Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07744


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Full Text
ANNO XXXIII Ll !).
Por 3 mezes adiantados 4!000,
Por 3 mezes vencido 4500.

TER FEIRA 28 DE ABRIL DE 1837
Por anuo adiantudo 15.000.
Porte franco para o subscriptor..

E.C.\KRE;ADOS DA SIIBSCHIPCA'O NO NORTE.
Parthiba o 8r. Joo Kodolpho Gomo ; Natal, 6r. Joa
ulin 1. Ptreira Jnior Aracaty, o 8r. A. da Lemot Braga ;
ata, o 8r. J. Ja* Olivaira ; Maranbao, o Sr. Joaquim Mar-
oh Rodrigue! Piauhj, 8r. bomingol Harculaao A. Peuoa
CaaranH Para', oSr. Juiliuu J. Kamot; Amaioual, o Ir. Jer-
nimo da Ca.
PARTIDA DOS
l,i,l.> o di.
HlOS
OliruU : lo.ins n* fin*. as e mcia hi.rj* lo da.
Ii;iiar.t-u, CoiaBM Paraaiba : mis trajeada! e seiias-feim.
9. Ani..',, Ilc/err,.. Bonito, C.iruuru, Alinilio Garaabaa*: un lerfj-f.'ira.
s. Ldarenfo i'-.-.i tifio, Naiarata, Liaoeiro, li..j.i. PMqaera, (aga-
llara. Flor, Villa-Bella, Boa-Vista, Oricarj a Eia aat .in.iru-.r.ir
Cato, Ipojeea, :erinlia,>in, Itio-Pornio-o, Uta. Barrairoa, Atoa-Pre
Plateataaraa ts..ul : quimas-feiros.
Toaoa a eaciaiua parlan as ii horaa da aMi
AUDIENCIAS DOS TRIKUNAES DA CAPITAL.
Tribunal do commercio : legundaia quintal.
Helaco terrat-feiraa a labbadoi.
Fazenda ? quartai e tabbadot t 10 horaa.
Juito do commercio: leajundaiai 10 horaa a quimil a* malo-da.
Juno da orphaoi: leguoda a quintal ai 10 horai.
i'rirneira vara do eivel lagunda a aaiiai ao maio-dia.
Segunda tara do eivtl: quarui a ubbadoiao maio-dia.
EPHKMEKIDKS DO HEZ DE AIIIUL*.
1 Quarto ereicfnte n 11 horai e Umiuutoida Urde.
9 La cheia a 7 hora a '.I minutos da larde.
17 Quarto minguanteast) horas e 42 minuto-da manbai.
24 Lu nova as i horaia 55 minutu da tarde.
1'lll.iM Alt DE IIO.IK.
Primeira ai ~ horai a 42 minutoi da uianhaa.
Segunda ai S huras e 0 minutol da tarde.
MAS DA SEMANA*
27 Segunda, s. Tertuliano b. : s. Turbio are.
28 Terca 1. VtUl. m. Ss. Agapiu. Alroduio, e Acacio Jim.
H Quera, s. Pedro O!. : s. Tertulia V. m.
30 ijuiiii.i s. enharina v. ; s. Peregrino sertila.
1 Sella. >s. Filipr e Tiagu app.
2 Sbado, s. Hallada laiuha. : S. Vindmal e Anastacio Miu.
3 Domingo 3. depois da paschoa invengo da s. cruz.
ENCARREGADOS DA SURSCRIPCAO NO BOL
Alagoai, u Sr. Claudino Falcao Diai Baha, o Sr. D. Dupm
Rio da Janeiro, o Sr. Joao fereira Mamut.
BU PERNAM1ILCO
O proprietarlo do DIARIO Manoel Figuairoa da Paria, oa iu
lirraria, praca da Independencia ni. 6 a 8.
V
t
PARTE 0PFIC1AL
WVERNO OA PROVINCIA.
I.El N. 409.
Joaqoim Pires Machado l'orlella, vico-presidente
da provincia de Parnaiubuco. Faca saber a todos
oa Moa habitantes que a assemblea legislativa
provincial decretoo, e eu sanecionei a resolucao se
guinte.
Arl. tiuico. Fica approvado o compromisso da
irmandade do SS. Sacramento da freguezia de S.
Loureuco da Mita; revocadas as disposiciies eiu
contrario.
Mando, por taulo, j|..I a> autoridades a quem
o conliecimenlo e execucAo da referida rei.oluc.ilo
perlencer, que a eumpiain e fac.am cumprir lAo
inteiramente como iieltn se conten. O ecrelario da
provincia a tara imprimir, publicar e correr.
Cidade do Recite mez ;e abril de 1837, (rigesiuio sello da indepen-
dencia e do imperio.
L. S.
Joaquim Pires Machado Porlella.
Carta de lei pela qnal V. Etc. manda execular a
retolurjAo da assemblea legislaliva provincial, que
aaneciuno, approvando o compromisso da irraan-
darte do SS. Sacramenta da freguezia de S. Loureu-
co da Mata.
Para V. Eic. ver.
Firmino Ilercolano Baptista Ribeiro, a fez.
Sellada e publicada nesla tecratana do governo
da provincia de Pemambuco aos -2~> de abril delS'
Jos Bemo da Cuulia Fisoeiredo Jamar, ullicial-
maior aervindo de secretario.
Registrada a fl. do livrn 4. de leis prnvia-
ciaea. Secretaria do governu de Pernambuco 25 de
abril de 1 s">7. Fran-iscn de l.emos Duarle.
LEI M. 410.
Joaquim Pire Macliailo Porlella, vice-presilente
da provincia de Pernambuco. Facn saber a lodos
os seus habitantes que a assembla legislativa
provincial decreluu, e eo sanecionei a resolucao se-
guidle :
Arl. 1. Fica aulonsado o presidente da provin-
cia a man lar pagar a Simplicio Jote quanlia da duzenlns mil res pela importancia do
aecrescinio de obras da cadeia de Garauhuus, de
que foi arremataoie.
Arl. 2. Fican revogada as disposi^ues em con-
Irario.
Mando, por tanto, a lodos as autoridades, a quem
o conhecimento a exeenrilo da referida resoluro
pertencar, que a cumpram e fac,am cumprir 1,10
iuleirameute como nella ae conlem. O secralario da
proviiin.i a ^r 1 imprimir, publicar e correr. Ci-
dade do Recite da Peruambuco aos 2~> das do mez
de abril da 1857, tripaimo sexto da independencia
a do imperio.
L.S.
loaquim Pire* Machado l'orlella.
Carta de lei pela qual V. Ex,', manda execular
a resoluto da assemblea legislativa provincial, que
aaucciunou, aulorisaulo o preidaute .la provincia
a mandar pagar a Simplicio Jo* do Mello, a quan-
lia da dnzeulof mil res pela Importancia do c-
creaeimo de obras da cadea de Garauliuns, de que
(oi arremtame.
Para V. Ec. *er.
ISaiiliano MagalhSea de Castro, a fez.
~SenBs)oj e publicada neita secretaria do governn
da^MrAlW
Qoanlo a srqunda parle, lenho a dizer, qae em
tace do aviso n. tti de 22 de junho de 1849, pode
aer accumulado o aiereMa simultaneo dos cargos de
juiz de paa e vereador, tanto durante o anuo da ser-
venta d'aquelle cargo, como nos Ires anuos de subs- licia.
do para o primeiro das referidos cargos a J0A0 Al-1 doas leguas distante de Brnder Ahuschar, em (le-
ves Camello, para o segundo, a Raimundo Candido
dos Paso, para o lerceiro, a Joaquim Salgado de
Vatconcellos. Commuuicou-se ao chefe de po-
di,ovi|at.ia de l'arnambuco ,wi 25 u'abril de 1857.
Jos Banlo da Cunba F'gtfeiredo Juuior, olliciai
maior aervindo de secretario.
Registraba a (1. do nvro de leis provin-
ciaes.Secri lara do governo de Pernambuco, aos
25 de abril de 1857.Francisco de Lemos uarle.
LEI N. 411.
Joaquim Vires Machado l'orlella, vice-presuleirte
da provincia de Pernambuco. V*co saber n lodos
os seus habitantes que a aseornhlea legislativa pro-
vincial lecrelou, e eu sanecionei a resoluro se-
gointe :
Artigo otiico. Fica approvado o compromisso da
irmand.iile de N. S. do O' da freguezia de S. Mi-
guel de Ipojuca, e revugada as disposic,oes em con-
trario.
Mando, por tanto, a ludas as autoridades, a quem
o couliecimetito e exocurao da referida res,.locan per
tencer, que a cumpram e fac,am cumprir lAo nileira-
nienle, cuno nella se conlem. O secretario .1 1 prn-
vuiri 1 a far.a imprimir, publicar e corrar.Cidade do
Recife ila Pernambuco aos25 das do mez de abril de
1857, trigsimo seato da independencia e do impe-
rio.
L.S.
Joaquim Pires Machado Porlella.
Carta de lei pela qual V. Etc. manda execular a
resolucao da aajaemblca legislativa provincial, que
sauccionou, apprc.vaiido o comproini-so da irman-
dade de N. S. do O' da freguezia de S. Miguel de
lpojaca.
Para V. Exc. wr.
ila-ili 1110 Macalhaes de Caslro, a fez.
Stllada e puhlicaila nesla secretaria do governo da
provincia de 1' riumhuro aos 25 de abril de 1857.
Jos ll'iitn daCunha FigueiredoJuoior,otlicial raaiur
aervindo de secrelario.
Registrado a fl. Secretaria do governo de Pernambuco 25 de abril de
1857.rrancisco de Lemos Duarle.
Expodtem* da da 20 de abril.
OfflcioAo Exm. commandaiite superior da guar-
da nacional do Kerife, para mandar postar junio ao
caes do Collegio, a's 3 horas da larde, urna guarda
de honra, atina de fa/.er as honras do eslylo ao Exm.
Sr. I)r. Bemvenulo Augnsto de .MogilliAes Taques,
presdanle nomeado para a provincia do MaranhAo.
OIHciou-se lambein ao eommaudanle lias armas
para ordenar fortaleza do Bru.n que salve, na
ucca.iao em que o vapor demandar a barra.
DitoAo Exm. general commandaule das armas,
para mandar considerar como colonos, no caso de
nao haver inconveniente, os soldados Jos Damin
e Manoel do Sacramento, os quaes acham-se desta-
cadas na colonia militar de Pimeulciras, e desojara
servir como tae<, segundo declarou o director da-
quelle eslabelecimenlo.
Uno V (Iwsouraria da fazenda, transmillindn-
Ihe 9 exemplares das relaves Imprem das notas de
-' l~ ) 1, da terceira eslampa, papel roxo, ultima-
meme assignadns na crle.Commnuicou-sa esle
destino ao mspecl >r di caixa de amnrlisarAn.
DitoAo commaodanle superior de Oluida, para
reduzira20 praeas, commandadas por um olcial,
o destaramenlo da guarda nacional existente 111-
qnello cidade.Cummunicou-se au chefe da polica
e a Ihesouraria ,ie fazenda.
DitoA' cmara municipal do Recite, recoromen-
daudo-lhe que expera o conveniente aviso ao l)r.
Francisca do Re^o Barros Brrelo, para ir lomar
atiento na assemblea provincial como depnlado sup-
plenle.Communicou-se a assemblea provincial. '
DitoA iii'-ma, aulorisando a cunlinuarao, ate
o ti 1) do exercicio correle, das despezas com o jo-
r'y. eleiQAes, expeliente e impresses, cujas quolai
acham-se engolada*.
DiloA cmara municipal de Nazarel.Respon-
derlo au officio de 16 de marr-o ollimo, em que es-
sa cmara consulla se ha incoiupalibilidade entre o
lugar de escnvAo ra c.illecloria de-s 1 comarca que
exerce Joaqom Theo lonco de Alhuqueique Mara-
nhao, e o de secretario nessa comarca, para o qual
foi nemeado, lenho a declarar que o aviso n. 130 de
.'W de selembro de IK7 nao pennitle a aecumulacAo
dos referidos cargos.
DiloA cmara municipal do Buique.Tenho
prsenle o uflicio de 7 de Janeiro ultimo, em que e-
aa cmara, participando a poete do) vereadores elci-
tos em selembro ultimo, para tervirein lio prsenle
quadnenuio, declara ao mesmo lempo que por nao
lerem comparecido os edadlaa Andr Cavalcanli
de Alhiiquerque Ar.-o-Verde e Lua de Araupi C 1-
valcan'.i, chamara o primeiro e segn lo supplantes
a leber ; o vigario dess.i freguezia e o eolleclor Vn-
lanio Marques de Alhuquerque, alim de coinpl-l -
rem o numero logal e poder funccionar a nova c-
mara.
No final do mcimo oflicio essa cmara eo-nmuni-
ca, que litigando iuroinpallvol o tsercicio simuitii-
neo dos cargas de vereador e juiz do paz, deixou de
par posse des.es rtout caigo, ao eidadau Leonardo
Bezerra de S-qoeira Cavalcanli, e siiluiielle a deli-
l.cr 1 a da preaiilencia o nflirJo detle, fazeudo ver
que lal ilicompalihilidaile nao se da.
Em raapoatl devo declarar qoanlo a primeira
parle.
Que o parocho de que ss (rala deve ser esensado reeommea;la
liluie,li\ devendo porem o cidadao que os oceupar
fazer-se substituir em um dos dous, quan iu se de o
caso de nao ser possivel, sem prejuizo do servido pu
blieo a mesma accumnlnrao.
Dnr,Ao juiz manicipal da primeira vara desla
cidade transmillindo-Ihe para ler execucAo, a co-
pia do aviso da ju,lica de 10 do corren!, acompa-
nhado ao decreto pelo qual S. M. o imperador per-
doou a Jnao Baplisla Pereira Lobo o reslo da pena
que Ihe falla cumprir, imposta pur accordAo da re-
larAo desla provincia.
DiloAo provincial do Carmo desla cidade para
formar sobro o oflicio junio do director das obras
publicas relativamente a um gradeamenlo que se
pretende fazer em frente daquelle convento.
DitoAo director das obras militares, convindo
em que teja de madeira o portal literal do hospital
reclnenla!, vista do que Smc. pondera.
PortariaExonerando o sargento Joaquim Eva-
risto nos Sanios do lugar de escrivAo da colonia de
Pimenleiras.Fizeram-se a respeito as convenientes
communicac.oe*.
Despachos do dia 23.
Anna Joaquina da ConceirAo quer seguir para Fer-
nando.pude seguir viageui.
Antonio Jo Iterloldo, calQireiro da cadeia de
Caruar, pedmdo pagamento dos ordenados que Ihe
eslJo ,1 dever. A informar a Ihesouraria da fa-
zenda.
Banlo dos Sanios Ramos, pnsseiro do terreno de
mariuha us. 17 A e 10 B, na ra da Gluria na lina-
Vista, requerendn que se mande fazer urna redurjo
no rreco do aforainento. A iDfarmar a Ihesouraria
de fazenda.
Ignacia Alaria de Jesos, pedindn que seja posto
em liher.lade seu til lio recrulado Joaquim Jos de
Santa Auna. Indeferido. visto que a supplicanle
Ao provou isencAo al?nm 1 em favor de seu lilho.
Jaciulho Machado de Meudon;a, deserlor do 2.
balalliAo de arlilharia, pedindn str posto em liberda-
de.Mandou-se requ-rer ao governo imperial.
II. Leonor Jorge,quer traspassar a posse do terre-
no de marmita na estrada de lieleui,A informar a
Ihesouraria de fazenda.
Mara Francisca da CooeeicAo, qner ir a Fernan-
do.Pode seguir viagem.
Manoel Piihejro Dantas, sentenciado, requerendo
permisso para levar em sua companhia para o pre-
sidio de Fernando sua mullier e urna fillia menor.
Como requer.
Manoel .M reir de Mendonra, professor publico
da villa do Urej.,, pedindo 3 mezes de liceuca.Coo-
cedeu-se a liceuca pedida.
Manuel Jn- Pereira ile Amnrim, requerendo a
admralo ao (iviunasio para seu lilho Manoel Pedro
Martins.Se he como externo que o supplirant" pre-
tende admiltir seu lilho ao Gyranasio, requeira ao
respectivo regedor.
rsuliua Maria Rodriguts Ja Silva, pedindo a en-
trega do menor existente no arsenal de marinha,
Marcelino Auguslo da Silva. A' visla da iuforuia-
c.u. nao li'in logar.
tlllicio 1I0 Dr. chefe de polica, requisilando o pa-
gaiueulo da quanlia despendida pelo delegado do
Termo de Caruaui com o concert de sete armas.
Mandoo-se pasar pela thesouiana provincial.
O mesmo requisilando o pagamento do alucuel da
casa que serve de cadeia e quarlel uu lermo da En-
cada.Mindju-so pagar pela Ihesouraiia pruxiii
cial.
Dito da coiiimiss.^o de hyB6ae pobllea, dan lo
ciimprinienlo aa despacho exarado em otlicm do pre-
sideule da camera municipal da Viciara.A infor-
mar a thesoufaria de fizenda.
O mesmo reqaililSII lo para as sesst5es da respecti-
va commis.ao, urna das salas de asylo do* exposios.
A informar a admiiiiilraso geral dos Cilabeleci-
menlns de earidade.
Dilo do director interino das oblas publicas, dizen-
do que as obrai rio oilavo la i>. da estrada da Es-
cada acham-se em e*la lo de ser provisoria meo le re-
cebidas, e que se ordene o pagamento da terceira
pre.tacAo. Foi remetilo a* Ihesouraria provincial
para mandar pagar, avista do compleme certifi-
cado.
Dilo do commandanle das armas, aprrienlaodo o
'equerimenlo do alteres Auguslo Leal Ferreira.
\ alie ao Sr. inspector da tnesouraria de tazan la,
para indicar os dias em que o supplicanle fazer a sua marcha da comarca da Ba- Vista para
esla capital.
t) mesmo apresentandu o requerimenlo do man-
cebo da companhia dos aprendizet mejBores do arse-
nal de guerra, Joaquim Jos de Saul'Auna.A in-
formar ao director do arsenal de guerra.
Ollicio Ao Exm. presidente do Rio de Janeiro,
aecusaudo a receprao do oflicio acouipanhado de
dous exemplares da cnllecrAo de leis promulgadas
pela assemblea daquella provincia em o anuo pas-
tado.
Dilo Ao Exm. vice-presilenle das Alagoas.
Teudo seguido para essi provinria, aliin de excrcer
0 emprego de assistenle do ajudaule general do
exercilo, o coronel Trajano Cesar Burlamaque, que
segundo a nota jimia por copia, oslo' a dever a' re-
paiticju da goeira a quanlia de 4? de emolumento*
pelo aviso de f do correute, lambein por copia in-
cluso, do qual consta ler ti lo approvado o adiaula-
in-iiia de 5!X)> que esla presidencia Ihe maudou
fazer pela Ihesouraria de fazenda desta provincia,
rogo a V. Ex. se digne de expeJir as suborden*
para qoe elle pague nesia provincia a meiiciunida
quanlia.
Dilo Ao Exm. general commanlante da* ar-
mas, neommendaatto-lhe a expedirn de leai or
dens para que o lente Joo Amonto LeilAo pague
na eslarAo competente os emolumentos correspon-
dentes ao avisa da guerra de 4 do correle, consi-
derando de nenhum elleilo o de 17 de Janeiro ul-
timo, mandando proceder no toldo do mesmo leneu-
le ao descont do que percebeu elle duranle (res
mezes que esleve licenciado. Commuuicou-se a'
Ihesouraria.
DiloA' Ihesouraria da fazenda, commiincan lo
que por decrelo de 23 do pa lurari.) daquella repartirAo,Manoel Anloniu Texeira
Trigo de l.oureiro, removido para igual lugar do
lhe*ouro nacional.
Dilo .V mesina, enviando copia do aviso cir-
cular n. 37 da marinha, de 31 de marco ultimo, e
hein assnn o de 3 de fever-iro desle anuo, declaran-
do a m.neira de s-r graillicado o servico de appre-
hensAu de de*e.lores de marinha. Iguaes ao capi-
tn do porto e a' e*lacAo naval.
Dito Ao arsenal de marinha, re'oinmendan lo
a eipeli?Ao de orJens para que (jeleAo Forjaz de
Lacerda va' pagar, nao so a imporlancia dos direi-
loa e sello que esla' a dever por ler sido uomeado
liel do almox.'irfa .0 desse arsenal, ni >s lambein a
quanlia de 3:-;4~3 de emolumento! perleucenles a'
secretaria de estado da marinha.
DiloA' cmara do Recife, para informar com
urgencia sobre um requerimento, em que Anto-
nio Bernardo Ouinleiro, pede o privilegio exclusivo
por dez anuos para o forneciineiito de carros fn-
oebres.
DiloA' cmara de Santo AnIAo, aecusando o re-
cebimento das copias em duplcala da acia da elei-
c3o a que se prore leu naquelle dislriclo, para um
depnlado a' assemblea geral.
DitoA' ni'sma, requisilando arene cundas vas das copias aiillicnticas que acompa-
iiharam o ollicio daquella cmara de 2 do oululiro
do anuo passado ; comprcliendtndn o processo com-
plelo da eleicaoa que se procedeu para juizes de paz
e vereadore..
DiloA' cmara de tiln la, acensando o rerebi-
mento di s actas das ciegues de juizes de paz e verea-
dores do presente qualrienuio.
DitoA' mesma. decl .rando-lhe ler lido tram-
milli lo a' assemblea provincial a copia do regula-
mento do cemilerin daquella cidade.
DitoAo Sr. James Temple! mi Wood, Iheson-
reirodl companhia da estrada de ferro.Acaba de
chozar a e-li capital o ensenheifo C ti. Lae, que
1 ir parle do s v.-rno imperial leni da eiami
obras da extraa de ierro desla? provincia.i,pero
qoe o Sr. J ine Temaleloii W.ol preste ao dilo
engeiih-iro lodos os i-clarecim"nl..s de que ello ca-
recer, afim nlo eneonlrar o menor obstaeolo uo
desampano de sua impoilanle couimissao.
DitoAo gerente da companhia ul'crnamiiiicina,
Iu que em lo.lis as viagens do* vapo-
li.rpedienle do secretario da provincia.
OflicioAo secrelario da aisembla provincial,
enviando por copia, para er submellido a conside-
racAo da assemblea, o ollicio em que a administra-
ran dos estabelecimenlns de candada pede a consig-
nacan de somma necessaria para a conclusaodas
obras da frente do hospital de Pedro II, alim de se
poder proporcionar commodo alojaraeulo us irmAas
de earidade e aos enfermos.
DiloAo mesmo, declarando ler o Exm. Sr. vi-
ce-presidenle da proviuria mareado o da 23 do cr-
reme, a urna hora da larde, para recebar a depola-
i;Ao que lem de apreseular a sna saucedo ot aclot
promulgados para aquella assemblea.
DiloAo mesmo.Tendo mandado examinar, s
exista 1111 archivo desla secretaria alguin documento
com que po lessem mini-lrar as inforoiaoj>ea exigidas
pela assemblea provincial relalivamei.te aos Imiiles
da freguezia e cumarca do Cabo, apenas se encon-
Irou o que vai mencionado ab.iixo da portaria in-
clusa.
Fiel assim respondido, de ordem de S. Exc. o Sr.
viec-presipenle, o ollicio que V. S. me dirigi em
2H do correute.
COMMANDO DAS ARMAS.
Qnanel geaeral do coiaauado dat armas de
Fornambaco na cidade do Recife, oa -J', de
abril de 1857.
ORDEM DO DIA N. 46.
O general rommandaiile das armas faz cerlo para
os lius uecessarios, que boje coutrahio novo engaja-
menlo por mais seis auno,, nos termos do regula-
mento de 11 de dezeinnro de 1852, procadendo ius-
pec^Ao de saude, o cabo de esquadra da (i* compa-
nhia do 4" balalhao de arlilhana a p J0A0 da Cos-
ta Souza, o qual perceber, alcm dos vencimentos
que por lei Ine compelirem, o premio de 400^. pago
segundo o disposlo 11,1 ai 1. 3o do decrelo 11. 1.401 de
10 de junho de 1851, e lindo o engajameulo, urna
dala de Ierras de 22,500 bracas quadradas. Se de-
sertar, perder as vaulagens do premio e aquellas a
que liver direito, ser considerado recrulado, des-
coulaudo-so uo lempo do eugajamento o de prisAo,
era virlude de leattaca, averbando-te elle detcoiilo
e a perda das vanlageui no respectivo Ululo, como
esta por lei determina Jo.
/u.< Joaquim Coelho.
TRIBUNAL DO GOMr.lEHCIC.
SESSAO ADMINISTRATIVA EJI 27 DE ARRII, DE 1857
Presidencia do Exa%. Sr. desembargador
Souza.
As 10 e meia horas da maullan, prsenles os se-
nderes depuladus Itego, Basto, Lemos, e supplenle
Ramos e Silva, o Sr. presiden! abri a sessAo ; e
sendo lida a acta da uiluna, foi approvada.
Leu-te o teguinle
EXPEDIENTE.
Cm requerimenlo de Antonio de Sa' LeiUo, pe-
dindo regislrar a soa Horneara de caixeiro de Jusc
Antonio Baslo.Como requer.
Oulro de Jos Marcellino da Rosa, igualmente pe-
dindo registrar a nomear.ao da caixeiro, que dra a
Joao Chrysoslumo Coii^alves Rusa.Regislre-se.
Oulru de Pergeuliuo de Aquino Fonseca, lainbem
pedindo o registro de sua nomearAo de caixeiro de'
Thumaz de Aquinu Fonstca |N F1II10. Regs-
tre-se.
Oulro do mesmo, pedindo certidAo da malricol
dos commercianles Thouiaz de Aqouo Fonaeca '"*"'"
Filho.De-te-lhe, '*
tjulrojde Jos Caelano Vieira'da Silva, agente >,t
leiloes, dando renuncia desle emprego. e pe miro
ile.oneraco da Aanea que prestou.Haja visla 10
Sr. desembargador fiscal.
Oulro de Leopoldo da Sha Qoeiroz, pedind > a
rehabililarAo dejlallido, vislo como lem plena i_ji-
lac,.ln de seus ereifores.Auluada pelo amanuense
Msnoel Maria Rodrigues do Nascimenlo, a qoem
111111.M111 escrivao, haja vista ao Sr. desembargador
li Oalro, informado pelo Sr. desembargador fiscal,
de Joaqoim Joo de Fonseca, capilAo do b'igue S.
Jos, oulr'ora Lages.D entregando o registro do
dito hrigue, sob esla denominaran e pedindo com a
ciuella.Prestado o juramento e assignado o termo
respectivo, regisire-se.
Oulro de Antonio Francisco Lisboa, porluguez de
48 annos de idade, commercianle estaoelecido nesla
praca com armazem para negocio de assucar, pedin-
do matricular-se.Haja vista ao Sr. desembargador
fiscal. B
Oulro de Prxedes da Silva GusmAo, pedindo re-
g'slrar a procurarlo juula, passada por seu pal.
Registre-te.
Oulro de Fox Brnlliers, pedindo registrar urna es-
criptura de bypolheca que ajenie,Como requer.
Fui presente a colarAo oflicial dos presos correo-
tes da praca, relativos a semana linda.
E nada mais havendo a tratar, o Sr. presidente
encerrou a sessAo ao meio-dia.
quena distancia do qual se acha um carpo de 12ia
15 mil Persas em posir.Au defensiva. Entretanto as I
negociares de paz se acham no melhor andamen- j
lo, e espera-se a prnmpta parlla do enviado persa,
Ferok-Kham, de Pars para Londres, slim de con- i
cluir o ir atad i) de paz. Suppe-se que o conteudo
desse tratado sera, a evacuacAo de lleral de parle
dos Persas, a ces-Ao da liba de Charedsch aos
luglezes, a conccs-Ao do eslabelecimenlo de nina !
teiloria ingleza na emhoceadora do Euphrales como
poni de parlida do projeclado eamiiiho de ferro
do Euphrales, e em compensagAo de parle da Ingla-
terra a resliluijAo de Hender Ahuschar aos Persas.
Mais serios, tei;iinlo todas as apparencias, sao
pelo momento os negocios em Caulao e Uoogkook.
As noticias que de la lemos vAo al 311 de dezem-
bro ultimo Os Inglezes se eslavam forlificando em
frente de CanlAo, e o almirante Se\mour anida 11A0
se seulia asss forle para amprehender novas ope-
rares contra essa cidade. Enlrelanlo os tullios len-
taram diversos ataques imprevistos sobre navios lo-
glezes, e debaixo da baodeira iugleza. Em llong-
konk a colonia iugleza 11A0 pouco inquietada foi
pelo hoalo de um plano dos Chins de incendiaren)
lloug-Konk. Para prevenir isso all se formou um
corpo fe constabiers bombeiros, e tomaram-se
as mais rigorosas medidas de precaurAo.
Fiillava-se al da umAo entre os rebeldes Chins e
os Cluns impenaes coulra os Europeus, e em todo o
caso he cerlo, e cada dia se augmenia a IrriUcIojda
populacho contra os barbaros, e sobreludo conlra os
loglezes. .Mas anda he urna queslao se a corle de
Pekn audo-se nisso levantara' a luva que a In-
glaterra Ihe laoca'ra em desafio de guerra.
O boalos que coiriam deixavair. esperar antes
orna disposicao parifica. Dizia-se i|ue o prsenle
governador de Canlao seria removido por um com-
mlisario imperial, o qual deveria tentar nina solu-
r,Ao pac,fica. Mas tudo isto 11A0 passa de ser um boa-
to, e nada de positivo se sabe.
Em qouaula a' umaqueslAn qae nos esla' mais
prxima, a de Neuf.halel, lulo se acha ao mesmo
estado. Aiuda nem se fixnu o dia da abertura ,1a*
conferencias, e a nica cousa que se sabe i.llicial-
menle, he que as mesmai conferencia lerAo lugar
em Parii. Observa-so que ulliinameule o espirito
do cerco da corte pru-siaua te lem lomado de no-
vo minio pouco inclinado a urna prompla solue.ao.
Explica-se isso pela circumslancia de haverem nos
ullunos dias chegado em Berlim Ires dos realistas ba-
nidos da Suissa, os qoaes all empregam toda a tua
influencia para dillicultar quaulo pos-ivel for a solu-
3o do conflicto entre a Suissa ea Prntaia. E como
se sabe, o supremo director da poltica prussiana he
mui arressivel a essas inlluencias.
Vine, se leinlirara' da historia do roubo de despa-
chos em IV.t-1 .rn, e do processo que em consequeu-
e-ia do mesmo foi intimado conlra o redactor l.in-
denberg, o coulidenle do Sr. de Gtiicb, por h .ver
injuriado o pnneipe da Prnssia.
Em7 do correle esle procese") appireceu em ul-
tima Infancia, e a senleura final conlirmou a con-
demuacAo do aecusado a priso da nove mezes. Mas
elle ja novia implorado o perdao do principe, e ago-
ra depois de satiifeilo o direito, o principe ae empe
nhou em sen favor, e o eon.lemii.ido l.iudemberg
acaba de obler a real merco.
as cmaras prussianas comeraram as discusset
sob o budg-l, as quaes promellem de ser milito in
tcreisanles; mas ale agora nada de especialmente uo
lavel lem orenrridj. Na casa dos depuladus o aug-
menlo p.nposlo dos impostos sobre o sal foi rejeila- isio he ver.lade re
Encerra-sc a discusso e he approvada a urgen-
cia.
Snhmelle-se a discossao e parecer.
OSr. Presidente:Nao havendo quem lomea
palavra, vou par a VAtoa.
O Sr. Tkeodoro da S hn Pero a palavra.
O Sr. Prndenle :Ten a palatal o sr. Theo.
doro da Silva.
O Sr. '/heo'lorn da Stlra 1Sr. presidente, sor-
preuda-me que s> proceda volaran do parecer em
que urna s palavra telina lido proferida sobre elle :
e esa iniu'ia sorpreza sobe de poni, porque vejo
que 0111 dos membrus da cominissao assiguou ven-
cido...
O Sr. Oliceira :Pe?o a palavra.
O Sr. Theodoro da Si/rt.'Felicilo-me pur ler
o iiain ,. deputado pedido a palavra. e leudo cone-
gaido o fim, o que me propiu, BSMOto-ato.
O Sr. Oliceira :'NAo devolveu seu discurso.';
Vai a mesa e apoia-se a segoinle emenda subs-
tiluitiva.
lie a rommissa.) de parecer, que se adopte a te-
coinle postura aJdicioual, proposta pela cmara
desla cidade.
Arl. I'oieo.-Fica revogada a poslura de 13 de
jonbo de 1855, na parle soinenle que manda remo-
ver pr oulros logares, as pa tanas actualmente exis-
tentes no centro deate cidade as quaes lerAo os seu*
Cornee Construidos confjrme o plano que foi adopta lo
pela commissan sob pena de seren os leus dones
multados em 309000.S. R.Oliveira.
O Sr. Ptrtira de licito : Sr presidente, decla-
ro que volet a favor da urgencia, porque fui um dos
memhros desla rominis-Ao que Uve "S documentos
em lunilla mao ulliinameule ; os meus nobres colle-
gas os Sr*. Oliveira e R'go Birros, ja haviam for-
mado o sso juizo sobre a que-lo, porem eu julgan-
do espiuhosa, leudo por con*equencia de meditar por
alguin lempo, e nao querendodar meo parecer so-
bra uina quesillo imprtame como esla, o qoe foi re-
conhecido pelos nobres depuladoi que se oppnoh un
a urgencia requerida, cis as razOesqua me lizeram
demorar o parecer.
Parece-me, Sr. presidente, que o nobre depulado
que se assiguou vencido, nao deu razan alguma plan-
sivel que justilicassc a conveniencia das suas ideas.
Sr. presidente, esta questo he anliquitsima ue*la
casa.os peticionarios lem obtido diversas prurogaros
desla assemblea, acerca do cumprimeulu desla pos-
tura municipal.
O nobre d'pulado que acabnu de fallar, confes'ou
que cm I83 ja a cmara Ihe bavia dado um pnce
para que ellos edifirassem os seus eslabelecimenlos,
conforme o plano dado pelo COIMelno de salobrida-
de publica, e desla maneira nao prejodieasse a sau-
de publica. Em 1851 os mesmos peticionarios apre-
seularam um novo requerimenlo e d'ioos-lhes um
novo prazo de dous anuos, porm o que vejo agora
he que os peticionarios se apresenlam, pedindo para
que se deixs as suas padaria* na cidade, esla he que
he a queslao, devenios saber se islo he conveuieute
00 preiudicial a saude publica.
Me parece que pareceres ds corporar.'ius medicas
respeilaveis como aqui se apreseulam, cuno a mete-
de medica de Pernambuco, que contava em seu gre-
miu um dos decanos da medicina n fallecido Dr.
Iiomes ; o fallecido Dr. Maviguier e oulros mdicos
inuilo disididos, os quae* sempre foram unnimes
em dar n seu parecer, declarando que as padanas e
lodosos esl.helec ltenlos de fogos activos no centro
da cidade eram nocivos a salubridado publica : o que
aluda nao foi impugnarlo pelo noiiredepulado e tanto
SessAo judiciaria em 2" de abril pe 1857.
Presidencia do Bxm. Sr. desembargador
Sonsa.
As 11 e 3|S, arhando-se prsenles os senho-
ret desembargadores Villares, e Cilirana, e os
Sr. depolados Reg, Baslo e Lemos, e supplenles
Ramos e Silva e Pereira da Conha, o Sr. presidente
abri a malo, elida a ida da ultima, he appro-
vada.
Jalgamentos.
Entrando em jolgamento a appellaraoeommercial
desla cidade em que sao :
Appellante, Jo* P. res da Cruz ;
Appellado, Manoel Gooealvea lerreira e Silva.
F.il eonfirnia la a enleura appellada.
^ Entrando em julgimeuto a appellarao commer-
cial desla cidade em que sao :
Appellantes, Joao Piulo de Lemos A; Filho ;
Appellados, Amonio Ignacio do Reg Medeiros,
pnrsi, ecomo administrador de seu filho e o de-
sembargador curador geral.
Sorteado o Sr. depulado supplenle Pereira da
Cunba, uo impedimenlo do Sr. Manoel Goncalvcs
da Silva.
Foi reformada a senlenra appellada.
O Sr. de-embargailor Villares apresenlon o aror-
dAi laucado na re\i*la coiniuerrial do Rio de Janei-
ro em que sAo :
Recrreme. Antonio Piulo Ferreira ;
Recorrido, Jo' Gomes Itibeiro.
Nada mais havendo a tratar, o Sr. presidente le-
\.inloa a lessAo ai 2 horas da larde.
axTSfiai..
do ciirt^o de ver**;.iDr( A?! de julho de lSVi ; viln que as funcrfie'* p-irorhiaei*, nnn le dnr paugem 'e id.i e Volll do poilo de Ta-
f
pela toa imui /a. importancia e exlensao, nao po-
ii'.'u ser desempeiioadas talisfaclonaineule com as
d.squelle cargo.
(Joa o aviso de 21 de abril de 1810 na resposfa u
segunda e terceira dovida*, nAo perunlle qoe o ci-
da.'.Ao Antonio Marques de Albuqu-rque aceumule
o exercicio do emprego de eolleclor com o de verea-
dor. porque elle nao pode tem prejuizo do serviro
publico e il.iinn i das parles ser dislrahido das func-
