Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07737


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Full Text


ANNO XXXIII S. 8.
SH.IM. FEIKA 20 l) ABRIL E mi
Por 3 mesa adiantaclos 4$000j
Por 3 mczes vencidos 4$500.
I'or anuo adianlado 15$000.
Porte franco para o subscriptor.
i:\cahiu GADOS DA SUBSCRIPCA'O NO NORTE.
Parahiba o Sr. Joao Bodolpho fiomn : Natal, o 8r. Joa
uim I. Pareira Jnior; Aracaly, o Sr. A- da Lemoi Braga ;
tara, o Sr. J- Jos* da Oliveira ; Maranbo, o Sr. Joaquim Mer-
nea Rodrigue ; Piauhv, o Sr. oraingoi Harculano A
Cearem* : 'ara o Sr.'juilino J. Kaniui
njmo da Cuna.
. -essoa
Amaiooai, o Ir. Jero-
PARTIDA LUIS REOS
oiimia : .oda.
l-iuras-u, '"i
-. kaUo.Ba
, dlas,**9eMria Imra* ostia.
t l'ai i il'.i : lias -i'_iiiiila- -evli- tai .-.
am, Ali...... _.ir..nt,oi,.: i
s. Ah.!... Rezerroji. Roailo. Car**-*, Altiul.....G-r__**u: *a liY/--f<-ir*.
S. I.i.urriifi l'..o-.l l|l,o, Kazar-1*, I.iiii<"ii.i. Krcju. I'.-|i..i.i. laxa-
eir, Flna, -illa-Helia, Boa-Vi.li, Orion '.i, .....l""
Caoo, leqjae*, SariaUaa, Rio-Fssrav-se, t a. Barreirus, Agua-Proia,
Pimeut-iras e. Natal : qninus-feira.
Tuiit, correto- panet .s lo
a d.i aaaih.
AUDIENCIAS DOS TIUBUNAES DA CAPITAL.
Tribunal do commercio ; legunda a quinlaa.
Belaco ; tercas-feraa e sabbados.
Fazenda .- quartaa e sabbados ai 10 boras.
Juizo do commercio : legundasas 10 horas a quinlai as malo-dii.
Juizo do orpbaoi: segundas e quintal ai 10 horai.
rimen-, vara do civel legundaa a setiai ao maio-dia.
Segunda Tara do civel: quarlai labbadotao maio-dia.
EPUEUERIDES lio HEZ DE Allltll..
1 Quarto cresrenle ai II horas e l.minutosda tarde.
9 La cheia a 7 hora e '< minutos da farde.
I~ Quarto minguante ast horas e 42 minuto da maohai
24 La nova ai 4 horase 55 minuloi da urda.
i-iti-AMAIt ll. ilii.ll-..
Primeira o a 3(1 minuto! da uianhaa.
Segunda 0 e 84 minutoi da tarda.
DAS da semana-
so Sagunda. os Pra/eres de .Y Senhora.
21 Terca, i AnieliDo tre: AMecalu e Silvio Mol.
22 (loarla. Se. Soler ctaio l'p. Mu.
23 Quinta, s. Jorje m. ;s. \dherto b.
21 Sella, -VI de Sigmaring n, I.. Ss lloiioriu e Mileiu Hb.
35 Sbado. s- Marcos esangulisla. ; s. Ilcrtiiiuo ni.
26 Domingo do Bofa Pastor c segundo depui da paschoa.
ENCARREGADOS DA M'ltscitircAO __U MI
Alagoai.o Sr. Claudino Falcao Diaa ; Babia, o Sr. D. Duprai
Rio da Janeiro,o Sr. Joao Hereira Martina.
I M PKItWMW O.
O proprietario do DIARIO Manuel Figiniroa da) Faria. aa bu
livraria.pracada Indcpeodeucia o*. 6 a 8.
PARTE 0F7IGIAL
aOVERNO DA PROVINCIA
E-xpedienie do da I i de abril
< nlicio Ao _*xm. general comrnandante das ar-
mas, para qiM te ^ sirva ue m.ndar apresenlar ao I eonhecimeoto dagaaroTcJito devuloi e-ito. o aviso
do ministerio dos negocios da guerra de 'M de marro
COMHANDO DAS ARMAS.
Qu.ine: general do conamando dea arma* de
Pernambuco na cldada do Recite, ib 18 ale
abril de 1857.
OKDEM DO DA B. 1.V.I
t* general commaiidanle da- armas publica, para
juiz municipal da segunda vara dcsla ei-lade mu
soldado d* cavallaria, alim da conduzir a seas des-
laos o ollicios relativos a cunvocacodo jury.
Dito Ao mesmo, enviando para o conveniente
destino a guia da consignara de -0.-000 meosaes,
que clen.ir.i na corle o alfares prancisco Antonio da
Vega Cahral de Nones Uatqatla l'im-niei.
Dito Ao chefe de polica, inteirando-o de que
a Ihesoararia provincial lem ordem para pagar as
coalas dan desperas feilas com os presos pobres da
cadria de Serinhaem no mez passadn, e bem *
mi com os reparos e as quarlel ao destacamento do termo do (oianna.
Dilo A' llif-ouraru de fazenda, commuoican-
ilo-lho que, por decreto de 2S de marco ultimo, lo-
ra noroeado o bacharel Frauuisco Bernardo de Car-
valho para o cargo de juiz de direito da comarca de
ullimo, pelo qual se mandou cenar a pratica de alu
carem se casas por conta do govrrno para alojamen*
lo dos olliciies perleucenles aos eorpm do eiercilo
destarados nesla provincia, ou de se Ibes abonarein
grallticaeoes para esse fim.
O mesmu general faz cerlo,para os lins eonveuien*
tes, que boje conlrahio novo engajameoto por mais
seis annoa, nos termos do regulamento de 1 i de da-
/pinhro de 18V2, precedendo inspeccilo de saode, o
Sr. segundo cadete da segunda companliia do nono
halalhao de inlantaria, Joaquim Josc Neves ile Sei
tas, que percebera' por sobre os ven.linelos que
por le Ibe cninpelirem, o premio de fOOsOOH r.,
p igo na forma do art, :l do decreto n. H0i de 1(1 do
junlio de IK'>'i. e lindo o engajameulo .....i dala de
Ierras de 2:j(KI hrarjas quadradaa. Se deertar, in-
TacaralU. Ciramunicou-se lambem ao presideute i correr' na perda das v.iiitagens do premio, e da-
da relaja i a ao nomeado.
Dilo A' mesma, devolvendo os papeii relativo
ao pagamento da quanlia de 57?SiU que o tenente
Ghrislovao Pereira Pinto, cnmraaiidante do destaca-
mento de guardas nacionaes de Olin.la despender
com o fornecimeoto de luzes para o quarlel io mes-
mo destacameulo, afuu de que saja eflectuado o res-
pectivo pagamento.
Dito A' mesma, para mandar adiantar ao di-
rector da colonia militar de l'inienteiras, sob a res-
pooaabilidade rta presidencia, :i:UIMIg para occorr'er
as despezas daquelle eslabeleeimenlo uo corrente
mez, e nos de'inaio e jonlio viudouros. *. .nimuui-
sa ao snpradilo director.
Dilo Ao juiz de direilo de Garanhuns, commu-
Dicando llie a recondueco do bacharel Joo 1 ijii-
cisco Duarle no lugar de juiz municipal e de or-
ph.i >s do termo dearanhuuri.Igual aojoizdedi-
reilode Santo Aolilo acercada reconducrao do ba-
charel Franciico de Souza Carao Lima em igual lu-
gar oaquebe termo, e tizeram-se a respeito de am-
bos as demais commutiie.n-es.
Dito Ao juiz de orpbaOs desle lermo. commu-
uicand-lhe que fura concedido pelo tuverno Im-
perial a Joao Pacn lo da Silva duimarAes, escri-
vo de orpbos de*ta cidade, uro amro de liceora.
Commanicou-se igualmeole au presdanle da re-
lacao.
Dilo Ao iuspeclor do arsenal de marioba, en-
viando para lerem a conveniente publicidade os
templares das lraducr;es de avisus aununciando
aos navegantes o eitabelectmeule de pbariies em dif-
fereolei pontos da Europa e dos Estados-L'uidos da
America.
Dilo Ao arsenal de gowra, (raiismitliu lo-lba
copia. do aviso da guerra de 30 de marro ultimo,
declarando que lem de ser enviadas para esse arse-
oal pelo da corle 10U arrobas de plvora e V) dilas
da lina.
Dilo Ao subdelegado da fregiiezia da Boa-Vis-
la il ,-sta eidade. -In resposta ao oiTicio de 7 do
correte, em que Wie. ptde a emneracao do car-
go de sobdelrgalo da freguezia da Boa-Visla, lenbo
a declarar-lbe qu, a vista da informarao ministra*
da pelo ctele de policia, e coustanle da copia in-
clusa, n.lu lie possivel conceder a e\onerae;lo pedi-
da, vislo que sao Bjaeaaaariaa os 0001 servir is, m
osla presidencia espera que Vine, continuara ,1 pros
ta-loa.
DilokA ciiminissao de bygiane publica.Kesnoo-
dendo ao ullicio que Vme. nirlgin a esta governo em
K lo correle, lenho a derlarar-llie que, visto eonli-
noarera a appsrecer alguns *aaos de fehre amarella.
a bordo do navios surtos nesle porlo, o etislirem na
hospital provisorio da ilh 1 do Pina, alguns doeul-s.
que amda nao tiveram alta, cnnvem que o referido
hospital seja conservado pelo lempo que fr <--in t.i
mente iiecessario,[a/cndo-se porem nopessoalreoste
eao qoe for compalivrl com as circunstancias oceur-
renles.
Por el occasio recommendo a Vmc. que, com-
binando com o provedor da saude do porto, faca en-
cerrar o mesmo hospital, logo que cessarem os moti-
vos qoe etijam imperiosamente a sus continuarlo.
OOlciou-ie a semelhante respeito ao provedor da
saude.
DiloAo lhj>soureiro das loteras, para que, nos
termos do art. V. do regulamento provincial de 7 de
abril de t8~>,organie e remella e tabella de tolas as loteras que lem de ser enlrahi.lds
com atlenr.'iii a ordem cbrounlogiea das cuncesses a
maior aeres.idaile dos couceisionarios, e as prefe-
rencias eslabelecidas por lei em favor de algumas des-
sas loteras.
Portara(juico !en lo ao primeiro lente do pri-
meirn balalh de arlilhana da guarda nacional do
Kacife, Joa 1 Mauoel da Costa e Silva, seis mezas de
licenca para tr-tar de sua saude.Commuoicou-se
ao cummaudaule superior.
Expediente do secretario da provincia.
Oflicio--Ao secretario da assein lea provincial, de-
volvendo o reqoerlroeuto dos desenlilas da reparli-
rjo da* obras publicas, acompanhado da iufurmacao
mioistrada pelo respectivo director.
DitoAo mesmo, enviando uin artigo de poMura
addeienal, confeccionado pela cmara da Victoria,
e bem assim orna represenlaeilo em que a mesma c-
mara propdeavenda das Ierras do seu patrimonio,
situadas na comarca do Bonito.
DitoA tbesouraria de fazenda, remetiendo i or-
dena, sendo urna do ministerio da guerra, e as de
mais do tribunal de thesouro nacional, sob nmeros
55, 57 59.
Huellas a que liver direilo, sera' considerado com
recrutado, desconlando-se no lempo .lo engajam-utu
o de prisao, em virtii e de senlenra, averbaulu-se
esle descont, e a perda das vanlageus uo respectivo
Ululo como esla' por lei determinado.
AVISO.
Rio de Janeiro. Ministerio dos negocios da gueira
em III de marco de 1857,
lllm. e Etm. Sr. M inie V. Etc. cessar a pra-
lica, iiiiro lo/.i.i 1 nessa provincia, de alugarem-se por
conta do governo casas para aquartelamenlo dos of-
liciaes perleucenles aos corpus do etercito ah des-
tarados, uu do se lile abonarein, para esse Mu. gra-
lilicares ; pois que nao i-o le nessa provincia pre-
valecer para ons >anlagen, de que no geral dos
oolros nao gozam os mais ofliciaes do mesmo eaer-
cito.
Dos guarde a V. Etc. Marques de Ca.rias.
Sr. presidente da provlucia de Peruumboco.
Jos Joaquim Coellio.
ORIGINAL DO DIARIO OE PERNAMBUCO-
i
PERMAgBUCa.
ASSEMBLEA LEGISLATIVA PKOVI.NCIAI. DB
PERNAMBOCO.
Sesi&o ordinaria em I (i da abril de 1857.
Presidencia do Sr. .Ion- fci.o da Sifia.
Ao mein oia, acbau.io-se prsenle numero legal
dos Srs. deputados, abre-se a sesso.
I.ida, be apprnvada a acia da anterior
" Sr. I'rimeirn Secretario aprsenla o segoinle
EXPEDIENTE.
I. m ollicio do secretario do governo, remetiendo
para serem distribuidos pelos Srs. denotados, :|8
exemplarcs do relalorio, e conta de receila e despe-
m do cnnselbo .ulrniii.irauvo do patrimonio dos or-
pbos, verificada do 1- de Janeiro ao ultimo de de-
zembro do auno panadoA' distribuir.
Oulro do mesmo senhor, remetiendo a informa-
cSo dada pela cmara municipal sobre a prdeni'io
dos padeiros.A commisso de negocios de .i-
maias.
lie lido e approvado o segoinle parecer :
A commiss^o de negocios de cmaras para po-
der dar o seu parecer sobre o reqoerimenlo de Jos
Francisco Pereira da Silva, precisa que a cmara
'esla i-i.1 ,.i.- Informa acerca da praiaacio do salp-
icante.
k Sala das commKrtea da .1- emblea legislativ
, vincial de l'ernambuco, lli de abril de 1857.
Oliveira.Bogo Barios.
Tarobem ti* lido o mandado im,.. ir.ii. o segeini.
..rio.rio :
1 A a-semblea legislativa provincial de IVruam-
bnco resolve :
"Ait. |. I'ici creada urna fregiiezia na capella
de,No.sa Senhor*. da Coneaicjro emOuipapa'.
Arl. Esta nova free.uezia lera' os limites :
Principiara' no rio Pirangi no lugar barra do ria-
cho Perpiri, essguira' por este mesmo riacho Per-
piri cima at encontrar o riacho Cug,', e daln se
seguir' ale o lugar denominado brejo d Joao Al-
ve, unde seguindo-se a estrada denominada de
l-'eijao, sa bira' na grande estrada de Pauellas e S
Bnlo, por onde se subir' al encontrar o riacho
Chalo, e seguir' por ele riacho cima ale a divi-
silo da fregedla de S. Benlo acompanbando-a al
a eslr.da de Canholiuho para a lagem do Canholo,
descendo-se esla lagem al encontrar o sitio Caoive-
le, dmsao da provincia com Alagoas, e seguir' pela
mesma divisilo al Serra Grande, donde seguindo-se
ira'ao mesmo rio Pirangi, barrada Prepiri, pri-
meiro ponto da divisan da freguezia do Bonito.
o Paco -a assembla legislativa provincial de
l'ernambuco, 15 de abril de 1837.Ur. Baptista.
ORDE-M DO DA.
Conlinuacao da segunda discussao do proiecto n.
11 rom as emendas a elle oferecidas.
O Sr. /'residente deita a cadeira, que be oceu-
pada pelo Sr. 1" secretario interino.)
O Sr. A. ( acalcanti requer urgencia para en-
trar logo em .1 isru--.ni o projecto que aulorisa a c-
mara municipal a vender os terrcuos que possue lias
C neo Ponas, a estrada de ferro.
O Sr. /ipaminondas de Mello diz qoe nflo sabe
como se vi Iralar desse negocio da estrada de ferro,
nao leu lo sido dado para ordem do da, alguns se-
nhores aflirmam que eslava dado para a ordem do
da) e qoaudo ha uns poneos de das se trata de va-
rios projecio<, cuja discussao anda te nao termiuou,
c assim entende que seria melhor continuar na
dhteossau dessas materia, passando-se depois a Ira-
lar do projeelo, para que se pede urgencia.
O Sr. Ignacio de llarros observa, que o projecto
para que se pede urgencia, he muilo simples, que
& ^l.^SL..
I'.l DB ABRIL DE 1857.
Tataijra, Alfredo e cantos Populares, por II. P.
da Muraes Pinheirn. Plan-llistorin 011 Itesu-
mo njnothico, histrico, genealgico do imperio
do Brasil, feino de Portugal e /umiUas reinun-
les nestes paizes, prlo teuenle-coronel de enge-
uheiros Jos Joaquim Rodrigues Lopes.
O Sr. M. P. de Moraes Pinheiro acaba de publi-
car uioa tirio-hura, fructo das suas primeiras locubra-
es, que revela dedicacao -s ledras, e principalmen-
te ao i-.tu lo da liuitoa de Camea.
O livrn rompe-se de tres parles disliuclas : pri-
meira Tataijra, segui.da Al/redo, lerceira 6'OMoi
Populares.
O objeclo priniipal da primeira parle da obra lie
um episodio da historia da revolucio de 1SI7, illu-
mm.i lo por meio do romance.
latay'*, que em tillaran' qur dizer mel de logo,
be urna iadli. da trbada l'eafii, dotada de urna rara
belleza, e ni.'ural da povoaeao da Escada, perlencen-
ta a cidade da Victoria.
Cesanno, Dlho de um rle0 proprielario do lugar,
ama etlremoaamonle a lalayra, que Ibe retribue
com igual pattu.
Yup, fillio de una cigana, descendente da mesma
tribu yealuen dia, que o repelle coir. desprezo.
Entretanto arreb>tiU a revolneao. Cesarino fa/
parte de expedico que d 1 scada niarcbou para a
1 1 la le do Keeile. Vup.i lambem alista-se voluuta-
nameule as tilieirs do coiiliugente expedicionarij.
1 :om um lim oecullo e siuislro.
No recontr > que levfl lugar no engolillo do I r.nu-
che do Ipojuca, entre O eieicilo realista sob o com-
mando do marechnl Cosominhe e as forras revolu-
cionarias de Peruimburo. Cesarino he ferid.i mor-
talmenla por urna puuiaiada que Ibe desfecbara
Y opa, para alegar o seu amor repellido por i,i-
layra.
Depois desle successo Vopa volta para a Escada,
- assasdoa o pai de Casarino. Talayra, ao saber da
propria bocea do indio qje o seu amante fura por
elle embalado 110 campo da batalba, cabe mora
repentinamente, e Yapa morre lambem, envollo as
chammas de um incendio por elle aleado no cume
dos montes, qoe cercam a hoje villa da Es-
cada.
Eis-ahi o dado rom ntico, e o episodio, etlrahido
da historia le 1817, be o recoolro da* toreas realis-
tas com as forcas republicanas.
Talayra a Yup sao typns da raea primitiva do
paiz. O aolor leve por lim, segundu uos parece,
descrever o estado de abalimeulo em que se acba es-
la raea. qoasi ctliucla ta aldeia da Escada. e as de-
predacOea que ha sollrido as suas propriedades.
OSr. Aluroei Pinheir he dolado de ama imagina-
cao viva. Deu provasd* ler e-tu Lulo a lingua por-
loEoeza, porcm parece que se oceupou mais com a
forma do que com o pensaineulo ; e o dialogo poda
ser mato animado e mais dramtico.
Como acontece ordinariamente aos que d3o os pri-
IMiroa passos na carrrira das scien.-as e das lellras,
fez mu uso ecessivo do emprego das imagen-, e ac-
cumulam deseripeoes sobre descriproes.
He verdade que as b-ll'zas do ornara e a profusao
de imagens atleslam riqueza de inlelligencia, mas
cum/ire que sejam usadas com certa parcimonia e
d'scncao, porque o abusn desles meios prejudica os
caracteres es cer a naluralidade e a clareza.
Querendo imitar aos anligos classicos portuguezes,
o aulur lez igualmente um emprego pouco modera-
do dos eptetos oratorios, dos hyperbatos e das elyp-
sei, e dabi resollou que u esly lo be alguma cousaas-
pero e um pouco obscuro.
Deve-se defender a herancj inlellecliial que nosso<
pas nos traii-iinlliram. devemos cultivar a lingua-
gem deque se serviram para manifeaUr o peusamen-
lo ; mas como o peusnmenlo segu hoje orna evolo-
{gu diversa, a forma da sua revelacao lambem deve
ser diversa.
Pililos de um seclo de tentativas audaciosa*. de
innov.ces temerarias, o talento deve explorar todas
as estradas, e associar a arle clas-ica de escrever a ar-
le m ideroa ; e cuino nclualmenle o sol liilerann
para 001 c para mullas pavos paira as margens do
Sena, devenios inocular em nossa ndole esse goslo
fcil, claro esympalbico, que distingue a nacao fre.n-
c/a.
Nao queremos que se admillam neologismos e\co-
sados.nem queso vicie a lingiiacom as impurezas,que
lauto a I- ilirnn noslius do seculopassado : que-
remos que se estu lem osisens elemnilos. isto lie, oe
vocabulos, masque o emprego relativo seja tan fcil,
liln rpido, lao nalural como ido boje as necess dades
do peiisarnenlo e da inspiracao ; e que anime podc-
rnsamenle os ver-os e a prosa, pni> qoe o trabalho,
os -ollrimcnlos do espirito se deveui reflectir no
idioma.
Vi principiu ^0 sri ulo presente, nasceu cm l'or-
luual nina escola, labida das ruinas do paasad.....
cuja Trente se acba hoje o i Sr. a. Ilercalano, Elle
I a iinitacao de Chatcaubriaid, Lameimais a Limarli-
ii", conibaleu alguns espirites que so diziam herde-
! ros de um paeaado que ja tiuha feilo seu lempo, e
banio as rearas clasicas, a volita arle de escrever.
0 autor ! dea aurora nova que hoje vai brilhando no hori-
-onir Iliterario porlugiie/ ; eserrve com loda a pu-
reza do idioma,mas segu a lei promulgada por Cha-
leauliriand o deque he permtlido aproveitannos-
nns dis ideas o das imagens etpressas n'uma lingus
ealranha para com ellas enriquecermos a nossa, co-
mo se lem visto em lodos os sculos a em lodos os
lempos, a o seu raly lo he claro, elegante, fcil, e
ympalhico. sem e.ses Uyperhatos, torneos de phrase
e elyp.es, que dilo em resollado obscoridade do
peu'amenlo.
O eslylo do Sr. A. Ilerculano he o mais poro e o
mais bello que conhecemos em Porlogal ; esta' mais
de harmona com ai neceiiidades actaaes do pensa-
n id,1 mais importa do que urna simples autorisacao
a cmara municipal para serem desaproprados os
terrenos de seu dominio de que precisa- a compa-
Dbii da estrada de farro para a eslaco terminal da
mesma estrada.
Diz mais que he do inleresse di casa, que os em-
preitores do caminho de tVrro nao possam altribuir
a demora dos trabadlos aos embarazos da aequisic,3o
desses terrenos, e por isso espera que a cmara ap-
prove a urgencia.
Consultada a casa, adopta o requerimenlo de ur-
gencia, e em seguida suhrnelte-se ao coubecimetito
da casa em primeira discussao o projectu 11. 31.
o A companliia da estrada de ferro requer, nos
lermo. da stima das condicoes, a qoe se refere o
decreto n. 1030, de 7 de agosto de 1852, a desapro-
priacao de uns terreno) no lugar das Ciuco Poetas,
desuados na planta jonla, dos quites se acha He
posse a cmara desla cidade e dos edificios, que lid-
ies e\islem, e. perlencem a mesma cmara, afim de
construir naquelle logar a estarlo terminal.
" A cnmmissdo de negocios de cmaras, a quem
foi remedido esse requ^rtmento, lomando era eon-
-ider.iroo u seu conleudo, e leudo em vista o nflicio
da mencionada cmara, no qual pede autorisacao,
na forma do arl. 12 da le de 1 de ooluluo de 1828,
para alienaros referidos terrenos, e edificios, be de
parecer, que se adopte a seguate reaolucilo :
" A assembla legislativa provincial de l'ernam-
buco, resolve :
Art. nico. A cmara municipal desta cidade
lie,1 aulorisada a alienar os terrenos, de que esta'
de posse ue lugar das Cioco Puntas, bem como os
edificios nelUs existentes, de que precisa a compa-
nbia da estrada de ferro para a eetacao terminal,
que se lem de construir no dito lugar ;" precedendo
a devida nideiiiiii-nr.i 1 na conformidade das leis em
vigor.
a Sala das comroissoei da assembla legislativa
provincial de Pernambnco, 15 de abril de 1857.
Antonia Jos de Oliveira.Jos Joaquim do Reg
Barro, u
Nao bavendo quem per-a a palavra sobre elle, he
poslo a votos, approvado e di'pemado o intersticio,
a requerimenlo do Sr. I. de Barros.
Prosegue a discussao do projeelo n. 11.
Cine 11 la substitutiva ao arl. I.* do projecto
u. II. '
Kiram augmentados coai 20 por cento os orde-
nados dos empregados da secretaria e casa da as-
sembla, secretaria do goverim, directora das obras
publicas, com excepen dos engenheiros e ajuitaiiles,
que terao -rnenle de mais 90QJ) annuaes para caval-
gaduras, thesouraria provincial e guardas do cousu-
lado provincial.Oliveira.(jameiro Jnior.
O Sr. ti. tiuiniardes:Sr. presidente, direi pou-
cas palavras acerca do projecto e emendas que se
acham em discossao.
A-signei o projeelo com restrieces, e ja dei as
razes dellas, mas sou forjado anda a fallar, nao s
par* dzer que me opponho a diverias emeo ia ofle-
recidas ao mesmo projecto, como aproveilar a occa-
sio para de algum modo defender-me de censuras,
qoe im Diario da casa hoolem escreveu o engenhei-
ro Mellu R-go...
O Sr. Presidente :Mas islo uao esta' em dis-
cussao...
O Sr. ti. Ultimaran :Parece-me, que esloo
110 direilo de laze-lo agora...
OSr. Presidente :Estara, le llveaaa relarao
com a malaria.
O Sr. ti. GuimorSet:Tora malta relacao, por-
que se disse, que n'uma das discusses passadas eu
e-tava em erro, e por isso quero dar as razes do
ineu erro para mo licar de menliinao. Nao lenho
ii.leiires de dirig r invecliv-s a uinguem, porque 0
Sr. engenhriro Iralou-me mullo bem. mas ofd
do todava dizer algoma cousa, Iratando-o 121
mente.
Eu disse n'uma das diseasada pas-adas. qu^
devia dar cavaladuras ao* engenheiros, para qo
na continua.se o abuso que o governo liaba prala-
c^ o constantemente de dar estas cav.ilgaduras sem
autorisacao legal. Se eu disse islo, Sr. presidente,
r.u porque na occasi.lo da confeccilo do projeelo. es-
tando presente o nubre collega o Sr. Siqueira Cl-
V.leanli, dise o Sr. Augusto de Oliveira, que era
conveniente darem-se esaas cavalgaduraa, porque os
engenheiros linham talvez mais do que ai illo que
Ibes dava o projeelo.
Ora, en devia acreditar oas palavras do Sr. Ao-
gustu de Oliveira a lodos os respeilos, e foi a razAo
poique avenlurei aqa'i essa proposicito : se foi in-
vectiva, nao foi miiiha, foi de um oulro memoro da
commissao...
O Sr. Son-a Carialko :Mas uas contas da the-
souraria nao vem nada a este respeito, e he preciso
que se seiba, cojio ie davam es-as cavalgaduras.
O Sr. ti. liiiiiiianies :Se se davam ou nao, nao
sai, o que be cerlo he, que o Sr. Augusto de Olivei-
ra o disse.
O Sr. Souza (artalho :Mas entao don.le sabia
o dinheiro :
O Sr. I. de farros :Talvez o Sr. Oliveira se
ctplicasse mal, ou o notare depulado nao o comprr-
hend'sse bem.
O Sr. 1:. Guimaraes :Ja disse que o nobr*-col-
lega, o Sr. Siqueira C.ivalcanle, eslava presente, e
podera' cont,lar-ase.
Assenlo-me, Sr. presidente, he someute oque le-
nho a dizer, para fazei declinar de mim essa
erro.
I.ida. apoa-se a segoinle emenda :
Se paseara emenda dos Srs. Oliveira e (jamei-
ro, acrescenle-se o seguinte igualados os urde-
nados dos dous segundos olliciaes da assembla pro-
vincial.Paula Paptisla.
O Sr. Paula Ilaptlsta :A emenda asaigoada
por doua Srs. deputados (o* Srs. Oliveira e Gamoiro]
mandando dar a certos empregaios provineiaes mais
20 por cenlo sobre os seus ordenados, alm de ou-
Iros muilos inconveniente, lem omque be bem vi-
sivel, e do qual deve do estar bem scienle a mesa, que se ganha quando se paga bem ao fiiucrionario emenda. Eu d-i-me ao Irabalho julitameule com o-,cum a dill-ienea de que nada sa da' ao serrelacrt
porque rrfere-se aos empregados da casa. publiru. e nos temos o esemplo de urna grande na- Sr. I)r .N. I'ortella de comparar o augmento de or- por ler emolumento*, e da-se ao procuredor lisslo
Assim, etistem na secretaria da assembla me of- cao, que nasa mullo bem a seu. empregados e o re- denados que etislem, e vi que a *ni-n 1,1 aprsenla smenle i(H)3 de -1 .iiilir.i-.u em conseqoencia slo*
licial inainr, don. .-egiiu los olliciaes, e um Icrcero. sulla lo disso be, que sao os empregados modelo do urna dillereuca consideravel, dilliienei maiur em emolumenlos que elle lambem lem ; no mai aeeKo
Os dous segundos utlici-es, sendo arabos de igual mundo, mas porque '.' Porque a sua nacn, os pe relacao aos ordenados do que as gralificaces. o peiisamento da tatiella.
categora, um lem maior ordenado do queouu-
trn.
Qual sera' a razao disso. nao serei eu quem a
i [Telen lo dar ; e em todo o raso o fado lie este.
Ora, augmentando.se mais 20 por cento sobre os
gile-lhes bem.
1:1009 que sequer dar aos primeiros escriptura-
ordeuados de.les emprega.los, dabi resultara'licar | ros, regula a 3 mil e tanto*rea por da: ura.se-
um dos seguudos olliciaes, que actaalmenle ja tem nhores, 3- ganha boje 11111 oflieial de earapio* e o al
maior ordenado, com um aerrescimo maior que o do 1 lemao me-tre pedreiro das obras publicas ganha 5Q
nutro : e por coaseguiute a desigualdade sera' anda j Eutretantu, -enliore-, um empregado be obrigado a
lliminua-se o numero dos empregados, mas pa- a nalavra foi provocar .ilguns escl irerimrulos para
acoberlos das necessida-les, os pe em estado de po- Teuho anda oulra considerado a fazer. que he; A respeito dos empregados das otirac rabisca. *
derem manler a sua h nra, a sua dignidade. acerca dos tars emolumentos, e'o mcu fin pudindo : labella esla' boa, cunsideraudo se romludo grali-
caeao o aogmeulo. I.luauu 10. d.i secretarla dessla
aiamkia, o augmeulu na nie.roas rircamslanciaa
he ronveiiienle, quant 1 aos da secretaria da go-
verno a rainha idea he oinrameiile no sentido de
augmentar os ordeuados dos amanuense* dar-*e
1003 aos amanuense., que e-l.io mal pagu* cm rea-
lo aos uulris emprega los d* mesma rep.utn.'<>.
resolvermos esla qneslia delinitivameule. Creio que
os empregados da secretaria du goveroo lem emolu-
mentos que os da thesouraria pruviueial us oo
tem...
/ rn Sr. Depulado:Nao lem.
O Sr. Meira lleuriquetsAcbo isto nimio
mais ferina sem urna razo ou um motivo que a sus- | ler umn casaca,a apreseutar-se com certa decencia, ju.lo. Cousla-me que na thesouraria provincial so- 1 qu- sao dos mais bem pagos da provincia.
lente e defend. | lem mais necessidade do que um artista. 'meato o secretario percebe emolumentos que nao
Eis porlanlo, a razao parque mandei a miuha Senhores, o empregadu mal pagu esmorece, he lo aividido* pelos demais empregados da secretaria,
sub-emenda, para.no caso de ser appruv.iila a emen- | remisso no rumpnmenlo de seus iieveres, apara Ora, se o secretario da thesouraria faz por etemidu
da de que fallei, ignaler-H os ordenados dos duus j pinnas um cento de vezes c acaba o da por nada j "u anuo 500? de emolumenlos, nao deve isto mere-
sogundos olliciaes. lazer. | cer alguma cons leraCjkO para o augmento de seus
Eu disse0110 caso de ser approvada a emenda Tenho dilo. vencimenlos em relarao asa oulros empregados que
OSr. Soaso (arrallio responde as observaces I nHo*percebem einoluincnlos ?
feilas pelo Sr. I'lieodoro d Silva, e declara aceitar Ogoverno geral uliimaineoteenl ndeu conveniente
as emenda anareeida pelo Sr. Florencio. I acabar com laea emolnmeatoa, nai thoaaoraria* ge-
Vai a' mesa e apoia-se e seguinle emenda : | raes hoje ja' nao o ha ; o goverr o augmenlou os
i V.m vez de primeiro escripturario hOUOC, diga-I ordenado, e abollo os emolumento! qoe sao rerolhi-
se 1:1009...Florencio.
dos dous Srs. depotados o porque esta' entendido,
que votarei contra ; p.irquanlo minha opiniao ja
declarada anteriormente be melhurar a son de al-
I guns empregados que e-loo nial pagos, com quautias
\ lisas e determinadns, e nao com laolo por cento. (1
primeiro mei tende a reparar njosticas, que ja
etistem ; o segundo a augmenta-las.
O Sr. Theodoro daSilca : Nao restitua seu dis-
corso.',
Vai a' mesa e apoi.i-se o segoinle requeri-
menlo :
" Hequeiro que se nomeie urna commissao espe-
cial, para que examinando o projeelo e as difl-ren-
les emendes, orgauise um novo trabalho.Machado
da Silva.
I.ida, he tambera apoiada a seguinte emenda :
u O porteiro do consulado lera' (0113.Silva
Braga.
O Sr. Florencio :Sr. presidente, eu principia-
re! a discussao da forma porque priucipiou o nobre
depulado : elle disse. que esles augmenlus sao laes,
que monlavara ja na quaulia de 13:000;. e onde ira-
mos parar.
Senhores, be principio meo desde que lenho aa-
senlo nesla casa, que se deve pagar bem a quem
serve ; iilo he um dever, agora o que ous devenios
esamisar he, se se gasta como se deve, se se satia-
fazein as exigencias do servir publico, ou se se
Casta por m*ro luto, or mero patroualo, porque eu
cateado, que quando se traa de paar aos empre
gados pblicos, tanto qoaoto elles merresem, tem-se
cumprido um dever, e a qusutia ue 13:000; segu-
ramente nao fara Deso no espirito daquelies, que
tem a coosciencia de rumprir um dever, pag.mdo
aos empregados polticos.*
O augmeolo de 13:0003 que lano alllige ao uo.
bra depula o, uo hekflmaldespeza improductiva, nao
he um luso, be orna oecesaidade reclamada pelo ser-
vico publico. O nobre depulado, illustrado como be,
deve saber, que o empregadu publico que he mal
pago. 11,10 he- tan zelosu, na cumpre Iflo bem os seus
deveres, oomo aquelle que be bem pago.
Dito islo, farol algoroas observadles sobre a la-
bella que foi otr-rccid 1 como emenda pelos nobre.
deputados, observaces que eu julgo de restricta
jostica.
Eu vejo. Sr. presidente, que os nobres depulados
deram aus primeiros cscripturarios da thesouraria
200;.dagratificacao, e aas segundos ItHI; de grati-
licacao e 100; de uajlen'.lo. Ni.lu eu acha urna in-
ju-liei relativa.
Os primeiroi escripluras)ir.s sao empregados de
maior categora, silo empresarios que lem afaiere*
mais importantes e ao passo que elles lem um aug-
mento de -1 ni. de gratilicneao, os segando*.lem
j^aiajBBjuto com a difiereraca de que 100; he ds
ificaeiiu e loo he de ordenado. Islo nie paree e
m -.iijii'tiea, prtanlo eu prco aos nobres aul .res
da emenda que, reflectin lo ne'sta desigual lade, ad-
millam urna meada, que eu vou ollerecer a* con-
siderarlo da casa bascada nos principios dejus-
tica.
Creio que sem duvida e*sa diOTerenca quo eu nulo
escapou aus nobres depulados, e pjr isso vou reme-
diar essa falla coma tniuln emeods.
Alera disto, Sr. presidente, comquaulo eu 11A1
goslo de eotrar em quesles individuaos, os vezts
isso he forcuso, deve-se Hender a que empregados
que trabalham muilo e que tem muilas haliilitaciies,
devem ser pagos em proporcau do seo trabalho, o
que se o.lo da a respeito dos primeiros escritura-
rios da thesouraria que Irahaliiam 8 horas e que
precisam ler mullas habilitadles, pelo que eu enteo-
