac em cai-
xas de urna duzia, velas de coinposi^So,
conservas em latas.
Algodao liso s-
copira, com peqtieuo to*
(pie de varia
Vende-se na ra do Crespo, loja da esqui-
na que volla para a ra da Cadeia.
Baha
para saceos de assucar : vende-se om casa
de N. O. liieber n. 4.
tara mascates
*e hocete iras.
Vendem-se diir.ius rte cai\a* de DBMN para rap pe-
lobsrtliMioio pre^o de rt.,dauas de le/ourdsem
cartoa I^ODOe I^JOUe trandes a 1?'Ji", duzn* de
couiuhas de pao cun palitos de fu^o a 840 rvdmM
de penlesde chilres inuila bous p>ira ahzarai1?200.
dU7i4 le peiiifs de balria para atar cabello a J?2U()
e ^~i,i")l!t,/:ri de navalhas pira arba a l$600tgrOtM
de boles madieperola para Cdinisat* a li i ti-,.lt'.,i-
inuilo liiiu- de igall a loO res, grozas de Doles ti-
nas para calca a _-,; rct, carias com 25 penles de
alfiuete a lo reis,du/.ias de pculo de balea para a-
li/.ir a lt>, trozas zus de caiuvett-s linos para aparar peona* a S&9506
e 3>,duzius de gaitas [armonices] a l$g00 e -r. i"u.
duzas de lorritlaa para ca'idifirus a 80, rn giozas
de marcas p -ia cubrir a 1U0, 12o e 100 re-, pe-
tas de tranceln para benliiilits a 120 rei^, po Ice i ras
encarnadas muilo bolinas para Sra. u meninas a 200
r.-..:iuzi-is de mialinhas de linhas prelas a 20 reu.
pecas com 10 varas de litada coa a 320*360 e O
re-, ilii/ia* de lapes a 100 rs., do/ias de calvas com
clcheles a 720 r-., Jinhas branca* de (mvellos ile lo-
dos os Humeros, dllas de cores, linhas e miada linas
e rocas, dltal de carrileis orticos e de cores, cordp
de vestido de tooa a .im.ur.i, bii|uinlio de ludas as
lar^uias, e baraloa, reodas de ludas as largaras, es-
pelboe, curdas de viola, filas de laa de ludas as co-
res, litas de Indio brancas e de cures, didaes, agullias
de udos us inni.Mi.is, lillat de seda de (udos us nme-
ros, pennasde patoeaises de chire, rotarlos, colhe-
re de ftrro, relroz de ludas .>- cores, vernicas, tilas
debeira prela e iiranca.Krampas.eludoo mais quese-
ja necessario para rompido soriimenlode bocetei-
ras e mscale* e que ludu se vende muilo inai bara-
to do que em uulra qualquer luja, na ra du U'iei-
madu, na hem cuuhectda luja de miudezas da boa
fama n. XS.
m
Claudio Dubviix
\eilde pnlvura BgleM a 13)
bairil av 2'i I.liras.
H4<
O e 15.^000 r.
111 eiii
Na taberna glande ao lad> da igreja da
Soledade, cbejiou grande porQao de saccas
com muito boiu millio, e vende-se por nrec,o
com modo.
o uro de
e.
Vende-se couro de I ostra rancez, o me-
llior que pude baver neste genero, pelo ba-
rato prego de 5o a pelle : na ra (o Quei-
mado, na bem couliecida loja do miudezas
da boa lama n. 33.
NAFUNDICAO DEFERKO DO ENGE-
NHE1RO*DAVID W.BOWMAN, i\A
RA DO BRM, PASSANDO O olIA-
FAR1Z,
lia seniprc um grande surtimento ilosseziinlesub-
joctos deDiechauUmosproprioi paraeDfcenhot,asa-
ber : mneiulasc meias iiiueiulas, da mais moderna
consiruo-iio ; laixasda ferro fundido e balidu. de
superior qgalidada e de lodosos taiuaulios ; ruil.is
dentadas para a^ua ou auimacs, de todas as propor-
ces ; crivose bocal de foruallia e reaistros de bo-
eiro, agailb&es, iironzes.paratusos e cavillioes,ruoi-
iilios de mandioca, etc. ele.
