Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07736


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Full Text
ANNO XXXlll N. 88.
Por 3 mezes adiantados 4$000.
Por 3 mezes vencidos 4,s500.

SABBVDO 18 DE ABRIL DE .857
Por auno adiantado ISfMt.
Porte franco para o subscriptor.
1
EKCARREUAIHK DA SUBSCRIPCA'O NO NORTE.
I'arabiba o Sr. Joao ftodolpho Gomes : Natal, o Sr. Joa
uim I. Parara Jnior; Aracaiy, o Sr. A. da Lemos Braja ;
eeri, o Sr. J. Joi de Oliveira ; Maranhao, o Sr. Joaqun) Mar-
n Rodrigun) i Piauhj, 0 gr. Domingoi Herculano A. Pesaoa
Gf arana* : Pira', oSr. Joatioo J. Ramos; Amazonas, o Ir. Jaro-
oyno da Coala.
PARTIDA DOS REOS
Olinda : todas os das. l e meia hora* dn da.
llftiar.,S9ii. lioianiia o l'araliiha : p.u secunda- a -estis-reira,.
8. Aniso, Kaacrroa, noallo, Caimn, Aliuit.....Garaahauaa: m terea-'-ira.
S. Loamea M...-dllliu. Narareih, LianMlra, Brqv, Psese, lia-
leira. Florea, ) ii.'a.ii^iia, Doa-Vi.ia, Orienn a (; i, .s .aarlu-feiru.
riabo, Ipojaca. arirtiaai, ltio-Kormo>o. i Ha. Hamtnai, Agoa-Prsia,
Pimonteiras e Natal : quinlas-lelra*.
(Todoa oa crrelos parten as 10 horas d.i manliSi.
AUDIENCIAS DOS TRIBUNAES DA CAPITAL.
Tribunal do commercio i segundas a quintal.
Relacao ; ierras-furas o labbados.
Fazenda ; quarlas a aabbadot as 10 horai.
Juizo do commercio : segundea aa 10 horas e quintil melo-dla.
Juizo da orphaos : segundas e quintas aa 10 horas,
rimaira rara do civer .- aegundaa senas ao meio-dia.
Segunda ira do eiral: quarlai aabbadoaao miio-dia.
F.PI1EMEKIDES IX MK7. DE ABRIL*
1 Qutrlo ere-rente aa 11 horaa e 1 minutos da larde.
9 La cheia a 7 hora e !) minutos da (arde.
7 Quarlo irunguante as'.i horas e ki minulo da manhaa.
*U La nova as 4 horasa 55 mtoutoa da larde.
I'II KA VI Alt lit IIO.IK.
I'rimeira aa 10 horas e 54 minutoa da tarde.
Segunda as H horas e 18 minutoa da uianhaa.
DAS DA SEMANA.
13 Segunda. S. Hermenegildo principe m.
14 11 rr;i. S. Domnina v. ; Ss. Tiburrio c Valeriano mrn.
15 Quann. S. Panrracio : Ss. Eulhiquio, e Olimpiada mm.
16 Quima. S. Engracia v.: Ss. Calalo, Calillo, e Cecihaoo mm.
17 Sexta. S. Aniceto p. : Ss. Hcrmogencs e Kortnnalo mm.
18 Sabbado. S. Galdiuo b. card. ; S. Perleito presb.
19 Uomomingo. 1. depois de Pascoa. S. Eiped to.
ENCARRKGAIaOS DA SI ltS.;Hlr< \ NO MI
Alagoai, o Sr. Claudino Falcao I)ni; Baha, o Sr. D. Danratv
Bio da Janeiro,o Sr. Joao Pereira Martina.
EM PERX \MIII i n
O proprietariodo DIARIO Manoel Figuairoa da Farsa, aa tata
lrana, praca da Independencia di. 8 a 8.
Aclianlo-se regulnrisarl.i a distribuidlo deste lita-
rio do MniH'; i a [i>vori i de Api pucos, passando
pelo Mitttetro, Poco, Casa Forte, Ponte d'Uchoa e
Maoguinho; os moradores desles tusares poitero
contar com a entrena al os sele horas da manhaa.
Aqaelle a quem fallar algum numero atrazado
queira entregar ao deslribuidor uma ola para Itie
r laliifeito.
PARTE OPPICIAL
OOVEBSiO DA PROVINCIA
Eatpedlsnts da da 11 de abril.
titticio Ao Fim. general cstnmaodanle das ar-
mas, par mandar postar no caes do Collegio as II
horas da (arde do da seguinle orna guarda da honra,
alim. de faer as honra* do estylo aos Etrns. presi-
deotes das provincias da Parahiba e Oir, que se-
gasen para a corte no vapor Paran como depo-
tados assembla geral legislativa, recoraraendando
ao Husmo lempo a fortaleza do lirom, que aalve na
uccasiao em que o mesmo vapor demandar a barra.
Orlo A' Ihesoorarin de fazenda, lran*miltindo
dooi avisos de lellra na importancia de l:633g rs.,
sacadas peta thesouraria de fazenda do Rio Grande
do Norte sobre aquel'a, e a favor de Joaquim Fer-
reir Nobre Pelinca e do bichare! Jos Nicolao Re-
gneira Cosa.Communicou s ao Em. presideule
daquella provincia.
Hilo A' cmara municipal de Olinda.Para
que eu poasa comprir o rtispnslo no art 121 da lei
regularoentar n. 387 de ID de agosto de 1i6, con-
ven] que essa ornara me envi por dnplicaia, com
a tnaliir breviaie possivel, copias aolhenticas das
acias da cilicio de eleitore, a que se procedeu em
novembro ultimo nos paroehias desse municipio.
Tambein ofliciou-se neste sentido ;i< cmaras de I-
gaVass, Nazarelh, Pao-d'Allio. Escada, Bonito,
Careara, (jaranhun*. Bniqu. Villa-Helia, luga-
zeira, Tacaratu, I) jo. Cimbres, Cabrob, Ooricu-
ry, Barreirot e Rio Fnrmoso.
Dito A' cmara municipal desta citade.Con
vein que Vine-s. me remeltain seguud via das co-
pias aelhenlicas das actas da eleicAo de eleilores, a
que sa proceden em novembro ultimo as paroehias
deas* municipio.Ofllciou se igualmente as cama-
ras do Cabo, (roiaiiu, l.iinoeiro e Boa-Vista.
Portarla Concedeudo :i mezes de licenca com
vencirnenlus para Iralar de sua saude, ao professor
publico de S. Jos desla cidade, Joaquim Antonio
da Castro NunesFizerum-se as necessarias eom-
maoicscdes.
Dila Concedeudo dous mezes de licenca com
venciinenlus ao soldado do corpo de polica, Ignacio
Joaquim de Miranda, alim de Iralar oe sua saude.
Fizeraro-se'as necessarias communicuces.
Ditl Ao agenle dos vapons, para dar passagem
para a corle, por conla do governo, aos menores
Manoel Ramos da Caaba, e Euzebio da Cosa (La-
marales Coiumunicou-se ao inspector do arsenal
de marinha.
13
(Juicio Ao Eim. cotnmandante superior da
guarda nacional do Recife, inteirando-o de que se
expediram as conveniente* ordens uo sentido dea-
brir-se os asientaineotot de pr.n-.i dos tambores Ma-
noel Januarin Mandes, e Themoteo Perrs de Suu-
, que se contralaram para servir no 3. batalha i
da mesma guarda nacional, e bem as rcm-se as convenienles dectararors no* do tambor
Claudino Ferreira de Souza, que foalisaodo o seu
coutralo, nao aou continuar un servido.
Dito Ao Em. general commaud^ntc das ar
mas, enviando copia do aviso circulor da guerra de
19 do passado, determinando qae os chefe* doses-
labt-leciinenlos aojeiloa aquella minisleno se cor-
respondan) com o ajudaute general do eiercilo por
intermedio de 8. Etc. no que for privalimenle re-
lativo ao pessoal militar empresario em ditos esla-
belecimentos, execulando restadamente as ordens
que sobre lemelliante objecto I lie forem Ir.nsmiiii-
da* pelo mesrno ajudanle general. I^ual ao couse-
Iho admiiiislrativo, a aos directores das, obr.is unli-
lares, e do arsenal de guerra.
Dito Ao eommandante da estaclo naval, dan-
do-Iba iciencia de que o inspector do arsenal de
marinha participara eslarem felos os reparos dr
que preeiseva o brigna Ceareuse.
Dito Ao comaaiadaute superior do Bonito,
eommonteaudo qus a Ihesootaria de f,iztnlo lem
ordem para pagar os veneimenlo* mencionados nos
prela, qua acompanharam os leus dous oflicios do I.
do crrenle
Dito A* thesouraria provincial, inteiranlo-a
de haver aulonsado o Ihesoureiro das loteras a
exlrahir palo plano approvads em i de julho do an-
uo passado, a lotera, cojos bilhetes pretende eipur
a venda amanliaa.
Dito Acamara municipal da Victoria, enm-
municando-lhe que acaba de recommeodar ao vac-
cinador provtaeial a reme-a das laminas de pus
vaecioiaa, requisilados por aquella cmara.
Portara Concedeudo i mezes de prorogaro,
para a conclosSo das obras do seu contrato, ao'ar-
rsroalante de 500 brabas de eivtpedramenln no l.~>
laa(o da estrada de Pao d'Alho, e de 1,000 biac,a*
nos 17 e 18 Uncos da mesma estrada, Manoel II -
erra Cavalcanli de Alboqoerqtie. Fizeram-se as
commooicji^Oes do coslume.
Dita ('. iticeJenilii 15 da* de licenca para vir a
ella capital, an promotor publico do Rio Formoso
Ayres do Albnquerque Gama.Fizeram-se as com-
rounicacoi-s da eslylo.
Dita Ao agente da companhia brasileira dos
paquetes a vapor, para mandar transportar para ss
Alago! aos soldados do i. balalhAo ds infanlaria
Mananno arbosa da Silva, e Manoel Antonio Hon-
rado.Deu-se scieucia ao Dr. chefe de polica.
Despacho do dio t5.
Augusto Osar de Abreu, requerendo que e lhe
manda dar portara, alim de segair viagem para a
Europa.Como reqatr.
Benlo Jos Peras, arrematante, replicando do
despacho da 12 de fsvereiro ultimo. A informar
ao director das obra) publicas.
Feliciano Cavalcanli deSouzs, ajudante do por-
leiro do arsenal de guerra, pedindo que teja enea-1
minhado ao governo imperial um seu requenmento.
A informar ao director do arsenal de guerra.
JaJo Jos Rodrigues, professor publico da fregue-
zia ds Santa Mara, fazeudo desistencia da quanlia
qne pedio par adianlameuto. Remellido ao Sr.
Inspector interino da thesouraria provincial, para
mandar considerar de nenhum efTeilo o despacho da
presidencia de 4 do correle, pelo qoal se mandou
adianlar ao supplicaute a quanlia de que se trata.
Jos da Silva Saraiva. Mandou-se satisfazer a
eiigencia do procurador fiscal.
Jo.Vi Pedro Maduro da Fonseca. Mandou-se
admillir ao arsenal de Marinha o menor Jos Ao-
lunes.
John (Lance, engenbeiro machinisla, pedindo que
seja encaminhado um seu requeriraento ao governo
imperial.A informar ao inspector do arsenal de
marinha.
Pedro Oonnelh, secretario da provedoria da san-
de do porto, pedindo orna graliticacSo palos servi-
ros que extraordinariamente presta. A informar
ao provedor da saude.
Severino Marlins de Barros, recruta.Nao lendo
o supplicante provado isencAo legal, ao podera' ser
sollo ss na inspecrao por qus vai passar, reconhe-
cer-se que padece as molestias allegadas.
Ofticio do rapio director da colonia de Pnnen-
leiras, aprcsrnlando o requerimento do sub director
da menciouada colonia.
O mesmo, raqui-itaolo oilo lampenes e uma ban-
deira.A informar ao director do arsenal de guer-
ra.
COMMANDO DAS ARMAS.
Quartel general do com mando das armas ds
Paraambnco n cidade do Beclfe, em 71 ale
taril de 1857.
ORDEM DO DA N. 45S.
O general eommandante da* armas, ainda uma
vez recommenda aos Srs. enmmandantes de corpos e
de compaohias filas desla guarmcAo, qne uo conon-
taro que as pracas saiam para fura dos respectivos
quarleis mal vestidas e desuniformisadas ; asim co-
mo nao devem tolerar que as praras mandadas era
objecto da servifo o facam, sem que eslejam arma-
das com o competente ainluraoe baionela.
Jos Joaquim Coelho.
rao de uma colonia agricola, por conta da mesma
associac3o.
n Arl. 2. O governo garantir' a' associajao uma
sub\enr.ln aiiuua por lodo o lempo do contrato, cu-
ja diirar.lo sera' por elle determinada.
Art. 3." Ao governo incumbe na sua coocessao
observar e prescraver o seguinte :
S Escolha do lugar para a fundarlo da colo-
nia agricol
possam adquirir a pericia, como para que oa mestres
se ulthsem de seus strvirut.
5. Determinando que OS orphaos com talento e
inclinaran para os esludoi frequeotem as aulas pre-
paratorias do seminario, cuntinuando a residir no
Collezio ; sendo o presidente da provincia obrigado,
concluidos os preparatorios necessarios a carreira que
o orpli.lo houver de abracar, a dar a este o devido
desliuo ou pondo em al^uma casa le commercio por
i S Pisado do nomero de colono, que a asso-1 intermedio do conselho administrativo, ou mandan-
ciacao devera' aunoalroente imporlar, quer para do.o para algdQIH de nossas escolas superiores ou
particulares e emprezas, quer para colonia agri- I faculdaile* ; nao podendo estar em cada uma destas
15 de abril de 1857.Joaquim Francisco de Mello i ou tusares para onde forem dirigidos, esn virlods
Cavalcanli. i de ajustes cun emprezas ou eogaiadufes parlsrslsrss
l'ambem he approvadna redacrao do projeclo n. u cun de-liuu a centros coloniaes soloriasdoa pele
lidesleauno. I governo. E-las subvencoes de 30S e -JOs. poderas
O Sr. Theoioro da SillM : Como a hora para a r elevadas a .50; e Ms), e o dividendo aaaiazl da
apresenlar.io de projeclo* esteja bstanle odianlada, associaao nao cbeitar 7 por cenlo do fundo rsals-
nSo me proponho a justificar o que vou otrerecer a sado. O atetan subre a* primeiras ~ul.seiK.oes s*rc'
roiisnlprar.io da casa, e nem soslenla-lo, mostrando i dividido na mesma proporcao em 11 neficisdos cs-
os moli\os em que me fundei para cunfeccina-lo ; limos e da associarao, e pago pela niesma forma
Dib>Da cmara municipal da Victoria, pergon-
tando qnal o deslino que deve dar os objectos qus
serviram no exmelo hospital dos cholencos da men-
cionada cidade.A informar a commissao de hygie-
na publica.
DitoDo lente coronel de engenhero, encarre-
gado das obras militares, dizendo, que tem elevado
25500 o jorual de alguns carapinas, e pedreiros.A
informar a thesouraria de fazenda.
DitoDo inspector da thesouraria de fazenda, dan-
cumprimenlo ao despacho azarado em oflicio do ins
peclor do arsenal de marinha.Volle ao Sr. inspec-
tor da thesouraria de fazenda, para que ouvindo o da
alfandega informe com brevidade se ha presentemen-
te urgencia da escuna, e se esta' ella sendo substitui
da por algura nutro barco.
DitoDo capitao do porto, dando o seu parecer
lonre o reqaerimento de JoSo Goncalves l.uca Lis-
boa.A informar a cmara municipal desta ci-
dade.
DitoDo inspector interino da Ihesooraria provin-
cial, informando o requerimento de Silvano Thomaz
de Souza Magalhaes.Volle aoSr. inspector da the-
souraria provincial, para informar ss o regulamento
de 12 de maio de 1851, nonc. leve execacao quanto
ao augmento de ordenado dos professores,* como diz
o parecer junto ; e declarar qual o ordenado que tem
percebido e esta' percebeudo o actual professor da
cadeira de Muribeca.
TRIBUNAL, DO COMMERCIO.
SESSAO ADMINISTRATIVA EM lo DE ABRIL DE 1857
/'residencia do Exm. Sr- desembargador
Souza.
As 10 e meta horns da manha, presentes os se-
nbores depulados llego, Basto, l.emos, esupplenle
Ramos e Silva, o Sr. presidente abri a sessao ; a
sendo lida a acia da ultima, fui approvada.
Leu-se o seguinle
EXPEDIENTE.
Lm oflicio do secretario do Inbunal^do commer-
cio do Maranhao, datado de 2 do correte, aecusan-
do o ollicio dtsle, que acompanhou a retaceo dos
eommercianles, corretorrs e agentes de leiloes ma-
triculados aqui, desde julho al fevereiro prximo
passado.I ii letrado.
Oulro do conservatorio do commercio do Ceara' ds
i do crrenle, acompanhando a copia do registro do
hiate nacional oCorreio da Imperatriz.Accuse-se
a recepeau e regislre-se a copia da matricula.
Outro do presidente da jonta do* correlores de 6
do crrenle, acompanhando uma informaran em so-
loclo do oflicio deste tribunal, da mesma data.Que
se devolva a mesma informa^ao para que se faca em
porluuueze directamente a o tribunal.
Foram prsenles as colares olliciaes dos precos
correnle da praja relativos a ultima semana.A*r-
chive-se.
DESPACHOS.
Desparliaram-se os seguintes requerimenlos :
Um de Francisco Uomei e Oliveira, agente de
leiles.apresentaodo para ficar encarregado das func-
Ces do seu cargo, durante a viagem que vai fazer a
Europa, por falta de saude, a Joao da Cruz Macha-
do.Como requer, deveu lo o suppticante p-ssar o
titulo de nomearau de proposla para ser approvado
pelo tribunal e registrado.
Oulro Je Joaqmm Jos Ferreira da Cosa Rebimba,
porloguez de 32 anno*, domiciliado na povoacjio
do Pilar o'Alagoa", com casa de commercio de fa-
zendas secas, molhada e genero* do paiz, pedindo
malricolar-se. Sej* ouvido o Sr. desembargador
fiscal.
Oulro de Jo8o Pinto de Lemos Jnior e Antonio
Jos Leal Reis, pe lindo cent lio das suas matricula
de eommercianles.Como requerem.
Nao havendo inai* nada a tratar, o Sr. presideule
encerrou a sessao a IpJ hora da larde.
PDLHaTiai.
GERRIT WTSE.
Scenas da vida hollandeza.
POR HlLDEERAND.
III
Collllliuarao.
V Ser uma verdadeira fela disse a Sra. Ver-
nooy para provocar mais eulhusiasmo na sobnnlia ;
/ Gorril acaba da ser promovido.
Oh querida amiga, eiclamnu o Sr. Verhooy
/ que eutrava nes ' laso !... "
O que digo he \erdade replicn a mulher a
qu.il inquielava qua'.qaer restriccaoisim elle foipro-
movido.
Nao, responden o marido assenlando se em
sus poltrona, ma- fez um grande came. Wilso
i'ontou-me que laso durou dous dias ; cuino chama-
se esse exame, ja esqueci-me ; porem he cerlo que
no priroeiro da elle di-aeccou um cadver inleiro, e
no aundo... emfim fez oulra consa, mas com mes-
ma perfeinAo.
Ata itia'e Clara, um cadver inleiro !
Certameute elle tem o mais alto ? ner-untou a
Sra. Vernooy.
O mais alto, oqu ".' pergnntou o marido.
O mais alto... oh e.>mo cbama-se i.so .'quero
dizer o mais alto. o que ha de mais alto ; |,e' Jofna
o prlmut na escola latina. Elle era o primas iodos
os anuos. Sabi-s o que he primus, Clara ?
Nao, minhi lia reapondeu com o sr mais
innocente Clara, a quat sabia parfeitamenle.
Primus. tori.ou a tia con) voz altavel, e loni
douloral, he aqueile que he o primeiro ds sua rlass*
na escola latina. Entao ha dtstrlbuicjlo de premio* na
igrea franeza. e entao todos oa irimus fa/.ein ora-
'"i.<. Sabes o que he oni gralius '!
iNao, ininiia ta.
Man Dos, nao sabes o que be om gralias 1
pergiiniarim ao mesmo lempo a Srs. Vernooy e o
marido.
Nao, de eerto.
He o agradecimenlo do premio que elles tace-
bm, prosegmo a lia. Eu ia seropre com a Sra.
Witse. qu ,d,, hjivj,, dislnbui;a.i de premios ; mais
is*o chamava-sa entilo propriamente promocau. Bien
Daos, Gerril Ut.h isso tao gentilmenle palpilava-
me o coracao qnando cliegava a soa vez. Decnrei
por mnilo lempo o que o reilor dizia ; como era'.'
Como era ? disse Vernooy, Acide lt'il*e...
(Vid- /Mario n. 86)
III. s Exm. Sr. Ten lio a honra de remetiera
V. Exc. as inclusas demonstrare* dos saldos exis-
tentes as difiranles caixas a cargo do Ihesoureiro
desla thesouraria no dia II docorrenle.
Dos guarde a V. Exc. Thesouraria provincial de
l'ernamhoco. 13 de abril de 1857.Illas, e Exm. Sr.
Dr. Joaquim Pires Machado Porlella, vire presi-
deule desla provincia.O contador,servindo de ins-
pector, Amonio Carduzo de Queiroz Fonseca.
emonslr.gao do saldo disiente na caixa espeeii
das apolices em II de abril de 1857.
Saldo em 31 de marco p.
, fil",......1:>:000.?000
Rereila de 1 a II do cor. 3
Upsiiuza idem
Saldo
Ltti-.OOONIOO
9:iOOcOOO
ia&6ooaooo
_ Caiadoeiercicio da 18561 185'
Saldo em 31 de marro p.
, "'"Jo......2(i:700?S53 '
Receila de 1 a II do cor. 5S:2175i0i
Despeza idem.......
Saldo......
. Cana de depsitos.
Saldo em 31 de marro p.
11r"Ml......U1:05335
Hernia de 1 a 11 do cor. -3
310:11183257
i5:155i79
2(i5:76IS778
Despeza idem.
Saldo.
Hlr.1,,333.:
5
141:0149335
Caia especial docalcamenlo das ras desta cidade.
Suido piii :il de marco p.
fiudo
Receila de 1 a 11 do cor.
Despeza idem ,
Saldo .
6:10*294
IJiMitl
(i: 1183251
. 1400)000
1:7183251
Caixa especial da conslruccao da ponte do Recifs.
Saldo em de 31 marro p.
li"io ;..... 6263980
Receila de I a II docur. >
Despeza idem. I.......
Saldu i.......
I
i
(.aia especial das lolerias.
Saldo em 31 de marco p.
lindo. t 8:9629578
Receila de 1 a II do cor. 69038U0
Despeza idem........
Saldo......
fi2(i;'J80
3
6263980
9:6533378
209.3000
9: ii13378
ti excipe pryzia ; aim Clara, lambem sai om
pooco de latim. Lemhras-te ainda da ultima vez,
Vernooy '*
Sem duvida rspondeu este seriamente poslo
que as differenles vezes n."i i lhe houvessem denado
na memuria senSo lembrancas mu confusas.
Era o maior de lodos os discipu'os, conlinuou
a mulher. Oh era 13o bello ver um rapaz tao gran-
de no meio de todos esses pequeos Mas tambem
era o nico que (razia casaca. E soas luvas novas,
leuil,ra- le Vernooy '!
Sim. disse ete com um sorriso que nao poude
comprimir, suas lava* novas !
L"savam-*e enl.lo, conliuiinu a consorte, lovas
amarello-clsras, lembras le ainda, Cfara, dessas lu-
"sror dt ps de palo .' Pois elle tambein as tinha ;
como assenlavam-lhe Mas bem via-se que erara
novas; liiiham as punta, iao chalas.
Sim, pona louga* e mu chatas, disse Ver-
nooj rindo ; mas que aconteceu a essas lava*".'
k persunla era arriscada ; o Sr. Vernooy fun-
dava sobre a simples mencao de um par de luvas
cor de ps de pato, a sopposicfio ousada de que na
realidade liuliam representado um papel hislorico,
enlreiauln que nao linham sido uiais do qae um r-
nalo passiso do joven Witaa.
ae diz voss, Veruooy '.' pergaoloa a moiher
com sorpreza ; nao sei que leuha acontecido cousa
algesia,
Oh oh rspondeu o marido, o qual licou
vermelho, e e-vaseou a chlv^na e eafc para dis-
simular seu embaraco ; aconteceu algunia cousa a
essas lavas. Eli- nao deisou-as cahir lolamente, ou
alguma causa assim ".' l'cuho a esse respeto uma
lembrauca confusa...
Durante a evocaran ilessa vasa lembrauca a tia
neo ce*sara de menear a cabeca com ar incr-
dulo...
Nao sei nadadissj, loruoii ella ; mas o que
A-SEMBLEA LEGISLATIVA PROVINCIAL DE
PEBNAMBLCO.
Sessao ordinaria em 15 ds abril de 1857.
Presidencia do Sr. Josr Ped o da Sitia.
Ao meio dia, achaode-se prsenle numero legal
dos Srs. depulados, abre-se a lusa]".
Lida, he approvada a acia da anterior
cola
'< S 3. Admissao nella dos colonos que. sendo im-
portados por encommenda particular, nao ferem ac-
ceilos e empreados, salvo o caso de 1er ma' con-
ducta ;
i. A acommodacan provisoria dos colonos em
bolel ou deposito*, por cunta da associacao ;
ii fj 5. Designac.ln do mximo do preco a que le-
ra' direito a associacao pela introducto de cada co-
lono, por encommeuda particular ;
s S 6. Fiacao do juro de seis por cenlo ou do
menor juro corteule na prac,a ao geral poderao os
colono* ser obrigados para com a associacao oa para
com os particulares e emprezas, que os mandaren)
vir, 'pelo adiantamento que aquelle Illas houver
feilo.
(i Art. 1. A associacao ohrigar-se-ha por fianca
idnea ou hypolheca, pelo valor iulegral das sub-
vendras correspndileulcs a' lo to o lempo da dora-
cao do coulrato como garanta de seu fiel cumpri-
menlo.
a O valor das ubvenc,oes que houverem sido pa-
gas pela provincia, ser-llie-ha salisfeilo.se pela asso-
ciacao nao forem comprida* as condic/ies essenctaes
do conlralo, as quaes -era i previamente desig-
nados.
Art. 5. O governo nomeara' um commissario
para examinar a queslao dos negocios da a .ru-
cio.
Arl. 6. Qaaedo (enha de finalisar o contrato, s
colonia agricola passara' a ser administrada pela
provincia, e a associacao ceder Ihe-ha os immoveis,
machina*, instrumentos agrarios, etc..medanle justa
relribuico, que sera' feila de confurmidade com a
lei de 2 de maio de 1811.
Arl. 7. Caso, porm, o governo nao conlrate
com a associacao central, a colonisacao, ou por falta
de accordo, ou por qualquer circumslaucia, promo-
ver' para introdcelo de rulnos na provincia a en-
curporacao ds uniti companhia, obseivando todas as
disposses precedentes no contrato que com ella
ti lar.
u A esta companhia he garantido o juro de cinco
por cenlo o capital, que pelo governo for litado.
o Arl. 8. O conlralo que o governo celebrar, ou
com a assoctacau central da colonisscao, ou com a
companhia, cuja eocorporacao se aulorisa, nao pro-
duzra etlito algum sem qae seja approvado pela
assembla.
a Arl. 9. Ficam revogadas as disposicoes em con
trario.
" l'aro da assembla legislativa provincial ds Per-
nambuco, 15 de abril de 1857.Theodo'o Machado
Freir Pereira da Silva.
He lido, e adiado por pedir a palavra o Sr. Paula
Baplista, o parecer da ci'muiissao ds fazendas e or-
r imenlo, indeferindo a p elencao de liento Jos Pi-
res, arrematante do quii1) lauco da r.imicacao da
estrada do ral, em que pe'le indeinnisacao pelos cs-
tragoi feilos na mesma eslr.da pela cheia de 1855.
He tamlieni jolgado objedo de deliberacio e man-
i dado imprimir o segoinle projeclo :
i O cumproinisso das irmaiidades de Nossa Su-
' nhora do Bom Consellio. da Sania Cruz dos
>. ., --".. aaviai tawaaaaulsi, lia .-iin.i i.iih una liretos
Wjr' rnme'rP.^'cJ';''"l!"ese',la segoiots^canoeiros da cidade do Recite, do'ir. Bom Jess dos
|-.n. a fcxEI),E"T*i. -Marlv'rios, erecta na i^reja de :van-Joao da cidade
Lin onicio do sacrelario do governo, remetiendo Wa/Oufeda. approvados na parle reh.osa pelo Exm.
urn arl.go de postura adilic.onal, confeccionado pela [prelado diocesano, merece, a .provacao desta as-
* TZtT, r V,Cloria-.e um'' "P'"lacao semidea, por laso a C0mc.IS.l0 de negocios ecclesias-
?.qU.ea.me_S!n.':.C,,m::ra .",0Doe a ve"d8. d.""" ,i9us- 1p'n forem prsenles, he de parecer que se
do seu patnmuuio, situadas na comarca do Bonito, adopte a'resolucao'sesuinte "
A commisso dos negocios de cmaras. A assembla legislativa pr
Oolri, do mesmo, remetiendo o requerimento d- buco, resolve
deseuhislas da reparticAo dssobra. publicas.
,. c -
vem acompanhado da respecliv.i infurmsrao do di-
rector daquella rspatilels.A' quem fez a reque-
sn.ao.
Oulro do Sr. deptitado supplenle Jos Joaquim do
Reg Barros, participando que por e adiar anojado
deuava oe comparecer as sesses.Manda-se desa-
nojar.
L'ma petirao em que Joo Antonio da Costa Me-
deiros, professor publico da cadeira de instruccao
primaria da fregoezia de San-Pedro Marlvr de O-
linda, pede que se mande pagar a diUerenca do or-
denado que elle deixou de receber como*professor
effeclivo, desde 15 de maio de 1855, al 3 de julho
do auno passado.A' commissao de orcaraeulo pro-
viucial. '
He lulo o seguinte parecer da commissao de cons-
lllu rao e puderes :
o A commi-sao de constiluicao e poderes, tendo
prsenle a indicarlo de alguns seuhores depulados,
e convencida da falla de numero dos membrns des-
ta casa, que resultou da sabida de algn* aenhores
pa a assembla geral e oulras commissoes, he de
parecer, que sejam chamados os seis seguinles sup-
plentes, Drs. Francisco Joao Carneiro da Cunha,
Aristides da Bocha Bastos, padre Vicenta Ferreira
de Siqueira Varejao, Dr. Manoel Francisco de Paa-
la Cavalcanli de Albuqoerque, Francisco Raphael
de Mello Reg e Francisco do Reg Barros Br-
relo.
ii Sala das commis*cs, 15 de abril de 1857.A.
