Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07735


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Full Text

ANNOXXXUI R. 87.
Por 3 mezes adiantados AgOOO.
Por 3 meze* vencidoi 4500.
SEXTA FEIRA 17 DE ABRIL HE .857
Por auno uliantado l'iSOOO.
Porte franco para o subscriptor.
~--a < ii
ICMCARREGADOS DA Sl'BSCRIPCA'O NO NORTE
Pirihiba i o 8r. Joo Rodolpho Gomei ; Natal, o Sr. Jos
i Ira I. Partir Jnior; Aracaly, o Sr. A. da Lcmoa Brasa
ara. 9r. J. Jade Oliveira ; Maranho, o Sr. Joaquim Mar-
taa Rodrigue) ; Piauhj, o Sr. Domingo! Herculaoo A. Peuoa
CeartnM ; Para', o Sr. Jualioo ). Rarooi; Amazonas, o Ir. Jero-
avaee.Co.la.
liaarats
S. Ama.
S. Lo
PARTIDA
l os d
DOS
s.* fl c Plfil h
e Parahiba : M. -ciouola
lo.......tlaruaru, Miuiliu ,
RMOS
, dr, .lia.
lorias o
Goiaataa < ParaMba : naa -?toinri.is e -eiia.-r.-i
Ganbaos! na tina-reir.
Loaron*.......-,1'tn,.,. Naurelb, l.i-i.....ir, >'.r.|... l',-.p..-r.,. lu.,-
i, Floraa, Vllfa-Rarn, Boa-Viata, (Mean e Kih aaa aaartas-feiraa.
Gabo, l|"jr.i. aeriablan, Rio-Ponaose, i na. Rarreiraa, Agua-Prala,
PuMnteirai e Natal : dinnlas-reiri*.
[To** ol crrelos partrm a* lo horas Ha manh.il.
AITIHEXCIASDOS TRIBONAES DA CAPITAL.
Tribunal do commercio .- segunda! e quintal.
Relaco ; terrai-feirai e labbadoi.
Fazenda.- quitrn e labbadoi ai 10 horai.
Juizo do commercio : segndala! 10 horas e quiolaa a milo-du.
Juizo da orphoi: leguodas e quintal as 10 horas.
t'rimiiri vara do civil .* segundas a sexlas ao nttio-dii.
Segunda rara do cirel: quartas a sabbados ao maic-dia.
EPHE.MEItlDKS DO MEZ DE ABRIL.
1 Quarto crescente as 11 horas e llminutosda tarde.
9 La cbeia a 7 hora e minutos da (arde.
17 Quarto minguanteas'J horas e 42 minuto da mantisa.
24 La nova as \ horaie 55 miouloida tarde.
PltEAMAIt DE UOJE.
Primeira as 10 horas e minutos da tarde.
Segunda as lo horas e Un minutos da uianha.
DAS DA SEMANA.
13 Segunda. S. Hermenegildo principe m.
II Terca. S. Dnmmna v. ; Ss. Tiburcio B Valeriano mm.
15 Quarta. S. Pancrario : Ss. Eullnquio. e Olimpiada mm.
10 Quinta. S. Kngracia v.: Ss. Calistu, Caiizlo, e Ceciliano m
17 Sella. S. Aniceto p. : Ss. Ilermogenes e Kortnnato nun.
18 Sabbado. S. faldiuo b. rard. ; S. I'erfeito presb.
19 Domoiuingo. 1. depon de Pinol. S. Expcd tn.
EXCAKItEl. VDOS DA MIISCRIPCAO NO M
Alagoas, o Sr. Claudino Fileno Das ; Babia, o Sr. D. Dwprn
Kio da Janeiro,o Sr. Joao Pereira Martim.
EM PERNAMIU O
O proprietarlo do DIARIO Manoel Figueiroa da Paria, ea mi
livraria. praca da Independencia ns. 6 a 8.
PARTE OFFICIAL
QOVERNO DA PROVINCIA
Expedanla ds> da K a abril
(jnicio Ao Exm. general commandanle das ar-
rias, recommeodando-lha a expedic,ao de suas r-
enos para que o i. holalhao de arlilharia p pres-
le ama gaarda de honra para acompanhar i procii-i
ido de enterro, que dever ter logar na cidade de
Jlin 1a no dia 10 do correntt.
Dito Ao commamia-.iic da estacan naval, para
mindar restituir com guin ao capilao do porto, o
calafate do arsenal de marraba, JoSo Antonio Cosa,
qua Ihe foi remellido como recruia pelo mesmo ca-
pitn do ajerio.Communicou-se a este.
Dito Ao mesle, inleirando-o de haver oflicia-
.i ao inspector do arsenal de marinlia recominen-
aodo-lhe qoe contrate com algumas das oflicina*
tiesta capital i factura da purea de metal, de que
precisa a bomba real do vapor Heberibe, e Tornera
au mesmo vapor os cabos de que falla Smc. cin en
alucio d* 9 do correnle.I'< / -se o oflicio da que se
Irata.
geral sejam admittidis para sellar as lellras da Ierra, I sao desse movimento He generoso m seo principio.
e de cambio.A informar a Ihesouraria de fa-
zenda.
Dito do commandanle superior do Itecife, diien-
do que o tambor Clacdino Ferrelra de Souza, fi-
ii.-ilK.nt o lampo porque se havia engajado.Foi re-
mellido a theiouraria de fizenda para as necesarias
derlsraces.
I O mesmo apresentando a filiarlo de 2 tambores,
nlanoel Januario, e Themolio Pires.Foi remellido
a Theiouraria de fa/.enda, para mandar abrir os
assenlamentos de pravas.
Dito do commandanle superior do Brejo, apre-
sentando para ser pago o prelda escolla guardas
nacionaes, que coudoziram 3 recrutas e crimino
sos.Foi remellido Ihesouraria de fazenda pira
pasar.
O mesmo apresenlandn o pret da forra da guarda
nacional aquartelada.Foi remmettido ;i Ihesoura-
ria de fazenda para pagar.
Dito do conimandaute superior da guarda nacio-
nal de Goianna. apresentando para ser pago o pret
da forca da respectiva guarda nacional de-lacada.
Foi remettida a Ihesouraria de fazenda
para pagar.
Dilu do diefe de policii, reqoisitando pagamento
.lo-A Ihesouraria da azenda, communican- da denpeza qae fez o delegado do termo de tioi.inna
do-lhe que, em vi... da dlar.cao do inspector do com 0,"reparo, e asseio da ca. que serve de quarlel.
arsenal de marinhi, de que por se ter posto era ese-! -
cafao nista provincia o decreto n. 17ti9, que refor-
mon as intendencias de mannh, apparecera nin
aecreeeimo'de despezas, para.cujo pagamento he io-
sufflcienla a quota volada no crrente eiercicio, re-
solver que lemelhanles deipezas sejam feitas sob
responsabilidade desla presidencia at que o governo
imperial determine a tal respeilo o que euieuder
acertado. Communicou-se ao inspector do arsenal
da marinha.