NA WESMA FUNDiqAO.
se eieculam ludas as eiiconimemlas com a su per ii-
ridade ja couliecida com a devida presteza ecoin-
modidade cu) pre^o.
assa e
virgem*
No antigo e j bem condecido doposilo da
ra da Cadeia do Kecife, eacriplono n. l,
ha para vender muilo superior potassa da
Hussia, dita do Kio de Janeiro, e cal virgem
de Lisboa em podra, tudo a presos muito fa-
voraveis, com os quaes (carao os compra-
dores satisfeilos.
Vendem-se as melhores facas de cabo de
inarlim que se pode encontrar a 15? a duzia,
ditas de cabo de halancn muito linas a fig a
duzia, ditas de cabo pilavado c rolico a 3~,
dilas Clavadas a 39300, ditas de chifre de
viado a 4s40O, dilas para sobremesa com Ca-
bo de I.. 1.1111 i, a 5;, ditas com cabos releos
eoitavados a 39, colli-res de metal do prin-
cipe muilo linas para sopa a 00 a duzia. di-
tas para cha a 39000, c otitras mais dualida-
des de lacas e colhercs, trinchantes o amo-
lador de lacas, que tudo se vende barato :
lia ra do Quciinado, na beui conbecida loja
Ue miudezas da boa lama n. 33.
jBotoes para pst-
iit, colletes e punhos
de. camisa.
Vendem-se abotoaduras muito linas de
madreperola para colletes, pelo baralissimo
prego de 500 rs., dilas muilo ricas de todas
as cores a 320, 400 e 500 rs., ditas muito li-
nas de madreperola para palitos de meninos
e liomcns a 500 e 640 rs., atacadores para
punhos c eollarinhos de camisa, de muilo
rico goslo a 400 rs., 800 e SSOOO, ditos de
cornalina para casacas a 300 rs., e outras
umitas qualidades de abotoaduras que se
vcudem multo baralo ; na ra do Queima-
do, na bem conhecida loja de miudezas da
boa fama n. 33.
PENTES HE TODA9 AS QUAMDAES.
Vendem-se pentes de tartaruga para cabello
o mellior que se pode encontrar, a 5?, ditos
de baleia imitando o mais que he possivel
aosde tartaruga, a 1/, 10200 e 10500, ditos
mais ordinarios de baleia a 240 e 320 rs.. di-
tos de tartaruga para alizar, fornidos o mul-
to bem feitos a 4o, ditos de marlim, fazenda
muilo superior a 105C0, 2? e 3o, ditos de
borracha de muilo superior qualidade a I..
ditos de bfalo verdadeiru, muilo linos e
bem feitos, a 640, 800 e 10, ditos a imitac&o
do uiiiC'irue a lo, Oilos de baleia muito bons
a 280, 320 e 400 rs., ditos do bfalo vcra-
deiro, muilo bonitos o bem feilos, proprios
parajsuissas e criancas, a 320 rs., ditos de
marlim muilissimo bous, fabricados em Lis-
boa, para piolhos, a 800, 1:000 e io500. di-
tos pretos de blalo tambem para piolos, a
500 rs. : na ra do Queimaoo, na bem co-
uliecida loja de miudezas da boa fama n- 33.
x as joveos
na morados*
Vendem-se ricas folbas de papel pbanta-
zia para escrever, cada folha com a compe-
tente capa e urna obrea de cola com qual-
quer dia da semana, pelo barato prego de
60 rs., 100, 200 e 300 rs. : na ra do Quei-
mado, na bem conhecida loja de miudezas
da boa fama n. 33.
liom e barato
Vende-se muito bom pipe almago greve
a 4o a resma, dito muilo bom sem ser greve
a 3o200, dito de peso paulado a 4o500, dito
liso a 30, dito paquete pautado a .'> e is- a
resma, dilo de corea, de folha pequea, em
quarlosde resma a 700 rs grozaa das bem
conhecidas pennas de ac, bico de louca a
18800, d i tasn u i i o tinas sem ser de bico de
louca a 500 rs. e lo, duzias de lanis muito | lo |bonitos para caberlas a 2U0 o covado. j rr. i. ,, ,.
linos a 320 o 8.1.) rs., canelas muito bonitas, I cambraia adamascada com urna vara de SS-\zSum mdell e construc3 muit<>
de ago, torneadas a 120, ditas de espinho a I gura, proprias para cortinados a 7o a pega,^
200 rs., ditas ordinarias de p o (landres a de 20 varas, gravatinhas de cassa muito bo- ] mT'rtc \f\ A nilas a 200 rs., setim encarnado, verde eSLJllTla |Jt5 lUUla
amarello muilo superiores a 800 rs. o cova-j
do, corles de fuslSo para colletes a 500 rs, I mc miAlrlafloc
l;e 10500. lengosbrancosdecaubraiapro-l (miuaucs.