du que votaudo pelo augmento, praticamos um aclo
de reconhecida juslira.
Eu tamo aventurar aqui algumas proposres, pa-
ra que dellas se 11,10 faca cavallo de batalba*. Senho-
res, o que coovm nao sAo mullos empregados, po-
rm sa empregados bem pagos, empregados habis
querumpram os seus deveres, e nos lemos empre-
gados, que, talvez por cansados. mere;am sua refor-
ma, ou por pSJnco zelosos do servir public..... Em-
fim conclulrei dizendo que nao me parece mudo
forl il-cida a argumenlarao do nobre depulado que
acabou de falla' qoando enlen leu que o procurador
fiscal liaba um augmento excessivo em compararilo
ao inspector : do que o nobre deputade disse o que
eo concloi, foi que u proeorador fiscal era e be mui-
lo mal pague que o iuspeclor era realmente mui-
lis.imo mal pago, porque um inspector de thesou-
raria, aquelle que tm de scalisar to las as contas
da provincia, com 2:100-) de ordenado, he urna cou-
sa que nao tem lugar.
Se eu presomisse que poderia fazer compenetrar
a cusa da oecessidale de elevar os ordenados dos
primeiros escripturarius,a l:400f en a 1:5009,ea 0-
liresentaria a eraenda, porque julgo que he om acto
de jostija, porm creio que seria lempo perdido,
porque haviam de apparecer logo us laes principios
de economa, principios que eu cao emendo, por-
que o que be econmico para mim, he pagar bem a
quem bem serve. Eu eslou convencido, senhores,
meato, e pode ser considerado como urna transirao
da escola creada pelos Sis. Castilha e Liarrelt para
um porvir mais longinquo.
Esla observarlo Ovemos occasio de fazc-la ao
"r os Quadros lu'toricos da nanio portugueza por
C,astilho. Com elTeito, quaodo iernus esla obra, e
ebegamos ao principio do ultimo quadru. sentimos
urna dillerenra extraordinaria ; dissereis que sabia-
rousde mu caminho chelo de sinuosidadesede bura-
cos para ama tslrada plaua e direita, das trevas para
luz.
Tio guindado, tao cbeio de b\ perbatos e de elyp-
Ma no O eslylo dea primeiros quadros, quao natural,
fcil e ciar, he o eslylo do ultimo.
Certamentc encontramos urna dillereuca profunda
quanto a' forma das duas parles desle trabalho tille-
rano, e di-eii.n. comnoscu que o ullimo quadm era
o prodocto ue urna penna diirereute, e que o eslvlo
le pareca com o do Sr. A. II.
Com cuello, ao ebegarmus ao lim da leitura. de-
paramos com urna unta em que a Sr. Castilho decla-
ra que, por causa 1a morle de um seu irmao. que
o aju lara uaquelle trabalho, o seo amigo, o Sr. A.
Ilerculano, se enearregara de conelui-lo, e que a
furrna do ullimo quadro Ibe pertencia.
Ma.deitando departe esla digressSo, e vol tundo
ao noso assumplo principal, diremos que as lioguas
nilu -Ao eslacionarias, e desenvolvem e proiredem
como ludo no mundo, e qoe as ev.lui-.ie- do pensa-
mento sao sempre aeempaohadui pelas evuluees da
Imguagem, embora o ultimo phenomeno se realise
de una ni in.-ir.i mais vagarosa.
Devenios escrever com vocabulos e allucudies por-
legelas, mas isto nao ex-lue que escrevamos cun
a harmona perfeiia do eatylo, cum a graija du senil-
ment, com a descripcilo apaisonada da nature/a e
com a abundancia da ve a potica do autor das Me-
dtocis, nem lao pouco se oppe a que uaturalise-
mos os termos e allococoes e-trangeiras, quando nao
livermos propria. para exprimir as neceasidades do
pensamento.
Anda nao possuimos urna litleralari nacional,
anda aos aehamoa em urna poca critica, em que os
liomens e as cousas procurara fitar-sa n'um lugar
lelinilivu ; mas lemos t que o futuro rea era' as
esparaacaa que a geraeao actual nutre cerca dos
destino* de ama litlrratora propriamenla braslleira.
Al/redo oh o episodio do cholera morbuttm l'or-
nainbuco em IS'iti be laniiisiu eacriplo no estvlo da
Tataijra 0mesmo lutu de descrip;es e compara-
rlo ;
S.o paginas som nexo, sem anidada de pensamen-
to, en que o autor clama contra alguns i'elcdiis da
snriedade : e Alfredo que inorre do cholera na pro-
vincia de Macem, c cujo carpo esta' sepultado so-
bre um rochedo, que Oca entre os cugriibos Vellio *
do Succorro, nu districlo de Santo Amaro de Jaboa-
18o, he urna persouagem ima nidria em que u autor
se transforma para e queixar das injuslieas sociaes
e piular alguns quadros da nalure/.a priia"inbocaua.
0 carcter dominante deslp romance he urna gran-
de melancola, urna philosophia sceptica, e urna des-
crenca absoluta acerca da ju.lir^a social e dos 110-
hre. siMilimenlus do ci raro 1 humano, pi inrip,lina-
le acerca da constancia, da elevariio e lidelidade no
amor das mulheres: esla descrenca a esle srepticis-
mu assignalam nao s elle como o oulro romance
precedente, Talayra.
Os Como* ptpulares Je Pernambnco coiistituem
urna colleccSo dessas historietas que as aias coslu-
mam cuniar as crianzas.
A' nuil ir 11 de Balzac, Prosper Marinee e oulros
escriplores moderups, o Sr. Moraes Pinheiro, reuni
varios desses cotilos, cuju completo forma a allima
parle da sua brochura.
Aqu u joven escriptor peroambucano respeilou
mais as regras da naturalidad* e siugeleza do eslvlo,
porm todava em alguns esqoeceu-se orna ou outra
vez destas regras.
Eis-aquium de-tes eolitos, narrado por ama velha
a urnas criancas. que a enfadaran) com as suas Ira-
vessura., e o qu.l se dcuomioa a Caipora :
ir Mara, anda ca : voa contar-te ama liada
historia, a historia da caipora. Sim, eu vou, miuha
avo. Mana, era urna formosa menina de oilo annos,
viva, alegre, de faces rosadas olhos negros, bem
negros, que llie diziam as mil maravillus : era a
menina dos olhos da boa Tbereza. C rrendo apren-
sada para ao p da av, peguu-lhe 11a rao e levoo-a
aus labios : e ne.se muvimeulo estouvalo us cabel-
los bastos, aindiado- e pretos, cahiram-lbe sobre os
olhos rasgados e vivos.
n Era para ver-se o como ce.sou o arroido dos
meninos, que tarobcm correram para junto da av,
e uns de joelbo', oolros asseolados, lodos alleuciosus,
soousaram dizer :
n Vov, lambem queremos onvir a historia da
caipora.
a Pelos labios da velhina rocoO am sorriso de sa-
lisfarao e conletilaiueulo.
o Meus iielnib -. disse ella, eu vos cont a histo-
ria da caipora, se me promellerdcs que sen-is mais
respeilosos para com a vethice, e se nao vos esque_
cerdes a noile, ao deitar-vos, de impluiar a prolec-
e.to divina.
Sim, sim, vnv, promeltemos, respouderam em
Curo todus os meninos.
o Pois nuvi a historia : e priucipiou assim :
II.
o Eslais vendo o cabero negro daquella moutanlia
que la ao longe vai a correr, e que cum as oulras ir-
unas se eslende por lautas leguas ? Puts era bi que
Jobito, u mouteiru, tiuha por costuine fura de horas
deixar a mullier e os rilhiuhu.,para se ir met r na ea>
pe.sura da mata virgem. Qando 1* cliegava, lie-
pava pelo tronco da jurema, assenlava-ae na rama-
da, arendi* a vela, pparelhava a espingnarda, e
fumando u eachimbo, aconr lava locegado que os
veadu., as cutas e as paca, tossen, riiimuar os oitis
que alaslravam u chao I ma vez saceedeo, que el-
le uuvindo u ilvedo da jaiarac, e o rug'dn do ven- I
lo, o qual passava abalando os iroucos avelhentadosI
da mala, e lev,miando riiivens de folhas soccas, qoe !
cobriam a Ierra ; e o que he mais de admirar rnsa-
uando-se com os vagalumes que brilhavam na escu
rutn, acrediluu 'pie o diabo o ia levar para o oudo
mundo.
Jasus mnrmiiraram Iremlas os criancas
achegando-se aioda mais para junio da avn.
o Como toi ia dizendo, conliiinnuThereza, era
no da d* S. Barlholorneu : mo da, em que o dia-
bo labe do inferno a fazer tentalees aos filhos de
Christ. E a velha persignou-se devola mente. Ju-
lin de tal se nao lembrara, e nem rezado havia na-
quella noile maUasombrarla. Fui por esta causa,
meus neiiohos, que o pobre do Julio lomou os pe-
O Sr. Prndenle declara adiada a discussao para
se pos.ar ao nrramenin provincial.
OSr. Paula IItptiita requer urgencia para cou-
linuar adi'cussau do projedo n. II.
He arjprovaia a urgencia.
O Sr. P. Baplilla prope o eucerramento d,i dis-
cussao.
O Sr. Theodoro da Silva oppe.se ao eucerramen-
to pruposlo pelo honrado membro.
O Sr. /'. /ap/.-d declara que, vislo estar con-
segu lo o seu lira, que era a conUnanCfio da discus-
sao encelada, relira o seu requerimentii de encerra-
raeulo.
Couliiiui a discussao.
O Sr. Meira llenriquet. Sr. presidente, eu
pretenda fallai mullo sobre a materia em discussao,
mas para corresponder a sofreguidao que os nobres
depulados mostrara, iimitar-me-bei a fazer mui
poucas leilex.-s, nao podeudo prescindir de decla-
rar que mo pedia ualavra com o intuito de prolelar
a dlacussAu. V. Exc. e a casa sabetn multo bem,
que eu teuho a curagem necessana p>ra pronanciar
perante lia e peranle u publicu a voto que lenho
de dar au projectu ; ja huutrm l.illei contra elle, e
declaru soleiauemenlc que vulu contra, e por con-
seguale nAu me surcorru ao exp'Lente de protelai
a disciissfin, e menos careco de taes subterfugios.
O Sr. P. apliita: (Juera fallou em prulelar*
O Sr. Meira llcnrii/ucs :O nobre deputa tu pe-
dio o eiicerrameino da ,n-eu--ao, e disse que c ella
fosse adiada, se se losse demorando, notos eugaja-
iiuTit .. iri.ra appareceado...
O Sr. /'. Iljpiifta:Isto ao be protelar a dis-
cussao.
O Sr. Meira llenrigues:Eo son o primeiro a
recoiihecer que isto as vezes he urna estrategia para
lazer cahir o projeelo, mas de miaba parle nao live
semelliaue iatencAo Eu nao sou du* mais cheios
de susceptibilidades, lano assim que me nao {algo
olleodido por ter o nobre depulado proposlo o en-
cerrainentu da discussao, leudo eu pedido a pala-
vra ; nao me julgo uU'eudido com isto, e limilo-me
a dizer smenle que impugiiei o projeelo pelas ra-
zes que houlem aptesenlei a' casa, e nessas impog-
uires derlarei que o fazia, porque e!lc era com ef-
leitu pordemais confuso, incompleto, monstruoso e
enevclopedico.
Oa quo o projecto ha eucxclopedico, ja' o nobre
depulado autor da emenda u Sr. Suuza Carvalbu o
reconheceu...
" Sr. Soma Canalha :NSo aooiado.
O Sr. Metra llenriquet... porqniFao rt. do
projecto coiiluudiudo-se os empregados da thtsou-
rarta com os das obras publicas, e consignando- se
o aogmeulo de 20 por cenlo, o nobre depaiado olle-
recen uim emenda que altera consideravclmente os
augmeiitos concedidos a eses empregados, por con-
secuencia o nobre depulado reconheceu que alo
havia juslira, que nao bavia igualdade...
O Sr. Souza Carcalho :Isto be que be ser en-
evclopedico ?
" Sr. Meira 11 tanques :Digo eu que be enev-
clope lico, porque em urna ni verba involse orde-
nados de diversos empregados, de r,.;i,.|i -, dis-
uadas; e se o nobre depulado reconheceu que os
empregados da thesouraria provincial e os das obras
publica, com razao merecer o augmento de 20 por
cen!*-C0ID" "a ana emenda allerou esses augmeo-
los Como coni'Tri.iuuii urna emenda, dando a um
o aogmenlu d- 500} a uulios u de 003, a oulros u
dedOila e 1009000.
Srs. ha muilos modos de augmeotar ordeaado'. O
veacimeiilos dos empregados pablicos em geral lem a
denominarao de ordenados e de gralificaces, ora V.
Lxc. sabe multo bem que he preciso alleuder as apo-
seniadorias. |iorque edas em certos e d.ienuiu 1 m,
casos dao direilo a tuda o ordenado, e os cofres p-
blicos terao de sullrcr se os augraenlos que se pro.
jeelam forera someute em referencia aos ordenados.
Examinando a labella apreseulada pelo uobre de-
pulado, vejo que le aogmeiila sempre os ordena-
dos, e de alguma maueira parece na haver propor-
ejo entre estes e as gratificace.
Senhora*, mis podemo* ve'r nos novo* estatuios
da laculdade de Dirilu u que fez o goveino ge-
ral ; elle da aquellos luuccioiiarios, que ate de urna
categora iiiuilu superior aos de que se trata, urna
gratificarlo, Sr. presidente, quasi igual ao ordna-
lo, porque sem duvida o governo leve em vista nlo
su os inieresses da inslroccilu publica, como lam-
bem asjabllacfle-. Creio, pois, que a commissao
nao devera perder de visla esle principio, para
que o augmento por ella pioposlo iijo recabisse sii-
meute nos urdeuados.
O Sr. Sonsa Carcalho:Est engallado.
O Sr. Meira Henriquer.Bt o que cu vejo na
rylampos por utbos do diabo, e a visla foi-sc-H.e es-
curecemlo. e perdendo u animo, os bracos largaran)
o* ramos da jurema, e elle veio com ludo o corpo
dando rarabaliiotns pelos ares.
,," .Ai> coiadinho disse a formosa e sensivel
Maria, com os ulhos arrasados d'agua.
E, morreu, vov ".' perguiilaram as de mais
enancas contristadas pelo luccesio do carador.
a Nao, nao morreo, meas aeliahos ': Dos leve
o .i,i|. in.io de sua alma. Os milhares de cipos que
enlrelacavam com a jorema, fizeram qoe elle -e nao
arrebemasse no chao. Depois daqoelle sucees.o,
Juli3o passou muilo lempo sera querer cajar os coi-
lados dos veadose cotias. Mis, como era um mal
casado, logo qoe Ibe passou o medo, quereudo mal-
tratar a pobre da mulher, deitou a cabana e a fo-
gaeira. e >e foi outra vez a perseguir e a malar os
mncenles bichinhos. Faz isto dous invernos. Juliao
que se oao quera emendar do mao proce lim-nlo,
comecoa de oovir toda* as ooites de chova, um can.
Ir, como o de botador que canta para levar o gado
ao acougue. Era nm aviso do co. A caipora ..
Ah vov, o que he caipora i
a Ue, meus neliuboa, a rainha das malas ame-
ricanas. Dizera os caradores, que he urna moca de
cabellos compndos e Luidlos, como seda, que llie
serve de raaulu. A cor he murena do muilo sul que
apanda ; mas que a (oroam bonita de encantar. Ella
se occu|ia em percorrer loda a sarta de caca, grande
e pequea, das matas e capoeiras ; e os'cai.adores
Ibe p igatn tributo de tal, fumo e oleo clieiro."
o Ora, Junan qoe era nial-catado, c que sean
dava da mulher e filhinbos, menos corava de pagar
o tributo a'caipora que an.lava todas asimiles de
escaro a reunir o seu gado selvagem. UlDt noile de
invern, que o noaso Joiido se tinba malquistadn ,1-
inda mais com a mulher, pegou da espiugorda, lan-
rou-a au hombro, e euierrou-se 110 e-.-mi 1.1.1 da
mala.
Olhai, raeos netinhos ; eos meninos olharam
para o cabero negro da monlanba que se ia as nu-
vens, c que o dedo da velhinha indicara. Fo
all que elle fui, o mal-catado !
1 O gallo cautiva, quail lo Julin comecoa a onv
o ramalhar qoe lazia a caca que passava. Eagali-
Ihur a espingarda, opunta-la
e f-zer f.igu, foi um instante, i ralrondo rio"Uro
echin.ii poi mallo leinpu na profuulea da mata, a-
balando o .usure lu cuino se fora tremor de Ierra. \
islosegnm-se um som agudo de bolina, que tez tre-
mer ao Julia.1 nu alto da jurema p u, vozealri-
fazer u calculo.
Os olliciaes leern SKI; de ordenado, 2tar; de gra-
tificarlo, e faiem de emolumento., lermo nieom.
11.....oiii.iu in .,'. latentes n* guarda nacional, Itai.
o que soturna l:iOU;, ao passo qoe os primeiro* *-
cnpluranus da Ihrsuuraria, apezar do aagmenlo qae
se Ibes da', fi-am (euro L.ii.i;. Os seriplarariteel*
secretaria do goveroo, que corresponden) ao* aagaa-
das escnplorarios da thesouraria, term 7500. lazea*
3009 e lautos de emolumentos sobre a baso acusa
lomada, viudo a ler Cilio.;, o passo qae o* segaa-
i- ,10 cofre, o que .irho melhor pur muilas roznes. ''"- e-rripiunnos da thesouraria Ierra l:lKr. 11.
algum-s da quaes ja' furain aqu emilti las ; mas amanuenses leein 500;, fazem 2tt/ de emola mea -
eutre nlo o que vemos, he que boje na secretaria I los, anda por 700; e tantos, os da Ihewuraria,
do goveroo o. empregados tem emolumentos, e al- i cum o augmento que hoje se llie. da, leem Wr-,
guns nu lim do anuo fazem urna -0111111,1 nao pe- leern pin Linio menos ; e he por isso que ea quem
quena ; na thesouraria provincial, cojos einolumen- augmentar aos amanuenses da secretaria.
lusdeviam ser distribuidos pur todjsos empregadu-,
perlencem elles, segundo me toast, exclusivamente
ao secretariu. (Ira, ja'se x pois. <|ue esle tica me
llior aquiuhoado em rellarAu aus mim. empregados
da secretaria, mesmo das dillerentes secres da
Ihe-ouraria a respeilu dos vencimenlos. I.burava
neslas duvidas e soiireludo na tln-.ouraria pruvin-
cial, e ped a palavra cora' o fim de provocar escla
re iuh'iiI -. visto como nu caso de ser o secretario o
nico emprega lo'que percebe emolumenlos, parece
que a commissao 11.10 deixara' de concordar que elle
nao esla' uu caso de ter uro augmento na mesma
proporcao dos uutrns eaipregadns, :iuis que cora ef-
feito he misler altender ao* ordenados, gralificaces
e emolumenta que se percebem, pirquaululado islo
prefaz os venciiiientus de cada um.
I 01.un perianto estas as consideraces que me
moveram a pedir a palavra para dizer Iguina cou.
a respeito du prujectu, e au o desejo de protelar
p .r qualquer mudo a sua dlecoaiie.
0 Sr. A. Caralcanli : De.de jue se apreseotou
esle projecto n, eo-.i, que eu oexamino, que procuro
couipreender perfeilamenle o pensamenlu de seo-
autores, e su agora, depois que falluu o nobre depu-
nloque me precedeu, beque pide litar a miaba
opiniao.
L-tou resolviJo a volar pelo requerimenlo do meo
nobre amigo o Sr. Theodoro no sentido de se Ho-
rnear ama commiss.o especial. A questao, Sr. pre-
sidente, esl.t um poucu intrincada ; os augmenlus
em legra geral sao nece-sanus paia os empregados
pblicos provineiaes. nao podein rom ludo ser con-
cedidos era sentido atedale ; ola se pode deixar de
recoiihecer que alguns empreados eslao bem pagot
relativamente a ootroa, entretanto que estes oulros,
em relaca.) aos primeiros, nao perceurm aquillu que
merecem em allencAo ao trabalho que Ibes cabe. He
nina verdade que os emprega ios da tbcsuuraria e
das obras publicas precisara de augmento, mas ma-
neira por que se ha de augmentar he o que anda
e*ta em questao.
Apraaantoa-ae o projecto, apresenlaram-aa depoiiUade que curr.pre seas deveres, que o
diversas emenda", entre as quaes urna labella assig- "''".o < de urna repirUcao importante c
nada pelus Sr-. S. Carvalbu e P. tipti.la ; mas, lan- -ooraria n,lo esla' bem pago com !:IO(r>
ln 1, tirulo-I., n....... t .l.-ii- -_ .... I?____ ..
lo o projeelo como essa t ibella, leern leus def.-iios,
defoitos que teem silo Halados i casa pir diversas
oecasioea e por diversos membros, e qoe o foram de
ni. 110-1.1 multo concludeiile pelo uubre depulado que
rae preceden.
A tabella augmenta ordenados, quando se deve
nicamente augmentar as gratifica;es, e nesle pon-
la he o projectu om piuco melhor," porque as grali-
licacoes so dudas nicamente pelo servico e nao
servem para a aposentadora ; o projecto porm be
anida defeilooso. porque esse augmento de O por
cenlo oao guarda a devida nrapor{io enlre os em-
pregados das diversa* reparOcO-s a que se quer aug-
mentar, ea labella que alias'lita irdenadus e gra-
lihcares lambem esta' del'eiluosa, porquanlo ella
devera conceder augmenlos s como gralilicanlo...
O'JSr. S, Curralho : Nem sempre.
O Sr. A. Caralcanli: A gralilictcao, Sr. de-
pulado, anima o trabalho, excita o empregado a Ira-
balhar, entretanto que o ordenado da-lhe o desejo
de aposenlar-se ; isto uenhum de nos pode ignorar...
O Sr. S. Carcalho : O augmento he muilo
pouco.
O Sr. A. Caralcanli: A idea do prnjerlo he
a que he grralmeote seguida, be o augmento como
g'alicacAo ; esle aogmeulo poren devia ser pro-
porcional, e 20 por cenlo. em relacao a empregados
d* inier ,,r categora, faz urna difrenea muilo ri-
il cula, entretanto que monta a mull em n-L-, ,1 ,
aos ordenados de maior categora que ja' cabio i<-
Ihormenle pagos; essa proporcao be que era necessa-
liu guardar, mas nao se guarda perfeilamenle com a
labella que serve de emenda ao piojecto, porqoaolo
a labella querendo eudireitar, quereudo guardar
proporcao, aprsenla dividido esse eugmento em or-
denado e graliQea{to,
A iniiiha opiniao, Sr. presidente, ja' se s, em
vista do que disse, he no sentido do augmento dos
empregados das diversas reparlices que estau mal
pago* era relar.iu aos oulro-, mas' aagmenlo este que
deve ser Mespre roneedido como' _r.itilieae.ni na
proporcio do trabalho e em referencia a diflerenca
que existe da categora de uns para a de oulros. A
emenda purtoiilo que conslitue urna tabella, a* meu
entender, deve ser approvada di seguale mauei-
ra : (le .
Assim he muilo mais proporc onal o augmento,
lerem-lhe as es|iadua., como azorrague que Ibe
iiil--.-. O cuita 10 apaiibuu lauto, que rau'ava pe-
lla ye-lo ao oulro lia. Desde c-se lem|io emen iou
a vida, fugio das matas, amanhoo a Ierra, amuu a
mulher e os filhos, e viven coutenle na sua cabana.
Nem que la fus-em ingle.es, raa' gente, eoavida-l*
|!*ra as malas, elle nao ia de medo. E nuuca mais
bouve remedio a coudiizi-lo a' cacada dos veados,
uu oolra cora la qualquer
E a caipora, vovo, que lim leve'.' perguularam es
meninus.Continua e continuara' a apasecntar o
sea reb iiiho lelvacam, permittiudo a cacada aos ca-
tadores que pagam o tributo do sal. "fumo e oleo
churus.'. Agora de joelbo', meus orliuhus, e ore-
mos ao Dees que ludu creou.
O menius ajoelbadus entoaram em ciiro orna
orar.au. am que a voz harmonio.., de Mara, com as
vozes dos oulros labios infanlis brandamenle envol-
veram-se com o orvalho e a murrr.urio do regal., e
o ciclar do tent, sobindo aquelle .anlo at ao reo.
como sobe o fumo odorfero que lauca u Ihuribulu
sagrado, no vaslo templo do Siihor.
Cmfira, ron-luiremos pedindo ao Sr. Moraes Pi
aheiro que prosiga na glarioaa earreira que .brai 00,
que m- ni. sobre o livro d'uuro da civilisacAo, te-
lilla mais fu najo'lira humana e ous deslinos futu-
ros ra suriedade.
Corno todos os homens quecomeram, ha de en-
eiinlr.ir troperos e contrariedades a'raargas, porem
nao desaume : o talento e a voolt.de veucem todas
as 'I llleuldailes.
N'uma Ierra como a nossa, em que as prodores
Iliterarias s3o ia raras, oseo Ir.Isitio he dign de
lu la a prolercuo. c o seus nobre. es oren- e a sua ar-
denle a-pirarau para a cultura da- lellras e das -ci-
encias silo o ngnal evidente de ura ritonbo futuro.
Agora passaremos a tratar du Plini-llisturia.
lemos ibbaixo do* olhos r-t- trabalho Iliterario,
reeeiitemente jiroduz.ido pelo Sr. (eienle-coronel do
corpo de engenheiros Josc Joaquim Rodrigue-
Lope'.
Esta ubra be a espresslo fiel da assiduidade c da
perseveranra uu Irabalho, porque importa a coordi-
naran de centenares de linha-, de pontos ae longo
de nina columna de 757 divisdes, represenlando ra-
rebanho selvagem, | da um dealea um helo, o cada una daquella- a ear-
reira vital da um ou da dous individuo*, aeomi.....ba-
.-.dos fid
para
Nesle sentido, Sr. presidente, desejando que os
ordeuados sejam augmentados na proporcao da Ira-
I. illin. e 101,1 nio a legjna de cada un dos esa-
preg-dos, vou apresenlar urna emenda, qoe be a
conclusao do qoe acarea de dizer.
Lulas, aporaiu-se as segoinle. emenda.
a Os enipregadoi da Inesoursria proriucial lera
os augmenlos seguiutes :O iuspeclor, cantador.
tbi-uori-irn e procurador h-cal terao mai* i tilulefOe
gratitcirau I0u>. Os escriplarario- e o rserira* da
recelta 200;, os amanuenses, o oflieial da sesrreta-
ria, porteiro, conliouu e solicitador l(rj.A. L nal-
canti. *
Os guarda, do consulado terao maii'a litle de fra-
lilirac-o 200;.A. Cavalcauti.
O augmento para os empregados de secretaria da
assembla proviacial sera' como gratificara*.__A.
Cavalcanli.
O Sr. Florencio :Eo vou ale cerlo paulo dar
una ex|)!ir,i,;.io ao nubre depulado, qoe arabo do
fallar ha pouco, e justificar as disrKMire* do regala-
meato da Ibesoorsna acerca do ordenad* de seo se-
cretario.
E.tou inform lo, que o secrelario da Ihesoararia
lera I; por cada cerlidao, _> de recialro da* pre-
v i-ues, ja) Je eada termo de arrematara*, e que po-
ne regular ludo 250 a :I0U. de emolumento.. O no-
bre depulado deve lembrar-te, que qoando a le dea
1:000; a e-te funrcionario, foi leudo rm cuasi tera-
e.lo. que elle pereebia esse* emulnraealo*, qee atoa-
lam a 3(Hl; ; quero mesmo que chegaem a *>i,
ninguem dir' que o secrelario de urea reparlicaa
11 india que lem ura trabalho immeu.o. porque a
secretaria tem apenas duus empregado*, ala devane
ler urna recompensa desse seu Irabalho, qae ha jos-
lameute os emolumento* qoe elle percebe, emolu-
mentos que Ibe -u dados pelo etceoso de ir abala*
que faz na secretaria, e pelo que ola lem orde-
nado.
Creio ler dado as e.pliraces necesseriaa a* aa-
hre1 depulado, devendo elle altender, qae a empre
pregado
cobbo a the-
Espero que estas einlicaro* -alisfaram aa aobre
ilepnlado.
O r. Theodoro da Silca : Nie reverte ea di>-
curso..
O Sr.... Caralcanli:l'edi a palavra par* dizer
alguma eaaaa que rae esc.|K>u, e foi uniranirnle sa-
br i emen la que diz n-p-ilu sua guarda* du roa-
sulado. Eu coiicordei no augmente do* vet-rimeti-
os dos em|iregados das obras publicas, mas 11J0 f.l-
l-l no consuiadu, por qoe he urna verdade qoe oases
erapregadns nao precisam de aogntealo, islo em ge-
ral ; purera es guardas que nao e-i.iu as roe-asa*
circuinslanrias. por que nao percebem rindun-enio,
leudo apenas MOs. de ordenado, he dejutlira que
man alguma ruu-a se Mies d, e par isso eo prapa-
nho enl.o u augmento de 21N; de gralificaraa pata
esses guardas e voto contra o augmento d 2" pur
cenlo, que nao satisfaz.
Eucerra-se a discossao, e poodn-se a vate* re-
querimenlo do Sr. Theoloro da Silra, he a reama
appmvado.
O Sr. Presidente oornea para a commissao espe-
cial aos Srs. Meira llenriques.Ignacio de Barros Epa-
linundas de Mello, Sa Pereira e A. l-tvalr.ali.
Conlinua asegunda discos-A du art. 70 do orra-
meulo pruvincial cun as emendas oflertcidas. *
I.ida, apela ai a emenda .eguinte :
Depois de seis cadenas, diga-sa sendo nata em
-Magua Srcca. Souza Carvalbo.
Dcpui, de seis cadeiras, dige-se smdu uasa pa-
ra o sexo reniiniuu na villa do l.imoeiro. e pan
seto luaicubuo lia povoarjo da I *q**ritigua___G
boimarlee.
Encerrada a discus.ro, he o artigo approvado casa
a emenda ao S i, rej-itadasas de mais.
Art 8. Cum a subven..iu e associara dos ai-
listas 1:5011/. .--.
O Sr. Si Pereira : Nao devolvea tea discurso.
I.ida, apoia- Additlvo ao S 8.
Com a escola de Industria normal lei n.222
ficando o guverno aolurisado dar-lbe nova orgaai
sacan, ti:OIN).;. Si l'ereira.
O Sr. P. Ilaptista: Apoio a emenda do nobr*
depotado, que eleva a quul.i de.liuada a as*ci-rao
dos artistas a :00(.; res, e o tabello por heve-la
apreseulado.
Todas as paginas da historia brasileira e porto-
gueza e muilas das nutra- n.ires se achim p-r.raain
deste eiigeuboso inappa reduz'i las a urna su pagina.
na qual o dedo ndex do id.-ervadnr. perrorrea4 ao
longo de liabas curvas e recta, permiite ler aatll*
era poucos caracteres, e depara facilmeoto n*u *r>
com as datas du nasrimeulo, casameat* e abita do*
membros deeaaa familias, como com as dalas do*
concilios, tratados e leis, das balalb**, acee. cer-
cos, bloqueins ; cora as datas das dcscobertat, in-
ven, ue-, fuidaroes de edificio., e inonumeiito -*e-
gradus e profano. das inaugurarte* de IritmnaaM
e estabeltciineulos de qu.dquer ordem ; da* e'ev*-
ces e m ir le- dos papas, re e humen.
virhid* uu pur crimes ; ludo islo dtnlrn
d* 7">7 anuos.
Assim como nos mappas de gengrapbia. onde *>
pontos e as liaba* sao subordiuadas mrrr-di.no. a
a e*cala gradual, que com um lauro d'alnas deita-
vam ver ao l-itur a p-isu-.'m desse* ponte* rela'isa-
raente aos patea do mundo e os distancias qae o* e-
param, bera como que dWeajae lomam tantas h-
iih.s, que erprandn aqu e all, na se cruzara, o
mutuamente divergen) ou convergen ; da m imt
sorte, ueste mappa us individuo* a os aconleeimen-
us representados por lindas e por ponas sa* igaal-
ineule suburdiado, a urna escala, que represeala
o lempo, o qual ndice a diren. 10 r fim que let-sCam
esses indis duus, .- juril.iiii.-nl- ,, pota de radiara
tus acoulecimenlos. e o lempo qoe mrdiou entre
un- e oulros.
Ao pas.o que na liaba o. rorollario* se deslazos
do. felos Beata eu menos bem dispoato* na rocmssria
de leilnr, por rnrio desla bella laxenrar.. variadas
e-iri liar ios surgein un- apos oulros, oirque a dispo-
sir.lo dos pontos e das imhas, irpresenlaal*. das
fados e do. individuo., com a roadjva,o das co-
res, que etlrein.m as lamillas, mu ,-.iou.iid.i r-
pidamente a 1 iielli.enci* mauos lgica que seja, ea
aprsenla espontneamente.
Ao paitaa]M na In-tnria e persrrola a marcha vi-
tal de cala lodividu) alravez de innmeras pagina-,
e inuil 1- vezes |iur eeoaadi que ruma, atateaaaf
-.- lira igneraode onde aojoste *e dru n termo b-
i'.liles-.i nnirrlia ; no l'Liiii-lli.tori.i cjda lodlti-
|ie que Ihe -,1o proprios, ea de que do repre- nia-l,, por ama liaba m.iur'oi
loraiii conlempuraiieos di-ntru nu lora do paiz, Uegaaoo viveu mam.........u.-o. se nal-iile. de or,
desde a era chrtolaa de I [00 at os no-sos dia*. | jacto aos ulho, de oUorva -,., com lod.- a. aren
denle grituu-lbe :-De,re" d'ihi car-, d_r"l a"ea! N l";'"1'l;"''' 'a-'l c a de p..,|u_..! deten, ler si- ; l"'t's qut, segunJo .. ln tuna, a devein
._-". la'.iuur. l-ra a ca- dn iindadn-aiiieiiie corapul-ad.is 1
quem assim gniava.
lo Sr. Lopei.para i 1 anhar.
ac
rasla iu por forja luvi-iv-i, Joliao denoii-se escor-
reaar pelo trunco da jurema ale ao chao,
11 (Jue prazer brbaro be esle que leus em peite-
1 guir e malar os pobres aoimae*, que vivem qule-
ir tos, sem fazerem mal nu meio dos seus deserto* '
o llie pergiiutou a rainha d.s matas (narieana*. "
E onde e.la', aereacenlou, o meu tributo de turan.
sal, e oleo ebeiroso, carador ? Joliao linha a voz
l.resa na garganta, e o coraeau pol.iva-llie cum tan-
ta forra que cau>ava d. Picou o collado pasta lo de
medo, e ouviodu de novo o loque da bolina Iremeu
como aa varas arouladas de vento rijo. Logo seo-
lo-se de que os cipos se Ihe enlinbavam pelo corpo,
como foscas de cascavel, e as varas do bosque a ba-
luga-
Irllas ler podido compilar urna inOnidade de dalas
ido, amarello como defunelo, ar- de relos, nao >e discuidando de mencionar
res em qoe muilill desles tartos se deram.
No l'Liin-lli-turia esla datenhada urna arvore g-
nealogica da famil a imperial do Braail, a partir
pato de Allonso Ilenrique.
Em necsa opiaila aale Ireaaaaa he ama verdadci-
ra mvem.' que. honrando u paiz. brm redo no-
f,ra v. r na teaattlie limita la te ama folh 1 de pa-
I pe o reuni da lil-luria universal em ssetis mais 00
iMI nteno* remetes tbealroa, assim romo pela* mapp...
de geuir.plna veniu. cirrum.cf iplos a orna Loba da
1 .1. ... ind viduu. dateendenle de.lc glorioso Iron- papel a va-t.dao do glob.. terrestre rom lodos os ...
f'.'-'-i. ...ti'""" 1"" 'u[a'K poimaiscurl. que recamos eescendrijose ate aan.pl.da da e*pa fosse a sua etisteur.a, nao de ser ahi m.nciuiiadoem '
todas as suas pbases.
Vssim. r-sa que liverara de oceupar um lugar
anuncio ueste Irabalho lodu. os ad.vi.looa, perteu-
eajtlaaa oulras amillaa nacionaes eslrangeiras. que
por casamento se enlrelacaiam lias lamias dos lleu-
riqnes, dos Assis, dos Felippes, dos llragancas, Ca-
davaes e Lafoes.
O Irabalho do Sr. lenle-coronel Lope* he om
monumento de paciencia e de a**ididade, a'* Hw
devera ler ro.tadu murtas vigilia* o iorommdas.
mas fra rnuvenieule que, para manir cl-rrz.i e fa-
cili lade do ob.ervador, arre-criila-aa mais algaa-
esclarerimciilo, que serxtssem como que de chave.
k. Wat.. A-el-Are*./.;
mrnnsm
ILEGIVEL