roes diarias inherentes ao primeiro dos referido*
cargoi.
mandar, ao cug nheiro Milel, que lem de ir visi-
lar as miras nuhlicas. que se eslAu fazeudo no Rio
Fnrmoso.Commanieon-M ao director das obras
publicas.
PorlsriaConcedcndo Ires mezes de licenca com
vencimentos, para tratar da sua saude ao professor
publico desla cid ide, Miguel Archanjo Mindello.
Fe/.-*e a re.peito o rouveiiiente expediente.
DilaExonerando o aclu.l subdelegado de Cor-
rentes do lermo de Garanhor, e os primeiro e se-
guudo suppleolts do mesmo subdelegado, e nouicau-
COKRESPONDENCIA DO DIARIO DE
PERNAMUL'CO.
IIAMHL'RC.O.
18 de fevereiro de 1857.
Desde a miuha ullima pelo plqurie Inglez de 0
do frrenle, nAo bu mullo de novo qoe seja digno
de menrao. .Na grande poltica internacional reina
quasi una completa caimana, e apenas houve um
fraco movimeuto em cmisequencia de um artigo do
Monileur.M Esse artigo se refere a quesillo da reor-
ga .sarAo ilos principados Danubianos, anda a re-
solver em coiiformidade da paz de Pars de 30 de
marro do anuo pas*ado, e fez de novo lemhrar que a
queslao Oriental se tomn o eluden errante da po-
lilica Europea. Qnando o proloeollo de ti de Ja-
neiro allimo, liaba escindo de um lado a quesillo
de B dgrad e da i lia das Serpentet, e di oulro lado
a que-tao da evacuaban dos principados Danub anos
e do mar Negro, julgava-se que ludo eslava termi-
nado, e que lulas as dillerencas al all existentes
entre as potencial Europeas se ,-irhavam enterradas
ne-so proloeollo.
Mas agora apparece n dito arligo do riMonilnar.ii
e diz que a Franca conlinnava a susleuiar a uuiao
da Maldavin e Valeohia, esperando qoe esse princi-
pio i.'-ull-iia victo, lsame, ite das negociae *. |m.
mediatamente o Enviado Au*!n.ro em Pans dirigi
,i o.. respeito as suas representarles ao ronde de
Walevvski. e sobre nina inlerpellactlo a respeilo do
i rne.mo assumplo no Parlamento [ugles, Lord Cla-
j reiidon nao deixou de manifestar a sua admirarAo
I por causa do arligo do oMniteurn Tambem o en-
viado Turco em l'aris se motlron seusiv-linenle to-
cado pelo mesmo. Naturalmeole ninguem pensa
u'uin coniclo serio, e lodo o resultarlo sera' a re-
dacrAo de diversas olas, despacho^ ele, ele.
Tamben do ibeaijo da guerra no tiolpho da l'er-
sia nAo ha nada de novo a dizer, porque leve lugar
urna paus em consequencia da lomaila de Bender-
Abttschar c da ecenpacio da ilha 1e Charedsch pelos
Inglezes, cuja paosa ambas as parles belligeranlcs a-
proveilam para chamar a *i reforcos.
Segundo dizem as ullimas noticias, os Inglezes
cume;aram a eslabelecer um campo fortificado a
do com graude minora do mesmo modo com a pro-
posta de se nitro,lu/ir em rapo-Ios tobie culi-
cios.
Em 10 de fevereiro leve In^ar no llanover a aber-
tur* da Dieta inivamenle ele ja. lambem aos mi-
tros de Kslado reformadas e| nAo mal* em aclivi-
dade peileucentes a opposirAo o govurno sem iseup-
rao recusou a Inienca de entrada na Diela. Do mes-
mo modo lorain rejeiladas diversas eleires de mem-
broi da opposirao por causa de pretendidos errot de
forma a consequencia foi que na eleirAo dos bure-
aux, da cmara dos depulado* o partido ministerial
leve urna maioria prepooderanlr, e desse ido lo po-
de fazer passar lodos ot candldalos do governo.
O imperador da Austria continua ainda a residir
em Milaai.
conherida qoe as fabricas de cal-
ASSEMBLEA LEl.ISLATtV.v PROVINCIAL DE
PERNAMBUCO.
Seisao ordinaria em 22 de abril de 1857,
Presidencia do Sr. Josr Pedro da Siten.
Ao meio dia, achando-se prsenle numero legal
dos Srs. depuladus, abre-se a sessAo.
Lida, be approvada a acia da anterior
o Sr. Primeiro Secretario di conta do segoinle
EXPEDIENTE.
Cm ollicio do secrelario do governo, participando,
que S. Exc. marcara o dia 23 a orna hura da larde
para receher a c immi.ssiio que lem de apreseular al-
gons aclos a sanci;o.Inleirada.
O Sr. Presidente uomeia a commissAo.
Oulro, ollicio do mesmo Sr. remetiendo os e-<\*.
reclinemos pedidos por um memoro desla assemblea,
sobre os limites da freguezia do Cabo.A' quem fez
a requisiro.
Oulro do mesmo Sr., remetiendo copia do rego-
lamenlo do cemileriu publico da cidade de Olinda.
A cominissAu de negocios de cmaras.
Ootro do mesmo Sr., reui-llcn I i o oflicio em que
a administrara.! geral dos e-tibclecunenlos de eari-
dade. pede que na lei do orcamenlo se consigne a
quola necessaria para cooclu-Ao das obras da Irenle
do hospital Pedro II, alim do se poder dar tlojamen-
lo commodo as irraAas de earidade.A commiiso
de orcamenlo municipal.
L-se c approva-se a redacr.lo do projeclo numero
13 e-i,- anuo.
He lido e approvado o seguinle parecer :
A commis.Ao de negocio de cmaras, leudo exa-
minado as posluras da cmara niuiucip.il da villa da
Boa-Visla, he de parecer que sejam appruvadas com
a suppress.lo dos arf. 8, 13, 29, 33, 37, 38 e id, por
que enlen le a CommissAe que dilo* artigo* nAo sendo
das altrib.iice* de polica municipal, porem sim da
competencia da polica judiciaria.
Sala das commisses da as'embln legislaliva pro-
vincial de Peruamburn, 22 de abril de 1837.Reg
Barros.Pereira de Bulo.
lie lido e adiado em virlode do regiment o se-
guinle parecer :
A commissAo de negocios de cmaras, lendo exa-
minado precisamente a pelirAo de Manoel Antonio
de Jess, e oulros proprielanos de padari.is eslabe*
lecidat no ceulro desla cidade em que pedem a revo-
gacao do arl. 5, da lei n. 372 de 1855, he de pare-
cer que os peticionarios mo eslAo un caso de ser at-
tendidot, como bem pon lerou a sociedade de medi-
cina em seu parecer de 8 de agoslo de 18(2, qnando
foi consultada pela cmara municipal do Recite, no
I, de julho do mesmo auno, fizendo sentir que era
de grande olilldade a remollo das parlaras para fu-
ra da cidade e mais ollicnias que fazem uso de fogot
activos e os melhoramentos na conslrucr.lo de lodos
es,es estabelecimenlns ; sAo medidas qoe desde lon-
go lempo reclamara lodos aquelles que loman algum
inleresse pelo bem estar da popularao desla cidade, l'ulado apena* apresenlou aqui, como razi
e que a telenda in ligita romo dat do primeira ne- i fe*se particular, apenas dis-r
cessnlade, para que o estado sanitario do paiz nao |,,e fazer seus torno, liubaiu de mudar seus eslabe-
empeiore ; por quanio lodos essos focos re intenso lecimentos. e que n* deviamos atlender a e-*as
calor junios a oulrus muilos casos de in* dubrid.nle, 'considerarles, deviamos alten, ler a que elles iam
que exislem era comanle aclividade coocorrera mui
puderosamenle para que augmenle a intalubridade
da cidade, e i.rescam ns inooromodoi dis seus babi
lanles ; convindo aiu la mencionar nuiro parecer da
me-ma sociedad.", adaptado na ses-Ao de -ii de julho
de 1815, de c.infrmidai|.. com o relalorio da com-
missAo de b\giene publica, ponderando que o fumo
e o calor dos Ionios das padarisl e olli-inas que em
pregara fogos activos, eram nocivos a saude dos ha-
bitante! das eircumtviilnhtiioai de lie eslabeleci-
menlos que, nenhoma padaria ni: oflir.ina iifTerecia
as con tienes exign. is para nallerabill la le da sau-
de publica, e em rigor lodos poderiara ser removidos I
sera iiijuslici pira fura da cidade, sendo de notar]
que loram o.l.is razoi que liz-ia-n. qoe se a loplasae '
a postura municipal, que oliriiiou a qoo fossem re-'
movidas as ollieinas de cal lereiro o forueiro, Poiot [
proprielanos a isso se lobmetleiam, e boje se ,. i. ,,.
mais bem acommodados do que ouli'ora em que iu-
sisliam, como pralicam acora os pedriouarios em fi-
tar as ras em que eslavam sita los : asim enlen.
de a commissAo que a policio dos siipplicaules deve
ser indcferila.
Salladas commisse' da assemblea legislaliva pro-
vincial de Pernambuco, 18 de abril de 1X57.Jos
Joaqoim do Rcgo Bur-'.Pereira de Brilo.Oli-
veira, vencido.
O Sr. /Inrros de Lacerda requer a urgencia para
se discutir boje mesmo o parecer.
Le se o seguinle requerimenlo.
Itrqueiro a urgencia para ser boje mesmo discali-
do o parecer.Barros de Lacerda.
OSr. A/'riVu oppi-w ao requerimenlo.
lereiro ja foram obrifljadat a sabir para bira da ci-
dade, pelo grande'calor e tuina que exbalavam de *i,
foram mu ladea em i 'enticas ciicuuisiancias : esle
funccionariiis nao Qaeram a menor rellexlo, mada-
ram-aa, e arham-se bojeetlabelecidos mu conveiii-
eutemente e tatisfeit-s : e porque rallo osles oulro-
seuhores bAo de qoerer protellai lodos os anuos a sua
nadante para fura da cidade, quando essa modanca
ja foi reconliecida pela aociedada medica eni parecer
de 1811 e 42, pelo conselho frerel de salnbr'dsde, e
pel propn.i cmara inumripal, cora qu-rem elles,
iligo, continuar com semelbaules estabeiccimentos
aqu deiilro
Eu quizern que o nobre deputado me provas;e
qoe esses eslahelecimenlos nao eiarn nocivos a sau-
de publica, porque esta lie que he a principal ques-
lao e na i a queslAo de conveniencias parliculires ;
eu declaro a casa que esta questao de conveniencia
para mim he detrimentos*, porm eu declaro era al-
to e bom som, que hei de dar o meo voto todo cons-
cieucioso, sejam quaes forein as ennseqo-ncias que
acarrete sobre mira, ja estou muilo Hcosluraaslo a
manifeslar-iue sempre cora a franqueza que me he
propria sobre prelenc^es que se costuraam apresen-
lar nesla casa, e por isto eslou promi>to a carregar
cora todas as consequencias que desla postal re-
sultar.
Ns sabemos, snhores, que os padeiros nAo se leem
por forma alguma mije lado ao plano que Ihes den a
junta de hygient quan lo Ihes foram concedidos dooi
annos de prorngarAo, afim de edificaren) ns seus for-
nns de maneira especial : o que resullou foi que em
um exarae a que procedeu o contedlo de salubridade
e a cmara municipal, entre 30 e lanos tornos nao
se acbou um nico de aecor.lo rom o plano, o bieiro
mais elevado que bavia Hulla 75 palmos, e o plano
da cmara manda que os boeiros dos fornos das pa-
darias eslejam 10 palmos cima do predio indis alio
que hoover na circuuvizinhanca.
Agora quizera eu, Sr. presidente, que me disses-
sein porque i cmara municipal n,i. ol.ru.i aos seus
fiseaea a purera em execurao eslas posluras Porque
razio ale os manda multar esses proprielarios, quan
do o conselho de salubridade examinando o* Ionios
nAo acbou iienbum como maula o plano ? Porque
razao cuusenle que as suas posluras coiiliuuera a ser
desrespe ladee t
Cm Sr. Deputado :Va' a quem loca.
O Sr. Pereira de frilo: Va* a quem loca, sim,
seuliur, e se conliuiiam esses lomos pela forma i ur-
que etilo, nAo havendo urn s segundo o sy-dema
adoptado pela junta de hygieue. e *e o* proprielanos
ciiiiniii un inclumes pedindo prazos e mais prazo*
para perin.iiiecer'm na eida le, entilo daqui ha pouco
os cal teireiros lambem deven) ser alleudidos, e todos
os oulros eslibelecimento* que eslAo uas mesmas cir-
cun-lancias.
Senbores, n'um paiz quente como o nnsso em qoe
muilas vezes he neces-ano, para po ler-se Conciliar o
somuo, deuar as janella* libertas, ninguem dir' qoe
deixa re er grande ineoaveniealea existencia d
padarias, qnando em lugar de respirarnut um ar
freeo, respiramos um r quente e empregna 1o do
fumo das padarias, que entra pelas jan-lias e vai iu-
commodarnos. E eu posso informar bem a esle res-
peilo, eslou entre duas oo tres, urna das quaes he a
que lein boeiro mais elevado, que tem 75 palmos,
porm aisiro mesmo nAo esla' 10 palmos mait alio
qoe a nona casa. Dizem elles qoe os engenbeiros re-
conbecerjin qoe os boeiros nao podiara ler a altura
que deu a commissAo de hyg-ene : porm porque nao
podem ler essas dimensoM '.' IIj porque nAo querem
dar urna base sollicienle para lerera eleva,'au esses
bueiros, he porque escolhera casas Decapadas, sem
o esparo sullicienle'.' porem se fosse f ira da cida-
de elles por cerlo uSo leriam a laraenlar essas exi-
gencias.
Seuhores, eu supponho que ninguem ign ira que
urna almosphera cunslanlemenle quente he pre-
judicial a saude, e quem quizer va' respirar um
pooco de fumo para saber se he bom. O nubro de-
nle-
ease particular, apenas dis-e que os padeiros liutiam
nasio ao do secrelario da iuttrucrao publica. Cas-
tro LcAo.
O Sr. Theodoro da Silra pede explicarle*: sobre
a ornen la que Ihe so dadas pelo Sr. Castro LcAo.
Slo lidos e approvados os seeuiulet requerimenlos,
Kequeiro que tobre o projeclo sejam nuvidos o
director da inslrucc,Ao publica e o do tjyiuiiasiu.
Barros de Lacerda.
R'quciro que o projeclo e a emenda sejam remet-
lidos a commissAo especial Horneada para Iralar do
augmento de ordenadas dos empregados pblicos.
Meira lleuriques.
Eucerra-se a disctalo, e sendo rejeitados os re-
quenmeutos e emendi, ne o prejecteapprovado,
Conlinuarao da segunda dltesstlo do artigo I i do
orrainenlo provincial.
A|iprova-se o arl., sendo rejeilada a emenda.
.\rt. 15. Com o Iheatro de Sania Isabel ;
5 1. Com o ordentdo do administrador. 1:80(15
S Com as represenlares......12.1)00?
Vai a mesa e apoia-se u seguinle emenda :
Se houver companhia lyrica 2:000o Antonio
Cavalcanli.
0 Sr. Ilarros de f.n-erda, pede explicares sobre
o arligo que esl em dlseottao,
Vai a mesa e apoia-se a seguinle emenda :
1 na o governo aulonsado a conceder 211 da re-
cula de cada reciln ao rmprezario que urgauisar
ciiinpanlua lyrica ou dramtica para o Iheatro de
Si." Isabel ; a despender a quanlia de 20:0009 pera
iIii lar asul!venr;Ao marcada a cada cmico, conlia-
lado directamente com a directora do Iheatro. S
Pereira.
O Sr. A. Caraleanti : No sentido de dar
alguma* explicarles acerca da queslAo veulilada pe-
lo nobre depulado que accabou de fallar, e mesmo
para sustentar a miuna emenda, ped a palavra.
lie uraa verdade, Sr. presidente, que o Ihealro de-
via ser tu*leolado pelos particulares, era bem con-
veniente que entre nos isso se desse, mas o que he
cerlo lamliem he que isso se torna impossivel, nAo
su pelo exemplo que nos dio a* oulras proviucias e
a corle, como por que a experiencia nos tem ja mos-
trado que a necessidade das subvences entre nos
para se raauter o Iheatro publico, he maior do que
em oulra* parles e be cerlo e mais que certo que to-
das as vezes que o Ihealro nAo tiver suln eucao nao
ha represcnlarAoes.
lie iucoule-lavel que a astemblea recoobece e
pensa queh toda necessidade de termos um Ihealro
publico, he iucoutestavel que o Ihealro traz rumo
consequencia a ordem publica, que he o Ihealro
uina garanta de iranquillidade ( muitus apoiados ,.
Nos devemos[|ter era visla, que esta casa lando
mandado construir a cusa de grandes sacrificios o
Iheatro publico, nao he para o ler fechado, e estn-
do reconliecida a necessidade de dar-se urna sub-
veucao, he bom que decretemos uina quola capaz de
preencher o seu lira, ( ap >iaJos',, capaz de lertOOl
represenlacOes que eslejam a par do uosso pro
gretao.
O MaranhAo da' 2:0OII-s pur ama companhia ly-
rica, e o Uaraohin nao e.la' no estado de eiviliaa-
rAoem que e*ia' Pernambuco ; a Babia deu 30:0110-5
e lera companhia lyrica lodo o anuo, eu aprsenlo
a idea de 21:0005. o que se torna lano mais exe-
quivel, ,u ,nia sabemos que existe urna companhia
que vai para o MaranhAo, e que pode aqoi vollar
no lini do atino, u que he mullo provavel, e creio
mesmo que baja um contrato, nAo feilo, mas qoe
ja ha urnas ideas a esse respeilo,e que a presidencia
espera pela nussa aiilori-arAo ; sei mesmo que esse
contrato nlo rhega a 24:000$, mas aproximare, e
nos devenios dar uina quoiilia suflictenle pirase
realisar esse controlo, do njaneifl qua Dio hajam
eiuii-rHc 13, tic ,u :u e retante para a companhia
dramtica. A quanlia de 12:0008 "Ao rliegj para
as rvpretenlafSea no Iheatro de Sania Isabel, a ex-
periencia (em demonstrado isso, e lemus esle un.,
em que o dinheiro foi gaslo com urna companhia
que irabalha Irea mezes, c un. i compaiihia que
alguma cusa o desejar. o que prova lufiicieu-
gaslar esse dinheiro. Mas, Sr. presidente, un na la
lemos com os interessos parlirulares, o que no* deve
guiar aqui sAo os interesses pohlirtilar...
O Sr. Manoel Caiulcanli:E o que be o inle-
resse publico, se nao a somma do parlical '.'
" Sr. P. de llrilr.Porm nao In; o iniividu.il,
e nos devenios atlender ao inleresse geral que he a
renii.c.i i de lo las a* padarias.
Eo e.pero que o nobre depulado prove que todos
esses pareceres de corporarOea medies respeilaven
nlo lera saflicienle valor, i|ii o fumo o o calor no
sao preju liriais a saude publica, e enllo volarei
pela sua emeii la. do contrrrlo volarei pilo parecer.
A discoaslv fi-a aliada pela hora.
ORDEM DO DIA.
J. iscus-ao do projeclo n. 31 ilo annn passa.lo
que iguala ao dos de mais professores do Uvnrailio,
o ordenailo do de desenlio.
O Sr. Manat Cacaieanti pede que seja snbmel-
lidua disco, lo um oulro projeclo mais imprtame,
como o d? eoloniaicAo, carnes verdes, e uflerece o
teguinle requcrim-nlu :
Rcqueirn a urgencia para se disentir a o p-ojecln
qu irala das carnes verdes. Manoel Caraleanti,
Vai lambem a meta : seguinle reoneriuicnlo :
Requeiro a urgencia para entrar hoja em diicastlo
o projeclo n. 30desle auno. p. Baplisla.
DepolS de brevet consideraeoes doi Srs. P. Bap-
lisla e Epaminondst le Mello. -Ao os requeriiiientos
rejeilados e prosegue a discussAo rio projeclo,
Lida, apoia-se a seguinle emenda :
Fica equiparado o ordenado du secretario do md-
lemcule que essa quola be mullo pequea.
I rolando do contrato de Locci, eu direi que be
orna perfeita calamidade que esle contrato au eslt-
ja rescindido a muilo lempo. (Apoiados.)
No anuo passado a commissAo de pelirAo apre-
senlou um parecer em que eu tive a honra de -er
relator, e que foi laxado de exagerado e hyperbo-
lico por aleaos memhros desla casa, um paiecer em
que-e manifest a impralleabilidade de semelbanle
contrato, em que mostre alera oslo que era um
contrato immural por se permiltir um jogo no
Ihealro...
O Sr. /'. foplista :Nao apoiado.
O Sr. A. ('at:a\canli:Esse parecer, Sr. presi-
dente, licou adiado ale que se disculi'se o orra-
meulo provincial, esta' anda hoje e coulinuaVa'
adiado peromnin seo/illa seculorum...
Algnns Seuhores :Amen.
O Sr. .1. Cam\coMi :E,se atiamenlo o.lo li-
nda por fim se ulo corlar a discus*Ao relativa ao
parecer, e sendo elle adiado, cumprio-st o que se
linha em visla.
Esle auno de novo pede o Lucci a esla casa
urna uulra cnusa, ji nila quer como no anuo passado
30:0005 'le imp.-eslimo, mas quer prorogacAo do
eontralu pela s.mple* razio de se acabar esle auno.
O anuo passado como anida fallavr, um auno para dar
comeco a sua empreza quera 30:001)5, islo be, que-
ra que nos Ihe empre*ls.emos para que depois a
nossa cusa, com o dinheiro dado por nos truuxesse
nina companhia qoalquer que fosse, e n* pjrades-
Conlarmos esse dinheiro teamos de *ollre-la. Ora
a assemblea nAo se oppoz oslensivamente, mas op-
poz-se i; t'.ni la o paiecer, e eis que esle anuo Lucn
V-m a casa pedir a prorogacAo do coulralo, rque-
nmenlo esle sobre o quol a commiisto nAo deu
parecer por entender que era desnecessario, tanto
mais que linha objectu* mais imporlanles a Iralar ;
alm lisso esle anuo he justamente quando expira
o contrato, este annn que *e rclisam todas as pre-
vise* da rommitsilo de peli^oes do auno passadu,
he que llapliael Lucci propoe a assemblea a proro-
gocao de um contrato sem garanta alguma !
E, seuhores, que coulralo be esle t Foi uina
autorisarAo que a assemblea deu, fundada na eco-
noma dos cofres, por essa idea de ecuuomia que
parece que nos deve levar a volar conlra ludo sys-
teuialicdmente, s poique ha augmento de despeza.
" Sr. .I/. Caeacantl iE essas idea* existem'.'
OSr. .1. Caraleanti:Existera em muita gente,
essas ideas exageradas de se nao dar seuAo o que se
dse. Eu, Sr. presdeme, vppouho-me mullas
vezes au augmento de despeza, lenho fallado con-
tra milito* augmento* quando coulieco qoe delles
nAo resulla ulilidade ; quando porem vejo qoe des-
sa* dtpezas resulla um bem qualquer a provincia,
he para mim jnconleslavet que este ijaleoM de vo-
lar contra ludo tmente porque he urna despeza de
i ou (i cuntos de reis, he prjudicialis.iuio.
A astemblea, Sr. presidente, fundada na idea de
economa dos cofres, fez o coulralo com Lucci ; ha-
viam nessa occasiAo oulros concurrentes, que fo-
ram porm|,lrsprpzsripa, porque queriam subvcncjlu,
razAo pela qual f.u dado o Ihealro a Lucci, que o
queria sem subveucAo...
O Sr. Meira :Nao he de presumir islo.
O Sr. A. Caraleanti :A assemblea aulorisou o
presidente a eoelratareoa Lucci ou com quem me-
Ihores condires oll'erecesse...
Im Sr. Deputado;Ja linha ideas de cou-
lralo.
0 Sr. A. Caealcanli:A assemblea mandou
contratar cora Lucci uu com quera melhores conli-
roes ulerereS9e, mostrando cm isso nao ler pe fei-
lo eonheeimeolo desse contrato ; se a attembia ti-
vesso conherimenlo desse coulralo, se reronhecesse
a soa vantagem, teria mandado timpiemente cou-
ti-al-r cora Lucci c n3o dara urna aulonsaro ampia
como deu.
II i um uparle.)
OSr. |. Cncalraiiti:Bem, mas direi ao nobre
lepultdo, que a raz.lo levou a astemblea a lar au-
loiisa^Aj para se contratar com Lucci, foi o princi-
pio da er ni iiu.i dos cofre*, porem a>sim mesmo a
assemblea nlo deixoa de vu.ar nessa occas.ao us 12
coitlos de ris, mostrando a-.im que essa proposl* de
Lucci nAo s iiif.i.-i.i ; e nao satisfaz, Sr. presdanle,
p irque o contrato lie nexeqdivel.be immoral. porque
permute o ]og i n Ihealro. ..Vi i apoia los.
t n Sr. Depulado:Fui leito e approvado poli
assenibla.
O Se*. A. aCvalcanH:A assemblea n'o t'intu
ciiiilieciineulo oh quetlAo Luecl, auloiison o pee|_
dente a couliatar com quem mais vanlagensaflTe-
receste...
i Sr. Depulado :E lauto que nurcoii os 12
COIllos.
O Sr. P. Baplisla :I**" nlo prova nada.
O Si*, a. CaeaicatUi:Prova que uAj leve per-
feilo conhecimento do coulralo.
Sr. presidente, he preciso dizer a verdade, e a ver-
dade he, que a as-emblea deixou este negocio a
apreciadlo do governo, nao o quiz apreciar.
OSr. Meirn :Ai.reciao.
o >r. ./. Caralcaitli:Deixoo-lhe lber I.-.,le de
contratar com q lera mais vautagens oll'erecesse, e
eis-aqui o que diz a leio gi.verno fica aulonsado a
raiiir ai.ir com Lucci, ou com quem julgar maii con-
veniente.
O ir. Meira : que be virdida he, que a cotn-
inissAo repellio o coulralo de Lucci,'mas alguem se
inicra- ni, para que o contrato fuste approvado a
I a- ai una emenda na le do orcamenlo.
OSr. i. Caoalcantt :Puis bem, melhor ainda
para o jue eu quero, isso vem em apoto de miuha
idea : o coulralo; be inexequivtl, o contrato nAo
preenebe o seu lim. A issembli aulorisou a contra-
tar com Luecl ou rom quem melhores eoiidires of-
ferecesse, Lucci dlereceu-se a lomar o Ihealro sem
subvencao, purque essa falla era compensada pela
[lermisso do jogo no Ihealro, donde seconclue umi-
ta claramente, que o Ihealro sera subvenidlo nAo
pode dar represenlacoes, e te acaso Lucci se nbriga-
va a isso era com m-i ,. no jogo do quino e loto, o
que he uina de*raurali*acAo, que se oAu pode ad-
millr. Daqoi se conclue, Sr. presidente, que asub-
veurAo he nece-siria, e tanto mais quanlo he certo,
que duranle o lempo em que uAo lem haviJo sub-
vencao, se mi i lera representado regularmente, o
Iheatro nao tem funecionado regularmente. He as-
lina, Sr. presidente, que cada vez mai* convencido
da nece**idade de cada orna subvennAo, eu apreseu-
lei a emenda para se darem 21 como* para a cum-
panhia lyrica, ficaudu alguma cousa para outra,
afim de lermu* o ihealro fuuccionaiido sempre, e ha
com isto meimo, que susleuto as miuhat ideas rele-
l.vamenle ao contrato Lucci. Nada maii me parece
nocettario dizer acerca do contrato Lucci, lauto mais
qoanln elle expira este auno...
Cm Sr. Deputado :Em maio.
O Sr* A, Caeacantl iO silencio da assemblea
exprime urna den-ao uo sentido de pagar a molla a
que esta' elle obngado, em coutequeucia da nao exe-
curAo do coulralo...
O Sr. P. /laplisla :Isto he o qae tiaha que
ver.
OSr. A. Caeal'aiili:A assemblea nAo decidin-
do acerca do contrato de Lucci...
O .Sr. /'. llaptistn :o uobre deputado parece
nao ler lido o conlralo.
O Sr. ./. Caraleanti:Um contrato qoalquer
que elle seja, feilo pelo governo com autorisarAo da
assemblea, eslipulaudo elle urna multa no caso da
ii.io execurao. lepoi* de um lempo marcado, desde
que a assejibla nada lem dilo posteriormente, he
claro que concorda no estabelecido ara lemelbanle
coulralo e na impusicaa da mulla a que elle se obri-
gou...
O Sr. P. Ilaptista :Seguramente uAo leu o con-
trato.
O Sr. A. Caeacantl:NAo me importo com as
oulras coiidires do conlralo, sei que elle impe
urna mulla nu caso da nAo execurao dentro de um
prazo, prazo que expira em maio.
Em todo o caso, Sr. presidente, a astemblea vo-
lando 21:0005 para a companhia lyrica, uada im-
porta isso com o contrato feilo com Lucci, qae pode
apresenlar-se com a tua companhia u que elle de-
cid I mente nAo I Ha, taulo mais que o seu coulralo
expira em maio )
O Sr. P. /laplisla :Leia o contrato,
(lia oulros aparte*.)
O Sr. A. Cacalcanli:Sa o contrato for apr-
senla lo casa, enlAo melhormenle se ha de ver qae
o que eo digo, he verdade ; e tanto mais, Sr. pre-
sidente, he isto certo, quanlo Lucci o que pede cite
anuo he a prorogaqAo do seu contrato.
., lia um aparte.J
Eu digo mais a casa, que garanlo, que nanea ha
de haver companhia apresenlada por Locci, e cora
islo lenho respondido...
O Sr. /'. Paptista diz, que nAo lem escrpulos
em declarar, que nAo he do teu roracAo, que ella
lia os fortes irotivos e razes para volar, rumo sem-
pre tem volado, em favor de urna subveurao para o
Ihealro ; por quanlo, se bem qae ache os necessarios
rerreios a vida uo seio de son familia, nAo he Uo
nescio qua desconhe;a s vantatiens do Ihealro, e
o bom gusto daquelles, que o frequenlam. Todo o
humero, diz o orador, lem o dever de submetter-te
as necesidades da poca, em que vive ; e he in-
contestave!, que para a cvilisarAo ot Ihealrot sAo
urna necetsidade indeclioavel.
Observa, porm, que antes de votar-te a subven-
rAo constante da emenda, que foi remetlida a raesa,
se deve resolver a queslAo exilenle sobre um ron-
trato celebrado pela presidencia com Raphael
Lucci.
I',ni lera o orador, qoe, quaudo se retir m a sub-
vengo para n llieatru, mudas pessoas lcaram de-
baixo da prestAo de urna idea n-sintadora, qaal a
de arrumar-.o e perdpr-o o edificio, e, enlAo, se
leve como grande bem apparecer um artista, que se
compromellesse a dar represenlaces -em tubven-
cAo uenliuma : que se reconheceo a dilliculdade. te-
nilo a impotsibilidade do emprezario levar a rUeilo
as ua* i :..--j c....s. e por isso o animaram a lomar
subre -cus hombros a empreza. E foi por este* mo-
tivos, que Ihe periniltirain apreseular nos inlerval-
los alguna jogo* de poro liveHiineulu, nAo como
cndicAo esscncial do conlralo, leguudo aftirmou o
nobre depulado, o Sr. Antonio Luiz, mas como
una simples permistAo.
Diste mais, que a iudemoiia;Ao coucedida pelo
coulralo ao emprezario Lucci, eslava na coudic.io
delle veinle o* bilheles dos camarotes e platea le-
lo prero que quizetse.
Mas seja o que for, o facto ha, qu exisl esle
conlralo celebiado palo governo provincial, e au-
lonsado por urna lei, o qual n.l.i pode ser lachado
de immoral e lorpe, como o lacbou onUire deputa-
do, o Sr. A. Luiz, sem grava ollensa a etti assem-
blea que o aulorisou, e ao Exm. Sr. contelheiro
Jos liento, que, como presdeme da provincia, o
tez.
E o cerlo he qua o emprezario tem empregado
'-: ,n_ i~ ja mandando agentes seus Europa con-
tra! ,r artisUt, ja remetiendo dinheiros para esta
lint, etc., como bem prova cora documentos.
E, visla di*to, ni se lendo aiuda concluido o
lempo do conlralo, que elle ttm, para comerar ai
represenlaojeet, pois que acaba no lim de maio viu-
doiiro, e por cuuegoiiile mi i leudo cabido em falla,
mo se pode eshulha lo dot direito* do conlralo,
desprezando-sc a sua reclamaro ao poulo de era
delta lomar-sa conhecimento.
Finalmente, dme o orador, que villa do ex-
pnslo, era pira reparar a dureza excessiva. cura que
se mallralava este eslrangeiro, dizeudo-te publica-
mente que elle era desconceiluado e absolutamen-
te incapaz de cumprir as ohrigares dn contrato.
Se Lucci dis*e o orador; ja livesse cabillo em
filia, esle argumento da falla do cumprunenlo de
devere* seria iiem Irazido, e ainda aiiim nlo ha-
vena necessidade de otTeuiie-lo em sua peitoa com
expresses inconvenientes. E rio estando ella em
falla, he mulla anlecipacAoe prevencao argumentar-
se por um modo tilo de*eommuri*l.
Conclue u orador pedindo que te lome conhoci-
meuto lo requerimenlu de Lucci, que se desterrem
lodat essa* prevenres. qua cerlamenle nlo honrara
a assembl, provincial, e, que depoii de ie lomar
c uiiiec.ment das a I legan es do emprezario e deci-
dir-se o teu negocio, tulao Jse Irale da subvencao
do Ihealro.
O Sr. A. Caia\ranl'\ : [ Daremos eiu oulro nu-
muern.)
Dada a hora lira a discassAo adiada.
O Sr. Presidente designa a ordtm du dia e levan-
ta a sesso as 3 horas da tarde.
P&GI3A AVULSA.
SOIS ISBAS
Nao hema a lembranra destes Srs. la rus Direila!
Fazerem-se de almas do oulro inuu lo, arratlaiem
correales, fazerem estrpitos, e lodo islo sem moti-
vo A puhe viziohanra incommode-te tmbora,
seja obngala a nao por a calva a motlra, e lodo por
que os meus Srs. inln se querem cohibir detta vida
desregra la que a forra querem levar.
Audam em ordem lo da ai taradas : nAo ha
ningiiem que pasteaos dia sem levar urna e man ta-
cadas : se o tujtiln fuma, da-te Ihe a Tarada pedindn
um charuto, e quando npaio> da' lizrm que bo-
j luu singue, se lem dinheiro, enlAo dar a tacada be
ped-lo, e o sangue hei'ergenl: quilquer cooa,
! amflin s-ja o pie for, fo:ile que Ihe ala de correr o
ferro, e o muco remedie q-ia Ihe rosta ht torcer o
corpo liara nlu botar sangue ; que lal a aanif '.' que
Ul u vino ; i fie com elleilo vicio pedir ludo e lo-
io. o da*. Diga c.m ell'ilo qualquer um loa n -.,.
leilores, |a" |iaoo algum da tem que l!ie |icdl~*s>n,
alguma causa, sem |ue l,v.i-e alguma laraila .' So
lem (avalles, pedem Ihe cavallos fea leaa flores, pe-
dein-lbe florea ; se lein... a raaii mu* msigi.ifiranle
la' vAo em Cima, e bAo de pcdi-la. E nao ha mes-
mo pessoas qoe sem prerisarem pee.un por virio *'
Ka quart.i fena Jil alarde, um ferio alropel-
lou uina pobre rrianca que acinip.nhavj a musir
do balalhilo de s. In-r. A ra do l.ivraraaulo esla-
va cheia desses pliilo-harraonico*, que ludo deisain
por urna mu.ica-uilia. quamlo o boleeiro culcudeu
que .levia a(cavessa-la a Ircle largo ; se livesse La-
vado de sua parte a menor alinelo pare com opoxo,
teria por certo ou iiii.dilic.nlo o passo dos raxallos i
uie-ii.u parado u farro, ale que a ra etlivesse des-
embarazada ; mas qual, um boleen... urna enlidale
lAo importante, ura hornera qun te enla tilo alto,
esperar que o poso que ratteja no p... e que |.i*a
ou Je puara teus cavallos, paste pnuieiro do que elle,