. pnos para homem a 240, ditos ditos com | Vendcm-se verdadeiras luvas de pellica
4 folbas. linissimos, tambem com cabo de barra de cor tambem a 240, ganga amarella de Jouvui, pretas e brancas, para bomem a
marlim a 2.-500 e i, viros com tinta car-
mim muito lina, propria para riscar e escre-
ver a 800 is., boioes de tinta preta ingleza a
lio rs., liuteiros patente iuglez, de vidro a
lo5oo e :)-, reguas redondas mullo bem fei-
tas tanibein Ikglezaa a 500, 600 e 800 rs., pu-
dras ioglezas muito linas para amolar a ic
I9SOO, linteirus para algibeira a 400 rs.,
agarradores de papis de mullas qualidades
e pregos, e outras oiuitissnnas cousas : na
Iranceza muilo lina a 320 o covado, lengos
brancos grandes, proprios para cabeca a
400 rs., uieias brancas finas para senhora,
pelo barato prego de 240 e 320 o par, brim
de quadrinhos de padroes muito bonitos e
de puro linho a 240 o covado, pegas de pla-
lilhasdeaUodo, com 20 varas, pelo bara-
lissimo prego de 3f(>Oo cada orna,chapeos de
palha lina do Cbili, pelo diminuto prego de
10?, e alm disto muilissimas fazendas linas
ra do ijuciiuailo, na bem couliecida loja deje grossas, que veodem-se por menos que
miudezas da boa fama 11. 33.
Taclias de trro.
Na fundicSo oa Aurora em Santo Amaro-
ellambem 110 deposito na ra do Bruin, logo
na entrada, e defroute do arsenal de mari-
nha. ha sempre um grande sortimento de
lachas, tanto de fabrica nacional como es-
trangeira, batidas, fundidas, grandes, pe-
quenas, rasas e fundas ; e em ambos os lu-
gares existcm guindastes para carregar ca-
noas ou carros, livres de despeza. Us prego
s3oo s niais commodos.
Suspensorios de
horradla muito fiaos
Vendem-se suspensorios de seda e sem se-
da, muito finos, pelo prego de I&000, 10200,
1.0600 0 2/o par : na ra do Queimado, na
bem conhecida loja de miudezas da boa fa-
ma n. 33.
Objectos para
lato.
Na ra do Queimado, na bem conhecida
loja de miudezas da boa fama n. 33, encon-
tra-se sempre completo sorlimenlo de ade-
recos, brincos e rosetas, pulceiras o alliue-
tcs, tudo preto, propriatncnle paia lulo, e
quo ludo se vende mais baralo do que em
outra qualquer parle.
patente ing.
Sao cheu.ados e arli.im-se a venda os verdadeiros
a bem coiilieridos sellius ui^le/.es patente : na roa
do Trapiche-Novo 11. 12, annjum de fazenda de
Adamsoii llowie \ C
Planta da cidade do Ke-
cife
Vcnde-sc a planta da cidade do Uecife e
seus arrabaldes, leita pelo Sr. Dr. Jos Ma-
mcdeAlves Ferreira, por dez mil ruis: na
livraria 11. 6 e8da praga da Independencia.
fappa das distancias da
provincia.
Na livraria 11. 6e 8 da praga da Indepen-
dencia, vende-se o mappa das distancias
das ditlerenlcs villas da eidade entre si, e
relago a capital da mesilla, a mil reis.
Vende-se a verdadeira graxa mgieza n.
97, dos afamados fabricantesHay Mar-
tin, em barricas de 15 duzias de polcs :
em casa de James Crablrce o Compaubia,
ra da Cruz n. 42.
X
J se i...
DO
rinquedos pa-
ra meninos9
Vendem-se diversidades de obiectos de
ago, minio delicados e proprios para meni-
nos brincar, por pregos muilo baratos: na
ra do Queimado, na bem conhecida loja de
miudezas da boa fama n. 33.
HIGAS EONECAS FRANGE-
zas.
