Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07739


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Full Text
ANNO XXXIII N. II,
Por 3 mezes adiantados 4$000,
Por 3 mezes vencido* 4/J500.
i
QliARTA FEll 22 DE AIIRIL DE l?;;7
Por anuo adiantado ISfQOO.
Porto franco para o subscripto! .
PNCARREGADOS DA SUBSCRIPCA'O NO NOKTE.
Pirahiba, o Sr. Joao Rodolpho Gomes ; Kalal, Br. Joa
ulm I. Partir Jnior; Aracatv, o Sr. A. da Lenaoi Braga ;
sari, o Sr. I. Jote da Oliveira ; Haraoho, o Sr. Joaquim Mar-
oaa Rodriguaa ; Piauhj, o 8r. Domingo! Herculano A. Peaos
Csanuie ; Para', o Sr. Juatino 1. Himoi; Amaionai, or. Jaro-
njmo da Coata.
PARTIDA
DOS
acia h<
IU.lt >S
o1 mili : lodea o* das, en o e n
lipiaraaa, Goiaaaa > l'nrahiha
S. Ant.i... Baeros, Bonito, Can
S. Lnarni Pao-IMino, hn
Mira, Flore,, Villa-Helia, Boa-V
Cate. Isejasa, ssfiMaai, Ria-Ponaoa, tia. itjrr
P.nienlciras e N.lal : qiinlaa-rajrae.
(Toaoa i correios parlen aa lo horaa a manlii.
ra do dia.
naa aegsslM ,r*u*-r*ir.n.
iru, Al.inhn GnrMhSM: ti-t ler^a-f.'ira.
I, Lisa.....ro, Royo, |v-.|ii,.tu, lan-
a, OricMn e Bh nj., qaarlaa-refraa.
ro*, Agoa-Prala,
TBJBONAE8 DA CAPITAL.
quintal.
AUDIENCIAS DOS
Tribunal do commercio : legundn
Relac'o ; terral-feirai a labbadoi.
Fazenda : quartai a aabbadoi ai 10 horai.
Juizo do commercio : aeguodaiai 10 horai quinlaa aa mala-dii.
Juno de orphioi: segunda! a quintil ai 10 horai.
''rimaira vara do civel legundu a aaitai ao maio-dia.
Segunda rara do einl: quartai a aabbadoi ao milo-dii.
KPIIEMEKIOES DO MEZ DE Altltll..
JQuirto creicenle ai 11 horas e 14minutoida tarde.
La ebeia a 7 hora a 9 miouloi da larde.
17 (Juirto mioguanleait, horas e 42 minuto da rnanbal.
24 La ora ai 4 horaia 53 mioutoi da larde.
PREAMAR DE IIO.IK.
Primeinas 2 horai a 6 minuioi da uianhea.
Segunda ai ^ borai e 30 minuiui da larda.
das da semana.
20 Sagunda. os Prazcres de N. Senbora.
21 Torga. Anselmo are: Abdecalas e Silvio Mu.
22 (Juana. Si. Soter eCaio Pp. Mm.
23 Minuta, s. Jorjc m. ;s. Adbcrlo b-
24 Scila. s. Fiel de Siginariuga m. f.: Ss Honorio e Milelo llb.
33'Sabado. s. Marcos evangolisla. ;i. Hermiuom.
26 Domingo do Boru pastor e segundo depois da paschoa.
PARTE OFFICIAL
MINISTERIO DA FAZENDA.
Expediente do da 10 de marro.
Circular ().Jlo Mauricio Wanderley, presi-
deult) do Iribuoal do Ihe-ouro uacional, declara aos
Srs. inspectores das llieiourariai de fazinds, que os
chefei de polica eslo istmos de apresentar allesla-
do de nircicio para recebircn os leus venc-
maoloi. *
27
A' alfaudega.Commooioo a V. S., para i devi-
da iDtelligeocia e exer.urao, na parle que loca a essa
ilflodeg, que o goveruo imperial concede a' com-
ptala Uamborgo.lirasileira permisivo para esten-
der 8 sua liulia de vapores ale as provincias do 6ul
do imperio, por meio de vapores de tolueno acom-
modida s difireme- barras, nao como navegado
de eabolagem enlre os ditos porloi a o desla corle,
mis como prolongado da navegacao transatlntica,
qae ja existe al aqui,medianle os',seguinles favores
e condic.oei :
1.'Isenrao do despacho.e pagameoto de direilos
de baldearao dai mereadoras que vierem da Euro-
pa icompanbadas da manifestos, oh das lillas dos
portos da escala, cura desliuo aos das provincias do
aul oude ha alfaodega, e patsarem para os da liaba
subsidiaria e vica-vena, conforme se pratica rom
os vapores brilaDoicos da hnlia subsidiaria entre
esse porlo e os do Rio da Prata, nos termos da or-
den de 23 de outubro de 1851, reputando-se a bal-
deic,a<) da laes mercadorias como as de oavioi arri-
' Lados, de que traa o arl. 248 do regulamenlo de
22 de junho de 183H, sendo-lhes applicaveis as dis-
posiroes do art. 249, e as dos 245, 246 e 247, caso
se verifiquen! ns bypothises all figuradas, sem com-
tudo excluir-se a fiscallsaco que compete a essa
alfaudega emquanto os vapores se demorarem do
porlo, lomadas as caulelas recommendadas no art.
238 e oulros, que a' misma repartirlo parecam ne-
ceasariai.
2.'lialdearao dossobresalenles de uns para ou-
lros vaporas, lendo apresenlada orna lilla delles, a
qual depois de receber o visto de V. S., e a verba
de conferencia de embarque posta pelo un pregado
dessa alfaodega, que para isso for designado, sera'
exhibida na alfaudega do porlo a que se destinaren?
os vaporea da huta subsidiaria, e ah se verificara'
a ixaelidio da inesma lisia, fazendo-se justificar a
juizo do respectivo inspector o consumo dos tobi-
saleules qoe fallarem.
Logo que em qualqoer doi porloi se demorem es
vapores por mais de 34 horas, devera' ser organisa-
da nova lisia de sobresalenles, e nao se parmitlira' a
baldeaco de ooUa quaulidade no porto desla cida-
da sera despacho de V. S., que conceder' a qoi
parecer raxoavel, fazeudo pagar direilos doi objec-
tot cojo consumo nao for justificado.
Idntica eommuoicarSes se fi/.cram as Ihesou-
ririai de Sania Calharina a S. Pedro da Rio Grande
do Sol.
i
MINISTERIO DA t.UEHHA.
Expediente do dia 31 de marro de 18.Y7.
Ao presidente de Santa Calliarina, da Baliia.de
Peroambuca e das Alagoai, mandando cesar a pra-
Uci segoida as mesmas provincias, de alugarem-se,
por coola do governo, casas para residencia dos ofli-
ciaesdos corpos do eiereilo all destacados, ou de
se Ihes abonarem para cse fim gratificaces, por
nao daver prevalecer para Nati vant.igeiis de que
am geral nao gozam os oulros.
REPAHTICO GBRAL DAS LERRAS PU-
BLICAS.
Expediente do dia 31 de marro.
A' presidencia de Sania Catharioa, declarando,
em sol'ir.io s duvidas propostas pelo major Jeo de
Sorna Mello a Alvim, encarregndo de eiaminar a
roelhor directo para urna estrada que ligue a co-
lonia D. Francisca provincia de Paran : l., que
deve elle fazer os eiaraes e averiguac.es que neces-
sarios forera, lauto sobre a picada|aberla pelo enge-
nheiro civil Hergreville.como por Al. Aub, pois s
assim se poder! fazer m.i juizo seguro acerca das
vanlagens de cada urna ; 2.", que se urna dellas ti-
ver condifGes taes que evidentemente deva preferir
oulr.i, basta que daquella se levante a planta.
Se porera nao forem manifeslas, as vanlagens de
ama picada sobre oulra, serio feilas para Timbas as
plantas e mais Irabalhoi prescriplos as iusrrucroes
t 3v> qua do iniuilerio da fazends se solicitam or-
dena para elevar a 1:5009 a quantia de OOo ante-
riormente designada para Idespezas da commiisao.
Cinco-Ponlai satisfaz aitas condircs. pela prozi-
midada em que se acba do ponto de carga e des-
carga dos navios que ancoram em nosio porlo, ao
passo que a nova poiic.30 escolhida naoeouiem nen-
liuma daquellas vanlagens.
Por laes rezoes, porlanto, me parece que nao he
conveniente a mudanza pedida, que alias, na forma
dos decretos e regulamentos jileles, i pode ser
aulorisada pelo governo central.
Deui guarde a V. Ei. Recife, 22 de marro
da 1857.
Illm. e Em. Sr. conselhtiro Sersio Teixeira de
Macedo, dignislmo presidente desla provincia.
O teuenle /'. Ilaphael de Mello Reg.
COMMANDO DAS ARMAS.
Quartel ajeataral de commando dna armas de
Pernatnbnco na cldade de Recife, eos 20 de
ok.nl de 1857.
ORDEM 1)0 DIA W. 460.
O general cninmandanta das armas determina
que o Sr. lente reformadd Joaquim Jos de Suu-
za, que se acha preso, respondendo no foro com-
mum, fique desligado da companhia de artfices, em
a qual esta' addide.
O Imesruo general faz certo, para os fina oeces-
sarios, que leudo e msico de primeira classe do
quarlo balalhao de arlilharia a p, Raimando da
Cruz Martins, finaliado o seu engajamenlo. contra-
lou-se hoje nos termos da imperial resolo^lo de 27
de novembro do 1852, precedando msperrao de sau-
de,pira na meima qualidade servir por mais tres
auoos, percebendo, alem dos veDciraenlos qoe por
le Ihe competirn), o premio de 2009 P'go ni
forma do arl. 3 do decreto u. 1401 de 10 de junho
da 185*.
Jote Joaquim Coelho.
TRIBUNAL, DO COMMERCIO.
SESSAO ADMINISTRATIVA EM 20 DE ABRIL DE 1857
Presidencia do Exm. Sr. desembargador
Souza.
As 10 a meia horas da manhaa, presentes es se-
nhoresdepntadosltego, Basto, Lemos, e suppleote
Ramos e Silva, o Sr. presidente abri a sessAo ; e
sendo l ida a acia da ultima, foi approvada.
Leu-se o seguinle
EXPEDIENTE.
Uro oflicio do presidente a junta dos eorrelores,
datado de 6 corrente, satisfazendo ao que Ihe fora
zicido pelo tribunal em oflicio da meiina dala.
Manduu-se eitrahir copia, e coro ella respondeu-se
ao Sr. cnsul dos Eslaos-Unidos.
Foram preseutes as colaroes ofliciaes dos presos
correles da praja relativos"a ultima semana.Ar-
chive-se.
DESPACHOS.
Un requerimeiito, informado pelo Sr. desembar-
gador fiscal, de Joaquim Jos Eerreira da Cusa Re-
bimba, pedindo malrieular-se.Defirido.
Outro de Antonio Pedro das Neves, consenhor do
brigoe Adolpho, pedindo para que se fizeisem na
carta do registro, que ajunlara.as necessarias averba-
{flea, visto como liana comprado a oulra parle.Co-
mo requer.
Outro de Antonio Travasso da Rosa, brasileiro,
residente no Alaranh.ln, que leudo comprado o pa-
Ihabole porluguez "Alfredo, que lem de perleucer
a praj do Maranhao, pedia liceoca para poder se-
guir desleporlo, prc-l.iii.1u fianza ou consurado ge-
ral.Na forma requerida.
Foi presente a nomeacao de Joo da Cruz MaeeL
mes de Oliveira, o tribunal appruvou a nomearao
e mandou reuisira-lo, prestando o rnesitio prepo'slo
juramento de bem servir o emprego.
E nada mais haveudo a tratar, o Sr. presidente
encerrou a sessAo.
EXCiUREGADOS DA SUBSCRIPCAd NO Sil.
Alagoai, o Sr. Claudino Filcao Diai; Baha, o Sr. D. Uuprai
Rio de Janeiro, o Sr. Joao Perein Ala mu.
EM PEBNAMUL'CO
0 proprieurlo do DIARIO Manoel Figueirol de Paria, na sua
livraria, praca da Independencia na. 6 a 8.
QOVERNO DA PROVINCIA.
Illm. e Em. Sr. .Mandando V. Ex. que en in-
forme acerca do Mateada 110 oflicio junto, em que
o cngeuheiro da companhia da estrada de ferro, .Mr.
Penisloo, prope por parle desla a remorao da esta-
c.ao terminal para junto da pona da Uoa-Visla e
iroroediaakes da casa de delcnr.lo ; cabe-me diier
qua 11.10 mi parece de conveniencia, quer para a
mesma companhia, quer para n governo, quer para
e publico, urna tal remorjAn.
O referido engenheiro nao ezps as razes em que
funda a sua propoMa, mas pelo que Ihe ouvi em
tima conferencia que tivemos, sAo ellas: primera-
mente a insalubridade do local acloalmente desti-
nado para o terminus, da que tem resultado a morle
da diversos ampregados da companhia, sendo que
dous mdicos inglezes, consultados a esse respeito,
(eslificaram por eseripto essa insalubridade ; im se-
gundo lugar, a distancia em que lica aquella pouto
do centro da cidade, o que seta grave incommodo
para os passageiros.
Jolgando-me incompetente pira alleslar ou con-
testar a afiirmarAo da insalubridade das Cinen-I'on-
las, divo enlreanto ponderar que, se ella se d, he
naturalmente devida .1 antiga esistenca do mala-
dooro all, qoe, dando logara aceomulacAo de certas
materias que se achara caberlas pelas areias, hoje,
com as ejcavar/.es que ,e devem fazer, soja causa de
desenvolverem-se miaimas mcphilico'. Mas hem se
v qoe essa causa nao pode ler looga durarao, e
que. ama vez feilas as construyes e 01 aterros prc.
cisos, ella desappareeer ou nao se ttri mais sentir.
Qoanto a distancia, nA l,e ,ua lam.nha. e nem
la cldade he lao halda de meio, de Iransporte para
peasoa., qoe preciso se lome internar pelo seu era-
Ira a estrada de ferro, corlando mas principaes, e.-
Iragando terrenos, qoe s podem ser bem aprovela-
dos para a edificado, e finalmente produzindo am>
completa alterarlo 110 Iraro e plaa de toda aquella
parle da cidade.
Alem de que, he preciso nao perder de vista n
fim da estrada de ferro, eas necessidades que ella he
destinada a satisfacer. Na fui para transportar pas-
sageiros qoe os governos aera! e provincial lomaram
um CSo pesado compromiso com a companhia. [\os-
10 pair. he anda muilo novo, pobre e fallo de po-
pularlo, para metlerso em empreza de lal ordem,
lendo por fim principal o Iransporte de pessoas.
Sendo, pos, a eslrada de ferro construida para
nteres-1- da nossa agricultura e commercio, he ob-
vio que o seu terminus deve 1er collocado no ponto
em qoe melhores sejara as condir/>es, e maiores as
facilidadei de embarque e desembarque. O local das
IITERIOR.
() Por ik-scui io deixou ella circular de ler in-
cluida nn expediente publicado no Jornal do Com-
mercio o. X) di 2 do correle.
RIO DE JANEIRO.
14 de abril.
Por decretos de 7 do presente mez :
Foi aposentado, por o haver pedido, o ministro do
supremo lribanal.de juslira o conselheiro Catiiauo
SpiridiAo de Mello e Mallos.
Foram concedidas as demisses qoe pidiram :
O bacharel Francisco Autonio de Olivaira ltibiro
do lugar de juii municipal e de orphAos dos termos
reunidos da Etlanci* e Sania Luzia, na provincia de
Sergipe.
O bacharel Rozendo Ceiar de Coes idem idem
dem da Anadia, prozimo i Palmeira, na provincia
das Alagoas.
0 Dr. I.uiz da Cunha Fej do cargo de subdele-
gado de polica da freguezia de Candelaria, do mu-
nicipio da corle.
abriel Pinto de Almeda, idem da freguezia de
Sania Rita.
Foi dercillido Marcos Uippolyto Vieira, idem di
freguezia de traja.
Foram removidos, por ohaverem pedido, 01 jui-
zes municipaes e de orphaos :
Jco Cavalcmli de Albuquerque, dos termos da
Victoria e Espirito Santo, na provincia desle nome,
para o de Alamaogoape, na da Parahiba.
JoAo Alves I'itombo, do termo de eiemoabo, na
provincia da Baha, para os da Estancia e Santa Lu-
zia* na de Sergipe.
Antonio de Soza tortitas, dos termos do Prin-
cipe Imperial e .MarvAo, para o de Jaics, 111 pro-
vincia do l'iauhv.
Foi recouduzido o bacharel Jus Comes di Paiva
na lugir de juiz municipal e de orphAos doi termos
reunidos da Porto de Moz c Curupa, na provincia
do Para.
Foram nomeados:
Juiz de direito da comarca de Santo Antonio dos
4njos, na provincia de Santa Calliarina, o bacharel
I.uiz Barbosa Accioli de Brilo.
1 lem da comarca da Imperatrz, noCeara, o jniz
municipal Jaime Carlos Leal.
Juiz municipal e de orphAos dos termos reunidos
do Jardim e Milagrei. da dita provincia, o bacharel
JoAo Clemente Pesso de Mello.
Idem idem idem |da Imperalriz e Sania Croz,
da dila provincia, o bacharel Esmerino Comes P-
renle.
dem idem idem de Anadia, Pozm e Palmeiras,
na provincia das Alagoas, o bacharel Beroardino de
Sena Dias.
Subdelegado de polica do secundo distrieto da
freguezia do Sacramento, do municipio da corte,
Antonio Jos de Souza c Almeida.
dem do segundo dislrcto da freanezia de Santa
Rila, do, mesmo municipio, Ilraz dos Sanios Coo-
Iho.
dem da fresuezia de [raja, lito, o bacharel I.uiz
Ferrcira da Silva Maia.
Secretario da polica da provincia de Coiaz, Paci-
fico Aul nuil Xavier de Barros Jnior.
dem idem do Piaulix, Joao Alves de Souza.
Oflicial da secretaria da polica da provincia de S.
Pedro do Rio Crande do Sul.Jos Pires de Albu-
querque Maranhao.
dem idem da provincia da Baha, Francisco Can-
lido Rodrigues de Ca'iro.
Idem idem ulom, Feliciano Jos Teixeira.
Ollicial externo da secretaria da polica de Per-
nanibuco, lote de Vasroncellos.
lenenle-curouel commaodanlr do balalhao de in-
fanlarea n. 3 da miarda nacional da provincia
l 1'araWtHtj o capKAo Antonio Camillo de Ilol-
landa. \
dem idem n. :l: da guarda nacional da provincia
do'Cear, Candido Antonio Brrelo.
dem idemjn. 33 da guarda nacioml di provin-
cia de Pernambuco, o capitfo Joao do Pndo Fer-
reira.
dem dem n. 36 da mesma provincia, Jos do Re-
g Alves Maciel.
dem idem chefe do estado raaior do commando
soperior da guarda nacional do Brejo da mesma
pender das rendas geraes as quanliai neceisarias pa-
ra fazer face as necessidades da situaran.
As eleiror- parciaes de medibros das cunare- le-
gislativas em Humus-A>re- flzeram-se nn dia mar-
cado sem que a tranquillidaile publica fosse seria-
mente perturbada, Iriumpliaudu por grande maio-
ria a chapa dos amigos do governo. A Ordem u
diz :
O mez de marro passoo cheio das agtaces que
haviamos annunciado na revista anterior. Porm a
crise eleilnra] foi resolvida de am modo lio inespe-
rado como feliz. Poucos na realidade podiaro ler
conlanra, a vista dos preparativos que faziam 01 par-
tidos, de qoe houvesiamos de sabir della sem que ti-
vesse lugar urna eommora que aflectasii mais ou
meaos profundamente a Irarjquillidade publica.
1 Nao succedeu porem asiim, a pelo contrario no
dia da lula eleitoral o povo dea urna prova classica
do sea avanrado estado de civitisar.ao.
O governo Inmou opportu
eflicazes para avilar um cu
caio necissario.
ao povo poneos
provincia, o lenle corooel Cieliuo de Oliveira'
Mello.
Major commandante da eccro de balalhao n. 2
da guarda naciooal activa da provincia do Ciara,
Rodrigo Francisco Vieira da Silva.
dem idem da scrr.iu de balilhao 11. 2 da goarda
nacional da reserva da mesma provincia, Antonio di
Costa Lobo.
dem idem da sscc,ao do batalhAo n. 6 da goarda
nacional da mesma provincia, Manoel Comes da
Frota.
Tencnie-aju lanie do batalhao o. 4 da guarda
nacional da provincia das Alagoas, o alfares ajo-
d.menla exmela segunda lioha Joaquim Dioiz de
Oliveira.
Foi designado o capilao de primeira companhia
do batalhAo n. it da guarda nacional da provincia
de Minas-Ceraes Procopio Monteiro Silva para ser-
vir o logar de major do referido balalhao.
F'oram reformados nos mesmos poslos :
O tenenle-coronel da mitiga guarda nacional da
provincia do Cear Domiugos da Cosa Silva.
dem idem idem do Maranhao Francisco da Al-
meda Portugal.
O major da antiga guarda nacional da provincia
de Pernambuco Francisco de Co uva de Souza.
dem idem idem do Piauhy, Manoel Jos No-
gueira.
dem idem idem do Maranhao, Autonio Jos das
Neves.
dem idam da eiliocli guarda policial da provin-
cia do Para Antonio Jas da Miranda.
Tiveram merc da iirveotii vitalicia dos ofli
eios de :
Contador do juizo municipal do termo de llabo-
rahy, da provincia do Rio de Janeiro, Ludgero da
Silva Moura.
Distribuidor do dito jnizo, Mu na no Antonio Cos-
ta a Mello.
Escrivao privativo do jury e execac,es crimi-
oaes do termo da Diomantina, na provincia de Ali-
nas-Cirias, Augusto Alves Farreiri Prado Cy-
preile.
Partidor do juizo municipal e orphaos do termo
da villa da Casa Branca, na provincia de S. Paulo,
Joi Antonio Rodrigues Alendes.
I'rimiiro libelliAo do pob lieo judicial e notas e
escrivao di orphaos e ausentes d% termo da villa de
Santa *Lozia do Rio Corumba, em Gayas, Jos Ca-
mello Vasqoes.
Escrivao de orphaos do termo do Ic, da provin-
cia do Cear, Antonio Amerito F'iusa Lima.
TabelliAo e escrivao do civel c crirae do termo de
Cabaceir.is, da provincia da Parahiba, Rufino Perei-
ra de Araojo.
Escrivao doi orphaos da villa do Campo-Maior,
na provincia do Piauhy, Sancho Furtado de Man-
dolina.
I'ibelliao do publico judicial e notas e escrivao de
orphaos. capellas e residuos da villa de Santa Cruz
da Barra da Corda, da provincia do MaranhaOj_Aos'i minr os ajustes felos con
mente medidas muilo
nflictn, e domina lo em
O mesmo f overuo dirigi a pulavra
dias antci da eleicao, e empenhou
Ionio Connives de Abren.
Taballiao do publico judicial e notas e escri
vo privativo do jury e execuc/ies crimiuaes da di>,
villa, Pedro Alexmdriuo Cualberto de Macedo
LeAo.
pda a sna influencia e a dos seus numerosos amigos
para manter a ordsm publica com o apoio da opiniao
illustrada do paiz.
A linguagem da imprensa da orna das fraerrtes
em lula fazia acreditar nos ltimos dias que cstavam
dispostos seos partidarios a laucar mao de toda a cas-
ta de mims para triumphar ; e como o pretexto que
invocavim era que a forra I publica intervine na e-
leirAo contra elles, dea o governo segurancas solem-
nes de que 0A0 saccederia assim ; e detrito, no dia
da eleirao as tropas se comeirvorara em qoarteis.
a Com estas disposiedes, grasas ao born espirito
da populajAo, s eleictAts flzeram-se com ordem, a
excepto de um pequeo lu.nullu promovido em orna
Pequeua parochia, que nAo leve consequeocias.
A lista triumphanla fieeu toda coroposta de ami-
gos do governo e da situac,ao. Obleve urna maioria
de 3 contra 1.
Tem batido annuncios.de urna commoc.ao inte-
rior ; tem-se feito varias ririsoes, especialmente de
eslrangeiros. tem-se apprilheudido algumas muni-
res e armas ; porm o resaltado do processo anda
nao he condecido. A opioiao mais acreditada he
que nada disso tem a menor importancia. i>
Mas a Ordem,r, bem qoje folha moderada, he es-
stncialmenle ministerial. J Briliih Packel, que se
pode julgar folha imparcial anouDeiando o Iriumpho
dos amigos do governo, acresceota qoe nao pode
responder pela le^alidade do- nietos empreados p.ird
se obler essa victoria.
Ja aununciamoi que os ndios haviam invadido de
novo ai fronleiris de Uui uos-Ayres. A Ordem
refere esse faci de modo leguinle :
A paz com as tribus dn indios do sul foi definiti-
vamente ajustada, cuino sel sabe, pelo general Esca-
lada. Este general, que p jr causa de sua saude veio
, cidade, vollou expressamenle ao eiereilo para ter-
os ariques Catriel e Ca-
essa
re-
O piquete l'riuce, entrado do Rio di Prata
traz dalas de Montevideo al 7, e de Buenos-Avrts
at 4 do crranle.
A febie amare!la desenvolviu-se tnfeli/.meule em
Montevideo, e 1 popola;Ao alerrou-si. Fagj ram lo-
dos quantos podiam abandonar a cidade, a at
dous mdicos desampararam o seu poslo de honra !
E entretanto, se as publicares ofliciaes merecem
crdito, a totalidade dos easos fataes em um me,
nAo excedeua rento e oilenla, o que di urna mora-
lidade de seis pessoas por dia !
O Commercio del Pialar no seu numero de 7 do
correle faz a seguinle pintura do estado de Mon-
tevideo :
As mais bellas crearles de Dos soem ser as
mal provadas nos eoutrasles da vida. A America,
esla virgem que se recline sobre as espaduas do A-
llanlico e do Pacifico, qne tem a California o Pe-
r', o Chimboraz e o Paran, sollre bi quaeenta an-
nos as dores da guerra civil, paixAo ignobil, retro-
grada, que neuhama cabera iiitelligenle pode clas-
sificar leuao de epidemia almospherica ; a Monte-
video, a mais bella, ou ao menos a mais acariciada
pela Provideocia,acha-se hoje empatillada em urna
lula sem nome, sem herosmo, sem poesa como ella
comprehenda, e tem curvado sua bellissim cabera
sob a influencia be urna enfermidade que os mdi-
cos chumara epidmica.
Banhada pelos ventos do Pampa, athlelas po-
derosos como os litoes amigos, a cidade de lu ca-
ricias acredilava-se invulneravcl, e como os piodi-
gus que i arrumara dorma a sombra de sua tole-
rante intelligeuca. Minadas suas cnlranhas. o mil
fez immeosoi progressos em poucos dias, e cidade
imprevideote fugio qoasi era massa para os seus ar-
rabaldei, onde o ar, as arvores, os arroios cryslal-
lnoi Ihe oflerecem garantiai e barreiras a
inllnencia que a aterrava em leu antigo
cinto.
Montevideo vive quasi inteira em seas arredo-
res, e a alegre ra de 95 de maio, orphAi em soas
noites de la, chora a ausencia dos cherubins que
formavam sui coroi preciosa. Solis, o rei dos thea-
Iroi sal-americanos, est mudo, taciturno, sem cor-
le, i maneira dos monarcas desllironados, guardan-
do em sea largo peito leus resenlimentos profundos
por lAo iromerecido abandono.
O templo repite com sua monotona sagrada a
prdica sagrada do penitente que a piedade infinita
vem pedir compaixo para aqucllc que se finoo, per-
dao para aquelle que ja nao pode peecar. As pravas,
is ras, nao oflerecem outro aspado senao o dos lo-
gares que foram visitados por um inimigo devorador
e insaciavel. O que he feito, Dos piedoso.das ruido-
sas alegras, da vigorosa juveulude, das elegantes a-
mazonas, dos fogosos corseis.do luso e conlentameu-
lo desla sociedade queseufanava das riquezas da sua
nalureza invejavel ? A nobre cidade dobrou a cerviz
como a bella melancola que seule urna grande dr
00 corarao.
EcoroludooRode Janeiro, a liahia, a llavana,
e lodos 01 paizes que lem sollrido o aroule da febre
reinante, rir-se-hao do alarma da nossa popularlo a
vista da inlensidade positiva do mal que a-sola ; 178
morios no prazo de um met nao assuslaria a um s
bairro do Rio de Janeiro ; e Montevideo teme des-
povoar-sa como se mil boceas de fogo cstveisein as-
sesladas sobre o seu peito !
O priineiro conlrasle ja prodazio porm o seu
efleilo, e em breve este phanfisina, que (aulo nos as
terrn, sera' esquerido como os snnlios lehrisda me-
niuice. Os negocios, as transacroes e a ordem regu-
lar sol ir.lo ao si-u estado normal, c a vida momen-
laneamenle perlorbada seguir.; soa marcha ordiua-
ria. Entretanto he um facto vizivel qne ludo se
tem resentido do primeirn momento de terror, e que
nenhom dos agentes do raoviinento quotidiano lem
podido continuar impassivel no exercicio das suas 0-
brigates constantes. O commercio, a poltica,a ad-
ministrarlo cedern o poslo a acriodas juntas econ-
micas e doi Irabalhos po'liciaes dedicados exclusiva*
mente a combaier as causal originaes da enfermida-
de dominante, e a salvar as viciimas que tinham ci-
hido sob a influencia do mal. 1
O governo fura antorisado pilas cmaras para dcs-
chp, que para esse fim s apreseutaram no seu a-
tampamenlo.
t" Regressando o generil a cidade rennnciou ao
commando do exercito, o tJual recahio em o sou im-
mediato, o coronel D. PedVo J. Diaz.
Emquanto islo tinha lagar 110 sul, soffriamus pe-
lo norte a iuvaso de urna
mo lempo que pelo sudoeste faziam oulros urna in
vasao mais temivel.
A exIinsAo das nossas
partida de iodios, o mes-
ronteiras. a Ixtraordioa-
ria mobilidide destes selvigeos, e a facilidade que as
soas emprezn oflerece a despovoacAo dos campo, e
mesmo a clasu do roubo que nos fazam, sio causas
que concoi rem para que estas invasoes nao se possam
evitar emqoanto o oosso eiereilo nao (ver a fortuna
de adquirir sobre os indio vanlagens decisivas, e de
impor I lie respailo pelo emor das represalias. A
repelido distas iovaies nlo deixa de ser um grande
mal que perturba a situarlo relativamente feliz do
nosso paiz.
As cmaras devem reunir-se no dia | de maio, e
entao ie fara' a eleicao dej governador para o segun-
do periodo conslilociooal.' Anda nao se deshuava
o candidato, 00 antes designavam-se muilos, o que
vem a ser a inesma cousa. 1 O Sr. D. Lourenzo Tor-
res parena estar fura de combate.
As folhas de Buenos-Ayres noticiaran! ama revo-
lojao em Sinta F, e acrescentaram que o ministe-
da fazenda ; um limpies oflicial da secretaria da po-
lica, com ordenado igual ao do contador da thesou-
raria, e superior ao do procurador-fiscal e dos che-
fes de secc,Ao,
( Carla particular. )
( Jornal do Commercio do Rio.)
DE PEU-
com anxiedade ; enlrelando espera-se, e eis todo., tarja da polica he 00 11A0 extraordinario em rela;8o
Alem de-te ha um outro inconveniente gravissimo, aos trabalhos da inesma secretaria ; o qoe entretan-
e vem a ser ficarem os empregadus do correio ate as I lo he eiacto he que nem seu trabalho, nem sua res-
'.> horas da uoite a' espera do estafeta, que afinal os ponsabilidade suflrem compararlo com o trabalho e
losra. j respousabilidade dos empregados da fazenda. Por
O faci da chegar o correio de madrugada tem-se isso nao deixa de chocar a equidade, e nao sei se
reproducido muilas vezes. He de esperar que com mesmo o bom seuso, ver-se o secretario da polica
a cessaro dai aguas, e conseguiuteinente com hons com ordenado igual ao do inspector da Ihesouraria
cemiohos, o importante serviro do correio da curte
para a capital da provincia, regularisc-se completa-
mente a ponto de nada deixar a desejar.
