Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07747


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Full Text
ANNO XXXIII N. 99,
Por 3 mozos atalantados Por 3 mezei venc do$ 4$500.
- .-v,'*-.


SEXTA FEIRA 1 DE MU) DE 1857
Por anno adiantado 15000.
Porte flanco para o subscriptor.

I
i
ENCARREGADOS .V SUBSCRIPCA'O NO NORTE
Paratba, Br. Joao Rodolpho Gomei; NiUl, 8r. Joa-
nlra I. Pereira Jnior ; Aracaiv, o 8r. Aa da Lemoi Braga ;
mi, o Sf. J- Jos di Oliveira ; Miranhao, o Sr. Joaquim Mar-
iiH Rodrigue! ; Fiauhr, o 8r. Domingos He reulano A. Peitoa
CoaranM : Pira', o Si. Justino J. Rimo) ; Amaiouai, fr. Jer-
nimo da Coila.
PARTIDA DOS COHKKEIOS
Olinda: indas oa das, a r e meia horaa an da.
Iiraaraaai, Goiaana Parabifca : n.s aegaalaa a *eitt.-r.-ir.n.
s. Anta,., Bnemii Roeito, Cantara, timo.....Garaabina: na icrc.i-f.-ira
S.Loara*ea l'...-.rtlh.i, Naiaralk, Liaaonre, Un, l'-..iii.r>. lap-
Mira, Florea, lilla-Baila, Boa-Vina, Oricar; e Kia na. qnarla.-fciraa
Cabo, iBOjiea, Serinhrm, llin-Formu-o, Una. Barrearos, Agoa-Prau.
Pioipnlcirai e Natal : qaintaa-reiraa.
|Tudoa aa corraiui parln as lo h-.rai da -...,.
AUDIENCIAS DOS TRIKI1NAES DA CAPITAL.
Tribunal do commercio .- leguoda i quintal.
Retaco ; tircai-feirii a labbadoi.
Faienda quartai e labbadoi ai 10 horai.
Juio do commercio : icgundaiai 10 horas quintil aa msla-dii.
Juio da orphos: segundas a quintal ai 10 horai.
i'rimaira Tara do elrel segundas a aaitai ao maio-dia.
Segunda rara do cirel: quartai a labbadoiao maio-dia.
Ill'lll. .ll.Kllils DO MEZ DE MAlo.
1 Quarlo cresrenie ai 11 horas e 14minutoida tarde.
9 La cheia a 7 bora e 9 minutos da farde.
17 Quarto minguanteas9 horas e 42 minuto da manbaa.
24 La nova s 4 borne 53 minutos da tarde.
REAMAR DE HOJE.
I'rimeira as 10 horas e 6 minutoi da uianhaa.
Segunda ai 1 borai e 3o minutos da larde.
DAS DA SEMANA.
27 Segunda, s. Tertuliano b. ; s. Turbio are.
28 Terja s. Vital, m. Ss. Agapio. Afrmliiio, c Acao Mu.
2* Qunrl.i. 5. Podro m. ; s. Tertulia v. m.
30 ntala l. C.uharin v. ; s. Peregrino icrvita.
1 > \' i. Ss. Filipe e Tingo app.
2 Sbado, s. Mallaila raiuha. ; Ss. Vindimal c Anastacio Mm.
3 Domingo 3. depois d.i paschoa inveneo da s. cruz.
ENCARREGADOS DA SI ItSalllll \0 X<. MI.
Alagoai, o Sr. Cliudino Filcao Diai; Baha, la. D. Ihipeii
Rio da Janeiro,o r. Joao Pereira Marlim.
EM ri: 11 n amiim o.
O proprietsrlo do DIARIO Manuel Figueiroa da rana. MM
livnria, praca da Independencia ni. ( 8.
PARTE 0FFIC1AL
COMMANDO DAS ARMAS.
" CMWral do comisando ds ira da
n"bco aa cldade do Haelfa, aa 30 d-
brll 1857.
OKDEM 1)0 I)IA H. 467.
O general cominandante daa armas determina,
que na mauhaa do da I da maio aa pasa* revista de
moiira aos eorpoi do ejercito aqui eiislentes, ao da
guarda nacional aqoartelado, e as companliiai fu,
pola ordem segointe : Ai (i horas a companhia de
artfices ; as 6 e meia ao 8.- batalllo da abalara ;
ai / ao 1." balalhao de arlilharia da guarda nacio-
"' l'*s qnarlos ao 10.-, e as 8 e mei ao 9.,
ambos de infamara ; as 9 a companiia fu de ca-
vallaria ; as 9 a meia ao i.- balalhao da arlilharia
a pe na cidada de Olm-la. Depois da moslra o rafeu-
do l. balalh.lu de arlilharia da guarda nacional, se
considerara' dispensado do aquartelameulo, e subs-
tituido palo !. de mi,miara da mesma guarda, de-
signado pelo respectivo eommando superior para
coadjnvar a tropa de linha no servido da guarnidlo
desla capital. O Sr. lenle coronel commandale
do balalhao que sai fara' entrega ao sen saccessor
de lodos os aleis existentes no quarlel que eslive-
rem a seo cargo, da cooformidade com ai ordens ei-
labelecidas.
Eiz eerlo que o Sr. segundo cirurgilo nlferes do
eurpo de saude r. Jos Augusto de Souza l'itlanga
reiisumio honle as luncgoes da assistenle ao delega-
do do cirurgiao-mr do exercito, que oa soa ausen-
cia fon bem desempe nhado pelo Sr. segundo ei-
rurgio alferes do meimo corpo Dr. Francisco Men-
tas de Amorim.
O mesmo general faz cario igualmenle, para os
fins convenientes, que na inipecgao de sauda que se
proce julgoa promptoi para o serviro ai pracasqaa to ser
rotoeionadas.
4." balalhao de arlilharia ap.
Particular I-. largenlo.Manoal Silvino de Aie-
Yado.
9.- balalhao de ntanlaria.
Particular.Francisco da Coila Arroda Mello Jo-
nior.
Cabo.Francisco Ferreira da Cusa Cabral.
Soldado.Raimando Fernandos de Moraes.
Denedilo Jos da Silva.
Franciieo Muniz da Guerra.
Companhia de artfices.
Soldado.Genuino Luu Nune. '
Mancebo.Sererlno Anlunio Pereira'da Silva, no
caio de entrarem para o hospital regimenlal, afirn
de seren Iralados.
8.- balalhao de infanlaria.
Saldado.Venceslao Lab de Paulo.
Compaiihni do artfices.
Soldado.Romoaldo Jos Thomaz.
Florencio Xavier de Souza.
Mancebo.Francisco Alve Monteiro e Sa\ no caso
de conlinuarepi em Iralamenlo no mesmo hospi-
tal, onde se acham.
8.* balalhao de infanlaria.
Soldado.Joaquim Francisco da Silva.
Kr.inei.cn Ferreira do Prado.
9.' balalhao de infanlaria.
Corneta.Pedro Joi da Grec,.
Jote Joaquim Coelho.
EXTERIOR.
COKKESPONUENCIA PARTICULAR DA
HAQAO.
Londres, ti de mareo.
O ptrlaroeulo lave lalibado uliimo a saa ultima
sessaoi e foi lido o dison rchl, que annuncia a
diasoluc^ao e o decreto ordenando a couvoeacrto do
novo parlamento.
Eis-uos, pois, em plena lucia tleitnral.
Depois de quinte diai, ja a balalha se linha im-
penhado, mas havia-se geralmenle limitado a esca-
ramucis parciaes, ou antes aamo nos cmbales mu-
lada* por Homero, so os chafes se linhara avanzado
alera da vauauarda dos seas eiercilos respectivos,
para preromperem em forladjinveelivas contra o< ad-
versarios anles de pelejarta. Hoja a lucta est em-
penhada como dissemos. Do norte, do meio dia, de
leste e de oeste nao se trata miii que de eleic.es em
lodi a Gran-Bralanba. Mas qual nr o resultado '.'
He islo que nao quero predizer, estando t.io prxi-
mo do momento em que a palavra do enigma pode-
ra ser divulgada ao publico.
Por nutro lado a situae.io politica he das mais as-
Irauhas das mais anormaes. Nao se pode negar
qaa a Inglaterra seja liberal a progressiva ; com lu-
do lie chamada a volar contra os seo- representantes
maii dedicados, e a favor de um ministro que lem
ido al boje, mui frouso no que diz respeilo as re-
formas politices e administrativas.
Lord Palmerstoo he elevada al s nuvens, anda
que elle se lenha svslem.licameule opposin, na< ses-
lea precedentes, a (odas as medidas de um libera-
lismo mol pooco pronunciado ; Ituncl he apnnlado
a insultada anda que ao lenha junis abandonado
por um untante a b 'ira do progresso.
Hoja vemoios r. m, os Unga, os Gibson, o*
Roebuck, e em fi ,s o chefes do partido lilie-
ral avanzado, eo aler com encaruecimenlo lord
Palmerslon, sabein mu bem que a queda desla
conduzira ao poder o partido mais retrogrado do
mundo poltico de Inglaterra.
Vemos lamben-, agilar-se esses discpulos degene-
rados de Roberto Peel, que est,ln hoje em allianrja in-
tima com aquelles raesmosque dirigirn) ao seu che-
fe os maiores improperios e injurias.
Km fim para completar o quadro lancemos os
olhos lobre ese grupo de conservadores que adopta-
rais a baudeira de lord Benlick ; dos qoaes at hoje
anda nao he bem conhecida a politica, e a oniea
roosa que se sabe ha qae nao quersm por prejo al-
gnm a Mr. IJisraeli como chefe do partido conser-
vador.
Estas partidistas sao em pequeo nnmero, pois
nao pissam de vinte e cinco, mas este pequeo ba-
lalhao pode rerralar entre todos os descomentes e
todos os libios que esperara ama occasiSo para f.i/.e-
rem o seu pronunciamenlo.
Vio-w jamis urna lemelhanle confusao politica Y
l'o le-se esperar que saia das eleires geradji ama
opiuigo bem clara hem precisa .'
Como ha alguma obscuridado na opinio que po-
llera formar-re do corpo eleitoraldi Inglaterra, con-
ven) nao dever esquecer o modo como foi apresenta-
da a quesiao de confianis contra o gabinete. Pare-
ce que em logar de se tomar por preteilo a quesian
ehineza, se deveria ler esculhido urna deslas ques-
lea de poltica interior, que tem pelo menos a van-
lagem de nao poderem ser desfiguradas aos olhos do
pai!, lendn verdade que em semelhanles qaesles
jamis os conservadores poderiam enconlrar-se com
m rsriieaes.
Mas por oulro lado o gabinete eslava decidido a
nao apresentar batalha n'um terreno em que havia
perigo.
Foi assim que lord Palmeriton, que no principio
se pronuncioa contra a mocan que tinha por objeclo
recurnmeudar a' rainha us commissarios que foram
sindicar a Crimea, logo se apressou em adherir a'
proposla desde que vio a manira pronunciar-se a
favor della.
Havia urna s quesiao, politica exterior na qual
s advrsenos de lord Palmerslon podiam esperar
reunir contra elle urna forte colligajao da elemen-
tos opposlos. Nao procurarai aqui sustentar que a
polilica do gabinete no negocio de Cantao, foi a
mais sabia a a mais prudente ; mais o que allirmo
he que se lord Oerby estivesse no poder teria feilo
exactamente o mesmo que fez lord Palmerslon : dis-
to ningoem duvida.
Lord Palmerslon linha muilos inimigos no parla-
menlo pelo modo allivo rom que Iratalava os parti-
dos. Tinha-se-lhe figurado, neiles ltimos lempos,
que era o homem indispensavel, e assim nao se da-
va ao Irabalho de fazer concordar a ina poltica com
aquella de orna maiorta qualqaer.
Os liberaos linham visto com grande deiconlen-
lameutn que lodss as medidas de reforma eram sjs-
lematicamente rejeiladas pelo primeiro ministro, e
com ludo era sobre os liberaes que lord Palmerslon
deve nalinenle lomar seu punto de apoio.
Assim, se elle Iriompha uas eleices prximas, se-
ra' sobre a qoesiao especial da pulitica exterior, e
lera' que conlar com um partido muilo exigente
qaa Ihe pedir' mais movnnento na poltica interior.
N'uma palavra, se as eleie/ies se pronunciarem a fa-
vor da conducta das,auloridades brilannicas de Can-
tao, exprimirao ao mesmo lempo urna opimao de-
cidida a favor de certas medidas inscriptas desde
muilo lempo na bandeira do partido liberal, nao
cu-tara' muilo a lord Palmerslon ceder a esta
pressSo.
Mas o nobre visconde n,lo Mi nao se pode chamar
verdaderamente liberal, manlislingue-se igualmen-
le por urna ausencia quasi absoluta dos principius
polilicoa.
Lord Palmerslon deve al hoje a sua popularidade
a' maneira com que lera sustentado al ao preseule
a digoidade da bandeira brilannica oo eslrdiigeiro :
jalgn qae nao lreis esquecido o famoso negocio do
Pacifico, enlao, como hoje o nobre visconde linha
contra si quasi lodos os homens nolaveis da cmara
dos communs ; alein dislo era violenlamemle ataca-
do pelo TiintXf que empregava oessa poca tanta
enargia para o derribar, como emprega hoje em o
sustentar. Mas o que foi que o fez Iriumphar nes-
ta lucia solemne I
Foi o seotimeolo profundo gravado do publico,
de qoe lord Palmerslon sabia mais qae Indo o mun-
do dos negocios exteriores, a que era o homem mais
em estado de tusicular a dignidade e a honra da lu-
glaterja sobre toda a superficie do universo.
He este senlimenlo que aiuda hoje domina, e que
da ao primeiro ministro esperanzas de triumpho.
Mas que acontecera te lord Palmerstoii suecum-
bisse ?
Qaetn seria enl.lo o primeiro ministro '! lord Der-
by ? lord Juhn Itussel "Cobden ?
Nao cilo esle uiii.no seno porque he o chefe da
pequea escola dos radcaes de Manchesler, mas
em geral aasegura-se que elle nao ambiciona o
poder.
Reslam, poii, lord Derby e lord John Russcll.
Esle ultimo perdeu urna grande parle da sua in-
fluencia no parlamenlo, e presentemente s com
inuilaEdiflicoldade puderia reunir om grande nu-
mero de partidistas.
Em quantn a lord Derby, salvo Mr. Gladstoae,
elle nao arenaria o concurso de neoliiini dos inern-
liros da colligarao que nao peiteneesse rigorosainen-
le ao partido conservador, lie pelo menos o que
deciaron, mas in-io lio atia grande sacrificio, por-
que os homens que assim repudiava, i;."io (niliam a
menor idea de le reunir a elle.
Lord llerUy onlroaue oa seos pvaasirioa rcrur^-
nflo leria a furluua de se conservar no ministerio
um mez.
Seria pois neress&rin qae apparecesse um homem
novo que fosse o promotor da politica de lord Pal-
menloiiifo exterior e da de lord Rossell no interior.
Ora he esle pheoixque eu procuro em vilo; por lan-
o no vejo uo momento actual para preeucher o
cargo de primeiro mimslro, seuao lord Palrneriloa
um pouco converlido a's ideas liberaes e progreasi-
v is da maioria dos eleitores.
O conselho privado da rainha, qae conj o tribunal
dos pares, forma o mais alio tribunal do reino, aca-
ba de julgar urna qaesiao assaz iuieressanle, no sen-
tido das lucias interiores a que se entrega o proles-
lanlismo na Inglaterra.
Eii-aqui mi poucas palavras os promenores desle
negocio.
Existe em Londres urna igreja com a invocaban
de S. Piola e S. Bernardo, cujo serveuluario se in-
clina s ideas puseyislas, islo he, se aproxima da
rdligllo calholica, pelo meaos por cerlo modo de
ornar os templos consagrados a Dos.
Assim emquanlo qae o anglicano puritano regei-
la todo o ornamento nos acressorios do culto, os
puseyisla, assim chamados, por causa do duulor
Pusey que operoo o srysina, pensam em que urna
iareja ornada he um lugar onde le pode perfeita-
mente bem rogar e honrar a Dos.
O secretario de S. Paulo a S. Bernardo, o doulor
Liddell cnmmelleu, aos olhos dos puritanos, o crime
enorme de ler urna cruz na sua igreja, de ornar
o aliar com varias coberturas de seda, e de ler
umi misa supplemenlar para a mesa de commti-
nhao.
Nao entrarei nos pormenores dos debata que
prnmoveu esle negocio, pois. para fazardes urna
idea bisla que vos diga em que consisliam as aecu-
sares do segundo crima imputado ao doulor Lid-
dell.
Os regulamenlos da religio. anglicana eslabele-
cem qoe o altar seri coberlo d'um eslufo de seda ou
oulro estofo.
Ora, a qoesiao he d'um estofo donde se infere que
nao he permitiido usar de dous ou varios estofos. Ja
vedes que o rriaie era abominavel !
Foi assim quero Iheaoureiro da igreja, Mr. Wen-
lerlon chamou o doulor Liddell peranle os Irihu-
naes, para fazer cessar o escndalo. Duas vezes o
donlor Liddell aehou juizes para o condemnar, maa
nao se deixnu abalar por esle revez, e appellando
em ultima instancia pora o comelho privado da rai-
nha, esle afinal o absnlveu
O teu adversario lera qae pagar as cusas consi-
deraveisdo proeesso.
Esle negocio pareceu-me Mea curioso para in-
lerromper pqr um momento o asaumplo das eleires,
mal vollando a elle, devo dizer-vos que hoje "leve
lugar n'um grande numero de collegios eleiloraes,
o que se chama nnmeae.i.i, julgo dever explicar-vos
o que islo he.
No dia delerminadn, os diversos candidatos s a-
preseniam ou anles sao apresenlados no alto d'um
estrado a que se chamahustings.Procede-se en-
lao i ellirao, oo prova daa maos. onde lodos ao ad-
millidos a volar sem ler que justificar a sua quili-
dade de eleilor.
O candidalo contri o qual se pronuncioo a prova
das maos, lem o direilo de padir oPall, que ha o
vol individual doi eleilores Ugaes.
Mas resulla detlas explicables, que qaaodo a elei-
rao nao he disputada, a Hornear lu bast para elcieao
de candidato.
He islo o que ainda boje leve lugar em West-
minster, onde sir John Shalley e o general sir Lacy
Evans foram nomeados e por eonseqoencia ciertos
sem opposiro, porque neolium oulro candidato se
apraientou a pedir o Pall.
Oeeanbailador da Parsia Ferrouk-Khan chegou a
Londres.
A soa visita faz soppor que nao ha duvida na rati-
ficarlo do tratado.
As ultimas noticias da Clima fazern presumir que
as furris inglezai no Caniao nao eiiao o'uma poii-
eao bnlhanle.
O goveruador das Indias linha recusado enviar
socrorros, o que, por parenlhese, me parece pouco
patritico e pouco humano da parle das autoridades
brilannicas para com os subditos ioglezei.
Os plenipotenciarios liveram i- sua quarla con-
ferencia em 1'iris acerca da questao do Neufcha-
lei.
O enviido da Suissa, Mr. Kern assiitio a ella, qoe
fez pausar que lodas as difliculdadei esiao aplana-
das, e sobre o poulo de o ser.
Ha rempimenlo de relares diplomticas enlre a
Austria e o Piemonte.
O ministro auslriaco em Turim, Mr. de Paar foi
chamado e o rei de Piemonte fez oolro tanto com o
seu representante em Vienna.
leudo circulado o boato de que ia a eeasir a des-
iulelligencia enlre o rei de aples e as potencias
occidenlaes, foi inlerpellado a esle respeilo, na ulti-
ma sessao, lord Palmerslon, respoudeu que nao linha
fundamento algum semelhanle boato.
MATANC& DOS INNOCENTES.
Portugal.Nao sabemos dar oolro titulo a omi
estadstica dolorosa, e estadstica das espuliares
feitaa nos conventos pela cala ecclesiaslica. I.imi-
tar-ne.-liemos ooicamenle a mencionar algarismoi,
e ao leilor deixamos fazer as cunsequenles obser-
varles.
As ordensraligiosas, que foram victimas da lei de
maio de 1833, parte exiiliam em terrino firme, e
parle na ilha da Sardenhs, comprehendendo as or-
dens mendicantes.
Era terreno lirrae, i caixa ecclesiaslica introdu-
zio-se a viva forr;a. por meio dos seusberlindots
.agentes do fisco) em 112 convenios de religiosos e
religiosas proprielarios ; lili casas de religiosos fo-
ram arrasadas, e 4li mosteiros de religiosas foram
lomados de assalto, valendo-sa os espoliadores de
lenazes i oulros instrumentos para arrombarem as
portas.
1857 individuos porleneenles a estes convenios
proprielarios altad boje sem um real; 77 religiosos
se viram reduzidos a pedir um bocado de po as
porlas do governo ; 1065 religiosas perderam o
seus doles e pedeui esraola para nao morrerem de
fome.
Esle religiosos a religiosas moravara n'um paz
onde a lei declara que lodas ai prnpriedadei alo m-
violaveisiem excepeao algnma, vivendo por eonse-
qoencia, ao abrigo de loda a necessidade ; e, eomlu-
d, nao leem agora apenas urna pedra aonde possnn
reclinar a cabera.
Na illia da Sardenha encontramos os despojos de
quarenla comraunidades prnprielariaa, e 48S indi-
viduos arrojados para o meio da ra em noiue da li-*
berdade.
Vemos portento 2,345 cidados, despojados dos
seus bens por aquelles mesntos que tolo, os .lias de-
clamara contra os sequeslros austracos.
Francisco Jos, d'Austra, levanlou esses sequ
Iros, e os emigrados vallara i gozar a posse (le)i sed
bens ; mas estes 2,343 religiosos e religiosas ticaram
daaadtdeaaTatJfc eco..i>aj. aaunnre.-------- _
As ordeos mendicantes que foram sopprimidas
comprehendiam 3,135 individuos, sendo.2 9I>0 ho-
mens. dos quaes 1.709 eram sacerdotes, 983 Icois
e 2(i8 iiovieos criadoi.
A caixa ecclasiastica, apoderando-se dos couv li-
tse cercas ; saqueando as loas celias e inventar.an-
do a mi humilde raobilii, comeguio reunir urna
renda da 13 conloa de reis.
Depois veib amalricados ronegoa. As colle-
giadis aupprimidas foram 65, e produziram a ex-
pulsao de 670 conegoa. Os simples beneficiados des-
pojados dos seas beneficios formara um total de 1700;
de modo que couegos e beneficiados prefazam um
lodo de 2,370 erelesiaslicos.
Recapitulando, temos pois :
Religioso! em terreno firme...... 772
Religiosa! a a ...... 1083
Religiosos e religiosas na ilha de Sarde-
nha.............
Religiosos mendicantes...... .
Religiosa! mendicante........
Conegos......,,,..
Beneficiados..........
ultimai instrocres, julgou dever inlerromper as i
-ii i-nlae..es rom o governo piemontez n Urna lal i
explicarao nao pode conciliar-se com os esclarec- j
ment que ja temos dado as nossai anteriores car- '
las de Vienni, as quaes aillo agora plenamente con-
firmadas pelos jornaes semi-ofliciaes que se publicam
naquella ndade.
Mantemos a ixaclido das noisss informarais!. Oa-
Irai pubcares aaslrlaeas aflirmam que o conde
Paar se despedir de Mr. de Cavour, em consequen-
ell da conversa do dia 22 de marro, debaixo das for-1
mas ordinarias, e com as mais amigaveii expressOes,
sem que cooin alguma indicaise que era chamado
pelo sea governo. Esla versao n.lo he mais venia-
daira do que a que deu a correspondencia de Vienna
que acabamos de citar ; ella' formalmenle desmen-
lida pelas noticias qae recebemoi direclamenle de
Tuiim, e que provein das melhores origens.
leudo o conde Paar pedido urna entrevista a Mr.
Cavour. Mr. Cavour apressou-se a recebe-lo no do- I
mingo 22 de marca. O conde Paar comerla por I
dar lailura a Mr. Gavaur do segundo despacho do
seu governo. Depois desla cnmmunear.ao, o conde !
Paar pedio formalmente os seus passaportes nos ler-
mos maiil conveoieules, mas ao mesmo lempo os
mus significativos, destarando francamente qoe se
Iratava do rompimento das relares diplomticas en-1
Ir os doos estados.
A declaradlo do conde Paar poz o conde Cavour
Bl necessidade de receber as ordens do re para cha- |
mar o marquez Cantono. O eocarregado de nego-
cios da Sardenha em Vienna foi chamado com loda
a lesa cao por urna ordem expedida de Turim a 23,
logo que Mr. de Cavour se julgou auloriado a au-
nunciar que o embaixador de Franca em Vienna le
encarregava dos inleresses dos subditos sardos.
Jalgamoi ulil estabelecer com exaclidao quasi mi-
nuciosa as circumslanciai do rompimento que hoje
existe entro a Austria e a Sardenha, porque quaes
quer que possam ser as eonseqoencias, he juslo dei-
xar a cada um dos doai gabinetes de Vienna e de
Turim a' parlo da respousabilidade que I lie pir-
tence.
A esles esclarecimentos que temos loda a razao
julgar exactos, podemos acrescenlar os que inconlra-
mns hoje em um jornal allemao, habilualmeule bem
informado, a Gazela de Ilttnocer, ainda iyim ponto
particular esles esclarecimeulos dilTerem Vos que se
acabam de ler. Segundo eite jornal, a primeira
causa que deu lugar a chamar-se o conde Paar, seria
resposla do conde de Cavoor a' primeira ola do
rondo de Buol. Desde enlao o gabinete de Vienna
havia tomado a resolurao de chamar o seo represen-
lanle em Torim ; mas as representa;ea reunidas da
Franca e da Pruasia devem ler impedido de dar esse
passo immediato. Fsram desde logo trocados des
pachos a esle respeilo enlre os gabinetes de Vienna,
Paris e Berlirn, e apoiados por meio de represenla-
res verbaes doi embanadores de Franca e da Prus
sia em Vienna.
Em consequencia desla intervengo, o governo
austraco declarou qoe enviara urna segunda nota
ao conde de Cavour para insistir de novo uas soas
primeirai redamaees, mas a afiliada da impreusa
sarda e os debales sobre as forlilicar-s de Alexao-
dria deveria forjar o gabinete de Vienna a renun-
ciar ao p'ojeclo que havia annonciado de fazer urna
segunda tentativa em Turim. Contra esta nova ten-
tativa, as representaroes da l'rnsiia Inrnaram-se in-
fructferas. Em resumo o jornal allemao affirma
que nao houve segn la ola austraca enviada para
Turim,e que o faci de so chimar o conde de Paar
foi a replica directa a' nota do conde de Cavour. To-
dava as inforniaresque temos rccebido e publicado
lobre o conleudo desla segunda nota, permillemnos
conservar alguma duvida sobre a -o.i existenci.
Por oulro lado urna corresiumd'eocia de Turim di-
fjfil.i a' Inlependtncia Be\ga, com dala de 93 de
marro, nos faz saber qae govelrno ardo, annun-
claniio o grava iiaeiataula que .'.cala..de ler logar, a
lodoi os seus agentes diplomticos, acreditados jun-
io das corles eslraugeiras faz untar que a iniciativa
desle rompimento perleuce exclusivamente ao gover-
no auslriaco, e que a respnnsabilidade de lodas as
consequencias que pndera resultar desle rompimen-
lo, devem nicamente pesar sobre o gabinete de
Vienna.
(yorrial do Commercio de Lisboa.}
488
9960
173
l>70
1700
Total.
7830
FQfrHSTiZ.
AM\R(iU\ DEALREBO.^E.
POR A. DE fONTMARTIK.
I
Na planicie de Hyeres margem de om mar azul
e bello como o golpho de Una acham-ie ruinas
lo" os hbil.Hites do lugar rhnmam indilTerenlemen-
te l/\ Mnnnre ou Almanar, e que os archeologos
faz 'ni remonlar al os Romanos. Baa ruinas mili-
to n.'al conservadas redu/em se a alguna lancoi de
mtirii'. algumas afVJMlaf mutiladas, i um recinto ru-
jas linhas principaes anda podem reconherer-sc
airase das moulas, das plantas Irepadeiras, e das
variarOes de terreno.
Como M' a aatarata hnuvesio querido ao mesmo
lempo hum.ilhar e indemnisar os homens pelo con-
traste ile soa immorlal juventud! com a fragillade
de suls obrai, lanc,nu sobre essas ruinas um rnanlo
que toilaa as primaveras renovam, e coja m.igmfi-
eencia nada igu.aha. D'eulre as pedraa espantadas
se elevam espiiilieiro<,figueiras,bravas,e oulros arbns
ins.aninando enm oa foihagcm esses triilei resina As
arcad,is demolidas uspendem-se e eiilarao-se pariela-
rias.e v-lemaliles.oma vegelara.i etuberante.adornan-
doeom soa flores issas reliquias de urna arrhilectora
esqoerd,. A rosa dos bosques, a madresilva, o jas-
innn. oliras flores lilveslres colirem as fendasdes-
*as aboba das que se abalem, dessas paredes que ,i-
balam.
Enlre as minas e o mar elevase um grupo de pi-
iilieirns gign deseos que se avllam de todos o pon-
tos da paisage m, e que nao rteixam penetrar nenhum
raio de lot, ni. ao crescer nenhuma relva a seus pi.
'.inundo sopra a brisa da larde, esses pinheiros secu-
lares respondei, i com harmonios! murmurios aoi
mormuriosda praia, e misturara seu cheiro penetran-
te rom o cheiro forte das ondas.
A* direita desse grupo, na encosla de urna collina
robera de arvores, cujas ultimas ondeares vem mor-
rer sobre a praia, edificaram-se algunias casas alvas
e graciosas que sobresahem vivamente enlre a verde
folhagem das arvorei. Sao geralmenle de don an-
dare, precedidas por um poial salliente, guarneci-
das de um terrado de balaustrada, e ornadas as duas
extremidades de dos columnas esvelias que susten-
tara urna galera exterior mui semelhanle a das quei-
jariai soissas, eom lelhado maneira de alpendre.
De ordinario os proprielarios dessas eaai someole
orcupam o segundo andar, e ilugam o primeiro a
pessoas eslranhas, que por molivos de saude, oo pelo
gnslo da solidan preferem residir a essa distancia da
ridade, oo que, seduzidas por essa posirao admira-
vel esperan) arhar ah o calor do meio-dia modea-
| do pelo ar fresco do mar e das collinas. He mui ra-
| ra que nao se es(ahelec,a no lim de alguus dia urna
amavel familiaridade ciare os proprielarios e os in-
quilinos, lao dillcil seria a qualquer perminecer
sombro e conservar o caaf britnico ou a frie/a pa-
risiense nesse lugar delicioso, em que sa veem lau-
tas flores, lao bella folhagem, e con Ido amano !
A mais bella dessas rasas eertencia ha quinze ali-
os ao doulor AemnaYi, medicodeorigem milli.ineza
I naturalisalo desde muilo lempo em Franja, onde se
: linha casado, t'endo ficado viuvo com urna lilba
nica o doulor Assaudri reparta sua vida com a
taha e eom os doenles. Gozava na redondeza di
| vinte leguas de urna replalo grande e hem me-
reada. ( que elle r o, i sohrelodo de mai! nola-
i vel era o olhar, e troci de longa experiencia que o
I aiudaya maravilhosamenle no estodo dis moleslas
| de peno, para as qu-es os mdicos do Noria nao
, lem inventado mallinr remedio do que urna viagem
I aos paizes quenle-. lodo, ,. .|0 e|,e
va chegar, romo bandos de psr, f.iorenlos afo-
geniado, pela apprnximarao do invern, moras pal-
I M"L' .<1'lJ,'li,s- '"r'l'<" fugitiva, de Alu'.ark ou
i de Wesl-fcnd que se sublrahem aos miasmas glido
Idaseuioevocirose aos ardores febris de seus sa-
\ ede hem, seahores liberaes Sao 7.831 piemon-
tezes, homens e mulheres, os que foram despojados
dos seus bens, privados da liberdade, insultados pe-
la imprensa e perseguidos pelo d>vernoa pela caixa
ercleiiaslica ; e i!so, quando a lei o protega En-
lendei-o bem, seuhores como enlre estas 7,830
pessoas nao ha umPoerio ou Selembrim, podem
bem peneguir.se impunemente !
