Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07738


This item is only available as the following downloads:


Full Text


\ ANNO XXXIII N. 90,
.Por 3 inezes adiantados 4'000.
Por 5 mezes vencidos 4$500.
Mf
:/- i
VVV. /-::-
"m&m
TERCA FEIRA 21 DE ABRIL 1)E 18^7
Por anno adiantado lfiOOO.
Port franco para o subscriptor.
ErJCARRES DA SUBSCHIPCA'O NO NORTE.
Paralaba o Sr. Joao Rodolpho Gomea ; Natal, o 8r. Joa
ulm 1. Partir Jnior; Aracaty, o 8r. 1. da Lemoa Braca ;
ar e 8r. J. Jos* da Oliveira ; Maranhao, o Sr. Joaquim Mar-
nee Rodrigue! ; Pauhy, o 8r. Domingo! Herculano A. Peaioa
ufaran : Para oSr. JualinoI. Ramoa; Aroazonae, o Ir. Jer-
nimo da Coila.
PARTIDA nos reos
Obrla: loites os lia*, a 9 a mria h.r.n do dia.
iKsiaraea, Guiaana e Pn ...ii,., m, keguaaaa a sextas
... Aiic... lit/.-n.... Hoaito, taraara, .Mi.nt.....aranha
8. Loaran, iv .-.Id:,... Kaaaratk, Lia.....r... Ilr.j .
ara, Flora, rilla-Rella, Boa-Vista, Ora-ur. o Kx i
Cabo, I|iiu<-.i. Sariaaaea, ]i..-F.irmu*o. Una. Barra
riaraalelraa e Natal : ajailBtaa-fairaa.
I...I...- oa corren., pau.-m aa 10 liona da m-inli i.
iv*.pi..r.. |
. .pian.,.-!,.
.-. A,...-l-,
AUDIENCIAS BOS TRIRUNAES DA CAPITAL.
Tribunal do commcrcto .- aagunda a quintal.
Relac.no; lercat-feira e nbbados.
Fazenda ; quartaa a aabbados s 10 horai.
Jmzo do cornmercio : aeguudaa aa 10 horaa a quinlaa aa malo-da.
Juizo da orpboa : aegundaa a quinlaa aa 10 horaa.
rimeira rara do civel .* aegundaa a aexiaa ao meio-dia.
Segunda Tara do civejl: quarlaa a aabbadoaao maio-dia.
EPIIEMERIDES DO HEZ DE AIII.II.-
1 Quarto creaceme ai 11 horag e 14minutoida larde.
9 La ebeia a 7 hora e II minutos da farde.
17 Quarto minguante as) horas e 42 minuio da manha.
24 La nova aa 4 horaae 55 minutos da larde.
l'lll.AMAIt DE IIOJB.
Primeiraa 1 hora e 18 minuloa da manhaa.
Segunda a 1 hora e 42 minuloa da urde.
DAS DA SEMANA.
20 Sagtinda. os Pra/eres de N. Senhors.
21 Torta, s Anselmo Ira: AbdiT.il.is e Siltio Jim.
22 Ounrta. Ss. Soler eCaiu Pp. Min.
23 Quinta. i>. Jorje m. ; s. Adhorto b-
21 Seita- s- Fifi de Sigmaringa in. I. : Ss Honorio c ajlelo Hb.
d3 Sabido, s. Marcos evangolisia. ; s. llermiuom.
2ti Domingo do Itutn l'aslor c segundo depois da pasrhoa.
EXCARREGADOS DA SI lSCRII'CAO NO Sil.
Alagoai.o Sr. Claudino Fileno Diai; Baha, o 8r. D. Deprai
Rio da Janeiro,o Sr. Joao Pereira Martina.
EM PERNAMItLCO
proprelario do DIARIO Manoel Figue.roa da Faria. na iua
livraria, praea da Independencia ni. 6*8.
PARTE 07FIG AL
laria, Joaquim Miguel do Amaral. Maudou-se re-I razao. Era na vespera da insurreicnu de Rimini. tuires ontorgadas e juradas nao consolida os so ver. i tilica do resnrgimcnlo, a por algum mc-iln que imaginar c como nciihum dos leilnrcs podara licu- Tal he secundo i rnaia fial espoaicAo, a nova
OOVERNO DA PROVINCIA.
Expediente da da 15 do abril.
OflicioAo Exm. prelado diocesano, solicitando
a sua informaran sobre o reqiienniento junio em
que alguna moradores de Ouipapa pedem a' assem-
bla provincial a dirisao da freguezia du Aliinho,
a que perlence nquelledislrictn.
DitoAo Em. com m. miau le superior do Recife,
1 inleiranit"-o de ter deferido o reqaerimeiilo em
qoe os negociante Rositon Kooker A; C. pedem dis-
pensa do ervio da guanta nacional, 'al a prxima
rciniAo do consellio de qualilicarAo, para osea cm-
xeiro Manoel de Araujo Alrnfur;. -.,..
HiloAo general eummandanle das armas, pa-
ra qu em presenta do aviso constante da co-
pia junta, liaj.i de ministrar, com urgencia, a* in-
, lormares, que poder oliler, comprehendendo n,lo
o os medico* militares que mais se dialinguiram em
soccorrer os doenles do cholera, mas lambem quaes-
qaer oulros racullativos que tralaram de militare
aceommeltidos de semelhaule epidemia.
DitoAo eommsndami' da eslarao naval para
mandar daaaanbjrcar com cuia o recrrrta de marinha
Joao Aatajav da Coala.Cuinnvjnicou-se ao eapitao
do porto.
DitoA' Ihetooraria de fazenda, au(ormndo-a,
sob rasponsabilidade da presidencia, a maullar pa-
gar as despezas qoe exced-rem do credilo nberto
para a colonia militar de Pimenleiras no corrente
eiercicio, e do qaal declara S. S. s rest.i a quantia
.le 92S6I0 r. *
DiloA' menta, para qoe effectue sob responia-
bilidade deate governo o pagamento dos venciman-
tos dos imprecados da repartirlo ate polica, con-
forme ja lhe foi recommendail.i em oflicio de do
corrente.
DitoA' menta, enviando com copia do aviso da
liislir.i da 23 do passado, a demooslra;ao, qoe elle
se refere, do crdito abarlo para o servirlo do mes-
mo ministerio no eiercicio vindooio.
DiloA' me'ma, inteiraado-a de que-fr.i eione-
rado do emprego de ajudante da furraleza de llania-
raca', pelo aemiral cagaiman 'ante das armas, u l-
enle Manoel Jos da Silva Lelo.
DiloA' mesilla ttaodo-liie sciencia de ter sido
pel governo imperia|ajpprovado o accordo desle
querer ,io ajinlaute seneral do exerci
Jos Jeroi.\mo de Souza Ivmoeiro, lanzador da
recebedoria de rendas toltrnas, pedindo II mezes
de lirenra. Msn.lou-se passar porlana.
Joaquim Jos de St ;l Auna Araujo, lenle e sub
director da colonia militar de l'iincnlei'a, pedindo
pagamenlo de una hesla de bagasen) e urna imvI-
Sadura. l-"oi negado.
Jnveliuo Americo de llirros Correa, pratirante da
| recebedoria de temas cer?es pede 3 mezes de licen-
| ja. A informar a thesouraria de fazenda.
Joilo da (jruz Sizodo, recluso no presidio, de Fer-
nando, quer ser reconduzidn para esla capital.
Ollicino-se ao commaiidanle do presidio alim de fa-
zer rearesar o supphcanle para esta capital.
J.jo Fernandea Preme Vianna, pedindo pasa-
mrnlu de '.17 libras de velas estearinas que vendeu
paro o arsenal de guerra. A informara Ihesou-
rnria de fazenda.
.Oflirin do ceneral rommandante das armas, apre-
sentauda o rrquerimento do praiiraule da botica do
hospilal recimenl.il. Miguel ll.illiiiio Salaueiro de
Sania Rosa. A informar a Ihesuoraria de fazenda.
Dilo do director do aneuol de guerra, dando cuin-
primenlo ao dfspacho da presidencia datado de 15
do corrente exarado em oflicio do director da co-
lonia militar de Pimenleiras. A informara Ihe-
souraria de fazenda.
Dito, do juiz municipal do termo de Ouricun,
dando parte do mo estado em qoe se aclia a cadea
e casa que serve de qu.n le ao deslacamculo. A
informar ao director interino das obras publicas.
Dilo, do provedor de saode, informando o reque-
rimnii.i de Pedro Donelly. A informar a lliesou-
r.iri-i de fazenda.
Blinuar com as despezas da
Irraafim de nao Hcarem
i dependentes, cumprindo
viiiilnur i a conla demons-
soverno. de mandar
rubricaarsenal de
paralysadas as obras di
que S. S. enve em jul
Irativa do seu eioesso.
DiloAo contelho adAinistralivo, para promo-
ver a compra lie 5 rroba ilf polvori crossa para
foriieci.nfiito no Mnal .de guerra.C iininuiiicou-
ae a este e a' lliesavl'aria de laze::da.
DitoAo mesmo, para proceder a compra dos
medicamento indicados na relajo jiinta, os quaas
sao neeesaarios '.colonia militar de Pimeuteiras.
Comni'inicou-se ao reapeclivo director e a' thesou-
raria de fazenda.
DitoAo arsenal de marinha, enviando copia do
aviso da marinha, n.1o s determinando que os con
EXTERIOR.
A ITALIA, SEC FUTURO, SES PARTIDOS E
OS PUBLICISTAS ITALIANOS.
I.V. tiiolierti. Del Riuuovamento civile d'Italia,
X vol. in 8. Parigi e Torio*. II. Y. Raoalli.
Le Istorie Ilaliam dal IWlial 1853,1 i vol. in \->.
Firenze.
'Concloiio.
II.
O primeiro cuidado de um medico, quaudo checa
ao leilo da um dueole, he applicar a nature/.a do
mal, cujos effeitos se oflerccem a sua visla, o diac-
noslieo mais seguro possivel. O mesmo bom senso
lhe dicta esta conducta, porque he claro que em-
quanlo persistir na ignorancia das causasda doelita
do que sollre, e que o chama, ser-llic-ha ImpOT-
sivel soccorre-lo.
Os publicistas italianos que acabam.s de ouvir
iinilaram com razao este modo de obrar. Chama-
dos por aeu patriotismo a dolorosa cabeceira de sua
patria, proruraram. primeiro que ludo, desrobnr as
cerios do escaleres dos navios da estarlo dasla pro- verdadeiras causas da toeura qu a mata, e ambos
vincia, aejam fetos a bordo dos mesmos navios,
mas tambein mandando conlralar a coustruccAo ero
eslaleiro particular do escalar de \-> remos, que se
tinaiidou fornecer a' mesma estac.lu por aviso de 7
da Janeiro ultimo ; cumprindo porlnulo que Srr.c.
promova semelhante contrato.Communicou-se ao
chefe da eslac.au naval.
DiloAo mesmo, para enlregar a D. Anua Fran-
cisca de Arroi n Reojo os aeu ftthua Joaqmm o L'lvs-
sas, que se neham alistadus na coiiiponhia de apreu-
dizes daquelle arsenal.
DitoAo mesmo, para- qne admita na compa-
. nhia da aprfudizes daquelle arsenal o menor or-
pbao Jos Antonio da Costa.
DiloAo llirsoiireiro das lotera. enviandc-Ihe,
para 1er execu^ao, copia da le n. :t99 de 4 do cor-
rente, providenciando sobre o rnodu da venda aqu
dos birhcles de loteras de nutras provincias.leuaes
ao chefe de polica e a' Ihesutiraria provincial.
DiloA" lliesouraria provincial, para entregar ao
padre Jos Amonio dos Sanlus Lessa, administrador
da obras da matriz de S. Jos desla cidade. a quan-
tia df ii:iiir!) para a eonliimac/io daquellas obras,
devendo essa somma sabir da quota consignada no
art. 4. o orcamente vigente. Conimunieoii-se ao
referido Lessa. .
DiloAo director das obras publicas, para que,
emenden in-se com o inspector da Ihetooraria pro-
vincial, mande fazer o reparo preciso na coberta da
'parte doeliflcio, em que esta" collocada a mtsma
thesouraria.
PortaraConcedendo mais tres mezes de proro-
gacao da licenca concedida ao amanuense da Ihe-
souraria de fazeuda, Anlouio Morlinsoe Seabra Le-
mos.Ciitnmunicon-se i' Ih-souraria de fazenda.
DitaConsiderando vaso o posto de alferes da
qoarta compauhia do 3. baialhao .le guardas Dado-
naes du Recife, ucrupado por .Manuel Concalves
Braga, valo achar-se elle ausente por exres licenea, desde marro do auno passado.Communi-
cou-so ao ri iiiinan la.ii. superior.
Despacho do da 16.
Emilia Candida de Mr I > Luna, professora, nade
om mez da licenca Concedeu-se a licenca.
Paire Francisco Viri-smo lianilei.a, e Miguel
Archanjo Pimentel, prefessores pblicos de puinei-
ra ledras, quemr permutar anas 'especlivas ca-
deiras.A infernar ao director geral da iustruccao
g, publica.
Igoacia Mara de Jesus, replicando do. despacho
de 18 de fevereiro prximo passado.A iiiTurmar ao
chefe de polica.
Jos Joaquim Rodrigues Lopes, lenle coronel
de engenhfirn<, requisilando lijlos de alvenaria.
Maudou-se l'oruocei.
Manoel Antonio da Silva, preso, pedindo ser posto
em lbenla.ie.Nao lem lugar.
nos disseram o que a (al reapeilo pensavam.
E agora que remedios propoem elles que se em-
preauem para combater o mal que tao delicada-
mcnle nos descreveram e que juizo cmivm que le-
nham asaisleutes iuleressados, tomo omos, sobre a
ellicacia piovavel destes remedios .' So respoinler-
.... Protestar iberiamente contra a injustic,a, pro-
testar publicamente, por lodosos modos e cm todas
asoccasies possivais diz M. de Azeglio, lal lie quan-
lo ao presente o modo de aejao, o nico til e o
nico poderoso. Nada mais de protestos armados
como em Rimini. Para protestar assim, ser-nos-
hiain misler duzenlos mil liomeiiseduzentos canhts
para pr em linlia ; mas para apenas reunir raras
baonetas, seremos objeclo do riso da Europa....
A forca de nosses protestos deve consistir em inter-
dizer-nos rigorosamente a violencia, tjuanrlo em
urna nacao lodos reconhecem a justica de urna cou-
sa e a querem, esta' feita esta cousa. A regenera-
cao da Italia he urna obra que podemos realis.ir
com as maos as algibeiras... Estas palavras e a
brocliura Decli ullimi casi di Rnmagna, B qoe as
conlinha, liveram omaioremais feliz echo na pe-
nnsula. Todos us patriotas qoe se nao baviam dei-
xado anda tocar completamente pela eecuaira do
espirito revolucionario aceitaran! o plano de conduc-
ta tao fcilmente formulado por M. Azeclio e denlro
em pouco appareceo o progr anima completo de orna
nova escola, que foi, pela nacionalidade de seus
primeiros autores, chamada a escola piemonleza. O
nbbade tiioberli e M. de Italbo. o primeiro em aeu
tratado ilel primlo e o segundo em soas Speran-
ze de Alalia, foram principalmente os redactores
desle programma. H, Kanalli os resume com urna
perfeila exaclidao. ... Os estados italianos nao eslao
maduros para a repblica, diz a escola piemonleza ;
o proprio rgimen conslitocional seria muito adan-
lado para elles e nao Ihes he necessario : o que Ihes
convm lie urna federacao de monarcliias tempera-
das que governein confn me os votos da nacao, vo-
tos exprimidos ao mesmo tempo por Miemblai con-
sultalivas compostas dos homens mais honrados doa
diversos paizes, e por on.a imprensa livre, submet-
tida a urna benvola censura.
O que Ihes convem, ha que esta federacao de
principes, aos quaes so se pede que sejam bem in-
tencionados e que tenliam boa fe, se conslilua sob a
presidencia do soberano pontifica, e a Italia reivin-
dicara rt'entro em pouco esta preeminencia civil e
moral com que a dolara a naturaza e a Providencia...
Mas,dir-ie-lia, que viria a aer n'eale systerr.a d
dominocao auslriaca ".'
Tao habis como prudentes, os publicista pie-
moniezes reservavam esla grave qmslao. O proprio
abade tiioberli nao senta enl,lo nenhuma diflirulda-
deemdizerque era preciso admillir o imperador
d'Aostria na federacao italiana, como era admiltido
em Francfort na confederacao germnica. M. d
Balbo, om pouco mais tarde, fallava bem, lie ver-
dad, na necessidade para a Italia de recobrar su
nos re.stabelecidns, porem prnduz somenle om grave
e lerrivel damno a' roUgito e a moral publica. He
um prejuizo crer que a razo de estado pode (ornar
honestos actos que amoral privada rondeinn.r Os
exemplos pblicos fallan) anda mai alto que os ac-
tos privados, e se lie verdade qoe um mo governo
cja o effeito ordinario da corrupto de um povo,
nao he menos verdadeiro que a corrupto dos povos
cresce gradualmente sub os maos enveros.
As massas refteclem como espelhos, em maiore*
ou menores proporcfies, os vicios de seus governan-
fes. Qnando ellas os s'iin nao se nquielar com a f
Jurada nem com juramcnlos, moslrar-se iniquaj e
vincativos, lomam as rcesmas inclinates a' desleal-
dade, a' perfidia, a' arrogancia, a mina, a vnennea.
Pouco a pouco solio os lagos da religiao e da moral
estes fundamentos de toda suciadade humana, dis-
solvem-saou afrouxam-se.
Sollam-se tardas e imitis lamenlac.-s e attriboe'
ae a causa as acitan'ies rcvolucioualias da plebe -
mas he um erro ; estas acilacoes (em por vertadei-
ra causa a coirupgao existente sem a qoal nao le-
riam elTeito e sem a qual lambem as revoluces ou
naoarrebenlanam ou se terminaran! pacificamente
e com satisfago de todos.
Pode-se pois asseverar sem temen la !e que se em
alguma nova mudanca dos negocios pblicos, a li-
cencadesvaneca Dfos este presagio '.Iriumphar
de novo de preferencia a lilierdade sera' misler at-
Iribtiir a principal raz?o a' estes aovemos que vao
por tola parte e de todo modo semeando a corrup-
to. He verdade que estes di/.em que as revoluces
com que se os amenca e que elle por si mesmos lem
o cuidado de provocar fomentando a divisao e o adi
se lanzaran) em excessos que lornaram anda neces-
aria a volla da Ijrannia ; mas acaulctem-se de licar
sepultados sob as ruinas que bouverem preparado e
pdate (er em sen lempo, he pois urna poltica ex- rar-se antes de a haver ouvido.
balista, e he para siilislilui-la por um sjslema de "..... Nascida sob rcis, lomada itiliana
dnulnua poltica que o abbade tiioberli propoz a seos
ollra- C0Pi,r''i* el subsliluica da qoe de I80 a I88,
elle tinto contribuir por fazer-llies adoptar. Esta-
opin ii-s c de condocl.i mal em harmona com as montana com a repulilica e com o imperio, chii-laa l irtoa vogaram rpidamente na Italia e viudo a roor-
neceasilailes do tempo que he ntieler trahalhar. com o Evanselhu, cosmolila com o papa lo. Roma le premalura du autor, dsr-Ilies urna especie de sane
E'le novo sxslema he o que o abbade tiioberli far-se-ha a capital religiosa e social dos principios. Sio suprema e locante, rnrrein boje geralmoote aos
COOeabeo, e que prope a seus compatriotas ol. o mas dos principios desenvolvidos pelo BrogreMO e ?""'s .''"'"ul sra"rt.e '""""'1<" patriota. / dos l-
' .' i.i.i- ii liara*, pelo quesin.no Uizerdu proprio abbada
nomedes>s|ema da renovacao riniiovair.cnto, consol, indos pela dnracao. tiioberli. isto I,, a panacia dos males da peuinsola.
civil da Italia. O riniiovameiito a lie a poltica do o O poder espiritual e o poder temporal ahi lio- Ventado soja que todas as propusieres sem exceprao
futuro, como o resorgimento o foi a poltica do resceao liberalmenle um a par do ontro, mas se- I ''" Rinnuovaincnlo, n.l i p.issaram sem adiar coii-
passado. Doos caracteres essenciaes os distioguem i parados e dando-se as maos em vez de se guerrea-1 lr','licl"re'' ""*"" '|llre *us P"i listas, portn aal-
. ,...... i vo alguna neniienos .tissenliinenlos, lodo > sinrilo
sobreludo umdo oulro : OKilsoratmento, sehoo-rem. Oprimeirodestesdous poderes nao sera mal' I rt*.|, iheoria, tornou-se o da opiniao italiana. A
ves*e couliuuido, leria consistido em urna rranfor- um mixto de agrado o profano, de ceremonias pa- | ideas mais arrojadas principalmente do Rinuova-
macao da Italia gradualmente operada por nina cuicas a de fogueiras sanguinarias, de cruzadas c de ment, tae como as da necessiriade de reconduiir
iudependencia ; mas era urna obra cuja renlisaci,, nao.
ella nao requera senao ao tempo e a accao do diplo- A eacola piemonleza r.a..vperdo toda influencia
mana europea. a Italia, mas Mmenle perdeu a preeminencia, e
InspiraudiT-se mo a etlasquesles, estar' acabado o Irabjlho que' '"" Sr. do Talleyrand, em 18(l">, remetteu por lieraes italianos.
empreliendemns para deduzir suas ronclu-0e. |^oas Vfz". d"' veze intilmente,ab 1;, ajjaju Urna nova eacola elevou-se, que visvelmenle Ih
O problema que se propuzeram resolver o abba- jro|e0. M. de Balbo fimitiva-ie fazer entrevad ucoajfjf na direccao geral da o"pinSo ; esla escola
urna poca em que, produzindo a dssoloc.lo do .rocura por oulros caminh.s, e pede a oulros meos
peno do Oriente urna recomposicao inevilavel -^ ajlvarao presente e a regeneracio fulura da pe-
serie de retormas ; o rinoovamento n lera' antes, indulgencias, de heneaos e de maldices, de moral
o aspecto e o espirito de orna revolocao aora' piu- evanglica e de poltica profana, de padres e\em-
tlaste aspetto e qualil di rivolocioni.} O riaorgi- piares e de prelados soberbos, disolutos epoloni e
ment n depois era um muvimenlo originarip inlriganles. Oscardeaes, deixando o nome e o (rem
e puramenle ilaiiano, o rinaovamento a pelo con- j de principes, serao de novo os cura da cidade sania
Irario sera' esseucialmenle em*sua marcha e em seus e na mageslade do soberaiio ponlince resplandecer'1
resultados um moviineiito europeo ; a regeoeracao ) a modestia do apostlo pescador,
da Italia, que um dia sora' o seu fructo, sera' ape- O poder temporal nao ser mais fatigado pela
as urna scena de um drama immenso, que abracar velha ambicio de dominar pelas armas e pelas con-
todo u Occidenle. quistas, em vez de nao aspirar seuao a faze-lo pelos
Mas em que consistir' entao o n rinuovamentn exemplos e pela influencia da virtude. A preemi-
europeo '! nencia civil e moral da nova Italia succeder.i a do-
No Iriumpho de tres ideas c na salisfacjao de tres i minao.io guerreira e poltica da ulica,
desejos que, desle ISI.",, os tratados de Vienna nao | Adicta italiana, coinpisti de leigos, pnr-se-
deixaram de abalar por toda parle : o reslalieleci- ha a par da dieta religiosa, e a cidade nica do mull-
cenlo da inlelligenci.i em sua supremaca natural ii magsioranze del pensiero,) n a reconslituie.io das | semblas, sera ao mesmo lempo um forum e um
nacionalidades: e a redempcao das massas o redin- santuario, cidade e orculo, locar de paz, modelo de
zione, e em oulra parlo risoatlo sella plebe,; re- 'juslira, foule de virlude e foco de civilisacao... E
demprao que consistir' em tornar gradualmente I nao dicais que ludo islo lie urna utopia, porque.se
tran-mis-ao e distribuicao da propriedade inajs ae nao pode realisar a perfeicao ideal, portemo-nos
conformes ao bem du grande numero, a satisfazer
melhor du que al ao presente lem feito ao impres-
aproximar delta, e nos aproximamos quaudo sumos
nao su ajudados mas impellidos pelo inveucivel das
cnplivel d reilode vivar mediante seu Iraballio di- cousas .
de pagar caro as esperanzas de restauradlo em que rC' di vivere mediante il lavoro' >; que toda care- | O Piemonle esta era melnor eslado qoe Roma e.
e embalam. Nao dizemos i-(o para desgracar a nin-
guem, mas a (lulo de aviso bom para ser ouvido por
lodos. Tal he o dever do historiador que nao se-ven-
de. Quanlo mais importunas parecem suas narra-
coes. maiqr p0r5.no contem d'esta esaeneja de vida
(mulrimenle vtale que o poeta sagrado de Italia
prometlia faze produzir como livre manifestacao da
verdadeiro.
He urna nobre linguagem, c a escola piemonleza,
como vemos, mo decahio em propagar seos ensi-
llos pela penn de M. Ranalli. A popularidad*
deites ensillos lie entretanto sempre a mesma? M.
Ranalli dirigio-sa a om publico lao disposto a ouvir
a voz da razao como o era o publico, que re.-ebia
'dez anuos, com lauta confianca os conselhos de
M. d'Azeslio? He preciso reconhecer edizerque
gajajjpiolierti e M. Kanalli nao he novu na historia de
seu paiz e inultos estadistas, muilos publiclas,
muilas patriotas, dos mais sublimes al aos mai. mi-
scraveis o eslabelcceram antes delles dede a lamo-
sa conten,la do sacerdocio e do imperio. Que de
sjslemas se tem prodc/.ldo sobre esle as'iimpto lleu-
de quasi oilorenlos anuos C.omp T-s.-ia um sros-
10 e triste volme. Nao he de ooaao objeclo apa-
nliar ascousai de taoallo : para dar urna idea da
peiturbar.vi que reina sempie a osle respeito nas
cabecas italianas, remontaremos somenle ao cmico
desle seculo.
Desde a revolucao franceza, pouco mais ou me-
noa, al no primeiros anuos da monarchia de julho,
pode-sc dizer que um so systema reinou na opmio
dos Italianos M.bre o modo de regenerar aeu paiz
'oi o systema desla velha e inepta escola revolucio-
naria, que por onde pravalecru, commelleu ou fez
commeller tantas loucuras ou crimes.
A sociedade secreta chamada dos unitarios, que
se formn em Bolouha em 1795, e a chamada do"
rayous, que pouco depois se aggregou a dos unita-
rios, foram al 1815, a cabeca e u braco desla cons-
dislribuicio dos territorio, se podesse ollerece ninsola.
Austria, sobre o Danubio, na Valachia, na Moldar! | Para ter urna idea completa das tendencia, di-
mesmo na Bessarabi.e na Bulgaria, al abi e ., 'versas que sobre esla grave questao, di.pulam boje
' coropensacoes bastante. | os espirilos na Italia, he preciso late-la por sua vez
mente avultadas para deridi-la renunciar volun-
tariamente a suas possesses italianas.
E assim grar;as i nova ecola, abrio-se para a pe-
nnsula urna era de esperanca lao racional e lio hon-
rada como a era das cunspiracoe qoe a preceder
havia sido miseravel e loura. Despojados por tres
homeus apaixnnados e (alentosos d'csle governo da
lipidian de que por tanto tempo tinham abusado,
para desgrana de seu paiz, os revolucionarios aler-
radoa malaram-se e chegou-se 1 crer por um mo-
mento, (auto os abandonara u espirito publica, que
a Italia por lim 01 liiiha julgado para sempre.
Bnlrelaola o programma picmonlez nao licou
ledra mora. Deaagradou violentamente a corte de
Vienna, que vio auscilaiem-se 'elle, para a ma-
milcncao do usialu quon com qoe se comprazia',
dilliculdades muitu mais graves do que as que lhe
piraco permanente, e tao san como permanente, i I""1'"' ,u*cilar qoalquer conspiracao revolucionaria;
dos patriotas italianos.
Com a queda do imperio, estas sociedades desap-
p.ireceram para dar lugar a dos carbonari, 11 co-
jas origens remonlavam ja aos primeiros annos do
reinado de Moural, masque, a partir de sua n, ii
'oinou para conserva-lo at 18)0, n sceptro da opi-
niao italiana.
A reM.lu.;.! 1 I., julho arrastrou o carboranismo
como a queda du imperio havia dissolvido os unita-
rios os (rayn* ; por urna neva seita, que anda
dora, veio sub'lilui-lo e coiilinuou al nossos da,
as loucuras de .eos antepassados, foi esta o Joven
ManaMiquelnia l.cooilla de Mello, quer ira Fer- Italia deque em 18:!l M. Mizzmi f^i o funda-
nando.Pude seguir viagem.
Koatron Rooker A; C.mpanbia, pede dispensa do
serrico da guarda nacional, para seu c.ixeiro Ma-
noel de Araujo Alcofora.lo.Seja dispensado do
dor e de que anda he o chefe. Conhece -se o espe-
rlo desla triste escola, e lambem sabemos lodos os
. males que ella causn a pennsula,
servico o guarda de que se Irata at a prxima reu- c ....
in.io do conselho de qualilicacao. a quem deverao os u""P,rar '"'. semP" he lodo seu genio,
suppllcanles requerer oseu direito. como se houvesse nma sociedade de conspiradores
Oflicio docoininissari.. vaccinador, informando re-
queriinenlii de Canillo Heurique da Silveira Tara-
ra Indgena.A' informar .1 thesouraria de fa-
zenda.
Dilo do procurador li-ral. dando o seu parecer no
requenmento de Antonio Pereira de Barros-A in-
formar ao procurador da coma.
Dito do inspector da thesouraria de fazenda, dan-
do o sen parecer no roqueriinentu de Joaquim An-
tonio Pereira.A informar a raroara municipal des-
la cidade.
Dito do director das obras publicas, infirmando u
requerimento de Jos Cordeiro de Souza.Foi de-
volvido a repartir 1 das obra, publicas.
Dito do iii.peclor do arsenal de niarinlia, dizendo
que o Africano de nome Joaquim, em servico no la-
zarelo do Pina, deve afl^er conservado.A infor-
mar c.immissao deML|ii'ne publica.
Dito no cliefe de poiicia, dizendo que se mande
pagar as deapaZN que fez o delegado do termo de
1, iranli-.in.. com o -o 1,. ,m dos presos pobres da
r.ideia do refende lrmo.Manduu- Dilo do commaniante superior da guarda nacio-
nal do Recire, apresenlando ,,4 liliares de .'1 corne-
tas engajados par o servico da guarda dacional.
Foi remeltido ,1 lliesourana oe fazenda, para abrir
os asaeutameulos de prr;a.
Ilalln 1a Harta da CooeeicSo, quer ir a Fernando.
Pode seguir viagem.
Claudio D'ili-.x, requerendo qR o arsenal de
guerra romee 011 velas mixtas mediana a compe-
tente paga.A Infernar ao director
guerra.
Uygiiii Jos Cielho. lenaole-eoreoel comman-
danie 00 miarla bMilbao de irlilliaria, reqoiallanilo
a/eilo doearrapato, para a enfermara do resnecllvo
. I. 1 iln.lo.M.iiuliiii-e fornecer.
o ni .-ni 1. reqoMIaodo aulle para o batathao.
um ponco exlensa e um pouco perliifliadora em cu-
jas fileiras a polica dos estados que esla soci-dade
ameaca nao lenli.i o mais fcilmente possivel lanos
espides quaulos queira !
Tal foi naloralmenla a -arle da sorirdade dos uni-
tarios, da dos ray onso e do carbonarismo e anda
lie muitu visivelmeute a da Joven-Italia.
Tambero pode-se dizer, sem fallar, cousa mu
nultl ao absurdo nao sii dos planos rdmo das vistas
deslas seilas successivas, que a nica tarifa que
constantemente ellas tem cumprido sactisfacloria-
menle, he fornecer aos governos contra que se ur-
riiram 011 se orden! agentes de informado e pretex-
tos de reacrao incomparaveis.
Ouanlo a historia dos movimeiilos insorreccionae
organisados durante nosso meio seculo por esta sa-
bia escola revolucionaria, quem nao sabe que anda
nSo varou 7 Desde o sublevamenlo de Anemia em
1800 at ao de Calabria em 1S, qoe* movimenlo
apparereu que lenha feito alguma cousa que nao
fazer perecer miseravclmente as pobres victimas
dai predicas e das promessas dos chafes de es-
cola '.'
Quaudo perrorremos esto longo e sanguinolento
martirologio, que se abre em AucOna pelo nome do
do arsenal de ganeral Latios, e que ti-nnioa em CuMIUa pelo dOg
irnio Bandiara ; quaudo recordamos os ineenaato
inovimentos ,ie 1821, l,s:!l, js:i:!, 1s:',7, 18I, Is,
nao sabemos que -entunemos se deve exprimir
primeiro, se o da pedade por tantas desgranada
victimas, se o da indicnacao contra os miserarela
ie correr seme-
Ihanle peiig s, cobardemente os adraran a elles,
Fotretanto ehe^od por lim um dia para a Ilalia,
em que a I01 eaelareceu aiconseenclaa recias eos
poiem, exceploando-se esla corle, todos os oulros
governos da llalla seutram uina inflaeiicja das no-
vas i leas, que, morrcn.lo tirrgono XVI e sendo
elevado ao seu lugar o cardeal |Mastai, Iraduzio-se
logo ero urna successao de aconleoimeiilos lao igni-
licstivos como imprevistos. Enlflo abrio-se com eflei'
lo esla era reformadora que em julho de 18i( o papa
Po I\ nauyurou pela amuistia, cojo generoso ao-
lliusiasmo, no< de-oilo meze que seguiram, ganhou
de I'alesmo a Turim, todos os governo da Ilalia que
mesmo qnando ludo paieda deseaperado, M. Rossi
conlmuoo lieroicamenle em Roma al o dia nesfaslo
em que o punhal de :m miseravel interrompeu seus
nohres designios.
Esta epoca preuhe de esperanzas, e que princi-
pio pareca chamar a pennsula a' grandes destino
acaboa como se sabe, bruscamente com a revolucao
sem nome que forcoa o santo padre a refugiar-sc
em tiaete. Dapois o movimenlo de reformas que en-
Mo animara a Ilalia, a que sempre a honrara', da'
quasi lugar por loda a parte a restaurarao pura e
comparecer e ouvila.
O orga desla nova ercola, em cujas mao, repe-
limos, o governo contemporneo da opiniao mode-
rada na Italia parece por ora ler chegado, foi, nos
ollimos annos de sna vida este mesmo abbade tiio-
berte, que entretanto foi um dos pas da escola pie-
monleza.
Al I85S, o autor do Primato havia professa-
do as mximas, que anda defende M. Ranalli ; po-
rem o espectculo doa desastres a' que eolia elle
assislio, os mortaes desengaos que lhe ileu e;lc es-
peeiacolo, o lancaram poaeo depois em um ordem
diflerenle de ideas que elle eipoz em sua ultima
obra e na f das quaes morreu.
Os Italianos com esle e.pirlo correle a pigla-
re le nuove fojge, a que j 1 Ihes exprobara com ra-
za nm de seus autores no XV seculo, sostaram da
nova donlrina, que o abbade tiiobarli Ihes legara do
exilio como seu testamento polilici ; atiraram-se a
ella em matea, e o volme do t Binooramenlo
que a expe, tornouse como o catheci-mo de todo
o partido patrila e liberal contemporneo da pe-
nnsula.
He pois de um inconteslavel inleresse fazer bem
coiiherer c fcil. O abbade Gionerli. com sua diflusao ordinaria,
expoz sen pensamenlo por modo ao menos a nada
deuar de equivoco nem de obscuro, e podo-seno
meio dasrepelices e das digressoes sem lim, queen-
cliem o Rjnuosainenlo, ojachar e reproduzir sem
moilo Irabalh 1 o enea leamento das las que deram
nasriinento ao novo syslema e o complexo il is opi-
inies que o compoem.
lura humana traz desle o iiascimento, a combater
einlim o flagello da ignorancia popular pela educa-
cao inlelleclu.il, nacional, democrtica econmica,
o renuovamento a europeo sera' alem dislo e nao
podera' deixar de se lo religioso, porquanlo, como
mesmo se poderia effectuar esta entrada da poltica
uuiversal nos principios da oaloreta e da razao,
sem que a religiao concorre>se com sua parle '.'
Urna polygenesia religiosa pelo contrario, que rnn-
si-lira' em urna volla do calbolirismo as regras di-
vinas dos lempos apostlicos, sera' contempornea
da revolucao europea, cojo futuro he grandioso e
actuara' sobre elle cm lodos os sentido. O chnslia-
nismo, com efleito, entendido como deve ae-lo. isto
he, como elle seexpe a si mesmo nos livre santos,
nao respira senao idealismo, independencia humana
e amor do prximo, e eis-ahi todo o eipirilo do
riniuivamcnto. a
'.mlim. be evidente quo esta renovacao universal
se prodoiira' sob ama forma poltica dada, que se-
ra' ou a monarchia ou a repblica. Ouol das doai
vencer".' A que mclliar uUalicer i .undicoes o -
senciaes da grande mudanca que a sociedade aguar-
da enl.lo pouco importa que seja urna ou outra, e
he intil discutir de anlemao.
O k rinunvamento eiilrelanlo nao se minifesla-
ra' em lodos o povos da Europa do mesmo modo,
com menos custo que Roma, pode lornar-se digno e
capaz de coucorrer, a Ututo de autor principal, pa-
ra a grande obra do Kinuovamenlon. Sua cousti-
luicao livre, a separaran definitiva que operou nel-
le, eulre ns direilos da igreja e os do Estado, a le-
gislacao Sicardi ; o direilo de aaylo, que este reino
exerceu nobre e liabilmenle para com o exilados do
resto da Italia ; o renome militar emlir.i que, emba-
a soas derrotas, adquiri justamcnle em duaa cam-
panhas, Indo illa o prepara maravilhosamente para
Roma a simpleza da vida do F^vaugelho. de separar o
poder ipmporal do espiritual, de alargar mais o ele-
mento democrtico, de rsperar de am< revolucao eu-
ri.pii universal o sigual do liberlamento da Italia,
de contar inuuilamciite mais com a energa das mas-
sas para o bom xito desle liberlamento do que com
a boa vonlade ou com o coiieurso dos principe-, to-
das eslas ideas dizemos. subslilairam visvelmenle
nos espirilos italianos todas as creuras e todas aa ea-
perancas que formarain 11 symbolo do nrisorgimeoloa
e se a auliga llieona de M. de Ralbo.* da M. d'A-
zeglio, lem anda por si os prudente do partido li-
beral, esla fura de duvida que e Kinuovamanlt.
eonquisluo arraslou .1 multidto.
Nao temos menlo, e he aqu medioer*m*ule ne-
cesario empenliar com o abiiade tiioberli urna po-
lmica em regra. Islo nos levara lonce, e a* rais>es
de todo geueio quo podem s*r os espirito modera-
dos na Europa inicua, pois que he a loda Earopa,
que o uRinuomento aspira de drfirir pnlundaineu-
le de acr.'.rdo com a aulor de nm lal axatema, se ol-
frecem por si mesma em masa ao | csame ni".
Entretanto temen lo que um silencio ab*ululo a *te
rrspeito, nao passe na Italia ao silbos ele alguna
pessoas por urna arquiesceneia tacita ou disiimolada,
permilta-se-nos explicar em poucas palsrras porque
a nova doutnoa do abbade tiioberli, nao podara ler
nosa adhesao.
VMa explicacjo lia muito simple! e por eslarmoi
lano mais disposlos a da-la, porque roncloiudo pe-
la cond*mnaco das ideas du autor do 'iRiiiaovjmea-
le.s em nada ella allinge a justa fama da reetidio das
intenres que elle deixou na memoria de lodos quao-
tos o coubeceram. '
Pta e\ |io-ir '10 de aaa nova llieona o abbade tiio-
berli eslrea por urna renuncia explcita do princi-
pios deste i.risorgimenton de qo* enlrelanto fra 00-
Ir ora om dos mais ardenle promotores, na qo* ra-
ZOea da* elle de.(a mudanca 7 Primeiraroente qoe a
unan reciproca dos principe italiano e .1 alliaarca
desles principes com o povus, e condieea priane-
nas do feliz socces-o das reforma que *otao so pre-
tendan! operar, eslao rotas e nao poderiam ser res-
labelecidas.
Porem as razoes muito mais grave* pefeitameul*
fazer-se o braco da regeoeracao de qoe Roma sera I joslas que elle aluda da' da derrota do nsorcimee-
11111 dia o templo, entretanto rom dnas condi- j,0." qoe sao a lerrivel divisao que reina na llalla
cues. ; enlre as classes da popularan, entre os partidos, en-
de as provincias, estas razoes, cern nos motivar da
He misler qu os Pie.nonlrzes continen! a aran-
car naeslrada da lir.e-d.idr poltica, de independen-
cia leiga e de virtude militar, em que deram o pri-
meiro passo. Depois devem tambein icriliear so-
bre o altar da patria prajoito* que Ibes -ao caros,
abdicar o espirita municipal que sua nobreza e seu
inuumeravel furo entreten), e comerar enmpre-
hender, melhor de que o tem feito at lioje, que
o sao Piemuntezes, propriamenu fallando, poioro o aeus ru. los '.'
Entretanto vamos ainda adame.
A' era de boje em sanie, exhausta da poltica re-
llalianos.
O abbade tiioberli nao admilte que possa haver
urna politica piemonleza, como nao pide haver nma
poltica iinnir'-1.1:1 ou monteneza. c, em urna nola-
vel passacem rio prefacio do ciR niiovamento, em
e n.lo produzlra' em tolos exactamente as mesmas |<|ne elie explica se seas compatriotas as razoes que
mudanca*. Qoaes serao os seus resultados em rela-
j cao a' Italia '.' II verismil que este- resultados. e-
gonda a le de gradaco, serao a independencia na-
cional, urna confederacao, a lilierdade constitucional,
a reforma das classes cultivadas, Finalmente a re-
dempcao das massas.
Resla dizer, qoaes serao os seus insirumentos, e
sobre qoe pontos versara'.
Seria loucura convidar para semelhante obra nao
s os absolutistas, seja como se o nao dissessemos,
mis os federalistas, que o espirito de municipalida-
de infecta, e os radicaes que o dominio da revolucao
devora.
Os primeiros lizeram-sa julgar aorisorgimento,
que qnizeram produzir e que perderam : quanto
ao radicaes, pareceriam a primeira visla mais pro-
prios para empregar, mus laes lio ni seus deleito
que a refieran os renuncia para senielliante misler.
E aqu o abbade tiioberli esbnca om retrato dos re-
volucionarios italianos, de quem esseucialmenle se
separa em todas as cousa6. que a nossa prolii lade
de narrador forra-nos a dar a conhecer ao menos
por extractos :
Sua orgubosa ignorancia, sua inexperiencia e
imprevidencia absolutas, sua falla de joizo pralico,
sua fantica dedicacao suas opinies, sua intoleran-
cia par com as dos oulros, o egosmo, o espirito de
intriga, a ambicao que os devora, emlim e princi-
nalroenle H doulrinas immorais que pn-fessam so-
bre a escolba dos meos, ludo islo he, s serve, em
qualquer lempo e em qoalqurr paiz que seja, para
arruinar as melhores emprezas polticas... Hemirler
alm dislo, em tola empreza deste genero, gozar
da coulianra universal ; porm os radceas eram por
1 modo desacreditados na estima de todos os lio-
A escola piemonleza c suas doulrinas, leguudo o mei honrad*,que deshonra..., em vezdeservt-lo.,
abbade tiioberli, del.mtivamei.lo passaram sen lem- | ids as causas que abracara... F. nal.nente quera
po. Esla escola propuulia-se a resurre.cao .1 til r.- | nflo serve para preparar nada vale para diricir-.eraa
rrciraentn o da Ilalia por meios, cuja vaidade foi
demonstrada pela experiencia, e que seria chimeri-
tjmpies dos amigos abusos, porem a era reformado- co "B*"'* por mais lampo anda. Nem am se ha em
ra nao passou lodavia complelameiile intil e restam
dnas grande cousas :a tribuna de Turim e o in-
vencivel desprezn de urna resrcao que prelenderia
sem levar em conla, as nobres lembranras de I8i(ii
arrastar a Italia a' carreira de um rgimen justa-
mente abominado.
seu programma, que boje possa ter algum oso. O
" reaorgiroenlo fondava-se no interior sobie a
nniao patritica dos principes italianos enlre si e
quasi que lira iiiio ha. que n.lo lenha renegado a
Italia e formado allianca cora seus iniraigos,sobre
sincera amiza le dos principes e dos povos, e quasi
que mo ha um tfeolre elle*, que por sua perfidia,
por sua falla de f esaas rollas as ideas retrogra-
das, nao lenha tornado ridiculo a mesma i loa de ter
a menor coulianra em i : o re da Sardenha, he
verdade, exceptua-se deste numero ; mas que pode
elle s contra lodos '.' sobre u accordo das diversas
classes da pupulacao enlre si ; purera governos e
facces lancaram parlia eslao classes em urna desn-
niao e um odio reciproco malares que nunca al
hoja : excepcao de um pequeo numero de mem-
bros do baixo clero e de um numero ainda mais pp.
desde I86 ; licou-lhe fiel e anida boje o seu mais auei'0,leai'!"il'"'' '' '="!*. "'" os ecclesiasli-
eloquenle orgos. I cos contemporneo tornarain-se senbores seids .,
E o que o foi da prudente c forte escola a quem
cabe tola a honra do movimenlo de opiniao de
onde, a travez de tantos acasos lahiam esle dous
grandes resultados'.' Ella sempre existe ainda
rene, do oulro lado dos montes, tolos aquelles que
como o abade tiioberli, M. de Balbo e II. de Aze-
glio o diziam antes de I88, nao deixarara de pen-
sar que a Italia.se ainda lera probabilitadc dse re,
generar, nata poderia faze-lo senao pelos meio de
um liberalismo tao paciente como resoluto. O aulor
das Istorie, ||. Ranalli, perlenci a' esta escola
M .iit.l .1.1 fornecer.
Bacharel Joan r'ranriseo Coelho Bilaoeoorl, pe-que goardando-ae cuidadosamente
din-lo pagamento da gratificoslo coin-pondenl.' ao
empo que iuterinarnenle servio no lugar de jui/. de
tireilo da comarca lo Limoeiro.A informar a the-
ouraria de fazenda.
Oflicio do.commandant das armas, apresenlando
requrrimento em que Marcnlina l;erreira de I.o-
/na, pede conlinoacao de licenca para o segundo
a irle do nono In tal lio da infamara, Vicente. Fer-
eira de Lorena.,\Indo:i-se passar portara, conce-
I"ndo-se iO das d- licenral
18
Antonio Vieira de Barros, professor publico de
irimeiras Ipllras, pedindo 20 das de licenca.Con-
cedeu-se i., dias.
Francisco Antonio da Veiga*C:ihral de Moraes de
lesquita Pimenlel, alferes do'l. balalbao de ii.fan-
aria do guarda nacional, pedindo :l mezes de licen-
*. Maudou-se pastar portara.
f tiuilbermina Vieira Baptista do Amaral, padindo
baia para seu marido 2. sargeulo do 9. de tufau-
A historia dos ultimo dez anuos da Italia, sobre
que lano refleclio, senSo mais que lienhum oulro
Italiano de sen lempo, parece have-lo convencido,
I de que todo o seu livro respira, qu a escola pie-
I nionleza, que goveruou a opioito italiana de 1810
j pouco mais ou menos a' I8ix. indicon o verdadeiro
( e nico remedio,que pode pr.oiluzir algn allmo aos I
1 males da paniusula e preparar sua reeonaliloifto na- |
clona! em um lempo dado.
II- tristes aconlerimenlos que se deram depois de
I8i8 .ido abalara... sua opiniao, elle sabe o que estes
aconleciii.enlos rcvelaram no espirito italiano de
lesf.illeciineutos moraes de lodo genero ; porem o
espirilosslos sobre0 perigo de deixar a ipiii^o,; epeclac.ilo, por triste que seja. o'esles desfalleci-
errar por mais lempo sob a influencia da desprezi- j menls (m naJa 0 pen^bo,, c elle er que a )in.
val escola das sociedades secrelas. Tres publr.-islaa,
lodos Irps originarios do Piemonle, o abbade tiio-
berli, M. de Balbo e M. de \ /.ejm, dirigindo-se em
urna linguagem elevada e calma ao bom seuso de
eus compatriotas, os conjurara de deixar nesse p
praticas cujo menor inconveniente era serem abso-
lolamente impoteolea e de pedir a oulro meios
mais honesto e mais segaros o libeilamenlo e a
regeneracao de seu paiz. M. de Azeglio sobre to-
dos distinguiu-se pela nobre e persuasiva simplici-
dade com qoe fallou esla linguagem da honra e da
guagem do Primalo, do Speranze. doi Ul-
limi casi ile Romagna," he sempre a luigiiagtm que
he preciso empregar com os povos e com os princi-
pe! da Italia.
A coiiclu e de medida.'merece, ser citada a' este respeito como
a prolissao contempornea de principios a mais digna
de tlfenfio e de elogios que, depois deM. de Aze-
glio, a escola piemonleza lem produzido.
... Antes de terminar esla obra, diz M. H m .111
nao ssra' intil observar que o desprezo das consli-
do jesuitismo, do absolulisino c do a slalu quo, e
i assim vivera con a reslo da pnpalaflJo leisa era urna "
. hostilidade flscr. ule e permaneiile.
I
Ouanlo a propria popularan leiga, o espirito de
seita por algum mudo a reduzio a p, tu nobrej
lem iuveja aos plebes, e a seo turno .g0 |,r e||,..
invejados ; os consevadores ratfio em guerra cora os i
demcratas ; a plebe, encanada polas alla> classes !
as olba de travos u le guarda iu cagneseo, n ,. 01
ricos alerra.n-se saooovii o poma de socialistas.
Os feleral.'tas xollain para o Piemonle soas oltiiras
e *3h esperanras : 05 radicaes e os retrgrados era-
penbain sobre o soto da pobre Italia uns guerra
desesperada.
Emfira, as provincias nao sao menos divididas
amas das oolras : a Lomhaidia e tienova tem mais
ou menos ogerisa ao Piemonle/, a Sicilia nao pode
sotlrer aples, e Roma (6ruou-se odiosa a lodo
mundo.
No exterior, o resorgimento repousava sobre
primeirae a principal prepararan d'uraa refnrraaque
social consiste em propagar ideas e luzes. Ou* fazem
a esle respeito os radicaes '.' Uue sciencia en-iiijn '.'
que llvros escrevera '! i que Irabalhos se dao para
ir.ilar e resolver os graves e dillieis problemas da
civilisacao moderna 1 Oue novas iloulrinas pro^em
elles que sub*lituain as antigs ? Esteris al a im-
P inicia era ideas e ioveocOes, cccas-recas ciernas,
de duas ou tres generalidades vulgares, elles lema
prelenrao de renovar o mundo, nao com auxilio do
pensamenlo, mas por clamores e censpiraedes... o
S ha pais dous partidos em cujas fileiras se pode
adiar e se devem escollier os verdadeiros obreiros
do .(Kinuovamenloo, o partido conservador e o par-
tido democrtica, observada ainda umacondicao ru-
ja necessidade forra he que ambas reconhecam e he
ella que em vez de se divldirem, como al aqu o
tem feito, se reunir a 1 c Irahalharo 10111.1-, sem pre-
m..litara,i era raucor, para a obra da liberlarao
commum.
Depois de have-lo prvido cora seus obreiros, he
preciso eslabelecer o Kinuovamenlon sobre seos
0 determinaram acabar sua vida em um exilio vo-
luntario, colloca a frente desle razoV. O Iriumpho,
qu oinagoou, d'uraa politica lando por lim idirar
d'alguma sorlt seu paiz natal, da grande familia ita-
liana diritirarlo, dall'italianil ,e reduzi-lo i
na,u ser se nao piemonlez. Amo o Piemonle. diz
elle, adoro-o, mas porque he urna parle da Itaiia
1 e nao por nenhuina oulra causa. S esla provin
1 ca se separar da nacsle, direi com Dante que son
I subalpino nalione non moribu s, e qoe prefiro a
vida da exilio lodos os direitos e a lodosos
bem que poderia adiar na vida de minha pro-
vincia.
Entretanto a Italia, proseguindo, seb a conduela
d'uma Roma nova e d'um Piemonl* mais ilaiiano,
a obra de sua regenerarlo, dever inlerdizer-se lo-
da allianca '.'
O abbade tiioberli a dissaade di*so, c bem que
com ellailn ella deva contar primeiro que lodo com-
sico mesma, aconselhii lhe que cultive a amizade e
procure quanto for possivel angariar o concurso ac-
tivo das duas adiadas mais naturaes qu? ella lhe pa-
rece ter ne-lc triando, 1 Suissa e a Franca. Elle
nao prev qie no momento d -risivo em que a Fran-
ca fnsse entregue a demagogia, a sna allianca, n.io
obstante lodo o seu valor, deve/ia srr evitada por
ssus compatriotas.
Sob que forma poltica se produzir depois o
crltiiiunvamenlo? Sob que forma, republicana ou
monarellica, he desejavel qoe elle se proiu/a na
Ilalia 7 Do mesmo modo que Ira lando de futuro do
irltiunovaineiiloii em loda Europa, o abbade tiio-
berli adioii esla questao ocio-a e intil, assim lam-
bem, examinaudo-a em relacao a Ilalia, a julga pre-
malura e secundaria. Nao he isso que para elle
coustilue o caseocial e loda as formas polticas lhe
serven, c.iralanloque veja por lim realisar-se o so-
npide tola sua vida,, indepen.leuria e a liber.
dade deseu piiz. s Dizem-me : Mas de lodo modo
sois rcil.sla ou repunlicano'.' He que vos be mi.ler
declarar antes de ludo e iimnadialameule ; d'oulra |
servidlo secular da pennsula, nao subsistan em to-
da b\ 1mil1.se 7 E se elles deram a queda na poltica
do risorgimenlo. nao he para temer qna faraaa
lamh-m ser lufrulifaro oulra plano de conduela, qoo
qoer que elle aeja N*o seria mais simple*, mais ra-
/oavel e mais lgico em lodo caso concluir do ama
das causas a que he devida a derrota do risorgi-
meiito, nao qoe deve ser abandonado a sania polti-
ca que elle prosagoia, nas qoe e devem evitar para
o futuro as faltas que a impedirn de prodonr lodoa
lormaddra do risorgimenlo. conviria a crcr no
atibada tiioberli, faz*r succ*d*r urna era nova, *m a
qual a obra da regeneracao da ilalia nao seria sanan
um elleito e romo urna versal que se e'lendeiia a loda Euiopa.
Priraeiramente, porque assim mpselar > negocios
de toda Eurupa com os da llalla? Slo coosas mu
d.slniclas, e mesmo sob inultas relames lien difle-
renle.
A escola do urisorgimenln ra inlinilainrnte mais
prudente, e quaudo en 1818 Cario Alberto, cheio
do espirito dest esrola, pronunriou a famosa phra-
*e l.'ltalia fara da e enillio orna mxima
cuja prudencia mais Valeria meditar qoa d-.-pre/ir.
S ha no mundo um povo que pona regenerar a lla-
lla ; he o povo italiano, e esle povo i orna cousa
lera para islo a fazer, he ircencrar-ic a i prprio.
I 111 .Iu,me o que he esla reu \ .rao uliiver-.nl,
territorial, social, poltica, econmica, retigiaisa, de
qu* se espera a salv.ic.io da Italia 7 Loda Europa
lrinverd.ideiramaiileneressid.de e irise a de reno
ver assim completamente lodos os fun.lamento de
"ua existencia 7 Seria muito fcil e-macar ntste pao-
la o aulor do nRinuovatnenio.n *, pedindo-llie una
conla rigorosa da inultas leu Inicias, de mulla es-
pre.ses pelo manos equivocas de que esla reclieiado
eu livro, adiar em sua Ihenria alcuma rmi-.i de es-
pirito das mais pencusas utopias de noso da. Seta
iiiimigo. emprecaram contra alie *le processo vio-
lenin de dialctica, mas au queremos irnita-l,.* :
sabemos ilr-rulp u os arrebatimenlo de linsoagen
a que poileraui airasiar o abbade tiioberli o de>va-
rms de um paarioUsmo generoso e ulrerado, e n m
he aqu. que se lem feito e que se faia no.ira pv*i-
cesso de tendencia as opinies de escriplores vi-
deuleinenle bem iiilencitnados no esstnciat, soas
que no calor do rombal* pode ir Ihes mais looga a
palavra do que o pen-allienlu. Todava, qoande o
aulur 1I0 lliiiuuvaincnloo sollicila urna modiliraras
nas leis que regem a acquisicao c a tr.in.iins.ao da
pi.ipinM.iil-, o reconhecimeiiln n,!o sai de qne di-
reilo indefinido de viver Iranalhaudo, qo* multase
aeinelha ao direilo ao ir.balbo, a separarle da
poder temporal dos papas de sen poder espiriloal, o
iriumplio absoluln e sem opposir.lo da demorracia
lanlii na igreja como no Eslado, e quando nlin.
iiileirogaudo-se a si mesmo ae ludo isto nao vai dai
m alcuma cousa como o apostolado da repblica
universal, longe de recuar contra a enorme utopia,
a aeeila sem hesitar das nao da lgica ; lodavia,
tizamos, sobre lodos e*tes poni o al-bad tiioberli
nao se aproxima, paia nao dizer mais, das duilrina
da escala levolucionaria 7 E o seu rupbriiiiM.....te
riiiuov.imenlo. nao eleva um mediocre moro de
separaran enlre ua theoria a d*sl evola 7 One
vera Batato a er suas impicrari.es contra M. .'..//ni
o seu sistema' lambem M. Mazzim oulra roosaa
surte, e se vussa prolissao de f nos nao couvier.dei- I nao quer sena, a racrganisarao univeisal. \ erdad
xaremos vossos livrrs e poupar-nos-henios a fadica '." 1u* ,uilu "" *er,c I'* a*eiurar *-l* etUrra-
e enfado de le-los. Senbores, com Iota ba xonladr
,|o mundo, me he dllicil re*pond-r ralecoricamentp
a' vossa questao, porqoe.a fallar a verdade e fallap-
do exaclamenle nao snu era uina, nem oulra cou-
sa. E o que sois Vos enl.lo 7Snu Italiano. ..
berli consenle em entrar rm una conversacao mais
exleoia sobre esle pont? e expe que, em sua opi-
niao, sera' a monarchia, verosmilmente que, se for
servida, lera' pelo menos por um cerlo lempo 'alme-
no por um cerlo tempo a honra de dirigir os desti-
nos do Itiniiovamenton. Sera' ainda para islo, mis
ter que inmediatamente a monarchia so mostr na
altura de 11a tareft, qu a casa de Sahoia sobretu-
do, iao interesada lio esseneial na questao, mos-
tr claramente a re-lo da Ilalia que ella Bato alis-
te e nao respira senao para a direccao e Iriumpho
gongos icardioii. Roma eo Piemonle foram os do i l*a cansa roniraum.
isorgunenti; pode-lo-bao ser igualmente do D'ontra surte, diz o abbade tiiobeili, lu.lus os
Uimiov.imenleii, e conique condiroes.' bona Italianos nao poderiam mais hesitar e como
ir-... ,. 1 ^-:..j./. ,. I dilia o Correggio:E eu laiub*ra snu pintor !as-
lionia, lal como anida boje exi-le, e*ta Roma re- ,. ,
snu eu dira sera escrpulo ;L tainbcra eusou re-
clesiaslca qne repugna toda idea de reeooslilui-
r.io nacional e de progresso civil ou poliliro nao po-
derla, segando o abbade Gioberti, ser admiiiida a
lioiirn de ervir de base ao Kinuovaroento. 'ab-
bade tiioberli nao dissimola a que pode haver de
fa>an, porque, fifi .1 velha im.xiina jacobina, er qoe
o lim jii-lifica s meios, einquauto qoe o abiiaa*
liiobert lem boiror a qoalquer oulra condeca qee
nao a que podem ensillar a honra e a juslira. Salve
esta dis-i leticia, que dilferencn de principios a |odr
imaginar enlre o SVsfea 1 revoloeionario pero e esle
riniiuvamenloo desliua tu a ter aspetla e qualil
Enlrelanto no curso de sua obra, o abbade tiio- (_di volutiasM 7
Paremos aqu, l.isle-no islo para e.labelerer. e
lie quanto m.s intere-sa, que expoodu a. dainee
da nova escola luudada pelo abbade tatoherli, a fi-
delidade do narrador nao lev* a rouipurencia de ora
partidario. Ir mais longe na critica, seria por-oo
enlre os adversario', nao su dos erros, como das idssas
generosas que lambem cncerra o liiniuvameniu,
e he om excesso em que bem se podera c-miiprrhci.-
.ler que igualmenle d*sejanios evilar. De mais a
mais, u abbade tiioberli viven e morreu odiado e
desprezado pelo poder ab*>olulo : partencia assim a
familia dos espirilos rectos do Inanen- honrado.
Bata recordacaO, buje que ja elle n.lo exHK, falla
mu alto em favor da pureza de bjjjjj ntetic..fs para
que nus seja po*sivid equ--ce-la.
De presentemente rsnbaetoa o espirito ceral da
Ir* escolas que Ic-m a di.ecrao da opiniao contem-
porooea na Italia, e sabe-se p.u que meio cada orna
destaa escola juica raminhar para o iiberlamenlo e
regeueiarn da pennsula, lia cheles a os partidista
da irum-u a sao re solucionarlo*, ag da scconda re-
formadores, us da lerr. ira, comn o direi p,u
I inalinenle como he incuria a epoca du Iriumplio qoe lie dilliril, no di->crordo que icina ro.ra ^ei.
desla grande re.olur.1o, e ruinos piinripios sobre I Inslinctoa a seo* principa*, actu -n venia.leu.,
qoe ella *e tonda nflo se propagaran sos, he misler. nomo. reformadores lambem. porem exaltados,
comineo abbade Gioberti, empregar o lempo que i
publicnno '.... 1
um principio que nao fui menosdestrnido, a saber, participarlo no uRniuovamenlo, quero dizer, o ab-
0 accordo das aspiraroes publicas da Ilalia com as hade tiioberli renuncia a esperanca de toser con-
eialtadoa por lal modo que, cops'i.i-, l.illam a :~c
grave aus ollios de *:us leilore* un senielliaule pro- ri'-,J para explicar e popularizar ele* principios. II 1 uiiin, linguagem da revolucao.
posirao; eapreasa-ae em juslilica-l. e exulica-li wbrelodo do Ir imnUa soUo os qoa* a e^ola aai ; Todos os espritus violenlaM sao |ier natnrea da
"...i.; .i_.i.n.. ...... 1 litante do lliiiuovameiito lemporal e do poder es-| f.cula .livoliizione. lodo, os niuienif, da do "r
A principio a justitic.....eu modo,.cacando vico. per,lu.l do. papas, m a qnal forra h. far joapre- Urg.monto a porcon eolre L ,.ua, m.n....... ..
lien 1.1 nao su a popularan leisa, como a Indo clero j maesa, In lirada pela iiilenran, tirm que impas-iealr
da Ilalia. que om um tempo dado re*>ara a mi mu | de desejos. lauroue na e-irada do riuunvaiornli'.
exisleuna histrica do papa : a necessidade de re- Para que margens ou para qu* radinos arralara a
noticiar |r loda parte, e nrmenle no Piemonle. aa I Italia esla corrente dominante 7 II* orna qeestao
ideas i-tieila- du espirito maniclpal : emlim a iro- | que lalvez nao peileucea neaaa nanqn resolver; po-
oorlancia da unia.i. Mu prompla e la siuc-ra quan- ; rom a iavencvol svnipalbia. qoe emnre inspira *-
lo lor possivel, dos conservadorese demcrata. I.i- la bella c Irisle ca.a da reg*nrcao da llalla, he
rro, brocharas, novellas, jornaes, ludo serve a dille- lal que nao se pode deixar da ler'lula a capar ja-
rele mulo* para demonstrar esles principios, sipo- cas e de fazer tudas a rellexes ; assim pois pa-rmil-
los, defende-los, volgarisa los. e os publici-tas ila- ir-.e-nos-ha, para condnir, exprimir algumss.
do clero romano, ao qual aecusa de Ignorancia, de
iucapacidade, de pharisaisrao, de simona, de cor-
ruprao e de cmbruterimenlo, um quadro em com-
parecao do qual o famoso disciirso que tiuicbardin
alcures poz na bocea de Pompeo Colonna, sobre a
mesma materia, he urna obra prima de mode-
racao.
Ela Roma contempornea exrlue desl'arte loda
le toda ^Europa : antes de |IH8, todos os povos correr para ella os ministros da religiao calholica 7
Nao, por modo iieuhum ; somenle elle convida paza
esla obra urna Roma nova e regenerada, urna Roma
europeos marcharan! de accordo e a Ilalia cora
elles, para a conquista ou para a consecurao da li-
lierdade. Onde esia' boje esle movimenlo 7 A po-
t.io pouco semclhaute Roma actual, como a pode I poderia ser.
Manos, consagrndole a esla larefa, n.lo ralisa
somente urna obra preparoloria ; elle porao a mao
rm uina parle esseneial do mesmo edificio do eltioo-
ovainenlo.o a sabor o renascimenlo na Ilalia de urna
liltaratura e de orna vida Iliteraria narionaes, sem as
quaes o Rtuuuxamento seria incom|de(o,aules nao
III.
. O problema da regeneracao do pavo italiano, para
todos os espirilos rectos qu* nflo s.l 1 cegado ou ar-
ra-tra las por nenliuma jiaivo, reduz-*r a termes
de urna graude simplicidad* : dadas a causas da
deagrara da Ilalia, adiar o remrdio mai ffficaz para
desirui-las. He uestes termos que comecandu cus
'
MLnTL/DxT