Cavalcanli S. Leao
Depois de breve discossao sobre o parecer, be o
mesmo approvado com a segoinlo emenda :
o yus se chame lambem o Sr. Dr. Manoel de Bar-
ros Vanderley.Epaminondss de Mello.
He lido, julgado obiecln de deliberara.', e manda-
do imprimir o *eguinle projeclo :
A assemblna legislativa provincial de Pernam-
buco, resolve :
i Art. I. Fica o governo aalorisado a contratar
com a associacao central da coluuisai ,io, eslahtlecida
no Kio de Jaue.ro, a instalaran nesia cidade de uma
agencia filial qae se incumbir' de inlroduzr colo-
nos na provincia, nao s por encommenda de part-
calares e de empieza, como lamben) para a funda-
diziam que elle desempenhava sua larefa melhor do
que todos. Nls escapou-lhe uma palavra...
Mas que aconteceu as lavas'.' munnnrun Ver-
uooy ; psrece-me q...
Oh disse a mulher reeeando que essa histo-
ria de luvas vissse linear uma sombra sobre a pin-
tura seduclura que arabava de fazer de Gerril como
esludante ; vosso ron fu u le com oulra cousa. Bem
sei que todos nes rimos muilo desse menino, o qual
apenas recaheu o seo livro volteo as coilas, e esque-
cen-se inteiramente do gralias.
Com eeilo, disse o excellente marido, mni
contente de poder agarrar-se a alguma coosa que
lhe encobrisse a imprudente reminiscencia. Sim,
parece-me ver ainda esse rapazinho.
Porm diga-me, minha lia, pergunlnu a mora
com a maior ingenuidade que pode, o senhor Wiiie
nao ganhou premio agora '.'
Nao, un oh a (iba I na l.niversidade. Salvo
se foi uma medalha, acrescenlnu ella aproveilando
'oao esse pequeo incidente ; ouvio fallar a esse
respeilo, Vernooy .'
1*110, disse Vernoo\, em seraelhanle circums-
tancia recebe-se um gran.
Justamente um grao ; cU-ahi a palavra que
eu procurava ha pouco. (errii lem certameute o
mais alio grao, nao he venada?
Ceriamenle, certamente di-se o Sr. Vernooy ;
elle lambem escreveu isso.
_ O le lu i- saliera melhor u que pa>.ou-se, porem
Verttooj que dava sempre razao a todos e princi-
palmente mulher,allirmava o laclo por bondade de
Concia e por uma simples conjaclura.
Enlrelaulo era mui natural que essa rircuro-tan-
cia dsse o ultimo golpe a pesaoa ds (ierril Wilsa
na eslima de Clara, a qual nao poda represenla-lo
a si mesma sean como um presumpeoso pedante
com as luvas amarellas da protnoco.
F.lla podera con(er-se por uiuito lempo : mas nps.
se, perfeilantet-C he que eaa om acto mu. bell.o se lll0IBHll0 ,,,, Clim tmtnu lro,liaP. mu "M
ovincial de Pernam-
Arligo nico. Ficam approvados os compromisos
das nasalidades de Nossa Setihora do Bom Conselho,
da Sania (>01 do* preli.s caueiros da cidade do Re-
cito, e do Senhor B un Jess dos Marlvrios, erecla
na igreja de San-Jote da cidade de Oliiida, c revo-
gadas as disposicoes em contrario.
ii Paro da assemhla legislativa provincial de Per-
nambuco, 15 de abril de 1857.Padre Marcal.G.
Guimaraes.ii
He lido, jalgads nbjecto de deliberarao, e maula-
do imprimir o seguinte projeclo :
A assembla legislativa provincial de Pernam-
buco, decreta :
ii Arl. 1. Fica o presideule da provincia autorisa-
do a elevar a doze contos de rts a despeza com os
estabeleciroeelos dos orphaos, reformando os res-
peclivos estatuto*, lob as segundes bases:
a la" Augmentando o numero dos educandos de
ambos os collegios, podendn elevar a cent o dos or-
phaos do collegio ds Sania There/.a em Olinda, e oj-
enla o da* nr pii,, i, do collegio desta cidade.
i 2." Creando uo collegio ds Santa Tbsrexa uma
aula de geumelria pratica e desenlio, a qoal sejam
obrigados todos o orphaos que se houverem de ap-
plicar as arles mecnicas.
3." Estabelecerido no mesmo rollegio algumas of-
ficina*, como de sapaleiro, alfaiale, marciiieiro, lor-
neiro, ourives, ferreiro, ele, e contratan lo os res-
pectivos mestres ; as quaes serio frequentadas pelos
orphaos, que para ellas livcruu propensa, devendo
cada um dedicar-se ao ollicio para que mostrar mais
aplnl,io e vocarao, e man 'ando para os arsenaes de
guerra e marinha, na qualida le de iuterno*, mi con-
fiando, par intermedio do conselho administrativo do
respectivo patrimonio, a mestres habis e bem mo-
rigerados, aquelles que quizerem aprender alguro of-
licio, que nao os eslahelecio* no roll-gio.
i. Marcando ordenado para o professor de geo-
melria e desenho ; e arbitrando gratiliraroes razoa-
veis aos meslres das offieinas, os quaes, slnjeitando-
se as condicoes que se julgarem precisas a bem do
adiantameuto dos orphaos, se ohrigoem a ensioar-
Ihes, leudo direilo ao producto das obras, que com
os discpulos zerem, ciceplo as destinadas ao uso
dos educandos ; divendo os discipolos conservar-as
as ofllciuas certo numero de anuo!, lauto para que
E ella esperou que para a moca esse eonsetho sig-
nificara : banca logo esse corceo aos ps do man-
cebo.
Porem as circumslancias eram mui desfavoraveis;
porque a aversio de Clara se enraizara ainda mais.
I m humem lio sabio uao fara caso de mim,
duse Clara em voz alia, e alem disto nao nasci para
taa scieucta.
E ella dizia comsigo :
Ainda que elle fosse sabia como Salamuo, is-
so n-lo u,aili.miara ; \ollarel seoslas a es6e lonco
presumpeoso.
Ja veem os leilores quanlo era pouco perigosa a
mama da lia Vernooy de fazer casamentos.
IV
lina [esta cheia de cordialidade.
Tinha chesado o da em que luvia de lev Insar o
grande banquete dado em honra de Gerrit Witse,
candidato em me Itciaa, e qoe como os leitores po-
deram perceber no coinero desla narra.-io tinha de
seu proprio merecimeulo uma idea ta diflerente
da de seus pai*.
Eram qoasi (res horas da tarde, e n mancebo es-
lava oceupado em preparar-se. Consnlerava por
venlura uma cortea a solemnidade por occasiao da
qoal sms pais propunbam-se sem duvida a fazer os-
leutar lu delle al se larlarrui Bepresenlava a si
mesmo como um soporfico e*panlalho o enfado coro
que liana de tillar em urna reiiuiao de pessoas, das
quaps alcamaa Ihv eram indifirreutes, s oulra* pesa-
das '.' Era um desses penaainculus em particular ou
talvez uma aura lavel mistura de lodos dous qus u
id/ia veshr-se lio Isnlainenle, parar com a grvala
ou o collele na ma, Chegar a jauclla sem um liin,
lanrar-se sobre uma cadeira sern e(lar fatigado e
ludo isso com os ligoaes evidentes do pezar ou da
conlrariedade ".'
mais de um ao mesmo lempo : sendo admillidos uo
Sem nario, para ahte acipensas delle, esludarera as
aulas Iheologicas; ou recolhidosao convenio, em que
quizerem prufessar o* que mostraren) vecacfo para
o sacerdocio, correndo por conla do respectivo pa-
trimonio dos orphaos a despeza do eoxoval, e as do
patrimonio do que se quizer ordenar de clrigo.
6. I'rubii ni lo que orp'i.lo al:oni anles de haver
recebido completa e lurara seja entregue a pessoa
alguma, que o reclamar, sem que esta prove peran-
le a autortdade cumpelenle que tem meios de dsr-
Ihe essa educarlo : s com a qual dever ser entre-
gue a ana m.1i, ou a quaesquer oulras pessoas, a
qoem haja de soccorrer ; ao qoe ser obrigado por
um termo por ella aisignado aule o conselho admi-
nistrativo que da falla de cumplimento da parle do
educando, dar parle a aoloridade corApeleute, para
esta providenciar a respeilo : devendo o que nao ti-
ver mai, ou pesoa que sobre elle vele, ser enviado
pira a companhia de artfices, para shi, debano de
ojeicao, servir por cerlo lempo.
Arl. 2. O presidente da provincia pora' inmedia-
tamente em execuc3o esta reforma sunmellendo ao
corpo legislativo provincial as allerac/ies que fizerno
respectivo regulamento.
Arl. 3. l'icam revogadas as disposicin em con-
trario.
Paco da assembla legislativa provincial de Per-
nambuco 15 de abril de 1857.-Jos QuiOlino de
Castro Leio.
Tambem lie lido e dispensado da impressao.a re-
querimento do Sr. Oliveira, o seguinte projeclo :
o A companhia da estrada de ferro requer, nos
termos da stima das condicoes, a que se refere o
decrelo n. Iu30.de 7 de agoslo de 1852, a desapro-
priarao de un. terrenos no lugar das Cinco Ponas,
designados na planta junta, dos quaes se acha de
posse a cmara desla cidads e dos edificios, que nel
les eiislem e perlencem a mesma cmara, alim de
construir naquelle lugar a eslacio terminal.
ii A commissao de negocios de cmaras a quem foi
remetlido esse requerimento, tomando era conside-
ra cao o seu conleulo, e leudo era vista o oflirio da
mencionada cmara, no qual pede autorisacao na
forma do art. 12 da lei do I-de oulubro de 1828,
para alienar os referidos terrenos e edificios, he oe
parecer qua se adople a seguinle resoluto :
A assemlna legislativa provincial de Pernam-
huco resolve :
u Art. Unico. A cmara municipal desla cidale
tica autorisada a alienar os terrenos, de que est de
posse no lugar dat'Uuco Pona*, bem como os edi-
ficios nell-s existentes, e de que precisa a companhia
da estrada de ferro para a estac.o terminal, que se
lem de construir no dito lugar ; preceden lo a devi-
da indemnisacao na confonnidade da* leis em vigor.
Sala das commis-es da assombla legislativa
provincial de Peruarahoco 15 de abril de 1857.
Antonio Jos de Oliveira.Josc Joaquim do Beso
Barros.
Tamben) he lido o seguinte projeclo :
ii A commiss.lo.lc legislaC/lo leudo examina
paliis de Jos Euzebio Alve* da Silva, a Antonio
Josa? KoJrigues.le Souza. e adiando razoaveis os
seus fon.!ain.niios, be de parecer que se adople
seguinle resnlurao : j
ii A assembla legislativa provincial'de Pernam-
buco resolve :
ii Arl. |* A eipressao desle ja da lei n. 339 de
i do crtenle referese tmenle a rubrica do Ihe-
soureiro, saiin como as palavrsslolerias de oulras
provinciasnao abraatgem as loteras concedidas pe-
la a-semblca geral legislativa.
o Arl. 2- Ficam .evugadas as disposicoes em con-
trario.
tonio Ep.iininondas de Mello.Dr. Bapllsts.Ma-
nuel JoscJd Silva Neiva, vencido quanln a'seguuda
parle.
O Sr. Presidente observa que contendo o projeclo
uma idea ja rejeitada pela casa,nao pode de seu mo-
to proprii. ii. ma-i., imprimir como he de coslume
vislu partir de uma commissao, porem qae vai con-
sultar a casa sobre o ser ella ou nao nbjecto de deli-
berarAo.
Depois de elgomai observares dos Srs. Epami-
nondas de Mello, Souza Carvalho e Mtira llenri-
ques, lie o projeclo julgado objeclo desleliberarAo e
mandado Imprimir.
Tambem be lido e mandado imprimir o seguinle
projeclo :
ii A assembla legislativa provincial de Pernam-
buco decreta :
Art. |* A comarca do Bonito sera dividida em
dous municipios da f.irma.a.enumte :
o S I" (I municipio il i It.nntu compreben lera a*
freguazias de Aliiiha e Bonito, sitas na riostra do
rio L na, e lera por sede a villa do mesmo nome.
" S 2- O municipio de Caruar rnmprehender
as freguezias de Grvala, Bczerros e Caruar, e le
ra por sede a villa do mesmo nome.
Art. 2- A sede da comarca ser em Bonito.
o Art. 3- Ficam revogadas as disposicoes em con-
trario.
'i Paco da assembls legislativa provincial de
Pern.pibuco 15 de abril de 1857.Joaquim Fran-
cisco de Mello Cavalcanli.
Manila se lambem imprimir o seguinle projeclo :
ci A assembla legislativa provincial de Pernam-
buco decreta ;
Arla 1" Fica elevada a' fre ma do Sr. Bom Jess de i'auellas, comprelienden
do todo o districto do mesmo nome, e os de Qnlpap
e Pimenteirae.
Arl. 2- 0 parodio do Altinho podera' oplar es-
ta nova fregoezia.
a Arl. 3- Ficam revogadas as disposiroes em con-
trario.
Paco da assembla provincial de Pernam buco
to mai cosiste, manjares escolladas, bons condimen-
tos, forlemeiile adubudos etc.; era o mesmo 6'idj
contendo as mesma* disserlacoes sobre a inconve-
niencia de haver na Hollanda condes e cavalleiros,
sobre a poca florescenle de Jan. palavra que nos
he dada como equivalendo narilu hollandeza, eso-
bre os deleito* da rhelorira, ludo acompanhado das
mesmaictlacoesdo numero precedente; era o mes-
mo Calimete de leilura com a mema capa verde, s
a mesma tiibtiotheca do mundo sabio com os mes-
mos venes lobre o enlerro desle ou daquelle senhor,
e sobre o quinto anniversario de outro. Enian elle
rerorria ao* livro* recentemenlc cheuados. Conheeia
ja bom numero dellea graca* aos cuidado* offirioso*
de um Van der HooK ede meia duzia de Harenbere
(1., e os oulros Ine pnreeiam mui valumosos para
poderem ser lidos em poneos din. A*sim aconle-
cia que a mor parle das vezes limilava-se a ler o
prefacio de algumas novella* francezas, prefacio no
qual o aulor nsseveravo que recorrer ai sua cuns-
ciencia para eserrver um livro muilo immoral, e aos
seus mullenm-iiin. pslhelico* para l'azer uma obra
de pesiimo gusto. Eis ah como essa mesma manhaa
elle se applicara a' Isitura do prefacio de lluii BXat
de Vctor Hugo.
Por mais allraclivo que lhe parecesse esse prefa-
cio, por mais forles a cnncluilrnlvs que pndessem
parecer-lhe os raciocinios e as dedoeces, nao o ab-
sorvia do lal Soria qua elle nao laurasse de quanln
em quan lo os ollloi para fura, urnas vezes para a
ponte da lliAsa. uolra* vezes ,)ara olHauk, o qual
illuminalo pelo sil ollerccia uma visla agradavel e
alegre. K repentinamente antevio elle vio di*-
lirsrlamenle a linda mora que vira com um pombo
branco sobre a cabera no }naraf:o c.mo diz o ceg Moen, a mora que elle Smenle vi-
ra uma vez, e que nao conheeia, o que fora "'
porem pero licenca para proferir duas pabivras l-
menle con, referencia a uma de suas parles.
He saludo que ao enverno re Iral foi concedido
cima dila.
3. A isrncao do imposto da siza de quassqsjor
bens de raz compiadus pela associerlo para deps-
. ------------ -----------..-----------------------------)---------------------------r-------------1----------- vaavapaaaaaar J-" m SBSSaaj Bi*"**
i pela assembla geral um crdito ds (i mil conloa de sito dos colon', hospedaras, armazeM, Irapiches.
de rs. para promover a colonisa^io, bem como para i embarques e desembarques, e de quaes miras prs-
a conslrucrao de caes, dique*, ele. I'saodo desse pnedades necessarias para s inlrodocrao Os
crdito que lhe foi aberlo, o gnverno acaba de .
lehrar um contrato com a A*sociaco central de co-
lonisacao, eslahelecida no Rio de Janeiro, alim de
qoe esie se incumba de promover a culonisacao para
o imperio.
Por sua parte concdeu-lhe o governo 1:000,00(13
por empreslimo, altm de muilas oulras concesses,
favores e innumeis garanliai.que lhe fez ; o que
ludo cnala do respectivo contrato. j rias a reahsaro do lim s. nal. sendo
Me parece porlaulo, senhores, que se se quer fa-eilensao regulada pelo governo.
zer alguma cousa a respeilo de coloni*a(u, a pocha 5" O autillo pecuniario qua ao coverno parecer
he a mais propria ; porque a associacao incumbi- | razoavel e necessario para abertura de estradas a
se nao s de imporlar colono* para o Rio de Janeiro, quaesquer vi-s de communirario qne a asfasciafo
gramas
Eale favor ceisara' para ser reslitnida a sita nJo
paga,quando laes prnpriadades deixarem de Isr
uso a. una indicado.
4. A concessio graloita dos terrenos do mariaka
que houver devolulos rm frenle das locali lades asa
que a associacao eslabrlecer aquelles deposita*, ir-
mazens ele, e_ ostras obras da edificaras naca asa -
a resfaecliva
como para todas a* provincias, onde deve eslabele-
cer acencias filiaes. Nesle sentido confecrionei o
projeclo, que vou suhmetler a apreciaran da caa, o
qual leude, com pequeo dispendio d nossa parte,
a que nao percamos e mesmo acceler>mos a possibi-
bdade de haver a provincia colonisai ,1o sem sacrifi- deliberac.au do governo, terrenos psbliess cu oarli-
Iiver de abrir c melhorar entre os centras o ss da-
posilos coloniaes. ou em dirernin ao literal, riso ssa-
vegaveis, cidades e villas imporlanles mais prxi-
mas.
Ir O diieilo de desapropriar, com accorsto por
cios. Como porem elle se retira ao contrato cele-
brado com a asseciacao, pero ao Sr. presidente, que
mande inserir na acta as condicoes de que devera' ser publcado no jornal da casa, quando
o projeclo o for. O conlralo foi publicado no Dia-
rio de 26 de marro desle anno.
Eis o projeclo :
A assembla legislativa provinciel de Pernamba-
co,resolve :
Arl. 1. Ficaogoverno aulorisadn a contratar com
a associaro central de eoleolsaejto, eslabelerida no
Bio de Janeiro, a inilallacao nesla cidade de uma
agencia filial, qu se incumbir' de inlroduzir colo-
nos na provincia, nao s por encommeuda de parti-
culares e de emprezas, como tambein para a funda-
tan de uma colonia agricola, por conla da mesma
associacao.
Art. 2.. O coverno garantir' a associacao nraa
subvenro animal por lodo o lempo do contracto,
coja drselo sera' por elle determinada.
Art. 3. Ao governo incumbe na sua confeccao
observar e prescrever o seguate :
S 1. Ecolha do lugar para a lundacao da colo-
nia agricola ;
! 2. I i\ar i., do numero de colonos que a associa-
cao devera' annualtnenle importar, quer para parti-
culares, qur parifa colonia agricola ;
S 3. Admissao nella dos colonos que, sendo im-
portados pur encommenda particular, nao forera,
aceilose empregados, salvo ocisodesua ma' con-
duela ;
S i. Acommodacao provisoria dos colonos em ho-
tel ou deposito, por conla da associacao ;
S i. De-i-n i-; ni do mximo ao prrn, a' que lera'
direilo a associacao pela iiilroducr,ao de cada colo-
no, por encommenda particular ;
s I nae.lo do juro de seis'po
colares, par onde ronvenha abrir aquellas
mrarues e eslabelecer servides para os dilas dep-
sitos coloniaes.
7" A preferencia no arrendamenlo dos prspriss
nacionses que nao forem necessarios as servios ato
estado alim de nellei ter a associacao deposito* sto
colonos oa qoaeaquer rslabelerimeoln precisos a
eiecurao do contracto felj com o governo.
8' A preferencia em igoaldade de rirrurntlanciat,
i associacao para os engajamenlos de colon por
conla do governo, seo Irsusportr, alujameais, sos-
lento e o mais que for neretsario a poder ser, pres-
tado pela mesma associacalo.
A* sobvenre*, commissiies e mais vantages o
obngaces coiiceriicnles a esses engajamenlos e ao
oulras (iper.irrie, de que for incumb la pas asver-
uo. faro objeclo* ds conlralos e aju-les iipoiiill.
O governo garante tambem a associacls:
9' A venda de territorios ou de suas ajswlro par-
tes de Ierra* davololaa, a razao de meio real braca
quadrada, em qualquer provincia do imperio, qttao-
i.i por iniciativa do governo ou a' pedido da asso-
ciacao for julgado inronveoieole para anelo do co-
lonia* ou depsitos de colonos.
As Ierras vendidas para ceolros coloniaes, dedo-
zida a eilens.ln precisa para os edil icios sis ose msjjj*
mum. e para os de nao parlicslar da aswciecs, M_
rao divididas em de 250,000 braras quaardas, a
distribuidas pelos colonos a ltalo de ven la oa efs-
raineuio perpetuo, deven Jo a as*ociac.ao dentro do
dous anuos esisbelerer por esta forma, em cada lo-
te, pelo menos, uma familia.
Nao obstante esta elaasula geral. podera' a asso-
ciar.io eslabelecer em laes loles al seis familia*,
comanlo que a cada uma nao loque arca menor do
qoe 31,250 Liaras quadradai. ou 125 do frenle coco
I de fundo.
10. Todos os favores relativos a senrao da direi-
... por cont ao anno ou
do menor juio corrente na praca, ao qual podero os
colonos ser obrigado* para com a aiaoclacAo. ou para ,0' e imposlo concedidos pelo derrelo ds 15 d
com os parlirulares e emprezas que os maudarem vir, ,le '850 a' sociedade rolonisadora do lia
pelos adiaolamenloa que aquella Ibes liouver leilo S"i Pra a fuii.lar.io ds rolo.ua I). Frasvcssea,
...'^rl' A .i..suciac;ao obrigar-se-ba por banca ido- om Sania Cali.arma, bem como qasoqoer col
i mo poda entender na ia, Clara, porque era ludo
lalim... .Na havli grego tambem, Vrrnoo) J
Sun, responden esle franzindo as sobrance-
Ibas coin ar significativo, se bem me lembro crcio
que era grego.
_ Mas is-o pouco imporla. Fazia goslo ve-lo.
e moslrou com as mos a mesa onde eslavam as-
senlados os... como he?
Os Jui/.es, i Tiiinii.ii Vernooy.
oz a mao sobre o coracao, d'epois levan(ou-a.
e ludo isso
com lauta
porque lralava>ie lambem doco ihi,
foi feilo tao bem, iao gentilmente,
grara...
E com luvas cor de p.'i di pato ? pergunlou
a maligna Clara.
Sim. com luvas cor de p,< de pato.', repeli a
lia com o zelo benvolo que a induza a interessar a
sobinha a., joven Witsa pot loda as palavrrs. to-
oas as informacOes, e lodos os qoadros possiveis.
Na verdade era um prazer v lo. Muilas pessoas
Na
essa maravilha de sciencia
Ah ja o dejas re-poudeii a tia,
nt iva ludo em serio. E ainda coras.
agora nao sustentaras mais que nao cora'le, minha
lilh.i. Diga, Vernooy, nao corou ella lerrivelmentc'.'
O mais terrivelineute que he passivel rspon-
deu o marido.
E sem enhuma duvida dcviaier assim, posto que
lendo ma vista, ellos- poda observadlo sbrelo lo es-
lando Clara asssntada a s uibra de uma cortina e de
costas para uma jmella da rus Alta em Bolterdam,
na qual segundo o leslemunho do, proprios habi-
tantes o sol nunca penelrou.
Clara, disse o lio maliciosamente, acautela.le,
minha til lia de que elle apanhe leu corceo em suas
redes.
N3o ha perigo, meu lio.
Ah! leuho curiosidade de ver o qoe resultar
disso, loruou a lia ; cuidado, minha filha!
De ce.lo eis ah um bello exordio que esrrevi ex- "a* r"a para pM?' i"e*,i"'* .acmenlo suas. 1U..1.. i,.,., 'a. _____,., '> "Car eilremaiiiente enainoradn.
, pressamente para desviar os leilores da verdadeira
verdade desejo eilraordinanamenle ver | u,a do estado em qu, se acha o nomo hroe. A
c.iosa era esta : seus poossmentos eslavam absorlos
a um pedaro de sa-
a qoal to- j por 1)m objeclo muito superior
Pelo menos i bao perfumado, ou a grvala >
nha na mao. De raanliaa fora i aociedade de lei'u-
ra. Quando arhava-se por alguns dias na cidade
nalal. seu refugio era sempre a sociedade ds leilura,
da qual o Sr. Witse pai era membro. Tedas as ve-
zes elle imaginava que podero passar ahi agrada-
velmeule o lampo, bem que o resollado engaaste
qoasi sempre ana esperanca. Aproximava-se cheio
de curiosidade da mesa de leilora, porem repara va
com grande desgosto qoe a etcepc.lo do Curso da
bo\sa, da (atetadas Indios (arre;i/or<, a> ,| ,iil/t.
nuk nao lias i i sobre ess.i mesa nenhum livro que el-
le ja nao livesae lido. Era o mesmo numero da
Revista lillersria comprimen leudo a mesma quanli-
dade de tiros dirigidos aos jareas poetas fallo da
joven escola potica e a rdesraa linguagem figura-
da qae tem origen) na economa domestica : alimen-
enamorado.
Nao lerei a temerilade de allirmar que o livr..
calno-lbe daa mos, porque teria sido uma falla an-
da maior porem elle iancoa-e nu ehio, lomou o
chapeo a as luvas. descOo a escada. e precipitou-*e
na ra. A mora tinha seguido o Ulanl,-, e por eon-
egaints tomado a'direila. Elle a icguira' '. Nao.
Dobra o ngulo a esquerda, alraveaaa rapidamenla
o becco do Pene a trole, a ra do Vlnho, e a alo-
pe a do Rei, e volla enm a pbvsioiiomia tranquilla,
como se nada houvesse passado, para passear no
Blaak. Na verdade he ella mesma Sim, he ese
semblante risonho, essa bocea amavel case olbar es-
pirituoso Elle a randa. Oh ceo ella correspon-
den a sua saodacao Alcomas casas depois elle pa-
ra, conleinpla-lbe o perfil gracioso, e admira a Ii.
geiieza de seos p.issos ; ella alraveisa a Ponte de Jl,i-
deira : elle /. segu al ve-la dcsa|iparecer na ra
do Imperador. Entao volta precipitadamente a so-
nea, ou bypdlheea pelo valor integral da* sunveo-
(00) correspondeules a lodo o lempo da dura^ao do
contrato, como garanta de seu fiel cumprimenlo. O
valor das subvencoes, que hoovcreuj sido pagos pe-
la provincia, scr-lhe-ha salisfeito, se pela assacia-
..iu nao forem cumpridasas condirea do contrato,
as quaes ser.lo previamente designada!.
Arl. 5. O governo nomeara' um commissario para
examinar a geiUo dos negocios da agencia filial da
associacSo. l
Arl, ti. (loando leona de finalisar o contrato, a
colonia passara' a ser administrada por conla da
provincia ; e a associacao eeder-lhe-ha os immoveis,
machinas, instrumentos agrarios, etc., medanle jus-
ta retribuicao, que far-e-ha de confonnidade rom
o processo eslabelecido pela lei de 2 de maio de
18l i.
Arla 7. Caso porem nao contrete o governo com
a assocacau central de colonisarao, ou por falla de
accordo, ou por oulra qualquer circumslanria, pro-
mover' para a introducto de colones na provincia
a encarporacle de uma companhia, observando as
disposirei precedentes no coulraclo que com ella
lizer. A esta companhia he garantido o juro de cinco
por cenlo do capital, que pelo governo for filado.
Art. 9. O contracto que o governo celebrar, oa
com a associacao central de colouisacjlo, ou com a
companhia, cujs cucorporacao ss aulorisa, nao pro-
duzr; elleilo alguin sem que seja approvado pela
assembla.
Art. 10. Iicam revogadas as disposicoes em con-
trario.
Paco da Aembla Provinci-l,15de abrilde 1857.
Ilieodoro Machado Freir Pereua da Silva Jnior,
itesumo dos favores concedidos pelo coverno a as-
sociacao central de roluinarao.'
1. Empreslimo de 1,000:0003000 "sem joros por
espaco de 5 annus. lindos os quaes ser.lo resliloidos
por. preslacOes emeslraes de 10 por cenlo. Esle
empreslimo .era' feilo segundo as nec.essidades da
assocnc.lo, e a sua rrsliluicao eomecara' a effeclu-
ar se do di.i em que se completaremos 5 annos do
recebimento de cada uma das respectivas sommas, e
sempre por praslaces semeslraes de 10 por cenlo,
da quanlia adiatitada.
2. A subvenro de 303 por cada colono maior de
III anuos e menor de 15, ea de20i por colono me-
nor de 10 anuos e maior le 5, sendo 3|5 em favor do
emigrante para aunliar os aastoi de transporte, e
2|j em beneficio da associacao.
A parle perjenceule a sociedaJe sera' paga no
oitavo dia da apresentacao do aviso da partida do
navio importador, a oulra parle relativa ao colono
sera entregue 8 dias depois da parliciparao do des-
embarque uos porlos onde existirem os depsitos
ciedade Iliteraria, e torna a subir a escada com pas-
so rpido, acha Roy Blas ainda sobre o assoalho,
recobra machinalmeule sua pnmeira po'aicao, a apa-
nha o livro. Era por dc-peilo. Devia te-la segui-
do, devia ter procurado saber sua habitaran. Deixa
a sociedade, volla pelo mesmo caminho, *alraves*a a
ponte da Madeira e a rna do linp'rador. Nao a v
mais; seus vestigios desappareceram. Mai* ena-
morado que nunca, e mui descontenta de n mesmo
percurre toda a cidade, olha curiosamente para todos
os armazens de novidades alim de ver se descobre o
vestido de seda verde que Uto vivamente o commo-
veu, o chapeo de selim, com pluma que oceupa a
logar em que elle vio outr'ora o pombo branco que
tanto invejoo. .Mas debalde ; nao a vem parle al-
guma... Como chimase ella'.' Nao sabe, e ri de
sua loucura. Volla assim para a casa paterna.
He nem diapoaielo de espirito qoe o achanto* em
sua cmara. .Nao L'm raio de esperance illuminou-
Ihe a atina. Os clculos de um hoinem'que acba-se
na posn.ao de Wilso do sempre aud.ize*. Ilavia ero
casa dos Srs. Vernooy urna moca sua sohrinba, cojo
n .me elle iguorave, lauto quanto o da bella lili.a do
Gooldre : era um punto de aeraelhanca. Podia ser a
rue-ina pessoa, s se assim fosse elle licana mais con-
tente do que de ler oblido o mais alio grao em lo-
dos os siams.
l-reoccupado por esses pensamento*. elle apromp-
lou-se enim, mas nao sem ler lomado a casaca an-
les do collele.
