Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07746


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Full Text
ANNOXXXIHTN. 08.
Por 3 mc'zcs adiantados J-.sOOO,
Por 3 mezet vencido* 4500.
\ 'M
IP
(JUMA FEIRA 30 DE VBIL DE i 857
Por anno adiantado ljGO.
Porte franco para o subscriptor.
EXCARREGAUOS DA SITBSCRIPCA'O NO NORTE.
rarahiba, o Sr. Joao Rodolpho Gomei ; Nitela Sr. Joa-
ulm I. Piceir* Jnior : Aractly, o Sr. A. ara, o 8c. J. Joae dt Olivtira ; Maranhao, o Sr. Joaquim Mar-
aca Rodrigue* ; Piauhy, o 8r. Domingos Herculana A. Peuoa
Geartnse : rara o Sr. J mimo J. Kamoa; Amazona, a Ir. Jero-
njov da Coau.
PARTIDA DOS CORRREIOS
Olimla : todo! os diaa. tlr meia horilf Hn Hia.
Inaaraaai. Goiaau e i'.r.v.i,., : ..,, leajaadaa i itvtas-fMras.
8. Ama... Beaerroa, noelto, Carear, Altmliu ,- Garantan*: na te
S. laiun-neo l'a.i-a'.tlqu, .Vaiari'lli, Llaaoeiro, llrtj.i. Peaejae
teira. Floree, Nlla-Bella, lloa-Viae, Oricwf a Ka* aaa .piara.-f.-.r.ia
Cabo, liiojnca, SerieUea, Km-Formoso, Oa, Barreoe, Ana-PraH
Puaenh-irae r Nalal : qaielaa-reiraa.
(Todoa oa crrelos parlen .. lo huras da manhj.
rc.-foi
AUDIENCIAS DOS TRIBNAES DA CAPITAL.
Tribunal do commorcio legundaa quiniaa.
Reluci ; terraa-feir.il a aabbadoa.
Fazenda .- quartas a aabbadoa aa 10 horaa.
Juno do commareio : segundea aa 10 horas a quiniaa aa malo-da
Juizo da orpbaoi: segundea a quintal aa 10 horaa.
i'rimtin vara do cive ae^undaa a aexiaa ao meio-dia.
Segunda Tira do civel: quarlaa aabbadoa ao meio-dia.
EPHKMEKIliKS Ito HEZ DK ABRIL*
1 Quirto ampian aa 11 horas a itminutoida tarde.
9 La cheia a 7 hora e 9 minutos da tarde.
'7 Quarlo minpuaale as 9 horas e A'l minuto da manhaa
24 La nota ai 4 horaae 55 minutoa da urde.
PREAMAH DE IIO.IE.
Primeiraai 9 horaa e 18 minutoa da tuanha.
Segunda ai 9 horai e 42 minutoa da Urda.
MAS DA SEMANA*
27 Segunda, s. Teiluliano b. ; s. Turbio are*
-8 I r<. i. Vtlal. ui. Ss. Ar'auio. Arodizio, c Acacio Mru.
29 i,i i ir i. s. Pedro m. ; s. Tertulia \. ni.
30 Quinta s. Cllbarin v. ; s. Peregrino servita.
1 Sexta. Ss. Filipe e Tiagu app.
2 Sbado, s. .M.ll.i.la raiulia. ; Ss. Vindiinal e Anaslacio Mm.
3 Domingo 3. depuis dj paschoa inveucao da s. cruz.
ENCARBEGAD08 DA St i;st;itii:A> no mi.
Alagoaa.o Sr. Claudino Falcao Uiaa ; Babia, o 8c. U. Umi
Rio da Janeiro,O Sr. Joao l'eretra Martina.
EM PERNAMBI CO.
O proprletario do DIARIO Manuel Fiuiiroa de Faia, ai M
Imana, pract da Independencia na. i e 8.
PARTE OFFCf AL
BOVEHNO DA PROVINCIA.
Expediento 4 da '23 de abril.
' Ofticio Ao chafe de polieia, autorizando a no-
meaj.to de om amanuense extraordinario, que se
eucarregoe do adiamntenlo p irti^o, medanle a gralificajao meoial de 309.
DitoAo mesmo, inleirando-o de estar autorisa-
d j o pagamento das despeas feitas com u alogoar de
9 metes da casa que serve de cadeia a quarlel do
destacamento da Escada.
DitoAo mesmo, communicaodo-lht a expedirlo
da ordem para o pagamento da detpezt feila com o
concert do armamento ao servio da polica no ter-
mo DitoA' thesouraria de fazeoda, para entregar ao
cnniinund.iiile do brigae barca Ilamaraca', a
quantia de 1009 para gratificando daa peasoas qoe
apprahanderera deteriores de marrada.Coramuiu-
cou se a eilajo Daval.
DitaAo commandanle superior do Brejo, para
dar a tut opiniao sobre os requerimentos em qoe
Francisco Joaquina de llollanda t.avalcanli, Manuel
de llollanda Cavalcanli, Francisco Mannel de Pon-
tea e Claudino Uezerra Cavalcanli solicitara as saas
patente*, que deixaram de tirar no prazo determi-
nado, eendo o ullimo do 8. batalho de reserva, e os
de mais do de n. 37 desse municipio.
DitoAo arsenal de marmita, enviando copia do
aviso da mariiih.i de 21 de fevereiro, do qual consta
ter-ie expedido ordem para que os agentes financei-
rot na Inglaterra fajara remetler para aqoi, no caso
de nio n poderem ser directamente para a provincia
do Para' um guindaste e urna plataforma, que por
intermedio da legaran imperial iiaquelle reiuo M
mandn contratar com os fabricantes Powley c\ Son
de Liverpool.
DitoA'junta qualifcadnra de Caroar, davol-
veodo a lisia dos culada.is qualifcados volantes,
alim de ser cumplido o disposlo no art. 2i da lei
regolaraenlar de 9 de agosto de 18ifi.
DiloAo provedor da saude.Tenho prsenla o
oflicio de 20 do crrente, em que Vote declarando
ser indiipemavel a conliiiaajao do eicriptorario eu-
carregado do expediente do lazareto e ajudante da
provedorin, nropoepareexercer laes|funcjoes a Ame-
rico Jos Waoderley Lios, em lugar de Aognalo
Carlos de Lemos Pacheco, qae foi nomeado oflicio I
da secretaria de polica desta provincia.
Pode Vmc. empregar o proposlo no servido de qae
trata, ama vez que se de a oecessilade indeclinavel
de conservar-ae por mais alguna., das o hospital do
Pina.
DitoAo director das obras militares, aolorisan-
lo-o a contratar com Antonio Iznacio da Rosa, pela
I lanlia de 8503, a factura dos reparos de que pre-
cisa a cubera do quarlel da Soledade, na parle qae
comprehende a priraeira computihia e o cala-
buurjo.
DiloAo presidente da cmara municipal do I.-
moeiro, no quadriennio lido.O cidadao Ignacio
Corroa de Mello, eleilo vereador para o presente
quadriennio, parlicipou a esta presidencia, em dala
de 30 de marro ultimo, que ndo podendo prestar
juramento no da 7 de Janeiro, por ler recebido avi-
so oesse mesmo da, achando-sc a seis leguas de dis-
laucia dessa villa, declarou a cmara municipal
respectiva estar prompto para prestar jurameulo em
otro da, qoe fnsie designado ; mas r.u se leudo
dado a esle reipeito providencia alguma, acontece
que elle e antro vereador, que se acha no mesmo
caso, nAo preslaram anda o devi-lo juramento.
Do mesmo officio se colime, que pelo molivo ci-
ma declarado, rulo entrno anula em exercicio a nova
cmara eleita em setembro ultimo para o presente
quadriennio. __., __^ ,_
No ca>o de nao terem anda preatado juramento
oa vereadores necessarios pata coiisliluirem a nova
cmara, cumpre que Vmc, como presidente da
que lem de ser succedida, e cm sua falla o vereador
mais volado, convoque e juramente com o secreta-
rio respectivo lanos vereadores ou suppleiite* (nn
caio de se icharem aquelles impediuos} quaotoa
bastem pare haver eessao, e peraule a cmara as-
aim organisada serio juramentados e empopados os
novos vereadore, que aioda n n.ln tiverem sido, na
conformidade do aviso n. lili de 31 de marco de
1819.
Se porem os novos vereadores, que fnram ja em-
pollados, segando tambein se drpreliende do cilado
offieio, ronslituiram o numero legal com que possa
fairtcionar a cmara do presente quadrienuio. em-
bora esta nao se lenha reunido por falla de conapa-
recimento de seus membros, convem que Vmc.
Iransmilla ao vereador mais volado da mesma c-
mara o oflicio inclaso, em que providencio a res-
peilo deale ullimo caso.
Dilo Ao vereador mais votado da cmara do
L'fnoeiro no presente quadriennio. Remetiendo
por eopia a Vmc. o oflicio que neala data dirigi ao
preudanle da cmara municipal do quadriennio lin-
do, lenho a declarar que se realiiar-se a segunda
liypo hese prevista no mesmo cilicio, cumprir que
Vmc, on, em sua falla, o mime lalo em votos, a
qaem eale aera a presentado, delira com o actual se-
cretario o devido-juramento aos vereadores que
.-un la o n.io li inverein prestado, e convoque a lo-
dos os que se acharem empollados, am de consli-
luir-ie e funeeinnar regularmente a nova cmara
IS.lo comparecen lo, porem, numero suflicienle
para ialo, devera Vmc. com o mesmo secretario
chamar e juramentar lanos supplenles qaantos fo-
rero, precisos para completar aquelle numero, evi-
lando-se por tal modo que ronlinuem a solTrer o
inleresses desse municipio pelo fado de nao func-
cionar a respectiva cmara.
Dito Ao delegado e commandanle do destaca-
mento da Victoria.Inleirando-o do que enmmani-
roa-me Vmc. em seus oflicio ns. 107 e 138, lenho
nesta data resolvido que fique sob o commando ge-
ral de Vmc, como sempre ah esleve, e d-se em
uutroa logares, o destacamento do corpo de polica
eiistenle nesta cidade. Tendo de r oulro alfere
de polica render o que ah se echa, espero que eu-
tre elle e Vra. reinara a mais perfeita harmona,
como tanto ae faz preciso ao hom andamenlo do ser-
V51 publico.Ofliciou-ie ao commandanle de po-
lica acerca da mudanca do oflicial.
Dito Ao director da colonia de Pimenteiraa,
para qae tira recolhar a esla capilal, alim de reu-
nr-ie ao eorpo a que perlence o segundo sargento
Joaqoim Evaristo dos Sanios que all se acha.
Dtlo Ao director das obras publicas, inleiran-
do-o de que esl dada a nr lem precisa para ler lu-
gar o pagamento da lerceira prestarn a qoe lera
rtireilo o arrematante das obras do 8. lauco da es-
Irada da Escada.
Portara Concedendo 3 mezes de lieenca com
vencimentos ao professor publico do Urejo, Manocl
Moreira de Mendouca, para tratar ele sua saude.
Fizeram-se as commuutcac/ics do coslumr.
Dita Exonerando a Oldrado Nunes Pereira da
Silva do cargo de 3. supplente do subdelegado do
1. dislhcto de Flores, por asaim n haverem pedido.
Commaniroa-se ao chele de polica.
Dita Considerando eem effeito a portara de
J)> de marco ullimo aparle relativa a Francisco
Joaquim de llarrot Crrela, vslo que bouve enga
no na soa nomeaeao para subdelegado do I. dislnc-
lo do Allinlio, e Horneando para o referido cargo a
Antonio Alve da Coila Coolo. Communicou-se
ao chelo de polica.
ila Momeando a Manoel Comes da Cunha Pe-
drosa. para o lugar de delegado do termo do Boni-
toCimmiinicou.se ao chefe de polica.
Dita Ao agente da companhia dos vapores, pa-
ra mandar transportar para acorte, como eassagei-
gairo de estado ou do governo, caso nao ha ja vaga,
an siiarda-marinha Ju.iqunn Cardas* pereira de
Mello Communicou-se ao chefe da eslarao naval
Despacho! da dia -20.
Antonio Jos do sacramento, pedindo que seia
posto em lherdade seu lilho Manoel Antonio do Sa-
crameulo.A infirmar do cuininandanie da eslaco
naval.
Francisco Xavier Cirneiro da Canha, pedindo li-
cencia para eneinar prnneira* ledrasComo requer.
Joaquim Pedro Alexandrino Filgocira quer ir ao
presidio de Fernaado.Pode seguir viagem.
Manoel Jacques da Silva, salisfazendo a exigencia
cuntida no de ao Sr. inspector da Ihesour.ria de fazenda.
Possidonio da Rocha Pereira, prnfessor pedinioa-
pnslilla.Mamlou-se paitar apostilla.
Urania Mara Rodrigues da Silva, pedindo a en-
trega do menor Marcolino existente no arsenal de
nierinha.A iofurmar ao inspector do arsenal de
marinha.
Oflicio do chefa de polica apresenlandn, para ser
paga a conta da despeza feila com o sustento e cura-
tivo doi presos pobres da casa de delenraoMandou-
se pagar pela Ihesouraria provincial.
2*
Antonio Pedro Cavalcanli de Alhurquerque, pe-
dindo a entrega do menor Manocl Francisco da Cu-
1 I) 1. v informar ao l)r. chele de polica.
Anlonio Lata Veiga, pede a sultura. de sea filho
Jni Antonio l.ui..v informar ao 1K. chefe de po-
lica.
AndrAlvea da Fonceca Jnior, profesaor parti-
cular de primairat lellras, pedindo licanca para con-
tinuar no seo magisterio.A informar a inslructao
publica.
Baldaindo Jos da Silva, pede licenra para enti-
nar prlmeiraa lellras u'esta cidade.A vista da in-
formarlo junta por copia, prove o aupplicanle a soa
habiiiiac.lo para oidor a dispensa qae requer.
Carlos Eduardo Mulherh, padindo que soja utb-
mettido a impec;ao de laude seu filho Jeroucio
Eduardo.A informar ao commauJaole da estato
naval.
Eufrasia Ramuiida Pereira, pedindo a admisso
no arsenal de guerra para seu filho l.uiz de Frauda.
A informar ao director do arsenal de guerra.
Joaquim Anlonio de Castro Nunes, professor pu-
blico da freguezia de S. Jos, lazendo desistencia da
lieenca que iiliimameule lhe fura concedida.Como
requer.
Joanna Caetana Gomes, quer seguir para Fernan-
do.Pode seguir viagem.
Jo.io Francisco Coellio Bitancourt, ex-juiz muni-
cipal do l.imoeiro.A viala rio parecer fiscal a mar-
geni do reqoerimeuto do sopplcanle nao tem logar.
Jorge da Silva Couliuho.Mandou-se satisfazer
a exigencia da lerceira seceso da contadoria da lue-
sooraria provincial.
Silveira Mara dos Prazeres, pedindo qoe sejam
adinillidoa no collegio das orphaas suas (ilhas meno-
res.A informar ao conseibo administrativo do pa-
trimonio dos orphos.
Oflicio do commandanle superior do Recife, rc-
quisitando a sultura dos guardaa do 3. e t', bala-
II1A0 de infantaria da respectiva guarda nacional, os
quaes foram presos pela polica.A informar ao Dr.
chefe de polica.
Oflicio do inspector da thesouraria provincial,
dando a iuformacao exigida por despacho exarado
em oflicio do julz municipal do termo de Iguarassti.
Anlonio Jm do Sacramento, pedindo a inltora
de seu lilho Manoel Aolonio do Sacraineuto.111-
deferido.
Padre Anlonio Hysino de llollanda Cavalcanli
Chacn, pedindo qoe se mande correr nma lolera
em beneficio das obraa da matriz do Bom-Jardim.
A informar ao thesoareiro das loteras.
Claudio Dabeux.Mandou-se foruecer as velas
mixtas
Joaquim Gonralves Vieira GuimarHes, recorren-
do da deciao da Ihesouraria provincial.A iufor-
mar da thesouraria provincial.
Joao (iualberto da Silva, reerntado qoer ser pos-
to em liberdade.A informar ao Dr. chefe de po-
lica.
Manoel Ignacio Kibeiro, soldado no 9." de infan-
taria pede 3 mezes de lieenca.Mandou-se paisar
portara.
Palmeira & Beltrao, pede o pagamento do azeite
qae vendeu ao arsenal de guerra.N3u luyendo
unta fixada para despeza de que se traa, espere o
supplicaute pela deci-ao do governo imperial.
Oflicio do commandanle do corpo de polica, di-
zendo que se mande fazer os conrerloa precaos no
quarlel do respectivo corpo.A informar ao director
das obras militares.
Dilo do inspector da alfandega, fazendo algiimas
obiervaeoes relativas i entrega das chave do pavi-
mento terreo do terreno da mesma alfandega para
n'elle se abigarem as prajas de polica qae esl.lo as
ordens do subdelegado.A inlormar ao chefe de
polieia.
Dilo do chefe de polica, dir.endo qne mande pa-
gar o forneciinenle de luz feto ao de-lacamenlo do
termo de Canaria.Itemellido a thesouraria pro-
vincial para pagar.
28
Antonio Pedro Ccvalcanti de Alhuquerqoe, pede
e soltura do recrola Manoel tranciscoFoi negado
a visla da iurorrnac,ao.
Anlonio Franciaco Macota, pede o pagamento dai
dieriea que forueceu a prela rclusr ua caa de de-
lentao He uou> IgBSS. A 1.101 mar ao Dr. chele de
polica.
Eufrasia Kaimunda Pereira.Mi'ndou-se a lisiar
na companhia do. menores do arsenal de guerra o
menor l.oiz.
Jos Mara Ildefonso Jacoroe da Veiga I'essoa, co-
ronel commandanle do Forte do Buraco, requisitan-
do o concert em uin tonelMandou-se fazer o con-
cert pelo arsenal de guerra.
Tragauo Alipio de Carvalho Mendont-a, capilao
commandanle de companhia de artfices rrqniailaii-
do o concert de diflerenles armas.Mandou-se re-
cuiliei ao arsenal de guerra.
COMMANDO DAS ARMAS.
Quartel 6entr.il de commando dea armas de
PernatBbaco na cidade da Bacila, ata 29 de
abril da 1857.
ORDEM DO DIA N. 4G6.
O general commandanle das arma faz cario para
os fius coiiyeuieutei, qoe a presidencia foi servida
por portara de Ib do correle prorog.ir por mais
um mez a lieenca com que se acha na corle o Sr.
coronel reformado presidi-nle do cousellio adminis-
trativo do arsenal de guerra, Benlo Jos l.einenha
l.ins, o qoal conslou de oflicio dalado de -27. Que
humero rerolheo-ae a esla provincia da commis-ao
em que se echan na do Rio Grande do Norte, e
fez a sua apre, cirurgio alferes do corpo de saude, Dr. Jos Augus-
to de Souza Pitaiiga.
Jos Joaquim Coelho.
EXTRIQJR.
CORRESPONDENCIA PARTCULA!. DA
S.IC.40'.
Londres, 7 de marceo.
A questao do Cant.io oceupou todas as ultimas
sessfies do parlamento.
Na semana paasada a moc,3ode lord Derhy tinha
sido sujeilada por lili volos contra 110. No mo-
mento em que declara e-te resultado na cmara al-
ta, Mr. Cobden de.envolva a scguinle resolucflo na
cmara dos cominuns.
Esta cmara toaba com pena a questao qae sur-
gi entre ai autoridades inglezase francezas no rio
de Cautao ; e sem exprimir urna opimao emquanlo
a saber al que ponto o governo da China pode ler
dado a Inglaterra o direito de te queixar pelo n,1o
cumprimcnlo do tratado de 1812, ella cmara he
de opiniao, que 01 documentos, que Ibes foram com-
municadoj nao apresenlam motivos salisfaclorios
para juslificarem as vilenlas medidas a que em
Cavila se recorreu no nagocio de Arrow, e que de-
ve ser Mineada urna commisi.to especial para fazer
um inquerilo sobreo estado das nossas relaeftes com-
mcrciaes com a China.
No dbale luscitado por esta proposta, os rnes-
mos argumentos foram remeltidos al a sociedade
pelos oradores dos diflerenles partidos.
Conlenlar-iios-hemns, pois, em escolher dous diss
cursos, em sentido opposlo para pormo os nosio-
leilores ao laclo da questao. Naturalmente figura-
ra' cm primeiro lugar o discurso de Mr. Cobden, e
reprodiiziremos aqu as prineipaes passagens:
Propondo esla resulucao, diz o orador, nao sou
movido por senlimento algum lioslil contra pessoa
algnma.
Sr J. Bowriog he am dos meus pesioaes amigos,
a sinlo sinceramente que o governo lenha levado a
China a laes extremidades.
Este pala nao devia ser tratado como tima naco
especial, mas com as raesraas attenc/iei que a Ame-
rica, a F'rauca, e oulros Estados poderosos.
Lord Syndhurslh, cm oulro recinto, perfeila-
mente dcmoiistrou que a conduela do Deaso Mr.
I'arkei con-tiltiio urna violarao directa da lei in-
ternacional, por isso que a lorcha Arrow nao se
acliava dehanoda proteccao da lei internacional, a
Duscqeen lina doichinezes foi fazerem-nos in-
olto, mato rucio ha que o cnsul promoveu urna
desgrajada desordera com os chinezei.
Tenho em o raeu po.ier urna caria de om ex
funcconariode Wamphoa. o qual meassegura qu
presentemente se faz 0,iie2ai da bandeira ingleza,
as aguas da China, para servir a fraudes, a, teja
como for, no negocio, que fez realCar o condiclo,
sou de opm.ao, que o commissaro imperial linha
razao qaando allirmou, em am dos seu. de.p.choi,
que a compra de urna licencia ingleza por om navio
ei-
e
chinez, nao poda transformar tsle ullimo em na-,
vio inglez.
Alm dislo, farei notar, e neste ponto desafio toda
a contradice..10, que na correspondencia trocada en-
tra o cnsul Parkes (am mancebo) e Veh (govarna-
dor da provincia) nada havia da parle deile ulti-
mo, que fizesse indicar a iuttoc.ao de insultar as
autoridades inglezas.
Pelo contrario, eniquaDto a corlezia e moderac3o
estay am pela soa parte, a arrogancia e a preinmp-
cao se manifestavm da oulra.
Em urna palavra, parece que Mr. Parkea resol-
veu.de proposito, nao se dar por latiifeilo, nao obs-
tante as muilo boas razes dadas pelo goveruador
de Veh.
Creo consciosamenle que elle lin'ia designio pre-
meditado de procurar querela nos Chinezes, e aos
cillios do mando a vergonha de urna tal conduela
ha de recibir sobre nos.
Os documentos, que nos foram apresentados, nada
mais sAo do queum todo Ilusorio de pertendidas
quenas contra os Chinezes ; considero a communi-
cai;ao de filo miseraveis documentos como um acto
de pulir dignidade praticado fpcla necessidade da
causa, que lord Clarendon linha a defender.
Por oolra parte examinei diversos documentos,
documentos particulares, que merecen) a maior f,
entre oulrasas cartas escripias por sr John Davii,
que teslemuuham a alTabilidade do carcter dos
Chinezes e os seus hbitos inoflensivos ; mas ao
mesmo lempo eslas carlaa iudignam-se contra a
conducta altiva dos nosios compatriotas, com os
quati, diz John Davis, sao difficeis com os indge-
nas ; e disto conclun com razao, que os lugle/.es se
houveram com os Chinas de ama .manaira indigna,
arrogante e offeniiva.
o Nunca deixarei de condemnar as peitences
dos coinmerciaotes inglezes, quando sao dictadas
pelo orgulho a pela violencia.
Emquanlo a admissio dos estrangeiros em Can-
tAo o tratado de 1845 dizia, com effeito, que eiles
ltimos deviam ler accesso na cidade ; mas pelos
despachos de tir Jorge Bonham a lord Palmeraton
se pode ver que havia impossibilidade de levar
avante urna tal dispusic.lo, porque 01 habitantes de
Caotao sendo soberboi, e hostil aos Inglezes, a tei-
ma em seroelhaule resoluto era, 110 meo entender
una chimera ; islo nao era razao bastante para en-
lrar em hostilidades, e suppoudo mesmo que o Ira-
Irado fosse posto em vigor de hoje para amanh.la
pela forcia, seria infructuoso para ni, porque eia
inexecutavel.
a Sir John Bowrng nao smente violou os p riu-
cipios das leis internaciuuaes, maa exrcdeu e ullra-
pasaou as instrnec,oes que tinha. Alm dislo, con-
sideremos a questao em oulro ponto de vista. As
naces eilrangeiras nao protestaram contra a con-
duela dos Inglezes; mas esla inqualilicavel quere-
la feila contra os Chine/.es pode levar-nos l.imen-
laveis complicaces com os paites eslranjeiros. E
demais que pretendis, que resulla 1 esperaes de
ludo islo ? ~* *
o tina parle das maralhas de Canl.10 foi abatida
pela antillana para obrigar o governador de Caniao
a submetier-se ; mas o governador nao se submer
leu apezar do que buinbardeasles riepois a propr V
cidade. Que Taris agora He verdade que l-io
nos jurnaes da ludia, principalmente no trien' 0/
India, que he grande partidario da auncxac,ao que
sir John Bowring procara representar o papel de
Clive, e lancar-i-e na va das conquistas, e qne fi
esforcos para annexar a China au reino da liran-
Bretanha, como nos amieamos a India.
Mas tendea a certeza de que esla anueacao
sera' ipprnvada pelas oulras potencias ".' Os Esla-
doi-Unidoi esliio mullo menos distantes da China
dt que mis raetade da distancia ; he um imperio
bandado ao intimo leuipn pelas aguas do Atlntico
e do Pacfico ; acaso julgaei que ot vossos projeclos
serAo approvadoa pelos Eslados-Unidos da Ame-
rica t Eu duvido ; a apezar de conhecer muilo me-
nos de que oulro, o governo fraucez, nAo creo que
a Franca e a Callo Americana qaairam envolver-
se em um negocio semelhanle aquellt, a que deu
occahao dArrow.
a Annexar a China Alguem que lenha as me-
nores noret sobre tsle paiz podera' cre-lo t lie
um imperio de 300 millies de almai; govema-lo-
heis Em verdade que pensar nislo um instante
nao pode por forma alguma julgar que o queiraes
fazer. E creio que a conduela mais prodeule que
pederis seguir, he deiapprovar os actos dos vossos
ageules, que obraram sem aoloridade e sem instruc-
eoes.
Esla conduela sera' mais prudente e mais confor-
me a boa poltica. Procuraei estbele er com t
China, por vas pacificas a legaes, as relacoes que
os vosios commetciaule tanto desejam, e a Franja
e os Estadoi-Lnidos vos ajodarAo a oble-las pela
soa influencia, eiuquaulo que nunca o con-eguireis
pela forja, tomando por pretexto esle iitiieravel ne-
gocio de Arrow. Eslaes engaados se julgaes o
contrario.
E'le povo nao he lio barbaio para que seja
poisivel oblerdes pela violencia o que desejaes. He
um povo no seio du qual existe aioda a auliga civ-
liaso do mundo, e que ha mais de 3 mil aonos,
lem am syslcma de educacao ; que conhereu a l-
gica antes de Arilotele, e que eiisinou a moral au
les de Scrates.
He ama nacao e que pode ser considerada co-
mo o centro de commercio no Oriente, e a mais
povoada de todo o mundo ; he o povo mais indus-
trioso dos paizes orienlaes ; e applica-se a todos ut
ramoi da iudustria com urna perseverante atilda!
dade, que pode ser comparada a dos Suisos e dos Es
cosseaes; cultiva as arles c as sciencias Mi quaes he
eminente, excepto, talvez na arte da guerra ; esle
nao lem, por assim dizer, transformado a agricul-
tura em horticultura, e as suas graudes cidadea ri-
valisamcom as do Oriente.
E esleto, nao lem tsle povo direilo a ser res-
petado ? Entretanto, qoatido fallamos nelle cha-
mamos-llie brbaro, e julgamos dever recorrer a
forja, porque elle*, dizemos ni, sAo inaccisiveis a
razAo. De cerlo que assim deve ser, porque nos
nao compreheiideuio que se possam seguir viai dif-
erentes da nossa, e porque os nossos coilumes nAo
sao 01 eus. Agora sera' eile povo he digno da sym-
palhia ou antes da juslici du parlamento inglez !
lie a cmara a quesubjeilo esla queslao,e eslou cer-
lo de que lhe ha de fazer justija.
Entre os diversos mimes que depois lomarrm a
palavia M. I.abouchere, M. Davies, M. I.oive, le
lord advcalo, M. Ilorsfall, sir Charles Npier, M.
Ilenlinck, lir.M. Betkele, l'alloroey general, sir
tieorge, M. P. Roberbeo, M. Collier, sir W. Wil-
liams, M. Koundell Palmer, le coronel llerherl, M.
Iternal Osborne, M. E. Egerlen el M. 1. Chim-
ben os quaes follaran conlra a moco ; a qoal he
sustentada calorosamente por sir B. I.ylon, -ir J.
llam..leu, sir T. llerherl, M. C. Peiry, M. Milner
Gibtoo, M. Warren, M. Whileside, lord Cecil, lord
(oderich.sir Jamei Graham, sir Jobo Pakinglon,
sir Frederick Thasigar, M. Sidney llerherl, M.
Rcndall, M. Rentoy. M. T. Phillimore, M. Bailie
Cochrane, M. Roebuck, M. Gladalone el M. Uis-
raeli.
O lord advogodo e o allornej -geral a3o os que
mais imislem pela questao de dirrito.
Sou de opiniao, dtsse o primeiro, qae a lei 0-
ternacional nao foi violada. O decreto de Hong-Kong
da 1855 era perfeilamenlo valido para ot Chiueiei,
aos quaes nao devia importar se elle era ou nio |
contrario as nossas leis municipaes. A aberdagem |
da lorcha decerto constitua um facto premcditado.e
nAo um erro, e ha toda razio para crer que a naci-
onalidade do navio nAo era decconhecida. Trala-se
pois simplesmeole de examinar se as autoridades chi-
nelas eitavam de boa fe.
Sir John Browring considerou o fado como nm
ultraje e am insulto, c se esle funcionario eslava
convencido de que o ultraje e o insulto linham sido
calculados com pormeditaclo, que oulra con lucia
poderia elle seguir.
1 >* representantes da Franja e da America na
China approvaram esle actos, e entre lodos oa lio
mens, que tem visitado aquellas regies, e que 9a-
bem apreciar o perigo de dexar pastar sem reclama-
j<;o a menor aflronla premeditada da parte de um
governo tal como a China, nao se acha um s que
dene de conbecer qae o almirante iuglez fez o que
devia.
Nio examino a questao no ponto de villa da jui-
Uca e da moral, o que aqu se lem debatido mui-
lo.
S lem"i a reaolver urna grave questao de polti-
ca, e espero que a cmara ha de reflectir nislo anlcs
de levantar entre nos e a China urna barretea que ha
de ser Unto mais lormidavel, do que loda as que
al agora temo combalido.
Segundo o allorney-geral, o Arrowo era porta-
dor de urna licenja conforme a legalidade, e sup-
poslo mesmo que o lempo della livesse expirado, ou
que fosse irregular, anda assim os Chinezei nao li-
nham direilo para tirar vanlagem deslas fallas. O
atturney-geral tambem mslenla, alera dislo, que um
i.biuez que se residente da colonia ingleza de Hong-
Kong e por consequencia vassallo brilannico, lem o
direilo, segando o tratado, quando adquire um na-
vio, de receber um regiitro inglez, qur atsegura a
esle navio lodoa os privilegios de que gozam os na-
vios britnicos.
O fim do dbale apresenlon a irrigularidade de
lomaren) parte sobra lodos os|oradores da coallisAo_
Mr. Roobuk. Mr. Glasdslotie eMr. D'Israeli linh.im-
se reservado para o fim.
Daremos om extracto de seus discursos assim co-
mo o do primeiro miuistro.
Mr. Roebuck : Volaiei pela mocao.mais para cen-
surar sir Johu Bowring, de que para ceniurar o mi-
nistro.
A cmara e o paiz aabem que nao me move con-
idcrajSo alguma de partido. Sou de opimAo que a
honra de Inglaterra soflreu urna mancha, e que aos
lhoa do mundo ficou abatida por aquillo, que se
pissou em CanlAo. Nao foram os Chiuezcs, mas sim
01 proprios representantes da Graa-Brelanha que
mancharan] a bandeira nacional, abuiando da sua
forja para exercerem coutra um povo sem defeza,
por causa de urna ligeira uflenta, urna das mais cro-
is vingancas, que c podia imaginar.
. Mr. Gladstone. iio smenle os actos do sir Jo-
hon lloasring que ha a censurar, lato seria restrin-
n*Lboruoale da responsabilidade governair.enlal.
r John Rj\v'r(raascolheu ina' occaaiao para execu-
'ar um plaoo anle rrl0 coro.binado, e.leuho a con-
v,c3o de que es(- P'auo era conliecido pelos ini-
"nlros.
Nao me he poisivel adiar coro que descnlpe as au-
toridades inglezas, nein a lei internacional, nem a
juslija ualural os podan desculpar. Aleui dislo ac-
coso^o governo iuglez por ter violado o Iralado cre-