DIARIO DE PERNAMBUCO, TERfjA FEIRA 21 DE ABRIL DE 1857
eslu.to "presentamos a qtajst.lo 101 dous publicista
que acabamos de ouvir ; poicm, anles que :isi.na-
Irmos, ler-se-tia sein duvida notado urna cousa : lio
que se o autor da cIloreii e o do Kinuovamriilu
eumpriram com a franqueza mais meritoria a pos-
sivel tarefa de no clarecer sobre a primelra parle
do assompto, ficaram mu longo de aalisfazer-noa so-
bre a segunda. Elle bem no d'sseram, pondo co-
rajosamente de parle loria vaidade nac.nal de que
soH'ria a Italia, mosjraram-no hcm claramenle uma
por uma quaes ai ulcera* teculares que a corroer,
e qne, se ella nSose acaulelar, atibarlo por mala-
la ; mas quando se Iralou ile mis fazer cunlierer o
que pensavam sobre o modo mala pratlco de curar
e-las profundas chacas, he lanpowivel, repelimn-lo,
que n,ln lenha a loJos locado vivamente, nAo direi
a insullkiencia, IDO' metma leseada desuas re-
po.las. Com efleilo, com que us enltetiveram elle'.'
l'oni us meros que mais proprio p.iterittm aoi dif-
erentes partidos que disputara a pennsula, nio para
curar a fonle de seus m< Its, nAo para neutralisar o
virus da paltes que a cnnsoinem, as para dar-
Ihe, abslrahindu do muperavel ulislaculo ipie llie
oppe esta paiv/o, o lusai que por tanto lempo ella
oceupou no mondo.
He visivel o paralogismo ; mas o que aos olbos de
lodos nao ser aqu mena* evidente, lie o penan au
mesmo tempo quo a inuliliitade das controversias a
que este pnraeiro erro arrastra os partidos italianos
com elles os publicistas que Ibes scrvein de orsAos.
Em vez de procurar, como o bom sonso indica que
duv-ri un fazer, o remedio para as cansas d.i desta-
ca da Italia, na destrtelo destas causas, e de tirar
assim sobre om terreno todo nacional e respeilavel
a todo resto do mondo, de estudo e de cmbale, o
que fazem elles'! Occupam-se com qoeatOes cuja
olurAo contempornea e palo menos impossivel.
qoe-let qoe elles n.lo pode ni ventilar raen atacar a
ordem universal existente, territorial, poltica,
social, relialosa alrnAo s da Italia, cmoda
Europa iuleira ; a quesles cuja coulruversia, pelo
amor qoe alies deseovolveni, tem por elleilo des-
considerar aos olbos de muitas pessoas ama causa
cuja boa fama he ainda a mellnr esperanra, ques-
lVes einlim qoe a lodos estes penaos juntam uin-
conveniente capital de desvia-los da omrn preoc-
cuparAo que da Calabria at ao p dos Alpes todo
Italiano deveria ter, a preoecupajao decorriair es
vicios do carcter nacional e le destruir nelles a
unir deteitavel causa da decadencia e da servidilo
dallaba.
Reformadores, renovadores ou revolucionarios ro-
mo elles reciprocamente se chamim, com que os
v oceupadus e empenhadoa em oceupar comsiao
toda a Europa ? Com ires cousas a primeira, li-
bertar a Italia da dominarAo estranceira ; a secunda,
dol i-la com um governo livre ; a ultima emlim,
nadar mais ou menos radicalmente as bases, as
condi^es, e as formas da existencia do ppalo. Exa-
minaremos rpidamente o texto destas questes, os
projeclos aos qsaes a discussAo desle triplo proble-
ma arraslra os mais ouvidos publicistas italianos,
sera' convencer-nos de que o qoe de mais funesto
pode haver para a causa da Italia be ve-la assun
compromellida no desenvolvimento de Dieses eheias
de pericos e que anda uma vez, nAo lie para ella a
Ihe-e Capital.
Os publicistas principio jnlcam dever antes de
lodo enlreler largamente seus leitores, e por isto
Ibes be bem preciso suscitar a eterna qnesIAu da in-
dependencia nacional. Maravilhnsameiilp..! e o mais
he que nAo Ibes podemos exprnhrar.~A Italia nunca
mais merecera ser uma naran, se aeisasse um s
instante de viver no pensamenlo de libertar seu ter-
ritorio .- mas de que modo os publicistas de leus dif-
erentes partidos agitam esle lerrivel problema '.'
Vemo-los, como Ihes aconselliaria a poltica, por
cita vez bem de accordocom a tpica, femo-los re-
montar as causas primarias, que. ha oito seculos,
condoziram os eslranceirns para a Italia, nAo dei-
varam depois tambem vinte formas diversas de aso-
la-la e de perpetuar ah o seu dominio ? vemo-los
depois fazer da denuncia estas causas o Itxlo oniro
incestantes de suas predicas de cada dia 7 Nao
porro unutu est necessarium dizetn todas co-
mo eloqueulemenle dizia M. de Balbu em 181 i. tor-
nar a Italia independente. Smenle em vez de a-
crescentar : E esta indepen tencia que meus pas
perder.un por seas vicios, incumbe aos 'lillios resca-
la-la pelas suas virtudes, que fazem elles'.' Ima-
Cinam liaar a causa da Italia de todas as arr.bices
tarritoriae do estraneiro. He boje a Austria que
opprime a pennsula:
Puisque ce n'est tissez de toul l'ltalie,
(Jue l'l irienl conlre elle < l'Ocri-lenl s'allo.
e uma vez nesle syslema. ei-los, levando-o ao termo
que pedem, posto de parte qualqaer outro interesse
rominum de um a' outro extremo da Europa, una
eolli-t'io geral que produz uma romplets recomposi-
cAo dos territorios, bao rellectem, para nos limitar
* a esla reconsiderado, qoe quando mesmo, para des-
arara do Occidenle, arrebentasse em seu seio uma
coiiflagracAol universal, a Italia, no estado moral em
que esta' entregue aos vicios que dous rios seus pu-
blicistas h. poaco nos descreviam, e que em ti" 18 a
perderaro, serla importante para aproveilar-se deHa.
Depois dos Normandos, nao faltaram currras eeraes
na Europa : a llalia nio sabio independente e unida
de nenhuma. Por qoe islo'.' NAo sAo os Austracos
causadores, cuino nao foram untes dalles os fran-
ceses e os Hespanhoei.
Antes de appellar lAo Ardenlcmenle para orna no-
va guerra, comecem pois os apastlos .essa cuerra
ao menos pbr enmprchender que a Italia tem o maior
iuleresse em pr-se antes de tudo em estado de nAo
se turnar, como tantas vezes se vio a victima, preza
e o preco.
Depois da independencia nacional, a grande texto
dos publicistas italianos be a liberdade poltica.
Cerlo qoe nada ha mais licito e mais nobre a' es-
criptores do que enlreter seu paiz com um assumpto
e moslrar-lhe na conquista das instituirles livres om
dos lilis a' qoe nao deve deixar de tender, iinlro-
tanlo, se ha om Ihema de publiciJade que requeira
ser Iratado com urna intelliaencia sempre presepio
d medida em que o povo peranle queui a aailam
be capaz de supporlar o seu desenvolvimonlo, he rer-
lamenle este. Ah he que devem ser ma'turamente
considerados os locares, os lempos, o carcter e o
espirito ua B8*a* seo passado, s-u prsenle ; he ah
que, antes de propor alaum syslema e snbreiudo al-
Rama empreza seja ella qaal for, be misler exami-
nar de perlo, como dizia o poeta nliao, a quid ferr
recosen!, quid Ivnleanl humen. Ainda aqui pelo
qus parece o meio que devia ser emprecado pelos
publicistas italianos e-tava claramente tracado. Sea
Italia nAo be mais livre como nAo he independente,
a' quem senAo a' ella m>sma se deve altrihuir a
falla '.' Os ullimus aeonieeimrnlos fallaram a' este
respeiln uma linauaccm cuja eloquencia demonslra-
liva he diflicll nAo senlir.
Se o bello movimcnlo de reformas adminislralivas
. roinerado em I8V> por Pi IX, moviipento que di-
ricidu com prudencia e antes conlito que precipita-
do, teria infallivelmenlc'levado a lialia vida cons-
titucional, se e-tc movimenlo s produ/io Inicios no
l'iemonte, querr. se deve defiiiitivuinenle referir
a causa, senSo ao deleito do espirito de conduela e
aos vicios de carcter do povo italiano?
Se os poblicistas da pennsula enlendiain a' este
respeilo a verdadeira politica que bavla de seauir,
fariam lodos o que em mime de uma minora que
descrac,adamenle perde cada da terreno, s no
quasi s, acaba de fazer M. Kanall ; limilariam lo
das as suas predicas polticas a' demonstradlo ioces-
sante, eterna, e pelos fados deste.nico Minio :que
se a Italia nAo lie livre, nAo he por que a Providen-
cia Ibe teuha recasadn as mais bellas occasHivs de vir
a' s-lo, nao he tambem por que seus principe0, sem
exceptuar o mesmo re de aples, coulra o qu-l
Brande partido lem boje h;itaule< rajos, lenhain lulo
mais vonlade que poder de impedir, he smenle por
que, torca he confessa-lo, ella nAo o lem querido.
Has o que faz pelo eanlrano a turba dos escrip-
lores contemporneos da Italia ?
Em primeiro lucar da se e com urna intemperan-
ca de palavras inconcebivel, agesta caduca e ociosa
controversia do melhor dos aovemos possiveis, que
nunca tem outro resultado em neiilmm lempo e em
nenbum lucar, seuAo aborrecer todas as pessoassen*
satas, e escoltar todas as caberas Iracas.
Depois esta controversia, que nutie os que se en-
Irelem de paras idealidades, vai cada da f.izendo-
Ibes esquecer o mando em que vivem e o povo a
que f.illam.
Pooco a pouco acoslumam-se ;i pensar que nada
ha mais simples do que fazer pensar para os fados as
deduces mais extremas da lgica e insensvelmenle,
sem quasi dtmdarem, isto os leva i PecaT romo a
colisa mais natural d mtinio a distribuidlo de ludo
quanio existe, lie o declivio que deseen o que ain-,
da buje desee, tob a direccAn do abbade Gioberli, a
escola boje dominante do Itinnovimtiilo. Emliria-
(jala pela ronleinplacAo da (orina ideal do enverno,
que ficurou no espirito e u;lo acli.iiido naturalmente
realisada no estado poltico actual da pe.niusu'a, a
lgica a leva a pensar, nio conio o dina o bom sen-
*, que be miiter eombaler as caosas culpadas a que
lie devido esle eslado. mas que be preciso Irabalbui
pura e simplesmente para destrui-l.
EnlAo suscila-se ain i polmica que loca a tolos os
aovemos tsUbtleeidos -em excepcAo da pennsula,
nAo s aos de Raples, de Floienc ou des ducados,
nAo sn ao de Rnfoa, como at ao do Piemonle, tpie
intima a todos e*tes aovemos qo<* inodem 'le roaii-
mas e que os ame.iea, senlo obedecerem rsla ur-
dem express, de se verern lodos supplanlados,
sem fazer araja se quer casa de S iboj por que ".'
pela lepoblica oeiveiill' E he assim" que se pre-
lende fechar as chapas da desgranada Italia !
Finalmcnle o ultimo asseropte ravorllo da conlro-
versi dos publirislas il.ili.inus, lie o pipado. O11201
peasaria que possa entrar no espirilo dalgum e-' rip-
lor italiano, a meiiisqu soja ilgom puro levolorie-
nario, propor a ltala de remedio pura os niales da
pennsula, fazer qualqnrr reforma era sambanle
instiloicAo '.'
Entretanto he o qoe muilo naluralmente faz a es-
cola do /iniioranienlii, embora Iodo seu horror pelas
seilas revolucionarias. Nao nuvmos nos o abba le
liioherti, proleslanto o sen de-ejo de alvar t p p -
iln, accasnade nos tnrmos mais fortes atci aos radi-
ca**, qoe pedem su.i iiiorte, querer destruir 1 elle a
ultima grande cousa que subsiste na llalla, e nio o
ouvimos reclamar 1 separarSo do poder temporal a
do poder espiritual dos papas e nAo sabemos qoe
volla divisoria para os tempes da Igreja prirailiva,
que reduziria o soberano pontfice, o ebefe espiri-
lual de cenlo e cincoenta milhoes de ealholicos,
simples condiro de cura de umi das nirocluas de
Koma !
Lma vez abena esla estrada, estn victoriosos os
radieaes, e ho dilllcil responder-lhes a^guina imh-.i
seria, quando elles pedem que se ajonle ao program-
ma, ou o desinerobrarneiito -t -finitivo da enidade ca
tholica, e a insiiiuie.i.i na Italia, na l'ranga, na lles-
psohi, d*. Auitrii, na Allemanha e por onda t
a li'iu subditos da Sania S, de i^'C|asseparadas e
puramente naronaes, ou a depoilaco de papa para
Svria. E qoal he o pietevlo destas bellas llieotias'.'
He que o Po IX. |o lilier.il e lio italiano como era,
nAo jolaou conveniente em I88 pr-se frente do
exerrito romano, se elereilu romano liavia e ir
para o A dice guerrear com a Ausin
chamar a mais seria a(tenc,ao do Sr. ministro da 1111- | saaeirns para o vapor de reboque fura da barra, poz-
^,l',', se ao largo, e al a esta dala nao apparece de valla
bis 11 caso Recorrido a bordo do vapor Pangis- de Montevideo, e ja' sua demora vai dando lucar a
su, o como vem narrado em urna c;trla escripia pelo roiijecluras. Grande lol o clamor que excituu o pro-
OiHctal de ande daqoell vaso, caria que fui trans- Iredimento do digne M. Torralo, commandante do
cnpla no orreio Aler-antilu de hoiilein.
8urgio o -lia '2 de marco, da dos anuos
Iniprrtrlur, por nAo 1-r procurada entrar paro des-
do nnsso rarretrar o iliulieiro e oulros objeclos que comlu/
pera este porto.
NAo sere dos que ja' o lem cot lemnado sem ou-
vi-lo.
Sabe-ia qoa na nole de 13 para I i cabio urna
tormenta, cuja 1'nrmarao ao til a1 na larde de l'.\
o l'ciirioiiei porem sol-mnisar esle da mesmo a auiirav 1 laslanle; e s lancou sobre S Cldade grol-
lanl-ts lecuas de itist.incia, pedindo a met* cumpa- L sa e copiosa, eliava com pouru vento, talvez que em
nheiros, qoe, aojanl r, bebeosem algunas garrafas I silo mar o mesmo se na detse, nein se pode bem
de champagne, que cu havii irranjado, e' samleljolgar o coimnandanle do Imperador por ter-se sus-
daquelle que me he lio clnro. Mas a i'homme pose tentado, e apparecer a* vista da barra uma ootra cin-
elebra ,ei l)ieu dispoie !... u I m liiile aconiecituenlo veiu barcacKc a vela que na o Imperador, que cumpel- ; paiiheire, repeliram a sre a. sendo entilo paciente,
dolerosameala destruir a festatinbi por mim prc- ; lido por qualqaer incidente, proscenio ao termo de em vez do prelo, o muco que assim Irabalhava para
sua derrota sem ter podido fazer a escala. punie.'io do delicio. Pul nina lemerldade lflrollt.il
Pedamos, e lalve/. fossemos os pnmeiros recia- isolada a audacia dos moleques. mas I10111 ci lad.lo
mar o emprego de doui vapores na carrelra entre elle conloa que o eoadjovassem. He pena qoe nio
esta e a prafa do l.in de Janeiro, rojas imporlan- apparecessa Uiinspeclor ou alcutna palmilla, porque
lissimas relarOea cemmerciaes exigiam es-a medi :a enllo ao espancamenlo de daaa passoaa nio se seaoi-
para as lomar mais freqoentes : e applandimoa a ra a impanidada dos delinquientes.
resolocAo que minan o enverno de subvencionar e Por cnii.lade nio deapeiem eaaa acua ptrida
He que elle lem 0 gran ie enlido de romprehen- P.... este anniversario anda vejo aucmenlar as sau-
d"r que, a sunlisr no secuto XIX o papel ue um Al- dades que t.uho da eaaa paterna. I.embrei-me que
lexandre v I 011 de um Julio II, o soberano punlili- I nesie a-ino nao eslava la' para abracar a meu irman.
ce nio poda mais fjrer do que comprometer a por j as lloras do junar lodos h.ivian lie notar que na
uma maueira rnail grave o interesse e..enci.it dama- nosa mesa eslava um lucar vano
nulenc;Aii da onidade nti igreja, sem esperance de
servir em nada a en asa da Italia! Bis sobre qoe
fundanmenlos se pede que sob o mue de reforma
do pa|iado, una revulucao qu- distribuira p. las lia-
ses a ronsiimicAo religiosa de mais de dous tercos da
Europa: e ei. linda um dos meios qu
como a panacea da naci Heliana !
Os poblicistal italianos encinar-se-liiam muilo, | meditad
se persiSlissem em crer, que pensando e Miando as- 1 ti calor nessP dia era intenso, e decidimos .1 ir
sua causa. Is'azein-lhe ao contrario o Jiaiiharinn-nus no rio. Enffcnliu lo-m levemente
nslipado, nio quiz entrar n'agoa. Ol'aesl^me,
Salgado e u gurda niarinha Ferreira nella se ,111
ram. Todos tres, aobrelodo o primeiro, nedaeam
p r preraucA
que se cobre aquelle paleo de um envaine de peral-
vilbos que lana falla l.,zrm em oulra paite. Se a
enverno Ibes desse o applicaclo que precisain e qoe
convem ao paisa guara nacisiii.il u.io seria lio airo-
pellada, l.iinpa tulles.
C' nsla-nos que um da deesas so den 11 secuin-
le fado, que prova u espritu de fraternidade que se
vai desenvolvondu na rlasse moleral e a audacia
com que ella esptica n.is ruas^da rulado : Alguns
moleques haviam a' aangoe fro dado mullos peseo-
i,oes e uma encelada o'oni pobre sem qoe nincuein o
acodisse ; i-lo se dera na ra estrelle do Rosario e
os moleques secuiam enlhosiasmodoa pelo largo do
Carmo, quando um inoro que presenciar.1 o espaoce*
inenlo do prelo, prenden lu o moleque que oera a
cacelada ordem do Sr. subdelegado ; os oulroa po-
rem nAo qorreml'i consentir na prislo de seu rom-
K10 de Janeiro, em eorapaoliii de sen
1 \ ni um escaler
maior nial pnssivel. Com elleiin, au si a perdem
no terreno nacional, protesaindo designios ou pre-
maluius nu chmericus, 011 vilenlos, como fr.i da
Italia, censa de qne somos lestemanhaa e sobie qoe
elles nos podem crer, romo parecer largaren de
considera-la. Como se poderla dar d'oulra sorlc i
ftejam elles mesnus os juucs : o se os uuve, salvo a
um pequeo numero, fallar de guerra geral, de re-
pblica universal, que digo* de palingenesia reli-
giosa. He possivel que urna lol I nauogem nAo 111- .
dispnnlia violeiitameme contra elles e por lano con- j cuarda-marinlia, vimos loco que seus e-forros er
Por <
t)s Ires nadadores se alira- contratar mais um vapor para esla rarreira : enlre- I na mu, u eiiiludn de acoa limpa ja se arabnu, por-
ra o vapor. 1 Salgado e o lauto nem alienismos rom as dlfflculdadei que com-' que querem crear o de acua suja '.' Depois noten! que
1 lular conlra a cor- porlava o appendicola. que foi lenibrado depoll de nao he uma cousa innocente laucar a' iua acoa su]a.
tu e iluas bolas de-aalvaclo.
ram da inargem do no r
Cuarda-inarinha roulinuaran
rente, einquanto que o Paos l.eme vollava para
lena, ti Salgado na.la como um peixe, e assim ues-
mo conhecia-se que eslava fatigado ; quanlo ao
m
fructferos.,- por issu grilamos-lheque eollaase pa-
ra l quiz prestar ouvidos, e contiiiuou a nadar.
Hab a pouco, porem, regreesoa, e j;i estiva pres-
es a lomar p. quando critou : Veilha ca
Ira sua causa o immeusn pa'lido da conservarlo em
luda a Europa Como como se chama este par-
tido, sem o concurso do qual. enleii tamo-nos bem,
menos que nunca, hoje nada ha dnravel nem possi-
vel, como 1 a Italia 11A0 pode ser silva senAo .e u
Occidente inicuo enlrar em guerra, se todos o< go- l.arcou logo o rommissario no escaler, que e-lava
vernos eslabe'ecidos forem, nao anielhorados, porm : mui prximo delle ; o esenvao alirnu-se ao rio, eu
destruidos, se a unida le cilholica, emlim, esla un- i lancei-lbe uma bvia de salvncao, marinheiros que
dade, o ultimo laro que prendo enlre si lodns os I eslavam a bordo arretneciram-se a' agua. Eu vi en-
membros da raca latina, e que pode fazer anda um i IAd u cuar.ia-niannlia, erra a cara a' acua. suden-
lodo capaz de oppor-se a iiuulade anglicaaa ou un- tar-se a' costa de muvimeiilos desordenados de seos
de slays-grega, se despedacar 1 br.irus e pernas. O cscaler rhcgou nesse 1110-
lle preciso correr (Ao graves perigos para que os inenlo, julcuei-o salvo !... Engaosa esperanca I !
Ilalianos lenliam a salisfacAo de ser aeahoreada suas No niomenlo em que um homem do escaler ta
casas e de ebegarem, depois das disseiices crvis mais j lauear-lhe a mo. elie junlou as suas e levando-as
ou menos longos, j, >.. prem de accono sobre a for-
ma de enverno que mais Ihes agradar Mas, se para
salvar uin inembro a tanto tenitio enfermo do corpo
potiliro eoropeu, be msier arriscar por tal sorle a
exislenciu dcste mesmo corpo, o qual, se chama a
questAo Italiana uo he mais ueste caso, de que um
horrivel pengo, e 11A0 he para resolve-la que se deve
Irabalhar, mas para evita-la.
I al be a vilenla ereaclo que o nnblicislas llalla-
nos da escola do WnnoeamtnlO, provocam por suas
impruiienlrs palavras, na inmensa maioria do ptir-
tido conservador na Europa. R-flietam riles pro-
prios de ver o mal que pode fazer i causa di Italia,
delestarel e falsa fama, qne, sein pensar, Ibe fazem
assim ser inseprav?l da de una revolucto destina-
da a reformar lodas as renlas e ledos os ulereases
do resto do Occidente.
Inlerrogc-se porque raziooa mesnios maladislinc-
los espritus d.i pennsula, deixam-se levar a l?u fu-
neslos^ erros, quando pelo conlrario llies sena loo
fcil ligar a defeza de seus destinos as syinpalbias do
mundo eivjllsado. O problema da ree-neracao .10
poyo italiano, pe-se por si mesmo,como ha pouco o
diziamos,, em termos mui simples : da.la as causas
da decadencia deste povo, adiar remedio mais pro-
pno para o conjuia-lo, e se fr possivel p.tra ex-
tinguir sua ucsAo. Ora, depois de have ouvido Mr.
nanalli e o abbade Gioberli expor-uos a' si mesmos,
vimos em que ternes, os verdadeiros motivos do mi-
seravel eslado de seu pai/, he impo-sivel nAo rece
nliecer que a primeira e mais inleressanie parte da
questao que se procura resolver, esla' inleiramenle
elucidada.
As causas criminaes da perda da Italia nAo so
mais um mvslerto para ninguem, mesmo na Italia.
Todo mundo que penes, sabe rom certeza que ellas
sao. lodo Habano oe inlellicencia e de corac.Au, com
o autor doolstorien e a do /linnocaiiienlo, aecusa da
desgraea de seu patz o infernal inslincto de divisan,
qoe ha tanto tempo nao deixa ah de oppor os princi-
pes e os povr.s, us povos enlre si, o clero e os leigos,
os paisanos e os cidadaos, oa ricos os pobres ; o es-
pirito nao menos funesto de abandono em lodas as
cousas das iradioiVs iiidigeuas, que vai millardo e
apagando cada vez mais, em reilgio, em lolilica,
mesmuem lilleralura, toda originalidade nacional ;
linalmenle esla inercia fatal das maesas, que faz com
que sempre se apreseniem em vao as m-jis raras oc-
casifles de libertar e d reerguer a Italia.
Ainda mais, lodo inundo em I8'(8 vio eslas cau-
sas de destroicAo nacional em accAo e lodos as mal-
disseram. Como he pois que ledo o mundo h"je.sen-
do os primeuus os publicles,naoise vollam contra
ellas dizoudo : Eis o iuimigo llar-.e lia que
baja boje oulra con-a ,i fazer na Italia du que reunir
lodas as foicss do espirito nacional c ultra esse iui-
migo? Dar-se-ha que o nico, o grande, o continuo
leilo de livrus, discursos ou jomaes da peninsula
Ble devesse ser a sensivel ntcessidade de ole,mear
logo esle uiimigo interior, cem vezes mais pengoso
que a dominarlo eslraugeira ou que o despoliaato,
uma victoria decisiva '.'
lie o que brada, ao que nos parece lodosos I-
tbanos a voz do pitriutismo, da poltica e ilo bom
senso. Islo he por lal sorle verdadeiro, esle gijlo
sabe lAo naluralmente das enlraulias da situ:cao.que
o prnpno abbaoe Gioberli, 110 meio do labyriniho
do generoso, porem falso svslema em que se perdeu,
non pulirle denar de ouvi-lo de que no lim de seu
livro, depois de haver alternamente examinada lodos
os modos imaginaveil de reerguer seu paiz, nuicluiu
por urna dbrase,qoe se faz confesar a inullidade de
qnalquer oulra empraza, que nio a de que fallamos
E>la pbra-- que anles do abbade Gioberl foi a Ce
Danle, de Mncbivel e d'AI6erl, que de seclo em s-
culo, lodos os nmigos da Italia nAo deixavam de re-
pelir-ine,ah que atada misler redlzc la, e permit-
a Dees, que por lim,a liaba a ouca E>la phrass
s do aos II. lia mis um conielho.mas he muilo profe-
rido em sua simplicidade : Mular cutame,
mudar de cuslurae.
Carlos Gonraud.
(/ferue de feu.r Mondes].
innexar o porto de Montevideo, e que na verdade urna postura da cmara o proh be. e I
trara incalculaveii vanlagena para iodos, se a n.issa Dio cusa muilo dizer-se ao Sr. fiscal :
que slo lem lugar he a do I.ivraiiienl
barra p d- consi erar-se l;o accessivel que se
preslasse a ser uin piulo de escala. He sobre esle
limito que chamaramos todo < tencAo do governo, e
mesmo da couipanlua. Se at boje nAo temos a la-
mentar Considoraveis perdas de vidas o de urna gran-
11 veem que
ra em
islo lem lugar he a do Livramenlo, no sreuo-
do andar da casa n... Nada, por essa vez nao di/e-
inos anida o numero ita casa.
O illm. Sr. major do quorlo balalliAo de ar-
secinnle rarla. que temosa
tilliana nos envin
de masa de rapilaes com o sni-lro li.'sses taparea ItsfaoAo de puhlica-la: Illm. Sr. redactor da Pagina
que lem de slravesur quatro vezes em cada mea .1 Ataba.Sautlando a V S., a quem desejo pros-
barra de Rio tirante do S11I, sera' bom qoe se 11A0 pera saude., vou rugar-llie se dicne mandar inserir
esliere esle resollado pura operar-se uma reforma na l'agiim Antlsa a declaracAo abaixo mencimiada
que nos parece muilo conveniente. .Mande a caso ni-lo V. S. nAo emereue alciim inconvenienle
eoinpanhil, em vez de seus melliorcs navios, servuido-se V. S. de altero la como entender, sup
primindo as nhrasea qne jolgar Dio lerein caliinienl
UBCLARACA'O.A Pagina .trit\sa oe honlem
em um de seus periodos, declara que uestes qnaln
das lem mi.rrido qualro soldados do quarlo balalliA
para o co, sumio-ee no fundo das agua-. Mereu-
Iharam loco mullos martnlieiro, e o proprio Salea-
do, que por um escaler que de hord 1 largara para
acudir ao cuarda-inarinlia, fiira rodilludo ja exhaus-
to de forcas. A acua he Cscurissima, nada nella se
v, comludo cnnlinu ir-m a merctilliar e a o rore-
gar o o rio, alo as 8 horas do noite. Tudo infeliz
nenie fot (I. balde, u guanla-mariiiha
mais Prtncipiou-se u da segiiinle com o mesmo
Iraballie, Ido podamos slvalo, mas. ao menos,
queramos dar-ltie uMia sepultura cbrislaa.
o NAo se faz ia da nossa consierita^io. O guar-
da-inariuha Antonio Jos Perrera havia sido o ine-
liinr esludanie do seu lempo, era bonito ropa/., mui-
lo zeloso deseos deveres, devia berdar orna solln-
vel forlnna : eslava com l'.lannos de inade e contav.i
em breve ser promovida a segundu-lcnenlc, tirilla
um excellenle corai,aAo, e ludo Ihe assecur.iva um
porvir brilbanlssiiiio. l'.us beta, mocidad*, belleza,
lalento. I,ido um futuro cbeio de costosos promessas,
ludo Iragou o mal.tllo rio Paran", que em suas
aguas larvas tambem afogoa as esperancas de uma
descracada com quem o gourda-marlnha devia unir-
se no sen reares-e ao K10 de Janeiro! Morrer as-
sim lao ebeio de vida, lAo provuno de seus irmAos
d'armas, que delle eslavam alaslados ao muilo dez
bracas, !au cercado de soccorros, que tAo rapida-
meiile foram prestados, nao he incoinpielieiisivel '.'
e lio obriga agente a exclamar com fra resigna-
cAo do brutal fjlali-mo do rabe u eslava escrip-
lo o ? !...
o Ksl-mos pois lodos immersos em profunda dor,
caberlos de lulo, as armas em funeral ; iiAj se api-
an se foca o sino, nem se f.lla tnesmo : dir-se-
porle para
seuhor.
A escrava Joaquina e u.n lilb 1, obliveram pusa-
poiie para o Ar.uaiy, em compatitiia ^le na senh ira.
Osesetavos Lucio e llereulauo, ulaiveram porta-
ra para o termo de Barreiros, em conipanliia de seu
seuhor.
PROVEDORIA DA SAI DE DCPOItTO.
Ili la abril.
rio do l.roa |..,r..\., nos qeviei depara,,,,, eaaa -I-
,,df,,m,U"'"'" "ll"'""1" !'-. que Ira, ,,, :,
distin, ., para nio ,i,ze,,os. ,, p, ,,,
^ramoneo d Bra,i|. .},\,t ,., i,^,,,.,,,
de Uliveira. Esle borne,,, a ,,,, ..., ,,. ,U|_
xou .1 ri.ladeit. ,eu nale.l, ve.o ., Perasaatta.....
laurar, ou anle. crear a arte dramtica ejM s er.,
couherila pelo nema ; que almo o Ihealro de .
Nabel que u eunqueceu de rtnresattia. e Maetai
Foi echado a bordo da I.arca Inglfza (en uin doeiite, quo loi conJu/.i lo para o b
Pina.
Fui desinfectada a barca inele/a nConheata.
leve altado hospital no dia II de crlenle un
ti. p daiie da barca iuj!.'/a nOberoilii.
17
Nao se deu ocrurrem 1 aleniii 1.
,.,,
pitaldo suas qoafidades paeieaea, pee eaaa raros leeasta e
, por s-u siiliido mente artstico : este homem,a uoeaa
os aduladoreseorlejaram pweaodepeet raladi.de
invtja o apedrejarem ; contra qu ..
levaolou arma, e que zomb >u e de
luida le
o 'liarlaiilisnio
P'ez.u ,u, 1 ..
lie no meto de orna 1 mpesiade qTC ,,,-
Ira He ie levanten nao fui soaerate n,, |frfS,| (.
pode la; 1 inolTascavel a sua gl uta ; U 1M |;,,0.
pa, "O I ppare.eu, coln a simplicidad' de ,.||[ ,
cipnlo qu rdententraesrle de-ej dteRar a Mefea!
i.Aii nos coiihecimenlas de su abre nriii g. '
immerlel a gloria, que apez>r deaeeidae l-n>|W.':.0.
sas em que aqu o ,ve_oo, niiur.i rh, .ou a naaara-
gr.
Nos qu devi lamenta aprectewee aaeaaaW sjee-
maiio, nao o u ser o senlmr Germano, mas por er
urliila melbor que ai,. i,je leones vista, e que par
seu meriti real -oub eanb ir inliol'os amiaas que
saudu.us eii-pir-in por sU. viada a usa cidadr, en-
carnes verde- neta cidade e na de Olinda, fallaram limo palpitar de exuberante prarcr. q-iando llam-
os Srs. p. Baptisla e Jos Pedro, lie m lo a discusslo| nos jomaes mais acreditados de Parlegal Franca
adi:',la- os cloeos bem inereri 10, r,ue espinlmasiela llie
Coniuiuamlu a segunda discussAo do projerlo de prodigaltsaram as ans aaalwadei escnaaeeaa deaaaa
orcameiilo provincial rom a. cmend-s que Ihe tcr.i duas lllastra as nacis.
sido onereridas, oraram os tenhorea : G. Guimares,. Nao se nos aquilate oe exagerado
Nascimrnlo rortella, Sou/.,i Carvalhu e A. Caval- lodos -ab-m me-m aeaees daaTeeti
tattt >* | ,
-x asseanbla approvru buntim em lerceira dis-
ciisslu o projeclo n. 1i! deste .11111,1 que considera
con diieil.i .tu ordenado de IWJ 'le-de o da em que
I011100 roula di cad ira ao profeesur de Pao d'Alllo
Francisco Manoel llererra de Vasconeellos.
Entrando em I* discusslo o projeclo 11. 15 deste
anuo, que auloris.i ao governo a cutir..ciar com
quem mais vonlageili ollerecer o foriiecimento das
canti, foi appn.vadio artigo 1:2 com algunas emen-
das.
A ordem do dia lie a mesmo.
d.i
RIO DE JANEIItO.
i de abril de 187.
O paquete a vapor Imperador, da linlia do sul. en-
(rou hon'em. Nada adianta as dalas que linliamos
do Rio da Prala.
De Pono Alecre Iraz folbas al 17, e do Rio Gran-
de ate -IX do mea passa lo. Da provincia de S. Pedro
do Sul nao ha a menor noticia de interesse,
O Sr. eonselheiro Coelhn, presidente da provincia,
saino |int trra de Porlo Alegre para Santa Calharina
110 dia 1:1 do mea passado. Holtos dos cidadaos mais
conspicuos di provincia acompanharain S. Exc. ale
V'ismlo.
S. M. o Imperador bouve por bem conceder o I.
lulo de eonselheiro ao Sr. Marcos Anloiiii) le Aran-
jo, enviado extraordinario e ministro plenipotencia-
rio do imperio no reino da Prus.ia e uniros eslados
allemaes ; bem romo ao Sr. Miguel Mara Lisboa,
que com o mesmo carcter reprsenla o Brasil na re-
pblica do Peni.
ti '
Por decrelu de I i de marco :
Foi recoiiduzidiio bacharel Joaquim Jos?, Vianua
no lugar de juiz municipal e de orphloa dos termos
reunidos, do Codo e Croalo, na provincia du Ma-
ranhlo.
Por decreto de 1 do dito mez :
Foi Humeado juiz de direlo ds comarcado (.'riilni
da pruvincia da Babia, o juiz municipal Domingos
ftibeiio I-.din.
Por decreto do I.- de abril :
Ti vera m merca da serventa vitalicia dos ollicos
de e-crivAes do ju;zn especial do commercio da se-
e.unda vara, do municipio da corle :
J aqiitin lerreiru Pinlu, e lternarrlo Gomes de
Abren,
Por decretos de : Jo dito mez foram nomeado's ;
Cliefe de polica da coi le, o juiz de direilo da co-
marca de Sanlu Antonio dos Anlaa, da provincia de
Santa Calharina, Isidro llorees Monteiro.
1> delecado de policio do municipio da corle, o
Dr Antonio Rodrigues da Cutida.
>. delecado do dito, o b.'di.uel Firmo de Albu-
querque Duiiz.
;!. delegado dilo dilo, o bacharel Andr Cordeiro
de Araij 1 Lima.
Por decreto de i do dilo mez foi nornea lo juiz
especial do commercio da segunda vara da corle o
juiz de direilo Antonio Thnmai de Godov.
lila que o o Parsgnan a he uin vasto sepulcro !
E esla morle a lodos impressionod leirivelmeule, e
laucn sobre loda a CoromiisSo um veo de tristeza
de que nao nos poderemos allivtar, senao quando
ehegarmos ao Rio de Janeiro, que Dos sabe quan-
do sera', poisja lenhn a certeza de que a viagem se
prolongara' por muilo mais lempo do que se nos
disse.
o ."> de marco.
O cadver do goarda-mariiiha lol nlinal encon-
trado honlem ja a cramle distancia, e fot Iniiido pa-
1 a burdo 110 escaler que conslanleinenlc andava a
sua procura. Purlaulo, em vez da missa deroipo
presente, que nesse da d-viamos mandar dizer por
sua alma, ruomn-llie o funeral com toda a pompa
que permittiam os pequeos recursos do lugar
Desembarcaran] ."id homena da tripuladlo para pres-
larem as bomas fnebres, e nos acoiupanliamos
pe u fretro, que em parle do camiulio ful levado
pelos focuislas do vapor uiiiformisados, e a quem
elle coiiimaiidava, em parte em urna pessima csrre-
lilba, em a qual uiiieuem no Hio de Janeiro man-
darla enterrar um escravo ; mas era a melbor que
havia aqui. Alctn dos ofliciaes de bor*o, levaraiu
eeadaver al sen ultimo jazico, o ministre bras-
leiro, e vice-consol, o ajodaule de campo de Lrqui-
za e o comii. <:id me de polica, mandados pelo pre-
sileule, mois algumas pessoas gradas e grande
quantidade de povo miudo.
" Ao regressar para bordo os marinheros e sol-
dados quet.iviam formado aguarda de honra li-
veram licence, ltenla a longa marcha qje haviam
feilo, de beber agua e mais alcnma cousa. Dan! re-
suilou um acnlecimenla que foi triste, porque le-
va um liomein a ser fuziladu, porem que ainda mais
triste poda ser.
o O sargento de fuzileros navaea, logo depois de
entrar 1 burdo quandu a eenle eslava ainda funnada,
deu parle 10 eummaudante que um soldado o liavia
insultado ; o commandante mandou, como devia,
m!ler n deliuqutiile a ferros. Ape/.ar, porm, ele
recimmend .r no cabo, que devia levar o preso para
robera, que o desarruasse, como he cc.stume, el-
o deuou cum a baiuicta. Chegando a cubera, o
soldado revolla-se, fere gravissunameiile o cabo com
a baioncla e a mais uin manulieiro, que em sua
mar dorma socegado, parle para a tul la.distri-
biiinr.'o baloneladas direlta e esquerda, fere le-
veinenle um foguista, bradandu que ia em busca
do Commandante, a quem dava nomes os mais in-
juriosos.
o O Nascimenlo, que estava .1 pros e desarmado
lirada as armas... eu e o Paes Leme desembalba-
mos as espadas e correrois, cada uin de nusso lado,
para lanle. O soltado furioso dingio-se para o la-
do do Paes Leme, qoe Ihe alira uma eslocada ao
peilo, a espada porem he anles um brinco duque
uma aspada, de maueira que encontrando o osso
tternum vergiu e pooco penetruu. Lma lula se
Iravou enlie os dous. O soldado, egO de furia,
nem proeurava desviar os golpes,s o que tenlava era
meiier a baiouela no Paes Leme. Todos aecudi-
ram : as espadas, as balonelaa e ose mee? das ar-
mas se cruzavam 111 ar, ludo era coiifu-Au ; a noi-
te escura nao deixava ver bem o assaltante, de mu
do que o Paes Leme Icveu urna coronbada Oe um
sojeilo que u proeurava defender, e eu dei urnas
eapadeirada no pobre do calafate de bordo ; feliz-
mente a lunilla espada oiu eslava amula la e elle s
lirn com a dor das pancadas.
o Em breve porem o soltado foi suhjogadu. O
Paes Leme, que no dia *eguiute fozta J'> anuos.
construir Ires vapores to porle do Camarutia.
que carregado cum carvAo para seis dias, bao
demmde mais agua do jque esle, de II a 12 pal-
mos, e applicamlo dous para esle pulo cora ou sem
escala por Sanie Cithatina, e e entro da Montevideo de arlllharia a p, e cerno a maueira porque e.u
ou mesmo de Buenos Avres a este mesmo piulo, te- concebida esla declararlo possa trazer comsigo ideas
remos feilo quanlo o bom senso e as leis imperiosas pouco f.ivoraveis no mesmo batalllo, apressu-mc a
das eircnmslanclaa melhor acun-elbam em bem dos esi laiecer ao aulor de lal noticia as circuinstancuu
inlere-ses iiubliros e particulares, e quio,a l.unlieiil que occorrerom acerca de cada uma das pracas que
da'miser.i humaiudade, que mais boje mais amanha lallecemm, nao em qualro dias, romo iuformou, 111
muilo deve soITrer, ja'u.1 culrad:i, ja' as tremendas desde '1\ do mez de marco prximo passado ale L'l
baldeaces fura da barra. frrenle.Com esles esclareciinentos licart patele
O vapor de atierra Amelia aqai nos nppare- que neohama deilas exista 110 quartel do balalhlo,
nao surgi ceu viudo da capital, e segundo ouvimose presencia- ni cidade de Olinda. Eis como -e diram os f.cl
mus, veiu so com n designio de vollar em conserva No da I de marco enlrou para a enfermara um
e com s honras de navio de eslado que devia acom- 1 soldado, vindo da fortaleza do liriim, homie p.indar alo o porlo da capital de Porlo Alegre a au- chava deslacado, leudo sido airela lo de febre ama
rifera barca .lijuia, uulr'ora o vapor Correio. ruja relia, e nAo obslwile os reconhecidos e-forcos do
lraii.foiinac.Ao para crvela i Tela ful ame daqoellas inulto digno Sr. Dr. Moraes, encarreeado da dila
embacadellas.ein que mais de uma vez lem cabido u i enfermara, falleceu este soldado no dia do me-
govetne. ; iro mez. A 21. tambem de marco, veio da villa de
Se ao menos p-Mlesse s-r conservada como forla- 1 Igoaraasu1 andese arhava destacado, um cabo de
lezo ambtilanle, deposito de pelrechos nuticos e re-' esqu.iitra em estado melindroso, laucando Rangua
gislro da barra, ainda dir-se-hia que era pena que tela bocea, e a cusi pode ser recolhido a enferma
