Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07745


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Full Text
ANNO XXXIII R. 07.
Por 3 inezcs adiantados ij'OOO.
Por 3 mezes vencidos 4^500.
0? ARTA FRBA 29 DE ABRIL DE 837
Por auno adiantado l$000.
Porte franco para o subscriptor.
-"^-Jo-'.-
E^CAHREtAnOS DA SUBSCRIPCA'O NO NORTE.
Pirahibi. 8r. Joao Itodolpho Gomes; Natal, Sr. Joa-
ulm I. I'ireira Jnior ; Aracaty, o Sr. A. di Lew. Braga ;
cari, o Sr. S. Jos de Oliveira ; Maranhao, o Sr. Joaquim Mar-
nn Rodrigue! ; Piauhj, o 8r. Domingoi Herculano A. Pessoa
Cearenn : Para', o Sr. Juiiuo J. Uamoa ; Amazonai, o ii.Je.ro
njmo di Cnte-
PARTIDA
oa dlee.a Oe
Olinria : loil
laura!, <;
>-. Aallo, Bei
S. Loareaco
.eir, 1 i..,.
Cabo, Ipojaea, Seraalai,
Plaiaalclraa .. K.ui faina
l,i,l,n o curre.u
uos
RKIOS
da
PASTE 0FHGAL
i...
iounoa e rarafelba : u aegoadu aealaa-felraa.
ierro. Bonito, Caraara, Alliiiho Itarannaii*: aa tarea-feira
'.....'Mihu, Hnrela, UnuMiro, llrcju. Peinera, na
.*''.'! Hoe-VUW, Oricarj Eii >ns ,|,iari,--i,,,,,
iti<>-l'*.,riu -o, t.',.a. Barreiru, Aovol'reta
-feira*.
parlen as 10 h-.rv. fia aaale.
AUDIENCIAS DOS TR1BUNAF.S DA CAPITAL.
Tribunal do commereio .* legundaa e quintar.
Belacao ; tercat-feirai e labbados.
Fazenda .- quartas e sabbados aa 10 hora!.
Juizo do commereio : legunda ai 10 liorai quimu ge melo-dla.
Juizo de orpbaoi: seguodaa e quint.ii ei 10 horai.
runcira vara do civel .- legundaa a aexiai ao meio-dia.
Segunda tari do eirel: quarui e labbadoiao meio-dii.
BPHEMERIDE8 Do Mi;/. DK ABRIL*
1 Quarto crescente ai 11 horai e 14minutosda tarde.
9 La cheia a 7 hora e 9 minutoi da farde.
7 "Juarto mioguante as9 horas e 42 nunulo da manbaa.
24 La nova ai 4 boraie 83 minutos da larde.
_. _, PREAMAB l>K IIO.IK.
Primeira as 8 horas e 30 minutos da uiauhaa.
Segunda ai 8 horai e 44 minulu da tarde.
DAS DA SEMANA'
27 Segunda. 5. Tertuliano b. : s. Tuibio are
-H Tere s. Vital, m. Ss. Agaplo. Afmdzo, e Acacio Mm.
29 Cuarta, s. Pedro m. : a. Tertulia v. m.
30 Inmuta s. Cathariii v. ; s. Peregrino servita.
1 Sexta. Ss. Fililie e I iago .-i.,.
2 Sobado, s. Mallada raiuba. ; Ss. Vindimal e Anaslacio Mm.
3 luiningo 3. depon di patchoa invenco da s. cruz.
OOVEBSfO DA PROVINCIA.
Expedame de da >-> i, ojnril.
(inicio Ao cliefe de polica.Convindo provi-
denciar para que as despez* follas eom os presos
pobres nroetlidos de oulras provincial para esta ci-
dade, nlu eonlinuem a pesar sobre o cofre provin-
cial, reeoramendando a V.S. que fa^a orgauisar e
remelta-oie com a urgencia que for possivel. urna
retarn que comprelieu.u nao s os presos at hoja
vindos de oulras provincias e recolhidos casa de
det-nr.io, com declaracao dos qua nella se adiara
actualmente, mas lambem a dcipeza que com lodos
elles se lera feto al a mesilla dala, deveudo ser
designadas H provincias a que perleiicerem.
Dita Ao mesmo, in(eirando-o ile se ler espe-
dido a ordem para o pagamento das despegas follas
eom o siislenlo dos presos pobres da cadea do ter-
mo da Boa-Vista, e com o aluguel da casa que all
serva de cadeia.
Dito Ao .nreelor interino da iiislrucc.lo publi-
ca.Declaran lo-l!ie que para o exame de'habilita-
cao de Citiiarina Leopoldina de Caslro Araujo, co-
mo nos deinais qua liverem lugar, deve sutisislir a
deignarao de professons fela por este governo nos
ollicios de 28 de jullio e 12 de selemiiro ltimos
eom eiee,, ;fi,i do profe.sor Jo- Joaquim Xavier So-
breira, que acliando-se jubilado,|deverit ser sobsli-
loilo por AiiIoiiio Itufno de Amlrade Luna.
Dito Ao consellio adininislralivo, para que pro-
mova a compra dos objectos indicados ua relajo
jonla, os qoaes s3o necessarios ao arsenal Coramunicou se a este e i lliesourari.i de razenda.
Dilo Ao director do arsenal de ruerra, dacla-
raudo-lhe que upportunamente serao Iransmillidos
repartidlo da gutrra os lialanceles e conla* cr-
ranles qua acompanharam o oflicio de Smc, n. 56.
Dito Ao juiz municipal supplanle do Rio Por-
moto, dizendo ealar nteirado de acli.ir-se Smc. no
eteri-icio da vara municipal deise tirmo, na qua-
lidade de sexto supplenle.
Dito Ao director das obra poblicas, appro-
vando a tabella, que veio aimcxa ao seu ollicio n.
125, das diaria! que devem perceber os felores,
sarventei e ajadanles dos guardas da conservajao
das obras publicas.Cummanicou-sa a' thesouraria
proviucial.
Dito A los Garca Ramos. Tenhn presente
o otlicio de 3 do marro ultimo em qua Vine, na
qualid ule de 6. vareador e presi lente iotennu da
cmara municipal de Pao-d'Alho participa quea-
chaodo-se impedidos, por diversal causal, alguns
vereadores, convocara os suppleoles, afim de poder
funecionar a mesma cmara, mas que alguns desles
daclararara achar-se doeules, e oulros ncm au me-
nos lem respnndido ao ollcio de convocacao.
Compre que Vme. com o aacrelDrio dessa cmara,
na cniifirrnidade da decisao comida no aviso de
2:t dejunho de 18TU, convoque de novo os verea-
dores, e'em loa falla os srrpplentes, deferiml > ju-
rando aos que ainda o nio prestaran), afim de com-
pletar-se o uuraero legal.
Aqoelles, porm, que deixarem de comparecer
sem motivo justificado, Vine, fara* impor as multas
na forma do arl. 28 da le do 1. de oolnbro de
1828 e aviso de 11 do ootubro de 18:12, incorrendo
tatnbtm na mesma pena, segundo declara o aviso de
2 de julho de 1833, aquelles dos vreedores que
deivarem de justificar as fallas de enmpareeimenlo,
embora nilo lenliam prestado juraiuenlo, orna vez
que eileja rumpnda a disposigflo do ar(. |( o e-
leito na., liouver reclamado em lempo, e se llie na
lenli.i dado escusa, na couformidade do arl. 20 da
citada le.
Se estas providencias nSo bastaran para eorapet-
lir o vereadores oimssns ao cumprim mo do seu.
deveres. Vmc. transmiitrA an jan de direito ou
ao promollor publico da comarca nina parte rir-
cumslauciada acerca do procedimcutn dos inesinos
vereadoresrafim de ler luar o procedimento crimi-
nal pela infrarra.i do arl. 123 do cdigo criminal.
Kecommevdo a Vine, que me informe de lu.
quanto ocenrier acerca da rrunian da mesilla cma-
ra, e eiecui;o do que se aclia disposto no preseute
olllco. *
Porlaria Exonerando, de confonnidade com a
prnposta do ehefe de polica, an bacharet Angrlo
llenriques da Silva do carso de 2. limpenle do
subUlegado de Santo Antonio do Rccife.Commu-
nicou-se ao cliefe de polica.
Expediente do secretario da provincia.
Officio A' lli-soiiraria de fazemla, enviando
\ orden do llieaouro, sob m. :,S, (), (1 ,, (,o, t |,ern
assim dous otlicios da directora geral da despeza
pulilica.
Dito Ao secrrtarin da assemli l provincial, re-
metiendo :18 exemplares do relalorin com que o
Exm. ar.'aeeMelhtlra Sergio Tnxeira de Macedo
abri a sess.lo ordinaria da mesma asscmblea no cor-
retile anno.
S. Ezc. o Sr. viee-presileiile da provincia manda
fa7er publico, que eiislcm nesla secretaria, ja infor-
mados, os reqiierimeiilns das pessoas aballo decla-
radas; os quaes lem deitado de ser leinellidos as se-
cretarias de estado por falla de pagamento do respec-
tiva porte no crrelo.
Ijiiillierme da Silva (uimarnes.
Marcolino tienealvea da Silva.
Major Joaquim de Carvaltio Cavalcanli.
Teneule Joaquim l'aliricm .le Mallos.
Joequim Jos dos Sanios e Araujo.
'lenle coronel Jos Cand lo de Itarros.
Major Clau lino Jos de Alinela Lisboa.
Tenente Joaquim Jos dos Santos e Araujo.
Capitao l'Vancisco Antonio de Carvallio.
Alferes J'aquim Cavalcanli de Albuquerque Bello.
Capitao Tiburcio Hilario da Silva 'lavares.
Alferes Pedro Marlins e Joaquim Jos Luiz de
Sonza.
Tenente J is de Cerqueira Lima.
cr Jos Cyriaco Ferreira.
Alferes Ltirolaiio de Caslro e Silva.
Tenente Antonio Jos Das Nuues. (2)
Cepille JoM Francisco da Silva.
Alferes Jos Garete Teiuira,
n Lu/. Vicente Vianna.
Cadete Francisco Pareira l'eixoto.
o Ccsario Marianno de Alnurquerque Caval-
canli.
Cadete Jos Virgilio de Lemos.
a M inoel Jos Gongatve*. ;2
m Feliciano Caliops'Mnnleiro de Mello.
Brono Cea .ido da Silva.
Sargento Manuel Saturnino da Cunda.
Cabo do esqoadra Tlieodosio Jos da Silva.
" Jos Raimundo de Carvallio.
* Jo.lo Fraocisco dos Prazeres.
Soldado Marcelino Evangelisla di Paixao.
.Manuel da Penha.
Luiz Corroa Lima-
o Jos Tlieodoro de Azevcdn.
n Thom do Espirito Santo.
Jo.lo Baptita do Amaral.
Manoel Perelra de Moraes.
Cepillo Joflo (ioilherme de Mello.
Jolin Canee (engeiiheiro machinista.)
SecrMaria do eovernode Pernambaen 38 de abril
de 1857./ liento da Cunha Figueired Jnior,
oflicial maior 9erviudo de secretario.
i:.\c.\iitF:i;\Dos da
m itx:itni.\0 mi si i
Alagoai.o Sr. Claudino raiceo Umi : labia, Sr D. Kutrai
Bio da Janeiro,o Sr. Joao Percira Marlini.
EMPEKNAallllCO
O proprietario do DIARIO Manoel Figueiroa da Pana, aa m
livraria, prafa da lodepeudencia u. 11 .
COMMANDO DAS ARMAS.
Quariel (eaeral do cominando das armas do
Pernambaco na cldade do Keclfe, esa 28 de
brtl de 1857.
ORDE.M DO DA K. 465.
O general commandanle das armas faz publico,
para ronhecimeiiln da uaruirao e devido elTeito,
que a presidencia foi servida por portara de 25 do
correnle, conceder noi termos do arl. 31 da regala-
meato, iiiiprovado pelo decreto n 1881 de 31 de
Janeiro do correnle anuo, ires mezes de lieeoea ao
Sr. alferes do 10 balallilo de infanlaria, Francisco
Amonio da Veiga Cabral de Moraes da Mesquila
limentel, para Iratar de sua ande fora da capital.
lose Joaguim Coelho.
Unidos, e a preservar, proteger e defender a cons- | se
tituic,,io da repblica.
Ao encelar esta ardua trela, devo implorar hu-
mildemente do Deo. do. nossos pas a prudencia e a I embargo, que em virtule da [MOldde de declarar
firmeza necessana para preenclier os dlliceis e im-
Estando convencido des.a, verdades, creio, s.m | v.l.ncl. cbris.aa. En o'parecer que a sociedadee medicina den, de^toS "
A nossa diplomacia deve ser franca, directa sem | qoanlo fui_ consultada pela cmara municipal desla
IXTMaa.
F'ol no da i de marco que leve Inqar a etellaclo
do novo presidente da Oailo Americana M. James
Hni'h iii.,n, -ii.-n... ,r de M. Franklin Piercc.
que o ceo concedeu a narao al-
cuma.
Determinado a nao apreaentar-me como cansirlato
para urna reeleir.ao, a minha adminisira^ao nao in-
fluir por neulinma oulra COMderMIo sen.lo pelo
desojo da servir fitlmenle ao meu povo, e de viver
reeooliecido de meus enneidadaos.
Temos passado iillimainenle urna campaolia pre-
sidencial, em que as paixes se lem adiado exalta-
das no mais alio grio pelas quesles de urna vasta e
vilal importancia ; mas desde que o povo houve pro-
clamado a soa vontade, a lempastade cedeu inslan-
taiieamcnle e a Irauquillidade se reslabeleceu.
A voz da maiona, fallando da maneira que pros-
creve a conslilui;ao, foi escola.i, e lodos se sub-
metteram a ella n'um momenlo.
Sement o ousu paiz podia apresenlar este grande
espectculo da aplidao do homeni a governar-se por
si mesmo.
Ha sido por consegunle urna feliz iospiraela
por parle do congresso a de applicar esla reara
laosingela, eslabelecendo que a vontade da mainria
seja le paia regular a questu da escravidao local
uos territorios.
O congresso nSo lia sido, pois, chamado nem a in-
Irodozir a e-eravidao em neiiliuin Estado ou territo-
rio nem a exclu-la ; lem que deixar a popularlo lo-
\ IM eleicao conli-cida desde os priineiros das i "' coraP,ela 'berdade de determinar e de regall-
wverobro, foi olllcialmcnle proclamada em i de ."" SU.a man.eira di
fevereiro ullimo ; para esta lm aa ceriidf.es eleilo-
raes dos 31 estados da Uoile que tomaram parle na
T0la(ao, linliam sido depositadas em poder do prn-
denle do senado, para serem examinada, pela, dnas
cmaras do congresso. Tres cscrulinadores forero Ho-
rneados, um pela seuado, e dous pelo cmara dos re-
presentantes.
A urna liora convcncionadi o senado dirigio-se em
corporacao a cmara, qua fica o dous passos d'alli.
em um dos ngulos do capitolio. Era precedido por
um nieirinlio que levava as 31 cerlidoes selladas. O
presdeme do senado oceupou o seu lugar, e depois
de ler exposlo o ohjeclo da reiin.an, qoebrou succes-
sivainenle os sellos das cerldoes, cumeeamlo pelo
estado de Haine, o maia seplenlrional e'seguindo a
escala geograplnca das oulras provincias d confe-
derag.lo. Concluida esla operacao, o prndenlo pas-
sou as cerldoes aos escruliuadores, que as aliriram e
coiilaram os votos, turnando nota em duplicado.
Piado esto came, forem as lisias dadas ao presi-
dente, que derlarou que Mr. Jani-s Uuchanan, e
Mr. Juhn Breck-nrdse tinlinm ambo oblido I7i
Volos, lele he, mais de niela le do numero dos elei-
tores presidenciaes. que aclualmenlo he de 296, e
proclamoo um romo presidente, e oulro vice prn-
denle da repnbiica.
Depois dela prorlamarao, o senado r>-lirou-se, e
o seu primeiro secretario iom..u uina .las lisias follas
pelo, cscriilmadores, e destinada aos archivos sena- !
torios.
Depois, urna convnissao, nome.idi pelas rjoaa ca- !
mareedirigio-aea \Mieaiian l. domecillo de Ur la-
mesliuclianaa, na IVn.vIvania .ira Ule significar
ollicialmenle a sua nomeafle. (luaolo ao vice-pre-
sideule, a sua eleieno foi-llie noiilicada por um.
siiiiiilcs ilaita d pie.id ni- do senado.
in mz d'pois dcsta ceremonia, leve lagar a ns-
lalacRo dos doui magistrados. O p-jmeiro presta ju-
ramento n.s maos d.. chefedo tribunal Supromo dos
CsiaJos-L'nido, e o segundo as m8os de um pre-
sidente pro lem.. ir.-. Humeado pelo senado coja pre-
sidencia p-rience de dircilo ao viee-presidenla da
Uaiao. Depois, este val alojar se em nina hospeda-
ra, como tudos os senadores. O oolro, dingir-se
cm c.irroaaem, ou a pe sem escolla alanma, e"s a-
companhado pelos seus amigos, para a casi da pre-
sidencia, que se nao chama palacio, mas casa bran-
ca Wolle i.oose.
All he recebido pelo sen predecessor, quelhefaz
as honras da casa, aperla-lhe a mo, c entra a sea
torno, cun a sua familia, era urna earroagein bnr-
gne/.a, que os condiiz .os campos, d'onde veio e co-
mo veio. Se bem merereu da patria a mullidao o
aclaniuu no ocio da sua passagem. He a recompen-
sa. Se dirigi mal as coates publicas, Indo he silen-
cio, tslc he o eaeligo. Uei qualquer que sejao urlo
depopulandadeque ello leuha adquirido, sandam
quaj sempre esle homem, que se nao aoube desem-
peuhar com espen or o mndalo aos Ihe foi confia-
do, resignou-n com modestia e probidad.
Desde a promulgacaoda sua eonslitui;ao, o pove
dos Eslados-Cuidos, anda nao appellou lenlo deze-
nove ve/es pira a eleicAo do seu primeiro magistra-
do, e a honra de subir a cadeira da presidencia, ola
lem sido concedida a mais do que quui/.e eidadloe
(leorga Washington, John AdenM, Thnmaz JeOertoa
JamesMadieran, Jaron Hoaroe.Uobn Qaiai-y A-
dams.Andraow Jeckron, Martin* Van Burn, Willi-
am Barriion John Taylor, James K. Polk, Zacl.ane
iavlor, Mallard Fillmore, Francklin Pierce, e Ja
mes Uuchanan.
D'eetei quluze presidenlen s cinco leem gozado
0 privilegio de erem releilos, e de oceuprem a
presidencia por espaeo da oilo anuos.
Foram Wa-hinglon, JelTerson, Madison, Monroe e
!***..... l*d<" perlencmes ao parlido deinocral...
yealro olleileram drhalile a reeleicSo ; r.iram os
dous Ademe, wbig e Mr... Van Burn e Franklin
1 lerce demcratas. Dous presdeme ambos vvhi-s
ambos horr.ens de guerra, inorreram no
das sua. funcer.es civis
a so i ou hr.lo de nao derrogar nada da coiislilui^ao
dos Eslados-Unido..
Por'urna conaequencia natural desle principio, o
congresso ha prescrplo igualmente qne, quaudo o
ler.lorio de Kan-a- seja admiltido como eslado, da-
va ser recebido na Bailo, com ou sem escravidao,
conforme o prescreva a sua consliluicao naquella
poca.
lem-se suscitado opiniOei dillerentes relalivamcu-
le ao momenlo em que o pnvo do territorio deve ser
chamado a decidir a qnesiao por si mesmo.
Feli/menle he esle um aa.umpln de pooca impor-
tancia oh o ponto de vista pralico ; e por ootra par-
te urna queslao judicial que sabe legtimamente do
tribunal supremo dos Esledos-UaMos, aule o qual
esla pendente e paiece chamado a receber prnmplo
uina solujo definitiva.
Qualquer qua seja esla lechea, me submetterei a
ella cordialmenle em coramuiii com lodos os buns ci-
dadies, anda que na minha epinile pessoal, o mo-
menlo couvenienle, segundo a acia de Kansas Ne-
braska, deve ser aquelle em que o numero dos ha-
bitante, effoctivos do territorio auloriso a redaccao
de urna conslitiiieao com a vista de ser admitlido a
qualidade de estado na lioilo.
l'ucceda o que succe.ler, sobre este ponto, be do
dever imperativo e absoluto do governo dos Eslades-
l'nidos, assegurar a todo o habitante eslabelecido a
livre e indeprndenlo expressao da sua opinilo por
meio do seu voto II este um direiln sagraoo que
deve ser assegurado a lodo o individuo.
A nossa silu.ir'o econmica aclual nao lem exciae
po oa historia. Jcimais al nojetelem adiado um
nai-Ao emhararada por um excedente mili couside
ravel no lliesouro. Esle aconlecimenlo drr-frcefl...
riaineiile origem a cstravaganriai legisluva". Pro-
voca Idelee e gaslojJaiiiytis.e fai suggenr ame rae."
de especuladores e de faTaejirrs que Irabalham en
boscar expeditais para altrahir a riqueza publicn.
Com razio oo sem ella, se suspeila do.poder na
pessoa dos seos agentes oniciaes, e a reputaran do
governo offre na eslimarao do povo. ne esle em si
um grande mal. O meio racional de remedia-lo he
applicar o excedente do Ihcsooro a grande, objectos
uacionaes, autorisado. claramente pela constituirn.
No numero dos objecloa, reeiicionarei a ediuccln
da divida publica e um augmento rizoavel da nossa
raarinha iusofficieale neje para proteger o nosso
commereio, assjm como tambera urna graule exten-
5,lo de nnssas costas.
5
aun iviTSE.
Scenas da vida hollandcza.
POR HlLDEBRAND.
V
Amor e ml/rimenlo Jo doutor.
Doos enoos depnis n mancebo qne deix.imns can-
didato em m-d.c.na eslava occopadoen almo.ar em
certa cidad. de t.ueldre... A ,, es(:Mr;,
achav-se anda di.posl, mal.|Hmi,el come O.po-
'* J" '"",......,an";, verdade qu. o vene ra-
vel retrate do grande lluMand. qooen, | c. esla.
va suspenso laiieearia por .lUs .Iflnelles. tinha i-
'lo severamenle encaixilha.io ; purera, o esquefolo lio
charo aos m lieos achava-si- .linda ai. larli. d neadro
em que vc-se o Apollo do Belvedere transformado
Mas, onde eslava o mralo de malher que nssfmp
tb'Va-te lauto a Clara II inze ? Elle o livera i vis-
ta anda por multe lempo em Lcv.le ; porm coreo
o amigo d.i gabinete dos ..rores, que lambem pea.
son o aegred.i, o lormentasse a reipeilo da moca do
pomini braaeo, e por c-sa necasllo crias lembraneas
de Rotterdam llie li/.ess ul.ir o rubor from, esse
retrato f.,.a puuco a pouea lineado na segunda c-
mara sem dellar, mesmo nease ullimo lugar, de fa-
zer-lh as venes afiluir o sangue ao rostu.
Passaram-e dous anno,. Cerril tornon-se mai.
iho, eem rae opinila mais sensato. Vio oulras
moca, e nao Ihe fullaram amores,! dia, de nma
semana, 0n de um mez. A linda Clara pasou para
o segn lo plano. Nio vio mais a Rotterdam. Paila
rara, visitas ao Sr. Vernony e sua muther, c sen
nome era raras vezes pronunciado. O retrato foi
reunir se a oulrui desenlio- no fundo de uina car-
leira.
Entretanto no dia em que ochamos o doutor almo-
eando, adiamos tamhem despenada nelle a lembran-
i;i da lida moca. A leu. olhus esta aberla urna car-
exercicio
, a cujo peso siiccumltiram.
fcui consequencia d'e.lss succes.es antes de lindo
o pra/o, s ria, viee-preshl.ntes Mn. John Tvlor e
Mallard I 11 m ira, pa-saram do s'sun.lo gr.i'o ao pri-
meiro. lin nico dos vice presidentes, de dore que
roram mveslulos n'esla magutralura s*condaria foi
de novo adoptados cunluzjdo a casa brauca. or
meio de eleicao, foi Mr. Van liaren.
(Jornal do Commereio da Lisboa.)
Mr. Uuchanan publicou no dia da su,- Imlellacae
como presdeme da repblica dos Estados-Unidos o
segouile discurso :
l.ida ia,.s.Venho hoje parele v.i. para compro-
metironle soleinnemenie, per juramenl.., e enmprir
com hdelnlade o cargo de presidente dos Estados-
la do amigo do gabinete dos moren, o qual Ihe 10-
nuncla que enleniereu einfim o rorario do coronel
e easou eom a Giba a despeno de se'us formidaveis
le. Nao poda deixar de acresrenlar qu" '-
Por oulra parte ha osa. principio inconteslavel qoe
nao se deve levantar sobra o povo.oulro Irihulo mai.
que o ueces.ario para oceorrer ai despezas .le urna
adminislraclo econmica e efneaz. Para o conse-
guir, era necessarin recorrer a uina modificarao das
paulas. Esla modificarlo se fez de maneira qo'e pre-
judicou o menos possivel as uossas manufacturas in-
dgenas.
A prodigalidade em materia de fazemla lie sem
embargo iaeigqillcante, como lenlacao corrupta,
quando se compara com a louca diasjpi(lo das ler-
ra. publica. Nenlitima hlCRO he dolada* d'uma he-
'anea tilo rica como a que gozamos as nossa. terral
publicas. Para administrar esle importante deposito,
pede ser prudente dar certas porcei no interesse da
melhora de demais ; mas nao llevemos esquecer que
a nossa politice fiinilameiilal he reservar estas Ierra
para a. ceder, por preeo. mo 'erados, aos que va
eslabelccer-se nella.
Poraqoi, nao smenle favorecmns a prnpriedade
de cidadaos honrados e iodoatrioso como assegura
mos um patrimonio aos nonos fllhoe, assim como ao.
emigrodus das marcens e.trangeiras, que quoiram
buscar na Dona nar.Vj urna c..die.ao mclhor.
Estes emigrados leem euiilnliuido poderosamente
para a prosperidade da nar.lo.Coiivcrti lo. cidadaos,a
consliluicao eas lei liles dao direilos de sero.n col-
locados em igualdada com os nosso cidadaos nati-
vos, e devemos sempre rcconheeer-lhe esle carc-
ter.
A conslitiiieao federal he a ronce.silo pelos eslados
ao congresso de cerlos poderes especficos. A qoeslao
da aaber-se cele eoocetilo dora ser estrela ou ex-
leosemente interpreta le dividi mais ou menos os
partidos desde o principio.
Sem entrar aqu na queslao desojo aclarar ao co-
medir a minha Idminislraclo, que urna larga expe-
riencia me tem convencido de que a verdadera (he-
or.a, e ao mesmo lempo a Iheoria mais segura da
eoMtaieJ-o se acha uae.tricla inlerprelacao do. po-
Toda a vezes qoe na nossa historia panada o
congresso l.a exerciio poderes duvi.losos, lem resul-
tado mncslas consequencias.
Por oulra parle nao he necessario forcar n sentido
da consiiiuirao, allendendo que todos os poderes es-
dever correlativo para os Estado.-1,'nidos, de pro-
leger-se mutuamente contra a innato.
Mas como se poderia assegurar esta proleceao a'
California e a's nussas possessi.es do Pacifico, sen.lo
por meio de um caminho militar, creado alr.i-
vez dos Estado-luido, e pelo qual homens e mu-
niees de guerra possam ser transportado dos esta-
dw. dn Atlntico para repellir o inimigo '.'
Em caso de guerra com urna poleucia marilima
muito mais forte que nos. sena o nosso nico meio
de chegar al ao Pacifico, allendendo que a potencia
iuimiga cometaria por cerrar-nos o caminho alravez
da America Central.
Feto islo, nada mais equitativo que deixar ao po-
vo de um territorio, lenlo de loda a inuencia es-
trangeira, decidir por ii mesmo do seo proprio des-
lino, sem oulra obrigar;ao que a de respeilar a cons-
liin .'.i dos Estados Unidos.
Sendo assim regulada lorie a queslao territorial,
todo, os ponto, praticos se aaham resolvldos, e nao
lica nada que accresceolar, pirque lodo reconhecem
que segundoa coiisliluiraoaescravidao nos Eslados
Unidos esla- fura da iiitluefle| de todo o poder hu-
mano, salvo o dos m.sinos Eslados onde exislom.
Devemos, pois esperar que a larga agilaro qu lia
reinado lauto lempo com esle motivo toque o seu lim
e os partidos geographicos a,que deu naicimenlo a
queslao, e logo teao deixadode existir.
Diloso para o paiz o dia em que o espirilo publi-
co vane para dirigir-se a nutra, rectas de nma im-
portancia mais elevada e mai. pralica. Durante o
lempo desla igilacSo, que nio tem conhecido tregua
ha mais de 20 anuos, nao so ble produzdo bfns po-
nlivos em beneficio de ningocm ; a agilaeao ha lidn
pelo conlrario, um manaueial fecundo de inales para
o meio dia, e para lodo o povo ; dividi o afaslou os
povos fralernaes dos dillereotes Estados, e poi em
engo alo a exisiencia da UttMo. O perigo nao de-
eapparecea complelamente..
Com o nosso systema, lodo o. male. simplcs-
mente polilicos lem o seu remedio no bom sentido e
no tranquillo juizo do puvo. O lempo he um gran-
de eorreelivo.
Os ohjeclos polilicos que ha annoi sohrescit.ivam o
exasperavam o espirito publico, bao passado e estilo
quasi esquecidos.
Masa qoestno di escravidao lie de oulra impor-
tancia, porque se agitara ooiiliuua, poderia chegar
a por em perigo a vida de grande camero de nossos
cidadaos nos ponfos onde existe a iiisliluieflo.
Fin semilhanle caso, nenhuma forma de governo,
por admiravcl que se aprcsanlasse, por fecunda que
fosseem beneficios materiaes, nao podesia compen-
sara paz c a seguranza perdidas no lar domestico.
.xerfa, poi, lodo o homem adido a ailo a sua
inlhieiicia para acabar com a agilaeao que existe sem
ohjeclo l-gilimo desde a legtllacao dilada ulluna-
raanie pelo eongreno.
He um mal que cerlos homens tinham emprehen-
-alcular e.xclusivarnu.le o valor malerial da I,'-
-^resentado varios esciiplos sobre o bene-
^rio e sobre as vantagens loraes, qne dif-
.i....>^.iTiiosou seccoes poderiam lirar da sua
diMsiluelo ; assim como de um cmparalivo que po-
deria resollir para os oolros Estados e oulras sec-
Deseendo a esta maneira lio estreila e Ufo vil de
ooosiderar om sumpto lao grandioso, estes calco-
Ios nao tem fundamento.
Lina simples consideracSo sera'eonclndenle sobre
este ponfo. Cozamos na aclualidade em loda a ex-
ensao do nosio vasto terrilorio, de ama liberdade
tal como niuguem a ha conhecido.
Esle commereio movo-se por caminhos de ferro e
canaes, pelos mares e ros qoe unem o norle ao sul,
e esle ae oeste da nossa confederado.
Aaiqnillal, defonfo o seu livre vo por limllacoei
geographicasdo. Eslados leloeoe hoslis. e parausis
a prospenda-e, o progre.so do todo assim como o di
parle ; envolvis o coojuuclo n'uma ruiua com-
mum.
Mas por mais importante qne sejam em s me-
ma, estas considerocoeschegam a ier ins;guilicanie-,
quando se reflexiona as desgracas terriveis que a
desunido produzma por loda a parle da Conlede-
rarao.
Em nina palavra devemos pralicar jtistica e be-
nevolencia para com todas as najOe, o exigir dal-
las igual juslica.
Euiquanlo que as oulras nae-s augmenlaram os
seus dominios por meio .le couquislas, a nossa glo-
ria be de nao ler adquirido Imitarlo alguin seufio
por mi de compra leal, ou romo no caso de Texas,
pela delermiiiacao voluntaria d'om povo visinho
e iodipendenle do unir us seus destinos aos nos-
sos.
Os mesmos terrilorio que adquirimos no Mxico
nao laiem a excepcao.
Sem querer lirar"van!agm da fortuna da guerra
contra uina repblica irmaa, compramos aquellas
possesses em virlude d'um tratado de paz niedian-
le urna somma conai.lersvel como um jii-lo eauiva-
lenle.
A nona historia pissvda no pro'iibe adquirir pa-
ra o fuluro oulros territorios, a nao ser que a ad-
quisica esleja saucciouada pelas ten da juslica e da
honra.
Obrando segundo esle principia, nenhuma 01(80
polera ler direilo de inlervencan mi de queixa, se
no decurso do. aconlecimenlos chegarmos a esteu-
der am.la as nonas possesses.
Al agora, em todas as uossas idqoisicGes, o no-
vo bao gozado, sob a proleceao da ban'eira ameri-
cana, da liberdade civil e religiosa, assim como .le
lei iguaes c justas ; bao eslado contente c prospe-
ro ; o seu coinmerri i eem o resto de mundo lem e
desenvolvido rpidamente, e todas as narf.es com-
msrrines lem lido desla maneira sua grande parle
desle benfico nrogresso.
Agora vou prestar o juramonln preseripto pela
consliluieao, chamando o beneficios da Divina Pro-
videncia sobre esle grande povo.
James Uuchanan.
(A Sarao.)
.Nao intentare! tricar estas desgracas, porqoe (e-
nho a ConOanc de que a Providencia que inspira a
prudencia necesiaria para fundar a forma de gover-
o e de iimao mai perfeila que jamis encontr
ne homem, nao dcixa. perecer u governo e a II-
11130.
epoii di conservacao 13o imporlanle di consti-
Imraoe da Unan vem o dever de ptir o governo
ao abrigo da accusyrao e ainda de suspeila de cor-
rupjao.