DIARIO DE PEBNAMBUGO, SEGUNDA FEIRA20 DE ABRIL DE 1857
l>e cerio lempa para ca lem votada nu palavra, | iMim sonhariam ( 011 88 em cada re. Entretanto
qoe pul alguna he a arma dn ridiculo esotra lo- a carne se ha lalhado a I Iii o 20 pataca*.
das as opinins favortveis .10 intereates do povu. Ele escndalo demonstra que a concurrencia he
t M Sr. Deputado :Palriolagrm. impotente para acabar com n mal. e que ha neeea-
O Sr. P. faptistu : He esta mesilla a palavra sana a inlervenels do poder publico. Dlhi a ur-
que alludia.
II meu. ha. lie verdade, que prnruram agradar
certas classes da sociedadr, unas vea lisongiando
eus erro a prelenres exageradas, e entras ve/es
prumelteiido-lbes beuelirios, que na podem rea-
Ittar.
Mas, oolroi lambem ha, que alimentan o seo or-
gulho, ostentando musanle desJein a ludo, quanlo
leude a servir de real benelicio ao potro.
Eulre estes dous axlremof, igualmeule ridiculos e
alioiiiinaveis, e-ia a verdadeira posicao de honra pa-
ra o huinein publico, que quer cumprir os seus de-
veres.
( Algn* Srs., moito bem. '
O Sr. /'. BaplUta : E como nesta forma de go-
veiuo sao mullos os recursos, que calla um lem
para manifeslar-se tomar una pusirao Kgnra, e ile-
lender-sa de tuda a sarta de offensa, asieutei fazer
estas previas considerantes para que nos eulenda-
inoi perreitameute bem.
A orden) publica, nao se enraiza, a nern se per-
petua com bellos discursos somente 1 ninilo* ipoia-
dos) a neiii Ido pouco cun esliinas contra os desor-
dnela de una medida qoe aularise o governo a ti-
rar o povo daMI situaran orillea em que se aclll.
Pastando acora a onlra orJem de nicas, temoa de
anuuneiar que no da 17 do Brrenle intlallou-se
nesla eidlde urna PfyUaTMonicat e a respectiva di-
recrfui paia os dous semestres do anuo Ini confiada
por urna volaclo noanine aos tentares : J. .1. de
.Mor.es Sarment, '. de Almeida, Joto Antonio de
Araujo, Swlft. J. V. Vilelll e A. It. Torres Bin-
deira.
PemamllOCO COnt os helios recursos que patine,
na inleressanle noticio lopographica emlque o col- j dentro do pollo
lorou a n..i-.i: e/.i. e augmentando iodos ..s 11 s na ana ancoradooro ti
popoiiclo, Pernambuce nao poda ser portmaia
po iodiOereiile tu mu........i,i aths
Conaralolamo-noa. tnm .1 apparioio do asente
liel mascara negra qoe lio bonf sonaros pres-
in a' poliota o auno prximo panado ; a como esle-
ja dispnslo a nos revelar grande) srgredos, a de-
noticiar a polica aran les coosas, a a desmaseirar os
locadores, naso oavlremos coa o manir guato pot-
sivel. Sotnoa nos os nicas responiavel pelo que
di.seriius ; nao tema, que lomos al hoja sabido ser
discretos.
Picamos inleiradei, Sr. M. .V. a respeilo dos
rluhs que se tem f-ilo para .1 runlerro de urna ce-
lebre etique, il-uem lera" de perder a vaa !
.So ,da IS da rorronU iseauiic|u depoil do
quinto dn lim por eonaegoinle .le mares muras,
entran de Liverpool abarca maleza Matliilde a
qual demandando I i l(2psd'igua, veto tundear
cun i-to lica prvido que o nosso
.....Ihorado mullo, porqoanto sen.,,,
lem- o livease, o referida navio (na de fondear fre, a
uzea dtscarregir em alvarengas, augmentando despezai e
rieo, como amigamente aconteria. Paranlo ne-
como um eacarneo, ao boato ais- nliuma duvida |ni le llaver, que ni melhoramentos
lo, que su amamos as lulas da poltica ou ilo* cam- do porto pottoi em pralica pelo S". Inapeclorde m.i-
riulia e cap 18o do porto, Elisiariu Anlouio dos San-
las paizes
Irantallanticoa, e alo de nnlras provincias do imperio
do Brasil, ii./.-n
pellos menle Ihe eoosagraram ; e eniie n* delta in-
d-level e rala meuuiria de seus valiosos servicos e
distintas quididades.
Osal que S lite, eontcio da eslima e apreso
que o* h ns Pernambecsliot se uf.u.am de Inhular-
llie. quando nlo recrate a reassamir a presidencia
ao menos em nutras posi*5es mais elevadas, qoe o
sen grandiloqoo mereclnienlo Ihe aguarda, nao se
olvitie jamis dilles, cure de promover o liem oslar
do incremento, e prosperidade da ana norte, aaalm
como se eoiislitoa sempre um decedido propugnador
doasensmais vilaes iateresses, rumo rordialmenle
aspira o
S. S.
30 barra mnnleiga ; a perreira .S; Loureiro.
15 filaos e 1 caita lourn ; n Perreira o* l.oureiro.
2 fardos nizenda de alamino, i caixas dita de indio
e alumino ; a A. f".. de Abren.
"ai barra manteiga : a Tasto .V Irma.
lo fardos e 2 caitas fazendas de algodlo ; a ordem.
192 faites, 18 raixiis c 2 sacros objectos de ferro,(I
barra pregos ; a Geeras l;urnc.
1 fardo panno, :l dilna fazendas ; a II. liibton,
02 toneladas, l.'t quintaos e -J libras de Irilhoezde
ferro ; para a estrada I sacco coin einbrulhos de amostras
&ow&p0nbencial
;;;SIT.AIiO (.KltAI..
Rendimento do da I 17. .
dem do da Is. ..... ,
a diversos.
71:12t87.fi
:l:l2i9ll<
76:2tMa85i
pos ,ie balallia. He urna injosliga desleal; aomos
lio sensiveis harmonas do eco e da ierra, .is ins-
piracOP deliciosas do bello, romo lodo! os bovos de
oriaem latina. Se o gesto pelas ailes nao sf ^r|n do-
eiivolvidu entre nos, he porque nos faltuu cerlaa
Intima. Ora, orna deslaa coodicAes vai aer -an-feiia
com a cieacao da PhUoriROniCQ. AasiDI. cumpre
que as pessoas, que loma ti palle nesla empraza .11-
tslica, na. e-murecain, e a leveni ao desojado ter-
mo. Kesi'arle dealrg em pouco leremus o ansio pela
deiros : ella se perpetua principalmente ataoeiaodo- eondir^ea, que alias s.lo eiiiranhas nossa taaiiir
se os inleres.es de ludas as rlnsses itMJBStriOSas aoa
grandss inleresse* do estado ; de sorte que lodos a
queiraro, apreciem, e defendsm como cuiidicao in-
dispensavel aos seus inlaresaea e justas aspirace*
imuitos apoiados. h lal he a misao inais lutelli-
^eule dos puuere* do estado : nesla assnciac;lo jusla
c perfeita dos interesses das classes, que amain o
trabalho, que qoerem com o trabalhu \iver feli-
zes com os interexea do eslado he que etla' a inora-
li lado e diguidada rio pavo, a calma da satisfcao, o
progresso da riqueza, e a fonle da graudeza da
uarjo.
Deseando ao ohjecto, que nos orcupe, lie inneaa-
vel, que moito* artistas desla cidade, ha inuilo* an-
uos, que se liaaram pelo espirito de associacao, tra-
b 1II1.1111, e se csfuroain para te engraudecerem em
sii.is prolitses.
Alguna, ja carregados de annos, empreaam todo
o aeu zelo e cuidado em aperfei(oarem seus fillios
nas artes,a que os tem destinado.!) eulhusiasmo oes-
tes humos se manifc6la por mullos actos : celebram
siis sesses : vio receber lices de geometra appli-
tos, ao produ/.iiidu bou. resultados eque mallo
ra.nures venUgens offereceril para n futuru.
-ilc iimaulti'ia.
REPAKTICAO DA PQX.XCIA.
Occurrenciaa do da li; de abril.
Levo ao coiibeciuHiilo do V. tic. quedas dilie-
renlee-parlicipariies boje recehidas nesta reparlicao
consta que se deram as icgnnlea oecurrenai..
a.le desenvolv I. em grandes praparcSes, e podire- mSS^ETl^fSS^t t'S"?,'"**' ''"
I necue, r.ieno ue ouza Antunese l.uiz Alves, am-
bos sem patio.
Pela aubdelegaeia da freguezia de Sanio Anlouio,
mus ter lamben) a nossa companhia ixrica.
Ja i|ue rallamos ueste assiimpto nao sera h.ra do
proposito di/er, que se arha entre mis, iiovaiiienle
de volla da Europa o noanaavel Sr. Ramn la, ira-
zendo com sigo urna iiumernsa com|ianhia Ixrica,
composla de artistas, de inconleslavel mtreciuenlo,
sendo judos iiidisliuctameule escolludos por esle lo-
lelligenle emprezariu, no* prmairos theatros da
llal.a.
de Saol .vniia, para avetiaua
Ignacio Joaquu
policiaca.
Pela aubdelegaeia da freguezia dos Afosado*,
Mareolino Soares, Joso Francisco, Manoel l'.orrcia,
Joaqinin Cunta Rodrigues da Silva, Francisco An-
louio e Franciscu Gomes, lodos ellos por uso de ar-
mas defesas, Vicente de Barros Mailureira Lina,
diversas; provincias.
Kenihmenlo do da tal,. .
dem do 1I11 IS.......
.sr.-. redactare*.-Ce leudo da modestia qoe lodo
oh..moni deve ler. quando lilla de si mesrao, nlo le-
nho uutro remedio, aenAo declarar, que o capricho
que laoo em sor aempra sil.....ro e ver ladeiro, prin-
cipalmente a respailo dos irlo* de mu ollirio, obri-
aa-me a relrai lar-ine de um engao que live rela-
livamenls a urna rerli.lii, que pa-se .1 requernnen-1 -------------------
lo da Sr. coronel 1.aspar .le Mene/es Vascouccllu* DESPACHOS lili EXPORTACAO PULA MESA
de Dnimiiiiiud. lio CNSUL a. 00 DBSTA CIDADE Mi IHA
Sun, apresenlando-s*-me ur.ia pehc.tu .1,1 Sr. co- 18 DE \Hltll. DE 1857.
rouel lromiiiiiu I, em 1 uo onlio oulros ^uesitos, re- ; Liverpool Barca Ingleza -Nanihanl". t' J. As-
i.lsbiMi
IT'.I-IKK
i::li.2;MS
Km obras rodas .lo sicupira para r.
a eixos o n
Mol.................
Mili..................
Pedra de amolar.........
liltr.it-..........
11 )i tobillos.........
Piassava em molhoa........
Ponas de boi...........
Sabao ...............
Salsa parrilba..........
Sobo em rama..........
Sola mi vaquola.........
Tapioca.............
I 'uhas de bni..........
Vinagre .............
par
caada
alqueiro
mu
um
rend
11.
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meio
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cenlu
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IH^HIII
Os bilbelta
acbasa-se a
A SOMNMBULA.
tt de p|.,i,., cq,, ,,|M
venda boje, no e'rnpinrio du Ihealro.
Principiara as s bairsa,
*****;<*
TERr.A-FKIKA, 21 DCAMtlL.
Recita etlraatlsieiuj.
Itopresentar-se-ba o umilu applaudido dtaana
llTsEISMU^SlKHliK.
looCaelaaM faraa parte de Juh...
Rematara' .. e-peolariilo a nu\a
coiutdn em 1 arto
mulle ,ece-a
Soi>; : $0 pvtic*
corac-es elles que- te, como cumpr.o. outro conlral.i que celebrou com I u "."""' "" i ,, '"-,.' e"* '!e
assocacao. quer.tn o govemo ,l Maraohao. Fura da. coudicoes do con- "",''"l" d* "S*'" e ,,uc l;"ce.le..do.se ao auto de
s, que compltelo l trato, .rouie o Sr. Ramonda um terceto de prime,- ^11^' ^""nnt IT' T af T*t?
que encontraran!, que o dito prelo morrora afogado.
O St. R iiiinii la, segundo no* consta, nao popou
despeza alguina para em ISo curio espaco de lempo
. poder reunir una rompanhia. poii que os proprios
cada aa artas de noile ; frequenlam esta aula com I jornaes europeus Ihe fazem os devidos elngios, pela
atsidoidade etc. Nada mais julio, e ntaia louvavel, [ lolelliaenria e pericia com que sonbc vencer Immen-
do que jalo. | sas dillicublades, aliin ilc poder cumplir exaclamen
Cedendo aos impulsos dos aeus coraees aj"
rom progredir uesle espirito de
possuir oulr.is aulas auxiliaBor.i
seus conhecimentos ; mas odo lem dmheiru .asquu-
tas, que elles ajunlam para prolegerem reciproca-
mente uns aos outros, nao chegam para isso : a pa-
nuria he o principal esturvu aus seos grandes des-
jala ; porque razao nao havsmoa de Ibes dar a mio,
e abr.-Ibes as portas do futuro, que lao dignamenle
ambicionan) f
Eu Irarei o exemplo da Babia, Na Baha os ar-
tistas honestos e laboriosos,como estes Matos, forma-
ran) a 9ua associacao para o lim de se apetleicuarem
m toas arles prulissinaues. O govetuo e assemblea
provincial daquella provincia os autiliou nesle em-
penho : e os fui auxiliando pouco a pouco ; de sotle
que boje elles tem fundado seu jl.mle Po, e ja sao
bomens do trabalho e economas sao bomens, que
ja ae prendem ao presente e au futuro. E nao sc-
rao lujos etles bomens na Babia suslenlaculos da
ordem ? ja nao tem preciosos iuleresses seus idenli
liojidos com a ordem f De cerlo que sjn apoiados .
Nao sejamos, pois, iiidiflerentes 8 6orle oesle* nos-
sos jrlislas : moslrerans, que ajudamos seus esforcos
para que ellos tejam febzes ; animemos, emliiii, os
ncenuvos \0ara o bem.
I'.is a m:ulia opiniao, e o me -vol em favor da
emend.
OSr. Florencio : Sr. presidente, nao he novo
em mira u procedimenlo que vou ler : qaando se
consignava a quota de l.'.'ilNi; para a associacao dos
artietaa, eu ois'e sempre que era muilu pouco dinhei-
ro. l,embro-me, Sr., ter notado nesta casa que
quando vieram para aqu os Alle.'nae* e alguna dos
quaes ficarain na provincia, ensillaran) aos nossos
ai li.las, llalli resu.iram mullas vanlagens porque
hoje temos alguns artistaa que irabalham perfeita-
ineiite ; islo he urna Tardado, mas porque'.' l'or
que os nossos artistas aprendern) com esses ho-
inoiis. Se pois eu sou da opiniao que se deve auii-
li ir o eusiuo artstico, e te sempte entend que a
qoota era pequea, fiel esses principio* eu desde
ja hypolheco o meu voto lodo cuusciencioso a emen-
da dn nobre deputado.
Jolgo-me na obrigarto, Sr. presidente, de dar
una eipliuacao a respeilo da palavra a palriolagem a
por isso que fui eu o primeiro que nesta casa utou
de lal expressao.
U fir. /'. Baplila : Nao me refer ao nobre
deputado.
O Sr. Florencio : F^u tradozi naquelle lempo
a palavra paltiolagem por patriotismo simulado,
mas a idea que esta' em diacussao he urna idea ins-
pirada pelo verdadeiro patriotismo, por isso que he
ella de recouhecida vantagem.
O Sr. Souza (arratko : Com quanlo recoulie-
c.i a vanlagem da creac.au dos cursos normaes de in-
duslrla, todava eulendendo que sendo o Brasil um
paz ctsencialmente agrcola se deve cuidar antes
em elabelecimentos de escola normal de agricultura
du que de nutras, e nao sendo possivel a vista das
grandes desperas que ja pesan) sobre os cofres pro-
xiuciaes, iniciarem-se todosoa melhoramenlu* ma-
lar iaes, vote contra a emenda ltimamente oftere-
cida.
OSr. presidente nnmea para a commissao de or-
denados em lugar do Sr. A. Siquetu que pedio dis-
pensa, ao Sr. (.luiuliiin. someue pira dar o parecer
sobre a preteurao do Sr. I)r. i'into, medico do col-
legio dos orpbaos.
O Sr. Paula faplhla sustenta anda a emenda,
qoe eleva a quantia designada para a associacao dos
artistas a i:iimi.-, e responde.
Diz que as arles mecnicas pertenrem a lodos os
paizes, e aao o typo da civilisaoao de cada um delles.
i.lue antes qoe o. homem leule affroutar os mares,
conslrue o navio, os apparelhos e instrumentos, que
sao necessarios : que antes de lavrar a trra muese
do arado, e instrumentos agrcolas, ele., sendo lodo
isso cousas mu sabidas.
Alm disso, que a agricultura lem grandes capi-
lae* fiara por ai ine.ina emprehendor grandes me-
lliorainenti s ; entretanto que os artistas, que se dea-
lu un a satisl'azer quasi itifinitas necessidadese enm-
modidadea da vida, sao ae ramenle pobres, e faltos
de recuraoa para levaren) a effeilo seus desejos de
aperleicoamenlo.
t) orador declara, que romprehonde cerlas verda-
daa mu espontneamente : e sent grande difiicul
dade em annoncia-lascom precisa clareza.
Diz que, quanlo aoseu modo de ver as coosas, tem
bando um erro, em que o mesmo govemo geral lem
cabido. Trata-se de desenvolver qualquor beneficio
uo paz : as classes agilam-se, moslram-se desejo*as
de possuir os meios de ensrandecer-se ; e o govenm.
em vez dn aproveitar todas estas disposiees para
acompanhar os espirito* na marcha natural e lenta
do prugresso, acode logo com medidas tomada* em
alto ponto, e assim da' om alimento lao forte, que
os espitiloa anda fracos nao podem comportar.
O orador explica o scu pensamento pela seguinte
modo. Por exemplo, os nossos trtislet, eonscios de
.que nSo podem prosperar com a rotioa, que seauem,
desejam esclarecer-se : nesle caso o que cunvem, be
aproveilar-se seas enlhosiasmns, nulrir-lhes estas as-
piraces, e pouco a pouco ir-Ibes fazendo concesscs
de certos estados. ,
Mas, o que fazemos'.' creamos logo urna escola nor-
mal, creamos logo um curso completo de scienci-s
ii.il ii i ae- com estatutos, director e hedis, e com esle
corisjjo inmenso afuyentamos a lodos, quanUs nao
desejam lauto, e ero julaam carecer de lauto.
Deisemos, pois, que ssles artistas marrhem natu-
ralmente para o progresso em suas prolissoes, sem
o* contrariar, ou sem os Torear a correr com vio-
atajan.
Para jslo, diz o orador, o mellior meio he desig-
narmos una quola maior no orcamenlo para qoe o
presidente, com as ne-essarias informaces, va' sa-
tisfazend| alguns pedidos, qucelies fazem, de modo
a anima-Jos a continuaren) em seus esfur^os e tra-
ballios.
E a vista dcstas COBSiderafoet, conclue o orador
que anda esta' firme no proposito de approvnr a
emenda.
Dada a bpraf a discosao lica adiada.
O Sr. Presidente desiana a ordem do da c levanta
a sessuo a's :ia)ioras da larde.
T.vemoso prazer de ouvir parte delles. fieamos ZZiTEZlZcSjl It "au,l",r '"" e
conventillo* .0 subido lalen.o desle, sxsne, e.n.ara- 5!*ft'i?e"~a?"* *!?Wl,rt ", C""!e
dos da patria, que alem de possuir os recursos ,|, sua Nasc !?,?, Mr,! 5 l& ^" ""',' '"'",""" "t"
ar.e, sao pessoas dislinelas pela sua boa edueac3. ^C'"'CI" ^""- < oaario, ambas por in.ul-
Em ollirio desla dala me refere n delegado do
primeiro diatricto desle termo, em visls da partid-
pacllo que leve do tobdeleaado da fregoezia do Po-
co da i auella, que no da 13 du Berrele pela* 2
horas da larde apparecen no rio Capibjribe.no lu-
gar de Sania Anua daquella freauezia, o cadver de
ras balhariuas, assim como mandnu lazer um lu-lie
la custa, o qual esleve expo-lo no palacio da
academia das boas arles, onde mereceu a approva-
i.3o de lodosos intelligenles pela sua riqueza e bntn
goslo. Reservar-nos-benius para tazer urna discripcAo
circumsianciada desla pera, depoi, que liveimos oc-
casiao deve-la.
Consta-nos que o Sr. Bamonda tuhmelleu a con-
sideracSo do govemo Hesla provincia, um cuiilrato.j
segundo o qual se obriga a dar ao publico pernam-
bucano reptesenlaces lyncas, por espaco de cinco
ou seis me/es, Irazeudo a sua companhia do Mara-
ohao. Islo puslo, compre que a assembla provin-
cial, que presentememe se acha funecionando, vote
os iiudot neceasarios para a taslenla preza.
Os espectculos dram .lu-,- no Sania Isabel CtHlli-
nuam a ser concorridos com o mesmo ardor e a co-
brir de palmas esplendidas o Sr. Joan Caelano. Du-
ranle a semana repeliram-se o Novo Desertor Fran-
i'cz a Duina de Sun Tripe: e sobiiam scena pela
primeivez Oi SeisDei/ruosdo Criwe. Noulra orcasiau
daremos o unsso joizo acerca desla peca, que be lima
liean severa para aquellos que se eiilreaam a paixc
do jogn. Eiilrelaulu, as mesillas sxnipalhias, O mes-
mo eulhusiasmo crea o Sr. JaSa Caelano.
ralleeeraea durante a semana ,"i.> pessoas, sendo :
l'i homefll, S miillieres e 21 prvulos, bvres ; :l bo-
mens, i mnlheres e i pnivulo*, escravos.
pagiNjI &vyi.SrB
1S(B>LI JffiltaCio
U que lie om mo ollio '.' Se nes fizcsaem eme-
Ihaole persanta, Dl refipoiileri:imiw, qm man ollio
he ullio que nm v ou que \v m;i. attim cuino he
un iiilriimeiilu n;'io aquelle que iui loca, urna fa-
ca ra" iquetla que nflo CofU, ele. M-is erraridinos
na espilla, se i-sini r^punilesserao!-', porque lia
milita fenle que sena capa/ n> ver una uindo do ocano e que euirelanto lem mno olho. O
olhu pOH nao he mno quando nflo serve bem a' vi-U ;
sflo outras au ra/e que couslilnem um ma:> olho.
lia ollius lio cobifoaoa, que se se precarem lobra
urna cousa que Ihes Horada, lato lera' iimuh.'-liHi.iii--n-
le seu lim. Se fr animal vai em.isrecendo e deh
banda.)!at que reduzido a pelle e os*os, vai dar qae
i i/ -- a harquiuha Oca como a (iaueira Minaldicoada p|o Senhor, qu>il-
quer obra d'arle, qualquer produelo d'm laitrl para
ser oieanpalli.ido, ou nrruiuad*), uu perdido, hasla
sutlrer a ini[resi\o maunetica daquelle .olhado. Ora