A Opinione disse que os clrigos nao linham
patria : he verdade ; uo Piemonte lra(am-se peior
que se fosaem estrangeiros, pois qua a nenhuma clas-
se de cidados seria permitiido tratar lo odiosamen-
te como se traa o clero. Nao dissemoi islo, porque
esla classe perseguida cuite em vingar-se : ella nao
quer vinganr.as !
Os sacerdotes, os religiosos e religiosas rhoram,
oltreni e orara : or.un, rucando pelos seus perse-
guidores; -iilrem. nao pelos bem perdidos, mas pe-
las i.fien-as a Dos e pelas fendas abenas a religio;
e chorara pela sorle d'um paiz que da modo algum
pode prosperar por lal caminho.
E quererlo ainda lerusa-los de rrimes, se, eslen-
dendo o olhos para alm do Tessiuo, a vendo all a
igreja cubera de honras e beneficios, sentem o eo-
rasao pulsar-lhei de regoiijo >
(L'.lrmonii.e Torim.)
(A -Vofo.)
Acerca do rompimenlo diplomalico enlre as corte,
da Austria e Sardenha, le-ie o segoinle no Journal
des Debis :
0 rompimento relalvo ao rompimenlo das rela-
riis di i liona i ira- enlre a Austria e a Sardenha con-
tinua a ocropar os jornaes alleme.. Aquelles jor-
naes lem feilo a continuara a fazer sobre esle ac-
denle as mais extraordinaria! narraeSc*. Se se der
crdito a ama correspondencia de Vienna, chegada
honlera a Pars, a proveio de urna correspondencia
verbal com o conde de Cavour, e na qual aquelle
ministro uioo de expresses Uta enrgicas conlia a
Auslra. que o conde Paar, de aecordo com as suas
PERSAasaiGO.
Iei; estadistas fatigados de urna cnmpanha parla-
mentar, uu doenles de urna desgrana ininisleri.il ;
mancebo esgotados por e nossos velhos de imita annos ; e os mais infelizei,
os mais desesperado! de lodos, aqnelles que Irazem
um germen heredilario de morlc, vagam de praia
em praia procurando as regles em que llorescem
o liinoeiros, urna saude que jamis recobrarlo, e
-eniindo retirar-se dclles a vida no meimo momen-
to em que respiran) essas atmnapheras vivificadoras ;
quasi como os lilhos de criminoso que seulem pesar
sobre sua fronte o anathema irreporavel no meio
de lodos os seus osforco para tornar is fontes da
honra e do bem.
Para lodos o doulor Assandr linha palavras con-
soladoras, ronselhos benficos, cuidados infatiga-
veis ; i vezes mesmo sua hahilidade alcaneava hri-
Mimies Iriumphn, p baldava as previses sinilras
de seus colleg.is de Londres ou de Part. E entre-
laulo apezar de seus Irahalhos e de sem suecesso
felizessua fortuna era malo mediocre, e a casa de
Almanar com o jarritas, algomas geiras de vinha, e
algn ps de oliveira formavam a parle mais im-
porlanle de leus h-n. A razao he que elle diva aos
pobres com urna ino aquillo que recebia com a nu-
tra dos estrangeiros e do ricos. Dorante a eUarSo
murta, a qual prolonga-se em llvere de maio a ou-
Inbro elle percorna o campo curando as fehres ,n-
ss comraoiis no lugar por causa da visiuhanca dos
lagos. Todas as las economas do invaruo lm-se
enlau em roopa, caldos, vnlio de Bordeo, em pro-
visei de loda a esperie aalnamenle preparadas pe-
la filha, e levadas de cbonpana em ehoupaua por
esse medico singular quo lomava asim o habito de
pagar las visitas aos doenles. Comtudo elle nao fi-
cav Iriile. a se arhava todas as uoiles ma bolsa um
lano leve cnniolava-se dizemlo comsigo mesmo que
a alegra do rorarilo e a paz da consentira equiva-
len! pilo nreuos ao prazer de enlliesoarar. Sanenle
om objeclo de preoecup irao Irazia de quandn em
quando alguma nuvern ao semblante inlelllgente e
brando do doulor Assandr; era sui filha, sua filha
Suzanua, a quciu elle adorava, e que chegavu ao
ASSEMBLEA LEGISLATIVA PROVINCIAL DE
PERNAMBLCO.
Seis.vo ordinaria em 23 de abril de 1837.
residencia do Sr. Josc Pedro da St'rri.
Ao meio dia, achando-se prsenle numero legal
dos Srs. depulados, abre-se a sessao.
I.ida, he pprovada a acia da anterior
O Sr. Primeiro Secretario da conla do segoinle
EXPEDIENTE.
Anlono Flix Pereira, arrematante do pedagn da
harreira de Sanio Amaro de Jahoalao, pede o abale
da qi.arl.i parte rio precn porque fui arrematado o
sohredilo pedagio em rel.irao ao primeiro anuo.
A commis.Ao de fazenda e orrameulo.
Jos Narciso Camello, leslamenleiro administra-
dor e invenlarianle dos bem da heranea do falleci-
do Noberlo Joaquim Jos l.uedes pede a necessaria
resolucao para pagar sello da dla lirranta em prei-
Uedaa de .00; annuaes.A Mronissao de fazenda e
orcemenlo
O Sr. Sou;n Itcit :Sr. presiden!, tou ler a
honra de offerecer a consideraran dos meus nobres
collegas, um projecto ulil, necssario, c humanita-
rio. Ninguem ignora o Iriste abandono em que
vivem os habitantes do centro da provincia, quan-
do se considera sobren falla de mediros ; nesses lu-
gares nao existe um s medico ; all se dAo gracns a
Dos quando apparece um curandero. que muilas
vezes mala, quando a molestia he curavel. Feliz-
mente eslou fallando enlre nao poocos Srs. depu-
ladfl!, que lendn noticia do que a respeilo se pai-
sa no Interior da provincia, sabem quito lerrivel he
all a falla de mdicos : felizmente tambem sei que
os meus eollegas Hito riiapoaloa a beneficiar a pro-
vincia, sempre que os cofres provinciaes o permit-
lirem. I ambem ningoem ignora que nos campos
dos serles exisiem muilas plaas, que sendo eilo-
dadas podem vir a ser muilo uleis na sciencia de
curar. Passo a ler o meu projerlo :
A issembla legislativa provincial de Pernam-
boco resolve :
Art I. llavera' em cada ama das cmaras do
Bonito, Braja, Uaranhnni, Flores Tacaralu', e Boa
Villa, um medico residente nomeailo pelo governo
di provincia.
0 Art. 2. A isles mdicos incumbe :
9 Prestar os soccorros de sua arte a lodos os
habitantes da respectiva comarca, sendo aos pebres,
e aos presos gratuitamente.
S 2 Investigar as causas das molestias qnt ac-
tualmente sao, e forem sendo endmicas.
a S 3 Propor os meios convenientes para exlin-
gui-las.
" 5 i. Esludar ai plaa uleis na medicina.
dezoilo amo. Custava a reprimir um suspiro,
quando relleclia que apenas poderia dar um peque-
o dol a Suzanua ; e de lina vonlade leria exrla-
mado com o nosso sublime Josepli de Maislre : aAh!
se algum homem romntico se quizesse couleutar
com a felicidade !... o
lie verdade que nenhuma mora leria justificado
melhoi do que Suzanua essa exclamarlo do amor
paterno. Dizer que era bella, nao seria dar urna
deia -i.ilirienie dess.i belleza, na qual se fundan) o
dous lypos mais perfeilos da nalureza meridional.
Ella herdara da m.i, Artesiana de poro Magna,
esses cabello lauros com rellexus de ouro, essas li-
nhas admirareis, aasa eautara ao mesmo lempo rica
e delicada, objecln da eterna admirarlo dos artistas
e (los poetas. Ao mesmo lempo a origem italiana do
pai Irahia-se em seos olhos trigueros guarnecidos de
longas e negras pestaas na ln.inda (iallidez.de sea
rosto, na exprs-.,,, de sua physonomia, a qual leria
talvez parecido demasiadamente viva e seductora se
nao fosse moderada por urna languidez deliciosa, por
um veo de casldade e de brandara. Sem embargo
desea formosora incnmparavel Sozanna era lio mo-
desla e lAo boa que desarmara a inveja. Era carita-
tiva bem como o pai, porem acreseentava a is.o a
grar;a femiuina qne he o perlomc da candado ; por
essa razao os pobres a sau lavam como sua berafei-
lora. os ricos como a honra e o adorno do lugar ; o
doenles fitavam sobre ella um olhar alegre ereani-
mado. Smenle conlava amigas enlre suas compa-
nheiras. Se em um acreiso de galantera alguem di-
za a urna das moras de sua idade que era i mais
forroosa do lugar, ella responda logo aOh depoi
de Suzanna Assandri I E dizia isso sem despeilo,
iem amargura- qualqaer a leria anles honrado como
um aojo do que invejado como rival.
1 ma manhaa nn lim de oalobro de 1838 o Dr. As-
saudri advertio a filha e a Joaninha sua criada que
preparassem, e pozessem em hom estado o bello
aposenlo, pois eiperava essa mesma Urde alguma
pessoas qae vinham oeeupa-lo. Apezar de Indas ai
suas perfeiris Suzanna era filha de Eva, iulerrugoo
o pai a reapeitu de seus utos hospede!.
a Art. 3. Cada um desles mdicos percebera' o ,
ordenado de 1:300.5.
o Art. 1. No regulamcnlo, que o governo ronfec- I
eionar para a boa execurao da prsenle lei, ae en-
carregara' aos mdicos de em pocas determinadas
aprnsenlar-lhe um relalono circunsianciailn sobre!
o oslado sanitario da comarca, e sobro o rumpri- i
ment das obrigarajes, que Ibes sao impostas nos $i
2, 3. e 4.
a Ficam revogada. as dispnsircsem ronlrario.
Pagoda assembla legislativa provincial de i
Pernambaco, 2i de abril de 1837.Souza Reis.
Talvez Jiaja alguma repugnancia em se volar por
ejle projeclo ; porque elle Iraz a despeza de !I:OO0t> ;
mas, Sr. presidente, esla despeza he productiva,
fagamu-la. Nao pensem porra, os meu unbre
collegas, que a despeza da provincia se vai augien-
l.ir com esla quanlia. Examinando o halango da
receila i despeza do exercicio passado veremos que
com a verha-sustenlo e curativo dos presos pobres
as referidas comarcas se despendeu a quanlia de
7:4939540, assim no Bonito 819960. no Biejo
9:5809640, em Caruiru' 1:1389400, em Garanhuns
1:9559620, em Flores :lO0i)6iO. no Ouricury 393V80-,
na passagein do Joazeiro 4359680, em Cimbres
119640, no Buique 221S280, em Cabrob,.......
!I8;720, c na Boa Vista 9509360 : ora inppondo,
como g razoavelmenie podem,. suppor, que um
Ierro desla despeza se fez com o curativo dos
presos pobres, temo que a despeza nAo oteara1 em
9.-0009, sim em 6:5003. Por ludo sto, Sr. presi-
dente, emendo que devem ser aceitas a miDhas
ideas consignadas no projecto ; declaro porm, que
aceito loda e qualquer emenda, que lenha por fim
amplia-lo ; finalmente, Sr. presdeme, reqoeiro
que esle projeclo va' a commiiso compleme para
mtarpnr o sen parecer.
O Sr. Francisco Jiiio, pede urgencia para que
aeja de preferencia submellido i diiemsAo o pare-
cer de romuii-.ui de eslalislica sobre o ronllicln de
juiMiran entre os juizes municipaes da Escadi c do
Cabo.
O'Sr. Presidente declara que ja havia sido esle
projeclo dado para a primeira parle da ordem do
dia de hoje.
Snhmatle-se a dicusAo o parecer, que se achava
adiado por ler pedido a palavra o Sr. Barros de La-
cerda.
O Sr. Presidente :Tem a palavra o Sr. Barros
de Lcenla.
0 Sr. B. de L&cerdnSr. presdeme,nAo he porque
en lenha por lim prulelar a decuao desle negorio
que ped a palavra. Tendn em oulra occasiao sido
adiado esle parecer, ped qoe viessem cerlos escla-
recimenloi relativos a elle, vieram finalmente esses
esclarecimentos qoe n.lo la'i-f.izeni, e eu querendo
combinar urna cousa com oulra aein que houvessem
delongas emquanto nao chegaram a informages,
ped a varias pessoas do Cabo que me dessem alguns
eiclarecimentos, mas al boje nao os lenho podido
receber, e nao salisfazendo as iuformagoes do go-
verno, eslava umdisposlu a apresentar oulro reqoe-
rimenlo ; nao o fago porm ; porque laivez alguem
snpponha que iso importa de minha parte em de-
ejo de protelacio. Eu disejava pedir ao Sr. his-
po, que nos desse alguma! informares sobre a crea-
gAo da freguezia do Cabo e seus limites porque com
quanlo islo seja em puni de legislagAo, vejo que
ninguem melhor no poda informar, oa forneeer ei-
clarecimentos de que u Sr. bispo ; porm ja agora
nao reqoeiro.
Eo nao leuho ma' vonlade ao parecer, nao lenho
muilo inleresse em que essa questao se decida pni
ou contra o Cabo, peo ou contra a Eseada, e com
quanlo eu lenha minha predilecrao polo Cabo, e
mesmo talvez alguma vuulade de qae o n, or,.. se
dccdisie em favor dessa comarca, nao quero subor-
dinar a raila e a jusliga a essa minha vonlade.
Vejo que a Ilustre commiis.lo, permitame que
Ih'o diga, foi um pouco pricipilada em emiliir o sen
parecer, porque nos documentos que Ihe foram Tor-
nenlos, a comrnissA j uer.hum fundamento arha
para batear eise parecer ; os csclarecnnentos ped-
dos a secretaria do governo, vieram e nada dizeni a
respeilo da crearo da comarca...
' ni Sr. Diputado : E os que vieram elm
destes?
O Sr. /,'. de fjtcerda :Aqu nAo hi esrlareci-
menlos neuhiins viudo da secretara do goveruo,
alem das copias dos artos de conselho geral da pro-
vincia, creando as comarcas, mas nada nos dizem
sobre o! limites do Cabo. A Meado para mim
funda-se nisio. A freguezia da Eseada fui creada
por um airara' de 1813, esse alvara' diz que o enge-
nho dos Bois, que he boje o engenho Noruega, fica-
ria perteneendu a freguezia da Eseada ; porm na-
quelle lempo e al 180 o engenhu Noruega eslava
edificado do lado direilo do rio Pirapama, e em 1810
modnu-se o engeoho, ficando do lado do norte, en-
lao digo eo, que loda queslAo he a siguile : Sa-
ber se o lugar em que aeha-se boje o engenho, fa-
zia naqneile lempo parte to engenho ros Bol.
He muilo possivel que leudo de se fazer urna di-
visan em lugar em que havia um ro graude, se
adoplase por divisa eise rio...
(lia um aparte.)
Digo que nAo se sabendn se o lerreno em que esl
hoje o engenho dos lios era naquclle lempo desse
engenho, o devendn ser o rio o limite natural da
divisan das duas freguezias, laivez que a deciao
dada pela illuilre coinmissan nao fosse a maisjosla,
pelo menos a commi-.,o nAo linha dados para ba-
sear asse seh parecer.
Ha tres das que o Sr. Francisco Joio disse-ine
que linha urna escriplura sobre ia|o : esa esenptura
nAo me dissipou lodas n duvida, porque apezar de
ser um pouco minuciosa, eu na.) conbeeo perita-
mente aquelles lugares, ignoro a collocagn dos mar.
eos de que nella se falla, ele.; mai emfin admiti
que a eicriplura estahelera qne n engenho do! Bois
seja da freguezia da E-cada : esses esclarecimentos
que appareceram depois, esrlarecimenlos que para
mim sanos uniros por onde a queslAo pode ser re-
solvida, a commissAonAo sabia dellei, nao os linha...
1 m Sr. Drpn/ado :Nao precisava delles.
" Sr. II. de /.arerda : Precisava : para se dizer
qoe o engenho dos Bois nao perlenee an Cabo e im
i Eseada, era preciso alguma base, e essa base a
coinmissAo nao tinha, porque sao justamente esse
esclaiecimentos fornecidos pelo Sr. Francisco Joan;
logo, se a coinmissAo formulou seu parecer sem elles,
procedeu com alguma preeipilegao.
Tenho anda oulra razes que apresentar cunlra
o parecer, por lado difireme.
Sr. presidente, o nobre depulado que acahou de
fallar diz que se deu ronfliclii de jurisdirgAo, ao
passo qoe a nobre eommisiao no sen parecer t'imliem
o diz.
O Sr. Francisco Jo'm : Eu nAo posso dar oulro
nome ,is eousis senAo aquelle que ellas leem : cha-
mo a ra Nova ra Nova, porque he por esse
nome que ella he conhecida.
O Sr. II. de l.ncerda: rtoe existe um conflicto,
recoulierenyo todas as autoridades, reconhece-o a
commssAo.
" Sr. Francisco JoSa :Admiti o lermo.
O Sr. II. de /.'cerda : O conflicto he o seguin-
lc: os jmzes monicipao do Cabo e da Eseada, am-
Na verdade, responden elle, nAo sei mais doqne
abes ; eis-aqui a rarla que escreveu-me o duque de
uivry, meu doente do invern passado :
o Genova 23 de oulubro....
a Charo doulor,
a Conservei lao boa lembranca de seus cuidados, e
lenho lauta confiaaca em seus 'tlenlos que fallo a
sen respeilo a lodos os meus prenles c amigo. A'
forra de ouvir-me exaliar sen iiierecimento, e gabar
o clima de seu bello paiz minha prima, a marqueza
de Aoreboane rMloa-ac persuadir. Ella parle ama-
nhaa para pedir-lhe hospedagero com Itaoot. seu fi-
Iba nico. Kecommendo-llie um e oulro. Ha pou-
cas siluares mais iiileresaules e mais liisle do que
a desle. dous enle, a quem o ciio parece lodava ler
prodigalnadn Indo : narimenlo, riqueza, dislincrao
de espirito, vantagens exteriures 1 .sera' para vo'ssa
enhoria unn bella ucrasi.io de exereer o talento de
observaran, a certeza de olhar de que lem dado
lanas pruva. Kesliluindo a tranquillidade a e-la
liebre in.1i merecer' mais urna vez ser abengoado
por aquello que padecen).
Aceile, eharo doulor, etc.... elc....n
Por esta ultima phr.ise, lornou o donlor Aaujn-
dri. parece que he Ranul. o lilho da marqueza, qu^
c-la' doenle a que neressila de mira ; mis em que
eondigOei ? Eli o que o duque de Oivrj nAo me diz,
e o que nAo tardaremos a saber...
Coilado murmurou Suzanna ja commovida sem
saber porque.
O dia pasiou-se em preparativos. A noilc apro-
ximava-se e o pai e a filha eomeeavam a crer que
deviam esperar para o da segoinle, quando o doulor
a visiou na Oliscada urna chalupa que vinha do lado
de Toulon e coudu/ida por doze homens da marinha
real. Pouco depois com o auxilio de um orulo de
alcance poude destingolr na pop., .i, chalupa lobre-
lahiado o vesluario verde dos reinadores urna mu-
Iher e um mancebo asenladni. I.embrou-sp enl.lo
de que o duque de Givrj era contra almirante,rom-
prebeodea que dera provavelmenle ordens para que
sua prima chegando a Toulon podesse fazer por mar
eise pequeo trajelo, e coocluiu qoe os dous passa-
bos querem lazer um inventario a que ie tem de da me oppi'.r, mas anda assim mesmo ah ae d-i ama
proceder por morle do capilAo-mnr Manuel lh.mi oulra circurnilancia, os nobres depulados dizetn. qua
de Jess ; ambo se julgam com direilo, ambos elles aquelle engenho tempre fui de Pernambaco, aem-
dizem que o terrilono Ibes perlenee : o do Cabo diz pre perlenreu a provincia, e nlo ob.ianle fairaa
que perlenee ao Cabo, o da Eseada diz que perlenee urna lei, que |.i inrrereu ai honras da di-eunAo par
a Eseada ; o conlliclo esla nulo, mas o juizes mu- du.n vezis. e qoeaindi hi da pastar por lereeira
nicipaes, em lugar de, quanlo a mim, procuraren) volarAo ; de sorle que ero queslAo da menor impur-
os meios legac. que lAo sem duvida recorrer a re- taima proceden) com mais malureza rio que ne-ta.
lacio do districto, que he quem deride esla ques- que ha de manir, e rnrli-se tala a riilli -ulilide. di-
Ics de conlliclo, que he o tribunal rmpeteme para zendo que nAo val nada, que a a.-embica uida lem a
decidir esla quesian, avista da lei : em lugar de re-, decidir. Eu acho islo multo irrrgolar.
rnrrerem e relaeAo, levaram o negorio an confien- Declaro, por oulro lado, se existe na realidade
monto da presidencia, e esla calen leu dever remet- ronfusAo nos limites da K-cada com o Cabo, ee ea-
ler-no eii.i queslAo. V-se, por coiiseguinte, que i leudo que se devem exigir os esclarecimeulos nere*-
por e-e lado mis lio podemol decidir a queslAo ; larios e marcar elleclivamenle cs.c limites ; porem
porm dizem algn nobres depotados que podemos,
e a' primeira vista eisa idea procede, porque a qoes-
13o he de limites, e porlanto a assembla he com-
petente para decidir. Mas, Sr. presidente, eu nio
posso deixar de reconhecer que a questao hoja he
um conlliclo de jurisdirgAo, e que o poder comp-
leme nara o decidir he a relagan, e nao posso ad-
millr como os nobres depulados tambem nAo po-
dem qne doos poderes soberanos irjam ao mesmo
lempo complenles para decidirem a mesma queslAo:
logo, os nobre depulados hao de ronvir comigo
que a quem compele decidi-la be a rel.ir.lo do dis-
tricto, e que a issembla provinciil, embora com-
plenle para decidir quesles de limites, todava
quando essas quesles envolVerein conficlos de ju-
risdiegao, nao o poilem. Se a queslAo fosse provoca-
da por oalro lado, se fosse um conflicto enlre as c-
maras ou oulras autoridades administrativas, oo
mesmo pelos juizes, sem que si dsse conflicto...
Um Sr. Depulado : lie justamente o que suc-
cede.
O Sr. V. de Lacerda : Diifo eu que se a ques-
lAo fose administrativa, a' assembla compela de-
ridi-la ; mas urna vez que o conlliclo exilie e he
judicario, o poder competente he a relagao, e n.i i
se me pode provar que por ser a'queaiaosobre li-
mites, a relagao deixa ae ser compleme ; e com-
quanto paree.i de alguma forra o argumento em
que se fundara os nobres depulados, de que comee
lindo a' assembla regular os limites, he ella com-
pleme para decidir esla queslao, a forga desse ar-
gumento desapparece, porque decididamente he um
conlliclo de jorisdicrao, e a relagAo he a enldade
competente para a conheeer. E declaro que sendo
juiz de um dos dous lugares, e deeidindo a assem-
bla a favor do oulro juiz, eu me nAo julgava obri-
gado a aceitar essa decisAo.e sou nisio coherente com
o meui principios, declarando firrealmente que
nAo obedeca a semelhanle decisao...
O Sr. Francisco Joao : E a mesma relagao le-
ria de decidir obre o proeesso di responsabilidade
do nobre depulado.
O Sr. /}. de Lacerda : Eu, como juiz, dndose
esla queslao, declaro que a submellia a' deciso da
relagao do districto, emhora a assembla lomasse
conhecimenlo della, e desejaria, para que esa in-
coherencia se toril.i-i' bem -alenle, que a relagao
decidiste de um modo e a assembla de oulro ; a
enlao, perguulo ao nobre depulado, eu como juiz a
quem devia obedecer'.' Oue medo mi podi fazir
o proeesso, ou qoe leria eu de receiar dessa deso-
bediencia, ni,mellen i,..me eu a' decisaO da relagAo
do dslriclo '.' Creio que islo nAo tem resposla, que
nao ha menor duvida qoe a relagAo do ditlriclo he
a compleme para decidir semelhanles quesles.
(Ha um aparte qoe nAo ouvimos).
Ma nao interpretaste mlhenlica, porque o nobre
depulado, que he magistrado, he 0 mesmo qae quan-
do o caso he nmisso, leudo de dar ama seuleuga,
fundamenta .-, ou pelas leis ecriplas que exisiem
uas nages mais rivlisadas, oh sen?o pelas melhores
razoea ; sendo o caso omisso, o jolga, qualquer que
elle seja.
'i Sr. Depulado: Mas aqui nao ha caso o-
misso.
O Sr. f. de Laceria : Se no casos omissos se
legue essa regra, quaulo mai- nos davidosos, Deus
nos hvre di*so ; seria urna ralamida le que lodas ai
vezes que houvesse um ponln duvidoso, o juiz pe-
disse una legislagao para o caso, peJisse interpreta-
Cao da lei. Tanto he isto urna verdade recouhecida,
que o Sr. Nabuco, ha bem pouco lempo, cieio que
ven I i-.,, perseguido pela inania do promotores e
juizes consullarem-iio sempre que linhara urna du-
vida, demorando pruressos al que viesse urna de-
cuao do Rio, elle disse que quando o juiz enlendessa
quo havia alguma duvida sobre esla ou aquella
queslAo. resolvesse do milhor modo que julgasse, e
que o avisos regulariam d'ahi em diaule, mas nao
serviriam para os cao espiciae. Ora, admillido
| ilo, o que se segu he que se a aisembla disser
l que o territorio em queslAo perlenee ao Cabo, o juiz
da Eseada pide dirigir-se a' relagAo, que he a com-
petente para resolver o caso, e niuguam me pndera'
negar que a' relagao compele resolver o conlliclo,
e nao se havia de mandar suslar o inventario al
que a assembla dsse o seo parecer, porque mi po-
demos levar com cla questao 2, 3 ou annoa, e
' nem por isso o inventario deveria estar suspenso.
Sr. pre-nlmie, alm dos oulros fundamentos di
inrompelcncia por onde eu balo u parecer, incom-
petencia que se nao pode negar, porque eu declaro
que corno juiz levara a decisAo do confliclo a' re-
lagAo, nAo me importando com o arto da assembla,
por i-so que a julgo incompelrule ; direi mais, que
anda admillida a opiniSo Matrera a' que eu sigo
almiindo que a assembla seja competente o que o
juiz seja abrigado a obedecer-llie, o parecer anida
merece a minha censura, porque a queslAo exisle,
ambo os juizes se julgam com igual direilo, o pare-
cer diz que o terrilono do engenho perleuce a' Es-
cada, porm em todo o caso, sendo a assembla com-
petente para decidir a quelao, que he urna queslAo
de limites, nAo he por mein de um parecer que nao
lem forga obligatoria, que ella pode ser decidida :
por isso direi que sendo juiz, e racimo admiltindo
a competencia da assembla, nao admillia a decisao
da queslAo do modo por que o fez a commissA), por-
que por essa forma ella nao obriga cousa nenhuma.
A mesma enmmissau da' urna, certa importancia a'
questao, c depois corla-a definitivamente, dizendo o
o .ninio ; ;|(..
\o se pelo espirito do parecer, qoe a commis'Ao
quiz dispfir alguma cousa, mai querendo dar-lhe o
riinho da verdade e forra, diz nicamente, que na-
da lia a deferir, que o engenho Noruega perlente a
Eseada, e que ela assembla nada mus lem a de-
cidir.
Ora, pergunln eo, esla queslao he ou nAo bstan-
le importante '.' lie, e lano be, que querendo a
commisao corlar o migordio, decide a quem per-
lenee o territorio, declarando que a assembla na-
da mais lem a decidir, querendo dar a deciso de
urna questao importante assim envolvida em urna
capa muilo significante, como que diienlo islo, he
urna queslao de muilo vulto, e nos queremos corlar
esle inconveniente, queremos fuer passar islo, e he
preciso moslrar, qae he mnilo simples.
Um Sr. Depulado :N.lo foi assim que resolveu
para rom Alagoas.
O Sr. II. de Lacerda :He verdade, mi lembro,
qne lera bavido um uu dous fardos desles. quesles
idnticas tem apparecido obre negocio de Barreiros,
contra o qual eu me lenho opposto e pretendo ain-
geiros eram n marqueza de Aurebonne e seu li-
lho.
Nada era menos lgubre nem induzia a ideas
tristes do que essa scena Humiliada pelus raio> de
um sol que se puuha.
Todos sabem com que justeza harmoniosa os nos-
sos marinheiros levantara e ileuain cahir atamente
os reinos. A chalupa adianlav.i-se para a praia com
movimeuto rpido e regular correndo aobra cisai
onda azue afagadaspur ama branda virag.io. Ijuau-
do ella chegou a pequea dislancia da praia A-san-
dri foi com a filha receber os novo hospede!, e pou-
de fazer desde ose instante suas prinieiras observa-
ges.
A marqueza de Aurebonne pois com effeito era
ella
bella, linha orna lonnosura robaita e san que ale-
grava a villa, c exclua qualqurr nentamento linia-
Iru. Todava ronlcmplando-a rom mainr alleogto
deseobna-se em seus olhos urna expres.jo de in-
quietaran que Ihe perlurliiiv.i a serem.tade do sem-
blhanle, e que loruava-se mais viva, quaudu volla-
va-si para o lilho. Porem essa auciedade qaa pare-
ca ser habiloal nfln podera allerar-lbeoa firmes con-
tornos do semblante, nem as vigorosas proporees da
estatura, nem o ar de forga c de sa ido que em rer-
las naturales resiste ate a dores moraes ; a-sim co-
mo es,cs carvalhos que batidus i ala tempestado so-
meule Iheenlreuim as lollias, e conservam tuJoo
inveucivel vigor do tronco e dos ramos.
Seu lilho Kaoul se Itie aeemelh.iva de unn ma-
neira lao admiravel que pareca um irm.io mii..,., i ,
.lebaixu da prolerrao de ua irmia primogenila. Ti-
nha a mesma abundancia de cabellos negro, a
mesma largura de espadoa, a mjuu apparcucia de
forea ,-p ,!l,a I, sobre loda a sua pessna. Poieui s^u
olhar em vi de Irahir, romo o da in.li, urna especie
de angustia quasi febril liaba una uprtaaie lngui-
da e desanimada.
Todas estas particularidades foram observadas pe-
lo doulor Assandri em muilo minos lempo do que
levamos em ludica-las. A embarcagSc aproiimava-
iiAo proponte" o adiamenlo, para mostrar qae nao
le.fio em visla prolelar a uiscusslo, por i~e qne
para mim o parecer he lellra mora, en como juia
nao allendia a islo, n.io s pela incompetencia da
casa, como pela forma da resolagAo.
Creio que esles argumealos, qae otlereei a eonsi-
deragAo da can, devem merecer algama allea-
gAo.
O Sr. .v. Prlella :Sr. presidente, o nobre de-
pulado que acaba de asaenlar-se suscilou duas ques-
Ies diversas, queslAo de ordem oo anles da direc-
gao desle negocio e queslao inherente a prepria na-
lureza delle. Eu me orcupare primeiro da ajosMUa
de ordem, que he aquella que leria de regalar a
oulra, se por ventura o nobn depilado tiveeae ra-
zan no que disse.
