Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07748


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Full Text
ANNO XXXIII L 100.
Por 3 mezes adiantado$ 4$000
Por 3 meze vencido* 4P'500.
SABRVDO 2 DE H.U0 DE 1857
Por auno adiantado 15$000.
Porte franco para o ubcriptor.
NC.YIlllEGAIMtS DA SIIBSCRIPCA'O NO NORTE.
Pambiba, p 8r. Joao Rodolpho Gomes ; Natal, 8r. Joa-
ulm I. Parwra Jnior; Aracaiy, o 8r. A. da Leaos Braga ;
aura, o Sr. J. Jos de Oliveira ; Maranhao, o Sr. Joaquim Mar-
ina Rodrigues ; Piauhy, o 8r. Domiogoi Herculuno A. Paaaoa
C taranta; ?ara o Sr. Justino J. Ramos ; Amazonas, o Ir. Jero-
njmo da Coala.
Ilud !
PARTIDA
9 l)$ da'
DOS CORAREIOS
9 meia t.-.n- Ho li*.
Iiciinr.i4 8. Aniiio, Iti-"rrn, H.niil >, CansU, Alinilm Gara.il.nii'.; H t<*rra-f S. Lniircnt*. .'ao- icira, Klure*, Yill.-ftrlfa, Boa-Vi...., OriCHrj Ki qiiarU*-foif n.
Cabo, Ipojitci, Scrinhcm, Itiu-Formo.o, Ca. Ilarreiru*. A.>a-l'rcla,|
Pirae-nit i.'rt e lN.ua. : quintas-reir'-.
(Tojo* oa corrritia parira a a 10 hora* 4l manha.
u IDIENCAS dos n.ii;.:\\.;s i.v CAPITAL.
Tribunal do commercio i icRunda quiDiai.
He I cao ; lercag-feirai e labbados.
Fazcnda : quartai e sabbadot as 10 horai.
Juio do commercio : efundas ai 10 horai a quintal ss malo-da.
.Juizo da orphaoi : seguodaa e quintal as 10 horas.
Timaira rara do civel .* segundas a saitas ao maio-dia.
Segunda vara do cirel: quariaa a sabbadosao maio-dia.
EPpEMEBJDES DO HEZ DE MAIO.
1 Quarto reseme as 11 horas a l4minutosda Urde.
9 La cbeia a 7 hora a 9 minutos da farde.
17 Quarto minguanteas9 horas e 42 minuto da manhaa.
24 La noTa as 4 horase 65 minutos da tarda.
I'HKXMAH l>K HO.Ifc.
Primeiraas 10 horas a 54 minutos da uianha.
Segunda as 11 horase 18 minutos da tarde.
OAS ha SEMANA*
27 Segunda, s. Tertuliauo b. : s. Turbio are*
'H Tersa s. Vital, m. Ss. Anpio. Afrodizio, c Acacio Mra.
29 Qu.irla. s. Pedro m. ; s. Tertulia v. m.
30 Quinta s. C.itliarii v. ; s. Peregrino servita.
1 St-ita. Ss. Filiue e liago app.
2 Sbado, s. Mudada raiuha. : Ss. Yindimal e Anastacio Mra.
3 liuiniigo 3. dcp'jis d paseboa invcnto da s. cruz.
PARTE Q7FIC.AL
OOVERNO DA PROVINCIA.
Expedi.m, d> ai. H abril.
Ofllcia Ao Exm. commandante superior da
pudrda naciuiMl do Recifa, recommendando que
mande por i dispusiclo do general commandante
la armaa doui corpoa da guarda nacional para, for-
mando brigada com nm dos eorpoa de 1 liuha, fa-
zerera as honras du ettyU ao Exm. Sr. conselheiro
Sergio Teixetra da Macedo, que tem de seguir para
a corle amauhia, asi horas da Urde.eu-sa scien-
eie disto ao mesmo general.
Dito A' thesoararia de fazcnda, para passar a
guia da socorrimenlo do alferca Jos Manoel Eduar-
do de Paira, qua tem de seguir para a corle.Pro-
videnciou-se acerca do atu transoorte, e deu-se
ciencia ao commandante das armas.
Dilo A' meima, alomando, sob responssbi-
lidade da presidencia, a dispender al o fim do cor-
rete ejercicio mais a quaolia de :i:77l389t rt. para
oceorrer no pagamento das rtespezas da v.rbaguar-
da nacional, vislo ser ella necestaria, alcm dos
6:000j) consignados pela ordem o. 30 de 20 de ju-
nho ultimo, segundo se v da demoiisiracao que S.
S. envin.
Dito A' mesma, para arbitrar a gratificaclu
que d.va perceber Pedro Donnellj pelos servicos
prestados ua provedoria da saude, alim de ser podi-
da ao governo imperial.
Dilo Ao arsenal rfe guerra, para fornecer urna
bandeira imperial de niele ao director da colonia de
Pimeuteiras.Coinmunicou-se a esle.
Dito Ao rausmo, para informar o qoanto po-
derlo cuslar 8 lampeoes para a illmninario da co
lonia de Pimeoleiras, os quaes requisilou o respec-
tivo director.
Dito A' cmara municipal do Kecife.Tendo-
roe esaa cmara remeltido somonte, com o leu ol-
ficio de 28 de Janeiro ultimo, as copias em duplcala
das actas do 1 collagio eleiloral do 1 dislriclo,
compre que remella tambera por duplcala, e com
a maiur brevidade possivel, copias das actas da for-
mac.lu da mesa e apnr-c/ui de votos do 2 collegio
eleuoral do mesmo di-tncio. Igual a cmara do
Braja.
Dilo A' cmara municipal da Boa-Vista.
Com ooflicio dessa cmara de 9 d. fevtreiro ultimo,
apenas recebi urna copia da zeta do 1 collegio elei-
loral desie districto.
Cumpre porm que me sejam remedidas, com a
maior brevidade possivel, irais urna copia da acta
do 1 collegio eleiloral, e duas do 2, conforme e\\
t\ em meu oflicio de 30 de dezembro, que essa c-
mara declara haver recebido.
Dilo A cmara municipal de Olinda, para que
com brevidade preste a informaejio que llie fura exi-
gida em 28 do passado, sobre a prelenrio dos ir-
mos da ordem lerceira de S.Francisco daquella ci-
dade, constaule do requerimenlo que se Ihe enviou
em original, e que cumpie seja devolvido.
Dito A' cmara municipal de (aranhuns. --
Convm qu essa cmara, segundo Ihe foi recommen-
dado por oflicio de 30 de dezembro ultimo, remella
por duplicala, com a maior brevidade possivel, alim
de serem Iransmiltidas a secretaria de esladn do im-
perio, copias das acl da formaco da mesa e colle-
gjo eleiloral dese dislriclo, ludo perlencenle a elei-
r>> ollimamenle feila para deputado i assemblca
eral legislativa. lyuaes ua cmaras de Limneiro,
Pao d'Alho e Bonito.
Dilo A' Ihesouraria provinei.il, approvRiido
arremalacao que lizera Abilio Kernandes Trigo de
Looreiro, daudo por sou fiddor a Bernardo Antonio
de Miran l.i, da obra doempedrameulo do 22. lau-
co da entrada da Victoria, com o abale de 23 pd
ceolo do respectivo ir,oieiilu.
DiloA' mesma, para mandar fornecer ao com-
mand.inle de polica 8 livrus em brauco, sendo 4 de
300 folhaa, e os outros com 200. Cimmuiiicou-sc
ao predilo commandante.
DitoAo presidente du Ir i bu ii.il do jury, para dis-
pensar de servir na prsenle sessilo ddquelle tribu-
nal aos embregados da secretaria do governo, ba-
char.1 Francisco d. Paula Sallete Brasilia no Maga-
IhSes de Castro, cujos servijos so necessarios em
sua repartirlo.
Dito Ao thesonreiro das lolerias, concedeodo
pormissao para conlinuar a eilrahir as loteras da
provincia pelo plano approvado em l(i de Janeiro
ullimo. Commuoicou-sc a' Ihesourdria provin-
cial.
Dilo^Ao mesmo, enviando copia da lei provin-
cial n. 02 de 6 do crrenle, ailm de que Smc. or-
ganise com brevidade a tabella de que traa o ofli-
cio da presidencia de l desle mez.
PortariaMancando admillir ao serviro do ejer-
cito, como v danlario, pelo lempo de fi anuos, ao
paisano Tiburlino Aulonio Becerra, a quem se abo-
nara" a gratilicacao de 300j000 rs.Fizerara-se ai
communicaces do eshlo
TRIBUNAL DO COMMERCIO.
Sessao ADMINISTRATIVA EM 30 DE abril DE 1857
/'residencia do Bxm. Sr. desembargtxdor
Souza.
As 10. meia horas da manhAa, prsenles os se-
nhores ilepotados Basto e l.emos, e supplenie Ha-
mos e Silva, o Sr. presidente abri a aessAo ; e por
nao lar comparecido o secrelario llego, encarregoo
ao depotado Lemos de e\ercer as funcedes do dito
lugar ; 6 ando lida a acia di ultima, foi appro-
vada.
Leu-se o seguinle
EXPEDIENTE.
Um reqoerimenlo de Guilherme da Silva Guima-
raes, pedindo para ser registrada a nomtarfio que
dra a um sea eaiieiro.Kegislre-se.
Oatro do mesmo, pedindo por certjj.io a sua ma-
trieola da eommerciaute.l)e-se-lhe.
Outro de Jusc Franeiiro Lavra, pedindo tamhem
por cerlidao a sua matricula de eommercianle.L)c-
se-lhe.
Outro de Joaquim Jn< >i.i Fonseca, m.tro do bri-
gue nacional San-Jos, pedindo por cerlidao o
registro do mesmo brigoe.De-se-lhe.
Oulro de Irineo Januario de Oliveira eJosMo-
relra Ponles, pedindo que sejam registradas soai oo-
mear;oes ilc eaoeiros.Kegislre-se.
Oulro de Anlonio Francisco Lisboa, com informa-
rao favoravel do Sr. desembargador fiscal. Malri-
cule-se.
Oulrd de Jos Caelano Vieira da Silva, em qoe
pede para renunciar o sen emprego de Mente de
leibies, vindo ja informado pelo Sr. desembargador
fncal.Tome-se por termo a renuncia dosuppli-
canle, subsislindo no entanto a fisura por lempo
de seis mezes na forma do art. 11 do decreto n. 8">8,
de 10 de novembro d* IS'il, e facA-ae publico pelos
jurnaes, que o sopplicaule deixoo o'esercicio de a-
gente de leiles, devendo apresenlar-se peranle es-
le tribunal qinlqurr dccl.rae.lu que possa haver
contra o aapplicaule, dentro dos referidos seis
Masa.
E nada mais havendo a tratar, o Sr. presideole
aucerrou a seisSo a meia hora da tarde.
uros.
SBSSAO JUD1CURIA EM 30 DE ABRIL PE 1857.
/residencio do B.rm. Sr. desemburgadnr
Souza.
A meia hora da Unte, arhando-se presentes os se-
nhores desembargaddres Villares e (iliraua. e os
Srs. depulados Basto e l.emos, e supplenie Ramos
e Silva, o sr. pr.sidente abri a sessao, elida a ac-
ta da ulnma, he approvada.
, A \.U'"* cninpareceu o Sr. depulado supplenie
JOM l'ereira da Lunba.
Foi assignalO:.o accor.Uo proferido na appellacfio
enire parles : '
Appeilanlea, Joao Pinto de LersHM ^ Filho !
Appellados, Amonio Ignacio do Keao Me.lei
por si, ecoino ailmiiiislrailor de seu lillio e o de-
sembargador curador cern.
Ptuagewt.
Do Sr. desembargador Gilirana ao Sr. desembar-
g.dor Villares, as tagarinia causas :
Enlraudo em juliameoto a appellai;ao coinmer-
cial desta cnlade em que sao :
Appellaulc, Joaquina Jeronima de Jess ;
Appellados, |aar, Curio & C.
Os embarcos em que s.lo :
Emharzanles. Alanocl d,i Fonseca Cimbres e Jos
Antonio Pinto ;
F^mbargsilo, Firlonato Cardo/.o de (iouveia.
Do Sr. desembargador Villares ao Sr. desembar-
gador (iilirana a appell,ir;ao entre partes :
Appellante, Jos Anlouio l.ope> ;
Appellado, Joaquim da Silva Lopes.
Nada nm- haveudo a tratar, o Sr. presidente le-
vanloo a sers.iu a I hora e l| da tarde.
EXTiSilim
CORRESPO\DI-:\C.I.\ DO DIARIO DE
PKHWMIICO.
HAMBUUGO.
de abril da 1857.
O acontecimeulo do dia he sempre linda o resul-
tado das aleiruei inglezas. A polica de Palmerslou
obleve urna victoria, que at aos seos proprios ami-
gos parece exagerada e perigosa. Quanlitativamente
a maioria alcanrada pelo ministerio, talvez nao pa-
reca lao grande, mas moralmenle a victoria he qua-
si sem eiemplo pela derrota de Cobden, Brighl,
Layard etc. Mas lord Palmerston, se linha tornado
assaz incommodado para os paizes exteriores,qoando
no parlamento apenas linha coberto as cosas ; como
agora, se as novas eleicoes Ihe crearam nm parla-
mento que vai com alie a lot el a traters, seguiodo
cegamente o scu estandarte ? He isso urna qoestao
que muilo se pondera, sobreludn la' onde ja' ha mais
lempo se esta' cerlo da hoslilidade de lord Palmers-
lou.
Pelo momete provavelmenlc a guerra com a
China oceupara' baslantemente esle lord, amigo de
contendas e qoestao. Muito a lempo, no meio das
eleires, o ministerio publicou um despacho Iclegra-
phico recabido por va muilo extraordinaria, qual a
deiCalcutla', dizendo que o governador de Caniao
Veb, havia sido desapprovado pelo imperador da
China, o qual Iho ordenava de reslabelecer a paz
debaixo de todas as circunstancias e a qualquer pre-
cio qoe foss. Mai secundo todas ss appireucias esse
despacho n3o foi senAo um puf de eleirao. As no-
ticias que pela via regular ebegaram pelo Overland
mail nada sabem desemelhanles perspectivas da paz,
e pelo contrario fallam de novas escaramuzas dos
navios de guerra inglezes com as esquadras de Ds-
chujeks dos Cluns. O almirante Sejmoor, em fren-
te do Caniao, excepto 330 caradores de Ceyloo,nao
linha ainda recebido lreforc,o algum, de modo que
se achava reduzido mais rigorosa defensiva, e em
Uougkonk aisnu como nos outros eslabelecimenlos
europeos na costa da China se receiava urna guerra
proloogada. Tambem o procedimenlo do almiranta-
do inglez conlradiz os boatos de paz espalhados, por-
que essa auloridade se oceupa com o maior zelo do
reforro da marinha e das lropa9 ingiezaa na China.
Feli'.menle al agora o commercio nos oulros porlus
da China, abarlos aosluglezes.nao se acha iulerrom-
pido, o qoe faz que os producios da China, que he
verdade soffreram urna comideravel subida de prer,
com ludo nio se eievaram ao que ao priucipio se
receiava, e que o negocio nao parou.
Um oolro acontecimeulo da semana pasada, que
muito oceupa a diplomacia, he o rompimeuto das
relarr.es diplomticas entre a Austria e a Sardenha,
que se tornou um fado consumado. Ja fallei di>so na
Biaba ultima.Em urna nota de 10 de fevereiro o con-
de de Buol tinha dirigido ao conde de Cavour queixss
e i i o e- c 111 ee. m o i io enrgicas e acerbas a respeilo da
posirAo da imprensa Sarda, e sobreludo acerca de
cerlas demonstrarse! da poltica da Sardenha, rece-
bendn urna replica mol fina,|mas lano mais acerba.
O mais prudeule lena lalvez sido aceila-la' Iran-
quillamenle,uma',vezque sehavia provocado essa mes
ma replica, mas isso nao parecen adeqoado a diplo-
macia ausiriaca, julgando ella que desse modo reco-
uhecia a jasliea da ola da Sardenha. Mas l.iml.-m
nao pareca aiiequado de repetir mais urna vez as
accusares e representar/es enunciadas na ola de
10 de fevereiro, e ja urna vez refutadas pelo gabi-
nete de Turno, o que so leria dado otna nova occa-
siao para urna replica moriente ao coudede Cavour,
que possue urna peona hbil einlelligenle.
Por isso decidio-se de lomar o pauso eclalanle
da chamada do eurarregado de negocios austracos
em Turiin, o coude Paar, ao mesmo lempo qoe co-
mo se se semine nao se achar no pleno direilo, foi
declarado ao gabinete de Turim, que dependa da
sua conveniencia, conservar oo ii.iu o seu encarre-
gado de negnos de Vicua, o marque; Cantono,
porque o governo austraco nao teuciouava maudar-
llie os seus passaporles.
Ja em (i de marro, linha partido o competente
aviso do coude de Buol ao cunde Paar ; mas como
parece esso ultimo recebeu IBOMdUUmeBla por le-
Ir-raplm a ordem de adiar o rompimeuto das rela-
roes diplomticas em Tnrim,como ntrela o lo a Frau-
ra'.e a Prussia dis,o ilesarnnselliavam em Vieiin, se
obiigaudo a tentar urna medi.irao. Mas ao mesmo
lempo a cmara dos depulado* co Turim discalia
sobre a fortificaran d'Alexaudria, um ponto que
para a Ausliia sempre linha sido sobremodo dos-
costoso. A falla do conde de Cavour nessa occasiao
den novo alent ao logo urna vez atiendo, e o conde
Paar receben agjra ordem de no mirar a sua chamada
ao conde de Cavour. lito leve lugar,, o conde du Ca-
vour respondeu a essa notifirarao, chamando do seu
lado o marquez Cantono de Vienna. Em lempo santi-
gua, como se sabe, a chamada de om enviado era
idntica com urna declararlo de guerra. Mas boje
em oa No he iiso mais o caso, e ueste dito conflic-
to entre a Austria e a Sardenha, se coiiveiicionou ex-
presamente e de mutuo accordo que lodas as oo-
trai rel.icoes reciprocas seriam conservadas mac-
las.
Do oulro lado, porem, esse romprimenlo com a
Sardenha lalvez enredara' anda mais, do que ja' he
o caso, as rela;Bcs entre a Austria a itossia. Em
Vienna se esta' convencido de que he sobreludo e
Rnssia quem anima o conde de Ctvour na sua po-
ltica auii-aiislriaca, e em todo o caso, ocerlo he,
qoe existe nma grande intimidado entre a corle
de S. Pelersgurgo e a de Turim. A imperalrz mai
da Rossia anida se acha nos hatillos de Nizta. assim
como all reside ja' ha lempoi o Grao-Duque Cons-
tanlio, .icompanhado de urna verdadera colonia de
Humos, perlencenles a's mais illuslres familias.
Na queiblo de Neufchilel leve lente,o lugar a 7
sessao da coherencia de Pars. Desde a i" sotan en-
Iroo nella o plenipotenciario daSuissa, o Dr. hern.
As condiees das quaes a Prussia faz dependente a
soa renuncia sobre a soberana de Neofchatel, sao
segundo agora se sabe :
A o.ni.ha completa para todos os comprometlidns
nos acontecimenlos de selembro, couservae.au do li-
lulo de principe de Neufch.itel.
O pagamento de dous milhoes de francos de parte
da confederaran a' corda da Prussia, cuino indemni-
sarao pelas receilai de INeufchalel; restituirn dos
hens .eclesisticos reunidos em 1810 com os Leos do
Botado.
Pagamento de lodas as despezas occorridas em
cousequencia dos aconlecimentos de selembro e da
occupacAo de Neufchatel pela confederarlo; repar-
lirao da qoarla parle sobre lodos os habitante- de
Neufchatel, sem excepto.
Anuislid por lodos os crimes polticos e de im-
prensa, commellidu. autos do mez de selembro.
Garanlia do Estado pelos capilaes e rendas de lo-
dos os eslabalecimeiitos de caridade, bospitaes ele,
e sobre ludo dos delegados do llirao de Purg ; ees-
sarao do todas as discussoesacerca da constituidlo de
Neufchatel al haverem decorrido 6 mezes.
A Suissa aiuda combate enrgicamente a alguns
pontos dessas exigencias ; mas a opima geral he
qoe nao tardara' a eflectuar-se um arranjo satisfac-
torio por meio de reciproca condescendencia.
Na dlITereura entre a Dinamarca e a Alientan!
nao uoove|a(c agora modanc,. nolavel. Sea Diua-
marca do seu lado fez lodos os estorbos para desviar
a quesiao, a Prussia e a Austria do oulro lado nao
se un.-iran muilo inclinadas a pressara sna solurao.
Como he abido, ja' por repetidas vezta assegurou
olliciosamenle, que no caso de urna resposla nega-
tiva da Dinamarca a's exigencias das grandes po-
tencias da Allemanha, essas mesmas provocariam
immcdialamenle a inlervenrio da Diela allemia,
contra a Utuam.irca, por meio do urna proposla com-
mum. Mas, corno tamhem se sabe, a resposla nega-
tiva da Dinamarca, ja' se acha as mos dos gabi-
netes de Vienna e de Berlim,desde filis de fevereiro.
A proposla avisada nao sement nao appareceu
na Diela, mas tamhem se emenden cm Berluu o
Vienna de conceder ao gabinete de Copenhague
mais um termo de qoalro semanas para deliberar.
(Ja aoUi esse termo lindar, leremos o t.'inpo das fe-
rias de venlo da Dieta, e desse modo o negocio n3a
sera' apresenlado antes de outubro ou novembro
Como se sup|ie essa d larAo da parle da Alientan!
he motivada pelas represenlares feilas'pela Franca
e pela Inglaterra nessa queslAo. A Inglaterra e a
Franc;a adherem a comprehensAo da Dinamarca,
sendo da opinAo que o negocio pa-sava alm da
competencia da Diela allentAa, que nao era somente
urna queslAo desla a respeilo dos ducados de llols-
lein e Lanemuurgo como fazendo parle da confede-
rarlo -ill.-ni.i i, mas mu lambem umi quesiao de
io la a diplomacia europea, em que di/, respeilo ao
Hilado reunido da Dinamarca, saneciouado por con-
venfAea europeas. Em conformidado deseiam em
Londres e Pars de entregar o negocio a urna cinfe-
rencia diplomtica, naturalmente es-a inferencia
muda a posic.lo ra qiie.-lio, o a Allemanha se quiz
suslenlar a querer Irataf a diflerenra existeiue como
nina dillerenra exclusivamente allemAa, da Dieta
Allem<1a, com u Kei da Dinamarca como memhio
da copfederaraopelos .locados de llolstein e l.uiem-
burgo, se Reliara? desde o principio em urna poiirAo
mallodoofaTora.il, lendo uesse caso coutra si,alm
da Dinamarca, as grandes potencias eslrillgeiras,
s-ra provavelmente 0 ,n|iV0 porqoe da parle da
Alleminha se adiou por ora lodo o procednnento
energ co contra a Dinamarca. Entretanto a opiniao
publica na Allemanha nao esta' salisfeila :om essas
demoras, ale mesmo nos circos ullr.i-eonservativos
orna prova disso he qoehontem na caa dos senlio-
res da cmara prussiana, o conliecido chefe do par-
tido federal, o Dr. sub apreseatou om tequeri-
i:\c\iiiiKt;VDDS DA strschipcaO NO M I.
Alagoas, o Sr. Claudino Fileno l)ii ; Babia, Sr. P. iMotei
Rio da Janeiro, o Sr. Joao Pereira Martina.
EM PERNA1IBLCO.
O proprietarlo do DIARIO Manoel Figueiroa de Farsa, oa e.
livraria, praca da Independencia na. a 8.
melo, o qual sustentando o carcter puramente al-
lem.lo do conflicto com a Dinamarca, pede ao go-
verno de empregar toda a sua energia para com ou-
lros Estados da Allemanha, afim de que fiquem as-
segurados aos ducados allemAes de llolstein e l,a-
nemhurg as garandas, que a Dieta roncedeu aos
paizei allemAes coufederaes. He ancla urna questAo
se essa proposta entrara' em discusso na prsenle
sessAo da Diela Prossianna, mas em lodo o caso he
um signal caraclerislico do modo pelo qual a nacao
AllernAa compreheude o conflicto com a Dinamarca
e de que esla protesta contra toda e qualquer inge-
rencia eslrangeira.
O tratado a respeilo dos direilos do Sonda, assig-
nado em 14 de margo em Copeuhague foi ratificado
pela maioria dos seus assignatiles antes do 1 de abril
de modo que presentemente os navios da Prussia, da
Inglaterra, da Franca .b. llanover dos Mecklem-
burgos podem passar o Suma livrcmente e sem a
mnima demora.
i.'ii.io i em i de abril o presidente do conselho
appareceu lia sessAo da cmara dos deputadoi em
Berlim, elle apresenluu um despacho telegraphico
dar as explicares pedidas pelas autoridades ingle-
zas provocara o actual conflicto, havia recebido a
appiovarAo do imperador para lodos os autos que
contra os Inglezes havia elle pralica lo : no entre-
tanto, segundo se aflirma, um decreto do mesmo
soberano or.lenou aus subditos do celeste imperio,
que se abslivcssem da guerra offensiva. Os Ingle-
zes, residentes nos cinco portos da China, que palo
trata lo de Nankin haviam sido aberlos ao commer-
cio hritannico, tem-se gradualmente retirado dahi,
recelosos pelas suas vidas ameaeada oessai paragens:
oulro lano lem feilo a maior parla dos subditos dos
Eslados-Unidos. .
O almirante Seymoor tem-ie conservado Diurna-
mente na defensiva ; mas logo que se acha habili-
tado com os reforros pedidos, teuciona operar nova-
mente na offensiva. Muilos dos navios de guerra
inglezes, estacionados uo rio de Cantfto, forain no-
va mente amearados pelos Chinas com suas machi-
nas iufernaes ; felizmente porm a' vigilancia das
Iripolarees conseguio baldar ainda essas tenta-
tivas.
O embaixador persa, qoe assignou ltimamente o
recebido no mesmo momento de llelsingor, segn- tratado de paz entre o seo governo e a Inglaterra,
do o qual o primeiro na.ia da Prussia linha paisado se acha ainda nesla capital, onie lem sido recebido,
urna hora antes, sem pagar direitos e ssm demora
alf-uma, com pavilhAo dcseurolado.pelo eslrielo do
Suma, a eommunicAo desse despacho foi recebida
pela cmara com vivo e prolongado applaoso.
O calimete prussiano soflreu urna derrota parla-
mentar sensivel a respeilo das novas leis de imposlos
por elle propostas.
Ja he esta a lerceira derrota na presente sessAo,
sendo as duas anteriores a rejeirAo do novo projecto
de lei de casamento- renhidemunle defendido pelo
ministerio, assim como a proposta a respeilo de abre-
viar as duas volarjes proscriptas pela conslitoirAo
para raodanras da mesma.
Mas nunca a minora ministerial foi !Ao inferior
do que na volaran da diela acerca do novo imposto
sobre edificios, 2il votos foram contra, asmenle
73 volos em favor do projecto ministerial. A eleva-
rlo do imposto sobre o sal apenas escapou da vota-
cao o ministerio por meio de,uma IransaccAo alean-
cou chamar para o seu lado us oileuta e lautos vo-
los.
Isso salvoo o projecto o qual obteve lfil votos con-
tia 144. Sem a dda transarlo a proporcAo teria si-
do a mesma como no imposl osobre edificios, e bem
se comprehendera' qoe a maioria alcanzada de 20
volos nessa queslAo he dentis iiisglicanle para com-
pensar as derrotas as ondas quesles. A isso ac-
ra e-ce qoe a prsenle cmara se compe de eleires
feilas por tres quarlo* em seulido ministerial.
Em llanover foi adida a cmara em 30 de marco,
depois de haver cm ludo salisfeito os desejos do go-
verno, sanecionando ludo qoanto o mesmo havia de-
cretado anteriormente.
O vapor nPelropolis partido no dia 20 do mez
de fevereiro depois de moitosdias de viagem vullou
arriba .n a Lisboa por haver so quebrado o seu para-
foso.
Para segurar a regolaridade do aosolea a rompa-
nhia hamborgo-brasileira, em quaulo se esla' coni-
Iriiindo 3" vapor, que se chamara'llelvetia e fre-
tou um soberbo vapor Ingle, chamado Golden
Fleece. Por essa razao a partida dos vapores con-
tinuara'regularmente no dia 20 de cada mez. No
da 21) do correle lera' lugar a partida do Golden
Fleeceo e o Pelropolis, cuja caria e passageiros se-
llo luna las em Lisboa pelo irTeuloniau d'aqui par-
tido em 20 de marco, vira' a llamburgo para seguir
em 20 de maio.
O eslado do mercado em llambiircohe. aclii lmen-
te minios satisfatorio para os gneros de prodcelo
Americana, tu lo faz esperar a coulinuarao do fa
vor de que elles aonan. Sohretulo a cafe hr.,ieei-
ro o o tabaco da Baha se aeham na posiro a ma
no circulo oflicial, mui aflavclmentc. S. M. a l ai
nha o couvidou, logo depois da sua apresenlaco,
para jan lar no palacio de Barkingham ; a lord Cla-
rendon, assim como o embaixador francez, o rece-
ben lambem a jantar no seu palacio da cidade. F'e-
rouk-Khan he reputado homem de grande mereci-
meule, e fallou mui expeditamente militas das Ini-
cuas orieulses : ignora porm as linguas franceza,
ingleza, e allemAa ; e desle modo se commuiiica
com os Europeos e oulros, cujas linguas desconhece,
por meio do interprete que o acompanhs. O embai-
xador Ferouk deixara'Londres brevemente, de volta
a Paris.
As forra- inclezas am operaces contra a Persia
cominuam a occopar Bushira ; e ahise conservaran
provavelmente, at que depois de trocadas as rati-
l i. '.- do tratado de paz, lenltam os Persas evacua-
do llerat e recebido Mr. Murray, ministro da In-
glaterra.
As ultimas noticias recebidas de Bushire confir-
in.im a victoria alcanrada pelo geueral Outram con-
tra os Persss no dia 8 de fevereiro ultimo. A bala-
Iha leve lugar no ir.lerior do paiz a doze leguas de
Bushire, sendo os Persas poslos em fuga depois de
algumas horas de combale ; mais de oiloceutos ho-
men- juio-ar.un o campo de parle a parle.
Palo vapor n America, cliecado recentemente
dos Estados-Unidos, acaba de ser enviado a esla
corte Mr. Evans, addido e subdito americano, com
a missAo de entregar a Mr. Dallas, ministro dos
Estados-Unidos junto de S. M. B., o Iratado Cla-
reudoii-allas, que ltimamente havia sido assig-
nado por estes plenipotenciarios para regular a ques-
13o da America Central, mas que acaba de ser al-
terado pelo congresso americano, e lambem pelo
presidente Buchanam. Nao sao por ora conlie-
cidas essas alterares ; a pois nao poda a im-
prensa por emqoanto ajuizar da probalulidade de
serem rejeiladas ou aceitas por este governo laes
modilicaces.
O prndente Buchanam acaba de rejcila.r lam-
bem o tratado que ltimamente celebrara com o M-
xico o eeneral Pierce. Esta convengan tinha por
lim subsidiar a repblica do Moxico com dinheiros
americanos, ficando aquellje Estado obrigado a pa-
gar esse empreslimo com as rendas da alfandega de
Vera-Cruz, alem dos juros estipulados. Mas o ac-
tual presideole prelenle demais ohler do Mxico
cerlas isencoes nos seus portos para urna linha de
paquetes ainencauos entre Nora-York e o Mxico ;
so recusou o congresso ratificar sua conven-
io a condicAo agora desejadh. O plenipolen-
americauo recebeu ja insliWcoes p.ra natal
jooriss
.(arto ai
Vantaioao, nos loeeUalBMBdaisHBtos porem aus agricsale enlido da emenda do congresso.
lores brasileirosq ue Iratem e cuidem dos seus g-
neros para que estes em todo o lempo possam con-
correr com os iguaes proveuieules de oulros oai-
zes.
Infelizmente no presente anno o movimenlo ..a
colonisacao para o Brasil se acha cninplclamenle -ta-
ralysadoii&o obstante haverem desapparcculo o-rpre-
couceilos que exiatiain contra Brasil, o que prova
que se eflicazoieiite resolver essa queslAo a qual nAo
sulfre mais adiamntenlo, se irrcparavcl prriuizo
para o Brasil.
LONDRES
8 de abril.
Pelo paquete Teutoniaii, qoe largon de Sou-
Ihamplou s nooia 31 do mez prximo passado, re-
melli para o Recife a correspondencia que escrevi
em dala de 29 desse mesmo mez e que abrangia as
noticias desde as ultimas datas levadas pelo Avon.