he por comtG'iiiilt* mao o olho que inveja, que eo-
hira u que he alheio, e que leva a' mina o dt-strui-
cIo ludo o que ir-lrneja e nao pode alcancar. O que-
braolo he lano mai* lerruel,quanlo mats h-o me
Ihor he o ohject> que se pos-me. Se liverdes om ca-
v.illiuho que ande Irocaudo .is pernap, e a* queja
f ir. ^ 'in o- oro ba, nAo leu1 ip- medo do mao otila-
do, porque ningoeiD desejara' semelhante joia ; mas
se em vez dis*ofdr bonito, pordn a hum, enlao BOtu-
lelai-vos, nao s porque o cohiraiao, como porque,
perdendo, perdis alsuma cooaa. Pan oa qu- creeni
no quehranlo rara he a dMgraca que Ibes aconlera
de que nao sej elle a causa. Se Ihe- adoece um at-
ibo, Rf vezes ftio como um qua*tmodo,fo\ porque al-
&uem Ihe boln mao olho, embora daquelle sdpinhu
nao se lenha a' desejar lonSo urna perpetua aofOn-
ca ; se o seu cSotinho lie millralado.vai sendo patio
das pulsas e victima da rahu&om, foi quebranto, diz
nagooda sua aenbora ; emlim basta crer em nao olho
para ser essa a eaoat DDIca dos males que COblO-
cem. Mas nilo havera' um remedio para atto mal lao
grande como o quehranlo ? Dizeo que apenas um
mais ioi'ill;\ he urna li; Ouein Iruuxer urna Rffa,
di/tiin esses visionario*, loraa-ae impeuetra\el para
um mao olhado, pode o obj#clo ner o mais bello e o
ollio ser o peior. Por isso no veris nenhuma crian
; i sem a competente (isa, o que quer dizer que a
acham disua de iuvoja, quando muila vez he disna
de servir de lis ; para afogenlar ludo quanlo h- de-
ejo. Ora, sriras a' Dos, que ja* lefohro urna uti-
lidade no quebranto, he dr al^um lucro aos ouri\es,
he sallar (isas. Atlirmam qoe ha mao olho, e que a
(isa previue mao olhado, porfn c.V para n* lodot os
olhos So DIaot, porque iodos desejam c cobicam, 0
lodos i!3 bous, porque nenhiim causa mal semlo os
que ferem os corac**ics. Se di-sessem que sao mao? os
ollios ilas mo^as,porque tem feito e farlo tantas vic-
limas, porque IVrem, porque queimam, porque ma-
lam, nos concocdarlamot que flo maoi os olbot que
lano mal fazem, e que para elles so ha um remedio :
fuiiir. M-:s crer que 08 olho de qualquer bajooio po-
dem fazer alsuem infeliz, he o que nos parece boba-
geni e bru\aria. e maior anda crer as lisas, lia al-
suin lempo alra>\ se podia ridicular^ar netaa feili-
caria, mas boje a' todo r**pou 1em c >m o masuelismo
animal ; e nao lia remedio senao dc Disseram que era sensaboria Calannos nas ca-
sas de jogo, pouco nt>s importa islo, e al agradan.-
no? as tantaboriat. t^nlo que la' vo mais. |)uas
salas de gago acaham de ser abarlas ao* seus devo-
to*-. Ih/iMii que todas as provi encas estao lomadas
para que opaiotsejaro inlciramenle depennado-.
Sini, senh ^re-, emqoanlo oa neophilos se nao ini-
ciara nos imperios do diUicil saao.Hproveilem-n'os,
que a' seu lomo elles farao o mesmo. Mas peusem
que v. i--ai nao he bisca, netn burro, e que a pulira
poda incommoda-los ; mudem-se para os deterlot
d'Afiiea onde a llbcrdada be absoluta, onde nao lia
polica que os va' importunar ; la' sim, aqu iio po-
de o nasao er continuo.
A' quein incumbe o dever de la/.er o curral
para o gado do nal&dooro publico, he a* cmara mu
nicipal, ou su* particulare<> '* Se he ao- particalaret,
eontla-not que no Hecife be feito pela cmara, se he
a' cmara consta-noi que em Uhnda he feito pelos
particulares, que cada um tem o seu, e qoe brigam
por is*o.
^ommwitca5a.
lley & Companhia, i.-jiiii suecos aasnear maaca-
\ailo.
LiverpoolBarra in:le/a ul.indae, James Crabtree
i\ Compaohia, l"."i sarras alaostflo,
fihrallarPolaca austraca "Lijubica, N. O. Itie-
her& Companhia, lilil sjrcus assucar branco.
Lisboa Patacho nacional .Alfredo, Antonio Jo-
a de (jastro, 35 rseos niel.
LisboaBrizne purhnzuer. Eiperieneias, Amorini
Irinilns, l.'i cascos mel.
Exoorlacao'.
quena para eu, cumu tserivio .la au.lil.iria .le ma-
rinha, certifiear-lheas, oosummario ioslaorado e\-
oflicio pelo erime .le eotrabamlo ile arrieanoi hures
appreheiididot na barra de Serinhaeic, e\istein ler-
imis de declaractles e iiaterro^alotiot por elle pruce-
didos DOS diaa 11, e 17 oe oalobto ile 1855, na qua-
lulide relajan a aipielle laclo, rertiliquei que do processo
nj.ia eontlara a lal respailo.
Entretanto, sendo e-u mmha eerlidSo publicada
110 Liberal Pernambaaina de :l do eorreD(e,lirando-
e il ella currllarios desilroso* au Sr. I)r. l.uiz Carlos
de Paiva Teiteira, ruj ioleireta e hunestidade seiio ,
pude pur em duvida, um animo deste magialralo! Aracalv, Inale nacional oCapibaribeu, de II!) lo-
honrado .1 toda a prova, e que esii a par de todo o "'adaa, condozio o sesumle :I.Vl vulomea gene-
procesto, velo ler coiaisn e obtervoo-me, que ti- ros eslrdiianros, I nrrafdo espirito de vinho. II
iba batido encano de iiiinha parle, porque hem al*a tabo, 1 dita boaeles e chapeos, 1 lal cha',
lembrado eslava elle de ler visto junios ao processo 1:i 1,arr"'as assacar, uarris mel. tO caitas charo-
as daclarares e inlerru^alorios pedidos por cerli-
d.in ; e para me Convencer exisio o processo, e mus
aponlou a II. lili c fl. lil : enlao liquei convencido de 1
)oe me havia engaado; porque aa verdarte a fo-'
KECIFE ISDE ABRIL DE 18)7.
AS6IIOHAS DATASOE.
* BETOSPECTO SEHWAL
A provincia esta' em paz, e a semana passou-se
aqui na capital livre de successo alsom lameulavel.
A atsembla provincial lem prosecoido nos seus
trabalhos, e neslcs ltimos das ha mostrado mais
actividade do que 110 principio da ttale.
Entre os disersos projecUa que bio sido .pprova-
dos eo> ttreeira doscosssao, conla-se o que crea o
curso ou escola commerci.il nesta cidade. Era una
falla teusivel que aecusava a civilisarao pernambu-
rana, e lanrava urna repreheu-., torera as asseui-
bleaa passada. l'eliznieule hoje estamos livres du
labo ignominioso com que carregavamos, lilho (o
Mmenle da incuria do pattade, e cuja respousablll-
dade de almima sorte pesava sobre o prsenle. Para
i'oinplnienlo desla obra, resta que a escolha tos
Dfafaaaarea recata em bomens dignos do cargo.
Entretanto, anda esia vez nao nos he dado an-
nuiciar aos nossos leiteres que a assembla provin-
cial converlera em lei o projcelo que aolorita o ge-
vetno a conlralar, por espado de Ires anuos o furne-
ciniento de catne verde a e'-le municipio e ii cidade
de (IInula.
A experiencia tem demonstrado com toda a clare-
za que o escandaloso mmuipiiliu de tacto, que exisle
acerca da dislriburao desle genero do primeira ne-
cessidade, nao pode desapptrecer sem a inlerveneJo
do poder publico !
ll< alraveatidores allegam em seu favor, conlra as
qurixas que a popularao faz acerca do alto preco, a
secca que nao lem havido, e por conaeqauacia a et-
cacez oe gado nos uirc ios da provinca. Mas um
fado mu recente ven desmentir semelliaulcs alie-
gacuea.
Na feira de Pasrboa em Pedras de Fogo e na Vic-
Como Indos sabem, acha-se enlre nos o Sr.
Kamouda com una companhia Ixrica cutala la
para o Maranhao. Tivemus eccsto de uuvirmoa a
prima dona, o haixo, o liarylono e o lenor em nina
esplendida reuniao familiar em casa do Sr. l)r. Pr-
xedes manga. Nai lemos ai precisas babihltc/Jea
para emillirmoa um juizo lal a respeilo dessa com-
panhia. que deva ser abracado por lodos, que anida
nilo a ouyiram, lantu mail quanlo o amhilo de urna
sala nao nllercre um espaco necessaria a voz dec.m-
lores aeoslomadoa a arandet eaparot: lotavia sea
rompanhia du Sr. Ramonda nao he de primeira or-
dem. podemos aflirmar que nia envergonha a pro-
vincia para onde l'or ella contratada : o baixo he de
erante forra ; e a senliora condessa tem facilidade,
guslu e ademanes quando desprende sua voz ar-
genlina, segora e melodiosa. Invejamos, permii-
11111 que digamos' o bom goslo dos no-sos irmfloa do
MarauliAii, que lalvez nilo disponilo a sua provincia
das rendas -le que dispOe Pernamhiico, piale, qoer
contraa compaiihiat dtamalicaa e lyricas, para que
o seu thealro nao seja Ihealro de vrr-se llo aumente.
Breva tem ,1 nossa popularao de cahir em marasmo
relativamente a falta de espectculos, quando o Sr.
Juan Caelano liver de retirar-fe porquanlu nem
mesmo o Sr. Locci com o seu vitpora nos da espe-
rances de ti-r a popolafAo 11:11 meio de puhlica dis-
ir.r ;o no Ihealro. A nsaembiea prQvineial pode qoc-
renuo, remediar indo isto, elevando a quolado Ihea-
lro, e entorilando 1 Bdmiuiatracilo a conlralar nina
companhia lyrica para o nono Ihealro, r como
1 popnlaeSo nio deaa licar privada de eapeelaenlot
de declama(to, fcil seria a adminitrac,ao nr-
ganitar 111:13 peqaena companhia dramtica com
os arllas provincianos, e uniros dn Kie, a8b a
dir sao e nfloeneit rio Sr. J0S0 Caelano, pira
que hoovessem nsi noilesqne a companhia rica
eupectaenlos, vaudevdles, eomadiaa, rarca,
Qaando o Exm. Sr. conselheiro Sernio Teiteira
Macedo lem deitsdn a presidencia desla provincia
e por consesuuite alheio aos compromissos da auto-
rid.ide, c sem posajbilidade ile dizer-se que aspira-
mos alguma relribuic,to pelus eloaios que Ihe sao
deviilos, vamos emillir o juizo que pretUmol a sua
adminislracio com a unparrialidade que nos carac-
lerisa.
Temi chegado o Exm. Sr. conielheiro Macedo
esla cidade a -2* de inaio ile IS'ili, aciiou-se logo a
bracos coin a resolofae de que-les muincnlnsas, e
capilaes, nao s pata a provincia, como para o paiz
inleiro, quando acabava de pusar peloi lerriveil
i'HVilos, resullaulta da laaeladora epi lemia, que
nos llgellou. li se por ventora mo Ihe fol possi-
vel illingir a todo o desidertum, ao menas cabe-
Ihe a iminarcessivel gloria de baver cunseguidu a-
cerca dallas o melhor exilo, que era comporlavel
a estas emergencias.
Cemacaade pela questan da deaglarjiia oceurren-
cia dos Africanos de SeriuhSem, he liem sabido que
ella ae aehava em urna la! confntSo, que eslavam
envolvidos, e equiparadi s em um processo, innocen-
tes e culpa los, para se asseguiar o incxilavel In-
nmpho da mais lorpe vingaaca, c da mais escanda-
losa proteerao ao rrime. Pois bem, o primeiro pas-
so que den o Exm. Sr. conselheiro Macedo no dia
segunde ao de liaver isaomldo as redeas da admi-
nislrarao, loi apresenlar a deslilniclo, que trazia,
do {licfe de policia, que havia inalaorado esse pro-
cesso, e ludo prepar.do, para lio desastroso lim, e
nomear para o substituir interinamente ao Sr. I)r.
Polxcarpo Lopes de Leae, mtgisltado muito acrodi-
ladopoi sua nao vulgar inlelligencia e reelido a
toda prova, como um dos mais bnlhaiilas uruamen-
lo Ao poder JMiciaario do nosso paiz.
Esla bem acertada nomeaefle, prumplamente aco-
Ihida pelo governo imperial," corresponden comple-
tamente a ealianee, e a expectativa publica ; por
qoe aquelle processo correu Indos oa seus tornos com
a maior regolihdade possivel, e sem a intervengo
governativa, al que ollimou-se pela duula e ju'-ta
sen!ciir;a, na qual a laiiocencia Iriumphou, e o
crune foi punido, como geralmeule se precunisou.
Aehava-tej procedida a qnalifieacj-o para a elei-
cao, quando o Exm. Sr. conselheiro. Macedo veiu
presidir esla provincia ; e por eonaegoinle oolro re-
sultado nao era possivel obler-ae, te nSooquese
conhece ; sendo que m todas as suas instrucres
e oidens, cheiai de summa provioeocia, e Uno a 1-
miiiilralixn, sempre procuiou manter a liherdade
do vol era lod a sua pleuilude, sem que houve'se
a mnima ,il: neao da ordem publica, Como raras
xe/es auccede.
EOeclivamenle a oppo-ifao pode alcancar plena
viciara naquellas localidades, em que d'aute-mao
nao havia nesprezado a qualihcarao, liase tssencial
do processo clcilural.
A assoladora epidemia, que tintas vidas havia
cenado, abri igualmenle um medonhn abysmo 11
orphandade ; mas u Exm. Sr. conselheiro Macedo
soube alud pruvrr com elividade, regolando a
ana educarlo, a aasegorando-lhea um porxir lison-
geiro, como baje possuem.
A provincia de Periiamliuco eslava destinada para
ozar de immensjs vanlagens, que Ihe aguarda a \u
frrea em ConsIroccBo para u sul, a cuja empreza
preslou valiosos serviros o Exm. Sr. conselheiro
Macedo, quando em Londres a promoveu. Kesen-
lia-se pon ni o norie da pruvincta da privaran de
igual benelicio, o que o Exm. Sr. conselheiro Ma-
cedo procurou obviar, conlratando logo a conslruc-
rSo de oulra estrada de ferro, que lera' de ligar
e-la cidade a de Olin lo, e servir' de vanguarda a
que para aqoe.le ponto be reclamada.
renla provincial mereceu ao mesmo lempo es-
pecial nlteucAo do Exm. Sr. conselheim Macedo,
ordenando que todas as semanas os dinbeirna ella
perlencenls fos-em recolhidosa caita filial do Banco
do Brasil, medanle um juro razoavel que percebe-
nam : de sorte que, alem de consumir ilesl'arie um
deposito seguro da receita, proporcionuu-lhe um
aogmenlo, e facilitn ao commercio um accrescimo
de eapilal para o cxro de suas Iransacces.
Nao cjntsiido a sua administracao mais que nove
mezas, o Exm. Sr. conselheiro Baleado apresenluu
a Assembla provincial o mais importante relalono
que (em aqui apparecidn, sendo que pelas lumino-
sis ideas que encerr, subremaneira acredita o seu
autor, honra e glorifica a esla provincia. Nesse Ira-
balho reatombram as ideas do grande estadista, e zelo-
soadminislrador, porque all S. Exc. iniciou muilos
melhoramentos, e lodos os meios possiveis para ele-
var esla provincia au engran lenineiiio e prosperi-
dade de que he digna, pela sua impurlauria com-
merciai e poltica, a qual proenrou fazer nibresa-
bl'. volgariaado pois na Europa o erinluo telatorio
do Exm. Sr. conselheiro Macedo, ver-se-ha all que
l'eruambuco ja nSo he um canto de al.leu, e tur-
uar-se ha assnn cada vez mais considerado por um
orgSo Ufo poderoso, e acreditado naqoelle continedle.
Ninaaem ignara neili cidade que ao recebar o
Fxin. St- >.....lelheiro Macedo a admiiiisircao, ha-
via una mulinlao de prelenres pendentes" na sc-
crelana. e grandes qumame* erguiam-s* conlra
ISo fatal morozdade no expediente. Entreunto,
gracia a sua reconhecide actlvidade, dentro de mu
pouco lempo, pode elle resolver quasi todas essiis
questes, de sorlo que para logo cessuu esse justo
clamor publico.
lia poneos mezes l.ia-se desenvolvendo a epide-
mia da fibra amarella ueste porto : mas lao aceita-
das e prumptas providencias deu u Exm. Sr. conse-
lheiro Macedo, que loi logo aullocada, e boje pde-
se aflirmar que 1'elizmenlc se acha exmelo Uo ler-
rivel lagello.
A economa di s dinheiros pblicos mereceu sem-
pre o seu maior cuidado, e singular zelo, por tal
guisa, que a pretexto de despezas da pulieia secreta,
sost gaslca o que fui absolutamente indispensavel
c urgenliMimo, caodo proscrito o sxslema de pa-
garem-ae por laea verbas cerlos servicos do peilo
suhvencinnar-se algn orejo da imprenta".
A jotliei e harmona com que o Etm. Sr. conse-
Iheiro Macedo presidio esta provincia f-lo conquis-
tar o respeilo e tympilhiai de lodo. Elle bem
eomprehenden que a obediencia forrada he vilenla
e repulsiva, hem romo a voluntaria, he segura e du-
ra I iura.
Para elle a benevolencia, a iffabilidade, e o ca-
valteiri-mo, que Irailuziaro em suas inaneiras e rom
qu acolliia a lodos sem exceprao, e OUVia-ot em
qualquer hora, nao diminua pur cello a auioridjde
e consuleracao, de qu.'se.i'hava revestido, e nem
enfraqueiia a severidade razuavel de seu eararler
offlcial ; e nisso consisti principalmente o invejavel
equilibrio do sen governo.
Ao- issravoa pessoaei lie buscn tompre not-
Irar-se aubranceiro ; c assim como nunca eonveileo
a sua juna liccSo era holocauslio de vingancat, lam-
bem nao proveo o seu pudei na Iraqueza lie mise-
! reveis prelendenlea.
Se por ventura au Ihe loi possivel desterrar
dos os abasos, e destruir lodos os coelames
! eiosos; p la menos resla-lhe a gloria, de
I proi do bem commnm coin
1 rlou lo,lo- os seu* esforcos.
1 ciil iva e alten
Ibas citadas eslao por copia os termos de declaracao
lomada a Jo3u Francisco de Araojo, e a Manuel
Elias Silgado, no da 17 de onlubro da 1855, pelo
Sr.coronel Drummuud, como delegado enlao de Se-
rinliaein, e por elle subminislrados ao Sr. l)r. Paiva
Teixeira.
Por lano, reatabeleeida assim a verdade, para ar-
redar de mim Batas roDJecluras a illaenes que a ma-
lignidade cosimna quasi smpre lirar deslaa cousas,
eurre-roe anda a ohngaefio de explicar a razao de
meu engao. A raalo foi porque, cercado enl.lo de
afa/.eres urgentes, nilo me restando lempo para ler
folha por folln de lao voluni.so processo, a pressa
e fui compulsando, sii na esperanra de encontrar o
Iaes t-rnio- de declaracao, onde "achasse lellra di-
versa da ininha : mas e.lantn elles por copia tirada
por mim, au me recordando enlao que os originaes
linhaui silos junios segundo me record ) ao pro-
cesso de presa que a auditoria de manira lamhem
inslaurou, fcil fui enganar-me, e sol esle engao
pastar a cerddao pela forma que passei : entretanto
prompto eslarei a certificar o que a lal respailo cons-
te do respectivo processo, se tanto se exigir anda e
me for ordanado. .
Eis com fidelidad! exposla a raijo que oecasionou
o mu engao: e porque como homem sou susceplivel
d'elle, dalii me nao devera resollar o menor dezar.
ja porque a rainha eonsciencia esla tranquilla, aja
porque tudos que me conhecerem, 011 que tiverem
inlelligencia reeoohecerllo a minha siucendade e boa
le nesie negocio.
Kecife Mi de abril de 1857. O escrivSo de indilo-
ria de marinhl, /08o Saraiva de faujo llalcao.
tos, I sacra arroz, I caixiuha caslicaes, I
doce, I lana de cobre, 50 molhos piasaaba.
Parabiba, lanrlia nacional ..Conceicao Flor das
\ irtudes-, de 2'i toneladas, conduzio o seguinte ;
119 volumes generns eslrangeirns. :| lalas e li barri-
cas assucar, 10 sarcas arroz, I machina pequea de
ferro para copiar cartas, 1 baodeira de ferro para
porUo, 350 caixas libio.
Lisboa, patacho purtuguez oMariaa, le '2-2\) tone-
ladas, coudu/.io n segoinlc :l35caacoa mel. 1,700
saceos com S,."i(KI arrobas de assucar, I ai saccas al-
godlo, 1,070 meios de tola.
II il I un ir,-, patacho americano Chapmanii, con-
duzio o seguinle : 2,500 saceos com 12,500 arro-
bas de assucar.
ECEBEIIOUIA DE RENDAS INTKItNAS (iE-
RAES HE PKItNAMBUCt).
Kendimenlo do dia I a 17 .11:201921.1
dem do dia IS........ 6859870
Vivi entrado no da IS.
Ierra Nova:tj das, 1 rigoe-inglez iBrooking de
-'i7 tonel,da-, capilAo Erneal Smm?r......|uipa-
eem 9, carga 2.250 barricas com bacalhao a
Sirliramm W'halely i\- Companhia. I'eilenre a
Plimoulh. Seguio pata ns portol dn -ni.
iSavios saltillos 110 mesmo da.
LisboaPeladlo porlocoet llariau, capilau Manoel
Itodrigiies Alves, carga assucar e mais gneros.
Passaceiro, Jo Rio da PrataE-runa ingleza Asia
Lsndaim, carga aasdear.
Araraivlliate braseiroCipibiribea, mestre Tra-
jeoe Aniones da Coala, carga fazendas e mais g-
neros. Passaaeirns, [vo Cassiatio Pamplona. Loiz
Theo'.onio Itezerra. Joaqoim Francisco Becerra,
Manoel Ignacio Bezerra, lir. Erancitco Jacinlho
da Silva C.neli-o, Jugo Antonio Gomes dos Sanios,
Antonio Cimillo linmes dos benloa e -j eicravoi,
Antonio, preto. de Joao Antonio domes. Jote
Alves de Moraes. hebailiu Leoealo da Coala.
llallimorePatacho americano lA. A. Chapman,
cepilao \V. I. Ihggs, carga assucar.
4IHVIIU1
i- bilheles acham-se desde ja' venda necamba,
rio da llmiro.
Principiara ai s horas.