Olanlo desceu, ja tiuham chegarlo alguns convi-
dados, puvio sua* vozes no sabio, e abri a pon .de
eora..au palpilante.
Eisaqui o nosso eamdalo '. exclamar mi ao
mesmo lempo o pal e a mai.
O candidato inclinou-se diaule dos srs. Van lloel.
OSr. Van llr.cl e sua mulher
cincuenta annos, e linham passado
nos no estado de casamento. I
commercio, e o marido era o qoe
eram pessoas de
imle e cinco an-
rtenclam ao alio
se cosluma cha-
qu por dispusieres legislativas e administrativas ja'
lean sido ou forem outoruadas mesma sociedade o
oulras companhias oa emprezas de ndoniaarao, in-
clusive o la-iro de carvao de podra, sal e ferro, nos
uavioi que Iransporlarem rolnos para es ceiros
colomae* e depositas eslabeleeidos pela associacao
mas Ierras compradas ao governo na furnia dita.
11. loda proi.n .io, autillo e apois moral de que
carecer, compreheiidcndo-se nesle* favores instrnc-
ees e recommiidares aipressas a's legaroes e con-
sulados brasileiros, pagamento. mestres do pn-
meiraa letras e sacerdote* da reliiio dos colonos,
logo que se arhem reunidos .em cerlo nnmero de
familias ; todas as facilidades possiveis a bem da
marcha regular das l>eili,,..i, operarais da associa-
cao, e a coadjuiacao das .niln la les do psic des-
tacamento* militare* que f rem ds misler. qaanosi
requisilsdo por parle da associarao o delerminsdn
pelo governo.
12. Se a durarao da associaro for prolongada
por mais da dez annos, na lonna do art. Ifi dos
respectivos rutlo., lira-lbe desdo ja' sasrgoroda
a approvarao do governo, orna vez qoe se axau ven-
hjuein as hypolhese de dissolurao previstas no arl.
11 dos niesuios eslatolo*.
Obrigares da assorato central de coloniriu.
I er dentro de -ei.' mezas, conladsi da apprs-
vajao do conlralo, hospedaras e deposito* proviso-
nos nos logares que forera approvados peto gaver-
uo, para al. jmenlo o saslenlo, quer dos qoe os-
pmt.ine imeni. vierem para u imperio, comanlo
que esles tenbam meio. para pazar as despssas qoe
naluralmenle ler.io de fazer.
JT .Vpromplar. pelo menoi deolro do primeiro
tnennio, uma grande hospedara definitiva, ruja
planta, condicoes hygienics* e reclmenlos inler-
nos, serao approvados pelo governo, assim rom,. ,,
sera' uma nliri. un tabella dos preces do ahijs-
raenlo e comesliveis, e bem assim ds erviro noees-
*ario ao desembarque dos colonos e anas bagasen-,
qne liver de fazer transportar para os ditos depsns-
los e b sane derlas, euieu l-nilo-se com o* empresarios
de colonisarao para que o lrau*poile desles eslabe-
lecimenlos ale o lugar do deslina, ss fer,a pelo pre-
co mais favorsvsl, e sejam razoaveis as con Iin.es
do* contratos.
3. Crear dentro de doos anoos, as provincias on-
de houver eslabelrcimenlos coloniaes impovlanlss,
demanda de Irabalbadores, e para onda so eacami-
nhar a emi-r irao. depo.il -s c hospedariai filiaes de-
finitiva*, com as clausula* cima declaradas, o do ac-
cordo com os respectivos presidentes.
i. Regular de ama maosira coaveniente a distri-
buirlo e engajamenlos dos emsgranles qne so desti-
naren) ao sei vir i domestico e oulros mi.teres nesla
capital. '
(I ) Livriir
mar um linmein de peso. Na sociedade laneava em
lomo de si um olbar mu srave, romo iio-iii goza
de muila inllueucia, e na rm oslas a muilo que 0
Mtsdaewm, honra que lodos sa einpeiihavam em dar-
Ihe, visla d,i riqueza que liiiln adjuiridu. (I i.....
' importancia da mulher linham seguido no mts-
mn .a-.. o crescimento da riqueza do mando a
principio era presumpeosa, depois torneo oa o que
cliama-se uma seulmia sisuda, e dahi em dianla li-
cou, por assim dizer, inaccessivel. Eram condecidos
velln.s da familia \Vile ; na poeo em que eram
dous joven* casaes visttavam-se quasi lodos os das ;
as mulbeies ajuilavam-se mula.imeiite a corlar seu*
vestidos, e os homens iam juntos (escaria; porem
essa inlimidade exagerada ceisara gradualmente a i .,
proporcao que os Van lloel, para servir-me de urna "*essm'"" """airo *tll\o.
eipreisJo vulgar, liaban, excedido a altura da cabe- i (ort(iner-.-itfl .
ja dos Witse. Todava oao se feslejava
amo ler menlo un por I-, ule nasdnas familias sem qoe
e convidass-m reciprocamente ; eram uma para a
oulra um mal iiecessarin. Comiudo nao se devia pro-
curar a causa de resfnamenio unicamenls no aog
ment da riqueza do Sr. Van lloel oolra erreoms-
lancis pequea conlrihuira lambem para isso. Rem
como o br. Wit.c. o Sr. Van lloel liona um lilk*
onico. o i mlorio que na i ha nada maii mortal pe-
ra as reanse* de amiza le do qoe a existencia dos fi-
Ihos, principalmente quando ja'sis grandes, ilse
tinha um falta i iiilelligeule e clalioso, do qoal ota-
nsvam-se tolas as escolas qoe elle Ireqaeniara, a
qoe depois viera a ser eicelleule ldanlo na noi-
versidade, entretanto que o lidio de Van lloel are
am imbcil que e caiava sempre pela sua caliera.
que cliegando a idade em que iodos ss disliogoem,
.e distinguir como e-loma m, e fura enviada pora
as Indias, porque os pai* nao sabiam que li/e*esa
delle na mai (ulna, por isso oa Van lloel tnihasa-
' tornado inunuos ualuraes de (erril. Por bsm
acnnlrcia que o Sr. Van lloel nao rershia jamis
uma caria do lilho. na qual e-le como prava da ex-
celleme maneira purque cinpregaxa o dinheirs, qus
o pai lhe enviava. eslendia-se si.bre aa hrilliaalr-
perspiclivas que se lhe antolhavam, a subsea stura-
vilhosa rapidez rom que fazia sos torlnna, sem dor-
so pressa em rtimmuiiica-la em alta voz a' MKiedado
Jmicitia, OjaOle prelerenria a' mesa em qoe Jar.
Wiise entreflnlia-se com o llandrtsbta*. tmeru-
lando que u^\o havia cousa meltior para um pai, ds
que enviar seu. lillios as India*, nem era pesMe(
obrar de uma m.iuena mais irreflerlida do qoe fa-
zeudo-us -indar, pois a-un somrnte pssderikm ler
uma raireira muilo larde, e que pa exemplo li-
nbain-se o* joven* medico*. .< Dahi proviene esav-
liin que nunca se uuvia fallar de uwa lraves*nra de
'tildante, de um inolim as las prximas a' eni-
ver.i.l.de, inolim apena* digna do ser mencionada a
vista dn grande alvsroco que devia cansar os, psair,
em que a Sr.* Van lloel liveom a nere-sidada do sa-
er lugo ama visita a Sr. WstSO, r |ir essa ncesataO
coiniiiuuicai-lbe noticia lameiitanl i-a rom mel-
los .u-pirus de nao saber ju.tameote >e sen blbo to-
mara ou nao parle ne..e fado. Acre*cenl*ra qoe
lierril era caelsOClde por um mancebo excellenlr
mas que emfim iniiguein poda saber E esn l.ey
de on le o- moros rorruuipern-se lio eepres-
sa !
O can tllalo ni inou-e dianla dos Srs. V an lloel.
Depois das palavras de polidez.veio naluralmenle
um cumprimenlo obre o rame. O Sr. Van lloel
acrescentou que tsassetaoe 'le todo osea eorsrJoqne
eri.i um passo para uma prompla promoflo e ama
brlibante pralica, e a mulher eiprinuo -> iiipaThira.
inenle o pezar da que a mor parle das pessoas rcx>-
MUTTADCT



DIARIO DEPIRNAMBUCO, BABBAOO 1S DE ABRIL DE I Mi
5. Fundar de ..ceordu com o governo, alom di | urna justa propurru neslea augmento*, combinan-
lu.pe lana. e depsitos jn' mencin? i.n sociedades i do o ordenados dos amoragados da thesourana cun
ou agencias liliaes de rolonisacSo, e enleiider-ieci
oulras companlna" e sociedades ja' f lisenles, ou que
e fun i-tcui em alguma* provincias com approvar-,10
do goveroj, afim ile autiha-las.
6. Eslabelecer quanlu antes na Europa senles de
culonisacu de aua lire esrolha. e responsaveis pela
sua h.i.i geilDo oa observancia dos regulamnilos ge-
rae> do governo, e di que a sociedad? orgaaitaf so
bre o> cugajametitoi, embarques e cundicei de via-
gem, leudo em tisla os r. -uluripnl,,-. doi panes dej
eraigracfto ; brindo laes senles MjailOf es mullas
os das obras publicas? Ka nao eslou babililado para
lato.
Eu, Sr. presidente, admita o principio de que os
PAGINA 4VLSA
D6; i ICliS
Depois da wlra do Sr. Jlo Casiano nao vimos
funccionsn ,s pblicos devem er tarn pago*, devem DIM nuite lao bullanle no Santa Isabel como do
ser remunerados le son Irabaltin, mal u.ln sel e a benelicio da Sr.:. Uabriella Da Veehy. Nao hou-
as.emblea poda desenvolver esses principio,; nlo va qoan all ae acbaase qua nao eslives.e possoideMe
sei se as forras |icciini ras da provincia permitiera jubilo por dar lio tit.liraiuenle o mais uobie leele-
essesugmenioque o projeelo consigna. Anda non- inuuho de sympathni que vota a es.a illuslre ariisia.
lem onobre i...pert..r d. Iheaooraha, rallando do 'De.de a prin.eira ord.m ati a ultima calera nao
projecto de remenlo, deelarou que nao bavi.i sal- buuve menor vacuo, que nSo esrlvessa preenclndu
do sigan) em favor das novas desperas, e que s | U por um.i senhora. ou por um ekvallelro. A sala
maior desenvalviraenlo inlellcrtoal da soeieda le. se priraeiro qoc .ippieliendi o seo es:ravo por ordem i dido um ti momonlo em >ua vida afar.osa, que nao
que live para averinuacoes, e o so, ,in lu por er a seja vigilia !
ua escrava encontrad, em lugar su'peilo, aletada E sendo assim be evidente que o i aiao preclaro,
nada fallar o porniguer, e como pretendeaaem que i encanecido sobre os livrus dt aeiencia, rmn os talen-
tos < Ilustraran que desde as escolai de l'aris em-
pela infracto de seus deveres, mermante qoando se rendas publicas esiavaui lo.las distribuidas pelos di-1 eslava topetada d espectadora. Os corredores que I
oilo esforcarem pur enviar gente moralisada, labo-1 versos ramos das necessidades publicas; deelarou I circula, os utmarulrs eilavam cheiot de Cariosos I ca
riosa e adi, ou quaudu illudireiu os colonos com que sem duvida, Como quasi seuipr succedr aedea-jquo proveitaudo-se das pollas dos inesmos nuce qo
deas falsas acerca do imperio, a com i romessas de pesat decretadas pela assembla lam multo alcm da Icouservavam abarlas applaudiam Im
vautagens esagera.las. Esles agentes poderao ser at
demittidos pela assomcao, ou por determinadlo do
governo, conforme a gravldade oeslas falla.
Nos ajustes que lizer rain os armadores e comraan-
daules de navios importadores de rolnos, os fara
tanibem respousaveis e sujeilos a' mullas impostas
pelos ditos regulamentos, e quaesquer outros jirecei-
loe, de que Ihes conliecnneiiio.
7. Importar as colonos e trabajadores que Ibe
forem encommendados por empre/.is particulares,
(arendeiros e 1 -ivr.nl ros da coocaito, r.izenlo-lbes
adiaulamentos por conla do empreslirno ito governo,
das quaiiiias uecessanas para as despeas de parle
ou de lodo o transporte dos meamos colonos e trabt-
Ihadores europeos, avancaoda oiilrosim a' esles o
que fdr necessario para salitrera da seu enligo domi-
cilio, com lano que por esles adiautaineiilos nao re-
ceba maior juro do que o de (i por cento ao anuo ou
o menor juro correte na praca.
8, A importarlo dos 50,000 colonos que a assn-
ciarAo liser durante os cinco anoos, com o auiilio
das subvenedes que Ibe garante o governo, sera' em
regra de lavradores e por familias ; podendo porm
iotrodusir al 20 por cento de olliciaes mecnicos,
como machiuislas, carpinlciros, pedreiros, ferreiros,
oleiroi, ate, com a condirao porem que a inlrodnr-
r,to se Tara' na escala seguime : smi ranillas ou t.OOD
individuos no primeiro anuo ; 1,200 Ollas ou (i,000
no segundo anuo ; 2 000 lili- oo 10,000 individuos
em cada um dos lerceiro e quarlo auno, e no ultimo
oque faltar' para completar o numero eligido. Se
por motivos justificados a* juito do governo ,,,i., po-
der a associacSo, em um ou oulro anuo, importar os
colonos, segundo a escala indicada, sera' obligada
no nnno immediatn a' importar o que de menos li-
ver inlroduzido no antecedente, sol pena de pasar
109000 rs. de multa por cada colono que fallar para
completar o numero total ; e em todo o caso a im'
portaucia das sobvenijoes em cada um das primeiros
quatrn anuos nAo podera' ev.ee ler a' 270:000.?.
Iflllill-
pbo da llluslra beneficiada sobra o palea, Notoo-se
eceita.
.iip).,'-r!,'!!".ml'r'":""''S *"''* "IC""'",I"< l,nr" 'M "'""" 'ande InltoUt, lauto da paite ,l,s senliuras. dad. abalaidadi-o' apreco'qua lie devido ao la- ine.mo poique apena appicada
elies.ere.ib.em, para quo os empregado. o parce- eam dos cav.lle.ro,. e um dese|o>rofo0do de agr- lano I... que enh aaiwelod. e,l
l.ain real e eOelietmaole, como poderao toi.,r-se I dar a S.a. Uabriella. No lim do drama ,. Dama de
exequivei. reali-aveis, nulo csisie quoia para San Tropea) que fm billnmenle deaempeobado, e
"'" onde o Sr. J oilo Caetano, a beorliciada o os dentis
Acrosee anida urna unir ron.ideracao.e be que ha actores caprieoaram quauto Ibes fui possivel, de lo-
outras necessidades de maior impoiianea a e.lis'a-1 dos os ngulos do bealro e da platea outo-s om
z- r. como por eseinplo, as que reclama a inslrurcflo sii lirado, que cllamava a rcena o Sr. Jo.io Caetano,
puimca, creacSo de eedeiras, cojo numero anda >e e a llluslra beneficiada. Salnfelto o deseio dose-pec-
iKcule, anda senlo lixou, e oulras iimi variadas | ladores, eboveram sobre seenario rices bouquels,
que lem de esicir auuiueiito de despea.. Todas peimoroaaa corea, oe mimosas flores naluraes, e l-
estks considerar;5es devem mover a casa, davem con- imus pombas enlatados rom rices Das voarara de
1.........1,1 ite qe ele ule pode, pelo menee por era alguna camarotes para o seenario. Alguna senhores
approvar om projeelo monslrnoso como esle. recitaram em louvvr da illoslre beneficiada bellas
QasUlOao (Dais en prescindir! agora defa/.eral- poesas, primando sobre toda- a que recilou o Sr.
guias ronsitlerares de que me 11.10 posso evimir Dr. Barros, que em verdade fot om dos teas melho-
para com as obras publicas. res trabalbos nesse genero. O espectculo foi arre-
Nao posso, seirtiores, por maneiri aUuina volar, e inalado com a Interessante comedia A somoam-
inesmo creio que a casa tambem nao pode, e nem bola, que agradou excessiv.mente, ule s por ser
jamis o deveril fazer sobre o augmento dos orde- de multo engaito e .parado \iste, como pelo eu
nados dos empregadoa das obras publicas, porque a bom de respeito desla reparlicao a casa sabe multo bem o brielle peo feliz successo da bullanle uoile reserva-
que se pas.011 ulliinaineule entre mis, sabe inuuu da pata O seu beneficio. Os l'ernambucauos sabern
bem as accusaciles que se Bseram a ssa reparlicJo sein a mnima ejagera^ao considerar e premiar o
mas entretanto qual rol 11 itesfeeha .' Eu nAo sci se merilo, esteja elle 011 le esliver. 0 arti.las de me-
as accusac/iesque aqu se foruiularam estilo ou n.lo recimenlo mo precisain airegimentar frenticas di-
era pe, setal 011 nao reconbecida a relaxaran da re- ques para os vicloriar ; o publico be o seu juiz.
Salisfazer as encommeudas de colonos traba-
Ihadores que llis fizerem as emprezas parliculires,
ainda que esceda o numero cima estipulado ; salvo
qoando as de-pez.s do transporte, alojainenlo e sus-
tento dos colonos assim importados desfalcaren! o ca-
pital da assiiri.ir.r,, e mesmo reduzirein o seu divi-
dendo a' menos de 7 por cento, caso em que podera
ella deixar de iucumbir-se das eiicommeu las parti-
culares que concorrerem para ese resultado. Nesse
caso de grande demanda de colonos, e que os meios
da associacao nAo sejam soflicienles para salisfazer
aa mesmo lempo a todas as encommendas, dsr-se-ha
prefsrencia :
1. As emprezts colouisadoras por granees n-
cleos ;
2. As queem menor escala formarem colouios pelo
syslema de pequeas piopriedades, por veuda oa
aforamento perpetuo ;
3. M que formarem colonias por meio de arren
damenlo
i. Aos fazendeiros que prelenderem trabalbadores
e parcena 00 salario ;
5.' Aos emprezarios de quaesquer obras publicas
ou particulares.
10. Ter nos depsitos e hospedaras interpretes de
diversas noyes que possam ser contratados por quaes-
quer emprezarios euc.jadores que lomareni co-
lonos para fundarlo de colonias, ou para servirem e:n
certa nomero como lavradores,
11. Reservar lias Ierras que comprar ao overno
para centros colouiaes urna parle, etiin de alu esla-
belecer es familia.1 e migrantes, genle do campo e
Irsbalhadores que o overno enviar, mediante r.zo-
arel retribuirlo pelos trabalbos e dsspezas que lizer
para tal lim.
12. Preparar convenientemente as Ierras que com-
prar ao governo para centros coioniacs, de modo que
os emigrantes acbem louo a' sus cbeua la casos, ou
alojamentos provisorios, onde sejam receidos, trata-
dos em suas, molelias e suppriilos do necessario para
o priraeiro eslabelecimei.lo, ele
He permillidn todava a associacAo introduzir
maior numero de cclnuos que o estipulado pelo go-
verno, se assim o julgar convenento, com lale que
neste caso se obriguc a dar Irabalhe a' estes indivi-
daos, e supprir-lbes o necessario, al que Icnham o
devido detuno.
Disposi^des geraes.
14. A ssociac,iu submetlera'com antecedencia a'
approvarAo do governo as condicOes eeracs dos con-
tratos que lioover de fazer com os colonos e traba-
lbadores, relativamente ao engajamrnlo, Irauspi.rte
e recebimeoto delles as suas bospedarlas e depsi-
tos, observando o sesunile :
1. Que todo ae questoes suscitadas entre a assoca-
ra"o e os emigrantes, e entre esles e quaesquer em-
prezas ou individuos acarra dos respectivos CGiilra-
tos, serio decididos por arbitros, con) recurso para a
repartir.!,-) geral das Ierras publicas, e oas provincias
paraos presidentes, ouvido o delegado do director
geral ; Undo as decisoe* daquella repartirlo e dos?
presidentes recursos para o governo na corle, mas
tem Ifeilo suspensivo.
2. Que ser.lo tambem decididos por arbitros as
questoes suscitadas entre os emigrantes e os ag>ntes
Oa associacAo, armadores, capilAes de navios c quaes-
quer ouirus individuo* que inlervierem na execocAo
dos contratos dos colonos.
3. Que as coodirOes geraes do< ronlratos, depois
de approvados pelo aoverno, serio publicados nos
jornaes mais lidos da Europa e do Brasil.
i. Que os colonos contratados por iiilerraio da as-
sociai.Ao lerAo um pequeo quaderuo em que se lan-
cera todas as quaulias recebidas da inesma associacAo
ou dos emprezarios, e as que aquelles e a estes fo-
rem entregue pelos ditos colonos, de modo que a lo-
do o lempo putsa constar s debito e crdito das par-
les, inleressadas, e ser fiscalisado u cuniprimciito dos
contratos.
l.'i. Publicara' em diversas lineaas memorias sobre
a col,misara.,, que sirvain de guias aos rolnos snbre
os seos deveres e direilos, o sobre a cultura dos g-
neros priucipaes da producAo 'o paiz ; estas memo-
rias serio eiamiiiadas pelo goveruo, que podera' au-
siliar a sua impressAo.
16. O governo nomeara' um commissario que le-
ra' direilo de assislir as sesses da assemblca ;er,l
dos accionistas, do conseibo administrativo e da di-
rectora, procorando estar em da com a marcha dos
negocios da associacAo, afim de se darein as conve-
nieules providencias us casos de aboso e de infrac-
17. O contrato ora celebrado podera' ser" proroga-
do por mais cinco anuos, com modifica^es ou sem
ellas, segundo for accordsdo um anuos antes de lin-
dar-88 o primeiro prezo.
ORDKM DO DA.
Continuara.) da segunda disrusso do projeelo n.
II, que auamenla os venrimenlos de alguns empre-
gadns provinciae-.
(O Sr. Presidente deia a cadeira, que be uceu-
pada pelo Sr. 1" secretario interino.)
O Sr. sVefra llenrii/iic : Sr. presdeme, eu
pretenda fallar ein pruneiro lugar sobre o .1 11.un li-
te na persuasAo de que as emendas 11A0 linliain sido
impressat. He ver.lade que sendo ellas agora dis-
tribuidas, parare nAo ser a occasiao opporlona, para
que V. Etc. tujimella esle projeelo a discussao;
purquinlo o fim que teve em vista o autor do re-
qiienmento de adiameulo foi que a rasa podesse
combinando essas emen las olTerecidas com o projec-
to, fazendp seus calculas e averijuares devidameu-
le apreciar quaes as ideas que mereiam preferencia
do projecto que se discute. Eu porcm que recebo
agora as emendas impressas...
Um Sr. Deputaiu : E eu.
. O Sr. M. Ilenriquc* : E mis lodos.
OSr. .Sonsa Carcalho: Ja' foram impressas
lia dias 00 Diario.
U Sr. Y. Ilenrique*: Mas eu nao lenbo obri-
garAo de ler o Diario. Supponha-se que nao vim a
casi nesse dia em que ellas foram impressas, nao
lem a casa obrigaiao de as mandar distribuir',' V, se
buje he qua ta distribuidas na casa, como exigir de
iimn uro trab ilb-i subiic, i!e improviso e sobre um
assumplo importante, qual o projecto que consigna
augmento do ordenados em gran le pr.ipurc.ac,''
O arligo I" creio nao ler menos de seis emendas,
todas ellas difiranles r urna d-llas aroinpauhda .la
tabella que agora se distribue : ja' v, pms, V. Evr.
e a casa que eu nAo posso estar habilitado para ve-
lar conscienciosamenle sobre o projeelo em discus-
s.l-i, porque nAo possosab-j qual be o orden.do que
lem boje cada um desse diversos mpregades eom-
prehen.lltos no projelo que se iliscule ; nao posso
ssber se o augmeuln que se r>quer be justo, be mes-
mo proporcional ao venrimeMo de cada 11111 delles,
te guarda a devida jusiica distributiva e se ha igual-
dado para com lodos, o projerto he lodo eenfoso,
elle confunde emuregados da secrelarlrdo governo
com os das vbi.s publicas, com o da Ibe-oiiraria
provincial, cortl cavalsadoras. ele., etc., he enciclo-
pdico finalmente, e termina pelos empreaad is da
secrelaria da isesssbls. Oa, seuliore., um Iraba-
Iho desla ordem polo ser apreejedv pela cesa de re-
pente, sem um esludo previ.. .' Eu ettou convencido
de que 11,11 llavera' talvez na rasa um .(, di pul 1 tn
que possa saber qual he o venrimena de ra la um
dos empegados comprelien liaos no projecto.
O Sr. Sonsa Cartmllm : Eu s-i.
parlicla das obras publicas. Se pas o aovaran) an-
da nAo fez sentir, linda ule emillio ollcialmenle o
seu juizo a respeilo do merecnnenlo dess-s aecusa-
Nao pense o Sr. d. eochelra do Carino que Ibe
temos raiva, como da' a entender em una caria que
litigio : nao podemos ter indisposir/io com urna
tries, corno he que a rasa pode bem considerar e-ses passoa a' quem nao temos a honra de conherer ; mis
empregados dignos de perceherein augmeiilo oe or- 11 que temos meu senbor, be extremo inleresse pelo
dena.lo 1 (Apoisdos.1 bem publico. Quer experimentar se h assim '.' Con-
OSr. Sfotunra CaMkanU : 1 anlo emillio o i.nue a tratar da ass.io de sen eslabeiecimenlo, c uno
seo jinzoo guveriio. que rouservoii os empregados. nos conste que vai faaendo, e vera'se o nlo apre-
< Sr. Metra llni'v/aei :NAo sei, purque lenbo matamos a' oulroa eoeheiroa como digno de imitarlo,
visto o governo conservar mullos funccionaiios re- e a na* elogiamos em vez de censurar.
lasados e prevaricadores. O espectculo no da li, em que se levou a
Croaam-se melles apartes.) scena Os seis degrsos do crime ollereceu ao
O Sr. Utkra Uiniiquet:Ruino o governo he I po"lico ema divervln e urna apropriada oceasilo de
Infallivel, he imp-ravel. mo lem commeilido abu- relleclir na degradbalo a' que o crime pide levar o
sos e inulto mais do que nos '.... boiiiem. O rrnne. pousou bem o eseriplor, he como
O Sr. l'aleiihni l'ileila iEin l'ernambuco nAo ama deaeida ingreme em quedado o priraeiro passe
lem acontecida i,|o. raras vezes se fui le parar ; urna forra cuslosa de re-
O Sr. .1/ira llenrique* :Eu nao eslna fallan-> sisiir precipita de''egru em degrao, B o criminoso
do em l',,i 11,1111 liura, nem nesta un naquella provu- i so chega a' relleclir no que fez, quaudu ja' lem per-
ca, mus creio que ningeem contestara que e gover- corrido a escala dos ernnes quaudu be ja' larie.quan-
no lem rommetiido abusos. do s lile rtslam os remnos e urna sociedad'.- .r-
O sr. Sn/r> Caralcanl) :l'efo a pal.ivra. I nuda para pool-lo, e Dos para julga-lo. Os sei
O Sr. Meira Ilenriquc :liu desrjo inuito ou- *
linr.1111 na arena da Civilltacla em busca de seu
louros, e aflrenlaado impvidos ai invejosas visias
de espritus laranhos, lulam contra este indilTeren-
li-iii.i social lilu> di Ignorancia e do positivismo, cu por elles me sscrilic.sso, licitando da falar se-
que nlo pouras vezes ha enlorpecido almas dotadas guir esses escravos para o Hecife ; ns aqu o que
das mais nubres a'pirafoea. querem apregoar por persisuirao, porque Ismbrm
Sim; nlo podemos delsar de saudar oses e-|.i- be balda rliamas-se perseguir,), qnando nao se Ibe
rilas perlina/es, que mo drtcurnrnim. poslo saibain, areila iinpnsirao ; admire mano leilor. 11 segundo
que su a zumbara o a iit'lif/erenc-ii os esperara, em documento que fcbailu v.u Irsnscripto, e por elle .-
vez desse apreco, dessa eoniderie,lo e drssas palmas valia o earacler de quem escreve em urna folha pu-
que um llerodolo e um l'cndaro rerebiaui nos bous tilica, di/.en lo que son devedor de 2"o'iil, se bem
lempos da Creca. ,;ur isto nAo seria preciso porque liSaliu a quem me
I 111 livrn acaba de sabir dos prtlus rte'tn pruvui- aprsenle um m precede lile desla ordem, com ludo
e seu autor, ja eonhecido par algnns escriplos I como o calumniador be pelo nosso cdigo em nada
bi publicado, be um desses espirilos que nlo I dode reparar o atsssslnalo da honra, alera de ds-
lerioem, um dessea entes ilutados de Pobres aspir.- |i.zas q ie debalde se razem.poriMe aseignou-se n.io
que anida julgam poder echar na aocie- j obstante niuila cenle nA" saber oque es-iana.e
da a
que venlio ao pr*lo dar esla surcinia. porem rala j
Se a principa! e mais importante eendiclo para I eaptireclotlsle, nlo por queo senlior Jfo l*aes do
aquce que esrreve, he, romo dll madama de Slael. | .Nasciuieiilo, abale ronce lo de ningueni, mas sim \
urna maueira de sentir viva e lorie, sem davida I por allnelo ao pnblico na parle em qua pretende
nesle cato se aeha o anlor da Talayra e do Alfredo, I affeclar-me anlor de detatinos e postereador das j
Caja iluminaran e sen-ibili.la.le nao pojein ser pos- prc-CMpcei da le.
tas ein dunda. j -Ouaulo ao que diz o meu delr-clor solnc ns meus
0romance, este lilho formoso do prsenle secnlo, j arlos pralicadus be c.uare.1 de Garanhunsja o de-1
f,n pelo autor abracado romo mais proprie pan.iir suas ideas e MBlimentOS, com elTeilo a Ta- do governo que foram e>*as accusaces laes, e quaes
tayra e n Alfredo sao provasdisso. i pela forma e fabrico de que 01a se serve o senbor J
A Talayra he mu roroanre de tentiroeuto, a hit- lelo l'aes do Nascimenlu, par lirar una desforra
loria tle una dessas all'eires de mucula-le que se d escravn que I lie apprebcuili por ordem, alem de I
nao riieara facilmenle ; e ao me-mu lempo he u.na ser elle o in-lruinenio de mais alom. vin.llclasinhl!
auda^Ao aos feilos de nota is maiores, a ciinuiemo- ou rr.esquinbezqiie empresam os descontentes quan-
raoio desse piimeiro grito de liberdade sollado ein do II,e cabe a acro oa polica em casa; pola que
17, e que forma urna das pocas memoravcis de ale 11 meu detractor entcinl" que me deve lomar
Pernambueo. Amor e liberdadeamante c pa- cuntas dos d-talbrs do servieo, par destacar dez pra- i
Iraeis em puncas palavras sobre que versa o ro- r;as no Pao Urlico para perseauir os criminoso-, e
manee lalavra. desertores que all abundara, e como esta fuica aca-
Seu enredo be simplesTala;ramorena, BlhaIba de capturar os desertores do eiernlo Quinliliann
do ludio, aidenle como o sal da patrie, siiigela co- Cues, e Jerunyino Josc Barbosa, sendo de rrer con-
mo a llor dos campos, ama com lodo o encanto de 1 (muera a appr'eiiender man aluuus, ein cuja rede
urna paitan a' Casanno, rauco bello e louelo, des- pode cahir algnns dos criminosos do engeubo Te-
cendenls da n(a dos conquistadores. Iba, uu m.smuja nao podem ajeniar sequilo para'
Para ella Cesarino lie a vida, e para elle a India irem drslelhar e demolir a rasado inspeclor, que'
be a felridale, porque lie a personilica^Ao do I por persegu lee lem sido amearado ; de eerlo que |
"'"" I e*la niulia medida a minia gente lem nicunmodailo, 1
O cea brilhante da paille be nublado pela nuvem porque ja euleiidiain que o l'.o Branro era o seio !
la guerra.