Vendem-se muilo lindas c bem vestidas
bonecns francezas, grandes, pelo baralissi-
mo prego de 2o e 2o500, ditas vestidas de
uoivas, e cada urna no seu carlo a 3^000 e
3o500, prego que nao ha quem d%ixe de dar:
na ra do Queimado, na bem conhecida loja
de miudezas da boa fama n. 33.
Na loja da boa f
vi nde-se u mais barato
possivel :
em ontra qualquer parte : na rna do juei-
mado 11. 22, na bem couliecida loja da
PHtRliUtlilS
uiuitisvitno fiuase de mili-
to bons gestos.
Vende-se a verdadeira agua de colonia do
Piver, simples e ambnada em frascos de va-
rios tamanhos, banhas muito finas e de mui-
tas qualidades em ricos vasos, espiritos e
extractos muito linos e de muitas qualidades
em frascos de muilo goslo, saboneles muito
linos e de muitas qualidades, agua de lavan-
de ingleza, fazenda muito boa, vinagre aro-
mtico tambem inglez e muilo bom, extrac
tos muilo linos proprios para bolso de es-
tudaute, esconda de rosa, pomada franceza
muilo boa, macassar peroia muito bom e de
todas as cores, dito oleo, pos para denles,
paslilha e outras muitas perfumaras, tudo
muilo lino e de muitos goslos, dos melhores
fabricanles da Franca e Inglaterra, c ludo se
vende baralo na ra do (Jucimado, na bem
conhecida loja de miudezas da boa fama
11. 33.
barandas e rad s#
Um lindo e variado sorlimenlo de model-
los para varandas e gradaras, de goslo mo-
deriiissimo- na fundigan da Aurora em San-
to ,\ ni.' 1 ii,e no deposito da mesma, na ra do
Urum.
Moeudas superiores.
Na fundigiio de C. Starr & Companhia, em
senhora a 20500 rs. o par, ditas de seda de
todas as cores e bordadas, coro Ruarniges a
20500, ditas lisas tambem de seda e de to-
das as cores, para honiem e senhora a lo,
I02OO e 1500, ditas pretas de torcal, muito
boa fazenda a 1>, ditas brancas de aleodo
para homcm ai0, 320 e 400 rs., ditas da
cores minio finas de (io da Escocia para ho-
niem o senhora a 320, 400 e 500 rs., e ou-
tras mais qualidades de luvas, que se ven-
de barato: na rua do Queimado, na bem
conhecida loja de miudezas da boa fama
n. 33.
Para as senho-
ra s de bom gosto.
Vendem-se ricos cstojos de Jacaranda
proprios para costura de senhora, pelo ba-
ralissimo prego de 20500, 4a, e, 79 e 89000
caixinhas para guardar joias a 800 rs. 1/ i
10200, carterinhas muilo delicadas proprias
para senhora e meninos a 800 e 500 rs., te
souras muilissimo linas para costura' de
todos os tamaitos a 500 rs., 600, looo e
10200, Hilas para unhas tambem muilo finas
a 800 rs., 10000 e 1/200, linha de peso mui-
to lina para labyrinlbo a 100 rs. a meadi-
nha, ditas para bordar a 100 rs., 140 e 160,
lindas caixinhas com grampas a 160 e 300
rs.,carlescom 14 e 24 pares de clcheles
Irancezes a 80 rs.. 100 a 120, linhas de car-
reteis de 200 jardas do autor Alexandre a 80
rs. o carretel, ditas de 100 jardas do mesmo
autor a 40 rs., caixinhas com agulhas fran-
cezas a 160, ditas com agulhas de papel
preto a 280, carleirinhas com agulhas fran-
cezas a 320, agulheiros muito bonitos com
agulhas tambem francezas a 160 e 320, cai-
xinhas com 16 novellos de linhas de marcar
muito linas, azues e encarnadas a 320, ricos
botoes de cores para vestidos, ou roupinhos
de meninas a 600 rs., 800 elfa duzia, ricos
agulheiros de ago e de marlim a 240 e 800
rs., dedaes de ago muito bonitos e cada um
na suacaixitiba a 500 rs., almofadinbas de
muitas qualidades proprias para pregar alB-
nelese agulhas, pulceiras de varias quali-
Sautp Amaro, acham-se para vender moen- I Uades. riquissimas fitas lavradas e lisas, de
das de cauua todas de Ierro, de um modello e *
construcg5o muilo superiores.
Canas france-
zas muito finas para vol-
t arete.