MarauliS

coli-
na ra
im&
Sry. rnl.irinres.Lcndo o ..Diario de l'eriiamhii-
co,o 11. S7, drparei com um communicado assignadn
com o ltalo de Boa-vistano, cujo corresponden-
te, depois de tocar u.is dillerenles localidades da-
qi.ella comarca, vele parar no Salgoeiro. Diz elle,
."sajgueiro vai bem. All mora Alexaudre domes de
Si', que perdeu ha pouco um filhn estudanle de
preparatorios para o hacharelado de direilo civil.....
a ento continua de alguma sorle a ferir o coraran
desse hom>m honrado, allrilioiodo-lhe improperios,
que em lempo algum o fui vislo laOCa,e anda mais
e-perlando urna lembranra ISo meienroria para
mais iullamar o coracao dee pai iuconsolavel.
Parece-me. porlaolo, que 11 correspondente de
Uo 1- Vista, para mtlhor preencher a sua miss.au de
uoticiador, devera suspender sua temeraria penna,
no que toca a vida particular desle ou daquello cidi-
dao, e uccupa-la somenle cipm tactos, que iuteres-
sam ao publico, e que pbssam ser mencionados :
por lauto, peco ao publico^uenuspenda seo juizo a
lal respeilo, e acredite, que o Sr. majar Aleandre
domes de Sa', viclima asi calumnia do Sr. noticii-
dor, he um cidadao insigne, honrado e respeiladnr,
los dogmas di nossa religiao. Se porem esse homem
no diliria de suas dores, qoeixoa-se primeiramenle
da sua sorte, por ja I ir perdido sua c*ri......,1 esey
no verdor de seus anuos, e depoit urna cara lilliim,
a fmisem de sua mu, e agora finalmenle esle jo-
ven, em quem o amol paterno eitava lodo empre-
gado, e de quem a esperanra de om litougeiro iulu-
ro parria-lhe sempre baler a r%ae*To, foi Isla a-
penas rom p.davras decenles, e nao;eum;blasphemias,
como i!ise o Sr. noticiador. Nlo quero porem^tizer,
que o Sr. noliciadnr inenlio, por que etloo certa que
11.I0 ti arbou prsenle nessa oeea o Sr, noticia lor, por ser 13o fcil em acreditar a esse
vil mensag.'iro, que lalvez de adrede o propalasse,
para ver se por estes lorpes manejo rebaixava o ca-
rcter sincero desse illuslre fazeodeiro, porem, nem
elle, nem a frac penna do Sr. uoticiador, he capaz,
de rdienlarliar a alia reputaran do iilu-lre. Sr.ma-
jor Alexandre ti.1r.1es de Sa', appello para o teslemu-
nho do homens sensatosdaquelle lugar.que avaliem
se esse homem honrado era capaz de profetir'seoie-
Ibante blaspheroiai.
'%>oeiram, Srs. redactores inserir em seu concei-
luado jornal estas breves rellexes, que moilo
agradecer' o vosso ruuitaule leilor.
Barros.
11:88791 Li
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendimenlo do dia 1 a 17. Ll::lll>:lli
dem do da 18........ 1:8819102
5:1959736
l'RA(..A DO RECTFE, 18 DE ABRIL DE
IK7, AS :l HORAS DA TARDE.
Retinta semanal.
Cambios------------Sacou-se a -S \yl a (id d., e '27 l!|i
a 00 e 1K dias villa sobre Londres.
AlgOdSc,-------------Vieram ao mercado 11:17 sacras, e
os preros recularan! de 79700 a
7-S00 por arroba para ns superio-
res, e de "5)00 a 79600 para os
mais haitos.
Assucar-------------Enlraram 20,07:1 saceos. O mer-
cado esleve menos animado pela
eaeaca de navio e falla de di-
nhiiro. Vendeu-se o branco baixo
de quarla sorle 4>-IOO, terceira
a 9iiO,e somenos a :)>S0O por ar-
roba. Omaacavado Lisboa de3&250
a 393W, America .15050 a 39100
e Canal 29950. '
Couros-------------Venderam-se de 320 a 325 rs. por
libra dos seceos salgados.
Agurdenle------Continua procurada eoblevc lo'f
a 1109 por pipa.
BaealhtlO------------l'ocoa no prlo om rarregameiiln
que seguio para o sul. Relalhou-
se de 0 a 159 e licaram em ser
9.000 barricas.
Carne secca------O mercado esta' suplido coin 20
mil arrobas do Rio .drnde e 1.5
mil do Rio da Prata. Vendeu-se
le 09OO a .".vi) da primeira, e
de is700 a ,"o200 da segunda.
Farinha de trigo- Panaram dous carregamenlos pa-
ra o sul, e enlraram dous proce-
dentes do Rio de Janeiro. Ven-
deo-ae de 20 1 229 por barrica de
Ballimore, 2fi9 a de Rirhmond,
229 .1 de ew-Orleans e 2K> a de
. Trieste. Ficarain em ser 3,900 da
da primeira, 600 da teguflda, I 1
da lerccira e :i.i(K) da quarla.
Mauteiga Vendeu-se a 6M rs. por iibra da
ingleza, e de 550 a 565 da fran-
x ceza.
yueijos- dem a I5I.1O cada um dos lla-
mengos.
I'ocaram no nosso porto
O Iir. Anselmo Francisco Pcretli, comtnen-
dadiir da imperial ordem da Rosa ejuiz
de direito especial do commercio, nesta
cidade do Recita e provincia de Pernam-
liueo, por S. M. o Imperador, ()ue Dcos
uardc, etc.
Faajo soberaos que a presente caria de edi-
los virem, e della noticia tiverem, em como
Francisco Xavier da Fonseca Coutinho me di-
rigi por escripta a peticiio do lltcor seguin-
te :
lllm. e F.xni. Sr. Dr juiz de direilo do
Commercio. Francisco Xavier da Fonseca
Coutinho.querfazercitara Manoel Jos Frei-
r de Atldrade, para primeira desle juizo vir
assignar os 10 diaa da lei as suas lellrag jun-
tas por documento sendo una da 2369072,
c OUira de :2I-50, ambas vencidas, sendo
coudemnado no principal, juros, e enanas,
seiijo allcgir e provar embargos que o re-
levo. E porque elle esteja alsenle em lugar
n3o .sabido, como ja provou o supplicante
oeste mesmo juizo poroccasiSo ilo arresto
que requeren, e fez effectuar em seus bens,
requer a V. EXC. digne-se de o mandar citar
por editos, com o prazo da lei, sob pena de
revelia.
Pede a V. Esc. sedigne deferir-iheavista
dos documentos junios : pelo que, recebera
alerce. Joaqmm Jos da Fonseca.
K mais se no conliolia cm .lila petico,
que senilo-me apresenUda, profer o nieu
despache do Iheor seguinte:
Destriluiida, como requer. Lccilc 1."dc
abril de 1857: a. F. I'eretfi.
E mais seniio continlia em meo despacho
aqui copiado, em virtude Uoquil foi a peti-
o destribuida ao escrivSo Francisco Igna-
cio de Torres ilandeira.
E'como o supplicante ja houvesse justifi-
cado a ausencia do supplicado em lugar no
sabido, fez o referido escrivSo passar a pre-
sente carta de ojitos, com o prazo de :10 .lias,
pelo Iheor da qual cnanto, cito, e bei por ci-
tado ao supplica 10 Manoel Jos 1 reir de Mi-
vlrade, para que no referido prazo comparec
nesle juizo para allegar sua defaza por lodo
o conleudo nu pelir;ao cima transcripta, sol
pena de proseguir a causa os Jeviuos ter-
mos a sua revelia.
Pelo que, toda e qualquer ptssoa, paren-
tes, amigos ou conliecidos do leferido sup-
plicado, o poder.io fazer scienle do que ci-
ma lica expusto
E para que chegue noticia a todos, m
dei pus.-ar o cdilaes que seriio illixados
lugares do o^tume > publicado pela' im-.
prensa.
Dada e passada nesta cidade do Recite, aos
> de abril de lS'iT.
Eu Francisco Ignacio de Torres landeira,
escrivSo do juizo especial do commercio. o
Itz escrever,
Anselmo Francisco Peretti.
r i-ira.
Segu em pou>- is diaa o luigue escuna na-
cional Laura, por lera bordo niela le do car-
regamento que con inzio do .in de Janeiro
rapiiaoJr-hn e Bahia: para o resto, trat-se om o
signatario J R. da Ponseca Jnior,
do Vigaiio n. 23
1*- as- ^
de Janeiro.
patacho Rom Jess pretende seguir com
brevidade ; recebe carga : a tratar- coin Cae-
tao Ciraco da C M., na ra da Cajeta do
Recite 11. 2.
Real cu:*-panilla de p.
quites inglese* a vapor.
No dia 20 desle me-i e-porae do sul o vaput
AVON, roinuian iante Rexrtt, n qual de ponda de-
mora do cosime, stcair.i pa > oiihamplon, loriu-
do nos portes de San-Virenl., TeaatfM, M.deira e
passegea*, elr., trata se rom os aeen-
llouirtxt I
Li-bna : para
les A lamson
n. 12.
ra do
P '',
l o
l'rapi che-Nova
Port*.
O brigue Tro rador, que dalli se espera por
estes dias voltara iTimediatamcnte por ter
grande parto de sua Larga engajada : para o
resto e passagciros, trata-se com Barroca &
Castro, na roa da Cadeia do Recit n. .
I.ISROx.
O novo e veleiro palbabotc braseiro Al-
fredo seguir em poneos dias para Lisboa ;
esta recebendo a carga que tem engajado, e
ollerece a praca disponivel aos pretenden-
tes, que podem tratar om Bailar V Oliveira
na ra da Calein Velha 11. 12.
ompaiihia
navei;;.yo ., va; or Ham-
bu-s; > ??r siieir.i.
^iti'icacao aipeJiJ).
\ vapores, 1 navio com
saniri',_J com ateite de balea, 2 com farinha de Iri-
so e I tmm bacalhao.
Enlraram: -2rom farinha. ," de cabota^em, e I
com seeros e faiendas .la Europa.
Salnram : 7 com seeros do pil para porlos es-
Iraageiros, I com parle da carga pira receber em
oulra provincia, .! em laslro e 5 de cabolasem.
Ficaram no porto38 embareaeftea, a saber : I a
mericana, 1 austraca, 20 brasile"ira<, 2 francetas, 2
hespanholas, 1 hollandea, 7 inglezas, e 5 porlu-
guezas.
,'^'<
Sincero bardo da lisanja i'ento
Da vil lisonja, que dirige a chusma
De torpes gralhas, que se dir.em vales,
Oueiufrene era-nao de continuo, sempre,
Siucero bardo sempre inde|iendrnte,
Em gratuita oblaran sempre cfTertou,
Da frica Ixra os accordes sons,
A Dos, patria, a xirlude, ao mrito.
SONETO.
Teo nome, Heroicos loniam leus sublimes feitos,
(iravados ucarln em nossos peilos,
Onda o lempo voraz os uo consom.
Esse lote feroz em vio se assoms
Em ver dos arlos leus os b ms efleitos,
Me lote de cans gosos sempre all'eilos
A xirlude morder, que aus vis consom.
Dessa rara falal de animalrjos
Daapreta o sen ladrar, e o sea gair,
Seus embostes, seus tramat, sem molejos.
Jamis podem moslrmgos Iaes ferir,
Pur maiorea (jie ejam sens desejos.
A quem (em, como leus, ureo portir.
./. A. F
ERRATA.
Na poesia de limiten, em lugar de de ... abril,
lea-se, do l:i de abril ; e na eslrophe >, verso
4-, em lugar de exclama, leia-se exclamo.
PALTA
dos preeos correnles lo assucar, algodiio, e mai-
eneros e produees nacionaes que se despa-
cham ua mesa do consulado de Pernamburo.
na semana de 20 a 25 de aerial de 1857.
Assucar branco.
mascavado.......... d
rcfiuadn........
Algodiio em pluma de I." surte
h 11 11 2.a 11 i>
n u o 11 :1.a a
em raroro......... 11
Aguas ardenlesalcoul, ou espirito
d'aguardcnte. caada
o de cachara....... a
i> de caima....... i>
dislilada e do reino.
(icnebra
11
Licor .
al.

:;:-- -
CAMItlOS.
Sobre Londres, 27 3|1 a IHI d. e 27 7[S a SKI d.
Paria, 350 rs. por fr.
a Lisboa, 9."i por % de premio.
Rio de Janeiro, 2 por ',,, ,|e descont.
Acr,oe- do Raneo, o a ,"> de premio.
cr < companhia de Reherihe ,"i400().
a compauhm Pernambocana ao par.
a I'lilidade Publica, :i(l p,.rcen(o da premio.
o o Indeiniiisadura. 52 idees.
a da estrada de ferro 20 por Om de premio
Disconto de lellras, rle;s a 10.
Dito do banco8 a 10.
(juro.(Incas hespanhulas. .
Moedaa de 61400 velbas .
i00 novas .
" 1 coito. .
Prata.Palaebea brasileiros. .
1 esos co!timDarijs. .
mexicano!. .
ALFArlDKGA.
Rendimenlo do dia I a 17. .
Him do dia IS. .... .
lo- I
pcini- 1
que
em
nescarretam hoje 20 de abril.
Barca franoezaCeplix semarcadorias.
Calera insleallenuionedem,
fincoemoderaran eovi-| llarca inglezaNauplianleferro.
Em urna palavra, se es- llarca iiifilv/aMalhildl.sos de loura.
da aos que se queixavam por offehdi- I Rugue ingletMarllia Milesferro e ceneja.
inlo com mulla circum>pccao, Brigue bollandei(,, Scliemerusmerradonas.
Barca brasileira FI01 de Oliveira fumo e clia-
deaae
e'r. Esl iiii.ii bem persuadido
Castao nao Ib sana cusloso
panhia, rbrnece-la e animada mesmo da corle,
mandando quem mil ve/es li/osse, nu xidltndo-noa
nnoilmenle, ele. Nos nao fatemoi mais do que
Iptnbrar. O eovemo e aataembla far.i o melhor.
- Foi astillada a sociedade Philar
.................ira un sa-
laria apparcceraui mais de 4,000 bol, quo f.ir.im lao do Santa i-abol. sexla-feira as q.in|ru Imras. O
vendidos por presos tao baixos, que os marchames I Sr. Dr. Sarment, Dr. Almeida e o Sr. Araujo coiu-
pudiam (alhar ciruo aqui a 8 e 10 patacas, e anda I poem a soa directo.
porque -alna rom ptudenria deliberar, rom delire
dispar, e rom perseveranra decidir e exnrulr ;scin
que por deliberar stm maduro oonselho ou resolver
rom muila lisereza jamiis Ihe aobreviette 1 ceasioes
de arrepender se. A sua lingoagtro, o lom de su.
vsiz eta lempre o mesmo para o tiro romo par o
que ao Sr. JoAni pobre, para o grande cm o par o peqaena. Desa-
oreanisar ess.i rom- liamos quem quer que siji para que aprsenle ou
aponte owaclo seo de notoria injnsbca ou una de-
uegacAa aciulosa della uu rom quebra da le.
E pois, sa as boas arres s.io dignas de elo&iot, e
honrosa mencSo, parece-nea Inqoeslianavel que n
Exm. Sr. COOlelhelro .Macedo, tendo tido, diiranle a
ma administraran, rmdjiu lio exemplar, um pro-
cedimenlo lilu louvavel, bem mereceu dns nossos
comprovincianos a iitima e cousiderarao que res-
rulo.
Arroz pilado...........
o em casca.........
Azeilc de mamona......
o meudubim e de coco.
o a de pcixe ......
Aves araras.......
papagaios.......
Periquitos.....*......
Bolachas............
Riscuilos ............
Cacau ............
Cachimbos...........
Caf hum...........
o em Ki-ao rcstolho .
com casca.........
11101,lo...........
Carne secca.........
Cera de carnauba em pao. .
o em xelas........,
Cbarulus bnns......, ,
nrdiuarius.....
regaba e primor .
Cocos seceos...... .
Couros de bni salgados.......
o seceus uu -1 1 \ .1 I -.....
i) verdes............
de mira......... .
o 11 cabra corlidus.....
n 11 ctrneiro.........
Doce de calda...........
a 11 guiaba..........
seico ............
o jalea ........
Espanadurcs grandes........
11 prquenns.......
Esleirs de prepen.........
Estopa nacional..........
eslrangeira, mao d'obra .
Farinha de aramia........
tai ti lis..........
o i> mandioca........
Feij.in...............
Fumo em tuln boat .......
11 ordinario..........
a em folha bom........
.1 .< ordinario.......
u a reslullm........
Gcngibre, .'..........
tiomma..............
Ipecacuauha............
Lenha de adas grandes......
o pequeas .....
o o o iorns .......
l'ianchcs de amarello de 2 co-l.ol.
11 11 luurn.........
Costado de amarello de35 a lOp, de
c. e 2 'j a :i de I.....
11 de dilo usuaes.......
Costadinbn de dito........
Sualhu de dito...........
algodlo, I *<"">,lc ,hl"...........
caada
botija
caada
sarrafa
arroba
alqueiro
caada
un, 1
11 m

i-ioo
39000
59120
7*700
79300
KaSOO
I9U25
98.50
-NilMI
>H(NI
9800
5SOO
^S(K
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39400
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1-12-1
1;28(l
19000
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39000
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2891 289,500
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2-000
19000
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39500
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Ahpieire 29500
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IltMKI
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O lllm. Sr. inspector da thesouraria de
fa/.enda desta provincia, manda fazer publi-
co, que, em cumprimar.to do determinado
em ordem do tribunal do tbesouro nacional,
tem de ser arrematado de um 1 tres anuos,
que cornecavam a correr do 1 de julho pr-
ximo intimo, o servico da capala/ia da al-
faodega desta mesma provincia, a quem por
menos fizer ; maiores ou melhores vanta-
gens offerecer em favor da fazanda, e que
nos termos do arl. 64 do regulamenlo de 22
de junho de 1836, o referido contrato andar
r em praca por 3(1 dias consecutivos conta-
dos do I." da abril prximo futuro em dimi-
te, c ser arrematado no dia 30 do dilo mez
de abril, a 1 bora da tarde, pcraule a Ihe-
soura ia. Os pretendenlcs comparecam com
seus fiadores lgalo?ente babililados no lu-
gar do costume.
Secretaria da thesouraria de fazonda de
Pernambuco 2 de mareo de 1857.O oflicial
maior, Emilio Xavier Sonreir de Mello.
CONSEI.IIt) ADMINISTRATIVO.
O conselho administrativo tem de comprar
o seguinte :
Para a botica da colonia militar de
Pimenleiras.
Alcohol, garrafas 6, agua de labarraque.gar-
ralas 6, assucar refinado, arrobas 2, emplas-
tro adhesivo eslendidn,varas i,los de linho,
arroba 1|2, pomada de belladona, libras2,
dila mercurial, libras 2. tintura e bellado-
na, libras 2, dila Uc nosvomica, ou^as6. dita
de brionia ticas 6, dita Ue pulsatila, ticas
6, nitrato de prata, oncas 2, dito de potassa,
libras i, saiiioniua, oncas i, oleo de ricino,
99000 garrafas 2, cementes ue marnelo, libras 2,
llores de tilia, libras 2.
Para o arsenal de guerra.
Plvora grossa, arrobas 54.
Qu.-m quizer vender, aprsente as suas
propostas em carta fechada, na secretaria do
conselho as 10 horas do da 24 do corrente
mez.
Sala dafscssiies do conselho administrati-
vo para rornecimento do arsenal degueira
16 de abril de 1857 Manoel Ignacio i'.ricio,
presdeme interino.Bernardo i'ercira do
Carmo Jnior, vo;;al c secretario.
Espera-te da Kuropa um das tpana detla ctMB-
panhia, e nepots da demora no ro*lame, sesoira pa-
ra Itilna a Rio de Janeiro : qualquer informacao,
com os ageulesN. O. Bieberui n. i.
Para Lisboa, sabir muito breve o bri-
gue "Experiencia, o qual lem a maior parte
da carga prompla ; para o restodelli, e pas-
aageiioa, para o iiueoOereca laaga naiB aa
dos : trala-se rom os coiisignalarias Amo-
nro lrmiios, na ra da Cruz n. 3.
CtUIU EMARA.NHa'H.
Pretende seguir com bievidade, o patacho
Sania Cruz, recebe carga e pa^sageiros : a
tratar com Caelano Cyriaro da C. M., na ra
da Cadeia do Recite n. 2.
ACAKACIJ'.
Segu uestes das, o palbabotc Sobraleuae,
para o res,o da carga e passageiros : trata-
se com Caelano Cyriaco da c. II., na ra da
Cadeia do Rccife u. 2.
I'.aRA (i RIO CHANDE DOSEL
Segu para o Rio Granate do Sul o brigue
nacional a,dolpbii, e poi se achar com o seu
canegamenlo promplo para seguir seu des-
tino ale o dia 24 do correle, so pode rece-
ber passagetros.e os que quizercm ir.podem
Iralar com o caoilao a bordo.
Companhia
pernambucaoa.
O vapor Ptrniiunaa acha-se a' carea para aspar-
los do sul, para ond*> sahira' nn dia 22 .10 corrale.
A carsa .era' recelada ale a's 11 horas da ratania
do da 21 : as pe-soas que reerberam assacar esa
saceos po.ler.lo reiuetle-ios ao esctiplorio da aaaapa-
nlna, empacuiados e cum ea seas roalos.
gsrifo*
Leilo de quei-
jos lomJriios.
1 ni
un
".:
lili-
Directora ii;:s obras
litares,
l'recisa-se reparar a coberta do quartel da
Solcda le : quem se quizer encarregar por
O agente Pestaa lara leiI5o, para lechar
contas, do resto dos queijos loiidrtnos, c as-
sim mais 3 caixas grandes coin excedente
cba do Rio : boje 2D do corrente, as II lle-
ras da man hila, na porta da alfandega.
O aganlc Boij-i, cm seu armazem na
ra do Coll -gio n. 15, lara !.-ilao dos movis
pertencentes ao Exm. Sr, Dr. Re nardo Ma-
chado da Costa Doria, .residente da provin-
cia do Rio lrande do Norte, os quaes con-
sisten! n'uma elegante mobilia de Jacaranda
com marmore,ricos guarda vestidos de mog-
no, com espelho na fenla c sem elle, guar-
da roupas, uina excediente cami francezade
Jacaranda com i-orlinados, una grande mesa
empreilada deste trabaho, compareca na elstica, aparadores con pedra < sem ella
,lirrlliri! ,1,, 1. oft ,.nl. ------------.;.__..-__ ,_.._._ ...____r____ r. ^.. v,.
lirecloria, 011 le se cha o respectivo orca-
menlo, ese lara o ajuste.
THEATRO
DE
alq.
cenlo
IIO.Ii:. 201)EABRIL.
Declina linaria recita da :i h 9 s -: k -1
11L
IMPRI'AI. 'AO.
llarca ingleta Mallide, sindi de Liverpool,
consignada a Saooden Brothers ^ Companhia, ma-
nifeslon o leguinle :
:'.(iii saceos srrot, 39 fardos faienda de _,
ls ; icos, -21 barrieai a 2 restos loura, :,o caixas 1,1- Cuslailn de lourn
Iba de II nutres, 1 sarco baudeir.is "sisnaes, I 1 co-1 CosUtdinhO de dito .
fre do ferro, 2 vercas de dilo ; aos coiisianalarios. j SoalhO de dito .
349 fardos e to eaitas razendat de algodlo, 129 Forrnda dilo ,
barricas ceneja, llili volnmes objectos de ferro; a! cedro ,
Adamson HiiMte Companhia. Trns de lalajiiha ,
100 canas li.lh, de lian ires, I dita fazenda de 131, Varas de pereira .
Odias chumbo, 20 fulbas de dilo, 8 barricas etla- aimilhadas
nho ; a liarroca & Caitre, quiris ,
Mademeselia Aneo Monroy.
lando rbegado a esl-* rid de, xnnU dn Rio de
ItjgUOO I Janeiro, Mademetella Moaroy, o empresario apra-
veila cs'.s orcasia 1 para ouViecer esle intervallo aos
Srs. a-signantes.
Ripratealar-te-ha a mullo applaadida ttavedia ; Por fonla^e risco de. quem perlencrr, 1
em "1 ,i,:tos intervencao do agente Pestaa de I N
quintal
duzia
:111500o
1 -OM!
99U0U
T.-:iim
Mtw
Ssouu
53009
29599
39999
19299
IsiiOO
1-792U
ivm acto
ANTONIO JOS
0P0ETVE\IN(}llSli;V0.
NalimdalragadiaMailemes.nl Honro; diacara'
uml'as Espmnoliniitiilado
IA MADRILEA.
ReiDilara o eipeclacalo 1 jocun comedia em um
lavatoiios.de mesma forma, de posto moder-
no, com lotos os seus prtewctxs, guarda-
loucas, solas, cadoiras, mesas, inarquezas,
comoiodas, e meias ronm idas, e outros
muilos movis para gabinete, uarlos etc.
lindos candelabros de cristal de quetro a
cinco Idzes, lanienn-, candieros mglezes,
riquissiiuo- rasos, oaluniraseoutnia eneites
de porcelana e cristal paia sala c lulelt, apa-
relhos de iinissima porcelana, para liquido
osollido, ditos da lauca azul para diario,
vidros e cristaes para o servido completo du
urna mesa, um soberbo relogn de parede
'com musir, lindos qualro-, obras le prata
I Um ptimo carro de qualro roda, nglez pa-
I lente, com arreos, a uan mlitudade de nb-
I jeclos de ditTereates qualidades, eque lua
> infadonho ionumera-los, pota n com a vota
I podem ser ajuizaiJoa: barcal iaira ai docor-
renle as |0 horas em ponto na inanha.
Lei lio de nianlciga ingleza.
James Crabtree tv Companhia faiao Icilao,
e por
Lar-
ris com mauteiga ingleza viudos de Liver-
pool na batea ingleza Couhcatli, na sua re-
cente viagem : segunda-feira, 29 do corren-
te, pelas ti) horas da manliaa, a porta da al-
fandega.
Antonio Jos Cabral vai a Luropa a tra-
tar de sua saudu.
MUTILADO