Dito A' mesma, derlarando-lhe que, visto ser
iasulcieole para pagamento das despezai de ezac-
(ao relativos ao trimestre ultimo com os colecto-
res, a quintil restante da qoe foi dislriboida no
correnle eiercicio para a rubrica mes.! de rendas
e eollictorias pode S. > sob responsabili.iade da
presidencia, occorrer a conliuoacao pezos at qoe clhesooro nacioual delibere acerca
do augmento daqoelle crelilo.
Dito A* mesma, Iransmiltindo, para os conve-
nientes exames, copias das acias do cunsellio admi-
nistrativo datadas de 27 e 31 de marco ulliino.
Dito Ao director do ar-enal de goerra.Te-
nho presente o officio de 21 do mez prximo fin lo,
fin qu Vmc me consulta, se os commandanles des
corpos da gaarda nacioual deste municipio devem
continuar a remelter a es e arsenal artigo* de arma-
mento para serem concertado!, prescindindo de or-
dena da presidencia, e fazendo-as acompanhar de
urna limpies guia por elle, assignada : 'ou se con-
ven) observar o que se pratica nos corpos de primei-
ra linha, cojos commandanles apresentam assuas
requisii}6es rubricadas pelo commandanle das armis.
e despachadas pela presidencia.
Km reiposla lenho a declarar qne pelo mo esta-
da e mi qualidade do armimento fornecido a guar-
da nacional, sao nelle mais freqoente* as necesiida-
dei de coucertos do que nos corpos de linha, e nAo
havendo inconveniente em dispensar as formalida-
des a qoe Vme. allude, e qoe cau.ariam demora e
Irabalho intil, compra que continu a vigorar a
portara deste goverao de da mam de IKV,, orde-
nando qoe se conceden) nrs forem rtmettidas pelos commandanles dos corpos da
gaarda nacional diste municipio. Communicou-
se ao Esm. commandanle loperier do Kecife.
Dito Ao director das obras publicas, declaran-
do-lha que esta dada a conveniente ordem para o
pagamento da preslacAo a que lera direilo o arrema-
tante da conservando da estrada da Victoria, por
hiver cumplido .-t coudinie do seu contrato duran-
te o mez de maree nltimo.
Dilo Ao cornmarulsnte da pelicia (tara o* feclivamente a disposieAo do subdelegado da fie
gue/.ia do Recita seia precas daqaella corpo para
rondarem a me-ma freguezu, e (azar reiiraa-iaonl
nmwrn Vp"rac n do destacamento do Pojo da Pa-
nilla.Commuuieoo-se ao chefe de polica.
Portara Nomeanrlo para offlciaes do balalhSo
43 de guardas nacionaes do Hio Formoso, aos cida-
daoa abaiio declaradas :
3.a companhia.
AlfereMarlinho Rodrigues da Silva,
litiol'orpliirio Kibeiro de Andrade.
Dilo Ao agente da companhia dos vapores, pa-
ra mandor transportar coro seguranza para as Ala-
goas, disposi{ao do chefe de polica daquella pro-
vincia o religioso franciscano Fr. Antonio da Kai-
nha dos Anjonkchado, o qual se acha pronuncia-
do em crimePltopro. Communicou-se ao che
fe de polica.
Dita Ao mesme, para dar passaaem por conla
do governo as pracas de pret, que Ihe forem apre-
enladas por parle do Etm. commandanle das ar-
mas com deslino a corte e diversas provincias do
sal.Communicou-se ao mesmo c-mmandanle das
irmas.
fgual para dar pnssagem para a corle ao lente
Jas Antonio de Lima,
Mmimstrai-io do Exm. Sr. Dr. Joaquim Piro
Machado Po'lella.
OIHcioAo Em. general commandanle das ar-
mas.Usvendo nesta data lomado posse da admi-
nislracao desta provincia na qualidaile de lerceiro
vice presidente, por ter de seguir para a corle, romo
depulado a assemblea geial legislativa o Etm. Sr.
conselheiro Sergio Teixeira de Macedo, presidente
da mesan provincia, e acharein-se impedidos o pri
meiro e o segundo vice presidentes, as.mi me cum-
pre communicar a V. Esc. para seu conhecimenln.
Iguaes coiiiiiiiiiicinie- k malalis mutandis u fu-
ram feitas, aos Ezms. bispo diocesano, presidente
da relacAo, aos co(mmandanles supeiiores, aosjoilea
ii.onicipaes, aos da direilo, cmaras muuicipaes,
promotores, vigarios, cnsules, ministros braslei-
ros, delegados, presidente* das provincias, director
geral da inslracrao publica, tribunal do commercio,
estibeleciroento de caridade, rana filial do Banco
do Brasil, commandanle de policio, arsenaes de
goarri a marinha, alfandiga, thesourarias de fazen-
da e provincial, patrimonio de urphos, gimnasio,
Commissario vaccinador provincial, higiene pu-
blica, provedor da saude, agencia dos vapores, com-
panhia da e-Irada de ferro, correio, consalados ge-
ral e provincial, chefe de polica, jniz do commer-
cio, reeebedoria de rendas internas, e obras pu-
blicas.
Hj-ped>ente do secretario da provincia.
OflicioA Ihesouraria de fazenda, enviaiido-lhe
qoatro ordens do Ihesouro na'cional sob nmeros 2,
~t' e 5.1, e bem assim um oflicio do olticial-maior
da-secretaria dos negocios da justica de 12 do pasca-
do, e tres di directora geral da despeza publica,
de 20, 21 e 23 do pissado.
Denpmho do dia It.
Aogosto l'ater Cesar, pedindo o provimenlo do
logar de escriplaario da alfandega.A infurmar ao
inspector da thesoonria de fazenda.
Antonio Francisco de Souza Magalhies, capilao
comtnandsnte da fortaleza de llamaraca, requisi-
tando azeil.e de carrapalo-Mandou-se fomecer.
Ignacio Ji.'equin de Miranda, soldado do corpo
de polieia, pe-dindo dous mezes de licenr;a.Con-
cedea-se a licen<;a pedida.
Joan Jos liontrs, major commandanle do forte
de Uaibii, riquisilcndo azeite de carrapalo.Man-
dou-se fornecer.
Joao Jos de Carvalio, sentenciado pedindo dis-
pensa do servico a qu lie nbrigado,A informar
ao jniz municipal da primeira vara.
Joao toncalve Lucas Lisboa, pede lilulo do ter-
reno de marinha na roa imperial numero III.A
informar ao capilao do porto.
Manoel Francisco da Silva taoimares, setenciado
pede dispensa do servir,, s qus he chrisado.A
informar ao juii monic pal da primeira vara.
Mara Cerdosa da Silva, pede tituio do terreno de
marinha dos Afosados. A informar au inspector da
Ihesooraria de fazenda.
Severino Marques da Barros, recentado quer ser
posto em liberdade.A informar ao Dr. chefe de
polica.
Oflicio do commandanle da eslarjan naval, dizendo
qoe a bomba real da-bombordo do vapor Beberibe
precita di ama porca de meta!.Kemeltido ao Sr.
inspector do arsenal de marinha, para contratar com
orgeaeia a factura da peca de que se trata, e satis-
fazer a reqaisicao d'esie oflicio.
-13
Antonio da Silva, pedin lo baiz.i pan sen llhn
JoSo Antonio.-A vista da informat,ao, nao leni
lagar.
Mara Malerniriii i de Campos e Oliveira, pedindo
licenca para ensinar primeiras leltras.Como re-
quer.
Camillo nenriqoe da Silveira Tavora Indgena,
pedindo qoe e Ihe mande dar urna gratificaran por
ler sido encanecado no municipio de tioiaiiua da
corar as pe'soas pobres qoe foram arcommettidas de
bexigas.--A informar ao commissario vaccinador.
GemiuiannoJJoaquim de Miranda, professor, peda
a gratiflcaolo do artigo 28 do regnlamento da im-
Irucplo poblica.A infurmar a directora da ins-
Iruc^ao pabliei.
Oflicio da direcr.lo d'AssociacaO Commereial be-
neficenle, pedindo que na repartirlo do consalado
Foi remellido a IJiesouraria provincial para paear.
O mesmo apresentando para ser paso a conla do
soslenln dos presos pobres da cadea do termo de Se-
rinliitem.Foi remellido a thesonraria provincial
para pagar.
Dilo do presidente da relacSo, dando o seo pare-
cer nu requrrimento do in.liu Pedro Jos Barbosa,
e notros.A informar ao juiz de direilo da comarca
de Sanio Aullo.
1i
Bacharel Ayris de Alhuquerqiie'tlama, promo-
tor do Rio Formoso, pedindo 1"> das de licenra.
Maudou-se passar portara concedendo a licenca
pedida a coular do da (> do correnle.
Augusto Leal Ferreira, altere- do tl. balalhan de
infamara, pedindo pasamento da qoantia da 308
rs proveniente de alngueis de casa.A informar
a Ihesouraria de fazenda.
O rnesmo, pedindo pagamento da quantia que
despendeu com a eondurcAo de sua bagagem.A
informar a Ihesouraria de fazenda.
Amonio dos Sinlos Caria, alferes do 9. balalh.lo
da iiifaularia. pedindo pagamento de alugueis de
eaaa, qne se Ihe esta a dever. A informar a llie-
soura de fazenda.
Coronel Bento Jos l.emenha l.ins, pedindo 30
dias de licenra.Concedea-se a licenra pedida.
Bernardo Jos da Cos, reqoerendo que seja d-
roitlidn ao collegio dos orpbaos o menor Bellarmino.
A informar ao cunselho adminislrativo do patri-
monio de orphaos.
Manoel Anloaio da Silva, preso para remita, pe-
dindo ser posto em liberdade.A informar ao Dr.
chefe de polica.
Rosa Angela Candida, pedindo tilnlo do terreno
de marinha na ra da Moeda. A informar ao pro-
curador da coroa.
Sebasliito Lopes Guimares, tenente-cnronel com-
mandanle do corpo de polica, requisitando marmi-
las eroais precisos para dito corpo. Mandou-se
fornecer.
Oflicio do rapilSo director da colonia militar de
Pimemeiras, dizendo que seja nomeadh 2. supplen-
le de Mihdi.'legado o cirurqiAo da mencionada colo-
nia. A nlnrmar ao Dr. chefe de ponan.
Dito do general commandanle das armas, apre-
sentando o oflicio do capitn commandanle do des-
tacamento iio Serinhaem, Francisco Antuvio de
Cirvalho.A informar a Ihesoiirana da fazenda.
EXTERiaR.
>'o dia posterior a taes acoutecimenlos, o desanimo,
ao menos momentneo, dos publicistas italianos, foi
natural, e al cerlo ponto desculpavel. Coma nola-
el, he o ultimo sentimento que apparece em seos
escriptos. Pelo contrario parece qne esse novo infor-
tunio de sua patria nio fe/. senAo duplicar a f i li-
bala vel que alies gaardam em seus deslinos, lado
cabio, ludo foi derribado, ludo foi vencido na Ita-
lia, excepto elles, excepto a confianza que elles l-
nham antes destes aconlecimentos, e que hoje mes-
mo tecm anda, na justica e no futuro de sua causa.
Seguramente, repelimo-lo, qualquer que seja a opi-
m m que se lenha da condi;Ao presente da penn-
sula, e-la invencivel nbslmaro da classe pensante
italiana a nao so inclinar diante dos fados consu-
mados, por mais desastrosos que elles sejam, oflereee
a Europa oni bellissimo espectculo. No meio de
lautas oulras e bem tristes faltas, os Italianos n.lo
(eem ao menos a triste vaidade de tirar gloria de
suas derrotas. Elle conliecem seu estado, leem son-
dado suas feridas, e se nao podem cura-las, ao me-
nos nao se glorian) de as ler. Esles lenlimenlns for-
mam o carcter de son alma publica ame publique).
Tudioque pensa ua Italia as experimenta, e ludo
o qoe falla ou escreve as exprime.
Entre os bem numerosos escriptores qne desde os
ltimos aconlecimentos teem servido de orgAos a
esse movimento moito aecurado e muilo nolavel do
espirito italiano, dous sobretudo, por ltalos diver-
sos, leem filado na pennsula, e, em nuisa opiniAo,
merecem obter no resto da Europa a alinelo das
inlelligencias elevadas. Um he o abbade t'.iobsrli,
pela publicara., da ultima obra que a morle Ihe per-
mitlio compoi, o tratado Del rinuovainento civile
d'Itala ; o oulrn be M. Kanalli, autor de nm qoa-
dro das revoluc/ies de qoe a Italia lem sido o Ihea-
Iro durante os oilo ltimos anuos, a que appareceo
recentemenle sob o lilulo de a Le I-torio italiani
dal I Mi, al 1851.
O abbade Gioherli nao he om desconhecido para
os Icilores da oRevisla. Durante cerca de vinle an-
nos que, quer como philoiopho, quer como publi-
cista, quer emm como estadista, elle figorou na
scena dos negocios, houveram umitas occasies de
aprecia-lo aqu, para que seja til recordar quaes
foram as phases diversas de sua carreirn al a poca
suprema durante a qual elle escreveu a obra que nos
faz anda nma vez occopar delle. He em Pars, sa-
lie-se, em um exilio voluntario onde dous annos
mais tarde devia morrer, que elle compoz esse Ri-
nuovamenlo civile d'Itala, seo testamento Iliterario
e poltico, e um dos monumentos mais notaveis da
obstinado generosa do espirito italiano a nunca de-
sesperar da regeneraran da Italia.
Esse Rinuovamento entretanto sera am primor
de obra '! Inconlpstavelmcnte ; e entretanto nAo he
a obra prima Jo autor. A critica se o julgasse a t-
tulo de produrrao litlciara, teria materia ampia
para relevar suas fallas. Ah reina urna dillosAol
extrema. Os dous grossos volumes de piltenlas pa-i
ginai Cada um, de que elle se cumpe, seriam .-, 9
sem Inconveniente, mas alada com vantagem para t1
rito sem ler o espirito elevado e recto ; por is toria de M. Kanalli, pelo essencial como pela forrru]< jsiva de sua tuperioridade (del primalo italiano^ nen
lie dignado rpido favor que parece ler ohlido. I probabilidade linha-se ler aceitarlo entre elles e foi
O nnico defeilo que ella aprsenla, provem enmo por enlrete-las a principio com ama complacencia
era inevitavel da natoreza do assampto. F:erevendo e urna abundancia maravilhosa que o abbade Ciiober-1 Italia, apresentando o espectculo que depois nAo | occu"*' 1tte ,et ineonteslavelmenta a abra man
ntemporanea de sea paiz, M. Rannlli t adquiri sua reputarlo d'escriplor. I'ublicislas e cessou de offerecer, era aqu entregue a dominarao P
berousse, em,|uanto que Cremona e Bergame se ar- I IraagalrM e.n Turim eembaiador la Sardanha em
mavam era se favor. Paria, quando desie modu se exprima, se pensar
Duzentos annos mais tarde emOm, nao bavia mais' eiullm 1oe- d'um a oulro extremo da Italia, Rt-
1 queitao, he verdade, de guelfos e gibelinos ; mas a ""amentoe recebeu urna publiciJade palale aa
a historia
encontrn o escolho que offerecera' sempre esse ge-
nero de escriptos ; elle nHo disse ludo porque nem
soube nem poda saner ludo. Pode-sa-lbe censurar
tambem a (orea de eneerrar-se em seu assompto, o
nao ter sempre encarado com vistas largas, ter esrrip-
to muitas vezes essa historia contempornea dos es-
tados italianos, como se esses estados fossem os un- I mais rara franqueza aos mesmos Italianos os delei-
to, do mundo, como se seu desliuo podesse ser sepa- los da natureza italiana.
lelores, ao que parece, variaran, mui felizmente na | eslrangeir, all a abum despotismo domestico, por
Italia a este respeilo desde algum lempo. j toda parle a om furor de divisSo 'intestinal que pa-
0 Itinuovamenlo. ja o disaemos, lie urna das obras recem alzumi couia de lio indigna I este paiz, qoe i tro as diversas fraccoes de part i ,"i 'ber"il"r
lie entretanto somente entra os I iberias c as ab-
solutistas qoe esta Invada na Italia rata goerra iaa-
placsvel ".' Mil vezes n3o. TAo grande he a derisae
que destes ltimos annos, foram mais derramadas e se nAo sabe em verdade boje se dever-sc-ha repre-
roais apreciadas alera dos montes, etodava sua mai- I senlar os gibelinos e os gnelfos cemo tendo sido
or e mellior parle he consagrada a descobrir com a os aulores ou as victimas. *
A ITALIA. SEC 1'UTUJtO, SEUSfAKTIDOS E
OS PUBLICISTAS ITALIANOS.
I.V. (iioberli. ti Del Itinuovamento civile d'llalia,
2vol. in 8. farigi e Torino. II. F. Kanalli.
o Le [storia Italiani dal INilial 1833,1 i vol. in 12.
Firenze.
Quando observamos o estado presente da Italia e
consideramos sobretodo o pastado desesperador que
produ/.io este prsenle, sentimos um emnaraco que
nao se pode dissimular em fallar anda do futuro di
naconalidade italiana. Parece, a estas palavras, on-
vir a todo liomem esclarecido repetir o que ha tres
leculos ja Machiavel escrevia a Vellor : l'aione
degl'Italaui voi mi (ale ridere.
Com efTeilo, tantas vezes se tem pronunciado a
historia sobre este assampto e por um modo lAo de-
unitivo, que quasi se nao pode emprehender contes-
tar anda seus areitos lem trazer invariavelmenle aos
labios do leitor o melanclico sorriso do secretario
de 1 lorenra. Anda uro seomelra, dizem os pas-
sageiros, que procura, a quadralora do circulo, n E
to lo- mil.un a folli i.
Ha eutretanlo no mondo urna classe de escripto-
res a qoem parece que deve ser eternamente per-
mitido este doluroso assnmpto, e que quando o Ira-
lam com paixao e talento, merecem sempre a audien-
cia dos mais incrdulos e dos mais semsabores : sao
os escriptores italianos. De fado, osles escriptores,
mormeule desde o fim do ullimo seculo, ao menos
desde Alfieri, seu cliefe nos modernos lempo,, dao
a Europa nm nobre espectculo. Embora a fortuna
frustra lodas as suas esperanzas, confunda todas as
suas prophecias, ra, com o seu mais cruel riso, de
toda sua constancia e de todos os seus esforros ; na-
da os perturba, nada os altera, nada o abale. A
Italia, em suas obras, rnaior como o homem de Pas-
cal, do que qoem a mata, parece renovar antes em
suas desgraras e em suas decepcoes, nao se sabe que
mexhaurivel fonle de altivez e de confianca. Emboza
os pesados rochedos da dominaran eslrangeir e do
despotismo domestico que esmagam a pennsula,
pesem mais duramente sobre ella, cada vez que I*
as publica ; imperturbaveis, os publicistas italianos
obslinam, a cada queda, em publica-las de novo ;
milicia invencivel, beui qoe sempre vencida, porqoe
nunca se rende.