A virlude publica he a vida da repblica. A
historia prova, que quando esla virlude decahe,
quando o amor do dinheiro usurpa o sea lu-ar a
forma de goveino pode subsistir anida por cu |J lem-
po, mas a essencia desapparereu para sempre.
Seria impOMlvel concel^r que impundo expre-
sainenlo o congresso u dever de defender ludos os
r.slado, a consliluigao nao Ihe lives.e deixadi
plicilainenle a faculdade de liusc
AsSEMBI.E.V LEGISLATIVA PROVINCIAL DE
PERNAUBIJCO.
Sessao ordinaria em 23 da abril de 1857.
'residencia do Sr. Jos Pedro da Silca.
Ao meio oia, adan to-se prsenla numero legal
dos Srs. depulados, abre-se a sessao.
Lida, he approvada a acia da anterior
O .Sr. Primeiro Secretario da conta do segointe
EXPEDIENTE.
Um oflicio do secretario do governo, remetiendo
para serem distribuidos pelos Srs. depulados:ls ex-
emplares do re.ilono com que S. Ele. o Sr. pre-
sidente conselheiro Sergio Teixeirade Macedo, abri-
r a presente sessao.luleirada.
Ootra do mesmo senhor, remeltendo o oreamen-
lo da receila e desp.zu municipal da cmara da
villa da Bseodl no correnle exerric,,, e os arlig...
de postura da meante rimara.As COmmissOes de
negocios de lamaral e orcaatenlo monicipal.
I.e-se e ipprova-se o segainte parecer :
A cominis-an de ml.-ucrao |iublica leudo em vi la
a pellclo que eaderecara a este a-semhla Alexan-
drma de Luna Albuquarque, nrulCHora de inslruc-
Clo prini.iria da freguezia de Sanio Antonio do
llecife, que pede que se Ihe pagoo a gralilicoc.lo a
que lem direilo por ler mais de 12 anno! de servco
no lempo que lem delude de receber ; he de pa-
recer que a direcloria de instruccao publica informe
a respeilo.
Sala das commissiles da assembla legislativa pro-
incial de l'eruamhuco, 22 de abril de" 1857.Sa'
.roverbio, qae n governo
mas fohrmenle
. -- ------ >" # "" iwlilira ledazio a
co, de nieoso calor, -lotos a oulras mollas causas .ciencia .lo guverno M born ,,. Une i-e-
dein.alubridadequeexislemeni cunslanle aclivida-. dencial. Iloje, no scalo Mn,
- --o- i i--- -- -| -"- nr vas "mu I "i i > i i ni *,
rao da. de pnmeira necessidade para que o slado devia lulo fazer c promover lado
sanitario do pai/ n,"o empeiore, porquanfo e.se. fo- | esse lempo ja la va.. A economa ,'
solela anuos qoe fallava nces-antomento conlra os
doentcs e contra 01 que tinham boa saude, o que Ihe
fazii ter minia consj.lerarao as categoras. Soas
palavra passavagi por orculo, sua* receilas era~
a'!u?p,;ssoaaLrre7a?:fSn',rV,ll,',li,,"rer;,C"",ra <*""*>> folba, da sybiila .obro indo" io.
mi""inaa '""" CO,no l"lnci^o ra,s,r,dores do drogas, os quaes idolatraran! o ve-
"^ ti V rljtllCr TV s^a ^&____ a &-
(Vid. Diario n. 93j
Elle lambem ja casado murmurou Cerril.
Que necessidade tem da mulher um advog.ido que
procera amia primeira caus, '.' Porem cu que sou
um medico em procura de clientela devena estar ia
casado ha mu,lo lempo... Oual he o medico que
cni boa elieiiMi emquanlo nao lem mulher ?
Boa clientela Elle nao linha por assim di/er ne-
nhuina, mas em compensacao linha miiitos en||ega
Anda na vespera havia c'iegad.i da Uuiveril.de de
I treeht um joven doutor rer.rnlimeiile promovido.
"">'..... elientele ; mas tinha muilo lempo, que
das nao podia Consagrar aos sen. livros predilecto!.
IMo era |ireciso que lodos o vissem na ra, romo se
indine mullo occiipado Nao devia ser pul lo, e
fazer visila, romo se nada Ihe fosse mais agr.idavel,
e lambem pagar sua patele absolutamente como se
podes,e merece-la por mn exercicio real de soa
arle ?
Era urna Miniada para Cerril cuidar no casa-
mento. Mudos jovens medical cabera dcbaixo desle
lerrivel dilemma : que lie preciso ler mulher para
l-r clientela, e he prenso ler clientela para obter
'.".a mulher. Porm Cerril lilil., l.ens da f rluna.
O notario lizera blstanlM aulosem sua vida para
permittir ao li I lio proceder ao seu casamento, anida
qoan.io sua escolha cabisse sobre urna mora que nao
Ihe Iroaxene de doto irulo sua virluile e sua l.elle-
" Clara n .i,,-.- linha alguma cousa mais do que
Ino Clara Donze eslava j casada '.' Elle nio sa-
bia. Mas porque cuidava novanienle nella ?
Deram ojio
o im-
r un, s meio n..s-
inel para que um de.ses estados poisa ser defen-
Oltlo.
Alm de que, a pralica do governo, desde a sua
origem, lem sido construir caminhos militares.
Absienho-me por agora de expressar a minha opi-
nlo sobre o modo mais econmico para o governo
de prestar oseo aoxilio a esle grande e neceeiario
irabalho, eren, que muitas.litliruldades que pare-
cen! I.oje formidaveis se desvinecerao. desde que se
reconheca d uina maneira satisfactoria o camitilio
mais curio e inrlhor.
Talvez que seja couvenienle dizer algomas pala-
vras dos nossos direitos e dos nossos deveres como
membrosda graude familia das uai-es.
as nossas relecOes com os demais povos ha prin-
cipio, mm sngalos, consagrado, pila nossa pro-
pna expenencia, das quaes nunca nos devenios se-
parar.
Devemos cultivar a
com todas as naeoes, e
paz, commereio e amizade
islo, nao s,,io, ote como o
Iho doofor. Nos casos um lano graves, elle prepa-
rava habilualinenfo cinco em vinle e qoalro horas
0 |oven medico dillcilmenle consegua faze las a seu
goslo. File incommolava-oja muilo inillodo a cli-
mea do hospital militar. As anguesugasnio tinham
de maneira alguma a svmpalhia do doutor.
Desla vez se mao humor limiton-ie a mormurar
MM pulavras: non inmune cu/em, as quaes repe-
la Iodos os das.
Estou om dores de cabera, disse o velho collega,
e a carruagem faliga-me boje. Tenba a homfodede
ir a larde ver por mira una iloenle no campo ; he a
lilha de urna mulher chmala Sxinen em Spran-
kendel. He um bello pa.seio ; podera' vollar eom
a rresrura da notle. Essa moca esta' perigosamente
doeule.
A larefl confiada a Wilse nao Me foi desagr.i.Ia-
vel. Spraiikendcl era urna aldeia pitorcsc situada
ao lado da eslndi.....meio de airanhai collioaa. Era
inisler mais tic orna hora para ir la'. Depois dejan-
lar, elle noz-se alegroraenle a caminho, llavia de
patsar diento di casa decampo, em que vira outr'ora
1 linda Clin cora um pombo brauco sobre a ca-
bera.
Assim foi.
louco depois Witse leve de deixar a estrada cal-
Cada para ir a procura da bella aldeia de Siiran-
kendel. (> pequeo regalo que Ihe dava o nome in-
dtcoii-lheo caminho mai'corlo no meio das feriis
colimas. Ora elle desapparena por a-sim dizer com-
pletamente. Hcbaixo das moulas e das plaas us-
pendidas sobre seu leilo, ora reanparecia alegre c
lmpido, descend, com brando murmurio de un ter-
reno superior. Wilse chegou emliui a nascenra ; a
agua saltava da areia.e forman um pequeo lauque,
do qual salnam pequeas crrenles que.sepuiud i di-
reeeOes dillerentes,abriam caminho sobre p'edras Do-
lidas
Um joven casal escol he ra esse lugar para repouso
por causa da sombra e da frescura. A mulher .-
sentada sobre a relea, tinha sobre os joelhoi um bel-
fo menino va rindo a forvura da asna e o movimenlo da escu-
ma ; o marido com o snrtiso no. labios conlempla-
va allernalivamenle a mai e o (i,lio.
Eis ah a felicidade a quo aipiro | :;..P Wilse
suspirando.
Urna vereda laleral conduzin-o rasa de viova
cuja lilba rrrlamava seus cuidados. N.a,., era mi ,.
Iba nica. I'lla linha oulra que cun aquella, que
enl.1o eslava d-icnle ajudava-a nos Irabalho! de bar-
rella, que Ihe davam em parle o sustento da fami-
lia, c um lilho quo era cirteiro, e linha cuidado de
Ires vace.isque paslavam noSOiteiros vizinbo. Era
urna dessas familia! dilnsas que nio necenilam de
mecorros estnnhof, onde nunca ha filia nem super-
fino, e onde a economa e o Irabalho devem indis
Pereira.Ilr. P. Bapttsla.
Cominillo,!,, da disrusS;io do parecer adiado da
sessao antecedente sobre a pretendo dos dono de
padarias exisicotei no centro da Oidade.
O Sr. OHceira :Nao reelilnio o seu discurso.)
O Sr. llego llanos .Confesso-me, Sr. presiden-
te, pouco habilitado para entrar em queslao desla
ordem, vlilo que de sua essencia be olla propril dos
Srs. mdicos e litio daquelles que u*u> lio prolissio-
naes nena scieuria ; porem como face parle da
commisslo qu deu o parecer, de arcordo co.n o
pebre dopulado o Si. Percira de Bnlo ; Iralare de
liislihcar como me be possivel, as razn que pre-
sente! no paiccer que ora se disculo.
Sr. prndenle, tendo diversos propriclarios de
padarias eslabelecido no centro desla cidade pedin-
doaetta anembtaa rivogae-la do arl. ."> da lei
n. 372 de 1853, direi lio lmenle que a commusao
nao levou-se pelos principios que o nobre diputa-
do suppe.
O que me admira, Sr. pres.lcnle, he que o. no-
bre depniado, lambem memore de-la commiislo,
fondo lido csses papis em seu poder, primeiro do
qoe nos, leudo exigido da cmara municipal as in-
formir-un quo all exislissem, deiuieede rgu-
mintar rom esses parrrerc, e s se apoilsse na opi-
niao emeltldl pela cmara, nao -e tendo importado
com as oplnioei das dilforenles corporaco. de me-
decina. Sr. presidente, eu creio que nio se man-
dn ouvir a cmara a esse respeito para dar sua opi-
ni.lo, esim exigir informares cora o cop-lenles
liareceres que norvenlori exislem : porlantn ja v
a casa que mo se mandou pedir a cmara munici-
pal o seu parecer.
tSr. Oliveira:Pedio-ee sim, senhor.
O Sr. llego narros:Pcdio-sa que inrormane
romosdocumriiios que hoovessem, purm nao a
sua opinilo, nem arbo ruri.il que a ramera fosse a
primeira a pedir a derrogarao de urna lei sauccio-
uada, e que fui exigida por "ella me-ma, depois de
ler consultado por dillerenles occases a socicdade
'le medirina, e oulras corporares medicas dcsta
provincia.
fui Sr. Depniado da' um aparte.
O Sr. liega Barro .O que he certo he que
nunca pedio, nem represenlou conlra essa lei que
esla em vigor, c que ainda alo foi execnledl pelos
peticionarios, le esla que fui proposla pela mesma
cmara municipal como mdida aullara. Sr. pr-
ndente cm snsleiilarao da opinilo dada pela com-
miselo, tenbo a honra de apresenlar a casa os dif-
irante) pareceres por corporacon medicas, onde
de concorrem poderosamente pira qoe aogmenlea
Inulobridade da cidade, e cresram incommodos aos
habilante. Appreseulo ainda, seuhores, um
oulro parecer que fai adoptado na sessao de 22 de
julho de ISl pela mema sceiedade de m-.li.iiia
na couformidade de relalorio da commisiao de hv-
giene publica, a.... o fumo o o calor dos tornos da.
padarias e offleinas que empreara fogoaclivos, sao
nneives a saude dos habitantes di! circjinviziuhan-
ca. d* Mes estabelecmenu.s, que nenhuma nadara
ou ollicina offerucia a condires exigivei para a
iiiallerabili lade dasaude publica.e em rigor lodas as
nadara devem ser removidas sem injustira para
fora da cidade. n Neslo mesmo parecer, Sr". presi-
dente, especifica us lugares que parecem raai con-
veniente para estabelceer-se a padarias, e mais of-
ficinas de fogos activos, qne foi adoptado pela c-
mara, portante, Sr. presidente, v o nobre depn-
iado que o cuso!lio dealobridadcnunca lave era vis-
ta allligr, nem prncurou como se disse lioutem nesla
casa o lodo cusi a remeci da. padarias para fora
da cidade, pelo rnnlrario foi urna medida proposta
pela mesma cmara.
Seuhores, essa. dignas corporares, nada mai. fi-
zerara do qoe promoverem o. m'eius de inrlhorar
a salubridade publica dc.la cidade. A consi lera-
rao apresentada pelo nobre depuladn que M corle
nao ha disposicfie alguma a re.peila das padarias
da cidade n,ao pode aproveilar, a ainda menos a
F.uaopa ; porque no Rio de Janeiro as padarias nao
Mo retiradas no centro da rila le, neo. em certas
roas, como por excmplona ra li.re.l i. S. Francis-
co, S. Jos, Oovidor..
O Sr. I filela:Mas dentro da cidade.
O Sr. A'cjzo Horros :'.) que eu digo he que ne
corle lambem sao prohibidas as padarias e ollicinas
de forjo! activo, no ceir* da cidade.
OS;-. I". / illrhi:_ Em'cerlas roas.
0 Sr. liego Barros ;Em ras ras, sim, sa-
nhor, tambera aqu o que quer a lei cm vigor 'he
prohibir em rerlas ras, alias marca lugares mais
apropriados, e com melhores coudicoes para esle
eslabelecimenlos ; assim como jj se mudaram os
Caldeireros e o ferraires.
1 m Sr. Deputado :Na Franca nao sao prohi-
bidas as padarias.
Or. llego Horros :Na Franca, senhores, paiz
que o nobre deputado Ira/, por exemplo, quando se
qoer eslabelecer urna padaria faz-so a casa aposito,
fazem-sa fornos subterrneo, que chamam foruos
fuiileros. (devorador do fumo) que nao deixa eva-
porar o fumo ; e de mai, nao sci, Sr. presi-
dente, como se quer comparar um paiz quenle
como he o nosso com o da Europa, onde ha neces-
sidade de fizer-ie fogo em casa, por causa do fiio
apoiado.
Eu stippoiiho, senhores, qoe a argumenlario apre-
sentada pelo nobre deputado nao lein forf;, a vista
das opiniOes dos Ilustrados medien que Um einil-
tttto ai im npinioes a esse respeito cmanme!
com os pareceres que edei, era cujos pareceres se
acham MngnadM os dislioctae medicoi os Sr. |)r.
Moraes Sarment e Mac el Monleirn, e oulros que
azi? m parle .I-ssa corporal-.lo. assim como o nosso
honrado collega o Sr. Ilr. Sa' l'ereira.
Sr. presidente, eo declaro qoe nao fonlioo m>nor
inlere-se, por mira, nao me importa mesmo ana a.
padarias fiqoein no centro da cidade, ou aiam para
fora ; eu habito n'uma ra bstanle rejada, onde
o frtio nao me incommo.la : mas cuino ineml.ro da
commissao a quera foi submellida a pelK.au dos
supplicaulesquc secadia cm discussao. julguei mais
razoavel adoptar os principios expendidos por essa.
corporares que, pur longo lempa, reclaman! essa
medula como mais sanitaria, e semp.ep.rotupti, a
procurar o bem da provincia, nunca excitaran) com
>uas luzes e zelo de melh .rarcm a situacao ne-la
parle. Sr. presidente, achu que a commissao nbrou
mais em regra leudo admitlido esle priucipio de-
que outn. qualquer. Sr. presidente, .lo estas as
razes qne lenho a dar em favor do parecer que
prenotemos a deliberarlo da casa, que decidua'
como melbor Ihe aprepver [malla bem.)
Fica a isrussao adiada pela hora.
Segunda dissussao do projeclo n. 18 de.te anno,
que considera como fazendo parle do lermo de Bar-
reros o cngenlio Sania Cruz, de Fnncisco Aleara
de Mello.
O Sr. ll. de Laceria diz, qe rnmpromellido a
entrar na quesillo de qoe e trata, o faz. sabendo de
anlemao, que nao era' allcn.lidn, porem quejiil-
gan.lu ler a razio de seu lado, proseeaire' no em-
penhn, que i.nnou de mostrar a iiiconveniencia da
adoptlo do projeclo.
Observa, que na ultima dscusMo os illoslres pro-
pugnadore. do projeclo emilltram a opinilo de que
era quasi desnecnsario, porquai.lo ja hiela um acto
da asembla |.rovinrial de Alagan*o do presiden-
le, i.eonheceu !o o engenho Santa Cruz como pr-
lenoemea piovincia de IVrnamhuco, |. .rem o I.....-
ralo orador que prorurou informar-s a este res-
pello, declara que nada absolutamente pode colligi-
em apota da luerclo dos seus nobre. adversarios, e
pie autei pelo coulrartu o que ol.leve foram doeu-
. la pie ten. -i-, ,m..
leravel, que o governo interviesse direrlainenle rm
negocio lodtislnie, acerca do. quaes a sai mismas,
alias ensille em moderar e dirigir.
Ja vr pois a casa, que nao pono dar mea vote
ao projecto qu- se discuto. Antes porem ,le> ei.liar
no exame pr,.priaimule de sua materia, qoe rrnato
melindrosa eravissirou. permilli-w-me qoe tare
algumas rrflexoe. a n-peil.. das causa qoe ol.-taia
i que o foniecimento d carne, verdes e tare re-
golarmenle nesla cidade.
Diversas, Sr. prndenle, sai enes cao., emn
Batanee, ouira accidcnlies ; e do sea concam, do
eu enea leamenlo resuilam ohlaraln rein ao .iba
leeimeuto ila carnes verdes. Algumas desM onanan
podem er por in,s removida rom diHic.n.i.,.le-,
rom despezas enorme, rom esforco* exirem. ; mo
as oulra., qoe sao naluraes, so Dees posta-lis-ha re-
mover de lodo.
A grande distancia qua ha dos lugares da rriarae
do gado para o do roo-umo nota cidade ; m ierro,
queem periodos ncerlos fliaellam os criadores, rab-
iando a morir do gado, sao m divida ilaama na>
as r.aluraes, que bem difficil, lenao imponixel, ser
remover. Alem ilesns cana as, porem, unirs ka,
Sr. presidente, qua-i loo imporlanle, leo grave, lia
fonesta, sao a acndenlan. As impone.,,. qoe r-
cahem sobu n ga lo, imprnicoea, ama, ee i rasa exa-
minar ai nonas tais de orcameala. he de sornrrsi-
der-se de que sjam lio avultada, porque corres-
ponden! a 3I por eendo ; a falta de togridoorre
pblicos em redor da cidade, de modo que nja pao-
si vel, que dos serli.es desea grande porreo d> gao*.
afim de que Moteara apascenle, aie que lealia de
ser consumida.; e monas oalra causa, do ndosa
accidental oceasionam a riilliculdades rom qoe Io-
ta a poi.ulac.lo tamos para o ahatccimuto das carnes ver Ir-.
O Sr. llorencio :Venha a laze.
O Sr. T. Ua Sitad :lieos nos livre delta.
F.sijueci-me, Sr. pre'idenle, de mcocionar entre
as causal que repulo di ordem n doral, ana dao
que man concorrem para existencia deni diflirol-
uade ; e vem a er a epizoolia, conhecida por mal
trisle, da q-ial soltre o izado, quando ho removida
dos lugares em que foi criado para na cid-de.
loda essas causas que lenho inearionado prodazem
os deploraveis elleilos, que lodos nos sentimos.
Se pois, seuhores, ntai sao as caan que dilli-
cullaiu o ahaslecimento das raines verdes nena ri-
dade, pergunio, o projeclo lende a remedia la 7 ojo.
O projeclo ten' por lim destruir alguma dcoUs ca-
sa ? Nio.
Digamos poii a verdade : bem rensuravel lie e
metlicina que, sem procurar, sem rnnliecer ae can-
sa do mal, apphca a cegas, em vez de remedie,
veneno lien corrosivo !
Am.la por forra do qoe lenho dilo, he opinioa
miaba, que ua actualidad nio lia propriamrnle
monopolio da parte daq.ieiles, que se o,-cupo o na
comprar gado aos fazen leiro pora vetide-ta aeoi.
A causa porqoe o abislecimenli das carnes ver-
de- he dilcil nela cidad. nio he e"a Mrmotwln.
sanairoo, nao ha, ncm houve, porque a perlas da
concurrencia e-l.lo aberla. .- qu-.j qoer que Boan
quena entrar, por menores qae sejem seas casa-
Assim, como dizcr-e. que ha om nwaafMHa fe-
tal, e que os munopolsaiorrs ara qu-m ncra*ieaom
o males, qoe solTre a populaco irtaoaneate aa
abaslecimeulo das carnes verdes f Nio ha lol amo.
polio, repilo, c Tirrermi. tribuir i elle a ran)
u,. mal que .frrrmo, he om augan, he an erra.
que bem fanesiu poje er, porque importa o de*n>-
iihc: menlo da sua verdadeira rau.a.
Se aclualmenle a carne verde lao por asa
prero elevado ; e esse mal anida mai s dptare
quando qualquer verao rimosn se faz notir ; ,
e deve allriho-to enAo as caos que diflirulun
a viuda do g do do. serlfies pira a lugar do ronoa-
mo, e e sua permanencia nesle ; n'em palavra. a
langas distancias, a epizootia, conhecida pw mal
liiste, a talla de logradouro. ele. ; porque lude M
concorre para que ie emp.-egacm nesn inlusiru
pequeo rapilaes...
" Sr. Fhrenno : I
trato.
" Sr. T. da Silra... do
da livre ronrurrenna que nella
Isso proxa i favor da coa-
qaa mulla qne. aprza*-
letla ha, o a,.i..visi.ii,a-
meale de carne verdes be sempre peqoena.
Mas, Srs., uppnndo que mino .lio rxi.la, o qoe
nao concedo, pergnnlo, rao os na elleilo. deot. ni-
dos, far-se-ha ciuveuiriiiemeule o alusic-imenl*
das carnes verde. Ievalinde-se sobre elle oulra
iiiouepulio, norcm legal, e ruia cxiilrn.-ia a er.eilos
serilo mais fnnesiu, provincia que aquella *,.,,
c houves.e Na,., meu. senhores ; c nm leorie-
mo. a medida propo.la polo prejeci... Gratn respon-
sabilidode parar sobre n..s nj, anfa rezando a. lo ....
do pisado, quizrrm-s entrar do nova em teatili-
vas, em e-.peiiencias prejudiriir.
.Seuhores, o que luerou a ridade -ta Re-:fe com a
conlraio das carne verde qne ja exista 7
O Sr. Florear,,, Coinr cari.e la c barata.
Porm nunca usuhuma casa decampo
leve aspecto lio muri como aquella que Cerril qui- 1 peusavelmenle andar iunlo.
/era ver com vida. O lempo eslava quenle, e nin- !
gaita se avenliirava a sihir ao terraro incendiado
por iini sal ardenle. Todas as jancllts ila fachada
esUvam hermelieameote fechadas. Aiguns ponibos
loras. Cerril veslio-se, e foi ao los- i brinco poosavam sobre o lelo iramoveis e resplau-
pi al militar, onde na falla de clienlrla pe>n.l con- desenles a claridade do sol.
:.'':f.,a*-.''""10. f""z privilegio o direilo de as.isl.r -Eis all os pomh,,.. di-se Wilra, mai, onde esla
visita do, doenles palb cirrsiao-m6r. Dahi dirigi-1 a l,, moca ^Ta.vVz'en; c^a'de'uina'.a Zfo T
,E'i'i!.VmVee!,1 'r-v"";ir ve"'0 <-ollega, e de fa- Enlrclanlo o innocente nbjecto des.ai mvsanlro-
geuerosudne. u veino collega era um homem de' do dianli de um bom jaotar.
Frustra cttm mor
Nosso medico achou diaulc da porta filha primo-1 Wilse.
Era impOMlvel leconl.erer nella urna rrora apenas
de dezoilo anuo*. Pouco. dia. ante era o retrato vi-
vo da irmiia, e (lo alegre quinto bella. Agora eslava
'i sem forra, esgolada, e eu pallnlo seinblanle re-
sabia lion iv eluienle no meio dos cabello, prelos que
c.ihiam em desordem da louca ; soas faces eslavam
cavadas, seus olhos melli.fo ni rbita, e meio fecha-
dos, seus labios negros romo linl.
I! iriiar i disse Wilse com voz f.irle.
A doenlc abri os cilios, e fitoo-os sobro o medico
eslranho.
Elle lomou-lhe a mao, a qual eslava secca bem
como couro.
O cura e o irmao ichivam-ie jonlo do leilo abati-
dos c a' espera do qoo o doutor diril. A raai se lau-
cara iiuvamenle dejoollios diante da urna cadeira,
leudo na mao um rosario, o qual des 'e Ires das n.t
linha datando.
o cora mcucou (riilemenle a ciberi.
Ella morrera'? pergiinlou o irin.n., que era nm
mancebo forte como um rarvalho, e que deitaz-se em
lagrimas, prooonciaodo a palien do morle.
A mil lovanlou a cabera, e lilou sobro o doolor
um .ilhar firme c meloso.
Espero que nio, respondi Wilse ; mai asle-
se do leilo, Vine, alllige a doenle.
O cura menean novamenle a cubera.
Iidi-sc-ha raso que ella morra, senhor cura'"
repeli n irmao.
ludo he ponivel a Deo, tune o sacerdote : po-
rm menoou ten-eira vez a cabera. ''
Esse bom velho annva a Barban.
Diz, que anda nio concedendo o nobres depu-
lados qoe se lenha dado verdadeira conflicto, qoe
baila eonderer-se, que exislem duvida. sobre a
poase desle engenho. para qua a issembll proelo-
nal nao seja compleme para decidir essa qoeslao,
qoe oe direilo lem de ser julgada pela re'arao do
disinclo, nao podendo admillir a proposifle avia-
ingnahis, disse elle a
senili, imagen .a saode, necopadl em limnar um
de.ses cantaros de leite foilos de cobre, que nos lu-
gares montando! trazrm-se a cabera.
Como eslti Barbara ? pergnnlon lile.
Mal. doulor, mal, respondeu a campone/.a en-
xugando a fronte com a costa da mao ; o senhor cu-
ra est junto delta.
E coiilinuou sua larefa. Mesas familias ludo deve
continuar do mesmo modo, emquanlo he possivel.
Somenle sclasses elevadas he permittido dedicar-se
ps.soalmenle aos su. doenles.
Ceirit entrnu. Por ordem do velho doulor reina-
va na cmara da doente uina escurdao completa.
Urna forma humana, que eslava ajoelhada dianie d
urna cadeira, levantou-se e abno urna janella. Wilse
aproximou-9e i mine lulamente do leilo,em que azia
a dotule. '
Empeeto erUin, responden Me. A doente an-
da na., se acha no petar eslado. Todava faca o seu
dever acre-teulou elle em voz mais baisg.
A mli sallo-i. Esteva pronunciada a wntenca de
morle de sua lidia I Ella du um grHo, e preciutou-
se fon da cmara. Cerril lancon-se api iieiia.
Achou aos pl de uina moca, qae icablVI de des-
cor de nma carruagem puxada por um ponen, e que
tinha anda as redeas ni mao.
Minha filha minha filha exclamou a dndi-
to-a mulher, abracando os joelhos da inora, minha
hlha esla mora !
Sua voz exlingtiio-se, ai man se Ihe afroui.iram,
e ella rabio no chao pallida como orna defonta.
. Soeeorra essa malher, doaior, disse Ciara Don-
ze. Ella perdeu ossenlidos. A lilba mormu
Nao, senlwra, balbacioq Gerril cciainovido, A
filha nao morreu. Ss uicfcl quizer ijudir-me
transportar daqu a mai, e se dilles liver cuidado de
seu ravt-llo...
Esla ultima rerommen.Iarao nio era necessara,
Solt o i-avallo, Micke aisse Clara Unir, a
qual eslava cora os olhos ehetol de lagrimas, porem
nao perder um inslanle sua presenc de espirito.
fc conduzio ella o seu poney al a harreira. onde o
prendeu.
Entretanto Witse, ajuda lo por Micke, Iran.porla-
rara para oulra sala a mai desmatada, e deitar.in-na
em um leilo.
Clara seguio-o?.
One convm fazer, Sr. Wilse '.' pergunlou ella.
I oina um copo de agua, Sr.t. Donze I disse Cer-
ril alegre porque ella o linha reconhecido, e faca
ejsa moca lomar OOtro. Tenba a houdade lambem de
abrir 0 veslido da velba, fara-lhe rapie algum es-
pirito, e. iqniha, o esfregue-lln as fonles e os
pulios. Procure lambem laze-la lomar um gole de
E vollou para junio do leilo de U irbira.
OOMdo lornou a vir algim instantes depnis, Clara
eslava a seu turno ajoelhava, e aprrtava braiidamen-
lea mao da velhi. A mai de Barban tornara um
pouco a si, e encarara a mor:, eom ndizivel expres-
sao f)e re, ui.heeiineiiln e de amor.
Demsei, Sra. Symeni, diese Clara, ana Vmc.
n i. pe lera a corigem. .nb.ira a.nda nio isla per-
dida, e Den. he lo io poderoso.
''"'.......4 '"vemos de comparecer algum dia
per.mle Dcos, disse a velba.
E mu nm mesmo lien, e rerebrr delta as
mesma. consnlarOes, responden Clara. (>u procura.
dn. Symeni'i
alen rosario, dissoa xellia ; ainda lia pouco eu
o liaba.
Quando Vmc. orar, lornou Clara, far.i-o com
Grme cenflioca no poder c na bundade de li o. s.
melbante orara.) ha de fortalcela, e Dos onvir.
\ me. sabe quaulo minha mai eleve perigosamente
doente, agora lem lio boa sau.lo Cuino eu. E Barbara
he mais mora do que ella.
Era una fl .r urna ver la.lera fior die a
velba, entretanto que um raio de alegra llumimva-
ihe o nrnbliote.
Depois licou triste, e disse :
E quera sabe asora se nao tere! de ceodezi-li
para o companhia do pai, debaixo das arvores do ce-
lerio ?
O doutor diz que ainda ha eiperauca, ara. Sj-
por igual zelo, inmediatamente contrato a farac-
nuieiiii. de rarnes verdes ni ri lado do olllil .
seu uoine foi louvado e bem dito ; mas, ap. ,.
opaca, veio nulr hera dohro.a, porque fo. .1- nl-
fnmenlos e de fm para o povo ; o rnUo ... pro-
priosconlraladores, nialtrall lo, ulvez qae mal in-
-cs-cm eceatreto, porqoe entra elle s voriferavj.
A assembl.-i, impelila anda pelo eu dever, In
meus. Per.l.iifo a ror.-.in.Vmc. eommetle an per-
cado, disse Clan .nxug.m 1 a lagrimas.
O medico roiifirmco -na. palavrn.
Bia, Micke, hm a vrlha rsforrando se para
Iranqiii'.Usai-se ; fecha-mi o ruara.. ; vo tara ml,
de Barbara.
M-s -.-ja prudente, Sra. Svmens, dis com VOZ branda.
\ me. lomara' a vir '.' pergunlou a mli.
Clara prnmelleu xollar, linha chegfcdn o momen-
to de relirar-se. I.rrril ajudou a de|ireadrr o ra-
Volio. Ella s.illou na cairuagem, Cerril entrrgoo-lhe
as redara. Ella parho.
Mas conlcve im instante o ponr.j, o qual pareca
levar isso a nial, e faculta a cabera rom im..iriea-
cia, cou Doulor, disse Clan, a que hora ha di xir ver
a doeule amnala '.'
Itain reda, 'enhiira.
Na v.dla potar..' pas.ar por II ioSoota/ para dl-
zcr-nie seu Botado 1 pergunlou ella corando.
Sem nrnliaina duvida, repon lee i.crnt. .
qul alo cor.ni menos.
Elle sillou ii.v rnente i relea .-o poney, o qial
leu um -alio .1 que Cerril .issostou-se.
Nao lenha recelo, :Ms-e ella, no no ernhe-
ee.-uo !
C dbrande a l.'rreira la vergel rom urna habil-
da.le. em que iici.lmra cocheiro de Amsterdam lena
achado nada que censurar, deitnu o ardenle ravalta
seguir ; lr.de pela e-Irada areno.i.
Ouer vi \ .r para a ciJadc cm caer*, dootn *
pergunlou Cil-es.
Obrigl lo, resp.andru C'rril, preliro ir pr.
V. fondo repetid suas recuinmcii lar,., ,i te lo-
go a r ilnil.ho.
Sabio [rimeiramente um.i alta I .Uina para ver
liada Clara, a anana,,. aaanaajara. Eli* ntivi irn-
qnllaiiiente auta.la aire* de -eu viv.. p i'y. aa
qual diriga raaantralmeiile. Cerril segoie-a eom a
vsla rindo .! ii.evnrimivrl prazer.
',foe reralaena, qie firmeza naqoella mora !
i'x-lamou elle rmfim. Mu iM umi mulher qoe'me
eouviria, a miin que sou sempre loo iudecise. Com
a xejo. .
Maso iinn'v loinou om caminho literal, nao en
haver le-temoiihado grande vonlad do eg.nr a ca-
minho opposio. Nao havia mais mete de ver Clara
Donze eise dia. Mn no da r-.oale...
Ollera itiunt.
IvITID^DCT
' .-"- ^.