Esla caria ira pelo uTeviol, que .manli.i.i segu de
Inglaterra para o Brasil: esle vapor ja servio na
carreira de Sodthamplon ao Rio, e he considerado
ser de boa marcha.
O paquele Tayo nAo pula seguir agora por ha-
ver entrado na odocao para limpezs, a por laso
foi substituido por esse oulro qua fiaa mencio-
nado.
O Medw.iy ainda nAo rhegou a este paiz ; e
apenas l para lo do correle he elle esperado em
Southamplon.
Tem por aqui conlinoado o grande movimenlo
eleiloral ; mas hoje eslAo quasi concluidos esses tra-
badlos em Indo o Raino-Unido. Depois de urna ba-
lalha campal em|que'se..... enliar.no os di verso par-
(idos, li.oii a victoria ao pirlido wliig, cujo chefe he
lord Palmerston ; e mesmo muilos ruembros do par-
tido Torvo, agora elcilos, oulros reeleitos, viro
reforcar aquelle oulro senAo em lodas as quesles,ao
menos com certeza na queslAo da China, qua ha
ponteo provocoa na cmara dos communs um voto
contra o actual gabinete e trouxe a dissolucao dessa
cambra.
Desle modo a nova casa dos communs, que em
breve lera de lomar parle as di>cuss6es da guerra
da Clima, vira' sigiiiGear governo que Ihe mere-
ce elle a eonfiaiica ; o assim Geera1 annutlado o vo-
to de censura porque ha pouco peajera o gabinete,
e qoe pelo primeiro ministro fura qualilicadu de
fdcci.su. Esla sera' a victoria, para que se esta'pre-
parando lord Palmerston.
No entretanto, se nesla qoestao, por occasiao das
hostilidades coinmellidaa contra os Chinas, o paiz
tem apoiado a poltica do governo, apelar do vol
em contrario que contra esto derant os eus repre-
sentantes, o.l deve menos o governo deixar de al-
tender que a opiniAo publica, manifestada na pre-
sento eleicao, requer delle a iniciativa de cerlas re-
formas administrativas, de cuja execucao depen-
der'muilo o apoioqoe essa mesma opinlo pres-
tara' a' anual administraeao.
Foi aisim que qu lei a lotalidade dos representan-
tes eleilosse compromelteram a advogar os interes-
ses de seos conslitiiinles, pugnando por lodas as re-
formas, que as circumslancias a o progreiso das lu-
zes forem aronselhando, pela eslrirta economa do.-j
.buhe ros pblicos, e pela reloeco dos tributos ; e
s por esle modo obliveram lies o mandato
qne hoje os caracterisa com a rcpreieulacao do
paiz.
O proprio lord Palmerston, apreseatando-se can-
didato a' cmara doscommiirs pelo dislriclo de uTi-
vertou, promelteu seguir um sernelhanle program-
ma, alcm da cerlez* que den aos Mdl eledoros de
in.uiler a poltica exterior da Graa-Bretanha, de
modo que seja sempre as-egurada a digiiid.ide na-
cional a o bem-eslar dos subditos brtlaunicos nos
paizes eslrangeiros.
A nova cmara rompOe-sc dos membros perlen-
rcnles aos varios partidos hoje aqui existentes. As.
lim entra os Torva anparece como mais nolavel Mr.
Disraeli ; entre os Wliigs ah esla' lord Palmers-
ton, chefe deste partido ; lord John Kussell, -e Sir
Carlos Napier, a par dos que em muilos poolos se
aeham separados de lord Palmcislon ; e Mr. Roe-
hurk enlre os que pugoam calurosameule pela re-
forma.
Apezar porm desta diversidale de cores conta
lord Palmerston com nina maioria decisiva de ch-
menla votos, caso seja elle sincero em execular o
que acaba de promeller ao paiz.
As eleires devem ser loldlmrnle apnradds antes
do fim desle mez ; e no di 1. de maio se renoira'
sem falla o parlamento, funcciondiido ja a nova c-
mara dos coiiimuus,
0 governo ingle! continua a expedir reforros pa-
ra os mares da Clima, orlo teuciona, como ja iufor-
mei. reunir numerosas forcea com o fim de ohricar
a China a ceder pela forra a's justas recminaces que
ihe faz a GrAa-Brelanha, caso falhem as negoca-
ees que vai lord lOlgin eutabolar. Esle plenipo-
tenciario deve seguir brevemente para o seu def-
ini.
O (enante-general Aslilmrnham, unmeado rom-
ma.i lauta em chefe das forris de Ierra na China,
parlio ja em i do crreme para Hong-Kong pur va
de Alexainlria.
As ultimas noticias recbalas dos mares da China
ciiegam al 15 de fevereiro. em cuja dala o almi-
rante Seymour so achava em Hong-Kong, haveudo
ponan deixado a sua esquadra uo no de Canino. O
Chlns perieguiam inceisansemenle as (oreas ingle-
zas com ataques navaes, mas sem successo algum ;
e o governador de Cautao, que pela saa recusa a
O Estado de Kansas coulinuava a manifestar in-
dicios de revolta, devidos a demora docongres-.o em
cnnililui-lo definilivamenlc.
As confio encas .le Pars sobre sjqnestilo do Neuf-
chalel, depois de urna iulerrupcAo em suas sessoes
por falta de m-tr ucc/ie- de alcuns dos plenipot'itcia-
rios, lem ullimameute fuuccinoado ; mas por agora
sem resultado algum definitivo.
O re de Prussia, que a principio pareca estar
disposto a ceder sem condicAcs a soberana do prin-
cipado em queito a favor da Suissa, aprsenla hoje
urna serie de condiees, que longe de condozirem
a fcil rebultado, lem diflicollado a soluc.lo dessa
negociacAo. Pretende el-re da Prussia conservar
para sempre o litlo de principe do Neufchatel ;
assim como que a Suisin Ihe pague dous milhoes de
francos, como compensarlo das rendas desse prin-
cipado, e que a coufederacAo Helvtica conceda
alem disso urna amnista a todos os que lomaram
parte na revolucAo de selembro ; e finalmente, que
se .ih.lenha a confederacAo de discutir por espaco
de seis mezes, qual sera a constituirn, que deveri
ler o principado.
Estas comlicOei, que apezar da admittidas a
discusso, lem oflerecido grande dilliculdade de
aceitae.vi, serao todava receidas pela Suis-a, se-
cundo se acredita geralmeote, depois de varias mo-
dificaces em algumas dellas ou mesmo rejeic-lo das
mais onerosas ou oflensivas ; e para este lim p?rece
que se aeham de accordo a Franca e a Inglaterra
em proteger o decoro da Suissa.
Em llesoaoh i s eleiroi vAo-ie fazendo favora-
velmente ao partido moderado. Pelas noticias re-
cebidas dahi, em 31 de marro, o resultado das elei-
coes condecidas dava 7 depulados progressistas, (
mouarchicos e 50 moderados perlenceutes pela
maior parle i nobreza de Caslella. A qoestao enm o
Mxico e esle paiz se acha ainda pendeule. O in-
fante D. Ilenrique foi mandado sabir do reino.
A directora da estrada de ferro de Pernambuco,
eslahelecida nesla prac,a, acaba de publicar o seu
relatorio, que he summamenle favoravel .ios inle-
resses da empreza. Os fundos de qne dispre ja a
coiiipanhia sAo cousideravets, e a execuedo da em-
preza vai sendo levada a efleilo muito fcilmente.
Os fundos desta compenhia. assim como varios
outros brasileiros lem-se conservado firmes. O des-
cont uesta iraca sabio a G U por ceuto.
Pars 7 de abril.
O grande successo da quinzeua he a dissolucAo da
cmara dos commuiis na Inglaterra e o resudado
das novas eleices. As operaces elcloraes anda
se nao aeham inleiramente termina las, mas ji se
pode prever o carcter da manira e esboear rpi-
damente alguns promenores curiosos a este resp-ilo.
Como Ihe disse na tumba carta de 21 re marco,
foi nesle mesmo dia que o parlamento fui infonna-
rn.adn da vonlade da raiuha de referir a' afio o
conflicto entro o ministerio e a cmara dos com-
muns. Assim, a dissolucao foi immedialdineute pro-
nunciada, e os collegios receheram ordem pira pro-
ceder a oleicAo dos seus mandatario!. Todo esle
trabalho se executa na Inclalcrri com a maior ce-
leridade e em menos de una semana os kmsttiu/
dos burgos foram levantados e os volos se recolhu-
ram no meio de urna agilacao extraordinaria.
A eleicAo mais curiosa foi c devia ser a eleigAo
da cidade de Londres. Ja Ihe disse que a commis-
Ao liberal da cidade ollereccra a candidatura de
lord Palmerston, que a recusara sob pretexto de au-
ligos compromissos com os eleitorcs de Tiverlon.
Semelttaute manifeslecAo da cnmmissilo omnipolen-
te pareca dever arrestar a exclusAo absoluli de
lord John Itossel, cujo voto occasionaia a dorrota do
primeiro ministro. Com lu'o, o nohre lord, apiado
por urna nmeros i plialange d'amigos, se apresenluu
na arena. Varias reumes tiveram lugar, e a popu-
laridade de seu nomo aogrrentou todas as vezes que
lord John Hossetlse fczouvir. O seu Iriumphoja nAo
era iluvi 'n-1 para ninguem, e com elleilo lord John
Hussull foi noineailo Jepututo da cidade : verdade
ha que nAo he o primeiro na lisia, as nomeaces
foram feilas na ordem segointe: Sir lohn Dack,
fi,tiOi votos ; o harao Rot Kussell, 6,308 ; Mr. Cranford, 5,008 ; lambem he
verdade qoe os tres oulros eleilos sAo partidarios de
lord Palmerslon : mas lord John |Kussell excluido
ao principio, nSo deixa de ser noinca lo. trium-
pbou sobre um Candidato ministerial, Mr. Curriere.
Todos os adversarios politicoi de lord Palmerston
nao f iram lio felizes, acontecen iuteirameiite o
contrario. Varios de entre elhs liraram no campo
de batalba, e no numero compre citar e carpir es-
pecialmente nsehefes da escola de M inehester, os
promotores da livres troca, MM. Cobden, Bright
a opinAo publica, hoje que elles se aeham esligma-
tiados, comeca a recordar-se dos seos amigos ser-
vicos, a varios jornaes reroinmen l.im a caudidalura
de M. Cohden aos eleilores da Escos-ia, que s vo
lam depois dos eleilores da Inclalerra.
A eleicao de lord Palmerston em Tiverlon nao
era um instante duvidosa, e o nobre lord foi Hornea-
do unnimemente, utas um grande inleresse de cu-
riosidade se ligava as palavras que o nobre lord
dirigi aos seus eleilores, pois qoe se a maioria Ihe
reata, a sua mensagem aos seus comiltciiles de Ti-
verlon poda ser considerada como um programma
do goveruo. Foi por isso que esla mensagem pro-
vocou a altcncAn geral, e que merece ser apresen-
lada, ao menos em parle, aos olbos dos seus leilo-
res, lord Palmerslon uestes termos : os ttulos da
administraeao actual a rnnli.uir.i do paiz sao basca-
dos em factoi e aconleciinontos que formarlo nm
capitulo importante na historia da nessa cpoci. To-
mamos a ilirerr.lo dos negocios para obedecer a nos-
sa soberana, em um momento cheio de dilliculda-
dos, uo meio de urna grande guerra, e quandg us
borneo- que al eoLlo uuhaio sido considerados co-
mo cheles de partidos, recusavam par um ou ou-
lro motivo lomar a responsabilidade dos negocios,
ou tilo podiam organisar urna adininistracSo, que,
segundo a opiniao dalles, eslivesse na altura da cri-
sc. A guerra em que o paiz eslava empeuhado, com
a sincera coadjuvacao dos i.....us valenles nlli.i-
dos, os Franceses, os Sardos e os Turcos, foi feliz-
mente terminada a dahi resultoo um tratado de pac
que atlingio o alvo que se propunha e qoe asiegu-
ruu nos al liados condires qoe liuhan sido conside-
radas por alguns d'enlre elles como nein devendo
ser propnslas e como impossiveis de obler. o
O nohre lord expoz depois as diversas quesles
que o gabinete resolveu sem encontrar opposic.lo no
parlamento : discute a queslAo ebineza e sa esforca
para eslabelecer que iteuhuinoutro comporlameu-
lo era honrosamente possivel ; depois resume ao
cini.-luir a publica que o gabinete qdS elle preside
pretende fazer prevalecer : es-nqui esla concluso:
olerecemos ao paiz om governo fondado em priu-
cipms mui diflerenles. No exterior, olerecemos da
maneira mais seria procurar a paz, mas a paz com
honra e seguranja, a paz com a maoutcnc3o dos
direilos nacionaes, a paz com toda a garanta para
oe no-so- concidadAos nos paizes eslrangeiros. No
interior, lomaremos como regra do nosso comporla-
mento anta jodiciosa e prudente economa, um me-
lhoramento progressivo em ludo quanlose refere ao
bem-eslar da nacAo, odeseuvolvimento crescenle da
e turaran no povo, e todas as reformas que lorna-
ram, de qoando em quando, necessarios a mu I mea
das circumslancias e o desenvolvimenlo da inleli
geucia popular. Eis-ahi o programma com que
me aprsenlo a vos, e espero com coufianca o re-
sudado da parle qoe ides lomar oa decisAo solem-
ne, que os eleilores de tras reinos sao chamados a
dar. o
Estflingaagem era capaz de lisongear o amor
proprio inglez, e a mensagem aos eleilores de Ti-
verlon fes grande bulha exerceu unta influencia
consideravel sobre o resaltado geral das eleicoes
que dio ao ministerio a maioria que nAo linha. Se-
gundo osjoruaes de Londres, as 535 niimeariies co-
nrenlas ( aqui se devem dividir da maneira .,.-nin-
le: 325 I beraes de ludas as nnaneaa e 210 conser-
vadores. Todava nAo se er que tslcs liberaos que
parecem disposlos a admiltir e anotar a poltica es-
lrangeira de lord Palmerston, o sigant igualmente,
com urna dedicaeo absoluta, no lerreuo da poltica
interior. To intrpido e empreheudedor no ex-
terior, lord Palmerslon he circumspecto e tmido
nos negocios do interior, e tem invenrivel repug-
nancia as nnovares poiilicas. Ha sempre uelle
um velho tory, c nao se esquece de que o seu co-
meco ministerial se fez sob o patrocinio de lord
Caslelroauh. lio oppoalo os idas do roforma alea-
toral queoshoinem mais adiauta los do partido li-
beral qaerem fa/.er Inumphar e que o proprio lord
John Kuisell adoptou ha muito lampo. Assim, nes
le terreno, lord Palmerslon encontrar iiuineusas
dilliculdades no seu proprio partido, e lera que sus-
tentar lulas crois com velho chefe dos YVhige.
Annuuriar.im que o novo parlamento comecaria
os seus Irabalhos a 30 de abril, mas a raiuha preten-
de abrir a sessAo em paaaoa, e como sua mageslade
anda se acha em um eslado imcressanlc o o porto
esla' prximo, dem que a poca da reunan do par-
lamento para a expedicAo dos negocios sera' adiada
para a phmera quiozena de maio.
Raqui al la' uAo parece provavel que o negocio
da China qii occasiouou a dissolucAo esteja definiti-
vamente regulado : sAo enviadas a" Honc-Kong for-
Cas de Ierra e mar consideraveis, mas os preparali-
tos desles armamentos sAo longos, a distancia he
immeosa entre os portos da Inglaterra e a China, e
menos que o imperador da China d aos mandarn!
ordem para dar satisfcelo aos Inglei's, o que me
parece moili impossvel, embira algnns jornaes in-
glezei o digam, pode-se pensar que a siluaco nao
sera' modificada. Alas no he ceriauteiile sobre o ter-
reno da qoeslAo chioeza que devera' einpeuhar-se
ainda urna vez o dehale no parlamento. Os Inglezes
qoe possoem o seulimento pralicn, sabem aceitar os
factos consumados, e os partidos compreheinlem que
urna vez empeiihada, ainda inconvenientemente na
lula com o imperio chinea, a Inglaterra della deve
sabir orna sua honra. A exprobracA i que os bo-
mens de bono sonso apresculain a M." Bowring, nAo
he ler prncurado para a China urna coulenda ma',
he se ler empenlulo n'iima guerra, quando nao li-
nha a' si disposicAo forcas suflieienles para leva la
a bnin elleilo.
As iiiiii-ui ii.ies que soiciiara a exeeoclo do tra-
tado de Paris eslo em ve'pera da ser reso'lvidas. O
exercilo austraco evacuou completamente os prin-
cipados danubianos, ei sabemos por despacho Itle-
graphco que, a 30 de marco, o almirante i,yon, com
os ltimos navios da esquadra ingleaa, deixoo o It 's-
plioro, dirigindo-se para Milla. Apenas resta em
Cinslanllnopla u n paqneno navio ingle a vapor
para o .ervico da ombligada. Por oulro lado os' Rus-
sos eseculam com plena boa f as duras eandievea
que lites s.lo impostas : lulo restituido solemnemente
s auloridade moldo-valarhias a porfo do territorio
que Ibes perlencia e que deve rectificar as frontelras
dos principados. O Mar Negro esla' d'ora avante fe-
chado o tudas as marmitas miniares, al a da Rossia,
e acabamos de ler a prova de que esla rundirlo esl.i
b*m preenciiida, pon que mui recntenteme ino na-
vio inglez, o hangouruu. pode Irn portar armas,
monicoas, soldados pira Circatsla, sem que a Kus-ia
eslivesse habilitada para se oppr a esla aclo de con-
trabando de guerra, embnra a legaclo russs cm
Constiiilinoplii fosae prevenida dos preparativos que
se faziam debaixo dos eus olhos. Todo se limitou a
nma Iroca de olas diplomticas, depois do fado
consumado, c o governo ollomano que nao quor dar
motivos legitimes de queixa a' Hussia, se deu presea
a processar alguns funccionarios turcos que loma-
ram parla nesle negocio. Dous dos culpados foram
exilados para Asa.
l,m nico ponto que se deve regular nesla qoes-
tlo do Oriente, que depois de ler cu-talo tanto sau-
gne, linda boje faz derramar muilo, he a organisa-
rao da Moldavia e da Val.ich.ia. Sern reunid js em
nm ao eabidO, ou conservarlo omt adminislraco
disnela'.' O congresio de Pars se dividi sobre esta
quesiio, mas aproxiina-se o momento em que a so
lurlo ja' so nao faria esperar : o congresso decidir
qu as du.is provincias fu-scm constituidas, e parece
cerlo que a opiniao publica se pronuncia, ueste paiz,
pela reunilo. Eis-.iqu com ellrito, quaes slo as re-
soluces alopiadas em dos clubs polticos que pare-
cem Mercar maior influencia : primeiro tuloiinmia
dos principados, no sentido dos amigos tratados, sol,
a siizerania da1 Porta e a garanlia das gran les poten-
cias ; 2" nniia dos dous principados em um s aviado;
tereeiro eleicAo de om principe hereditario em urna
das dina,lias europeas. Os seus lllns devem sei
educados na religiSo oriental analolica prnfissAo de
fu do concilio de Ncea' ; quarto consliluicao rep:e-
sedativa.
O negocio de Neufchatel ain la ni) esla'termina-
do. A conferencia reunida cm Paris leve varias ses-
soes, e a discriclo que se impoz a si mesma nAo per-
mute dar credilo a todos os hoalos que lem corr to.
Tu lo quaulo se sabe de positivo lie a deelaracAo fcila
pelo plenipotenciario luiaeo, ni. Kcrn, que n'm lian-
qu.ite que Ihe deram os Couipnlriol.is rcsidenlet
em Pars, bao- fez inspirar urna prompla e feliz so-
luco.
Fallci-lhe na mili! carta precedente do rompi-
geraes, c o minislerio Narvaez conseguio fazer pas-] HESI'AMIA.
sar em (oda a liarte os seus cain.idalos. Ha um hom Temos a vista jomaos de Madrid de t,
symptoma. Este infeliz paiz lem tantas cbagas em i Na Gacelan desse dia publicou-e nm decrel.
que cuidar, que he muito para desejar que a eleicAo ] pelo qual S. M. concede ampia c geral ainni-ti.t a
parlamentar ainda nao venl paralyiar os e-bu ..o | lodos aqualles que de qualquer modo lomaram
que se fazem para a sua cura. Parece qoe um dus parles as iusorreicijes e cuuspiracei carlislw oe-
primeirns actos da administrarlo sera' pedir a re- corridas nos daos ltimos mino-.
forma do senado que, antes de 1854, se empandara I Diz urna folba he,ianhola, que Portugal **;rlia
a tornar o governo impossvel. R'unid pdlavra an- ja em coinuiunicarlo eleclrica com Ile-panha.
nunciam que a diflereoea do governo hepaohol com que a 2ti dmarco'trabalhou o lelegraptio .Ir. Be-
Mexico esla' em vespera de lerinlnar-se amigaTel- i dajoz a Elvas; e' que licara" prompla danlro cm
mente. Eile resullado he mui desejavel para a des-
palilla, nao s porque os despachos da guerra anda
ugmenlariam a desordem das fiiauras, sa nao por
que a America do norte, qoe se preoecupa muilo
com os uegocios do Mxico, bern poderia aprovelar-
se da occasiao para tenlar anida alguma empreza
conlra Coba.
Julgo queja Ihe fallei em um projecto de viagem
do imperador da Rossia a' Allemanha e Franca ; os
jornaes auuunciam qoe o czar reuunciou est pro-1
poucosdias toda a linln de Madrid a Lisboa.
I ni participa lo -,."1 -nvrrnu a academia de his-
toria, que fazeudo-se excavace* em Buic> de i i-ina
se tiubaui feto impurlaiilas descobniueulo- rcheo-
logicos.
Apezar das negociaces diplomticas, enlabola-
das por causa da quesiao do Mxico, prueacue en-
verno nos preparativos de guerra, para clleci.ar g
projectada cipe lelo.
Corre que para o outoao irlo a Madrid o principe
jeclo. | Adalberto da Baviera com sna esposa, a infanta do
O nosso corpa legislativo reunido desde 15 de fe-1 liespanl, D. Amalia Bourbon.
vereiro, nlo faz muito estrepito. Neste momento
occopa-se com o aglaaa do o -canicntn para 1858,
que deve apresenlar um excidenle de receilas de
cerca de 20 milhoes. Vinte milhoes ja sao alguma
cousa, mas he pouco quando se trata de um orca-
menlo que excede 1,700 milhoes. Occupam-se mili-
to aqui, sem que os jornaes fallero nisso, com pri-
ses que se operam enlre os classes operaras. Pare-
ce que as sociedades secretas organisadas com gran-
de aclividade e quojps refugiados de Londres, irri-
laJos da prosperidarje de que goza o nosso paiz, pre-
tenden! soprar aos seos a Ulereles em 1' ranea os
mais abominaveis projectos. O imperador conlra
qoem estas coospirices sao dirigidas, trala-os como
mais arrogante desprezo, e he visto quasi todos os
das s. em carruagerr?, as ras da capital, confiado
na Providencia.
Bolsa : 3 % f>9 fr.. 85.} 4 1|2, 92-2
lidados inglezes, 93 !|t.
conso-
Gibson, os quaes fornu rep'llidos pelos seu< anli-1 ment diplomtico qoe ieve lugar cuto a Austria e
gos collegai. Como estas penonageiis se collocaram o Piemonle. A retirada do ministro au-iriarn cm To-
par a reforma das leis sobre os rirn foi seguoln, como en previa, da retira. do en-
a frente da cruzada
coreaos, e das tarifas de alfandegas. adquiriram
grande popularidade que nAo fora sullicieule para
destruir o voto recente que deram sobre a queslAo
da China. O revez vem de orna caua mais anlga.
Durante toda a guerra contra a Ituassia, Mr. C >b-
deu e seus amigas se pronuuci.irim com unta obs-
tiuai'aa, pouco nlelligeule, coulra as medidas a-
doptadas para abalar a influencia da Russia ; apre-
seolaram se nos seos discursos e actos, eonta us de-
fensores da paz a lodo o culo, e alguns do partido
dellcs liguraram na ridicula einhaixada^que os tjua-
kers enviaram ao imperador Nicolao. Sloeslas in-
discricoei que despnpularisaram os humen- de
M mciisi'.er, e qua lites uccastoDdram a derrota. Hai
viado sardo em Vienna. O negocio se ada neste pe
Urna ulljmi ola d'Austria fui publicada pelos jor-
naes atlemlea : altrihue o rompnnenlo a M. de Ca-
vour. que osou de oin.r lingo-agrio revolucionaria ;
declara que a Austria esla' disposla a aceitar a me-
diarlo das potencias orcilcnlnrs c deixa entrevera
ncressidade de medidas enrgicas, te o comporla-
mento da corle de Turim nlo modar. Acredito vo-
luulariamense no arranjo diplomtico das emiendas
ntreos governns, mis nesle ttnho alguus receios,
pois que a revolar,ao se acha lio misturada nestas
cometidas, que sera' dillictl conlc-la por meios di-
plomticos*.
A lieipaoha acaba de luminar as suas eleicoes
LISBOA.
10 de abril.
Pelo Teutonia da compnnhia hamburgo-bras-
Icira, que daqui parlio a 10 do correle, puz os seus
leitores ao faci do que ueste paiz se lem passado
de mais importante desde a recomposiclo do minis-
lerio. Nesles das ltimos a alleuclo publica doce-
mente eulrelida nos prazeres domsticos da fesla
pasrhoal, uAo (em sido despertada desle santo ocio
para nenhum acoulecnneulo poltico que iiiureca
menciouar-se.
No dia 12 largou para Macuo a barca mercante
a.Vdamaslori) com 230 homens de retorro a guarni-
Clo de Macan. Hoiilem sabio a Trgala de goerra
oD. F'eruaudo levando a seu bordo para cima de
2.>U pracas para ^lucambiqnc. muilos degradados,
que vAo cumplir seolenca nos prezi.iios .d'Africa e
boiu numero de colonos para os nossos estabeleci-
mentos n'.qoella parle do mundo.
Chegaram mais AllemAes allrahidos pelo syslema
de colonisarlo adoptado pelo governo porlug'uez, e
diz-se qoe em breve partirAo novos transpones,
onde serAo conduzidos. O visconde de Si' da Ban-
deira, como por vezes o teobo repelido, ha dicnu
dos maiores elogios pela patritica alinelo com que
olha para o futuro cugrandecimento daa cotonas
porlnguezas. ^
As noticias de Macao vindas pela mala que chegon
ha tres das, aleanram a 7 de fevereiro. e do o as-
talieleciinento Iranquilio e com malta allluoucia de
Cjtiimerrio e de gente que llie chega de lo las as
parles. Esperava-se alguma Iropa Indgena de Goa
que o covernador de Macao man lou pedir para a
ludia com loda a urgencia e anciedade.
II de grand? conlenlamento sera' para Macao o
da chegada dos 230 porlu^uezes que acabam de par-
tir para all.
As nolicias de llong-Konc de li de fevereiro com-
muiucain que foram recentemente destruidas 10,000
casas em Canto. O fogn dos Inglezes conlinuava.
Muilos juncos cbinezes, cujo numerse compula
em li)0 Icnlaram, sem xito, novas s .rprez;, contra
as forcas ingleza.
Expedio-se ordem aos mundanos de negociaren!
loco que os harnea H vapor bntariuicos ameaacassem
as cidades era que residem. Por era quaulo as hos-
tilidades liuiii mi--., a Canto.
O govcino Iratou pruvisoriamcnlc com sir Mor-
ln Peto a consirncclo da linha frrea de Lisboa
para o Porto Em vez do juro garantido que sir M.
Petu primeiramente propoaera, aloplon-se o svs-
Inna de subveii'co. Dar' o governo 5500 libras por
kilomelro, concede a linha por U'J anuos, reservan-
do-so todava o direilu de se apropriar d'ella por
compra no fim de 30 anuos. Todos os Irabalhos de-
vein estar terminados dentro de qaalro anuos. Sir
l'.'l conlr.it ni tdiiib.Mii a compra da scelo ja feila
ale ao Caregado ; entretanto nada se pode anda
allrmarquanto ao precu, nein quanlo as Je.....t
cundicoes desla acqmsiclo. F2m geral foi bem rece-
bida a' noticia desle contrato. O nome de sir Peto
garante na opiuiAo publica a e-tabilidade dus seus
contratos. D'esle anda senAo pode apreciar lodo o
valor par quanlo anda o.'m foram publicadas e dis-
cutidas loaas as ouodicoe! estipuladas.
l'arece que lencuna esle capitalista e mesmo pro-
mrliera terminar a estrada de ferro antes do prazo
de V anuos que Ihe foram concedidos para a cou-
cluir.
Dentro em pouco sera' este conlr.ilo provisoriosuh-
metlido aos corpos legislativos, e he de esperar que
a discusslo nlo sera' demorada, atlendendo a que a
opinilo se lem manifestado lisongeira a concesslo
feila provisoriamente pelo goveruo.
_0 Sr. Forre Ayllou, ministro de despalilla em
Vienna d'Auslria, "foi transferida para a corle de
Lisboa.
Celebrou-so em Lisboa urna rcuniAo promovida
palo rereador da soa iiiuuicipiliddda Ayres de Sa'
.Nogoeira, irmao du minislro da marinha, aliui de se
iraiar de qual devd ser a mellior directriz a escolher
para o camiiiho de ferro que de Saularem se con-
tinua al Badajoz na frnnteira hespanhola. Ocon-
vidante foi nomeado presidente daquella assembloa-
comp isla de proprielarios, engenheiros e escnplorrs
pblicos. Como esle asumpto carece do ser e.lu-
dsdo e inelhodicameiile, fo numeada urna commis-
o para ponderar bem o negocio e formular um
parecer que sirva de base a' discusso. Saiiiram elei-
los os aeguinles cavalleiros : Aulonio Tbeophilo de
Araujo, |. B. P. Parale de Carvalho Marlens, Joa-
quim Amonio de Agolar, Joso de Torres e Dr. Ha-
noel de Araujo Stuza Lobo.
A alf.ind'ga de Lisboa rendeu no mez de marco
193:2323869 rs. ; a do Porto 1ii">:33!tyor. rs. ;'a
municipal de Lisboa 07:639/275 rs. E-la ultima deo
onze eolitos menos qoe a receita aulorisada, mas as
duas primena- rendaran Irinta e sois cuotas mais.
Oaclivo do Banco mercantil porluenseem 31 de
marco era de I,1I2:9K(>3>7<> : exisleucia em co-
fre : 58:3379398 ; lellras descontadas;.............
358:4869576: ganhos e perdas : 3:t25;S(i2.
Era 31 de marco o activo do Banco comm>rcial
do Porto era de 2.2(>5:252?37t ; existencia em ca-
fre : 368:867909a ; lellras descontadas ...............
1,131^180668 ; ganhos c perdas : 29:57M'i9.
Entre a Antuerpia e o Brasil eslabeleceu-se acu-
ri in-ii- urna carreira que sera' desempenltada por
3 barcos a hlice da tarea de 500 cavallos, cada um
a sabor o llulaspes, o Cilcolta' e o L.idy Jocelvu,
todos hlo de locar em Siulhamplon, Lisboa, i'er-
n.imbiico e Babia, partiudo, como se disse, de An-
tuerpia, e leudo por destino o Rio de Janeiro, de
a Blgica um dos paizes que mais procaram culti-
var sssuas retardes com a Amarice, espirito que
boje esla' animando paliculdrioente cm ejaaei todas
as pracas da Europa.
Na lumia fcira santa, usindn el-rei I). Pedro V,
do poder moderador, que Ihe assista pela lei fuu-
I no .na!, houve por bem conceder ouze perdes e
urna comrcutacl de pena a varios delnqueme-
que se achavara as caJeiss da capital.
S dir o emprestimo porluguez diz o olornal do
Credilo Publico, que o fuios porluguezes do no-
vo empreslimo, colados sem dilflcul lade, apenas ep.
pareceram, enconlraram por loda n p.rle em Am.-
tcrrlamj um acolliimcnto favoravel, jnlgando-se que
seria lodo lomado por capitalistas hullandczes aquel-
le empreslimo, que he apenas (diga jornal citado
de800,000 libra-, ou 3,60 I coidos de res.
Fizeram-se com grande solcnni lade as leata. da
seiniina santa as fregueziis da capital. O lempo
esteve taagnifleo.
A indu-lrid fianeeza manleve-nos cste-dias n'uma
alrnosphera perfumada do aguas do chairo e hom-
booierea aromticas. Nanea foi l.imjuho tMn Lis-
boa o diluvio d? eartonogeiH e dichea adoricados ;
mas davam-e por precn- fabulosos. Ilonlem ence-
lou no Iheatro de I), remando a- suas representa-
Ces nina campanilla heepanholl de derli marAo,
canlo e baile. C ingla de quareota e lautas figuras,
alcumas dellas muilo form.st. e cngracddas, pn-
licolarinente as famininas.