Iloje temos direito de exigir muilo, por que pa-
gamos muilo bem. Antes de ser celebrado o contra-
to da ron lucr.lo das malas com o Sr. commeudador
Ferreira l.age tinhamos dous correios da corle para
a capital da provincia, um de carias e outro dejor-
naes. O de cartas, com quanto fizesse apenas ou
6 viagens meusaes, Iranspunba todava a distancia
da corta 1 capital em pouro mais de 75 horas, pro-
duzindo portanlo, era relarao a' correspondencia
particular, os mesmos resuliados que o actual. O
de jornaes nao vinha com tanta rapidez, mas em
eompensarAo Irazia-nos, logo que Ihe' cram entre-
gues lodos os papis volumosos, como sejam vola-
mes de legislarlo, coja demora caosa-nos muila
falla.
I'.nirr-t mo os cofres pblicos nao despendiam majs
de 13:00(19 com os dous correios. Actualmente a
despeza animal monta a 36:0005, sem fallar na con-
ducrAo dos papis volumosos, que sAo transportados
a' nzAo de lg por cada arroba. Ja se v qoe a des-
peza foi triplicada, a que por tanto devemos ser
iiaiitu bem servidos.
No dia 16 de marro chegou a' capital, de volla de
Sabara', o Dr. chefe do polica. S. S. nAo foi i.ln fe-
liz como desejavamos. O principal objecto de sua
viasem, a prisao Jo assassino Veneno e de seus con-
socios nio foi atlingido, apezar dos e-torro- empre-
gados por S. S. Alem disso, leve lugar, por occasiAo
da mesma viagera, um faci que todos deplorara, a
u orle de um soldado causada por uro seu compn-
nheiro que Ihe dispara'ra um tiro, segando dizem,
iuvolantariaraeute.
Apezar disso iuslauron-ie o competente processo
para averigoar-se o caso. Deu-se na mesma viagem
om outro ficto algum tanto desauimador.
I ni outro soldado ou cabo, cousa que o valha,
Iravuii urna rixa com algumas pessoas pacificas qoe
estavam na estrada. .NAo sabemos nosilivamente se
do eniitliiu a que dea lugar a rixa seguiram-se feri-
menlos ; o qoe he certo he que ocommandanta para
pr fim ao negocio diu voz de prisAo ao referido sol-
dado, o qual na exaltadlo m qoe se achava nao es-
leve para obedecer. Afinal foi preciso que o mes-
mo chefe de polica interviesse, dando elle proprio
voz de pnsAo ao soldado, para que, apezar de tudo,
com alguma diflicnldade se reslabplecesse a ordem.
O negocio do Barreado no mouicipio do Serr,
lem lomado um aspecto serio. O povo lera conli-
nuido a invadir a razenda. Segando as ultimas no-
ticias, o numero dos invasores suba a mais de OO
pessoas.
Alcuns dos interaliados, com o auxilio de pessoas
antigs do lunar, justificaram que 1 administraran
dos diamantes exploroo o Rio do I'eixe em diversos
lugares, e leve nelle moitos serviros abarlos, sobre
os qaaei exercicia sua coslumada 'polica, muitos ex-
ploradores, em numero maior de 200 pessoas, din-
giram ao inspector geral dos terrenos diamanlmos
urna pelirAo, na qual pediam que o Rio do Pene
lo-se franqueado a' explorarlo.
O inspector ceral enviou o negocio a' Ihesouraria
da fazenda, com informarlo sua, do delegado e do
arenle do procurador fiscal do municipio do Serra.
Inmundo na devida ron-nleraro as provas apresen-
jada pelos peticionarios, e sobretudo adeuden tu as
lets e regulanienlos concernenles aoi terrenos dia-
mantinos, a Ihesouraria ordenou que se proeedesse
a meilir.ni, demarcar.ia c arrematadlo dos mesmos
terrenos.
Por oulra prrle o proprielario das Ierras que se
lem inroiiiiiiodado com a vizinhanr.a de taes hospe-
des requereu sua expulsAo a's autoridades locaes,
urna vez que eslavam lavrando o terreno sem es-
larem munidos de autorisarao das autoridades com-
petentes.
O juiz mnnipal, a quem fui feita es ofliciuu ao Exm. presidente da provincia, expondo
latvia demitiido. Acredi.
noticias nao passavam de
rio do general L'rquiza se
lava-sa porm que estas
manejos eleitoraes.
Do Paraguay ha dalas lit 22 de marco. O eon-
gresso abri suas sesses no dia 14, e no dia 17 ree-
legeu unnimemente o Sr, D. Carloi Antonio Lpez
presidente d repblica. S. Exc. negou-se a aceilar
a reeleic,au, e entao o congresio, por acclamacao. 00-
meou presidente ao Sr. general Fnncisco Solano
Lpez, filho primognito o presidente. Est cava-
Iheiro recuiou tambem a honra que Ihe queriam fa-
zer, e sosleulou-se firme uessa proposito, a despeil,,
das repelidas 1 nslancia- do coogresio. Forroio entao
foi a representacao kaeional volver oulra vez os 0-
Ihos para o vaneravel presidenta, e exigir delle, em
nomo da patria, que se sacrilicas-e pelo paiz, conti-
nuaudo a goverm-lo. O Sr". D. Carlos Antonio Lo-
pe*, que nAo pode recusar-se ao sacrificio exigido,
submellen-se a voutade decongresso.
Nao he esla a primeira vea que mi republieas, do
lu se dao fados desta erdem. O geoeral Rosal
tambem levo de sujeitar-se algumas vezes a iguaes
violencias feilas pela sua -ala de representantes.
O congresso tinha apprbvado 01 traladoi celebra-
dos com o Brasil em 8 de abril de 1856. Deide 1
abertura do rio Paraguay tinham sabido por Albu-
querque os vapores MaracanAa e Corsa, e os vasus
de vela Leverger, Diamantina, Uliysses e Pedro
II.ii todos brasileiros ; e a erabarcarijes'paraguayas
Itcpablica do Paraguay, 23 de Dezembro, Rosario
e Felicidade.
Do Chili ha nolicia al 2 de marro. A impren-
sa de Valparaizo aceusa o governo de ter facili-
tado a sabida de armamento para os sublevados do
Per.
Foi demiltido Joi Carlos Pereira de Caslro do em-
prego de chefe de secrAo 1 a Ihesouraria de fazenda
de AI iranb.i 1.
Foi concedida a demissAo que pedio Manoel Coe-
lho da Rocha do empresa de feitor-conferentc da al-
fandega da cidade do Rita Crande do Sul.
Foi aposentada Manofl Francisco do Reg, no
emprego de guarda da alfandega da provincia dai
Alagoas.
NomearAo.O Sr. chele de esquadra Pedro Fer-
rcira de (lliveira, foi nemeado vogll do cnuieliio su-
premo militar.
MINAS GERABS.
Oilro-I'reto, 1 de abril de IKjT.
Na minha ullima carlaldei-liie una nolicia pela
qual devo urna repararlo. Disse-lhe en'.ao que o
correio havia chegado a esla cldade s 10 horas do
dia, devendo-o ler feilo 7 huras da noile do dia
antecdeme. Ilouve alguma inexacldAo da minha
pirte. A's 10 horas do da deu-se sigual ao publi-
co para receber a correspondencia chegada as 3 ho-
ras da madrugada. Enlucanlo nAo deixou de ler
havido falta. Chegindo!o correio a's horas deter-
minadas, a'l 7 horas da noile, o publico lica imine-
diatainenle salisfeito ; elwgiode porera de madruga-
da, s depois das '.) horas he que pode salisfazer sua
curiusidade.
He verdade que nAo estamos em lempo de navida-
des importantes qoe facuo o cvrriio ler esperado
o estado das cousas e pedindo-lhea forra necessaria
para fazer respailar as orden* da Justina. O Exm.
presidente, prestando ao caso a alteurao* que mere-
ce, fez seguir, l,a 3 dias, para aquelle municipio
una loro, de 30 pracaa, para prestar a' auloridade o
auxilio de que possa vir a precisar.
Segundo he natural, a auloridade tem de fazer
com que o povo despeje incontinente as lavras, para
que 11A0 conlinoe 11 prejuizo da fazenda publica.
Despejada a lavra, deve-se por um lado proceder
inmediatamente a' medirAo e arrematarlo dos ter-
renos, e por outro impr aos invasores a mulla que
o regulameoto applica aos que sur. titulo explorara
terrenos diamanlmos.
Alem das penas administrativas, os invasores Billa
sem duvida lujeilos a' accoiajAo peraule os iribu-
naes. Nisso. entretanto, he preciso haver da parte
da autoridad! toda a pru lencia. Em tal conjanc-
lura o mellior partido he escolher o menor entre
dous males.
Em lodo o caso parece-nos que a deicoberla do
Barreado tem de ser um beneficio para o municipio
do Seno. No nosso interior, anula que as trras
sejam ferlilissimas e capazes di prodozr gneros de
muilo valor, a iraraensidade das distancias inutili-
sam quasi compltamente essa vantagem.
O transporte de moitos dos nossos producios agr-
colas do interior para o litoral importa em tres, qua-
Iro e mal vezes o seu valor. He por isso que em
quanto 11A0 (ivermos boas estradas de ferro, ou ao
menos de rodagera, e em quanlo alo aproveitarmos
essas grandes vas lluviaes que cobrem o solo roiuei-
ro, sera' pora nos de grande ulilidade a industria
que se encarrega de arrancar ao seio da Ierra os rae-
taes e as pedras preciosas, que encerrando grandes
valores om insignificantes voluntes, permillem-nos
Iransporla-Ios com ftcilidade, apezar das dislaucias
e das pessimas eilradas
E-lamos na quadra das dcscoberlas de diamanles-
O delegado de polica do municipio de Sania Barba,
ra, parlicipou a' presdeucia que no dislriclo de S.
JoAo do Morro Crande, duas leguas distante daquel-
la villa, apparecerara alguns diamantes finos, porem
de encllente qualidade. A presidencia trata de
mandar fazer os necessarioi examei. afim de averi-
guar se apparecem diamantea em lal quaulidade que
fara coula declarar diamantino aquelle terreno.
Alem da morle do infeliz soldado que acompa-
nhuu a Dr. chefe de polica a Sabara', teoho infeliz-
mente de noliciar-llie um outro facto di roesma na-
lureza.
.V 19 de fevereiro foi aisassinado com um liro da
espiogarda, no termo do Patrocinio, Antouio Con-
calves Rezende, por Cherubno Jos dos Santos. As-
segura-se que este uliimo leve nicamente em vista
roubar a sua victima, pois entre elles nenhoma rixa
lu vera antecedentemente.
He preciso que asauturidades procedam com toda
a energa contra os assassiuos, para em pouco nAo
termos de lamentar fados anda de maior gravida-
de. Se as cousas conlinoarem do mesmo modo, a
seguranra individual ni provincia de Minas lem de
ficar altamente compromellida. NAohamuito lem-
po qoe as ras da cidade de Pouso-Alegre, publi-
camente foram assassinados dous individuos. Os as-
sassiuos, presos em urna casa sera a necessaria se-
guranra, porque naquella cidade nao ha cadea,
ivadiram-se com facilidade, e ignoramos se torna-
rain a ser capturados.
CORRESPONDENCIA DO DIARIO
NAMBUCO.
PARAHIBA.
14 de abril.
Aproveilo o correio publico de hoje, para dar-lhe
noticias mi liba- e d'esta boa Ierra, ja que os muilos
aiazere- nao me permitliram faze-lo, como preten-
da, pelo Paran; a por consequencia desculpe a
euiefo, e asradeca a boa vontade.
Principiare! pela nossa salubridade, que actual-
mente vai am pouco melhor, devido as grandes chu-
vas que lem cabido n'esles ltimos dias. Estas leem
animado extraordinariamente os senhores de enge-
nho, mais agricultores, que lodos aguardara urna
prospera colheila este annu.
Todava anda apparecem seus calos de febre ama-
relia, e alguns de cmaras de sangue, priocipalmen-
le ancoradouro, segundo me informa um sectario de
Hypocrates ; havendo de concomilancia suas inter-
mitientes, e perniciosai, que nao deixam da flagellar
a misera liumauidade.
Felizmente tem a minha pobre individualidade
pillado inclume d'estas molestas al o presente,
pelo que muilo mo felicito, visto, como sabe, na mi-
nha avanzada idade, qualquer d'aquellas eolermi-
dades, mesmo d'ellas a mais benigna, he bem capaz
de promover o meu ajuste de coolas.
Apezar de lodos os pezares, nAo deixo de ter meu
apego a este mondinho, e muilo me zangara gramar
urna passsgem contra a minha vontade, e deseos,
nrmenle agora com a eleirAo redonda, que mais
tarde ou mais cedo podera dar-me uraa cadeira
quadra.la, n la na colmeia dos zangoes.
I'.ulreaiitii receio muilo os ellejlos perniciosos da
preseule estacio invernosa, pela grande birraque le-
udo contra os definios, resfriamentos, etc.
finalmente ser o qoe Dees for servido determinar
em seus altos juizos.
Scala para a corte no vapor t Paran o Exm.
presidenta d'esta provincia Dr. Antonio da Costa
Pinto e S Iva, aliin de lomar usseuto na cmara tem-
poraria, como depulado por um dos circuios de S.
Paulo, llenando na administrarn 0 Eim. Dr. Ma-
noel Clementino Carneiro da Cunha, ltimamente
nomeado segundo vice presidente. O Sr. Dr. Cle-
mcnlino como chefe de polica moitrou sempre gran-
de intelligeuca, e muila firmeza de carcter ; es-
pero que como presideule nao desmentir o bom
lui/.o que d'elle faro.
Seja imparcial e'adminislre juslija recia, que por
minha parle fico laliifeito. Deleito formalmente as
interinidades, contra asquacs bastantes vezes 'enho-
rne pronunciado, mas aguardo algum beneficio para
a nrovincia, deita que ora encela a sua carreiri., e
por aqu que a prove (a na o Paraoa'u para seguir
seu de.inm a' erle.
Desejamoi de todo o coraran que leja bem succe
dido nos seU, irabalhos legislativos, qne para isso
u3o Ihe falla inlelhgencia e illoslrarAo.
Os padecimenlos e marlyrios do Salvador do Mun-
do foram commemorados pela semana santa na igra-
ja matriz desta cidade, com toda 1 pompa.
O meu estado valetudioario nao me permittio as-
sislir a lodos os actos da Sagrada Paixao, o qoe
bastante seut, hem como nAo pude aeompanhar to-
las as prucisses que hooveram pela insnfliciiucia
das roiuhas pernas. *
Aisisti lodoi os actos que pode, e esics muito me
silislizerara.
Ouvi dous exctllentes sermes, um no acto de la-
vapi, o oolro na sexta-feira demanhaa. Omillo o
nome dos pregadores para nao perturbar-Ibes a mo-
destia, coiuqu.inlo conbera qoe elles devem ter cons-
ciencia do seo mrito.
E basta por hoje, qua esla ja' vai looga.
Saude, patacos e bom estar Ibe desejo, ele.
PERIAMOCQ.
E -. |.-.- ......rv ui ri'tuc
m novtrDliro do annu pHssado Toi roubado e as-, j.i serem aUi hem sabidos.
KLlll't.ln nm a-.nl._~ ...II...___- ?..!._ 1 -a. I
presumo nAo serei illadido na minha esperanra.
A polica esi sob o zelo do Dr. Manoel Tertu-
liano Thoraaz Henriques, que, illoilrado como he,
faro por bem ilesernpenliur sua nans.lu.
O Exm. Sr. Dr. Cosa Pinto, eSgaarcou as II ho-
ras da uuite de quinla-feira santa, e, apezar da in-
conveniencia da hora, f..i icompanliado de om nu-
meroso concurso de cidadaos dos mais prueminenles
da capital. r_
S. Exc. foi extremamente obsequiado lias vespe-
ras de sua partida.
Receben um magnifico copo d'agua, oflerecido
pela ollicialiJade da guarda nacional, um esplendi-
do janlar pelos ofliciaes de primeira linlu do eier-
eilo, aqu existentes, e ura brinde offerlado pelos
empregados poblicos geraei e provinciaes, excellen-
temente servlo.
A estas tres grandes fuucres assisliram grande
numero de pesioas gradas, alem das corporaroes
respectivas.
Dizem-me que o brinde dos empregados foi o mais
concorrido, fallando om dos cheles de reparlirAo
por molivos eleitoraes, segundo afllrma o Pednnio
que de lodo anda bem ao facto.
OExm. Sr. Dr. Costa Pinto deixa nesli provin-
cia mullas saudades e lernas recoruaris.
Sea Iralo ameno, mas maneiras tlaveis e deli-
cadas, impressionaram a maioria da nossa popula-
CAo grada, e licaram indeleveii em sua lembranra.
Desejamos-lhe a mais feliz viagira, e fazemos votos
ardenies para sua prosperidade e prximo regresso.
A adroinistrarao do Exm. Sr. Costa Pinto teni
sido mu henifica a provincia, e s ltimamente por
caosa das ultimas eleirdes aopareceraro alguns des-
goilos, colivados pel dilliculdade que ha, em
quadras laes, de contentar a todos.
S. Exc. comprehendeu, da melhor forma possi-
vel, o programla do gabinete actual a coucili-
acao, a e procuruu congrassar e aproximar, o maii
qoe pode, os partidos polticos que se definiera en-
tre nos, de lrte queja nio se observa hoje esse
raneor, que taolus pezares aos causou em enocas
pretritas.
Esta poltica, apraz-nos confessar, foi iniciada
pelo tira. Dr. Paes Brrelo, quando sabiamente
admiuslrou esta provincia,e leve depois maior des-
envolvimento na preiidencia do Sr. Dr. Costa Piu-
lo, da maneira enunciada. S. Exc. promoveu com
desvelo no curto esparo da su i administrarlo, o an-
damento das diilcrenles obras publicas em'ronstruc-
vslo, deixaudo a cadea, e qutrlel de primeira li-
uha quasi promptos.
Auxiliou quanlo pode o digno provedor da Sania
Casa da Misericordia, no seu empenho de melhorar
esle po eslahelecimenlo, fazeudo conlraclar como
engenheiro Retumba a factura do respectivo hos-
pilal, e mais cunenos precisos. Urdenou a cons-
IrucjAo de urna grande cavallarija no quarlel de po-
lica, para acommodarAo dos cavallos emais objec-
lus perlencentes a esquadra de cavallaria do respec-
tivo corpo, doquehavia mxima necessidade.
E, ltimamente, lanjou a primeira pedra, no
varadouro, do edificio que lem de servir para o es-
lahelecimenlo das repartirles do Ihesouro publico
provincial, c inspeccAo de algodAo, cuja obra foi
contratada tambem com o referido Retumba.
A guarda nacional igualmente muilo deve a S.
Exc. que deu-lhe o maior impulso, mandando bus-
car a corte bandeira>, correamei, ele, de lal frrna
que. o priineiro balalham de fuzilleirus desla ca-
pital, pode hoje rivalizar com o mais luzido e aun-
ado que por ah houvar.
A insirurr.io publica nao fui esqoecida de S.
Exc, que prodigalisou-lhe os mais aecurados desve-
los, sendo ama prova se seu inleresse em beneficio
della, a n uiieara i do Bacharel Francisco Lucas de
Souza R.ingel, para o lugar di lente subtitulo da
cadeira de Lgica do Lyco. Se mais nao fez
seu favor, eslou cerlo qua nAo fui por falla de de-
sejos.
Relorroou a administrarlo de reoda conforme a
.lulorisarao oulorgada pela assemblea provincial,
convrlendo-a em um Ihesouro publico, dando-ihe
o conveniente regulamenlo, etc., e bem anim ao
corpo policial da proviucia.
Nao Iralo dos grandes serv-oi que S. Exc. pres-
lou, pelo lempo da epidemia que nos assolou, por
ASSEMBLEA LEGISLATIVA PROVINCIAL DE
PERNAMBUCO.
Sessio ordinaria em 17 de abril da 1837.
Presidencia do Sr. Jos Pedro da Silva.
Ao meio dia, achaodo-se prsenle numero legal
dos Srs. depulados, abre-se a sessAo.
Lida, he approvada a acta da anterior
O Sr. Primeiro Secretario aprueota o seguinle
EXPEDIENTE.
Um oflicio do secretario do governo, remetiendo
38 exemplares do qaadro da divida pissiva relativa
aoi exercicios de 1837 a 1836. A distribuir.
Oulro do mesmo Sr., participando qae se expedi-
rn) as convenientes ordios ifiro di|serem,chamedos
a lomar asiento os (i diputados aopplenles. Iu-
leirada.
A irin ni tade do Sacramento erecta na igrej mi-
triz de S.Jos de lngazeira, pede a approvacjlo de
leu compromisso. \' commissao de negocios et-
clesiasliros.
I.uiz Jos Marques arrematante do contrato de 20
por renta sobre a agurdenle do consamo, pede a
inlerpretacAo de % 11 arl. 39 da lei n. 320 de 17 de
maio de 1853 a arl. 2 do regulamenlo de 9 de de-
zembro do mesmo anuo. commiiiao de legis-
laran. ^
sassinado um pobre vellio que tinha viudo a' villa
da Pilonga, y legoas distante da capital, prover-.se
de algumas cousas de que tinha necessidade. (J
crime foi commetliilo dentro da propria villa, e o
cadver do infeliz deila lo ao rio. NAo desejamos
continuar no mesmo terreno, senAo poderiamos citar
um sem numero de fados desta ordem, que provam
com qoanla cnemia deve proceder a auloridade po-
licial superior, nAo s reprimindo o crime directa-
mente, como procurando prover-se de homens inlel-
ligeiiles, honesloie activos, para exercerem os di-
versos cargos de pulira nal localidades.
Consta-nos que o alferes do corpo policial Auto-
na Dias Jos Santos, nomeado delegado de polica
da villa da Januaria, conseguir iminr-diatinieiilc
depois de sua pos-c capturar o aulur dos forimeii- Aragao o Al. lio, joiz' de direilo da
los que em (c-veiciro d,. anuo passado solfreu o Dr.
Jos Bernardo de Vasconcelos Coimbra, juiz muni-
cipal daquella villa.
Por fallar na villa da Januaria. Depois da grande
inundarAo de qne foi victima essa imporlaule povoa-
(So do nosso serlAo, cm consequencia da extraordi-
naria enchenle do rio de S. Francisco, appaieceu a
idea da Irausfereneia da sede da villa para am local
um pouco distante do actual, menoa sujeilo a' anclo
das cheias. A idea teem lido muitos adversarios co-
mo era natural ; entretanto he bom lembrar que nAo
he a primeira vez qOe a villa Januaria soffre consi-
deraveis prejoizos em consequencia das endientes
do rio de S. Francisco e qoe por lauto a idea da
tran-fereiicia lem por ii muilo boas raxes.
A nova oreauisarao da sicreiaria da polica desla
iadigamo, o ordanad. du. .mPr.Sado. da .ecre-' doPde dopica uaTu^pta S WSjSS.' m X^K^!^
I ur consequencia, v Vmc, avista do que levo
dilo, que o Sr. Dr. Cosa Piulo merece oi agradeci-
meuloa e euiboras desle bom povo, que a seu tor-
no desvelou-se em provar-lhe o seu reconhecimeu-
to, por todas as maneira- que cri poisivel palenle-
ar-lh'o.
Dize bem um baile sumpluoso, que neo leve occa-i.io de
olTerecer por causa do lempo de quaresma era que
eslavamoi.
Seeoiram lamhem para a curie no Paran.,. os
Drs. Ravio Clemenlino da Silva Freir e Victorino
do Reg Toteano de Brito, deponlos pelo primeiro
e quinto crculos desla provincia, e o Sr. Manoel
Porfirio Aranha, duplicado pelo quarto com o Dr.
o Mi lio, joiz de direito da comarca do l.i-
moeiro dee-.i provincia, que igualmente devana se-
guir uo uieiiiio vapor, -liiii de pleitear com u seo
antagonista, a validado de sua eleic..io na respectiva
cmara.
Os duplicados com o Dr. Antonia Jos Henriques
pelo KsgaaidO anulo nenhum s.'gum, o que lem
dado lugar a vanos commculus lodos em Uvor da-
quelle, i-lo segundo allirmem os antiguantes do pas-
raa'.orioda quina da Misericordia, que comquanto
tejara litios e havidos por maldisentes, nao deixam
l.-se, julga-se objeclo de deliberarlo e man-
da-se imprimir o seguinle projecto:
A commissao de ordenado, a quem foi afleeto o re-
querimento do Dr. Joao Jos Pmlo, professor de sau-
de do collegio dos orphAos da cidade de Olinda, a-
corapanhado de alguns documentos, ha di parecer
que se adopte a seguinle resolurao :
A assemblea legiiialivi provincial da Pernambuco
decreta :
Arl. nico. Fica elevado a um cont de rcii o or-
denado do professor de saode do collegio di orphAos
da cidade de Olinda, revogadis as disposices em
contrario.
Slli dai commissOes, 17 de abril de 1857. Jos
Quinlino de Castro Leao. Joao Valenta Villela.
Lida, he approvada a redaccao do projecto n....
que approva o compromisso da Irmindide de S. Mi-
guel de Ipojuca.
I. do, julgado objecto de deliberacio, he mandado
imprimir o seguinle projecto :
O compromisso da irmandade de Nossa Senhera
do Rosario da povuarAu de Tijip freguetti de Nan-
sa Senhora da Paz dos Afogidoi approvido ni parle
religis> pul Exm. Sr. .ispo diulitan* t que fei
presente a comminao de negocios ecclisaslicoi, he
merecedor de approvacio dula assemblea, e por isso
a mesma coramissAo he de parecer que se adopte a
resolur.ii seguate :
A assemblea legislativa provincial de Pernambuco
resotve:
Artigo nico. Fica approvado o compromisio da
irmandade de Nosia Senhora do Rosario da povoacAo
de lijipn, da freguezia de N. S. da Paz dos Afosados
rom as allerar/es somenle comidas na approvacio do
Ext. prelado diocesano exaradas na pelirAo da mei-
ma irmandade em datada 10 de jalho de 8O, sendo
revogadasas disposiedes em contrario.
Sala das commissOes da assemblea legislativa pro-
vincial de Peraambnco.il 5 de abril do.1806. Con-
calve Cumiarnos. Padre Marral.
ORDEM DO DA
liiscu-.io do parecer adiado da seisAo inteeedcn-
le por ter ficado com a palavra o Sr. P. Bapliala.
O Sr. Presidente : Tem a palavra o Sr. P.
Baplula.
O Sr. P- Baplisla :Nio devolviu na discurso.
I.i la, .ipoia-se a seguinle emenda.
Substilua-se a concluiao do parecer pele seguinle:
le de parecer que seja allendido o lupplicanle,
deignaudo-si uo orcamento quola para lea pasa-
mento. r r^
l.-se, he apoiado o seguinle requerimenlo :
Hequeiro o adiameoto da discusslo al qoe a com-
missao d seu parecer sobre os oulros requermenloi
de arrematantes que pedem indeninisarAe por cama
da cheia de I8J4. Barros de Lieerda.
" Sr. I. de Harros diz que a comraiuA! em sea
parecer nadi avanc,ou, mu qoe por equidades] se
poda defirir a prelenr.iu do sopplicaate, porem qw
alien lendo aos direilos da fazeuda provincial, nao
era isso admissivet, lauto mais quinto ir-sa-hia
abrir a porta a oulras muilai preleuc.6es di mesma
nalureza, o que por forma alguma seria conveniente.
JulgauJo poii que ao pelicionaho nao aslala ri-
gorosa justicia, he de parecer qoe a sua pretiacio
eja inde.iri la. .
Encerrada a diseussAo e posta a votos a emenda do
Sr. |>. Baplisla, he approvada, sendo resellad e pa-
recer. r^
Segunda diseussAo do projecto numero 31, qae
aoluriia a cmara municipal desla cidade vender a
companhia da estrada de ferro os terreno* que poi-
sue as Cinco Puntas.
He approvado sem debate, disoensindo-N n in-
tersticio a requerimenlo do Sr. Oliveira.
ContinuarAoda 1.' discussio do pr yeto numero IK
que cousidera o engenho St. Cruz propriedada de
Francisco Aflonio de Mello, como pertenceole a fre-
guezia de Barreiros.
He approvado sem dbale.
Segunda diseussAo do projecto n. 13 que considera
com direito ao ordenado de MltJgtO desde qoe le-
mou posse da cadeira ao professor peMieo de pri-
meirai ledras da Villa de Peo do AHae.
He approvado sem dbale.
Primeira diseussAo do projecto qae concede dual
loteras de laWNKij pira auxilio da fabrica que *m
I aparara vai estabelscer Jos Antonio da Arsajo J-
nior, e que lem por litn exlnhir oleo de diversas
substancial, e especialmente do caroru do alsedao.
*em diseussAo he approvado.
Primeira diseussAo do projecto 31 do atioo passa-
do que iguali o ordenado do professor de desenlio do
(ymnasio ao dos de mais professores do mesmo es-
lahelecimenlo.
O Sr. Meira Henriques : Ped a halavra coa
o hni de provocar alguns esclarecimenlos dos nobres
aulore do projecto, porque desde qoe lioho asenle
nesli casa se ha tratado por vezes do profesaar de
desenlio, ja a reipeito di lugmenlo de ordenados.
Ji de cralihcaroei, ja de melhorar a sua sorle nesl*
ou n aquelle sent lo e ale hoje inda nida esla' re-
olvido, Ora, o projecto trali de equiparar o orde-
nado des-e professor ao dos desmais professores, po-
rem eu nao sci quanlo elle percebe acloalmente, a
parece-me queja leve um augmente...
t'm Sr. Itrpulado : lis por que tinha 1:m.
O Sr. Metra Ifenriques : Salvo o engae esse
proresiorja leve um augmente e creio que desde
que existe a cadeira de desenlio no Ivreu o ordena-
do desse profassor foi sempre inferior lo de lodos es
mais, e sata proporrao y tim sondado em ledas
as reolurfies que posteriormente lem Ir Hado da iae-
Irurr.o publica, lea sido mesmo guirdidi, quer pa-
lo poder exeeulivo, quer pela assemblea, e por isse
ignoro qual seja a razao especial que possa militar
hoje para que se Irale de equiparar o ordenado des-
se professor ao dos profrs-ores, srus collegas. Creta
que al em alguns relatnos anteriores a respeilo da
iuslrucrao publica lem apparecido alsumas eiprea-
soes dcslornvcii a"rreac;.io, e coasrivarn, den. rasei-
ra no l\reu ; por lamo a nao haver tita', valiosa
quo po.-a lushlie.ir o amiiieiilo na mderado daaw
i profanar, *u nAo aaaaa preiar o nieu voio o pan-
Jeclo que te discute ; lauto mais quanlo laboro an-
da na llovida se o ordenado qoe elle boje tero tu o
ni. -ni.i que ja percebia, ou se o anua pinado leve
ou n.ln pile uiiin augmento, que salvo o encane fui
de A|)U?4NM|; o por i.o ped a pal' vra para provocar
alsoni esclarecimenlos do oi.fire rtepolado, a lira de
poder dar o meu vol conscinciosamenie.
Se idea do projecto me parecer justa em villa dai
V ,r. ,!,x\ .? P.li mi' k! ... 1 '' ?a '!mp0 m,ra"'-' ror dilla, nao d.mdarel esposa-la ; por qoinlois-
li'.f,^. i, P J 3 ai,' '"" viaem e re" "vero "hrei depulaios que nAo lenlte ms v.n-
,;n-^.v a" ."a" qDe Io ,areni ''oqueados, tade. e menos prevenca. alguma quer para com e
lermr, "*?*l d,DB' de ,ai"09 cuei". I1' pralefJr que! exerce.
sac ilcio,. despezas e amaugos de bocra. Sr. Su' Pereira : sV\ prwdeole, ... pens de
>
MUTILADO
;


mamo depebnambuco, o.arta raiRAfn deabriloe iim
Uso he que lie ver-
Temos muilos e\m-
. .....ein direilo a uin ordenado
ohrnsaces, ans ""
mainr. e oulros '
OSr. Paula l! d"o Sr. A/er I*""?"
plus em "***%, : Pode o nobre deputado el-
ini .niplos qaixer, mas n.l poder i deixar
lar quauos e^ h(< ^.j,,,,,,..,, q, em a mexiio
ile recoiinee'ua daejerenles profesoore ensnam no
milenio el e cum a> meMDj| obriga(beo< tenhain
"ie,,no *S,pc'rior dos oulro.
un Paf,jl0 a paga nuce. Sr. pre.idente, das nbri-
^""que se lem de euutprir ; e se ubrigaces
Ba-*'devem ter igual paga, n.nguem ilira' que ha
'*"/, pjra qoe esse profesor ilev.i ser n nico
'"faca eicepcSo a regra, leudo nm ordenado infc- cadeira do desenho do lyceu ? p
ir aos deseos colimas ; e foi nM sentido que eu | dola era velho e euva cansa lo
que dando as explieari.ra qu o nohre collega acaba, N. I. Depon das palavras que se eslo fazend, i Cnsla-nos que na segunda renresenlaego dos i Sooxn, poi litiga, o *scravo Antonio, |>or uso .le
de pelir, oa a raza. porque e equiparava, o or lena- diga- lindo preferencia a runtruc..-.-. dos la oros Sois llegra.......Crimenao fui a Ihealro se .|ue, orinas defi m.