ILEGIVEL



DIARIO DE PERNAMBUCO SEM NDA FEIRA 20 DEABRIL DE 1857
Serventes a mil res por dia.
Precisa se ie s .rv ntes, na obra da ra
das Cruzes, e p*ga-se a mil res por dia na
livraria n. 6 es, da praca da Independencia.
Precs.i-i de ama mullier de mtia idade, par-
da oa prela, para fazer o servir > interno de urna
casa em que n.1o ha roulher : na ra e9lreila do Ho-
ario, n. 30, priroeiro andar, de meio-dia as .' lio-
ras da larde.
Antonio da Silva Fialho jolga nada de-
ver a pessoa alguma ; porm se alguem se
constituir seu credor apresentem suas con-
tas no prazu de seis das, afim de serem pa-
gas : na praca da Independencia ns. G c 8.
Recife 49 de abril de 1837.
~ O abaixo assignaJo. prolessor de mi-
thematica no Cymnazio Provincial l'crnan-
bucano, preter "le abrir no primeiro de maio
futuro um curso de geometra ; os senbores
estudantes que quizerem-sc matricular, di-
rijam-se a casa de sua residencia, na ra l>i-
reita n. 74, das 7 boras as 10 da manh3a
para se inscrevercm. Antonio EgiJio da
Sillva.
Vende-se na soledade, casa do 4 j-
nellas e 1 porta, urna escrava rnoula, de 29
anuos, lia pouco parida, e que tein muito
bom leite.
Vende-se urna porcio de follias de
metal, velho, lirado do forro de navio : a
fallar a Joaquim Lopes de Almeida.
Vende-se urna taberna bem alregue-
zada, na ra do Mondego n. 141 : a tratar
na ni "sma.
Vendom-seduas mei-aguasde pedra c
cal, na estrada de Santo Amaro, travessa do
Lima, por preco cotimoJo a tratar na pra-
cinha do Livramenlo n. 50, segundo andar.
una do Qiieima-
DO H. 21 A-
O COVrtfl.
taiios.
A 100 rs,
Chita franceza matizada, com toque de
avaria, a 200 rs. o covado.
- Precisa-se de urna ama para eugom-
mar, coser alguma cousa ecnsaboar tambem
alguma causa, em casa de pouca familia: a
tratar no. cartorio do tabelliao Sa, na ra
eslreitB 8o Cosario n. 33
Precisa-se alugar urna ama forra ou
captiva, para o servico de urna casa de pou-
ca familia : na ra larga do Rosario, casa
n..., segundo andar.
- Precisa-se alugar urna preta para o
servirlo interno e externo de urna casa de
pouca familia: na ra da ConceicSo da Boa-
Vista ii. 56.
208000 de gratificado.,
Desappareceu do sitio do major Joao Ri-
beiro Pessoa de Lacerda, na madrugada do
dia 18do crrante, um cabrinba de nome
Filippe, que se suppoe ter sido desencami-
nhado por pessoa de quem ha suspeita, o
qual escravo tem os signaes seguinles : pus
grandes, bocea pequea, olhos grandes e
muito salientes, e*tem 14 annos de i Jado ;
levou calca e camisa de algoJSozinho azul e
chapeo de palha pintado de*verde : porian-
to roga-se as autoridades policiaes e pessoas
particulares o prendam ou avisera.
O abaixo as signa lo. tendo obtido hoje
um papel que foi allix.i i em urna das ras
do bairro do Recife, sob a assignaiura Jos
1. D. M., na qual a sua reputarlo he vil e
torpemente mal barateada, pede a esse se-
nhor ou a quem quer que seja, que baja de
despojar a mascara de infame assassino da
honra alheia, e de apparecer quan'.o antes
t pelas folhas publicas desta cidade, narrar
ludo quanto possa saber acerca, ou em de-
sabono da sua pessoa, ulim de que elle te-
nha lugar a defender-se, a jusiilicar o seu
procc lmenlo, que por ventura seja po-do
emduvi.ia, e conl'uu lir a qualquer calum-
niador Qbuga Jo, que traicoeiramente pro-
cura destine desacredila-lo, e embeber-lhe
o punhal oceulto que em si traz, visto como
o liaixo assignado lem a sua couscicncia
muito tranquilla e iscnta de remoraos de
quaesquer acgOes improprias dos liomens de
iii'ii, nada teme, e desalia aos seus inimigua
para que Ihe aprpsenlcm um so acto menos
digno, ou reprovado cm toJa a sua vida
Recife 18 de abril de 1857. Joao F. Abreo
Reg, por antonomasia Joao patrila.
Dez mil reis de gratifica-'
co".
Quem der noticia de um preto cozinlieiro e qoe
lar,i o semc,n de orna casa ile puno ramilla, seja
limpo e liel,'dirija-se a ra do JYupiclie n. 1, pri-
meiro andar.
. .Metan Ir lio trihues d'Almeida, casado com The-
reza de Jesos Souza, responde a Kil.i I'ires, que elle
nem ana molher, nunca pretendern) vcqiW as ca-
sas das ras da Palma e Pilar, e antes as tcm conser-
vado como lemlimiis proprietarios deltas, e nlo siio
posjoidores de mi fe, como se diz, e Ihe empresa
Rila Pires, por quinto a decisiio du supremo iribu-
nal de jastica nao qualitieoo os anuiiiiciantes co-
mo potiuidore de ma' f, e islo se prova com o mes-
mo accordain que apenca .i a presumprfto ile sirou-
lacSo das tscnpluras em virtude da antecedencia do
concubinato. Pode Hita Pires, ficar tranquilla que
as annuciaules nunca Ibes passi.u pela imasinarao
vender seus ben, nem sao potsaidorea de ma' fe',
visto que anda nao estilo por um julsamenlo defi-
nitivo como taes qualificailos : esperamos por riles r
veremos enuio da parte de quem esta a u-lira da
causa, ficando cria, que tambem do mesmo jura-
mento aprsenla lo, nenhum diieitn Ihe da' a rendi
menlos considerados possuidore de boa f, como
at hoje elles lera sido, declara ,-nai o primeiro an-
imneaote Aleanlre Kodnijnes d'Aluieida, que an-
tea do catar com a segunda anunciante, ja era pro-
praprietario, e continua a se-lo por haver eusrossa
do o seu casal com a arquisi;lo de oulros predios
comprados, a eu-ta de sua propria fdzeuda. Kecifa
de Pernambneo 18 de abril de 1857.
Alexaudre Rodrigue de Almeida.
O Dr. Ignacio Firmo Xavier faz publi-
co, que mudou sua residencia para o seu si-
tio na Passagem da Magdalena, que lica ao
norte da estrada entre a ponte grande e a do
Chora-menino, e" hi tem preparado urna
casa de saude com todos os commodos para
o tratamenlo de escravos, cujos senhores
residam fra da praija, ou que nao os pos-
sam curar em suas proprias casas : quem
para isto quizer-se utilisar de seus servicos
mdicos, que serio desempenhadus com o
maior zelo, dirija-se ao pateo do Carmo n.
'J, primeiro andar, ou no referido sitio da
Magdalena. Preco 2ruOo diarios exceptu-
ando conferencias, sanguesugas e oper-
e,oes.
Vai praca pela ultima vez, no dia 22
do corrente, depois da audiencia do Sr. Dr.
juiz municipal da segunda vara desta cida-
de, o sobrado n 42 da ra da Guia, perteu-
cenle a testamentaria da finada Joanna
Mara da Conceico, para CLinprimenlo dos
legados por ella deixados.
Joaquim Lopes de Almeida vai para
Europa, levando em sua enmpanhia sua o-
ra MargariJa Candida da Cunha Almeida e
hlha menor ; assim como seu filho menor
Joaquim Lopes de Almei la Jnior e Maria
francisca da Paixo Almeida.
Precisa-se alugar urna ama para casa
detim eslrangeiro com pouca familia, que
satba lavar e engommar, o paga-se bem :
quem pretender, dirija se a praca do Corpo
santo n. 48, casa de Kosron llooker & Com
panlna.
Precisa-sede duas a as forras ou cap-
vas sen lo una para, ensaboar c entorn-
illar o oulra que se encarreguo Je cozinbar,
ob.%Pr n 1Vera0>er d'J h" induca : quem
url, n 'SC'rcumsUncias' dirija-sea ra
SfSfJSfS 3S'sc8uJoandar, onde
sediraquem precisa.
A pessoa que precisar de um caixeiro
que anda esta arrumado, para Uberna m
armaze.n de molhadoa, para prime.ro ca-
xciro, annuncie para ser procurada
Precisa-se de 2:50...?U0O a premio com
liypolncca em orna propnedade no valor de
8:000o : quem tiver annuncie. '
Precisa-se de utna
se vico do utna casa de
tratar na ra das Trincheias n. 14.
No dia 10 tara 17 do corrente fugio do
engenho Poeta da freguezia da Varzca. o es-
cravo Kufrasio, com os signaes seguintes :
20 a 24 annos de idade, altura" regular, bom
preloe bonitote, nagao MoQainbt.jue, nariz
um pouco arrebttalo, fuma charuto e ca-
chimbo, tem um lobinlio na testa do lado
otreito. he muito convivente, levou chapeo
do pello preto, camisa de madapolao, palito
de rtseado, e calcas brancas : quem o pegar,
leve ao mencionado engenho, ou a ra da
Praia, armaem de carne n. 13, quo sera re-
compensado de seu trabalho.
Grande estatoeleeiinento
de pi
esquina da eainhori o Carino,
DEPOSITO DE
Carlos Scheel <$ S. Sassmho/f.
J. P, Voaelev.lem a honrada avisar ao re-peilavel pablico, que lem alierto o tan depo>iln, on-
de se achara di mail lindos, forte o bellos pianos, at hoje conheciih'S dos afamado!' fabricantes
o primeiro obtenJo os pnmeiros premios, a ine.talhi de honra, na npotljto de Londres de 1851, o de
Muuirk de 1834; ralea pianos sao na preferidos na Allemioha, Hallan la, Eslidos-Uiiidoa, ese acham
Rrandat deposilus dos mestnes em Ituenus-Avres, Valparai/.o, etc.. etc., onde sao mullo eonhecldoi e de-
sejados.
Vendem-taettea pianos debaizo de toda garanlia, 4tn(lanr;ando nlo so rondaren), como lodosos
raaia qoe lem vin lo a este inercodo, sendo a roiislriicrao amias moderna e forlissima, tendo a teclado a
elasticidaie desejada, e o exterior a m*ior elonancia.
Na mesma casa alina-se e concerla-se com perfeirao os mesmos instrumentos, e acha-se as msicas
as mais modernas e dos melliores compositores da Europa.
Aluga-se o primeiro andar da casa da
ra da Senzla Velha n. 36, (a familia ho-
nesta) : a tratar no segundo andar, ou na
ra do Qm-imado n. 20.
- Troca-se por aluguel um sobrado no
batrro de S. Jos, com bastantes commodos
para grande familia, quintal, estribara e ca-
cimba, por outro no bairro de Santo Anto-
nio : quem convier annuncie.
(JuarU-feira 22 do corrente, em praca
presidida pelo lllm. Sr. Dr. juiz dos feitos da
fazenda nacional.se bao de arrematar a quem
maior preco offereeer os bens seguintes :
310 palmos de terreno'.desannexado do
quintal do Hospicio, alieno somente pelo
lado destinado para a ra em segu ment d.
do Pires, com grande cacimba no mesmo ter-
reno, por 3:100?00rcis.
Um dito denominado
Mohlias de aiu-
guel.
Alugam-se mobiliaa completas,ou qualquer
traste separa lo, tambem alugam-se cadeiras
em grande poroso para bailes, ou clliciaes :
na ra Nona arinazom de trastes de Pinto,
defronle da ra de Sanio Amaro.
Senhores redactores. O padre Manoel
Thomaz, hoje capellfo do 4.- batalhOo de ar-
lllharia. existente na cidade de Olinda, pres-
Pe|o i taudo-se all a todos os trabalnos de seu mi-
nisterio, com d! lir h;."i o, e desinleres.se, i pe-
lo que teiu adquirido grande sympatbia dos
habitantes daquella cidade), euilimamente
encarrcgaitdo-se dos sermoes de quaresma,
que cotn effeito pregara era S. francisco,
onde se mostrara profundo, palhetico, e elo-
quonte, e nao tendo querido por molo al-
giim recebar a devida gratilicac,o de seu im-
portaulu Irabalho, consliluioinc hoje no
dever de Ihe dar (por miin e por parle da-
quelles que tem usutruido a sua distincta
candado, um publico tostemutilio de gratt-
do, o que faro rogando aos senhores re-
dactores, se dignem inserir estas liuhas em
as columnas de seu Diario, anda mais por
que parece-mc que o publico desojara co-
nhecer os ciJados prestantes, alim de Ibes
tributar o seus devidos respeitos, licando
porem para Dos a recompensa das virtudes
que caracterisam ao padre Manoel I liorna/..
Kr. Joao I! .ptista do Espirito Santo, guai-
diao do S. l-'ranctscj de Ulinda.
Perda
Do poder dos abaixo asignados desappa-
receu um val da quantia ie vinte conlos tle
reis.passado pelo Sr. Jos \iitonio liastos. e
a favor dos ann uncan tes, em data de 25 de
fevereiro deste anuo, oqial nao esta sella-
do, e ja se aclta pago, e p>r isso sem valor
algum quem o livor arlado, roga-se o fa-
vor de o entregar na ra i Cadeia do Reci-
fe, luja de cambio 8*.--Josquim Jos Silvei-
ra c< <;.
Lotera
provincia.
Segunda parte.da sexta lo-
leria Os iVlizes Ixlhetes com
a rubrica do abaixo assig-
nado, c.ontiniBm a obter
premios grandes como se
ve nos ns, sti intes, ven-
PROVINCIA.
PLANO.
4000 Inlleles t ..--lilil
Benelleio e sello de 20 por rento
20-ooorooo
4:000*000
16:000?000
de marinha n. 104,
em tura de Portas, travessa dos Guararapes,
com 280 palmos de frente, ello de funJo,
por I:I30000 reis, penhora !o por execucSo
mesma da fazenda, conlra os herdeirosde
Josu de Jess Jardim.
Urna pequea cas lerrea, l'eita de cal o li-
jlo, sita na ra do Itio, da freguezia do Poco
da Panella n. 7. com 22 palmos de frente, e
50 de fundo, cozinlta dentro, quintal em a-
berto, chaos de foro, por 4UO?000 reis, pe-
nhorada a itmandadodo ->S. Sacramento da
dita Ireguezia.
A posse do terreno de marinha n. 113', por
detraz da ra do Cal lereiro, com 20 palmos
de frente, e lito de fundo, por GO^Ot) res
penhoiada a Thereza de Jess Cavalcanti
Pessoa.
dem a do terreno n 2li, na ra Imperial,
com 30 palmos de frente, e 268 de fundo
por 80a 'S., penhorado a Manoel Joaquim di
Silva. '
dem a do terreno n. 50, na ra do llospi-
picto.com 30 bragas de frente para a ma de
Luiz do llego, e 71 de fundo, por 400-; rs.,
penhorado a Jos Joaquim de Imeida Pinto.
dem a do terreno n 17, na ra do Apollo
con 20 palmos de* frente, e 50 de fundo, por
1000 rs. .penhorado a llosa Engracia de Santa -, "
Mana Abreu llrandSo. -
Iiem a do terreno n. 196, atraz da ra da
Concordia, com to palmos de frente, e 100 UNGENTO IIOI I OWAV
de fundo, por 1507 rs penhorado a Manoel ,, ""V"1" "I.LUU A ,.
Caelano de "liveira. Militares de individuos de todas as narOes
12 cadeiras, 2 bancas, 1 mesa de meio de i poJei" tcslemiinhar as virtudes deste rem-
sala, 1 sof, i commoJa, tu lo de madeira d' lncomParaveli provar em caso necessa-
jacarand, 2 pares de mangas de vidro la- no* lIue' ''el0 uso qucdclle lizeram, tem seu
vradas, a 2 pares de casticaes, tildo por 1483 orP (' membros inteiramente saos, depois
penhorado a viuva de Jos l'ernandes Eiras!: "e ',aver empregado intilmente outros tra-
l.'m terreno amada Florentina, com 14-i!tamei,los- ;ada pessoa poder-se-ha conven-
didos mencionada.
21 i! 1 5:00081 qoartos
368 1:50091 ditos.
272 20091 ditos.
1631 Hlll.; meio.
1853 I0ua meio.
3441 I0O- ni.io.
-1117 lOUB1 hilhele.
1137 50*1 meio.
2571 llr1 meio.
1S ."1O51 meio.
2175 olioi qnarlos.
162 562 ditos.
Qs 8 Ojo do imposto ge
ral, ospossutdorcs deditos
nmeros podein receberna
rita a L'adeia n. i>0, pri-
meiro andar, ou hi praca
da independencia n. 40.
S". ,\. Li/me.
'.ias."; .'.: .;.-..*. ...- '' ; >;-
..."... ... ... ;. .;. ..-":,.-'.,."...".,; "..;*.;*/';_?
&
1 Premio de
1 Dito de
1 luto de hito de
2 hlos de 200
:; Ditos de 100?
I DllOS llu 50
10 Ditos .le 209
10 1 Jilos de 109
1-100 Ditos de 5D
1332 Premios.
2668 Blancos.
m
&
,

5:00f?000
2:0009000
9000(lt)
4009000
400000
300000
2O0(IO0
2009000
1009000
i:.">00C000
111:0003000
Grande sorti-
ment > de fazendas pretas
proprias para n qua-
resina.
Ricia manas de lilond pretas c brancas.
I.os de linlio ii ii
lirusdenaple preto laviado, covado. .
Dito dito liso muito largo, covado. .
Dito cr de rosa muito encorpado .
Sarja 'lili liespanhola muito cncorpado,
covado............
Setim preto maro superior, covado .
Panno lino preto e de cures, covado de 3-5
r. a............
Corles de casemira de cores com barra ao
lado c de quadrintios, corte.....
Corles de culletes jde velludo preto e de
cores............
Cutes dccolleles de 2un;ur.o de seda de
varios padr; a........
Meias cruas supeiiores para meninos .
Lencos de lelim e de gorgorlo prelos,linos,
(iravalas de seda pretas e de cora .
Chales de merino bordado a velludo. .
Ditos de dito bordados a seda.....
Hito- de dito com lislra de seda ....
Oilod dito com barra matisada, linos. .
Julos de dito lisos.........
Ditos de dito com franjas de laa .
Dilos de 1.1a adamascados prctos e de cores.
Cutilaria.
I 'i transferida a ollicina de rutilara de Mr.
Pomnialcan. para a casa de Osear l>-.iil.,aui, no
Irrru da Boa-Villa n. 52, onde rnnlinoar a In-
l.dliar no seu hbil oflicio : pode (er procurado lo-
do os dias.
SYSTEMA MEDICO
BOLLOWAY.
I'.E.MKIO I.MCOMPAHAYEL.
. ----------------...-.v^uuc cer-i
nm o refertilo terreno, tres cacimbas, e um melC0S mais celebres guantas pessoas re-
bom viveiro,ludo por 20:0007 rs .penhorado I C;0"ri,rai." ('"''1 ese soberano remedio O uso
Ita.hael Antonio Coelho de seus bracos o peinas, depois de ter per-
Urna grande cas terrea no lucar do Kc-I mi,nt'c'Jo longo lempo nos liospitaes, onde
kalA .in I.J.. j. :___ il.>\ i i ni cllr.,* .. .......)__ i i... M .. >_ .__. -
^ Na li.ji de eoliltiro defronte da matriz da
... Bua-Vhta n, Sti, precisa-se de um oflicial
tiy para collar cabello e azer barba : paaa-se
ij bem agradando, na menina luja amola-se e 7\
_ pule-se toda a qualidade de errameola de Z
--- Precisa-se do costureira para obras de
alfaiate : na ra Nova n. 49
lOeria
DA
Provincia.
O abaixo assip sortes : nado VCI deu as seguinles
1 quarto 1 dito 1 dito \umero 200 5:000-5 208 1:5005 272 200a
1 meio . 1G3I 1005
1 quarlo 1 dito s 2175 462 503 505
Alporcas.
Caimbras.
Callos.
Canceres.
Corladuras.
Dores de eabeca.
das cosas.
me no do lado da igreja, com terreuo de am-
bos os lados, e fundo ate a camboa, por .1
1:5009 rs.. pcnhoraJa a Francisco do Assis
Campos Cosilem.
Metade de um sitio na freguezia dos Alo-
gados, estrada do Catuc, com casa d.i taipa,
quareuia e tantos ps de coqueiros, alin de
outras arvores de ru.-to, chaos do foro, por
22 rs., penhoradado Antonio Caetano
lavares.
m cavallo alazSo, novo, em boas carnes
c oons andares, por !>;># rs., penhorado a Pe-
dro Jos Garneiro Uonteiro.
Os pretendentescomparecam no dia indi-
cado, no lugar c hora Jo cQstumc. Itecife
18 de abril de I8>7. -O solicitador do ion
dos feitos, Joaquim Theodo Alves.
Vende-se urna du/.ia de cadeiras, urna
mesa redonda de meio de sala, duas bancas
um sola, e mais seis cadeiras, ludo de jaca-
randa, e em bom estado, duas mesas, sendo
urna dejantar, duas camas de vento, urna
deltas de casal, utna gamella de banbo.de
amarello nova, um banheiro de (landres que
anda no teve uso, cun par de mangas de ,i
vidro : a tratar na ra das Calcadas sobrado
amarello n. 12, aondecxisle os referidos ob-
jectos.
Compra-s um sillifio para niontaria
de senhora, em bom estado : na ra das
Calcadas, sobrado amarello n. 12.
Carlos Archer retira-so para Ingla-
terra. "
- Precisa-sc alugar urna escrava que
saiba cozinhar perfeitatnento, e que se afian-
ce a sua conducta, psra urna casa estrangei-
ra de pouca familia : quem tiver
alugar, annuncie por esta folha
procurado.
Jos Pires de Moraes, taz sciente o
commercio, que o Sr. Jos Alves Fernandes,
ne inleressado em sua loja, e gerente da
mesma, desde 1 de Janeiro de 1856.
Precisa-se do um rapaz de idade de 15
ate 16 anuos, para caixeiro : no aterro da
lioa-Vtsta n. 16, loja de relojoero.
Achou-se unas pe^as le utn relogio
de quatio rancez, sendo urna pndula, dous
ponletros de ac, 3 paralusos com botOes d
latao e urna chave de ac : a quem perteu-
cer, dinja-se ao aterro da Boa-vista, loja de
rel.jociron. 16.
O Sr. SebastiSo /lll'onso do flepo Bar-
ros faca o favor dirigirse a loja da ra do
Uueimado n. 10.
O mesmo tem exposto venda os seus fe-
izes billietes, meios e quarlos da terceira
tas,quehavtndodekadoessesasylosd'fi|M^11'ianse'.ta ,"Usri" d? ymnwio Per-
deci nenio, para se nao submellJretn a e!SW*^^n2'.?-S!!".e? n3 stao_sujettos ao
deviam soffrer a ampuiactlu! Deltas ha
oporagao dolorosa, foram curadas completa
mente, mediante o uso desse precioso re-
medio. Algutnas das taes pessoas, na efusao
de seu recoiitiecimento, deelararam estes n
sultados benficos Jianle do lord correp -
dor. e outros magistrados, afim de mais a -
tculicarem sua allirtnaliva.
Nioguem desesperara do estado de sua
saude se livesse bstanle confianza para en-
saiar este remedio constantemente, segiun-
do algum lempo o trataineulo que uccessi-
tasse a nalureza do mal, cujo resultado seria
provar inconteslavelniente : Que ludo cura.
O ungento he ulit. mas particularmente ,
nos seguintes casos.
Inllammac/to da
e quizer
para ser
Enferrodades da cu-
lis em gerat.
Enl'ermidades doanus
ErupcOes escorbticas
fstulas no abdomen.
Frialdadc ou falta de
calor as extremi-
dades.
Frieiras.
Cengvas escaldadas.
InchacOes.
Iiillamma^aodoligado
da bexiga.
Veude-se ests> ungento no estabelecimcn
togerai de Londres n. 244, Slrand, e na
o|a de todus os boticarios, droguisUs e ou-
tras pessoas encat regadas de sua venda em
tota a America do Sul, llavana c llespanha.
Vende-se a 80o rs. cada bocetinha.conlm
urna iDJlruccSo em portuguez para explicar
o modo de lazer uso deste ungiieiilo.
O deposito geral t.e em casa doSr. Soum,
pliarniareuttcu, na ra da Cruz
rernambuco.
ma-
triz.
Lepra
Males das pernas.
dos pcitos.
de olhos.
.Mordeduras de reptis.
Picadura de mosqui-
tos.
Pulmes.
Cjueimadelas.
Sarna.
Supurarles ptridas.
Tinha, em qualquer
parte que seja.
Tremor de ervos.
Ulceras na bocea.
do ligado.
das articulacOes.
Velas torcidas ou no
dadas tas peritas.
ATTFNCAO\
Deseja-se saber quem he o s
terreno onde se ada edificada a
orto do
sa terrea
n. 22, em
n. 64. sita na ra de Santa Rita, afim de sel^ tamo em
lv AO PUBLIC.
Jj. i^o armazem de fazendas baratas, ra do
M Coliegio n." 2,
U vende-se um completo sortimento de fa-
| zendas finas a rossas, por nais barato
irecos do quo era oulra qua!i|uer
n
m
parte,
ama secca para o
pouca familia : a
poder concluir corto negocio.
C-afCO!ll :'tO<
No esiabeleciinento da rita do Dorias n.
16, primeiro andar, e no vaslo lalSo co n en-
trada pelo o pateo do Ca Santa Thereza, ha a toda hora o muito bem
fe i lo caf
m
... porgues como a retallio, aflian-
jj fando-se aos compradores um s prero
jg para todos: este eslabeler.imento abrio-se
jig de combinagio com a maior parle das ca-
j{g sas coramcrciaes ingle/.as, fraucezas, alie- %
$g mos e suissas, para vendur fazendas mais M
" em coma do que se tem vendido, e por isto "
bem ,uar^pS'ior;XlSCS' e ha ^ \ 1 f- < -gen. 'do que \
Perdu-se ou oi urtado do
Sr. Martins de Lemos, na liemfica
sitio
o|M|
-, Passagem s
da Magdalena, ora occuuado pelo Sr Eduar-
do lrutn, um cavallo rugo com a marca P
na per na direita, e O na p-rna esquerda ;
desappareceu alguns das pasaados, e queu
trouxer o mesmo no sitio mencionado retv-
bera boa gratificado.
Arrcnda-se o engenho Cajabtissu', si-
ta na freguezia da vili* do Cabo : a tratar
em Olinda com o pa Ir Fr. Caldillo de Sania
Ignez Araujo, no mr.steiro de S. Bcnto.
AVISO.
Carlos D'alter, relojoeiro no aterro da Boa
Vista, mudou a sua olli ina da casa n. 27,
pata a bem conhecida loja do cutileiro Sr.
I'ommateau n. 16, na mesma ra, c avisa *
musfreguezes, cao respeitavel publico des-
ta cidade, que m: aclta eslabelecido em dita
casa, promptoa receber quaesquer relogios,
a pecas convenientes a sua ollicina para con-
certar ; assim como concerta com pcrfeicSo
Icnronoraetros.o que ludo alianza prompttli-
[car com a maior perfeico, reeularidade e
soitdez.
outro qualquer; o proprietano deslo im- ^
portante esiabelecimento convida lodos 9
os seus patricios, e ao publico em gcral,
.4 para qua veoham (a bem dos seus inte- ||
S resses) comprar fazendas baratas: no ar- m
gg mazem da rita do Coliegio n. 2, de An- V
i ionio Lttiz do Santos & Rolia. '
Os abaixo assignadus, l'azem sciente ao !
respailavei publico que desolvera.n amiga-I
vel i ente a sociedade que luiham na fabrica '
de charutos no beceo do Abreu n. 4, no dia i
I do corrente, que gjrava com a firma de
Sampaio & IrmSo, licando a cargo do sucio
"esednto dos oilo por cenlo da le.'
Por Saiusliano de Aqu no Ferreira
Jos Fortunato dos Santos Porto.
- Precisa-se de um bomem que seja in-
telligentc para vender p3o ni ra cotn um
preto*, por freguezia j antiga, assim como
de um bom (urneiro que seja diligente na
sua occtipacao ; na ra larga do Itosario n.
18, junto ao quartel de polica.
O lllm Sr. Manoel Jos Rodrigues Pe-
retra, tem utna carta, e urna pessoa que Ihe
deseja rallar : a bordo da galera ingleza O-
Dnda.
Ma ra do Apollo n. 23, primeiro an-
dar, escriptono de Domingos Alves Matheus,
tem para vender duas exccllenles esclavas
prendadas.
Precisa-sede una ama que saiba cozi-
nhar, e fa/.er todo o servido de casa : na ra
uo Caldereiro taberna n 60.
NUVA LUJ v DK FU.MLEIRO.
1'recisa-sflde um bom ollicial de l'unilciro
na ra da Cruz do l.ecile n. 37.
Um empregado de fazenda versado em
contubilidade mercantil, com excellente lel-
tra, oirerecc-se para encarr.gar-seda escrip-
luratao de qualquer casa de cotnmercio, as
horas vagas, nao duvida de pedir a exone-
ra^aodoseu emprego, para dedicar-se abso-
lutamente a esse setvico, una vez que se Ihe
proporcione um ordenado vanlajoso. O att-
nuncianle, alm da li.bililac.ao theorica e
praltca da materia cima, lem conliecimen-
to da foima porque se deve dirigir nos ne-
gocios de importacSo e exporiacao, bem
como nos que respettain as repai tices lio-
caes : quem quizer se utilisar do pieslimo
do mismo annunci ule, queira anunciar
polo presente jornal.
O abaixo assignado eslabelecido com
taberna na ra da matriz da toa-Vista n. 54,
pede a quem se julgar seu credor, quo apr-
sente suas coala na mesma taberna, para
seren pagas no prazo de 3 das ; assim como
pedo aos seus devedores que na niestna ta-
berna Ihe estao devendo, que no prazo de
30 das, de lite satlsfazer seus dbitos. Iteci-
fe 16 de abril de 1857.Josc Amonio Vas-
ques.
A pessoa que precisar de dinbeiro a
premio, dirija sea ra doueiinado loja n.
63, sendo com penbores de ouro, 50; pata
cima, u dous por cento ao mez. *
Jos Baptista da Fonseca Jnior, ra
do \ gario n. 23, saca sobre Lisboa e Porto,
e toma saques sobre a Baha.
Joanna Francisca de barros esl justa
para comprar urna casa de taipa sobre pila-
res, na Capunga, na ra das.Crioulas, a Joa-
quim otero oo Farias ; se alguem se adiar
com direito annuncie.
Jeronymo de Abreo avisa a todas as
pessoas que lem peitliores etn seu poder des-
de 185o at boje, que hajam de vir tirar no
i prazo de s dias, lindos os quaes seriio ven-
didos para seu pagamento'.
-- No escriptono do engenheiro cm che-
4000
l'hosouraria das loteras 27 de junho de IS'ili.
Os doas pnmeiros premios estfl -u^eitoi ao itescon-
lo dos S por rento.O Itiesouicuo Francisco An-
tonio ile Oliveira.
ApprovoPalacio do governo de Pern.imbuco
i de jiilho de IX ili.S. ite Macedn.
Conforme.Antonio I.eile de l'inho.
A polica.
Desappareceu da ra doliangel, no di 16
do corrente, um cabrinba de nome Justino,
de idade de 10 anuos, com os signaos seguin-
tes : bocea grande, rosto oval, denles per- Lenvos paia mo,i!e camtn.ua de linbo,lisos
feitos, ps regulares, com signaes de bichos i PII* de alpaca prela lina e de cor. .
as cabecas dos dedos, manqueja de um p i '""""'as de alpaca prela e de cor. .
por ter dado ha poucoS dias um talho no "'Pebua de seda de cores, malisadas, co-
catcanliar, levou camisa do chita, caiga de
algodfio dequadros, sem chapeo ; julga-se
que lenha sido furtido, ou perdeu-se por
nao ter conheciment das ras da cidade, e
talvez sahisse para vadiar o nao accrlasse
com a casa para vottar : roga-se as autori-
dades policiacs reciinmendar a sua appre-
DensSo a suas patrulhas; e qualquer que
seja o apprehensor, sera gratificado,levaudo
ao aterro da Boa-Vista n. 42.
A administracBo geral dos cstabeleci-
mentos de ca idade, tendo entrado na posse
das casas abaixo declaradas, pertenentes
ontr'ora ao hospital do Paraizo, manda fa-
zer publico aos respectivos iuquilinos, que
no dia 23 do corrente, pelas 4 horas e 1|2 da
tarde, na sala de suas sesses, no largo do
Paraizo, deverao comparecer munidos dos
seus recibos, alim d>- se v-rilicar ate quanto
esto pacas as respectivas retidas.
Freguezia de Santo Antonio.
Iltia da Cadeia, casas terreas ns. 6,8 e 10,
esobrado n. 12 ; ra das Cruzes, casa ter-
rean. ; ra de S. Francisco, casas terreas
ns. 5 e 3 ; ra da Boda, casas terreas ns 1,
22 e 2!); ra Nova, sobrado n. 32; ruado
Queimado, sobrados ns 34 c 36 ra de Mor-
as n. 30; rita Direita, casa terrea n. 15;
ra de Santa Bita, casas terreas ns. 76 e 92;
ra do Padre Floriaoo, casa terrea n. 39.
Freguezia da Boa-Visl.a.
Ba do Aragao. casa lerrea n. 8 ; ra da
Alegra, casa lerrea i. 46 ; ra Velha, casas
terreas ns 42 e 73.
Adminislraco geral dos estabelecimentos.
de caridade 14 de abril de 1857.O escrivao,
Antonio Jos Comes do Correio
- Saca-se sobre o Porto qualquer quan-
tia a vista ou a prazo, pelo prximo paquete
inglez Avon no escrtplorio da ra do ra-
-piche n. 40.
Precisa-se alugar um preto de meia
idade, que enlettda de Iratamento de caval-
ios, e servico de casa : em Santo Amaro ao
p da fuidic/io, taberna do Jo Jacintho de
Carvalho.
PILI LAS BOLLOWAY.
Fste incsttmavel especifico, composlo in-
teiramente de herva medteinaes, nao con-
li'tn mercurio, nem alguma nutra substancia
deleelerea. Benigno i mais lenra infancia,
e a c i'tnpli'ic.io mais delicada, he igualmtn-
le promtdo e seguro para desarreigar o mal
na completlo mais robusta ; he inleim-
nieule innocenle em suas operaces eeffei-
tos ; pois busca e remove as doencas de
qualquer especie e grao, por mais antigs e
tenazi's que sejam.
Entre milbares de pessoas curadas com
elo remedio, militas que ja eslavam as por-
7:0001 'as *? morle, preservando em seu uso ; seguiram recobrar a saude e forras, depois
de haver tentado intilmente todos os ou-
tros remedios.
As mfiis afilelas nlo devem rntregar-.se a
desesperacao ; lar.mi um ruin; cenle ensaio
dosellicazes efTeilos desta assombrosa medi-
cina, e prestes recuperarao o benebeio da
saude.
N3o se perca lempo era tomar este reme-
dio para qualquer das seguintes enfermida-
des :
SbSOO
28400
2S4O0
2|600
.'Win
4-MKK
1I>IHHI
:iwhki
I85OOO
95OOO
65.1OO
65VK)
595OO
15500
33000
5100
IgMO
55500
Hito
u4i
Jos Dias da Costa Cardial, faz sciente
ao publico que o Sr. Leoviao >oriano da Sil-
va, nao lem mais gerencia alguma na taber-
na do annuiiciaule, desde odia 13 do cor-
rente.
BOB I.AI 1 ECTEI.Il.
O nico autorisadv por decisao do conselho real,
decreto imperial.
Os mdicos dos bospila.es recommendam o
arrobe de Laffecteur, como sendo o utiico
autorisado pelo governo e pela real socieda-
de de medicina. Este medicamento de um
gosto agradavel e fcil a tomar em secreto,
esta em uso na marinha real desde mais de
60 anuos ; cura radicalmente em pouco lem-
po cotn pouca despeza, sem mercurio, as af.
fceqoes da pelle, impingeos, as consequen-
cias das sarnas, ulceras e os accidentes dos
partos, da idade critica e da acrimonia he-
rodilaria dos linmores ; convem aos catar-
rhos, a bextga, as COntraccOea e a fraqueza
dos orglos, procedida do aboso das injec-
cGes 011 de sondas. Como auli-syphiliiicos
o arrobe cura etn pouco lempo os"fluxos re-
centes ou rebeldes, que volvem incessantas
em consequeiicia do emprego da copahibe,
da cubeba ou das injecr,oes que representem
o vitiasem neulralisa-lo. O arrobe Laffec-
teur he especialmente recomtnendado con-
jra asjdocn^as inveteradas ou rebeldes ao
mercurio eao iodorclo de potassio.Lisboa.
Vende-se na botica de Barral e de Antonio
Feliciano Alves de Azevedo, praca do I). Pe-
dro n. 88, onde acaba de chegar urna gran-
de porr;o de garrafas grandes e pequeas
vindasdiectamentede Paria, de casa do dito
Boyveau-Lalfecletir I2,rua i-.ichelieu a Pars.
Os formularios dSo-se gralis em casa do a-
gente Silva, na piaga de D. Pedro n. 82.
Porto, Joaquim Araujo ; Bahia, Lima a Ir-
maos; Prfntamhuco, Soum ; lo de Janeiro,
Rocha & Ftlltos; e iloreira, loja de drogas ;
Villa Nova, Joao Percira de Magates LeilC,
Rio Grande, Francisco de Paula Couto i Pupelina de seda de cores,
I vado...........'. i-^K
I Chai, de seda de cores, com quadros, co-
vado '.......... 5900
! Laa do quadros pequeos e grandes, co-
vado ............ (loo
Lila ese Ja, bonitos padmes, covado. 580(1
Kicns cortes de laa de ramagem matisada
com 15 eovadoa.........'15000
Mauritana de seda de cores com vara de
largura, covado......... 15000
L'rsuliua de seda com listras malisadas, co-
vado............ l-otio
Sedas de quadros de nnvos padres.covado. 3050
Chapeos de massa, francezes superiores 79300
Duqueza de seda coir. ramazem, covado. 800
Motaalina de cores moi lindas, covado. .'120
Chitas francetai finas........ ;H0
t;a*-as Iraiicezas de cores fixas, vara IKI
Em frente do becco da Cougrei;arao, a segunda
loja 11. 10.
CONSULTORIO HOMEOPTICO
DO
Dr. Meilo Moraes,
DO
RI E JNEIRO-
NICO
deposito cm Pernambuco, n;t ra do Quei-
mado n. 7 arma/.ein
ile fazendas de Joao Jos de
tioitveia.
Neste cstabelecimenio se enconlra semprc
um completo sortimento de carteia- hnmeo-
pathicas de 12 at 121 glbulos, bem como
carteiras com tinturas de 12 at 60 frascos, 1
sendo todos os medicamentos | da melhor
prcparaqao, e se vendem por preqos muito
mais baixos doqtte os preparados aqtti.
Tambem se vendem neste esiabelecimento
o repertorio do medico homeopathteo a
63 rs., e novas praticas elementales a 43 rs.,
publicadas no P.io pelo mesmo autor.
PftODUCCO'ES LITTERARUS
DO
Dr. Mello Moraes
do
Rio de Janeiro.
Physiologia das paixOes, 3 volumes IOOOO
Educador da mocidade brasileira, 1
volme .. .. .. .. 2-3000
Ensaios corographicos, 1 volume.. 2C000
Memorias diarias da guerra do
Brasil, 1 volume...... feOOO
Tambem se recebem as assignaturas para
a MU ultima produce.o lilteraria-Os Por-
lugoezes peraute o inund -"i volumes 60OOO
rs., avulso IDjOOO.
Compra-se effectivainente bronze, la-
tao e cobre velho : no deposito da lundicao
da Aurora, na ra do lirutn, ogo na entra-
da n. 28, e na mesma luiidi;ao, em santo
Amaro.
Accidentes epilpticos
Alporcas.
Ampolas.
Arelas mal de .
Aslhtna.
Clicas.
ConvulsOcs.
Debilidade ou exte-
nuacSo.
Debilijadeou falta de
forcaa para qual-
quer cousa.
Deainteria.
Dor de garganta.
de liarriga.
nos rins.
Dureza no ventre.
Lnlermidadcs no ven-
tre
Enfermidades no liga-
do.
Ditas venreas.
Ettxaqueca.
Herysipela.
Pebres biliosas.
Febres intermitientes
Matate da especie.
Colla.
Ilemorrhoidas.
Hydroptsta.
Ictericia. .
Indtgcsloes. /
Inll.iir.m.iciies/.'
Irregu la ri dii des da
iiieiislrtiac.jo.
I nmhrigasdVfoda es-
pecie.
Mal de pedra. v
Manchas n cuti
ObatrasoeSo do venlre.
Phtistca ou consump-
c.5o pulmonar.
I'ii'l'-nc.'io de ourina.
Illieumatismo.
Symptomas secunda-
rios.
Tumores,
(ico doloroso.
Ulceras.
Venreo mal.i
consultorio
a
;-:
i
ie ua estrada du Ierro, precisa -se de um cai- c promplido, toda qualidade de machinis-
H01E0PATHICO S
1)0 OUUTuB GASANOVA. 9
2S. lina das Cruzes. S. ^
ir5 lem sempre os mais arredilados medica- ,'i
m.'iilos pin Unturas e em zlubulos o bas- Q
lanle em caula, porm \en<1em-se sempre ^,
mais caros por srem muito mais 'operinies .
SO aos que s.1o preparados no Kio de Janeiro, c
0 que se viidem nesta prar.i : quem davidar M
S veja e experimente uns c oulros, c Virar con- f
9 vencid > do que avaneaiam.
C. STAP.R cV C
respcitosamenle annttnciam, que no seu ex,
tenso estabelecimenlo, cm Santo Amaro.
continu'a a fabricar com a maior perl'eic3o
xciro de escripia,brasiletro, e que escreva e
traduza o alnigua ingleza;e ious engenheiros
que escrevatn e traduzam o inglez, eque te-
nham pralica de levantar plantas e tirar nive-
lamentos. Assim como daqtii a alguns mezes
precisa-se de varios erapregados, como cat-
xetros, etc., que possam receber ou dareni
oidens em inglez.
- Precisa-se alugar um preto possante,
embora seja tirulo, para Iraballtar mensal-
mentc nesta typograpbia,
lento : na livraria ns. Ce
mo par.-, o uso de agricultura, navegacSo e
manufactura, e qoe para maior commodo de
seus numerosos freguezes e do publico em
geral, lem aberto em um dos grandes arma-
zens do Sr. Mosquita, na ra do llruin, atraz
do arsenal de marinha, um
DEPOSITO UE.MAUIIXAS,
construidas no dito seu esiabelecimento.
Alli acbar.io os compradores utn completo
Cala Jnior retira-se para Franca.
Precisa-se de um santuario de jaca-
randa, que nao lenha menos de 1 palmos, e
que seja obra boa, mesmo com itnagens que i caixss ou 300 saceos com
seum prtalas; quem tiver annuncie, ou
dinja-sc a ra do Crespo, loja n. 6, que
achara com quem tratar.
Francisco Jos da Cunha Sampaio, lodo oac- dependencia.
VJ-0-da,.'"U lab"ca- Becife 1 de abril de Aluga-s'! urna casa na fassagem da
Sj/.-|.iancisco Jos da Cunha Sampaio. Magdalena, antes de chegar a ponte grande,
Hippolylo Jos da Cunha Sampio. com solSo e muitos commodos pata grande
- O abaixo assignado, solicitador dos au- familia : os pielendenles dirijam-se ao Tra-
utlo'tos d.sia capital, faz sciente ao tespet- piche Novo ti. 16.
tav.-i publico, com especialidade a seus cli-1
entes, que acba-se residtndo na mada Praia,
sobrado n. 4!t, segundo andar ; ^s pessoas
que quizerem encarregarde qualquer ques-
IJo. .oderan procurar na mesma casa cima,
das 6 as 9 lio as da manha. e das 3 da tarde
em diante, que sempre achara prompto co-
mo he do coslume.Jo.lo Caetano de breo.!
Frela-se para os portos do noite a bar-
ca$a .N S. do Bom Successo, .lo carga de 30
-- Ottem precisar de utna preta iscrava,
ptima cozinheira e compradeira, dinja-sc
a roa da Cadeia do liectfe n. 2S, a preco
commodo.
Precisa-se de um bom l'orneiro para
assucar : os pre- urna padaria em Santo Anlao, da-se um b.im
Ztt2^~2tL2&*L* ~SE* ,1- I""" 'PPir "ala d
Santa Isabel, casa da esquiua, que achara
com quem tratar.
dando-se o sus-1 sortimento de moendas de canoa, com todos
da piacada In- i "s. nnlborameiitus alguns delles novos e
nrigiuaes a que a experiencia de muitos an-
uos tem mostrado a neeessidade. Machinas
de vapor de baixa e alta pressSo, tachas de
lodo lamanho, tanto batidas como fundidas,
carros de mfio e ditos para conduzir formas
de assucar, machinas para moer mandioca,
prensas para dito, fuios de ferro b tido
Foi eni., ''"V 'ar",ll:1. <0S de ler.o da mais appro-
- lot tnliegue no sobrado desta typo-.vada ConstruccJo, fundos nara aUmbioues
graplua um par de botas joelheiras ; quem i crivos e portas mffitaMiSS
as m.nduu ou for dono dellas. queira man- dado de obras
dar busca-las, dn lo os signaes.
NM
Botica
o
o