DIARIO DE PERNAMBUCO, QI'ARTAFEIRA 20 DE ABRIL DE 1857
obrigada nessa conjunclura a tomar a mcli I.) pouco
recular de rescindir o cuntrato, porque nao era pos-
sivel que elle continuaste mais.
O que te qaer agora '.' Quer-so repetir as triste
licajes do passado "' Ser islo conveniente, rncns e-
ntiurcs '.' O que te espera do monopolio legal que se
vai crear'! Espera-se destruir as causas que existen)
e que .li.iici.ll un o basleciineulo das carnes verde*
para a cidade do Recite Nao. nao e 11*0, meus se-
nhores. He um deploravel palhatito de que te vai
anear mrto, e cujoi cuellos nos inesuiot lastima-
remos.
Sr. presidente, te hem que nilo vote pelo projcrlo,
louvo e respeito os sentimenlos e a intensa de
quem o confeccionou e olTereceu-ii a consider.'.eao
da casa : mas fe cora elle procarou o nobre depu-
lado, ttu autor, remediar o malea que aolTre a po-
pulacho deala cidade, perinilln-ma que Ihe diga que
1..1 altiniiira o lim a que se propuz.
U uuiro icmidio, Sr piesidente, para o mal que
tolTre a cidade do Itecife... nao digo bein... un dos
meios de que por ora devenios anear indo pira que,
quando ae nao diioinua o mal que recouheco, ao
menos se nao augmente, e se conservera as contal no
estado em que te acham, emqoanlo se nao lomara
medidas de oulra ordvm, afini de ae evitar esae mes-
mo mal, nSo pode ser outro que a livre concurren-
cia. (Apoiadoi.)
Crear-te um monopolio legal qoe n3o destrne as
c-aosas que diilicultam o foruecimenlo das carnes
verdea, para que baja abundancia desse genero, be
cousa notavel, he anomala sera explicarlo, Quaes
sarao porm as conaequencias desse monopolio '.'
As contequenciat, aeuborea, serio que aquellas que
furem delle investidos, forlea pela undade de pen-
smenlo e pila tua armadura impenelravel a* livre
coucorreocia, de que eslao isentos, hilo de impor
as compras de gado sea proprio interesse como le.
de modo que lolTierilo os criadores desde o momen
(o em qoe o contrato for celebrado, e por seu tur-
no solTrera' tambera o povo, mormente quando o
vern se li/.i'i sentir los sereles. Temos pois u duplo
soflrimenlo do povo, por amor de quem ar-se-ba
o ronlrato, e dos criadores, alcm dii9o.
Senhorea, o qoe vio esta assemblca '! Nao foi por-
venlura um dos motivos que obligaran).nos a re-
cindir o contrato, a reluctancia que se dea entre os
criadores e ot contratadores'! Quem n,lo sabe que
aquellos, em consequencia deslea Ibes imporem co-
mo lei das compras a sua vontade, os seos proprios
interesse*, preferirn) a isso nflo Ihea venderem mai*
gado E porvenlura pode-se soppor que, crendo-
se o monopolio, contratando-se o fornecimento das
carnes verdes, os individuos que conlratarem-no
deixarao decegar-se pelo teu proprio interesse, que
lia quasl sempre o movcl das acroes do humera, a
ponto de mo aproveitarem-te do exclusivismo do
sea monopolio, aflm de imporem lei aos criadores'.'
O quo leremos pois ? Teremos que solTrerilo os cria-
dores, e com elle* a popularlo desta cidade, porque
da reluctancia daquellescom estes dillicullar-se-ha
anda mais que boje o rornecunento dat carnes ver-
des, mormente no vero e em pocas calamitosas.
E tara' itto conveniente, meus senhores ? Desenga-
nemo-nos : o contrato be peior que a aclualnlade ;
e o nico meio de te conservaren) as cousas de modo
mais conveniente, he pela livre concurrencia, em-
quanlo se nao tomara, de eonrormidade com ella, as
medi-tat possiveit. Se aulori*armos o contrato, va-
mos segoramente occasionar, alera de males ao povo,
tambem aoa criadoras.
Sr. presidente, felizmente o qoe Tica dito he o que
tenho lido no que ha de mais puro em economa
poltica e o que he mesmo autoritario por noines
retpeitaveis. Em Franca, onde o syslema de res-
nenles acerca do fornecimeiiln das carnes verdes
fui adoptado desde o secuto XVII, ja' erun lucida-
mente desenvolvidas nassa poca as razes de que
roe serv para oppor-me ao projeeto...
O Sr. Florencio : Has nao ha laxa ?
O Sr, T. da Silva : Perdoe-m* o nobre di-
putado. Vejo, por ixemplo, qoe em 1770 ja' o ,]>-
huelo eooselheiro do parhmento de (irenoble, M.
Orivel, impognava aemelhanle syslema restrictivo,
pela razSo de qoe nao traria para o povo, para quem
era creado, 01 beneficio* qoe te esperavam, aceres-
ce nd o que era um mal para os crisdoret; porem,
sem embargo de auas luminosas razies, continuaran)
as reslriect*, ora ahrindo-se, ora cerra ndo-se urna
ou outra porta a' livre concurrencia, sem que cora-
lodo fossem abolidas. Entretanto, em 1851, a as-
semblca nacional uomeou urna commisso de inque-
r lo para qoe exammasse se era conveniente que
tal systema continuaste : foi membro dessa commis-
so Al. Vctor Languinais, a quem, depois 00 inque-
rito o mais minucioso, so incumbi a ennfeccao do
projeeto. Elle foi aprsenlao na assemblca nacio-
nal ; e o seu art. I" prescrevia a abolirgo cmplela
de loda as leis restrictivas, que entilo exUtiam a
respeilo do foruecimenlo das carnes verdes.
I.embro-me que na exposico dos motivos desse
mesmo projeeto dizia elle : quo os Eslados-Uai-
dot nunca liveram laixa nem sobre o pilo, nem so-
brea carne ; e qne a propria oglaterra, que nunca
uvero tambem sobre a carne, suprimi a do pilo, de-
poii de inqueriln* solemnes a que procedeu ; acres-
cando que igual revoluto e efl'ecloira em alguus
dos paizes mais esclarecidos da Europa, como a
Prussia, a Suissae o Piemonle. Eu nao posso pois
rrr que anda boje exista laxa tobre a carne em
Franca, como nao existe no* paizes de que fallei ;
porem, anda mesmo que exista, o cerlo he que all
a opiniAo contraria ao systema restrictivo he 1,1o vi-
gorosa, que ja se fez sentir na propria asserahlea na-
cional.
Para que poii citar-se exemplos de anega* es-
trangeirtt, quando elle provam o contrare/ E mes-
mo, Sr. presidente, qoe ae provasse que a lasa hoje
existe nos paizes da Europa, porque rallo deviamos
nos adoplar systemas restrictivos ou prohibitivos,
contra oque se lem produzdo valiosa impugnado '!
Sei, Sr. ptesidenle, qoe a causa do contrato, qoe
pur mal entendida suppo*i,-n julga-ae facilitar ao
povo carne barata, he urna causa sympalhica, he
urna causa popular ; mas divemos curvar-nos ante
a syrapalbia do urna cau sem a precisa reflexao, que te deve esperar de nos,
como humen* e como legislalores, e que como taes
n3o devenm. seguir as opiuies populares pelas suas
apparenciaa'.'
Srs., creo qoe se o projeeto for approvado, he
orna calamidade que se aulorita. O contrato pode
por alguns mezes, fazer com que a carne barateie ;
mas hade de traier males, [mormente as pocas em
que o ver.lu sa Qzer sentir. t-ulao pecamos Dos
que nos nao desampare !
Ja veem, V. Exc. e a casa, que me opponho ao
prcjiclo com loda a forja de minhas cunvicces ; e
enlendo que a casa proceder' com aceito e boiii
seuso oppondo-*e-lhe tambero.
liecoutiico que actualmente, como ja de mullo
lempo, o fornecimcnlo das carnet verdes para esla
cidade he bem dificultoso ; mas entende quo se bem
que nilo possaraos remover as cau-as naturaes do
mal, todava a's acctdeulaes he possivel algura re-
medio ; o que nflo previo u projeeto, por que au
allcndeu ellas. .Vio proponho nem lemhrarci mes-
mo, se o projeclo pastar a' 2.* discussao, que se rii-
miouam ot imposlos, por que formara una crande
parle da receila da provincia ; mas talvez que algum
remedio seja possivel adoplar-se desde ja, para que
as cmi*o* accideulaes que diilicultam o ahasleeiinenlo
dat carnes verdes, nilo se tmnern mais scnsivei* do
que silo actoalmeute. t'.ieem-se logradourna pbli-
cos, he ja ura beneficio ; proinova-se meamo a en-
cnrporaciio de urna cumpaubiii, a quem u goveruo
cuiceda algumas vaula^eus, sem que se extinga a
livre concurrencia, porem por forma aluuina e nun-
ca, meus senhores, adoptemos o projeclo que esla'
em ditcussAo.
Voto portante contra elle.
O Sr. Prndente convida ao Sr, ). secretorio a
ocrupar a cadeira, vislo qoe lem de lomar parte na
discusso do projeclo.
O Sr. Oliceira como membro da commissjo no-
meada para apreseutar alguus actos a sancc,ao, diz
que a comrais*ilo se dirigi a palacio, apreseula'ia
a S. Exc. os aclns a s.merlo, e que S. Exc. decla-
ra'ra que os lomona em cunsiderac.lo,
O Sr. lote Pedro respon.ie as observa;es do il-
luslre depulado o Se. Tlieodoro da Silva, e assen-
la-se votando em favor do projeclo. A discussAo
tica adiada pela hora.
Couiniuacaii da segunda discuisflo do arl. 15 do
orcamenlo provincial.
0 Sr. i", llaplisla : Sr. presidente, ompenho-
me em responder dignamente ao ultimo ili*cu(to da
aeaao de boolem, o qual, leudo por objeclo urna
emenda ao orcamenlo, mareando a subvenr.lo de
2S.0003 para o llieolro, versou parttcularraent e por
modo asiaz inconveniente tobre um contrato exis-
te ite, celebrado pelo Exm. Sr. consalli.irn Jos
ll.nlo, eul.lo presideule da provincia, com Kapbael
Lucci.
Foi o Sr. 2." secretario quem, na diaetmlo desta
emenda, suscilou a queslAo prejudicial, a se a ap-
pruvacito della importara ou nao a resciso do con-
trato de l.ucci .
O Sr. B. de l/xreria : Eu ponderal smenle,
se, havendo na casa mn requerimeuto de l.ucci, te
nSo devia primeiro tratar delle.
O Sr. /'. BaptUta : Dado este Ibetna, o nobre
deputado, que builein fallou, discorreu l.i..ira -ule.
ora dizeudo que o contrato de l.ucci conten condi-
601 torpes e immorais, ora que l.ucci he lflo des-
coiiceituado, qu delle se nilo pode esperar cunipri-
iTiPiiln de contrato, oro que l.ucci ja enhin rm falta,
e devesuiTrer irremissivelmenle a multa convenci-
nada, ora que u silen-io deala assemblea sobre o re-
querimenlo que l.ucci Ihe dirigi ueste orino, impor-
tava a con l-innatAo delle ; e, emillindo oulras mu-
las proposiees mais, cujo enlace al agora e-lou
por descubrir, coucluio era tura desabrid i, que todos
i| tantos sustentam o contrario, quercra diu? protec-
cao e escndalo.
(I Sr. A. Carnleanli : Eu nao disse tal.
O Sr. /'. !ni>li sus modestas da sabios, e grandes autoridades, que,
na apreciaco de materias jurdicas, como n dos con-
tratos, parecen) desconfiar do acert de suas opi-
nies, c salvara o meibor joito cm contrario...
O Sr. /'. de Latera : l*so siio palavras labcl-
iia*. que nao valein de nada.
O Sr. P. Baptilta : admiron-me, por cerlo a
linguagem de ura mojo sera pralica, sem experien-
cia e sem grandes esludos, tentando subir ao ponto
de qualilicar a npiniao de seus contradictores como
proteccao e escndalo.
l*lo irritoo-rae um pouco : eu o confesso ; mas,
quilo arrepeudil 1 nao eslou por qoe, senhores, o
1 meo partido, que ha a lomar, he cum suraraa paci-
encia dar o devido descont a essas vaidades huma-
nas : todos as lem mais ou menos ; e pode ser que
algoma vez eu as lenha lidu lambem.
Vamos a juila apreciarlo da maleiia, e dos argu-
1 muios do uubro deputado.
Principiarei di/.endo, e provando <|iic l.ucci anda
mo esta em faila, para sotlrer a inulta : insta pfrla
o nobre deputado esleve em nanifealo encano. Se
bem que u.io apparecn a pelic.la de l.ucci o u iustiu-
menlo do contrato, que a iuslruia, trago aqu copia
do contrato ( le 1.
Esla, por tanto, provado que o lempo concedido a
l.ucci, para comee.ir as repn-.enlocm'-, bailo acabir
) Sr. Paula BaptUlir.Acredita agora. Pelo con-
trario, lera envidado extraordinario! Mforjot, repe-
lida! diligencias para cu.nprir o contrato, este me<-
mo contrato, que drs-le tua origem ful considerado
eoino superior aa forfaa de qualquer artista; aqu
esla ura 1 outra carta do Sr. Germano, dirigida do
Km de Janeiro a l.ucci, responden lo qu uo acei-
lava o sen eouvitf para vir para l'ornarabuco, por-
110 mei vindoiiro, de 111.110, e que elle (4 poder snf-1 que ja' eslava preso a oolroa einpenlio*. | I
frer mulla, se de malo de lis., a mato de I8V ralo Por Unto, l.ucci no requirimoiiln que fez a esla
der represen!-ello algoma.
O Sr. Epaminondai : Apiado.
O Sr. /'. Baplltta : isio se contera no texto do
contrato, c ja tilo pode baver lauta pertinacia, que
o negu. E cre,., qoe eslou plenamente ju-difirado,
quando em mn aparte disse que, ou o nobre depu-
lado nilo tinhl lido u CoUtratu, ou, ae o lera, clava
esquecido.
A visla do que ficoo provado, faci-ti agora idea
da gravdada u juslica das ollcnsas pessoaes contra
um Mlraogelro, que ha mais de vinte anuos vive
no Brasil, respeilando as nossai leil,e corresponden-
do fielmente aos devores de hospilalidade, preaen-
lando-se o *eu carcter como ins|ieilo. e incapai
do menor crdito em seus contractos .- elle anda
nao cabio em falta ; mas ja se espera que caa, ja'
se assegura que ha de cabir iiifallivclinenle. Ol !
he mulla prevenidlo, que eu jamis queierei ler.
Disse o nobre deputado a o contracto feito com
l.ucci lem condicoes imrooraes.
Eu nao sou da raja da quelles, que aliram pedral
ao Sol, quando esta' no occidente. E para respon-
der so nobre deputsfln, preciso descera algumas
particularidades, vencendo a grande repugnancia,
que sinlo.
OSr. .V. PorlcWa : Era melhor quo o nobre
depulado dispensa-se isso.
O Sr. /'. Ilaplmla : Nao be possivel. Quando
as provocares eliegan a cerlo ponto, be necessario
que esla assembla e o publico fiquem sabend.) de
cerlos fados particulares, para apreciaren-) devtda-
muile as diveisas figuras, que um de mi* aqu faz,
e as posicoes que cada ura loma. Preciso provar
que rulo quero seguir, nem aulorisar a protecrlo
coulra a jostija e contra o meu dever.
Prevalecendo na assemblca provincial a opiniao
de nao dever sabir djnhiiro los cofre* pblicos pa-
ra diverliraenlos (healraes ( opiniao a' (|'ie me op-
puz). alguns depulailos poierain conseguir passar no
orcamenlo auton-acrio ao presideute da provincia
para contratar cosa l.ucci, recebendo este o llialro
para, medanle cerlas con lices, dar represenlaces
ao publico.
N'essc lempo, lastimava se enloo que o Ihealro
ficando fechado e erino. viesse a arruinar-se, e per-
dennos asaim um dos mais bellos edificios, que lan-
as s-immas havia costado a provincia.
E tamanbo era esle receo, e 1,1o forte a sua pret-
s3o, que eoteudeu se ser um grande beneficio con-
tratar com l.ucci : e um das notaos amiitos, e amigo
intimo do nobre depotado, o Exm. Sr. barao de Ca-
maragibe, fura o que mais se empenbara cora o Exm.
Sr. conselheiro Jos liento para fazer esle coulrato
com l.occi.
Um Sr. Depulado :Tao mal fez.
O Sr. Paula llaplista :O Exm. Sr. conselheiru
Jote liento, nao obstante a autoritario que Ihe dava
a lei, betilou por algum lempo, e lallsadOHM una
vez nislo, disse-lbe francamente a niinha opiniao no
sentido de nao fa^er o coulrato, como que ja espe-
rando esle de*fecho....
(O Sr. II. de Lacerda falla em vozes baixas como
quem murmura
O Sr. Paula llaplisla (vollando-se para o Sr. I!,
de Lacerd.-il:Nao be correcta a expressaoespe-
rar o desfecho '.'se nao he, corrija-a, que senlirei
pra/iT em aceitar a aua correccao.
Mas, como ja disse, vivia-se sobre a pressao de
urna idea, qual a de arrruinar-se o perder-se um
dos melhores e mais uleis edificios que temos :
ninguem quera crer que sem subvengo podessemos
ter representaces lyricas, e nem mesmo dramticas,
l.occi era animado a lomar sobre si esla impossivei
empresa.
0 Sr. lipaminondat de Mello :Nassa lempo
elle era um grande hornera, quo fascinavi a lodo o
mundo.
O Sr. Barros de Laccrda :Sempre foi um ob-
jeclo de risolaa.
C Sr. Paula llaplisla :Nao foi, porm, objec-
lo de risolas, para fazer-se una lei, anloriaando o
presidente da provincia a controlar cora elle, para o
presidente etToclivaraeiite coulralar e para boje se
sustentar desesperadamente o direito e a convenien-
cia de sellie impor a multa conveiiri.;nada, sera que-
rer-se ao raeuos considerar e deferir as suas recia-
maees: nao he assim '.
Eu obro muilo mal em sabir do proposito de nao
responder a aparles : eslou incommadado ; por de-
ver e pelo meu proposito o interesse preciso de cal-
ma e moderacao.
Tildo quanlo vai apparecendo nesla discusslo jus-
tifica a forca dos motivos que tenho, u3o para pro-
teger Lucci com escndalo, como se me qui/. allri-
buir, mas para salva-lo de una das madores iniqui-
dades que se lem visto.
O Sr. A. Caralcanli :Nao falla) em escnda-
lo dissse prui-ccao ; pode proteger fundado etn
conviccoes.
O Sr. P. llaplisla :Porque eu presenciei e ou-
vi dizer-se multas vezes : a da-se a lodo o rusto o
Ihealro a l.ucci, porque se elle conseguir dar repre-
senlajes sem subven^ao, ser islo o resultado de
ura esforco exlraordinario, e al mesmo adiniravel ;
e se nao conseguir, noda se perder e nada llavero
que se deva eslraubar. E hoja vejo dizer-e :
(( l.ucci be indigno, nado lem feito, he um deapre-
zivel, a quem, nem se quer, se dive dar atleuc,du ;
e porlanlo pague a molla e cala-se.
U Sr. II. de Ijirerda :Isso agora he que he
una panacea, para ver so a mulla ss Dio rea-
lisa.
O Sr. Ilnrrn Brrelo :Eu t lenho ura cai-
que nao nos venini pedir indeinui-
dado: he
sacio
O Sr. lipaminondas de Mello :Qum pede es-
tas cousas be gente da mais Importancia, a quem se
cuida de respailar e dar prolecc.lo.
O Sr. P. llaplisla :Um homem como o eslran-
geiro Lucci, tao desfavorecido, maltratado lu crua-
mente era discusses publicas, nao est no caso de
causar ao nobre depulado serio receio de obler in-
deraniaa^ao indevida. Se algumas indemnisacoes
desta ordem tem sido aqui concedidas (o que u-
vido) oulras sao as pes*oas qoe as lem obtido.
O Sr. Barros Brrelo Para as quaes eu nunca
concorri.
<>Sr..i. Caraeanti:Nem en.
O .Sr. paula llaplisla :E llavera quem conrea-
se que leulia coucorrido '! isso be que seria paia ad-
mirar.
Psssarei a considerar a que-l.l 1 por outra pitase
dierenle.
Aqui es(,1o documentos que provam as diligencias
c esforcos, que Lucci lem empregadu para conse-
guir trazer da Europa urna corapaulna de ar-
tistas.
Aqui esblo iloos decumcnlos, ura dalles be urna
carta de (ialli, cominissiouado de l.ucci na Italia,
eommunicaodo a este a dilliculdade que tem encon-
trado na Italia era contratar artistas para o Brasd
por pre^o mdico. En o leio jli E o outro he una
cunta correle que o mesmo Ualli envin a Lucci,
de algomas deauexas qoe lem Tiito com os dlnhei-
ros que Lucci llie enviara. Eu lamben) o leiu.
(10 .
tem aqui temos outro documento que prora
um contrato que l.ucci ti/era com o artista Ramon-
da, quando aqoi eslivera em novembro do auno
pass.ido, para esle ir a Europa contratar artistas e
traze-los para Peruan.buco. (14).
Temos anida esle oulro documento (l :
Elle prova um coulrato que Remonda fez com
Lucci para ler ialereaassusaroproaenlacoea que bou-
vessetn.
O Sr. II. de I.acerda (depois de ler os documen-
tos) :A copia destes docuiuentoi nao he authen-
Ibica.
O Sr. P. llaplisla :F o nobre deputadu duvida
que sajara verdadciios !
O Sr. de Lacerda :Acredito por ser o nobra
deputado quera o diz, mas caula aera a--i-.no-
lura.
OSr. P. Baplhla :Nao enreco deste favor ;
aqui lem os documentos, le\e-os para a ca*a, exami-
ne-us bem, leve-ns ao lebelllao Salles, c peruunle-
llic se a lellra he delle uu nao. Aqui lera urna car-
ta cora a;propria assisnatura de Itamouda mandada
a Lucci a respeilo deste mesmo negocio : receba-a
o nobre depulado por favor, leve-a a Itamouda, e
indague delle,.se esla hi ou nao a sua veruaJeira as-
sinatura, e venba dizer-me smanhfla ou em outro
qualqaer da, o que aebou a esle respeilo.
O .Sr. II. de Ijweria :Tudo ilo pera roim nao
vale de nada, porque o Sr. ilamonda clie-ou aqu
sem um cmico.
OSr. I', llaplisla :lslo he oulra qoestao. Sr.
prndente, cu cantura moilo se nao eoallnoesae.
Prucurei provar cora docomentot que Lucci lem-a
empenbado era comprir o contrato, e para is*o tem
aslo dinheiro com o sacrificio, que liaos sabe,c dn-
vidou-se da vcracnladc dos documentos : proeorei
Confundir o nobra deputado era suas duvid eun-
Ranuo-lhe os documenlot para os eiaminar e fazer
sobre elle! as indagaces que quiiesae, c 1-I0 agora
duendo que tudo islo de nada serve, porque Ha-
raeuda lulo irouxe crateos ; assim proceilcm os per-
lurbadoies das dlscustdes.
O Sr. II. de l.irerda :Obrigado.
o Sr. .1. Camleaal't : Eu acredito : o* docu-
i'euii.- sao reae*.
Assembla, (em dirello a ama audiencia presidida
pelo espirito de iinparrialidade. (Apoiados.)
E porque e lulo ha de tomar conltecinienlo de
sua prelcncdo J
II Sr. Metra Hcnrquef.EiM he a quesiai.
O Sr. Paula llaplisla:i) Sr. segn Jo secretario
nao fui o mesmo que consideron a pralenrflo da
Lucci. como envolvendo era si uina nuesto nreiu-
dicial ? 1 1 j
O Sr. II. de l.arerda-.Sati foi itso ; pergontel
se a aeeaaiSo nao era opportuna para se tratar de
urna palelo do empresario do Ihealro, e que quena
ouvir algiima cousa a este respailo.
O Sr. Paula llaplisla:lem reeonhoea o nobre
deputado qoe he do nosso dever deforirmos a peli-
cao do empresario l.ucci, e aqui cabe-ine respon-
der ao nobre disputado, que honlem orou, quanclo
diste que o illenciu da Asaembla era a condemna-
cao desle emprezario. Ja rae ia esquecendo esle
argumento.
Parece qoe a miuba rasflo as vezes se e*curece, e
de sbito me deixa em Irevsi para nao comprehen
der a coherencia, e|l'orca de cerlos argumentes !
Eu pena > que do fado de ura.i autor i 1 ni- qual-
quer, collecuva ou individual, nao|detpacbar a peli-
caoda parle, quo era lempo requereu o seu direilo,
nao se p le dcduzir contra esla parle falla de raziio
ajoslica, e...
O Sr. A. Cacatrantl :Apoiarlistimo. Nao me
comprehenderam, nao qaizeram comprehemler-me.
O .Sr. Paula BaptUta:E, pelo contrario, ah
acha ella um protesto em favor do seu direito. (niu
a pinados.)
S?ra' possivel qoe eu livesse errado no que disse '.'
peosci ler dito una verdade jurdica, mili simples e
de intuicao,
O que he um protesto J a tlcclaiacjlo que por
felos ou por palavras faz a parle de usar de seu di-
reito, exbiliiudu ssaim una prova de que nao dor-
mio, e foi eigilanla.
Agora exptiqucmo-nns com loda a clareza pos-
sivel, e como sa estivessemo* fallando a crisnejas,
Quando a auloridade publica, que lera por dever
la/er juslifa as partes, nao despacha a pellejo da
alguiua deltas, o que annuncia umt tal omlsslo !
quil o seu immedialo elleito '.' poder-se-ha com essa
falla da iiuloridade .irguine"lar-e contra a parle,
dizendo-se : nao lireslcs despacho nem pr ntm
cmilia. lago nao leudes razdo; ou antes ha a
parte quem pode di/.er razoavelmenlc fui diligen-
te em requerer o meu direilo, e a omiisilai da au-
loridade nao me despachando, i/ue he um tarto es-
tranln, Su pode ser lomado em minlia conla para
prejudicar-me!
OSr. A. Cai-alranliArgumentando as*im, con-
cordo, e nunca direi o contrario.
(> Sr. Paula llaplisla:Laza a omiss.10 dista As-
sembla nao pode prejudicar qualquer direiro que
por ventura l.ucci tenha, porquanlo a ni 1 oinisso
jamis peder' ler o cunbo do urna deci*ao lag il.
Assun be que desde bontein linlio argumenlado, e
lenho sdo sosleolade pelo nobre deputado que est
defronte de mira. (O Sr. Meira.)
Antes de concluir devo atuda considerar urna cir-
cumtlancia.
A ellecliva entrega do Ihealro a oulros artistas in-
niiu coulra o emprezario ; porquanlo as portaras
do presidente a este respeito, publica las no Diarto
de l'ernambuco, que tem grande circularlo, cheaa-
rain ao Uio de Janeiro, e deixaram indecisos alguns
artistas que Lucci tinba convidado para viren), di-
zeudo aquellos que n.lo podiam vir, porque a em-
presa do Ihealro de Peruainbuco, ja nao perlencla a
esle.
^ao quero dizer que o presidenlo da provincia li-
resse obrado mal, entregando < lhe>io provisoria-
mente a o.ilro artista ; pelo contrario procedeu mui
regularmente ; visto que era maio viuiooro he, que
l.ucci pudera' reclamar a entrega do Ihealro, depois
de orgailisada a sua companbia ; mas, o que digo lie,
que esto facto coutribuio para augmentar as suasif
(iculdade* ja mui grases,
O Sr. i. de Otcerda :Nao vejo, que qualquer
contrato complique com o de Lucci, que continuara'
a ser lellra mora. Tudo, quanlo o nobre dopulndo
etta' dizendo, nao serve pira o caso,
0 Sr. P. llaplisla :Nao he esla a primeira vez
que me fezem esla mpulacaOa Ossenliores usara de
provoc ii_es, desviain-se da iliscis-ai), e se collocarn
110 terreno das inconveniencias ; mas logo qua Ibes
opponho a lorca precisa, recuam, e dizein quo sou
eu o provocador. Foi assim, que ha poucos dias o
lio do nobre depulado, (o Sr. Manoel Cavaleanli,)
revolvendo um passado, que deve ser esquecido, e
deseobiirido na simples medida da transferencia de
um engcubo para a freguezia de Itonilo, o desejn de
se preparar nova revolurao ua pioviucia, e reagindo
eu contra estas inconveniencias, levantou-se o nobra
depotado. allr.liuiudo-ni" o haver-me oceupado de
cousas eitranhas a diseosslo. Sao manejos esses mui
til .es.
()>r. .1. Cara\rant\:A expressao manejo esta'
milito a i|uern da' observadlo, que me ni. o uobre
deputado. Calcule a dilTerenca, que vai do prolec-
';an a manejo. (Iteclama^oes.)
O Sr. P. Ilaphsla :Deixam-no fazer o juizo que
quizer : o quo be manejo lodos sahem.
O Sr. A. Coealcanfi :Eu tambem sei, e nao
comprehendo as nalavras s pelo diccionario ; coin-
preliento-a* tambem pelo pensamenlo.
O .Sr. i', llaplisla :De tudo, que hei lito, con-
cluo : I. que o emprezario l.ucci, nao estando ja em
falta niio pode sobrar aecusactSta arbitrarias, e nem
merecer esle* juizos anticipado* e detfavoraveis dos
npbres deputado* : >. que, desde que coutraclaram
com alie, reesnheceram a diflicul lade da empresa ;
e leudo esle emprezario etgotudo suas (ore 1., e su-
portado p.ejoizos sem feliz xito ate boje, tem pro-
cedido de boa f, e merece, que esculeinos com al-
ienlo, e Impareialidade ; 3. que vislo ja existir
urna peticao delle na casa, he-1o nosso dever, lomar-
rnos quanlo antes, conhecimenio della : i-lo nao
nao he ura favor, que Ihe (zimos, nem proteccao
que Ihe damos ; he, sim dever nosao : i. que o con-
trato, que com ello fez o Exm. Sr. conselhiiro Jos
lenlo, nao conten condicoes minoris ; por quan-
lo a condielo nica a que o nobre depulado allude,
he a qu- da' permissao ao emprezario para nos 11-
lervallos das representaces, dar o diverlimeuto do
jogo de vispora. (Ira, este acto, quando mullo po e
ser olhado como ftil, que esta' abaixo da civilisacao
dest.i cidade ; inasjlorpe e imrnoral nSo.
E a disse qual o espirito, que presidio a celebra-
rlo desta contrato; quiz-se evitar as ruinas do Ihea-
lro, e olhoo-se para isso como um grande bem.
Tenh 1 concluido.
Dada a hora lica a discussao adiada.
O Sr. Presidente designa a ordem do da e levan-
ta a csso as :!;a horas da larde.
alguma emenda, seja ella de harmona a lomar
mais garantida o beneficio publico.
O vapor brasileiro Igoarass, viudo de Granja
e porto intermedio*, tronxc a seu bordo para esta
provincia os legaintei passageiros :
Jos .Machado (Jnuveia, Joaqum Francisco de
Sarros, Joaquira Fiuza Lima, Jos Marliniauu da
Costa, Antonio Loil Alvos Pequeo e t criado, An-
tonio Asevedo Pareira, Jos Antonio Casta Silva e I
criado, Culos Antonio de Araujo, Luis Antonio F.
Soulo, Vicente Farreira da Fonaera Jnnior, Jos
Joiqoim Fernandes e I esersvo, Heraldo Joaquira
barcae-v carregada*. A presidencialoinava medidas
para baratear esses dous genero! de primeira uecea-
aldade.
Fora nomeado para re^er inlcrinaraenlc a cadeira
do chimica orgnica on Faeuldade de medicina, o
Di. Francisco Rodrigos da Silva.
tan-te n larnal da Baha :
o I-I 1 r 1 um do* nmeros do nooao Jornal nolicia-
moi que Joaqum Pereira de Andrade euveiienara-
s->, e que alein disto Riera gr.iiidesconlusoes em san
carpo ; boje porem chegara ao nosso cuiheciraento
Ignmai eirenmslanciaa que julgainut deve-las pu-
(iiiillieruie Mello. Jeremas Soares do Cont, joa- bltesr. O inleliz Joaqum l'ereira de Andrade havia
quii iNngiieira da (aisla, Jo- de Borja C. K.
Cmara, Bsequiel Lii Wanderley, Jos Filippe da
l'eiiba, Targino Jos Cavaleanli e I criado, Jo*e (jo-
me* de Amurim, Frauciten Ferrelra Freltat, lliliba-
sar Francisco Filho de A/evedo, Jos' Marcelino,
Jos Francisco d Sonsa, Jlo Jos da Silva. Dr
Jese Augusto de Sou/a Pitanga e criados, JosJoa-
quini de Sonsa e I criado, Manoel Leopoldo R. C-
mara, sua leohora, filho* e 1 criado, Manoel do
Sonsa Marfim, Julio Francisco de Azevedo, Lino
Farreira de Mello, Domingos Jos Farreira, Jote
.ura* da Costa, Gorg.uio Ferreira de Carvalho, A-
dolpho de Araujo Jnior, Anlouio Ignacio de Aman-
dula, Manuel Marques Abren Porto, Francisco Igna-
cio Ferreira Jnior, Jalo Jos' da .silva, Fre Jos
do ('.oradlo de Mara Caslio, Dr. Antonio Alves de
Souza Carvalho, l.uizde Franca Gonealves, Joaqum
Ignacio .Monte, II il luino da Cot Hibeiro.Joao llap-
lisla de Alhuqnerque, Joaqum l.uiz Pereira Luna,
Francisco Ferreira Novis, sua senhora, 2 filhos e 1
cscravo, Francisco Fernandas l.ins Jnior, Francis-
cisco lunacio Monte, llenrqne da Olivara Maia, Joa-
qum Marques Damazio, Joaquun Esequel Barbosa,
Joao Francisco Ja Cooeiicin, Jos (joncalves Iteis,
envenenado seu proprio irinio Manuel Jos do Nas-
ciinanto a assassinada a Pedro Celestino com um
tiro ; aproieutaiido-se no da seguiule nu lujar en:
que asi iva o cadver desle ultimo 'lugar em que
commallara o delicio) ajuou a couduz-lu para o
lugar mide davia ser sepultado.
ir I) subdelegado no sali-feto com a parle do
inspector, 111.10 lando vir parante si pessoat da lami-
lia, estas allirmaram os factus ; accrescenlan lo pu-
rera que o infeliz Joaquina Pereira de Andrade,
sendo pergunl.ulo por seu {euro, porque so havia
envenenlo ".' responderque quera acabar cora a
vida, e que sen *ungue los*e pi/ado como fora 011-
Ir'ora o <) l'cdru Celestino, que elle havia sera mo-
tivo aiitura assassinado, esun por conselho de oulros
que sabia que o seu envenname uto nao desaggra-
vava a olleuaa por elle feila a tociedade. e por isso
havia lambem contundido seo corpo, alim de que
seu fatigue fosse lambem puado.
eo 1o moribundo pedio-Ihe com iustaucia que pi-
zasse sobre aquelle sangue. <>
Sabio para esle porto, a 1S, o hiale .Vocu Olinda.
Acbava-se a' carga, para este porto, a escuna /.el
\ commisso directora do Monte Po Acadmico,
a quem foi preteute o donativo de quarnta e seta
mil rcis, reniane*reule dn festejo do ara t."i de oulu-
bro, cominuuica a Vv. Si. para que o focara cons-
tar aoa briosos acadmicos u I." auno da" Faealda-
de de Direito, que Ibes attiadecca uenerosa ulTerta
feila ao Monte Pm.e aproveita aoecasilo para agra-
decer mais e-pecialineule a leinbraiica de Vv. S.,
cujea sanlunentos philaolropieos aente a aeaie viva
isfac.lo d- reeonhecer e louvar.
Daos guarde a Vv. S*. lllinos. Srs. Jos Antonia
de Magalhaes Basto* Jnior. Moximum Rineiro de
Aginar Monlarovt, Miguel Jos de Almeda l'er-
nambuco Jnior e Juan Comes d'Almenla Cmuibra,
uieiubras da coiuiiiiss.iu euca regada do fesleju do
ponto.
Itecifc 2\ de abril de 1K.il!.
Dr. Joaquira Vuelta de Castro lavares.
Presidente,
Dr. I.oureneo 'Irigo de l.oureiro.
Thesoureiro.
Francisca Ferreira Crrela.
1. secretario.
Joao (jomes Ferreira Velloso.
2.- secrelario.
Ovidio da Cama Lobo.
Francisco Ignacio Werneeh.
Pergentino Saraiva de Araujo 1, ilv.lo.
Acc.lo tlu baiic, :.t) por cinto de dividendo por rta-
la do vendedor.
a companhia de Ueberilre OO9OW BW Bjafga
campanilla Per ambucaua au par.
e c I Ululle l'ulitie.i, :Ki pul i-en!o da preiiii-..
e Indemuisadora..">:> ide ..
t da e*lr ida e ferro 20 por 0|(| de pren,...
Ib- unto de leltras, le s. a |n.
Ai-i.e- do Banco, il a 4.', de premio.
Ouro.' Incas despalilllas. -J8} a aKr.VKI
alvedaa de (teiUO velhat .... MaM
a (.,- i KI novae .... |i.oi
Prata.Palacdea braaileirot......'JftWi
Fetos r.iiiiuiuan <...... jiaai
luexiranoi...... 1- m
AI.FAMIECA.
Itandiinauii do da I a 27. .
l-leui do da -s.
HI:7".'- 1
IK:l.'i-,.'l
tttm j^.ii.'
Antonio Maria de Vascoucellot ilorboii. preso por
Drscanesain boj. | de abril,
tingue purlucui zt.ruj.i I re,to.
jlirca '"'-------"-M'i liianei de ferro.
talachoainenraiiul.e tWetj,, tjgj,, t^eejja,
Brigoe hraiilsin firma fnme e tabao
IMI'ORlA(,vo'.
Ilrigua nacional a Dama.... ((aaa do jila de Jattei-
Franeisco Joa<|uiin Pereira Barroso, *ua lenhora e '! 1 loza e o palhahole Dous Amigos.
Illhoa, Antonio Joaqun) Jote Santa Anna, liento No da 18 enlrou all, procedente de Marsclha,.o
Euuidio de Souza Carvalho, J-cinlbo Ignacio Munz i vapor Brasil ; as noticias por elle trazidat nada adft-
Pacheco, Krancisao Antonio Rodrigues da Fonseca, antam asque ltimamente recebemos pelo Teutonia.
Manuela Mana dos l'assos, :t escravos a entregar, i
praeaa que acorapanhain > preaos de Justina.
Vapor ingles Dae, viudo da Babia, trouxe o
pas*ageiro aeguiute :
Elisa Elisle.
O vapor brasileiro aPersnunga.D chegado de
btacei, Irouxe a seu bordo os sigointei passa-
geiros :
Filippe Nevos das Santos, Fr. Caetano de Metsina,
Malinos de Azevedo Villarooco, Francisco Antonio
da Abren, Jos Pedro Carneiro da Cuuha, Jos de
Mandona.! llego Barros, Jos da Silva Cisniiro (iui-
maraea e um escravo, Manoel Vicente de Carvalho,
Dr. Joao llvrcano Maciel e um escravo, Dr. Joao Jo-
s Ferreira de Agnlar e um criado, I):, l.oncalo de
Almaida Soulo e um escravo, Dr. Francisco Teixeira
de Sa', Joao Paulo de Souza, Dr. Joo Lus Viciar,
Joaquira Bernardo dos Res.
At amanhiia.