Diz n nobre depulado, que lendo havido om eon-
fliclo de jurisdicgAo enlre os juizes maaicipeea da
Eseada e do Cabo, estes nao deviam levar peranii
a administragAo di provincia este conlliclo, mas im
peranle a rilacao do districto, porque o conflicto era
judicario ecomo di di nalureza daquelles qae de-
vem ser julgad"s pela relagao. Eo direi ae nol.ro
depulado, que as propnas palavra de afn se er-
vio|para fundamentar essa iua opiniio. aa lira illa-
ges moito diversas das que lirou o nobre depilad...
e foi elle meimo que mi dea argumento pin late,
quando disse que, ae por ventura o conflicto fajan
enlre autoridades adminislr.div.i. mnilo regalr-
mela, linham procedido esles juizes em levar esta
queslAo peranle o presidente da provincia...
O Sr. /(. de /jicerda :NAo admillo a pre-
miia.
O Sr. .V. Paridla :A premiase da nobre depu-
lado foi esla : qoe se aquelles fuoccionarios nao fas-
sera simplesmenle autoridades judiciarias, mis lim
autoridades Adminislrativii, muilo regularmente le-
ara procedido im levir a questao ao cinheeimeo-
to do presidente. Mas, eu perguulo, e aja saa os
juizes municipaes autoridades administrativas ?...
O .Sr. II. de Lacerda :Mis hi, qoe as fonegea
adra,ni-1 rali v as doi juizes eslAo lAo ligadas aa foac-
gols judiciarias, que diflicilmeale se podera doscri-
mioar.
O Sr. S. Porlella :Logo '.'
O Sr. n. de Lacerda :Logo, o nobre deputade
deve saber, qua em virlude da noaaa legnlagAo ai
difierenles funeges Jos juizes eilAoUo ereilamen-
le ligada, que a nAo pode saber bem, quaade be
que esses juizes excrcem unus ou unirs fanc-
goes.
O Sr. V. Porlella :Digo que a quisl.ii nAo n
pode admillir nesle poni, que qoindo a intanda-
de que ezeree funcgei adminiilralivia e judiria-
riis Irata de recorrer ao poder superior, qae alia*
nao pode ler jansdicgAo acerca de qee cada ama
das func_r.es que Ihe incambem pela le, nao sai po-
de de-criminar bem qual o fim qae levi eesi aaln-
ndade, se foi nicamente para ler e-clarccinaealM
acerca de urna ou oulra da funcge- a sea carca ;
par is-o, .lia,, que, se hem que os joizei municipaes
lenhain llnhaigoes judiciarll, lendo-ai tambem
admiiiKlralivas, o qua o nobre depulado nao pida
contestar.
O Sr. II. di Laceria :()bn como juiz.
O Sr. .%'. Piirtcllrt :Eo ouvl-o rom tanta nes-
ciencia, que esperava merecer do nobre deputade o
mesmo favor...
O Sr. II. de l.ictria :Mas he qne a renriosia
depende de una preeiis-a, que nao adnnllo.
O Sr. .V. Pnr'rlla : Mupponha-se que o aobre
depulado nAo di-se, oigo eu, oa juizes inanicipae*
sao autoridades adiuiiiiilralivas ; toda as veres que,
embora o fado diga respeilo a aolondade jodleiaria
desses funcciouarios, lenliam elles obrizaro do re-
carrera urna aulondadi superior para eaclireciasea-
lo de qualquer queslao, nAo se pode dizer, qaa *n-
cederam irregulirmeole recorren lo a idlnmtasta
admiiiislralivi superior, visto qae a queaLio naxle
lamben) versar icerca de quesles administra-
tivas.
O Sr. II. de Lcenla :N.lo admiti o
cipio.
II Sr. V. PorleWa :Por consequencia. digo eu,
procedern) regularmente es joizes municipaes do
Cabo e Eseada em levar peranle o presidala da
proviocia esse conlliclo da junsdicgio, mas por esta
facto nao o.lio elles inhibidos de levar peranle a
relagao do dslriclo o conlliclo na parta nicamente
jadiciaria...
?Sr. ll.de l.icerda da um aparto qae aaeea-
vimos.
II Sr. \. PorleWa :En oovi io nobre depilada
com loda a allengan, so Ihe dei om oo dous aparlr,
entretanto o nobre depulado, api zar da minhi pe-
quena capacidade, e n.io leudo era atteugaa o mea
iijo de acertar, nao quer que eu discuta.
Mas, dizia cu que, nlo su por essa cireumslanrii
se ve. qua os juizes municipaes proeederam moilo
le-ularroenie, como ainJa por esl'ootras : da qoe
nalureza he o conflicto su -citado entre essa daaa
autoridades? He um conflicto de jansdicgAo, im
mullirlo ,|e jurisdicgAo sao justamente aquelles. qaa
se dAo entre duas autoridades judiciarias ; ai* (ai
um conlliclo de altribuigao, qoe he aquella, qae se
da enlre a aulondade Judiriana e auluridade admi-
nistrativa ; mas embora islo, o que he inconleMa-
vel he. que veiaudo o conlliclo i respeilo de limi-
tes de fenguae e lermos,|e oaada a aaaeuiMa compe-
tente para decidir as quesles cnncernenle* e divivio
civil e ecclesia-lica, muilo regularmcnie proeederam
esses juizes dirigindo-si a admimslraglo da previa-
na, e eila -ubiuellendo a consideragAo da can em
queslAo, porque a mesma aolnridade, que he rom-
peleule para decidir, he aquella, que he complen-
le para conheeer da .ueslv encelada aobre diM-,..
sobre limites.
Ora, ie aim he, est visto qae I qoeal.io ,1a or-
dem suscitada pelo nobre depulado, nao pesia de
modo algum proceder, e por lano passarei qoes-
!Ao uiherenlc a ualu-eza do negocio de qae trata o
parecer :
Vimoi ao p?recer.
Disse o nnhre depulado qoe o parecer nio poda
aulonsar cousa alguma, qoe ainda meimo admillin-
do a cornpetenrii da assembla, o parecer era de or-
dem lal que nao poda por si n decidir a qoesio,
si que fosse juiz di qualquer deesas duas leealidedoa,
nao rispeituna, e se opinaba mesmo a execua-io
desse parecer. Eo pemunlo ao nobre depulado q'ae
fez esla exposigAo a casa, por qua razao se < Pois nAo be a assembla provincial o poder roni-
pelcnle para conheeer da queslAo He sem duvida
alguma. E como conclue o parecer .' A rainmian
se, e poui i depon cruzam-si ai palavras do cosa-
me enlre ella e a praia.
O senhor doulor Aandri.
Asenhora marqueza de Aurebsnne''
A um sicu.'il do pai Suzanna ofierereo o braco a
marqueza, a qual dingio-lba algunias palavras chelas
de yr.icioa cordialidade. De sua parle u doulor a-
poderoii-se de Ranul, e drbsixo do preteilo de bao-
nir desde o primeiro instante lo la a fneza reremo-
nio-a |iegon-lhe da m.lo com om gesto amigavel.
Betas mos eetavaea lepida e branda.; a paha ape-
nas linha a viveza repulir que resulla do movimen-
lo e do exercicio. Itaool de Aurebonne arahava da
ser embalado pelas onda durante mai-de ,lua. ho-
pria-
parena ler um quarenla anuos. Era anida mui | "' roinludo sua re|uracde aalaea lao hvre rm-i
so elle.-.iln-se de sua ranura ; en pe I o na i Irania
nenham Indicia de lediaa. ld.,. emaa eja^taaMa
Ir.inqiiillisidores lizeram lelleclir a doulur. qual
lemlirava-e da carta do Sr. I.isrv. iNi.m : rliegaram
a > luiniar da Iluda ra i de \lman-re. n riepuirolia
t.io rpido lie-sa e-tae.io I lie.....'lim.,. invada |i|
atar a a paingeaa. II daalar ronduno a marqueza
e o lilho ao seo aposento, onde a agnardasa um boas
fogo, e onde Joauuiuha Icvouuraia -imple mu
-ubslanrial,.! qual aeoM li -; l'-li.ciam grande bisa-
ra. Depois de.pedio-se d-l!es ale o du segoinle, e
Ibes dise -ornnlo que urna boa noile en primei-
ra rcceita a que submellia lodo nt seo- dorle-.
No fim da eseada elle arhoo Suzanna. e pergaa-
lou Ihe :
rtue pensas da marque/1 de Aorebonne !
He una pe.-,., eecellente ; fallou-me rom gra-
g.i exquiila. com tinndaile aflaejaBaaaa c.tnioseja nos
contiocesse-mo de-le moilo lempo.E enhor
Baoul f arrre-reolinl ella com Voz llieiio firme.
He u'ii mancebo .imavel e |.ei|. respondeo o
douior con, cerlo transporte ; ma* iiA p.is-o coi-
|irehende-lo ; ha Irinla annos que exerr a mrdiri-
n a nunca encoiilr.i um doenle que parereisai ler lata
boa saode .'
Coninuer-te-Ae./


MTTCSDxT




a
DIARIO DE PERNAMBUCO, SEXTA FEIRA 1 DE MAIO DE 1857
de tslaliltica emenden que a queslao ja eslava de-
cidida, que nilo >e tmli.i mais nada a fazer do que
devolver lodos os papis a presidencia da provincia
rom o parecer favoravel a pretenrao de om dos dou
juizes.
Ora, disse o nobre depnlailo que a commisailo de
eslalislica fui precipitada, mas por que, pergunlo ao
uobre depulado'! por que a commisaao de estalisli-
ea vendo que Iratava de negocio urgente, vendo
que esa urgencia era rerouheci.ia pelo prndenle,
que n.'io qoerendo julgar por ai, a uiimelleu a cun-
i eraran deila rasa, no da semille appareceu o pa-
recer Diz o nobre depulado que, a cominis-ao foi
precipitada, por que a queslao que llie compela re
solver e provar era oiiiramenle a que veio pruvar
o Sr. Francisco Jnilo corn as escripluras, que olfcre-
cera : agora pergnnlo u, por que razao? Porque,
du u nobre depulado, ein lal lempo quando pelo ll-
vara de 1613 fui auuexado o entienho doi Bois a fre-
guezia di Eicnda, e-se engeulio eslav uluado i
HiurKem direila do rio Pirapama e como em IHO
e lautos, foi que ene engenlio mdenlo de iiome,
paisoa para a roargem tsquerda, diz elle, em quan-
o nao re provar que esi terreno que lica a margem
rsquerda pertencia crfeclivamente ao engeubo dos
Bou ero 1813, nao se pode dizer que o engeubo
dos Bois pertenre a freguezia da Escada. Digo eu,
q ne ao nobre depulado be que incumba provar, que
eise terreno nao pertencia ao engenho dos Itois.
O Sr. Meira llenrigues : Importa dizer. qae
compele ao nobre depulado provar a proposito da
comraissao.
O Sr. V. Portilla : No, por que o **' de
1813 dii: o engtnho dos B" e seus terrenos ficara
perltnceudo a fregutzia da Escada : ora, diz o nobre
depulado, o engenho dos II i- eslava naquelle lempo
a' margem direita do rio Pirapama, e por isto para
qae o parecir livesse fundamento, era necessario
qoe comraissao primeiro provasse que esse terreno
em qo esta' buje situa.lo|u engenho, perlencia ao
ensenho dos Bois.
Mas, Sr. presidente, esta prova s compele ao no-
bre debutado, urna vez que he o impugnador do pa-
recer...
O Sr. B. de Laceria : Se nao (vene apptreci-
do a cscnplura agora, eu quera ver a prova que o
nobre depulado apresenlava.
O Sr. ,V. Portclta : Prova nenbuma...
O Sr. Meira llenrii/ues : Uso he theoria nova.
O Sr. N. PorltWa : Mas felizmente he o pro-
prio nobre depulado que, a visladas escrituras que
Ihe mostrou o nobre depulado o Sr. Francisco Joro,
ja confessa que ese terreno effecuvanienle pertencia
ao engenho dos Bois no lempo da carta iegn, e por
i'onseguinle tem eessido a nzao pela qual era le-
vado a votar contra o parecer da comraissao, por que
nada mais ha em que o nao possa fundar-se para
Impugna-lo.
Se o nobre depotodo reconhece que o engenho
Noruega ella' situado u'um terreno pertencente ao
engenho dos Bou em 1813, eu nilo sel mas cm que
pode fandar-se para impugnar a npinilo de que es-
te engenho perlence a' freguezia da Escaita.
Ctail he a base, qual be a le que diz que a mar-
gem esquerda do rio Pirapama perlence ao Cabo, e
a direila a Escada '.'
Nao ha lei neuhuma, eeuvejo memo o contrario
noalvara' de 13 dedezembro de 1813 que diz : l.
OSr. B. de Ijicerda da' om aparte.
O Sr. N. PorieWa : He urna suppoirat> mal
lundada.
Depois, Srt., v-te que o proprielario do engenho
Noruega ifleclivainenle perlencia a' freguezia da
Escada e pirlencexi ale morrer, por que era com-
i Lindante superior da guarda oarioual de Santo An-
uo, fot delegado de polica da Escada, eleilor dess
ftfguezia inda na ultima eleicflo, e a nica razao
em contrario he o ler-te este proprielario poralgum
lempo deiobrigado peranle o vigario do Cabo e nao
peranteo da Escada ; mas isto leve lugar em virtode
de ama graca especial do Sr. bispo, e depois ce-sou.
por que cessou lambem o motivo que o obrigava a'
impetrar lal favor.
/,"ia voz: E informado do vigario do Cabo ?
O Sr. >'. Portella : Esta mesma dtslre-se pe-
lo que acabo de diaer.
Eu, Sr. presidente, crelo qae o que tenho dito he
bstanle ; nao para que o nobre depulado te satisfa-
ca, estou convencido disto, pois esta' tempre promplo
a dizer que ,n commissf.es sao precipitadas. Eu sinlo
muito nao poder acompanhar ao nobre depulado em
Indas as tuat opinioes, mas qoe elle seja sempre li-
do por modelo de refleao, que sempre concorra com
euae reflexei para manler a diguidade da casa, he o
qua tu deiejo.
O Sr. B. de Ijicerda : Obrigador.
Encerra-se a discussao, e pondo-se a votos o pa-
recer he approvado.
OKDEM 1)0 DA.
Segunda discurseo do projeclo n. 17, que prfuga
por in,iis 2 anuas a licenra rom que e-la' estudando
na Europa o tjudtnle de engeuheiro Joaquim Pires
Carneiro Monteiro.
He approvado sem discussao.
Entra em seganda discussao o projeclo n... qoe
eleva a categora de cidade a villa de Caruani, e
he approvado sem tlebile.
Primeirn discussao do projerto n. 10, que desliga
da freguezia de Nazareth e encorpora a de Pao do
Albo os eogenhos Aldeia e Caramba.
OSr. C. Gvinmrt'ta.. justifica e maada a mesa o
seguiuie requerimento:
Heqaeiio qae sobre o projeclo, que esta' em dis-
cussao. seja ouvido o Exm. hispo diocesano. G.
(iuimaraes.
O Sr. iV. PorteUa, como membro da rommisiao de
e.lutislieo susteula o projeclo e assenla-se votaudo
conlre o reqoerimento.
O Sr. F. Joo : Sr. presidente, cu creio que
assim como us graves quesles, tamliem as peque-
nas, cumpre que clieguemos a conhecer aquelles
pontos em que se da' accordo. qual aquelles oulro
em que o desacord se eslaheiece. Uuaa queslOes
vem a te eslabelecer a respeilo do pr .jecto em dis-
cussao, a primeira, he a queslao da cumpeteucia e
nesta parte, creio nao haver conlestaeao : he ou nao
ela casa compleme para regular a divisao judicia-
ria, ecclesiastica e municipal ? Decididamenle que o
he. A resposta nao pode ser tongo pela aflirmaliva,
e.a negativa della nao pode de mamira alguma ser
admillida.
Netto queslao o caso tem de obrar por si singu-
larmente ou em concurrencia rom alguin oulro po-
der Esta queslao tem a resolucao que se acba es-
cripia no aclo das nossas obrgacoes, isto be. nu acto
addicional : ora se nos lemos essas atlribuices sin-
gularmente, claro esta que podemos obrar sem o con-
curso da auloridade episcopal. M >s ha algumas dif-
liculdades, algumas pruposiroei que foram emillidss,
que jolgo deizaram terceer que alleulado grave
*e fazii a auloridade episcopal nao sendo ella ouvida
em negocios que mait ou menos Ihe perleucem. Mas,
Srs., esse direilo que lem si lo eiercido pela aulo-
ridade episcopal, pelo proceder e pelos estylos da
casa, em que lem fundamento? Tem funuamento
no poter que ezerce o Em. Sr. hispo diocesano Oe
ligar as ovelbas ao seo paslor, e de dc*liga-las tam-
liem. Sempre que se lem tratado de creara > de fre-
caezias e de suppre^sao dellas, lem si o ouvido o
Ezm. Sr. hispo, por que esta casa lem querido mot-
Irer no seu proceder, que na especie em que o seu
conselho pode ser uecessario, elle be consultado ;
mas. pe.gunto eu, na especie presente se Irala da
ereacao oo tuppressilo de alguma freguezia'.'..
t'm/i voz : N3o.
O Sr. F. Joao : O que he que, ah se faz ".' in-
dagar te o engenho Aldeia, que por Inste rxpeen-
ca propria, cooliero perlencer a Iguarass, a Naza-
relh, a Pao do Albo, na parle ecclesia-tica, na parle
civil, na parte policial o na parle adiiiinislralva, in-
dagar se be ou nao conveniente, que e?se terreno
neutro por toda parle venba peilencer n notsa fre-
guezit, a nnssa ejinarc.i, a um s poder civil, judi-
ciario e administrativo.
Ora, supponho que ^i queslao realmente tem t.lc
pouca altnra, que sem esforco alnum nos chegamos
o eume della : mas pode ser apresenlada urna ob-
jeccBu e vem a ser, de que o Em. Sr. bispo na oc-
eatiSo da eiecurao da lei se opponha a ella, pela
falla de sua consulta, se aprsenle como refractario
ao seo cumprimento. Mas, eu vejo que i> nosso
Kia, bispo diocesana he muilo boin pastor, he mui-
lo amante de toas ovelhat, para qoe queira prnde-
las e prejudica-las, somenle p<.ra salisfazer a volita-
da ou as pretoneoet de tal ou lal Sr. vigario....
OSr. Me\ra llenrioitex :Ai vetes as preleu-
efles iao das ovelbas, que n.lo querem pertencar a
um, mas querem perlencer a outro pastor.
O Sr. F. Joan : Eu oovi um aprle de um no-
bre depulado a quem muilo respeilo e elle me servio
de motivo para que potan fazer urna pequea diva-
gado : qnasi sempre sao muito boas ovelbas domi-
nadas por bom paitor...
OSr. 1/cuki llrar'u/ue : As vezes ha bom pas-
tor e ovelhinebeldes.
O Sr. F. Joo : Por tanto, eu resumo. A ci-
sa he competente para dividir ; ella o lem mostrado
por fictos desla ordem, e o inleresse daqoelle
quem respeila esta divisao etla' joslilicadn, perian-
to n qne nos resta saber '.' approva o projeclo em l."
diteottao, deiandode approvar o requerimento do
nobre depulado.
O Sr. C. Catataran : Sr. presidente, nao es-
penva que o requerimento, que apreseutei sobre o
projeclo n. 41), que tira parte do terreno de Traru-
nbaem para a freguezia de Pio-d'Alhn. que se ,li-
cule, suseitaste urna discussao lal, poraaa era sun-
ple.inenle a audiencia no nn.so virtuoso prelado
que en pedia n'uira quesia de divisa,., que lem de
Mear iu parle e-pinlual ; prem ou\i aqu propO-
cuet que dizem, que esla aemblea nao lem oiiri-
aacao de ouvir ao Em. prelado, e que nein ao me-
nos se deve ouvir por deferencia.
Um Sr. D'/mtado : Nao, somonte se diz nue
nao ha ohriganAo.
O Sr. (;. GmnarSet : Oizer-se que nao ha o-
brisado de ouvir ao Em. prelado em queslf.es que
locim ao espiritual, be proposicao que eu nao es-
peiava e prununciasse nesla asseinhlca, porque, se
aclo addicional nos da o poder de crear e dividir
fregoezias. devenios advertir, que primeiro es|a-
vam idmitlidos os cnones, e por eunsegointe pare-
ce que no confliclu nu concurrencia dos ilous poderes
rivil e rele-laOco he neces-ana a audiencia da pre
lado diocessno, que representa o que aqu mis nj
podemo* dispensar, o direilo da igreja.
'oi Sr. Depulado : Nao ha conflicto.
O Sr. ,'. cVuimrircs: Assim, pis, njio foi
coin outro fim, seuao para que marchein* de ac-
cerdocora esse principios, que eu apresentei o m
Ll'e,, ouv.d"^- P.raque.correicao de pareos, menos em Olinda. pmNH
o'r / r '", "l *i"re p,'"'e''{0- "* '' al,n '" 8W'hlrn. -ao porto, ac-i!,,lo.
a i." ; CaBaleailll : lie mullo grande, talvez fosse cunvenienle ganen.....r-se .. uso do. nor-
nuv.m ';,;'''""'""" : T "" l,rel',',|d<*rr <-o para a liinpeza das edades. Em que inaos .a'
"um .i, na iTc.r.i,. de urna freguesa na parle espiri-
tual, deve ser lambem ouvido na divisao, porque,
se Irala i|o mesmn objeclo, e nenliuina razan plau-
sivel justilira lal dlfferenca. Alein de que, Sr. pre-
sidente, quau-in se lrala,le don pudeic
l'lo ligados la. iiihiTl imcllti', dev
que e
mos marchar srm
pre de accordo para que enlre elles nao appare.a
conflirlo. Nos lemas o evemplo mili perlo, a a'-
seuil.la em oulro tempo creou urnas freguezias di-
vidi uulras, mas nao leudo pedido a approvaclo
ao Eiiii. prelado, ilcarim esses actos da issemblea
provlueial, como se ola enisUssem eepirilaalnaenle ;
nao na leinbrn dos ames d :s fregneziaa, porem
creio que uina fai a de CroiOgy, e estou bem ccrlo
de que na Par ihiba a asieuihle.i desmrinbrou nina
grande parle da fre-aezia ue Cainpiua-l.rande para
a de Alagoa-Nova, e com quinto esse aclo tatMItla
na parte civil, na parle espiritual, porem linda bo-
je os moradores do territorio desmembrado perleu-
cem a Carnpiia-tlranle. manbll abri
a. l, e",e,. PrJ"c, aue "* cm "'eussao mas pessoas foram i-.....,...... .lesse fac., 'digno de
Trac.nl,i,l8l'n',|"lcun"' sed,': 'I' fregu.zia de severa punicao, e que a lodos qae delle lem sden-
'*"""' m ja se liruu urna freguezia mleira, a ca, tem enlraordinariainenle revultadu.
ao uum Jariiun, ja della se tirou urna grande par- E mais se na., conlinha.
Neurelh : ja em 18.11 e desinembraram os I lluvi.no. dizer,
entregue a pobre Olila .
Consla-nos, que no da it dera-se um felo, que,
apezar de deelinarmos da reaponubilidade de sua
exislencia, lodavia ciiinore-nos, que o regislremus
lal qoal no-lo relalaram em caita fechada, lie i
polica, que compele Ijrndicar de sua vercidade ;
.. fac., he potaivel, se bem que eiiremaincule re-
vollaule, e lauto mais pussivel he elle, quaulu nao
foi i primeiro, e nein sera' o ullimo. Kiisliam
las meninas em casa do I!, na ra da ti., filhas
de um P., que vive de nr marchante. Etica dual
meninat.Mo menores de III a II aunos. Esse It. lem
dous lili.os natura, e por suggesioes da mai, que di-
zem ser harregaa do p.i dos filhos, eslupraram as i guiles :
iluas innocentes, e por maior cumulo de maldadc i '
Foram dispensados das mullas, por terem aprestn-
la.lo iiiolivos de moleslin, ni seulioret:
lo1/ Antonio Barboza de Brto.
Frederieo Lopes Coimaraes.
A requerimento do Sr. adminislrador da recebe-
dona de rendas internas geraes, |,ii dispensado oSr.
escrivao da mesma Manuel Antonio Simoes do Alna-
ral.
A requerimento rn Sr. presidenle da directora
da csix.i lil.al o Sr. Jos Uervazie de Aiiiuinn t.di-
cia.
ioi lambem dispenslo a rcquerimenlo dn Sr.
inspector do arsenal de mariiiha. o Sr. ajudanle do
inesino. capilao-leneiile Joan Baplisla de Uliveira
tiuinaraes.
loram relevados das mullas, por haverem compa-
recido e aprsenla.lo escusas legitima!, os Srs. se-
terrenos perleucanlus aos engenhos Carean), Ma-
lemba, e Piad .bal, para a f.cgoezia do P.io-'Allio.
Senhores. a razao das distancias Irazidas i casa pelo
nobre depolado a quem cmbalo, nao san mu
procedentes, porque vejaos que o engenho Pedre-
gullo, disUnle da cidade de Nazarelh. lie perlo
desta cidade que o ez-juiz de direilo resida nesse
eiigenho, entretanto que perlence a fregue/ia de
Iracunhaem, e mis devenios encarar a queslao, nao
lanto pela parle geograplnca, mas lambem pela lo-
pognphica.
O Sr. FrancUco Jado : Nao comprehendo bem
a di-liiirca...
O Sr. ,1/cira lleitriquil: lie qoe o nobre de-
potado quer dizor, que geograplua he o genero e
lopngraphia he a eipecie.
O Sr. (,'. Gminare* ; Assim, pois, Sr. presi-
dente, para ata fazer ques.a> muito coinprida, nao
miro agora na queslao da cunvenieucia do projeclo,
e paiece-me ler dito qanlo he suDirieule paia que
o requerimenln qu fizseja a[>provado.
Encerrada a discussao, he o requerimento appro-
vado.
O Sr. Prndenle declara que (ic adiado o pro-
jeclo.
O Sr. Maimri Catalcauti enlende que a appro-
vacao do requerimento nao importa o a.liamento do
projeclo, visto que elle nao comprehende cssa idea,
e que assim pode o projeclo ser approvado na pri-
meira discussao, e ser ouvido o Eim. prelado dio-
cesano.
Consultada a casa, decide no sentlo das obser-
vaces do nobre orador, sendo em seguida postu a
voloi o projerlo he appprovado
Entra em primeira da-rus-,... o projocto o. que
considera o lobstitoto das eadeiras de laliin desla
cidade como adjunto na cadeirft de lalim do Gym-
nisio.
O Sr. Mauoe\ Cuva\canli ped eiplicacei ao
iiolnr dopnjecto.
O Sr. /guaci de Barroi sustenta o projeclo.
Poslo a votos o projeclo, he rejeitado.
Continua a segunda discussao dn arl. l do orca-
nieulo provincial.
O Sr. p. Baplisla dt ligelm consuleracOes em
suslentacao da seguinle emenda :
Se houver cotnpauliia lyrica 19:000^000. P.
Baplisla.
Encerra-se discussao e pondo se a voins as e-
menda sao rejeiladaa, e approvado o arl. l.
Arl. 16. Com o corpo de policia :
S 1. Com o sold e gratificaciies. .
S Com o fardamento. .
t; 3. Cum cavalgaduras. ....
S i. Com as forragens.....
5. Com o armamento e equipa-
mento .......
S *>. Com o curativo das pracas. .
j 7. Com agua, e luz para ot'quar-
leis do corpo i dos destacamen-
to...........
5 S. Cora II vi os.....,
. Vicente Mendes Wanderle..
iu.li d... Iill.os, e barregaa do pai, inanduu alir.r com i Jesuino da Cosa Albuquemue.
urna dessas viclimas porta da casa ondeo P. lem I Jos Klmoi da t.ruz.
r."mTr*M...i ""i" q"e .primS,.ll ,e'*" que vi0 l''or"ni '""ds em mais 209 rs. os mais senhores
es.e marchame, fo, a sua misare Billa, logo que pela I qne ja liaban] sido multados ooi das anleced.nles,
unos dizer que algu- e que nao enmpareceram a ses.ao de boje, mo leu-
du ido dispensados.
(> Sr. juiz de direilo declara iberia a sessao de-
pois lio loque da campauhia.
Foi rnnduzido a pretenda desle tribunal o reo
prezn, Ji.au Baplisla dos Putei, aecusado por crime
de ameaca. felas a Manoel do Nascimento, no da
il de leiembru do anuo passado.
O cnnselho do jury de eiiltiira foi composlo dos
eguintes seulioret :
Antonio Nobre de Almeida.
Dr. Manoel Jos Duiuiugues Codeceira.
Ceferino liodolphu Delgado de Burba.
Palncio Jos da Silva Saraiva.
Jesuiuo da Costa Albuquerque.
Jos Izidoro Pereira dos Heis.
ilyp.lilo Cassiano de Vascoocellos Albuquerque
-Maranliao.
Vicente Machado Freir Pereira da Silva.
Joaquun Mauricio Gonealves Boza.
Joao Baplisla liodrigues de Soma.
Jote Oervazio de Amono) liaren.
Ilrlinirn Augusto de Almeida.
E presiaram juraiueulo sobre o livro dos Sanios
Evangelhos.
F"oi o roo interrogado, e no interrogatorio diste
que era aecusado por ler puchado urna faca coulra
Manoel do Nascimeulo. O Sr. promotor interino
disse que o reo puchara urna faca contra Manoel do
Nasciinento, eo auiearara por ato querer o offeiidi-
do dar-lhe tima pataca, e que o reo eslava ...curso
eo arl. 907 do cod. cria., grao masimo, por se dar
urna das circumsIanciasaggravaDlesdo,; ido arl. Ili
do mesinu cod OSr. advogado dieta que u reo n3o
livera lengao de ullender a Nascimeulo, e que es-
lava embriagado ; e pedio a absolvicao do reo.
Finda a defeza o Sr. juiz de direilo, depuis de re-
sumir a aecusacao e defeza, propozao jury as ques-
lOes le fac.., e entregues estas ao con.rlho, foi con-
duzdo a sala secreta das conferencias a I hora da
tarde, donde vollou a 1| hora cum suaa ratpoelai,
que foram hdas pelo presidenle do jury de sen-
tenc, e o Sr juiz de direilo rerel.endo as resposta.
piililic.il sua seulenca cumlemuando o ru a pena
de 30 dial de prisao, e mulla correspondeule '20
dias, gr.,. mnimo do arl. 2ul do cod. crim., e ntt
cusas, e levanlou a sessao, adiaudo-a para o dia te-
guiule, as 10 huras da manhAa.
113^669700
11:0374600
:kkisO0.)
5:380jUO0
adiooiooo
5:6MS00U
1:7009007
20(19000
, 138.I71o:lOO
val a meta a seguinle emenda, que se apota :
Ao arl. Ili. .ti
S 1- Com o sold e 2ratifica51.es.
S 2. Com o fardamento. .
5 ti. Com o curativo datpracat .
He approvado o arligo e a emenda.
fl Arl. 17. Com a casa de delencao :
S I. Com ns empregados. (itOOOrOOO
S 2. Com os srvenles e evenlo.iei. l:7bX);M)t),i
120:5>O.>-)00
9:5779600
4:U7c)Jt)
que um raridotu pretendendo
alarar fogo em uina casinhola de palha na eslrada
de Olinda, pelo simples e innocente desejo de que-
rer divenir-se, foi despersuadido por um eamarada,
que, apezar de muilo ebrio, teve bstanle lino par.
reduzr a que esse perverso nao causasse I oaorte a
urna pobre familia !