Chagoo a l.i-boa madama l.abaniere, domadora
de feras, que acba de curier a despalilla com os
sefls ursos ligres e lees. Felizmeule n5o mora na
mioha roa.
L.
Por nolicias de i nesle publicadas oa .Esperanza.
vc-se qae conlinuava a reeidlr all a viava ala li.
Carlos e sen filho I). Fernn lo da Bourbon, os quaes
linh.im sidu ohjecto de grandes alleucoes do archi-
duque Maximtiiauo. Recolheu-se da emigracl* D.
Joso Mara Tesenho, an tic > commandante da gur-
da real a ganlil-hoinem de II. Carlos. O cande
Monlemoliu vai fazer, segundo se diz, nma viageea
a Inglaterra.
Parece que se fazem necociaces por parla da
Russia, paiz em que os Carlistas punhara empre a
sua ultima eiper.incs, para qae os homins mai- dis-
iinrio- do parlido se apressem a reconhecer es le-
gitunos direilos da rainha Isabel como cas. prelimi-
nar e indispensavel, para que a naci posea esqsse-
cer completamente os odios a males da paseada loe-
la. e olhar sem presencio a unil. da lamilla real e>e
despanha cum a da Hussia.
Esperava-se que o crio-duque Constantino da
Rossia visitaste Barcelona com a soa eiquadnlha,
depois de ter visitado os portes franceies de Medi-
terrneo.
l'rac.i de Madrid em 7.
3 por cento consolidado p. p. 1030 35 c.
3 por cento dill'erido p, p. 2590.
Accuos do Banco da despanha146 p.
PERSAMBUCQ.
ASSEMBLEA LEGISLATIVA PROVINCIAL DB
PERNAMBL'CO.
Seaaao ordinaria ota 27 ato ataras ato 1857.
I'rciitmca do Sr. Jote Pedro a Silta.
As 11 e meia horas da manhaa, vetifieaneVe-ee ha-
ver casa, brese a se-slo, daixaod. do eer Ma a
acia da sessao anterior, por nlo se aehar sebie a
mesa.
O Sr. 1.a Secretario declara nlo haver expe-
diente :
O Sr. S/ro /.Tajo (Fai algunas obeervc"*s.
Le-se e npni.i-se o segointe reqoerimenlo :
i Requeiro que se restaure a discusso da pro-
jecto qoe traa da aogmeolo Ua oidenadea dos im-
precados ptovinciaes, com lodas as saas emendas, e
que continu a discusslo ludependenle de apreaess-
laclo do parecer espacial da commi-jo. a qoe fas
dilo projecto snbmellido.S. R.Silva Braga, a
O Si. Bpummomm de Mello: Sr. pre.idei.te,
eu voto mnlra o rcqociiineulo, porque nAo eei qsta
sicnilicic.io lem um dia a assemt i-a oecidir, qoe o
projecto com as emendas v a cou.nn-slo especial, o
no oulro da dizer, iscu.be o pr-jecto itidepcat-
deote do perecer da commisilo aspacial...
O Sr. Manoel Cacalcanti :Tem McnilicarJa,
mas nao ha coherencia.
O Mr. i:iamnioudas de Mello :l'.os se alo ka
coherencia, em nimba opinAo nlo lem significar*,
porque, pera que em requeriraeulu leona eignifica-
c.o, be inisler qoe louli.i nina base razoavel.
Eu diao a cas. qoe a co.diih... uao aprneotaei
anda este projecto, porque elle jsaa con mailei in-
leresses particulares e Variados, be melena de mal-
la importancia, multo variada, o por lean i lo
dillieil cliegar a um accordo. Ja ha Irabilli.is con-
cluidos a respeilo do certas reparliroes de qaa lula
o projecto, a a couiin.-s.lo coulioua a trabalkar stw
sentido de cliegar a um accordo a respeilo das en-
tras icpiriii.e- e emnrega los ; creio mesmo qae
uestes dous ou Ires das es,e trabalho da namis-aa
sera apresenlado a assemblca, e por isao vota contra
o requerimenlo.
Posto a vi.tos o requerimenlo, he epprevado.
O Sr. (i. r.uimaret:Sr. presidente, levant-
me para pedir urgencia, aun de qoe venha a dis-
cusslo o parecer da cummissAo de negocios ocelo-
-i i-tico-, acerca do comprumisso da untan i.ive da
Misericordia desla cidade, qoe lienu adiado no anno
passado, por pedir a patarra o Sr. Theod.ra da Sil-
va, de esse um negocio que, comqoanlo ola pacora
de urgencia, todava, lendo a coramistle de nego-
cios .eclesisticos denegado aapprovorl. d. empeo-
misso da irmandade da Misericordia, he conreaiea-
le que seja elle disentido, para que sa conheram as
raines em que se fonda a commissao o ole seje olla
increpada por isso. Assim requeiro a V. Evc. qaa
consulte a casi acerca .leste reqoerimenlo da ur-
gencia.
Vai I m-sa o seguinle rcqnerimenla :
Requeiro urg-nria, para entrar em discele o
parecer da enruiiiiisao de negocios eccl .-la-tims. so-
bre o conipromisso da irmandade da Mienrurdia,
de 28 de maio do auno prximo passado.S. I, (..
Cu.marle-. >.
l'oslo o i iiieriiiiento a volos, he rejeilado.
O Sr. Manoel Cacaleanli:Eu reqeeire qae se
impriman! as emendas olieron.las ao pro|eclo qoe
eslava sulnnelli.il. a urna commiisao e-preul, euro
-aberinos o que vamos volar, porqoe. a ni. aerean
ellas irapressas, nlo -ci como podera a casa deliberar
sobre esle negocio.
Vai I mesa o seguinle requerimenlo, qoe he a-
pola lo :
a Requeiro qaa as emendas presentadas an pro-
jeclo de augmento de ordenados, sejam imprc-a. a
distribuidas antes de ser o (rojee!.. sobmellido a
discusslo.Manoel Cavalcanli.
O Sr. Francisco Juo:Nio ha sim consirangt-
meuto, qoe eu me vejo obrigado e dizer alguma
c .usa a respeilo do raqueriineulo qoe acaba de sea
lido.
Creio, Sr. presideole, qoe he f.ircnao dever m.-1
dar cotilas a nos mesmos, e ao publico de m noli -
dade dos aclos desla casa apotadiis, e anlent. qoe
a precipilaclo dellcs su servir a CMtsinorali-
a-lns.
Recoohrcendo loda a conveniencia, em qae al-
guus repares se facam aos servidera* da Estada,
creio que lambem cumigo reeonheeerlo eqoellrs
qoe mais iuloressados foram anda par essas Mras a
aeeanidada de que esta reparara > seje feila com to-
da a iliscric.ii.. apoiadosi de modo que nlo tenda-
mos nos a apresenlar no numero dos neMos actos
ama medida que mais parres resullado da om pa-
tronato, a ti-i ..-.i.. |s individualidades do qoe a
repar.icao e ciuupiimenlo ile um justo dever no..o.
Essa Inste sequenc dar-se-ha, Sr. presidente, aa
a decisAo da casa for piecipilada. Nie he a primet-
ra vez, que de falla de cus Icrar.io as medidas
a (opiadas pelo c.aj lem dado de m estes dasgrara-
:o. resultados, fallemos como em familia tem a-
rarrelado drsvirtuainenlo de algans ocios del.
Porlanlo, Sr. presidente, ea peco a easa, qae par
bem de neesa propr diguidade nao deixeiaeo da
approvar esle requerimenlo, ao meos em favor de
meu pensainei.lo, e de oulros depatsdos qae ale
esliveram prsenles a ludo quaulo se pastea, a lado
quanlo se disse nesla casa, era referencia a esse cla-
vo as.uiupto.
Pedire que os i.obres depulados me digam romo
he pos-ivel lurmar-se juizo a respeilo de emeadae
nlo impressas, escripias a mo, das qaaes ama.
addilivas, oulras soppressivas, oolras ampliativas,
oulras reilriclives, cmfim lanas e la variadas qae
-mi- deuomioacei diversas rontlituem am
verd.ideiro emltararo. Porlanlo cunrluo derlaran lo
que h- in li'pei.-avel a impres-ln e dislr.buirle, pa-
ra que fique ao alcance de todos nos lado qoanie be
passado, pois quo de outra maneira, aem ea, aem
oulros collejas meus poderlo cou-cienciiHamente
drseos votos, aullada ai emlnr.ira .m, na sa-
liendo como couluzr-se no meu de-se labxiia-
Iho.
Ea.aventuro taes con i lcrac.es, rorque ram er-
pre/a iiniihi vi passar o requiimeuio, ao qu.l ea a
principia nao quiz aprcolar opp.-i a>, n|.poai<*
ghtponaadl a vista da derlararla fcila ;>* nm das
hnralos membros da c.imm>sia, n >r. Epamim-e.-
das de .Mello, que nos aiiiiouciou que a runvnis..te
j. Iinhd po-lo a l.il cruz sobre seus limobr..-. rann-
ulisdo grande exlcn-o>, que eslava ja pr sima ao
calvario, c que nao duvidar lar o ultimo fa**.,
sujeilando-se a lodos os conipromcttimenins qa.
nascessem da ua pesicle. Mas ee sarrilicio fes
rejeilado.
O Sr. .s'iIm l'raja :Nio repellimos, commi-
sAo pode apresenlar o sea parecer, a assemblca o re-
cebar*.
MUTTraDtT





DIARIO DE PERNAMBUCO SABBADO > DE MAIO DE 1857
O Sr. Frailesco Joao :Sr. presi lento, ptrmilla-
se-me liccnga para cu upelir um dilo julianoen
enea, n,,i. nio rapnro.liu onvi o apsrie, Ionio a
repetir, mili nAo o corapreiiendi I..
O Sr. Si lea Braga :A rail* porque'.'
O Sr. Francisc Joiio:Porque a tal idea que o
nobre depulado MMrga ila apresenlaglo Jo parecer
e a dispensa que faz do me-mo parecer, paiece-
ine que sao cousas que evidentemente se repel-
lem...
O .Sr. .Silrn Braga :O nobre depulado compre-
licudeu muilo beiD, tcm mais laieulo e mala illus-
Iragto do que eu para isso.
O Sr. Franc\*co Joilo :O casu nao he de tlen-
lo, nein de Ilustrara, que sobral no nobro depu-
Udo, i-i j pode-ae resolver pelo simples liom senso.
Nao posso compreli'ii ler, Ionio a repetir, como se
precia do parecer da cominissao e dtipeusa-se o!
parecer da coraiuisslo, de maneira que dispeusa-se
aquillo de que se carece, que se julgou uidlspeu-
savel. '
O Sr. Silca Braga :11* um incentivo.
O Sr. Francisco Joao :Ali teinu queslao me-
dica e therapaulira ".' lie preciso a apphraclo de ex-
citantes para despertar a commisslo '.' masen suppu-
uho Sr. presidente, que se o remedio Ios-e desla na-
lureza, entilo caberia a retirada de requerimeutu de-
pois de sua apiesenlaglo, visto como o seu elTeito
esleve asseguradu.
Mas Sr. presidente, fallemos cun franqueza e rom
abandono : esta especie de instahilidade de pensa-
mento, esta versatilidade de opinilo, este transtorno
na ni meira di. discossoes e dos Irabalhos da casa
fiera muilo para admirer-eo, muito paia ser lnoDgea-
dn. para ser applaudido '.'
Eu creio que ninguein sentir grande conslrangi-
inenlo ein resnlver-se em sua eonscieneia pela nega-
tiva. Por lano Sr. presidente, repelireio que ha poa-
eo dnse, por bem de nossa propria dignidad?, por
bem da dignidad! de provincia que representamos,
senflo queremos dar de nos um espectculo triste, vo-
temos pelo requeiimenlo para que sena pona dizer
com bom fundamento fora daqui, como se dir', que
uestes negocios o que domina he o nepotismo, isto
he, que se tendo um anillado na thesourans, na so-
cietaria, no consulado, So eslns lis regras nicas a
screm reconhecldas, silo estas as medidas que lem do-
minado. A le deve ser geral, deve abraDger todas
as repartirles e o augmento deve ser feto em refe-
rencia ao inereciniento do servico, deve ter lodos
aquelles caracteres que llie asseguram aquelle ranho
que devem ler todas as elis quelemo fundamento na
juiliga.
Eu roo satisfago com estas rellexfles -imples, es-
perando que ellas tero dado no animo da casa e to-
rio tenido a suggerir em o seo espritu colindo-
racoea de alcance minio mais elevado.
.liguas Senhores muilo bem !
O Sr. Silia Braga (Nao devolveo sea discurso.)
O Sr. fpaninionda de Mello: faz novas eonsi-
deragoes sobre a roogao que adoptada na casa, e em
attengad a retirada ua couliaiioa que a a-semblea li-
nha pos.lado na coiniiii-slue-peoial.declara que se di-
deinille de membro da referida commissito.
O Sr. Metra llenriquei : Sr. presidente quan-
do aqu ehcguei, ja eslava a dtoeeMo baslaule adi-
anlada e ignorando que o meu nobre amigo que ma
preceden tivesse pedido a palavra, entend como
membro da cominissao que acaba de ser increpada.
que ii.m polia deixar de pedi-la para de miiilia
parle fazer om protesto.
Declaro pois que acompanlio au nobre depulado
que me procedeu no protesto que acaba de fazer, e
digo mais que nao me surpieiidou o requerimento
de qae se Irals, porque antes de clicg.r a casa ja
eu sabia que se preparav'a una surpreza desla ordem
islo he, que se preparava um requerimento para
iiullilicar o trabalho da commissao...
Cma l'oz : Islo he, qoe he muilo positivo.
O Sr. Silca Braga : lio ama insinuado mullo
odiosa.
O Sr. Metra Ilenrigues : Eo sahie, que sob
pretexto de nao ter a commissao apreseulado at li-
le o seu trabalho, hnha de apparecer na casa um
requerimento para que o projcclo losse discutido
iudependente do parecer da commisilo.
Tenho me explicado '.'
O Sr. Silca Braga : Eu repillo o que ha de
insinuativo nisso.
O Sr. Metra llenriques : En declaro, que nlo
lia insinuaban, por qu.nn nein sabia que era o no-
bre depulado autor de.se requerimento o t pas-
mo...
O Sr. Silca Braga : Porqoe razao ?
O Sr. Metra llenriques : Por urna razao, e he
que o nobre depulado nao he menos susceplivel do
que qualquer um de nos nesla c-a ; o nobre depu-
lado l.ii lestemuuha de que anda ha pouco quereu.iu
se aii.Hii.ii o parecer da cominis-lo de eousli-
liriglo poderes para a chamada dos suppleutes, e
propondo-ie a Humearlo de um inemhro para se po-
der dar este parecer na falta de outrouosso collega,
o Sr. Ilr. I*. Baptisln, foi o primeiro que repelliu-
do essa idea, disse que se ello fora membro da cum-
nii--,i se ofleoderia muilo...
O Sr. P. Baplista : E que applicagiio a cha?
O Sr. Metra llenriques : Vou ja dizer-ihe e
assiin lambe.u me parece, que leudo a casa appru-
vadu o requerimento eui que se pedia urna cum-
miss3o especial compo-la de 5 membios para dar
seo parecer acerca do projecto de ordenados, se nao
era oaver, era a manos delicadeza, era ao menos
deferencia para com us collegas, esperar pln pare-
cer 'Talla aguardar o sen juizo (amitos apoiados.)
<.loando. Sr, presidente, alguus dos nobres depo-
tados quiesse petlir urgencia acerca desea negocio,
oque impeda qoe qualquer um detles lomando a
palavra recoinmondasse, requeresse mesmo a S. E\c.
que esigisse da cominiss3o alguma urgencia como he
co-lume, e sucede muilisiimas veze '.' Entre lano
sera que precedesse nenliunia recoinmenda^ao, sem
que precede>se requsrimento algum, o nobro de-
pulado aprsenla um requerimento que nao posso
oeiiar de considerar injuriosa a eomiaiaato especial
de quo faco parle. .
O Sr. S. Braga : Nao Uve isso em vista.
O Sr. ,1/cira lltnrtquet : Sr. presideute a in-
|piir"i,i do nobre depulado aulor do requeqimenlu
seria qoe elle cahiise ? i .reio que nao.
O Sr. 1'rcstdenlt: O repuerimeulodo Sr. ISra-
ga ja foi foi approvado pela casa e nao poda ser la-
chado de injurioso.
Or. Metra lenriqtu Eu eslou censuran-
do-o '.
O Sr. fpam;tondas de Mello:E eu digo qoe he,
a corro com a respunsabildade.
O Sr. 1'restUeitlc :U nobre depulado po.la di-
zer o que quizar, niaaeu d.'Vo goardbr as conveni-
encias da casa.
O Sr. Fpamtnonda de Mallo : lie necessario
nao ser inerte a ludo.
O Sr. -1/eira llenru/uet : Mas entretanto esse
requerimeulo, de que prescindo de fallar paeeoB.
Arqiarece agora oulro do noliru depulado o Sr. afa-
noel Ovalcauti em que pede lique adiada apre-ente
discos-So ale que se iuifii ini.iin as emen lis. tira, Sr.
presidente eu nao sei como e-la casa, que foi a mes-
ma que approvou urna coininissao aapaeial para exa-
minar o projecto de augmento de ordenados com to-
llas as emendas a ello referidas, sem duvida porque
coiisi tetou as emendas de algoma imLioriancis, he
a ni- -un que sem o parecer des-a couiinissao, em
que tenha feilo especialmente calado algum, por isso
que a ducusso do projecto licou adiada desde entao
approva hoje um requerimeulo para que o projecto
soja discutido, iiidepeudenie do parecer, Bem au me-
nos querer que lajas inprami ai emeudas !
Sr. presidente, o prujeclo de que se trata, nao he
de 13o pouca importancia, como parece ao nobre
depulado ; a e.i.a foi leslemutiha das dillerenies
opimoes que aqu se tuscilarain a re-pello do pro-
jeclu do augmento de ordenado, a casa foi te-iemu-
nha das dilTerenles emeudas que appireceram sobre
a mesa em diveisos sentidos, cemo pois querer que
a cummissao especial sem urna demora razoavel
podesse confeccionar um trabalho o mais perfeito
que llie fosss poive! ? A casa nao sabe, que era
misler, que a commissao se reuuisse, e que essa
reum3u nem sempre ae poda fazer, lo tos os das,
e a qualqner hnra ? A casa nao sabe.- que cada um
dos meinbros da commissao procisava esludar o pro- r"'1,1'
jeclo, precisava esludar o ornamento, preci-ava laber
do ordenado de cada um dos empreados suaa obri-
gares, seu trabalho, sua posirao, alim de formar
um juizo fondado' na justica e equidade a respeilo
da distribuir desse aogumeiilo '.' Ponanlo, creio,
que a commissao nao lem tido essa demora, que o
ii.,bre depulado eslranliou essa demora, que a loma
digna de censura, sobreludo alienta a nalureza do
trabalho...
U Sr. Silca Braga da um aparte, que nao ou-
v irnos.
O Sr. M. //enriqtie* :En continuo a crer, que a
commis-ao nao lie digna d- -a censura, pnrianlo
me parece, que sena he pelas relares de asHitade.
ao menos fpelai ra/.es que acabo do eapeniler, a
cominis-au e-lava minlu lonse de merecer o proce-
dimculo quecoutra ella aciba dejier o nobre depu-
lado...
pen-a, porqoe conlava com
a mai.ria da conunis- O nobre depulado Dio sabe que esses serlanejos |o-
, alim do vir ahnal entregar casa o pipen, erarnm com o contrato, porque as suas lellras eram
que nos lorain conlnd.is, mas como ma acho em mi- pagas no da e que o diulieiro lijo era (alio ".' Higo
noria, peco lainbem escusa di eoiamisaao. que lcaram coutenles, e que o gado era andido r"e-
"'"" Lactrda M3odevolveo seu di-curso.) gulanneulr.
O Sr. Su Pirara :nr. presidente, (1(0 parle
da commissao especial, que foi eurarregsda de
examinar o projecto de augmento de ordenado ;
allrmo a casa, que a commis-ao lem trabalhado, que
des le quo e-se prujeclo llie foi suhmellido, ella se
lem oceupado de dill'ereutes quesles graves, pelo
que se nao lem podido allegar anda a um resulla-
do final, porera ha ja alguma eoota feila, 8Com mais
Iguma demora puderia a commissao chapar a om
lecordo e apresenlar o seo trabalho, porcm como
V. Exc. lem exonerado aos oulros meinbros da
coninns-o, cu lambem pe^o a mmha exoncracjo.
O Sr. Presidente :Eu tenho exonerado por pe-
dido dos nohres depolados.
t'm Sr. epatado iParece qae a casa beque
devia ou nAo conceder exoneraban.
O Sr. VrnUrnU :A nomeacao foi do Sr. Pre-
sdanle da assemhla, e por consequencia a dispeu-
sa iiude ser dada por mini.
O Sr. Scira :Villo que o Sr. P. B iplista pede
exonerar, eu da mesilla forma.
O Sr. Mmiinel (inilnitiii: En pteo a palavra
para fazer urna obsarvagao. V. Exc. dina que
11 i alguus aparles.)
Oh sanhorai, cu digo nina 'verdade: Nao me
Coalla quo houvesse una s ilivida da com[>auhia
para com os criadores que nao fossa |>aga ; e-ion
mostrando, que o contrato era melhor d\> que o osla-
do actual, e qoe a laxa he melhor do que o contra-
to. Se os nobres depttladoa na querem a laxa, ve-
nha o contrato, porque o que eu n3u quero sobre
ludo be o estado actual
Os nnbraadpoladoi que argumentara com a lel-
Ira da coiislilun.ao, dizam que ella garante a libar-
daile de industria, e que he uina olleusa a asta II-
birdada de IndaMria a creadlo de urna companhia
para o foriieciiAenln de carnes ou o eslabelerimcn-
lo da laxa. Eu creio que o lm do govemo. do fin
do poder legislativo,he sera duvida beueliciar a maio-
la da socidade...
O Sr. M. Cata\eanH da' nm aparte.
O Sr. Florencio :O nobre depo'ado pode ir
dando ,.s seui apartes que eu hei de responder a lo-
dos, porcm o que he corlo lis que esles principios,
sd coiiiiecidos por Dos e o mundo.
Ora, se n lira da sociedad he o heuelicio do maior
numero; o nobre de|i*itado ha de couvir ein que com
hu de gaubar, e alo
carne, nnnmiciam-uo, e os nobres deputads bem
c.iinpieliendem.
Sr. presideuie, eu jirovei ja que a argumentara
do nobra depulado, rojas lujes eu sou o primeiro a
racohliecer, nlo pode dar oulro re |Mide levar-nos a oulro lm. que nlo seja a laxa, ou
o contrato, islo be, eu predio a laxa, mas se eala nao
pasaar, venha n contracto, porque a argumenlacaj
to nobre depulado, o qoo prova he. que o mal exis-
te, e ji,-r consoquencia be rsxo mais qu
nara se adoptar urna prov leucia. ii
rao de morar na casa, qumidn o espanlaram ; zan-
gado|voou c pailin para nao mais voltar. Keslava
anda a impreaaslo de-se fado, quando chegou a in-
fausta ndicia da morle de una parela prxima da
lenhora do angeolio. -Mas enlo o passannho lo-
do alegra e fclicida le seria o mengeiro fatal de
seinclhaiitc desgraca Ilouvc quera assiin peu-
sasse.
I)i/em que cui casa do urna profesora ha una
solliriente ( douda, que he u terroi das discipulas o da me-tra.
livenios u | E-t a escuta Irabil lando, quando de repente apre-
mia, as
peloaj
: saoll-sa ella, e pe lu lo em debandada, a me-tra
i lranca-sp n'ura quarlo, e as meninas correm para
'ra. Ora, por esta forma ha nao sil perlgo para a
vida da meslra, como earteaa de que a* meninas
nada aprenderlo. E como he qoo se poda aprender I Mi. Cavour
n'unia casa em que vive ludo a's carreiras com me ''
do do um doudo I lu v i i mi '! Pois quein liver hu;
commis'ao cuiilinuava a existir, porcm eu euteudo
e contrario, enfeudo que a commissao nA existe a laxa a inaiona da sociedade
mais, ji iqoe foi una commissao Horneada especial- iiiesmo com o contrato.
mente para tratar de um objeclo, esse obieclo dei- O Sr. M. CataXcanl'i :Mas que he da conclu-
xou de existir, por couseguiule para que commn- lio dos taes principios 1
s.io'.' 0 nobres depolados, membros da conunis- O Sr. Florencio:Ea eonhtra qu lie preciso
lio sallo desnneradi, nlo precisara mais pedir ex- ler muito talento para poder convencer ao nobre
oneraedo porqoe o Irahalho que Un- eslava siibmel depulado, he bem dillicil de ser rompcehendido,
lido, .leixou de o eslar, por coineguinle doixou de raai emfini vou fazendo o meu dever, o se o nao
exislir a commisslo.
O Sr. l'iettdenlr : Eu vou consultar a caa.
Os senhores, que sao da ojiiuio qoo a commis.o
especial deve cessar, qoriram levanlar-se.
A casa decide pela .illirmaliva.
OKDE.M DO DA.
Segunda discussoo do projecto n. I> desle auno,
lizer, he porque a mnilia intelligencia nao chegua
para lauto, l-nlm essa desculpa.
Eu nlo posso llenar de dizer, Sr. presidente, que
ndu ha monopolio quando se impiie a laxa porque
urna vez que ella he creada para o bem geral da
sonedade, nao ha monopolio...
E, pergunlo en au nobre depulado rniilesla que a
contrato e com elle carne barata, derainse alguus
inconvenientes, vamos experimentar a laxa, se nlo
lonnos hern, mdenlos anda que soja para o con-
trato, poique nlo e pode negar, qoe com o contrato
nos (vemos carne barata e boa, e eu qu como car-
ne bstanle, que go-to de carne, posso aliau'.iir, que
icmpre livo carne boa e barata.
Eslabeleca-se, pois, (asa, anda que seja como | vista, va' ver se ludo nao he como dUemos. E sera'
experiencia, e qoem qoisar que va' malar. Ea nlo publica a profassura".' Para ver lana eoosa nao bai-
me animo, porque temo logo merecer nmnlo I la a boa |visla he prerist ler por exemplo ama
apuidn se nlo dina, que. por exemplo, o tributo I mangiieira n que sirva de observatorio
que o boi paga he muito pesado, e que seria lalvez | Oh honicin. alcm de Ido de-frulavel. n Sr
conveniente alliviar esse genero de nm lio grande I he lio valente aasim! Essa sua coragem toda, nao
un. oslo,ma> eu tamo quo me digam logo os senhores lem dovida, he para que se seiba que lem um bra-
econoinialai islo vai prodoair ama falta de renda, vo defensor ; mas esse fado de estar o Sr. de senti-
de Vi
ma l.o
liaquelta eidadc
a M.Hilemos a esactidlo das
Oulras pnblicaCAei auslhacas
Paar se despedir de Mr. d
qnaaaasilo agora plenaraeule conlir- por cau-a do rumores sobre Irbalhus da (ratea i
mais ardeule d partido carlists.
Os fundos teein baixado lu da, f parece rj
assim ha de continuar pois parece qoe lem awt-
MiniMiu qae o conde | inculado > apuros da fazenda, lendo e ja' egoi..i,,
(.svuur, em come- sem proveilo algum e ni para servir algui taa i -
les sami-oflielaes, q i ,L. publicara
infonnaees,
quei.ria da converse do da 2 de mareo, deban., lieolrea, enlre riles alucia rloloral, IM mili...e.
dal formas ordinarias, e com as mus amigaveis ex- ae emprestimn Mire
que approva o compromisso da trmandade de Nossa Franca he lima nacao que vive na vanguarda da
Senhora do l.ivramenln de S. I.ourcnco da Mala
He approvado sem debate.
Primeira diseuMlO do projecto n. :;S, lainheni
deste auno, que approva o coinpromi-so da irman-
dade de Hussa Senhora do Rosario oa povoa(lo do
Tigipn.
lie approvado
civilisacaa *!
O Sr. M. Catalcanti :f.omo
O Sr. Florencio :Ue mais a mais esls' mouco.
O .sr. .1/. Cacalcanti :lem se dito islo lanas
vezes..
O Sr. Florencio :Enllo a verdade se pode
dizer urna vez '.' Eu pergunlo so o nube dcpula lo
Primeira do n. (2, qoe approva o da irmantade I coulesla que a Kranca' he una nacao que andana
do Sanlisiimo Sicrameulo de ingazelra. vanguarda da civilisacao do progrsso '.'
lie approvado. sendo dispensado o Intersticio. O M. Cavalrantt :Contesto tal cousa.
Segunda discnsslo do n. 3>, que approva o com- O Sr. Florencio :Se coulesla enllo esta' alra-
prornisso da cirinandade da Sania Gru dos prelos lado, nao alienada,
cannelros. ^ Eu dizia, qoandu se Iralava desla qucslao, e no-
f) Sr B. de Ijtcerda (Nao resliluio seu discurso.' le-se que as ruiohas proposiroes nao f.iram conles-
O Sr. G. t'.aimaraet : Sr. presidente, provoca- lados, e quando em materia 'desla ordem urna pro-
do pelo nobre depola cerca do projecto n. ?>>, que approva o compromis- O Sr>. M, Carmcantt :Repita para vermos.
so da irmaudade de Sania Cruz dos pretos canoei- | OSr. Florencio :Vou repetir com muilo goslo.
ros do Kecife, pouco direi, porque nao me linha da-' Eu dizia o seguinle : (le,1
do ao trabalho de esludar esla materia pelo meu ] O Sr. Barros Birreta :E o que dizem os taes
mao estado de saude, porcm sei que se leu nesla aulurrs ".'
casa urna pelicao de um nutro prelo, pediiido a nao i O Sr. Florencio :Se a Franca qoe he urna na-
approvacao desle compromisso,* potein, nAo s pelo i {lo a qoe nioguem pode negar os foros de civilisa-
que me die nm meu nobre collega, como mesmo da, se era Franja existe a laxa sobre a carne, so-
pelo peqaeuo exarue qoe liz no requerimento, vejo bre o pao, pelo modo que eu ja disse, lendo ale
qoe elle apena se fundava, para pedir a nlo p- jdispo'iqes no sou coligo penal, qoe puera os in-
provacao desse compromisso, em qae essa irni.in la-' fraclnres, com iiudemos luis dizer que a laxa he
de nao dava conlas aojis da rapellas, razio qoejinconstitucional
en acho sem fumlamenlo, porque se islo se da a cul- O Sr. Barros Brrelo :Eu s quera saber o
pa he do |aiz, e nao da ii inaud.i le. -Eu creio que i que quer dizer os laes arlii;os do cdigo,
iito he nina especie de intriga enlre os que pede u | O Sr. Francisco JoSo :Eu n.o digo nada por-
a approvacao do compromis-o e os autores do re- I que n3o posea dar apartes...
querimenlu, cnlrelanlo como est ua casa o nobre O Sr. Florencio __Agora pode.
lu i
depulado, que as'ignon comigo o parecer, o Sr.
Marcal, elle lalvez tenha astadado melhor a ques
lo, e pussa dar esclareciineulns a casa.
Encerrada a discussdo, e io.Io a vulus o projecto,
he approvado.
Continua a primeira discnslo do projerln n. I"),
quo aotorisa o ^overno a contratar u fornecimenlo
de carnes verdes nos municipios do Kecife e Olinda.
O Sr. Florencio : Sr. presidente, eu linlia |ie-
dido a palavra na oeeasfia da immcusidade de ar-
gumento- que prolozio o Sr. Xheodora da Silva ;
dehaixo da i.npressao de sua arguinenlacao he que
eu ped a palavra, e pereceme que eu puderei
sempie apresenlar aigumos rasoM para me oppur
a sua opinio.
Senhores. ja liveraos oceasilo nesla casa de tratar
desla qoesllo, entao eo conlesso, tenho conscieocil
do que produzi baslantM arguiiieutus ii-lo lis, a-
quelles que sstavam de aeeordo cun a minha listel
llgenela), que nio foram destruidas. Enlo eu
procure) dnereules passoas habilitadas que me for-
neeaasem informacales sobre esta quesllo, e lendo
esludado a malcra, cheguei a couviccao plena de
que o contrito nao ora convenante, mas que tam-
bera nao era conveniente deixar a provincia no es-
tado em que eslava antes do coutralu, e em que
est hoje, entend que o melhor raeio de remediar
esse mal era sera duvida de accoid i com os proptios
principios econmicos citados a cada momento, es-
labeleear a laxa.
Seuhores, be preciso que nos lulo illudamos ate
ccrlo ponto com os principios da sciencia, porque cu
OlO coiilicr. ".eralnirule fallando, principios abSO-
Ti uho onvi io citar Peal, quando estabeleeso
ex-lema de livrc concurrencia...
o Sr. Manoel Caoalcantl : xao loi J'cel.
OSr. PraneuCO Joilo da ura aparte.
O Sr. Florencio : Eu estimo muito o apjrle do
nobre depulado. Mas me parece que po 'da tnoito
bem responder, leudo o meu dicono pronunciado
por oceasilo dessa disrns-au, mas emfim eu lere,
su se for necessaiio alguma puta que tenha relatan
com a qoesllo.
O nobre depulado disse, e eu vou pouco mais oo
menos repolludo a ana argumeula^ao, e se por ven-
tura emiltir alguma proposito que n3o fosse ayan-
cada ptlo nobre depulado, pevo-lhe que mchame
ordem, qoe eu a relirarei, poique ulo lie m,uha
ntencjU emprestar a iiinguem i I jas que llie nlo
pe Icncam. O nobre depulado disse, a falla de lo-
gradoaros, as distancias inmensas donde vera o ga
do, a irregularidade do teui|io, o mal Iristc, deu tu-
ludu isso cuino caosa da falla de gado...
fina lo: : E mais una, que he a elevadlo ex-
cessiva de lodos os gneros alimeulicio-, no numero
dos quaes ha de entrar a carne.
O Sr. Florencio :Eu elou reproduzindo as ra-
ziie-qu^ o nobre d-putada deu prineipio muilo cal-
inucomu a casa esla' observando, mais daqui ha pou-
co ja deixarci de estar calmo, purqoe parece que ha
v oiil.ole, que eu u3o discuta em oidem. Sei que nlo
sou o mais habilitado para tratar desla queslao, mas
enilm deixein-me ir.
Me parece que eslas foram as razes prmordiaes
em que o nobre depulado b.isenu a sua argumeula-
c4o para que na pa.sasse o prujeclo e as cousas l-
cassein no estado actual. Senhores, eu reconheco a
exictidlo das raines que o nobre depuiadu apre-en-
tou ; reconheco a irrogalari lado las estatas, reco-
nlieco o quanlo esto longe os terrenos de crear, re-
Conlieco que existe o mal Insie, reconheco enilm co-
mo base afjlicllva e alormenladoia quo onciirre pa-
ra a falta de gado,o immettso tributo de que e*la' so-
brecarregado e.sv iodoslriu ; mas com quanlo lados
esses motivos existam, emendo que o nobre depula-
do deveria indicar um remedio, c qual fui o reme-
dio que indican Disse qae as eoosas deviam con-
liuuar no estado em que estovara e conclua por na-
da |reseular.
(f.ru/.ain -e mu ... aparte--.)
(' Sr. Florencio :Eu eston nxpondsndo ao no-
bre depulado, e su por ventura me derem 300:000 ,,.
panes nao sei onde a discusslo Ira'pilar; apezar
de que os nobres depulados sibem que nao me ator-
mentan! os apartes.
Dizia eu. essai cousas ningaem as pode negar, mas
o qoo fazer ? coulinuarein a cousas no esla lo om
que Mito '.' Cerlameiile qoe nao. Eu Senbor, screi
O Sr. Francisco Joao .gufl lambem nao
quero.
O Sr. Florencio :Eu nlo tflaneo, mas creio,
que posso dizer qu- em Portugal o po he laido
e esses principios da livre concurrencia nao lem ap-
plicac3o iienliunia contra a txa c senlo, quero que
os nobres dapotados me respomlam ao que lliss vou
propor : a lugUlerra que foi a nacao que mais pro-
claiuon esse principio, u3u admitte suas reslriccies
nella '.'...
Inisr. Depulaao :Na laxa >
O Si-. Florencio :Fallo da livre concnrreiiria e
sena, qual a razio porque o nobro depotado nlu
maula os seus ssaucare em direilura para a lugla-
ierra '.'...
i m Sr. Depulado :Porque ella nao he nego-
ciante.
O '.Sr. Barros Brrelo : Porque Dio lenho
criado. '
O Sr. Florencio :En Franca sabe o nobre de-
pulado que lu) charuto- que cuslam pouco mais oo
menos a 10 res cada um, pagaaru 12 francos de In-
hulo, posso afuiicar ao nubra depulado quo islu he
exacta.
Assnn pois, senhores, esses principios da livre con-
currencia lem suas rcsthccs, e senlo como he que
um charuto hura, que tm i'eruainbuco se vende por
20 rs... '
O Sr. Sabino Olegario:llora nao p le ser.
O Sf. Florencio:Bous e muito bous, charutos
peruambucinos vinlem. Cuno he que um cenlo
le charutos que cusa lo 5, paga quasi of de impo-
sirio ? Entretanto dizim os nobres depulados que
ha tivre concurrencia I O que eu creio quo ha he
muito excesso de/.elo por estas principios de paite do
nobre depulados, querem fazer opplieac.ao aos g-
neros de primeira necatsidade, a carne, ao po, de
principios que nlo podem ser applicados ein todo
o seu rigor a respeito .lestes genero-.
Senhores, ea oigo ama verdade ; aos governos se
devem os matares beneficio! das nafbea, elles con-
correm cora os seus cumelhos, cora a sua proleccao
para o b-ni da sociedade, e so olharmos para a pro-
vincia de Pernanibuco, veremos que sera duvida ao
govarno se devora muilas cuusas.
Sou porra, senbor presidente, contra o projecto
do nobre deputa 10, o que siulo bailadle, porque an-
teo lu que o seu projecto nao remedia como deve os
niales, que actualmente soflre a popuhicao, pela ra-
zio que primeiramenta apresenlei, lito he, que es>a
companhia achando-se era campo, nao queira depois
impor ao governo, nlo queira impar a' momia As-
Mnlbla, venha por lano a laxa, quem quizer va'
malar o leu boi, Dio fia violarlo da liberdale de
industria...
Um Sr. Depulado:Como hl de malar sa olo fi-
zar cunta'!
O Sr. Florencio:O q.ie he urna verdade. que
ninguem pode contotlar e que toda a provincia de
Pcruamburo sabe, he que lio lempo ,lo contrata l-
veraos carne boa e barata, disto eu sei muilo bem,
porque inoro n'uma freguezia aoude se lera sido cons-
lentamente victima do tal prineipio de livre concur-
rencia, agora mesmo, quando noltcciie esta' a carne
a il patacas muilo boa, mis a comemos a 20 e a 22
O Sr. B. Brrelo:Assiin me succede la' pelo
malo.
Contra o projecto, quero a laxa e moslrare em como para a nopulsci'.'
a laxa nao piie pas ao livre exercicio da industria ;
nlo quero contrato quero a laxa, porque he preciso
que se diga una verdade, que com quaul seja um
pouco lurte he preciso dize ls, na no-sa provincia a
O Sr. Florencio:--Saiham mais que o uiarclian-
les, 011 Dio sei que uma Ibas do, que -.u dous ou
Ires individuos, reuiiem-se c dizemnos am.iihla
matamos so dona boisquando a freguexia coasome
>, e isto para venderein a carne a 2'i patacas, e mui-
las ve/os volla o portador -em carne.
(.' .s'r. .1/. ('acalcanllE o nobre diputado por
que nao mata o -eu bul ?
O Sr. Florencio:Porque nlo ma dediquei a vida
de 1n.1rch.1ule ; o uobre depulado he que 10 le fazer
islo, lem moilo gado, e quando a carne esla' cara,
mala e nao faz caso enlo de caresta, lem esse re-
curso, esta em posiflo moilo melhor do que a mi-
nha; mas n.'is que nao temos cercado, e que sotlrc-
uios a earesli 1 da carne, be preciso que crapregue-
inos meios de te la barata.
Com o contrato llvemos una nutra vantagem ;
eviiava-so a immoralidade dos porladores, sahia-se
qual era o preco, elles nao pudiam furlar...
'.lia um aparte.)
O Sr. Florencio : Nao sir.i isso um beneficio
'I1"- Seria a primeira cousa quo eu propofil, seria
a diniiiiuico densa iniposiclo.
He precisa finilmeota, que N lomo uma provi-
dencia, porque a experiencia prova, que os humciis
nao se contentara com lucros razoaveia, se podem
gaubar, cm lugar de dez, cem, e em lugar de cem
mil.fazem-no...
Um >r. Depulado : E eslo no seu direiln.
O Sr. Florencio ; ISos tambem estamos no nos-
so dirciio, empregando os meios uecessarios pira
que a carne se venda por prego razoavel.
Senhores, eu lenho provado lano, quanlo me he
possivel, que os argumentos do nobre depulado nao
prevalecen), liz o que pude, e se mais nao liz, he
purque nlo me foi possivel.
O Sr. Manoel Cavolcanti : Sr. presidente eu
(iulii pedido 1 palavra ein uma das sesses pas-adas,
c -ucedeu infeli/duenlc pura mim nlu |ioder compa-
recer no dia immedialo em que coulinuou a discus-
o desle prujeclo; razes se haviam da expender
pro ou contra, que pela minha ausencia entao po-
dem ser por mim apreciadas, e algumas das que te-
nha lalvez de repelir.pois nlo onvi o que se disse.
O- principios gerae-, por on.lc.se regula esla ma-
Icna,foram enjillidos de uma maneira mu clara pe-
lo S. 1). II., eeunicamente no correr da discusslo
linha pedido a palavra para fazer algumas observa-
c/ies, e mesmo contrariar algumas prupusie,es que
sa lenh.im aventurado ; pela ordem das lilas que lo-
mei, irei fazen lo algumas rellcxoes.
Disse-se que em todos os paizes e particularmente
ero Franca, se adoplavam, a res|>eilo das carnes ver-
des, medida semelliunle as que agora se prupem
eu a proporclo que laes principios se aveniuravam.
pedia qoe nosexplicassem a nalureza deslas medidas,
nunca pude ohler explicables algumas ein lil pro-
po-iclo ; entretanto nao posso deixar de dizer que
tal |iroposic3o he inexacto, pois cm poucos paizes
se eni|iregam medidas desla ordem, e em Franca a
carne depois de livreineule vendida no maladouro,
he que se laxa para ser vendida a relalho, a o mes-
mo se pralica com o pao, pois segundo o preco por-
que se pude nhler as familias he que se taxa o prego
porque deve o mesmo ser vendido ; mas scmclhanle
medida alem de eu a u3) julgar *an(ajosa,parece-ine
nao poder ter lugar enlre nos onde a acclo do go-
verno nao se faz sentir da maneira a mais regular,
esie he o modo pelo qual ( legando esloo informa-
do ) se pralica em Franca e nao me consta que ua
Inglaterra se pr.iiique cousa seinelhante :
.Mas disse-sc ua luglslcrra existe o syslema pro-
lector, e eu respondo qae tal sonsa nao existe, exi.le
anda algum reata do que exislio, pois nao era pos-
sivel qut o governo inglez lio illu-trado como he.de
ura so golpe deslruisse os inleresses estaheleeidot pe-
la proleccao, o governo ingleg pouco a pouco modi-
fleaudo a legislarlo anliga a esse respeilo, e sempre
no lenlido da llberdada do eommareis. Mas n nada
limos a modificar, pois felizmente o comercio livre
!;e admitlido pel.is nosias leis.
\ ou agora tratar dos chamados atravessadores des-
la classa contra quera lano se declama ; e dlrei que
esles chamados atravessadores 3o mono uleis, ,ao
agentes da prodcelo como quaesquer nudos, que
se empregam 110 c.iinmercio, posso mesmo compa-
rar aoi compradores da alfandega aos anuazenarios
de assucar, e carne secca : esla minha he lilha de al-
guma reilexlu, e esludo que lenho feilu sobre a mo-
lera. Senhores, o mecanismo lufelizraenle nlo he
couhecido por todos ; niuila gente sabe apenas rece-
ber o seu ordenado do (hesoureiro, e applica*los as
soaa necesniilados nao llie restando tempo para en-
trar em nutras invesligaces ; sendo que suas fiessoas
oceupadas no curamercio, e na induslrla sao os que
'idiuariamenle saliera como eslas couias se passain.
Porem tanto esla aiguniciitacao .leve calor a vista
oo ilesejo de ohter carne barata, mas pergunlo eu,
he isto possivel'? eu julgo qoe nao : e por esles mo-
tivos a carne secca .qu he uma das principaes ba-
ses de llimentajao da nossa popu aeao, vende-se
quasi pelo (ripio do preco a que eslavainos habiloa-
dus, a r.irinlia, u pi, o biealhto eslo quasi na mes-
ma razio, e pudera assim a carne verde ser barata '.'
Se a medida pmpnsta deve ler lugar, parece qr<
deve ser generolisfda.
Mas, ssnhoies, se alguma medida se deve km..
paia se poder oblar carne mais baraba.nao he rria-
motile ila nalureza lu que se uus pro|io, he lint
diminuir ou livrar mesino da pesada imposigao de
qoe esla sobrecrregado.pois julgo poder assim qua-
lilcar uma imposicao de Irinla e tantos por cenlo,
mas nao soi se esla medida lera o assenlimcnlo da
casa, pois muilos dos meus hourados collegas slo de
opinilo que os coiires pblicos nao podem solfrer di-
minuirlo as suas rendas.
Eu e-lou persuadido que ,1 carne enlre nos se
vende pouco mais uu menos pelo prego, por que o
pode ser, e nein se diga qae o prego na cidade he
superior aos oulros lugares da provincia, islo he in-
exacto, lalvez seja mesmo inferior, he preciso eslar
nleiramente eslranho ao que se passa para avangar
lal proposigio.
O nobre aulor do projecto avenloroa a proposiglo
de que a carne nao eslava pelo seu prego ordinario,
eu creio, que esta queslao diflcilnieiile se pode re-
solver, poucos dados lanos, e esles mesmos sem a
precisa exaclidlo, entretanto as infurmages que te-
nho,e uiesino por alguma experiencia, suu de opinilo
que o prego da carne ndu pode ser oulro as acluas
ci reun.Uncas.
Argumentou-se tambera em favor do projecto
com o contrato passado, mas eu que acompanhei
senipio a discusso a respailo dcllc, equeuhseivei
os embaraces com que geralmeule se totava, nao te-
nho se nao motivos para o desejar evitar.
Ap.uitoa-se tunbein como vantagem du projecto
que a companhia poderla eslabelecer logradouros.mas
enlen lo que logra lourns n3o sa improvisara, e qae
mesmo dentro do prazo de tres auos nada se pode
fazer.
Avenlurei na casa a idea da lava, mas e'la idea
na lu desenvolvida, e apenas se disse que as cma-
ra- munieipaes neariam nisso encarregadas.
As cmaras munieipaes! ora, us que constan-
emente avahamos os Irabalhos das cmaras que exa-
minamos seus orcametito, e venios como as cousas
por la|andam pederemos encarrega-lasde semelhanle
Irahalho, alem de qoe persuadu-me que tal matarla
lie expressaineule veda la pela lu de sua oreaflo,
mas disse-oie agora em aparles que dcixemns'isso
par.1 legonla discusslo, para ella pois me agoardu.
O Sr. Francisco Joaa : ( Daremos em oulro
numero. 1
V. Porleila : ( Nao devolveu seu dis-
nella constante nessi venda nao servir lambem para
que olla seiba que n Sr. be em exlremo de*fruc|a-
vel '.' Ah nlo ler o Sr. nascido no lempo de Car-
los Magno Com essa faca que tinto moslra, fnzia
mais o Sr. do que R lidio com sus espada. A lolice
jo esla patente, he inisler agora uma occasio para
vermos quanlo he valenle o novo Ferrabraz.
One "ferias compridas Dizera que ainda nlo
acabaroin ai ferias dadas peloprofasMI de Serinhlem
seus dieepnlM, por accaille da Semana Sania.
Milito bem, por forgs, querem ,:.i este mestre seus
estudiosos discpulos, ; porcm muitn mal quer aus
escolares de Serinhlem seu laborioso e incansacel
mestre ; lanlu que por vuntade de amhus os lados
anda dura o pagnde. Nlo asseguramos o faci, mas
pedimos todava ao Sr. director da Instrnccjla publi-
ca, que se informe a respeilo, mesmo do Sr. profei-
sor, que dizem achare sinda na capital.
Oh qoe sacia de vadlos se reun na ra l)-
reila defrnnle de um becco que lera o nnrne de um
peixe I.ansta-nos que, sobre incominodar bstanle
os quB piMam, lem sido causa de mais de uma ca-
hega quebrada, de mais de uma dcstirdem. Pedi-
mos a polica que lance sobre i*lo as vistas.
Oh I l Sr. animal feroz Voir. 0.1 no hin-
que, ou immovel nos pilares que licam em frenle do
convento de S. Francisco '.' Vmc. nlo abandona a
tanella do U." andar da sua cosa desde o nascer do
sol al seu occaso Nlo lem medo que llie cresle a
cotia que adquiri na Europa'.' Vmc. com este na
7arcn, parece Cenlurilo de enterro !.....
Por piedade cohihi-se, mea macaqoinho c'iei-
roso Ja nlo se lemhra do trote que sullreii na
roa Dircila, dehravel lenhor Para quando eslara
reseivadoo tal falo, eom que Vine, aos domingos
tarde, percorria as ru-s desla ci lade ? Certamente
para a paschoa do Espirito Si nlo Nlo se esqueca
de deilar ao sol as suas lavas cor de batata roa, e
os borseguins verdes cuino periquito.
presides, .em que cousa aUllflia 111 lieaSse 'le era
chamadu |ielo seo governo. C-t 1 ver-lu nlo lie mais
vcrdadcira do que a que deu a corre-jioiideueu de
Vieuua, que aeab unos de citar ; esta' fono luiente
deimenli ta pelas noticias que recebemos directa-
mente de Tiirim, c proven das inelhores origen-.
1 'leudo o conde Paar pedida urna entresiitaa
Mr. Cavour aprossou-se a reccbe-lo loraaa
lamlogo 22 de marco. O conde Paar comegou olTerecia
por dar lellora a Mr. Civour do segundo despacha
do eu governo. Depois de-la cominunicaclo, o
Cui.ik' l'i.ir p di fr n.lmente os seus pa.saporlcs
n is termos mais convenientes, mas ao mesmo lempo
os mais significativos, declarando francamente que
se tiatava do rompiuetito das rcl ices diploroilica
enlre o* dous estados.
o A declaraglo do conde Paar poz o conde Cavour
na neeestidadfl de receber as ordens do re |iara
chamar o msrqnez Cantono. O ancarregsda de do*
gocios da Sardcuhi cm Vienna tai eliamadu cura to-
da a legaca p ir uma ordem expedida de l'orin a
llt, lugo quo Mr. de Cavour se julgou aulurisadoaj
A -loa;.,., ein Itarcelona conlinoa moilo pre-
caria, como o prava o otliino bando do Sr. rapilao
general, o qual manda dissolver l|. m moole-|.ios
e associag'ies enlre individoo d elase operar a qoe
exislam na Calalonha, sendo emregoo a' aulri-
dade lodosos papis c livros, 1-I0 no praro de 2i b*-
raa, Pubtieaai^e esle bando em coitsequcucia de
porariol n-ruadu o irali.d'i qua se tbc-
a fabrica-.
" ^*'* -'luscao i, Cil.iluoh 1 he U'ii ml que na
lem reme'io.
I ma nova Itiilu ,),. rnmmuiiicagao a vapr ia ser
urganisada para este taspatto, -en lu o (vento ir t*u-
llda o porlu de Aiilue.pi- na Itelgir,,. Tr., ,,,.hC,
eslavera deslma los p,r, ir .,..
O-cnato americano malasi tratado i.-.,.,.
do pelo respectivo nstsastta Mr. Dallas e lurd Cla-
rendno. O presidente Mr. Boch.uiai., cncord-ad
com as modificacoe- fel,, p,| aaojatn, remetiera a
IraUda para Londres para la ser Lunado om cu-,
deraclo pelo gov-ruo ingle/.
O mesmo piesidenta ni, apprnvara o Iralaa* talla
x".' \ %trx." v
uonnneiar que o emhaix.idor d.' Franca era Vieuin 1 pelo sen antecessor Mr. Pi-rce r..rn a rruaMera !
leencarregava dos inleresses dos lobdltaesordos. 1 Mxico' pela qual os Estados I nulo- c mpromei-
' lal i;ni. ulil eslabelecr rom cxsclnlau quasi I lia a emprestar-Ule nina lunma rnnsideravrl de
minuciosa as circuinslancias do riniipimento ^que 1 dinheiio lirando llie empatillada ero taraulia a
hoje existe enlre a Austria e a Sardeulia, quaesquer rendas .la II part 101 e aliando;,..
|u- 1 ,--.1111 ser asconsequeucias. he juslo donar a I O estado da.iurll, repoblira be cada vez mais
cada um dos dous gabinetes -le Vienna e de Tunin lastimoso. A indina da expedicl.i q. msmdBi
a parle da rcspon-abilidade qu llie |ierlence. 1 se prepara contra ella, tam excitado gra*4eaienti
n A ces esclarecimenlos. .ue temos toda a ra- us nimos, nlo tendo governo orga saflUiente
zodejolgar exactos, podemos acrescentar os que para cuuter os desordeirns.
eiicoiilramos h|e em um jornal allemao liahtlual-
menle bem iufurmadu, a Hazett'a de llanocer. ainda
u'um punto particular, astas es-larecimeiUos dille-
rem dos qae se ic.ibsiu de ler. Segando este jonnl,
a primeira causa que de Paar, seria resposll do sonda Cavour a primeira
ola 1I0 conde de Hu. Deie enllo o cahinele de
Vienna havia lomado a resoluco de chamar o seu
representante era lunin: mas at rcpresenlagies reu-
nidas da Frang e da Prossia deeera ter nnpedidu
de dar esle passo inmediato. F .rain desde logo tro-
esdos despachos a este respeilo entro os gabinete- de
Vienna, Pars e llerlim, e apoiados por raeio de re-
prosentaees verhaes dus cinbaixadnres de Franca e
da Prussia em Vienna.
" Em cuuseq auslriaco derlarou que enviara uma seguuda nula
aoeonde de Cavour, para insistir de novo as suas
priineirai reclamages, mas a allitnde da iiiiprensa
sarda, e os debates sobre as fortilicnges de Alexan-
dria deveria laucar o gabinete de Vienna a renun-
ciar ao projecto que havia auminciado de fazer uma
segunda tentativa em Turim. Contra esta nova len-
latlva. as represenlages da Prussia lornaram-se 111-
fructiler.K. Era resumo, o jornal allemlo allirma
Chama-sea allenran do Sr. subdelegado do que nlo houvo segunda nota austraca enviada para
Kecife sobre duas mulheres, sendo uma de nome
Mara e uma crioula qae morara no 2. andar de
nina mia agua no becco d.is Miudinhas, que bara-
leam nomos, que muilo olfcndem 3 moral das fami-
lias ds ra da Cruz, como ainda hontem a tarde pra-
ticaram.
Falleceu ha lre< dia< o anligo negocianle desla
praga Jlo Vieira Lima,couhecido por Trapalh.ida, o
qual deiiou nm legado de oileuta contoi do res ao
hospital de caridade.
O cnmmandanle do vapor Iquarassn', entrado
ha pouco dos porlos do norte, da' milicia que, na
barra do Caniossim, enirara uma garopeira, vinda
da Parahiha, a qual declarava t>;r aportado all a'
lancha, a gente de um hrigue escuna portugus,
que linha ido a' pique, o qual en procedente do Itio
de Janeiro, e segua para Lisboa com carregiroenlo
de caf e assurar.
O vapor inglez aTcviotD, vindo da Europa, trou-
xe a sen bordo os seguintas pa*sageiros : Mr. de
Lahaulier, -ua senh.ua, :! tillo e um criado. Lkr.
|_lliheiro, Mr. de Mornay, Mr. Moslley, Mr. Molin,
C Colson ; e leva desla provincia para o Kio de
Janeiro os seguiutet passageiros : Commendador
Joan 1.10: .no dos Santos. Dr Jlo Jos Ferreira de
Acatar a I rilado, Jo LuiZ de Azevedo, T. Jos
Fernandas, F. Poiicarpo linimarles, Jushnslon, sua
Irmll e I lilha, D. Gabriella da Cuuli. e 1 criada,
a Sr .. Paltrson, Frederico dos Keis, L. C. Furlado
Coelho.
Al amanhaa.
BKI'aKTig.10 DA POLICA.
Occurrencias do daltO de abril.
Foram presos : pela suhdelegacia da fregue/ia dn
Kecife, Filippa Ignacio da Silva e Fraucelina do
Nascimenlo do Amor Divino, ambas por briga, o pre
lo escravo Jlo, sem derlaraco do molivo.
Pela sublnlegacia da fre^uezia de Sanio Antonio,
Tertuliano da C'-ta, por desordeir.
E pela subdelegada da freguezia da Boa-Vista,
Ignacio Mana Marcelina, lambem por desorden).
M.Vl'P.V Vnionsirniiro dos doenles tratados no
hospital reqiincntal de Pernamlmco no me: de
abril de 1837.
t'm Sr. Depulado :ile uma Vantagem essa mui
lo imporlaiile !
O Sr. Florencio : E he, a moralidade da po-
pularlo he d- mulla vantagem, quem pode con le
contrata! nao existe, os contratos nlo in.p- la. no .' Nlo sera conveniente que os nossos cria-
c'ulrsZ ac";b L"i22 l" ''"C T,m">t* *" '*> "* Se nao he'van" ,0,0 "o me-
co nlrsios acab-m por pedircm-se ndem.....cues, a- nos nao ha desvantagem nenhuma.
cabam por propor emhar.Cos ao governo do pala, o Depon, senhores, eu nlo se. que possam ser 11-
t. eSu 'lar eT -.Mi'.-"' ZSSl"" *"' "" V"**? Pri"d"-W ""Mo*- "*I .-.ppl.ca-
?. c.tvo,?i.ii ., f"tTi" cv""r rao- > heneli.-io ou livre concurrencia, comeo en.
conTrT,en,a'',a,a "'" ""'D* "" "".S "* <*"-. hep.rem.taduzi.de
con 10, quero a laxa. lllJlvl |uw, entretanto que cora o contrato ou com a
/ Sr. l)epalad,:-h com a laxa corla-se o ps- laxa, ganha a matarla da popul irle.
I r mi if 11 _*
llospilal regiiiienl.il de =
Periiaiiihuco 1 de raaio
dcVISJT.
Numero de doenlcs.
19

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Obsereacoes.
Os qua falleceram, um t'01 de hx Iro-pericardio,
e o oulio de tubrculos pulmonares]
Dr. Olegario Cesar Cabossu'.
'2 cirnrgiao encarregado.
A assemhla oceupou-sc hOnlem com om parecer
da commissao de polica sobre a iudicaglo do Sr. A.
Cavolcanli, inlerprelaudo o regiment oa casa ; ora-
ran os Srs. Jo Pedro. Luir. Filippe e Francisco
Joao. e he por fim retallada o parecer quanlo a pri-
meira e segunda parle, licaudo a terceira para a or-
dem do .lia de hoje.
Entrando era segunda discusslo a emenda ofl'ere-
cida em terceira ao projcclo do auno passado, que
equipara o ordenado do secretario do Cvmnasio ao
do secretario da direcloria geral da inslrucglo pu-
blica, he approvada a emenda juularaenle cora o
projecto.
Continuando a primeira discusslo do projcclo n.
:0 desle anuo, qae interpreta a le n. :i de abril
do mesmo ; oraram os Srs. Neiva, P. H.iptisla. F:pa-
niiiioiulas de Mello, A. Cavalcauli, licaudo a discus-
slo adiada.
Passou-se a segunda disousao do arl. 20 do orca-
menlo provincial, e orara os Srs. (i. (.minarles, Jos
Pedro. Florencio, -endu approvado assiin como os
arls. 21. 22, 21, 21, 2> e 26.
Turim, e que o fado de se chumara conde de Paur
fui a replica directa a' nota to conde de Cavoor.
lodavia as infunuaroes que timos recebido e pu-
blicado sobre o contando desla seguirla ola, per-
railloin-nos conservar algumas duvidas sohri 1 sua
existencia.
Por oulro Ude orna corresjon lencia de Tarim.
dirigida a Independencia Belga, com data de 93 de
margo, nos faz saber que o governo sardo, annan-
ciando o grava incidente que acaba de ler lugar, a
lodos o seus ajenies diptomatieet, acreditados jonlo
das corles eslrangeiras, faz notar que a iniciativa
dle roinpimenlu, perleneo exclusivamente ao go-
verno auslriaco, e que a responsahilidade de lodas
asconsequeucias quu podem resollar desle romp-
monto, devem nicamente pesar sobre o gabinete
de v ieuna.w
Comojasanem os leHaraa, a Austria foi a pri-
meira a romper as relares diplomticas com o Pie-
nionle, mandan lo retirar de Turim o seu ministro,
a que respondeu o governo sardo niaudaudo tam-
bera retirar o seu de Vienna.
O conde de I!.id.explican I -p acarea desse rom-
pimenlii.protesta que a|Asatria n.lo fsz excepglo das
llisllluigues internas dos Estados, rom que inanlein
relages ; que au sendo hostil lbenla le de im-
prensa nem ao espirito de progrsso, nao combate
scuao ao espirito revolucionar o.
Ella aecusa o coime de Cavour de sr um dos re-
presentaole d.sse espirito revulocionario, dis que
fora elle quem fechara a porta a um ajuste ulterior
mandando retirar de Vienna o marques de Caiiinno.
que agora um tal ajuste nlo pode m lis ler lugar
senio pela mediarlo de potencias amigas s qaaes
euconlrarlo era vienna as molbores disposiges par;,
1-0, com lauto qoe obleuham o quo a Austria fui
negado, d oulra sorle ella examinara' o que deve-
ra fizer em vidas de sus digmdada c de sua se-
granos,
., 9 correspondente da NacHo, escrevendo-lhe de
Iriesle, resomc nos s-guiules termos, as noticias de
que liona eenbecimenlo !
A retirada do conde de Paar, emhaixadorda
Auili 11 em Caris, he hoje um facto consumado.
Oa negoeoi perlenrentes aos va.saltos austra-
cos ficaraiu .iic.iriegados ao emhaixador da Pios.ia.
1 O Sr. Cadana, eu.baixaOoi ,:,. hardena cm Vien-
na, lambem capera de um para oulro momento ser
chamado pela -eu governo. A ruptura uiplomalha
illa he complete, e deixa una va aborta para a
acomn i.lag ,0, 1 omlanta que a Sardenha nao tome
I iniciativa das hostilidades.
lio pordm provavel que anles do ser chamado
O emtiatiador sardo, a Franca iiilerveuha com a sua
raediagln para acabar com a iclual aillicotdade.
l)a-e purera no mundo dipluinalicu outroacon-
lecimenlo. he a partida do Sr. Luis Los-es da
l'orre Aglon, einbaixa lor haepanhel era Vienna.
A dazeta effieial de Vieni.a faz hoje os meinres
oloios a esle diplomtico. Ossu successor, I). Ber-
11,11 iv de Castro, ja' foi recebido em audiencia es-
pecial por S. M. o Imperador.
o as provincias do reiuo Lombardo Veueziane
foram ja'nomeados para o< cargos administrativos
e judenles pessoas que nierecem luda a conanca.
a O principe invernador fez a sua entrada em
\ cueza, aon.1i foi recebido com geral enthusiasmu.
Dcmora-se mo das naiiuella anliga e monu-
mental cidade, e depois prosegue a sua viagem de
inspccclo pelas provincias.
a Dio da 13 de marro temou a Moldavia posse do
territorio, que a Rossia |he ceder era cunsequencia
do tratado de Pars,
a As tropas rus.as retir iran, e as autoridades
receberam de grande uniforme as tropas e aulon-
da es moldavas. Fui lido as duas liuguas o aulo
Ja posse.
o As conferencias para 1 organisaclo dos princi-
pados foram abcrlas solemnemente em Jassv ua
presenga do commissario turco Krsbali-EaTendi na
das supremas autoridades Moldo-Valachai, e de
Kaiinuchaii Boganedes.
a Osdivans foram convocados por ordem do -ul-
lao. hrabali-Elliidi esla' a partir para Conslan-
linopla.
(. Nesla cidade o eslahelecinientu do Banco con-
cedidos kilkiu oceupa lodos os nimos. A ui-tilui-
glu premslle industria e comincrciu cslrangeiro
na Turqua um futuro feliz
l'KACA DO HKCIFE I. DE MAIO AS
3 IIOHAS UA TARDE.
tiotares ofliciaes.
Assucar maseavado regularsiii por arroba caos
sacco..
Frederico Kohilliard, previ lente.
P. Ilorzes, -ecieano.
r.VMUKiS.
Sobre Londres, 27 :l|1a 1 d. c 27 7|S a '.> d.
P.iris, 3'iO rs. por fr.
Lisboa, 9i por \ de premio.
Kio de Janeiro, > por Orn de descont.
Acclo ilo banco 50 por cenlo de dividendo per cosi-
ta do vendedor.
a a companhia de Beherihe li'ijooo por aerla
< companhia Per imbucana ao pat.
s Ulihda.le Publica, Mt por cenlo de premio.
< Indemiiisadora. .">2 i de..
a da estrada ite ferro l) por Ojo de preaa.o
Discnnlo de lettras. de.S a 10.
Acgoes dn Banco, itl a t.i de premio.
Duro.Ongas hespanholas. 28} a 9rXjxV.
Moedas de MiS) velhas .... tClWNI
c < (i->iig) novas .... ICsOD
* 4KW0.......
Prata.Palacoes brasileiros......
Pesos col 11 n.nar 1.......
a mexicanos. ,
ALIAN DEI. A.
rtendimenlo do da I..... IH:9f*l>rt
Descarreaam hoje i de mata.
Brigue ingleElisabacalho.
Barca inglezaCunartorinha de Irigo.
Brigue franca/l'.e.re le l.randcemento.
CONMLADO (.ERAL.
Itendimenlo du .lia I..... JiSTR^y,)
DIVERSAS PltnVIMCIAS.
Keodimenlo do da I .... *s
DESPACHOS DK EXPORlAtAO PELA "SA
DO CONSULADO DESrA CIDADE O WU
I. DE MAIO DE IK'i7.
I.i-boaBrigue perlugoez aTarujo la, Maaeri Joa-
qxiiin llamos e Silva, H pipas, A barns de 3.-, :D
ditos .le i.- e le diios de 5. eom mel.
Portolistara porlngoea aOlindaa, Manoel Joa-
qoim Hanoi- e Silva, s pipas e 2'i barrls de V-
mel, e >n saceos a*soc.ir maseavado ; Jo-c Autn-
nio de Carvalhn, II) si.-cos assurar branca, o IV
ditos mascava I,
liba liraataM Patacho pnrtoguet Ijherdadea,
Bailar \ Olivcire. '.. pipas, 11 barra de 4.- a M
d.los de ">. mel, I i borricas assucar brinco, es
lilas maseavado.
Liverpool Barca inglesa uMalhiMe.., Saan.lrrs
Brothers & Companaia, '>n saces asoocar oaas-
ovido.
LiverpoolVapor sardo llanea, C J. Asiles 4
Companhia, 00 saceos a-sacar maseavado.
Lisboa Brigue nacional S. Je-s, Thomaz do
Aqoino Fooseci \ I1II1, 20t) saccas aisucar
bramen.
Lisboa(,alera porleiaeza Marg inda., Amorim
Irmlos, i7il sacc.es a-surar branr e 1.10 ditas mas
cavado, Ti pipas e 2K harns de .">. mel.
RarcclonaSumaca Ue-pauliola Mana GmxmaooM,
Aranaga o, Itrxan, ls- cvurns aigajo-, pesand*
4,KiH arrobas.
F.XPOixTAgAO"
Boenns-Axres com escala por Monievideo, barca
porlugueza ..Amazona, de 2 ni tonelada*, rdui<
o sezuinie : 7n pipss agurdente, rJOO barr |oi-
nhas e 82"> b-rriras com C.I9.S arrobas de assucar.
KECEBEDORIA DE RENDAS INTERNAS .E-
HAES DE PERMAMBLCO.
I'.cii lmenlo do da t..... ,,1'h-ltrs
CONSULADO PROVINCIAL.
Heodimeoto do dia I..... 2il!>-"i7H
BLLLfTIM.
LIVERPOOL 8 DE ABIUI. DE 1857.
Mi^orlar.o.
I.ivres de direilos |.aia o vendedor.
Henei.it. Prtros.
Algodao por lib. de l'ern.imbnco :
Rom.....9da9lild
. 8d
/. de Barran: ( Daremos era oulro nu-
c Si
curso.
O Sr
mero.
Dada a hora.
O Sr. Presidente a.lia a discusslo, designa a or-
dtm do dia e levanta a sesslo as .1 horas da larde.
Ironalo
O Si: l'lorencio
nrii muniei
Senhore, ha uma razio ainda. pela qual o gado
bu creio que quando as ca- i chega ao m-rcado da capital mullo caro...
es disserem nos s us respectivos mu- 1 m Sr. Depulado : He pela falla delle
uicipios, que a carne se deve vender p..r lal preco, OSr. Florencio > h
segn lo as erramalanelu .lo mercada e-lou qoe nlo 1,10 Recita, tcm pesiado "
poder, baver palr nalj. Sea asiembla di
cmaras sao comptanle
O Sr. Silca Braga :O aulor do requerimeulo
ola leve em vista ..Hender a commisslo,
O Sr. .1/. llcnriques :\ casa sabe muito bem,
que eu nlo lenho inieresse algum nesn negocl o
tambrar-se-hs que eu rocu-ei a nomeagjocom que
o Sr. presidente enlao me honrou para fazer parte
d-ssa eommlsslo, c lalvez que s. por mera deferen-
cia a acL'tl.i-s-e ; tilo leoho nisso nteresse, ato sao
ra lenho mostrado, e declaro desde ja que uei.um
inlere-se ate agora lenho mostrado, lomar-nie-lici
c.nla ve/, usis lodiflerenta. lano mal quanto consi-
dero, que ha p.s-.as nesla casa, que eslo muilo
mal intereasadas neste negocio, ... querem levar
ao liiu o por fus tanto, pedindo desonera da coiomi-slo de que -ou
membro, e deque desde ja me considero aeasno-
rado.
Encerrada 1 diseuislo, e posto a votos o requeii-
menlo, he approvado.
O Sr. B. de Iji^erda diz, que visto lerem pedido
dispensa da commisslo dous nobres depulados, con-
vem que o Sr. presidente Dmele quem us suhi-
llua.
II Sr. Presidente :Eu nlo sei, se os nobres de-
pulados pediraui dispensa.
OSr. F/iaoi'itoii'las de Mello :En doi a minha
demilsgO, quer a casa aceita, quer nao.
O Si: M. Ilenriqaes :Eu renuncio de muilo
bom grado.
O Sr. Presidente nomcia os Srs. P. Baplista e
Neiva, para subsliloir na commisslo aus Srs. Ej.a-
ininondas de Mello e Meira enriques,
O Sr. I. Ciicnlcantt pede lambem dispensa da
commisilo.
o sr. Prndenle nomeia pan substituir a falla
do Sr. A. C.valcanii, ao Sr. V. Vitalia.
O Sr, I. de Barros:Nao lencionava pelir dis-
para laxar a carne, e el.
a laxaren! de mez ein me/, de I "i etn |."> dias ou cu-
mu f.ir mais CODvenieiile, ere o que se lera' relio um
grande beneficio a provincia, e que se nlu .levo re-
cetar o patronato, e assirunem se viola aeonslituirlo
nem se aotorisa o monopolio de uma companhia que
se va' lomar senhora da lodo o terreno, o que por
-oa vez impura' ron ligues.
f'mSr. Depulado:Fic.im as cmaras sanhoras
do terreno.
O Sr. Florencio :Enllo veja que ni nossa Ierra I
nlo pode hever nada tiulavel, porqa.....mbre de-1
pulado ni quer acreditar era con.-a algu..... na e-
1 devem proceder -s cama-1 nrmiopolio, se em lo los os gneros ha atrevessedo-
Senhoies cm ninguem nos|res, s.ra ums razia ..ira -e ulo remediar o mal que
aqu legis-
credila na boa fu com qu
ras em seus municipios !
podemos liar, enllo deizoraos de eslar
lando.
O quo ritiendo Sr. presidente, he qoo he precia,,
lomar nina medida, qu as cousai nao podem conti-
nuar da maneira porqoeesllo.
O nobre depulail disse que nlu ha monopoliu,
que qoem quer mal 100 bol, que lodo o mando sa-
be que es-e cumiiicrcio he especial, que quem lm
grandes c.pilaes nlo entra nelle purque se dio mul-
las ddliculdades...
O Sr. M. Ca ntcanli :Eu ainda contesto que
Sl*t* monopolio.
O Sr. Florencio :Creio que o nobre depulado
nao esta' muito apar deslas cuusas,
OSr. .1/
he quem osla*.
11 Sr. Florene o :Eu vou-lhe citar fados com
os quaes prova, que com quanlo o nnhre depulado
teja mais velhodo qae eo. todava hade confes-ar
que cu lenho a experiencia que o nobre diputado
que quando o bol chega
passado por 5, b" mos: sao os atra-
er a- vcss.nlores, que daqui al a fcira exi-lem em 011 .1
eilacGes.
I m Sr. D'pntado : lia em todos os gneros.
O Sr. Forcncto : Se ha alravesadorcs cm
10 los01 gneros, he uma razie de mais parase adap-
ta 1 una medida sobro as carnes verdes, porque elles
irlo para oulros gneros .te menor importancia.
Raqui al Podras de Fugo existam 5, (estarlas
de alravess idores de tu.lo, e em tuda ella, o gado
vai sollrendu adorarlo no prego...
O Sr. Francisco Joo : Cin
ai Padrai de Fogo
OSr. Florencio : Se ein lulos os gneros ha
co eslages daqui
existe lobie a carne verde
Criizam-se varios aparte- .
OSr. Florencio :Entonto que, apezar deludo
quanlo e disaer a respailo do decantado prineipio
de livre concurrencia, es-., principio deve ler seus
limitas, a t.iiit cta minha idea he razoavel, que.
se nos paizes anude almud un os copitaea, e-ses g-
neros de tanta neressidade carne c po------1 la-
xado-, quanlo mais no nos.,, pas, aonde os ca pitaes
nl> aliuuiam I
m Sr. Depulado : E cm Franca laxa-se, por- '"i:1","h". havia
que nao existan captaest nciji.io o crayo, e ser hei|a-JJor. A visita, porem, fu
de medico ( ja o negocio pneiia a defunto ) ; esvoa
P&GEi. AVUL5A.
Fui coniplelainente abolido olulo na prag-
mtica das mocas do lum ; lulo que ulo for acom-
panhado de alguma cor viva, nlo he lolo, ura laco
de fita escarlata,por exemplo, sobre om vestido re-
lo he lulo : he lulo um .1 casaveque o ou jaleco pre-
lo com botoes de phantasia, he luto um enfeile de
caliera com II ir-s azues, brancas e escarales, eni-
lm quem vai mais seriamente de lulo aos actos da
semana sania '.' Acabaram-se us veos prelos sobr
a- cabetes ; agora slo maulas presas aos peiitea.tos
como toalhas de raaos em Cordinhai de jauellas de
cozuiha. Tudo se averie, lorce-se o sentido le lu-
do, desfigurase o que las de mal innocente, e os
dandysl Misericordia que modas nlo inventam
durante o lulo Uus com borzegoins esues, caigas
prelas, cnlletes de pello de ouga, luvas pretas, cha-
pn brinco, c. esli de lulo : aquelles cora zapatas
rasos e metas brancas, calcas prelas, e palel da
incsnia cor, euilini [ermiiiiu a anliga usauga, a mu-
da invntala por caheginhas cala-vculn, lem o ar-
rojo de rdicolarlar o que ha de mais huiieslu nu
li..j ir do honiein, ou da iiiuIIiit ; o que domina hoje
nlo he o seri-a nem mesmo o bello, he .0 exqui
silo.
Kio perlencenios a elas-c daquelles que ve?m
n > caular monotooo e inste da coruja un iignal lu-
gjbre de roorta prxima, nlo acreditamos em aguu-
ros, cm uma palavra, mas sendo euriosu cjmo uma
mullier, apreciamos certas comcideneiai qua se do
na suco..lo dos lacios e qua -lo era verdae inle-
!> ssanlea, nlo porque as-igualein e revelem o fu!un.
mas por que agradaos, eotietem e admirara. Eis-ahi
uin exemplo ; o felo vai tal qual no-lo refcrirnoi.
Al.....cava o icnfior de engenho C. eom sua familia,
rpi-udo entra (tela casa um heija-ll.'.r, e vendo um
cravo, emenden que devia h.-ij 1-I0, emlinra eslivesse
ornando a eabega da dona da casa. A
a galante audacia, mas uiiigueui se sglllou com n
de que, vista elle ter su
fui
O Sr. Florencio : Ex'stem multas, mis esh
admtlidu que a carne e o po he de neeessidade se-
Cacaleoftali :Sim, o nobre depulado rem talados
O Sr. M. Caiilciinii da nm aparta.
O Sr. Florencio : En vou dizer como he a laxa
l.i : as cidades f izcm-se e.lilaes, e lias villas, nos
lugares m*nus populosos, us parochos, depois da
misal do da, veem ao som du rulo... [Riladas'.
Nlo eslou improvisando. Os parochos annnnciam
o preco, por que se hule ven ler a carne durante a
semana.
RECTIFICAR AO.
Os Srs. I. de Barros, e Barros liarrele, vo-
laratn contra o projocto que autorisa o go-
verno a contratar o fornecimcnlo das carnes
veriles, tabeando seus iioines de ser publica-
dos por cstiuecimento.
Pclo iTevioll entrado de Soulhamplon Innlem,
primeiro de mata, recebemos carias e gazetas da
Europa, ale s de abril prximo passado.
Kenhnm acnnlecimentu extraordinario linha li.lo
lugar naquella parle do munilii, depuis da partida
do vapor liambuigutz aleutoniai), que iillimameuto
nos visitan.
O p.rlamenln inglez, julga-sequo se nlo reuni-
ra no da para esse fin designado .lio de abril), em
virtude de querer a ramha ahri-lu pessoalmenle, e
nao pule, faze-lo aliento o eslado adianto lo de sua
gravidez.
A uacale decidir em favor de lord Palinerslon a
qoesllo Invada enlre elle e a casa dos commons,
dmolvida acerca da guerra cora a Chins. O |.a mi-
nistro c qua.i iodos es candidatos du governo ishi-
ram eleitas, lie verdade que lainbeui mullos de seus
adversario- u loram bem cumn lord John Ru'-ell,
.Mr. Di-rael, Imiranli Samer etc., porem os mais
exaltados, queremos dizer a escola de Hancbesler,
cujn chele he Mr Cob len. foram rejeilados. (1 n-
venlo lem na nova cmara uma mtioria de 50 votos
pelo menos, mas dos que Ipprovam a sua poltica
exterior nem lod is ipprovam a Interior, o que mu
proviivelinenle o levara'a fazer ronce-ps. Es|iera-
se por lauto que ue-lo annu terlo lugar algumas
reformas, euihora lord PalmeriloD nlo seja muilo
amigo .tallas.
r nobreza imperial para establlldada .lo throni. de
.Napoloao |||, entretanto parece que seus inimigos
nlose deicuidaoi de Iramar-lho a queda mesmo
a mnrte.
Difleroulesprisoes tarara ullim imenle taitas .sim
em Paria como nos departamentos, em individuos
suspeiloa de obrarem como agentas de toeieilades
serelas fin eommonicaetto tmn os refugiados de
Londres. O RoverDO inglez lem redobradu de vigi-
mlrnram todos 1 laue g sobre esses senhore*, prindpalmoale sobre Mr
Ledra Holln, mas nada lem pedida descubrir que
[.o..1 eotnprometta-los.
O Jornal do Commercio de Lisboa tianscreve do
Kjonrnal des Debis o seguinle :
O riimpiiiienlu
a Austria c a Sardenha contina a oceapar tu jor-
naes alleiuei. Aquellas jomaes leem leito e conti-
nuara a fazer sobre este incidente as mais estrurdi-
narias narrage. Se se der crdito a nina corres-
[1 ni lenca de Vienn
I .1111.11 uma dispouca.) vital e imporlanlissi-
A ordem du dia comprebende as diseosses, ler- Vzuc"* *.'.'!!""-" 'lo e,U"d0' j!' ''= ""'"-'-" "
ic-ado.,,,, ,l.SundadosM.38e.,, .primeira \Z? Z^^,^,^ V'tm, def"
Assim dar-se-ha regulaen'ade ni cnbranga dos
dinheirus, einquanto que ate aqai o governo se va
obngado a recorrer a hauqueirus, 01 quaes alera de
um juro exhorbilanle, extorquiam quanlias mata-
res do qae as marcadas pela lei.
A interpellaglo feila pelo Sr. de Bulonieff por
causa de llangeruo fui encarregada a uma cuiu-
misslo.
O mesmo peridico publica a seguinle carta de
Madrid sobre us negocios de Despalilla :
Antes de hunlein sabio pora o rastello de Alicante
o g-neral Prnn, coii.tainnadn a seis mezesde dcs-
lerro.
o Foram despedir-ee delle cm Aranjuez vinle dos
seus amigos pro.-ressislas, e entre elles se contavam
os Srs. Olozaga 11>. Salu-lisoo,) Salamanca, o direc-
tor da Iberia, II. Aln. e aolro-.
O general aasquioo os seus amigos com um
esplendido aliuoco ; durante elle parece, que dina
quo n uue he muilo naluiaO msrehava cheio de
mais implaravel udio para cun a pe.soa do actual
chele do govemo, apezar das indicages, quo esle
llie fez de poder lixar-se aaon le notzes-e, com lanlu
que lltagasM limplesmeote falla' de saude, ou en-
llo que peli-se alguma ilesrulpa pela caria, em
eonsequencia da qual se llie formou proceseo.
O general Prira legeilou, indignado, ludas eslas
prop stas.
Tambem se conGrma, que pac parle de algum
amigo ci'iiimuin se lizeram prapoetaa ao general
O'llonr.ell. pai a que dieses as pazes com o duque de
\ aleugs, o general, porem, respondeu com nova ne-
gativa formal e eiieigiea.
O general sabio ha das para o campo, aonde vai
renovar as suas Torgas para ; nove late ns cortos.
Entretanto vai augmentando o cmpei.hu entre
certas palacianos para que ss declare aos BDligoi
.cuati..res, que hlo de tomar as.eulu 110 congre-su
constituinle, vislo eslarcm impossibilados de tor-
naren! a figurar no senado.
Diz -so qoe a retaba se tem opposlo ole agir a
esle pensemenlo, < nao sera fcil qu- ceda para nao
laucar o general O'Donnell e os oulros generis era
uin a n iva ou--; 11. .
Ja se vai fraccionando .1 maioria, que alean-
Al ediauo
Ordinario .
dem dem da Baha bom. .
Mediano
Ordinario. .
dem do Maranlil. libia tonga :
Alcaulara. .
Ilapicurii. .
Casias. .
dem de machina bom ....
Mediano. .
Ordinario .
Assurar dem do Rio, brauco. .
Louro
Maseavado .
dem de Peruainhuco brauc-j. .
Looro.
Maseavado .
dem da Babia e Mareta brinco.
Louro. .
Maseavado .
Balsamo decupaiha por claro.
Turvo. .
Borracha por I Tina.....
Mediana .
Ordinaria .
Cabera de Nesro.
Strnainbv .
Do Cear, pellos......
Seruambv. .
Para bom .
Rabia, t......
Cafe, por 11 j i Rio I." sorle .
Segunda a .
Escolhido. .
dem da Baha primeira sorle.
Segunda a
['..O,olllilO. .
Casianha por 1 li> do Para. .
Sebo por IIJ do |;0 l.rande:
Bom c duro .
Mediano .
tfmsiii ....
Cintres, por \-\ H de vacca. .
Ordinarios. .
Ci lizas de ornee pr tonelada :
Branca. .
Prese. .
Clina por h de cavadlo. .
de varee. .
Cobro velho por .....
Cutiros por I do Rio,
Seceos de IV* a Si f.
a de -'I a SI .
de loor..-, Ili a til a
dem do lito tirando, por
Salgados, de <"i a '.n
de 1.1 .a I
o de vaca itl a iS |
fas alta -ecriis, 111 cj
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leem Migados, 23 a Un
,,........I!| I7|
llera dem |6a Jti i a KilJ
dem de Pwiuaseaaee, Baha. Maranh o e Para por
Seceos salg. -i; a 'Vi
' e-pioha.l |a.n !l-d'- I
Cadtdaa 7 '.i r, t e WdJ
dem Seccoi s.ilg. SQ
M.ilha.los ..
II li'.la l-'d
nao l"in neasi negocia
Senhore*. lodo o mando nao =nl,e os fados que se
dia eonslsnlemeole entre os cri idores comprado-
res da gado .' O nobre depnlado nlo -abo ,,,, con,
lanlomeuleos criadores sflo embacadoa oa 'por meta
OSr. Manoel Cacalraiiti
O Si: Florencio : lie 1
,. .. ...ia^ 1.-.,. .-.,- i, t;.. .,--.... ,,v. ,fc,.. ,, -.,..,.. 1 ,c ,...,. m,.l0 ,iP no nuca
de clulas uuo verjadetras, ou por meto de calle.'.' rJJe, uio siu us paroclioi que marcara o prego d
cni mais 11 tn poucu poh casa e fui-se. Mas nlu lar-
dn que llie apertamem as saudades do cravo, e eis
de novo o meu heija-flor a heija-lo. E'sa repllele
ainla mais maravilhou aus espectadores, que gOftta
vam e riain de ver o mimoso passaro como linha
gOltado daquelle cravo, daquelle. sim, porque nlo
I baviam faltar oolros cravos no- jar.luis, e elta alre-
via-se ;i penetrar na casa e na oceasilo do almoco,
onde as armas haviam abundar id para beijar a-
quelle, Talvez Ihe Hlessem moda, que pela segunda
vez sihio o beija'-llor, mas lamanlw fi o oslo que
acbou no cravinho, que pela lerceira voltou, quando I lac-s com o governo piem uitez. 11 Um
e o meto de publica-1 Mea ainda admirados conversaren] sobre o facto. |dic.iglo nlo pude COnciliar-se com os esclaieciinen-
a Bsijou 111,11: uma yei o cravo, e lalvei tutu tan- | los que j letuui dado uas. DosHi auteriore cartas
o Iriumpbo as cleiges cm I apoio do go-1Cejoat per lima ImmfMm
verno
O partido roformi-la parece resolv le a nlo ad>
herir as dilacocs com que o ministerio quer prolon-
gar a sua existencia ; qoerem sah r logo nos pri ci-
rosdiM a campu Com us seus planos.
Ja torito visto na a llazela a discusslo do Si.
Campo-JIaior ofliciai de fasenda, pela menilaetaillo
que fez .le eslar decid do a obra nesla maleiia de
las relages diplomticas entre urna maneira in.lependente.
.. Com a aproximarlo da aberlura das corles e da
primavera, torna a renovar-se a aniiii.iglo poltica
ha signis de qoe a campaidia, que sa" vai prepa-
rando, ha de ser fecunda em grao es acoiilecnuen-
tos e em graves le-ullados.
A qieslo eom o Mxico (cm tomado o gv roque
que
Aonde he is
de Vienna, chegada hornera a Pars,
proveio de uma Correspondeneil verbal com o
conde de Cavour, e na qual aquelle ministro usou se esperava, e ha lodo o "motivo 1
de expre o o conde paar, de accordo cun as loas ullimas
o luMruCcAes, julgon dever inlerromper as suas te
til ex-
.. Apezar de einliaearem o- armamentos em Cu-
ba, estes slo meil por precaucato, contra os projec-
to-, que possam formar us Americanos,do que euca-
minhsdus a uma guer 1 cun o Mxico.
u Tem havido inovimeotos de tropas em Riojt
Ordinario .
I'arlnha de mand. boa por 112
Jacaranda por tonelada, do Im>.
Baha.....
liergoliin, por qna.lrirlo.
Ptaasava, por -Jn de Pan
II.. na.....
Pixurim. p.'i IIJ t bom. .
Salsa parrilha por ulna |,oa .
Infer, r......
Tapieea por lid Rio anpwlar.
Ordinaria nominal,
i rurii 1 01 do Para bom .
Fundos e t'amliot.
i mulo, ingieres.
(atienta Inglaterra arges l\i\ |,-j -i\\ |-,
(ainsoli,lado-......:ill|0 ?. |,s,'i api
Reduzidea ..... k*l7|Rea)zl
fundos de......II l|i
Eslrangcire*.
*'B*s........4I|J -Ubi luu
1,7 1 ;I0
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ILEGIVEL


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Palatal braoileiras .
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Crinadas novo.
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Kiu de Janeiro .
Biliia e Pernambucu
A i)-1 -r I,i-ii ,
llambarso. .
Vari.......
Cambios.
. 91 (I d. 5-2 a 5-2 I |S
. 52 1|S a 52 l|l
. 60d v.-2t> a-2b l|l
.
. 3m.<1.11.18
. 13.8
ii 25.65
..... 3d.v. 2.1.-22
Numerario.Em 2 do correle o B-inco do l iiel ;-
Ierra elevou o desconl sobre lelras para (i 1|2 por
eenlo.
O ni ilivo dela sobida lie a continuada exportara
de meUes precioso, qu durante a ulliin i semana
mmiiaram per sabida em 880,001) cutrarain
t. i"... II. a ssber :
Entradas.
De New-York. .*......
Ii i ('. informa, Mxico, etc. .
Da Australia..........
Da Pomusula.........
Do Continente (em pratal .
Sabida*.
Par* o Cabo da Boa Esperaura.
I' i.i as Easl I...... (prala) .
Wesl Indias......
Eicesso de exportarlo em urna
'II1JU,I............
llil.Olli)
335,(101)
80,000
16,811
Mi,'I,I lili
-------------Gi2,S.!l
100,000
700,00(1
86,500
-1886,500
213,669
Espera-se do Mxico 160,000 e da Australia......
'800.000 qoe eslo em viagm.
A*sucnr.Continua firme. Os direitos furam rc-
dozdos em 5 do correute sobre cle ginero, a sa-
ber :
Retinado de20| para I8|i p. 11 s.
Itr.iin-o u I', |(i a l(i|
l.onro ii 15| o 13|I0
Mcav. 13(9 12|8
Kurrarfia.O mercado lero ruelboradd un poucu.
Em Londres bonveram vendas de pequenis parti-
das, a l|7 e l|7 }% pela liria, mus esle preco mo he
geral.
Caf..NeDhtim em primeirai mitos.
Algodao. Se o Banco nao tives-e elevado o des-
conlii, de cerlu e-te artigo tea subido, e asim nies-
mo est mui lirme
O total do nli ii l.ln vendido ate 3 do correute lie
de 675,870 sacras incloindo70,120 do Brasil.
As airad u al a niesma dita sio de 690,106 sac-
cas. incluimlo 61,815 do Brasil.
Uuaiid.l i.l.' aproximada em ser 129,601) Uceas,
incluimlo 17,75(1 Jo l'eroambuco, Parahiba, Cear.i,
ele. ; 21,800 da Bihia e Macei, e 8,000 do Ma-
ranhao.
Aceite de Taima.Mercado quieto. Em ser 900
toneladas de peso, contra 2,191) toueladas em ser uo
lucidlo periodo do anuo pasadn.
Aceite doce. A nossa colarlo lie nominal. Em
ser 1,055 toneladas de medida, contra 3,300 em Ser
no iii.-.Mi periodo do auno passado.
Cacao.II i poura prorora, pois as avallada! en-
tradas do l'ara', Babia e Trinidad, siippriram a fal-
la que luvia, todava os pcsiuidores el;lo pouco dis-
pusios a bainrem o prcc,o na expectativa que o ge-
nero rallra mais que a nossa eolfio. Em ser 1,300
suecos contra 180 saceos do uk-sim periodo do auuo
pastado.
Couros.EslAn inuilo firmes.
_ Diamantes. O vapor Tarnar Iroute apenas
25,800, manifestados, qusudo be certa que o dobro
HlMlalil escaramente as precisOes dos lapidarios ; e
como esse* que ebegaram eram pela mitar parte, de
cuida propria de alguus dos meemos lapidarios, os
de mais realisarnra preros luslaules reuiuncra-
livos.
Queijos londiinos.Superiores custain 8(| p. 112
libras.
Oo Emparor u sabido deste pord em 28 de mar-
Jo passado com urna carca pira o da Babia, que di-
lem valora da 160,000 (a.) 70,000 eucalhuu no Illa-
rkwater Biuk na rosla da Irlanda no dio 2*.) ; sob-
sequenlemeute com o lempo desviou do banco e
submergioem 60 ps d'agoa. Beceia-se que a per-
ita ser total.
Jacaranda.Neulium no mercado.
8*020 8*010
151250 155.1OO
149120 H-JJO
I85IIO INVilMI
OTO
960
953
3#520
8S0
OSO
070
965
3*5.50
000
Malaca.
Pecas de 83000.....
Oo(ai besp.inbolas. .
Ditas mexicanas.....
Aguias dos Estados Unido*. .
Patacas despatilllas .
Ditas brasilairai.....
Ditas mexicanas.....
Viiitc francos......
Cinco Iioiii- 1-......
ESTADO DO MKBCAD.l.
de 20 de marco a 11 de abril.
I'iiuim e tem foilo em eneros do Brasil, apenas
houvo algomaa vendas para reexporta! nos rafes
ordinarios. Nos cotouiaes reina a niesma auima-
cao.
Alm de alguns lapprimenlos que cbcgsrain ues-
te periodo, enlraraiii ecles ultimo* 2 (.ios cargas
de algoma importancia, com especialidade nos aisu-
c.ires, inel, agurdente, vaquetas, couros e gneros
colonia**.
O 3 por cenlo lem conctrvado o preco das nnssai
colaces, porm as Irantaccdea to insignilicaiiles ;
oulro linio mi acontece as accOa* do banco de Por-
tugal, que alem de serein bulante procuradas 01 pre-
sos lem melborado.
P
A
m
o

11
ia)
USBOA 12 DE ABRIL DE 1857.
Prtftt crlenles dos genero* de importaran dn
llratil.
Al.'oil.io de Pernambuco ... 4
Dito doHaranhao e Para. .
Assucar de Pernambaco branco
Dito mascavado.........
Dito do Rio do Janeiro m. .
Dito da Babia b.........
D1I0 dito mascavado......
Dito de Cabo Verde......
Arroz (tiua)...........
Agurdenle de caima do Brasil.
Aloisia.............
Arroz da ludia imii,.....
Dito do Maranlulo e P. ord. .
Dito dito inclbor........
Dito dito superior.......
Caf do Rio primen-a sorlc. .
Dito dito segunda dita.....
lulo liiin Icreeira dita.....
Dito dito escolba boa......
Dilo da Babia.........
Dito de Cabo Verde......
Dito de S. 1'. e Principe. .
Dito de Angola ........
Cacao do Para .........
Cacao da Babia.........
Cera amarella de Angola ....
Dita dila de Beuguella.....
Cravo iln Mamullan......
Dito, girofe...........
Cbifres pequeos dj Brasil .
Cours seceos do Rio, 23 arral.
Ditos ditos d* Angola......
Ditos salgados do MaraubSo. .
Dilos ditos de Pernambuco. .
Dito* ditos das libas......
Cominhos............
Denles de marfim lei......
Ditos dilo meio.........
Ditos dilo escrt.........
Herva-doce...........
I;ariuha de trigo, americana .
Parlaba de p.m.........
(minina copal amarella.....
Dita dila vermellia.......
Dila dila ordinaria........
I'il)
25850
28100
IryCill
296011
I980O
39000
WWO
72,-OO
40100
4-3OII
5-HKK)
59800
3j200
29700
S93OO
10500
296UO
3J600
4jl00
100
M. 109000
212
ISO
2- -.00
25+50
25200
2-?0(MI
292OO
39100
496110
I.53O0O
1-3000
4-5600
I98OO
59W0
6940(1
33100
29900
29101)
19600
29800
WOO
40000
39700
43200
3970O
320
32
180
200
6O9OUO
Slellaco............
Oleo de cupibiba.......
Ourucii............
Pimenla da India.......
Salsa parrilliaSantaiem. .
Dila ilii.i (jurup*'.......
Dila dila BioNegro.....
'I'i il'o i'slrangeiro......
Tapioca .9....., .
lir-ella de Angola......
Dita de Beuguella......
Dita de Cabo Verde......
Dito de Mocambique.....
Vaquetas do Para' j^. .3^
Agurdente. .*.....
A/.eilo doce. ...".....
Aincndoa do* em milo, .
ilanb. em rasa* (unto) bar. .
Hlalas.........
Cera branca em crume *
Dila dita em velas.....
Cebla*......... #"
Onleio............
Ovada...........
Carne do vacca ........
de porco. .
CllouricaS..........
Figos .............
Manleigo de porco......
Millu.............
Paios.............
Presuntos..........
Sal trigueiru, rosto......
Trigo rijo do Reino......
Dilo mole...........
Tnucinbo...........
Yinbo de Lisboa, tinto .
Dito dilo bronco........
Vinagre tinto........
Dilo branco..........
A
250
257
217
300
39000
19750
19200
I5I00
900D
8940 1
850
592OO
590IMI
19800
11 210
11 217
11 237
11 215
11 2&600
IViOD
19100
11 600
.1' :io,suo
I! 7.3SOO
A 800
I 59OOO
,. .1.3 SO,'I
II 15100
P 5 i 000 565000
11 400000
11 100 150
105 110
I29OOO
8>'HK) 109000
580 640
23'JOJ 39000
279000
279000
II.50OO 129000
11 2651 IDO
urna 352OO :'.-0ii
p.3209000 3509000
IMPORTACAO'.