'!" '." pr"re<'""r de desenlio so dos demilo^rofes-ores do estrado .lo norte, que forem julgadns moja necee- um freqnrntodar da rasas de lobologom ilon- E pela subdelegada da foguala da Vanea, M i-
loo, desde o ultimo lonco, arrematado ate Pedros Ive quem livesse o particular eoldodo de reparar I noel francisco da Cuuha, sem declarar,3o do mu-
do) tij.....asi, entendesse elle que eu ladeara d.i
quesi.io sem dar-llie as uecessanas e.pllc'iee. no
pantoque os pedir.
O Sr. Meira Rtnrigut :Nlo diese so isto.
() Sr. S Vertir :Eo diese, Sr. presidente, que
nao comprehendia como em un lugar, em que |ra-
bolhavoRi diversos profesin., iodo* com as mesnias
ohrigaees, un- tives-rm maii ordenado do que
oulros, a o nobre
desigualavam os or
ili'put.i 11 di/ qne lodeei da queatao
(,)ue importa para o COJO, que o relaten! do Sr.
Vctor da Olivelra d.sesse que >e nao lui assun, (aparece esse que la'
, oulro memhro desta casa, o qoel se aclia ausente,
formulamos o projeclo em discossBo, igualandu o
ordenado desse profesor ao nos oulros.
Poueo me importa, Sr. presidente, que em um re-
latoriose consideraste ajradeira de desenho do dym-
nasio como causa inul 1, como cooao accessuna, como
coosa qoe ltalo devia estar, poique se n'nob.e de- I leccionom c : horas .nm-
pillado qolier acompanhar o p.ucrcs* dos paize. | depulado em soa eooseioi
de Fugo.Sumo Corvolbb, Iniaoo
N. 5.Ilepoi. iios nalavras acudes qoe forem ne- leve...
Masarlos, dganse sendo tOOOjOOO rom a (arlora de Apanln.ii tres mea, e eomer>OQ a eorriglr-se ;
um acude na cidade de Na/.arelh. Mello Civnl- mas anda urna quarl.i ochara ulsiua coosa nello O
canil. ^ ^ emendar. bao lia quolrn olas, qoe por cerla as-
N. 8.Cootinn.....lo em vigora desposlo do lei neiro um poora publiro lornoo-sa merecedor da
do orcamenlo protimd passadn, acerco do acude na i um eoslign. Tome cuidado tam qoarto, evlle-a,
leputado me pergunloul porque ; Iraveasa lo Cheos ao olho d'ogoa do Onca.Uoncal- para que -e nao digs que .. senhor vive apanhaudo.
'.'".!;' i *'""?' *">"]" ""hre vP.iU"narSes. Conato-nos qua o morolo da na do l.ivramen-
X. 7.Arre-Tiili- a i arliao \2 inclusive a quan-, to ia cahuido em .ii" ne ; ni u armn. Ao pas-
lia de-JD09UUU canee-liila por indenims.r.in o Sun- sar prximo a elle um carro, dizem que do mesmo
plicio jU de .Mello. V. VHell.i.--I>auli Bap-1 dono do mond, calilo urna!Irare que qoosi o fai em
'que o ptofessor lista. ] prdofO'. I.i'inhre-se, Sr. proprielario, que iato que
^. 8.Addilivo ao arlijo \> cun a compra de ca-1 por felicidade Ba nao llie conteceu, pode aconte-
sa que serve do eada em 1'esqoiira.--('.,slro l.eflo. cer t alguem que nao reja lae felix, e livre a uopu-
-* 'd-Ao artito |-2, ocreocenteso oapeciolniente 1 UcSo do error qoo lliocausa cssa armadilha.
C01".....* picada o i -erra de Mascarenlia- em Nozo- Se dieaermoa que lia urna cidode em rujas ras
relh, de modo que d fcil cuminuiiicar:V> ao puvoa- \ pooselam a soa vontade as ropozas, lolvel que nos
dodeS. Vicente, e lambem com os rnellioraineutos I n.ln aerodilom, moa por i-so he que a nonieamos.
U estreda que Naxarelh se dirige a Alaga aecco. Va' qtem quiaer a linda de noite, aquietes por
Porli-llo. um instante e vera' romo ellas pastan), romo cor-
livo.
Ivceo e neni d iirf,.,sores cama lo .
(( Sr. Metra Henriqutt : Usa era motivo pan
ijmsoiiler o proioator,
O Sr. Sa' l'ereira :Qup me importa que no col-
leem das arles o governo pratique a injaatica de dar
a mis proressorea um cont .1- ris, o a mitros que
lilif rs. E jul^a o nolire
ia que nao er^ iss urna
.Naseiiiieiitu
N. II).licuis da
civilisadoa, e altender para o colado das bellas ar- injustira que se hila a e^n prufes-or ? C. uno pois u cessarios, acresrciile-so, sendo nm em i'esqueira e
tea vera'que o desenlio ha considerado romo um nohra deputado Ira/, esta queslau excntrica e lora da I mais como no artigo.Castro l.eao.l'ereira d
dos es'.udos mais imporlanles e mais neressanos pa
ra as bellas artes; ese o nobrodopolodo,qoizer
mesmo saber es conliecinieolos que precisa ter um
desenhisla hade ver que elle lem de fogor rom mul-
tas OfcMIae. principalmente os ph)sitos para poder
ser bom professor...
O Sr. Meira /lenrii/iif : Ha militas cousas
boas que o tJTmnasio nao (em.
O Sr. Sa' Pcreira : 0 (iymnasio nao pode [er
ludo, mas urna vez qoe (em isio, seja bom, e nao sci
o que vem o aparte do nobre deputado.
O Sr. I'alenlim l'illela : Logo lora' o mais.
O Sr. Sa' Vereira : Asnal pois, Sr. presidente,
crendo que o professor de desenlio sali*fa suas
i.lina ices, a que elle lem lodos os rouhecimentus
que sao necesaarios a sua arle, formulei um projoo-
to com o liru de igualar o ordenado desse professor
ao dos oulros.
O Sr. Meira llenriques:Quando ped a palavra
psra fallar sodre > projeclo que asa em discusso de-
claroi que linha mesmo em v,la provocar explica-
roea, as qoaes o nobre depolailo nao procuruu dar
Unto
N. 11. Depois das palovras o calcamenlo das ras
desta cidode, diga-sa o conclusan da obrada cadea
da comarca de Peo d'Alho.Aususlo l.eAo.
N. 1:! Com a coiitiuuaro na- obra-, dige*f0 li-
caudo o aoverno aulonsadn a cootinuor una ranuli
que se .liscuie para apreevfrto-la runo ra/,a "'
O Sr. Meira //cnrii/ircv:A mim me pareceu'qtie
ella hulla minio parentesco.
O Sr. Sa' Vereira :.Nao lem nenlium.
Sr. presidente, eu quando forinulei o projeclo nao
live em vista a gratificarlo le que o nobre deputado
falln, em coiisoquenci, aa qual achou qne # es-bcacjlo da estrada do sul, a povoasjlo de Ipojuca.
Reg Barros.
^. 13. Se passir a emenda rio Sr. Carvalho, so-
bro a estrado do norte, acreseenlese, levendo com
tu io nao licar prejodira lo o proaogoiniento da estra-
1i da Iicada, da Virtoria e da do sul e a do l'ao
d'Alh .Iud.icio ile Barros.Nasonieoto l'orlella.
N. l.--Se pa-sar a emen la do Sr. Souza Carve-
e Ignacio de Barros, diga se lambem com o prooe-
auineuio da estrada de l'ao d'Alho.(ionralvesCiiii
palavras acuds que forem ne- rem, como fnlgam pelas mas e poleos. Ora basto
o farlo de petas ras do Ollndo passearem livremen-
le as ropoxos para se roiieluir do estado de *ua lim-
peza. As rapuzas pmctirain as malas, e se buscain
linda, he porque, rloro esla', alii lia malos ou ludo
i.i\.ieniiMnriii-.j.i. eque a litlerenca do llilljrs
onllo mesquiuha e avillava lauto o projeclo, que
valia a pena i.vla igualado ; equiparei os ordenados.
Sr. presidente, quiz que un ve de XII(r>(K)il r. se
desse hUOOfrs.; ord-na lo de lodos os profeaiorea
do Gymnaaio : e ordenado nao he g/alilicac,a.i : ora.
aonJe e-la' aqu a conlradicoao .' he olla una inven-
cao do nnbre deputado.
O Sr. Meira /lenrn/ues :fia.
O Sr. Sil' l'ereira :Sa o nohre depulado percun-1 maraes.--A. I.eao
lasse qual a ra/.io porque eu nao equiparei lambem
a gralilicarao ilesse professor ao dos .lemais, lalvez
cu podesse dizer-ltie. mas o nobre deputado apenas
disse que eu era contradictorio, porque os ordena lo-
nioeslavom igualados, cque a -lilTerenfa de 1009 rs.
me, porque eu esperifiquei as explicariics que dse- em ililu or ienado minio mesquiuhavo o projeclo
java, eo nobre deputado laicnu da questao, tralou
somenle da vautagem dooaa cadeira.
Eo. Sr. presidente, vejo pur riemais que o pro-
jeclo nao lem fim a.gum, porque elle pode nina pro-
videncio que ja exisle.
Diz o projeclo : (l.)
Ora, os professores do Gymnasio, sezoudo sau in-
formado, lem 1:0009 de ordenado, o profesaor de
desenho lem 1:0009 de ordenado, loso, querer igua-
lr o ordenado do professor de desenlio aos .demais
professerea he cousa inconcebivel. O professor de
desenho j. lem o mesmo ordenado que os demais
pro/essores do Gymuasio, e as,simja' u seu ordenado
esta' equiparado ao don seos collegas...
O Sr. So" Pereira:Esla' engaado, nao lem csse
ordenado.
OSr. Meira llenriques:Euestou argumentando
com as informac,des que leuho, informara-me que os
professores du Gymnaaio Icio de ordenad -i um 1:0009
e de ratificaran ."KKIJ.
O Sr. Sa' Pereit a:Es(' engaado, nao be isso
qne esla' dizendo, e sim lem o professor de desenlio
SOoj.
O Sr. Meira llenriques;Perdo-me, (inda tasn)
creio que o nobre depulado com o seu projeclo nao
chega ao desidertum que pretende, porque o nobre
depulado, seguuao me parece, nao lem em vista e-
qolparar o ordenado do professor de desenho ao dos
uutroa profeasores do (Iymnasio, mas sim equiparar
os (Bns'Ooiicimeulo-.islo he, ordenado e gralilicar;aa,
loa, anda equiparando o ordenado do professor de
desenlio ao dos demais professores do Gy mnatlo, era
niister que o graltencao lambem fosse equiparada
para qoe os vencimeulos fossem iguaes, e pur lano
mas he claro, que nao ha lal dlereuca un ordenado
e que por i-so non lia conlradicco igame,
O Sr. .1/eira tlewiquei da' um aparte.
O Sr, Sa' l'ereira :Eu enlenrio assim, agora se
o nobre depulado enleude que se deve tamliem equi-
parar a gralili-arao para que esse profe-sor lenha
(odos os vencimeulos que lem os professores do (ym-
nasio, eulo mande urna emenda para que a sua
gra(ilcac,ao seja de mais de 10(19 rs. mas nao diga
que leudo os professores do Gimnasio 1:()tM);i)iKI rs..
menus o de desenho. que lem 8000 rs. que u projec-
lo eleva a um 1:000/ rs. ha c.nlradiceao.
Sr. presidente, pirece-me que esta' b'tea provado
que nao ha con'radiccao alguma em eu procurar
equiparar o ordenado desse professor.que he de 801)9
rs. ao dos oulros que he da 1:0005 rs., porque eu
fallei em ordenados e nao em graiiiicaces.
(' Sr. Meira Henriqutt da' om aparte.
O Sr. Sa Pereira :Mas eu que lenho com isso J
Sao opimoes ; agora se o nobre deputado me pro-
vasse que a cadeira de desenho nao era precisa, que
j_he urna iie cura, tem, mas nao pruvando, n3o ha
razlo para dizer o que diese. Se o nobre deputado se
quer prevalecer de (plnioes, enlo ha de ver que nao
ha quem concorde cun o nohre deputado oeste seo
modo de peosar ; e sa ,r por esle caminho, islo he,
da opiniao publica, ha de couvencer se de que a ca-
deira de desenho he impor(an(e...
O Sr. Meira llenriques :Eu aclio-a moilo im-
porlanle.
O Sr. Sa' Pereira :De cerlo, veja o nobre de-
pulado, que nimio, dos Tactos anligns nao emslinain
boje se nao eslive-sem rrpiesenladus pelo desenlio :
he por mein desta arle que se reprsenla mais a
O Sr. Sou;a Caroalho : Sr. presidente, lomei
a palavra para justificar duas emendas que Ove a hon-
ra de ullerecer.
i roa deltas ja fui comprphendila, sub proposta
minh 1, na le do orgamento vigente ; c a-sim, achan-
govern.i ja antorisodo a empreheiider e lo-
obra, lie lalvez deaneceuorio reproduzir a mesnu
(ntorisacslo no orcameuto futuro. Todava Sr. pre-
sidente, ligo tanta importancia a 1.1o grande neceaui-
dade publica, que deseju -proveilar lodos os meios
I) >r. Dr. Sabino Olegario I.. I'iuho aprcsenlou
lioulem a aeuibloa provincial a leginle uulicaco,
que ful a' eoDjmlssso de cuiiuuerciu e arles :
PROJECTO DE REPRESENTA!:.\(f A ASSEM-
BLA liEKAI. I.EiilSI.AIIVA.
.luQxistos ediyniistiiiiii seflAortfl re>rcsoritai da nardo.
A' eommissio ile agricpllura.
A atsemUea legislalivs provincial de Perosmbueo,
leudo em vista as necessldadea agrcolas da provin-
cia, em geral, e desejando ardenlejnenle cooperar
para a resolueao do grande problema da aequisiean
de bracos, que possam ao inesmo lempo dar vida a
nosaa lavonra amortecida, e sub-tiluir o Irab ilho os-
rravo pelo Iraballio hvre, lem a honra de 1 ITerecer a
alia ciiusider-cao na{do slaumas idees qne Ihe paracem conducentes
a esse duplo (im, sem violencia aos direilos dos pro-
pnelarius de esclavos, e nem a menor olfensa as ge-
nerosasideas, que fazein o spanagio 1I0 scula \l\.
\ asseinblca i.'i-I-i-Iin 1 provincial de Per.....n-
O partido que sostena o goveroo o a sHn*taeae- c.>,nparali.aln,ie a dea anuos .nlenore. as) ,-l..d-
tual vencen geralmenle Os eandidalo. da opposi-lra, e de estar ,, c.nmercio n, cidade aci.v.,, e e.
(lo, Irurte, Caaures, Penua, Calvo, Lagos .....1..... praojrsjasao a ediiiracaa na cidaue
mullos fnraui derrua.los ; ine-inn u chefe lesse sucar em gr.md
partido, Lorenzo Torres, al a ultima hora, nao se de boas fazend
sabase obtaria votos por um districtoda campanha
a compra de a>-
oaeaiHl, ludas as lejas I esn sorlidas
o que ileinon-lr.i, que grande lie
u consumo dellas na rumarra : emboa, niara vi Un ver
0 esladu favorave! dos inleresses uialeriaes -.a re-
marca, depoi. dos estrag s e calamidades que us
assoberbaraoa lio rereulempule. ^im
O vulgo ian.ro nao sabe dar cotila da rara. i,*-
que depois da leeapeslade urce 'e a bonanra, e co-
1111 depois de grandes ealami lade. pal I lia I. 00)
""" "....."" a pro-i Hilala na pe*, quietarle
rom lo 1 s,u< eraili l-ro-. Ma. o pensador chrVa-
Aindaera dovidosoqueni seria o eleii para pro- Mu remontanjo-ao a Soprrsao l'nn.qua ,|C icdas as
pelo qual se propoz
l-'oi eleiio, com gran le maioria, sonador, o Sr.
Valenliui Alsina.
A oTrlbona, jornal dirigido pelo? Srs. Varollas,
que li/.Taiii grandes serviros .1 cau-a vlelorioaa, dil
qoe o presente resollado das eleices he a morte de
ludas as preleuces do Oribe, OrduiH e Loreuro
Torres,
1 cinpregados pel^j augustos o digoissimnssenhores
representantes da narao. com o louvavel lim de cha
. :, ; .. .;: .-------. .* asseuiuica teei-ia-tiva
he mala. De feln leu, havido nesse punto desc,.,- |1C0 recunll,c, prolundamenle os grandes esfnrco,
do da cmara ; iieni mesmo as ras mais Troquen- '
ladas s,lo limpas, porque mesmo uessas a gramma de
lo.1- pemos a cubri o calc.imeuto; quamo as roa
menos imporlanles para
romper
de manliaa c.s pu.uueani.M .......-a I clonisac.io, eia'garantindo -os c
Xodia 80 u,n Irabalhador do Ojmnas.o ferro ,,, -J e, nrculn.UllI,:1S or()iIlliri eom.
Panca niuiis iienJium i)di/, do iinii 1 i lena llereciilo. |n-
mus,., com,,, o calcamenlo; quanto as mas ,1a* popularan eampea,
apo.lan.es para alravessa-l... be precm j. eoScedendo.o governo imperial snmmascons,:
mateebear molbado como um pmlo, se lar d.mei, ,,,, Hm* a4 eCrS4,)a)e, (|il
ei porque ahi ta frip
-i) utn ir.,ti;;,ij.i.|. r do (JNdinasio feri
sravemenie a um ico f-mjio cum urna
iUt (c inartelio -.ulirp a nlifra. Foi pro
*,. feli/men.e ehse* ciforrofl dOl allus paileres io "latn,
-..ara.,hun.._[,vem, noticia. mmlmtTmm\,mmtmm do9 -,, liaciunatP., quc ,os J*
comarca. Tudo inarciiava sem allerai^ilo a 1 i do
rorrente. Por caria-* de ijessoas ndedRnas, viudu
n3o s .1,1 villa de (jaranlwjus, como de .'apacac-a,
uulienni-s i|iie o li-m. rnisiiouario, eMQ rniiuslro ti
eanMVeJ do evanzellio, e*<*e eininenle aposiolo do
cliri-lMiHino no | r.'.!;,i,< -.'i ni i Crida da c&ara mais
um fado -;i 1.!i rric no Itvro il' -uro de sua Tflda vir-
tuosa. O Hvm. .sr. Ir, Caelano tem sido o anjo da
providencia enviado aos nM< sertue* para retiene-
rar aquelle, povos arrancaudo-o, da ^-d* ero ^^ ^ ^ ^ ^^ ^ ^ ^
"1*1 1.". ,,."* i:! '"minam a existencia de climas, que contrastan so-
Branamenle com aquellos em que linham nascido e
dem a imporlar no paiz bracos sullii-ienles que
empreguem na explorarlo das riquezas agrcolas, de
que he Ido frtil, e que lano lem contribuido para
aprospendade, a que lemos chegado, nao lem aido
eoroadoa de folizes retallados.
He sabido que os colonos europeos, que lem viu-
do para o llrasil, nao se po lem acostuuiar ao arduo
servico que e&ige a lavoaro da caima, de assucar,
principalineiiie nesla provincia e em ludas as do
que jalifa a respeilo das co
ape/r dos graudes esfoieos que para illuslra-l
empregavam os parochos. O Itvm. l-'r. Caetano ce-
leiirou em Papacaca, com outrus sacerdotes liguas
para terna-da sonsivel. Kefiro-me .i idea da coas- | actos da semana sunta, aos bnaes allluiram segundo
Irueao da eslrada de Goianna ao pnrlo de Japumim. o leslemuiilio de pessoaa verdadeira. I per'.o de qua-
c dessa cidade a enmarca de >'aza naelnorar os meros iio Iraasnorte de Goianna, que he | nunca vala naqnelles lugares, um unnrudoiile man-
o depositu natural dos nrnducins de. una crande. nar- ladaeavnlln i.. iu i.,iL nimp
ja' ve o nobre deponNo, que com o seu projeclo nao v'v0 a historia autig, sau causas eslas de muila un
conaague o desidertum que pretende, porque ojpoilancia
professor de desenlio nAo lem urna gratiliraca igual
a dos oatros professores, e ha urna difleren^a de
HK);, lego, anda assim. equiparado o ordenado,
ven esse professor a ler 1:10a?, que he 1:000? de
ordenado, e 400 de gralilicacao.
Eslou longo, Sr. presidente, de desconhecer as
vanlagens da cadeira da desenlio, nao duvido mesmo
que ella esleja muilo bem preenchida, que ella le-
nha apresentado resudados muilo lisonjeiros, eslou
lonse de conlrariar lodo isso, e apenas Iroiive orna
considera^ao a casa sobre a difTerenca de ordenado,
que sempre lem (ido o professor desta cadeira, que
percebe ha moilu um 01 donado infeiior ao dos do-
mis profeasores do Lyciu, e esla dilleienc,a, esla
desigualdade, foi sempre sancionada pelo poder
eieculivo nos diversos reculamentos que eip'dto a
respeilo da mslruccao publica, e saneciouada por
O Sr. Meira Iteuriquet :NSo, e al ha carica-
loras muilo imporlanles.
O Sr. Sa' Pereira :Ha caricaturas que obrigam
o individuo que nao (em moralida le a se corrigirein,
porque represeiilam aquillo qoe s- nao padadiier,
e que e'les bem o sebem, porlan(o nao venha o no-
bre depulado com ana facecia. qoe au siguilica
cousa algoma, diminuir a importancia da ques(ao.
As caricaturas lem um fim pralico, mostrara que um
individuo be ruao que nao lem importancia ; e que
merece ser corregido.
O Sr. Meira flenriquei.- Nao contesto.
O Sr. fia' Vereira :Was o nabre deputado disse
que havia quem nao quiesaa a esdeira de desenlio
no Gymnasio, mas se qi.ersoccorrer-se da opiniao pu-
blica, b i de ver que a ca le ra de desenlio lie impor-
lanle ; pareco-roe. Sr. presi lenle, que esla' desfeila
esla casa, e anda inesmo ltimamente quando ap- coatredlejao que o nubre depalada envergou
provoa o regulamenlo do Gymnasio, doude eu col
lijo, qoe alguma razn etiste para casa ailTerenca
qoe al luje te lem manlido, quer seja isso pela
Oesigualdade do Irabalho, quer pela naloreza delle,
qur por qualquer uuira c insiijerarao. Islo, Sr. pre-
m.lenle, nAo he especial un l^ymuasio, nao he espe-
cial a respeilo da cadeira de desenlio, porque eu : de (aranhuns, a qoaniia de 1 :(i -;i in pelo eacesso da
no
projeclo que live a honra de apreseutar com oulro I
colloga que esta' auseule
O Sr. P. BafUfla ;(Nao devolveu sea discurso.
Poe-se a i dos o projeclo e approva-se. Te.ceira
dis.u-s.in do projeclo numero 'ni do auno passado,
que manda pagar ao arromal.uile da obra da rada
eslou lembrado que no collegio das arles adiliil
l'aculdade de Uireilo, oulo Academia de. I Um la,
o. piofessorta lodos venciam t;00U, a excepcilo de
um que eiiiinava inglez e francez, e que apocar le
accumular essas duas cadeiras, percebia SO0>. Era
o fallecido lir. Sonza Gamas..,
O Sr. Sa' Pereira:E era juslo isso '.'
O Sr. Meira lUnri./ws:\r. i.i mais,este pro-
fessor requereu a Assemblca Geral, para que equi-
parnsse os seus veucimenlus aos dos demais prules
sores, e aAssembla Geral ladeferioasas pretenejo.
Quando os oulros professores nao eram obriga los
a domurar-se na cadeira mais de urna hora, elle con-
suma (res horas eosinando duas cadeiras, inglez e
francez, cada urna dellas com om numero lalvez nao
inferior a 100 discpulos, e duba apenas Nni)-\ ape-
sarle ser casado e onerado de una familia de II
huios. Depois foi esle professor sub-iitunlo pelo >r.
Dr. Leonardo Augusto Fcrreira Luna, que ronli-
iiuoii a leccionar ambas as cadeiras, percebendu da que u nobre deputado nao e-pecificasse as snai
H00, e quando os novos estatuios da Fai-uldade de censuras, danJo-lhes mais desenvulviuiouiu para mus-
Direito augmenUram os ordenados de lodos os pro (rar quaes os trros commetltdoa pela diraeflo da
(essores, doivjr.un essas doas cadeiras reunidas, e | Compaohia Pernambocana, eu -ou loJavia abrigado
obra
lie sem debate appmvado.
Contnoajgn da seaunda disron-an do artigo 8 do
orcameuto provincial, com as emendas a ella ullere-
cidas.
O Sr. Su' Per'ra : ( Nao devolveu o 6eu dis-
urso.
r.ncerrada a discusso he o arligo approvado com
a emenda.
Arl. '.). Com a bibliolheca :
* 1, Com o bibliolliecarto. .
S -2. Cum o aluguel e asseio da ca-
sa, serventes, BteaCllioa e livro-. .
He approvado sem debate.
a Arl. 10. rom a suhveijrao a cam-
panil a de navegacAo costeir'a a vapor.
O Sr. Barros de l.arerda pede explicaran sobre o
estado da sompanhio l'eriiambucaua.
Sr. Marques de .Imuriin :Sr. presidente, ain-
GtKWWO
J:S00j(KK)
46KKr0uO0
a rcspondor-lhe porque de-ojo que esla assemblca
seja informada do oslado de nina empieza que (aillo
deve a nossa provincia pela iinpurlaute coadjavac,An
que Ihe presta.
Admiro.me sim, Sr. presidente, de que o meu no-
bre collega na discu-sao que suscita, fosse levada por
simples boatos, por ditos sem duvida propaladoa por
pessoas uesalleclas. E nem deve ser ostrauho que a
empreza de navegado eoaleira lenha luimigos ; se os
que s cuidam de seus negocios particulares aduna
censores para seus actos, quinto mais urna cuinpa-
ntlia subsidiad, polo joveruo. Todos leem seus ini-
migos, assim romo seus encomiastas.
A Compauhia Pernambucana, Sr. presidente, nao
conliaaau o mesmo professor a percober ordeuado
difiranla dude todos os seus cnllegas. Islo be laclo,
eo uao eslou phaulasiando...
OSr. Florencio:He urna infelicidade.
O Sr. Meira llenriques:Ku eslou somenle no-
laudo precedente-...
O Sr. Sa' Pereira:S3o bous.
O Sr. Meira llenriques:llonsou uo, lem sido
s.snlaos pelo poder eieculivo geral. pelo provincial,
e pelas Assemblas Geral e provincial.
r O Sr. So' creiru:Mas da' razio a cssa difieran
cji 1 Appello para o nohre depulado mesmo.
O Sr. Meira Henriquei.1'erJoe-nio, se o nobre
depulado appella para o bom senso, eu devo per-
siiadir-me que o bunsenioesl da parle la maioria..
OSr. Sa Pereira;Eu julgo pela miulia razao. '!' v..ulajo.a, porque lem lido alguus contralempos, j |,jnoso ',, 4P|,
OSr. .Weira llenriques: Mis emende querer anda uo fez dividendos, sera os quaes nao ha fac- esse horror Pan
que a raiiiha razao eolre em lula com a maioria '! I'dade para lea-la ao complemento do leo capital,
llei de ter um urgalho lal. ao ponto de presumir, | due deve ser.de (00 coulos, mas assim mesmo.para
qoe s eu lenha bom senso'.'... comas provincias coorprebendidas cm seu privile-
O Sr. Sa' Pereira:Ma. qual he a sua opiniio '! S'i P"a com governo geral lem enmarido, desde
que uovarucule encelou a navegarao, lo las as obri-
uri nos pro.tocos de una grande par-
le dacomarea de Nazarelh.sobrelo o da Serra-Masca-
renhas, e enjocomnoercio, ja eonsideravel, deve aug-
mentar de importancia com o estabelecitnenlo oa
navegacao eosleira.
Cabe-me josllficar a oatra emenda queodereri,
dando pieferencia a estrada do Norte.
Quando o sul da provincia (em urna estrada ja
bailante adianlada, comparativamente rom a do nor-
te, quando a par dola van progre lindo as suas ra-
niili.-ai.-n... do Cilio e da Muribsjea, quan lo, lalvez
compromellen lo os rendimenlo de (oda a provincia
vai gozando de grande melhoramenlo de nina va
ferea, he nolavel, Sr. presidente, que a nnica es-
trada do mirle apenas tenlia chegado ao eiigenlm
Panhsta !
Eu ja' disse nesla casi que na comarca de Guian-
a grassa a opiniao de que no Brasil lodo corre
para o sul. Som querer examinar ale que punln
he jaste esla queija das provincias do norte do Bra-
sil, he innogavel que o norle desla provincia alo lem
sido tratado por ella com a equidade que deve
exigir.
Ha varios apartes.
O Sr. S. Carcalho :' E entretanto, Sr. presi-
dente, os nobre. depuladu., em vez de iodemnisa-
rem o norte peto eaqnecimento em qoe lem sido
deixado, em vez de moderarem a accao absorvenle
do sul oa provm ia, quema que elle lenha eslrada
de ferro, que se d todo desenvolvimenlu a eslrada
do sul, que ella seja cerrada de innmeras ramica-
(oea le nina ntilidade secundaria, e que a nica es-
trada do nurlo de agora em dianle apenas progrila
igualmeulc com as entras, sem recuperar o (empo
immenio cm que tm sido conservada estacionaria,
alim de que luja dinheiro para as estradas do sol !
Pensando de modo diverso, eu julgo que o gover-
no deve parar a arremalarao dos laucos das estradas
do sul e seus lamaes, e da estrada d Escada, viilo
que a va frrea lem de beneficiar etfsa regan ; c
deve entender nicamente na couslruccao da estra-
da da Victoria, ale completar o desvio da serra da
Rusa, na de Pan o'Alho at Nazarelh e Limoeiro.
e sobretodo na de Goianna, que lem sido de todas
as mais esquecida.
Ha mullos aparles.
O Sr. S. Caruallio: Os nuhres depuladns, di-
zem que a estrada do norte passa por um lerenu fa-
vorecido pela atrela, e que pur lauto nlo eonvenj
que se fsca com ella anrita* despezas. Poi. bem, he
par que se nao gasle muilo ainlieiro menus ult-
menle, que a mirilla emenda consigna a idea de que
a estrada do norte, nao seja (ola fela sem mterrup-
cau, mas que sepim inelhnradus os laen* peiores,
desde o lugar nn.ie sP acha ale Pedras de Fogo. Os
nnbres deportados ja* percorreram durante o invern
o caminho de Bujarj a Goianna, e da Goianna ao
engenlio Novo? Cuno pois podem dizei que a es-
trada do mirle su atravessa um terreno favorecido
pola naureza '.' E sero esses dous os uniros lau-
cos que esle clamando pelos beneficios que temos
piodigaliiado a. oolras estradas *
Sejamos francos, seuhores depuladns, he que o sul
da provincia lem (ido humen, imporlanles que nan
se lem descuidado dos seus inleresses, e o norte ou
nao lem gozado a mesma Curiana, ou os seus homeus
leem sido Mjpplanlados em una lula desigual.
Ha purem urna cousa, Sr. presidente, que he su-
perior a lodas as argucias ilu eulendimenln, e alu-
das as voulades caprichosas e iulcresseiras : he a
jusiica, e MSS us nobres depulado. nao podem obs-
curecer em i .-I.ir,i i a' materia de que se trata (apoia-
dos. .