Nao acham as palrulhas que he um bello di-
venimenlo transitar pelas nossss ra. um carro
carregado de individuos munados a berrarem inso-
lilameule, atroaudo 09 ares com horriveis pal.i-
vradas?
Porque os guardas municipaet nao prohibem,
que se lavem junio a ponte da Ba Vista um su-
cia de m.decotes, escandallando pela a indecencia,
com que se lavara, as familias que all moram, e
a quem passa '.'
Nao nos admira mais qoe um leriil.-r fogne o
gigao : lienza nos li>os, ou louvado >eja Oeos
dormida de mendigos pelas porlas das igre-
jas, quando mal nenlium cause .1 ellcs pode causar a
alguin sanio, servindo de espia a policia para dar
lempo a que roubem om resplendor. uina corna,
etc. Quem sube la' do que val por este inundo ?
Consta-nos que tem sido adiados para depoi.
do lira do mundo (o i.'l de junho) alguns casamen-
to. ; foi urna eicellenle descoberla para os arrepen-
didos : seuao se acabar o mundo, os noivot espera-
rao pelas kaleudas gregat.
llonlem priaeipiea niiilwlhar a lithographia
di secretaria do governu, mandada vir pelo Exm.
Sr. coii'elheiro Macedo. O Eim. Sr. vice-presi-
denle le exercitar um empregad.i daquella reperli-
can ueste servido, e d'aqui em .liante mais facilida-
de llavera' as copias de que alia precisar.
Boje comeca 1 feslividade do mez Mariano
em varias igrejas desta cidade. Muito desej.mos
que os aclos se pratiqaem com edificarao e sem
abusos.
Achando-se esgolada a lista dos tuppleules da
segunda vara municipal desla cidade, por impedi-
inenlo de ons e nbaud.ino de oulros, S. Exc. o Sr.
vice-presilenle nonjooa houlem novo, suppientes,
sendo o primeiro o Sr. Ur. Joao Jos Piulo Janior,
qoe vai issuinir a referida vara municipal.
As queslftes de que si occapa a noisa a blca provincial aclualmenle sao de lanto inleresse.
que a populadlo le com alineo os seus (rabalhos; por
isso muilo era para desejir qoe lodos os senhores
depulados annuissem a puhlicarao de tena discursos,
para que meltior se avaliasse ieut Irabalhoi.
Hospital de caridade, 29 de abril83 (lenles.
Jlc amanhSa.
8:600-3000
Termca-se nao haver casa.
O Sr. Presidenle designa a or.letn do dia, e le-
vanta a sessao as 2 ', horas da tarde.
Discurso pronunciado p'lo Sr. Manoel Cacatcanti
na sessao de 2i do corrale.
O Sr. .Manoel Cava\cant: Sr. prndenle, eu
creio que liaaimente volare pela emenda do nobre
deputa lo, purqoc.apezar de tudo quaulo te lm di-
to, eu son contra a epioiao exarada no perecer da
comu.issilo.
t) Sr. Pereira de hilo : Da sociedad* medica.
O .''. ,t/. Cacalranli : Pois lere a ooiadie de
ir coulra a opimao da sociedade medica ou de qoem
qoer que lor, porem oque me embaraei he que a
cmara nao procedi muilo em regra," nao prupuz
expre.samente a revogacao di sua postura, porque
diz ella : (l )
O Sr, frgo Barros : Note que a cmara nao
foi consultad a este resuelto.
O Sr. niiceira : Foi.
O Sr. llego Barros: Pelo menos en nao man-
dci ;consollar a cmara, s le o nuble deputado
augmenluii alguma cuusa.
O Sr. M. Cacatcanti : Mis a rimara respon-
de em virlude de urna pergunta que .e Ihe fez, diz
que he da npiniao. que pode ser abolida a poetara.
O Sr. Ulneira : Veja gora <, segundo officio.
O Sr. M. Cacalranli le : Este eflleio tambera
nao adianla muilo : a cmara taivez enleiid. isto
como urna propusla, mas eu soo ura pnuen rigoroso,
e coinquantn se posta entender que a cmara propoz,
jjilgoque nao houve proposla era rgra, ha um pe- ..
didu e eu as vezes erabaraco-rae com e.sas colisas pe- Joaqnim Pereira Van
q-iena<, nao quero que e.la assembla invada as al- Silvestre Dantas I una
nhuicuetWa caraira municipal, e por Uto me acho Manoel Ignacio de Albuquerque Miranh.lo.
Jos Bernardo de Souza.
JURY O REC1FE.
2.' leisao.Dia 27 de abril de 1857.
Presidencia do Sr. Dr. Alexandrt Bernardina ios
Reis e Silva.
Promotor publico interino, o Sr. Dr. Joaquim de
Souza Reis.
Escrivao interino, o Sr. Manoel Correia Lomes
de Almeida.
Paita a chamada as 11 horai da manhaa, verifi--
cou-se eslarem presentes, II senhores jurados.
Foram dispensados por lerem presentado ales-
ladue de mol.-sli, os senhores seguiutes:
Ignacio Jos Piulo.
Amaro Benedicto de Souza.
Anlonio Chinaco Moreira Temporal.
A requi-icao do Sr. inspector do arsenal de guer-
ra foi dispensado e relevado da mulla, o Sr. Anlonio
lr.-u-i.ro .le Souza Macalhaes Janior.
A requisirao do Sr. inspector da thesouraria de
fazenda geral n Sr. Ilerculaoo D-odalo dot Sanios.
Foi lambem dispensado o Sr. Manoel Peregrino
da Silva a requ.sicao do Sr. inspeclor da albu-
deca.
Foram relevados da. mullas, por lerem compare-
cido, 1; apreseulado escusa legitima, os senhores se-
guinle. :
iranrisco Manoel dos Sanios Lima.
ttippolylo I..--1,1110 Va>cnncellos de Albuquerque
ftlaranhao.
/eferinn Bodolpho Delgado de Borba.
Anlonio Alves Barbosa.
Jos I/.idoro Pe-eir nos liis.
Foram ni 1! 1 > los era 209000 01 senhoret se-
guinles :
Jesuino da Coila Alhuqncrquc.
Anlonio Pereira de Uliveira.
Jos Candido de Barios.
Jos Manoel de Siqueira.
Jos Lope, de Farias.
Joaquim Jos de Fanas.
Maunel Pereira Rnaa..
Jos Bernardo do Kego Vallenca.
Manoel Ignacio da Silva Texeira.
Jos Anlonio de Uliveira Aniones.
Sevenno Jos Filgueira de Menezcs.
Joao Anlonio VillaSecca,
Jote Eslevao Moreira da Costa.
Manoel Germano dos Santos Pereira Bastos.
HEPABTICAO DA POLICA.
Occurrenciai dn dia 27 de abril.
Foram presos : pela subdelegacia ra freguezia do
Recife, Anlonio Lopes e Justino Jos da Casta, am-
bos s-m declarac,;io do motivo.
Pela subdelegada da freguezia de Santo Antonio,
a prela Mara, para averisuaciies era crine de furto.
Pela subdelegara da freguezia de S. Jos, Jos
Viciorino de Medeiro., sem declaracao do motivo.
Pela subdelegacia da Ireguezia da Boa-Villa, Ma-
ra Joaquina da Conceicao. por insultos, Manoel Jos
do linsirio e Alexandre Jos do Rosario, por des-
ordem.
E pela subdelegacia da freguezia dos Afogados,
Maria Rita da Cunceicao, por briga.
-28-
I-oram presos: pela subdelegada di freguezia do
Becife, o marojo ingle* John lligginis, 1 requiticao
de seu cnsul.
Pela subdelegacia da freguezia de S. Anlonio, o
prelo escravo Jos, por crime de furto.
,E pele subdelegacia da fregueziu de S. Jos, Um-
beliua Mana da Conceicao, por desorden).
Em ollcio de 25 do crrente refere o delegado do
termo de Iguarass, que no du S fui encontrado nos
canaviaes do engenho Tapipiri do me.mo termo, o
cadver do pretu Vicente, escravo do proprietaru do
mesiro engenho, ja' cm estado de putrefaccao, e que
proceden,lo ao competente corpo de delicio, resullou
desle conhecer-se que a morte nao proviera de ora
crime, allribuindo-se a alguin ataque repentino ou a
mor ii lela de cobra.
29
l-'or.m presos : pela subdelegacia da freguezia do
Recife, o prelo escravo Jas, a requer 111 -i.;., do res-
pectivo senhor, e a.pela Maria Domingas das Doresf
sem declaracao dn .motivo.
Pela subdelegacia da freguezia di S. AnlotMe, o
prelo escravo Lnizi para
furto, e Joao Bvangaliel
Pela lobdelegeoll da
Joao, para recrula.
E pela lebdelegaela da freguezia da Boa-Vista,
Joao Nepoinoceno Valim Jnior, lambem para re-
crula, e Fraucisco da Rucha Wanderlev. por des-
orden).
Em officio de 22 do crrenle, refere o delegado do
terceiro dislriclo desle termo, que em ierra, do en-
genho Sania Rila, em locar enno, foi encontrado o
cadver de Amonio Munnho Pelele, leudo nn peito
direilo um ferimento largo e profundo : o respectivo
subdelegado procedeu a compeleule vesluria, e esla
empregando as mais aclivas diligencias para desco-
l.nr o aulur ou aolores du crime, nfim de 01 captu-
rar e contri elles proceder nos lerrau. da lei.
embaracad,., apezar da vonlade que cu leuho deque
a postura eja derogada.
f.'ma lo: : V'oli pelo parecer, e a cmara que
propona a derogacao.
O Sr. M. Cacatcanti : Nao, pelo parecer Blo
vol, em ultimo caso votarei pela emenda que man-
da revogar a postura, apezar de que eu creio que mis
na.i p .demos lomar esla medida sem a iniciativa da
cmara.
OSr. Oliceircc: Ha iniciativa.
O Sr. M. Cacatcanti : Pode-se dizer que ha e
que nao ha, em regra nao ha, porque a euenmittla
diz que pode ser abolida a postura, porem nao diz
que o deve ser...
O Sr. OMcrira : Veja o segundo officio.
OSr. U. Cacatcanti: Maseujulgo pelo que
esta etcriplo e nao pelo que esta era mente da c-
mara uu de qualquer pcss.ia.
A cmara nao ubrojj muito em regra. e por isso
lenho ininhas duvidas, dnvidas que desejsra ver
resolv las,para poder volar cunvenienieineiile, porem
se nao houver alguma medida mais razoavel, vulu
pela emenda.
povn, com a limpeza e aceio determinados as ac-
to je- poslura. da cmara municipal.
U governo da provincia, acedando ai menciona-
das condices, se comprometi de sua parle: I.- a
providenciar ellrclivamenle de modo que nao se ma-
le rezos, nein e expiraba a' venda carue verde nesla
cidade na. mencionadas freguezias, sem que previa-
mente se |.ague 109 conlraladores. lima indemuisa-
cao do. prejulzot, qoe pruvavelmenle lerao pela fal-
la de consumo da carne, com qoe sao nbrigados a
conservar abaslecidos o. acougues ; lendu calculada
etli indeiiiuisacao em 83'K)0 rs., por cada rez, que
nao perlencer aos prnpnos criadores, que mostra-
rem ser lies de mudo a' nao se coulundirem cm os
alravessidore, poiqiianlo nesle caso percebcnlo so-
mente a quanlia de :|(M0 rs. por cada rez, que hou-
ver de ser mora para o c.....uina publico.
a !. A prover pelo. meto, legaes ao seu alcance
Contri os alravessadures, e qualquer embirico, que
pos... prrjodiear a' marcha regular desle ron'iralo.
3.' A ter iu gente, precitos para Rscalilir a
exeeman d'esle contraa, quer na parte relativa as
obrigaees dos coulraladnre., para o que estes Ibes
franqueadlo os seus eslabclerimenlos, quer para a
ponlal observancia da. providencias que o governo
expedir em virlude dos arligos anlecedenles.
Esle contracto durara por etpaco de il anuos con-
lidos do primeiro de Julho proiimo futuro, em
qoe comecar.-i a ler o seu efTeiln.
o O governo se cornpromelle garantir com todas
as sua. clausulas e condicfie., c os conlraladores se
obrigam solidariamente ao exacto ciimpriinenlo del-
le por si e seus bens, ficandn enteudido, que se re-
servara os casos forluilos de guern na provincii,
secca ou pesie, e de serem alteradas por ditposiees
posteriores as imposiees ora decrelada sobre esle
objeclo, quer provinciac, quer municipaes; porque
dado alguin destes casos, u governo da provincia ad-
millira' as modifica^es necessarias em ordem a ri-
parnr-se os elleilos de urna for^a maior, e habilitar
os conlraladores a cumprir o contralo sera ora pre-
juizo cerlo e infallivel.
E porque assim coiilralaram e para a lodoo lem-
po constar, mandnu o Exm. Sr. presijeule desta
proviucia, conselheiro Jos Ildefonso de Souza lla-
mo., que se lavrasse o presente, que vai por mim
Antonio Fraucisco Pereiri diCirvalho, secretario
interino da provincii, feiln por ordem do mesmo
Exm. Sr. e por elle e os conlraladoret atsignido.
Jote Ildefonso de Suuzi Ramos.Manoel Joaqun]
do llego e Albuquerque.Ju-tuiu Pereira de Farias.
Me.ipii,,, k\; Dulra.Jos Jo.quim Botellio.n
Quaulo ao arligo I a corapauhia nao s maudav
malar para o consumo da populacho 80 reze,como
muilo maior Homero, como se v das parles oiliciaes
dus Sr.. fiscaes a cmara municipal ; sendo que era
muilo, das glandespurrau de carne sobrnva que se
lancava fora,\oa era mandada para os hospilaes. e
cadea ; e lano isla fui exacto que den lugar a que
quando em I8V1 a liualse concederam as mudifica-
COei, uina das circninslsi.cia-, que foram previstas
foi as sobras das carnet,porque era era pura perda da
roinpanha sem beneficio publico, nunca a campa-
nilla foi multada por esla circumslancia : por lauto
esla plouaineiile prvido que ella slislez o sea de-
ver. .
Quinto 10 2' arligo, creio que nao ha ara so in-
dividuo que com verdade pos.a demonstiar que a
companhia vendeu carne por maior prero, que o es-
tipulado /nu',110 inverno.e 3-3200 no verao. UranJe
vozena appareceu, aleivet se levanlaiam.impulacOri
falsa, houveram : que os marxanles liul.am ca'rne
gorda, e a enmpanhia ni magra ; puis a gorda eri
da eOmpanhil mandadi vender de nu conla ; mas
seinelhinles iinpulares nao passarain de ditos ilei-
vosot, que peeeeaalguma foi capaz de provar, ape-
zar de muito mal que alguns de,ejavam a cumpa-
nina !... lina mulla (e era de 10. a 50/ porca-
da rez !' nao foi a compauliia obngada a pagar:
porlunlo lica clara e evidentemenle demo-lrado que,
quinto a .ste artigo, lambem a companhia cumpiio
fielmente o seu dever.
Pelo que respeita ao 3- arligo, que he a imposi-
cao, e quanlilalivo das mullas, e forma do pro-
cesso no caso de infrareao, al,i mesmo se enxrgi a
boa fe da companhia. Cm. companhia que, em caso
de infraccle, faz juiz a prupria parlo com quem con-
trata, podera' ser tachada de nepla, mas nan de
maliciosa. Depoit que quer diztr, um cuntralo
com o governo que era caso de n.lraccio seja esla
decidida por arbitres, um do governo, oulro da com-
panhia e desempalador o mesmo governo ?... Temos
eflectivamenle dous votos contra um mas a confian-
ta da companhia era salisfazer seus deveret foi tal,
a coufianca da companhia na u.lica do governo en-
tao subi ,10 ponte de coucordarein, que o croprio
governo fosse jaiz era causa propria,e como foi paga
es.a c iiiiianc 1 >
Ah esla'o processo '.as mullas por occasi.lo da see-
ca, esse processo vergonhoso era que se sallan por
cima das verdades mais palpaveis, se rninmelle-
ram as injuslicas mais notorias ; e que a linal pela
urca da razilo, teve o guveruo de ceder, e dar as
raa-lificacag.
Depois como foi o contrato cumprids por parte
da companhia?
Vamos ver comoo governo de tai pirle cnniprio
o mesmo coulralo.
A primeira condicao*foram u inultas de 8/aos
marchantes que talhissera carnv, de-la eooceiso a-
bro man a compendia, logo que appireceu 1 secca
.%Z&\!^\ZZ Zp'tVe mde aa> **"*** 9
i.i Soare., por desorden,, A #.,,. .' ,
freguezia de S Jos l-edrn^ y"nt" a "te, >* houve Juma s p,ov-
ireguczia de. Jo.e, ledro dmcia, que oguverno desse era ordem a afugen'.ar
i. Iravessi^ dos gados.
Pelo que respeila a *, ahi eslo 01 Srs. fiscaes,
qhe digam, como, e porque forma foram execatadas
p parte da companhia mal obng.cO.t ; ue-te arli-
gn .e compromete o governo, a que em caso de al-
guma seoca, nu petle seriam admillidas as modifica-
ees necesarias em ordem 1 reparar- 01 elleilos
de una forra maior, e habilitar os contraa torea a
cumprir o contrato sem um prrjuizo cerlo e infalli-
vel.
A companhia requereu ao governo as modilica-
ees, demonslrou que se dava o caso de secca,que as
provincias do norte haviam todas pedido,'e ohlido
auxilio do governo Eeril que n.1o era pussivel 1-
ba.lecer-se o mercado, sem as modificaeses conve-
nientes que a poca exigia a ludo fo"i o governo
sordoporque 1 Poique era parle e jaiz e ni 1
fura estipulada mulla por sua parlele forma que
contraa foi leonino a respeilo das mutuas o
medios allopalhico., e smenle juiaram que sabiam
que elle ha muilo que Carava, pirque tambera ea-
iii un. I ..r ouvir dizer, que ella vender medicamen-
tos da enverno, mas a primeira propoticlo nao
pode adinillir peio modo porque 5. S. talla desle
prucessu, logo adniille-se a secuurla. Lamento que1
Sr.Pilaren.e, nao talilfeiio com o que injusta-
mente ja ha sofiriou o Sr. Marauhio, anda
empec..libar a sua rc|iulacao, Irazen !o esl*
imprenee, para assim poder cheg.r ao alcance de I cer s o podes* m.er em edificio. 11I01 lo> c. 1 :
pessoas, que nao leudo mleira eoaheeimeofo delle.irain de distancia da capilil.
postara da.-lhe alKu,n eredilo, mu principalmente A Iotas e-la raed.da. m sugeilinm o. padeirc.
piando h. I, revesle-e cora um raiacler que Ihe he e ., ,aiU. at ,oa, f,b,ien m fizenra .eslor... ar-
iniproprio, qualodeju.heeiro. I denida pela municipalidade e rom aW.leK-il .le
l-.slou mullo conven;, lo que, se S. S. .1.-1111 ubrou,! medico icspeiliveis. qae declararen na. ter d.
Nao he fura de propetil" refenrm... iqui alga-
ma. circumstanciii qae leem feltsle com ase-
gucio da remuelo des padahat, ordemda por ette
lei.
P| divert! vetet eamiri municipal lera lami-
do medidu ledenles a pidinai a lem ronferrio-
ui'l.i postura., ja ordeninuo e fortai especial ,(,.,
"cure tornos, ji mandando alteara chltnint. ja 6l-
ficlo a j mente mandando que as nova, pidirie. etlabelc-
fo. suppon.lo que nflo a|.parecera quera lirasse-lhe | modo
1 mascan e u apresenlasta ao publico lal qual S.
>. he.
nei.huin nociva a -alub.idade publica
l.uuac 1 dula,.
1, A* "Melariae fonm rdena 'a- e procedidas por lu-
No hual de sua mi.siva appelluu para a juilici | tondade ju.iici.i, qu(. ju.,v i,a| em Me do p.-
dus Vs. desembargadore.. mais um de.facaraen- recer do, medico, que .. dil. lab.ien Maaaaa a
lo para se fazer acreditar., era cuj aleada se irh. linuar a Iribilhir 00 luga.e. em que rim su-
este processo ; e he justamente para elles que apel- | urna vez que ella |,|lilin ,. condicet caurl.s
lo, vi.tu como elles jamis proferuo uina seulenca
ni|us|a e contraria a saa razao.
Son, sirs. redactores, cora loda eslima e mais su-
bida honra, de Vmcs.
).
Recife 21 de abril de 1H37.
^"
yubllcacao pebibo.
imp.islaspel.1 lllllliicip,|,.,de.
A sali.lco piompu de Indae etlil exiget.cu..
como que garaniia ao. padeitaa a eenterv.rae a
sua. pediras i.cs higere, ,, ,.|,beleeiao.. pora-ie
tinhim toda. 1. c,|,c,iM propria. para rto cfleu-
deiera 1 hxgiene ;e ..... ,im ,, ,,.
brica linhara um valu, tK e|lni,i, roUit. meH
subido que o real, pela rrenc de e.taren geriali-
di. contra a remocie, iraundo 01 teat proarieli-
rio. de augmentar o valor real de tan fabrica., dea-
do-lhes todas is la.ndices de prrfeicjlo, tolidrz e
duraeda, sempre na creoca de qae 1 contervecia 4e
,.1.....,.,,,. ii.*> ...____.....
ARTIGO I.
Posturas municipaes, e a padarias.
A assirabla provincial .icaha de indefenr o reqiic- seu. esiabelecimenlos lliet era g.raniidi"
rmenlo ibaixo transcripto, que algn, padeirus des- Mesas .i'ruinslncn apparicaa pj.inn mani-
la capital Ihe euderecaram, pedindu a revugajao do cinal que ordenav a rimurao ni curio praz e>
art. "1 di le provincial n.372. G mezet, o qual foi pula ...emule, prcviar.al p,^.
a I luis, e digui-imus Sr. meinbros da asseinbli rugado ale duus auno, que te fiidaat em :io aaiai-
legisliliva provincial. nho do crrenle anuo. *^"
n Ui al. uva assignados, proprielarioi de padarias Vendo iproiimar-te a poca deeu remeca re-
e.tabelecidas no centro desli cidade do Kecife.achan- correrem novamenle o padeirm iteemblea pr.,,,
do-ie obrigados, em virlude da lat, a remuverem al cial par mi da represe.ilacao que fice UamcnaU
dilat padariis pira alguini das rua> do Brum, Impe- qual deixou ds ter illendidi, lilve ceta ra**'
rial. Cabanga, volta dot Cotillos, caes de S. Jos, quanio forma, mat com rainifetti '-j-rtTi 1 aai>
prail de Sania Rita, Soledade Sanio Amaro ; vera, to aa fundo.
com o re.p-ii 1 davido aos dignos escnlhi.ius di pro- Dizemo. qae e .|eci.lo fai lilvez jaete quiale a
vincia, pedir que seja subsliluida pur oulra, aquella funna, porque o nol.res depulado olharem ulvec
dlipotifio legislativa. com damaelada escrpulo pare 1 ditavirae 4a le
Houve lempo, digni.sirao. senhares, em que o pu- 2"i de oulubro de 1831, arl. ,1. qae orden, naa pu-
blico e persu .dia qae o. torno- das palanas era 111 derem as postura, urai vet ipprovida peios eoiasa-
uocivn. a nade d >s habitantes da cidade, mis hoje llios geraes boje a-snulPea provincial, ur llear.-
tenielhanle tuspeili deve eilar desvmecnla. das nu rerogadas, tm que n respectiTe cmaras at-
Com ludo nunca houve quem levase ao seio da um o proponhara.
cmara municipal uini recama.;) 1 contra aqa-'lle. Esta di.po.ic.i > de lei. linda em vigor. Me deve-
eslaheleciin-nlos ; e t algama ex gencil du exmelo rii embirarir os nobre. depaladoe, vino cima no
conselho de salubnda.le Olera con. que os prupriela- aclo a.l.liciunal enconlraro ell-i faruldide para aaaaa.
nos melhorassein o lyiteaM dos tornos e chimins derem representare. diia ordem. qae ealeodrm,
em virlude e 1 vista de plauot urginisidns p nicipahdade. Essa primeira exigencia ffira religiosa-; de fabricante! iodu.l.ioo e rommeraaais., qae ei-
jneiile salisfeit. quiudo urna poslura addiciuual pro-! ercem un. direilo garenli.lo pela Con.liluicao do im-
hihio a conlinuicAu das padarias, poslura que por perio, e por outro com o. nil-rtee da p..pelaci,ia-
iiimiaraenle vexalona Tul redunda aos lermos em leiri, tornandu-lhe miis rara a tabtitleucie*alle-
que se leba a raolarlo provaeial 11. 372 de 13 de rendo indirectamente para om atajea muil. atan -
Jiinhi de 181>, a qual conceden o prazo de don. iu-1 bido um genero de primeire neceisid.de : cama l~
uos para a remidi de tudas as que se acharara e se gu demonstraremos.
achara fora daqoelles puntos. Todava combina l| a disposicAo daqoelli l.i de
Us aluno assignadot esiao persuadidos de qae t | 15 de oulubro de 1831 com 1 disposiclo 4o irt. 10 S
II vistas de ulilidade publica moverem 1 municipal.-: i. do aclo iddiciunal, podan, ella emh.re.-.r a
lade a decretar om. lal prohibiriio ; cuinpre-lhes I mesma aawajMe 11* deci-Au qoe te Ihe pedia" ca*
porem pedir a benvola allencSo da assembla pro-, obstanle a iaiiTa do art. 73 di lei do 1. da ajaj.
vincial para as consideracet que pas.am expor, lubro de IH28, quena no. coalla estar revelaste
abra de ju.lihcarem a presente suppliea. I por aquellas que se exprime di teaaiale meaeiri-
Anles da dotaron experiencia porque passou esla I U eidetMee qoe te tenlirem aggrivado. pela,
capital, fundada po lena ser a solicilude da cmara deliherace., iccoida. e poslorat da.i ramera, m-
municipal pretendendo a extinceao dos fornu. da dirao recorrer pare ... |,-o....ln. "eree li.t>
padirias dos lugares era qae ettdo ; boje purera uina
lal sulicilude leiia coulra si os aazumeu!... da expe
lteai.il. Uuti'ura era a razau Iheonca que imponha
o xexame de ons 110 appircnle inleresse de oulrot,
agora porm he a razie pralica qjem not moilra a
ve-da ie lera o veame daquelles, e no reconhecido
inleresse de Indo..
A ronsliluic.v.i do esta lo pr, melle prol-rcl. a todo
semhla proviocial; e ni r.'.rte pire e eetembate ge-
ral legi-l diva, e por ette ao enverno, qeeasie a oti-
le. ia fur meriinenle eeunoniica e adinini.lraliva.a
Cmo se pao lalav 41 ininilivi de poetare tua.
cmara municipal, sendo ooviia. informara tava-
riveluitnte aos peticionario., pmliem at aobree ae-
pulatos denar de ledo esla pequea qaetU* ala lac-
nula, qae lalviz ot omh.ni,. e ai I .lliewe le al-
0 genero de irabalho. iiidutlria 0.1 eoinmercio urna ten ler ronvementeminte e jinlir. date 1
vez que no se oppnnha aos coslume. publico, a' se- ticinmrios.
Frederieo Lopes (iuimaraes.
Vicente Mendei Wanderlev.
Antonio Carneiro Machado' ,'tios.
Ignacio Pinto Snares.
Manoel Caelano de Medeiros.
I.inz Jos Rodrigan de Souza.
Ignacio Francisco Marlins.
Manoel ler reir Pinto de Araujo.
Joaquim Candido F'erreira.
Joa.i jse de Ferie.
Manoel do Nascimeulo Araujo.
Manuel Pereira Lima.
Jo. Fraucisco da Costa Lobo,
francisco de Paula e Silva Jnior.
Manoel Antonio Simba) do Amaral.
Luiz Antonio Barboza de Brilo.
Feliciano Bodngues da Silva.
Jos llamos da Cruz.
Antonio l.eiie de Pinho.
(iuslavn Jos do llego.'
Sendo su luciente o numero de i I senhore juradns
para haver ttalo, o Sr. juiz de direilo declarou
aberla a mesma. depois du loque de campauhia.
Aberla a sessao. cnnipareceu o Sr. Manoel Joa-
quim do Ileso e Albuquerque. prosi lente da cma-
ra e juiz municipal da segunda vara do termo desla
cidade, e apKMDlou I!) processus devidaraenle pre-
parados, os qoaes ao os seguiutes :
1. Autor, ajaitica.
Ilo preso, Jou Baplisla doi Passos.
2. Autora a juslicn.
Reo preso, Jos Maria de Sooza.
3. Autora, a justirn.
Ko preso, Hemelerio Paos di Silva,
. Autora, a justica.
Reo aliaucadu Thumaz Franriico Pereira.
S. Autora, a just.ca.
K alianc,da, Mauela Maria da Conciricao.
t>. Aulnra, a juslica.
Reo iflanoedo, Apoliaario Candido dos Santos.
7. Autora, a justica.
Itu afianc.do Domingos Adolpho Vieira de
Mello.
8. Aulora, a jn-lca.
Ilo afiaurado, Francisco BsUiino de Mello.
I). Autora, a juslica.
Ilo nfiancado Beruardino Nunes di Conceicao.
10. Autor, Jnao Luiz Viinni.
Reos ..liancadcs, Ignacio Basilio do Espirita Sin-
lo, e Miguel da ocha Vascoucellos.
11. Autora, a jailiea.
ilo aliancado, Anlonio da Costa Moreira.
12. Aulnra, a joslica.
Reo aliancado, Ignacio Manoel Viegas.
1.3. Antera, a jaeliea.
Ilo aliancado, Anlonio Jos Bilaucoarl.
I i. Autora, a jofjiea.
Ilj'u afiancado, Anlonio Joaquim d'Aiinunciaco.
15. A1.lora a justica.
leo aliancado Manoel da ionseca Araujo Luna.
1f. Aulnra, a jueliee.
Ko naneado, Domingos lleniiques dos Santos.
17. Aulora, a juslica.
lieos afilorado., SimAo Cabra] de Mello, e Ma-
nuel Cibral de Mello.
18. Autor, Florencio Jete Carneiro Monteiro.
Rea enancado, Ignacio liento de Leyle.
19. Autora, a jotllca.
iteo alianeado, Francisco Xavier Ferreira.
Uepoit de epreeenledoe proeenot ocime men-
cionados, oSr. juiz de direilo maudou que por urna
tabella e moreattem ...das em -|ae devian, ser jul
ga.los.e levanlou a sessao a 112 hora da tarde, adian-
do-a para o dil seguinle as Itl linrai da miobla,
>. aettio.Dia 2S de abril de 18.77.
A assembla approvou llonlem em lerceira d sens-
sau o projeclo sobre o comproraisso da irmaudade de
Nussi Seuhoia du Livramenlo de S.n Lourenco da
Mala. Approvou tambera em lerceira o projeclo n.
21), que eleva a categora de cidade a villa de Ca-
nia, .
Entrando em lerceira discussao n projeclo n. 17
que prornga por mais dous anuos a licenca que com
ordenado .e echa esludaudo na Europa n ajudanle
de eiigenheirus Joaquim Pires Carneiro Monleiro,
nraram o. senhores Meira II-tinques, Anlonio Ci-
valcanli, Manoel Cavalcanli. Sabino Ulegario, Sou-
za Carvalho, I. de I; uros, sendo emfim approvado o
projeclo, e rejeilada uina emenda offerecida peta
Sr. Meira llenriques.
