Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07741


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Full Text
ANNO XXXIH H. 93.
Por 3 mfcs adiantados 4$000,
Por 3 mezes Teticido* 4$500.
SEXTA FEIRA U DE ABRIL DE 1857
Por anuo adiantado l^jjfOOO.
t
Porte franco para o subscriptor.
i
ENC\RBBADOS DA SUBSCRIPCA'O NO NORTE
Parihiba Sr. Joao Rodolpho Gomei : Natal, o Br. Joa-
uim i- Paroira J""'"' Aracaty, o Sr. A. da Lemot Braga ;
ear, o Sr. J- Jota da Oliveira ; Maranhao, o Sr. Joaqun) Mar-
aca Rodrigue* ; Piauhj, o 8r. Domingo! Herculano A. Penot
Geareoa* ; Pera", o Sr. Juiliao J. Hamu ; Amazona!, o tr. Jer-
nimo da Coila.
PARTIDA DOS HUIOS
Ollada : loda os din., a 9a meta hrtr i. do da
lliiar* s. Ama.,, Reaerru*, Boaito, Garaam, Alunao e O
S. Loareaeo l'-.-llllto, Raurtlk, l.i.......im.
icira. floro, Villa-Halla, Boa-Vi.ta, llrir-ury a
Cario, Ipojeaa, Sarialillata, llio-Formu-o, una.
Pimenleira, e Nalal : quialas-feiraa.
ITyilo 01 crrelo, parlen a, 10 lntr.11 da minti i
eataa-fairaa.
trantin ua lerc.-i-li'ira.
i:,, i ,. Pniqawra, lam-
Kiu na. .(inri i--t.-ir.i-.
Barrelrua, Agoa-PreU,
AUDIENCIAS DOS TRIBUNAES DA CAPITAL.
Tribunal do commarcio .- legundas a quintal.
Relapso ; tercas-feiras e tabbadoi.
hienda .- quartaa a labbadoi ai 10 horaa.
Juizo do commarcio: aegundaiai 10 borai a quintaa a a malo-da
Juizo da orphaoi: segundas a quintal ai 10 horai.
"rimaira rara do eivel segundas a aeiiai ao maio-dia.
Segunda ara do cirel: quartaa a ubbadoa ao maio-dia.
EPHEHERIDES DO HEZ DE ABRIL*
1 Quarto crescente ai 11 horas e liminutoida urde.
9 La cheia a 7 hora a 9 minuto da farde.
17 Quarto minguantaas9 horas a 42 minuto da manhaa.
2 La nova ai 4 boraia 55 minuto! da urde.
'REAMAR l)K HOJfc..
Primeira as 3 horaa e 42 minutos da aianhea.
Segunda as 4 horas a minutos da tarde.
DAS da semana.
20 Sagunda. os Prazeres de N. Senhora.
21 Terca. Anselmo are: AWecalas e Silvio Mm.
22 Quarta. Ss. Soler eCaio l'p. Mm.
23 Quinta, a. Jorje m. ; s. Adberto b.
2< Si iia. s. IVI de Sigruariiiga m. I. : Ss Honorio e Milelo Rb.
35 Sbado, s- Marcos evangolhta. ;s. Hermiuom.
26 Domingo do Rom l'astor c segundo depois da pas-hoa.
EXCARBEGADOS DA M I s( iill'f A"l NO Sl'L
Alagoaa, o Sr. Claudino Falcao iai ; Baha, Ir. R.
Rio da Janeiro, o Sr. Joao Pereira Martina.
EM PERXAMBI <:0.
O propietario do DIARIO Manoel Fijueiroa di Paria, i
livraria, praca da Independencia ns. 6 e 8.
\
i
T
PARTE QPPCAL
MINISTERIO DA JUSTICA.
Iltvisao da litla dos juizes de dirtito pela ordem
de suat antiguidaies al :tl do me: de dezembro
de 1856.
Aoligoidades marcadas do anoo da 1835.
1. Anlonio Manriques de Miranda, -_'-j annos, 8
mezes e 3 das; do auno de 1856, 23 aunos, 8 me-
zes e 3 das.
3. Joaquim Pedro da Costa Lobo, 21 ancos, 9
mezes a 3 dias ; do anoo de 1856, 22 annos, 9 mezes
e 3 dial.
3. Joan ijuirino Rodrigues da Silva, 21 aunos, 10
mezea e 21 dias ; do anno de 1856. 22 aooos, .', me-
tes e 2 das, Desconlaram-se-llie 7 mezes e 10 dias,
de 3 de Janeiro de 1855, dala do decreto de sua re-
mocho da comarca do lpu', no Ceara, al 23 de a-
rtoalo do mesmo anno1 da em que entrara em exer-
cicio na comarca do Penedo, para que lora removi-
do, visto como nao consta o dia em que deixou a-
quella comarca, nem qoal o prazn que se 1 lie assig-
noo para entrar no novo etercicio.
4. Triado Antonio de AlvareDga, 20 annos, 10
" ftezes e 3 dias ; do anno de 1856, 21 annos, 10 me-
zea e Ires dias.
5. Loorsoco Cieta.no Pinto, 20 annos, II mezes e
12 dias ; ao anno de 1856, 21 annos, 9 mezes e 6
dias. Descontaram-se-llie 2 mezes c 7 dias, do I."
de jine>ro a "'demarco de 1856, em que coDlinuuo
com ai licencia anteriores.
6. Jos Chrisliano liarlo Slokler, 20 anuos, 7
mtzei e 3 dias ; do anoo de 1856, 21 anuos, 7 me-
zas e 3 dias.
7. Lourenro Jos da Silva Ssnliaeo, 20 annos e 1
dia ; do anno da 1856, 21 aunos e 1 dia.
8. Francisca Elias do Roso Danta*. 19 anuos, 8
mezea e 3 dias ; do anno de 1856, 20 annos, 8 me-
ses e 3 dias.
9. Aalonio Milillo de Soma Aymber, 19 annos,
5 mezes e 21 da ; do anno de 1856, 20 annos, 5
mezes e 21 dias.
10. Joaquim Rodrigues de Soma, 19 annos, 3 me-
zes 9 diis; do anno de 1856, 20 annoi, 3 roezes
e 9 diai.
11. Manoel Teiieira Peixolo, 18 annos, 11 mezes
e 29 dias; do auno de 1856, 19 annos, 11 m i / .- e
29 dias.
12. Caetano Vicente de Almeida Jnior, 18 an-
nos, 9 mezeoe 14 dias; do anno de 1856, 19 anuos,
9 mezes 14 dias.
13. Jos Candido de Pontes Visgoeiro, 18 annos,
9 mezes e 13 dias ; do anno de 1856, 19 aunos, 9
mezei e 13 dias-
14. Manoel Joaquim Babia, 18 annos, 7 meses e
11 dias ; do anno de 1856, 19 anuos, 7 msese 1!
dias.
15. Joao Valentn) Dantas I'inage, 18 aunos, 2
mezes 3 dias ; do anno de 1856, 19 annos, 2 me-
zes e 3 dia*.
16. Antonio Jos Machado, 17 annos, 10 mezes e
5 dias : do anno 4a 1856, 18 asnas, 9 mezes e 3
dias. Descontou-se-lhe de 23 de julho a 25 de agos-
to por ter estado com assenlo oa assembla geral le
giilativa.
17. Manoel Lbano Pereira de Castro, 17 annos,
8 mezes e 19 dias ; do aunu de 1856, 18 annos, 8
mezes e 19 dias.
18. Alejandre Bernardina dos Res e Silva, 17
anDos, 8 mezes e 11 dias ; du anno de 1856, 18 an-
nos, 8 mezes e 11 dias.
19. Jos Pereira da Costa Molla. 17 anuos, 7 me-
zes a 10 dias; do anno de 1856, 18 aunos, 7 mezes
i 16 dias. '
20. Francisco Pereira Dulra, 18 annos e i mezes;
do afino de 1856, 18 annos e i mezes. [Nada se lhe
acrescenloii, por estar avulfo.
21. Antonio Goocalve Martins, 17 anuos, 3 me-
zes e 14 dias ; do anno de 1856, 18 aunos, 3 mezes
a 14 dias..
22. Joaquim Jos da Cruz Secco, 17 annos, 9 me-
zes a 17 dias ; do anno de 1856, 18 annos, 1 mez a
3 dias. Nao se lhe contaran) por ora 8 mezes e 13
dias, de 17 de abril al o lim do anno, porque Icndo
oblidu licenra de 1 mez em 17 de marco al 16 de
abril (a qual lhe he abonada\ nada consta dahi por
diante, nem quando deixou a sua comarca para vi'
lomar assenlo na cmara dosdeputados, nem quan-
do depois da sessao reassumio a juri*dicc*o.
23. Domingos Martins de Faria, 17 anuos, 1 me-
tes e 1 dia ; do anno de 1856, 17 annos, 4 mezes e
I dia. Nenhum tempo se lhe addicionou,ipor eslar
avulso.
24. Anlonio Joaquim da Silva Goales, 16 an-
nos e 29 dias ; do anno de 1856, 17 annos 29
dias.
25. Francisco Jorge Monteiro, 16 annos e 29 dias;
do anno de 1856, 17 anuos e 29 diai.
26 Jos Ignacio Accioli de Vasconceihs, 16 an-
nos, 5 mezes, 18 dias; do auno de 1866, 16 annos,
II mezes a 12 dias. Desconlaram-se-lhe 6 mezes e 6
dias do |.* de Janeiro al 6 de julho de 1856, em
que leve e\ercicio na comarca Je liapicuro', na
provincia di Babia, porque, sendo removido da
do Serr, em Minas-lieraai, pordtcrelo de 22 de
uavembro d 1855, nao consla qual o prazo que
para entrar no ciercieio da-
se lite marcou
quella.
27. Francisco l.oureuc.o de Freilas, 16 annos e 9
mezes ; do anno de 1856, 16 aunos a 9 mezes. Nesle
anno nao se llie abonon tempo algum, porque, leu-
do sido removido da i-amarra de Taubal, em S.
Paulo, para a da Piratinim, em S. Pedro do Rio
Grande do Sul, por decreto de 5 de ontubro de 1851,
nao consta o etercicio.
28. Manoel Jos de Freilas Travassos, 15 annos,
11 mezes e 27 dias ; do anno de 185, 1 6 annos, 5
mezes e 2.1 dias. Descuntou-se-lhe de 22 de abril,
em que deixou o seu lugar de Porto-Alegre para to-
mar assenlo na cmara lemp raria al 26 de oolu-
bro, dia immedialo em qae assumio de novo a jo-
risdicc.Ho.
29. ilenrique Jorge Kabello, 16 annos, 2 mezes e
12 dias ; do nuoo de 1856, 16 annos, 2 m7.f e 12
dias. Nada se lhe acrescentou, porque, leudo sido
removido da comarca do Rio das Contas para a de
Caravelias (ambas ,~a provincia da Baha', por de-
creto do 1.' de abrilde 1853, nao consla o seu eter-
cicio ; pelo contrario consta que tem servido nesle
lugar n hachare I Francisco Xavier Cerqueira, igno-
rando-se o destino daquelle.
30. Jos Gaspar dos Sanios Lima, 15 annos, gl
mez e 10 dias ; do anno de 1856, 16 annos, 1 mez e
10 dias.
31. Alfonso Arlliur de Almeida Albuquerqae, 15
anuos, 1 mez e 8 dias ; do auno de 1856, 16 annos,
t mez e 8 da*.
32 Alvaro Karballio L'choa Cavalcanli, 15 annos,
1 mez e 8 dias ; no anno de 1856, 16 annos, 1 mez
e 8 dias.
33. AntonioThpmaz de Gadoy, 14 annos, 11 me-
zes, 10 dias ; do anno de 1856,15 aooos, II mezes
e 10 dias.
34. Migad Joaquim Ayres doNascimenlo, 14 an-
nos, 10 mezes e 12 dias ; do anno de 1856, 15 an-
nos, 10 nrtzes e 12 dias.
5. Antonio do Cauto llrnm, 14 annos, 8 mezes
e 14 dias ; do anoo de 1856, 15 annos, 8 mezes c 11
dias.
36Uligoel Fernandas Vieira, 1 annos, 11 mezes
e 29 diaj^ do anno de 1S56. 15 annos, 3 mezes 14
lias. Descontaram-se-llie 8 mezes e 15 dias por ter
deixado oien lugar da cidade da Fortaleza para vir
tomar as-enlo na cmara dos depulados em 10 de
abril de 1856. e n.lo consta posterior eierccio na
comarca de Quezeramobim, para que foi nomeado
por decreto de 3 de selembro, nem da segunda vara
i-rimo do Para, para que foi nomeado por decreto de
10 de dezembro de 1856.
37. i'mlaleao Jo da Silva Ramos, 11 annos, 1
mez e 28 dias ; do anno de 1856,15 anuos, I mez e
28 dias.
38. Innocencio Marques de Araujo Goes, 13 au-
nos, II mezes e 3 das ; do anno de 1856, 11 anuos,
I i mezes e 3 dias.
39. Anselmo Francisco Perelli, 13 annos, n me-
zes e 21 dias ; o anno de 1856, ti aunos, O ineze*
e 21 dias. ,
40. Francisco Marques de Arauja Gocs, I :t annos.
10 mezes c 21 dias; do anno de 1X56, 14 anuos, 10
mezes e 21 das. '
41. Etevio Bibeiro de Rezende, 14 annos, 7 me-
zes e 11 d atjfedo anuo de 1856, 14 annos, 7 mezes
e II dias. PSo se lhe acrescenloo lempo algum por
estar avnlso.
42. Evaristo l-'erreira de Araujo, 13 annos, 3 m-
tese 27 nas ; do sano de 1856, 1 i annos, 3 mezes c
27 dias.
i:i. Francisco Diogo Pereira de Vasconcellos, I i
aunoi, 2 mezes e 2 dias ; do annu de 1856, 1i
annos, 2 mezes e 2 dias. Nada se lhe acrescen-
tou por estar em cotn tura.
14. Bernardo Machado da Costa Doria, 13 anuos.
2antas* 13 dias i do auno de 1856, 13 annos, 9
mezes e 3 dia. Desconlou-se-lhe desde o 1.- do au-
no at 30 de maio, em que tomn posse e leve eser-
oicio da primeira vara erirbe da cidade do Kecife,
porque tendo sido removido do cargo de chele de
polica da provincia de S. .Pedro do Bio Grande do
Sul para a comarca de Kezendenado Rio, pordecreto
de 28 de oulubro do 1J.55, e dep is para a do ReciTe
par tiecrclo de 12 de neveinbro do mesmo anno, nilo
consla qual o prazo marcado para lomar posse, nem
se leve exercioio dentro delle.
15. Francisco de A*sis Pereira Rocha, 13 anno-',
8 mezes o 26 dias; do anuo de 1856, 13 annos*
8 mezes e 26 dias. Nada se lhe coutou ueste anno,
porqoe tendo sido removido da comarca do Brejo le
Aras para a da capital por decreto de 20 de setem-
hro de 1855, no apresentou copia.do decreto nem
cerlidjn de czercicio.
46. Venancio Jos Lisboa, 12 annos, 10 mezes e
17 dias ; do anno de I856J 13 annos, S mezes a 19
dias. Augmentaran) se-lhe I mez e 7 dias do exer-
ricio na comarca do Oorn-Preto, conforme a eeili-
dao apresentada inais 6 mezes de licenra, os quae
torain-llie abonados no iriennio, e 2 mezes e 25
dias de eterririo oa segunda vara crime desla'rapi-
lal, para mi le fora removido por decrelo de 6 de
oulubro de 1856.
17. Manoel Eiisiario de Castro Menezcs, 12 annos,
a
7 mezes e 8 dias ; do anno de 1856, 13 annos
mezes e*8 dia.
Angelo Muiiir. da Silva Farras, 13 annos, 6
mezei e 28 dias : do anno de 1856, 13 aunos. 6 me-
zes a 28 dias. Nada se lhe acrescenlou por estar
avulso.
49. Loiz Anlonio Barbosa, 12 annos, II mezes
22 dias ; do anno de 1856, 12 annos, 11 roezes e 22
dial. Nada se lhe acrescentou por estar ero commis-
sao fora da magistratura.
50. Jo Baptisls Lisboa, 11 annos o 9 mezes; do
anno de 1856, 12 annos e 9 mezes.
51. Manoel Filippe Monteim, 11 annos, 8 mezes
e 18 dias]; do auno de 1856, 12 anuos, 8 mezes e 18
dios.
52. Firmino Rodrigues Silva, 12 anuos, 5 mezei
a 8 dias ; do anno de 1856, 12 annos, 7 mezes e i. i
diai. Descontou-se-lhe desde 6 de marro da 1856
dala do decreto de sua remocho da comarca da l'.i-
rahibuna para a do Rio das Mortes (ambas na pro-
vincia de Miuas-Geraes, ) por nao constar quando
deixou o etercicio daquella para entrar no desta,
nem que eflectivamente entrasse no prazo marcado
nem o dia em que veio tomar assenlo na representa-
ran nacional, nem aquello em que depois da sessau
reassumio a jurisdiccao.
53. Joaquim Firmino Pereira Jorge, 12 annos a
25 dias ; do anno de 1856,12 annos, 7 mezes e 8
dias. Descontaram-se-llie 5 mezes e 18 dia, de 12
de abril a 30 de selembro, pur ter deixado naqoelle
dio o seu logar de Jacarehy, em S. Paulo, para vir
lomar assenlo na cmara temporaria, reassumindo
neste o seu exercicio.
54. JosThomaz Nabuco de Araujo, 12 annos, 5
mezes e 10 dias : do anno de 1856, 12 annos, 5 me-
zei e 10 diai. Nesle anno nenhum tempo se lhe abo-
non por estar em commis'o fora da magistratura.
55. Jos Bernardo de Loyol, II anuos, 2 mezes
a 27 dias ; do anno de 1856, 12 annos, 2 mezes e 27
dias.
56. Anlonio de Barros e Vasconcellos, 10 annos, 9
mezes a I dia ; do anno de 1856, II annos, 9 mezes
el dia.
57. Aflonso Cordeiro de Ncgreiros Sayo Lobato,
10 annos, 6 mezes e3 dias; do anno de 1856, II
annos, 6 mezes e 3 das.
58. Malheos Casado de Araujo Lima Arnaud, 11
annos, i mezes e 17 dias; do auno de 1856, 11 annos
4 mezes e 17 dias. Nao se lhe conloo por ora lempo
algum neste anno, por nao constar quando deixou a
comarca de Maceio para vir tomar assenlo na cma-
ra dos depolados, e quando reassumio a sua jorisdic-
ran, tendo tambero incurrido em mora por llover
apresentado smenle a 21 de juuho de 1856 a cerli-
dao de exercicio, que leva logar em 20 de setembro
de 1851.
.59. Bernardo Augnsto Nascentes de Azamliuja, 11
anuos, 4 mezes e 1 dias ; do anno de 1856, 11 anuos,
mezes 4 dias. Nada se lhe acrescentou por eilar
em commissao fora da m.igislrator;:.
tO. .loao Caldas Vianna, II anuos, :l me/es r 21
dias ; do aono de 1856, 11 annos, 3 me.
Nadase Iba acreieenlon por estar avulso.
61. JoSo Jos de Almeida Couto, 10 aunos, : m'
zese 14 dias ; do anno de 1856, 11 annos, 3 mezes e
lidias.
62. Jos Bicardo de Sa Reg, 10 annos, 3 mezes e
5dias ; po auno de 1856, 11 annos, I mez e 21 dias.
Descouloa-se-lhe 1 mezo lidias, por ter enntinua-
do no exercicio da vice-presidencia da provincia do
Rio de Janeiro, do I.' de Janeiro a 15 de fevereiro,
63. Francisco Dominguess da Silva,!) anuos, 9 me-
zes e 13 diai; do anno de 1856, 10 anuos, lomezes
e 21 dias. Addiciouaram-se-lhe \ roezes e 5 dias,
.relativos ao anno de 1851, lempo que lliu foi alten-
dido por sentenra do tribunal de 9 de abril de 1856,
a qual mandon-llie contar de antigjiidade ate o ul-
timo de dezembro de 1855, 10 annos, 1 mez a 18
dias, e descontaran) se 2 mezes e 28 dia*. desde 15
de junho, em que deixou o exercicio da segunda vara
civel de S. Luis du Maranhao, para vir exercer as
foncres de depulado geral, at 12 de selembro em
que resssomio a respectiva jori 6i. Joao Evangelista de Negreiros S.-u-.io Lobato,
10 annos e 2 mezes ; do anuo de 1856, 10 anuos, 8
mezes e 16 dias. Abaleiarn-se-lhe 5 mezes e 15 dias
por 1er iuterrompido a 6 de abril o exercicio na co-
marca de Cac,apava para vir fazer parte da represen-
taran nacional, al 20 de selembro, dia do encerra-
mento da sssao, visto ter entrado em exercicio a 10
de dezembro na comarca do Rio Pardo, para onde
fura removido pordecreto de ti de selembro de
1856.
65. Theophilo Ribeiro de Rezeode, 9 annos, 7
mezes e 20 dias ; do anno de 1856, 10 anuos, 7 me-
zes e 20 dias.
66. Diocleciano Augusto Cezar do Amara!, 10 an-
nos, 7 mezes e 17 dias ; do anno de 1856, III aunos'
7 mezes e 17 dias. Nada se lhe acrescenlou por eslar
avulso.
67. Joao Bonifacio Gomes de Mqueira. 9 anno,
7 mezes e II dias ; do auuo de 1856, ln annos, 7
mezes e 11 dias.
68. Joao Caetano Lisboa, 9 anuos, t roezes e 9
dias ; do auno de 1856, 10 annos, 6 roezes e 9 dias.
69. Joao Bsptisla Gonralve* Campos, 9 annos, 7
mezes e( dias ; do auno de 1856, 10 annos, 6 me-
e" /ese lidias. Descontou-se-lha o mez de Janeiro, por-, feilor da Babia, nao consta o respectivo exercicio,, decreto que o reinnveu da romaro do Rio das Mor-
as para a de Campos, c qae, se btm que desle ulti-
mo lugar aprsenle cerlidao de exercicio no dia 3 do
1 -r 11. ignora-se comludo se a leve ne prazo marcado,
e quando deixou o mesmo exercicio para tomar as-
enlo na cmara dos depulados.
111. Joflo Antonio de Araujo Freilas Ilenriqne*,
anuos, 1 mez e 26 diss ; do anuo da 1S56, i annos
95. Manoel Jos Gomes Kabello llorla, li annos,
2 metes e 26 dias ; do anno de 1856, 6 annos 2 ine-
*c< e 26 dias. A mesma anliguidade marcada no an-
no de 1855, por se ignorar que tenha exercicio ero lu-
gar algum.
96. Ermann Domingas do Cauto, 5 annos. 2 mezes
i- dias ; do anno de 1856, 6 annos 1 mez a dias.
Desconlou-ie-llie 1 mez por ler lido 7 de licenra no
2. Iriennio.
97. Antouio Francisco de Salles, 5 anno:, ff me-
zes c 3 dias ; do anno de 1856, 5 auno*. 11 mezes e
3 das. Nenhum tempo se lhe aiigmenlou por
ttEMUT MIS-
Scenas da vida hollar, lezu.
POR lIlI.DEEKAND.
IV
(ContinuarSo.)
A' sobremesa a Sra. Witse fez mudar ai-garrafas
cni:i cerlo apparalo.
ObV. Vsmouy pela bondad* de seo corarao com-
preheudia perfeitainenle, que convinlta fazer um
brinde ao oven candidato ; mas alo goslava de pro-
por brinde-'. ||e ventada que era provavelmerjte o
inais i-loso na socied.tde : mas pen*ava que e-sa hon-
ra competid ao Sr. Van llorl, o qual gozava de alia
considr.n.ao, e em sua iipiuigo desempenhana essa
larefa minio melhnr do que.elle. O Sr. Van Hoel,
esse bomem lo consideravel era certamente do mes-
mo parecer ; pprein nao s-nlia-ie com o menor de-
sejo oo disposicSii para faer tal cousa, a bem que n
pensamenlo do brindo que a cirrum-tmcia exiaia se i
h.iuv e-- apresentado iaualmenlo ao espiilo de Wa- j
gesleert, todava elle .ila-tou o lob prelexlo de qoe
nunca fazia brin les a ulngoam, e coottderava Uso .
como ii, na Insigne laucara, ao que ac-resci a impot- '
-ibiii lad em .que eslava de deseropeahar essa lare-
fa. Acom ecla com isso o mesmo que com a su* sin- ;
gularidade loina-ia em sen lulo, sincnlaridade que 1
em moilof ponln. de vista nao era inais do que o
resultado d e seos esforcos infelizc para obrar com
alguma gramil e aigum xito, como os oulrus boinens.
A limidez e o desaso de commum arrordo e irui- ]
mente se linh "ni reunitlo para fazc-lo um viulador
do vinho e sobre a belleza dos copos lapidados. En-
tretanto a situaran tornava-se cada vez mais critica.
A Sra.Wilse.moi vermelha, Ijocava obre os convi-
dados nlhares inquietos, e fazia de quando em quan-
do pequeas pausas na conversaba-). Muilos cupos
eslavam ja vasios, e loda as garrafas achavam-se en-
celadas. Vernoo) armou-se emlim de coragem, e
de semblante pallido, fronte hamdde e labios trmu-
los disse :
Moas amigos, he preciso enrher os copos !
Poslo que se esliveaM no lim da sobremesa a con-
versarlo leve grandes lacunas. durante as quaes ou-
viam-se as facas fazer seu oflicio ; o momenlo em
que n bom Vernnoy fez esse convite, era dos mais
mal esrnlliidos, porquanln Wagesleert acabava ne
lomar justamente urna mara.e romerava a slormen-
tar como sempre as comedoras de pomos.
O pobre humen) fingi ter fallado a si memo, e
eoalaraploa com grande allenrao os dezenhos la tos-
ida, l'm instante depois, elle recobroo a coragem e
di.se :
Meus amigos !
Creio que o Sr. Vcrnooy quer dizer altaran
cou'3, disse a Sra. Witse! debrurando-se sobre a
mesa al poder ve-lo ; nao be verdade, Venio\ ?
Sim, keetjen I' respondeu o escolenla bo-
mem, eu quena prupir que bebessemos um copo 1
san le de Gerril para felirila-loaindauniaver.de
ser ja candidato. N.'io tenho filbus, mas participo da
alegra ne ni' a- amiuus que os lm, e que dallas II-
rm satisf-terao. Amo a lierrit, e alrevo-ine a tlizer
nao o me*mo se d.i com todos aqiielles que eslao
aqu. A-sim, Gerril. a sua snela !
Gerril lierrit G-rrit ouviou*so eui lodos
que so leve exercicio do lugar do chefe de polica do j nem o prazo para iso marcado.
Para, para que fora nomeado por decrelo de 22 dej 93. Marcos Anlonio de M acedo, 6 annos, i roezes
junho de 1855, em 31 de Janeiro de 1856, nao con-e7dias; do anno de 1856, 6 annos, 4 mezes a 7 dias.
lando qual o prazo qua par isio lhe fui assignado. Com a mesma anliguidade al o anno de 1855, por
70. Jos Antonio de MagalhesCastro, 9 annoi, estar gozando na Europa da licenca de 2 anuos, con-
10 mezes a 7 das ; do anoo de 1856, 10 annos, 5 cedida pelo poder legislativo.
mezese 16 dias. Descontou-se-lhe de 3 Je maia a 211 W. Verialo Bandeira Duarle, 5 annos, 3 mezes e
de tetembro, em que esteva fora da auditoria geral '5 das ; do anno de 1856, 6 aonos, 3 roe/ese li
do ciarcito, exercendo as foncces de depulado
geral.
71. Antonio Ladislao de Figueiredo Rocha,9 an-
nos, 3 meze e 29 dias ; do anuo de 1856, 10 anuos,
3 mezes e 29 dias.
72. Quintiliano Jos da Silva, 9 annos, 2 mezes e
3 dias; do anno de 1r56, 10 annos, 2 mezes e 3 dias.
73. Gonralo da Silva Pinto, 9 annos, 1 mez e 25
dias ; do anno de 1856, 10 annos, 1 mez a 25 dias.
71. Ignacio Manoel Alvares de Azevedo, 9 annos
a II mezes ; do anuo de 1856, 9 anuos e II mezes.
Nada se lhe acrescentou por eslar avulso.
75. Jos Joaquim de Siqueira, 8 annos, 10 mezes
e 18 das, do anno de 1856, 9 annos, 10 mezes e 18
das.
76. Antonio Francisco de Azevedo, 6 annos, 11
mezes e 25 dias; do anoo de 1856, 9 annos, 'i mezes
e 25 dias.
77. Jos Joaquim Geminiano de Mnraes Navarro,
9 aunse 1 mez ; do auno de 18.56, 9 annos e 1 mez.
Nada se lhe acrescentou por estar avalso.
78. Jo.lo Maurio Wanderley, 6 annos, 10 mezes e
13 dias : do auno de 1856, 8 annos, 10 mezes e 13
dias. Nada se lhe acrascentou por estar em commis-
sao fora da megislralura.
79. Joi 'lavares Bastos, 8 annos, 1 mezes a 23
dias ; do anno de 1856, 8 annos, 8 mezes e 19 dias.
Desconloa-se-lhe desde o I.' de Janeiro al 5 de se-
lembro, porqoe s no dia 6 desle mez he que apre-
senlou cerlidao de etercicio*na comarca da capital
da S. Paulo, o qual leve lujar no dia 2i de marro
de 1855, tendo sido despachado em 18 de junho de
1851.
80. Antonio Jos Lopes Damasceno, 7 anuo, 5
mezes e 3 dias : do annu de 1856, 8 annos, 5 mezes
a 3 das. .
81. Francisco Jos Feriado, 7 annos, 3 mezes e
11 diai: do anno de 1856, 8 annos, 3 mezes e 11
dias.
82. Loiz Aves Lcile de Oliveira Bello, 8 annos,
2 mezes e 18 dias ; do auno de IK.'ili, 8 annos, 2
mezes e 18 diai. Nao se lhe coulou por ora lempo
algum ne-te anno, por nao constar qoando deixou o
'ugar de juz dedireitoda primeira vara crime da co-
marca de Porto-Alegre para exercer a vice presiden-
cia da respectiva provincia, e quandu reassumiu a
jiiri-.liri.i.!.
83. Manoel Janeen FerYera, 6 annos, > mezes e
22 dias ; da anno de 1856, 7 anaee, 7 mezes e 15
dia. Acresrentaram-se-the ao anno de 1856 mais .5
asesase 12 das do auno de 1854, em virlude da sen-
lenca de 13 de agosto de 185li,j>roferida em sua re-
ii-rao, ,i qual lenteura Ihetnandon contar 6 an-
mezes e 15 dias at o lim do anno de 1855.
8: Frencsco da Serra Cirneiro, 6 ann s. 4 me-
ze e 3 dias ; do anno de 1856,7 anuos, 4 meses e
3 dias. .
85. Joaqoim Octavio Nebias, 7 annos, l'mas e 13
dias ; do anno de 1856, 7 annos, e 1 me/, e 13 dias.
Nadase lhe acrescenlou por era por nao constar
quando deixou o exercicio para lomar assenlo na as-
sembla provincial de S. Paulo, nem quandu o re-
assumio.
86. Jos Nicolao Regueira Costa, 6 annos, 1 mez
e 10 dias ; do anno de 1856, 7 annos, I mez e 10
dias.
87. FranciscoMarisni, 5 anuo--, 9 mezese 13 dias;
do aono de 1856, 6 annos, 9 mezes a-13 dias.
88. Luiz Antonio Barbosa de Almeida, 6 annos,
9 mezes e 10 dias ; do anuo de 1856, 6 anuos, 9 me-
zes a 10 dias. Nada te aagmeotou por ignornr-se
quando deixou o exercicio, vindo.lomar assenlo romo
depulado geral,
89. Manoel Jos da Silva Porlo, 6 annos, 9 mezea
e 20 dias ; do anno de 1856, 6 anuos, 9 mezes e 10
dias. Nao se lhe acrescenlou lempo algum, porque
desle ju 90. Joo Chrysoslomo Pinto da Fonceca, 6 annos,
6 mezes a t7 dias ; do ai.....de 1856, 6 annos, 6 me-
zes e 17 dias. Nada se lhe acrescenlou por eslar
avulso.
91. Polycarpo Lopes de Lalo, 6 aonos, 2 mtzes
e 25 dias ; do annu de 1856, 6 annos, 5 mezes e 27
dias. Desconlaram-se-llie, do !. de Janeiro a 21 de
abril, 3 meses e 25 dia. porque tendo sido no-
meado para a comarca de Goianna. por decieto de
20 de selembro de 1855, consta de sua cerlidao que
Ir.era exercicio em 2 de abril de 1856, ignorando-se
o prazo que lhe fora marcado : desconlaram-se-lhe
mais de 28 de julho cm diaule, porque nomeado che"
fe de polica de Pernambuco por di-relo dessa data
nada consla acerca do exercicio.
3
: i
vio, quando a Sra. Siork Irmhroo-se de dizer-lhe
que em dovida elle deriamava minio bem, e per-
gunloullie te nao quera- recitar alguma cousa fazen-
do-o observar que a occasiao era boa.
Dizem mullas vetes assim. Quando Inda a socie-
daile esla' farla de manjares e de vinhos de loda a
especie, quandu as laranjas a as amendoas andam ao
redor da mesa, quandu aquello que deve declamar
lem a rabera perturbada e aquecida, runsrqucnca
natural ne um salar copioso em numerosa rompa-
nhia, quando os uuvnte.s, graeas ao uso que fzeram
dos deas da videira a das cinco partes do mundo,
estn dispostos a deixarem-se conducir embalados
pelo rhythmo ao reino de Morpheo, chama-se isso
i' orna boa occasiao para declamar.a Nao sei qual
era a esse respeito a opiniao de Gerril ; mas o que
elle sabia era que em nciibum momenlo a declama-
ran era o seo forle. a por conseguinia desculpou-se.
Pareas a Sra. Siork lanrru om albas em diagonal
sobre a mesa para chamar em seo soccorroa Sra.
Wilse.
lie verdade, senhora, pergunlou ella com o
tom da mais ob*linada iucredulidade, be verdade,
que seu Olho nao declama nunca ?
A Sra. Wilse declaruu que pelo contrario julgava
Gerril gostava minia de derlamar.
Versos delle pergontou Clara.
1) randdalo foi assallado por um rrdohramenlo
da insistencia, e lodos, quer amasse.m a declamarlo,
quer nao, furuiaram um coro, cujo sentido era que
rnnvinlia que Gr-nil declamassc. Cora ludu esla
permaneceu inllexivel.
i Orinar que sabia recoiibecer peto exterior, se as
das formas rece bia.. om zumbador de lodos o usos., allie,|nH. ,,., ou Do dons carocos, e em apoio
Assim um cavali'o assostado loma o freio aoa denle*,
qoebra, as sedea' que o conleui, a faz a carruacein
em pedaros
A sobremesa ,\cabava-se, a ningnem fazia o blin-
de. Vernoov e.'l'V'1 cada vez mais angustiado ;
porm quando cui dava em enc-rregar-se disso "en-
ra um mor fro pe.'o corpo. Duas ou tres vetes le-
vou a roao ao copo .uara levanla-lo *ulemnemer.le,
mai de todas deitou- o em repnuso ; duas vetes le-
vantoo-o com elleito, n1* hesilou, e dissimulou seo
verdadeiro designio com o pretexto de dirigir Sra.
Van lloel orna observaran' insignificante lobre a crtr
_________________
(Vid. Diario n. 92}
os Inris a de Indos os punios da inca. Os copos lo- I A Sra. Van lloel foi a primeira em indignar-so
ron) levantados a altura do nariz, e depois cmplela- pnr e*sa resolurao, e fez observar que sem duvida
menle esvasiado. | a declamadlo eslava muilo abaixo de um sabio como
Sr. Wilse !.disse lau|bem Clara, mas pareca Gerril.n A m,li do candidato perguulou-lhe se nao
que o seu semblante linhal Ulna presago He zom- poda recitar os versos qoe fizera para a sUa festa na
baria, alan de que ella fezlesse brinde ao candi late idade de dote ancos. Clara sorrio, Gerril persisti
s.....ente de pasaagent ; pois! Ilaleling acabava de sT- em sua recusa.
Os mais lindos versos que tenho ouvdo, disse
Wacesleerl para dar novo ai-ilo ao negocio, que lor-
nava-se serio, sao os de urna copla sobre Beronicias,
o qual era om grande poeta e, cora a licenca dos se-
tihores, um beberrao.
Oh vejamos essa copla, Sr. Wagesleert! dis-
se a Sra. Stork.
Seora, responden Wagesleert solemnemente,
ha o epilaphio do grauda Beronicius, o qoal achou
urna morle repentina em um fosio lodoso.
Ei lo:
Ci git un geni admirable,
Qoi vcut, mourut en pourceau,
Caracal ivrogna insaciable
Vecut de vio el mourut dans l'eau.
92. Andr Cursino Pinto Chichorro d.idaniu, li an-
nos, i mezes e 12 dias : do anno de 1856, 6 annos, 4
mezes e 12 dias. Nesle anuo nao se lhe acrescenlou
lempo algum, porque sendo removido para juz dos
du seu dito apresenlava a Clara dous gemeos sabr
a colher. Ella aceilnu um, e licaram de accordo
para a primeira vet que se enconlrasem, mas nao
ao ar livre.
F.is ah um brinde feilo com alegra geral,
dis severante Cerril esluda para ser professor, nao he
verdade, Sra. Wile ?
Ora, '1-1111111- respondeu esta.
Clara e Ilaleling sornram.
Todava passou-se logo o momento de erobsraro
de Gerrils, e elle experimentou urna especie de slli-
I
(1) Calhsrioa.
:Aqui jaz um genio admiravel
Que viveu e murreu cuino um porc'o,
Puis este li.-berran iusaciavel
Viveu de vinho e morreu n'agoa.'
Posto que recitada espirtluosamenle esla obra pri-
ma de Buizero, nao excilou as risadas que Wages-
leert qutzera ve-la provucar. Elle scatie a Bfcesti-
dade de dizer oulio chiste, e escolheu a Gerril para
victima.
Sabe, senhor candi lulo de medicina, o que ha
da melhor uesses versos '.'
No, respondeu o mancebo, em lom expres-
sivo.
Como, nao v que grande elogio do defunclo
ellas coulm !
Nao, senhor, lornou Gerril quasi desconcerta-
do por esse humem singular, para com o qual sabia
que ninguem poda estar suflicienleinenle acaute-
lado.
Nao '! disse emfim Wagesleert, depois de ler
litado por mullo lemno o olhar sobre Gem. Nesse
caso vou etplirar-lhe. O sal desles versos, senhor
Candidalu, consiste nislo, -pie elle* provom que o
grande pola Beronicius nao preci-nu rje mdicos
nem para \iver nem para niorrer.
Dilo isto, elle loiuou gravemente um punbadode
actencia e mcltcu-as na slgibslra, dizeudo a Sra.
filse :
lie para os meninos !
Todos pozeram-se a nr, principalmente' a Sra.
Van lloel, e a expressao : Esae Wngesteert, ele. fui
repetida a orna s voz. Gem leria dado urna pera
de Ires derlas por lima replira ; porm nflj achou
iieuliunia anles de oslar de imite em seu leilo, coli-
sa que pode aronleccr em scmelhenta raso ss Des-
eosa mais espirituosas. A S a. Stoik fez Gerril *--
quecer-se desse desagrailavel incidente, consullan-
tlo-o sobre os bieroglyphos di:s dvi-as de eonlettos,
em rnja decifrarao o bello Ilaleling era iOUnitamen-
te mais hbil do que elle.
O ullimo pr-ilo, o coroamenlo do frslim andou ao
redor dus convidados. O gengihre he urna coua'de-
teslavel, e alen disso he um signal serio para dei-
xar-se a mesa. As muflieres levaularam-se e os lio-
mena nao tard.iiaiu em segui-la.
As pnmeiras eslavam em grande disputa ua sala
vizinha: Indas queran) ajndsri Sra Wilse a f'a/.er
o caf : todava aptao.ou-*e a desavenca e o bello
Jlaleling encarregou-se de distribuir as chavenas.
Eniao ns humen- leu ln em una man a chavena e
na oulra o pire', Iravaram nina Conversarla muilo
animada ; em todo o dia nunca haviam lido vislas
lio profundas e 13o labias.
Agora oit nunca '. Diziam no anuo de 1831 uoisss
gazetas, nossas brecharas, u .-.,,. versos, e landsou-
Iras consai bellas. Entretanto nada se fet enlaj, e
foi oilo annos depois que o negocio arranjoa-se so-
nao constar exercicio na comarca de Vianna, para
onde fura removido de Piralinim por dec-eto de 20
,ie setembro de 1855.
98. Anlunio J js Monteiro de Barros, 5 annos e
1 mezes; do auno de 1856, 5 annos e 11 mezes.
Nada se lhe acrescenluu por estar avulso.
99. Jos lnna."encio de Campos, 4 annos, 10 me-
tes e 3 dias; do anno de 1856, 5 aunos, 10 mezes e
3 dias.
100. Urbano Sabino Pessoa de Mello, 5 anno<, 8
mezese 22 dias ; do anno de 18.56, 5 aonos, 8 me-
zes e 22 dias. A mesma auliguidade por e-Vr a-
vulso.
101. I.eovigildo de Amorim Filgueiras, 5 annos, 7
mezes e lOlias; do anno de 1856, 5 aiiuos,7 mezes e
10 dias. Nada se lhe abonou nesle anno por nao ler
i to exercer o lugar de Inhambupe para onde fora re-
movido por decrelo de 28 de selembro de 1851.
102. Joaquim Francisco Alves Branco Muniz Br-
relo, 5 andos, 5 mezes e 10 dias ; do anno de 18.56,
5 annos, 5 mezes e 10 dias. Nao se lhe augmentou
tempo algum por e-lar avulso.
103. Antonio Joaquim Mouteiro de Sampao, 5 an-
nos, mezes a 2 dias ; do anno de 1856, 5 annos, i
mezes e 10 dia. Nao se lhe pode abonar por nra o
lampo que decorre de 8 de Janeiro de 1856 em dian.
||-. porque tendo sido nomeado por decrelo dessa da-
la juiz de direilo de Piralinim, i'.ao consta exercicio
neste logar, nem que prazo se lhe marcou.
lu. Jos Francisco de Arruda Cmara, 5 annos c
1 mezes ; do anno de 1856, 5 annos e 4 mezes. A-
vulso al 27 de oulubro de 1856, e d'ahi em diantet
se leve exercicio em Camela, nao consla, nem o prazo
que se lhe marcou.
l(i.5. Jos Filippe de Sooza LeOo, 1 annos, 7 mezes
e' das; do anuo de 1856, 5 unos, 3 metes e8dias.
Desconlaram-se-llie 7 dias, 4 de dnenle e ddeexces-
n de licenra de 6 me/es uo 2* Iriennio : descr.nla-
fOni-se-lbe mais 3 mezes e 211 dias de 11 de stlembro
al io lim do auno, porque tendo sido Horneado che-
fe de pulira da provincia das Alagdsi por decreto da
referida data de II de etenibro, nao cumia o eier-
ciem, nem o prazo para elle arcano.
106. Joao Lins Vieira Cansancio de Sinimbii, 4
anuos, 11 mezes e 3 dias ; do auno de 1856. 5 annos
1 mezes e 5 dias. Dcseoutaram-se-lhe 7 mezes e 2^s
das, ja como depulado geral, e ja como presidente da
Provincia da llahia.
107. Joao de Suuza Nunes l.ima, 4 anno, 3 mezes
e 25 dias ; do anno de 1856, 5 anuos e 25 dias. lies-
c"nlaram-se-lhe 3 mezes, do I. de Janeiro a 31 de
marro, porque ten lo sido removido por decreto des-
la dais da comarca de Muriah para a daParahvbuna,
ambas em Minas Geraes, nao consta o exercicio un
quella.
108. Antonio Joaquim Fortes Buslamanle, 5 an-
nos a 17 dias ; do anno de 1856, 5 annos e 17 da.
Nada se lhe acrescenlou por estar avulso.
109. II \ lirio Gomes Nogueira Barbosa, 3 anuos, II
mezes a (Odias; do anno de 1856, i annos, 11 mezes
e 16 dias.
110. Luiz Carlos de Paita Teiieira, 4 annos, 1 mez
e 'i dias; do aono do 1856, 4 aunos, 10 mezes e 22
"ias. Nao se lhe contaran) 2 metes e 13 dias desde
18 de abril 'la 1856, dala em qae foi exonerado no
lugar de chefe de polica de Pernambuco, ficandn a-
volso al.'10 da junho, em que foi nomeado para a
comarca de Sanios.
111. Maltoel Pereira da Silva Coelho, 4 annos, 8
mezes e 21 dias ; do anuo de 1856, i annos 8 mezes
e 21 dias. Nada se lhe conloo nesle anno, porque,
leudo sido reintegrado no logar de jais de direilo da
comarca de Malto-Gresso por decrelo de 20 de abri-
de 1855, nao consla o etercicio e o prazo para o mes-
mo marcado.
112. Manoel Gomes Curr,) de Miranda, 3 annos c
g mezes ; do anno de 18"ili, 4 anuos, i mezese i dias.
Descordaran) se-lhe 27 dias, em que esleve na presi-
dencia da provincia do Amazonas, resumindo nu da
28 a jurisdicrao de juiz de direilo da capital.
113. Francisco Soares Bernardes de Goova, an-
nos e 21 das; du anno de 1856, i annos, 4 mezee, e
2 dias. Njuselhe contaran) por ora 8 roezes e120
das do de Janeiro a 2(1 de selembro, em que se en
cerrou a assembla geral, porque ole con-la qual o
mez e 26 dias.
115. Benevenuto Augusto de Magalhes Tacques,
I:} anuos, 10 mezes e 11 dias ; do anno de 1856, i an-
I nos e 27 dias. Rio se lhe contaran) por ora 9 mezes
'e 15 dias do 1* de Janeiro a 11 de oulubro, por se
nao saber quando veio para a cariara dos depnlados,
conslando somenle que assumira de novo a jurisc-
rao no da 15 de oulubro.
116. Antonio Augusto Pereira da Cunta. 3 an-
nos e 23 dias ; do anno de 1856, annos e 23 da.
117. D. Luiz de Asila Mascnrenha*, 3 annos e II
dias; do anno de 1856, 1 annos II dia.
118. Joao de Salom Queiroga, 3 aono, 1 mez e 11
dias; do anno de 1856, 3 anuo-, 10 mezes e 21 das.
Desronlaram-se-lbe 2 mezes e 21 dias por ter csladn
avolsi. ale que por decrelo de 2:! de atareo de 1856
foi nomeado joi/. de direilo de Jequiliiihunba de que
leva exercicio no pra/u legal.
119. Manoel Fernandas Vieira, 3 annos, 2 mezes e
10 da ; do anno de 1856, 3 a anos, 10 mezes e 21
ias. Descoutaram-se-lbe 3 me/.es e 20 dias de 11
de selembro al ao lim do anno. porque lendo sido
removido da quinta para a terceira comarca da Pera-
hyUa, ndo consta u exercicio, nem o prazo que se lhe
msreon.
120. Francisca Mandes da Casis Correa, 3 anno,
2 mezes e 1 dia ; do anno de 1855, :l annos 5 mezes
c 5 das. Nao se lhe conlou pur ora mais lempo de
anliguidade de 5 de abril em di inle, porque lendo
nesle dia dallado o exercicio do seu lugar para vir
lomar assenlo na cmara dos depulados, n.1o consta
quando reassumio o mesmo etercicio.
121. Domingos Jos Nogueira Jaguaribe, 3 nnnos,
4 mezes e 4 dias ; do anno de 1856, 3 anuos, i me-
zes e 1 dias. Nada se lhe acrescenlou por nao consla
exercicio na comarca do Cralo para que foi nomeado
por decrelo de 15 de Janeiro de 1855. nem na du So-
bral, para onde foi removido pot decrelo de 27 de ou-
lubro de 1856.
122. Manoel Correa Lima, 2 annos, 6 mezes e 29
dias do anuo de 1856, 3 BOBOS, 3 mezes e 10 das.
Descontaran) se-lhe 3 mezese 20 dias, de ti de e-
teniliro aln o fim do anno, porque tendo sido removi-
do da comarca de Anadia pira a do itonito por decre-
lo de 17 de selembro tle 1S56, nio consta o exercicio,
nem que o livera no prazo marrado.
123. Baldumo Jos Meira, 2 annos, 3 mezes e 5
dias ; do anno de 1856, 3 anuos, 3 mezes e.5 das.
121. Silverio Fernanda de Araujo Jorge, 3 anno* e
17 das ; do anno de 1856, 3 anuos e 17 dias. Nada
se lhe abonou nesle anuo, porque delle lmenle com-
a ler sido removido para a comarca da Alalaia por
decrelo de 28 de selembro de 1851, e nem consla se
veio ou nao exercer as .funcroes de depulado ge-
ral.
25. Jos Norberlo dos Santos, 1 anno, 11 mezes e
6 das ; do anno de' 1856, 2 aunas, II roezes a sej9
das.
120. Trislao de .Menear Araripe, 1 anno e 30 dias;
do auno tle 1858, 2 annos e 30 das.
127. ilcrculano Anlonio Pereira da Conha, 2 an-
uos, 9 mezes e 6 dias ; do anuo de 1838, 2 annos, 9
mezes e ti das. Nada se lhe ahinau por ora neste
'lino, poique leudo sido nomeado chefe e polica do
Ceara' por decreto de I i de selembro de 1855, e de-
pois para jiii/. iie direilo da comarca de Nazarelh, em
Pernambuco, por decrelo de 10 de dezambra de 1856,
nao rniisii o exercicio daquelle lugar, consfsndo po-
rem que eslivera servindo de presidente do Cearaj
128. Antonio Cerqueira Lima, 1 aono, 8 mezes
e 26 diai; do auno de 1856, 2 aonos, 8 metes e 26
das.
1^9. Joao de Carvalho Fernandes Vieira, 1 anno,
8 mezes e II dias; do annu da 1856, 2 anuos, 8
mezes e 11 dias.
130. Olegario ilerrulano de Aquino e Csslro, 1
annu. 7 mezes e 13 das; du aono de 1856, 2 anuos,
7 mezes e 13 dia.
131. Jos Bandeirs da Mello, I anno e ti roezes ;
do anno de 1856, 2 annos e 6 mezes.
132. Fredenco Augusto Xavier ae Brilo, i anno,
i mezas a 13 dias; do anuo de 1856, 2annos, A
mezes e 13 dias.
133. Jos Caetano de Andrsde Pinjo, 1 anne, 9
metes e 28 das; do anno de 1856, 2 annos, 3 me-
zes e 28 da*.
134. Luiz F'rancisco da Cimara Leal. 1 auno. 3
mezes e 28 dias ; do anno de 1856, 2 annu-, ti mezes
e 28 dias.
135. Manoel de Freilas C-sir Garcfez, 1 anno, 3
mezes e 3 dias; do anno de 1856, 2 aunas, 3 mezes
e 3 das.
136. Francisco de Araujo Lima, 1 anuo, 2 metes
e 11 dias; do anno de 1856, 2 anuos, 2 mezes e i I
dias.
112. Joan Marrelliuo de Souta i.n zaga. 2 ae
Lidias; do anno de 1856. 2 anuos a 13 dias.
Nenhum lempo mais se lhe alumno por aalar avahe.
I il. Luiz Carlos da li tii.i. i anno. Soasos e 21
da- ; do anno de INVi. aooos a 3 das. Buce
i-ii am-SH-iiu- -.i ni.;., e 22 das do 111 usaM heeo-
casoblidas em Isa,, restando anda sWtaaPaV a 9
daa, que perlenrem ao auno da UHfl
111. Antonio liorgee Leal < isLtWe'ftaanco, 1 sa-
no ; do anno de 1856, 2 annos. a
145. Flix Come do Kb>, 11 mate* a 21 dias;
do anno de 1856, 1 anno, II matas a 21 das.
116. Jo3o Latela da Conha Paranagua, 1 aaaa,
3 mer.es e 21 da* ; do anuo da 1h56, I aune, II
mezes c 2 da*. Nao e lhe contararo i metes e 19
das, de :| de maio, em que veio etercer as faurcoee
de depiilad i geral, ale 21 de elembro, ara que reoa-
sumio a juii-ilicrao de chefe da polica da provincia
de B'O da Janeiro.
117. Aletandre Pinto Labio, I auno. ; riere* a
2 das; do anno de 1856, 1 anuo, 10 asaiea a 2
da. Desrnnlou-se-lhe de 22 de aco*to era diente,
porque lendo sida removido por decrete desta rala
ila comarca de Marnim para a de Villa Nnva.en Ser-
ipe, nao consla etercicio desle ultima lagar nata
prazo marcado.
118. liaiiiiumio Ferreira de Annpi Lina, 10 me-
tes e 25 das; do aunu de 1K56, I ama, 10 ranea o,
12 dias. Desconlaram-se-lhe 5 mezea a 5 dia*. S"*'
ler deinde o etercicio na comarca da Imperatrix,
no Ceara, para loma- assenlo na assembla geral
legislativa no dia 11 de abril, reaxumindo o esa -JO
de selembro : augmentaran) sa-lhe 4 asnea a. 22
dias do annu de I85i, em virlude ,1a evilenra oO
Itibiinal de 23 de asusto de 1856, vista da aoa ra-
j el.miaran.
I i'.'. Joaquim Caetano da Silva GoimiraOs, 10
mezes e 6 das do aono de 1856, 1 anuo, 10 assiu
e 6 da*.
1.50. Manoel Josquim de Mendonr.- Caslelln Braa-
co, I anuo, 3 metes e 2 da* ; da aano de I85S, I
auno, 10 mezes e 2 das. Descontaraia-ee-lae 5 ate-
tes, de 3 de maio, em que deitou a I mar de Paxle-
CaJvo para vir lomar assenlo na cmara dea deva-
lados, al 1 de oulubro, em qua reassumio e eier-
ccio.
151. Joaquim Augn*to llollaada Costa Freir, 1
auno, 8 metes e 26 das ; do aneo de 1H"n5, 1 aaao.
9-r. .cese I da*. Deeceolaram-se-llie 11 metes a
23 dias. porque endo Borneado chefe de petieie ao
Malto-Gruso por decrelo de 8 de jaaeiru do 1856,
nao consta o etercicio.
152. Joao Jos I>arreara de Agaiar, 1 aaaa. 7 ano-
tes e 15 dias ; do anno de 1856, 1 aaao, 'ajenase
l.i das. Com a mearoa anliguidade par estar avala*.
153. i;-mliano Figande* Verella, I |
'-'i Uias; do auno de 1856, I aor~
dia-i. Naia maie lhe eoaieu por!
cicio em lugar algum.
151. Antonio Manoel de Antas a Melle, C ano-
te! e 9 das; do auno do 1856, 1 aono, 6 oaecee e
9 dia*.
155. Igoaeo Francisco Silveira de Metta, l aaaa
e 6 metes ; do aono de 1856, I aaao a 6 mete*.
Nada mais se lhe conloa por na ceosler etarori.
em lugar algum.
156. Jlo Paalo Vaateir* de Aodrade, da anno
de 1856, 1 auno, Senetea e 29 diat. Aleen de ama
inteiro de 1856-Msn aterdeie nio interrorapid* na
Mala-Granoefam. Al.igois, eontraro-*e-lhe mai*
5 mezes a 29 eoafde 2 de jolho de 1855 al e lim
do anno. pelo seu frimeiro atretelo na enmarca da
Pastos Boas, no UecaaMo, de qae aprestan cer-
lidao em (ampo.
157. Antonio Marcellina Nones Gonzaga, 5 me-
te, e 25 das ; do anoo de 1856, i .ano. 5 mece, a
2o das.
uitaaua p**r casar vana.
.orella, i soto.. aae*.
8, l .ana, 6 saaaea a 27
>u por ate coolar eter-
ilrivelmenie -2 Agora ou nunca* disse tambero
Gerril com sigo no auno de 1838 depois do mnini-
ravel janlar, que acabamos de referir, e no momenlo
ero que Clara ero p junio da chamiue exammava
um apara-loso bardado, chegoo-se a ella com loda
a resolurao que pode lumar, e disse :
Sua casa rte campo, -i-uliora, craio que fica a
beira da eslrada entre...
Nesse momenlo Wagesleert, que dizia chisles a
Ilaleling, vo'llou-se rpidamente, impelliou colovelo
de Gerril, e lodo o coiileudo da chavena, que elle
linha na mito, derramuu--e sobre o vestido da linda
Clara. ,
A confuido de Geiril fui lerrivel. As mulheres
arudirom ladea a' exceptan da Sr. Van lloel, e os
lencos nao foram ponpados para estancar o liquido.
A Sra. Slett o.1o eessava de allirmar que a acua de
Colonia era excellenle contra tudas as nudoas; a Sra.
Vernoov referia a consoladora legenda de urna nodoa
intiressaiile.que desapparecera por si mesma, e mili-
tas oulras mulheres declaravam ao mesmo lempo
que por feheidade ludo ncafecabira as dubras da
saia, A Sra. Van lloel allirinnu que o champagne
ndo deixa ueiihuina uodoa, cuusirlacao que viuia
pouco a proposito ; a Sra. Wilse deu mil desculpas
pelu filho e pelo caf ; um espritu pralicn aeODsa-
Ihi n a Clara que uzease vollar para atol a fuce dian-
teira Ho \eslido ; o Sr. Wagesleert fez observar que
ella iiuhi assim ama l -II' lembrenea de Cern;
Hi-leliug guardava o silencio forrindu Iriumphai-
nn'iiiu ; o Sr. Van lloel fallava uovameule de ole
Ireccoes e do Xauh ; Gerril c-forrava-se quanlo po-
da para conserva! um semblante tranquillo. Quan-
lo a luida Clara, nHofes inais do que nr de lodo e
e suato, a de toda essa agllafle, e repeta cent va-
sos que n.lo era nada cora uina physioDoniia que fe-
lizmente concorda va com cs,a inaueia de considerar
o faci.
Todava,quanlo ludo aplacou-se, Gerril nao leve
a ruraien) de cuulinuar a conversaran apenas enre-
lada sobre a casa de camno a beira da eslrada, e dei-
xou n campo livre a Ilaleling.
Diapozerara-se as mesas de joco, e formaram-se
(res partidas,
A Sra. Sloik do-I mi u que amavaapaixonadamen-
le o hombre, que em sua opiniao era um jogo deli-
COSO ; o Sr. Van lloel di-se com toda a Iranquilli-
pade de queio o jogs lulos os dias,que lamhem gos-
lava delle, e Gerril leve de ser o lerceiro jogador.
O reslo da soriedade divulio-sa em duas mesas de
bottnn. A una deltas assenlbu se o pai de Gerril,
com a Sra. Van lloel, e o Sr. Vernoov ; a' oulra a
Sra. Vernoov, Clara, Wagesleert e Ilaleling.
2 \llo-,ii ao tratado de vinlee quatrn aitig
que coutagrou definitivamente a independencia da
Blgica.
137. Joaquim Ilandeira de (iouva, 1 anno, I mez
e 25 dias ; do anno de 1856, 2 annos, 1 mez e 25
da*.
138. Joao Jos de Audrade Piulo, 1 anno, 1 roet
e 21 das ; do anuo de 1856, 2 annos, I rnez e 21
dias.
139. Manoel Jos da Silva Neira, 2 annos. 1
mez e 19 das; do annu de !856, 2 auno", I mez e
19 dias. Nada por ora sa Iba accrescenluu, porque
lendo deiado a lugar de chefe de polica das Ala-
guas em 3 de marr;u de 1855, par tomar asiento na
assembla provincial de Pernambuco, nao consla se
reassumiu, e quando, o exercicio do dilo lugar, e
sendo depoi* nomeado juiz de direilo da comarca do
Itio Formse, pur decrelo de 11 de selembro de 1856,
e declarada sem etTeili-. esla nomcarao por decrelo
de 30 de dezembro do mesmo anno, nao consta o
destino que se lhe deu.
110. Joao Carlos Pereira Ihiapna, 2 Batios, 1 mez
e 3 dias ; do anuo de 1856, 2 annos, I mez e 3 das.
Nada se lhe accresoeuluu por ndo con-lar exercicio
algum. leudo sido removido da comarca de Gara-
uhuns para a do Principe Imperial, no l'i iuli\, por
decreto de 21 de novemhro de 1853.
111. .loa > de Souza liis, I auno e 21 dias ; do
anno de 1856,2 annos e 21 d as.
158. Franetaee RorMws Salte, 1 aano, 5 mera*
e 20 das ; do anuo de 1856, 1 anaa, 5 atece* e JO
A paixlo da Sra. Siork pelo joco de hombre pare-
ca exceder mais uo menos sua.habilidaie ; ao me-
nos hasta nella, entre essa duas rondiees exigidas,
orna dispnsicao que contrariava visivelmente ao Sr.
Van lluel. Hila jogava fallando muilo, e nao era ra-
ro qu pontease assim de visla algum pequeo inci-
dente do jngn. 1 iiiIh urna maneira ememalica de
barelhar suas carias todas as vetes que havia de jo-
gar, e quandu es-es senhores linham esperado por
moilo lempo na decisRO, aconec a que ella propo-
nha-llics repentinamente a importante queslaude sa-
ber qual dos dous parceiros ?ra o hombre ; ler-se-
liia dilu tamhem que aslagrimasda viuvez mpe-
din-lhe os olhos de disliogDir claramente um
re de urna dama ; as vezes lamhem fazia o gracejo
de lomar sem motivo appirenla a vasa que j per-
lenca ao seu parceiro, e re-ervava ao hombre a es-
pirituosa anrpreza de jugar nu im do jogo urna carta
de urna cr a qual linha precedentemente renuncia-
do ; todo isso era enlremeiado de lateresssntes ane-
dolas sobre as mos que litera, e as parlidas que ga-
nhara, e da depreciaban da lodostjs oulros jugos, os
quaes cumparados rom u hombre eram l.iu simples.
A polittez de Van lluel eslava .mi lula continua com
a eslima que linha a csse grave jogo, Elle eslava
ile semblante mu serio e carraocoda, e qnundn no
poda deiiar de fazer orna observarlo, dirjgia-ie as-
sim a Gerril : Sr. Wilse, he preciso jogar sempre
Iriimphn, ou nio joar nunca. Sr. Wilse convem
sempre .Mas nao vos podemos dar urna Hcilo
aqui,"raros leitores, e sois. Uo innocente como Cer-
ril.
A' mesa de b"rn. Van
lloel havia oulra causa de desavenga. O Sr. \\ ilse
e -ua mullir.- posto que vves*eni sempre n-i m lian
i -i;a.uao podiam concordas oeesejoso chimado
a o loro tle imagens to di.ibo, r ;ta.istavam- ulgama lorie regularmente om contra oalro, ejaaa-
do luili-im per.tidn uma partida em que haviam -i-
do parceiros ; nesse caso a Sra. Wil-e tumava sem-
pre ao Sr. Wernnuy pi-l :-:.- e nvocava-n como
arbitro, e e-!e allimava invariavelmenie que ella n.lo
poda ler jogsdo de oulra maneira, c que era im
possivel lambein que Wil-e liteiaa jogado de oulra
modo e que lola culpa frn delle mesmo. Esse
di;no hoinem era na verdade uma das rana crealu-
ras oasenlas pura o jogo de carias, e ao qoal essa re-
creadlo nao poda perturbar.
Qnanlo i terceto partida, Wagesleert ah fallsva
em (om mais alio; n.lo imitavn a Vernoov, o qual
legando o anligu esljlo allerav).por tombars o no-
mo das cures, a a cada lance misado asseverava, que
l'odiaigiialmenie gelar ou degelar ; nao, o Sr. Wa-
gesleert era muilo mais origin I, e obslinava-se em
dar a lodas ai figuras seus nomes res, laes como
Sara, David, Eslher, ele. Holeliog esforr;ava-sa em
diai. Nula sa lhe acereeeeuloa, porque *e*de reaM>-
vido da comer, da ImparaUu, no Coarat, para a do
Marapa, un Para, por decreta de 31 de jolhe de
1855, e de-la para a da Creta em 27 do.eatnbro da
18)6, nao coa-li que em alham tivnte exerncm,
oem quaeaan|>razos marrado*.
159. Manoel Theopeilo Gaspar de Uiveira, 1 sa-
no, 5 ratzei a 19 dios-; a* ,, de 1856, 1 anoo. .5
mezese 19das. Nio tt Ibe atwoeo pnr ora noale
anuo lempo algos), porque suppoalo cansa qae ca-
tase ero etercicio na comarca de Batunt, desda a
1 d* Janeiro al 3 de abril de 1856, em qae daitea
para va lesear a'tenlu na cmara dos nepote*,, ,
la o raoaiuiiiiii a 29 de oulubro. todava,
Se iledotir o lempo mi qae -aleve
mesma cmara na sossa* de 1855, o qual la
iguorar-ie que e-le jott era depolad* llie fui inte-
gralmente cuita lo, nada e pode haje calcular aera
qae lejam apresentado* documento* acerca do dta
em que deixou o referido logar, e a em qoe reaasa-
mio u sen exercicio nanuell anno da IHVaS.
160. Vicente do Keco Tmcaoo II tr reta, 2 a
e 21 dias ; do anno d 1856, I aaao, 5 aneaos e 16
das. 11, -nt..rain-se-lbe 5 das, porqee i>* dia 6 he
que leve etercicio do sea primeira lagar r a comarca
do Jp, no Ceara.
161. Ignario Carlos Freir de Carvalho, da auna
de 1856, I anno, :l roetes e 6 das. Alina do ana*
inteiro de 18*6, abonaram-se-lhe 3 metes e6dies,
por isadsafa de 13 de agallo-, prefer la em tea ro-
clainarao.
162. Francisco Libralo da Mallos, I aaao. 2 ose-
ras e 28 dias; do armo de 1856, i auno, 2 atete* *
28 da*. Nada se lhe aerre-cenion, pora** despa-
chado para chefrde paliria da Bahia, por decreta de
18 da maio de 1855, nada cansa do exercicio.
Ili Manoel Clemenlifo Carneiro da Conha, do
annu da 1856, I anno e I raet. Alera do aaao cor
rente abonou-*e-lhe I mez de 18V5 por ter lid* eter-
cicio na 6* comarca da Parahiba, no 1* de dettm
bro do dilo anuo, apresentado a toa certida era
lempo legal.
I'i. Jo- Antonio da Oliveira e Silva, i ano* e 7
dias ; do auno de 1856, 1 anno e 7 dia*. Nada se
lhe arrre'cenlnu por ler interrumpido o ei eructa asa
Algrele, ianoraudo-ae o polerior deattn*.
165. Esperidio Elov de Barro Pimental, I an-
no; do anuo de 1856, 1 anno. Nao a loa auguirn-
lou por ora lempo algum porqoe rslve com anelo
na assembla provincial da* Magnas em 1856, e ig-
nora-se quando depni re.s-uinin o etercicio oa co-
marca da Imperalnt na dita provincia.
166. Angelo Francisco llamo-, 1 mezese lidias;
do anno tle 1856, II metes e lidia. ISeseonlarasn-
se-lhe 5 mezes e 7 das, de 13 de abril esa SJM te
murmurar ao onvido de Clara o eterno inlelit ne
joco, feliz no amor, a deix>va-lhe todas as vasa*.
responda a sua. .-llamada com o olhar man lerno,
ajudava-a a cuusullar a carta d* taSBjBj,, aproxima
va se lano da mora qae o lindo annc* de aeos ca-
bellos lurav-im-llie a face e as soires, o cabava o jo-
bo hbil da Sra. Vernoov, do que'resallen que a***
lrasse mu runl-nle com o bello e eapirioloso lla-
leliog, qual era lio agradafel em soaodede.
Marcou-sea ultima partida, anparereram a* lia-
das bolsas de seda, a Sra. Siork que liaba perdida
muilo, mas que e ignoiava leve a generosidade de
misturar todos os lento-. as oulras mesas decidlo,
seque niiiiiieui havia ganho. I.evantaram-se.
Gerril aventuro -se a fallar novaraente a Clara, a
pergunlou-lhe a situaran da r.na de campo qoe ella
habrlava, cnulna-lhe que pa-.ira dianle dessa cata,
e que a vira. Fazia eni.io uma viagem a pe.
Oh oh dis* Clara, orna viagem a pe. Seta
duvida era urna viagem ciealilea,Sr.lWil* ?
Elle nao poude responder ; lagrimas de de*peilo
encberam-lhe o* t Itini.
He e-e o seu rapotinho, Sra. Clara'.' perno-
tuu Ilatebng, o qiial aprutimop-sc da m*ra com es-
se vestuario, e laurou-o sobra os hombre*
O convidadna retiTarsm- se. I ma ultima loriara
a^uardava a Gerril.
Parque n.ln quiic-',c declamar" nergualou-lbe
a mal depm, qoe lodos sahi'arn.
Porque nan o sri, re-pandeu elle.
<>h nao fallemos mal. a ese re- aOBS. di*e
pal W ii-i- ; fui uma eatSS* mi-erase:. I ..do- di/ein
que muilo sabio, e qt,ando ha gente em e*a e*t
sempre modo, NaO percebrmo liu nierecieoeal*.
Conheri p-iteilam.nie que a Sr. Van llaei disia
eomsico : lie e,se u bello Wilie de qacm tanto so
falla ?
Slm, Cerril, i- mai. Eis-atu pm mi rapio a Sra. Sloik, e'la oa^a aoo-
pea *eahqm Irabalhu, piovr-roo-le da taslaa a ma-
l -u ; ||e nim mulh-r genld. uma malher per-
feila, uma mullier parlicolarmenle agredavel e tu
eslavas iuleiriradn como om mineqdin...
A Sra. Siork nio me deitaw fallar, qaetida
mli, n-p ii leu Gerril cen um leve aarreso.
Ora, meo amigo, iso he boa para a'.na ves,
ma n.lo deve repelir-s*. disse o psi Obr.gada, de
que le svrv* er *.bio. se oso o molraa .
Nessa noile Gerril anlroo em soa SnaW deplo-
ran lo -ua -ciclii- a. lrrh.ua parte, e dioso era-
sigo :
Quero mi dera ser om imbcil !
Cofitiaaer-se-iW..
-- '
MUTIUiltT
ILEGIVEL


DIARIO DE PERNAMBUCO, SEXTA FEIRA 2V DEAUiULBE 1857
lindi j liceura, e veio tomar acseuto na assembla
ger.l al'JO de setembro, em que foi Mr exercicio
na comarca de Maroim, para que fot removido t|a
Villa Nota por decreto de 11 de agosto de IKJ, lan-
do exercicio naquella em 2.1 de detembro. *
167. Sebsslilo Joi da Silva braga, do anno de
I *.">(;, 11 mezes 3 diaa. Desconl.r.m-se-lhe -27 (lia-,
porque no da 28 de Janeiro de IKti he que leve
exercicio de cliefe de polica da provincia do Ama-
zonas.
168. Virante Ferrelr. da Silva Bueuo, do anno
de 1856, 11 meses. Desconlou-se-llie o mez de Ja-
neiro, porque no di/1 de fevereiro he que enlrou
no exercicio da comarca de Castro, oo Paran, vialo
nada constar acerca do da comarca de Maraj, seu
primeiro lagar de magistratura.
169. Antonio Candido da Kocha, do anno de 1856,
II mezes. Dereonsoii-se-lhe o mez de Janeiro, leudo
entrado cm ejercicio no dia 1 de fevereiro na cj-
raatc de Jaguary, em Minas Geraes, do qual apr-
senlos ctriidao no prazo le; il.
170. Gtrvasio Gnnrjalves da Silva, dn auno de
1836, 11 iiw.es. Nao se Ihe eonlou o mez de Ja-
neiro, porque s leva ejercicio do seu primeiro lu-
gar na 4.'comarca da Parahyba no 1. de fevereiro.
171. Gasparino Moreira de Castro, do anuo de
e 16, lo mezes e 13 das. Desconlou-se-lhe 1 mez
1856 das, principiando na comarca do Urub, na
Baha, o seu primeiro exercicio no dia 17 de feve-
reiro.
172. Joaquini de Azevedo Monleiro, do anno de
1856, 10 mezea e 11 das. -Vio se Ihe conloo o mez
de Janeiro e IS diaa dude fevereiro, porque prm-
cipiou a ler exercicio no da 19.
173. Anlonio de Souza Mendes, do anno de I85G,
9 metes e 30 das. Descoularam-e-lhe 2 mezes e
1 dii, porque no da 2 de marro foi quando entrou
no exercicio da comarca de S. Uoncalo, no Piauhy.
174. Jnsliniano Haplisla Madureirs, 9 me/e e 21
dias, do anno de 1856, 9 mezes e 21 dias. Nao se
Ihe abonou lempo algum rfesle auno, porque leudo
lomado assenlo na assenibla provincial da Uahia,
ignora-so quando deixou qnaudo reasiumio o ex-
ercicio de joiz de direito de Jacobina.
175. Antonio Buarque Lima, do anno de 18.56, 9
mezes e 20 dias. Exercicio na comarca de Carolina
no dia 12 de marceo.
176. Joaquim Francisco Ferias, do anno de 1856,
9 metes e 6 dias. Descontaram-se-lhe 2 mezes e
2i dias, al 25 de marro, dia em que leve exercicio
mMuriah, em Minas Geraes.
177. Adriano Jos Leal, du anno de 1856, 9 me-
zes e 2 dias. Menos 2 mezes e 29 das, por ler prin-
cipiado o seu exercicio na comarca de Monte Santo,
na Baha, do dia 30 de marco.
178. Luiz Conzaga de Brilu Guerra, 7 mezes e 25
dias ; do anno de 1856, 7 mezes e 24 dio. Nada se
Ihe acre-ceoloo por ignorar-se o seu desuno.
179. Agostinho Luiz da Gama, do anno de 18.56,
7 mezes e 2. dias. Desconl.ram-se-lhe -1 mezes e
6 dias, al 7 de maio, quando principiou o exerci-
cio ua comarca de Gnaratingueta, nao constando se
o leve na de Inhamuns.
180. Filippe Paulino de Souza Ucluia, do auno de
1856, 7 mezes e 4 dias. Menos os mezes de Janeiro,
fevereiro, marro e abril al 28 de maio inclusive,
porque ute dia entrou no exercicio do seu lugar
de Br.g.nc., do Para.
181. Jo9o da Cosa Lima e Caslro, do anno de
1856, 6 BMM e 6 dias. Nao se Ihe coolaram os 5
primeiros mezes e raais 2i dias do mez de juuho,
porque foi no dia 25 que principiou a ler exercicio
u* comarca de Ilapemirim, no Espirito Sanio.
182. Joao Alves de Castro Kozo, 5 mezes e 28
das ; do anno de 1856, 5 mezes e 28 dias. Nada
se Ihe acrescentou por estar avulso.
183. Francisco Goncalves da Kocha, do anno de
1856, mezes e 23 dias. DascoDtou-se-lhe ale 8 de
junho, dia em que teve exercicio do cargo de chefe
da polica interino no Cearu', entrando depois no da
comarca de Inhamuns no 1. de uovembro.
181. Anlont* Barbosa (i unes Nogueira, 5 mezes
e 19 dias; do anno de 1856, 5 mezes e 19 dias. Na-
da se Ihe contou o anno inleiro, porque lendo'ex-
ercicto no dia 13 de dezembro de 1855, s aprescu-
lua a reidlo no dia 12 de julho de 856.
185. Manoel Tertuliano I homar llenriques, do
anno de 1856, 5 mezo e 15 das. Desconlou-se-lhe
at 16 de junho, dia em que entrou no exercicio do
seo lugar de Qoexeramobim.
186. Manoel Jodjfcl'into de Vaconcellos, do anno
de 1856, 5 mezes TO dias. De 26 de julho desle an-
no era diante, por ter tiesta dala apresenlado cer-
lidAode exercicio do Paran em 17 de julho de 1855.
187. Francisco de Aetis Lopes Mendos Kibeire,
ilo auno de 1856, 5 metes e 5 dias. Da dala da
apretenlaeio em 26 de jolito da cerliolo de exerci-
cio na comarca do Indaia, em Minas, no dia 20 de
dezembro de 1855.
188. Julio Cesar Berenger de Bitlaocourl, do an-
no de 1856, 4 mezea e i dias. De 27 de agosto em
diente, qaande apresentou a cerlidio de exercicio
em S. Malheus, o qual leve lugar do dia 24 de
maio de 1853,
189. Francisco Xavier l'aes Brrelo, 3 mezes e
21 das ; do anno da 1856, 3 roete?, 21 das. Nada
se Ihe acrescenlon por continuar em commissao fu-
ra da magistratura.
190. Ambrosio l.eiao da Cunha, do anno' de 1836
3 mezes. Nlo se Ihe pode conl.riis do que 3 me-
zes, lempo de licenra por aviso da 19 de setembro,
por ignorar-se o da cm que deixon o exercicio de
M trajo, e aquello em qoa <> reas-tumo.
191. Francisco de Aisie Bezerra de M eneres, do
anno de 1856, 1 mez e 16 das. Da data da apre-
senlaclo (15 de novembro de 1856) da cerlido de
exercicio oa comarca da Granja eml.de abril de
1855. .
192. Anlonio Gomes Villana, do aajio de 1856, 1
mez e' 10 diaa. Exercicio em Jlsjnf novembro de
1856, na comarca de S.BorjaToo Ri Grande do Sol.
193. Laii Aolonio Pereira Franco, do anno de
1856, 27 fias. Exercicio em 5 de dezembro de 1856,
na comarca da Feira de Sanl'Annjjh depois de ter
estado at assembla proviucial, nao constando exer-
cicio anterior.
Os que te seguem esiao matriculados, mas nlo
consta dos mismos exercicio algum.
Andre Pereira l.ima.
Jos Alves dos Santos.
Francisco de S Brilo.
JoaeCapisIrano de Macldo Alckmim.
Jos Francisco da silva Amaral.
Jejo Sertorio Jumur.
Joaquim Gouraive de Lima.
Jos de Mendnnc.a Lcha.
Jernimo Mximo de Oliveira Caslro.
Jos Ascenso da t^osta Ferreira.
Joaquim Pinto Porlo.
Bernarda AVelino G.viao Peixoto.
Rufino Theolouio Segurado.
Antonio Roberto de Almeida.
Manoel lenlo ue.le de Ca. albo.
Consta qae forain despachados, mas nao esto ma-
triculado!, apezar de alguna destes terein apresen-
lado certides dos respectivos exercicios, os seguin-
les:
Luiz Jos de Sampaio.
Joaquim Jorge dos Santos.
Ignacio Jos de Almeida Garca. .
los Anlonio Vz de Carvalhaes. ,
s ii*- Luiz da Silva Mulita.
Lourenco Francisco da Silva Catanho.
Luiz Lopes Villas-Boas.
Joao Ignacio Silveira da Mulla.
Caelaoo Alves llodrigues liona.
Vicente Ferreira Gomes.
Jlo Mauricio Cavalcanli Wauderle).
Adriano Manoel Soares.
Daniel Luiz Rosa.
Abilio 'I''Vares da Silva.
Jos Martina Ferreira.
Joaquim Pedro Villar.i.
Virginio llenriques Cosa.
Antonio Pinlo da Silva Valle.
Luiz Jos de Medeiros.
Ovidio Femandes Trigo de Looreirn.
Filippe Alves de Carvalho.
Anlonio Jos Affonso Guimaraes.
Secretara do supremo tribunal de juslira, em
12 de marco de 1857.Seguem-se as assignaturas
do supremo tribunal. Esta conforme.O secreta-
rio. Joao Pedreira do Coulo Ferraz.
Lista, he .ipprovada a acia da anldnor amb.coes, e respaile eotroi interesaos, que nao se- I mullos rios, por seren elles smenle uavegoveis alo
O Sr. fnme.ro Secretano apresla o aegum.e ja,n os seus | po o abu-o nesle caso he um mal,' pouca distancia domar. Por Unt, urna estrada que
EXPEDIENTE. 1 qu,a "'s'", "-''M'ar a perspicacia du legislador, ou corlando esta regiao. desse a seo< productos um rpeiu
_!!,h'-ii i reennhere a necessidade da sapala. Mas
fiindain-se slicerccs denlro do ro, e depois de feila
obra, depois dse ter despendido muilo dinhei-
que o proiessor ue msirucrao elementar no colleg
dos or ha., requer qoa os seus venc|raenlo< sejain
pagos ua Ihesouiaria provincial. A cuiiiinisso de
legislarlo.
Joaquim llugolino da Silva l'ragosa.fiscal da Var-
en, pede o augmento do sen ordenado. A coni-
iiii' io de nrranieiilo municipal.
I.ido, he aparatado o segundo p aierpr.
A commissao de consliloicaoe poderes, arlinu con-
forme o diploma du Sr. deputado supplenle, l)r.
a Francisco do llego Barros Brrelo, ruin a arla da
apurarlo geral, e por isso he de parecer que seja o
mesmo approvado, e ao illuslre deputado se d as-
sentn.
Sal. das commissoes, 20 da abril de 1857. A.
I.avalcanli. A. Lelo___Luiz Filippe.
ile em seeuida o illuslre inemliro inlfudnai lo com
todas as formalidades do eslvlo, presta juramculo c
loma assenlo.
I.ido, he approvado o seguinle prnjcrlii :
A f.......ii-.ii de f.i/.enda e orcamenlo tem a honra
de submetler a r ini Icraclu da casa u seguinte pro-
leclo de resnlorlo :
A assembla legislativa provincial de l'crnambuco
resalvo:
Arl. nico. Fica o presidente da provincia aulo-
risado a de-pender pela renda do exercicio de 1857
a' 1 s."iv rom o paganienlo da divida de evercirios lin-
do, Moatanla da rehiran, que a "sla acuin|iaiiha, a
qnantia de 1:2285339; deveado)a rnnla deta dspota
ser dada cun as despezas do menrionaJo exerciriu.
Iivre rniicurrcncia nao tem apii.reci.1n o verdadeiro i provincia una Imlia parallcla ao mar : de lal modn ; chorrada,
remedio coulra osle egosmo iinmuderadu, repre-
hensv^^"^:neuin condoiiiuavol '.'
F. se asittem este- alravessadores, que rncnecem
0 p oro da carne, o que faz a palela '.' A liherdade
do ni insiri he mn Iimii, porque deslroe os mono-
polios; mal, desde que |iur arlos unnioraes se violen-
la a urdem nalural da Cousaa, e se especula por um
M la lio ollensivo, osles aclos lorpes n.lo podem
adiar abrigo DU lei.
Ao Cctligo das muniripalnlades incurbe punir
e reprimir esle aclus ininuraes. que |nan podem
merecer, sena a avers! geral. Eis a opinila que
lleve evislir rara forra para auxiliar a pulira daa
municipalidades na reprsalo dettaa eapecalacoai
Ko lelo-laves, e nao una upuiiao que nao quiia
deslruir urna totea malfica, oreando oulra laiubeui
.malfica. Irocandu mis males por Otilios males, fa-
zeudo boje unta musa, e atnanlia dosfazendo, e
marchando asiiiu no terreno das contra licre se le-
vian lades. (Apoiadua ) t) andar daa lados, eura pas
ra alriiz, ora para adianto, he someule proprio do-
carantiueijos.
Desrere a um fado, que deve de eslar bem vivo
ua aaasa lembran^a.
Se urna pequea secca foi bastante para qoe a
compauliia nos faltaaM rom carne verde.
O Sr. <;. (.'itioi'tnies Secca simula la.
O Sr. I'. Bapiitla :t) que dinamos, se ella an-
da existase do lempo do cholera, neala lastimosa
que a eslra la cuja ulilid.de arolia de provar se na O Sr. I.' (.'iiimantei;Eila' pois em pe...
he oulra senllo aquella iroiu* por V. Re. leuibra- l'm Sr. Defml't'lo:Quein 1 a ponte ".'
da, lia alguna anuos, e a que > Exr. ja' deu o nome O Sr. O. GuimarUt:... a qtiaha arauni-iilaro.
de Irada da Bseada. Pelo que precede pateco -me j Eslou convencido que o eslu lo do terreno m que
Cun evidencia provado que, sem deixar em aban-1 deveria lar enlloca la a ponle, nevia ler lugar antea
dono aa duas estradas dn nurie e do sul, e nrmenle ; da obra, e isso he que en chamo estado. Braphieo
a ultima, a provino.! deve rom ludo empregar qua.i e lulo se deviam formar pilares sobre a arela fufa,
por inleiro as snas torcas as tres eslradas de Sanio |iara se perder vinle e seis conloa e lanos, e vir de-
--------------. ., ........ ,,,, .. ., m._ III ,.! o 1 1 I i I i I
Sala das comm.s>es, 1N de abril de 18)7. 011- ?.' q"e 'V" u-<"n^- eouslerii-rlo e
veira. Ignacio de Barros Brrelo. '"'" (l",e "e^'am. crespa igoalmenle a cobira e
Lida, be approvada a redactan do projeclo n. :ll ""*" ,,'C'"J h""""," ,,
desle anno. T >r- /,"""l 6unilcn/t/i :_|Ie verd.ile ; mH
lie lula e approvado o seguinte parecer : "l'' h! ""}'"' re,"'io- ,
A commisa,. do n.lir.... i.i.d,, .m ..t. n..ld.,! Sf- I Bapima :C-rlamenle, que, afugenla-
lu como oslaiam os criadores p-la cuinpanhia, mor-
xnllo, de Pi d'Alho e da E-cada, preferindo-se
semnre a printeira s duas ullim is.
Termina,observando que uilo deve passar a emen-
da qu siipprnne j verba destinada ao oaleamealo,
poique, a' sen ver, ns fiiniltiiieulus em que a basea
son aoti.r nao sao plausiveis, Dio s poique anda
nao foi volado o projeclo de crdito de Ires mil re-
ios, eonlra o qual preten ;e volar, como porque deve
crer que ja' elislam prnmplns os Irabalhos necessa-
rios para a coolinuac^ln du calamento : ubserva li-
iialmente que se bem que a assembla nlo possa de
urna su vez volara quuta suflicioule para o ealc.-
inenlo de toda a cidade, iiein por i-ln deve deixar'de
volar aquella que ealiver em aoas furra, enihora
com ella sejam a|ieuas ealcadn algtimas ras, tanlo
m.n- qaaoto umitas deslas astae iminundase inlrau-
sitaveis.
Or Conralcea GmimarHe*: Ailor de duas
emendas qao se achain subre a mesa, sou obligado
a di/.er duas palavrai em favor dellai, nao com a
forra de razes de que usain os nobre collegas dosis
dos dezeiibislas da repartirn das obras pubiieas, e a
-----* --.,.-i. i j-.wa va .i i >.i i < i- -i 11 iin-i mu n- 'iziiiit i-, g d ir -
infurniacla do respiclivo director, allendendo a ne- rerl,m',s ,,e fume; pnrqiianlo, teriam enllodoas par-
cessidade qoe lem aquella reparlirao de t,es empre- i '" f*?% "'">"> 'l"alquer dellas bem
gados, que injuslainenle sao cunsnloradiii boie lodos' lu""";' ''"' *'""
que injustamente sao cunsideradu boj
casues, no entretanto i|oe um corlo amara traba-
da sempre como us de mais euipreizadus, pelo que
nao devem licar em peior condirAo : he de parecer
que se adople a resoloro seguile ;
A assemlilea legislativa provincial de l'eruambaco
resolve :
Art. 1. II vo:.i i dnus dezenhislas efieclivos, na
repartiCjRo das obras poblicas, que lerao a Categora
de empregauoi publico, com os vcncimenlos queac-
tualmenle lem.
Att. 2. Alem d--.ii-, poderao ser Horneados exlra-
ordiiiariameula aquellas que forem jirecisos, com os
tennos vencimetilos ; durando purein suas funcQes
s o lempo em que o servijo da repartirlo delles
nao poder prescindir.
Arl. 3. l'icaiu revogadas as disposiroes cm con-
trario.
Baca da assembla legislativa provincial de Per-
nambaco. 18 de abril de 1857. Antonio Oaval-
canti.Mello Cavalcnli.
Appruva-se a reacra-i do projeclo u. ili do anno
passado, que manda pagar a Simplicio Jos de Mello
B quanlia de 2001 por um aecrescitno de obra na ca-
deiu de ijaranhuu* de que foi arrematante.
lie lido e approvado o segninle parecer :
O comprnmisso da irmatidade do Sanlis-iino Sa-
cramento erecta na igreja matriz de S. los de lu-
gaieira, appiovado na pane reliuius jielo Extn.
prelado diocesano, he merecedor da approvacao ties-
ta assembla; por isso a cninniisao de negocius eccle-
siastiros, a quein foi prsenle, he de parecor que se
adople a resoluran segninle :
A assembla legislativa provincial de Pernamhuco
resolve :
Arl. uuico. Fica aiiptovao o compromisso da ir-
ni ni Lid.; do Sanlissinio Sacraineulo erecla na igre-
ja matriz de lugazeira ; revogadas as disposices em
contrario.
Paco da a-ssunblea legislativa provincial de Per-
nambaco, 17 de abril de 1857. Padre atarea!.
Vigarto Goncalvea Guiraarae*.
Lido, he approvado o egoiule parecer :
A commi-sao de negocios de cmaras para poder
emillir o seu parecer sobre a propoala do etdadao
Anlonio Bernardo Quiutetro, rerjuer que Srja ouvida
a cmara do Rerife a resiieilo de lal objeclo.
Sala das commissoes, 18 de abril de 1857. Oli-
veira. Reg Barros.
lie lidoe adiado, em virtude do regiment, o'se-
guinle patecer :
As cnmmi.soes reunidas de peliees e negocios de
cmaras, ex.miuandu o requeriinentoe docuiiieulos
de Manoel Elias de Muura, que reclama eonlra a
decisao dn cmara municipal de Olinda, que Ihe ne-
gou o aforatneulo de um terreno annexo ao seu en-
geuho Conceiiio de Bebenba, fondada na numeran
de nao pertencer elle a mesma cmara e sirn a Ja-
cintho AtTonso Bolelho, proprietario de uin -iLio no
referido lugar ; temi presente a reclamcao oeste e
a esta assembla contra semelaanle prelenrao, assim
romo os pareceres de urna commissao acerca desla
qui-lo, os qaaes molivaram a deliberarlo tomarla
Scnhores, en lerei mu breve em manifestar um
pen.amenlo, que lenlio esta oeeaillo. Oaan lo em
um paii qualquer as ambires desregradascdrni-
nham |ara supplanlar a inoralidade, e nao ha urna
Opintlo, que a riinlenha, oo deixa-las ir a sen ca-
minho, un oppr-lbes resistencia ellicaz.
Ouereis acabar com esle monopolio, que lano
encarecis'! venha a iei da laxa, veuhant us meios
coactivos contra os airavossadores.
" Sr. Florencio :A,>oiado.
(i Sr. Sa' Pereira :He contra a constituirao.
O Sr. Ftorenrio:y be.
O Sr. I'. Bapiitla:Ma-, em oenhuin caso, lome-
mos urna medida qualque.r, deixando licar o mal,
exisle, ou creando nutro mais grave e do conse-
quencias mais Icrrivei: ; porque aullo, seremos le
novo chamados a cora-loa, e ah esla' a experiencia,
como ja disse, que uos deve convencer di-lo. A le
provincial, que creou a coRipauhia, cabio pela con-
vircao quasi geral He que esla companhia augmen-
tara o s; il'rim.'iii-o da povo ; e portatilo ele fado he
un proteslo vivo rotura esle projeclo, que quer re-
novar a mestna medida.
Eu tributo respeilos e asuma ao illuslre autor do
projeclo : nao be a elle, que me reliro, e fallo em
geral. Digo,que nesle sy leni.de fazer edesmaiichar,
para de novo fo/.er, damos provas ou de que nao le-
inos opimes lirines, OU queremos acompailhar as
vozesconlradiclortas do povo, sem o esforz nei.es-
sario para esclarecer a consriencia publica.
Agora passare a' algumas cousiderar^s particu-
lares.
(projeclo, querendo prevenir os casos de forja
maior, como guerra, pesie, etc., cosos esles. em que
o preeo oa carne devera' naiuralmenle subir, sub-
meile a aprectarao deslas circumslancias extraordi-
uatiasao juizn uc ama commissao de seis inombros,
tres iioui-a lo. pelo presidente da provincia, oulros
Ires Humeados pola companhia, e presidida esla
commissao pelo presidente da assembla provin-
cial.
Primeiro que ludo me nao parece consentaneo i
direccao dos negocios pblicos, que o presidente do
corpo legislativo va' fazer parle de urna commissao
puramente administrativa, e muilu principalmente
para ,lhe compelir o vol de desempale na lula de
tnlereses oppuslos.
Depois disto, sennorea, sto be urna especie de ar-
bitramento, e otyatema adoptado pelo projeclo he
uuj svsleina ja veilut o ja abandouado por lodas as
leis novas pelos seas grandes vicios e defeitos alies-
lados pela experiencia.
Nesle svsltma de arbitramento em que sao cha-
mados arbitros de parle a parle em numero igual,
para simplesmenlo volarem, havendo um tcrceiro,
que desempate, ah us arbitros ie fazem procurado-
res tas parles sem respousabilidade ncnliuma : lo-
do o seu cuidado he, nao se desviaren) un dos ou-
lros, o se rnnsen.ir-iii leaes as vistas de quem os
nuuteou, afiu de nao datein maiotia a' parle con-
tralla. .
Ora, islo que ha mu nalural aos arbitros da com-
pois o engenheiro dizer que era prenso urna -ap -i j
e qoe nao foi feila, porque nlohoave quem arrema-
lasse...
(I Sr. Barro de /.nenia.(! erro foi de quem
l'ez ou lirori a planta, e Dio de quem iisse i-ln.
O Sr. <;. (uimaret:Nom eu digo que be elle
quem ditas isla : 'parece que o nobre depalado e
vos acredilam, e se nao heuzeui de vos, senao fosse
i-so essa bobageru ja ta longe. c o vosso reinado j
se leria acabado. Se devenios aniquilar a supers-
lirao, esie* bcuzimeutos que lauto concorreiu para
aiimeula-la, to urna das primeiras rouias a
acabar.
Consta-nos que em corla loju de bilbeles, ven-
deu-se a um Sr. nllinal do exercilo, um meio bi-
Ibele da lotera do (iwnnasio, quando a lisia j.i es-
lava publicada. I'ruvavelnienle eslava premiado o
bilhele, e quem vendan ignoiava que a luleria hou-
vessa corrido, e qoo a lisia ja eslivesM pablitsda.
lie urna falliiiba perJoavol em visla de sua inno-
cencia.
Fallamos boulein nos rarros r o repetiremos bo-
je. Disserani-nus tres pessum que < carro n. 189
pamoa anle-honlein. poi volla de duas horas da lar-
do, pela ponle da Boa-Visla em carreira iao atre-
batada, que por pauco doixou de pilar varias pea-
loas; na nuili.'dosse n.o-ino dia o.ilro carro pasiav-i
liberaos nos -alo-- da presidencia, se na adnir>va
que nelles paweassem oiheo', republieam, rommu-
nisla', introductores de dista de .ificuiux, /al.i/radnrrs de firmat. re-
varicadore expeilidoi das reparliret ; attaetimot, como serta taril pravar apealando para
cada um : e prreedeinln to incivil, e inmlenlenieu-
le, nao rellerlia que at lile ira. do partido fmalmu
perteneca estes de que fallamos, |t uo be m-
sulio nem provocarlo : iosullo e provocarlo he di/er
que, quem assim se exprime por de-peii he tV/o.-o
""lilimente '. ).......
.........' forra he declarar silo a horu snm para que
lodo o paz o .alba, que o Sr. Sergio Teixeira da
atacada longe de sor o ravalletiv leal r nrero tjua
o apregoava, he STM hnintm eminentemente prfido
e desleal latela nao ha aqu, e siaa em dtter o
Dtiiri-i, muilu depms, que u ilueclnr iiifotaadnado
proredeu eooje una crianza que arma r.i-t.-11. o
arla a|adada por .ua ama : Naaas Librale.* i.
! elle rusta caro.
Na iioilede2l do mrrente.foran. alarado naS >-
! ledade, 2 o-ludanles da Facuidade de Direito. Oilalro
disposlo a rae alrpalhar? Se o nobre depulado nao i individuos Ibes loiii.iciin a frente e os correram,
quer que eu continu, aenlar-me-hti '.'... Digo pois I mas depois de lano irabalbn e de algum riscu, sof-
celeradameule pola ino-ma punle. Pedimos sos i alcui de mullos oulros insulina ao |.mdenle da pra-
Sr. eosheiros que advirlam a seos bulooiru", para [ viuria, e aos ini-uil,rs du perillo dominail*. t leen
queosse dtsiforu nao coiiliniio. Aoi Sts. he qae |as snfcisftsa kumem -. m ansiar '/ne n,mpnnlnm
a meta parorkiml te Semta Antoniomalcreado*. ,
grotteiros, cum-i um .elel.re irmo do Sr. Heir,,,.
Malcreado, e Krosare e-u' ,, mesmn caso de a*.
Iioso, e tualdizenle Ilem llr. ).... homen, dent-
que ola ponle nao devera ser feila no lugar em que
esla'...
Um Sr. Deputado:Nao diga ponle, porque ella
n3u exisle.
O Sr. (.'. Gatffflarles:Mi aqui, no relalorio da
olnas publicas, diz punle do Camoniu, por conse-
quoticia o errn nao be ineu.
Piquemos ni'lu.
Esle auno tambera a enmmis-ao Dio se lemnrou da
ponle rio Camorim, e por ronsequeucia coulinua n
Irausiln a padecer a falla dola...
O Sr. / de farron:A ctuninisao nao sa lera-
casa, mas com os pinicos fundamentos que a miuha brnu ".'
frara intaljigencia pode snggerir. 'Nao spoiados.) O Sr. t;. GumorUtr.Sim, a commissao de or-
N'un.a das eineudns que apreseuiei a casa, cousig- ramenln u,lo eapieifioa-8.
no a idea que esla' na le do ornamento do anuo pro-
Kimo passado, da rouslrucrao to um atilde na 1ra-
vessia, etiire os Chos e Jlho d'Agua da Onra, na
estrada que vai dosla ci lade para o cenlro.
Aliona dos nobres ilepolados (ue se lem opposlo
as emendas aprosenladas, lem querido como que
persuadir a casa de que seinilhanles dosignares
perlencem antes an governo do que a nos, ou ames
que ao governo se deve dar a esculla da preferencia
dessos obras; cu mi duvi-lo concordar com c-sa
idea, mas permiila-ine V. Exc. e a casa que eu .ra-
le de justificar essa niinlia emenda, observando que
se ha nissn am erro, parece que quem nus inicien
nesse procedimento foi a prop.-ia coinmis-an, purqoe,
ssnhores, se a commissao poJia dizer im artigo 12,
emdiseOJMlo, que o. 2H0:Hi)d-5 designados pata obras
publicasde\iam|ser dedinadus para arudes, hospilal
Pedro II, ca-a de deleurao e oulras obras, he evi-
dente que cada uu) de nus pode tambera indicar as
obras que jnlgar mais uecessarias a provincia, se-
gundo o coiibeciinenlo que temos della.
Sr. presidente, passou ua le vigente urna emenda
sobre a conslrucrao da um aguda na iravessa de
Chos, e passou porque a rasa se convenceu da ne-
cessid.ide dessa obra, necessidade que eu tratare
anda de justificar observando a casa que o lugar in-
dicada he tima Irave-si de sete leguas aonde Dio ex-
isle uina n rasa, e islo na eslrada que coininunica
com u serlao....
O Sr. turros de Laceria : Desta provincia ou
da Parahiba ?
O Sr. <;. Guimarcs ; \ que vem o aparte dn
nobre depulado a respeite da Parahiba .' Parece-me
que nesla casa o meu procedimenlo lem demonslra-
do que s trato de advogar os nileresses da provincia
a que perienrj, e tenho a hnnra de ropreseular.
He una travetsia de sele leguas e meia, dentro da
qual nio exisle urna s casa, ah nao ha agua, a nao
ser em algumas alago no lempo ae invern; e he
por onde se faz o transito dus productos de todo o
cenlro da provincia, e ou lempo de vorao seccain es-
sas alagoa,de modo que nao ha absolutamente agua,
nem para os viajantes, nem para os animaos, o que
he nina grande difliculdade para o transito, que do
cenlro se faz para esta cidade.
Parece que a casa esla' de animo em fazer sabir
todas as emendas, mas sirvan u menos estas pala-
vras para djqui terebrar ao governo a necessidade
que ha des-a obra, vislo que ella pela Iei da orc.i-
autonsada alazar ajudes oudejulgar
freram o descosto de nao acharen! real. Todo he
modo de galibar ilinli-iro, c esse be Irabalboso e ar-
riscado, he urna industria perigosa, mas assim ine--
IDn ha quera a pralique.
Consla-nos que pateadas se preparan, no Ihea-
Iro de Sania Isabel, para alguna adoros dos ira/i fo-
lo Biu pelo Sr. Joiio Caelano. A polica deve ser
vigilante, activa e enersica. Lina correccao me-
recem us causadores de disturbios e perturbadores
da ordem jiublica.
Ale amanli'ia.
pela citada cmara ; entrando na aproiarao das P3"'1'' "a u lle ccln "-u forja aos arbitros du
razes allegadas mesmo pelo peticionario ; conside- -0Ver" P"r111""10 ""' os ""fesses, que os arb-
- r I I _,..
GOVERNO DA PROVINCIA
LE N. 408.
Joaqoim Pires Machado Porlclla, vice-presidenle
da proviucia de Peruambitcu. Faro saber a lodos
os seos balnlmies que a aisembla legislativa pro-
vincial decreten, e eu sanccionei a resolurao ae-
goitile : ,
Artigo otiico. A cmara municipal desla cidade,
fica aulorisada a alienar os terrenos de que esla de
posse no lugar das Cinco Ponas, bem como os edi-
ficios nelles existentes e de qne precisa a eslrada de
ferro, para a esUfls terminal, que se lem de cons-
truir no dito lugar, precedendo a devida indemuisa-
r lo na conforruidade ras leis em vigor.
Mando, por lano, a lodas as aulnridades, a quem
o conhecimenlo e execurao da referida resoloro per-
tencer, que a cumprant e acam comprir lou inleira-
iitenie, comn nella se contem. O secrelerio da pro-
vincia a faja imprimir, publicare correr.Cidade do
Kerife de Pernambucn aos dias da mez de abril de
1857, trigsimo teilo da independencia e do impe-
rio.
L.S.
Joaquim Pires Machado Portilla.
Carta de Iei pela qonl V. Exc. manda exerular a
ii-'ilu.jin da assembla legislativa provincial, que
sanrr.ionou, aulorlsando a cmara municipal desla
cidade a alienar os terrenos de que esta' de posse no
lugar das Cinco Ponas, bem comn os edificios nel-
les existentes c de que precisa a estrada de ferro pa-
ra a o-Urao terminal, que se tem de construir no di-
to lugar ; prece lendo a devida indemnisarao na
conformidade das leis em vigor.
Para V. Exc. ver.
Joi Anlonio da Silva Mello, a fez.
Sellada e publicada nesla serrolaria do governo da
provincia de Pernamhuco aos 21 de abril de 1857.
Jos Benio da Cunha Figueircdo Junior.oflicial maior
servindo de secretario.
Registrado a II. .51 do livro de leis provinciaes.
Secretaria do governo de Pernambiico23 de abril de
1857.rrancisco de Lemas Duarle.
raudo queo faci de ser estrada do transito pu.diro,
permitlida pelo proprielario nao produz alienarlo
senC precedendo indemnisrclo, lendo logar no ca-
so figurado nicamente urna servidla, cujo diredo.a
seu uio fruclo ceisou as> momento ere. qae se estabe-
leceu oulra estrada publica pro lutindu o merino oi-
leilo ; nlo aproveitando de modo algam ao peliciu-
tiario a prescripr3o que allega, por quinto he ella s-
mente concedida por noisa legislarlo o possuidor de
boa f, que sem contestadlo usurte a son proprie-
dade, convencido de que he sua, o que se nao da' no
caso vdenle ; allendendo alem disso que a cmara
municipal nao poda ser obligada a ahitar um Ierre-
no que nao repala sea ; e ainda meuio que o con-
trario eolendesse, depender a sempre do teconhrct-
menloile sua parle, a ulilidade do mencionado al'..-
J runenlo, o (fMl no caso de decislo allirmaliva nao
e poderla considerar valioso logo que oulro Ihe dts-
pertasse o direito de propnedade senao em virtude
de senleura no juizo ronlencioso ; s.io de narorer
que seTiudefira a supracilada pelirao.
Sala das commis-es \H de abril de 1857, An-
tonio Cavaleanli. Jos Joaquim do Reg Barros.
Pereira de Brito. Mello Cavaleanli. Oliveira,
veucido. -
ORDEM DO DIA.
3.a discntslo do ptojeclo n. 13 deite anno, que
considera com direito no ordenado de 6005 desde que
entrou no exercicio da cadeira de primeiras lellras
da villa de Pao;d'Alho, o professor Francisco Manoel
Besara de Vasconcelos.
lle approvado sem debal
Primeira diseesse do projeclo n... que aulorisa
o goveruoa contratar ofornecimentodas carnes ver-
des nesla cidade a na de Olinda.
O Sr. /'. Iliiplitln :i )|i oiilio-me, senliotes,
este projeclo.
O Sr. Manoel Cmnlcunti:Nem era da esperar
oulra coosa.
tin Sr. Deputado :Mas perqu
o Sr. /. Bapiitla :E diviuirei os meus ar-
gumentos em duas ordens : una, que conten
consideracoes geraes sobre a materia, e outra, que
se refere a' algumas das duposirss aspeciaes do
projeclo.
No exame da queslao, para que somos chamados,
alem dos principios da sciencia, ja lemos boje a ex-
periencia, a cujo poler se nao resiste.
Ai quenas sobre a caresta da carne vrde, nesta
provincia, datam de pocas mais remolas, du que,
talvez, se imagine. No lempo dos capules gencracs
este objeclo ja altrahira a alienlo do governo ; e
nos archivos pblicos, segundo pens, deve existir
alguma cousa a esle respeilu.
No lempo dos conselhos de provincia, abi tamhem
se tratara de.le objeclo, sendo enlao mullas a mu
diversas as upinies.
Assim, eilas quenas, he verdade, lem acompa-
nbado os lempos com mais ou menos forr-a. porque
eiiilim, he fcil mauler o povo na persu.so de que,
se compra carne cara, be porque o governo nu-la
Dio quer dar barata.
O Sr. Manoel l'aralcanti:liaralo be bom.
O Sr. I'. Hitplisln :Mas o cerlo he, que nunca
se iiunou una i medida definitiva a e-le repeilo : e
antes sempre se reconheceu a sua dillicullade, e se
letneu errar.
Foi a assembla provincial, quem em um dos an-
nos passados, de cuja dala rne nao poiso agora re-
ros sao chamados para apreciar, sao pessoaes, c --
He directa e immedialamrnle representados ; en-
tretanto que aqu os iqteresso pblicos sao repre-
sentados med.il,inielile.
Uuizora entes, que esles arbitros escolhidos pela
coitipaiihia e pelo governo, fossem chamados a dar
Cada um de per si sua lenr.no nu parecer por cs-
criplo e mulivado, remeliido lodos os pareceres ao
presidente da provincia, para d'eulre elles seguir o
mais justo e razoavel;
Nesle syslema nlo ha secredos para o publico, ha
a responsabilidade de urna opimao escripia e fun-
damentada, e nao ha o calculo de se obler urna
manira irresponsavel. iMuilo qem ; spoiados.)
Vanaos a oulra disposirao do projeclo. 'AA.l
Na pude entender esla disposir.ao, e estou con-
fusu.
O Sr. Manoel Cavaleanli:Eu ainda a tilo pu-
de enleuder.
O Sr. I'. Bapiitla :Nao sei que inlelligeucia
Ihe d.
Diz o projeclo : A concurrencia nao enlrara as
condicOes do contrato, o l.iuerer' islo dizer, que
para a celebrarlo de coulralo se nao admi|tira' con-
currencia / Nao; porque no primeiro artigo ja es-
ta' adinillida a idea de concurrencia ; pelo que a
conlradicQan be lao obvia, que devo procurar oulra
inlelligeucia.
Qoerera' dizer, que una vez feilo o coulralo, nao
podera' elle ser rescindido por pessoas, que depois
offerecerao raaiares vanlagens "? Islo lis lo claro,
que nem precisava ir expresso em um dos arligos
da Iei ; alem e que a cou.lrtircao grammalical de-
veria enlao ser nutra : deveria puuc
nossereslii a concurrencia posterior a celebra-
rlo do coulralo, qua-rturr que sejam asvaniageus
ull-recidas, nao invalidara' o mesmo contrsto.
O Sr. Mnuod (aiulranli;Tambera nlo he
islo.
O Sr. I'. Haplisla :Enlao na psso saber o
que he.
Vamos a oulro artigo. (Le.)
Aqui temos deapeai publicas creadas para o for-
neciinenlu da carne verde ; he
fallava.
Ora, senhores, queremo, crear tima companhia pa-
ra (oruecer os nossos arougues de carne verde, crea-
mos li-cae e oulros agentes com ordenados, e dahi
ha pouco leremos urna reparlirao publica, ou para
forueciineiilo da verde, e desla sorle tereioos crea-
do urna novida.le,.qual ade se ler o fornecimenlo
da carne verde como um dos deveres pblicos.
[Apoiadoa.)
Cm Sr. Depulado :Islo he Icrrivel.
U Sr. I\ Bapiitla : Al onde pretendis ebe-
gr com e-las doulrinai e uina vez applicadas, tc-
remus lodos nus reunidos baslanle forja paia repel-
lir suas cousequcncias'.'
N3o, senhores, opponho-me ja de agora a esle
projeclo : Dio quero alimentar tlluses, que pudem
ser |irfjudiciae>; nao quero que baja alguem que
pense, qu? o governo lem como missdo fazer nara-
lear os gneros alimenticios, creando para islo agen-
tes seus, e o remunerando com os ditiheiros pbli-
cos ( maitosapoiados ).
lodos osles inconvenientes, digno de altenrao,
por que nos impressionam por um modo serio, mus-
Iram. senhores, que luamos em vio, querendo
marchar eonlra a experiencia, insuiiu lo em medi-
cordar. creou uina companhia com privilegios pata llfl* i" C"lrir'adas pelos lacios,
fornecer o nosso mercadn de carnes verdes. I "s ">inha patio, sem me deixar arrular por vaos
Sempre me eppai a esla medida : combuii-a ener- i clamores da popularan, persislire no designio de vo-
gicametile com argumenios e cun previ-Oes, que l"r fon,ra esle projeclo.
ludas depois se realisaram. Fui vencido : triumpha- I '" "' nrP"l'"lo : ( Muito bem ),
rain os enlhusiasmos de lodos aquellos, que viara em
suas nios a metida salvadora para o povo.
Qaal, porein, fui o resultado desla Iei? que ma-
les nlo experimentamos ?
O Sr. I're-ilente convida ao Sr. |, secretario a
occopara cadeira, visto que lem de tomar parle na
diwussl i.
O Sr. Jote Ptdro pronuncia um longo discurso
O Sr. -N. I'orlella :E os beneficios que ss co- sustentando a projeclo de que lie aulor, e responde
por
Iberia.
O Sr. /'. Bapiitla :Nao vimos um poder crea-
do, com o qual o governo da provincia leve de lu-
(ar ?
U Sr. Manoel CaotoWXll :E capitular
firn.
(I Sr. Florencio :Eniao vamos a laxa.
tt Sr. I'. Haplisla :l'udo parecia niarrhar re- lorisado a
gularineulo, quando unta pequea irregularidade O Sr.
as eslacijes, e alguma falla de chova Ir uxe das
aziago<, das de alllicjei p ira us habitantes desla
cidade. A campanilla nlo fornereu os mercados de
as observac-s do precedente orador.
A OIMUSsIO fica adiada pela hora.
C.u'it uua a segan la dtaeosslo do artigo 12 do or-
rainJnlo provincial ruin lodas as emendas.
Vai a mesa e Spois-ae a segninle emenda .
E rom a conlrii-rao do cas desde a caa de ile-
lencao al a ponle do Itecife, lirandu o governo an
'xed.r a qnols. II irros de Laterda.
i. Catatcanti oppe-se a algnnu das
emendas, e |iistifiea as suas.
O Sr. V. PnrieUa dii que v-se forjado a uslen
metilo esla'
neceasarios.
i \\d um .ip.ir I .
(' ar. i;. GitimorHet; Eu nao digo que esli as-
sembla distribu quina com os acudes, mais apro-
vetlo a oeeasiao para dizer o que si a respeito e ju-
ra que o governo lome em consideracfo essa necessi-
dade.
O fazimenlo de um leuda nesle ou naquellelugar,
n5o importa a mire nem ao uohre depulado, mas
importa a leda a provincia que nos representamos, e
por isso digo que sirvam ao meaos eslas palavraa,
para fazer rum que o governo q'uando liver de man-
dar construir acudes, leulra em vista aquella locali-
dado.
Visto que eslou fallando era obras publicas e acu-
des, apr.neilo,; oeeasiao para locar no do Bom Jar-
dim, que ja' foi volado era anuos anteriores, e que
se nlo coustruio.
A hisloria do aju- i do Bom Jardim he esla. No
anno, creio que de (Mil, por oeeasiao de ler ido to-
mar ares o Sr. engenheiro Mello Rrgu ao centio ;
na volla para esta ci Jado fui a Bom jardim tirar a
planta do aru le, desde quando esperarnos pela so-
lu{3o de seos Irabalhos, e porque nadi mais se pro-
ceden, ped cu e.ciarecimenlos ao governo acerca
desse anido, porin soube antecedentemente que o
engeuheiru leudo perdido esses esclarcciraeutos, pe-
dir a oulro que linesa essa mesma planta, mas o
que he corlo he que al boje nada se fez a respeito
de lioin Jai .un, sendo alias uina obra de grande
necessidade para os povos daquulla importante po-
voarao. As informadles dadas pelo eugeubeiro sao
eilas: (t.)
Ora, Sr. presidente, am acude em Bom Jardim
he urna oura de extrema necessidade, porque he um
lugar onde nlo ha alagoas, s exisle o rio Tracu-
tihaem, cuja uasceiiQa sendo Ires ou qdalro leguas
distante daquelia puvoagao, em lempo de verlo flea
em trra ; nlo ha abiululaineule agua poltivel, de
sorle que no lempu de secca os habitantes desse lu-
gar dio por um pequeo pule d'aglM 10!) rs., e islo
he um mal mailo grande paia os habitantes da po-
voacao, e que paia uulroi misleres vio servir-se do
rio Urub, 2 leguas distante, e porque lodos sabein
qoe onde ha absoluta falla desse.elemeulo, nlo se
pode viver commodaineule, o assim he de necessida-
de extrema a couslruccli all do um oru-le.
Om Sr. Deputado: Vulo por es,a emenda.
(.' Sr. G. (HimarBu Nao ha emenda, reas
serve islo para que u governo quanJo liver de Iralar
da ajude? se letubre desle, que ja' foi decretado eiu
algum lempo, e i.con em esludus e plantas.
Desojara, Sr. presidente, informar a' casa tam-
bera acerca do arada que ha no Lunoeiro, por que
is ou roe- | ua venalo he lastimavel que leudo a provincia gas-
lo ttes ou qualro cotilos com aquello leudo, se
aclt| boje uina obra ojuasi inuliltsada ; e por isso di-
ret que o at-ude do Ltmoeiro a primeira vez que foi
entregue pelo arrematante, liuha o iaugraJouromais
alio do que o baljo seis palmus !
O Sr. llanos de Lcertia da um aparte que nlo
podemos apaiibar,
O Sr. G. Guimaraes O arrematante nao tem
nada com islo, porque satisfaz o obra, tanto que
a ultima cousa que j foi recebida...
O Sr. Ilarru! de Laceria : E quem era o arre-
matante ?
Sr. G. Guimariics :E o que vem isso ao caso?
Oque he cerlo lio que o arrematante entregnu a
obra, e esta foi aceita por estar couforme a plaa
e al na nccasi.lo da entrega do acude eu me (chava
prsenle, e lizessa observarlo ao aju lana de enge-
nheiro, porcia o engealioiro qae fot receber a obra
nao foi u que levantou a planta, nao poda deixar
de lecober o e i nesse estado.
/ m Sr. Deputado : E a plaa dava o sangra-
douru meisalto do que o Lalvo'.'
(Sr. <;. Guimaraes: A planta dizia que se
cavassem lanos palmos em lal lugar qoe devia ser-
vir de sangradouro ; de furnia que o saugradouro li-
.cou nessa pusirdto. O que se segua dista, foi que na
endiente do anuo atrasada, o ajude desappareceu,
com prejnizo da hienda publica. Alm disto, si-
ntieres, o acude de Limosiru foi mal enllocado, e eu
supponh. que r|oaiiilo se falla em eslu los graphicos
se le.n em visla o esiudj do terreno para qualquer
obra ; o terreno porra eicolhi lo para o acude do
Limoeiro, mi he proprio para isso, porque'o aiinu
pa-sa o onclisu pelo invern, e no mez de setembro
esteva outra vez secco; llere de que, quando o a-
pibaribe euche, a ropreza cobre o baldo, torn nido
por isso a agua pei.-irna, por con-eguiulc foi una
despeza intil que >e fe! com aquella obra, e roiiii-
iiiiam os liabilaules da vula de Lmoeiro a beber
agua salgada, e bom prejudicial por cau-a da ma' es-
culla do terreno !
I)ei\irei isto pata Iralar da ponle do C unoria,
que nlu devla ler (al minie.
U Sr. Luiz FiUppe : De punle oo de Camorim'.1
0 Sr. G. Giinnaraei : l)a Camarn!.
' ni Si". Depulado : Porque 1
O Sr. G. Guimaraes : Porque devia sor leda
antes de chegar o Camorim, porque a ponle esla'
cullocala no lucar menos proprio para i-sj ; nao,
seaeosqoem o diz, mas disera lo Jas as pessoas
moraduras no lugar, a ponle fui assents no lugar de
um anligo poco que pelo rbeia de IIS2 f-i ateralo;
ma ja vem os nobre d'poludoa que uina piule col-
tocada em um lugar de area e firmada em qualro
O Sr. I. de Barros:Mas ella nlo designou quola
especial para obra alguma.
t) Sr. G. Gamarae<:l.ombrem-o da casa de
detensjlo, dohu-pilal Padre II, etc. Falle! nessa obra,
Sr. presidenta, no intuito de ver se minhas palavraa
prodoiem algum resultado, porque na verdade he
doloroso que urna estrada importante como be a de
Pao d'Alho seja iulransilavel, ao menos no lempu
de invern, por falla de orna punle, oo por oulra,
por falla do Coulici imonlo lo local, onde se poda
ler letana lo a ponte, e erro em que cabio o enge-
nlieiro que a propoz.
Tratare! agora de urna das ideas do arl. 12 que se
dioiiie, quena designarlo de 2(U:00I>J para obras
publicas, irala especialmente da casa de delenru,
e manda preferir para ella a arremalac,ao.
Parece, Sr. presidente, que he inu'.il que a casi
adupte urna lal medida, porque ja' na Iei do aono
prximo passado, n. 391, arl. 13, vem esla clausula,
e entretanto o presdeme, parece que se nao quiz
servir della, e continua a mandar fazer a obra per
adiinnislrorao, entretanto be claro que -e a obra da
casa de deleurao fosse feita por arremataran lirar-
--hiam mais vanlagens, porque depois de feila
parle da obra he que se vai entrando com as quau-
Has, ao pasto que por administradlo cara com mulla morosidade pola tiillrrenr.a da quola, e
de mais nlo variamos fazer-se cocheiras para carros,
f.'m Sr. Deputado: Arreinatam-se ralos, e nao
se cspecifirain obras.
U Sr. G. Guimaraes:Vou concluir, senhor pre-
sidente, pola suslenlac,ao da emenda que da' prefe-
rencia a estrada do cenlro. (sussurro'. Se estoo in-
coinraodando a easa, Sr. presidente, setilo-me...
O Sr. So;a Carcalho:Nao seuhor, esla' fal-
lando mullo bem.
Sr. G. Guimaraet:He o que eu nlo ad-
miti.
O Sr. Barros de Larerda:Esla' muito opposicio-
nisla.
O Sr. G. Guimaraes:Oh Srs. Se as minhas
nbsorvaroes se resenlein de opposirao, o nobre de-
pulado combala-as, mas eu creio que as censuras
que teulio feilo. nao o s.1u propriainenle. O dizer
que a ponte do Camorim e anide do Limoeiro nao
foram b-m l'eilos, uo se escollieram os lugares mais
cuuveiiieules para culluca los ; islo o prova a inca-
pacida le de quem os raandou fazer all, mas Isla
nlo be oppusic,ao.
A ranilla emenda, Sr. prcsidenle, a respeilo das
estradas, he como que urna sob emenda, serve para
inuldisnr as que e>i*teiu subre a ra-sa, dando pre-
ferencia as estradas do uorle e sul, porque duendo
eu nella que, se passar a emenda do Sr. Carvalho,
que da preferencia ao norte, e a emenda do Sr. I.
de Barros, que da' prefeicncia ao sul, se d lambein
prelerencia ao centro ; quero dizer, que se nao d
preferencia a neiibutna ; esla be que he a ininha
idea, tilo qaera preferencias. Desejo, Sr. presidente,
que as eslradas lenliam bstanle adianlaineulu ; a
estrada do nutte eata1 muito aquem da do sul, e a
do ceulro lle urna das que precisa mais de nossa
coadjuvarao, porque ha o nico lugar a quem nlo
aproveila o beneficio de navegado cosleira, nem
lio puuco a estrada de ferro, e a eslrada qae commu-
nir.i esta cidade com o Interior desla provincia e
coro as provincias do norte, 6 be tambera por isso
que eu pedi urna providencia acerca da ponte do
ii. cuja construrrlo ha noces-ida I.- para o
nsito dus 11 r.. 'orlos no lempo de invern.
Alm das eslradas do sul eslarem mullo mais a-
'-laiiladas du que as outra, accresce que h"je o Mal
Icio a via frrea, tem mais contratada a abertura lo
cnal do Rio Formosu e Seriuhaom, e o norte com
qdaulo esleja mais mal aquiihuado, aproveila um
pout-o da navegaran cosleira e da eabot-igem, van-
lagens eslas que se nao dio a respailo do cenlro,
que con lu lu lo em costas de antinaes. Assim, se
passarein as duas emendas dando preferencia ao
norte e sul, sera' conveniente que tambera passe a
minlia, que da' ao centro, ou anlesque caiam todas.
Creio, Sr. presidente, qae alleret-ine uin pouco,
tratando da materia em dtscusslo nlo apoiados) po-
rein se o fiz, per;o desculpa a V. Exc. e a casa, de-
clarando que nlo tive de modo algum intenr.i > de
Hilen It. eque isso foi mili albein de ininha vuulade.
O Sr. Souza Carvalho sustenta nova mente as suas
emendas.
Eucerrada a discusslo, he o artigo approvado com
as seguintea emendas :
Primeara. Dos Srs. Vilella e Bapli-la, que manda
pagsr a Simplicio Jos de Mello a quanlia de 2003.
Segunda, dos Srs. Mello Cavaleanli e Souza Car-
valho, que marca 2:()00>tHKI para o fazimeulu de
um ani le na cidade da Nazarelh.
Terceira. Do Sr. Castro Lelo, que aulorisa o go-
verno a comprar a casa que serva decadea em IV--
queira.
i.liatla. Do Sr. N. Porleila, que manda abrir
utua picada na erra du Mascaranhas em Nazarelh,
e cora o melhoraucnto da eslrada de Nazarelh e A-
lagoa-secca.
i.i ni.i i. Dos Srs, Ututo Costa e Paula lliplisla,
que manda pagai a quanlia de 1;5lX>i/ao arrema-
tan!* liento Jos Pires.
Sao rejeiladas as demais, excepto as que antorisam
ao governo, pritueira, a maular edificar urna nova
casa para a Assembla Provincial, e seguuda, para
dar prefereucaa a continuarlo da estrada do norte de
I'" Ir..- de FogO, que ficara etnpaledas e por conse-
qoonciasujeilas a nove discussdo.
Dada a hora, o Sr. pre-i ionio designa ordem do
dia e levanta a sessao, ai 3 horas do larde.
REPARTICAO DA PQX.ICIA
Occurrenriai du dia 22 de abril.
Foram presos : pela delegacia do primeiro dialrie-
to desle lermo', Antonio (jomes de Freilas, para ave*
riuuares em crime de furto.
Pela subdelegada da freguezia do Becife, o preto
e-rravo Paulo, sem declaradlo rio molivo.
ralisaatoa. ce, eir.. tr.
No Liberal de 21 de naoOssnVu dapois de granaos
insultos su presidonle du sasete theor des nlere-
denles, aeM man os InsuMsi e sunioulni diverses
membrns do parlida guabun. qur ', exlradar :..
ii Chegaram ho|e di s porlos 4o sal ., ,,yr tj,..
sileiro Varann, e o inglez. leudo deixado tranquillas
as provincias daquelle la i du tmpejio. Teme* a sa-
lisfar.io de con.mullicar aos uossus .uu a.-, ,,.
referidas proimcias o tiiumphn aswuvussilal qat
i_u.lmenle roparlido anlre goverm.las e lit^rmr. n
que inosira que all fu inolhor coroprehondido e roa-
hsado o pstisamenlo da coroa, do ano nu uorl* d im-
perio e imperialmente nesla malfalada prortmeim
ande nao e.iisle partido poliltro moralfadm <->.
Marera mane de gorernitla, mis urna nligarrhim
tlesmoratisal*. urna familia an,Mr saltwJo e amia roufi'niia rt ter arassalada a auto-
ridae nihlira. ......
Na freguezia de S. Fr. Pedro donralves emprega-
e-rravu Paulo, sem dor araran do moivo. ... a^ .. ....... \-----. "'.
PeJasubdelegac. da freguezi.de Sanio Anlonio, Z" naTaZL'^T ^ T T*" '
o prelo escravo Joaquim, ,.or su-petla de ser fur- [ImZ.uueZeu Tt^ZllTZZZe?
uj0_ -i > i i in/amiat gue eamatrHM nm n/>-- F. pela subdelegada da fregnaxia tle S. Jos, Joi
do C.irmo Paz, por espa ricamente.
DESPACHARA SE PELA POLICA.
Dia 18.
O porluguz Manuel de Souza Martina, legitima-
do |iara obler passaporle para Portugal.
A esrrava Joaquina e urna cria, ubliveram passa-
porle para o Aracalv, em compat ti ti de sua se-
nhura.
20
U escravo Ksmtre, obteve passaporle para o Ma-
ranhao, em companhia de seu senhor.
A esrrava Josopha, obteve passaporle para o Bio
de Janeiro, em companhia de -ua seuhora.
23
Os escravos Benedicto Florinda, obtiveram pas-
saparles para o Rio de Janeiro, cm companhia de
seu senhor.
PROVEDOHIA DA SAI'DE DO PORTO.
IK e 10 de abril.
Na> so dea occurrencia alguma i burdo ros na-
vios surtos no parto.
No .'.la 17 desinfectou-se a bares ingleza oNew-
phante.u
20-
Nao se deu oceurreocia algama i bordo dos na-
vios.
21
tem.
No da 10 fallecen a bordo do patacho pnrluguez
Liberdale um tripulaule, que leudo sido rcuragiel-
lido de febre araarella, nao o deciarou na occasio
da visita, que o provedor da Slude fez ao referido
navio, suppondo ser,passageiro o incommodo que
solfria ; mas apparecen-lbe repenlinamente urna he-
murrhagia, que Ihe causou a morle.
^it-t'-
9t
KVUittSWtUO.
A assembla conlinuando honlera na apreciaran
do parecer da commissao de Oamarai sobre a prelen-
rao dos padetros, que pedem a revogaclo da paslura
que n iiiiii;.i a sabir do centro da cida le, e oran-
do os Srs. Oliveira e Bcgo Barros fica, a discusslo
adiada.
Approvou em segunda discos-ao i projeclo n. IS
de-te anno. que considera como talando parle da fre-
guezia de Barreiros o engennn Sania Cruz, pioprie-
dade de Francisco Aflutiso de Mello, orou o Sr. Bar-
ros de L?cerda.
Enlraiido na apreciarao du projeclo n. 18 desle
anno, que auluri-a o governo, a quem com melhores
vanlagens offerecer, contratar o furnecimento de car-
nes verdes nesle municipio e no de (inda, fallaran!
sobre a maleri. os Srs. Theodoro da Silva e Jos Pe-
dro, licaudu a discussan adiada.
Continuando na segunda discussao do arl. 1.do
nrr.monlo provincial, orou o Sr. P. Baptisl. e fica
a liad i a materia pela hora.
A ordem duMia para boje comptehende a conti-
nuaran da mesma o mais a segunda dicussao dos
na. 17 desle anno e do n. 37 de 18"rl, lerceira do u.
27 do anno passado, primeira do ti. 20 e 32 desle
.iniin.
'/ue ha sid i sempre a rerynhi de saM r a< conreituado entre us sen* ,nmpanheiro> gue ja' o cs-
rom apanhar com umMUm do sr. ur,em,,, e ter
\trado a pontepr, pe\o Sr. Gandid i Jo-r ferreira
que fai iniiwiii t intr da hrigiie asranM LesaMaBBsnl
e finalmente o ndoplico Sr. A'lnidrt, os gmaet rnm~
prados em onro do rundilatn Amgtuto ludo en-
vidaran, para oliterem um miseravel trinmpno de
II fofos !...
....... O famigernda Manoel Joaguint Ferreira
Lsteves. p r alruuln Bule, Immem de raraeter fe-
roz, t gue ja' urna vez foi protestado p<-r crime de
morte ; loaguim Francisco de. Mello SsMfos, teere-
tario da reparlirao das obras pubiieas, sobre gmrm
pesam vehementes netwturat de precaricttcxo, e-
rinli, Franca, r o /mi; de paz Batios foram ta azm-
ds instrumentas de gue ttjerrirmm os dont etutdi-
dalos guabiras e gue pnzeram em pratiem Ittda
guanta foi de infantil e picarda
.Entretanto ha um humeiu, rujecynismo rao*, ao
ponto de declarar qu. nunca tnsnlloe, o qae (i
Diario, que desreu a personalidad* em ti de densa
bro, denominan.lo re.1acr.lo do Uberal da trlion
e maldizrnle O que se havia de esperar, rfs ansia
levanta falsus um Santn '. ) Nu Liberal de H e 24
de novembro, comuiuaram os apodos e ssrc.smn a*
presidente da provincia, e membras de perlMe nse-
birii : snaliiou-se a vid. publica, e privada dea al-
depulado. geraes, e dos candidatos a aova legi.lalara
nesia au.lvse se l entre unirs ripniansa. as so-
rminlesave de arribaria "jutz gue nunca dMxon
de especular com ludo para fazer fortuna sacro-
rlgueiro incantavel- capacho di no de ludo* osas-
carros Islo lera' paral-lio rom bellas* o aoaldi-
zenle t ) intriganteaduladorlomos* nisstoi til
testemunba falsa, etc.. ele.
V por lauto o publico que o Sr. llr. reitoxa Talla
a verdade, quando diz, qne o Uberal naaca
loa, e .penas repello o. insultos qae Ihe fez, i
dou fazer o Exm. ron-ellieiru Maralo.
Os eilrseloa que hoje damos san don IJberaet i___
dos pelo Sr. llr. Felnza em seu celebre rtiga O* di.
20, e aos quaes fe refere p.ra prov.r, amo nunra ia-
sullou person.lisoa. Em unlro dia rxIrsclaresBM
os Liberaes qae elle se refere nu di. 21 do corren-
te : rugsndo-lhe entretanto que fara ssMSsaa a res-
peito do Diario de l'ernambuco : .presente ao pu-
blico os tpicos don .rligos era qae foram oa seras
correligionarios insultados, leudo sempre cuidado
de mencionar as datos, como fazeroo*.
Vale mais ser venrrdo triumphar pela mentir.. F.-la mxima astea ser abra-
cada por lo lo o hornera da bro, e qae presa a saa
repulario, assira pansa
Mr. Gorgedo aisoUt )
0mmnniab0.
^arrcportlrencitt.
ar sa ideas por elle ernillidas na essao passada, I be 5 enlrelanlo qoe a provincia fez urna despoza
uaalo a nooossidale da ronlinuarao daa eslradas da intil de 2I> COOlus e tanto: e por ordem la pre-i-
carue ; deixou a popalaeao por nimio das enlre-
gue ao desespero da fume, que he o peior de lodos : E-rada, da Victoria e de Pao li'Al'ho e faz ver a un- dnela de de selembru foi o arrematante desalie-
os acougues erain invadidos para se arrebolar a pon- pirlanna deslas estradas, e pede permisslo par. rado do contrato.
ca carne, que ipparecia : os disturbios cresciam, trazar em instenletlo de toas Ideal a opinilodo Parec.-ma, Sr. presidente, apezar de nlo ser en
sem que a polica es poderse contar': choviam mal- Sr. Wanlbiir, qne, quando director das obras po-llenj,do na materia, que o logar mais convenanle
nicoeido povocunlra a companhia, pedla-se vin- Micas da provincia, tintando das estradas em seu re-lpaia aquella ponte seria na autiga pass.gem doen-
la.oriodizn segninle: IgeohoSao Joao, nnrrjue. nao t o rio all be mala
ii As cumniuni.-aoos com o nurle e o sul da pro- |,rKo, lem libas, como porque lie obeio de grandes
rinda podc--e elTeetu.r polo mar, as duas estradas i ,1P,tr,'is, onda mclhur se podiam firmar esaes alicer-
la que caminbain neslas duas ditcrras nao tem esle l ces, ,|o que em rima ta areia. E o que nos diz o eu-
PAGINA AVULSA
Uen/imenlo?.A suptri.lo e o atheismo uSo
s duiH niai1* foriBldaiT6I ini.mcos 'la religidu, sao
os tlin- eilremos tm inaleria c fv ; rrer em lu-
-lu Bolado nesar, valem quisi o mesmo. Ailn},s
sinceros DM creinos que os iMJam, porque nao cre-
mo< que h.;ja homem que avisia (a exMenca, do
movunenlo e da onlem do universo nao reconhec,*
um Ueos creaJor, m i -r e orden^ditr, sej-i elle o
sol para o l'eruauo, a vacca para o Uramei.e.e o boi
para o Esypcio ; pouco importa que diveriliquQ u
modo da .i'inr.M./io, o maierial, < o inlenrionjl he
ideollcOi se lodos veem nes^e Dos o principio can-
sador dos ..en- que rfozam e ios males que sulTrem.
neurosamente fallando, n.lo ha atheismo, e elle
n ii pstaiOipOr i'Mii-ejuinlr, de uini hvpocrisia ort"U-
lliosri. M i-i se o allieiMno lie prejudicial, a -u-
pontiQio he larritel. Ello apaaa o s-nlimento da
digaldada humana, e faz do hotnem um puro auto-
malo, que se mov* pela vontade do mais lolelligCD-
te, do menos super-ticiosu. I.m povo lOportllcioao,
disse o )udico*o Bricon, le om povo esrravo, por-
que a superstiiMo he o dejpoUlQM e seu reinado, o
riMi.i'l.i il i -< r,iM to i. lle pira que mo cjainos
um povo Kendo um pavo instruido, ha para od acre liUrmos
em e!iimeiilo que com lauto if.ni se (Team e re-
gatiruan os centros de in^trucc/io. O-mos plodo-
-an.enle na hen^ao da igreja, adiamos que o uso
apotlolico do benierooojuJoclM do cuito divino, he
um sitial de fe, e urna prova de que o respeito a
|>i>os he tamaito, que par seren empresa.-tos na
sua adorarlo, 01 objeclo-. sao primeiro purificados
peU bencAo da iflej.i; mas que qualquer taful, por
meio de oraches benzeduras cure molestias e f^ra
milaart', he o que ac^.-tmos uitoleravel supersiiriio,
lie fjue a nossa razio repelle C mliccemt una
beniodeira que lioha o des-ifnro le dixer, que com
certa oracilo rurava qualquer iiioIpsI* cm geolo 00
animal. Chamada uid< ve/, para curar um cavallo
qoe havia quebrado orna m.'io, i foi a moll.er por
- em pratica a su b-n/edura. Tr-bilhavam dous
,,,|are. sobre i, ello ba.l.mle estrello do no mi, era 0 o8.,cio : a beiw.ederra e o dono do eavallo, esle
possivel conservar-e na presenra no nomo (.aptbari- ,illh,*ha m5o UIUa lgoU e M ulra Uln ^^ ,|e
panno, e aquella aperlava rom ambas as mitos a
uaura muir e-ta aliori la le, e a re*ci-.lo do cou-
lralo foi iiiim,. i!i iiiiiiili- olbada c pedida cuino a
nica medida de salvaQ.10.
Ainda mais, repro1uzirain-se impulafO'
era ves.
con
panlua. t.orria,
cniiin cerlo, que os caracb r de vilal ulilidade qne apresenlam as dus I geoheiro lireclor das obras publiras V O engenheiro
ASSBM.1I-I.A I.Ei.ISI.AIIVa PROVINCIA!. DE
PEB.NAMBICO.
Sessao ordinaria em 99 a abril de 1857
Treside ncia do Sr. Jos Pedro da Silva.
Ao meio dia,. acbando-se presenta numero legal
dos Srs, depuUv.'os, abre-se a sesslo.
aputos em que ella se acbava, n isriatn, nao da falla de O-S-O c do N-ll qoe lle cado, mas de mullas violencias por ella coinmel- ra Sanio Anillo, e a segunda para l'ao d'Allm e Li-
ndas contra os criadores, que por ele motivo vt- mneiro.
viam afucenlados.
Dir-me-hao-; k Isto
tibia, i)
foi uin abuso da compa-
infessn isso me-ruo, dizque m alicerces ou pilares
foram feilOI sobre arela, que preci-avaro de nina sa-
lala, depois de feilo os pilares, e que nlo honve
quem a arrematasse. Eu lelo es-a informaran. I,'
I).. qoe arabo de ie, -1 -1 u /. --c qiio oa eii2^nbeirn
E logo dep. is arresecnta :
a lio lado do ?u!. ao ciiutrarn, cuja produclibili-
dada fie moite manir, orna b.iula de terreno paral-1 uilo eiludaram o Ierren. em qne deviam assentar
lela ao inir, roja laigur. v.ria de d a s le-uas, e-li uina obra imp ranle, como urna poute sobre o Ca-
inlciramenle orenpada por numeroso- engenhoa, cu- pibanbe.
campo de orna industria obrar s por si, e livre de jos producios nlo podem pela mor parle uliliiar-SO. O Sr. Barros de Lacerda da' um aparte.
icda a competencia, e espera-se que ella retrete suas do mar, apezar de ser eila ftrlil regiao corlada de I 0 Sr, t, Guimarti:E.14 claro, porqm o ea-
E eu responlorei: E como evitar esle abuso J
ln nio enferma dn ravallo. lima enlto a felicei'ra :
issos quebrados, responda o dono do eavallo :
islo mesmti coro. e ia enliaiidn no panno a auu-
iii.i ;ervo repachadoi, di/.ia a beuedeira,
islo me-inll eoso, repela o mannatiji, e conli -
nuava a ror.er o panno. It.-liruu-.e depois a biu-
cha, alliinianlo que o eavallo licava ja bom, nus
nlo lar iaratn dnus das que foi ser paslo dns uru-
b'is. niln obilanle as henzedntas e o dinbeiro que
costaran). Afllrmen-noa peasoa capaz, que para os
neesM matos lia ben/.edores que curain bnis e ca-
vados de lontte, bem de longe ; be o Pial lus ;
duas palavras de um malulo bulara para dar satade
a quem nao tem. Ora eta... Mis emfim dizem
que be cerlo. E o myatariese benzimento dos den-
lo. Islo lie onoli me laiiijere ta seil. dos ben-
ledoraa. I'assemos por io calados; talvez pns-am
latnbem amaldiroar e enlao por cau-a das duvidas
reipeilemosa quem pode lano. Nrjs Ibes tiramos
o cbapo, reventei senbores meus, beuzei, b.nzei
quanto podsidei, a culpa ano he voiss, he dos qoe
Em nosss eetrsnnnndenela del) co crranle pedi-
mos ao Sr. I)r. Feiloza, qoe nos apresentasse ama
ri'i.ir.iu dos arligns em que S. S.a e seus asseclas fo-
ram maullados pelo Diario de Pernambuco, nao se
esguecenio de mencionar a data aeltes ; ficamus s
r-pera de que eile senhur, pondo em arlividade o
sen inmenso talento desoibrisse em os no-sos escup-
ios, e nos arligos edirlonaes dasle Diario essas in-
jurias, e dialnbes, coulra as quaet lano bradava,
em seus moralis-imns arligos, ou predicas.
Mas de balde esperamos : n hornera, que nao du-
vidou citar de falso i .sao Thomaz, para sustentar
um absurdo, que aventurara era um di-curso que pro-
nunciara contra s liberdade ne Dos, ti.to recua an
te a menlira, quando Iralar desusltutar us errnsojoo
commelleu por oeeasiao das eleir.'ie-i, e justificar a
ma direrrilo que lera querido dar ao partido chama-
do da praia.
?i;lo podendo sahir-se airossraenie da posii-o dif-
rrl, em que se collocou ; porque Ibe falla lino, e
babilidade para apoltica, procura por todos os meios
eulreler a aitenr m publica, mullo embora para isso
seja mister soccorrer-se a' menlira mais despejada,
como tem feilo ullimainenle.
Escrevendo para un peridico de Kio de Janeiro,
o Corrcio da Tarde, pen-nu poder enverlcr os fac-
(os mais rcenles, que ainda estao aqui na memoria
de lodos, e agora procura su'lcutar as .liendras que
pregnu, vai u'uma serie de artigo, inenliudo com um
cvnismo inqualiliravel, e e-pani.i i.
Talvez pensaste, que, Caneando os adversarios com
o monillo de mentiras a refutar nao bauvesse mais
um boraem que, anda tivesse a paciencia uecessaria
para ir combalen lo lodas essas mentiras, com que
diariamente recbeia seus uanaes escripias.
Para provarmoa queo >r. r. h'eiloza na sua caria
do Crrelo da Tarde.o os arligos edicloriaes do Libe-
ral fallara a verdade impudenlemeule, basla combi-
nar as suas asserr;cs df boje com o que escrevera
em oulra dala, amia bem recente.
O Sr. l)r. Keiloza e os raa^nilicos arlipos do Libe-
ral acerca do relalorio com que o listn. conselheiro
Maredo passou a adraiuislr.rdlo ao Esm. Sr. Dr. Por-
leila, suara carnizas para sustentaren! que desceram
ti arena das de-n-mpu-iuras forradrs pelas provoca-
rues ronslanlesquclbe fazia.e man Java fazer o Etm.
conselheiro Macedo, sendo que anles disso a sua lin-
guagem era loda de mnlcrares, d.sculindo com de-
licadeza, e circomsperraii. Kelizmenle declarara no
Liberal de -I do cnrrenle. que as provoca^oes do
Diario de Pernambwo cnmeraiaii! no da G ue de-
zembro do auno passado, por liatri-r chamado oe/io-
.-) e maldizenlc i um dos seus collcgas de redarrjo.
ir Km portanl.i i diz o Liberal de :l do crreme o
Diario quem rnmpeu a maulla das porsoualidades :
por quaulo a quahlicar.au de 6elo.j e mnldizente le
urna qualili:arao meramenle mor. I, sem referencia
a arlos criminosos, ou farlos de ratacler poltico..
Po s bem : vejamai romo se ex ressava o Sr. l)r.
I'eiloza ua> dalasanleriore por elle citadas, islo he,
anles de-la supposta provoca^ito :
0 Liberal de IS de noveinbrj, depois de descre-
ver s S. E\c. romo um bnmem petfi lo, de-leal, e
sem car-ele-, diz na segunda pagine, primeira ce-
Ijuina : ir ["albaram os calculo, d.; quem raedilav.
um S. Kartboliiraeii.il
iNo Liberal de 1!) de novembro, na pagina primei-
ra, columna segunda, se !< :
Toda a ililllculdade e-lava pois em pleitear a
eleicdle o parlido liberal sera dar ao Sr. Sergio o
ti ga-lo de subirn ministerio, nuno senado por urna
ir escada de cadveres : folame Ue as.im acoule-
ceu cnnlra a experlaliva re S. Exr.n
E rnio v o Diario de l'ernambuco, que o par-
lido liberal nao aceitarla a infrairao da le, se nao
(nra a eoarrao em que se arhara : se nao vise a qoe
.i o iuluilo de S. Bae. era iinmnlat a disliucla pipu-
Lirio de Pernambaea a clculos de ambicio -
divi lual .' Ou Indio elogio () h>mem tuinra in-
sitiioii ao Sr. Serijo Al e-ta laia, que insultos
Ibe baviam sido diricidoi '.' Diga ?
.Na columna tere ira se l : a Esse procedimenlo
inqualiBcevel era a provucacS.maii .elnlswa. e a era
i por mide se qneria, qna comecaaM a drama sau-
ir guinnlenl.i...
No Liberal de. II de novcmlim, primeira pagina
se l : Nlo esla patanta qne o Sr. Sergio em iodo
Srs. redacloret.lie f.clo que ninca.m iaara.
e musa ja' muito sabida, que nedi. 6 de ja.eir. da
anno paisado, por mandado da um celebre pnrlu-
guez. que ha om Bineribe, chamad. J.einlho Mlun-
vi lloUlbo, fui .lli gire.li lo por um ws (uard.
cosa, o famoso perverso Martinlio Jos I ni- ra !..
He larabem sabido, que se felizmente escapan de
perder a vida em l.lo barbar, e dedeal aggresdo,
(ouivia nao me Itvrei ds sabir lando grave nenie
no braco iquerdo, d. que reslou esl.r hoie delta
aleij.do !..
Digo que he farto qoe ningo.m ignora, qoe he
cousa ja mullo sabido, poiq.e, alm da p.blin l.de
escand.lusa, rom que foi pr.tie.de, do m.is a nin
tem sido por dilTeren.es v.zes denunciado n.i, j(lr.
naes, e eu rainociosameote cnntei hisloria de lio
brbaro altent.do m umi cirrespondencie qae lis
publicar no Jornal doCommercio de T, d. agosto
prximo lindo.
.Mas. como al hoje .inda sa nao lenhi concluida
o processo.quepor esse facise inslauroupetaaotega-
cia de nimia, eu, valendo-me d. poblicid.de da
imprensa, venbo, p>r.ule heos, e os hnmens, podar,
e pedir com instancia ao lllm. Sr. Ir. chafe da pe-
licia, que pela dignidad, de su. paassn, e de sea
cargo, pelo reconhecido telo o clivid.da, qas ib-
cansavel menle desenvolven. punirlo dos.crimas, se
digne eiiir e ordenar mesmo eonclnsao daa
Oo moroso e tardo processo, ifint de areos late
punidos os que por elle f.irem culpados, e principal-
mente para qu. o f.rinoro.o Marimba, nJo vano
impona, e nao esleja lodos os das com a repetir,
de n ov n. rnme-, i us ol ando le, como no ose l de
Janeiro desle auno suece ieu, que provaeada, par
conia de urna meretriz, tima desordem em nm pre-
sepio no logar da Cabanga, o resull.de foi ferir
individuo, go.rda dn li-cal d. cansar. maaM-ipai,
e mais a um oulro, desordem e ferim.nlo, da qao
bellamente soube o in-pector do aterro dos Afufa-
dos, mas que s. nao vulginsou, parque traloa-aelo-
go de al.il ir !..
Sim, o escndalo do fado, a inutilidade a qae ase
vejo boje reduzido pela peni do meu beat, e, mais
qne ludo, o medo e rereio que tenlio, de qu. impu-
nes u meus aggresions, nao venh. ea a er aiod.
viclrma delles, entine me a implorar a prolercia da
lllm. Sr. Ur. chele de polica para a ulliraacio da
processo, abra de ver se as.ni, .ao ponidos a asen-
tanle e mandatario de miuh. offensa, qae ali.'s a-
lardeiara qoe n.da lemein, e nem recelara, perqee
nada Ibes .acceder.'.
Enlrelanlo, se nlo eslitnos no nl.do natural e
selvagem, em que o maii forte opprime ta. voa-
l.deo mal- fraco : te as naeaa. leis nao sao sema
Ihanles a aquellas de Soaoa, qu Anacharois rempa-
rava .t t.lhaa de ar.mlia, qur. so os peqaenos ineo-
los nao podi.m rom|ier ; se em-o, ericas a Mlos-
Irarao dn teculo, aa nusses lejas, cheias de phtla. .-
phia, mandara passar uin troco nesro nestus distinc-
roes eslupidas e odio.as, com qoe. em lempos de
liarbaridale e d ignorancia, aquilalava-e a criase
pela qualidade e condir lo de quem o perpelrava,
he de esperr qoe lo .os enes ncursot, de qae dis-
pne e jacta a -r. J.riutlio AlTon.o Itolell, ,, orjosa
pequeos para fazet siiir.hr. punir... do cunte qoo
por seu prolegidu Mariil, mandn elle coas
eonlra o desvalido, e hoje .leijado.
,, SebashaoTeixeira Lima.
Kecile >1 de abril de 1837.

,.' *%*,
f
CAMKIOS.
Sobre Londres, 7 :iit;, m a. e 27 7|S a .W d.
Pars, Xit) rs. por fr.
l.i...,:, 93 por ', dr premio,
a Kio de Jen-tira, -1 par i-m de descoat..
Acr;6es dn Banco, 10 i l.'i de premio.
n a cutnpauliia de Keberibe ,">ijl.ai.
rurtipaiiin i Perromhur.na ao par.
e e Ulilldade Publica, :t p.,r rento d premio,
a a Indemnisadiua. ,,j i.i~.
n a d. elrada a ferro >() |vr t>0 de prearo
Diseonlo do lellras, de^S a lo.
Uilo do banco8 a 11 >.
Duro.Oncas ho.paiilinl.s. .
Uoedas de fisliKi vrlhas .
a a l.iHit novi< .
1,-iki i. .
Prala.Palaces iirasileims. .
Pesos cniii-r.itari -. .
mexicanos. .
.^I.KA>iiEI,A.
Kandimenlo do dia I >_>. .
lilo.ru do dU SS. ...
*i7:'.i7irJii
Oescarreoam hoje -2'i de abr ti.
* i -.is--.hi
11,-O.n
. . i'-aen
. . Mssaw
. . --s!
. J.1SH
'.I50
.111.1 -'-ti .271
.11 insBssjjssM
eise irocesso da eleira.i tnairiiou cm aslucia e aga- "arca infieraMalbildclazcnda e le urj.
cidade, convidando pirli lo lber il para uina elei- Hiale brasile.roAuroragneros do u.
|lirli lo llliern |i^ia uina viei- l ..*>. ntanmu.....o.cnnu no pan
{lo livro, ir mas emboscando a Irepi parada repeu-i ....N"-! I.AI'U til.lt vi.
o le raliir sobre elle Rendirn.iil.i do da I -_. .
n Desde que S; Evr. -e n lornou o instrumento dem do di., >:!. ......
ir do. caprichos dos bardes, > Coiiverlcu-se era mera
cre.ilura, e as redis da adminislracjlo Ibe rabiram
vergonhoaamente das man-. Ijosio vai no carro sao i-'IVESASJ PKOVIM'.tAk.
os bares, S.Evr. be, quando tuuilo, o bolieiro que Rendimentn do di. | a aat. .
i o.iii luz snas eieellencias.a (Isto nao he insulta, dem do dis -\. ,
S'. Dr. Fallos. '.' Qu.l foi o insulto que se Ihe diri- I '
gin ue-sa rpnca '.' S. S.- nin dil que s imullou em ''
reprezalia '.' Pois diga qual foi esse iusullo '.' n
lriK-Ii.-.i
IdsssfssM
lM:.b~v3l4
a-.n&m
l.lli-.s
>:7Kf!i7
A administrarlo do Sr. Sergio pode chamar-se DESP.\CII(S DE EXPO ,T \l \ enoo da fraude, gue heorcuuinte da corrup- DO CDNSI'LAIM WjiSTA i llun- I
-i". r il DE ABKIL DE IS07.
....." emrelanl I"- > se exprims, por r | Liverpool-ti.iera inyw, He.miooe., James Cr.<-
pen
rao'
MFSA
NO MA
MUTILADO

ILEGIVEl


~l
DIARIO DE PERNAMBDCO SEXTA FETRA 21 DEAURIL DE 1857


blrae & Compaohta, 1,200 saceos mocar maica-
vado.
BueniH-AyreaBarca portugueza aAroazona, Ma-
noel AI vea Guerra. 110 barricas (tancar branco. ,,
Lisboal'dlliabole porluguai Alfredea, Manoel d8
Natcimenln Pareica, 100 cen .murar branco.
LisboaBrigua nacional S. Jos, T. de Aquinu
Konseca 4 Filho. 15 caseoa nul ; Francisco de
Paula Figueira da Sboia, 140 meios de sola.
PortoGalera portugaea OHndH, Manoel Joa-
quira llamos e Silva, 22 caicos mel.
SxDortacao '.
Gibrallar, pobica auslriaca aLijuliica, de 331 to-
nelada, cunduzio o segumte :.*>,2O saceos com
>.-">" arrrobaa de assurar.
Liverpool pela Parahiba, bar iosleza oAiiii Bal-
il i win o. condutio o seguiule : 2,000 saceos com
10,000 arrobas de assucar.
fcCEBEIMJKIA UK KENDAS INTERNAS GE-
KAES DE PERNAMBUCO.
Rendimenlo do dia 1 a 22 14:23ftJOJl
dem do di 23........ ImN*io
menos fizer ; maiores ou melbores vanta-
gens offerecer em favor da fazanda, e que
nos termos do art. 64 do rogulamenlo de 22
"de juuho de 1836, o referido contrato andar
r em praga por 30 das consecutivos conta-
dos do !. de abril prximo futuro em dian-
te, e ser arrematado no dia 30 do dito niez
de abril, a 1 hora da Urde, purante a Ibe-
suuraria. Os preleudentes comparegam com
seus fiadores legalcente habilitados no lu-
gar do costume.
Secretaria da thesouraria do fazenda de
Poma ni buco 2 de margo de 1837.O ollicial
maior, Emilio Xavier Sonreir de Mello.
Bematara' o espectculo a jocosa comedia em um
aclo
14*889955
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendunenlo do dia I a 22.
dem do dia 23.....
53:8815135
1:2158970
55:0!>"5l03
mvtfmtmp &s yetw.
Navios entrados no da 23.
AracttyII das. Male brs'iletro Auroran, de 37
toneladas, mestre Aulonio Pereira Mtrlin-, equi-
padlo i. Baraja couros, sola e taaia gneros a
Joaciaim Marlins Irmaos. Passageiro, Antonio de
llollanda Cavalcanti o Mello.
Rio de Janeiro25 das, brsguo braiileiro Alol-
pho, de 217 lunela.l iiss de Oliveira, eojaipageao !0, carga pipas vasias
e lastro ; a Bastos o. Leaos. Pertence ao Rio de
Janeiro.
Londres12 das, patacho americano Lagrange,
de 267 toueladas, capilAo Ira Maxey, equip ,11, carga trilho para a e'lrsda d ferro e plvo-
ra ; a John linylis. Pertence a Gardiaer.
Lisboa32 das, brigue purloauez Tarojo 1, de
233 looelaitas, capilS > Manuel de Olivena Fane-
co, eaoipagem 1 i, carga varios gneros ; a Ma-
noel Joaquim Ramos e Sdv -Pertence a Lisboa.
Passageiro. Antonio Jos Das Jnior.
Navios saludos no mesmo dia.
CibrallarPolaca au-iiica cLijobiea, capilao Mi-
guel Lazari, carga assucar.
Liverpool pela ParahibaBarca inglesa Ana Bal-
dowin, capillo James Culliay, carga assucar.
;'.: $.
OS EFFEITOS D4 EDUCADO
Os bilhetes rte platea e quarla orden] arham-se a
venda no da do espectculo, uu escriplorio do
thealro.
Principiara' as 8 horas.
v *:- >$
v .'->
O Dr. Anselmo Francisco Perctti, commen-
dador da imperial orJem da Rosa, juiz de
direito especial do commercio por S. M- I
e C. etc.
Fago saber aos-que. o presento odital vi-
rara, que no dia 7 de maio prximo futuro
se ba de arrematar por venda, a quem maja
der, na sala dos auditorios, e depois da au-
diencia destejuizo, a escrava crioula, da
norria Francisca, de idade que reprsenla 30
annos, avaliada por 7003000. a qual vai a
piaga por execugao de Joaquim Jos da Sil-
vaira, contra Manoel Freir de \ndrade.
E para que ebegue ao conhecimentn de to-
dos, mindei passar editaes, que serSo publi
cados pela imprensa e alujados njs lugsres
designados no cdigo commercial.
Dado d passado nesta cidade do Recife aos
23 de abril de 1857.Jiu Maximiano Francis-
co Duarte, escrivo o subscrevi.
Anselmo Francisco Perelti.
O Dr. Anselmo Francisco Peretti, commen-
dador da imperial ordem da Rosa, e juiz
de direito especial do commercio desta ci
dade dogecie, capital da provincia de
Pernambeo, e seu termo, por S. M. I. e C.
o Sr. D. Pedro II, que Oeos guarde etc.
etc.
Fago saber aos que a presente carta de e-
dilos virem, em como Jos Maria Jorge de
Axevedo.me fez a petigiio do theor seguinte :
lllm. e Exm. Sr. Dr. juiz do commercio.
Diz Jos Maria Jorge de ivzevedo, que leudo
eito embargo por estcjuizo em bens de Ma-
noel Jos Freir do Andrade, para segura nga
da quantia de 246#500 rs., quelhedeveo
mesmo, e leudo nessa occasiao justificado,
sua ausencia era lugar iocerto, vem pedir
a V. Exc. que se sirva manda-o citar por
carta de editos, afim de ueste juizo respon-
der a urna aegao de 10 das para pagamento
da dita quanlia, e juros estipulados, e que
foreiu devidos.
Pede a V. Exc. assim lhe delira. -E R. M.
Dr. Silveira de Souza
E mais se nao continha em dita petigSo, a
qual dei o despacho do Iheor seguinte :
Como requer. Recife 2 de abril do
1857.A. F. Peretti.
Luais se no contiaha em dito meu dis-
uadi, o qual sondo apresenlado ao destri-
buidor, fez a distribugo do theor seguiule :
a Duarte, Oliveira.
E mais se no conlinha em distribuido,
em virtude da qual o escrivSo que esla subs-
creveu, mandn passar a presente carta de
editos com o prazo de 30 das, pela qual, e
seu theor se chama, intima,e hei por intima-
do ao devedor ausente, Manoel Jos Freir de
Andrade, de todo conteudo na petigiio ci-
ma transcripta a
Pelo que luda e qualquer passoa, prenles
ou amigos do dito supplicado, o poder fa-
zer sei-nie do que cima Oca exposlo, e o
porteiro do juizo alunara o presente nos lu-
gares do costume, e sera publicado pela im-
prenta.
Dado o passado nesta cidade do Recife de
Pernambuco aos 6 de abril de 1857.
Eu Maximiano Francisco Duarte, escrivSo
o subscrevi.
Anselmo Francisco Peretti
$t
i* I.
TRIBUNAL DO COMMERCIO.
Por esla secretaria se faz publico, que nos-
ta dala foi inscripto no livro da matricula
dos commerciantes, o Sr. Joaquim Jos Fer-
r ira da Costa Rebimba, cidado porluguez,
domiciliado na povoagao do Pilar da provin-
cia das Alagoas, com casa de commercio de
fazendas seccas e moldadas, e gneros do
paiz, em grosso e a rolallio.
Secretaria oo tribunal do commercio de
Pernambuco 23 de abril de 1857.No im-
pedimento do ollicial-maior, Dinamerico Au-
gusto do Reg Rangel.
O lllin. Sr. capilao do porto, de conformidad*
com as ordens do ministerio da marinha, transmi-
tidas pelo Exm. Sr. vice-presiilenle da provincia,
em ollicio de II do andante mez, manda dar publi-
cidade a tradcelo abaixo do aviso auiiunciando
aos navegantes o estabelecunentn de pharoes em dif-
lerentes pontos da Europa, e dos Estados Unidos da
America.
Capilania do Porto de Pernambuco 15 de abril
de 1857. O secretario, Aletaudre Rodrigad dos
Anjoi.
TRADUCCAO'.
Aviso aos n\eganles.
N. 31.
Atlntico do norle.Terra Nova.
I.I/IIXAEMCABOKACE.
Os lords commissarios do conreino privado do
commercio parliciparam, que do da 15 de dezembru
proumo em lianle, urna luz>era collgcada na casa
do pharol, ha pouco edificada sobre cabo Race, na
eilreimdade do sul da Tena Nova.
A luz sera'fu, de cr natural, a O inachinismo
illnmiiiador lalopiriro, ou por retletos.
O centro da luz he elevado IKO pes cima do nivel
medio do mar, e deve aviatar-M do ennvez de um
navio em lempo claro na dislancid da 17 nnllias de
SM. i." E. pflo SE. c sul para oeste.
A torre ph^rol he de urna conslrucco de ferro cir-
cular, e sobe do ceniro da casa de morada do guarda.
lem 50 pes .te altura da base ao,
come, o esla' piulada com l.siasDcsenhos da ca-
bra.ira e encarnadas, vertical.) sa do phirol e
vara ser mais couherida em lein- bausa.
po dt; nevoeiru.
Esta' eollocada 35 jardas para o oet, d, ||ia ba-
usa, que anda tica, porem que foi arrazada al a al-
tura de 21 pes, robera com lelludo pontndo, e piu-
lada com list.'is brancas e encarnadas.
A casa do pi.arol e-I i na l.alilmle de 46 3'J' L2"
F^.. Longitude 5.,' Oe-le de (ireeuwich.
Todas as demol .Iranes sao magnticas. Var 28
O. em 1850, auxineni.andnqiiasi (>' annualmenle.
Por ordem de S. S., asignadpJohn Washington,
hydrojrapho.
KeparlirUo hvlrosiapbica do almirantado. Lon-
dres 1. de ootubro de 1856.
Este aviso allecta os segninles mappis do almi-
rantado : Atlntico do Noria ns. 2059 e 2061 ;
costa de lesle da America do Norle lis. 1 e 3 na.
1213 e 266 ; Terra Nova .la Pona Lance para o ca-
" bo Spear n. 299 ; lista de pharots Norle America
numero 7.
CONSELIIOVD.IIMSIltAllVO.
consellio administrativo,em cumprimen-
to do art. 22 do regulamenlo de 14 dedezem-
liro de 1852, faz publico que foram aceilas
as proposlas de Rodrigues i Itibeiro, Ricar-
do do Freitas ,S C l.uiz Leopoldo de Gui-
maraes Petxoto, Antonio Ferreira da Costa
Braga, Lima & Matluus, Jo.io Fernaudes P-
renle Vianua, Siqueira & l'eruira, Lu/, lior-
ges de Cerqueira, Jos Francisco Lavra, Joiio
Chrysostomo Ferreira Santos, Antonio l'e-
reira de Oliveira Ramos, Joaquim Lopes de
Almeida, Joiio Carlos Augusto da Silva, An-
tonio Rodrigues Pinlo, Ju.- liaptisla Braga,
e Diogo Pcieira do Souza, para foruecerem.
Ol. 6 resmas de papel altnaco a 3;40
reis, 6 frigideiras de ferro forradas de por-
collaiia a 560 res a libra, 2 arrobas de fio de
vela lino a 70 res a libra, 4 caixas com fa-
llas de llandres dobradas a 27/000 reis, 6
ditas ditas singlas a 27$rs., 20 quintaos
de ferro inglez redondo de 3(4 alOj rs 30
quintaes de dilo em barras de 1 li-> a 3|8, a
10j>,reis, 2 safras grandes de 2 ponas calca-
das de ar. a 39j reis a libra, I dila peq uena
a 280 reis a libra, 2 foles grandes a 60/res,
Sduzias de limas mugas chalas a 11-1,00 rs.,
12 tornos grandes para bancada a 500 reis
a libra.
0 2.- 400 peanas de ganro a I3 rs. o ceoto,
72 lapes a 220 res a duzia, 20 cartas dea,
b, c, a 60 rs., 20 taimadas a 60 rs., 6 exeta-
piares da grammalica portuguesa por Mon-
te, a 5oO reis, 6 pautas a 40 rs., 20 traslados
.sorlidos a 60 res.
(13. 4 bras de chlolorure de soda por 960
reis, I libra de zarcfio por 200 res, 6 garra-
fas d* tinta rela por 23400 reis, a coaiadres
de estanto por IO3 rs 1 espumadeira de fa-
lla por 500 reis, 2 oncas de ierro preparado
pelo hydrogeneo por 3-3200 reis, 16 garrafas
devinlio branco por ia#800, 16 dilas de dilo
titilo por 123800 rsis, 1-2caixas de capsulas
de copahiba por 103800 rs, 6 arrobas de oieo
delinharji a 10/624 rs., e iudependente da
proposla4gal0es de oleo de linhaga para a
obra do huspital regimeulel a 23500.
0 4. 64appaielhosdelimpeza a 23933 rs.
64 bolsas para os mesmos a I3I20 rs., 64 bor-
naes de Ion a para incoes de cavadlos a I3rs. ,
64 silbas mestras de sola a 1/20J rs., 64 dilas
de 15a a 13400 res,8 colchOes com travessei-
ros de patino de lindo a 33500 rs
O 5.- 1 balan?* coln *s conchas de folha
por 63 reis, 9 panellas de ferro sorlidas, lor-
radas de porcellana a 500 rs. a libra, 10 111 i-
llieiros de broxas de sapateiro batidas a 600
reis, 1|2 anoba de estando em verguinhas a
800 res a libra, 10 milheiros de pregoscai-
xaes a 260 reis.
O 6.- 70 barretes de algodao a 400 reis, 8
facas para cozinhi a 400 leis, 10 arrobas de
rame de ferro para cavilhas a 320 res a li-
bra, 3 quintaos de dito grosso de 1 1|2 oila-
va a 320 a libra, 50 quintaes de ferro sueco
quad'ado de 1 a 6|8 a 183 reis, 3 pas de fer-
ro a sSOO reis.
O 7.- 46 maulas de Ia a 1-3600 reis.
0 8." 1 baudeira imperial de lilelli de 8
pannos, para a fortaleza do Urum por 803 rs.
O 9." 2800 varas de brisa branco a 420 reis.
O 10.' 1500 varas de hrim a 400 reis, 2319
varas de dito lino a 4io res, 200 meios de
sola corlida, o escolhida, a 4C500 reis.
O 11.- 2 pannos mortuarios de velbutina
preta circulado de franja, e cruz no ceniro
de galao de reros cor de ouro, a 50o rs.
O 12.' 12 pranches de piubo de II pole-
Icgadas de largura a 360 reis o pe.
O 13.* 980 caadas, medida nova, de azei-
le de carrapato a 13440 reis, 47 ditas de coco
a 19800 res.
O 14.- 10 arrobas de velas de carnauba a
470 res a libra, 9 duzias de pavios a 160 reis.
' O 15.- 10 ctdinhos do norle e n. 10 a 240
reis cada numero, 1(2 arroba de'estauho era"
verguinhas a 800 res a libra, 1 arroba de a-
rame de Ierro de amarrar a 320 reis a libra.
016." 2arrobas di rame de latSo a 780
reis a libra, 10 arrobas de arcos de ferro de
1 1|2 polegada a 2/400 ibis, 7 duzias de limas
chalas de 8 pollegadas a 1/800 reis.
E avisa aos supradtlos5 pnmeiros vende-
dores que devero recolber os icferidos ob-
jectos ao arsenal de guerra, no dia 22 do cor-
renta, aos 5 seguinles no dia 25, e aos 6 l-
timos vendedores que o mesmo faiflo no
dia 27.
Sala das scssOcs do conselho administra-
tivo para fornecimouio uoarseual de guerra
20 de abril de 1857. Bernardo Pereira do
Carmo Jnior, vogai e secrelario.
CONSULiT DE FRANGE.
Le cnsul de France a l'honneur de pre-
tenirlo publie qujj.udi, 23 du courant, a
onze beures precises, il sera procede en la
Chancellene du consulat a l'adjudicalion up
rabais d'un emprunt a la grosse aventure de
dix cornos do res, desune a pourvoir aux
rparatious du tiois ma~ts fraileis le llara-
cdois, acluellement en ce pon, ledit em-
prunt garante sur les corps, quilla aysur eu
apparaux du navire.
CONSULADO DE FRANCA.
O cnsul de Franca tem a doma de preve-
nir o publico que quinla-feira, 23 do corren-
te, as 12 horas em ponto tera lugar na chan-
celleria do mesmo consulado a adjudicado
pur quem menos quizer, de um ouipiesiiuio
em publica forma do dez conlos de reis para
o concert c reparaces da barca frauceza
le liarachoir, actualmente ueste porto. O
dito emprestimo sera assegurado sobre o
casco, quilha e apparelhosdo dilo navio
iJ ii o Pono.
O brigue Trocador, que dalli se espera por
estes das, vollara i m mediata mente por ler
grande parle de sua carga engajada : para o
resto k passageirus, trala-so com Barroca &
Castro, na ra da Cadeia do Recite 11. *.
ia o Kio de Janeiro.
O veleiro brigue nacional Veloz pretende
seguir al o dia 25 do corrcnle ; s recebe
carga miuda e escravos a frete, para os quaes
tem excellentes comino ios, trata-se com o
seu consignatario Alftonio l.uiz de Oliveira
izev.ido, ra da Cruz n. 1.
ara o iiotio aneiro.
O bem condecido patacho nacional Ama-
zonas segu por estes 8 dias, tem prompto
dous tercos de seu carregamento ; para o
resto e escravos a frute, para os quaes lem
bous commodos, Irata-se com o seu consig-
natario Antonio l.uiz de Oliveira /Izevedo,
ra da Cruz 11. 1.
Para a Ba illa.
A veleira c bem conhecida sumaca nacio-
nal Horteocia, pretende seguir uestes 8 das,
tem prompl'j nietade de seu carregamento ;
para o resto, traia-se enm o seu consignata-
rio Anlonio i.uii de Oliveira .vzevedo, ra
da Cruz n. 1.
P; a 1 Baha
Pretende seguir a garopeira LivraQiio at
o dia 25; s recebe carga miuda trata-Se
com o seu consignatario Antonio Luiz de
Oliveira Azevedo, ra da Cruz n. I.'
Para o Pono com escala por Lisboa,
segu viagem as aguas seguintes a galera
portugueza Oliuda, capil3o Emigdiu Jos de
Uliveira ; aitida pode receber alguma carga
para qualquer dos dous tiorlos, ssimeomo
passageiros, pira os quaes tem mu [lo bous
commodos: quem nella quizer carregar ou
ir .ie passagem, dirija-so ao capitao, ou a
Manoel Joaquim Ramos e Silva.
LISBOA.
O novo e veleiro palhnbote brasileiro Al-
fredo seguir era poucos dias para Lisboa ;
esta recobendo a carga que tem engajado, e
offerece a prar;a disponivel aos pri'leuden-
les, que podem tratar com Bailar oliveira
na ra da Ca lea Velha 11. 12.
Para Lisboa, sahira muito breve o bri-
gue Experiencia,* o qual lem a maior parle
da carga proinpta ; para o resto della, o pas-
sageiros, para o que otTerece bous commo-
dos : trata-sc com os consiguatarias Amo-
mu Iriii.njs, na ra da Cruz n. 3.
CEAUV EMARANIIA'O.
Pretende seguir com bievidade, o patacho
Santa Cruz, recebe carga e passageiros : a
tratar com Caetano Cyriaeo da C- M., na ra
da Cadeia do Recife n. 2.
PARA O RIO CHANDE 1)0 SL'L.
Segu para o Rio Grande do Sul o brigue
nacional Adolpho, e por se achar com o seu
carieganieiilo prompto para seguir seu des-
tiuo al o dia 24 do crrente, so pode rece-
ber.passageiros.e os que quizerem ir.podem
tralar com o capito a bordo.
Companhia
iirve
Br.siieiiM.
denles, bacias de rame, trem de cozinha, e
iiiuitos uulros objectos assas uecessarios ao
uso domestico : tereja-feira 28 do corrente,
as 10 lloras da manilla, na rasa da residen-
cia do supradito IIIm. Sr. Dr., aterro da boa
Vista, primeiro an lar, por cuna da loja de
miliaria do Sr. Keller.
O agente Borja, era seu amazem na na
do Collegio n. 15, fara leilSo de diversos
movis pertencentes a urna familia que se
retira para Europa consistndo n'uma suqi-
ptuosa :uobilia de Jacaranda co n pedra, 1
ptima secre'aria, i rica cama frauceza de
Jacaranda com cortinados, 2 excellentes
guarda-roupas, diversas ominlas, 1 so-
iierbo toilette de Jacaranda, 2 lavatorios de
mogno e de Jacaranda, com pedra, 1 excel-
lente mesa elstica, 2 guarda-tacas, diver-
sos aparadores, sufas, cadenas, inarquc-
zas e mesas de amanillo, estantes, Cadeiras
genovezas, camas para menino, bircos, ele
etc., canlelabros, linternas candieiros. va-
sos e enfeites de porcelana e crystal para
sala e toilette, apparelhos completos do fait-
ea e de vidro para seivico de mesa, obras
de prata. ricos quadros com lindissimas es-
tampas, varios uteocilios de casa, e OUtros
muitos objectos, ote que se aeharSo patn-
tes no dia do leilo no referido armazem :
quarta-feira, 29 do corrente, as 10 horas em
ponto. Nesse mesmo da ira tambera a leilo
o carro de 4 rodas com todos os arreios, ja
annuiciado, perlenccnle ao Exm- Sr. Dr.
Bernardo .Macdade da Costa Doria, presiden-
te da provincia do Itio Grande do Norte.
AV1S
%
Espera-se da Europa om dos vapore! desta coro
[lanliia, e ra Ralna e Rio de Janeiro : qnalqoer infirmacao,
com os agrilles N. O. Uieber & C, roa du Cmi n. .
ACAliACL".
Segu uestes dias, o palhabote Sobralensc,
para o res'o da carga o passageiros : traa-
se com Caelauo Cyriaeo da C. M., na ra da
Cadeia do liecife n. 2.
Har o Rio de Janeiro.
Segu com toda brevidade, o bem conhe-
co brigue nacional Almirante, tem grande
parte da carga prorapta, para o resto, passa-
geiros e escravos, para o que tem ricos com-
modos; trala-sc com o consignatario Jos
Joaquim Dias Fernandos, ra daCadoiado
Recife.
Para o Porto e Lisboa, com a maior
brevidade segu viagem o brigue S. Jos,
de primeira marcha : quem no mesmo qui-
zer carregar ou ir de passagem, dirija-se aos
consignatarios l'homaz d Aquiuo Fonseca
; Filho, na ra do Vigario 11. 19, primeiro
andar, ou ao capitSo na prar;a.
Espera-se
da Baha, al o dia '9 do
i! rreiit ;. o vapor hlice
Precisa-sn de um i.ome.n para tomar
conta de um sitio como feilor e trabalhador,
e prefere-se sendo porluguez : quem esliver
ueste caso, dirija-se a ra de Santa Thereza,
sobrado junto a ordem t.-rceira do Carmo,
que achara com quem ajustar.
Precisa-ae de 4 a o pessoas pira o ser-
vico externo da capala/ia da alfandega, pa-
ga-so bem e prefere-se a escravos : quem
quizer, eiitcnda--e com Ovidio Ferreira da
Silva, na hora oo expediente do mesmo.
Precisa-sede um dora feilor-para um
sitio na Passagem da .Magdalena, paga-se
bem, mas exige se altestado de boa con luc-
ia : a fallar com o Sr. Manoel Antonio Con-
calves, na ra do Cabuga n 3, loja
Compra-so urna carroga que seja ma-
neira e que esteja em bom estado ; na ra
da Concordia n. S.
Prec sa-se alugar urna ama de boa
conducta, para o servido interno de casa de
homem solteiro, paga-so bem : na ra da
Concordia 11. 8.
- No dia 23 do corrento desappareceu de
casa do j>baixo assignado um escravo por
nome Uatheos, de n Q.lo Angola, d.; idade
40 annos, pouco mais ou menos, com os
signaes seguin'.es : barriga grande, cara
feia, nariz chato, um tamo moco : quem o
pegar, leve-o a ra do Trapiche, casa n. 20,
que ser gralilicado.
Precisa se de um caixeiro que lenha
pralica re taba.ni, e que d liador a sua
conduela : no aterro da P, la-Viita n. 54
Na ra do Rosario, taberna do Pocas
precisa-sede um caixeiro que tenha pralica
de negocio.
ioij e barato
Vende-so .muito bom papel almarjo greve
a 45 a resma, dilo mullo bom sem ser greve
a 38SOO, dito de peso paulado a 4?500, dito
liso a 38, dilo paquete patalo a 5 e 6& a
resma, dilo de cores, de lo,ha pequea, era
quarlosdo resma a 700 rs grozas das bem
condecidas pennas de a$o, bico de louca i
1?200, ditas muilo linas sem ser de liico de
lotiza a 500 rs. c 1^, duzias de lapis muito
linos a 320 e 800 rs., caetas muito bonitas,
de ai-', torneadas a 120, ditas de espindo a
200 rs ditas ordinarias de pso e (landres a
20 rs caivetes de cabo de cbifre de viado,
de 2 folhas, muilo boa fazenda a 800 rs., di-
tos de 1 s folha com cabo de madreperula a
8i!0 rs., ditos muilo linos de 1 s lolha com
cabo de marflm a 18690 e 2?, ditos de 2, 3 e
folhas, linissiinos, tambera com cabo de
marim*a29500 0 3/, vi.tros, com tinta car-
n i muito lina, propria para riscar e esqre-
- 800 is li.unos de tinta prota inglez a
. tinleirus patente ingle/., de vidro a
e 33, reguas redondas muito bem fei-
.indi' n ii.glezas a 500, 600 e 800 rs., pe-
as inglezas muilo linas para amolar alie
1?500, tinleirus para algibeira a 400 rs.,
THEATRO
DE
santa Isabel
BOJE, 24 OE ABRIL.
Dcima quinta recita da assignatura.
Mavendo bastantes pe.li.lus. r querendo o emprr-
snu salislaze-lus, rrpre>CDlar-a-baptla ultima vez
o'eicellenlr drama em .'! aeloa, n
NOVO DESERTOK FRAMEZ
Findo 0 drama Madrmesvlla Munruy danrar um
PAS HESPAGNOL ,
seauindo se cantado por I). Isabel e o Sr. Saula
oz*. o bello duelo
OMEIRINHOEA POBRE-
jocosa comedia
A R Da LA
Remalar.i o especUculo a
icio
em 1
SABBADO, 2
Decima sexta e ultima
Os billiotes de platea e quarla ordem arham-se a
veu.ia no da do eipeetaeolo, no esrriplorio do
Ihealre.
Principiara' as 8 horas.
~9*8&WP6
)i: ABRIL,
recita da assig-
natura.
Joiio Caetano, leudo de retirar se para o ltio de
Janeiro, no vapor inglez, qu deve parlir daqui no
dia :|0 lo frrenle, ve-se por isso nlinuado a preci-
pitar as recitar- que anda tem .1 dar, pelo que pede
iltieslpa aos Seoliore aesignaotes e ao respeilavel
publico.
Kepre seis quadroseB
agarradores de papis de multas qualidades
e presos, e nutras uiuilissims cousas : na
ra do Uueiraado, na bera conhecida loja de
miudezas da boa fama n. 33.
aflata,
Vendem-se palils e sobrecasacas de ^rx
panno lino prclo e de cores, com gola do 7.V
velludo, te 228 a 28*000; casacas a iSjrs., ^
palitos de al|iaca de 7J a 103000 ; dit.is de
111I10 a 39OOII: oa ra ftova, loja 11. 1.
5r Palitos esobrecasae
$% tranceZris.

lotera do
Rio de Ja-
neiro.
A Sra. 11. Maria Lopes Xavier, moradora
no Itio l'.irmoso, queira mandar buscar o
seu oratorio qu se aclia prompto lia mais de
um atino, na ra do Arago n. 31, isso no
prazo de 15 dias, pois daln em diante o abai-
xo. assignado o expora a venda, Picando exo-
nerado de qualquer reparadlo. Itecife 23 de
abril de 1857.
Zeferino de Lima Cavalcanti.
--- Traspassa-se o arreodameulo do sitio
confronte ao Campo Grande, tem bastante
paslo tiara gado ou vareas de leite, com bas-
tante li iieteiras de todas as qualidades, tem
agua dentro, grande baixa para capim : a
tratar no mesmo sitio, com Manoel Machado
l'igunds.
Precisarse saber a quem pertence os
terrenos dovolulo que licam nos fundos das
casas da ra Velha, freguezia da Boa-Vista,
qui> bol n para capias da ra da Alegra >
i quem I ir seu dono, queira ter a bondade de
lauuiin 'ir para ser procurado, ou dirigir-se
, a 111,1 '11 Cadeia do Recite n. 38, para tratar
dos meltiorsmentos do dito lugar.
- Sabbado 25 do corrente, em prar;a pre-
sidida, pelo lllm. Sr. Dr. juiz dos fetos da
fazenda nacional, se bao de arrematar a
quem maior prego offerecer os bens seguin-
tes :
310 palmos de terreno Jesannexado do
quintal do Hospicio, aborto sement pelo
lado destinado para a ra erv. segHmentO da
do l'ires, com gran le cacimba no mesmo
trro, por 3:t00s rs.
Um dito denominado de marinha u. 104,
em Pora de Portas, travessa dos Guararapes,
com 280 pal nos d frente, e 115 da fundo,
por 1:1203000 reis, penliorado por execugao
mesmo da fazenda, contra os herdeiros de
lesu de Jess Jardiin
Una pequea casa terrea, faite deca c li-
jlo, sita na rui do Itio,da freguezia do Poqo
da l'anella u. 7, com 22 palmos de frente, e
50 de fundo, cozinha dentro, quintal em a-
berlo, chSos de loro, por 400O0O reis, pe-
nhorada a irmanda lo do SS. Sacramenlo da
dila Ireguezia.
Aposse do terreno do marinha 11 113, por
detraz da ra do Caldereiro, com 20 palmos
de frente, elOo de funJo, por BOfOOO reis,
penhorada a Thereza de Jess Cavalcanli
Hessoa.
dem a do terreno n. 214, na ra Imperial,
com 30 palmos de frenle, e 268 de Tundo,
por 8O3 rs., penborado Manoel Joaquim da
Silva.
dem a do terreno n. 50, na ra do Hos-
picio, com 30 bragas de frenle para a ra de
Luiz do llego, e 71 de fundo, por 4003090
riis, penhorado a Jos Joaquim de Almeila
Pinto.
dem a do terreno n. 17, na ra do Apollo,
cora 20 palmos de frente, e 50 de fundo, por
100") rs.,penhorado a llosa Engracia de Santa
Maria Abren Brandan.
dem a do terreno n. 190, atraz da ra da
Concordia, co 11 00 palmos de frente, e 100
de fundo, por 150/ rs., penhorado a Manoel
Caetano de Oliveira.
12 cadeiras, 2 bancas, 1 mesa de meio de
sala, 1 sof, 1 commoda, ludo do ma leira
Jacaranda, 2 pares de mangas de vi lio la-
vradss, e 2 pares de Cislicaes, ludo por 1483
reis, penhorado a viuva de Jos Fernaudes
Eiras.
Um terreno na ra da Florentina, com 142
palmos de frenle, e fundo at o rio Capiba-
ribe, conteni duas casas om frente da dita
ra, e os armazeus de ns. 10, 12 e 14, diver-
sas pequeas casas dentro dos muros que
cercara o referido terreno, tres cacimbas, e
um bom viveiro, luo por 20:000; rs., pe-
nborado liapbael Antonio Coelbo.
Lina grande casa terrea no lugar do Re-
medio do lado da igreja, com terrino de atn-
boa os lados, e fundo at a camboa, por .
1:500-3 rs., penhorada alrrancisc> do Assis
Campos*l.osdem.
Metade do um sitio na freguezia dos Afo-
gados, estrada do Catuca, com casa de tai-
pa, quarenla e tantos ps de coqueiros, alm
de outras arvores de inicio, cnios de foro,
por 225j'rs., penhorado a Antonio Caetano
lavares.
Um cavallo alazio, novo, em boAs carnes
e bons andares, por 90/ rs., penhorado a Pe-
dro Jos Carneiro Monleiro.
Os proleudentes comparegam no dia Indi-
cado, no lugar e ho-a do costume. Recife
18 de abril de 1857. O solicitado! do juiz
dos feitos, Joaquim Tbeodoro Alves
---Na ra do Cabuga n. .16, casa de pouca
familia, precisa-se augar una escrava que
saiba engomar.
Precisa-se alugar urna escrava que sai-
ba bem engoinmar c coser: na praca da In-
dependencia ns. 37 c 39.
O abaixo assignado, com oflicina de
tanoeiro na ra da Moeda, declara que a
pessoa que despacha, pela polica, no dia 7
do corrente, como so v do Hiariode Per-
nambuco n. 86, nao se emende co*m elle,
por isso> que nao preleude relirar-se para
Portugal".Joao Pires Sures.
A pessoa quo aununciou no Diario do
21 do crtente ler um sellim para vender,
queira dirigir-se a ra da Cruz 11. 28, que
achara com quem tralar
Vicente Kei reir da Coste, declara que
.N'esor Uibiano da Costa, nao he seu caixei-
ro, que mo se responsabiliza pelo querque
seja que elle faga em nome do annuticianlc.
Do eslabelecimenlo de caldereiro de
Santo Amaro deJaboatao, fugio lia madru-
gada de 20 do corrente, o escravo crioulo,
de nome Victoriano, reprsenla ter 25 annos
de idade, alto, ebeio do corpo, roslo com-
De superior qua-
Helado.
Ha para vender-se na ra da Cadeia do
Recife, primeiro andar 11.11, escripturio de
Gurgel limaos, sola, gomma de mandioca,
cera de carnauba, esleirs e ehapeos de pa-(
Iba. Os meamos annunciantes declarara,
que pelo vapor Imperador entrado cm 20 do ,
corrente, recebenm do Rio de Janeiro os I
seguintes biine.es da 11 lotera concedida a \f> ,l'"' *. ^portos a .venda, na rw
beneficio das obras publicas da cidade de ( a\' Aurora n. 26, m 9 aMM la raanha-i
Nictheroy, dous meios n. 1607 e 5H'7,.man-i s S da noite, luicU-, m. ios e riiiartot,
da li'Kvii.i pai leila sexta lotera lio Gvm-
PROVINCIA.
O Sr. 1 li.-K.ini, n o mandil fazer pulili-
dadus vir por conla e ordem do Sr, Jos Au-
gusto de Castro, Jo Aracaty, c o iuteiro n.
1085 do Sr. Rento Jos da Konseca da mestna
cidade.
Modas Irance-
zas
.Na loja 11. I, aterro da Boa-Vista, de ma-
danio Ruessard Millocbeau, recebeu-se pelos
ltimos navios um lindo rscolhimenlo de
modas: chapese enfeites para senhoia,
1 apellas de llores e guarnigOes para vesti-
dos, vestidos bordados para bailes, dilos de
blond bordados para casamento, ricas mau-
las para noivas, capellas e caixot de llores
de larangeiras para cnfeitaros vestidos, col-
larinhos e mangas de luco verdadeiro, dilos
de cambraia e fil, longos de ret'oz lisos e
bordados de matiz, veos pietos, brancos,
azul e verdes para chapeos, linios chales
de nico prelo, longos de cambraia de liubo
borlados, liras de cassa o de cambraia bar-
dadas, ntremelo do dito, boles para casa-
veis, espartilbos, tratigas e franjas para ves-
tidos, lucs de linho, toucados de la 1. ca-
les, litas, lils o cambraias linas, tarata-
nas e mais (azoadas muilo em conta, as
quaes pelo bom gosto e baralcza agradaran
as freguezas.
88) )
X4ROPE
nasio, cujas todas andatn no dia ."i do
coi lente me/.. O Sr. llieoiiieiro man-
da declaiar que tena sortimenlo de hi-
llndes para esculla dos Sis. comprado-
res, c para manir couimodidade lem
aherlo a casa das !l horas da m .nhaa. as
S da noitc, como cima foi declarado, c
a essas lioras sempre acliarao iiih empi-c-
fjado para vender c papar liillietit.
Ali iinii vai transcripto o plano |>elo
qual sera" e\li aliid.i a presente lotera.O
escrivo, Jos Jantiario Alves da Maa.
PLANO.
4000 bilhcles a .'000 200009)000
Benelicio e sello de 20 por cerno 4:0008000
OOOOSOOO
1 Premie de 5:0009000
1 Dito de 2:0005000
1 Dilo de 90080OO
1 Dito de 100*000
2 Ditos de 200 4008000
3 Dilos de 100? 1009000
4 Dilos de 508 2008000
10 Ditos de 20? 200*000
10 Dilos de 109 1009000
1300 Ditos de 5 >:.003000
1332 Premios. 16:0009000
2668 Brincos.
que seguir' em dircituia para Liverpool,
depois de dous dias de demora : asentes
CJ. Astley&C.
Real coiiipanhia de pa-
quetes iiig-leze a vapor.
epera-se da
No dia \" de maio 011 lalvn a
Europa um dos vtpom .1-1,1 compaiilna, o qual
depois da demora do coalome Mgatra Pr o Kio
de Janeiro, locando na It-ilia : pura |ia,
ele, trala-se cun os agento Adamson llowie \
C, ra do Trapiche Novo a. \>.
StilZtf.
Olilm. Sr. inspector da thesouraria de
fiizt oda desta provincia, manda fazer publi-
co, q;ie, em cumpriruento do determinado
em nrjcm do tribunal do thesouto nacional,
tem de ser arrematado de um a tres annos,
que ciiiiiegaia.il a correr do 1.* de julto pr-
ximo futuro, o servigo dacapata/ia da al-
ftmdega desta mesma provincia, a quem por
SEIS DEGRAOS P fMI.
lindo o drama, Malamesella Monrovdansara'ura
PAS HESPAGNOL
fgain.1o-e rautado pela Senhora II. Isabel e o Se-
nlior Santa Rosa, o engranado duelo
aUEHUMlll t.VI'OKUK.
I.l-.ILAO DE M0B1IJA.
0 agente Pestaa, Tara lilSo de urna
mobilia de .acaran la, pertenrenle a urna
pessoa que se retira pura fora da provincia,
consistindo cm cadeiras, sof, contlos,
mesa de meio de sala, um linio toucador
com mesa, guarda vestidos^BUiarda louca,
cama franceza com aruiagflo.lfcesa elstica,
servigo para misa de jantar, o de almogo,
candeliilirns.lanlern.is, un excedente piano,
emuilos outros objectos que seachar&o pa-
tentes aos compradores: sexta feira i do cor-
rente as II doras da manlla, na ra da .Moe-
da, 11. ->l, primeiro andar, entrada pelo
becco.
Oprepostodo agente 1 liveira far lei-
lilo da esplendida e moderna molulia do
lllm. Sr. Dr. Poggi, que se retiran para a
Kuropa, no ultimo viK.,r inglez, "coiisistindo
em solas, mesa redonda e consolos com pe-
dra marmore, cadeiras usuaes, dilas de bra-
cos e de bataneo, espeltlOS grandes: um ex-
cellenle piano moderno francez, autor Ito-
AOS 20:000$, 10:0001 E :000.s.
Na praca da Independencia loja n.
40, acliam-se a venda os novos liillieles
e meios da lotera II- para as obras pu-
blicas de Nicleroliv, a qual de'via correr
a 18 do presente, iis lisias esperamos pe-
lo primeiro \apoi : OS premios sero in-
mediatamente pitaos em a mesma loja
cima, de coniormidade aos BOSSoS an-
nuncios.
Precisa-se de boas costureiras para
fazer colletes: na ra da Madre de leos
11. "iti, primeiro andar.

;-.;;-.
' l* Ciimpram-se para uina eiiconim^nda, duas ."''.
^.^ escrava criuolas, de Iti a anuos, que '/',
lenham habilidadei e boa li^urd : na ru ""
Nova, loja n. i. '-;
:::.-\-;:...>.;..I*,*V-'. "*'..--:,..';.
.-....-.- v^ <0 -.7 -^ ... -. -.--.--...., \g
Para tlv
ELPTICO ESPECIAL
CONTRA VERMES,
** preparado por Antonio Jone de Oliveira,
^ pliarinaceulico na ridade de Santos, e SipSitfl 9
J a venda com cnicessao de S. M. o Impera-
g dor, pela Mgolnle portara :
S. M. o Imperador, allendendo ao que 9
preseutou Amonio Jos de Oliveira, nliarnia-
ceutico eslabelecido na cidade de Santos, e S
ao que 1 nt rm o presidente da jun.a central W
de liveieuu publica em dala de -JO de abril
ultimo, ha por bem concerter-lhe lic^nra para
*? que possa vender o tarop de sua compo-ig;!o w
W contra vermes, cuja lormula foi etaminada
pelo referido presidente, e para aia salva- 4*
guarda e passa o i.....ule. SS
Palacio do II1 de Janeiro,, em 8 de ja-
neiro de 18j. l.oiz l'edaira do Coutv *
*?> Ferr.z.
9 Nilo pretendemos revestir no nosso reme- <
9 din ,ie empolados litlos e imasinaiias virio- S
'~ des, e assim illudiruios a credulidad^ e boa fe S
** dj publico ; o remedio que olferecemus, n- s
W ranlido com a portara do coveruo imperial, *
lie o resultado de lonsas eipenencias de um
& velbo pratico, he uina preparado furamenle m
9 vegetal, e poderoso remedio cotilla ascrides ^
W vermieulares c lombriocoiJes ( loinbnca.
*P prompto e seraprc certo em seis efleilus. :;
& conservando um.i aerfu. dur^doura. sem in- <*
%9 conveniencias serundurias ; be ie taril e sun- '.;
jB ve appliciirao, ja' pelas pequenas doses que Q)
9 se e.npresam, eja' pelo .slu aaradavel que eat
2* lem. Os etlMladoi que temos de dtstinctoe 9
mdicos, e cartas de pesMMs particulares que 9
':' se medicaram a si, seus lillios e fmulos, al- t
>$ testam a superioridade deste aotlitlrainlico ft
& sobre to4os at boje conhecilos, leudo ileimii M
9 a vautauein de ulo produzir irritaglo. Cada CJ
3 vidro vai un H eio um impies 9 do a maneira de applicar, secundo as i ladea, *)
;-j e a dieta que deve ler-s... Ven le-.e na roa $J|
9 >' Allaiidega u. >, loja de dro^a de Fernn- a)
des >\ Uadlas, nico deposito estabelecido (B
uesla corte, e em Pernambuco, -orneo depo- ej)
t sito na roa da Cadeia do Kecife, botica du OJ)
9 ^r* -Vutoiiio Pedro das Neves. (m
39g39*?e-i9S'S39?83?i9
I)eseja-se fallar com o Sr. Manoel
de Oliveira Guimares: a tralar negocio
de seu interesse, na loja da roa do Colle-
gio n. ou do Queimado n. segundo
andar.
Precisa-se de mn feitor pura um si-
lio, que enfeuda de plantacao : a tcatar
na ra do Queimado, sobrado amarello
n. 2t.
Lotera di pro-
vincia.
23
Vcnde-se um deposito de/inco, quo leva
de i-2 a 18 caadas: na praga da Indepen-
dencia 11. -2i.
Precisa-sc. faltar ao-Sr. Antonio Lopes
de Mendonga, que ha pouco mudou-se de li-
li nda : na liviaria 11. 6e 8 da praga'da In-
dependencia.
Irmaudade ile Nussa ^e-
nhorn dos c< deiuicos.
A mesa administrativa convoca os irmaos i
da mesma irmandade, para que comparecam
no seu consistorio, no convento deS. Fran-
cisco, no dia 3C do corrente, pelas 10 horas
da tnanbSa, afllu de ter lugar a reunio da
mesa g iral.
Oadvogado Carlos Fugenio Douarclic
Uavignier, residente na villa do Cabo, offe-
rece, a quem CODVW, os servigos da sua pro-
lissao, nos auditorios daquelle teriro, e nos
da Kscada, onde tamben promove negocios
forenses, assgnraiido a maior solicilude,;.e
lidelidade possivel.
prido, begos um tanto grossos, e salientes,
tem pouca barba, os dous denles superiores
da frente, aleinde seren abortos a lima, s3o
um pouco separados, lem as miios estrellas,
bragos coinprilos, dedos longos, he bera
empernado, pos grandes, leudo os dedos
dos mesraos um pouco aberlos : presme-
se que dito escravo foi para o lezorros, lu-
nar onde foi ci iado por seu primeiro genitor,
Joo Francisco de Axevedo, e esle o veudeu
aos Srs. Cuilberimno lavares de Medeiros e
Francisco Xavier dos Sanios, moradores tam-
bera era BezerroSi aos quaes o abaixo assig-
uado comprou dito escravo: e roga-se as
autoridades policiaes, e capiles de campo,
a captura do referido escravo, que recom-
pensa generosamente
Zeferino Ferreira Veilozo.
Na segunda-letra da semana santa
indo um preto levar um sacco com rottpa
tuja, para ir para a lavadeira, em lugar
debolai na canoa do costume botn em
oaitra e se nao sabe del le, lem diversas
pecas, algumas de lioinem com marc?
I). S. C.e outras queso tem urna le-
traC. : a pessoa que der noticia na r-ua
da Cadein, defronte da relacao, n. 8, re-
cebera urna recompensa.
Precisa-se de urna ama para casa de
pouca familia : na ra larga do Itosario
n. 21.
Da-So 1:0905 ajuios sob hypothecas
em predios :11a ra dos Martyrios n. 4.
Attenco.
Desappareceu do sitio d'Agua-l ria, de Jo-
s Pereira Cesar, umcavalli castanbo, com
os signaes seguintes o p direito cersado,
a m3o esquerda com u ;i pouco de cabello
branco por detraz, dina cortada de novo :
roga-se a pessoa que o pegar, leve-o a ra
do Oueiraado n. 21 a, quo sera recompen-
sada.
u'o
Corre sabldo
corrente.
#*. .f. Layme.
Precia-se de aro caixeiro que cntenda
de fazendas, e que d liador de sua conduc-
ta : na ra do icspo ti. 10.
BiLHETES DA LOTERA DO
RIO DE JNEIRO.
Aos 20,OOOf^, O.OOO?,
i.OOO.v e 2,t)00.v.
Desde ja estao cxposios a venda na loia
4000
Os Jous pi imeiros premios estio su-
jeitos ao descont dos S por rento. TIm.-
sotiraria das loteras 27 de junbo de 1856.
O thesotireiro, Francisco Antonio de
Oliveira.Approvo.Palacio do gover-
no de l'ernainhuco 4 de jall'o de 1856.
S. de Macedo.Conforme. Antonio
Leite de Pinho.
Pelo juizo de orphSos, escrivSo Brilo,
se ha de arrematar por venda, o sobrado 11.
26, com urna mei-agua no Tundo do mesmo,
no pateo do Terco, avahado em 4:5009 reis,
sendo a ultima praga no.dia 24 do corrate,
na sala das audiencias, as botas do cos-
tume.
Precisa-se.de urna preta que saiba
bem cozinhar : quem ti ver e quizer aluga-
la, dirija-se a ra da Cruz, sobrado n. 23,
que achara cora quero tralar.
Precisa-se de um amassador que aa-
tenda bem de seu trabalbo na padaria da
praga da Santa Cruz n. 6. 0
A pessoa que annuncioo querer trocar
poraluguel um sobrado na freguezia de S.
Jos por outro na de Santo Antonio, dirja-
se a ra do Livrameolo, loja n. 41, das as
8 horas da manhSa, ou das 6 da tarde mi
diante.
Precisa-se de nma preta forra ou cap-
tiva, que queira andar a vender na roa as
brinquedos para meninos : os pretendentes
dirijsm-se a ra larga do Rosario n. 24.
Fazem-se capas, ba linas, chamarras e
capas viatonas s na ra da Seuzala Nova
11. 3. m
Arrenda-se um grande sitio na estra-
da de J0S0 de Barros, onde ltimamente es-
teve morando o cnsul francez, com boa
casa de sbralo, tendo commodos para duas
familias, seaza, estribarla, etc., baixa pa-
ra capim, larangeiras c outras militas frur-
teiras : quem o pretender, dirija-se a ra
do Livramento n. 18.
AMA DE LEITE.
Na ra do l.ruin no Recife n. 28, se dir
quem precisa de urna ama de leite, que o
tenha em abajjdancia. sem filho. 00 mesan
com filho de n C mezes, mas qae no seja
de cor preta ; paga-se bem.
No dia 16 para 17 do correnta fogio do
engenho 1'ota.da freguezia da Vanea, o es-
cravo Eufrasio, com os signaes seguintes :
20 a 24 annos de idade, altura regular, be
prelo e bonitote. nacSo Mogarobique, nariz
um pouco arrehilado, fuma charuto e ca-
chimbo, lem um lobinho na testa do lado
direito, he muilo convivente, levon chapeo
de pello prelo, camisa de madapolao, palito
de riscado, e caigas brancas : quem o pegar,
* ao mencionado engenho, ou a roa da
leve
Praia, armazem de carne n. 13, que ser re-
compensado de seu Irabalho.
AJI\.
Precisa-se alugar urna ama que tenba bom
leite, e de boa conducta, forra ou captiva,
no aterro da Boa-Vista, loja de In I heles n. 5.
Na ruada slangueira;o. 8, precisa-se
de una ama para cozinhar, que seja aceia-
da e de boa conducta.
O abaixo assignado, professor de ma-
Ihematica no Cymnazio Provincial Pernaa-
bucauo, pretende abrir 110 primeiro de maio
rolurofua curso de geometra ; os senbores
n. 33 da praga da Independencia, os novos lestudantes que quizernm-se matricular, di-
bilhetes da 11 lotera das obras publicas da rijam-se a casa de sua residencia, na ra Di-
cidade de Nictheroy, extrabida em 18 doreita n. 74, das 7 horas as
correte : as listas espera-se que viriio pelo
vapor sardo Vctor Emanael, o qual ebega
ra aqui al o lim do prsenle mez.
Perdeu-se um Irancelim de ouro com
j oitavase 3|4 de ouro, do pateo do Carmo
at a ra larga dr, Rosario : quera o adiar e
quizer entregar. leve*o a tabert.a da esqui-
na do becco da Bomba n. 13, que sera gene-
rosamente recompensado.
AVISO.
Acba-se de novo aberta a tenda de niarci-
neiria da ra do Apollo n- 7, que foi do Sr.
Julio: as pe-soas que tiverem algumas o-
bras perlencente a mesma arle, assim como
armgao para lojas, mobilias e quaesquer
concertos, dirijam a mesma tenda, a tratar
com llenrique Berge.
No dia 25 do corrente, depois da au-
diencia do Sr. Dr. juiz municipal da segun-
da vara, tem de ser a ultima praga de diver-
sas obras de ouro e prata, e os escravos de
nome Jacob, nagao da Costa, com 32 anuos
de idade, avahado por 800a'rs., e Joaquim,
nagao Ciabar, cora 40 anuos de idade, ava-
hado por 700a rs., penhorados a Francisco
JosBelem, por execugao dos herdeiros de
Antonio Marlins Itibeiro. Escrivo Cuiiha.
O Dr. Ignacio Firmo Xavier faz publi-
co, que mudou sua residencia para o seu si-
no na Passagem da Magdalena, que lica .10
norte da estrada entre a ponte grande e a do
Chora-menino, e ahi tem pteparado urna
casa de saude cora lodos os commodos para
o tralamcnto de escravos, cojos senhores
residatn lora da praga, ou que nao os pos-
sam curar era suas proprias casas : quem
para isto quizer-so utilisar de seus servigos
mdicos, que serao desempenhados com o
maior zelo, dirija-se ao pateo o'o Carmo n.
9, primeiro andar, ou no referido sitio di
to da manhla
para se uiscreverem. Antonio Eaidio da
Sillva.
?iolrilias de alu-
guel.
Alugam-sc mobilias completas,ou qualquer
traste separado, tambem alugam-sc cadeiras
em grande porgao para bailes, ou ciliciaes :
na ra Nona armazem de trastes de Pinlo,
deftonte da ra de Santo Amaro.
Oabaixo assignado, solicitador dos au-
ditorios desta capital, faz sciente ao respei-
lavel publico, com especialidades seas cli-
entes, que acha-se residindo na ra da Praia
sobrado n. 49. segundo andar ; as pessoa
que quizerem eucarregar de qualquer ques-
tiio, poderla procurar na mesma casa cima,
das 6 as 9 lloras da manhin. e das 3 da Urde
em diante, que sempre acbara prompto co-
mo he de costume.Jlo Caetano de \breo.
/ui Yo va 11. 22
Acaba de receber relogios'.de todas as qua-
lidades, tambera oculos para todas as vis-
tas, por prego muilo em conta.
Retratos
DO
Insigne actor lote Caetano dos Santo?.
Vendem-sc as lojas dos Srs. Jos Cardoso
Ayres, na ra da Cadeia do Recife, eSr. Jos
Nogueira de Souza ra do Crespo n. 2, pr-
ximo a ponte, a 2f500, 2^)00, lonl.umco
modelo o papel que be excelleole.
Traspassa-sc as chaves da melhor loia
do Passeio Publico 11. 9, por estar muilo a-
freguezada, propria para qualqer
ATTINCAO'.
Precisa-se de urna ama de leite, paga-se
bera : na ra da Cadeia do Recife n. 20.
Acha-se venda um escravo com 1!
-Da-se a juros a quantia de 1:200 rs., annos de ida"
sob firmas a conteni, ou *
ade, pouco mais ou menos : a
r =ES = sxs.ssbzscsjs raffls&jnasrtttt
lanlcrnss, |ar.os le porcellana, la etes e
alcatifas de sala, csMnles, livros de cirur-
gia, bancas para escrever, guarda livros,
guarda roupa, guarda veslidos, loilele de
mogno, cointiiodas dedilo e Ue Jacaranda,
lavatorios de mogno com pedra, ditos sera
pedra, m.irquezas, leito francez, cama (le
ferro, mesa elstica para jantar, aparadores,
guarda louca, cadeiras modernas para sala
de jantar, quarlinheiro, ricos aparolhos de
porcellana para jantar, sobremesa, e para
almogo, cstojos de atnputacao e para tirar
se dir.
Offerere-se urna pessoa para encarre-
gar-se de cobrancas, tanto nesta praga, como
lora della : a tralar na ra da Cadeia do Re-
cife loja n. 6.
Marlins n 62.
- Precisa-so de um porluguez quo en-
ten la de planlagoes para tomar conta de
urna borla em um engeiibu peno desta pra-
ga, adanes se o bom tralamenlo e or.lena-
de sua pessoa : a tratar
primeiro an lar.
ra Nova n. 50,
I'recisa-se alugar utn preto ou preta, | do, e pur isso exigo-se que d conbecimento
escrava, para carregar taboleiro de fazendas '
em companhia de urna pessoa : a tralar na
ra do Hospicio 11. 3.
A pessoa que aununciou ter um sel-
lim com todos os perlences para vender, ap-
parega na ra do AragSo n. 19. Q
Magdalena. Prego-3/000diariosexcepta- piante com fazendas ou sem ellas :
sanguesugas e opara-
amio conferencias,
ges
Precisa-se alugar um preto possante,
embora seja bruto, para trabalhar mensa-
mente nesta typographia, dndose o sus-
tento : na livraria ns. 6 e 8 da praga da, In-
dependencia.
Aluga-se um sitio na passagem do rio
Capibarlbe, por todo esto mez :' quem o pre-
tender, dirija-se ao armazem da ra o
Bruin 11. 24.
Precisa-se alugar um molcque para o
servigo de una casa eslrangeira : na ra
Nova n. 27,estabeiecimeato de pianos
Precisa-sede duas amas forras ou cap-
tivas, sen lo urna para ensaboar e emtom-
1 mar, o outra que se encarregue ao cozinhar,
,. ,11, .1... .,.,... '.._!. 1. .
na mesma.
pnnci-
a fallar
Precisa-se de uina ama para lodo o ser-
vigo de urna casa de familia : na ra Novr,
sobrado 11. 23, segundo andar.
SI
--- Precisa-se de urna criada ou criado que i as quaes deveiao ser de boa'cuniiucta'uem
..iba cozinhar para urna casa de pouca fami- esliver nestas circunstancias, dihj.-s'e a ra
larga do Rosario n. 38, segundo andar, onde
se diraquera precisa.
lia : a tralar no Hospicio casa do Dr. Mendes
da Cunha, junto ao quartel.
Os abaixo assignados, com loja de ourives
na ra do Cabug n. II, confronte ao paleo
la matriz c ra Nova, fazem publico, que
estao rundiendo ronliiiuadamenle as mais
novas obras de curo, lauto para senhora
como para Jiomens e meninos : os prego*
coulinuam razoaveis, e passam-se tontas
com responsabilidade, especificando a qiia-
lidade do ouro de 14 ou 18 quilates, lie indo
assim sujeitos os mesmos por qualquer du-
vida. seraphim Ctlrmo.
MUTILADO
ILEGIVEl


DIARIO
i I "
ENAMBUO, SEXTA f'EIKA ai DE AItlL DE 1857.
| IKIIHAS PRECIOSAS. |

Aderecoi de brilhantes, :*
.> diamntese perolas, pul- ..
tt \eiras, alfinetes, brincos |
S e rozetas, boloes eanneis *
i de differenlcs gostos e de g
9 diversa pedral de valor. *
* s*
* 1
j$ Compram, vendem ou *
5 I roca m prala, ouro, bri- gs
j lhantes.diamanteseperp- 3
g la?, e outras quaesquer *
jjj joiasde valor, a dinheiro
* ou por obras. *.;
sS
LCJA
do
Cabuga'
Boa
eceliem
n. 7.
por to-
dos os vapores da Su-
ropa as obras do oais
iioderno rosto, tan-
to de Franca coi (>
w MKS.&.3 -*> -4 *
OURO i: pn.vr.v ?'
; Aderemos completos de .-
*> ouro.meiosdilos, putcei- '
ras, iltineles, brincos e ,
,1 rosetas, cordSes, (ranee- .<>
lina, medalhas,crranles
' e enfei!os para rolocio, e
.] oulrcsinuilosobjeclosde *
j ouro.
*j Apparelhos complelos, .*
^j de prala, paro cha, ban- >
* colheres de sopa edech, ?
ES e muitos outros objeclosgg
V de prala. .?.
-.?..*. i- .*:>; ?':>'! :'-.:*: s
de Lisboa, as quaes se venuem por
proco coombinIo como costumani.
C0HSLT0R10 HMEOPiTHICO
00
Onde seacham sempre os mais acreditados medicamentos, tanto em tintura-, como
em glbulos, e preparados com o maior escrpulo e por procos bastante commodos :
lltECOS FIXOS.
Botica d tubos grandes. .
Dita de t i
Dita de 36 ii ii
Dita de 48 d
Dita de 60 ii
Tubos avulsos a.....]'
Frascos de tinturrademeia onca!
Manual de medicina horneo, athica do Dr. Jalar com o dic-
cionario dos termos de medicina.....
Medicina domestica do Dr. llenry .
rratamento do cholera morbus .
Repertorio o Dr. Mello Moraes .
10/000
15-5000
205000
255000
309000
19000
25000
205000
10*000
2/000
6*000
- s -
3
pj
CJ ^
t o C3 g ca 2, C=3
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h-3 , s O -CJ Sjjg f=3
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= -/ 8 5 0J
o
a
e

a
I
a ra do Trapiche n t
ha para vender superiores charutos de 11a-
vana, c o verdadeiro tabaco caporal de llun-
kerqe.
A i]uem gosla de passaros.
Vende-sel ema. i ciriemas, 1 tucano, 2
canin.lcs, 1 arara, 3 perequitos contrafeilos,
Dcarauuas c 1 macaquinho decheito, opii-
mo para prsenle per ser lilho, por preco
commodo, vindo ha pouco de Caruaiu" : na
na Imperial n. :19.
Vendem-se duaa moradas de casas ter-
reas, na ra Imperial : a tratar na mesr.ia
ra n. 53
Veiide-se urna taberna no Corredor do
Bispo, por seu dono ter de retirar-s<) pura o
mato : a tratar na mesma, das 7 horas da
inanhria as 9 da noite.
Vendem-se tres caixilh s de 10 a 12
pa|mos de altura e 3 a de largura, de bo-
tar em pe, proprias para loja de sapatos ou
mesmo para alfaiata i qnem os pretender,
dirija-se a ra jo Nogueira n. 49
t%
35 O
fe-3
Attenco
m T* es co
J.
^3 m 5 2
O) Ji O- 03
< --. H '1
i-
r.
O
o
c
s-
c
S
peridades dK pelle, conserva a frescura e o
lavelludado da primavera da vida.
Afcrico.
> < ,v.t i-rnm.v,; -. u j Scientifica se a quem convier, que a revi-
J- a ? ^?. P h' ueStabeleCMaS sSo ^ pesos, medidas o balancea, principia
no_RjP.de Ja.ie.ro. na ruado Hospicio o. 40,ldo ,. (io correnlM flndar no Lulnfo e j
nho : na casa da aforicSo, no pateo do Ter-
qo n. 16.
vendo um annuncio publicado em urna das
folhas de Pernambuco pelo Sr. Bartbolomeo
F. .de Souza, preveuindo ao publico que o
verdadeiro xarope do bosque so elle he
quem vende.prevenimos ao aaesmo publico,
que o nosso xarope be remeltido do-ltio de
Jrneiro pelos cima proprietarios ao Sr.
Manoel Alves Guerra, e este senhor. fez o de-
posito para ser veodido na pharmacia do Sr.
Jos da Cruz Santos, na ra Nova n. 53, ni-
cos por nos autorisados para venderem o
nosso verdadeiro, e mais preven irnos aos
senbores consumidores, que ha perto de 5
annos os rotlos collados as garrafas sSo
assigoados por Henry Prlns, como procura-
dores dos cima proprietarios. Rio de Janei-
ro 13 de Janeiro de 1857.
BarUiolomeo Francisco de Souza, leu-
do o annuncio dos Srs. R. C. Yates & Com-
panhia no Diario n. 17, em
mente verdadeiro o xarop'e
se vende nesta cidade na pharmacia do Sr.
Jos da Cruz Santos, onde fez deposito o
Sr. Manoel Alves Guerra, que recebeu delles
proprietarios, declara ao publico, que nao
duvida seja falso o xarope de bosque que
tamboril vende em sua botica, mas assevera
que elle he comprado aos mesmos Srs. R.
0. Yates & Companhia, do Rio de Janeiro,
como provam os documentos abaiso :
RIO DE JA.NE1RO 8 DE AGOSTO DE 18.'i6,
O Sr. Bartbolomeo Francisco do Souza
comprou a II. C. Yates i\ Companhia '
4 duzias de garrafas com xarope
do bosque a 540000.........2165000
6 duzias de 1p2 garrafas com xa-
rope do bosque a 275000......1625000
I DEHfISTA FRHICEZ. I
Paulo Gaignooi denlista, ra Nova n. il : *
'..i na mesraa caa tem agua e pos denlrifice. A
etinara de
ego &Barreto, no Moi>-
teiro.
No deposit) desta refinaria, na ra da Ca-
sempre assucar re-
dea do Reci
tinado de su
n. 30, ha
[erior qualidade," tanto cm po
que diz aer s- \ como em torres e em pSea, por prec,o mais
le bosque que \ commodo d^ que em oulra qualquer parle.
ara os jovess
ni mor idos
Yendem-se ricas folhas de papel pbanla-
zia paraescrever, cada folha com a compe-
tente capa e urna brela de cola com qual-
quer dia da semana, pelo barato preco tle
60 rs., 100, 200 c 300 rs. : na ra do Quei-
mado, na bem conhecida loja de miudezas
da boa fama u. 33
Suspensorios de
borracha milito (inos
Vendera-se suspensorios de seda c seni se-
da, muito finos, pelo prer;o de 15000, I$200,
1/600 e 2/,0 par : na ra ilo Queimailo, na
bem conhecida loja de inmdezas da boa fa-
ma n. 33.
Sola de qualidade especial, vende se
no armazem do caes do liamos, de Francisco
Figueira deSaboia : a tratar no seu escrii-
torio, ra de Apollo ti. 5.
Arados de ferro
Na fundicao de C. Starr ce Companhia, em
Santo Amato, acham-se para vender arados
de ferro de um modello e construecuo muito
superiores.
Aitenc&
Na ra Nova n. I, loja'que faz quina com
a ra tas Ttiticlieiras, vende-se um Trova-
dor, opera em quatro actos, com 61 paginas,
e tambem se vende a Campanilc de Giollo,
collecao de modas italianas.
Luvas de todas
as qualidades.
Vendem-se verdadeiras luvas de pellica
de Jouvn, preas e brancas, para honiem e
senhora a 25500 rs. o par, ditas de seda de
todas as cores e bordadas, com cuarnicoes a
25500, ditas lisas tambem de seda e de to-
das as cores, para homem e senhora a I;,
15200 e 1#500, ditas prelas de tOrcal, muito
boa fazenda a 15, ditas brancas de algodao
para homem a 940, 320 e 400 rs., ditas de
cores muito tinas de lio da Escocia para ho-
mem c senhora a 320, 400 e 500 rs., e ou-
tias mais qualidades de luvas, que se ven-
de barato: na roa do Queimado, na bem
conhecida loja de miudezas da boa fama
n. 33.
Vende-se um preto de nar80, bom tra-
balliador de cnxnda, machado, foice, e p-
timo purgador : na ra Direita n. 31, pri-
me>ro andar.
BATATAS.
As batatas viudas pelo ultimo vapor, ven-
dem-se no armazem de Barrse; Silva.
Charutos de Ha va-
na : veiideiti?se em casa
;.ee j. Asu Y & C-.
Vende-se nina preta de 40 anuos, pou-
co mais ou menos : na ra do Torres II. i,
por Iraz do armazem inglez.
Arroz pilado a 2s400 : no trapiclie
do Hamos.
Velas de spertuacete atne*
ricaiias.
No escrptoro do Domingos Alves Ma-
(licus. na i na de Apollo n. 25, ha para
vender em lotes a voutade dos compra-
dores, muito superiores velas de sperma-
lOdJCO
8ellins
patente inglez.
Sao ebegado* e acliam-se a vendaos verdsdeiros
e bem contiendo* sellins inulezes patente : na roa
do Trapiche-Novo n, 12, arma/.em de fa/endas de
Adamson llowie ^ C.
v companhia,
N. O. Bieber
Cruz n. 4, verntem :
Lonas da llussia.
dem inglezas.
BrinzSo.
lirins da Russia.
Vinho de Madeira.
Algiido para saceos de assucar
O da
da[Facas, garfos e
colheres.
Vendem-se as melbores facas de calw de
R. Ii o marr,ln 'lufi se P,Mle encontrar a 15a a duzia,
*"'lllia ditas de cabo de halanco muito linas a C-i
vende-se cm casa ''U7la. ditas de cabo oitavado e rolico a 3S.
de N. O. Bieber a Companhia, ra da t.ru/ ditas craradas a 35200, ditas de chifre de
n. 4. yi:ido a 49400, ditas para sobremesa com ca-
Laa | vestidos. '',:,:!:.,.,a?nl0^53_'lil'sc? cabos roncos
Aigodaoz;
para saceos de assucar!
Vendem-se corles de laa para vestido,} de
muito bonitos padroes, c com 15 covados
cada corte, pelo baralissimo preco de 5-5000:
eiicbn- i na r"H do Queimado n. 22, na bem conbeci-
Na ra do Queimado, na bem conhecida
loja de miudezas da boa lama n. 33, enebn- | na ra do Oueini.
tra-se sempre completo soriimento de ade- da loja da boa le.
recos, brincos e rosetas, pulceiras e allitic-^|o-(jtl<> lHOMNfl'O.
tes, ludo preto, propriamente para lulo, e
que ludo se vende mais barato doqueem
oulra qualquer parte.
lie
po
por n
cote americanas verdadeiras,
preeo.
ussulins de
cores
i

chincha.
Vende-se algodao monstro, com 8 palmos
de largura, muito proprio para toalhas c
i lencoes, pelo diminuto preco de 600 rs. a
vara : no loja da boa f, ra do Queimado
ECHAMISIO mi BC
rinquedos pa-
ra meninoSg
Vendem-se diversidades de obiectosde
aQO, muilo delicados e pruprios para meni-
nos brincar, por presos muito baratos: na ;
ra do Queimado, Da bem conhecida loja de | NA FUXDICA O DE FEIt RO DO FNGE-
miudezas da boa fama n. 33. '......*........ -
BICAS BONECAS FR/NCE
IE0
H A 320 SEIS O CON AO.
c'.'j N en mu-.uliiiHS de lindos padiTies e uauilu lar-
? -os, pelo prego de 320 o covado.
... -.^:J'.J...'.;.--.rJ ...' '.,,'-...'l'.i.''.;;vl,",.;-, .'
Ven.le-sc um o. timo cabiiolct com
arreios : vc-se na ra de S. Francisco, co-
cheira do Sr. Carueiru Motuciro, e ajusta-so
na ra Nova n. IV, segundo andar.
Vendem-se sapatos brancos do Araca-
ty de superior qualidade. em porr;oes gran-
des e pequeas, por barato preco, assitn co-
mo farinia de mandioca, saccas grandes :
na ra da Madre ,ic Dos n. 2
Vendem-se relogios de ouro, do afa-
mado fabricante James DulT : na ra da Ca-i
dea v'elha n. 41.
Vende-se doce de goiaba muito lino
na ra da Cadeia Velha n, 41.
Z4S.
Vendem-se muilo lindas c bem vestidas
bonecas francezas, grandes, pelo baratissi-
mo preco de 25 e 25500, ditas vestidas de
noivas, e cada urna no seu carlao a 3/000 e
39500, preco que nilo ha quem deixe de dar:
na ra do Queimado, na bem conhecida loja
de miude/.as da boa fama n. 33.
Planta da eidade do He
cfe
Vend-sc a planta da cidade do Reci fe e
seus arrabaldes, fela pelo Sr. Dr. Jos Ma-
mede Alves Ferreira, por de/, muris: na
livraria n. 6 e8 da praqa da Independencia.
Mappa das distancias da
provincia.
Na livraria n. 6 e S da pra?a da
ttlISL
^^S5
.-:;>
i
u
Me cheeado a ra d Queimado n. 19, es- f 'A
la nova l.zeii la denominada DLQl E/A, .'';
de riquisimo to de I90OO o covado. i'J
Rs. 378^000
Recebi o importe cima, do Sr. Antonio
Joaquim Vieira de Carvalho. Uio de Janeiro
8 de agosto de 1856. Por K. C. Yates e;
CompanhiaJos Paulino Baptista.
Rconheco verdadeiro o signal supra. Re-
cife 8 de agosto de 1856.
Em f de verdade.
Manoel Hilario Pires Ferrio.
RIO DE JANEIRO 18 DE FEYEKFIKO DE
1857.
Os Sis. Constantino Comes de Faria & Fer-
reira compraran a R. C. Yates o; Compan-
hia :
4 duzias de garrafas com xarope
do bosque a 545000.........216/000
6 duzias de Iri garrafas com xa-
rope do bosque a 275000......162/000
Rs. 37*5000
Recebemos o importe. Por l\. C. Yates &
CompanhiaW. C. Cerwartt.
Nos abaixo assignados declaramos que
compramos o xarope cima para oSr. Bar-
tholomeo Francisco de Soua, de Pernam-
buco, em virtude de sua ordem de 3 do cor-
rente. Rio de Janeiro 18 de fevereiro de
1857.Constantino Gomes de 1 aria & Fer-
reira.
Rconheco ser verdadeiro o signal supra
de Constantino Gomes de Faria iV Ferreira.
Rio 18 de fevereiro de 1857.
F.m f de verdade.
Pedro Jos de Castro.
JOHN GATIS,
crrelo:- geral
E AGENTE HE LEILOES COMMERUAES,
11. 20, ra do Torres.
PRIMEIH ANDAR,
Mpraca do Corpo Santo
RECI FE.
CotiUnu.i-M' a comprar bronze, latao
e cobre velhd : na fundicuo do Brum ns. 6,
8 e 10 de I). Kv. liowman.
- Compra-s urna escrava mo^a, que
cosa bem, eiibomme e cozinhe : a tratar na
ra do Trapiche n. 14, primeiro andar.
Comprarse urna casa trra com com-
modos para familia, as freguezias de Santo
Antonio, S. Jos e Boa-Vista : trata-se na
ra Augusta n. 17,
Compram-.se 2 escravos do 14 a 16 an
nos: a tratar no escriptorio de loaJoa-
quim Dias Fernaudes, ra da Cadeia do Re-
ci fe.
Cotnpra-se efl'ecU va mente na ra das
Flores n. 37, primeiro.andar, apolices da di-
vida publica e provincial, actes das compa-
Cartas france-
zas muito finas para vol-
tarete.
Vendem-se finissimas cartas francezas pa-
ra voltarele, pelo baratissimo prego de 500,
600 e 800 rs. o baralho, e tambem se vendoui
portuguezas a 300 rs. : na ra do Queima-
do, na bem conhecida loja de miudezas ua
boa fama n. 33.
Vende-se um banco de carapina, novo,
duas pedras que aervem para soleiras de por-
ta de quintal, outra para hombreira, urna
pequea sacada para algum suppiimento;
cujos objectos foram sobras de obra : na ra
do Rtngel n. 21. Vende-se tambem cousa
de 100 lijlos de Iadnlho: cm Olmda, ra
de Malhias Ferreira. casa n. 28, ou na 1 inme-
diata, a fallar com o Sr. Conzaga ou como
Sr. Kirmino.
SA6CS COM EIJA l-
LAlNHo
Vendem-se no armazem da travessa da
Madre de Dcos n. 15
le miudezas da boa f, na
rua [argado Ros rio
n. 55.
a a o liga loja
vendem-se miudezas e quinquilleras por
presos muito baratos, como -.baixo se decla-
ra : linhasde nvelos, de meada e rarreteis
de 100 a 200 jardas a 40, 60 e 80 rs ditas de
peso a 60 rs. a meada, agulhas francezas
curls ecompridas, agulheiros de metal li-
nos a 100, 200 e 40 rs., litas lisas ordinarias
a 60, so, 120 e 160 rs ditas linas lavradas,
de quadrosa 320, 400 e 480 a va>a, ditas lar-
gas a 480, 600, 70D. 800, l-< e 1-5100 a vara,
palitos de logo bons a 20 e 40 rs., e caixa
grande a 120, e ditos de barril a 200 rs.,
Oblas, e da-se dinheiro a juros, em grandes franjas de algodao para toalhas 120 e 200
c pequeas quantias, sobre penhores. | rs., ditas de seda a 400 e 500 rs fitas de vel-
Qiieima-
DO N. 21 A-
o covado*
com toque de
A 'JO0 rs.
Chita franceza matizada,
varia, a 200 rs. o covado.
ROM PIANO,
O Dreco faz admirar.
Vende-se um bom piano, novo e cm bom
estado, so por ser de mesa he que se vende:
ua rua Bella n. 18.
n loja
as seis portas
EN FRENTE DO LIVRAMEftTO.
Vende-se nscado francez de cores seguras
a 160 o covado, cortes de cassa chita a 1?280,
lencos brancos com barra de cor a 120 rada
um, lencos de retroz pretos e le cores a 1/,
chapeos de sol de seda para homem, com to-
que de mofo a 48, 1. neos de seda fiuos, bran-
cos e encarnados a 19 cada um.
'
Sellins e i elegios.
SF.I.I.INS e RELOGIOS de palete
Inglez : a venda no armaz<-m de
Rustren Rooker >' Companhia, es-
quina do .larno do Corpo Sanio nu-
mero .18:
delicia, vende-se o
das dinerentes villas da cidade entre si,
reUcSo a capital da mesma, a milreis.
Deposito
Mil 1110 DAVID W.BOWMAN, ,vA
RUA DO BRUM, PASSANDO O ollA-
FABIZ,
ha sempre um ?rande soriimento dos seeuinlesoh-
jaclos demecliauismosproprios paraei%enlios',a>a-
ber : moendas e meias nmendas, da mais moderna
conslrucran ; lai\asde ferro Tundido e balido, de
superior qualidade e de lodosostmandos ; rodas
dentadas paraai;ua ou animaes, de Indas as prnpor-
ciies; criMisc boca* deforuallia cresislrosde bo-
eiro. afioilhoes, bronzes.parafusos e cavilliSes.moi-
nhos de mandioca, ele. etc.
NA MESMA FUNDI^AO.
se etecutam lodas as encommenilas com a superio-
ridade j condecida com a devida piesteza ecom-
modidadeem pre^o.
Fotass' e cal
virgem.
No antigo e j bem conhecido deposito da
rua da Cadeia do liedle, escr ptorio 11. 12,
Indenen-1 ha para vender muilo superior potassa da
mappa das distancias, llussia, dita do Rio de Janeiro, e cal vircem
- de Lisboa em p-dra, ludo a precos muito fa-
voraveis, com os quacs licarao os compra-
dores satisleitos.
da
* ,bri-
Rio
Comprarse una cabra .costumada a
criar menino : na rua de S. Francisco, so-
brado n. !, e na livraria n. 6 e 8 da praca da
Independencia.
Coipra-seuma negra de 40 annos de
idade, t|uesej forte e robusta, e sem acha-
que ai^uoi, elsaiba cozinbar com perlei^iio
o diario de urna casa de familia, assim como
tamb rr: se troca por outra que nao sabe co-
ziuhar: a fallar na rua larga do Rosario, loja
de louca do SH Joaquim Antonio Pereira.
Compram-se os dous lomos do Flos
Sanctorum, que estejam em bom estado ; em
casa do sacnrisluo da ordem terceira de S.
francisco.
Compral-.se urna escrava preta,
saiba bem engbmmar e coser
ludependencia| ns. 37 e 39.
que
5Ben&$3.
..et :o(lo fac limo.
Na livraria da praca da lujepeudencia n.
6e8, vende-se o methodo l'acilimo para
.aprender lur, novatnente irapresso e ace-
mentado, por mi! res.
Vende-se
par de consoloa
ima .duzia de cadeiras, um
urna mesa redonda, um so-
la, tudo de Jacaranda ; u:n candelabro de 5
luzes, c um pan
cada
una, um >ar de lanternas. um candi-
do serpentinas de 3 luzes
eiro francez, todo junto ou separado : na
rua do Borlas, bis* terrea com a frente piu-
lada de azul 11. 62.
Vende-se una escrava crioula, moca
ledo bonita ligui'a : a tratar na rua da i.a-
Ideia do Recife 1 2.
Acbam-sela venda urna porcio do ps
j de coqueiros, eAi esta lo de se plantar, no
n-1 pateo da Ribeirf, armazem de farinha n. 7.
casas,
SEGURO CONTRA FCG0.
Companhia Alliance.
Eslabelecida cm Londres, em mar^o de l24.
Capital cinco rriilhoes de libras esterlinas.
Saunders Brothers & C., tera a honra da
forcaar aos Srs. nsgociantes, proprietarios
ea quea mais convier que esto plenamente au-. DE MUiTfi RAMS frSTOS E ,'mPri,ias a
torisao'os pela dita companhia para effeciuar segu-1"" M^ .yiW^ UTOIVO Si peonas de ac
ros sobre edificios de lijlo e pedra, cobertos do i
tlha e igualroenta sobre os objec'.os queconliverem
os mesaos orificios quer consista em mobilia 011
tu fazendas ao qualquer quaiidade.
He chegado loja do l.ecomte, noaterro
da Boa-Vista n. 70, o excellcnte leile virgi-
nal de rosa branca, para refrescara pelle, ti-
r pannos, sardas e espinhas, igualmente o
afamado oleo babosa para limpar e fazer
crescer os cabellos, assim como pA impar-
tila.de lirio de Florenca para brotoejas e as-
(ABATO
Vendem-se milito ricos jarros de porcelana
para llores, rico:, pares de calungas para ci-
ma de mesa tanucm de porcelana, tinleiros
de muito gosto, fe paliteiros, tudo de porce-
lana e por prego que nSo deixar de servir
a quem gosta duque he bom na rua do
Queimado, na bekn conhecida loja de miude-
zas da boa fama n. 33.
Vende-se Um preto proprio para todo
servico: na rna da Guia n. 9.
ludo preta e de cor a 200 rs.. 240, 320. 400
rs., 19 e 1-100, bicos de linho lagos de 3,
4, ., 6 e 8 dedos de largura a 240, 380, 320,
400 rs. e 180 a vara, rosetas pretas de massa
a 200 rs., 240, 280 e 320 o par, brincos de di-
versas qualidades. pretos e de cores, canoli-
Ihos crespos e lisos, papis de rebique lino-,
milio branco e amarello, frasquinhos de tin-
ta boa preta a 120, 140 e 160, ditos cheios de
tinta mais fina a 20(1 rs., linteiros de vidro
de cores cheios de tinta a 400 rs., vidrinhos
de tinta encarnada lina a 240 e 320, frasqui-
nhos empalhauos de zine, proprios para es-
ptrilos, para quando se va i ao banlio ou via-
gem a 1-5 e2> cada um, crtizes e vernicas
de toilas as estampas, rosaiios e bentos do
na pra^a da Carmo e Dores, oculos de rica vista com aros
de metal branco, doorados e de ac, g tam-
bem ordinarios, pentes de alisar, ordinarios
e linos, de b*leia a 120, 320 e 500 rs., ditos
para alar cabello, de chifre e mas>a a 210,
320, 400, 600. 800, I9 e 1/400 cada um, ditos
ile marlim linos e ordinarios a 500 rs., 60d,
800 e 1-5 cada um, boloes de setim e sarja,
modernos, para casaca, ditos para colletes,
aderec >s pretos com seus perlences a i?,
15200,19400 e 1.-600 cada um, apitos de osso
011 marlim a 100 rs., 120 e 160, meias llan-
cas linas e giossas para senhora, ditas para
homem, brancas, croas e le cores, tesouras
linas e giossas de diversos precos, ccslinhas
enfeila las com seus pertences para,jnenina
de escola a -2-:,oo, 3-, 3/S00 e 4, (calendarios
diarios, mez e dia, cartas do logar ordina-
rias o muito linas a 320, ',11o, 500, 600 e 700
rs. cada baralho, jogo de vispora, contando
tudo a I/cada caixa, caivetes linos de 3 ci
folhas, o mellior que costiima haver a 1-200,
i-ion e 19600, botos de linho muito bem
fciiosa ISOagroza.vidrinhosde toilas asco
rea muito proprius para enfeilar bonetes,!
is prtuguezas e francezas, curtas e
40, 60, 80 e 100 rs. o papel, I
ac e pato, caetas de diversas
qualidades, ludo bom c barato, hotes de
abertura de diversas qualidades a 40,60, 80,
das seis porta
Em frente do Liyrameu.
Vende-se riscado para colchos a 120 o co-
vado.
Vendem-se na rua Direita n. 15 velas
de carnauba de 6,8, 10 e 13 em libra, por
menos .preco que eai oulra qualquer parte,
assim como tambem cafe muido liquido, su-
prasuino a 28" a libra, para bem servir os
freguezes
Velludo rico para forrar cairos, com
to .'os os pertences, vende-se ua rua da Cruz
u. 10
--- Fm casa de Henry Brunn & Compa-
nhia, rua da Cruz 11.10, vendem-se pianos
chegados no ultimo navio, qadros com
moldura, cemento romano, cognac em cai-
xas de urna duzia, velas de composi^ao,
conservas em latas.
CEBLAS.
Ja desembarcaraai as ceblas de Lisboa, e
vendem-sc no armazem de Karros & Silva.
Vende-se carne secca de Buenos-Ay-
res a 49000, de Montevideo a 45500 cada ar-
roba, boa : na rua da Praia n 4.
IEIAS PhTAS U LA
e alijo iao para padres.
Vendem-se superiores meias pretas de
laia, pelo barato preco de 1800 o par, ditas
de algodao de superior qualidade a 600 rs. :
na rua do Queimado, na bem conhecida loja
de miude/as da boa fama n. 33.
Leques muito fi-
nos.
Vcndcm-sc leques muito finos, cura Diu-
rnas, espelhos o bolotas, pelo baratissimo
prego de 25 e 39500, ilitos sem plumas muito
boa fazenda a 15280 ; ua rua do Queimado,
na bem conhecida loja de miudezas da boa
fama n, 33.
de rap prnceza
ca de E. Gasse, n<
de Janeiro.
Vem!e-se a preco commodo rap (no,
grossoe meio grosso, da acreditada fabrica
cima, chegado pelo vaporS. Salvador ; na
rua da Cruz 11. 49.
Vende-se a verdadeira graxa inglesa 11.
97, dos afamados fabricantcs--liay & Mar-
tin, em barricas de 15 duzias do potes:
em casa de James Crabtree A Companhia,
rua da Cruz n. 42.
elogios Je pate .*
oglezesdeouro, desabnete e de vidro:
vendem-sea prerora/.oavel.ein casa de
AugustoC.de Abren, na rita da Cadeia
do Recife,armazem n.^C.
vende-se,por preco commodo,superior
vi nho do Porto em barris de 8." : na rua do
Trapiche n. 14, rscriptono de II. A. Guerra.
Em casa dellenr. Brunn & Companhia, na
rua da Cruz n.K), vende-secoenaremcaiiinbas de
duzia.
'I
Vende-se cal de Lisboa ltimamente chc-
gada, assim romo potassa da Russia verda-
eira : na praga do Corpo Santo n. II.
TAIXAS PARA ENGENHO. -T
~Vi fundipao de ferro de D. W. BcwmanE u
ni, d Brum, passando o chafariz, coniintu ha-
lar um completo sonimepto de taixes de ferro f un
-Ido e balido de 3 a 8 palmos de bocea, as qaae
cwam-se a venda, por epreco commodo e com
progptido; embarcam-soucarregam-sa emear
ro sen'dospeza ao comprador.
Era casa de Saunders Brothers C. praj
do Corpo Santn. 11,ha para vendoro so uinto
Ferro inglez.
Pixeda Suecia.
Alcatro de carvo,
Eonas de linho.
Esponjas.
Drogas.
Algodao lizo para saccas.
Dito entrancado igual ao d Baha
E an conplelo soriimento de fizendas proprio
para este mercado tudo por preco commodo.
Vende-se superior lionas de algodao
brancas, e de cores, em novello, para costu-
ra, em casa de Soulhail Mellor & C., rua do
Torres 11. 38.
ASoinhos de vento
combombas derepoiopara regarhortaseba
xa decapim : na tundicaode D. "
na roa do Brnra ns. 6.8"e 10.
Potassa refinada em latas de seis
libras.
0 antigo deposito da rua da Cadeia do Re-
cite n. 12, recebeu agora urna porcao de po-
tassa r. finada de superior qualidade, em la-
tas de 6 libras, que se vende por prego ra
zoavel
o&nos
cobertos e descobertos, pequeos e grandes,
de ouro patente inglez. para bomem e se-
nhora de um dos melbores fabricantes de
Liverpool, viudos pelo ultimo paquete in-
c oitava.los a 35, colheres de metal do prin-
cipe minio finas para sopa a 6a a duzia di-
ms para cha a 35000, e outras mais quaida-
1 w d".r,5"a e colheres, trinchantes e amo-
lador de Tacas, que ludo se vende barato
11a rua do Queimado, na bem conhecida loia
de miudezas da boa lama n. 33. J
Botos para pa-
ntos, colines e piinlios
de tamisa.
Vendem-se abotoaduras muito finas dr
madreperola para colletes, pelo baratissimo
prego de o00 rs., ditas muito ricas de todas
as cores a 320, 400 e 500 rs., ditas muito fi-
nas de madreperola para palitos de meninos
e homens a 500 e 640 rs., atacadores para
punhose collarinhos de camisa, de muilo
rico gusto a 400 rs., 800 e 25000. ditos de
cornalina para casacas a 300 rs., e outras
muitas qualidades de abotoaduras que se
vendem muito barato; na rua do Queima-
do, na bem conhecida loja de miudezas da
boa fama n. 33.
PENTES DE TODAS AS QIAI.IDAES.
Vendem-se pentes de tartaruga para caliello
o melbor que se pode encontrar, a 5a, dito
de baleia imitando o mais que he possivel
aos de tartaruga, a I/, tajMt e 15500, ditos
mais ordinarios de baleia a 240 e 320 rs.. di-
tos de lartaruga para alizar, lornidus e mul-
to bem feilos a 45, ditos de mailim, fazenda
muito superior a 15500, 21 e J>, ditos de
borracha de muito superior qualidade a lo,
ditos de bfalo verdadeiro, muito finse
bem Teiios, a 64", 80o c 15, dilos a imitagSo
do 11 me.,me a 15, ditosde baleia muito bons
a 280, 320 e 400 rs., dilos de bfalo verda-
deiro, muito bonitos e bem feitos, pioprios
para su'ssas e enancas, a 32" rs., drlos de
marlim muilissimo lions, fabricadoseaa Lis-
boa, para piolhos, a 800. 1SOOO e 19300, di-
tos pretos de bfalo tambem para piolhos. a
500 rs. : na rua do Queimado, na besa co-
nhecida loja de miudezas da boa fama a. 33.
Para as senlio-
ras de bom gosto.
Vendem-se ricos eslojos de Jacaranda,
proprios para costura de senhora, pelo ba-
ratissimo prego de 29500, 49. 9, 79 e 89OCO
camnhas para guardar joias a 800 rs., 1/
15200, carlerinhas muito delicadas proprias
....,,, .,.,, ,,,, 1,1.1.1.-i paquete 111- ---'-', a. .ei nina> mullo aplicadas proprias
glez : cm casa do Southall Mellor o. C.', rua para senhora e meninos a 800 e 500 rs. te-
do Torres II. 38. snnrss iiiii't.,.iti.r. i,n*o -__-__.__"* ."
fcil
'!> +
Em casa de Rabe Schmettau & Companhias
rua da Cadeia n. 37, veudem-se elegante,
pianos do afamado fabricante Traumanu de
i la 111 bu 1 .'o.
I-ai transferido odeposito desle tarop para > ho
lica dejse da Cruz Santos, na rua Novan. 53'
jarraras 59500,0 nieias3j000, sendo falso lodo
aquel!.' que nlofor vendido neste deposito,pelo
quesefez opresenli aviso.
IMPORTASTE PARA (MMICO.
Para curile plilysicaem todotosseusdilleren
------.---------T--J-------------------------......tu u.ucj, iiuuissinias Hits vr.rl.s e
lesur.os.querinolivadaporconslipacees.losse todas as larauras Ir.nr.. aI ,, h
astlima.pleuriz.escarrosdesaodue, drdecof- ,1.,.,,,' Jf, tr,"cs c todo
astluna,pleuriz.escarrosdcsan^ue, drde coi-
lados epeilo, palpi.irai. no eoTaclo.coqueluche
bronchile, dorna ear^anla, o lodas asinoleslia
dosortian pulmonares.
Veri c-s taboado e pranches de pi-
nho de.Soccia, proprio p&ra armagiio de ar-
mazem de assucar.
Paos de pinho vermelho para mastaros.
Chumbo de niunigo.
Folhas de cobre.
Metal amarello e zinoo para forro, com os
competentes pregos.
Alvaiade de chumbo c de zinco, cm p.
Tinta branca de oleo.
Papel lino de escrever.
Vinho especial do Rheno e do Porto.
Rua da Cadeia do Recife, casa de C. J. Asl-
tey $ Companhia. '
Oculos e bonetes
de todas as
souras muilissimo Unas para costura, de
todos os tatnanhos a 500 rs., 09 19800 c
1520(1, ditas para unhas tambem mito finas
a 800 rs., 15000 e 1/200, linha de peso mui-
to fina para labyrintho a 100 rs. a mead 1-
nha, ditas para bordar a 100 rs., 140 e ICO
lindas raixinbas com grampas a iCOeSOfi
rs..carlescom 14 e 24 pares de clcheles
ftancezes a 80 rs.. 100 e 120, mhis de car-
releis de 200 jardas do autor Alexaadre a 80
rs o carretel, ditas de 100 jardas de mesmo
autor a 40 rs., caixinhas com agulhas fran-
cezas a 160, ditas com agulhas de papel
preto a 280, carteirinhas com eg. Ibas fran-
cezas a 320, agulbeiros muito bonitos com
agulhas tambem francezas a l0 e 390, cai-
xinhas com 16 novellos de linhas de marcar
muito linas, azues e encarnadas a 3S0, ricos
boutes de cores para vesiidos, ou roupinhos
de meninas a 60O rs., 800 e 1#a duzia, ricos
agulheiros de ago e Je marlin a 240 e son
rs., dedaes de ago muito ibnilos e cada um
na sua ciixtnha a 500 rs., almofadinhas de
militas qua tdadesfcroprias para pregar alli-
netes o agulhas, pulceiras de variarquali-
dades, riquissimas lil.s lavradas e lisas, de
d;
Agencia
fund cao Low-Moor,
rua e Stt.zulai Nova
quadades.
Vendem-se oculos de todas as graduages
com delicadas armages de ago, pelo barato
pregode 800 rs. e Is500, ditos com armages
douradas e praleadas a 15200 e 1;500, dilos
com armariin de bfalo a 1500, ditos com
armagiio de baleia a 480, ditos com armagSo
n de metal branco a 400 rs., lunetas de um so
vidro redondas e quadradas com aro de b-
falo a 500 rs., utas de dous vidros tambem
com armaeSo de bfalo a 15500, ditas de um
s vidro re iondas c quadradas com aro de
tartaruga a 15200 e 15500 : ra rua do Quei-
mado, na bem conhecidada loja de miudezas
da boa fama 11. 33.
Naloj-. da !>oa f
vt nde-se mais batato
Se 1
11.
42
Neste eslabelecimentn continu'a a haver;
Claudio Dnbenx
vende plvora inglesa a 139, Ose 159000Iri. o
barril de 25 libras.
Algodao liso
copira, oom peque
que do 'varia
Vende-se na rua do Crespo, loja da esqui-
na que volta para a rua da Cadeia.
... ...... ..-.-._ ..\f>?,-^;~>i{r>,'-.f, .-. .
Sl-
0 to-
o
Sil
-
' Ven re-e
b : um Ciinrielf
Cocneira,
rna Nvn n. US
y
um cirro novo de qunlro rodas,
!e duas rolas, um;i carrocdl
'* rodat, prcparoipara renovar r;ir-
ollat., ci\ui, parafaaoi para rodas,
lanternas, velas, vaquetas, [Mnno,
i*ztrroSa. nisrroquni, Colhelrai en
. -. vermzadas, estovas pata lavar carro, e<-
ponja,cantura, eseovas pan arreios; ludo
3p por preco commodo.
;"-;'.."..'- .: \ru:".r\.r'.':* ^
m "" **
.... ra, II
*-,' cnuro-
> aalao.
um cmplelo soriimento de moendas e meias
moendas para engenbo, machinas de vapor
e laixas ue Ierro batido e coado de lodosos
tarnatihos para dito.
Para nsascates
e bocef eiras.
\ endem-se duzias de raias de massa para rape pe-
lo banli-simo preco de 6IU rs.,duzias de lezouras em
.cariaoa IJOOOe I521111 e Brandes I.-20, duzias de
I coixinhas ile pao cun palitos de foco a 210 rs.,Olmas
de pentes de chifres muilo bons pura ahzara|lj200,
I duzias de pentes de hal-a para alar cabello a 29200
e 26O0,dozia de navalhai para r-arlm a I9600,grozas
de boloes madreperola para camisas a 600 reis.dilas
muilu linos de igala a 160 res, roza de tioloes li-
no, para calca a 280 res, cartas con 25 penles de
allinelea Un reis.dozias da penles de balea rara a-
li/ar a :?, arozas de vellai para sapatos a 560, du-
nas de caivetes finos para aparar ponnas a 29500
e 3?,dozias de gaitas [armnica*) a 1-2011 e IJIOO,
duzias de torcidas para candis iros a 80, reis arozas
de marcas para cobnr a 100, 120 e 160 ren, pe-
a- de Irancelinjiai'a benlinlu.a a ]-Ju res pulceiras
encarnadas mulM bonilss para Sra. a meninas a 200
rs.,du/.ias de iniadinhas de Indias prelas a 240 res,
pecas r.ni 10 vara* de filado is a 320,360 e i"ii
re-, duzias de lapes a lofl 1-., ilu/.s de canas rom
jis-ivt I :
Crosdenaples preto muito bom, o
covado 240110
Canto preto muilo" lino, proprio
para lulo, o covado 960
Corgurao p:eto muilo fino rom sal-
picos. proprio para colletes, o
covado 4-5000
Panno fino azul, o covado 3/000
Lengos pretos de seda para grava-
la, meio lengo l000
Meias preta.' de seda muito supe-
riores, o par 2-5000
Case mira de qnadrinhos pretos
muilo lina, o covado 1/0O0
Cortes de colletes de fuslao 500
Ditos de ditos de dito lino uuiiu
Ditos de dilos muilo superiores 1/600
Crosdenaples de seda de lindas
cores, o covado 25OOO
Cortes de vestidos de fazenda de
seda muito linda 18/000
*etins lisos de cores, o covado 800
Veos pretos de fil bordados ce seda lOOlio
Cambraias adamascadas, proprias
para cortinados, pegas de 20 varas 7/000
Ditas para cuberas, de,bonitos pa-
droes, o covado 200
e alm disto ha um completo soriimento de
fazendas linas e grossas que vendem-se por
pregos tilo commodos, que niuguem deixa-
de
^------, ^ .... iuu.1 aa cores
e larguras, Utas de velludo a bertas e lisas
bicos muito linos de linho ede varias lar-
ffllfj. He'dV de '"',s 'r8ur. Jabado
aberlo de linho, loucas de Ua para criancas
e outras miiitissimas censas, que tudo se
vende mais barato do que em outra qual-
quer parte: na rua flo Queimado, na bem
conhecida loja de miudezas da boa fama
" PEIFilttiAl
muitiasimii finase ue mui-
to bons gostos.
oilernd"" Piver, simples e ambnada em frascos de va-
nos lmannos, banflas muito finas e de mui-
tas qualidades em ricos vasos, espirilos c
extractos muito linos e de muitas qualidades
fin. HS de muil "osl- abneles muito
linos e de muitas qualidades, agua de lavan-
nfJni!le.Za' l2C,"1,' n,uit0 boa. vinagVe aro-
n^ tico tambem inglez e mui.o bom.extraT
os m..lo linos proprios para bolso de es-
todante, esceoci. de ros., pom.d. fr.ncer.
mono boa, macassar perola muito bom c de
todas as cores, dito oleo, pos par. denles,
pastlha c oulras multas perfumaras, tndo
muilo fino e de muitos gostos, dos melhores
fabricantes da Franca e Inglaterra, e ludo se
vende barato na rua do Queimado, na bem
conhecida loja de miudezas da boa fama
n. .1 1.
Tachas de ierro.
Na fundicSo da Aurora em Sanio Amaro-
e tambem no deposito na rua do Brum loco
na entrada, e defronte do arsenal de mari-
nha, ha sempre um grande soriimento de
lachas, tanto de fabrica nacional como es-
irangeira, Latidas, fundidas, grandes, pe-
quenas, rasas c fundas ; e cm ambos os lu-
gares existem guindastes para carregar ca-
noas ou canos, livres de despeza. Os preco
saoo 1 mais commodos.
Varaitii s e jrad s.
L'm lindo e variado soriimento de model-
los para varandas e gradaria>, de gosto mo-
dei nissimo- na lundigao da Aurora em San-
io Amaro.e no deposito da mesma, na rua do
Urum.
Moendaa superiores.
Na undigo de C. Starr Companbi 1, em
Santo Amaro, acham-sc para vender moen-
das de canna todas de ferro, de um modello e
construcgSn muito superiores.
H : *p$
&
Ai ti nco.
Fogio no dia 16 do crrente mez o preto
Just,o, cnoulo, com os signaos seguimos :
altura regular cheio do corpo. sem barba,
com falta de dente- na frente, calvo de car-
regar peso na cabega, muito regiisU, be
bem conhendo por andar entregando assu-
car pelas tabernas, tem sido encontrado por
diversas pessoas conheridas. e diz a ellas
que anda em servigo de seu >cnhor ; por is-
... <&%& i*y
-.- <*r

v.5

I
Na taberna
Soledade, chegou
eiiB
A UAS.
glande po lad i da igreja ila
rande porgao de saccas
100 rs. e 120 cada um, boloes para caiga, de : com muito bom iniltio, e vende se por prego
ossoelouga, ditos para camisa, de luga e commodo.
madreperola a 40,60 e SO rs. a duzia, gra:n-: .5 i B I at.
pas superiores em caixinha a 120, micangas ^01111*0 ltf* llS^f S*0
de varias cores para gaiolas, papel de peso j ^*V U UC 111311 *%
bom, almagoe (le cores, trangas de lila para Vende-se couro de lustre francez, o me-
veslidos a 40, 60, o0 c lOO rs. a pega, de seda Ihor que pode haver neste genero, pelo ba-
a 240, 32o, 400 e 500 rs. a vara ; pois istoiraio prego de 55 a pelle : na rua do Quei-
alem dos pregos serem muito commodos, mado, na bem conhecida loja de miudezas
ludo ho muito baralo o bom. 'da boa fafVa n. 33.
tvTUTODrj
de vestida de loda grogara, biqainhos de (odas as
larguras, e baralo-, retidas de lodas as largores,es-
pilh -, cerias de vinl.i, lila- de laa de Indas as en-
res. lilas de linbo braneai e de cures, didaes, agolnai
de todos os Dameros, lilla de seda de todoi i.s neme-
ros, pennasde palo.eaia* de cbifre, rotarlos, culbe-
les de Ierro, retroz de luda a- cores, vernicas, lilas
deheira prela obraoea.grampas.elodoo mai que-e-
ja necessara- para completo soriimento de bocelei-
ras e mscales e que todo se vende mudo mais bara-
lo d que em nulra qualquer loja, na rua do Quei-
mado, na bem coubecid.i leja de miodezas da" boa
fama 11. 33.
Ligas de seda
para senhora.
Yendcm-se superiores ligas de seda para
senhora, muito b.onitas e de muitos pa-
droes, pelo baratissimo prego de I520O,
O500 e 2#000 : na rua do Queimado, na
bem conhecida loja de miudezas da boa fa-
ma a. 33.
ILEGIVEL
ia de comprar; assim como chapeos do TT .
Chille muito linos, que se vendem por me- n,5i- <'S e- tnr.Z m>deoi prender e levar a w Direita r.. 7f..
.'(i. I Fila- ni.i ....II ~--------
pense das.
.. .rue '..rasileii..
hak 'ias de to(iasL"e.fdi.n.o.,i,e Va,'-t'11110'<* sa*.
- .. ,iU""' tz*.is mu v iiiuu inulto iiiiu. uiu" au veimcni nnr mm ** ----- '".- (. v tim
; colchis, a .20 rs linha. branoa. de novellos de .0- I nos que em on ra paite : na rua do Ouri.nT r"!,mlc"1 prend.-r e levar a rae 1
de vellido de loda a grogora, biquinhos de ((lasas. "." Fu8>o de bordo uo br.ue
as ([Ualidadei
Vendem-se meias de seds branca para se-
11 1 ----- -.-....*, , altura regular, secco do cot'm, roslo eoea-
pndo, barba senada e cria, .uissa, cl-b fnlu
de denles na frente, e crjBtta ,dar vestido
com paleto, c calgado ,,uem o pegar levoo
a bordo dodilo nav.o, junto ao caes do Pas
nl.ora, o melbor que se pode encontrar a seminen ll .
35500 rs. o pa., ditas pelas lamben] muito f.? 5 .1 ? ca!,a Ue seu fonsignaUno
boa fazenda a 2:50o, Sitas brencas de alo- 1 '"er"' M "* do 1rP'rnp "
dao. muilo linas a 320, 100, 500 e 600 rs que -sera liem recompensado.
Fugio um moleque de nome Amar 1,
com 12 annos de idade, cor fula, olbos gran-
.., ...-------- ..... ., ^
ditas pelas tambem muilo liras a 400 n..
ditas de seda de coras muitu bonitas e pro- (! --------.__ ____.,
prias para baplisado de crianeas a 39000 '","s> pesJnas cumplidas, lesta de bieo, ew,
ditas cruas muito fortes para meninos a 40 ''"s a'"l;,t" he como o de papagaio, que\i-
rs.. ditas de cores de algodao para meninos 11 l' 'i&um^ cousa gago, tea em fcan.
a 210 e 3211, dUas brancas para meninas a! do lado do dedo mini
210 e 32"
inem a
cores d
a 4U0 e --. M .o v.u iv.in-uii.iue, na 1
bem couhccida loja de miudezas da boa fa-l____.
ma n. 33. 1 ,,,.
tas de cores de algodao para meninos I u alguma cousa gago, tea em rjM_
s 320, dUas brancas para meninas a a! m:ios do 'do do dedo mnimo um
320, ditas cruas e brancas para lio-S'8 como de verruga : quem o nevar I >-
160, 200, 210, 320 e 400 rs., ditas de I Ve," ? ru* d' c,dei* do Recife n- ou ao
de fio da Escocia tambem para homem i?- Jose BPll!,la Itibeiro de Faria na
e 500 rs.: na rua do Queimado, na I "nci1'
DlltlCCida Ima Ha miuHn-vao do k,,., r. J
PEKN...-.1VP. DE M. F. DE FAIA 1857:


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