um navio dos que mais diulieirn lem distado a' na- ria ; ah romtudo foi humanamente tratado pelo ja'
(^o% livesse loo insignificante presumo; porem arras- cttodo Dr. Moraes. e failereu neda 12 de altlil. A lo
la-lo. e a' cusa de anda mais dinheiro faze-ln pre- do niesuio, veio do destacamento do Forte do Bu-
parar para alravessar a lagoa dos Palos, e empave- raco, 0 soldido Flix, com 11111 ataque cerebral, e
sadu no porlo da capital servir de deposito da polvo- ; sendo lo^o recolbido a enfermara, fallecen pouco
ra. nu de registro de agua doce, he a maior das de- \ depois. ministrando-Ihe o Sr. Dr. Moraes e o Sr. pa-
cepees para um navio .le 011ro. dre capellAo, que acudiram immediatamente,
Temos noiici s mu rcenle* da cidade de Ja-
giiarao. (J 1:11 tu ha dous aiinus Ihe aiinunciamos
que o celebre (arijo ia eslabelceer illi om pelo,
recelosos pelos Inicios de urna mprensa mal dirigi-
da, avancamoa enlao que era um funesto presente
feilo aquella novo, fomos iinmediatamente JusllAea-
do ; e na aeloalldade se repruduzem all scenas de
escndalo, e em lal estado de agitacAo e inlriga se
acliam que nao e fura' esperar o tstampiJo do ba-
camarte ou o sangue das victimas. Como u eslrept-
loso litlo de Keho do Su/, publcase um lal papc-
Osjornaes que temos a' vista do Rio e da Baha,
Ira/i los pclu vapor /m/ieridor, alranrain os pnmei-
ros ,/ III o os segundos a' Iti .lo corro ile.
No din ."i, S. M. o Imperador baleu o pr
met 1 prego a urna nova rurveta que se devera'
chamar Sttheiiiij ; letn de h >cca moldada 00 largu-
ra da caverna mestri 50
dizemns o qee
gralollos.
Conbeceinos a seuhor Germano, auinos liei, e in-
teiram-nle delicados ao perfeito arli.ta dr-roalirn *
nunc.i delle recebesBoa o'ese favores, que elle rom
me predica liberalrsea aos que ihe laaajaraaa a la-
ma,em qu* se cliafurdam : urna carta,em que o m-
Slgne poeta o senlior Lacer.la Ibe de lira urna de su-
as bella* romposiees1 drama n()s dous mnde-
nos lesperlon mars vivaa saudades ado nos dous mondos, o deaejn de fazer rai pu-
blica a na (loria astotTeacaves, d que a fez e asa-
.incla e illustrada rel.uel 1 do Diario do
cntadoll. Se. p.t.t.1 AT& VtfS t ^. ,, ^^.^.T^'-
convez. e 27 a' tolda, o |caldo d'agu. Ili e o deale- Vit.,, '' ,q v, "<>"!*
camenio 18V.I leneladaVinglezas. II r,,a,,im.....!. M:.u'"".'"""">'> "" que viesl. a
Graa
na tolda,he de fjj pi-
les, de 22S da ligura u
das na ludia d'agoi.
22.0IHI ps qaadrsdor.
be de 2IK1 cavillos, e
O comprim-nlo 1
pslria
uma
uma
ulttiui's soccorros. No dia l:l lembem de abril, fui
ataassinado na cidade do lierife, no lugar denomi-
nado F'ora de Portas, om an.pec.ida que se arhava
deslacado na fortaleza do Itrum* Com este accresri-
1110 a sua noticia de honlem, 0A0 restara' duvida que
fui pouco exacla a iufoimacAo dada ao digno e ze-
loso ledactor da Pagina Avutta. De V. S muilo l-
tenlo venerador, patricio e criado.Carlos Filippe
da'Silva Muir, e Abren.Olinda 18 de abril de
isvr.
ALitns assignanles nossos tem se queixado de
Ierra d'irmlos em L-vares para a (na
'.. Vde ti ,^,;'nI'T' 'taS- '".IHe.eL urna prova au.henlic. da c.n-
..pa, e da 99 e 1. polleca- ,iaer^^ e eIlln, nue Unt ,. t u
Vsupeihcte toveami. lem ,wd.dtr.menle le^NMgr.. Olba qu- uahV.ml
\f.rcad,mMclaaux,l,ar ti, ,,,,-,,,. bav.a en l,...ger-.e' .
tova mnntar em li.il-na no ..,. ,_ r, ,.. '. ,...1, .,
coevs 26 peca, de calibre de lerceira elaate, e deas ebta w!
rudziot d- (18 de prnneir 1 clas.e, na lolda. As pnr-
liuliol-s leeni seu intercilio de 1:1 pos. Clleale-ae- I mnendei a
Ihe urna mareba regular de 8 millas vapor e de Urna,,,.. Ao pul. r
Iti a 1-J a vela. Soa mastreacAo ha a de una cor-
veta de prianoiri claaae.
I.-se nu Correio 'lerranlil
11 Diamantes em i
desle nrraial a 18 do
le : Na seria que
bro-se diamantes, os
lucho que diz ler por lim moralisor o fio e as au- erem obligados a fechar as suas tabernas da run Im
raridades, de Jeguarau I ptimo meto de servir a penal a's 7 horas da noile, com excepcAo das que li-
causa publica. cam defronle do cnafarlz, quando a" le deve ser
As-un como auguramos mal da imprensa, 011 i igual para todos,
antes du abusu da impreusaem JaguarAo,assim muilo 1 lluulem brigaram duus irm,ioc, fillios do Sr.
DESERCAO E MORTE.
De bordo do 1 rigoe-esenna de guerra Tonelero,,
fundealu em Montevideo, sallnu ao mar um mari-
nb. iro com o Sin de desertar. O oOicial de (|uarto o
mandou perseguir immedialameute p r uin dus et-
caler, de bunio ; mas romo o navio eslava multo
prximo a Ierra, e o roarinheiro eru perfeilo nada-
dor, cooseguto este alcanear a prala,
Quando o escaler airaron e parle da guarnirlo sal-
tn em Ierra, o desertor eslava ji a unto ou" Imita
pastos de distancia e fogia. Tres tu quatro praxis
rmada foram em sgu -l.anc, porem dual abando-
naran) loao a p?r-eguicao.
t) desertor vtdlaudo-se pouco depois paro, e vend.
qoe era eeguido apenas por um gromele.arraurou de
nina faca e eorreu sobre o joven cimar.ua. Esle es-
pern-o a pe que :o,e qoamlo o Imita a Ires pssns >le
distaocia, deifecboo-lbe uma pistola, e lio retleiro
loi o liro qoe odesirlor cabio logo morlo.
As autoridadesorienUea prenderam o gremele, e
eonservavaro-o presso na.dala das nltimas noticias.
ANDA A UARIMIA IMPERIAL
Olamculovcl raso de indiseipl;
qm
quasi que us n.io conla. Com efleilo, depois de ler
cessado o conftelo, vimes que elle linba o peilo es-
querdo do fartlAo ilravesaado p r cinco baiuieta las.
O que o livrou da morle fui o forte acilcboamenlo
que litili 1 u fardAo que vesta, assim mesmo urna
das baioneladea rhegou a fazerlite no peilo mu for-
te enanillo. O soldado Unha urna fenia no pello,
oulra na raheca, oulra na in.'tn. todas porem pouco
gravas; os lerimentos das oulras peni as foram de
pouca mutila, o excepcAo da do cabo de esqtiadra.
que Ibe inleressou o pultnao esqueido, o que Ibe
deu un caracler gravissimo.
ir Hoje reccbuio um ronvile para um baile
grande, que se deve llar nu Ihealro, em festejo de
um dia de gala do paiz ; a elle 11A0 vamos por ol-
annos anda de lulo p l.t morle do nosso cama-
rada, o
O Sr. Olympio Carneiro Verlato CalAo, nomeado
presidente da provincia do Espirito Santo, leve or-
dem do governo para -egur do Ouro Prelo por"Cuya-
Ibe e nova estrada de Santa i'ocicr.a, paia a provin-
cia que vai administrar.
O enverno quiz gne u Sr. Callo reconhecesse Ds-
soalnienle o estado .las olnas taquilla estrada, alim
de |.o ler apeolar es melhnramenloa neeessarios.
O Sr. Dr. juiz de direifu de t.oriliba, Luiz Fran-
cisco la ('amara l.-ai, foi nomeado lerceiro vce-
presidente da provincia do Paran'.
O Sr. Francisco J.iniiariu da Gama Cerqnaira, pro-
curador fiscal da provincia do Paraim', foi nomeudn
presdeme da provincia de G iva/, em substituirlo
do Sr. Dr. Antonio Augusto l'ereira da Cunba, que
pedio demiesflo daauelle Cargo.
11
Pela secretaria de eslado dos negocios de jastica, I
foi expedido honlem o segninie decrelo :
o i.uei'eiido manifestar |h>r actos de minba impe-
rial lem" .tia, u profundo respeilo que Irlliota au 1
dio de hoje, em que n igreja celebra a Sagra
x:lo e Morle de ?osso Seuhor Jess Cbn
por bem, osen lo da altiibnifflo que me eonfera
arl. Itl J 8- ili consiiiuir.l,, perduar a Jo-o J0.1-
quim da Silva a pena de 12 anuos (I- pri-Ao com
trtilialhi a qne foi condemnado por eetilenca do I11-
ry do I un de I ru^iiaxonna, da provincia de ?,
Pedro do ilio-Grande do Sul.
o Jos Tbomaz Nabuco de Aranjo, do meu
seibo, ministro e secrelario de est.,;!o dos negocios
da joilica, assim n lenha entendido e faca execotar.
a l'alacio du Rio de Janeiro, em 10 re abril de
11107,38a da independencia e do imperio.Coma
ruinra de S. M. u Imperador.Jos Tilomat Noliu-
co do Aranjo,
Na me-inti conformldade foram perdoadol :
.loan Barbosa, da provincia ile Mtnts Geraes,
Jos iie Arru.la Camp >a, da provincia de S. Paulo,
cri- J0A0 |a| lista Pereia Lobo, da provincia de Per-
inibuco.
folgainos de noliciar-lhe que pesiando o prelo do
Correio da Tarde, papel que aqui se publicase,
para oulros possuidures, vh em bem poucos dias pu-
lilirar-se um novo diario com o Ululo aO Comiuer-
cialo. Desligad'! do oDinrio do Rio Grande, o re-
dactor da parle coinmercial, o Sr. Lardoso, se en-
carrega da do Coinmerc-alu. Conlieceinos lis pes
soas que \Ao dar romero a esla empreza ; a sua
muralidade, illustrcciio e bous desejos uus garanten!
que esla uuva publicacalo nAo deslustrara' a impren-
sa desta importante ridade ; ao menos nao se pe-
der dizer com o fallecido Sr. GaivAuasuns o es-
crevem e asnos o leem, como acontece em Jacuarao.
O 111 .lechal ile exercilo bario de Cacapava,
presidente da eommisslo de deiiiarca^Ao de limites,
desprezaodo os iucunveaientes de urna longa via-
gem por Ierra, parliojia pouco para Sania Amia do
Livramenlo, e o vigor de seu espirito, que nem o
poder dos aunos, ucm dos dous ltimos maques de
apuplexia, ou fortes ameacas que scflreu, lem feilo
diminuir, o leva pur torca de volitada a termiuar m
Irabalbos de que o encanecaram.
A rica e floretenle ctdaoe de Vellas, rpie r"
1818 al ISjl se crgueu como por encanto con*
progresso de suas fabricas de xatque, val em tal d
cadencia que lie para iastimar-se. De ha muilu que'
previamos o resultado da iuipievidenle c erruu.i,
admiiiislracou unancial que lem lasado com imposlos
a imporlae^o das malenos prim-.s, como o sal e
exportarlo dos nossos producios. Sem rival ou cen-
currenle prximo, o cal e o hssucar podeiiam a-
caso suportar essa imposiro, mas o producto do galo
que he e sera' anda por alguns anuos a nossa untes
industria, temi concurrencia ao p da porta, me-
Ihores portos, sem o contrapeso di- malficas impnsi-
c/ie, ha de fallir, e ja' esta' em deradeucia, e ser'
tal que nenhuma s caheca de gado deixara' d ter
levada a's fabricas do Riu da Prala, ale mesmo as to
interior da provincia.
NAo nos Acara1 pois senao o recorso da lavoura,
que apenas comer a existir 10 norle da provincia ;
eis ah porque em Pelotas ja' se nao construe urna
s caso, e ha mais d- dazeulaa desoecupadas, e he
quando a cidade do Rio Pardo ergue-se do seu ex-
tremo alrazo, e Purto Alegre proseaue com p lento
para a prusperidade e riqueza que uenbuma outro
podera' imitar. Anda -e augmentarlo o laes doui
por cento na xporl.ic,Ao ; o que dra' a islo o Sr
Visconde de llaboraliv I
A portentosa alfandega de Drogaavpnoa tem
inundado lodo a campanha de me.cadorias de tu
das as qnMidades: e he lal a tua superabundancia
que em S. Gabriel, e al mesmo na cidade de Porlo
Aleare, vendem-se fazendas. despachadas na poilen-
tos alfandega Falla-se de que o llitsouraria man-
dara uma rommissAo aquella remota e milagrosa
California, Ao que so diz pesa sobre alguem a re-
pensabilidlde de fados criminosos documentados,
e :i reputado do Sr. inspector da alfandega da I-
ruguayanna soflre accusac,es a que lera' de respon-
der, quando o thesouro o chame a cuntas ; pois
ciuislo |er S. S. aberlo a porta a esla assombrosa
mpotlnrlo que tem afluido pelo Uruguay, sem
comludo a renda equiparar u desfalque que soflre
a das nutras alfaiidegas da provincia de 1855 para
Manuel desonza Pereira, morador m* ra da San
zalla Velha, e jogaram as facadas, sein que acudisse
um su vizinlio para os separar, apezar dos gritos e
harulbo que prodnzio semelliaule escndalo Feliz-
mente informam-nus qoe uuj delles acha-se com
falla de tenso.
O vapor Imperador, viudo dos portos do sul,
Irouxe a seu bordo para esta provincia os segundes
passageirus : Augusto Cerar de Souza, Antonio Joa-
quim Das Medronba, Martiniaua B. Teixeira de
Mendonca, Manuel Tarquino Teixeira de Almeida,
conego rranelsco Rocliaei de Medeiros, conm ssario
Anlonio Jos do C-rmo, escrivAo Januario Travasso
da Cosa, /. Gomes nloncorvo e 1 escravo. Jarn-
lliojosde .Medeiros, Anlonio Fredeneo peixolo,
Minoel Joaquim da Silva Leo, Agoslinbo Jos da
C isla Sives, Acacio Bu>rque G11-111A0. Antonia Ma-
na Ramos, Domingos JoseAlve Silva Jnior, I ran-
risco Esleves Alves, Joaquim Jos Ferreira Rebim-
b.i, Jo- Torquato de Aranjo, Dr. Jlo Francisco
Paz I! rrelo, 1 criado, jle Soares La Roque, Julo
semire da Silva Maehado, foto Francisco do Nas-
cimenlo e '.i creados, M miel Januario Beteira, Jo-
da Silva Pires, Delorinoo Pinto de Aranjo, Demos-
llieueo ila Silveira Lobo, atieres Lu/. Vicente Vian-
j., rom 1 ramarada, Manuel Martina de Miran la.
iogo Bornet, Gerardon, 1 desertor, I ex imperial
arinlieiro, 2 escravos a entregar'
Segnem para o norle. o Exm. Sr. Dr' Benve-
luto Augusto MagalhAes Taque", rom ;l eseravos,
Dr. Francisco Baplista da Cunba Maduretra, Anlo-
nio Pinto da Silva Valle sua senhora II filhos 1 cria-
do e 2 eseravos, tenenle-coronel Joaquun Sara|iiAo
da Serra sua senhora e etrravos, alferrs Jos An-
lonio de Souza Sombra, alteres J0A0 Jos Ferreira
da Potreara, SebasttAo Antonio do Amaral, cadete
liento Luiz da Gama, Maria l.ucina com I (11 lia,
I'Del Nonata de Jess, 2 pracas do exercilo, 1 de-
sertor, 2 ex-pravas do exercilo, 1 escrava a en-
Iregar.
Ate amanhua.
ucees. De ama rarla escripia
crlenlo exlraf-imos o seetiiu-
por e-te arraial passa, de-1-0-
Quaes aqu ii"t un a' amnslra
e en os vi : ele resta mais duvida que estamos a' fal-
la com os diamantes ; s f.ill.im perilos para ronli-
iiuarcm a explofeCSo O lugar do descolierto he n is
rabeceiras dojeonego de S. Miguel, peito do arraial
de S. J0A0 do Morro Grande, para onde teem afila!-
do pare Bell de qoarenia penoasde ello dias para
ca'.
Havia fallecido, icp-niiu 1 mente, em Valenea no
Rio de Janeiro, o Dr. Antonio da Ctinlia Caval'caiili
de Albuqu-rque Mello, juiz municipal daqurlla vil-
la e depolalo supplenle pelo primeiro dislricto <..t
provincia da Parahib
As mirgens do
rom mlensl
em msero e
A febre amarella anda continua a fazer victimas
nos tunos urlos no porlo da Babia. Alguns casus de
cholera liiiham apparecido nos ullimus mas.mas sem
car.irler morlal.
De .Macei nada ha d'gno de menc.o. A Iranquil-
lidade e a salulir dada marchan) sem allcraco.
Cliecaram, sahnios deste poi lo :
.\o Rio, a' d. o hricue Elvira ; a* S, a polara Ze-
losa II, e o patacho hospanhol Sapho ; a II, os pala-
chos Tameca, e Esperanza.
A' Babia, a' 15, o palliabole Dotl
Saliiram, para esle porlo :
Do Rio, a' 2. a barca Rufina : a
n.'.-a
Igiea, porqu se a alma da aiii.ta
e exclusivamente fsdedaa s-ntir a verdade e a cotr
limi-iitos mais nobres do corara.
poler.em deve albergar um.i coasa
lio b.iixa e mentirosa, como he lisonja.
D-dico-le o meu drama,porque sou lee amigo, e
porque des.-j 1 obsequiar-le quanlo me ej.i postivel
n orna Ierra, que 11A0 lie tu-, mas onle, rrei.i, en-
contraste mnao. que te miuorem es faedades que
l'ros dos le i. Feliz me con-i lero por poder prn-
var que os artistas p.irtucuezrs nio rfeixam |n-.r
desapcrreliiilaiiieiile orna r.puiieii comea loa. e
que o demonio da inveja os nio lenta a nenio dt nio
pro-larein homena :m singela, ma verdadeira, est
artista que e aprsenla rom a modestia qoe sx e la-
lento faz nascrr, e com as quali-iades peo-e. que
te a lorn.111 Aqu, rom rarissimas exrepc.ie, u
lia esses despreros, es-as susceptibilidades, e Cesas
arilorraciaa balla*, que. segundo o que lenhe li-
do, ira's ene.mira- em oatros p.iizes. Aqui, em re-
da liumem a qocm o publico lenha honrado com a
coros de artista, hsde arhar nm amigo verdadero,
um irmAo cenbase. O publico ja tu a ronheees.
vie-
uisdo no .na. n.Brti..rt.aea,,.*js E^nST-^T^.2ttZl:
;l.,aoPrenri;nn6o".r,,Jae,n qe '"" '"" '.* V"""""-'--le5, e ..% -o-.e. Nio ,.*
Amigos.
o un.if Puri-
tano, com escala por Macelo ; e a 7. o bngue Da-
miAo.
Achavem-ce o' carea, pora esle purli :
No Rio, o luieue Elvira.
Na Rabia, a escuna /.losa.
O vapor ingloz Avon.'devia partir, do Rio, a I i as
8 horas da manual.
Folgarerno. de que esle Sr. inspector se justi-
fique.
A alfandega desta ci.lade esla' sendo hbil-
mente dirida pelo Sr. Bernardina Jos l'.orges ;
soffio a falla de feilures plenamente habilitados ;
mas nio admira, porque dessa falla tambem se sen-
lira a dessa rorlc, a vista de algatmas nomeaees
que ltimamente pira la' se fizeram.
Ainda nAu me consta que o vapor olmperaderu
lenha apparerido ; mas voo man lar esla para ir
pela mala, se houver novidade, esrrever-lhe hei.
( Carta particular. |
PAGISfA 4VyL^fe
Onem ser o inspeelor dos A libelos
que nao ha, ou se ha mora na Agua-Prela
COMARCA 1)0 BONITO.
Caruaru' 8 de abril.
IX.
Devo a nobre e Ilustrado red.iec.lo do jornal oRa-
gencrarao doas palavras em oarudecimenlo a
IranscripeSo da miuha primeira missva. NAo h"
pouco para nm rorrespomtenle de aldeia ver a sua
missva transcripta em jornal qu-, nio obstante jo-
ven, esla cheio de vida e cercado de consideradlo,
ja pelas ideas slas, de que be org.lo, ja pelas illus-
Iracfjes que se acham encarregados de sua suslen-
U5A0, c ja pelo proselv lismo que vai fazendo.
Porque a mais lempo o correspondente de Carua-
ru' nAo cumprio com o dever para com a nobre e
Ilustrada redan-Ao daquelle jurna!, au deve por
semelliaule Ma deixar de, agola que cumpre c IB
salisfacAo e orgulho o dever de honra, ser arolhido
e perdoado pela falla em que rabio, sem ser deli-
beradamenle.
Aceite a Ilustrada redarcAo oa < Rcgenerarli)
os oo.sos emboras c os volos que fazemns pela sua
continu.icAo no mundo jornaliallro, roiitribuindo,
enmo procura, pa .1 moralida le da imprensa per-
namliucami. O promolor publiro que era curador
geral dus nrpliSoe, e em rujo etnpreco prorurou
enmprir com fi 1eli,|ade e intelligencia as suas func-
ces. vio-se nbrigadn a pedir dimissSo ; pois o dou-
lor juiz municipal se turuou caprichoso em continuar
a querer proteger om seu ciinrai'n'a e a cerlo in-
dividuo a que constituir seu procurador
A ra/.An nica que exile pan o procedimento do
juiz municipal, he, cgundo dizem, n depeilo de
qoe se acha possuido para rom o promotor que he
advcalo de Francisco Antonio da Silve., de quem
quer o juiz Cobrar cerlo qu.nlia. Entenda part
si que o farto de ser harharel e juiz muni-
cipal era pur demais considerable bastante para que
o promotor sacrificasse a sua posicAo de adrogada,
desamparando a causa de um hunem as circums-
tancias do Sr. PrauCMCO Antonio da Silva.
A ultima feira fui pessima, nAu obstante ler sido
no dia de allelola.
Dizem Doii-lhe a boa lesla, ja que fallei em allelnia.
Iirl ., Hoje parliram para o termo do Bonito o juiz de
SAI.VAS COM BALA,
Ha pouco lempo r.ot.iciando o Liberal Pernani-
hucano a morle prematuro do preslimo-o e
digno dcpulado da Babia o Dr. Eduardo Fer-
reira Franca, leceo o dlustre tinado elogios
que nincuein contrariara'. No meio desses e-
log is leve oesciiplor a lembranen de enxertar os
dnestose '-ou..'0-liir.is qne esla' 110 habilo
rigir ao Exm. Sr. ronselheiro Sergio T. da ^'
e .; q 1 eli.im < -o-uras. O tinado era amigo 1. .
presdeme, linliam-sa conhecidoem Pars, e esta a-
iii'./. ule ua 11.....d.i.in na que j-.' ligara e sempre li-
C01 o Sr. MardoaoSr. runsellieiru F.rnesto Fer-
reira Franca, irmao .10 fallecido, Pareeeu a lodos
urna idea nova o inlredozir ii'um artigo necrolog-co
em honra de em finado descomposturas ao amigo
que o lamenta nu Ierra, ao amigo aataje de sua fa-
milia.
rNo seu numero de 17 do corrale, estampa o l.i-
heval om arlicn lerendo elogios
Evelina, filha do Sr. eonselheiro
anjo de innocencia e de caiidura, que deixa peubo-
radas todas as pessoaaque liveram occasiao de apre-
ciar-lhe os senlimentns elevados, a grac;a que a cer-
ca, e a aflahilidade com que a lodos Iralava. Nao
ha uma voz que nAo sipplaudl Ue merecidos eloaios
nem em Peruambuco, nem em nenhuma das Ier-
ras por onde essa adoravel menina lompaubeu seu
distinclo pai Sabemos que em lo la a parle foi
sempre objeclo de eslima, sempre querida, eropre
fo-lejada por pestoas l.io alta nenie- enllocadas que
nada delta tiuham por rerto que esperar.
Os elogios, porm, felos filha sio no I.Hieral
Pernambiicano misturados, preredidos e seguidos
dos mais groaselras insullos au pai Ha nessa exlra-
oidinaria produccao urna idea que a ludn exceda
quanlo de mais opaixonado lemos visto c que excita
o horror dos liomens eivilisadoa e cbrislos, mis a
reproduziremos cm extenso Que por amor Cel-
ia liz o Liberal) seja suspensa sobre a caheca do
pa> qu.ilquer vinganca divina ; que por amor dell.i
o Sr. Sergio seja feliz em sua viagem.S em sua
viagem Assim sea filha nao ac unpanhasse n pai
de-ejara o escnplor qoe nm rato despedido pela vin-
ganca d vina submergisse u navio que levasse o Sr
presidente da provine a Que rnlimcnlos chris-
lAos! He a idea da vinganca divina os nrdeus dos en
forquilhados as eleices de Pernanibucu !
O que, porm. livemos mzis em vtsla faz-r obre-
sabir fo este syslema de acompanhar o elogie dt
um amigo, e ale de urna filha cmn descomposturas
pre-
sentaste co-i o .... de Iaiim rom que os leas
compatriotas te eraaram fronte ; esse nome, que
na (ua p.tna be ronli-cido conloo de um meslre,
ap.-esentasle-lo aqui cun o mu lelo Ulule de dtsfi-
pulo. o\ rnlio rslud.ir pora entinar aos mrus,e(se-
seste e alguem juleoii i-si urna lisonja por meio da
qual espeiavos obler um ucce.se. Viram-le repre-
sentar, e a mu liliraclo da loa prenuncia, o Ira esler
em cena, loda a ev-i u.sao, emlim. do len papel,
provuu claramenle que, nio o era retlmrnle e leu
fim esludar a art na es-ole moderna, mas al que
J.i alcnma cousa liavi.-is esludado.
o lodos |(. reronherrram loso as tendencia mb>-
dram,liras da escala romntica, mas com a m.dit-
ra^Ao pussivel. e que su um laleulo pode conseguir
nn curio pra/o de doze a Irez aaaatui. Cjnliecea-
se qae a escola moderna, a da verdade, ere quasi
detcuiiherida 11 1 tu yi-.'t. < que, por coosrqurncia,
Imhas reclnenle I intenfl 1, alUm-nle rivilisadara.
de regenerares a arle por meio du etudo cem arlis-
las de rec uihe lma valia o replselo. Alea dalo.
se no primeiro art. daGargalhadite lernoa
mata-eensive ansa m?viuvel e pequea destgu-d-
deda un leu yMema de declamar em telacle ese
man actores, no fin.I do segn lo, e no lerceiro, es-
pecialmente, os hi avos esponuueos as pilmas d'e-
ma etala escolhi la, Is provaram claramenle que o
publico por tugue/ lambeta le cauterio o dipl .ma re
artista, qoe lrn ua Iu.i patria. Aquellas cppl.o--
disseram-leavanle !ponan tu I- para um fela-
de di- ro mata risuea aia la, nao ai pira li, que estada,
e ; mis para lodos o leu irosase, a quem vais mostrar
um novo b uisoule de glor a oltujHeaa
o Keolmeule. pena era que n'uin paiz como o
Brasil, nao hoiivesse innovarlo, qne s u lee bom
sen-o en ten amur a' arle, aniel capases de cem-
prelieader. Meaos eeftite que nAu ei come l'n
litio de pacac la n lea leira ; p oque endn mgees-
lion.ivelmeiite a arla dramtica um d is principaes
ciraclerislicosdn estado d< ejeilie age era qualqaer
pai/, os estrengetros que v.io ai Brasil pa lia la eoa-
sidera-lo menos militado so frequentaem os Ihea-
a Exmt. Sra. D. Iros. Porcuns-quenc a tua r- d n-m foi, age m
Sergio, chama-a I grandiosamente artstica, m is al painolica. lloara
le seja falla. II......1....... M.nin.r.ii, mata amo
pac no liouioa.i na hisloria da arte dramtica, e pera
que n.lo a apague algum desles ira. Initaigos esp-
laos dos harneas), a iuveja, a uigrali tan. e e leapo.
aqu a deixu escripia de forma que nao posta me*-
!!ei de Coasegai-U, nAo pela imporlinris de
ni a- sim pelo faci eo
V
ue. In-,-!,, a .,ue >aj ||ojja]a
e-iar imprease.
Pena lenbo eu de mi possor pira esle lim ama
obra mais rorrerl.i. de mais importancia, e ana
lica de ti. Nos Ii.ni- Hundis, ha anula defetlo
e mullos, r grande, al, deleitas qoe eo poderte
talvez rurrigir na miaba quinta na sexta pro.lorc.au
dramtica ; mas doqai al la hei de estadar mano,
ha de passar multo l-mpu, o eu eslava aunse de le
dar urna prova da minha alTeirlo, archivando o leo
generoso pontease alo. Alem dilo, nadera oelere-
cer-le oulru drama qu de faluro ecrveie com
in.us rorrrrcn, rom mit impurlancia luterana,
com mais poesa, mas lauto do fundo d'alraa, eem
tanta vonlade, paroee-me, meu lieiminn, que nan-
ea mjiscscreverei um .Irama A alma, liuna- lela
Ili, porque aiodt clsva impre-sinaada pelas ace-
as delesliveis qoe priteactet i.'m cerlomanso
em i)ii viv algum lempo ; a vo dad, deve ase*
um pensamenlo quo uve desde que me aebet ao
ihealro UyaenaMa Dramtico. Parecia-m* d-nalu-
ral que uma curpuarlo unir lie artistas, esliveose a
rl- re-unii la no esiudo do fazer rir as pioles;
arhei minio possivel que a hil uilade fo.se algum
doestos, e calumnias ao amigo e ao pai. Se au me- vezes substituida p.|o intere-e e al neles loen-
ner islo verda le, roiim portpra elle de Uo lun-e \t\<- |,,ie,,u e promoinr, para asti-lirein ao Irdliallms do
peCCIOnar o* A'Dieloi '.' S porque o Sr. Im p;*ra
A^ua-Prela. salie o qup lurtuo 1 ma aap.i, mifl
de mao ao>lo e que Sr. devia lumar ao crm : m.i-
larijm uma cabra que pertencia a uma poltra iiuilliei
comfrain-n.i, c; eiii4r.m por zumbari a cabeca eo
Ceuro u'um pO lhor episramma '.'
Novo g*nero de nagocio Cario pinlale&rea
cocuma comprar c .valles, mai conm amet ler mui-
lo1- e < dinl.eiro da ; '!. par um e lalvez nem
|n(o, ileacobha o imvo mel de comprar cavallofl *pm
dinheiro. Ajoilii nncavallo, mandabosca-loa mar-
ca au dono uin >Im tari ir rerehor o diulfiro ntl
dia conwocionado comparece o dono do ravalln, e
le ein val d dinheiro eulrena o pt.lire anii.| ir,.
caiiJo ai parnaa le masro p di/, que nao quer porque
i i, : Cil 11 u V '" ['CeiteO 'ii- nr.i.t t e- tiir. ijiif 11 til/
- I -7 nSa T"-e ",;n; eompra-lo.
ARradacen.s'S h" Sr. (i. P. a* e\ res diiveii v anima .ora* que no* dirige nobre o ten ir .
n-io n i r lem p U moral publica lem pre-lado nn<4a
Pagino, t* ili- pedimos deicolpa, por nflo armo* a
nolici i que nos entioo, Alsnmi vez uma informa.
rao mauoa asada non Ipim levado ^ faier ceiHorv*
por amor verdade e ajoaliCej >ninn
rMificar, maa i-so *acanleceounndo un*
rallan) o dados para examinai n raraeidada do quo
ii ii r ttimumcam, o que Mizmenie sp nao d-u im
presen.e caei
ra*a em ojoe
jur\ que devem principiar no d u l.*>
Oeo* o, leve e os (faga em paz ao seio de soas
llMlrea familias.
Prelendo dar urna futida ao Hmiio e in lagare ao
que luuiver pelo jur\ par comiminicar-llie.
O meu amia, a cojo do esla luwnoro, e-la sal-
lando de cuiilenlp; poifl eo caciquees.* damnalo por
causa da publicado rrdaf san diceaf a como e->lc
chama a prudurr-to d'aquelle.
Te a primeira
O ue breve st-r.
Cont e espere
Noliciaa ler.i.
[Carta particular.
eoa- \*!?.*1
.din- d
F.SPAF.TICAO DA FOtICIA
(Iccurrpniias do dia 17 de abril.
l"oram presos : pela ubleleuaiia da frecne/.i:i de
Sanio Antonio, Jorge Jos de Ssnl'Anna e o prelo
escravo I'iii|i|i, ambos para averiguardes noliciaet
pm rrime de furln.
Em ollieio de I do rorrete ref"'p o delega lo do
lerm d Santo Anillo, rpie no dio i-2, nrltando-se
Antonia l:anri-r,i do Rosario, de dada de '.lu annoa,
eja'hasianli abatida, aqoecendn-se ao foe,o em ua
casa, ueepleu incendiar s-lli- a rnupa, c com lia
bilasse s,, p P,'jVes.e a rtia tol.i roebada. resullou
Podemos aasecurar ae Sr. que u.. dalii qneimar-se de lal m do que failefeu, ,-in ...,. i,
t liaver m imninr-l -a, reina mu- possivel saha-ld quaildo se coniegato arrumbar a
nos fosse ern artigo aparado, embora i>a rnesmti fo-
llia.....mas ntlo ; he no mesino urliso ; as des-
romposturas au pai preeedem, milurarn-e e so-
auem aos elogios que se fazem a' lilba !
S eanhecernoa um farlo analoso a esle. Ijuando
as tropas de |). Miguel iliavam o impera lor !. l*e-
dro, e a Irojias coiislilueioiiae.s da rair-lia I). Maria
no Porto occorrea o anniversario natalicio do pre-
lendtdo re D. Hicnrl. Dorara no campo dos mi-
auettslas a< Ires salvas do rnliime de M liros rada
urna, mas as peras nrain rarregadas eotll bala e
aponladas para os siliado* !
Esle proceder enclieu de horror a Europa. A
idea de festejar o nalalielo de uin homem matan lo
a seus irrofloi srraneno de cada corara:. bem fosma-
do esta propbeeia que se realisou : Esle. homcus
han de perder a su.i cansa.
Oh! pe. amor do pan nio dem os sehliores do
Liberal ao mundo urna tal idea do Qooea provinna.
Keeolham o r,nibi|..ino qae respirara esees psnsa-
meatos no fundo de seus roraroes, p s a lodo O cus-
i querem d acreditar oeu partida, basta que con
linuem a deaeempur seus eeneidadtoa eea cantee,
rom os doestos e insudas que |em sido reai-liados
nesle Diario: mas nio vAe procurar es-e requinte
de pereeratdade.
Hirisindii cemprimenlM a um anjede innocencia
e 'I-can lur.i devlam Iratar ao menos de se na mo
iruein naquella nrcaiaii indiqnos da estime rea
pello desse aojo, t) qne deve pensar a Sra. I). Eveli-
na de homena qne dizem de seu nai eqaillo que lodo
o Pernamboco labe, e ella mais do que niiicn-m,
qu b ment)a i Nu meio dos elo.ius a' Bina, .11/. o
L'beral, que o Sr. presidente da provincia lancee
urna iiiibn divisoria entie as familias, e nio dea
maior parle a ronsid-rar.lti de que eram rredoras.
Salie indo o Periianibuco que islo he falso. Em pa-
lacio l-in ido p?lo Sr. Sersio e por sua lilho nAo su
hrolhidos, ma si convidados ; lem sido tratados
rom a m liot r re/;;:, franqneza e conslderacao os
homens de lodo, os partido, com mas esposos e
suas lilhas.
v'senh r,i l>. Evelina foram elle p ellas apre-
enlados pe. Sr. euiiselheiro T. do M icedo. o- r.
laclores do Liberal, os memoras da directora da
oeiedaile liberal foram all bem reeebidoa. oSr.
Keitosa especialmente .fu all visto rom sea Ulna,
litio so etii reuni.', solemnes, ,1 qnp prereleram con-
vites, maa naqoellas que ullo Iniham cenvileespe
riel, ilizendo-se snmenie debiere, nesqnsrlas-feiras
mus nAo he iarelizmeole o enico de que liveinoa n -
dota pelo paquete .Imperidor.a Onlro, carcter! Vrenle Xavier do Amaral, da provincia do Rio
ainda man erave occorrea a bordo do vapor Para-1 a- |,i,eiro
Suassr'io Iti tt irado no -Paran' ; e ejn que nie.iino'.'
Onan lo .. I -. 1 a' sepultura o cadver de ora jnveii
e eaperancoao oflirial deste vapor, que perecer afo-
la lo na acua daquelle qrande rio !
A divisSu naval do Kio da Prala lem ido ale boje
era modelo de disciplina, e a mrlhoi senao a nnlea
escola da nossa niarinha. Se os folaes exemploa de
insubordinarlo a bordo de aluons des nossos navios
mitos romecam apparecer tambem nos vasos da es-
lar.'io lo Prala, nao revelara' e>-- nial un vicio radi-
cal no nosso lystema d tciplinar?
lie esle ura aisumpto para u qual lodoi devemoi
J0S0 Mano 1 Kudrizoes, preso na casi de corree-
eo.
Por d-rreto da mesma dada foi commnlada em
priiSe limpies a pena de pri-uo rom Irabalho, a que
eslava condemnado o reo logo dos Sanios Kcsa.
[Jornal do Canana rio no Kio.
ta ordem, que nella hahitam estudantea he verdade
"irir. mocos de iduriirrui delicada e que s.o inen-
pazes de sem-lbanie actos. Violentaramos a nossa
eonsriencia, degradaramos a nossa posicilo se acca-
stiseir.es de imm'Taes ti' quem p r sua moralidad he
di-po de lonvpr.
li.ilai'ieria de l.om cosi. Cario paslrano tzi-
la'itetindo a' uma liella leve a simplicid ule <}o man-
dar-llie pedir que limpasse os denle*, n que em bom
P .t'.
DESPAC1IARA11-SE PELA POLICA
Dia 15.
Ot eseravos Antonio. Jusc, Benedi'rlo e Jos, obli-
veram piulara para o icrmo de Barreiros, cm com-
pauhia de spu senlior.
Iii
SAN PEDRO IK) Sil..
Cidade do Kla lirande, I'J de merco d I8.">7.
Como affirmei ua m'nlii anlerior, o paquete Im-
perador, apenas enlrrgot as malas e patsou os pai- arredem', nao he por enhama raiSo de utilidad;
A escrava Knmana, oblpve norlaiia n-ua a nrnvin.
pertuenei qner.a dizer qeea moca ro.se mais ..ele- cia ,.,, cm waptnu, ", r"r 3 pro%in-
da. Ora, ja p vio lir.er.-i mu delicada, delicadeza __,-__ ""
mais aro'Hiri! Es-a he de ciborio. Pazer um ele- n, ,,,.. vieoinu. i,
^i<- j eseravos 1 n.niia 1.11/ bliveram naouimrlo
sin chumara boje rascar eda, mas a isso o que se nar. iiroviiieu ,i 1 \ p .'
,1.,.,. ,1 1 H Par''" provinna du Kio do .Norle. em eompanlita de
cnauur.1 9|,n s,.,.||0r
Nao seria conveniente qae se Oxease nmi Kmp Joo Luiz Pereira Lima, brarileira, lesilimado
na sucia de vadlo, que desde a' larde ate a" noile paia obler passap ,rle para a Europa.
eslfl 1 sempre agrupa loa na porta do Ihealro ? .Nao __f*__
be para astislir ao espectculo que I' lio elles. por O porlauoei Manuel da Silva Nocaeira, legitima-
qae o eiperliruU romera e acaba sem que daili se do para otler passaporle para a Europa.
Os eseravos Juilino e Marinnna, obliveram paisa-
a noile o Sr nresidenlp p
lillia ficam era casa, ludeto ra. avi 1
ma. Etperunentei e ronclui qoe me nio tuilia ett-
sauado.
Paill rd de \ illeneuve, advocado de Vicler lio-
so na qu*-la-i que a rri;imedi.i francez. prepoz eo
llloslre dramalurso. diste no o Tribunal de Cees-
merrin do Sena. chaqu rpoque devail im
une missioii que lu iit propre ; n Ir icrle n'o-
tail paa lellemenl de-lipnlu qu il diil nVire qa'i o
echo .tu passe. |.|U dna-ee a respeilo de aata
qoeaUe d arle, e a arle de que e Iralava era a
nessa, a dramatice. Taeael iin. nao coreo om
axioma, mas tambem romo nina verdade qoe devia
esludar, analvsu, e sniai por ella todas a miohrs
tendencias ani.lieaa, lie o que lesaae fosta. L-iaken
que o liie-lro auuso era nicamente om meio 4e
distracca e que |,je nAo so prrenrhe elt lim, mes
um nutro lio Ivva 10. 1.1o .ul.liuie. lia ..nio, ae
oelle baalava pera a perfeHa nobililacao de arte,
que os preconeeiins d'uma in.torrara h-ilofo e ,e-
daatesea a in la boje Imagina ern dilinrrao. e %em
um primeira losar na eocada aaeeat.
.liein pule n-gar losi.anienle a nbr. ,1 de
ana arte que easiaa* Ndo ser.' venlaoe qae
ihealro menejrne -erve de inatitosnla a rU*e m.i
infer res da Boriedade* Como polene o np-i.rw
vir a s.ber o que se paaa, e o qoe e la/, n'jma -
cied.de, que elle nAo nuil -" nao I ...em o lse-
la da nova nenia, que lli-J'ii..a os palacios, nm
tilines, es viesea e as viriude do liebre opulenl, e
o ^rii-la inspirado que Ihe t,t sejrlaT uqoeesrievm
0 peet 1 .' lleno;......savel que para o povo a arle
draasallea lie boje nm mananeial de in-trurrao. An-
ligamenle, nemes dr.ina de paaawt, venenoso por-
tas falsas, na-' va senlo o horror do 1 rime, e a ap^-
Ihense da viriule : isto mesmo nao mal. psorque.
aCobTtado |ir tima Hngaag 111 inei.r p.He da.
vete, niiniaiiteol aaTectada, acr. qoa.i .rmiuo
es.iseradas, rtira.-ler. ev.e|.rioni e multe. e-
impoesiveis,o draasaaainrera om, . de .lilliriilda.'es ,,a,4 \,n\, :, luliglnea de um
np. r irte nu !- urna rr-anra. E-- sranrte lim que
1 ripiar di ve ler aempre m vola, o r-.tsi. o
virio e premio a virtud., te-e o povo, mes va o
porque .,.i a n -p o jesia ver. rao jouque o euleu-
li---- a 11.ai : p re da ser .
No i'ram.i inoderoo i asa areniere islo. Xr
all t\ jios nuitlo -. o- euasseei losoaeo| !u. -. ,n.i-
ras rju- ia uvto, 1 iperim uta aeaoaeei que ja na.
perlm.nlou.....lo no e Ihe a .ienran ira-ru-
1 n: b... .,, percelier, uma lincu-rm ni: 1,
1 amig que veiem serla bem vindue.
Mvir.brns do partido liii--ral lem continuado a tre-
qaenlar o palacio rom suas senhoras, a viitar o Sr.
pie.i lente e .na filha na Iribuns do Ihealro. Nunca
encontramos a menor alleracjl na maueira de seren
tratados, lano assim qoe continuara, Ao monos es-
erevendo nm arlico que deviam desejar foe
vislo por esse anjo de Candara deviam pnunar-ltie o
pscmplo de uma manobra de partido Ue torpe como
he uma ealomnia lao destarada, porque coni-te
ii'iim 1 ImpulacAo rujo f.il-idade todo o Pernamburo
conbece, porque eonslsle na denega^Ao da vuln le
da husnitali la le : vuiude (pie a Si." I). Evelina
ajiiduii >eu pai a pralirar rom osse senlineoloa ole-
vados, easa grafa, essa aflobiliJade, que rom r.utlo
nienciniia o aseriplor.
roiibertniriilo pral'ro 1 .
penaos do u iim 1 erlo. Preeatcsts, pci, om ama*
de lim. e.'., es o a ........ma. e be bem ni'Te.erer
daluinatri- n -mi_-.n-i.i- que lar- para I'
plantares. S a ignsran'ia, oa a maldnea poten
negar-le as honra* que un 1 ere remo arli-la, q
es'.ur-i qn roma l".inein, :e CiiBtagra leo crdles
e am'so vcrladeirj. :. Cnm de t.arrrdi.
Solemne provocan
|ii..ns.i iteronmi
ni fetta lo Besasatoai
un Milu ,111 Sr. piuilr
lili-
Ai,
___^onmtuuica>Oa$,
Temos entre as maoi alguns nomeroi do eta-
intito du [locha VnBM, pan |, ,,j
dt'ullinin- pi-lo lli.ii'.o rj.i asanSta la-
ta < po.ili.vtiini'nto o <|iir oiiMit .i .-itiit
lilil- I'HIMH .tltll'lllf 1
lion cuiili,1 seu inoliv
-- -----u
nado. I
A pedido meu digoou-se o preilimoio prnpriatj-
o <|.t
liilit
iiirsini
altaiNO
' 1
assirj
i
MUTILADO
'