aniiotnnaesquadrailoiorch.il com o pavilhao bri-
tnico, ey>ros,ilui|ido este pavilhao, fazendo o ser-
vr a^r,-de do opio.
Todi represenlanle que lem assenlo neile recin-
to, lem obrigajao de mostrar ao mondo qao eila
cmara he o primeiro, o mais artigo e o mais nobre
templo da eterna juslija, sem a qual a propria li-
berdade nao seria man de que um mime e o fl.igello
di humanidade. A ella poit cabe hoje, volando a
mojao, mostrar ao mundo urna decis.lo, que nAo se-
ja sement tima palavra de compaixao por um povo
opprim.do, mas a senlenca da prudencia e dasabe-
doria poltica.
Quando lord Palmerslon entra na discossao da na-
cionalidad! de Arrow, e sustenta que o ultraje
commellido exiga urna reparajAo, e urna garanta
de que tal ullraje nAo seria repetido ; recorda as vi-
olajoes feilaa contra o tratado em oulros pontos, e
sualenta que sir John Browringls recorreu as hoil-
lidadas, depois de repellidas as propostas de arraojo
por elle feitas.
Pergunlarei a cmara, diz o nobre lord, quaes se-
rAo as consequencias da adopeSo da majo. Sou de
opiniao que o nosso commercio entra Hong-Kong e
Caotao sena no fuluro Uto pouco seguro como te os
piritas cobriiiem lodas as aguas da China. Nao ha-
vera segaraoja para as propriedadei higiene, nem
em Canlo, nem em oulra alguma parle. E que di-
ra Vek Elle dira : Estes pollres inglezes leen,
modo de mim.
Tinhara-iiie dilo que era urna grande potencia.dis-
pondo de nm grande exe'cilo e de urna marinha.mas
ella leme-roe, a mim, o commissario Vek. aqui em
dianle farei delles o que quizer ; quando me der na
cabera ornar as pausadas cora caberas inglezas em
lugar das chinezas salisfarei o mea gosto, e permit-
hre que sejam saquiadas ai propriedades brilanni-
cat quando me apprnuver.Abali os pobres fracalhes
heide tnlregalos a abjecctlo.
O nosso primeiro dever he cohrir com a nossa pro.
lecjaoos vass.los nglezec, que sob a f dos Irala-
doi, se vao eilabelecer em paizes eslrangeiros, e ao
mesmo lempo vellar pelos inleresse desles impor-
antei commerciaules do noso paiz, que leem gran-
des possesoes na Chna.e que, portanio, eslAo|eipos-
los a lodos os inconvenientes da guerra.
Escuso dizer quanlo o goveruo deseja qae a ques-
tao com o iinpeno chinez acabe o mais breve possi-
vcl de urna mancira salUfaloria.
NAo he s no Cautao que temos grandes inters-
aes.
Shanghai qaasi forma urna parle da commanidade
europea.
Qaem responder' a'ora avante pela nossa segu-
rane 1 nessa cidade '!
Volar a mora > seria calcar aos ps as nossas cotn-
munidades britnicas, deixa-los a mcrc dos barba-
ros ; seria dirigir ao mando um manifest annuuci-
aiido que deixamos de proteger aquelles que levaran
a iua existencia e os seas bens para parles remotas
do globo.
Fina tal deciao seria a vergouha de Inglaterra.
As potencias eslrangeiras diran) :
a Eis urna naeao que foi Iriumphante durante
muilos scalos, cajos exercilos leem ganbato vicio-
lorias ; cujas esquadras leem commandado em lodas
s parles de globo ; julgavam-a grande, mas nao he
mais do queum povo corrompido pelo amor do ga-
tillo, um povo, quo nAo se alreve a fazer a despera e
os esforcos necessarios para defender os seus sub-
ditos.
A naci ingleza desceu do pedestal, que occopa-
va de.de tonga dala.
Todava aquelles.que panelru ai comas exrlam.i-
riam : Nao arredilis qu a nar.lo ingleza seja cum-
plice dcsle estado de cousas. F;ste povo bravo c ge-
neroso nao approva o que na. he mais do que um a-
conleeimeuto fortuito. Houve urna coallis.o eulre
homeni, a quem a differenra de opiniei linham se-
paaado ha alguns annoa, mas que esqueceram de re-
peute seus velhos odioi.
Esla combinaran, que nao se atreva a apresenlar
ie fraacatnule, coucluio um iralado lecralopara
se n.lo garantir o estado actual, das cousas, porque riles alacaram a poltica seguida em Cmfilo e en
ambicionan! orna posijao. I onlraram-se ueste terreno com os mais exaltados
Esta combiiiacAo recuna ante a proposta dse' J, n'-.. b _"e.,i j ,
4 k i- "" I sao Pul e Fox Tallando de accordo conlra a de-
enviar urna memagem a rainha, para lhe pedir qae : clararAo da guerra i Fianja.
dimiltisse os ministros, cujos lugares desejam orea- l'"r oulra parle, exceptuando 05 radtcaei. o parli-
par, mas chegno aos seus lins pur meios tenebrosos, i ^ "ral nAo osla das medidas extremas.
e a casta da honra de Inglaterra. r SCU fspiril reformador nao vai muilo longe, e
lamnenle se pona dn accordo sobre este assumplo
1 com a raassa do partido chamado conservador.
Comprchendeis que em um tal estado de cousas,
A cmara he chamada hoje a decidir urna ques
lato, que bada comprometter a sua honra e repu-
tajAo.
NAo sao somente os inleresses do paiz, nem ai
propriedades doi nosaos concidadAos em paiz estran-
geiro que eila tem a defender, mas a vida dos nos-
tos concidadaos, porque a loa deci-.lo pede ser sen-
lenja de morle para muilos delles.
Espero que acamara n3o se deixar arsaslrar pe-
la eloqaencia de alguns oradores, que leem lomado
parte nesta discossAo, e que a sua dctilo ser a
1 'lue compele para salvar a honra, a dignidade e a
grandeza deile imperio.
M. D'Jaraeli : Em poucas palavras chamarei aal-
lenrao da cmara sobre a questao, que so vai deci-
dir dentro em pouco.
O preopinante enlrou em promenores, nos quaes
eu nAo o segoirei ; mas disse que era impossivel dar
resolurAo, qae se vai lomar oulra significajao,
que nao seja um voto de censura.
Esla expressao de voto de censura, nAo he mi-
nha ; foi empregada pelo lord advogado ; mas se o
governo quer comprehender Beata sentido a reso-
liirao, nAo chicacarei : seja pois um voto de cen-
sura, mai desejo que o fado seja hera cslabele-
cdo.
Nao detearei ao fundo da qaeslao, e nao tornare i
a produzr argumentos legaei ; mal o navio, or"
gem da questao, ainlaquc livesse silo constituido
em Blackwah ; anda que livesse commandanle in-
glez, eqoipagem ingleza, uada disto justificara a
conducta do governo nesta circumslancia ; portan-
lo a reolujao ou vjlo de censura cabe sob o gover-
no e nao sobre as autoridadts ausentes.
Nao he questao sobre o Arrow, he urna qaeslao
poltica.
He sabido que a idea dominante em certas re-
gies he que, com energa, pideriamoiehegar a poi-
suir a China.assim como conquistamos a India.
He verdade que ha oncenla aunos, o marqoez
de Haslings oflereceu a companhia das Indias apo-
derar-so da China com vinlc mil hnmens : mas 01
lempos agora san oulros ; a importancia da Russia e
dos Eslados-Unidos lem augmentado, e n.lo pode-
hamos de cerlo fazer a conquista, sem compromal-
ter as nossas relariies com estes dous Estados, con-
sequencia qoe poda levar-nos longo.
O nobre lord falla cm coallis.o, tiesta cmara,
para fazer adoptar a resolujAo, que lhe esta sa-
jeita.
Eu e os meas amigos ordinariamente nAo mar-
charnos de accordo com Mr. Cobden, porlauto no
podemos combinar nenhumas medidas : nao he
provavel que pedisiemus ronselhos a lord John Rut-
tll e ao sen partido ; nao vejo pois no que baja
coallisAo, principalmente para o nobre lord, que he
o lypo dacoallisaosem principio conliecido. Mas re-
ceja a maioria da cmara, na qual lautos membros
enlatarte*, e mesmo eellegaa do nobre lord conser-
vara a poltica por elle seguida em quanlo China,
a qual comejou por urna falla de fe e ha de acabar
pe.a ruina.
Mas acaso lord Palmerslon expoz um s principio
doodu dependa a qoeslAo, ou que pona guiar-nos
OU attegarar-net no noto das perplexdades e dos
pengos que nos cercara '.' Pelo contrario, faz de um
miseravel negocio cavallo de balalha, e da-se como
victima de urna coallis3u.
I'lo he balda amiga !
Qual he o criminoso, que exhaustos os pretextos,
e falla de razois se nao diz victima de um trama ?
Deixemos o nobre lord nao somente quei>ar-se de
ter victima de urna coallisAo, mas al appellar para o
paiz !
Ea espero aer reeleilo pelos meus constitointes ;
se o nAo fi/.erem, aerei feliz por me encontrar com
o nobre lord noi conselhos de Tiverlon leria cu-
riosidade de ver que programma adoplou.
Nada de reforma e de novos unposlos da parle de
am homem, que se diz pulularlo do progresso e da
eivilisajao !
Espero que a cmara nAo ceder' a's influencias e
artificios do nobre lord ; que eoroprehendera' que
lem um dever a desempenliar. e cuja memoria ha
desohreviver muilo lempo depois do parlamento
deixar de existir ; quo ella n.lo se deve as las ameajas de am ministro ; e sim que deve defen-
der a juslija, o direilo 01 principios, que sempre de-
ven) ser respeiladm.
Mr. Cobden foi o nllmo que loinou a palavra e
lmilou-sea dzerque sehouvesse mular.ra de mi-
I nltlerto, o resollado sena que Mr. d'Iacaeli ou Mr.
Glartstone, um delles sena o chanceller do ecbi-
quier. Oblidu eile retallado, sera retirado o aclUal
orramenlo, e f.u se-hia as despezas urna reducjAo
de 2 milhoei de libras.
A's 2 horas a cmara procedeu a volar a noel*
de Mr. Cobden ; a volarao deu o aeguinte resultado :
217 a favor do ministerio ; 2ti.l contra : maioria
contra o governo l.
8
Na minha ullima caria proearei dar-roa urna idea
do estado dos partidos na cmara dos roiiimuns.
Pelasmnihasexplicarf.es u que ja vos linha feito
notar muto antes, islo he, que nao ha maioria.
Sobre as queslei de puliiica geral, doro dizer-
vo a razAo por que se d.i a maioria.
Em lodas as attamblai pailamenlares he preciso
que o parlido mtiiinleri.il e o partido da opposirAo
sejam guiados por um principio dominante.
Tialando porm somenle do que diz reipeito a
Inglaterra, temu ale hoje visto 11 parlainenlo divi-
d lo em dous campos hem riMinetoa : Whigs e lo-
ries protecciomslaso e Fiee-Traders. conserva-
dores e liberaes.
Os Whigs e os Tories 11A0 existem, e eilas deno-
mineroes, apezar de exislirern muilo lempo depois
das causas que as produziratn, nao sAo hoie moll-
eadas. v
Os (iproteccioiiislasi) e 01 Free-Traders lainhem
desappareceraui no da em que lord llerby, lendo
chegado ao ooder em IS">2, foi ubngado a renunciar
ao svsleina pelo qual por lauto lempo havia com-
batido.
Anda qtis lord l'almer-lon podesse reunir oas
daai cmaras urna maioria compacla a puderusa,
composla inleirameulc por aquelles que oulr'ora
h/eram com elle a campanha conlra os l'ree-Tra-
ders, elle nao se atrevera a vollar au lyttena de
prolecjAo, que hoje he eendemnado porua ma-
neira absoluta e sem appellarao na Graa-Bretanha.
As oulras duas denominajes que se davain aos
dous partidos que estavain no poder e que e-lavain
foia delle, erain conservadores e librale.
Deveis ter notado que cada una deslas cores es-
lava dividida em mullas sombras. Por ovemplo no
partido conservador ha 01 conservadores libertes ; se
..< 1. ,r 1 1 t r 1 I .1-11: i.-, 1 ___ *
a aoarchia devia declarar-se cedo ou tarde no par-
lamento ; mas antes assim, porque o paiz val ser
chamado a dar a sua opiuiAo sobie o negoriu.
Ha porm a lastimar qae a deetsao soberana do
povo 11.10 seja dada em nma qaeitAo mais palpavel
do que a questao rlnueza.
Agora vou Iralar do effeito produzido no paiz
pelo vol na cmara dos communs.
Em Londres, a em lodas a cidades grandes da
Graa-IIrctanlia, a opimo pronunciou-se sem hesi-
larao em favor do ministerio.
Aqui (evo contar um calialagema empregado pe-
los inimigos do gabinete, a sabida da sesudo, aoude
elle foi derrotado por una maioria de Ifi volos.
Tinham diiposlo .1 porta, por onde tabn 01 re-
presentantes, urna sucia de esfairapadus, os qoaes
acolheram com grande enlhosiaino a Mr. d'lsrael,
Mr. Gladstone, Mr. Cobden, lord J0I111 Russell e
muilos outros, em quanlo que os membros do gabi-
nete erara recebidus com a.sodio*.
O jornaes da opposirao alardcarara muilo com
esta dcuuinstracao, e nao deixtiram de exclamar :
1 'ox populi, etvr Dei.
He porm um engao ver que esla manifetlacao
he a da maioria dos habitante* de Londres.
Julgatido pelos volos dos represeulautei da me-
Iropole, a deci-ao seria coulraria.
De l.'i represenlanles, 12 voliram pelo gabinete.
Os tres que volaram em sentido opposlo foram
lord John Russell, lord Roberlo Gevetuer e Mr.
\\ illiams.
Ou me engao maito, ou estes tres seuhore nao
tornan a ser reelctoi.
talvez que lord Govesner consiga fazer-se eleger,
grarai a iullurncia de que goza sau pai.
Emquanlo porm a lord John Russell, esse nAo
consigue a reeleirao.
Restes Ires das leudo frequenlado muilos eleilo-
res. e anda nao oovi neulium fallar em favor de
lord John Rusiell.
No S oyd, circulo rommercial que comprehende
enlre seus membros lodos os conservadores da cida-
de, se fin.....1 urna pulir.10, que immedietamtote ie
encheu de assigiialuras, para pedir a lord Palmers-
lon para ae propor a representante pela cidade de
I.nn Ires.
O mesmo succedeu na Bolsa, e os prineipaes ban-
qoeiros esliio para fazer um ineeluig para fazertni
urna demunstrarAo em favor 1o ministerio.
Eslou cerlo que lord Paliiierslun nao aceita o ser
represntame da cidade de Londres, prefere conti-
nuar as sqas relares menos t,r,loantes, mai mais
seguras com os eleilores de Rivarton.
Mat, na falla do nobre visconde, os eleilores da
cidade de Londres fcilmente acharao quem subs-
litua lord John Russell.
Disse que as principan cidades de Inglaterra m-
lavam a conducta de Londres, liirmingtiam, Man-
chester, c sohreludo Liverpool, lio inleressadas na
queslAo da China, ja' se proiiuuciaram em favor da
poltica de lord Palmerslon.
Nos burgos e nos condados o movimenlo com mais
cusi e I,a de reprodozir, em um ou uutro senti-
do. Principalmente nos condado*, ae eleilores vo-
lam nttoon favor da tal pnncipio, mas em favor
de lal homem.
Nos burgos o que quasi sempre decide o conflic-
to he o diniieiro, ganda o candidato que paga me-
Ihor ; succeda porn o que ucce.ler eslou persua-
dido que lord Palmerslon ha de Iriumphar.
Nao he porque eu lenha gri.nde amor an pri-
meiro ministro actual, rujo tom earcaitico, e scep-
lianio poltico me parecem incompaliveis com o ca-
rcter de um e.la'isla. Devo porem reconiecer que
ueste negocio da China, a nado eslava pela parle
do nebre Inrd. Porque suppoudo que os represen-
tantes de Gran-Bretanha se houveram mal no corne-
jo do conflicto, as cousas lomaram depon um ca-
rcter, que nAo ptrinellia, que se desapprovasse o
sen eoiuporlamento.
Scmelhaule conduela seria possvel com Esladoi
cmliados, mas com a China, t.m pjsso dado para
traz comprometlcria por muiln lempo a ^posijao de
lodos os europeos, que eommerciam com os Chne-
les, e mais do que lodos leem os Portoguezes iu-
leresseera que Iriumphe lord Palmerslon.
Alera diito. se surcedesse ficar elle mal as elei-
Jes, e se viesse a formar-se gabinete de oulra cor
poltica auccedena nesta queslAo o mesmo que lue-
cedeu na de IS50.
Eutao, como boje, os liberaes e-l ivam no poJer ;
enfilo, como hoje, os conservadores formavam una
censura conlra o gabinete, pelos arlos de hosliltda-
tle pralicados pelos agentes inglezet, enlAo. como
boje, o ministerio liberal foi balido. Mas aqui pa-
rara 01 pontos de samelhanea : enlAo Me se appel-
lou para o paiz e o gabinete conservador saccedeu
simolesmenie ao gabinete liberal.
Escuio recordar-vos o que succedeu : os minis-
tros aceitaram as coasas como as linham adiado, e
coiiriuziram com a maior energa a guerra, que
acabou Com o Iralado de 1S12.
Annuiiciando que a rainha resolver dissolver o
parlamento, lord Palmen! n pedio a cmara os vo-
los necessarios para o Mrica paralice, lal como o
orcanenle, e o cneeling ael.i M. Ditraeli, deve
azer-ta-lke joilica, doetaroa iminediatam-ute qae
eslava promplo a pretiera esle re no governo ; M. Gladslonc a M. Cobdlen preserve-
rararn 11a sua opposirAo.
\ isles ijiie o pnm-iro repro luzio os seus alaqae*
contra o orramenlo, e principalmente conlra os di-
reilos sobre o cha Esta lachea, porn foi ri.sip-
provada, e o projaeto niniaterial foi votado por moa
maioria de 1K" votos contra 12.
Vou dizer-vos alguma cnusa sobre o meeling
ael, 11 He urna lei volada lodos os anuos, eque per-
mute a rainha maulcr o cxerrilo bnlaniiico. Se
succedesse nao ser volado o meetng, os sol la-
dos podem deixar os regiment!, e eram precisos
depois novos conlratos para rerouslruir o exerrilo.
Este voto conshtue perianto urna expressao de con-
iiauja em favor do governo, e as circumstannas
presentes lord Palmerslon s pede o voto por .1 me-
zes. em logar de ser por um anuo.
Nao ha noticias da conferencia de Paris obre
Neufchatel. Parece que o representante prussiano,
e o muso nSo iMiltlram a primeara sess,1o.
O Iralado de paz foi assgnido entre Ferouck
Man, plenipotenciario persa, e lord Coweley, ple-
nipotenciario inglez.
As prineipaes ditpotijoC* desle tratado sAo :
I.'1 Restituir pelo* inglezes do lernlurio
lenliam eeeapado depois da ruptura da paz.
2.a A I'ersia reconhecera' a m lepen.leticia de
Ariihanilan.
3." Abandono de Heral pelos Persas ; este prin-
cipado sera'd'ora avaule govetnado por cheles 111-
digeDSs.
i.' Itenovar-se-ha o Iralado de commercio entro
as unas potencias, que serao respectivamente trata-
das como aa naroes mais favorecida*!.
3.a Renuncia dos Inglezes de prolegcrem d'ora
avante os v.. .1! I., persas.
li.a Valla de Mr. Murray, o ultimo ninillra bri-
lannico na Parala, ea sua reccpjao em Tehern
com graudes honras.
Apenas nolo es punios principan do Iralado.
O recouhecimenlo da independencia de Afgha-
nisian pela Persia he a Inglaterra, purqaecsla provincia he urna das bar-
reirai, que protegen as posteasOes indias.
A Inglaterra renuncia a proteger o* vaanlloa per-
sas, foi precisamente por causa da um faca deste
genero que reheulou a guerra
I-11..ilmi-nle as honras, que devem ser feilas a Mr.
Murray deviam f.rir profundamente o orgulho de
plenipotenciario peen, mas foi o pouto sobre o qual
a Inglaterra insisti mais.
Devo agora confeoar que me engae! quando dil-
nor nutra forma ........."' I* ''"'.* i"~U{0Tra conservara por bul algum pon-
que
pi. 1 e a supremaca da iiirej* aoglicana,
Os ultimus debates icu.iraram que baria urna ler-
ceira faejao do partido conservador; de mallo pa-
recida com a dos aoglicaoot, e he compoila pof
aquelles que na cmara dos comniuus repudian! n
commando qoe se rrogou Mr. d'Kraeli.
No partido liberal ha os liberaes c nsorvatores,
115 russelli-las. os independeale* e es radicae.
A estes utliinos pcrienco o que se chaina escola
de '.Iaii.h 1 i.
Agora, tallando de urna maneira mais genrica,
pode dizer-se que nao existe dstinejAo enlre liberaes
e conservadores. Os comervadores "no poder mar-
charan) mais de vagar do que o liberaes na va do
progresso, todava haviain de caminhar por elle.
\edeo ullimo debate sobre os negocios da China ; o
partido da opposicAo fallou como leriam fallado'os
liberaes, se nao esliveisem no poder. Foi em noroe ,.
da liumauidu.de, da legalidad*, da moderado, que > rada.
( A StrOo.)
PEBMAMannii
ASSEMBLEA LEl.lSLAIIV.v I.IVINCIAL DS
PERNA.Mill CU.
Sessao ordinaria em 2', de abril do 1857.
residencia d Sr. Jos,- Ped o da Siim
Ao lucio Oa, achan to-se presente numero legal
dos Sis. depulados, abre-sc a sessio.
Lida, he approvada a acia da anterior
O Sr. Primeiro Secretario da conla do seguale
EXPEDIENTE.
Ira oflicio, Sr. depulado, tupplenle padre Vi-
cente Ferreira deSiqueira Varejao, participando nio
poder vir lomar .-uio uesla aiiemblea.Iolei-
M 1 noel 11101111/ da Albuqierque Mtrtalie. ar
rematante do lli. fiun; da eticada da Pea d'Alho,
solo-n ni i o o deferiinenlo de ulna peliclo, an qae
pede 111 U'ii.oi-.ir.'i.. du, prejuiaoi qoe oflceca cana a
cheit de 18.il.A coiuiuiao da uijamemo ixovia-
cial.
f.onlinuarlo da disrussAo do parecer adiado da
commissAo de cmaras sobre a preteur.io da* ara-
prietarios de padariat uesla cidade, roaa a eniadi
do Sr. Ohveir.i.
O Sr. P. fiiplisa fez algoma* ronsi leranVet, e
coucluio declarando que volara conlra o parecer da
CommissAo, e a favor da .....tu I., -ub-liiuiiiv...
O .Sr. Pe'cira de linio Suslentea parecer da
commissao.
O Sr. Manoel Cavalcanti : li.iremoi em oa-
Iro numero.)
O .Sr. (i'i ru-.i :Sasleoton sai emenda tomn-
tendo as objteles enntrariit.
" Sr. Prndenle :A disctele tica adiada peta
hora.
OSr. ICpaminonda* de Mello requer urgencia pa-
ra que se continu a ducotir o parecer.
Cou rado membro.
O Sr. Vret'dentc :f'.onliiiaa a disco*'!.
O Sr. .Si Pereira:leat trnhore*. a quetljn ,s
nadaras que entre nos se di-eule, nao he l.io implea
como parece a' primeira vi-la ; u.m lie ella de i.m
pequea imporlaucia que mereja um. ies.,lu.;ao .10.1I-
quer sem previa e ceflecuda dananato. Esla trabi-
lla qoeiiao, nabar, nao dala de hoje, nao tem da
I ion lein, mas ha Ib anuos. Em IMII, quetta. locan
levadas ao remito da niuuicipalidade, prdinde an
remedio um, previ Inicia conlra os nicnmmodos qao
loflriam os moradores viznhos n pa arias, ha lli aa-
nos -endoies, qur ot inJnidm.s que moran perla,
daa padarias pediram a municipalidade provideacia*
a esle respeilu : a inuuicipalidade forjada par e-t.ii
queixas procurara acontelliarise. e nele nalida pe-
dir a sociedade medica Pernainburaaa a na pare-
cer, e a qual propozera varios qoe-llos, a fama da*
I -llanas sera' incommndo aos vizinhoa della T a la-
mo e o calor das padariat aera o aacirat a tande pa-
blica ? quaes os nieiot de remover, ou do atlrnuar
esl.11 causas de 1.1- dudridade'.' e am parecer coi>K cioso, elaborado ao depois de madure exame p*r ce-
la corporarAo opinando ser iocommede, a nocivo a
saude n calor e o lomo das padariat collacaaae m
centro da cidade, e indicando os rnclLocaroenhas qae
se piilinin effecluar fra dada cm 1811 ; en eotne-
quencia do que a inunicipalidaie pedir a ruanca
denes eilabelecimenlos ; o qoe man larde foi deter-
minad,. ; a a.semidea solila tempee aa aileader
aos prejuizos individoaes, lem durante este loas* te-
paro de lempo concedido praiot sobre prtiot para
esla remujio, e buje senderes qae e*U' a eaadair-
se o prazn improrogavel de 2 annos, aiada M va
vem pedir a revocajAn da poslata maaieipal, qae ar-
dene desta remoran |!J
l'm Sr. epuladii:E anda pata* detta vea.
O Sr. Pereira Ue linio:E per fra fallt-ie mai-
to nislo.
O Sr. Si- Pereira :-Nao fora a corporaraO aao-
dica quem pedir esla iemojae ; nio o loro igeal-
mente o conseldo geral de saiubriaad* publica, fo-
ram os viziuhos das padanaa qoe nao appa.rtaaa'e o
calor e o fumo dellas pediram |arovideacias a imini-
np.iii 11 ir. e esla asaomblea o toe ta fui talla depon
de e ter procedido exame em lodas ellas.
He singular meut seuhoiet, qae ot inconvenientes
cauaadni pelas padarias sejam de-cuniendo. a peala
de ae 03 negar, e mesio.i lie se 01 lomar, como nm
beneficio ; e que e apella nara o exemplo da Eare-
pa, ou para a capital da imperio, -em >e etladar a
difiere,ir.1 qaP Vai de om a nutre paiz, e non ae eoaa
rircu'r.tancias seciaet, rirrunttaurias tadaa qae da
cerlo beni apreciadas muilo contribuiran paran
migar da anadeante *an que preceder a naaicipa-
hdade, a a-aenibl, a, quando sobre e*la qaetUa al-
lendera par oean aoi p, opr ielariiH de padacias ca-
reden.lo-ldei am prazo, ma< com a inlenrao do ate
ser elle nem ludelinido. e nem romo palnaoaie del
padeiros que enlao evi-lirn ja eslabelecidae.
Sonhores, as padarias sAo oflicioai que no eu mi-
neio empregam fugo inleiiii, desevolvido pela lenaa
com comhusiao e do empreso deile meie cesada
muiln calor, e muilo fumo, que u paleen delude
olfendec a* preeeMn da livgiene publica qaaala ea
drrram.irr,u mi renlro de una rilado cana eala, aa-
de j nbran causas de ins.ilubridade. e qoe tanta
inrremculo rio lomando : e 'era possvel, nnborea,
que nenhiiin de Ha lenha experimenlado ot iacan-
niodoi, c o 0.111111 do calor e do fumo, em Tneaa pco-
pnai caaes, i|naudo pur qualaatr cirrumsiaacia m
lenham elle derrmalo pelo* apoteol-n denle
fado com tola a rerleza te lem dadn, em ama rtaa,
que junis pude q ir unir em 2 on 3 horai o cem-
huslivei qoe gasta em fumo nr imano de catre po,
como ie nao dar as pilaras eale faca ha Ua
real, o fumo dos fornot das padarias aa ertr-edo peta
casas vizinhii, qae he sobre elle qae tem apparaeida
o maior numero de qaeixa* : e lauto i-ao ka asnim,
aue os proprios padeiriM rrronherrram a neca>ida-
de de fazer ..Ifi.. hoeiros, que l-\ is-ein o fian* ci-
ma das mais alias casa, o qoe fra lainhem anal
mandado pela illuslrida corporario medica, que ta-
bre essa gaaatta fora ousi.la.
Esle melliorameiilo, nao sanoa o ineommeda da
do fumo ; corren I s fio le. de vento podem ale ni
iliraro fumo de cima para biiio. romo leva-la a la-
nares be hilada mais ou ana prximos aapadarUO:
alen Mm, nen aaaaturia, rxgindo a mnaripaiida-
de, que 01 b.ieiros excedrssem em altura aa man at-
las casai, neiihuiii padeiro cumpli ealaohrizaj.* ;
o qoe se arha l.ein demon-irado pelo exaae man la-
do fazer aa padariat existentes, ao qual iinn;i.i.-
liran um motaan da aeaaaaat* de kjnJeM paU-
ca eum lucubro da cmara municipal ; na rasi etla
a c ijua datan p-r-cer, ns incomniojos anula raali-
liuam : recoi.hernlo e-la, |mo-, qc e-le inelh..r..iii-ii-
lo -o n.lo bastara para acabar com aa do pnaci-
paes mnlivos ile queix .
O calor, meussenli.'ires, em nos--o paiz "e am eie-
meiilo jio taren !- anaanUn cravpa. de inrnmmaaa,
ja pela debilidade aaa in tirecl mienlr 1..... pelo desasocegn ou fadiga que evprrimenlmus qaaa-
dn elle se torna um pouco exagerado : e a pnpalajaaa
quan lo o aaaarla, procura Indos os meio de iriu-
ga-lo, ineios quo sao mu v.nadix : mas enlre elle
haam.lao ualural, lio benefir 1, e U. pr-pcm qne
converia por leda ns meins reiiia-li> murto, lal
qual no-lo da a lulurezt, a nuil. I.luando. Se. pre-
sidente, cansado pelo, trahallu 10 da ijfali.ad.
pelo excessivo calor, o homem nrorura a el**, aneo
espea pela Baila para com a aaa freo-ara encalcar
um ionio 1 lianqiiillo.reparailor de su*< farra* perdi-
das, se vi) accoinniellid.i por urna ooda de lame a
calor, que o desperla, qut o -11II .c.i. e que lhe lira a
somn.i, elle nao podera deixar de m.ildner de 1111-
nho que lano mal, ou incoinmolo lhe cansa, ello
lem razes de sobra para qoeixar-te pedir a qaen
competir os mems convenieiilea para caraalir a tea
suceso, e urna paJaria nAo sera aullinenle para ea-
palliaro calor c o fumo alo laara hem disiente*
daquelle em que acha rollerada 1
O Sr. Sabino alegarlo : .Me apeiado.
O Sr. Sa' Pereira : N.io sei sobre que o no.
bre depulado diz nao apoi.ido.
O Sr, StHu oiecario : A copeit* da irca-
di i. ... do calor.
O Sr.Sa' Pereira : Se ea ditsetse qoe orna na-
dara existente no Iterife, emillia o sen calor ale a
llua-\ lila, eolio tena razao o nobre depulade ea
n.io apoiar-me : mas diceudo eu que e~e cdoc o
evlende pela M/inliaura ,|e.s, padaria, oa pela raa
ein que ella e.la es|a|wleeida. nao lem razao o 00-
bre depulado com seo aparte.
O Sr. SatWM llleqari., : |)e da o vento coo-
doz para cima o calor, e de noilc lambem val elle
sudimlo pelo leu prnpno peso.
O Sr. rW l'erara \ Essa obvrv.rUo do nibce
depulado de sem fun lamento algum.por'que nao be o
venlu que prodaa esse eileiio...
O Sr. Sih.no Olegario: la-lhe atnaaaa.
O Sr, S Perca : N.-,. >r. .lepolado, a ra-
7.a. he outra : lappiabinn que .. ar e>!.i nrmSta
e can a meaiua lemjieralura ; Mata ciado ello anta
quieto, e com o niiai pean ,,,1 airjao* cm qoe ae a
ol.-eiy.i ; parem no mo,nenio em que liiermoi qee
e -e ar se rarefar par mno du -ior.elle ae locaaca
immedi.lmeme in.is t.ve, t man la sob mesen
peto maior vaiama : e b* eia nm-tquenria deale
ibeuomeno que rile a alara tneatida rom elle o aea-
no que sin-redcru rom 01111 bexi, .1 qne vasta a li-
vesse debai.o d'acoa, a qaal se nacaana deac ; d-
la iinmedi.llmenle sa eleiaria a aii|.iliie taclia,
alirada pe'o maior peto dcsla, e aaa ptla concille
d'agua.
OSr. Si'ino Ol'i/ario Nada mi oalaral.
O Sr. W Pereira : o venli pai* *. n.ll Jira aa
direcrao que ha do lomar esta porr ;< ..'ar r-;oeni 1-
do, laraada o para o norl?, i.u para n sul etc.,
nunea ando .1 caun do sua mcenrao oa deseada :
par linio se o calor c o fumo dat padarias podios m-
vadir as casas niiiiha,ie cslas ni.ilerias pela toa par-
le sAo improprias pan o disrauso do homem, ellos
curoslanciaa se derem no centro de ama (idide.e cua
lauto maior forra, quanlo fiir esll mal ronslraida,
mil edifica Ja, leudo ruai estreilis, a talnoat, casas
baiai e, mai habiiad*!, e ouda nato lalUtu eau*a
,