COKSULAtKJ l'KOVIM.IAi.
Kendiiiienlo do lia |
dem do dn 17.
lt>.
vir ao nohre diputado.
O rerlo hr, senhores,- dira eu e iliuguem me
contestara' que o governo entre luis coraelle alm-
>s,e lem conservado empregados que abusam de seus
empresos, empregados relaxados ; e praza aos cos
que lumias vezes os nlo livesse al elogiado, e pre-
miado !
t7lH Se. DepulaJo :0 nohre depolado falla em
these.
O Sr. .1/. Ilenri'/ne Fallo do governo em ge-
ral. e fallo com toda a forra de nimbas COOViccOes.
I'oilanlo, anida nao vi o resultado do procedi-
meulo que a casa leve pora com a repartirn das
obras publicas; procedeu-se a um exame e ainda
nAo sel se fui a assembla que calunimou ess. rejiar-
licAo 011 se pelo contraria foram justas e verdicas
as impularOes que aqu se Ihe li/eram...
0 Sr. Sonsa Carvallto :laso lia 2 annos que es-
la' derididn.
O Sr. .1/. Uenriquu : E ha 2 anuos que eu
espero pelo resujliiao... (Apoiados.,
O Sr. Sonsa Carcalliu :Ja o ,11111o passadn aqui
se ralln nesse exame, he historia velha.
O Sr. M. lie/trique ;--Justaineule, mas eu nao
lenio roiiiiecnneuto da historia moderna. Bisadas.
Alera deslas eonsMeraoes que me levara a volar
cuta o projerto era relarAo aos empreados das
obra publicas, eslou mesmo convencido de que elles
Mllo bem pago, para cumprir satisfactoriamente o
seu devrr : portanteconcluo em vi.ta das rellexes
que acabei de fazer, que couvinha roste esle pro-
jecto adiado, porque apegar de eslarein impressas
as emendas, slo ellas distribuidos agora mesmo e
demandando esle asumpta um esludo serio, uAo
be possivel faze-lo ja, e aqu meirno. (Apeados.
Neste eenlido vou reqoerer o adiamento.
Vai a raesa e apoia-se o tagaiula requermento :
o Bequeiro que a discussAo li;jue adiada por j das.
-I'*""" lleariques. a
Vai a raesa e apoia-se a seguinle emenda :
11 Depois das palasrasiclualmenle lemicres-
cente-see os guardas da consulado provincial le-
rle nos seus ordenados tambem o augmento de 20
por ceulo.Epaminonda de Mello, i
O Sr. fiiqucira Caralmni : Nao resliluio seu
discurso.)
A disctelo iea adiada para se passar a segunda
do arl. 7 do orr.menlo provincial.
Conlinuxrao da segunda dtscassla do arl. 7 do or-
namento provincial.
(O Sr. 'residente nernpa a cadeira.)
OSr. Sonsa Carcalho sustenta o artiga do orra-
meuiu, combalendo as emendas a elle cuerenlas."
O Sr. /'. Baptitta :Sr. presidente, quanlo hon-
lem V. Etc. orava contra aiuuiuas emen las lobmrl-
lidas ao esclarecido juizo desla assembla, eu diste
do meu lunar, que lindamos rendas siillirisntes para
crearmns cadeltaa de prlmeirat lellrat, e he islo o
que vendo agara provar.
Ditse o Sr. inspeclor da Ihesouraria, nosso digno
presnlenle, que se ga-lava ISO e lanos cuidos cora o
lastreecto pnbliea. Mas, eu cre que lia Iaeiae-
dao nesta cifra ; p irquaulo aqu esta' o projecto de
le do ere un.ii'.,, e onde lulas as cifras concernen-
les a iiislruccAo publica, sendo sommadas, dl a
somma total de 11 i autos. Islo be uraa operarlo
mu simples, que qualquer Sr. depulado pode fa'ier
para chegar ao conbeciiuent 1 da verdade. Salvo, se
* nohre inspector, alm das cifras, que vem no orra-
ment cenia com slgamst oulras, que eu ignoro.
Depois disto rreio que o Sr. inspector anda enija-
nou-se em oulro calculo ; assim da' a nossa receita
como sendo de N00 e tantos eolitos, quaudo o auno
passadn foi de 1:000 e tantos conlos, e prometle ser
ainda no auno vindouro.
Aqu esta' um documento ollicial, o relatorio do
digno director ceral d iaslruecBo publica, baje pre-
snlenle da provincia, que lambem da' a receila do
anuo pastado como sendo mais de 1:000 conlos.
E nem pode deixar de ser Besito, senhores ; por-
quanlo desde que lenbo ns nos nossos ornamentos figura a rereila de KOO e lau-
tos conlos; entretanto que a provincia progride cons-
1 iniem -ni.- em seu coiuraercio e era lodos os seus
ramos de pro lucero.
Parece-me, porlanlo, que nao se quer chegar a
ora calculo mais rigoroso para se nao favorecer as
tendencias de se augmentar despezos.
Aqui lendo ainda uraa per;, ollicial, que prov.i,
que a quanlia que gaslaoius rom a insbacsejlo pu-
blica, em vez de etcessisa, como pareceu querer de
ministra; o nohre inspeclor, he pequea em relarAo
a grande importancia das necessidades a que sao p-
plicadai.
Assim, por exemplr,, o Bio Granda do Sal, cuja
receila he de 700e lanos, dispende cono a intlruc-
5A0 publica 120 e lanos conlos. E se mis cora a ro-
reila de l:0U e lanos cotilos salamos 11 i conlos,
ne evidenle, qae gastamos niuito menos.
E, no enlanln. senhores, nao he esle o destino da
provincia de Pernambueo. a qual pelos seus mimen
sos recursos h gr lides proporees esta'destinada a
alianlar se na carreira da eivilisaejje, E romo pode-
remos progredir na civilsimo sem intlroccld ?
Disse o nobre inspeclor que nao nos deveinos im-
portar com as oulras provincias.
A islo responderei simplesmente, dizendo que na
franca, na Allemanht e em lodos os paiz.es civili-
sadoa do mun : > ai cilras desisnadas para a inslroc-
i;3o publica cousoinmein urna eran le parle de suas
rendas : he ama das despez.s, que mais avallara as
ornamentos, c quando se Irala d arouraenlar com o
peusamenlo quasi unnime de ludas as naroes, be
arteiss rcpeii-lo.
O que qoeieinos nos fazer '.' figararmos como um
povo especial no gleba ".' como o nico psvo, que,
maniendo aspIracAet de ser civilisado, nlo olln e
contempla a inslrurrao como urna de suas maiores
necessidades ?
A maligiii lado, que nao perde necaiile, orrulta-
degroi do rrunebe una pe;a de alto alcance 1110
ral; be um espelbo era que os criminosos verla hor-
rorisados luda a fealdade do crime.
Em quatro das consta leiem mnrridn qualro
soldados do quarlo balalhlo de arlilliana.
He preciso que em ceda tabeina da ra Impe-
rial se praliquein mailoa actos revoltanles para lanas
reelamacajes appareeerem contra ella. Slo mulita ai
queixas contra os arlos escan lalosos que dizem ler
ah lusar, para as nAo BchlirObOS juslas. Oh sr-
anor, se ha escndalo, e ccandalo que revolle quei-
ra cohtnr-se. As familias que por ah icsidem lera
direito a algom teipeilo, e a polica lem meios de
irapor o respeilo a moral publica a" quera por venta-
do e dever nlo a quer respeilar. Espera'oos ser al-
ten, li l*s, na eerlea de que se o ais fornios, eutao a
auloridale se fara' I Hender.
Vapor 1,ra.ileiro l'er.-nuiiga, vndo de Ma-
cen, condnziu para ?s|H provincia os -eguinles pas-
saseiros : Dr. Jlo Gomes Perreira Velloso, Tho-
raaz i|. Aquiuo ; Ltieiiuc Chantre e 1 escravo ;
l.uiz Francisco l'ires Garneiro ; Eslevao Jos l'.i-
rhero e nra mho ; Francisco Pililo Damas ; F. VV.
Arkurvghl; B. Tockoisi; Sotan llibberi ; Joa-
qiiiiu Mauricio da Bocha VaUderley ; o recrota Julo
francisco das Chaaas ; e os soldados llerruiauo (jo-
mes da Silva, Francisco Jos Bodrigucs e llrrn.11,li-
no Jos.
.tic nmanliSa.
pre o ilistinguiram. nAu poda ler por friirlo de suas
aturadas luruhrares, outra COUta que nao rotas 0111
nome a par de Abrens, inri titulo de autor na
sriencia de Grocio, e o que he mais, una gloria ais
menos immarcrscivel que a de Chevalter e Ado
Smilh sellada nas paginas luientes da Economa Po-
ltica.
O acadmicoh. ('.
ELOGIO
Ao Exm. Sr. coinmendador Joo Caelano
ilos Simios, recitado or occaaio da
parte de Anlonio Jote, em ;i uoile de...
de alud.
Quando assomas no pairo,magettOSO,
E o l'oetu imitas deliranie....
Eilisias a povo, que le applaud',
Qu'om genio em li contempla fulgurante !
Enlao dore calor me inflarnraa as veas...
E no mgico Iransporle,arrebatado
Ei-lo, lambem esclama, o re ptenle,
rva scena o Taima, ardenle e denodado !
Na scena encanto, dize, ador ingenie.
Astro rtSOBho de gentil fulaores,
De quem hooveste ionio brllho e raras,
.\esla quadra de amor, de riberos flores '.'...
De Dos! E na ardua empresa segu ovante !
Ovante nesta lila afadgosa !
Tu leus um reo de inspir.rOes sublimes,
A auroraao desponlaresperanzosa !
M. Martint.
I.-01.191.;;
15201
i:i::niMr
Mev'mtu., v- wt:o.
'avio entrad.. ,. a,, 17.
Macen, e porto, intermedio2 das e li horas, va-
por bras.leiro ePsrssaaaaaa. de i-jn lonelao.
*"'.'"".....>" Joaquiin Alaes Moieira. eq.ipacem
>, cerga amarar.
navios sabidos 110 mesan di.
smarai,|._||,a,e br asile... ..>., | lat I saasatt
i-leva, Kibeiro, rarca baraib,,. p..,a,u, .
,'"'o -. )..cai.le. Menoel .,,.!,, ,tB" '
bue.A?r------,a,,. ,.,., -< -,, "
'"""- -"li.,,, P.MJ.caC a.,u.-., eu.'.1..
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I.1-1. Brtc

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I Jo* nli'^-V...........leAraorimAve.
l." FeV.e'r'::1.......* **+ '-""-
P.rab,b.,-ll,a,e la.,lr ,;Iirelrj0 y, 4
\ irlu ,,s ,,, ine.l,, Au,.,,......g Cl, e Silv.
caraa lanulio de l..Ku.1Il<14 ,,. ,. ,.
Dr. Antonio I b,,,n ,z C. ^ fMpht^ZZ
innn Iranklim Pe-.i.aJ..... R ,.|,ues da Caaes,
francisco do Hastie >ilva l.in.i,,,,,,
ParahibaHi.te bra.ilelr...,B.i,.Ilb,^ a-
doro Brrelo de Mello, eartja uKn _^
lieros. Pas.aoeiros Martiubo J-e f,,,,,,,,,, _
lioceiicio Joao do. >.i.l.s. M-ne| SlI1..
Campos, Franrisro de Senas KaiUn.,' \ni(i.
Joaquira ds Silva. Pedia Jo-r li.rcn.., l^^omU-
dc Albuquerqiie Maraokle, Aun me Cari. jjI^j-
lins, Manuel da S.lv. Pertir., M.nuel 'Huitl^
Cavalranti de Albuqu.rque 'u;t maoa 1 e*ri.va
Floriuda Maria das Virg-us e I niruor.
CHACA 1)0 BECIFB 17 DE ABRIL AS
3 MOKAS DA TARDE.
Colarles olliciaes.
;tV.-. 4&*,
da guerra. A patria alllirla e esrravisada reclama de Abr.inbaam para gente armada, criminosos, eI Deayannlnra l.iir.. ',",'....
o esforco de seus lilhosi,e Pedro Cesar nlo duvida I deseslore-, c., lp".r''~J '" l1"'"- ,
pr sen' querido Cesirinn a frenle de um lroCo de Bis o fado e no mais ajuize o publ.eo.-Kroneis- U5 *brB '""'l,e< ~ "' *N dlv- lel
bravos, que deve correr em defeza da liberdade.! co Antonio C.rvalho, capilo delegado de Ser- av*Jr d.uim~,j -. ,
A patria vence a pauloe o moco parlelevanto I nhlem. rredenco /tbillwrd. presnlenle
sobre o corarlo o ramo' de llor de larangeira, qoe a I
India Ihe havia dado como talismn de amor. Mas
apns elle segu a lralc|o e. a viaganca : V'upa-indio, I
que anula abflgsva os lerozes seutimenlos de sua
rara em sua alma, e ana havia sida pur Talayra
despreZtidotegoe rom o bsnde para rravar no pel-
lo do moro ebefe o puubal da vin^anra
V illa de SerinbAem, 2i de jnnero de 1S..7.
DOCUMENTOS.
N. I.OSr. iaspeetor de quarlelrlo, o sargento
do deslaromenlo e mais prseas que rae eenmpanha-
ram al o eugenbn lbaaalnha, era diligencia de
caplurar Afriranns Cerliliqocm junto a esta, dc-
baixo de juramento e verdade, .quaes os aposentos,
Ulo-M combates ; o liamlo realinlii ror-e-liaiido cri#rii .le vivpihIji ? .ilni^menios, que foraiu ecrndoi
RXiFARTICAO DA FOX.ICIA.
Oceurrcnrias do da 15 de abril.
Foram presos : pela subdelegara d. freuuezia de
Sanio Antonio, Antonio lliiieiro dos Sanios e Ma-
nuel Perelra da Silva, ambos para averlguaces ein
crime de furlo de cavados.
Pela subdelegada da freguealil da S. Jos. Ma-
nuel Jerenjrmo oa Silva e Balbina Mara do Espiri-
to Santo, por deso dein.
E pela subdelegara da fregoezia dos Afosados,
Vicente de Barros Msdurelra, eJFrancisco- Claudio
Uercrra, ambos por furlo de csvallos.
Era offleiu de 11 do corrente refere o delegado do
lertno de Goiauna, que 110 dia 7 no eneenho Teixei-
ra ifaquellajc marca foro astassinado o infeliz Jos
Barbslho, p^rb rendeiro do mesmo ngeoho o capi-
llo da guar a nacional llerculaiio Cavalcantl da
Cunhrt Kecd. seu felor e mais dous moradores, e
logo que leve noticia da semelhanle fado mandou o
Subdelegado caplurar os autores e ruinplices e coll-
gir todas ai pravas para a formarlo da rulpa, mas
qu infelizmente 11I.1 encunliou um s dos aasMti-
note nem lio poiico pode descobrir o logar rerto
em que inhumaran) o cadver da victima, sendo
que lirava em pregando oovtl providencia, olim .le
capturer os criminosas contra os quaes esta proce-
dend ) ao competente summario.
I'en'io-se 11a partiuipaQao publicada p,m
13 do corrente, no Diario de l'ernambuco,
los escravos despachados por esta reparligo
na mez de murro prximo lindo, dado o en-
gao de declarar-sc quatro escravos com ex-
portadlo paga, quando somente foram tres,
os escravos assim despachados, sendo elles
os crioulos Leopoldo, de Manoel Pereira de
Moraes, e Jur, de Joaquim Itibero Pontes,
parda Mariana, do l>r. Ignacio de llanos
Brrelo, 111 inda olllir.. Sr. Dr. chele de po-
lica fazer esta rectificac&o.
Secretaria da polica de Pernambueo. 16
de abril de IK57 :No impedimento do se-
cretario, o ollicial Jote Xavier Faustino lla-
mos.
PROVEDOBIA DA SALDE DO PORTO,
li de abril.
Nao se deu ocrurreuria alguma a bordo dos na-
vios surtos no porto, alera da lemorao de um dos
Iripolaulet da barca inglesa i'Couhealbi) para o hos-
pital do Pina.
No da \1 fallecen no referido heapiul nm Iripo-
laule dobngue brasileiro Despique de Beinz.
ajile as armas vencedoras dos fill.os de 1. un.na e
V leira. mas a Iraijao faz oovii sen brado, e o exer-
cil.i paliiula fugo antea phalange illin.iga larllai
vetes vencida lie a sorle da guerra Ce-arino en-
Vollo 11,1 estandarte da palri,, cumb.le pela liberda-
de, mas ferido no rapio de seus bravos soldadosca-
be 110 meto dos cadveres daquelles, que lireram a
murte gloriosa do soldado moirendo pela sua ban-
delra c patria !... He nesse inttaole que o Indtu se
laura sobre elle, e o apunbala e nlo conteni cm
essa vinganra rruilradapurque u gol,.e Dio ful
mortal i-, 1 a Carla do inoro cuele, entao preso, a
sea pai. a quera apunbala ; e currendo a cabana de
Taiayra, diz-l',e haver a-sassinado o amante e lan-
(ando-lhe o ramo symholico,a v calur em Ierra
desiniiaua e sem vida 1
Passiini-se anuos, e C-sarillo livre das masmorras
da lyrannia, vnlve aos lares, porque dera a vida !
Mas quilu mudado nlo volia Descrente e de'illu-
do elle ja 11 ida espera da vida, senao chorar sobre a
carapa .;aqnelle< que o amarara oulr'ura.
>eus cninpanbeiros o arr.islam a um presepio
nelle encentra Talayra... sua alma ia sorrtr de novo
a vida... mas o sobresalto faz enlouquecer aquella,
que lano amava, que mono en, seus bracos depois
de longos padeeiinenlos !... Mais uraa pedra sobre
que verlea lagrimas !... Mais um 1 esperance per-
Sua alma ,", m.-, par3 qor ,. pATX ., amitadee
tnirpbno 110 iniindubaldo de affeiceselle bus-
ca na cari lade e nas lagrimas all vio a seus crueis
aoiTrlmenlos,
V upa e (lunhara.iyba caus de lodus os infortu-
nio-morrem ahra/ados pelo fc-go do co, e seos
cadveres calcinados moslram u lira que liveram.
Eis o romance :
Se Talayra nlo pode ser considerado como um
romance perfeito, lambem se nlo pude dizer, que
seja um romanre sem mrito. Sentimeulo, ima-
ginarlo, puesialem elle, o que Ibe falta he mais
alguma animarlo, mais voriedsde, mais desenvolvi-
iiieuto.
O romance, segundo aossn parecer, deve ser o
mais porsvel vaiiadoos'dial igos devem ser ani-
madosas dscriproes 'jrevesemfim deve nelle
remar essa ..minara essa cra^a. essa vanedade que
se iiutaiii nos romances do Dr. Macedo entre n-, e
era flgans di Al-iandre Damas. Mas.....se pense
que a Talayra teja despido de srmelhanles cundi-
ees : pelo
e vareajdos [ior mim, e quantas veies se deu casos
de-la ordem 110 oilo Delegara >ie polica na villa de Serinblem, -21 de
Janeiro de 1S.*>7.
Francisco Antonio Carvalho.
Capillo, delegado.
Certifico e juro se prenso for, que por urna so
vez ful ao eugenho I baqumha cora es piaras do
corpu de pulica aqu destacadas, era companlna do
senbor capilla delegado, que rheganlu ao dita en-
senlin l'baquinba, lz cercar e vaiejar a casa dr pr.,. _|".ala.fl .''"V"',' '
r.ldeiras, bagaceir-s c moagem. onde eslavaro Ira- I ,U~2 a' ,Cue' """leiros. .
/'. Hurges, secrelaro.
CAMBIOS.
Sobre Londres, 7 .l|4 a (MI d. e 27 7dj a !K) d.
Pars, 3j(l rs. por fr.
s Lisboa, 9.", por % dr premio.
Bio de Janeiro, > por (luj de desronlo.
Ac;6es do Banco. (I a lo de premio.
t 3 corapanhia de Beberibe 549000.
11 companlna Per-iamhucana .10 par.
o Dtilidade Publica, 30 por cento de premie,
o o liuleinnisailora. 52 idea.
Disconto de letlras, de!8 a 10.
Dilo do banco8 a 10.
Ouro.(Juras hespaoholas. .
Moeda de b?OO velhas
a 6>l(g| novas
4UO(l.
|0 Dr. Francisco Comes Vellozode Albuqtirr
que l.ins, juiz municipal, t-m vserricio Ja
piimeira vara etc. etc.
racosab r aos que esle vtrem, oa del le
i noticia tiverem. que em virlude da le de ri
de agosto de Is46, art. J3 e Av. n 8 do pri-
meiro o conselbn muniofajaj do recurso, que se
reunir na lerceira dominga do corrrnte
mez, e lunccionara por spaco de 15 das,
na casa da cmara desla ci-lade.
E para que cliegue a noticia a tmlos, man
dei passar o prseme edilal, que sera ahlxa
do nos lugares mais pblicos, e publicado
pela impieusa.
Itecile 8 de abril de 1857.Francisco Co-
mes Vellora de Albuquerque Lins.
baldando alguus escravos empregados da lab-tea.
QaanlO as rasas de vivcn.la e apnsenlos, nao hoo-
ve o mnimo cerro nem varejo, e nem sMtme islo
ora possivel,|iorque dezeseis praras.que comigo mar-
rharam, mal rhegaram para se fazer o cerco da casa
de fabrico, que sendo bula aberla, e de grande ex.
lalo, nlo fol solliriente o numero de practt para
o cerco ; e por isto ser verdade issigno esla, e jura-
rei se preciso for.
Villa de Serinblem, 21 de Janeiro de 18.77.
Alexandre Correa da Silva.
Declaro e juro se precito for, que em ronsequen-
ri.i de meu cargo de inspeclor de quarleinio 11. !.">,
aeompaobei au Sr. capillo delegipo, na diligencia
que fez sobre o eiigenbo l.baquinba, em busca de
etrcanos lvres, isto na uoile 13 para i de oulubru
de I8.-M..
E. rliegandu ao dilo eugenho. fez a me>mo capi-
llo delegado rercar e varejar a fabrica do dilo eu-
genho. aonde estavam alguns e.cravos e mais empre-
gados na fabrico do Batucar, em cuja occasiao appre-
ben.leu nina africana perlencente a Jos Severo, e
depois de varejar a dita fabrica onde eslava a 11111,1-
E<-m e casa de caldeira, nos retiramos deixando oe
revistar as casas de viveuda onde residem familias,
assim ruino lodos mais aposentos deixaram de ser
varej.i.los ; e nem isto sena possivel. porque a forra
que oos acompanhou, mal chegou para o cerco a
fabrica, que sendo toda aberla, a custu se pode dis-
Irahif duas pracas que cercaram um pequenu mo-
cambinh'i, onde houve suspeila da existencia de 2
Bfrieai.es.
O referido he o que realmente se pasiou, e por
isso ine firmo nesla, ejuro se preciso for.
Villa de Serinblem 24 de Janeiro de 1857.
JoloCavalcanl de Mello.
Pesos
s
283 e BeVSOO
. IbjKKKI
. 16)000
. 9i000
. 25000
col 111111,ari.s...... 25 meticanos...... ijsijo
atLr'AMDBliA.
Rendtmenio do dia 1 a Ifi. .
Idm do dia 17......
2i(i:522!'92
,ift67le93l
.MI7:iyi?!)2:l
De'carregam kojl 18 de abril.
Barca inglesaNaupbanleferro e carvlo.
Ilarca niglezaMalbildi^igus de loacs.
Barca Iranre/aCepbvseraercadorias."
(alera iugleza llermionedem.
Barra brasileira Flor de Oiiveirs fumo e du-
rillos.
Brigue austracoLijubicaeuoheles de ac.
Britue porloguezExperienciapipas e bairis de
vinhn.
Brigue inglezManba Milesferro e cerveia.
IMPOBTACAO.
Harra nacional sFlor da Oliven.ni viuda da Babia,
consignada a Antonio l.uiz de Ul.veira Azcvedo,
manifesiou o segunde :
10 caitas slearlaas a Domingos Alves Malbeus.
Cnuipa libia.
1 dita biros. i dita nnagoas de cabello, I carite
.un ira- ; a l'iram M. Vinam.
1 rana pellas de ferro ; a Brender Brandit.
7 .lilas chitas ; a Heniy (iilison.
I dita rendas bies ; a Keidel Pinto.
397 barricas fsrfuha de triga; ao cnnsnnalirio.
I esla eadeira de arruar ; a M. J. B. e Silva.
270 bsrriras familia de trigo, I eaiiaa leos, car-
leiras de viagem, leqoet ele, 2 eaixas meias de al-
go i3o, mauleleles de iiiemiii, e vestidos de fil, I
*sjstti0C*.
CO.NSELIIO ADMIMSTBATIVO.
O ronsellio administrativo tem os objeelos seguate :
Para diversos balalhea.
Panno azul para capoles, covadns k$2,
dito dito para sobrecasacas c calcas, corados
347, esleirs de palba de carnauba 670, s-
palos Ionn> na provincia, ares 1246
Quem quuer vender laes objeelos, apr-
sente as suas propostes em Carta tediada
na secretaria do conseiho as 10 horas do da
24 do corrente.
Sala das sesses do eonselho administra-
tivo para fornectinenlo do arsenal de guerra
13 de abril de 1857---------Matiocl UnaK> Un-
ci, mejor -residente interino.Bernardo
Pereira do Carmo Jnior, vogil e secretario.
Olllin. Sr. inspector da thesourana te
fazenda desla proviucia, manda fazer publi-
co, que, em cumprimer.to do determiaauo
em ordem do tribunal do ihesouio nacional,
tem de ser arrematado de um a tres annos,
que tomecavam a corier do I de juiho pro-
simo futuro, o servieo da capalana da al-
SO ditas e I einbrullio chitas: a James Crablrec rjj ,a"lega .lest-l mesma provincia, a quem por
menos fizer ; maiores ou mel'iores vanli-
geus offerecer era favor da fazanda, e qje
nos termos do arl. 64 do regulamenlo de 1
de junho de 1836, o referido contrato andar
r em praca por 30 dias consecutivos conta-
do.-, do 1.a de abril prximo futuro era dien-
te, e sera arrematado no dia 30 do dito mez
de abril, a I hora da Urde, jeranle a ibe-
soura ia. Os preleodenles comparrearu com
seus lia.iores legaluenle habilitados no lu-
pensainentos nobres e elevados, us prr-
lonageni s.1o beni raracleris.nlus, e he pena que
parte histrica da revolegao de 17 alo fosse roa
desenvolvida.
O Alfredo be, rnmo mullas cnmposirijes, a histo-
ria de nina urande dor A ulidelidaie, a Irair.io,
a miseria, e raais que ludo as torpezas do mundo
atuaudo sobre a alma de um mancebo, que cheio de
esperanzas se sorna a vidao lomara sceptico, des-
crente e desaostoso | Paginas de senlimenles, dir-
se-bia que estilo eseriplaa.com singueIflo pungen-
tes sao as exprps-oes, loo do iino d'alma silo es-es
-O&'o |9D aj'T'v ;;. ,-;.t,
A assembla a^provoo em segunda di'cussao o pro-
jacio numero 31, que auturisa a cmara municipal a
alienar os terrenos que possne nu Cinco Puntas, era
primeara n numera 34 ie ISjli, que iguala u or.ie
nado de profeasor de deseaba do gymnasio aos des de
mais prufessiires do me-mo esi,.|ecimenlo ; o de
numero 27 que concede duas loteras de 120 contos
para auxilio de fabrica de leos que quer motilar em
Papaeaca Jos Anloniu da Araujo Jnior; era segun-
da u de numero 13, que declara rom direi'o ao or-
denado de IIKI.-S1DU, o professur francisco Manuel
Btzerra de Vateoneelloi; era primeira de ^numero
IS, que ronsidera perlencente a freguezia .le Barrei-
ros, o aageaho Sanli-Crai, de francisco AH01150 da
.Vlello ; em lerceira o da numero ib rio anuo passa-
dn, que manda pagar a Simplicio Jos de Mello,
20113OIHI pelo eicesso de obra que fez como mi.......-
lanle da cadea de (i-iranhuns.
Continuando a Segunda discussilo do orramrnlo
provincial, foram approvados os arligos 7, b," i), 10,
II, tirando ,1,1,lia,lo o 12.
A ordem do da cumpreheode a primeira discussao
dos projeclos nmeros 17, 20, 2i, 25, conlinuarao
de boje.
gritos que nrllas vemos estampados !
Tralndo em suas .til- m_<>.Allinln \0 por toda a
parle a corruprao e a miseria lavran.lo o corpo so-
cialpor toda a parle .1 toipeza venceudo as aipira-
toes nobresa rara das vboras emperouhan lo o
que resta de virlude !sera esperanza, elle se lem-
bra do suicidio, mas fugin 10 a essa baixeza elle se
vina 9 buinau.lade, esperando acbar na lula com o
cholera a morle, qu lauto alm-ja A morte veio
bscalo ; e na rampa acboo por lim o desanos
das lulas qne senta n'almi !
Alfredo be p ira mis um eicriplo de mritove se,
que fui escripto rom IsKrimas nos olboscom o co
raQilo opreato, rom a fronte fcbnrilando Que desa-
nimo, que dsserenca, que irona n.lo se encontr
nessas pnciu.s, ein que -,'lura nina arande rlur ''
romo he triste esse adormecer nas crticas da ino-
culado e em Despertar nas agonas da vida !....
Dir-se-hio, que como Jeremas, 11 actor entoa o sen
canto de morle sobre roas esperanzas perdida.
c que pairando sobre as miserias que se chocara,
elle laura seu arito de mullican repassado de amar-
aura !