tympa-
ssiin que
O Sr. Paula BapHxt :i.< he de oulru fado que
se trata, e a que vuu responder.
Itamouda, he cerlo. Irouxe artistas somante para
si e os leva para o Haranh3o, mu dalu o que se
tegue ? segue-se que elle foi iuel ao seu contrato
e l.ucci victima de um engao; e no enlamo Re-
monda he nartista concetluado, digno d
Uas, be o que esla as grac.it, e lauto
para alie he que se pedo a subvencao..
O Sr. Mein: lleurii/iir!:Coulra o que eu vol.
" Sr. P. de Brito:V. a favor do que eu vol.
" .Sr. 'l'heodoro da Silva:k. eu voto coulra.
O Sr. Paula BaptUta:Ao pao qoe Lucci be
o aborrecido e detestado, que deve ser multado ir-
reniodiavclinenle por lulo trovar recreado at hojea
popal orlo com boas representaste* sera auxilio dos
cofres pblicos.
Nao quero, nem de leve, oflcnder oSr. Raraonda;
meu intuito lie oulro, he simplesmeiile fa/er sensi-
vrl orna injusta desigualdade. que na 1 poda ler a
tua origain, senao uessas mpretaoes do momento e
da occa-iao, que us tira a luz do entendimeuto
pata dettar-nus firar na cegueira das preveneje*.
It inlia 11 l.ueci, Senhores, nao lem sido detcuidaJo.
O Sr. A, Cacatcanti:It.o acredito eu.
Felizmente parece que o nosso thealro n.lo ficara'
fechado. O Sr. comnieiulador Joao Caelauo organi-
aon ama pequea as*oeiac;lo de tres membrns, cora-
intsla de artistas, para dirigir os e*ptetaculos que li-
verem de ser levados a' scena. Os artistas que licam
sao as aenburai Isabel, Francisca e o Sr. Kainos,
coinnromcllen,lo-se a mandar oolro* para a exeru-
cao de comedias, v.uideviles, forcas, ele, ele. A pe-
quea companhia deaejosa de agradar os nOBSOS pa-
tricios esta' tratando de esluilar e preparar, sb a di-
recrio do Sr. coinineu-lador Joao Caetano e por seus
planos, o urainle drama liabriel e Lusbel co-
nheculo por Milagrea de Santo Antonioa tao ap-
plaudido na corle e na Babia. Os teiibons Santa
Rota e Coimbra leem sido iuraiisaveis cm proraove-
rein recursos oelos quaes os artistas nao solTrsm a
initeria, leudo raeio* de ganharein o pao.|N3o se di-
ga que visto o Sr. conunendador em secna, a nin-
guem mais deve-se ver ; he um erru que o proprio
Sr. comiuendador Joao Caetano nao perdoara' a
quem servir-se do teu nome para tirar o pao a po-
bres arlistasi.
Diztm qoe na ra da Concordia ha (errivel
deacocdia n urna casa, n'uina Caso... em qoe o mari-
do surra a mulher de noite; oh I qoe marido tao
nao. Oh! que mulher pacieate! .Mas la o apandar
au he a cousa, o que admira he roorarem esses ini-
migoa da paz e da unao na ra da Concordia.
Na noite de tabbado :2i do crranle algum es-
Irangeiroi deram urna partida nos Atbelos, era casa
do Sr. Merky era beneficio do bano profondoSeap-
piui : a reiin.,10 foi ao goslu britaLiiico, e como tal
demasiado alenre.
lia urnas poucas de noilas que em rarissiuias
ra* uos nosso bairros *e veem a' noite as [>alrulhas
quo devein policiar a cidade ; oulra*, porm, sgo
vistas de mais, e pedindo que as policiem.
(guando madameseila Alonrov. na noite de Sah-
baoo, dansava no Santa Isabel, ao linali-ar o patso
Ihe [01 arremecado um traque do maesa coinbusl-vel
e chumbo, que f-li/.inenlu estouren aos seus pes,
sem que ella se perlurbasse. tjuein quer que tul o
autor desse estpido gracejo, nao leve rasgo em mal-
tratar tgo vilmente a urna artista habilidosa, que
procuroia agradar-no*. Ot diletantit estao adianta-
Ulsaiinoa ua ite Nilo seja ingrato, sri fulano dos anzoes: mide
foi ja' Vrr.c. mais bem tratado do que eulree.scs ...
que Uto politicamente os appeliua ".' A culpa nao
lem Vine,...
Avisamos a polica que no* eonsU andar om
Individuo todas ai noite* pedinds eimolai a quem
encentra em ras exquisitas; dixem-nu que e*ae in-
dustrioso freqoenln maito, ha das, duasl.jatde fa-
zeiida. C.11 lulo com o moc !
Conala-nos que no Forte do Mallos, ha ama ca-
sa da labolagem, e que de|iois das III horas da
noite he que se reiinem os devotos; a especularlo
mo be na', com a dilleicuca, porm, que urna boa
polica nao tem horas para dormir.
Honlem foi approvado era primeira diseaste
na assemblca provincial u projeeto autoriando o
governo a contratar o fornerimenlo das carnes ver-
de- para esta cidade e a de Olluda : louiorcs tejan)
dado* ao* eleilos da provincia, que com asta medida
v,lo arrancar da iii.lo dos monopolistas de fado o
nniccinianto deste genero dt primeira mcessidadr,
com grande veame da parla dos consumidores. Bem
'1
JURY DO RECIFE.
2.-' sesiaa.-Da "> de abril de 18J7.
Presidencia do Sr. Dr. Alexandre Bernardina do%
Reis e Silva.
Promotor publico interino, o Sr. Dr. Joaqum de
Souza Res.
F.scriv 10 interino, o Sr. Manoel Correia Come*
de Alincida.
Feila a chamada as 11 horas da mandila, verill-
cou-se eslarem presentes 31 senhores jurada*.
Foram dispensados por motivos justificados de
molesla os senhores seguintas :
Francisco de Paula Lopes Res.
Antonio Dnmiugues Ferreira.
Francisco Cavaleanli de Souza Leao.
Antonio Ignacio do llego Medeiros.
_ Foi dispensado por ler provado ser eslrangero, o
Sr. Joaqum Allanto dos Reit.
I ni rm dispensado! a requisicao do Exm. Sr. vice-
presidente da provincia, o Sr. uflicial chele de aecrao
Dr. Francisco de Piula Salles, e o Sr. amanuense
lia.iha no ue Magalhaes Castro.
A requisicao do Sr. inspector do arsenal de ma-
riiiha foi dispensado o Sr. secretario Alexandre Ro-
drigues dos Aojos.
Foram relevados das multa*, por lerem compare-
cido, c apreteulado escusa legitima, os senhores se-
uuintes:
Francisco Mamede d'Almeida.
Autoinu Correia Caliral.
Jus Gervasio de Amorim Garda.
Foram multados em iftUOo, os senlioret se-
guinte* :
Cenuino da Cosa Adiuquerquc.
Antonio Pereira de Oliveira.
Jos Candido de Bariot.
Jus Manoel de Siqueira,
Jote Lopes de I-arias.
Joaquira Jos de Furias.
Manoel Pereira Rosas.
Jos Beruardu do Bago Vallenca.
Manoel Ignacio da Silva 'j'exetra.
Jos Antonio de Oliviira. Anlunes.
Severnio Jo* Filguejra de Menezes.
JoSo Antonio Villa-Seca,
Jos Eslevo Moreira da Costa.
Manoel Carrilano dos Santos Pareira Bastos
/.eferino Kndolphn Delgado de Borba.
Joaquim Pereira Vianna.
Silvestre Daulas Luna.
.Manoel Ignacio do Allinquerquo M.ri..n.,io.
Jos Bernardo de Sonsa. '
Frederico Lopes Guimarges.
Vicente Mendes Wanderley.
A iitiinio Carneiro Machado Ilios.
Ignacio Piulo Soares.
l.uiz Jos Rodrigues de Sunza.
Manoel Caetano de Medeiros.
Ignacio Francisco Martins.
Manoel Ferreira Pinto de Araujo.
Joaqum C inddo Ferreira.
Manuel Peregrino da Silva.
loo Jos de Faria.
Antonio Francisco de Souza Magalhaes Jnior.
Manoel do Nasciraeuto Araujo.
Manoel Pereira Lima.
Francisco Manoel dos Santos Lima.
Jos Francisco da Costa Lobo.
Ilippoljlo Cassiano Vaiconcillos de Albuquerque
Maranhao.
Amonio Climaeo Moreira Temporal.
Sendo iiiaulicieuie o numero de 153 jurados pre-
sentet para baver SOSaao, o Sr. juiz de direito presi-
dente do tribunal do jury, procedeu ao sorleio de
mais 10 jurados, e forain sorteados os senhores se-
guintes:
Manuel Antonio Siraet do Amaral.
l.uiz Antonio Barboza de Brilo.
Bernardo Rodrigue* Piuheiro.
Dr. Manuel Jos Domiimies Codiceira.
Capitn leueule Joio llaptitla de Oliveira Guiraa-
raes.
Feliciano RoJrigaes da Silva.
Jos Hamos da Cruz.
Salvador de Souza Braga.
Anlouio Leile de Pinho.
Loiz (jomes Srlverio.
Gustavo Jus do Reg.I
Anlouio Ferreira d'Aunnnciacao.
Manuel Antonio Ferreira Comes.
Antonio Nobre de Almeida.
Joaqum llermogeues da Silva.
Concluido o (rlelo, O Sr. jai* de direilo mandou
que se expedissero os corapcleule mandados de noli-
lic.iroes dos senhores jurado* sorteados, e suspendeu
us Irabalhos a 1 hora da larde, adiando a sesss.lo pa-
ra o dia -7 do correle as III horas da inanhaa.
crirae de e-lelliunalo e dispoiicSo d 1 arl. j') do de- ro, consignado a Jee Joaquun Idas Fernn le
crelo n. 7117 de U> de novembro de I8iu, fui pesie
em liberda e em virtude d'aggravo iulerposlo para o
tribunal do cummerrio, no qual aggrave o |iiu., que
ordenara a prisgo^formando o seu despacho, ejal-
gou de nenlium ellelo, por ler sido eOeluado por
mfeslou u seguiul*:
:i volumet chpeos de palha de Italia ; a B*si< V
Lemos.
I")i| fratqueiras genebra ; a Antonio 4e Alsneid..
i (lomes,
uina precaloria, dirigida por juii que aceumala ju- 13 barricas genebra, f ditas erva-doce : ,],,._
rltdlcao civil cnminareial e policial, du delegado de Filippe da Casta.
polica do termo de SeriubSem. Com a publnocao.
Srs. re actores.Nao ha nada qne se equipare
aos elidios do odio, quando esle aclua sobre ura
eoraego mao, que nao recunhice o freio da religiu!
Esseudio ni dorme, nao descansa, ernquanlu mo v
a sua viclima'complelaminte sacrificada, lia o que
acontece cora o Sr. Jacintho Alfonso Butelho, a
quem um hornera, respirando viugauca e sirvindo-
se de ura brar;u ingrato, que al se olvida de dever-
Ihe a vida, nao cauca de perseguir e de alropellar.
(Juera he esse Sebastian TeiXSira Lima que, era
u.na rurrespindencia publicada no Diario de l'er-
nambuco de 21 do correle ousa allirmar, que o Sr.
Jacintho Allomo Botelho mandara i-spanca-lo por
um guarda-cotia,u famuso perverto Marlinho Jos
Teixeira '! (.luurn 11.I0 tabe, que o Sr. SebasliSo Tei-
xeira Lima ne incapaz de fazer uina corresponden-
cia, e que assiguaiido aquella, n.lo fez mais do que
preslar-se a. intlnuac/Se* de alguem '! (Juera nao ta-
be era Beberibs, qoe o Sr. Jacintho Ailouso Bote-
lho nao lem uarda-costa, nao foi mandante de te-
melhaule espaucameuto, e nao merece as impulaccs
que Ihe fas o Sr. Sebaitige Teixeira Lima f Que
crdito mesmo pode merecir para com o publico
e |iara com as autoridades a simples aorea 1 do Sr.
Sebaslilo, alias destruida por documento, que o Sr.
Jacintho lia exhibido per inte o publico, quando te
lem vitlo lunado a defender-se da guerra detabri-
da que Ihe faz um iniiiugu rancoruso, e sem uo me-
nor geuerotidade '.'
Srs. redactores, sou obrigado a defender a inno-
cencia pirante a opiniao publica, e ronhecendo de
perto o Sr. Jacintho, nao posto sollrer de tangue
fro, que e procura esmagar ura homem, que em
seu comporlainento nao lem cousa.que o faca lemer
o dente viperino da calumnia. Me verdad, que as
leis nao divem aer ludibriadas pela auloridade,
quando te tratar de salvar o poderoso, qoe ulfendis-
se o fraco, u pequeo ; mas lambem, por uulro la-
do, compre que a le nao te turne em instrumento
de perseguirio, s porque o pequeo guiado pela
mao de astillo inimigo braga ua praea publica, c
procura tirar vanlagein de sua policio mesquinha ;
he mtsler que a lei dislinca o justo Uo injusto, e que
o magistrado que a applica, nao seja victima de ura
aenlimenlo de couipaixao com que a hypocrisia emi-
tas vezes se acoberla, para conseguir a reahsaeao
de asas piano* iafernae*. He mitter que o publico
laiba, que o Sr. iacmlho Alfonso Botelho lie um ci-
dadgo ineapat de cominetier enmes, e para que a
calumnia n.lo lome vnltu, vejo-raa na necessida le
de dizer ao Sr. Sebattllo Teixeira Lima, que elle
obra cegameiilc, e que aventura uraa IHMCIO, que
au lie ra|i;z de provar. (Jueixe-se muito etnno-
ra do Marlinho, mas nao queira ua qualidade de
alejado envolver na sua infelicidade o nome de um
hmneiii, que nunca cunsluu-lhe hoovesse feito
mal.
(Jueiram, Srs. redactores, dar publicidade a eslas
linlias du seu venerador,
Jos Cernido de Lima.
que [azem de :i propustas, respom las por habis
sitvogadui desla cidade, destruimos o limdameui 1
de tal decsao, sendo para notar que opini.io sus-
tenta la as propustas fui lambem sustentada as ra-
zles, qoe se apiescuteram no tal aggravo, por pirle
do axequenle.que requereu a prisao, e que lera i,idu
adoptada nesla cidade pur difiranles juizet, inor-
maute pelo eipecial do commcrcio.
PROPOSTA.
Os juize* munelpae* as comarcas aecomnlam,
como sabemoa as jui isdices coiiimerca!, crimnale
civil ; pergunla-se, pois, se elles por crime de ele-
llouato, banca-rola, e finalmente pela nrcultacao de
licns .arl. 525 do derrelo 11. 7:17 de 35 de novmluo
de 1856) podem expedir caria prec.rloria as autori-
dades p.ni. 1 e- para preuderem a indivi .uos, que
em consequencia de laes crimes leuliaiu fusido paro
lugar olheio ao de suas lurisdicau '.'
ItESPOSTAS.
i".Nos (ermns da pcoposta compalndo aosjuizcs
municipas, processar o crirae de eslelioualo c ban-
ca-rol* al a pronuncia, com a dinVreuoa de ser es-
le Mbmettido aojulgainentu do juizo de" direito, de-
creto 11. ;ii-2 de 1 de julh> de ISo, e aqoelle ao co-
nheciineutu do jur) ; e corapclindo-lhos lambem or-
denar a prisao dos executado* na hvpotliese do re-
_u! men o rilado, he de primeira liiluicio que elles
nao ni lem o direilo, como Ibes corre o dever de ex-
pedir precatorias requialtando dos seus eellagM uu
de qualquer auloridade pul cial >ie fura de sua ju-
nsdieejlo a prisao daquellet que daverem ser presos,
e essas aoluridades devam execular a prisao exigida,
teguudo dispOe o arl. 61 5 I do legulameuto 11. lili
de -II de Janeiro de lSS.
Esle he o meu parecur,
A. J. de Moraet Silva.
-'He fora da duvida que, para realisar a prisao
decretada pelusjuizes muuicipaet, qualquer que se-
ja o ceracler era qus obraren),podem elles deprecar as
autoridadespoliciaet de outrasjur*dircr>ei,nosltrmos
do art. 178 do corl. do proc. crim., combinado com
os arl-, 81 e 811 do mesmo cod.
Sub censura, lenle 27 de abril de 18i7.
Dr. Anloniu Vicente do Natcimento Feituta.
3*.Podem, e|nun>-.i te duvdou q-.e elles podes-
tein deprecar as autoridades puliciait de uutrot ter-
mos a prisao dos que livettem pronunciado, e mesmo
daqualtea contra quem se Ibes leuda dirigido queixa
por crime inaliancavel.
vesla ciilade ve-se quasi lodot 01 dias o jatg do
coir.inercio, c os muuicipaet dirtgirein accelbantes
deprecado*. Ha pouco. dias foi expedido ao dele-
gado de polica para promuver a pntao de um enea
merciaule, que ausentando-** desia cidade se a'iri-
guu ua inesina cidade de Olinda. Tuda vez que o
juis municipal nao poder pur si uu|pur seus alli oes
ell'ecluar a prisao dos pronunciado', ou indiciados
era crunes inalli.iiciavei.s deve depiecar. Nao o fa-
zendo saliendo alias o lugar em que esta' o erirni-
00*0, elle cumraelle uma falta, uraa omllli) 110
cumpriinenlo'de seus davares.
Reeife 2S de abril de 1837.
J. J. da Fonieca.
30 pipas valia* ; a Joan P.nln Hegit de Soaia.
I candes chapeos; a Anluiiio I. >|ie> l'areira *e
Mello ( C.
BOpipa* vasia*, 100 rc-tos ch impanba, I eaiiela
livrus, I 1 n\a rape, > ana. cha', 2 duchapa,,, ,\r
pello de l.-bre. 5 dllat 111 11 mure, JM ,lr|a- taitas, I
harria luucioho, ll'.l ioIos fumo, -Jll ucea* Cafe ; a
ordem.
Paladn americano aLa Crang-a, viada de Lan-
dres, cuusiguadu a Itulde c Btdoalac, manifexva o
seguiule :
7S barricas rerveja ; a Armad vt, lirvan.
50 ditas dila ; a E. II. Wyatl.
I.VI ditas dita, I eaixa um piano, I dita oleada ;
a ordem.
I finio tapete ; a A. Irin.io..
MI.) brrris plvora ; a Fox BrnlheTS.
i caixas chapeos de sol de aigoiao, I dili diloa de
dito de seda ; Isaac Cuno & C
I cana chapeos de palha, I dita meia* ; a l_ A.
de ciiqueira.
17 pedesiues, 8l> rolas para waggom, I7( pecan
de ferro, lilis chapas de dlu, MI lor rnenl- de
ferro, ,'IS.ll dilos de lindara, t tleme ripas, 50
feixes de pis de ferro, I "> barricas Icrrulh .*, I di 1
crrenles, I caixa ps de cabra, 8 ditas rada, do fer-
ro para carrnhos, 1\ barricas preges, I Jila parafa-
so*, 7 dilat chives de undena ; ana censignalari >
e agentas da estrada de (erro.
Patucho uaciuiial u.Vnnaa, viudo de Para' e patr-
io* intermedios, cous'giiido a latso A. Iru,a..s, raa-
alfealva o seuuiule :
- i saceos arroz ; ao* mismos.
50 barricas banlia ; a Jvse llaplista da Finiacj
Jnior.
t(> taecaa cera de carnauba, t oame peana* de
ema, t dito cobre e pregos vellios, I lesa, I caita*
queij 1-, 11(1 puntos de bel, kl laeloi dtala, :li(l
couros curtid js, :i ditos salgados ; a l.aia B. da Cer-
queira.
Kcaixaschsmpsnhs, l:i barril viabo, 3 barricas
qoeijoa, I can de rape, 1 dito charetos. 50 saceaa
le.j.in, -J'iO diius arroz, I roda de ferro para modele,
63l I |J alqueire* tal, 50 muido* de palha da camam-
ila ; a ordem.
I'.il ii-iiu nacional Firma, vinde de Rut de Ja-
neiro, consignado a .Novas* A; C, nsaaifeataHa o aa-
guiute :
2 caixeachapoi ; aos me-ma*.
50 sacros cafe, &) barris Inucinlie, 9g fraaqaeirai
genebra, (00 barricas fannha de trigo. I ana dita
de mandioca, 17 eaisas papel, -JOl) ditas vela*. I di-
tas rape, I dita pstelas, 40 lelas a 30 rulea fmo, 1
ca-xas chapeos ; a ordem.
'.)' 1 ca vas salan ; a Antonio de Almeida Ceane*
CONSULADO t.ERAL.
Iteodimentn do da I a 'SI.
dem do dia .
Acha-se cm noiso porto o vapor Solimes, pres-
tes a' seguir o seu destina ; he mais um triurapho
para o hbil ofllcial da inarinha hratileira o Sr. Se
iiun lino, que decan.o poder o ine-mo vapor fazar
viagem coulra a opintge de inuilus, inclusive om of-
licial da armada, que pelu governo fora mandado no
vapor Itecife para dar-lhe conserva, e que esrrc-
veu ao seu inini-lro dizendo o Sotlino*a esta'
......''re .'le .f".f"" nade com asi mmivcgivel quando elle havia arribado em Caravel-
.i'S,
ati H ve*nidvmiittp.
A a-semlne.) na sassgo de donlem enlrou na .apre-
ciarla de um parecer da commisso de m-lnm- ,
publica, sobre a prelrncdo do professur Silvano
I nun;./ de Suoza Magalhaes, que pede ser cunside-
rado com direilo gralifica(;ao adJicional desde o
da em que curaplelou 12 annus de serviro.
Oraram os Sis. N. Purtella, P. Baplis'l i, Manoel
Cavaleanli, Barros de Lcenla, e por lim he man-
dado imprimir uma resoluto do Sr. P. Baplisla,
..il -n-.-i ,.i cuino emenda, que manda fazer exten-
uva a to loa os mais prufessores em idnticas cir-
cumtlanclas a raesrna grac.a.
Entrando era tercena discossao o projeclo n. 18,
que considera como fizan lo parle da freguezia de
Birreres o engeiiho S. Cruz, propriedade de Fran-
cisco Alfonso de Mello, oraram oa Srs. Manoel Ca-
valeanli, N. Portella, Barros de I.acerda, P. llap-
lisla, Anlouio Cavaleanli e Souza Brag, seudo por
lim approvado u projeclo.
^Continuando ua primeira discussao do projeclo n.
15, que aulorisa o governu a contratar o fornecl-
ment das carnes verdes nesla e na cidade de Olin-
da, oraram os Srs. A. Cavaleanli e Jos Pedro, sen-
do por fin) o projeeto approvado, volando a fa-
vor os senhores Jos Pedro, Sabino Olegario, 0-
livera. Sa' Pereira, Qointino, Cuncalves Cuima-
raes, Mello Cavaleanli, Silva liraaa. Soasa Carva-
lho, Marques de Amorini, Neiva. N. Portella,
e contra os Srs. V. Baplisla, A. Cavaleanli. Manoel
Cavaleanli, Tbeodoro da Silva, liento Cotia, Heira
1-uriques, |. de Barros, c Epaminondai de Mello.
Continuando na s* ditcaa*go do arl. 17 doorca-
mento provincial, fallou a Sr. Sabino Olegario, fi-
cando a discussao a lia la.
A ordem do dia para boje lie a moma.
O lijiiarass, vindo dos pnrtos do nurle, Irouxe-
no* nicamente jornia do Cetra', que alcanc,am a
18 .lo crvente.
Lina saflVivel nchenle leve o rio Pirnpora, era
blarangoape, no principio do crrante.
No centro, a segurarle;! individual se ia lomando
menos segura, (Usos de tenUlivas de assassiutos se
haviam dado em o Jardim.
S. Ex. 0 -Sr. Mie-prcsidanle dora, no dia lli, o
baile quinzenal com que costuma obsequiar os seus
patricios quando, te acha na vice-presidencia.
Do Ro Crande dn Norte e Patahiba nao consta
qne houvesie occorrido novidade alguma digna de
meneju, segundo carias que deltas recebemos.
Temos a vista juruacs da llaliia, do que fui porta-
dor o Dae, que alcaucam a 2\ do correte.
A cmara municipal dalli adoplou o syslema de
distribuir os seus vereadures pelas diversas fregue-
zi-is do municipio, alim de seren bera vigiados os
direilos da mesilla.
O Exm. Sr. presidente acbava-se accommellido
uvesse alguma oppo.ic.lo, estamos convenc- de uma intermitente, mas jera carcter as*oslador.
loa de que esla soleve por origen) os meios e inio o
lira; por use he de espirar que o projeclo nao sofira
ente as outras discuifes; e que a apr*i*olir-te
A carne ea familia eram alli, hem como aqui,
vendidas por precnt fabulosos, apezar dos boii te
compraren) barato, e desta baver ao purlu 14 cm-
_ Senhores redactor'* : Encarregado da eslrada
'i Victoria, nao declinarei da re*ponsabilidade das
urai, que, sb a minba immedlata iusper^ao e di-
ecrgo, se estao execulando, visto como au sendo
isivel que o Sr. director examine pestoalinenle
airTas a* obra*, he sempre i"
inf'-macdei dos ancarregadot d'ellai, que elle reaol-
*/e a'respeito. E hnri'aaia darla qun v>u fazer
algumas declaraces enVfespoila au (po disse o Bem-
leci do Ubeial u. 1365 em seu pedia.
Parece-me que nao eslava bem inorrai lo o llem-
leti. pediudo ao Sr. director que lance sua* vistas
sobaje- o einp'dramcnlo que se esta' a/.-n lo no Tim-
bo [19.- lauroi da estrada da Victoria), e dizendo que
se etta' Ion.,ni.lo ao mouluro o dinheiro dos cofres
provuiciaes, d'uu.le te entende que esia parte da
obra esla' anda era exeruc-io, e que esla nao lie vi-
giada, ou enloo ha negligencia ou conivencia da
minha parle. A primeira parle responderei, que
leudo sido o empedramento desse lira; i arrematado
em Si de novembro prximo pastado, intime! ao ar-
rematante qoe fizesse de preferencia as curvas da-
quelle lugar Timbo, por ler o pomo que no invern
vedara o transito dos carros e dillicullava o dos vn-
danles ; pelo que no ftra d fevereiro prximo pau-
sado estava o Timbo empedrado, e creio que os vian-
dantes que nilo teera a;aj estao bstn saliafeitus.
lie verdade que (endo sido esse lugar empedrado
no mez de oezembro, e havendo eulo ahi muila
lama e chava, talvez n empedramento lenha soflrdo
alguma alleracSo (abalimento), mas he na occasiao
da entrega provisoria, que o arrematante deve aper-
fcicoar a ohra.
Emquanlo segunda parle respon.Jerct qne ci-
ma do Sr. Bemteci existe uma pessoa que merece
nimio mais c um l'-r.ico i para .i Se. direelur publico
e governo, o qual he o Sr. engenhelro II. A. Milel,
que vindo de examinar os.Irabalhos da Serra da*
Itossas, leve occasulo de observar no dia 9 do cor-
rente mez o estado das obras da etlra la da Victoria.
Seria |iara desojar que a redacta.) do Liberal nao
sacrilicasse a honra iidividaal dot funccionarios p-
blicos, para realnar seu syslema geral de opposicao
ao governo, aceitan I j p-i-j Iuiimii js da ordem "do
Bemteci.
Seu constante leitor.-Feliciano Rodrigues da Silva
28 de abril de 1857.
IO-M Severo e irrevnaflvel, do destino
O decrelo souo, eu paito... adeot ...
Quando esquecidu dos deveres sacros
t)uc a (iaanabara, us lilhos e a consone
Ue mim la esblo queixosos reclamando ;
Quando escravo de arterlos que nao rnenlcn,
hintre votaoi favores i|ue rae bao feilo
Captivo de um dever nao menos tanto ;
De lauta gloria, amor e felicidad*
Volar-ve* meu porvir quizera em paga :
Peruamhucanos, o reclamo esculo
Da natales* que me ha feilo arlitla !
o Severo, irrevugavel do deslino.
o 0 decrelo sonu ; eu parto... trieos ...
Partir Filando vidamente o sulo
Onde Ac o ihealro dos meus sonho, !
l o povo que ensinou-me o fanatismo
Na adnrai.au cum qut Ihe acato os feilos ;
Partir, porque he forcoso, e de meu lenho
Sobre o coiive?, eslatua d'amargura,
Ver ir ficando alm, al sumir-se,
N'um punto vago de hurisoute mearlo,
A Ierra que acolheo-me hospilaleira,
Onde o sonho mais bello de mnh'alma,
Por um prodigio de bon.lade extrema
IVriiaiiiuu- mus, realisar oobestes ;
He ura marlyrio iao cruel, tao fro,
Oue o sucumbir fura ventura ao martvr ...
O palinuro, d'escarceos jo^uete,
Parlindo o crneo coulra a rocha occulla,
Uergnlha o abvsino, mas lli uietuiu aperla,
Adora e senla em seu extremo arranco
Duas llores qou aceitou da patria,
No ri*lcrro fatal quo o (ez errante I
Da cruz no* bracos, ..tlala dos tmulos,
Em crep envollas duas lljres vivera,
Pendidas sobre Instas epilaphios ;
Alera do oivalhn Ibes goteja o pranlo,
O !iiceno e as preces as bastes Ih'enverderem...
Quando o *om do clanni chama ao cmbale
Guerreiro amante, que a esposada alira
Fatal adeos que era trau*e* a sucumbe,
V.lo-lhe no pello, talismn rfafleelos,
Duas llore* qoe o abraia na peleja ;
D'orvaltio em falla, Ihe* Reteja o pronto
Cnm que da patria o estandarte ensopa !
Sin perpetua e saula te... uma elemiza
Pung.I,.r senilmente que a nutra exprime...
Per peina* e saudade* (pie en quizara
Qoinlai predas naturas*, nnindo,
Entrelacen uma giinald* imraenia.
Pernambueanos, ollercccr-vus buje !
Levo-ai porem lo as contigo. eternas,
Mesmo quando meu ser, y. pasto aos vermes,
Sob a lerrra (ver pago o tributo,
Sobre a rampa estarle na cruz pendida,
Sagrando a gratidga qoe vos consagro I ...
E agora que a vollir aos patrios lares,
Ol.riga-me un dever, dever sagrado,
Meus voto* eseulae ; Pernnmbucanos,
Meus Lilaos bemdirau vo*sas bondades,
E sendo a gralidgj sempre o meu norte,
Nada pois esle dever extinguir':
Piein o lempo, nem o fado, nem a morle I ...
Peinambucu, >> de abril rli 1857.
Joao Caetano dos Sanios,
W:llt-9ln
mifini
IHiiVtlHI
la*. Porem o que ihe sorprender1 de cerlo, he que
o ofllcial comrnaiidante do vapor uRecife foi pro-
movido por disllncete, co Sr. Seguudiuo foi preteri-
do Oh lempora uh mures !
Senhores redactores.\i minhas orcupai;oes mi
n3o permillcm eslar cm dia com o que publicara os
joruaet, por essa rasgo ja nao lenho respond,!,i ao
que a' respeilo do commaud inle do vapor nacional
Reeife, diz a sua correspondencia de l'ernambuco
inserta no Diario de \2, no lopico cm que traa do
vapor oSolimoes.
O teu correspoiidenlr, nao direi insinuado, mas
levado por iofnrmacesnevadas, riiz-lhe qoe a coru-
maudaiite do liedle, linln eteripto ao seu miiiis
tro, dizendo :0 sSalimoesa esla' tunavegavel e
no enlamo que elle ja se achava em Pernambuco
pretlet a seguir o seu destino.
A maneira porque vem enunciada esla|nolici,i,
importa cm urna olfensa a' reputarlo de um oflirial
mui digno, e que nao mereca, por crio, aqoelle
que tantos esforco* fez para levar o Soliinoes ao
au destino, e que o levara se eslivesse sa isso des-
tinado, pois disporia do lempo preciso para fazer o
reparo indispensavel de qoe careca em Caravellas
para aqu chegar e fazer enlo ot coucerlus necess.i-
ri's rumo foram feilos e eonsU dos nmeros do Dia-
rio) para cantinear sua viagem ; porem, o vapor
nacional aReafea linha uma commis-.lj muito dis-
llncta da de dar conserva ao vapor aSeiiatSesa, elle
sabio a' cruzar ale Pernainhuco, e cora ordem de se
achar em ponto dado em lempo lambem determina-
do, deveudo aproveilac s o lempo de que pode-se
diipr, em dar conserva ao vapor Snlimots, caio
amia o ciiconlrasse na capitana do Espirito Santo.
Ora, a' vista disto, claro esta' que o oKecifea nao et-
Itva iiiteirameute subordina lo ao ciSolim.-s. e que
era do dever do teu commandaule, uraa vez que a
Solimes nao poda eenlinuar, deila-la em um
porto seguro e seguir a cumpnr o esencial de tua
commisso, islo tez o commandanle Delphirn, de
que, pois, censura lo "'! Fet mis anda, quan lo o
vapor Sobrades na altura de Caiavellas, parou,
dizendo, o seu capitn que nflo poda continuar por
ler avari* na machina, inandou-me a *ia horiocoin
ot maclunnia* examinar o que era, recoiiheceraos es-
laiera as caldeiras queima.las em ligua* lugares,
mas entendemos que mesmo assim, podamos vir lid
aqu.
Mainlou enbln o enraman lanle fondear e lunpar
hem as caldeiras, feilo o que prnmplificarara-se os
dous vapores, e no acto de suspender fes de nevo o
Solimes sjgnal de av aria na machina vindo lugo
ao altale o pillo d.qu-lle barco participar ao
commandanle que seus maehinislaa dsiam que o va-
por ralo pedia segur pur eslarem as ral teira* vasta-
do pelos loares onde ittavam queinadas.o que for-
cou no*** arribida a' Caravellas ; indo o oSnbmes-
para o ancoradouro Ja cidade, alim de remediar a
avaria, ficando o Itecife na barra eperando-o. No
dia teguinte pela maahga, veo a' bordo o caniblo do
Solimes participar au cummandante que o con-
cert linha alguma demora e que o navio ia pas*ar
por uina vistura judicial, para a qual ja e-iav.un
dadas as convenientes oideu*, em virtud rio qa> a-
inda o Becife ah se demorou alguns das. De
todo o occorrido havia de dar parte ao qnarlel ge-
neral o commandanle do Recites, e admiltindo
mesmo qoe e*crcvesse ao sen ministro dizendo que o
Solimoe- estava innaveuavel r-ergunln, au
lindo o vapor Solimoet oulro molor para dar-llie
movimento, alein de sua machina, e nao pudendo
esta funceonnr, poda elle seguir viagemj? u,1o,
rerlainenle ; logo, eslava niiavegatel nessa occa-
si.ln.
Pondo a' marsem o su correspondente, que m-
Ite inleiramenle descoiiheeido, appello |go soraenU
para o coininandante Seciiulino, cujo le'lerauuho
tomo em grande considerarlo, elle que diga o e*la-
DIVERSAS PKOVIPICIAS.
Ren.limeulo do dia I a 7. 5:S7 l-f tvi
dem do dia 28....... 2t.'.i/s7l
fc 11 ltr.il.
DESPACHOS III" EXPORTACVt PKlX"l>"v
DO CONSULADO KESIA i.idadk No ni,\
i'S DE ABRIL DE IK..7.
i'.irtoI, itera purtusoea Onda, Manuel JfM-
quim Rainot c Silva, taeent assaarar aaanaa-
vado ; I rancisru Satetleao Habelln v\ I .11.... |.i i
i arruiuiiihas nanaeni basmne asnan le ; Jau-t
Jos de Carvalho Alorae-, -jmi \,, iu.-i.i-.
Lisboa Brigue nacional S. Jo-<, ThMaaa de
Aquino FooseraA; Filho, 1*10 sircas amarar brin-
co e mascavado, IS cauro*) niel.
Itocii iA> resBarca narional cFlor de Oliveira .
Anioriiii Irmaos, 350 barrica* tacar ananre
mascavado.
Liverpool Barca muleta .Valhilde. Saun.ler.
Brolhert rj Cumpanbia, 60"J taceos tsacar mae-
Cavado.
fioeous-AyresBarca porlogueta Amuarus, Ma-
noel Alves (iuerra. UM harnea* ,-su-ar l a.,,-,
RECEBEDORIA DE RENDAS INTERNAS (aE-
KAES UE l'ERNAMBI'CO.
Ken.limei.il do dia I a Si. 17 ",-m i
dem do da -26....... ]*j||H
nMHIM
CONSULADO PROVINCIAL.
Bendimeolo do da t a Ti.
dem do da .
.'i9:Jlll?77"i
itmwm
bl:tWea|MB
z%i>t>.& $o p0ttp.
Navios entrados ne da 38.
Granja e porto* inlermediot 10 das, veper braw-
leiro Iguarissu'n, commaiidanta Aotamie da Stl-
veira Maciel Jnior.
Rio de Janeiro.; lias, brign* brasileira Firma.,
de 172 lonelad.'S, capilao Manotl de rrettat \ ic-
lor, eojaipaaem 12, carga vane* ganara ; a >-
vaea ,\ Companhia. Perln eo Km de Janer*.
Para', Maranhao, Cear.V e Amo' 45 dura, patacho
l.rasdeiro aAnni-, de 1KI loneta las, cap,la., Pea-
lo Jos tilinguea, equipagein 12. cargo varia*
g eros ; Tasto Irmaos. Pertence im Caer'.
I'aasaeeirot. Jote Nicolao, AgoiUah* Rotovalbo.
Montevideojll das, polaea li de 150 tonelada*, capujo Kapltarl Cirba'a. eaai-
pagera 11, em ltiro ; a Itaac Cario. Perlerace
Barcelona.
Nova OrleansM das, barr inglesa Corriarit. da
-SiS tonelada., capnao I. lianas/, eejaipacem 12,
carga 2,("> barricas com fannlia d trico ; o Ra-
ndera lliolhera A l.-mipanliia. Pertence e Jer-
se>. Passageirn, Mr. S. Chaefer.
Meeeid porto. inUrmnalm i das e n. h.as. va-
por brasil,.,,., Persiuunga, commandanle J.a-
quini Alves Moreira.
Babia2 das 112, vapor ingles Dana., remman-
.1 une W. Slrotl, carg* ajaanim e algodti. >-,.,
para Liverpool. Pertence a S Hithamplon.
t tzimid v<.*.
O lllm. Sr. capitn do porto, de c,.l..r,.....i-
com as orden do nuui.lerio da mar mi, i, ir....-.,.. i -
lirias |ielo Exm. Sr. vice-presidenle da provincia,
n ollicio de I i du andante met, ui.n.la dar pnhli-
cidade a traduce.! ahaixo do vim aranun. i.....I,
aaa navegantes o ealabclecimenln .Ir phane* em asf-
farenles pumos da Europa, e dos E-tadat I nido, da
America.
Capitana do Porto de l'arnambnr 15 de abril
de ISY7. 11 secretario, Alexandre Ro irigeei d*
Anju!.
TRAiWCCAO'.
Aviso aos navegantes.
N. 33.
O KATIEliVTJl TI.ANO.
Eclipse parcial uu Skageii no pitaiul >l.a.
A rtparlicl.. la marinad real de Copenhague par-
licipa que n novo pliarol rslabelecido na M,,gen
seu unmedialu eul.lo, entend que me cumpla diserl Por ordem de S S
algoma eoasa, al'uu de desvanecer toda e qualquer | hxdrugraplm.
unpressa que podessa causare correspondencia
que me retiro naqualles que nao cunhee. m esse prc-
limoso ofciil; seu nome e seus aclos sa
defeza.
Sou, ele.
Pedro Cordeiro de Araujo l'eio.
Baha, ->'i de marco de lts')7.
{Diario da Baha.)
i sua propria
PRACA Dtl RECIFE 2s DE ABRIL AS
: HORAS DA 1AIIDE.
Colaccs olciaei.
Descont de leltras10 ll|tl ao auno
Assuear mascavado 2csM) por arroba com sacco. .
Cambio sobre Landres 27 |S (I) dtv. dinheiro mai,-atnc, sosutldo Uo ch
a vista
Frederico RobllUird, presidente.
P. Borgis, secretario.
CAMBIOS.
Sobre Londres, 27 :|1 )() d. e 27 7tS a 90 d.
< Pars,::.,.i rt. pur fr.
< Lisboa, 95 por % de premio.
Rio de Jaueiro, 2 por |tj de dcscuulo.
.bu \\ --:.,n_. ..
It-parliea h] lro;raphea do alroiraaladorra Un-
dies S rie uuiubr.i de Is.ii.
Esle aviso aliada ns *e-iiinle* mapps dn almirat.-
lado : mar da Nurle g-r.l n. 2.UJ ; m.r don,.rl. g.
* ";.--\- l;.....<" <"' '- 22I2; SL.a.rr.k h.
-2KJ; o hatleg.it u. 211 ; lula Diueii...ni.,eia de
pharocs n. NI.
COPULADO DE ll'.ANCA.
Aos 2 ilo lili!/ el. na lo ilc 1X57. as II horas)
Ja mantona, aert nroc^tgaj na chanrellana
do consiliario ,lr. Franca Mata ci lade, na
ptesitica do Sr. con.vul, assislinJo o sen
chancelier c o coi relor Francisco Cnnm da
Oliveira, i rimeirn a venda r- a..lju.ltcac.io a
ttiaioi olTei-u e ultimo lauca lor da barca
rauci!/.a Bararhoi-. com w;us apparclhosc
do (l.niiiiiriii'trn pmve-
nicnle da dtla liana (|uc so acha ilcpoatlado
na cliaticellaria do c -solado. O navo. e o
clironomelro seio vendido no ciado cm
que se acham ua cnliega, sem que os com-
pradores uossam, dehaixa d qualquer pn-
lexlo, pretender algum abalimento ao pirro
de sua adjudicac5i>, leudo por isso o direito
de l.i/eico o seu (.x.iuie antea da venda. Os
adjudicaUnus licam obngados a pagar lu-