MUTID5D"

- -




DIARIO DE PERNAMBDCO, QUSTAFEIM "0 DEARRILDE 1857
muilai causa do insalubridad como a de Pcrnam-
buco.
Sr. presidente, se essa qowlla issim tratada, uno
pode ler uina resolucao contorna! os principios a
.ciencia se se pode temer anda que a llMorii eia-
geic os iiiconvciemcs apuntados, a ebeecvse,,iO d.s-
sipua' Indis esas duvidas e levara" a convicraO aot
es, inlns o- niais prevenidos, de que o calor asage-
rado lie ir ponto de incnmmo.los e de males.
Observa) bem, ineus senhores, o que si' pana na
vida de un campone* qne vera a cidade, la dema-
siadamente, acna-e abrasado de calor, perda mal
forjas, e mi deseja retirnr-se para o campo ; abtervai
tambero o qae >e pasta na ida de um eidadflo qu
ai ao caui|io; o ap; lite se disperta,as Torcas te rea-
niiiiaiii, o Joinuo he reparador, e iihsI.k dual com-
parafOea oliservadas diariamente, p ir vea meamos, o
que falla em uin caso, a oque existo em ouiiu ?
uina so cusa, o ar puro e fresco : peder v, mena
lenhore., duvidar da jusleza deataa observaran t da
cerlo que nao : mas seas padarias coucoireiii rom
un- qaaulilalivo para diminuir a frescura da noile
na cidade. e augmenlar-llie o calor diurno, alias fio
por tanto urna causa de in.alnbridade ; a conve-
niencia da remover una causa desla ordem vos sera
desde logo intuitiva.
Nao lie meus lenhores a allerarjia da ande o
que produzem estas causas, ellas cuncorroin lambem
P ra ageravar ai molestias ; e desta oulrafordem de
Tactos, que Ihe tervem de oonira prova, meter lerd
anda a ronviccao em que ficorei da importancia
dett.s causas de lusalubridadc.
Constantemente ubservain os medicus molestias
peitisieulrs no centro da ci tade, refractarias a acnlo
dos mais heroicos medicamentos ; e que cedein com
f i lidaile logo que u doente deixa a cidade e al re-
sid'r no campo.
O Sr. Sabino Olegario : As ana acontece o
contrario.
O Sr. S Pereira:He nma verdade, porm cora
eiceprilo; c em iteral, sempre que se foge de om
foco epitemico, como frequentemenle acontece com
as febres inlarmillentej. Oulias vezei, se o medica-
mento censesus vencer urna molestia rebelde, acon-
Talescenra be longa na cidade, e curta no campo
B*0 ohtervaeOes, senhores, que lodos os mdicos as
lem tido ; e a que sera' is puro e quente das cidades, porque no campo se da
o contrario 1 e ser possivel, seubores, que anda
exigiris mais pruvas, mr.is fado', mais principios,
para vos cnnvencerdrs, que as padarias no centro da
enlode eoncorrem com o seu conlingenle para a in-
salubridado da nieswa. e que em aeeto clima o calor
he nenmniodo '!'! quem nao sabe que lie no meio
das pracas, nos das de mais lutenso calor, que ie
dao estas morles sbitas, riia.s em que parece que o
calor estala, sufloeca e mala !
O Sr. canino Olegario:Ainda nao morreu nin-
goeni ahafado no meio O Sr. Sa' Pereira:Sr. presidente, sinlo que seja
o nobra depulado medico como he, que me da' om
aparte, admira-me que o nobre depulado elegeooheea
que grande numero de apoplexias fulminantes t-
jain devidas, nao s a congesiao do sangue na ca-
bera, como a' falta de ar fre>co, que o doenl<> n
ocra.iai) do ataque nao liulia pan respirar : e tanto
heassun que nos casos de apoplexias um dos pri-
neros deveres do medico be mandar abrir as portas
do quarlo em qae se ucha o aoenle, para que cir-
cule nm ar fresco.
Porlanto ota parecendo demonstrado os incom-
modos que can para i insalobridade, pelo seu calor e fumo, eu pas-
care! a justificara neceidade desua remorando re-
ir da cidade, nao so nao imitando o exem'plo dEa-
ropa, ealgumas oulras raz0=s mais, aprestadas em
urna e\|in.ii;-io que fora distribuida por e-a classe;
como chamando nossa aliento para o grave incon-
veniente que se seguir' se as cousas correrem como
ata hoje lem corrido ; quero fallar do monopolio de
que gozan) os padeiros aclu.es. Mena senhores, se o
clima da Europa fosse igual ao Beato, e te as pada-
rias em nossa Ierra etlivestem sob o ineemo rgimen
emqueseaeham na Europa, de certo que liavena
motivo razoavel de quenas, se nos mo'Instemos
mais exigentes que os daquella parle do mundo; mas
nao, meus senhores. ludo he difireme, elimo e re-
Rimen, neceisidade de calar e nbrigares.
Na Europa o fri mala, o fri ieapede de procu-
rar a vida frada habilarilo, o fri abriga o homem
a viver durante alguna mezra tremendo : o calor he
ei.lao um elemento de conservaran, ambicionado e
iiidispensavel ; eulre ni o contrario he o que se
oliterva, e como pois Irazer como cumplo o cost-
me dos Eoropeus, que tem anal padaiis no centro
da cidade, quando elle sao obligados pelo fri a ler
lugei acesos as salas mais ricas, e como elemento
de conservadlo, como Beeesaidada absoluta ".' e ainda
asnm, os fornos e os boeirea e a ciaste dos paoeiros
tem um rgimen, que se fosse impasto nos nossos
lalvez que nao fosse elle aceito, e anda assim em
Plgumas cidades menos fras, os fornos de cesar pao
sao separados doi depsitos e collocaJus nos bairroi
menos nco.
Como elemcnlo de ordem, prestando eu coulin-
genleaos agentes policiaes, lalvez que em nossa
Ierra a moralidade dosnoss-.s padeiros jusiilique esta
raiao, masem oulros lugares esta cla.se lem sido
sempre viagiada porqoantumuitos abusos tora sido por
ella commellidos; mas, para n que lalvez muito con-
curra o seu genero de vida, que obr gando-os a dor-
mir lodo o dia e eatarem acordados toda a noile,
avezem-os aos actos repreheosiveis, que s durante
este lempo podem com mais facilidaue ser accoin-
meltidea.
iinalmenle, meus senhores ha lf. annos que os ac
tuaes padeiros gozam uo privilegio de s ellcs pode-
rem ler padaria no centro da cidade, cintra o que
immensas quenas leudo eu nuvi.lo fazer ; se ellas
nao sao nocivas a saude publica, seta livre a quem
qaer, eslabelcce-lai oii'ie Ibes fizer conla ; e se sao
nocivas, em consequencia do que devem ser remo-
vidas, entao ludas devetn ser retiradas : (muilos a-
foiados.)
O cucarecimenln do genero, devido a diflicaldade
e ai necessidade dos novos eslabelecinieiilos, he um
subterfugio, porque os padeiros da Passagem, Aoga-
Uos, Soledade, Capunga, que estat fora da cida le
vendem o pao pelo mesmo preco; e os da cidade
mandani-no vender fora al bem longe, como em Ca-
rlianga, sem diRerenr^a no mercado : logo ilonde pru-
vira esta caresta ? de cerlo que sera' da sna vun-
ladaem sujeilar-e a urna le do paz, anrcionada
quail ha 16 anuos,e coja exerur.v. lem lide demora.la
em allencao aos interessct adquiridos, mas que deve
t.;r um fim para rna execucao.
Como prova de que as 'parlaras no centro da ci-
dade sao um elemento de salubri.tade, apoolarBo ain-
6* as roguciras que por occasulo do cholera se fi/..^-
ram as ras desia o de oulras cidades, na loteado
de purificar o ar,
iVeira lieitii'luc<: Eu ainda reclamo
urna qoealSo incidente cnlre mim e o Sr. III. P. Bao-
tilla, e a respailo delta lu que cu fallo.
O Sr. Metra llcnriquc :Mas como eu dei tim-
ben .liiuiis aparlaa*..
i) Sr. ./. Caealeami:E por ora nSo ra? reliro
ao n.iiue depulado, la' ctic- ir.'i a sen lempo, p r ora
ao ule reliro ao nobre depulado que me preec !
lie uina verdade, Sr. prndente, que .i q leilttu re
que mis traamos como Ineldcote, incidente quo lem
lo.lo u cabimento na preseute dtacassao, por nao qae
no entender d- algn* eeuhorea a subvengan otada
para o Ihealro i complicar com esaa emprexa, que a
proiouac.io pedida par Laeci nao he de rigorosa loa-
liga, aeoentendo mramo que ole lem cabimento
aleom e se deve volar contri ella ; pnrm poden lo
aasa prorogaao quando muilo er considerada de
equi.lade, e leudo contra ella se pronunciado diver-
so deputadoa, anlando qae neslo caso aquella que
.< eacarregada defaaa deata cauta, protege a Lue-
ei;hadasaa proleccao que eu fallo, Sr. [iresidenle
e nunra pronunciei aqu a palavra escarnalo a
qae aliadlo o Sr. Dr. v. BiPiu, ,iem t.io pou-u f-
fendi o carcter pessoal fio empresario ; apenas
e re|,iio que a empresa de Lucci aempre foi consi
derada Impraliearel, e cu que uve acieuea dalla das
de o seu comee*, porque, como ja' li ver a caa ni
i> Sr
contra i
< S/-. ./. Caoal;anl : Sr. presidente, eu nao
di-se, cuno nobre depulado me attrib....., qae o
contrato eslava acabado, lano que no man d;s-
euraa se l se^uiulc : le).
Ssi qu ella impO- moa mulla no casa da na.
execucao dentro da ara praxa ; prazo quo expira em
maio.
s* ci dase nmaa poaca de exei r|ue n c intrata
cxuirav- eui mala, Ctiun beque o nobre d potado
me ailriboe a idea de eslai j. liad o contrato, e o
praie para n iinpcalcSo da multa 1 t) que. so diz
implesmeiite he que s> elle nSo eomprlr a< eoadi-
^ s .lo contrato, lera de pagar a mulla.
' i .i l'oz :alvo te a asaembla resolver con-
bario.
O Sr. .1. Cacalcanli: lato be claro e alo -
pode negar que a tniulia argamenta;a so base,.va
nm principias da direilu, smente porque mu es>
cepoao s- poda iai poalerionneule, a qoal be por
assnn dizer um perdflo da fjlla em que a coiilratao-
lis'e te ja incurren, ou que a aasemblea ja reconhecea.
Enlrarri na apreciacdu das razoea em qae se lun-
.lava Lucci, para pe ir a prorogacito do contrato.
(I nobra depulado fallou ao contrato com lierin
.lo que e'.isle acerca disl
En nunca negoel que Lucci tenha feto diligen-
cias |iara obler companbia, nao lem, lio verdade,
eilo diligencias, polen diligencias infructferas, c
dilgencias qae iax elle desda que contratos, porm,
que sernpre irrito balda las a lana he asalm, que
.rusias, nao ....,., ,,. que com .. qum.-. Traba" i Z""^^ ^JT^ ^^17:1
realiaavel, porque Lucci au lem fundos, n
dinliciro, nada possue absolutamente...
Sr. Metra llenrinues, :Uizem queja' mandou
dinheno para a Larop.i!
O Sr. A. CacahmM : Nie maniou tal, porque
elle nao lem dmlieiro, nao lem crdito para cen os
uisse o Mino auado, digo agora e uirel sempre, que
esse coiiicuo he irupossivel, lie iiis-xequivel.
Eu, Sr. presidente, acompaubei essa questio dep-
ile o seu principio : Joso da silva len, de loeieua-
de com liermana em iH~i~> (se me nao engao apre-
seulou a toa propusla para o contrato do Iheatro de
Santa Isabel, pediudo a subvencau da l:i|i.>U3' que
eslava volada nessa occasiao ; Lucci apreseoloo
lambem sua propoila ; a praaideoto remelteu lodo
a' direcrau da tliealro para decidir, e e-la decidi
em favor de Lucci pelo lendairjenle da economia
dos ciilrcs, ruudameiita e(e que ee Bola mu clara-
mente no relalorio do Sr. Jos liento ; rui a base
principal a economa dos cofres pajblicoa; Jos di
Silva Iteis, como ja' diste, aneciada com tfcrmeuo,
de qaem nSd era amigo, de quem anteriormente
era desaffeclo, perem com quem so ligava, com lao*
lo que lomasse a empreza do Iheatro, porque tjr-
roana eslava rom loria a compaobja, conconen com
Lucci e foi deipr tada a sua propusla. Lucci pedia
o thcalro, dando :l() represenlaccs por auno, e a
mais que julgasse convenientes, perimilin lo-se-lbe
o j;.go d. qniao como condicjlo casencialiasima do
contrato, conditio Hnt qua aun. que ib nota em su.,
pelicao ; o gvenio Consentio nessa condicao por
elle estabelecida. Labe aqu dizer ao uubre depula-
do que a confasao que eu liz dos lermus eondi io e
permis-fio nao alterava a eteencia da coma, porque
essa aarmiiafla he eonaeqoencia de eondirSa exigirla
por Lucci, sendo que desdo que eu ti> eonneci-
menio aaosa emprexa, cuncordel em que Locri a
que quera, que o seu lini era converlor o iheatro
em caa de jago. Eu nao faco censuras a' admini-
Intfflo transada ; acredito que de boa fe, f,ii ,|
inruimages exactas, as iqnou o eoniralo: mis o
cerlo he que esse jogo de ue falla Lucel, he o logo
do quino, o vspera, e o mralo que se fundar ei
aeuvllianle base nao pode deisar ue ler lachado de
Humoral ; foi o que a coinmissa fez o amia p.wa-
do, rol o que rn-se O Sr. ir. Sabluo, foi o que eu
disse antea de ler assenlo na casa, e foi o que o Sr.
Dr. Aluliu repetiu par muilai vezes, que Laeci que-
na lomar o Ihealro em una casa de logo...
quena lauar o Ihealro
ucci de obler
J"" ^"'"sse com elle a trabalbar,
anida m ii do asa
l'ma voz :Uisse q-ie
n'uma espelunca.
O S. A. Cacalcanli .-Logo que debaxo d? se-
meinanies cundices te aprsenla um pidbuneuta
qo.lqaer canlralo, e.i emenda, que ease contrato be
inmoral : isto, sr. presidenle, lot o ,,uU ru dase, e
he e que boje sa nao pode negar, assim como !e uio
poda negar, que ysu'realisada a minba prevhdv.
i lo be, a impossibilidada que linha Lucci d
compaiiliia, qne se pri
impoatibllidade que se coucluc
pedido do anuo paseada, aoude seaequV'essa ba-
se oa ese fundamento sobre q,,.. se dBU lhealre
a Luce, desapparecia, porque Lucci pedia queae
llieentregass, o Iheatro imiiK-diaUmenle, c queaelhe
eniprcslasse 3:0005 para obler Companliia : ora.
toda esse proeedimenta de Lucci prova exuberan-
temente, qu. elle nao organizara coinpanha, qu o
eu c.i.iraio era inexequivel, e que elle nao d ,-i,
a sena, obler o Ihealro lago e lago para al
isfabetecer casa de jo,;o. o .edidu de 30.0008
por c.xpresliino anida mais prova, que ella nre-
cisava de diiiheuu para mandar virus actores
coodlcoe, que a realisar-se. desappareria a tal idea
de economa dos cofre,, que era illudla com esse
proce.hmeiilo fuluro, porque deixavam-ie de dar
raOOg a um auno, para no oulro se dar 3U:0l)3
O Sr. epominondoa de Md\o :ar ou euiurcs-
13 r .
O Sr. A. Caticaalx Emprstalos ; mas o que
eu quero dizer be. qoe o tal principio de economa
dos cofres desappareria totalmente...
OSr. Bpamimmaat de Mello :Se f-ssa com ga-
ranta.
OSr. ./. rn-nlrarifi :Iss-o ,lepu, lu | 8e 8r.
ranjava, e anda qoe elle os pagana, eauaoaei.se
sena melhor para a faxania empre-tai :O-0UitS de
urna vez, do que dai logo Ii000.>, porque elle pe-
dia easaa :IO:OI10; para p'gar qu.iido Ibe eoovtease
e era pie-lar.es ii s.ia faoUda ; ura, fca-ie a con-
la do juro, e vejim omouree depolados ae baria
economa.
Ja se v que este principio de protecrlo de que
eu laliei. se dava sem que lodavi. eu livesse falla-
do em escndalo, pelo que eu nao pus.o pardear 80
do para dar
as representueOes, en au vejo nicipal, leaba de ser sucreilidn pelo Sr. eapile Fe- E as geminas do t'egii, de Opblr engaslam ;
uto em p irle algoma, do contrato nao se collige i do contrato ie que o prazo da empresa da Lucci
ho indefinido no I." anuo, porque Laeci lie abriga-
da a il.ir 30 representafas gonnaesf porm nao se
diz que ella d lanas em tal mea e lanas em tal, de
una ir i que elle pode dar as 30 tepresenlagoei uo
OltHMi me/ do annn...
f.Vn Sr. Ueputailo : Se ai ropreiMit.icie* f.ircm
ilo jl'go, po.le.
O Sr. Satr.imento Vortella : O que se seuus ha
qae se ello Mn ,i-r euat represeutac,ca dorante o
aooi,en|ga le tugara rescisllu do conualo a mul-
la, por |ue .lir o Cooliato jque ella dar nula rapre
sei.ar -s niinuaes,
(Cruzam te vanos apartes.)
OSr. Y. P-trtella :Eu n que digo lia qua Lucci
n3o falta ao canlralo, te no 1. de maio nao come-
rir aa repretenlaeSes, porqae o contrato o abriga a
.lar ;H represtnlafOca por anua, sem designar quau-
lai -ao por me/, de manelraqoe Lucci esl.i hablilla*
daa.se quizer, dar represenlacO no ultimo in/,
do anuo.
Ora, se lie islo, dig,i cu, que pediudo Lucci a pro-
rogacao d anuos e daauo-se-lhe esas prorogacA
lica elle com o prato de :i annos para poder dr co-
meen a sua empresa
Depulaiio : E que praxo lem elle a-
bx Farralra de Maraes, remleiro do engenho Itou
que suioiiluan.lo os seus inleresvct ao servico publi-
ro, tem de dislrahir-ia dosi ai trabalhesagricolas.
Desempenhanda vai aatiafaeloriaraenle as func-
^e> poheiaei o Sr. alfcroi Alexandra Jas .le Hol-
lando Cavalcanti, primeira luppleuta em axarcicio
da lubdelegaeia do prunaira dislrieto.
Sabemos que elle, ha poneos .lias, descubrir um
covil -le pigador-a, onde foram echados pralososera-
vos, um ou mais soldados, o cerlo jov-n, a qurtm
acanselhamos, 'pie despraxa loe companhias, Indig-
nas da su,, pessoa.
Consta-nos, que um logeito da cr prela, arlisia,
bem morigerado, nasci lo de pnii livres, se queitara,
que I i/eiido uina viagem, pastara pela habilarao de
cerlo abiilre, MU Conhecida e amigo (em lempo de
elei^ocs) e abi demarando-se nin ou mala das, nao
leve a honrara de aanlar-se a sai mese, nein eo
alio...!, e nem aejanlar, lalvez |iara lhe nao penar
a car prela. Dlxei-nos agara, senhar quaisoso, sem
por ventura liberal toa liomcm, que a-siin vos Ira-
Ion '.' Ilespiindere que noo, porque mo val respei-
lou como pessoa digna de alleujao pida VOSM con
duda, ni is como um homem vil e deapresivel, e
indigno dasanlarsa a sua mea. Strva-vos pola de
exenii lo, par nao mais vos engaantes com este e
aalros o ejnsdcm lurfuris, alque far^nrr. i)
As ebuvas vio fallando
e augmenlaudo as quei-
Tem anda II me/.es para xa- ,i.s agricultores.
inpresa a ae a aaaanabla Os gneros alimenticios conservam os mesmos
lerii p, rio de 3. Assun prcros.
doptar alguna medida,| Iteuniram-sena leira Vid bola, qu se veniera-;.
idos, calculando--e a arroba da carne a I. Mala-
m se para u aruugue li, e a cania mais gorda fui
Um Sr.
Kra *
t i S-. a PorlelU
poder dar comee.o a sua
lhe conceder mais l auno
enlendo eo, qoo se deve
nao diffo qae leja ja*, mas aproveilo a occasiao p.,ra
fa/.er osla relteigo que ulga mullo valiosa e para em
occaiiAo competente re tratar desle males la. .
O Sr. A. Cacalcanli: ie uAo comcc.ir o con-
trato ein maio esU' rescin.ii.lo.
O Sr. JV, VorteUa : .Mnitos peussm como o no-
ble depulado, porm oque se dedal do cntralo nao
lie lata...
Eiam estas as reflxoes que cu tiulia a fazer, e
por isto aprnveilu aoceasjla para pedir a nobre eom-
9o de pellines, que quaolo antes d um parecer
tem qae calende a empresa de Loeeiaem ter exe- K"n:.' de -m'..>'; aprelencaode Maa*. Eua
vendida a 3$I20 rs.
Al oulra vez.
O Vietorienie.
Z&mt l> pvT v.;it-fes>.
A Bmembla provincial oceupou-sc henlem com
aTaap"eito/Mrrr7aa1wrVq^ I ti'""',' ''*' 22""??? reu"i,,i'! dJ l'eun.es e^ne-
ve.i, que ciando a empresa de l.ucri Um Ur exe- "''"e cmaras, oh. e apr8leCaode Manuel Elias
BOClo, sirva ella do embaiaco a oulia qaalquer em- ''"""' re"p'"" d" aforaraenlo de um Ierren
preza. prximo ao seu engenhoConccicao. Oraram os Sis.
Cavalcaoti, sendo approvado o pa-
Kica a 'liscussao adiada pela hora.
O Sr. Prndenle designa a orJeui do dia e levan-
la a sesao as 3 11:2 lloras da tarde.
Mcu senhores, nao be este nm faci admillido c
prova.lo na sciencia.om conieqoenciado-qiieaenpoi-
sa com funlamenlo invocar quando se derem as tris-
tes circunslancias, cumo aquellas em que nos cha-
mo, durante o cholera, i-lo se fes poique nada havia
qoe podesse minorar o furor du cholera, e disto ne-
iihum resultado favoravel se liroo ; e nao fura a Hai-
ga medica quem o pedir, mas simo poso allliclo,
o que he mu natural, pola ella sabe que o lago ruin
ca purifica o ar : elle nao faz mais do que cnnjuu-
lar-se com algaaa oulros elementos que no ar exis-
tein, roubar o oxygioeo, Uto neeeaaaria para sua exis-
tencia, como para a eonservacao da vida do homem,
o fugo poi nao purifica o ar.
O Sr. Sabino Olegario ;(Juan lo ascienda nao
prova o contrario, provam-no o faci.
O Sr. Sa' Pereira :E quaes lio esses fados !
O Sr. Sabino Olegario : Cilu-ibe o que mece-
deu na Lincea.
O Sr. Sa' Pereira :Neete caso app.ireccndo urna
epidemia cuino a do cholera na Crimea, as fogueiras
larga cun que es.a epidemia desapptrera : e diz o
nobre depulado que is.o he devido a que o ar Oca
puru ; n-as be o contrario ; o fogo apenas estragar
lauto um ar timo a .causa morbfica uelle derrama-
da, c o donara ainda cada vez mais improprio para
a rcspiracan o purilicador do ar sao as plantas. Ora
se o fugo para subsistir consume, ou lira do ar e
mesmo elemento e oxygeneo que he de absoluta ne-
cessidade para vida do hornera, esla' claro que elle
nao he urna causa purilicadora, mas sim destruidora
da alinosphera : c u que o povo observa deiois que
urna porcau de ar he queimado. he devido n.lo a essa
porfo de ar queimado, mas sim ao er que vela subs-
lilui-lo. Por lauto o foso das fogueiras como os das
padarias nao sao pnrilicadoies do ar.
Sr. presdeme, lenbo dilo quanlo he bstanle para
que esta caa decida-se com luda a prudencia ; nii-
nha posifjlo me obnga a entrar em la tongas desen-
volviiuenlos sobre urna queslAo qne lauto inleressa a
laude publica ; eu nao pula abandona-la, alsuns
collegas pediam minba opintao, era-ras predio por-
I ma fraucamenle ui,ni,l'.-f| i-|a, e a casa decidir
como fr de joslifa.
O Sr. Sabino Olegario em um longo rllscarso.que
em oolro numero publicaremos, combaten as asser-
res do pracedeate orador, lano pelo lado rieiilili-
co, como pete lada da aiilidade, a eoneloio dixeiida
que lhe paiecia urna violencii o parecer da commis-
sio, lano mais quanlo a caman municipal, a oaem
incumbe Iraler de neoeeiea desla ordem, se declarou
favoravel aos peticionarios.
Encerra-sa a di-cussan, r pniulo-se a votos o pare-
cer be pprovado, tiid rejeilada a emenda oflere-
cnla pelo Sr. Ol.veira.
Conlinoa a aeguoda diseasso do art. I.doorea-
iihiiIj provincial cora as emendas a elle efferee! ':i>.
O Sr. Presidente
valcanli.
OSr. ./. Cacalcanli :Sr. presidente, ainda mr
re.ta fa/.-r alguaaa consideracoea a respailo de eer-
lai i'oposito,-, emiltidas pelo aobre depulado o Sr,
ili. Baptbln.
Pinnsiramenle rxlrauliou o mesmo Sr. Dr. roe
cu lacia.-se. de pralecca.0 a eua opinio, e qaeolTen-
car.icier peasoal ue Lucci; nesla occasiao .li -c
nob.e depulado que me ceusun.u, que di.se que eu
ora mallo moco para aquilatar de preleceo as ;,i-
nio-.s das oulras, quanlo he o mesmo nobre depu-
lado que me lem dado essaa Iicr-s nesla ras i; quan-
do be o mesmo nobre depulado que diz que mulla
vez injusta e escandalosamente se pruceua aqu, e
mesmo raialiv mente a minha spintla o n ibre de-
pulado tem dito algoma cousa ueste aentido. Eu
nao quix de maneira alguma ..il u ler ao nobre de-
pulado, tanto que dapois alie empregaa urna aalra
palavia q..c bou, poderla ofleu ler-ro., porm eu
apenas re-pondi que aempre era mala aspara do
leo Sr. Remonda esla' autnri-aJo a fa/er as desbe-
zas necessariai com o aderes, c eu lhe pagare!
quando elle vollar, e se nao uver dinbeiro, podera'
fazer leqaaslro nos inlroiioi do eorrirato.
Aindamis para garanta conienlio Lucci era que
llaiu o, ta podesse tirar de sua campanilla os comi-
c -s, qae Iba parecesse, quando fallare aluuin no
MaranliSasob pena de pagar Lucci urna malla de
iiOX).^ qu linio negaste um s actor para suppnr as
laUai que dessi m mj JL-.ranliao. As carias lobre
eil* a suinplii foram procura las por mim hontein
para servir nesta queslflo, esluo reeoulwetda, esiao
melhnresdu qoe as de hnulein. (L.)
^ He preciso notar r|ue o Sr. Rameada para, poder
obler a loa Cump inbia,! despesaa lalvez na impor-
lancia .!e nove a del rontos, e foi preciso alemdisto,
para Irazer comptuhia, levar carias de recom-
ineu lacao do Sr. ministra do Imperio e do Sr. Ser-
gio, para oa diUVremea pleaipotenciarim brasileos
em rranea, na llalli e era liespanha, na Irarii ura
actor a nao trr a leguranca da la pelo ministro bra-
silero. Ora. e-ias garantas que Kamonda linha para
asna pestoa, n io poda usar dellaa para Lucci, e
mesmo nao tendo dinbeiro para lisa o que fez foi
procurar sa sem dinbeiro mesmo algnemqueiia vir,
smenle para laxar favor i Lucci, poren. niiiguem
m quis lujeitar a l*aoa
Ueixando rei a do Sr. Hermano.
_ Em primeiro lu^ar he quasi impossivel que o Sr.
Iiermmio viaise Irabalhar a Lucci, porque leudo si-
do conruricnle dcste.....
O Sr. Meira Uenritmee :Isto nao val de nada
O Sr. A CacaleanltK..... lando sido empresa-
rio, nao ie quererla angel ir a Irabalhar como arlis-1
la, alen rio que era inv-rosml o Sr. Germano acei-
lar o eanvite, enro compel lor a' empresa, e tent
romaigo a companbia que anieamenle poda obler
Lucci. Agora, as desculpas dadas pelo Sr. Germano
M cari;, que o nobre depulado apresenlnn bnulem,
se aciiam explcalas por una caria do Sr. (iorma-
no, ecrlpla a oulro eompaubairv, caris qne prova
evideuieiiienie, que se o Sr. Germana responleua
Laeci foi para so iivrar deile, parque lhe escrevia
eonatanteinente e era neceaaarlo acabar essa corre i-
pouienria ; enla.i o Sr. Germano escreveu, pedin-
d> dcaculoas, nllegando, por cxemplo, a viuda do
Sr. Joflo Casiano, oque, porm, nao linha impor
inicia, porqaeeamecando o conlraio d Lucci em
maio, e acabando o da Sr. Jago Caatano em abril,
n,io havia iueouvanienla algom na viuda do Sr. Ger-
mano.
Eis aqu i que o Sr. Genniiio ecreve an Sr. Ju-
lio Cesar Pereira da Hucha, que be poni du Ihea-
O sr. Germana escreven e.sa caria ao Sr. Julio,
escreveu oulra,que eu nao pude oblar, na qual dista
que >a acata iesse a Peruambueo, nunca s* astecia-
na com Lucci, mas sim com sou- aolrgos camaradas.
O Sr. Meira llenriqut: Qae Lies sito elles.
OSr.M. Cacalcanli o que isto prova beque
o e. niraio de La ci u io vale nada, o que mesmo es-
ses e-iorc .s que elle ulliiuameule fe/, fo laes que
muslram a s^a incapacidade.
O Sr. Francisco JoSo: Ha um cufarcado di-
rlejinde-se a um usurario.
O Sr ,/. CdOaieoitli : Mas ha oulra caria, se-
nil res, em que o sr. Germano diz, que para se li-
vrarde Lucci...
Ha mu aparta.)
O Sr. a. Cacalcanli : Islo qualquer nm de
us la/ia, qualquer para se livrar de ura importuno
laria o mesmo, dina, estou contratado ou dara uina
derupa deslaa que naovalem nada.
Uisse o nohre depu" ido que oulro oinprezirio se-
ria ecrediladu, protegido. Eu, Sr. presi lente, nge
me interesso por empresa alguma, nao me importe
que seja este ou aquelle emprezario, e se lenbo f I-
la-io contra a empresa du Lucci, be por e l.r con-
vencido de que efla emprexa nada {vate, e que be
prenso haver tliealro ; ora o obstculo para Isto be
Lucci, lus-u he MCeatlrlo acabar cora elle, por i^so
nao quero a tal prarogacla do couiralo, anda mes-
mo que se lhe perdoe a mulla ; porque a provincia
ganha com o acabamento do contrato, anda mesmo
pardeado a mulla, rom lauto que elle largue o Ihea-
Ira. Eu nao me importa com Lucci, desc'io que elle
largue, porque la emprexa nao merece conceilo,
porque rile uilo be capaz de Irazer artistas para o
tliealro.
Demanda estas qaestOea eu direi que vol pl
le aubvencto para o Ihealro, porque enieu-
do que corn pequeas i lanlias nunca turemos aspeo
laeulot; os 12:0009 Me saisfazem. por liso eu pro-
poiiho que se dam -:030-J pira qoe luja uina com-
panbia lyiici. po leudo o reto ser applicado para
una eompauliia dramtica. Direi anida que ni
RATIFICACAO.
-No discurso do Sr. Paula Deplala, poblicado don
lem, no lugar rue diz e um dos nossos nroig s, e
amigo Intimo do nobre depulado, leia-se e um
ros mi.. amigos, e amigo intimo do Exm.Sr. I! iro
deCamiraaibe, lio do nobre diputado.
..... .... .,,,,,,-. ga.iiuiicna,oiia m lem em grad sun
do; iligain-no a AsaociaflodosTypographos, o He
pital P irlu.'uez, os urpliAos recolhides, diga-o loi
que p-ol. cello, mas que eu nao me iinport.va
f m sr. Dejmlaie :Manejo.
" Sr. i. Cacalcanli :-Sim, manijo, sempre hi
mais sapero do que proleccao, mal eu iiuj me of-
frii.-b.
O nobre depulado que m precedeu, Sr. presl.
denle, conlinaundo em seu discurso, no f, z mal
do que, anexar do seu lileolo e experiencia, pro-
var qUJ ese coulr......;-iii[ire f..i inexeqnivel, pelo
que se nao podo deixar de negar a prorogaco de
fazer o conlraio com oulro.
Tem a palavra o Sr. A. La-
t nobre depotado diique previo asa detfocho,
o conlraio nao podera' ser esecalsdo no tempe
complenle, .... i po lera' na-inu ser exeeuladu e as-
sim prep.raru-le as coalas de modo que. Lucci
nao pague a mulla; sao estas suaipalavrai.
Onuure depulado lando sido ouvido cumo disse
acerca desM couliato, ppos-se a' sua execUfAO em
con.qn una de alte encontrar garanta de eseqai-
bilidadei, em consequencia de nao con vir na ex ii
leude, du jugo, de maneira que o nobra depulado
i e que o contrata |< fes, que sane (Je elle nao
poderla aer eampri.lo, isla se icdus de su-s pl.-
vras, e entre,auto he elle mesm que ceillura, que
acomrniiaande palicSes do anuo paasada, leuha
dito que acbava o contraa uexeqaivel, he amia
rile que censura, que a' casa gn la hoja i a dre
a inconveniencia da conlraio Lucci, quanlo e*sa
gram as ideas do nobre depulado !
Algurnas palavra. minh s nao bem interprrlada
pelo nobre depulado,que rao responden em apartes,
eu antes lomadas immedialamenle, sem allencao ao
pensamenlo quecoutinuava, deram logara que ae
i chana de injuridi.a a minba argamenlaego : nlo
poaau deixar de reaponder ao nobre depulado, de ex-
plicar-ma, para o raier rep lir-lhe-he as palavras
laes quaes as prouuaciei, qua a. aeham no discurso
que me acaba de rornecer u lachigrapho c sem a ma-
nar correcci., para roeslrar que u minha arguraen-
lacao e-la nos termos de dirailo.
... ', ,............................i>j '>.- i ni i'-i iniiioriaiicia OS uu
"b-ta o cntralo de Luc, que indopendenle deile porque afina! lem voto deli
po..e.iit.ir-s- pela emenda, porqoo ella nlo lera*; tere-so publica da' aa aabe
exirucao sango dapoil de acabado o prazo, que esla'
marcad i a Lucci, para camarar as suas recuas.
,!la ur:i aparte.]
OSr. ./. Caoalcavifi Eu oppuz-me d
principio aa contrato de Lucci, nao c-lava ni
porm oppuz-me, porque eonliecia o qoe era este
cntralo, e ag .i a que j.,' e-lou com me lu de alguma
indemnlsacao, ada que eonvm, seja como Ur, aca-
lur com islo
de o
caa.
?\i:r\ AVLSA
BffiffiIIa4\8
Chcgou afi'-.al a poca em que nos lem de dei-
x?r o .-r. Joiio Caetano doi Santos. Tanta foi a
alegra e o enlhuiiatmo qoe iuspirou a sua viuda a
esla prouioeie, qu.inta lie hoje a tristura e a pexar
qie causa a sua retirada. O goslo, o Iheatro, a
amigada e a pobreza chorara luda sua partida, e
seutnSo a perda qu; ella Ihei Irara. O Sr. logo
Caetano ha e deve ser amigo dos Pernanibucains,
pirque desua pulo elbsiempre Ibe lestemuubarain
muiti sympathia, multa admiracao, multo enthusi-
asmo, delirio, racsino as v zes. Foi urna justa apre-
Ciaflo ue seu ment, he verdade, nada mais lhe
derem alm daqoiilo de que elle be Oigne, alm do
qae arenca a lodoi quanlus o veem a forca do ico
K"nio arlislico, mas he misler deixar ao menos aos
Pernainbucanos a gloria de saberem apreciar o ge-
nio e de ceiilempla-lo nasalluras; elles bem pu liam
ve-la e nao crercni, ou negarem-n'o niasmo. OSr.
jago t.retalio correspoudeu perfeilainente aojuizo
q ie dalle se fazia em, Pernamboco antes de lernios
a praxer immense de ve-lo no Sania Isabel.
A mua periiambucana, a anslocrecia, o coin-
mcrcio, cada qual por seu modo lhe nioslrava
o apreco que lhe dan, c quem foi que nao mostrou
Como pode, admiracla pela rei da scena brasileira I
Grande artista, a Sr. J so Caeiauo be alm disto ar- I
lista chrsUo; a candada, esse ie-umo leliz de lo-
'!'" 'irludes calholicaa,ella a lem em grao aubi- '
"os-1
luda '
a pobreza, ae toda leve a flicidalo da recorrer a*
eile. Sr. Joao Caetano he por si arefalacao do
iceplieismo daquelles que nao esperam no futuro do
Iheatro braaileiro. Sem tlenlos la/.em delle mu
grande artista, suas virtudes, om grande homem, e
um o oulra valen una gioni para o lirasil. Jamis
-e esqaeca de nos o Sr. Jugo Caetano, qua jamis
lambem o po lerernus esqueccr.
L'in sojeilo erironlrando um amigo seu de lulo,
perguuia-ibe niuilj aacnu: loiive mor laudad e
enagua ramilla' Sira, ueu seiihor, respoudeu-lhe
aflirmalivaineale o oulro, se be que a uina luurte
da' V. remeihaiile noine.
Consia-nos que quan lo sa Ira! iva de dar re-
medio aos males que aponamos em urna de uossas
PttgnaSt quando se discuta sobre os lueias de aca-
bar com a pareara, que infelixmonle ain la e- le
no inaladouro d OUn.la, al^uein que maujiy -ousa
iiiflua oflicialmenle, acontelhara, > V" *e "3o des-
na menor importanciaaoi nosses humildes escup-
ios, por serem ira lunt) aoio, qn; niato se oceupa-
va por nao lerq.ie faxer. Quem tal (ut, porm,
ignora que so nao pode deixar de. dar importa :,', n
uina critica justa e impacial, como a que filemos,
ignora que quando a verdade esla' provada pela par-
le que acensa, o silencio nem ao raeiius attena
a cuipa de quem se na defeude, e lalvez al im-
parte a sua condemnafa, ignora que ha mui:!,i .
anda na provincia que nao permiilirao queyviole a
lei e diga-se : a na demos importancia ajfmpreiist
que nos aecusa. Qaamo a' qaallBeacgd de vadu
a qoe n Irabalha como mis pelo bem publ ssjrexjii-
mos qae ae fas violencia a1 lingos, porqae traba.
Iba nunca sera' o caraclerislico de vadio, porque a
Idea de vadiacao exclue a de Irabalha. .Agora deixe