Alfredo be o quadro de tnuila dor, que por ah
vai. be a historia demii.i eorsclo alrophiado pelas
amarguras da vida, e pe 1 torpeza dos homens he
o grito de inuioi car.r-s angustiados quenosi-
leucio gnlpbejam sen anaoe mais puro das fend,.s
aberlas pela ingralidgne pela injuslira !
Seu eslylo he animado, vibrante sus phrase, e ain-
da que pequeo, be escripto cora senilmente, qoc
nao pode deixar de inleressar.
Os conlos populares-ao escriptoi rom grara,
singeleza naluralidalebellos em soa simplicid'a-
de elles ojo podem deiiar de ser aplaudidos por lo-
dos aquelles que tiverem alaum aoslo pela litle-
ralnra.
Por demais longo ja vai esle escripto, rumpre-nos
tinalisa-lo ; e fa/cndi-u, nilo podernos deixar de
animar o Sr. Moraes pinheiro na carreira que lio
frocluosamviit-seaue. e pedirlbe em nome das |et-
Irai patrias, que nAo deise de eontlnuai a cultiva-
las, como tem feito, e romo he de esperar de seu
reennhecido tlenlo, e de sua applicaco.
II. C.
Recile. :t deiibril de ISYT.
a> as 2U0 praras.
4 VO referido he o que se pissuu de real, e por isso
me firrai nesle. e jurarei se for preciso.
Villa de Serinhlem 2i de Janeiro de I8.'7.O ca-
bo que acompanhou a escolta.Trajino da Silva
Pereira.
Iteliro-tne em lodo aos certificados cima. Seri-
nhiem 2 de Janeiro de 1857.
Selezino Marqoes das Cbaaas.
0 mesmo. Serinhaem 21 de Janeiro de 1837.
Joo Francisco Bamos.
O mesmo. SerinbAem -j! de janfiro de I8-J7.
l.UII Mai luis t. stir.it.
O mesmo. Serinhaem j4 de Janeiro de 18.')".
Thomaz Jos de Aquino.
N. 2. lllm. Sr. Anlonio Joaquim de Mello.A
bem da ver.lade e juslira, lenha a boudade de de-
clarar junin a esla, o occorrido entre Vmc. e Jos
Severo do Nascimento., cerra de urna Helia que Ihe
coraprou, e da qual fez-me Vmc. o favor de ceder a
melade,
Son de Vmc. alenlo venerador e criado.Fran-
cisco Antonio de Carvalho, capillo delegado.
Serinhaem 22 de Janeiro de 1S.j7.
lllm. Sr. Krancsro Anlonio Carvalho. lenbo s
salisfarilo de responder a etigenria de X. ., ser in-
leirameiile rerlo ler eu comprado uina vitela a Jos
Severoedo Nascimeolo por 2.,y)0n,islo em o dia 13
de dezembro do auno lindo, e ten 10 por algurnas
vezes reclamado para recehersna importancia, res-
pon,leu-me que logo viria receber ; be o que leubo
a responder a V: S., nada mais. Sim, que sou rom
estima e respeilo, de V. S. aliento, venerlor e roe-
lll barricas genebra, 20 sacros fuello, 130 halas
papel a Joaqoim Kilippe da Cusa.
ni) barricas (amiba de Ingu ; a Jos Balael de
(SMManicaQ.
Al.lil MAS PAI.AVUAS SOBBE OS BOMANCEg
econtos do si!. manoel pebeiba de
MOBaES pinheiro.
V civilis.ir.lo de um povo se gradol pela sua lille-
menlc lem algum.is ve/.es orocorado indispor-uos/ ralura, e e-la se t. rna mais importante, quando
apres-nlau lo uusro.no homens mal dedicados as ar- aquelles que e>rrevem enrontram na taciedade es-e
aprcro e considerarlo, que he forra COOfessar, nem
<$om&pit&tnl(i&.
bara A; C.
1 rauSo com 3,000 charutos ; a Pinto & T.
Pattchonacional eSinla Cruz vinio do Ceara' e
Maranhao, consignado a C. C. da C. Moreira ; ma-
nifeiloo o seguinle :
OO resmas p.pel de embrulho ; 1 Antonio de
Almeida Comes.
2 barriras e I caixole caslanhas, -appalos eoulros
ardaos ; a serafn) de Senna Jorge.
I cana clvim le* e fazeudas, I caitao chapeos
enfedadus para senhora, I caita couros envermza-
dos, 7 barris vinho lilo, canas qu.jos llameiiaos,
I barril oleo de eupaiba, -S pe^as de Ierro psr.i eu-
aenho quebradas. 1 amanado marapuama, I rodele
de ferro quebrado, 1100 resmas papel de embrulho.
Para a bolicn da colonia militar de
Pimenteiras.
Alcohol, garrirs C, agua de labarraque.sar-
Atevedo.. ""las 6, assucar rcliavado, arrobas emplts-
1-27 caisinhas com 42,700 charutes ; a Santa Bar- lro ndliesivo estn lidn.varas 4,lios de Im 10,
arroba 112, pomada de belladona, libras 2,
dita nsercurial. libras i. Untura de bellado-
na, libras >, dita de nosvomica, oncis6. i.ita
de briouia ticas 6, dita de pulsatila, oa
6, nitrato de prata, oucas 2, dilo de potajes,
libras 4, sanionina, oncas4, oleo de nono]
garrafas 2, cementes de marnelo, libras 2,
llores de tilia, libras i
Qu-m quizer vender, aprsente a* actas
propostas em carta recitada, na secrelaria do
eonselho as 10 horas do da 24 do correarte
mez.
Sala das sesses do eonselho admitislrali-
.0 barris hanba de prco, I caixole boloes e para fu- v0 Para fornecimenlo do arsenal de gMtnrs
zos, I pacnte liabas em novellos, 2 sinos de bronze 1 ,b de abril de 1837ala noel Ignacio Brioiu,
pequeos, j nccos feijao, 13 ditos com 21 e meio' presdeme interino.Bernardo Pereira do
or criado olonlo Joaquim de Mello e Sdve.
[Estavam reeenheetdo
alqueires de gomma, i alqueires de milhuem saceos
I dilo de lapmcs em ditos, 30 barucas cuhi, 2 cai-
tas rape', 701 saceos arroz ; a ordem.
Iliale nacional iiSohraleure viudo do Acarsru',
consignado a C. C. da Cosa Moreira, raanifesloo o
sement :
2(i rouros salsados. (i saceos com 12 quarlas de
gomma ; Julio Jos de Cuva.
1 garajaos peixe, 10 paies de aval, I pacole redes
de malba, I dilo buxo de pescada, 1 dilo cabritos ;
Carmo Jnior, vogal e secretario.
AOS DESPACHANTES DA MESA DO CO>-
SCLADO.
Milita allri.co .'
.Nota dos documentos que se devem a presan -
tar nas mesas do consulado para se exhibir
a guia com que se sol,cita o respectivo
Passe.
Passaporte.
Joaqun) V eir de Barros
.80 meios de sol, l sarco i ,u mbas de rafe, 121 Certilica lo da arqueaQao brasileira.
dilos 21 alqueires de farinha, 7 ditos Li ditos de mi- Desembaraco da alTaudega
Iho ; a francisco de Paula fiaueiredo da Silva.
2i meios de sola, 8 esliles com 8 arrobas de
mriile pelo Liberal Periiamburano, que se or- I cer, "n vellas. 2 accos com i quarlas de gumma ;
.-upando d minba pesson me lem dado mais impor- j 8 .Manuel Cunralves da Silva,
lmela do que topponho ler ; nAo posso com ludo couros saleados, 1,6i!6 meios de sola, 1 garojao ....
Sr. venadores.Bem qne n,io|aosle de responder \
so que conVa mira se diz pelos jornaes,|e principal- -
Duas notas para calculo da nncoragem do
consulado da respectiva nago, ou de ou-
lro ciinsula lo de naffio amiga.
mas, dii que as lellras
O Sr. EpamnOHia* de Milh :He urna injuslira,
que nos faasm.
p Sr. I'. Baplista : E-lou convencido desla in-'
aslict ; mas, eu.npre-noa t.A. deixar, que cunlinucm
tartos, que sirvain Je argumentos.
Senhores, a nossa provincia vive pobre e niuilo
pobre de escolas dr pnneiras lellras ; eu lionlem ja
prove isio evidenlemente : ni 1 conlfnuem, porltn-
lo, a ser iiidilTerenl-s a esie mal, a dire alea esls
de-ar.ira : roldemos era dar ao povo o alimento in-
dltpensavel ao espirito : cuidemos de sua moralidade
e dgni lado.
Voto, poil.ralo, a favor da emenda, qne man i?i,
creando 12 radeirat 1 primeiras letlras.
(1 Sr. ./) injuriotis que Ihefeco tirer^denie ora lor ; r^rrre
nns seut precedeeites e s con lucia que lem lidj na
f nas
O Sr. .1/. Uenriquu : Poli nlhe, es|.,' mullo
adianlado De obras publicas, de secretaria da a -
sembles, de secretaria do governo, d.i Ihesouraria I casa para se llts nflo allribuir fals ddes.
provincial, do jui/o dos feilos e de ravalaa.iuras, ele? Infurmacftes qoe deu.quan to or u ni s
OSr. Souzu Carvathn : Esla' 11.1 le do urea- I f prova com os dociimriilos origlnats
ment.
O Sr. M. entiqnet M .s quem podera' con-
servar ludo isu de memoria '.' .Nao vejo mesmo ra-
zao p*ra que o projerto nfl s'pare.sse os empregados;
porquanlo iaooro quo rolara.) de parentesco o de
ideutidade, enxeraoi elle entre os nrdeasdosdos
empreados da thetoeraria provincial, e 04 da* obras
publicas.
anterior,
o tos da Ihe-
souraria que ludo quanlo di-se era exarl .
O Sr. .s-uhm i : Sr. presidente, levanle-ms
para lizer lmente duas palavraa. Kepito, nao me
ssitttla o argumento lo nobre depuladoa
nao ehegtmHe miseria qu a importan!
cu .;. Pernambueo lenha apenas 80 elanas'cadcl-
ras de primeiras lellras : he nnsena une a
lanl- -
re
pravin
empre Ibes heenneedido.
O movimento ntellecloalo mais nobre etobli-
ine dos iluminemoshe sera duvida um daqoelles
que mais deve ser acnroroado imr lodos auanie
desejaiii o bem da patria, purquantu sflu as concep-
ces do genio que mais recoinmendain um povo a
posltridade, e qoe marrara as grandezas e o brilbo
esplendido de una poca.
Deveria ser um timbre para iquellet qnesiiver-
nsm proteger os tlenlos, por liso que a luz que
elles rspirgem, rellene sobre os que os prolegem.
Alessndre, apetar de suas victorias, lalves n.lo le-
na o bella jiellilodeGrandese a nobre sede
d- gloria qqe > devorava, nao hoovesse juntado es'c
apreco e ene amor a scieneia, que fez de rada urna
de s'.i-s vir I ras nm Iriumpho para a rvili-.ra..
Se e secnlo de Pnelos he afamado ni annieg da
{trena, he iioilevldo ao esplendor que at ariete
sci acias altinsiram enllo, e nBo be par oulro mo-
tiva que o reinado de Aoguslo lie o mais preclaro
mis aiiure. de Boma.
l.uiz XIV .'es.......plcndor de seu rein.doaos
oeiiin- qua nnlAo brilbavamqoe reslcaram a mag-
llllicenca lia C lin. -lori 111,lo-a ja .in alto do pulpi-
topela vut poderosa de Bosiaet, ja nos raidos da
poesa do nnmorlal Hacine.
Sr. rtiactores.No Liberal de 17 do rorrele
deparei com nina corres|ion.iencia SStignadl per
Joao Pies da Nnscimrnlo, a qual de rerlo deveria
ler o mail loheranodesprezo por ver que esse pnbre
horaem anilphabetn, e Cegu, iuleiramenle BtBIgaotl
ef aranzel. porque na verdade a noranria a lauto podara chegar firmando,mi >er-
viii'lo de psgagsio as licres de uiale licencia,e ln-
cente da lamina qoe um calumniador aliou para
ferirrae.
Eis u facto. e admire o mundo, como discarada,
e audaz se menie a luz da da e a lace de una ci-
liado eiviliada.
Disse o Sr. calomniedor, qoe eu rerquei o ense-
nho L'baquinha de noils, e as mesmas horas varejei
sem es formalidades da le, lal be a sede de ani.i-
quilar a antoridsde por meio do embuste e da men-
tira.
O domnenlo que ahsiio se Irantcreve, be o al-
vo silieiite que apresriilv essa ardilusa, quaolo re-
prcscindir de coire&ir-lhe urna eiaclidao, que se ob-
serva no numero 1334 de l do corrente, porque se
refere a manifestaran de mii.lt t ideas na assembla
priivinrial.
Ah se inverle o meu pensamento,allribuindo-se-
me roarljuvarao ao Sr. f lorenno na idea de existen-
ra de ar.iaras de anarehia, no entretanto que s
quem be mudo miope nao desroble 110 peaeamtDte
esarado no meu discursn, Iransrripln no ,1 Diario s
de K .leste mez, a srsurar.ra de tranquillnlade. em
conieqoeueis de ser o partido a que pertenr-u ordei-
ro por ronvicao, e o oulro por ueressidade indecli-
navel de conreilo na opiuo publica.|Tralan1o-se
de forra policial, en enlendi que se nAo deviam ti-
rar os recursos do envrnin para sutTorar qualquer
movimento,ruja opparirao atoara mp. ssivel; mas
aeresrentei, que suppunha ndo haver temor de re-
volurifo, por arredilar que nossa popularlo deseja
boje a ordem.
Onde esta' pos o pensimenlo que me empre>luu
o ir Liberal '.' s Era quanlo se limilar e-sa folho a
anal\se a tninha pessoa, minlias habili|ec;iies, e mi-
nhaa palavraa sem ai desvirtuar, eu a deixarei an-
dando seu esminba ; e deixando q? me julsuem
pelos meus actos, direi unirn,ente, que tenho r.
le quem me odia, e de quem rae inveja a lorluna ;
quando porem inaliriosanienle inverter o senlidr de
miulias expresses,apresso-me em desmascarar ISu
tesleal proceder.
Sou, Srs. redarlores, sen musanle leilor,
Antonio Lmz t'.a\,ilr.,nti de Albuquerque.
4 arrobas de come ; a Jo.e Rodrigas* ferreira.
1.319 meios de sola ; a J0A0 Joso de Carvalho
Moraes.
b,0J2 meios do sella, 218 couros salgados, 10 bar-
ricas I) arrobas de sebo, 11 arrobas de carne secca.
96 molhos lo.i.1 rouros m.imus. 2 camotes 2 quarUs ,s Da .' ^LITZZmSSZ
da gamma, U aunados. 12 caixn.es I baritel e 1 M2S u rUhctl1? d"
tacco 17 arrobas e meia de cera de' carniub ; a ""--"-'". desembarar;o da a
%nblUaedc$ a ptHbo
SUU CI IQDE Ilillll EBE.
Ha dias rerurremos a rolleccflo da t.a:eta do
Trtmnaet, publicada em Lisboa no anuo de 1871,
R liamos enm inleresne em sen numere lili um bel-
lo irllgo cheio de erodi;8o. sob 1 epigraphe Bre-
rnlla'iile inrntira, porque seo aiilnr lem con-.-ienria. ; ves relletoe- sobre o direilo da pbil supina em Por-
e esla' bem reta '}'" a'" presente non-a e-rqu-i lugal esrriplo pelo l'uslre aulur do En-ai
o engenhu i baqiiiiiha, ain la 111 -nos varej i a leis -ubre a hisloria do direilo rumano__, o Sr. I. vi
insignilicinle sen/ala, aperar de ler para isso moli- I Mana Jordio, bachsrel formado na onlvenidade de
vos p rqoetibeo meo delralor que all exisle um I Coimbra. a nelle deparamos casualmente comoie-
ordem.
Vapor nacional uPerseuuiiga, precedente dos por
loa do sul, maiefe.tou o seeuiote :
22 sacros assucar ; a Manoel ferreira da Cosa.
22 .Idos dito ; a Lima Jnior ^ C.
21 dilos dit ; a Jos Joaquim de Miranda.
IK ditos dito ; a (novela A. Souia.
36ditos dll-; a L. J.& L. Beis.
M dilos diio ; liento Jos Antones Pereira.
.">2 dilos dilo ; a ferreira Cascar.
2 ditos dito ; a Marlins de Alneida.
S dilos dilo ; a J ,-eliomts Leal.
IDO ditos dito ; a Manoel Alves rerreira.
10 tilos dte ; a Manuel Antonio Santiago l.essa.
.")S ditos dito ; a Dr. Jos da Costa Cnonjraes.
2t> ditos dilo ; a Joaquim Gonea ves ferreira Cls-
cAo.
'.12 dilos dilo,; a Manoel Cunralves da Silva.
:)l dilo* feijao, 2 dilos rariaha de mandioca, 2rai-
x.'e- chapees ; a ordem.
DESPACHOS DE EXPOKTACAO Pr.l.A MESA
DO CO.NSILs.DO DESTA CIDADE NO DI V
17 DB ABBJL 1E 1857.
liba Crariusa r alacho portugus sLiberdade,
Bailar ,\ Ol'veira, S cascos niel.
Buenos-AvresBarra portocueas oAmazonan, Ma-
nuel Alves ttuerre, "0 barricas assucar branro.
PortoCalera pintuioe^a uOlin.lan, diversos car-
regadores, ~)H rseos mel.
LiverpoolBares Inglesa sNan^baalea, c. J. At-
lley & Companha, I,loo sircos a-snrar iiia-ea-
V.l.ll)
UibrallarPolaca austraca iil.jubira, K. O. Ka-
ber A; Companhis, 650 sarros assoeai branro.
Allesladoda residencia do proprielario.
Dito das toneladas da enir-arcr-So.
Dito das pessoas com que enlrou.
Hito se est ou nao armada.
N B. Estes documento* serijo reste"j4o-s
arqua-s-i
l'andeca e
urna das unas para o calculo da ancorase*,
que ae devem archivar.
Secretaria do Esta lo dos Negocios da Fa-
zenda ein 21 de sslcmbro de I8W.Confiar,
me, Jnio alaria Jacobina.-- Conforme, Joa-
quim Francisco Bastos.
Mesadlo consulado de Pernambueo l7Vaa-
bru de 1857 1 011 forme, o 1 cscriptura-
rio, francisco de Paula l.oprs Beis
escravo pronnueiado pelos feimentos feilos em om
n la.lao llvre, e que at rnonrias houveram d'alli
rvislirein dous afriranns buraes ; un. tal he a se te
do meu detractor que apn.veilan lo-se ler eu ape-
nas cercado a fabrica di dilo engenh, limar alierlo
iin le l.ibaravam os esrrv is, e empregados da moa-
gem que nenbiims panda le pode ter cun anten-
los, e rasas de moradas, ,, que esla* bem cen dosis
verdade, mala que assim mesmo nao qui/
delra.-tor esper,tirar e^t.t ninharja, eom aq
mou sua maquina que n.ui pode subir por f.lla
gal.
Iitsse ni-i- o meu detractor, que sera' e inveni-
A prolec(ilo aileltrai he pais um dever para a I le qae *a proceda da melhsr mod'ai com homens jeo-
iiiipu- sueie'.a i.. ali'n de que aqnell.s qoe as eullivim, | onecidos na enmarca qoe a um delles aluda .levo
i;anlo eu, quem me pudera' diier se com elleilo ha
mos sempra lodos aqucllet que lendo un vista u to que sa inlilulam perseguidos por mim, aibindo o
ttulite Irerbo, qoe mullo remnimenda o nome de S.
Exr. o Sr. ronselbeiro Auiraii, neonlrattavelmente ladaa, c
u lente mais dialinclo que lem lido assnlu nas ara-
demias do Brasil, mi que dil respeilo as materias so-
mies; spraz-nni trasladar nqni :
o A doolrina de Kan! sobra o direilo leve mniuts
sectarios que a determinaran, e siiplicaiam melltol a
todas as parles de direilo, lees biram enir nnlros
o meu I Schioalz, Heldenreirh, Oros, Zscluria, Krog, ll.ms,
1 I for- Rolleck e ,, r. Pedro Aulran da M lia e Albuquer-
que, profeasor da universiada de Oliuda nos seus
lilementotde Direilo Snlorat frirado, publira os
em 1848. obra qoe merece nAo poneos elogios pela
clareza eom que est.'escripia, o pelo mrito que u
seu aolor te\e, resomlndo em lio rurto es|iaro ilou-
Irioas to vasta, e IAo ilifUreU. 1,
Ora, islo qu-. cxrita a admiraro do oven esrrip-
lor. mi 1 l.iriua per si sii a repnla'rilo luterana do Sr.
conIh-iro Autian.
Liir-uo e decano boje da faculdade de Direilo
du lenle, o Sr. contelheiro Aulran no longo Inlar
dt mai de 28 annos de proles-orado nao tem par-
.xcorlacao .
Bio da Prala, escuna inglesa \s
le 136 leiie-
luduzia seguinte : 1,050 barricas a :t.VI
lacroi rom 10.103 arrobas e ill libras de assucar.
Pa{0 de Ciuiarage. ltale nerioiai oSanla l.u-
ziar nondozio u seguinle : 113 volumes gneros
ettrangeirns.
Li-b .a, brigne porlogoes .'iloiiv Itlnramna, ron-
dn/io o seguinte : 1,010 -aar, s e ."i barriras rom
8,066 arrobes e 39 "aras deawurar, 15 praaettaea
de amarallo, 36 p*p* mel, 500 vaquetas sola, ;e,t
counnbos de cabra, 7 pipis agurdenle.
Huenni-Avres par Montevideo, barra ingle/a 11C0-
nbeathii. de tltil toneladas, condittio o segumie ; __
meias ditas
THEATRO
Di
santa Isabel
Por iicoiniiiolo de sanie do Sr. J ..n CaetM* dan
Santos. na.< pode ler lugar o especial ele anuencia-
do para boje.
DOMINGO l'.i M \HRIL.
Bccita exlrsordinaria.
Itepreseniar-se-ha o ntuilo applaudido dtaraa tm
i. qoadros, iabisnaata
sssdfj;r\os:h)(:r!1k.
Jt'o (lafl ino fot x p.ir(t*ili> Julia.
Kfinalrir.i n c|)*>rUrti<> j<->.i rnntfdii rn I
co
A SONMBULA.
As pesinas qoe tem l.iih-t.s enrmiiiir b
queir.-in vir basca-Ios ale hoje O re-lo que etis|e,acba-te slerle i a nd o e- -
criplorio.
Principiara' as 8 horsi.
100 pipM 'aViMa.taa 1,820 heirricit iloo i
com !"."."i- nrrubris flg7 lihraff de t-Mocar.
Maranhao e P-r.
Scgne en pouc is dias o lincue escuna na-
on"i"l 'a'i'i"?"."'.".' .,,:tt ci0", l'"u,a- lr tw".1"," me-adra.iorar-
17...... d.i.-Wi "''"nenio quo omi .uzio do l;ni de J neiro
GE-1
KClilllii'IIKIA DE HKNDAS l>'IKBNAS
RAES DE PP.RNAIIBIICO.
Krndimintn di,
dem do dia
_______I___e Baliia : para o reslo, trat .-se com o con-
li:20l?2431 signatario 1. B. da Fonseca Jnior, na ra
------------1 do Vigario o. M.
i
MTiTSDJ
LEGIVEL


DIARIO DE PBRNAMBUCO BARBADO tfi DEAIIRI. DE 1857
Para a Baha
A veleira e bem conhecida sumaca nacio-
nal llortVncia, pretende sahir com muila
brevidade, tein promplo dous tercos de seu
carregautento, pra o resto, traase com o
seu consignatario Antonio l.uiz doOlivetra
Azevedo, ra da Cruz n. t.
*> jara*--w-
de Janeiro,
O patacho Bom Jess pretende seguir com
brevidade ; recebe carga : a tratar com Cae-
tano Cyriaco da C. 41., na ra da Cadeia do
Kecife n. 2.
Real cumpaiihia
quete iiijffleaen ;>
un pa-
va pur.
- iP.
ii primeiro blenlo os prnneiros premio*, a i I -. 111 de bonro, na eipnsicS.i de Londres da 1H">I e de
Munirk de IK.'ii ; estes pianos sao os preferido Da Alleinaiihs, llill.iu.1i. EUa.los-Uin.1ns, c -. arham
Grandes depsitos dos me-uios eia Kueuos-Ayies, Valparaso, etc., ele, oude sao muilo roulieci lo e de-
sejaJos.
Vcndem-e e ni.li- !> leni vil. lo a esle mercodo, sendo a ronsliucco a mais moderna e fortlssina, leu lo a teclado a
elailicida ie desrjada, c o nlerior a mior elegancia.
Na mesnia casa alina-.e e concerla- as mais modernas e dos melhores compusilores .la Europa.
N" dia -JO dele uiti espeta-so do sal o vapor
A VOS, cominindanle Keveti, o qual depoisda de-
mora do cosluoie, Mgttir p.ra SoulhaniplOB, locan-
do dos portnn de San- Vicente, TeneriO, Madeir c
l.i-boa : para nauseen", ele. Irata se ern os asen-
tes Adamson Ilowie&C., roa do Trapiche-Novo
o. 42.
v
tOinpaisiua
iiavt-ytig&i
burgo
/. va|>ir Ham-
Bi tsileir i.
Grande estabelecimento
de pianos.
esquina da camboa do Carino,
DEPOSITO DE
Carlos Scheel fy II. Sassenhoff.
3. P. VogcUy, lem a honra tle avisar ao re-p-itivel pablro, qti<* Ipiti sberlo o pU deposito, on-
de s* achara < s maii liodoa, Cotes bellos pianos, al buje eenhacldui dot afamadot (ihricanifi
Loeria
DA
rovincia.
^!L@g (KiiiL CHL M!
mm?*
O abaixo assi
sortea -.
i
t
I
t
i
i
quai in
dito
dito
nieio
quarlo
dito
nado venden as seguinics
Numero
2(t> 5:0009
908 1 :5O0S
272 2005
t 131 1(10-
2175 509
462 509
--- I'recisa-se alugar urna escrava que
saiba cozinbar perfeitamente, e que se afian-
ce a sua conducta, para una casa eslan gei-
ra de pouca familia : quem ti ver e qutzer
alugar, atmuncie por esta folha para ser
procurado.
(ifferece-si> tuna ama para casa de ho-
mc;n solteiro, para cozinhar e lazar lodo e
servido, de menos sabida de rila, muito fiel
e de bous coslu mes, parla, de meia ida le ;
que n precisar, dirija se a travessa s Quar-
teis, rua do Senlior Koin Josus das Crioula:
"' GABIETE PORTGEZ
DE
Espera-ie da Europa om dos v^potes denla coro-
paiihia, e oepois ra Baha e Rio d Janeiro : qualquer mi rnia...u>.
com o* agentes N. O. Bieber & C, roa da Cruz n. 4.
- Para Lisboa, sabir muitc- breve o bri-
gue Experiencia, o qual lem a maior parle
la carga prompta ; para o resto delle, e pas-
sageues, para o queolYerece bons commo-
doi : traia-sc com os consigualarias Amo-
rim Irinos, na ra da Cruz n. 3.
CEtRV BMARANrU'th
rretemle seguir com brevidade, o patacho
Santa Cruz, recebe carga e passageiros : a
tratar cun Caetanu Cyriaco da C. M na ra
da Cadeia de Recife n. 2.
ACAllACIj.
Segu uestes dias, o palhabote Sobralense,
para o ruso da carga e passageiros : trata-
se cata Caetano Cyriaco da C. M., na ra da
Cadeia do IteriTe 2.
PHA (i RIO GRANDE DO SUL.
Segu para o Rio Grande do Sul o brigue
nacional Adolpho, e por se echar com o seu
carregamento prompto para seguir seu des-
tino ate o dia 24 do crrente, so pode rece-
ber passageiros,e os que quizerem ir.podent
tratar com o capilao a bordo.
(]ompatihia
peroaiubucan.
P a 3*
Era ronsequencia de nao se ler reun lo
numuro sufliciente de membros do consellio
deliberativo pjra a sessSo ordinaria do da
15 do rorrente : por ordem do lllm. Sr pre-
sidente do raesmo conselho, de novo silo
convidados os senhores conselheiros para no
dia gabbado 18 do corrente, se leunirem em
sessS > ordinaria, pelas 6 horas da tarde, para
o fim previsto no art. 36 dos estatutos, lie-
dle 17 de abril de 1857 O 2 secretario,
Jos dos Sanios l'eieira Janliin.
Co pa-scuma n-gra de 40 anuos de
idade, que seja forte e robusta, e sem acha-
que albura, e saiba cozinbar com perieicSn
o diario de una rasa de familia, assim como
tamben: se troca poroutra que nSe sabe c ziuliar : a fallar na i ua larga do Rosario, loja
de louca do Sr Joaquim Antonio l'ereira.
Jos Pires de Uoraea, faz scicnte a
commercio, que o Sr. Jos .Uves Fernandas,
he
mesm
interesado em sua loja, e gerente da cordaos, folhas 107 e 14G, que O
ssma, desde i de Janeiro de 1836. I a sentenca 11. 7t> v., com reforn
Compra-se una carrosa com o compe- 123 : purquanio fundan 10-se os
, t .i i ,.. .. J a.._:_. J ~ t Ja _. ai.
O vapor Pertinunga acha-?e a' caraa para o* por-
lo- do sul, para onde 3r.li.ra* no dia --2 do enrreute.
A carji *lo da 21 : as pess.tas que reerberam ssocjir em
arcos poderao remetle-iiis e-criplorio da cumpa-
nlii.t, ernpacolados e com os seub rolalu.
-.
M
rilisd
O aganle Borja, em seu armazem na
ra do Collogio n. 15, fara leilio dos movis
pertencentes ao Kxui. Sr. Dr. Bernardo Ma-
chado da Costa Doria, ('residente da provin-
cia do Uto Grande do Norte, os quaes con-
sistem n'uma elogauie mobilia de Jacaranda
coro marmore,ricos guarda vestidos de mog-
no, com espelho na fienti e sem elle, guar-
da roupas, utna excedente cami francezade
Jacaranda com cortinados, urna grande mesa
elstica, aparadores com peJra e sem ella,
lavatorios da tuesma forma, de gosto moder-
no, com todos os seus perlences, guarda-
loucas, sofas, cadenas, mesas, marquezas,
commodas, e meias commodas, e outros
mu i tos movrjg para gabinete, quarlos etc
lindos candelabros de cristal de quatro a
cinco Uzes, lanierna>, caudieiros inglezes,
riquissim'os vasas, calungas e outros enlejes
de porceUna e Cn,tal ^arasala e l.iletl, apa-
rellios de linissiria porcelana, para liquido
e sollido, ditos d^ luuQa azul para o diario,
vidros e cristaos para o servico completo de
urna mesa, un soberbo relogio de pareJe,
com msica, lindos qua iro-, obra* 'le prata
um ptimo carro de qua'tru rojas, inglez pa
tente, com arreos, i uina inliuidade de ob-
jectus de differentes qualidades, e que lora
infadonho innmera los, pois s com a vista
podem ser ajuizados: lerr;a-feira 21 do cor-
rente as |0 horas em poni na tnanha.
tente boi : na ra do Queimado, segunda
loja n. 18, se oir quem compra.