MlJTTLRDvT
* / .


DIARIO DE PEKNAMBUCO QlUITA FEIRA 20 DEARRII. DE 1857
dos os direitos resultantes da dita venda,
como tamban a gralilicacao que por lei per-
tence aos peritos, das duas pericias bitas ao
dito navio. Terceiro deverSo tomar conla
logo no mesmo da da v?nda, depois de en-
tregar o respectivo importe da adjudicHo, na
Caixa do consulado de Franca. Pernambu-
co 27 de anril de 1857. O cnsul do Franca,
Visconle B. de Lemont.
CONSELHO ADMINISTRATIVO.
0 consclho administrativo teiu de comprar
o seguate :
Pura o presidio de Temando.
llrim branco para lencoes, camisolas, toa-
Ihas e frouhas, pecas -26, brandos 12, cora
ein velas de mcia libra, arrobas l, camisas
de Uunella 20, cobertores de lila 5o, bacas
de rame pequeas 4, escarradeiras de me-
tal 50, pratos de louca 50, chicaras e pires
casaes 24, bules de louca 4, assuca reros 4,
tesouras pequeas para curar caustico 4,
conlas de embira para andaimes 20, repa-
ros oaofre de calibre 12, 8, espirito do vi-
11 i o, cauadas novas fi, alcatro, bairil 1, vas-
souras de piassava 30, telhas.milheiros 4, li-
jlos de ladrilho, milueiros 4, frechacs de 20
a 30 palmos 40, enchameis de 24 a 30 ditos
40, travs de 30 ditos 12, pranchoes Je ama-
nillo 4.
(Ihras militares.
'I ij'iins de alvenaria grossa, milheiros 4,
tabeas de forro de louro, duzias'2, ditas de
assoalho de dito, duzias 2, vidros pequeos
para vidracas 310.
9." batalbSo de infantaria.
Caivetes 2, areta preta, libras fi, compen-
dios de arelluuetica por Avila U, livro im-
presso para registro auxiliar do gcral do ba-
taltiAo para os assentamentos dos olliciaes
conlendo 32 folhas 1.
Companhia xa de cavallaria.
Mantas de algodao 64, luvas brancas de al-
godao, pares 120.
Fortaleza do Drum.
Livros em branco paulados, de 150 fo-
lhas 1.
Hospital regimental.
Assucarciros do louca 15, bacias de rame
sorlidas 30,ditas de louca to.bult-s de dita 15,
chinelas le couro.pares lUo.concias de cobre
2, esquife coberto 1, manteigueira de louca
15, sinetesem armas, pequeo, com o dis-
tico hospital reg mental de Pernambuco I,
edita para coberlas, covados 120.
Arsenal de guerra.
Cadinhos do norte 11. 10,20, liabas bran-
cas, libras 10, ditas pelas, libras 10, capa-
rosa, arroba I, fio de algodao, libras 06, sa-
patos folios na provincia, pares 610.
Escnpturacao do almosarifado.
Livros oblongos, formato grande, de papel
pautado, sen Jo .iui de 300 folhas, um de 200
itas, dous de 130, um de 100, um de 30, 6
Laboratorio pyrotechnico.
Papel carluchinho, resmas 40, papel car-
tao, resmas 8, sjliire refinado, arrobas 6
resina do cajuoiro, arroba 1.
Olliciuas de 1.a c 2. classes.
Costadinhos do amarello 6, taboas de lou-
ro de assoaiho de 12 a 14 polegadas de lar-
gura, duias 20, reos de ierro de 2 polega-
das e meta, arrobas 20, ditos de dito de pu-
legada e meia, arrobastO, colla da Baha, ar-
rn. .is 2.
oniciua de 3." classe.
Hlack-verniz, barris 1, alcalrao, barrs i.
Oflicna de 6 a classe.
Couros de be-ierro, envernisados de bran-
co 2.
Quem quizer vender taes objectos, apr-
sente as suas propostas em carta fechada
na secretaria do coriselho as 10 horas do da
4 de maio prximo vindouro.
Sala dassessOes do conselho administrati-
vo para forneciment do arsenal de euerra
27 do abril de 1857 Ma noel Ignacio lricio'
presdeme interino.Bermrdo Pereira d
tarmo Jnior, vogal o secretario.
O conselho administrativo do patrimo-
nio dos orbaos te m de levar hasta pu-
blica, em a sala de suas sessocs, eai os dias
1, 5c 8 de tnaio prximo vindouro, a renda
do urna parte das casas do mesmo patrimo-
nio, abaixo mencionadas, por lempo de um
anuo, qua lein de decorror do 1 de Janeiro
prximo futuro a 30 do junho do 1858, se-
gundo o qno dispOem os arts. 28 6 2!), dos
estatutos em vigor, a saber :
Largo do Collegio.
N. 1 Sala do 1 andar da casa de sobrado
do mesmo numero.
n 1Loja grande do dito sobrado.
1Dita pequea de dito dito.
lina do Collegio.
N. 2.Casa de sobrado de dous andares.
Largo do Paraizo.
N. 4.Casa de sobrado de dous andares.
Itua das Laraugeiras.
N. 5Casa com sotao.
Ra do Hangel.
N. 6Casa terrea.
Praca da Boa-Vista.
H. 1.Casa de sobrado de dous andares.
Itua Velha da Boa-Vista.
N. 8.Casa terrea com sotiio.
Ra da Gloria.
N. 9.Casa do sobrado do um andar co-
cheira separada.
Itua de San-Goncalo.
N. 10.Casa terrea.
N. H dita dita.
Itua do Sobo.
. 12.Can terrea.
Ra do Pires.
N. 13.Casa terrea do meia agua.
Ra do Rosario da Boa-Vista.
N. 14.Casa terrea.
Ra da Cadeia do Recite.
N. 16Casa de sobrado do um andar.
N. 17.Dita de dito de dous andares.
N. 19.Dita de dito de Ires andares.
Os licitantes hajam de comparecer com
Mns fiadores, em a sala das ses-6-s do mes-
mo consclho, as unze horas da manha da
ultima praca do mencionado dia 8 de maio.
Thesourara do conselho administrativo
do patrimonio dos orphaos, 28 de abril de
1857. O thesoureiro, Joaounn Francisco
Duarlc
Olllm. Sr. inspector da thesourara de
Tazenda desla proviucia, manda fazer publi-
co, que, em cumprimer.to do determinado
em ordem do tribunal do thesouro nacional
tem de ser arrematado de um a tres annos,
que comecavaoi a correr do I.- de julho pr-
ximo fuluro, o servico da capatazia da al-
fardega -testa mesma provincia, a quem por
menos fizer ; maiores ou melhores vanta
gens oOereccr em favor da fazanda, e que
nos termos do art. 64 do rcgulamento deS
de junho de 1836, o referido contrato andar
ra em praca por 30 das consecutivos conta
dos do 1." de abril prximo futuro em dian-
te, c ser arrematado no dia 30 do dito mez
de abril, a i hora da larde, perante a ihe-
soura ia. Os pretendentes comparecam com
seus fiadores legalrrente habilitados no lu-
gar do costume.
Secrclaria da thesourara de fazenda de
1 ornambuco 2 de marco de 1857.-0 ollicial
maior, liiniho Xavier Sooreira de Mello.
CONSELIIO AUMlMsTRATIVO.
O conselho administrativo, em cumpri
ment do art. do regulamento de 14 de
dezembro de 1852, fez publico qne foram ae
celtas as propostas de Claudio Dubeux, I uiz
Leopoldo do Cuimaraes l'eixolo, Guilherm-
Francisco Macicl de Souza, e Jacintho Ber-
nardino Pacheco, para fornecerem
O 1.-54 arrobas de plvora grossa a 490
res a libra.
0 2.- Os medicamentos para a colonia de
Pimenteiras, segundo a relacao ja annun-
ciada, na importancia dc80?4o(>rs.
0 3.- 15U covados de panno azul entrefino
a 28450 rs., 2300 ditos de dito para capotes
a IsSOOrs., 192 ditos do dito para o mesmo
lm a J5500 rs.
04- 697 covados do panno azul para so-
brecasacas e calcas a 2>377 rs., 2200 ditos de
dito para capoles a 1#nt>o rs.
O 5.- 600 pares de sapatos feilos na pro-
vincia a 1/800 rs.
O 6/ 670 esleirs de palha de carnauba
a 27-5 rs. o cento.
E avisa aos supraditos vendedores, que
deveriio recolher os referidos objectos ao
arsenal de guena no dia 29 do crreme mez.
Sala das sessocs do conselho administra-
tivo para fornecimento do arsenal de guerra
25 de abril de 1857. Bernardo Pereira do
Carmo Jnior, vogal e secretario.
THEAfRO
DE
SANTA ISABEL
QUINTA-FEIKA, 30 de ABRIL.
Grande concert lyrco-voeal c iusliumenlal.
em benifu-i" dos arlittai da companhia
hjrica do Maraithilo.
I." I'arle.
I.Qnartcto da opera Lucia Je l.amiiitrinuor iln
MiiMtro D'iii/clli, peta wnhora SlalTei, eos se-
Dhorat Seanoavino, Dalla Costa a Birgamaichi.
2.Aria da opera Balizarlo, do Manir Doniaeltt,
pelo Si. V.iiuiiiielli.
:t."Grande variaeS.0 Je piano sobre ns mnlivot da
opera Elixir d'Amore, por Thalberg, exccutaila
pelo Maestro Freneliel.
."Duelo da opera I. l'nriUni. Jo Maestro Bcl-
liai, pelos Srs. Dalla Coila, e Bergamaecbi.
2.' Parte.
>"A raranlella nipolilana, paso danzado a ra
racler pela bailarina UtuMpina Mazini e o Sr.
Cardal la.
3.= Parle.
6.Duelo da nppera Lucia de l.immermoor do
liaatlro Donuizelli, pela Sm Mafle e o Sr. Sc.ui-
navino.
7.*Caita Diva, cavatina da opera Norma, do Maes-
Iro Itellini, execulada sobre n piauno com a inilo
enijuerda sanenle, pelo Maestro Krancliel, que
em -..-.uta execulara". rom arobaa as mitos, a va-
riad* iollloladaO Carnaval Je Veneza.
8.Terceto da opera I. Lombardi, Jo Maestro
Ver.li, jicla Sr.i Mallci, e os Srs. Scaiinavino e
Dalla Costa.
1. I'arle.
0."A Polka, passo a earaeter daneado pela baila-
rina absoluta Virginia luinagnob, e o Sr. Car-
dalla.
.".i Parte.
10.Aria da opera La Travista, Jo Maestro Verdi,
cantada pela Sr.' Mlflei.
II.Aria Ja opera I. Lombardi, do Maestro Ver-
di, cantado pelo Sr. Dalla Costa.
12.Terceto e qnarletn da opera I. Duc Poscari,
Jo M ..'-ir Verdi, pela Sr.a Mafle, e os Srs.
Seeannavino, Dalla Costa c llercimas.-hi.
Os artistas canlarao to los os padafoa cima nn-
meadus, com acoinpanlHmeutu de. piano, que sera'
feilo pelo Maestro Innoceuci.i Smollz.
A oreheslra dirigida pelo Sr. i'-.iro BaptilU exe-
culara' nos inlervallos, liados podaros de mollea.
A Sr,-1 A tclaide Larumbo e sua irmia, por se
aclurem ducutti nao tomam parle no presente
cuneei lo.
(I resto dos billieles de edeirai, platea, galera,
assiin corno u camarotes Je quina ordem, se acham
a venda noesrriptono do llieatr- no dia do especia
culo, daa 0 huras Ja mauliaa era dianta.
l'rin.'ipiarV Is 8 horas.
por conta e risco de quem pertencer, e por
intervenc.lo do agente Pestaa, de varias fa-
zeodas avariadas, e desembarcad is de bordo
da barca ingleza Conheath : qointa-feira,
30 do correte, as 10 horas da manhaa, em
son armazein da ra da Cadeia n. 21.
Precisa-se de. alugar urna ama secca,
para todo O servico deportas para dentro,
na praca da Independencia 11. 3fi e38, so dir
quem precisa.
Na noito 4o dia 22 do corrate, furta-
ram do engenhn Santa Rila, em lguarassu',
tres cavallos com os signaos soguintea: um
caslanho, qualro pes calcados, esta coma
anca pellada ; outro mellado cachito,clinas c
joelhos prelos : e o outro alazo claro, gran-
de com mal de beata no espinbaco. no mes-
mo urna bexiga, e um carolo alraz da orc-
llia : quem cncontra-los pode levar aodito
ongeuho, ou tiesta prat}a a ra Velha 11 77
segundo andar, tjue so gratificara
Na padaiia do paleo da Santa Cruz, a
entrada da ra do Rosario n. 55, alem do ex-
cellentes pes denominados redondo, pro-
renca, crioulo, e bolachas turadas de mullos
tamaitos; Vende-se Umbem assucar refi-
nado, cafe em gr.io, e moido, echa da India
verde e preto : ludo o melhor que he possi-
vel, e procos razoaveis.
t Na ra Augusta, em a casa terrea con-
tigua ao sobrado ultimo que liea ao lado cs-
querdo Indo para os Alegados, existe urna
senhora viuva que se encarrega .le ensillar a
engommar com toda a perloico, mediante
a paga que se convencionar.
Compra-se um, ou dous bois mansos
e gordos : na ra do Pocinno, por detraz de
Santa Thereza, casa do trunca.
Compram-se travs de 25 a 35 palmos
de comprimento, e palmo de grossura : na
livraria da praga da Imlepeudeucia n. 6 e8.
Vende-se carne secca de Buenos-yres
a \~ rs.. de Mi.utevi Jco a 4/500 cada arroba :
na ra da Praia 11. 4
ttid
*>&