AlgodXo.->Ha falla desle artigo un mercado: ebe-
garam 107 saccas do Maraiibiio do que se lem felo
algumai vendos para coii-uino i buje foi supprido o
mercado com mais 55 saccas do Marauliao.
Arroz-Ha abuudancin em cousiqoencu dos sup-
prlmeotos que ebegam de Inglaterra, leudo entrado
desde 29 de maio desla procedencia, 5:566 sacecs :
Mocambique 59 : de Cabo Verde 696 bucbels : e
ullimamenle do Para' 2:253 alqueires em casco : os
precos para o chegado de Inglaterra regolam por
quintal 4.3200 a 19800 ordinario), 59000a 59600
(bom.i: e de 538UI) a 6,-100 (superior.
Agurdenle. Nao tem bavido vendas ullimamen-
le, porque os compradores recusan) dar os prego* e-
xigidos : devendo-se considerar uuinin.-il o prer;o co>
lado por ser o das ultima* Irautaojoe* que se li/.eram
a entradas ueste periodo furam 21 cascos de l.ou-
dres, 8 de Sevillia, 58 de l'einamlmco, 51 de Para-
hiba. 5 pipas e 5 garralBe* do Para' 80 pipas do Ma-
1 .mil 1 .. e 7 barra de Cibo Verde.
Assocar.O moviinento no mercado (ein-se limi-
tado a algumas vend, para consumo, sendo mai-
procorados o mesravidoi: anda se Mo o abri pres
50 ao vindo do Para': as entradas cuiKistcm em I6tl
MilM, 30I saceos e 2 feixes da Coliugoiba ; 1:500
saceos de Parahiba ; 12:711 saceos, 31 barrica* 13
ealia* de Peroamboeo 5 113 barricas rio Para''; 239
de Cabo Verde e 259 calas e 4 barrio** da Babia.
Em coiisequeiicia das grandes pirenes ebegadas
uestes ltimos 2 das, o mercado tica boje em com-
pleta apalhia e desanimaran, e aipera-te grande bai-
xa, devendo-se considerar por esla forma os preco*
colados nominaes.
Repulmosos depsitos bojeem nuis da 1:760
caitas 10 fei\e, 650 harneas e 33:500MCCO*.
Cafe.Importamos 600 saceos do Rio de Janeiro,
59, de Mocampique,29deCabo Verde e 699 de An-
gola tem hawrio venias para reexpurlar as segun-
das a terctir..s surtes e escolba do Rio ; para consu-
mo Oieram-aa IraoMecAe* regulares mide Cabo Ver-
de, S. Tbom e Angila, porm ua priineira surte do
Rio em pequeas parrellas.
Unje de tarde entrn urna partida de S. Tbom.
Csca'o.i%3o ba neulium de S. Tliome : pouco
feto no da Babia e Para' e mesmo as exisleucia
eram essas porm ebegaram ullimameulc -258
sacros du Para', que aiuda asilo em ser.
lioje alem do urna partida viuda de Angola de
265 saceos, entrn ouira de S. Tbom.
Cora. Procurada, vendas para reexporlar e
coiisomo na amarela de Angoli e Beuguella donde
ebegeram 630 gamellas; poiem na de Mucombique,
ueste periodo, nao consta venJa.
Couros. Fez-te algoma consa nos salgados do
-Marauliau e espiebados de Angola.
Goma copal. S.i >3o proeorada* as boas quali-
dades. Bolraram 281 saceos, SO barricas e 19 cai-
xas de Angola.
Melaco. Vendas de pooca ou ncnbuma im-
portancia, deven lo-se comiderar nominal o preio
colado : lem ebegado ce Pernambuco cerca de 2,000
cascos, de Parahiba 88 e do Para' 12.
M'irin. Procurado, vendas para reexportar no
de Angola donde ebegaram 880 pttitas; porem a
partida de230 ponas mana passida mo consiam aiuda Iraaiaecjbea,
Oleo de cnpabiba. Eulrou urna pequea par-
tida do Para' apenas se rralisou a venda de urna pe-
quena partida a semana panada do desla proce-
dencia vin.lo na (Huida a O8000.
Ourucii. Apeuas sa 1'w.erani algumas vendas na
seinena passada : tiesta ebegaram 115 nniieiios do
Para'.
Salsa parrilha. Algoma* ven las para reexpotar.
Unella. Kirasias exislencias : rcalisaram-se us
212 sicciis viudos ol mmenle de Mozambique a
263 : a de Angola e Beuguella lamben* he prucura-
d.i, cliegaiido ba das dessa procedencia eeica de
1,818 sacros : posteo se lem felo na de Cabo Verde.
Coo-ta que ja boje se vender ur/.ella de Angola a
27-3000.
Vaquetas. Aluda se nao abri o prec.o as ebe-
gadas ltimamente de Pernambuco.
EXPURTaCO.
Azeile. Pequeas plenes lem concorrHo ao
mercado, e as vendas para exportar silo limitadas ;
os presos para deposito regulen de 3$250 a 30150,
e para embarque de 31600 a 39700.
30 pipas e 32 barris viu los de Sevillha a semana
pastada foram rerapurlaia* para Inglaterra, Duap
partidas ebegadas du Mugador de 209 pipas e 5S bar-
ris. ain la se lile u.lo den desuno.
Cereaes. O mercado de trigos continua (rouxo,
tanto os lebles como os vendas que se tem (eito, tem
sido por presos baixos.
Fizeram-se algumas vendas ile farinba para re-
exportar para o B asil : hueve laiubem embarque
de millio para lora de Lisboa. No mercado bouve
pooca procura.
As cevadas estilo froutas, e nos ccnleios houvo al-
gumas vendas para branles.
Sal, O preco desle artigo declinou 100 rcis a'
nossa ultima colarlo, e anda lica com apparenrias
de baixar mais, por que os possuidores veem que
Ib'o nao compraui por precos Uo altos, nSo obstan-
te terem pouco, o os navios salurem em lastro de
preferencia.
Vloho. Continuam a ser limitadas as transac-
es nesle genero, conservando-so firmes os precos
das muss cotaees.
Alem du vinlio exprtalo e promplo a seiuii- lem-
se despacliado, at 10. para o Rio de Janeiro 385
pipas, Pernambuco 18, Para' 1.
Vinagre Tainbem continuam a ser insignifi-
cantes as vendas, e os presos firme'.
Alem do vinagre exportado e promplo** seguir,
tein-se despachado, al 10, para o Rio d Jaueiro
77 pipa* Pernambuco 15 e Para' 4.
EMBAKCACOES DESPACHADAS.
Babia.Patacho portagoet nLontra, rapilo Pes-
toa, com 105 pipas, 10 meias ditas e 291 barris de
vmbo, 17 pipas de vinagre, 25 caixas de vidros e 7
volumes diversos.
Rio le Janeiro.Itrigue porluguez (Mari*,* ca-
pitn Pestaa, com I pipas. 20 barris e 80 aurre-
las de vinbo, 23 pipas e 35 barril de vinagre, 1,315
barricas de familia, 2 de erva doce, 22 barris de
paios, jO de cliourirus, 30 caixa de balotas, 300 mu-
llios de ceblas e variai mercadura*.
Pan.'.Barca poNagoeza Flor do Vez, capiUo
.Nev, rom ,50 barris, 20 aurrelas e 16 ciixas de
vmbo, 2 metas pipas e 15 barris de vinagre, 15 bar-
risde azeite, 80 moioa de sal, 110 barris de carnes,
101 de peine, 150 anrorelas de azeilonas, 16 barri-
cas de bacilbao, 100 de cal, 50 caixas de queijiis, 35
de manas, 130 de rera, 20 canaslras de balotas e va-
rias oolras mercadorias.
Po'iiamburo.Patacho porluguez Brilhanle,
capOo Pereira. com 54 barris de vinbo, 1(1 pipas
a 25 barris de vinagre, 69 caixas de maesas, 2SII bar-
rios! d* familia. 5 do rerveja, 18 barris da lardioha,
20 dcarnes, 300 molbos de ceblas e varia mena-
dorias.
Rl
Palhabole porluguez a Parabibano, 11 de Para-
hiba.
Abril 3.Barca portiigiieza iillralililo, de Per-
iiaiiibuco.
Escuna hollandeza >Corne*liioon,B de Londres,
dealina-*a para o Rio, arribou com agua aberla (car-
ga arroz'.
'Patacho porluguez cJoMphina.s de Cotin-
guiln.
6.Barca porlogueza Empieza,* de Pernam-
buco,
Itrigue porluguez Ligeiro.a do para'.
Vapor hamburgue* Teutunla de llambiirgo para
Southarapton.
8.Vapor sardo oljiiova, do Rio ilc Janeiro,
seguio a lo.
9.liarca portogaea Bera Vinda,* de Pernam-
buco.
-rca porlogaeza Flor de S. Similo.* dem.
10.Brigue porluguez aCon*laiite,ii idem.
I'atacho porluguez AlfreJo, dem por San-Mi-
gue/..
Barra porlugueza Carlota e Amelia,k da Ba-
bia.
Brigue porluguez Flor du Mar,* do Mamullan.
SAIIIDaS da barra.
.liaren 29.Brigue porluguez Rocha, liara o
Para'.
Abril I.(alera porlugueza Bella Purtuense,
I...... o !' 1I11.
Calera porlugueza ((Defensor, idem.
'Brigue purtuguez Laia II. para Pernam-
buco.
i.Calera brasileira (Jotenhina.* tiara a ilba do
Payal.
7.Barca porlugueza l-'lor do Vez, pata o
Para'.
8.Piladlo porloguez oLonlra, para a Babia
9.Brigue porluguez Maria, para o Itio de Ja-
neiro.
II.Vapor hamburgiiez Teulooia,* para o Rio
de Janeiro e mal escala*.
Barca porlugueza ((lrigueireno,ii para a Babia.
Patacho porluguez uBrilbanle, para Pernam-
buco.
A D DITA ME V| O.
No dia... enlrou o vapor ingle* Medwajzi do Itio
de Janeiro em 2'i dias, da Babia un 23 e de Per-
namiiuco em 20. Passageiros 163. Secuio para
boulbaiuptoii depois de poueas horas.
A iioile enlrou de Soolbamplen o vapor uTeviol, 11
que segu para o Rio de Janeiro con a escala do
coslumc.
A sahir.
lie esperado 110 dia 28 du crrenle o vapor Cui-
den l-'leece, da eompanhi* hambargo brasilcira,
para seguir depois da iudispensavel demora, para us
porlos do Brasil : Pernambuco, Babia e Rio de Ja-
neiro. II da forc* de 600 cavallos e da lotac,lo de
2,700 toneladas.
':v3> -.*.<"- $0 pernio
llavio* entrados no dia 1.
Babia12 dias, biate lirasileirn Novo illlnda, de
35 tonelada*, ine-tre Custodio Jos Vianna, equi-
pagem 7, carga fumo e m.iis gneros ; a Tatsu
lrmaos. Perlencc a Pernambuco.
Parahiba3dia*, biate broaUeiro oBeberibe, de
33 lonelalas, mealra Izidoro Brrelo de Mello,
equipagem 4, carga loras da mangue; a Pedro
Rorge*. Pertance fl Pernambuco' Pasageiros,
Uaooel Barroso da Coila, Antonio dos Res.
Soulhainpton j porlos intermedio'21 dias l|2, vn-
por luglez dTeviotii, commanrianle Moer.
Navios taidos no mesmo dia.
New-edriirdBarca amaneiina Poeakonlai, com
a nie*ina carga que irouxe. Suspenden do la-
meirlo.
Ro Grande do Sol Lancha brasileira 'Feliz du
Ondas, ine-lre Bernardo Jos da Costa, carga
vaiios geneiro. Passageiro, Jola Crrela de Mel-
lo. Marmol Lucas Piroira, Vrente Kerreira ^all-
ziozeno, Mauoel Marlins Vasconcellos, Joao Pe-
reira de .Mallos, Eslevao Jos de Mallos. Jos
Bercbiur Pe reir da C isla, Jlo Galvio Teixei-
ra, Joaniia PraneUcada Conceiriio, Alauoel Fran-
cisco do Santos.
Baenos-Ayro*Barca porlugueza ((Amazona, ra-
pillo Gaapar Nono* do* Santo*, carga assucar e
agurdente.
-. ,-^^
M
alni.
M
A

B
u
A
dnz.
@
111 uij
A
ii
I
396OO
6*300
500
loo
400
120
UO
300
1-3900
400
1
53700
60500
540U
540
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180
-410
500
'(211
149000
280IKH)
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lOlOO
5940D
500
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40*00
MOO
80'l
760
3I00
P 1409OOO HI.5000
141X300014100)0
560000 601800
i) 563000 19000
Londres
Paris.
deilova
('ntnbion.
30 d|v. 53 iiiiui.
(H) d|v. 53 1|8 nom.
MI dpi. 53 l|l
11K) dpi 533 nom.
3 mpl. 531
. 11 5*8 nom.
. 17 3|1
. 950 nom.
pulidos.
InseriprJei de 3 por cenlo 47 a 17 l|2
Coupon.......46 l|i a 163(4.
Divida deferida. 27l|4a28
Caininho de ferro de lesle 67/.500 a 72)
Bauco de Purlugal. 5183 a 5209.
Dito do Porlo.....2(3-9 a 2iJ
mslerdam 3 mpl.
Hamburgo 3 ni|d.
Madrid 8 d|v. .
de Janeiro, Babia e Pernambuco. Vapor
hamburguez Teutona, capillo Molcbim : para o
Rio 20 barris e I caixa de vmbo, 30 barris di azei-
le, 02 de carnes, 39 barreas de caslanba, 8 de a
inendoas, 2 de cevadgjS66 caixas de ceblas. 50 ca-
naslras de lualas e vanos ceiaaos.Para a Babia,
8 barris de cirne, 5 surnies de cniniiiiiis, l.',i| cai-
xas de rebol is, 37 de velas de cera, 100 tareas de
feij.ni. .'(O eanailras (le batatas, 9 barrica* de cevada,
> de erva doce, 34 de ('."lanba o varias mercadorias.
Para Pernambuco, 10 barricas deerv doce, e i
do cevada e varias mercadorias.
Babia.Barca porlogaeza Ficueirense, capillo
Das, 110 pipas, 20 meias lita, 325 barris e 25 cai-
xas de vinbo. 31 pipa*, 22 meias pipas e 63 barris
de vinagre, 72 barris de ranic;, 30 barricas dealpis
la, 18 canas J velas de cera, 201 de ceblas. 150
eaollira* de batatas, 50 muios de sal, 27 saccas de
cominhos e varias mercadorias.
Peroamboeo. Barca poitugoeza Mara Jote,*
capullo Lesea, com i pipa* e 34 barril de vinbo, 26
pipas e 15 b rris de v flagre, 25 barril de azeile, 95
de louc nbo, 30 de carnes, 300 barricas da familia,
00 saccas de farellu e varias mercadorias.
liriguc pringues Reltinpaco.ii capil.lo Cor-
reia, com i pipas, 181 barris 25 lucurcli- de vi
nbo, 61 pipas, 20 meias ditas e 95 barris de vinagre,
100 barris de azeile, 100 de loucinbo, 120 de carne,
21)0 barricas de feriaba, 116 caixas de velas de rera,
50 canaslras t hlalas, e 58 de ceblas e varias mer-
c aduna*.
^l> paladn Rpido, para Pernambuco licava lio-
je a fochar o caireganieulo.
NAVIOS A' CARGA.
Para o Rio de Janeiro.
Barca porlugueza illorleocli.i
ti ojanota.
11 \*eiius.
11 Palenque.
11 Coiiceieta de Maiia.11
Paia a Babia,
{"t"* porluguez Pescador.
1 alacho n ajosepliiiia (proposlo%
Para Pernamiuco.
migue porloguez Tanja III.
Par* o Para'.
Barca porlogaeza Oheeira..
"""16 uLigeiro (proposlo).
''ara o Maranliao.
I alacho porluguez Liberdade.
''ara o Cear*',
Brigoe poriiiBiiez Sedaelor.
ABADAS DA BARRA.
Marco 29.\ .por francez B>..iiliu,.1 do Rio de
Jaueiro, legara para Matwlha 30.
Directorio s obras mi-
litares.
Prccisa-se fa/.or no quarlH de cavallaria
algunias obras para substituir as Urimbas
pr camas 011 barras : quetn disto se quizer
encarregar, pode comparecer na directora
al" o dia 4 de maio prximo futuro, que ah
acitara >i orcamento, e Lira o ajuste,
CONSULADO DE FRANCA.
Aos 2 do niez de maio de 1857,*as 11 horas-'
la m.iiiliaa, ser'procedido na chancellara
do consulado de Franca, nesta cidade, na
preseaca do Sr. cnsul, assistindo o sei
cbanceller 00 corretor francisco Comes t'.e
plivaira-, arimeiru venda e adjudicacSo a
niaior offerta o ultimo lanqalor da barja
frajaceza Baracltois, com seos apparelhce
mai;aniu, segundo do cbrouomelro prrve-
flTcnlJfc.da dila barca que so acia depositado
na cHnceliaria oo Cunsuiado. u navio e o
h-iirujini-li-i) (.- 5 1 vendidos no et-do oui
que se aclioA ua cuticga, sem que os com-
pradores possam, debaixo de qualquer pre-
lexlo, pretender algum abatimeuto ao preco
de sua adjudica(ao, leudo por isso o direilo
de fazeretn o seu exame antes da venda. Os
adjudicatarios ficam obrigados a pagar to-
dos os direitos resultantes da dita venda,
como lambern a graliUca(So que por le per-
tence aos peritos, das duas pericias feitas ao
dito navio. Terceiro deverao tomar conta
logo no mesmo da da venda, depois de en-
tregar o respectivo importe da adjudico, na
caixa do consulado de Franca. Pernambu-
co 27 de auril de 1857.O cnsul de Franca,
Visconde E. de Lemont.
GONSELHO ADMINISTRATIVO.
O consclbo administrativo tem de comprar
o seyunte :
l'ara o presidio de Fernando.
Brim branco para lences, camisolas, toa-
Ihas e fronbas, pecas 26, brandoes 12, cera
em velas de raeia libra, arrobas 4, camisas
de llanella 20, cobertores de l1a 5o, bacas
de rame pequeas 4, escarradeiras de me-
tal 50, pra los de !ouc.a 50, chicaras e pires
casaes 9.4, bules de lou^a 4, assucareiros 4,
tesouras pequeas para curar caustico 4,
cordas de embira para andaimes 200, repa-
ros onofre de calibre 12, 8, espirito de vi-
nbo, caadas novas 6, alcatro, barril 1, vas-
souras de piassava 30, telhas.milheiros 4, li-
jlos do ladrilbo, iniliieiros 4, frecliaes de 20
a 30 palmos 40, encbameis de 2i a 30 ditos
40, travs de 30 ditos 12, prancboes do ama-
relio 4.
Obras militares.
Tijnlos de alvenaria grossa, milhciros 4,
taboasde Torro deloum, duziasS, ditas de
assoalho de dilo, duzias 2, vidros pequeos
para vidracas 510.
0." batalbSo de infantara.
Caivetes 2, area pela, libras compen-
dios de arelbuidlica por Avila ti, livro im-
presso para registro auxiliar do geral do ba-
talnno para os asscntameulos dos oliiciaes,
conlendo 32follias 1.
vo para fnrnerimento do arsenal de guerra.
27 de abril de 1857.Manuel Ignacio Bricio,
presidente inteiino.-^Bernardo Pereira do
Carino Jnior, vogal e secretario.
O conseibo administrativo do patrimo-
nio dos orphSos lera de levar basta pu-
blica, em a sala du sua* sessOes, e.n os ilias
1, lies do maio prximo vindouro, a icuda
de una parle das casas do tocsnio patiiuio-
nio, abaixo mencionadas, por lempo de um
anuo, que lem de decorrer do I do jullio
prximo futuro a 30 de juuho de isss, se-
gundo o qne dispoem os arls. 2,S c 29, dos I
estatuios cm v.gor, a saber :
Largo do Collegio.
N. I Sala do 1 andar du casa do sobrado
do mesmo numero.
" ILuja grande do dilo sobrado.
IDila pequea de dilo dilo.
lino do collegio.
N.2.Casa de subiado de dous andares.
Largo du Paratzo.
N. 4.Casa de sobrado de dous andares.
ltua das Larangeiras.
N. 5Casa com sotiio.
Ra do Bangui,
n. 0.Casa lerrea.
Praga da Boa-Vitta.
N. 7.Casa de sobrado de dous andares.
liu.i Volita da Boa-Vista.
N. 8.Casa terrea com solo.
ltua du Gloria.
N 9.Casa de sobrado de um andar e co-
cheira separada.
ltua de San-ConQalo.
iN. 10Casa terrea.
N. II.dita dita.
ltua do Sebo.
8. 12.(asa terrea.
Ra di Pires.
N. 13.Casa torrea de meiaapua.
ltua do Rosario da Boa-Vista.
N. 14.Casa lerrea.
Ilua da Cadoia do Itccifa.
N. 16Casa de sobrado de um andar.
S. 17.hita de dilo de dous andares.
N. 19.hita de dito de iros andares.
Os licitantes bajara da comparecer com
seus (adores, em a sala das sessO-iS do mes-
mo consclbo, as onze horas da manhila da
ultima praca do mencionado dia 8 de maio.
Tbesouraria do conselho administrativo
do patrimonio dos orpbaos, 28 de abril de
1857. O thesoureiro, Joaquim Francisco
huarte
Olllm. Sr. inspector da thcsDur,ria
de fazcuda, manda (azor publico para co-
nhecimenio dos interessados, que, nSo obs-
tante haver o major JosJoaquim do liego
Barros, obtido seotenc etn grao de revista,
mandando resliluir-lhe os terrenos compre-
hendidos entre o becco da Moleta, e as ulti-
mas casas por detraz da groja do Pilar, que
l'azent faco para o Forte do Btum.e acham-se
na posse da fazenda nacional, como de nia-
rinna ; a mesma lazenda continuara a man-
ter-se ua posse em que est, e a haver a
pensao dos respectivos l'oreinx, emquanlo
por aquelle major nao for precnchida a clau-
sula comida na mesma seiueuc,* do fazer
medir edema-car judicialmente as 50 bra-
cas de trra, que llie dan os seus litulus do
sesma rias.
Secretaria da tbesouraria in fazenla de
Per na i), buco no primuiru de 1857 O ollicial
mainr, Emilio Xavier Sobreira de Mello.
Oliim. Sr. contador servindo de ins-
pector .la tbesouraria, manda fazer publico
que do dia 2 do correute por diante, s- pa-
gan) os ordenados e mais despezas provin-
ciaes, vencidos no niez prximo lindo.
Tbesouraria provincial Pernambuco, 1" de
malo de 1857.O secretario, Antonio Fcr-
reira da Anuunciacao.
n-i i-tf
W5
Para o ,io de Janeiro.
Segu com toda bre ridade, 0 bem conbe-
cido brigue nacional Almirante, tem grande
parto da carga prom-.ta, para o reslo, passa-
gciii.s c esclavos, i.ara o que tem ricos cotn-
modos; trala-se com o consignatario Jos
ojiquim hias i-ernandes, aui da Cade a do
iccifc.
Para o Porlo e Lisboa, com a maior
brevidade segu viagem o brigue S. Jos,
de priineira marcha : iioem no mesmo qui-
zer carregar ou ir de passagem, dirija-se aos
consignatarios Tliomaz do Aquino Fonscca
& Filho, na ra do Vigario n. 19, primeiro
andar, ou ao capilo ua prac,a.
Para .1 balfia
segu em poucos dias o veleiro paihabote
Castro, forrado do novo, por ja ler a maior
parle da carga prompta ; para o resto trata-
se com seu consignat-ario Domingos Aives
Malheos, ua ra de Apollo n. 23
CLWKA.
Segu com brevidadn o patacho Sania
Cruz, recebe carga c passageios : a tratar
com Caetann Cyriaco da Costa Moreira, na
ra da Cadeia do Recile n. 2.
ACARkCir.
O paihabote Sobralens vai sahir com bre-
vidade, recebe carga e passageiros a tra-
tar con Caetano Cyriaco da Cosa Moreira,
na ra da Cadeia do Recile n. 2.
ara o Kio te Janeiro
segu com brevidade o veleiro brigue nacio-
nal hamao; lem parle da carga prompta :
para o resto, passageiros e escravos a lete,
para o que tem excellentes commodos, tra-
ta-se com o consignatario Jos Joaqui u
lilas Fernn les, ra da Cadeia do Recile.
Pernambucmia
objectos de marciueria, de Jacaranda e de
amarello, novos e usados, pianos, Linter-
nas, candelabros, apparelllOS do porcelana,
vidros, porcSo de Violto de caja', algumas
caixas com excellentes tmaras, alguna ne-
gros de ambos os sexos, e muitos oulro* ob-
jectos que se acham patentes no ezame los
compradores : quarta-feira, 0 do concille,
as 11 Iti.ras da manhUa, no arroazem do
agente acidia, rita da Cadeia do lecile u. 55
Jos Biptisla da Ponaeca Jnior l'ara
leilo, por iutervencSo do agente Pestaa,
de 30 barris com manteiga franceza a me-
Ibor que ba no mercado, desembarcada ha
pouco : lerca-feira, 5 do crrante, asil ho-
ras da maullan, no anuazetn do Sr. Atines,
defronte da alfandega.
Le 15o de motadas de casas.
O agente Pestaa l'ara lelSo de 3 moradas
do casas terreas, novas, de pedra e cal, com
bous quintses, excedentes cacimbas, mora-
das em roda, a saber, tima na roa dosGua-
rarapes n. IV e duas na ra do lirum : quem
pretender ve-las, dirija-se a casa da ra dos
Cuararapcs n. 20, e o loilao sera feto na
mesma casa n. 20, qumta-leira, 7 do cor-
reute, ao inciii ilia.
O abaixo assignado responde ao eo-
nuncio do Sr. Antonio dos Santos Ferreira,
alirmando-lho que n3o compre, e ncm d'i
qualquer forma aliene predio, ou qualquer
bem pertencenlea lei SO di Prado, morador
o estabelecido com padaria ua povoacSo dos
Atogados, visto emquanlo se uo decidir a
acgo que o abaixo asignado niove contra
o dito fiado, visto C0 UO todos os bens des-
te senhor, cstao sugeitos a indemniaa(3 > do
abaixo assignado ; e para que o Sr. Ferreira
se nao chame a ignorancia.S faz o presente,
que servir tambero para prevenir a outra
qualquer pesso.i, que por ventura quizer
comprar, ou alienar beuS do dilo Prado, as-
severando o abaixo assignado que pre'eiilt*
vencer dita qu-sto contra o referido Aiei-
xo do Prado, porque lem justiea, a feliz-
mente confia na intelligencia e rectid&o do
merelissimo juiz, para quem appcllou da
Sentenca do Sr. hr. delegaJo, o mencionado
Prado. Por meu pai Francisco Gonoalves
Servina, Hanoel Concalves relies.
Furlarain do estaleiro de Santa Rila na
noito de 30 de abril para o primeiro de
maio, um coslado de amarello : roga-se a
quem quer que seja offeiecido, que o appre-
heuJa, e parc pe no rnesmo estaleiro ao
Sr. Jobo Tnomaz Pereira, que gratificaia ga-
nerosa mente
\2 Be ur i. ni du Sr. .Iirerlor da Asu.-iarao -,4>
B> Popular ds Sorcurfos Mutuos, faro publl- ;
5 co> que na sessao de .louiui'o 3, lera' tu- J*
\y Car a posse da nova direrca i.O primiiru '.,}
v3 "ecrelar:- i da C. lavara. f<
No esenptorio c Brender t Brandis
6 C, ru do Trapiche n. I (i, vende-se:
Galios de liabo da Russia, veidaluiros.
Ferro a imitando do da Suecia.
Ferro ingle/, era barra, l'ollia e vergui-
nlia.
Roga-se aos Bvms. Sis. prelados dos
conventos dcsta cidade. e aos Sis. juizes
eprovedores das diversas irmandades a
contrarias, o especial obsequio do ordena-
ren que as respectivas igi'ejas deem um
repique, boje, a's 5 horas da larde, por
occasiao da bencao da imagemdo Senhor
Bro-Jesus dos Hartyrios, oijiio sera' an-
nunciado a dita hoto, por moa girndo-
la de logo do ar e um repique na igrcj.i
do mesmo Senhor.
Joaqun) Dias Fernandes vai a Eu-
ropa, edei xa por seus Itastantes procura-
dores, etn primeiro lugaraoSr. Jote Joa-
qun Teiv.ia : em segundo, ao Si. Jos'
Joaquirn Dias Fern lodes, e em terceiro,
ao Sr. Joao Tavaces Cordeiro.
Un
II:
Compatihia lixa de cavallaria.
Mantas de algodao til, luvas brancas de al-
go.iao, pares 120.
Fortaleza do Urum.
I.ivros etn branco padlados, do 150 fo-
Ihas i.
Hospital regimentai.
Assucareiros de louca 15, bacas de rame
sorttdas 80,ditaa de looca lo.bules de nita 15,
chinelas-le couro.pates ICO.COncbas de cobre
8, esquife coberto 1, manteiguera de louca
lo, sitile sem armas, pequeo, com o ds-
tico hospital repimonlal de Pernambuco 1,
c:nla pai a coberlas, covados 120.
Arsenal de guerra.
Cadinhos do norie n. 10, 20, linbas bran-
cas, libras 10, ditas pelas, libras 10. capa-
rosa, arroba I, lio de algodao, libras !)U, sa-
lalos folios na provincia, pares 610.
EscripturacSo .lo almoxarifado.
Livros oblongos, formato grande, do papel
paulado, sendo um de :t00 folhas, um de 200
Jilas, dous de 150, utn de 100, um de M, (i.
Laboratorio pyroteehnico.
Papel carluchintio, resmas 40, papel car-
ino, resmas s, salitre refinado, arrobas c
resina de Cajueiro, arroba 1.
Oilicinas de 1.a e 2... classes.
CostadinhOS de amarello (i, taboas de lou-
ro de assoallio de 12 a 14 polegadas de lar-
gura, duzias 20, arcos de Ierro do 2 polega-
das e ineia, arrobas 20, ditos de ito de po-
legada e meia, arrobas 10, colla da Rabia, ar-
rollas 2.
Oflicina de 3.'' clisse.
Black-verniz, barris 1, alcatrito, barris I.
Oflicina de 6.a classe.
Couros de bezerro, envernisados de bran-
co -2.
Uucm quizer vender taes objectos, apr-
sente as SUS8 proposles ero carta fechada
na secretaria do conselho as 10 horas do da
4 de mato prximo vindouro.
Sala dassessoes do conselho admitiistrali-
D vapore* PEUSIM MiAC 1C lltASSL' acharo-
la a' c?rca, acuelle para os pinos do inl, para ou >e
ahira* no da :l, leudo rerelndo eara ale ai "i lloras
la tarde do .lia de maio, t e-te para os do norte,
no dia 7, ultimando o rcccbimenlu da carua a'a ."i
horas da larde do dia 5. A cama que alo for le-
vada a bordo, devera' ser depositad no trapicho do
algodao, preveiiiudo-se que nao e manda COOduiir
de ouliu.
Segu em poneos dias o brigue nacio-
nal FIRMA, tem a maior parte da carga
prompta : para o resto que llie falla, pas-
sageiros e escravos a trate, para os quies
tem excellentes comrnodos, irata-se com
os consignatarios Novaes&JC, ra do
Trapiche n. o, primeiro andar.
i
O prepo-to do agente Oliveira far lei-
iilo, por nrdein e em presenca do Illm Sr.
cnsul do Franca nesta cidade, e de seu
chanceller/em um SO lote, da barca france-
za Barachois, delotacSo 176 toneladas, com
iodo o seu apparelbo, veame e massame,
I 1 qual se aclia ancorada ueste porto, onde
os pretendente's a podein examinar com an-
tocipacao, e m a?u'ro lote o chronomelro
da dila liarca : sibtalo -> do correute. a-
II lloras da manha, na chancellara do con-
sulado de Franca,-ra do Trapiche Novo.
LEILAO
DF. MORII.IV E FAZENDAS.
Oagcnle Pestaa fara leilao, por conta de
quem peitencer, de diversas l'azcndas ingle-
sas e francezas, como chitas,- cambraias
francezas muilo lindas, chales de algodao,
guardanapos de linho para mesa, e diversos
t oa da ra do Caliun. para a ra Nova ..