PerJeu-se na noile do beneficio de I).
Gabriella, ao entrar no Thenlro de >an'.a Isa-
bel, parte de urna bicha de brilhantes : se al-
guem acbou e quizar restitui-la, dirija-se a
praga da l!na-Vista n 5, segundo andar,
que sera gratifica Jo. querendo.
Como amante da industria do paiz, por
que tende ao augmento da sua prosperi la-
de, e vendo que Uno concorrido para a sua
Utilidade, o Sr Claudio Dubeus com a sua
linha de mnibus, lomando ao transito toda
a facilidade.ecomraodi lade,n3oposso deisar
de ihe tecer elogios. Releva porm notar,
que muito concorreria pjra o bem da nossa
lavoura, e filia o maior servido to cominer-
cio, se disseminasse outras liabas de m-
nibus >l ao centro de diversos lugares.
I'ois o nosso paternal governo, nSo se nega-
ra de anima lo principalmente com o trans-
porte dos ut ncilios para sua industria, como
Tazem as mais liacOes .Muito des jamos as
suas felicidades por ler presta lo a nossa so-
ciedade e a provincia esle importante servi-
co. Digne-so poia o sr. Claudio Uubeux,
acolber estas mal trabadas linhas, e con-
ceiluar este vuto. ii
De seu amigo e criado,
J. J. Carvallio Siqucira VarejSo.
a
loja
das seis portas
Em frente do Livranieutd
Vende-se nscado para colchos a 120 o co-
rado.
de se
um
Iftrid** o-as0i<
v
Serventes a mil res por uia.
Precisa-se le serventes, na obra da ra
das Cruzas, e paga-se a mil reis por lia na
livrana n. 6 e 8, da praga da Independencia
Sociedade de Ensato Franccz.
O 1. ircrelario convida a lodo?* oh tocio a com-
parecer liojp, as 10 liorai m poni : na ra das
Agoaa verdes n. til, primeiru an.iar.
AO SR. SALDSTIANO PERES.
O pmdie Jos l.eite Pita rtigueira.
nao pJe e nem quer entrar em iioleini-
ca%pelos jurnaes com o erudito sr. Sa-
lustiano Augusto I'itnenta deSouza Peres,
ponjuanto, sendo ambos bem conbecidos
nestucidade, naoque'r descera tanto, mas
por amor ao publico,e s por este, lie <|ue
vem tmente por esta ver responder ao
aviso inserto no ..Diario de Pernambuco
delioje, que seu mano Antonio Leite Pita
Ortigueira.lu vei dade, seaclia su breo lei-
to e em bem man estado de saude. mas
anda no gozo de suas facilidades intellec-
ttiaes, rpie te coofestou e sacramentoa,
]1- seu moto proprio, porque nao olis-
tante seus desvarios, talvezqueem gran-
de parte devidoi aos conselhut de amigos,
laes como o Sr. Peres, quiz acabar seus
das na religiao em quefoi educado por
seus pais, com o que deu urna prova
nao equivoca le seus sentimenius de
boma emoratidade. Cuanto a s taeses-
cripturas, nao es|iere o Si. Peres quc
eu jugue a ultima carta,'no sentido em
que pens a dirige. mae(pere-me pean-
le os tribuuaes do paiz. e ahi veremos
qual de nos se que'r prevalecer do esta-
do de meu mano.
Os Srs. altores Jeronyroo A Ivs da
Assumpcao e major Fregiiersleiin, teem
cartas na ra da .Madre de Dos n. ".
loja.
Vende-se urna porejo de uzeitc de
coco, de urna caada para cima, a j>'0 :
na ra Direita n. 8.
terreno com 80 palmos de fre-Ue, com casa
e arvore los de fructos : na ra da F.speran-
?a do bairro da Boa-VisU, junto a casa uua
se esta edificando, do Sr. Araujo : a tratar
com Jos Adelo, na ra da Camboa do
Carino n. 28, ou no uiesino sitio.
Na livraria da ra da Cruz n. 56, acha-
se venda un grande sortimento de papel
pintado, raz, pedra e relevo, tolos propr>os
para encademacSo, por precocommodo, nao
so em resmas como em cadernos.
I'recisa-se de um rapaz do idade de 15
ate 16 anuos, para caixeiro : no aterro da
hoa-Vista n. 16, loja de relojociro-
Achou-se unas pecas de um relogio
de qualio trance/, sendo urna pndula, dous
ponleiros de ac, 3 parafusos com botoes d
latSo e lima chave de ac.o : a quem pelen-
cer, dirija-se ao aterro da Boa Vista, loja de
re joeiro n. 16.
OSr. Sebastiao ffonso do fleo llar-
ro- fai;a o favor dirigir so a loja da ra do
Uucimado n 10
Leilo de manteiga ingleza.
James Crabtree k Companhia farSo leilo,
por cunta e riso de quem perlencer, e por i
intervencSo do agente Pestaa de s 25 bar-!
lis com manteiga ingleza. viudos de Liver-
pool na barca ingleza Conhealh. na sua re-
cente viagein : segunda-feira, 20 do corren-
te, pelas 10 hoi.-is da manhfia, a porta da al-
fa ndega.
Antonio Jos Leite vai a Europa a tra-
tar de sua saude
A Til.\ CAO1.
De*eja-se saber quera he o senhorio do
terreno onde se ama edificada a ci.sa terrea
n. 64, sita na ra de -.anta Hita, alim de se
poder concluir cario negocio.
Adverte se ao Sr. redactor da Pagina
Avulsa, que be verdade haver um priraciro
andar na ra do Crespo onde se
, O raesmo tem exposto i venda os seus fc-
lizes bilhetes, meios e quarlos da terceira
parte da sexta lotera do Cymnasio l'er-
[nambucano, os quaes nao asido sujeilos ao
descont dos oilo por cenlo da lei.
Por Salustiano de Aqume Ferreira
Jos Fortunato dos Santos Pon...
--- Precisa-se de um homem que seja 111 -
tclligentu para vender pao 11.1 ra com um
preto, por l'reguezia ja antiga, assim como
de um bom furneiro que seja diligente na
A rw-1>-w sua ocenpago ; na ra larga do Kosario 11.
3a y I i^i b 18, junto ao qual le de policia.
O lllm Sr. Manoel Jos Rodrigues Pe-
reira, tem urna carta, e una pessoa que llie
canos ITalter, relojoeiro no aterro da Boa deseja fallar : a bordo da galera ingleza O-
vista, niudou a sua ollicina da casa 11. 27, linda.
para a hem Conhecida loja do cutileiro Sr. Aluga-se a loja da ra do Collegio 11.
I ommateau n. 16, na mesma ra, e avisa a ; 1, propria para lazeudas, ou miudezas, e pas-
seus rreguezes, e ao respeilav.l publico des- sa-se escriplura de arreudameniu, pelo tem-
a cidade, que seacba eslabelecido em dita po que se cjivenciou r, laubein se vende a
casa, promplo a leceber quaesquer relogios, j armario que ja so ada prumpla na mesma :
e pecas convenientes a sua oflicina para con- a tratar na ra do Crespo loja n. 3, prxima
cenar ; assim como concerta com perfeieo ; ao arco de Santo Antonio,
clnonometros,oque|:udo aflaoca promptili- j -- .\ ra do Cabuga, lo;a de ourives 11.
car rom a maior perleicao, regularidade e 2, se dir quem vende a obra de Horacio,
so ,,ie,z- n. I Virgilio, e (pistola de Cicero ele.
- Rila Pires, avisa a quem interessar, .Na ra do Apollo 11. 23, primeiro an-
que nao lar;a contrato do qualquer natureza dar, escriplorio de Domingos Alves .Malneus
que seja, com Alexandre Rodrigues de Al- lem para vender duas exeellentes
meida, e sua mulher Tiiereza de Jess Sou- '
za, sobre as casas terrea-, sitas, lima na ra
da Palma n. ... e a oulra na ra do Pillar n
*0, que alies possuem de ma f, a vista do
accordao abaixo transcripto, que a annun-
cianle alcancou a seu favor, do supremo tri-
bunal ie ju-lija.
A mesma previne acerca dos de mais bens
dos ditos possuidures de ma le, queesUo
sujeilos ao pagamento de todos os reudi-
menlos perc jieu Jos das referidas casas, e
dos pere.'li, 1 1- desde a iudevida oceupa^ao
E para que niiiguein possa allegar ignoran-
cia, o laz publico.
Accoidao 11. 5495. Vistos, exposlos e re-
latados estos autos de revista civel, entre
partes recurrentes.-Rita Prese seu muido,
e recorrida l'hereza de Jess Souza : couce-
dem a revista por injustica notoria dos ac-
conGrmaram
ma do de II.
-_ ditos accoi-
daos na falta de prova, exislin lo soinente
presumjQoes do concubinato da recorrida,
com o tnariilo da recorrente. e em que por
paite da recorrida se havia produzido, quan
lo era necessario para convencer que os
bens, objectos do litigio, foraia adquiridos
por ella, v-se dos amos, pelo exame c im-
paralivo de ambas as inj.uericoes,e pelos ex-
plcitos, e contestes depoimeatos das teste-
munliasex-n. 17, acliar-se plenamente jus-
tificado, e do modo inconlrastavel, nao s
o tacto do antecedente concubinato, como o
de haver sido comprados os dous predios da
quesillo com dinheiro do inanJo da recur-
rente, o qual esta assignado em urna das es-
cnpturas, e na outra netn uiesmu compare-
cera a recorrida, conforme jura rain co ,:o
presenciaes as testeinunbas intrumentarias
lis. 17, 18, 19, lo, e26v., auxiliadas anda
por outro do plcuano, e d'ahi vem a injus-
tii;a de so julgar improcedente a accSo,
quauto aquuiles ditus pre ios, damlo-se for
?a as escripturas lis bl e 06, que de direito
se presumen) simuladas, em fraude da ord
I. ?. S 66, GX-v., dessa inclhor prova,
domina e sobsoptja a da recurrente, e
tem assento na or.l i. 3.' til. 60 S 3.', e
59, 25, Remellam-se porlanlo a relagio
da corle, que desiguam para sui revis.io e
novo julgamento.
Rio de Janeiro 14-de feveiro de 1837. -Pin
to, presidente, Nabuco, Srqueira, Veiga, >
l'anioja, linio, Pordigo Mailieiio, Aimeid
nrrelo l'edroso. F01 de voto vencedor o
F.xm. Sr. conselheiro Joiquim Jos Pioheiro
de Vasconcellos.
Os abaixo assignados, l'azern scientc ao
1 respeilave! publico que desolveram amiga-
vel -.ente a sociedade que unliam na fabrica
de charutos no becco 10 Abreu 11. 4, n dia
I 1 do correle, que gyrava com a firma de
ISampnio A: Irmflo, licando a cargo do sucio
I Francisco Jos da Cunba Sampaio, todo o ac-
,tivo da dita fabuca. Recite 16 de abril de
1857.Francisco Jos da Cunha Sampaio.
llippolylo Jos da Cunha Sampaio.
Lotera
a.
Carlos Archer retira-se
trra.
para Ingla-
DA
pr
Segunda parte da
loria fio Gymi
U f. lizes iiilli
a rubrira nada, oiuimiHin a obter
preniiusgrandes como se
quintes, ven
sexM !o-
lasiu
ttes com
abaixo assi^
ve nos ns. s
didos <1 i
inencioiii
olera
a.
ac i. 2(10
268
27-2
5:0iNI.>:! qu*rlos
1:50093 4,(0,,
u\l 2003 dito*.
1631 lllll;1 nieio.
I8">:l IOU9I ,eln.
.111 100;I miHu.
2017 10091 bilhele.
1137 SOSI inrio.
2-Y7I .'id;I meta,
IW ."iosI mlo.
1\~:> 5092 quarlos.
562 5U92 01I0-.
Qs 8 0() (j iiii|)uBtoi ral, ospossuxior s (li-.iit'is
vapv \iao os }'>ga O VOl-
trele -Igunsdomingos, porm tal he o pre- M'-UIerOS |)OIL'Jl rec OCr lia
oqueus prejuizos ou lucros nao chegam ...... .:., ... .^.^
para pagar o prsenle annuncio, tanto que '*'* ilA Cela :: >U, |)< 1-
convidamos ao raesmo Sr redactor da Pgi-
iu'. afim d.i melhoi se infor.i.ar, vir tomar
assento u:n domingo, que em lugar de 3 jo-
garemos de 4, tendo direito a casca das 13 ;
outro sim.lie menos verdade jugar caixeiros
como afirma, e perder-se grandes capitaes.
Allei
Quera auuunciou querer comp
Cues de Cicero, as ulnas de Vi
obras de Horacio, dirija-se a ru
ludo se vende muilo barato.
Madui. Ilarrielt Dawcs rclira-se
Inglaterra.
C^'i ,,. leite.
No estabeleriment da ra de Hurtas n
Ki, primeiro andar, e no vasto s Irada pelo o paleo do Carniu, em frente de
Santa lliereza, ha Inda hora o muito bem
feio cafe cora leite, bons penseos, e ha tain-i
bem quarlos para dormida,
Os Srs. aiferes Jcr iiivtn') Alves d'As-i
rtia da adeia :
meiroanii ., ou na pra^a
da independan a a\ SO.
*- > L yme.
Precisarse de urna ama secca ; na ra
Ja Cruz do Recile 11. 57, se^un lo andar.
irar as ora- ''^?:-p'.::-&:.':: .'-\;--...':..': .'.:'.]'
irgilio e as :-'~ > ..'" '"liro d^fronl* da malm la
1 \.va n I .'i'. '- "' ". preriM-te .le um offiaill S
>i. )d, para r,ll()r mi,.!,., e faler j,.r)>< ,M1!a.e ^
esclavas
prendadas.
I'recisa-se de urna ama que saiba Cizi-
nbar, e razer lodo o servido de casa : na ra
uo Caldereiro uberua 11 60.
NOVALOJl defunileirq.
Precisa-sede um bom ofllcial de funilciro :
na ra da Cruz do l.ecife n. 37
11 portuguez que se oli'orece para fei-
tor no Diario de lioiitem [I6J, dirija-se a f un-
dijSo da Aurora, em naulo 111.nn.
Um empregado de fazeuda versado em
COnlabUidade mercantil, com excellenle lct-
tra, olfei ece-se para euearr. gar-se da escrip-
turac,3o d qualquer casa de comuiercio, as
horas vayas, e noduvida de pelir a exone-
rac/10 do seu eniprego, para dedicar-se abso-
lutamente a esse servido, urna vez que se Ibe
proporcione um ordenado vautajoso. O au-
nunciante, alin da h-bilitacao theorica e
pratica da materia cima, tem conhecimen-
lu da forma porque se deve dirigir us ne-
gocios de imporiacfio e exporiaijao, bem
como nos que respeitain as reparlcOes lis-
caes: quem quizer se til 1 -ar dopieslirno
do mesino aunutici ule, queira anuunciar
pelo presente jornal.
O abaixo assignado eslabelecido com
taberna na ra da matriz da lioa-Visla 11. 54,
pede a quem .se julgar seu credor, que apr-
sente suas cuntas na mesnia labeina, para
serem pagas no prazo de 3 das ; assim como
pede aos seus devedores que na mesma ta-
berna ibe estro devendo, que no prazo de
30 dias, de Ibe satisfazer seus debilos. Reci-
fe 16 de abril de 1857.Jos Antonio Vas-
ques.
A pessoa que precisar de dinheiro a
premio, dirija se a roa doQueunado loja n.
63, sendo com penhores de ouro, ibQ^ para
cuna, a dous por cenlo ao mez.
Jos Raplisla da Fonseca Jnior, ra
do Vigario 11.23, saca sobre Lisboa e Porto,
e torna saques sobre a Rabia.
I'recisa-se de um santuario de jaca-
randa, que nao tenha menos d- palmos, e
que seja obra boa, mesmorom imagens que
u,ue sejamjierfeitas; quem liver uiuiuucie, 011
ija-.se a ra o Crespo. loja n. rt, que
' iaftiarv com quem tratar, j
\_ I'recisa-se de urna ama de leite : ni
j ra do liium n. 12 C, segunda casa passando
'o cbafariz, paga-se bem.
- juem precisar de urna preta escrava,
ptima coznheira e eompradeira, dirija-se
a ra da Cadeia do Recife n. 20, a preco
commodo.
O secretario da irmandade de S. Jos
d'Vgonia, convida a todos os s us charissi-
mos irmSos para comparecerem no consis-
torio da raesma irmandade, domingo, 19 do
crrenle, pelas !) borssada manhila, para
reur.idusem mesa geral, proco lor-se a elei-
Qilo da nova mesa regedora que lera de lunc-
cionar no futuro anuo de 1857 a 1858.
Os administradores da massa fallida
de Joaquim llilito Amaral fazem o segundo
dividendo de dez por cento.em casa de isaac,
Curio ev Companhia, ra da Cruz n. 49.
I'recisa-se de um bom forneiro para
urna padiiriem Santo Aniao, da-scum bom
ordenado: quem quizer appareija na ra de
Santa Isabel, casa da esquina, que achara
com quem tratar.
- Precisa-sn alagar urna ana para todo
sorviqode porlas a dentro : na praca da In-
dependencia n. 38.
- O abaixo assignado, solicitador dos au-
ditorios desta capital, iaz sciente ao respei-
tavol publico, com especialidade a seus cli-
entes, que acha-se residindo na ra da l'raia,
sobrado n. 49, segunde andar ; as pessoas
que quizerem encarregar de qualquer ques-
tao, ,'oderii'i piocurar na mesma casa cima,
das 6 as 9 boas da maiihaa. e das 3 da larde
em diante, que sempre achara prorapto co-
mo be ile cosluiie.Joilo Caetano de -breo
O Sr. Joio Antonio de Carros Lacerda,
queira annunciar o lugar de sua residencia
para se Ibe tallar.
Freta-se para os po: tos do norte a bar-
caga .\. S. do Bom S..ccesso, de carga d 30
caixa.s ou 300 sacros com assucar : os pro-
tendentes dirijam-se ao mestre, confronte o
becco do Noronha, ou ao trapiche da com-
panhia.
Joanna Francisca de Barros est justa
para comprar urna casa de laipa sobre pila-
res, na Capoilga, na ra das Criouias, a Joa-
quim Otero do Fanas; se alguem se adiar
com direito annuncie.
Jeronyino de Abreo avisa a todas as
pessoas quo lem peiiliores.em seu poder des-
de 1850 at boje, que liajam de v:r tirar no
prazo de 8 dias, lindos os quaes ser3o ven-
didos para seu p gamenlo.
i'ergunta-se o Sr capitao Honorato
Joseph de uliveira Figueiredo, se o que K. S.
a.-.-liou, ou alguuia pessoa sua, lie com effeito
urna llor de ouro esmltala, como diz era
seunniiuicio, ou se urna pulceira de ouro,
visto qucS. S. indo a ra Augusta, casa n
56, pedio que s ; lile dsse sign-l da pulcei-
ra que se liona annunciado liaver-se perdi-
do, dizendo ler alguem odiado na mesma
noile e I ti
A polica.
Desapparcceu da ra do Rangel, no di 16
do corrente, um cabrintia de nome Justino,
de idade de 10 annos, cora os signaes segum-
tes : bocea grande, rosto oval, denles per-
feilos, pi's icgulares, com signae* do bichos!
as caberas dos dedos, manqueja de um p
por ter dado ha pouros dias um tallio no I
calcanhar, levou camisa de chita, caiga del
algodio ilequadros, sem chapeo ; julga-sej
que tenha sido furt^do, ou perdeu-se por
nao ler conhecimenlo das ras da cidade, e
talvez sahisse para radiar e nao acerlasse
com a rasa para vollar : rogase as aiilori-l
dades pliciaes rec iinmendar a sua appre-1
bensSo a suas patrullias ; e qualquer que I
seja o apprehensor, sera gratilicudo,levaudo
ao aterro da Boa-Vista n. 42
\ administracao geral dos estabeleci-
minios de ca idade, lando entrado na posse j
das ,':-,.,s abaixo declaradas, pertonc-Mites
outr'ora ao hospital do l'araizo, manda la-I
zer publico aos respectivos inquiliuos, que'
no da .: 1 10 correte, pelas 4 llorase l|2 da
larde, na *ala de suas sesses, no largo do;
l'araizo, deverao comparecer munidos dos
seus recibos, alim de se verificar ale quando 1
esUo pa^as as respectivas rendas.
Freguezia de Sanio Antonio.
Ra da Cadeia, casas terreas ns 6, 8 e 10,1
e sobrado n. 12 ; ra da> Cruzes, casa ter-
rea 11. 4; ra de S. Francisco, casas terreas
ns. 5 e 3 ; ra da Roda, Casas terreas ni 1,
22 e 29 ; ra .Nova, sobrado n 32; ruado
Uueimado, sobrados ns 31 t 36 ra de llur-
IS n. 30; ra Direita, casa terrea n. 15;
1 ra de Sania Rila, casas terreas ns. 76 e 92 ;
ra do Padre Flunauu, casa terrea n. 39.
Freguezia da Boa-Vista.
Ra do Aragiio, casa terrea 11. 8 ; ra da
Alegra, casa terrea n. 46; ra Yelha, casas
terreas ns 42 e 73.
Administradlo geral dos estabelecimentos
de caridade 14 de abril de 1857t escrivau,
Antonio Jos Comes do Correio
Deseja-se saber ai.nio existe Joaquina
de tal, tintureira, que moiava na ra Direi-
la, para entregar um vestido tiranco de seda
lavra.la, que o abaixo assignado dura para
ungir.-c. F. Haitins Ribeiru.
- Saca-se sobre o l'oito qualquer quan-
tia visla ou a prazo, pelo prximo paquete
inglez Avon : no escriplorio da ra do ira-
piche n. 40.
U padre a os Letle
j1. rtigueira, achando-se
eticarreg-ado ;ors. mano
Antoiiiti Leitr; Hita Ot-
queira, par* aiimiiiistrar
toios os seus bens e -arre-
c.tiar seus reiidiineii os,
i'oofortut: a piucura^SLu
bastante que lie ejiferiu
eio 15 do corrate mes, pe-
a presente avisa a quem
interessar possa, des;, oo
currencia, rogando ao Sr
^alusliauu onusto i'i
menta de Souza Peres, ex-
administrador e procura-
dor do dito .seu mino, apreseiitar^liie a c>m n
receita despeza, po Iiensdu dito sen in no; na
intelti^encia, t(ne lie sije
eaidiaiite seroosaluguels
das casas receidos pelo
mesmo padre .eite. e-
cife 15 de abni de iHo7.
para
- : paaa-M W?
Jf aera iRradando, na ine.ma luja amola-n a
... piile-elolaa qi.ahila.le de ferraiiitul,! ..; curie. ,'j
. > .- ...-.o yj.j ... .: .. ,..,..;;..;
Osecrcltrioda irmaodadede N S. do
TerQo, convida a seus carissimos irmSos,
pura apiesentarein-se ce. sua igrrja domin-
go 19 do corrente, pelas 7 lloras la manhSa,
para ancorpnra los Rcorapanhar a procissao
do senlior -los Enfermos, ua Ireguezia de S.
Jos do Recife.
la^toffiSi:"
convida a seus ir
que
vai a Eu-
na ra da Madre de lieos n 34, loja.
Perdeu-se011 fui fuilado do sitio do]
Sr. Martinsde Lernos, na Remlica, Passagein
da Magdalena, 01a oceupado pelo Sr. Eduar-
do Ituioii, um cavallo rur^o com a marca P
na peina direita, e 0 na perna esquerda :
le S Jos do Reare,
ios, pan comparecerem
gar urna pulceira, e scndo-llic
apresentada una igual a que su perdeu, dis-
IseS. S que. nSo conleria com a que foi
adiada.
Manoel da ^ilva Augueira
ropa.
- No escriplorio do engenheiro em che-
fe da estrada de ferro, precisa-se de 11:11 cai
xeiro de escripia,brasileiro, c que escreva e
traduza o alingua u:g!eza;e dous engenheiros
quoescrevam e traduzam o inglez, e que le-
llham pratica de levantar plantas e tirar mve-
lamentos. Assim romo daqni a alguna me/es
precisa-so de varios empregados, como cai-
xeiros, etc., quepossam receber ou darom
ordeus rm inglez.
-- l're isa-so alugar um preto possante,
embora seja lo uto, para trabalhar mensal-
mente ncsia tynographia, dando-e o sus-
tento : na livraria ns. 6e8 da praca da In-
dependencia.
prociss.10 1
uesa^pareceu alguns dias passadus, e quem c, esia teiz, 7 .. '" """P?'
trouxer o mesmo no sitio mencionado rece- | sa1 i"","1" "a 'nat"Z
bcia boa gratifleacao AIU01""' d,( a l:'-' as cruzes: por-.
Arren.a-se ,. on^ ,.,u..,... .. l.!"^f.PS?!,"!! T' ,IV,!r **. V*" !
Arreiida-se o engenbo Cajabussu', si-
ta na freguezia da vil 11 uo Cabo : a tratar
em Olinla coui o padre Fr. Galdino de Santa
Igaez Aflujo, no mosteirodeS. Bento.
Aluga-se una casa na Hassagem da
Magdalena, antes de cliegar a punte grande,
com solilo e muitos commpdos para grande
familia : os pretendenles dirijam-se ao Tra-
piche .Novo 11. 16.
Precisa-se le oulciaes e costeiras de
alfatate para lodd a obra: na ra Nova
11. 52.
Cals Jnior i. lira-se para Franca.
Foi entregue no sobrado desta lypo-
I graplna um par de botas ioeliieiras nem
-r Precisa-se do costure.ra para obras dlas m.udou ou for donodellas aueira man
aira.ate : na ra Nova n. 49. | dar busca-las, d-ndo os signaes?
na igreja mat'iz, domingo 19 pelas 7 horas
da manbila, alim de acorapanhar a
dos enfermos de sua freguezia.
Perdeu-se na madrugada ludia 12 do
corrente mez, urna pule-ira de armacSo,
"z
restituir, dirija-se a ra do Cabuga n. 6, que I
sera recompensada.
Achou-se honlem na ra da Ordem
Terceira de S. Francisco desta eidade, urna
llor de ouro esmaltada, cora dianieule no
centro: a quem perlencer, procure ao ca-
pitao Honorato Joseph de Oliveira I'igueire-
do, no Poco da Panella, que dando os sig-
naos certos, se Ihe entregara. Km poder da
mesma pessoa cima, anda existe ora a-
nej de 011ra que Coi achado cm urna das ban-
dearas da povoar.ao do Poco da Panella, con-
forme a foi anuunciado pelo jornal, nos pri-
meirosdins de fevereiro do coi rente auno,
0 qual ainda nao foi reclamado : a .-;iietn per-
lencer, pode-o ir receber na mesma casa.
Precisa-se do um bom forneiro: na
ra de delraz da matriz da Boa-Vista, nada-
ra.
Antonio ile S Lopes Fernaudes, vai
a Portugal tratar de sua saude.
Joaquim Lilas Fernandas, vai a Europa.
I'recisa-se de um moco que escreva
bem. para um escuplorio de adrogacia, dis-
tante desta cidade seis leguas, na praia do
Caldereiro : a fallar cora n Sr. Francisco de
Paula l.eobino do Reg.
I'recisa-se alugar um preto de meia
idade, que entenda de trataraenlo de caval-
los, eservico de casa-. em Santo Amaro ao
pe da fundicao, taberna de Jos Jacintho do
Carvalho.
COMPANHIi VIGILANTE.
Os senhores accionislas silo convidados
para reumao exlraordiaria di assembla ge-
ral, alim de se Halar do disposto nos aris.
5.- e 6.- dos estatutus : sabbado ls do tor-
rente, ao nieio da, na sala das sessoes da
me>ma companhia, ra do Trapiche u. 14
segundo andar.
I'recisa-se de urna criada ou criado que
saiba OOZinhar para uina casa de ..ouca fami-
lia : a tratar no Hospicio casa uo Ur. .Meudes
da Cunha, junio ao quaricl.
P&de-se a todas
as pessoas
que liverem capas da irman >ade do Senlior
Bom Jess dos Passos, em seu poJer, assim
corao.nrandoes, o favor de mandar entregar
ao lliesourciro na ra da Cadeia do Recife
loja n. 13 Jos Francisco da Silva Teixeira
e Mello, thesoureiro.
I'recisa-se do urna preta de meia ida-
de para razer o servico diario de urna casa
estrangH,ra : ^ rua >0T;l .,.,
HuaiVovan. 2
Acaua Ue receber relogios de todas as qua-
liaade.-, lamhem oculos para todas as vis-
tas, pur prefo muito era cunta.
Jos lnas da Costa Cardial, faz sciente
ao publico que o Sr. I.eovino soriano da Sil-
va, nao tem mais gerencia alguma na taber-
na do aunuiuianle, desde o dia 13 do cor-
rele.
Retratos
O
Insigne actor Joao Caetano dos Santos.
Veudem-se as lojas dos Srs. Jos cardse
Ayres, na rua da Cadeia do R cite, c Sr. Josc
Nogueira de Souza rua do Crespo n i pr-
ximos ponte, B25O0, 02-U00, confouieo
modelo o papel que he excelleute.
Precisa-sede urna ama para iodo o -01-
vi?ode uina caaa de familia : na rua Nova
sobrado n. 23, segundo andar.
Precisa-se de uma ama para o servico
de 11 1, 1 rasa de pouca familia : quera pre-
ten Jer, duija-se a rua da Praia de Sania Bi-
ll, segundo anda' n 25.
ANMNCKI.
Mr. I'ummateau, lendu derrlirar-ae para Franca,
! avisa ao re-iieil^vel nublicu que en.leu lu.la 'as
cus erraini.U., machinas e mis p-rl.'iice* len-
lenlejioseu oOiclo, au Sr. Uanoel Parim l.op.-s
Ki.ieiro, cunrroiile a malri/ di Boa-Vifla n. S, >
qual se ach com todas as babililicfiei para coull-
nuar no. misl-r* ne sua prlis,A. c....... mam :
anolacoea, bmpar e MOecrU espinaarilai, espa-
das, lacas IsiU a quahdade de ciinceilos: al pes-
soa que de seu pieslimo se qui erem ulihlar, pu-
dem diriRir-ie a casi cima, que lerio lervida
cora o tnaior tela e prompiuiau punivil.
Lotera d pro-
vincia.
o Sr. thesoureiro manda lazer publico
que se acham venda na thesouraria das
loteras, rua da Aurora n. 26, primeiro an-
dar, bilbetss, meios e quarlos da tereeira
parte da sexla lotera do Cvuinasio, cujas
rodas andara no dia 25 do correte mez'.