O
ras de ferro, que sera enfadonho
; enumerar No mesmo deposito existe urna
: pessoa ititelltgcnlee habilitada para receber
todas aa eneommeo las, etc., etc., que os
a ctttttl i)0!iu:oiMii'iiiiti;*-:
E.M PEKNA.MHI'CO ?
5 DI) DK. *f
6 SABINO OLEGARIO L. PIMO. 9
Ktta de Santo-Amaro (Mttn- '&>
do-Novo; n. t. *
Neste esiabelecimento etislem os medica- lyj
c^ menlus mais adequados aos clima do or- A8h
te, prcparailus com a maior vigilancia pelo 2
proprielario. '.*}
Eiislein medicamentos preparados no Kio .**"-
de Janeiro, que se vendem por preco bal- ^-
Jos, mas uao se garante sua eilicacia. 5-j*
A eipeneiicia lem damonslradn que o ;-,
medicamenlos aqu preparado proiluiem '"
W melhor etTejto, ca as provincias do norle, '.J
V.t;l()o 1ue os que os que vem ite fra. >'
?c O* precos sito lixos, sendo mais caro, por .t,.
seren melbores, os preparados em Peruam- '
'u "o- Q
& THESOL'RO HOHEOPATHICO -Q
m oo ;',j
Vadc-Mecum q
DI)
HOIUB ; PATHA
PELO DK.
SABINO OLtli.VKIO L. PIN1IO.
E-ta preciosa obra rontinr.a a veieler-se
2? Jia botica central, a lOsUOO am broebura e
J U*HH\ eocaderaada.
'i.'l ''."- ; /'* 'i Wi./'.'" -.- -. -. -ir$ff \ \i'iS'^-'-^y <-'<- '.."
j\alojadaboaf
vende-se 'tilo barato (lie
adiiira :
Ricos pannos para mesa pelo dimi-
nuto preco de
Brimjbranco trancado de puro It-
nho, vara
Dito pardo liso de puro linlio, vara
Canga amarella franceza, muito li-
na, covado
Fil d- linbo liso muito lino, vara
Cito dito com llores, dito, vara
Cambraias fraocezas de lindos pa-
drees, covado
Chitas francezas muito finas, de pa-
drees novos, covado
Camisas de riscado muito bem ta-
las e muito bonitas
Palitos [netos muito bem feitos
Camisas de meia minio linas
liicos lencos de lilet com palma
bordada a maliz
Ditos ditos de cambraia muito lina
ruin luco de litiho
Luvas de seda de lindas cores, com
ricas bolotas, 0 par
Ditas de dita de lindas cores, bor-
dadas e enfeitadas
Ditas pretas de lot cal
Chales lisos de merino, de lindas
cotos
Gravatinhas de cassa, de padroes
muilo bonitos
Lencos brancos de cambraia
luios dilos ile dilacom barra de cor
Hilos do linbo pro irios para rape
39000
11440
040
320
su
1-2SU
3jo
Vendcm-se estas pillas no >. alieio imen-
to geral de Londres nj 24. Mrand,. e na
loja de todos os boticarios, drogublas e ou-
|ras pessoas cncarregadas de sua venda cm
toda a America do Sul, llavana cllcspanha.
Vendem se as bocetiahas asotirs.. Cada
nma dellas conten utna inalruoc4o em por-
tuguez para explicar o modo de se usar des-
las pillas.
O deposito geral he em casa do Sr. Soum
pharmuccutco, na ra da Cruz n. 2i, cm
Pernambuco.
Para os liomens
que tiverem bom fosto.
Vcndem-se muito bons cslojos proprto.-.
para viagem, por lerem todas o> arranjoa ne-
cessarinspira barba, pelo baralo preco de
le, 2?, 3s, 4-j, 5-5 e 6.5OOO cao um, esporas
muito linas oe casquioha e ac para correias
a 1?e 15200, caixas redondas do tartaruga
para rape, pelo baratissimo -precio de 55000,
ditas de bfalo, fazenda muito superior a
laSM e 3/, ditas muito lina de massa a I*,
ricas charutetras e muito Inaa a e bbVM,
ponleiras para cliaruiosde 1 taili.i. e de uni-
corne a 500 e 600 rs., carteiras muito ricas
de mogno, proprias para viagom .1 85, 10-
125, duas sem ser de madcna para 39, 59 e
6/?000, cintures de borracha al5el950,
giavalas pretas c de cores, fazenda muiiJ
boa a 15500, riquissimos caniveles de pu-
nhal com cabo de madreperoia a Si, pineeis
inglezespara barba a 1-5, garrafas da cores
com copos, proprias para lavatorios, pelo
baratissimo preco de 15, gaihelciras eom to-
dos os vtdros necessarios e colher, pelo ba-
ialo preco de 25, irancelins prctos rbeos c
chatos, ue borracha, pata relogios a 160,
320, 400 e 50o rs., obre tas de col, con leudo
todos os das da semana, cada caiuoha a 400
rs., ditas lisas a 100, escovas para denles
muito linas a 160, 240, 4uO e 500 rs., e ditas
de eabo de marfim que lambom se vende
baralo, ditas de cabo de osso para unkas a
320, 500 rs., 600 e 15, ditas de cabo de b-
lalo e de inarlim, que se vende barato, ditas
muito boas para cabello a 64o, t/SOt e 3s,
ditas para Tato a 15280, 15500 e afiadores
tnglezes para uavalhas a ls, r.avalbas mut-
itssimo finas para barba a 25 cada um, ri-
cas bengalas de caima e bamb', pelo bara-
to preco de 25, 33 c #000, ditas de junco
50t rs., 13, 112OO c I5SOO, caixinhascom 30
pedras de osso,torneadas e muito bem talas,
brancas e encarnadas, proprias para joajo
de damas ou gam.lo, pelo baratissimo orreo
de 25, 2/500 e 39, jogos de domin em cai-
xinhas a 1/200, 15500 e 2-5, diversidade de
objectos de charao marchetados de madrepe-
roia de cores, consistlndo em jogos de da-
mas, pastas para guardar papis, caixas para
joias, dilas para vollarcle, dilas para papis,
carteiras para senhoras, e oulros mais ob-
jectos, ludo de muiltssimo gosto, e que aun
se vende caro.lixas de osso e de madreperoia
para voltarete, c outras muilissimas'cousas,
ludo de muito gosto e por preco barato co-
mo todos sabem : na ra do gueimado, na
bem conhecida loja de miudeza da boa la-
ma n. 33.
Luvas de todas
as quaiidacies.
Vcndem-se verdadeiras luvas de pellica
de Jouvtn, |iretas e braceas, para bomem c
senhora a 25500 rs. o par. dilas de seda de
todas as coreS e borJadas, com guarnices a
25500, ditas lisas tambem de seda o do to-
das as cores, para homem < M-nhora a 1?,
J52O e 1*500, ditas pretas de boreal, muito
boa fazenda a 15, dttaa brancas de algoda
para homcm a 210, 320 c 400 rA, ditas dr:
cor-s muito finas de lio di Escocia para ho-
mcm a senhora a 320, 100 c 500 rs., c ou-
tras mais qualidades de Iuv-s, que se ven-
de barato: na ra do Queimado, na bem
conhecida loja de mtulezas da boa fama
n. 33.
bhetefide visito
320
1:500
45OOO
1/000
SfOOO :
liravaaa-H e imtirimeni-se rom pertiir.io bilhtlr-
de visita, l'ellras Oe cummercni t mH o* nbjerlot .1.
arleratigrapliica, ratMfaa, vnihelar nu.e-iuer -
seiitio. Abrcm-e liima-, Miiele, lauta a taina do-
ce eomo em relevo, orn^inenln. c, .11 ni (fin, droarn
e prala. Faiam aa ne limln. e nutiiMe para
bordado de lahvrinllio. >dmaMn M ti rerNa de
quarsquer rsits objecloa no ca-i. .le n.lo lirartm a
rontento da pessoa que o- em onimen.l.-reo : qce .
rreienier iluija-se A aaalejam saatn la im aa
bairro do Kenle, ra da Madre d- Un- n. tj, p,,-
15200 "neiro an.lat : rm.s.nlo Antunio. na livraria r|ira
I do paleo dn Cidl-Rlo 11. -J ; no Crien Pima, %, bra-
1?'''80' ,l'1 '!""'-* imir"iit'' a maitiaaama.
1 ~"~r r ri" \ ir unir
isTooojit SYS|tMA XORTE-AMIKICAXOI 3
Meno da Hoa-Vista n. 1.
I' aietar. .
i-j(lll
\m
210 **
2ill|
210
K YAI. IIOIIL'l.ii.MH.N
26, nev.bridg sioei ItUclfriars
400 Moitsicur Polvdinede Kevser
panhia.
eassim outras muiUs fazendas que vendem- d'inrurmer messieura le vov.eeur.
se por menos que etn qualquer oulra parle : i enl de r
dmfam. S r-?,d0 Que'raP. "os quatro cantos ni
aiinuni-tant-s contando cotn a Capacidade de aa 7,'a li'a lt',"im-i'7\'
suas ollicinas o machinismo, e pericia de ^ T i
seus olliciaes, se compromellem a fazer eje-
cutar com a maior presteza c perfeicao, e
exacta conforinidade com os modcllos ou
desenhos, e nsiruccGes que Ihe forem lor-
no.-iiinc
necidas.
lioiineur
qu'il vi-
repreinlre l'liolcl oyal a l.on res,
lenu avec lant de suecos pt-i.danl !."> ama
par son pire, inr. C de Keyscr L'atal \i-
i\{i(JtJS CH (jr''"i| cnt d'tre euticreineiit remcubic eile non-
Na rundirn de c starr vean pruajritMairoarafaamBia. taant mar tierna
Santo Amaro acham t' <"m^,',nh,f, em.Ulude do sarria., que ,.ar flYlH, du '
fitSEwXSSSEl .Ve" ar'"loSl|,r,x- de rita' en de messieur,
c.!l^J!ummodeUoecouslruci'on'vO les vojageurs. .Londres, le ler. janvnei
1 ti
S
superiores.
rv1UTH.fiDfJ



IAK10 DE PERN.MBUO, SEGUNDA FEIRA -20 DE AHHIL DE 1857.
c
t
i* 1EDP.AS PRECIOSAS-1
Aderecn, de brilhanlea, *
.<.; diamntese perolas,pul- *
reirs, alfineles, brincos *:
? 8 rocelas, boloe* e .un..'.- $
? de dill'err ule- goslos e de jg
diversas pedra de valor.
g
tu
3 trocan prala, ouro,
., Ihanles.diamanlesepero- -
A las, e oulras quaesquer ^
joiasde valor, a diuheiro ?;
uu por obras. *-
DI
iRTE.
! J MH Hi
:r**>'>: :
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to de Franca coiao
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s miro, meiosditos, iulci'1- -
.', r.is, alnate*, brinros e *
. roielai, cordoes, trance- *
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* eenfeilespararelogio.e *
3 outrosmuitosobjeclosde 1?
y ooro.
;i Apparelhos completos, >
, de prala, para cb, ban- J-
M dejas, salvas, easlioaes,
,^ colheresdesopaedech, *
J e mailos outrus objeclos-J
i. de prala. i
r ; *. 's->;c*:*>-i;":*'>>:?>
de Lisboa, asquaes se vendem por
pre?o eommodo couio costuniam.
Modas france-
zas
Na loja n. I, atorro da boa-Vista, do ma-
damc Buessard Mlllocheau, reeebeu-so pelos
ltimos navios un lindo 'scolhimenlo de
modas: ch-pcose enfeites
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CONSULTORIO HMSOPTHICO
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am rthSi f n^nfT acreditados medicamentos, tanto em tinturas como
em glbulos, e preparados com o maior escrpulo e por pregos bastante commodos :
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Manual de medicina homeo.-athica de I)r. Jahr com o'dic-
conario dos termos de medicina ...
Medicina domestica do Dr. Ilenry .
Tratamento do cholera morbus ....
Repertorio do Dr. Mello Moraos .
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1O000
2/000
6000
00
C3

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03 9 fMi 0 s a a; a
-^ * ~ c
as O) a
para senhoia,
e guaruied s para vost:-
los, vestidos boidados par 1 bailes, 'litosde
blond bordados par* casamento, ricas man-
tas para DOvas, (-apellas e caix s de llores
de larangeiras para eufeitar os vestidos, col-
larinhos e mangas de Upo verdadeiro, ditos
de cambraiaelilo, Ioikos de retro/ lisos o
bordados de matiz, veos pelos, brancos,
azul e verdes para chapos, lindos chales
de tuco preto, longos "de oambraia do linho
borlados, tiras de cassa e de cambraia bor-
dadas, cntremeio de dito, botc.es para casa-
veis, espartilhos, trucas e franjas para ves-
tidos, bicos de linho, toucados de liia, j;a-
loes, lilas, lils o camhraias linas, tariata-
nis e ir.ais lazen.las muito em conta, as
quaes pelo boa gosto e barateza agradarao
as tregueza.s.
Lotera d pro-
vincia.
O Sr. tliesoureiro manda fazir publico
que se acham venda na thesouraria das
loteras, ra da Aurora n. 26, primeiro an-
dar, bilhetes, meios e quarlos da terceira
parte da sexta loterin do Cvnnasio, cujas
rodas andam no dia 23 do co"trente mez.
O Sr. thesoureiro manda declarar que ex-
istem bhetes, meiosequartos fcima, e que
essas ultimas loteras tem sido mui lelizes.
Thesouraria das loteras l de abril de
1857,O escrivDo,
Jos Januario Alves da Maia.
Retratos
DO
Insigne actor Joo Caetano dos Santos.
Veudem-se as Iojas dosSrs. Jos t.ardoso
Ayrcs, na ra da Cadeia do Recile, cSr. Jos
.Nofiueira de Souza ra do Crespo n. 2, pr-
ximo a ponte, a 2j<500, e2?0oo, conforme o
modelo o papel que lie escolente,
Precisa-se de urna ama para iodo o ser-
vico de urna casa de familia : na ra Nova,
sobrado n. 23, segundo andar.
ANMiNCIO.
Mr. Pommateau, tendo de retirar-* para Frasea,
avisa ao respeitavel publico que vendeu todas "as
suas i*erramnta, machinas c muis pertence ten-
^enlrs ao seu oflicio, ao Sr. Itanocl I'eraira Lopes
Ribeiro, confronte a mltril da Boa-Visla u. Wi. o
qoal se arda com todas as habilitadles para conti-
nuar nos mislerfs de sua pregado, como sejam :
amolacoes, limpar e coocertar espinsardas. espa-
das, facas e toda a qualidade de concerlos : ai Dea-
Mas que de seu presumo se qui/erem olilisar, pu-
dem dinsir-se a casa cima, que serau servidas
com o maior zelo e promptidao posiivtl.
AuaiVovan. 22
Acaba de receber relogios de todas as qua-
Itdades, tambem oculos para todas as vis-
tas, por prego muito em conta.
- Precisa-se alugar urna ama forra ou
captiva : na ra de Hurtas n 10.
< = s
-,
9>
Ufmps.
Attenco
o
It. C."Yates & Companhia: estabeleci los
no Rio de Janeiro, na ra do los icio n. 40,
vendo um annuncio publicado em urna das
_, *r. *
He chegado loja do l.ecomte, no aterro
da Boa-Vista n.,70, o excellcnte leile virgi-
nal di rosa branca, para refrescara pelle, ti-
rar pannos, sardas e espinhas, igualmente o
afamado oleo babosa para limpar e fazer
cescer os cabellos, assim como p impar-
cial de lirio de Nor-nca para brotoejas e as-
folbasdePernambucopeloSr. Bartboloraeo Tn !i *$+ coniorva a frescura e o
K. de Souza, preveumdo ao publico quTo; aVelludado da pnm
verdadeiro xarope do bosque s elle he'
quem vende.prevenimos ao mesmo publico,
que o nosso xarope he remeltido do Rio de
Inicuo pelos cima proprietarios ao Sr.
Manoel Alves Guerra, e este senhor fez o de-
posito para ser vendido na pharmacia do Sr.
Jos da Cruz Santos, na ra Nova n. 33, ni-
cos por nos autorisados para venderem o
nosso verdadeiro, e mais prevenimos aos
senhores consumidores, que ha perto de 5
annos os rotlos collados as garrafas sao
assignados por Henry Pritis, como procura-
dores dos cima proprietarios. Rio de Janei-
ro 13 de Janeiro de 1857.
Barlholomeo Francisco de Souza, leu-
do o annuncio dos Srs. II. C. Yates iS Com-
panhia no Diario n. 17, em que diz ser se-
ment verdadeiro o xarope de bosque que
se vende nesta cidade na pharmacia do Sr.
lose da Cruz
primavera da vida. .
Aferi$ao.
Scientilica se a quem convier, que a revi-
sao de pesos, medidas e balaheas, principia
do 1. do corrente a lindar no ultimo de ju-
nho : na casada afericao, no pateo do Ter-
co n. 16.
| DENTST FRANCEZ. %
j Paulo Uaignoun dentista, ra Nova n. 41 : **&
na mesnia casa tem agua e pos dentriee.