Vendem-se finissiroas cartas francezas pa-
ra viiltarele, pelo baralissimo prego de 500,
todas as larguras, trangas de todas as cores
e larguras, fitas de velludo abertas e lisas,
bicos muito linos de linho ede varias lar-
guras, rendas de varias larguras, babado
aberto de linho, toucas de 13a para changas
e outras muilissimas consas, que tudo se
vende mais baralo do que em outra qual-
quer parto: na rua ao Queimado, na bem
conhecida loja de miudezas da boa fama
n. 33.
Ainda se vende a taberna da rua da
600 e 800 rs. o baralho,e tambem sa vendem Senzala Nova n. 22, ou se d sociedade a al-
portuguesas a 300 rs. : na rua do Oueima- guma pessoa que queira principiar, com
do, na bem conhecida loja de miudezas ua | tanto que entre com metade,a casa tem bons
commodos para familia,e o aluguel he favo-
ravel, islo se faz porque o dono nessecila
boa fama n. 33.
DE MUITO BONS GOSTOS E
BARATO
Vendemse muilo ricos jarros de porcelana
para flores, ricos pares de catangas para ci-
nta dejjpesa tambem de porcelana, tinteiros
de muo gosto, e paliteiros. tudo de porce-
mudar de babitagao.
&o**:9f>)f ittf'lM>&
'hales pequeos de merino, de lindas co-
res, bordados em duas ponas a 79000, ca- i & boa fama'n. ~.
misas de riscado muilo bem fetas, pelo di- a .!<-. tu IV,ri'(
minuto prego de 11300 cada un.a, ditas de "
meias milito Gn8 a i), lengos francezes ;a-
Fugio de bordo do brigue brasileiro
Melampo, na noite do dia 8 do correnle, um
negro de nome Marcelino, nagao Cabinda,
lanaqjPorj)reg que n1o deixar deservir 'altura regular, secco do corpo, rosto com-
aquem gcJsta do que he bom na rua do prido, barba serrada e cria suissa, com falta
Queimado, na bem conhecida loja de miude- de denles na frente, e consta andar vestido
com paleto, e calgado : quem o pegar leve-o
a bordo do dito navio, junto ao ca. s do l'as-
Na fundigao de C. Starr & Companhia, em
ra rap a 360, chitas finase de padroes mu-1 Santo Amaro, acham-se par vender ardns
seio Publico, ou a casa de seu consignatario
Manoel Alves Guerra, Da rua do Trapiche u
14. que spr bem rpcompensadn.
Dos nremi
1>S
S-pri ueira parte da oitava lotera a beneficio da matriz da Boa Vista,
eXtrahidM a *2 de Mnio de t57
y
Macliinismo
ip princeza da fsbri-
de ILGasse, no Rio
. ciro.

Q
pa-
Os melhores relogios :e ouro, patente in-
glez, vendem-se por precos razoaveis, no
escriptorio do agenio Oliveira, rua da Ca-
deia do Kecife n. 62, primeiro andar.
NADA ISA MIS BARATO-
Meias pintadas para homeui a 140, o me-
nino e meninas, a 120 : na hija da rua dos
Quarleis n. 24.
Attenc&o.
Vendem-se pegas de chita de muito Lons
pannos, pelo baralissimo prego de 5 a pega,
que iah o covado por seis vilense de/, rs.,
a porcao hi; pequea : portante quem gosla
de economa deve-se aproveiiar : na rua do
Crespo, loja da esquina junto ao arco de
Santo Antonio, e na loja de 4 portas n. 12.
Sola do qualidade especial, vende-se
no armazem do caes do Hamos, de Francisco
Figueira deSaboia : a tralar no seu escrip-
torio, rua de Apollo u. 5.
do r
ca
v
Vende-so a prego commodo rap fino,
grossoo meio grosjO, da ai leditada fabrica
cima, cbegado,{eio vapor S. Salvador ; na
rua da Cruz n'. 4'J.
Vende-se,por prego cr.nimodo.superior
vinlio do Porlo em barris de 8." : na rua do
Trapiche n. 1 i, ascriplorio de M. A. (uerra.
Em e:isa rua da Cruz 10, vciiJe-sc ceinactm eaiui.lia de
duzia.
Vende-se cal de Lisboa ltimamente che-
gada, ssim como potassa di Kussia verda-
deira : na praga do Corjio Santo n. 11.
TAIXAS PAHA ENGKNOO.