O Sr. thesoureiro manda declarar que ex-
istem bilhetes, meiose quarlos -cima, c que
essas ultimas loteras lera sido tuui leli/.es.
Thesouraria das loteras 15 de abril de
1857,0 e.-erivn.
Jos anuario Alves da Maia
--- Traspassa-se ar chaves da melbor luja
do Passcio Publico n. 9, por estar muiloa-
freguezada, propria para qualquer princi-
piante com fazendasou sem ellas: a Fallar
na n.e- ..
I'recisa-se alugar urna ama forra ou
captiva : na rua de Moras n. 10.
Modas fraace-
zas.
Na loja n. 1, aterro da boa-Vista, de ma-
dame Ruessard Millocheau, recebeu-se pelos
ltimos navios um lindo scohimento de
mudas: chpense eafeites para senhora,
capellas de llores e guainicdes; para vesti-
dos, vestidos bordados para bailes, dilosde
blond bordados par- casamento, ricas man-
tas para noivas, capellas o caix .s de llores
de larangeiras para entallaros vestidos, col-
lariohos e mangas de bico verdadeiro, ditos
de cambala e hl, lencos de retroz lisos e
bordados de matiz, veos pelos, brancos,
azul e verdes para chapeos, I ndos chales
de luco preto, lencos de caaibraia de liuho
bordados, tiras de casas e de cambraia bor-
dadas, enlsemeio de dito, botoes para casa-
reis, espartilhos, trancas e franjas para ves-
tidos, bicoa de linho, toucados de 13a, ga-
loes, lilas, filos e caoibraias linas, tarlata-
n s e n.ais fazendas muito em couta, as
quaes pelo bom gosto o baratczi agradaran
as freguesas.
Aluga-se uma casa terrea de pedra e
cal. com 2 quartos, 2 salas, co/.iiiha lina e
copiar, cacimba e baubo no fun lo, no lugar
da liaixa Verde da Capuuga : quera quizer
alugar, procure no mesmo lugar, ou ua rua
Nova 11. 43, loja de selleiro.
Ur. Augusto Coneiro MonUiro da Silva San-
tos, para prevenir qualquer duvida fela |oroulrem
em >eu nomr. ou com rohnca de sua> receilas, fai
cenle que nao loma a responsabilidad* bW dehuo,
posterior a esta data, que nao for |Ottincado por
documenios por elle assisnado por e\luso. VI111I
ti de 1857.
preeisa-se
deuma ama para o servirjo de uma familia
pequea : na rua do Pilar n. 12.
AVISO
o; vice-conulado sardo faz scieole, que de ora
em diante eligir o sesuinle porle pela* carias en-
viadas por meio dos vapores da Companhia Transa-
llanKca.
Pasar se-ha 5011 rcis por carta de 7 ', gramnias;
a que exceder dobrado, e assim por dianla :
l'ara llrspanlis. .\
I 1-1.._: .| ..(,,.
lidlirallar. .,lorle """salono.
K. da Praia.)
A^eneia de pas-
saporte e blha rerrkba
RLA lA PRAIA N. 4.1, l. AMlAK.
Claudino do Reg Lima, despachante prla
reparticSo da polica, lira passaportes |..., .
den'ro e fura do imperio, e folha corrida,
por commodo prec,o e presteza.
J'ara os iioinens
j'ie tiverem bom puM.
Vendem-se muito bons mttm in
pa. a v.agem, por l..,em todas .1. arr.nios M
ccsaarios para barba, p..| \lartU, ,,,.
I, 3, 4*. 5a e SgOOO rada um, {Zim
muito bas ui casquinha e ac para correas
a I-e icOO, caixas redonda., qe laflae
paia rape, pelo baratissiino pre^o qe S5t4.11
ditas de bfalo, fazenaa muilo superior i>
, laSMI e 3/, ditas muito linas de massa a |
ricas charuteids e muilo linas a j e 35500'
ponleiras para charutos de inarliin c de uni-
coine a 5uo e 600 rs., carleiras muito rica
de mogno, profanas para viagein a 89, lo> c
l-c, ditas sem ser de madeua para M, Sj c
6#Ooo, cintuies de borracha al;cl9iO0
grvalas pelas c de cores, hienda muil
Ma a 19900, riquissiuios caivetes de pu-
uhal cun cabo ue madreperla a 5t, pinceis
luglezespara barba a la, gnalas de Cor,s
cun copos, pro,.rias para lavalorios, uelo
baralissiino preSo de la, galheleiras co ni lo-
dos ns vidros necessaiios e colber, pe o ba-
late preeo de 2C, traiicelius prelos rolico
Chalos ue borradla, paia reiogios io'
; 320, 400 e 50o rs., obre.us de col!, conlend
1 lodus os das da semana, cada catataba a 41111
rs., ditas lisas a 160, escovas para dentn
I nuilj linas a 160, 210, 4..0 e 51W rs e dalM
e cabo de inaiiim que Umbeiu 'e vende
! barato, ditas de cabo de osso para unhas a
320, 500 rs., 690 e I?, .1.1a* de e.h de bu-
1 ralue de raarum, que se vende birato, ditas
1 muilo boas para cabello a 640, 1/5O0 Je
I ditas para lato a 15280, irOO e aliadores
inglezes para uavaihas a ls, uavalbas mui-
lissimu finas para barba a c cada uma, ri-
I cas bengalas de caima e bamb', pelo bara-
to prcSo d.r 9, 3: e 4*000, d.las de junco .
' JOU rs., 15, isutitl c 1:500, ca.xinhascom 30
pedras de osso,torneadas e muilo bem feitas
brancas e encarnadas, proprias ,ara jocos
de damas ougainao, pelo baialissimo preco
de 23, 2/500 e 3?, jogus de domino cm cai-
xiuhasa tfim, 15500 e 25, diversidade de
objeclus de cbardo inarcheiadosde madrepc-
roia de cores, consisliudo em jugos de da-
mas, pastas para guardar ppate, caixas para
juias, unas para vollarele, ditas para papis,
carieiraa para leahoraa, e outros mais c>'.,-
jeclos, ludo de muilissimo gusto, e que nio
se vende caro.lixas de Osso e. de madreperola
para vollarele, e outias muitissimas cousas,
ludo de muilo gosto e por pieqo barato cu-
mu tudos sabem : ua rua do uueimado, na
bem conhecida loja de miudezas da boi fa-
ma n 33.
l'ara Inglaterra.
a Aliemanlia
tranca. .
" llalla'. .
lie farollalivonpaiiamenlo (l'af-
in-'t.l aqu, ao iue?mo
.1 lie farulln
. f francliis .1 pone
Gutilai
*ia.
l'oi Iraaifartda a ollicina de entilara de Mr.
Pnmmaleau, para a rasa de Osear Dellibaaai, no
aterro da lloa-Vi-ta n. 52, onde continala a 1ra-
lialhar no seu hbil uflicio : pode le procurado to-
dmjos dias.
J\a loja da boa f
vende-se tao barato que
admira
Ricos pannos para mesa pelo dimi-
nuto prego de
Bnmjbranco trancado de puro li-
nho, vara
Dito pardo liso de puro linho, vara
Canga amarella francesa, muito fi-
na, covado
Fil d'- linho liso muito fino, vara
fiilo dito c un flores, dito, vara
Cambraias liancezas de lindus pa-
droes, covado
Chiias francesas muito linas, de pa-
drees novos, covado
Camisas de riscado muilo bem fei-
tas e muilo bonitas
Paulos prelos muito bom feilos
Camisas de meia mullo linas
lucos lencos de lilel com palma
b >rd.ida a matiz
Ditos ditos de cambraia muito fina
com bico de linho
Luvas de seda de lindas cores, com
ricas bullas, o par
Hilas de dita de lindas cores, bor-
dadas e eufeiladas
Ditas prelas de torca I
Chales lisos de merino, de lindas
cores
Gravatinhas de cassa, de padres
muilo bonitos
Lencos blancos de cambraia
Ditos dilos de ditajeom barra de cr
Ditos do linho propn'os para rap
e assim outras multas lazendas que vendem-
se pur menos que era qualquer outra parte
na rua do Queimado, nos qualro cantos n.
22, na luja da boa Te.
m
m
Botica
3:000
15440
(.40
320
80
15280
3-'(
32o
1S500
4-000
1/000
5G00
15200
1*280
2/000
1-tlO
45500
240
240
:>4o
400

' -
< Ay*,,.......- '' ex-
_7'.i4> : _<" ..,..
Corande sorti-
nieiil i de ia/eiidas pni.is
[>roprias para ;. jhh-
ri-sma
CC HIT
Kicas manas de blond prelas e brancas.
lais de ludio a
liroadenaple prelo liviado, covado. .
Dito dilo liso m.ut. largo, covado.
Dito cor de rosa mullo eornrpadn ,
Sarja praia li-spanhola riiuilo encorpado,
covado............
Selim prelo macao superior, covado ,
Panno fino preto e de cores, covado de .1;
r. a..........."
Corles de casemira de core eoro barra ao
lado e de quadrinlioi, corte .....
Corle de cuteles de vellodo pralo e Se
cores.........#
Corles decoileles de garguro de seda de
vatios paSrSet a........
Mias cruas aupetiores pura mentos .
Lencos de.selim e de ^orsurao prrlos.finos.
liravalas de seda prelas e de cora .
Chales de merino hordado a velluda. .
linos de dilo bordados a seda.....
Ditos de iiil com It-ita de seda .
Dilos da dilo com barra malisada, liuo?. .
Hilos de dilo li.os.........
Hilos de dilo com franjas da laa .
Dilo* de Ha adamascado, prelos e de c.Wea.
Lencos para milo.de csmbr.ia de linho.lKM
Pablos de alpaca prela lina e de cor. .
liond.ilas de alpaca prela e de ccr. .
Popelina de seda de cores, mali.adas, co-
vado.............
OiA' de seda de core, com tiuadro*, co-
m o ............
Las de qua.lros pequeos e crandes, co-
vado .........
Ua eseia, bonitos padrues, covado. .
Iticos corles de laa de ramegein malisada
com 15 r ....... ,
Motrilana de seda de cores com vara de
largara, cavada.........
Lisuliua de sc.la com listras malisalas, co-
> i :...........
Sodas oe qua.lros de nov.is palto", covado!
Chapeas d Mam, IrasMana upailnw. .
Duquesa .1 seda con: rainaiem, covsdn. .
Hasaalina ile cores mu lindas, cuvado. .
Chiles Iraaceai Baas.....
Canil fraticez'S de rres fivas. v..ra .
tm frenie do becco da Ceaanaadk*, a
loja n. 'o.
2-ill
2-IUtl
i*Wll
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secunda
vaLhomeopatiikaa
EM PERMAMBICO '' ~
lio I)K. '.' I
SABINO OLEGARIO L. IMMIO.
lina de Santo-Amaro (lini- -..':
do-.\ovo, n. ."'
-Nesle c-laiielecimento exislerr. os medica- i-
-.-
le, preparados cun a maior vigilancia pe
propnelario.
i.r a&iatea mediramenlos preparados no Kio A
,.!- de Janeiro, que se vendein pur preros bal- '*~
W xos, mas nao se ijaraiile sua clliacia'. Si?
-..; -V ct|iertencia lem damouslrado que os u,
... i.....11. ..un.....- aqu preparados produzem *"
V ni'llior elf-ito, ca uas provincias do tiorle, '.'l
; ;. do que os que os que vem de lora.
Ol precos sau livr.s, sendo ma
serem melbcre<, os preparados
buco..
THESOURO IIO.MEOPATIIICO A
ii."
Vade-Jfecum
DO
HOMBO.'ATHA
PELO Dlt.
-i SABINO Ol.l.i.Alili) L. I'IM.O.
.-. Esta preciosa obra contina a vender-aa
na botica central, a I09UOO an brechara a
& 11.SIIIO enraderiiada.
iVoeonsultorids
!IOMEOPiT,.llO
1)0 1)01 I.II CASANOVA.
'2H. Rua das Cruzes. JH. _>
S Tem srmpre os mais Hf Stlssa medica- W
ni.nlt.s cm tiuluras em clobulos bas- {1
W lanle em cotila, porm vendem-se srmpre ''
mais caros pof s-ioii muilo asm spenme* (%
metilos maisadequadosansclimsrdo ior- "S ""* que sao preparados no Kio de Janeiro, e SJ
lo "*' 5 'l"eae ven.lem nesla praca : quem do\i lar <%
' v-js < evperimenle ons e outros, c licara cu- Jt
vencido do que avancami.

-.
C. STAIIR & C.
respetosamente anuuii. un. que no seu ex
tenso estabelecimento, etn Santo Amaro!
conliuu'a a fabricar com a maior perfcu-tri
osearos, por e proniplido, toda qualulade de raachini,-
m Pernam- nl0 uso ,,e agricullura? ^^.,
manufactura, a que para maior -risisTu ta
seos numerosos reguc/cs e do publico cm
geral, lem .berto esa um dos grandes arma-
zens do Sr. MesquiU, na rua do Brasa, alraz
do.arsenal oe in.ii ;u|ia, un
:.:
:.:-
::
deposito ne machinas,
.;;;. construidas no dito seu estahclecimento
^ All acharfio os compradores ura completo
.-.. sortimento de moenflas de ranna, rom ti:,s
>^,os mi-ilioraiuentos alguna inHao i.l(l|> ,.
.,..-..-..:"" .- ..... .-..:'-'; ""?!'i,es aeoPwiMHadeawl4e-
-.r...... -.---------.-...- .. .-...-.. ...-...--;-... o lera mostrado a necesaidade Machinas
Ar(jt/S f (en-O vapor de naiMealU prwsBo, tachas de
Na fundiese de c. Slarr & Companhia, en, "un.sTto *ZH?. '"T 'T"'"'
santo Amaro, acham-sc para ven ier arados de asnear n,el, n,?, ^"'"''.zir l.trmas
S":"mudcno c Mr^ n,u,, onr ^ -5" WJtS
HOVAI. IIOTEL'LONDOS ^d. SraccTo "tFJ*"0 V"'^-
26 newbrid-' sleet laeltriare constructjao, fund. para alambiques,
yonVieur N t ,b k.-vs. t f ."V<.e f?rtM |,a,a *". "" .nlin,
dinlonn" Incssleur le "vo ,e ,r^ Z > '"f" ^ T onfadonUo
ent de lenreiiilre I Iml.d lt\-i U',M ""melar .No mesmo deposito ligia urna
enu av"! U; "i SU^gndJnu.^ Sff^'22!?"1" *.....** "'* "-"
par son ire mr f ,t K..v .? \ S ,'"Co""!<,n "as, etc.. etc., que ns
Z dVire' ent'rment meub. ce Le SoTiSttSS Ti^ '""" ^'^
veau iiriinrieliiresVIVni,.JiI i s l,ici"as "acl.mismo, e pericia de
tm.^,:^
prix, de mriler la confiance de messieur
'"joyageurs. .Londres, le ler. ianvnel
lo 57
>e coi
airfr
Citar com a maidV presteza e pcrleicao, c
exacta conformidado cora os modellos ou
desenbos, e iosirucQoes que Ibe forera lor-
nocidaa,

MOTltSDlT
ILE6IVEL


DIARIO DE PERNAMBUO, SABBADO is DE ARKIL DE 1857.
| 1-EDRAS PRECIOSAS. *
[ Aderegni de brilliantos, *
*> diamntese pirlas, pul- -
\eiras, allinetes, briaeo ?;
J e rozelas.boleseanneis *
de differenles sustos e de 9
* diversas pedras de valor, i
&>

.?
I
un

. i
OROEi'il.VI \-
*
fe
?
?
4)
Compram, vendem ou
2 Irocam prala, ouro, bri-
!lhanles,diamanlese pero-
las, e oulras quaesquer
X joias de valor, a dinheiro
uu por obras.
Ra do Gabuga' n. 7.
iecehem por to-
dos os vapores la Bu-
ropa -is obras do tois
moderno ^osto, 'un-
to de Franca col-.o
S Aderecos cmplelos de t
ti ouro, meiosdilos. pulcei-
^ ras, allincles, brincos e
t, rnzetas, cordoes,trance- ,
lina, medalhas,correles *
* e enleiles para reloio, c *
3 outrosmuitosobjeclosde o
>, ouro. .?
| Apparelhos complclos, :
J. de prala, para cii, bao- g
.j.; dejas, salva, caslicaes, |
S eolheres de sopa edech, $
J e muilns oulros objectos gj
de prala.
de Lisboa, asquaes se veiulem por
prev'o commodo como costumam.
CONSULTORIO HM^OP&THICO
uo
Compra-se
um diccionario hespanbol-portugucz, com
algum uso : na livrana da praga da Inde-
pendencia ns. t> e 8.
Compra-se um torrador de torrar ca-
fo, em bom estado : na ra do Rangel n. 13,
Compra-se unta esclava moga, que
cosa bem, eugomme e coz i n he : a tratar na
ra do Trapiche u. IV, primeiro andar.
Compra-se urna casa Ierra com com-
modos para lamilla, as fieguezias de Sanio!
Antonio, s. Jos e Boa-Vista : Irata-se na
ra Augusta n. 17.
-- Compram-seefTectivamente na ruadas
Flores n. 37, primeiro andar, plices da di-
vida puhlica e da divida provincial, assim
como aeges das diversas companliias auto-
risadas pelo governo.
Compram-se 2 c.cravos do 14 a 16 an"
nos: a tratar no escriptono de Jos Joa*
quim Diaa Fernandos, ra da Cadeia do Ite-
cife.
Compra-se urna casa que nfio exceda
de 125 do aluguel, e prego de um cont na
ra da linda u. 4.
Compra-se urna cabra costumada a
criar menino : na ra de S. Francisco, so-
brado n. 8, e na livraria 11. t c 8 da praca da
Independencia.
Onde se acham sempre os mais acreditados medicamentos, tanto em tinturas como
cm glbulos, e preparados com o maior escrpulo e por pregos bastante commodos :
HINCOS FIXOS.
Botica de!2 tubos grandes. 10/000
Dita de -24 o 150000
Dita de 36 i> u 205000
Dita de 48 d ... 253000
Dita de 60 ... 3O3OOO
Tubos avulsos a....... 1^000
Frascos de linturrademeia onca. 99000
Mauual de medicina bomeopatbica de Dr. Jahr com o dic-
cionario dos termos de medicina......... 203000
Medicina domestica do Dr. lienry......... 10000
Trata ment do cholera morbus.......... 2/000
Repertorio do Dr. Mello Monea......... 6I000
Atencao
I!. C. Yates & Compaohia: estabelecidos
no Rio de Janeiro, na ra do Hospicio n. 40,
vendo um annuncio publicado em urna das
fallas dePernambuco pelo Sr. Bartholomeo
F. de Souza, prevenindo ao publico que o
verdadeiro sarope do bosque s elle he
quem vende,prevenimos ao mesmo publico,
que o nusso xarope he rcmeltido do Rio de
Jrneiro pelos cima proprielaris ao Sr.
Manoel Alves Guerra, e este senhor fez o de-
posito para ser vendido na pharmacia do Sr.
Jos da Cruz Santos, na ra Nova n. 33, ni-
cos por nos autorisados para venderem o
nosso verdadeiro, e mais prevenimos aos
senhores consumidores, que ha perlo de 5
anuos os rotlos collados as garrafas s3o
assigaados por lienry Prlns, como procura-
dores dos cima propietarios. Rio de Janei-
ro 13 de Janeiro de 1857.
Bartholomeo Francisco de Souza, leu
do o annuncio dos Srs. R. C. Yates & Com-
panhia 110 Diario n. 17, em que diz ser s-
mente verdadeiro o xarope de bosque que
se vende nesla cidade na pharmacia do Sr.
Jos da Cruz Santos, onde fez deposito o
Sr. Manoel Alves Guerra, que recebeu delles
proprietarios, declara ao publico, que nao
duvula seja falso o xarope de bosque que
tambern vende cm sua botica, mas assevera
que elle he comprado aos mesmos Srs. R.
C. Yates & Companhia, do Itio de Janeiro,
como provam os documentos abaixo :
KIO DE JANEIRO 8 DE AGOSTO DE 1836,
O Sr. Bartholomeo Francisco de Souza
comprou a R. C. Yates & Companhia '
4 duzias de garrafas com sarope
do bosque a 54300o......... 2165000
6 duzias de f|3 garrafas com sa-
rope do bosque a 273000......I62.3OOO
9
- He chegado loja do l.ecomte, no aterro
da Roa-Vista n. 70, o escolente leile virgi-
nal de rosa branca, para refrescara pelle, ti-
rar pannos, sardas e espiabas, igualmente o
afamado oleo babosa para limpar e fazor
ccsccr os cabellos, assim como po impar-
cial de lino de Florenoa para brotoejas e as-
peridades da pello, conserva a frescura e o
avelluda lo da primavera da vida.
Alt 1 i cao.
Scientilica se a quem convier, que a revi-
sao de pesos, medidas e balanzas, principia
do 1. do corrente a lindar no ultimo de ju-
nho : na casa da aferic&o, no pateo do Ter-
co n. 16.,
DENTISTA FRANCEZ. |
Paulo Gaignuux dentista, ra Nova 11. 41 : ***
na mesma casa Km ;i:m e pos dent r dice. ".;';
Refinaria de
eo & Barreto, no S|oit-
teiro.
No deposito desta refinaria, na'rua da Ca-
deia do Recife n. 30, ha sempre assucar re-
finado de superior qualidade, tanto em p
como em torroes e em pues, por precio mais
commodo de que em outra qualquer parle.
Domingos Alves Jla-
jjhus saccasobre o Porto
lis. 378*000
Recebi o importe cima, do Sr. Antonio
Joaquim Vieira de Carvalho. Rio de Janeiro
8 de agosto de 1856. Por R. G. Yates A
CompanhiaJos Paulino Baptista.
Reconhego verdadeiro o signal supra. Re-
cite 8 de agosto de 1836.
Em f de verdade.
Manoel Hilario Pires Ferro.
RIO DE JANEIRO 18 DE FEVERKIKO DE
1.837.
Os Srs. Constantino Gomes de Faria & l'er-
reira compraram a R. C. Yates & Compan-
hia :
4 duzias de garrafas com sarope
do bosque a 543000.........216/000
6 duzias de 1[2 garrafas com sa-
rope do bosque a -273000......162/000
-. jSSt
Rs. 3783000181
Afetbodo faciliuio.
Na livraria da praca da Independencia n.
6e8, vende-se o methodo facilimo para
aprender a ler, novamente impresso e aug-
mentado, por mil reis.
Vende-se um sitio com cbSos propri-
os, entre as duas pontos da Magdalena, de-
fronte do Sr. Ignacio Firmo Xavier, o qual
tem do frente 120 palmos murados, com 2
portoes, e de fundo 330 palmos, at a cam-
boa, lera duas moradas de casas, sendo urna
por acabar, algmas arvores de f'Uclo, e vi-
veiro : a fallar com Bernardiuo Francisco de
Azevedo Campos, na ra das Trineheiras
n. 50.
Vciidcm-se na ra Diroita n. i3 velas
de carnauba de 6, 8, 10 e 13 em libra, por
monos preco que em ouira qualquer parle,
assim como tambern cafo mmdo liquido, su-
prasumo a 28 a libra, para bem servir os
freguezes.
Vendem-se sardinhas em quartos de
latas, champagne em gigos de 12 garrafas e
24 meias ditas, cognac e-n caixinhas e bar-
ricas, azeito doce lino em caixinlia, tu lo do
superior qu-lidade e recenttmente chega-
do : na ra d.i Trapiche 11. 11.
Vende-se um mulalinho de 10 annos,
muito lindo e esperto : na ra Bella n. 24.
Velludo rico paia forrar carros, com
todos os pertcnces, vende-se na ra da Cruz
n. 10.
Em casa de lienry Bruno & Compa-
nhia, ra da Cruz n. 10, vendem-se pianos
chegados no ultimo navio, quadros com
moldura, cemento romano, cognac em cai-
xas de urna duzia, velas de composiQ3o,
conservas e:n latas.
Vende-se manteiga ingleza muito boa
a 800 rs. e a 720 a libra, toucinho de Santos
a 280, carnes e orelhas do mesmo toucinho
a 120, caises de doce de banana a 500 rs ,
dito de goiaba a 800 rs e a 19000: na ra
das Cruzes'li. 20.
P ABA APSB-
GIAR 0 THEATRO
Vende-se por 503000 um rico binomio pa-
ra theatro: na praca da Independencia
n.24.
CEBLAS.
Jdesembarcaram as rebolas de Lisboa, e
vendem-se no armazem de Barros & Silva.
Vende-se carne secca de Buenos-Ay-
res a 4}00<>t de Montevideo a 43500 cada ar-
roba, boa : na ra da Praia n 4.
Vende-se urna estante envidr-ijada e
umacommoda, ludo de amarello cem bom
estado, urna lileira nova e minio boa: na ra
imperial n. 63.
-;;fi 9 -*;, *
$) l'nlitos frailee/.es. 9
f \ endoro-'e palitos e wbreeMaMi de pan- S
'$ 00 fino prclo e de cores, com sola de vellu- ;-
3 do, de 223 a 28>0OO ; eancM frnce/as for- j
rads de seda, a 283 ; palitos e sobrecasacas
i de lpca,;de 73 a 105 ; dilos de linho a 33 ; >J)
9 calen de caemira prela e de cores a l(>3 ^f
1S I23OOO ; cohetes de fuslao a 23300 ; ditos de
f| selun preto e de cores, de 39 a K3OOO : na ra @
9 Niva, loja n. 4 39
Cavallo.
Vende-se um cavallo
grande e possante, para
cabriolet: na cocheira da
na Na ra Augusta, taberna Jde*Costa &
Si, vendem-se os mais froscaes queijos do
sertiJo, a pre<;o de 640 reis a libra, o sendo
intoiros a 600.
Para senhorase
* meninas.
A loja da ra Nova n. 4, recebeu pelo ulti-
mo navio franCOZ, ricos chapos para senho-
ras e meninas, e os mais modernos touca-
dos, e vende por commodo prego.
Mussulinas pa-
ft&m oe lu
a... para padres.
Vendem-se' superiores fmeias pretas de
laia, polo barato preco de 1#si)0 o par, dilas
dealgodfio do superior qualidade a 600 rs. :
na ra do Queimado, na bem conhecida loja
de niiiiilo/as da boa lama n 33.
- Vendem-se diversos objectos proprioa
do una escola, bem como bancos, classes,
etc., tildo muito bom e muito barato : no
boceo Largo n. 1 A, se dir quem vende.
Leques muito li-
nos.
Vendem-se leques muito linos, com plu-
mas, espelhos e bolotaa, pelo baratissimo
preco do 23 e 33500, ditos som plumas muito
boa fazenda a 1-280 na ra do yueimado,
na bem conhecida loja de miudezasda boa
fama n. 33.
Peixe,
Vende-so na ra Direita n. 27, peixe cher-
110 a 140 rs. a libra, queijos mullo iiovos
chamado londrino a 480 a libra, ditos a 440,
ditos muito novosa >#, dilos a 1370", lavas
viudas da ilha de s. Miguel a 560 a cuia,
caixoosdedoce a 640, ditos a 13, & 011 tros
muitos gneros por commodo prego.
No aterro da Boa-Vista
n. 29,
ve ndem-sc chapelinhas de seda pa'a senho-
ras, chegadas ltimamente de Franca, de
muito bom gosto, enfeilcs de flores para sc-
ii horas, dilos brancos proprios para noivas,
llores franCQZas do todas as qualidades, sipo
de lloros de todas as Cores, lil pretodc sal-
picos, crep de todas as cores, chapeos de
palha de Italia para meninas, de aba larga,
cortes de vestidos de cambraia de seda de
babados e de barra.
A 3800.
Vendem-se palitos prelos de alpaca muito
lina, pelo prego diminuto cima, e mais de
brim de dtffei entes coros a 23500 cada um :
quem quizer ver que pechinca he, venhan
a ra .:o g.ieimado n. 33, loja de miudezas
de Jos 00 Azevedo Maia.
Vende-se urna escrava moga de bonita
figura, minio sadia : a tratar na ra do Quei-
mado n. 30.
Claudio Dubeux
ven le plvora maleza a 139. 1ie 159000 Ir, o
barril de 25 hbras.
Algodo liso si-
cupira, com pequeo to-
que de avaria,
Vende-se na ra do Crespo, loja da esqui-
na que volia para a ra da Cadeia.
Vende-se a escolente armagSo da loja
da ra Direita n. 48, pr(pria para qualquer
tiogocio, por se achjr em muito bom local,
ea casa tor comm.>TK para familia : a tra-
tar na mesma ra n. 56,
- Vende-se urna cima de ferro faldeada
de latao, por diminuto prego : quem pre-
tender, dirija-se a ra do Uueimado n. 69
A, loja de ferragens.
- ''.::-. -.'". .; 5 i", msk >* ?Pb -t>> fl, i"\ -"^ > L<3r&'St&%@ij vi?-.
9
O
Brinquedos pa-
i meninos,
Vendem-se diversidades de objectos de
ago, niuilo delicados e proprios para meni-
nos brincar, por pregos muito baratos: na
ra doUneniado, na bem conhecida loja de
miudezas da boa lama 11 33.
RICAS BONEGAS FiUNCE-
Z4S.
Vcndom-se muito lindas c bom vestidas
nonecas francezss, grandes, pelo baratissi-
mo prego de 23 e 23300, ditas vestidas de
noivas, e cada urna no seu cario a 3^000 e
3330O, prego que nao ha quem doiso de dar:
na ra do ..m-im.-i m. na bem conhecida loja
de miudezas da boa fama n. 33.
VAQUETAS PARA CAKRO.
Vendem-ec era cas* de S. P. .lohnslon eV C, cr-e-
mdag ulliinamenie. mim como bom sellms ioRlna,
lio ile vela, candieiros e caslicdw broiueados, lado
dor presos eommodos.
Relogios.
Na ra da Cadeia do Kecife n. 18, ha relo-
gios de todas as qualidades, tanto de ouro
como de prata, ditos foleados e dourados,
por pregos baratissimos.
Planta da cidade do Ke-
cife
Vende-so a planta da cidade do Recife c
seos arrabaldes, feita pelo sr. Dr. Jos Ma-
mede Alves Ferreira, por dez mil reis: na
livraria n. 6 c 8 da praga da Independencia.
Mappu das distancias da
provincia.
Na livraria n. 6 e 8 da praga da Indepen-
dencia, vende-se o mappa das distancias
das differentes villas da cidade entre si, e
relago a capital da mesma, a mil reis
Vende se um escravo de meia idade,
proprio para o servico de campo, e bom
carreiro, por prego commodo : na ra da
Praia n. 43, primeiro andar
Deposito
de rap princesa da fabri-
ca de ii. Gasse, no Rio
de Janeiro.
Vende-se a prego commodo rap lino,
grosso e tneio grosso, da acreditada fabrica
cima, chegado pelo vapor S. Salvador ; na
ra da Cruz 11. 49.