1,
lO.
l'ar>* o o d aneiro.
0 bem conhecido patacho uacioiial Ama-
zonas segu por estes 8 dias, lem prompto
dous lerdos de scu carregamento ; para o
resto e escravos a frete, para os quaes lem
bous commoJos, trala-se com o sen consig-
natario Antonio Luiz de Oliveira /lzevedo,
ra da Cruz 11. 1.
Para a Ba
ii-i.
A veleira c bem conhecida sumaca nacio-
nal Uortencia, pretende seguir uestes 8 das,
tem prompto motado de seu carregamento
para o resto, trata-sc com o seu consignata-
rio Antonio Luiz do Oliveira Azevedo, ra
da Cruz n. 1.
Para o Uio i!t Janeiro.
Segu com toia brevidade, o bem conhe-
ci lo brigue nacional Almirante, lem grande
parte da carga prompta, para o resto, passa-
geiros e escravos, para oque tem ricos coro-
modos; trata-se coro o consignatario Jos
Joaquim Dias tomatales, rus da Cadeia do
Recife.
Puglo do engeuho Sitio do Estcio, no ,,|U" ,le d'lu com lls,ra ,!e *"Ja
da 10 de de/embro de 1856, um escravo de R"os''" d," c.""1 bi,rr'' niflliSi"Ja, finos.
Angola, de naeao Luanda, de mime Vicente, ^ J dncom "fra
com os signaos se^ututes : altura regular,
........---- .-* ..""J.-a <* K.n .
-o......> Dilos de bla adamascados prelos e Je cures.
COrtaiOCS, SCCU dO C-irpo, pes apalhelados. Lencos para raao.de cmbrala Je linlio,lisos
naiiz um pouco afilado, sobrancelhas bem
feitas, pouca barbe, testa regulir sem can-
tos, pode ler de idade 28 a 99 anuos, talla
um pouco amarinheiradO! por isso roga-sea
todas as autoridades policiaes e capites de
campo, que o prenda ai e leve-o a casa do
Sr. Caudillo itodolpho Pires, na ra dos Mar-
Unos 11. 32, ou no dilo engeuho da fregue-
zia de Una, que sera gratificado, em OOOOO
rcis.
Jos Luiz de Azevedo, sumamente gra-
to ao publico pernambucano, pela estima e
eonsideraco com que sempre o lialou, e
leudo de seguir para o Kio de Janeiro no
prximo vapor inglez, serve-se oeste para a-
gradeccr aos seus amigos, c afTriicoados, as
atleiiQoosque para elle tiveram, e para des-
ped r-se; rogando hajam de desculpa-lo
por nao ir pessoalmeute, porque os afazeres
deque se acha sobrecarregado o nao per-
mitte, cortos de que a lembranea das suas
bondades, licara gravada 110 seu coragao em
caracteres indeleveis.
- Hrecisa-se de um porluguez para l'eilor
de um engeuho do pouca fabrica, anda mes-
mo que uo entenda deste servido, porquan-
lo o senhor do engeuho se obriga a enslla-
lo no primeiro auno, c logo quo olio esteja
pratico, o mesmo senhor de eogenbo retira-
se para ciJade; e lera ello de passar a admi
Grande sorti-
niento de faxentiaN de, to-
das as qualidades.
Cargarla Je seda Je cures rom ramagem,
proprio para vestido de senhora, u covs-
Ju a.........
Iticas mantas Je bloud pretas e brancas.
Loa Je linhu a
OrosJenaple preto taviado, covado. .
Dito Jilo liso multo largo, covajt.....
Dito cor de rosa mallo encorpado .
S-irja preta hespanliola muilo encurpaJo,
cuvaJo............
Selun preto maco superior, covado .
Paooo lino preto e Je cures, covado de 39
ri. a............
Corles de casemira Je cures com barra ao
lado e Je quadrinhos, rorle.....
Corles de culleles Je velludo preto e de
cores............
Corles de colletes degorgar&o de seJa Je
varios padres a.......
Meias cruas superiores para meninos .
Corles Je vestido Jo seda de cores para so-
ahora, o rnais rico que lia no rnercaJo.
Grvalas de seda pretas e di cores .
Chales Je merino bordado a velludo. .
Hilos Je Jilo bordaJos a tela .
hilos de dito com hstra Je seJa
Esji
*
>era-sc
da iahi.i, at o dia 9 do
o rrente. vapor hlice
que seguir'em direibira para Liverpool,
G. J. Astiey cC.
Real companhia quetes sii^iez s a vapor.
*#&.'. ~
No dia 1 de maio ou lalvcz anles espera-se Ja
Europa um Jos vapores Jesta ronipaiihia, o qual
depois Ja Jcmora Jo costme s-guir para o lm
de Janeiro, locando na Babia : para pas>aeeiro<,
etc., trala-se com os .gentes A.lamsou llovvie &
C, ra do Trapiche Novo n. 12.
Para o l'orlo e Lisboa, com a maior
brevidade segu viagem o brigue S. Jos,
de primeira marcha : quem no mesmo qui-
zer carregar ou ir de passagem, dirija-se aos
consiguaiarios Tbomaz de Aquino Fonseca
St Filho, na ra do Vigario n. 19, primeiro
andar, ou ao capito na [.rara.
Para a Balim
segu em poucos dias o veleiro palhabotc
Castro, forrado de n.ivo, porjater a maior
parle da carga prompta ; para o resto trata-
se com scu consignatario Domingos Alves
Mathcos, na ra de Apollo n 23.
CEaRA.
Segu com brevidade o patacho Santa
Cruz, recebe carga e passagei os : a tratar
com Caetano Cyriaco da Cosa Morcira, na
ra da Cadeia do P.ecife n 2.
AC\H\< ir.
0 palhaboleSobralens vai sabir com bre-
vidade, recebo carga e passageiros a tra-
tarco.n Caetano Cyriaco da Costa Morcira,
na ra da Cadeia do Recite n. 2.
(I agente Dorja, em seu amazem na ra
do Collegio n. lo, fara leil.lo de diversos
movis pertencentes a urna familia que so
retira para Europa, COtislStilldO n'uinu sum-
ptuosa mobilia de Jacaranda con pedra, 1
ptima secretaria, 1 rica cama franceza de
Jacaranda com cortinados, 2 excellentes
guarda-roupas, diversas commolas, 1 so-
barbo toilette de Jacaranda, 2 lavatorios de
mogno e de Jacaranda, com pedra, 1 excel-
lente mesa elstica, 2 gua'da-luucas, diver-
sos aparadores, sotas, cadenas, marque-
zas c mesas de amarello, estantes, cadeiras
genovezas, camas para menino, berros, etc.
etc., candelabros, lanlernas. calldiciros, va-
sos e enfeitcs do porcelana e cryalal para
sala e toilette, apparelbos completos de lou-
caedevilro para servico de mesa, obras
de prala, ricos quadros com lindi.-simas es-
tampas, vatios uteiicilios de casa, e oulros
minios objectos, etc., que se acharSo paten-
tes no dia do leilo no refe ido armazem :
quarta-feira, 29 do crrenle, as i0 horas ero
ponto. Ncsso mesmo da ira tambero a leilSo
c irro de i rodas com todos os arreios, ja
annuiciado, pertencente ao Esm. >r. i>r.
liernardo Machado da Costa Doria, presiden-
te da provincia do Rio Craudc do Norte.
Barroca & Castro larSo leilo [)or in-
torvencSo do agente Pestaa, de um com-
pleto sortimenio de fazendas inglezas e fran-
cezas, toias proprias dcste mercado, no da
quarta feira 29 do correte mez, pelas 10 ho-
ras da manha no armazem da ra da Ca-
deia do ccife n *.
lustrador: aquello quo quizer so dedicar a
este servico, dirija-se a ra da Cadeia do ite-
cilo loja n. 40, que achara com quem tratar.
l'rccisa-se de urna ama pai casa do um
homem, que saiba cozinbar, cozer o engom-
mar: na ra do Vigario n. 6, primeir an-
dar, por cima do deposito, procure das seis
horas da tarde em diante.
I'recisa-srt Je uin.i ama para co/.inhar :
na ra do Queimado loja de fazendas n. 33.
Quem liver escravos quo queira alu-
gar para corlar leu ha : .rija-so a ra Ve-
a n ii:i, ou aniiuucie por esta follr.
6AfiIl,T PiiTCGEZ
DE
f
t-.illll
2S200
29200
29100
2S600
:t^)O
T;(K)
};till(i
lOajpno
:!.-tMH)
9
If-OOO
9-rooii
69500
69000
5500
49SOU
:isti(io
900
i-o:l
C0U
IjOOO
3830
8600
c?soo
>000
19600
15000
9930
79300
T.'ill
320
2X0
400
Nao se tend elTectuado a reunio de
membros do conselho deliberativo nos dias
do mesmo conselho, novan.ente para os
Qos determinados no art. 36 dos estatuaos,
convoca os Srs. conselbeiros para se rum-
ico! etn sessiio ordinaria, no da sexla-l'eira,
1. de maio prximo futuro, na sala das ses-
sOes do respectivo Gabinete, as 6 lidias da
tarde. Itecife 28 de abril do 18.37. 2. se-
cretario, Jos dos Santos Pereira Jarditn.
Vende-se
urna linda mulata moca, boa engommadei-
ra eexcellente arranjadeira do urna esa : a
tratar na ra do Crespo, loja de chapeos de
Maia binaos.
Vende-so nina taberna com poucos
Tundos, propria para principiante, muilo
af egoezada para a trra, na roa das Cinco
Ponas n. 91 : a tratir na mesma ra n. 93.
la iris vjzios.
Na taberna da ra da Praia 11. 29, vende-
se urna poreo de barris vasios, em bom es-
lauo, e propiios para niel, por serete, quasi
todos do azeite doce.
Suchas iie Hamburgo.
No velho deposito de bichas, ra cstreita
doltosario n. 11, recebcu-.se t viveiros do
bichas de Hamhurgo, e esta retalhanJo a
25*000 o cento, c em poreo por menos,
lgreja da Madre de Dos.
No dia 30 do corrente o Rvtn. padre mes-
tro Kr. Joaquim do Espirito vr.to dar prin-
cipio aos santos exerciciosdo Mez Maiiauno.
Azeite de
mamona pu-
v-^-a*SiS^^* rificido, pa-
ra caiitioiros: conriiiua-se
a vender a pceo razoavo
garrafas, na fabrica da
Pablos de alpaca preta lina b de cur.
('unilas de alpaca preta c Je cor. .
l'upelina de seda Je cores, malisaJas, co-
vado.............
Chale Je seda Ja cores, com quaJios, co-
vado ............
I.ai Je quadros pequeos e grandes, co-
vado ............
Lila eseJa, bonitos padroes, covado. .
tticos cortes de 1,1a de ramagem inalisada
com 15 coviiJns........
Mauritana Je seJa de coros com vara de
largara, covado........
Ursulina Je seJa com lislras malisadas, co-
vado...........
Sodas de quadros de novos padrees,covado.
Chapeos de masa, trauce/.es superiores .
Diiq.ieta Je seda com ramagem, covJo. .
Mussulina Je cores mui lindas, covado. .
Chitas trncelas finas........
Canas franeczas de cores lisas, vara .
Em freute do becco da Consresacao, a secunda
loja n. 10.
Respondendo ao aununciodo incgni-
to, o celebro irmao de S. Jos d'Agonia. pu-
blicado no Diario de l'ernambuco n. 92 de 3
do corrente mez, tenho a dizer que o autor
desemelhanteannuncio nilo esta a pardo
que deiermina o comprotnisso daquella ve-
neravel irmandade, porque se eslivesse nao
loria o animo de apresentar como incapaz
de ser th -soureiro o irmSo sachristilo do Di-
vino Espirito Santo, fumlando-se seu aleivo-
so nnuncio ero sor aquello thesoureiro sa-
chrislo deoutra irmauda le, e nilo ter bens!
Muid indo, porvcultira o nosso compromis-
so prohibe que qualquer irmo por ser oe-
cupado nao possa exercor o cargo de thesou-
reiro, de coito que nao, jiorque do contrario
so seria exercido esse emprego por bomens
nidios, o que he repellido pelo art ^. do
citad comprotnisso., K porventura sera
tamhem prohibido de exercer o car^'o de
thesoureiro o irmo que nao tem heos'!
aprsente esse incgnito autor do annuncio
quaes os artigos do coinpromisso que pri-
vam, apresente-se esse ente aullo co ii o ti-
UtiJjf'de irmo de S. Jo.-, o saia debaixoda
I Sflnia onde se acha, para sabermos de suas
qualidades, procsdenciiis e condices, alim
desereleito i-ara o lugar de thesoureiro,
visto como s acha capaz pessoas vadias
que nio tenha n oceupaeo, e:n cujo caso se
15e 18 do corrente. o lllm Sr. presideote TJu .. wnna-n oceuparjao, em cujo caso se
do mesmo conselho, novan.enle,para os f'''",,^.'|uvi,ia o autor daqoelle r>dicolo
em caniuliis e
pe, em Fra de Portas.
reeisa-se
alujar urna escrava para tima familia es-
trangeira, para sernco interno decaa:
a fallar na ra do Trapiche, primeiro
andar.
. -i 11 liacliarel Jo.o .1 .i.piiiii lieininiano Je dfe
<' Mi.ras Navarro declara mui eipressamente Jrf
jV que niuciiein esleja por algum recado ou -ir
Sg) e-ciini.. em seu nuine, iptesenlado por lo- f*"s
fr-. Ja e qualquer pesioa, pedlndn diabeiros ''
nipre'tados, fa/enlas c oulros eneros Je
de ceblas e inassa de tu-
mates.
Agente o Sr. Pestaa.
Na sexta-feira, I. de maio, as 10 horas da
manhia, a porta do armazein do sr. Antonio
AnnesJacome l'ires. no caes da alfandega,
arremata r-se-hSo 511 cairas com 400 molhos
do excellente cebla, viuda pelo Tarojo I, e
caixtnhas com massa d tmales, em lotes
a volitado do comprador.
C. i. Astloy & Companhia bro leilo
annuncio. Approveito a occasio para Iho
pedir que me aponte quaes tem sido os tbe-
s.uirei'os proprietarios e capitalistas que
lem servido em mesa da nossa irmandade,
assim como o provoco para que m? aponte
quaes os irmo* pobres ijue exorcera.n o re-
ondo cargo, e apresentaram mas coritas
Em quanto ao artigo 51 de que faz menco o
autor do annuncio em sua mocilauia, tenho
a dizer que nenhuma aeiiQo merece, pois
que se esse ente anjeclo e instrumento do
publico eslivesse a par do que determina o
nosso compromisso no S 3 do art. 43 com-
binado com o S 6 do art. 40 do mesmo com-
promisso, de certo n3o teria o descaramien-
to de fazer meneo em seu reprovado an-
ntinciu do art. 54 Picaremos por hora aqu
e apenas lhc pedimos que tire a mascara e
se aprsente de cara limpa, para lhc poder
dar a resposta que verdaderamente mere-
ce, pois uo soi responder a horneas enca-
polados.O ex-provedor,
Jos Pereira da Silva.
- Precisa-se de um feitor para tratar de
um sitio : a tralar na ra larga do Rosario
n. 37.
Aluga-se urna ama que saiba cozinbar
para casa de 2 estudantes; quem quizer, di-
rija-so a ra do Trapiche a. 7, primeiro an-
dar.
Aluga-8e um criado ou um tnoleque
quo saiba fazer os servicos de urna casa de
estudantes : quem quizer, dirija-se a ra do
Irapiche n. 7, primeiro andar, para se
tratar.
Offerecc-s,e um criado para casa es-
trangeira : quem precisar, procure na tra-
vesa das Cru/.es n. 21, quo so dir a pessoa.
Precisa-se de um caixeiro pra urna
taberna porto dcsta praca, que tenha bas-
tante pralica, para tomar conta da-se-lhe
bom ordenado ou inieresse, como so con-
vencionar : quem quizer, dirija-se a ruada
Praia n. 18.
O abaixo assignado Taz ver ao respei-
rua (los uaiara- tavel publico que o Sr. Manoel Jacintho de
Souza lavares, deixou de ser seu caixeiro
desde o dia 25 do corrente mez em diante.
Francisco Jos da Costa Ribeiro.
A pessoa quo por este Diario aunun-
eiou precisar de um caixeiro para taberna,
e que este esteja isento das febres amarel-
las, dir;ja-se ao comilerio, aonde poder es-
colhcr com todos os predicados que exigir.
Anda so precisa no sobrado da ra de
S. Francisco 11. 8, corno quem vai para a ra
Bella, de urna preta escrava poraluguel, que
saiba comprar c fazer os arranjos de urna
casa : quem a liver dirija-se ao mesmo so-
brado, ou aoniincie para ser procurado.
No dia 29 do rorrelo, d..-pois da au-
aj;1:;r;;;M:7e";;a;';e'Vt::>;;: -. ie"ci! d"Sr-l,r iuiz mn5ip*i<>segun-
.LlDlameMe, a ,o.n" 0 hah 5 ? ?? '. P"ca o sobrado n. 4* da ra
- da i.uia, pertencente a testamentaria da li-
nada I). Joan na alaria da CoaceicSo, para
comprimento dos legados por ella deixados.
- Precisa-se um pequeo para c ixeiro,
brasileiro ou portoguez, com Unto que no
estoja sugeilo a febro amarelia, na ra :\ova
II. 3S.
Aluga-se una preta quitanda-ira, no
no pateo do Terreo 11 15.
Precisa-se alugar una urna de boa
conducta, para o servico interno de rasa de
homem solteiro, paga-se bem : na iua oa
Concordia n. 8.
a abaixo assignada previne ao respci-
lavel publico, que uo se lesponsabilisa por
qualquer debito que em seu nomo lacam,
visto ja terem-lho a presentado varias cootas
sen quo sejam contrahidas pela a abaixo es-
signada. Itccifo 24 de abril de 1857. Clara
Joaquina de Oliveira lloura.
Continna-se a sacar sobro o Porto, qual
quer qnantia : no escriptorio de T. de I-aria,
ra do Trapiche n 40.
O padre Joan Martins Cardoso, padre Precisa-se de um pequeo que tenha
nlonio Fernn les do Paira, Bernardo Mar- pralica de taberna, e de liadora sua couduc-
iits P:t filiiin 11 linvii. (a > r-f, ti. nAn.inA ..nnr______
al
li-.t ai
.o...i.-.. .....iui,i... ...ii.. .. .[.i;... 1. o naja -.
de fa/.er ser sempre pessoalmeole c nunca w
-...! por outro. .
fiy-.b:;.-; 1 <'..'* -Ti .. s.y-.. ... &r I reeisa-se de urna ama para casa Je homem
solleiro, que saiba cozinhar : a tratar na ra do Cal-
leara o. 21, prim -iro an lar.
Tliemoteu J.i-c Fernande, nr^ta dramtica
Ja companhia dirruida pelo lllm. Sr. eommendador
J0S0 Casiano dos Santos, prximo a retirar-so para
o Itio de Janeiro, aura tere de lodo o sau eoracla ao
i lustrado pablieogperaambneano a maneira bondosa
eorhsni parque fu por elle recebido. proleslando
que amis de sua memoria se risearSo lio ralas
recor.lari.es, e aproveila esta occa-nio para se despe-
dir de lujos o aui>!<.
SOBERANOS INCLEZES.
ijuem precisar dirija-se a r^a du torres, loia nu-
mero 20.
... Precisa-se alugar um preto pira fazer
o servico de ii-na casa de pouca familia;
prefere-s 1 escravo : a tratar na ra da Cruz,
armazem n. 40.
Dr. C. F. Muller retira-ss com sua fa-
milia para Kuropa.
tins Cardoso, Joo Harlins Cardoso e Juve
ni 110 Peixoto do llego, retiram-se pura Eu-
ropa, levando em sua companhia um criado
de nome Cnotano.
Offerece-se um rapaz para caixeiro de
qualquer cstabelecimento, excepto fazen-
das, o qual da fiador a sua conducta : quem
precisar, annuncie para ser procurado.
la, que so llie pagar conformo o seu mer,-
CimentO : na ra do Hangel n. 10.
Precisa-se de urna ama que saiba co-
zinbar, e fazer tolo o mais servico de casa :
na ra do Cal.lereiro, taberna 11. 60.
Nosilio da Trempe, sobrado n. 1, que
tem taberna por baixo, precisa-se de quem
saiba foliar formigas, paga-se bem.
Augmento de
joma
A funilaria o latoaria da ra Nova, defron-
le da CoaeeigBo n. 38, precisa de olliciaes do
funilciro para trabalhar, a nielo feilio, ou
"mpreiU, ou mesmo a jornal, com aug-
mento ao que galibar em nutra qualquer of-
ficina, com tanto que sejam peritos o bem
comportados.
Jos-.- Luiz Pereira da Silva, morador
desta comarca de Coiaima, engeuho Miran-
da, previne 10 publico, que nio faca transac-
Co de especie algama, com dillereutes let-
tras, aceitas por ede a Manoel Martins do Ni-
niz, Inmbctn morador desta comarca, povoa-
tJo de .\. g, do <', visto como taes letlras
sao destituidas ile toda vallidade, por ter
sido uullo o contrato de que estes dbitos
resultaram. Geianna is de abril de 185".---
Jos Luiz Pereira da Silva.
O abaixo assignado avisa aos seus fre-
gueses, e ao publico em geral, que Dativo
Jos de Oliveira, deixou de ser s"u caixeiro
desde o da 23 do corrente P.ecife 28 de a-
bril do 1857.Jos Ricardo Coelho.
- Arrenda-se o engeuho de nnimaes de-
nominado CamaleBo do Narte, sito a mar-
gem 1I0 rio l'na, meia legua abaixo da po-
voacfo d'Agua Preta, com bstanle terreno
para se criar boas safras, muilo bom cerca lo
para animaes, ptima uioenda e vasos neces-
sarios pura o coziment do assucar, com
casa de purgar para mais de 600 pues, casa
de bagaCO, formas o todos mais objectos in-
dispensareis para o engeuho, tres sitios com
casas de lelhas para lavradores, alm de urna
cozmhii de telha junto a do vivenda : quem
o pretender dirija-se ao seu proprietaiio o
coronel Zeferino da Cunta Bastos, no enge-
uho Algrele, junto a mesma povoa^o, ou
oesta cidade ao lllm. Sr. Antonio Le te Pe-
reira Bastos, ra da Cadeia n. 17, primeiro
andar.
Precisa-se de urna ama que saiba en-
gommar, cozer e que seja fiel, para urna casa
de pouca familia, a qual se dar' bom orde-
nado : na ra do Vigario n. 19, se dir quem
precisa.
Aluga-se o armazem de 3 portas da
ra da Praia n. 34, perleuceiite ao patrimo-
nio da Ordem Terceira de S. Francisco: tra-
ta-se no largo do Carmo 11 16.
Manoel Antonio da Silva, cstabelecido
na ra das Crines de Santo Antonio, por ha-
ver mais de igual nome, daqui em diante so
assignar Manoel Antonio da Silva Barros.
Precisa-n do urna ama, que saliendo
cozinhar e engommar, ludo com perfeicSo,
queira ir para a ci.lade de Nazareth, distante
dcsta praca 15 legoas ; a quem convier, ap-
pareca na ra do Queimado, ioja n. 8, para
se tratar do ajuste.
Alte 1 ao.
Precisa-se de urna ama capaz para smen-
te andar com urna crianca de to mezes, para
o que se Ihe dar bom Iralamento : na rna
de Dorias 11. 140, sobrado.
(Juitila-feira, 23 do corrente, fugio de
casa do abaixo assignado utn preto de na-
eao Angola, cor fula, representa a primeira
vista ser anda moleque, mas be preto de 30
a 35 annos, secco do curpo, cara magra, com
pouca barba, so na poula do queixu ; levou
calija branca, camisa do riscado, palito de
riscado ja usado, chapeo de palha ; chama-
so Jos Moleque,porque primeira vista pa-
reee-o pede-se a to las as autorida les po-
liciaes, capitaes de cajipo, ou pessoa parti-
cular, por quem possa ser apprehendido, de
o trazerem a casa de seu senhor Manoel An-
tonio de Jess, na ra larga doltosario n.
18, padarla, que seio generosamente re-
compensados.
O [ladre Jos Late Pitta Ortgueira,
na quaiidade de testamenteiro de scu li-
udo irmao Antonio Leite Pitta Orli-
gueira, previne a todas as pessoas juigarem credoras do lito Qnado, que
leudo lado principio ao inventario ios
bens (|tie deixou, Ibe clevein apresentar
seus ttulos dedividas, para seren descrin-
tos e attendidos 110 referido inventario,
a!im do so nao rrueixarein para o futuro.
Na ra estreita do Rosario n. ."it!,
primeiro andar, precisa-se ainda de
una ama do meia idade para o se*vico
interno de urna casa onde nao In mulher :
a tratar 113 mesmo lugar, demcio-dia a's
(i lloras de tarde.
Arreadam-se as olarias sitas no paco
po (iquia : quem as pretender, dirija-se a
draca da Independencia ns 19 e 21, que se
dir con quem ha do tratar.
Lotera
DA
provincia.
Os elizes bilhetes ru-
bricados pelo aI)ii.\o assig-
nado, continan) > obter
premios grandes ; sendo
agora vendidos os seguin-
tes, da terceira parte dn
sexta lotera do Gyujiiasio.
1030 .-,:<)(>!>;3 .liarlos.
Especficos para
dor de dentes.
Jos Anacleto continu'a a sangrar e tirar
bem dentes, chumbar denles Curados, e se-
para bem os da frvnte : DJe ser procurado
das 7 as boras da manhaa al as (> da tarde,
na la da camboa do Carino 11. 20.
Xanihein vendeiiiHse
especilicos,remedios iiifllivi.'is para aplacar
as dores de dentes a i?ooii o frasquinbio, as-
8im como psduntifricio clnico para ccr
I servar e limpar );erleitamtiilu os denles sem
! alterar esmalte.
Precisa-se do tima ama de Icile, forra
1 ou cap iva : na ra do Hospicio 11 34.
Precisa-se de um feitor de campo que i
seja solteiro, timba pralica e de conheci-
tnento de sua pessoa : a tratar no engenho |
.Novo de Uoribecii, ou na ra do Collegio n.
25, primeiro andar.
Precisa-se de um criado : na ra do
Hospicio n. 9.
Vendcm-so duas mulatinhas e urna
crioula, todas de 12 a f annos, bonitas <
sem achaques : na ra das Trlncheiras
n. 29.
- Prccisa-se de um moco de 10 a 12 an-
nos para acompanhar um ceg 4 vezes na
semana : no paleo do (armo n. fi, casa
terrea.
Precisa-so de costurniras ; na aui do
Piosario n. 23, primeiro andar:
Traspassa-se o arreiidamcnlo do en-
genho Frescondim, na freguc/.ia de Agoa-
l'reta, moente e correle, o qual ainda fal-
tam 4 annos para se lindar, cora todos os
seus pertences, como sejam 23 escravos de
servico, bois, bostas, carros, ferraraeuuu e
tudo mais que he preciso para o manejo do
mesmo eiigeut-.o : a tratart com Anouio Jo-
s Rodrigues de Souza em seu escriptorio,
na ra do Collegio 11. 21.
Alugam-se carracas para carregar
trastes, tnadeiras e matenaes, ludo por pre-
Co muilo romiuo.il) e promptidSo : no arma-
zem de tnadeiras, do Miguel, defronte do
porto dos canoeiros da ra .Nova.
Fornece-se anM p ra obras, postanas
I mesmas obras, assim como aterra-se porem-
prcitada quidquer terreno e :i alagado, tudo
por prei;o muilo cotiiuiojo e promplidao :
no armazem de madeiras, do Miguel, de-
fronte do pono dos canoeiros da ra Nova.
Precisa-se do una ama ue leite para
acabar de criar um menino, prefere-se preta
escrava : no sobrado junto a ordem terceira
do Carmo.
Antonio Pinto de MagalhSes, vai a Por-
tugal, a tratar de seus negocios, e deixa por
seos procuradores, com poderes especiaes,
o Sr. ISernardino Jos da Si'.va, o Sr. Manoel
Tavares Cordeiro, e o Sr liento Jos Pereira,
o seu caixeiro loao Antonio Consalves.
i-oiiuii.iio Cardozo de Coveia, vai fa-
zer urna viagem a Portugal.
AFISO.
Antonio Lopes Perora de .Mello, faz
sciente aos devedores da loja de calcado
da 111a da Cadeia do Recite 11. ), que foi
dirigida pelo finado Alejandrino Pedro
do Ama ral, que tem marcado o prazo
para seu embobo ate o f ia do mez le
maio do corrente anuo, lindo este, en-
tiesara'ao scu procurador para este re-
ceba-judicialmente, cortos de que dessa
data cm diante, nao lera' coiitemplaeao
com [i.-ssoa alguiua ;' por isso previne
com tempo sufliciente pura depois nao ha-
ver queixa. itecife -~i de abril de I8.">7.
Antonio Lopes Pereira de Mello.
Precisa-se de boas costuretras para
fazer colletes: na ra da Madre de Dos
n. 30, primeiro andar.
-; *fl-.-i.*aj .-; j.va jsj, *^af
X4ROPE I
i
Lotera
DA
Provincia.
nado obtiveraa os tegaiatei premios :
1 quarta .N ti mero 11130 5:0 1 1.lbete * 1531 900/
1 quarta 2717 ItO-
1 dito M 5K
1 dito B 2405 505
5501 2:000.smeio bilhete.
1501 ioo.sdem.
200.Sbilhele.
200.smeio bilhele:
100$-2 quartos.
Umbilhete.
O.Si ([liarlos.
"(Osmeio bilhete.
")l).')1 rjuat tos.
50^2 ditos.
r>547
-1~ 7
2917
1570
5551
2*05
"(i
A garanta dos 8 por
cento |). de ser recelidn
apenas sahir a listi i-eral,
na ra u Cadeia n. SO,
primeiro andar, ou na pra-
ca da Independencia loja
n. 40.
/'. ./. L'njme.
.r..iV.....:-J:;::.;..:..:.x..!.::-._0
\.f rsvcren.lo viuarm .Id l.uz cnnviil,i nc ,- -,
.u l |.r;o;,i, mi fra dalla, t i.k'um Sr. ullicial ':'
> rnlalbador da conhecida capacidade, para '$
'w tomar conta Ja abra de luda .. enlalha da ta
. .. eapella mor .Ib sua matriz, que disla dc-i.i
'" |irarn seii leS"t : a lr,.lnr o mais breva '
-..; pnsi sel com elle, em son fresoeaia, li.in- -,!-
: .la o encirregi-io da ubra cario da qu*. '-.
;.' alm desla haverasaaaimealo .le uulrus .Jo ;
-..* mesmo oiBcio, na referida nialris. r-J
-' '--.::: :.iOQQ%
Quem tiver para vender algiuna casi
de sobrado, ([ue esteja e:n bom estado e une
seja emboa iua, dinja-se a obra em coas*-
truccSo cuite o becco do Cunta e o do Ou-
vilor, aottle achara com quem tratar.
- Na loja da tua do Crespo o. 3, de i
portas, ha para ven ler tapetes da melhor
qualldadc quo tem viudo s iste mercado,
proprios para cuta petar sala, ou alcatifar
lgreja: vende-se a vonta le do comprador,
tanto etn pegas como a covados
BILHETES DI LO SU B9
RIO DE JIEffiO.
'os 20,000,5?, 10,000S,
*,000$ c 2,000$.
Desde j estilo expostas venda na loja
o.33 da praca da Independencia, os oovos
oilbetes da 11 lotera das obras publicas da
cidade do Nictberoy, extrahida cm 18 do
correle: as listas espera-so que virao pelo
vapor sardo \ictor Kmanuel, o qual chega-
ra aqu at o fim do presente mez.
X4ROPE
AWTKELSWTICO ESPECIAL
CONTRA VEBMES,
prep.iritilo por Antonio Jo de Oliveira, W
';'? pharaaaeaalleo na ridade de h*nts, e eaposio @
* a ven.la cum couces-ao de S. SI. o Impera-
** dor, pida sei;iiiiilc portara :
^ S. M. o Impera.lor, alienlendo fio que &
l'resenlnii Aniooio Jos de Oliveira, plnrma 5
9 cenlieo estabelecido na cidade de Sanios, e ft
S no qu^ inf,.riiii)ii o presidente da jonla tenlral
da liyuene publica em dala de ^0 de abril B
9 ultimo, lia por bem conceder-lhe liceDra para S6
^ que p- ssa vender o xarope de sua eomposi(ilo
g Contra vermes, cuja formula foi examinada
pelo n-l-ri.lo presidente, e para sua salva- *
guarda se passa o presente. 9
a Palacio do Uio de Janeiro, em s de ja- fe
neiro de 1830. l.oiz l'eJeira do Coulo tt
w PerraiaB
^ Nilo pretendemos revestir no nosso rem-
is1 dio .e empalados dolos e ianglaariea viriu-
1/ des, e assim illoilirmos a creilulidade e boa fe S?t
w do publico ; o remedio que ofTerecemos, ca- Sj
^P rantido com a parlara do ^overno imperial, SJ
9 he o resultado de lonjas expenenrias de um
'*9 vlho pratici, he urna preparaco puramente
# Vegetal, e poderoso remedio contra ascrides tS*
*5 verini.-ulares e lombriocoides (lombrigas, ) 9t
=$ prompla e sempre ceno em seos eieitns,
" ronseiviiido urna arrilo dilr-'dour, sem in- *"
^ caovaoieoelai laccndarlai; lio .ie fcil e sua- $
O ve appUeaeSo, ja' petas pequeas d. ses que O
s? se empr^^iim, aja' pelo Rosta a^radavel que 9
$A tem. Os Hllesladns que lemoa de d.slinclos ts>
| mdicos, c earlai de pessoas parlienlarea que te
'' se roed iraram n si. seus (illios e fmulos, al- 9)
$ testam a aaperioridado dtata anthlmintico
,.> sobre lodo*al biqe conliecilos, tendo demais 6?
^ a vanlaein de riiio prudnzir irritar.... Cada S-.
^ vidro val envulto eui um Inapressa, explican- C,
3 do a maneira do applicar, soaaado as idade*, f*>
.'.' e .i dieta que deve ler-so. Vende-se na ra 0
S da Allandega B. "i, loja de drusas de trinan- JQ
#R des \ Ua.llas, nico deposito estabelecido $
9 ii'sla corle, c em l'ernainhiiro, nico depo- t;
i; si(o nn ra da Cadeia do Kecife, botica do 9
OV Sr. Antunio Pedro das Nevar, t;
S&*2$&9m99-*&a-::3393Q99li
PROVINCIA.
O Sr. thesoureiro manda fazer publico.quo
acham-se a venda na ra da Aurora n. -26,
loja. bilhetes, meios n quartos da primeira
parte, da oilava loleria da matriz da Boa-
Vista, cujas rodas andam no dia 2 de maio
prximo futuro.
O.Sr. thesoureiro para mais commodidade
dossenhores jogadorcs.reinovc o escriptorio
das lolerias para o andar terreo, anude se
encontrar grandes numeracoes de bilhetes,
meios e quartos, das 0 horas danianhiia.as
8 da noite. Bem assim manda publicar o
novo plano que abaixo vai transcn'pto.
PLANO.
3600 bilhetes 5-O0O 16:0009000
0 por ceulo 3:blli>---l)t'0
f- | |
li:40o?000
1 premio t w
1 dilo 1:5009
1 dito 5003
3 ditos 200. tm~>
i dilos 100* 50 ?00*
ditos 3002 :;uo., 300a)
13 .hlos 20
30 ditos 103
1140 ditos 5? 5:7001
1200 11:1005
400 --__-
:ioo
Thesourara das loteras, U da Janeiro de
1857.-O thesoureiro I-\ Antonio de Olivei-
ra. Approvo.
Palacio do governo de Pernamhuro, 16 de
jiiietro de 1857.S- de Mscedo.--Conform.-,
Anlo.no Leu Pinho.Jos Januar.o Alves
da Maia, escitvao.
i recisa-se de um ollicial de tamanquei-
ro, paga-so bem : na rua do Vigario, ler-
ctjiro andar da casa n. 19.
0 mesmo lr>m oxposlo a venda os seus e-
lizes bilheles, rocos < quartos da primeira
parlo da oilava loleria da matrir.la Boa-
Vista, a garanta dos oito por cenlo nos bi-
lhetes rubricados pelo abaixo assignado, lio
immediatamente pa^ na rua da Cadeia do
Itecife n. 45, esquina da Madre de liaos.
Por Salustioiio-te Aquino Kerreira
Jos Fortunato dos santos Porto.
Pelojuizo dos feilos da fazenda provin-
cial, se bao de arrematar os bens seguinlo* :
L'ma casa terrea na frcguczia de S.Josr,
na rua Imperial n. 1l!l, a qual tem 30"pal-
mos de frente, e 4U de fundo, avahada ero
300 rs., pertencente a Izidoro Marques de
Cotouha.
Urna pequea casa terrea, na fregueiia da
S. Jos, na rua Imperial n. 208, a qual tem
os frentes de lijlos, c oitocs de tr.ipa, (Mido
n palmos de trente, e 45 de fun to, cozmha
lora, quintal em aberto, de Manoel Alves dos
Sanios Julio, avahada em tH| rs.
L'ma casa terrea na rua de S. Miguel n. 50,
com 15 palmos de largira.e 50 ditos de com-
primento, 2 salas, I quarto, cozinha dentro,
quintal cm aberto, em chaos foreiros, cen
tno estado, avahada em Mi rs., pcriencea-
le .-i Paulino llerculano de tigueiredo.
Urna casa terrea na rua do Motoroloml.
n. 33, com 23 palmos de largura, e 67 de
comprimento, 2 portas, c 1 janella, S salas,
2 quartos, cozinha fora, quintal em aborto,
cilios foreiros, avahada cm 4005 rs., pcrlcn-
cenle a Am.a Hita Cavalcanli.
IJinii grande casa tenca no bairro do Ite-
cife, na rua do Apollo n. 34 A, com 47 pal-
mos de frente, e 145 de fundo, a qaal s^ a-
cha em armazem de recolher, em boro cata-
do, avahado em 10:000! rs., rcrtcnrcn'.e a
Manoel Antonio da silva Motta.
U na casa terroa na rua do Motocolambi'r
n. 56, com 16 palmos de largura, e 49 do
fundo, 2 salas, t quarto, cozinha dentro.
quintal em aberto, com porla e janella de
tren le, em pussimo estado, chaos foreiros,
avahada cm 2/rs pertencente a Rosa Ma-
ra de Jess do Nascimcmo.
Urna casa terrea de pedra e cal, na traves-
sa do Remedio n. 6, coro portas e jaoellas de
frente, 2 salas, cozinha dentro, quinta! em
aberto, 2 quartos, em chaos foreiros, o em
bom estado, cuja casa lem de largara 15 pal-
mos de frente e 25 de coinpi linelo, avalla-
da, em 150/ rs., perlencenle a Bernardo ua-
mioo Kianco.
Urna casa terrea na frcguczia de S. Jos,
na rua Imperial n. 200, com 19 palmos de
fren le, e 5o de fundo, cozinha fora, quialal
em aberto, e cacimba propria, avahada em
4003 rs pericnceute aos licrdeiros de Kuse-
bio l -i,'i's.
Lina casa terrea no becco da rua Real a. 1,
com 30 palmos de frente, e 40 de lando, co-
zinha, quintal, avahada em 80o; rs., pertau-
ceuto a llosa Maria.
Una casa terrea na frcguczia de S.Anto-
nio, sita ua travessa da rua Bella u 10, a
qual tem 23 palmos de freute, e 63 de fundo,
cozinha fora, quintal murado, c cacimba, a-
vahada em 700/ rs., de Joauua Mara do Ro-
sario.
L'ma pe niciia casa terrea do pedra e cal,
na freguezia de S. Jos, na na de SanU
Rila n. 58, com 18 palmos de frente, e 60 de
fundo, quintal murado, avahada em 4009rs.,
de Mananta da Couccico, por Cuilbcrmc
Soarea holclho.
lima casa lerrea na travessa de S. Jos
n. 3, com porta e janella, com 16 |almos de
fronte, c 63 do fundo, cozinha tora, quintal
murado, cacimba, e chaos foreiros, avahada
ata Mol rs., da Mara Carmo do Rosario.
L'ma casa terrea de pedra e ral, oa Passa-
gem n. 14, com 3 jaucilas de Trenle. e I por-
ta no oiUo, com M palmos de largura, o 71
de fun.o, quintal em aborto, coziiina fora,
cacimba eporto, avahada em 8009 rs., de
Jos Sillines.
L'ma casa terrea da freguezia da Itoj-VisU
na rua da Alegria n. 22, com 18 palmos do
Ireote, o 44 de fundo, cozinha dentro, quin-
tal murado, com cacimba, avahada em 80o?,
de Ignacio Joaquim Ribeiro
lu espelho grande de caxilbos de mogno
por 325 rs.
L'ma mesa de meio de sala de angico por
10-Ouo res, pertencente a madama Manvor-
nay.
lima casa terrea na povoaco dos Afoga-
dos, na rua da Paz n. 2, com 2 portas de freu-
te, tendo de largura M palmos, c 60 de fun-
do, cozinha dentro, quintal em aberto, esa
chaos foreiros, avahada cm 409 rs., de .Nico-
lao Antonio.
Urna casa terrea de pedra e cal, oa traves-
sa do S. Jos n. 13, na mesma freguezia, a
qual tem 17 palmos de frente, e 72 de fundo,
sold, cozinha fora, quintal murado, e ca-
cimba, avahada em 1:000/rs, da Joaquim
Manoel Pereira de Souza.
Urna pequea casa terrea de pedra e cal,
na Ireguezia d- S. Jos, na rua Imperial a.
196, com 18 palmos de freule, e 43 de fundo,
achando-se em caiiao, quintal em aberto,
chaos Toreiros, avahada em 1003 rs., de Joa-
quina Bertlioleza das Dores.
15 poles grandes de louca por 5j rs.
109 ditos pequeos de louca, avahados
em un-,; rs.
21 vidros grandes com lampas, por 4s rs.
208 ditos pequeos, por ir rs.
03 garrafas braucs, por 7o rs.
33 Jilas pequeas, por 3J rs.
1 caixa pequcua de folha, com 19 vidros
por 5/ is.
36 vidros maiores, por 1?500 rs.
30 Irascos prelos, por 19 rs.
ToUl 5l95uo res, pertencente a Rento de
Luiz de Carvalho.
L'ma casa terrea na povoacao dos Afoga-
dos, na rua dos Passos, sendo de taipa, n.
3, de porla e janella, com 19 palmos de .Tren-
te, e 30 de fundo, cozinha dentro, quintal
em aberto, chaos foreiros, avallada em 40?,
de Manoel Jos Ribeiro.
Os pretendentes comparecam na sala das
audiencias as 10 horas da manhaa do da 2-J
do corrente nez de abril.
Precisa sa de na feitor pan um si-
tio, que entenda de plaiilarao : a tratar
na rua do Queimado, sourdo amarillo
n. 2ti.
lotera do
Rilo da Ja-
ro.
AOS 20:000$, 10:0001 I 1:00*.
.\a prara da Incpeaiamim km m.
0, emeios da lotera II- panas abras -
IiIums de Nicteroliv, a qualdevia canrr
a IS -
lo pi imciio vnjioi : os pirrnos saraa un-
naediatamente pagos -in a mesma loj
cima nuncios.
- Precisa-se de urna aira para total o ser-
vico de una casa de familia : ua rua Nova'
sobrado n. -23. segundo andar.
- (lerere-so urna pessoa para enrarre-
Sar-so de cobroaces, tanto naota praca, romo
lora della : a tralnr na roa da Cadeia do Ite-
cife loja n. 6.
fitia Afora a. A1
Acaba de receber relngiosde todas as qua-
lidades, lambem oculos para todas as vis-
tas, por preco muilo em conla.
MUTILADO
"
"