DIARIO DE PERNAMRUCO TERCA FEIRA 21 DEABRIL DE 1857 *
rin do Diario ra Periiimlincou d farer publicar
cid seo metano Diirio n. (iO e 1 i limo pintado a atiifajao que julsuei dever dar ao
reapeitavel poblico a retpfilo don tari! cipilae,
ein que o Sr. padre Anlonu da Korlia Vianna, com
o intuito por elle mermo confessa lo de tomar com-
pleta ftagMt* de roim. pelo motivo de un II, que
he en deittra no acto do eu Io nno, havia batea-
do n golhico edificio do n zara publicar contra mim pela impresa da llalua, no
anuo prximo pa>ado.
Pieste meo communindo, eu, que acabavu de me
ver publicamente injuriado pelo Sr. padre Rocha
Vianna Mi term.it comanles do asrpi'rost pam-
phleto, de que cima fillei. Molame rnniln lo l-
milado a reslabelrrer a verdad.- dos referidos fados,
mottrindo a paite em que ellescram verdaderos,
aquella em que eram faltos, e aquella em que ti-
nbam tiilu ou acrpscenladot oh mutilados, absten-
do-me inleirameiilc de drseor a rotriliiiir-llie teu
doenlo, convicios e injurias, por millos doeslos, con-
vicios e injurias icaaM. Maf, apaiar dlwo, o Sr. pa-
dre Rocha Vianna, apenas Ion aquelle meu comnni-
nicado, volloo de novo ,i carga, e ein forma de car-
la que fez publicar no Diario da Rabia D. 72 de
3(1 de mi*re;o prximo passado, renovoii a soa aeeros-
ti\ a nln N ronlerilan lo jo com ot sarcasmos,
dueslos, convicios e injurias que a miioi cheias linba
arremessado conlia mim, paiton a molestar-me com
qnalio calumnia* atrojes, nao em lermos claros,
mal revestidos de formas equivocas, como eoslumam
faer, para te suhlrahirem at penas da lei. ot calum-
niadores envardes ; em ao menos se lembrar de
que contra t primeira dell^t depunha altamente o
fado notorio e presenciado por elle mesmo. que en-
tao eslava no seo 3o auno acadmico, de ler en re-
eotado.acoitar um annel doutor>.l de tullido preroi,
com que a briosa m cidado acadmica projertara
bnndar-me no dia em que Jomaste posse do limar
de lenta cathedralico, pira que linba sido nomeado;
sendo que ao lempo que e.tt na louvavel proposito
chejoii so meu coiilieciinenlo. e em qoe, loiivaudo-o
a^radecendo-o, declare! poiitivaraenla que nto o
aceitava, j linha sub*rr-vido, crda um com avul-
lada quanlia, urna Brande maioria dos acadmicos
des*e lempo.
Ooltimo periodo da fallada carta do paire Rocha
Vianna, que eneerra as qualro calumnias equivocas
da que acabo de fallar, he concebido uestes termos :
o i.i'..... sao os uniros milito precedentes de que a
fama publica me ecuta e somlltil? Se nlo vier-
des do alto da imprensa a.declara-los, para o que
vos desafio e provoco, alada me perroiltireis que eu
vos elatsifique lambein de o vil calumniador,
pois nao leiiho tusto que te 012a que approve e
proles! pestimos ldanles para receiier presen-
tes no fim do anno, que futiriqu 1 testamentos fals.s
e vend cautas como ad\oaado, e nein 18o pouco
leiiliu entrado em revoluco-, utlenlando a neces-
iilade de urna constitumie soberana contra o meu
monarcha.
Acerca da proposicao ain.la m> permillireii
que eu vos clatstfique lomli-m de vil caiumnia-
oor, nHu dire que o Sr. padre Rocha Vianna,
que a emitfio pela imprenta, he uio s 1 um mal-
criado, como elle disse de mim muit.i\ezet no
sen libello infamatorio, a na tu fallada carta, mas
tanibem um insolente anda* e despejado, no ; nSo
drrei isto, porqo* repugna com a muida d gnidade
a Carcter, lano quanto rom o resp-ilo que lodo o
hornsm honesto e studo lleve guardar pata com o
publico los escriptos que bao de cabir dchamo do
eu dominio. Direi porem que ella foi emiltida pelo
Sr. padre Rocha Vianna seinu-nhum legitimo fun-
damento ; a que n3o leve para emilti-la nenhuina
nutra cau.a que nao teja ou o perverso desejo de ino-
Irslar-me, ainta qiio ioho-i 1 e iinmereridamenle, ou
rrnsn ignorancia da sinnilicac.lo d.i pilavras ,.
lumnia e calumniador ; ignorancia em qoe
re lamente o S'. padra Rocha nao estara, se ao me-
nos, ja'que ueuhiim aproveitamento coltiru pido
mediocridade ronhecida que sempre foi aqui.e como
lal incluido no numero dos que elle ippelli la Je es-
tojantes pestimos appiovadoi na Faculdade que o
pprovon a elle) do etludo do dirclo civil, algum
livesse rullii'lo do estodo do direilo criminal do.
paiz.
E com efleilo, la no meu communirado eu n.lo
allribui ao .Nr. padre Rocha faci algum que a le
teiilia qu-ili .1,10 criminoso, e em que lenha lugar
a arelo popular (porque a palavra iiralumnia. com-
pr 'heii 1- em sua siguilicarao essas duas ideas como
almenlos eiseneiae para a soa exislenei.V, quem
na ahi, alem do Sr. padre Rocha Vianna, que possa
ver as palavra* do meu commiiuicado o avista dos
precedentes que ahi ficam lie'me'.ile esposlos, e de
ootros minios que omilto. mas de que 1 fmapti-
bl ca o aecusa a impulacAo de um facto dessa or-
dem ? Mas, se assim be, uenhum cnbuncnlo lem a
provocarlo que a este respeilo me dirige o'Sr. pa-
dre Ka, lia Vianna. Eu pois repillo e-st estpida e
infundada provocado junlamei-'te com a injuria que
el;a eneerra, e devolvo inteiras urna e oulra ao Sr.
padre Rocha Vianna, de quem vieram.
Mas. se a provoracao que infundadamente me f.-z
o Sr. padre Rucha nao lem nenhum cahimenlo a
meu respeilo. a por esta razio Ib'a devolvo ; nao
acontece outro tanto a respeilo do Sr. padre Ro.-ha,
ejuaala pr.ivooc.ao sel-inn- que vou fazer-lhe ;
porijuanlo elle ou-ou atlribuir-me faltamente no
prTiodo que cima fui trasladado, e nao >m lingua
den clara, ao menos em lingiiagem cqoivoca eqoi-.
valente qnelli, e nao aos ollios da lei, ao menos os
des teilnres, nada nienos de qualro'faetos que a lei
ten qualifieado criminosos, e em que t^m lugar a
arcan popular, se porveulura cada um delles foi re-
vesiido p-dre Rocha Vianna porlanlo cominelleu outrat lau-
tas calumniat equivocas guanta* tilo esses mesmos
farloi, pois que rslr-s sito dislinclos entre ti.
Com i-lloi o, n Sr. padre Rocha Vianna. embora
se soecerresse para fiiblrahir as penas da lei, a
lingoagem equivocP|inis nao lenho susto que se diga
que approve e prolpgi a pessunus esludanles. etc.
videnlemente quiz rpresenlar-me ao puliliro como
tendo pralirado ca la um dos qualro (arlos cnDtidos
iiiia proposicao. a qual, por forca da significarao
di palavra poit pela qual ella comer, exp'n
mindo a canta da proponerlo anlecedenle, nao lem
com esla.'rrlacao alguma.
Su, pois, osando por 01a do segundo dos dout re-
medios, que em laes casos concede ao olfendido o
art. ai() Jo co ligo criminal, proclamo da alio da im
prensa pernambucana, que provoco solemnemente
ao Sr. padre Antonio da Rocha Vianna. a que, des.
pnJo aquella sua proposicao dat formas equivocas
do que a revi-lio, como cotliimam fazer ot calumnia-
dores covardet, vis e infames, lome a nobre a pttri-
olica reinlueao de aflinnar clara a positivamente,
pelo mesmo Diario du llahia, por onde deu puhli-
eidade aquella sua caria, que eu praiiqnei com el-
fiito algum da cada um dos referidos farlos crimi-
na**, queataim equvocamente me allribmo ; e que
etl quanto assun o nao lizer, depois do lempo ne-
cetsano para nao, o sonsiderarei como o mais vil, e
mais infame calumnia lor. Sim ; urna, duas aires
veres en o provoco uestes t-rimis solemnes, na cer-
teza deque anda me lira oulro remedio legal, mais
ellicaz, ao qual Ihe a-seguro que recorrere, se nao
Mi pela mprensa, por 011 le assim me offendru, sa-
tisfactoria exphrarao das qualro calumnias equivo-
cas comidas no indicado penodu da sua tallada
C3rt.
Recita 8 da abril de ia_>7.
I)r. I.ourenro Trigo de l.iurtiru.