Vende-se a verdadeira grasa ingleza n.
97, dos afamados fabricantesDay & Mar-
tin, em barricas de 15 duzias de potes:
cm casa de James Crabtree & Companhia,
ra da Cruz n. 42.
da
N. O. Bieber Companhia, ru
Cruz n. 4, vendem :
Lonas da Rumia.
dem inglezas.
BrinzSo.
Rrins da llus-ia.
Vinho de Madeira.
AlgudSopara saceos de asquear
Ai^ooaozinh'i da Baha
para saceos de assucar! vende-se cm casa
de N. O. Bieber <\ Companhia, ra da Cruz
11. 4.
Cocheira,
ia Nova n. 61
*2ff
\ ende-se um carro novo de qualro rodas,
V om cabriolet de duas/rodjs, uros carroca -;
A de qoalro rodas -
Jt ros, molla,,
'' Morof, lanlern., .
i galao, bezerrus, rjunoqoirn. eolheirat en-
veroiudat, escovas para lavar carro, es-
ponja, ramors, eacovas para arreios.- todo
TS porprejo commido.
i*, preparo para renovar car- c'A
eixo, parafuios para rodas, .'.'v
s, velas, vaquetas, panno, *3
m
-:-Q:.y]
-...-
Laa |
vestidos.
Botoes para pa-
ntos, c()!!. Ks e jmnlios
de camisa.
Vendem-se abotoaduras muito finas de
madreperola para rolletes, pelo baratissimo
prego de 500 rs.. ditas muito ricas de todas
j as cores a 320, 400 e 500 rs., d-Us muito fi-
nas de madreperola para califas de rm runos
o honi
punh
Vendem-se corles de 13a para vestido, de
muito bonitos paores, c com 15 covados
cada corto, pelo baratissimo prego de 53000:1 vendem muito b
onsa 500 e 640 rs., lacadores para
ose collarinhos de camisa, de muito
neo Ks! 400 rs.. 800 e 23000, ditos de
cornalina para casacas a 300 rs., e outr.s
tas qualidades de abotoaduras
na ra do Uueimado ii. 22, na bem conheci-
da lujada boa le.
Algodao
monstro,
chincha.
lie
pe-
Vende-se algodao monstro, com 8 palmos
do largura, muito proprio para loalhas c
lencoes, pelo diminuto prego de 600 rs. a
vara : no loja da boa f, ra do Queimado
IECHA1ISI0 FAM 5M?
MHO
NAFU.NDICAO DE FERRO DO ENGE-
NHEIRO DAVID W. BOWMAX. ,>A
RA DO BRL'M, PASSANDO O ollA-
FARIZ.
ha sempre um sraudeformenlo dos seco i n tes ob-
jectos deinechanisraosproprios paraeiikenlios.a sa-
ber : moeudase meias moendas, da mais moderna
conslrorgao ; taixasde ferra fundillo e batido, de
superior qualidade e de lodosos tamaitos ; rodas
dentadas para agua ou auimaes, de todas as propor-
ries ; crivose bocas defornalba e reai.tros de bo-
eiro, aguilhAes, bronzes.parafusos e cavilli6es,rrjo -
nhos de mandioca, ele. ele.
NA MESMA FUNDICA'O.
se execulam todas as encommemlas com a superio-
ndade ja conhecida com a devida presteza ecom-
modidade em prec.o.
l*otassa e cal
virgem.
No antigo c j bem conhecido deposito da
ra da Cadeia do Kecife, escriptono n. 12,
ha para vender muito superior polassa da
Itussia, dita do Rio de Janeiro, e cal virgem
de Lisboa em pedra, todo a pregos muito fa-
voraveis, com os quaes ficaro os compra-
dores satisfeitos.
arato : na ra
-- --- .. i'ii'.uii lia
ao, na bem conhecida loja
boa lama n. 33.
jue! se
do Uueirpa-
de miudezas da
OCI ARDA-I.|VR(iS BRASILEIRO, ou arte
da escripturagao mercantil apropriada ao
commercio do Brasil : vende-se na rna da
Cadeia Velha n. 22. Prego 8/000.
Kelogios de patente
nglczcsdeouro, desabnete edevdro:
vendem-sea |)iecoraz.oavel,em casa de
AugtistoC.de Abren, narua da Cadeia
do Recife, arrnazem n.K6.
vende-se,por prego commodo.superior
vinho do Porto em barris de 8." : na ra do
Trapiche u. 14, escriptono de M. A. Guerra.
Em' casa de Henr. Brunn & Companhia, na
ra da Cruz n.10, vende-secognacem caitinlias de
duzia.
elogios
.;.
..-"
OOOCOO
Nova California
Ra do Queimado n. 6
FA7.ENDS COM PRUUENO TOQUE DE
WAKIA, VENDEI-SE POR TODO PKICO A
DINHEIRO A VISTA PARA ACABAR.
Chitas finas cores lisas, limpas a Dcca
6#ooo, corado a
Ditas ditas, com toque deavaria a pe-
ga a 53000, covado a
Algodiiozuiho liso bom, a pega
Dito dito com toque, a pega
Dito dito trangado muito bom, a pesa
Dito dito trangado com toque
Dito dito com 4 palmos de largura e
30 jardas,a pega
Dito de dito com a mesma largura e
com 30 jardas, a pega
Dito grosso para roupa de escravos e
saceos paia assucar, a vara
Dito dito da mesma qualidade a vara
-- Bacalhao da escova verdadeira,
de fago, vende-se no caes da al
mazeos de Merapliim & Paula
maos dos Srs. Taaso & Santos, a qual'idade
ne sem comparagao o mais superior no mer-
cado, e nunca veio melhor, he proprio para
guardar por /nuito lempo, sendo chegado
ltimamente com 22 dias do viagem semen-
t, o prego deve ser de 163000 por barrica,
mas taz-sedifterenga, levando porges.
cobertos e descobertos, pequeos e grandes,
de ouro patente inglez, para bomem ese-
nhora de um dos melhores fabricantes de
Liverpool, viudos pelo ultimo paquete in-
glez : era casa de Southall Hellor & C., ra
do Torres n. 38.
Pianos.
Em casa de RabeSchmeltau cvCompanhias
ra da Cadeia n. 37, veudem-se elegante,
pianos do afamado fabricante Traumanu de
llamburgo.
XAROPE
1)0
BOSQUE
Koi traoaferido otieposto deste xarope para a bo
tica de Jos da Cruz Santos, narua Novan. 53'
garraTas :>.-:.nn. e nieias.'tdOOO, -endo falsc todo
aquel le que n j< i u r vendido nest e deposito, po
quesefaz opresent* aviso.
Cadrt;smccaldeLis1boaui,i,lament,,cHhe- IMPORTASTE PARA 0PUBLICO.
gana, assim como polassa da Ruasia verda- I pita cuude pliivsica em 'T-*-itnrarJIflir
ucua : na praga doCorpiSanton.lt. Iies^raos, quermolivada por conslipaces, tossr
Tllvis n \ i> BHrvHDA Jjsthma, pleuriz .esrarros d sancue, dorde eos'1
, l.ll.VA* IAI.A tM't>HO. \adosepeito, palpilacao no coracao. coqueluche
y at fnndieao de ferro de D. W. Bowmaniui orooeblle, dorna samanta, e ludas asmolestia
160
140
23000
136D0
2-'360
23000
43000
33000
160
120
marca
andega, ar-
Lopes, as
ra vestid
os.
Os abaixo asignados, com loja de ourives
na ra do Cabug n. 11, confronte ao pateo
da matriz e ra .Nova, fazem publico, que
estio rcrebendo continuadamente as mais
novas obras de ouro, tanto para setihora
como para .homens c meninos : os pregos
conlinuam razoaveis, e passam-se conlas
com rcsponsabilidade, especiiieando a qua-
lidade do ouro de 14 ou 18 quilates, licando
assim sujeitos os mesmos por qualquer du-
vida. -L'r.iiiliim Mniiao.
wmmBmmm* mmmmamfXZde ch,rulos 6aQi'e veude por baral0
R. C. Yates i
\0 PUBLICO.
No armazeru de fazendas baratas, ra do
Collegio n." 2,
vende-se um completo sortimento de fa-
zendas finas grossas, por mais barato
pregos do que em oulra qualquer parte,
lauto em porges como a retalho, affian-
9 gando-se aos compradores um s prego
j| para lodos: este estabelecimanto abrio-se
m de combinagao com a maior parte das ca-
fa sas ommerciaes inglezas, francezas, aille-
^ mSos e suissas, para vender fazendas mais
^ em corita do que se tem vendido, e por isto
| ollerecen; elle maiores vantagens do que
9 ouiro qual(|uer; o proprietario desle im- _
* portante estabelecimento convida todos
os seus patricios, e ac publico em geral, w
para que venham (a bem dos seus inte- 9
resses) comprar fazendas baralas: no ar- JJ
j^ mazem da ra do Collegio n. 2, de An- ^
ionio Luiz dos Santos & Roliam.' %!
Uitlietes de visita-
(iravlin-se e imprimeiii-se com perfeigan liilhcles
de visila, lellras de commercio e lodoso- ohjeclos do
arte caligrapluca, recillros, vinlielas c quaesquer de-
senlios. Ahrem-se firmas, siteles, tanto a lalho do-
ce como em relevo, oriiaiueolo. eom objeclos de ooro
e prala. l-"a/em-se rifeoi lindos e oriinae para
bordada! de labyrinlho. Almilie-se a rerusa de
Vendem-se mussulinas de cores para ves-
tidos, do melhor e mais moderno gosto, ten-
do grande porgao de padres para se esco-
Iher, e dflo-se amostras com penhores : na
ra .Nova, loja n. 4.
Charutos finos
A loja da ra Nova ti. 4, recebeu pelo ul-
timo navio viudo da Babia, um bello sorli-

Recebemos o importe. Por
CompanhiaW. t;. Cerwartt.
Nos abaixo assignados declaramos que
compramos o xarope cima para o Sr. Bur-
tholomeo Francisco de Souza, de Pcrnatn-
buco, em virtudede sua ordem de 3 do cr-
renle. Rio de Janeiro 18 de fevereiro de
1857.Constantino Comes de Faria & Fer-
reira.
Reconhego sor verdadeiro o signal supra
do Constantino Comes de Faria u Ferreira.
Rio 18 ilc fovoreiro de 1857.
Km f de verdade.
Pedro Jos de Castro.
JOHN GATIS,
crrate geral
E AtiENTE DE I.EffJKs COMMERUAES,
n. 20, ra ^o Torres,
l'KIMEIRO ANDAR,
, praia do C.orpo Santo
HECIFE.
SEGURO CONTRA F0G0.
Companhia Alhance.
Estabelecida cm Londres, em margo de 1S24.
Capital cinco milboas de libras esterlinas.
Saunders Brothers & C, lera a honra da in-1 quaesquer desle bbjecloi ao caig de nao licarem
formar aos &rs. negociantes, proprietarios de casas, i eontenio das pcoraas que o* anconnDedarem : que
a quera mais convier que esto plenamente au-
torisados pela dila companhia para Efectuar segu-
ros sobre edificios da lijlo e pedra, cobertos da
tlha e iguairoeatsobra os objectos quecontiverem
os mesaos edificios quer consista em mobili ou
* fazendas de qualquer qualidade.
Repartigao da vaccina.
O coromissario vaccinador vaccina as: Compra-se urna arithmclica de Oto-
quintas e domingos de todas as semanas, no ni- na livraria ns. 6 e 8 da praga da Inde-
torreSo da Alfandega, c as tergas-feiras na' pendencia.
casa de sua residencia, p>imeiro andar do | Continua-sc a comprar bronze, latio
sobrado da ra Nova, esquinada do Sol, das'e cobre velho : na fundigao do Brum ns. 6,
7 as 9 horas da manbaa. !8 e 10 de D. \V. Howman.
prego.
Vende-se um encllente escravo crioulo
idade 18 annos, ptimo oflicial de carpintei-
ro, sem defoilo algum, para pagamento de
dividas, do que sera o comprador convenci-
do com os documentos que se moslrarao :
na ra da Concordia, segunda casa sem nu-
mero, depois do armazem do Sr. Pedro Tei-
xeira Guimares.
f arelo de
No armazem de Joaquim Filippo da Costa
<*c Companhia, ra da Madre de Dos n. 26.
Vende-se urna escrava moca, do boa fi-
gura, do servigo de campo; quem a perten-
der pode v-la na caza do Major l.uiz Poroira
Simos, ra do Livramento caza n. ou na lo-
ja ilo Victorino de Caslio Moura, que acha-
ra com quem tratar.
seis portas
Objectos para
luto.
Na ra do Queimado, na bem conhecida
loja de miudezas da boa fama n. 33, encon-
lia-se sempre cdmpleto sonimento de ade-
regos, brincos e rosetas, pulceiras e alne-
les, ludo preto, propiamente para luto, e
que ludo se vende mais barato doqueem
outra qualquer parte.
Milho bom em
Na taberna glande ao lad > da igreja da
.Soledade, che*ou grande porg3o de saccas
com muito bom milho, c vende-se por prego
commodo.
Courde lustro.
Vende-se couro de lustre francez, o me-
lhor que p le haver ueste genero, pelo ba-
rato prego-de 53 a pelle : na ra do Quei-
mado, na bem conhecida loja de miudezas
da boa fama n. 33.
^ellins
patente inglez
Sao chegado* < adiarn-s a venda os verdideiros
e hfin eonlieeidim sellius inslezes patente : na roa
do Trapiche-Novo n. i.', rmitem de fazendas de
AdaDMon llonie i\ C.
Facas, garfos e
eolheres
"na da lirum, passando o chafariz, contina ba-
'er um completo sortimepto da taixss de ferro f un
jo e batido de 3 a 8 palmos de bocea, as quaes
3m-se a venda,por eprego commodo o com
promptido; embarcam-soucarragaai-st mear
ro semdospeza ao comprador.
Emeasa de Saunders Brothers C. prag
doCorpo Santn. 11,aa para vandoro sa uirjt*
Ferro inglez.
Pixeda Suecia. '
Alcatro de carvo,
Eonas de linho.
Esponjas.
Drogas.
Algodao lizo para saccas.
Dito en trangado igual ao da Babia
E um completo sortimento de fazendas proprio
para ste mercado tudo por prego commodo.
Vende-se superior linhas de algodao
brancas, e de cores, em novello, para costu-
ra, em casa de Southall Mellor & C., ra do
Torres n. 38.
Mombos de vento
comborobas derepuiopara resai hortaseba-
ia de capim : na (undico de D. W. Bowman
na roa do Brum ns. 6,8*e 10.
Polassa refinada em latas de seis
libras.
O antigo deposito da ra da Cadeia do Re-
cife n. 12, recebeu agora urna porcSo de po-
tassa n tinada de superior qualidade, em la-
tas de 6 libras, que se vende por prego ra
zoavel
Agencia
da i'iiiulirai) Low-ilo r,
ra da tenzala Nova
ii. 42.
Neste estabelecimento continu'a a haver
um completo sortimento de moendas e meias
moendas para engenho, machinas de vapor
e taixas de ferro batido e coado de lodosos
lmannos para dilo.
rara mscales
dosorgiot pulmonares.
Ven e-se lahoado e pranches de pi-
nho de Suecia, proprio para irmagaode ar-
mazem de assucar.
Paos de pitillo vermclho para maslaros.
chumbo de munigao.
lo lilas de cobre.
Metal amarello e zinoo para forro, com os
competentes pregos.
Alvaiade de chumbo e de ziuco, em p.
Tinta branca de oleo.
Papel lino de escrever.
Vinho especial do Rheno c do Perto.
lina da Cadeia do Recife, casa de C. J. Ast-
tey &,' Companhia.
Oculos e bonetes
de tedas as quadadts.
Vendem-se oculos de todas as graduagoes
com delicadas armages de ago, pelo barato
prego do 800 rs. e 13500, ditos com armages
douradas e praleadas a 10200 e tsaOO, ditos
com armago de bfalo a 13200, ditos com
armagao de baleia a 480, dilos com armago
de metal bianco a 400 rs., lunetas de um s
vidro redondas e quadradas oom aro de bu-
falo a 500 rs., ditas do dous vidros tambern
com armago de bfalo a 13500, ditas de um
s vidro redondas e quadradas com aro e
tartaruga a 13200 e 13300 : na ra do Quei-
mado, na bem conhecidada luja de miudezas
da boa fama 11. 33.
i\a lujada boa f
vende-se o mais barato
possivt 1 :
Grosdenaples preto muito bom, o
covado
CantSo preto muito'Iino, proprio
para luto,o covado
Corgurlo preto muilo finocor.i sal-
picos, proprio para rlleles, o
covado
Panno fino azul, o covado
Longos protos de seda para grva-
la, meio lengo
Meias preta.< de seda muito supe-
riores, o par
Casemira de qnadrinhos prctos
muito lina, o covado
Cortes de colletes de fustiio
hilos de ditos de dito fino
Ditos de ditos muito superioies
Grosdenaples de seija de lindas
cores, o covado
'i tes de vestidos de fazenda de
seda muilo linda
Setins liso? de cores, o covado
Veos prelos de lil bordados de seda
'ENTES "E TODAS AS QIALIDAES.
vendem-se pentes de tartaruga para cabello
o melhor que se pode encontrar, a 53, dito
de baleia imitando o mais que he possivel
aoMe tartaruga, a 1#, 1-200 e 13500, ditos
mais ordinarios de baleia a 240 e 320 rs di-
tos de tartaruga para alizar/farnidos e mul-
to bem feitos a 43, ditos de marhm, fazenda
muito superior a 13500, 2| e J- ditos de
borracha de muito superior qualidade a 1;,
ditos de bfalo verdadeiro, muito fios e
bem faitos, a 640, 8(10 e 13, ditos a imita-jo
do umeorne a 13, ditos de baleia muito bon
a 280, 320e400 rs., dilos de bfalo verda-
deiro, muito bonitos e bem feitos, proprios
para suissas e nangas, a 320 rs., ditos de
marlim muitissimo bons, fabricados em Lis-
boa, para piolhos, a 800, 1CO00 e (3500, di-
los prelos de bfalo tambern para piolbos. a
500 rs. : na ra do Queimado. na bem co-
nhecida loja de miudezas da boa fama n- 33.
Para as senho-
ras de bom gMto,
Vendem-se ricos cstojos de Jacaranda
proprios para costura de senhor*. pelo ba-
ratissimo prego de 23500, 4, 9, 7 e8S0*0,
caixinhas para guardar joias a 800 rs., 1/ e
13200, carterinhas muilo delicadas proprias
para senhora e meninos a 80(1 e 500 rs., le-
souras muitissimo linas para costura, de
todos os tamaiihos a 500 rs, 600, ISOOOc
13200, ditas para unhas tambern muito finas
a 800 rs., laOOO e 1/200, lioha de peso mul-
lo lina para labyrinlho a 100 rs. a tneadi-
iha, ditas para bordar a 100 rs 140 e (a,
lindas caixinhas com grampas a 160 e 30"
rs.. cartes com 14 e 24 pares de clcheles
rraneczes a 80 rs.. 100 e 120, linhas de car-
reieis de 200 jardas do autor Alexandre a 80
rs. o carretel, ditas de 100 jardas do mesmo
autor a 4o rs., caixinlias com agulhas fran-
cezas a 160, ditas com agulbas de papel
preio a 280, carteirinhas com agnlbas fran-
cezas 320, agulheiros muito bonitos com
agulhas tambern francezas a 160 e 320, cai-
xmhas com 16 noveilos de linhas de marcar
muito linas, azues e encarnadas a 320, ricos
botoes de cores para vesdos, ou roupinbos
de meninas a 60O rs., 800 e tf a duzia, ricos
agulheiros de ago e Je marlim a 240 o 800
rs., dedaes de ac muito bonitos cada um
na sua caixinha a 500 rs., almofadinhas de
mullas qualidades proprias para pregar alu-
nlos e agulhas, pulceiras de varias quali-
dades, riquissimas fitas lavadas e lisas, de
todas as larguras, trancas de todas as cores
e larguras, litas de velludo abertas e lisas,
bicos muito finos de linho ede varias lar-
guras, rendas de varias larguras, babado
abertu de linho, toucas de 13a para criaocas
e oulras n.uilissimas ronsas, que ludo se
vende mais barato do que em outra qual-
quer parle: na ra 10 Queimado, na bem
conhecioa loja de miudezas da boa fama
D. Jj,
raimiiRiiS
muitisviojo filiase de mui-
to boiisgostos.
p.[ernJc'sc.a verdadeira agua de colonia do
Piver, simles e ambriad. em frasco de i
nos lmannos, nanitas reju, finas c de mul-
tas qualidades em ricos vasos, espirilos c
extractos muilo linos e de multas qualidades
Hno! H0S de,muil0 Rso. bonetes muito
linos e de mu tas qualidades, agua de lavan-
de ingleza, fazenda muito boa, vinagre aro-
mtico tambern inglez e muito bom, extrac
os muito linos proprios para bolso de es-
ludante, escencu Oe ros, pomada francez.
muito boa, macassarperola muito bom e d
todas as cores, dito oleo, pos para denles-,
pastilha e oulras muilas perfumaras, tudo
mono fino ede muitos gestos, dos melhor*.
fabricantes da Fr.nga e Inglaterra, e tudo sr
vende barato narua do Jue.mado, na bem
conhecida loja de miudezas da boa rama
n. .1.1.
preleiiler bairro do Kecife, ra da Uadre de Deoa n. 32, pri-
meiro elidir ; em Sanio Anluiiio, na hvroria claaalca
do palco (iu CoJIgio n. 'J ; nn< Cinco I'onUs, sobra-
do da quina confronte a matriz uova.
303>r@.
KM FRENTE DO LIVRAMEwTO. Vendem-se as melhores lacas de cabo de
Vende-se ri-cado francez de cores seguras marlim quo se podo encontrar a 153 a duzia,
a 160 o covado, cortes do cassa chita a 1-280, ditas de cabo de halanco muito linas a 60 a
longos brancos com barra de cor a 120 cada duzia, dilas de cabo i lavado e rolico a 33,
um, lencos de retro* prelos c de cores a I/, Idilas cravadas a 3?200, ditas de cbifrede
chapeos de sol de >e la para bomem, com to- viado a 43100, ditas para sobremesa com ca-
que de molo a 4?, lencos de seda Daos, bran- bo de balango a 53 dilas com cabos roligos
eos c encarnados a 13 cada um. leoitavados a 3-3, colh-rcs de metal do prin-
Vende-se um sitio com casa de viven-,cipe muito linas para sopa a 63 a duzia, di-
da, 2 viveiros, 1 baixa de capim, e bastan- j tas para cha a 33000, e nutras mais qualida-
tes arvores de fruclos, meia legoa distante des de facas e eolheres, trinchantes e amo-
t oocefeiras.
Vendcm-se dima-dc eiiaadf mastapara rape pe-
lo artli> carloa IjimOe 13200 e crandes ., IJB20, dalias de
cixinhas de pau cun palilus de fono a 21 r...,dii de peiilcsiie cliilre muilu bous paraali/ara|l320,
duzia de pen'.es de baleia para alar caliello a 2*200
e 2BO0U,daiia de navalhat para iiarba a l$6O0,groraa
de botoes mailreperola para rainisas a (i'JO rei.dilai
mudo lino de auaia a I0U reis, crozas de noles li-
no, para ralea a 280 rtis, carias com 23 penle de
allinetea I i" reis,duzias. de penles de balea liara a-
h/ar a 3, rozaS de liv.llas para sapalosa 560. dir- Cambraias adamascadas, proorias"""
/las de caivetes linospaia apaiar peonas a -J>'<>' s.ra ,..,,11. ...i
e S,duiiaa de s*,ias irroonie,,] a I-2011 e .-m. I '"'" t0"",'ados- Pecasie 20 varas
d'uiiss de torcidas para eaMMros a 80, reis greua uiias_para coberias, de bonitos pa-
de marcas para cubrir a 1(10, 120 e 160 re, pe-
as de Iraiicelin para beoliallCI a 120 res, pulceiras
encarnadas multo bolinas pura Sra. e mei.....u a 200
rs..doias de iniaduibas de ludias prelas a 2S0 res.
pegas cnni 10 varas de lila de ios a 320,360 e 100
re-, duia de lapes a I mi rs., du/ias de cai\a9 com
cidcbels a720 n., linhas brancas de noveilos de lo-
ilc os oomeros. dilas de cores, linhas de miada linas
e trocas, dito* de camleis brancos de cores, curdau
de vestido de toda a grogora, biquinhoi de lodas as
largarat, e baratos, retidas de ludas as laminas, es-
pelli.s, Cirilas de viola, lilas de laa de ludas as co-
re-, lilas de Indio brancis e de cores, ibd.ies, agulhas
de Indos os Humeros, lilla, de seda de lodos os Dame-
ros, peonas de palo.caixas dechifre, rozarlos, cullie-
ies ile ttrro, relroi de luda, as core., verunii as, litas
le lieira prela e branca.trampat.e linio o maii que se-
ja neeetsario para tomplelo sorliraeutode bocelei-
ras e mscales e que ludo -e vende mudo mais liara- 33500 rs. O par, ditas pelas Inmbeni
tu dn que em nutra qualquer loja, na roa do l.loei- '
madu, na bem condecida loja de miudezas da ba
tama n. 33.
#MI0
960
43000
3/000
1/000
23000
1/000
500
14000
1/600
23000
18/000
800
10J0OO
7/000
Taclias de ierro.
Na fundicSo da Aurora em Santo Araaro-
e tambern no deposito na ra do Brum, logo
na entrada, e defronle do arsenal de mari-
nha, ha sempre um grande sortimento de
lachas, tanto de fabrica nacional como a-
trangeira, batidas, fundidas, grandes, pe-
quenas, rasas c fundas ; e em ambos os lu-
gares existem guindastes para carregar ca-
noas ou carros, livres de despeza. Os preco
saoo s mais commodos.
Varanas e radts.
I m lindo e variado sortimento de model-
los para varandas e gradaras, de gosto mo-
dernissimo na fundigao da Aurora em San-
to Amaro.e no deposito da mesma, na nado
Urum.
Moendas .superiores.
Na fundigao de C. Starr & Companhia, em
Santo Amaro, acham-se para vender meca
das de canna lodas de ferro, de um mosMlo e
conslrucgo muito superiores.
!># #*i0
200
desta praga : quem o pretender," dirija-so a
ra do Queimado n. 2, ou 11.J
I10.M PIANO,
O Drego fa/ admirar.
Vendo-se um bom piano, novo o em bom
estado, s por spr de mesa he que se vende:
na ra Bella n. 18.
lador de facas que ludo se vende barato .
na ra do Uueimado, na bem conhecida loja
de miudezas da boa lama n. 33.
Na ra da Cruz n. 50, armazem deSan-
ta Barbara V Companhia, vendem-se efTocti-
var.ionie caixes vasios de todos os lma-
nnos.
Liffas de seda
para seni
or*i.
Vendem-se superiores ligas de seda para
senhora, muito bonitas e de muitos pa-
drees, pelo baratissimo prego de I32u0,
O500 e 2/000 : na ra do Queimado, na
bem conhecida loja de miudezas da bo fa- bem couhocida faja de miudozas dabo fa-
ma n. 33. 'man. 33.
Alttncao.
Fugio no dia 16 do correle mez o preto
I Jostino, crioulo, com os signaos seguintes :
altura regular, cheio do corpo, sem barba
com falta de denles na Trente, calvo de car-
regar peso na cabega, muilo regrista, he
bem conhecido por andar entregando assu-
car pelas tabernas, tem sido encontrado por
diversas pessoas condecidas, e diz a ellas
que anda em servigo de seu senhor ; por is-
so roga-se as pessoas que o encontrar, que
o mandem prendereloar a ra Direita n. 76,
que serao generosamente recompensadas.
Fugio de bordo do bngue hrasileirn
Melampo, na noite do dia 8 do corrente, um
negro do nome Marcelino, nagSo Cabinda,
altura regular, secco do corp'i, rosto com-
prido, barba serrada e cria suissa, com falta
de denles na frente, e consta andar vestido
com paleto, e calgado : quem o pegar leve-o
a bordo do dito navio, junto ao caes do l'as-
seio Publico, ou a casa de seu consignatario
Manoel Alvos Guerra, na ra do Trapiche n
14,-que sera bem recompensado.
No dia 11 do torrente, fugio da idade
de Olmda, o escravo Joao, crioulo, de 35 a
'" anuos de idade, pouco mais ou menos.
com os signaes seguintes : cor preta, esta-
tura regular, cheio do corpo, roslo barba Jo,
sem denles na frente da gengiva superior,
aiguma cousa gago, cabellos carapinhado*,
entre os quaes ja npparecem alguna brancos,
ecom urna cicatriz em una das remas ; o
referido escravo he mais conhecido por J0S0
l-alumbi, esuppOO-se que esleja escondido
as immediages da cidade Olinda, ou rnlSo
que se dirigisse para a freguezia da (iloria
de tfaita': quem o apprrhender conduza-o
a cidade de UlinJa, casa terrea com solio
no pateo de S. Cedro Apostlo, ou ao en-
boa fazenda a 23300, ditas brancas de aBo~- SC"h *reU!: ""1"^ ** *""** *"*
d.'io, muilo finas a 320, 400. 500 e 600 rs, | ""* pae COm t5Osid.de.
ditas pretas tambern muito finas a 400 rs.' Fugio um moleque de nome Amaro,
ditas de seda de cores mujio bonitas e pro- C("n 1* annos de idade, cor fula, olhosgran
prias para baptisado de criangas a 23OUO ) des, peslaoas com pridas, testa de bico, eos
'' pos no andar he como o de papagaio, quan-
do talla he alguma cousa gago, tem em am-
bas asmaos do lado do uedo mnimo mu
signal como de verruga : quem o pegar le-
vc-o a 111a da Cadeia do Recife 11. V, ou ao
silio de Joso baplisla Uibeiro de Faria, na
l.slancia.
PERN. : TYP. DE M. F. DE FARIA 1857:
dres, o covado
o alera disto ha um completo sortimento de,a
fazendas linas e grossas que vendem-se por 1111
pregos Uo commodos, quo ninguem deixa- rB
ia de comprar; assim como chapeos do
Chille multo linos, que se vendem por me-
nos que em 011 ra parte : na ra do Queima-
do n. 22, na bem conhecida loja da boa f
Meias de todas
as qualidades.
Vcndom-se meias de sedi branca para se-
nhora, o melhor que so pode encontrar a
muilo
i ditas cruas muito fortes para meninos a 4(10
I rs., ditas de cores de algodao para meninos
a 2'.0e 3-20, ditas brancas para meninas I
,24o e 320, ditas cruas e brancas para bo-
mem a 160, 200. 240, 320 e 400 rs., ditas de
cores de lio da Escocia tambern para bomem
' a 400 e 500 rs. : na ra do Queimado, na
MUTOiDfT
ILEGIVEL


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