MUTILADO
> _. v.



-r
. --. -,-^Wfln^.^fftJ-*
MAMO DBPBRN&HBUCO, rOTCA FE.BA kfl MABRIL DI IW
Hanoel Ferreira Piulo de Araujo.
Antonio Jase Das di Silva Mi'ii lanha.
Francisco Mamede d'Almenl.i.
Joaquim Allauso dos Rol.
Sendo insullricui- numero de l'i jurado* pre-
sente* para haver salsa, o Sr.jovz de direilo presi-
dente do Iriboual do jury, procedeu ao sortein di* ~1\
jurados para poder hnvec sessilu, e fu rain sorieados
o* Boohore* loeoinle* :
Joaquina Ceudido Ferraira.
Manoel Peregrino da Silva.
J11.V1 J i*f* de Farree*
Amonio Francisco de Soma Uagalhae*.
i ir. Ignacio Firmo \ ivier.
Antonio Jota Bandeira do Mallo Jnior.
Jo- da Un/. Santos.
Manoel iio Naieimeulo Araojo,
Hanoel Pereira Liana.
lo,! Anlonio do paula Rodrigues.
Jos Joaquina da Canda.
Bando -Vives de Miran ia Vareifto.
Cominendador Joto Goncalves da Silva.
francisco .Manuel do Sanios Lima.
Antonio Kulina do Andrade Lana.
Joflo Carloa Augurio Me Figoelredo.
Jote Francisco oa Cosa Lubo.
Antonio Joaqum de Vasconcellos.
Hiplito Cauiano de All.uqueiqua Maranliiio.
Auloniu Climaeo Moreira Temporal.
Leandro Ferreira da Cunta.
Joflo de Freilas Barbota.
Jos Auliinio de Azevedo Ssnlos.
Manoel Junquan Lima.
Concluido u sonrio o Sr. jnir. de direiln mandoa
que se expedissein os competente! man lados de noli-
licacSe dos senhores jura ios torteados, e suspenden
os habalhos meia horn depois do meio da, adiando
a teossSo para o du seguinte as 10 horas da mauliaa,
inda, um boleeiro satnprs lem c.imintio, uinda que < Ignuelo Pinto Soares,
sijj por i'uiia da popular.lo. Continen!, Srs. boleei-1 Luir. Jos Rodrigue* de Souza.
rus, mas lvrem-s* de que lhes possamu* couhecer o Antonio Alves II.irliosa.
r Minero do cairo, porque enlato sempre lia de haver i Manoel Cadmio de Medeiros.
t '-l.anoi.lia. que deponham contra os Sr*., e em lunario Frauciseo Ma.tius.
i ussa trra lia policia c lia pislira.
Ora, diga-nos, Sr. da caiar parda, porque lia
de apandar Unto sol '.' porque lia de au.lar tanto '.'
Vmr. e>ta' rondando, 011 ne oleiro '.' Ande la', ma-
(.aiiao, tanto sacrificio nao so ful leal motivo.
Consta-nos que una das posturas da ramera
municipal de Uliuda man la que srjam applicadas
a4 despezas do ceruilerio, as sobras que lc-rem das
nimias designadas a MllifaCjlO das necessidades pu-
Llicas ; ora, a vicia disto parece que s quaiulo na
nices dluheiro alm do nece-sano, he que se pode couhe-
cer que ha sobra. Agoia perguulnrcnios : eilflo ta-
ti'eilas as necessidades "! As ruis tilo limpas ".' Es-
tilo derrubadas esf.s matas que hoja cobran lunares
que auligamente eram mas, e cujo calcnenlo rla
anida pala attestar o lelo da miinioipahdaile'.' E se
inda dislo se leiu ledo, anda que quasi nada ruste,
cuino lie que ja so sabe que ha sobra '.' Vi.> be que
levemos a mal que se despenda rom o enmiterio
todo u diuheiro pussivel, u que mis queremos deque
se ruile lambem na lunpez* ila cidade, e que nln
s'ja esquecida porcousa alcuma ; lodos sabemqusn-
! concorde o aceio psraa salubridade publica, todos
condecem por lauto a conveniencia da I mpeza da
ndade.
Porque nfto lomou nosso conselho, Senhnr'.
Poda Icr mudado o balco para a porla, e assim
namurava e venda, mas nao quiz, e continua na
porta somante a namorar e sem vender ; sim, sem
' ender, porque vende-se no baldo, junto do covadn
n da vara, e nflo na porta, adrando oldaduras de
porto a viriohanca, e dislraliido sem ver nada qne
nflo aeja relativo ao... ja' se sabe. Ad .' se o palro
noubesse I... U Sr. ia namorar da roa e nflo como
i aveno de sua luja, em prejuizo de seu inlrltusil
Consta-nos que urna seuliora acreditando pa-
mente na inaior e niais espirituosa oas patranhas
dos lempas modernos, esse pievio acabamenlo do
mundo no da 1:1 de jando, ditsera muilo tranquilla:
loco pela madrugada lenciouo inotler-me no lauque
I' de casa de cabera e ludo, mal deixando n nariz
de fura, e assim o foco doCometas me ehegara'
a elle. Trahinilo-se do inesinu assumpo, dise um
agiota em lom de consideradlo: Como o muu lo
I' ni de se acabar, vou por em da os meus negocios
para nAo deiiar a miulia casa embararada, a araa-
i liii.t lenciono fazer o meo lestameuio.
Consta-nos, que os monopolistas da cal prela
continan) a promover os meios de levar a elieito seu
Hlenlo de duplicaren] o precio d- cal ; a venlicar-se
este illicilo convenio, qualquer lem o direilo de fa-
/it o iiie-iiin rom lodo e qualquer (enero de ndus-
Ina.por excmplu, o lijlo, a ara, o darro, o essuear
rcliuado, o p pender de pequeo numero de fabricantes, erobura
le lirem os meosde sustentar alcumasdoziasdc pes-
: oas. esijam soinmas fabulosos dos consumidores !
,'vcra' iilo a decantada lib^rdaile de industria? Se
,1-ini he, o que nao queremoscrer, os andeos dnliain
mulla raiao quando pracuejavam a lorma do cover-
iii qos noi rege. Mas felizmente, esperamos,que ei-
l*a novos especoladorcs nao bao de levar avante o
leu intento, como acontece acerca das carnes verdes ;
entretanto chamaremos a atlenrn dn po para que livre a popularlo dess'e futuro flagrllo
Dizem qne o curpo de commercio Oesta cidade
pretende otrecer a S. Esc. o r-r. eonseldeiro Ser-
liu Teixeira de Macado um magnifico prsenle, em
igual do recondecimenlo do seu excelleule guver-
iio e dislinlas qualidadtt penoaes.
llontiMii leuuiram-se os padeiros, commercian-
tes de familia de trigo e outros ioteressados no fa-
brico do pilo, para procuraren] o meio de adirem
ilas dilliculdades que Ides acarrela a postura que os
transiere para fura da cidade, e decidiriun represen-
lar de novo a assembla provincial, demonstrando
as perdas e desarranjos que lhes cauta esta transfe-
rencia.
O Sr. inspector da marinha Elisiario Amonio
las Santos, ollereceu a redaccAo desle Diario o map-
pa ..liana, que demonstra a profundidade do nusso
porto, proinelleudo enviar semaualinente cual Ira-
baldu. Agradecendo esta lembrauca que resulta em
beuelicio da navegara" e commercio, a redarro
recibera' sempre coiu prazer esta e as mais publica-
ces que S. S. dignar*ie enviar-lde e que silo pa-
Jrftei do inleiesie que loma pela prosperidade da
proviucia.
REPAHTH5AO DA POLICA.
(Iccurrenciai do dia-25 de abril.
Foram presas : pela subdelegara da freguezia dn
Recifo, os marojo* americanos Williain l'oll, e Wil-
hain l.eilcr, a reqoliifgn do respectivo roniol.
Pela mbdelaitacia da freguezia de S. Jos, Joa-
qnin Francisco de Oliveira, por cinne .e eetupro, e
Maunel Franrisco Xavier, por desordem, eJoaquim
Jos l.einos Magallules, sem daclaracjlo do motivo
E pela subdelegara da Ireguezia da Boa-Vista,
Antonio Francisco Cuines, para averiguarles pu-
liciaes.
Mai.oi'l
seiro
LulaSilvalns, pollo, 3a anuos, ..n- i rcur
.,-',, .... I que posst diier, eu iu.il he o que nao esta'eiva-
.... Antonio da Silva Ponte* (uimarles, Porto, dti Ido do espirito de patrouagem. onde sympalhia, ou
nos, ilelro, caiseiro. anUpalhia por asta, on aquella grupo '.' Dificiltm
.... J.-o Pedro da Alcntara Lopes, Lisboa, ."I rom po.tolnsli!
iniai un' o homem ., i enmarea he bnm ou m.io, porque a mo responda a populaclo, lempo roui limitado, e em pretonea de circumstan- dn oa eut rr imi,.i, ,i iu i
i', (kii'ii i.n ,i.i.. i. ...i .* ....._ ..........^.,1, u.4., ..-. ,A n.....,*; .. a..n......i...-1 mu .1.,,..^ a .,.,.,. .na,,..... .. .*. i... t"*- i.eciie I i ile man-
innis, solleiro, ralieiro.
257 Josa i'erieira Coelliu, Porlo, V.l anuas, ca-
lla, martimo.
i'xj j...
feitor.
i eireira Lima, l'orl a, :7 anuos, solteiro.
M isainda assim nutrimos a esparanc de ver me-
llioiar esta situario anmala, e coutiisladora ; por-
que de prsenle temo* um joiz de direilo, que rom
a manir prudencia, dianidada e reclidfto, tam-se
inantldo ein nina potic.lo lo honrosa, que nao ,].r
.... j.-ii-milin lunar.,, de Alm-id.i, Ida de Santa e.peranra a uenlium dos gn.....s de se prevalecer de
*iis mi.ii nrirt para o boro, eiltu *Je seui clculos, ou
llanos de vmganras.e caprichos.
Maiia, l:> anuos, solteiro, maiilimi.
-li i Antonio Cameiro Piulo, Porto, anuos, cai-
seiro.
Franeeaee.
-!i Francisco (jazave, Franca, ^ annes,
martimo.
^liJ Mr.
martimo.
! Vrente Btionno, Franca, -i'.l anuos, solleiro.
solteiro,
llourlain, Franca, 'J". anuos, solteiro.
USr. I).. Joan Anlouio da Araojo Frailas ilenn-
'ju "s tem '.....preh.....lidomuito bein a iiloa{So da ro-
i in lote, e projacto* dos dessideutes, e lam
una conducta a mais propria para in.us t.ii-
uiaritimo.
Brasileiro.
Teixeira, Peruambaco, Oannos, solleiro.
atil .'ose
solvente
Fallecido Portogoez.
20.1 l.li/. lose da Rocha v i.ium, do .lllbo, 2i
.un.as, solleiro, mariliino.
Exislem em iralamenla Portosneze*.
366 Cnnttanlino Jo-e Mana, Lisboa, 20 annos,
solleiro, caixeiro.
7 Manoel l.anes da Silva, Porto, 16 annos, sol-
teirn, feitor.
268 Joaquina Mendos, Lisboa, .".(l anuos.
Jll Thomai da Silva Hamos, Porlo, 50 annos, sol-
teiro, reitnr.
JTI Ju-ii Mirla Barbosa, Porto, 2 annos, solleiro,
padeiro.
-~l Antonio do Houza Pinto, Porto, :)ll anuos,
martimo.
272 Antonio Corra de Mello l.ameco, 36 annos,
Irab.lhador.
Fr* naei,
273 Prelaox Ojenio, Franca, 1 "> annos. martimo.
Conforme. Secretaria do real Hospital Porlngoer
de h-neli.-encia em Pernambuco aos ti de abril de
1857.Joflo Doniingiies llamos, secretario.
ia irea, e
a lopladn
de li/.ei jiii'l'.'ii f..ji dl-sensOei rivas, o odioi
por ijoe Imii-M- labiJn ario lar de lodo quanlo pos-
- r.voln'-i.....>naa psndeiicias dos grupos, para
poder distribuir juslira, sem reudet prsito a hoiue-
nigem a pessoa alguma. K lirma neste posto lem
acareado nt respeilot, e sympathias da lodo-. N.i
pmneira M's. i ,io jury, a que presidio, mostrou
muda inlelligeneia, raclidfto, e 'evendade tempe-
rada pea civilldade, e corlezania ; assim que man-
iendo cun o inalur rigor a oi.lem, e deeencil do Iri-
bunal, a ninaaem eseandalnoa, e antes por todos
fol bein 1 ai'. .
Seguindo o Sr. Ilr. Frailas lo digno eompnrla-
in-ulo, he minio nitural, i|ue ai
lerna* o emillem, e asalm vi.
inieira deita nidada ; me eingirei a demomlrar
avidenlemenle que a eompanhia de sua parle cum-
prio eiaela e eonsciencioaamente *uas obrigacOes,
anda que eom grava piejui/.o da seu direilo e de
sens baveres.
Par um das artigas do contralo, era o govtrm.
obriaado a modillca-lo ims casol de forra mai-jr, nos
quaes enlrava aseria, o,,,., heuve secca em ISVJ i
pata IK53, lodo o mondo o sabe, a o remuhereu o
goveri.o geral. dando soceorros por esso motivo as
provincia* do norte do imperio desde Paradina al
Maranhai. : he lambem da publica iinluriedade que
os :a las que con-une esta provinri* san, a manir I
\ irle*.
i-a de I
N. i.
ras dignas da m .lar atlen.io: pun le OUlro modo
ni i se podem deisar p usar desapcrceb ios os emba-
nco* que dadi provem u ii-~i, lina do exernio.
I).. Jornal i/') Conimcrci u. -I\". .le .. de seleml.ro
de Irfjj.
Aviso rirrular.
Ido do Janeiro, em '!'l de jolhu de iKjfi.
provincia! a^.*.^ "Xlt .^."oS?! : "31% aatfSj 21"" *......** '
'i qnella Ireg,e/ie, cuj felo clia-mc rte rr ca
's muiiiiado pel-Sr. subdelegad M.rlms Itibcir., r
ediulo enrgica* providencias. Baa-VMa 22 de
ls,ii .,. Kl horas da maiiliaa, Manoel l.iz
O .Sr. M .noel Gonealvca Agr, rom lod* a or. i
na mande um catre raneara da cacheara de aaa .
unui-trarilo, a i.ia.do K-sirio da Ba-\il,i. | i,
condnzir am clielrria* (Ue fitliaijala binliai n
aova e ateia da aoila, anda aaa M rouduaidu aan
parle
Cean
lo
er.los pilas da Parahiba. Rio liraml
Piauliy, qua foram a. insii IIiBeHada* pela
esta, a como virein os galos para u sopprimenlo
de-la. que alia* lambem se resenta uo ultimo
mal .'! 11
A eompanhia em lempo pedio providencias, na
forma i-tpula ia no s-u contrato : e o goveroo o
que fez :' il gi-vernj de oul.lo entenda qoe devi*
desviar de i e--a trela, a que all* era obrigalo
pelo coutralo, ea envin eesembla, para onde
i "incite j os papis, e nina providencia necessaria no
momento foi prolelladi c remet ida a um eorpo
colleetivo, oiiie In io de moroso pela ualuir/.a de
sua insumirn.
Une siicredeu '.' A eompanhia podio logo a' assem-
bla a recis."'.. do contrato, em que urna dai parles
luloridade* subal- fallara sem a menor cerlmonia pnncip-1 do sual
i ser o Sr. I)r., convences, que era a modificacio em caso de farra
ciies do eiercilu distraludos do servir, dos
par* s Tem eui|ir; gldos eollio agenlos (io.ici.. -
Ihesourarias II raaenda, e em nutras fourees c
estas, sem carcter alsum militar, e rasultandi
das
"o lllin-,
da Virae.
da
N. ...
" Sr- Manoel Goncalvo* Afra fique ,,i iniclh-
-'i que por nova reqinir.So dn Sr. Dr. cSwfed*
1 '"""'......retentara......S.. subdi.;...|., oa li-
ca.u,l! VV"*' '* larca* tas
' '"rleai para n crnulerio p.ir fcaaaisis'
'".eoaaa daalc* o serviro nrsign*
..."'.*. -' '" "'-' < lH.Vi.-Msi.,., I
^-" Igual Uno, o, detaai. c,lo,-
i ilia rvsndn
reitrra les iu .i*
?v4
atu
' '-

-
: S
**..>.
MAI'PA ttemonslralico a'agua que lene o banco li
barra Oeste porta na semana ltimamente
jinda
J --------------
o -
t.
O x - Nomn.icao
- dos das. Preamar. Uaia-mar.
5 = -
t'J -I Domingo . I" pos ingletes 1.1 pi inglezes 12 o
2ii 26 2.a feira. . 15 IrS ..
21 2V :).<< feira. . 16 o II 1*3
22 2H i." feira. . 17 n II
23 1 >.a feira. . 18 B II 1|2
2* 0 t.rt feira. . 19 a II
2b 1 Sahhftrtn . 19 II
Ou-erva^ao.
>as di llrenlos ancoradouros do porto ocilou a
I..i\ i-mar enire 12 a 2(1 ps inglezes, e o preamar
de 22 a M. .1 jao Fraucisco Pardelhas, ajudjile do
pralic. mor.
O vapor hamburguez 'Teulonian, tendo sabido
para o Rio de Janeiro e portos intermedios, coudo-
sio a seu bordo os segoiutes passageiros desla pro-
vincia : o I, Sr. presidente .Sergio Teixeira de
Macedoe sua familia, 1. liiflruy, loto P. Damss-
ceno.
At amanhaa.
COMARCA DO BONITO.
Caruani 21 de abril.
X.
Nao lem chegado an raeu coo'iecimenlo fado al-
gum importante, motivo porque leuho deixado de
eaerever com a assidnidade cosluma-ia.
Consta qoe cliegarT ao termo do Banilo n doolor
Manoel lienrique Cardim, nomeado para substituir
ao dudlor elhno. Fazemos vdlos pare que o doulor
Cardim ugo desiniot* a coufiahca que Ihe neposila o
actual ministro da joilici, e que se porte no nobre o
imporl.ii.le e verano das fu nenie deseo cargo a bem
merecer a estima dos oossot irmos do Bonito, dig-
nos de toda a allenco e cuidado desautoridades.
tinadas maiores uecessidades do nosso centro he
n emprrgo de um meio a evitar se os repelidos mu-
llos de anima-, que he o nosso cancro roedor. Espe-
ramos, porem, que o nosso representante o doulor
Jeronvmo Vilella procure remediar os nono* males,
cmpeuliando os seus esforjos para que soja conside-
rado, como le, um projeclo apresenlado na cmara
dos Apelados, pelo nosso digno juiz de direilo o Dr
Manoel Coneia Lima, quando representante da pro-
vincia da Psraliiba, con-iderando crime policial o
Torio de animaes, ou que aprsenle urna ootra me-
dida que possa remediara impoleiicia dos preju.li-
cados, que sendo homem. pobres na maior parte, e-
Mo impossibilHados de apresenl.rem emjuizu urna I
quena pela grande defeza que lhes lie ritfci.o fazer.
Uesejamos ao Exm. Sr. doulor Porlella, lerceiro
v^ce-prestdenle em ejercicio, prospera adminislra-
<;o, o que he de esperar atentas as qualidades do S
Lxc.
Enlaoji houve um depotado que se lembrasM
desla localidad? para eleva-la a cathegaria de cida-
de '. verdade lie que nenhuina despeza fazem os c-
fres pblicos com a rlcv.ie.3o, c que osla Incal iade
si. no caso do merecer semelliaulc favor, segundo
altillos entendidos.
Consia-me que ha desojo de certa conlradanea,
trocando-se as freguezias dos termos. Sera ventaj-
la tal conlraianca a.s povos 1 s os enleudidos po-
dero reiponder, mas eu iiiclinu-me a crer Ique
ule. ''
Por ora nada sei do jury convocado no termo do
Bonito, e espero poder dar noticias exactas.
O delegado de polica licenciou ao ca.ccreirn da
cadcia desla villa para ir i capital cobrar o. seus
veiicimrnlos, e nomeou para substituir ao licenciado
a um oliicial do juizo municipal, logando ouvi dizer
firmado em disposirilu legal, o que foi bulante para
que a nosso juu se julgma oflendido, 0 olliciasse ao
li.-er i.rlo pediudo ou ordenando car.as.e a cuja no-
me irflo, ao que sopponho, n.lo quizera asseutu o de-
legado. Agora, pergunlo eu i Vmc, pode o dele-
gado nomear a um oficial do juizo municipal para
tabstiluir ao carrereiro nos impedimentos leeaes t
N'sda mais por boje.
i Carla particular.)
JURY DO RECIPE.
S." seisao.Da 34 dr abril de 1857.
/renuencia do Sr. Dr. .ile.randre llernardino dos
Itei' e Silva.
I romolor publico interino, o Sr. Dr. Joaquim de
.Souza Res. '
Esorivo interino, o Sr. Manoel Crrela Comes
de Auneida.
Paita a chamada'a, ti horas da manila, veiill
eoo-se eslarem presente* 21 senhores jurados.
I ..rain dispei.-aii.is por motivos juslilirados de
molestia os senhores Kguintei:
Antonio Joaqu m de Sania Anua,
(ervasio Prutasio Simei.
Amonio Ricardo do llego.
Ilr. Joaquim de Aquino i-onsoea.
Dr. Apngio Jostino da Silva Ciuimares.
Foram relevados das multas, por leiem romparc-
i, e ipreseolado escusa legitima, es senhores -e.
guiles:
Francisco Antonio de Oliveira Barros.
M'tuel Joaquim do Rogo ll.rros.
Foram mulla.los em man 20J00O, os senhores
ja multados no dio auler-doiitet e que nao compa-
recera, e mais os senhores segointes :
BaaliaaoMagalhles Castro.
J.i-o Gervasio de Amnrim Garca.
.lo-o Bernardo de Sonza.
Frederiea Lepe* taimarlei.
Vicente Meades Waoderley.
Ijnacio Jos Pinto.
Amaro Benedicto de Sonza.
Dr. Fraaeite* de Pona Salles.
AatenioCsrnelro Machado !io.
Antonio Gorreig Cabra I.
Antonia Joiquim de Sania Auna.
rraaetse* de Paula Lopes Ris.
IziJuro Pereira dos Rsn.
KEAL HOSPITAL PORTUGUEZ DE
BENEFICENCIA.
RBLATOMO
do primern Irimeslre ue 1857, apresentado a' junta
adiniiiislratisa do real hospital porlngoet de bt>
nelicencia, pelo seu presidenle, o lllm. Sr. anto.
na Fiaiiciscu Lisboa, em Mallo ordinaria de pfl-
meiro di.mingo do mez de abril.
.Sra.lmordomo.' do real hotpilat porluijue: de lie-
ne/icencia.Fiodaram se hoja os noiaos Irabalbos
do primean trimestre, aos quaes tive a honra de
presidir, e com qoaulo roconhera a haqueza oe un-
idlas forras para lito pezadi caigo, todava pOMO as-
securar-vos que alian dos hons desejus, cmpreguei
quanlo em mim couha era prot de lAo til e pa ins-
liliiicAo. Cunvidei-vos, porlanlo, a' presente reu-
mao para salisfezer 0^12 arl. 72 do nosso estatuio,
aprcseiilaudO'Vos o muviiiiento pessoal o lioanceira
desla casa.
Sociedade auxiliadora do hosfilal.
Em vista dos arts. 1 i e i- do estatuto, lem--e
continuado na emis-Ao das respectivas apolicea, pelo
que foram emittlda* duraule o trimestre hala 47 ac-
ones, comprehendeiido 35 occinuistas.
Foram passados tres ttulos de leinisses. Dear-
co'rdo com o dispnslo nos arl. 29 e 30 io estatuto,
exnediram-se 13 diplomas, send um de sacio bene-
mrito ao lllm. Sr. Policarpo Jusc Layme, e 12 de
bemfeilores nos films. Srs. Amonio Joaquim lltp-
lsta, Jos Pinto Lelle, Jos de Albuquerque do A-
maral, Euzelno Riphael Rehello, Manuel Custo-
dio Peixolo Soares, Jos Aulouio de Araojo, Viren!
Ferreira da Silva Cotilo, Bailar A. Oliveira, Anto-
nia Valentn, da Silva Barroca, Jo-e Jolo de Amo-
rim, Dr. Joao da Silva Ramos e Andr Das de A-
raujo.
O lllm. Sr. Dr. Joaquim de Soaza Res fez oller-
a do una lecJIn que possuia sol. o numero 359, cujo
aclo meretorio foi em vosso nome agradecido.
lie com o mais vivo reconlieciuieuto que aqu re
gislro o nome do distlocto artista dramtico o lllm.
Sr. eommeodador Jo,lo Caelano dos Santos, que dan-
do lulo equivocas provas de seu bem formado e b?m-
fazejo coracao, ollereceu generosamente o pro lucio
l.eiielicencis, que como sabis leve lugar no thcalro
de Apollo, em a noile de *JS do mez pretrito, tendo
por isso direilo as regalas do ai I. 31 dos estlalos,
que ja se leba em execuo.lj, assun como ao nosso
eterno reconhecimeuio.
Tambera farei mcnnlo do honroso offerecimeuto
que a commiv-Ao administrativa da eompanhia de
accionistas do theatro de Apollo nos fe/, do mesmo
ihoalio e seus uleusis para dito beuelicio, pelo que
tornou-se digna do recoiihecwneulo desla casa.
Admioistrac/J* do hospitaL
O medico encarregado desle real hospital, o lllm.
Sr. Dr. Jos de Alenla Soares de Luna laslos,
lem satisracloriarnenle preenedido a soa miss.o. Os
empregados lem servido regularmente.
Novo Iji>-1 ii.il.
O faelo de se ler dado principio aos Irabalhos para
a edilicaco do gasmetro que deve fornecer a illu-
minaoilj desla cidade, junio do terreno o edificio que
o husp-.lal pussue a' nurgem do rio Capiharibe, des-
tinado para n uuvo hospital, nos impossibilila de as-
sim o fszermos, se .'illeiidermos a opini.lo de pessoas
entendidas a tal respeito; cumpre-vos, porlanlo, dar
as vossas acertadas providencias.
Movimeuto pessoal.
Doenles existentes at (i de Janeiro de 1857. 1.1
Enlrar.im durante o Irimeslre lindo .... 111
Sahiram curados. ,
Fallecen.....
Exislem em Iratarcenlo
Total
Tolal
Freita* um penhor de pai e de legarme* para co- inaior. Oq le'esta' aqu a fall da eompanhia 7 I se
m irea, ou aillos o eu iris. | 0 governo do entlo nAo eslava do liarmonia com o
N.lo menas conuamoi no bom senso dos Srs. com- eorpo legislativo, e llie qui/. acintnameole largar a
mendadores Antonio Francisco Pereira e JoSo Joa- bomba, que.u Disto nlTreu foi o povo e a compa-
quim da Cunda Reg Barros, que aliual Ides fara ulna ; aquella em seu supprimnl.i. esta em seu di-
coiiherer, quanlo esa lula he em pura parda para nheiio. porque n'um me/, perdeu 3(1 cnnlos de rc's
a honra, lirio e rtianidade dcada um ; e que bem l>ue fez a a.seml.loa J remeileu oulra ve/, ao
Inng dse elevaren) por esse modo, se eslragam, e verno, para modificar o contraa, deforma
um^\ providencia que era de
Mnrimenlo da caixs.
Exislia em ti de Janeiro, ineloiudo urna
lelra do banco de 5:15(l3U0t) is. .
Reccbeu-se ueste tiimeslre.....
23
1
8
32
12:0339740
S:7Ke98IO
20:8219530
Dcspezas.
Importancia dasdespezas com
o hospital......0312050
dem c.un annoncics e suhs-
cripoao do Diario. 575710
dem paga a Paulo Caigooux
por dous denles .... h>')!!l)
dem por um escravn para o
hospital, o fiza.....5(l|s50O
dem aos empregados de Ja-
neiro a marro..... 3I3JIG0
dem peloaluguel do trimes-
tre da casa vencido em Ja-
neiro........2-!">3IHm)
dem ao barbeirojoao Aulo-
nlo Cnelh........ 609000
I.lem do alugucl de eadeirai 163000
dem de 1000 eiemplaretdo
relatoriu mandados impii-
inir pela junta transada 1853103
dem de una prensa para en-
gommara roopa do hospital tOQsOOO
dem de ineJiciineiilos. 288J330
2:7532S50
Evislenle.
Em Id. a vencer 10:2813812
Em dinbeiro. 7.7853857

I&0709700
20:8210550
lieropilao;lo.
Em vale* de accionistas para"
_ cebor.......l:| s-,(}()
Em recibos de mensalidadrs
alraza.las de 1836 6779000
Em recibos do Irimeslre lindo 1:7829000
Em predio e terreno do he*
.. "lHl........0:5803130
Em cana lelras e diuheiro 18:0705700
No da 26a* II horas p meia da manfaflaembareon
pnan Rio de Janeiro no vapor Teu/nnia o Kvm.
S-. eonselheiro Sergio Teixe sua inuito presada < estimavel familis.
Lina h ra ules reuniram-se em palacio varias s-
ilharas de dislimojo e os EllDS. Sr. vice-presulente
em evercicio, comm.in ianle das armas, cnminaud in-
te superior da guarda nacional, chefe de polica,
desemli.irgailotcs .11 rolaran, cheles das reparlires
pulilii'as, grande numera da empregados publico' de
diversas catliegorias e do am.gos de S. Exe., com-
inanlantes e offlcialldada dos corpos de linlia da
guarnio.lo, da guarda naeional e eorpo de pohc.a. os
quaes lodos acoiopiiharam a pe S. Evr. alo o arse-
nal de marinha, un I lev-lu^ar o embarque. Ah
arhavam postados varia* Corpus da guariiir;aij, que
!i/.eram as Honras do eslylo.
.Nosdous extremos da ponte nova estavam eolloca-
das duas bandas de mus a, que looavain ao passar
o In libante carlejo que a -oini ail iva S. Evc. .No ar-
senal de inarinhi eslava formada a eompanhia de
prendizea menores, cuja ereaejo e desenvolvimenlo
sempre merceeram o cuidados do Sr. eonselheiro :
N. Exc. .ungise a primeara ultima lila, abra-
cou-as eom grande eiroso de ternura palernel, e
pedio-lhis que transmillissem aquella abraro aos
-eos cuiiipaitiieiros.
i) q.-iis o Sr. eonselheiro enlrau na Clliota acom-
panhado de minios amigos, inclusive o Exm. Sr. vi-
ce-presideule e chefe de polica, vollou-se para o
caes di. arsenal, que eslava guarnecido de um ini-
ineillo concur.o do pavo, du mu viva a S. M. I. e
una adeos sympalhieo a lodos os Pernambocanos.
Depois todas as pessoa entraran] no Camaragibe, e
sa dirigiram para o Teutonia, que cando OJpavillMo
brasileiro, recel.au S. Evc. com nina salva de on/.e
tiros de peca. Ahi o Sr. Sergio, com as mail pallie-
tioas demoiMtraeSea de amtsade, despedio-se desses
amigos que o acumpanharam. Finalmente o Cama-
ragibt suspenleu o Ierro, passou pela proa do 7c-
tonia e aproaimanda-aa um pooee do vapor hamhur-
gui-z, o Sr. vice presdeme deu tres vivas ao presi-
dente da provincia, que foram correspondidos pelos
dous Ilustres passageiros do Teutonia : era o ullimu
adeos da despedida.
No da ."> de maio de 1836, ao darme* conla da no-
meaoiio do Sr. contellleiro Sergio Teixeira de Ma-
collo para presidenta delta provincia, aventuramos o
JOizo segoinle : 1)3-.lis.-i lo de coniproiuis.os pes-
-o a c livre de i......isadea, esperamos que admims-
Irara a provincia coiu imparnali.lade ejustioi, i pro-
mover' o desiuio futuro dalla com tolo o deavello,
mxime tendo paSM lo aqu altaos anuos da sua vida,
e Ihe votan lo extrema aQeirJo.i
Com ell'.'ilo, o juizo que entilo exprimimos, fui
plenamente cjinlrmado pela prahcaque S. Exe. des.
envolreu duraole o breve periodo que residi entre
noi. A iniintlrou a provincia que Ihe foi confiada
com a Inhtidada propria da sua elevada iulellig-n-
cia e .ii-liocla prubida io. Os dlnheirol pblicos fo-
ram sempre zelado com severo e-crupulo. E neni
P>idia ueixar de ser assim, ten la sido opplieados h
respoiifabili lar do um homem que na Europa
ni .vera- um capital de mais de nvenla mil eontol
le ria do estado, e Ihe proporcionou grandes oco-
aomra*
Nunca'as rendas publicas foram muis avoll.i.las, e
In-iavia a sua adminislraejjo he a nica que menos
despenden com ObjectO* desnecessarios, e principal-
inoule com aa cnamadas despeza secretas. Sdh
esta relaoao -i, so despenden o que foi estrictamente
aecenario, mas com ulilidale publica, porque quasi
Sempre s eonsenaJo aquillo qoe se desejava.
O lempo nlo Ihe ptrmitlin por em pratiea os pro-
leclos que roncebea pan desenvolver os deshilos de
Pernaroboeo, comludo fez o que eslava ao seu alcau-
c', para que a lei fusse nina verdade, e o poder pu-
blico respailado. Reformoa as pratiea* Mdica* da
secretaria do governo, e deu-lhe urna ordem mui
conveniente au sirvico e s uecessidade das parles.
Promoveu o desenvulvimento de lodas as obras pu-
blicas que liuhain tirio principio de execuejU.. O
meio circulante foi augmentado com mais de duzeu-
los conlos provinriaes, que oulr'ora jaziam ociosas
no fondo dos cofres, e desparte tnruou mais facis
as Iransarooes da praoa.
Deixou o governo na dia 8 do crrenle, mas na
qoalidade de arbitro, orcupou-se duraule alguns
das em resolver as dilliculdades e aplamar as duvi-
rtas que (inba.n ipnareedo execui;So da estrada
da ferro, que llnha ido por elle promovida ua In-
glaterra. S. Exc. couseguio collocar as cou-as em
bom oslado.
levo a satisfaoo de assignai- o contrato que vai
dar a Poruambuco mais um cainiuho de forro para
Olin la, qoe sera' o nocleu para o dtsenvolvimciilo
fuloro de urna estrada para o mirle da provincia, e
sem que para ele lim huuvesse comproinelhiueiilo
alg'iin dos dillheiroi pblicos.
lulerprole Del das inspiraros* da joiliaj, nunca a
parcialidad minchen os eus aclus, e todas as rccla-
inacoes de que.u quer que ossem eram sempre ai-
lendulas com suiuina benevolencia.
A' exceptu de nii.i diizia de pessoas, ninguem
na provincia deixa de racoiiherer a importancia da
i Immi-lraeao de S. Exc. Tu.11 a gente admirava-
Iheo lino Iralo e as maneirai dilicadss com que ro-
rebia a qualquer pessoa, e nunca deixou de manter
relaioe* de amiside cun membro* linporlanle* da
opposcgo.
A offlciali'iada da guarda nacional desle munci-
pi, pelo orgo do eu digna eommandanle superior,
a Sr. birfloda Bo* Vista offereeeu um baile ao Sr.
eonselheiro Sergio, que com posar deixou de acedar,
porque esperava o vapor lodos os diai.
A assembla approvou lionlem diversos compro-
nii-sis de a mili.: .le..
Continuando na primoira diseoMAo do projeclo,
que auia:isa o governo a contratar com qiiem mais
vantagens ollerecer o farnocirnciilo das carnes ver-
des nrsta cidade e na\c Uliuda, Tallaram os Sr.
Florencia. M.nioel CavilelnHi, FranclKO Joao, as-
cimento Ponlla c Ignacio de Barros, (cando a dll.
cussa adiada.
A ordem do dia para amanhla de a conlinunclo
da .lo boje e mais a terceira do n. S desle an.io,
leiceira .1. n. 32, segunda do n. 12.
co-
que
uecessidade a sua
prompta deciso para remediar o sotrnroento do
novo, fii ansiada a um eorpo deliberativo, onde,
pela naterea de soa iiisliluiraa, ludo lie demorado.
Creu. que o illosire doputado, o Sr. Paula II.p-
lisla, nosso poca coiicorreu com seu parecer a fa-
( vor da eompanhia ; poilanlo cumpie ficar heni esta-
leii ..s inimlgos, porque senda meros instrumentos belecido que foi a presidencia d'enlSu o Exm. Sr.
loovamhoje, o imanhiti apedrejam; s;lo verdadeiros i Ribeiro, que faltn ao cumprimenlo de sua obriga-
byssinios, que adoram o sol ao nascer, e i. apedre- i {io romo parte no contralo, e nao foi a eompanhia
jaaiinooccaso. que faltn Com as modilicanies ha lempo roncedi-
, usr. commendidor Jlo Joiqnim.eomofllb* de Idas, o mal sanara oo seria ailenoado. Diz-sa que
na, onde lem grande fnniliae grandes inlere.- 1 o governo nao poda remediar a secca porque nao
seabateni aos olhos dos homens so.isaios, que s
uniros qoe sahom aquilatar as boas ou mas ae-
ros, e cojos jui/.os fazem o nosso mrito ou deme-
nta
Sim : aquelles qoe e offereeem para apascenta-
rem uosssas paives no* fa/.em um grande deseivi-
r i*o os d-vemos considerar como vcr.la-
I tal abuso na so grave detrimento a'discipli
i'v'io.lo, como prejoizu multo real da carreira dea-
tes militares, que ctiinncllido* a aceitar enipri eos
esiraabos a-ua prolissu aeiu anloiisarjo deste mi-
nisterio, ioring'in a espressi ditposlcio do aviso
circular de 29 de oolubru de 1851, .1 ese expem a
perder e lempo qu p.-ain em ises cuigr.co-, pot rom
itio que lhes deve ser descornado nos termoi du ai- mo
ligo 10 do regolamenlo n. "- .i 31 de marco de
1851, iniilo i.-ifallivelmenii-, I i. pi.iviia" d-mn- lores
1.1 n .. are...sos ; compre OJOO V. E*C faca sentir aos
"l'i'i que nessa provincia se ICb rom ,i.n rii.-oms-
laiiclns indicadas, que nlo podem a--iui roiihnuar.
com mfracrao daquella aviso, e que aainaia lermj pataaia i.a
uautei orden* eslo dadas para que nos s-us a-seii- linea a m
laineutosse lancem as conveneutei nota*, aflea delpoiie das merraioimcasi ri"..V,
que is dspoaicOri citadas pniluzaiu teinpu o* mereio faz-ada nacional asraaZ. luT^. "'?"
devidos ro.ullados, deudo V. Evo. lia inlelligoncia | guarda liiotio II ptiri '
de que fl quan-lu occorrim siicoossos que poiiliain I m.i seivi
em riaco a (gnrapr* publica, sera' Unto a' V. Exc.
einpregar oa oflici esem sesvice esiranbo a repart-
{3o da guerra sem previa aulonsaoa.. do governo, a
qoal todava tratara' immedietamenle no sulicdar.
Dos guardo a' V. Eva. Mrquez de Cavias,
Sr. presidente da provincia de...
Regolamenlo de 31 deaneiro de IK'iT.
Arl. 36. .Nonliom ofilcinl poiera' ser dislralii-
do para servir que nflo aoja da u.lureza done sua
arma ou eorpo especial sem autuiisaoau previa do
ministro e
1 -'-! c!, ia afftwi*|l que as aooa
a rmtfartooar ,, ,,,,^0 da n-
i v.ia e,.rora... e'qoe fon-
na tncaiga, arrumar..e Irant-
1 11
ses, deve sobrehilo conrorrer pira a priupondade
da sua ierra natal, e o Sr. eommeodador Antonio
Francisco, posto que limo de ootra Ierra, acha-se
lAo ligado a lioianna pelos grandes inleresses (|nc
nella tem, e pelo enraraa que ludo deve ompouinr
para o seu hem-cslar.
A piz he a primeir! cnndirilo para ventura dos
nov s, o .1 minga he urna voragem horrivel, que
ludo absurve.
A inaneira mais proficua de enmbatermos aos nos-
tos adver.arios, mo l*e cortamente a invectiva, o ri-
diculo, o insulto e o desprezo, e sim o solfrimeulo
nu esqoeclmento de sus oflensa* ; por aquella mo-
do irrito-ae o amor pmprio do oif-ndido pelo ridi-
culo e pelo despiezo, e lanr;a-sa o ollenlido nas va*
da vinganca e ludo sacrifica para a desforra, e por
este mo.locaiKu.-se o adversario e des.irma-se ali-
ual ; e minias ve/.es se faz de mu inimigo figadal
am prestimoio amigo.
Nao queremos adelgace* o veo que cobre os moti-
vos que geraram esse antagonismo entre dous ho-
mem qoe j so eslimaram nnlr'ora ; mas sabemos
rom certeza que foram susceptibilidades ofieudidas,
o nflo oflensa* do rerla ordem, que p r brio e honra
do homem, demandan urna Intmizade ou separarlo
constante ; e por issj fcil ser a reconciliarlo ou
ao menos a couservaoflo de ambos em um estado
iuofleusivo para o proprio bem-eslar, e da co-
niaiea.
fjnintoa homens separados poredlo* polilicos, bo-
je estilo amigse reconciliados ; a agora que a pub-
lica val perden lo inleiraineiiie aquelle carcter de
feroculade mesmo enlre os de diircrente credo, he
egosmo inqualilieavel manlerem se odios e rivalida-
des entre humeiis da mesma crenca, por suscep-
tibilidades e prejiiizos.
O governo nao deveudo favorecer as prelencos
de um ou de muro ; porquant primeiro que ludo
esta a paz e a Iraiiquillida.lo da comarca, se achara'
em diflicaldadea, e se arreceianda de qualquer das
influencia*, acabara por desconsiderar a ambos,
Porlanlo esperamos, que Iflu digno* e prestantes
Cidsdaos, deponham no altar da patria e-sas mes-
qoiaha rivalidades, e marehem por nulra senda
mais ligua houroa a lodos os reaneilo*.
Cmio lemas con-ciencia do ler smenle enanciadu
ver.iadss, o desejamos ser ainigavelmcule correg los
por algnm advorsarin nobre 6 generoso. Caso esteja-
mos em erro, nflo duvnlamos nos dar a conhecer
coinplelamenle ; desdo j.i pedimos' desrulpa, se of-
fendsinus a stiscephhillda.le de alguom, e assevera-
inos que livemos eia vista ver se lambem colleca-
vamos una pedrinha no o.lili-ia do lien publico,
posto tejamos apenas um-mero srvenle da obra.
Si aliquid contra (dem aul bouos mores dixi-
mus, relractum lidbcmu
eslava em son poder rrger as e-laroes, he verdade ;
mas lambem he verdade que a eompanhil nao linda
meios de fazer cabr as ehuva em devi.lo lempo, e
porlanlo carapria molific.r o eonlrito conforme as
comlicoes do mesino, tanto qiiaiiln fossem argodo
as necesM la les da epochl, que s o poder de Dos
nodia remediar : mas ln nao se fez. e a eompanhia
(o obrigala a lolar entregue a si me na coulra una
emergencia qoe Ihe nao ora permillide ter meias de
afaslar. A eompanhia ceden os mullas a favor dos
marchantes nu .le quem podsaa haver galo para
matar, que mais havia fazer'! !
Cuniuiiiarei mostrando :
I." tfuo pjr paite da eompanhia foram rsligiosa-
mnto eomprido* seus deveres.
2." Qoa a popular.lo do Recife aufrio um beuefi-
cio miiieii-o com o contrato.
3. Que os proprios fazeudelros do serlflo nflo sflo
infeiisos ao contralo, o lucraio muilo com essa me-
dida.
O Impardal.
I
tpubu Da Associarfio Tt/poqraphica Pernambncana
ao Sr. Joao llaelano dos Sanios, recitada
no tkentro de Santa Isabel, na noile dr 4
do crvente mez, por occasiao do beneficio
concedido mesma Assoeia^Ut.
Quem ha que posa recusar ao genio
Cooslantes ovagoet, pura linsoagem
I). eniliusiasino, do prazer inflado,
O ie su ello desperla soberano,
Chaio de vida ao devatsar mvsterlo*
Da nslure/.i nos primores d'aile t
tliiem 1.. lo oosadO marear-lho o hrilho,
SoliJo emblema d'nte imperio logotto
One vence os coracoe, qu- os electrlsa,
Ouo arrebata os espirito* inquietos
A contemplar oa immoilae* prodigios,
Ooe su he dado, na extensa dos seclo*,
Ao genio realisar ? Qoaado na arena
Do progreito e da luz ell se arrota.
Nflo ha quem mise embararar-lde a marcha,
Uu*m Ido venda roubar c'ras virosas,
Fragrants II iros, insuspcllus vuliis
De unnime adlltaSo que he sem limites.
Por mais que o lempo rpido mergulhe
kNo vacuo immenso que vai ler .10 nada
tiravrs reliquias do polar haitiano,
28:2589630
l.ncros e perd.
111!) recibos no valor .
31 vales......
6.19:
'iT-
non
II.HI
t^mmnuka>0i''.
A bordo do vapor Teutn** lambem va. de pam^1 ^2}!!?$^%'!*^
ce,,, um dUlloeto paseageiro, o w. JoaqumUo- !" "' "8"Mh cre"r rte ",0',
mes de Sooza, urna Jas gloria* scienlilicas mais bri-
lliaiiles do nosso palg,
o joven mathanialleo brasileiro, lente de una rio*
cadeiras da academia de i.ialhcinatcas 110 Rio de Ja
neir.i, que lanas provas j hnlia dado do seu mag-
nifico l.ii-na, partir lia dous para tres aun. s para
a Europa em una coiiimissa.i do governo. Fr.i
visitar os oslabaleeimenlOi seleolifleos mais arredi-
la los do Vlho 111011.I0, c publicar alguns productos
da sua intelligeucia e Irehalho.
Durante soa estala un Europa aprenentoo diver-
sas memo: as ao luslilulo de Franca Suciedade
Real de Londres, sobre a Pbysc* Mulheinahra e
ililiereules ramo* d'Analyse. De tudas as Memo-
rias, a mais interessante he .1 que loro por titulo
Memoria sobre a delermineeJIo de funrciies des-
roiiheci.las que culraiu debaixo das Caiaclerislicas
de ntegrses definidas a e que foi presentada .
Sociedade Real de Londres.
Depois que Newton publicou a sua inmortal obra
Principia Mal!,emolir Puilosophiio Naluralis ,
e que siinullaneamenle com Leiboila e os irinaos
leriiotii h, e\,a/. os primeiros principios do calclo
integral, este ramo da Kenciaa exactas lem-se
lornado o objeclo especial do trabalho de hdas os
gemetras dislioeto* da Europa, dos quaes nem um
si. lem donado de ensaiar a* suas fincas para ven-
cer as dilliculdades, na opiniflo de tu los, losupera-
ves, qoe elle pareca apremiar.
Nflo se sabe o que se deve mais admirar nessa lu-
la do du/.enlos anuos, se a BMSM .inmensa de uilel-
ligeoeia apreseutada dol .i\ 1 de todas as formas por
tantos contendores Ilustre, ou se a constante mallo-
graoflo de lodosos esforcos milivi :uaes.
Polc-se facilineme concebir a razn da inmensa
insistencia que dflo a esle calculo, se e allemler
que nflo lia um s ramo de Physica Malhemalica,
urna s qiicsUu d'Aslronomia, que delle uao de-
penda.
O Ilustre mnlhemalico brasileiro, lanrando-se na
mesma carreira, f z do calculo integral o ubjeclu es-
pecial dos seus Irabalhus, e posto que jukasso im-
pos-ivcloque ia cmprehemler, todava depois do
mais aturado trabalho, que qnasi Ihe causa a pona
da visia, e da maior perseverancia, loi assus feliz pa-
ra Iriomphar de lulas as dilliculdades.
Em l.eipsik, na Allemanha, se achata ello pobl-
caii 1 1 ...iirns Irahalhosde genero diffarente, quando
eliegoo-lhe t noticia de que lnha sido eleilo depo-
Vaeonharda sv-iemai vaporoeo*,
ilhos d'orgaiho qoe prepara o lerrao
o exisur .ios nacies : a arle engeitosa,
nleliuivel propensa., que exalta
. i regies do helio do sublime,
VJva scentelha d'esse throuo excelso
Uie s por Dos h oceupado sempre,
l'V.rle e fecunda lirmi-se na Ierra, .,
E nreace e alarga o ambiguo esparoso
(oe a I0J0 o mundo sem cessar s'esleode
Ei o dominio d'arle One segrpdos
Nlo desenvolve quem Ihe aprende as Tormas,
(juem Ihe penetra o santuario eterno,
E extrae do seo de bellezas lanas
talaros pa.irf.es do iminorredora gloria !
B quem sobe 1,1o alio, quem se eiilranha
N'eata amplidflo de.s crearnos arliscas,
Sem que Ihe mingue a intpiracJla ferveule
Ao percorrer rncognito uuiversu.
.N'.io so confunde no tropel ruidoso
Da. turbas que se vflo curvar submissas
Ante oagnismo, o srdido loleresse.
i'.is os hrasoes do artista, se elle sabe
Fjrcuer a fronte sohranceira e vasta,
E proclamar-se ulerprete prufuo.1.)
Da ualure/a, apostlo sincero
Da Civllnacvio. Mas ali 1 que digo .'
Nflo me be preciso revolver anclo
Alhen faslos, eslranceira hisloria.
Para inoslrar-vos que do genio a forra,
vjuan 10 ido alisa e reproduz o eucanio.
D'arle eloquenle. seductora copia
Do bello universal, mais se dilata,
Mais se dilluude enrgica sublime,
Augmenta man conquistas e mili vclimas.
Falla na patria de um arlisla illoslre,
15 o artilla alli esla (joem desrouliece
r.-se nome le actor qu-' he mais que um Ivpo
Vi brailleir* scena".' qjeinjs pode
Compreheoder lambem paives lao varas,
Affeclo exprimir na voz, nos gestos,
Os senii.....utos tradazir sem vasto
Ojo d'alm i hroiim, dominar covo a phrase
A lodo om p ivo, Irsaiporta-lo ao edom
Das delicias d'amor, tiacar-lde em core*
.Negras, bom negras o ternvel quadro
Du olio mplaeavel, do feroz, dome,
llir de ternura com l.lo doce ifago,
la lo pelo Maranhao, sua provincia natal. Enlflo E imiiar lilo de perlo a de*e*p'raoca
Na lula pollina/. !... lie Joflo Cael'ano
Kse .le quem os hlulus pomposos
V'c les brilhar n'aureola qne o cerca.
Nos verdes luiros que Ihe a fronte a.lorn mi,
.Nas lindes llores, peifuinadas, puras,
ijue em lo 1,. parte por sobre ella chovem.
cido,
hircjogooo
Real hnspilal do lieneficcnris em Per......lineo I
de abril do 1857. Antonio Francisco I. shna, pro-
v-iordo hotpittl, e presidente da jnnta adminis-
trativa.
Curados e melhorado* Portogaeze*.
1\< Manoel da Cosa i'asle, illia lerccira, 33 an-
uo, s.illeir", feili r.
213 Seralim Francisco de Almcida, Ida do Conde,
30 sones, oosado, enlalhador.
2ii Ilumneos Antonio de Sooza, Lisboa. 31 an-
uos, lolteiro, raixoiro.
i\". Jos Ijoncalvea Barroso, Doaro, 36 anuo ca-
sado, foiloe.
2H Amonio Rodrigaes. Porlo, 20annos, solteiro,
feitor.
-. Jo..- Baplisla Cont, villa da Feira, 0 anooe
solleiro, serrador.
28 Joao Fraucisc Lipes Uoreira, \ zoo, 30 an-
uo;, solleiro, eaizeiro.
-\'i Francisco .1.
nos, rasado, alala:,'
250 Fraiioisc-i Luciana do Rege Cilisla, ilha de S
Miaoel, IU anuos, viova,
2.1 Jo> Rodrigues da Costa, Porto, 3, ai.a..
sopoirn. padeiro.
l'-.l Tliomax Jo.iqoim de Ca
anuos, viiivo, lapatelro.
253 Francisco Jos de Oliveira, ilha de S. Miguel,
15 auuos, i'jjj ju.
Al.neida A moca, Porlo, 3J an-
dr, ilha Terceira, 16
A COMARCA DE COIANNA, E SI A ACTUAL
SITI ."AC-VO" MATERIAL. E MlHAL; EM CON-
TI.NACAO* DO COMML'MCADi) ESCKIPTO
NESTE JORNAL DE JJ DE ABRIL.
Em face das eon*iderac,6es,q n lizemos antecedon-
lemonle he claro a lodas as lo/.es que a -iluao.io mo-
ral da comarca forma urna perfeita anhlhese com a
siloaoao material ; porque ao pasto que se vflo a-
juulindo lodos os cleineiilos Cnnslltulivn* de um
helio fulero para agricultura, e cuinmerrin da co-
marca, se reunem por ontro l.ni. lo as as cireums-
taucias factorai do um fuloro desesperado, o lerri-
vel paia Imloi, e para lulo ; sim para lado ; por-
qna o prssini. moral la com irea nfloin lo sobre sua
boa .sr.uarm material learrat ira' necessariimenie 1
par.ilisacflu mi eslagnarflo d 1 roinmercio.e rolar.I,.ra
taiiibem op.ogresso da agriei.llura.e do lodos ..s .|.
111 sumieres, que eoneorrem para a prosperidad!
.lo qualquer povo.
Onde impera a intriga com o s-u leeplro do (rro.
1 inania eusanguenlado, nao habita paz e on I,
n.lo ha paz, nllo ha jusl-n, nem melhuramenlo, oa
progressu algum mis arles, nas seieneias,no commer-
cio, e na agricollora, lodo definha e morro, porque
a 111 i:.a 1 de Dos esla' sodre esle povo mil aven-
tur. !o, e precito.
Pudc-se dizer sin modo do errar, que os habi-
tantes la enmarca estila divi lulos em qaalro Brupoa;
a saber d00< grupo* ssquar mas, o dous em qoe -.
divi lo a "mo-ic.'io.par.i auxiliar um au sendoi o 111-
mendador Joto Joaqoim, e ootro *n teohor com-
111-mi idor Antonio Fraurisco, levados lmenle pelo
principio de sympathia, anlipalhia ; mas nao por
c immungarem as meamai ideas, 011 espnsurtm a
111 --na causa.
I--ranlo a p.lilica da comarca esta' loda exren-
Inca, e cviopiniiai ; porque nel jun allado* contra
illi 1 los : e po 'e-so dizer que em ludn
poltica, poique os deisidenle saerilieam todas as
convemeiieai politieai, es conveniencias moment-
nea* do capricho, e da vinganca.
A suprema loi dos grupos he, sacrifique.se Indo ;
lila- ah la-so,e liiimillio-se ao adversario.
o .;m !'- Kiu' bem puliciar umi cotuarca oeili.
foi abriga lo 11 inlerromper esses Irabalbos, e voltar
para o >eu paz, onde Ihe vem prestar novos ser-
GOIANNA.
Tributo ao mrito.
A piuco ilaqui sahio o Sr. leotol* Branca Uoniz
Brrelo, mudado do destacamento, que commandava
na cidade, por conveniencia do lervaeo : leve esle
digno ullii-ial urna ron lucia l.lo regular, o merito-
ria, que em punco lempo acareou .1 eslima de lodos
a ponto de d-ix ir mullos amigos, que por muilo se
recortarlo daa excedentes qaalidadea do Sr. len-
le Urlico, que soube manler o destacamento na mais
rigorosa disciplina, sem lulo mar aos seus su-
balleroos. Seuhmus que urna imperiosa uecessidade
iln servieo nos privasse da prsenos de Iflo brioso
militar.
Em a noile de 25 do crrenle leve lugar na casa r!ue ,lecli,re ''"i" m"'"n a
I' lenhor M.....una reunan vocal e nslrumeiilal i' urcin *lnccra 'lue d a1ui s
Mas um dever de sacro-anta origem,
Smcera gralidiln me pede um voto.
Anda um voto mais, alem dos nutro.
Fisse que he genio.logro-me em dize-lo
Ese artista sem par, nutre em su'alma
N obres asjuracoes, nobres leinlourias
(lue Ihesapraz divulg-r, saiirszendo-as
.No proceder de honrado cavalleiro.
Slo as artes irinaas. K He o percebe ;
F: ao* MUS charos irmgos por svmpalliia
Por esse loro d'amlsade ingonua,
l.lue ha lauto liga em laloiar commercio
A vida social os homens lodos.
Elle a oigo csteinler jamis dnvidl,
a voz mais fraea,
e escola.
em que diversos senhores
primar nas peca
vozes melodiosas. Esse diverlimenli
benefleio do eximio Mista Italiana
Uverame hondada le No dore vinc'loque enerpora atarles
t']!,^,:^* J."1'"- >"-eiro nflo oesdenh, ,,-,
rol nado ero ||e (.ulemberg aos dldos. Presuroso
>r. Mcappim. Vem oll-riar-lhes do talento nsicno
m 're*. ?s'le'lnl'""--'"->. i. '<> fraternal concorse, o a prova e.i.%
lio Hraciosamenie se prailaram a lomar par e na- v,..,.,,.,, ,,. ,r 1 <'xio
quell respeitavel reunilo e qoa......a illoslre pe, ne^aio v'r ^l.len..enle
soa, que primeiro eonceben Iflo bondadosa lembran- Ren.iei -1
ca, por eerlo qne a penna nao os pode delinear!
se desdobra. Ilcm quizera
genio, sau.lacfiu mal- digna
. prin-
cipalmente na opera Allila de Ver.li. escripia
pn.i a -na v / pussanle, mereca e-la prova de esti-
n. 11 i e de bondade.
liorna porlanlo a quem sabe proteger os arlislas e
as bellas arles.
I"m estrangeiro expecla lor.
'"-';
>Uit5eitCia,
. """ .....lein.s, npressoe* tilo rulos
restemuuliar-te a candi la domenagem
Ojo d artistas irm.ljs toda um,, clatse
Keudeao munarcha da br.isilea serna.
Em quanlo, un los phrase e pcn-anionlo,
Iteger o mon lo essa luvenciJo pasmosa
Do homem di.linclo qua ha criilenii'd'anno*.
Primeiro ah i.. Ihe>ouro* enrobeitos
C da ignor ncia diasipoo as Irevo*.
Perdorara1 lio pri. oto eola
cado
redactores. a ju-ta nefoza dos idos prali- i-; ,.s que vieri m nos fuimos le
actos
he natural, o especi lmenle quando.....
sao alocados pelo lado dll honra e inteiroza eom que
for.....execntados : a molona de que vou Iralai he
a defeza do exmelo contrata das carnes venes,
nil 1 qu nlo ao contrato em si, na quanlo .1 sua rxe-
ruc.i 1 por parte da eompinhia qne a ella so obri-
g.ni; esteobjecto ja foi moi bom desempenhado por
hbil pruna, h nada se disse naquelle lempo eonlra
a part.- ezecotva do contrato, qua nao fose rabal
nflo hale taliafarlorlamente demonstrado o contrario ; po-
rnm isso foi em ISM, e agora qooem 1857 so repro-
dii/oin os me-.....s arsomeill s por uCCaslo de ler
apparecido na aisrmbli provincial um projeclo lo-
man lo molidas cerra d'sse genero, compre 110-
mpos
irflo ao ler le a in-loiia gloriosa :
.1 Bis um artista que faz honra a patria.
Eis um dos genio que o universo a liana, n
ucreiano de eslado dus negocios da cuer-
ra, expedida por intermedio do ijadante general do
exercno.
//rarreoia *oj 28 da abril.
Barca InclezaMalhildeinlnos de ferro.
que o torneeador denomina pnmeira cas-1 patacho araertcaawlas 1 .ran^e l.ilite a eervea.
qoe be pozado por dous eavallos, e irm '-.......|-------* jn I din un |aa"ne.
1 > 1 -: !.. a.ileiro Iljm.1 >tumo e sabio.
..IINc.lil.AHO iii-.UAl..
ndimaiilo ,1, dn I a i. 36:J9llcJVs
dem do di, 27....... KlilaaVH
lllm. Sr. presidente e ineiubros da cmara muni-
cipal do Recife.EicndudoS no artigo 170 S 2 di
coustiluio.lo do imperio, garantido* pelo arugo .">l
do recolamento do crmilerio .ir 2 de junho de IU.'.!,
creou cada um ao* ebaixo anignadol um cslabelerl-
melos de cairos fuiclues, no quo empregaram nflj
pequeo capital.
Oesse negocia iam os abano anignidoa liranoa a
sobsistencia *oa e deioas familia., quando ebegnu
ao seu couheciiiieiilo, qoe os (enhorca (luinleiro e
Iftnao icabaiu de requrrrr a-semblea provincial
privilegio paia fornecerem exclusivamente dilesear.
ri i, p.r e-paco .!* dez anuos, medanlo a quantia de
0:0009000, que uflerecein par.: as obra* do meimo
cemiterio.
Essa prelencfla, alem de inslita e evidentemente
contraria ao loleresse publico, de offensivi dos direa
los dos ubaixoi asilcua la, polo quo alem de incons-
titucional, he por deraai* miqua.
lie inslita; porque, garaolindo a con-hliiic.lo a l-
berdade de commercio, 111 luslna etc. etc., nunca e
vio que te lizosse do qualquer dos.es ramos a pro
pradade.ezclasiva de um individuo, son.io no raso
de ser o oblado sobro que versa a eicluiAo, da 111-
veneflo ou doscoberla oesse individuo, ou ein oiilms
oinmameola ezcepcionaes, c sempre na hjrpolheae
le quo o prfvUeglo nao ulleuda os direilo* adquiri-
dos por teiceiros, e soja do evidonlc ulilidade pu-
blica.
Nflo he prerisi demonstrar, que a prelencflo refe-
rida oliendo os di'eitos a Iqmridos dos ahaixo a-sie-
nados, visio ser potilleo e notorio que ha muilos an-
uo- vivem riles daquella udostria ; e muilo menos
que soja olla da inveiicflo ou dcsroherla dos pehcio-
narioi, Uoslraremoi poli, que ella he cutiana ao
luleresse publico.
Aolos de tu lo, parece que os senhores Qaintaire
e l.inaii, 11.I1> se po.lem reputar muilo liis observa-
dores de certas ob. ign;o-s, por qu, nlo, baveode sido
dislrihuido no lempo do cholera o (rabalho dos en-
lorramenliM por Ireguezi.i-, acoiileceu multas vezos
qu, por coinruissflo dos senhores Muinleiros, pesas-
se sol. os abano assignadoso irth-iho do eulerra-
iiienti. de pessoas moras na rguezia a seu car como sa vi- do*documento* jontoi ;o que nunca se
den o respeito dos deuiais.
Ein sep-nudo lugar, ne fac imaginar de qoanlos
abusos n.lo poie o pahlico sor vlcli.na com a iiioiio-
poliaiejJto de um objerto de tal 11.dureza, par um i
individo ; um enterro, que o fornceedor privilegia- I
do fallamos ndoleim.nidamenle ) diz n.loij po ler '
la/.er sonflo a coila hora, quando Mta nas eaiiveniea,-1
Cas do mleir.ssa lo qoe se fioa a hora dillerenle, I
pode servir de pretexto pera exigencias Ineammoda*.!
I m c.rro que o foro
se, s por
o calillo coherlo com panno do velludo, com borlas
ou franja de our >, e qoe como tal Impingo, anezar
de nflo aerem os cavadlos decentemente arriados, de
estar o paunu safado, e nao ser 0 gal.lo vordadei-
ro, vislo como os outros mais novos Mlie lora, nao
lia onde esedher, e o enlerro nflo se pode demorar.
E como etica, miili.res dooutro*caaos.
E *n l-r.-.-iro lugar apezai de qoe os proejo* dos
canos eslgo fu.los. segn lo a sua cla-aii,-.n;ao,
aronlrre muilas ve/ea, qua os iuleretaadoa os a'iu-
guein por inililu conos, por quanlo lio preferivai
ganllar menos a nada g inhar, qu in.l -o I in cairos
lisponiveis e por alagar. E essa economa,que boje
ie hz eom a livre roncorrencia de Un ettabeleci-
ineillos, nunca mai* so dar desde que nao houve.
mais du qop o>n fornoced-.r ; e ueste eaao be anula
mai evidentemente contrare au iotereste publicu o
privilegio em queslao.
lie verdade, que os policionarios nivoeain como
fundamonlo para a eoncettao requeiida a ezigoida-
de de renda quo tero os-a illoslre cantara, com o ac-
tual syslema de foruerimenlo. .Mas ueste caso o re-
medio seria ootro : aogmeotasse a cunara a laxa su-
hre o i'ieco dos carros. Esle alvilre tria ao menos a
vaniagem de fazer avallar essa renda, que oa pehc -
iianos pensam ser lio peqoeoa, s?m fazer pa-ar para
a bolsa dos mesmos peticionarios lodo produelo de
urna itiduslria, de que mullos oalrol vivein e eslo
de [losse.
lio isso lano mais iniquo, quanlo mais inapplira-
veil slo 01 Objeclus detsa udu-ina a outros q.iaes-
qu-r mislere* ; pelo que alem de urna toso*oto de
lucro, soffferi-m os ahaixo aasigoado* a perda de
todo o capital empregstdo era seus esl belecimenlos,
sso quando.os ere rain em Viriu 'e le um regola-
menlo que lhes abra a livre correncia, e que asalm
o fa/a pelas dicepcll em que se liavta Calndu com
o oulro eviterna de forneciinonto, i-so quau.io a
eooililoiCaio garonle a lo los a hberda.le de comiuei-
CO, industria, ele. ele; e qoauto ao privilegio pedi-
do, al-m de oppor-tea direilos adquir ios par lei-
ceiros, ns|enta-se evideutemeiile contrario au inte-
reso publico*
Em visla deslas cnnsderare, e porque a pellejo
cima r ferida foi enviada pola atuemulea provincial
a e-ta dignissim cunara para inforo Ir, etperim i>
ahaixo assigua o, que rila n:la merecer1 o acolin-
inenlo da dicuusima cmara, que sera' a primeara
a pagnar peles leis do paiz, pelajutlig* que asante
aos ahaixo astigoa tos, e pelo bm dr lo los.
Sabem os ahaixo assimiados, q;e esla illoslre c-
mara comprehomle peifuil.iuienlo a -u.i.nns,lo. e soe
eompri-la em toda a si.a plenilude, e por e--e lado
sena romp1eUui<'ii(e inulil e oeioaa a presente le-
presenlerflo, se acaso nflo devesse ella servir como
um piole-lo coiilia ,1 vi lencia que ? lenta em pre-
juizo dos abaixos a-dignados ; e por isso, em lodo o
caso, tea.la do vollir a peliro dos senhores Ouin-
leiro* com a informarlo da illu-lre cmara, parece
le tola eqnidade, que seja ella arompanliada clo-a
ii.i'sa represeiil.ijao, do modo poique vi ella ins-
imula.
Rccfe22 de abril de 1K7.l.uz Uoocilvos Acra.
Jos Piulo ue M igalhae*.M guel Esleve* Uve
DOCUMENTOS >. i.
Tendo-me representado o Sr. Br. chefe de puli-
que ilgomademors -e nava em algomas occa-
-^.j pi
retn.uee* para dirigir o mes-
1 por |.irledafai.la.vncendaa ralilic-
ic.lodeh,,..,,,,, res me..es, q Hfi, ,
I ineaciona io eoalulada ai "1 'rntn i ,,, 5Z
1 lame podara ronhnuar na adimui-lra^j da meste
Eia sera' apresealida aa Sr. pm4i nw, ,u ,,_
ciuuadiv cni.lr. i ..I. r pata soa evoearaa.
Alfaiidona de l'ornamhuro -J- de abril de 18".""
0 inspector, Benlu Jote l'eiiiandes 11,rm-.
Eslava a segumle teiba do sello : ,N. laatVef*. paa:
lllil r,. Rerife.jO de .bril de IS"i7.Sea..'t;,I
1 lio.
E mait se nlo c. nlinli cm dilo documen, nu.
me fui aprsenla.!.! ,,HId i.r.irom poblica forma j,,,,
he a pre.enle a qu.il e.-ia' soni rauta que davnla U-
{0, roiiferii.i r encelada. -o,-. npia a Mtsaada
em publico rr......guate de qoe uo nesla rida 1
do Rerif- de P-.nainl.iiro aos -l .lias d mez a* a-
hni do 1856. Subsorevle aietgaei.aaa iiuMicoerao
segointea do que uso.
Em leslomuiiiio ,1 verdade.O labellile poblir*.
Francisco Baptitla ofAlaaaiaa.
O earrivlo di i..iif-rei.cia,Jala Facundo da Siles
Calmarle*.
&9UMmk$.
:\ muios.
gohre l.nn.iro, 27 3|4a M d. e 27 7i8 a 90 4
Pma>, 330 r<. ..,,, fr-
. par 1
Lisboa, 95 por ". dr
Rio de Jan
premio,
o, 2 por H|,i d. desmoto.
Arrflo du banr 30 por reulo de divid-udo 'par ruti-
la do Vendedor.
eompanhia de llrberilic 009009 por lera.
a roiii|iauhia Per -imhurjua a ^a,
.. Ihlidado Public, M p,.reeiilod* premio.
lademaiaadara.Miel* ..
a ^ .1. estrada e forro M p0r Ouj de prem o
lliscnnlo de leltra. ds 8 a 10.
Acjoes do Banco, 40 i'*.", de premio.
Ouru.Oucas hespiuhulat. .
uluedaa de (i.-i!i|) velhai .
< 100 nov ,- .
liTHKI.....
Prala.Palaros brasileiros. .
Tesos calillan ,ri -. .
t mexicanos. ....
28 a 2!S.vi
. Ilvaszii)
. Ift^KII
. ii-sk!
. 2?osi
. a-?el
Isritai
Caixa Filial un l.-tnro Brasil
EM 7 I>EAB!,ILDEt8.>7.
Dir-clore. da emana, os senhurrs : J.aa pinto
de Lomos e Aatonio Marques de Aaiosim.
A cana drsrunla lastres 10 por reato ao aana. e
toms ilinheiru a premio ciu ceofermidadi ca ,.s .,.
eslalulos.
< r'A,-.,:ti.A.
Kendimeulo do da I a 25. .
I:.:... do da 27. .... .
KiiHim
I7:b.*:l.t
50I:72M9I
Rend
!W:ill-al|il
IMVKIISAS IKIIVINtAS.
meiiii. do di, :7. ......
.".:li7.- 'ti
zwta<
.VK7lNal
DESPACHOS DF, FAPORTACAO PRl.A MbM
IM1 C.)NM;i.4.11,1 IIKS1A CIDAIIK NO DlA
r. IIB AIIH1I. ,iE Dv.7.
I.i-hoaUngiir nacin.I S. Jo.a, Rota Irma .. I'l
pipo* mel Jo.io .Marcehuo da Rosa, 18 barr da
j." mel.
Bueno.-AvresBarca naeional Flor de Oliveira.
Amerita Iruflo, til pip.s gaaroenh.
Liverp >olCalera ingle/a .llo.miviar. Jamet Cr.
I.;, eo tV Lompanliia, 0211 taceos ncar masca-
vado.
Ilha Graeiota Patacho porlugaea aL.ns*rda.|e,
Hallar ,\. Otivetra, 8 p-pis, lo meias, 72 bsrrit de
>. 18 dile* de :!.- mel.
PortoCalera porlugueis Olindaa, M 111 .-1 Joa-
quim Ramas e Silva. 1,200 .arcos asaacar l.i.nc.
o mtteavade, II pipas vari ; Marqaes B. \ Cam-
panhio, l\ sa-eoa ateaear branca a raa.rava 1...
Rio de Janeiro Patacho nacional Aasaioaasa,
Nas-nnenlo A; Lema, 10 pipas aguar.Irul.
KKt:EBEDtRIA HhKEMlA> IMI.nyi.s t.F;-
KAKS DF. l'l KNAMBll.ti.
Hendimenlo lo da I a 25 lti:8t.i?V.!
dem do da 27...... .iH-laM?
IT:laKM!MI
CONSI LADO PltOVINCIAI.
Kenciinenlo il>. dia I 1 25. .>7:11i-JtllH
dem do dn r,........ at.1Wl?727
.V.I:atS77.
PAUTA
dos prer,,s rorrenlrs rio ai>*r,r. afgoafo, e mi-
gneros r pr.tinnyes tmeinntr$ qne se d-s/M-
iliotn un mera la consulado ie Prrmmmhmro.
na semana de 27 ie abril alie amia 4t |K",7.
sor li
Aseuear braat
.. auaeajvada.....
rchuad ......
Algodao em pluma de 1."
a .1 a 2." a
." i. 1. 3."
.. om raroco.........
Aguas ard lilisalronl, ou espuilo
ii'.iiii.irdonle. .
>. Ac cachaca.......
de rann.........
dishl.nla do i.a.i.a .
ranada
< i-iiiiii .1
*'
Licor .
sinos a falla rpala da COBducco das cadveres clin
loncos para o cemileiio, ser a alutncia maior para
orna cncheira da carros fnebres, do que para ou-
lra, do accordo rom o mesmo Sr. chele do polica,
tenho aniiiiido li-.ir vosa* merca incumbido dos en-
lerramentOS da freguezia de Santo Aulanio, o Sr.
Jos P.uto de Magalhaasuo S. Jos, o Sr. Vieuel F.-
leve Alvos do Recle, e ea Srs. (joinleiio A; Irmflo
da loa-Visla, nesle sentido expedio o Sr. chefe de
polica suas orden* aos Sr*. delegado e sobleleuado
para ler principio esla di-lrihuicflo ja, o que cum-
muiiico a VOtaa merco pan sua inh-lligencia.
Adniiuisiracflo doe-mileho publico, I demarro de
|85 Virlea. Do L'ual Iheor aos de mus conductores.
N. 2.
Man le tona inerc ja e ja por a diipeaieJa* do Sr.
subdelgalo da freguezia da Boa-Villa, o "carro ou
cario de sua cocheira que se acharem .li-poniveis,
ebalxo de minha re>poniabibdade, visto a estas
horai acabar de representarme O mesmo Sr. sub-
ile;".io da lalu de cumprimenlo da cocheira dos
Sis. i.iniulcn A. Irmflo, a ennduerflo de cadveres
que devem ser 11.0,1 repollados. Boa-Vila as ;i o
meia .'a noile, 1(> de inaico te js:,i,.Sr. Jos Pin- \ Lauros do lei silgados
lo de Macalllles.Manoel Loiz Virae*. > seecoa ou eattiada*.
iN. II.E-la i.nloin cun.pura' fura de hoje, sem-I verde.......
ru que Ihe for ordenado por dilo subdelegado. Em
virlude de-la nr'i 111 levo Jos Piulo de Uaealliles
de lazar mullo fuino, que hiviau lido disiribai-
los aos -rs. f luluteiros.
.N. 3.
II Sr. A 'ra jl c 1 1 mande ron Inzir para o remite
rio tes ca lavaros fallecidos do cholera, ni freiui / I
Arroz pilado............
> cm casca.........
s\zeilc do maii.iiTiii......
" inoiidiibim e de coco.
o o de pean......
Aves araras .......
'1 pilp.lglos.......
I'enquilus.............
Rolarhiis............
iliscoilos............
Cacan...........
Cachimbos.......,
Caf l.um............
em grao rcstnlho .
u com casca.........
o moido...........
Carne secca ..........
Cera de carnauba em pao. .
11 em vola..........
Charutos bea* .........
.. ordiaajraaa......
i. regala e primor .
Lucos seceos........
de enea .....
Ca ia cortidoa
'miro. .
ranada
botija
ranada
garrafa
arroh 1
r4M*l
2-'.
ri*
7-.. i
7-J.l.i
l.-N-.l
l?'HKI
\'\
;ii
5-vlel
IflBJJ
.--'ll
-S I I
|oM
ama
um
milbriro
. arroba
cent
cenia
di lloa-Vi-1.1, s-11 o i,m 1111 h spiai da
rnra, e don no hospital minar, em va
MINISTERIO DA Cl ERRA.
A 1 pre iJeute do Minas Carao-.
Coiiviiilo ua nom.aoin do leu.ule do Cnrpo da
guaro,c.'io fiza, l.ltiiriuo de L ra Riba, para delega-
da de polica do termo do Patrocinio, -o fr poi
sirSo do Sr.ftubIrlrsado ea Boa-Titla
minha rraponaabilidade, i*ri v.-.a marr pao,,,,.
nao aos ^r. Quinleiro i !. mo a quem foi ordena-
'I c Rio de J .1 ain.lnitterio do* negocio* da
-nona, rm 29 di.....loi.10 1! IN.ii.
lllai. e Ezni. Sr. Constando quo algn, milita-
res pertinentes a.. cor pos doeterrila tem
lo, sem previa pennis.la 1 stas retara de
emprecose commi-so alheiat ao seivica du* me -
m .- c upos: llrterm na >. M. u In i"a,;r 1(, \ _
Ese. mande proced r contra os que lverem .....n.,-
l)o.e de cahlii
" i' eviab,
SOI I 11 .
jale
11 Ir-
. pequeas.....
Esleirs de prepon.......
Lsiiaa nacional........
i-lian rara, ni ie d'..l.i.i
I a de .. 'a.1.......
mili..........
o n man.lio
ra da Ao-1 Espaniidoies g
la da requi-
a-..ii-lo si,hte
.
1
a. I- '..
foliiro cait.tr. 111 1
r 111 ... 1 ni loh I a
U lili .
,' II I.ol I li-'lll.
o 01 Ultimo
i. 11 ri-io|uu .
lo, mi par
mi-ses -c
Deotcu
Son/1< M
. Arliso l'.l. N
etompreum cmn
ii .alto
i loi somonte a presidencia eolio de Pernam-
buco qoa drtronheceo a ucea, de forma que a-pre-
minie avivar que. ibtlr.lndo pondo de parla se e ..'nh. Wlwm \*%ffUSfitt he."'?. S r%!Ll l"" ''"'"'''"" "' 1
. haver contrato para abaslecimeutu da carne verde. gev.... .eral. P 1 ^T.aS?uto*1; '' J j^ J^i de
. aul risarj do mini ' V. Bar. -_ Manoel Felitardo" de
Sr.pre.ldenle la provid la de.....
1 lado pan anu-
len ii.iiiiar: I.- umpe pa-a I.. em
repartirlo da guerra : ^." o de
. i ngibre.
tiomnia
li.aa.'i
Lv ilha
nilia......
le ocll.lS gl liir.
alqi.nre J-trl
ranada I"
a !-'-"
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I1I-1HI
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ILEGIVEL


DIARIO DE PEIINAMMJCO TERCA FEiA 23 DIABHII. f)B 1R&.
c. e 2 ,' a 3 de 1.....
d de dito iisuaes.......
Costadieho de dilo........
S >;illio ile dilo...........
Forro de dito...........
ClMUdo de loirro.........
CoSUdioho de dilo........
Soalba de dilo...........
torro da dMo -.......
n i) cedro..........
I or* de latajuba.........
Vana de pereira.........
agallhadas \......
0 n quiris..........
Jim obras rudas de sieupira para c.
eixos o "
Mel.................
Jillio...............
I'cdra de amolar.........
ii filtrar..........
)i ii roblos.........
i'iassava ein mOlhos........
l'ontas de bol i..........
Sahao .-...........
balsa 'parrilba...........
Sebo em rama...........
hola mi vaqueta..........
tapioca..............
I libas de boi...........
Vinagre ... .........
quintal
lluvia
par
ranada
alqueira
una
ii
a
um
remo
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lucio
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69000
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9300
I930O
9130
I69OOO
69OOO
38O0
39300
300
3O30U0
mt .- $m
Navios entrados no dia 36.
Bio de Janeiro:t:t das barca pnrlusueza atar-
ganila, de Ut loiielddis, capitao Tli.maz Au-
(insto de Oliveira, equipasen! 1K, eiu lastro ; a
Amorim Irni.1 n. Pertence a Lisboa.
Dankarqoe 56 dias, biigaa rraneax Pierre le
dranseii, de 210 toneladas, capillo Lavalli, equi-
pilrm 10. carsa cemento ; a ordoin. Pertence a
Dunkerque.
Navios sabidos no iqttsim dia.
Lio ds Janeiro e pnrlos inlerinadioa Vapor liam-
burquez Teotoniaa, rommaudante Malchiii.
New BedurdBarca americana Uaiilian, com a
iiii-ina carga que trouxe. Saspeadeu do la-
melrlo.
navios entrados no ala 27.
Ooayaqael93 din, barca americana (allega, d
373 toneladas, e*pitia S. Dwashbaro. equipusem I
13. Carga cacao e inais gneros ; a ordem. l'er-
lenre ,i Bostn.
MovaOrleam15 dias, barca americana Armen,
da 366 tonelada*, rpita I). B. IIaleh, equipa-
eem 11. cama 2,Si(i barric s rom fariuba de Ir-
an ; Rotuno Koi'ker & Companhia. l'erieucc a
New-Yvrk. Pastagiiro, Charles Srre.
Navio sabido no inesimr dia.
Me Grand do SalBrigoe brasilaira Adolphoa,
capillo JMo Carlos da Oliveira, carqa as-ucr.
jspcr;i-sc
da Baha, al o dia 'iO do
rrente. o vap >r hlice
ue seguir'cm direitura para LiverpoO
(epois de doiti dios de demora
t.i. Astley&C.
Real companhi |) -
q i tes iugiez s a v.i
agente*
%* -..
.... ..-i
'Vv: -i
No dia I" do mala ou lalve antes epcra-^e
Europa um dos vapores deila companhia,
depoia da demora do c.' de Janeiro, locando na Babia : para pSSMgairos,
etc., lrala-e cun os agente* Adamson llonie &
C, ra do Trapicha Novo n. 42.
Para o Porto e Lisboa, rom a maior
hrevidade segu viagem o bngue S. Jos,
do primeira marcha : quem no mesmo qui-
zer carrejar ou ir de ptssagem, dirija-se aos
consignatarios Tbomaz do quino Fonaeca
iV Fillio, na ra do Vigario n. 19, primeiro
miar, ou ao capilao na praca.
ila
qnil
Kio
I
,
i. a d iiaStlri
U-i

segu em pouens dias o veleiro palhabole
Castro, forrado de novo, por ja tur a maior
parto ca carga prompU ; par., o resto traa-
se rom seu consignatario Domingos Alvcs
Hatheos, na ra de Apollo n 23.
CONSLaT 1)E franub.
Le cnsul do Frunce a i'honnir do pre-
Tnir le publie qu/sucun commissionnaire
nesetaient prseiit 1'adjudicatioo de i'em-
prunt la grosso aventure do dis contos de
res, destine a pourroir aux rparatioos du
Irois masts fraileis Barachois, qui t an-
nonci pour ji-udi, 22 du courant, la dite
adjudicaiiuii a r-i en consequrnce remise
au lundi 27 avril onze heures du uialiti.
Cnnsulalile Frunce, ra do Trapiche u. 14,
segundo indar.
CONSULADO l)E FRANCA.
O cnsul de-Fcaiiga toni a honra de preve-
nir o publico,qo iionhuiua propii.i.i fot feita
nodia 23do crranle a adj\idicac/io do um
omp res limo dedez coutos de reis, deslinado
para os coricertos da blrca franceza Le liara-
chois, em consequencia a mesma adjudi-
caeflo fica transferida para segunda-feira, 27
do crrente, as 11 horas em ponto. Consula-
do de Franca, rea do Trapiche Novo n. 14,
segundo andar.
0 lllm. Sr. inspector da thesouraria de
fazenda desta provincia, manda fazer publi-
co, que, em cumprimonto do determinado
cm ordem do tribunal do lliesouio nacional,
tom de ser arrematado de um a tres anuos,
que comecavain a correr do I.' de julho pr-
ximo futuro, o servico da capala/.ia da al-
faadog jBsta mesma provincia, a quem por
menos lizer ; niatores ou inelioros vanta-
g.jiis oBerecer em favor da fazanda, e que
nos termos do art. 64 do regulamento d.- 2J
de juoho do 1836, o referido controlo andar
ri em oraca por80dias consecutivos conta-
dos do I.' deabril prximo futuro cm (lian-
te, c sera arrematado no dia 3.1 do uilo maz
do abril, albora da Urde, peraute a the-
soura la. Os prolendcutes compaie:;am cotu
seus Badoros legalwente habilitados no lu-
gar lo costume.
Secretaria da thesouraria de fazenda de
Pornamhuco 2 de mar,co de 1857.O ofBciai
maior, Emilio Xavier hooruira .le Mello.
C.ONSEI.IIt) AOMINISTItATIV'O.
O conselio administrativo, em cumpri
munio do aii. K3 do regula ment de 14 ue
dozembro de 1832, faz publico que foram a-
cailM as proposlas de Claudio Kubeux, Luiz
Loopoldo de GdimarSes Pcixoto, Guilberme
ua Silva Cuimariies, Jos Francisco Lavra,
Francisco Naciel de Souza, e Jactulho Ber-
narditio Pacheco, para forneccrem
O.' 54 arrobas de plvora grossa a 490
mis a libra.
0 2.- Us medicamentos para a colonia de
Pimcuteiras, segundo a relaqao ja aunuii-
ciada, na importancia de8;400rs.
O 3.--150 covados de panno azul entrelio
a 25450 rs., 2300 ditos de dito para capotes
a IjSOOrs., 192 ditos de dito para o mesmo
lim a 19500 rs.
O 4 697 covados de panno azul para so-
brocasacas e calcas a 33377 rs,, 2200 ditos de
dito para capoles a l#llo rs.
O 5." 600 paros de sapatos feitus na pro-
vincia a 1/800 rs.
O 6.- 670 esteiras de palba de carnauba
a 27-5 rs. o cetilo.
K avisa aos supradilos vendo lores, que
devero recolher os referidos objectos, ao
arsenal de guerra no dia 29 do correte niez.
Sala das sossoos do couseltio administra-
tivo para fornecimento do arsenal do guerra
25 de abril de 1857. Bernardo Pereira do
('.armo Jnior, vogal e secretario.
Pela delegada de Jaboaliio foram ap-
prehendi los no da 13 do correte, doos ca-
valios, e um bahu' de lian lies, com diver-
sos objHClcs : seus legtimos donos compa-
recam munidos de documentos lgaos par .
Ihe ser enlic^ues Delegada da JaboatSo
26 de abril de 1837.-- O delegado, Joao Fran-
cisco Xavier paes Brrelo
Pela inspeccSo da alfandega se faz pu-
blico que no dia 2 de tnaio do correlo an-
uo, depois de meio dia se ha de arrematar
porta da mesma repartieo, sendo a arrema-
tadlo livie de diieitoa ao arrematante, 50
latas com bolacoinbas, em estado de ava-
ria, com 7 libras cada urna, c no valor de
300 reis cada lata, viudas de Lisboa no bri-
guo portugus Laia 111, e abandonadas aos
direilos pelos negociantes Tbomaz de Aqui-
no Funsteav Filho. Alfandega dePeroam-
buco 27 de abril do 1857.o inspector, lien-
to Joso Fernandas Barros.
^ Opreposlo do agento idiveia fara lei-
lio da esplendida o moderna mobllia do
lllm. Sr. Ir. l'oggi, que se retiran par a
Kuropa, no ultimo vapor inglez, consistindo
em sol'is, musa redonda o eonsolOS com pu-
dra marraore, cadeiras nsnaes, dilas do bra-
cos e de balanco, cspelbos grandes: um es-
colente piano moderno rrancez, autor Ro-
blor, candieiros, candelabros, o serpentinas,
lanternas, jarios de porcellana, tapetes e
alcatifas de sala, estantes, livros de cirur-
gia, llancas para cscrevor, guarda livros,
guarda roupa, guarda vestidos, toilet de
mogno, commodas de dito e do Jacaranda,
lavatorios de rno^no com podra, ditos sem
pedr.-, inarquezas, leilo rrancez, cama de
ferro, mesa elstica para janlar, aparadores,
guarda louca, cadeiras modernas para sala
de jantar, quartioheiro, ricos aparelboi lio
porcellana para jatiiJr, sobremesa, o para
almoco, e-tojos de a ; putacao e para lirai
denles, bacas de rame, irem de cozinba, e
muitos outros objectos ass-. necessarios ao
uso domestico : lerca-feira 28 do crrante,
as lo horas da manha, na casa da residen-
cia do supradito lllm. Sr. l)r., aterro da bos
Vista, primeiro andar, por cima da toja do
cuidara do Sr. Keller.
O agente Borja, em seu amazetn na ra
do Collegio n. 15, fara leilflo 1c diversos
movis pertencentes a urna familia que se
retira para Europa, consistindo n'uma sum-
ptUOsa mobllia de jRcranda ce- podra,,
ptima secretaria, i rica cama franceza de
Jacaranda com coi tinados, 2 excedentes
guarda-roupas, inversas commodas, i so-
berbo toilette de Jacaranda, 2 lavatorios do
mogno o de Jacaranda, com pedra, 1 escol-
ente me$a ela-Uca, 2 ua ia loucas, diver-
sos aparadores, sotas, cadeiras, marque-
zas e mesas de amarollo, estantes, cad 'iras
genovezas, camas |>ara menino, bercoa, oto.
etc.,Canlelabros, lanternas. candieiros. va-
sos o enfeiles ue porcelana e cryslal .-ara
sala e toilette, apparelhos completos ue lou-
ca o de vi Iro para servico de mesa, obras
de prata. ricos quadros com lindsimas es-
lampas, varios tencios de casa, o outros
muitos objectos. etc., quo -o BcUarSo paten-
tes uo dia do leilSo no refeildo armazem:
quarla-feira, 29 do crrente, as 10 horas em
ponto. Nesse mesmo dia ira tamben! a leiliio
o carro de A rodas com todos os arreios, ja
annuieiado, pertonccnle ao Kim. Sr. ur.
Bernardo Machado da tiosta Doria, presiden-
te da provincia do lo Grande do Norte.
Leiliio de f.irii.h.1 de trigo
parn os adeii os
Domingos Alvcs Matheofl far leilo, por
inlervencao do agente Pestaa, de 50 barri-
cas com milito superior arinna de trigo de
liallunoro, em um ou mais lotes a vonlade
dos compradores : lerca-feira, 28 do corren-
te, as il boras da manhSa, no caes da al-
landega, ainiazem do Jos Joaquim Pereira
de Mello.
barroca Castro faro leilo por in-
tervengao do agente Pestaa, de um com-
pleto sortimento de fazendas inglezas e fran-
cezas, to las iroprias deste mercado, no dia
quarla feira 29 do Crrante me/., pelas 10 ho-
ras da mauliaa no armazem da ra da t;a-
deia do Kecife n 4.
fia
si,
.B.
Ae ii nos.
fi5S2i5
da cana boa do Crnio,
Curios Scheel & 1#* Sassenhoff.
1. P. Voffelejr, lera a honra de avisar ao re*p*ilavel pulili-o, que lun alierln o sen deposito, on-
de se achara <> mala lindos, fonos c helios pianos, al buje eoobteidoa dos afamadus fahrieanlea
ie 1851, (
Antonio Lopes Pereira de Mello, faz
sciebte aos devedorvs da toja de calcado
da ruada Gadeia do Recite n. '>. iiue lin
lirijjida pelo tinado Alejandrino Pedro
cailo o prazo
lim (io ni/. i!e
cn-
ri -
do Amaial, que lotn in
para s.- cinuOliU al'' o
ionio (o corren lo auno, lindo e$U",
I regara'ao sen tirocurador pnra osle
celKr judicialtncnle, certosde que dessa
data ein diunto, no lera' conteinplaro
com p ssou idjjiinia ; por isso provine
com lempo sufliciente para depois no lia-
ver quei.xa. Kecife 25 de abi I de 1857.
PROVINCIA.
Roubaram boje Sida abril, d)oaaaaka >.
laigreja.doCorpo Sanio, o reaplii .1...
que eslava coltooaflB solnc a cabaca da
iina;;rin do S.-nlior ressuscitado i
pois. a quem o mesmo reaptendor mrof-
terecido ou souber onde exalte, de o ap-
O Sr. thesoureirn manda fazer publico.q'ie pruliender e mandar a' na do Vifno
acbampo a venda na roa da Aurora n. 6. n- -.....a .,- ,,1,:|i(,,(|o: 0 lil( ,,.,_
loja, bilnetes, meios e uuartos da primeira nia>. .. ni i
parte, da oitava lotera^^ d matriz da Boa- Ple,M,or J l""l>" esteda dour...!..
Vista, cujas rodas andam no da 2 d maioIP**'0 *'* 'elix ourtvea, para servil nos
prximo futuro. arios di ultima semana santa. Recite
((Sr thesoureiro para mais commodi lade de aliail de IS.'.T.
dossenhores jugadores,removo n escriptorio i
i'as loteras para o andar l-rre-i, aondesel
Pro isa-so
lazer colletes:
iraife, )
o primeiro obten Jo as primairus premios, a me.lalln de lloara, na flposi(3ii de Londres de IS.il, e de
Munick da IS54; estes planos sao na preferidos ua Alleanaaba, llollaada, stadns-Unldos, e>i aeliam
arandea depositas dos atesmas em Boeoos-Ayres, Valparaso, etc., etc., onde lo ruuito eonliecidos e de- ; n. 36, primeiro andar.
sejajes. | y%s9 iSi'' 't,j>^ -, ,.''-.''- '' ,-v
Vendem-se e mais que lea vin lo a f-ln mercodo, sendo a eonslrocso anuas moderna e fortiasima, leudo a teclado a
el.i-licnl.i.le des.-j.ida, e i-xterior a insior desancla.
Na inesnia easaeflna->e e eodcerla-se eom perfaicSa osmosmo loslromenlos, o ach;i-se as masieaa
as mais modernas e dos ruelliorea compositores da Europa.
Antonio Lopes Pereira de Mello.!
de boas c'islini'iras para | meios c (piarlos, das i) horas da mauhSa,as
na ra da Madre de Dos 18 la noite. Bem assitn manda publicar o
encontris grandes numeraeoes ii: hilhetes,
I meios e qnarlos, das 9 horas da manhi
S da noile. om assiin manda publie
jnuvo plano quo abaixo vai transcripto.
t>33
S.ABA HA SAIS BARATO-
Mcias pintadas para hom.-m a 140, o me-
nino c monin is, a 120 : na laja da ra dos
Quarlois n. 24.
--- O bacila re Jlo Antonio de Sooza l!el-
tro de'AcaujTl'w'Dir faz publico queso!
so resprmsAlijisa.'poi' o. '.cus pira dar dinhei-'
ro ou o(jtra|eju*1 ;ier cous.i.se forom inte- ,
gralmentejbseript-s por sua propria lellru,'
inclusive sVibscriplo, que sera sempre no
mesmo papel, qu*)Conliver o contexto da
ordem e ssignatura.
v'eu.lo-e : tal) ru i sita na ra da Scn-
ZSla Nova n. 22 : a tratar na misma.
Precisa-se do urna ama que ssiba en-
gominar, co/.er ; qu i seja iel, para urna casa
de pouca familia, a qual so dra' bom orde-
nado: na ra do Vigario n. 19, se dir quem
precisa,
O Sr Manoel Cornolio ,\raujo Bezerra
de llenezes, tem carta deGoianna na livraiia
0. 6 c S, 'ia praga da ln '-.'pendencia.
fferece-se um moco sol iro de bons
costumes e com babilitaffles proprias para
ensinar as usiuicc.'s primarias, o as lin-
guas latina, franceza o portugueza, em
qualquer engenho pe to, ou tnrsino distante
dastaei.iada, sendo un dos seus priuci-
paes nteresses o rpido adiantamento de
.-eus alumnos: a Dessoa que de seu presti-
mosequizar utilisar, annuncie a sua mo-
rada para se:- procurada.
Muga-se o armazem de :i porta.s da
ra da Peta n. 34, pertencente ao patrimo-
nio da Ordem Tere-ira de S. Francisco: tra-
tase no largo do Carmo n. tt.
Machinismo pa-
tente ioglez
consu
9
torios;
HOSEOPATHICO g
1)0 OUTUR CASA.NVA. J
28. Ra das Cruzes. S. ^
Tem smipre os mus arredilados indica- S
inent.,s cm linloraa e em klulmlos e lias- $
conla, pnrm \eii-lem-se sumpre ^C
por serem moito mais opsriores f
?>s felizes billietes ru-
bricatlos p lo abaixo assig-
uado, cottinunra
Ta
Os melhnres relogios do ouro, patente in-
gle/., vendem-se por precos razoaveis, no
esenptorio do agente Oliveira, ra da Ca-
dea do Kecife u. 62, primeiro andar.
Manoel Antonio da Silva, eslabelecido
na ra das Cruz, s de Santo Antonio, por ha-
ver mais de igual nomo, daqui cm diante se
BSSignsr Manoel Antonio da Silva larros.
Precisa-se de urna ama, quo sabendo
cozinbar e engommar, ludo com perfei^ilo,
queira ir para a cidado de Nazarelh, disi inte
desta raeja l legoas ; a quem couvier, ap-
pareca na ra do Queimado, loja n. 8, para
so tratar do ajusto.
Atfen 3 '.
Precisa-sede urna ama capaz para soman-
te andar coio urna crianca de to mezes, para
o que se lhe dar bom tratam uto: ua roa
de Hurtas n. i W, sobrado.
Qui ita-foirs, :! locorrente, fugio de
casa do abaixo assignado um prato de na-
eflo Angula, c:r fula, representa a primeira
vista ser anda moleque, mas he prekute t)1eX^ varas, grnvatinl
Pailas a 20^ rs soiiu
obter
pre 'dos grandes; sendo
agora ven lidcn os seguin-
tes, da terceira parte da
sexa lotera riu Gyiunasio.
1030 5:000:;3 (jtiaiios.
"."iiil 2:000smeio bilbete.
0);iiileni.
200$Itilhete.
2O0{meio billielc:
1000i (piarlos.
100$bilhete.
50$i piarlos.
50$meio bilbete.
50$2 quartoc.
."i!),,' -1 ditos.
garanta dos ti por
cen o pode ser recebid
apaas sabir a ist i geral,
na ni. ti i adeia n. i>0,
primeiro andar, on na pra-
ca ti; Indopeud suci i loja
u. 40.
P.
i:,,!
r>2S
">"> 7
:>717
21117
I 570
.-).:.!
2105
"(i
A
L igme.
oj -da boaf
vende- e nv\i* barato
iis iiv :
Olales pequeitos ie merino, :le lin las co-
res, bul.lados cm diris puntas a 74000, ca-
misas do riscado muito bom feitas, polo di-
minuto preqo de 1/5001 cada una, ditas de
mojas muito finas a 13, lencos franeezes pa-
ra rap a 369, chitas (ii--e do padrOes mui-
PLANO.
rto botillos para
cambraia ada
coberi
cambraia ada/rasca la (
I gura, proprias p.-ira c.
a o. snnos, secco no corpo cara magra, com
pouca barba, so na pona do que so ; 1-vou,
caiga branca, camisa de risoa io, palito de
riscado ja usa.lo, chapeo do pallia ; chama
so Jos Uoleque.porque a primeira vista pa -
rece o pe l.'-sc a to las as autorida les po-
liciaes, c.ipitaos de ca -.: o, ou pessoa parti-
eu sr, ior quem possa sor apprehendido, de
o trazerem a casa de seu senhor .Manoel \n-
lonio (!; Jess, na ra larga d> Rosarlo n.
18, padaria, que sarao genero amento re-
compensados.
^ 'ion o covado,
una vara de lar-
Ios i 75 a pega
Cassa muito b.i-
irnado, vcrdn e
SOi) rs. o cova-
I Sedas ce cyia-i
driDhos
,-
**il'
?>y
fr&i Pi 5i>5.
A pessoa que ollereceo (incenla
mil rs. pelo candilabro e duas serpenti-
nas, na rna de Hortas pode ir busca-Ios.
- Anda sa precisa no sbralo da roa de
S. Francisco n 8, como quem vai para a ra
Helia, de urna preta escrav.i por aluguel, que
ssiba comprar e fazer os arranjos do urna
casa: quem a tlver dirij -si ao nissmo so-
brado, ou annuncie pnra ser procura lo.
Ro dia '.t do crrante, depois da au-
diencia do Sr. Iir jui/. municipal da segun-
da vara, ira a praca o sobrado n. M da ra
da uuia, pertencente a testamentaria da li-
nada D. Joanna Maris da Conneicilo, para
cumprioicilto dos legados por ella deixados
Precisa-se um pequeo para c ixeiro,
brasileiroou portoguez, com Unto que nao
esteja sugeilj a febre amarolla, na ra .Nova
II. 38.
i.
uirmeo
.^3
d
i a
jornal.
O
i*'
:.
a
Vende-se
seda de quadras miodinhos, >
decires viva, e de cus'. liuvo, a IjOUtl o -."
covadii. ,'..^ |
OrAsdennpla de cordao furia-cores, a V
I96U0 e ISSuOrs. o covado. @
lirilliniiiina lir^ncii de llures e salpicos '":
miudinhos, a4O0rs. o cavado.
Diiraiina ue florea milita .a, do ?nslo W
moderno, .i SOI) s. u covado. t, -
Hilas de cores asaeatada em eaa, com f g
qnilrm, fazeada cent 4 palmos de largura, ..'.
a -'.ti rs. n covado. *
v oulras mallas falcadas de linbo e seda, % 9
de '.st'.i novo.
Na iua do Crespo, loja amaraba n. I, de \-\
Ani.niii Francisca Pereira. '.',
amarollo fh'uit > su> r
do, corles de fustSo pal. colletes a 500 rs
l> e 19500, lencos brancos de cambraia pro-
prios para hometn a -J10, ditos ditos com
barra de cor tambes] a 2i0, ganga smarella
irancoz i muito lina a 329 o covado, lencos
brancos grandes, proprios para es beca a
ido rs., meias brancas finas para senbors,
,ielo barato proco de l'l o 320 o par, brim
dequadrinhos d.- padrOes muito bonitos e
de miro linho a -20 o cova lo. pegas do pla-
tilhas de alodio, cora 80 varas, pelo bara-
tissimo prego de 3f60 cada nina,chapeos de
palha fina ao Chili, pejo diminuto nreco de
10/, e alm disto miiilissimas fazendas linas
e grossas, quo vendem-se por menos quo
em ontra qualquer parle : na rna do (tnei-
mado n. '2-2, na bom conhecida loja da
b'yj, le.
Vende-se nm cavallo gordo para carro-
'Jjca ou cangalba : na ra do Pocinbo por
.Mdetraz de Santa Tlicroza, casa do Franca.
:
O
j>ectieos para
'ules.
e
Jos Anacleto coitinu'a a sangrar c tirar
bemdentes, chumbar denles furados, ese-
para bem os da frente : poje ser procura lo
das 7 as horas da mantilla al as ( da tarje,
ua ra da camboa do Carino n. 0.
Taiit'K io
venden, se
-. .'-. -.........,.. cspccihcos.romc los inr.illivois para aplacar
''-'| <* ;-" ;."i':.iM-' -f'--; as dores do denles a ISOOO o frasquinbo, as-
' ara o 'jo v aneiro.
O bem condecido patacho nacional Ama-
zonas segu por estos 8 dias, tem promplo
dous lerdos ue son cairogamcnto ; para o
resio e escravos a frete, para os quaes tem
bous COmmodos, trata-se com o sen consig-
natario Antonio l.uiz uo Oliveira dzevedo,
ra da Cruz ii. 1.
Para a
ni::.
A voleira e bem conbeciJa sumaca nacio-
nal llortencia, pielende seguir neslesS das,
tem prompta metade de seu carragamento ;
para o resto, trata-so com o seu consignata-
rio Antonio Lull do Oliveira azevedo, ra
da Cruz n. 1.
1.ISI10V.
O ntivoe veleiro palhabole btasileiro Al-
fredo seguir em poneos dias para Lisboa ;
A funilaria e latusria da rus Nova, defron-
lo da Conceictto n. 38, precisa do oiDciaes de
funileirn para tr.iliailiar, a meio l'oilio, ou
empreitad ', ou mesmo a jornal, com aug-
mento ao que gaubar em oulra qualquer of-
ficina, con linio que sejam purit >s e bem
comportados.
. Jos- Luiz Pcrei a da Silva, morador
desta comarca de Goiauna, engenbo Miran-
da, previo.- ao pnbeo, que nao faca transac-
eflo je especie algnmi, com differentes let-
iras, aceitas pora lea Mano I Mar I i ns de Ni-
niz, tambera morador desta comarca, povoa-
CSo de Pf. ,S. do l>-, vi lo como laes let ras
sao destituidas de toda vallidade, por ter
sidonullo o contrato de que estes dbitos
resuluram. Uoianna 18 do abril do 1857.
Joso l.uiz Pereira da Silva
O abaixo assignado avisa aos seas fre-
guezes, o.io publico emgural, que Dativo
Joso de Oliven-a, deixou de sor s u caixeiro
desde o da i do crrante Kecife 2.S do a-
bril ^o 1857.Jos liicar lo Coelho.
Arrenda-se o engenbo dn animaes de
nominado CamaleSo geni do no Una, m-ia legua abaixo da po-
est recebando a carga que tem engajado, lvoacllo d'Agua Preta, com bstanlo terreno
offerecea pra^a disponivel aos pretenden- para se criar boas safras, muito bom cercado
los, que po leai tratar.com Hallar Oliveira para animaos, ptima n O'.nla e vasos neces-
na ruada Ca lea Velha n. 12. sarios para o cozimeuto do assucar, com
Para Lisboa, sabira muito breve o bri- casa de purgar p ra mais de 600 paos, casa
guoExperiencia,o qual tem s maior parle d bagaco, formase todos mais objectos lu-
sa carga prompta; para o restodells, e pas- i dispensaveis paia o eugoulio, tros sitios com
SSgeirOS, para o quo ol'ereca bous comino- casas de lellias para lavradores, alem de urna
O padre Jos Leite Pitta Ortigueira.
na quabdade de tcstameuteiro de s.-u li-
udo ii-nia / Antonio Leite Pilla Orti-
rueii-a, previne a lo las as pessoai (ue se
julgarein credorji do dito (nado, que
ten Jo darlo principio ao inventario dos
beni [ue deixou, lhe devein apresentar
seus ttulos de dividas, para serem descrip-
los e atlendidos uo referido inventario,
afim de se nao quei\arem para o futuro.
Xa un e-.iivita do Rosario u. 50,
primeiro andar, precisa-se anda de
nina ama de meia idade pira o servico
interno de urna casa onde nao Ira mulher:
a halar io mcsiiio lu^.ir, lie uieio-dia a"s
:i horas de tarde
" -v : :ri::-: '"-_-"\*->,---."=i; .--^l--;".
#. -^'.....tf#W(J-.ii .*v*/(^'w .- .-.
O
Calacas e so-1
8
brecas* cas i
:..
.i de mearla gastos oovos, a
Amo
do. : trala-50 coiu os consigo liaras
rim Innos, na ra da Croz n. 3.
Para o Bo de J upr >.
Scpiso com lola brevi.laic, o bemeenhe-
cidu brigue nacional Almirante, tem gran lo
parte da carga prompta, para o rosto, p.-.ss.-
geiros e escravos, ara o quo tem ricos com-
inillos ; lrala-.se com o consignatario Jos
Joaquim. iasr'crnaudes, rus da Cadeia do
Rocife.
cozinba de lelha unto a devivonda : quem
o pretender dirija-se so seu proprietano o
coioncl Zel'crino da Cunta Pastos, no enge-
nho Algrele, junto a mesma povoscSo, ou
nesta cid re ai lllm. Sr. Antonio Leite Pe-
reira HasLos, i ua da Cadeia n. 17, primeiro
andar.
Os Srs Miguel do Corqueira Lima e
Henriques leCeiqu ira Lima.ieubam a hon-
dada do aparecer na ra da ..iaJre do Ueos
ii. 38, ou utiiiunciar sua inorada.
P)4%J<
:\ tH.l .:.
Vendem-se nasiieasde p'iuia fino prot^
,,3 e de cures. Indas forradas v. bandadas Os
. s la, como nSo leni viudo a este roer
.. c.i I., a ;. [I i rada ama.
... Sobr.rasaca. 0e piano lino prelo, a
:'j 2C-;:KXI : 2HJOD0.
Palitos de i .iiiihi Uno prelo, gola de vel-
' la.i., a KiJOOU a J 100.
~..'j I-Vaques de panou iii
s.l i. ln la .," enns e *ie
:" _' ,..!.. Oili).
.>" Pililos de alpaca prela mallo liua, a 93 ..'
:. e P..-.. ..
Diios de bramante lyanco, de poro 11- *'.
- nli.i, a "i
..^- Du i *e bramante branca i!e li.ir.isdc '',';
,. -. core*, a r.
;' iiiiiis ,], i,., nle puni da pun Moho. "' '
a lalKHI. .,.
Unosdn nieliin (raneado, deljslrase do
cores, ;, ', '..ii'.
Collelea relio. '' .elim jr(o e de cores.
c >'' ttn lia..Vi de t;i .is as cores e. ij-- seda,
.1 I
Calcas decasemiraselm, i;rti ede co-
res, bordadas lisas, a ItijOUO cada par.
Chambres de miim Iraiura u. Turrado da
j "a M i ii la, a II -oii i r.i la um.
... Dilnsite me: imii .1. rules, f.ai^ili.s -; 5 .iilina de euros liur.tiios cto traecas, a ";
-, av iv-
-^ .Vi ra
sim comopsdentifricio clnico para coa-
servar o limpar perfeilamente os denles sem
alterar o esmalte.
Precisa-se d-^ urna ama de leite, forra
ou captiva: na ra do Hospicio o 3t.
Precisa-se de um feitor decampo qu-;
seja solteiro, tcnhi pratica e de conbeci-
mento de sua pessa : a tratar no engenbo
Novo de Huribeca, ou na ra do Collegio n.
25, primeiro andar.
Iloje linda a audiencia do Sr. juiz de
paz do i. districto da freguezia de .'. Fr. Pe-
dro Goncalves, a requernneuto e por exe-
cucOes de Amonio l'avares Ferreira, Vnlonio
Francisco de MeJeiros e Bernardino l'orroira
Lima, tem do serem arrematados diversos
bons movis, penhorados a madamc Ue-
bois.
Precisa-se do um criado : na ra do
Hospicio o o.
Vendem-se duas mulatinhas e urna
crioula, todas de 12 .a 13 annos, bonitas b
sem achaques : na ra uas Triocbeiras
II. 2'.).
Precisa-se de um moco de io a 12 an-
nos para acompaobar uto ceg \ rezos ua
semana : no paleo do ('.armo n. (i, casa
terrea.
Precisa-se de costurotras; na j;ta do
Rosario n. 23, primeiro andar;
Traspassa-se o arreudamenlo do en-
genbo Frescondim, na freguezia de Agoa-
Preta, moeuto e correnle, o (ual anda fl-
tame anuos para se lindar, com lodos o
seus iertcnces, como sejam -i?, escravos de
servico, bois, beslas, carros, forrameutas e
ludo mais quo lio pitesi, para o man jo do
mesmo engeubo : tratan com .vuonio Jo-
s Rodrigues le Souza em seu cscriptorio,
ns ra d-i Collegio n. 2t.
Aiugam-se carracas para carregar
trasl s, madelraa e m teriaes, ludo por pro-
co muito com modo o promptidSu : no arma-
:
o
i*
1

Na raa !> Cresp lojn amarella a. 1. de
Antonio i-'raiii'i-ni Pereira.
. ''. '" .. '-. -. ",-
arrenJam-se as olsrias sitss no paco
do Giquia : quem as pretender, dirija-se a
praca da Independencia us 19 e 21, quo se
dir com quem m do tratar.
:*
i
>.
>
ti
.-
S
a
3^ lanle em
^ mais curo
.-."! aos (pie san preparados m Kio de Janeiro, o &v
"f que se veiidem ne.la prora quem dovidar M
veja e esperimenls ana e uniros, e libara con- J")
?{. venriil i do qoe avanzamos, 6y
.- 3999e -i-.l3 9 999
Pelo juizo dos feitos da fazenda provin-
cial, se bao do arrematar os bons seguales :
lima casa terrea na freguezia de Jos,
na ra Imperial n. 119, a qual tem 30 pal-
mos de frente, e it> de fundo, avallada em
300a rs., pertencente a lzidero Marques de
Cotonbs.
Urna pequea casa t'.-rea, ni freguezia do
S. Jos, na ra Imperial n. 2118, a qual tem
as frontes de lijlos, e oitCes de I pa, tendo
'js palmos de lenlo, e i3 de luirlo, cozinba
lora, quintal em aberlo, de Manoel Alvcs dos
Sanios Julio, avahada em 2500 rs.
Urna casa terrea na ra de S. Miguel n. 50,
com 15 palmos de largura,o 50 ditos do com-
pr i ment, 3 salas, 1 quarto, cozinba dentro,
quintal om aberlo, em chaos loreitos, eem
mao eslado, avahada em 20? rs., pertencen-
te a Paulino Ilerculano de i'igueiredo.
Urna cusa terrea na ra do Molocolomh
n. 33, com 2:1 palmos de largura, e 67 de
Cumplimento, > portas, o 1 janella, 2 salas,
i quartos, cozinba fora, quintal em aborto,
ebrios foreiros, avahada om 400; rs perten-
cente a Anua hita Cavalcanti.
Urna grande casa terrea no bairro do Ke-
cife, na na do Apollo u. 34 A, com 47 pal-
mos do frente, e 145 de fundo, a qual se a-
cha em armazem de recolber, em bom esta-
do, avallado em 10:0000 rs., perlencente a
Manoel Antonio da silva Molla.
Uaia casa terrea na ra do Motocolamb
n. 5K, com 16 palmos de largura, o 49 de
fundo, -salas, i quarto, cozinba dentro,
,)U!ilal om aberlo, com porta e janella de
fronte, em pessimo estado, cb&os foreiros,
avaliada em 20/ rs pertonccnle a llosa Ma-
ra de JeSUS do Nascment.
Urna casa terrea de pedra e cal, na traves-
sa do leme lio u. 6, com portas e jinellas do
frente, 2 salas, cozinba dentro, quintal em
abollo, ^iu..rtos, em cii.ios foreiros, eom
bom oslado, cuja cusa tem de largura 15 pal-
mos do frente o 25 do comprimeato, valia-
da, em 15o/rs, pe lancelo a bernardo Da-
miao Fianco.
Urna casa torrea na freguezia de S Jos,
na ra imperial n. 200, com 19 palmos de
frente, e 50 de fundo, coziuha fora, quintal
em aberlo, o cacimba ropria, avahada un
?ooa rs., perieuceiiio .os berdeiros de Euse-
bio Lapes.
Urna casa terrea uo beccoda ra l'cal n. 1,
com 30 palmos de frente, e *0 de fundo, co-
zinba, quintal, avaliaia eic80oars., perten-
cente a liosa Alaria.
lima casa terrea ua freguezia deS. Anto-
nio, sita na travessa da roa Bolla n 10, a
qual tem -i palmos de lenle, e 63 do fundo,
cozinba fora, quintal murado, e cacimba, a-
valiada cm 7U!i^' rs., de Joanna Hara do ilo-
sario.
L'iua pequea casa terrea de pedra ocal,
na freguezia de s Jos, na ra dbanla
itita u. 5S, com IS palmos ue frente, e 60 de
fundo, quintal murado, avaliada cm 4D,.'rs.,
no Hnrianna da CouceifaO, por ouilbcrmo
Soares hotellio.
lima casa terrea na travessa do S. Jos
n. 3, com porta o janella, com 16 palmos de
frente, e 60 de fundo, cozinba lora, quintal
murado, Cacimba, e cnaos foreiros, avallada
em t>d-j rs., do Mana Carino do Rosario.
lms casa terrea de podra e cal, na Passa-
g-!in n. 14, com 3 janetlas de frente, e 1 por-
ta no oilao, eom 34 pal.-.us ue largura, e7l
de fundo, quintal em aberlo, cozmha fora,
Cacimba eportSo, avahada em 800"? rs., do
Jos Simos.
lima casa terrea da f.cguoia da lloa-Vis'.a
na ra da Alegra u. 22, com IS palmos do
fronte, o 41 de fundo, cozuh i dentro, (juin-
tal mu a.ni, cmi cacimba, avahada ein 800S,
de Ignacio Joaquim llilieiro
Um "spellio grande do caxilbos de mogno
por 32> rs.
Urna mesa do meio de sala do angico por
10;oo reis, perlencoule a madama Manver-
nay.
Cnia casa terrea na povoacSo dos Afoga-
dos, na ru.'. da Paz n. 2, com -1 portas do fren
le, tenjdo do largura ^0 palmos, o 60 de fun-
do, cozinba dentro, quintal em aborto, em
chaos foreiros, avahada eii 40; rs do .Nico-
lao Antonio.
Cma casa terrea do pedra o cal, na traves-
sa do s. Joso n. i:t, na mesma freguezia, a
qual tem 17 palmos de frente, o 72 ao lun 11,
sotuo, cozinba lora, quintal murado, e ca-
cimba, avaliada em 1:000/rs., di Joaquim
Manoel Pereira deSouza.
Urna pequea casa terrea de podra o cal,
na freguezia das. Jos, na ra Imperial n.
I!6, com IS palmos de frente, e 43 ao lando,
acbando-se em caixSo, quintal em aberlo,
enflos foreiros, avallada em ij; rs., do Joa-
quina Bertholeza das Dores.
15 potes grande.-, do louca por 5j rs.
io ditos pequeos do louca, avahados
em tOj rs.
^1 vidros grandes oem tampas, por 4j rs.
1W ditos pequeos, por 53 rs.
63 garrafas branc s, por "o rs.
33 .lilas pequeas, por S rs.
t caixa pequea defolba, com 19 vidros
por bf rs.
36 vidros maiores, por 1>50o rs.
30 frascos prelos, por 19 rs.
Total aic-5..o res, pertencente a licuto de
Luiz da Carvalho.
Lina casa terrea na povoa^ao dos A loga-
dos, na ra dos Passos, sendo de taipa, u.
3, de porla o janella, com 19 palmos do fren-
te, o 30 do fundo, cozinba dentro, quintal
em aborto, chaos foreiros, avahada ein 409,
de Manuel Joso Itibeiro.
Os pretendeutes comparecam na sala das
audiencias as 10 boras da manliaa do dia 29
Uo correlo noz de abin.
Precisa-se de uui feitor tiara nm si-
ho, que entenda de planla^ao: a tratar
na ra do (ueimado, sobrado auiareilo
n. ti.
Precisa-se de orna ama que ssiba co-
zinbar, e lazer todo O mais servico de casa :
na rus do Caldereiro, taberna n. 60.
No sitio la Trempe, sobrado n. I, que
seoobilheles 5?000 1(i:000;000
20 por cont 3:600-1(00
-a. JU II
11:400-000
1 premio 5:0003
1 dilo 1:5003
1 dilo 500"
2 diios 200. I00g 400?
4 ditos M0|
6 ditos so 300,
15 litos -iti- 3OO.3
30 ditos 103 3003
1140 ditos 50 5:709
1200 14:4003
2400
.".600
1 besouraria das loteras, 1V do Janeiro de
1857.O thesoureiro 1". Antonio do Olivei-
ra. Approvo.
Palacio do governo de Pernambuco, lo de
l'iieiro de 1857.S" de Macedo.Conforme,
Antonio Leite Pinho.Jos Januario Alves
la Mala, escitvao.
CONSULADO DE i-H.sJSCA.
Aviso aos de veo ores du tinado r. Semiond
Os devedores do fallecido Sr. Semiond sao
prevenidos de comparecerem no con-nlado
franeez, ra dn frauich-* NoVo n. 14, segun-
do andar, para satisfaz irem suasdividas que
tem com o dito fallecido.
--- Da-se 1:0009 a premio do um por cen-
to ao mez : ua ra do Queimado n. 22, so
dir quem d.
Aiuga-se urna preta para o servico in-
terior, sendo casa do lamilla : na ra Uirei-
t* n. 19.
Precisa-se singar para um bomem sol-
teiro, eslrangeiro, urna casa terrea cqueua,
com estribara, cacimba o quintal bdstnie
grande, ua praca da Boa-Vista ou nos arre-
dores: quem livor aununcio por esta folha
para sei procurado.
Precisa-se do urna ama forra ou capti-
va, quo saiba cozinbar e engommar com
perfeicao, dando liador a sua Conducta, para
casa de bomem solteiro : na ra cstreita do
Rosario n. 17, segundo andar.
rrecisa-so ue uniollicial de tamanquei-
ro, paga se bom : ua ra do Vigario, ler-
ceiro andar da casa n. 19.
.No uia 13 de Janeiro do corrento anno
dosappaacecu urna escrava crioula, de l.oan-
>, do nouie Cristina, de idade, pouco mais
ou menos 30 annos, alta, bem lena do cor-
to, gafonua, pomas grossas, com algumas
marcas de frida, tem de haixo de um dos
bracos umi listula que as vezes fecha ; jul-
ga-se estar acouta 1 em alguma casa, c por
isso se protests contra q-.. m a liver acoula-
da com todo o rigor d 1 lei; esiea dias houve
uina noticia ou < sur em Sanl > \nlao, para
onde) dizem que fora em companhia de um
escravo do lllm. Sr. Gustavo Jas do llego, o
quai ja veio de la preso ; pois so pedo a 10-
uas as a iloridades policiaes ou oulra qual-
quer pessoa a apprclieusao da mesma, e a
conduzam a sou senbor, na ra uo yuoima-
do, loja n. 20, que se gratificar com geue-
rosidade tun o trabalo.
;*- O rrvcreniio vieario da Luz convida nes- 1-.'-,
J. 5 la praca, ou fora dalla, a aigum Sr. ofiliil S
eniitliador de conliecida capaeldade, para \J
_. lomar eonta da obra de loda a eulalba da ; 3
capella unir de loa nialnz, qua disla de'la -.
'-'' praca .'is leguas : a trat.ir u mala breve Vf
-. possisel cora elle, em sua IregueiM, ficau- W
. dn o encarreaado da obra cuito de que, i." I
;-"' alin de-ii llavera nanimeule de oulraa do S
"._.' inesino olDclo, na referida nutriz. \.f
a^,::..^...::/0..;- ,;JOC2y
Quem livor para vender nlinima casa
de sobrado, que esteja cm bom estado e que
sejaem boa ra, dirija-se a oh a em cons-
truccSo entro o hecco do Cunta e o do u-
Vidor, aonlc achara com quem tratar.
--- Na taberna da na de Hurtas n. 4, che-
goii o novo doce de goiaba lino a 15600 o
caixao do oito em arroba, e ligos de coma-
're a 240 a libra.
Na loja da 1 ua do Crespo n. 3, de 4
portas, ha para vender tapetes da melhor
qualidade que lem viudo a ste mercado,
proprios para entapelar sala, ou alcatifar
igreja : vende-se vontade do comprador,
Unto em pegas como a covados.
e>
. 1
rranciscfl Jn io d llanos.
O abaixn assignado 1 / ^rl(nle a res-
peicavel publico, e psinripal ente aoenraas
do coinmercio, que Manoel Pnreki de jr-
I valbo, deixou de ser caixeiro o gi'i.ut-. .|
sua taberna, sita no berro Largo 11. 104.
Minoel Jos Bernardo do l'aiva.
Precisa-se de um bom felor para um
lo na Pasaageaa de Magdah-ni, paga-vi
bem, mas exigo-se attestado de boa condue-
la : a fallar com o Sr. Manuel Antonio O011-
Calvea, na ra do Cabuga 11 3, loja.
Precsa-se singar urna ana de boa
conduela, tara o servico inlerno de rasa de
liumcm solteiro, paga-so bem ; na tus da
Concordia n. H.
Precisa-so do um rapaz para caixeiro
do urna taberna, e quo este tenha pratica da
inesnia : na ra Impciial, confronte ao cha-
far i 7. ti. 39.
lotera do
Rio de Ja-
fero.
AOS 20:000*. lO^MMf K i:(Hl.i;.
Na raei da ln-.!eiende!iLa loja 11.
>(>, aehain-se a venda os noves liilliil.-.
cmeios da lotera II- pamas) ohras ajas
Micas de Nicteroiry, a qual devia mu ni
a IS do prese nte, is lisias esncraasi pe-
lo ptinteiro vapor : ox premios leras) im-
iiiedialamente jkijjos em a misma inja
cima de conlrmidade aos nosMis an-
ntincios.
- Precisa-se de urna ama para lodo o ser-
vico de uina casa de familia : na ra Nova,
sebeado n. -23, segundo andar.
OflTerece-se una pessoa para encarro-
gar-se de cohrancas, tanto nesta praca, como
tora della : a tratar na ra da Cadeia do Ke-
cife loja n. 6.
Lotera
DA
C5 3; -: (i.. id aVsJH *C 9'
XAHOPE I
d
O ii?
AOTUELHTIGO ESPECIAL
BONT.A V2aMES,
prfp^raiio [wr Antonia Jo da Oliveira,
pharuiaeenllco n 1 .11 de de Sanios, e cspo'lo 4i
a venda Com m-iccs- .10 S. M. o Impera- '<*
dor, pal 1 tegulnte portara :
S. M o Imperador, aliendenda ao nue
|in:*eiiiiiu Antonio Josd de Oliveira, pharnu -'
cetico eslabelecido na cidade de Sanios e S
as (pi- infiirmou o presklenle da junin teatral
lijioene publn-a ein 1I1U de i) de alud ;-
ovmcia.
Os bilnetes garant los pelo uhaixo assig-
nado bblivcraiu os seguinle- premios :
I quarto Numero 1030 5:lllHl?
1 bilbete 1351 9!>0/
1 quarto 2717 IrsV
1 dilo M m
1 dito > 2103 Ma>j
O mesmo lem oxposlo venda os seus fc-
lizes bilbotes, meios s quarlos da primeira
parlo ua oilava I tciia da mslriz da Koa-
Vista. Karsiuia dos Oito (Kir ccnlo nos bi-
llietes rubricados pele abaixo assignado, Im
mmedlalaeMOte paga ua ra da Oadeu .0
Kecife n. 45, esquina da Madre do n-nv
Por halustiasM de equino Ker.-eira
los 1-(tunalo dos .Santos Porlo.
ttilheteetfe riite.
Iiravam-ss e iai|irimem-se com perleicao biibsles
de vikita, k-llra de cuinmercin e ludiiso, nlij clo> !*
i le ealicraptMea, rasas lina, vinh*las qewesqiM-r d< -
1 ibes. Aareea-at Iratas, aiawlaa, lano a ui.w do-
ce cuino em relevo, nriMinriiln. cun uLjrriof Or usni
e prala. l;d*em-*e ricos lindos e oii2naes para
bordados de labvrinllio. Admiltr-se a recata de
qaaeaapjer drslas abjatSai no rao de nSn fiearein a
ciinleiilo da |i-i.-nas que n- fncunim-ii lareni : ajae -
preleader dirija-te a qual.^oer de-les loa re : ao
burro do Itccile. ra da Madre de I leo. n. 32, |,n-
meiro in.1.0 ; ata SiiIo Anlouio. na livraria clMavra
dn paleo do Oli-sio n. 2 ; ajas Cinco l'oaUs,swas-a-
ili, d ntiina 'onrrnnle a matriz, un..
i \() rtKLlC.
^4 No armazem de fazendas^ baratas, raa do
Collegio n. 2,
i vend-j-<.i ora compleio soriimento de f.i-
& zondas finas grossas, por mais barato
* precos do que era oulra aaalquer parle,
^ tanto era porces como a retilho, aifian-
' (ando-se aos compradoras um so preco
\t para todos: esle es'.abeleciraento abrio-se
de combinacao eom a maior fiarte das ca-
3 sas coranorciaes inglezas, franrezas, alie- a
| raaos e snisns, para vender f, zondas mais
. I eru couta au qw se i. :n vondidu, a por isto i--
M ol Torc., ella maiores vaalagcns do K ouiro quslquor; o proprielario dneira-
l orlante estabelecimunlo convida i lodo*
B os seus patricios, e ao publico era geral,
| para que venhanj (a bem dos seos ule- ^
lj| resses) comprar fazcidas baratos: no ar- j
3 niazera 6a rus du Co!le;;io n. 2, deAn- J^
& talo Luiz ios Santos* Kolia. 8
sxcsi:, ....-lasSaSaWL:
pi umj lldo :
de-
ii armazem de inadciras, do Migue
poito ooa caiu
ecisa so de una
Pi
- a sbaixo sssign ida previne ao respci-
responsabilisa por
ii que cm sea nome fagam,
-' nltiroo, :... por bem cooeeder-lhe lietaoa para
Ja i;ue potsa vender o xarope de -na coinposii.-ao -
'' c.uitra termes, cija rormula fui examinada *;
' pelo referido presidente, e para sua salva- e~
guarda -e pansa o prsenle.
4 Palaeo do Itio de Janeiro, em S de ja- ('
'* ni-irn da lojti. Luiz Pedeiia du Cuulo SJ
a" Perrai. .
9 .\:m |ircteiiileino9 revestir no noso rine- C.
;." din ue Mapoiada* lilnlos e iaaaEloariis virla- 9C
des, e assioa illudirroos a credi.li.lada e bo< fe fij
ii do publico ; o remidi qus olereceinns, ia- 5-
J rantido cuma portarla da inverna laperial, i
V be o resillado do I mi; s esparienelsa de un fe
W velha pralieo, be urna prepara(Sa paraaeaia laS
S vegetal, e poderosa remedia eonlta a-candes 6*
~ termicolares e lombrioeoides ; lonibr ees, ; (
'-i [irouipla e semprc ceno em seus elteilns, C
vj consaivendo una arcSa dursdoara, sem in- ---
-' canvaoienelas seevndariai ; he e i il e >it- 3$
va spplieaeSo, ja' pelas pequeas deses que Ci
-', se empre^aiii, ej.,' ,e: i n.sin a;ra.l^\el que 5*
O
ia manera do applicar, Beiinndu a* ilad.-s, V;.
.-5 e a dieta que deve ler-s... Vi.i.ee en roa "
*3 da Allandeaa 11. 25, loja de droaat de Petni n- |
l des v. II1 it;iv, milco deposito aatabelecid 1 e^
3.^ nesla edrte, e em Pernanubneo, anieo depo- ?.-
-; silo na roa da Cadeia do Kecife, botica 10 j
^- Sr. Anliiiuo Pedro das Si tes.
........y '. >- ... -.. vf: .
aPara os homens
que tiveren boui g-osto.
Vendem-se muito bons estojos pmprios
para viagem, por lorcm todas osarr.injus ne-
cessarios paia barba, pelo biralo preco do
la, --, :;-, I M SMt cada um, esporas
muilo linas oc casquiiiha e ac para crrelas
a 1-to1s;MI, caixaa redonda-s de taruruga
paia rape, pelo baralissinio preco de SxiKI,
inas de bfalo, [ateaBs muito stjsjeriasr a
I05V e J/i d.las muilo linas de masas a lf,
nc?s cbaioteins e muilo unas a 2- e 3"3,
pouleiras para charutos de marlnn e de tun-
eme a 5J0 o GUI) rs., ca Letras muilo rica
de mogno, proprias para viagem a ;, l(.- c
12;, ditas sem ser do inadeira para 3J, 5' o
WOOO, ciuliirOs de borracha a1-eK"3O0,
grvalas tirelas e de cores, lazenda aauito
boa a lc5'"', riquissimos caniveles de pu-
11 bal com cabo de madrepcrola a ;, pincel
B lem. Os.l.estado, qoe temo, de disinirm. f '"-|pzes Par" h,rl* Kraasde cores
I mdicos, ecarias de pessoai partieu.are* que ss | f01" cut,s' Pr"P"a par* lavatorios, pato
. sk melicaram a si, seus tilli.is e rainulos, l- fe uarnlissiino preco de 1;, gallitlciras com to-
9 leslam superioridad* deste nlli-lminiicn ;; dos os vidros necessarios aj rolber, pelo ha-
, liire lados aiu boje coaheci los, ten i.i demaii s* | ralo preqo ce 2:-, ir.ncelius prelos rolicos c
as a tMitagem da oSo produtir irritacao. Cada .1 chatos, ce bonacia, pam i.logios a 160,
j vidra tai entollo em um impresso. Mala ..- 11 330, 4U0 e 50. is., olirti.-s de cola, conlend
lodos os ..las da .semana, cada caisiuha a t'HI
rs ditas lisas a loo, eSCOVaa para denles
mullo linas a 1 2. 4 :0 e 300 rs., c dilas
le cabo de marfim que t mb aM vaate
barato,dilas de caboda aseu para ssata a
30, 500 rs.. 600 e I ditas de cabo de hu-
'.iio d niarnm, qu se vendo batato, dn ..
mullo boas para ca ie!lo a I". I I SSSJ a -.
ditas par* rato a I-... I, I Y o e 2:, alu lotea
iiifc'lezes para navalbas s la, uevalbas bmi-
hssimo finas para barba a tocada um., ri-
cas bengalas ue >.:. i bainbti', pato hata-
, to preco 500 rs., la, 1 2. .1 e 1-.1...1, c.ii-.i.. 1 ix-om 30
; c.-iras (io ..ioim.a.i.is e muito b .0 (et ,
ntancas e encarnadas, pro i as .1 ra
de damas ou gamito, pelo ba alissuM ir.-vo
BILHETES DA LOOI BO
RIO m lJM.
.is 20,000,?, 10,000,?,
na lo:s
4,0003 e 2.000.J.
Desdo ja eslSo exposlos a vend
n. 33 da praca da Independencia,
s d. ra Inov*. S'uer'rb $* ^XZ'^S!. I $B? --"' ^SJ^3T
debito que cm seu nome facam, cidade de Nictheroy, extral)ida em is 00 sjull,s a ,,c ^-^ ,llw.rMliae de.
acabar de criar um menino, prefere-sepreta erom-,-:0 P'?" . que sejamconlrabidaspma a abaixo es-(vapor sardo Vctortmaiije, o qual ohega- roiadeeores, eonslstindo -,, rasMd.T-
aqui ate o huido presente mez. ., s. ,..., 'mn ) ,,, ^JStwsjaa
Kodial.-do maio prximo vindourn, oas,dilas para vollarete.dita*Mea ipis,
.,7. S?nl,"M-e a sar.',r s"i,it' l'0,|" ''ual' na M, uas audiencias, lera de s?r ai rema- carteiras para seiiboras, uulro, ssatt ol-
? :V t" n'a i' "U e?Srlptono de T" du K""d itild" em I""""' l"r ten>PO 1* tres annos, ,.0- jectos, ludo de mwUssitM gosto, e que i..to
ra uo 1 laptcne n. 40. rante o juuo municipal da primeira vara.es- se vende caro.xas leoaf e to f Vasarela
--- 1 raspassa-se as chaves da melhor loja envo (,u.,lu, o arreudiineiito ie todo o so- para vollarete, e ovlraa muiliasima* eassass,
dol-.i,,eio Publico n. 9, po estar muilo a- brado l! U d. ra .Nova desla ciJ,do. per- tu Jo de uuil.i gosto e por peco barato c-
ireguezada, propria para quabjuer prmci- loncente a 11. Joaquina Mara Pereira Viao- mu todos saben : na ua do uucimada, na
piante com faiendasou sem ellas : a fallar, na, e avahado etn 1 ;UOu000 reis. auuual- beniconhccida Iota de miudeia* da boa la-
na mesmu. | mente. | IDt n, 33.
c-i. iva : no sobrado junto a oiJem lerccira
do Carino.
- Anlouio Pinto deMagalhSes, vai a Por-
tugal, a tratar do seus negocios, e deixs por
s-.-us procuradores, com p Miares especiaes,
o Sr. Iternsrdino Joso da silva, o sr. Manoel
Tavares Cordeiro, o o Sr Dent Jos Pereira,
e seu caixeiro J0S0 Antonio Goncalves.
Fortunato Cardozo de Goveit, vai fa-
zer urna viagem a Portugal.
so
signada. Kecife 2* do abril de 1S37. Clara
Joaquina de Uliveira slvura.
MUTILADO
ILEGIVEL
.-. ---


DIARIO DE PERNAMBO, TERCA CEIBA 28 DE AltKIL DE 1857.
3} t-EDHAS PRECIOSAS-1
- 5
I Aderecna de brilhantes, SS
,* diamntese perol, pul- ;,
* vcirna, alfneles, brincos $
i rozlas, boltleseanneis *
5 de diHerenles RoMosede 3
diversas pedra de valor. *
.-

[AJA us oUH.VKS
Ra do Cabuia
r&
OURO i: PBATA
3
n. 7.
Receben) por to-
dos os vapresela Bu-
ropa as obrad m
Ompraoi, venden) ou *
Iruram prala, ouro, bri- J
Ihaiiles.dianianlesepsro- ;
la., e Miras quaesquer M UOieriU ITOStO, t.ail-
lo val* iliiiliairn -X
* to de Franca como
i diulieiro
5 joiasde valor,
v ou por obras.
+. Aderemos completo* de 4
* ouro, mpiosdilos. pulcei- '?
i ras. allinctes, brincos e J
'& rozlas, cordoes, trance- +
V li;is, medallias,correles
;; e enfeiles para relutio, e *
v oulrosmuitosobjeclosde +
3 ouro.
Apparelbos completos,
j de prata, para cba, ban- 7
'.; dejas,- salvas, caslicaes, g
?$ culheresdesopaedech, ^
*: e m ai toa oulrut objeclos jj
de prala. *
a, asquaes se vendem por
pre$o cotumodo como eostuuiaai.
C0HSDLT0R1 HDMDPiTHIC
O
O
SUS
Onde seacham senipre os mais acreditados medicamentos, tanto em tinturas como
cm glbulos, e preparados cora o mator escrpulo e-por procos bastante commodos :
r-UECOS F1K0S.
tubos grandes. .
Botica d
Dita de *
Dita de 36
Dita de 48 o
Dita de 60 i> .
Tubos avulsos a......
Frascos dclinlurrademeia onca.
Manual de medicina homeof.nthica de Dr. Jahr com o~dic-
cionario dos termos de mediciua
Medicina domestica do Dr. Henry
l'ratainento do cholera morbus .
HKe.'ertorio do Dr. Mello Moiaes
10/000
155000
2OJ5O00
259000
309000
19000
29000
2O9UO0
M'mu;
2/000
6*000
l'recisa-se alugar um prelo possante,
embora soja bruto, para trabalhar mensal-
mente nesla lypographla, damo-se o sus-
tento : na livraria us. 6 o 8 da i ..ra da, In-
dependencia.
Aluga-so um sino na passagem do rio
Capibaribe, por lodo esto mez : quem o pre-
tender, dirija-so ao armazem da ra do
lirum n. 24.
eotap***.

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Continua-ne a comprar bronze, lalio
e cobre v. lito : na fundicSo do lirum ns (i
8 e 10 de I) W. lowman.
Compra-se urna escrava moja, que
cusa bem, engomme e cozinhe a tratar na
ra de Trapiche n. 14, primeiro andar.
- Compra-se urna escrava pela, que
saiba bem engommar o coser : na praca da
Icdependencia ns. 3~ e 3n.
Compra-se urna casa torra com com-
modos para familia, as freguezias de Santo
Antonio, S. Jos e Boa-Vista : trata-se na
ra Augusta n. 17.
Compram-se 2 escravos do 14 a 16 an-
nos: a tratar no escriptorio de Jos Joa-|
quim Dias Fernandes, ra da Cadeia do He-
cife.
Compra-se eflectivamenle na ra das
Flores n. 37, primeiro >ndar, apolices da di-
vida publica e provincial, aecesdits compa-
nhias, o da-se dinhoiro a juros, em grandes
e pequeas quautias, sobre penbores.
Compra-se urna cabra costumada a
criar menino : na ra de S. Francisco, so-
brado n. 8, e na livraria n. 6 e 8 da praca da
Independencia.
Compra-se ou aluga-se um sobrado
de um andar, ou casa terrea muilo boa, nos
bairrosdo Santo Antonio ou Boa-Vista : na
ra do Crespo, toja do Sr Jos dos Santos
Nev, ou a esta lypi'giapbia.
Compra-sc urna grammatiea ingleta
por Cibson : na ra do Queimado, botica
n. 15.
Compram-se apolices da companhia
de Bebenbe : quem as pretender vender, di-
rija-se a ra Direila, sobrado de dous anda-
res, ao lado da igreja de .\. S. do Torco n.
137, que ulii e dir quem as quer comprar.
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Venderse a verdadoira grasa inglesa n.
9", dos afamados fabricantes--Day c Mar-
tin--, em barucas de 15 duza de potes:
em casa de James Crablree & Companhia,
ra da Cruz n. 42.
Deposito
de rapprinceza da f..hri-
ca de E. Gasse, lio [\ia
de Janeiro.
Vende-se a proco commodo rape lino,
gros-oe nieio gros.so, da acreditada fabrica
cima, cliogado pelo vapor S. Salvador ; na
ra da Cruz u. 49.
Vemie-se.por prego commodo,superior
vinho do i-orto em barra do 8." na ra do
Trapiehe n. 11, escriptorio de M. A. Guerra.
Ii.'i casa rtejllenr. I'roiin i\ (".ompanliia, nn
ra da Cru/. 11. lo, \eiide-secot:iidCciiicaiiiilia> dt
duaia.
Superior bolacha viuda ullimamontc de
Trieste, com por^o e em Libras a 120 rs.
na ra Direita 11. 8.
Barato que admira
Vendem-se borzeguins rranrezes, novos,
de lustre, pelo preco d-- 89500 cada utn : na
ra do Livraiuenlo n. 29.
apeos de fiel-
tro c bonet de cabello pa-
ra IMeillKlS.
Vendem-se ricos chapeos de toltro para
meninos, enlejiados eom litas o plumas, le-
lo baralinlio proco do 3-500, bonetes muitn
lindos do cabello a :!j rs. : na ra to Quei-
mado, na bem conhecida loia da boa lama
u. 33.
Vende-se urna escrava crioula, mo?a
o de boinla figura : a tratar na ra da Ca-
deia do Hecife u 2.
Sola de (ualidade especial, vende-se
no armazeni do caos do liamos, do Francisco
Figueira deSaboa : a tratar no seu escrip-
torio, ra de Apollo 11. 5.
Vendem-se tres caixilbos de 10 a 12..
palmo do altura e 3a 4 d; largura, de bo- derum completo sortimePlodo laixes t'e ferro f un
lar em p, proprias para loja de sapalos ou I v' mesmo para alfaiaU : quem os pretender, !*cam-se a venda,por apreco commodo s coui
protnptido: embarcam-s oucarrgaa-ss amcar
b,
*>l

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w
Vende-se cal de Lisboa ltimamente cbo-
ga.'a, sim como polassa da Bussia verda-
dera : na praca do Corpo Santo n. 11.
TAIXAS PAKA ENGENHO.
3a fundipo de ferro de D. W. Bowmann u
rus o lirn:n, passando o chaarir, coniin h-
I'aos de piobo vcrmelbo para mastaroos.
chumbo do municjlo.
Folnas de cobre.
Melal amarello e zinoo para forro, com os
competentes progos.
Ajvaiado de chumbo e de zinco, em p.
Tinta branca de oleo.
Papel lino de escrever.
Vinliu especial do liheno e do Porto.
lina da Cadeia do liecile, casa de C. J. Ast-
tey ^ Companhia.
os c bonetes
de t<(!a.s as quadades.
Vendem-se oculos de todas as gradua^Oes
com deliradas arm qes do ac,o, pelo barato
precode 800 rs. o I;5u0, tilos com rmaces
douradas e prateadas a 19200 e I9SOO, ditos
com armacSo de bfalo a 19200, utos com
armacao de balea a 48'), ditos com armacSo
de metal Inanco a 400 rs., lunetas de um sii
vulro redondas e quadradas com aro de b-
lalo a 500 rs., ditas de dous vidrostzmbcm
comarmaefio de bfalo a 1;500, ditas de um
so vidro redondas e quadradas com aro de
tartaruga a I9200 e 19500 : na ra doQuei-
mado, na bom conhecidada luja de miudezas
da boa fama n. 33.
ei casa
i C.
iUkim.

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maa y;

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90 gg
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Attenco
B-S -