DIARIO DE PERNAMBUO, QIJAItT.V FEIP.A 20 DE AltIL DE 1857.
* $
X M'.HKAS PRECIOSAS- *

( Adereeos de brilhantes, S
(^ i:ifi.Mi.fo- perol :-. pul- jjj
N> eiras, allinples, brincos .?;
* n rozelas, lioles e anneis .?
i de diflereules mistse de ^
* diversas pcdrasde valor. t
1 i
j Compram, vendem ou *
3 Irncim prala, onro, bri- J.
lliantes.diamantesepero- jp
las, e oulras quaesquer *
% joiasde valor, a dinheiro -T;
* i ii por obras. $
.??*-.*>?>.<>: a:*:*:****::*
I0RESRA & MUT2.
WJA >JI 8URl!g
a m*m i
Ra
do Cabuga' n.
7.
I
ODRO K PBATA
i Adereeos completos de *
'i
ouro.meosailos, putee
J ras, alflnetci, brincos e ..,
'# rozelas, cordies, trance- <$
lina, medalhas.correiitei ?:
S e enfeites para reloain, e S
i outrosmuitosobjeclosde
taro. *;
!j Apparelhns completos, *
9 de prata, para cha, bao- ',
lejas, salvas, castieaes, $
UloderilO fjfOStOt tail- gcolhereidesnpaedech, -
__ ~ S i muitos oulru obiectos B
lo de Franca
Receben) por to-
dos os vapores da Eu-
ropa as obras do mais
COHo
8h
> de prala.
: >. *j S .... S "?. S ? ? '->...
de Lisboa, asquaes se vendem por
pre<;o commodo como costu.uam.
CONSULTORIO HMSPATHICO
DO
Oiideseachain scinpre os mais acreditados medicamentos, tanto ein tintaras como
em glbulos, e proparados cora o maior escrpulo e por pregos bastante commodos :
HUEQOS FIXOS.
tubos grandes. .
Botica d
hita de 4
Dita de 36 .
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Dita de 60 .
Tubos avulsos a......'
Frascos de tinturrademcia onca.
Manual de medicina homeopathica de Dr. Jahr com odic-
conario dos termos de medicina
Medicina domestica do Dr. Henry
Tratameuto do cholera morbus .
Repertorio do Dr. Me lio Moraes
10/000
159000
209000
255000
309000
19000
25U00
203000
10OOO
2/000
6OO0
^ i/%
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N U f|F|
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- 5
M
CU 'X hn
w
r. 2J 9
Mez M trianno
Vende-se por mil reis livrus do Mez Ma-
rianno, conforme o uso dos religiosos ca-
puchinhos de N. S. da Penha : na livraria
ns. 0 e 8 da pra^a da Independencia.
Methoo fac limo.
Na livraria da pra;a da Independencia n.
6 e 8, vendo-sc o melhodo l'aciliino para
aprender ler, novamente impresso o aug-
mentado, por mil reis.
Tetinas de ema, cera de abelha e de
carnauba.
Na ra da Cadeia do Uecife, loja n. 50, de-
fronte da ra da Madre de Dos, ha para
vender os gneros cima, recentemente che-
gados, por presos razoaveis.
Vende se urna carraca cni bom esta-
do : qiieni a pretender, dirija-so ao Campo
Verde, primeira taberna, ou no Corredor do
ISispo, no sitio da Sra. viuva LaccrJn.
Attencao!
Madapolilo fino e ordinario, algodSozinhos
cncorpados, com pequeo toque de avaria,
vende-so barato : no armazeni de iazen las,
de Joao Jos de Couvcia, ra do Quciuado
n. 27.
niaehinismo pa-
tente nglez
Os melhores relogios de ouro, patente in-
glez, vendem-se por precos razoaveis, no
cscnptorio do agente Oliveira, rua da Ca-
deia do Uecife n. 62, primeiro andar.
Vende-se um cavallo gordo para carro-
sa ou cangalha : na rua do Pocinho por
detraz de Santa Thereza, casa do franca.
UU HA HAIS BARATO
Mcias pintadas para homein a 140, e me-
nino e meninas, a 120 : na loja da rua dos
Quarteis n. 2*.
Vende-se a tabirna sita na rua da Sen-
zala Nov-i n. 22 a tratar na mesma.
o

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Sedas de qua-
drinSios a
Vende-se na rua da Moeda n. 3, una
porcio de tellias novas, duas meias pipas e
10 meias rotulas.
*$$ A& ^ *Tj S m "" (<\
vinda ltimamente de
e em Libias a 120 rs. :
O
Superior bolacha
Trieste, com porcSo
na rua Direita n. 8.
.Barato que admira
Vendem-se boizeguins l'rancezes, novos,
de lustro, pelo prco ci,- 8SS00 cada um : na
rua do Livrameulo n. 2U.
Chapeos de fe-
tio e boiiet de cabello pa-
ra meninos.
Vendem-se ricos chapeos de leltro para
meninos, enfeitados com litas e plumas, pe-
lo baratinlio preco de 3;i00, booelea inulto
lindos de cabello a 2? rs. : na rua do Quei-
mailo, na bein conhecida loja da boa fama
n. 33.
Vende-se urna escrava crioula, mo^a
c de bonita ligura : a tratar na rua da Ca-
deia do Uecife n 2.
Sola do qualidade especial, vende-se
no armazeni do caes do Kainos.de Francisco
Figueira deSaboia : a tratar no seu escri-
torio, rua de Apollo n. 5
Vendem-se tres caixilhns de 10 a 12
palmos de altura e 3 a 4 da largura, de bo-
tar em pe, propriag para loja de sapatos ou
mesmo para all'aiale : quem os pretender,
Jirija-se a rua do Nogueira Q. 49.
Charutos de Hava-
na: yendetu-se em casa
de ..--.. .i. Astley & C.
Velas de speruiacete ame-
ricaiiHS.
\o csci'iptorio de Domiiifjos AIvcs Ma-
tlieus, na rua de Apol'o n. ha para
veoder em lotes a vootade dos compra-
dores, milito tuperioret velas de sperma-
cele americanas verdadeiras, ]>or mdico
prcro.
Sellins e releffios.
SEI.I.INS e RELOGIOS de patente
iaglez : a venda no armaitra de
Roslron Hooker ^ Cmnp quina do lari^o du Curpo Saulo nu-