que Ibe digamos urna cousa ; he ao Sr. s, e chame
abelhudo a quera quizer ler o que lile escrevemos em
resrvalo. Diga, leio, e quizessemos vadiar nao lo
mavamosa V. para palilo'.' Nge ludamos abi campo
vasliisimo, aisumpto variadissimo para nos divertir
e ao publico J Onde vio ser vadiacao pedir remedio
contra males que, lodos reconbecendo, todo lasli-
inam '.' Como he que chama vadio a quem, es^ue-
cando lodas as cousideraces pe.-oae*, defende eucr-
gicamenle os direitos do povo Deem a importancia
que quixerem a nosMH Irabalhoa, fafam de mis o
jui/u q le quixerem oa certeza de que nao recuare-
nios, havemot de censurara cmara de Olinda em-
qoanlu existirem esse matadeuro e oulras cousas, c
quando nao nos altenderein,rugaicmos a Daos SAL-
VADOR da bumaoidade que nos SALVE du mal,
mis s pediremos ao SALVADOR e nunca a V.
porque be lamliiin qu. porque diz qoo nao de-
vem l"r importancia os nossos Irabalhoa de vadio.
Unitivo em que he de in-
e he oovido sobre lodos
os oegoeioa de vivos e de morios.
Coiisla-nos cine quasi sempre,da meia nonio em
dianle, ura individuo be visto lomar os bancos da
pona da Boa-Vista a deitar-se ; logo perem que
aproxima qualquer pessoa Icv.uita-se e vai pedir-lha
uina esmila. He celebre Esmolai a meia noile !
I.lo pote ser que seja para que ai Irevas da nonio
oceuliem a vergonha de pedir ama eimola, mas para
liveira e
rerer.
Approvou om segunda dlKBSSto o prejecln n. Hi
sobre o eompromiso da irmandada de S. Jos de
Ingaseira. e em lerceira do n. i!2 que approva o de
N. Senh.ira di P.iin Coneelbu c outrus.
ApproVOO lambem o de n. 3S, que gualda O or-
denado do profassor de desenlio do Gv.miasio an dos
de miis professores do mesmo eslahelecimenlo, com
urna emenda do Sr. Castro Lelo, equiparando o or-
denado do secretarlo do mesmn ao do da direclnna
geral de Iostruega publica.
Entrando o n. .'10 em primeira discaasflo, qne in-
terpreta a lei n 390 de 4 do crrante. Oraram na
Srs. Neiva. E. da Mello, e l-'raociico Joao, finando
a materia adiada.
Entra era segunda digcusigo o arl. 17 do nrfamen-
lo provincial, he approvado, entrando a arl. 18 fica
adiado, ten.lo orado os Sr. Francisca Joan, ti. Gui-
maraes, Soasa Carvslho, Manoel Cavalcanli, A. Ca-
valcanli.
A oid-m do di.i para luje h-> a lerceira ditaanlo
do n. 19, e gegunda dos ns. 17 e II desla auno ; e
couliiiuacao da de bonlem.
^(*.;Uu;v(?..D Ao ler o addooco lo concerlo ta coinp.uiliia ly-
rica, causou-uus surpreza 11A0 encoiilrar o o nume
parainoi com a declarado de que, por estar doenie
n.'i'i toniiiva parle no concerlo.
lNs, que UfClBtM a forlun. de;t nuvir caotar am
d?-j>es dia#a o pudetnu apreci.ir a bella voz desla Se-
ntior.i, rogumofl-lhe que ae digne laaeiv aos deaaiei
dos amado es, toman lo par? peste nico coticer(jt
que nos d a COQipaohia lyriei do Sr. Kamonda.
Coiill.do'i na aniibilidii.e desla S^nbura, aguarda-
mos t oceaiiflo para ipplaod-ll em publico.
Senkoret redactores: Constando-me, que ceda
geme, que se diz liberal nesla cale, eslava dando
uina juslilic.icao nojoiso municipal sobre a eleicAo
de eleilores, que leve lugar a J d uoveuihro do an-
iio de IH.'ni, -.em que f.i.seui eiladoa os uienibros da
mesa, ou algom acates, contra quera asga proesdi-
uienio se diriga ; ped vista deata juetificaegu para
contestar ns testeaaohai, e esta me foi concedida
por despacho de 7 un me/, de abiil crrenle, mas
quando procure! os aulas, laes cousas appareceram,
queja' mais lhe pus os albos, licindo assim os m-
sanos preteridos do seu direilo. Consla-me, porm,
que a jostifieaggo foi entregue, quando o nao devia
gar am rasga da vista concedida, aos justificantes; e
lano islo he ver tade quo os depoiasealos das lesie-
munhas ja' sao li.los nos paginas do IMicral Per-
iri'itir,i/t'>, |iar,i ser enviada paro c :'.; de Janeiro,
aflu Sr. canselheiro Jold lenlo da Cuuha e Ficueiredu.
-Parece-Ule, porm, que esse documento be urna ver
P;->islia s.ni.lo qae qualquer aclu judicial, que iu-
*t\ ie piejuijo de tereeiro, como 'ie essa jasUBeacgs,
nio p.ie njr > cuuho da validade, quando esse ler-
.ei ,i aga he ouvido.
nl maneira porque se dea essa ju-liiicirac clan-
destiilu. se pode juslilicar quo o bronco he pelo e o
qua Iraoo redondo.
Torno-a repetir, que ecsa jaslificacao milla por
[alta da Mlacgo dos mesarlos, be o ultimo arranco do
desespero pela perda da eleicao, a qual se queria ga-
libar com volantes imaginarios. Para que, pon, se
saiba nao si', por esla provincia, como pela corle do
Ra de Janeiro, a maneira porque foi arraujarlo esse
documento Bailo, e lauto mais millo, porque as les-
temunhas proluiidasjurarain eiu sua propria causa,
diguen-sa, senhores redaclores, de darem public-
dade a estas pnucaa lindas do seu coiislante leilor
Joao Florentino de Gocs.
Vicloiia 2~ de abril de 1S">7.
K Iridia d'alva, que menle aiii .la
O lrica docel ;ls cofl hrasileos :
Vrenla palma, qua ai porvindm raeai
lia de o ame alte-lar do vallo Imperio :
Cilnsso do Braill, gloria da scula,
IOO CAETANO immorlal, allende, escuta.
Se a minha 'ebil vos nao sfia alliva
(Jomo a dos lindos da arrojada Grecia
Nos lempo, idus de pagg das glorias :
Cama a vos das na las pomposas,
Que o Horneros de eolito, que os de boje raiil ira,
\ ns lodoi que ni" onvis, indulto o vale.
i as arles no banquete lirio conviva,
Mal ebrio de presar, lao -ii de jubilo,
Na* lubasdo renoma ns epinicios
i!'-i de mais uina ve/, cantar do genio.
O ie na Ierra hr.i-ilea arcorda un Taima,
Uais que um Taima lalvex, lalvesrepita !
F.u sinlo o liirbulbar rio antliugiasmo
Neslo iperlo de mo, que o Tallin aos I'ilbos
!) GCTTEStBERli c m praxerulTrece.
1-^ sinlo Meollo u'alma o s.-l da Vida,
E assomir-me na voz lirados ruidoso.,
Conlemplando o festim desla proaeiiie
Ue lida.lores e-forrado., nobres ;
Nubles, sim, que a nubri-za eu sn dislingo
Nos brazes d> talento e da virtud; '.
Quem nao adora a luz ? quera nao se inflamma
lo genio ouvin'n a vox '.' eu, que .le artilla
Mu* presu o nume que os hrazoes herldico,
Son filbu do progresa .. e, pola, me curvo
Anta os carmes de Huno, de Verdi as notas,
Ou arde os iracas lie rin cinzei bysanlino, ou anle o- quadroi
De mimosos pinceie, que de ga Marcos
O solierbo Uao guarda uruiilboto !
S me curvo, pola bem, ante a alvorada,
Que o talento produz, qu o uiais be sombra !
Sou filho do pregresso, e adoro as arles,
E adoro o alvorecer ras patrias glorias,
Qual e alora na Ireva a lu de um cirio,
i iii.il no Vasta areal do adusto Sabara
O poento viajar ama os verdejos,
'.i i>- ao longa avala rio longinquo oasis.
Per so eu le adorei, mu icruo Khodes
E, si pobre, qual sou, nao sendo um Creso,
Qae a farlar a leus pja rojo Ihes.mrns,
Nada lendo a ofrecer, le nil>rcc,o flores !.,.
/'cifro le Culasan<.
QOIENAGEI
DE
Ur-3 T7?OGEAPHO
AO
AaTSSi'A JOAO" CAETANO.
Quem sou .' que pnsso ser ? qn'imporla o nome ?
Nao n'o queiram saber,nao vale a pena !
Son pobre ailisla, quo a -audar me alrevu
Ao rei qu'irapera na brasilea scena
Ved-o... porlentn de giganteas fermag !
Vede-oc'roado re feslo-s, de llores !
Que frunle altiva que altivas nos gestos,
Na voz, no riso, uesse elhar, as dures !
Vele-o..., nao vdra nessa fronte a marca
lio genio excelso, que rentelhas lauca !
VOS, meus patricios, fe.lejai ao genio.
Qae (autos loures n'a'n s dia alcanza !
E v, Caetan, que do egregio tbrono
Lanfata a visia para a cla.se pobre.
Por mim, por ella, recebel um ranlo
Nasci.lo d'alma, m por isso nobre !
qu.dVt4serr-i.fpo nidif..llein.i.le |l..t revta.. au-
dienciaV in-Ca, eia,u ,t ,,, evaMaa .... sjaasr
leis, air.aTUSO". a piaalaja, asaaawa ..... miiaa.ii
roes a da roiiMiiInlaa,, r 0 ,.e.l{, ,u e.uri.,lidaJ.
que Ihcs parecer r.iait armada viirar.
,. l'oleio inlei.a. ,r u separar .. se.-.,,, ,-,,
julfitrein man ciuvcnienle a., apiuteiUmeiilu do
leiupu.
Semclhiiilemeni. priradiHaj a r. .peiu dat r*-
vi-lai e e\ercici.....:ispoiid., peanas na p.raria e
aiorden.de formalur. ludo r,,[rriie ,(l(.. .,.,,.,
melhor para o bom ataannnaha de -u c
g Arl. 10. O iiup-clore pr..red-iaa a
praltc.i-, das armas de sua iu.p.-rraVf v
resulla.I delle-ao ajudiule gaanNal, i.. :,-
do relalorio --ral.-liin de n.i.. aatarvaaana aaaa a "t-
inura de tal resellada a araaeui i. -.,. asa i .....,.,,.
patento, ... eic.ias de pioiiuira.i nr-,,. Hii'
-1 do .ni. i ,, tegnlans'nta afapraaaala t,n 4aeaia
n. ISKI de :il de jaiiriru do ci rente auno.
. iiiu.it .. .
eagesess
vansnnaaae ..
en :m,.
40 nu. sr.
Joao Cactuno dos Santos.
Agail sublime qoe no espaco dejas,
li an lo as nuvens deata cea querido,
(luein pode oovir-te, lera que lila urgulhos
lie haver no sino do Brasil oaieido ?...
Quem nao le adora, si de Olhello os selos
Tga bem nos pintas, que melhor ?...nao creio.
Si Sliakspeaie le e-cular podesse.
Curvara a fronte, le apertura ao sho.
Quera nao le a-lora,si um llernardo creas
Patinando as tu.lias quo o paasado csquecein '.'...
Em llores pisa, como en f.i-o ni cardo,
Jue ao Re da scena mil f.sles se locera !
Uo louco emanle da indiloaa Catiro
Si a angustia seules, quem d-j amor mo chora ?
Si a voz levantas, si na paleo sar-ir-s,
Ten vulto altivo com pra/.ci se adora !
.Nao ler as tintas de um pintor, e as glorias
Do estatuario que na pedra eutalha !...
Um pobre artista, qual de ser me orgulbo,
So lem palavra., na la lem que valba !...
P irnainbiieanos levanlai aa genio
Estatua augusl i, >:-.. I merece, hanrai-o !
Di sc-na o mjiho, Q:e Booaparte, da --'alba o ralo !
Sr$t redactores :Em urna correspondencia, pu-
blicada uo Diaria de S do crreme ie le o seguiule :
a Joaquini Francisco Uias, pronunciado como
assassino no subdelegado vosso pai deveu a sua ab.ulvi^au. Elle le apresen-
lou na sala das sesses iinpnudo-a, e se ousar ne-
gar esse fado, nos invocaremos o testemiiuho do
Sr. desentbargadef Gilirana, eniau juiz de direilo
desta comarca e presidente rio jury, i>
O qni-Jaiit que escreveu esta mentira sob o pseu-
dnimoLiberal Goianui.la, evitando com niui-
to cuidado a re.p.nsabili lade, cora que foram
ameajados os calumniadores do Sr. rummeudador
Joi.. Joiquini e de sua raapeilavel familia, responde
ao Sr. majar Honorato da Guma llego llano-.
Veja agora o puolicu a resposla que o Sr. desem-
bsreador Giliiana rleu ao Dr. Joo Alfredo Cunea
de Oliveira Andrade.
Ei-la :
r. lllm.Sr. Dr. Garrea.Kespnndeiido a caria,que
V. S. me dirigi em i do crreme, cuinpre-me
diser-lhe, em abana da verdade, que preaidiudo eu,
quun lo jais de direilo, a I casta dos jura ios, na qual
----- | -. I ."'j.i >i wiii.i Passo agona dixer duat palavras em resposta ao "?' *?^f! "'." '"e,a J10","' h"'''"lue risas- pelaprimeira vez foi ab.oivido o alteres Juaqu.m
nobre lepulado, qu- tem referencia a um di.rur-o ',-", 'odoatriosos iuf-1 francisco Das, n.'u conslou me, que sua absolviego
met, pronuuciado uin desle lias sobro unta queslao e "\e ,nn-,""m, 6e proslnja e le com- f,,SSe imposU aos jurados peluSr.commendador Joao
dehiniles. padece de um pobre que podeser mais alguma cousa;! Joaquini, que nenhum pedi lo me fez elle mbre o
OS-. Prndenle : Lio he fira da ordem.
^ O Sr 4. Caciiranii: O nobre depulado altri-
uuio-mo n ibia de ler ha vida provocad,) do sua
parta .cercada queslao poltica ai] .i suscita la.
/ //i Sr. Depulado : Nao so dirigi ao nobre
depoiadu.
OSr. ./. Caraleanfi : II ;se, que minh.is p,i-
lavrai den itavam ser elle o provocador, quandoali.g
o pmvorador lillhl sido o nobre de pul lo que se as-
a minba lireila. Eu nao dlass qua a nobre I ,'.'
, jii.n sim ao5"u ..,.
... nlo lelaiivn iu principios de ordem do pro- I __..
prietario do engenho que
Bonito. En disse enUu smenle que piuco impo
te I .va ler sido provocad i essa discussao pelo nobre de-
pulado ou oulro qaalquer, o que para mim euicndia
eraque os principios de ordem desee proprielaria,
nda InOulam i>ara a discasdo que se pretenda l-
ser ; e quanlo a oulra parte du discurso do nobre
depulado, quan lo disse qua muilo Marease linha lo-
mado n empresa Lucci um amigo de mea liu, aa
direi urna vea por lodas, uue s respondo pelo, meus
actos, e qae mo esloa di.pasto a carregar com os
peecades alheioa. Amiad-s.)
a carldada lem seus limites; e creia mea pobre, que
amd'elles he o medo tequer |ioii receber alguma
cousa da earida-leda aeuiaemelbsnles procure ap-
paracer-lhes como digno de compauap e nunca ins-
piran le medo
Coogla-D0S,qua ba uina igreja ignoramos onde
que oslando servuido de malrix nao lem nina pa
ihaptismal, e nem cousa que com lal se paraca para
I os tiapligaroeatoi, ao passo, que na que esla' se ree-
, dlileendo ha uina, qua com qualquer eauaa podena
depulado linha -ido provo7ador',"re'spo,i.'s'im og i Ti*"""'**d" "* ""Je del1'1 ia"1" Preci"a 1ua-
on-la-iios, que cerlo individuo, que mora pe-
lo
sent lu que V. S. falla, e finalmente que nunca
ouvi dizer que elle viene cercado de valentona, e
fo se protector de criminosos.
que ihe couvier.
u Sou ruin toda a considerado, de V. S, colle-
ga e cr ado.
rr Antonio BaptMa GiUrona,
Kecifo, II de abril de 1857.
Tercio..s a necessaria paciencia para rcfularmoi
0 monlao de mentiras, ca que vis adversnos pre-
lendem cancar o Sr. commendadur Jota Juaquim e
i sna honrada familia. .No.a reputacao, porin, ge
S' ituerii n i.s'ir nara ni -;--.-, .,, -^..............-.-. ., a (,r- .-..n >,.... .,,. .....um, noia repuiacuo, purem, se
mente que [nuco impor- ,* '"," ",B,dl T'1 'u 'ce'i ,le s- ,'"i0 lein < Ion- i limitara' a publieacad de documentos, aus quaes nlo
Dase o nobre depulado, que me respondan qne en
oiitera, qoe o ilencio da c
'' '"'''.....mulla em que Lucci incori
disse Sr. presidente, foi i..... o sileueio Iraria como
consequencia o pagamento di mulla, ensu i condi-
.;.- .. eonlral i no. I- ,: ,-, iprirlas, /', i
-lee lod.s .,- vesesque uSosc :,' ........',
nm control.....lie continua, segu ten cui ordina-
rio. as con | lenciaa iminedialaa que i,....
esisli :-i. i! Isa d apperecer, ora i
du a Inoraba i, lito be, au lia ven lo proi
le c nlialu, o que u segne he que Lucci
pagar a iiiui
O Sr. .Vise/ liento Portilla : Reconheeo qne -.
casa ja asta religada coma longa discnatSo qae ton)
h.m.lo acerca d.sle arlig., diirntsSo que a mea ver
he um poocoinconveniente, tanto maii quanloa c -a
lem Irabalbot de mnila importancia a que sC rlcve
Imporlava a v mlade Medicar, todava
vav.-l co-lnin de Irepar-se em mili arvores do s'ii
quintal para bttbilholar O que se pa-sa no do vizi-
nbo. Pensarao, qae he algara menino f Qual! ha
am oh una ii que de noile |oga,bebe,e berra,e de da
ve o qoe se pesia em derredor de si para contar aos
seus compartas, e quando qualquer peisua lhe cen-
sura o pruce memo sem mais u-le era arre qaer
ir loso, e logo ao soco a, polica quo o couheco
n .r una rhiilosa anlomasia.tille esse animal de dous
pea* e faca-o ser mal prudente, e menas clutpisla.
Al amanhiia.
uniremos reQaxaa alguma. Somos fracos no jugo
de iusulluosas diatribas, rulo as empregaremos puis ;
lambem nao metiremos, em represalia, a rnao na
vida privada do Sr. coronel Antonio Erancis-o, e de
seus asseclas, porque recelamos que ella apodreea
/ erifa.s.
^7 de abril.
.Srs. redactores.Acabo da ler no Liberal Per-
namliwmio ,\c boj,; ii.na crnrsponJancia d dada em
T41BUTO AO MRITO
UEnlCAIlO AOS INSIGNES ACTORES
joao i:\tr AM> t)S SA\TS E gauriella
Palacras P'ra um pudri erguer a um genio lal.
I'tir; i i, Coelbo.
Artistas sahumes, snl*limas portentos
Que ao palco dais vida c.herios de gloria,
Vosso mimes toan) as a/as di fma,
lio ao fuluro nos fastos da historia.
as frontes vos vejo, por entre mil c'ras,
Por ei.lre mil louiosa luz r.floclir
Do facbu celeste, que o genio rias arles
5 cun seus d ledos -e apraz repartir.
O coro nao vedes d'Arehaojea muno.ot
As c'ras susleudo as mans delicadas ;
Ah sao os Iropl.cus de gloria, e*sa c'rai
Gom tantas fadigas por VI cr.nquistadas.
Se canto es.as glorias na Ivra que lenbo.
Se a voz alga e brado, igo genios sem par
lie Dos quem me inspira, dizeudo-me n'.ilina,
ir Na l)ra seusnomes lu devescanlar. o
ir I Ha lyra, leu eslrn cous^cra-lhes lodo,
l'ois que ludu artistas sublimes merecem,
ir Consagra-Ibes u'alma um Ihrono a' memoria
o Sincero! ,,11, etc. que nunca art-fcetm.
ir N.lo cc rr Ein honra, louvores a lars genial dar,
a Aos genios que fazem do uiiiudo a venlura
o 1 i.ie iblu alma a vida nu leireo tillar, o
Assim eu consagro ineu cmte de j.-ven
A li Jou Caelaiio do palco Senbur,
A ii liebrieils Princesa da scena
le vola ineu cauto de artstica amor.
Itecebam o ranlo que ornada Ihes sagro,
E que he de minha alma -lucera 1 Ipil Mil ;
Acolhain mais esla gingalla grinalda
Mequiuhu trbulo da admiraran !
I'icloriano loti Marinho l'alhare*.
lllm.Sr. iu.peclnr da alian,lega.Jo..- Ib.-mr
de Campo Qnaraesan, contraante n servir ,r4
Cpala/.a precisa, a tem de seo direilo, que V. s.
se digne declarar p..r -u re'pcituvel d.parb ; ..
nete ar......le ls~,e priucipalmenle no crreme
ni../ man mu postor aGuun ponan., relativa a r^\a-
lazia.Pede a V. -i. seja .crudo dalenr Unana he tve
juslica.E H. M.
Jase Tanta anda Caaaxajn Quaresm.
Alfandeca 2H de ab.i< .le IH.>7.
Declaro que nao laviei portara alguma a respe>-
lo da apalala, na rorrele armo de M.i7.
Alfandega da-t'eiuainbuco ag da abril de |.s ..".
Barros.
NECetOI.OGIA
offerecida ao ineu aasaga o lilin. Sr. I.ncnte <
Alvaro Eniesl de Girvalbo Urania, pela
.ii.suna asarla de -eu mu e-banana asa, o r9m.
m.iiidaule superior Manad Kilieiro Granja.
Morreu. j' na.. priei.ce a
numero dos vivos.
Queeaei? I'ancbres ion do campanarios, u-
cando aos vivo, noticiando mais uo mnrln.
\ ejo ^ incoiK.iiavrl epua, que c upe junio ao ra-
laver ja sem vida de >eu companheiro e charo nasa-
sor le !
Veja : lilbos Bnlraanin a mii. Bajbante dor rar-
carera o fretro, deplorando o aribr.mviiln daquelle,
a .ui-ui ludu d-vmiu !
Ja/, na cterni >a le a romman Iam .npnmr M.r-
no.l Kibeiro Granja. A fra rampa hn;e eohto .:
re.los inanimados, e soa alma, livre do inviilarro
maleral, em paz repoua nos uuibia-t eavaasat!
lie real.dade e nao iilu-.ru : ludu di, ja' po esaa-
(e o< ro.-iiinaiidante mpenea Manoel Kilier-, G-ana!
Foi ariiniiueiii.in de ama febre. qoe l-m :i>. i.i-
dimiuiii-lba as forji, e enn o Iratamenlo de afanan
dina ende, delsaada a lancoidn e aiiatidn; Baanaa-
nba-se resi.ihelurido. anana i senPn a.i n d'tfalri-
memo uaio.nl, dipigS de langa aanTnraatna)a, .loan-
do pelas qualro horas da manliAa le. no Icilo conjugal rer.beu o f-lal colp* 'a Irr-
meu.'a parca, gaataa baslanlc sentido o .cu pBBM -
mrnlo pela sua leruacnmpaiiheira, qne pile apenas
lesl.'inuiiha-lo.
Nasa-eo em 17711 na fregoe/ia de Cilirolm, lillin ,h>
pait illu.lre, ca-ou-se com II. Mana Joaquina o
Garvalho, de enjo consorcio deivou nove lili. ... qu.n
do lulo com urna educado sci-nlilic, ao mcH.t
ch'ios de eapirlta e hondade. Orcnpoii uest.i co-ai-
ca imprtenles carga; foi delega lo de polica, jeir
inuincipal e .le diieno iiil.-rino, preleilo, raprlao de
auligas ordenauca : na guarda nariun.l loi maj..r,
leiienle-cuinnel. Coronel de leg.au r rouiuiandaale
apastar, li-. mp. .ib..\.. asea tenas pn.li.ii.ie r i....,-
ra.iez os lugares que oceupava, aua nao foratn et-
qoeridr seos servir; de S. .11. o Imperador, asra-
ciando-o com o hallo de Giiri.tu, do qae uio u.oa.
pelo seu genio despido de vaidade humana.
Sua fortuna nao era das maiorrt da comarca, che-
gava bstanle para suslenlar- ercer seu t,.n ,. raridoso. N.lo era tordo ao rlanv.-
ret da ml.-ra indigencia ; inuil.ssiuia. eze e.ien-
deu sua auto prodiga, e beu.f,i/eja ein soecorra da-
quelles que procuiavam seu valunenla.
Sim : morreu o e.lremoso es|H>tn, a pai carinho-
o, o anden pre.lnnos.i e uin erdadeiro rrrnl,-.
Erara e-le. os caracteres, que enibiemavaro tea pre-
ceder honesto, e sempre riemplar: sao estat as pre-
ciusidadei que o deslingaiain e qae den ir j era testa-
do a seus lilbos.
Morreu nu. n.ln importa .' !iiou a toa provin-
cia ura anakha de gloria, a seo pa. e.ilcs e amigos
um nome iiumnru.
A Ierra ihe seja leve.
Ouriciiry. ." de abril de 1857.
i) padie, Plasmase Pedro da Silva.
PKACA DO KECIKE *) M ABKII. AS
: IIOItAS DA l'ARDE.
Colacet olliciae.
Descont de lellrasID 0|l ao armo.
Frederico Itobilliar.l, presileele.
I'. Ilorges, gecrelario.
r.\Mr.:n;.
Sobre I nndreg, -i .l|t>a to d. e 21 7|S a iM< d.
Paris, :ljll r.. por fr.
a Lisboa, 93 por % dr premio.
P.io de JaiH-i.-o, 1 por 0i,| de desrnnl...
Accao do banco .'!) por cenlo de dividendo per ron-
l.i do vendedor.
ir o couipanhia de Beheribe IrOgOO por atr*m
rr ruiupaiilna IVr .iinbucaiia ao par.
o L'iilidade Pablici, :ttl |.r cenlo de premie,
a a lndeiuiiisadora.j ideas.
o rr da estrada de ferro l) p,.r Op,l de pr. n, a
Di-ciinio de lettras, de H a til.
Accoes do Banco, 40 a 4.~> de premio,
(turo. Moedas de b;liai velbaa ....
a i.; '.i.i! novas ....
a a Ir1"".......
Prata.l'alacoct bra.neiros. .....
Pesos ciiliiraiiari .s. ..... CX
a mexicanos...... MMM
AO RBI DA SCENA
Joao'Caetano dos Santos.
T s um Genio, que do Caabaisaala
P'ra na trra e-|iargir gralos perfumea
E na scena oslenlar primores lanos
Que a-ombrao Geuios, que embriagan nume- !
T r.um Aslro, que no palco scenico
Derrama a lu/.ir mystica luz ;
Perenne lento de lalrntes raro.,
IJue us Gen.os ao primor pre.les conduz.
T l d'Aelores o Ador sublime.
Que leus de estasiar mago canda ;
Diadema real le cinge a fronte,
D'rlislas Uei dos lien, noble Sulln.
No lirasil roasealoto, onde a Natura
Esmerou se ein faxer ludo brilliaule
n i.
edau-
COSARCA DE SANTO AMAO.
\"iclaria -II de abril.
O Viclorienge vai marchando sea esminho, sem
dar eavaeo, a qaem graluitamenle oinsaita, por-
qae ceda um do o que lem.
O \ ictoriente desprexa toda sorle de discussao. e
linio q limo chaira a intriga; per.o portento sea
lemoo, quem |uerqu o provocar para esge campo.
O viclorienae iie amigo da homem tule ; respei-
neu i. ibre collega o Sr. A. Csvalaanti, indefferin- v' graude e ao pequeo, dando u cada usa o apre-
i preieiii.au de l.ucci. E-a prelenr i, a meu vei ''' devido as sui. qualidedeg o inereeimentu. Dei-
- li ura. i,, dlicuiso, e fi- ''' ''" P l"i "asas inesquinhezas, que ouiru assumplo
le vaul i.
..........-- --- ",-j- ,.... : ,, i,, i i -, i .i e, ------
Garuarii a 7 de abril, em que m.-u irmgo o bacharel i;"1 c'"" ef r'rm"" grande a preclaro,
l.niz de Uburqnarqne MarlmsPe eir, promotor pu- l-dou-le eximio, fez-te Actor gigante.
eu sou obngtdo a emtllir alguma*
conslueracOai crucci detla v-rba, e gao ohrictdo
laiiibem a gcompaiibar a discnsMa al certa ponte.
No auno passado eo cuno mimbro da commistSa
lices, uve de dar om parecer de accordn nun
o.
.l.-oi... ..,;,.
dan- minente o r. Bpaminondaa de Mella requeren .ue m or sa levan
> mamo; passuu o reqaerim-nlo do nobre lepu-
e por occiso i da ge tratar da veri,., pera nthea-
CCI li,.' de 01 r inmuto
la"
OSr. Mera llenriquei:0 que ll0J bitevam ". o Sr. Ab.....apreseulaa um
eram essa. palav -. ,i, Koverno a n
O Sr. Epaimiiondat de Melh:\U o que ni
o a : e depulado qoe se admirava que eu ainda Ue I reei mavsmo-
mcassa essa propoiicgo, a disse mais algoma i y sr. A. Cacalcanli:Eu dissa. Sr. prrsidenla
Mente a fazer crer que enlre n. o lysUma '
I P ceflu sempre prevaleca, e que eu al era o
rntla habilitado paro uotal i.lo.
Sr. presi-lenle, he uina vrr.lade, que cu disse que
drscobna proleccao na defesa Uo emprezario l.urc ;
mas aaaa prnlerijau deis ler cnlendi a em bous ler-
ioo.: a causa de Laeci nao se p,de considerar juila
quanlo a prorogaego do contrato, poder te-ha julgar
ce equidade e se nao he de rigorosa juslica essa cau-
sa, aquelK-i que se encarregam de delenje-la centra
as opinioet'laqai-llea oulros que se prouuuciam era
sentido conlrario, nao fzem stnao proleger a Lucci
na i apoiadoi.)
O Sr. .l/eiru llenrii/ues :O nobre depatade nao
poda dizer que nao bajaste, porque a assemblca an-
da nao diiculio essi queslao.
0 Sr. 4. Cucakaiui: Nao neg talo, mas fui
que e or:,. IIIOVBCaa sena.. ,l- o conlraio Vlg l i, .
conlraio impoeamolla no raso rl n.i,, am, eumpri-
iii.,ni,, de certai condicOei; lo i, vex que ... .-.. lices
nao foreinavCiiiiipri .,-, a molla la trapOe, lalvo s.
for exprevSggaenle ilaterminado o contrario, porem
-e o nao f.-r, i- eatemblea guardar gilencio, o resol-
lado se duvida he a mulla.
Crn/.am-se alguiis apartes.)
Pois Den, o que igo he que o conlraio cvisle, e
que a mulla se realjsara', salvo urna resolucilo em
contrario, c que o silencio da assemblea imposta a
imposiiplo des a mulla.
O Sr. Epamtnondae de Mello : Mal nao foi
islo o que o iioure depulado dnse.
O Sr. .1. (aculciiiili: Porque uo (Jeram tl-
'.-ii...:, aui iih-u; argutueulos.
patantear-voi o rrtpeiio e venara-
i .'.o, que c .'.sagro a pessoa do Ktin. Sr. cr.ntelbeiro !
Dr. Sargia Taiveira de Macada, cujas oplim.it qua-
ri n- | dados e rirludes civica esll i alem de lodo o elo-
ralar a ainpraxa de tliealro com gio ; e comqoauto tenha sido mordido pelo prelo!
., 'tile di inveja. todava o Esm
bln-o na comarca do Bonilo, he atroamenle insultado
P-lo Dr. Cbristovao Xavier Lopes, mal digo jui/.
municipal e orpbaoa dolarme de Caruan'i, a qoal
nanbuma respoita dara, se algom faci, abi nao ap.
parecettemadulleradoi;porque ...Sr. Dr. Xavier Le-
pe! ha bem ennhecida nesla cidade e Garu.r. Mas
-uno he neeetsariu reslabelecer-ie a verdade dos
l utos, em praxa o respeilavel publico para a re-pos-
la, que lae dar meu dito rnsgO logo que u lampa 0
permita,
II -Ibes, senhores redactore, a pubi.ic.ii_-.io des-
las linbasqoe loe agradecer, de V. S. re-pciladui
.' rn i lo.
R .H :!'! de abril de IS.Y7.
Ciitlherminode Uburquerque Marlitu Pereira
Ido o contra-
c-subsidio de I ,:>:. .-,. ricando'resei
lo Lucci,
Eu, Sr. presidente, nena oceagigo pedi a palavra,
e diese que ndo acbava conveniente, qu.- na Pai do
'. -; ''' i1 Mase or uma emenda areir.i.aodo
contrato, que te bem .si,,..,.. minhasfalase la
rescisao, u i.lo achara couv< ltenle essa pi Incpie :
,i- mi lias refleifies felixinante foram attendidas, a
emenda do Sr. Abilio u.io naston, lubtltiindo toda-
va a coullgnaclo de |0008 rs que era o que este-
va mercada este anuo para a Ihealro, iudep-ndanle
do conlraio de Lucci. Mai agora six-ie o praxa ds
c.....,;' uo conlraio de Lucel espira no piimein de
malo, e como consequencia na > se deve decidir u
queiMo inhereate a p-l.cao 1^ Lucci, era que pe e a
prorogaego do Conlraio. .1!e parece. Sr. presiden-
le. que ha oecriiidade de que a asaembla lome al-
guma medida a respailo dasHj COUlratO, porque api-
zar de duer-se que o prela du cometo do conlraio
Iciu de lu. lar ara maio, que beessrj u prazuailipula-
Inveja, todava o Enn. Sr. eonielheiro
u, irehando com paiso ceri.., amiii esoedeu o. limi-
tes do justo o honeste. Dentlo a adminialrafga
d vi provincia para ir lora
qutlriennal. Ileoo laudarles, i
sheceram ds piulo, como mesuio qu-lies, que nao
,. h ,t ira a ver ; mai que de longe observando os
se i-i governativoi, o amam eordealinenle,
porque he parlilba daa aluna (randas e generosas
allrahir a gym patinas a binenigens de quaulus
a imiriin os hroes, que as posaoem.
Queiram puis os coi, que o Evm. Sr. contelhei-
roc im o. chares penhores que u acom|>anham, che
gue a ulvamenlo aa lea deslino.
I'oi reeonduzido e Sr. Dr. Prandeen de Bausa
Grne Lima no logar dejuiz municipal dcsle termo,
eaescha priseulemeute exereanlo as funejoesde
juiz de direilo.
OSr. Ur.Jola [Vane
^.v.,^,w> a pti}bo~
POSSIAa
Avante, arlisla, avante, nao regreses.
Que os Ionios te demandan, em tropel ;
Firma .. Ihrono da gloria aari-falgenle,
Nu palco do gcnil Santa-Itabsl.
No solio dos Duinas lens n-dire assenlo,
i) genio de Taima l aymbollsas;
l.pganlo a" histeria do Brasil renome,
Do lugos as paixOea l divintaag.
I'u 6a um Gianio, que do Co descrsles
N rcg.cn a -unir de elhereot noinis
P'ra ni rerra coinpnr intesflo ditosa,
E na sreu.i espargir divinad lames.
IV es um Allro, cuja luz vtnrrao
Ot proprios saboi un formal convenio ;
Uin Genio, a qu. ni na Genios retp ilusos,
N.lo ces.au di dizerTu' s am Genio
JS.-.V.KI
It^ssn
llirte!
J;t|
ALFANDEGA.
Rendimenlu do da I a i. .
dem du da -.'3......
laaaVasaM
sas&mm
Descarregam hoje :M) de abril.
Barca inglezaGourierI rinlia de Inga.
Brigoc poriu-i.r /Taruju Ilageio.
Brigae branleiroFirmadiversos gtnern.
IMPOKTACA'O.
Vapor nacional Peraiuuuga* vmds de Macen.,
manifeslou o seguiule :
S'.HI laceas a-.ucar; a diversos.
.")l ditos dilo mas:avado ; a companbia pernaa-
bucana.
I caiiolp^ frascos homeopticos ; ao Dr. Labe II.
.'10 barriquinha] bolacbinlias, I barril trabe, I
fardu fateadas, I cana avos asa braaco, I machina
para engenho ; a ordeiu.
II'gue franees afgana I- Grande, vialode lloa-
kerque, coii,ignadu a l.a.-.-cne, Tlssel frerc, A C.,
inaiiifeslou o scguinlc:
-,(100 barricas cemenln ; a ordem.
CONSULADO GERAL.
Rendimenlo do da I a JS. IO.':2.V>l l
dem do da 3....... T.OJI^II
MajnitaaaaW
DIVERSAS PROVINCIAS.
l.-u i.m-r.io ,|., ,i.,i I a o,. 6:li-.II
dem du da )....... TMgVM
l.:H7li>ior;
.i assenlo na cmara' ,,
ao so ..os qu? eo- icctivlas no Inealro de .ianla Isabel, na noile
de i ia corrate mes, por occasuio do be- nn...
nepcio concedido peloSr. Joao Caetano dos' hnisao
Sanio, a Aesococfio 2'yumjraphica l'er
nambucam.
DESPACHOS DE EXPORTACAO PELA MESA
UUGOASLUOO DESIA LIDADK NO DIA
^! DE ABRIL DB I8JJ.
Lisboa JJngue nacional oS. Jo-e, Tbemai de
Aqniuu Fon.eraA lillm. HU .arcas anacer brtn-
co ; Joao Picas Soai., M cacot mel.
LisboaBarca llBIlaiBBIB Marganda, diversos
carregedures. Il eaaeaa inri.
LisboaBiigue BmlBanai aTarato I, Manoel J-
qoim liamos ,\ .ilva, I.IKNI ecos .i>ucai branca
e inascavado, I7 Cfco mol.
PortoGalera portuguesa tllindaa, M inoel Jna-
quira li.im.it e Silva, n tarcos a-.u.vr biaim.
e m.scavado ; Marques A Barros, ti3 strros -
-o,-..r liranco e rna-cava lo ; Manoel Fereira 4a
Silva, ii.il lacen- aXt nnilSHg assorar btanro o
inascavado; .Mano-I do N*ciinei>lo l'vrc.ra, li
soc.s aaaacar braacaa rriacav.r!...
Livirpaal Vapor sar io Banna, James Crabiree ,\
Companbia I,lili aeros as.urar brani-r a matra-
v.i.io: E J. -vstiev 4 l .inpai.liia, aWanaaaa aa-
aacar nas, ovan:,.
Liverpool Barca Bgajasa sMoaMMea, S.nn.iVrt
llrollien Gompanhia, liiel saceos assu.ar uia.-
eevado
atoanas-Ayrrt Barca naeluaal aWar de oliveira.
Amona Iransoa, Ulpipai rarb.ca r i-pinio.
Baso os-A) rea-Barca lonneu aAaaBStsann, M i-
noel Aive Guerra, 7 barracas ---arar BaBasavaasa.
liba tiracm-1 i'alatho poilugues .il.iin-idad, > ,
-|| casa ii ii el.
.XPOl.T.GUr
Rio de Janeiro, pnlnche nannnal nAnsaMaaa, ala
111 loaalaas, radngia o ngninla : l,ovi| acr...
com 5.U00 Brrtvbas ae Baasaar, rj niviot de tola,
7i) pipa, ,-iguarderile.
" Canal pela Parabrl.a. brigae inulez .'1 irlha Vil-
----------- lasa, 'e :;77 lela -. con laaie o seguiule :
REGE LAMENTO DE 31 DE JANEIRO DE 1857.1 ** com 5.000 arrabaa da......car.
An. 35.Aa ir.... i.- .i- por qualquer molivo.deg L'-boa, paquebote bralenm Alfredo, de -.117
le prrt, de una para ouliiH Carnal da me-m
i .1^ ara... di!:, nu:-. lie da privativa alri-
do aju-ianle general do rsercite, pelo orggo
me- da. arm i, su
>l a-.|.|eliles rl
Ion ladat, candusi e acrala ::.'.! pnaja, s r. ,.
dita. 5 toneletes, jqnarMaa, I b.inl d-:t-. io
.i,ios d.. .-, .il unos ue ."i. ,n,.|, t cajaman ah
n -2 bilna, I aacarHa e i Sapaa agnai .mi-, 1.7.VI
Qu'il est grani a' celte heure
V. Hago.
Gigante colossal, moderno Klmlcs
ii ar. ur. joaa rraneitea Coelbo lidancoori, que, Das glorias do Brasil : rico da >,>>
comoquarlo supplenle etercia o lugir dejan rau-iEm quede Vnapur btilbaules, perlas,
AO ILLHa SR.
Joao' Caetano dos Santos.
ajudanla aeneral du provincial. O mesmo se enlen- "*"' c-m s.,.0 air..ba de a*a;ar.
de a respailo da onci-So de baisa do servico ajili- RELEBEDORIA DE RENDAS INTERNAS GE-
lar por incapacidad- phy.iea, tSenrgo legal, uu fi- RAES l'E PEKNA.MiiLt.ll.
lempa Biado em le. O aju
liportunamenle os principi
lile gene- Rondhnanto do da I a JS.
IttOii
I-,,
ualisac.lo
ral propora' Dpportunamenle o. principio.- quede- dem do da -J3.
vem regular a coneessga das baisat pt r esie ultimo !
in.ilivo, quandu ellas mo postara logo ler lugar oo. | I: -' i
deficiencia de forca ou por qualquer entra canes. CONSI LADO PROVINCIAL.
REGULAMENTU DE 20 |)' MVBCO DE 1K.V7, Rendimenlo .! da I a :. (,t a.f-'Ket
PAKAINSPECTORES DAS ARMAS DE IN-
FAMARA DO BXEBCITO.
u Arl. 8. Os iu.pcclures c>me^atao a iDipicao da
dem du da :.''>.
U7;J27-U7I
- '
MUTILADO
-.
sv


DIARIO DE PERNAMBUCO QUINTA FEIRA 30 DEABRIL DE 1857
&$ P0i ?
_ Navios entrados no (lia 29.
An 12 dias, lancha brasilelr.i Flor
  • Rio
    brande, toneladas, ineslre Manoel Ar-
    chaiijo .la Cosa, rquipacein carga sal ; a or-
    dem. Passaireiro, Miguel Jos da Coila.
    llha daSandwifli1i;,,|M!, barca americana ..Po-
    c;.knnl,i>, de :li toneladas, eapiMo W. Hollar,
    eqnip.niem 83, carga I.SIK) barril com-aieile de
    Me. Veio refrescar e se-ae para New-Odford.
    t'erience a Desberry.
    Riotiraade do Sul 31 dias, polaca heapanhola
    Mana (.loberas*, do 151 tonelada-, eapllfia
    l'rancisco Cassallcs, equipasen! S, carga couros e
    mala eneros; a Armag* 4 Urjan. Veio taeeber
    Mam a segu para Terragoea. Perlcnce a Ter-
    ragona.
    Navios saludos no mesmo dia.
    Rio da Janeiro Patacho brarileiro Amazona, ca-
    pitn Mauoel Uencalves do Araujo, caria assucar
    e agurdente.
    LondresUarca americana (alega, con I mesilla
    carga qae imu'. Sospendeu do lameirao.
    I'.io de JaneiroBarra americana Acm, rom a
    m '-mi carga que trouie. Suipendeu do lamciro.
    francez Alma, entrado ueste porto em feve-, por corita e risco de quem pertcncer. o por
    reno do auno passado, e tres caixas da mes- intervenirlo do agente Pestaa de varias fi-
    nia marca ns 2803&, conlendo cala urna zendas avariadas, e desembarcada de bordo
    w pec.as de hila larga de 50 m/ ao todo 120 da barca iogleza Coubeath : quinta-leirs
    pecas cotn fi.oot ni/ 5454 varas slngelssde So do crreme, as 10 horas da mantilla cm
    27 pollegsdas, 8681 va as quarira.tas, avalla-
    da cada una vara biu 530 reis, total ....
    2:454ioll reis, viudas do Havre pelo navio
    francez Crate Roger, entrado neste porto
    em marco do auno passado, tu lo abandona-
    do aos direitos pe. s negociantes Fremonl Lasne.
    alfandega de Pernarnbueo 38 da abril de
    183".O inspector, Benlo Jus Remandes
    Barros.
    seu armazetn da ru;i da Cadeia ti. 21.
    *IL>
    lo
    rebol is e ras
    niat s.
    Agento
    a o Sr. Pestaa.
    Na sexta-feira, 1 de malo, as 10 horas da
    manhia, porta do armazem do Sr. Antonio
    aunes Jacome Pires, no caes da alfandega,
    arrematar-se-ho 5D caixas com 400 inollios
    do excelleule cebla, viuda pelo larujo I, e
    caixinhaa com massa de tomates, eui lotes
    a vontade do comprador.
    Loteras d pro-
    r'iocia.
    ahilado de ?!<>, cor-
    re h primeira parte da oi-
    t ''i lot Ta da ni triz da
    Boa
    Visf'i
    He
    ao
    ara to
    (hsira
    O lllin. Sr. capitao do porto, de confonnidada
    com as ordeus do ministerio da mariuha, transmit-
    tidas pelo Exm. Sr. vire-presdanle da provincia,
    em ollicio de I i do andante iiiei, manda dar publi-
    cidade a traducrao abaiKo do aviso annuiiciando
    aos navegautes o slabelcrimenln de pliaroes em dif-
    rereutes pontos da Europa, dos Estados I nidos da
    America.
    Capitana do Porlo de Pernanihucn 13 de abril
    de IS37. O secretario, Alexandre Rodrigues dos
    Alijos.
    TRADL'CCAO'.
    Aviso aos navegautes.
    N. :.
    O K.iTTEO VI J UTl.AN D.
    Eclipse parelal no Skagen oo pnarol Skaw.
    A repartible da inarinba real de Copenhague par-
    Iteipa qoe n novo pharol eslaheleciilo no Skagen uu
    ponta de Skaw, elieaara' a tal elevaran, durante n
    presente anuo, que privara' em parle une a luz ac-
    tual seja vista na directo do Spil Skagenii que se
    estende da pona de Skagea para lale.
    Pelo presente se avisa aos navegantes que tomem
    cuida..u no mesmo.
    Por oidem de S. S., assiguado Johu Washington,
    bydregrapho.
    Keparhcjlo hydrographica do almiranladoem Lon-
    dres S de ouiui.ro de 1836.
    Este aviso allecta os segaiotea mappas do almiran-
    laao : mar da Norte (eral n. 2339 ; mar do norte II.
    :l n. -llkA ; Balliea Geral n. 262 ; SUscerrak n.
    228!) ; o Kallegal n. 2114; lista Dmamarquea de
    pin, i oes o. 80.
    CONSULADO DE FRANCA.
    Aos 2 do niez de tnaio de 1837,'as 11 horas
    da manhaa, ser procedido na chancellara
    do consulado de Franca nesta cidade, na
    presenca do Sr. cnsul, assislindo o seu
    chanceller eo corretor Francisco Comes de
    Oliveira, Drimeiro a venda e adjuuicaco a
    maior ollera e ultimo lancador da barca
    Iranceza llarachois, com seus apparclhose
    maga me, segundo do chrononielro prove
    niente da dita barca quu se acha depositado
    na chaticellaria do Consulado. O navio e o
    chronomelro serSo vendidos no e-tado em
    que se achara na entiega, sem que os com-
    pradores possam, debaixo de qualqucr pre-
    texto, prelender algum abatinienlo ao pieco
    de sua adjudicacHo, leudo por isso o direilo
    de fazerem o seu exarae antes da venda. Os
    adjudicatarios (cara obrigados a pagar to-
    dos os direitos resultanies da dita venda,
    como tambera a gralilicaco que por lei per-
    lence aos peritos, das duas pericias feitas ao
    dito navio. Terceiro deveriio lomar conta
    logo no mesmo da da venda, depois de en-
    tregar o respectivo importe da adjudicfiO, na
    caixa do consulado de Franca, l'crnambu-
    oo 27 de atiril de 1857.-0 cnsul de Franca,
    Viseando E. de Lemonl.
    CO.NSELIIO AMilSTBATIVO.
    O conselho administrativo tora de comprar
    o segutnle :
    Para o presidio de Fernando.
    Brim branco para lences, camisolas, toa-
    Ihas e Ironhas, pecas 26, brandos 12, cura
    em velas de meia libra, arrobas 4, camisas
    de flanella 20, cobertores ue liia 5(>, bacas
    le ara me pequeas 4, cscarradeiras de me-
    tal 50, pratos de louca 50, chicaras e pires
    Casaos ai, bules de louca 4, assucareiros i,
    lesouras pequeas para curar caustico 4,
    cordas de embira para andaimes 200, repa-
    ros onofro do calibre 12, 8, espirito de vi-
    nho, cauadas novas6, alcalro, barril I, vas-
    aouras de piassava 30, lelhas.uiillieiros 4, li-
    jlos do ladrilho, milheiros 4, frechaesde 20
    a .10 palmos 40, encbameis de 21 a 30 i'.ilos
    40, travs de 30 ditos 12, pranchOes de ama-
    relio 4.
    Obras militares.
    Tijolos do alvenaria frossa, miibeiros 4,
    taboasde forro dolouro, duzias2, dita de
    assoalho de dito, duzia,s%, vidros pequeos
    para vidrar^as 510.
    9* batainno de infantaria.
    Caivetes 2, areta prela, libras 6, compen-
    dios do arethmetica por Avila 6, livro im-
    presso para registro auxiliar do geral do ba-
    la Infio para os asseiitamentos do olliciaes,
    couleudo 32 follias 1.
    Companhia (xa de cavallaria.
    Mantas de algodao 64, lavas brancas de al-
    god.1o, pares 120.
    Fortaleza do Brum.
    Livros em branco pautados, de 150 fo-
    lhas 1.
    Hospital rcgimental.
    Assucareiros de louca 15, bacas de rame
    sortidas 3,ditas de louca 10,bules de dita 15,
    chinelasde couro.pares lOo.conclias de cobre
    2, esquife coberlo 1, inanteigueira do lou^a
    15, sincle sen armas, pequeo, com o ds-
    tico Hospital regimental de Pernarnbueo 1,
    cbila pata coberlas, covados 120.
    Arsenal de guerra.
    Cadinhos do nor.e n. 10, 20, linhas bran-
    cas, libras 10, dilas pretas, libas 10. capa-
    ros* arroba I, fio de algodao, libras 96, sa-
    patos fetos na provincia, pares 640.
    EscripturasDo do almoxarifado.
    Livros oblongos, frmalo grande, do papel
    pautado, sendo uui ite 300 folhas, urn de 20o
    itas, dousdelSO. um de 100, uro de 30, 6
    Laboratorio pyrolechnico
    Papel cartuchtnno, resmas 40, papel car-
    t3o, resuias 8, salitre refinado, arrobas G,
    tesina de cajueiro, arroba 1.
    Ollicinas de 1.a c 2. classes.
    Cosladinhos de amarello 6, taboas dTi lou-
    ro de nssoalho de 12 a 14 polcgadas de lar-
    gura, duias20, arcos de Ierro de 2 polega-
    das e meia, arrobas 20, ditos de uito de po-
    legada e meia, arrobas 10, colla da (Jahia, ar-
    robas i.
    OQicina de 3." classe.
    Iilack-verniz, barrs 1, alcalrio, bariis 1.
    Ollicina de 6..-. classe.
    Couros de bezerro, enveriiisados de bran-
    co 2.
    (juera quizer vender taes objectos, apre-
    seute is suas propostas em carta fechada
    na secretaria do conselho as 10 horas do da
    4 de maio prximo vindouro.
    bala dassessoes do cousellio administrati-
    vo para fornecimento do arsenal de guerra.
    27 de abril de 1857.Manoel Ignacio Ui icio,
    presidente interino.Bernardo Pereira do
    Carino Jnior, vogal e secretario.
    Olllm. Sr. inspector da thesouraria de
    fazenda desta provincia, manda fazer publi-
    co que, em eumprimecto do determinado
    em orden do tribunal do tbesouro nacional,
    tem de ser arrematado le um a tres anuos,
    quecomecavai.iacoiie.rdol de juliio pr-
    ximo luluro, o sorvico da Capalazia .ia al-
    fandeg? 'esta mesraa provincia, quem por
    menos lizer ; maiores ou melhores vanla-
    !- ns oirerecer era favor da (azrala, e que
    QUI.NTA-FEIRA, .10 de ABRIL.
    Grande concert tyricn-vocal e intlrumental,
    em benfido du< a, tutus a companla
    li/rica do Marankao.
    i." Parle.
    I.(lortelo da opera Lucia de l.ammermnor do
    .Maestro Dooizetii, pela tenhora llaOei, e os se-
    ahoren Seannavioo, Dalla Coala e Bergamaiebi.
    -. pi-lo Sr. Vauninelli.
    3.Grande variar.io de piaa obre os motivos da
    pera Blisif d'Aioore, por Thalberg, execuiada
    peln Maestro Frenehal.
    4.Duelo da opera I. l'urilani, do Maeslio B:l-
    Uai, pelos Srs. Dalia Casta. llergam.iscln.
    2.' 'arle.
    o.A Taranlclla Dapolilana, passo daneada a ca
    racter pela bailarina liiusepina Maziui e 0 Sr.
    Cardella.
    3. Parte.
    0."Duelo da nppera Lacla de Laminermoor do
    .Moe-lro Donaitelli, pela Sr.' Mall-i e o Sr. Sean-
    navioo.
    7,"Casia Diva, cavatina da opera Norma, do Maes-
    tro llellini, exoculada sobre o pinino com a inflo
    esquarda avalente, pelo Maestro Frandiel, que
    em seguida exeealara', com ambaa as maos, a va-
    naran inliiulada0 Carnaval de Veoea.
    8."I'ircelo da opera I. Loinbardi, do .Maestro
    Verdl, iiela Sr. Maflei, e os Srs. Seanuavino e
    Dalla Costa.
    . Parle.
    9-A Polka, passo a carcter dangade pala baila-
    rn absoluta Virginia Komaanuii, a o Sr. C.r-
    della.
    5.a t'nrte.
    10.Aria da opera La Travinla, do Maestro Verdi,
    cantada pela Sr.' .Mallei.
    II.Aria da opera I. Lumbar i, do Maestro Ver-
    di, raniado p. lo Sr. Dalla Coala.
    I2.Terceto a mirtelo da opera I. Due Foseari,
    do Maestro Verdi, pela Sr. Uaflei, c os Srs.
    Sccaniiawnn, Dalla Coala e BergauaMbl.
    Os artistas caalarlo lotos os pea.icos amina no-
    meados, cora acompanhamenlo da piano, quu sera'
    feito pelo Maeslro tlinoeeiieio Smollz.
    A rebatir dirigida pelo Sr Pedro Bapliila, eie-
    eolara' nos intervallos, lindos pelacoi de niuzicn.
    A Sr.n Adelaida Laroaibe e toa irma, por se
    acharrin doculcj aa lomaui (i.;rlj no presente
    couccito.
    O reato doi bilhles de eadeiraa, platea, galera,
    assun como os camarotes de quarta ordera, se ar.Iiam
    a Venda ooeaeriplorio do thealr no dia do especia-
    culo, i;as 0 boros da manida em diente.
    Principiara' as 8 horai.
    4 i i
    Prfi' o rii <3< Janeiro.
    Segu com toda brevidade, o bem conhe-
    cido brigue naeional Almirante tem grande
    parte da carga prora ita, rara o resto, passa-
    geirus c escravos, ira oque lem ricos com-
    modos; trata-se cora o consignatario Jos
    Joaqun) Das Hernandos, rus da Cadeia do
    llesife.
    Keal c-i ii|)'ttiiii
    quetes in>>ItZjs a
    .-