a la ; rerebe lamhem esla miuha lagrima, a ieji
esle o meu cons"|o : que fuste virtuoso nesle mon-
do, e sers por isso premiado no oulro.
I m amigo.
% '"
&otte&ponbmcia.
!>rs. Redactores. Como Alagoano, r-0u miiilos
amboras 11 11110! a proviucia por te achar boje
coilocado na vice-presidencia o Exm. Sr. I)r.
Ignacio Jote de Mendonca Lcboa. magistrado probo
a honrado, e que lieui libera' punir nt infames e
astattinos, que como serpeules moraem si 111 estrepi-
to. O Sr." l)r. Deboa comprel.....le muilo bem a
piovincia de Alagal '.'.'. a o governo geni nunca
poda fazer incllior rlin.ao.O Veril >,
CAMBIOS.
Sobre Londres, 7 :|1 a (i() d. c -27 7jS a !K) d.
Paria, 350 r. por fr.
Lisboa, 95 por ", de premio.
Rio de Janeiro, > por (l|o de descont.
Actes t\o Raneo, SO a L"> de |>remio.
a a roiiip.inhia de Beberibe .">4S(K)0.
o .i cornpanhia Per amboeana ao par.
a I nlidade l'ublic.i, :tll porceuloda premio.
o o Indmiiisadora. ,V2 idem.
9 o di estrada s!e ferro M por Oin de prctn o
Disconlo de lellrai, ,le;Sa II).
Dito do banre8 a lo."
(>uro.Onca hespanholas. ,
Mneda de (iiiMI velhas
o (l?IHl novas ,
<90(J0. .
Prata.Palaeoei bniaileiroa. .
Pesos coumnari"t. .
o mexicanos. (
283 a 28?.VK)
. KWMIO
. I6v000
. JOOO
. -isOlKI
. joou
issuo
Al.KANDKtiA.
Kandimeiilo do dia I a 18. ,
Idim do di, O. .
33&57I*MI2
31:3839633
370:1559045
Orsrarregam hoje 21 de abril.
Rarea franrezaCephxsemerradoriut.
(alera inginaUervioiMMam.
Ilarca ingle/.aMalliildejgs de Inora.
Rrigue nglezMarina .Milesferro e cerveja.
Brigue nacionalAlmirantepipu vatiis e rabia.
Barca bratileira Flor de Ouveira farinha.
..U.NS1 I.AItU (iKKAI..
Kendimento do dia 20......(WkMHO
u'IVKKiA.t PRUVINUAS.
Rendimenlo do dia 20...... 2999390
DESPACHOS 1)15 K.VPORTACAU PtSLA Mtisv
DOCONSUUDO DESI'A CIDADE .NO IA
20 OE ABRIL UE 8,-,7.
LisboaBrigue porlugnea Experiencia., diversos
carregadoies, 7iH) saceos assucar brinco e mase 1-
vado.
LisboaPalh.ibole nacional (Pialadas, Moquita
Jnior \ Csidoto, 300 saceos assucar hrauro c
mascavado.
Buenos-Ayres-Barca porlugucza oAmazona, Ma-
noel Alvos Guerra, .'KiO barricas assucar hranco.
(jibrallarPolaca austraca iLijubica, .N. O. Bie-
beri Companhia, 1.7011 aeeos assucar branro.
LiverpoolBarca ing'eta Lu nr. James Crabtree
& Companhia, IS1 sacca- algo vio, c 1,000 coa-
ros salgados.
LiverpoolBarca insten Ann Baldwin, Joboalon
Pater k\; Companhia, 200 saceos assucar masca-
vado.
LiverpoolBarca ingleza Nanibanl, ('.. J. As-
llej o Companhia, 500 saceos assucar masca-
vado.
ExDortacao .
Parahiha, hiate nacional aCamSrsB, de ,'tl tonela-
das, con Iuzio o segiiiiitc: 281 voluntes gneros
estrangeiros, I caixa tintineos, 7 saceos caf, 2 cai-
xat viols, lacras erroi, ."1 barrieil assucar, 20
canas sabao. ^!l!l dilas ili.irutos.
Rio de Janeiro, hiate nacional Tigre, de 1(>7
toneladas, con lu/in o legainte : 3,000 eoucos rom
casca, 56 barricas a 7( saceos com 1,241 arrobas
e 2S libas leas-ocar.
dem, brigue nacin.I l-'eliz Destino", de 07
toneladas, conde ta o legainle :700 barricas, 200
ineiis dilat e ::!)( sacro- assucar.
Riit^tran !e do Sal, barca braiileiri There/a I,
de 287 lonelad.it. nuiluzo o seguinte :2.0110 co-
cos, 1,800 bar iras com 12,270 arrobos e 30 libras
de a.suc;,r.
Valp. raizo, biigue americano Volante, de 396
toneladas, con luzo o seguiole : 3,000 saceos com
l.O'MI arrobas de assucar,
KCKBBDUltlA I)K ItE.MlAS INTERNAS (1E-
itAES DE PKRNAUBUCO.
Kendimanln do dia I a 18 .11:887.^113
dem do da 20....... 6638165
12:5509-278
CONSULADO PROVINCIAL.
rteiidimenlo do dia I 18.
Idam do da 20.....
15:1959736
2:3(139339
iS:i7!>>07."i
presidente interino.Bernardo Pereira do
Carino Jnior, vogal c serretario.
Directora ib obras mi-
litares.
I'recisa-sc reparar a coberta do .qoartelda
Soledade: tiuem se quizer encarregar por
empreitada deste trabaltio, rompareea na
directora, onde ae acha o respectivo uro;a-
tnento, c se lara o ajuste.
THEATRO
DE
HOJE, 21 DE ABRIL.
Dcima qunrta i*ecitadaaaaigantura.
>-*- ji-it
DE
Mademesella Anclo Monroy.
lenlu chegado a esla cidade, viuda do Rio de
Janeiro, Mademesella Monroj, o empresario apro-
veita esta occati1,i jiara olTerecer etle inlervaPo aos
Srt. assignanles.
R>preseotar-te-lia a milito applamlida tragedia
ero 5 acloi
ANTONIO JOS
OI'OETA EAS\0MSIC\0.
No liin lr*ijdta M.ulpinecUa Manroj ilanrara'
uml*^s K-p 'nirtluiiitiiU'lo
laA rfXADIULEaXTA,
Hemalara* o espprldcolo a jucoa rumedia em om
A
(H bilbelei iie platea o quna ordem tcham-se a
venda linje, no escriplnrio ilu lliealri1.
PrlodpUra' as S horas.
0 espectculo Iramferido honlem por c:iu-a do
inririnmodo <\o Sr. Jo.lo (/'elann, ter luuar hnje, e
o que e chv^ aiiuuneiadu pai lioje '2\, lira trans-
ferido para quinta reir _: du rorranto, afnboi con)
o meamo tliveriimei.to ja' publicado.
91