Da' a hora e fica a discusso adiada.
O Sr. Presidenta designando a o dem do dia le-
vanta a senta as:! horas da larde.
a estpida
e irracionalmente fazendn rlom qoe nina pobre mu-
Iher fusta mora aos pos do animal ; iininedialameu-
le foi prese.
Nao se enlenle rom o Sr. Moraes Navarro o
que d asemos a respeilo de cerlos clobs, e para o que
diga u nusso Al .
O vapor inglez a Avnn, o vindo dos perlas do
Sul, Ic.'iixe a seu bordo para esla provincia os se-
ginnics passagetres:
Challes Lae. John Massjn, Richard Auslin.
Segua para Southamplon e porlos inlermedios.le
vandn os Srs :
llr. .lose Bernardo Galvlol Alroforado e seu filho,
Joao Hermano llenriques II m. sua mulher e nina
lilha menor, Antonio l'edrol de Carvalho Burgos e
sua senhora, Joo Lniz Perjeira Lima, I'. \V. Ar-
kearible. e um. rnada, Benjamn F. Torrean de
Barro., Manoel da Silva Nogyeira, Dr Joao Jos J.
PoGSi e soa senhora, AngosloICezar de Abren, Fran-
cisco Gomes de Oliveira. I
O vapor o Imperador, il sabido para os pnrlos
do mole, lev., a seu bordo nslseguiotes passageiros :
Innoreuciii Piulieiro (^orii'-ajsua senhora e uro es-
cravo, Manuel Nunes de Mol, Antonio F'rancisco
(forrea Cardozn, D. Leopoldina Aulonia de Carvalho
Nepomuceno, Francisco Antonio Nepomnceiro, .Mu-
noel Zeferino Garca do Amai'al, Jone Anlonio hn
nes, Joan Emiliano Valle de Carvalho e um escravo,
tjuilherrninn Napoleao da Cosa Moreira, Dr. Joa-
quim Antonio da Silva Barata, Fr. Antonio de Santa
Rosa,' Ayrrs da Serra Carueiroi
I Al amanh'ta.
sidente,
0 general Escalado fea renuncia de cargo de ge-
neral em ch-fe do eiercilo do sul ; (o nomcado pi-
ra a substituir o Coronel Das.
1 ni trama de desurd-in havia ido desenberlo i
""i-a-, .-,. ., s. pi,P, -Csa em D-ov s ha ver-
is" e in-iica, .lo. oo Castigos qn. >, ,,
ZilT. "':' ,"'<*" ** .....na
""".....ule-, .:ira-ngos sau la .n,..,,.____
antes e-,
n. enriig r
(.iuasi qo.
de
ii.i
lam
ii ra.iigos m lan tmenle para
. p.ra ii is aniquilar.
P'.Iici, que andava no encalco dos individuo l.uasi qu. no. i^,ius Iransviaridn de nos., nrorm
|U(io onnipunhaiii, lento ja prend m um llalla- Sito ; mas vo|x,., ,..,,, e f,nttmot\tm
no iinhi.iiclu, eapanhalo grande numero dear-lsiderar a siluar.,o mual dacomarea a im,,,'
mas. manto em relaele a polillra, '*
Na provincia de Santa Ve, ama nova revoiaeSol De h.i muiioqu. ,iu, i,,,,,,,..,. jm pnrlanie as r.
bavia apparecldo, eom o fim de combalrr a cenlia- marca |ior seus pieredenle. honrosos e por vai I."
Iisar.lo dumlnadora do Paran, e na provincia de I josa pirao socal. ogerisam. e e reaeSMnl
Rioja lambem o povo se acbavs om armas contra odo ambos da meansa ar*t potien
governo. oulr'i
As uotu-ias de S. Paulo dio aquella provincia co-
mo tranquilla e sua populara-) de ptima salnbri-
e leude havida
por um exeesMi exclu-ivisia, anhela
cenas -oj i ludo, e n do outro nada
po pecraa
que o son sae-
e cada nm grn-
po no empenho do realisar ele de.i,t4rl|-Bt_ t^
rreaudo mutlos embaraces e Iroperit para a marcha
dos negocios pblicos da coin-rca. D c*ms ,|rr.
dade
Acerca de Almas, os n qu- nicamente encentra-
mos no. jornstaqne dalli recebemos:
Induslra. O Sr. Antonio Jote Rahsllo Cam-
pos, residente na villa de Tres-Puntas, lem eslahrle-
rido all una fabrica de lauco, da qual acaba de en-
viar amostras a presidencia.
o V.m Manauna, o Sr. Joao liaptsla Tavares Ame- l/iro das paitos de cada grupo vlo-se detsai
ricano, montoo, ha dous para Ircs i unos, nina pe- por assim dizer. faicas be.n rdeme, en Moa r.i,.'
quena fabrica, de que lambem envin amostras que qoe amea-'am golpear murlalmenlo a digni i,i, -
.....ilo abonam nao .....qualidade do material ik- | repulacao de ambos o. mecenas-taes Masa esaai
lin, de cojo mame analytico .leu contra o Eira. Sr. j corre.poii.1ei.cias e coamaoicadaa inserios na J-,-
\ asconcellos em seu relalunos,; como o sue genio ni- na! du Cnmmercio e ueste, que provocando a* Sr
A falla de meios para vencers dillicul- cummeiid.id. r loan Joa^uim e a mallos no tos
liv.-iam em re resal, a que vera
Victoria 19 de abrill de 1857.
Nenhura de us po lo prever qual sera* a cau-
sa motora do no-so fim. Anlonio Francisca do Rosa-
rio Taveira, mulher parda de SO a 00 anuos, viuva
de um anligo cadete Taveira oriundo da bella cida-
de de Oliuda, fallecen na noitelde Domingo de Pas-
choa. Ella sem companhia, pJrque prelTena vivar
so, apezar das reileirada. instaniias de seus bisnetes,
que a persuadiam por morar ruin elles.costumava ter
fechadas as portal da casa, eouservsndu abertl urna
jinella da frente d'onde -el i l.i --m um banco, leu-
do junto a si um galo ; pasfava a mainr pane dus
lia o.h nido para a na ; a ao escarecer fechova a
jaiiclla, e ia repousar mo s diz! leudo foso jun-
to a cama ; esle (como se presume, aleuu-se-the as
reopas, com qoe se ella agasalhava, e quando o in-
eendio foi percebido, aceda a polica ; e oulras pes-
soas, e nao lehaodo-se logo um macli-da para osea-
aporta, um soldado Subi ao] laclo, lan-joij si
lentru da casa, abrio-a ; o enllo lenlrando n SiTlle
legado e nutras possea-, ai-harain almisoravel oelhai
brasada em chainas,mas anda cota vida,que dahi
poucas hoiasjexbaloii.
Assim ar.ili.ni a Sia. Taveira, Ique oulr'ora pos
suia alguus bem, eiilretemln amioide ds melbaef
peososs desla cidade, mas qne de aUguns auno* a es-T
la parte passava os seu. ibas, eomojfira exposlo. Pen-
sara esla infeliz, que leria um lim Uto desaslro-o '.'
Cortamente que nao. Por lano nul sejamos grandes,
ou pequeos em rol.ica a p.i-iein spcial de ca-ia um,
uao dev os coucetiei a i lea da nnenro de qual-
quer iucideule, que nos pu.aa trazbr um mol incal-
culavel.
Com qnanto o viclorense em suas missiva. nao le-
nha nlTendido o melindre de iiuignlem ; todava al-
guradesalleiroadu doSr. coronel Tillortiiio.suppondii
ser-lhe acoberlado com essa capa, alira-se-lhe, qual
li-.i.i esfaimado, daudo-lhe dentadas^nais incfruule-
rai, porque esse homem (em a pelle foirada, e im-
penelravel pela sua oplima con iucIh de ha muilus
aiiim- por mis condecido ; como se Iv pratcad i pe-
le auouymo uinimigo da iinpreusa qo Liberal Per-
vivido esses individuos. Essa rallo nlo seria tarrea
bastante para justificar a repugnancia que elles lem.
em se empregarem no rullivo da caima, se a expe-
riencia ja' nao livesse mostrado que ess;, lavonra,
pela ualureza da planta. Ibes cau-a nolaveis incoiii-
inolos desande, bem ComoCumichaes e ulceras, que
sereprodnsora a medula que elles cunliuuam no -er-
vico. Nao se pude duvidar das vanlagens ociaos,
que deve tirar da colonisaclo europea um paiz ex-
tensissurio enmo u n09S0, aluda baldo de pupulacao
he igualmenteineontestavel, que o. colono- europeos
prestarlo valioso, serviros em antros gneros de
cultura, laes como na ducha', caf, digo, ele, com
proveilo proprio, e com inleres-e dus proprietarloe,
que os hooyerem conlraladn; mas lado nos indni
a rror que jamis essas vaiitgens sern oblidas no
cultivo da cuna de ssucar : e quando assirn acol-
tela, issu s lera' lugar lisa provincias do sul, ou le
os climas sao mu semeliaulos ans da Europa, mide
os terrenos o pro.tam mais fcilmente a produce.!.i
do vveres a que os colonos eslao arnsliimados. e
por conseguinle nao sera' mu seusivol a translo.
Entretanto como os beneficios da col.n.i-aeao em
subsiituicao dos braijos que uus fallam para os lr-.-
balbns ruraea, so devem estender a lodo o imperio,
e sendo cerlo que os colonos er.ropeus sao impoten-
te, para resistir no norte ao Irabalho que exige o
cultivo da canoa, que faz a principal base da rique-
za desta provincia, e de militas nutras, desde o Rio
Doce at o Para', a Assembli Legislativa Provin-
cial de Pernamboco vem rcspeilosamente solicitar
dos augustos e digni.silnos Srs. representantes da
nuc*3o, urna providencia, que julga importante e
de in me-;., inieresse para a nussa lavoura.Con-
siste essa providencia na a Imissao de colonos afri-
canos, cujos serviros .ao inconteslavelmente prefe-
liveis aos dus colonos eurupeus na cultura da cana
de assucar.
A Assemblca Legislativa Provincial de Pernam-
buco descubre nessa medida vanlagens para a eco-
noma interna do paiz, e para os proprios en nm -.
Todo o mumliosab" que os povo. africanos fazem
constituir luda a sua gloria as guerras, que pro-
muvein uns contra os oulro, donde resulta que os
vencidos se lornam propriedade dos vencedures,
que delles dispoem a sua vontade, ou vendeodo-os
romo escravos, un matandu-os. quando nao acham
compradores. Pondo de parle a que-lo da prefe-
rencia da escraviihlo a murle.nu da morte a escravidao
ninguem denarakde leonvlr em que o resgale do
miseros vencidos, embora com a coiidiclo de serrn
transportados pira oulro paiz, onde vvenlo, nao
como escravos, mas sim como homeus livre-, he um
acto de misericordia pralic ido para com elles indi-
vidualmente, e um relevante servico feit a liuini-
nulade. A isso accresce o melhoramenlo social e
moral, que us deve Uensforsnar de entes sem ser-
venta oh!, e sem ideas verdadairas do Cre 1 imens laboriosos e tmenles a Dos; .--im saldrn
Mes das trovas do groseiro paganismo, para STeui
illaminadoa pelo sol refnlgenlo do chrisliams.no ; a
liesi a.ie contribuiremos tiara o eamprimento da lei
providencial, que parece destinar para o gtneru hu-
mano um s symbolo de foA CRUZ,
dosifican,
dades por ora inherente, o laes eslabeleeiinentos em
nosso paia lem porem neuiralisalu eu bons de-
sejos.
a O que seria hojo a grande fabrica de luuca esta-
beleeida no Seramenba, i meia legua desla "cidade,
(icio finado Antonio Jos Vieira de Carvalho, se seus
etforcov palriulioiis lionVfsaem sido comtirehendi.los
e secundados '* ILje, se nao exportasselDOS, podena-
inos ao menos dispensar a imporlacao desse ohjerlo
do prim ira neresstdade, que de ca a da se iros
torna mais caro pelo alto proco dos carretas e oulras
cirenmatancias ; entretente dos magnficos fontoa e
hcllKinas formas nem VOSligios restam : apenas al-
guui aunqnario eonerva nina ou oatra peca como
uma reliqnia dessa industria que ebesnn a prodoxir
resiillalus iguaes ans das mais acrellladas fabricas
de Portugal.
Em cnusequencia de um grande temporal que sof-
fru, fui a pique uu da -Jl ,ln passado, na lal. S. 29
e :il)' e lung. O. G. 17" e I i', patach i nacional He-
gato, que deste porto havia sabido para a Ro Gran-
de do Sul. Felizmente a tripulerao, composta do ra-
piao, r.uilra-mesire e 7 marlnheiros, salvoo-sena
laucha, da qual pasaon para bordo do vapor iilmpe-
rader, que us con laclo a corle, aonde se acham.
I'endo-se procedido na cmara muiicipal a verifi-
cnco da elole|e de um senador pelo Kio de Janeiro.
nena a lista trplice compasta da maneira segainte :
Desembargador Seylo Lobato 556
Dr. ThOmai Gomes dos Sanios ->7
Dr. (andido Boiges Uonleiro 117
Foi publicado pelo ministerio da joslira a revisao
da lista dos juizes de direiio pela ordem de suas au-
lignldadea al 31 de drzembro do auno pausado.
Na Baha, linha sabido a' luz mais um jornal, af
Lti, que disse em seu ornspeelo, seria politice, li-
terario e commerria!. Dos Ihe do lonas de vida e
que uo soffrs Iropecas na sua carreua, essecampeao
que se arruja na tule da imprensa.
Clieg.ir.un, procedente deste purlo, ao do Kio, a'
12, o palhabole Pie lado, com 12 dias de viagem, e
a barca Sorte, cum 1:1; e a 13, o palliabote Lindo
Paquete, com 10.
Salnram para esle pnrlo, do de ln. a 13 o brigoe
Sagitario, e o patacho Sorpresa.
(Si?ttl(illttttCOJ?O>o
.i Os colonos africanos transportados para o Brasil
alloui das vanlagens que diri
gricolas, far3o acabar de ludo a cscraviilao, de um
F&G^A AVULSA
sX3)_L- IDIIaal.8
.l< almas do oulro mundo. Temos visto mal-
ta gente que nao lem inedo de ladrees, nem de faca
de ponta, nem de bacaniarte, ma que (reme de pa-
vor quando se falla em almas do nutro mundo, mui-
lo valenta capaz de penetrar ii'um acampamento
nimias, do investir cum um lean, de arcar cum um
gig-nle, mas que prefore antea mnrrer do que dor-
mir s n'uma casa e al n'um quarlu. Ollcrecei a
c.ri.V^r-*- ~- ------- i ~., ..i*, uma orealura dessas uma corea, comanlo aueelle
!fh_. le..Br'lC.0.'"Cdd .". 1"'S:^" "*?* mu'- va' buscar n'uma igreja as escuras, e por mais am-
renuncia o Ihreno. Dizei-lhe que
para com os teortof, em vez do respeilo
que se Ihe deve, he snll-religioso, e elle vos citara'
a alma de Samuel evocada pela pythonisa, econ-
versandn a larga ruin o re Sal, a quem revela
O Sr. Meira llenriques:X minha opiniao he,
com franqueza o digo, que em (hese essa difirenos
ha injusta. Entendo porem, que nao he no igual-
dado dos ordenados que e-ie' a verdadeira juslisa,
(apoiados) porque em urna repartican lodos us em-
pregados podem dizer-se collegas. mas nem a todos
cites corresponde asmesmas obrigaees, a mesinos
deveres, os mesmos Irabalhos ; e uem todas as mo-
lonas iem a mesma impo.tanria. Atienda o nobre
depulado, que um professor de latim, de francez e
inglez conjunctamenie, percebe 1:5009, e consume
tres horas de Irabalhos, quando oulro qualquer sbv
a'cadeira, e demorando-se alli apenas urna hora,
lalvez com menor numero de alumno, percebe lam-
bem b mesmo ordenado. Qualquer dos professores
vence 1:500/para leccionar uma scadeira, aquelle
porem que accumula duas cadeiras percebe igual
\.....-enlo, embora lenha mainr numero de Ira-
balho, e consumma dobrado lempo. E sera' islo
jo.slo* Entretanto, cu porque se lenha couherido
que entre as materias das unironles cadeiras ulnas
sau de mor impurlancia, e alcance em relacao as ou-
lras, ou por qualqoer razao, admitiese'que esle
|irofesior, leudo prlo menos o inesmo Irabalho, nu-
ca ordenados diflerentes. Alem disto, he preciso
lambem ter em cunsideracaoos resultados do en-iuo
desse professor, a sua frequencia na cadaira, o a pro-
veitamenlo de seos alumnos. Uevo \' prevenir que
eslou bem longo de duvidar das habililaeo- desse
professor de que se Irala, e que supponhu ser for-
mado em bellas arles. Entretanto, presciudiudo
da persea do professor, e referindo-me simiente a
radeira, lernbro-me que cm o relalorio do Sr. Vctor
de Oliveira, a presidencia pedio a Assemblca Pro-
vincial a uppressau da cadeira de desenho,
O Sr. Oliveira:Era oulrn n professor.
O Sr. Meira llenriques:Eu eslou lonze de sup-
por que o Sr. Vctor de Oliveira pedi-sc a suppressao
dea cadeira por causa du tuucnouarro que a regia.
O Sr. Pao/a Daptisln:No lempo do Sr. Vctor
de Oliveira havia Gymnasio ".'
O Sr. Meira lltitri/ues:' a cadeira de desenlio
nasceu com o uymiiasio '.' Ndo sei a que vem a con-
snler.ioao do nohre depuladu, perguiilaudo se havia
ou au Gymn.so nesse lempo.
O Sr. Su' Vereira da' um aparte que nao foi por
us uuvido.
O Sr. IfetVa Hetinquet:Kntan.penloe-m n iiu-
brv depulado, autor do projeclo. O nobre depulado
ipra-eiiiuu como rall principal paia fandam nlar
o se ptojeclo, a desigual la le do ordenado desses
profesares em rolarao ans uniros, entretanto fie o
nobre iV.pul.nlo que o enlloca em p.isico desigual
{urque d.|he o veoeimeulo de 1,100/, quando os
uulrus lem 1,5009
Ora, no qe eo n.ln pi-ss i r mcordar lie n'onia dif-
lerenca l;lo msquinha ; entendo que oao lie con-
veniente disluiuiir,esse professor dos sea* collegai
pela diflereooa d 1008, que he urna qnaulia inig-
nificanle, e nesse taso convuia anles que o projeclo
igualasse inleiramesie o vencimenles.
Portanto, dando-st estes precedentes, que (em
sido sl hoje adoptadas pelo governo, o por esta
mesma A-semb a, quet m tido sempre Mneeioaa-
dus, parece-me que nao ha razan para esse aug-
mento que o projeclo eontWjaa, sobre ludo nos ter-
mo em que elle se acha COacebfdo, e qoe nao satis
f.zcm as inleacci do nobre Jepulado, q;:c me pre-
ceden.
O Sr. Si Pereira : Sr. presidente, slnlo muilo
quem quer que
he daremos um
que deixe mais
i velha, ja dis-
Uu respcilavel, a
nainbitcaiii n.....Como porein.esse
eja, fosse infeliz na sua descouerla,
cunselho, se o qoizer loman a he
de vir com es-es embargos de maleri
cutidos, o julgailos nao prosados pr
imparcial puhlico, o qual coabeca o coronel Tibur-
lino de pocas, eui que lalvez e-e auonymo
anula nao livesse visto a luz du da. I
OSr. tenenie commandanle do diostacamen(o, e
delegado de polica Joaqun) Fabri, io de Mallos,
rouliuua n drsempeuho da sua ardu i milo eom
applauso geral,ilislnbuiudo jnstioa iuiparcialiuouie.e
naudeixa do ir mesmu em pessna,e ale a pe na distan-
cia de e 7 leguas facer di igeucia | ara a captura
dos criminosos. Feliz da cidade da 'clona, e seu
tormo, se u digno delegado for aqu conservado,co-
mo desojamos. Amen.
Finalmente fui revogada pelo juiz municipal sup-
ptenle do termo da villa da F^sca la o pie major Jos)
Francisco de F'aria Salles a pienunciaIprofernla con
is m\-terrosos segredos do futuro. Dizei-lhe que I Ira o Sr. Auluiio Jos Alvaros, priipaielario do ter
gaces impostas pelos respectivos contratos
O Sr. Barros de Lacerda :E as viageus lem sido
dadas'.'
O Sr. M. de Joi,rim :Sim, senhor. O rontraln
com o governo geral di/, que a snbvencjlo sera' paga
conforme as viageus que li/er, e nessa proporclu he
que a companhia as lem recehido.
Em principio he sempre mais dillicil mar h ii com
toda a regularidade, mas assim m-smo a nossa em
preza lem sido exacta uo desempeuho de seus deve-
res. Encammendoo mmedialamente doos vapores,
e apesar de um driles tardar aleas do lempo em que
o contrato de couslruccao astipolavs a sua entrega,
em menos de um auno os apresentou para a explora-
i.iiii dus pnrloa
U Sr. B. de Lacerda :E porqoe sen3o lem rece-
hido lodas as preslaces !
O Sr. M. de .imorim :A companhia he que nao
quiz anda mullir ludo o -eo capital, Tudo drpenrie
do resultado das pnuieirzs viagens. Na nossa praca,
Sr. presidente, ..s emprez.s sis sempre diOiceis "do
realisar, e depois sabe-se perfeilamente qnanto cos-
tn u orcanisacao da Companhia Pernambucana. O
privilegio fui concedido a' alguus capitalistas que al
julgaram que era unpossivel a sua eneorpor.ico,
lautu que tsse mesmo privilegio s depois de nova
ii..-/ foi qae appireceu na pi.-.i; i ; alguem disse ale
que em Pernambnco nao s- poda estabelecer uma
empresa destas. Foi preciso que oulros negociantes
se snimassom a lomar o privilegio. Ora, uma com-
panhia constituida cum lautas dilliculdades, que ia
explora; alguus pantos, anude he preciso crear om
cominera i que nlo existe, e alguus oulros dilliceis,
esmorece a muda gente ; querem ver que ella faca
dividendos primeiru para entlo tomarem as sus
arenes.
O Sr. II. de Lacerda :Entlo a companhia que?
gauliar com us vapores sem ter entrado cum o Ca-
pital .'
responde as ohservaee
O Sr. M. de .linirim :Tanto nio quer su candar
Nm faier sacrificios, que os dous vapores qu- tem,
sao s.iporiure- em eapacidade a aquellos exigidos
pelos contratos cum o governo geral ; a Companhia
Pernambucana al e-la' dando duas viageus mensaes
para a linha do sul, quando por ora s era obrigada
a fa/.er uma. S>- o nnbre -leputadu quer mais miau
cioso eadareeimenlos, us en*onlrara' no relalorio da
dlrecfio que Ihe fspaao mostrar.
O Sr. II. de Lacerda : Nlo devolveu seu dis-
curso.
(I Sr. Sousa Carcatli
do precedente orador.
Borerro-M a dicusso e approva-se o artigo.
o Arl. 11. Com a repartican :
1. Com os empregado-, coulinu-
ando om vigor a dieposIcSo do rtico
|-J da le do orcameuto n. :t-J0. :tS:l)2st)00
a J -'. Com o evpedieule c asseio da
cas*_............. 1:4509000
Vem a mesa e apotam-se asseguinles emendas.
N- Acresrento-se ao artigo 12 o eguinle in-
clusive a quantiade LjOOMPO pira indemnlsacls de
liento Josu Piros.Paula Bapliila.
N- Continan lo as ine.mas disposees do or-
eamenlO anterior relativas a. estrada, de Goianna au
porto le lapomim e a comarca de Naiarelh.Amo-
ri.-n.Sonsa Carvalho.
M. 3.Depois de acoda diga-se lambem com es-
tados para pojoi arto.isnoi.Sa Pereira.
he uma falsidade, que he um dos frnclos da supers-
lican, e ellos vos atlimani que com seus proprio.
odos a lem visto, e cum seus propnos ouvidos as
lem ouvido, que sea asparlo he horripilante, que
sua voz be fanhosa e medonba, emtim que as almas
do oulro mundo sao lio reaes, como o que nesle ha
de mais real. Has urna rousa celebre (,)ue a(-
Ir..r. ."ii, ha entre a almas e us mentirosos nu covar-
des ? Nao ha alma que quoira ser vis|a por nina
pessoa sizuda, ou animosa, mas perguulai-o a qual-
quer pelero. ou medroso e vede se lulo lem elle
ja ^conversado cm minias almas ; ora uingiiein cre-
ra" que as almas lenham inedo de quem lem cora-
Bm oo de quem ala mente, paranlo se s com
alma, conversa quem be me-irnsn nu pelero, claro
tica que as almas piovm nicamente da imagina-
Cao e da mentira. Mullas veze. he verdade as al-
mas lio realidades, mas he qoaodo sao deste mundo
e nao du i.alro. Nesle caso por excmplo. Duas
pessuas n'uma casa queriam e assenlaram encontrar-
se, e basteo iln para (rar a casa mal assumbrada.
Kra Indas as noites a cerla hura uma bulbo, que pa-
iccia querer bular a casa em baixo ; gnlus, gemi-
dos, carreira, Crrenles arrastsdas, traste, esluuda-
Ihados, ludo faxia a lal alma, al que atina! (odos
e i.iiii deilar longe do logar em que ella fazia sua
penitencia. He n que ella queria. Repelia-'e lo-
dos os dies a#eoincdia para os nleressados, e a tra-
gedlo para lodos o. que tren.i.uu de medo, ale que
uma vez a alma em anas arlos rolou de escada a
bailo, e voi encontrada de maiihaa de perna que-
luada rodeada de crrenles, depcis de ter Inda a
nuite gritado por soccorro, mas deb.ilde, porque
quinto mais grilava mais nielo eaosava. F.is ah
como sao a maior parte das alma, as ver.ladeias ;
lodas as mais ou sio mentiras de quem as dil que
(io, en piudu.-tu da Imaginario de quero as lome
ver. Para o sujeitn qoo lem modo de almas, una
fnlha (ue se muve silo pasos que se dirigem fiara
elle, um nada caua-lhe extraordinaria impretslo,
tu I i p.ra elle he alma, todo he realulade, por ou-
lro la lo aquello que se quer inculcar do valenle
de mentiroso, cunta que conversa
ruin as almas em s foram amigos seu, e que nao
ha dia em que c'.eixe de as ver ; eis ah os Ires crea-
ib res de almas, o mlerosse, o medo e a mentira.
Set/uid nimia, be o principio que a quasi lo-
d.s ,i-i ousas deve regular, sin exceptuar as poe-
sas que aos crnlus fio recitadas no Ihealro, Ouv-
ino dizer por quem aotende, qne Pernambnco ac-
I lu.ilnieute nao eonta mais de do/, poetas, mas nesse
II aso, muila gonteque nu Ihealro recita, nlo he poe-
ta e he massanlc, ou entan o critico eng uiou-se,
porque noites ha em que talve/. mais de dez reci-
ten.!. Ora sejamos francos, Srs. poetas, vos sois un
crois que vos nao c unpsdeeeis, i em do eetor que
fatigado polos transportes fax (.....i lauta ilelioa lo/a
no da Victoria de reconliecida probntade, pelo su|
pasta crime de seducrao d escravos flerlenceiites ao
Sr. Francisco Antonio da Cunha dcve.fur ao Sr. Al-
vares da quaiilia de 5 cont, oito contojs e (anlus mil
res, e mlu de dous contoa oilncenlus e lautos mi
reis, como declare .pur olvidacin) em! uma da mi-
abas anteriores uus.ivas, quando levei ao publico
esle ficto ; e entao disse eo qoe eslavia persuadido
m das vanlagens que darlo aos proprielanos a-
de que as autundades criminaos da Vi
farim Daquear esse iuiquu procedimer|
a da -.-cada
(o, e assim a
conlei-cu. I.ouvores par Unto sejnni dallos ao Sr. ma-
jor Jus Francisco de Faria Sales por esle arto de
lana jusiica.
Aqu chegou o Sr. Dr. Elvdio Jan en de Castro
Alhuquerque, mofo de recunhecida I abilidade ; e
abnu o seu eseripiuriu -le advogado, e ( a tem adqui-
rido alguma cliente!., devidl jal sua Horneada nes-
la cidade. O sol lem sido ion intenso, qoe os agri-
cultores se queixam, que estn perdendi o feij&o, e
milho ltimamente plantados,
A salnhridade corre sem aller.a{lo ; e Dos queira
que assim continu.
A familia veudeu-se na feira a 200 21 o a cuia,
o feijio a 1:1-2* ; o milho a ton, o earrapala a 300 ;
a carne do Ceara' a 210 a libra ; o baealhao a 110 ;
a carne do sol a 1120 ; a de sevado a 'iOI^ a linguii;a
a 320. a de loaelotvo a -2Sn. Ilouveram l'J iois.qije
se venderam lodos ao calculo de io por arroba de
carne. No aconsue cunsumiram-.e (il; a i carne
mais gorda foi vend ia a 59120 por arroba.
Ale oulia vez.
O cictoriense.
REPAHTICAO DA POI.ICIA
Oceurrencia dn dias IS e 10 de abril.
Foram prea : pela subdelegada da srecneiia do
Recife, o prolo escravo Manoel e Bernardina Justi-
na do '.armo, por ebrios, Beulo Jos Anlu.ies Pe-
reira e Antonio de Siqueira, por briga. Rila Mara
dos Prsxeres, Val tesina Mana da Cancei{lo, Jos
da Costa e o preio escravo Joao, todos sem declara-
aniiliarinenie ':s*' ,,n molivo.
Pela -un I legaca da freguezia d Sanio Anlonio,
ioaqoini do Mallos, par crime de furlo, e os escra-
vos Lui/. e Virginia, pnr de-ordem.
Pela sub.ielogaoia da freguezi.i de S. Jos, Amaro
Tiburrto. pa asoriguaeoes policiaes, o pardo es-
cravo Antonio, por fgido,eo preluesrr,iv i DainiSo,
por infrace.'io u p istnras maniclpaes.
Pela snbdelosaeia da rregnexia da BoaVista, o
prelo escravo Railiael, a reqnerimeiiUi i}^ seu si-
nhor, Josa Joaquim Ituiraarles, pur desurdeiro, <
prelu escravo Virginio, par desordem, e Marlinho
Garlos dos Santo.*, por liaver fondo gr.iv mente a seu
proprio i.mlu Manuel Carlos dos Santo.
mudo digno da i.luslroe.lo da nardo, sem violencia
da paMe da governo, e sem repugnancia da parle
dos proprielario. de escravos. Esse resultado que
incuiite.lavelmenle he uma das msis bellas aspira-
Cues da civili.acilo actual du inundo, e que t.nto a
distingue de lauas as civilisacSes precedentes, sendo
desoja lo como tem sido, curo a maior -un- n!i e
pelos altos poderes do euado do Brasil, encoutra
lacil -cliir.ei na imporlacao dos colomnos africanos,
no modo de dislriboi-loa pelos propnelanus, e uas
leis que devem ser promulgadas com u lim de regu-
lar materia do importante, preveniudo os abusos e
garanlindo os direilos de ous e oulros.
Nesle empenho he impossivel que a Inglaterra,
que tao gloriosamente se ha esfumado paracouaeguir
a redempcao dos captivos, e a quem a forra dos Ira-
lados, que cum ella tenius assign.do, duo direito
da -or un. ida nesla questao, nao deixe de applaudir
nossa resulucao, e facilitar-nos os meios de levar-
iiin- a elleitu essa medida, que igualmente Ihe inte-
ressa em razio da exlenslu du seu commercio, e
pela nei-c-s: lado, que lem, dos no-so. productos a-
griculas, que (lo quasi exclusivamente os generus
permulaveis pelas suas fazeudas impoi ladas no im-
perio.
De mais : a medida proposla encoutra preceden-
tes no pr iredimenlo de governo inglez, que nao
dovid.i empregar os africanos apprehendidos pelos
seus.cruzeiros us servicoa ruraes de su.s colonias.
Conaegnida a imporlacao dos colonos, compre
disirihui-los pelos proprielarios, que os solicilarem
us quaes (asignarlo um contracto eom o governo com
justas rnndiees, sendo uma dellas liberlarem seus
escravo, fic.indo estes como colonos de sua fazen-
da por esparo de de/, anuos, e recebendo o pruprie-
taro em remuner.ic.ao, por cada eseravo libertada,
dous colonos Africanos, de cujos -ervicos gozara'
pelo mesmo aspeen de lempo, lindo o qual nuvu
contrctil sera' felo, com as eoiidiciVs que ama lei
especial eslabole era' ja' bizcada na experiencia,
lie claro que deste modo nao s os pequeos, como
o. grandes proprielario. loado em vista os Incms,
qoe podem tirar, do segmento da forca para manejo
dos seus eugenhos, vnluiiUriamente libertarlo seus
escravos, cum os quaes puucu n.teres-e rrl,|ivo lira-
riam, sendo precisos:) auno, pelo menos para faze-
rem a pullo que o augmento dos irabalhadores Ibes
eflorece em 10.
A is-o arrosco a diminuicao das forras physicas dos
escravos pela idade, e molestias, que lbe faz perder
gradualmenlc o valor ai que murrem.
Alera desias consideraejUes, podarla a assemblca
legislativa provincial apreseutar rhuilas oulras, e
nao leiaesse abusar da pacienca do. augustos e dig-
uissimos senhures represeulanles da nacao, emquem
un fallam illnstraelo, perspicacia e prudencia para
bem desempenhnrera lodus os trihalhos concernou-
tes ao ohje.lo da presente repre-enlarao ; objecto
sem duvuia muilo seiio, eque merece "ser eslu lado
prufundamenle.
Sala das ses-es ds assemblca legislativa provin-
cial, 21 de abril de 1857.
Dr. Sabino Olegario l.udgero Pinho.
Depois do que, entrando a assemhla na ordem do
da, approvno em prlmaira disctala os projeclo. na,
20, que elrva a cidade a villa de Caiuan, 17 que
prornga pir mais dous auno, a lirenca com orde-
nado que esta' goleada o ajiHanle de" engenheiros
Joaquun Pires Cameiro Mnnleiro. e 10 qne approva
n compromiaso da irmandade de Nossa Senhora do
I.'-. Lmenlo de S. I.ourenoo da Mala.
Entrad em segunda dlscnsslo o projeclo n. 20. que
concede duas loteras a Jos Anlouu de Araaio Ju
niur para montar uma alirica de leos em Papacaca,
o qual f., approvado.
Entren em discusso o arl. |:| do orcamento, o
qual foi approvado, licou adiada a discusso sobre o
arl. ti.
A ordem do lia, am da conlinuacjn da materia
adiada, comprehondo a pnmeira diseado dos pro-
jeclos ns. 0 e :17, e a segunda do n. 20.
GOIANNA. E A PATRITICA COMPANHIA DE
KAVEUACAO A VAPOR.
A commarca de Galano* lem um solo ahenenadn,
e muilo proprio para lodo .-> E'ner i de produccao
agrcola ; tola vegelaego ahi he fcil c anundaute,
porque as malas, nos, ribeirus e corregos quo pos-
sue u terreno em grande quantid.de Ihe dan uma
ferlili.lade nolavel, a (OU clima seria u mais sau la-
vel se os pantanos que cercana a cidade nao geni
sem as febres intermitientes, tilo moililicaderas.
Mas, se|a qual for a ferlih lade de qualquer solo,
a agricultura e seu commercio, jamis subirlo
muilo ern ponto de prospenoade, se Ihe fallar boas
vas de transporte terreas ou msril -na, que, acce-
lerau lu a chogada dos (eneros ao marcado, os livre
da curqsjpclo, iclerioraeao. parda, e da alrus mal-
los inconvenientes, lem de-diminur mullo os fre-
tes, din a giaude vanlagem de puderem es pro-
diicloies alcancen os maiores preces du mercad*,'
sempre vaeiUiiies ; porque essas vi.s us habilitan.
p ia remetieren).....s genero, com maior presteza
pussivol, lugo que Ibes consto o maior prerudo mer-
cado onde -a vendidos ou consum lo-.
Nanharaa dessas vanlagens se obliim com o Irans-
po lo a o ..vallo, ou em barracas. Em qualquer des-
ses transportes os freles sau exorbitantes, surcedeu-
do quasi sempre chegarem os gneros ao merra lo
fora do lempo de aleaneaiem o melhor prern, e com
gros-a avanas. No lempo invernoso as b .'rcao-i- se
demorara muila vezo 15 das de porto a porto, e
mesmo fora da eilacao iuve-nosa, os vento, contra-
rio retardara minio os Iraiuporlos, com grandes
quebrase avarias nos genero.
No transporte a eavallos chegam os gneros une
Miados ou muilo damnifica los, pelas chuvas e quu-
das dos eavallos, e diminuido, pela ma ( do. con-
ductores ou arririros. Einfim. mais de um ierro da
prodcelo se consume em freles, avanas e furtos ;
prtanlo, suido o que lomos expendido verdades in-
conleslaveis e eofnproVadas pola experiencia de lo-
dos os dias, qual nao he o grande bem e uiiiiion-a
vanlagem que lem de resollar do transpone a va-
pnr de lodus os gneros de expurlacao e importa-
Cao que (.fiorece a enmarca de Goianna a patri-
tica Companhia Pernambucana'.' Sim; nos de.de
ja felicil.unos aos seuhores agricultores e eoramer-
ciantes da comarra de Goianna |iur essa nova era
que vai surgir Porquantu e-se le eo de vosso suor,
consumido pelos exorbitantes (retes, pelas avarias e
(tela mu fe dos conduolnres, reverter em vusso pro-
veilo, porqoe essa associaco vos garante a carga de
trapiche em trapiche, e responde pelas avarias dos
generoi que nlo fuera resalanles de lorra maior.
e para galibar VOSso conceitu empregar n maior
desvelo e cuidado alim do que os gneros chegucm
sem detrimento algum.
O agente dessa briosa e patritica companhia he
um nosso patricio bem condecido, o Sr. maj.r Joa-
qun! Rapharl de Medo Jnior, que s bre ser dola-
do da proln lade a toda prova, he muilo aclivo, in-
lelligenle e mudo loloranle, pelo que rene no mais
alio grao as qualidades precisas para u cmplelo
desempeuho do cargo que Ihe confien a companhia.
e pelo fado de (er sido escolhido para agente um
nusso enmare! lia digno, mais syupalhia nos deve
merecer a companhia.
Com desmesiuadc euthusiasmo lem a maior parle
dos agnrnlti.ro- e commeroianlos receido a noticia
da prxima vinda dos vapores, u assrvera-se que
sera visitada por um grande concurso de pessoas e
de familias da cidade e de fora.
'Is barcaceiro. (eom lulo elgumas tristes apprehen-
ses, por se persuadirem que a companhia vem ac.i-
bir com o trafico da. barcacas; o que nlo acredita-
mos, porqoanto sobre nn ter a roinpanhia o |invi-
legio exclusivo |iara (azer a navegacao da rosta,
accresce que ella nao lera tilo (randa numero de
transpnrles que posta dar .encmenlo as necessnla
de detodos us porlos, e por i.so einpre as barracas
leao carga e ssrvi(0, como sucre le na llalna, onde,
a despello dos muilo. transportes da companhia, ns
barco, chavecos ou hiatos continuam no mesmo
ir.lico em que se occup.vain, nlo falla.i1 para
ellos carga, era (iara ns v apures, que leem dado um
locro multo grande para a companhia.
E quando succedosse ter a companhia lanos trans-
pones, e Lio commodos e vanlajusos que dispensas-
sem o Iralicu das barcacas, quem nu abem;oaria
uma em|irez. lau ulil que vem substituir a uuira, de
(autos Inconvenientes para o commercio e agricul
tura
V. pela subdelegada da freguexia dus Afogado.
icio de ouvir'-v nem do p^bTico que lile I Mario Francisca da Concedi o Thereea Mara di
.lamente goslar de lano verso. Di/eis qoe Jess, por inga, Anloiro da Costa, por Oso de armas
pode ce.iam-iue EOllai ue lano verso. Dizfis que
o Sr. Julo Caetano ve. enlhusiosma, ma. apoulai
uma pessoa a quem uo lenha elle enthusinmado,
e nem |ior isso lodos devem recitar ; ma s um pou-
co de eooacieneia e deixai que s o mrito applaoda
u meriln ; o publico uuvira' sempre com prazer
poesias c uno as do Srs. Doria, l'uilado Cuclho, ele,
mas uo qualquer rolleccao de al. rrecidos verso.
A' proposito de Ihealro, que chusma de filantes to-
los camarotes Uma eniradinha de filo reis he o
que bsla, e la' val o suje.tr>, impingindo que coin-
proo cadeira, apreciar os camarotes alheius. Feliz
Icmbrinco.
efesas. o osrravo Anlonio por fugido, e Jos .\ntn-
nio Je Sonta, pnr briga.
20
Poram presos: pela sobdelegseia da freguezia de
Santo Antonio, Lui/. Salvador, que diz chamar-se
Francisco Salvador l'.arliosa, por mrac; in de postu-
ras monicipaas.
Pela sub lelegaria da freguo7;i de S. Jos. Mar-
celino Eslevlo de Lima e Luibelina Joaquina dos
Praxeres, por brica.
Pela subdelegara da frcaue/ia dos Afosados, o
prelo escravo Antonio, por fgido, Jos Anlonio de
O vapor inglez Avona irooxe-nos joroaes, eojas
dalas sau, do Rio a 11 e da Haba a IS do cur-
enle.
Alom do que em oulra parta achirle os leitores,
eis o que de mais ha : ,
Por decreto de II, foi mualo vngal r'nnselho
uprein militar o chefesde csqnadra Pedro Fcrrei-
ra de Oliveira.
No da I! f ii ollerooida pelo corpo de raixeiros,
da rorle, uma coroa deouro ao ador l-'lorin 11 Joa-
quim da Silva.
Pelas ultimas dalas do Rinda Prata'. reeebidas no
Rio. sib ase qoe em Montevideo e febre amarella
faxia alli estragos de tal s0rle que lo ns u. ramus de
vida fiearam como paralyssdos ; a poltica e o com-
mercio eslavam loininados por e-la forca maior.
Em Huenos-Ayres, leve lugiir no dia 20 do pas-
sa lo a campanha eleiloral para a organiaca da
duas cinaras, que devem escolher 00 I de m.iio o
novo presidente para a repblica. A imprensa, os
partidos e o governo foram concordes na liberda-
de do vol ; elle com efleilo o fui de lal sorte
que al ai senhoras distribuirn) floras, filas e
lulas.
Uuem nao applaudi.a' boje as lypegraphiaa, qne
snbaliloiram aos copislss de insiiuscnplos, embora
com o invento di Has licassem desnecopados ns co-
pista, e mesmo em os lucros nesse Irabalho afanoso
e imperten,i '.'
IJoem lulo bemdira' o inventor das machinas, que
boje em iodo o mondo civihsada prodaxem lanas
maraviihas darle, embora doixassem sera oceupa-
(lo centenares de bracos .' L as-im a. vas frreas e
as locomotivas, e oulros inultos inventos que lano
team (perfeicosdo o irabalho do homem ?
Portanto, bem baja e bem viuda soja essa lio til
e ventajosa emprexs E u da em que pela primea-
ra ve/, aniear o vapor no porte de l, liaana deve -or
iim da festival, porque lem de a'si.nalar ama aova
era de melhoramenlo e de progreoo para a agricul-
tura e |iara o commercio desla comarca, qoe lesa
lautas propnrre. parase engrandecer, pon de-se a
csvalleiro das demais, que nlo cmtam tantos re-
cursos n Inr.ies.
Mullos vivas o saodard s enva a' patritica C in-
panlua Pernambucana
" Coianntsta aperantom.
A O
prenle, e (miles,
no mesase Diario de Ptnmmmmea, a.sgnada po. ~-
aulor. que fo, ltimamente re,'!ia<;,.da |Hr uuira as-
signada pnr um liberal coiau.ii.la, asando so in-
culca ; leudo lambem -i n. em oulro. lempiM moilo
provocado o Sr. cuimuendador Antonio I r.mriscu
Pereira.
Nlo nassaremrs em rezrnha o. m de-, q,e deve-
ra, i surgir desse eertante iminoral, e va deleila ap-
pereeende, porque -ao de simples minira. Sun ;
a qualqoer do. mecenas esta.i confiado. SJSau le- in-
leresses puhlirus. poique um lio u ohefo da cusrda
nacional da e. marca e o nutro be o presdeme da
cunselho municipal. II- nalural n.' irme ., i ,,, -
cha torluosi d,s paixes que ns maiilel res de
lula, queiram qae o inUroaaea publiro ae vr-\tm
ao mlerosse dos dis-idenlo e asim qual sera
paradeiro deludo i., Lu so. digo, .-nl,res dit-
si lentes, llilorpec-menlo na marcha da jastiC',
dosurganisacan na gualda n i-innal, atraso uo par-
is sacan na esto dus nego.-ios muniripae. Os sa-
quarrinos da eovaarca leastao aaaciaaaa, eos hbevaea
estraga los, porque a minga ira' envidvendo a loa*
e lodos ira se prestando s exigencias de cada usa
dos gropos, segundo -uas syinpalhias oo anlipalluas
pelo grana A o pelo grup II.
As eleices pvisaadaa aotaaj "ais rxcaudescimetite
a esse raiicur e odinsidanc que se vntam os mece-
nas e seus unos ; e aind. mais requ.nlne com
a demissau, que deu o governo au.r.-ng., de eleg,,l,i
ao Sr. cominendador Antonio Francisco Pereira.
lomo, ale agora samis apontado os farlos sem
a menur recriminacl ; mas leudo o Sr. liberal
goiannisla em sua correspondencia de x do andante
mserta nesle jornal, como que evocado o naase -.
leraunh em pro de cerla as-errlo. cosa o qne moi-
lu nos h,.ni.ni, -e dignara' uuvir o i.....D jui/j a res-
peilo de ludo ito, que temo, contado cima, e por
cuja verdade nos responsabilizamos, permitliate ooo
Ihe ajumemos alguma. rrfl-xoes preliaiuares.
lie cerlo, como diieu. que mno. amigo.'da Sr,
commeii i.nior Julo Jaaquim da Cunda K-sa Barra.
nlo de baje, ma desde que chocamos a esta boa Ier-
ra, sendo tamh-m verdade, qoe em algam lempo
eslivemos emoppusiclo a cerlo raododr||wnar sea,
bem como ha poucu divergimos do peu-aroruiu .1
Sr. i ...nieo.I.i loi Anlonio l-'rauciscp, a respeila de
candidato que devia representar o circulo da
tioianna.
Elle voloa no Sr. Antonia Alve de Soasa Car-
valho, rerlamentc inuil digna para repteaentar
qualquer circulo da provnola, e aaa v lam. ao Sr.
Dr. Ju Jos Forreara e Aguiar, que ubre ser lia
digno romo n Sr. Carvallu. trm da mais o acci .en-
te ue sr lilhu de Gosanna, lerr qoe lem e eonaao
ue prodoxir lautos glhoa illu-ire. por armase ledras,
e que seria uma pesua madrasta, so (..-se lura bas-
car o que tem eom prufua na prupria casa.
Nlo temos a boa tartana de ler naacido o aben-
rn.i io (orrlo de Goianna, m*s advocamos ama can-
sa justa, e nem he mu ionio este netao parecer,
porque na primeira presidencia do muilo u,bre Sr.
barao da Ba-Vista livemos a hunra oa sor membra
de lima Suciedad.-, conjiinclameule com os Srs. lu-.
Feiiuza, llran I.',,., Vrenle I-er reir Ijom. e oo-
Iros, cojo lim era ver, o podaramos rveaprr e cir-
culo de ferro, que formaran) em lomo do Sr. bario
o lilhos de oulras aarovinci.s, qoe com a toa pn>-
recca lu lu queriam domiuar e ava-atl.r.
Alguus dolloapruveitaiido-e dessa peador qoo
patenleava.i ca la puso o|Sr. bar.o.p los hlho. dona-
lia provincia,abu-araru de.ua boinU-ie, elhc crea-
rain senas duli.u la le paia satasecunda admim-ira-
Ca, que cun prime.r, IheeoaMroir.ni nsnindele-
vel podra i de gluiia e famaimmorred ra. Para nn%
isso s serve para pruvar, qoe o Sr. baria cuma bo-
mem leve esse drsvm que era nada qus-i agooreo-
luu o reapeila e estima que Ihe (ribulamas.
Ma. e somos amigo, do Sr. eniam-n lador Jala
Joaquin, nao leinus sido inei.os do Sr. coaunienda-
ilor Antonio hr.uci.ro Pereira, e laola elle romo
muila. pessoas da comarca -abe, que sempre v te-
mos defendido, ja pela unpr-.isa alirande a lava aaa
seus immigos, para que a .-.escolelo proven, as ne-
felios c crimo, que llie assacam, como oa a I hijo
lo I. de selemhro de Ha, e ja pugnando por saa
diguidade e honra, mesmo na sala e al na masa
de seus desadecio. ; e isla rom naca da perda das
rolarnos araig iveis que mamemos com moilos 4a
seu. aulagonisias.
Seta aliaos de cummuiucacao com esle doas ri-
vaes e cora passaas que us conhecem do mallo lan-
ga dala, nos lera habilitad a fazer a re.peite do
cada urn delles um peso segura, qne vamos po-
lenlear.
A tli i ni ni.o- qua o Sr. commendador Joao Joaqoam
da Conlia Reg Barros, como liuinr.a parlKalar, ha
um eiosHoMo pal de familia, amiga nroslimooo. e
senmn numigo du. ,i-..i-.ih,, ,,. prrverams o
tanto qoe nunca amanas proprieilades Ibes doo soa-
nda, e nem seu. intmeos apoulara um m> morando
em -ii is (erras. Como pal, (em sempre apealada a
seu lilaos a senda da honra, sempre reprovando
seas errse desvias, do que leons ido leslemoahas,
lilho da pouca dade e da uri-llev.m. empreeand* ale
o rigor, pelo que eu. filha saluda, ha pooeo do
patrio poder, leao pratieado alcomas irapiodconsj
mas anida neiihum rumm.ltcu um crime.
Nem semine os lilhos recudiera as bas Henea de
seus pan, nem sempre se apruveilam de seu. bous
exeinplo..
Como homem pnhiico, he moilo dedicado ao eum-
pr i uien i o de seu. deverea, a lelia apresaotado em
muilo bom p a guarda nacional da comarca, aenaa
livesse sido infeliz na esculla de algn, oflicises o
commandanle. dus corpes.
O Sr. curoiiel Antonio pranci.ro Pereira fai wn
los excellenlis delegad., que lem lulo e-la comar-
ca, e se multas vezes na iez linio o l.-m oue de*e-
java, foi porque nem sempre leve a saanfipair!o
os recurso, o dado, necessanos, lem pre.idn
erandea (er*oaai a eaaaa :.. or u-u ,-n.i,i .
iiiiiuigo dos crmiuosns e inra|iaz de prati. ar casas
mi.una e vilamasque fcilmente Ihe Irmallrihmda
seu- uumigos.
Fiiiatmenle, be homem de mu poorsa palavras,
mas de multas arene- generosas, que moilo real-
eam, |iorque sabe fazer .-lardo dellas.
Finalinenle esses d-.o |uestantes cidadaossan daas
preciosidades do partid da ordem, c pnr no. se-
uhore. dissidrule. de qualquer ,1,. grop.e.. be.i rec-
tos, que cora assaa coirespnudeunas iu.ullaoaa ja-
mis conseguiris deprimir o rr edita a basara da
qualquer del,es, a ponto de cousegui.de--, qoe om
ej ludo na cimarra e n outr nada. '
Irabalhai antes.'(wra que e h.rmonisem, e se
i'so fr diflici1 nu nnpusiivel nao j anjah) am randa
o muro, i urque naasa embale lem aVJ resultar ara-
iles male. para o bem v engranderiineiil ca comar-
ca, tlualquer um delle. lem. coma domen, (rinde,
detentes, e portate nao sedevesanlilicar um a ex-
pensa, de crdito e resnaUflf d outr ; e pr nal.
que vos causis, nuuoj cou-eguirei. que o poblira
se persuada, que um he sanio e u ouli .lernumo.
Van. e baldad sera" sempre ese empenho !
O Sr. commendador J<., .!,,.. qn.m i iipnde.ir
respuiisalulisado pelos r.unes, qu- por ventura le-
lil un pralirad aigun. d- seos prenle, t amig.es.
quena a bsnram, e q-.e na -' ii.i su .,,,...,.
denota, e por igual m lo u Sr. coronel Aamia
l-'ranciscu.
Ilem sabis que om nutra, fim.lia. i-ml.-m trm
apparecldo mamaran postres o aanarssaadm ; ei, ..
vuseasertmes naol m feHn daoapreetar oao easa
fes, ajoand elles ole cuncorrem, a antea oa
prevam altamente. Pos j. Ir asta rnada oaacaasa,
1 ulinuar se-au.

II
I.
t i.le.
retan.
(MARCA Di: GOIANNA E SUA ACII Al
MU A(.\i) MAIKRIAL E MORAL.
A siiuaciio material desla romaica lera sabido
muilo de poniu mi reln.- a sa. proaperidade, se-
na fura o golpe lenivel. que ihe deacorregan, a
breo exterminado! I i rbolera, que redaxi. a quasi
s bracos Iteres e escravo. que exe:s%a_ s|re Lendrsja, 973| 60 :. o 27 T.sa'.Ki.l
I'.ni-, :,.'ai re. pur fi.
ritACA DO RECiFfi -I HE ARI.II. v-,
i HURAS i '. 1 ARI.K.
,.-ie, i. ctaea.
-nnln de lellra9 ao hhmh.
inbiii sobre 1. .mire. s7 SsB gaj d|v.
rredericc futuit..
.". Km -.
<: los.
melada
menta se empreg.v m n Iralt.llius (gtieolaa
lio eonsideravel foi e-so gru.le mal, que aprouve
a I) os mandar-nos, que por mallos anuos nos re-
seniirenios de seus Uniris i-fieit -.
M.s alo abemos porque provilencia divina, (
depeit de ludo, a iiuarao material da romarca
anula he favorave) e vantajo>a, ver ale foi descripla pur um eommoicanle ne.le
acreditado jornal de :ll de marca] nrimmo passsd.
E para pro\a dessa iins.a asserrAo exhibiremos o Disconlo de ledras, de' a 10
fados de ler sido a colheila do asiucar abundante, I Dito-do banco8 a 10.'
Lisboa, 95 por ( de premia.
a Rio de Jauei-n, p, ,tu, ,i, evonlo.
Acetas do Banco, lo a 15 de prenu...
o cumii.inhia de II eaarsba .aSjgaajTa.
o a companhia Per anibuce.ua a* par.
" o Ulilidade l'obl.c... :,t p-r corlo da pirmio.
a a Indemuissduia. *,- id,. .
da M(8aM e fero JU por lipi de | re: ,.

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EM21 DE ABRIL DE 1S.V7.
Directores da semana, os senhur's:Manoel l,on-
i-alvM < Silva, Jote joao de Amorini.
A cana descoma lellraa 10 por e*"l ao ,nno, c
loma ilinheito a premio a 5 p
ctnlo ao auno.
I! andimeolo do dia 1 a 20.
dem do dia 'Ji......
370:13390*3
13:17l>o9!H
3S3:62t;ll
Oetcarrevam hoje 22 de abril.
Har ingHftaMalluldeferro,
linaria inglriMarilia MilesInlho.
(alera iogleHUennionemercaduras.
Ilnaue hollando(overneur dem,
llar bratiUira Flur de Oliveira idom.
IMFORTACO.
Vapor nacional Imperador, vindo do portos
do Sul, ni.iiiiff.luu o seguinle :
18 caixas cello ; a Jugo Piulo da Lentos Jnior.
2 ditas ignora-se ; a Ferreira & Araujn.
2 din noca se ; a JuA Pinto Iteips de Smii.
I ilil tgnora-ae ; a J. II. Iloule.
1 pacota iiioora-se ; a .\ovaes t\ Companhia.
1 cairfo ignnra-se ; a Hurlo & Soo*a.
t dito igara-aa ; a Francisco Mniioel Moreira
Maia.
I dllo (norn-se ; a Manorl Jo K.ulrsae* Braga.
1 ciiiotinho ignora-ae ; a Auonio Pereira de Oli-
veira Ramos.
1 enea,-a.lo i^nora-se ; a I). Widoria Senhorioha
Lopes.
1 d-to i^nur i ; a Misuel Jos Alve".
1 dito iunura-so ; a Chrislianl e Irinio.
1 dito Ignora-se ; a Francisco Mereculrahy.
1 dito ignot -.,-.. ; a or.tem.
1 dito Ignora-se ; a Erne-io S<*!iramm.
1 canute icnora-se ; a Antonio Sdvoira Maciel.
1 volunte ignora-ae> ; a Francisco R 1 dito igasj-se ; a Lino JosTeietra da Carvalho.
1 dito HaVse ; l"s .V Irin.lo.
1 dito igtlfa-ae ; a P-.lru Lopes u Conceiro.
1 dito ignora-se : a K luirdo Firmino da Silva.
1 dito iffnora-si* ; a Domingos Moutciro 1'eix.do.
1 olio ignorare ; a Kostr.ui U i k r A; Cimpanhia.
1 dilu ignora-se; a lira/ Augusto Munleiro de
Barro*.
1 dito ignora-se ;a -Manuel Arrea Cuerra.
1 dito ignora-se ; a l)r. Joaquim Autniuo Carnei-
ro da Costa Miranda.
I dito ignora-*e.; a Manuel tonc,lves da Silva.
1 dito ignora-se ; a J"s Peraira Vianna.
1 dito ignora se ; a Jo* i 1ji:nr^i Ferreira.
1 barril ignora-se ; a Policarpo l.op-s de Lelo.
Brigue nacional Airo ranle, viudo do Rio de
Janeiro, eoaaigoade a Jo-e Jo.iquim Das Fernn
des ; manifeslou o seuuiute :
150 pipas, 10 lernos de barricas vasia, 500barri-
cas f.irinha de trigo, 200 garrafies g?uelira, 25 sac-
ros cafe, 500 caitas sabao, I dita rape, ss ditas cha,
ti ditas chapeos, 1 dita pentei, 10 rollos fumo a
ordem.
OUNSULAKO UEKAL.
Kendimente do da 1 18. 76:2481634
Hendimeuto do dia 0..... 6:2533390
dem do dia 21....... 4:68ijll3
as propostas de Rodrigues & Ribeiro, Ricar-
do deFreitas i\ C Luiz Leopoldo de Gui-
mariies Peixoto, Antonio Ferreira da Costa
Braga, Lima & Matheus, Jofio Fernandes P-
rente Vianiia, Siqueira & Pereira, Luiz Hor-
ges de Cerqueira, los Francisco Lavra, Joao
Chrysostomo Ferreira Sanios, Antonio Pe-
reira de Oliveira Ramos, Joaquim Lopes de
Almeida, JoSo Carlos Augusto da Silva, An-
tonio Rodrigues Pinto, Jos Baptista Braga,
e DiOgO Pereira do --ou/a, para furiiecerein.
01." fi resinas de papel almajo a 39400
reis, 6 frigitleiraa ile ferro forradas de por-
cellana a 5o0 re* a lilira, > arrobas de lio de
vela fino a 7^0res a libra, i caixascom l'o-
Ihas de Daniires dobradas a 27/900 reis, r
ditas dilas singelas a -JTT rs., SO quintaos
de ferro ingle/, redondo de :l|'t a 109 rs 30
quintaos de dito em barras de 1 l\i a 3|8,.a
103 res, 2 safras grandes do -2 ponas calca-
das de ar-i a 30.) reis a libra, I dita peq uena
a 2S0 reis a libra ti foles grandes a 00/ reis,
8 duzias de limas mucas chatas a 11)600 rs.,
12 tornos gran les para bancada a 50o reis
a libra.
0 2.
]ompaiiha
iimVi'i&.i a vapor Haai-
burg Bi sileiin.
Attencao.
nesappareceu do sitio d'Agua-Fria, de Jo-
s Pereira Cesar, um cavall castanho; com
os sigoaes segu tiles : opdireito ceisadOj
a ni3o esquerda com u :t pouco de cabello
branco por detraz, dina corlada do -novo :
roga-se a pessoa que o pegar, leve-o a ra
do Qtieitnado n. 21 ,\, que sera recompen-
sada.
3'l6i-.'..-i .>.\;-.-" S
Esppra-te da Kuruna sal dos vi,poref daata coni-
panhia, e depoia da demora n>i ro-lume, seguir pa-
ra Itilua e Rm de Janeiro : qualquer infurina^au,
rom os agentes \. I). Bieher & ('.., ra da Cruz n. .
PARA ti RIO GRANDE DO SUL.
Segu para o llio Grande do Sul o brigue
I nacional dolpho, e por se aebar c
XAR
mu o scu
tOO pennas de ganco a 1? rs. o cento, i'carregamento prompto para seguir seu des-
72 lapes a 20 reis a duzia, 20 cartas de a,, tino at > dia 2V do crrenle, so pode rece-
b, c, a 6(i rs., 20 labosdas a U0 rs 6 exem- Utr psaageir08,e os que quizerum ir.podem
87:1861359
I.MVKitSAS PROVINCIAS.
Uendiruenlo do dia 1 a 18. .
Kendimento do Jia 20.....
ideiu do dii 21.......
4:3623568
200580)
1319670
4:702:013
DESPaCIIOS DE EXPOKTACAO PKi.A MESA
UOCtlNMJLAUO RESTA CIDAMB NO IA
21 UE ABRIL DE 1857.
timeBarca francea aCiphids, diversos carreps-
doros, 1,709 saceos as'ucar mascavado.
llh.1 (iraciosa Patacho portuguea iiLiherdade,
Bailar i Oliveira, 6 cteos mel.
FiverpoolUarca ingleza Elianoran, ti. J. Asllev
& Compaa*, 1,100 saceos assucar mascavado.
Lisboatrihue nacional S. Jos, T. de Aquino
F'ouseca & Filho. 21 cascos inri.
PodoGalea porlugueza nOiuiJa, diversos car-
regadures, 43 cascos niel.
LisboaBrigue portuguez Experiencia-, diversos
carregadores, 46 saceos assucar branco e masca-
vado.
LisboaPalhaboln porluguez Alfredo, diversos
carregadvres, 350 sacci assucar branco e mas-
cavado.
KCEBKUORIA HE RENDAS INTERNAS GE-
KAES UE l'i..li>AalBi:i.u.
K.-ndiiuanto do dia 1 a 20 12:550-3278
dem do dia 21......ja*. 588SOI5
BAHA*! DE AlCill..
Cambioi.
piares da grammalica porlugueza por Mon-
te, a 500 res, 6 paulas a 40 rs., 20 traslados
sortidos a 60 reis.
o 3. 4 libras de clilorurcto do soda por 960
reis, I libra de zarcSo por 200 res, 6 gana-
las de titila preta por 2S400 res, a comadres
de estanto por ojrs 1 esnumadeira do fo-
Iba por 500 reis, 2oncas de ferro preparado
lelo bydrogeneo por 3?200 reis, 16 garrafas
devinio branco por 12^800, 16 ditas de dito
linio por 125800 rsis, I2caixas de capsulas
de copahiba por lil-<800 rs 6 arrobas de oieo
11 11:!i <-h a 10/621 rs., e iudependeule da
proposta 4 galoes ile oleo de linhaQa para a
obra do hospital regiment! a 25500.
O 4. ti's ajiparellios de limpeza a 25933 rs.
64 bolsas para os tuesmos al5l2 > rs 64 bor-
naes de lona para raejes de c.ivallos a 13 rs.,
61 silbas mestras de sola a 1/200 rs., 61 ditas
de 13a a 13103 res,8 colchoes com travnssei-
ros de panno de Imito a 35500 rs
O 5.* 1 bala ,i;.i com as conchas de folha
por li- reis, 9 panellas de ferro surtidas, tor-
radas de porcellana a 500 rs. a libra, 10 ini-
llieiros de broxas de sapateiro batidas a 600
reis, 1|2 arroba de estanto en verguinhas a
800 reis a libra, 10 militaros de pregoscai-
xaes a 260 reis.
06/ 70 barretes de algo la i a 100 reis, 8
facas para cozinb i a 4')0 res, 10 arrobas de
rame de ferro para cavilhas a 320 reis a li-
bra, 3 quintaos de dito gross i de 1 1|2 oita-
va a 320 a libra, 50 quinlaes de ferro sueco
quadiado d 1 a 6|8 a 183 reis, 3 pas de fer-
ro a 13600 reis.
O 7.- 46 mantas de 13a a 19600 reis
0 8.- 1 i>i;i) i ir i imperial de lilelli de 8
pannos, para a fortaleza do Brum por 805 rs.
O 9.* 2800 varas de brim branco a 420 reis.
0 10- 1500 viras de brim a 400 reis, 2319
varas de dito fino a 14o reis, 200 meios de
sola cortida, e escolhida, a 43500 reis.
O 11.'2 pannos morluarios de velbutina
preta circulado de franja, c cruz no centro
de galilo de retrs cor de ouro, a 503 rs.
O 12.- 12 pranclics de pinho de 11 polo-
lega las de larguia a 360 reis o p.'
13.* 980 caadas, medida nova, de azei-
te de <\irrapaio a 13110 re?, 47 ditas do coco
a 19800 reis
0 14' 10 arrobis de velas de carnauba a
470 reis a libra, 9 duzias de pavios a 160 reis
O >5.- 10 cadinhos do norte de n. 10 a 240
reis cada numero, 1|2 arroba do estanto em
verguinhas a 800 reis a libra, 1 arroba de a-
rame de Ierro de amarrar a 320 res a libra.
016.' 2arrobas d; rame de latio a 780
reis a libra, 10 arrobas de arcos de ferro de
I l|S polegada a 2/iOO reis, 7 duzias de limas
chalas de 8 pollegadas a 1/800 reis.
V. avisa aos gupraditos5 prtmeiros vendo-
doit-s que Jcvero recollier os referidos ob-
jectos ao arsenal de guerra, no dia 22 do cor-
renta, aos 5 segu ules no dia 25. e aos 6 l-
timos vendedores qje o mes.no (a io no
dia 27.
Sala das sesses do conselho administra-
tivo para forueciineulo do arsenal do guerra
20 de abril de 1857. Bernardo Pereira do
Car,no Jnior, vogal e secretario.
pirectoria i s obras tm-
litares
tratar com o caoitiio a bordo.
(^ompaohia
per
juna
.O vapor l'ertiiiunoa ncha-se a' carga para os por-
to* do s-i!, par* onde satura' no dia 22 do coirenle.
A raru* -era' recehnla ale a's 11 huas ra BMbhia
do dia 21 : as pessoss que roceberam assucar em
saceos poderflo remi*tle-lus a escnplnriu da cumpa
nhia, ernpacolados e com os seus rotulus.
S"* i', o Rio de J metro.
Segu com tola brevida le, o bem conhe-
ci lo brigue nacional Almirante, tetn grande
parte da carca promita, para o resto, passa-
geiros e escravos, tiara oquete/n ricos com-
inillos; trala-se com o consignatario Jos
Joaquim Dias Fernandos, ra da Cade ia do
Recite.
Para o Porto e Lisboa, com a maior
brevi lado segu viagem o brigue S. Jos,
de primeira marcha : quero no me-itto qui-
zercarregar ou ir de passagem, dirija-se aos
consignatarios Thomaz de equino Ponseoa
iS Filho, nu ra do Vigario n. 19, primeiro
andar, ou ao capitao na praca.
Espera-se
:::
AKTIIELM!\TICO ESPECIAL
CONTRA VRMES,
preparado por Antonio Jos de Oliveira,
s* pharmacealico na eidade de Sanlin, e epu ii venda com coneet-So de S. M. o Impera-
dor, pela seguinle portara:
S. .M o Imperador, attendendo ao qne 9
presenioii Antonio Jiio,le Oliveira, pilarme- ~'
cetico eslabrlecicio na eidade de Sanios, e
ao qun informou o presidente da junla r.M.lr .
* de hvgieno publica em dala de 90 de abril
9 ultimo, ha por bem cunceder-lhe licenca para B
w que p (Ssa vender o xarope de sua eompotifl80 tj
9 eiiiilra vermes, cuja formula lu eiamioada @
^ pelo referido presi-lenle, e, pnra sua salva- <*
guarda e passa o prsenle.
' < Palacio do Rio de Janeiro, em S de ja- S
* neiro de 1856. l.oiz Pedeira do Coulo SB
j Ferr.z. S
^ NAo prolpudemos revestir no uobso reme- ii
PROVINCIA.
Vende-se nina poreo de ;<-lo, vindo
da Baliianovaiioi' Imiierador: noca-
thesourciro manda fazer publi- fe deJoaijuim Jone de Paita.
a (venda, na na Prccisa-se alugar, mensalmente, un a
preti escrava, para citar um menino de ida-
Perda
O Sr.
na rua
da Aurora n. (i. das hora* ta manhaa
a's 8 da ii-iil'!, Iiilihl.s, in-ios quartos,
da lerceira puiie da sexta lotera do Gym-
nasio, cujas todas an Iam no dia 2-i do
correiitc mez. O Se thewureiro man-
da declarar (|ik tem soititnenio de bi-
Iheles para rsrollia dos Sis. comprado-
res, < tiara maior commodidade tem
alviid a casa dasII horas da manhfia, as
S (i. uoitf, como cima Ib i declarado, e
a l" sa i irassempre aeharao un empre-
ado |i.iia vender e pagar billietes.
Do poder dos bailo assigtiados desappa-
receu um val da quantia de vi ule conloa de
reis,passado pelo Sr. Jos Antonio Bastos, e
a favor dos ?.nnuncantes, em data de 25 de
levereiro desle auno, o qual nao esla sella-
do, e ja se aclia pago, c por isso sein valor
algum quem o tiver adiado, roga-se o fa-
! vor de o entregar ni rua la Cadeu do Iteci-
; fe,luja de cambio 31 --Joaquim Jos Silrei-
ra <\ C.
I'rc-isa-se alugar um preto possaate,
leile : quem tiver e quizer alugar, pode ir jembora seja bruto, para trabalhar mensu-
tralar na rua larga do Rosario n. 35, loja de monte nwta lyp igrapbla, dando-e o sui-
do de um mez, m^s lendo dita escrava bom
miodezas; e na mesma, se dir qtem preci-
sa de urna preta escrava, para oservicode
casa, cozinhat, e comprar, e oulros servi-
r;os.
-----Lina pessoa que se retira para o lio
Crandc do .\ irle, precisa comprar urna es-
crava, ou escravo, que saiba cozinhar : di-
rija-se a rua de Hurlas, sobrado n. 16, se-
gundo tulai.
Qua-rla-feira 22 do corrente, em praca
presidida pelo lilil. Sr. l)r. juiz dos loitos da
Abai\0 vai transcripto o plano pelo iazenda nacional,se lio de ai remalar a quem
maior prego offerecer os bens se
lento : na liviana n.s. 6c8
depeudeticia.
da piaca da In-
(|ual sera' extrahida a prsenle lotera.O
escrivao, Jos Januario Alves da .Maia
PLANO.
4000 billicles a 5500O 20000?ono
Benelici) e sello de 20 por cento 4:11003000
(l;i
Babia, at
rente, > va
o uta
Orto
Utilice
t|tte seguir' em direitura para Liverpool,
depois de doits dias de demora : agentes
C. J. AstleyotC.
i ;pd.
13:138929:1
1. o.lies. .... . : 28 d.
Pars..... . 313 a 315
llamburgo. . ... 655 b 660
Lisboa . a 100
Dobrei liespanhoes . 2S.-5KOO a 29S000
i> da palria . . 289800 29.5000
Pecas de 63100 velbas. . ItijOOO
de 49. . 99000
Soberanos. . . 89700 8|900
Patacoes braatleirot. , 1>920 19910
Uespanhoes , 1*920 19940
Meiica u os . -B 13880 Frels. 19901
Amslerdarn.
H-lIlCU ") !.
Bramen 35 a 10 a.
Canal a ord. para o taino Unido 35 a 40 s.
i,nltt"inuurcu.
Hamborgn 40 .
,Havre60a80fr.
Liverpool 30 s.
Trieste.
./ n'ieil da tiahia.)
<$0trfaieitt0 bo p0to.
Precisa-se reparar a en berta do quartel da
Soledade : quem se quizer encarregar por
empreiada desle Ira bal o, comprela na
directora, on le so -.cha o respectivo orna-
mento, ese l'ara o ajuste.
CONSILU l)E FRANCB.
Le cnsul de r-auce a riionneur de piv-
venirie publie qujjeudi, 23 du courant, a
onze heures preises, il sera procle en la
chancellerie du cuttsulat a l'adjudicatOD un
rabais d'un ooiprunt a la grosse aventure de
dix cotilos de res, desune a pourvoir aux
reparations du Irois ma-ts frangais le Kara-
chois, actuelieiuent en ce port, ledit em-
prunt garante sur les corps, quilla aysr en
apparaus du navire.
CONSULADO E FRANCA*
O cnsul de Franca tem a honra de preve-
niro publico que qutnta-feira, 23 do corren-
te, as 11 horas em ponte lera lugar na chan-
celleria do mesm i consulado a adjudicarlo
por quem menos quizer, de um emprstito
em publica forma de dez conlos de reis para
o concert e rcaraces da barca francesa
le Itarachoii, actualmente ueste porto. O
dito emDrestimo sera assegurado sobre o
casco, quiltta e apparelhusdo dito navio.
. O^capitio Francisco Rrasileiro de Al-
buquerque, declara que a casa do seu falleci-
do pai.n commandante superior Francisco do
K 'go e Albuquerque, nada d ive ao tommer-
co estrangeiro desta praca,por ja se acharem
saldadas todas as coii'asque haviam entre o
dito seu DnadO pai, e o referido commercio,
porem so houvcr alguem do mesmo com-
mercio que se julgue cre-Jor da referida casa,
aprsenle suas cuntas no prazo do Ir sdtas,
na rua da Cuia n. 61, segundo andar.
Perg%nta-se ao secretario eleito para
nova mesa de 8. Jos da Agona, se fie ver-
dade o que dizem, que Vmc. entrega osli-
vros da ii man lado, ao Santos e Silva, na** I
(uer as suas ve/.es, e ludo quanl > elie lizer*
Wtac. assigua como secretaria.
Deom irmau etiforquilhado. j
Send s ha alguns anuos, a matriz de
lia murad o itnodus vivandi de alguem,pe-' \:
dio oe empoladoa litoloi e imaciaariai virtu-
des, e aasim lludirnioa a eredolidada e boa le 65
do publico ; o remedio cpi offeroeennoa, aa- CC
raniido com a portara do Kuverao imperial, <
he o resultado de l-mu-is esperieneiai vclhu pr.iticn, be urna preparacjto purarnenle C0
vegetal, e poderoso reme lio contra ascrides '*
vermiculares e lombriocoidea [ luinhrigaa, ) $3
S promplo a seinpru corto em seos efloilot,
5 eonaervando um.i acefu, duradoura, sein in- -?
19 conveniencias secend iras ; he e fcil e sua- ;*C
5j1 ve applicarflu, ja' pelas pequea! doSM que 5.
5 se emprestan), e j' pelo e lo agradavel que W
tem. t>s allestadus rpie temos de disliuclns ^
S mediros, e cartas de pecosa particulares rjue &
0 se medicaram a si, s*os lilh-js e fmulos, ,t- 4v
19 leslam a iiiperiorirtada desle aulliclmiulicu s^
cP sobre lodos al buje cunhecdoa, lendo demau Ci
^? a vanlai:em de nAii prodBZr irritaran. Cela (0
vidro val env. Ito em um impieso. explican- t*
3 do a maoeira deippbcar, waundoai i Jadea, :'}
^ ea dieta que deve ler-su. Vende-se na rua
*t da Alfaiidega n. 25, loja de drottM de l'crnan- aj
Sa des A. Dalias, un ice depotilo Mtabelreido &
gl nesla edrte, e em Peruamboro, muco depo- pj
(B nlo na rua da Cadeia do Kecifo, botica do jj
da Sr. Antonio Pedro das Xcves. Osj
a Arroz pilado a 2ij400 : no trapiche
do llamos.
Velas e spernir:cete ame-
ric.tn i8.
N'o escriplorio de Domingos Alves Ma-
tlieus, na rua de Apollo n. 'l'i, ha para
vender em lotes a vontade dos compra-
dores, milito superiores velas de spertna-
cete americanas verdadciras, por mdico
preco.
Tenho a respoader ao irmiio ilesla nos-
sa irmandade do patriarcha S. Jos da Ago-
nia,quc lembrou-se de botar um annuncio no
Diario de l'ernambuco n. 90, de 21 do cor-
rente mez, a respeilo do nosso rmao the-
sourciro, que fui eleito pura a nova mesa
regedor.i, que tem de funectonar o anuo de
1857 a 58, so por elle ser sacMStSa do Divino
Espirito Santo, del xa ds tor aa habilitacOes
precisas para oceupar o cargo de ttiesourei-
ro de quah|aer urna irmandade, porem eu
julgo que este sacnstao tem mais habilita-
'.('"-. ou capacidade, do que qualquer um
irmao, urincipalmenta do irmSoannuncian-
to em quanto aos deQndores seren elcitos
doalevanlar, ou assentar, tenho a dizer-lbe
que foi com approvaca de urna mesa geral.
L'o irmiio de mesa.
Na noite de 1S para 19 do corrente,
rurtaram do ensenho tiujan, em Goianoa,
dous cavados, alazSos ambos, e com as fren-
1 tes abortas, um delles inteiro o com os sig-
aessflguintes : una m.'io ueia calcada, a-
ida/icm urna muda por faer, e com dous
arros em una das pas, sendo um delles em
irma de urna folita de lanc, eoutro imi-
tando um 3 : quem os encontrar, poda leva-
ItkOOOvUOO
1 Premio de
1 Dito de
1 Dito de
1 Dito de
2 Dilos de 2009
3 Dilos de 1009
i Dilos du 509
10 Ditos do 203
10 Dilos de 109
1300 Dilos de 59
13.12 Prettios.
2668 Brancos.
uintea:
310 palmos d terreno desannexado do
quintal do Hospicio, aberlo somenle pelo
lado destinado para a rua em segu metilo d i
do Pires, com grande cacimba no mesmo ter-
reno, por 3:100?000 reis.
L'rrt dito denominado de marinlia n. 104,
. em Fura de Portas, Iravessa dos Guaiarapes,
com 280 palmos de fente, el 15 de fundo,
por 1:120-000 reis, penhora'.o por execucao
mcsina da Iazenda, contra os her deiros de
Josu, de Jess Jai Jim.
Lina pequea casa terrea, Caita de cal e li-
j-.oon^ooo
2:0003000
1)009000
4009000 J0,'sita "a ru;l Jo l!'iua reguezta do Poco
4009000 lla ''ane"a 7 com 22 palmos de frente, e
em a-
>4Vio entrado no dia 2t.
Itio de Janeiro pela Balita 6 dias, vapor iirI!
Avouu, commandante Kichard llivelt.
Navios saitidus no mesmo dia.
Para* e portus intermedios Vapor brasileiro Im-
perador, corain&udanlc o 1.a lente Josc Leo-
poldo de Nnronlia TorrezA.
Rio de Jaoeiro^lliate brasileiro Tigre, rnctre
^Ianoel da Silva de Oliveira '! n carga asi-
car. Passageiros, Manuel Pereira de Sa', Manuel
Snares.
Para cruzarBrigueesctina de guerra iuglez Spv.
Susprnleu du lameirao.
BahaBrigue inglez Titania, com a mesma carga
que trouze. Suspendeu do ismeirao.
0t%
Oillm. Sr. inspector da thesouraria de
fazenda desta provincia, manda fazer ubli-
co, que, em cumprimeitto do determinado
em ordem do tribunal do thesouro nacional,
tem de ser arrematado de um a tres annos,
que comecavam a correr do 1 de julho pr-
ximo fuluro, o servico da capata/.ia da al-
fandega 'esta mesma provincia, a quem por
menos fizer ; maiores- ou melhores vanta-
gens offerecer em favor da fazanda, e que
nos termos do arl. 64 to rcgulamento de 22
de junho de 1836, o referido contrato andar
ra em praca por 30 dias consecutivos conta-
dos do 1.' de abril prximo futuro em dian-
te, eser arrematado no dia 3" do dito mez
de abril, a 1 hora da tarde, perante a Ibe-
Miur-ria. Us retcndt'iit' comparegant com
seus fiadores legalireiitc habilitados no lu-
gar do costume.
Secretaria da thesouraria de fazenda de
l'ernambuco 2 de marco do 1857.-0 ollicial
maior, Emilio Xavier Sonreir de Mello.
CO.NSiauo ADMINISTRATIVO.
O conselho administrativo tem de comprar
o seguinle :
l'ara a botica da colonia militar de
l'imenleiras.
Alcohol, garrafas 6, agua de labarraque,gar-
rafas 6, assucar refinado, arrobas 2, emplas-
tro adhesivo estendidn,varas *,los de ltnho
arroba 1|2, pomada de belladona, libras 2
dita mercjrial. libras 2, linlura de bellado-
na, libras 2, dita de uosvomica, onr;.as6, dita
tle hrionia oncas 6, dita de pulsatila, ticas
6, mralo de prala, om;as 2, dllo de polassa
libras 4, stntooina, oncas 4, oleo de ricino,
garrafas 2, cementes de marmelo, libras 2,
ores de tilia, libras 2.
Para o arsenal tle guerra.
Plvora grossa, arrobas 5.
Quem quizer vender, aprsenle as su*s
propostas em carta fechada, na secretaria do
conselho as 10 horas uo aia 24 do correle
mez.
bala das sesses do conselho administrati-
vo para foniecimenlo do arsenal de guerra
16 de abril de 1857 Manoel Ignacio Unci,
presidente interino.Bernardo Pereira do
Carino Jnior, vogal e secretario.
CONSELHO ADMINISTRATIVO.
O conselho administrativo,em cumprimen-
to doart. 22 do regulamciito de 14 de dezem-
bro de 1852, faz publico que foram aceitas
THETRO
DE
"ei
QL'IXTA-FEIRA, -23i)EABRIL.
Kecila extraordinaria.
Kepre-ctilar-se-hn o muilo applaudido drama
^SSESI)EliR\OSBO(]RniE.
JoSoCflfllflno fara purtede Julio.
liem r.ti t' t e-ipccluculu
comtdit em i ac(o
ii\j e inuito joco-a
A RU\ D\ LIA.
Os biHiclPS .irh;ui,-se desde ja' a venia no escrip-
lorio do Ihealro.
Priacipiari' a- S horas.
>i5.
de-sa encarecidamente ao governo, que mau-
lle escrupulusaiueute averiguar em que s-
ha gisto o dinlietro, que a tem dado para
as obras da dii^i igreja, pois nao se sabe co-
mo se consumi tantos cobres em unta sin-
gla, e pequea obra deentalha, que se taz
em sua cat.ella-nir: a esse resoeito se iia
dando do boa vontalc informatoes, do que
Forsa beodo.
0 vizmiio Montanhez.
Compram-St por todo o pieco as casas
velbas, e novas da antiga villa de llamaraca,
para seren transportados o seus matenaes
para o lugar do Pilar, que he o poni mais
importante da liba : quem as quizer vender
annuucie por este jornal, ou va tratar no
mesmo Pilar com o
Jos Pacova.
Jos Antonio Teixeira Barbosa, sub-
dito porluguez, retira-se para fura do impe-
rio.
Vicente Ferreira da Coste, declara que
Nesor Bibiano da Costa, nao he seu catxei-
ro, que nao se responsabilisa pelo querque
seja que elle faca em noine do anuuiicianle.
Do eslabelecimeulo de calderoiro de
Santo Amaro deJaboalo, l'ugio na madru-
gada de 20 do corrente, o escravo crioulo,
tle nome Victoriano, reprsenla ter 25 anuos
de idade, alio, cheio do corpo, rosto com-
prido, beicos um lauto grossos, e salientes,
tem pouca barba, os dous denles superiores
da frente, aiemde serem abortos a lima, sao
um pouco separados, lem as maos estrellas,
bracos compridos, dedos longos, he bem
empernado, pe grandes, leudo os dedos
dos meamos um pouco a herios : presme-
se que dito escravo fu para o lie/.erros, lu-
nar onde foi c iado por ?eu primeiro seithor,
Joao Francisco de Azevedo, e esie o vendeu
aos Srs. Cuilhermiiio lavares de Hedeiros e
francisco Xavier dos Santos, moradores tam-
bem em Hezerros, aos quaes o abaixo assig-
nado comprou dilo e>oravo : eroga seas
autoridades polictaes, e capitaes decampo,
a captura do referido escravo, t[ue recom-
pensa generosamente
Zelerino Ferreir.a Vellozo.
h

de Janeiro.
O patacho Bom Jess pretende seguir com
brevidade ; recebe carga : a tratar com Cae-
tano Cynaco da C. '!., na rua da Cadeia do
llecifc n. 2.
4* ii Porto.
O brigue Tro.ador, que dalli se espera por
estes das, vollara immedialamente por ter
grande parle de sua Larga engajada : pata o
reslo e psssageiros, Irata-se com Barroca \
Castro, na rua da Cadeia do Itecife n. 4.
LISBOA.
O novo e veleiro palhabote brasileiro Al-
fredo seguir em puncos dias para Lisboi ;
esla recebendo a carga que tem engajado, e
oirerccea praca disponivel aos pretenden-
tes, que podeni tratar com fialtar & Oliveira
na rua da Cadeia Vcllia u. 12.
- Para Lisboa, sahir muilo breve o bri-
gue Experiencia,' o qual tem a maior parte
da carga uiompia ; para o resto delli, e pas-
sagettus, para o ,ue oll'erece bous comuio-
du : Irala-se t:om os cotisignalarias Auio-
rim Irmaos, na rua da Cruza. 3.
CE v'.'.V EilARANHA'O.
Pretende seguir com brevidade, o patacho
Santa Cruz, recebe c-.rga e passageiros: a
tratar com Caetaiio Cyriaco da C. M na rua
da Cadeia do Reclfe u. i.
aCarac.
Seguc uesles dias, o palhabote Sobralense,
para o resto da carga e pasaageiros : trata-
se com Cela no Cyriaco da C. M., na rua da
Cadeia do itecife n. 2.
isssiii.us de
cores
A 520 REIS O COVADOa
Ventlem-se na u da ^jeiniddo n. t),
mu u.ii.i* .! liado* p.t ue* e muilo lar-
Rus, pelo [irt'iMj ile 320 o covado.
a>$#s# o ioso
Srt. redacloret.-~Qt Ir,un.- cheios da moralida-
des, nunca se perJetn com as s'ias repre-onlarjes,
por isso vou |i r meio de sua folita pedir ao Sr. Joao
Caalauo, liaja da Doa dar linda antes dt sua retira-
da, oin e*perlu-ulo rom o tici Heme drama O />e-
serlor trance;. Espiramos ia l,im l.i.le Sr. emprauno, uAo nos recusara' e-ie pedido, q'ie
nos consta que oulias pnioaa ja Iba tem feito.
/ ni a< ijiiaiile.
;,>.:'*\:'\;*'.:,'v '.:';-"''. ''. '.'"'-'*'. '-''~''\
'.u/*.>^..vv"i."..<' -r V.r ,.''...v ...r i>*..y..'
I Ikuqtiezas.
^'* He cliPi.ido a rua fio Queimaun n. l, m* *-%
.<": ta nova t/.en-ia dvomniiadall Ml'bZA, *''
'\r de riquitatriMHoVMoliob, e polo btalo pre- ';*
igj i;o tle 1^000 < Ci*a OO-j:.; }^'-'^.O:.:..}:oo
N.i se(j:tnJa-l -ira da se nana sania
indo um pi-eto levar um sticco com roupa
sttjit, para ir para a lavadeira, em lugar
de lOtat na canoa do costume iiotoit em
outraese nao sabe delle, lera diversas
pce.is, al;;iiinas de liotnem com marca
I). S. C.eoutras que solera urna le-
traC. : a pessoa queder noticia na rua
da Cadeia, defronte da relacao, n. 2S, re-
cebera' tuna recompensa.
Precisa-se deuiua ama tiara rasa de
pouca familia : na rua larga do Hosario
ti. 24
l)a-se 1:0003 a juros sob hypolhecas
em predios: na rua dos Marlyrios n. 4.
o ao mesmo engenho, ou tiesta c.lade, na
rua do Liviameuto u. 8, que se gratificar.
Pelo jui/o de orphaos, oscrtvSo Brito,
se ba de arrematar por ven la, o sobra ton.
36, com urna meigua no fundo do mesmo,
no pateo do Terco, avahado em 4:5009 r -is,
sendo a ultima praca no da 21 do crrante,
na sala das audte icias, e as horas do cos-
tume.
50,000 |)K GIUTIFICACVO.
Fugio no do, oesc-avo Antonio de naco Angico, e
tem os signaes seguintes ; representa ter 10
annos de idade, cor preta, lem urna cicatuz
ua testa, e lalhos de um e oulro lado do
rosto (signaos de sua trra), alguma barba,
muilo serio, lem urna grande marca de fe-
rida em una perna, pes bem Lulos, falla
bem, ir.iiialiu de mostr de assucar, e he
carreiro; quando fugio levou com sigo urna
negra, escrava do Sr. Miguel Tollentmo Pi-
res Palean, seuhor to engenho sgua-H'ria d i
freguezia de Ipojuca, cuja escrava cbama-se
.Mara, e tem os signaos seguintes: represen-
ta ter de 35 a 10 anuos de idade, cor fula,
olhos grandes, denles limados e he um pou-
co cangula, becos grossos, rosto descarna-
do, tem algumas marcas de chicote as cos-
tas, nao para setn estar fumando, he muito
Irabaltiadeira de ensada, e ptima lavadei-
ra de roupa; seu senhor gratifica com 509,
a quem levar dita escrava ao scu engenho a-
Cinia mencionado. Koga-se as autoridades
policiaes, e capilaes de campo, a apprelien-
slo de dilos escravos e entregar o prtinetrn,
no engetiho Sibtn'i daserra da freguezia de
Ipojuca, a Francisco da-. Chagas Cavalcanli
Albuquerque, ou tiesta eidade do Itecife, a
Antonio llodrigues Vieira, em a rua de Hur-
tas n. 'iij.
Precisa-se de urna pela que saiba
bem cozinhar: quem tiver e quizer aluga-
la, dirija-se a rua da Cruz, sobrado n. 23,
que sellara com quem tratar.
Aluga-se a meladede urna casa, sendo
a dona capaz, viuva ou Casada, c un pouca
familia e branca : atinuucie a sua morada.
Precisase de um amassadur que en-
tendl bem de,seu trahalho na padaria da
praga da Santa Cruz n. ti
A pessoa que annunciou querer trocar
poraloguel um sobrado na freguezia de S.
Jos por outro na de Santo Antonio, dirja-
se a rua do Livrameulo, loja n.4I, das 8"as
8 lloras da manhaa, ou das G da tarde em
dimite.
Antonio da Silva Fialbo julga nada de-
ver a pessoa alguma ; porm se alguem se
constituir seu credor apresentem suas con-
tas no prazo de seis dias, alini de serem pa-
gas : na praca da Independencia ns. 6 c 8.
Itecife 19 de abril de 1857.
Precisa-se de urna preta forra ou cap-
tiva, que queira andar vende- na rua nns
brinquedospara meninos : os pretndanles
dirijiin-sea rua larga do Rosario n. -i.
Fazem-se capas, botinas, chamarras e
capas vialorias : na rua da Seuzala .Nova
n. 36.
A ren la-se um grande sitio na estra-
da de Joao de narros, on te ltimamente es-
teve morando o consu' francez, com bo.i
casa de sobra lo, ten.lo co nmodos para duas
16:000^000
4000
s Jous primeiros premios estao stt-
jeitos ao descont dos S por cento. The-
souraria ilas loterias27de jtinlio de ISO.
O thesoureiro, Francisco Anlonio de
Oliveira.Approvo.Palacio Jo gover-
no de l'einamlinco-i de julio de 1856.
S. de Uacedo.Conforme". Antonio
Leitc de Pinho.
Vendee um mulatinho de ida de 7
anuos, de bonita llgura : na rua di Pcnha
n. 21, segundo andar, das 0 huras da ma-
nhaa em diante
esupcrioi'jua-
lidade.
lia para vender-se na rua da Cadeia do
Recife, primeiro andar n n, escriplorio de
Curgel Innao", sola, gomma (le man lioca,
cera de carnauba, este!ras e chapeos de pa-
Iha. Os mesmos aununclantes dclaram,
que pulo vapor Imperador entrado em 20 do
corrente, receberam do Uio de Janeiro os
seguintes bilDetesda il lotera concedida a
beneficio das obras publicas da eidade di
Nictheroy, 'lous meios ti. Ib07 c 5407 man-
dados vir por con la e ordem do Sr. Jos Au-
guslo de Castro, lo Araeaty, c 0 nteiro n.
1085 do Sr. liento Jos da Fonseca da mma
eidade.
tviso aos devedores du fallecido Semiond,
subdito francez.
s leve lores do fallecido Sr Semion 1 sao
convidados comparecer ao consulado de
Franca para fazer o saldo de suas dividas.
.vrri.MAO'.
Precisa-se de una ama da leite, paga-se
bom : na rua di Cadeia do Recife n. 20
Il-seja-se fallar com O Sr. Antonio Fe-
liciano I!. Selle, na rua do itosano da Boa-
Vista n. 51 a negocii que nao ignora.
Perdeu-se um quarlo de bilhete da ac-
tual lotera que vai correr, do n. 1005, o
uual pertence a Jos Joaquim de Ab.'eo Car-
doso e a Minoel Jjs Pinto ; avisa-S' ao ir
thesoureiroeaos srs. caulelistas que nao
paguem o premio que Ihe sabir por sorte.
- Urna pessoa com as habililaqes pre-
cisas, se titear;ega de prepar.il mesas tinto
para jantares, como para bailes, dando lodo
o necessario, como seja louca, vidros, eo
mais que for preciso, ludo com luso, e as-
seio, pur mdico prego : .lrata-se na Iravessa
da rua Helia n. 6.
Du um irinio.
Atenuio.
Na rua de llortas n. 16, primeiro andar,
precisa-se alugar um prelo escravo para fa-
zer compras, sendo liel nao se olha o preQO
do aluguel.
,0118-80 a venda um escravo com II
anuos de idade, pouco mais ou menos : a
tratar na rua da C'uz, junto ao Corpo Santo.
no estabelecimetilo de Anlottio Francisco
Martina n 62.
Lava-sc c engomma-se com to'a a
perfeicao e aceio, por presos cummodos :
na rua do Hospicio n. 38.
Roga-se ao Sr. Anlonio Ignacio Bran-
dan o hsequio tle apparecer no armazem
de Barros Silva, defronte da igreja da Ala-
dre de lieos, para receber umaencommmda
vin la de Portugal.
Precisa-se de urna ama para o servico
interno de urna casa : na rua dos Prazeres,
nos Coelhos, junto a una casa que se esla
construindo.
A pessoa que ha lempos perdeu urna
volia de cordSo com enfeiies de peacoco de
menino, queira dingir-se a rua da Cruz n.
i s'. lo reo n'o andar, que dando os signaes.lhe
3cra entiegue.
--- Joaquim Jos Ferreira da Costa Ite-
bimba relira-se para Portugal no paqueie
inglez.
Precisa-se de um bom cozinheiro, for-
ro ou captivo : na rua das llores n. 37, pri-
meiro andar.
SI-" "a-se urna c?marinha para morar de
graca,a urna preta OU parda futra, que dur-
in-i ern casa, para fazer com, aina a urna
inullior, Gcaudo-ilte todo lem.'O livre para
se oceupar em seu servico : na rua da Son-
zala Nova n. 32, no Itecife.
Precisase de una ama para casi de
pouca familia, para cozinhar e comprar na
rua, que loulia boa conduela, assim como
300"000 5 o!0 tundo, cozinha dentro, quinta
'ifiwinil bert0' cn8os de roro Pur *u0-u0 rels. P''-
^2!J nhorada a irmandade do aS. Sacramento da
2005000 Ulla freguezia.
10OCO00 a posse do terreno de marinha n. 113, por
00?000 delraz da rua do Cal lereno, com 20 palmos
---------------de frente, e loo de Tundo, por 6uaQ0 res,
penhorada a Tbereza de Jess Cavalcanli
Pessoa.
dem a do terreno n. 214, na rua Imperial,
com 30 palmes de frente, e-268 de fundo,
por 80} is., penhorado a Manoel Juaquim da
Silva.
dem a do terreno n. 36, oa rua do llospi-
picio, com 30 bracas de frente para a rua de
Luiz do llego, e 71 de fundo, pur 4009 rs.,
peuhorado a Jos Joaquim de Imcida Pinto.
dem a to terreno n. 17, na rua do Apollo,
com 20 palmos de frente, e 50 de fundo, por
100; rs., penhorado a llosa Engracia de Santa
llana Abreu Brando.
dem a do terreno n. 196, atraz da rua da
Concordia, com 60 palmos de frente, e 100
de fundo, por 150a rs., penhorado a Manuel
Caetano de liveira.
12 cadeiras, 2 bancas, 1 mesa de meio de
sala, 1 sola, 1 comuioda, tudo de madeira
Jacaranda, 2 pares de mangas de vidro la-
vradas, a 2 pares de castigaes, tudo por 1483,
penhorado a viuva de Jos Fernandes Liras,
lioi terreno na rua da Florentina, com 142
palmos de frente, o fundo ale o rio Capiba-
ribe, contendo duas casas em frente da dita
rua, e os amazona de ns. 10, 12 e 14, diver-
sas pequeas casas dentro dos murus que cer-
cara o referido terreno, tros cacimbas, e um
bom viveiro, ludo por 20:000; rs,penhorado
a Raphael Antonio Coelho
Una grande casa terrea no lugar du Re-
medio uo lado da igreja, com terreno de am-
bos os lados, e fundo ato a eamboa, por .
1:5009 rs., penhorada a Francisco do ssis
Campos t.osder-i.
Metade de um sitio na freguezia dos Afo-
gados, estrada do Catnca, com cas., do laipa,
1,naroiiia e lautos pes de coqueiros, alm de
oulras arvores de ructo, chaos d* foro, por
225? rs., peuhoradado a Anlonio Caelano
lavares.
L'm cavallo alazio, novo, em boas carnes
e bous odares, por 9(J rs., penhorado a Pe-
dro Jos Caruoiro Monleiro.
Os |t oten Jemes ciiir,,ijiocam no da indi-
cado, no lugar a hora do costume. Itecife
18 do abril de 1857. solicitador do juiz
dos oii.os, Joaquim Theodo Alves.
Perd u-seou foi Curiado do sitio do
Sr. Martina de Lemos, na liemlica, Passagem
da Magdalena, ora oceupado pelo sr. Eduar-
do Fruton, um cavalio ruco com a marca P
na perna dimita, e O na perna esquerda ;
desaopareceu alguns dias passadus, c quem
trouxer o mesmo no sitio mencionado rece-
beta boa gratilicacao.
?;?..'-:-D-^;>C5*S9
i \ .Na loja de culileiro .:..[r..i.u- da matriz fin
ylt.p.i-Yisla n, 8. precisa-se de um oli-ial
para curiar cabello e laier barb-t : paaa-M
P ue,n agradando, na moma luja amoia-se e
... pule-se toda a quahdade de ferameuU de
m rua do Apollo n. 23, primeiro an-
dar, escriptorio de Domingos Alves Maibeus,
tem para vender duas excedientes esclavas
prendadas.
Precisa-se de una ama que saiba c *z-
nhar, e Tazer todo o servico de casa : na rua
lo Cablereiro taberna n. 60.
O abaix assignado estabelecido com
taberna na rua da matriz da l'.oa-i 1 la n. 54,
pede a quem se julgar'seu credor, ,\me apr-
senle suas cotilas na mesma taberna, para
serem pagas no prazo de 3 dias ; assim como
pede aos seus devedores que na mesma ta-
berna Ihe estilo devendo, que no prazo de
30 dias, de Ihe satisfazer seus dbitos. Reci-
fe 16 de abril de 1857.Jos Antonio Vas-
ques.
Vai praca pela ultima vez, no dia 22
do correle, depois da audiencia do Sr. Iir.
juiz municipal da segunda vara tiesta eida-
de, o sobrado 11. 42 da rua da Guia, pertett-
cente a testamentaria da tinada 11 Juanita
Mara da ConceicSo, para cumpriment dos
legados por ella derxados.
Joaquim Lopes de Almeida vai para
Europa, levando em sua ctimpanbia sua o-
ra Margarida Candida da Cunta Almeida e
lilha menor ; assim como seu (illio menor
Joaquim Lopes de Almei la Jnior e Maria
Francisca da Pailita Almeida.
Precisa-se alugar urna ama para casa
de um estrangeiro com pouca familia, que
saiba lavar o engommar, o p.tga-se bem :
quem pretender, dirija se a praca do Corpo
santo 11. 48, casa de Roslron Rooker & Com
panhia.
Precisa-sc do duas amas forras ou cap-
tivas, sen lo urna para ensaboar c engom-
mar, a ouira que se enoarregue ue cozinhar,
as quaes devero ser de boa cunducta: quem
esliver nestas circumstancias, dirija-se a rua
larga do Rosario 11. 38, segundo andar, onde
uesUiurant -Van-
eis
BA 1)0 TRAPICHE N. 20.
Odonodesto estabelecimento tem a hon-
ra ue participar ao respeitavel publico e aos
seus freguezesem particular, que tendo re-
cebido pelo ullimo vapor vindo da Europa
grande porcBo de conservas alimenticias, e
vinbos de todas as qualida les, e augmenta-
do o pessoal da sua casi, pie dar jat.tares,
aluticns cceias a qualquer hora do dia ro-
mo tia noite, e tamhcm fazer janUres, ceias
e alilos de eticommcula p,ra fra, todos
os dias ; assim espera a protec^ita do res-
peilavcl publico, para com seu reslauranl.
I'recisa-se alugar utna escrava boa cos-
lurcira e engommadeira : na rua da Cruz n.
42, das 11 horas, al 3 da larde.
- Precisa-se de um destilador para urna
deslila^ao no malo, e mai um srvenla
para o servico interno da mesma: quem se
quizer cotitraUr, dinja-s- a rua do Livra-
meulo, sobrado n. 24, primeiro andar, a en-
tender-se com o Sr. Luiz Jos Pereira Si-
moes.
AMA.
Precisa-se alugar urna ama que tenha bom
leile, e de boa conducta, forra ou captiva,
110 aterro da Roa-Vista, loja de bilhetes n. 5C.
Na rua da Mangucira n. 8, prreisa-se
de unta ama para cozinhar, que seja aceta-
da e de boa conducta.
Arrcnda-se o Pngenho Cajabussu', si-
ta na freguezia di villa do Cabo: a tratar
em Oliuda co,n o pa ir Fr. Caldino de Santa
Iguez Araujo, no mosteirode S Rento.
Antonio Jos t.abral vai a Europa a tra-
tar de sua saude.
Precisa-se de orna mullirr de meia idade, par-
da ou pela, para faier o ier\iro interno deuau
casa em que n.io lis julhcr : na la ealreita do Ka-
ario, 11. .in, primeiro andar, de roeio-dia ai 5 Ira-
ras da tarde.
O abaixo assignado, professor de ma-
themaitca no Cymnazio Provincial l'eraaaa-
bucauo, pretende abrir no primeiro de maio
fuluro,um curso de geometra ; os senbores
estudantes que qiiizer^m-se matricular, di-
rijam-se a casa Ue sua residencia, na rua Di-
mita n. 71, das 7 horas aa 10 da mankSa
para se tnscrevercm. Antonio hci lio da
Sillva.
Precisa-se ds tima ama para engom-
mar, coser alguma cousa ecisaboar tambein
alguma causa, etn casa de pouca familia: a
tratar no cartoro do labelliita Sa, na rua
estreita do Rosario n. 35.
Mobilias de aiu-
guel.
w
Alugam-se mobilias complelas.ouqualquer
traste separa io, tambem alugam-se cudeiras
em grande poi;ao para bailes, ou cfiiciaes :
na rua Nona armazem de trastes de Pinto,
defronte da rua de Santo Amaro.
U abaixo assignado, solicitador dos au-
ditorios desta capital, faz cenle ao respet-
tavel pblico, com esperiali.lade a seus cli-
entes, que acha-se restdindo na rua da Praia.
sobrado n. V.i, segunde andar ; as pessoas
que quizerem encarregar de qualquer ques-
ISo, poderao procurar na mesma casa cima,
das 6 as il horas da itianniia. o das 3 da larde
em diante, que semp achara prompt cu-
n j he de costume.JoSo Caelano de \brco.
O abaixo assignado, lendo ohldo h-qe
um papel que rm aflixado etn urna das rua
to bairrodo Recite, >ob a assignalura Just-
J. I. M., na qual a sua repulacao ho vil c
torpemente mal barateada, pede a esse se-
nhor ou a quera quer que seja, que najado
despojar a mascara de infame assassino da
honra alheia, e de apparecer quanto antes
pelas folhas publicas desta eidade, narrar
ludo quanto possa saber acerca, ou em de-
sabono da sua pessoa, alim de que elle te-
nha lugar a defender-se, a justificar o seu
proced ment, que por ventura seja posto
em duvida, e confundir a qualquer caluin-
niador rebucado, que Iraicoeiramenle pro-
cura desl'arle desacredtla-lo, e embebor-lhe
o punhal occullo que em ai Iraz, visto como
o baixu assignado tem a sua cooscteacia
muilo tranquilla e tsetita de remoraos de
quaesquer acoOes improprias dos hmeos te
bem, nada teme, c desalia aos seus inimigus
para que Ihe apreseulcm um s acto aMtwa
digno, ou reprovadu em toda a sua vida
Itecife 18 de abril de 1857. Joao F. AJjiroo
Reg, por antonomasia JoSo rtatriota.
Dez ni i 1 reis de gratifica-
cao.
Quem dar noticia de am preto cozialwiro qaa
l.o.a o -ti ir.i de ama casa da pone, familia, >eja
lunpo c tiei. dirija-so a ruadefrapidM b. 4, a*i-
uier i a a.i ir.
iiliietesde visita.
liravam-se e inipriinein-se coro perfeico bdhele.
de visita, lellras Oe commercio e lodosos objecloe da
arle cah^rapliica, lenitlroa, vinhelaa e qu>equer de-
senhos. A lirem-e firmas, sincles, lano a lalbo do-
ce como em relevo, ornamentos rom objeeloe deoarn
e prata. Fazem-se rucos lindos e origina** para
bordados de labyiinlho. Admilie-so rocoto de
quaesquer destea ohjecli oo caso di nao fiearem a
contento .las peaaou que o. eucommeadarem : qoeta
preleu.ler dirija-se a qualquer deales lacre, : un
bairro do Hecife, rua da Madre de Dees a. 32, pri-
meiro andar ; em Santo Aulouio, ua bvraria clawira
do paleo do Collegm n. 2 ; naa Cinco Puntas, aobra-
du da quina confronte a matriz aova.
Luvas de todas
as quatidades.
una lavadeira : a tratar na rua Nova n. 45.
Quem quizer comprar um seilitn qua- so. "ira quem precisa.
sinovo.com lodos os seus pertences. ail. I J A pessoa que precisar de um caixeiro,
nuncie por este Diario para ser procurado. I quealmia estil arrumado, par taberna ou
A admiiiistracao coral dos estabeleci- lar,na'ii de niulhados, para primeiro cl-
menlos de caridade, leudo entrado na posse *eiro, annuncio para ser procuraua.
das casas abaixo declaradas, pertonc mies ~ ^ ota 16 para 17 do correle fugio do
OUtr'ora ao hospital do Panizo? manda fa- i e"Snho -ocla da Ireguezia da Varzea, o es-
cravo Eufrasio, com os signaes seguimos : ,>>(' ncm a 40, 3J0 e 4')U r.v, dilas Je
Vcndem-sc verdadeiras luvas de pellica
de Jouvn, prelas e brancas, para homem c
senhora a 2:500 rs. o par, ditas de s*da de
todas as cores e bnruadas, com guamices a
21500, dilas lisas lambem de seda o de to-
das as cores, para homem e s2nhora a ls,
l-J'.;ii e l.i!)!i, ditas prelas de torzal, multo
boa fazenda a 1?, dilas brancas de alguda
zcr publico aos respectivos Inquilinos, que
no dia ->3 io corrente, pelas 4 horase 1| da
larde, ua sala de suas sesses, no largo do
Paraizo, deverSo comparecer munidos dos
seus recibos, alim d- se verificar ate quando
estSo paitas as respectivas rendas.
Freguezia do Santo Antonio.
Rua da Cadeia, casas terreas ns 6, 8 e 10,
e sobrado n. \> ; rua da-Cruzes, casa ter-
rean. 4; rua de S. Francisco, casas terreas
familias, seuzala, estribara, etc., baixa pa-! "* 5_e '/".'la Roda, Casas terreas ns. 1,
ra captm, larangetras e oulras umitas fruc-:".?; rl1
teiras : quem o pretender, dirija-se a rua
n Nova, sobrado ti. '; rua do
signaes seguir
:2U a 24 auno: de idade, altura regular, be
prelo e bouilole, naoBo Hocambique, nariz
um pouco arrebitado, fuma charuto e ca-
chimbo, tem um lobinho ua tesla do lado
direito, he muilo convivente, levou chapeo
de pello prelo, camisa tle madapolao, palito"' **
de riscado, e calcas brancas: quem o pegar, i
levo ao mencionado engenho, ou a rua da
l'raia, armazem do carne n. 13, que sera re-
compensado de seu trabalho.
< lir Ignacio Firmo Xavier fa/. publi-
cnos muilo finas de fio da Lscocia para ho-
mem o senhora a 3:10, 4UD e 500 is-, e ou-
lras mais qualidades de luvas, que so ven-
de barato: iia rua do Qucimado, na hem
cunheci la loja de miudezas da ba fama
do Livrameitto n. 18.
AMA Di: LEITE.
Na rua do Brum no Rede n. 8, se dir
quem precisa da uma ama de leile, que o
tenha em abundancia, sem filho, ou mesmo
com lilito de 3 a 6 mozos, mas que nao seja
de cor preta ; paga-so bem.
Aluga-se tim sitio na passagem do rio
Capibaribe, por tolo este mez : quera o pre-
tender, dirija-se ao armazem da rua do
Brum n. 21.
Precisa-se alugar um molcque para o
servico de urna casa eslrangeira : na rua
Nova n. 27,estabelecimento do pianos
Queimado, sobrados us 34 e 36 ruado llor- co, que niudou sua residencia para o seu si-
tas n. 30; rua Direita, casa terrea n. 15; lio na Passagem da Magdalena, que tica ao
rua de Santa Rita, casas terreas ns. 76 e 92 ; norte da estrada entro a ponte grande e a do
rua do l'adro Floiianu, casa terrea n. 39.
Freguezia .la Bot-Vista.
Rua do AragSo, casa terrea n. 8 ; rua da
Alegra, casa lenca n. 46 ; rua .Velba, casas
terreas ns, 42 e 73.
BEHEDiO DOMESTICO.
Pilulas depura*
ti Vas, asiti biliosas, do
):1. Aii-in-
Chora-menino, o abi lem preparado uma Recommeodamos ao publico osle cxo*>!-
casa de saude eom todos osTomiiio los para lente remedio, iiilroduzdu nr Brasil em
g tralametito de escravos, cujos senhotes 1816. Nao ha molestia maia obstinada oue
resida:.i lora da praca, ou que mi os pos-; soja, que possa resistir ao tra la nonio iudt-
sam curar em suas propnas casas: quem coso desle excellenlo remedio. Lstas pilu-
Administracan gr.-.l dos estabelecimenlos para ts.o qutzer-se uliluar de seus sorvioos las impedem as molestias eonti-iosas so-
do caridade 14 do abril de 1857oescrivao, mdicos, que seraodesempenbadv"
Amonio Jost' Gomes .io Crrelo
\ rada se um diccionario novo, de Moraes, da |
ultima e.lk-can ; na rua Alaosla u. 2"i.
- No escriplorio do engenheiro em che-
fe da estrada de ferro, precisa-se de um cai-
xeiro de esoripla,brasileiro, e que escreva e / Precisa-sc alugar uma ama forra ou es de caben
- Precsa-so de um porluguez que en- | traduza oalingua ,.,g!eza;e louseugenhe.ros captiva, para o sarrio de uma Csd mm*>\ciOdsf^^^TJ^^T^
leuda de pl,lacoes para tomar conta de que escrev.m e t.aduzam o inglez,% que te- ca lamilla : na rua larga do Br^tT ^lElZZS"^^^?"^-^**
uma borla em um engenho ,e,lo desta pra- idiam pratica de levantar plantas e tirar nive- n. W, ,.g,o andar. ; o'scripierio de i&U|nr^r^
amuitos. Ass.in como daqui a alguns u.ezes l'roci-a-se alugar uma preta para o largu da Asscmblea n. 9. mil res o vidri-
precisa-se de varios empregados, como ca- servico interno e externo de uma casa de nho.dez mil res du/.ia.-0. Palmer-Rio de
oSem'inq[eepOSSam ef ou darem P"ca familia: na rua da ConceicOo da Boa- Janeiro, deposito geral, rua dos Ourivet
ca, alianca se o bjm tralamenlu e ordena-
do, e por isso exige-se que do conhccimenlo
de sua pessoa : a tratar na rua Nova n. 50,
primeito andar.

MUT1UCT5"




DIARIO DE PERNAMBUO, QL'ARTA fEIRA 22 DE ABRIL DE 1857.
PIIECIOSAS- *
Aderemos de brilhanles, |
B diarnaDleseperolas.pul- jg
'(*' veir.it, alfinates, brincos .:
1 | rozelat, liolen e aunis *'
i de differenlet gostos e de ^
$ diversas pedral de valor. ?
- $
jS Compran), vendera ou *
Irocampral.i, ouro, bri- .
H Ihanles.diaiiianlesepero- *
S las, e uli.i- <|uaesiiuer ?
Sjoiaede valor, a dinheiro *j
ou por obras. .;
SHtK$$$$ '**: .?: >. *+*.*>.*
I0M1R1 k
lja ui uim'gg
Rua do Cabuga' n
OURO EPH.VTA
7.
iecebera por to-
dos os vapores da Eu-
ropa ris obras domis
moderno rosto, lan-
o b
nca como
3 Aderemos completos de
Ij ouro, meiosditos, pulcei-
: ras, alGnetes, brinco c
ja roalas,cordoes, Iranre-
S lins, mcdalhas.correnles
* e enfeiles para relalo, e
^ oulrosinuilos-objeclosde
v ouro.
j Apparelhos completos,
^ de prala, para cha, bau-
'<>: dejas, salvas, castiraes,
colheretdesopaedecli,
J e inuitos oulro objeclos ^
jo de prata. :?
****** *>:*****"-i > < *. .*
Kua JVovan. 5!
Acaba de receber relogios de todas as qua-
lidades, tamben, oouloa para todas as vis-
tas, por preco muito em conta.
de Lisboa, asquaes se vendem |>or
preco commodo como costuniam.
C0HSDLT0R10 HDM!PTHICO
00
Onde seacham sempre os mais acreditados medicamentos, tanto em tinturas como
oni glbulos, e preparados com o maior escrpulo o por precos bastante commodos :
Pltligos FIXOS.
tubos granaes. .
o .
ISotica d.
Dita de*2
lula de 36 u
Dita de 48
Dita de 60 i> u .
Tubos avulsos a......
Frascos de li.Uurrsde.neia onca.
Manual de medicina homeopath.ca de Dr. Jahr com o dic-
cionario dos termos de medicina
Medicina domestica do l)r. llenry
Tratamento do cholera morbus .
Repertorio do Ur. Mello Moraes
10/000
155000
205000
255000
305000
15000
25000
- Oontiiiua-.se a comprar bronze, lalo
? le cobrevelbo: na fundi(,-So do lirum ns. 6,
? '8 e 10 de l. \V. 1.. 1 w111 11.
? Compra-se ama escrava mo^a, que
-? 1 cosa beni, engomte e co/.i.ihe : a tratar na
? ra do Trapiche n. 14, primeiro andar,
l Compra-se urna casa trra com eom-
modos para familia, as freguezias de Santo
Antonio, s. Jos e Uoa-Visla : trata-se na
ra Augusta 11. 1",
Compram-se 2 cscravos do 1* a 16 an
nos: a tratar no cscriptono de JosJoa-
quim Das Fernandos, ra da Cadeia do lie-
cil'e.
Compra-se urna casa que nao exceda
de 125 do aluguel, e prego de un cont na
ra du Roda n. 4.
Compra-se una cabra costumada a
criar menino : na ra de S. Francisco, so-
brado n. 8, e na livraria n. 6 c 8 da praca da
Independencia.
Compra-se urna negra de 10 anuos de
idade, que seja forte e robusta, c sem acha-
que alguro, e saiba cozinhar com perfeicHo
o diario de urna casa de familia, assim como
lamben: se troca poroutra que nSc sabe co-
ziuliar : a fallar na ra larga do Rosario, loja
de louca do Sr. Joaquim Antonio Pereira.
Compra-se um s.lhao para montara
de senhora, em bom estado : na ra das
Calcadas, sobrado amarello n. 12.
Vende-se urna porcfio de libras de do-
ce de laranja, cidra e limito, em calda, pro-
prio para fura da provincia : quem piecisar,
dirija-se ao pateo de S. Pedro n, 12.
205000
IOO0O
2/000
6OO0
00
3
te
C3
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cu
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ES
U
cj

-.
Attenco
l. C.|Yatcs & Companhia: eslabelecidos
no Rio de Janeiro, na ra do Hospicio n. 40,
vendo um annuncio publicado em limadas
folhas de i'ernambuco pulo Sr. Bartbolomeo
F. de Souza, preveuindo ao publico que o
verdadeiro sarope do bosque so elle he
quem vende,prevenimos ao mesmo publico,
que o-nosso xarope he remeltido do Itio de
He chegado loja do Lecomto, no aterro
da Boa-Vista n. 70, o excellcnte leite virgi-
nal de rosa branca, para refrescara pelle, ti-
rar pannos, sardas o espinhas, igualmente o
afamado oleo babosa para limpar e fazer
cresccr os cabellos, assim como po impar-
cial de lirio de Florenca para brotoejas e as-
peridades da pelle, conserva a frescura e o
avelludado da primavera da vida.
ierjgsio.
Sciontifica se a quem convier, que a revi-
sao de pesos, medidas e bataneas, principia
Jmeiro pelos cima propr.etarios ao Sr. do 1. do corren te a findar no ultimo de iu-
nho : na casa da afericSo, no pateo do Ter-
qo n. 16.
Manoel Alves Guerra, e este senhor fez o de-
posito para ser vendido na pharmacia do Sr.
Jos da Cruz Santos, na ra Nova n. 53, ni-
cos por nos aulorisados para venderem o
nosso verdadeiro, e mais prevenimos aos
senhores consumidores, que ha perlo de 5
annos os rollos collados as garrafas sao
assignados por llenry l'rins, como procura-
dores dos cima propietarios. Rio de Janei-
ro 13 de Janeiro de 1857.
Barlnolomeo Francisco de Souza, len-
do o annuncio dos Sr. R. C. Yates & Com-
panhia 110 Diario n. 17, em que diz ser s-
menle verdadeiro o sarope de bosque que
se vende nesta cidade na pharmacia do Sr.
Jos da Cruz Santos, onde fez deposito o
Sr. Manoel Alves Guerra, que recebeu delles
propietarios, declara ao publico, que nao
duvida seja falso o sarope de bosque que
tambero vende em sua botica, mas assevera como em torres e em pues, por prec;o mais
que elle he comprado aos mesmos Srs. l\.
C. Yates & Companhia, do Rio de Janeiro,
como provam os documentos abai&o :
KIO DE JANEIRO S DE AGOSTO DE 18.V1,
O Sr. Bartbolomeo Francisco de Souza
comprou a R. C. Yates-e; Companhia :
4 duzias do garrafas com xarope
do bosque a 545000......... 2165000
6 duzias de 1|2 garrafas com sa-
rope do bosque a 275000......162s0o0
I DENTISTA FRANCEZ.
J? Paulo (i3ii;noiu dentista, ra Nova n. 41 : J'
"..," na mesma casa lem agua e pos denlrilice. Cf;
Refinaria de
Heo & Barreto, no M-
teiro.
No deposito desta reflnaria, narua da Ca-
deia do Itecife n. 30, ha sempre assucar re-
linaddrle superior qualidade, tanto em p
commodo de que em outra qualquer parle.
xUetliodo faciluuo.
Na livraria da praca da Independencia n.
6 c 8, vende-se o metbodo facilimo para
aprender ler, novamenle impresso e aug-
mentado, por mil res.
Vende-se urna duzia de cadeiras, um
par de consolos, urna mesa redonda, um so-
f, tudo de jaceranda ; um candelabro de 5
luzes, e um par de serpentinas de 3 luzes
cada urna, um par do lantcrnas. um caudi-
eiro francez, tudo junto ou separado : na
ra de Hortas, casa terrea com a frente piu-
lada de azul n. 62.
Chapeos de fel-
tro e bonet de cabello pa-
ra meninos*
Vendem-se ricos chapeos de teltro para
meninos, eufcilados com litas e plumas, pe-
lo baratinho prec,o de 89500, bonetes inulto
lindos de cabello a 25 rs : na ra do Quci-
mado, na bem conhecida loja da boa lama
DE MU1T0 BONS GOSTOS E
BARATO
Vendem-se muilo ricos jarros de porcelana
para llores, ricos pares ue calungas para ci-
ma do mesa lambem de porcelana, tiuteiros
de mu.lo goslo, e palileiros, ludo de porce-
lana c por preco que nSo deix.ua de servir
a quem gosta do que he bom na ra do
Uuciinado, na bem conhecida loja de miude-
zas da boa fama ... 33.
cartas frailee-
Compra-se eHectivamente na ra das
Flores n. 37, priine.ro ndar, apolices da di-
vida publica e provincial, arces das compa-
nhias, e da-se dinbc.ro a juros, em grandes
e pequeas qunutias, sobre pet.bores.
Compram-se tnoedas de ouro com o
premio de meio por cento : na ra da Ca-
dea do Rec.fe, loja de cambio n 38
Vende-se o sitio denominado l'ina.com
boa casa de vivenda, com commodos para
duas e mais familias, com 600 ps de co-
queiros, viveros principiados : a tratar na
ra Imperial n. 39.
Vende-se um ptimo cabriolet com
arreios : vc-sc na ra de S. Francisco, co-
cheira do Sr. Garneiro Monieiro, e ajusta-se
na ra Nova n. 14, segundo andar.
Vendem-se sapa tos branros do Araca-
ty de superior qualidade. em porcoes gran-
des e pequeas, por barato preco, assim co-
mo familia de mandioca, saccas grandes :
na ra da Madre de Dos n. 2.
Vendcni-serelogiosdeoi.ro, do afa-
mado fabricante James DulV : na ra da Ga-
dc.a Velba 11. 41.
Vende-se doce de goiaba milito lino :
na ra da Gadcia Vclha 11. 41.
Vende-se na soledade, casa de 4 ja-
nellas e 1 porta, urna escrava crioula, de 29
annos, ha pouco parida, e que lem muilo
bom leite.
Vende-se urna porcSo de folhas de
metal, velbo, tirado do forro de navio : a
fallar a Joaquim Lopes de Almeida.
rus do oueinia-
DO N. 21 A-
A O0 rs o covado.
Chita franceza matizada, com toque de
ararla, a 200 rs. o covado.
Vende-se urna duzia de cadeiras, urna
mesa redonda de meio de sala, duas bancas,
um sof, e mais seis cadeiras, ludo de Jaca-
randa, eem bom estado, duas mesas, sendo
urna (lejana.-, duas ramas do vento, urna
dellas de casal, urna gamella de banho, do
amarello nova, um banheiro de .landres que
ainda nflo teve uso, c um par de mangas de
vidro : a tratar na ra das Calcadas sobrado
amarello 11. 12, aonde existe os referidos ob-
jectos.
BOM PIANO,
O preco faz admirar.
Vende-se um bom piano, novo c em bom
estado, so por ser de mesa he que se vende:
na ra Bella .1. 18.
a loja
das seis portas
EM FRENTE DO LIVRAMElMO.
Vende-se rueado francez de cores seguras
a 160 o covado, cortes de cassa chita a 15280,
lencos brancos com barra de cor a 120 cada
um, lencos de retroz prelos e de cores a 1/,
chapeos de sol de seda para homcm, com to-
que de mofo a 45, lencos de seda finos, bran-
cos e encarnados a 15 cada um.'
del lins e relegios.
SEI.I.INSe RELOGIOS de patente
inKle : a venda no urmaz*m de
Ruslron Rooker ,\ Companhia, es-
quina do largo do Gorpo Sauto nu-
mero 48.
lis. 378O0O
Itccebi o importe cima, do Sr. Antonio
Joaquim Vieira de Carvalho. Rio de Janeiro
8 de. agosto de 1856. Por I!. G. Yates &
CompanhiaJos Paulino Baplista.
ReoosiBco verdadeiro o signal supra. Re-
cife 8tdaposli> rio 1806.
Em (KRverdade.
Manoel Hilario Pires Ferrao.
RIO DE JANEIRO 18 DE FEVERFIKO DE
1857.
Os Srs. Constantino Gomes de Faria ,\ I'er-
reira comprara... a I!. G. Yates i Compan-
hia :
4 duzias de garrafas com xarope
do bosque a 545OOO.........210/000
6 duzias de l|2 garrafas com sa-
rope do bosque a 275000......162/000
Rs. 3785000
Bccebemos o importe. Por R. C. Yates &
Companhia\V. G. Gerwartt.
Nos abaiso assignados declaramos que
compramos o xarope cima para oSr. Bar-
tholoineo Francisco de Souia, de Pcrnam-
buco, em virludede sua ordem do 3 do cor-
renle. Itio de Janeiro 18 de fevereu de
1857.-Constantino Gomes de Faria cft'er-
rcira.
Scllins
patente nglez.
Sao chegadot e acliam*se a venda o* verdsdeiros
e lien, eonheeidot tellini inle/.es palale: na roa
do Trapiche-Novo n. 12, amu/ein de fatendas de
Adamtoo lloie G.
Objectos para
luto.
Na ra do Queimado, na bem conhecida
loja de miudezas da boa fama n. 33, eucon-
Ira-se sempre completo sortimento de ade-
recos, brincos e rosetas, pulceiras e alline-
tcs, ludo prclo, proprianicnle para lulo, e
que ludo se vende mais baralo doquoem
outra qualquer parte.
Brinquedos pa-
ra meninos,
Vendem-se diversidades de objectos de
a?o, muito delicados e proprios para meni-
nos brincar, por precos muilo baratos : na
ra i'.o ijiicimailo, na bem conhecida loja de
miudezasda boa fama n. 33.
RICAS BONEGAS FRANGE-
ZAS.
Vendem-se muito lindas c bem vestidas
bonecas francozas, grandes, pelo baratissi-
mo prego de 25 e 25500, ditas vestidas de
noivas, e cada urna no se.u cartao a 3/000 e
35500, preco que nilo ha quem deixe de dar:
na ra do Oueimado, na bem conhecida loja
de miudezas da boa fama n. 33.
Manta da cidade do Kc-
cfe
Vende-sc a plauta da cidade do Recifee
seus arrabaldes, feila pelo Sr. Dr. Jos Ma-
mede Alves Ferreira, por dez mil reis : na
livraria n. 6 c 8 da praca da Independencia.
Mappa das distancias ta
provincia.
Na livraria n. 6e 8 da praca da Indepen-
dencia, vende-se o mappa das distancias
das diferentes villas da cidade entre si, e
relacao a capital da mesma, a mil reis.
Deposito
de rappriuceza da fbri-
ca de E. Gasse, no Ri>
de .aneiro.
Vende-se a prego commodo rap lino,
grossoe meio grosso, da acreditada fabrica
cima, chegado pelo vapor S. Salvador ; na
ra da Cruz n. 49.
-- Vende-se a verdadeira grasa ingleza n.
97, dos afamados fabricantesDa y Mar-
tin em barricas de 15 duzias de potes:
& Companhia,
& companhia, ra da
N. O. Bieber
Cruz n. 4, vendem
Lonas da Russia.
dem inglezas.
Rrinz.lo.
Brii.s da Russia.
Vlnho de Madcira.
Algndo para saceos de assucar
Atgod&ozinh '
vende-se
Facas, garfos e
colheres.