Ki.lraudo em segunda discussao o artigo 18 do nr-
cameulo provincial, orarm os senhores Meira Hen-
nque c A. Cavalcanli, sen 10 approvado o ifligo
com urna emenda, bem como a artigo 19.
Ficetl adiado o arligo 20.
A ordem du dia he a mesma.
S. Exc. o Sr. vice-presidenta prorogou al o dii
l.i de maio 1 assembla legislativa provincial.
(&0ttc$p0nbmctc&.
PAGINA AYULSfi
Antas de honlem foram ippreheu.lida peta
Sr. subdelegado de Sanio Anlonio 12 barr, de pl-
vora, que Itvivato o desuno de Sanio Anio. Cada
dia o Sr. Dr. Farias se loma mus credur dos enco-
mios que por vezes loe temos rendido e da svmpithll
ceral que Ihe lera grangeade o seu iucans.vel zeta e
la inesliinavel energa. Se por (al arle se liouvei-
lem 110 cuuiprimeiilo de teus devores lo las as auto-
ridades policiaes, cerlo que rireariim esse (actos
c.ndeiniia ios pela lei, e que iufelizraeutc ainda se
din em uossa aociedadr.
Em uina deslas nuiles, infernal barrarla alrnou
loda a ra Direila. Urna niulher loda furia voc fe-
rava hornvelinenle e pelo silencio da Bulle .lava um
publico escarnalo, iucommuJando mi seus iufelizes
tizinlms. He singular essa ra Direila .'
Evidentemente a moral vai fazeudo enlre us
rpidos progres-os ; a caridade he e-.ercida em gran-
de escala, e pelo fruclo pde-se fazer idea de arvore.
Sirva de exemplo o Tacto que registramos, lie bello
ver-se como em alguns arina/en- se vende becalbia
podre Ura, porque esses senhores nao se blo de
dar io Irabalho de mandar lancar fri esses gneros
corruptos, e qoe nao podem ueixar de ser insalu-
bres ? Sr. fiscal, por amur do prximo, peona bice
a essa sede de fazer bem.
o Sr. continua '.' pois nein por morar na rua
da Cuncurdia, em roa de paz, de umao, de fralerni-
dade, ha de o Sr. Furia ser re/reslo em ineslica '.' D nos lilhos. menos na inulhrr, mais nos
esrravos, mas ludo faca como um l.u.ueiii ene mura
em la de Concordia. Fac concordia com teot vi-
linbos e deixe-se dessas irovoadas, e lenbi mais
amur a si, a mis e a' seus vizinhos. Se he p .rque o
Sr, gostou da delencao, faca logo una morte e lera'
sua inorada por loda a vida.
Valias lem sido as veles que havein 1. recla-
mado contri o abandono, com que em O.inda proce-
de a cmara municipal; a no.sa insistencia corres-
ponde ao descuido e dcleixo da muuicipalidade. Fal-
lamos sobre o mataduuru publico e sempre espera-
mos, alenlas a juslica e oppnrtuui.l ide de nowil ra-
flezoei, que se at levasse em conla ; entretanto pro-
cuioo-se iltadif a apinulo publica e eali.fazer a ex-
paclallv, iieivand i-s persistir ns loesmns inconve-
nienles. F'allamos no capun que cobre a. roas, e
houve quem dissesse qoe he um lapate ila nalur-za,
mas o que sera' esse (apele quando u -ni nao vier
"c!" Y"*"""' "'.ainainhos eainga-la t Fallamos I Presidenta do Sr. Dr.'Aleradre 'ernardino dos
ahnal do. (.orcos, e esulverara que us porct roncor- '
riam para a impeza da cidade. nanlo sera' ereia-
lo um lugar, ruja limpeza porteuce aos porcos Me
----------. ... ------ ...,......,, ,., ,.. ,.iiii,i-/,i pciiei.ee aos nurcos
v ? deh,.. P'"q" me"n, "' '",CU'";,0 P"'le '"" "'"'"' aue l,a'" "'' lueean-idere poicos elc.nei,
vir de base, e sera mu valiosa a upiuiau do Exm. '
prelado diocesano. Um dot nobres depulados que
fallou contra o requerimento, disse que urna couta
ere divisa e oulre era ereacan, mis enfeudo que
he Uo isbiii, iao pequea a diltorenea, que nao po-
tos de limpeza. S em Olinda se vdisao, oa eniao
os porcos de.se lugar sao dilt'ercntes do de loda par-
le ; s o norae de porco da' urna Idea contraria de
Innptz, e lano os porcos cmara porcarii que em
lud a parte,ein qu 11 qoer.inanler limpm, f#l-ie
Beis e Silo.
Promotor publico interino, o Sr. Dr. Joaquim de
Sooza Rei.
Escrivao interino, o Sr. Manoel Correa Comes de
Almeida.
Alvogado.oSr. Anlnuin Baplisla Gitiranna Cosa,
esludanie da Facu'.dade de Direilo desta cidade.
Feile chamada as 11 horatdi niaiilia, ichanm-
lt presentes J'J teuliorrs jundoi.
Senhores redactores.Compromelti-me em seu
jornal, numero..... provar que os artigos do contra-
tn das carnes verdes, celebrado enj t de junho de
18.il, foram fielmenle exeeulados por parte di com-
panhia.
Eis o contrato : .
11 Termo de contrato do (ornecimenlo das carnes
verde ao povo desla cidade.
Aos ti das do niel de junho do anuo do nasci-
meulo de .Nosso Senhor Jesu. Chrislo de18*il, na
secretaria do governo da provincia de Peruamburo,
compareeenn) peranle u Exm. Sr. presidente da
mesma, conselheiro Jos Ildefonso de Souza Bario.,
Manoel Joaquim du llego e Albuquerque, Justino
Pereira de Feria, Jos Joaquun Bulelhn, Mesquita
(Sf Dulra, e enlre elles e o mesmo Exm. Sr. presi-
dente da provincia, laloriiedo pela lei provincial
n. 278 de t de maio de 1831, tai ajustado e celebra-
do o contrato para o foriieciment de carnes verdes
ao povo desla cidade pelo modo segrale :
.1 Us contraladures cima menciuuados. Manoel
Joaquun do llego e Albuquerque,Justino Pereira de
I-anas, Jos Joaquim Boleiho e Mesquila A Dulra,
se obrigam ao seguinle :
n 1.* A malar diariamente e expiir a' venda nesla
cidade, comprehendendo at freguezia. de San- F'rei-
l'edro-tioiicalves, Sanlo-Anlonio, San-Jos, Itoa-
\ isla, .Mugados e Poco da Panella, no tempo de in-
vern, que se contara do 1." de marco ao ultimo de
agoslo, 80 rezes, c no de verau, que e cutara' ,1.
I." de selembro ao ulumo de fevereiro, 70 r-zes,
nos das carmes, e melada nos de precedo, eicep-
loa.la a qnare.ma, porque no le.npo della se expo-
ra' a' venda nos dominaos a mesma quanlidade, que
nos dias carnaes, na. segundas, tercas e qainiet-lei
ras, dua tercas parles, na. qtiarlaa feras in-tade,
as sexla.-feira. e sabbados uina l-ica parle, nlo se
designan lo quantidide na semana tanta; Uceado,
porem, bem entendido, que em todos o. ca-os tflo
obrigados ns contraa lores a salisfazer as justa, exi-
gencia, do consumo publico, conservando os acou-
.jiies abastecido-, de cania d .s t lluras d. matihaa as
b da larde, para o que poderao ser as rezes moras
durante esse lempo.
a 2." A nAo perceber na venda da carne verde nn
designado lempo de invern pneo maior que o de
2?IH) rs. a arroba, a no da verle o de 3-321)1) rs.,
sendo a carne da inrlbor quilidlde, que as circuios-
Uncial permillirem, e sempre saa.
.1 3.' Ao nagamcnlo da mull de 83OUO rs. por
cada rez que deixiiem de malar, e expur a' venda
para o completo du numero estipulado, e bem assim
a'de 10 a ."1O3OIK) r.., quaudu enjam pre(oiniinr
qoe o eitiputddo, ou expouham a' venda carne arrui-
na.la, nu quando caprichosamente se rieusem a ven-
der carne, a' quem a' va' comprar levando a sua im-
portancia.
11 A impo.icao das mullas e a deciso obre qual-
quer uulras infraece.. senlo julaida por dous trbi-
Iros, om da nuaftefao do prndenle da provincia.
entro da iiomeaca.i dos conlral.dores ; no raso de
empale, decidir' o presidenta da provincia com au-
diencia do conlraladores.
e 4." A ter em cada orna da. freguezia! mencio-
nad 01 acouguei precisos pira ctimmodidi.de do
0 til
bricacet dos conlralantes entre si.
O governo em logar de concordar e convir as roo-
dific.aces que a silmrau aconselluva, mandn Ins-
taurar o celebre processo da multas, por fallas oc-
BOlTida na poca era que se Ihe requ>ram as mudifi-
cacfies. nnier.s em que 1 companhia havia incorri-
du e o mai. he qoe coran o governo nao reconhe-
cia a secca, o seu arhilro tambem a nao enxergou, e
jase v que levaram de vencid a compinhii ; de
forma que ronveridMm urna verdad recnnhrcida
pelas presidencia. J Maranhao.Piauhv, Ceara', Bid
tirande do Norte e Parahiba, qne todas foram so-
corridas pelo governo geral. em razio da secca, em
nina burla e verdadeiro etiravio dos diuheiros p-
blicos ni soccorros qae o governo geral den, sendo
1 secca ficticia.
Continuare! qnanloao 2-. ponln.
O imparcial.
Srs. redactores.Lendo o Liheral de i do cor-
rente, deparei cora nina correspondencia assiguada
peloPilronse, que bem me parece iuimigo ca-
pilal da verdade.
1 .luciendo elle arrogar 1 si a hlnra da corres-
pondeule. e nao adiando materia pan -oa missiva,
au Irepidou ferir o seu semelhanle, naquilta que
elle lera de mais apreciare|a reputaran.
Ioi materia de sua missiva, ainda qui invernsi-
melmente deteripta, o prncesso do mui honrado ra-
piao Jale Severieno de Albuquerque Maranhao,
que sendo viclinia da peregoir;o a mai. cruel, In.je
acha-se despionunriado, leudo para prova de sua
innocencia o seu prnprio proceso, um chefe d'ubra
para a auloridade proceeunte.
Pretendendo justilica-lo das inveclivas do Sr. Pi-
larense, nao pusso deiiar de expor, posto que per-
functariainenle, o que deu lugar a semelhauta pro-
cesso.
Ha alguns airaos que o Sr. Uirahhlo, morador
no puvuadu de Curiuhera, termu do Pilar, dedican-
do-se a arle de curar, j pelo sy.tema homeopalhi-
cn, e j applicando alguns remedios allopalhicni,
procurando desl'arte er 11I1I a si e a lodi populacau
daqitelle lugar, balda inleiramenle de recursos me-
dico..
Infelizmenle.em principio do anuo lindo,o maldita
viajor do (iaiige.desenvolveu-se all cum seu foror ;
e euiao o Sr. M.iraoh.lo,cuino subdelegado que era,
olliciou ao presidente rcquisilando medicamenlos
e um medico, que podesse soccorrer 1 pobreza, que
gaiiuca e saude dos cidaddos. A prohtbico nos ter-
mos da postura sera' inconstitucional tempre que se
prna.- a ausencia das condi(cs que a devera legi-
timar.
O exercicta da industria da fabricar pao no centro
da cidade nao se Oppfii .lacerto nem 10 coslomet
pblicos, nem 11 segur.uca, e nein ainda 1 saude dos
Cidadaos. Ucioso seria pretender demonstrar que o
bon. costuraos e e_'ii .10 ;i dos ci Inda is nada tof-
frem cura tal exercicio ; nao o ser*' porm quaulo a
mide.
O. abano asdgnados respeil.m sobre maneira a
illuetraoia da assembla provincial, e creem que nao
Ibes he necessario locar temerariamente nu sauclua-
rio das sciencias medica, para ob(erein que os dignos
representante! da provincia te cnmpenelrem das rn-
z* que os faclus raa. rcenles da historia sanitaria
do imperio lem suggerido contra a npiniao Ji que os
tornos de coser o pao sejam contrarios a saude pu-
blica : as fugueiras levinladat em cada canto dos po-
voidos 'iu. .me a epidemia do chuleri-morbu, como
providencia hygieuica, protestara contra aquella ran-
cosa npiniao.
Mas, lenhoree, nao he lmenle como fado profi-
cuo, longe .10 nocivo a saude publica, que os abaixn
asignad... devem defender a sua industria e pedir
instantemente a sua conseivacan onde se aclia -,
he terztbem pelo I ..lo .1.. pabllca economa que elle-
re.peilosaineute pedem a revog.rao do art. .1 da le
provincial citada n. 372. lie ver'lade tab.da por lo-
dos que sem lacroi neuhuma industria pude se man-
ler ;tambara o be igualmente que o cusi da pro-
do c.lo eicrece a ohleucao dos objeclo" produzi
das; a industria que prnduz o pao nao pode estar
sentadas tais econmica!, e por cunseguiute ha de
rffrer iuevilavelinenle as despezas necessarias pare
diflicil ir.iii-l'i. ni i,_ 10 que se deve operar no remo-
vi raen 1 o da. pidarial, ja' pela perd din torno, e c-
las destinada, a e-se mi-ler actualmente, e ja' pela
duplica.;,'u da. que sera' uecessrfhu ubler pare pro-
dnzir e para depositar era lugares lislinclos ; o. Ilia-
cos ora empregados ale leiau bastantes para se cun-
Unuar a minipalaclo e venda do genero produzido.
Depois das criien provienes porque lera pissado as
industrias qu dependen) .1 > IrabMho escravo, he im-
possivel desennhecer 1 alta dos salarios, que nuda os
mais vanlajosos ale contentara o uperarm livre no
improbo Irabalho das padarias ; ne-las circunstan-
cias, pois, quando as frequenle epidemias que tem
invadido o solo nacional, bao dllhlllade e diminuido
seusivclmenle o numero de brat,.s quty livre, quer
esenvos, ha manifest que a industria e encarece,
e que urna semelhanle transtarmacao sera' sempre
um onus de mus contri a aliraenl.cao publica, cun-
Ira o cunsumi.tar.
N'ura paiz em que nao san lachados os preros dos
gneros alimenlares, oca veame contra 1 iudustrii
que o. pro luz, he sempre um grande mal.
Cumpre ainda juntar s razes exposla a refe-
rencia de faclos que a vida domestica ha de constan-
temente atteslar contri aquella providencia ven-
tona.
Ai padaiii onde se achara actualmente protegem
seriamente uina industria dum-slica de qu* nao se
falla, mas que sustenta um numero inliniio ce f.i-
11,ihas pobres e honesta, he a industria dos libulci-
rus : quanlis inassas linas, quanlos bnlinholo sao
exposlus no mercado, ludo he produelo da prolece,ao
dos tornos.
.inanias vezes as itaz horas nao corre o pobre 1 e
e.ciavo do rico, a-s padarias vizinlias para tirar um
brazido que s< faz repenlinimenle necessario ios u-
sus domsticos, auxiliares da medicina tjoede ve-
zes, cm quaulo toda a cidade dormiu o infeliz assil-
lado de emboscada pelo malfeili.r, gniiria iuulil-
inenle, se as padarias, vigilantes tenlinellis di nuil,
nao o soccorressem, leiviulo de auxiliares e propria
policia'.'
Meja licita, senhores, aos abaixo a.sgmdos, invo-
car o exemplo da. principies cidades do imperio qoe
nunca decretaran) prohibirlo de que se Irala; o qua
lien. un..Ira que o publico era toda ellas, astim co-
mo ne.ia capital 1..!,. se lem iucommudado com as
padarias, cuja vizinhenee, longe de nociva, Ihe he
bem ulil e proveilota.
Desde que us proprietarios de nadarla te submet-
leiam ai furnias e inodellus dados pela muuicipali-
dade para contrurc,ao du turnos,lirraaram o direilo
que linli .111 a conservacao dos seu e.labeleciraenlns;
e vais, dignissunus senhoret, ala permiltirei. que
lanas despezas, Unios sacrificios, sejara perdidos;
nao consentiris emfim que aos in-ls dcixadn! p-la
epidemia, seja addicioiado n de ama Irausformaco
lal, dillicilaos proprielario, e Ha Ooitail aus con-
siiini,lores. Assim esperam ns suppiicanles obler,
sem lortuia de enttai eamaieneiae, e revosac-io do
arligo ."> da referida tai n. 372, combinando" do me-
Ihnr modo os comioodos cora a necessidades do pu-
blico, e fazeudo sabir deisa prudente comhimrao 1
Ful retamo nao increparan. 1 membla, intet per
isso louvanios.
No segunde arligo Iralaremo. de injasiiea de in.ta-
ferimento do perecer de commiesio de r.mtre, aae
vem iransrriptn no Diaria de boje.
Por agora baile.
i. -!*,.,).. afg :
CAUIUOS.
Sobre Londres, 27 3[l|i fio 4. e 97'"* 1 SO d.
1 Paris, 300 r. |ior fr.
e Lisboa, a por \ de premie,
a B10 de Janeiro, i por Om 4 deeroale.
Ar;.... ,1,, banco jo por ,.elll0 de dividendo par
la do vendedor.
e companhia de Brberibe frOJOOO por aeree
e a companhia Pernamburaoa aa par
e 1 I' ihda.te l'.hlica, :XJ poreeaU4e pri
e c In.lemuisidora. M dem,
e ra estrada oa rere* 4sl pur Otn de
Disrnnlo de letlras, de8 10.
Acedes do Banco, 40 e t de premie.
1 lu o.Ourat hesp ni...la.. ,
Moeda da <>->' sKI valh. .
< l.v-i.Hl IIOV.1S .
Prita.Palacoee brasitaitC. "
Peana columnan. .
mexicano.....
28 a 2SJIM
. 1*a"i
. Iti5ll
ata
mn
igmn
Hendimeiil 1 da da
IJem do dia 30.
I
MIEt.A.
a. .
S3.K
l*447JaT7
MM
-t94l7aJi
97i
Descarregam heje I.
Brigoe frailenFierr le lirandcerne!..
Barca inglezaCourierI irialia da inga.
Bngue inglezKI1.1haralh.o.
Patache nacionilAomJveraei geaeve^.
REMHMEXTO I 1 MEZ HE A
. ImporlarAo.
I hi <-iI..- de 1 "ii-......,......
Dito de I por cen,, de reexportaran
para os pi.rlos eslrangeiros......
Mtoa de I pur rento de reeiparUcaai
para ot portas dn imperio......
fc\|K'.lienle de .", |~ cen., dos gciimes
estiaugeiros navegados pr calwla.
gem........ T. .
Diln de l|2 |r r. .loe geitrV '.I.', Via!
Diln.le I l|2 por r. dea scsi |,,rrs.
Armazeia-ein das inerraalor .
Hilada plvora. ........ \,
Premio de l|2 |mrrruln da a* lastm
Mullas calculadas nos di-spaeho.. .
Dilas diversas..............
fnterior.
N'lln lixo.......^ ......
Palenles ,1o- ,le.p,,chanaBi
Hilas dilas eipeciae.
fciiiuluiiientos de rerlidaio.
igrr
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1:RI.-t>1M
"JrtfVU
H-xiiO
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139r2
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:i7a2
2oa>eal
tdM
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^i:fl70S
Dinheiro
Assignados
*:6793l.i2
33l):i9l9fe5
Drporilm.
Em batanen n.. ulliina de
III.III o. .......^
Entrado! no ntrente niez
2/:"in83
*rmu
Sabidos
9at-Mft3 ................ 4:WKH
F-'''*otes...........ASI^VaK
Nts trgitiiitc* especie*.
Oioliciro..... Kl921-i
Lelras......2i:,ll;>fit6
ja moma em gran le numero ; mas depois de algn. 1
dias o presidente renieileu-lhe lmenle nliini me-' "i? a1"' implorara 01 abmo asignados p0r n
dic.raenlo, iiicunibindo-n de di.lnbuir cora os 0_ .'''ele' 'tafenmenlo.
brat.
1 po-
llo preciso uolar-se que a. ambulancias re
mellida para o. diversas pontos daquelli provincia
eram pordemais raesquinha, e qua.i que pusso af-
firmar, que para aquelle lugar, niail que para qual-
quer oulro ; verdade esta que se pode provar com a
lelacao do medicamentos que compiuihain a am-
hulancii, que se acha junta ao processo,que por elle
haver entregado, enlregou ainda alguns remedios
que sobravam ao juiz processaule, que os man'dou
examinar por dous peritos.
E. B. Merc.Manoel Antonio de Jess.Jo-
anna do Resirio tiuunaraes .Machado.Amaro Be-
nedicto de Souza. Antonio Alve de Miranda (iui-
maraes.Jos Jernimo da Silva.llenrique Joc
do. Sanios. Joaquim lu- llapli-la. llibeiro vx; Ca-
''"'Francisco Jos Campos.Manoel .I,...- Ferr.i-
ra 1, i-un 1. Manoel Jos de Jess Ainerico.(iui-
maraes \ Figueiredo.Anlonio Gonealve! Costa.
Domingo. Antonia la Silva Beiiiz.Miguel lis San-
os Coimbri.Jola Luiz Ferreira Idbelro \ lima..
Contribuir-o de candaste.
Rendiinenln neele mez......... 371*>70e>
Alfaiidcgj de IVi iiaiiihu, o, J| abril de llt".7.
(I ewi\io.
Fawlino Jos dot.
IMPUKIACA'O.
Vapor harabnrguez a I -ulo.il-, vinda 4a Ee-
ropa, iimii Ir.luu o leguu.lu :
De Suuthiinplon :
10 caim fizeoJas de teda ; a Tiaam Mlatea ,V
\ luaisa.
I dita ditai dedil!, I lilas dilat de 11, penie. ate.
a J. licitar.
t cana miadazas ; Fe del. I'jilo ("..
3 dita, fazenda de lg.nl.io ; a* orlen.
3 ditas dilas de seda e luco ; a Borle A Sosaia.
1 dita arligo de Pan a ereget ; a I anatl A.
Tiel frere..
1 dita faz-ndi de sede ; 1 >rhifei||ia et C
.". fardaM faicn tai de ilgoda* ; a Siaxacc A t.
I caita relugioi ; a A. I. de Farsa
1 dila ol.ra. de metal ; Seoll, Wd-.n ( .
50 ca.xi. queijn. ; a lisio A. Iru.ao.
Mi lilis I,lo- ; a M. J. R. e Silva.
I .lila tazendas de algo Uo ; a F.i Brelben.
I dita relugi.,., -j aju,, |,B|_ rhirlira-i, I 4lli
O Sr. Maranhao nada poupnu para o bom desem- ""uel Ignacio da Silva Teixeira.Poncianno St chapeo, d. tul : a Fiai
dn, S'l*edOMonleiro & cl .re.Antonio Jos Pedro | dila fazen.
Compauhia.
peuhn da comra s*a.i de que achiva-se incumb
prestando c.inseguinlemeule relevanlissimos servi-
co aquelle Intuanles e an governo. Ma!, peta
fado de acedar, graliiiumenle esla ComntittKe, esla-
va elle ve huta de vender ns seus medicamenlos a
a po i i-, 1 1 na.. e ..ili .\,.... 110 cao de merecer a es-
tilla dn governo? lie esta quesUo quealguein julgnu
pela allirmaliva,ina. somenle cum o lira ileoipersegui-
rem.per.eguicau esla (oda de conveniencias eleitaraes.
U Sr.Piiareuse apre.enlnu nina argunentaeau
em forma de raciocinio, que muilo me iu ir vill u
a sv_-a lgica, concebida ness-s termos, Junlu uu
processo tcblm-se dous recibos de inedicamentos
allopalhico vendidos peta Sr. Maranlnlo, mas ele,
segun tu dep.izerara a. tvslemunhas, nao liuha re-
m.-dios illopallliCos, logo os remedios venduta, por
elle foram ita governo. Primeramente noln a fal-
la de ver.u-idade do Sr. Pilarense, quando diz
que nsrerib.s pe.udonlo de remelios allopalhico.,
quando, pelo contr .rio, elles cunslam de reine lios
lano de um como de oulro lystem ; e em segun-
do lugar quando diz. que as tesl.-matilia! depozeratn
i.au ler o Sr. Maranhao remedi-s allapalhicus.
Agora permitle-me o Sr.Pilronte que Iba
ipresenle um dilema, coja resposta muitn desejare
ouvir, e he : nu S. S. 111)0 leu o prncesso in.lauradn
contra o Sr. Maiauhan.ou.ie o leu.fallou a verdade,
caluniniaiido-o ; porque dai lesleraunhi! que oelle
dipozeram ueuliumi thuuve, que lallasse em re-
lloncalves.I). J. D.deUliveiri,Juaquim da Co.
la Moreira.Manoel Jo. de Amonio. Manoel
Coelba Pinheiro. los Antonia F-mandes Kradi-
que.liairaooi Finlands l.u z Aiiluuio Ueacal.
ves Peuoa. a
Depoi. de larga dlMuatia, em que especialmente
lomaran] p.ile u Sr. Dr. Cisme de Sa' Pereira.co-
mo presidente do runselhu de s.ilubri la le publica,
suslentaodo i necesida4e de se manler a diepeii
las de algodao ; a llo-lrun, K0.1l.-r \
1 liibe Schametlea Ox
Cao da referid poilarerapprovada pela l.i u. 372, e I). Alve. xi.ll.eu.
2 dilas re|..gi. de prail ;
Cuinpauhia.
I dila iniudeza. ; a I ei le Pinto.
I Clixiuhi aino-ln. ,1 Kvder.
12 picotes imnslras ; lelreiru.
De llamburgu :
1 cana liana m^reetea ; a A. II. Wilmer.
i dilos ;..uio. de luslrr, 2 lina ...ugue.. .a
u Sr. Dr, S.ibiou Olegario Ladger* l'inho. moslran-
do a portaila iuulih lade de semelhanle medida, a
assembla vulou pelo parecer de sua TnmWieiae.
coulra as idea, emilli.las peta Sr. Dr. Sabino, que
alias nos ii.formam ler deinonslrado a loda a luz
que a salubridad! publica, legando u principios h\-
2 ciixa obra de prala, 1 dila rl.gi.n. I dile n-
hra. de 011ro. 2UO dila veta, 1 din lajtosvera ; a
llabe Sci.ameltau A' C.
i cana ceara ele laettw, I dila obri. de 1
Isaac, Cuiio o.' C.
I canas fazesidas de la, 1 dila .Islas de ali.mllo
ero ; a
gieniros nao exigia o saciilictu pe.adissuno que se 2 dila. dita, de la e algodao j a .vlufellliu t..
iiipunba a..s palurosdi removerem a suas fabri-
cas |.ara logare! mui distante! do centro p>puluso
da capital.
.Nao prescendimns de analxsar as ideas emiltidis
pelo menriaiiido doator e pelo Sr. Dr. t".om de
Si Pereira, conjuntamente com o pirecer di coin-
mitiSe da assembla ; iii.it agualdaran a sua pu-
blicacao.
Eulrelanlo lomamos a peona para expen lernius ber At
algumas rellexe que nos a ttbermul da decis.lu da. aisemblce. 1 dili folln de oaro ; a baritadonua d Sonta
caixas obra, de nui.. ; a II. A. B.
1 dila ruuru de lu.lre, I oda obre, de ove, 1 dila
livraa unpreo e giael.s. I dili fuendir d ,|o0.
da.i, 20 piczuiilus ; a l mu. M. tV Vinasa.
1 raixa olira ,ie ourn. _' dilas faiend. de I:,
sida, 2 dilas grvala de tedi, I dila 1 motila a
C. J. Asllex ,\ 1..
2 m.i.iiii. muios, 1 picote ameilrii ; aN. u li;.--
\
mmusm


DIARIO DE PERNAMBUCO SEXTA FEIKA 1 DE MATO DE 1857
1 parte amoitra* ; i Pratger.
Carga de Southamploo rinda pelo vapor oPelro-
polis.
56 ealm queijos ;iK.J, Ramo e SU.
5 caitas fazendas Je algodao ; a Unirn, Haoker
&C.
1 dil papel ; a Johnslon Valar S C.
1 caia muidas de ouro ; a Saunders, Brolhers &
Companhia.
1 vnlume amostras ; i Burla & Souza.
1 dilo 'litas ; a Manoel de Barros Brrelo.
3 eaiat l.zendas de algodilo ; a J. Crabliee ,\ C.
i .lila* miudezaa ; a Feidel. Pinto fi C.
,"i0 ditas queijos ; a Tasto & Irm.lo.
SO ditas dilas, 1 dita chapeos de sol ; a II irm-.i i\
Castro
"."> litas queijos ; i Paln Nash & C.
1(10 dita* ditos ; a N. O. Hteutr.
2 dilrs Titas ; a Francisco Gome do Oliveira So-f
trinlio.
1 .lili fazendas, 2 pacoles amostras ; a F. San-
tase.
"> dilas fazendas diversas. dita ditas de algodao
1 pacote* amoslas ; a J. kller & C.
1 cana fazendas de sed, 1 volunte amostras ; a
Timm M. & Vinassa
1 ni roopa, 1 volnme amostras ; a II. Ilronn.
1 dita fazeudas de seda e algodao. t pacole amos-
tras ; a H. Gibson.
."> calase 10 pacole* amostras ; a diversos.
Cania de Hambargo, vind pelo me.mu vapor :
1 cana eludo de algodao, 2 dilas rouro de lustre,
I pacole moslr ;iH.J.H.i Silva.
2 calta* couro de luilre, I dita flores artificiis ",
a l'imm M. ii Vinassa.
4 caitas couro de lustre ; a Isaae. Cario \ C
2 dilas ditos, 1 dita obras de ouro e relogio* ; a
orrlem. ,
1 caita panno*, 3 ditas couro de luslre, I diti
pi nno encerado, I pacote livrot para copiar, I dito
amostras ; a II. Brnnn \ (',.
t caita ealanho, 1 dita sahonelese olto, 3 ditas
analtas, 1 dita chocolate ; a J. I'raeger e C.
1 pacote mimes e litros impreMOS, 7 caitas
couro de lustre, 2 dilas chapeos de sol de algodao ;
a N. O. Bieher i C.
2 c-i\,i. couru de loslre ; a Breoder a llrandis.
4 dias couros, 2 linas bicha* ; a I). A. Malheus.
2 barrica* cerveja ; a J. Kab*.
2 caitas fazendnsde la e ak.id.1o, 1 pacole pinos-
Iras ; a C. J. Aslley A C.
2 fardus fazendas de I i, t caita charutos, 4 volu-
iv-s e I pacole amostras ; a 'Srhafeitln & C.
CONSULADO liKKAl..
liendimenlo do da I 29. 109:30i.-Ktl
dem do da 30....... i: 1015360
113:4009613
DIVERSAS PROVINCIAS.
Hendlmenln do da 1 a 29. 6:8769527
Moni ai, .lia 30....... 8li/2:i0
P
a Baha
Da commissaoUrigne de guerra hrasileiro ot'api-.
haribe, cominandanlc o capiJo-leiienle Flix
l.nuren^ode Cerqueira. segu cm poneos ilias o veleiro palhalioto
Asia'13 di*, hiale hrasileiro nExIinlerao, de 37 Castro, forrarlo Je novo, por ja ler a maior
toneladas, meslre Antonio Manoel Aflonso. cqui- pirle a carga prompta ; para o rosto trata-
pagem 4, carga sal a palha ; a Caetano Cynar.o
da Costa Moreira. l'erlence a Vrrnamhuco, Pas-
sageiro, Manoel Kndrigues.
Navios saludos no mesmo dia.
l.i*hnaPalhabole hrasileiro iiAlfredoii.capilo An-
tonio 'l'ravasso da Koa, carca assuear e niel. Pas
Mgairoa, Manuel Lopes de Castro, Joan (oncalvet
tiuiniares.