A altilode desla milicia be principalmente nola-
vel depois dos desastrosos successos qne se seguiram
ha sele annos a ultima tentativa da pennsula. He
correnle em que circunstancias verdadeiramenle
nicas na historia, nAo s da Italia como da Europa,
leve lugar esla lentativa. Depois de 1815, nem um
dia de alguma sorte linha corrido em que os esforcos
dos partidos e as faltas dos governos nao houves preparado o renascimento da naconalidade e liber-
dade italianas. O aecessu ao pontifica ".a, em junli0
de I8(i, de um papa que alma de um santo pare-
cen a principio as populaces unir o genio de um
reformador, pareca anda ama adhesao dada pelo
co aos votos dos Habanos. O movimento liberal
inaugurado por Po I\ communicara-se em um mo-
mento ao resto dos estados da pennsula. Todos os
governos destes estados, cedendo ao ascendente rto
eiemplo e a preasio da opiniao, oulorgivnm succes-
iviiinenle carias cosslilucionaes a seus subditos. De
repente c no mais forte do enlliusiasmo desta era
reformadora, arrbenla em Pars nma formidavel
revolujAo, e em menos de um mez conlamina-se de
Paris Allemanba e Austria. Kompem-se todos os
lacosqueal eolio uniam as vnte nacoes quecom-
pem a monarebia austraca; a Bohemia e a llun-
".ria jublevam-se ; surgem e Iriompliam em Milao e
em Veiieza insurreicoes nacionaes a corle de V'ien-
na,redolida deixsriua capital, acha apenas om
>lo em Olmulz. O rei di Sardcnha. aproveitandii-
se da uccasao que tola sua vida ambicionara, rene
seo exerritn, pasta o Tente, c, as acclamaces de
lodo Occidente, ehegl lo Mincio quasi sem desem-
baiohar a espada. Uucm nAo rreria qae por fim a a
llalla sabir dote Iran-e victoriosa, independente e
livre Todo mundo, em excepluar a mesma Aus-
tria, pensou-o por um momento ; mas sabemos o
resto, a como, graras aos vicios seculares do espirito
e do carcter italiano, estas magnficas espenneas,
dentro em pouco confundidas, deram lugar 4i mais
desoladas decepces, como ama reaccao lerrivel,
soccedendo a faltas imperdoaveis, fez por toda parle
entrar aa cousis am om estado mais violento anda
do que aqutlle em qua te acbvam antes da explo-
rado do dis nutra* potencias da Europa.
Felas estas restriegues, nao se pode, repelimo-lo,
deixir de elogiar ,i narraran luminosa e concisa, in-
Pode-se dizer oolro tanto dos pedacos d'imporlan-
cia da Historian de M. Ranalli.
O honrado e hbil hiilnriador.longe dc|fugir des-
dapendente a regular, que sob o nome de Istorie. Ie delicado e doloroso de reflexues, o procu-
M. Kanalli (ez dos aconlecimentos que tem agitado
a pennsula de I8( a IS.Vt. L"ma coosa sobre todas
de qoe convm louva-lo, he a idea juslissima que el-
le leve, em opposii;Ao ao abbade tiioberli, de pedir
antes a historia do que ao raciocinio a explirac,ao das
desgraras de seu paiz.
N3o ha em parle alguma ljes mais elnquenles pa-
ra um povo do que as que Ihe da' o quadro bem a-
pr.sentado de suas illusoes e de suas fallas. Emfim
pude-so dizer que junta ae liinnovsmcoio, a Islo-
ria.o representa de um modu compfelo o estado con-
ra pelo con'.rario e multas vezes o traa com nma
torca de liiiiiagem que se eleva at a eloquencia.
Aindi mais.os Istorie qoasi que nao sAo do prin-
cipio ao fim, -eu.io um quadro aecusador dos vicios
da Dalia. ,
Impedira, esla snceriedade o bom excilo de M.
Kanalli f Nao o prejudicou mais ojie a do abbade
tiioberli a popularulade do oKiuuovamenle.olle es-
e o indicio de urna volta dos escriptores italianos e
de seus leitores a hbitos de espirito mais viris que
he justo o interessantes apreciar qnanlos valem. Fal-
lemporaneo do espirite poMico na Italia. O Rio- |aodo u aIV'<>ndo que se Ihes falle elinguagem
ovamenio," obra de urna imaginario mais ardente
do que regrada, exprime as tendencias vivas ile.se
espirito; a Istorie, obro de um esefiptor, cuja
qualidade de inlelligencia dominante he a ordem, faz
bem conhecer as aspiracoes moderadas c tilvez por
isso as necesidades mais reacs.
Temos pensado qoe seria cousa inleressante inda-
gar por meio das donlrinas que estas alnas obras de-
senvolvem, qual jnslamente o eslado presente da opi.
nio na Italia, expiW quaes as suas tendencias, julgar
emfim do mrito actual e do resultado provavcl des.
tas tendencias. Talvezque depois de lidas essas pou-
cas paginas, se rernnlieca que se a queslao italiana
tem a triste reputae,iio de iucxplicaval, deve o menos
a sua insolubilidad, como dizem os pessimiitas, do
que a ter sido mal estabelecida.
I.
O primeiro sentimento qoe fiz experimentar o es-
pectculo da rundirn prsenle da Dalia be admi-
rado de ve-la reduzida a lal estado. Porque suc-
cessao de exlranbas vMIndei acontecen que um paiz
tao naturalmente predeslinado a tornar-se a sede de
grandes imperios, e qoe urna raja a qne nada falla
segundo parece, para formar orna nac.Au poderosa, le
oham cahido em um estado de relalliamento e de de-
pendencia em que as vemos boje'.' Qnauln mais se
reflecte n'isto, menos se explica. A Dalia, quasquer
que sejam as maravilliosas vanlagens de seo eco e dp
seu slo, nao teria jamis ido visitada pelo genio da
civilisac/io, que son desgracido esta lo, com ludo, nao
espantarla senAo aos estticos c aos ceographos ; mas
aspfJosas como se sabe, nAo se passnram assim Dtll
Jozes liaita lua wde dos miores imperios qua a
leitor, o aulor o o amimiiit.., aadaaiito t tct quar- historia jamis vio : o imperio romano, que durante
seteseculos, redozio unnlado de urna obe tiencia
commum o mundo quasi inleiro, e a iureja, que ho-
je ainda, depois de lanas tempestades, ou governa
ou domina a cousciencia reliaiosa da quinta parle.
tos. Sao a cada instante dicres-es inlerminaveis so-
bre materias que nenlium laro liga ao resto da obra,
reiTimiiiare. sm fim contra os personaacns qu i
com razao nu sem ella o abbade tiioberli aecusa e
serem os autores de suas infelicidades pessoacs, s-
*erl.ii/if- de lomaren) o folegu sobre ns lugares m~
muns de philosophia ou de publica, que inlerrom-
pem, durante captulos inteiros, a marcha do racio-
cinio. Acresctntai juizos sobre as pessoas e SI cou-
sis, nao ni do lempo do abbade tiioberli, mas das
pocas mais conhecidas da historia, cuja extravagan-
cia, para nada mais dizer, he tal que se se au desse
largo descont a' paixao quearrasla o escriptur, far-
se-ha urna idea mediocre de seo bom senso ; ajun-
lai i isto emfim um estylo muitas vezes pretencioso
e obscoro, a depois, em um assompto que exiga an-
tes de ludo simplicdade e clareza, urna pesquisa da
abstracto e do efTeilo que irrita e que desgosla. Com
(Slo entretanto, o Rinuovamento, urna vez comi-
rado, le-se at o fim. E porque'.' He que no meio
do monlao das cousas aleta) ou fatigantes que ah
se encentrara, esta' um livro, cujo iuleresse he tal
que se nao piide separar delle. O verdideiro titulo
desse livro, porque as palavras obscuras e empbali-
cas de a Rinuovamenlu civile d'llalia > nada indi-
cara, seria : Dos soflrimentos da Italia, de suas cau-
sas e de seos remedios. Tal be o assompto que u
abbade tiioberli enterrou em seus dous grossos vo-
lumes, mis que Iralou com nm pathelica da lingua-
Kem, com urna seguranza de analise e um valor de
concluses que he impossivel desconhecer. Palla
das desgranas de sen paiz com um enteroecimento
sincern e varouil que loca a alma ; pe em relevo
as causas as mais delicadas dessas desgracas com una
verdade de observarlo e urna Iranqueza que impoe
, confianca ; cxpe emfim os meios quejulga pro-
prios a por om termo a esse longo infortunio com
nma habilidad? dialctica e um calor de demons-
irar.in que, seja qual for a opiniAo que se tero de seu
valor, guardara urna apparencia que impe. A esta
ullimo respeilo, sobretudo, o Rinuovamento I he
digno de allencAo. A apoltica prernnisada pelo ab-
bade tiioberli como nica capaz da alsom dia Irazer
o .iberiamelo da Italia, nao ficou sepultada em seu
livro ; longe dislo : toda a Italia ahi a acbou e a
veio raedilar.e se he exagerado dizer-se que he delta
somente boje que os Italianos esperara sua salva-
cao, In mister entretanto reconhecer nao si que ella
lem feilo os maiores progressos em seus espirilos,
mas queja' comecou a inspirar de um modo visiiel
a conduela do'mais importante dos governos da pe-
nnsula ; cu quero fallar do governo piemonlez.
M. Ranalli n.ia lem ainda a notoriedad! do ibba_
de iiiobei ti, a a Istorie italiani, nao causou tanta
seusacAo como o Rinnovamento ;a isto nao quer di-
zer entretanto, que sua obra nAo merco-a, fi'ira da I-
lalia, sobretudo tanta .illeneo como a do celebre pu"
blicista, aqual us queremos aproxima-la M. Ranal-
li nunca foi ministro, como o abbade tiioberli uan-
ca leve como elle, ao menos que nos o sainamos, as
honras da prisln nem do exilio ; mas la obra revela
juizo e espirito que aqu ao menos (em direilo a se-
ren estimados pelo que valem.
M. Kanalli, e nos nao engaamos, nao era conde-
cido na Dalia, alca appaneaa ila sua historia, se-
nAu pela publicarlo de um curso de lilleralura.
Amroaeslramenli di I.literatura que pela pureza
das doulrinas, havia lixado a altenc/iu das pessuas de
goslo. lie nessa pacifica espher da contemplacAo
dasleisdo bello, qne om dia o patritico desejo o le-
vou a elle tambem dizer a seus enneidadaos, o que
elle pentava dos meios, nAo mais de sustentar a hon-
ra de suas lellras, mas de restabelccer, se fosse possi-
vel a de seus negocios.
M. Ranalli nessa transformarlo sempie delicada
do professor em publicista'.' O aeolhimenlo feilo a
seu livro em toda Italia, para os Italianos, ao menos
corlou a questSo em favor de M. Kanalli, e quanto
a nos, eremos a qoesiao assim bem decidida. O au-
tor da historia nao be am escriptor di vena, como
o abbade (iioberli ; nAo lem sua abundancia, nem
sua facilidade, nem sea enlliusiasmo, mas em summa
escreve melhqrdo qoe elle. O estylo Ja historia he
nolavel pela pureza, precisan e elegancia. M. Ra-
nalli, como escriptor, perlence a grande escola do
seculo 1G: he um classico no sentido talo da palavra
fcilmente qoe elle aprenden a esorever na admi-
ravel prosa da historia de Floreoca e do discurso so-
bre Tilo Livio. Nao ha escriptor de 13o solido me-
ao menos do genero humano. E he esse mesmo paiz
duas ue/.es a capital do universo, que nao pode che-
Bar a formar um su esta lo I Si se considera depois a
posiro que a pennsula necupa un clolio, fien-ae
ms sorprehendido ainda da pooca vanlagem que
d'abi tiram seus habitantes acluaes. lie verdade
que o Mediterrneo nao lie mais o que era na meia
dide, no lempo do esplendor 'd'Amalli, de Veneza,
de FTorenca e de ticonva : a descoberla da America
e depois a emancipadlo dos Estados-Unidos, crea-
ram no Ocano orna va de communicac,ao nova in-
finitamente mais extensa mais rica. Que de re-
cursos entretanto ollereceria anda a um povn qoe
soubesse aproveila-la a posse da cos'a que se exlende
do golpho de (ienova ao eslreilo de Me-sina Sera'
a raca de horaeos qoe habita esse paiz inferior as
que povoam o resln da Europa '.' He lalvez a mais
dolada de lodos.
Desde o renascimento da civilisa$Ao no Mil secu-
lo, renascimento de que anda esle povo tem a hon-
ra de haver dado o signal, nao ha idade que nAo te-
lilla produzido em todos os gneros alguns destes ho-
mens extraordinarios que ficam para i historia como
lypos os mais completos de noss.i especie. E sera' o
Italiano um hornera mediocre '.' Nao longe dislo o
Italiano para ludo he proprio ; marinheiro, soldado,
mercador, administrador, sabio, leltrado, artista, ho-
mem de estado, elle lem em si aptidao para ludo.
Finalmente considerai a pennsula na coudico mes-
mo era que esta' boje ; acharis mili dous estados
que pelo que parece, deveriam fcilmente um ou ou-
lro servir de cenlro de accao para ludo mais: um be
Roma, esta ultima igrandeza viva da Italia, como
cloqoeulemente a eliamava M. Ron), a que bem po-
deria servir de capital para um imperio que se en-
'endesse dos Alpes ao Elena, quando serve alada pa-
ra um reino que tem ministros e subditos em todos
as latitudes do globo ; e oulro he o Piemonle, nacao
mediocre era territorio, he verdade, mas considera-
vel certamcnle quanto ao mais, pois qoe nAo ha um
s grande fado contemporneo e a guerra do Oriente
acaba de prova-lo, em que n3o se veja o seu cnucor-
so poltico e militar. E es a rara de homens' que
nao poda chegar a fazer o que poderam fazer os pro
pios Kakmnnks ; om corpo de povo I E os descen-
dentes de Dante e de Colombo, sao incapaz de rea-
lisar nma unidade nacional a que chegaram por s
mesmos separados qui estavam ou que ainda titilo
pelas mais profundas diversidades da religiaoeda
lingua, os descendentes dos Talara e dos Huns! II"
alii om phenomeno (Ao trisle quAo curioso, de que o
bom senso diz que he antes re ludo mister procurar
a explicacao, por que evidentemente lie desta expli-
cado que depende a inlelligencia de ludo mais.