Reflnaria de
eno & Barreto. no Mon-
earreto, no
teiro.
No deposito dosta refinaria, na'rua da Ca-
Santos, onde fez deposito o1
Sr. Manoel Alves Guerra, que recebeu delles*
proprietarios, declara ao publico, que nao, *e'a do Recife n. 30, ha sempre assucar re-
duvida seja falso o xarope de bosque que, 'nadode superior qualidade, tanto em p
tambem vende em sua botica, mas assevera como em torroes e em paos, por prego mais
que elle he comprado aos mesmos Srs. R.
C. Yates o; Companhia, do Rio de Janeiro,
como provam os documentos abaixo :
RIO DE JANEIRO 8 DE AGOSTO DE 1836,
O Sr. Barlholomeo Francisco de Souza
comprou a I!.' C. Yates & Companhia :
* duzias de garrafas com xarope
do bosque a 543000.........2|6s000
6 duzias de 1|2 garrafas com xa-
rope do bosque a 27J000......162s000
eommodo de que em outra qualquer parte.
Domingos Alves A2a-
'jheus sacca sobre o i'orto.
Continua-se a comprar bronze, lalao
e cobre velho : na funiigao do Brum ns ti
8 e 10 de D. w. Kowman.
Compra-s
um diccionario hespanhol-portuguez, com
algum uso : na livraria da praca da Inde-
pendencia ns. 6 e 8.
Compra-se um torrador de torrar ca-
le, em bom estado : na ra do Rangel n. 13,
Compra-se urna escrava mo^a, que
cosa bem, engorme e cozinhe : a tratar na
ra do Trapiche n. U, primeiro andar.
Compra-se urna casa trra com com-
modos para amilia.nas freguezias de Santo
Antonio, S. lose e Boa-Visla : trata-se na
ra Augusta n. 17,
Compram-seeflectivamenle na ra das
Flores n. 37, primeiro andar, apolices da di-
vida publica e da divida provincial, assim
comoaegoes das diversas companhias auto-
risadas pelo governo.
Compram-se 2 escravos do 14 a 16 an
nos: a tratar no escriplorio de Jos Joa-
quim Dias Fernaudes, ra da Cadeia do Re-
cife.
Compra-se urna casa que nao exceda
de 12de aluguel, e prego de um cont na
ra da Roda n. 4.
Compra-se urna cabra costumada a
criar menino : na ra de S. Francisco, so-
brado n. 8, e na livraria n. 6 e 8 da praca da
Independencia.
Compra-se urna carroga com o compe-
tente boi : na ra do Queimado, segunda
loja n. 18, se uir quem compra.
Compra-se urna negra de 40 annos de
idade, que seja forte e robusta, e sem acha-
que algum, esaiba cozinhar com perfeigao
o diario do urna casa de familia, assim como
tambem se troca por outra que nae sabe co-
ziuhar: a fallar na ra larga do Rosario, loja
de louga do Sr Joaquim Antonio Pereira.
Pendes.
Rs. 378000
Recebi o importe cima, do Sr. Antonio
Joaquim Vieira de Carvalho. Rio de Janeiro
8 de agosto de 1856. Por R. C. Yates &
CompanhiaJos Paulino Baptista.
Reconhego verdadeiro o signal supra. Re-
cife 8 de agosto do 1856.
Em f de verdade.
Manoel Hilario Pires Ferr3o.
RIO DE JANEIRO 18 DE FEVERFIRO DE
1857.
Os Srs. Constantino Gomes de Faria j Fer-
reira compraram a R. C. Yates & Compan-
hia :
4 duzias de garrafas com xarope
do bosque a 54-5000.........216/000
6 duzias de l|-2 garrafas coa xa-
rope do bosque a 275000......162/000
Rs. 378?000
Recebemos o importe. Por R. c. Yates &
CompanhiaW. C. Cerwaril.
Nos abaixo assignados declaramos que
compramos o xarope cima para oSr. Bar-
lholomeo Francisco de Sotua, de Pernara-
buco, em virludede sua ordem de 3 do cor-
rente. Rio de Janeiro 18 de fevereiro de
1837.Constantino Gomes de Faria i Fer-
reira.
Reconhego ser verdadeiro o signa! supra
de Constantino Gomes de Baria Ai Ferreira.
Rio 18 de revereiro de 1857.
F.m f de verdade.
Pedro Jos de Castro.
JOHN GATIS,
corretor geral
E AGENTE DE I.EILOES COMMERUAES,
n. 20, ra do Torres
PRIMEIRO ANDAR,'
, pra^a do Corpo Santo
RECIFE.
SEGURO CONTRA F0G0.
Compatiliia Altiauce.
Estabelacida era Londrus, em margo de ln24.
Capital cinco milhes de libras esterlinas.
Saunders Brothers & C., lem a honra da in-
formar aos Srs. negociantes, proprietarios de casas,
a quem naais convier que esto planamente au-
lonsados pela dita companhia para effectuar segu-
ros sobre edificios de tijolo e podra, eobertos da
tlha e igualmenta sobre os objectos quecontiverem
os meamos edificios quer consista em mobilia ou
tm fazendas de qualquer qualidade.
Repartigao da vaccina.
O cornrnissario vaccinador vaccina as
quintas e domingos de todas as semanas, no
torreSo da Alfandega, e as tergas-feiras na
casa de sua residencia, primeiro andar do
sobrado da ra Nova, esquina da do Sol, das
7 as 9 horas da manbaa.
Os abaixo assignados, com loja de ourives
na ra do Cabug n. 11, confronte ao pateo
da matriz e ra Nova, fazem publico, que
estao recebendo continuadamente as mais
novas obras de ouro, tanto para senhora
como para .homens e meninos : os pregos
conlinuam razoaveis, e passam-se contas
com responsabilidade, especificando a qua-
lidade do ouro de 14pu 18 quilates, (icando
assim sujeitos os mesmos por qualquer du-
vida.-Seraphim &lrmao.
precisa-se
deuma ama para o sorvigo de urna familia
pequea : na ra do Pilar n. 12.
AVISO
O vice-consulado sardo faz scieote, que de ora
em ante exigir* o segunde porte pelas cartas en-
viadas por meio dos vapores da Cooipanliia Transa-
tlntica.
Pasar se-ba OO'ris por carta de 7 '. jniiin: :s ;
a que eicedcr dubrado, e assim por dimita :
Para llospanlia. .%
ii Portugal .( ,
rallar. / orle brigalono.
a Gilbrallar. .,
' R. da Prala.)
Para Inglaterra.
ii \i. ui iiiii.i
n i;rauc,a. .
ii Italia. .
He facultativo o pagamento Taf-
li-.inrlii-eiii-i.t aqu, ao ni -iiih
porte.
jgeoea de pas-
saporte e folha corrida,
RLA HA PRAI.V N. 13, I." ANDAR.
Claudino do Reg Lima, despachante pela
repartig.lo da polica, tira passaportes para
dentro, e lora do imperio, e folha corrida,
por eommodo prego e presteza.
; Precisa-se de urna criada ou criado que
saiba cozinnar para urna casa de pouca fami-
lia : a tratar no Hospicio casa do Dr. Vendes
da Cunha, junio ao quartel.
Pr. cisa-e de urna preta de moia ida-
de para fazer o servigo diario de urna casa
cstrang ira na ra Nova n. 22.
I raspassa-se as chaves da melhor loja
do Passeio Public m. 9, por estar muito a-
freguezada, propria pra qualquer princi-
piante com fazendas ou sem ellas : a fallar
na me-ma.
Prc isa-se de olliciaes e costeiras de
alfaiate para toda a obia: na ra Nova
n. 52.
Metlioclo facilimo.
Na livraria da praca da Independencia n.
6 e 8, vende-se o methodo facilimo para
aprender ler, novamenle impresso e aug-
mentado, por mil reis.
Sellins e rclegis.
SELLINS e RELOGIOS de patente
jg ingle/. : a venda no armazcm de
Koslron Kooker f Companhia, es-
quina do largo do Corpo Sauto nu-
mero 18.
l\Ta loja
das seis portas
Em frente do Livran.eiitO
Vende-se riscado para colchoes a 120 o co-
vado.
Vende-se um
terreno com 80 palmos de frente, com casa
e arvoredos de fructos : na ra da Espera li-
ga do baino da Boa-Vista, junto a casa que
se est edificando, do Sr. Araujo : a tratar
com Jos Anacleto, na ra da Gamboa do
Cumio n. 20, ou no mesmo sitio.
Na livraria da ra da Cruz n. 56, acha-
seavendaum grande sorlimento de papel
pintado, raz, pedra e relevo, todos propnos
para encademago, por prego coaimodo, nao
so em resmas como em cadornos.
Vende-se nina porro de azeite de
COCO, de nina caada para' cima, a .sOOO :
na ra Direita n. 8.
seis portas
EM FRENTE DQ LIVRAMEiTlXJ.
Vende-se jm sitio com ehfns propn-
os, entre as dua- pontos da Magdalena, do-
fronto do sr. Ignacio Firmo Xavier, o qual
tem de frente 120 palmos murados, com 2
portos, c de rodo 350 palmos, al a ram-
boa, tom duas miradas de casas, sondo um
por acabar, algnas arvoros do f uctn. e vi-
veiro : a fallar cm Rernardino Fr*nc Azovedo Campo:, na ra das Trinolieiras
n. o0.
- Vendem sena ni Direita n. 95 velas
carnauba de 6 8, lo e 13 em libr por
monos prego que em ou assim romo tamb'in caf muido liquido, sn-
prasumoa280albra, para bem servir os
lreguez"s.
Vonlom-se sardinhaa em qnarto de
latas, champagneem gigoa de 19 garrafas o
M moias ditas, oaenac en caixinhas e har-
neas, azeite doro no em cixinha, tu 'o de
superior qualidaifc e rccentemcntc choca-
do : na ruad i TrFpiche n. H.
T." Vei"le-se un mulatinho do 10 annos,
muito lindo eesp.rto : na ra Bella n 24.
- Velludo tici para forrar carros, com
tolos os pertence.-, vendc-se;na ra da Cruz
- Em casa d Henry Bronn St Compa-
nhia, ra da Cruzo. 10, vendem-se pianos
ebegados no ultino navio, quadros com
moldura, cementoromano, cognac em pai-
sas ile uma duzii, velas de composigao,
conservas om latas,
--- Vende-se maitoiga ingloza muito boa
a 800 rs. e a 720 a I hra, toucinho de Sanio-;
a 28t, carnes e ordhas do mosmo toucinho
a 120, caixesdedice de banana a500rs.,
dilodegoiaba a x)o rs. e a 1-000: na ra
das Cruzes n. 20.
CCBOI.AS.
Ja desembarcaran as ceblas de Lisboa, e
vendem-se no arnazem de Barros & Silva.
Vende-se one secca de Ruonos-.\v-
res a J?()00, de Mon evido a 4^500 cada ar-
roba, boa : na ra la Praia n. 4.
f relos de
Lisboa.
No armazom de Jtaquim Filippoda Costa
& Companhia, ra da Madre de Dos n. 26.
Vende-se uma sscrava moca, de boa li-
sura, do servigo decampo; quem a perten-
der podo vfi-la na caa do Major Luiz Pereira
Simos, ra do Livramento caza n. ou na lo-
ja de Victorino de Castro Moura, que acha-
ra com qiiorri tratar.
2 S >*M #
aillos franccz.ps. >9
\endcro-e palilu* e snbrecasacjs de pau- 3
m no Imn preto e decore, com cola de vellu- S
2 do. de 225 a 28*000; caaca franrezas for-
i radas de seda, a S- ; palitos e snhrecasacas
2 de lpaca,;de75a 10?; ditos de linho a 36; a
9 calca de caiemira nreta e de core a 105 e ,f>
* 12SOIK) ; colltes de fustao a 2*300 ; ditos de '*
selim preto ede cors, de.; a XaOOO : na ra 3
N"a. loja n. 1
3
Para senhorase
meninas.
A loja da ra Nova n. I, reoebeu pelo ulti-
mo navio rraneez, ricos chapeos para senho-
ras e meninas, e os mais modernos touca-
dos, e vende por eommodo prego.
Mussulinas pa-
ra vestidos
Vendem-se mussulinas de cores para ves-
tidos, do melhor e mais moderno gosto, ten-
do grande porgao de padres para se esco-
Iher, e dao-se amostras com penhores : na
ra Nova, loja n. 4.
Charutos Anos
A loja da ra Nova n. 4, recebeu pelo ul-
timo navio vindo da Babia, um bello sorli-
mento de charutos linos, e vende por barato
prego.
MAS PltEfS 8E lAlh
o. al.a;o lao p ra padres.
Vendem-se superiores meias pretas de
laia, pelo barato prego de 18G0 o par, ditas
de algodilo de superior qualidade a 600 rs. :
na ra do Queimado, na bem conhecida loja
de iiiiiide/as da boa fama n. 33.
Leques muito fi-
nos.
Vendem-se leques muito finos, com plu-
mas, espelhos o obllas, pelo baratissimo
pri-go de 23 e 39500, ditos sem plumas muito
boa fazenda a 19280 : na ra do Cmeimado,
na bem conhecida loja de miudezasda boa
fama n. 33.
Peixe.
Vende-se na ra Direita n. 27, peixe chor-
no a 140 rs. a libra, queijos muilo novos
chamado londrino a 480 a libra, ditos a 440,
ditos muilo novos a 2^, dilos a 1370", lavas
vindas da ilha de S. Miguel'a 560 a cuia,
caixoes de doce a 640, ditos a 15, e outros
muitos gneros por eommodo prego.
A 3.JJHOO.
Vendem-sc palitos pretos de alpaca muito
lina, pelo prego diminuto cima, e mais de
brim de dille entes cores a 2;00 cada um :
quem quizer ver que pechincua he, venham
a ra do Uueimado n. 53, loja de miudezas
de Jos do Azcvedo Maia.
Scllins
patente inglez.
SSo rhogados c acliam-sc a vendaos verdadeirns
e bem coiihecidos sellina inglezea patenl. na ra
do Tr-p'clie-Novo n. i2, arma/em de fateudas de
Adainsun llonie ,, C.
Objectos para
luto.
N. O. Bieber
Cruz 11. 4, vendem :
Lonas da llussia.
dem inglezas.
Hriiiziio.
Itrios da Rus"ia.
Vinho de Minora.
MgudSo para saceos de assucar
A-ijofidozinha da
4 Companhia, ra da
Facas, garios e
colheres.
Na ra do Queimado, na bem conhecida
loja de miudezas da boa fama n. 33, encon-
tr.-sc sem,.re completo sonimento de ade- '"""" """
rogos, brincos e rosetas, pulceiras e allinc- Aii'OOaU
lc l.i.lnnnln .______:___- .________ i.....
es, ludo preto, proprianionle para luto, e
que ludo se vende mais barato doquoem
outra qualquer parte.
Briuquedos pa-
ra meninos,
Vendem-se diversidades de objectos de
ago, muito delicados e proprios para meni-
nos brincar, por pregos muito baratos : na
ra dotjueimado, na bem conhecida loja de
miudezasda boa fama n. 33.
EIGAS BONECAS FRANGE-
ZAS.
Vendem-se muito lindas e bem vestidas
nonecas francezas, grandes, pelo baratissi-
mo prego de 2; e 9*500, ditas vestidas de
noivas, e cada uma 110 seu cartao a 3#000 e
39500, prego que nao ha quem deixe de dar:
na roa do queimado, na bem conhecida loja
de miudezas da boa fama n. 33.
Planta da cidade do lie-
cfe
Vende-se a planta da cidade do Recife e
seus arrabaldes, feita pelo Sr. Dr. Jos Ma-
mede Alves Ferreira, por dez mil reis: na
livraria n. 6 e8 da praga da Independencia.
Happa das distancias da
provincia.
Na livraria n. 6 e 8 da praga da Indepen-
dencia, vende-so o mappa das distancias
das difireme villas da cidade entre si, e
relagao a capital da mesma, a mil reis.
Deposito
de rapprinceza da fabri-
ca de E. Gas e, jio Rio
de .Janeiro.
Vende-se a prego eommodo rap fino,
gros-oe meio grosso, da acreditada fabrica
cima, chegado pelo vapor S. Salvador : na
ra da Cruz 11. 49.
Vende-se a verdadeira graxa inglcza n.
97, dos afamados fabricantesHay Mar-
tin em barricas de 15 duzias de potes:
em casa de James Grabtree & Companhia,
ra da Cruz n. 42.
elogios de patent
Dglezesdeouro, desabnete edevidro:
vendem-seapiecorazoavel.ein casa de
AngustoC. de Abreu, na ra da Cadeia
do Recife,armazem n. -"Mi.
Vende-se.por prego commodo.superior
vinho do Porto em barris de 8." : na ra do
Trapiche n. 14, cscriptono de M. A. Guerra.
Em casa de llenr. Brunn & Companhia, na
roa da Ciozu.10, vende-secosnacemcaininhas de
dalia.
& PCkh
NAFUNDICAO DE FERRO DO ENGE-
NHEIRO DAVID W.BOWMAN. rvA
RLA DO BRUM, PASSANDO O ollA-
FARIZ,
lia sempre um grande soriimenlo dosseguintes ob-
jectos de medianismos proprios paraengenlios.a sa-
ber : modulase meias moendas, da mais moderna
construccao ; taixasde ferro fondido e balido, de
superior qualidade e de lodosostamanhos ; rodas
4uiihU._____^____._____-______ ... .
Lila para
Vendem-se corles de liia para vestido, de
muito bonitos padroes, e com 15 covados ,;
Vendem-sc as mejores facas de cabo de
!$;> \\ la T?r,'T qM. s?'l'le -ncontrar a 159 a duzia,
"Crt ditas de cabo de h.lanco muito finas a 6-a
I para saceos do issucar.' vende-se em casa duza, ditas de cabo 1 ilavado e rolico ai
'de N. O. Bieber e. Companhia, ra da (,ru/ ditas rravadas a 39200 ditas do rhifr.ru
n- ., i St; V*00- di,Us !sn sobren 5E
Ve.^tidOS. V, J'i"H,<;o," M lto* co cbs roligos
oa^a.los a 39, colhres de metal do onn-
Pe muito finas par, sop. a 68 a duiTai-
muiio nouiios pauoes, e com 10 cuvaoos -s I-ara da a 3-000, e outra mais ZZbZ
cada corte, pelo baratissimo prego de SUMO: de faca e colheres. trinchantes .nf
na ,..- d-nu&^^^nec.da.o,.
tiles para pa-
lit, colU tes e piiiilios
de cantiga.
Vendem-se abotoaduras ------
madreporola para SS2* 2&+SJ*
prego de 500 rs., ditas muItoTic.s de .X
as cores a 320, 400 e 500 rs., ,, ZJSt
as de madreperola para oalilus de mrninL
ehomensaOO e 6*0 rs., atacadores r
punhose collarinhos de camisa, de muiin
rico gosto a 400 rs., 800 c 23O0O, ditos i
cornalina para casacas a 300 rs., e outra^
muilas qualidades de abotoaduras aUe ^
vendem muilo barato; na ra do Queiuu
do, na bem conhecida loja da miudezas d
boa fama 11 33. '
PtNTES HE TODAS AS QlALIDABS.
!e"Z:SlPC"tt.S. lrtrug, par, aMh
na ra do Queimado n. 22, na bem conheci-
da loja da boa f.
monstro, lie pe-
chincha.
Vende-se algodiio monstro, com 8 palmos
do largura, muito propiio para toalhas c
engoes, pelo diminuto prego de 600 rs. a
vara : no loja da boa fe, ra do Queimado
22.

iiuaue em prero.
Potassa e c^l
virgem.
No antigo e ja bem conhecido deposito da
ra da Cadeia do Hecife, escriplorio n. 12,
ha para vender muilo superior potassa da
Kussia, dita do Itio de Janeiro, e cal virgem
de Lisboa em podra, ludo a pregos muito fa-
voraveis, com os quaes ficaro os compra-
dores satisfeitos.
6
ogios
Claudio Duheux
vende plvora ingleza a 1:1-3, lije I5S00O rs. o
barril de 25 libras.
%Igodo liso si-
cupira, com pequeo to-
que de a varia.
Vende-se na ra do Crespo, loja da esqui-
na que volta para a ra da Cadeia.
Cocheira,

?
ra Nova n. 61
I \ enile-se um carro novo de quatro rodas,
H ora cabriole! de duas rodas, urna ca.rora
^ de quatro roda*, preparos para renovar car- ; -.
JE ros, mollas, eijos, paraTuaos para rodas, >'
xi? coiiro-. laiilernas, velas, vaquetas, panno, -.
$3 galao, be/.erros, manoquim, collieiras eu- H
.'.';5 vernizailas, escovas para lavar cario, es- j
JJ ponja, camurca, escovas para arreios: ludo ^
%& por prego ruiuinodo. :,J
- ISacalhao Ua escova verdadeira, marca
de fogo, vende-se no caes da allandega, ar-
mazeOS de serapbim & Paula Lupes, lias
maosdosSrs. Tasso di Santos, a qualidade
he sem comparagiio o mais superior no mer-
cado, e nunca veio melhor, he proprio para
guardar por Aiuito lempo, sendo chegado
ltimamente com 22 dias de viagem solven-
te, o precede ve ser de 16:000 por barrica,
mus faz-se ditlerenga, levando porgOes.
Miiho bom ein
SAGGAfef.
Na taberna giandc ao lid) da igreja da
ade, che.ou grande porgao de sacias
Vende-se ri-ca lo francez de cores seguras
a 160 o covado. cortes de cassa chita a 1.-280,!
lencos brancos com barra de cor a 120 cada i Sole
um, longos de retroz pretos e de cores a \g, com rr-uito bom millio, e veqde-se por prego
chapeos de sol de se la para homem, com to- eommodo.
Courode lustre
Vende-se couro de lustre francez, o me-
tes arvores de (rucios, meta legoa distante Ihor que pode haver nesle genero, pelo ba-
desta praga : quem o pretender, Hiriia- a I ni. nnu h em ..n.
que de molo a 4, loncos de seda fiuos, bran-
cos e encarnados a i3 cada um.
Vende-se um silio cot casa de viven-
da, 2 viveiros, 1 baixa de capim, c bastan-
, dirija-se a
ra do Queimado n. 2, ou 11.
'BOM PIANO,
O prego faz admirar.
Vende-se um bom piano, novo e em bom
estado, s por ser de mesa he que se vende:
na ra Bella n. 18.
na ra do Quei-
loja de miudezas
rato prego de 53 a pelle
Miado, na bem conhecida
da boa fama n. 33.
Na ra da Cruz n. 50, armazem de San-
ta Barbara & Companhia, vendem-se efFecti-
vaioente caixOes vasios de todos os tama-
nhos.
Vende-se cal de Lisboa ltimamente che-
cada, assim como potassa da Bussia verda-
~ra : na praga do Corpo Santo n. 11.
v TAIXAS PARA ENGENHO.
aa fundipo de ferro da D. W. Bowmanana
;u* ) Brum, passando o chafariz, contina ha-
cer uia completo sortiraerto da taixeste ferro f un
*o e batido de 3 a 8 palmos de bocea, aa quaes
rbain-se a venda,por epreco eommodo a cum
promptido: erabarcam-soucarragam-sa mear
ro semdospeza ao comprador.
Em casa de Saunders Brothers C. praga
do Corpo Santn. 11,ka para vandaro sa uinta
Ferro inglez.
Pueda Suecia.
Alcatro de carvo,
Eonas de linho.
Esponjas.
Drogas.
Algodo lizo para sancas.
Dito entrangado igual ao da Babia
E um completo sorlimento da fazendas proprio
para esta mercado ludo por prego eommodo.
Vende-se superior linhas de algodao
brancas, e de cores, em novello, para costu-
ra, em casa de Soulhall Mellor & C., ra do
Torres n. 38.
Momhosde vento
com nombas' de repuxopara regar h orla se ba-
xa decapim : na (undirode D. W. Bowman
na roa do Brum ns. 6.8e 10.
Potassa refinada em latas de seis
libras.
0 antigo deposito da ra da Cadeia do Re-
cife n. 12, recebeu agora uma porgao de po-
tassa refinada de superior qualidade, em la-
las de 6 libras, que se vende por prego ra
zoavel.
Agencia
da 'undicao Low-Moor,
ra da 'eizala Nova
n. 4!i.
Neste estabelecimento continua a haver
um completo sortimento de moendas e meias
moendaspara engenho, machinas de vapor
e taixas de ferro batido e coado de lodosos
tamanhos para dito.
i* ara masca tes
e bocel e i ras.
Veodom-se duzias de caixaidf masa para rap pe-
I lobaialiMimo prego de 610 rs.,duzias de leiouras em
carlaoa IsonOe l.-20ue craudes 19920, duzias de
coiiinhas de pao cun palitos de foso a 240 rs.,duzias
de peines duius de prntes de bal-ia para atar cabello o 2-2UO
29600,iloxia tle navalliai pira i arba a lg60O,gna.
de boles madreperola para camisas a 600 rei>,dita>
muilu linos de aaala a 100 reis, roas 'le noloes li-
no-para calca a 2S0 rri, carias com-J'i penles de
allinetea lio reis.du/.ias de peines de b-lea liara a-
liiar a 39, crozas de ftvellai para sapatosa .Veo. du-
zias da caivetes liMpara aparar peonas a "J30U
e :i3,duzias de gaitas armnicas; a 1.-200 e 19400,
duzias de torcidas para caudieiros a H0, reis grozas
de marcas para cobnr a Itl, 12n e 160 res, pe-
ca de tranceln para benlnhci a |20 res, puleciras
encarnada muito bonllai para Sra. e meninas a 2oo
rs.,duzias de iniadinhas de hullas pretas a 21o re,
pecas cun |0 varas de hia de s a :I2",:160 e to
rei, duziai de lapes a ,00 rs., duzias de ranas com
clcheles a 720 r., Inili.i, branca, de novellos de lo-
dos os nmeros, ditas de cores, linhas d. miada linas
e rojas, dilai de carrlleis brancose decores, cordSo
de vestido de loda a gruenra, biquinhos de todas as
laraoraa, a baratos, rcudas de ttnas as larguras, es-
pelli-s. cur.'as de viola, lilas de Lia de todas as co-
res, litas de Indio brauris e de cores, didaes, acullias
de indos os Humeros, lillas de sed de todos os nume-
ro, pinnas de palo.cais.as de chifre, rozarlos, codic-
ies iic (erro, relroz de ludas a* core, vernicas, tilas
debeira preta e branra,giaiiipa5,eluiloo mais que se-
ja necessario para completo sorlimenlode bocelei-
ras e aaseales e qu. lado se vende muilo mais bara-
to do que em outra qualquer luja, na ra do Quei-
mado. na bem couliecida loja de miudezas da boa
tama u. 33.
Ligas de seda
para senhor,!.
Vendem-se superiores ligas de seda para
s-nhora, muito bonitas o de muitos pa-
dres, pelo baratissimo prego de 13200,
1*500 e 24000 : na ra do Queimado, na'
bem condecida loja de miudezas da boa fa-
ma I.. 33.
eobertos e descobertus, pequeos e grandes,
de ouro patente inglez, para bomem e se-
nhora de um dos melhores fabricantes de
Liverpool, vindos pelo ultimo paquete in-
glez : em casa de Southall Mellor & C., ra
do Torres n. 38.
Pianos,
Em casadeRabcSchmettau & Companhias
ra da Cadeia 11. 37, veudem-se elegante,
pianos do afamado fabricante Traumann de
Hamburgo.
quesefaz opreseultaviso.
IMPUTANTE PARA 0 PUBLICO.
Para curade phlysicaeru lodn-osseusJitleren
es graos, que i motivada por constiparoes, tosse
aslhma.pleuriz.escurro dasauuue, dorde co-
l.nlos c peilo, palpilacaono corarao.coi|ueluch
bronchUe, doma garganta, e Indas asmulesti
dosorgao> pulmonares.
Ven e-se taboado e pranchoes de pi
nho de Suecia, proprio para armagaode ar
mazem de assucar.
Paos de pinna vermelho para mastaros.
chumbo de niunigao.
Kolias de cobre.
Metal amarello e zinoo para forro, com os
competentes pregos.
Alvaiade de chumbo e de zitico, em p.
Tinta branca de oleo.
Papel fino de escrever.
Vinno especial do Rheno e do Porto.
Itua da Cadeia do liecife, casa de C. J. Ast-
tey g Companhia.
Oculos e bonetes
(ie ti das as quadades.
Vendem-se oculos de todas as graduagoes
com delicadas armages de ago, pelo barato
prego de 800 rs. e 13500, ditos com armages
douradas e prateadas a 13200 e 19500, ditos
com armagao de bfalo a 13200, ditus com
armagao de baleia a 480, ditos com armagao
de metal braneo a 400 rs., lunetas de um s
vidro redondas e quadradas com aro de b-
lalo a 500 rs., ditas de dous vidros tambem
com armagao de bfalo a 13500, ditas de um
su vidro redondas e quadradas com aro de
tartaruga a 15200 e 13500 : na ra do Quei-
mado, na bem conhecidada loja de miudezas
da boa fama n. 33.
Na lojadaboaf
vende-se << mais barato
possivel :
Crosdenaples preto muito bom, o
covado
CanUo preto muito] lino, proprio
para luto, o covado
Gorgurao pelo muito fino com sal-
picos, proprio para colletes, o
covado
Panno fino azul, o covado
Lengos pelos de seda para grva-
la, meio lengo
Meias pretai de seda muito supe-
riores, o par
Casemira de qnadrinhos pretos
muito fina, o covado
Cortes de colletes de fustao
Hitos de ditos de dito fino
Ditos dedilos muito superiores
Crosdenaples de seda de lindas
cores, o covado
fc-iles de vestidos de fazenda de
seda muito linda
Setins lisos de cores, o covado
Veos pretos de fil bordados de seda
Camhraias adamascadas, proprias
para cortinados, pegas de 20 varas 7/000
Ditas para cobertas, de bonitos pa-
dres, o covado 200
o alera disto ha um completo sorlimento'de
fazendas linas e grossas que vendem-se por
pregos tilo commodos, que ninguem doixa
ia de comprar; assim como chapeos do
Chille muito finos, que se vendem por me-
nosque emon la paite: na ruado Queima-
do n. 22, na bem conhecida loja da boa lo
--- -------1,- k-.- ihi, lurnirJuS C mul-
to bem fetos a 4c, ditos de marfirn, fazenda
muito superior a 1>500, 21 e 3-3,'d.t" ot
borracha de muito superior qualidade Vi-
ditos de bfalo verdadeiro, muito fino, e
bem fe.tos, a 640, 800 e 13, ditos imiUcao
do ntenme a 13, litos de baleia muilo bon*
a 280, 320e400 rs., dilos de buXvarda-
deiro, muilo bonitos e bem feitos, pioprios
para suissas e changas, a 320 r., ditos de
marfirn muttissimo bons, fabricados em Lis-
boa, para piolhos, a 800, igOOO e 13300 di-
los pretos de bfalo tambem para piolhos, a
o00 rs : na ra do Queimado, na bem co-
nhecida loja de miudezas da boa fama a. 33.
Para as sen ho-
ras de bom gosto.
Vendem-se ricos estojos de Jacaranda
proprios para costura de senhora, pelo ba-
ratissimo prego de 29500, 4. 6, 79 e 89U00
^!>nnnto* ParVu"d->is a 800 rs., 1# e
13200, cartennhas muilo delicadas propn.s
para senhora e^meninoaa 800 e 500 rs le
souras muitissimo linas para coatura', de
^nn T, ,amannos MOrs.,600, 13000 c
13200, ditas para unhaa tambem muito finas
a 800 rs., 13000 e 1/20, JiDh. de peso mui-
to fina para labyrinlbo. a 100 rs. aroeadi-
nha ditas para bordar a 100 rs 140 e 160.
lindas ra.xinhas com grampas a 160 e 300
rs.. cartes com 14 e 24 pares de colcb.tes
francezes a 80 rs.. 100 e 1, linhas de cai-
relis de 200 jardas do autor Alexandre a 80
antorTo1''1' dU-".d^ M"l^ o mesmo
eo, roS'' ,c?ls,nhs com agulhas fran-'
cezas a 160, ditas com agulhas de panel
preto a 280, ca.teirinh.s com ag- lhasS
o,a.t'*^0'1agUll;eiros muit bonitos com
agulhas tambem francezas a 160 e 320 cai-
x.nhas com 16 novellos de linhas de marcar
muito finas, azues e encarnadas a 320, ricos
Foi traniferido odeposito deste jarope para a bo "8 cores para ves'idos, ou rountnhos
tica de Jos da Crui Santos, na ra Aova n. 53' de meninas a 61.O rs., 800 e 1 a duzia rios
garrafa. 59500, e meis39000, sendo falso lodo agulheiros de ago e de marfirn a aa s(tn
aquelle qoe nitofor tendido neste deposito,polo rs., dedaes de ac muito bonitos po.h! m
quesefaz opresenUaviso. na sua caixinha a S~ >TS5ti25 Um
2^000
960
43000
3/000
1/000
23O00
1/000
500
1 JIM III
1/600
2-000
18/0110
8011
1000O
na sua caixinha a 500 r7, .Vnb.dinh.s de
T,T q"* ,'d,des PrPris Pr P^gar alfi-
neles e agulhas, pulceiras de varias quali-
. dnades- r.qutssim.s DUa lavradas c lisas, de
" O Aoras8r.1,UraS' lrnC8S de lda" K
o larguras, utas de velludo abertas e lisas
. bicos muito finos de linho de varia lar-
guras, rendas de varias larguras babado
vende mais h'US?lm.aS COnsas> 1ue l"<>"
vende mais barato do que em outra aual-
.PERFilARIAS
muitlsfioio linas e de mui-
to bons gostos.
PivVeernm,doVrd"deral 8gUa de co1od *
Piver, simples e ambrmda em frascos de va
[s^r^H08' banha*ito finas ede mul-
tas qualidades em ricos vasos esoiritos a
en Sos^em''"!056 de ^9****
finos d mniif" f?1?' sabntes muito
de hurie 22 ?u,1,d.ea, gna de lavan-
os muito linos S^^SbSS
ldante escenci8 de rosa. Vmada fr.nceza
muito boa, macassar perol, muflo bom "de
todas as cores, dito oleo, pos para denles
mu o nnn?dLaS mUllas pKflS
b i?""0' eostos dos melhores
leudo ha.". Fri,n,:a.e lng'at^. e ludo se
IZt iiatloni,rua uo Queimado, na bem
conhecida loja de miudezas da boa fama
Taclias de ferro.
Na fundicao da Aurora em Santo Amaro-
e tambem no deposito na ra do Brum, loso
na entrada, e defronte do arsenal de mari-
ntia, na sempre um grande sorlimento de
lachas, lauto de fabrica nacional como es-
trangeira, Latidas, fundidas, grandes, pe-
quenas, rasas c fundas ; e em ambos os lu-
gares existem guindastes para carregar ca-
noas ou carros, livres de despeza. Os preco
saoo s mais commodos.
Varanes e grades,
Um lindo e variado sorlimento de model-
los para varandas e gradarlas, de gosto mo-
dernissimo- na l'undigao da Aurora em San-
to Amaro.e no deposito da mesma, na ra do
Brum.
Moendas superiores.
Na rundigiio de C. Starr & Companhia, em
santo Amaro, acham-se para vender moen-
das de canna todas de ferro, de um modello e
construccao muilo superiores.
8*f tKtfft4&t.$*&
vj:
Afit nyao.
Kugio no dia 16 do corrente mez o preto
Justino, crioulo, com os signaos seguintes :
r ,mrar nK".li"> cl,e, d0 corP- m barba,
com falta de dente- na frente, calvo de car-
KS'JSf0^ C"b6"? muil regrista, be
bem conhecido por andar entregando assu-
car |t;us taberna, ten. sido encontrado por
diversas pessoas conh.-cidas, e diz a ellas
que anda em servigo de seu senhor ; por is-
,n il'f |,ef0as que encontrar, que
"t?!1 Prtnu';' levar a ra Direita n. 76,
que serao generosamente recompensadas.
MnuKugae bordo ao br'gue brasileiro
i ^l"V' "a no,l d0 d,a 8 lo corrente, um
Mesas de todas
. I "' u,ra reeular. eco do corpo, rosto com-
as UUallfhdeS > errada e > suissa.com/alU
1 UCS de detes na frente, e consta andar vestido
Vendem-se meias de sedi branca palta se- co.m paleto, o calcado : quem o pegar leve-o
nhora, o melhor que se pude encontrar a a bor(l0 ^o dito navio, junio ao caos do Pas-
33500 rs. o par, ditas pretas tambem muito sei ''ublico, ou a casa de seu consignatario
boa lazcnda a 23300, ditas brancas de algo-,Manoel AhresCnerra, na ra do Trapiche 11
do, muilo linas a 320, 400, 500 e 600 r-
ditas pelas tambem muito finas a 400 rs.'
ditas de seda de cores muilo bonitas e pro-
prias para baplisado de changas a 29OO
dilas cruas piuito fortes para meninos a 400
rs., ditas de cores de algodao para meninos
240e 320, ditas brancas para meninas a
240 e 320. ditas cruas e brancas para ho-
mem a 160, 200 240, 30 e 400 rs., ditas de
cores de lio da Lscocia tambem para homem
a40OeJ0Ors.: a rua do yUeimadu, na
bem conhecida loja de miudezas da boa fa-
ma n. 33.
----------------, mi 1 UO UU
14, que sera bem recompensado.
Kugio um moleque de nome Amaro,
com 12 annos de idade, cor fula, olhos grr.n
des, pestaas compridas, testa de bico, c os
pus 110 andar he como o de papagaio, guan-
do talla he alguma cousa gago, tem o.m am-
bas as maos do lado do dedo min'imo um
aignal como de verruga : quem o, pegar le-
ve-o a 1 ua da Cadeia do Recife, n. 9, ou ao
sitio de Jos Baptisia Itibeiro de Faria, na
estancia.
PER.N. : TYP. DE M. f. DE FAKIA 1857:
r
rviuTn^RDcr


Full Text
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