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Cu
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- U L
<~B
Attencao
I!. C. Yates & Companhia: estabelec.idos
no Kio de Janeiro, na rua do Hospicio n. 40,
vonJoum annuncio publicado em urna das
folbas de Pemambuco pelo Sr. BartholomMo
F. de Souza, preveuindo ao publico que o
s
CB
peridades da pelle, conserva a frescura e o
avelludado da primavera da vida.
Aferico.
Scicntinca se a quem convier, que a revi-
sao de pesos, medidas e balancas, principia
do |. da crrente a (indar no ultimo deja-
ndo : na casa da aferico, no pateo do Ter-
Manoel Alves Guerra, e este senhor fez o de-
posito para ser vendido na pharmacia do Sr.
Jos da Cruz Santos, na rua Nova n. 53, uni-
na mesma casa lein agua e pos denlrifice. &t
nosso verdadeiro, e mais prevenimos aos ment n.^lT ."J,^"1 T" lrJUa'"r mensal-
senhores consumidores, que ha perlo de 5 ZTll lia Hv ?-K dand-se sus-
annos os rollos collados as garrafas sao \ dependencia rar'a
assignados por Henry l'rins, como procura-'
dores dos ci
ns. 6e8 da praga da, la-
Ulft.
Muga-se um si-io na passagem do rio
uem o pre-
Brum n. 24.
:ima proprieta.ios. Rio de ianei- ranina h?. r ,' pMM
ro 13 de Janeiro le 1857. I ggff? *%<'.?or loJo ** mez : q
Bartholomeo Francisco de Souza, len- '
do o aununcio dos Srs. K. C. Yates & Com-
panhia no Diario n. 17, em que diz ser s-
menle verdadeiro o xarope de bosque que
se yeude nesta cidade na pharmacia do Sr.
Jos da Cruz Santos, oude fez deposito o
Sr. Manoel Alves Guerra, que recebeu deiles
proprietarios, declara ao publico, que nSo
duvida seja falso o xarope de bosque que
tambem vende em sua botica, mas assevera
que elle he comprado aos mesmos Srs. K.
C. Yates i Companhia, do Hio de Janeiro,
como provarn os documentos abaixo :
RIO DE JANEIRO 8 DE AGOSTO DE 185G,
O Sr. Bartholomeo Francisco de Souza
coroprou a II. C. Yates A; Companhia :
* duzias do garrafas com xarope
do bosque a 545000.........2165000
6 duzias de 1|2 garrafas com xa-
rope do bosque a 275000......1625000
armazem da rua do
ratos
DO
Insigne actor Joao Caetano dos Santos.
Vendem-se as lojas dos Srs. Jos I ardoso
Ayres, na rua da Cadeia do Recite, e Sr. Jos
| Nogueira de Souza rua do Crespo n 2, pro-
emio a ponte, a 2*500, C25U0, conforme o
I modelo e papel que lie excedente,
c;-. O Dr. Ignacio Firmo Xavier faz publi-
ico, que mudou sua residencia para o seu si-
tio na Passagem da Magdalena, que lica ao
norte da eslrada entre a ponte grande e a do
Chora-menino, e ahi tem preparado urna
casa de -
Rs. 378*000
Rccebi o importe cima, do Sr. Antonio
Joaquim Vieira de Carvalho. Rio de Janeiro
8 de agosto de 1856. Por R. C. Yates A
CoiiipanliiaJos Paulino Baplista.
Kccouieco verdadeiro o signal supra. Re-
cita 8 de agosto do 1856.
Em fe de verdade.
Manoel Hilario Pires Fcrrao.
RIO DE JANEIRO 18 DE FEVERF1KO DE
ISS7.
Os Srs. Constantino Comes de Faria Fer-
rara compraram a R. C. Yates & Compan-
hia :
* duzias de garrafas com xarope
do bosque a 545000.........216^000
6 duzias de 1|> garrafas com xa-
rope do bosque a 279000......162/000
Rs. 3785000
Recebemos o importe. Por R. C. Yates Cu
CompanhiaW. C. Cerwartt.
Nos abaixo assignados declaramos que
compramos o xarope cima para o Sr. Bar-
tholomeo Francisco de Souza, de Pernara-
buco, em virtudede sua ordem de 3 do cor-
rente. Rio de Janeiro 18 de fevereiro de
1857.Cunslaiitiuo Gomes de Faria Fer-
rara.
ReconhcQO ser verdadeiro o signal supra
de Constantino Gomes de F'aria o; Ferreira.
Rio 18 de fevereiro de 1857.
F.m f de verdade.
Pedro Jos de Castro. .
J01IN CATIS,
corretor geral
E AGENTE DE LEILO'ES CO.VMEUC1AES,
n. 20, rua do Torres,
PRIMEIRO ANDAR,
praca rio Corpo Santo
RECIFE.
SEGURO CONTRA FOGO.
Companliia Alliance.
Eslabelecida era Londres, em marro da 1S24.
Capital cinco milhoes de libras esterlinas.
Saunders Brothers & C, lera a honra da in-
formar aos Srs. negociantes, proprietarios de casas,
a quem mais convier que esto plenamente u-
saude com todos os commodos pan
o Ira.lamento do escravos, cnios senhores
residam lora da pra$a, ou que nao os pos-
sam curar em- suas proprias casas : quem
para isto quizer-so utilisar de seus servicos
mdicos que sero desempenhadus com o
maiorzelo, dmja-sc ao pateo do Carino n.
9, primeiro andar, ou no rerendo sitio da
Magdalena. Preco-2/OOodiarios-exceptu-
ando conferencias, sanguesugas e opera-
res. v
mana tic
Reg & Barreto, no ]\1':-
teiro.
No deposito desta relinaria, na'rua da Ca-
deia do Recife n. 30, ha sempre ssucar re-
hnado de superior qualidade, tanto em p
como em tonoes c cni paes, por preco mais
commodo de que em oulia qualquer parte.
lpt$
Compra-se cffectivainente bronze, la-
tao e cobre velho : no deposito da fundicao
da Aurora, na rua do Hrum, logo na entra-
da n. 28, e na mesma fundicSo, em Santo
Amaro.
--- Contin'ja-sc a comprar bronze, lalo
e cobro veliio : na fundicao do Brum us 6
8 e 10 de 1). W. owman.
Compra-so urna escrava moa, q
cosa bem, engomme e cozinne : a tratar na
rua do Trapiche n. 14, primeiro andar.
- Compra-so urna casa ierra com com-
modos para familia, as freguezias de Santo
Antonio, S. Jos e Boa-Yisla : trala-se na
rua Augusta n. 17,
Compram-se 2 escravos do 14 a 16 an-
nos: a tratar no escripljno de Jo> Joa-
quim Dias Fernandos, rua da Cadeia do Re-
cite.
Compr8-SR cffectivamcnle na rua das
Flores n. 37, primeiro andar, apolices da di-
vida publica e provincial, aecoesdas compa-
nhias, c da-.-.e dinbeiro a juros, em graudes
e pequeas quautias, sobre penhores.
Compra-se urna cabra coslumada a
torisados pela dita companhia para effoctuar segu- rri8 n'ci"" : na rua de S. Francisco, so-
ros sobre edificios de lijlo e pedra, coberlos da ^} ",*' ena livrariil c 8 da praca da
lolha e igualmeoM sobre os objeetos quecomiverera
os masaos edificios quer consista em mobilia ou
tu (azendas de qualquer qualidade.
lie chegado loja do l.ccomto, no aterro
da BM-Vista n. 70, o excedente leile virgi-
nal de rosa branca, para refrescar a pelle, ti-
rar pannos, sardas e espinhas, igualmente o
afamado oleo babosa para limpar e fazer
crescer os cabellos, assim como p impar-
lila de lirio de Florenca para brotoejas eas-
pendencia.
Compra-se ou aluga-se um sobrado
do um andar, ou casa terrea muito boa, nos
bairrosde Santo Antonio ou Boa-Vista : na
rua do Crespo, loja do Sr. Jos dos Sautos
Naves, oua esta typogiaphia.
Compram-se apolices da companhia
de Beberibe : quem as pretender vender, di-
rija-se a rua Dueita, sobrado de dous anda-
res, ao lado da igreja de N. S. do Terco n.
137, que ahi se dir quom as quur comprar.
Vende-se seda de qoadros mindinhn
de cores vivas de goslo dovo, a 15000
covado.
Grnsden.iple de rordilo furia-cores, a
IfftiOO e 1?*oO rs. o covado.
Brilhanlina hranea de dores e salpicos
miudinlios, a 400 rs. o covado. >
Douralina de llores mliu la, de Rosto
moderno, a .">(lil rs. o covado. '.'
Ditas de cores assentarta em casa, com f"i
qoadros, fzeuda com palmos de largora, ,'.-"
a 240 rs. o covado. i,2
E outras muitas fazendas de linho e seda, ga
r^ de costo novo. Je,
^ Na iaa do Crespo, loja amarella n. 4, de y*
Antonio Franeiieo Pereira. ?.?
Sao
muito linas
u?o bois j;ts
os
Mussulinas muito finas, matizadas com
lindas cores, rio padies muito bonitos e
inlcira^entc novos : vendem-se pelo dimi-
nuto prc<;o de 560 o covado : na rua do
Queimado n. 22, na loja da hoa le.
ATTFNCAO'.
Vndese a grande cocheira de carros de
aluguel, da rua'do Cano n. A, com bonitos
cavados; o motivo desta resoluc.no he pelo
seu administrador se retirar para Europa, 6
o seu proprietario nao a pode administrar
pelo seu ino estado de saude : a tratar na
mesma.
Vendem-se nos Afogados, na rua rio
Bom Bosto, 5 casinhas ns. 19, 21. 23, 25 e
27, a dinbeiro ou a prazo, com firma que
agrade : a tratar na rua das Cruzcs de San-
to Antonio n. 41.
Vende-sel .milalinha e i mulatinho
muito lindos, sendo de iriado a primeira de
5 annos e o segundo de 3, e 1 motcque de
12 annos, com pequeo defeito : na ru da
Matriz n. 22.
Venrie-seum sitio de trras, denomi-
nado Salgado, no riacho Crassaluba, lermo
doI.iraoeiro.com 621 bracas de frente, c
ainda maior porcao de fundo, tendo todas
as proporcOes para plantar e criar, or te-
rem estado ha inuito lempo descansadas
sem cultura ; vende-se a dinheiro ou a pra-
zo : os pretemlenlfs podem dirigir-se ao
aterro da Boa-Vista, casa n. 8, que la aclia-
ro com quem tratar.
Vende-se urna das duas escrava8 cs-
guintcs.a que melhor agradar ao comprador;
a primeira cose, engomma, lava, cozinha e
faz tudo que he necessario para utna casa, a
segunda sdilT re da primeira em nilu co-
ser : quem pretender, dirija-se a rua do
Alecrim, sobrado 11. 2, as 6 horas da ma-
nhaa e as 6 l|2 da larde, que be quandn el-
las eslao cm casa, que achara com nueui
Iratar.
Yende-sca casa terrea n. 00, sita na
rua das Aguas-Verdes : a tratar na rua
do Vinario o. 7 ou rua da Cadeia 11. 2().
Vende-sc a casa terrea r>. 11. sita 110
becco do Veras, bairro da Boa-Vista : a
tratar na rua da Cadeia 11. 20, 011 aterro
da Boa-Vista n. segundo andar.
Attencao.
Vendem-se pecas de chita de muito bons
pannos, pelo baratissimo preco de 5j a peca,
que sahe o covado por seis vuilcns e dez rs.,
a porcilo he pequea : portento quem gosta
de economa deve-se aproveitar : na rua do
Crespo, loja da esquina junto ao arco de
Santo Antonio, e na loja de 4 portas n. 12.
He chegado rua estrella do Rosario,
taberna da estrella 11. 16, os bous queijosdo
Serd, muito freseaes, por muito diminuto
preco; a elles, freguezes, antes quo se aca-
bem.
BONITA PECA.
Vende-se um molcque de 8 para 0 annos,
de bonita figura, proprio para cilicio ou em-
barque : no aterro da Boa-Vista 11. 10, loja.
A 35800.
Vendem-se palitos de alpaca muito fina,
pelo proco cima, e palitos de brim de dille-
rentes qualidades a 29500 cada um, pentes
de tartaruga muito finos a 59500, caivetes
de duas ralbas, fazenda que admira a 320
cada um. vende-so p< r este preco por ler
muita porcao e querer acabar, agulhas fran-
cesas a 160 a caixa com 5 papis na ru* do
Queimado n. 53, loja de miudezas, de Jos
de Azevedo Maia.
]onfeitara.
confronte ao Hns.iro em Sanio Antonio. O
proprietario deste eatabeleciment avisa ao
rcs|ieitavel publico, e especialmente as pes-
soas que ja COObecem suas mercaderas, que
novamente ircebeu urna remessa do seu
bem conbecido doce de casca da guiaba, o
qual alianca s r o melhor que se pode en-
contrar nesta capital. Seu preco he 23500
urna caixete.
Vendem-se bolachas americanas, pelo
baratissimo preco de 110 a libra : na taber-
na das Cinco Puntas n. 03.
assa
lma-
les.
Quei-
prec.0
Para liquidar, vende-se na rua do
raado n 35, em latas de 2 libras, por
muito barato.
Anda se contnu'a a vender muito
bons queijos do certiio a 600 rs. a libra : na
rua Augusta, taberna n. 1, de Cosa Sa.
do
mero 48.
MIC
vas JE LISA
e algoiiao para padres.
Vendem-se superiores meias prelas de
laia, pelo barato preco de 1*800 o par, dilas
dealgodao de superior qualidade a 600 rs. :
na rita do Queimado, na bem conhecida loja
de miude/as da boa fama 11. 33.
Leques snuito i-
Vende-sc e verdadeira graxa ingleza n.,
97, dos afamados fabricantesl)ay 6; Mar-
tin, em barricas de 15 duzias de potes:
cm casa de James Crablrce A. Companhia,
rua da Cruz n. 42.
deposito
ca de E. Gas^e, no t\ de Janeiro.
Vende-so a prego commodo rap fino,
grossOO meio grosso, da acreditada fabrica
cima, rheiado pelo vapor S. Salvador ; na
rua da Cruz 11. *9.
Vende-se,por prego commodn.supcrior
vinho do Porto em barris de 8.": na rua do
Trapiche n. 11, escriptorio do M. A. Guerra.
Em casa dejllenr. Itrumi V Companhia, na
rua ila Cruz. n. 10, vende-secopnaccnicaiindas de
duzia.
'} .i\ c;% gg ;ii_ '-.
Vende-se cal de Lisboa ltimamente che-
Rada, ssim como potasas da Russia verda-
deira : na praca do Corpo Santo 11. 11.
TAIXAS PARA ENGENHO.
a fundicao de ferro de D. W. Bowmann u
ru da Drum, passando o ch.ifariz, contina h-
djrumcompletosortimepiode tai^Bsde ferro fun
vido abatido de 3 c 8 palmos de bocea, u quaes
fham-se a venda,por epreco commodo com
! promptido: embarcam-soucarragaii-se mear
ro soindospez o comprador.
Emcasa de Saunders Brolbors C. praj
do Corpo Santou. 11,ha para andero sa uinte
Ferro ingles.
l'ixeda Suecia.
Alcatro de carvo,
F.onas de linho.
Esponjas.
Drogas.
Algodo lizop.ira saccas.
Dito entrancado igual ao d Batata
E uui cotspleto surlimenlo de fzecdasproprio
para este mercauo : tudo por preco commodo.
Vende-se superior liabas de algod&o
brancas, o de cores, em novello, para costu-
ra, cm casa de soulhall Mellor C., rua do
Torres n. 38.
Momhosde vento
comtiornbas de repuiopara resarliortasrba-
xadccapim : na (undic.aode D. W. Bowman
na rua do Brum ns. 6.8 e 10.
Potassa refinada em latas de seis
libras.
0 antigo deposito da rua da Cadeia do Re-
cife n. 12, receben agora urna porcAo de po-
tasa.: r. finada de superior qualidade, em la-
tas de 6 libras, que se vende por prego ra
zoavel
Paos de pinho vermelho para mastaros.
chumbo de munido.
Folbas de cobre.
Me al amarello e znoo para forro, com os
competentes pregos
Alvaiade de chumbo e de zinco, cm p.
Tinta branca de oleo.
Papel lino de escrever.
Vinbo especial do Rheno e do Porto.
Rua da Cadeia do Recife, casa de C. J. Ast-
tey( Companhia.
o
Casacas e so-
brecas2cas

o
13
Si
netes
Vendem-se oculos de todas as graduagoes
com delicadas aroiacoes de ago, pelo barato
prego de 800 rs. c 1,-500, ditos com *rmagoes
douradas e prateadas a 19200 e IfSOO, litos
cum armaban de bfalo a 19200, ditos com
armacao de balis a 480, dilos com armacSo
de melal branco a 400 rs., lmelas de um so
yiilio redondas e quadradas com aro deb-
talo a 5(10 rs., ditas do dous vidros tambem
com armagao du bfalo a 15500, ditas de um
90 Vldro redondas e quadradas com aro de
tartaruga a 19200 c 19500: na rua do Quei-
mado, na bem conhecidada loja de miudezas
da boa fama n, 33.

i
coberlos e dcscobertos, pequeos c grandes,
de onro patente inglez. para bomem ese-
nhora de um dos melhores fabricantes de
Liverpool, vindos pelo ultimo paquete in-
glez : em casa de Southall Mellor & C.% rua
do Torres n. 38.
v m\wi&.
S m75m P1DM fiB0 "* g
'allUa de panno fino prelo, poli de v#I- "
I-raque, de panno fino o> mrttl, d :'
fcmbffrJLS^ oe *******m
209000 2S9M0. ?2
e l'oiJuO.'1" 'lp*Ct Preli n"', ""*
.'T-.i'J.'""""1* branco, da para li- ^

<& nbo,a 59O6O.
a S3S.* lw""ll|IMfc da par. haba, |
@ Uno. de metim trancado, de li.ira* da 1
cores, a 9500. "" fM
i* n no," r-'" d".",m *"*
'" ? corguiao de loda a, cores e
^ a 09000. ----------- "dj'
. Cicas de casimira set.m. prei. _.
<* res. bordadas Iis. MsSJB c*da,
0
Agencia
Ven mas, espedios e bolotas, pelo baratissimo
prego de 29 e 39500, ditos sem plumas muito
boa fazenda a 1-~280 : na rua do Queimado,
na bem conhecida loja de miudezas da boa
fama n. 3i.
Velludo rico para forrar carros, com
lodos os pertencos, vende-se na rua da Cruz
11. 10.
Em casa de llenry Pruno & Compa-
nhia, na da Cruz n. 10, vendem-se panos
chegados no ultimo na\io, quadros com
moldura, cemento romano, cognac em cal-
zas de urna duzia, velas de cumposgao,
conservas em latas.
gO(
SO Si-
da fundicao LowOloor,
ruu da nenala Nova
o. 42.
Neste estahelecimento continu'a a haver
um completo sortimento de moendaa e meias
moindas para engenho, machinas de vapor
e taisas de ferro batido e coado de lodosos
tamaitos para dito.
r "

seaa
cnp.ra, eoiti
tino de
para seiihora.
Vendem-se superiores ligas de seda para
S'Mihora, muito bonitas e de mullos pa-
drOes, pelo baratissimo prego de 19300,
1*500 e 8/000 : na rua do Queimado, na
bem conhecida loja de miudezas da boa fa-
ma n. 33.
N. O. Bieber & Companhia, rua da
Cruz n. 4, vendem :
Lonas da Bussia.
dem inglezas.
BrinzSo.
Brins da Russia.
Virrho de Hadeira.
AlgudSo para saceos
pe(|liei O ^' J AlgudSo para saceos deassucar
'VnrHt [Alg'od&ozinho da
Vende-si^ na rua do Crespo, loja da esqu- ara saceos de assucar .' vende-so em casa
de iN. o. Bieber & Companhia, rua da Cruz
Baha
na que volta para a rua da Cadeia.
jess
Claudio Dubettx
vende polvera iogleu a 1:1?, l.je I5.*000
baird do 25 libras.
l)om em
s
A
i AS.
Na taberna glande eo lad ) da igreja da
Soledade, che^ou grande porc9o de saccas|
com nuito bom miltio, e vende-se por prego
commodo.

ra siaseates
e buceeirasv
saa*o de
I'O..
Vendem-se dunas de caitas de mana para rape pe-
lo baratsimo preco de tilo rs.,dilijas do letoarai em
eariloa l?ouOe 9200e graudea 1;".)2 cmxudias de pao ruin palitos de fogo a 240 r-,.iln/i.is
de penleada ebifre maito bon* praallzara|l92oe,
donas ile pentes de bleia para alar cabello a 23200
2a600,datia de nanalhai para :arba a I9600,groiaa
de boloM madreperola para camisas a 600 reit,dllas
muito finos de gata a 100 res, grot ile Daldei li-
nos para calca a 280 tal, carias com 23 pentes de
Helea llu reia.duzias de pentes da balea nara a-
litar a :!;, grazai de livellas para sapatos a 500, du-
nas de caivete* liuospara aparar peanas a 29500
e 39,duzias de gaitas (armnicas) a 19200 e ic'iO,
I duzias de trridas para candieiros a X0, rris s'rozds
me-! 7ZXJTt2*MmU2. iS rffpttfi
encarnadas mullo bolillas para Sra. e meuinas a on
rs.,duzias de uiiadiubas de ludias prelas a 240 res,
pecas cini 10 v.irasde lila de ou a 320,300 e Ino
res, duzias de lapes a loo rs., duzia de caitas com
clcheles a 720 rs.. Mullas brancas de novillos de lo-
dos os nmeros, dita, de cores, lionas de miada linas
e trocas, ditas de carrileis brancos decores, corda
de vestido di toda a srncura. biquinhos de todas as
largOras, 0 baratos, rendas de todas as larcuras, es-
pellms, curdas de viola, lilas de l.ia de ludas as co-
res, lilas de liiilio braneoe e de cores, didaes, agitas
le lodos os nmeros, lillas de seda de lodos os nme-
ros, peiinasde palo,canas de chifre, rzanos, culhe-
ie* de ferro, relroz de ludas as cores, vernicas, litas
debeira prela e branca, trampas, elmlnu mais que sa-
la necessario para completo 'ortiinentode hocelcj-
ras e mscales e qae ludo se vende mullo mais bara-
lodo queein nutra qualquer luja, na roa do Quei-
mado, na bem conhecida loja de miudezas da boa
lama u. 33.
Ilior que pode haver ncslc enero, pelo ba-
rato prego de 59 a pelle : na rua do Quei-
mado, na bem conhecida loja de miudezas
da boa fama n. 33.
BATATAS
As batatas vindas pelo ultimo vnpor, ven-
deui-se no armazem de Barros & Silva.
Sao chegados e arbam-se a venda os verdadeiros
e bem mohecidos sellins inglezas. paleni : na rua
do Trapiche-Novo n. J2, aiiua/.em de fazendas de
Adaniaou lluwie iV C.
os para
ii
Na rua do Queimado, na bem conhecida
loja de miudezas da boa rama n. 33, cncon-
tra-se sempre completo soriimento de ade-
recos, brincos o rosetas, pulceras e alline-
tes, tudo prelo, propriamciile para lulo, e
que tudo se vende mais
oulra qualquer parte.
barato do que em
Brinquelos pa-
ra meninos,
Vendcm-se diversidades de obiectos de
ac, muito delicados e proprios liara meni-
nos brincar, por pregos muito baratos : na
rua do Queimado, na bem conhecida loja de
miudezas da boa fama a. 33.
EIGAS
SECAS FHACS-
Vendem-se muito lindas c bem vestidas
nonecas francezas, grandes, pelo baratissi-
mo preco de 2- e 29500, dilas vestidas de
noivas, cada urna no seu carlita a 3#0U0 e
39500, preco que 11 So ha quem deixe de dar:
na rua do queimado, na bem conhecida loja
de miudezas da boa fama n. 33.
Planta u cidade do Ke-
c'e
Vende-se a planta da cidade do Recife c
seus arrabaldes, reita pelo Sr. Dr. Jos Ma-
mede Alves Ferreira, por dez mil reis : na
livraria 11. 6 e 8 da praga da Independencia.
ilappa das distancias da
provincia.
Na livraria 11. C e 8 da praga da Indepen-
dencia, vende-so o mappa das distancias
das dirferentes villas da cidade entre si, e
relagao a capital da mesma, a mil reis.
.'elogios de patenta
njjlczcsdeouro, desabnete edevidro:
venilein-sea prerorazoavel ,em casa de
AugustoC. de Abieu, na rua da Cadeia
do liedle, armazem n.K6.
NA FUNDICAO UE FERRO DO EXtiE-
MIEIRO DAVID W.BOWMAN. ,A
RUA DO BRUM, PASSANDO O olA-
FARIZ,
lia sempre um srandesnriimenlo dossesuintesob-
joctos demecbdiiismosproprios paraeni.enbos,asa-
ber : mnendase moias moendas, da mais moderna
conslrurrao ; latas de ferro fundido e balido, de
superior qoalldade c de lodosos tamanhoi ; rudas
dentadas para agua ou animaes, de todas as propor-
oSes;erivose bocas defornalba eregiilrosde bo-
eiro, agoilh&es, brunzes.pararusos e cuvilb0es,moi-
nhos de mandioca, etc. etc.
NA MESMA FUNDICAO.
se eii'cutam lodat as pncommendaa coiu a ridade jconhecida eomadavida praatesa eeom-
mudidade em preso.
8 i^
ass
e
t*
virfem.
no antigo c ja bem conbecido deposito da
rna da Cadeia rio hecil'e, esciipti,no n. 12,
ha para vender muito superior potassa da
Kussia, dita do dio de Janeiro, e ral
de Lisboa tsv pudra, ludo a preco
ira,
voraveis, com osquaes ticaio os
dures salisfeitos.
vtrgom
muito la-
v
H
-
DO

compra-
I
I
I.
Poi
tica
ransferidn o deposito dalla tarop pira a no
dejse da Ciuz Sanios, narua Aova 11. "i.l
garrafal 59500, e meia>39000, lando falso ledo
aqucllr que nauor vendido ueste deposito,pelo
quesefaz opreienltaviio,
IMPORTANTE PARA OPIRLICO.
Para carada pilysicaem todo'osseusdiilereu
lesjros, que nuoiivada por constipucoes, tnsse
Ihma.plearii.eicarros deaogae, drdeeoi-
tailos e peilo, plpilaraono Cora cao.coqueluche
bronohile, dorna sarganlg, e todas as molestia
dosoraaos pulmonares.
Vende-se taboado e pranchOes de pi-
nho de Suecia, proprio para armagaode ar-
mazem de assucar.
Em casadcPiabcSchmettau &Companhias
rua da Cadeia 11. 37, vcudem-se elegante,
Pianos do afamado fabricante Traumann de
llamburgo.
Meias de todas
asqalidtidea.
Vendem-se meias de seds branca para sc-
nhora, o melhor que se pode encontrar a
39500 rs. o par, ditas pretas tambem milito
boa la/enda a 29500, ditas brancas do algo-
dflo, muito linas a 320, 400, 500 e 600 rs.,
dilas pretas tambem muito finas a tOOrs.,
dilas de seda de cores muito bonitas e pro-
prias para baptisado do criangas a 29000,
ditas cruas muito fortes para meninos a 400
rs., dilas de cores de algodao para meninos
a 240 e 320, ditas brancas para meninas a
240 e 320, ditas croas e brancas para bo-
mem a 160, 200, 240, 320 c 400 rs., ditas de
cores de lio da Escocia tambem para homem
a 400 e 500 rs. : na rua do Queimado, na
bem conhecida loja de miudezas da boa fa-
ma n. 33.
Facas, garios e
collicrcs.
Vendem-se as melhores facas de cabo de
marlim que se pode encontrara 159 a duzia,
ditas do cabo de halanco muito linas a 6? a
duzia, ditas de cabo oilavado o rolico a 39,
ditas cravadas a 39200, ditas de ebifre de
viado 1 4U0, ditas para sobremesa com ca-
bo de balango a 59, ditas com cabos roligos
e Oitavados a 39, COlbrres de melai do prin-
cipe muito linas para sopa a 69 a duzia, di-
tas p ira cha a 39000, e outras mais dualida-
des ric tacas o eolheres, trinchantes e amo-
lador de facas, que ludo se vende barato :
na rua rio yueimado, na bem conhecida loja
de miudezas da boa fama n. 33.
Botoes para ps-
iii., eolletes e punlsos
de <*amis:.
Vendem-se abotoaduras muito finas de
madreperola para colletes, pelo baratissimo
preco de tiu rs., ditas muito ricas de todas
as cores a 320, 400 c 500 rs., ditas muito fi-
lias de madreperola para palitos do meninos
e homens a 500 e 640 rs., lacadores para
punhosc codarinhos de camisa, de muito
rico gosto a 400 rs., 800 e 29000, ditos de
cornalina para casacas a 300 rs., e oulras
muitas qualidades de abotoaduras que se
vendem muito barato ; na rua do Queima-
do, na bem conhecida loja de miudezas da
boa fama n. 33.
PUNTES DE TODAS AS QCAI.IIMES.
Vendem-se pentes de tartaruga para cabello
o melhof que se pode encontrar, a 59, dilos
de baleia imitando o mala que he possivel
aos de tartaruga, a 1#, l.yido e 19500, ditos
mais ordinarios de baleia a 240 e 320 rs.. di-
tos de tartaruga para alizar, fornidos 0 mul-
to bem f.'itos s 49, ditos de marlim, fazenda
muito superior a I95UO, 2J e 3*, ditos de
borracha de muito superior qualidade a t,
ditos de bfalo verdadeiro, multo linos e
bem leilos, a 6t0, 800 e 19, ditos a imilagao
do unicurne a 19, ditos do baleia muito bons
a 280, 320e400rs., ditos de bfalo verda-
deiro, muito bonitos e bem feitos, piopiios
parajsu ssas e enancas, a 320 rs., ditos de
marlim muilissimo bons, fabricados cm Lis-
boa, para piolhos, a SU0, i>000 e 19300. di-
los pretosde bfalo tambem para piolos,
500 rs. : na rua do Queimado, na bem co-
nhecida loja de miudezas da boa fama n 33.
ara os jovens
na morados
Vendcm-se ricas folbas ile papel phanla-
Zia paia escrever, caria foiha com a compe-
tente capa c urna obreia de rola com qual-
quer da da semana, pelo barato prego de
60 rs., loo, 200 e 300 rs. : na rua do Quei-
mado, na bem conhecida loja de miudezas
da boa fama u. 33.
Suspensorias de
borracha multo inos
Vendem-se suspensorios de seda c sem se-
da, muito linos, pelo prego do I9OOO, 19200,
1/600 e g o par : na ruu do Queimado, na
bem conhecida loja do miudezas da boa fa-
ma 11. 33.
i c barato
Vende-se muito bom papel almaco greve
a 43 a resma, dito minio bom sem ser greve
a 39200, dito de peso paulado a 49500, dito
liso a 39, dito paquete pauta resma, dito de cores, de fu.na pequea, em
quatlos de resma a 70t) rs groiaa das bem
condecidas pennas de neo, Jico de louca a
1-200, dilas muito linas sem sor de bien de
louca a 500 re. e 19, duzias de la is muito
linos a 320 e 800 rs., caetes muito bonitas,
de 850, torneadas a 120, ditas de espinho a
200 rs., ditas ordinarias de p>o e Dandi es a
20 rs., caivetes de cabo de ebifre de viado,
de 2 (billas, muito bo-i fazenda a 800 rs., di-
tos de 1 s fodia com cabo de madreperola a
8..0 rs., ditos muito linos de 1 s tulla com
cali 1 do marfim a 1-600 a -2#, ditos de 2, 3 e
i folhas, linissimos, tambem com cabo de
mailitn n 29500e :\i, vidros com tintecar-
inm muito lina, propria para riscar c escre-
ver a S00 IS., boiOes de tinta preta ingleza a
140 rs linleiros patente inglez, de vidro a
19500 e 39, reguas redondas rnuilo bem le-
tas tambem inglezas a 500, eooeSOO rs., pe-
dras inglezas muito linas para amolara \ e
19500, linleiros para algibeira a 400 rs.,
agarradores de papis de multas qualidades
e pregos, e outras muitissimas cousas: na
illa 1
miudezas da h<>a fama n. 33.
Tachas Na fundicSo da Aurora em Santo Amaro-
ltembem no deposito na rua do Brum, logo!
na entrada, o defronte do arsenal de man-
tilla, ha sempre um grande soriimento de
tacnas, tanto de latinea nacional como es-
trangeira, batidas, fundidas, grandes, pc-
quetif.s, rasase Tundas ; e em ambos os lu-
gares existen) guindastes para carrrgar ca-
noas ou carros, livres de despeza. Os prego
saoo s mais commodos.
3 2V.
ii 1Si roa do Crespo, loja amarella a. 4,
tS^">^vAnJnn,",-'r,,,r'**0 "reir. ';
i\a loj da boa f
vende-se o miis barato
possivt I:
Chales pequeos de merino, de lindas co-
res, bordados em duas ponas a 79000 ca-
misas de nscado muito bem feitas, pel di-
minuto prtgo de 1/500 cada urna, ditas de
meias muito finas a !#, lencos franrezea m-
ra rape a 360, chitas- finase de padrees mui-
to bonitos para cobertas a 200 o covado
cambrata adamascada com urna vara de lar-
gura, proprias para cortinados a 79 a peca
de 20 varas, gravatnbas de cassa muito bo-
nitas a 200 rs, setim encarnado, verde e
amarello muit., superiores a 800 rs. o cova-
. C.r-^ d.c fusta D"r* rlleles a 500 rs ,
ic e I9o00. lencos brancosde cambraia pro-
Pnos p.ra homem a 240, ditos ditos com
,"' de ror U**?* BnRa amarella
'ranceza muito lina a 320 o corado, lencos
brancos grandes, -
, propnos para cabera 1
400 rs., meias brancas linas para
pelo barato prego de 240 e 320 o
dequadrnhos
de
senhora,
par, brim
padres muito bonitos e
'o puro hnho a 240 o covado. pecas de pla-
tilhasdcalgodao.com aovaras, pelo bara-
tissimo prego de 3C00 cada uma.chaneos de
palha Una do ciiili, pelo diminuto preco de
10/, e alem disto muitissimas fazendas linas
e grossas, que veodem-se por tenos que
em onlra qualquer parte : na rna do ouei-
ua bem condecida loja da
mado n. 22,
boa le.
i1
Qiiiitisviiiio linas e
tu Ix BtJ gustos.
Vende-se a verdadeira agua de colonia do
I'iver, simples o umbriada em frascos de va-
nos lmannos, banhas muito finas e de mui-
tas qualidades em ricos vasos, espiritas e
extractos muito finse de muitas qualidades
em frascos de muito gosto, saboncles muito
linos e de mudas qualidades, agua de lavan-
de ingleza, fazenda muito boa, vinagre aro-
mtico tambem inglez e muito bom, extrac
tos muito linos propnos para bolso de es-
ludanto, esecnci de rosa, pomada franceza
muito boa, macassar perola muito bom e de
todas as cores, dito oleo, pos para dentes,
paslilha c outras muitas perfumaras, tudo
milito lino e de mullos goslo*. dos roclhorca
lubricantes da Frauga e Inglaterra, e ludo se
vende barato na rua rio Oucimado, na bem
conhecida loja do miudezas da boa fama
i 1 J .
' arandi s e yrifjn^
Um lindo e variado soriimento de modol-
los para varandas e gradaras, de goslo mo-
dernissimo- na fundigSoda Aurora em San-
to a maro.e no deposito da mesma, na rua do
Krum.
MoendnM Mtpe ores
Na fundigo de C. Starr i Companhia, em
Santo Amaro, acham-se para vender moen-
das de canna todas de ferro, de um modeilo e
cotistrucgfui minio superiores.
Cartas (ranee-
zas milito finas para vol-
laiele.
Vendem-se finissimascartes francezas pa-
ra vidtarile, pelo baratissisM prego de 500
600 e 800 rs. o luralho,* tambem se vendem
por'.uguezas a 300 rs. : ns rua do Queima-
do, na hem conhecida loja de miudezas a
boa fama 11. 33.
DE MITO BRS COSTOS E
BARATO
\ endem-se n.uito ricos jarros de porcelana
para flores, neos pares de cslung.s para ri-
ma do mesa tambem de porcelana, linleiros
de muito gosto, e paliteiros ludo de porce-
lana c por prego que n.lo deixar de servir
a quem gosta do que he bum na rua do
Queimado, na bem conhecida loja de miade-
zas da boa fama 11. 33.
Lavas de todas
as qualidades.
Vcndem-so verdadeiras luvas de pellica
de Jouvm, pretas c brancas, para homem e
senhora a 2:5u0 rs. o par. jjtas de seda da
todas as cores c bordadas, coa guaroiroeaa
29jll, ditas lisas tambem de seda e de to-
das as cores, para bomem e senhora a I?,
19200 e 11500, ditas pretas de torcal, mullo
Boa fazenda a 1>, dilas brancas de algodao
para homem a 240, 320 e 400 rs., ditas ale
cores muito finas de lio da Escocia para ho-
mem c senhora a 320, 400 e 500 rs., e ou-
lras mais qualidades de luvas, que se ven-
de barato: na rua do Queimado, na bem
conhecida loja de miudezas da boa fama
11. 33.
Arados de ferro.
Na ruudigao de c. Slarr Companhia, em
Santo Amaro, acham-se para vender arados
de Ierro do um inodclio e couslrucgio muito
superiores.
'b < vv.*> |t|;0a)
A?u n<;ao.
Fogio no da 16 do rorrele mz o prelo
Justino, crioulo, com os siguac M'guinli-s :
altura regular, cheio do corpo, mu liarla,
com falta de denles na frente, calvo de car-
regar peso na cabera, muito rcgtisU, ha)
bem conbecido por andar entregando ssu-
car pelas tabernas tem sido encontrado par
diversas pessoas rnuln.ridas, e diz a ellas
que anda em servigo de seu senhor ; por ra-
so roga-se as pessoas que o encontrar, que
o maiidem prender e levar a rua Dircila n. 7s>,
o Queimado, na bem rouhcci Ja loja de .ue sero generosamente recompensadas.
Fugio de bordo do tingue brasileo
Melampo, na noite .0 da 8 do correnle, um
negro de neme Marcelino, nagSo Cabinda,
altura regular, secco do corpo, roslo cor -
pn.lo, barba serrada e cria suism, com faite
de dentes na fenle, e consta andar vestido
com paleto, e calcado : quem o pegar leve-o
a bordo do dito navio, junto ao (BM s do l'a-
seio l'uhlico, ou a casa de seu consignatario
Manoel Alves Guerta, na rua dolrapicnc
14, que sera bem recompensado.
l'lill.V : I. DE JJ. F. DE FAKIA WMh
* r
MUTILADO
-.*


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