Seria esle, ainda para a penna de nm escriptor e-
Iraugeirn, um Ibera.i dos inleressanles que ha de es-
tudar da philosophia da historia, se o Kinuovamen-
lo do abbade de Gioberli e a Istorie de M. Ra-
nalli Dio cITereciam om meio de tornar a discussao,
deste thema mais instructivo, ensinando-nos o que
pensam e dizem os Italianos esclarecidos distas cau-
sasa primeira vista lAo misteriosas da fraqueza d seu
paiz. He esla com edeilo urna queslao do que os
nossos dous publicistas, o primeiro pelo meio dogma-
tico e o segundo por meio .11 hisluria Irataram por
modo a nada deuar que dizer depois delles aos es-
trangeiros.
O melhor porlanlo lie cvHenlemeute euvi-los so-
evera que ja nos vao fazer ouvir M. Kanalli eo
abbade (iioberli, os Italianos nao se honrara su a si
mesmos testemuuham ans eslrangeiros que seus ha-
hilos inlellectuaes nao sao lAo desesperados que al-
Eumas vezes praza dize-lo a om pessimismo interes-
sado e dAo lugar de pensar alera dislo que os vicios
de que se acusam, quaesquer que elles sejam, nao
sao incuraveis, por qne lies bem os conliecem. O
povo contemporneo em quem be mais bem fuudada
a pretencAo commum a lodos ns povos, de ser o pri-
meiro do mundo, pois que este povo he o mais li-
vre que tem valo a-fusiona, o povo inglez pralica
romo nenlium oolro para comsigo mesmo esle syste-
ma de vigorosa franqueza. Longe de occollar seus
vicios e os pangos que elles Ihes fazem correr, os de-
nuncia ao resto das narOes.
Se alguma vai mal no canlo mais recndito do
imperio britnico, a imprema a denuncia, a opteifa
abala-se, e se u negocio he d'importancia.nn mesmo
instante initaura-se urna devassa, que leva de algu-
ma lurte a barra do mundo inteiro a desorden) que
acaba de ser descoberla. Sabemos alem d'isto que
".aramia tem os Inglezes em seos coslumes para a
luslenlarfo e conlinuaeo de sed pode'. Trilhand
(al senda, os escriptores italianos nao lem pois que
temer que diminu na Kuiop, a considerarAo de seu
paiz ; ao contrario, a clevam, e a confissao publica
de seus deleito* nacionaes, lem o relente edeilo
de provorar universalraenle urna generosa pesqniza
breos meios de corrini-lo.
Mas quaes sAo emfim esle dtieilos. o a qne
sas altribuem os publicistas que mais raio lem pa-
ra ronhecc-las I de.-<^r*>t condiro da am paiz
to bem formado a primeira vista para ser o territo-
rio de am imperio prospero e poderoso ?
.\ principal destas causas, a que quando a esluda-
I mol, parece haver engendrado todas as outras, se-
| gundo o Itstcmunbo commum do abbade Fiebcrli e
de M. Ranalli, be um espirito innato de divisao quo
todo Italiano parece Irazer fatalmente com.igo. Esse
espirito singular, que o autor do Kinuovaraenlo e
o da Isloria deacrevem cada om a seo modo, cura
urna rara verdade de pintura, lem por ellito inspi-
rar ans Italianos como um horror invencivel cnlen-
derem-se entre si,o que he o mais inesperado e infla
plicave! dos contrastesenm os votos seculares de uni-
10 qoe nAo cessam de retumbar na pennsula. D'on-
de procede esla excntrica enfermidade que parece
ler passado para o sangue da Italia e ter-se-lhe (or-
nado de alguma sorte congeuial sol que formas
revela ella, e em que ambiente viciado de prejuizos
ede paixOesichaellao alimenlo de cada dia que a
tanlo lempo a perpetua ? He o que convrm exami-
nar com auxilio dos pouco suspeilos leslemunlias do
atiba te Gioherli e de M. Ranalli.
^ -\3o be de l uniera que esle funesln espirito de di-
visao persegue a pennsula e fracciona a rara, no en-
tanto 13o homognea, que habita, nAo s em dez es-
tados, como, o que moito mais grave he, em vnte
partido-, lodos hostil uns para com ontros- O abba-
de (iioberli faz remontar a primeira appnrir/io his-
trica deste espirito a origem das famosas facees los
-iill '-,e dos gebilinoi, nos ullimos annos do XI se-
culo. Embora a anliguidade desla dala pode-se sem
exageradlo faze-la ainda remontar com effcilo qual.
quer poca que seja da historia da Italia a que nos
reportemos a partir da queda do imperio romano,
euconlramo-la sempre dividida, c mesrao compra-
zendo-se em divisAo.
Os barbaros no V seculo comeram o fracciuna-
menlo, que vai cresceudo durante os Irezenlos ou
qualroccntos annos que durara suas successivas im-
vass. EnlAo apparecem as diversas repblicas ila_
lianas, sorgindo urna aps nutra d'esle chaos de
barbaria, Amalfi, Genova, Florencia,Ver.ez paran
estas repblicas, por vizinhas que sejam e se bem que
unidas pelos os mais poderosos laeosda rara, da re-
ligiao, da lingua do commercio, eutram apenas nas-
cidas em lo-ulula le .continua urnas pan com as
ootras.
No lim do \I seculo, anliguidade com que mui'.o
modo.lamente ,e conlesla, como vemos/o abbade
Gioherli sorge entre Henrique IV e Gregorio VII a
famo,a conlenda do sacerdocio e do imperio. O qoe
acontece .' Ir-seha reunir toda Italia sob o imperio
de um ou de oulro destes chefes, e constituir sua
nacioinlidade '.' Longe dislo.