V

Maraiili<) e r.
Segu em poneos das o brigue escuna na-
cional Laura, por ter a bordo melado do car-
rugamento que con uzio do Rio de Janeiro
e Babia: para O resto, tratt-se com o con-
signatario i. t. da Fonseca Jnior, na ra
do Vigario n. 23.
mi
de. j
mewt $p0e.
v.ivins enlrado* no da 10.
Terra Nova.1.1 dns, l.rigue iORiei Titania, de
JM tonelada!, eipilSo Trtd Jonei, eipnpaB.ni 13,
carga ,10o harnea com liacallia'o ; a Juiii.Iuii
Pater Coinpanui.i. l'ertendi- a I. verpool.
Parahiba:i .ia, lin;ue liritileiro S. Jo'sa, de
25(i toneladat, capillo Jo.qaiir. Jos da Fonteei,
en|Jipcem 1.1, emluKo; a Tiloma/, de Aquino
ronsec iV Killms. Parlenea ao Porto.
Rio de Janeiro-j:. dia-, brigue lira-ileiro oAlmi-
ranle, de atIS lon-lala., eapitao Joaquim Piulo
deOliveira VV Silva, equipagem 1:1, carga 00 lisr-
ricas com familia de triga e mais genero ; a Jos,
Joaquim Idas Fernandea. Perlence ao Rio de Ja-
neiro. ,
De e/ourBrigue escuna de guerra ingle ciSpvo,
rommandanli- l.ncrafl.
Navios saliidus no mesmo dia.
I'aralubahiate bratileiro Camueso, mestre Ber-
nardina Jos Bindeiri, carga tarinlia de triso.
ValparaioBrigue amrirano Volinlen. eapitao
",. tsolin......carga assucar cal. Paisageiro,
fciluardo .Marques.
Caara'lliale b.asileiro Correio do Norte, me<(re
Jwlo Anlonin da Silvelr, carca fazendas e maii
gneros.
*avio enlrado no dia 20.
Rio de Janeiro e jiorlos intermedios 8 dias e 18
lloras, vapor brmileiro ulmperador, romman-
danle o I.- enle .los Leopoldo de Noronha
1 erretao.
Navios saltillos no mesmo dia.
Rio drande do SalBarca brasileira Therexa I,
eapitao llanael l.uii dos Sanios, carga assucar.
IdiMii lilil" bratileiro 1'eliz lleslino, eapitao
.1 o i'iuiui .loares Ettanila'o, rarga assocar. Pas-
sageiro, Manuel (omes da Silva.
Em eoinmissaoItngue de guerra brasileira Capi-
baribe. eoinmandanlo o capi(ao-tennle Feln
I.ourenro de Orqueira.
O patacho Bom Jess pretende seguir com
brevidade; recebo raiga: a tratar comCae-
tano Cariaco da C. U., na ra da Cadeia do
llecife n. 2.
pHra o Pono.
O brigue Trovador, que dalii se espera por
estes dias, voltara imnieilialamenU- por ter
giande parle de sua carga engajada : para o
resto e passageirns, tratase com Barroca i\
Castro, na ra da Cadeia do llecife 11. *.
LISBOA.
O novoe vclciro palbnbotc brasileira Al-
fredo seguir cm poneos dias para Lisboa ;
esta recebendo a carga que tcni engajado, e
offereCe a praca disponivel aos pretenden-
tes, que podetu tratar om Baltar Ulivcica
na ra da Cadeia Velha 11. 12.
I
,OIJ1K
i.avt v:;-vi\,i- n -V-j-or Hatn-
bu? g'i Br -siieir.t.
5fl>tog $totf3*t\
Antonio da Silva Fialho julga nada de-
ver a pessoa a!gutna ; porm se algucm se
constituir sen credor apresnnlem suas con-
tas no prazo de seis dias. alim de sere'm pa-
gas : na praca da Independencia ns. 6 c 8.
Uecifo 19 de abril de Is.'i".
ucstaurantfian-Grassd egtabeleeimeito
PROVINCIA.
O Sr. ilii'soin i'iro manda fazer publi-
co, que esblo L-spostos a vendo, no ra
di Autora 11. 2li, das!) horas da manliaa
as S da imite, hillieles, meioi e (liarlos,'
da tereeira parle da sexta lotera do Gym-I
nasio, cujas rodas andam no dia 2. d 1
coricntc me/.. O Sr. Iliesonieiro man-
da declarar que tem sor ti ment de l>-
Ihetex para escolha tos Sis. comprado-,
res, e para maior commodidade lem!
aborto a casa das !) horas da manha, a's|
S da noite, como cima foi declarado, e
a essas horas sempre acha rao um empre-
ado pata vender e pagar hilbetes.
Ahai\o vai transcripto o plano pelo
qual sera" exlrallidd a prsenle lotera. O
escrivao, Jos Januario Alvcs da Maia
PLANO.
4000 bilhelesa 59000 200005000
Iknelicio e sello de 20 por cello 4:000*000
10:0005000
5:0009000
2:0005000
9009000
009000
4009000
3009000
2009000
200*000
10(13000
0:.'005000
16:0005000
4000
Os Joui pi'imeiros premios estao su-
jeitos ao descont dos S por cento- The-
sourariadas loteras27de jitnho de IS.
O thesoureiro, Francisco Anlonio de
Oliveira.Approvo.Palacio do gover-
no de Pernamhuco 'idejull-o de IS.'tli.
S..de Macedo.Conforme. Antonio
Leitc de Pinito.
1 rreinie de
1 Dito de
1 Dito de
1 Hilo de
2 Ditos do 2009
3 Dilos de 1003
-i Ditos de 509
10 Dilos He 209
10 Dilos de 103
1300 Dilos de 65

1332 Premios
2668 Brancos.
V
enue-se
jeio, vindo
Imperador: no ca-
de Valva.
U.UA LAUBIMA
|ior uernio da (iremalura unirle rtp meu prima
l-'raiieisco Sabino de Amlrade, csluilaiile du irmi-
mrio de Olinda. ninriu nn da lii de abril, nllerc-
rida a* sua lloetre e pennaa familia.
Da rnnrte a frrea le na se rcrosi,
>- paginai latan he ludo eleruo !
Hocage.
Marimas, suspiros ifrveiuei supplicas an supre-
11111 ulor do ii,iliirev ,.*lo ptfino < nseanso dos ntor-
Ins, sao o uniros ulTia}ioi que po.lent fazer os vil-
dores late imnenlo vtile de itiatabores e de luiu ;
e lia estes ot uniros sufTraains que eu le (aro, ult '.
meu luim 01111-0 '.
Currado obre a tria Imita do leo sepulcro, lindo
1 Ir, ni" i'.-io.io |,,.|, i,,,,, ,. cvp,esle que sobre
elle eiilnrna s.us sentido, pranlnt,'ja nao sou o in-s-
noaailao a rallar-tedaaeootaa deile mondo, a ie-
eerdat-ta mimatM Keiui da noss.i invuilude. a
repelir-le dace neme d- |SU. qu.nlos e retpeiU-
vem pas, r a mottltir-ie no honionte do foi uro, por
entre niivent ,1e per ,;,,. ;1 c,, )a d, ,^
orubraiues >A : e ,,.,.' .,,,
I.oie lerie eepioiai laanmas.qu, pn,e, llm (l ,_
qo- me inrniit.ia.el. qoe .'.lime a l)., ,a fe-
venle ..nrau ,,or -eu elernb repovo, noe eomtixo
mnversi na linraagim mytlica da ehriiiao cs.ps ie-
-e.los que s re.......ve,,,, e que para a Ierra nao
pastant de imperserotaveis areanoi !
O lilh-i disvMailo, irmlo querido, o amieo dedi-
cado, o cita 13 paeiDeo, o esunloiiic meinravil na
e\is.e :
(Jue podem at laerimas 110 pni, o pnnlo dos lr-
milot, a iindade do amiaoi, ui lamentoa da putria
e n deliquio da scincia ronlra a morle laqu.lle qu
sobrevive, sim, purciu lmenle na memoria ''
l).i morle i frrea lei nSo se reroaa,
Ns paginas falaei lie Indo eterno '.
\erdade milliois d- mea repelida, porm milhbea
de Vfzes estranliada !
E porque, nos aci sluinaiilo rom todo quaulo ip-
mos, tiiinooic com a morle niio nos podemos nunca
arusluiiirir ','
Qae o reo responda-o na aza< dns seos m\slerios,
l'itqoe a mim s me he licito (leiuer, rliorar e
consolar-me !
Meu lo,o, amieo I),i manila do liemavmloradn
.onde tozas em paz u premio de lo virtudes p
dea uovir a voz da um muero morlal. que tinto le
imou na ierra, como hoje venera la alma n co)
balendo ai luminosas aiol qu- adoriiam os anjea,
responde a0 triste adeos, que dtsle mundo te aceua
quena mo amiga qu9 outr'ora jubiliva de aperlir


es.
Correi:>
rerul.
Itelacao das cartas logaras viadas do snl
polo vapor Imperador, para os senhores
abaixo declarados :
Jos Jo iq 11 i ni Teixeira,
Joao Jos (leCnuvea.
Tasso & Irmao.
Fonseca Medeiros & Companhia.
Desembargador Jos Tollr-s de Mcne/es
Miguel Goncalvea Rodrigues Franca.
Joao Xavier Faustino Hamos.
Izidora Scnhorinha Lopes.
Ephigenia lleuriqueta Velloso de Oliveira
\ i I (1 res.
Cspitao Francisco Camello Pessoa de Souza
O vapor Imperador recebe as malas
para os partos do norte hoje s i horas da
tarde : ascorresoondencl s deverao ser en-
tregues ule as 3 horas e meia, e de.o's dessa
llura recebem--e com o porte duplo.
- O illa. Sr. inspector da Ihesouraria de
fazenda delta provincia, manda fazer publi-
co, que, em cumprimento do determinado
em qrdem do tribunal do thesotiro nacional,
t;m de ser arrematado de um a lies anuos'
que convivan, a correr du t de julho pn>
ximo futuro, o servido dacapatazia da al-
fa idcga esta mesma provincia, a quem por
menos lizer ; maiores ou melliores vanta-
gens ofierecer om favor da fazcndaL e que
nos lemos do art. 64 do reglamento de 2>
de junho de 58J6, o referido contrato andar
ra em praca por 30 dias consecutivos conta-
dos do I." de abril prximo futuro erii dian-
te, e ser arrematado no dia 3(1 do i|ito mez
de abril, albora da linic, peranu a Ibe-
sourai ia. Os preteodentes comparedam com
seus liadorfs legaltrente habilitados no lu-
gar do costume.
Secretaria da thesouraria de fazenda de
Pernamhueo 2 de marco do 1857.O ollicial
maior, Emilip Xavier SoOreira de Mello.
CONSBLIIO A UM 1 MsTItATl \"0.
O consclho administrativo te'111 de comprar
o seguinle :
l'ara a botica da colonia militar de
Pimenteiras.
Alcohol,garrofas agua de labaraque,gar-
raias 6, assucar rehilado, arrobas2Jemplas-
tro adhesivo este?tdido,varas 4,fios de linho.
arrolla l|, poma la de belladona, libras 2
dita mercurial, libras 2. untura debcllado-
"a, libras 2, dita 4e nosvomica, oudi8 6, dita
re brtonia orneas (i, dita de pulsatila, onr;as
6, nitrato de prata, onCSS 2, dito de potassa,
libras 4,sintonas, oncas4, oleo dencmo,
garrafas 2, cementes Dores de Ulia, libras 2.
I'aia o arsenal de guerra.
Plvora grossa, arrobas 54.
Oui-m quizer vender, aprsente as suas
proposlas em carta rochada, na secretaria do
conselho as 10 limas du da 24 do corrente
mez.
Sala das sessoes do conseibo administrati-
vo para fornccimento do arsenal de gueira
16 do abril de 1857.Manoel Ignacio Bricio,
Etpera-fi da Europa um do Vapores detta com-
panhia, e depoil da demora do costume, seguir pa-
ra II 1I11.1 e K10 ,le Janeiro : qnalquer informa^ao,
con- 1 agentes >. O. Idelier & C, ra da Cruz n. 4.
Para Lisboa, sabir muito breve o bri-
gue "Experiencia,o o qual lem a maior parle
da carga prouipla ; para o resto della, c pas-
sageiios, para o que offerece bous commo-
dos : trala-sc com os consignatarios Amo-
rim IrmSos, na ra da Cruzo. 3.
CE%R4' BNARANMa'il.
Pretende seguir com bievidadc, o patacho
Santa Cruz, recebe carga c passageiros: a
tratar com Caetano Cyriaco da C. AL, na ra
da Cadeia doRecife o. 2.
ACAI.ACI".
Segu uestes dias, o palhabole Sobralense,
para o resto da carga e passageiros : trata-
se com Caetano Cyriaco da c. M., na ra da
Cadeia do Medie 2.
PARA O ItIO GRANDE DOSL'L
Segu para o itio Grande do Bul o brigue
nacional adolpho, e por se adiar com o seu
carregamento promplo para seguir seu des-
tino al o dia 24 do correte, so pode rece-
ber passageiros.e os que quizercm ir.podem
tratar com o caoitao a bordo.
raunia
pernainhucanfi
O vapor Peninunga acha-se a- cana para 01 por-
to, do mi, p,ra onde sahira' no dia 22 do correle.
A caraa era re-ebida alo l'| 11 horas da mai.ltaa
no ma 31 : al paseas que reeeberam assucar em
.ceos poderlo reraelle-loi ae ewripiorio da cmnpa
nina, empicul.idos e com ns seui rtulos.
Par* o RoIi; J uieiro.
Segu com toda brevidaie, o bem conlie-
ci lo brigue nacional Almirante, lem grande
parte da carga promoU, para o resto, pasaa-
geiros e escravos, para o que tem ricos com-
ino los; trata-se com o consignatario Jos
Joaquina DasPernandes, na da Cadeia do
llecife.
Ws&
O aganle Borja, em seu armazum na
ra do Colli-gio o. 15, lara leilSo dos movis
pcrtencenles ao Exm. ftr. I)r. Bernardo Ma-
chado da Costa Doria, presidente da provin-
cia do K10 Grande do Norte, os qm.es con-
sisten! niima eleganie tnobilia de Jacaranda
com marniore.ricos guarda vestidos de mog-
no, com Bspeitoo na freuU c sem elle, guar-
da roupas, urna oxcellente cu mi francezade
Jacaranda com rorliuados, urna grande mes?
elstica, aparadores coui podra o sem ella,
lavatoi ios da mesma forma, de gosto modei-
no, com todos os seus pertences, guarda-
loucas, sofas, ca letras, mesas, marquezas.
commodis, e meiss uominudis, e ootros
muitos movnis para gabinete, quartos ele
lindos candelabros de cristal de quatroa
cinco lazos, lanerna-, candieiros iuglezes,
riquissimos vasos, ealungas e outros enfeites
de porcelana e cristal para sala e toilett,apa-
relhos de lintssima porcelana, para liquido
esOllido, ditos do |9uca azul para o diario,
vidros e Cristaes para 0 servico completo de
urna mesa, um soberbo relogio de parede,
com msica, lindos quadro, obras e prata
um ptimo carro de qualro rodas, nglez pa-
tente, com arreios, e una infinidade de ob-
jeetns de differenles qualidadea, e que lora
inladonho innumeralus, pois s com a vista
podem ser ajuizados: teica-feira 21 docor-
ronte as 10 horas em ponto na maubSa.
da !! ilna no vapor
fe de Jo:i|iiim' Josi
IRMANDAUE DO .K.MIOR BOM JESS DOS
Al I"i.ICIOS.
A mesa regedora da irniandadc do Senhor
Ifom Jess dos Afllicts, erecta na igreja de
S Jos de iiba-mar, pretende fazer a festa
do SOU padroei 11,110 dia 20 do corrente, para
cujo llm ruga a todos os devotos do mesmo
I senbor os queiram ajudar com suas esmo-
las.Vicente Ferreira Corneli, escrivao da
I i nanil'do.
' ^^Precisa-ss alugar, mciisalmenle, una
f*reta escrava, para ci iar um menino de ida-
de de um mez, mas tendo dita escrava bom
lette : quem tiver e quizer alugar, pode ir
tratar na ra larga do Rosario n. 35, loja de
miudezas ; e na mesma, se dir quem preci-
sa de una prcta escrava, para o servico de
casa, coziuhai, e comprar, e outros servi-
cos.
lima pessoa que so retira para o ftio
(raudo do Norte, precisa comprar urna es-
crava, ou escravo, que saina cozinhar : di-
rija-searua de Hurtas, sobrado n. 16, se-
gundo andar.
Compra-se cleclivamenle na ra das
Flores n. 37, pimetro miar, apolices da di-
vida publica e provincial, accoesdas compa-
nhias, e da-se dinbeiro a juros, em grandes
e pequeas quanlias, sobre penbores
Urna pessoa com as habilitacOes pre-
cisas, seencarrega de preparar mesas tanto
para jantares, como para bailes, dando todo
o necessario, como seja louca, vidros, e o
mais que lor preciso, ludo com luxo, e 3s
seio, por mdico proco : Irala-se na iravessa
da ra Helia n. 6.
Pergunta-sc ao vice-provedor da r-
mandade de S. Jos da Agona, se o sacristSo
da irmandad; do Divino Espirito Santo,
esla habilitado para oceupar cargo de the-
soureiro da irmandide Je S. Jos da Agonia
elambem se os definidores sao eleitos, le-
vaule e assenle, que o cooipromisso nao
marca levanle e assenle
De um irmo.
Precisa-se alugar urna escrava boa eos-
tureira e engommadeira : na ra da Cruz n.
42, das 11 horas, al 3 da tarde.
Madama HarrieltDaives, retirase para
Inglaterra.
- Carlos Archer, retira-se para Ingla-
terra.
AVISO.
A pessoa que annunciou no Diario de 20
do corrente* querer ser primeiro caixeko
de um estabelecimeuto de taberna ou mo-
ldados, pode procurar na ra de. Hortas 11.
10, para tratar.
Precisa-se de um deslila,lor para um 1
destilacao no mato, e mais um servente
para o servico interno da mesma : quem se
quizer contratar, dinja-S a ra do Livra-
mentu, sobrado n. 24 primeiro andar, a en-
teuder-se com o Sr. Luiz Jos Pereira Si-
mes.
A.M..
Precisa-se alugar urna ama que tenha bom
Icite, e de boa conducta, forra ou captiva,
no atorro da Boa-Vista, loja de bilhetes n. 56.
Oabaixo assiguadu, avisa ao respeita-
vel publico,que elle se desonerou, as instan-
cias Bas,da administracao da casa, ecsta-
helccimcnto da fabrica de vinagre do Sr. C.
L. de Labautiere leudo prestado suas con-
t'S aoSr. Bolitreaii, socio autorisado pelo
mesmo Sr. de Lahauliere, como consta do
documento que ^xisle em poder do abaixo
assignado. O abaixo assiguado agradece ao
Sr. de Labautiere, a maneira delicada com
que semine o tratou, a a conflanca que sem-
jre nelle deposilou, ha doze anoos que foi
seu caixeirn
llecife 20 de abril de 1857.
Vicente Ferreira liaposo,
Tbcor do documento de que cima se faz
mencSo.
Cu abaixo assignado, como socio do Sr.
Lahauliere, recebi doSr. Vicente Ferreira!
Raposo, a-casa e fabrica de vinagre com to-
dos os seus pertences, como consta da rela-
c'io por elleassignada, e depoii de me na ver I
prestado as contas constantes da escripttl-l
racSo de cinco cadernos por elle tamben) as-1
signados nosbalancos parcises.que achei na
inelhor ordem c regulari Jad;,sendo que no
mesmo acto,recebi lambema quantia de ,
1:1629767 rs, send t em dinbeiro !>50;367 rs, e '
em dividas para arrecadar,257$io0 reis.quao-
lias estas provenientes dos lucros e transac- |
C0es da diu rabrica, desde 2 de leverciro de
ISo5, ale 17 de abril do corrente auno, tem- 1
po de sui administradlo j e por couvir ao
Sr. Vicente retirar-se da fabrica, dou-lne
plena quitaeo, e deshonoracSo, tanto da.
administracao, como das contas que licam
nesta dala perleilamente saldadas de urna
e oulra parte.
llecife 17 de abril de 1857.
Bolilroau.
Na ra da Mangueira n. 8, precisa-so
de urna ama para cozinhar, que seja aceia-
da e de boa conduela.
eais
RA DO TRAPICHE N. >(!.
() dono deste eslabelecitnento tem a hon-
ra de parlicipar ao respeitavel publico e aos
seus fregupzes cm particular, que tendo re-
cebido pelo ultimo vapor vindo da Europa
grande porcSo de conservas alimenticias, e
vinttos de todas as qualidades, e augmenta-
do o pessoal da sua casa, pio dar jantares,
alDocns e ecias a qnalquer hora do dia co-
mo da noite, e tamben) fazer jantares, reas
e alrnocosde encommenda para lora, todos
os dias; assim espera a protecijao do res-
peitjavcl publico, para com seu restauran!.
Nai na de Hortas n. k;, pgmeiro andar,
precisa-se alugar um prcto escravo para fa-
zer rivnpras, aendu liel nSo se olba o preeo
do tllllgUl'l.
'.: 11-se venda um escravo com II
mus l : ; la le, pouco mais ou menos : a
tratar ;n ra da Cuz, junio ao Corpo Santo,
no estabeleoiment de Antonio Francisco
Marti ns n 2. *
Vende-se tima poreSo de libras de do-
ce de laranja, cidra e limSo, em calda, pro-
prio para fra da provincia : quem piecisar,
dirija-se ao pateo de S. Pedro n, 12
-La va-se e engomma-se com toda a
perleicao e accio, por precos cunmodos :
na ra do Hospicio n 38.
-s- Rogase ao Sr. Antonio Ignacio Bran-
dScj o obsequio de apparecer no armazem
de Barros dre de Dos, para receber urna encommenda
vinda de Portugal.
Precisa-se de urna ama para o servico
interno de urna casa : na ra dos Prazeres,
nos 1 oelhos, junto a una casa que se esta
construindo.
--- A pessoa que ha tempos perdeu urna
volta de cordo com enfeites de pescoco de
menino, quci.a dingir-se a ra da Cruz n.
18, terceiro andar, que dando os signaes.lhe
sera enliegue.
- Joaquira Jos Ferreira da Costa Re-
bimba retira-se para Portugal no paquete
ingjlez.
+- Precisa-se de um bom eozinheiro, for-
ro ou captivo : na ra das Flores n. 37, pri-
meiro andar.
Da-se urna camarinha para morar de
grar-a.a nina preta 011 parda foira. que (tur-
ma em casa, para f,zer comoanhia a urna
mulber. fleando-ihe todo tem>o livre para
se oceupar em seu servico : na ra da Sen-
zaln Nova 11. 32, no Recite.
Precisa-se de urna ama para casi de
potica familia, para cozinhar e comprar na
ro, que tenha boa conducta, assim como
urna lavadeira : a tratar na ra Nova n. 45.
> Quem quizer comprar um seilim qua-
si novo, com todos na sus pertences. an-
nuncie por esle Diario para ser procurado.
H Compram-se nioe las de ouro como
premio de meio por cento : na ra da Ca-
deria do Recife, loja de cambio n 38
4- Quarta-feira 22 do corrente, em praca
prqsidida pelo lllm: Sr. Dr. juiz dos feitos da
fazpnda nacional,se bao de arrematar a quem
malior preco olferecer os bens seguintes :
310 palmos de terreno desannexado do
quintal do Hospicio, aberto soirenle pelo
lado destinado para a ra em seguimento da
dojPires, com grande cacimba no mesmo ter-
rerio, por 3:100-000 reis.
(Jm dito denominado de marinha n. 104,
eral Fura de i'ortas, travessa dos Gumarapes,
co.^i 280 palmos de frente, e115 de fundo,
pnj 1:12()?0OO reis, penhora 10 por esecucao
masma da fazenda, contra os her tleiros de
Joilui; de Jess Jardini.
filia pequea casa terrea, feila de cal c li-
joljt. sita na ra do :io, da fregezia do Puco
da|Panella 11. 7. cam 22 palmos de frente, e
50 He fundo, Cozillha dentro, quintal em a-
beito, chaos de furo, por 4UC7OOO reis, pe-
nhbrada a irmandade do SS. Sacramento da
ditla fregezia.
i posse do terreno de marinha n. 113, por
defraz da ra do Caldcreiro, com 20 palmos
delfrente, e 100 de fundo, por 6U500 res,
pe inorada a Tlicreza de Jesj Cavalcaotl
Pe soa. 1
dem a do terreno n. 214, na ra Imperial,
cotn 30 palmus de frente, e 268 de fundo,
po 803 rs., p-jiihorado Manoel Joaquim da
Silva.
dem a do terreno n. 50, na ra do Hospi-
Pidio, com 30 brar-as de frente para a ra de
bu z do Reg, e 71 do fundo, por 400-3 rs..
pe .inorado a Jos Joaquim de .Inieida Pinto.
Idom a do terreno n. 17, na ra do Apollo,
co n 20 palmos de frente, o 50 de fundo, por
10( 3 rs., penhorado a Rosa Lngracia de Santa
Ha la Abren Brandan.
dem a do terreno n. 196, atraz da ra da
Coicordia, com o palmos de frente, e 100
dcifundo, por 150? rs, penhorado a Manoel
Ca tano de oliveira.
;2cadeiras, 2 bancas, I mesa de meio de
sala, 1 sof, 1 commoda, tudo de madeira
jaiaranda, 2 pares de mangas de vidro la-
vrajdas, a 2 pares de castigaos, tudo por 1483,
pe inorado a viuva de Jos Fernandes Eiras,
Im terreno na ra da Florentina, com 142
palmos de frente, e fundo ale o no Capuja-
nte, contendo duas casas em frente da dita
rui e os armazens de ns. 10, 12 e 14, diver-
sa- pequeas casas dentro dos muros que cer-
can o referida terreno, tres cacimbas, e um
bo n vivoiro,[tudo por 20:0003 rs.,penhorado
a I a.diael Antonio Coelho
Urna grande casa terrea no lugar do Re-
nt lio uo lado da igreja, com terreno de am-
bo i os lados, e fundo ale a camboa, por .
1:5003 rs., penhorada a Francisco de ssis
Cj npos Cosdem.
alelado de um sitio na rreguezia dos Afo-
ga los, estrada do Caluca, com casa de taipa,
qu irenia e tantos pes de co jueiros, slm de
ou ras arvores de frueto, chaos de foro, por
2253 rs., penhoradado Antonio Caetano
lavares.
I m cavallo alazao, novo, em boas carnes
c tons andares, por 'Jl)# rs., penhorado a l'e-
drA Jos Carneiro Mouteiro.
Os pretendeules comparecam no dia indi-
cado, no lugar e hora do coslume. liecife
WUe abril Ue I8>7. O solicitador do juiz
dos leitos, Joaquim l'heodo Alves.
t- Perd u-se ou foi fui lado do sitio do
SrJMarlins-de l.emos, na Uemlic.a, Passagem
da .Magdalena, ora oceupado pelo Sr. Cduar-
lolFruton, um cavallo rugo com a marca I
na perna direila, o O na p.-rna esquerda ;
deiappareceu alguns dias paseados, e quem
trouxer o mesmo no sitio mencionado rec---
L-era boa gialilicagao.
Arrenda-se o engeiiho Cajabussu', si-
la na fregezia da villa do Cabo : a tratar
em Olinda com o paJre Fr. Cildino de Santa
Igdez Araujo, no mosleiro de S. Rento.
Antonio Jos Cabral vai a Kuropa a tra-
tar de sua saude.
Preeisafi de ama miillier de meia idade, par-
da ou prfia, para fazer o ierviro inlcrno de urna
casa em quo nao lia mulhor : na ra estrella do Ro-
sario, 11. 30, primeiro andar, de meio-dia as > ho-
ras da I ,rdf.
-- O abaixo assignado, proiossor de ma-
Ibematica no Cymnazio Provincial Pernam-
bucauo, pretende abrir no primeiro de maio
roturo um curso de geometra ; os senbores
exudantes que quizerro-ae matricular, di-
njam-se a casa .je sua residencia, na ra lii-
reita o. 71, das 7 horas as lo da manhaa
para se inscreverem. Antonio Egi lio da
Precisa-se de urna ama para engom-
mar, coser alguma Cousa eoosaboar tiinbcm
alguma c.iusa, em casa de pouca familia: a
tratar no cartorio do labelliSoSa, na ra
estrella do Rosario n. 35
Precisa-se alugar urna ama Torra ou
captiva, pura o servico de urna casa de pou-
ca (amilll na ra larga do Rosario, casi
n. *U, s gundo andar.
Pieci-a-sc alugar uma prela para o
servico interno o externo de urna Casa de
pouca ramilla: na ra da Conceicao da Boa-
lsta 11. 5i.
Acbou-se urnas petjas de um relogio
de qualto francez, sendo uma pndula, dous
ponteiros de ac.o, 3 parafusos com boloes do
latflo e uma chave de a?o : a quem perten-
cer, dirija-se ao aterro da Boa-.ista, loja de
relojociro n. 16.
~- Iroca-se por aluguel um sobrado no
bairro de S. Jos, com bastantes commodos
para grande familia, quintal, estribara e ca-
cimba, por outro no bairro de Santo Anlo-
nio : quem convier annuncie.
pianos.
esquina da cainlma do Carino,
DEPOSITO |>E
Carlos Scheel $ II. Sassenhoff.
J. P. Voilej, lem a honra de svinr ao respeilavel poblico, que lem alirrln o sen depmiln. .-
de se adiar 1 o m-i- liinlot, fortes e lu'll > pimos, al hoje ronlticidos dos o(-m.i|., fibricanlri
^TOEIL
* LH1. AI!f3KI0!F?.
o primeiro otilen lo oa primeiros premio, a 111,1 l.illi 1 de honra, na eiposirai de loolret ,\t IK'd, e de
Monirk de IS'ii ; estes planee do O* preferidos na Alleiiitnlta, dolanla, Estados-luido, e e achira
srandes deposito don inetmus em Buenos-Ajes, Vilpiraiza, ele, etc., onde .vio minio nuil eci lu e de-
tejados.
Ven.1em-o eslet pisaos ilebiUn de toda sarmlia, .iiil'nnrando nao e molarem, nirno ledei t
moit que lem vindo a etle mercado, sendo .1 eontirurrllu amias innderai e forlistim. Ionio 1 teclado a
elaslicidle desojada, e o citerior a mior elesanna.
Na mesma casa alina-sc e concerla-te com perfeicao os metmot inslromenlot, c ach.i-te a metieai
as mais modernas e dos melhores com|tosilores da Europa.
AVISO.
Perda
Do poder dos abaixo assignados desappa-
receu um val da quantia de vinte contos de
reis,passado pelo Sr. Jos Antonio Bastos, e
a favor dos annunciantes, em dala de 25 de
fevereiro deste anuo, o qual n.lo esta sella-
do, e ja se acha pago, e por isso sem valor
relogros, 1 algum quem o tiver adiado, roza-se o fa-
pecas convenientes a sua oflUcina para con-| vor .leo entragar ni ra la Cadeia do Iteci-
certar; assim como concerta com pcrfeico fe.|ja de cambio 3t.-Joaquim Jos Silvei-
cnronometros.o que tudo alianqa promplili- ra ci C.
car coc -
solidez.
Carlos IVallcr, relojociro no aterro da Boa
Vista, inudou a sua oflieina da casa n. 27,
para a bem conbeclda loja do cutilciro Sr.
Pommateau n. 16, na mesma ra. e avisa
seusfreguezes, e ao rcspeitavel publico des-
ta cidade, que seacba estabelecida em dita
casa, promplo a receber quaesqu?
-------------------....... tlt, (i i'l .1:1 .11 1 |-i W i '<
com a maior perfeieo, regularidade e.
lez. ; Precisa-se alngar uma escrava que
. ... 1 5 I seiba cozinhar perfoilamenle, e qnesc aBan-
IqI lillll'lfr: /f| *H^H (,R" sua conducta, pirarme casa estrangei-
'.rm'.MIIHlfl Uv cldll" ra de pouca familia : quem tiver e auizer
alugar, annuncie por esla olba para ser
procurado.
Jos Pires de Moraes, faz sncnle ao
commercio, que o Sr. Jos' Uves Kcrnandes,
be intere-sado em sua loja. o gerente da
mesma, desde I de janeiru de 1856.
l'recisa-se do um rapaz de idade de H
ate 16 anuos, para caixeiro : no aterro da
Boa-Vista 11. 16, loja de relojociro-
V-'0^>vv ..'.;:-:..-.;;/::: ::-00
g*u el.
A luga ii -se mpbias completas,011 qualqucr
traste separa 10, tamben] aiugain-se eadeiras
em grande poreflo para bailes, 011 clliciaes :
na ra Nona armazem do trastes de Pinto,
defronte da ra de Santo Amaro.
- Os abaixo assignados, fazem sciente ao
respeitavei publico que desolvera.n amiga-
vel 1,ente a sociedade que linham na fabrica
de charutos no becco do Abren n 4, 111 dia
1 do corrente, que gyrava com a lirma de
Sampaioe* Irmo, (cando a Cargo do socio
%?__
ff Na '"'* r r"l'",u defroni di'mi'd"* **
v. Boa-\ lela n, St. preci.-se at um ollicial ~T
ti^ para corlar cabello t fuer b.iili : pi8l-M 5p
QP bem acr.idtnilo, ni me.ma loja amola-te e f'
pule-se lodi a qoihdide de ferr.m-oli de '
_-----.----- ,.,..,., iil.iiiuu a s,oi pii uu fti'UIO "i
Francisco Jos da Cunha Sampaio, todo o ac- 5?.f.'!e-... __ r '
tivo da dita rabrica. Reciro 16 de abril dei^^^*fe^^J^^..-i:^^Ov;iJ.i;-
1857.Francisco Jos da Cunha Sampaio. j """ ?>a rua do Apollo n. 23, primeiro an-
llippolylo Jos da Cunha Samptio. |dar' escriptorio de Domingos Alves Malncas,
(\ ttKaitrn ...In^.j M11^.J.. .1... .. lCm lluro venilpr ,i,, *^ o*-,.,,! 1....I-.- ,....._...-.
ppolyto jse da Cunha Samp...
- O abaixo assignado, solicitador dos au-
ditorios desla capital, faz sciente ao respei-
tavei publico, com cspecialidade a seus cli-
entes, que acha-se residindo na rua da Praja,
sobrado n. 4'J, segundo andar ; as pessoas
tem para vender du*> expelientes escravas
prendadas.
Precisa-se do uma ama que saina cozi-
nhar, e fazer lodo o servico de casa na roa
do Caldereiro taberna n. 60.
que quizerem encarregar de qulquer ques- I. ."" u baixo assignado estabelecido com
tao. poilerao procurar na mesma casa cima, | l*berna na rua da matriz da ina-Vi-ti n. 5*,
das 6 as 9 horas da manhaa, c das 3 d lar.ie i "
em diantc, que sempre achara promplo co-'
mo he de coslume.Joao Caetano de breo
Jos Dias da Costa Cardial, faz scienle
ao publico que o Sr. Leoviao >oriauo da Sil-
va, niio tem miis gerencia alguma na taber-
na do annuuciante, desde o dia 13 do cor-
rente.
20^000 de gratilicacao.
Desappareceu do filio do maior Joo Ri-
beiro Pessoa de I.accrda, na madrugada do
da18 do coi rente, um cabrinlia ue nome
Filippe, quese snppoe ter sido desencami-
nhado por pessoa de quem ha sjspeila, o
qual escravo lem os signaes seguintes : pes
grandes, bocea pequea, olhos grandes e
muito salientes, e tem 14 anuos de idade
levou calca e camisa de ulgodftozinho azul c
chapeo de palha pintado de verde. : porlan-
lo roga-se as autoridades policiaes e pessoas
particulares o prendam ouavisem.
- O abaixo assignado, tendo oblido hoje
um papel que foi allixad.. ein uma das ras
do bairro do Recite, I. II., na qual a sua repulacao he vil e
torpemente mal barateada, pede a esse se-
nhurouaqticm quer que seja, que bajado
despojar a mascara de infame a'ssassino di
honra alheia, e de apparecer quinto antes
pelas ralbas publicas desla cidade, a nariar
ludo quanto possa saber acerca, ou em de-
sabono da sua pessoa, alim de que elle te-
nha lugar a defender-se, a juslilicar o se\i
procedimento, que por ventura seja pomIo
em duvida, e confun Mr a qulquer calum-
niador rebucado, que traicoeiraincnte pro-
cura dest'arte desacredila-lo, e embeber-Ihe
o punbal oceulto que em si traz, visto como
o baixo assignado tem a sua ronsciencia
muilo tranquilla e sent de remorsos de
quaesquer acgOes improprias dos bomens de
bem, nada leme, e desalia aos seus inimigns
para que Ihe aprcsenlem um s acto menos
digno, ou reprovado cm toda a sua vida
Recife 18 de abril de 1857. JoQo V. Abreo
liego, por antonomasia Joo fallila.
pede a quem se julgar seu credor, que apr-
senle suas contas ua mesma taberna, para
serem pagas no prazo de 3 das; assim como
pede aos seus devedores que na mesma ta-
berna Iho estao devendo, que no prazo de
30 das, de Ihe satifazer seus dbitos. Reci -
le 16 Ue abril de 857.-Josc Anlonio Vas-
ques.
A pessoa que precisar de dinbeiro a
premio, dirija-se a rua do Qucimado loja n.
63, sendo com penbores de ouro, 50? para
; cima, a dous por cento ao mez.
Ha escriptono do engenheiro cm che-
fe da estrada de ferro, precisa-se de un cai-
xeiro de escripia,brasileiro, e que escreva c
traduza o alingua ingleza;e dou engeubeiros
que escrevam e traduzam o inglez, eque te-
nham pratica de levantar planlrs e tirar nive-
lamentos. Assim como daqm a alguns mezes
precia-so de varios empregados, como cai-
xeiros, etc., que possam receber ou darem
ordens em inglez.
Precisa-se alugar um prelo possanie,
embora seja bruto, para trabaliiar mensil-
inente nesta lypograpbia, dando-c o sos-
lento : na liviana us. 6e8 da piafa da In-
dejjendencia.
Lotera
Oh.
Provincia.
O abaixo assignado ven,leu as seguintes
sortes :
.Numero
i)
ez it.il reis de m. tilica-
cao.
QMB der noticia de um prelo eozinheire i
tara o servio de orna casa de pouca familia,
hmpo c fiel, dirija-se a rua do Trapiche n. i,
meiro andar.
que
seja
pri-
0 Dr. Ignacio Firmo Xavier faz publi-
co, qu mudou sua residencia para o seu si-
tio na Passagem da Magdalena, que tica ao
norte da estrada entre a ponte grande e a do
Chora-menino, o hi lem preparado urna
casa de saude com todos os commodos para
quarlo
dito
dito
meio
quarto
dito
260 5:lMto
268 1:5003
272
1631
2175
462
an
too*
Ni
50-
O mesmo tem exposto venda os seus fe-
lizes bilhetes, meios quartos d tereeira
parte da sexta li.tcrii do Cvmnisio Per-
nanibucano. os quaes n.lo eslo sujeitos ao
descont dos oilo por cento da lei.
Por Salustiano de Aquino Ferreira
tote Foitunato dos Santos Porto.
A administracao geral dos estabelec-
mentos de ca idade, temi entrado ua posse
das casas abaixo declaradas, pertencntes
o .tr'ora ao hospital do Panizo, manda fa-
zer publico aos respectivos inquilinus. aue
llrt Ai: .1-1 A.. ----------._ __. 7
., ^ o,.u o tratamento de escravos, cojos senhores j d'a 23 do corrente, pelas 4 llorase lia da
resida lora da praca, ou que nao os pos-ili,rde, na sala de suas sessoes, no larg do
sam curar em suas proprias casas: quem l'araizo, devero comparecer munidos dos
para isto quizer-se utilisar de seus servicos ; seus recibos, alim de se verilicar ale quando
mdicos, que serio desempenhados com o. est5 pacas as respectivas rendas.
uiaiorzelo, dirjase ao pateo do Carino n. Fregezia de Santo Antonio.
9, primeiro andar. OU nn rpfarnt ut .i,. lina dn Cadem roce lar.. .... < o ...
__ -----. HHSV# rfvra "^ ., ..,,,;. .. Ug g|-, |,r>
juiz municipal da segunda vara desla cida-
de, o sobrado n 42 da rua da Cuia, perten-
cente a lestainentaria da (na la D Joanna
Maria da i onceicao, para cumprimento dos
legados por ella deixados.
Joaquim Copes de Almeida vai para
uropl, levando em sua companhia sua no-
lis n. 30 ; rua Direita, casa lerrea n 15 -
rua de Santa Rita, casas terreas ns. 76 e M
rui do Padre Flonano, casa lerrea n 39. '
Fregueiia da Koa-Visla.
Boa do Aragiio. casa lerrea n. S ; rua da
Alegra, casa lerrea n. 46 ; rua Velha, casas
torreas ns. 42 e 73.
AdainiStracto geral dos estabclecimeulo.s
de candado 14 de abril de 1857.-0 esenvio,
Antonio Jos (.ornes do Correio
SS SVSihM.V -NOiUK-AMtitltAM). 2
Aterro da Bou-Vista n. i,
tii(iietede vi-ita.
ra Margan la Candida da Cimba Almeida e,
lilha menor; assim como sen lilho menor
Joaquim Lopes de Almei ia Jnior e Mara
Francisca da Paixfio Almeida.
Precisa-se alugar urna ama para casa
de um estrangoiro com pouca familia, que
Silba lavar o engomiiiar, e paga-se bem:
quem pretender, dirija se 1 prati do Corpo
hanto 11. 4S, casa de Rostroit Rookcr & Com
panlna.
Precisa-se de duas amas forras ou cap-!
m?r% ZSJSI en" tregen !<$'L'^rSSA.......=ST fitt S*
as quaes develo ,er de boa^ucU-quoln ^p5EZZ^Z2r
f^^.n^scircumslancias, dir.ja-sa rua *-,.....,. Abren,-,. iir,a>, irneu.. ^Titaitt
n
pan
uTainK!quc imr3c **:*>>> ^TOJsr.a
queaiuda esla arrumado, para liberna OU IeenUntodu pettoas que o. enroinmenuirem : que.,
prilen icr dmja-te a qualqurr desie, loa-re no
"""....." MOte, rua da Hatfre de Dcot 11. :12. nr,.
metra indar ; ^nl^alllo Aulomo. n.i Imiru rumuc
''" P".....' Coll,a,o n. -j =. (;IIlco Ponu., w|*.-
" da quina cealreBie a mal.-u noa.
esttver nestas circamsUncias, dirija-sa rua nrim. .Miren,-,. ir,a>,\,e,,' uU-atafc.
laiga uo Rosario 11. 38, segundo andar, onde *" r-levo. rname......rom obneude.
se otra quem precisa. '""" Faaeaaie tUtm lindte oiuime 1
- Anessoa ,,..,. I-..... ..;,..;-.. LSS^IL!*?** *".- '-.
armazem de moldados, para primeiro cai-
xeiro, annuncie para ser procurada.
Precisa-se i 2:50n.j(jo a premio com
hypolhcca cm urna propnedade no valor de
8:0> : quem tiver annuncie.
Precisa-se de uma ama secea para o
servico de. urna casa de pouca lamilla : a
tratar na rua dis I liiichciras 11. U.
No tiia 16 para 17 o corren!3 fogio do
engenlio Poeta da rreguezia da Varzea, o es-
cravo Eufrasio, com os signaes seguintes :
20 a 24 anuos de idade, altura regular, be q
prelo e honitotc nar-do Mocambliiue, nariz s ihoraattSM
um Pouco arrehitaio, ,;, (,,uio e ca- todas as coras e bordadas, com cu.rncoe> a
chimbo, lem um lobtnho na testa do lado 39500, ditas lisas lamben de sed, e de 1.,-
irc lo be n.uilo conviveiite leveu chap., das as cores, para homcm c sen hora a I,
de pello preto, camisa de madapolSo, pablo ir.'o e 1*500, ditas pratai de to-cl. muii
lv So m.r?nS.8^r!nCM; 'l""" o P^r, boa fazenda a If. ditos brancas de algodi.
\VL '""" a''" 'n,e"i>. O" rua da | para homein a SW, 320 e 400 rs.. ditas
t 1 d d rl I III .1 ^ (i III lio ik 1 rito 1, ) __ rt
Layas de todas
ilfiadi
as qualidades.
Vendem-se trerdadems luvas de peiin.,
le Jouviii, |ire!as e brancas, para horneo! c
s-nhori a 2;530 rs. o par,
.lilas de seda de
Praia. arma,ein de carne 11. 13, que sera re-
compensado de seu Irabalho,
- Aluga-se o primeiro andar la casa da
rua da senz.ia Velin n. 3(i, ia familia ho-
nesta) : a Inlar no segunj0 andar, ou na
rua do Queimado n. 20.
.. de
cor. s muito finas de fio da Kscocia para ho-
tnem e senhora a 320, 4(10 e 500 rs., e ou-
Iras mais qualidades de luvas, qu se ven-
de barato: na rua do Que miado, ua bem
conhecida loja de miudezas da boa fama
n. 33.
MUTTDSDO"