    WK*to% M*tt$<&.
    .;>-iv,
    No da 1 de in.iio ou talvcz antes epcra-se da
    horopa um das vaporea devla eonipanhia, o qual
    depois da demora do coalume seguir pira o Kio
    de Janeiro, tocando na Babia : para passa.eros,
    eje, trata-se com os menles Adarofon Uowie iV
    C, ra do Trapiche Novo n. 12.
    Para o Porto e Lisboa, com a maior
    brevidade segu viagem o brigue S. JostS,
    de primeira marcha : quem no m"smOT|ui-
    zer carregar ou ir de passagem, dirija-se^os
    consignatarios Thotnaz dn Aquino Fonseca
    j Filho, na rua do Vigario n. 10, pritneiro
    andar, ou ao capitao na iraca.
    Para ;\ BallH
    segas cm poticos dias o veleiro palhahote
    Castro, forrado de novo, por ja ter a maior
    parle da carga prompia ; par o resto trata-
    so com seu consignatario Domingos Alves
    atalbeos, na ruado Apollo n. 23.
    CEaRA.
    Segu com brevidade o patacho Santa
    Cruz, recebe carga e passagei os : a tratar
    com Caetano Cyriaco da Osla Moreira, na
    rua da Cadeia do Ilecife n 2.
    AC\Ksl.U'.
    O palhahote Sobralens i vai sabir com bre-
    vidade, recebe carga e passageiros a tra-
    tar con Caetano Cyriaco da Costa Moreira,
    ua rua da Cadeia do Recife n. 2.
    'ira o Kio ('.v Janeiro
    segu com brevidade o veleiro brigue nacio-
    nal llamao; tetu par,- da carga prompta :
    para O resto, pa-s ..'eiros o escravos a Dele,
    paia oque tem excellentes commodos, tra-
    la-se com o consignatario Jos Joaqun]
    Das ("ernan es, rua da Cadeia do Kecife.
    na.
    Os vapore!PERSINUNGAEIUARASSU'achara
    se a' errga, aquelle para os porto* do sul, para on le
    sahlra' no .:ia 3, lando recebido carga at as 3 horas
    da larde dn dia I" de mam, e este para os do norte,
    no da 7, ultimando o reeublmeiilo da carga a's .">
    horas da larde do dia 5. A carga qu n,lo lar le-
    vada a bordo, devera' 9er depositad, no Ira piche do
    algodao, preveniudj-se q'-e nao se manda con huir
    de nutro.
    Sociedada de Ensaio Francez.
    O I. i-rrelario convida a tollosos socios a com-
    parecer boj, as 10 boras em ponto : na rua da
    Alegra n. 5.
    Fugio do engenho Cosmorama, da fre-
    guezia do Cabo, um escravo de nome Adol-
    pho, idade 32 anuos pouco mais ou menos,
    altura regular, boa figura, bem fallante, com
    os peilos e estoraogo um lauto botados para
    lora : tem sido visto por vezos, na r beira de
    Santo Antonio, e diz que anda ganhan lo
    para ura senbor moco que se acha aqu nos
    estuJos : roga-se as autoridades policiaes.,
    e capitiles de campo, o queirnm apprehen ler
    e leva-lo amados quarteis n 14, segundo
    andar, ou a rua de lionas casa de Antonio
    Joaquim de Almeida, ese gratificar.
    Compra-s u dar, para luja da miudezas : no aterro da
    Boa-Vista, loja n 86
    Nos abaixo assigna ios, passageiros do
    vapor Per.iinutiga, mu viagem de liacei,
    (larra Crande, e Tamandar, para esle porto,
    lailariaiuos ao raais rigoroso dever, s". dei-
    xassemos de teslemuuhar ao lllra. Sr t-
    ente Joaquim \!ws Moreira, mui digno
    commandants do dito vapor, o mus vivo re-
    conhectoiento.pelo modo Cava I lei roso,o Ira-
    lamento nao vulgar que nos deu durante a
    viagem, suas maneiras urbanas e delica-
    das, jamis nos esqueoero, perilomdo-110.,
    S. s. se com este tanifesto offendeinos sua
    modestia Aproveilamos la ubem occa-
    sio de felicitar a companhia Pcrnambuca-
    ua, pela feliz escolna ue um 13o digno en-
    pregado como o IIIin Sr. lente Moreira,
    que Uni zeia os .seos iuteresses, do que tu-
    mos te.slcmuiinas oculares.
    Pernarnbueo 28 de abril de 1837.M a.
    Villarouco.Jos da Silva Cysueiro Guima-
    iles -Fr. Caetano de Mebsina, prefeito a-
    posioiico capuchinho. Joaquim Ueruardo
    d.is liis Jos de Men-Jon;a Reg llanos
    Jo9o llyrcano .-lves Maciel.-Joo Paulo
    de Souza.Vctor Leutneur.Teiieira de sa.
    Coucalo de Almeida Souto.Joo Joa
    Pereira de Aguiar,
    Antonio Uarte de Oliveira liego, faz
    ..cieote ao commercio.e ao publico em geral,
    que traspassou a sua loja sita na rua da Ma-
    dre de Dos ii. 7, a ,--eu (i I lio Jos Duarte de
    Oliveira llego, UcaiiJo o dito sea lllbo auto-
    risado e obrigado liquidar tudas as traus.ic-
    ijOes da luja, quer activas, quer passivas
    constantes do balando ussig< ado por ambos,
    em dala de 17 do correntu, (cando o anuuu
    cianio igualmente obrigado ao passivo da
    loja, contra nido por si, ato esta dala. Ueci-
    fe 30 do abril de IS37.
    Continua aesiar fug'do do estabele-
    ciment deca lereiro do S. Amaro JaboatSo,
    de /. leiuo i-ernua Ve lo/.o, o escravo Vic-
    torino, crioulo, i Ja Je 25 aunos pouco mais
    "u menos, aito, ebeiodo cupo, rosio com-
    prido, pouca barba ou quasi uetibuina, ore-
    lias pequeas, os dous lentes superiores da
    freote,eiem ae serera abortos a lima, s.io um
    pouco separados, bem empernado, ps gran-
    des, tendu os dedos dos me; nos um Unto a-
    bortoa,lovou vestido calg le camisa de azulao:
    loga-se as autoridades policiaca ecapitSes
    de campo, que ap^relieiida.n o refcriue-es-
    cravo, e leve o e.n Sanio Amaro Jab-jatiio a
    seo seoiMB) ou no Hecile na rua Imperial na/
    casa do major Anlouio da Silva Cizstnao,que
    sera generosamente recompensado.
    UEZ MAKI\.\0.
    A commissiio eucarregada do Mez Mariar ),
    na igreja do Hospital do Paraizo, declara ao
    respeilavel publico, que no r de raaio da
    principio a esta imporlaulissioia devogao,
    fasendo celebrar missa caula^a dciuahuga
    da, e ladainha a nuitc.
    Coiiiprara-sc 2 canoas, sendo urna de
    40 palmos de coniprimenlo, e4l|2 de lar-
    gura, o outra que larreguo 50o tijolos de al-
    venaria, ambas era bom estado : a tratar na
    rua da Alegra n II.
    Precisa se de um caixeiro com pratica
    de taberna, e que seja diligente para o bal-
    oao : no largo da ribeira de S. Jos n. I, ta-
    berna de Jos eniardino Alves.
    _ --- Esta fgido o i-reto Benedicto, nacao
    Cabinda, falto de vista, oecupa-se em carre-
    gar agua para venicr na cidade, e moer ini-
    Ibo para casas particulares : a pessoa que
    o pegar, ou ucr noticias delle, dirija-sea
    rua Ua l'eulia n. 25, segundo ndar.
    Precisa-sc decustureiras: na ruada
    Cadeia do Recife n. 40, primeiro andar.
    Preparau-se baudcijacoai bolinhnlos
    dos mais bem feitos Jo nosso mercado, e
    melboi goslo de baudeijas enfeiladas para
    bailes, casamentos ou qualqucr funccSo, pe-
    los precos mais razoaveis : as pesaoas qi.e
    quizerem laes encommeudaSj assiracomo
    podios, bolo ingle de massa, e po-de-l,
    rocure na rua ua Penba u. 2 segundo an-
    dar.
    ou o cometii que eui (e
    arrazar to aa ierra este
    a .no, dia de Santo An-
    tonio, 7 (1(! allllll.
    Com esle litlo sabio luz e acha-se
    vend por 200 rs., no livraria Universal, rua
    do Collegio 11. 21, um folheto tratando lar-
    ga m me de to curio-o assnmpto.
    A _; (i.o tuuiistro, lie pe-
    chincha.
    VenJo-se algodao manstio com 8 palmos
    proprios para toalhas e lencoes,
    Pellos grandes de superior cotiro do lustre
    :i 500, sjalos de borracha dos mi'llior'S
    que ha no mercado, para bomem a 3*200,
    para senhora a 2-tiOO, meninos a 2-200 : na
    rua dos Quarteis, loja n. 24.
    Precisa-se alugar una ama de boa
    conducta, para o servici interno de casa ile
    Viiip bomem solleiro, paga-so bem: na rua da
    . uiMiic, Concordia n. 8.
    Precisa-se de um feitor solleiro, quo Conttnna-se a sacar sobre o Porto, qual
    entandadehortalica, para ura sitio peque- quer qnantia : no escriptorio de T. de Karia,
    nciperto da prac ; dirija-se ao primeiro 1 rua do Trapiche n. 40.
    an lar da casa ti. 20, rua do Torres, praga do I Precisa-sc de urna ama que saibs co-
    Corpo Santo. i z,nhar, e lazer lo lo o mais srrvico do casa :
    --- i). Uargarida Rodrigues Peroira, viuva : na.rua do Caldcreiro, taberna n. 60.
    de Joaquim lose Dias Pereira, faz SCiente
    que tiesta dala lem constituido por seu bas-
    tante procurador an Sr. Joaquim de Albu-
    querqueMello, para tratar de lodosos seus
    negocios, (cando de nenhum offeito qual-
    quor outra procuragSo que lenba passado
    anteriormente, llecil'e 20 de abtil de 1857.

    Aiigfienio de
    jorna;
    Companliii r
    pai|U :te a
    i \ i
    H .
    sMeira de
    vapor
    A-'eiici 1 de p ss porte.
    Agencia de passaporles, despachos de cs-
    ravoa o qualqucr servico que pertencer 10
    tribunal de polica : para cujo lim procre-
    se o annuncianle na rua do (jueimado 11. 25,
    loja 1I0 Sr. Joaquim Mouleiro da Cruz, e na
    rua da Cadeia do Hecile n. 49, loja do Sr.
    Manuel Antonio Monlciro dos santos.
    A pessoa que julgar-se dono de um ca-
    vallo ruco, sumido nos lina do mez passado
    ou principio do correle, desta prar;a, e bem
    assim de una beata melada, baja de appare-
    eer 110 engenho Agua-azul, do abaixo asig-
    nado, na comarca Je "vazretll, que avista
    dos signaos que da ser-lhe-ha entregue o
    ca vallo, que axisteKn poder de um seu mo-
    rador, e lera nolicida bosta.
    '/Inloiiio Luiz Pereira 'al'.na.
    -- Prccisa-se d^alugar urna ama secca,
    para tolo o servido de portas para dent o .
    na praca da Independencia u. 36 e3t, se dir
    quem precisa.
    Na noticio dja 22 do correle, fuita-
    ram do engenho Santa Rila, em Iguarassu',
    tres cavallos com os sgnaos seguintes: um
    caslanlio, qualro ps calcados, esta com a
    anca pellada; outro mellado cachito,dinas e
    joelhos pelos : e oputro alazo claro", gran-
    e com mal de .--.t no espinhar^o, no nies-
    iiio urna bexiga, oom^arocp atraz da ore-
    ilia : quem enconlra-los pode levar aodito
    engeulio, mi ucsta prr;a a rua Velha n 77
    segundo andar, que se gratificara
    \a iaJara do pateo da Santa Cruz, a
    entrada da rua do Rosario n. 55, alera do ex-
    cellentes pues denominados redondo, pro-
    venga, crioulo, e bolillas turadas de muiti>s
    tamaitos; vende-sS tambem assucar reh-
    ilado, Caf era grao, e moido, echa da India
    ver Je e preto : tudo o uiellior que ho possi-
    vel, e preepa razoaveis.
    Na rua Augusta, cm a casa terrea con-
    tigua ao sobrado ultimo que lica arflado cs-
    querdo ind'i para os Afugados, existe urna
    senhora viuva que se eucanega .le eusinar a
    engommar com toda a pcrleii,o, mediante
    a paga que se convencionar.
    l'ugio do engenbo Sitio do Esteio, no
    dia 10 0e de euibro de 1856, um escravo ue
    Angola, de tiago Luanda, de nome Vicente,
    com os signaes seguintes : altura regular,
    Cortaiooa, secco uo carpo, ps apalbetados,
    naiiz um pouco alilado, sobrancellias bem
    Icitas, pouca barna, testa regular seiu can-
    tos, pode ler -e niade 28 a 2!) anuos, talla
    um pouco amarinheira :o: por isso roga-se a
    todas as autoridades policiaes ecapitSesde
    campo, queoprendam e leve-o a casa do
    Sr. Candido Boolpbo Pires, 1 a roa dos Mar-
    lyrios n. 32, ou no dito engenho da fregue-
    zia 'lo Una, que ser gratificado, em 100,o
    res.
    Preci a-se de una ama para casa de um
    bomem, que saiba cozinbar, cozer e engom-
    mar : na rua do Vigario 11. 6, pri aeiro an-
    dar, 01 cima do deposito, procnie das seis
    horas Ja larde em dante.
    J'recisa-se ue urna ama para cozinbar :
    iijjefua do ttueiniado loja di fazondas n. 33
    r Quem liver escravos que queira alu-
    ?.- para cortar leuba : dirija-se a rua Ve-
    na n. no, ou annuucie por esta folha.
    &LMM PtTSUEZ
    n kv\
    N5o se leudo elFectuado reuniSo de
    membros do conselho deliberativo nos dias
    15c 18 do correnle. olllm. Sr. presidente
    o mesmo conseibo, novan.ente para os
    llns determinados no art 36 dos estatutos,
    convoca os Srs. conselheiros paia se rcuni-
    rem era sessSo ordinaria, 110 da sexta-feira,
    1 de inaio prximo futuro, na sala das ses-
    .ses do respectivo Gabinete, as 6 liaras da
    tarde. Recite 28 de abril ue 1857. U 2. se-
    cretario, Jos dos Santos Pereira Jardiin.
    Igreja da Madre do Dos.
    No dia 30 do crrente o Itvin. padre d?es-
    tro Fr. Joaquim do Kspirito santo dar prin-
    cipio aos santos exereicios do Mez Mariani.o.
    Azeire de
    mamona pu-
    lifcado, pa-
    ra c uiiieiro : contiuita-se
    a vender a preep razoavcl, cm caadas <
    garrafas, na fabriea Ja ruados Guarara-
    pes, ern Fra de Portas.
    S^reciss-se
    alugar urna escrava para tuna famia es-
    trangeira, para serviro interno decaa:
    a fallar nu rua to Trapiche, n. 12
    primeiro andar.
    PROVINCIA.
    o Sr. thesoureiro man la lazer pubIlco,qe
    acham-se a venda na rua da Aurora n. fi,
    loja.bilheles, tceios equartos da primeira
    parte, da oilava lotera di matriz da Boa-
    Vista, cijas rodas andam 110 da 2 de mato
    prximo futuro.
    O Sr. thesoureiro para mais commodi lade
    dossenliores jugadores,reraove o escriptorio
    das loteras para o andar terreo, aon.le se
    encontrara gran les numeraepes de billietes
    meios e quartos, das 9 horas damanhSa, as
    8 da imite, llera assim manda publicar o
    novo plano que abaixo vai tianscripto.,
    PLANO.
    1 dpa-
    A (anuaria e tatuara da rua Nova, defroii-
    le da Concei(So n. 38, precisa de olliciaes do
    l'unileiro para trabathar, a meio fcilio, ou
    rapreitada, ou mesmo a jornal, com aug-
    mento ao que ganhar eni outra qualquerof-
    licina, com tanto que aejiin peritos e bem
    comportados.
    Jos Luiz Pereira da Silva, moradot
    desta comarca de CoianiU, engenho Miran-
    da, previne ao publico, que nao fa<;a transae-
    Cilo de especie algum a, com dirrerenles ha-
    Iras, aceitas por n le a Manoel Martina da Ni-
    niz, tamhem morador desta comarca, povoa-
    cSo de N. s. to ()', visto como laes lettras
    silo destituidas do toda vallidade, por ter
    sido nullo o contrato de que estes dbitos
    resoltaram. Goianna 18 dsubril de 1857.---
    Jos Luiz Pereira da Silva
    O abaixo assiguado avisa aos seus fre-
    guezes, o ao publico em gorul, uu Dativo
    Jos Je oliveira, deixou Je se'r s" caixeiro
    desde o dia 23 do corrate Recife 28
    bril de 1857.Jos Ricardo Coelho.
    - Arrenda-so o engenho do animaej de-
    nominado Canialeao do Narte, Silo a mar-
    gara do rio Una, meia legua abaixo dafo-
    voacao d'Agua l'reta, com bastante terreno
    para se criar boas safras, tnuito bum cercado
    para animaos, ptima u-oeuda e vasos neces-
    sarios para o cozimeuto do assucar, com
    casa de purgar para mais de 6U0 pes, casa
    de bagaco, formas e lodos mais objectos in-
    dispensaveis pa.a o engenho, Iros sitios cora
    casas ue ledas para lavradores, alm de urna
    cozmha de tellia |unto a de viveuda : quem
    o pretender dirija-se ao seu proprielarlo o
    coronel Zeferino da Cunta Bastos, no enge-
    nho Algrele, junto a niesma povoae/io, ou
    nesta cidade ao lllin. Sr. Antonio Loita Pe-
    reira Bastos, rua da Cadeia 11. 17, primeiro
    andar.
    Precisa-se de urna ama que saiba en-
    gommar, co/ter e que seja fiel, para urna casa
    de pouca familia, a qual se dar' bom orde-
    nado : na rua do Vigario 11. 19, se Jira quera
    precisa.
    Aluga-so o armazem de 3 portas da
    rua da Praia n. 34, perieuoenle ao patrimo-
    nio da Ordera Tercrira de S. Francisco: tra-
    ta-se no iargo do Carmo n 16.
    iManuet Antonia da Silva, estabelecido
    na rua das Cruzes de Santo Antonio, por ha-
    ver mais de igual nome. daqui e:u uiaute se
    assignara Manoel Antonio da Silva llanos.
    3000hilheles 5;000 ll:000-ll"0
    20 por cenlo 3:600.-000

    1:00-S)IIU
    1 premio 5.OUO7
    1 dilu 1:5009
    1 dito 5009
    2 ditos 200 iuo'; 4002
    4 ditos *0ir5
    <; ditos 50-) 300|
    15 Jilos 20. 300S 3003
    30 ditos lili
    11 U> ditos 5S 5:7009
    1200 2400 1440i)s
    \ '"^ \ 89
    TS m '& '"a
    3I00
    ;i hesouraria das loteras, 11 do Janeiro i'e
    18o7.0 thesoureiro K Antonio ue Olivei-
    ra. Ai'provu.
    Palacio do governo de Pernarnbueo, 1C de
    Janeiro de 1857.s- de acedo --Confoime,
    Antonio Leu Pinho.Jos Januario Alves
    a Maia, escrlv.'to.
    fTecisa-se Je um oliicial le laraanquei -
    ro, paga se bem : na na do Vigario, ler-
    ceir auda daacasa n. 10
    ~ m-'j,.^., _. ... ;
    mwmmw especial
    CONTRA VJB-iRISS,



    i
    3
    -
    :.'
    * r [iir.i.io ,r \.....-::,. J.(. ,|n Ollfeira, c-
    pharmactotlCD na cid.de ile a.nlu,, e etpolo
    i> venda Cora eoncewSa Je S. 11. o luipera- &
    aV dur, pela tegoinla parlara: w
    S. M. o linpera.lur, allendcada ao qfle V
    > pri-piiiuu A......no Jos .le Oliveira, pluruia-
    ' 1 ciilic.i ettabelreido na ci.lue de Santaa, e *
    * an que iuf.irm.i.i .. preaMenle da jnnU 1 anlral *
    , "a bytl..... publica em da), de 20 de abril W
    Blllmo, ha par l.cn couceder-lhe lieei.r^a nara S
    * qu poau vender <> naropa da ua cniapiw^So -
    e.nlia vermet, eoja rurmiil.i un examinada *'
    B pela rafenda preti lente, pira sua salva-
    guarda " Palacio
    :
    AF1SO.
    Antonio Lopa Pereira de Mdlo. fa/.
    scieiiii aos devedorca d.i loja da rua da Cadeia dirigida pelo (nado Ale\.iii do Amar.il, que tein inm-uido 9 |n /.,
    para si o embolso ate o lim do imv de
    maio do corrente anao, lindo c*\>-. s-
    tiiiffara ao sen procurador para asta ia>
    ceher judicialmente, certoaoe m d-ss.i
    dala em diunte, nao lera" COBtOSSpBl
    cotn pessoa alguma; por iso pansMK
    com lempo lufliciente para depoM paas l> -
    ver queixa. Recife 2."> de amI di- IS".T
    Antonio Lopes Pereira le M.-lln.
    Precisa-se oas ooatoraini pava
    lazer colleUs: na rua da Maslra de mh
    n. .'t(, piimciro andar
    f" ao ruiuci.
    J^ No armazem de fareudas^ baraus, rna do yf
    Collegio n." 2, f
    M vende-se um completo sortimento da fa- 5
    I zendas finas a gross, por nais barato
    I preros do que em outra qualquer parte, |
    1 tanto era porcocs como a relbo, alas-
    j can.io-se aos compradores um s preeo 5
    f para todos: este eslaueler.imento abri-!* 5
    ^ de combinarao com a maior parte das ra- 9
    B S.TS enramerciaes nglezas, francezai, alia- V?
    p maos e suissas, para vender fazendas mais H
    ira eoiita do que se lem vendido, a por *to $'
    ^ oflcrecam elle maiores vantarjens do qua I
    | outro qualquer; o proprietario deste iti-
    M portante esubeleciinento convida i iodos -S
    5 os seus patricios, e ao publico em Rersl, t
    ,:,? para que venham (a bem d,s seas mis- w
    s.k!) comprar fazendas baratas: no ar- j
    $ mazem da rua do ColleRio n. 2, deAn- I
    5^ tomo Luiz doa Sanuis & Rolist. '
    tmaor. .:. : ns.
    Piecisa-sede una ama de leile, forra
    ou captiva : na rua do Hospicio n. 3t.
    i'roci i-.-se de um criado : na rua 1I0
    Hospicio n 0.
    Precisa-rada um moco de 10 a 12 an-
    nos pira ac->mpanhar um ceso veie.- na
    semana : no pateo do (armo n. 6, casa
    terrea.
    Traspissn-.se o arrcndimcnlu d cn-
    S?nho Fresenndim, na freguezia do kflBa>
    l'reta, moente e corrente, o qual ainda fal-
    tum 4 anuos p.ira s* lindar, ora to-lo.s os
    seus pertences, como sejam 23 escravos de
    servico, bois, bastas carros, rerraraenUs e
    ludo mais que he preciso para o man- 10 do
    mesmo engent.o : a tratart com Anomo Jh-
    se Rodrigues do Souza em seu escriptorio,
    na rua do Collegio 11. 2t.
    lotera do
    i
    Precisa-se de um ama, que saliendo
    cozinhar e engommar, ludo com perleico,
    queira ir para a cidade de Nazarathj disiaue
    dcsla praya 13 legoas ; quem confiar, ap-
    pareca na rua do viucimadu, loja n. 8, para
    se tral do ajuste.
    tl.e.i ;i..
    Precisa-so ile urna ama capas para smen-
    te andar com urna crianca de id meses, para
    o que se llie dar bom traiainenlo : na na
    de Horlas n. 140, sobrado.
    Quiota-feira, 23 do corrente, fugio de
    casa do abaixo assiguado um pelo ue na-
    cdo '.iigoia, c.ir fuia, representa a primeira
    vista ser anida moleque, mas he pelo de 30
    a I!3 anuos, secco do eorpo, cara magra, com
    pouca barba, s na poata do queixo ; levou
    calca branca, camisa de risca.lo, palito de
    risesdojs usado, chapeo do pallia ; cbama-
    se Jos Uoleque,porque primeira vi-la pa-
    rece-o pede-se a tojas as aulorida tes po-
    liciaes, eapitSes de campo, ou pessoa parti-
    cular, por quem possa ser apnrebendido, de
    o trazerem a casa ue seu senbor Manoel An-
    tonio de Jess, na 1 ua larga do Rosario 11.
    i, padaria, que serSo generosamente re-
    compensados.
    O padre Jos Leite Pitia Ortigueira,
    na qualidade de testamenteiro de seu li-
    nado irmao Antonio Leile Pitia Orti-
    guetra, previne a todas as pessoas i[ue se
    julgarem credoras do dito tinado, que
    ten Jo ciado principio no inventario dos
    liens que deixou, Ihe devem apresentar
    seus ttulos de dividas, para seremdescrip-
    tos e attendidos no referido inventario,
    un de se nao queixarem para o futuro.
    Na rita estreita do Rosario n. 50,
    primeiro andar, precisa-se anda de
    tima ama de meia idade para o servico
    interno a tratar 110 mesmo lugar, de meio-da a's
    t horas de tarde.
    Arrendain-se as olarias sitas no paco
    po Ciquia : quem as proteo ^r, dirija-se a
    draca da Independencia ns I9e2i, que se
    dra com quem ha de tratar.
    ';:;: '.":...": ':::;':; ">OOr i
    *'J O bacharal Jos Joaquim Gaminiana da gSfl
    nos termes do arl. t> do regulameno de 22 e""' "''
    E*|iera-s8 por -'les dia dos parios da aorta,
    l>r SAN SALVADUK, ronuuaadaule A II.
    les Kibeiro, em rcuimenlo para o purto>
    o va-
    Pr.n-
    |a
    dejunbo de iSoG. o referido cuuiiaio anuar
    ra em praca por 30 das consecutivos conta-
    dos o 1." de abril pro.iimo fuluro em dan-
    te, e sera arrematado no dia 30 do ilo mez
    de abril, a 1 hora da tarde, peranle a tbe-
    soura ia. (is pretendentes comparei;am cotn
    seus fiadon-s legalmente habilitados no lu-
    gar do costume.
    Secretaria da. thesouraria do fazenda de
    Pcrnanihuco 2 de marco do 1857.O ollciel
    maior, Emilio Xavier Sonreir re Mello.
    - Pela nspeccao da alfandega, se faz pu-
    blico que no dia 4 de maio do correnle au-
    no, depois de meio dia, se bao de arrematar
    a poita da mesma reparti(,i0, sendo a arre-
    niaiaiolivre de direitos ao anematanle, 4
    caixas da marca FL n ^40 a ai3 c intendo ca-
    da uma 30 pecas de chita larga, ao todo 120
    pegas com 7U33 m/C130 varas sing-las do
    27 pollegadas, 434b varas quadradas, avalla-
    da em 550 reis cada uma vara, total ....
    2.3875000 res, viudas do Havre pelo navio
    piche
    gencia,
    ua du Tra
    de largura
    ilo diminuto preco de 600 rs. a vara: na
    rua io (jueimado n. 2-2, na loj 1 da boa fe.
    Barato (tit aainii
    Vendem-seborzeguins rrancezes, de lus-
    tre, novos, pido preco de 8?500 cada um :
    ns rua do Livramenlo n. ^9
    Ven le-se uma carroca o um boi man-
    so, gordo : a tratar as Ciucj Puntas, casa
    n. 148
    Vende-se no deposito do largoda Ri-
    beira de S. Jos 11. 15, e ni rua do l'augel 11.
    48, superior queijo londrino a *0n rs. ali-
    bi-.., bolacbinhas Italianas o francezas, ditas
    linas, tanto da trra co lio de fra, ludo por
    raais barato prego do que em outra qual-
    quer ; arle.
    asio <*; J.e os, na rua do Trapiche no
    ilecife 11.17, lem para vender o> seguintes
    ..'eneros, e por preco o mais commodo uno
    for possivel : lijlos de marmore 'e 10 pol-
    legsdas, quadrados messs redondas, tu las
    de marmore, de elegantes gostos, para Pieio
    desala; peJras quadrilongas de dito, lisas
    e com recorte, para coosolo, aparad .res ou
    commodas, pudendo algum s dellas ser vi-
    retn para cami :.s de sepultura ou ad >rnosde
    catacumbas; com
    par lerem as dim
    priadas para islo ;
    -
    J
    O
    m .Morae. Navarro declara mui riprmoiiiuull
    ' i|ue ninsueio elija poralgam recado aa
    '.? eeripl ein en nome, apresenlado por to-
    dn qnaiqoar peana, padindu dinheiros
    ' empre*tadoi, fazairdaaaaalroaaeneros de
    -..I '"J 'i-1.....poraar M'o ; e mo se rispen-
    l..-a absolataaienle, e qoando o luja
    f de fizar aar tempre peHaalmenle a nunca
    por outro.
    Precisa-se alugar ura preto para fazer
    O ServirjO de lima casa du pouca familia ;
    prefere-si escravo: a tratar na rua da Cruz,
    armazem n. 40.
    Iir. C. P. Muller retira-se com sua fa-
    milia para Europa.
    O padre JoSo Marti ns Cardogo, padie
    Antonio Fernn Jes de Paiva, Bernardo Mar-
    tins Cardoso, Judo llar ti ns Cardoso e Juvc-
    nisno Peixoto do Reg, retiram-sc para Eu-
    ropa, levando em ^ud companhia um criado
    Je nome Caetano.
    Ofterece-se um rapaz para caixeiro de
    qualquer estabelecnnento, excepto fazen-
    das, o qual da fiador a sua conduela : quem
    precisar, annuucie para sor procurado.
    Precisa-se :e um f'ilor para tratar de
    um sitio: a tratar na rua larga do Rosario
    n. 37.
    .Muga-se uma ama que saiba cozinhar
    para casa de 2 esludantos; quem quizer, di-
    rija-se a rua do Ira.jcuc 11. 7, p.imeiro an-
    dar.
    Aluga-so um cria lo ou um moleque
    quesaiba fazer os servidos de uma casa de
    eslu lanles : quem quizar, dirija-se a roa do
    Trapiche ti. 7, pumeiro andar, para so
    [tratar.
    Oforece-se um criado