J* (umlipao de ferro de D. W. Bowmana u
rut djlirum, passando ochafariz, continah-
d-ir umcompleto sormeeto ue taixes de ferro f un
vido e balido de 3 a 8 palmo: de boecs, as tit/ae
acuaia-se a venda,por eproco commodo a ciho
pronptidao: eniLarcam-s tucarr
ru seiuiiospe.-.a ao comprador.
Emcasa de Sundars Brothen C. prag.
do Corpo Santn. 11,ka para vsndar o sa uinu
Ferro ingluz.
i'ixe da Suecia.
lcali ao de carvao,
Eonas de linlio.
Esponjas.
Drogas.
Algodo lizo para saccas.
Dilo entrabado igual ao da Babia
E uj. csetelo soriimecto aa fazendas propno
para tata merc.do : turlo por prego comuiodo.
Vende-se superior linhas de algodao
brancas, e de core, em novollo, para costu-
ra, em cusa Ue Soulhall Mcllur C. rua do
Iones n. 3S.
Koi transferid o deposita desle xarope para a lio
tica de June da Cruz Sanios, narua Novan. 53
garrafa 5*500, e meias39000, sendo falso lodo
aquello que Ulofor vendido ueste deposite,pelo
quesefaz opreseulcaviso.
IMPORTASTE PARA 0 PUBLICO.
Para curado plilyniea em lodi^osseusditloreii
temrios, queruiolivada por constipar oes, losse
asthuia.pleuriz.escaos dasaugae, dordecos-
tados epeilo, p.ilpitarao no curaran.coqueluche
broucliile, dorna aamaula, e todas asinolestia
dusoraaospuliii mares.
Vende-se tahoado o prancboes de pi-
tillo de Suecia, proprio para armacfiode ar-
mazem de assucar.
Paos de pinito vermelho pura mastarcos.
Chumbo de iiiunigo.
Folhas do cobre.
Metal amarello e zinoo para forro, com os
competentes pregos
Alvaiade de chumbo e de zinco, em p.
Tinta branca de oleo.
l'apei tino do escrever.
Vinho especial do liheno c do Porto.
lina da Cadeia do Itecife, casa de C. J. Ast-
tey Companhia.
os e bonetes
r*a-sa mear
Potassa refina Ja em latas de seis
libras.
O antigo deposito da rua da Cadeia do Ue-
cife n. 12, recebeu agora urna porgao de po-
tassa refinada de superior qualmade, em la-
tas de 6 libras, que so vende por preco ra
zoavel
Momhosdo vento
comhombas derepaxopara regarhortaseba
de todas as (jpiadades.
Vendem-se oculos de todas as graduagocs
com delicadas rmagoes de ago, pelo baralo
prego de 800 rs. e IsOO, ditos com armagots
douradase prateadas a 1020o e 1;500, ditos
comarmegSo de bfalo a i?2u0, ditos com
armagao de baleia a 4sd, oilos com armacSo
de metal branco a 400 rs., lunetas do um s
vidro redondas e (uadradas com aro de b-
falo a 500 rs., litas de dous vidros lambein
cotn armago de bfalo a 1c500, ditas do um
so vidro redondas e quadradas com aro de
tartaruga a U200 e 15500 : ia rua do Quei-
mado, na bem conhecidada luja de miudezas
da boa fama n. 33.
ionios
cobertos e descobertus, pequeos e grandes,
de ouro patente inglez, para homcm ese-
nhora de un dos melhores fabricanles de
A^iverpool, viudos pelo ultimo paquclc in-
glez : em casa de Soulball Mellor &C.*, rua
do^'orres n. 38.
iC-. Hi

Em casa de abcSchmcttau &Companhias
rua da Caii.oia u. 37, veudem-sc elegante,
pianos do afumado fabricante Tiaumann de
Hamburgo.
ias de todas
as qualidades.
Vendcm-se meias dt' seda branca para se-
nhora, o mellior que se pode encontrar a
:.-."iiu> rs. o par, dilas pelas lamhem muito
boa fazenda a 20500, dilas brancas de algo-
dao, muito finas a 320, 400\, 500 e 600 rs.,
dilas pretas tambem muito lQuas a 400 rs.,
ditas de seda de cores muilo xjonitas e pro-
prias para baptisudo de criaiuNis a 23OO,
dilas cruas muilo fortes para merlinos a 400
rs., dilas de cores de algodSo papa meninos
a 240 e 320, dilas brancas para m)eninas a-
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