MaceloBarca logleza llermione, capilao John
Towile, carca assocar.
Canal pela ParahibaItrigue snglez aMariha Mil-
leu. rapitAo I. I. Mrllis, carga assucar.
V:.l*fi 0
7:69l|751
RENDIMENTO DA MESA DO CONSULADO DE
PERNAMBUCO EM TODO O ME7. DE ABRIL
DE 1857.
Contuladu de 7 por cenlo. 106:935.5134
Jilo do 1|2 por cenlo dos
diamantes........ 4
\ncuragcm........
Direitos de 15 por cehlo das
ambarcar.-ftes que passam
a iiai-ioo.vs.....
)ireiloi de 5 por cenlo na
compra e venda das ein-
barca^ues.....
Expediente das rapalazius.
ricllo lito e proporcinnal. .
Emolumentos de cerlidoes.
2:6625(200
1:050-000
4815800
1:0773)70
1: l ."">-- >i"J
205560
iOO
106:959634
Diferas provincias.
Dizimo do aluodAo e mil m-
seeros do Rio Grande do
Norte....... 8899965
Dilo dilo dilo dilo da Pa-
rahiba....... 7609710
Dito do assucar e oolros g-
neros da dita. .... 1879152
Dito dilo das Alagrias. 5:853930
6:4469979
113:4009613
7:6919757
121:0985370
'Depsitos -anido.
Ditos lisenles .
2:02:19^:9
7:2600917
Meaa do consulado de Pernamhuco, Io de maio de
1857.Pelo escrivio, o Io escriturario, Francisco
i Paula Lopes fen
DESPACHO* DE EXPORTACAO PELA MESA
DO CONSULADO DESTA UADE NO Dl.\
30 DE ABRIL DE 1857.
LiverpoolBarca ingiera Kleonorn, Johnsloo Pa-
ler & Companhia, 560 saceos aisucar in.iscavado.
llha l.raciosa Patacho portugus Ltberdade,
Bailar & Qliveira, 36 cn*<-o* mol.
Canal Patacho americano Le Graneen, Paln
Nash & Couipaohia, (DO saceos asacar masca-
vado.
Lisboa Itrigue nacional S. Jos, Tiloma/, de
Aquino loo-era & Filho, 600 saceos assucar
brame
LisboaCalera portugoeza
lrm.lo.. 600 saceosessuca
LisboaBrigue porluguez
regadores, 400 saceos ai
6 casco* niel.
PortoGaleri porlugaeza aOlindan, diversos carre-
gadoici, 400 saceos asaocar branco e mascavado.
exportacao'.
Liverpool cora escala por Macei, galera ingleza
Heranme, ile 591 loneta las, eouduzio o segua-
le :1,830 saceos coin 9,100 arrobas d as'ocar.
RECEBJpORIA DE RENDAS INTERNAS GE-
' RAES DE PERNAM
argarida, Amorim
anco e mascava.lo.
ujo lo, diversos car-
t brauco e mascavado,
CFRREIO GBRAL.
Amala que lem de conduzr o palhnliQlc
nacional Aurora, eoru destino ao Aracaly,
fecha-so hoje as 10 luirs da manhOa.
A mala quo lem de conduzir o vapor
costeiro Persinuoga, coin destino a provincia
de Macei, feclia-se a manliSa (2 do frren-
le, as 5 horas da tarde.
Pela adrainistraciio da mesa do consu-
lado desta cidade se faz publico,que, em ob-
servancia ao disposto no artigo 291 do regu-
lamenlo de 22 de junlio de 1836, no dia 2 de
maio futuro, a 1 hora em poni da tarde,
se bao de arrem ta da mesma, 80 barrilinhos com doce do
calda, avaia los em 809000, appretienJidos
pelo guarda Francisco l-.gidto de Luna Frei-
r, por contrabando ; sendo a arrematarlo
sujeita a diroilo ao arrematante. Mesa do
consulado de Pernamhuco 29 de abril de
1857.0 administrador,
Juo Xavier Carneiro da Cimba.
Directorio das obras mi-
litares.
Precisa-se fazer no quarlcl de cavallaria
algumas obras para substituir as tanmhas
por camas ou barras : quem dislo se quizer
encarregar, pode comparecer na direcloria
at o da i de maio prximo futuro, que ah
achara o urcameuto, e l'ara o ajuste.
CONSULADO DE FRANCA.
Aos 2 do mez de maio de 1857, as 11 horas
da manh.la, ser procedido na chancellara
do consulado de Franca nesta cidade, na
preseuca do Sr. cnsul, assistindo o scu
chanceller e o rorrelor Francisco Comes de
Oliveira, i ritneiro a venda e adjudicado a
manir olTerta e ultimo langa lo." da barca
frauceza iiarachois, com seus apparclhos e
marame, segundo do chrouomelro prove
nclito da dita barca que se echa depositado
na chancellara do Consulado. O navio e o
chrouomelro serflo vendidos no c-tado em
que se acham na entrega, sem que os com-
pradores possam, debaiso de qualquer pre-
texto, pretender algutn abatimento ao prero
de sua adjudicaban, leudo por isso o direilo
de fazerem o sea exame antes da venda. Os
adjudicatarios ficam obrigados a pagar lo-
dos os direitos resultantes da dita venda,
como tamhiMii a gralilica^ao que poi lei per-
lence aos peritos, das duas pericias feitas ao
lito navio. Terceiro devero lomar conta
logo no mesmo da da venda, depois de en-
tregar o respectivo impone da adjudico, na
caixa do consulado de Franca. Pernambu-
co 27 de anril db 1857.O cnsul de Frauga,
Visconde E. de Lemont.
CONSELHO ADMINISTRATIVO.
O consclho administrativo tetu de comprar
o seguinte :
Para o presidio de Fernando.
Brim branco para lcnc,es, camisolas, toa-
Ibas e fronhas, pecas 26, bianJOes 12, cera
em velas de meia libra, arrobas 4, caa.isas
de llanella 20, cobertores de 13a 50, bacas
de rame pequeas 4, escarradeiras de me-
tal 50, pratos de louga 50, chicaras e pires
casaes 24, bules de louQa 4, assucareiros 4,
tesouras pequeas para curar caustico 4,
cordas ue embira para andaimes 2ii0, repa-
ros onofre de calibre 12, 8, espirito do vi-
nho, caadas aovas 6, alcalro, barril 1, vas-
souras de piassava 30, telhas.iuilheiros 4, li-
jlos do lanluo, mi Ilion os 4, frechaes de 20
a 30 palmos 40, enchameis de 24 a 30 ditos
40, travs de 3C dilos 12, pranches de aoia-
rello 4.
Obras militares.
Tijnloa de alvenaria grossa, milheiros 4,
taboas de forro de Iouij, duziaaS, dilas de
assoalho de dilo, duzas 2', vidros pequeos
para vidracas 540.
. 9.a halalhiio de infantaria.
Caivetes 2, arera preta, libras 6, compen-
dias de aretbmetica por Avila 6, livro irn?-
presso para registro auxiliar do goral do hi-
la 11,u para os assentamenlos dos olliciaes,
contundo 32 Iblhas 1.
se com seu consignatario Domingos Alves
tfatheos, na ra de Apollo n. 23.
CEaRA.
Segu com brcvirlade n patacho Sania
Cruz, recebe cirga e passageiros : a tratar
coin Caetano Cyriaco da Costa Moreira, na
ra da Caricia do Recife n 2.
ACARACU'.
0 palhabole Sobra lnsa vai sabir com bre-
vidade, recebe carga e pasmigciros a tra-
tar con Caetano Cyriaco da Costa Moreira,
na ra da Carleta du Recite n, 2.
ara o io c Janeiro
segu com hrevidade o veleiro brigue nacio-
nal Dantfio; tem parir- da carga prompia :
para o resto, pasaageiros e cscravos a frete,
paia oque tem excellentes commodns, tra-
ta-se com o consignatario Joso Joaquin
Hias Fernn ios, ra da Cadcia do Recite.
Pernambuc na.
esquina DEPOSITO 1>E
Carlos Scheel $ SI. Sassenhofl*.
Nesta confeilaria confronte ao Rosario em
Sanio Antonio, ha para vender delicados
.ML@
;L H. g^SIiJfllKiaiFIF.
J. I*. Vogelej, ipi a honrt. l pohlirn, que tnn alxrto o seu deposilo, on-
de se uchar.i os mais lidos, forles e helios pianos, al hoje couhecidos dos .t.i:u.. o primeiro olo.-n Vi os prnrieiros prcrnros, a nio lallii re honra, na exposir;Ao de Londres de 1854, e de
Munirl, de 1854; tile* piano* to na preferidos na AlleOiaKha, llollaada, K>tados-l. indos, ese acliain
grande* depusilus dns iiiesinus em lluenus-Ayres, Valparaio, etc., ele., uude sao mullo condecidos e de-
sejados.
N endem-se estes pianos ileliaixn re loda caranti.r, anlianraiiilo n.lo se mu'tarem, romo lodosos
ni.iis que lem vio i., a esle inrrcodo, sendo a conslrur-rjo amias moderna e forlissioia, teudo a teclado a
elaslicidade ilesejada, e o exterior a m.ior elegancia.
Na mesma casa alina-se e conrerla-se com perleico os msmos instrumentos, e ach.i-se as msicas
as mais moderna* e dos luellrores conrposilores da Europa.
ENH mM
CTJBIOSAS
O 39 A, confronte ao Rosario em Reala An-
tonio, vendo a grande falta que havia nesta
capital re um aJianlanienlo para as scnbo-
ras que trabalham em doce, gomma, c ou-
qadros de 'Msoem'Tto r'-evo,* o de'diffe-' tres m-.ssas, fez o sacriflcio de man lar vir
urna purcao de formas de hguras as mais
lierfr-ilas que he po>sivel fabricaretn-se na
Europa, as quans livrarao a essas senhoras
de levaren) lempo immensn em aperfeicoar
qualquer obji'clo com os dedos, c que nao
satura nunca coa a porfolio de urna for-
ma : prtenlo qualquer pessoa podera vir
ueste estabelecimento, que se ronsente le-
varem para experiencia, deixaudn penhnr
ou dando conheciiuento, e suus presos slo
commodos.
rentes imageusem ponto pequeo,
tissimos.
e liara-
Lotera
n \
o
C-ta
Precisa-sc
Ama.
CaixeirOa
O vapores l'EKSIMNiAE IliAKASSL' achar-
se a' Cffgaf aquelle para os pnrios do sul, para on lt
-hIhi.i' n iia.t, lifiido rerchido carsa al ;is 5 horas
la larde do da I* de man, e este para os do norte,
no da 7, ultimando o recebimento da CriTca. a's ."i
horas da larde do dia .">. A caria qu nao for le-
vada a bordo, devera' ser depositada no trapiche to
Igdo, preveuinlo-se que nao se nidiida couduiir
de tiulio.
'irasileira
Olli
pa
(113121
;ii tes a
de
vapor
OfTercce-se um rapaz porluguez para cai-
Ixeiro de escriptorio, o qual falla e escreve
. perfeitamenle o fraucez, o l-m alguna prin-
I cipios de ingle/. quem precisar annuncie
Espera-s por estes dias dos pnrlos por SAN SALVADOR, ronunandanle A. M. Pon-
as Itilieiro, em legnimento pata os porto* de Ma
cei. Ilaliia e Rui de Janeiro : agencia, ra do Tra-
piche n. 40, primeiro andar.
Precsa-se de urna ama para casa de pou-
ca familia, i[ue saiba coznhar, e cngnmmar,
com toda a perfeic.io, e paga-se liem : na
ra do Cellcgio n. 15, armaom.
Ainda se vende a taberna da ra da
Senzala Nora n. 22, ou se da sociedade a al-
guma pessoa que queira principiar, com
tanto que entre coin mctade.a casa tem bous
commodos para familia,e *> aluguel he favo-
ravel, isto se faz porque o douo nessecita
mudar de habitar;ao.
O abaixo assignado laz publico que
nesta data dei.ia de ser caixeiro la casa com-
mercial dos Srs. Barros cV Silva ; e aprovei-
ta a occasiflo para agrarlecer aos mesmos se-
nhores, com parlicularidade ao Sr. Joo
Martina de Barros, pulas boas maneiras com
que o tem tratado, liedle 30 de abril de
1857.Jos Antonio Goncalves da Rocha.
Francisco Serfico de Assis Vasconcel- ,
los, vai para lora da provincia, tratar de seus d9 sala P("lris quadrtlongas de dito, lisas
negocios. I e com recorle, para consolos, aparadores ou
I commodas, pudendo algumas dcllas servi-
rem para campas de sepultura ou adornos de
catacumbas,- com inscripr;oes ou sem ellas,
! por terem as dimensOes e grossuras apro-
la Sr. protector dos defuntos docemite- priadas para isto; pequens pias de dito
rio. pensa o Sr. que se nan adiara um cai- para agua lienta, para igrejas ou capella:' ;
xeiro isenlo da lebre amarella seno la? es- degraos do dito le 7 e 14 palmos do compri-
ta muilo engaado; i sso foi falta de calculo ment, para soleiras ou oseadas; cadeiras
geomtrico, o senhor bi.r mostra que nessa genovezas muilo leves, fortrts e de bom gos-
inateriascientifca praticanenliuma tom.uem lo, para salas dejanlar, gabinetes, ele. ; al-
mesmo estudou amia a tal respeito : poisi canfor refinado, em latas ; flor de Europa,
nao se lemhrou o senhor que bavcido ola- i primeira surte ; soda bespanhola para la-
ras seria cu mais bem sorvtiioi1 tome o meu bricar sabilo, da melhor qualidade.
conselho, nSc se m6tta com defuntos, digo- Precisa-se de um pequeo de 12 a 14
annos, que saiba ler ecscrever, para dedi-
car-se pharmacia : na ra Uireita n. 31.
CORRC AMANIIA.V 2 DE MAIO.
0 abaixo assignado ainda tem um resto i aln;;ar nina esclava para urna lamilla es-
de seos Mizos bilhetes, muios e quarlos,Itrangeira, para si-iviio interno de casa :
a fallar na ra do" Trapiche, n. 14
as lojas do costume.
I'or Salusliano de Aquino Fcrreira
Jos Fortunato dos Santos Porto.
- Precisa-se de urna ama que saiba co-
znhar : na ra ra Aurora n. 30
O abaixo assignado tem justa e contra-
tada com o Sr. Aletxo do Prado Freir a casa
terrea, sita na ra Uireita dos *fogndos n.
66; portauto se alguum se julgar com al-
gui.i direilo a mesma casa, linja-se a ra
dos Pescadores n. 1, no prazo de 4 dias, con-
tados desla dala Kecife 1. de maio de 1 857
Aul.mili dos Santos Ferreira.
- Basto Becifen. 17. tom para vender os seguintes
gneros, e por preco o mais commorlo que
for possivel : lijlos de marmore de 10 pol-
legadas, quadrados ; mesas redondas, todas
de marmore, de eleganles goslos, para tneio
I BUCO.
Ren.limi'iilo rio 'u 1 a 20.
dem do da 30. .
Segu em poucos dias o brigue nacio-
nal FIRMA, tem a maior parte da carga
prompta : para o restoque Ihe falla, pas-
sarjeiros e cscravos a Irete, para os quies
tem excellentes commodos, trata-te com
os consignatarios No va es & C, ra do
Trapiche n. 't, primeiro andar.
F*
Lotera d pro-
vincia.
Sabba !o 2 de maio, cor-
re a primeira p irte du oi-
t . La vine.
19:0199993
607?!) 10
19:627-3933
BENDIMENTO DA RECEBEDOBIA DE REN-
DAS IMEHNAS GERAES DE PERNAM-
BUCO DO MEZ DE MARCO DE 1857. A SA-
BER :
Foro* de terrenos de marinha. 1.1- le
l.audeinios......... 17s7".0
Sica do* lieos de raz..... 6:50)3959
Decima addieonsl da* corporares
de mao mora.....'. 10S,>)60
DireiloK novo* e velli-js e de chan-
cellara ...... ... 5705077
Dito* da pni-nte* do* oiiciaes da
guarda nacional...... 8C->MK)
lli/ima de chancellaria..... Ils-|-,
Multa* DAT infracroe* de recula -
menlo.......... 27-5167
Sello do papel lito proporci-
oail.......... 8:33030iS
Premio dos depoiilot publico'. 'vl'rl
Emoluinenlo*........ ISitSiOO
Imposlo sobra luja*, a casa* de de-
cooto.......... 1:0003:100
Dilo sobre cama de mo\eis, roupas,
eiro. I -....... 160)000
Dilo sobre barco* do interior 9690110
Tasa de escravo*. .. 880IKMI
Cobran;* da divida acliva. 1:1359213
Indeiiiui.aciui........ io1-M',:l
19:6-273933
Kecebedoria de Pernambaco, 30 de abril de
1857.
.1/anoeI Antonio Simes do Amoral.
CONSULADO PROVINCIAL.
Rr-ndimenlo do da 1 a 29.
dem do dia 30. .
RKNDIMENTO D.V -MESA DO
PROVINCIAL NO MEZ DE
1857.
Uneiios do 3 por cenlo do assucar
portado........
Dilo de 3 por ecuto do ajKodan. .
Dilo de .1 de diversos gneros .
Dilo de l|: por ceuto do cale. .
Capalazia de 160 rs. por *acca de
alRodac .........
Dcima urbnna.......
Meia Biza dos eseravos.....
Novos e vellios direitos.....
Sello de heranca e legados. .
Emolumentos de polica ....
Imposto de 1 por tent sobredi-
verso* e*1*belecimpnlo9 ....
dem de 3 por cenlo divida acliva .
dem de 20 por cenlo do consumo
d'asn.irdente......,
Idfin de 40^ sobre casas de moras .
Tala da licencia riadas pela direc-
tora da inslrurrao publica. .
Mullas re imposto*.....
Juros..........
Cristas...........
67:3273671
2:1593*58
69:187.3512
CONSULADO
Allilll. DE
Companhia lisa de cavallaria.
Mantas de algodao 6i, luvas brancas de al-
godao, pares 1-JO.
Fortaleza do Rrum.
Livros cm branco paulados, de 150 fo-
Ihas 1.
Hospital regimental.
Assucareiros de louca 15, bacias de rame
sortidas 30,dilas de louca lO.bulesde dila 15,
chinelasde couro.pares lltO,coiichas de cobre
2, esquife coherto 1, manteigueira de louQa
15, siuete sem armas, pequeno, com o dis-
tico hospital regimental da Pernumbuco 1,
chita pata cuberas, covados 120.
Arsenal de guerra.
Cadinhos do norte 11. 10, 20, linhas bran-
cas, libras 10, dilas pelas, libras 10. capa-
rosa, arroba I, lio de algodao, libras 96, sa-
palos Tollos na provincia, pares 610.
Escnpluraco do almoxarilado.
Liaros oblongos, formato grande, de papel
pautado, sendo um de 300 l'ulhas, um de 200
ditas, dous de 150, um de 100, "um de 30, 6.
Laboratorio pyroteclinico.
Papel carlucliinho, resmas 40, papel car-
tao, resmas 8, salitre relinado, arrobas 6,
resina decajueiro, arroba 1.
Ollicinas de 1.* c 2. classes.
Cosladinhbs de amar'ello 6, taboas de lou-
ro de assoalho de 12 a H polegadas de lar-
gura, du/ias 20, arcos de Ierro de 2 polega-
das e meia, arrobas 20, ditos de dilo de po-
legada e meia, arrobas 10, colla da Baha, ar-
robas 2
Oflicina de 3. classo.
I lack-verniz, barris l, alcatrSo, barris 1.
Olliciua de 6.a classe.
Couros de beierro, enveruisadosde bran-
co 2.
Quem quizer vender taes objectos, apr-
sente as suas propostas em carta fechada
na secretaria do conselho as 10 horas do da
* de maio prximo vindouro.
Sala dassesses do conselho administrati-
vo para foniecmento do arsenal de guerra
27 de abril de 1857.Manoel Ignacio Bricio,
presidente interino.Bernardo l'ereira do
(.anuo Jnior, vogal e secretario.
de ceuol s e mansa de to<
mates.
Agente o Sr. Pestaa.
Na sexta-feini, 1. de maio, as 10 no
manhaa, a porta do armazein do SK'lUouio
V-Tic.s J, : IM ,-. ni) caes du alfailil -^a
arrematar-se-h3o 50 caisas com 4o0 molhos
de excellenle cebla, viuda pelo Tarujo I, e
caixiiihas com massa rjn tomates, cm lotos
a vonlade do comprador.
O preposlo do agente Oliveira far l.ci-
15o, por nrrJem e em dresenca do lllr Sr.
cnsul de Franca nesta cidade, e seu
chanceller,'em um s lote, da barca ace-
za Karachois. de lolocTio 176 tonela com
lodo o seu apparclho, veame e massame,
l.-l qual se aclia ancorada ueste porto, onde
os preten.lentes a podein examinar com au-
lucipac,3o, e em outro lote o chronoruelro
da dita barca : sabtado. 2 do correnle. as
II horas da raaabSa, na chancellara do con-
sulado de Franca, ra do Trapiche Novo.
Precisa-se alugar utn primeiro andar,
no bairro de Santo Antonio, nao guel de mais de 2003 a 2405000 annuaes ; ou
mesmo urna casa terrea boa : quem liver
annuncie para ser procurado.
lh*o eu.
AttenvSo.
Deseja-se fallar com particular interesse
ao Sr. Manoel Fructuoso, residente no hairro
da lloa-Vista ; e assim pede-se ao mesmo
senhor que, ou se dirija a ra de Dorias ;i.
16, primeiro andar, ou declare por este Dia-
rio qual a ra e decima da casa em que mo-
ra, para so Ihe fallar; ccrlo de que trata-se
de um negocio que Ihe poder milito con-i
vir.
Precisa-se alugar urna ama forra ou;
captiva : na ra de Hortas n. 10.
1DB1TEL IRMiNDiE lBoa-V^;
Jjh Oftvill lf D GAS i A O. Margarula Rodrigues Pereira, vuva
Devendo, de conformidade com o art. 47 de Joaquim los Dias Pereira, faz scieute
do cap. 3." do compromisso.proceder-so do- 1Ut nesta rala toa constituido por seu baa-
miiigo, 3 docorrente, a eleii5o dos funecio-! lanie procurador ao Sr. Joaquim de Albu-
narins que teem de reget a vcneravel irman- I"rqinj Mello, para tralar de todos os seus
dado da gloriosa Santa Rita de Cassia no au- negocios, Dcandu de nenhum cireito qual-
110 de 1857 a 1858, convido aos seus i raos
a comparecerem na igreja ss 8 horas da ma-
tn do referido dia, paia, reunidos em me-
Vgeral, proceder-s a eleicSo da nova
mesa.Jeronymo Emiliano de Miranda Coe-
Iho, escrivao.
No da 8 do corrente, depois da audi-
encia do jui/.o de or, hilos, vao a pr*ta por
renda animal um sobrado na ra Augusta
n. 9V, tima casa terrea na ra o (iuro 11
12, urna dita na ra de Aguas-Verdes n. 57,
e oulra dita na ra Direitti n. Il, com fun-
dos para a ra de Aguas-Verdes, lie a ulti-
ma 'praca.
VINIIO DE LISBOA
em barris ilo 10 em pipa : na na da Cadeia
do Recife n. 36, armazem.
- Compra-se urna casa na ra Imperial
at a fabrica de sabao, sen lo chao proprio,
nilo se olhando a prego : a tralar na ra
dasCruzes n. 20, taberna.
Cliei;ado uestes (lias.
Caixas com 8 molhos re ceblas por 10?,
sacas com feijSo niulatinho.e fradinho de Ma-
1 aullan conhecido por feijilO inara-sa : ven-
de-se na travessa da Madre de Dos n. 15.
Fugio do engenho tlosmorama, da fre-
guezia do Cabo, um escravo de nome Adol-
PROVINCIA.
0 Sr. lliesoureiro manda fazer publico,quo
acham-se a venda na roa da Aurora n. 26,
lo 11. bilheles, tueios e quarlos da primeira
parte, da oitava lotera di matriz da Boa-
Vista, cujas rodas andam no dia 2 de maio
prximo futuro.
O Sr. thesoureiro para mais commodilade
dossenhures jogadoresretnove o escriptorio
das loteras para o andar tprreo, aonde se
cucontraia grandes numerarles de bilheles,
meios e quarlos, da-- 9 horas da manhaa, as
8 da noile. Bem assim manda publicar o
nuvo plano que abaixo vai lianscripto.
primeiro andar.
Precisa-se alugar um preto para fazer
o servido de urna casa de pouca familia ;
prefere-se escravo: a tratar na ra da Cruz,
armazem n. 40.
Augmento de
jornal.
^LA.^i.
3600 bilheles
20 por cento
1 premio
1 dito
1 dilo
2 dilos.,.
4 dilos
6 ditos
15 ditos
30 ditos
1140 ditos
SyOOO
16:0005000,
3:600^000
14:4000000
5:00(b
1:5005
500=
200 100, 400'
wof 300;,
50.5
20-i 3003
105 .1 ooa
55 5:7005
1200
2400
14:4003
3600
Tlicsouraria das loteras, -i 4 de Janeiro de
1857.O thesoureiro F. Antonio de Olivei-
ra. Approvo.
Palacio do governo de Pernamhuco, 1G de
Janeiro de 1857.S- de Macedo --Conforme,
Antonio Leite Pinho.Jos Januario Alves
da Maia, escrtvao.
A funlara e Iatuaria da ra Nova, defron-
le da Conceicilo n. 38, precisa de olliciaes de
funileiro para trabalhar, a meio feilio, ou
mprcilaMia, ou mesmo a jornal, com aug-
mento ao que ganbar em oulra qualquer of-
lieuia, cotn tanto que sejam peritos e bem
comportados.
f.'~ O reverendo vicario da Lu convida aes- fflft
r'T (a praca, ou fra ada, a aUum Sr. ofilcial '.-^
\J eulalbador de cotilleada capacidade, para y.'
-^. 'Lunar cunta Ja obra .1 loda a eolalha da ($
vi., capella mor de sua malriz, que ditla desla * jg praca seis legua* : a Iralar o mal* breve *'
-'..: possivel com elle, em sua fregueiii, ficen- w
.- s do o encarreitado da obra cerlo de qae, 'J
';-v olm deU llavera senuimento de oulra* do .-.
'.-'- mesmo olliciu, na referida malrn. "'
REMEDIO DOMESTICO-
Pilulas depura-
tivas, anti-beliosas, do
Dr. Alian.
Rccommendamos ao publico estel excel-
lenle remedio, iutroduzido no Rrasil em
sej846. .Nao ha molestia a mais obstinada qu
cioa, que possa resistir ao tratamento jodi-
as so deste excellenle remedio. Estas pilu-
breimpedem as molestias contagiosas, so-
igu tuilo as de nalureza syphililicas. 83o
a dialmcnie boas para indigesiSo, como para
fecQarrhea, apoplexia, asthma e as mais af-
das oes do pelo, conslipa^es, as molestias
febrsenhoras em geral,tda a qualidade de
dore, hemorrhoidas, molestias dos olhos,
caoes de cabeca, molestias de pelle, renlen-
our das ourinas, e outras molestias das vas
no loaras. nico deposito em Pernamhuco,
arescriptorio de Vicente Ferreira da Costa,
precisa-so de um ollicial de tamanqiiei- i nl,S da Assembla n. 9, a mil reis o vidri-
ro, pagase bem : na ra-do Yiario, ter- i o.dez mil reis duza.O. Palmer-Rio de
cciro andar da casa n. 19.
quer outra proctiraco que lenha passado
anteriormente. Recite 29 de abril de 1657.
Ageuci i de passaporte.
Agencia de passaporles, despachos de es-
cravos o qualquer servico que pertencer ao
tribunal de polica : paia cujo lim procre-
se o aiinuncianle na ra do riueima lo n. 25,
loja do Sr. Joaquim Monleiro da Cruz, e na
ra da Cadeia lo Recife n. 49, loja do Sr.
Manoel Antonio Moni.un dos -autos.
i pessoa que jul^ar-se dono de um ca-
Vallo rut;o, sumido nos lina do inez passado
ou principio do corrate, desta prar,a, e bem
assim de una bosta melada, baja d appare-
cer no engenbb Agua-azul, do abaixo assig-
nado, na comarca do Nazsreth, quo avista
ros signaes que dr, ser-lhe-ha entregue o
cavallo, que existe em poder de um seu mo-
rador, e lera noticia da besta.
Antonio Luiz Pereira Palma.
- Precisa-se de alugar unta ama secca,
para (ojo o servico do portas para deut o .
na praca da Independencia n. 36 e38, su dir
quem precisa.
Na noiteodia 22 do correnle, fu ta-
rara du engenho Santa Rita, em lguarassu',
tres i-a val los com os signaes sjguinles: um
castanho, quairo ps calcados, esla com a
I n neiro,
0 1
Antonio Lopes l'ereira re Mello*? laV.
scieute aos devedorii da loja de calcado
da ruada Cadeia do Kecife n. '.. t|tte foi
Pedro
prazo
pho, idade 32 annos pouco mais oy menos, lanc.* P,;llada 0"tr mellado cachito.clinas e
17:310*173
2:859.^091
8:760-11 jN
59085
I33SI8I
4:5335055
1:5309780
3013171
KewiiO
155600
711-71.0
319200
2239.580
405OOO
196OO
9592I2
131922
4949511
&>t$0 v m 4>?0
69:4879532
Mesa do consnladi. provincial, :K) de abril de
1857.O 2" escriplurarin,
/.ni: le Azeredo Souza.
'M0*'M*tn* 0 potm
Navios entrados no illa 30.
Ilailror e Crace30 dia*, brigue inslez Elisa, de
-II ton.la ia-, capillo James Lucas, equipa^ein
11. carga 2.691 barricas com bacalhao ; a Saun-
ders Brolliers & Companhia. Pertence an mesmo
porlo.
Macei8 dias, somaen hrasleira Vianna, de 157
toneladas, capilao Amonio do* Anjoj Caldas,
equipase, 6, carica loro* de mangue ; a- Jos
Connive, Malveira. Perleuce '
Canpoi,
Para o Rio de Janeiro.
Segu com toda brevidade, o bem conhe-
cido brigue nacional Almirante, tem grande
parte da carga prompta, para o resto, paasa-
geirr.s e escravos, para o que tem ricos com-
modos; ttala-se com o consignatario Jos
Joaquim DiaaFernandos, ra da Cadeia do
Recife.
Real companliia
que tes n ele pa-
va por.
... ;. ,",/,.' J.'.>>gW
@ O cabelleieiro FVfederico dos g
;{3 Reis, retirando-se para o Rio, no ;'.j
'ji piimeii'o paquete, e no podendo j
@ despedr-e de Indas as pessoas de f'i
i'. "ea ami/.ade, por esle a;radcce o ^
r'Ji iicolliimenlo que teve a honra de t11;
:Jj receber das pessoas de sua amiza- f*.^
g dee do Ilustra publico peruam- M
^ liuciino, de < 111 < -i 11 se confessa ter- fj
^ menle giuto. Recile .">0 de S
fi abril de 1857. %
A Sra. Lui/a Maria de Franca, morado
ra na travessa de S. Pedro, que empenhou
uns penhores no herco Tapado da matriz do
Santo Antonio casi n. 9, d>m o contrato de
tirar no prazo de tres mezes, e ccimo ja faz 7
mezes, e ella nao os tirou, faz-so. o presente
innuncio, para tir -los no prazo re oto
as, do contrario serflo vendidos para pa-
gamento do dinheiro.
Tendn no ila 27 do corrente mez de
abril, do para o collegio de Jernimo Perei-
ra Villar, na ra dos juarteis, um menino de
nome Hereulano,branro,idade 10 para ti an-
nos pouco mais ou menos, com calca de brim
amare!|.i,jai|iet!> de panno lino cor de garra-
fa, chapeo do ChiP, cclleto preto e grvala
prala, antes de chegar ao mesmo collegio,
desappareceu sem que se saiba noticia delle,
por isso roga-se a qualquer pessoa, ou aulo-
ridade que delle souber, ou encontrar, o ap-
prehenda, e leve-o ao mesmo collegio, ou
no primeiro andar do sobrado n. 23, da ra
do Collegio.
No dia 29 do mez proximojlindo, des-
appareceu da casa n 60 da ra da Aurora,
um papagaio conlrafeito : quem o adiar, to-
ten'ua S'bondedede o mandar levar no lugar
mencionado, que sera recompensado.
--- No dia 28 do corrente mez de abril,
fugo a parda Kleulcria, idade 50 anuos pou-
co mais ou menos, levou vestido de chita ro-
xa, e panno da Costa, descor.fia-sc que esla
em Pao Amarello, aonde tem urna filna :
quem a pegar, ou della der noticia, sera ge-
nerosa ment recompensado, na prar^a da
Boa-Vista n. 22.
Fazem-se rapas,hatinas,rhamarras,e ra-
pas viatoras : na ra da Senzala .Nova n 36.
Aluga-se o segundo e terceiro andar do
sobrado ;i. 52, da ra da Cruz : a tratar na
livraria na mesma rasa.
Teudo o abaixo assignado comprado
da 28. no armazem dos Srs. Tasso rS lr-
altura regular, boa lignra, bem fallante, com
os peitos e eslumogo um tanto botados para
fnra : tem sido visto por vezes na r.boira de
Santo Antonio, e diz que anda ganhando
para um senhor mogo que se acha aqu nos
cslulos: roga-se as autoridades policiaes,
e capilaes de campo, o qoeiram apprehender
eleva-lo amados quarteis n 14, segundo
andar, ou a ra de Hurtas casa de Antonio
Joaquim de Almeida, e se gratificara.
Continua a estar fuguo uo estabele-
cimento de caldereiro de S. Amaro Jabatr.o,
de Xeferino Ferreira Ve lozo, o escravo Vic-
torino, crioulo, idade 25 annos pouco mais
ou menos, alto, cheio do corpo, rosto cora-
prido, pouca barba ou quasi neiihuma, ore-
Ihas pequenas, os dous denles superiores da
frente.alem de seren abortos a lima, sao um
pouco separados, bem empernado, pos gran-
des, tendo os dedos dos mesmos um lauto a-
bertos.lcvou vestido calca e camisa de azulSo:
roga-se as autoridades policiaes e capilaes
de campo, que ap, reljeudam o referido es-
cravo, e leve-o em*Sanlo Amaro Jaboalo a
seu senhor, ou no Recife na ra Imperial na
casa do major Antonio da Silva GSmSo,que
sera generosamente recompensado.
Precisa-se de um caixeiro com pratici
de taberna, e que seja diligente para o bal-
cao : no largo da riheira de S. Jos n. 1, ta-
berna re Jos Ucrnardino Alves.
Esta fgido o preto Benedicto, oacflo
Cabinda, fallo de vista, oceupa-se em carre-
gar agua para vender na cidade, e moer mi-
Iho para casas particulares : a pessoa que
o pegar, ou der noticias delle, dirija-sca
ra da Petiha n. 25, segundo andar.
Precisa-se de Costureiraa: na ma da
Cadeia do liccife n. 40, primeiro andar.
deposito geral, ra dos Ourives
joelhos pretos : e o outro alazao claro, gran-
de com mal de besta no espinha^o, no mes-
mo urna bexiga, e um caroco atraz da ore-
Iha : quem enconlra-los pode levar aodilu
engenho, ou cesta praQa a ra Velha n. 77
segundo andar, que se gratificara.
Na padaria do paleo da Santa Cruz, a
entrada da ra do Rosario n. 55, alem do ex-
cellentes pues denominados redondo, pro-
venga, crioulo, e bolachas furadas de uiuilos
tauanhos; vende-se Umbem assucar reli-
nado, cal'eem grao, e moido, echa da ludia
verde e preto : ludo o melhor que be possi-
vel, e precos razoaveis.
Na ra $ugusta, cm a casa lerrea con-
tigua ao sobrado ultimo que lica ao ladoes-
querdo inJ para os Afugados, existe urna
senhora viuva que se encarrega de ensillar a
engommar com toda a perfcicSo, mediante
a paga quo se convencionar.
Fugio do engenho Sitio do Esteio, no
dia 10 de dezembro de 1856, um escravo ue
Angola, de iiacflo Luanda, de nome Vicente,
com os signaes seguintes : altura regular,
cor latoca, secco do corpo, ps apalbetados,
nai iz um pouco alilado, sohraucelhas bem
feitas, pouca barba, testa regular sem cau-
tos, pode ler de idade 28 a 29 annos, falla
um pouco amarinheira lo: por isso roga-se a
todas as autoridades policiaes e capilaes de
campo, que o prendam e ieve-o a casa do
Sr. Candido Kodolpho Pires, na ra dos Uar-
tyrios n. 32, ou no dilo engenho da freguc-
Izia e Loa, que sera gratificado, em lOfOOO
i res.
- Precisa-sc de urna ama para casa de um
hnilion,, que saiba cozilibar, cozer e engom-
dirigida pelo finado Alejandrino
do Ainaral, que lem marcado o
para sen eiuliolsri alii o lim do mez de
maio do correnle anuo, lindo este, en-
tregara' no sen procurador para este re
ceber judicialmente, certosde <|ue deesa
dala em diante, nao tera' conlemplarao
com pessoa alguina ; por isso previne
com lempo siillieienle pura depois nao ha-
ver queixa. Recife -2~< de abi il de 18.Y7.
Antonio Lopes l'ereira de Mello.
0 Dr. Ignacio Firmo Xavier faz publi-
co, que mudou sua residencia para o seu si-
tio na Passagem da Magdalena, que lica ao
norte da estrada entre a ponte grande e a do
Chora-menino, e abi tem preparado urna
casa de saude com todos os commodos para
o tralameMto de escravos, cujos senborcs
residam Cora da praca, ou que nao os pos-
sam curar em suas proprias casas : quem
para isto quizer-se utilisar re seus servidos
mdicos, que serao dse npenhados com o
maior zelo, dirija-ae ao paleo do Carmo n.
9, primeiro andar, ou no referido sitio da
Magdalena. Preco 2/000diarios exceptu-
ando conferencias, sanguesugas e opera-
Qes.
Traspassa-se o arrendamiento di en-
genho Frescnndim, na fregosla de Agaa-
Preta, moenle e correnle, o qual ainda fal-
! ni l aiK.os para se lindar, c.im todos os
seus pertonces, como sejam 23 escravos do
servico, bois, beatas carros, f Trmenlas e
tuilo mais que he preciso para o manejo do
mesmo engenho : a Iratart com Anouio Jo-
so Rodrigues le Souza em seu escriptorio,
na ra do Collegio 11. 21.
LOTERA do
de Ja-


do |'ii*l.
AOS 20:000,s, I0:000j E 1:000$.
Na praca da Independencia loja n.
iO, acbam-M a venda os novos bilhetes
emeios da lotera 11- para as obras pu-
blicas de Nicterohy, a qual devia correr
a IS do presente, as listas esperamos pe-
lo primeiro vapor : os premios serao im-
ialamente pagos em a mesma loja
conformidade aos nossos an-
met
cima de
nuncios.
mar : na ra rio Vigario 11. 6, primeiru an-
1 dar, por cima do deposito, procure das seis
- Preparam-se baodiias com bolinholos lloras ,ua tarde em diante.
dos mais bem leilos do nosso mercado, e ~" ""ecisa-se de urna ama para co/.tnhar :
melhor goslo de handeijas enfeiladas para na rua do Uuemiauo loja de lazeildas n. 33.
bailes, casamenlos 011 qualquer funcc.no, pe-1 "" Qucm ,lvcr escravos que quena alu-
los presos mais razoaveis : as pessoas que ?. para cortar lenha : Uinja-se a
qui/.ercm taes encouimcndas, assim como
podins, bolo inglez de massa, e pao-de-l,
No dia 1" de main ou lulvez anles espera-se da
Cumpa nm ilus vnprires rlesln -cnuip;inliTa, o qu il
depois da demora rio coslumi* srguira pira o Itio
de Janeiro, (orando na Balda : para |-,i--a eou-,
ele., Irala-se cun os alenles Adamson llowie t\
d rua do Trapiche Novo n. 12.
Para o Porto o Lisboa, com a maior
brevidade segu viagem o brigue S. Jos,
de primeira marcha : quem no mesmo qui-
zer carregar ou ir de passagem, dirija-se aos
consignatarios Thomaz do Aquino Fonseca
5. Miguefds'io: Filho, na rua do Vigario- n. 19, primeiro
1 andar, ou ao capilo na praca.
no
man, 4 barris rio manteiga, e tendo-os en-
tregado a un preto, este desemeaminhou
um : se algtiem o tiver recebido por enga-
o, queira participar na prac,a da Boa-Vista
n. 4 Jos -vives Lima.
procure na rua da lenha n. 2>, segundo an-
dar.
O Fin to Musido
ou o cometa que tem ue
arrazar todita ierra < ste
a no, da de Santo An-
tonio, 15 de J unlto.
Com este titulo sabio luz e acha-se a
venda por 200 rs., na livraria Universal, rua
do Collegio n. 20, iiin folhelo tratando lar-
gamente de lao curioso assumpto.
Precisa-se de um feitor solteiro, que
eotanda de hortalica, para um sitio peque-1 Morae. Navarro declara mu expresamente
uj.^ia?w^;22 zx,la p,a(:a ;"iriia-se "r,meiro x^-*9"*-" por"um
vender, lirtja se ao Forle do Mato, ruado'
Iban, no, ou annuncie por esla folha.
""PORIGEZ
Nao so leudo effi'ctuado a rouniuo rio
membros do conselho deliberativo nos dias
15c 18 do correnle, o lllm. Sr. presidente
do mesmo conselho, novan.ente para os
llns determinados no art. 36 dos estatutos,
convoca os Srs. consolheiros para aerbuni-
rem em sossSo ordinaria, no da sexta-letra,
I do maio prximo futuro, na sala das ses-
ses do respectivo Gabinete, as liaras da
tarde P.ecife 2S de abril de 1857. U 2. se-
cretario. Jos ilus Santos Pereira Jardim.
O hacharel Jimc Joaquim tieiiuuiaiio de ato
... 'siy
Grande sorti-
meiit > de fazendas de to-
das as qualidades*
orsurilo de seda de cures com ramagero, *
propriu para vestido de seohora, o cova-
doa............
Rica* mana* de blood prela* e branca*.
I.rrs de luiliu
i u-.It'ii.. pie preto laviado, covado. .
Dilo dito liso multo largo, covado. .
Dito cor de rosa muilo eDcorpado ...
Sarja prela luspanhoU muilo eocorpado,
covado............
Setim prelo macan superior, covado .
Panno lino prelo e de cores, covado de il;
r*. a............
Corles de casemira de cores com barra ao
lado e de quadrinhot, corle.....
Corles re cohete* de velludo prelo e de
cures............
Curies de crleles de gorgurSo de seJa de
vario* (i Ii ni a........
Meia* cruas superiores para meninos .
Curtes de vestido de erU ds cores par e-
nliora, n mais rico que ha no mercado.
Gravalaa de serla prelas e de cures ...
Chales de merino bordado a velludo.
Hilos re dito burilados a *eda ...
Dilos re dito curo hstra de seda ....
Uilos de dilo com barra malisada, finos. .
Hilos de dilo lisos.........
Dilos de dilo cam franjas de laa .
Dilos de lila adamascados pretos e de core*.
Lencos para mJo.rle rambraia de linho,lisos
Pablos de alpaca prela lina e de cor. .
(undulas de alpaca prela e de cor. .
Pupeliua de seda de cores, malisadas, co-
vado.............
i .ii-! > de seda de cores, com quadros, co-
vado ............
Lia do quadros pequeo* e grandes, co-
vado ............
Lila o seda, bonitos padres, covado. .
rlieo* corles de la.i de ramagem rualisada
com 15 covados........
HanrilSM de seda de cores com vara de
largura, covado......., #
Ursulina de seda com lislra* maliadas, co-
vado............
Sedas de quadros de novos padres,covado.
Chapeos de massa, trnceles superiores. .
Duqueza de seda con: ramazem, covado. .
Mu -iilina de cores mui lindas, covado. .
Clias fraselas linas........
CaMM francezas de cores finas, vara .
Em fronte do becco da Congregado, a segunda
loja D. 40.
C. STAUR & C. *
rcspcilosamente annunciam, que no seu es,
tenso estabelecimento, era Santo Amaro.
conlinu'a a fabricar com a maior perfeico
e promptidao, loda qualidade de machinis-
oo para o uso de agricultura, navegacao e
manufactura, e que para maior commodo de
seus numerosos freguezes e do publico em
geral, tem aberto em um dos grandes arma-
zoos do Sr. Mor- uita, na rua do Urum, aliaz
rio arsenal do marinha, um
DEPOSITO DE MACHINAS,
construidas no dito seu estabelecimento.
aro os compradores um completo
laooo
9

29200
29200
29100
29000
ifiJOOO
79000
9000
109000
39OOO
9
.9
9
185OOO
99000
1.^ ..11
R9OIXI
59500
49.V
SfOiO
900
$00
9500
19000
J8J0
aen
9800
59000
19600
I9OOO
9MJ0
79500
730
:12o
280
-'i
Hurgos.n. 31, ou annuncie para ser procu-
rado.
Quem achou e quizer reslituir un -
culos com aro de ouro, dirija-se ao largo de
Assembla n ti, primeiro andar, que sa Pi-
cara suminamente agradecido, alem dse
gratificar.
'.!? escririlu em >eu nome, apiceiilado por lo-
.'. da c qualquer pettoa, pedindo dmlieirus
empre-iados, f.r/eu.las e oulros eeneros de
-- OlFerece-se um rapaz para caixeiro de .; ija j>d% pr ,Pr f>|,(1
a casa u. 20, rua do Torres, praca do
Corpo Santo.
qualquer estabelecimento^ excepto fa/.en
das, o qual da liarlor a sua conducta : quem
precisar, annuncie para ser procurado.
-alnli-,1
absolulaiueirle
ternprc pe-
e i. v' se respon- .r .
e quii lo o haja *.
oahiieule e uuuca '-*"
"'3
s^ re fa^er er^
~ Precisa-se de um feilor para tratar de IvSoS^O^ ^-^^O^O^f
ura sitio : a tratar na rua larga doHosano Dr. C. F. Muller relira-se com sua fa-
u- 37- I miiia para Europa
Especficos para
dor de denles.
Jos Anaclcto coTtinu"a a sangrar e tirar
bem dentes, chumbar dentes furados, e se-
para bem os da fronte : p le ser procurado
ras 7 as horas da manhaa at as (i da larde,
na rua da camboa do Carino 11. 20.
Tarnbem vendem-se
especficos,remedios ntalliveis para aplacar
as dores de dentes a 18000 o frasquinho, as-
sim comops den tifricio clnico pra con-
servar c limpar 1 erfeitamente os deutes sem I
alterar o esmalte.
O parir Joao Martius Cardoso, padre I originaes a que a experiencia de mu ilus an-
nlonio Fernandos de Paiva, Bernardo Mar | nos tem mostrado a necessidade. Machinas
tins Cardoso, J0S0 Hartins Cardoso e Juve-
ni-no Peixoto do llego, retiram-se para Cu-
ropa, levanrlo en sua companhia um criado
de nome Caetano.
O abaixo assignado faz ver ao respei-
tavol publico que o Sr. Manool Jaciulho de
Souza Tavares, deixou de ser seu caixeiro
desde o da 25 do crrente mez em diante.
Francisco Jos da Costa ibeiro. dalo de obras de ierro) que sereiifadonio
Ainda so precisa no sobrado da rua do enumerar. No mesmo deposito existe urna
All acti
sorlnn 'lito re moeurias de canna, com todos
os melhoraidentos alguna dalles novos e
re vapor de haixa c alta prcsso, tachas de
lodo lamanho, tanto batidas como fundidas,
carros de m "10 e rlitos para conduzir ormas
de assucar, machinas para muer mandioca,
prensas para dito, fuios de fero batido
para farinha, arados de ferro da mais appro-
vada eonslruccao, fundos (rara alambiques,
crivos e portas para fornalhas, e urna inlini-
S. Francisco 11. 8, como quem vai para a rua
Bella, de urna preta cscrava por aluguel, que
saiba comprar e fazer os arranjos de una
pessoa intelligente e habilitada para receber
lorias as encommendas, etc., etc., que os
anuuni'iantes contando com a espacidade de
casa: quem a tiver uirija-se ao mesmo 80-1 suas ollicinas e machinismo, e pericia de
bra lo, 011 annuncie para ser procurado. seos olliciaes, se comprometiera a fazer exe-
Precisa-so ura pequeno paa c-ixeiro, cular enm a maior presteza c pcrrcicSo, e
brasileiro ou porluguez, com tanto que nSo i exacta conformidade com os modellos ou
esteja sugeilo a febre ainarelU, na rua Nova desenhos, e insiru.cc.oes que Ihe forem for-
n. 3. I necidas.
MUTILADO
ILEGIVEL





DIARIO DE PEKNAMBO, SEXTA fEIRA 1 DE MAIO DE 1857.

I MUSAS PRECIOSAS- i
I
_, brincos *'
$ 8 rozelas,Wloes e anneis i
f dediflerenlesRoslosede ^
J Adereco, de brillianlee, ij
> diamntese perolas,pul- ..
W veirns, alinel
$
? diversas pedral de valor. ?!
*
^ Compram, vendem ou *
Iroram prala, OurO, bri- *
, Ih.tnles.diniiianlesepero- ?;
% la*, e outras qu;iesque,r ?<
:t jolas de valor, a duiheiro 'f-
W ou por obras. 3
.*??.?.??:i*is :.?..?:*'?:?. *j
I0REIRA i DARTE.
LIJA DI 9I1KIVES
Ra do Cabnga' n. 7.
tecelirrj por to-
dos os vapores da Sil-
ropa as obras do mas
moderno >-ist.o, tan-
to de Franca como
' ODROEPBATA
,
a Aderecoseomplelo.de
*i ouro,u)t'iosdilos, pulcei*
i r;is, allineles, brincos e
" rczelas.crdoes, trance-
* lilis, medallias.correnle
| e enTeites para reloEJo, e
\ outrosmuitosobjeclo.de
.- ouro.
'*> Apparelho9 completos,
- de prala, para cha, ban-
dejas, salva, caslicaes,
colhere.desopaedecha,
e mailos oulros objeclos
<; de prala.
*? *:?..?. ? *. ?: $ >: >: :::*::?:
Compra-se a l.egislaco do Brasil, do.
annos de 1836 e 1837 : na ra das Calcadas,
sobrado amarello n. 13.
mtte*&.
de Lisboa, asquas se vendem por
preco cooimodo como eostuman..
C0HSDLT0R10 HHEOPATHICO
DO
'O
Onde seacham sempre os mais acreditados
..ds medicamentos, tanto em tinturas como
em glbulos, e preparados coin o maior escrpulo e por precos bastante commodos :
l'KKCOS F1XOS.
gos
Botica I)ita de '
Dita de 36 .
Dita de 48
Dita de 60 .
Tubos avulsos a.....
Frascos de tinturrademeia onca'.
Manual do medicina horoeopathica do l)r. Jahr com o dic-
cionario dos termos de medicina
Medicina domestica do Dr. Henry
Trataiucnto do cholera morbus .
Repertorio do Dr. Me lio Moraes
10/000
155000
9000
25-5000
30-3000
13000
29(r00
205000
10#000
2/000
6*000
Atenco
It. C. Yates & Companhia: estabelccidos
no lio de Janeiro, na roa do Hospicio n. 40,
vendo um anuncio publicado em limadas
Tullas di: Pornambuco pelo Sr. ISartbolomeo
F. de Souza, prevdmelo ao publico que o
verdadeiro xarope do bosque s elle he
quem vende.prevenimos ao mesmo publico,
que o nusso xarope he rcmeltido do lio de
Jrueiro pelos cima proprietarios ao Sr.
Manoel Alves Guerra, e este senhor fez o de-
posito para ser vendido na pharmacia do Sr.
Jos da Cruz Santos, na ra Nova n. 53, ni-
cos por nos autorisados para venderem o
nosso verdadeiro, e niais prevenimos aos
senhores consumidores, que ha perlo de 5
annos os rotlos collados as garrafas s5o
assignados-por Henry Prins, como procura-
dores dos cima proprietarios. Uio de Janei-
ro 13 de Janeiro de 1857.
Bartliolomco Francisco de Souza, leu-
do o annuncio dos Srs. R, C. Yates iV Com-
panhia no Diario u. 17, em que diz ser s-
mente verdadeiro o sarope do bosque que
je vende nesta cidade na pharmacia do Sr.
Jos da Cruz Santos, onde fez deposito o
Sr. Manoel Alves Guerra, que recebeu delles
proprietarios, declara ao publico, que dBo
duvnla seja falso o xarope de bosque que
tambero vende em sua botica, mas assevera
que elle he comprado aos mesmos Srs. R.
C Yates i5 Conipanhia, do lo de Janeiro,
como provam os documentos abaixo :
RIO DE JANEIRO 8 DE AGOSTO DE l&",f>,
O >r. liariholomeo Francisco de Souza
comprou a R. C. Yates & Companhia :
4 duzias do garrafas com xarope
do bosque a 54500o......... 2165000
6 duzias de 1|2 garrafas com xa-
rope do bosque a 275000...... 1625000
Rs. 378*000
Recebi o importe cima, do Sr. Antonio
de agosto do 1856. l'or R. C. Yates &
'ompaiilnaJos Paulino Baptisla.
Rcconueeo verdadeiro.o signal supra. Re-
Cife 8 de agosto de 1856.
Em f de verdade.
Manoel Hilario Pires Ferrao.
RIO DE JANEIRO 18 DE FEYERFIRO DE
1857.
Os Srs. Constantino Gomes de Faria & Fcr-
rcira compraran a R. C. Yates A Compan-
hia :
4 duzias de garrafas com xarope
do bosque a 54aOOO.........216/000
6 duzias de 1|2 garrafas cora xa-
rope do bosque a 27O000......162/000
Rs. 37*5000
Recebemos o importe. Por R. c. Yates A
CompanhiaW. C. Cerwartt.
. Nos abaixo assignados declaramos que
compramos o xarope icima para oSr. Bar-
tholomoo W-ancisco de Souza, de Pcrnam-
buco, em virtudede sua ordem de 3 do cr-
renle. Rio de Janeiro 18 de fevereiro de
1857.Constantino Gomes de Faria i Fer-
reira.
eeonheco ser verdadeiro o signal supra
de Constauliuo Gomes de Faria 0 Feneira.
itio 18 de fevereiro de 1857.
Em fe de verdade.
Pedro Jos de Castro.
JOHN CATIS,
corretor geral
E AGENTE DE LEILO'ES COMMERUAES,
n. 20, ra do Torres,
PK1HEIKO ANDAR,
praca o Corpo Santo
KEC1FE.
SEGURO CONTRA F0G0.
Companhia Alliance.
Esuhelecula cm Londres, em marco de 1824.
Capital cinco milhes de libras esterlinas.
Saunders Broiliers & C., lera a honra de in-
formar aos Srs. negociantes, proprietarios de casas,
a quera mais convier que estao plenamente au-
torisados pela dita companhia para effeemar segu-
ros sobre edificios de lijlo e pedra, caberlos da
llha e igualmente sobra os objectos quecontivarem
os meslos edificios quer consista em mobilia ou
a (azendas de qualquer qualidade.
lie chegado loja do Lecomte, no aterro
da Bou-Vista n. 70, o cxcellcntc leile virgi-
nal de rosa branca, para refrescara pello, ti-
rar pannos, sardas e espinhas, igualmente o
afamado oleo babosa para limpar e lazer
croscer os cabellos, assim com o p impar-
tila de lirio de l/lorenca para broloejas cas-
, *7" o m-m
-3 "O
O ce CU cu
"O 09 3 es es 2
V ce cu ~ ce k
< = 0~m 9b ^
av^t?^Ha PC"e' ""?" a frescura e o
aveiiudado da pnmavora da vida.
Afericao.
Sciontifica se a quem convier, que revi-
sao de pesos, medidas e balancas/ principia
lo i. do correte a Rodar no ultimo de jo-
lino : na casa da aferico, no pateo do Ter-
\ fSSSSL@ SMMM>
jnmU FRiNCEZ:
Q
., Paulo GalRBMX denlisl., ra Nova n. l
om"; reC,Sat "'"S" um Preto posan e,
embora seja bruto, para trabalbar mensa
mente nesta typographia, dando-se o sus-
Knde"ci^Wtt,l8e8,to, Hetratos
DO
Insigne actor Joo Cactano dos Santos.
*vVrnndcm"sc 1as lojas dosSrs-Jos Cardse
Ayrcs, na ra da Cadeia do Recite, e Sr. Jos
Nosueira de Souza ra do Crespo n 2. pr-
ximo a ponte, a 2#500, e3S0O0, conforme o
modelo e papel que he excelleute.
-ReGnaria de
'-teg-oft Barreto, 110 Mon-
te i ro.
No deposito dosta refinaria, na ra da Ca-
deia do P.ccife n. 30, ha sempre assucar rc-
linailo .le superior qualidade, tanto em p
'como em torros e em pijes, por preco mais
commodo de que cm outra qualquer parle-
iuaiVovan. 22
Acaba de receber relogios de todas as qua-
hdades, tambera oculos para todas as vis-
las, por prc^o muito em corita.
Precisa-se de urna una que saiba en-
gommar, corar e que seja liel, para urna casa
(le pouca lam.l.a, a qual se dir' bom orde-
nado: na ra do Vigario n. 1, se dir quem
I*I cC-1 tyH.
H,r\0"?m liver para vcndcr a'guma casa
de sobrado, que csteja em bom estado e que
seja rm boa ra, dinja-se a obra em coiis-
truccao entre o becco do Cuaba o o do Ou-
vidor, aon.ic achara com quem tratar.
Alup-se urna preta quitandeira, no
no pateo do Ter^o n. 15.
Precisa-se de urna ama que saiba co-
zinbar, e lazer todo o mais servico de casa
na ra do Caldereiro, taberna n. 60.
MetImdo facilimo.
Na livraria da praca da Independencia n
6 c 8, vende-se o melhodo facilimo para
aprender ler, novamente impresso e auc-
mentado, por mil rcis. b
Coniinua-sea vender peneiras de ra-
me para os senhores relinadores e padeiros:
no pateo do Carmo, esquina da ra de nor-
ias n. 2.
Vendem-se charutos de dez res em
macos de 50 na ra do Ainoi ini n. 17.
Vende-se ora lindo bercodearaarello
novo, urna condeca de f palmos de altura
6 deroreprido, propria para roupa, rendase
bicos de linha para toalhas, camisas e len-
cos: na ra do Collegio o. 18, segundo
ndar.
Barato que admira.
Vendem-se borzeguins frarJbezes. de los
tre, iiovos, pelo preco de 8?500 cada um
na ra do Livramento n. 29.
Vende-se urna carroca'e um boi lnall.
"'l48 : lratar "aS C'nCU>,,onlas casa
T- Vcnde-sc no deposito do largo da Ri-
bera de S. Jos n. 15, e na ra do hangel n.
*, superior queijo londrino a 400 rs a h-
nr,*b?inl,Ihf Uala"aS f'acezas,'dilas
finas, tanto da ierra como de lora, ludo por
!? PrC0 d"^ en, outra quV
Azeite de
mamona pu-
rificado, pa-
ra candieiros: contiaua-s
a vender a preco razoavcl, em caadas e
garralas, na fabriea da ruados Guarara-
pes, em Fura de Portas.
AIo(ia chincha.
Vende-se algodSo monstro com 8 palmos
de largura, proprios para toalhas c lencoes,
pelo diminuto preco de 60o rs. a vara na
ra do Queimado n. 22, na loja da boa f.
He tao barato
que admira
Palles grandes de superior couro de lustre
a4#0i>, sbalos de borracha dos melhores
que ha no mercado, para homem a 3o200,
para senhora a 2:600, e meninos a 25200 : na
ra dosQuarteis, loja n. 24.
Vende-se nma taberna com poneos
fundos, propria para principiante, muito
al-eguezada para a trra, ha ra das Cinco
Ponas n. 91 : a tratar na raesma ra n. 93.
lia i lis v^zios.
Na taberna da ra da Praia n. 29, vnde-
se urna poreiio de barris vasios. em bom es-
ado, e propnos para mel, por serem quasi
lodos de azeite doce.
Bicha de Hambur^o.
No velho deposito de bichas, ra estreila
do Rosario -n. n, recebeu-se 4 viveiros de
bichas de Hamburgo, e est retalhando a
rjasooo o cento, e em porcSo pnr menos.
Vende-se carne secca de Buenos-Avres
a 49 rs.. de Montevideo a i/500 cada arroba :
na ra da Praia n, 4.
--- Vende-se um pequeo sitio no lugar
do Barro, onde morou o fallecido Manoel
Pacheco de Hezendc, em trras do Sr. coro-
nel Manoel Joaquina do Reg Albuquerque.
com urna soirrivel casa cubera de telha, ta-
do cercado, com muitos pus delimociroj
juntos cerca, com bstanles ps de frurto-
quem o pretender, dirija-se a Narciso Jos
da Costa Peerira, no paleo do Carmo, ou a
viuva no mesmo sitio.
Vende-se um escravo denagao, de da-
do 30 anuos, de bonita figura, para todo ser-
vico : a tratar na ra Direita n. 91, primeiro
andar.
- Vende-se urna escrava crioula, de boa
figura, com 25 annos do idade e de habili-
dades, que se desenvolvern) sem muito cus-
to ; nflo he urna perfcila moca raba por nao
ter sido applicada, sendo ella do sertao, on-
de pouco apreco se da a isso : quem a pre-
tender, dirija-se a ra da Madre de Dos,
loja n. 34.
Vende-se on permuta-se o sobrado de
um andar n. 49, sito na ra Imperial, canto
da travessa do Lima, por outro sobrado mi
bairroda Boa-Vista, que tenha commodos
para grande familia, e volta-sc a quantia
quoforrazoavel : quem pretender, entenda-
se com o desembargador Santiago, na casa
de sua residencia, na ra do Hospicio.
Pennas de ema, cera de abelha e de
carnauba.
Na na .la Cadeia do Recife, loja n. 50, de-
Ironle da ra da M-dre de Dos, ha para
vender os gneros cima, recentemente che-
gados, por precos razoaveis.
Atenco!
UadapolSo fino c ordinario, algodaozinhos
encorpados, com pequeo toque de avaria,
vende-se barato : no aromen) de razenJas|
de Joiio Jos de Gouvcia, ra do Queiuado
n. 27.
Machinismo pa-
tente in^lez
fS melhores relogios de ouro, patente in-
gle/, vendem-se por precos razoaveis, no
cscriptorio do agente Oliveira, ra da Ca-
deia do Recite u. 62, primeiro andar.
NADA HA MAIS BARATO-
Meias pintadas para homem a 140, e me-
nino e meninas, a 120 : na loja da ra dos
Quarleis n. 24.
:< aat
Vndese
urna linda mulata moca, boa cngomr-iailei-
ra eexcellente arranja'deira de urna casa : a
tratar na ra do Crespo, loja do chapeos de
Maia IrmSos.
A 3?800.
Vendem-se palitos de alpaca muito fina,
pelo preco cima, e palitos de brirn de dille-
rentes qualidades i 2-jOn cada um, pe'nlcs
Je tartaruga muito linos a 5-500, caivetes
de duas folhas, lazenda que admira a 320
cada um, vende-se por este preco por ler
muita porcia c quurer acabar, agulhas fran-
cezas a loo a caixa com S papis : na ra do
Qucimado n. 5.1, loja de miudezas, de Jos
de A/e vedo Maia.
Massa de toma-
tes.
Para liquidar, vende-se na ra do Qnei-
mado n 35, cm latas de 2 libras, por preco
muito barato
He barato.
Superior bolacha viuda ltimamente de
Trieste, com porfo e cm Libras a 120 rs. :
na rua Direita n. 8.
Chapeos de fel-
tro e bonet de cabello pa-
ra meninos.
Vendem-se ricos chapeos de teltro para
meninos, enfeitados com lilas e plumas, pe-
lo baratinho preco de 3.-500, bonetes muito
lindos de cabello a 29 rs. : na rua do Quei-
mado, na bem conhecida loja da boa fama
n. 33.
Sola do qualidade especial, vende-so
no armazem do caes do ltamos.de francisco
Figueira deSaboia : a tratar no seu escri-
torio, rua de Apollo n. 5.
Charutos de Hava-
veii-iem-se em casa
*. Astliy & C.
Sellins e relegios,
SBLUNS c RELOGIOS de palele
Inglez : a venda no armazem de
Rustran Roaker & Companhia, es-
quina do largo do Corpo Santo nu-
Vende-se a verdadeira graxa ingleza n.
[97, dos afamados fabricantes--Hay & Mar-
tin, em barricas de 15 duzias de potes:
em casa dejamos Crablree & Companhia,
rua da Cruz n. 42.
Deposito
de rapprinceza da fabri-
ca de E. Gasse, no Rio
de .Janeiro.
Vende-se a preco commodo rape fino,
grossoc moio grossn, da acreditada fabrica
cima, ebegado pelo vapor S. Salvador ; na
rua da Cruz II. 49,
Trapiche ti. U, cscriptono de II. A. Guerra.
-Em ea.arte|l!er. ItrunnA Companhia,,,;, %Z^T!'h2L'l"2tt Vf0 '"l":
raa da Cre... lo, vende-aaeogeacmeaiUDhai da 'J""0, uer,''-'lela ? *fc0 d,,u,s cora "macHo
dusia. de metal branco a 400 rs.. lunetas de um s
I5O0
da boa fama n. 33,
$0MpX*&.
Compra-so um par de lileiros de ro-
aar, para loja de miudezas: 110 aterro da
Boa-Vista, lojan 86.
,-<>mpram-sc 2 canoas, sendo urna de
tpannos de comprimento, c4 1|2 de lar-
gura, e oulra que carregue 500 lijlos de al-
\enana, ambas em bom estado : a tratar na
rua da Alegra n. 11.
Compra-se urna escrava moja, que
cosa bem, engomme e cozinhc : a tratar ni
rua do Trapiche n. 14, primeiro andar.
Compra-se urna casa trra com com-
modos para familia, as freguezias de Santo
Antonio, S. Jos e Roa-Vista : trata-se na
rua Augusta n. 17,
Compram-se 2 cscravos do 14 a 16 an-
uos : a tratar no escript-jiio de Jos Joa-
qun) Das Fernandos, rua da Cadeia do Re-
cite.
Compra-se cfTccti va mente na ruadas
Flores n. 37, primeiro >ndar, a plices da di-
vida publica e provincial, accoes das compa-
nhias, e da-se lmheiro a juros, em grandes
j e pequeas quantias, sobre penhores.
Compra-se urna cabra costumada a
1 criar menino : na rua do S. Francisco, so-
1 brado n. 8, e na livraria 11. 6 c 8 da praca da
Independencia.
Compra-se ou aluga-sc um sobrado
de um andar, ou casa terrea muito boa, nos
bairrosde Santo Antonio ou Roa-Vista :'na
rua do Crespo, loja do Sr. Jos dos Santos
ROTOS, ou a esta typographia.
Compra-se um, ou dous bois mansos
e gordos : na rua do Pociuho, por detraz de
Santa Thereza, casa do Franca.
Compram-so travs de 25 a 35 palmos
de comprimento, e palmo de grossura : na
livraria da praca da Independencia u. 6e8
o Sedas de qua-g
drii.Iios a
1#000.
'*.
o
...
6

o
ru 9 ti -
;;' Vende-e seda de qoadros miodinho, J-3
,.. de cores vivas e de uoslo uovo, a 1.-000 o "
*}l covado. T,*-"
S Grtdenapl* de eordHo f.irta-cores, a W
r\.r 1;W)0 e 198)10 n, orovadii. i":
p Itrillianiina branea de llores e salpica* en
Q miudinhos, a Ion rs. o covado.
9 Dooralini de ilures militada, de aosio ''
,i? moderno, a 500 r^ o covado. f'A
^ Ditas de cores amolada em cassa, com t'\
-. qoadros, faeoda com palmos de Ursara, ?
W a 240 rs. o evado. $j
5.S E "Iras intuas fa/endas de linlio e seda, S
i de aoilo novo. ^r
g Na ,ua do Crespo, loja amaratla n. de w
' mero 18.
MEIAS PfcEfAS i)E LAIA
para padres.
e al-o.a.o
Vendem-se superiores meias pretas de
laja, pelo barato preco de 1S800 o par, ditas
de algodo de superior qualidade a 600 rs. :
na rua do Queimado, na bem conhecida loja
de miudezas da boa fama n. 33.
Leques muito fi-
nos.
Vendem-se loques muito finos, com plu-
mas, cspelhos e boiotas, pelo baratissimo
proco de 23 e 31500, ditos sem plumas muito
boa fazenda a 18280 : na rua do Queimado,
na bem conhecida loja de miudezas da boa
fama n 33.
Velludo rico para forrar carros, com
todos os pertences, vende-se na rua da Cruz
n. 10.
- Bm casa de Henry Hruiui & Compa-
nhia, rua da Cruz n. 10, vendem-se pianos
chegados no .flltimo navio, quadros com
moldura, cemento romano, cognac em cai-
cas de urna duzia, velas do composico,
conservas cm latas.
Algodo liso si
erjpira, com peqneno to*
que de a vari.
Vende-se na rua do Crespo, loja da esqui-
na que volta para a rua da Cadeia.
yidro redondas e quadradas con aro de b-
lalo a 500 rs., ditas de dous vidros tambem
cora armacao de bfalo a 1C500, ditas de um
Vnnrio s" redo"llas o quadradas com aro de
\cndt-sccal de Lisboa ltimamente che- tartaruga a 1-200 e 1?500 : na rua do Quei-
KrVn.^^r"8M 1' KuSsia ve,da_ ?"' ?! be,n cnhecidada loja de miudezas
a na praca do Corpo Santo n. 11 < '"* r"
FAIXAS PAKA ENGENHO.
a fundifo do ferro de D. W. Bowmana na
rua d Brum, passando o chafariz, contina ha-
dar umcompleto sortimePto da taixes de ferro f un
vido e batido de 3 a 8 palmos de bocea, as quaei
ackam-sa a venda,por epreco cemmodo a com
promptido: embarcam-soucarragaai-sa amcar
ro semdospezaao comprador.
- Era casa de Saunders Brothers C., praca
do Corpo Santn, ti,ka para vendar o sa' uinta
Ferro inglez.
I'ixe da Suecia.
Alcatro de carvao,
Eonas de linho.
Esponjas.
Drogas.
Algodao lizo para saccas.
Dito entrancado igual ao da Babia
E uoi completo sortimento da fazendaspropno
para aste mercado ludo por preco commodo.
Vende-se superior liabas de algodao
brancas, o de cores, em novello, para costu-
ra, em casa deSoulhall Mcllor & C, rua do
Torres n. 38.
Momhosde vento
comhombas de repase para recar hortas-eba-
ladecapim: na loadicioda W. Bowraan
ua roa do Brum ns. 6.8 e 10.
l'otassa refinada em latas de seis
libras.
O antigo deposito da rua da Cadeia do Re-
cite n. 12, recebeu agora urna portjao de po-
tassa n Imada de superior qualidade, em la-
tas de 6 libras, quo se vende por preco ra
zoavcl.
Ligas de seda
para sen llora.
Vendem-se superiores ligas de seda par;
senhora, miiilo bonitas e de muitos pa-
droes, pelo baratissimo preco de Ij20
1500 e 2/000 : na rua do Queimado, n
bem conhecida loja de miudezas da boa fa
man. 33.
N. O. Rieber & Companhia, rua da
Cruz n. 4, vendem :
Lonas da Russia.
dem inglezas.
flo.
da Russia.
Vinho de Madeira.
Algitrlo para.suncos de assuenr
Algod&oziho da Baliia
ara saceos de assucar; vende-se em casa
e N. O. Rieber & Companhia, rua da Cruz
n'. 4.
*ara maseates
e boceteiras.
Vendem-se duziasde raixasd masa para rape pe-
lo hartlisMino preco de 610 rs.,du/.ias de teznarasem
carioa IjoitOe laSOOe grandea a 1;'.l2o, du/.as de
CBixinhas de pao com palitos de foco a 21n n..duzias
de penlesde chilres moilo bous para alizara|l92An,
duzias de penles de lialtia para alar cabello a SjtiOO
e 2a600,daiia de navalhas para barba a I9600,ajroaaa
de I" i.....madreperola para camisas a fiuo reis.diln
moilo linos de aaala a IIjU res, ftrozas de noloei fi-
nos para calca a 280 rala, carias com 25 penlesde
aUinetea H reis.dozias de penles de balea para a-
lizar a 3-, crozas de livellas para sapaloa a ."un, du-
zias de ron,veles linos para aparar pennas a 23500
a 33.duzi.is de sanas (armnica*) a 1.-2no a 19400,
duzias de lorrnlas para candieiros a Knj res groaaa
n.iue-se couro UC lustre irancez, O me- de marcas para cobrir a 100, 120 e Hitl re... pe-
Ihor que pode laver neslc genero, pelo ha- It",,e '""'"i para beniinl.es 12o res, palcelrat
rato preco de 53 a pello: na rua do Quei- |:'"ci;r"a',ili,"",!".l'0P"as.1)i,.r*.ira-c BMnlaaaaaoe
mado, na bem conhecida loja de miudezas
da boa fama n. 33.
Paos de pinho vcrmelho pira mastaros.
chumbo de munifSo.
Tullas de colire.
Metal amarello e zinoo para forro, com os
competentes pregos.
Alvaiade do chumbo e de zinco, em p.
- Tinta branca de oleo.
Papel fino de escrever.
Vinho especial do llheno c do Porlo.
Rua da Cadeia do Recite, casa de C J. Ast-
tey # Companhia.
denlos e bonetes
de todas sis quadadea.
Vendem-se oculos de todas as graduacoes.
com delicadas armaces de ac, pelo barato
- Ven.ie-se.por preco commodo.siiperior "> Uc.'" ""J* """a vmhn do Porto ,-in barra de 8." : na rua do Pre^e s00 rs; e V-00'l)l,os com armaces
Traoicbeo. 14. Psrrini.,r... .i ai r...rr. douradas e prateadas a 13200 e 15500, ditos
com arm^ao de bfalo a 1>00, ditos com
Casaeas e so-1

m
3
brecasacas
FRAFKHAS-
i
Vudem-aa caucas d. p,nno fl ^
a de core, lodaa forrada! han^.a. i. S
fe ..de. como nao- lem tindo a e... mJ
X cado, a 303000 cada om;,. m"- fe
Sohrecasaca da pinna fino
Prtto, a ^
Relogios
cobertos e descobertos, pequeos e grandes,
deooro patente inglez, para bomem e se-
nhora de um dos melhores fabricantes de
Liverpool, viudos pelo ultimo paquete in-
glez : em casa de Southall Mellor &C.a, rua
do Torres n. 38.
Pianos.
KmcasadcRabeSchmcUau Companhias
rua da Cadeia n. 37, vcudem-se elegante,
pianos do afamado fabricante Traumann de
Hamburgo.
Meias de todas
as qualidades.
Vendem-se meias de seda branca para se-
nhora, o melhor que se pode encontrar a
33500 rs. o par, ditas pretas tambora muito
boa fazenda a 23500, ditas blancas de algo-
dao, muito linas a 320, 00, 500 e 600 rs
ditas pretas tambem muito finas a 400 rs.
ditas de seda de cores muito bonitas e pro-
pnas para baplisado de crianzas a 23000,
ditas cruas muito fortes para meninos a 400
rs., ditas de cores de algodao para meninos
a 240 e 320, ditas brancas para meninas a
240 e 320, ditas cruas e brancas para ho-
mem a 160, 200, 240, 320 e 400 rs., ditas de
cores de fio da Escocia tamben) para homem
a 400 e 500 rs. : oa rua do Queimado, na
bem conhecida loja de miudezas da boa fa-
ma n. 33.
Facas, garfos e
colheres.
Vendem-se as melhores facas de cabo de
Claudio Dubenx
vende plvora inglesa a 133, lije IS9OOD rs. o
barril de 2., libras.
Miliio bom em
SACCAS.
Na taberna glande ao lad 1 da igreja da
Soledade, ehegou grande porcSo de saccas
com muitn bom milho, c vende-se por preco
commodo.
Couro de lustre.
Vende-se couro de lustre Irancez, o me-
RATATAS.
As batatas vindas pelo ultimo vapor, ven-
dem-se no armazem de Barros Silva.
Scllins
patente inglez.
Silo chegados e arham-se a venda o vardldaina
e bem couhecidos sellins inulezes palenle : na rua
do Trapiche-Novo n. 42, armazem de fazendas de
Adamton Uewie o; C.
ctos para
o.
Obje
A
en ca.
Vendem-se pecas de chita de muito bons
pannos, pelo baratissimo pre<;o de 5^ a pe^a
que sabe o covado por seis vintcns e dez rs.'
a porcSo he pequea : portante quem gosta'
de economa deve-se aproveiiar : na rua do
Crespo, loja da esquina junto ao arco de
Santo Antonio, c na loja de 4 portas n. 12.
Confeitaria.
5!) A
confronte ao Rosario cm Santo Antonio. O
prnprietario de.te estabelecimento avisa ao
respeitavel publico, e especialmente as pes-
soas que ja coohecem suas mercaderas, que
novamente recebeu urna remessa do seu
bem conhecido doce de casca de goiaba, o
qual flanea s*r o melhor que se pode en-
contrar nesta capital. Seu prec,o no 29500
Na rua doQUeimailo, na bem conhecida
loja do miudezas da boa fama n. 33, cncon-
tra-se sempre completo sortimento de ade-
remos, brincos e rselas, pulceiras c altine-
tes, tudo prcto, propriamente para lulo, e
que tudo se vende mais barato doquecm
outra qualquer parte.
Brinquedos pa-
ra meninos,,
Vendem-se diversidades de obieelosde
ac, muito delicados e pruprios para meni-
nos brincar, por presos muito baratos : na
rua do (jueirr.ado, na bem conhecida loja de
' miudezas da boa lama n. 33.
RICAS BONEGS FRANGE-
ZS.
Vendem-se muito lindas e bem vestidas
nonecas francezas, grandes, pelo baratissi-
mo preco de 2- e 29500, ditas vestidas de
noivas, e cada urna no seu carillo a 3#Oi>o e
33500, prego que nao ha quem deixe de dar:
na rua do Queimado, na bem conhecida loja
de miudezas da hua fama n. 33.
Planta da cidade do Re-
cite
Vende-se a planta da cidade do Recife e
sous arrabaldes, feila pelo Sr. Dr. Jos .M-
melo Alves l'erreira, por dez mil res: na
livraria n. 6 e 8 da praca da Independencia.
Mappa das distancias da
provincia.
Na livraria n.6e.S da praqa da Indepen-
dencia, vende-so o mappa das distancias
das diHerenles villas da cidade entre si, e
re 11; "11, capital da mesma, a mil reis.
.^elogios de patento
nijlczcsdeouro, desabnete edevidro:
vendem-sca precora/.oavel ,em casa de
AugustoC.de Abrcu, naruada Cadeia
do Recife, armazem n.K6.
Agencia
da fundicao Low->loor,
rua da Vnzala Nova
n. 42.
Neste estabelecimento continu'a a haver
^lX"2Sm*Z?i:?$ s-*- asn:elhorc:
e i?fekdo e ssr-AK S^s*?5r! ata
duzia, ditas de cabo oitavado e rolico a 3?.
ditas cravadas a 3-200, ditas de cbifra de
viado a 45*00, ditas para sobremesa com ca-
bo de halando a 5;, ditas com cabos rollos
c oitavados a 35, colheres de metal do prin-
cipe muito finas para sopa a 63 a duzia. di-
tas para cha a 3-000, e outras mais qualida-
des de facas e colheres, trinchantes e amo-
lador de facas, que tudo so vende barato :
na rua do Queimado, na bem conhecida loja
de miudezas da boa lama n. 33.
Itotoes para pa-
litos, colietes e punhos
de camisa.
Vendem-se abotoaduras muito finas de
nmdropc.rola para rolletes, pelo bar'alissinio
preco de 500 rs., ditas muito ricas de todas
as cores a 320, 400 e 500 rs., dilas muito li-
nas de madreperola para palitos de meninos
e homens a 500 e 640 rs., atacadores para
punhos e collarinhos de camisa, le muito
rico gosto a 400 rs., 800 e 2>000, ditos de
cornalina para casacas a 3C0 rs., e outras
muitas qualidades de abotoaduras que se
vendem muito barato; na rua do Queima-
do, na bem conhecida loja de miudezas da
boa fama n. 33.
PENTES l)E TODAS AS QUALTDABS.
Vendem-se pentes de tartaruga para cabello
o melhor que se pode encontrar, a 53, ditos
de baleia imitando o mais que he possivel
aos de tartaruga, a \0, 1.-200 e 19500, ditos
mais ordinarios de baleia a 2*0 e 320 rs.. di-
tos de tartaruga para alizar, fornidos e mui-
to bem feitosa 45, ditos de marlim, fazenda
muito superior a 19500, 2? e 3-, ditos de
borracha de moito superior qualidade a \s,
ditos de buliilo verdadeiro, muito finos e
bem Coitos, a 640, 800 e 19, ditos a imtacao
do unicorne a 1?, ditos de baleia muito bona
a 280, 320 e400 rs., ditos de bfalo verda-
deiro, muito bonitos e bem teitos, proprios
para|suissas e enancas, a 320 rs., ditos de
irlim muitissimo bons, fabricados em Lis-
idinh;
as de
ihas de hnhas prelas a 21n res,
tila de coa a 320, 360 e 490
Ion rs., d.rzias de ramas com
rs.,dexlai de miad
peras com 10 vara
re,-, oaiiaf de lapes o >,/ ., uui uc vaixas coin uuiuvbiuisj ooiis, taiiricauos em L.I
clcheles a T2il r., Iinh.is branca, de novello* de lo- 1 boa, para piolhos, a 800, 1CO0O e 13500. di
0'0l.r,r'il"l",",''c,"5.....l'i'!,d,"'W, n,,s tos pretosde bfalo tambem para piolhos,
e meas, ditas de carnleis brancose decores, cordlo I -,n0 rs na ra.il. rk..l_T. i i "
de vesi.do da toda, -roeara, biqoioho. de oda, as! nhcida loia a. L$ ,ein"do,na bem co
larau,as, e baratos, rendas de ledas as laaras, es- nl,eclUd loJa de miudezas da boa fama n. 33
pelhus, curdas ile viole, lilas de loa de toda) as co-
res, lilas de Indio brancas e de cores, d,d,,es, auulhas
de lodos os Humeros, lillas de icda de lodos os nme-
ros, pennas de palo,calvas de ch.fre, rozarlos, colhe-
res de ferro, retroz de ludas as cores, vernicas, lilas
deheira prela e branca,erampas,eludo o mais qnese-
j.i necesario para cmplelo sorl,Diento de bocelei-
ras e mscales e qut ludo e venda mu.lo mais bara-
to do que em oulr;. qualquer loja, na rua da O'iei-
ma.lo, na bem conhecid., loja de miudezas da boa
fama 11. 33.
isio nu zir"
no
NAFUNDICAO DE FERRO DO ENGE-
NHEIR DAVID W.DOWMAN, r,A
RUA DO BRUM, PASSANDO O ollA-
FARIZ,
ha sempre umsraodeaoriiment,, dos seco i ntes ob-
jectos demechanismos proprios paraeiiLenbos,asa-
ber : moendase meias moemlas, da mais moderna
conslrucrf.o ; laicas de ferro rundido e batido, de
superior qualidade e de lodosos tamaitos ; rodas
dentadas para auua ou animaos, de todas as propor-
oes;crivose bocas de fornalba c reaislros de bo-
eiro, aguilhocs, bronzes.pararusos e covilboes.moi-
nltos de mandioca, etc. ele.
NA MESMA FUNDICA'O.
e execulam lodaa as eneonmendas con, superio-
ndade ja conhecida com a devida presteza ecom-
mndidade em prejo.
Potassa e eal
virgem,
.No antigo e ja hem conhecido deposito da
rua da Cadeia do hecile, cscriptono 11. 12,
ha para vender muito superior polassa da
Russia, dila do lio de Janeiro, e cal virgen)
de Lisboa em pedra, tudo a piceos muito fa-
voraveis, com os quaes licaro os compra-
dores satisfeitos.
XAROPE
DO
BOSQUE
Foi transferido odeposlte desle xarope para a l>o
tica de Jos da Cruz Sanios, na rua .Nova 11. 5:|
arralas 59500, e meias.'ljOOO, sendo falso lodo
aquelle qoe naufor vendido uesl e deposito,palo
quesefaz opresenli.iviso.
IMPRTAME PAKA D PUBLICO!
I'ara curade plil\sic cm loiloosseus Jifleren
-* ---*<* wu uvu 11,11111 II- >/,i.
Para os jovens
na morados.
Vcndcm-se ricas folhas de papel phanla-
Zia para escrever, cada folba com a compe-
tente capa e urna obrcia de cola com qual-
quer dia da semana, pelo barato preco de
60 rs., 100, 200 e 300 rs. : na rua do Quei-
mado, na bem conhecida loja de miudezas
da boa fama n. 33.
Suspensorios de
borracha muito (nos
Vcndem-se suspensorios ce seda e sem se-
da, muito finos, pelo preco de 15000, 19800,
1^600 e/o par : na rua do Queimado, na
bem conhecida loja de miudezas da boa fa-
ma n. 33.
Bom e barato
Vende-se muito bom papel almago greve
a49a resma, dilo muito bom sem ser greve
a 39200, dito de peso pautado a 5500, dito
liso a 39, dito paquete pactado a 5 e 6f a
resma, dito de cores, de foiha pequea, em
quartos de resma a 700 rs groza das bem
conhecidas pennas de ai;o, bico de lou^a a
1?00, ditas muito finas sem ser de bico de
louca a 500 rs. c 1?, duzias de lapis muito
linos a 320 e 800 rs., canelas muito bonitas,
de ac, torneadas a 120, ditas de espinho a
200 rs., ditas ordinarias de pi e (landres a
20 rs., caivetes de cabo de chifre de viado,
de 2 folhas, muito boa fazenda a 800 rs., di-
tos del s folba com cabb de madreperola a
8-0 rs., ditos muito finos de 1 s folha com
cabo de inarfim a 1^000 e 2/, ditos de 2, .1 e
* folhas, linissimos, tambem com cabo de
marhm a 25500e 3/, vidros com tinta car-
mim muito fina, propria para riscar e escre-
ver a 800 is., boioes de tinta preta ingleza a
110 rs., tinteiros patente inglez, de vidro a
19500 e 3>, reguas redondas multo bem fei-
tas tambem inglesas a 500, 600 e 800 rs., pe-1
dras inglezas muito linas para amolar a \f e
19500, tinteiros para algibeira a 400 rs., I
agarradores de papis de muitas qualidades
e precos, e outras muitissiir.as cousas: na
rua do Queimado, na bem conhecida loja de
miudezas da boa fama 11. 33.
Taclias de Ierro.
.Na fundicSo da Aurora em Santo Amaro-
eltambcm no deposito na rua do Brum, logo
na entrada, e defronte do arsenal de mari-
9
m
m
t% 269000 e 2Sc000.
-'S V"1""* rte panno fino prelo, golt de vi
g lodo, a ligono e 20*000. B "e "'" gj
?3 Fraques de panno lino de mtela A. -J>
I awvwr -~*1
9 e |^JgJ,l,l* P'*' moilo ana, a 8S
JSrMr^branM'de por-2
a l#m.dt "r"D,,"e Pard0 d P<" han, ,
Collele feilos de aetiro prtto a de core, ffi
I Um.*"" de ,od" "cor" !S
Calcas de casrmira sebm, pred a. -.
re., bordad., ,..,, a 1()500l.T.da p, S
(.hambres de melim trancado, forrad da m.sma fazenda, :, 109000 cada um
D.losde mermo d. core., forndosda mus. @
M00. COre, M de ,r"*r a Z
a roa do Crespo loja aniarella n. 4. de
-v. Amonto Francisco Perein A
Na lo ja da boa f
vende-se o mais barato
possivel :
Olales pequeos de merino, de lindas co-
res, bordados em duas ponas a 75000 ca
misas do riscado muito bem feiUs, nel di-
minuto preco de 1/500 cada urna, ditas de
meias muito finas a |#, lencos francezes Da-
r rap a 360, chitas finase de padres mui-
to bonitos para cobertas a 200 o covado
cambraia adamascada com urna vara i- lar-
gura, proprias para cortinados a 79 a eca
de 20 varas, gravatinhas de cassa muito bo-
nitas a 200 rs., setim encarnado, verde e
amarello muito superiores a 800 rs. o cova-
?C.rSd.e fuSl3 par" col|etes a 500 rs ,
Ifl e 19500, lencos brancosde cambraia pro-
prios para homem a 240, ditos ditos com
barra de cor tambem a 240, gang, marella
iranceza muito lina a 320 o covado, lencos
brancas grandes, proprios para cabeca a
* rs., meias brancas finas para senhora.
pelo barato preco de 240 e 320 o par, brirn
dequadr.nhos de padrOes muito bonitos e
do puro linho a 240 o covado, pecas de pla-
tilhas de algodao, com 20 varas, pelo bara-
tissimo preco de 3|60o cada uma.chapeos de
palha fina do Chili, pelo diminuto preco de
i'#, e alem disto muitissimas fazendas finas
e grossas, que vcudem-se por menos que
em ontra qualquer parte : na rna do Quei-
mado n. 22, na bem conhecida loja da
00a fe.
PERFlIAlllAS
muitissimo finase de mui-
to bons g-ostos.
Vende-se a vordadeira agua de colonia do
Piver, simples e amhnada em frascos de va-
nos lmannos, banhas muito finas e de mui-
tas qualidades em ricos vasos, espirito* e
estrados muito finse de muitas qualidades
em frascos de muito goslo, saboneles muito
linos e de muitas qualidades, agua de lavan-
de ingleza, fazenda muito boa, vinagre aro-
mtico tambem inglez e muito bom, extrac
tos muito finos prqprios para bolso de es-
ludante, escencia de rosa, pomada franceza
muito boa, macassar perola muito bom e de
todas as cores, dito oleo, pos para denles,
pastilha e outras muitas perfumarlas, ludo
muito fino e de muitos gostos, dos melhores
fabricante* da Franca e Inglaterra, e ludo se
vende barato na rua do Queimado, na bem
conhecida loja de miudezas da boa fama
n. 33. ^^ "
Va randas e grades.
Um lindo e vanado sortimento de model-
los para verandas e gradaras, de gosto mo-
dernissimo- na fundicSoda Aurora eaa Sen-
t Amaro.e no deposito da mesma, ata raa do
Brum.
Moemlas superiores.
Na tendicao de C. Starr & Companhia, em
Santo Amaro, acbam-se par. vender moen-
das de canna todas de ferro, de um modello e
conslruccSo muito superiores.
Cartas france-
zas muito finas para vol-
tarete.
Vendem-se finissimas cartas francezas pe-
ra vollarele, pelo baratissimo preco de SOO
600 e 800 rs. o baralho.e tamben) .vendem
portuguezas a 300 rs. : na ru* do Queima-
do, na bem conhecida loja de miudezas oa
boa fama n. 33.
DE HDITO BONS GOSTOS E
BARATO
Vendem-se muito ricos jarros de porcelana
para llores, ricos pares de catangas pare ri-
ma de mesa lamOcm de porcelana, tinteiros
de muito gosto, e paliteiros. tudo de porce-
lana c por preco que nSo deixar de servir
a quem gosta do que be bom na rua do
Queimado, na bem conhecida loja de miude-
zas da boa fama n. 33.
Luvas de todas
as qualidades.
Vendcm-se verdaderas lavas de (pellica
de Jouvm, preas e brancas, para homem e
senhora a 2?500 rs. o par. ditas de seda de
todas as cores e bordadas, com guarnicoes a
25500, ditas lisas Umbem de seda e de to-
das as cores, para bomem e senhora a 19,
1?200 e 1#500, diUs pretas de torea., moilo
boa lazendd a 15, dilas brancas de algodSo
para homem a 20, 320 e 400 rs., ditas de
cores muito finas de fio da Escocia para ho-
mem e senhora a 320, 400 e 509 rs., e ou-
tras mais qualidades de luvas, que se ven-
de barato: na rua do Queimado, na bem
conhecida loja de miudezas da boa fama
n. 33.
Arados de ferro.
Na ruudic3o de C. Starr & Companhia, em
Santo Amaro, acham-se para vender arados
de ierro de um modello e conslruccSo muito
superiores.
t>o,tf t
iesCr.os,q..er,notivadaporconslipacOes,,e "t* T aeIronle o arsenal de mari-
asOuna.pleuriz.escarrosdeeaaeoe, drder.,,- ,"* "a sempre um grande sortimento de
taclias, tanto de lubrica nacional como es-
Irangeira, batidas, fundida, grandes, pe-
quenas, rasas c fundas ; e cm ambos os lu-
ladose peito, palpilarao no corara,,,coqueluche '
brnchile, dorna crpanla, e todas asmolestia
dosorgaos pulmonares.
Vende-se tahoado e pranches de pi-
nho de Suecia, proprio para armagaode ar-
mazem de assucar.
gares esistem guindastes para carregar ca-
noas ou carros, Iivres de despeza. Os prego
sJoo s mais commodos.
Attencao.
lucio no da 16 do correnle mez o prelo
Justino, rr iniiln. com os signaes seguint** :
altura regular, chcio do corpo, sem barba,
com, falta de denles na Trente, calvo de car-
regar peso na caheca, muito regrista, be
bem conhecido por andar entregando assu-
car pelas tabernas, lem sido encontrado por
diversas pessoas conhecidas, e diz a ellas
que anda em servico de seu senhor ; por is-
so roga-se as pessoas que o encootrar, que
o mandem prender e levar a rua Direita n. "*,
que serao generosamente recompensadas.
- Kugio de bordo do brigue brasileiro
Melampo, na noile do da 8 do correnle, um
negro de nome Marcelino, naci Cabinda,
altura regular, secco do corpo, rosto com-
prido, barba serrada c cria suissa, com falla
de denles na frente, e consta andar vestido
coro paleto, e calvado : quem o pegar leve-o
a bordo do dito navio, junto ao caea do l'aa-
seio 1'iililn o, ou a casa de seu consignatario
Manoel Alves Guerra, na rua do trapiche u
14, que sera bem recompensado.
i'll.V : i VI'. DE M. r. DE FAMA 1857;
Munrao"





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