    Y ,V
    DA
    o
    r<"&
    Os
    biizes bili< tus ru-
    bricados peio abiixu assig-
    ii.-idu, continuara obter
    premio g-randes ; sen lo
    agora veuditios os seguin-
    tes, ti, terceira parte da
    sexta lotera do Gytiutasi.
    1050 5:000$3 quartos.
    5561 2:000$meio bilhete.
    1391
    5285
    35 H
    2717
    2917
    1579
    r>~>~ 1
    2403
    Mili
    A
    enfo
    W0$dem.
    200$bilhete.
    200$mel billictc:
    I0l)g quartos.
    100$bilhete.
    50$i quartos.
    5 ';:neio bilhete.
    50$ quaitos.
    50$1 ditos.
    r
    !,
    ttiu i!i> Janeiro, em H r!c ja-
    neiru .! ItCi. i.aiz Pedeira do Cuulo fc
    rerr -.:. %
    Na praUndemos rev5tir no iioso rema- I
    11 as ampaiarlM tilalu c imaginarlaa viiiu- S
    i's, e aSHio illuilirroiM a cradalMada e liua f (H
    do ihiIiIigu ; o leiu.-lin i,us uiiereceinos, sa- Qj
    = raulidd ei.in a iiorlana du overno Imperial, *
    * he n resallada de laucas .-...encunas iaaa) &
    9 v.iho pratioo, he n.ia prepara^aa porasaania S
    * vegetal, e poderoso remedio contra ascrides *
    irmir-ulares e lombnocoiics (loiobneat,)
    ? prampto femare certa em eus elleitos,
    .* runiei\,.i..:,i :.,.,.i ...v.: Jaridoara, >eat in- M
    cciiv- ii-.-ii. i;i. ,11 i.-ii.( ,r 1:1a ; he e fcil e sua- &
    * ve appliciien, j^' |.,l;is |;.., uims .luses que t
    I >e ampreeam, ej' pelo RdMu aaradavel .ue Bl
    1 in. (I* allaalailM qoe lemas le disUnetoa
    * medico", e cartas de peasoas pariutares que b
    v te me I learam ^ ii, >eus lino* e ramuloa, l- I
    i.ini a luperiori :.i l daate aaUuUmintiea A
    . ;>ro (e 'c. ate li.ije evnbecid -, leuda asmis 6"
    t a vaiilasem de afta pradaaii irrilaeSo. Cada HQ
    -C vldn v o envoltu eui um ini|iies-o."eii|ihcan-fe;
    ; do .1 inaaeira le applicar, aeaiioda aa idades, %
    ;?> e a diela que deve li-r-s.. \ en le-se u.i rua 8>
    ti * des |J( Dadla*, nico depasilo ealabelerido ff
    J} iifst.. corle, a em Pernau buco, auieo depa- (;
    5 1I0 na rua da Cadeia do le. il'e, botica do ^J
    | Sr.,Ailonio Pedro das Nevee. m
    *lay#ag*a>0 &
    C0MLT0W0 HOMEOPTICO
    DO
    Dr. MeDo Moraes,
    DO
    RIO DE JNEI&O.
    NICO
    deposito em Pemambuco, na uadoQuei-
    mado 11. 7 armazem
    de fazendas de Joo Josi: de
    Gouveia.
    Neste estabelecimento se encontra sempre
    11 m completo sortimento .le carleiras homeo-
    pathicas de 12 al 12* glbulos, liem como
    carleiras com tinturas e 12 al CU frascos,
    sendo to'ios os medicamentos preparaco, e se vender por precos mullo
    mais haisos (loque os preparados aqui.
    Tambcm se vendem ncsie estabelecimento
    o repertorio do medien liomeopathiro a
    6; rs., e novas praticas elementares a *o rs.,
    publicadas no Itio pelo mesn.o autor.
    PRODUCgO'ES LITTERARIaS
    no
    Dr. Mello Moraes
    o
    Dlio de Janeiro.
    Physiologia das psixOes, 3 volumes lOjOO
    educador ua moeldade brasileira, 1
    volumo ........
    Cusaios corographicoe, 1 volumo..
    Memorias diarias da yuerra do
    Brasil, i volume...... 49OOO
    Tambemse recehemas assignattiras para
    a sua ultima produecSo lillerariaOs Por-
    tuguezes pirante o mundo -2 volumes :t)0U
    rs., avulso tti>0(.
    ItOYAU HOTEL'LONDON.
    0, newbridge steel blackCrian
    Jlon-M'ur Polydorede Keyser a 'honnmr
    d'in elu de repreudre l'botel Koyal a Londres,
    lenu avec lant de sticces pendant 15 aos
    par son pre, inr. C. de Keyser L' >ottl vi-
    eut d'tre enlierement remeubi etle nou-
    veau pr.iprietaire s'efToreera, tantpar l'exac-
    tilude du servici, que par la 1110 licil du
    nix, de mriter la conflance de messieur,
    les voyageurs. Loudies, le ler. ianvriel
    1857
    ..-. .'OSJ-y-.-O tQmss .
    '''
    i
    iirOOli
    29000
    neiro.
    AOS 20:900,-, lOHMNf E V:000$.
    I\a praoi da Indcxndi:nca loja n.
    40, acliaiii-se a venia os noves billn l< -
    vmeios da lotera i I- para ai obra |mi-
    lilic.is de \'icl iiiliy, a r-ual clevia correr
    a IS do presente, fia lis-i-s < ipenMHi |>c-
    lo primeiro rapos : os premios sartal im-
    mediatamente rni;ns ecn a mram loja
    cima de conformidade aos noMos aa>
    nuncios.
    Precisa-s" do uma arra para Indo o ser-
    vieode una casa de familia na rua Nova*
    sobrado 11. -2:1, secundo andar.
    Til Dr. Igaaeio Firmo Xavier faz publi-
    co, que inudou sua residencia para o seu fi-
    lio na Pasaagam da Magdalena, que! lica un
    norte da estrada cutre a ponte grande e a dn
    1-hora-menino, e ah tem preparado um
    casa de saude com todo* os commodos pira
    < Iratanicnto de escravos, cujos sennores
    residan fra da praca, ou que no os pos-
    sam curar eai suas proprias casas : quem
    para islo quizer-se utilisar de seus servicos
    mdicos, que serie desempenhados com o
    maior arto, dirija-se ao patc. do Carmo n.
    i, primeiro andar, ou no referido sitio da
    Mag alea. Preco2>00odiarios-exceptu-
    ando conferencias, sauguesugas e o pea-
    cries.
    I
    : 1
    Botica
    Zf
    o

    c,cMiTfll(iomeoi'>ittuicae
    EM PERNAMBl CO
    IX) IIK.
    J SABINO OLEUAIIIO L. PIMO.
    Ba de Santo-Amaro Ai 1111-
    \- do-Novo; n. (i.
    Vf Nesle eslarM-leciinenle eii-lem os medira-
    ,3 inent s m-is .. '.. '\.... :- aot clima, da nr-
    . le, prepralos com a maior li^ilancia |la
    * prejKlelarM.
    . f Bauteea aadleaajtaMaa preparados no Rio
    . ia.i.-ii.. queet eeaaaaa r".r preco bai-
    " ios, mas nao e erante sua cflicacia.
    <. A et* rieucia tem .Uanon-trada aue ee
    medeaaaeatea aqu preparado, predateta .
    y melhor <-ffnio. ca i 1- provincias do norte, '..'
    \J UJ 1ue u?; da- os qoe ven de foca.
    1 (>< precoa tt Bioa, aaan mais caro, roe
    ':( serem melLorer, os preparados em Pernam-
    V^* buen..
    ..} TUESOl'RO IIOMEOPATIIICO
    (IL"
    Vmle-Mecmm
    DO
    IiO.>K??ATHA
    PEf.0 IIK.
    :;; SABINO OLEliABW L. PIMO.
    '3 Esla
    na hntica
    por
    (ios J
    u U>. ^' 1 recebul
    apenas sahir a '. sh reral,
    i. 1 ni f ., i ''a t-,
    orn tiro tininr, i tu*
    o consultorio
    HOMEOPATHIGO
    i)0 OUTvjU CASAtNOVA.
    2S. Ba das Cruzes. -2S.
    i;a
    ad
    pan casa cs-
    procure na tra-
    dira a pessoa
    [>t sd inri
    o Dritrue nacio-
    Sefftie .-in pouCOS (lias
    nal llli.hA, tem a maior parte da car; ja
    trangeira : que n pri cisar,'
    niscrlpQOes o;; sem ellas, rosas das Cruzes n. 22, que se
    uses e grossuras apro- O abaixo assiguado faz ver so rospei-
    pequeiiiS pias ne. dito I tavel publie 1 que u -r. Manoel JacniLo de
    para agu hea, p .1 a i--e]as ou capelln ; souza Tavares, deixou de sor seu caixeiro
    uegra i& de dito de e 14 palmos dj compri- desde o dia 25 do correnle mez em dante
    meuto, para soleiras ou e-cadas; cadeiras Francisco J >s da Costa Kibeiro
    genovezas mu,lo leves, lo-, s e de b im gos-l Ainda se precisa no sobrado da rua de
    0
    -

    9 Tam tempre o., mais acredtales medica- i
    ' menlos cm Unturas a 9 lame em conta, pnrm venieiu-se nmpre .
    K maia caros por serem mallo mni, taparioiea
    8 aos qoe Mo preparados do !io da Janeiro, a ::.
    t que se vendem netla prac.a : quem davldar :.
    '1 Veja e eaparimente ana e oulroa, e lic.ir cvii- ^
    ^ vencido do 'joe avaiiran -.
    i _>.'-. UM ... 8* -o"
    :i\ -- S loja da la do Crespo n. Z, de V
    *avf portas, ha para veuJer tapetes da n .1
    , ia!idade iiue 1 ::i vinJo a este mercado,
    proprios para en la pelar sala, ou akalifai
    igreja: vcndc->e a voutade no compra r,
    tanto em pecas como a cova ios.
    pra-
    .1.
    ;in
    ' QC-3 ..:......:
    3 ti reeereu vicario da Lu convida
    '-*-" la praca, ou fora dell:
    enlalhiidoi i conheci
    lomar ronla da nina de
    .- .-
    .....
    i..Lt'ni :',-. ofile I
    r ipacidade, para '-'
    la a enlalh 1 da
    clie n. o, primeiro andar.
    .
    C. J. Asllcy & Curapanliia faro leilo
    boa na barca porlugueza Cariota e Amelia,
    tem uma earia nc escriptorio de Francisco
    Seroriano Rabellot Filho.
    Precisa-se do um pequeo de 12 a 14
    anuos, que saiba ler eescrever, para dedi-
    car-se a pliarmacia : na rua Direita u. 31.
    pr
    l;ree;sa-s:: um peitienopa.a o ixeiro, v.-^., .:;.;:.: .-; ;
    hrasileiro ou ponuguez, cum Unlo a, ti,"i ___,),,., :.. _.. "
    estg sugeitoP. febro amare..., J. ^ ffi de sob^ STJffjXZ ST ~
    \t,, ..^ .. seja tai boa 1 ua, dirija-se a obra em tons-
    noTatuouli'TlVon'l" qU,laDdtlr3' '-| t-ccao entre o becccl do-unlia e od^u-
    MMiU U trEMA lO
    BE JfEO.
    os 24OO> ', 0,(^0;;,
    4.000., e 2,000.?. r
    tos
    Desde ja eslAo eXpo
    n.:'.:'. da 1 r.-na da Intl
    bilhetes da 11 lotera .! is obras p'i'.ii
    c lade de Nictheroy, extr.lndi
    corrente: as listas es
    a venda na ;|oja
    ii'Cia, os novos
    c is da
    18 do
    "' que vira i | L'lo
    I vidor, aornle achara com quem tratar.
    vapor sardo Viclor Emanoel, o qual chega-
    ia aqui ale o lim do presente mez.
    Precisa-se de um feitor ue campo que
    seja sjlteiro, tenha pratica e C coui. ci-
    mento de sua pessoa : a tratar no engenho
    .Novo de Uuribeca, oa na rua do Colleuio n.
    25, primeiro andar.
    .-,
    '?
    ii

    O
    o
    preciosa ..lira contina a venier-se **
    .1 reertral, a lOaUll en brochara e ''
    70 HfflfH rinridaraaaW O
    ^J:...-..-':. 'O&OGOSH*
    c. srum k c-
    rnspeitosamenta nnnunriam, quenoeu rx,
    tenso estabeleeimenlo, ero Santo Amin.
    coolinu'a a fabricareaa a maior perfeijao
    e promplidao, toda qualidade de marliial-
    mo para o uso de agricultura, uavepac-iu c
    manufactura, c que para maior corr.mo.l" de
    seus numerosos (regoaaes do publico em
    goral, tem aberto em um dos grandes arma-
    reas do Sr MeaqaKa, na rua do ilrum, aliaz
    do arsenal de mariuha, um
    DEPOSITO DE 51 ACHINAS
    construidas no dito seu esuliclecimrnto.
    .ili aiharao os com-iradorcs um romideto
    sorliin.-nto de moetvdaa de canoa, com lodo
    OS inelhorametitos ai-mu driles novo* e
    originaes a qoa a experiencia le muitns an-
    nos tem mostrado a neeessi l.nle. Marhinas
    de vapor de baiXa e ;:'.l 1 prsala, tarhas de
    todo lamauho, tanto batidas como fundidas,
    carros de man ditos para ronduzr f.irmas
    de assucar, machinas para moer aarttoaa,
    I 1. s liara dito, linios de ferr.i Iti'n
    para rariuha, arados de ferro da mais p>r.i-
    1 eonstrure-.o, luu l.,s para ahn.biqaes.
    Mi] '-" porl a -ara !' ,1;, -.W, .>, e uma ;nlin.-
    d ede ubi 1 .de I nu, 11 :, sera cnf.i'l'Milio
    '.....; 'n'-r- S > mesmo osito cuase um
    pessoa iiilelhgeiitce habiliU4a aa ra Masfeaf
    - *S eilCOi! lii.-n I;;.-, le., i le ,
    annun' mies man 11 um a capacioaeta de
    '''> oficinas a machinM a pericsa ala
    seus olliciaes, se eomj rometlem a baai i'\.'-
    cular com a maior presteza e -.li-n-io, a
    exarla Couforffiidade com os 1:1" lidies 11
    lesenlios, e insuruccO s que Iba lorem lor-
    necidas.
    UUtetef de vi
    laravaaa aa e laapriaaoaa as raaa ^evM|t hdheirs
    da Vlsil.f, Itltras de coiii'i'i.'i" r 1. loo*.-l 'I >i
    altocatlgra:.I.:r., r. .1-1.. -, Muidla- 1 ue-
    senlios. Al.....:.--!' linio--, -nifl,-, lal.l. a l..|no .*-
    ce '"iii.i mu releva, an laaeatai eaaa r!|ect- .ir.. ..-
    e prala. Fazem-aa rttaM Itoaat S oiuioar 1 are
    bordaSaa de UbjMaitlte. AdenMa-aa a aaaass ue
    ' |uae^quer M i r.i-.i .'e Ita li ^rem a
    ; conteni d iiesMi.is que > ev uninriidarrae ; ejueaa
    prelen.ler mja-ee a qoa'qurr dr.le I uatea : aa
    bairra da it a Madre da lieear..!^, |.u-
    iiieao andar ; aaa S.nlo li.lonin. aa liviana r.ao.ca
    .u.i aleo do 1..... li.i 11. -' ; as Cinco ('oblas, mIii-
    0 o* qu.ua cuufroule a uialri: nota.
    r
    MUTILADO
    ILEGIVEL



    DIARIO DE PERNAMBUO, QUINTA fEIRA r. DE ABRIL DE 187.
    ^^jw^>-___t
    * "M*0Jar^^W*5W*%.'.W*"^aWV^-"- i
    .| i. :i(it as preciosas- |

    I Aderezo de aniante, ^
    ij diamntese polas,pul-
    1 ve ras, aluncles, brinco ,?:
    i e rozelas, bntdet e anneis *<
    dn diOcrenlesgoslosede ^
    ? diversas pedrade valor. <*
    # *
    *j Compram, tendm ou *
    J tioeamprala, ouro, bri- S
    1 llianes.diainanlesenero- $
    * bu, e oulraa quaesquer *
    J juias do valor, a dinheiro ^
    i* ou por obras.

    "Vcode-se
    flMRMK 1
    UJA UB OtlRIVSg
    ua do Cabuga' n.
    7.
    * NBWMW
    OUROEPtlATA
    ^ 8
    a Aderemos completo de j.
    n ouro,ineiosdilos, pulcei- *
    * ras, alneles, brincos e i$
    ^ rozelas, cordoes, trance- ^;
    3 lilis, mtclalhas,correles *
    * e enfeites para reloaio, e
    oulrosmuilosobjecloade |
    i-a ooro. :?:
    *> Apparelhos completos, +-
    ropa as obran do mais | *.ptu, para ena, tan-'
    iecebeii, por to-
    dos os vapores'la Bu-
    moderno gfosto, tan-
    to do f > ;ca como
    dejas, salvas, easlicaes, >
    ; colheres de sopa edechn, j
    * e muilns outros objeclos ^-
    ^ S** : t I + +>. ;?.:888SS
    de Lisboa, asquaes se
    pre$o coui
    costumam
    C0HS0LT0R10 HDMEOPTHlCO
    1% Oinle seacbam sempro os mais acreditados medicamentos, tanto em tinturas como
    ein glbulos, e preparados com o maior escrpulo e por precos bastante commodos :
    HUECOS FIXOS.
    tubos grandes. .
    Botica d
    Dita de 4
    Dita de 36
    Dita de 48
    Dita de 60
    10/000
    150000
    203000
    '255000
    309000
    1S00O
    2000
    Tubos avulsos a.......
    Frascos de linturradcmeia onga. .
    Manual de medicina homeopatluca de Dr. Jahr com o dic-
    cionario dos termos de medicina ........ 209000
    Medicina domestica do Dr. Ilenry......... oooo
    Trata nienlo do cholera morbus..........' 2/000
    Reoerlorio do Dr. Me lio Moraes t ...... \ '. 6*000
    l
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    urna linda mulata moca, boa engommadoi-
    ra e exccllcnt arranjadeira do una casa : a
    tratar na ra do Crespo, loja de chapeos de
    Maia limaos.
    Barris vazios.
    Na taberna da na da l'raia ti. 20, vnde-
    se urna porSo de barris vasios, om bom es-
    tado, e proprios para mel, por serctu quasi
    todos do asalte doce.
    Bichas de Hamburgo.
    No velho deposito do bichas, ra estrella
    do Rosario In. it, recebeu-se 4 viveiros de
    bichas de llamburgo, e est retalhaudo a
    eSOOO o cento, e em porgao por menos.J
    Vende-se carne secoa de liuenos-Ayres
    a 19 rs.. de Montevideo a 4/500 cada arroba :
    na ra da l'raia n. 4.
    Vende-se a taberna sita na ra da Sen-
    zala Nova n. 22 a tratar na mesnta.
    Vende-so um pequeo sitio no lugar
    do Barro, onde morou o fallecido Manoel
    Pachpco de Rezende, em trras do Sr. coro-
    nel Manoel Joaquim do Reg Alhuquerqiie.
    com urna solTriv?! casa cubera de telha, to-
    do cercado, com muitos ps delimociroj
    juntos cerca, com bastantes ps de fructo:
    quem o pretender, dirija-se a Narciso Jos
    da Costa l'eeriru, no pateo do Carino, ou a
    viuva no mesmo sitio.
    Vende-se um escravo dinamo, de iJa-
    de 30 anuos, de bonita figura, para lodo ser-
    vico : alratarnarua Direita n. 91,primciro
    andar.
    Vende-se urna escrava crioula, de boa
    figura, com 25 annos do idade e de habili-
    dades, quesedesenvolvoram sem muito cus-
    to ; nao he nina perfeita mocamba por n3o
    ter sido applicada, sondo ella do serto, on-
    de pouco apreco se da a isso : quera a pre-
    tender, dirija-se i ra da Madre de Dos,
    leja n. 34.
    Vende-se on permuta-so o snhrado de
    um andar. 49. sito na ra Imperial, canto
    da trayessa do Lima, por oulro sobrado no
    bairra da Boa-Vista, que tenha commodos
    para grande familia, e volta-se a quantia
    que^prra/.oavel : quem pretender, entenda-
    seoom o desembargador Santiago, na casa
    defca residencia, na roa do Hospicio.
    Peonas de ema, cera de abelha e de
    carnauba. I
    Na ra da Cadeia do Recite, loja n. 50, de-
    fronte da ra da Madre de Dcos, ha para
    vender os gneros cima, recentemente che-
    gados, por precos razoaveis.
    Vende-se urna carnea em bom esta-
    do : quema pretender, dirija-se ao Campo
    Verde, primeira taberna, ou no Corredor do
    Hispo, no sitio da Sra. viuva Lacerda.
    Aeneo!
    Vende-so uin cavallo gordo para carro- Vende-se a verdadeira grasa ingleza n.
    ga ou cangalha : na ra do Pocinho pur
    detraz deSt>nta Thereza, casa do Tranca.
    assa de toma-
    tes.
    Para liquidar, vende-se na ra do
    mado n 35, em latas de 2 libras, por
    muito barato.
    Qufii-
    prc;o
    m
    O

    A
    Superior bolacha viuda iillimamente de
    Trieste, com poredo e em Libras a 120 rs. :
    na ra Direita n. s.
    Chapeos de fel-
    tro t bonet de cabello pa-
    ra IliClliiKiS.
    Vendcm-se ricos chapeos do teltro para
    meninos, enl'eitados com litas e plumas, pe-
    lo baralinho prego de 3s500, bonetes multo
    lindos de cabello a 23 rs. : na ra do Quei-
    mado, na bem conhecida loja da boa lama
    n. 33.
    Vende-se urna escrava crioula, moga
    e de bonita figura : a tratar na ra da Ca-
    deia do Recife ti 2.
    Sola de iiualidsde especial, vende-se
    no armazem do caes do Ramos, de Francisco
    Figueira dcSaboia : a tratar no seu escrip-
    lorio, ra de Apollo n. 5.
    Charutos
    na
    de
    97, dos afamados fabricantesDay & Mar-1
    tin, em barricas de 15 duzas de potes:
    em casa de James Crablree & Companhia,
    ra da Cruz n. 42.
    Deposito
    de ripprinceza da fabri-
    ca de Janeiro.
    Vende-se a prego commodo rap lino,
    grosso e moio grosso, da acreditada fabrica
    cima, ebegado pelo vapor S. Salvador
    ra da Cruz n. *9.
    Vende-se,por prego commodo,superior
    vinlio do Porto em barris de 8." : na ra do
    Trapiche n. 14, escriptono de M. A. Guerra.
    Em casa deiiienr. Bruna o< Companhia, na
    ra da cru/ u.10, vende-secognaceiiicai).iulias de
    d usia
    "^3 #> M
    na
    1
    de Hava-
    eni casa
    & C.
    -~ i~ '-.
    s
    Mailapolao fino e ordinario, algodaoziBhos
    encorpadns, com pequeo toque de ataria,
    vende-se barato : no armazem de fazendas,
    de Jo3o Jos de Couveia, ra do Queimado
    n. 27.
    i iaeliiuismo pa-
    tente inglez
    Osnelirores relogios de ouro, patente in-
    6lez, veodem-se por precos razoaveis, no
    escriptbrio do agente Oliveira, ra da Ca-
    deia do Recife u. 62, primeiro andar.
    NADA HA M\IS BARATO-
    Meias pintadas para homcm a 140, e me-
    nino e meninas, a 120 : na loja da ra dos
    Quarteis n. 24
    o Sedas de qua-|
    : veudem-
    C. *. Astltj
    Velas de spertifac|te ame*
    ricaiMS.
    No esciiptorio de Domingos Alves Ma-
    tlicus, na ra tle Apollo n. ha para
    vender em lotes a vonttfde dos compra-
    dores, muito superiores velas de sperma-
    cete americanas verdadeiras, por mdico
    prero.,
    Sellinsjp relegios.
    SELLINSeREI.OCIOS de patente
    inglez : a' venda no armazem de
    Kostron llaker i\ Companhia, es-
    quina do largo do Corpo Sanio nu-
    mero 48.
    MEIAS PttEfJt BE \lk
    e algodao pira padres.
    Vende-se cal de Lisboa ltimamente che-
    gada, assim como potassa da Russia verda-
    deira : na praga do Corpo Santo n. 11.
    TAI XAS PARA ENGENHO.
    fia (undipo de ferro da D. W. Bowmann na
    ra di lirum, passando o cliafariz, contina ha-
    dar um completo sortimeptoda taixesde ferro fun
    vido e balido de 3 a 8 palmos de bocea, as -uaei
    acitam-se a venda, por epre{0 commodo com
    promptidao: erabarcam-soucarrgan-se mear
    ro seimlospeza ao comprador.
    Emcasa de Saunders Brothers C. prag.a
    do Corpo San io u. 11 para andar o s uiota
    Ferro inglez.
    Pixeda Suer.ia.
    Alcatro de carvo,
    Eonas de linho.
    Esponjas.
    Drogas.
    Algodao lizo para saccas.
    Oito eutrancado igual ao da Baaia
    E um coaaplelo sortimetito da fazendas proprio
    para *ste mercado : tudo por prego commodo.
    Vende-se superior linbas de algodo
    brancas, e de cores, em novello, para costu-
    ra, em casa de Southall Melior iV. C.a, ra do
    Torres n. 38.
    Momhosde vento
    comhombas derepuiopara recarhorlaseba-
    ia decapim : na lundiraode D. W. Bowman
    ua roa doBrum ns.6,8el0.
    Potassa refinada em latas de seis
    libras.
    O antigo deposito da ra da Cadeia do Re-
    cife n. 12, lecubeu agora una porgao de po-
    tassa n finada de superior qualidadc, em la-
    tas de 6 libras, quo se vende por prego ra
    zoavel.
    Paos de pinho vermclho para mastaros.
    Chumbo de niuniciio.
    Folbas de cobre.
    Metal amarello e zinoo para forro, com os
    competentes pregos.
    Alvaiade do chumbo e de zinco, em p.
    Tinta branca de oleo.
    Papel lino de escrever.
    Vinbo especial do Rheno e do Porto.
    Roa da'Cadeia do Recife, casa de C. J. Ast-
    tey # Companhia.
    Oculos e bonetes
    de todas as quadades.
    Vendem-se oculos de todas as graduacoes
    com delicadas armages de ac, pelo barato
    prego do 800 rs. e 1;500, ditos com nrmagOes
    douradas e pi aleadas a 1920o e 19500, ditos
    com armagSn de bfalo a 19200, ditos com
    armagao de baleia a 480, ditos comarmagao
    de metal branco a 400 rs., lunetas de um s
    vidro redondas e quadradas com aro de bu-
    falo a 500 rs., ditas de dous vidros lambem
    com armagao de bfalo a 13500, ditas de um
    s vidro redondas e quadradas com aro de
    tartaruga a 19200 e l500 : na ra do Quei-
    mado, na bem conhecidada loja de miudezas
    da boa lama u. 33,
    (asaras e so- S
    breeasacas

    FRA^CEZ\S
    \ ndem-se casaras de p.nns
    QP e ile cores, todas forradas
    5 serta, como Ao trm viodo
    g cidn, a IHIJOOO cada om.>.
    Vi Sol.r.ciucas de pinna fin*
    $ 2G9IMNI e -jsyioo.
    (A l'alilns rte panno fino prelo, gola
    -? ludo, i it^m t -jnum.
    rroques .i<-

    fia* prelo
    baaaada* da
    esta m*f-

    prslo, a
    devai-
    peridades da pelle, conserva a frescura e o
    avelludatlo da primavora da vida.
    Afericclt.
    Scientifica se a quem convier, que a revi-
    sao de pesos, medidas o balances, principia
    do 1. do crrante a Andar no ultimo deju-
    nho: nacasadaafengao, no paleo do Ter-
    so n. 16.


    U (MKl.
    1 aulo ti.n^nout denliaU, ra Nova n.41
    na inesma casa lein a?ua e pon denlriliee.
    -..-
    e

    o
    *y IsJ' ti aja
    :.;:^0 OO G^OOwS
    Aeneo
    o
    R. C. Vates & Companhia: estabelecidos
    no Rio de Janeiro, na ra do Hospicio n. 40,
    vendo um annuncio publicado em urna das
    folhas de i'ernambuco polo Sr. Bartholomeo I
    I', de Souza, prevetnndu ao publico que o!
    verdadeiro xarope do bosque s elle he i
    quem vende,prevenimos ao mesmo publico, j
    que o uosso xarope he remcllido do Rio de
    Jrneiro pelos cima propietarios ao Sr.
    Manoel Alves Guerra, e este senhor fez o de-
    posito para ser vendido na pliarmacia do Sr.
    Jos da Cn:z Santos, na ra Nova n. 53, uni- I'recisa-se alugar um p
    eos por nos auionsados para venderem o embora seja bruto, para trabaliiar meiis-1-
    nosso verdadeiro, e mais prevenimos aos; mente tiesta typographia, datido-se o sus-
    senhores consumidores, que ha perlo de 5, lento : na livraria ns. 6 e8 da praca da In-
    annos os rollos collados as garrafas sao i dependencia,
    assignados por Ilenry l'rins, como procura-
    dores dos cima proprielarios. Rio de Janei-
    ro 13 de Janeiro de 1857.
    Barlliolomeo Francisco de Souza, len-
    do o aununcio dos Srs. R. C. Yates & Com-
    panhia no Diario n. 17, em que diz ser s- Insigne ador JoaoCactano dos Sanios,
    mente verdadeiro o xarope de bosque que Vendcm-se as lojas dos Srs. Jos ( ardoso
    se vende nesta c.dado na pharmac.a do Sr. Ayres, na ra da Cadeia do Recife. e Sr Jos
    Jos da Cruz Santos, onde lez deposito o ftagaeir de Souza ra do Crespii v?o-
    Sr. Manoel Alves Guerra, que recebeu delles(xirno |JOIlte 2 500 c a^oo, cifrme o
    propnelanos, declara ao publico, que nao pdelo o papel que he excelle.te
    duvida seja falso o xarope de bosque que, -^ mr ^^ ,; -k
    tamhem vende em sua bolica, mas assevera' _Ts5rl ImfWik B> ^P *P
    que elle he comprado aos mesmos Sis. R. j **-*-* 1 V V T ti El* ,*a1 JM
    ('..Yates (Si Companhia, do Rio de Janeiro, i,.i,, j.,i.i__ ,
    como provam os documentos abaixo : ,JST t,,f g,os de J.aS aS qua-
    RIO lE JANEIRO 8 LE AOsiO DE 1856. i,, '' ""'em .oculos P" todas as v.s-
    O Si. Bartholomeo Francisco de Souza U*' por Prec muit0 em c'"a-
    comprou a R. C. Yates & Companhia :
    4 dozias de garrafas com xarope
    do bosque a 545000.........2169000
    6 duzias de 1|2 garrafas com xa-
    rope do bosque a 279000......1629000
    ralos
    O
    o
    o
    cirisihos a
    *
    Vendem-se superiores meias pretas de
    laia, pelo barato prego do 1aM, o par, ditas
    de algodjb) de superior qualidade a 600 rs. :
    na ra do Queimado, na bem conhecida loja
    do miudezas da boa fama n. 33.
    Leques milito fi-
    nos.
    Vendem-se leques muito finos, com plu-
    mas, cspelhos o bolotas, pelo baralissimo
    prego de 29 e 39500, ditos sem plumas muito
    boa fazenda a 1-9280 : na ra do (Jucimado,
    na bem conhecida loja do miudezas da boa
    fama n 33.
    Velludo rico pata forrar carros, com
    todos os perlences, vende-se ta ra da Crol
    u. 10.
    Em casa de Ilenry Brunn & Compa-
    nhia, ra da Cruz. 11. 10, vendem-se pianos
    chegados no ultimo navio, quadros com
    moldura, cemento romano, cognac em cai-
    xas de urna duzia, velas do composigao
    conservas em latas.
    da
    Agencia
    fundicat
    8
    :':
    m
    Vende-se seda de quadros miudinhos,
    -.i de cores vivas e de gosio novo, a I9OOO o
    Fu covadu.
    ";., (irosilcnaple de cordao rurla-core,
    '3 l9(iiii) e I980O r. o covado.
    ;'|- lrillianlina l>ranca de llores c salpicos
    .;. miudinhoa, a loo rs. o covado.
    '/ Donraliaa da llores iiMiuaaa, de goslo
    ':,3 moderno, a 50;i rs. o covado.
    il'i Ditas de cores aseulada om cas.a, com
    ':', quadros, fazenda com i palmos de largura,
    9 a 240 rs. o covado. ftr
    i^A E oulras muilas fazendas de linho e seda, |jJ
    i-, de Rosto uovo. n
    \ Na iua do Crespo, loja amarella n. 4, de *^
    Antonio Francisca l'ereira. $ y**
    O
    g
    Sl-
    cupira,
    com peque no to-
    e de ; vari**.
    Vende-se na ra do Crespo, loja da esqui-
    na que volta para a ra da Cadeia.
    J?