\''i 00, telando andar, sobrado do Sr. I)r. Nt- :'"'.
lo, e ah evnllni a recabar, das S ,-s 10 *
V huras ,1a manilla, e das :! .l "i da larde, as r;;'
'i peima* que o queiram consultar. i]i
No da 29 do dassado mez, as 9 horas
do dia, sabio em procura, de urna cabra bi-
cho) um pardinho forro, de non.e Cuillier-
mino.de idadede lOa II annos, o ateo pr-
senlenHo apparecau ; levou camisa branca,
chapeo de palha amarella j vclho, o tem
una ferHa no dedo grande do p : quem do
dilo pardinho soubcr avise por este Diario,
ou mande dizer na ra dos Marlyrios n. 31.
Precisa-se de ii.n pequeo de idadede
13 a 14anuos, para caixeiro nesla praca,
dando liadora sua conlela, pieferc-se por-
luguez : a- Intar na ra do Padre Floriuno
n. 31, ou na ra da santa Cruz, depo-i)o n
76, das G horas da manliaa as ( da tar.ii-.
Vendem-se duas leguas de matas per-
lo dcsta prar;a, psflencentea ao sitio Alle-
mSo, as quaes matas s9o Zumlii. Cacimbas
e Descanso, e lambern se vende urna e duas:
quem prelen-lercomprar, dinja-sea ruada
Seuzala Nova n I, quo se dir quem vende.
- Vende-se u n cabriolet novo, com o
seu compleme cavillo e arreios: na coebei-
ra do largo do arsenal de marinba, o ah
achara com quem tratar.
No dia 5, as 11 horas, na sala das au-
diencias, depois de Finda a do Sr. I)r. juiz de
ausentes, se ha de arrematar a n.do,le da
casa terrea n. 15, sila na roa da Cloria,
avallada era 8003000, pertencente ao ausen-
te Joaqnim Eloy Mooteiro. N'esso mesmo dia
e hora se ha de arrematar o pequeo resto
dos terrenos da-rua Imperial, pertencente a
heranca d i Antonio da Trinlade.
D-se 20*i de aluguel por um prclo que
ssiba cozinbar, ou por um moleque que sai-
ba fazer os servaos de urna casa de estu Ja ti-
les: quem tiverdirija-se a ra do Trapiche
n. 7, primeiro andar.
los Antonio do Mallos, subdito de S
M. F vai a Europa.
Claudio ilubeux
Vendem-se velas mistas, proprias para
matar Hormigas, e para que cslo muitissi-
mo approvadas : no seo cscriplorio, ra ua
Cadeia de Santo Aulonio n 13,
Acha-se venda um escravo mulali-
nbo, de 9 a 10 anuos de idado : na ra da
Cruz do Recile n. 62, a tratar com Antonio
Francisco Martina.
Jos Narciso Camela, declara que nun-
ca mandn, ncm manda tomar lazeudas, ou
gneros sem dioheiro, ou Inlhcles de sua
letra, e por elle assignado j anuo pagara
quantia alguma de fozendas, miudezas, ou
genoros sem su Ihe apresentar ordem, ou bi-
ihetes na dita conformidad.
--- A pessoa que por engao levou de
bordo do vapor Iguarassu**, no dia 28 do
correle, urna mala de pregara, cora o no-
me a margem, Esequiel Lins Wanderley,
querendo restilui-la, dirija-se a ra dorjuei-
mado ti. 7, que sera generosamente recom-
pensada.
- Acha-se coi negocio para ser vendida
a casa terrea na ra Imperial n. 89: quem
tiver alguma cousa a reclamar sobre a mes-
ma, ilmja-se a ra Augusta n. 17, ou decla-
re por esto Diario no prazo ue 3 dias.
Fesla de 8. Jos
Araanbaa 3 do correte, haverl a festa e
Te-uauoi do gloriosa patriarcha San-Jos, na
matriz de S. Ir. Pedio Goncalves.
Iloje 2 de maio, as 10 horas do dia,
na casa desmirado n. 22, da ra de llorlas,
onde despacha o Sr. juiz mu licipal su; pen-
le da segunda vara, o lenenle-coronel Ma-
tioel Joaquim do Reg e Albuquerque, lera
lugar a arremataco do sobrado n 42, da
ra da Guia, avahado em 7:000/ reis, per-
tencente a testamentaria da Aada l). Joan-
na Hara da Conceioo para cumprinieiito
dos legados por ella dcisados. Itecife 1- de
maio da 1837.
Francisco Serfico de Assis Vasconcel-
los, vai para lora do imperio, ira'.ar de seus
negocios.
Attencao.
Do boje romera h .ver bom cale simples,
e com leile, cia e chocolate a contento dos
apreciadores; na prac,i da boa-Vista, de-
fronte do chafariz.
Continua a estar fgido o escravo los,
Cl ionio, ida ie lt> a 20 annos.com pannos no
rosto dos dous lados, tainos tas costas, tor-
nozelos botados para lora, por causa de h >-
has: julga-se ler ido ara Ingazeira por lar
m.li nesse lugar, foi comprado a Joaquim
Jos de Santa inna, em dias do mez dede-
zembro prximo passado, e fugio em li de
Janeiro do correute anuo : quem o pegar
leve-o a .ua da Guia, taberna n. '.)
Jos Antonio Vasqucs, julga nada de-
ver nesta piaca, ne'ii fora dclla, mas se al-
guem julgar-se seu creJor, aprsente stias
conlas no prazo de :l .lias, para serem pagas.
Itecife i de maio de 1857.
AMA.
Na ra das Larangeiras n. 14, segundo an-
dar, prcc:sa-ss una ama que cozuihe, cn-
gomme, para uma pessoa : paga-so moro-
samente, e prefere-se escrava.
Precisa-se de urna pesssoa para tomar
coala de urna cobranca. que excedo a quan-
tia de 3-.000?0i)0 rs., sendo os devedores re-
sidentes tiesta praQa, gratiflea-se a pessoa
que quizer tomar conta com a porconlage
que se convenoionar, dando um lUdor ate a
quantia de lOOf rs. : a quem convier pode
dirigir a ra do Collegio n. 7, segundo andar,
das ( as 9 Horas da mauhaa.
Precisa-sede dous bomens para feior,
e que trabadle, sendo um pura sitio, e oulro
para um eugenbo porto dj (.Taca : quen:
pretender dirija-se a luja ie lazeudas no
Passeto publico n. 7.
Precisa-se de urna ama seeca para ser-
vico de portas a dentro, para casa do pouca
familia: uaiua larga do Rosario n. 40, se-
gundo andar.
pedido.
I'cdc-se com muila instancia aoSr. Alfre-
do Joaquim Ferreira, q-ie ch.gou ha poucos
mezesde Lisboa, de se dirigir a ra do Cres-
po n. 14, terceiro andar, que mutto se ihe
deseja fallar, a pe-li lo de sua familia, ese
nao quizer ler o incoinnudo de vir, pode
escrever a Joaquim Dias da Silva Lomos,
mandando dizef aotide inora, para ser pro-
curado, ou annuncic por esle Diario
O thesoureiro do patrimonio dos or-
phaos, constando-lho que a Sra. D. Mara
Gomes do Amparo, pretende vender a pro
prteJade, Foruo da cal, scicntilca a quem
inleressar pos-1, que parle da mesma pro-
priedaJe pertenceao dito patrimonio.
Tbesouraria do conselho aliniuislrativo
do patrimonio dos orpbSos 1 de maio de
I8.>7 O thesoureirO, Joaquim Francisco
Duarte.
A Sra. Luiza Hara de Franca, morado,
ra na travessa de S. Pedro, qoe empenhou
lilis penhores uo becco Tapado da malriz de
Santo Antonio casa n. 9, cora o contrato de
lirar no prazo de tres me/es, o como ja faz 7
mezes, e ella nao os lirou, faz-se o presente
annuncio, para lira-Ios no prazo de oto
dias, do contrario sero vendidos para pa-
gamento do dinheiro.
--- T.-nJo no dia 27 do correte niez de
abril, ido para o collegio de Jernimo Perei-
ra Villar, na ra dos ijuarteis, um menino d,>
nomo Herculano,branco,idade 10 para 1t an-
uos pouco mais ou menos, com calc;a de brim
amarellojaqueta de panno fino cor de garra-
fa, chapeo do Ctlill, ccllete preto e grvala
prala, antes dechegar ao mesmo collegio,
dosapparecensem que se saiba noticia dclle,
por isso roga-se a qualquer pessoa, ou aulo-
ridade que delle soubcr, ou encontrar, o ap-
prehenda, c leve-o ao mesmo collegio, ou
no primeiro andar do sobrado n. 23, da ra
do Collegio.
No dia 29 do mez proximosiindo, des
appareceu da casa i: i.n .i.-i ra (la Aurora,
um papagaio cootrafeito : i)unio adiar, le-
tenba a bondadedo o mandar levar no lugar
mencionado, quesera recompensado.
No dia 28 do correte mez de abril,
fugio a parda Eleuteria, idadeO annos pou-
co mais ou menos, levOu vestido de chita ro-
xa, o panno da Costo, desconla-se que esta
em Pao Amarello, sonde lem utna Riba:
quem a pegar, ou della der noticia, sera ge-
nerosamente recompnsalo, na pr&ca da
boa-Vista n. 22.
Fazem-se capas.batinas.chamarras.e ca-
pas viatoras : na i ua da Sen/.ala .Nova n. 36.
Aluga-se 0 segundo e lerceiro andar do
sobrado u. 52, da ra da Cruz : a tratar na
livraria na mesma casa.
Atfcii 9u
Deseja-se fallar com particular interesse
ao Sr. Manuel Fructuoso, resiliente no burro
da Boa-Vista ; e assira pede-sc ao mesmo
senhor que, ou se dirija a ra de llorlas n.
16, primeiro andar, ou declare pur este Dia-
rio qual a ra e decima da casa em que mo-
ra, para se liie fallar; certo de que Irata-se
de utn negocio que Ihe poder muito con-
vir.
Precisa-se alugar urna ama forra ou
captiva : na ra de lloitisn. 10.
?mATEl IRMDiEE
DE SANTA RITA DE CASSIA
Devendo, do conibrmidnde com o art. 47
do cap. 3.- do comproraisso.proceder-sc do-
mingo, 3 lo correte, a eleicao dos funecio-
narius que teem de reger a veneravd irman-
dade da gloriosa Sania Rita de Cassia no an-
no do 1857 a 1858, convido aos seus irmos
a comparecerem na igreja as 8 horas da raa-
nOSa do referido dia, para, reunidos em me-
sa geral, proceder-se a eleicSo da nova
mesa.Jerooymo Emiliano de Miranda Coc-
Ibo, escrivao.
Precisa-se alugir un primeiro andar,
no barro de Santo Amonio, n3o sendo o alu-
guel de mais de 2008 a 2i0;0()annuaes ; ou
mesmo urna casa terrea noa : quera tiver
annuncic uara ser procurado.
No da 8 do corrente, depois-da audi-
encia do juizo de or liaos, vao a praqa por
renda aruiuai um sobrado na ra Augusta
n. 91, urna casa terrea na ra ao Ouro n.
12, urna dita na ra de Aguas-Verdes n. 57,
o outra dila na ra Direila ti. 114, com fun-
dos para a ra de Aguas-Verdes, lie a ulti-
ma praca.
-- Continua a eslar fug'do do estabelc-
ciment de caldereiro de S. Amaro .laboato,
de /. 'ferino Ferreira Vedozo, o escravo Vic-
torino, crioulo, idade 25 a inos pouco mais
ou meos, alto, clierodo corpo, rosto com-
prido, pouca barba ou quasi nenhuma, ore-
Ibas pequeas, os dous denles superiores da
Ir ule,alem de serem abortos a lima, sao um
| pouco separados, liem empernado, pes gran-
des, leudo os dejos dos niesmos utn tanto a-
bertos,levou vestido cale, t e camisa de azulao:
roga-se as autoridades policiaes ecapiics
de campo, que aprehndalo o referido es-
cravo, e leve o em santo Amaro Jaboal.lo a
seu sculi'ir, OU no ISecifc na ra Imperial na
Casa de major Amonio da Silva C.'smao.que
sera generosamente recompensado.
Precisa-sede um caixeiro cun pratiei
ie taberna, e que seja diligente para o bal-
ea : uo largo da nocir de S. Jos n. 1, ta-
berna ue Jos bernardiuo Aives,
----Ksta lugido o preto Benedicto, nacSo
Cabinda, falto de vista, oceupa-se em carre-
gar agua para vea ler na cidade, c moer mi-
no para casas particulares : a pessoa que
o pegar, oidor noticias delle, dirija-sea
ra na Penha n. 25, segn lo andar.
Prccisa-se decust r. iros: na ruada
Cadeia .:o Itecife n. 4o, primeiro andar.
Preparam-se'baodeijascom bolinbolos
dos mais bem leilos do nosso mercado, e
' melhor gosto de bandeijas enfeitadas para
1 bailes, easamenios ou qualquer funocSo, pe-
los precos maisrazoaveb: aspessoasque
quizerem lacs encommendas, assim como
podios, bolo inglez de massa, e po-de-lo
procure na ra da Penha n. 2i, segundo au-
dar.
Precisa-se de urna ama que saiba co-
zinbar : na ra da Aurora n. 30.
O abaixo assignado lem justa o contra-
tada com o Sr. Aleixo do Prado Freir a casa
terrea, sita na ra Direila dos Alegados a.
86; porta oto se alguem se julgar com al-
gum direilo a mesilla casa, dirija-se a ra
dos Pescadores n. 1, no prazo de 4 das, con-
tados desti dala. Kccife 1. de maio de 1857
Antonio dos Sanios Ferreira.
zima.
Precisa-se de urna ana nara rasa de pou-
ca raunlia, qiid saiba coz.inbar, e m.-ninniar,
com toda a perfoicao, o pga-v; l.em na
ra do Collegio u. 15, armaiem.
Aiuda se vende a taberna da ra da
Senzala Nova u.22, o>i s- da socedadea al-
guma pessoa que queira principiar, cun
lano que entra com melado,a casa lem bous
coaamdo* para lannlu.e o aluguel lie avo-
ravel, slo se taz porque o dono iicsseeita
mudar de babitacSo.
O Fin do Mundo
OU ( cuiucta <(u; tem de
arrasar toda*i Ierra tuto
auno, di. de Santo An-
wilio, 15 (le J1111I10.
Com este titulo sabio luz o acha-se a
venda por 200 rs., na livraria universal, ra
do Collegio 11. 20, um folheto tratan lo lar-
gamente de tilo curioso assumplo.
Prccisa-se de um feior solleiro, que
ent.in.Ia de hortalica, para um sitio peque-
no perto da praca ; 4irija-se ao primeiro
andar da casa n. 20, ra do Torres, praca do
Corpo Sanio.
Caixeiro.
OlTerece-se um rapaz portiiRnez para cai-
xeirode escriptorio, o qual falla e osrreve
perrcitanieute o Tranccz, o t-m alguns prin-
cipios do inglez quem precisar annuncte.
Precisa-so de um pequeo de!2att
annos, quo saiba ler e escrever, para dedi-
car-se a pharmacia : na ra Direila n. 31.
Lotera dm pro-
vincia.
IIoj
!e
2 CM maio, cur-
re 1 priineira parte da oi-
t.Vrt lotera da matriz da
Boa-Vista.
is. .i Laymi.
D. llargarida Itodrgues Pereira, viuva
de Joaquim Jos Dias Pereira, faz scienlc
quenestn dala teta co isliluido por seu bs-
tanle procurador ao Sr. Joaquim de Albu-
querque Helio, para tratar de todos os seus
negocios, iicando denenhum eljito 'qual-
quer oulra procura cao que tenha passado
anteriormente, necil'e 29 de abril de 18*7.
A;e:ic. de |>. ssaporte.
Agencia de passaportes, despachos de es-
cravos o qualquer servido que pertencer ao
tribunal de polica : para cujo Oro procre-
se o aniiuiiciaiila na ra do Queimado n. 25,
bija do Sr. Joaquim Monleiro da Cruz, e na
ra da Cadeia do It-cife n. 49, toja do Sr.
Manuel Antonio Monleiro dos Sanios.
A pessoa que juUar-sc dono de um ca-
vado ruco, sumido nos lins do mez passado
ou principio do corrente, desla praca, e boro
assim de urna be.-ta melada, baja de ppare-
cer no eageobo Agua-azul, do abaixo aasiR-
nado, na comarca de !\azireth, que avista
dos sigues que or, scr-lhe-ha entregue o
cavallo, que oxisle cm poder de um seu mo-
rador, e lera noticia da besla.
/Intonio Luiz Pereira Palma.
.Na padaria do paleo da Santa Cruz, a
entrada da roa do Itosano n. 55, alem do ex-
cellentes piles denominados redondo, pro-
venca, crioulo, e bolachas turadas de niuilns
tamaitos; vende-so umbem assucar rcli-
nado, eauiean grao, e moi.10, echa da India
verde a preto : ludo o melhor que he SSSS-
vel, c presos razoaveis.
CJuom livor escravos quo queira alu-
gar para cortar le.ha : ilirija-se a ra Ve-
Iha n. 119, ou annuncie por esla olha.
COaifeitaria
59 a.
.Nesta c'ilcitaria c nifronle ao Rosario em
Santo Antonio, ha para vender delicados
quadros de gesso etn alto relevo, e de dtffe-
reutes imagensem ponto pequeo, o bara-
tissimos.
Lotera
04
Provincia.
CORRE HOIC 2 DE MAIO.
O abaixo assignado anda tem um resto
do seos Mises buhles, rutios e quartos,
as lijas do costme.
Por Salusliano de Aquinc Ferreira
Jos Fortunato dos Sanios Porto.
lotera do
io de Ja-
neiro.
AOS 20:000.;, I0:000.< E V:0OOs.
Na praca da Independencia loj.i n.
iO, achala se a vemia os novos lull 1 ea
' 1 indos da loleiia I I pana as obras |m-
Micas de Xtclcioliy, a ipial levia corro
1 IS do presente, sis listas esperamos 1 ic-
io primeiro vapor : o premio aaaBaS) im-
1110 linimiento pafjOl etn a mesma l..( ,
cima ie conibrraidade aos nossus an-
nuncios.
Precisa-se um pequeo para caixeiro,
brasilero 011 porluguez, com tanto qus nao
esteja SOgeito a febre amarella, na ra .Nova
n. 3s.
AS ENHOlUt
C1310SS
O 39 A, confronte ao Rosario era SntO An-
tonio, vendo s grande Ma qn liavia n-ia
Cipital deiirn a aniamenlo para as senho-
rasque trabalhamemdaca, nomma, e ou-
tras massas, faz o s crilcio de maular vir
umapircio deformas de tgwaa as mais
perieilas que be possivel fabrcarea asi na
Europa, as quaes livrarfto a easaa senhora*
de levarem lempo immensn cm apcrfeicoar
qualquerobjeelo rom odlos, o qsnrt
sahira 11 inca com t itci-.io de amia H -
ma: portanlo q.i Iquer pessoa poder vir
ni -I .-;:'l. i.,.,,,,,..i,,t ,, ,. M onnsenle le-
van: n -.:..m ,.\-ci' 'U xaiil, penlior
ou dando con.iccimenlo, o 1 111 anaua ato
commodos.
Precisa-se alugir um prelo p ra fazor
oservicode una casa da ,00c* lamilla ;
prefere-S* escra< o : a tratar na ra da Cruz,
armazsm u. *u.
Aui>;!iiimiIo de
j orna i.
A [unitaria a latuaiia da ra Nova, defrou-
lo da Conc Mcao 11. .:<. precisa de olliciaa-.s de
luuileiro pma Ir.iball.ar, a mcio Icilio, ou
empraitada, ou mesmo a jornal, cmn aug-
mento ao que galibar em oulra qualquer ol-
licina, co .1 lano que sejiiu perilo* e bem
comportados.
MUTiOkDrT

ILEGIVEL





DIARIO OE PEKNAMBUO, SABBADO 2 DE MAIO DE 1837.
if ww*-M,Sflil.aw wa-.;
I 1.EDR.VS PRECIOSAS- 88
* Aderemos d<> trilhantea, J
a diamantes perolaa, pul- $
W Mitas, aMineles, brincos |
t* a roelas'Jjoleseanneia ?j
de dillercntes goslos c de g
* diversas pedrat de valor.
jj Compran), vendem ou *
trocan prala, ooro, bri- -J
', lliiiiiles.diamanleseparo- '
* las, e miir.is quaesquer
' joias de valor, a diuheiro *
S ou por obras. &
* ? ? ?: m i $ S .*' ? ?:.** *.*
I
I
*B*f>
LIJA US MIHITO
Ra do Cabuga' n. 7.
ft.ecel>era por to-
dos os vapores da Bu-
ropa as obras do niais
moderno gosto, tan-
to de Franca como
de Lisboa, asquaes se vendem por
>re$o eounnodo como eostumam.
* i***-CaS-
* OURO E PRATA
?; Aderemos completos de ;+
& ouro.inelosditos.pulcei- &
I ras, alfiueles, brincos e jj
roletas, conloes, trance- ij-
*; lios, incdallias.correiiles i
j e enfeiles para relogio, e *
. oulrosruuitosobjecloade J
* o uro. i*
I* Apparelhos completos, '*
* Je prala, para cha, ban- J
^ dejas, salvas, catic.aes, >
$ colheresde sopa e (lecha,
& e muilos oulros objectos *
de prala. *
*.?..* .-??.:*:*:*;*i**e:*
CIS1T0R10 1DME0PATHIC0
fe &t
_ rmrar_
Onile se.chain sompre os mais acreditados medicamentos, tanto cm tinturas como
em glbulos, e preparados com o maior escrpulo e por presos bastante commodos :
rilEGOS F1XOS.
Botica d tubos grandes. 10/000
Dita de 4 ... 155000
Dita de 36 ... 209000
Dita de 48 a s ... 253000
Dita de 60 ... 305000
Tubos avulsos a....... 19000
Frascos de tinturrademeia onca. 91000
Manual de medicina hotneopathica do Dr. Jahr com o dic-
cionario dos termos de medicina.......' .
Medicina domestica do Dr. Henry.........
Trata ment do cholera morbus..........
Repertorio do Dr. Me lio Moraes.........
205000
)o000
2/000
6*000
Somiftt?.
s
a
Aciico
Compram-so travs de 25 a 35 palmos
de comprimento, o palmo de grossura : na
livraria da praca da Independencia 11. 6e8
Compra-se urna cabra costumada a
criar iiienino : na ra de S. Francisco, so-
brado n. 8, e na livraria n. 6 e 8 da praca da
Independencia.
Compra-se ou aluga-se um sobrado
de um audar, ou cas terrea inuito boa, nos
bairros de Santo Antonio ou Doa-Visla : na
ra do Crespo, luja do Sr. Jos dos Santos
Neves, ou a esta lypngraphia.
Compram-se 2 escravos de 14 a 16 an-
uos : a tratar no escriptorio de JoscJoa-
quim Dias Fernandos, ra da Cadeia do llc-
cife.
Compra-se eflectivnmenlo na ra das
Flores n. 37, primeiro andar, apoliecs da di-
vida publica e provincial, accocs das compa-
nhias, e da-se dinheiro a juros, em grandes
e pequeas quantias, sobre penhores.
Compra-se um par de liteiros de ro-
dar, para loja de miudezas : no aterro da
lloa-Vista, loja n 86.
Compram-sc 2 canoas, sendo urna de
40 palmos de comprimento, e* 1|2 de lar-
gura, e outra que rarreguo 500 lijlos de al-
venaria, ambas em bom estado : a tratar na
ra da Alegra n. 11.
Compra-se urna escrava moja, que
cosa bem, engomme e cozinhe : a tratar na
ra do Trapiche n. 14, primeiro andar.
Compra-se urna casa trra com com-
modos para familia, as freguezias de Santo
Antonio, S. Jos e Boa-Vista : trata-se na
ra Augusta n. 17,
Compra-se urna casa na ra Imperial
at a fabrica dc sabao, sendo chfio proprio,
nao se olhando a preco : a tratar na ra
dasCruzcs n. 20, taberna.
- Compra-se nina caixa para relogio, que
esteja em bom estado : qiiein tiver e quizor
vender, dirija-se ao Forte do Mato, ra do
Burgos n. 31, ou annuncie para ser procu-
rado.
Compra-se a Legislarlo do Brasil, dos
annos de 1836 e 1837 : na ra das Calcadas,
sobrado amarello n. 12.
Sentad
Methodo faciliniOi
Na livraria da praca da Independencia n.
6 c 8, vende-se o niothodo facilimo- para
aprender 1er, novamente impresso e aug-
mentado, por mil reis.
PALITO" FIUNCF.ZES.
Vendem-se palitos e sobrccas.cos de pan-
no lino preto e de cores, com gola de vellu-
do e forrados dc seda, de 22# a 28?. sobre-
casacos pretos, forrados de seda a 28;, pali-
tos de casemira de cores, com gola de vrllu-
do a 24/, palitos do alpaca de 6 a 10?, de
liuho de cores a 30000 : na ra Nova, loja
CLAUDIO DBEX
Vendem-se velas estearinas, proprias pa-
ra carros a 15120 cada pacole de 8 volas, :
no seu escriptorio, ra da Cadeia de Santo
Antonio n. 13.
Vende-se carne secca de Buenos-Ayrus
a -'o rs de .Montevideo a 4/500 cada arroba :
na ra da fraia n. 4.
Vende-se 011 permuta-se o sobrado de
um andar n. 49, silo na ra Imperial, calilo
da travessa do Lima, por outro sobrado no
bairro da Boa-Vista, que tenha commodos
para grande familia, e volla-se a quantia
quefor razoavel : quem pretender, entenda-
so toiii o desembargador Santiago, na casa
de sua residencia, na ra do Hospicio.
Peunas de ero, cora de abelba e de
carnauba.
Na ra da Cadeia do liecife, loja n. 50, de-
fronte da ra da Madre do Dos, ha para
vender os gneros cima, rcccutemcnle dro-
gados, por piceos razoaveis.
Attencao!
o
Madapolao fino e ordinario, algodnozinhos
encorpados, com pequeo loiiuo de averie,
vende-su barato : 110 armazem de fazendas,
de Joo Jos deouvcia, na do Queirnado
n. 27.
Machmisino pa-
tente inglez
Os melhorcs relogios de ouro, patcnle in-
glez, vendem-se por precos razoaveis, no
escriptorio do agente Oliveira, ra da Ca-
deia do liecife n. 62, primeiro andar.
NADA ll\ M\IS BARATO-
Mcias pintadas para homcm a 140, e me-
nino e meninas, a 120 : na loja da ra dos
Quarleis n. 24.
Attencao.
Vendem-se peces do chita de muito bons
pannos, pelo baralissimo preco de 5/ a pe?a,
que sahe o covado por seis vintens o dez rs.,
a por<;3o he pequcua : poi tanto quem gosta
de economa deve-se aproveiiar : na roa do
Crespo, loja da esquina junio ao arco de
Sanio Antonio, e na loja de 4 portas n. 12.
A 3o800.
Vendem-se patitos de alpaca muito fina,
pelo preco cima, c palitos de brim de dille-
rentes qualidades a 21500 cada 11111, pentos
de tartaruga muito linos a 5*500, caivetes
de duas folhas, fa/enda que admira a 320
cada um. vende-se por esle preco por ter
muita porc&o e querer acabar, agulbas fran-
cezas a 160 a caixa com 5 papis : na ra do
Uucimado n. 53, loja do miudezas, de Jos
de Azcvedo Maia.
Massa de toma-
tes.
Vende-se a verdadeira graxa inglesa n.
97, dos afamados fabricantesHay : Mar-
tin, em barricas de 15 duzias do potes:
em casa de James Crablree & Companhia,
ra da Cruz n. 42.
Deposito
de ripprinceza da fabri-
ca de li- Ga8e, no Rio
de Janeiro.
Vende-so a prer,o commodo rap fino,
grossoe moio grosso, da acreditada fabrica
cima, chegado pelo vapor S. Salvador ; na
ra da Cruz 11. 49.
Veiide-se.por preco commodo,superior
vinho do Porto em barris de 8." : na ra do
Trapiche n. 14, escriptorio de M. A- Guerra.
Em casa dejlleur. Breen V Companhia, na
ra da Cruz u. 10, vende-se cognacem camnbas de
duzia.
|s cj Sal do Assu.
peridades da pclle, conserva a frescura e o
avclludado da primavera da vida.
Aferico.
Scicntiica so a quem convier, que a revi-
sSo de pesos, medidas e bataneas, principia
do l. do correte a (indar no ultimo de iu-
nho : na casa da aferiefio, no paleo do Ter-
co n. 16.
I. C. Yates & Companhia: estabelecidos
no lo de Janeiro, na ra do Hospicio n. 40,
vendo um annuncio publicado em urna das
folhas de Perpambuco polo Sr. Barlholomeo
F. de Souza, prevenindo ao publico que 01 ai5i^^;v"i *" ^i* vs> m,
verdadetro xarope do bosque so elle he| quem vende.nreveniruos ao mesmo publico
que o nosso xarope he rcmellido do Itio di:
Jrueiro pelos cima proprielarios ao Sr.
Mauoel Alves Guerra, e este senhor
psito para ser vendido na pharmaci
Jos da Cruz Santos, na ra Nova n. oj, um
eos por nos aulorisados para tenderen OK^JK Si!^?H U^\ha^mf:ns"\-
1 tent
le O '"?"'' "" -r\.? ' ;. DEHTST FRHCEZ.
;- Paulo CaiKuuux dentista, ra Nova n. 41 : ';'
3 verdadeiro, e mais prevenimos aos SS*.WhSS?8,iphi*.d*n*^" -
tent : na livraria os. 6e8 da praca dai In-
dependencia.
Vende-se cal de Lisboa ltimamente che-
gada, ii.--.in! corno potassa da liussia verda-
deira : na prac.a do Corpo Santo n. 11.
TAI XAS PARA ENGEM10.
Ha f undipo de ferro de D. W. Bowmana u
rui da Brum, passando ochafariz, contina h-
derum completo sortimeptode laixesde ferro fue
vido e batido do 3 a 8 palmos de bocea, as ijuaes
cbam-se a venda,por apreso commodo com
promptidao: umbarcam-soucarragaai-sa mear
ro semdospeza ao comprador.
Em casa de Saunders Brothers C. pra$*
do Corpo Santn. 11,ka para tandero s uint*
Ferro inglez.
Pixeda Suecia.
Alcatrao de carvio,
Eonas de linbo.
Esponjas.
Drogas.
Algodo tizo para ;accas.
Dito en trancado igual ao da Baha
E uui coapleto sortimento da fzeodasproprio
para ste mercado : tudo por prero commodo.
Vende-se superior linhas de algodo
brancas, o de cores, em novello, para costu-
ra, em casa de Southall Mellor & C., ra do
Torres n. 38.
Momhosde vento
rombombas re repuxopara recar liorlaseha-
ladeeapim : na fundicaode l). W. Boivman
na roa dorumns.6,8elO.
Potassa retinada em latas de seis
libras.
0 Mitigo deposito da ra da Cadeia do lie-
cife n. 12, recebeu agora urna porcSo de po-
tassa refinada de superior qualidadc, em la-
las de 6 libras, quo se vende por preco ra
zoavel.
Para liquidar, vende-sn na ra do Quei-
rnado n 35, em lalas de 2 libras, por prego
muito barato.

da
Agencia
fandic&o
Paos de pinho vermelho para maslaros.
Chumbo de mumco.
Folhas de cobre.
Metal amarello c zinoo para forro, com os
competentes pregos.
Alvaiade do chumbo c de zinco, em p.
Tinta branca de oleo.
Papel finodeescrever.
Vinho especial do Rlieno e do Porto.
Itua da Cadeia do Itccife, casa de C. J. Ast-
tey ,S Companhia.
Oculos e bonetes
de todas as quadadea.
Vendem-se oculos de todas as graduaerjes
com delicadas armsces de ac, pelo barato
preco de 800 rs. e 1;500, ditos com armaces
douradas e praleadas a 1*200 e l?5llo, ditos
com armacDr. de bfalo a Ir200, dilos com
armaciio do baleiaa 480, ditos comarmarSn
de metal branco a 400 rs., lunetas de um so
yiclro redondas e quadradas com aro de b-
lalo a 5U0 rs., ditas do dous vidros tambem
com armacao de bfalo a 15500, ditas de um
so vidro redondas e quadradas com aro de
tartaruga a 1J200 e i;50 : na ra do Quei-
rnado, na bem conhecidada loja de miudezas
da boafama n. 33.
fi elogios
cobertos e descobertos, pequeos e grandes
de ouro patento inglcz. para bomem ese-
nhora de um dos mclhores fabricantes de
Liverpool, viudos pelo ultimo paquete in-
glez : em casa do Southall Mellor & C.% ra
do Torres n. 38.
Pianos.
Em casado RabeSchmettau &Companhias
ra da Cadeia n. 37, vcudem-se elegante,
pianos do afamado fabricante Traumann de
llamburgo.
Mcias de todas
as qualidades.