perblades da pello, conserva a frescura e o
avolludado da primavera da vida.
A t ri^o.
ScientiGca se a quem convier, que a revi-
sao de pesos, medidas e bataneas, principia
do 1. do coirente a Andar no ultimo de ju-
nho: nacasada aforicao, no pateo do Ter-
Qo n. 16.
"^ FRIHCEZ.
nou dentista, ra ,Nova n. 41
Paulo 0
Modas iranee-
zas.
Na loja n. 1, aterro da Boa-Vista, de
dame Buessard Millocheau, recebeu-se i
B. C. Yates c Companhia: estabelecidos
no Bio de Janeiro, na rua do Hospicio n. 40,
vendo um annuncio publicado em limadas
l'olhas de Pernambuco pelo Sr. Bartbolomco
F. de Souza, prevenindo ao publico que o
vordadeiro jaropo do bosque s elle he
quem vende.prevenimos ao mesmo publico,
que o nosso xarope he remetlido do Bio de
Jrneiro pelos cima proprielarios ao Sr.
Manoel Alves Guerra, e este senhor fez o de- ' psito para ser vendido na pharmacia do Sr. ^^SSSg'S Q( Ov?0S?^v'
Jos da Cruz Santos, na rua Nova n. 53, uni-
eos por mis aulonsados para venderem o!
nosso verdadeiro, e mais prevenimos ao9 i
senhores consumidores, que ha porto de 5
annos os rotlos collados as garrafas sSo
assignados por Henry Prius, como procura-
dores dos cima proprielarios. Bio de Janei-
ro 13 de Janeiro de 1857.
Barlholomeo F'rancisco de Souza, len-
do o annuncio dos Srs. B. C. Yates > Com-
panhia nn Diario n. 17, em que diz ser s-
menie verdadeiro o xarope de bosque que
se vende nesta cidade na pharmacia do Sr.
Jos da Cruz S^^os, onde fez deposito o
Sr. Manoel AlveS^perra, que recebeu dilles
proprielarios, declara ao publico, que nao
duvida seja falso o xarope de bosque que
lambem vende em sua botica, mas assevera
que elle he comprado aos meamos Srs. B.
C. Yates A Companhia, do Bio de Janeiro,
como provam os documentos ahaixo :
BIO DE JANEIRO 8 DE ACOST DE 1856, ,
O Sr. Barlholomeo Francisco de Souza dadas, eotremeio de dito, boles para casa-
comprou a B. C. Vales iV Companhia : | veis, espartilhos, tran^ns e franjas para ves-
4 duzias do garrafas com xarope
do bosque a 54?000.........216v000
6 duzias de 1|2 garrafas com xa- 1nas e "'< fazendas mono em conta, as
ropo do bosque a 27,7000. t. 162JOO0 quaes lulo bom gosto e baralcza agradarao
________as lrguezas.
P.s. 378*000!
Recebi o importe cima, do Sr. Antonio i
Joaquim Vieira de Carvalbo. Rio de Janeiro
8 de agosto de 1856. Por B. C. Yates ;
CompanhiaJos Paulino Baplista.
Kcconheco verdadeiro o signal supra. Re-
cite 8 de agosto de 1856.
m fe de verdade.
Manoel Hilario Pires Ferro.
RIO E JANEIRO 18 UE FEVER11BO UE
1857.
Os Srs. Constantino Comes de Faria & For-
reira compraram a R. C. Yates Compan-
hia :
4 duzias de garrafas com xarope
do bosque a 543000. ........ 216/000
6 duzias de 1|2 garrafas com xa-
rope do bosque a 27JO00......162/000
ma-
- pelos
ltimos navios um lindo escolliimenlo de
modas: Chapese enfeites para senbora
capellas de llores e guarnicoes para vesli-
voslidos bordados par bailes, ditos de
bordados par casamento, ricas man-
etas para noivas, capellas e caixos de llores
I de larangeiras para cnleitar os vestidos, col-
lannhos e mangas de bico verdadeiro, ditos
de cambraia e filo, lencos de retroz lisos e
bordados de matiz, veos pelos, brancos,
azul e venios para chapeos, lindos chales
I de luco preto, loncos de cambraia de linho
1 bor lados, liras de cassa e de cambraia bur-
dos,
! blond
I ., cspsiuuio, irancs e lianjas para ves-
tidos, lucos de linho, toncados de 19a, ga-
110es, fitas, filos ecarobraias linas, tarlata-
Rs. 378-000
Recebemos o importe. Por R. C. Yates A
CompanhiaW. C. Cerwartt.
Nos abaixo assignados declaramos que
compramos o xarope cima para oSr. Bar-
tholomeo Francisco de Souza, de Pernam-
buco, em virlude de ua ordem de 3 do cor-
rete. Rio de Janeiro 18 de fevereiro de
1857.-Liiistaiiliuo Comes de I-aria & Fer-
reira.
Beconhcco sor verdadeiro o signal supra
de Constantino Comes de Faria Ferrara.
Rio 18 de fevereiro do 1857.
Km lo de verdade.
Pedro Jos de Castro.
JOHN CATIS,
corretor gcral
E AGENTE DE LEILO'ES COMUERC1AES.
n. 20, rua do fortes.
PltlMUIItO ANDAR,
praca do Corpo Santo
RECIFE.
SEGURO COJNfllA FOSO.
Coinpanliia Allianre.
Eslahelaciila cm Londres, em marco da 1824.
Capital cinco milbots do libras esterlinas.
Saiinders Brothers Se C, lem a honra de in-
forma- aos Srs. negociantes, propietarios de casas,
a a quers ihais convier que esto plenamente *u-
iorisados pela dila coiopanliia para elTecluar segu-
ros sobre eiliticics de lijlo e pedra, cobertos d
tlba e igualrdent* sobre os objeclos quecontiverem
03 uiesmos eiiiticios quer consis'-a em inobilia ou
n fa.-.aiid.is de qualquer qualidade.
He cliogado loja do LecOmte, no aterro
da Boa-Vista 11. 70, o excellcnlo loile virgi-
nal de rosa branca, para refrescara pelle, ti-
rar pannos, sardas e espionas, igualmente o
afamado oleo babosa para limpar e fazer
croscer os cabellos, assim como p impar-
tila de lirio de Florones, para brotoejas eas-
Mez .Mhriatillo
Vende-se por mil res livros do Mez Ma-
risnno, conforme o uso dos religiosos ca-
puchmhos de N. S. da Penha : na livraria
us. 6 es da praca da Independencia.
Metliodo fac linio.
Na livraria da pra^a da Independencia n.
6e8, vendo-se o mothndo facilimo para
aprender Icr, novameiile impresso e aug-
mentado, por mil reis.
Vende-se urna duzia de cadeiras, um
par de consolos, urna mesa redonda, um so-
f, ludo de jacerand ; um candelabro de 5
luzes, c um par de serpentinas de 3 luzes
cada urna, um par de lantornas. um can Ji-
eiro francez, tudo junto ou separado: na
rua de Hurtas, casa terrea com a frente pin-
tada de azul n. 62.
Sao asnillo finas
linja-so a rua do Nogueira 11 40
Charutos o; Hav
na: veiiiiem-se
de C. f. A.stk y
Arroz pilado a 2ff400 : 110 trapiche
do Hamos.
Velas de speriiiCfctc ame'
ricin s.
Xo escriptoi-io de Domingos Alves Ma-
tlic-us, mi rua de Apollo 11. ka para
vender em lotos a vontade dos compra-
dores, muito superiores velas desperma-
cete americanas verdadeiras, por mdico
preco.
sSt llins e releg-ios.
*V v. .] SEI.I.INSe RELOCfOS de palenle
?i*;I"i '"le : h veinla m> .1:...../-ni de
V, lluslroii
pras
UDU
IIU
Bouker A; Conipjinliia, es-
quina iln Iariju du Corpu Sanio nu-
mero 48.
PEAS E Lili
ao
c
de
iiUHO IJOlli gestos.
Ilnssulinas muito Gnas, matizadas com
lindas cores, da padnics muito bonitos e
inteiramente novos: veudem-se pelo dimi-
11 uto proejo do 560 o eovado : na rua do
Quoifnado n. 22, na luja da boa l.
ATTFNCAO'.
Vende se a grande coebeira de carros de
aluguel, da rua do Cano n. A, com bonitos
ca.allos; o inolivo desla rosolu^ao lio pelo
seu administrador se retirar para Europa, e
o seu propriotano nao a pJe aduiiuisirar
pelo seu mao estado de saude : a tratar na
mesma.
Vendem-se nos Afogados, na rua do
Bom busto, 5 casinhas ns. 19, 21, 23, 25 e
27, a dinbeiro ou a prazo, com Urina que
agrade : a tratar na rua das Cruzes de san-
to .Milonio 11. 41.
--- Vende-sel mulatinha c 1 mulatinbo
muito lindos, sendo de idade a primeira de
5 aunse o segundo de 3, e 1 moieque de
12 annos, com peijuo.no defeito : na ru da
Matriz n. 22.
Vcndo-seum sitio de torras, denomi-
nado Salgado, no riacho Crassatuba, termo
doI.imoeiro.com 621 bracas de liento, e
ainda maior porfi de Tundo, tendo todas
as proporcocs para plantar o criar, por te-
rem estado ha muito tempo descansadas
sem cultura ; v. nde-se a dinbeiro ou a pra-
zo : os prelendentes podem dirigir-se ao
aterro da Boa-Vista, casa n. 8, que l adia-
rlo com quem tratar.
- Vende-se urna das duas oscravas cs-
guintes.a que melhor agradar ao comprador;
a primeira cose, engomma, lava, cozinha e
faz ludo que be necessario para urna casa, a
segunda so d.II re da primeira em nao co-
ser : quem pretender, dirija-je a rua do
Alecrim, sobrado o. S, as 6 horas da ma-
nhfla e as 0 l|2 da tarde, que he quando el-
las estao em casa, que achara com quem
tratar.
Vende-se a cusa terrea n. 90, sita na
rua das Aguas-Verdes: alistar narua
do Vigario n. 7 ou rua da Cadeia n. -20.
Vende-se a cusa terrea r>. 11. sita no
becco do Veras, bairro da Boa-Vista : a
Iralar na rua da Cadeia n. 20, ou aterro
da Boa-Vista n. 2, segundo andar.
Alein;fi;>
Vendem-se pecas de cinta de muito boas
pannos, pelo baratissimo preco de 5 a peca,
que sahe o eovado por seis vintens e dez rs.,
a porcao he peiiueua : portanto quem gosla
de economa dove-se airoveilar : na rua do
Crespo, loja da esquina junto ao arco de
Santo Amonio, e na loja de 4 portas n. 12.
Ilecbegado a rua estrella do Rosario,
taberna da estrella n. 16, os bous quoijosdo
Sendo, muito frescaes, por muilo diminuto
preco; a ellos, freguezos, antes que sesca-
ptr.i padres.
Vendem-se superinros moias pretas de
laia, polo barato proco de 1800 o par, ditas
de algodSo do superior qualidade a 600 rs. :
na na do Queimado, na bem ronbocida loja
de miude/as da boa fama n. 33.
Leques muito fi-
nos.
Vendem-se loques muito finos, com plu-
mas, ospolhos o bol 'tas, pelo baratissimo
preco de 2: e 39500. ditos sem plumas muilo
boa fezenda a 1.-280 : na rua do Queimado,
na bem couliecida loja de uiiudezusda boa
fama n 33.
Velludo rico para forrar carros, com
todos us pertcnces, vendo-se na rua da Cruz
11. 10.
Em casa de Henry Prunn & Compa-
nhia, rua da Cruz 11. 10, vendem-se pianos
chegados no ultimo navio, quadros com
moldura, comenta romano, cognac em cai-
sas de urna duzia, volas do coniposic,3oM
conservas em lal
ro soinilospeza o comprador.
Emcasa de^aunders Brothers C. ,
do Corpo Santn. 11,ka para vendar o s
r'erro inglez.
Pixeda Suecia.
Alcalro de carvo,
Eonas de linho.
Esponjas.
Drogas.
Algodo lizo para saccas.
Dito entrancailo igual ao da Baha
E a m eos plato sorli meato de fzendaspropno
para osle mercado tudo por preco commodo.
Vende-se superior luihas de algndao
brancas, e de cores, em novello, para costu-
ra, em casa de Souiball Mollor ; C., rua do
Torres n. 38.
bSomhos de vento
comriomba.s derepuxopara reinar liortaseba-
xadccapim : na (undicao de U. W. Bowman
na roa do Brum ns. 6,Se 10.
Potassa retinada em latas de seis
libras.
0 enligo deposito da rua da Cadeia do He-
cife 11. 12, recebeu agora urna porcao de po-
tassa ."finada do superior qualidade, em la-
tas de 6 libras, que se vende por preep ra
zoavel
iOiflOS
coberlos e descohertus, pequeos e grandes,
de ouro patente inglcz, para bomcm ese-
nhora de um dos melhores fabricantes de
Liverpool, viudos pelo ultimo paquete in-
glez : om casa de Southall Mellor e,C-, rua
do Torres 11. 38.
Algo d
cu pira,
0
Sfl-
Agencia
da fundiySo Low-.-o r,
rua da Vnzala Nova
n. 41!.
Neste estabelecimento continu'a a haver
um completo sortimonlo do moendasemeias
moendaspara ongonio, machinas de vapor
e taixas de ierro batido e coado de lodosos
tamauhos pura dito.
gas
seda
Km casa de r.abeSchmcttau &Companhias
rua da Cadeia 11. 37, veudem-se elegante
planos do afamado fabricante Traumann d
llamburgo.
Meias de todas
asqualidades.
Vendem-se meias de seda branca para se-
nhora, o melhor que se pode encontrar a
330OO is. o par, ditas pretas lambem muito
boa la/.enda a a?50u, ditas brancas de algo
dao, muilo linas a 320, .',00, 500 e 600 rs
ditas pretas lambem muilo finas a 400 rs
ditas de seda de cores muilo bonitas o pro-
prias para baptisado de chancas a 2)000,
ditas cruas minio fortes para meninos a 400
rs.. ditas de cores de algodao para meninos
a 240e 320, dilas brancas para meninas a
240 e 320, ditas cruas e brancas para ho-
mem a 160, 200, 240, 320 e 400 rs., ditas de
cores do (10 da Escocia tambem para bomcm
a400e500rs. : na rua do Queimado, na
bom conhecida loja de miudozas da boa fa-
ma n. 33.
('
iir
<
peques o lo-
que' ie : V'.ri
Vende-se na rua do Crespo, loja da esqui-
na que volla para a rua da Cadeia.
Claudio Dubeux
vende plvora inglesa a.loe, lije ISftOOO
harril rte 2a libra.
r-.
luaiVova. 2
Acaba de roceber relogios]de todas as qua-
lidade.-, tambem oculos para todas as vis-
tas, por preco muito em conta.
Josefntonio Vasques vai a Europa Ira
ratar de sua saude.
]0 Dr. Ignacio Firmo Xavier faz publi-
co, que mudou ua residencia para o seu si-
bem.
Vende-se na rua da Moeda n. 3,
tima
Chora-menino, e ahi tem preparado i
casa de saude com todos os commodos para
O tralamonto do esoravos, cojos senhores
rcsi lam lora da praca, ou que no os pos-
sam curar om suas proprias casas : quem
para islo quizer-se utilisar de seus serviros
mdicos, que serSo desempenhados com o
maiorzclo, dirija-so ao pateo do Carino n.
9, primeiro endar, 011 no referido sitio da
Magdalena, l'reco- 2^)00 diariosesceptu- I
ando conferencias, sanguesugas o opera-
cocs.
Refinaria de
Miiho Sossi em
Na taberna gianJe so lad > da
Solelade, rheou
igreja da
grande porcao de saccas
Vendem-se superiores ligas de seda para
senhora, muilo bonitas e de muitos pa-
drOcs, pelo baratissimo proco de 19200,
1f500 e 24OOO ; na rua do Queimado, na
bem conhecida loja de miudozas da boa fa-
ma n.33.
-V U. ISiebcr A; Companhia, rua da
Cruz n. 4, vendem :
l.ouas da l'.u.ssia.
dem inglezas.
Brinzflo.
Brins da Russia.
Viiiiio do Madeira.
Algodao para saceos do astucar
^igodftoziiiiio .t
ara saceos de nssucar.' vende-se em casa
e N. 11. Bieber c Companhia, rua da Cruz
n 4.
&l\h>
ra niaseafes
e boceteiras.
Vendem-se duna* de cain>dt*niu|apira rap 11--
1" h ir. 11-111,.i pre?o de 640 ra.,duzia> de le/mu as en.
carloa IdOOOe I-Jim e grandes a 19920, duzias de
camitlias de pao rom ualilof dt fogo a 24o r.,4nzias
de penlesde clujren mullo bon para alizara|l9200,
ilu/ms de pente de buleia para elar caliin> a 2SJM0
e-23600,duzia de iiavalhit para iarba a 1-iio.iiio/a
de liolee nudreperoli para raimsat 1 600 Mi,dU*
muilo linos de igala a 100 re-, K'zas dr notues fi-
com muito bom mllo, e vo'ndc'se por precio m^. "& m""- r",t* c"m "-' pen,e* fle
commodo.
PO
*e.
Vende-se couro de lustre francez, o me-
lhor que pode baver neste genero, polo ba-
rato preco de 53 a pelle : na rua do Quei-
mado, na bem conhecida loja de miudezas
da boa faina n. 33.
BATATAS
As batatas vindas polo ultimo vapor, ven-
dem-se no armazem de Barros & Silva.
paleaste inglez.
Sao clii-i-ados e arliam-s" a venda o verdadeiro*
e bem coiihrridos kIIui inplezei |ialeiile: na rua
do Trapiche-Novo n. 42, armazem de fazendas de
Adaiiisoii llowie \ C.
Facas, garfos e
colheres
Vendem-se as melhores facas de cabo de
marflm que se pode encontrar a 15? a duzia,
ditas de cabo de halanco muito finas a 6s a
duzia, ditas de cabo nitavadu e rolico a 3a,
ditas cravadas a 39200, ditas de c'hifre da
viado a 4c400, ditas para sobremesa com ca-
bo de balanco 55, ditas com cabos rolicos
e o ti va.ios a 39, colimes de metal do prin-
cipe muito linas para sopa a 63 a duzia, di-
tas para cha a 3?000, e outras mais uualida-
des de facas o colheres. trinchantes e amo-
laoor de facas, que ludo se vende barato :
na ra do yuoimado, na bem conhecida loja
de miuoezas da boa fama n. 33.
oloes para pa-
ntos, colietes e pannos
do. railiis:!.
Vendem-se ahotoaduras muito linas de
madreperola para colietes, pelo baratissimo
prego de 50o rs., dilas muito ricas de todas
as cotes a 320, 400 e 500 rs., ditas muilo li-
nas de madreperola para palitos de meninos
e bonicos a 500 e 640 rs., atacadores para
punhose collarinhos de camisa, de muito
neo gosto a 400 rs., 800 e 23000, dilos de
cornalina para casacas a 300 rs., e oulras
militas qualidades de aboloaduras que se
vendem muilo barato ; na rua do Queima-
do, na bem conhecida loja de miudezas da
boa fama n. 33.
PB1STBS DE TODAS AS OIAI.IDAES.
Vendcm->c pcnlos de tartaruga para cabello
o melhor que se pode encontrar, a 5o, dilos
de baloia imitando o mais que he possivel
sos de tartaruga, a 1/, I52O0 e 1*500, ditos
mais ordinarios de baloia a 240 e 320 rs.. di-
tos de tartaruga para alizar, fornidos o mul-
to bem feitos a 4o, dilos de marlim, azenda
milito superior a 1*500, 2* e 3?, dilos de
borracha de muito superior qualidade a I,
dilos de bfalo verdadeiro, Biuito linos e
bem feitos, a 640, 800 c 19, dilos a imilacao
lo unicirne a lo, ditos de baleia muilo bons
a 280, 320e400rs., dilos de bfalo verda-
dero, muilo bonitos e bem feitos, proprios
para'su-ssas e enancas, a 320 rs., ditos de
marlim muilissimo bous, fabricador cm Lis-
boa, para piolhOS, a 800, 10000 e 10500. di-
da linas i tos prelos de boTalo tambem para piolbos, a
500 rs.: un ruado Queimado, na bem co-
nhecida loja de miudozas da boa fama n- 33.
.nuitiiti
miiiti.s9.iuu linase de mui-
to Ix'iis costos.
Vende-se a verdadeira agua de colonia do
Piver, simples e mhriada em frascos de va-
rios tamanilos, banbas muilo linas e de mu-
las qualidades em ricos visos, espirito* e
extractos muilo linos e de muiUs qualidades
em irascos de muito gosto. sabonelcs muito
hnoso do minias qualidades, gua de lavan-
de ingl. /a, lazeoda muilo boa, vinagre aro-
maiico lambem inglez e muilo bom, extrac
los muilo linos proprios para bolso de es-
tudante, esceocia de rose, pomada franceza
minio boa, macassar perols muito bom c de
todas as cores, d,t0 oleo, pos para denle*
pastilbac cutas muiUs perumerias, tUd
muito lino o do muitos gostos, dos melhores
fabricantes da tranca c loglaterra, c tudo se
vende barato na rua do Queimado, na lien
conhecida loja de miudezas da boa fama
fl. JJ.
* a randas e grades,
L'm lindo e variado sortimenlo de nodel-
los para varandas e gradaras, de gosto mo-
dernissimo- na fundicao da Aurora ea San-
to Amaru,o no depusito da mesma, na rua do
Brum.
Moeiidns supeiiores.
Na l'umliciio do C. Slarr A Companhia, em
Sanio Amaro, arliam-se par vender moca-
das de caima todas de forro, de um modellu e
coiistruc^ao muito superiores.
tartas france-
sas muito finas para vol-
tarete.
Vendem-se QnissSHS cartas francezas pa-
ra viiltaretc, pelo barali-simo preco de 5011
600 e 800 rs. o liara I lu, o lambem se vendem'
porluguezas a 300 rs. : na rua do Queima-
do, na bom couUecida loja de miudezas oa
boa fama n. 33.
DE HU1T0 BONS GOSTOS E
BARATO
Vendom-sc muilo ricos jarros de porcelana
para llores, ricos pares de calungas para ci-
ma do mesa lambem de porcelana, tinleiros
de muito gosio, e paliteiros tudo de porce-
ana o por proco que nilo deixara de servir
a quem gosla do que he bom na rua do
Uueiroado, na bem conhecida loja de miude-
zas da boa fama 11, 33.
Lavas de todas
as (nadados.
Vendcra-se verdadeiras luvas de pellica
de Jouvm, pretas e brancas, para homem e
senhora a 2a00 rs. o par. dilas de seda de
lodas as cores e bordadas, com guarnicoes a
20500, dilas lisas lambem de seda e de to-
das as cores, para homem e senhora a lo
10200 e 1#500, ditas pretas de torcal, muilo
boa fazenda a la, ditas brancas de algodao
para homem a 240, 320 e 400 rs., ditas de
cores muito finas de lio da 'Escocia para ho-
mem o senhora a 820, 400 e 500 rs., e ou-
tras mais qualidades de luvas, que se ven-
de barato: na rua do Queimado, na bem
conhecida loja de miudezas da boa fama
n. 33.
Arados de ferro.
Na fundicao de C. Slarr Companhia, em
Santo Amaro, acham-se para vender arado
de ferro de um modcllo e couslruccao muilo
superiores.
REMEDIO IMCO.MPARAVEL.
ceos para

Na rua do Queimado, na bem conhecida
loja de miudezas da boa fama n. 33, cncon-
Ira-so sompro completo sor 1 i ment de ade-
recos, brincos e rosetas, pulcelras e alun-
les, ludo preto, propriameiito paia lulo, e
que tudo so vendo mais barato doqueom
outra qualquer parte.
Mu ri,duziaa de penlc de linlea par a-
li/.ar a :o, (trozas ile livellas para apaloa 500, do-
/,ta- de caivetes linospura aparar |ieniat a 2}5l">.
e 39,duiias .ie sallas .armnica) a lo2'Mi c I5IO0,
duzias de lu-riila., para candieiros a 80, reis groiHS
de marras pra cubrir a 100, (20 e IliU re, pe-
a* de tranceln pata lienlinhcs a I2n res, pulreims
encarnadas muilo lunillas para Sra. c ineiiiniis a 200
r.,dasiai iie miadinhai de ludms prelas a Jln re-,
pecas eom 10 varas de fila de cus a 320, :tliu e 4uo.
leis, dunas de lapes a 100 rs., duzias de canas cun
clcheles a 720 r., linlias braucas de nuvellns de lo-
dos o Dameros, dil de cures, Indias de m
e urucas, iiits de carrueis brancos e de cines, cnrdu 500 rs.
de vestido de Inda a procura, biqiinhos de ludas as
largaras, a baralos, reodas da todas as laraoraa, aa-
pelliis. curias de viuln, lilas de lila de ludas as co-
res, lilas de Imliu brancas e de cures, ilidacs, agulhas
de lados osiiiimerus, lilla, de teda de lodos us nme-
ros, peiiiiasde palo,catxas oe cbilre, ruzarius, entle-
les de ferro, relroz de loda as cures. Varonil as, lilas
delietra pula e branra, ctanipas, eludo u m-ii. que se-
ja necesario para completo orlimeDlode bocelei- .,
ras e mscales e qut lado se vende muito inais har- ^ strtNCr, Cada folha com a compo-
ludn que em uulr.i qualquer luja, na rua do Qaei- le,lta *?.HPa urna brela de cola com qual-
mailu. na bem couliecida luja de miudezas da ba I111"1 da da semana, pelo baralo pre^o de
faina 11. 33.
II '
JWa^z.j-aJ
ara os joveus
namorados
Vendem-se ricas lolbas de papel phanla-
v :
t&i
>
BONITA PECA.
Vende-se um moieque do 8 para 9 annos,
de bonita figura, proprio para ollicioou em-
barque: no aterro da Boa-Vista 11. 10, loja.
A 35300.
Vendem-se palitos do lpica muito lina,
polo preco cima, e paliios de brim de ditlo-
rentes qualidades a 29500 cada um, pentos
je tartaruga muilo linos a 5*500, caivetes
de duas lolbas, fazenda que admira a 320
cada um, vendo-se por esle prego por ler
niuita porcao c querer acabar, agulbas fran-
cezas a ico a caixa com 5 papis : na ru do rua do Quei Olieiiiiuili, i> -.1 1..;.. 1. ..,1........ 1- !_:.. 1........ i_ 1.. ,. .. ... J
ri 11 quedos pa
ra meninos,
Vendem-se diversidades de ohiectos de
ac, muito delicados e proprios para meni-
nos brincar, por precos muilo baratos : na!
NAFUNDigAO UEFEIUtO DOENGE-
MlCilio DAVID W. BOWMAN, <%A
KUA l>0 BRUM, PASSANDO O cOA-
FAKIZ.
lia senipro um rande snri une ni p rlossesuintesub-
j?clos deniechauisiiiusproprios paraenLeultos.asa-
ber : mneudas meias muendas, da mais moderna
coiislruccan ; laixas de ferro faullido e balido, de
superior qualidade e de lodosos tamaitos ; rodas
dentadas para auna 011 auimaes, de ludas as propor-
res ;cri\uso bocas deforuallia e registros de bo-
eiro, ageilhoe*, l>ronzes,paraluso^cavilliej,inoi-
nlius de mandioca, ele. ele. ^^
NA MESMA FUNyiCA'.
se execulam ledas as encummeiidas com a superio-
ridade j conhecida cuma devida pcatela ecoru-
modidiide ein preco.
lego Brrelo, no mon-
te ro.
No deposito desla refinaria, na^rna da (.'a-
d.ia du liecile 11. 30, ha sempre assucar re-
tinado de superior qualidade, taulo cm p
como em torros o om pflVs, por proco mais
coQimouo de que cm outra qualquer parle.
>
<;
i superior qua-
ac
Ha para \cnder-.so na rua da Cadeia do
Queimado n. 53. loja de miudozas, de Jos
do Azevedu Uaia.
Coofeita
ra.
confronte so Rosario om Santo Antonio. 0
proprietario desle estabelecimento avisa ao
respeilavej publico, e especialmente as pes-
soas que ja conhecem su.is mercaderas, que
novamente recebeu urna remessa do seu
bem conhecido doce de casca de goiaba, o
qual aanca s r o melh u- que se podo en-
Recife, primeiro andar n. II, escriptorio de C("ll,ar nesta capital. Sou preco bo 2:50!)
una caixeta.
Voiiiem-se bolachas americanas, polo
baratissimo preco do 1 ili a libra : na taber-
na das Cinco fonlas n. 03.
Massa de toma-
tes.
(iurgol Irmios, sola, gomm de mandioca,
cera de carnauba, ostoiras o chapeos do pa-
lia.

DO
Insigne actor Joo Gaetano dos Santos.
Vendem-se nas lejas dos Srs. Jos Csrdoso
Ayres, na rua da Cadeia do liecife, eSr. Jos
.Nogueira de Souza rua du Crespo n 2, pr-
ximo a ponte, a25i)0, o 2:0no, conforme o
modelo o papel que lie excellenle.
l'recisa-se alugar una eacrava que sai-
ba bem engommar e coser: na prac,a da In-
dependencia ns. 37 e 39.
Para liquidar, vendo-so na rua do
mado n 35, em lalas de 2 libras, por
muito barato.
Quei-
preco
Ainda se continu'a a vender muito
bous queijos do cerillo a 000 rs. a libra : na
rua Augusta, taberna n. 1, de Costa & Sa.
miudezas da boa fama u. 33.
RICAS BOHECJ FRANGE
;ass;; e cj
Z5S.
Vendem-se muilo nulas
nonecas francezas, grandes, polo baratissi-
mo preco de 2? o 2:50o, dilas vestidas de
noivas, o cada urna no seu carino a 301'0 o
39300, proco que nao ha quem deixe de dar:
na ruado JueimadO, na bem cuuhcci Ja loja
do miudezas da boa fama u. 33.
Planta da cidade do Ue-
ce
Vende-se a planta da cidade do Recife c
seus arrabaldes, feila pelo Sr. Dr. Jos Ma-
medeAlves Ferreira, por d.-z mil reis: na
livraria n. l> c8 da prac,a da Independencia.
Muppa das distancias da
provincia.
Na livraria n. 6 e 8 da praca da ln ilencia, vende-so o mappa das distancias
das ilitferenlcs villas da cidade entre si, o
relaQSo capital du mesma, a mil reis.
el*- '
virgem.
NoantigoejS bem conhecido deposito da
b bem vestidas | *__? Cadeja do itecifo, escriptorio u. 12,
ha
di
paia vender muilo superior potassa
Russia, dita do Rio do Janeiro, e cal vir
do Lisboa em dr, ludo a precos muito fi
voraveis, com os quaes Dcaro os compra-
dores salisfeilo,
/
b0 rs., 100, 200 e 300 rs. : na rua do Quei-
mado, na bem conhecida loja de miudozas
da boa lema u. 33.
Suspensorios de
borracha muito linos
vendem-se suspensorios de soda e sem se-
da, muilo finos, pelo preco de 15UII0, 1.3200,
lG00 e -1/f o par : narua do Queimado, na
bem couliecida loja do miudezas da boa fa-
ma n. 33.
>tn e barato
Vende-se muito bom papel almaco greve
UNGENTO HOLLOWAY.
Milhares de individuos de todas as naroes
podem tcstemunhar as virtudes desle reme-
dio inromparav. I, e provar em cas necea-
rlo, que, pelo usoqucdelle lizeram, tem seu
corpo e membros inteiramente sio, depois
de baver emprogado inulilmenie oulros tra-
lamenlos. Cada pessoa poder-se>ha conven-
cer dossas curas maravilhosas pela leilura
dos peridicos que Ibas relatara todos os
das ha muitos anuos ; e a manir parle del-
astsfo taosorpiendentcs que admiram o,
mdicos mais celebres QuanUs pessoas re-
cobraran com este soberano remedio o uao
de seus bragos c peinas, depois .le ler per-
mantcido longo u-mpo nos hospiUes, onde
devisas s.iBrer a ampulacio! Dolas ha mui-
tas, que havend.i deixado essesasylos de pa-
dec :.onto, para se nao sulmielteiem a essa
operacao olorosa, foram culadas completa-
mente, medanlo o uso desse precioso re-
medio. Algumas das taos pessoas, na eluso
de seu reconhecimcnlo, doclararara estes re-
sultados benclicos dianie do lord correge-
dor. e oulros magistrados, alini de mais au-
tenlicarem sua allirmaliva.
Ningaem desesperara do esUdo de sua
saude se tivesse bastante conlianca para en-
saiar este romoilio com>Uulemeiile, segiun-
do alguin tempo o IraUiienlo que neceai-
taase a nalureza do mal, cujo resultado seria
provar iiiconleslavelmenle : Que ludo cura.
U ungento he mu, mas parucularmrnli
no -ri/inM/n rasot.
liillaiiiin.i^.io ds ma-
Alporcas.
Cannbras.
Callos.
Canceres.
Corladuras.
Dore*) de ca lieca.
das costas.
dos membros.
Eulcrmidades da cu-
lis em gacel,
Eufermidades doanus
Erupcoes escorbtica^
Fstulas no abdomen.
Frialdade ou falla de
calor nas extremi-
dades.
Friciras.
Congivasescaldadas.
InchacOes.
lullammacao doligado
da bexiua.
inz.
Lepra
Males das ponas.
dos pellos.
de ollius.
Mordeduras de replis.
Picadura de mosqui-
tos.
I'i'lmoes.
Queinvadelas.
Sarna.
Supuraces ptridas.
1111 lia, em qualquer
parte que soja.
Tremor Ue ervos.
I leers na bocea.
do ligado.
das arliculacoes.
Veas torcidas ou no -
dadas nas (mas.
atoa* resma, dito muito bom sem ser greve Veuue*se to ungento no csiabelecimcn-
a 39300, dito de pesj pautado a toSOO, dito 8er*1 u,e Lonires n. 2U, .Mrand, e na
11 i-. lilla ii> lod.itf f.t I
liso a 3:, dito paquete pauta jo a 5 e lij a
resma, dito de cores, de folia pequea, em
quarlosde resma TOO rs groza das bem
mohecidas pennas de .ico, bico de louga a
1-200, dilas muito linas sem ser de bico de
louca a 500 rs. o 15, duzias de la, 1- minio
linos a 320 o 800 rs., canelas muito bonitas,
de ac, torneadas a 120, dilas de spinhoa
200 rs., ditas ordinarias do p o o (landres a
20 rs caivetes do cabo de chifre de viado,
deSfolbas, muito boa fazenda a soo rs., di-
Di tos del SO folha com cabo de madreperola a
a.18-0 rs., ditos muilo linos do 1 so lolha com !
loja de lodos os boticarios, droguistas e ou-
lras pessoas encarregadas de sua venda em
loda a America do Sai, llavana e llespaulia.
Vende-se a 80ors. cada l-ocolinha.coiil.'iii
urna instruccio cm porluguez pata explicar
O modo de fazer uso desle ungento.
O deposito feral he em casa do Sr. Soum
pharuiareulico, ua rua d., Cruz n. 22
Pernambuco.
om
; e
s & h
k.v.'#0.
Attengao,
Fugio no dia l(i do enrente mez
X. .
*-
DO
*. .
l"oi lran*feii.!ouilc|iO'ilodeslo tarop para a l)n
l.ca dejse da Cruz Sanios, narua Novan. 53
nrralas 5$500, e meias3800O, sendo falsi lodo
aquel le qac naifur vendido ueste deposito,palo
quesefaz opreseottaviso.
IMPORTANTE PARA OPIBLICO.
Para rurade plilvsira em lodotnssausdjflereo
lei-.raiis, que 1 mu (1 va da por eonslipacOes, tosse
aslitma.pleuriz.escarns desangoe, dorde eos-
tados e peito, palpilacaono coracm.coqueluche
nlezesdeouro, desabnete edevidro: broncliite, dorna samanta, e lo'das asmolaslia
vendein-seapi-ecorazoavel.em casa de dosoran-pulmonares.
;-se la: (Milu e pranchoes de 1 i-
o preln
lgTis de patente
em-soa piecoiazoavel.em casa de
AugusloC.de Abrcu, narua da Cadeia
do liecile, armazem n. Mi.
nho de Suecia, proprio para armacode ar-
mazem de assucar.
cabo do marlim a 13000 o 2/, ditos de >, 3 1
i folbas, linissimos, lambem com cabo del
marlim a 2a500 e 3?, vi iros rom tinta car- Justino, crioulo, com os signaos srguintes :
1111111 muito lina, propria para riscar e escre- | altura regular, rlieio do corpo, scui h>rha,
vi r a 800 is boioos do lints preta inglesa a com falla de denle* na lenle, calvo de car-
110 rs., tinleiros patente ingloi, do vidroa regar poso na cabeca, muito rcgnia, be
19500 e 3-, teguas redondas muilo bem le- bem conhecido por andar entregando aasu-
tas tambem inglezas a 30o, 600 e 80O rs., pe- ,car pelas tabernas, lem sido encontrado por
dras inglezas muilo Tinas para amolar a t/e I diversas pessoa* conln rulas, c diz a ella
19300, liuleiros para algibeira a (00 rs., Ique sndaem soivn;o de sou >onhor; por is-
agariadoros de papis de militas qualidades : su roga-sc as pessoas que o encontrar, que
e precos, e oulras muitissimas cousas: na o maiolcm prender o levar a rua Dircitan. 7fc,
rua do ',iueiin:do, na bem conhecida loja.de |lue sorilo generosamente recompensadas,
miudezas (la boa fama n. 33. -- Fugio do bordo ao bngue brasileiro
'i' 1. ,,, ,1,, '.,, i Molampo, na notte 10 da 8 do correnle, um
B ai llrl> lit 1, ; <>. inegro de nome Maicelino, naci Cabinda,
>a fundicao da Aurora cm ^anlo Amaro- altura regular, secco do corpo, roslo coa,-
eftambem no deposito na rua do lirum, logo' Pnu0- barba serrada e cria suissa, com lalta
na entrada, e defronte do arsenal do mari-lae denlos na fronte, e consta andar vestido
nha. ha setnpro um grande sorlimento de 'Cm paleto, c calcado : quem o pegar leven.
tachas, tanto le fabrica nacional como es-
trangera, batidas, fundidas, grandes, pe-
quenfs, rasas c fundas ; c cm ambos os lu-
gares existem guindastes para carregar ca-
noas ou canos, livres de despeza. Ospre^o
saoo s mais commodos.
a bordo do dito navio, junio ao cara do l-a>-
seio l'ublico, ou a casa de seu consignatario
Manoel ,\ I ves Guerra, na rua do Trapiche u
14, que sera bem recompensado.
l'EKN.: 1VI'. DE at. Y. DB FAHIA 1857:
MUTICSDO"
-
/ < 1


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