.


| l-EDUAS PRECIOSAS-

! Aderecoi de brilhantes,
,oi diamantes perolas.pnl-
veiras, allmeles, brindis
* rozetas, botoes e anneis
de diflerentes aoslos e <1e
'm diversai podra de valor.
ioja os mwm
Rua do Gabuga' n
.m
DIARIO DE PERNAMBUO, TERCA 1'EIIiA 91 DE ABRIL DE 1857.
vendem 011
bri-
* Compra m,
* Irocam prala, ouro,
j. |hanles,diamantesepro-
* las, e oulras quaesquer
joiasde valor, a dinhe.ro
uu por obras.
tu-
ra
dos os va porestla
ropa as braselo mais
inocierno groSto, tan-
to do Franca corri
$.'-**- **?> ?
OCHO I. PUMA- *
Aderoros completos de *
- ouro.ine.osdilos, pulcel-
7. alliueles, brincos e J
>. ro/elas, cordoes.trance- *
lina, medilhai,correle <
'* e cn'eitcs para rclogio, e *
2 outrosmuitosobjeclosde
: ouro.
8 Apparelhos completo*,
3 de prata, para cha, ban-
a' dejas, salvas, eartieae*,
S colhereidesopaedech;
J emailos oulros objeeloi
'< de prala.
de Lisboa, asquaes se vendem por
prevo commodo como costumam.
C0HSLT0R10 HMlOPTflICO
DO
Onde se acham sempre os mais acreditados medicamentos, tanto em tinturas como
em glbulos, e preparados com o maior escrpulo e por precos bastante commodos :
HUECOS F1X0S.
Botica d 2 tubos grandes. ,
Hita de <-4
Dita de 3
Dita de 48
Dita de 60
Tubos avulsos a .
Frascos detinlurrademeia onea.
Manual de medicina homoocathica do l)r. Jaiir com o dic-
cionario dos termos de medicina ......... -I)"- I'."!.
Medicina domestica do l)r. Ilenrf......... tofooo
Tialameuto do cholera morbus 2/000
Repertorio do l)r. Mello Moraes......... 6*000
10/000
139000
209000
259000
309000
19000
29000
Modas france-
zas-
Na loja n, 1, aterro da Boa-Vista, de ma-
dama Buessard Hillooheao, recebeu-se pelos
ltimos navios um lindo escolnimento de
' modas : chapeos e enfeitos para senhora,
capel las de llores e guarnieres para vesti-
dos, vestidas bordados para bailes, ditos de
blond bordados para casamento, ricas mau-
las para noivas, capellas e Caixns de llores
de Israogeiras para enfeitar os vestidos, eol-
larinhos e mangas de bico verdadeiro, ditos
de cambrala e fil, lencos de retroz lisos e
bordados de matiz, veos felos, branco.*,
azul e veriles para chapeos, lindos chales
de hico prelo, lencos de cambrala de linho
borlados, tiras de eassa e de cambrala bor-
dadas entremeio de dito, botes para casa-
veis, esparlilhos, trancas e franjas para ves-
tidos, bicos de linho, toucados do lia, ca-
les, litas, filos c cambraias linas, tarata-
nas e mais fazendas muilo em conta, as
quaes pelo boro gosto e baralcza agradarlo
as freguesas.
Aluga-sc urna casa na l'assagem da
Magdalena, antes de cnegar a ponte grande,
com solo e inultos commodos para grande
familia : os prelcndentes dirijam-se ao Tra-
piche .Novo ii. 16.
Foi entregue no sobrado desla typo-
graphia um par de bolas joelheiras ; quem
as in-iuliui ou for dono dcllas, queira man-
dar busca-las, dndoos signaos.
Precisa-se de um bom forneiro para
urna padaria em Santo Anulo, da-se um bom
ordenado : quem quizer appareca na ra de
Santa Isabel, casa da esquina, que adiara
com quem tralar.
ivna do
B
a
a

a
-
00
'-"O
8
11
k
vmptw
i *
%/%
m
r.
O
C
V
2
po

o i-------
N
IU
-
i z
: p >a
.
.x es
5 O
S ~
3 ?
IOO
ce '
es
>!
O)
O
B
e

a
- 0.5 =
5 w 2 e
CD ~
x ss r o
5 B s S3
^0
^ a :
T CB 3i -
o ~ 5 i
Continua-se a comprar bronze, latHo
e cobre velho : na fundi^Ho do Hrum ns. 6,
8 e 10 de l>. \v. Howman.
Compra-sc urna escrava mo;a, que
cosa bem, engomme e cozinhc : a tratar na
ra do trapiche n. 14, primeiro andar.
Compra-Be urna casa trra com com-
modos para familia, as Ireguezias de Santo
Antonio, s. Jos e Boa-Vista : trata-se na
ra Augusta n. 17,
Goaspram-seS escravos do 14 a lf> an
nos: a tratar no escriptorio de Jos Joa-
quim Dias Fernandes, ra da Cadeia do Be-
cife.
Compra-sc urna casa que nao exceda
de 12s da aluguel, e prc?o de um cont na
ra da Boda n. 4.
- Compra-se urna cabra coslumada a
criar menino : na ra de S. Francisco, so-
brado ii. 8, e na livraria n. 6 e 8 da prava da
Independencia
Compra-se urna carrosa com o compe-
tente boi : na ra do Qiieimado, segunda
loja n. 18, se uir quem compra.
Compra-se urna negra de 40 aunosde
idade, queseja forte e robusta, e sem acha-
que algum, esaiba co/inhar com perleic/io
0 diario de urna casa de familia, assim como
lamli mi: se troca poroutra que nao sabe co-
ziuhar : a fallar na ra larga do Rosario, loja
de louca do Sr Joaquim Antonio l'ereira.
Compra-se um silho para montara
de senhora, em t>om estado : na ra das
Calcadas, sobrado amarello n. 12.
Queiina-
DO N. 21 A-
A 'O0 is o covado.
f lula franceza matizada, com loque de
a varia, a 200 is. o covado.
Yendr.-se urna duzia de cadeiras, uu,a
mesa redonda de meio de sala, duas bancas,
um sola, o mais seis cadeiras, ludo de jaca-
rauda, eem bom estado, duas mesas, sendo
urna dejailtar, duas camas do vento, una
deltas de casal, uina gamella de banlio, do
amarello nova, um banheiro de [landres que
ainda nao l^jve uso, e um par de mangas de
vidro : a tratar na ra das Calcadas sobrado
amarello n. 12, aondeexisle os referidos ob-
jeclos.
Vende-se um sitio com casa de viven-
da, 2 viveiros, 1 baiza de eapini, c bastan-
tes arvores de Tractos, mela legoa distante
desta praca : quem o pretender, duija-se a
ra do yueimadon. >, ou 11.
IIO.M PIANO,
O ore^o faz admirar.
Vende-se um bom piano, novo e em bom
estado, so por ser de mesa he que se vende:
na ra Bella n. 18.
Vende-se urna pon-io de ozeitii de
cuco, (le uma Canad para cuna, a -".sOIIO :
na roa Direita n. 8.
ila loim
das seis portas
F.M FRENTE DO LIVRAMEiMO.
Vende-se riscado francez de cores seguras
a 160 |i covado, cortes de cassa chita a 19S0,
lencos brancas com barra de cor a 120 cada
um, lencos de retro/, prelos e de cores a 1/,
chapeos de sol de >eda para homem, com1 lo-
que de mol a 49, lencos de ;-eda linos, bran-
cos e encarnados a 19 cada um.
Vende-se um
terreno com 80 palmos de frente, com casa
e arvoredos de tractos : na ra da Esperan-
ce do bairro da Boa-Vista, junto a casa que
se est edificando, do Sr. Araujo : a tratar
com Jos Anacleto, na ma da Gamboa do
Carino n. 20, ou no mesmo sitio.
Na livraria da ra da Cruz n. 56, acha-
se venda um grande sorlimento de papel
pintado, raz, pedra e relevo, todos propnos
para encadernacSo, por precio commodo, nao
so em resmas como em cadernos.
Scliins
patente ingiez.
S.o chegados a acliam-se a venda os verdaderos
e i' mu condecidos scliins insle/.es p.-irn[- : na roa
do Trapiche-Novo n. 12, irraazeai de fauoda Adam-oii llowtt i\ I".
Objectos para
luto.
Na r'ia do QUcimado, na bem mohecida
loja de miudezas ila boa fama n. 33, encon-
Ira-se sempre completo soriimcnto de ade-
remos, brincos e rosetas, pulceiras e alline-
les, ludo preto, propriamenle para lulo, e
que ludo se vende mais barato doqueem
outra qualquer parte.
Briquedos pa-
ia meninos,
Vendem-se diversidades de objectos de
a^o, muilo delicados e proprios para meni-
nos brincar, por presos muilo baratos : na
ra do uucimado, na bem conhecida loja de
miudezas da boa fama n. 33.
EICAS BONEGS FRANGE-
ZftS.
Vendem-se muito lindas c bem vestidas
borneas rrancezss, grandes, pelo baratissi-
mo prec,o de 29 e 29500, ditas vestidas de
noivas, e cada uma no seu carillo a 3^000 e
39300, preco que nao ha quem deixe de dar:
na ra do (ueimado, na bem conhecida loja
de miudezas da boa fama n. 33.
Planta da edade do lie-
cfe
Vende-se a planta da cidade do Recife e
seus arrabaldes, feila pelo sr. I)r. Jos .Ma-
medeAlves Ferreira, por dez mil reis : na
livraria n. 6 e8 da praca da Independencia.
>la|>pa das distanciis da
provincia.
Na livraria n. lie 8 da pra^a da Indepen-
mappa das distancias
N. O. Bieber i\ tompanhia, ra da
Cruz n. 4, vendem : .
Lonas da llussia.
dem Inglesas.
BrinzSo.
Un.- da Rossia.
Vinho de Madeira.
AlgudSopara saceos deassucar
A Faeas, garlos e
colheres
Bal lia
para saceos de ossucar! vende-sn
de ,\. o. Bieber v Couipanhia, ra
n 4.
ira vestidos.
Laa
i'
Vendem-se coi les de l.la para vPstido, de
muito bonitos pa roes, e com 15 covados
cada corle, pelo baratissimo preco de 5tOU0:
na na do Qucimado n. 22, na bem conheci-
da loja da boa le.
Algwdao iiiiinstro, lie
Vendem-se as melhores Tacas de calo de
marlim que se pode encontrar a 159 a duzii,
ditas de cabo de halanco muilo linas 69 a
em casa duzia, ditas de cabo i lavado e rolico a 3?.
da Cruz ditas cravadas i NM0, ditas de ehifre da
viado i?400, ditas para sobremesa com ca-
i'o c o.Uva los a 3-9, colh-res de melal do prin-
cipe muito linas para sopa a 69 a duzia di
tas para cha a :i-000, e outras mais quaiida-
des de facas e edheres. trinchantes e amo-
lador de facas qUe mdo se vende barato
na ra do Queimado, na bem conhecida Una
de miudezas da boa lama n 33
chincha.
pe-
Vende-se algodao monstro, com 8 palmos
de largura, muilo proprio para toalhas e
ieocoes, pelo diminuto precn de 600 rs. a
vara : no loja da boa fe, ra do Queimado
1ECHAIISI0 FAH Oif