Vendem-se as melbores facas de cabo de
Ba la ?! ? qu^se P'ue,encoilrr dun,
H "las de."b0,de h,W ">uito finas a a
para saceos de ssucar! vende-se em casa duzia, ditas de cabo .lavado e rolico as
de N. O. Bieber a Companhia, ra da Cruz d.Us cravadas a 300, ditas de rhifreda
n i.
L;
a
vestidos.
para
Vendem-se corles de lila para vestido, de
muito bonitos padres, e com 15 covad#s
cada corte, pelo baratissimo pre^-o de 55OOO:
na ra do Oueimado n. 22, na bem conheci-
da loja da boa le.
Algotio inonstro, lie
tnonstro,
chincha.
pe-
Vende-sc algodo inonstro com 8 palmos
de largura, muilo proprio para toalhas e
lengoes, pelo diminuto preco de 600 rs. a
vara : no loja da boa fe, ra do Queimado
11. 22.
\i<
a
loja
das seis portas
Em frente do Li va memo
Vende-se riscado para colchoes a 120 o co-
vado.
Vendem-se na ra Direita n. 95 velas
de carnauba de 6,8, 10 c 13 cm libra, por
menos pre?o que em outra qualquer parle,
assim corno tainbem caf moldo liquido, su-
prasumo a 280 a libra, para bem servir <
freguezes.
Vendem-se sardinhas em quartos <
latas, champagne cm gigos de 12 garrafas
24 meias ditas, cognac en carxinbas e bar-
ricas, azeite doce lino em caixinha, ludo de
superior qualidade e recentemente
do : na ra do Trapiche ... 11.
de 15
Grablree
Os abalxo assignados, com loja de ourives
na ra do Gabilga n. 11, confronte ao palco
da matriz e ra Nova, fazem publico, que
estilo recebendo continuadamente as mais
novas obras de ouro, tanto par.', senhora
como para ll.Omcns e meninos : os precos
cont.uuam r.izoaveis, e passam-se contas
co:n respoqsabilidade, especilicando a qua-
lidade do ouro de 14 ou 18 quilates, lijando
assim sujeitos os mesmos por qualquer du-
vida. Seraobim cslrmilo.
l'recisa-se de urna criada ou criado que
saiba cozinhar para urna casa de pouca fami-
lia : a Iratar no Hospicio casa do Dr. Hiendes
da Cunta, junio ao quartel.
Traspassa-se as chaves da melhor loja
dol'asseio Publico n. 9, por estar muito a-
freguezada, propria pira qualquer princi-
piante com fazendas ou sem ellas : a fallar
na mesma.
l'recisa-se de olliciaes
alfaiate para toda a obra:
n. 52.
l'recisa-se de una ama para lodo o ser-
vico de urna casa de familia ; na ra Nova,
sobrado n 23, segundo andar.
Retratos
DO
Insigne aclor Joo Cadmio dos Santos.
Vendem-sd as lojas dos Si*. Jos Gardoso
zas muito finas para vol-
tarete.
Vendem-se finissimas carias francezas pa-
ra voltarete, pelo baratissimo prego de 500,
600 e 800 rs. o bacalao, e lambem se veiiden.
porluguezas a 300 rs. : na ra do Queima-
do, na bem conhecida loja de miudezas ua
boa fama 11. 33.
Vende-se um banco de carapiua, novo,
duas pedras que serve..1 pura soleirasdc por-
ta de quintal, outra para l.ombreira, urna
pcqueua sacada para alguui suppliaienlo ;
cujos objectos fora ni sobras de obra : ua ra
do Rangel n 21. Vende-sc lambem cousa
de 100 lijlos de ladnlho : cm Olmda, ra
de Malinas Feneira, casa 11. 28, ou ua 1111 me-
dala, a fallar cum o Sr. Gonzaga ou como
Sr. l'irmino.
SAGGAS COM EEIJAD MU-
LA fINH
Vendem-se no armazem da travessa da
Madre de Dos n. 15.
Vende-se nma preta de 40 annos, pou-
co mais ou menos : na ra do Torres n. 4,
por traz do armazem inglez.
Vende-se um preto proprio para todo
servico: na rna da Guia n. 9.
\a antiga loja
de miudezas da boa f, na
rna larga do Rosario
11. 5o.
vendem-se miudezas e quinquilleras por
pregos muilo baratos, como abaixo se decla-
ra : linhasde nvelos, de meada e carreleis
de 100 a 200 jardas a 40, 60e80rs ditas de
peso a 60 rs. a meada, agulhas francezas,
curiasecompridas, agulheiros de metal li-
nos a 100, 200 e 40 rs., litas lisas ordinarias
a 60, 80, 120 e 160 rs ditas linas lavradas,
de quadrosa 320, 400 c 480 a vara, ditas lar-
gas a 480, 600, 700. 800, 19 e 15400 a vara,
palitos de logo bons a 20 e 40 rs., e caisa
grande a I2Q, c ditos de barril a 200 rs.,
franjas do aigodiio para toalhas a 120 e 200
is., ditas de seda a 400 e S00 rs litas de vel-
ludo preta e de cor a 200 rs.. 240, 320, 400
rs., 15 e 1510o, bicos de Hnho largos de 3, lina, pelo prego diminuto acima^c mais de
4, 5, o c 8 dedos de largura a 240, 280, 320, brim de dille*entes cores a 25500 cada urn :
400 rs. e 480 a vara, rosetas pretas de massa
a 200 rs., 240, 280 e 320 o par, brincos de di-
em casa de James
ra da Gruz n. 42.
selogios de patenta
iijjlczcsdeouro, desabnete edevidro:
vendem-seaprecoiazoavel,ein casa de
AugustoC.de Abreu, narua da Cadeia
do KeclJ'e, armazem n.^6.
Vende-se,por preco commodo.superior
vinlio do Porto em barris de 8." : na ra do
Trapiche ti. 14, escriptono de II. A. Guerra.
Em casa flellenr. Brunn & Gompanl.ia, na
ra da Gruz u.10, vende-secogoaremcaitinlias de
duzia.
BECHAIISIO FABA SIS
10.
NAFUNDICAO DE FERRO DO ENGE-
NHEIRO DAVID W.BOWMAN, ,iA
RA DO BRUM, PASSANDO O 8A-
FARIZ,
ha sempre um srai.de soriimenlo dossecuintesob-
jectos ilemecl.anismosproprios piraeiitcnlios.a sa-
ber : moeudase meias moendas, da mais moderna
conslrucrao ; laixasde ferro fundido e batido, de
superior qualidade e de lodosos tamanhns ; rodas
dentadas para amia ou auimaes, ile ludas as propor-
Ces ; crivose bocas de fornall.a e registras de bo-
eiro, aguill.ocs, bronzes.pararusos e cavill.oes.moi-
iihos de mandioca, etc. etc.
NA MESMA FUNDICA'O.
se e\ ecu lain todas as eucommend is com a superio-
ridade j conl.eriila com a devida presteza ecom-
modidade em prego.
Potassa e cal
virgen.
No antigo c js bem conhecido deposito da
ra da Gadeia do Hecife, esoriptorio n. 12,
ha para vender muito superior potassa da
Russia, dita do Rio de Janeiro, e cal virgem
de Lisboa em pedra, tudo a precos muito fa-
voraveis, com os quacs ficaro os compra-
dores satisfeitos.
Relogios
cobertos e descoberlos, pequeos e grandes,
de ouro patente inglez, par, bomem e se-
nhora de um dos melbores fabricantes de
Liverpool, vindos pelo ultimo paquete in-
glez : em casa de Southall Hellor & C., ra
do Torres n. 38.
Pianos.
Em casa de Rahe Schineti; u &Gompanhias
ra da Cadeia 11. 37, veudem-se elegante,
Pianos do afamado fabricante Traumann de
llamburgo.
e e -.Leras de
na ra Nova
Velludo rico para forrar carros, com
tolos os pertcnces, vende-sena ra da Gruz
n. 10.
Em casa de llenry Rrunn & Compa-
nhia, ra da Cruz n. 10, vendem-se pianos
chegados 110 ultimo navio, quadros com
moldura, cemento romano, cognac em cai-
tas de urna duzia, velas de composico,
conservas cm latas.
CEBLAS.
Ja desembarraram as echlas de Lisboa, e
vendem-se no armazem de Rarros & Silva.
Vcndc-sc carne secca de Buenos-Ay-
res a 45000, de Montevideo a 45500 cada ar-
roba, boa : na ra da Praia n 4.
MIAU 1'nEIAS UE L\U
e algo lo para padres.
Vendem-se superiores meias pretas de
laia, pelo barato preco de l-'tscn o par, ditas
de algodiio de superior qualidade a 600 rs. :
na ra do Queimado, na bem conhecida loja
de miudezas da boa fama n. 33.
Leques muito fi-
nos.
Vendem-se leques muito finos, com plu-
mas, cspelbos o boloias, pelo baralissi.no
pre^o de 25 e 35500, ditos sem plumas muilo
boa fazenda a I528O : na ra do Quoimado,
na bem conhecida loja de miudezasda boa
fama 11. 33.
A 3#800.
Vendem-se palitos pretos de alpaca muito
Vende-sc cal de Lisboa ltimamente che-
glda, ssim como potassa da Russia verda-
deira : na praca do Gorpo Sanio n. 11. ,
TAITAS PARA ENGENHO.
S fundifo de ferro da D. W. Bowman u
ru da lirum, passando o chafariz, contina ha-
chega-li*r umcompleto sortimeitode taixes de ferro f un
Mido e balido de .'1 a 8 palmos de bocea, a.
Keconheco ser verdadeiro o signal supra Ay.es, na ra da Cadeia do Recife oSr Josi
de Constantino Gomes de Faria o; Ferreira.' v------ '
Rio 18 de fevereiro de 1857.
modelo
Em f de verdade.
Pedro Jos de Castro.
JOIIN GATIS,
corretor geral
E AGENTE HE I.Eli.uES COMHERUABS,
t. 20, ra do Torres,
1'lUMhlRO ANDAR,
.praca do Gorpo Santo
REGU.
SEGURO CONTRA F0G0.
Companliia Alliance.
Estabelecida cm Londres, em marjo de 1324.
Capital cinco milkes da libras esterlinas.
Saunders Brolliers-ft C, tem a honra do "in-
formar aos Srs. negociantes, propietarios de casas,'! las para noiv
Nogueira de Souza ra do Crespo n. 2, pr-
ximo a ponte, a 24500, e2500, conforme'o
papel que he cscellentc.
odas france-
zas
1, aterro da Roa-Vista, de ma-
rd Millocl.eau, recebeu-se pelos
ios um lindo csteolhimenlo de
Na loja n.
dame liuessd
ltimos nav
modas : ch
capellas de
dos, vestido
hlond bord idos para casamento, ricas man-
' ras, capellas e caixus de llores
versas qualidades, pretos e de cores, canoti-
Ihos crespos e lisos, papis de rebique fino,
milo branco e amarello, frasquiohos de tin-
ta boa P>taj-12u, no*) t6o, ditos che.os de
tinta m* liria a 200 rs., liiHeiros d vidro
de core9*theios de tinta a 400 rs., vidrinhos
de tinta encarnada lina a 240 e 320, frasqui-
i.hos empalhados de zine, proprios para ei-
piritos, para quando sevai ao banho ou via-
gem a 19 c 2o cada um, cruze* e vernicas
de todas as estampas, rosarios e bentos doj
Carmo e Dores, oculos de rica vista com aros
de metal branco, dourados e de ac, e lam-
bem ordinarios, pentesde alisar, ordinarios
e finos, de bale.a a 120, 320 oOO rs., ditos
para atar cabello, de chifre e massa a 240,
320, 400, (00. 800, 15 e 1400 cada um, ditos
de marlim finos o ordinarios a 500 rs., 600,
800 e 15 cada um, boloes do setim c sarja,
modernos, para casaca, ditos para col leles,
adereces pelos com seus pertenecs a 15,
1520(1, laAiMI e 1:9600 cada um, apitos de osso
ou niarm a too rs., 120 e 160, meias tran-
cas l'.uas c grossas para senhora, ditas para
homeiii, brancas, cruas e de cores, tesouras
linas e grossas de diversos presos, ceslinhas
enfeitadas con. seus pertenecs para menina
de escola a 2?500, 3?, 3/500 e 4, kalendarios
diarios, mez e dia, cartas de jogar ordina-
rias e muitt) lina:, a 320, 4110, 500, 600 e 700
rs. cada battMlo, jugo de vispora, contendo
tudo a "
quem quizer ver que pechincha he, venham
a ra do Queimado n. 53, loja de miudezas
de Jos de Azevedo Mala.
Claudio Dubeux
vkrte plvora ingleza a 135, U e ISSOOO
barril de 2-> libras.
Algodo liso
rs. o
Sl-
cpira, com
que de
peqoeito to-
va ra.
Vende-se na ra do Crespo, loja da esqui-
na que volla para a ra da Cadeia.
%
@
Cocheira,
ra Nova u. til

(pea mais convier quo esto plenamente u- de larangeiras para enleitar os vestidos, col-
lorisados pela dita companhia para effectuar segu-
ros sobre edtficios de tijolo e pedra, cobertos da
tlha e igualmcni*solire os objectos quecontiverem
os mesaios edificios quer consista em mobi ou
a fazendas de qualquer qualidade.
Itepartico da vaccina.
O cornmissario vaccit.ador vaccina as
quintas e domingos de todas as semanas, no
torreao da Alfandega, e as tercas-feiras na
casa de sua residencia, primeiro andar do
sobrado da ra Nova, esquina da do Sol, das
7 as 9 horas da manhSa.
.. cadaTsimxa, caivetes linos de 3 o 4
ppeos e enfeites ^ar.. senhora,! follia, o melhor que costunia l.avcr a 15200,
lores e guarnicops para vest- 1'UIO e ljuo, holes de I11.hu muilo bem
adospara bailes, dilosde le.tos a MK^roza,idriiilio.s de ludas asco
resAniti proprios para enfeilar bonetes,
abusas porUiKuezas c francezas, curias e
compridas a 40, 60, 80 e 100 rs. o papel,
pi-iinas de ac e palo, canelas de diversas
qualidades, tudo bom e baralo, boloes de
abertura de diversas qualidades a 40,60, 80,
100 rs. e 120 cada um, boloes para calca, de
osso e louca, dilos para camisa, de louca e
madreperola a 40, 0;> e 30 rs. a -duzia, gra:n-
pas superiores em caixinba a 120, micaogasl
de varias cores para gaiolas, papel de peso!
bom, almaco e de cores, trancas de laa para <
vestidos a 40, 60, S0 o 100 rs. a pee*, de seda
a 240, 32o, 400 e 500 rs. a vara ; pois isto '
alein dos presos serem muilo commodos,
ludo he muito barato e bom. '
la.inhos e mangas de biro verdadeiro, ditos
de cambraiie fil, lencos de retroz lisos e
bordados d|e matiz, veos prelos, brancos,
azul e verdes para chapeos, lindos chales
de nico preto, lencos do cambraia de hubo
bor lados, liras de cassa e de cambraia b >r-
dadas, col 1 en.eio de dito, boloes para casa-
veis, cspartilhos, trancas e franjas para ves-
tidos, bicos de linho, toucados de laa, ca-
les, lilas, lils e cambraias linas, tariala-
i.r.s e mais fazendas muilo em conta, as
quaes pelo bom gosto e baralcza agradaran
as freguez^s.
J Vende-se um carro novo de qualro rodas,
r um cabrlolel de duas rodas, una carrosa
-jj df qualro roda, preparos para renovar car-
,.\ ros, mollii, eixus, paralusos para rudas.
'..' cuiiru.. laniernas, velas, vaqoelai, panno,
O -a'ao- bererro, mirroqaim, colheirai en-
fverulzadas, eacova para lavar earro, es-
ponja, cataures, estovas para arreios: ludo
por pre0 roiniimdo.
:;.: j;'..,;;;:-,i;i.r:r-.:,-.y\;"i<".k.
^-- .. -^ ... .... u.. .. ..... .j.,-. J ..... ur\ff<&f
o
0
imm
em
SA -'AS.
Na taberna giai.de no lad > da igreja da
Soledade, ebeaou grande porc3o de saccas
com muito bom milito, e vndese por preco
commodo.
Couro de lustre.
Vende-se couro de lustre francez, o me-
lhor que pode haver nesle genero, pelo ba-
rato preco de 55 a pelle : na ra do Quei-
mado, na bem conhecida loja de miudezas
da boa fama n. 33.
t as quaes
chain-se a venda,por epreco commodo a com
promptido; embarcam-soucaftegam-sa mear
ro semdospeza ao comprador.
Em casa de Saunders Brothers C. pract
do Corpo Santn. 11,ha para Tandero se uinte
Ferro inglez.
Pixeda Suecia.
Alcatro de carvo,
Eonas de linho.
Esponjas.
Drogas.
lgodo lizo para saccas.
Dito entraucado igual ao da Baln
E um completo sortimento de fazendas proprio
para este mercado ludo por preco commodo.
Vende-sc superior linbas de algodao
brancas, e de cores, em novello, para costu-
ra, em casa de Southall Mellor & C.a, ra do
Torres n. 38.
Afoinhos de vento
cumiinmhas derepuxopara reearhortaseba-
ladecapim : na tundicode IJ. W. Bowman
na ra do brum ns. 6.8 e 10.
Potassa refinada om latas de seis
libras.
O antigo deposito da ra da Cadeia do Re-
cife n. 12, recebeu agora urna porcSo de po-
tassa refinada de superior qualidade, em la-
tas de 6 libras, quo se vende por preco ra
zoavel
Ageneia
da 'uudicao Low-.tiO(-r,
ra da Sensata Nova
11. 4 Nesle estabelecimento continu'a a haver
um completo sortimento de moendas e meias
moendaspara engenbo, machinas de vapor
e laixas de ferro batido e coado de lodosos
tamaitos para dito.
Para maseates
e boceieiras.
Vendem-se duiiasde raisasde masa para rap pe-
lo barel.ssimo preto de 610 rs.,duzias de (ezouras em
carloa IjooOe lyJOo e Rrandes a l5'J20, duzias de
coiiinbas de pao cum palitos de fogo a 21 rs.,duzias
de pentesde cliilres muilo bons paraalizara|l520(.,
duzias de pentes de bale.a para alar cabello 2S2O0
e 2a60O,daxii de navalhas para tiarba a Islioo.groza
de boloes madreperola para camisas a 600 reis.d.las
muilo lios de agala a 160 res, grozas de noloes li-
nos para calca a 280 reis, carias com 2"> pentes de
alliuelea lo reis,du/ias de pentes de balea para a-
I7.ar a :!.;, grozas de livellas para sapalosa jO, du-
zias de caniveles linospara aparar peonas a 9U00
e :i5,dii7.ias de gallas (armnicas) I 19200 e 5I0,
duzias de turcidas para caudiriros a So, reis grozas
de marcas para cubrir a 100, 12" e 160 rcn, pe-
cas de Irancelin para beulinlics a 1-Jn res, pulceiras
encarnadas muilo bonilla pan Sra. e meninas a 200
r..iiu/1.1 ue miadinlias de linlias prelas a 20 res,
pecas cu. 10 varas de lila de cus a 32(1, 360 e loo
reis duiia de lapes a 100 rs., duzias de caisas com
culchelrs a 720 n., buhas brancas de nuvellfls de lo-
dos os nmeros, dilas de cures, linhas d. miada linas
e grojas, ditas de carriles brancose decores, cordao
de vestido de luda a grosura, biquinhos de todas as
larguras, e baratos, rendas de lodas as larguras, es-
pellios, cordal ile viola, lilas de laa de todas as cu.
re, lilas de bnlio brancal e de cores, didaes, agulhas
de tudos os 1 mineros, lillas de seda de todos os nme-
ros, penuas Oe palo.caijas de chifre, rozarlos, cude-
les de furo, relroz de ruda as cures, \erouiias, lilas
deheira preta e branca,..rampas,?ludo o maii que se-
ja neccs-arn, para completo sorlimeulode bocelei-
XAROPE
DO
BOSQUE
I 01 (raDsferido odeposito desic xarope para a bo
(ca de Josu da Cruz Sanios, narua [Novan. 53*
yarrdf.15 5^500, e meiai:icUUi. sendo falso todo
aquello que uauor Tendido n?sie deposito,palo
qttegefaz opretealratiBO-*^-
IMPORTANTE PAR 0 PUBLICO.
l'ara curade phHsicacm loJo^osseusdideren
lesgros, quermotivada por constipaces, loase
aslhma,pleuriz.C8carros dsaugue, drde cos-
tados epeilo, palpitaran no corarao,coqueluche
bronchile, dorna gargaula, >; ludas ai molestia
dosorga os pulmonares.
Vende-se taboado o pranchOes de pi-
nito de Suecia, proprio para armado de ar-
mazem de assucar.
Paos de pinho vcnielho para mastaros.
chumbo de iiiunico.
1'iiliias de cobre.
Metal amarello ezinoo para forro, com os
competentes pregos.
Alvaiade de chumbo c de zinco, em p.
Tinta branca de oleo.
I'apel lino de escrever.
Vmhn especial do Rlteito e do Porto.
Itua da Cadeia do Itecife, casa de C. J. Ast-
tey Companhia.
Oeulos e bonetes
de todas as quadades.
Vendem-se oculos de todas as graduacoes
com delicadas armares de .j?o, pelo barato
preco de 800 rs. e 15500, ditos com armaces
douradas e praleadas a 15200 e 15500, dilos
com armacSn de bfalo a 1J200, ditos com
armaQao de baleia a 480, ditos com armaran
de metal branco a 400 rs., lunetas de um so
vidro redondas e quadradas com aro de bu-
falo a 500 rs., litas de dou.s vidros lambem
com armacSo de bfalo a 15300, ditas de um
si'i vidro redondas c quadrfidas com aro de
tartaruga a 15200 e 15500 : ia ra do Quei-
mado, na bem conhecidada loja de miudezas
da boa fama ... 33.
Na loj V-Mide-de ; mais barato
yiado a 45400, ditas para sobremesa com
l'o de balanqo a 55 diUs com 5VS!a.
e.clavados a 35, colheres de meui a SC
c.pe muito linas par. sop. a o ZSfi
ts para cha a 3-00, e nutras mais qUi\J.
des de facas e colheres. trinchante eaao
e facas. qUe tudo se vande baraln "
na ra do (jueim.do. na bem coohecKl. ,,.
de m.udezas da boa fama n. 33. J"
Botoes para pa-
ntos, calleu* e punhofl
de ciiniis;i.
Vendem-se alwtoaduras mnjt0 ^
madreperola para rollete*, pe|0 baratissimo
preSo de 500 rs.. ditas multo rc.sdeS
as cores a 320, 400 e 500 r,., d|C^ *
as de madreperola para palito, de menino
e homens a 500 e 640 rs.. atacadora m
punhose collarinbos de camisa, de mu
rico gosto a 400 rs., 800 e 25O0, 7T
cornalina para casacas a 300 rs., e outri^
muitas qualidades de abotoadaras ene se
vendem muilo baralo; na ra do Queaia-
do, na bem conhecida loja de miudezas I
boa fama 11. 33.
retiras detodasasucalidabs.
Vendem-so pentes de tartaruga para cabello
O melhor que se pude encontrar, a S? ditos
de baleia imitando o mais que he poasirel
aos de tartaruga, a 1/, 1520o e lnSOO, dito
mars ordinarios de baleia a .40 e 3ja n jj.
tos de tartaruga para alizar, fornidos e mui-
to bem felosa 45, ditos de marm, fazenda
muito superior a 1?500, 2| e 3a, dilos de
borracha de muito superior qualidade a 1
ditos de hualo verdadeiro, muito linos
bem feilos, a 640, 800 c 15, ditos a imiiar-io
do unicnrne a 15, ditos de baleia muito bons
a 280, 320 e 400 rs., dilos de bfalo verda-
deiro, muito bonitos e bem feilos, proprios
para su.ssas e criancas, a 320 rs., La* fa
marlim muitiss.mo bons, fabricados em Lis-
boa, para piolhos, a 800. 15000 e IsiOO, di-
los prelos de bfalo lambem para piolos a
500 rs. : na ra do Queimado, na bem co-
nhecida loja de miudezas da boa fama o- 33.
Para as senho-
ras de bom gosto.
Vendem-se ricos cstojos de Jacaranda
proprios para costura de senhora. nelo ba-
ratissimo preco de 25500, 49, 69, 79 ^890*1
ggg*- P" grdar joias a 800 rs., 1/
19200, carter.nhas muito delicadas propr.,
para senhori e meninos a 800 e 500 rs le
souras muitisstmo linas para costura', de
o,m T, taD,,nl,os 50 ., 600, l90Me
15200, ditas para unhas lambem muito finas
a 800 rs., 19000 e 1/200, |ih. de peso mul-
to.fina para labyrinlho a IOO rs. aaeadi-
nna, ditas para bordar a 100 ra 140 e IflO.
lindas ca.xinbas com grampas a 160 e 300
rs.. carlOes com 14 e 2 pares de clcheles
francezes a 80 rs 100 e 130, Imh.a de car-
releis de 200 jardas do autor Alcxaadre a 80
^,'. carr"el dil" le 100 jardas do mesmo
autor a 40 rs., caixinhas com agulhas fran-
cezas a 160, d.Us com agulhas de di or
preto.280,carteirinhas com agulhas fan-
cezii 320 agulhe.ros muito on.toscom
agulhas lambem francezas a 160 e 320, ca.-
s.nhas com 16 novellos de linhas de marrar
E-- "* azuese encarnadas a 330, ricos
botoes de cores para vestidos, M roup.nhos
de meninas a, 600 rs., 800 e I. a duz... neos
agulheiros de ac e Je marm a 340 e 800
rs., dedaes de ac muito bonitos e cada um
n ana caixinba a 500 rs., alroofdii.bas de
mu.Us qualidades propriis para pregaValfi!
netes e agulhas, pulceiras de v.ri.s quali-
rorT'.V?U'SS,B"S liUs ''* f "sis. todas as larguras, tranca de toda* as cres
e larguras, Us le velludo abarlas e luau
Cur0,smrUP?Hfi',0aS de '"ho edT^nas ^
ahel n l ? Tar,a8 ''guras, bab.do
e ., 1 lmh0' t0UCM ISa Par 'cas
vend m ,"""" >*". 1"e tudo^e
nr r.,r?'S b"a, d "Ue em oulra ql-
c,mlPPrV,.e na/ua d0 0wido. na bem
conhecoa loja de miudezas da boa f.ma
jiossivtl :
Crosdenaples preto muito bom, o
covado
Cantao preto nimio', lino, proprio
para luto,o covado
CorgurSo preto mujlo fino com sal-
picos, proprio para collctcs, o
covado
Panno (no azul, o covado
Lencos pretos de seda para grava-
ta, mofeo lenco
Meias preta." d seda muito supe-
riores, o par
Casemira de qnadnnhos pretos
muito fina, o covado
Cortes de colletes de fusto
ditos de ditos de dito fino
Ditos dedilos muilo superiores,
Crosdenaples de seda de lindas
cores, o covado
:rtes de vestidos de fazenda do
seda muito linda
Setins lisos de cores, o cov.ido
Veos prelos de fil bordados do seda
Cambraias adamascadas, proprias
para cortinados, pecas de 20 varas
Ditas para coberlas, de bonitos pa-
dres, o covado
c alel) disto b;i
3/000
960
45000
3/000
1/000
25000
1/000
500
IfOfefe
1/600
25OO0
18/000
800
lOfOOO
7/000
200
um completo sorlimeulode
fazendas linas e grossas. quo vendem-se por
presos tito commodos, que ninguem deixa-
ra de comprar; assim como chapeos do
Chille muito tinos, que se vendem por me-
nos que em OuUa parle : na ra do Quein.a-
loja da boa f.
muitist-iino finase ile mili-
to bnns gustos.
Vende-se a verdadeira agua de colonia do
tas qualidades em ricos v,80s, espirito r
extractos mu.to finse de muisqE^
em frascos de muito goslo, sabogales maito
luios e de umitas qualidades, .guVdTuv.n-
de ingleza, f.zcnda muilo b.,%"n,gr".ro-
Z m.i ? Cm ngleZ e mu,l BS
os mu.to finos proprios para bolso de es-
muUo hnrCenC' de ros->d' francs
muito boa, macassarperola muito bom e de
paatlba c oulras muius perfum.rias, ludo
h ^ ed ""*' gostos, doa melbores
u M.d" Fra"a e luS'lerra, e tudo se
cnnhlura "* Ua J" Uucimado, na bem
conhecida loja do miudezas da boa f.ma
II. .1.1. ,
Tachas de ferro.
Na fundicSoda Aurora em Sanio Amaro-
e tamtiem no deposito na ra do Brum, logo
na entrada, e defronlc do arsenal de mari-
nha ha sempre um grande sortimento de
tachas, tanto de fabrica nacional come es-
trange.ra, batidas, fundidas, grandes, pe-
quenas, rasas c Tundas ; c cm ambos os lu-
gares exislem guindastes para carnear ca-
noas ou carros, hvres de despeza. Os preco
saoo s mais commodos.
Va randas e fradis.
Um lindo e variado sortimento de model-
los para varandas e gradaras, de goslo mo-
dern.ssimo- na rundido da Aurora em San-
to Amaro.e no deposito da mesma, na ra do
Moendas superiores.
Na fundicao do C. Starr A Companhia, em
Santo Amaro, acham-se para vender moen-
das de canna todas de ferro, de um modcllo e
conslruccao muilo superiores.
$*sr t>^fnf y. i
do n. 22, na bem conhecida
Meias de todas
as qualidades.
Atttncao.
Fugio no d.a 16 do corrente mez o preto
Justino, cr.oulo, com os signaes srguintes :
altura regular, chc.o do corpo, -cm barl,
com falta de dentes na frente, calvo de car-
regar peso na cabeca, muito reptla, h.
bem contiendo por andar entregando assu-
car pelas labernas, tem sido encontrado por
diversas pessoas ronhrcidas, e diz a ellas
que anda em servico de seu senhor ; por la-
so roga-se as pessoas que o encontrar, que
o manden, prender e levar a ra Direita n. 70,
que serilo generosamente recompensadas.
a... naliemcoubecda lUJ, o. mioeH, d, bo, SS/SVn1^,,^ra
Ligas de seda
para senhora.
Vendem-se superiores ligas de seda pya
senhora, mqito bonitas e de muilos pa-j mem a I6, 200, 240"3ao' c
dres, pelo barat.ss.mo prego de 15200, cores de fio da ICscocia lambem par'a hornera
-- Fugio de bordo do br.gue brasileiro
Melampo, na uoite do dia 8 do corrente, um
negro de nome Marcelino, narao Csbinda,
altura regular, secco do corpo, rosto ron-
I prido, barba serrada c cria suissa, coa ralla
de denles na frente, e consta andar vestido
Vcnilcm-sc meias d<5 seda branca para se- com l)a,el0' e calcado : quem o pegar leve-.
nhora, o melhor que se pode encontrar a Dortl() do dlt0 "av, junto ao caes do Pas-
lamben. mu.to se' ,,uulico' ou a 'asa de seu consignatario
Jrancas de aleo lManocl Alves Cuena, na ra do Trapiche n
. 500 e 600 rs ',4, lesera bem recompensado,
finas
ditas pretas tamben, muito linas a 400 rs
ditas de seda de cores mujlo bonitas e pro-
prias para baptisado de criancas a 2s000
ditas Cruas n.u.lo fortes para meninos a 40
rSV.dlU,S,oe CXCS d.e algda Para meninos
l*mJS?'J? blancas ;,ara mv" 240 e 320, ditas cruas
1/500 e 2/000 : na ra do Queimado, na
bem conhecida loja de miudezas da boa fa-
ma t. 33.
a400e500re.: M rua do gueiajad ni
bem conhecida loja de miudozas da boa fa-
ma n. 33.
Fugio um moleque de nome Amaro,
Com lannos de idade, cor fula, olbos gran-
des, pestaas compridas, testa de bico, e os
pos no andar he como o de papagaio, quan-
do lalla he alguma cousa gago, lera era ara-
bas asmaos do lado do dedo minimo um
e brancas"par'ho" I s'Bnal com de verruga quem o pegar le-
' ve-o a rua da Cadeia do Recife n. 9, ou ao
s.t.o de Jos Baplista Uibe.ro de Faria, na
Estancia.
MUTILADO
ILEGIVEL
1'EK.N..: .TI. DE Al. Y. UE FAMA 1857:
, '.


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