    }-
    1)0
    P.s. 378J00
    Rccebi o importe cima, do Sr. Aulonio
    'oaquim Vieira de Carvalho. Rio de Janeiro
    de agosto do 1856. Por II. C. Yates &
    'ompanhiaJos Paulino Baptista.
    Reconhego verdadeir>_o signal supra. Re-
    cife 8 de agosto de 1856."
    Em f de verdade.
    Manoel Hilario Pires FerrSo.
    RIO DE JANEIUO 18 DE EEVERIIR DE
    1857.
    Os Srs. Constantino Comea de Faria & Fer-
    reira compraram a R. C. Yates & Compan-
    hia :
    4 duzias de garrafas com xarope
    do bosque a 54OO.........2I6000
    6 duzias de 1|2 garrafas cora xa- ..
    rope do bosque a 279000......1621000,
    Rs. 3789000
    Recebemos o importe. Por U. C. Yates o.
    CompanhiaW. C. Cei warlt.
    >s abaixo assignados declaramos que
    compramos o xarope cima paraoSr. Bar-
    tholomeo Francisco de Souza, de I'ernam-
    buco, em virludede sua ordem de 3 do cor-
    renle. Rio do Janeiro 18 de fevereiro de
    1857.Constantino Gomes de Faria i Fer-
    relra.
    Reconhego ser verdadeiro o signal supra
    de Constantino Comes de Faria Ferreira.
    Rio 18 de fevereiro de 1857.
    Km fe de verdade.
    Pedro Jos de Castro.
    JOHN CATIS,
    corretor geral
    E AGENTE DE LEILO'ES COMMERUAES,
    11. 20, ra do Torres,
    PRIMEIRO ANDAR,
    praga do Corpo Saulo
    RECIFE.
    SEGURO COMRA F0G0.
    Companhia Alliance.
    EstabeleciJa cm Londres, em marco de 1824.
    Capital cinco milhes da libras esterlinas.
    Saunders Brothers & C, tem a honra da in-
    formar aos Srs. negociantes, proprielarios da casas,
    a a queca mais convier que eslao plenamente au-
    torisados pela dita compsnhia para effecluar segu-
    ros sobre edificios de lijlo e pedra, cobertos da
    tlha e igualmente sobre os objeclos quecontiverem
    os mseos edificios quer consista em mobilia ou
    as fazendas de qualquer qualidade.
    - He chegado loja do Lecomte, no aterro
    da Roa-Vista n. 70, o excellcnte leile virgi-
    nal de rosa branca, para refrescar a pelle, ti-
    rar pannos, sardas e espinhas, igualmente o
    afamado oleo babosa para limpar e fazer
    ciescer os cabellos, assim como p impar-
    tila de lirio do Morenca para broloejas cas-
    Conlinua-se a comprar bronze, lato
    e cobre v-lbo : na fundicSo do Brum ns. 6,
    8 e 10 .lo I). \V. Rowmau.
    Compra-se urna escrava moja, que
    cosa bem, engomme e cozinhe : a tratar na
    ra do trapiche 11. 14, primeiro andar.
    ~ Compra-se urna casa trra com com-
    modos para familia, as reguezias deSanto
    Antonio, S. Jos e Boa-Vista : trata-se na
    ra Augusta 11. 17,
    - Compram-se 2 escravos do 14 a 16 an-
    nos: a tratar no escriptorio de Jos Joa-
    quim Dias Fernandes, ra da Cadeia do Re-
    cife.
    Compra-se effeclivamente na ra das
    Flores n. 37, primeiro indar, npolices da di-
    vida publica e provincial, aegesdas compa-
    nbias, e da^c dinheiro a juros, em grandes
    e pequeas quantias, sobre penhores.
    l Compra-se urna cabra coslumada a
    criar menino : na ra de S. Francisco, so-
    brado n. 8, e ua livraria u. 6 c 8 da praca da
    Independencia.
    Compra-se ou aluga-se um sobrado
    de um andar, ou casa terrea muito boa, nos
    bairros de Santo Antonio ou Boa-Vista : na
    ra do Crespo, loja do Sr. Jos dos Santos
    Neves, ou a esta typographia.
    Compra-se um, ou deus bois mansos
    e gordos na ra do Pocinho, por detraz de
    Santa lhereza, casa do Franca. g
    Compram-so travs de 25 a 35 palmos
    de roinpriuionlo, e palmo de grossura : na
    livraria da praga da Independencia n. 6 e 8.
    compra-se a Lcgislagiio do Brasil, dos
    annos de 1836 e 1837 : Da ra das Calgadas,
    sobrado amarello n. 12.
    Coniinua-se a vender peneiraa de ra-
    me pra os seiihores refinadores e padeiros:
    no paleo do Carino, esquina da ra de Bor-
    las n. 2
    Vatro**
    Mez
    :;ijo
    Ven le-se por mil rcis livres do Mez Ma-
    rianuo, conforme o uso dos religiosos ca-
    puchiuhos de N. S. da Penha : na livraria
    ns. 6 e 8 da praga da independencia.
    ifethulu facilimo.
    .Na livraria da praga da Independencia n.
    6 e 8, vende-se o melhodo facilimo para
    aprender ler, novamenle impresso e aug-
    mentado, por mil res.
    Vendem-se duas mulatinhas c urna
    crioula, tod-'S de 12 a 13 anuos, bonitas e
    sem achaques : na ra cas Trincheiras
    n. 29.
    - VenJe-se tima taberna cem poucos
    fundos, propria para principiante, muito
    afieguezada para a trra, na ra das Cinco
    Ponas :i. 91 : a tratar ua mesina ra 11. 93.
    as
    e de muito bonsgisos.
    Mussullnas muito finas, matizadas com
    lindas cores, de padies minio bonitos c
    iuteiramente novos : vendem-se pelo dimi-
    nuto prego de 560 o covado : na ra do
    Qucimado n. 22, na loja da boa f.
    ATllNCAO'.
    Vende-se a grande cocheira de carros de
    aluguel, da ra do Cano n. A, com bonitos
    cavaltos; o motivo dcsla resolugao be polo
    seu administrador se retirar para Europa, e
    o seu propriclario nao a pode administrar
    pelo seu tnao estado do saude ; a tratar na
    inesma.
    Vendcm-se nos Afogados, na ra do
    Bom Bosto, 5 casinbas ns. 19, 21, 23, 25 e
    27, a dinheiro ou a prazo, com firma que
    agrade : a trtlsr na ra das Cruzes de bun-
    io Antonio n. 41.
    - Vende-so um sil io de trras, denomi-
    nado Salgado, no riacho Crassatuba, termo
    doLirooeiro,com 621 bragas de fente, c
    anda maior porco de fundo, lendo todas
    as proporgOes paia plantar e criar, por le-
    rem estado ha muito lempo descansadas
    sem cultura ; vende-se a dinheiro ou a pra-
    zo : os prelendenles podem dirigir-se ao
    aterro da Boa-Vista, casa n. 8, quo la acha-
    ro com quem tratar.
    - Vende-se urna das duas cscravas es-
    guinles.a que melhor agradar ao comprador;
    a primeira coso, engoinuia, lava, cozniha e
    faz tudo que be Decessario [iara urna casa, a
    segunda so difiere da primeira em uno co-
    ser : quem pretender, uirija-se a ra do
    Alecriui, sobrado n. 2, as 6 horas da ma-
    nliaa e as 6 I [2 da tarde, quo be quando el-
    las estao cm casa, que achara com quem
    tratar.
    Attemjao.
    Vendem-se pegas de chita de muito bous
    panuos, pelo baralissimo prego de bu a pega,
    que sahe o covado por seis vuitcns e ucz rs.,
    a porgao he pequea : portantu quem gosta
    de economa dcv'o-se aproveilar : na ra do
    Crespo, loja da esquina juuto ao arco de
    Santo Antouio, e na loja 00 4 portas n. 12.
    He chegado a roa estrella do Rosario,
    taberna da estrella u. 16, os bous queijosdo
    Serid, muito Irescaes, por mullo diminuto
    prego; a'ellcs, freuczcs, antes quo se aca-
    bem.
    A 80800.
    Vendem-se palitos de alpaca muito lina,
    pelo prego cima, e palitos de briol de di He-
    rcules qualidades a 99500 cada um, pentes
    de tartaruga muito linos a 69500, caivetes
    de duas folhas, fazenda que admira a 320
    cada um, vende-so por este prego por ter
    muila porco e querer acabar, agulhas Ira 11-
    cezas a 160 a caixa com 5 papis : na ra do
    ijucimado n. 53, loja do miudezas, de Jos
    de Azevcdo Maia.
    Claudio Dubcnx
    vende polv.ra iogleM a 139. H9 e I59OOO r. o
    barril de 2> libras.
    Milho I>oui ca
    SACCAH.
    Na taberna grande no lad > da igreja da
    Soledade, cheuou grande poroSo de saccas
    com muito bom miliio, e vende-se por prego
    commodo.
    Couro de lustre.
    Vendc-secouro de lustre francez, o me-
    lhor que pode haver ueste genero, pelo ba-
    rato prego de 59 a pelle : na ra do Quei-
    mado, na bem conhecida loja de miudezas
    da boa fama n. 33.
    BATATAS.
    As batatas vindas pelo ultimo vapor, ven-
    dem-SO no armazem de Barrse. Silva.
    Low-Moor,
    ra da Sentala Nova
    i. 4i.
    Neste estabelecimento continu'a a haver
    um completo soi timento de moendas emeias
    moendas para engenho, machinas de vapor
    e taixas de ferro batido e coado de lodosos
    manilos para dito.
    Ligas de seda
    para seahoru.
    Vcndem-se superiores ligas de seda para
    seuhora, muito bonitas e de muitos pa-
    drees, pelo baralissimo prego de 18800,
    1/500 e 2000 : na ra do Qucimado, na
    bem conhecida loja de miudezas da boa fa-
    ma n. 33.
    N. O. Bieber & Companhia, ra da
    Cruz n. 4, vendem :
    Lonas da Russia.
    dem ingiezas.
    Briuzo.
    l.'.'i.^^aXa Russia.
    Vinuo de Madeira.
    \Algi'dao para saceos de assucar
    ASgodaozitiho da Baha
    pAra saceos do assucar .' vende-se em casa
    h K. O. Bieber 6: Companhia, ra da Cruz
    *&ra Eiiaseates
    Kelotgios
    cobertos e descoberlos, pequeos e grandes,
    de ooro patente inglez, para bomem ese-
    nhora de um dos melhores fabricantes de
    Liverpool, vindos pelo ultimo paquete in-
    glez : em casa de Southall Melior & C.% ra
    do Torres n. 38.
    Pianos,
    Em casado RabcSrhmeltau tCompanhias
    ra da Cadeia n. 37, veudem-se elegante,
    pianos do afamado fabricante Traumann de
    llam burgo.
    Meias de todas
    as qualidades.
    Vendcm-se meias de seda branca para se-
    nhora, o melhor que se pode encontrar a
    :t-9500 rs. o par, ditas pretas tamhem muito
    boa fazenda a 29500, ditas brancas de algo-
    dao, muito finas a 320, 400, 500 e 600 rs.,
    ditas pretas tambem muito finas a 400 rs.,
    ditas de sed de cores muito bonitas e pro-
    prias para baptisado do criangas a 2*000,
    ililas cruas muilo fortes para meninos a 400
    is., ditas de cores de algodao para meninos
    a 240 e 320, ditas brancas para meninas a
    240 e 320, ditas cruas e brancas para bo-
    mem a 160, 200, 240, 320 e 400 rs., ditas de
    cores de lio da Lscocia tambem para bomem
    a 400 e 500 rs. : na ra dd*#)ui?imado, na
    bem conhecida loja de miudozas da boa Ta-
    ma n. 33.
    Faeas, garfos e
    colheres.
    O

    &
    - ^ 230000.
    O
    O
    i
    [.tiniu lino de nearli de +}\
    %*!'*'";-'r""* oe <-,m X
    201000 e Sigmt. ^ %#
    ell^',)de"ll'l"eu muilo fai,i 9a M
    linosWaaaaa* bfan(0i d, p.ro H. ^
    nno, a .ini. r ;^
    Hilos da bramaole beanco da lislras da aa%
    core, a 50000.
    . ilStl dC b""n",e P"d <* Pra lia**,
    Unos da melim Irinrado, da lislras a da M
    cores, a ffBOO. 9
    Colletes eilos de elira pr.lo e da carea i
    e de sorguiao de todas as cores a da seda' a%
    a 01000. J
    Caicas de casemira setim. pcela a da ca- ^
    res, bordadas a litas, a lOgOOO cada par. )
    Chambres de melim Iran^ada, tarrada da f
    masma fazenda, a lOgOOO rada asa. V
    Orlos de merino da cores, forrados da asas- #
    olma da cores, bordados da Iraacas, a flft

    f4i
    ia.

    "Si
    confronte ao Rosario em Santo Antonio. 0
    proprietariu deste estabelecimento avisa ao
    respeitavel publico, e especialmente as pes-
    soas que j coiibecem suas mercaderas, que
    novan,ente recebeu urna rcmessa do seu
    bem conhecido doce de casca de goiaba, o
    qual alianga s r o melhor que se pode en-
    contrar nesta capital. Seu prego he 29500
    una caixeta.
    ingiez.
    Silo cliegados e acliam-jO a vendaos verdadeiros
    e hem ronlieridus Sfllms inglezei patente : na roa
    do Trapiche-Novo n. 52, armazem de fazendas de
    Adataron llonie e. C.
    Objeetos para
    luto.
    Na ra do QUeimado, na bem conhecida
    loja de miudezas da hoa fama n. 33, eucon-
    tra-se sempru completo soriimento t'.e ade-
    recos, brincos e rosetas, pulceiras e alline-
    les, tudo prelo, propriamento para lulo, e
    quo tudo se vende mais barato doqueem
    outra qualquer parle.
    iriimueuos
    i
    ra meninos.,
    a-
    Vendem-se diversidades de objectos de
    8CO, muilo delicados e proprios para meni-
    nos brincar, por pregos muito boratos : na
    ra duUueimado, na bem conhecida loja de
    miudezas da ba faina n. 33.
    &ISAS BONECAS FRNCE-
    ZAS.
    Vendem-se muito lindas c bem vestidas
    nonecas francezas, grandes, pelo baralissi-
    mo prego de 29 e 29300, ditas vestidas de
    uoivas, e cada urna no seu carlSo a 31000 <
    39500, prego que nao ha quem deixc de dar:
    ua ra do'vuaimado, na l>ein conhecida loja
    de miudezas da boa fama n. 33.
    Planta da cidade do Re-
    cife
    Vende-se a planta da cidade do Recife e
    seos arrabaldes, feita pelo sr. Dr. Josu Ma-
    mede Alves Ferreira, por dez mitris: na
    livraria u. 6 e8 da praga da Independencia.
    Happa (!;s distancias d-
    provincia.
    Na livraria n. 6 e U da praga da ln>lepen-
    dencia, vende-so o mappa das distancias
    das diferente villas da cidade entre si, e
    relago a capital da mesma, a mil reis.
    .elogios de pfitene
    i);;lczesdeouro, desabnete edevidio:
    vendem-sca pceorazoavcl,em casa de
    AugustoC.de Abreu, naruada Cadeia
    do Recife i armazem a. Nti.
    t boceteiras.
    Vendem-se duiiasde cai>ade massapara rape fe-
    lobaraliwimo prcro de 6iU rs.,duzias de lezouras em
    carloa IjoOOe IS2lloe grandes 1;'J2n, duzias de
    caixinlias de pao cora palitos de foso a 25o rs.,duzias
    de penlrMle chifres muito bons pora alizara|l520fl,
    duzias do pentes 4e balria para alar cabello a 2J20O
    e 2cli00,ilu7ia de navallias para i arba a 1>li00,greras
    de boloes madreperola j)ara camisas a 600 rei,dilas
    rauilo Iiuoh de agala a 100 reis, grozas de Poles li-
    nos para calca a 2S0 reis, carias com 2"> penles de
    allinelea lio reis.duzias de penles de balea para a-
    Uftr a :l?, grozaa de fivellas paro sapalosa 5*0, du-
    zias de eaniveles linospara aparar peonas a ^?5o
    e 3.7,iluzias de gHilas ^armnicas) a 1 "-_'io e vlOO,
    duzas de trridas para caudieiros a fto, reis grotas
    de marcas para cobrir a 100, 12o e 160 re, pe-
    tas de Iranccliu para benlinlics 130 res, pulceiras
    encarnadas multo bolillas para Sra. e meninas a 200
    rs.,duzas de rai,nllia> de Indias prelas a 240 res,
    peras cem 10 varas de lila de coa a 320,360 a 400
    res, ilu/.ias de lapes a 100 rs., duzias de canas com
    colclielf s a 720 rs., linbas brancas de novellos rie lo-
    dos os nmeros, ditas de cores, ludias dp muda linas
    e grocos, ditas de carrileis braucos e de cores, cordao
    de vestido de (oda a grosura, biquinhos de lodas as
    largara*, e baratos, reudas de lodas as larguras, es-
    ped*, corras de viola, filas de lfla de lodas as co-
    res, Olas de linho hram-.g e de cores, didaes, agulhas
    de todos os Humeros, filial de seda de lodus os Horne-
    ros, peonas de p.lo,calvas de cintre, rzanos, codic-
    ies de ierro, relroz de lodas as cores, vernicas, filas
    debeiraprela e branca,grampas,eludo o mail que se-
    ja Dacetaaro para coraplelo sorlimeulo.le boretei-
    ras e mscales e qut ludo se vende mudo mais bara-
    to do que era ouira qualquer loja, na ra do O'ioi-
    raailo, na hem couheud.i loja de miudezas da boa
    fama D. 3.1.
    iKMisie mi
    i
    NAFI.NICAO KFEIIKO DO ENGE-
    NHEIKOliAVID W.BOWMAN, ,vA
    IIUA DO BRUM, PASSANDO O uHA-
    FARIZ,
    ha semprc um grande sor iimen I o dos segu n les ob-
    jeclos deineclianisniosproprios paraeugenhos,a sa-
    ber : moendase meias mocadas, da maia moderna
    construccao ; la i xa de ferro fundido e balido, de
    superior qualidade e de lodosos lamanlios ; rodas
    dentadas para amia on auimaes, de lodas as propor-
    (Ses;erivoaa bocas deforualha o registros de bo-
    eiro, aguilhOea, hrouzes.paral'usos e cavilhdes,moi-
    nhos de mandioca, ele. ele.
    NA MESMA FUNDICA'O.
    se exceulam lodas as cucoimncndas com a superio-
    ridado ja conhecida com a dovida presteza econ,-
    modidaue em preso.
    Vcndem-se as melhores facas de cabo do
    marlim que se pode eucontrar a 15c a duzia,
    dilas de cabo de halango muito linas a 6c a
    duzia, ditas de cabo oitavado e tolico a 33,
    dilas cravadas a 3;200, ditas de chifre de
    viado a 4c400, ditas para sobremesa com ca-
    bo de halango a 5c, ditas com cabos roligos
    e o.i.-.va,los a 3c, colheres de melal do prin-
    cipe muilo linas para sopa a 6C a duzia, di-
    tas para cha a 30000, e outras mais qualida-
    des de facas e colheres, trinchantes e amo-
    lador de facas, que ludo se vende barato :
    ua ra do Qucimado, na bem conhecida loja
    de miuezas da boa fama n. 33.
    Itutoes para pa-
    jitos, colletes e punlios
    de camisa.
    Vendem-se abotoaduras muilo linas de
    madreperola para colletes, pelo baralissimo
    prego de 500 rs., dilas muilo ricas de toda
    as cores a 320, 400 e 500 rs., dilas muito li-
    nas de madreperola para palitos de meninos
    o homeiis a 500 e 640 rs., atacadores para
    punhose collarinbos de camisa, de muilo
    rico gusto a 400 rs., 800 o 2c000, ditos de
    cornalina para casacas a 300 rs., e outras
    maulas qualidades de abotoaduras que se
    vendem muilo barato ; na ra do Qucima-
    do, na bem conhecida loja de miudezas da
    boa fama n. 33.
    TEMES l>E TODAS AS QUALIDAES.
    Vendem-se pentes de tartaruga para cabello
    o melhor que se pode encontrar, a 5c, dilos
    de baleia imitando o mais que he possivel
    aos de tartaruga, a I/, 1*000 e 19500, ditos
    mais ordinarios de baleia a 240 e 320 rs., di-
    tos de tartaruga para alizar, fornidos o mul-
    to bem feilos a 45, dilos de marlim, fazenda
    muito superior a 19500, 2? e 3c, dilos de
    borracha de muilo superior qualidade a I,,
    ditos de bfalo verdadeiro, muilo linos e
    bem feilos, a 640, 800 e le, dilos a imitaran
    do unicurne a te, ditos de baleia muito bon*
    a 280, 320 e 400 rs., dilos de bfalo verda-
    deiro, muito bonitos e bem feilos, proprios
    paiajsuissas e criangas, a 320 rs., dilos de
    marlim muiissimo bons, fabricados em Lis-
    boa, para piolhos, a 800, 15000 e 1C500. di-
    tos prelos de bfalo tamhem para piolhos, a
    500 rs. : na ruado Queimado, na bem co-
    nhecida loja de miudezas da boa fama n- 33.
    Para os joveus
    na morados.
    pa
    tl
    Na roa dn Crespo, loja amarella a. t. da V
    Amonio Francisco Peretra. ("'*
    Nalojadaboaf
    vende-se o mais barato
    po&dhteJ :
    "Males pequeos de merino, de lindas co-
    res, bordados em duas ponas a TcOOO, ca-
    misas de riscado muito bem feitas, pelo di-
    minuto prego de 1/500 cada urna, ditas de
    meias muito linas a II, lencos franrezw pa-
    ra rap a 360, chitas finase de padroes mui-
    lo bonitos para roberas a 200 o corado,
    camlnaia adamascada com urna vara de lar-
    gura, propnas para cortinados a Te a poca
    de 'JO varas, gravatinhas de cassa muito bo-
    lillas a 200 rs., setim encarnado, veroa
    amarello muilo superiores a 800 rs. o cova-
    do, cortes de fuslao para colletes a 500 rs ,
    18 e l-ioo. lengos brancosde cambraia pro-
    prios para horaem a 240, ditos dilos com
    barra de cor tambem a 2'o, ganga amarella
    iranceza muito lina a 320 o covado, lencos
    brancoa grandes, proprios para cabrea a
    400 rs., meias brancas finas para sennora,
    pelo barato prego de 240 e J20 o par, brim
    de quadrinhos de, padroes muito bonitos
    de puro linho a 240 o covado, pecas de pla-
    tilhas de algodao, com 20 varas, pelo bara-
    lissimo prego de 3f600 cada uma.chapeos de
    pal ha lina do Chili, pelo diminuto prego de
    IOS, e alcm di.lo miiilissiinas fazendas tinas
    e grossas, que veudem-se por menos quo
    em ontra qualquer parte : na rna do Quei-
    mado n. 22, na bem conhecida loja da
    boa l.
    raiFiiiiis
    muitixsiiiio liiiase de mu-
    tu bons gostus.
    Vende-se a verdadeira agua de colonia do
    Piver, simples e ambnada em frascos de va-
    rios lmannos, banbas mu lo finas e de mui-
    las qualidades em ricos asos, espirito* e
    extractos muilo linos e de mu tas qualidades
    em frascos de muilo gosto. .abneles muilo
    linos c de minias qualidades, agua de lavan-
    de ingleza, fazenda muito boa, vinagre aro-
    mtico tambem iuglez e muilo bom, extrae
    los muito linos proprios para bolso de cs-
    tudante, escencii do rosa, pomada franceza
    muito boa, maca.-sar perola muito bom e de
    todas as cores, dito oleo, pos para denles,
    paslilha e outras minias perfumaras, tudo
    muilo lino e de muitos gostos, los melhores
    fabricantes da Frauga e Inglaterra, e ludo se
    vende barato na ra do Queimado, na bem
    conhecida loja de miudezas da boa fama
    n. 33.
    Var;:iii..s e grades,
    i lindo e varfap. sortimenlo de modcl-
    gradaria, de gosto mo-
    ig3o da Aurora em San-
    da mesma, na ra do
    '
    ss
    {i
    virgera
    No antigo e j. hem conhecido deposito da
    ra da Cadeia do Recife, escriptono u. 12,
    ha para vender muo superior potassa da
    Russia, dita do Rio de Janeiro, e cal virgem
    de Lisboa em pedia, tudo a pregos njuito fa-
    voraveis.com os quaes (icaro os compra-
    dores satisfeitos.
    A
    DO
    YP
    'mv
    JX'-i
    ('Vi iranforido o deposito destti \ a rope para a ho
    tira de Jote da (.ru&Santos, na ra JNova n. 5.'J
    narraa 5#50O, e metftS39000, sendo falso todo
    aqueile que nfluTor v-ndido neste deposito,pb
    quesefaz opre.-cnt aviso.
    IMPRTAME TARA OPIBLICO.
    l'ara curada phlyaicaen imii --tu- iiiu-ren
    les^ros, que mi olivada porcon^Iipaces, tosse
    asllima, p!eu r i z. escarns de tangas, drde cos-
    ladose peito, palpilaclone corarao,coqueluche
    broncliile, dorna cartianla, e lodas aBanolestia
    ila mi rt;a u p u 11.i.i:i:. r ;.
    - Ven-ie-se laboado e pranchoes de pi-
    nho deSuecia, proprio piara armagao de ar-
    mazem de assucar.
    Vcndem-se ricas folhas de papel phanla-
    zia para escrever, cada fnlha com a compe-
    tente capa c urna obrei.i de cola com qual-
    quer dia da semana, pelo barato prego de
    60 rs., 100, 200 o 300 rs. : na ra do Quei-
    mado, na bem conhecida loja de miudezas
    da boa fama n. 33.
    Suspensorios de
    horradla muito i/ios
    Vendem-se suspensorios de seda e sem se-
    da, muito finos, pelo prego de icOOO, 19-200,
    1/600 e 2/o par : na ra do Queimado, na
    bem conhecida loja de miude/.as da boa fa-
    ma n. 33.
    Bom e barato
    Vende-so muito bom papel almago greve
    a 4c a resma, dito muito bom sem ser greve
    a 39200, dito de peso pautado a 4>500, dito
    liso a 3c, dito paquete pautado a 5 e 61 a
    resma, dito de cores, de folha pequea, cm
    qnario de resma a 700 rs., grozas das hem
    conhecidas pennas de ago, bico de louga a
    19200, ditas muito linas sem ser de bico de
    louga a 500 rs. ele, duzias de la, is muilo
    linos a 320 e 800 rs., canelas muito bonitas,
    de age, torneadas a 120, ditas de espinho a
    200 rs., ditas ordinarias de pao e (landres a
    20 rs caivetes de cabo de chifre de viado,
    de 2 folhas, muito boa fazenda a fiOO rs., di-
    los del s folha com cabo de madreperola a
    8..0 rs,, dilos muito finos de I s folha com
    cabo de marlim a 1:600 e 2/, dilos de 2, 3 e
    % folhas, linissimos, lamhem com rabo de
    marm a 2&500e 3/, vidros com tinta car-
    iiniii muito lina, propria para riscar e escre-
    ver a 800 is., boics de tinta preta ingleza a
    110 rs, tinteiros patente inglez, de vidro a
    1c5ii0 c 3c, reguas redondas muito bem fei-
    tas tambem ii.glezas a 50o, 600 e 800 rs., po-
    dras ingiezas muito linas para amolar a 1# e
    19500, linteiros para algibeira a 400 rs.,
    agarradores do papis de militas qualidades
    o pregos, e outras muitissimas cousas : na
    ra do (jueimado, na bem conhecida luja de
    miudezas da boa fama ti. 33.
    Tachas de ferro.
    Na fundieo da Aurora em Santo Amaro-
    ejlambem no deposito na ra do Brum, logo
    na entrada, e defronte do arsenal de mari-
    nha, ha compre um grande sortimenlo de
    lachas, lauto de fabrica narcnal como es-
    trangeira, batidas, fundidas, grandes, pe-
    queas, rasas c fundas ; e cm ambos os lu-
    gares exislcm guindastes para carregar ca-
    noas ou carros, livres de despeza. Os prego
    soo s mais commodos.
    los para verandas
    dernissimo- na fi
    lo Amaro,e node|
    brum.
    Moemlns superiores.
    Na fundicSo de C. Starr A Companhia, em
    Santo Amaro, arham-se para vender moen-
    das de canna lodas de ferro, de um model lo e
    constriirgao anulo superiores.
    Cartas france-
    zas muito finas para vol-
    laiete.
    Vendem-se linissimascartas francesas pa-
    ra vollarclc, pelo baralissimo preco de 500
    600 e 800 rs. o baralho.e tambem ae vendem
    poDuguezas a 300 rs. : na ina do Queima-
    do, na bem conhecida loja de miudezas ua
    boa fama n. 33.
    DE MUITO BOIS GOSTOS E
    BARATO
    Vendem-se muito ricos jarros de porcelana
    para llores, ricos pares do calungas para ci-
    ma de mesa tambem de porcelana, tintein.
    de muilo gosto, e palileiros. ludo de porce-
    lana e por prego que nSodeixar de servir
    a quem gosta do que he bom na rna do
    Uucimado, na bem conhecida loja do miude-
    zas da boa fama n. 33.
    Luyas de todas
    as qualidades.
    Vcndem-se verdadeiras luvas de 'pellica
    de Jouvm, preas c brancas, para hornera e
    senhora a 25300 rs. o par, ditas do seda de
    todas as cores e bordadas, com guarnigoes a
    2C500, ditas lisas tambem de seda e do lo-
    das as cores, para bomem e senhora a la,
    10200 e 11500, ditas prelas de torcal, mullo
    boa fazenda a 1c, dilas brancas de alcodSo
    para homcm a 240, 320 e 00 rs., diUs do
    cores muito finas de fio da Escocia para bo-
    mem e senhora a 320, 400 e 500 ra., e ou-
    Iras mais qualidades de luvas, que se ven-
    de barato : na ra do Queianado, na bem
    conhecida loja de miudezas da boa fama
    n. 33.
    Arados de ferro.
    Na fuudigao de C Starr & Companhia, em
    Santo Amaro, acham-se para vender arados
    de ferro do um modello e construccao muilo
    superiores.
    && K t>D#tt fctft
    Atttnyiio.
    Fugio no dia 16 do rorrete mez o prelo
    Justino, crioulo, rom os signnes scguinles :
    altura regular, rbcio do corpo, sem barita,
    com falla de dente na frente, calvo de car-
    regar peso na rabera, muito rrgrisia, be
    bem conhecido por andar entregando assu-
    car pelas tabernas, tem sido encontrado por
    diversas pesoas conhecidas, e diz a ellas
    que anda cm servigo de seu senhor ; por is-
    so roga-se as pessoas que o encontrar, que
    o ma n eai prender e levar a ra llireita n. 70,
    que sero generosamente recompensadas.
    Fugio de bordo do bngue brasileim
    Velampo, na noiie do dia 8 do renlo, um
    negro de nome Marcelino, naci Cabinda,
    altura regular, secco do corpo, rosto com-
    prido, barba serrada e cria suissa, com falla
    de denles na frente, e consta andar vestido
    com paleto, e calcado : quem o pegar leve-
    a bordo do dito navio, junto ao cae* do Pas-
    seio Publico, ou a casa de seu consignatario
    Manoel Alves Guerra, na roa do Trapiche u
    14, que ser bem recompensado.
    FERN.: TW. DE M. V. DE FARU 1857:
    I
    '
    DATA INCORRETA
    MUTIC
    ..


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