r.
o> 0B G
~ u

Atteiicio
He ehegado loja do l.ccomte, no aterro
da Boa-Vista ti. 70, o escellcnte leile virgi-
nal de rosa branca, para refrescar a pelle, ti-
rar pannos, sardas e espinhas, igualmente o
afamado oleo babosa para limpar e fazer
crescer os cabellos, assim Como po impur-
cial de lino de Florenga para brotoejas e as-
peridades da pelle, conserva a frescura e o
a velludado da primavera da vida.
Aferic&tf.
K. CJYates & Companhia: eslabelecidos
no Bio de Janeiro, na ra do losi icio n. 40,
vendo um annuncio publicado em ornadas,
f'olhas dePernambuco polo Sr. liartbolomeo
F. de Souza, prevcnindo ao publico que o
verdadeiro xarope do bosque so elle lie
quem vende.prevenimos ao mesmo publico, Scientifica se a quem'conivier, que a revi-
que o nosso sarope he rcmeltido do Bio de S3o de pesos, medidas e balancas, principia
Jrneiro pelos cima proprietanos ao Sr. do 1. do corrente a lindar no ultimo de iu-
Manoel Alves Guerra, e este senhor fez o de- ho: na casa da afericSo, no pateo do Ter-
posito para ser vendido na pharmacia do Sr., q0 n. j$.
Jos da Cruz Santos, na ra Nova n. 53, uni-] ^^^^^^
eos por nos autorisados para venderem o! ^f
osso verdadeiro, e mais prevenimos aos-u-J
senhores consumidores, que ha perlo de 5 -"'_';
annos os rotlos collados as garrafas sfio ;'.
assignados por lleirry Prins, como procura- 3 .
dores dos cima proprietarios. Bio de janei- I > WW <''--&r& *&\& W?0-i- rp 13 de Janeiro de 1857.
Barlholomeo Francisco de Souza, leu-
do o annuncio dos Srs. B. C. Yates & Com-
panhia no Diario n. 17, em que diz ser s-
menle verdadeiro o xarope do bosque que
se vende nesta cidade na pharmacia doSr.
Jos da Cruz Santos, onde fez deposito o
Sr. Manoel Alves Guerra, que reeebeu delles
proprietarios, declara ao publico, que n3 ?pia di. Becife n. 30,
duvida seja falso o xarope de bosque que
DENTISTA FRANCEZ.
.
tambem vende em sua botica, mas assevera
que elle he comprado aos mesmos Srs. K.
G. Yates & Companhia, do Itio de Janeiro,
como provam os documentos abai&o :'
1110 DE JANEIRO 8 DE AGUSTU DE 1856,
O St. r.ariliolomeo Francisco de Souza
comprou a R. C. Vales \ Companhia :
* duzias do garrafas com xarope
do bosque a 54900o......... 2169000
6 duzias de 1|2 garrafas com \a-
Taulo 11 m -Mr ip. denlisla, ra Nova n. 41 : ^
na mesma casa lein agOl e pos denlrifice.
Retinara de
ego & Barret'o, no M,s-
teiro.
No deposito desta refinaria, na ra da Ca-
pia do Becife n. 30, ha sempre assucar re-
finado de superior qualidade, lano cm p
como em torroes e em pfies, por pre^o mais
commodo de que em outra qualquer parte.
:Vittlido facilimo.
Na livraria da praca da Independencia n.
6 e 8, vende-se o metbodo facilimo para
aprender ler, nnvamente impresso e aug-
mentado, por mil reis
- Vende-se na soledade, casa de 4 ja-
ncllas e 1 porta, uma escrava cnoula, de 29
anuos, ha pouco parida, e que tem muito
bom leito.
Vende-se uma porco de folhas de
metal, velho, tirado do forro de navio : a
fallar a Joaquim Lopes de Almeida.
- Vende-se uma taberna bem afregae-
zada, na ra do Mon lego o, 143 : a tratar
na mesma.
Vendem-se duas mei-aguasde ppdra c
cal, na estrada de Santo Amaro, travessa do
Uma, por preco commodo a tratar na pra-
cinha da Livramento n. 50, segundo andar.
i\a antiga loja
de miudezas da boa f, na
rna
5d.
larga do Ros-crio
rope do bosque a 279000.
162-000 i da matriz
Os abaixo assignados, com loja de ounves
na ra do Gabuga n. 11, confronte ao pateo
e ra Nova, fazem publico, que
------------| estilo retebendo continuadamente as mais
Rs. 378000 nov sobras de ouro, tanto para senhora
i o importe cima, do Sr. Antonio como para .homens e meninos: ns precos
Joaquim Vieira de Garvalho. Rio de Janeiro continuam razoaveis, c passam-se eonlas
com responsabiljdade, especificando a qua-
Reccbi <
8 de agosto de 1856. Por R. G. Yates &
CompanhiaJos Paulino Baplista.
Keconhcm verdadeiro o signal supra. Re-
cife 8 de agosto do 1856.
Em f de verdade.
.Manuel Hilario Pires Ferrao.
Kll) DE JA.NKIli-i I- DE I KM.I',1 !i;i i DE
18.57.
Os Srs. Constantino Gomes de Faria o; Fer-
reira compraran! a R. G. Yates A Compan-
hia :
4 duzias de garrafas com xarope
do bosque a 549000.........2I6#000
6 duzias de 1|2 garrafas com xa-
rope do bosque a 279000......I6&/000
Rs. 3789000
Recebemos o jmporte. Por K. C. Yales &
CompanhiaW. C. Gerwarit.
Nos abaixo assignados declaramos que
compramos o xarope cima para oSr. Bar-
lholomeo Francisco de Souza, de Pernam-
buco, eni virtudede sua ordem de 3 do cor-
rente. Rio" de Janeiro. 18 de fevereiro de
1857.Constantino Gomes de Faria iV Fer-
reira.
Reconheqo ser ver.ladeiro 0 signal supra
de Constantino Gomes de Faca o Ferreira.
Rio 18 de fevereiro de 1857.
Km f de verdade.
Pedro Jos de Castro.
JOHN CAT1S,
correlor geral
E GEME DE I.EII.o'lis COMMEKCIAES,
n. 20, ra do Torres,
PHIHBIRO ANDAR,
, praca do Corpo Santo
RECIFE.
SEGURO COSTOA F0G0.
Comp.inliia Alhanre.
Esiabelecida cm Londres, em marco da 1824.
Capital cinco milhoes da libras esterlinas.
Saunders Broihers & C, tem a honra da in- l
formar aos Srs. negociantes, proprietarios de casas,
a quera mais convier que eslo plenamente n-l
lorisados pela dita companhia para effectuar segu-
ros sobre edificios de tijolo e pedra, cobertos da I
lellu e igualmeniasolirj os objectos quecontiverem
os mesmos edificios quer consista em mobilii ou
fazendas de qualquer qualidade.
Reparticao da vaccina,
O eoinmissari.i vaccinador vaccina as
quintas e domingos de todas as semanas, no
torre3o da Alfandega, e as ter^as-feiras nal
casa de sua residencia, primeiro andar do
sobrado da ra Nova, esquina da do sol, das
7 as 9 horas da maniiSa,
idade do ouro de 14 ou 18 quilates, licaudo
assim sujeitos os mesmos por qualquer du-
vida. -Seraphim ctlr.'no.
e de uma ama para o servirlo de uma familia
pequea : na ra do Pilar n. 12.
de
pas-
A^eneia
sa porte e ib I lia corrida,
RL'A DA PKA1A N. 13, l. ANDAR.
Claudino do Reg Lima, despachante pela
repartirlo da noticia, tira passaportes para
dentro e lora do imperio, e folha corrida,
por commodo pre<;o e presteza.
Precisa-se de urna criada ou criado que
saina cozinhar para uma casa de pnuca fami-
lia : a tratar no Hospicio casa do Dr. Alendes
da Cunba, junio ao quarlcl.
Precisa-se de urna prela de meia ida-
de para fazer o servico diario de uma casa
estrang^ira : na ra Nova n. 22.
Traspassa-se as chaves da melbor loja
do Passeio Public > n. 9, por estar muito a-
freguezada', propria pura qualquer princi-
piante com fazendas ou sem ellas : a fallar
na mesma.
Precisa-se .le olliciaes e costeiras de
allaiate para toda a obra: na ra Nova
n. 52.
II.
vendem-se miudezas e quinquilharias por
precos muito baratos, como abaixo se decla-
ra : linbasdc nvelos, de mead e earreteis
de 100 a 200 jardas a 40, 60 e80rs ditas de
peso a 60 rs. a meada, agulhas francezas,
curtas ecompridas, agulheiros de melal li-
nos a 100, 200 e 40 rs., fitas lisas orjinarias'
a 60, 80, 120 e 160 rs ditas finas lavradas,
de quadrosa 320, 400 e 480 a vara, ditas lar-
gas a 480, 600, 70i). 800, 1 e 19400 a vara,
palitos de fogo bons a 20 o 40 rs., e caixa
grande a 120, e ditos de barril a 200 rs.,
franjas de algodao para loalhas a 120 e 200
rs., ditas de seda a 400 e OO rs fitas de vel-
ludo preta e de cor n 200 rs.. 240, 320, 400
rs., ls e Irlo, bicos de linho largos de 3,
4. 5, 6 e 8 dedos de largura a 240, 280, 320,
400 rs. e 480 a vara, rosetas pretas de massa
200 rs.,240, 280 e 320 o par, brincos de di-
versas qualidades, prelos e de cores, canoti-
Ihos crespos e lisos, papis de rehique lino,
miliio branco e amarello, frasquinhos de tin-
ta boa preta a 12o. lio e 160, ditos chcios de
tinta mais lina a200 rs., tinteiros de vidro
de cores cheios de tinta a 400 rs., vidrinos
de tinta encarnada lina a 240 e 320, frasqui-
nhos empalnados de zine, proprios para es-
pirito*, para quando sevai ao banbo ou via-
gem a 19 e 29 cada um, cruzes e vernicas
ile lodas as estampas, rsanos e benlos do
Carmo e Dores, oculos de rica visla com aros
de metal blanco, dourados e d- ac, e tam-
bem ordinarios, penles de alisar, ordinarios
e linos, de balea a 120, 320 e 500 rs., ditos
| para alar cabello, de ehifre e massa a 240,
320, 400, 000. 800, I* e V400 cada um, ditos
|de marlim linos e ordinarios a 500 rs., 600,
800 e 19 cada um, botes de setim e sarja,
modernos, para casaca, ditos para cuteles,
adereces pelos com seus perlences a 19,
13200, l;400 e 1;600 cada um, apitos de osso
ou marlim a 100 rs., 120 e tti, meias Lian-
cas finas e grossas para senhora, ditas para
homem, brancas, cruas e d cores, tesouras
linas e grossas de diversos presos, cestiiihas
eiifeiladas com seus perlences para menina
de escola a 2-500, 3?, 3/500 e \t, kalcndarios
diarios, mez e dia, carias de jogar ordina-
rias e muito linas a 320, 00, 500, 600 e 700
rs. cada baralho, jogode vispora, contendo
ludo a I/cada caica, caivetes finos de 3 e 4 .
folhas, o melbor que costuma haver a 1-200 !
19400 e 19600, bolocs de linho muito bem !
felosa 120agroza,vidrinhosde lodas asco-
re muito proprios para enfeilar bonetes,
guias portuguesas e francezas, curtas e
ins e rele>'i SEI.I.INS e RBLOGIOS depaleale
inlez : a venda no armazcm ile
Koslron Rooker A; Compinhis, es-
quina do lareo do Corpo Sanio nu-
mero is.
a loja
das seis portas
Em frente do Livraiiieuto
Vende-se riscado para colches a 120 o co-
vado.
Vendem-se na ra Direita n. 95 velas
de carnauba de 6, 8, 10 c 13 em libra, por
menos preco que em outra qualquer parle,
assim como tambem caf muido liquido, su-
prasumo a 280 a libra, para bem servir os
freguezes. .
Vendem-se sardunhas cm quarlos de
latas, chatnpagne em'gigos de 12 garrafas e
24 meias ditas, cognac e i Caixinhas e bar-
ricas, azeile doce lino em caixinha, lulo de
superior qulidade e recenlemente ehega-
do : na ra do Trapiche n. 11.
Velludo rico paia forrar cairos, com
tolos ns perlences, vende-se na ra da'riruz
n. 10
Em casa de llenry Rrunii & Compa-,
nhia, ra da Cruz n. 10, vendom-se pianos
chegados no ultimo navio, quadros com
moldura, cemento romano, cognac em cai-
cas de uma duzia, velas de composi?;lo,
conservas em latas.
CEBLAS.
J desembarcaram as ceblas de Lisboa, e
vendem-se no armazem de Barros & Silva.
Vende-se carne secca de Bucnos-Ay-
res a 49U00, de Montevideo a 49500 cada ar-
roba, boa : na rus da Praia n 4.
delicia, vende-so o
das diferente villas da cidade onlre si,
relaC,So a capital da mesma, a mil reis.
Deposito
de rapprinceza da '.bri-
ea de li. Gas-e, no |\i,.
de aneiro.
Vende-se a pre<,'o commodo rap lino,
grossoe meio grosso, da acreditada fabrica
cima, ehegado pelo vapor S. Salvador ; na
ra da Cruz II. *9.
Vende-se a verdadeira graxa ingleza n.
97, dos afamados fabricantesHay e Mar-
tin, em barricas de 15 duzias de pole* :
em casa de James Grablree v Companhia,
ra da Cruz n. 42.
elogios de $ tent
nglez.esdeouio, desabnete e de vidro:
veiulem-sca precora/.oavel ,em casa de
Aii;istoC. de AIjilmi, Da ra da Cadeia
do Kecife,armazem n.N/j.
Vende-se,por preco commodo,superior
vinho do Porto em barris de 8." : na ra do
Trapiche n. 14, escriptorio de M. A. Guerra.
Em casa de llenr. Brunn c< Companhia, na
ra da Cruz 11.10, vende-secofaiemcaixiiilias de
duzia.
& .'. 1* .V
XAFUXDICAO DEFERHO DO ENGB-
XIIKlR"DAVID W.BOWMAX. ,\A
RL'A 1)0 BRL'M, PASSAXDO O ollA-
FARIZ,
lia aempre um grande suriimenlo dossesuinlesoli-
jeclos ilenieeliDisnios proprios paraeni,eiilios,a sa-
ber : moendase meias moendas, da mais moderna
construrrfm ; laivasde ferro fundido e balido, de
superior qualidade e de lodosos la mandos ; rodas
dentadas para agua ou animaes, de tuda* as propor-
roes ; crivos c horas de roraalha e registros de bo-
eiro. agnilbfle*, hronzes.parafusos e r.i\ilhoes,moi-
nhos le mandioca, elr. elr.
NA MESMA FUNDICA'O.
se eveeulam lodas as eucommendas com a superio-
ridade j coDhecida com a devida presteza ecom-
modidade em preco.
Potassa e eal
virgem.
.No antign e ja hem conhecido deposito da
ra da Cadeia do Kecife, escriptorio 11. 12,
ha para vender muito superior potas-a da
Itiissia, dita do Rio de Janeiro, e cal virgem
e de Lisboa cm pedra, ludo a presos muilo fa-
voraveis, com os quaes ficaro os compra-
dores salisfeitos.
^iOf'lOS
e. 1
cobertos e descobertos, pequeos e grandes,
'de ouro patente inglez, para bomem e se-
nhora de um dos melhores fabricantes de
Liverpool, vimtos pelo ultimo paquete in-
gle/. : em casa de Southall Mellor c> G.", ra
do Torres n. 38.
botoes para pa-
lts, colleles e punlios
de camisa.
Vendem-se abotoaduras muito finas de
madreperola para colleles, pelo baratissimo
prego de nOO rs.. dilas muito ricas de tnd.s
as cores a 320, 400 e 500 rs., d.us muilo li
as de madreperola para palitos de meninos
e homens a .00 e 640 rs., atacadores para
punhose collarinhos de camisa, de mmi0
rico gosto a 400 rs"., 800 c StOoo, ditos de
cornalina para casacas a 300 rs., e outras
militas qualidades de abotoaduras aua se
vendem muito barato ; na ra do Quema,
do, na bem conhecida loja de miudezas da
boa fama n. 33.
W M ES HE TODAS AS ni \ 1.1 n.v H.v
Vendem-se pentes de tartaruga para cabello
O melbor que se pode encontrar, a 5, ditos
de balea imitando o mais que he possivel
aos de tartaruga, a 1/, 1.-2O0 e 1>500, dito*
mais ordinarios de balea a 240 e 320 rs di-
tos de tartaruga para alizar, fornido** mul-
to bem fetos 3 49, dilos de martim, fazenda
muito superior a 1>500, 21 e *,, ditos de
borracha de muito superior qualidade a \s
ditos de bfalo verdadeiro, muito finos
bem feilos, a 64o, 80o c 19, dilos a imiUcSo
do unicorne a 19, ditos de baleia muito bons
a 280, 320 e 400 rs., dilos de bfalo verda-
deiro, muito bonitos e bem feilos, proprios
para suissas e crianzas, a 320 rs., ditos de
marlim muitissimo bons, fabricados em Lis-
boa, para | millos, a 800. 19000 e 19500 di-
tos prelos de bfalo tambem para piolhs a
aOll rs : na ra do Queimado, na bem co-
nhecida loja de miudezas da boa fama n 33.
Para as senho-
ras de bom
Vendem-se ricos
gOIStO.
cstojos de Jacaranda,
anos.
s

&
l 1
.
HEIAS h\
e algo tilo
US DE L\l\
pura padres.
Vendem-se superiores meias pretas de
laia, pelo barato prero de tfSOO o par, ditas
de algodao de superior qualidade a 600 rs.-:
na ra do Queimado, na bem conhecida loja
de miude/as da boa fama n. 33.
Leques muito fi-
nos*
Vendem-se leques muito finos, com plu-
mas, espelbos e bolotas, pelo baratissimo
preco de 29 e 39500, ditos sem plumas muilo
boa fazenda a I928O : na ra do Queimado,
na bem conhecida loja de miudezas da boa
fama n. 33.
Peixe.
Vende-se na ra Oireita n. 27, pcixe eber-
no a 140 rs. a libra, queijos multo novos
chamado londrino a 480 a libra, ditos a 440,
ditos muito novos a 2/, ditos a 19700, lavas
vindas da ilha de S. .Miguel a 560 a cuia,
caixoes do doce a 040, ditos a 19, e outros \\\
muitus gneros por commodo pre^o.
A 34*800.
Vendem-se patils pretos de-alpaca muito
lina, pelo preco diajiniito cima, e mais de
brim de dilleentes cores a 29500 cada um
Vende-se cal de Lisboa ltimamente che-
gada, ssim como potassa da Rossia verda-
deira : na praga do Corpo Sanio 11. 11.
TAIXAS PAISA BNGENHO.
4> fundipao de ferro de D. W. Bowmana na
b lirum, passando o chafariz, contina ha-
t rumcompleto sortimeptode taixesde ferro fue
vidoe batido de 3 a 8 palmos de bocea, as quaes
achara-se a venda,por epreco commodo a com
prompiido: embarcam-s oucarragaa-sa amcar
ro semdospeza ao comprador.
Em casa de Saunders Broihers C. prar
do Corpo Santn. 1 l,aa para vendar o st uinta
Ferro inglez.
I'ixeda Suecia.
Alcatrao de carvao,
Eonas de linho.
Esponjas.
Drogas.
Algodao lizo para saccas.
Dito entrancado igual ao da Baha
E U'ji coapleto sortimento de fazendas propno
para esta mercado ludo por preco commodo.
Vende-se superior linhas de algodao
brancas, o de cores, em novello, para costu-
ra, em casa de Southall Mellor v C., ra do
Torres n. 38.
Moinhos de vento
comtiombas derepuiopara regar hortase ba-
ta de capim : na (undico de l). W. Howman
11a ra do lirum ns. 6,8 e 10.
Potassa refinada em latas de seis
libras.
O antigo deposito da ra da Cadeia do Re-
cife d. 12, reeebeu agora uma porco do po-
tassa r< tinada de superior qualidade, em la-
tas de 6 libras, que se vende por prec,o ra
zoavel.
Agenea
fundic.0 Low-VIo*'
ua da Ne 11 xa la Nova
1. 4i.
r,
Em casa de RabeSchmettau e; Companhias
ra da Cadeia 11. 37, veudem-se elegante,
pianos do ajamado fabricante Traumann de
Hanibur
Koi Iraoslerido odeposito leste tarop pira a ho
licadejiisc da I.ruz Sanios, na ra .Novan. 53'
jarra.'.s 5s500, meias.3S000, sendo falso todo
aquelle que nilofor vandido'neste Jeposilo,pak
quesel'az oprosenlt aviso.
IXrOHTAKTE PAKA OPIBLICO.
Pira curade phtvsicaein lodmosseusdiOeren
lesitros, que 1 motivada por constipacdel, lossc
asllinia, pleur7.escarros de saii:>ue, dorde con-
tados r peito, palpitarlo no corac.lo.coqueTcbc
bronchile, dorna uargauta, e toda* asmoleslia
dos org o pul monares.
- Ven ie-se taboado e pranches de pi-
nito deSuecia, proprio para armaeTiode ar-
mazem de assucar.
Paos de pnbo vermelho para mastaros.
Chumbo de niuni^ao.
Eolhas de cobre.
Metal amarello e zinoo para forro, com os
'competentes pregos.
Alvaiade de chumbo e de zinco, cm p.
Tinta branca de oleo.
Papel lino de escrever.
Vinho especial do Ithcno e do Porto.
Rna da Cadeia do Recife, casa de G J. Ast-
tey 4( Companhia.
Oculos e bonetes
tle todas as quadades.
Vendem-se oculos de lodas as graduaces
com delicadas arm.^es de B{0, pelo barato
prego de 800 rs. e 19500, ditos com armaqes
douradas e praleadas a 19200 e 1?500, dilos
com armaban de bfalo a 19200, dito* com
armar.i<> de baleia a 480, ditos com armat,'3o
de metal branco a 400 is., lunetas de um s
vidro redondas e quadradas com aro de b-
lalo a 500 rs., litas de dous vidros tambem
com armacSo de bfalo a 19500, ditas de um
s vidro redondas e quadradas com aro ue
tartaruga a 19200 e 19500*1 na ra do Quei-
mado, na bem conhecidada leja de miudezas-
da boa fama i. 33.
l\a Vn da boaf
proprios para costura de senhora, nelo ha-
ratissimo preco de 29500, 43, 69, 79 e 89OOO,
caix.nhas para guardar jolas a 800 rs., 1/ e
19200, carterinhas muito delicadas proorias
para senhora e meninos a 800 e 500 rs te
sotiras muitissimo linas para costura', d
todos os lmannos a 500 rs., 600 19000 e
19200, dilas para unhas tambem muito finas
a 800 rs., I9OO e 1/200, li.*, de peso mu"
lo fina para labynntho a 100 rs. a meadi-
nha, ditas para bordar a 100 rs 140 c 160
lindas calimba* com grampas a 160 e 300
r>a "' U e2*Pres de clcheles
e3!Ta& '*,- l0 e 1. "ha* de ear-
reteis de 200 jardas do autor Alexandre a 80
rs o carretel, dilas de 100 jardas do mesmo
autor a 40 rs., caixinhas com agulhas fran-
cezas a 160. ditas con. agulhas de papel
pietoa28U,ca.te.rinhas com agulhas fran-
cezasa 320 agulheiros muito bonitos com
agulhas tambem francezas a 160 e 320 cai-
xinhas com 16 novellos de linhas de marcar
muito finas, azuese encarnadas a 320, ricos
botes de cores para vestidas, ou roupinhos
de men.nas a 61O rs., 800 e 1* a duzia, ricos
agulheiros de ac e Je marlim a 240 e 800
rs., dedaes de ac muito bonitos e cada um
m?,U.Ca'X.''J,a.a 500r8- Imofadinhasde
multas qua idadesproprias para pregar alfi-
netes e agulhas, pulceiras de varia! quali-
dades, riquissimas fitas lavradas e lisas, de
eurm'r5 ^S***' r""^ de todas as cores
**ifm".,*S"8 devell"d aberUs e lisas,
-btcos muito finos de linho e de varias l.r-
al erh. Tr*? **. V"ri,s 1rB*. baado
l ,e ',n ,0' i00" de Ma para criancas
vended -B,J1,l,M'"" sonsas, que ludo se
n?, !,Sb"10 d0 PERFIIARIAS
ffluitisfittio finas e de mui-
to liona gostos*
DiV0e^nd.e"Se,1, verd"eir agua de colonia do
Piver, simples 1 embriada em frascos de va-
nos lamanhos, banhas muito finas e de mul-
tas qualidades em ricos v.SOs, espiritos e
extractos muito linos e de mullas qualidades
en. frascos de muito g0st0, sabonetes muito
linos e de mullas qualidades, agua de lavan-
m.!!-8..."' 1,azcnda niu'o boa, vinagre aro-
mtico lambem
magree.
inglez e muito bom, extrac
los muito linos proprios para bolso de es-
tudante, escencii, de rosa, pomada francez.
muilo boa, macassar perola muito bom e de
todas as cores, dito oleo, pos para denles,
pastilhac oulras muilas perfumarlas, tudrj
muito lino e de muitos gostos, dos melhores
labricantes da Franca e Inglaterra, e ludo se
vende barato na ra do Uueimado, na bem
conhecida loja de miudezas da boa fama
n. oS.
I lOj!
nde-.se
Neste eslabeleciment continu'a a haver
um completo soriimcnto de moendase meias
quem quizer ver que pechincua he, venham moeil,ias para engenhu. machinas de vapor
"5u.a. 0 y"?'ma f.". :3' l0Jii ,le miuJezas e taixas de ferro batido e coado de lodosos
lamanhos para dito.
Para maseates
de Jos de Azeved Maia.
Dubeiiv
i:i9, 1.30 159000;
Precisa-sede uma air.a para todo o ser-
vic.ode uma casa de familia : na ra Nova,
sobrado n. 23, segundo andar.
Retratos
DO
Insigne actor JoaoCaetaojp tos Sanios.
Vendem-se as lojasdosSrs Jos lardoso
Ayres, na ra da Cadeia do Recife, o Sr. Jos
Nogueira de Souza ra do Crespo n. 2, pr-
ximo a ponte, a 2500, o290o0, conforme o
modelo o papel que he excedente.
ftuaTVovan. ^2
Acaba de receber relogios de lodas as qua-
lidades, tambem oculos para todas as vis-
tas, por preco muito em conta.
compndas a 40, 60, 80 e 100 rs. o papel,
peonas de ac e pato, canelas do diversas
qualidades, tudo bom e barato, botoes de
abertura de diversas qualidades a 40, 60, 80,
100 rs. e 120 cada um, botoes para calc.a, d
osso e louca, ditos para camisa, de louca e
madreperola a 40, 60 e 80 rs. a duzia, gra:n-
pas superiores em Caixinha a 120, micangas
de varias cores para guilas, papel d. peso
bom. almacoe de cores, trancas de laa para
vestidos a 40, 60, e0 c 100 rs. a pee-, de seda
a 240,420, 400 c 500 rs. a vara ; pois isto
alcui dos pregos serem muito commodos,
tudo he mu.to barato e bom.
Vende-se o sitio denominado l'ina.coni
boa casa de vivenda, com commodos para
duas e mais familias, com 600 pes de co-
queiros, viveiros principiados : a tratar na
ra Imperial n. 30.
Vende-se um ptimo cabriolet com
arreios : ve-se na ra de S Francisco, co-
cheira do Sr. Carneiru llonteiro, e ajusta-se
11a la Sova n. 14, segundo andar.
Vendem-se sapalos brau>osdo AraCa-
ty de superior qualidade, em porces gran-
Ides e pequeas, por barato prego, assim co-
ItDO farinha de mandioca, saccas grandes :
' na ra da Madre ue Dos 11. 2
Vendem-se relogios de ouro, do afa-
mado fabricante James Duff: ta ra d ca-
deia velha n. 41
vende-se doce degoiaba muito fino :
na ra da Cadeia Yelba n. 41.
vende plvora ingina
barril'de 25 libras.
Algodao liso
cu pira, com peque
que de iiVttri.'i
Vende-se na ra do Crespo, loja da esqui-
na que volla para a ra da Cadeia.
,.v .-. -. -', .-. ,... ...
o
SI-
o fo-
' '..- '..- *. -,y :.* -.'
I
o
Coeheira,
lii No fu :. ol
\en.1e-S" um carro novo de quiltro rodas,
um ralinolel de 'las rodal, una cairora
ile qiilnt inda-, preparo*para ranovar car-
ro-, molla*, eiint, parafuto* para rodas,
eonro. Unieras*, velas, v^quelLs, panno,
alo. bezerros, roanoqaini, comeira* en-
VtrniMd*, e-r..as pura lavar Irario, e
punja, caiiiurca, escobas para arfeios: tudo
V.
a9
t boceleri8,
Vendem-se dutiasrie caivasde mastapara rape pe-
lo bartlissimo preco de (iill r*.,duzia* de lezouras vm
earlioa 19000a I92011 egrande* a 1*920,dalia*de
eaitlnhai le p^o ruin palitos de foco a 240 rs.,<1iUMs
de penlesile cbifres muilo bons para ali/ara|l200,
dunas ile penles de bal-ia para alar cabello a 29200
e 360O,dazia ile navallias para : arba a l90ao,ro/a
de bolsea madreperola para camisa* a loo rei>,dilai
muilo linos de apala a 100 reis, groaai de iiotes li-
no* para calca a 280 rail, caria* com 25, penles de
allinelea 140 reil.dtizia*de penles de balea nara a-
li/ar a 3?, Brozas ile Dvellai para sapalos a .Veo, du-
zias de caivete* fiuoipara apaiar pennas a -J9500
o :l?,iiuias de giils* [armnicas) a lo2"0 e i?n6,
duzias ile lorcnlaj para caurticiros a 80, reis arlas
de marcas para cubrir a loo, 12 e 100 re, pe-
ta* de tranceln para benlinhci a 120 re-, polcera*
encarnadas mullo bolillas para Sra. e meninas .1 200
r*..duzias de iniadiiihas de ludias prela* a 2i0 re,
peca- eom 10 varas de filada eos a 320,36o e loo
reis, duzias de lapes a 100 r*., Italia* de canas com
Clchele* a 720 r*.. linhas branca* de mutilo* de lo-
dos os aomereg, dila* de cores, Indias de miada linas
e groe**, dilas de carrilei brancu-e decores, Cordlo
de vtslido di inda a grosura, biqulnbo* de luda* ai
largaras, e barato*, rendas de toda* ai largura*, es-
pelbi *. corda* de viola, lilas de la de toda* as eo-1 H
re, lilas de Indio branca* e de cores, didaes, acu"
mais bai ato
possivel :
Grosdenaplcs prelo muito bom, o
covado
Canlao pelo muito. lino, proprio
para lulo,o covado
GorgurSo prelo muilo lino com sal-
picos, proprio para colleles, o
covado 49000
Panno lino azul, o covado 3/000
Lencos pretos de seda para grva-
la, meio lenco l/OOo
Meias preta. de seda muito supe-
riores, o par 29000
Casemira de qnadnnhos pretos
muilo lina, o covado -1/1100
Corles de colleles de fustio 500
hitos de ditos de dito fino 1*000
Ditos de ditos muilo superiores 1/600
Grosdcnaples de seda de lindas
cores, o covado 29000
'orles de vestidos de fazenda de
seda muito linda 18000
^etins lisos de cores, o covado soo
Veos pelos de lil bordados de seda 10*000
Cambraias adamascadas, proprias
para cortinados, pecas de 20 varas 7/000
Dilas para coberlas, !> bonitos pa-
droes, o covado
Faclias de ierro.
Na fundicSo da Aurora em Santo Amaro-
. e tambem no deposito na ra do Brum, logo
I na entrada, e defronte do arsenal de mari-
! nha, ha sempre um grande sortimento de
tachas, tanlo de. fabrica nacional como es-
trangeira, batidas, Tundidas, grandes, pe-
queas, rasas c fundas ; e cm ambos os lu-
gares es.stem guindastes para carregar ca-
2/000 i DOaa ou carros, livres de despeza. Os preco
! s.loo s mais commodos.
Vaiitiidcs e grades.
Um lindo e variado sortimento de model-
ios para varandas e gradaras, de gosto mo-
dernissimo- na l'undicao da Aurora em San-
to Amaro.e no deposito da mesma, na rus do
Hrum.
Moendas superiores.
Iva fundiciio de C. Starr & Companhia, em
Santo Amaro, acham-se para vender moen-
das de caima lodas de ferro, de um modello e
construyo muilo superiores.
lil ^
-' ''
V
200
Aitt nc'io.
Fugio no dia 16 do correle mez o prelo
Justino, crioulo, com os signaes seguintes :
:altura regular, cheio do corpo, sem barba,
! com falta de denles na frente, cslvo de car-
regar peso na cabeca, muito regrista, he
e alm disto ha um completo sorlimento deibem r?nh.er.ido ,0r amiar entregando assu-
fazendas linas e grossas- que vendem-seno ?r pC,*S ul,er"as> le,ri S'J" encontrado por
Minguen deixa-1dnm". P^soas conhecidas, e diz a ellas
pretjus lo ci uimodos, que
'ia de comprar; assim como chapeos
do
diversas pessoas conlucidas, e diz
que anda cm servico de seu senhor ; por is-
so roga-se as pessoas que o encontrar, que
Chille muito linos, que se vendem por me-
nos que em 011 la paite : na rna do Queima- | ".^."^"f? fjfff a rua D"W". 76,
, don. 22, na bem conhecida loja da boa IV
as
ja neeeisario para complolo suriimenlo de liorelci-
ras e ma-rale e que lado se vende mudo mais bara-
lodoqoeemealra qualquer loja, na rua do O'iei-
mado. na hem Conhecida loja de miudezas da b'o
1 mi 1 n. :i:i.
IKC SfESbi .- L.....- ...:: ',P ,,d0' ">. "Ha. de seda de lodos osnume-
WW'wW...'....-.. ;>-.. v.V-.,-.. -. ...-;.: "'- "'""'"'lle aala,eaa* de cbifre, rotarlo*, colhe-
M, a* 'le itrrn, retroi de loda ai cora*, vernicas, lilas
EllRffe llABSH !!" !1e .r-",irt!" '''"""""-'^'"l'as.i ludo o mais quese
SACCAS.
Na taberna gianle ao lid da igrejadal
Soledade,. cbe.ou grande po-^o de saccas |
com muito bom miliio, e vendje-se por pre^o
commodo.
Couro de lustre.
Vende-se couro de lustre frjancez, 11 me-
lbor que pode haver neste genero, pelo ba-
rato prego de 53 a pelle : n rua eo Quei-
mado, na bem conhecida loj de miudezas
da boa fama n. 33.
que serao generosamente recompensadas.
Kugio de bordo do tingue brasileiro
Melampo, na noile do dia 8 do correnle, um
negro de nome Marcelino, nacao Cabinda,
. altura regular, secco do corpo, roslo com-
prido, barba serrada e cria suissa, com falla
de denles na frente, e consta andar vestido
Vendem-se meias de seda branca para se- corn paleto, e calcado : quem o pegar leve-o
nhora, o melljor que se pode encontrar a 'a Dordo do dilo navio, junto ao caes do Pas-
39500 rs. o par, ditas pretas lambem muito bei Publrco, ou a casa de seu consignatario
boa fazenda a 29500, ditas brancas de algo- Manoel Alves Guerra, na rua do Trapiche n
as (iiaif!
de todas
des.
MUTILADO
Ligas de seda
para seuhoi
se-nhora, muito bonitas e de muitos pa-
droes, pelo baratissimo preco de 19200,
1*500 e 2/000 : na rua do Queimado, na
bem conhecida loja de miudezas da boa fa-
ma n. 33.
14, que ser bem recompensado.
Fugio um moleque do nome Amaro,
com 12 annos de idade, cor fula, olhos gran
des, pesianas compridas, testa de bico, c os
pes no andar he como o de papagaio, quan.
do talla be alguma cousa gago, tem om -m-
basasmSos do lado do dedo mnimo um
signal como de verruga : quem o pegar le-
ve-0 a 11.a da Cadeia do Recife n. 9 ou ao
cores le lio da Escocia tambem paraliomem Slt' de 08e baplisla Kibeiro do Ka'ria, na
a400e500rs. : na rua do Queimado, na "tela.
bem couliecida loja de miudezas da boa fa-
ma n. 33.
idflo, muito linas a 320, 400, 500 e 600 rs.,
I ditas pietas tambem muilo linas a 400 rs.
j ditas de seda de cores muito bonitas e pro-
prias para baptisado de criancas a 2)000,
' ditas cruas muito fortes para meninos a 400
: rs., ditas de cores de algodao para meninos
a 240 e 3*0, d'las brancas para meninas a
Vendem-se superiores ligas de seda para j 240 e 320, ditas cruas e brancas para ho-
n.eiii a 160, 200,_2iO,_320 e 400 rs., ditas de.
"
ILEGIVEL
PEHN..: IYP. DE M, F. DE FAKIA 1857:
' .-
1
V


Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID E6HLMK39N_4Z4N5U INGEST_TIME 2013-04-27T00:06:16Z PACKAGE AA00011611_07738
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES