Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07740


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Full Text
ANNO XXXIII R. 92.
Por 3 inezes adiantados 4$000.
Por 3 meze$ vencido* ijfiOO.

HUTA FHIU 23 DE ABRIL DE lI1
Por anno adjuntado 15S000.
Porte franco para o subscriptor.
/
K.MC\tlBK Parahiba o Sr. Joo Rodolpho Gomes "fatal, o Sr. Joa-
uhn 1. Pereirt Jnior; Aracaty, o Sr. A. da Lemoi Braga ;
ar, o Sr. J. Jce da Olivrira ; Vlaranho, o Sr. Joaquim Mr-
ate Rodrigue* ; Piaultv. o Sr. Domingos Herculaoo A. Pessoa
^eareoie : .'ara', oSr. luilioo i. Ramo ; Amaionaa, o Ir. Jero-
eiyroo da CotU.
*- v i: iii v
p al
-> monis
'llinil : i..-1., oo di., a4 I i> meta !>
l* .tai.....p-....-. i:....i... i:..,r.,, vi'.........
S- .....r*et" I'--l'.l.'lm, .V.,.,,,.,1,, l.,..... ,.
i>a, Horck V,:'.,-|,.||.,, i;,,.,.,,.,._ ,,.,, ,
'"'". leaiaea, *j*ifahaea, Rio-Fonaii-e, i ...
saletaa-refras.
10 tl.if.l. in nCa
Pin
(Ti
teiraej Raial
acorren. partero i
se
la lerfa-mra.
.q....... |n-
\ri>n:\. I \s ios TIlllU'N VI-'.S I>.\ CAPITAL.
Tribunal do commercio .- segundee e quintal.
Ixelar.no ; terras-friras e labbados.
Fazanda .- quenas e sabbados es 10 horas.
Juno do commercio: segundas as 10 horas quintas aa melo-dia.
Juizo da orphoe : segundas e quintes es 10 horas.
Timtira rara do civel .' segundee a eaxias ao meio-die.
Segunda rara do cirel: quartea a aabbadotao meio-die.
GPUEMERIDES ni HEZ DR ABRIL*
1 Quarto crescenle as 11 horas e l4minutosda tarde.
9 La chela a 7 hora e !) minutos da farde.
17 Quarto minguante as* lloras e i- minuto da manha.
24 La nova as 4 llorase 85 minutos da tarde.
i'ltKV.I.Mt IIK IIOJE.
Primeira es 2 horas e 1K minutos da tuanha.
Segunda as 3 horas e 51 minutos da tarde.
DAS DA I
I.M.WA.
211 Sagunda. os Pr,i/eres de N. Senhora.
21 Terca, s. Anselmo are: Abdcalos e Silvio Mu).
22 Ouarta. Ss. Soler e taiu l'p. .Mu.
23 Quima. .. Jnrje ni. ; s. Adberlu b-
24 Seita. s. Fiel de Siguiaringa ai. i.: Ss Honorio e Milelo Ub.
35 Sbado. I* Marcos evangohsu- ; s. Hermiuo ni.
26 Domingo do Bom Pastor c segundo depois da paschoa.
EXCARREGADOS DA Mil* kii-caO NO SU.
Alagoaa.o 8r. Claudino Falcao lim ; Baha, a te. D. uflll
Bio da Janeiro,o Sr. Joao Pereira Martn.
em I1 II BUId
O proprielarlo do DIARIO Manoal Figoaire* de farra, a* aaja
linaria, prac* da Indapeodencia na. a 8.
PARTE QFFIGIAI.
QOVERNO DA PROVINCIA
IMm. a K\m. Sr. Tenho a lionfa|de remcller a
V. Exc. as inclusas .lemnnslraeea dos saldos exis-
tentes lias difiranles raixas a cargo ilo Ihesoiireiro
desla Ihesouraria no da IK do crrenle.
Dos guarde a V. Kxr. Ihesouriria provincial de
"ernamhuro,-JOdc abril de IK..7.lili,,, c Kxm. Sr.
Dr. Joaqiliifl Pira li'rna,.. P.-riell* .-,. p
denle desla provincia.O contador, .eivtn.ln d<> in -
/flor. Antonio Carda/., ila Mueito1. ton.era.
|i*mon.-lrcan it.i al.lo afjenla '>a raixa e*peeisl
das ipoliCM -ni IR .1; aliril .le l\ .;. '
Saldo em :tl de marro p.
E* cadete2.' sargento Hygino Jos Coelho de, se proiluiin em favor da Hefnrma administrativa.
o I Esle movimento, dirigido especialmente pelas cas-
srjenlo quarlel-meslre l'ranci.co Pedro Iteran.I .
ra.l.i. M,n.ii- se roinmereantes e burguezas, pareca ler por ub-
_. cauele Manuel dnnralves rtodriciics franca. r '
Koi apprmado simplesmeiile m meantes mala- | J*" Mw"Mir Ha gOTCrna w pfoceMOl quidos na
lindo ....
Riveila .! I -. .1,1
le-ii/.a iliem .
Saltlu .
. l.tUtlMOxMMI
------------------j:!h:.iiKi-nim
.... :-:.IHIrsl'i
ras,
t. liatalho de artilharia a p.
t.' cadete-J.-sarsenloDarlos E-leves de PrcitaM
iuimaies.
foi reprovado nal inc.mas maleriac.
'.." balal
! tai ^e" -- I-.
Kosam i >t -
il-i rtirTerenles psv
ar't, .-.itrino -le
ra ao alvo,
\'. bal
Srrsealo ttMiel.a|(ii< |
l.im
I." .-.irpeiiio S* iidmo Avra
-'.* racial" I.- inte ilo J
ll>. li
iAo de arlilliana a p.
Ioit)0)tli PiOl n- Ar'vir:
pl**riarn'ni*' na ain>eaip|ala
d a'in. a
fnfco e*p,)la '
hii asa, i* peliilo, e rmi
illlSv de
afanlraris.
vn* i..tni..
1 inr
Iiti:t)i-Jii.i
Caita do esercicio de 1856 a IKYT.
Saldo em 31 de marro p.
rindo......TKtfOOSSSI
Receila de I IH do cor. Hi:16tC>577
---------------------:i::Ii;i.- i
|i'-pt/.i idem.........9l:-aU4yt:M
Vellosa rieiln.
qnin AWe* de KreilM.
alh.'io riV Irataularia,
. rldele I." saigc lo rlrunu Candido df Silva.
DitoLeupoldo da
I. srjenlo A 3li
administrarlo dos niteresies indintriaes.
Podia-se acreditar que a Kevista iNacional vinha
coadjuva-lo ; mas o seus primerroa ataque (orain
dirigida) ao contrario roulra a liandeira da nova
lisa.
i Tii-So aqi l'n qn . -.la iio bsneo d Wanclieler. da lanoel doTami
a. o1 ^!t.ii-'*V im,i 1. lireal-WertH>i, aa da iiar-
n Ipirns d'ferlo'pa daai > obfii. roln-aaas lem o di-
rrilo de criticar aq falzai m adininieirador'a >ri>.
I.i.raiici- nlli i"- '.' ... t> premolares o^a ireftw-
roa adminlalrativa ifaaiaia ertiitpreliandrr berii r|a"
! pretaa qui aa Revista Nacional cstaiia rooaede v,
: rnadjnvaloi. lie urna obra rujo prnsameiilo domi-
receitas lie ao menos de III por IIM) todo* os anuos, a i por doi anuos da empreza dos cirros finiebres.A' i O Sr. I. Cninlranti resnondendn ao precedente
dos caminhos ingle/.es, que IiiiIih sido de l'i por 100 r""niissAo de neuncios ecclesiasticos. orador, dil que coinu memhro da rommissAo de
em ISjii desceu a -1 por IIKI em 1833. lto resulta
evideulemenle da siluacau particular da Inslaterra
sol a relacao das vias de cnmmumcacAo.
Antes de ter caminhos de ferro, llalla ella evcel-
lentes estradas, nwfraifieo canaes que permittiam aos
liiodiirtos da industria penetrar fcilmente e cola ramenlo, e tome lvenlo,
nnuras desneas sobre lodos os pontos do seu 'errilo- Sala das r.cmmitades di a*-.emlilea legislativa pro
ra. Par ella.....-.... |... i- i ,,.... |.,,,. ''". > f o o--i.....I< IR"*. lo.
. M'OP'.A. Ca
Rocha Moreira.
tinbo Nuoes da Silveira.
finalmente o general ciiminaudanle das armas de- nante aind;- BaU se aclia coinple|dmeule desenliado
termiiia.queliqiies*rvindonacoinpanl.iadeaiiilicesinl,qilej, ,om011 im logll lllusirc na iraoram '
como adido, o Sr.atf tenante reformado Josc Fru- !..,_......,;... aanaa na impra-n
ci^co dos Santos.
/os .Inaquim Coellio.
baldo
. 2I:%390%
Caixa de depsitos.
Saldo cm .11 ilc mano p.
lindo......II:()W1T.
Receila de I a 18 do coi. J?>3i0
Hc-pc/..i idem.
Saldo.
1 i 1:0.7-MiV.
I:08fa:tan
i:i9:9Kl93a'
Caixa especial doealcamento das ritas desla Hilado.
Saldo mi 31 de nmimi p,
Hndo......6:102929*
Receila de 1 a 18 do cor. 159960
--------------6:1181251
espeza i.lem........l:MO}000
Baldo
1:71892.54
Caixa especial da conslriicc Saldo em de 31 marro p.
fi lirio...... 6219980
Un i-i I ,i de I a 18 do cor.
Dcspeza idem.........
Saldo ........
Caixa especial,da lotera-.
Saldo em 31 de inirco p.
Oudo.......K:962n578
Receila de 1 a 18 do cor. tMJBOO
Uespeza idem .
Saldo ,
lyiwtso
62699811
'.l:K.">3.M78
SOStaOOO
y:Uia.i78
COMMAMjO DAS ARMAS.
Quartal (eaiaral da coramando da armas I*
Parnanabaco au oldade do Hecife, em -J de
aJartl da 1857.
OIIHE.M DO DA R. 461.
O general commaii.laoie das armas, faz certo para
scienrij^^uaiiiijao e dcvido efleito, que o" govec*,
di'lwlrlaravlfr^Wf1aTasgcio la guerfa .le 28 o> m "
ultimo, arorosiir por niais tres mazea a lirenca
favor com qu veio a esta provincia o Sr. alteres do
5. rermenlo de r-sulla. la ligeira Horario de lias-
mo C.oellio : qun par "visos do refon lo ministerio,
dalados de 3 do rorrelo me/., diunou-se o me-ni
Kovemo de approvar a iiomeai^o do -T. alfares do
8. batalhao d^ iiifinlaria Conolaiiu de Castro a Sil-
va, para servir como aecralario da inspeeco do 3.n
dislriclo militar de inapeclorla, e conceller .ii-os me-
tes de licen^a de favor, pira ir a' provincia das Ala-
Ltois con.tuzr a soa familia para esta, ao Sr. alfares
do mesmo baUlfian ArMtdca Kallhazar da Silveira :
o que lado conslou do commuiiicages recehidas do
qoarlel general do etercilo datadas de 3 e i desle
inez.
Faz cerlo icialmenle que o Eim. Sr. tenenle ce-
ueral Barao de Suruby ajudante general do exere
por oflicio da 8 do mez cm andamento expedido pelo
respectivo depulailo na corla, aai seivi.io derlarar
que appruvava a pralira rstabelecida nesla iirovni-
cii, de eiem os cor pos lomecldos de aeneTos ali-
menlicioa por mel de contrato em hasta publica ce-
lebrado peraule os -omellios econmicos, hero como
o rorneeimento das dietas para os doentes em trata-
monto no hospital regiineolal.
Declara, oalro sim, para qoe seja averbado dos
respectivo assenlamcuti dos seuhores ofliciaes, c-
lleles e sargentos dos corpos em guarnicin nesla pro-
vincia, o resultado do exame porque passaraiu o
abaixu mencionados, da conformidade rom o dispos-
lo nos artiges 28 e 2!l do regnlamento da 31 de mar-
co de 18)1.
Foram approvados plenamente ain maaaaisele
arlilhana, aervic.j dsa peras de campanha, servito
aa pecas de balee, Ibeoria, e pralica do Uro : dela-
Ihe, escriplnrajao e rcaoomia :
." baialh.i.i de ..miliaria a pe.
CapitnJos Angelo de Morara Reg.
DitoTiburcio tjylario da Silva lavares.
DitoBrasil o de Amorim Reterra.
DiloManuel eodoro da Funseca.
Foi approvado plenamente no manejo d'arma, lo-
go, manobras de esquadrao : delallie, escriplurar^ao,
e economa,
Corpo do estado-maior de classe.
TenenleFrancisco Rapliael de Mello Reco.
F'oi approvado plenamente em manejo d'arma, fo-
ro, manobras da batalllo : detallie, ecriploraro e
economa,
1(1. halalhan de iofanlaria.
TenenleManuel Alexandrino de Mello Pilla.
Foram apprnvados pleuamenles na nomanclaturn
de peca e preparos, e de espingarda, e seo uso, ex-
ercicio de arlilharia de campa ana I de baler, miue-
jo d'arma, exercicio de fogo, e e 4. hatalhao de arlilharia a p.
I eadele-sargeiiio ajadanle Horacio Alve da
Silva.
I.- cidele 1.* sargento Jos Joaquim F'erriira de
Piivi.
(E8RIT WITSS-
Scenas da vida hollanleza.
POR HlLDEBIlASD.
IV
Conliuuarao.^
.. .t,e!" "p '""-onliei-o esta manhiia, disse a
liaruloftr. au llool, 0 qual aquecia>se ao fogo
lendo os bracos cruz, irios os cosas
A mim. senhor persanloa o mancebo sorpre-
o ; Dio lemhra-me de havrr uto a honra...
laso mesmo en pareebi. Ivraaa o sr. Van llnel
com om sorriso irnico, e olhan lo llil|IIHmei)|e .,,,-,
a mili de Cerril ;. fin no Btaak, mas observe! que o
senhor nao paiecia vernie...
De faci, ato o vi, responden Cerril corando.
Ol esses jovens saino, ilise aSra. Van lloei
ponto as mitos e ipertando enlre os iteelea suas di-
vas novas, oh eaaes jovens sabio' pararn ,ln ,,
atmosphera Un alia que nao veem mala a ninaaaat
laso beui pode aeonlecer ama vei dapassag-m,
nao be varda-le l'i-rril ? .Iisse a mil, a qual arliava
que nina csplirra elevada convlliha ao filllo.
Mellior fina que tul cnisa nunca aconleresse,
responden Cerril ; isso he 15o fura de piopositu rm
lllaak !
Sim, rospoodeu o Sr. Van II..el ergoendn os
hombro-com alTeclada Rratidade, atarnos em nina
cidade de commurcio, e llevemos conforinar-iios com
isan.
Nao lie o que eu queria dizer lornnu Cerril,
o qoil percebeu entilo que o Sr. Van lloel eslava
lisposlo a fazor episramms.
/ase j'Ki'/inu, i,oet
aSltERiOJI.
Mnvimenlo intellec mi. lulero-,o- melernies na
Inglaterra.Rom lacea, nislnria, revistas.Com-
mercio, navrearA i, caminhos de ferro.Paupe-
rismo, eioigrarao.
Como no anno precedente ha locar para assignar,
em 1855, certo relaxamenln na arlividade Iliteraria
da lirAa-llrelanha. A politica occilpava demasiado
Insar nos espiritns e deix.iva mui pouco desean o
para que os esr.ripldres coidassem em solicitar do
pnbliro urna allenro que Ules leria sido recusada.
Moilos daqulle* cuja pnsirAo era feila pareriam res-
peilar as preoccupac/ies do piiz,abslendo-se de olle-
recer-lhe as diver.-aie encantadores oo iusiruclivas
s|ue ja as tinliam fe^o amar e ouvir. Os novos au-
tores coin relien iiiuri lamhem qoe o lempo era pun-
co favoravel para unia estrea. Dahi essa eslenlidade
relativa, que sm divida vai cessar.agora que a paz
reslilue, a Inglaterra o de-canso e a rullur.i dos
prazeres do espiriloJ
Os romancistas mais populares, Ch. Dirkens e
riiarkeray, parecerafn esperta
caste dessas disposiijdes pouc
O primeico veio esrrever em Paris o novo roman-
ce que tinba concebido (| Pelite Dorrill ; o segnii-
do, depois de ter fetto reunir em volumes a Fami-
lia Newcome, romance publicado ao principio em
livracoes mensaes, parlio para Ncw-Yoik, na espe-
nan qiiotiiliaua.
As lellras soflreram muilas pardas lamenlaveis em
1855, As lisias necrolgicas que o Annutlire ja' pu-
blicoo, devem-se arrcscenlar f'olrlier, bibliograplio
,|ilinclo ; Samuel Rogara, poeta, critico, banqonro,
lino cnuhecedor em boas artes, e nilo menos recom-
mendavel por suas quali :ades pnrliculare*. Sir Sa-
muel Koger viveu qaaii om seclo uevenla a sele
anuos.. .Coofundio-se rom os maiores aconlerimen-
les e com os liomens mais celebres, vio passar duas
Ol Ires geracoes, muilas modas Iliterarias, e soubera
permanecer, no meio de todas estas mudancas, um
homem nolivel, eslimado e procorndo, o qu mu be
urna gloria mediocre.
Se a aclividadc intelectual se resentio considera-
velmente da prolongacao da guerra, nao acouteceu o
mesmo a aclividade conimercial. Pelo ennlrario,
parece que esla rcdohrara em esforcis para superar
obstculos que nasciam da siluar;ao. Na llalli que
lutar smenle a soppres pelas hostilidades existentes. Compria almdisso of-
frer os inconvenientes iiiherenles ao mo estado dos
negocios de varias colonias, da Australia particular-
mente, a sii'penso dos grande Inhalaos ,te cami-
nhos de ierro, a mu colhela do anuo procedente. A-
aimeie soirreraTeperl I Tf '"^ "U" **** -Varna empre-
to Iliterarias. hendedor do commercio inglcz cnnseguio Mi-lenlar o
nomnenlo das trocas em coudices favoraveis.
As cxporlaces qoe, anles da guerra, em 1833, se
elevam a !>8,!33,7S.i libras, nao diminuirn) em I8l,
qaaada a guerra ja romerava o seu curso, senao a
97,184,726 libras. Em 1855, na e afaslaram dele
naca de enco.itrar'lalvez 'leilore mimos' d.slra'bi- J,lc""smn- s'nndo u tabellas olliriaes, ,. total he,
doi. I"" esle exercieio, de 95,669,380 libras ; mas pode-
A fora estas pabjicac.es, apenai podemos man- *' "1"T f,e e"'s lahellas, que id eslavam con-
cionar llcliond oo Aventaras no Sal,a casa Ra-
lay,Mamiuon oo as Triinil-re. de urna rendeira.n
E-te ultimo rumaace e.n por autor nina miilher.
mi-lrsa Core.Lm ilHliino refugiado em Londres,
e qne ebegou a er o ingl-/. como a soa Mugar.
acta ; qun sapurir a inaoilleiencia do produca..
Macioual publicando ojaDotor Antonio,o em que se
eneontram scenas encialadoraa e inleiraineule ii.il de nina pnmair pbra. (a Lorenzo lienuni que
|hc conciliar! sull'ragios unan nies.~Tlinnu-y Hall,
aaaea de urna amiga: familia, p,,r Uulmo Lee,
que a II.mii de, I) nt Mociles lornoii rouliecnlo
em Franca, merece ser; citado no primeiro logar dos
romances de-le auno.
A poesa foi amia mi pobre qu o romance. A
excepcao de alean- varios de circunstancia que ap.
parsceram nos jornae,| entre om artigo sobre al
-'ssoes do parlamenlo eum arligo sobre o oirsmen-
lo, quasi que s lem a nos mostrar o poema de Al-
fredo tennyson, a ainda esle poema se prende boj
mai de om lado i pojemica quotidiana. He um
hymnn em honra da goierra, qoe parece ler si In es-
cripia para cnmhaler as con-ideraees mesquiuha-
menle venuomicassoh as qnaes a partido da paz
procarava sullocar o eolriusiasmo da Inglaterra.
Era historia, Macairlay piiblicou aa lomos III e
IV do seu gr.inde traballm sohe o aanaen da In-
glaterra, e o mellior elogio qne Ihe possa fazer.
be que licou na altura dos doos primeiros volumes.
I'ma oBiograpbia das |t. casa de llanova nao piidoria pretender ao mesmo
Iriumplio. Todivia esle livro, hehido em parle no
carioao jornal d lord Hervey, conten esclareriineii-
tos que nAo siio de-liluidos de inlrresses.He per-
millido cli-silicar enlre jas obras histricas a< moras de sir Roben Peeil. A primeira parle de.las
memoria acabara de apparecer : refere-se as gran-
des diacii-sSes e as crises poltica* suscitadas pela
quesliio da emancipado idos cath .lieos.
i hullas em ."i de j.neiru, o foram em dezeinl.ro deste
anuo, porque Board of Irada a adoploo um noto
modo da publicarlo. S ajunlar.-nos aos resultado-
v.rilicados aquellas que se referen) aos cinco diaft
supprimidns dos estados otliriaes, chegaremos a omj
letal qoasi semelhanle ao de 1854. A-sim, houve de-
cresciineulo no complexo das exporlacoes. Se os Es-
indos-Cuidos, ai ci lomas, a Russia. compraram
Inglaterra menos ferro, obras de n.adeiras. d- qun
quillanas, (a dim'iioicao dalle artigo lie qoasi rt.jtl
milliles de franco-,; em conipni-acao lloUVO cruel-
minio as quisicrs da Turquia, do Egxplo, da
Gracia, do Brasil, da Frailea, da Allninanha, e a ida
dos algodf.es rompeu cindas.
l.lnanto s mportaces, houve um movimei.to
anlogo. Como a colhela de 1855 foi boa, as inlro-
docres de Irigo e de balitas dimintnram ronsiilcra-
velmeule. Asam devia acontecer. Tambem se im-
porlaram menos animaos vivos, menos caf, clni-
manleiza, vinhn, l.i i e seda, mas lodos os outros ra-
mos de commercio apresentam augmento que fazem
m i 'e roiilrahalanrar.
No dominio da navegaran mercantil, o anno de
j I8.V> deu, comparativamente a 1854, urna diminui-
do insignificante. As entradas e sabidas do- navios
aaleaca rolaran) sobre um total de 15,370.265 lone-
ladas; linham sido, em I8.')j, de 15.760,918 lonela-
dns. Explira-se fcilmente e-la diranoltjaa insigni-
liraulr, ri'lleelindo-se que a guerra e os numeres >s
Iran-porlrs de que era a lale, deliveram longe dos
portos ingieres moilos navios narionaes, que nem
por isso deixavaui de eslar oceupados em operarors
locralivas.
Os algarismoa de c.ibolagem ollcrecem nm inleres-
so particular, porque a Inglaterra depois de algum
lempo afroxnu o rigor co que linlia por muilo lem-
po proscripto a roncur; icia dos eslrangeiros nesle
genero de commercio. Ora, v-se que, sobre..........
O Sr. llego Horro.':Fiea para a dm-ieMo.
<> sr. /. ,/e Hnrrot :Creio eatretaale aaa a
lie lulo e approvado o aegmnte parecer : ronsliluir in e poneras nencarregdo rspecialinenle comnnssAo para ..o.le for esta indicarlo nalnral-
A rommissan de con-liluir.lo e po eres veriticon de eslud.r a qurslAo a que se referi o nobre depu- mente Ihe dar' o lim que laem tido aa aalras ; por
o dipl.ima ib. Sr. deputadn supplente 5lanoalF.de I do, uto pode dallar de defenper e da censura isso, Sr. presdanle, pesan permitiste para rluer
Paula Cavaleati de Alhuquerqiie, e o adiando que em parle Ihe fez o honrado memlirn. Reronhe- sunpre ilguma aaaaa -obra cada ama dealas baae.
ronl>.un., rom a arla da apurarao geral, estando o re que, era rada da alnucncia de Irabalhns, e mas- Com a primeira base truno em vista realiaar orri
mearon senhor inrliiidn ao numero dos chama KM par mo em conseqnenca dos incommodos de um dus peiisainenlo rn.iii'iado poi um illu.tre a-la !i.|
e-la assenil.iei : ba de parecer, que preste elle jn- inemhrns da coinm-siio da ron.tllinra... o,lo lem es- porluguez a Si. Silvestre Pinh-iro rtizia ell,
ara Irabalhot podido -er aprsenla los com a neces-a- creio que na aaa "hra intiluUdartflexnes na brevidade. mas que Umh..... he verlade nAo se a ronslituicio do Brasil, ele,nne as delibrente *'
' I Ind, -. ti:-. .. ..,.,...,.,. .. I.,,,. ..-.,r.h... ,r.-....a.s ....,.,v,.aiO :., ... ...A.
'*..........""" 1,,r' '"' lalwpellaoao. 4* iomi bo- 4nro ore........ .... ..r.ia.-r........IsaaaajMhi o.,.-
,-. tv-ai i-r.i I.I-..I i...... ir sa d- qual .. j-rol' do a* rrapaeti m ranaaran d
aoode poderla irliar a rarrsalla a que refere .. .te :.u,.-rn.. i..u.---.n pan
rreln do soxernn, alien .1* eielhotiR*ei< podar amic- lltapraraa.
lii o -...i |#.' Waaao
->n r-'.ic- da-, in... anea aill.ieuria u> Irlhalhaaa na vilo ra... iiav.
leri.Mll.i. i| r-se.iil..r i. jii.c. da ool.ill-.a .. ata loa pala a-- .
I...I..-.I, -. i-/- o ,-... ,- ,ii... ,...r,i,iai,to -ii.' ..-.../. rf *.,,;.,' i .ib, i aal II aaan
"""-..... lamben d*n..... parecer reapet-, a,n......reaai* ata parata* la., atara m- in. d.-
la .... pro,e,-| menil i bn o ausmaata nados, eojj commioau snccial iWience. sobra tal.
O Sr. Segundo Secretario pro. ede a leilora da i Pela basa; saiiuo.lj. be qoe se comliloa vardalei-
acta da sessSo anterior, que tinha deixado de ser lida \ ramete o senado provincn.1. qoe sendo dictado 4o
zer para ci.egar a rondiM.e- nnrmaes de troca cutre O al.a.xo a-signado, membro da commisao de por nao estar sobre a m--a. algoma sorle pelos meamos principio, do -rinde do
as diversas provincias de um territorio mui exten-o. 'allallca, alteudeiido a que I divtsto larrilorlal I Ach.indo se na antesala i Sr. deputado sopplente imperio, lie por esle m.alelado
Assim, explica-se um relo que, a' primeira Villa, al",*" ;'*0d, ''."' P"nc'vl'" ,1iver.sos "a rtv"a M",:"'1 ,;- de ,'', C"*W>,i. rte. Albaqaerqae. que Iluanto a terceira b..e, por 'ella marca
ni i '"* l'r"Pr"i'i.de particular ; observan to que a un-; vem tomar assento c leudo ja sido approvado o pa-dnrarto para a e"uoda raroara
pareca ineomprehaiuivel em urna rusto tilo nolavel- ca raza de proximidade ata he snllicienie para se recer. he o mesmo Sr. inlroduzi.lo na sala rom as i ranle a conveniente e..,belid.1
mente dolada romo he a Inglaterra da espirito de I desmembrarem territorios de urna comarca ; cons-1 for.nali.lades do esixlo, presta juriment e loma as- nossas deliberaroes.
_____.. ._. a ._ iliir iinl,. .tu,. .- 1. -..in.- ,^a (<. I- ; I*..a .... n r... ^. .1 I inLi a
|U
da
ai>er|ic.oai nm *v-|.|ila d. r..,i,,Tt.ii.ir ...... >
II.na ; o,uas. (.,,- ...i i podiam abril -.- ,abl-
K'.l I-''-...;... o.de ns in-.-.s ,|;. irai.-por*. <-
lavsii. .nuil., in*.i adianl.dos,, "- camiahos de l'i -
ro reo .ritman-, bio melborainanto inlioilameati mais
.sigi.ali. ie.-t- qn* t j|.r..a.o .le aoruvilar lodo.- ni
inler.-.i-s qit. ...linao. lpala d- m.iilo leu.p... .,-,
Ci.n-.qnancia 'la i-i.>.i da> aoaaas -.liada, da"'
BeaaB riol, dos uo*aol caaaas. Andoiuos mais da-
i>.
If.- lirio .- i ii s iii.(..Moi." o fsointr parares :
. i retn..:.. i-> .fe -.l'lt.li.M al!.i. ten.lo a..-r-
.l.. >..>.. >lo. '. I.tii/ .1- 1 ll.'lq.ierqul' Maraulio
1..... Marqaai B-'albo-, hi de paioca qe n aiop-
la a ....'mili. i-.i,.i,,.;.., .
.\.i. I. Firan. |>- rlen.-e.. I. a fretoezia -.-.
raarra ue Pao d Aloe, js aospidMis Aldea Carauba
... I. ar..l.....ei.i.
tu. -/ I-..-..I. : r-o-i-I i- ..- .li-,... I.-.".< .u.r.io-
Ir. ri.-.
Sala riaicommloea llide abril i!a IIS'.T.Na-
-.-.,/.
aaeaa Us.-I-I. .. a.
Iir.ri. ,,ini. BPMa n.-
,./ -1 salario.,.!* n*
i. aatfaaeaqto aaraaW-
pres-a, porque linhamcs muilo mais caminbo a fa- cimento Porlell...Ca.neiro Jnior.
ama
de modo que aa-
a Iradirea 4a>
| deraiidi. que soh esses pretextos ja foram separados i Hala.
I diversos engeiihos da comarca de .Nazarelh, e que a OSr.l.tlr llarroji\Sr. prendante, leudo de
empreza e do poder que dio os capilaes.
Releva desgraradamcnlc arrescenlar que a admi- assembl-"deve ser"ca7ialosa" a"res'peii'o'de taVsTles- I apremiar urna "i hraraa'e de"ri'.iirr-u"MMa
Irai.Ao das companhias ingleas nao se distingue em memlirare-, a deve manler a pos-ivel eslalnlida.le : casa que se digne de prestar-mi al^uma allen-
geral, nem por muila ordem, nem, se nos referirmo.' em lemelhaiile as-umpto, he de parecer que os re-
os procesaos escandalosos que liveram luear. or I"*"'1!''!." dot |.etirioiiarios sejam indef.-ridm.
moita moralidade.
por,
Paro da a--emhla legislativa provincial de
Umais famoso desles processos : Pe.nambuc. ls de abiil da 1857.Antonio A Ivs
fui su-cilado pelas dixisesorcorridas enlre a coin-
missao e o presdeme do EatteTH Counties failumy
As accasaoei mais ignominiosas foram Iroradas de
parle a'parle. Arrancado primeiramenle da -na
sede de presidente, Mr. Wadington solTrcu depois
todas as violencias de que be capaz nma asseml.la
prejudicada nos seos inlereses. Finalmente, o le-
tal dos accionistas devia ser chamado a pronunciar-
se ; a maioria o suli-liluio no seu posto e deraillioa
eommissAo. E-le escndalo nao he um laclo sota-
do ; .se lem reprodu/.ido, enihora em menores pro-
de Sour.a Carvalho.
He lido e adiado, por Icr pedido a palavra o Sr.
. de l.arros, o seguidle parecer:
A roimnissao de pelicao a qoem foi presente o re-
qucrimeiilo de F^ugonio B.oussonne, pretende a um
privilegio exclusivo de 15 anuos para eslabelecer
nesla cidade e seus arredures os carros sullicicnles
de transporte, sujeilando-se a laxa do prero e ao
sertico com promplidto ; allendeiido a que s pri-
vilegios su devem er concedido! para aquellas em-
prezas, que IraXOOda grande provello ao paiz peri-
ca,o com a permtate ampia, de modo que soa in-
Iro.iiiccAo dependa inteirainente de semelhanle ron-
cessilo, endo que docoiilrano c'les se oppuem a sil;
porroes, no gremio de mullas unirs companhias. I doulnia de livre coiicarreiina. reco.onieiidanili o-
Assun, para acabar d'ora avante com estas discus-es | breludo p.-la scicncia econmica e reconhec la co-
irnlai.les entre accionistas descoolentes e seas admi- [ ""' a ul"ca 1ue ,le caP" 'la lra,er H '"" vanla-
n.slradores, Mr. Slepl.enson] propoz, 'm meema !,"'," 21 10,,,,,i!,fue 'l"l'dade nos producios di.
... Mi'-. Duin aaevtanf .industria ; considerando qae -egondo estes princi-
puDtico, tima eombtoaeto, segundo a qual os admi- | pos he mais conveiuenle deiaar o preco as osr.itla-
nistradoies (rivariam com os accionistas, salvo a lo I CACa do mercado, do que lxalo ; be .le parecer,
mar para si o exce-so da perdas, ou -upporta-las ',"' "Ja i,l,lef'r'da a su. pretencao.
. Sala das coinmis-ies 17 de abril de 1851.A. Ca-
Sir Roberl Peel da' conlu nilo so do c .mporlamen-! --">^.177 toneladas que os aaviul que se entrecava a
toda muilas personagens importante-, mas lambem
Ja >ua proprla, pois que ja rcpresentuvi um grande
papel nos negocios.
. lie um livro a que cuinpre recorrer, especialmen-
te quaudo se leu o iuleressante e bello Irabalho que
M. Cuizol acaba de puhlicar na a Rcvae des Jlleui
Mondes sobre esle estadista. seui qua leiiha a
mesma imporlancia, as ..Heaiorias de sir John Co-
Ckbuuia i o.tem pmiiienorcs |preciavei.
Al Reviilaaa conservam 'a elevada posicto qoe
bao adquir lo. Toda a gente sabe que sao numero-
sas na Inglaterra, e com lodo im' 1855 fundou-se
urna nova sob o titulo de "Revista NacrtnuL A sua
appanrilo coincidi com esie grande momnrnlo que
eibetigern hilo Iraaiporlada, 811,252 toneladas s-
mente foram roberas pelo pavilbAo eslrangeiro. Nao
he urna rivilidada mu lemivel.
A industria dos transportes por caminhos de ferro
e>lii longe de fazer (Ao boa ligara. Ha muilas cousas
para esla desproporrao. O AMUUirt de 1855 ja is-
signalon o mal que as companhias se lizeram reci-
procamente por um exceso de coiicnrrencia. Mas,
esla cansa nflo he a antea. Assim, posto que a maior
parle das companhias lenha acabado por se en-
lender, alim de allenuar os inconveniuiiles de-la n-
validade desei.freada "ato vemp melhoramento al-
gum cnusideravel nos resultados do sen Iralicn. Ao
psso que cm Franra a progreasilo kilometrira das
lodas, se os producios realisadia forem inferiores aos
prejnizos. Por meio .lc-la combinara i, os adminis-
tradora poderiam tratar a seu bcl-prazer os nego-
cios, e os accioni-tas aim se qner leriam o direilo
de exame ; ma-, n'nm pila eut que se COStBIDI svn-
dicar Indo e ili-rulir Indo, tal eombioicio nao pare-
ce stisceplivel de fazer fortuna.
As drapezai do piiupt-risiuo foiam maiores em
18.-. do que em IS".i. pois que o iiuinero dos pobre*
succorri los elevo-,ei i,,,.,,,,,.,.^ ()r,,rjaii.-.i.
le dita -. pmz. ; Gallea, de 114,500 a 152,194. A
9"*"JjJiendo viuvas e orpliAos nal lamillas de
oi'MHis e ae marinhciros, devi, uore-sarumente
aionar esle resullait. As localidadea rnai mal-
. Middlesex, l.eice Chesfer, Moiunnulh, Brdlor.i, Woccealar, ele. Ob-
s-rva-se decrescimei.to apean em Sanea, Dorham,
Saflolk, Cambridie e Oirord*. llom
valcanli.Mello Cavalcanti.
Lido, he adiado por pedir a palavra o Sr. I.acer-
da, o seguinle parecer :
A eninmissiio de Irealroeetla publica, a qoem foi
remedido o requerimeulo do prof-sor de inslruc-
ra.. primaria Silvana Thomaz de Sooza Magalbaes,
que pede a gralilicai;ilo currespoiidenle a quarla
parle de sen ordenado, por ler rouiprido as eoodi-
rf.es impostas na lei, lio de parecer que elle lem di-
r.ito a dita grallfleafao, desde o da cm que firam
preenebidas i- mramai rondices.
Sala das rnmini-siies 17 de abril .le 1857.Dr. P.
Baptiita.Si Pereira.
ele.
Sr. pre-nlente, um dos maior*. deleito, tat ma-
sas assemhlas prnvinciaea eala" na falla des., e.t.
beli.lade lao neressaria ao nosso credila, aa pro-
seguimenlo de nosso, tralialhoa, e ate dirnla
indispensavel para o resp.ilo de oo..,i. den..,..
\ amos a base qoarla, (rata do. subsidio-, h* orna
a por i-.o pa.semo-
Tto amante da aila l.ra-ileira como propngna-
dor das franquezas prnvinciaes, da di-cenlralisarAu qoestao de mera'economa,
do gover.io, nesle paiz lao tasto e que se nutre de adianto,
inleresses Uto variadoa, eu nAj poeto deixar de ma- I As vinlagens da quinla e sexta biae sio por de
""-Mf-'r1?""?-*-^*,.1? "!*?'**'* ** I """* H*"' f J 1 deiuonslre agora abu-
sando da paciencia da tan ; eulrelanlo vollem.a a
n.feslar
das as miiihas torcas a prol na opuiiAu que propug-
no, ,-j.i.iu I medito n... Tartos importantes que se
leem dado de cerlo lempo para e, e que sAo relati-
vos eenlraliicao ou disceiitrali-Hcilo do guverno de
nosso paiz.
Sr. presidenlts Bubn em minhns.apprrhensiies
veja-me segregado dos mena, co.nludo tenia i Mia-
sen) ba-tante pan manler-me nu meu posto sempre
lirme, lenhn eoragera bastante para no meio deau
torrante sublil du indilleieulisino resistir sompre
su* maligna inlluencia.
.sr. presideule, desde o anno passado, quando li*
ve a dislincla honra de apresenlar nesl, rata om
projeclu, a primeira vista insigniliranle, mas para
mim de algum alcance, que eu .n.inifestei as mii.l.as
a|.preheues acerca do aiii.iquilaineiito que me pa-
rece achar-se em.uenlc sobre a eulid^.le provincial ;
he animado dos m-siros aaalimealM que veuho hu-
le aores.ntar a presente inlicarAo.
Mo lenhn rom isto em vista fazer ama opposicao
ao govemo imperial, nao, Sr. presidente, peiu con-
Irario me ronjralulo com elle quando vejo, que
moslra-se desejoso de reaiisar entre nos o verda-
deiro systema do governo representativo, desse go-
verno que tem por base fundamenlal a represenla-
Oi nacional po-te ao alcance ne iodos, e qua por
"oa natureza, por sua ea-eucia, nAo (.oda medrar
sein aniquilar tu lo e qualquer t-- niii.n.. Je jnle-
res-es iniuslo-,
Porlanlo. Sr. presidente, nto he orna opposicAo
qoe tenho em vista fazer ao goveaa de meo paiz,
i.-nlio por fin IA.-rnenle com -oda a tranquen,
di'er-lhe do lii^ar em qua me ael.o. que a raauetra
poique alie qurr manler a liberdade .1. voto, pare-
Por lar pedido a palavra o Sr. Harros de Lcenla,' cc-me que nao be a mais conveniente, parece-rae
lira adiado o seguinle parecer: |qu-lia um ponen altenlaioria d.i liberdvlea publi-
\ "nm n --o de e-i.ilislira, a cuja considerarlo
foi leva.ln i, ofllein Ho vire pie-idele da provincia
e acompaiihado de papis relativos ao conflicto de
joriiilleclo suscitada entre o juizei municipaes das
villas do Cabo e da Escada por emende* cada um
i- Mes perlencer a sua jurisdircto o engenlin Inroe-
ga do raliarido capiia Maitool Thomaz de Jess, I "''as apprehensAes...
wi. Al dire, qoe ella parece querer ten ler-ooi a
liber.lade do vol por um preco mui subid...
Nto assevero que o g .vernu lenha em vist.. s*me-
Ihatite alenla.lo, uAo assevero tal, mas digo lao an-
lenle que o seu prurediinenlu he da lal modo que
desperl.i-ine essas aaipeiln que ni i o objtelo das mi-
anno oo ma
"nno, a Inglaterra gusla com os -eus pobres quasi
ISO mill.oea de franco- ; mas a Irlanda Bao esla'
comprehendi.la nesles algnrismu. A Irlanda be a
Ierra cla-sica da miseria. Morreiia certamenle !e
(orne sem o recurso .la emigraran. Segundo os re-
latnos oflinaes em Ires annos smente, t .031,667
0 he de parecer que o referida engenlio perleure .. fre OSr. Barre* de I.v.mln :!) gnvirno geral oo
n pre-iiicncia esle parecer.
Sala das commi-soes 18 d abril de 18.17.N.
Porielia.Sooza Carvalho.Gameiro Jnior.
ile lido e appruvadn o seguinle reqiieriiuenlo :
Rrqoeiro que pelos meios competentes nos se-
, Jim remed las da secretaria do governo da provin-
nidividuos deixaram i patria, queja nu poda sus- I c.i as informaces sobre a creacao dos limites du
teala-los, para ir procurar pAo ao exterior. O ler- lfegaezia e comarca do Cabo.
mo medio he de 34 t.8S!l "migrantes por anno, e o: a 'i"- ,la 'S9eml'la ,8 de abril de 1857.Barros
nove decimos desles emigrantes sao ministrado! pela |
Irlanda. O Novo-Mundo ie pavea assim de filhos ORDEM DO DA.
que nao vio i.ascer, o que a Grila-Hrelanha Ihe Terceira dUcussAo do pn.jeclo n. 31, que aulorisa
enva em conseqiienria de nAo poder assegurar-llies | a' tmara municipal desla cidade a alienar os lerre-
a existencia.
gnezia e termo d. Escala, e que a-sim esla auem- i P'uvinci.l ?
bla nada mais lem a decidir, devendo ser enviado ] O s'''. de /farros :0 nobre depilado bem v
qne e-luu fallaul
do governo geral d > paiz.
Sr. presidente, as ininhas apprhcnsOes sAo de
qne a in liviilualidade |irjv.ncial .... imperio adia-
se amac ida. De rerlu, olhetnoa pira a m.ssa le-
gisjifto depois dessa reforma profunda, a que
se procedeu pela lei dos cinulos, nied.lenios
bem sobre ella e veremos que a nica giantia
qoe a entidade provincial pode ler pelas' nossas leis,
te a cha bofe lAo somenle 00 -enado do imperio, na
lereeira base, orcupeme-nos da seganda parle dalla
que roolein, permilta-se-me a eiprnaio, a pedra
angular de lodo meu systema. (IA:
Requeiro aqu qoe a ele.raa dos meaahrn, lija
palo coocorso indixisivel da provincia Iota...
I>m Sr. Deputado :Isso ha nm prolealn contra
a lei dos circuios !
O Sr. I. rte narros :Sja como o nobre depe-
tado qoizer.
Sr. presidente, a medida qaa se for pralicaado a
le dos circuios, lenho para mim qae ir-n-ba .e-
lisando o qoe previ o anno passado, sera' iraanaat-
vcl a existencia de luda a idea, de lado a inferan
verdaderamente provincial, por qae asbeaesoo al
elementos desses inlere.ses ou desns ideas, lonaar-
se-hilo cada vez mais subdivididirs, man variaan a
heterogneos.
O Sr. Manoel Carairami :E sera' in aa
mal '.'
Cm Sr. Deputado: A qoestia he compli-
cada.
O Sr. /. d* flnrros:A qoealto he complicada,
convenho nislo, Sr. deputado...
O Sr. Mantel Carateanti : lio ron Ira a inle-
gridade do imperio a opiotto do Sr. deaejlade !
" Sr. /. de /arros :^om forca. Mo apaiado,
he a prol de iutegrida.ii- do imperio !
Sr. presidenta n'om pait Uo valo cano a a***,
em um pala como ja diaae, que n nelra da ialereo-
-es la., variados. Como sera' possivel eae par longo
lempo a adminietrarAii oleja loda c.mrenlrada, en
um s ponto t Como sera' poastvel a este adeai-
Btetraeta prever lodas a emergencias,e'prevfV a lo-
aat as iiere.si.l...! peculiam das loraliddade. '
Pugnar p r;isto, nto i<-r.' porvinlori etcar o ooa-
ineinbraiueolo I1 .ranlo boa epinite doa ceotrah-
sadurrs, que he infens* a umda.le da Imperio.
Sr. presidente, sel perle.lamento que eala qae.-
lA.. he melindrosa, pois nrlla esta' a vridadeajra are-
ni dus iiussos partidos polilicea. Eu o*a*o jola-
manle coiu o illusiradoe profondo Sr. cunde Pan-
tlioz, quando ili.,r que no Bta.il ainda o. vrrda-
deuos partidos puliliros nto l.nh.im ealrado en la-
ta ; i qoe a arena dessa lula sera' enlre a rei.trah-
sa^o e desreolralisarilo, entre .i governo (eral o o
governo provincial : esla be qoe hi de ser sen do-
vida a verdaleira arena dos partidos polil.ca ato
Brasil.
Eu desdeja me alisto entra ... d*sreatraliaa4e-
res, einh.ira uto >eja esla opinian anda haslantv-
inente carartensada, emliori nta veja ea an tra-
po que lenha em sua frente semelhanle bandeara
Iremulando...
O Sr. .Manuel fiirnlcnnli lia onlras baadei-
.iniiuaire de' Deux Monde*.}
ASSEI1BLEA LECISLAIIVa PROVINCIAI l)ElJ;l ""'l"'l""a,l" parecer da commissao de consli
PERNAMIH CO. '
Sea s. o ordinaria em 18 do abril do 1857.
Presidencia do Sr. ./ose Veii o da Silca.
Ao telo dia, aclian.io-se prsenle numero legal
dos Srg. depulados, abre-se a ses-Ao.
Lila, he approva.la a arla da anterior
O .Sr. Segundo Serreiario declara que a acta ain-
da se n in arh.-i .obre a mesa.
O Sr. Primeira Secretario aprsenla o seguinle
EXPEDIENTE.
L'm cilicio do secretario do governo, remetiendo
38
pe
di
Oolro do mesmo senhor, remoliendo orna peliro ""S" c POtSere, aflm de qoe eiln emittisse o seu
de Agustinho dos Sanio-, c.q.ataz da srcr.An dos ca- i '""u ,u,ire a coiistilucioialidade dn iiilerprelacAn
nos que possue as Cinco Ponas, a' companhia da
eslrad.i de ferro.
O Sr. .V. patulla pela ordem diz, que leudo
o >r. Mello Reg sido cr.amado para lomar asenlo
como luppleole, commiinicou nao poder tomar as-
sonto, e q.ie por i-so requera, que em lugar de-se se-
I >.hor|f..sse chamado o Sr. F. do Kego Barros Brrelo,
luirAo e poderes.
l.i lo, he apelado o seguinle requerimenln :
.. Requeiro que independentemciile de parcer da
rninmissAo de COIMtiloijta e poderes seja chamado e
supplente. que *m nllimn lugar foi por ella designa-
do para sei chamado.N. Portrlla.
He approvado sein dbale.
O Sr. T. da Silea diz. que lendo a presidencia
remedido ha das para a casa o re>umn de um de-
creto expedido pelo governo geral, interpretando a
allribaicio que lem a as-emhlca provinrial pelo ac-
lo addcioual de legislar sobre a creadlo e divisAo
mos'linl!*",.'1"6 ie"'!,"^0r,^;",',,a',l' "110 """' ve- i' >' o*s, ne. ja M nio falle ..i..
J S:r*'U'\U;\' l,re.tn.cl,e h',n, seu.'"n r e denarem de se il.menlai
-------------------------------'-"'". im-. (rimo -- -- ----------- --------
I e\ -n.plaies impre-so. lio bataneo da receila e des- : lu-arps de jostira, r.n esse decreto e oflicio re-
rtt do exercieio lindo de 1855 1856, para serem ,Be.'"a'" a'requerimeulo do Sr. segundo eerelario
slribuilos. Mandon-se dilriboir. | o >r. Barros de l.acerd'a a' commissao de consli-
vivos e brilhaiilcs, e bellas .airas. Nao liana em
suas fer-s energa nem atagmlede, nem mesmo al-
guma pa.xao, e anida .nene- em sua altitude, a qual
Hu.,i a indolencia de um Adonis. Era u Sr. II,.-
leiing, m .;.. de lina familia que morava s, e estu- ra -ollriv'elin.i.le tola,
dava o coiiim
Rotlerjlan, L.**a Meneuanieiiie em seu lugar ou T
.liante .......-..........
alegra ; uto liuhamus duvida a ese re-peilo ; mas
elle nao quera cscreve-lo. He bello moi;o Nosso
Gerul nos da muilo prazer.
Cerril, que dorante e-e colloquio fazia urna ligu-
M.llriveliii'iile tola, nao cresreu nimio na eslima
iweia em urna das princi|.aes casas de | de Clara, a qual todava nAo desagradara quanto ao
listava perfeilamenle em seu lugar ou exterior ; pelo conlrario pareca-lhe lAo bem apesso-
le urna carleira ,. a mesa em um juntar, ado. que e.la eslava interiormente descontente. Nio
quero diz.r que lauto sabia arromar cifrar cuino pal- recaemos disse a mora com sigo. Seu ar agrada-
ran Nilo precava por excesso de espirito nem de vel nao prava nada contra sua pedanlaria. Deve ler
gusto, mas nunca li livro em hollandez, circums a..- I un. pedante I
ra iiiin .i i t ,.1-Mii.tu nirti -ill- .usii.in.L .l_______
ca que .lava sempre urna alia opinito de >eu espi-
rito e de seu goslo Como sua poeicto de celibata-
fazia-o gustar de janlar fora de casa, elle Malu-
ra o bom rain.nho para ser convidadu frequentemen-
inentc, labia a fundo a rolina desse ullicio, e couhe-
ci perfeilameale o queconvem fazer para agradar
em -em -.i. -me circunisiancia.
Emquanlo es-e .Narciso eslava anda occup.ido em
r.....p. im-nlar as pessoas que achavam-se pie-enle-,
eulrou com moilo ruinuriima mull.er devinle ecui-
CO a vinle e seis ai.m.s, que Iraz.a vestido prelo p^ra
mostrar que eslava alllirla, c mu ileculado para mos-
trar que ainda nao iinha perdido lodo o .tosejo de
agrada.. NAo era fem nem bonita ; era loara, e pa-
ren., mullo alarefadi. Era a Sra. Sloik, v.uva de
pouco lempo. Ella comprimeiitou allecluosa e cor-
lialmenle ao Sr. Wllie e a sua mull.er, porque sua
nir.izadt' anda era nova ; foi ag.reseulada ao. Van
lloel, o pergontou-lhes cun u-.. sorrlao granoso,
deixaiido ver s. us denle alvos e bellos, se poilcuriam
a familia .la S.a. Van Hoel de I trechl, a quem li-
nlw u prazer da eonbecer, e qu.- ora seubora ii>uio
agraiavel Depoil olloo-n aovameole pira o Sr,
Vt it-e, ilotmenlqa o pal, e disse ao li 1 lao loda a sor-
le de galanteras rom a lber titile de urna mollier
canda, e a eaaqailharia de una -olleira. Apenas
ella acaboo .le .uilar os convidados prsenles abri-
le nova.nenie a pona, e a Sr.Vernooy eulrou segui-
da de Clara e Donze.
O rorarfio de Gerril e-tremeu : elle empallideceu
e depois len mu verntelho : pois era ella, a linda
api
noeiros do hajrro do R-cjf-, em que pede se oto ap-
prove o compromisso qoe a esla assembla foi sul
meltido, da irnian ade da Sania Cruz .los canoeiros.
A' cmmis-A.. de negocios ecclesiaslico-.
Oalro do ine-nio senhor, remoliendo copia do con-
Iralu que com a prest.leuna da [trovincia r^z David
William Bowman, |para a con.lruc^a > de urna es-. .
(rada de ferro entre acdale do Rec.fe e o isthmu I Ju"-"-
dada pelo governo, qoeslao alias muilo grave, ma.
qne ntrela.ilo a nobre co.nmi-sAo tem divida, por
iillliieiica de Irabllhos, al boje niio den leu pare-
cer sobre esle negocio, e como qoer que a se-sao es-
l*j* a lerminar e ato roiivenha, que fique p.ocras-
ti.iadn um tal negocio, pe e a'illuslre commissao,
hajl de com a brevidade possivel emitlir o seu
de Olinda.A' cninmi-sAn de obras publicas.
Oalro do deputado supplente liansn-ro Rapliael
de Mello Reg, psrliripaiido nAo poder lomar paite
nos Irabalho. de.(a as-eml.li-a. luleirada.
Ai.tumo liem.ir I Ouinle.ro, pide i conces-Ao
A porla bnu-se. Cerril ollinu vidamente para lill.ii de Cueldrr. a dama de seus i.ensaiuento !
.. I : ... V -. r ..____M ...... ........ -_________ \ 1?. 1*____
estelado. NAo foi urna moca qoe eulrou ; poiem
um mancebo que leria sidu urna belleza ae fosse.mo-
ca. En um desses homem bellos que inspiram mais
mveja aos oulros manrebo do que amor ns maille-
ra. Tinha eab-llos prelos e annelados, urna fronte
perfeilameole alva, urna tez das mais delirada-, olhos
Vid. Diario n. 86;
O .Sr. Veril,...-, appareceu aliar dessas senhoras,
fez do lumiar da porla urna .aunaran a Cerril, e
ap.'i inu-llie a mAo exclamando :
Oh! parahrns, meo charo amigo Enlaojihe
candidato '.' i..... he us'im que chama-se isso'.'
E sem duvida com lodos na faite* ? pergonton
a Sra. Vernsoy "urrindo com alfabilidide.
Sim, diiie Sr, Wilieerguiodo aeibeca com
Cerr a tinha saudalo mui polidamenlr, e as mn-
lhe.es rodear,un logo a rerem-rhegada. A mal do
mancebo paiereo mui ruriosa de s.ber como passava
sua familja no Cueldre bem qne nenhuin dos que
ahi eslavam soubese se ella Imita pai, mai, iriuAoa e
iruiAas. Clara respnu.leii a lado com desembararo,
e cun o stio nos labios.
Gernt nao podia desviar desviar della os olhos.
Con... er8 baila, vista de perlo Olanlo erain deli-
cadas as suas formas como era transparante a al-
vora do seu eolio comoeram puros os cuuloinos Je
seu roslo e as lllthal de sea lalhe !
No momento em que a|.lacdas um pouco as pal-
pitaces de seu coiarao elle dnpunha*M a rallar-
lite, appareceu o ultimo convidado, e allrahio la-
bra s a aitrncAii de toda a anembla.
Era um h-m.-m. ruja Hade llurluava enlre cin-
coenta e se-senla annos, eoon que c-lle diasimalava
em parle imr ini-t. de om falso topeto, que coro..va-
lu as face mu vermrlhis, lina larga grvala
branca de ponas normantes, o om grande eoltari-
ub i complelavain sua pliyaioiiomia. Ira/.a caaca
prela, cairas azues. e eolleie de vello lu de urna an-
i.guida.le resppiav.l com lialral perpendiealam.
Era o Sr. Wageiloert conlicri o de seus amigos por
um original A' orc,a de originalidad" es-e homem
chotera ao resollado muilo inveja.lo ueste mundo
hypocrita, chegira, dliemos, a tal ponto qoe tolos
II.e reconbeciam o direilo de dizer quanlu lite vinha
a bocea, direilo de que elle u-ava largainenle. Alm
dislo, elle linba urna manera particular de expri-
mii-se ; seu vocabiilariu .1.Hera rompleaineule do
dos oolros liomens. e ro.tuuiava nizer quando fazia
noyas inveuces, que eia pena que nAo losse con-
suliado sobre us nu.nesque baviara de dar as musas.
Assim, por exemplo, design.va invariavelmeiite o
bello sexo pelo mue de comedoras de pomos por
allusiio a' mAi Eva, e nunca dava aos mdicos oulro
titulo honorfico sent aquello que cometo a quali-
fleacao de tnipecfore de lingual. Os medios e ai
molheres eram nu maiores lalipathiaa, e elle f-
lirmava ordinariarnei.il'. quepodetia viver sem es-
las e morrer -em aquellc-. E-se homem singular
\ivia perlo d:i Nieuwa II.ivn de urna renda se-
gura, e como nAo llnha qu. fazer, cstumava licar
sempre no ledo al onze horas ou meio dia, e ne
sa allitude lia, escrevia, e fazia ludo quanto Ihe vi-
nha a' rabera. Costumivi tambem ir pesMalmeiile
comprar salmAo fresco, e traze-lo para can em tuna
rede peinen... Possuia a mais hnrrivel radellinlia
qoe hiela em Bollerdam, e dnus galos cin/enlo
qne linham sido aiiiamenlados pela me-ma. Na s..-
cielade nao beba jamis nutra eoon senAn limona-
da sai sa, e a mesa nAo qu.ria nutro vinho sean
do Parlo. Tioha urna bengala, cuj, casta., lancava
urna sombra scmellianle ao retrato .te Luir XVI,
e um relogio deban., de rujo vi.lro eslava piulada
lima mosca, que qoalqorr pessoa lena jurado eslar
posta sobre .. mo.lra.loi ; um cauivel. iiniver-al
l munidu de tuda a especie de nppon.lieos, era o|seu
fiel cumpaulieiro, c elle saino as vetea aproveila-
ln muilo espiriluosamenle. Em urna palavra, nada
era mais ovllenle ou mellior condecido do que talo
que o Sr. WagealOfrl era mu oiiginal, raras vezes
Ihe aconteca abrir a borra sem ter a lalilfacaO de
ouvir urna ou .mira pe-s,>a da sociedad* em que se
achava mormurar: Ene iVagrsleert lem sempre
algnma grara para dizer !
A entrada desse h iiiiem excntrico, e nscumpri-
mentoa que dirigi n dona da casa e a-.s convl lados
eram una especie de parodia joeoen da manera pe-
la qual d. or linaria se utxrm esiai cuusas. e rom
quanto o Sr. Wage-t en repelan .s todas as ri.riiinslaurias, e.la achou 'rat.a desla \*i.
aos olhos do nal admiradores.
Todos riam ainda quando entrn o criadn rom a
nolicia de que a opa e-lava a mesa. O* hmeos
oll'erecerain o braco l> molheres, Sr. Wage-l.-erl
que emb-.ra d.sprezasse as cuate/toras de pomol, -a-
bia muilo bem distinguir qnaes eras ai in.u. formn-
_ Aproveila a occasiao para fazer um igual pedido
a' cummisslo de eslalisica, a cujo conhecimenlo foi
rrmellldo um ollicio do governo, acompanhando
urna peiriio tos habilanles da fregoezie de L'na, que
desejarn, que a sede de sua freguezii nja removida
para remandar.
alm dislo eividuda -nlitil e malefira inlluencia des-
sa lei dos circuios. Eii a razau, seuhores, porque me
einpeuhu em procurar um abrigo para a nossa as-
sembla provincial.
Pasan a ler a rndicacAo que lenho a honra de snb-
meller nconsiderarlo da casa. ,10;
A assembla provincial de IVrnarjkuro, em
virtude do art. 3 do arlo iddieional. requer ao po-
der iegislalvo geral a decrctarAo oe orna segunda
cmara, organi.ada sobre as seguinle. bases :
.' I. loo os depulados geru-s e respectivos se-
nadores dn imperio sejam m-mbros de direilo desla
segunda cmara uu senado pro.iucial;
" 3.a Que alom desle mamaros h.i|a.n mais oo-
lros em numero de inelade dos depulados prnvin-
ciaes ;
o 3.* One a eleicAo deles ltimos membros seja
de seis em seis anuos, e nAo s.i pelo concurso Mi-
visivel da provincia loda. como de modo que cada
eleilor alo possa dar sen voto a mais da um randi-
dalo.'podendo para isso a eleic.io secundaiia ler
mais de um grao ;
" i. Oae us membros electivo us da lia-e J.
sirvam gialoilamenle; e qne os de lirntu o fia lia-
se |.ai lposaam perceber, a titulo de liada d# rus-
to, o que Ihe- for arbitrado pela aaMaiblM provin-
cial ; r
(i 5." Qae as funcees da segunda carta/a em re-
lerJta a ntemUa provincial sejam resalidas pela
dn senado du imperio, em relacAn cmara dos
depulados, sendo qualquer dos .lapa corpos obri-
gado fusAo, quaudo for reqjri.lo pelo oa-
lro :
limenlar rom o mesqaiaho
maleadores de comesliveis em busca de aves e d
caras raras, uA.i hasta que vus esforcis para exce-
der, se he posmel. os pralos mai. delicados do ul-
limo janlar a q-ie leudes assislnlo, i.Ao basla, se-
nhuras. que preparis algn manjares com as vos-
01 i n pu,,- ma. s, c qoe vos ujeileis a' dura neces-
sidade de prnva-los em urna lina nAo devida ; de-
vei lambem dispqr as pessoas mais dillkeis de eun-
lenlar, e mais inloleranles sobre esse ponto ; .levis
marcar o lugar d.e vos.os convidados, e de manera
que cada um se ache segundo suas ideas a sen gos-
lo, de maoeira qoe ledas ai aalipalhiai ejam se|ia-
radis, o todas as sxmpathias remudas, de manera
6.-1 i .le ... chele, das repartieres publicas pro-
vinciaes, quando a segunda cmara o faculte, p..s-
sam lomar fiarle lias discusses, nAo devendo porin
ler vol del.beralivo. .
Se nto faligasse a casa ea tratara de motivar ca-
oni desles arligos ou base*.
laj.mi.mu de pessoas e de mime..
Di/.ia eu, Sr. pre-idenie, que propugno pela atas-
cenlralisarAo do governo. Ai-tni pr.iredo parqne
entlelo que s.i ella saranle ronveuienlemcnta us
si. a uiiiao do imperio, cuno a ordem paMiea, e
a prospenda.le do Brasil. E de mais nto ha aal do que a des -nlrali-arau do governo em seas jados
limites he o que he o mais Cuinpalival con a eNi-
ii i. e tina povus, e com a v. rda lena liberdado '
Que a descenUalitarAu he .< iielhor garante da
ordem publica, podemos prova-lo can Irnlraiaehii.
respeilaveis. Entre n paites dvilindoa um ras
man ceulralitados he sem duvida a Franra, entre-
tanto o que vemos otes rm l-ian..a ?
O Sr. .l/nnoej Cncu\cnHli :Malta coan.
O Sr. /. de Harros :Rrvoluc,6e* repelida*, ra-
volu^es que -ee.leniein nbre lodo pait, a aaa
vAn n.uter ale com o e.tado social de lodas n
classes.
O Sr. Manoel Caralcanli :He por eaau da
cenlralisanlo isso ".'
O Sr. /. de Harros :Por rausa da renlrale.*-
i.ai. sim senlmr, p..tque, Sr. presidente, n ano
em paizei assim ceiilialisadus, como da um illnatro
r.cnplor, ace-luniando* a rerrber lodo o impub*
qne Ihes empunte o centro ci.mmum, a* viven por
a.-im dizer a vida que se Ibes da", a aaan cono
aliribiiem to.l.i os hens I osee ceabn 4a mear*..
m i In lazem-llie carga e lodo na naanaotn ; e par
i-tu julgam quasi sempre remover loan, din lando
um governo por Ierra para sebalilnVIe par oa-
lroEis comose etplicam as revalora!ai repetida-
dessea paites como a Franca ; eolrelaata a fm n
nota nos Estados que nto ato .-man ranlmliadaa*
O que se nota na Inglaterra e nos Ealados-L'aidaM T
Ve-eeahi a perinauencia da pat i mema, va-ae ebi
a prosperidad* publica em todo seo vigor...
O Sr. J. llaplMa :Ea oe mintta parle pradean
contra ludo i|ue o nobre deputado lem dito.
enlloca lo enlre a propria Sr. VViln e a Sr." Van
lloel. Ma uAo era i.so oquecautava tanta iudig-
nacAn a Gernt. TAo pouco o era que a Sr." Ver-
no.i\ eslivesse assenlado no centro da mesa enlre o
Sr. Van lloel e seo pai, maia una perata engaita-
da eai amo. segundo ella mesma f.zia modestamen-
te observar. A causa de uta indignaro era que
elle enllocado tu pona inferior du mesa vio diaule
de si llaleliug an lado de sua mili ate ah ludo ia
bem; mas dn mitro lado jonlo da Ciara, a qual li-
ona sen pai por seguudu vizinho ; era es
ruusa que Cerril niio poda perduar a sua mili pos-
lo que ella Ihe livesae enllocado a" dneila aviva
qun adeudis den.lamente l'dianidada a a' idade 1 Sr.a Slurk, e a' esquerJa o alTave! Sr. Vernox";
le cada om, de manera que as inoras nAo liquein I romo esle era o mais accommodado n tinha ana
' viznha, a M.. Van lloel. a qual na xerdade poda
ser contada por duas mulheres.
a-se-ila las 'niillo en. cima, e as vellias mullo em
bailo, de maneira que po-sals cuitar rom umi con-
versarao animada, le maneira que haja variedad*,
lo a a variedad pns-ivel no arriiiijamenlo dos hos-
pedes. R quando vus leudes e-f..rcado |.ara sali-fa-
zer es-a- mil ol.ngace. lAo eompltcedn e lAo .lilll-
ceis, quan lo leudes sacrificado com o maior escr-
pulo o menos ao mais, vem qualquer convidado se
nao vuaso propno tuin ou e-posa, arlia a disposirAo
peifeiiamenle absurda, e quena-se do lugar que
Ihe esta marcado. I (temerario nao sabe n que diz!
Propon ij nutro arraujainent.., e tajan cerno lu tu h.
de lirar perluibadn '. I'niem elle nao il-m de licar
desgo-los.., i: murmura em silenci. Ain.ljj bem -e
e q icnasse sempre em alta voz, porque a vi.-a
ju-t.-acao lli.lerl.ana a bocea ; mu lica dahi ....
dame convenc lo da malevolencia de vo-.as inlen
.-.'...., de
dellc o menor mal tinba para com le orna .
pitilla mui viva, e aquelle, dina sf.aixan.io a. i
e suspirando prufundiiineiilc, contioha lanas i
que ..- Do nutro lado do mancebo o bom Vgraooy n ev-
I.i-iava sobre a srienei* e a leilara do Cerril, o qaol
l.rilhava pelas suas re.pollas a torrente de palavra.
que lata chover nm iiitorraprAn a Inicua aetl eae
seahora Slork ; I rada nstame elle te.lerounl.ava
em voz baixa a senhori Van Hoel saa adinnar,Ao pa-
ra toan esse moco diitmrio sem qaa inte Ih* inna
perder muilo na eslima de.-a wnbara, a qaal laaca-
va a vista rnm inexprimivel iiiageslade sobre ama
- .cieii.de de qae em su i.pinito era o maior mea-
to. Optando levantava os olhos, l.e.nl ai>.l,.xa a
helio llaleliug, o qaal cvnverava muilo alegremen-
le com a luida Clara, e riii|.reaava em honra deja
n jamar comecou por e, myileriow coulirurre toda a sua urbanidad*. g-lanlena. A aenhora Wi-
omiics que as-.gnala o principio do lodos os jauta- ls* lancava um olbor benvolo lol.ie Haladme, qae
res ; topa Toi comida rom om mudo recolhimeiilo eslava inulto udiantado *m sua grac,j, e oepaH vel-
apenas inierr mpido pela observaciti feila ao mesmo I tava-o- para Cerril, ao qu.l lana am aceita con a
lempo nos qualto angults da mesa sol.re a m.lanra I calieca como para pergunlat-lhr a nao n ochavo
.la. atmosphera, e por um gracejo po Sr. Wagele-
ert o qoal baplisou a sopa de tartar.ga com o nomo
de sopa de pimenta. chiste inteiramente novo.
O copo de vinho depoi. da sopa Irjoxe algum mu-
vimenlo porque a mnr parle das mulheres robriam
os ropos rom a palma da mAo calca.la' de luva par,
impedir que fo-sem ctelos.
Alquns instantes depoi a senhora Slork f... asss
exigente para pedir um copo de rgua, o qae i lo las
mulheres da sociedide deapertonaa eeiagem ae
serva.les
Para a mai de Cerril a distribuir.! dos convida-
do- fora particularmente diffiol, graca. a' cireama-
lanria .1 que o numero era impar, e hiela om hn-
sa. ollerereu o braco a Clara, sempre de orna ma- i """" 'c m"."- PM <>**"!<* '"-Coso era que dous
neira jocosa. Clara ounc linba visla original.
Dirigiram-se a mesa, e a primeira observarn
que fez Cerril foi qoe n di.lribincAo dos lugares uio
Ih* ag.adava d* nenhiim mo-lo.
Eis-aqm o logar de dizer algumas palavras de
raiiinii.ei.ira i a vo tropos qoe tendr a bondade de dar janlar aos vnssos
amigos. Nto basla que enviis a casa de lodos os
pcrversi lade, de voleo deaejo de ve- expri.un em -i,,,, ,ie.ej
xa I.. ,1* oileudc-ln. eleva e-sa convicr.au > lu- il.p.., des.asrereiiim.ia. prcliminmes a ronver-
iimle... Ingrato nilo sabe de que miterin.O prc- I sari Inrnnu-se gradualmcnlr mais auimada. mais
alia, e mai viva.
A seniiiira Sloik Baultoa % Ijirrit rom una rfis-
\' Porlo Novo.
sen. juntos ; om d-via ser ualu-
ralmenle -eu filhu e nutro. O Sr Wngesieert,
dirao talvez oeleilores, pnrque lie inimigu das mo-
Iheret \ Sena urna pre.umprAu muilo errnea de
ua parte. Era justamente esse um motivo para
que em ludas as reunies u Sr. W gesleerl fo.se
colloca.lo entre duas damas, e lodas di.putavam
enlre si o prazer de eilar em ana vuinhai.ra ; por
quanlo que cusa he mii deleilota para ai'mulhe-
reat do que a sociedade de um homem que faz pro-
fitiau de detesta-la, O Sr. Wigesleerl eslava pois
mu bem caloteado, como sul voz nto poda i
gar ao lilho, e ella nao poda l.tzrr-lho tuertamente
. --1 p*rgunla, poz-se a contar a Hateling e a Clara
que nAo podera Halar mellior a Cerril da qae r..||.-
ranean junto da senhora Slork. a qual era sabia,
.-lo ha, nao prnpriament* --In. porque era motn
bella agradavel, mas sabia --ni qme ningaam o
perrebes-r, ronheria toilas as liitgua., liaba valo
molla cusas, e ara rxl.aar.liuatia.nenie inlert
santo. .. Ii-pni erarajava om p-u-o .-.a a raknt
W -g.slreri -ubre a p*ivt-ri ui.va para le.lenrii.ha a senho-a Vaa lloel, a qa.d
" sua parle n arhava t nnlirm pes-imo. Eaire-
lauto a soaheri Voraeoe dina de Clara laalo bem
qn.nlo nus.ra o S"i.l.ur \\ i'-.- dizer .1* Cern, o de-
lenac .o mi, lo eolbaitastira s ibre loda a sorle de li- t',-se conle.sar que., pal nao era ind Itrenle ae bel-
vres ; .obre o Corsario de lord lltron, a Nossa Se- lo semblante da moca.
nlinra .1- Viciar Hugo, as Menoras de Walter S
colt, o Jorelijn de Lamartine, o Maltracer* de Bul-
vver. e aobre urna mullida.. de oulros romance- e
u.ivellas menos cotil.eeidas de qoe o mancebo nun-
ca ouvira fallar. L'm era soas delicias, oulro fora
o predllecl da fallecido senhor Slork. Ella ha-
rta lulo esle de nsito, aqoelle durante suas visitas
de rasameulo com Slork ; Uvara um su pas>eio, em-
prestar oulro a lal amiga, queria ale. .lulamente em
pra-lar oulro ao propno Cerril ; desejava saber soa
apunan sobre esle, nto quera de ii.iii.ira nenhnma
sabe-la sobre aquella, porque uto pda ouvir dlser I
0 lv. Van Hoel .om tuna phxsionnmii replica
e chela de irona obervava a .cultora Slork e pelo
seu urgulhn de negociante dava poero valot a ene
I -. I nle falla de sentido ; dirig! de quando rm
quan lo a W'.i.e e Vrrnoox ama palavra nnlen-
riosa, declaras a qae tinba minia arcasarier que fa-
zer ao governo a ao cooselbo monicipal, o expnm,*
piedaile pan rom aquello qae nto I tuba am pers-
picacia .i para esc.lh-r li uien. ex per i aten I a dos e ha-
bis que aa deera voluntariamente aa Irabalbo de
reslibelecer a boa ordem.
(Coatinaar-n-ml.)

MUTILADO

ILEGIVEL



* -,-
i>iAR> DEMia&AMtDC, OLINTA i-'F.iA DUAiiR'..DE 186".
"liner.i.'. de
O Sr. /. da /Jarro*:Muda u.iu acabei, eu di-. sor consideradas prudentes, coju d
go tambero na uium.. parle ile ba-e terceira, que vera ser considi radas como leudo o cunho
a eleirito seja de mudu, que cada eleitur nao poaaa veuioncia publica, ja declarott depois desea ifM.ua
dar seu nico vol a m.us de um can.i.liito. Dio convinha que esse engenho ptrlenecsae ao Hu
Por esla medida 13o simples obter-se-ia o que nito. li su as-nu dieidiu i|ue i.... o lemos nos _,ara
deve-se ter em vistas coma lei dos circuios, sea I roalaarar .. .h-posicao ri* :ei nume ro 157, Km que
us graves inconvenientes della.Conieulo-me por I un razao plaonvel noa aoja apretinada pelo Sr.
ora cun faer as seguiutes ponderas a seu lea- anlor do projuclo, eapai de tratera c..nvic._,.u oos
peilo. iweoo animo Nem se diga" que evislem a ra>.i
Sr. Presidente, hasta reOetirmoa obre o metho- informaedes do sr. presidente e rio Sr. hispo, por-
ilo actual de um o votme dar sea vol : lano que se o pr|ccto toase de urna commiaiao que ern
candidatos quanio o Minero dos rtipresi'iit.ini's, virtud deasas inforntacoe ofereeeaaecan medida
l>ara convencermo-nos de que aineilianle vonjao i anota eu creio, qae nos nao estaramos bo rigoroee
he o gci meo-aubs'laiirialdn s :o de n..ss eleiree, I dever, mas Lavara una prrsamprao a favor da me-
o qual constata no predominio exclu-ivo deaia ou dula propo-:a por <-.i fe que evem merseer as
daquella pawialiali'ia !e. De cerlo, -endon eleicSo.. commmoe-. deveriau.os enlao talvez afeitar tetas
i completo da roanle, e te pela le cada urna'; informare-, qDe a eommis-a.. iluda.mu- a cerlo
desiasesiende-*e sobre tantos candidato qutmto o lie que o projeclo he apreteiiL. lo por am dea inem-1 pos
numero dos represntame, me parece 'Vidente, bro, de.la casa que nos mere-, muilo r- aceito, he | nao
O sr. Lux: |
da ron- I deltas he neeeasaria .
Se eu Vejo que cada una
As estrada, por templo.
A quetiao da necewJdade de orna cadeia em Pe- minlia imaginando. Nao, nao quero profaDar o an- liell.), t>celenie e oplimo. >
qoeira. M'P""j>* "i '"' WM. >rffl da ...aldade. .,.-,0 quer suspender o sudario que I mal romo hesitar, vendo-me
II Sr. Mnra lleiirit/uei : l-allai na ro.njra da > |. -. .
ca-1, encobre as miserias, n.ioqjero einlim penetrar no i jov cu para seu visa vis. Nao l
encobre ..- rolseriaa,
I aliv riiillm lulo i jo
O ar. ,\". r,,nel\
sao orna datprimeiras iiecessl lude publica, e por
isso assiEoei eom .-.r. icuario de Barro urna emen- O Sr. P. aV /rilo : -
la, para que uo cato de passar a do Sr. Souza Car- roe-.
p;e preferencia a estrada do norte, nao fSr. M. tlenriques : Dis'inga a queslao. una
estradas da Escaria, Pao d'Allio, ron., he iieceMiriaoe de nina cdela, e outra ro.....
he a compra du urna casa para cadea.
tac ornen (m OSr. /'. di l'.riio : llislinguirai a qotslao t
quero que a i dltei ao notare deputado, qoe me coliocare un rain
' po em ani qut/er. Supponha que a iniulia emenda
he autorisando a compra da risa de Pesqueira, por-
qoeinge lia prisAo nesle luitai.
ti Sr. .1/. //enrigur* : Comprar urna c;\*,>- p i-' sujeiio as ronlestaroes e ln- ilio desse
ra faer della cadea, nlo he o mesmo que lar-r, riaes ; diier-lhe, emlim, que as Mi >
Nao lencionavadanur,,CIA.I nial Sr. Fasj*u, aja da por ama.i.i a
vallio,
sejam ei
Victoria, elr.
Purlanto, a i o nobre dopolado
nao he designar qaola i>.;r-? as e Inida
quota teja diuribaiha eonlorme as oceandea eaota- !
rulo quero emfim penetrar no I joven paj*j sea vis a vis. NSo lem dovida, dirije-me para passar por homem de :.,-io, rerebeu di
Eu darei loda as explica- 'abyrinlho nao dispondo do lio de leaio,
lleaaaia o ijue podia eu diior qae outros (a n lo o
leiiiiaui dito .' I/er que longe 'la I......Bill la le c.iini-
uiiar ao a|io^eo, ao conlurio refEresia a ollios viste
para osen penden ; dizer qae .i rellgiao perde de
a primeira bella que enroiilre, l'unf p?''i, moda- eoolendo o legninlc
fuella de oilo anuos, a qual pobre angioho re- I-
\eu-se nbroqoelar ah |iercado de loaos o, qoatro
castado. Uaosei toda as oulras e desile eulio des-
ppareceo fajeuoliu o nervoso, em que vegetava
josas d i; arremede/ i
que nao sao estradas
pOi'm *er considerad
tendo que cada un
erreiiiios. devr a[ire
; mas quanlo a oulras obras
prioeipaes, mas que todava
- do> deptitados si5iia'rt| ius das
intar os amumenlos coin que
instiAca-las, e lie lust.imenle por i-o que eu
n.sso deuar de dizer afumas palavrai acerca
da a da seu valor intrnseco ; e que lo
um completo dos principios do Salvador
e seos pruplielas, e-la' hoj< redu/da
IBC de ser i eugurgitaiiu, assumi a pusicla do I), ijuuole, emlim pareil.,. n
do mundo | cirei-me hdnstjopallikanianle, c para eofoar a re-1gjajg aC(
litro, sr. I en b. de nsbarear-aM a manhoa n
' "' ".........' l.s.......,o pudendo per
der.iui irudaute paradiapi......,,,
|iude ir Ipi com \ >., c
orna en- eia
O Sr.
idea, ni i* i
He a que da' au- lingait aonde esla
roeiilu desviadas das vereda- do iuid-,
sol, so constituidas man:vr||i dos
de BfttO Ora obrisado, CoulistiDeo a
o nohre depulado lie que nao pode dia-
a celebrnlaiir e a iiopolilica. O manidade emlim riuer qu o palroualo,
a um -;. lema
entes mate-
i i rada mo-
i-tadas
dahu-
Ir.uide,
dcmnfte do mu eo. era meo i a S ron-Unte,
un slenle hoiueopaa o Sr. Villaroaco.
A'mcia uolH seivi"-- ocha' snnipluo-amente
r>>oecido, duashoi-i- emfira cooclaio-se o baile
d'dicado ao distinto idiiniiislrador o Em. Sr. S* *
Alliuqoerq'ac, qoe all como em toda a parle do-
meen i /.-.
de des u li
\ S. nm
I anstia Ib
apreciado.'
qoe he o'n
n^ir-so a s
O .Sr. A. CacaXcanti:Nao contesto, roas uio posso Airua-Aaot
jurar as palavros do ni tire dqpolario.preaso que me i O si: X. Porl/ti,,
poder dar seo solo a roais uu um candidato, pois
dest* sorte esse voto podera' estar ao lado de varios
potros difterenles delle. A TOtacSjo assim planta na
eleieao o dominio da justira, que lie a base da ga-
ranta da representaeao iiaeiuual a todos ; entre-
tanto a vetacao que tein eslado em vuga ale lioje he
a que consagra o |iredomiiu,i das lacrdes, he que
atinieuta esses partidos anmalos que nao se nu-
trem do convicres, su pareceiulo d.ciados por um
lamenlavel aniagouismo de pessoas e ate de no-
mos 1
Sinlo, Sr. presidente, nao ser esta occasian a mais
npporluna paro desenvolver melln meu pensameu-
to. entre tanto pelo que teutio dito lodos se conven*
eeram de qoe almejo a liberdade do vol e a ell'ecli-
vldadeda mais ampia representaeao oaeiooal; e que
se tenho receios da le dos circuios, he porque ella
oncerra urna medida, que repito, mais parece o pre-
ro* da liberdade do voto que outra cousa. Sun, o
prer.o porque se essa lei deve ter por lim a garanta
des.a liberdade, nao deixa por issode sorraleiramen-
le rclalhar as provincias, de mono que parcre a (ire-
riirsora ile uro absoluto e fcil predomioia da cen-
Iralisarao lo goveruo imperial. Kutrctanlo liizcm,
que maa medida he acceila com applausos pelos li- proprielar.o desse engenho,"pooci me imperta.
beraes do imperio pobres liberaes ou sao pseudol I O hr. P. Baplisla :Na fui k que a provoquei. a..... rommoreio de .Naiarelh lie
liberaos ou se deixaram eneodar. O Sr. A. Cnonanti:l'ois bem, que fosse apre- .,.,-. ijoiaoua, entretanto
Terminamlo aqu, Sr. presidente peso, que esta sentada pelo n. bre depulado ou poi antro, nlo vem ma- ., e, ;e.i ,,e ,nv
polil
\ nece-ndade
pensainenlo de minha emenda, | tsrisl, o ernne camiubar virionoso. o ludo levan.l,,
trale esla quesio salisfacloriarneote,
presumprao qui existe bo contra o projeclo, |iorque matos pa'a que esees ufabalhos enntiunera al'un de se Srs. e
o que esla em vigor be una le coulraiia a uisposi- est.ibelecer una communicaao fcil enlrcS Vieeu- em ls">4
eflo da lei numero 157, contraria B eisa que ja liaba le e Nazarelb.Ja v pur lauto a casa qae he degrau- I Pesqueira .isla de Cimbres cinco legoas.em Cim-
sido revoaada. do vanlagem ata idea. bres ha u.n caixao com uome de cdela que se nun-
Aastm a prcsumiirao he qaa o protet 10 nao he lia nm aparte | dou i c de ulilidade, ero quanlo sendo presentar a prova
ilessa atitidade, pro\a que deve ser nrodu/dda pelo
nobre ati'or de projecto ;e nem se pedam o adiameuto,devem primeiro impugaa-lo, por ao governo que a assembie reeuuliace mu neceas
que he a ortica que quern aprsenla um projeclo,. dado.
deve suslenta-lo. A ou|ra j,,,,, Co...isi,a.l.i na emenda lio melhorar
.ia um aparte I dou edificar, c de que apeuas existero as paredes:
lie ama medida qne se ynl lembrar ao tovenio... icm ls:.i, quando iraiei de.ta qoestao, demoostrci o
/i"i \ ,{""," ," : K'**0 e,u' elle lembrado. eslado desie caixao, as paredes esUo todas radiadas,
o r. A. rorfello : Ao entretanto lembra--e i todas arruinadas, e para se repararen! sera necessa-
para se re|
rio iraslar urna quaulia avuliada, c muito maiur do
que i enverno comprando a casa de Pesqueira.
J demonstre! os inconveniente que haviam, mo-
le tiOI-
quasi directo
i estrada de .Na/areUi he
errio tica quasi inlransitavel,
miulia indicacao seja Manida ipsis verbis na Acta.' ao caso, mas o cerlo he que o nolire depot.ido faliou M ,,asiJ ,,.,,, v,aoa Scc G,.-, i.. '* ,'
Sprvi,. ',',,..! n.. o l'.hr, <3 noa t\ nru^oi.fo I... .. i OISSO h.n 1,0010. o.a ,.....,.ri,. o,,.. i\ ... .,.. ........I,., o.oioi na umi i^-
Servir. lalve para a) futuro, ja que o presente he o
reinado desptico do indilTerenlismo.
A mdic ir.io he remeltida a coiuimssao de coniti-
luu;,io e poderes.
Prosettue a urdem do dia e lie approvado sem de-
bale em lerceira discusso o projeelo n. :tl.
Primeira discus-ao do projeclo numero :'.(> de I8.1,
qoe mande anuexar ao termo do lluiiilo o eneeuho
Kiachao,
O Sr. Llt'~ FHppe :Paz aljamas reJezes.
O Sr. Manoct (avilcanti :Eu hai de volar por
nisso Eli penco me imperio que o Sr. do ciiu.nl.o lra,,a m,.....0, ,,,:,,, de ~^~' "
liaclaoseja homem de oruem ouna,., porque laso feiamen'.e, e a.m aaiorisndo-sc o soverno fa-
llada lem com os limites em que-UHo ; para que esse 7er
eiigentin |>eitenra ao Honito ou deixe de perlencer
pouco importa que elle lenba esaas 00 aquellas
ideias.
forja e assim nao sei o qae fac..i ; nao sei mesroo que contra o projeclo
o Sr. /'. Baplisla ;Muilo b*in, mil vezea mili-
to bem. e mil ve.es muilo hein.
O Sr. ./. Cncoleojm :A vista das considerares
que expu?. cada ve/ estou mais resolvulo a volar Vio
adiamenlo, e se elle 11A0 passar, declaro que vol
lei he esls, numero 157...
O Sr. Presidente :Eu nao ouvi o nobre depn-
laao pedir :i palavru.
9-. Maiioet CaraleaitH:Peco-a asora.
Ha um imgma aqu oeste projeclo, e ao menos be
preciso saber o que islo he, per isso pero essa lei nu-
mero 157, e depois me proounciarei sobre o projeclo
de que se trata.
Vai a' mesa e apoia-se o seguinte reqnerimento.
Kequeiro o adame uto do projecto por -2i horas.
A. Cavalcanti.
OSr. Maaoel Cavakanli :-F.o vol pelo adiamen-
lo c creto que os nobre depuia ; concordarao co-
migo em que he preciso examinar este negocio, por-
que vamos por m excaeao ama lei, queeu exami-
nando vi ter sido fel no lempo do phrenesi revolu-
ciooatio ; he preciso portento, qae consideremos bas-
tanle.
OSr. S. Oltgario :Nao apoiado ; nao tein rc-
larao o projecto cora o que nouve a respeito de revo-
lucao.'
O Sr. Mitnoei Catatr.anti:Se o nobre deputado
qoer dar-me aparte, presle-me atlenrao .* en nao
disse qoe a le tinha alguma cousa com a revolurao.
disse que hsvia sido feila no lempo em que se pre-
parava a revollo...
O Sr. S. Olegario :Nao senhor, nao se prepa-
rou tal revclur.io. Pe cine lempo he .'
O Sr. HitnotX Caceftemti:He do qaando esteva
na presioeocia o Sr. Antonio Pinto Chichorro da
'ama, quando se preparun aqai a revolocao.
O Sr. S. Olegario:---Nao apoiadn. Creio, que
nos lemos por carlllh diverag*.
O Sr. Mannel Cavaeanti:Pode al di*er, que
foi oro arto minio benemrito aquella revolarse, es-
a' no seu direito.
O Sr. S. Olegario:Nao senhor, nao justifico
revolucoes, mas a qoe digo he, qae nao heuve acto
len'slativo que preparas-e a revotujao.
Encerra-se a discassao, o sendo rejeltado o adia-
menlo, he approva la o projeclo.
O Sr. I. de Harrus oppe-se emenda do Sr.
Sou/.a Carvalho, poique emende que a passar ella, a
qoola ser toda desunida para a estrada do norte,
entretanto que a estrada da Escaria se aclia em es-
tado de, por falta de 2 ou :l lauros, nao poder pres-! fazfio em que as fundamenta,
lar indos os serviros que lie para desejar, de modo'
os concert neressarios na estrada de .Magua
Secca a .Nazareth que sao :t leguas, terrino- fcil
eoawnmieacflo entre Nazareth, e (joianna, que sen-
do boje um dos porlos l'requentados pela linhn de
vapores cosleiros, lera' de lucrar muito, por que en-
13o concorrerao lodos es euueuhos com os seus pro-
ducios para Uolanoa pela facilidade do transuorle a
vapor.
(toante as estradas principio, enleurio qae se
nao deve dar preferencia a esta ou anuella, tara-so
ao mesuro como or possivel, mas quaiito a essas ou-
lras obras, emendo que deveiu ser especialmente
lemhradas.
Sao estas as minha ideas, Sr. presidente, vol pe-
las emendas que apresentoi. e quanlo as nutras, es-
pero que cada uro dos seus signatarios aprsente a
|ue he de absoluta necessidade. que se laram alguus
laucos de estrada para aproveitar os que j.i estao
feilos.
Yao mesa e apoiam-se as secninles emendas:
N. 15.Com a coniinuacao do concert do reco-
Ihimenlo das freirs de Iguarass, 2:0009.Ur- P-
liaptista.liento Costa.
.\. Iti.Kicando o presidenta da provincia auto-
risado a mandar fazer por arrematado uma casa pa-
ra a aisemblea provincial, levendo er collocada uo
terreno qoe lica defronlc do theatro.l.uiz l'elippe.
Marques de Amorim. enlo Costa. Itarros de
Lacerde.
N. 17.Devendo o governo n.n ennlinbar a cons-
Iruccao das estradas do sul e da Escada.Santa Car-
valho.
N. 1*s.Exclua-sa do artiga o eajeamento das mas
desla cidade. -V. Cavaleanli.
O Sr. f.uiz Fctippe'. m*. presidene. en der,';-
nimo quando vejo esta papelada -.rr'inonsa con**^-
nandn quotas para sirem despendida ua rjusirne-
rao de oies e laes obras.
':/* .Sr. Diputado : E nao est j eo?tumario Y
O Sr. /.ni: Ftttppt: Mas nem per isto se se-
gao que eu dene de clamar com todas as minhas
ierras contra semellianles medidas.
Se nos tivessemos :t,000:()(W3 qae se consier.am
em am projeclo de emprstito, ulvez eu me dispo-
7esse a votar por este desp^/.as, mas como eu con-
sidero tal projeclo uma calamidad:- para a provincia
c pretendo dar mpu voto contra elle, em todo raso
uuliciar.
t'eixare, pos, os prefacios,
V. as taei jaculatorias,
Sao petas, sao historias,
liando as cosas ao cavaeu
: . a \ai obra de chpela
Vsneiral tosca remessa.
I'.-, iiiin. da mesina ittrj,
Cozida com forte haba
I'o trinque arabadiuha.
Conlinna esta capital c pruvnua saboreando o
doces e uiellaveis gu/os,iuslos coronarios da perenne
Iranquillidarie.
s. l-.xe. o Sr. Sa a Albaquerquo, entregando 1
picsideucia ao digno segundo Mce-presidcnle, era-
dla..... no vapor uParana', seguiudu
liri-o. tin I esq
ra um prestante CidadSO lem cedido o eu predio
para csso lim ha mais de K anuos. Por ietc nao sel
em que se da' a impoltica nem a celebridade, que
notoo o nobre deputado, pelo centrario, o que eu-
lendo beque he de necessidade absoluta a compra ,aICUU
dessa casa e jolgo lo-lo deinoiutrado.bcm como que
nao da ceiebridatic alguma a resiieiio da|emenda tfUa Mrte> on,le tomar activa parle noa traba
que nao merece as acensarnos que o nebie depu- | Iho1 da cmara doa depulados.
lariolhe faz. 1 Ua lempo nio ae obser
O Sr. t miro l.to joslifira as emendas qu apre- .,.,., ., .,.,;,, .
sent, e responde a's observaroes. do honrado Sr. I*"- *"" 1'" S. ble., o que ce rlao. ola
Heira.
OSr.
da ebegada do vapores, en havia cora auieciparao
manufactarndo mmlu mitsiva de 16 do correle.
Agora porm que vurs o rebombar lo eanbuo an-
nunciaiido a entrada do vapor do sul, passo a acres"
ceular mais aloma cousa.
A paz, a ordem e a prospertriade en lodos os ra-
mos, ceatinoa a donuuar a quadra. A eeciedada es-
ta' uo ffrel oput, ludo consequen'.eineiite val alin-
giudo .1 meta dos seus flus.
Prepaia-se um esplendida e samploaao baile elle-.
i rerido pelo coipo do commerr.10 desla capi'ai ao
E\m. Sr. r. I eboa digno vKc-presnleule e ora re
gendo as redeas da administraron provincial romo
prova deinoiislraliva da regoaijo pela-ua elevaran a
tal cargo. Conala-mo luoniar la a ."itlu- luiu auccauado pelo di:;uo cidadaooSr. lenle-
coronel Paulo .loaquim letles Jnior, o que por de-
luds prova a estima e afluirn que ao dlatmcui tune-
clonarlo dedlcam seusninrrro-os e dedicado- amigos.
A noticia du pruMiuo analruanieutn dos duus pra-
uslas u.io lem ganlio proelilistuo, a sociedade cea-
tinoa aana marcha de desmaiutus.
A paixao rioiniuanle da quadra, be a eteurdo a
Euiopa. Sim, acabara de partir para all qualro ne-
gociante desla provincia us senhores Antooio Heuto
liaiboza, lausliuu loga-.a, lloiniugos Cpese Sonto.
ajea da vucein.n o-
n" recommemlou sen
t. Faoslino.residente en- Calbao da Lima.
' ^ fhe-,r- "'"'> a bvedarae nittt ,-
'"/.A -ninli, ".rane,-,,,,^;,,.
porque i.-iantfri pala meo arla ., |cr
biimo -jndor .nula nevo, o ,. ., sr.
remellen.por ssb-r iue V.s. | ., ,,.
randa les. Infe'izi.ieiite o saaa
! ida o, roe,,, ecrjr!iMi m V(/ de 4
> caa. !o, ,.. ,, C,M 0 Bln ,,.,,
que lem .em he aproe |w, ,, u fl(.o< mm _
roagii.l.co cando,. I,...... a1Uil ^ ^^
o Sr. Iausl.no. s.nt a.n,.c,meille ,,,,,
na -e \ s. aariiei remadni la, ,, .^.
ra. Iba pero qoe nao deize i,r,r so rondr ,,
u ingles ; va' a ras.: delle. es* ,, r 0mo ,,.
la da nota junta, e tome o que he sen. Eslo cari.
que elle be media sapa e que Ufe naaajo'
' Seu rriado, etc.. *'. ;. 1 ,TTrira ,
() Sr. Paute diricio-e 00 aaesaM mntmHu a casa
do lugler.que morava no liairro do Caleta, o i-..
reecbeu o com asta frie/.a lubilual -om e- m,,dn
desconversavel UM propio, do rsrarn r,tKitHmeo
Acabo de saber de um eugano.a vun inesmnio
da-lo, dtaze-lba a Sr. I aostu.
^euliur vem inrommudar mim.n.. prcri-, t^f
g-de Raapoadea o laajlam.
^*nn procur
Mr" llenri'/ucs insiste na sua opposir'io
a' emenda soura a cadea de Pesqueira, e explica as
suas expressoes.
Termo dado a hora, fica a discussao adiada.
O Sr. Presidente designa a ordem do da e levanta
a sessao.
deinonstrou a alleirao e eslima que Iba volaiii os ho-
maua sensatos.
O Sr. Maaoel Caracmti:Poiabouveram mullas Iterei (le *0,ar contra essas emendas.
leis qoe prepararan! a rcvolur.lo, ella foi premedita-
da rom mulla antecedencia.
O .sr. rV. Porlella :Muitas e moilissimcs.
0 Sr. Manoel Caralmvti:Eu nao sei so algom
Sr. deuuiadQ rae eselareesra' eslas iluvidas que nu-
tro a respeito do projeclo, porque eu tenho preven-
eao coDlra elle, e nao havendo quem roe esclarera,
voto contra todo que fiir innovara, de quo.se nao
mostrar a vanlagem, voto coolra e voto !: inbivn con-
tra a restaoracao dos actos desse lempo.
1 n< Sr. Depulado :Esta' lito prevenido assim/
O Sr. AMnoei Caralcanti:Previnidissimo; a ex-
periencia me fez conhecer, que aquillo nio se deve
mais revive/, pelo contrario nm denso reo deve ser
! turado sobre todo qoe perlenceaquella poca de re-
solocSo.
O Sr. Ipannonias de Afelio : Expende algu-
raas considerares em ordem approvar a cunvenien-
cia da a loprflo do projeclo.
O Sr. I. de Barros :Tenho negocio urgente.
O Sr. Pretidentq :Tcm a palavra.
O Sr. I. de tarros '.Requeiro a V. Exc. se
digne consultar a casa, alim de que ella emille o seu
joizo a respeito de redacc.ao d'esia raaoloclto que au-
tnrisa a cmara municipal a alienar algn* terrenos a
roropanhia de estrada de ferro, eoja redacyao esta'
prnmpta.
Consoliada a'casa s*hro o reqorimento de ar-
gencia, regeila-o.
O Sr. Horro' ae Laceria apez.ir do nao dar cr-
dito ao que so diz contra a companlua Peniambu-
can, n,.o se satisfaz com os esclarccimenlos dnti s
pelo Sr. Amorim, e nao sabe a razio porque ella
nao merece plena eonHanea, percebendo ja toda a
siihvrnri'o do governo geral e da provincia.
ti Sr. /'. Ilaplslit :A que veio.Sr. presidente,
trazar o nobre Jep-aiado para a discussao deste pro-
jeclo a revolorftu ae 18!') .' Se esta assembh-a apre-
senlasse caracteres suspeitos, ale certo ponto podara
o nohre deputado ter receios de que nao quizessc-
O Sr. Metra: .Nao reslitmo sea discurso.'.
0 Sr. Manuel Cavaleanli : Sr. presidente,
antes .le apreseniar alguma refleies sobre o arligu
que se dicote, he preciso que faca uma pequea
declararlo, urna exhibirn ne principios: eu decla-
ro queja nao corapreneii o asatiribuiroes da assem-
blea provincial, ja nao sei mais quaes'cllas sao, por
que a assemblea tem demillido de si algumas dessss
soas prerog.itivas, dando-a ao presnlenle da provin-
cia ; eu, por tanto, o que pretendo fazer he quando
Se Iralar de qualqtter medida, conforme a roulianca
ou desconliaura que merecer.o presidente, dsr-lli-
hei ou nio a attribuirao de reatisar essa medula, por
que dahi nao tica a assemblea privada de fazer
o fine julgar vanlafoao.
Enleodo que -obre a stribairan ra deapen, nao
pode deixar de lnver erbilri uii ,ta liarte da asaem-
Mea on da parte do presidene, e por isse qoanio
eu vir .loo o presidente he cana/, de reasar uma
medida, eolito iieiue aulnr-o-in para isao, quando
ir qoe ^ osaamblea h- mais competente, heoe volar
: 11 que a assenuuea reali-e.
Ua om aparte ?,
Eo na., quero in/er coasns mpossiveis, aanillo
que nao nosso fazer, nenh
leutavn contal o jirauto que inuoudava suas laces ;
lama era a saudade que o doiniuava .10 deixar esla
provincia, onde deixava Ubi rala recordardes.
Seu successur, o Eira. r. Ir. Iguacio lose de
llaudoaco OcbOa, he um digno cavalleiro, cidadao
disliucto, inagislradu iliuslre e iniegerruiTu, ornado,
emlim, de ludas as quaiidades inseparateis da hu-
mera amante da ttrra que u viu nascer, e que stnce-
Sr. Carnciru, ten'du denoneiVde'qaianil^otTra- t;1""!"t'! ,,u "dica a ""^"ninha-U oas ser .das da
balhadores .:, estrada de ferro haviam alguns en- prosptiidade. Oesejainos urna prospera admiuistra-
-.ntnososdemorle, os prendera, sera que para issu : tilo, livre dos revezes e coulrjleinpus.
lusse po-sivel a sua prevencao. lie mais uma pro-
va da aclivi.ude do Sr. subdelegado, e de seu zelu
Pk&tik 4VUI.SA.
Consta-nos qae o subdelegado dos Alegados
lupunhaiueuio praparaaa-ta os senhores tleiretles e Braga, e i' ha
quiuze das baviam partido .< senhores
Ave a o sexagenario Uuimaraas.
113 duus prmietrus aeuhores deixam Modosa iu-i
.ve. eslava por demals commovido, am' vio j eordajne palo seu digno prucediiueuto e cavallei-
ri-ino, assim como o Sr. Iteiumba que lambem se-
gu ueste vapor.
Ut wagauoes vjo regular-so na Cjsia amada, veo
chupar groase) Calas de suuimo da Cepa, cuja 111-
llueucia relresca us vasus quilo-os. Emquaulo venia
agua ua vela, o abalroamenlo esla" prximo. A dos,
dispoolia rio
CotmapoUla.
pelo bem publico
Ilouve ha rilas na ra das Agaai-Verdes, casa
n..., um granrie dlslorbio por cansa de joeo, hou-
veram mullos pontapes, mangas de vidro quebradas,
ele, ote. Islo tiuque lem graca : I. criticar .10 lo-
go, lie semsaboria.
lie altamente ceosaravel o componaraenio des-
respeitoso que tero mulla ente as igreias, em-
qaaolose celebram os actos religiosos. Multas va-i
zes esta o Sacramento exposlo e lile da o as costas pa-
ra se occui.arem em conversar, em criticar, e al
om "..... -Ne,n 'aliamos mais uo escndalo de s od
ajoelharern, porque j senao usa. porque para mul-
la genio he qoasi um impossivel, em couseqoencia
da jusleza das cairas, po.qu principalmente iu mul-
to se tem disso fallad... i!e am desgoslo para n
nosso veoer.velprelaao, qae to extremoso he por
nossa fel.cidade, saber que sao desprezadas as -ua,
; e ten exemplee, e ue sua- ovelhas desc-
A assemblea pruvuicial caramba, posto que em
alguma imerruprjlo ua sua marcha legislativa, j
alguns acto siguilirativus v3o apaiecendo, que reve-
lara us bou, desejos dos etcolhldu da provincia, ja
por proiosta do digno memoro, o ;>r. Teixeira u
i Oliveira, felicilaudoS. Exc..: Sr. Sa', ja couce.leu-
do uito conloa ue res por cmprestimo para a edifi-
Carao du theatro da sociedade Maceioen-e, ja nivel
Srt. Jledarfores.Acabo de ler no sea era con-
ceituario Diarion de boje, ar correspondencia
assignada pelo Sr. JoAo Saraiva de \raujo balate,
escrivao da auditoria de marinha. eui que dizque
um amigo do Si. '.'ir. i.uiz Carlos de Paiva Teixeira
Ihe tez eouherrr que elle havia tilo um angano,
.(liando rcr lili con que osleim-s de d-.-lararao i.n
inlerrogaloriaa, por meu pai o Sr. cutenel Caspar
de Menezes Vasconrellos do Urummonri, procedido
sobre os farti.s relativos ao paiabote negreiro de
lando os ordenados dos empregados da Ihesoarana ; Ser.nh.len., n.lo exisliam aunexos ao processomst.u-
provincialaosdageial.ja, emlim, mandando mudar rado no K10 l orn.0-0 pur aquella magislrado,
as preot de algudao para a bocea de Macelo.
Era ja lempo de acabar com o espectculo asque-
roso que efloreca a entrada da capital.
Mi-eiaveis ciiuupauas de palha, antros da miseria
e prostituirn, emlim imineusas objcclos qoe afeia-
vain esse luar, digno por sera duvida de melhudi-
cos editlicios
TamtHm nao ei de que conveinenri?. sera para a-
provincia eslarmos nos aqu nos entraando, penden
do as nosa< forras em advolar taes e laes medidas, |
para depois em resultado perdeimns o lampo, o que I
importa remetter-se esla papelada msense para a
aprecarao do soveroo. (ApoiadOB.) Vejo que sendo
a quola marcada no orcamento inabflieieiite parri a
salisfarao de todas as despezas lernbradas as emen-
das, ns'temos tcitamente dado ao governo o arbi-
trio da distribuir."! da verba; porlanlo estamos aqui
perdendo o nossu lempo, cada um arivogaudo a sua
emenda e esfortando-ss pur mostrar as vanlagens
deUa, para em ultimo caso o governo ser quera de-
signe a despeza....
I'm Sr. Deputado : Mas desiguamcs as obra.
O Sr. Mi: Felippe \ dos decretamos -2|Hi:IM)ll5
para obras publicas, mas dixemos facam-s oliras na
importancia de (00;tna> : aon.lo se vai ver diabe.ro
para isso
.y. .uu ., ..ita.,,. ou oc.o.onr' ll. I a VCUM Clll ---------
o ealrnineulo dacidade, que, segundo, a lei esl auto- me'"" ri'!-r"U
ruado para isto. Demais. o caleamento he una obra I ne ** p "m
.ir,.
.11,
pre-o
logo de lado.
tratando .lo artigo do orcamento, eu nao alga es-, niiecenrio a raao .ue Iba apona o caminho da sal-.
lo artigo bem elaborado, "por que nelle se arham vaci?: cemente ne vao Lelle desviando. j noliri insta' om almas*. fui. a .
englobadas as diversas verbas que rimara ter qoota i -"ra M Q amansar essn ,,v bacep-alo MlmarH, a taita de taclos que a
especial ; echo a assemblea mais apta do que o pre- Pr"cur- lugares mais deserto., on- -au erram os''
sidente par especinoar as JeapeZM designadas no arl """" 'ico de serem pisados, ofi espere que a ci-
assira quizera qoe se riissesse: com as estradas lano. ?"* oor.oeca, e eulflu faca esse eavjlinhu pino-
com o hospital Pedro II tanto, com o calramenlo das I'"" sua volitad o > delle. Mas obrigi- 0
ras lauto, etc. e nao como se acha coucei.ido o -ri. I mal '', cor;er lazar piroeta por todas essas
por qae pode o prndenle joluar convenieo": maiadar S22?' ','' :,'"l"enl .! s, .ara iootrar ana
calcar lod.i a etaaTae ou desiiender toda'a verba com I _"' ei--,ln ,,ue lio pengoso.alom de *u/
Ho ar, mais essas cousas; assil
meninun au que ser feio.
nunicipaT, e parece-ma que aje ha ama resolueS..'
.1 asta respeito...
O Sr. /. de arros : Assim como a iliamiaa-
cao.
O. Sr. Manuel Cavaleanli: Cora a illomioa-
ra no, ;? estamos eostomadoa. Mas, em lim, de
minha parle nSo tenho tempo de fazer bote uma
classificseo lo o dislincta deste mtigo, ca nao o fa-
lla assim, jiorern nao posso votar por nenhuma das
emendas aprcsentad-is...
O .s.'r. Pereira '.'. /.'rifo : lambem acha-u ce-
lebie ?
O Sr. Manoel CaotleaiUi : Essa ocho at im-
pertinente. Mas eu qaando vi este anuo se appro-
var um projeclo sobre loteras com um chuveiro de
im conjor que treuxeram par
er,--mu 1 *..,,. ,. casa.
Palia o0iro eoc, .-nbor. \ n enlenda nada.
\ ira procuro, mu candor, qoe veto do l'ero"
paro miro.
\h Senhor qoet compra uma pero .'
>ao. aaobof i que ajeara be qu* n soanv:
me res'.itua ora cndor que aajsti -l em su casa.
No mea c.i am cndor Oue he esta ce-
dor !
He nm pactan faosle, o roaior de lado-. ( aa.
nbor bem sale .'u> be '.. E -e ata -abe lia eata
Carta.
O ii.nlez leu o papel, e depeal staaal ai.rao a<
ventas do pobr Faustu.
Voce esta" valia, iiaaa Iba arrebatadaraanta
V no qaee conversar vec. I.eva sr raria e vai pro
curar b'outr. casa sna per.
Nao be pie' ; lie eoarlor.
Perna oq cndor, vor.- vai-se e afean
I'.d- voii Uva-|,i a pahua,
\ un- leva mnn 111 policia, leva voe.- no ba.
;.:ci de Pedro Segunde.
FatHla sabio zanadi-sim... Ileqoereu a polica, c
o Inglcz nssse mesmo dia ln euiimado, comparecen-
do no dia que Ihe foi designado.
Presente- qaeituso e aerasarie, o jniz di -e a e -
le :
- '"-le senlior foi hunlcm a sua rasa '
- 1 .'i, t>, responden n ln:lT. ; rll Un m- moa
ca-a : mas este s"Kor f-.irt iota; se* jin e*^a' efe
rada.
Aeh enl 10 qoe til- ola d. u lo '
,N.. se..
(i enhor o julga idiota "'
N.'. sei.
Atienda qooelle p.-ia por n>!urah-l,.
No sei.
Basad romo diz que elle esta' da jeito virad--
Oh elle talla mim rio sua pateara .rande, de
i'lsaa lamanlio...
I"m cndor *
ve- um. cndor... \.'- pana este senhor no b -i.n 11 de l'raia \ermelha.
caardV.
mTl'nd,e.I,'''la",V9' C.U| b"m a0 8 r.
em nm par do lavas de Jovia de letra (A
Depila este estado a favor da boa ndole do pnvo,
que ja amestndo vai comprehendendo ;, marcha
ani- I pru^ressiva do espirito Iraniano. I.a para as banda
de Jaguara', ha pouco lempo, appareceram certa
cousas, mas mo ailectando o nem promnvendn a ex-
Iravasacao do sangue. limilando-se ao e-ia
reciproco, deixo por tanto de mencionar.
Apareceu la para as bandas da Pona Verde, o ca-
que se achara duus a folhas 11 e folhas 51.
A esla retraeta^ao,- etplicarao ou como inelhor
norae baja, vejo-me obrigado acudir prassaroao, e
sabir por um puuco do (irme propoite em que eatua Nao |,e v.r.lade que o Sr. rerebea a
de agnardar a discussao desse negocio no qual a ,m sea easa um aasaara dtamoo oesjalae, vinric .1
lodo transe e calculadamente me involveram para| Peto 1
oportanidad propria, por te-lo acompanhado pan
passu, e com loria .1 iadividuacjlo pcNsivel, e por
m Sr. Deputado: Eteolham-se as emendas1 emendas, dsacorocoel e jolga qae tima semelhanlc
maneira de legislar, faz desanimar a propor-se algu-
ma musa *ie importancia...
' w Sr. n',mtado : En o,1o pens assim.
<> Sr. Monoel Cavaleanli : Esta' no seu dimi-
to, e eo nao estarei no rneu ?
E exigiera,>m duvida alaumas emendas, algomss
que talvez podessem merecer allnelo, se por exem-
plo honveaae a visaa de qaejrfallei] se no artigo do
orcamento se achasse uma quula desuada para es-
tradas, itl ou Wl.Oilli-., a aasombla poda dar prele-
-eucia a' qoe julL'asso mais necessana, e nesle caso
mais vantajosas...
O Sr. /miz Felippe : Todas ellas ,1o aqu
aposentadas com o cunho da olilidide publica.
Eu voto contra todas as cien tas, fazendo apenas
exceprao a respeito de nina que consigna iHI pera
pasamento a Simplicio Jos de Mello, porque he
malaria senre que pnssou um projecto neta casa a
mi Ma vencido, mas a retp. ito das nutras emendas
qoe mandam fazer arudes. piradas, laucos de estra-
da, etc., auto contra todas, [apoiados.
O .Sr. /'..r/r//a : Sr. presidente, eo. loovo
muilo os nubres senlimentos do honrado nemliru
que acaba de assentar-se e os daquelles que rom
seus apartes manifestaram approvaclo completu a
suas 1 teas ; mas nlo pos'o drizar de tazei sentir
rasa qSO pouco digna- sito de adhesio essas ideas,
porque, Sr. presidente, nao se trata de uma verba
qualqiier destinada a esta bu aquella necessidade;
espirito cifr.i-s. era repetir essas phrases qae to I *Wdo MM" britnico Eduardo Brcman, que
5Z&smS2 fiuo/m.n."5 per",ir,s 1" ""' I "or livre e P'anea vontade se afogara. Victima
disse-lhe : v 1 vendn-s redozdo a' posirao de mendigar o bolo da
Minha senhora, ja vio V. Exc. barriga maiof rtnoaa, elle qae anda ha pouco disponha de co-
" o?rn?Sr! 'UJe"0 ">Ue n""">- meu 1)eos' \ lo"'"es ,",r-6e5 do me'" "nnro' n8 I""16 "*-
'. Aquello bicho leo que tanto para nut ol. 1 i '''"' >'r""""'1 nlorls cnm0 Bivio aos seos
vio arelara mala lou, miaba aenbora? ol"a'" "'imentos.
reUndo *J!L1 e"C' '"' Sr- al5,e :l S- I Pasi0 'l20ia a narrar u''> fIO. que assaz demons-
oCq^:r:\afr;v:rnodn^ch0eo0eT:enr *? *" "* -*- binante 2
O dandy confu.o ro indagar quem era o barr 11- ',e" 'eve U's" "" """ta-feira da semana santa a pro-
do1 e soub. que era o pa, J bc.aZ"0 cap var" .! "*<< os enfermos ; mas qu, dirci a VmC Compu- P'0Va\tomu "Ual,fi
Ooe^deceprao qoe ln,.apacirtade para ^ nha-se o acomp,b.men.o\neas rio juiz. theso- vT^^m^Z
7.C"'',:Ia;"0,,(,ue M ,ardc <* 19." un, carro ??A *T? "* *"?** S"** Iher dire^o de'ZvTr
TI ,J. i de[>r8'"'a I"*"10 Permilliam as de-
bis forras .tus miseros e lazaremos eavallos, alirou
ao el ao uro prelo na praea da ltoa-\ isla ; assevera.n
que loi isto devido, alo ao
- vagar e descuido do
prelo, mas a malla prona rio carro.
-Chamairro-a allenca.. da polica para esse le-
inen.i. rad b"P- '",C "> i
eu dara preferencia ao norte, por que .. sul da pro- Pe vincia esla' com uuita preponderancia sobre o norte,' "urd"n5 tem ria.lu lugar,
ah esta' a estrada de ferro feila a" casta da pro- "
vmcia, em beneficio do sul..
I i Sr. Depulado : Em beneficio do imperio
(010.
" Sr. Manoel Caealeunti Anda mesmo che-
lrala-e de orna verba destinada as obras publicas, | gando ao R'a de S. Francisco nao aproveita ao im-
a qee deve a assemblea prestar toda alinelo ; trata-
mos, com a revocado da lei de 1849, fazer resusci-1,p "aia enoa que de 2t:0003 que leem de ser em-
lar os acontecimenius tristes daquelle tempo. | P****?" c,n ol"":'?. publicas ; e sera nesta occaalao,
Mas a asiembla em sua totalidadecoinpoem-se
de humen- de serviros, de opinOea Ronhecidas : he
nma assemblea ';quem se nao p.ide imputar, sem
lazer-lhe grave otlensa, quer.r preparar os animes
e a cooiwis para um quadro tilo melarealico, como
o qne presenciamos em 1849.
nemais. o senhor do enganhb, que o projeclo
manda perlencer comarca do liouilo, nlo ha pes-
soa suspeila ; e pelo contrario foi compre, e he um
dos defensores da ordem.
Ouanio a dizer o nobre d-pnlado, segundo secre-
tario, que este projeclo devm ser encorporado ao
que ja se discuti, creando a freguezia de Cravata,
direi, que nao era possivel, visto que na freguezia
de Cravata nao se fatlou em limite-, que tocassem
eom o engenho, de que se Irata.
OSr. Uieerda :Mas ha um nutro projecto so-
bre limites do Bonito.
O Sr. P. Ilaptistit :E o qne tem islo este pra-
jecto he mais simple-, que o nutro, a que se ref;re
Sr. segando secretario. E nao podemos tomar ron-
tas au seu autor, por nao ter-lhe dado maior ex-
paittato.
Voto contra o adiamenlo.
O Sr. A. Cavaleanli :Sr. presidente, no senti-
do de sirsteotar'o adiameulo por mim propasto, pedi
a palavra.
Cada vez mais duvid^s pairam sobre meu espirito
acerca da materia de que se lala ; cada vez mais
lie opiniao de gente mui-
quando a assemblea provincial concorre com om
somm,: tao eonsideravel, que devemos cruzar os bra-
cos e dizer : lira o governo com o direilo de esco-
Iher esta oo aquella obra '.'...
tw Sr. Deputado:He opiniao qno a nobre
depnndo tem adoptado.
O Sr. .V. Portella : Sim, porem quando se nao
trata de ura verba importante como esta...
O Sr. Metra llenrit/ur< :' Eu eslou notando a
sua conlrariiri^ao.
O Sr. A. Portella : ConlradicrSo nulo eu -.0
nobre deputado.
Mas, como dizia, nao so traa de uma verba iusiff-
nilirante para ser applicada a esta oa aquella neeea-
loado poblica ; trata-se de uma verba de gOU-OMg,
que deve er applicada as obras da provincia, e me
parece que nao havera' occa>iao em que ataeroblea
provincial e as suas ideas, de designar a maneira de distribuir
essa quola como esla, em que tanto convira' que os
nobres depulados, que Itemcouhecimenlos especiaos
sobre esta ou aquella necessidade, exponliara sues
ideas, e mo sei porque razie ha.> de rapelllr as
emendas que apparerem na mesa.
'lia um aparte..
Pelo contrario, o nobre depulado, rfoirdo r! tan-
tos talentos, he que se ritv animar a dizer a idea
he boa, tal idea ha ma", tal deve ser rejeitada, etc.-
entretanto o nolire depulado desanima, e eu pelo
me convence de nue a ras nao esta' bastante tela-! C"'" en1"n'"> (*a6 Dau, .h" ""vanlagem em cada
* um anrmiMiinr j, -i\,- ,0.. .. .. .^..- -1____ __
recida o ponto de poder votar sobre esta quesir.o.
O proiecto foi aprssentado em 1K.V ; grande par-
te dosmembros desla casa que eniao eraui depila-
dos, 011 talvez a maioria nao o ao hoje....
Coi Sr. Deputado A maioria nao.
0 Sr. A. Cavaleanli:Poil sim, nao entro nesta
queslao, digo grande parte ; nao jiertenciam a as-
semblea e aquellas mesmo- que pertenciam, isodem
boje nao estar a par do que enia.i se tralava, mr-
menle sendo a.o projecto desla que agora entra ero
primeira diacussao ; qoe ha nimio lempo s,. .. -i .
BM tegon I ido, ma" que .....-
- ...:... 1.1 ..,1
..: dosta casa .ic.i vindo raasi io.,n- -
-ada sei desla queslao sena., por lar islo a rio .:lo
agora o combinado cn.-i .. .^1 que B||q .o ,'u c.dlu'i i'.i .... iv.,- a r. foi senao qae ie Irala
..eii-.ii am njranhodo oalra fregoezla para a do
1 : 1I0, en: en.'.o ..nr .a anteriormente porlencea .-.
o ... freguezia s que pausan: r-or o .: le. Pao ore
lendn roslaorar, p in Bonito, d i .
- 100 aolln
.'.. ''1 n.p, ,;- 1 .,pl0
.' i)uii peilenr-eodi ,- .
sogealse aec itaeadond .oseen coi i. r?, -.
nbjj aotenormeoic -. it .......D .;..
pito, riavia de perlonoei nece lariamonle a
fregaaxla e osea freguezia comlt meque era Agoo-
rrcla ; idas lci.se ou uo fosie, oceilo he que del-
vou de pertcncer-ibu em virtode dessa lei nomero
um apresentar as suas ideas acerca das obras pu-
blicas...
Um Sr. Deputado : Distribua o nobre deputa-
do a quola votada.
o Sr. \. Porfalla : Nso se trata (!s traa da distriboicAo da qoota, lia. (O diz Unta
pira tal obra, tanto para lal outra, porque nos ojo
nao
para
am hi-
parlo lo.)
O Sr. I. ae iiarr
to........mu.
i OSr. Manoel Cacalcanti : Ea desautnrisarei
a qoem me pretender convencer do contrario dislo,
por que eu llie direi que n.io pensa bem, e estos no
mea Jireito, Ma n sU| igm uma vanlagem muitu
grande sobre o norte, apezar de que o sul pela na-
lure7, deseos terrenos lem mais precisan d estra-
das do que o norte, porem ja tem bastantes, lem ra-
r.iiticarues de lux, raimlicaces davlda ao palrona-
1 lo e euiaqa, lal ramilicro pura Murbeca he a cou-
sa mais escandalosa nue'leiiho visto...
0 Sr. .V. Portella ': Ja loi 1 Muribera ".'
0 Sr. Manoel Cavaleanli: Oh Sr. \ all cria-
da, nao hei.ie aaber .. que he Muribeca '.' O sul tcm
mais a estrada da Escada...
^Ila alguns apartes 1.
Eu nao allirino que o sul he rheio de oslradas,
mas diso que he mais favorecido do que o norte, e
lem agora de man a mnis a estrada rie ferro, e eu
creio qae na discussao dessa estrada de ferro jeu me
oppuz de algiim modo, e dizem ale que eu sou ini-
raigo rio progresso, ao ponto de me oppdr a estrada
de ferro, mas eu ppu/-rpe fni aos 2 pul cenlo..
O Sr. S. Carvallio : t) que eu digo he que a
estrada de ferro dispou-a ludas as oulras para u sul.
O Sr. Manoel Cavaleanli: Completamente,
tanlo mais que creio que de i em leguas a com-
panlua pode fazer eamiliearoes, e asj.n vejo em que
o norle comparativamente esta' muito piejudiccdu...
OSr. S. f arcnlho : Ainda bem que V. Exc.
1110 he candidato por Golannat
OSr. Manoel Caralranti Por parle nenhuma
com o favor de lieos....
' /n Sr. Depulado : Entilo Klrada do noria
deve acabar com todas as oulras '.'
" Sr. Manoel Cavaleali: Vio, o qne en digo
h^ que o norte precisa malta mais do que o sul, e
centro mu:' mais do que 0 norte, a as tsiV*
" ".....~'" o; v; o 10 pouCds
obrigado o inspector de quarleirao a intervir
apazigua-las.
iiw! .i",',""riossqeeoslamam comprar
Ihete de thealro por l000 e vende-lo por 2*000 a
mais, con .nuara cada vez rnais activos e astuciosos,
d cerlo h-qoe o. que lazem es.e negocinho, sa-
bem-no fazer, pois qne ainda nao foram pllhado !
rioT ,.lni'"-ra"S sen""res "'' eer! estabeleeime..!..
no paleo do Terco, que conversem menos e mais al-
1Z do T As4"n con", ,a7em. '"commodam a
oirendcm a quem merece dos Sr,. mais censido-
I dl^iO.
-Na iravess, da Florentina ha ma casa de jogo
de aspecto democrtico, lie mis(er que a polica
va a ella, o que ser fcil, porque nes-a roa nao ha
quem ignore a sua existencia.
OS'. Kamoiidacom a suacompanha rica lem
de dar-nos alguna nones de prazer nu Santa laa-
o o.f''"1"!86 re,ire' Sr' ""raonda sempre
nos quiz muito. '
- lemos ua trra o Sr. Girardolalada bem !
ii vapor Persinanga .. sahido para os portos
do sul. leva a sen bordo desta proviuc.a, os seguin-
les passageiros :
Joaqii.ei Bernardo dos Res, Keverendo Jo9o H,p-
lisia Niares, Estevo Juse Pacheco e seu llho, Jos
da silva Ci.ne.ros Goimaraea, tioilherma Jos ria
e S meninos, sacerdotes apenas o Hm. conego viga-
rio e seu coadjutor, de maneira que den agua pela
barba arranjar quem carregasse o paleo! Oh terri- I
vel indifferenlismn! Entretanto conservavam- todos!
ero suas casas. qoera estara disposto a soffrer a roas- !
sada de andar de casa em casa levando o Viatico aos i
enfermos Isto sao cousas do temuo do rei velho, o |
scalo he de luzes !
A quadra he do positivo, cumpre vender, com-
prar e mercadejar, deixa-los, o diabo arranjara' bem
as coalas, eo arrependimenlosera' tarriio.
E vai cum i libando tdo assim. O gabinete litera-
rio quo alguns eidadaos b-.viam fundado, com os de-
sejos de promoverem ama "nelieeneia real aos ho-
mens estudiosos, cabio i, marasmo, suas portas
isso devo dizer ao Senhor. escrivao Saraiva, que
de sua parle nao hoava engao alcoro, visto como
nao foram aquelles doas Insignificantes interro-
gatorios, ora apparecidos, os aicos que mau pai
i proceden era diversas datas, anta ria ebegada
.do Sonhoi Doutor Paiva ieixei.a em Sermliaem,
com quanlo ngo Ihe corresse c.sa obtlgacJta em
face do disposlo no artigo 11 rio decreto numero
T"S de II ue uulnbro de IS50, por le sido elle o
aprebeusnr do palbabola nesreiro, depomeutos esles
que .neu pa. entregnu ao dito magislrado, o ellecti-
vamenle nao ettao juntos ao respectivo processo,
mas qaando o Sennoi escrivao Saraiva livesse
tirio esse ensao, parece-ine quo essa omissao nao
pedia legalmciile ser justificada, como deveri,i saber
o amigo do Sr. Ilr. Paiva Teixeira, que Ihe apon-
tou, anda que nao me seja dado duvidar da probi-
dade do Sr. escrivao Saraiva.
Acerca da hoiieslidarie e inleirezi do Sr. |lr. Pai-
va Teixeira. de ser elle um magistrado honrado a
toda prova, eomu qualifrou o Sr. escrivao Saraiva,
creduo ser er.la a ronv.craode
e ella nao me podera' lo-
provar em lem|io competente a
maneira porque esse magistrado s hnu>e em todo
No.
Nio (oi la am hornera levar t- %* \
Na.
Nem enl regaran, a alsuem ern sna ca
>"."..
Visto isso nao sabe de-s neirocio"
. N.
Ski aa carta rr Tcoeitre.-..
Ese caria he faWo... \o da roen ..alarra a *e
ohorta. \ adcaafeaei eondor, vi n" iceeiM posaam
no meo ca-a.
A palavra de am In^lez be sei.ipre rporta...
sagrada ; mas mesmo qcandn i-so i.a*. bastease, rrr
mais qae sufliciente o que dira um lu hele, qoe | -i
liabas indirectas ebegoa nr le momcal as maa- !
jaiz.
O juiz lea .-sse bilbete, e mal p..rie aaajtaf o riso.
Bala explicado lulo o enigma .leste neceo,
disse elle aos circomslanles. II Si. I au-io repare,
na data da carta qne receben '.*
(le carta
Pista carta qae o nbrigon aira eaj a .> te fea.
Ingle/ em procura de um cndor f
Oue lem a roSla '.' qual ha essa data
Bsaa dala be do I" de AbrH...
-----E o qoe tem isso "
0 que tein f mansaram com o seoiiorooi
caram a andar m procura de raridades na casa i
conserv,im-se eufcrmlhadas, coma se alli exislisse ^creilaiido mesmo que alguma intriga se arenasa
alsnm espirito diablico. Apre rom o indillereu- i -0"'" Sr' Uu,llleiru. lomamos por vezes a -ua de-
tisrao !
O cnmmercio vai vivando, senao rom opulencia,
ao menos com parcimonia, conlenlaudo a lodos.
tem ei que lodos se queixam, mas isto sao lamn-
rias de lodos os lempos, e por consequencia nlo me-
receu alleuro. i>uerem que ludo Ihe corra sempre
ess negocio, porque eslou disposti. a levar a eviieu
ca toda essa historia.
,- ., senhor. Aqu e-u esle bilhete nue arat d
Espero, Srs. redactores, merecer-lbes o obs.qoio \ qL,e me ,',., ,|Mo.
de darem pronip.a publicar.o eslas curia. nhas, | ,,,,. bi|||ele f,ndo
trarada, a pressa pelo ..,. an,c.oso venerador : ret. V(!po,s. ,,..... ^ "
A.toino de Va, oncelo, Mer,.z|s de Dromood. | ,,. ;
Hecife, 3) de abril de 1Sj7. ...
Deram-me na balda
Resta nae o senhor se deseulpe pora eos ,,
acensado por te-lo incomm.dadn. dis O senhor queira desculpar-me, dista l'aattaa '
Inclez. lu victima de ama ca-oada qae rcehi
tambem sobra o senhor.
Voc": est lla die o Inqltz agaoisd.
>'ao he tolice. Mangaram enroigo. Ilstetra poi-
doar o incommodo que Ihe dei loe*, querer.
Id ii.'. entende voc .
O juiz cxplicnu ao ingle/, o equivoco e o vm pri
es-o de |s \ quo, o lntlez sabio .tizando que t nesta Ierra he
que havia I" de Abril.
O jaiz poda ler-lbe respondido que aaj Ingla'rr-
fiohamos ouvido fallar, ha das, qoe o Sr.Antonio
lieinardn l.luinlelro se dispunh. para appreseutar 4
assemblea provincial, um requerimento, un qual
peilia que por urna esniurai. legislativa Ihe l'osse
cuucedido o privilegio exclusivo de fornecer carros
fnebres nesla rjdaae por esparo de dez aonos : nao
nos foi possivel dar crdito a' seiuelhanle boato, e
fez.i ; entretanto nos engallamos toriondamente, por
quo este parto de requintado egosmo, da desrame
da ambiedo rio Sr. tjuinleiro apparecu '.' O eu re-
queriinentu fu presen!" a assemblea
do curenle '.'
Esle fartn nos veio de todo convencer de que nao i
se deve despiezar o que o (.ovo diz em certas otea- |
tifies. O povo be um terrivel propheta. qaando re- ,1H >- aleotino em IS de fevereirn.
Jornal do CmmstsMt do Ri.
benigno, ignorando talvez que bada na vida huma- "L'.?!1?.*"??***. .
nih,niii ,. r,,. t Sabe-se qoe ua lu-iallacao do ceiuileno desla ci-
oahesojeilo aos pros e precaljos. alias e baixas, da.le, a cmara municipal contrate! com ura so ih-
somos eogenheiros: Irata-se simplesmenie rie detis- i devem-re fazer para o lugares que man necessilam.
nar, de apontar ao enverno quse a. obras que po- i A "straiia de ferro, dlzem algOM, ven. no- Irazer
r rm parece que a a-sim- S'aiide vanlagem, he verdade, naoconleslo.hade tra-
u. >
..relio, ,lir,.,
que
de:n e devora s. r felfa
(,:... obrando -
lh. pode
e.
......' ..... .\.'.. .'
P^' ::. e : : -- eile da r erencia Ca
norte a o lu en' a sempre dominado
' o Sr. Oepw. .... : Ettao no sen direilo, remo
o nolire dopotad ..
(iSr. '-. /'dVlelli : r-.'>u as r.:.
a --. .'. "u'i.lo loette ......
.1, 0 *H'r j.jirn v r> -
zef alinn
ta
ls
... ,
v:. i.; do
in! rosse

i '
i
rio
., """'o, alalinas de Azeve lo
\ ilarouco Joao lerreira dos Sanio, II. Margan la
Bapusta Aecioli, um me-ior, II. A. Millet.
At amanhiia.
do
BiPARTigAO DA POLICA
Occunencia. do dia >t de abril.
;"'M l'7s.ns : P*la Jelagacia da freguezia u
Hecile, o parlo -srr.vo Joaquun, pur briga
lelasubdelesaria ria freguezia de Santo Antonio
Marcolin de San .,.,. pur uso de a.-mas dele.as.
lela sobdelegan, da freguezia de S. Jos. Jos
Mana do NasrmentO, para averiau.-icoc, em rrime
de reduzr a eaeravidSo pessoa livre.
Pela subdelegara da freguezia da Bo-Vi.t, 0
prelo e-rravo Antonio, sem declarara., do motivo.
I-. pola sabdalegaeia da freguezia do Poco da p.
nena, Francisco JooCabral. por chine de estupro.
pasen e porigeo. Heixai-voi de queixa, e ras ho-
ras vasas dedicai-vos leitara de Carlos Magno, e
assim passareis vida alegre e folgaria.
Por portara de S. Exc. o Sr. Sa' Albuquerque,
foi nomcado inajor e comman.Unte de polica o l-
enle ,1o exercitn Berardo Joaquim Correia.
Pedio demissao do cargo de thesoureiro da Ihe-
dividuo o furnerimeittotdos carros fnebres, ea ex-
periencia, porem, demonstruu exuberantente qu
era esle servico alropellado, e muito mal dirigido,
.. que deu lugar a que o presidenta da provincia, al-
ien dendo as innmeras e escandio-as fallas que se
riavarr, (kgberendo preveni-las, aitendendo ainda
mais a ioretislitucionaliriarie rie um lal coulraln, cu-
rasse esse grande nial, coucedesse pelo regul.memo
de2dejur.hu rie Is a qualquer individuo u di-
sourana provincial o honrado proprietaro majorfreilo de montar eslabelecimenlo- Jesla ordem, nbri-
-J|
n '. ..
! Pl-J-
es^n 'as |
.'. -..ii.. \ ,. ,. .
leinb!. a r. i n culi le ii ..-, ,. ,'
volver '" -o id >-rta > i
da......;;- i "* n B o i. t'-ni prprofa .. : jf.
" sidade aa loealiiiad. man di
prainplo rectamam. Nao lie portento dominada
. senlimento que querem eaxeryar, niesuiu -ir
.. A assemblea provincial por uma lei posterior i dos inleres-e. do sul do imperio, a
revoguu a deci-o aquella, c deteiminoo que o | provincial lem tomado em consideracao
limites fssein outros em coiiseqneacia do que um provincia, oflo. spoladM
aoK. uno de que trata a lei im.uero 57 deixoa de He verdade que ha multa emendas sobro i
perlencer a Bonito, itlo he, a assemblea provmcal' he verdade que devemos allende ,-.,-. ,.-,,,u ,I pode
deixoa de recouhecer a uliliriai.e de perlencer esse das as emendas, o quota de W0.IJ00/ ,,; clien, n. '
engenho ao Bji.iIo, nece-sdade que ludia sido re I a'las. "'-.apara
conhocida pe;., assemblea no lempo em qae os ani- : C Sr. i.ui: Felippe : Como alie dalle Dadala "
mos eslavam um pauco mais exaltados entre mis....; OSr. X. Portilla: Muito fcilmente- cada
OSr- liego B*mro*xParece estar muilo esria- um dos autores das emendas aprsenla a casa'a sua
imp rtanna. a assemb ea lem o deudo bom sent
b*i ... I i .i;.:.; ca c -a
disIriBui; i da deap-rza a dliu que no arliao
via n ds*utuar quotas para as differenles ubr,s all.
nienci .liad -, o quanlo as amen ..i< declaro que vola
contra lodaa, e para nao peiorarmos, cre i qo sera'
melhor votarmo pelo :,.-n ... como esta' concebido.
' '. Pemr-i de Knln :~\ao esperava ler de
n<\ ; nesia oitenaeio, .porque n......and um das
crubros doita easa que man leoiu i iportum ..
ii Pedii'i ,, ^uets- cora :... -.-... as,
s-aperava, digo, qoa hppareccau ;nr iinlire do-
| pitado bUendeaeerea das emenda (..-esa:.;,, las
: >r
^rca
se.nhla
dirs lia
i au artigo em diicuiv"..., que di J6, segundo elle du,
1 qu exi.tem, tomn le acliou ,ie lachar de eelebre e
de impoltica e au -ei mais de que, nma emenda
presentada por nma e um ontro nobre collega.
Nao puoso admillir a denominaeflo de celebre para a
miaba emenda, o s rita i. relebr, celebra so to-
das as emendas apresentada p-l nobre depulado.
Ha um ajiarte.
O Sr. PerHra i Mrilo :i; nolire depulado nao
miniia emenda, assim coma eu ufo
Jos da Catilia Coutinho. Anda n.lo foi nomeado
outro, mesmo porque o empreo tero mais precalcos
que |r.-.
Ainda naotomaram posse os vrjreadores eleilos, o
qa he sobro maneira sensivel ao inlere.ses do mu-
nicipio.
Veio a uossacasa um (alMr.de dirardot, recla-
mando .te oosaa bondaoe a Inveraao das rellexOes na
jarte que emittitnos sobre marisma do mesmo nome.
E qne lazer'.' Respondernos que conservavamos em
ten triado primitivo quiulo havamos afllrmado;e
que nSo estavamos reaolvidos a eootrariar nosses jul-
zo, sempre emiltidos romoalmi e unparcialidade_
Voa esora realisar a prometa qu- a Vmc. liz.am'
para a slereol /. lo baile q-.e -.
Ex;, j -. rajado p: ...
ciai acola abulis-io levalc^ar no ;..... ... a ar
de abril.
: '......" K reciou llantera o areeer i
ie missflo de iie\gocos de cmara-, rao indefere a pro- semb! a no da
i:,.todos ....duros destacidade, Rcando a maleri
adia ..!. depois de orarem na senhores Oliveira e lin-
io. Approvou em segunda discusilo o projer... .
'le,f'"' """ ....... orri. n.idn do proles-o; de d- '' ,,l|""i pruducefies do creador, dedicado a ex
zenh.,., o -..,,... o, dos principio desoriabdid.de, be de
i.oni.-o ,!,, nsegonda dis< ., do or-anento
provincial, le apnrovano cari 11 o discuti -o o
' ".a iicoii -n ; lo 11 .. h.,ra.
A ordem ,!o da lie ; continuacSa vn materia adia-
nai< e primeira i cnasle dos progeclos u<. ,is
gando-OS a preataram-te graluilamenle com seus
carro aos enterramentos dos pobres, e a pagar a
laxa de Id por cenlo oh u- pre*oi aaliBtiiadaa no
meimo reaularaeoio, esla gabia resolur.lo amptiou
lambem as diller".-c confrariM o direilo" de conlra-
larem com alguns dos forneceriores os carros para os
enterro de seos Irmao, visto que ellas minio suf-
fram cora o exclosivisrau du uiraeiru contrato,
que ueste caso sen sempre, conio foi euto, assas
udioso.
Esla dsposic.ln too sabia, cono con-litucional,
ammoa alguns individuos que, deipandando gran-
de quaniies al com saerrficies, naonlaram em
granue escala estabelecimentos desla ordem. Exis-
tera artualmente quatro : um nu fregedla do Ke-
nfn. Ires na de Sanio AolvOio, inclusive o do Sr.
raptao da ^oarda nacional, Antonio Bernardo
Qoinloro. (ipoblicn tem -ido maito bemaarvido,
e '.alv.-z melti u o. ,.. -
. ro-- do
ii c uo .: i r. in eiri.
O q..o pretende o tr. r.aintairo *cr ... j
'-t:\'iiciuv C rtlT .
(ICJMETi HE 13 ni- II Mm.
I'n monde prrs de noos a pasr loul do long.
E-t clni tonl ou Iravers d nolre loarrollon ;
El s il et en chemm renrontrr. notro Ierre.
Elle .t ele bns-e en morecaox como verrr
Wol.rr
Corrpungr em verdade ver a ii.qoietar.io ero-
reina no mundo por cansa da iajaZMmaajaav oo le-
viaada.l ora ..ue corto jornalisu poMscaa, sol. a
auloridde de um astrnomo ..Hernia, a ippsnro.
de om enmela que ao. |:| de Baanaa oeste anuo vir
encontrarse rora a Ierra, resollando desse choque p
fin do mondo. Esta ridicula no'ieia, repetid por
todos o- erhos, grandes o peqaeaos, da aoblicidade
se (era e-palhado por loria a Earopa, como se ., le-
legrapba elctrico Ihe liyesse servido de rapide .
univer-al roensageiio. Ella he t,oje n ebiectn isr
toda- a- coarvataataaoo aoa al.'^, tanto qoania nm
praea publica, na gabinete do la.1isla como na
olliiina do ai lisia : (alia-se della em preaa e Bajea,
em eontieoa e lamentare,.
lie Pars au Perou, da Jipjn ;sqo'.. Romo.
Palla-ea della lano e em tao dive'rsoa logaros qa.
oo. h.io de permitlir lambem quo fatleo on
pouco.
II qoa be qu<- 'n, .-. nj Ktrn,0, a, s*aja|aaMra
ae i ........ V *..,** i
kidi
lia ;. i r ,., .... : -,
raodta 13 cejonho r'a '.:.' t.t.i, iMeieaeaajan
le nadt.
Primeiramente, eom secbama o .s-trononto at-
rio e
c 10
l.-.lr
< cczpvntoensiv.
recido.
O Sr. A. Cavaleanli :NBo, pelo eonlraro, nada I pan apreciar ai raz-s que peden ser ametanUrtaa
0'. 0aarioheqaaaajmhlflacojasdri9oeidmiri em favor de cgda ilmn uclla.,.
AI.AtiOAS.
Macen, I de abril de li.
Carissimo amigo.Posto que o Pcrsinunga dc-
noraase-aa bastante, enneedendo-me lempa tiara a
manul-.riiirarao da minha missiva, todava jolguei
.cena... uo iproveitar a eecaatao,
posso julgar ilai iraendas do nohre depalado,
o .-.. Metro tlentiques :Nae posso ser juiz '.
O Sr. fert'ru de /rilo :Nao a pude qualilicar ; faro,
de celebre, nem de impoltica, he preciso que o no I "(,1m|
emenda, be uma emenda romo todas at outra -,e I..I 00 as Peripecias que por ah camiuham ; mas estan-
monntonia, parece-me
o que agen
bre dopolado prev onda esla" a'lmpoliTica desta ""'eno*tar esta em uigum preludio, analvsan-
vez uma das msis raozaveis e uecenarias, como moi- ido agora sob a praatlo da
Irire! io uobre depalado. ue luil, ^^ CQ:o M|
eruc.10 i
prever que '
. odio-a prelen.. .o ? nada mais, i ada menos nue u-
Amanle ervoroso das ondular...- da dansa, rol- rar o pao da bocea de tre. honradas ramillas, ie
T j | cando sempre que posso ,te perla contemplar as -o,- i '"''o empregada ana fortuna- era neus eatabelo- ''m.-lo que proviaio o mondada i'.m premilor
i rulos, rielle tir.un os recursos para soa subis-,-'"''"Pin i sabia dizer, baeoaaeal aa bontem ajaa
| tencia e a criucacT.o de seus i.lho-. Outra eos n diagoq g atltogaai eo aata o aiaatiala oataao-
man nao qnar o Sr. Qainteim om chamar a si sd | "rara em queslao he Mathooa l.nbr". beso qa<-
i direilo qoa a c< il lui^ao | oltt i lo imperio oa- e-u- individua ....<> seja Altama nem asiramuno, o
Mul atados, He alo oude pode cbaaar o arrojo! aim Delaa e comeo . i-.ii.i_io I Nao acreditamos, n.io be possivel 1 loria ho ter m| la piimam aaaaaaiaaa aaa>
inesmu que os iligoisaimos depulados provincia "euse.
;u --} i '. : ora .":- ...'..-lea dcmonsirado a Agora quilhr o ...meta ?nnunciado lrla-
loria a luz <*c. evi enca a rectid i a jusilla de .-eos 'le um .-..niela nova, ou be on' .-.miela ia observa-
lii.zn-. e.i decidido au.ni felo bem publico, e o fiel
.'.imprmenlo da lei landamental do paiz, animain
uma lal prelenrao, .ue -., leude a oblar por una
especial o mais escandaloso munopuli, ern dos-
e, lie
n.l i he-iiei recebendo um convite.
oldado velho, encanecido em taet roovimenio,
Irateideanreseolar-me, vestlmlo, pnia, o tacto de!
i-i'.ui. o, ampertigando-me, promovendo assim o I
lesai ; areciiiiculc.la miaba original corcova, acha-
tando para os labios a pronaacia uari!, receios...
de suscitar a appai rilo da algnm eclipse, abarroan-
do-me as formidav.is penca- que por ah caminham, "e
apreteotelme san faron no sali referido, ri-olvi- i vanlagem do pobllco, e reprovada por todas as en.
do senao a partilhar o ledeinoinhar nu baile, ao me- .Confiamos que o illega! requeriraento do Sr. ca-
nos contemplando o conjunlo de s.-eiias 000 tem lo- : l'il,,u sfl"*"""! *' 'oimdenidu Como o maior in-
gar em laes reonioes. i;""" "-"''-"- "'*'" provincial, e por el-'
- 11 cntreuue ao nms profundo desprezo. a mais
bulret, mas liquei dsliiml.radu, nao esperava pronunri ida itpnlsa.
lano Por ora paramas aqui se nos lor preciso, voltare- i
Ira sabio vaslissimo, uma brilhanle lllamttiaeJb., mu* "***'__________ Hmeriau. _
o|b.dlo seso fulguranle de encantos e poesa, S. Exc. | ^.'' f S -j ~> a
o Si. presdanle miii fuucclonarios civis e milita- j____________ U VUt ?
rts, oenthusasmo qae se devisav em todos, aoja 0 DIA 1-, DE ABRIL NO KIC
rore verdaj, nigrai, de raaii para escitttr-ma o canianiamenlo { Tudo ara
;> 1)E JANEIRO
Polica corri-iiBl.I'M IKi-LE ^.V PULl-
rio, ruja valla -e pre lia .
S Ir..la--.' .!' u.-.i eoaaeta no-'., embrarerros rae
am cometa ssala .tesconh^c. lo a i nie ser fered'-
lo : para inoonriar a apparicSo de lal eoepe, ,|a-
porta -nr proplieta 4laama piepaali arddotro
ou lauro. Ue pttmr.n.lo a rrlas prunas rrerem
qne n BSlramaM a'l.'in i.i be on, danm .ro; hela-
mas ao olnea .la r7;lo be e-na pirr de Ind.
credulidad.-, |,c nm, Truquera de spirilo dr qu-
lo lo- devenam elivei-onhare.
Se ape:;as se quiz fallar de am cometa amigo, an-
leiiarmeatoobsorvaga e aaaja ..rbiia iic.nbri relava que sj ,,os deem os elementos dee astro ev
ranle, qne sei.rnriiiz;.in saaa er hemeri**, da por
dia, e quese prblique a clcalo qae rlenoiHlra a
possibilidade de seu encontr com a ttrra. Iteoda o
momenlo em que trala-s at um cometa CDaheeido
do. aitroQomQi de piu!i.-Jo, he i estes aatroaeme-
MUTILaaD"

ILEGIVEL


DIARIO DE MsfiNAMmicn QUINTA FEiilA 33 DEABML DE
s;,.
que lodas se deven) dirigir, he de suas observarles Dttcarruam hoje 23 dt abril.
pis se dave esperar o orculo. Or, todos os obaer- (lera nelesallerniione(rillios de farro.
v.iunn< ralam-se e calam-se porque lem a 'certtia j Ifarca iriglezaMailiildcmercaduras.
de que n9 esiale cometa que ameace a ierra e
que ealeja destinado a euconlra-la a l:i de junlio
<.esie auno.
lira grande jornal, que devia dissipar cssea elii-
mericoa lemirea, leve nlo contrario a imprudencia
da dar corpo a essa, loncaraaenlrelendo a ete ros-
peila oa aem leito-es cora o cometa do nno de 1264
que a-suiluia Molo ao imperador Orlos V, quaudo
lornou a ipfMUr em I.Yill : mas esae comel i com-
pleta sua raj^Rr^to em 202;.....o,"lie paranlo em
ISS que leria devido moslrar-se co ; ora, elle
Beto foi percebidn nesta poca, logo em duvida a*
perlorbac/ies planetarias o retardaran* em aeu curso
de lal sorto que anda hoje espera-* por sua appo-
rifile, ae he que no vollou ao penlielin cin ISis,
porm inviaivel, bem como sao lem acontecido si-
comas veiea para sse genero de asiros que acci-
dentes atrooapliericos ou nuvens permanciiles lem
Impedido de roconheeer no momelo de sai mar-
cha, em qoe teriam devido sor aceessiveis a domi I Fivrpool ilaic
vista.
Admita nos lorfavia que o cometa de Carlas \
dev linda apparecer. Nenliom aslronomo certa-
mente leria jamis pensado em farer delle orna
.ansa de suslo para as popularles ele nosso globo.
ua orbila he inclinada de mais de .10" obre a edvp-
lirii ; esla porlanlo lotice de segoir no c* o mesmo
raminhoquea Ierra. Demaia mullos aalronomos,
enire oulros Mr. Hind, trararam recntenteme as
ephemerides desse cmela ; elles pmleriam pois di-
zer nos exactamente em que poni do espado e a
quedialancia da Ierra se achara elle aos l:t dejo-
nho de 1837 ; mas nao Ibes f iremos lal pergiinla,
porqoanlo sena isso parecer lomar ao serio una
predic.au lidit-ula.
Ilepoia do ponto de fado que acaba de ser esta-
belecido, po.1e-se. bem que de modo inleiramente
iiccasional, discutir a quesillo theorica, tantas venes
debatida da possibilidade aeral ilo choque re nm co-
meta contra a trra. Em sua bella .Isroniunia po-
putar, Arago .lisae ludo o qoe ha de mais ra/oavel
a aaseverar a. esle respeilo, o as palavras do illustre
aslronomo nao devem dei".ar de ser citadas nesta
ooeaa*.
Arago ealcolou as probabilidades que podero i'xis-
lir para choque de om cmela conlra a Ierra, consi-
derando a parle o choque pelo ncleo do cmela
e o qoe poda resultar da massa Huida que o cerca
ou termina, o que se chama canda.
Para o choque neto ncleo do cmela, diz Ara-
0,0 onico que pode Iranalornar a Ierra, temos adia-
do urna probabilidade fonesla, sobre 281 milhes de
probabilidades favoraveis. Para o choqne pela ne-
bulosidad, aa probabilidades deslavoraveis acriam
dez oo tole sobre 281 milhea. Admitamos por
am momento que os cometas quo viessem abalroar a
Ierra por eu nocleo aniqnilaasem loda a especie
humana, enlo o perigo de murle que da apparicSo
d nm cmela descnihendn resullaria para cada n-
dividuo, sena osadamente igual ao risco que elle
correra se nao honvcaae em urna urna seno urna so
esphera branca sobre um numero total de 2SI milhes
de espheraa e que aua condemnacao a' mora foss a
consequeucia ineviljvel da sabida dessa esphera
branca logo da primeira vez.
a Todo o homem que cousenle em fazer uso de sua
razao, por mais alVeicoado que possa ser a vida, rir-
se-h Sa 13 fraeo periao ; pois bem no dia em qoe
se anuuocia nm cometa, ules que lenha sido obsr-
vala), anles que se lenha podido determinar-llie
marcha, he ella para cada habitante de nosso globo
a esphera branca da urna de qoe acabo de fallar.
Bem que os cmelas ocupein n.- ceos um espaco
iniioena e que --.codea milliocs de leguas, todava
em eonsequoucia da ausei.cia de toda a almnpliera
casas regifs ( o que lem por efleilo permitlir sos
fluidos qoe oa ronstitoem o rarefazerem- ae de modo
infinito ) masaa deases corpas be realmente redo-
zida i rrvjis Iracas propurroes.
O as'.ionomo l.aplasa exprima-so rioa seguintes
termas a respeito desse fado importante,qoe sorpren-
de a' primeira visla, mas que um pouco de refle-
sSa torna moi aceitavel :
a Bem que as dimensoes as candas de cometas
sejam de maitos milhes de mi ri..metros, todava
nao enfrnquecem tensivelmenle'a luz das estrella!
que se observam ao Iravez ; ellas afo por tanto de
orna- rarlrlade extrema, auas maasas sao prnvavcl-
menle inferiores a' daa mais pequc.ias monlanhas da
ierra. Aasim nao pndem por seu enconlro com ella
pruduzir nenhum eleito aeusive!, e he provavel que
; lenliam oiuilaa vezes envotlo aem ler sido perce-
11..-. .
II iso o qnc explica qae mniles cometas lenbam
passado na proximidade rie cerlos planeta sem nel-
les produzrem a menor inliuencia pbysica : .< o c-
mela de I7"(), dn Pelambre, passnu entre Jpiter
seos aalellilea e nAo cauaou neuliuma p'erlnrbacAs
sensivel. Asaim os cometas, anda mesmo para os
astrnomos,nao silo senAo nhjeclos de curiosidade. i>
SirJohn Herslcliel foi muito mais longe. Elle
diase em termos exproaos.'< A causa de um grande
cmela, tanto quanto podemos fazer idea dalla, eom-
pe-se de urh piqneno numero de libras de materia,
taUvz mismo, que smenle de algumas ancas, n
Qat leamos por lano que lemer do choque de
um corpo, caja masaa he to insignificante ".' Acres-
centatemos einfim, qne XI. Babmet, urna das maio- ,
res autoridades davpoei em fado dnaatronornta phv- '
sica, exagerando talvez, maa permaneceudo todava
mui perlo da enfade, rliegon a dizer. a A Ierra,
ourootrandose com um cometa nao seria mais ala-
la i em sua estabilidad do que o he um eomhoi in-
menso am um carointio de ferro pelo eucontro de
urna mosca, a
tl-autor do arfo do grande jornal da que cima
fallamos, nao lemeu dar a esae proposito urna lijao a I
M. Ildhiiiet, lambrando-lhe qne nina materia, anda !
mesmo mpalpavel, um nevoeiro, nm vapor, quaudo
sao animado de mui grande velocidade, podem pro-
duzir terriveis elleilcs de dealroicRo. O autor sne-
nymo desse artigo, esqnece que os cmelas nao ?a
dolados de moi graude velocidad, senflo qoando es-
lo moi vizinli.'s do sol, que em uina distancia dese
astro igual a da Ierra, lem ja pedido qoase loda sua
velocidade, que em urna distancia um pouco nafa*}
*8o relativamente nimovis, e qne em lodos os casos
bem como o fez obsrrvar M. L. Verrier, os cmelas
fazem parte de nosso syslema 6olar, e que o creador
do oniverto atlendea a massa dellea e seus movi-
menlos quan-io estabeleceu as leis da eslahilidde de
nosso syslema planetario, leis qoe lem feilo a admi-
rado de todos os grandes genios que lem sabido de-
'.envolv-las ou cnmprehende-las...
UNSLAUO tiKUAL.
Kendimsnlo do da le SI. .
dem do dia 22, ,
87:1869339
V053J095
DIVERSAS) provincias:
Keinliinento :!o da I a 21. .
dem dr> dia i.......
1:79*9043
lira, .1 quintaes do dito grosso de 1 1(2 oi la-
va a 320 n libra, 50 quintaes de ferro sntVco
quadrado de 1 a (i|S a 18- res, 3 pas de Ier-
ro a 19600 res.
O 7.- iii maulas de lila a 19600 reis.
OS.- 1 bandeira imperial do lilelli des
pannos, para a fortaleza do Brum por S0> re.
O !. 2800 varas de. brimj branca a 120 res.
0 10.- 1500 varas do brini a 400 rcis, 2319
varas de dito fino a lo reis. -200 mciOS de
l't-s"iiiI "'"-" ivis, attinwi
__I_V. sola forliila, o escnlbida, a 45500 rcis.
VII79R99
DBSPaCIIUS lili EXI'ORTACAO PELA MESA
lio i;u.\ M l.a. 111) DKSIA i;il)ADE .NO UlA
22 DE ABRIL 'JE is.>7.
liba (iracios Patacho porlugoez al.ilMrdadev,
Bailar j| Oleir, l cascos mel.
LiverpoolBrtgne ingle/. Marlan, llenry litbson,
1,000 sarcos avsucar.
1 riverpoullaica uigle/a "Elionorn, James Crab-
Iree Ov Companhia, Nil sarcos assucar.
1 PortoGalera purlugue/a oOIinda, Bastos lrmios.
iiii) lceos assocar branco a nascavadi
I PonoGalera porlugueza oOliuda,
110 asee
Lisboa
Fonoec
LisboaPalbabola purlugue/ Alfredoo, Castro i|
Coinpanliia, :)() laecoi assucar branco Bailar &
Oliveira. 93 sacros assucar branco ; Aniones v.
l.omp.iiihi 1, JOtl saceos assocar branco ; Manoel
Jos iiue !-. 1; pipas agurdenle.
I.i-lin.iRrigiic porliiguez nEiperioncia, C.arvalho
Irmaos" itlu saceos assucar branco e mascavado ;
Manoel Gonealves da .silva, JO saceos assucar
branco ; Houoel Iguacio do Oliveira, 200 soceos
e i barricas aisiicar branco o mascavado.
ECEItliUOKIA l'K KEM>AS INIEIti>AS GE-
RAES DE PKRNAMIILCO.
Rendimenlo do dia I a Jl .13:1389293 a ,ip nhril
dem do dia >........IKJ9197581
eos assocar nranco e nescavaoo. res cada numero, 1 arroba de eslati
palera porlogoeza oOhnd.i.,, Baalo l.emos, verguinhas a SOl) rcis a libra. I arrb-
eos assucar branco e mascavado. ___ 1 1 ", iaiiuu>
Bnguenac.....al S. Jos,,, T do Aquino "0.-110 Ierro de ama.rar a 320 res I
a i\- l-.lbo, cascos mel. () ib. 2 arrobas de rame delatan
14:2303031
CONSt'LAO PROVINCIAL.
Rendimenlo do dia I a 21. 514)979769
dem do dia 22........ 2:7839366
53^819133
Wbtoimtim &o p$t:.
xavio entrado no -lia 22.
Parahiba2 das, hiato brasileiro cd'lor do Brasil,
de 28 toneladas, nieslre Jos Doarte de Souza,
equipasein i, carga toros de mangue ; a Justino
da Silva Boavista. Passageiro. Manoel Roirigucs
dos Sanios.
navios sabidos no mesmo dia.
Macein e portos intermedios Vapor brssileiro
Perctaangas, eommandante Joaquim Alvcs Mo-
re r.
Aracalylliate hrasileiro lluvidnson. mcslre Esta-
do Mondes da Silva, carga fazendas e mais gne-
ros. Passageiros. Raimundo Pinto Meudonr;a Ca-
miaha, Anii Perreira dos -antos Cminha. Sil-
vestre Ferreira Caminba, O. Joaana Leopoldina.
I filho menor c 2 e-cravos, Joaquina Mara da
ConceieAn.
O II.'2 pannos mortuirios de velbutina
prela circulado de franja, ,- cruz no .-entro
de gaiflo de retros eor de ouro, a sos rs.
0 12.- 12 pranrlies de pinito de llpolc-
legadas de largura a 1160 reis o p.
0 13." 980 caadas, medida nova, de acei-
te de carrapato a 19440 reis, i7 .lilas do coco
a 19801) reis.
O U.- 10 arrobas .'.e velas ,ie carnauba a
470 reis a libra, !) du/ias de pavios a 160 rcis.
O !.">. 10 cadinhos do norte ile n. 10 a 240
reis cada numero, 1(2 arroba de eslanho em
ba de a-
a libra.
a 780
rcis a libra, 10 arrobas de arcos do ferro de
1 1|2 polegada a 2/4O0 reis, 7 duzias de limas
Chatas de 8 pollegadas a l/S'H) rcis.
E avisa aos BupraditosS priroeiros vende-
dores que devero recolber os referidos Oh-
jectos ao arsenal de guerra, no dia 22 do cor-
renta, aos 5 seguimos no dia 23, e aos C l-
timos vendedores que o mesmo faro no
dia 27.
Sala das sessoes do ronsellio administra-
tivo para fornecimenm do arsenal de guerra
de I8.">7. Bernardo Pereira do
Carao Jnior, vogal o sccrelario.
CONSl'LAT DE FRANGE.
Le cnsul do Trance a l'ho'nneur de pre-
venir le publie i|u--jeudi, 23 du eourant, i
onze heures pn-cises, i I sera procedo en te
chancellcrie du consulat a l'adjudication un
rabais d'un etuprunt a la groase aventure de
di\ contos de rcis, destine a pourvoir aux
reparatiODd du trois ma^ts francais le Bara-
chois, nctuelleiuent en ce port, ledit em-
pruot garant- sur les corps, quille aysr en
apparaus du navire.
CONSULADO DE FRANCA.
O cnsul de Franca tem n boma de preve-
nir o publico que quinta-leira, 23 do corren-
te, as II botas em ponto ter lugar na chan-
cellcria do mesra > consulado a adjudicacHo
por quera monos quizar, de um cmpreslimo
cm publica lrma de doz cotilos de reis para
o concert e reparacoes da burea franceza
lo Barat-boir, actualmente ueste porto. O
dito emDresiimo ser assegurado sobre o
casco, .inl lia e apparelbosdo ailn nav:o.
navesra^fto vapor Ilam-
M5-gk) Hr silei'r j
Epera-se da Euror.a om d ia vapores desla -om-
pauha, e riepois da demora do cosame, seguir pa-
, rs II tilia e Km de Janeiro : qaalqoer iifoniiae.in,
com os agentes N. O. Bieber & f,., ra da Croa n. 4.
A. CARAC.
Segu uestes .lias, o palbabotc Sobralense,
para o resto da carga o passageiros : trata-
se com Caetano byriaco da ;;. U., na roa .a
Cadeia do liecife 2.
r.ompaihia
pernambucana .
PROVINCIA,
O Sr.
cu. que csi.io e\ pos tos
Ihctouroiro manila fo/.er publi- l- de Joaquim
a venda, na ra i ~ Na noile
\x
-: mp
O lllm. Sr. capitn do porlo, de conformidad
com as crdeus do ministerio da marin*, (ransmil-
tidas pelo Esm. Sr. vce-presi.lcn(u da provincia,
em ollicio de II do andante me/., manda dar publi-
ci lado a Iradneolo sbaixo do aviso auuunciando
aos navegantes o esiabelacnneuln de pbaroea em dif-
ferenlcs pontos da Europa, e dos Estados l'nidos da
America.
CapiUaia do Porto de Pernambueo 15 de abril
de l.s>7.O secretario, Alejandre Rodrigues des
Anjos.
TRADUCCAO'.
Aviso aos naveganles.
N. SI.
Mlaniieo do norle. Ierra Nova.
LUZ I I\A EHCABO RACE.
Os lords coin.nissarios do conaellio privado do
cominercio participaram, que do dia 15 de de/embrw
prosimo em dianl, urna lu tera' enllocada na casa
do phand, ha pouco e-liltcada sobre cabo Race, na
extremidade .!o sol .la Tena ,\'o\a.
A loa sera* Ota. d cr natural, so maehlnism*
illuminador catnplrico, ou por rellexos.
O eeolro da lu U'. elevado 180 peaicim do nivel
medio do mar, e .'ove avislar-s do con\'./. de nm
navio em lempo claro na distancia de 17 milhas de
NE. ':: E. pelo SE. e aul para oeste.
A torre pharol be de orna conslruccao de ferro cir-
cular, esobe do .entro da casa de morada do goarda.
Tem 30 pea de aliara da base aoj
cume, e esla' piulada com lisias/ Desenos da ca-
braneas c eucaruada, erlicies.V sa do pharol e
para ser naajs conhocida em tetn-l balisa.
po d nevoeiro. j
i Eala' enllocada 36 jardas para o "este da velha ba-
usa, que anda lica, porm qu foi irra/.ada ale a al-
tura de24 pe, coberla cora lelhado ponlado, pin-
tada com listas brancas e encarnadas.
A casa ao pharol esla na Latilu.le de 46 39' 12"
N., Longitud* 5:1 Oe-le de tireeuwich.
Todas as demonstrar/es sSo magnticas. V'ar 2S"
O. em 1856, augmentandoquasi (,' annualmenle.
Por ordena de S. S.. assianadoJohn Washington,
hydroimpho.
ReparlicBa hjdrograpliiea do almiranlado. Lon-
dres i.- de oalobro de 1856.
Este aviso allecla os sguiules mappas do llmi-
ranla.lo : Avlanlico do Norle na. 2039 e 20111 ;
costa de leste da America lo Norle lis. 1 e :| ns.
1213 e 266 ; Terra Nova da Ponte Lae para o e,i-
boSpear a. 299; lisia de pharoes Morle Ametict
numero 7.
O lllm. Sr. inspector da theso'uraria de
fazenda dcsta provincia, manda fazer publi-
co, que, em cumprimento do determinado
emordem do tribunal do thesouro nacional,
tem de ser arrematado de um a tres annos,
que comecavam a correr do I de julho pr-
ximo luluro, o servido da capatazia da al-
THEATRO
DE
m H
non:, 25deabbul.
Rpfil.i e\lr;inri1nnri3-
ReprMeDtar-fre-ha o moho spplaodido drama em
< qaadro*,
OSSEISDE,R\0SDOCRIXE.
Joao Caetano faraa parte de Jnlio.
Itemalara' o cspeclaculn a nova o muito jocosa
comedia em I acto
\ 151 \ D.\ LIA.
Os bilhetes aehanvea desde ja' a venda no escrip-
(onn do thealro.
Principiara' as S b'.-as.
SEXTA-FEIBA, 24 OE ABRIL.
Dcima ijiiinia recita da assignattira.
Ilavendo bstanlos pedid.i-, e ijoereoda .. empre-
urm salisfKe-los, rpreaenUr-se-ha pela ultima ve/.
o < vrellenle drama em 3 actos, o
,9DESERT0RFRW*2
rindo o drama ilademesella Monroy danear om
PAS H^SPAGNHOL,
por D. Isabel
o vapor Persinunga acha-se a' earsa para os por-
Ina do sol, para onde sahira' no dia 22 do corrale.
A carga sera' recelada al a's II horas da mar.haa
do dia 21 : as pessoaa que recebernm assocar cm
sacros poderao remelle-los aa escriptono da compa-
nbia, empaeotados e com os seus rollos.
Para o Bo Segu com loda brevidade, o betn conbe-
ci1o brigue nacional Almiranto, tem grande
parte da carga prompla, para o reslo, passa-
geiros e escravos, para o que teto ricos com-
modos; trata-se com o consignatario Jos
Joaquim Oas remandes, ra da Cadeia do
Recife.
Para o Porto e Lisboa, com a maior
brevidade segu vtagem o brigue Jos,
de primeira marcha : quem no me-mo qui-
::er orregar ou ir do passagem, dirija-se aos
consignatarios Ihomaz de Aquino Ponseca
& Filho, na ra do Vigario n. 19, primeira
andar, ou ao capitfio na praca.
era-se
cha Babia, at o da 20 do
c lente, u vapor A hlice
que seguir' em direitura para Liverpool,
depois d". doiis dias de demora : agentes
C.J. Atley&C.
urna
urna
AVISO.
Acha-se de novo aborta a tenda de marci-
neiria da ra do Apollo n- 7, qne foi do Sr.
Julio : as nexsoas que liverem alguioas o-
hras pertencente a aiesma arte, assim como
armaeo para lojas, mobilias e quaesquer
noncertns, dirijam a mesma tonda, ; tratar
cora llcnruiue lerge.
N.i .lia 25 do corrente, depois da m-
diencia do Sr. hr. juiz municipal da segun-
da rara, tora .le ser a ultima praca de diver-
sas obras do ouro e piala, e os escavos de
notne Ja-.ioh, nacSo da Cosa, com 32 annos
do idade, avahado por 800?)rs., e Joaquim,
naca" Cala bar, rom O anuos de idade, ava-
liadn por 7008 rs., pcnltorados a Francisco
Jos Bel-m, porexecucSo dos berdeiros de
Antonio Marti ns Ribeiro. Escrivilo Cunha.
- i'.-.- Hemardo Galvo Alrol'orado, dti-
rante-siin estada na Kuropa, deixa encarre-
i-'a..' promo^So das causas de que era a.l-
v' i Srs. Drs. JoSo Silveira do Souza,
':: renelon G. Alcoforado, o Antonio
Joaqu la Moiaes e Silva, e a qualquer rJes-
tes seniores podem os seus clientes diri-
'.."-se, quer para o regiment c, esclarect-
incnto de seus negocios, quer para consul-
tas, e cansas novas.
Josc B. <;. Alcoforado, deixa como seus
procuradores neste cida.le, para tratar de
seus notorios, durante a sua estada na Eu-
ropa, a sua mullter l). Umbellina Candida de
Sou/a Alcoforado, c seus irmaos o bacliarel
Cypriano Fondn C. Alce! .o, e o com-
merciante Candido Casemuo (.. Alcoforado,
e o -Sr. Jos Pires Ferreira.
Jos B. c. Aleol'oralo, vai a Europa
tratar a sua saude, e pede aos seus amigos,
que lhe deseulpem a falta de nao Ibes pedir
suas ordens, entretanto oflcreee-lhes, por
este, seu pr"stimo durante a sua estada all.
Irmaiid, de skm e-
iihordo Bo.n Con elho
dos acadmicos.
A mesa administrativa convoca os irmaos
da mesrna irmandade, para que comparecara
no seu consistorio, no convento des. l'ran-
ciseo, no da 2fi uo correte, pelas 10 horas
da manlia, afilas de ler lucar a reuniSodal-------
mesa peral. 4000
l> ailvoemio (.arles Kiisenio liona relio1 rw. i
Mavtgnier, residente na vUlSd Cabo" oZ- -. At"? """'"'^ Piem o
rece, a quem convier, os serviros da sua pro- os lo'|r ;c.uito dos por <
lissao, nos auditorios daquelle termo, o nos wurariada loteras 27 de jui
da Escada, onde tambem promove negocios O thesoureiro, Francisco
forenses, as9gnrando a maior solicitu.ie, o m:~
Vende ae nma
da Baha no vape<
j;or.;n de pelo, \iridai
-Im|ierarJor : "<> cn-
Jose de Paiva.
1S para ludo corrtnt'-.
..<:
da Aurora'n. 20, das!) horas da manhaa lurlara,ri doengenho Bujari, cm i.oianna,
as 8 da noite, hilheles. m..os e iiuarto, ^^'''''S l"fos arabos, e com as fren-
i ., .. i .i,,,-, les a'crias, um delles intciro e com os sic-
da tocara pote da evta lotera do Gym-jnae seguintes nma mo me.a ralc-da. i-
nasio, cujas rodas andam no dia >~> do inda lem tima muda por Ta/er, e com dous
correiite mez. O Sr. thesoureiro m;m- fcrros cm una das pas, sndo um del les era
da declarai que tem soilimeuto .i.- I.i- rrma 'lo "ma rll,a ''cianea, coutro imi-
Ihetes para CSColha dos Srs. .-..mp.-ad,,. ""1"'"" ll 1um os encontrar, pode leva-
I |..iui lo ao mesmo eng.-nbo. ou tiesta cidade, Ba
res. c para maior commodidade lem ra do Llvramento n. 8, que se gratificar,
aberto a casa das 9 horas da manhaa, a"j Pciojuizo de orphaos, e>rnv5o arito,
S da noite, como cima loi declarado, <" s,!; na de "rrctnalar por venda, o sobrado n.
i JO. Crini lima n\.t,..rtn. ,m r.....ln Ar, Hnjn
escnvo, Jostl Januario Alves da
PLANO.
1000 liillicies a "<9000
Beneficio o sello de -20 por canto
sesoinuo-ae cantarlo
i;.;/. o ti. lio duelo
Sr. Sanl
01E1RIMI0EA P08RE.
o ea
i
Romalar o eapecuculo n
arto
jocosa 'ome.lia em I
UA
Os bilhales .1* platea e quaria ordem .-.cliam-se a
venia no dia do espectculo, no eaeriplono do
tliPrtlro.
Principiar.!- as K doras.
'..
8r
ifro
aervar M. linhiucl com tanto espirit qoanla ra-
bilo .. aqoi como por loda a parle o charlatanismo de
nm lado, a neceeaidade de emocea do nutro, lio de
sempra vencar a verdade fria.
(Pr-Msc.1
menos fizer ; niaiores ou melbores vanta-
gens otTereccr em favor da fazanda, e que
nos termos do art. 6* do rcgulamento de 2i
do junho de 188C, o referido contrato andar
ri em pracc**por 30 dias consecutivos conta-
dos do !. deabril prximo futuro cm dian-
te, e ser arrematado no dia .10 do dilo mez
de abril, a I hora da tarde, perante a Ihe-
souraria. Os prelendentes comparecam com
seus lia.loros lrgalrrcnte habilitados no lu-
gar do costume.
Secretaria da thesouraria de fazenda de
Pernambueo 2 do marco de 1857.O oflicial
maior, Emilio Xavier Sonreir de Mello.
CONSELIIOADNIINISIKATIVO .
Oconselho administrativo,em cumprimen-
to do art. 22 do regulaniento de Udedozetn-
bro de 1852, faz publico que foram aceitas
as propostas de l'.odrigues & lbeiro, lltcar-
do de Freitas ,V C Luiz Leopoldo de <;ui-
marSea Peixolo, Antonio Ferreira dadista
Braga, Lima & Matheus, Joo lernandcs P-
rente Vtanna, Siqueira c< Pereira, LUIZ llor-
V EXIHiA ACTRIZ i,vl!K!FU,\
Por '><-rsi.-i' alo .- Ix-neli< lo ito
lluaii-o ala- auila faaitliel.
na noite le f de abril ir IS.aV.
Artilla sublime, qoe a moa ro'int'.ainmaa,
Qne altiva do palco, mil peitos encanlaa ;
Com traeos divinos, de falgidaa corea,
Ao tainplo da l ama, ten nome levantas "...
E ao templo da Fama, I'elevam aa ansas,
Moa canloaqn'in.pirai de gloria immorlal ;
Pa acera aa delicias, Iraa paasos diri!em,
lias Brandes setrizes, s la, c< rival !...
No plco, qne juncam mil Oores vir;oaas.
Da Biorui cmquislas, n eterno hra/.i ;
O* anjos alar'a. te ..lierlam sorrindo,
Mimoso Irihuto que a arles ae dio !...
Que a briza liceira, qoe noite murmura.
Nos busques hlenlos por brando luar ;
Nao em nos KMOidnsa doce liannonia
"as vo/.fs qu'esalas, artista sem par !...
No paito de lodos lespertas aodadts,
l'ens labios ouvin.to, fallar-nos d'amor :
l'asperios tri-le'a, se o pranto desalas,
liosollios formosos, qu'inspiram a dr...
Vssim, 6 artista, quem pode indilTrenlc,
Do eenin que slenlas, as fallas ouvir
as harpas dna ai-j >s por Dos alunadas,
Sem doces edeit.is rio peilo senlir ? !...
F.n amo esrnlar-le, no templo das artes,
Ion ^fiin leovando, rom gozo e.pra/er ;
'ual ptr'la cabida da fronte d'om anjo
>a BM&4 te iulgo formosa, a vivar.
'. evernlo-sa alros-, n'nm laeod'anil :
la *, nm ramalraa, em maKOS arenlos,
tocamos, ledicea, artisla ceutil I...
Proa.|ne-.n.1o temaa, qUB hafo da invejs.
O. looros ja aanho., |. ,, Pre .
n";; ,"r.....,p"- ""iiia linRnacm
ana tallar-

I.KILVO DEMOBILIA.
O agente Pestaa, fara leilAo do
mobilia de acaran l, pertencente a
pessoa que se retira para fora da provincia,
consistin.ln em cadeira*, sof, ronsolos,
mesa de mcio de sala, uip. lindo touca.lor
com mesa, guarda vestidos, guarda louea,
cama tranceza con) armacJJo, o-csa elstica,
servico para mesa dejante, e de almoco,
candel.ibros.l.'nterh.-.s, nm excellente piaio,
e muitos otitros objec*ps que seacharSo pa-
tentes aos roo'pradores. sexta foirr. 2t do cor-
rente as 11 horas da manhaa, na ma da Moe-
da, n ai, primeiro andar, entrada pelo
becco.
Opreposto iio afonte liveira fara lei-
iVjlo aii esplendida e moderna mobilia do
. Sr l)r. Poggi, que se retiron para a
>pa, no ultimo vapor inglez, consistindo
em solas, mesa redonda e con so los com pe-
dra marmora. cadeiras usuaes, ditas de bra-
cos e .le balanco, espelhos grandes: um ex-
cellente piano moderno fraaeez, autor p,o-
blor, candieiros, candelabros, e serpentinas,
larfternas, jarros de porcellana, tapetes e
alcatifas de sala, estantes, livros de cirur-
gia, bancas para escrever, guarda livros,
guarda roupa, guarda vestidos, toilete de
mogno, commodas de dito e de Jacaranda,
lavatorios de mogno com pedra, ditos sem
pedra, marquezas, leito francez, cama de
ferro, mesa elstica para jantar, aparadores,
guarda lou?a, cadeiras modernas para sala
de jantar, quartinheiro, ricos aparelhos de
porcellana .ara jantar, sobremesa, e para
almoQo, cstojos de amputacao e para tirar
denles, baciasde ararric, trem de cozinha, e
muilos oulros objectos asss necessarios ao
uso domestico : terca-feira 28 do corrente,
as 10 horas da manhaa, na casa da residen-
cia do supradito lllm. .v. Dr., aterro da boa
Vista, primeiro andar, porcuna da loja de
cutilari do Sr. Keller.
('patacho Kom Jasas pretende seguir com
brevidade; recebe Carga: a tratar com Cae-
tano Cyriaco da C. M., na ra da Cadeia do
liecife ii. 2.
i* i; o Porto.
t) brigue Trovador, que dai se espera por
estes dias, voltar immediatamenl.- por ter
grande parte de sua Carga engajada : para o
resto e passageiros, trata-se c'.in Barroca &
Castro, na ma da Cadeia do liecife n. *.
ra o Ro (!e luiieiro.
O velcito brigue nacional Veloz pretende
seguir ate o dia SS do corrente ; s.i recebe
carga muida e escravos a frete, para os quaes
tem exrellcnles conimodos, trata-te com o
seu consignatari.i \ntonio Luiz de oliveira
Arovedn, ra da Cruz n. 1.
'ara <> ' 0 betn conl.eci.io psiactio nacional Ama-
zonas segu por estes 8 dias, (em orompto
dous tercos de seu carregftnenlo ; para o
resto e escravos a frete, para os quaes tem
bous comroodos, trala-se com o sen consig-
natario Antonio Luiz de Oliveira zevedo,
ra da Cruz n, 1.
Par; a Baha.
A velcira e bem conhocMa sumaca nacio-
nal Hortencia, pietendc seguir nestosSdws,
tem prompto metade .'e seu cirregamento
para o reslo, Irata-sc com o son consignata-
rio Antonio l.ui/. de Oliveira Azevedo ra
da Cruz n. 1.
Para a Ballifi
Pretende seguir a garopeira Livracao at
Odia 23 s recebe carga miuda
com o sen consignatario Antonio
Oliveira A/.evedo, ra da Cruz n. i.
Para o Porio com escala por Lisboa
segu viagem as aguas seguintes a galera
Gdelidade possivel.
- Da-se a juros a quantia do 1:200f rs.,
sol> firmas a contento, nu nypotheca em
bens de raz nesla cida.le : nesta tvpographia
se dir. v
Oflerecc-sc urna pessoa para encarre-
gar-sc de cobraocas, Unto nesta praca, como
fora dola : a tratar na ra da Cadeia do Re-
cita toja a. 6.
Precisa-sc a lugar um preto ou preta,
oscrava, para carregar taboleiro de fazendas
cm companhia de urna pessoa : a tratar na
ra do Hospicio n. 3.
A pessoa que annuucinu ler um sel-
Iim com todos os pertences para vender, ap-
parega na rita do AragSo n. 19.
Na ra do Cabuga n. 16, casa de pouca
familia, precisa-se aiugar urna escrav que
saiba engomar
Precisa-se alegar urna escrava que sai-
ba bem engommar e coser : na praca da In-
dependencia ns. 37 e 39.
O abaixo assignado, com oflicina de
lanoeiro na ra da Hoeda, declara que a
pessoa que despacha pela polica, no dia 7
do corrente, como se ve o Diario de Per-
nambueo n. sii, nao so enlende com elle,
por isso que nao pretende retirar-se para
Portugal.Jofio Pires Sores.
Quem anu incinu querer vender um
sellim em meio uso, dirrjt-se a ra 'do Li-
vramento n 16.
Itespondon.ln o anriunrio do fniiSo re
roes>?, publicado no Diario de 12 do corren-
te, ienho a dizer qoe o saohristSo da irman-
dade do Espirito Santo n3o est no caso de
oceupar cargo de thesoureiro por se achar
oreupado como sacbristao dn Espirito San-
to ; para oceupar cargj de thesoureiro de
qualquer iroiand ..le be preciso irtnio que
possua bens, neste caso nilo est o thesou-
reiro eleitoda irmandade de S. Jos ifAgo-
na ; em quanto dizer o irmao (le m.;sa. que
os definidores forao eletlos levaotar e assen-
lar por dolU>eraco de nma mesa geral, era
tiiivl &iPtt$0&,
Sociedade de Ensaio Francez.
I) l. aecrelrio convida a lodos s loelol com-
parecer boje, aa 111 horaa em ponto : na ra
Asoas verdes n. 61, primeiro andar.
*
ttrefra.
ges de Cerqueira, Jos Francisco Lavra, JoSo
Carysoslomo Ferreira Sanios, Antonio Pe-
reira de Oliveira liamos, Joaquim Lopes de
Almeida, Joan Carlos Augusto da Silva, An-
tonio Hodrigues Pinto, Jos liaptista Braga,
e Diogo Pereira de souza, para fornecerem.
0 1." 6 resmas de papel aimca a 3>fu0
res, C rigidetras de ferro forradas de por-
cellana a 560 res a libra, > arrobas de fio uc
vela lino a 7*0 res a libra, 1 catxascom fa-
llas de (landres dobradas a -j-/ouo reis, 6
ditas ditas singlas a 27rs., 20 quintaes
de ierro inglez redondo de 3|'i a m^. rs 30
quintaes de dito em barras de 1 1 y2 a 3|8, a
10a res. safras grandes de 2 ponas calca-
das de ac a 39D reis a libra, i dita pequea
a 280 rcis a libra, foles grandes a 60/ res,
8 duzias de limas mocas chatas a 11,-600 rs ,
12 tornos grandes para bancada a 51)0 reis
ja libra.
0 2.- '.00 peonas de ganco a U n. o canto,
72 lapes a 220 res a dtizia, 20 cartas de a, I
| b, c, a 60 rs., 20 taboadas a 60 rs 6 exem- porlugueza Olinda, capito Emigdio Jos de
piares da grammatica portugueza por Mou- Oliveira ; ainda pode recebar alguma carga'
le, a 500 res, 0 nautas a 10 rs., ao traslados l':ira qualquer dos dous portas, ssim como
sor i : fifl passaReiros, | ira n ...,.., .
" .';,rv ... soda por fio ;' .' -
esposta aoenforquiihado.
(secretario cletlo para a mesa de S. Josc
(la Agonia, que tem de reger a irmandade do
atino de 1S57 a 58, sempre disse que nao a-
ceitava o luiar para que foi eleitn, assim
como ja fez entregue de um nuncio pediudo
qae O dispensassem, pnrern como vio, o an-
nuncio poreste Diario den 91. do da 22
do corrente, desse irmao enfor.iuilhado, d-
elara a elle que asora aceita o lugar, e quan-
do quizer ver os livros da irmandade. depois
de posse. dirija-se a casa do secretario, e nao
do >antos e Silva.
Antonio Joaquim de Almeida Cruz.
O Sr. Manoel Cornelio Araujo liezcrra
de Menezes, lom urna carta dcGoianna, nes-
ta typograpbia.
Charutos
a essas lio.ass.tnpi,- acharao nm etnim--';* c"!" ma met-agaa no Tundo do mesmo,
j- i i ti "o pateo do Terco, avahado cm 1:500; res,
fjado para vender c pagar lulhetcs. sendo a ultima praca no dia M do corrente.
Abai\o val liansc: -iplo o plano pelo na sala das audiencias, cas horas do cos-
<|ual sera'exlraliida a prsenle lotera.O '-"me.
Januario Alus da Maia. Precisa-se de urna prcta que saiba
bem coznhar : quem li.er c quizer aluga-
la, dirija-se a rus da Cruz, obrado n. 83,
20:0009000 qllB rh"r." cm qu.-m tratar.
-i-iHiOaOOtl.. ~~, ,,recisa-sc ,ln m amassador que en-
_______ tenua bem de seu trabalho na padaria da
in-nnnannn pr,ca dil Ki"lU<;ru/ n-
>U i-.utio A pessoa que annunciou querer trocar
poralugiiel um sobrado na freguezia de s.
5:0009000 'ose por nutro na de Santo \nlonio, linia-
3:0008000 se a ra do Livramento, loja n. H, das 6 as
O0O9OHO 8 how* 400*0001dlanle-
1003000 ~ l>re('ss-se de urna preta orra ou cap-
"00?000 i Uva't,uc (lue'ra andar a vender na ra nns
-UHVsnn.i ,)rin1ued|ispara meninos: os prc-tctnlcnles
'muanoA J,r,JM"-*B rua 'rg lo Rosario n. i.
-ouvuuu __ j.az(m.se eepaa, balinas, chamarras e
1005000 jes pas viatorias : na rua da Senzala Nova
6:300900t n. 3b.
----------------1 ^ Arren.la-sc um g-.inde si'io na oslra-
16:0009000 ia* de Joao de barros, onde ltimamente es -
---------.____iICVC morando o cnsul francez, com boa
casa de sbralo, tendo commodos para duas
familias, senzala, estribara, etc., baixa aa>-
ra capim, larangeiras contras muitss frrjr-
leiras : quem o pretender, do l.ivramento n. 18.
AMA DE LEITE.
a rua do Brum no Recite n. Ht, sr dir
quem precisa de urna ama de leitc, que .
tenba em ahunJancia, sem lilho, ou msalo
1 com filho de 3 a I mozes, mas qoe nao saj
t Premio t Dito de
1 Dilo de
l Hilo de
2 Dilos .le 200?
i Hilos de i or
Dilos da SM
10 Dilos de 20?
10 Dilos de io3
1 :00 Dilos de ."-
1332 Premios.
2668 Branros.
. .l-
citos ao descont dos X por eenlo. Tlie-
l de tunlio de i8.">G.
Vnlonio de
Oliveira.Approvo.Palacio do eover-
rio da Pernambueo 4 dejnllao de 1850...
S. de lacedo.Conforme. Antonio! J cor preta; paga-se bem.
I.eite de Pinhn. Aluga-se m sitio na passagem do fio
ATTBNCAO*. ICapibaribe, por tolo esto mez quem o pre-
Precisa-sn de una ama de leite, paga-se! inler lirija-se ao armazem oa rua V
bem : na rua da Cadeia do Recife r.. 20.
Brum n. 2*.
Precisa-sc aiugar um molcquo para o
servico de urna casa estranceira : na 'un
Urna pessoa com as habilitagoes pre-
cisas, se encarrega de prepa-ar mesas tanto
para jantaros, como para bai es, dando todo Nova n. 27,esiaheiecimonto de pianos
o necessano, como seja louca. vi.lros, o o ; Prccisa-so aiugar ama 3tna para casa
mais que for preciso, tu do com luxo, e as-'deum eslrangeiro com pouca familia, qae
seto, pur mdico prego : trata-sena travessa | saiba lavar e engommar, c paga-se bem
----- r-.. ..,..-. ,.v. .i ^lilil, el ti IWOJ Ul
preciso que esta msa geral revogasse o art. cidado.
da rua Bella n. G.
Do um irmao.
Atteticilota
Na rua de Ifortas n. 16, primeiro andar,
precisa-se aiugar um prclo oscravo para fa-
zer compras, send i liel naoseotha o preco
do aluguel.
- loha-se venda um escravo com II
annos da idade, pono mais ou menos : a
tratar na rua da C uz, junto ao Coroo Santo,
no estabelecimcutn de Antonio Francisco
Martins n. (12.
De superior <[iia-
lidacle.
lia para vender-se na rua da Cadeia do
Bccile, primeiro andar n. II, escriplorio de
Gurgel Irmaos, sola, gomma de man-lioca,
cera de carnauba, esteirase ehapeos de pa-
Iha. Os mesmos annunciantes declarara,
que pelo vapor Imperador entrado em 20 do
corrente, recebera m do Rio de Janeiro os
seguintes bilneos da n lotera concedida a
beneBcio das obras publicas da cidade de
Nictheroy, dous meios u. 1607 e 54P7, man-
dados vir por conta e ordem Jo Sr. Jos Au-
gusto de Castro do Aracatv, o o inteiro n.
1085 do Sr. liento Jos da Fo iseca da mesma
na :
fe ^
D.
de Hiva-
ven eat-se em casa
. Astltv ii l .
eseja-se tallar com o Sr. Manoel
de Oliveira Guimarfies: a tratar negocia
de sen iuteressf, na loja ,!a rua do Colle-
rn. 7t, ou do Qnciinado n. ."), sagundo
andar.
Precisa-te de uia feitor para um si-
lio, que entenda de plantac9o: a tratar
"na rua do Queimado, sobrado amarello
,n. -2.
eria
a

"-..
CAMBIOS.
abre Landres, 27 ,l|;s (k) d. n 27 7f8 a 1K. d
I'aris, "VI r. por fr.
> Lisboa, por )- premio.
Bio .lo Janeiro; -:. por i>,, i. .icsronto.
Aenoes do banco, io .- '."> de premio.
a companhia de :>brril).! .ViOOO.
s eanipanhii Per. ambueana ao par.
< l'da.le Pablic... :) p,,rcenlo res, i Uuva ae zarolo por LOO res, i garra-
i :s dr. tinta preta por 29100 reis, 2 comadres
(de estanto p..-r lOg rs i -.-spumadeira do fo-
1 Iba por 500 reis, toncas de ferro preparado
I pelo hydrogeneo por 39300 reis, 16 garrafas
: vinllO branco por l(stm, |6 ditas de dito
:
ir eo passa) m u .-..: ao cap c
Uancel Joaquim Ramos' o Sil a.
l.iSIt' ..
0 novo e veleiro palhnbote brasileiro Al-
fredo seguir cm poneos dias para iisboa
esta rccel.-emo a carra
vinrj-v
pro-
. C0
-------O -^-aj w (.- ;- 1/S.IIS -
quem pretender, dirija se a pra<;a do Corpo
Santo n. 48, casa de Rostron Rooker A Com-
panhia.
Precisa-sc de doas amas forras ou cap-
tivas, sen lo urna para ensaboar e engom-
mar, e oulra que se cicarreguc de coznhar.
as quaes deverSo ser de boa conducta: qoem
estivernestas circunstancias, dirija-sca roa
larga do Rosario n. 38, segundo andar, onde
se dir quem precisa
No dia 16 para 17 do correnle fogio de
engenho Poeta da freguezia da Vanea, o es-
eravo Cufrasio, com os signs seaninla-s
-" a 4 annos de idade, altura regular, h-am
preto e bOnilote. naaj3o Mocambique, nariz
um pougo arrebiiado, Turna charuto e ca-
chimbo, tem um lobin'.io na testa do lado
direito, he muito canvrvente, levoa chapen
de pello preto, camisa de madapol.ln, palito
de risca.lo, o eticas brancas: quem o pegar,
leve ao mencionado engenho, ou a na da
Praia. armadora de carne n. 13, quo sera re-
compensado de seu trabalho.
O f)r. Ignacio Firmo Xavier faz publi
co, que mudou soa residencia para o sen si-
tio na Passagem da Magdalena, que tica ao
norte da estrada entre a ponte grande c a do
Chora-menino, o ah tem preparado urna
casa de saude com todos os commoJos para
o trataroento de escravos, cujos senhores
residara fra da prar;a, ou que nao os pon-
sam curar em suas proprias casas : quem
para isto qoizer-se utilisar de seus servico*
mdicos, que serio desempenhados com o
maior zelo, dirija-se ao paleo do Carme n.
9, primeiro andar, ou no referido sitio da
Mag talena. Preco2/000 diariosexceptu-
ando conferencias, sanguesugas e opera-
coes.
Precisa-se aiugar um preto possaate,
embora seja bruto, para trabalhar meassl-
mentc nesta typographia, daodo-se o sos-
tent : na livraria ns. 6 es da prac.a dai la-
dependencia.
nestauraiit frao-
cais.
RUA DO TRAPICIIi: |f. 2.
O dono deste estabelecimento lem a hon-
ra de participar ao respeitave.l publico e aos
seus freguezesem particular, que tendo re-
cebido pelo ullimo vapor vindo da Koropa
grande porpao de conservas alimcntirixs, r
vinbosde todas as qualidarles, e augmenU-
A administraco gjral dos estabelqci- Jn nessoal da sua casa, ple dar jar.laro,
almucus eceias a qualquer hora dn dia cn-
ives mr| l!a noi'-e- e tamhein TaTer anUres. ceias
oulrora ao hospital do Para izo. muida fa- I e ''mocos de encommenda para fura, Indo-
zer publico aos respectivos Inqoilinos, qurl0's.,''as ; sfm esperan protcccSo do res-
no dia -23 do corrente, f '
tarde, na sala de suas
Paraizo, lvenlo compar.,.
seus recibos, am de se veriBcar at quamlo *-lias noras. at>; 3 da tarde.
eslao pagas as respectivas rendas. _~ Precisa-se de um destilador para um*
Freguc/.a de santo Antonio. daitilaaSo no malo, e ra.ts um mmE*
esobrado ;m das Grata*, cssa ter- qaizer contratar, dir.ja-so a rua do Livra-
rea n. *; rua ue s !raiicisrc, casas ternas monto, sobrado n. 24. nrimeiro andar, *a>-
M-SeS; rua da Roda, casas torreas ns. 1, tender-ee com oSr. Luiz ."os Pereira s>i-
22e20; rua .\ova, sobrado n. 32; roadojmoas.
ir Queimado, sobrados na 34o3i>, ruadeiror- \y\
loao Francisco de Azcvedo, e este o vendeu | P- 30 ; rua DireiU, casa terrea n. 15 ; Precisa-e alegar mh rje lenb, rv>r
aos srs. Gutlherraioo lavares de Uedeiros e' na de Santa Pa, casas terreas n 76 e 93 ; leite, e do boa conducta, forra ou capt.vc
l-rancisco Xavier dos Santos, moradores tara- r """" '""-- ------- -- -
bem em Bezerros, aos quaes o abaixo assig-
nado romprou dito escravo: eroga-seas
autoridades poliriaes, e capitSes de campo,
a captura do referido escravo, que recom-
pensa generosamente
Zeferino Ferreira Vellozo.
Na segunda-feira da semana sania
indo um preto levar um sueco com roupa
54 do compromisso, mas esla mesa D
n3o revogon este arligo, que manda que os
delinidores sejam eleitos por fava, por este
motivo acho que a cleiQao est nula.
He um irmSo da mesma irmandade.
A pessoa quo annunciou no Diario de
21 .le eerrente ter un sellim para vender,
queira dirigir-se ama da Cruz n. 28, que
achara com quera tratar
O lllm. Sr. C. V. Martins Ribeiro he
rogado de chegar a rua Imperial n. ao, alim
de desfazer o engao, alias descortez que
existe a respeito dos seus annuncios publi-
cados nos ns. 8(1, 87 c 8S desta fotha, visto
ler bavido no nome do annuuciante
Quem precisar de urna ama, sendo ca-
sa de pouca familia ou homem solteiro, di-
rija-se a rua de Aguas-Verdes n. 70.
BATATAS.
As batatas viadas pelo ultimo vapor, vea-
dem-se no armazem de Barros & silva.
Jos Antonio Teixeira Barboza, sub-
dito porluguez, retira-so para fora do impe-
rio.
Vicente Fe-reira da Coste, declara que
Nesor Bibiano da Costa, nao he seu caixei-
jro, que nSo se responsabiliza pelo querque
seja que elle faca em nome do annuuciante.
Do estabelecimento de caldereiro de
Santo Amaro deJaboalao, fugio na madru-
gada de 20 do corrente, o escravo crioulo,
I de nome Victoriano, representa ter 25 annos
I de idade, alto, cheio do corpo, ros'.o cora-
i pri.li>, heleos nm tanto grossos, e sllenles,
tem pouca barba, os dous .entes superiores
da frente, almde serem abortos a lima, sSo
um pouco sepralos, lem .s mos estreilas,
bracos compridos, dedos longos, he bem
empernado, p.'-s grande-., tendo os dedos
dos mesmos um pouco aberlos : presme-
se qu dito escravo f"t para o Bezorros, lu-
nar onde foi criado por sea primeiro senhor,
Roga-se ao Sr. Antonio Ignacio Brao-
dao o obsequio de apparecer no armazan
de Barros dre de Dos, para receber tima encommenda
vinla de Portugal.
A pessoa que ha lempos perdn urna
voita de cordao com enfeites de pesCoco de
menino, queira dirigir-se a rua da Cruz n#
18, terceiro andar, que dando os signaes.lhe
ser entregue.
Joaquim Jos Ferreira da Costa Re-
buruja retira-so'para Portugal no paquele
inglez. r '
Precisa-sc de nm bom -ozinheiro, for-
ro ou captivo : na rua das Flores n. 37, pri-
meiro andar.
Da-se urna camarinha para' morar de
graca.a urna preta ou parda fotra, que dur-
ma encasa, para azer companhia a urna
mullier, ficandn-ihc todo tempo livre para
se oceupar em seu servico : na rua da Sen-
zala i\ova n. 92, no Recife.
Quem quizer comprar um sellim qua-
si novo, com todos os sUS pertences, an-
nuncie por este Diario para ser procurado
A administracao gsral dos estabeleci-
mentos de caridade, tendo entrado na nosse
das casas abaixo declaradas, pertencente*
activos inquilinos, quo! o* mas ; assim espera a proteccao do res-
e, pelas 4 horas e 1|2 da i PCi'avel publico, para rom sen reslauranl.
las seeaSes, no largo do I ~ 1>rcc'sa-se alosar urna escrava boa '-..s
mpareeer munidos dostlirpra c cn;ommadcira : na rua da Graa a
. .. ..H-::^.- ____i. i-1. l'.is 11 horas vi,. ,1- ..... I.
suj.i, para r para a lavadeira, em I
Ostuto.' Iioto'
rgar
iin
rua do M^fertu^ M_terre'n. 89. ,,, .Ierro da Bo.^u. b,j. de bi.hete;^^
Rua do Aragilo, casa terrea n.8 ; rua da "" Na rua ,!a Manr! Alegra,-casa terrea r...v: iuaV'e'h'a c-.j-s dfi'"" ama para coznhar, que seja aceta-
lerreas ns. 42 u 73. da e de boa conducta.
AdministracHo ror'l dos eslabeie. imentos 0 abaixo assignado. nrofessor de na-
de caridade 14 de abril de 1857.OescrivSo, i thematica no Cymnazio Provincial P.-rnam-
AntOOiO Jos.- Comes .lo Crrete I bucano, pretenW abrir no nrimeiro de mato
- No escriptorio do engenhetro em che- futuro un curso de geometra ; os senbores
fe da estrada de ferro, preci;a-se de um ca-! estudantes que .uzer^m-se matricular, di-
xeiro de escripia,brasileiro, e que escreva e rijam-se a casa de sua residencia, na ma lh-
traduzaoalingua nglcza;e nisengenhciros rcita n. 71, das 7 horas as 10 da manhaa
que escrevam e traduzam o inglez, e que te- para se inscrea-erem. a.nloiiio F.gidio da
de botar na canoa .o
oulra ese nao sabe dalle lem diversaslM!;'"R^r,r",nJ,'r"auMm?,D8lej!e,lBCte- P*ra f
M .. u i i "erv,!,!miampratica de levantar pantase tirar nive- Sillva
pe._-..s, alnumas de hornero com marcp lamentos. Assim como daqoi a alguna rnzos
I). S. (..r- nutras que si> lem una l.--| precisa-so de varios empregados, comocai-
traC. : a pessoa ttp.icr noticia na rua""
da Cadeia, defronte dn r i. o,
....
2*s,
ixeiros, etc., que possam receber ou darem
ordens em inglez.
precisa-so alngar, mensalment, nma
corrent.
P. -; Lfiymt
Precia-so de ':tn caixeiro que entenda
... ,.
larga .;.;
..'L.^?'..)
.....
' ou< am !,b ig ma
n 24.
Da-so 1:0008 a unos sen hypothecas
'"-'' :' na ruanos Martyrios*n/4.
-Pa ps'crav pa ar nm .,. ,.,, i ._
''
I ei'.i tiVI ..;. aiugai -.:.:. ;
: tratar na ru larga Rosario n. 35, io.ri .;.
I miadezas ; c- na mesma, se dir quem p.-eri-
Mohilias de ah-
_.)em.o a carra que tem engajado, e : ^ fazendas, e que de fiador
tuno por ^.cuu rsis, i.natxas de capsulas oUereea a praqa dispomvel sos pretenden-1ta : na rua do Crespo a. 10.
idecopalubapor ifrTSOOrs 6 arrobas deoieo tes, qne podem tratar com Bailar & Uliveira
de linhaca a 10/6114 rs., e i.idepcudcnte da i na rua da Ca I i Velha n. I:i.
j proposta i galocs de oleo d.- linhaca par a : ara Lisboa, sahira muito breve o bri-
obra do hospital regimentis 2-500. gueExperiencia, o qual tem a maior parte
(i 4. (i'i aPpa,e!bosdelimpeza a 39938 rs. I da carga prompta; para o resto delli e nas-
.rllf ri ~"52 'ra- !)"sas ',i,ra os mpsmos a ,",- rs-a 6^ bor- i sageiros, p;-ra o .uo enere-v i.ons rom.no-
to20 por 0|Ol* Pm'o I naos de loa para rac,..es de .avalles a l?rs. | dos : trala-se com os < onsign lUrias -\mo-
64 Si!hB8 mestras de sola a l/^Oo rs., 64 ditas ; rim Irmaos, na rua da Cruz n. 3.
soaaivavmftl 5" "*0 reis,8 colchoes com travessei-l CE&RA' EMAItANH.AM
. M0O0 i "f. ,'2,;,:o dc hl"10 50 n Pretende seguir con brev lade, o patacho ?:,?3,da i::''";',
. Kj KJON ?I j*' 9 P.7nBl|as de forro sorlidas, lor- tratar com Caetano Cyriaco da t. Jl na rua
i.ji-onlr re ledra-, de** a 10.
Hilo d banro8 a !).
'uro.lluras lieapaiihulas. .
Moertas de rlglOO velhas
s 691(10 novas
c rr aOOO. .
'/'.ala.Palaties brasileiros. .
Peana eotimnarins. .
mesir.'ir.oa. ,
tl.FAflIHHiA.
i>-.dimeito do dia 1 a 21. .
a-n do dis 22 ,
. 2?000 ; r,c,!!S *-' Porcellana a 500 rs. a libra, 10 mi-
. 2J0U0 ; loeims de broxas Je sapaleiro batidas a (;(!
. IsHfiO. rcis, l \ arroba do esUnho em verguinhas a
800 res a libra, 10 nulheiros da presos cai-
.^., >. xaesa260reis.
10:2895233,' 6- ,u barretes de algodao a 400 reis, 8
--------------facas para cozoln a 400 rala. 10 arrobas da
303:91582741 rame de ferro para cavilhas a 32q reis a li-
da Cadeia do Recife o". 2.
PARA ;i RK) GRANDE DOSUL.
Segu para o Rio Cande do Sul o brigue
nacional Adolpbu, e po. se achar o
le sua ronduc-
BILHETES Di LOTERA DO
Aos 20,0005, '0,000.9,
i.OOd.s .- .liO.s.
Desdo ja esl8o exposios ronda na loja
.la Independencia, os novas
olera das obras publicas da
cidade de Nictheroy, extrahida em 18 do
correnle: as listas espera-se que virio pelo
vapor sardo Vctor Eownael, o qual chca-
ra aqui ale o (im .lo peseme mez.
Perdeu-se um trance!ira de ouro com
^aloja le eulilciro deh-uula da matriz !.,
;;:. Il..a->i la n, 86. prmisa-sa de um oflieial
Desappareceu do sitio d'Acua-Fra de Jo-' '-.' f" r"r,"r e"*',la *'*' l* : r'- -
Pereira Cesar, un, cava,.,' castanh,' con, ; ; ^"3^! *rA^
. rorle.
i S
! os signaes seguintes : o p drei"to*cer8ado"
mao esquerda rom u n pouco de cabello
branco por detraz, dina cortada de novo:
roga-se a pessoa que o pegar, leve-o a rua
jdooueimuJo n. aj a, que ser recompen-
, sada.
-- O abaixo assignado esUbelecido com
.taberna na ruada matrida l!oa-(.i-ta n. 54,
, pede a quem so julgar seu oredor, que apre-
nsa cuntas na mesma taberna, para
........'' '< ; '
"''''" ,; ''-. ial( sr,ajr.r..
- .._. K....- en: grande porcSo para bailes, oa dTeiaes
sa de urna preta escrava, para o servico de na rua Nona erm ie Pinto
casa, cozmi'ai, ir, e coiros serv- defronte da roa 4e Santo Ai
'' "'"
;>.<.,-. '... .-.-........ ,,^. ,~.0aI'o|ffBai;o,solicHa^Badoao-
..7'..--...-..;;..-...-...-... dtonosdesl eapi'al, faz
tavel publico, .... o, cialsda ka >.-.,..'.-
entes, que acha-se residtado na ;ua* Praia,
sobrado n. -iii. segunde andar M pe. as
que quizerem enearragar de qaalawr san-
Uto, poderao procurar na mesma casa anima.
i.'
com o seu i 5 oltavas e Z\\ de uno, do ateo do Rarmn
carregamento erompto para seguir seu des- ate a rua larga du Rosario : quem o ac.a re
tino ate o da 24 do c.rreuie, so pode rece- quizer entregar, leve-o a taberna da esai-
ber pissagetroM os que quizerem ir,podem na uo beceu da bomba Q. 13, cue sera ene-
tratar cora o capitao a bordo. rosamente recompensado. ^ 8
Na rua .10 Apollo n. 2:1, primeiro atl
dar, escriptono de Domingos Alves Matheus
im para vender doasexeellentes escravas
prendadas.
- ITcisa-sa.'.eum* ama que saiba .1 zi-
nbar, e fazer todo o servit;..) de cas;; ; na rua
uo Caldereiro laoerna n. CO.
-- Precisa-se de Um porluguez
r-----------------r ~" 'lia ." I i a % -rt a |
das 6 as o hars da manilla, n >las.i da fear4c
diente, qne sempre acher* prompii en-
mo he de costume.Jo3 > Caetano de breo.
Alia iVova n. 2
Acaba de recclier relogioajl todas asqua-
lida.le.-., tainlH-ni ocultis para todas as vis-
sere m naoaa oa ^ i"~i"i" "." I" l i.ctiaa-so ce um porliisuez ore en- tas, por preco milito cm conla.
m'i \ :Vnl dC 3 d,,S ; i,SS"" romo lcn,a dp Pl"tacG-s para tomar co na de
UO diaa, de lhe satisfazer seus dbitos, eci- do. e no % a exiT SV"*10 l "r'e"?" fta*, ,le ,:- *"" f- ^P*'a, em
fe 16 ie abril de IMT.-Josc Antonio Y. de'a^aaa^ f?f^dl^*gya !^.*g^.*"By Pra venaer .da,
ques. | primeifo andar J d* ferrro de Qta mctteII c^!*^ muito
MUTILADO
ILEGIVEL


DIARIO DE PERNAMBUO,QUINTA PEIRA 2c, DF. ABRIL DE 1857.
v CEDRAS PRECIOSAS.
I
J Aderecoi de brillianle, J
4 diamantes e parola, pul-
* .eir, alfineles, brincos g:
* rojetas, bolo* **nneis *
i deduTereoteigostosede $
diversas pedra de valor.
* 3
5 Compran), tndem ou ^.
} Iroeam prala. Joro, *ri-
*. Ihanles.diamanteaepero- ..
| las, e oulra qoaesqoer *
J i 'i i- ile valor, a dioheiro ^
- uu por obras. .*
arsvaSfca/it'** *.** '*'?' *
lOREIRA 4 DARTE.
14 JI i W.R1VR
R'ia do Gahugn' n 7.
ftcetoer! p.<
os vaporeada
m
ni
lo
it-
RS-
ta s obras .'; mais
[Mlerau t?osto, tan-
do Franca con\o
':...... .
(.URO E PRATV
Adrc^os completo* de *
onro, inios di los, pulcor '
ras. alflaelc, brincoi e *
rselas, eordes, trance- .
lilis, med a Ib as. trrenle* ''
e entalles pura raloeOj c ..'
oiilroMiiuiiosobjeclo de #
ooro.
Apparelhoi completos, .jj
do prala, para, cha, han- .,
dojas, salvas, eaaligaea
Compram-se mocas de ouro rom o
premio de meio por cento : na rua da Ca-
dea do Recite, loja ile cambio n. 38
Compram-se os d..os lomos do I-Ios
Sanctorum, que estejam em lioin estado; em
rasa do sachnstiio da ordem lerceira de S.
francisco.
Compra-se urna escrava
saiba bem engommar e coser:
ludependcnc:a ns. 37 e 39.
prcta, que
na pinga da
Vende-so nina prcia di? 40 anuos, pou-
co mais oti menos: na rua do Torres n 4,
por traz do ^rmazcm inglez.
Vende-se un diccionario novo, de Monea, da i
ultima idicelo ; na rila Auuosla n. 25.
Arroz pilado a 2S-VO0: no trapiche
do liamos.
V. l:.S (I
!!<
fttttfc*&
>: eolhereadesopaedech, *
e minios oulru objeclo* g i aprender a 1er, nomnenle
tundo faciiuuo.
Na livraria da praca da Independencia n. l'*"is- '"Utotnpenore w
fi e 8, vende-sc
4 de prata.
de Lisboa, asquaes se vei-deiu por
pre$o eommodo como costumam.

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m/noo
I59000
:|i>mn.
; uian.
.ii'i"
1 n di';
ini'thodo f.iciltmo para
impressn e aug-
i mentado, por mil res.
Vende-se urna du/ia de cadeiras, um
par de consolos, urna mesa redonda, um so-
l ia, ludo de jacerand ; um candelabro de 5
luzes, e uto par de serpentinas de 3 lii/cs
I cada ama, um par de lamentas, un can ii-
eiro francez, ludo junto ou separado : na
rua de llortas, casa terrea rom a trente pin-
tada de azul n. 6>.
Vende-se urna escrava crioula, moca
ede bonita ligura : a tratar na rua da ca-
dcia do Recite n 2.
Acham-sea venda urna porgito de pea
de COqueiroS, em esla lo de se plantar un
pateo da Itibeira, armazcm de familia n. 7.
Vende-se um prelo de nagao, bora tra-
halliador de enxada, machado, foice, e p-
timo purgador : na rua Direita n. 31, pri-
mero andar.
Atteinjao
Nn roa Nova n. |, loia que faz luioa ""m
* i lia iii*3 Trinctipiraa, iroii*ieae um iruva-
dr, o.i-ra cu quatro actos, com i>l pagiius,
'. lanilioui M' veiiile a r.a 'liec'ao ne modas italianas
speri-.ac< te ai
rieaii s.
No eteriptorio de Domingos Ahes Ma-
tlu'iis, na rua de Apollo n. ~>, lia para
vender em lotes a vontade dos compra-
pi'iiii-
moilu'o
Sellios
patente n;lc/..
Silo rlieqados p arham-se a venda os verdadeiros
e bem conheridui aelliiifl inalaxai patcnt* : na la
dndeiras, i
de i
Kir
cele americanas ver
preco.
iissiiiinas del
do T'rapiilie-Nuvo n. ij,
Adams-m Howie ,\ C.
[yecti
aiina/.cm de fazendaa de
N. (. Bieber
Cruz n. *, vcudem :
Lonas da Buasia.
dem Ingleses.
BrinzSo.
Brins da Itussia.
Vinlio de.Uadeira.
Alg.dSo paia sarcos
l-Zl'
,\ i.ompanhia, rua da
s p
*ra
para saceos de
le N. o. Bieber
n i.
Laa
.1e sssucar
lO <1>1
IMii
ssucar .' vrndc-se em casa
v: Compaiillia, rua da i. uz
I-i
t(.>.
:'
cores

otoiK.
1'lfOiif
i.*ft(|H
DE MUJTO BSS GOSTOS E
BARATO
i endi'in-se luuitu i km- jarros de porcelana
para llores, ricos pan do catangas para ci-
ma do mesa lambeiu de porcelana, dulciros
de muilo gosto, e palileiros, ludo de porce-
lana e por preco que nSo deisara de servir
a quem gusta do que he bom na rua do I
ijuiMiiiadn, na bem conhecida loja de miude-[
zas da boa lama n. 33.
Luvas de todas!
as qual idades.
Vendem-se verdadeiras luvas de pellica
de Jouviu, pretas c brancas, para homem e
senhora a ruO rs. o par, ditas de seda de
todas as cores e borjadas, com guarnic.es a
23500, ditas lisas tambem de seda e de to-
das as cores, para luimcm e senhora a 1;,
l?0 e 1*300, ditas pretas de loical, multo
boa fazenda a 19, ditas brancas de algodao
para homem a 840, 320 e 400 rs., ditas del
cores milito finas de fio da Escocia para ho- \
inem e senhora a 320, 400 e 500 rs., e ou-
tras mais qualidades de luvas, que se ven-|
de barato: na rua do Queimado, ua bem
couhecida loja de nuudezas da boa fama
u. 33.
A 520 RES o COVADO. Q
VeiHlem-se ni rua do Oueimadn ii. t'.l, ,.
niiis.iiliii.is de lindos padics e minio lar- *t;
20., pelo prero de 3211 o covado. "...
&%&&>&'&'& % ^^vH;.-v
Veinie-se umaporQo de libras de do-
ce de laranja, cidra e liunio, cm c.ald
prio para lora da provincia : quem p
dirija-sc a i pateo de S. Pedro n. 12.
Vende-se um opiimu calnioiet com
arreios : ve-se na rua de s. Francisco, co-
ebeira do ."sr. Carneiro Monfiio, ajusta-sel
na rua Nova n. 14, segundo andar.
Vendem-i snalos brancosdo rac-
ly deauperiui qualidade, em porges Ran-
pequeas, poi barato proco, assim ro-
mo lamina lf mandioca, sacras raiid. :
la rua da *-adlv. ,- lieos n. i.
\'i-ii-it in-se. r"loi;ii..- iIr iiiirn, do aa-
insiio :'aluirn' lames UulV na rua da i.a-
il*'ia Ve'ha o. '
Vende-se. du:e de uiaia mullo lino :
ua rua da Cadea Vf la n. 41.
--- Vende-se uiua porc.'io de folbas de
metal, k'^t lirado do forro do navio : a
fallar w^lai
\a rua do Queimado, na bem conhecida
loja de miudezas da boa laman. 33, eucon-
tra-se sempre completo son i ment le ade
reeos, brincos i rosetas, pulceiras e alline- I A.l-(i(|,t>
les, ludo prelo, propriamrulc para lulo, e
que ludo se vende mais barato doqueem'
OUln qualqucr parte.
Brinquedos pa-
ra meninos,
Vendem-se diversidades de ob:cctosde
a(,o, muilo delicados e pioprios para meni-
Venlcm-sc cortes de lila para vestido, de
muilo bonitos padrdes, c com 15 covados
rada corte, pelo baralissimo preco de 59000:
na rua do Queimado n. 22, na bem conheci-
da loja da boa fe.
monstro. he
chancha.
Vende-sc algodo monstro, com 8 palmos
de largura, muilo propno paia toalhas c,
Icngoes, pelo diminuto prego de filio rs. a
vara: no luja da boa fe, rua do Queimado
n. 22.
Facas, garfas c
colheres.
Vendcm-se as melhorcs facas de cabo de
marlim que se pude eneontrar a 15? a duzia,
ililas de! cabo de halangu muilo linas a *> a
duzia, ditas de cabo oilavado e rolico a 19
ditas cravadas a 3Pi0O, dita de c'hifre oe
va.ni a 19400, ditas para sobremesa com c-,-
!> de balango a 53, diUs com cabos ro!i.m
eoiUva.los a 3~, colheres de metal do win-
eipc muilo linas para sopa a 69 a duziai di-
' tas para rt a 3-00(1, e outras mais quaida'
lies de 'aras e nlhcrrs. Hnchanles e amo-
lador de lacas, uuc ludo se vende batato
que
pe-
la pro- I nos r>r',,car> Por pi'-gos muito baratos : na
r'e'cisur i rUi* doUueimado, na bem conhecida loja de
' miudezas da boa fama n. 33.
HICAS BONECAS FRANCE-
z&s.
p ;.
pch
lilas
Veoilprn-so mu'lo linila*-
boueeas francpzas, g1 andes
mo prego de. 2 e. 3500,
IHiV.s, rada una no sen i-ail'o a
34*500, (Tero que nao ha quem do\e
ua 11,1 do nieimado, na bem rontim
d iniudeza.s da boa fama n, :!::.
m ves''das
baratiaji-
i'eslidas de
3/000 e
de i I loja
IflSll
iiperiof ou
bi
Vf
Rua
A
I mu I.npe> de Almeida.
do Queima-
N. 21 A-
rs. o covado.
com toque de
DO
'200
Planta da rictade effe
Vende-se a planta da cidade do ftecite e
sens arrabaldes, feita pelo sr. I)r. Jos Ma-
mede.Vives Ferreira, por dez. mil reis: na
livraria n. fi e 8 da praga da Independencia.
Mappa das distancias do
provincia
"otssa e cal
virgem.
No anligO c ja bem conhecido deposito da
roa da Cadeia do itecite, escriptuno u'. 13,
Na livraria n. fie 8 da praga da Indepen- ha para vender muilo superior potassa da
Chita franceza matizada,
averia, a 200 rs. o covado.
BOM l"i.\NO.
O prego faz admirar.
Vende-se um bom piano, novo e em bom
estado, s por ser de mesa he que se vende:
na rua Bella 11. 18.
seis portas
F.M FRF.NTE DO LIVRAMEJM'U.
Vende-se riscado francez de cores seguras
dencia, vende-so o mappa das distancias
das dirferenlcs villas da cidade entre si, c
relagflo a capital da mesma, a mil reis.
Deposito
de rap princesa da 1' bii-
ca de ELGasse, no [{'\>>
de Janeiro.
Vende-se a prego commodo rape fino,
grossoc meio grosso, da acreditada fabrica
cima, chegado pelo vaporS. Salvador ; na
rua da Cruz n. *9.
Vende-se a verdadeira grasa ingleza n.
a 160 o covado, cortes de cassa chita a I9S8O, 97, dos afamados fabricantesHay e .Mar-
Vende-se um n.ulatinho de ida de 7 1 lengos brancos com barra de cor a 120 cada
anims, de bonita figura : na rua da Peuha
11. ii, segundo andar, das 9 huras da ma-
ntla em diante
Atten^ao
lt. C.SYatcs Companhia: estabelec.idos
no liio de Janeiro, na rua do Hospicio n. 40,
peridades da pelle, conserva a frescura e o
av; lindado da primavera da vida.
Att rica.
Scientifica se a quem convier, que a revi-
sto de pesos, medidas e balBngas, principia
do 1. do crrente a lindar no ultimo de JU-
.-d'

vendo um annuncio publicado em urna das nho : na casa da aterigSo, 110 pateo do Ter-
l'olhas derernainbuco pelo Sr. Bartholomeo go n. 16.'
F. de Souza, prevenindo ao publico que o ^flajpiafar, fa & aj r\
verdadeiro xarope do bosqajay 80 elle he ^^<^*vV'2q'-'- -W-.s-V-
quem vende.prevenimos ao mesmo publico, v.3 nPl(TT FRif'JPF7
que o nosso xarope he remeitido do Itio de ",,' f l lr "f v U ,.
Jrneiro pelos cima proprietarios ao Sr. '^,*n^''"',,rj',ov."-r" :
. ,T^ ,, ___ .__u 1 1 .%* oa mesma casa lem agua e pes iienlnic.
Manoel Alves Guerra, e este senhor fez o de-'
psito para ser vendido na phannacia do Sr.
Jos da Cruz Santos, na rua Nuva'n. 53, ni-
cos por nos aulorisados para venderem o
nossq verdadeiro, e mais prevenimos aos
senhores consumidores, que ha pello de 5
annos os rotlos collados as garrafas sSo
aasignados por Henry Prius, como procura-
dores dos cima proprietarios. Rio de Janei-
ro,13 de Janeiro de 1857.
Barlholomeo Francisco de Souza, lcn-
* *f\>\trx*r
@@-@-3wiiC

Vuquezas.

d He chegado a rua do Queimado n. 19. es- 4
1 ta nova l.zeuaa ilcoomiaadaUQUEZA, .'
Z da riquisimosdesenhos, e pelo'liaialu pre- '"
%? SO de i.-SJOO o eovado. $j$
-.v.?...-;^v;v.?vj-:^^;.j-:;H.3CCyOS-Jj
Cartas france-
aas
milito finas para
trete.
um, lengos de relroz pretos e de cores a \f,
chapeos de sol de seda para homem, com to-
que de mofo a 4'% lengos de seda finos, bran-
cos e encarnados a 1"> cada um.
Sellins e relegios.
SELUNSe BELOCIOS de patente
inuley. : a venda no armaz'm de
Koslrou Kooker & Comp-oiliia, es-
quina
mero
do
18.
Un, em barricas de 15 duztas de potes:
em casa de James Crablree iV Companhia,
rua da Cruz n. 42.
elogios*de pateme
nglezesdeouro, desabnete edevidro:
i vendem-se a preco raz.oavel ,em casa de
AugiisloC. de Abren, na rua da Cadeia
do ilecile, arma/.cm n.^6.
na rua do Queimado, na bem conhecida Inia
de miudezas da boa lama n. 33.
Boloes para pa-
lits, clleles e (Minhos
de camisa.
Vendem-se ahotoaduras muitn finas de
madreperola para rolletes, pelo baratissimn
, prego de 500 rs., ditas muito ricas de toda
as cores a 320, 400 e 500 rs., ditas muito fi-
1 as de madrepeola para palitos de meninos
e homens a 500 e 640 rs., ataradnre para
I puchse collarinhos de camisa, de minio
I rico gusto a 400 rs., 800 e 2?O00, ditos de
i cornalina para casacas a 300 rs., e nutras
nimias ip.alidailes de ahotoaduras que se
venden muito barato ; na rua do Queima-
do, na bem conhecida loja de miudezas da
ama n. 39.
1 MK II I OH AS VS QCAtIBAafj.
eno.-i,-., pintes d> UitaruM !" csbMIn
11 mell.or .... ... ri,. mcotilrar, jv rt,ir.
da balcia muan ,, n waia qu- b rimunl
ao de lai lari.^a. a |, I-Hio p ;-.-,(Mi mi,,.
maia mdinariosde balaba a 9tt e 199 ai j,_
los i!e latlaru^a para alizar. 101111,1^ "ni,,,.
I muito sip n.,r a 1*509, -. e a-, ,|0. rt.
borracha de mudo superior qualiade a 1
jilos de bfalo verdadeiro, muito finos
bem teilos, a filo, 80(1 e 18, dilos a imitaran
do uuicorne a 19, dilos de baleia muilo hna
a 280, 320 e 100 rs., dilos de bfalo verda-
deiro, muito bonitos e bem teitos, pioprin
para sussas e criangas, a 320 rs., ditos de
marlim muilissimo bous, fabricados em Lis-
boa, para piolhos, a 800, 12000 e 19500, di-
los pretos de bfalo tambem para piolbos, a
500 rs. : na rua do Queimado, na bem ro-
uherida loja de miudezas da boa fama n. 33.
as senbo-
ras de bom gosto.
Vendem-se ricos estojos de Jacaranda
proprios para costura de senhora, pelo ba-
ratissimn preco de 2?500, 49. 3, 75 e 850*0,
caisinhas para guardar joias a 800 rs, 1/ e
Liverpool, viudos pelo ullimo paquete in-119200, carterinbas muilo delicadas propras
gle?. : em casa de Southall Mellor i\ C. rua | para senhora e meninos a 900 e 500 rs., le.
do Torres n. 38.
INAFUXMCAO DEFKRRO 1)0 l.M.K-
NHEIRO DAVID W.BOWMAN. rtA
RUA DO BRUM.PASSANDO O UHA-
FARIZ,
ha sempre um grande noriimenlo desaeiielnleseb-
joclos de meerianisiinisproprios paiacnuenhos.a -a-
; lai,.- 1. :'ei;. rnmltdfl r balidn. u
lid:..lo- .u i ,,.i,,..,. laroaolin;,; rda?
a ana u aitma^a. lia loita as. cropor-
- i.M.-a. iIj fumaOla i^i-irn. de bsi-
"r. riroii/i,s,par^fi..fis r -.,% |l..-_.,.i.
iliaca, -l<. Mi .
MI.SVA FI'MHr.A O.
rienl .,;.,. pa<
,;.... ; el |> .-.
.iri>. .(iiill,a
oh... I- ,a 11
NA
ridadf |;. rnnhrr|.>> ruin m iti-*
moitidadf rm irr.
. |> I | p J-Iu/-
itussia, dia do Rio de Janeiro, a cal virgen
de Lisboa em pedra, ludo a precos muilo fa-
voravpis, com os quaes ficaro os compra-
dores salisleilos.
Para
elogios
robcrlos e descobeitos, pequeos e grandes,
de onro patenle inglez, para .bomem ese-
nhora de um dos melhorcs fabricantes de
anos.
. souras muilissimo linas para costura, de
I todos os lamaubos a 500 ra., 600, 15000 e
19900, ditas para unhas tambem muito finas
I a 800 rs., 19000 e 1/200, linha de peso mui-
lo lina para labyrinlho a 100 rs. a mead 1-
Km casa de RabeSchmettau & OoJTpanhias! n!!VadLlaSt ^h" 'H,rdar ,0 n ,W e '"
I rua daCadea n. 37, veudem-soWleganle, l Llnd!!:.?!,.x.lf?ho .C?m ipan a 160e9On
I p;anos do afamado fabricante Traumann de
llambuigo.
largo do Corpo Santo nu- ven,ie-sc,por prego rommodo.superior
l\a loja
das seis portas
cunara ele
Hro & Brrelo^ no Mon-
te i ro.
No deposito desta refinar a, na rua da Ca-
dea d 1 Recite 11. 30, ha sempre assucar re-
do o annuncio dos Srs. R.~C.~Yates"oI Com-: linadode superior qualidaiJe, tanto cm p
panliia no Diario ti. 17, em que diz ser s- ^l*m torroes e ^> PSf* 1 por prego mais
mente verdadeiro o xarope de bosque que
se vende nesta cidade na pharmacia do Sr.
Jos da Cruz Santos, onde fez deposito o
Sr. Manoel Alves Guerra, que recebeu del les
proprietarios, declara ao publico, que noj
duvida seja falso o xarope de bosque que1
tambem vende em sua botica, mas assevera!
que elle he comprado aos mesmos Srs. K.
('..Yates & Companhia, do itio de Janeiro,
l commodo
de que em outr; qualqucr parle.
Vendem-se fnissimas cartas l'rancezas pa-
ra voltartc, pelo baralissimo prego de 500,
600 e 800 rs. o baralho.e lamben se vendem
port.uguezas a 3U0 rs. : na rua do Queima-
do, na bem conhecida loja de miudezas ua
I boa fama n. 33.
?. I Vend-se um banco de carapina, novo,
.I ] duas pedras que servem para soleiras de por-
*'ta de quintal, outra para hombreira, urna
,equeua sacada para algum supplimento ;
cujos objectos foram sobras do obra : na rua
do Itaugel n 21. Vende-so tambem cousa
de 100 lijlos de ladrilho: em tllmda, rua
de Malinas Keri eir, casa n. 28, ju na un me-
diata, a fallar com o Sr. Conzaga ou como
Sr. l'irmino.
SACCAS COM EEIJA IV-
Ufllfl
Vendem-se no armazem da travessa da
Madre de Dos n. 15.
Vcnde-se um preto propno para todo
servico : na rna da fluia n. 9.
i\a auriga loja
como provam os documentos abaixo :
RIO DE JANEIRO 8 DE AtiOSTO DE 1856,
U Sr. liai tliolomeo Francisco de Souza
comprou a R. C. Yates 61 Companhia :
4 duzias de garrafas com xarope
Os abaixo assignados, com loja de ounves
na rua do Calinga n. 11, confronto ao pateo
da matriz e rua Nova, a/em publico, que
estilo recebendo continuadamente as mais
novas obras de ouro, tanto para senhora
como para Jiomens e meninos : os pregos
conlinuam razoaveis, e passam-se contas
de miudezas da boa f, na
sua largado Rosario
do bosque a 549000........" 2165000I?0."1'esponsabilidade, especificando a qua-
6 duzias de 1i2 garrafas com xa- "dade d". uro de u ou if{ quilates, (cando
rope do bosque a 27?000......1699000 ?s'm sujeitos os meemos por qualquer du
____j vida. seraphim &lrmio. i
Precisa-sede urna criada ou criado que
lis.
16-29000:
378#000
II.
vendem-se miudezas
pregos muito baratos, como abaixo sedecla-
liuhasde nvelos, de meada e carreteis
JO,
e quinquilharias por
Recebi o importe cima, do Sr. Antonio
Joaquim Vieira de Carvalho. Rio de Janeiro
8 de agosto de 1856. l'or R. C. Yates A
CompanhiaJos Paulino Baplista.
Reconhego verdadeiro o signal supra. Re-
cite 8 de agosto de 1856.
Em fe de verdade.
Manoel Hilario Pires Ferro.
RIO DE JANEIRO 18 E FEVERrIRO DE
1857.
Os Srs. Constantino t.ornes de Faria & Fer-
reira compraram a R. C. Yates & Compan-
hia :
4 duzias de garrafas com xarope
do bosque a 549OOO.........2I6000
6 duzias de 1(2 garrafas com xa-
rope do bosque a -275000......162/000
Rs. 378-5000
Recebemos o importe. Por R. C. Vales A
Companhia\V. C. Cerwarll.
Nos abaixq assignados declaramos que
compramos o xarope cima pura o Sr. bar-
lholomeo Francisco de Sotua, de Pernam-
bucu, em virtudede sua ordem de 3 do cr-
reme. Rio de Janeiro 18 de fevereiro de Continua-se a comJprar bronze, latio
1857.Constantino Comes de Caria & Ker- ; e cobre vrlho : na funiifcao do Brum ns. 6,
saiba cozinhar para urna casa de pouca fami-
lia : a tratar no Hospicio casa uo r. Mendes
da Cunha, junto ao quarlel.
Traspassa-se as chaves da melhor loja
do Passeio Publico n. 9, por estar muito a-
freguezada, propria para qualquer princi-
piante com fazendasou sem ellas : a fallar
na mcsiiia.
Precisa-sede urna ama para lodo o ser-
vico de una casa de familia :
sobrado n. 23, segundo andar.
Retratos
DO
Insigne actor JooCactano dos Santos.
Vendem-se as lojas dos Srs. Jos Cardoso'
Ayrcs, na rua da Cadeia do Recite, oSr. Jos I
Nogueira de Souza rua do Crespo n. 2, pro-|
ximoaponte, a 2>500, e|39000, conforme o ;
modelo o papel que lie etcelleute.
Al
Vende-se cal de Lisboa ltimamente
Em trente do LlVI-anit?* to S*d9, ssim como poussa da Roseiaj
'" **"'3 *-ai>inii.....mi ilciia na prfla d0 (:,,r,)0 sanio n. l7.
Vende- se riscado para colchos a I-JO (
vado.
Vcndem-se na rua Direita n. 05 velas
de carnauba de 6, 8, 10 e 13 em libra, por
menos prego que em oulra qualqucr parle,
assim como tambem caf muido liquido, su-
prasumo a 280 a libra, para bem servir OS
freguezes.
Vendem-se sardinhas em quarlos de
latas, champagne em gigos de 12 garrafas e
21 meias ditas, cognac c n caixinlias e bar-
ricas, azeite doce lino em caixinha, tu lo de
superior qualidade e recentemente chega-
do : na rua du Trapiche 11. lt.
Velludo rico para forrar carros, rom
to ios os pertences, vende-se.na rua da Cruz
n. 10
Km casa do Henry Rrunn & Compa-
nhia, rua da Cruz n. 10, "vendem-se pianos
chegados no ultimo navio, quadros com
moldura, cemento romano, cognac em cai-
xas de urna duzia, velas de composigilo,
conservas em latas.
CEBLAS.
Ja desembarcaram as ceblas de Lisboa, e brancas, e de cores, em novello,
vendem-se no armazem di "
Vendc-se carne secca
res a 19000, de Monlcvidi
roba, boa : na rua da Pra
vinho do Porto em barris de 8." : na la do
Trapiche 11. 14, cscriptono de M. A. Cuerra.
Em casa dellleur. Rrunn A; Companhia, na
rua da Cruz n.10, vende-seco^naremcaixinha de
duzia.
aV
ch-
TAIXAS PARA ENT.ENHO.
1 fundico de ferro de D. W. Bovmann u
bu d Brum, passando o chafariz, coniina h-
dsrum completo soriimeptods laixesce ferro fun
vilo e balido de 3 a 8 palmos de bocea, as quaes
acuam-se a venda, por epreco commodo a com
protnptido: embarcam-s oucarragam-s* mear
ro semdospeza ao comprador.
Era casa de Saunders Brothers C. praga
do Corpo San ion. 11, ha para vendar o sa nina
Ferro inglez.
Pixeda Suecia.
Alcatro de carvo,
Eonas de linho.
Esponjas.
Drogas.
Algodao lizo para saccas.
Dito entraocado igual ao da Babia
E um completo sortimento da fzendas propno
para asta mercado ludo por prego commodo.
Vende-se superior linhas de algodao
XAH
DO
I-01 (ranferidoodeposiln lesip \arope para a bo
(icadajose da CrinSanios, na rus Novan. 53'
-arrjfai 59500, e meias3oOUU, sendo falsu lodo
aquelle que nlofor vendido neste Jcposilo.pclo
qursefaz opresenleaviso.
hihiiiiwn \wu ortBLico.
Para crade phtysicaem lodu-oaseuJifleren
lesgros, que i motivada por conslipaedea, tn-.^-
asllima, pleuri? .escarros de sanuiie, drde co-.-
lados e peito, palpilaeili' no corarilo.coqnelurlie
bronchile, dorna uaruanla, e todas aftinolestia
dosor|o pulmonares.
Ven ie-se taiioado e pranchoes de pi-
nho de Suecia, poprio pura armagodc ar-
mazem de assucar.
Paos de pinho vcrmelho para mastaros.
chumbo de iiiunigSo.
I'nlhas de cobre.
Metal amarello e zinoo para forro, com os
competentes pregos.
Alvaiade de chumbo e de zinco, cm p.
Tiula branca de oleo.
Papel lino de escrever.
Vinho especial do Rheno e do Porto.
Rua da Cadeia do Recite, casa de C. J. Asi-
le y Companhia.
Oeulos e bonetes
de todas aaquiidades.
rs., carles com 14 e 24 pares de colchfles
rrancezes a 80 rs.. 100 e 120, linhaa de car-
reteis de 200 jardas do autor Alexandre a m
rs. o carretel, ditas de 100 jardado mesmo
autor a 40 rs., raixinhf s com agulbas fran-
cezas a 160, ditas com agulhas de papel
preto a 280, carteirinhas com ag Ihas r,an-
cezas a 320, aguiheiros muilo bonitos com
agulhas tambem francezasa 160 e 390, cai-
xmhas rom 16 no vellos de linhas de marcar
muito linas, azues e encarnadas a 399, raro*
botoes de cores para ves.Ido, ou roupinbo
de meninas a 6n0 rs., 00 e lf a duna, neos
agulheuos de ago e Je marfim a 940 e W
rs., dedaes de ago muilo bonitos e cada um
na sua caixinha a 500 ra., almoladinhaa.de
multas quahdadesiroprias para pregar alb-
urie., e agulhas, pulceiras de varias quali-
dades, nquissimas Tilas lavadas e lisas, de
lodas as larguras, Irangas de todas as cores
o larguras, lilas .le velludo a bertas r. lisas,
bicos muilo linos de linho ede varias lar-
guras, rendas de varias larguras, babado
aberlo de linho, toucas de 13a para enancas
e outras muitissimas consas, que ludo se
vende mais barato duque em oulra qual-
quer parle: na rua do yueimado. na bem
conhecida loja de miudezas da boa fama
Oa 33*
tlTlRIiS
muiiseiiuo finase de mili-
to bons gustos.
Vende-se a verdadeira agua de colonia d..
Piver, simples e ambriada em frascos de va-
rios lamanhos, hanhas muilo finas e de mul-
tas qualidades em ricos vasos, espritus r.
extractos muito linos o de minias qualidade,
em frascos de muito gosto, sahoneles muito
linos e de minias qualidades, agua de lavan-
5.
1S i
%. alro i ao
le L\!A
par padreSa
Vendem-se superiores meias pretas de
laia, pelo barato prego de 1C800 o par, ditas
de algodo de superior qualidade a 600 rs. :
na rua do Queimado, na bem conhecida loja
de miude/as da boa fama n. 33.
Nfe
reir.
Reconhego ser verdadeiro o signal supra
de Consurntino Comes de Faria i\ Ferreira.
Rio 18 de fevereiro de 1857.
Em fe de verdade.
Pedro Jos de Castro.
JOHN CAT1S,
correlor geral
E AGENTE DE LE UVES COM ME RUA ES,
n. 20, rua do Torres,
PKIbJEIRO ANDAR,
prava uo Corpo Santo
KECIFE.
8 e 10 de I). W. uowma
Compra-se urna [escrava moga, que
cosa bem, engoinme e cpzinhe : a tratar na
rua do Trapicne n. 14, primeiro andar. '
Compra-se urna casa ierra com com-
modos para familia, na- freguezias de Santo
Antonio, ^. Jos e lio -Vista : trala-se na
rua Augusta n. 17,
Leques muito fi-
nos.
Vendem-se leques muito finos, com plu-
mas, espelhos e bullas, pelo haratissimo
prego de 23 e 89500, ditos sem plumas muito
boa fazenda a l>280 : na rua do Oj
na bem conhecida loja de miudez
fama n. 33.
;ravos do 14 a 16 an
ptuno de Jus Joa-
Cuiuprain-se 2 es
nos: a tratar no esc
quim Das Fernandes, ua da Cadeia do lle-
cite.
Compra-se urna asa que
de 12-:> de aluguel, e pn go de um cont
rua da Roda n. 4.
Compra-se una
SEGURO CONTRA FOSO.
Companhia Alhanee.
Esubelecida cm Londres, em marco de ltf24.
Capital cinco milhoes de libras esterlinas.
Saunders Brothers & C., tcm a honra da in-
formar aos Srs. negociantes, proprietarios de casas, i """ Compra-se urna
a a quem mais convier que estao plenamente 80-1* queseja Tortee
iorisados pela dita companhia para eft'ectuar segu-11 "" c
de 100 a 200 jardas a 40, 60 c80rs ditas de
poso a 60 rs. a meada, agulhas l'rancezas,
curias ecompridas, aguiheiros de metal li-
nos a 10o, 200 e 40 rs., lilas lisas orjinarhs
a 60, 80, 120 e 16o rs ditas linas lavradas,
de quadros a 320, 400e 48" a vara, ditas lar-
gas a 480, 600, 700. 800, lg e 15100 a vara,
palitos de fogo bons a 20 e 40 rs., e caixa
grande a 120, e ditos de barril a 200 rs.,
franjas de algodo para toalhas a 120 e 200
rs., ditas de seda a 400 e f.00 rs fitas de vel-
ludo preta e de cor a 200 rs.. 240, 320, 400
rs., |g e 1-100, bicos de linho largos de 3,
4, 5, 6 e 8 dedos de largura a 240, 280, 320,
400 rs. e 480 a vara, rosetas pretas de massa
na rua Nova, a -200 rs., 240, 280 e 320 o par. brincos de di-
versas qualidades. pretos e de cores, canoti-
Ihos crespos e lisos, papis de rebique fino,
milSo branco e amarello, frasqiiinhos de tin-
ta boa preta a 120, 140 e 160, dilos chelos de
tinta mais fina a 200 rs., linteiros de vidro
de cores cheios de tinta a 4<>0 rs., vidrinos
de tinta encarnada lina a 240 e 320, frasqui-
nhos empalhauos de zine, proprios para es-
pritus, para quando sevai ao banho ou via-
gem a-19 e&> cada um, cruzes e vernicas
de todas as eslampas, rosarios e benlos do
Carmo e llores, oculusde rica vista com aros
de metal branco, dourados e de ago, e tam-
bem ordinarios, pentesde alisar, ordinarios
e finos, de baleia a 120, 320 e 5u0rs., ditos
para atar cabello, de chifre e massa a 210,
320, 400, 600. 800, I- e 1^400 cada um, ditos na que volla para a rua da Cadeia.
de marlim linos e ordinarios a 500 rs., 600,
800 e 19 cada um, botoes de setira e sarja,
modernos, para casaca, ditos para colleles, t*
aderecus pretos com seos pertences a 19,1S
19900,19400 e 1-miO cada um, apilos de osso ^
mi marlim a 100 rs.. 120 e 160, meias han- S?
cas linas e grossas para senhora, dilas para i O
homem, brancas, cruas e ie cores, tesouras '
(in
na rua do llram ns. 6.8 e 10.
Potassa refinada em latas de seis
libras.
O antigo deposito da rua da Cadeia do'Re-
cife n. 12, recebeu agora urna poroso de po-
tassa refinada de superior qualidade, em la-
las de 6 libras, que se vende por prego ra
zoavel
Agencia
da huid i rao Low-tfoor,
rna da tensala Nova
n. 4<2.
Pteste estabelecimenlo conlinu'a a haver
ueimadu' Um comP,el<) sortimento de moendas e meias! Co'rgurao pelo muito fino com sal-
; i .moeinlaspara engenho, machinas de vapor picos, propno para colletes, o
' e taixas de ferro balido e coado de todos os covado
tamanhos para dilo.
Para mscales
I de ingleza, fazenda muilo boa. viniere aro-
!?!l?,25?.~!L,0f!^!!-M i .n"liC,,i"l,c"' ine|ez e "'"> hmfmSm
de es-
lra nceza
bom e de
denles,
i, lodo
os gostns, dos melhorcs
fabricantes da Franga e Inglaterra, e ludo sx
vende baiato nu rua do yueimado, na bem
conhecida loja de miudezas da boa lama
n. 33.
Tachera de ferro.
Na fundico da Aurora em Santo Amaro-
, e tambem uo deposito na rua do Brum. logo
I na entrada, e delimite do arsenal de man-
nha. ha sempre um grande sortimento de
tachas, lano de fabrica nacional como es-
Irangeira, batidas, fundidas, grandes, pe-
vidro redondas e quadradas com aro de bu-
falo a 500 rs., ditas de dous vidros tambem
rom armago de bufa lo a 1*500, ditas de un
s vidro redondas c quadradas rom aro de
tartaruga a 19900 e 1-500 : na rua do yuei-
mado, na bem conhecidada loja de miudezas
da boa fama n. 33.
Na lojkria boa f
vi ndt-.e i mais bal a
lo
jiossivt I :
Grosdenaples preto muito bom, o
covado
Cantan preto muito; fino, proprio
para luto, o covado
4-00H
Claudio Dubeux
vende plvora Ingleza a.139, 149a 159000 Jrs. o
barril de 2.'i libras.
< boceteiras.
Algodao liso
cu pira, com
que de
peque
varia
81-
o to-
29000
>;>::.-^@@@o
Cocheira,
'..;
nuo exce.'a
ua
cabra costumada a
.....i' .:., i ,i ni .i,, ti ua., c il- ruma, tcnuuras j i> .--.._ ..^ u, bn,,u .....H wc .,..,,.. u.,n.,
inas e grossas de diversos precos, cestiuhas "-* a,m Col'"ul''1 ,,v c,,,ila r"',i,s- "'"a eatroca
inreiU :as com seus pertences para menina i 0 ?' q", 1 '"'*"'' p"pi","tpm re"u%;,r ?r"
i. ,), ~ eftft i i rt/n, (ti i i i -, ro^, iiiniois, eixus, nar;iliins i>;ira. roil*,
e escola a 23500, 3-, 3/500 e 4#, (calendarios ;J cour0., |,n,;rn lrl',s vaqoauT.. panno
criar nienino : na rua lie s. Francisco, so-
brado n. 8, e na livraria n. 6 e 8 da praca da
Indi-pendencia.
negra de 40 annos de
robusta, e sem acha-
/inliar com perleigilo
familia, assim como
um,
o diario de. urna casa
rossobre edificios de lijlo e pedra, cobertos d. r.mh. JZ Ym"aaa* oiaraii..,
iaik. B..m.,...c..i.r. n mJuI *...."." Umbem "*" por oulra que nSe sabe co-
tlha o igualmenlsobre os objectos quecontiverero i ziu
ar : a fallar na i us
os meswos edificios quer consista em mobiha ou |de louga do Sr Juaquim Antonio Pereira.
larga do Rosario, loja
a*, fzendas de qualquer qualidade.
- He chegado a loja do l.ecomte, no aterro
da Boa-Vista n. 70, o excellente leite virgi-
nal de rosu branca, para rclrescara pelle, ti-
rar panuos, sardas e espinhas, igualmente o
afamado oleo babosa para limpar e fazer
ciescer os cabellos, assim como p impar-
altde lirio de Klorenga para brotoejas e as-
mo ,illi.'io para montaria
rom estado : na rua das
Compra-se
de senhora, em
Calcadas, sobrado amarello n. 12.
Compra-se elVectivamenle na rua das
Flores n 37, piimeiru andar, apolices da di-
vida publica e provincial, aegoesdas compa-
nhias, e da-se dinheiro a juros, em grandes
e pequeas quantias, sobre penhores.
en
de
diarios, mez e dia, cartas de jogar ordina-
rias e muito linas a 320, 400, 500, 600 e700
rs. cada baralho, jogode vispora, contend)
ludo a l/cada caixa, caivetes finos de 3 o 4
folbas, o melhor que costuma haver a 1-200,
19400 e 19600, botoes de linho muito bem
fcilos a 120a groza.vidrinhos de lodas asco-
res muilo proprios para enfeitar bonetes,
agulhas portuguezas e francezas, curtas e
compridas a 40, 60, 80 elOOrs. o papel,
peonas de ago e pato, canelas de diversas
qualidades, tudo bom e barato, botoes de
abertura de diversas qualidades a 40, (0, 80,
Na taberna glande ao lad 1 da groja da
SoleJade, che-uu grande porgao de saccas
100 rs e 120 cada um', boloes para caiga', d I com f-dito bom millio, e vende se por prego
osso e louga, ditos para camisa, de louga e commodo.
madreperola a 40, up e 0 rs. a duzia, grarn-
pas superiores em caixinha a 120, micangas
de varias cores para gaiolas, papel de peso
bom, alinago e de cores, Irangas de la paia
Vendem-se dntiasde calsatda manta para rap pe-
lo baratsimo prero de 610 rs.,duzias de lezomas em
eariaoa Ijiintle l?2l)o e crandes IS920, duxiaa de
eallinhaa do pao com palitos de fimo a 240 rs.,iluzias
de pe n 1 es de cbi fres rnuilo baa para alisar a|l9on,
duzias de pentes de baleia para alar cabello a 2)200
e 2>(iUe,ilu/.ia de navaltias para 1 arha a t.-sli0n,sroras
de boloes inadreperola para camisas a 600 reis.dilas
muilo linos de gata a 100 res, urozas de noles li-
Vende-se na rua do Crespo, loja da esqui- "".*I>i,ra fa|* -m "'' .C1",a, com -' paute de
'alnete a 14o ni*,datia* da pnica da balea par -
li/ar a 39, sro/.a de livellas para sapalosa 500, du-
zias de caivetes iinospara aparar pennas a 29500
t ll^.duzias de galla) armnicas, a |sl e 19400,
duzias de lorcidas para candieiros a 80, reis arlas
de marcas para cobrir a lou, I2n e 160 reu, pe-
as de tranceln para benlinbes a 120 res, pulceiras
encarnadas mullo bonilafl para Sra. e meninas a 200
rs.,duzias de iiiiadinhas de ludias pelas a 2l0 reis,
pecas com 10 varas de lila de cus a 320,300 e ion
res, duziai de lapes a loo rs., dazias de caias com
clcheles a 720 r., buhas brancas de novillos de lo-
dos us nmeros, dllai de cores, linhaa de miada linas j
e Brocas, dilaa de camteis brancos e de cores, cordSo ;
le vestido da loda a crncura, bii|iiiulios de lodas as I
largniaa, a baratos, reodas de louas as laruuras, es- '
pelles, cordal da Viola, lilas de lia do ludas as cu.
res, lilas de ludio bransaa e de cores, dieaes, auullias i
de lados os numeras, lillas de seda de lodu os nuino- '
ros, pcunasile palo,calvas de rhilre, rozarlos, cullie-
les da Itrro, relioz de Inda, as cures, vernicas, lilas '
debeira prela e braoea.arampaa.i lude o mais queso-
ja iieressariu para cuinplein surliineulode bocelei-
ras e mscales e que ludo se vende minio mais Para-
lo dn que em outr.i qualquer loja, na rua do O'iei-
mado, na bem conliecidj luja de miudezas da boa
fama u. 33.
1^1100
500
1*000
1/600
rna Nova u. til
\ enle-se um carro novo de qualro rodas,
u?
Panno fino azul, o covado
] Lengos pretos de seda para grva-
la, meio tengo
Meias preta* de seda muito supe-
riores, o par
Casemira de qnadnnhos pretos
muito fina, o covado
Cortes de colleles de fusto
hitos de dilos de dilo lino
Ditos de dilos muilo superiores
(rosdenaples de seda de lindas
cores, o covado 2-000
''rtes de vestidos de fa/en.l! de
seda muito linda 18/000
-etins lisos de cores, o covado 800
Veos prclosde fil bordados de seda lOlOOO
Camnalas adamascadas, proprias
para cortinados, pegas de 20 varas 7/000
Ditas para cuberas, de bonitos pa-
droes, o covado u<)0
e alm disto ha u-m completo sorlimenlu de
fzendas linas a grossas, que vendem-se por
pregos liio ciimniodns, que ninguem deixa-
la de comprarj assim como chapeos do
quenas, rasas c fundas ; e em ambos os lu-
gares esistem guindastes para carregar ra-
SJ009 """s ou carros',,vrts de despera. O prec/j
simo s mais commodos.
Varano .s e urad s
t in lindo e variado sortimento de model-
los paia varainlas e gradaras, de goslo nio-
. dermssimu- na lunuigio da Aurora cm 5an-
3^000 ; |0 Amaru.e no deposito da mesma, na rua do
. Urum.
I/"00
Moendas snpeiiorey.
Na rundigiio de C. Starr V Companhia, em
Santo Amaro, arham-se par vender moen-
das de caima todas de ferro, de um modello e
conslrucgo muilo superiores.
'* v*v0 k-i4>h'-inl
\ nal.io. le-z-Mnis, inanoquim, colbeiras en-
s"'3 "'rouadas, escova! para lavar cario, es-
yy ponja, camiirca, eseova para arreios; tudo
-,,3 por praca commodo.
5?
Chille muito linos, que se vendem por me- mandem prcnd.-i e le
nosque em una paite: na rua do Queima-
du n. 22, na bem cunhecida luja da boa fi
fiO
>08 ein
iiouro de bistre
Ligas de seda
ias de todas
as (ju.ilif.ndes.
Vcndem-se meias de seda branca para sc-
nhura, o melhor que se pode encontrar a
3-500 rs. o par, ditas pretas tambem muito
i boa fazenda a 99300, dilas brancas de algu-
I dilo, muito linas a 320, 400, 500 e 600 rs.
i ditas pelas tambem muilo finas a 400 rs!'
, ditas de seda de cores muito bonitas e pro-
para baplisado de ~
A'i< n<;;io.
Fugio no dia 16 do rmenle mez o preto
Justino, orinlo, rom os signaes soguintcs :
altura regolar. rheio do corpo, sem barba,
com falla de dente, na frente, calvo de rar-
Iregar peso na rabera, muito rrgiista, he
i bem conherido m andar entregando assu-
car pelas tabernas, lem sido enronlrado por
diversas pessoas ronln-ridas, c diz a ellas
que anda em servigo de seu senhor ; por is-
su roga-se as pajaaoM que o encontrar, que
vai a rua lurcila n. 7C,
que sero geiierosameulc recompensadas.
- Fugio de bordo do brigue brasileirn
Melampo, na noile do da 8 do crrente, um
uegre de nume Marcelino, nagu Cabnula,
altura regular, secco do curjio, roslo rom-
prido, barba sel rada e cria suis-a, CcB talla
de denles na firnle, e consta andar vestido
com paleto, c ralgado : quem o pegar le ve-o
a bordo do dito navio, junto ao raes do Pas-
seio Publico, ou a casa de seu consignatario
Manoel ,ilvrs Curna, na rua do Trapiche n
14, que sera bem recompensado.
Fugio um mnleque de nume Amaro,
rom lannos de idade, cor fula, olhos gran-
i des, pestaas rmnpridas, testa de luco, eos
|) VH oos,;i.j: .
Vendem-se superiores ligas de seda para
Vende-se couro de lustre francez, o me-senhora, muilo bonitas e de muitos pa-
ve-tdos a 40, 60, oO c 100 rs. a pegs.de seda llior que pode haver nesle genero, pelo b- droes, pelo baratissimn prego de 19200,
a 240, 32o, 400 e 500 rs. a vara ; pois isto i rato prego de 53 a pelle : na rua do Quei-11*500 e -2/000 : na rua do Queimado, na
alem dos pregos serem muito commodos, i mado, na bem conhecida loja de miudezas i bem conhecida loja de miudezas da boa fa-
ludohe muito barato e bom. da boa fama n. 33. 'man. 33.
pr;as para napusauo ue etiauras a -j-iiiii !
lilas cruas n.uito fortes para meni.Mis a 4.0 '."'*, "m lM COn' ** W,g"- ^u-"-
rs.. ditas de cores de algodao na meninos ';! "" h- '^Tf:* *"' "^e* ""
a 240 e 320, ditas blancas para n.eT.n. l b" **t S d l,ed0 n"n,m0 um
210 e 320,'ditas cruas e hr'n,." "..! ^'como _de verruga : _quem o peg.r le-
cruas e brancas para ho-
mem a 160, 200, 240, 391) e 400 rs., ditas de
cores de lio da Escocia tambem para homem
a 400 e 500 rs. : Ii;i rua j0 guejmadu, na
bem conhecida loja de miudozas da boa fa-
ma o. 33.
vc-o a rua da Cadeia do Recite n. 9, ou ao
sitio de Jos baplisla Ribeiro de Faria, na
F.slancia.
V
PEWi..: TVP. DE M. f. E FAUIA 1957;
ILEGIVEL


Full Text
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