Vendem-se meias de seda branca para sc-
nhora, o mclhor que se pode encontrar a
35500 rs. o par, dias pretas tambem muito
boa fazenda a 25500, ditas brancas de algo-
dSo, muito linas a 320, 400, 500 e 600 rs.,
dilas pretas tambem muito finas a 400 rs.,
ditas de soda de cores muito bonitas e pro-
prias para baptisado de crianzas a 29OOO,
dilas cruas muito ortes para meninos a 400
rs., dilas de cores de algodao para meninos
a 240 e 320, ditas braucas para meninas a
240 e 320, dilas cruas e brancas para ho-
mem a 160, 200, 240, 390 e 400 rs., diUs de
cores de lio da Escocia tambem para homem
a 400 e 500 rs.: na ra do Queirnado, na
bem conhecida loja de miudozas da boa fa-
ma n. 33.
Retratos
1)0
senhores consumidores, que ha perlo de 5
anuos os rotlos collados as garrafas so
assignados por Henry Prins, como procura-
dores dos cima proprielarios. Rio de Janei-
ro 13 de Janeiro de 1857.
Bartiiolomuo Francisco de Souza, leu-
do o annuncio dos Srs. R. C. Yates & Com-
panhia no Diario n. 17, em que diz ser s-
menlo verdadeiro o xarope de bosque que I
se vende uesla cidade na pharmacia do Sr
Jos da Cruz Santos, ondo fez deposito c
Sr. Manoel Alves Guerra, que recebeu delles ^' m aJ'_ "_, f*50,0- e feOoo, conforme o
proprielarios, declara ao publico, que nao."'
duvida seja falso o xarope do bosque que:
tambem vende em sua botica, mas assevera
que elle he comprado aos mesmos Srs. R. I
C. Yates & Companhia, do Rio de Janeiro,
como provam os documentos abaixo :
RIO l)E JANEIKO 8 i)E AGOSTO UE 1856,
O Sr. barlholomeo Francisco do ouza
comprou a H. C. Yates & Companhia :
4 duzias de garrafas com xarope
do bosque a 54>O00.........2163000
6 duzias de i- garrafas com xa-
rope do bosque a 275000......1625000
Rs. 378000
Rcccbi o importe cima, do Sr. Antonio
loaquim Vieira de Carvulho. Rio de Janeiro
de agosto de 1856. Por R. C. Vales &
'ompanhiaJos Paulino Baplista.
Reconheco verdadeiro.o signal supra. Re-
cite 8 de agosto do 1856.
Em t de tardado.
Manoel Hilario Pires Perrito.
IllO DE JA.NElll 1K DE 1EVERF1KU DE
18.57.
Os Srs. Constantino Comes de Faria & Fcr-
reira compraram a R. C. Yates & Compan-
hia :
4 duzias de garrafas com xaropo
do bosque a 54^000.........216,000
6 duzias de Ira garrafas com xa-
rope do bosquo a 275000......162^000
Rs. 378>"00
Recebemos o importe. Por 11. C. Yates &
Companhia\V. C. Cerwarlt.
Nos abalxo assignados declaramos que
compramos o xarope cima para oSr. Rar-
tholomeo Francisco de Souza, de Pernam-
buco, em virlude de sua ordem de 3 do cor-
rele. Rio de Janeiro 18 de fevereiro de
1857.Cunslanliuo Gomes de Faria Os Fer-
11:1ra.
Recondeno ser verdadeiro o signal supra
do Couslantino Gomes de Faria Fcrreira.
Rio 18 de fevereiro de 1857.
Em f de verdade.
Pedro Jos de Castro.
JOHN GATIS,
corretor geral
E GEME DE LEILO'ES COMMEKUAES,
n. 20, na do Torres,
PHIMEIRO ANDAR,
praca do Corpo Santo
RECIPE.
SEGURO CO-NTRA FOSO.
Companhia Alliance.
Ejtalielecida cm Londres, em marro de 1S24.
Gipital cinco milbea de libras esterlinas.
Saunders firotners & C, lea a honra da in-
formar aos or. negociantes, proprielarios da casas,
a quem mais convier que estao plenamente u-
.or'.sadus pela dita companhia para eifectuar segu-
ros sobre edificios de lijlo e podra, cobertos d
tlha e igualitenta sobre os objectos quecontiverem
os mesisos edificios quer consista em mobilia ou
a azendas ae qualijuer qualidads.
He chegado loja do Lecomto, no aterro
da Roa-Vista n. 70, o excellente leile virgi-
nal de rosa branca, para refrescar a pelle, ti-
rar pannos, sardas e espinhas, igualmente o
afamado oleo babosa para limpar e fazer
cicscor os cabellos, assim comop imperi-
al do lirio do Moronda para brotoejas eas-
losigne actor Joo Caetano dos Santos.
Vendem-se as lojas dos Srs. Jos Cardoso
ir. A,yrcs "a fu da Cadeia do Rccife, oSr. Jos
, 0 Nogueira de Souza ra do Crespo n 2, pr-
ximo a ponte, a 2?500, e2-000, cr '
modelo e papel que he excellente.
Retinara de
Hego& Bai reto, no Mon-
te i ro.
No deposito di-sta refinaria, na ra ila Ca-
deia do liecife n. 30, ba sempre assucar re-
finado de superior qualidade, tanto em p
como em torroes e em pes, por preco mais
commodo de que cm oulra qualquer parte-
/la iVova n. 2fi
Acaba do receber relogios de todas as qua-
lidades, tambem oculos para todas as vis-
las, por preco muito em conta.
Precisa-se de urna ama qucjsaiba co-
zinhar, e fazer lodo o mais servico do casa :
na ra do Caldcreiro, taberna n. 60.
O Dr. Ignacio Firmo Xavier faz publi-
co, que nuidou sua residencia para o seu si-
tio na Passagcm da Magdalena, que lica ao
norte da estrada entre a ponte grande e a do
Chora-menino, e ahi tcm preparado urna
casa do saude com todos os commodos para
o trataoiento de escravos, cujos senhores
residam tora da praca, ou que nao os pos-
sam curar cm suas proprias casas : quem
para isto quizer-se utilisar de seus servicos
mdicos, que ser3o desempenhados com o
maior zelo, dinja-se ao pateo do Carmo n.
9, primeiro andar, ou no referido sitio da
Magdalena. Preco9/000 diariosexceptu-
ando conferencias, sanguesugas e opera-
coes.
Traspassa-se o arrendamento do cn-
gonho Frcseondim, na freguezia de Agoa-
reta moente e corrente, o qual ainda fal-
tam 4 annos para se lindar, com todos os
seus pertences, como sejam 23 escravos de
sertlCO,bois, bestaS carros, fcrranientas c
ludo mais que he preciso para o manejo do
mesmo engeniio : a tratart com Anonio Jo-
s Rodrigues de Souza em seu escriptorio,
na ra doCollegio n. 21.
A bordo do patacho Anna.
Vende-se urna vaianda nova para janella,
muito rica e bem fornida, com 20 palmos de
comprimento, bem como 2 ditas do 7 palmos
cada urna, sendo estas mais Sngalas, tu lo
por preco commodo : para ver e tratar do
ajuste, na obra de pedreiro defronte de S.
Francisco.
Claudio Duheux
Tendo recebido urna factura di-2,000 bar-
ris de plvora, dos melhorcs fabricantes,
vende-os a 145000; as amostras acham-se
no seu escriptorio, ra da Cadeia de Santo
Antonio n. 13.
Chegadonestes dias.
Caixas com 8 molhos de ceblas por 10?,
sacas com feijo mulalinho,e fradinho de Ma-
ranhao cotihecido por feijiio niaca-sa : ten-
do-se na travessa da Madre de Heos n. 15.
vinho De Lisrsov
cm barris de 10 cm pipa : na ra da Cadeia
do Rccife n. 36. armazem.
basto Recifen. 17, tem para vender os seguimos
gneros, e por preco o mais commodo que
for possivel : lijlos de marmore de 10 pol-
legadas, quadrados ; mesas redondas, todas
de marmore, de elegantes goslos, para tneio
desala; pedras quadrilongas de dilo, lisas
e com recorte, para consolos, aparadores ou
commodas, podetido algumas dcllas servi-
rem para campas de sepultura ou adornos de
catacumbas; com inscripcOes ou sem ellas,
por terctn as dimensoes e grossuras apro-
piadas para islo ; pequeas pias de dito
para agua lienta, para igrejas ou capelln ;
degraos de dito de 7 e 14 palmos do compri-
mento, para soleiras ou encadas ; cadeiras
genovezas muito leves, fortes e de bom gos-
to, para salas de janlar, gabinetcs,'etc. ; al-
canfor refinado, em lalas ; flor de Europa,
primeira sorlc; soda hespanhola para fa-
bricar sabiio, da mclhor qualidadc.
- Couliiuia-.se a vender peneiras de ra-
me para os senhores refinadores e padeiros:
no pateo do Carmo, esquina da ra de nor-
ias n. 2.
Vendem-se charutos de dez reis cm
macos de 50: na ra do Amorim n. 17.
Vende-se um lindo berco de amarello,
novo, urna condeca de 4 palmos de altura e
6 de comprido, propria para rouoa, rendase
bicosde Duba para toalhas, camisas c l-
eos : na ra do Collegio u. 18, segundo
andar.
Barato rjue xdinira
Vendem-se borzeguins francezes, de lus-
tre, novos, pelo preco de 8-500 cada um :
na ra do Livramcnto n. 29.
Vende-se urna carroca e um bni man-
so, gordo : a tratar tas Cinco Ponas, casa
n. 148.
-- Vende-se no deposito do largo da P.i-
beira de S. Jos u. 15, e na ra do Kangel n.
48, superior queijo londrino a 400 rs. a li-
br, bolachinhasitalianas o francezas, ditas
finas, tanto da Ierra como de lora, ludo por
mais barato prego do que cm outra qual-
quer parto.
lie
Superior bolacha viuda ltimamente de
Trieste, com porcOo e em Libras a 120 rs.:
na ra Direita n. 8.
Chapeos de fel-
tro e bonet de cabello pa-
ra meninos.
Vendem-se ricos chapeos de tollro para
meninos, eufeilados con, litas e plumas, pe-
lo baralinbo prego de 3.-500, bonetes muito
lindos de cabello a 28 rs. : na ra do Quei-
rnado, na bem cuuhccida loja da boa fama
n. 33.
Sola de quali'dade especial, vende-se
no armazem do caes do Ramos, de Francisco
Figueira deSaboia : a tralar no seu escrip-
torio, ra de Apollo n. 5.
Charutos
de Ha va
em casi
rt P
relegios.
SEIXINSa RELOGIOS de patente
ingle : a venda mi armazem lloslrun Kooker A Companhia, es-
quina do largo do Corpo Santo nu-
mero 48.
na: vendem-se
de G. .1. Astlcy
< hSeins e
Low-.VIoor,
ra da Senzala Nova
ii. 4!.
^'estc cstabelocimento continu'a a haver
um completo sortimento de moendas e meias
molidas para engeuho, machinas de tapor
e taixas de ferro balido e coado de lodosos
manhos para dito.
Ligas de seda
para sen i lora .
Vendem-se superiores ligas de seda para
senhora, muito bonitas e de muilos pa-
droes, pelo baralissimo preco de l;200,
1/500 e afQOQ na ra do yueimado, na
bem conhecida loja de miudezas da boa fa-
ma n.33.
N. O. Biebcr o Companhia, ra da
Gruz n. 4, vendein :
Lonas da liussia.
dem inglezas.
Brinzflo.
Biins da Russia.
.Vinho de Madcira.
^IgodSo para saceos de assucar
Aiiiodaoziiiio da Baliia

LAIA
ra saceos de assucar; vende-se cm casa
para sacco;
djV N. O. l
a.\.
ieber & Companhia, ra da
AS PiEAS
e algO'l&o para padres.
Vendem-se superiores mcias pretas de
laia, pelo barato preco, do 1#8 de algodo de superior qualidade a 600 rs. :
na na do Qucimado, na bem conhecida loja
le miude/as da boa lama n. 33.
Leques smiito fi-
nos.
Vendem-se loques muito finos, com plu-
mas, cspclhos e bolntas, pelo baratissimo
proco de 38 e 35500, dilos sem plumas muito
boa fazenda a 19380 : na ra do Oueimado,
na bem conhecida loja de miudezas da boa
fama n. 33.
Velludo rico para forrar carros, com
todos os pertences, vende-se na ra da Cruz
n. 10.
- Em casa de Henry l'-runn & Compa-
nhia, ra da Cruz n. 10, vendcin-se pianos
chegados no ultimo navio, quadros com
moldura, cemento romano, cognac cm cai-
tas de urna duzia, velas de cmposic,!u,
conservas cm latas.
AlgodSo liso s-
Ctipira, com peque: o to-
que de 11 Varia.
Vende-si- na ra do Crespo, loja da esqui-
na que volt.i para a ra da Cadeia.
Alit'Uat> inoiistro,
ara ssascaes
e hocete i ras.
Vendem-se duzias de rai\asde masa para rap pe-
lo baratissimo prero de (i0 rs.,duzias de lezouras em
carlaoa Ijonoe 1?20o e grande* 1592, duzias de
caixiuhas de pao cum palitos de fogo a 2 rs.,duzias
de peulesde cliilres muito bous para nli/.ara|l52n,
duzias de peutes da baleia para atar raliello a 3*300
r SM00,detia de natalhai para barba I8600,groaa
de lioloes madreperula para camisas a 600 reis.ilitaa
muilo linos de (ata a 100 reis, grozas de holiies li-
nos oara calta a -j-o reis, eaalas com 25 penles de
altinelca tiu reis.duzias de penles de balea para a-
liiar a :t-3, groui de livellas para sapatosa 560, du-
zias de canivelfs finospara aparar pelmas a 38500
e 3;,duzias de gallas (armnicas) a Ijille 19400,
duzias de torcidas para candieiros a 80, reis rozas
de marcas pra cubrir a 100, 130 e 160 reis, pe-
ca ile tranceln para benliulics a 130 res, pulceiras
eucarnadas muita bonilas para Sra. e meninas a 300
rs.,duzias de miadinlias de hullas pretas a 2i0 reis,
pecas com 10 varas de fila de cdfl a 320, litio e 400
re", duzias de lapes a 100 rs., duzias de caixas com
clcheles a 720 rs., linhas branca de nuvellos de lo-
dos os nmeros, ditas de cores, lindas de miada finas
0 grociis, dilss de carnteis brancose de cores, ror de vestido de luda a procura, biquinhos de todas as
larguias, e baratos, rendas de todas as larguras, es-
pellins, curdas ile viola, lilas de la de ludas as co-
res, lilas de linlio branca* e de cores, didaes, agulhas
de ludos os nmeros, lillas de seda de lodos os nme-
ros, penuas de pato,caixas de etnfre, rzanos, collie-
ie de ferro, relroz de todas as cores, vernicas, litas
debeira prela e branca, grampas, eludo o maia que le-
ja necessario para completo aortimentiide Locelei-
ras mscales e qut Imln se venda mudo mais bara-
to do que em oulra qualquer loja, na na do Ouei-
inado, na heni condecida loja de miudezas ila ba
fama n. 33.
IECEIISIO Pili Dli
?T
Antonio Lopes Pereira de Mello, faz
rente aos detectores da loja de calcado
da na da Cadeia do Recite n. !), jtie* fui
dirigida pelo tinado Alexandrino Pedro
do Amara I, que tem marcado o prazo
pata sen embolso ate o (ira do mes de
maio do coneiile aiino, lindo este, en-
tregara ao seu procurador para este re-
ceber judicialmente, certosde que dessa
data em diante, nao lera' eontemplario
com pessoa ulguma ; por isso previne
eom lempo sufficiente pata depois nao ha-
ver queixa. Recite 2o de abril de 18:>7.
Antonio Lopes Pereira de Mello.
Aitida se precisa no sobrado da ra de
S. Francisco n. 8, como quem vai para a ra
Bella, de urna preta escrava por aluguel, que
saiba comprarte fazer os arranjos de urna
casa : quem a tiver dirija-se ao mesmo so-
brado, ou annuncio para ser procurado.
pe-
chincha.
Vcndc-sc algodao monsiro com 8 palmos
de largura, proprios para toalhas e ioncoes,
pelo diminuto preco de filio rs. avara: na
ra do Queirnado n. 22, na loja da boa le.
He tao barato
que admira
Tclles grandes de superior cooro de lustre
a 4/500, sapatos de borracha dos melliores !
que ha no mercado, para homem a 39200,
para senhora a 2r(i()0, e meninos a 29200 : na
ra dos Cmarlcis, loja n. 24,
Bicha ile lamburgo.
No telho deposito de bichas, ra eslreita
doltosariorn. 11, recebeu-se 4 viveiros de
bici.as de llamburgo, e esta rctalhando a
EfOOO o cento, e cm porcSo por menos.
Vende-se um pequeo sitio no lugar
do Harro, onde morou o fallecido Manoel
['achoco de llezende, em trras do Sr. coro-
nel Manoel Joaqun do liego Albuquerque.
com urna soflritel casa coberta de lelha, to-
do cercado, com muilos ps de limoeiroji
juntos cerca, com bastantes ps de fructo:
quem o pretender, dirija-se a Narciso Jos
da Costa l'eenra, no pateo do Carmo, ou a
viuva no mesmo sitio.
- Vende-se um escravo denaco, de ida-
de 30 anuos, de bonita figura, para todo ser-
vico : a tratar na ra Direita n. 91, primeiro
andar.
Vende-se urna escrava crioula, de boa
figura, com 23 annos de idade e de habili-
dades, que se desenvolveram sem muito cus-
i ; nao he urna perfeita mocamba por nflo
ter sido applicada, sendo ella do sertio, on-
de pouco apreso se d a isso : quem a pre-
tender, dirija-se a ra da aladre de eos,
loja n. 34.
Claudio nbcux
vnide polyura ingleza a 135, 1J;Je ISSOOO rs.
barril de '2't libras.
illio hoin^em
Na taberna giaridc ?o lad > da igreja da
Soledadc, che^ou grande porcSo de saccas
com muito bom inilho, e vende-se por preco
commodo.
o de lustre.
Vende-se couro de lustre francez, o mc-
lhor que pode haver ueste genero, pelo ba-
rato preco de 58 a pelle : na ra do t.iuei-
mado, na bem runliecida loja de miudezas
da boa lama n. 33.

NAFNDigAO DEFF.RRO DO ENGE-
NUE1R DAVID W.BOVVMAN, WA
RA DO BRUM, PASSANDO O ollA-
FARIZ,
ha sempre um grande soriiaoento dos aeguinles ob-
jectos deniciliamsroejeproprios pa|aei>;.cnlios,asa-
ber : moemlasc meiaa mnendas, Ja mai moderna
conslrurrao ; laitai de ferro fundldu e batido, de
superior qualidadc e de lodosos lmannos ; rodas
dentadas para agua qu animaos, de tudas as propor-
coetjjcrivose bocas de fornallia e rcgislros de bo-
eiro, aguiliiocs, broiizes.pararusos e cavilhoes.moi-
iihoa le inandmeante, etc.
NA AIESMA FUNDICA'O.
se etecnlam lodas as encommeiulas com a superio-
ridade ja conhecida com a devida presteza ecom-
modidade em pre^o.
Potassa e eal
virgem.
No antigo c ja bem conhecido do|>osito da
ra da Cadeia do liecife, escriptorio n. 12,
ha para vender muito superior polassa da
liussia, dita do lo de Janeiro, e cal virgen)
de Lisboa em pedra, tudo a precos muito fa-
voraveis, com os quaes licaro os compra-
dores salisfeitos.
Facas, garios e
colheres.
Vendem-se as melbores facas de cabo de
marfim que se pode encontrar a 15S a duzia,
ditas do cabo de bataneo muilo linas a 63 a
duzia, ditas de cabo oitavado e rolico a 39,
ditas cravadas a 35200, ditas de chifrede
viado a 45400, ditas para sobremesa com ca-
bo de balanco a 55, ditas com cabos rocos
c oitavados a 33, colheres de metal do prin-
cipe muito finas para sopa a 65 a duzia. di-
tas para cha a 3o000, e outras mais qualida-
des de facas e colheres, trinchantes e amo-
lador de facas, que ludo so vende barato :
na ra do Queirnado, na bem conhecida loja
de miudezas da boa fama n. 33.
Botoes para pa-
litos, colletes e punhos
de camisa.
Vendem-se abotoaduras muito tinas de
madrepcrola para colletes, pelo baratissimo
preco de 500 rs., ditas mu lo ricas de todas
as cores a 320, 400 e 500 rs., ditas muito fi-
nas de madreporola para palitos de meninos
ruza e homens a 500 e 640 rs., atacadores para
punhos e collarinhos de camisa, de muilo
rico gosto a 400 rs., 800 e 25000, ditos de
cornalina para casacas a 300 rs., e outras
militas qualidades de abotoaduras que se
vendem muito barato; na ra do Queirna-
do, na bem conhecida loja de miudezas da
boa fama n. 33.
FEOTES DE TODAS AS QUALIDABS.
Vendem-se pentes de tartaruga para cabello
o mclhor que se pode encontrar, a 53, ditos
de baleia imitando o mais que he possivel
aos de tartaruga, a I/, f99009 15500, ditos
mais ordinarios de baleia a 240 e 320 rs.. di-
tos de tartaruga para alizar, fornidos e mul-
lo bem feilos a 45, ditos de marlim, fazenda
muito superior a 15500, 2 e Ra, ditos de
borracha de muito superior qualidade a 1s,
dilos de bfalo verdadeiro, muilo finos e
bem fcitos, a 640, 800 e 15, ditos a imitaco
do tmenme a 15, ditos de baleia muito bons
a 280, 320e400 rs., ditos do bfalo verda-
deiro, muito bonitos e bem feilos, proprios
para|suissas e criancas, a 320 rs., ditos de
marlim muilissimo bons, fabricados cm Lis-
boa, para piolhos, a SOO, 15000 e 19500. di-
tos prelos de bfalo tambem para piolhos, a
500 rs.: na ra do Queirnado, na bem co-
nhecida loja de miudezas da boa fama n- 33.
Para os jovens
na mu rados.
Vendem-se ricas folhas d< papel plianta-
zia paraescrever, cada folha com a comp-
leme capa c urna obrcia de cola com qual-
quer dia da semana, pelo barato pre^o de
60 rs., 100, 200 e 300 rs. : na ra do Quei-
rnado, na bem conhecida loja de miudezas
da boa fama n. 33.
Suspensorios de
borracha, muito fiao8
Vendem-se suspensorios de seda e sem se-
da, muito linos, pelo preco de 13000, 13200,
1/600 e 2^o par : na ra do Qucimado, na
bem conhecida loja de miudezas da boa fa-
ina n. 33.
Objectos para
luto.
Na ra do Queirnado, na bem conhecida
loja de miudezas da boa fama n. 33, encon-
trare sempre completo sortimento de ade-
remos, brincos e rosetas, pulceiras e alfine-
tes, tudo preto, propriamenle) para luto, e
que tudo se vende mais barato do que'em
outra qualquer parle.
Briuquedos pa-
ra meninos,
Vendem-se ditersidades de objectos d.
ac, muilo delicados e proprios para meni-
nos brincar, por precos muito baratos : na
ra do Queirnado, na bem conhecida loja de
miudezas da boa fama n. 33.
RICAS BOAECAS FRAHCE-
ZAS-
honlSS^r.S.Vo'US!
nolta^rfd **' ^ vesliS.. de
i"-n 'r Um" no seu cartSo VOO0 e
35500, preco que nao ha quem deixe dedar
Se ^SSsxsSr^,oj-
Na lo ja da boa f
vende-se o mais barato
possivel:
rori,iaIeSP?que"os dc mer, de lindas co-
res, bordados cm duas ponas a 790W l
misas de rtscado muilo bem feiUs.^ h!
minuto preco de 1/500 cada urna, Ct
meias mu.to finas a 1#. lencos kaal .
.O 'En360' Chla? 'naSe ^ 5*5
mi r Para colJerU8 W o cotado,
cambala adamascada com urna vara de lar-
gura, proprias para cortinados a 79 a neo.
de 20 varas, gratatinhas de cassa muito bo-
nitas a 200 rs., setim encarnado verde
amarello muilo superiores a 800 rs. o cota-
lie 15500, lencos brancosde cambraia pro-
prios para hon 2W> dJtos jj
barra de cor tambem a 240, ganga amarella
francez. muito fina 3*0 o Sotado, lenco,
branco, grandes, proprio, para caber,, a
mSJti m.e,aS l;ra"C"S ,inas P" hora,
pelo barato preco de 240 e 320 o par, brini
de quadrinhos de padrOes muito bonitos o
do puro Imho a 240 o covado. pecas de pla-
tiihasde.lodSo,com 20 taras, pelo bara-
tissimo preco de 3f 600 cada uma.chapeo, de
palha fin. do Chili, pelo diminuto preco de
1/, e alem disto muitissimas fazcnd.s finas
egrossas, que veodem-se por menos que
em ontra qualquer parte : na rna do Quei-
rnado n. 22, na bem conhecida loja da
boa fe. ^
PEKFilARIAS
mitissimo tinas e de mui-
to liona gestos.
Dilerndee.a verd*deir Ba de colonia do
Ptter, simples e ambnada em irascos dte-
nos lmannos, banhas muito finas e de mul-
las qualidades em ricos vasos, espirito, e
extractos muito finse de muiUsqualidedea
em frascos de muito gosto. sabonetes muito
linos e de mutias qualidades, agua de latan-
do ingleza, fozenda muito boa, vinagre aro-
mtico tambem ingleze muito bom, extrac
os miuto finos proprios par. bolso de es-
tudante, escena, de rosa, pomada franceza
muilo boa, macassar perola muito bom e de
todas as cores, dito oleo, pos para denle,,
pastilha c outras muitas perfumaras, Indo
muilo nno e de muilos goslos, dos melhorcs
fabricantes da Franca e Inglaterra, e ludo se
vende barato na ra do Queirnado, na bem
conhecida loja do miudezas da boa fama
n. 33.
Varandas e grades.
Um lindo e variado sortimento de snodel-
los para verandas o gradaras, de goeto no-
dernissimo- na fundicSo da Aurora San-
to Amaro.e no deposito d. ineaaaa, m ras do
Brum.
Moendas superiores.
Na fundir;3o de C. Starr Companhia, esa
Santo Amaro, acham-se para tender moen-
das de canna todas de ferro, de um modcllo e
couslruccao muilo superiores.
Cartas france-
pateute ingl
Silo r!iei;adoa p acbam-ta a vamlaos verdileiros
e bem conhceidvi sellins inglese! patento : na roa
ilo Trapiclie-Novo n. /|2, srotazem de faeudas de
Adamsoo lluuie & C.
Planta da' cidade do He-
cg
Vende-se a planta da cidade do ftecife e
seus arrabaldes, feila pelo Sr. Dr. Jos Ma-
mede Alves Ferretea, por dez mil reis: na
livraria 11. 6 c 8 da praca da Independencia.
Happa das distancias da
provincia.
Na livraria n. 6 e 8 da praca da Indepen-
dencia, vende-se o mappa das distancias
das dillerentes villas da cidade entre si, c
relaQo capital da mestna, a mitris.
''..
DO
\ it-* I
MOSQU
Fot traneferido o deposito deste xarope para a ho
lica dejse daCruxSanloa, narua Nova 11. 53
carrafas 5aS00, mias3c00O, senclu falso todo
aquello i|ue nlofer vendido neste deposite,palo
qoesefaz opreseuttaviso.
HPORTAME PARA OPl'BLICO.
l'ara curaile phtysicaen lodo!o leasrios. quer motivada por eontlipafOes, tosse
alhma.pleuriz.escaos desanime, drde cos-
tados e peito, palpita rilo no cora rao,coqueluche
bronrhile, dorna samanta, e tnda asmoleslia
dosorga o (pulmonares.
Vende-se taboado e pranchoes de pi-
nho de Suecia, proprio para armacSode ar-
mazem de assucar.
~e b
Bom"e barato
Vende-se muito bom papel almac.0 greve
a 45 a resma, dilo muilo bom sem ser greve
a 3-3200, dilo de peso pautado a 49500, dito
liso a 35, dito paquete pautado a5c6Ja
resma, dito dc cores, de foiha pequea, em
quarlos de resma a 700 rs grozas das bem
condecidas peunas dc ac, bico de louca a
1?200, ditas muito linas sem ser de bico de
louca a 500 rs. el?, duzias de lapis muilo
linos a 320 o 800 rs., canelas muito bonitas,
de ac, lomeadas a 120, dilas de espiuho a
200 rs., ditas ordinarias de p'O e llandrcs a
20 rs caivetes de cabo dc chifre de viado,
de 2 folhas, muito boa fazenda a 800 rs., di-
tos del s folha rom cabo de madrcperola a
8..0 rs., ditrJsTnuilo linos de 1 s folha com
cabo de marfim a lOOO e 2/, ditos de 2, 3 e
4 folhas, Bnissimos, tambem com cabo de
marlim a 2.-300 e 3^, vidros com tinta car-
miin muilo lina, pcopria para risfr Bescfe-
ver a mo rs., lidios de tinta preta ingleza a
140 rs., tinteiros patento inglcz, de vidro .
1r5(i0 e 3-, reguas redondas muito bem fei-
tas tambem inglezas a 50o, 600 e 800 rs., po-
dras ingle/as muilo finas para amolar nlfc
19500, tinteiros para algibeira a 400 rs.,
agarradores de papis de multas qualidades
e precos, e outras muitissimas cousas : na
ra do .inclinado, na bem conhecida loja de
' miudezas da boa fama n. 33.
Taelias de ferro.
Na fundico da Aurora em Santo Amaro-
ejtambem no deposito na ra do llrum, logo
na entrada, e defronte do arsenal de mari-
nha, ha seinpro um grande sortimento de
tachas, tanto de fabrica nacional como es-
trangeira, batidas, fundidas, grandes, pe-
queas, rasas c fundas ; e cm ambos os lu-
gares existen) guindastes para carregar ca-
noas ou carros, livres de despeza. Os prejo
sSoo s mais commudos.
zas muito finas para vul-
tarefe.
Vendem-se finissima,cartas francezas pa-
ra toltaretc, pelo baraliasimo preco de 900
600 e 800 rs. o b.ralho,e tambem se tendero'
portuguezas 300 rs. : na ra do Queirna-
do, na bem conhecida loja de miudezas oa
boa fama n. 33.
DE HITO BONS COSTOS E
BARATO
Vendem-se muilo ricos jarros de porcelana
para llores, ricos pare, de calungas para ci-
ma do mesa tambem de porcelana, linleimt
de muito gosto, e palileiros. ludo de porce-
lana c por preco que nao deixar de sertir
a quem gosU do que he bom ne ru do
Queirnado, na bem conhecida loja de miude-
zas da boa fama n. 33.
Luyas de todas
as qualidades.
Vendem-se verdadeira, luvas de 'pellica
de Jouvtn, pretas e brancas, para homem e
senhora a 25500 rs. o pr. dilas de seda de
todas as cores e bordada,, com guarnicoe, a
25500, dilas lisas tambem de seda e de te-
das as cores, para bomem e senhora a I,
15200 e 11300, ditas pretas de torcal, muilo
boa faienda a la, dita, brancas de alfodir
para homem a%40, 3n 400 rs-, ditas ate
cores muito finas de 60 da Kasjaeia para bo-
mem o senhor. a 320, 400 e PO re., e ou-
tras mais qualidades dc lutas, que se ten-
de barato: na ra do Queirnado, ne bem
conhecida loja de miudezas da boa fama
n. 33. aj
Arados de fcrro.
Na fundico do C. 3Urr & Coaapanhia, em
Santo Amaro, aeham-se par Vender arados
de ferro de um modello e couslrocc3o 1
superiores.
Attt ncao.
Fugio no dia 16 do corrente mez o preto
Justino, crioulo, eom os sigr.es seguintes :
altura regular, rheio do corpo, sem barba,
com falta de denle* na frente, caito de car-
pes^ peso na caber.., muilo regnsta, be
bem eonluvido por andar entregando asmi-
c.r pel.s tabernas, lesa sido eiicontrado por
diversas pe-snas i imln rulas, c diz a ellas
que anda cm servico de seu senhor ; por is-
so roga-se as pessoas que o encontrar, que
o manden) prender elevar ra hireita n. 7f,
que scro generosamente recompensada.
Fugio dc bordo do brgue brasileiro
Melampo, na noite do dia 8 do corrente, um
negro dc nome Marcelino, nac" Cabinda,
altura regular, secco do corpo, rosto com-
prido, barba serrada e cria soissa, coa falta
de denles na frente, e consta andar testido
com paleto, e calcado : quem o pegar lete-o
a bordo do d)to navio, junto ao caes do Pas-
seio Publico, ou casa de seu consignatario
Manoel Alves Guerra, n. ra do Trapiche n
14, que sera bem recompensado.
PEK>.; ivp. DE al. t. DE FARIA 1857:
' '
MUTILADO


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