Dominada poc um espirilo de municipalidade que
parece ser a sua forma civilisada do espirilo de tri-
uu dos selvagens que no V. seculo a haviam inva-
dido e renovoado, ella dividde-se pelo papa a pelo
imperador. Entao apparecem os gibelinos e os guel-
ros.jfacres mu cariosas para serem hoje esludadas
mesrao em seu espirito, o mesmo eiaelamento que o
dos partidos que, sob uomes novos, fratcionam c
enfraquecem sempre a Italia. O que queriam com
efleilo guelfos e gibelinos '.' lamiera elles queriam
a unidade da Italia ; -menle a queriam ja por
meios diamelralmenle opposlos. Sacrificando ludo
ao seu odin do cslrangciro, a sen gasto ou antes a
sua paixao pela vida municipal ns guelfos queriam
faiBT da peninsula urna cuiifederacju de ci la les li-
vres presidiJa pelo papa : vum ueste systema a sal-
vaco das duas grandes conquistas de seu seclo, as
liberdades communaes ea unidade calholica. Os
Seja como for, e para chegar emlin i Italia
lemporanea, gnelfos e gibelinos, convenhamos co
ojabbade Gioberli, ahi rleixava nma posleridade daVj
faecoes de que oulr'i-ra os Buondelmonte e os L'her-
li mesmos, quando disputavam mais, violentamente
Florenca, por mais turbulentos qoe fossem ficariam
maravillados. O abbade Gioberli nAo avaha em me
entre esle mesmo patudo e os absnluiistis, a na es
casiu eslas Ir.ir roes iuunigas quasi que nao te Ira -
lam entre li com mais urbaniuade. Os liberan dit-
tiugiiem-se, como ja no-lo ensiuou o abbade ioher-
ron- '! o reabslase demcratas, em anuarios a (enera-
lisias ; mas um federalista aos olhos J um dtmorra-
"? lia.
reciprocaineute sao menos odiosos catre i 4j
que o- absolutistas e os libera, de lal .orle qae
nacao inteira parece volada, na posea de lalos ea
seus membros, ,is divindides infermes se dm.ara,
di desennfianra e do odio. Seria loriga e intil re-
producir, mesrao por estrelos, as uumeroaas parsa-
uazeus, quer dn Rinuovamenlo, quer dos -Istarie*,
--i---------i -.------------------- -Ba ^ -u v "ii" i i
nos de seis os partidos principies que, emquanlo a que poderiam confirmar lexlualmente
ilniuiiiae.il) estnngeira e o despotismo indgena con-
tinuam a partilhar quasi todo o territorio, dividem
toda a popolacao, a saber : os absolutistas, que se
distinzuem em abanlatislas leigos e absolutistas ee-
clesiaslicos, c os liberaes, qne se sepiram em uni-
tarios e em federalistas, depois ere rnnstitucionaes e
radicaas, de modnquejquando se encnnlra hoje um
palridla italiano, acha-se em presenra d'um hornera
perlencenle li um desses seis partidas, que todos sem
duvida qnerem a mesma cousa, po-qoe qual ser* o
hornera qua nao deseja a felicidade de sea paiz !
mas que o querem de seis modos, dos quaes um se
nao pode conciliar com oulro.
A amrchia espantosa de entendimenlo n de Ten-
tado, ante a qual Inda espennea de ver esse bello
paiz se exaliar, tica logo suspensa Islo nada lie en-
tretanto ; desea-se como autor do ultinuovamenlo
e com o da Istorie, se posso aisim exprimir-rae,
ao Dterier desses partidos, para cunceber a obsti-
narlo de leus principios e o cncarnicamenlo de -ni
rivalidade : isso esl cima de lodi a crenra. Al-
gam extractos das narraees dos dous escriptores
poderao dar nma idea geral desse chaos.
Os absolutistas, qoe se entendem maravilhosa-
menle sobre a natureza do governo qne convm a
peninsula, pois que como o indica seu nome. elles
concorrlam em vero ideal desse governo no despo-
lismo ;os absolutistas entretanto, como nos ensi-
nou o abbade Gioberli, se dividem em leigos e ec-
clesiaslicos.
Os absolulistas ecclesiislicos, diz o abbade Gio-
berli, lem por chefes os jesutas. Elles qaereriam
reslaurar pura e simplesmente a llieocracia ponlifi -
cal da meia idade e torna-la peior ainda, apenar
lodi a loze destruir toda instituirlo de liberdade,
reunir em suas maos o poder secular e ecclesiastico,
enfeudar, por assim dizer, leigos e clerisos, a Urtja
a o eslado, os principes e os povos. Roma e a Ita-
lia, a Europa e o mundo, aoeieda e de Jesot. En-
Irelantocimn 1,1o bello prnjecto nan r...-: da por
asa Mmela, .-.^uanlo II iresccm e avancain os co-
nhecimeiilos liuinanos..., os revern los padres, que
por oulro lado, para a realisaQAo de eus do-ignios,
niio podem contar com o apoio del; so alcom, qual-
quer que seje, Irabalham por levar os espiritas para
as trovas da meia idade. Elles lem por partidletii
quer lodos aqueles que. por Ignorancia e supersticio,
parlilham seu zeio fantico, qutr t idos os qoe por
amor do ganbo desejam seu patronato... r.
Qoanto aos absolutistas leigos, o aulor do Itinuo-
vamenlo fax igualmente sea retrato : Convm
Ibes tambem o governo absolntn, temperado qoan-
do muilo pela concessao de alcomas liberdades com-
munaes ; mas s3o elles adversario- declarados do
clerocracia, e qnerem a independencia do astado
como principio de toda civili-ae.lo, Sua cabe;a e sen
braco lia a Austria.....
Assim. mesmo sobre esse triste terreno do despo-
tismo, onde entretanto a idepele da principio pa-
rece excluir loda dissidencia, os Italianos acham
ainda meio de renovar ao pleno sol do seclo XIX a
velha e absurda queslAo do sacerdocio e do imperio :
gibelinos e soeiros de nova especie, qne nao espe-
ran) adiar o fim dos males da tul patria senAo ex-
lincrao dos nllimos sentimentos qae Ihe fazem bal'er,
ainda o coraco !
Explica-se fcilmente como e-ses Italianos qae,
por qualquer lilulo, passam por peilencer i um ou
a oulro 'desses partidos sao para o resto de seas
compatriotas um objeclo de aversao ; mas he pre-
ciso ler o Rinnovainenlo para fazer-se urna idea
da violencia das inveclivas que esla avcrslo dos ab-
solutista* inspira aos liberaes. Eis aqu por exero-
plo alguns ragmenlos dos retratos que traca o ab-
bade Gioberli do rei de aples e do eerdeal Anlo-
nelli, que elle representa, um como o eampeao por
evcellenciado despotismo leigo, e oulro como o man
obstinado represcutaulo do absululismo ecclesias-
tico.
Tiaduzindo essas passagens, nao nos responsabili-
samosera grao algura pelos jnizos que elles enun-
ciara, nem nos associamos i virulencia inandit. de
linguagem em que elles sao exprimidos. Fre temos
oulro designio traduzindo as palavras eslranhas que
se vai ler. do que por sob os olhos d'om publico que
jolga ludo quanlo Ir, um monomento curioso do
odio que anima os partidos contemporneos da Da-
lia uns contra os oulros. O abbade Gioberli dii mul-
las vezes em sui obra que esle odio he extremo ; e
aqu do una prova delle.
Eis algamas linhas do retrato do rei de ap-
les:
? Nao podia entrar idea alguma generosa nem
grande na alma desl Bourbon, que rene em si,
(ornados ainda peiores, todos os vicios de sua raja-
Acnnleceu nelle essa raca o qoe aeonlece a certas
plantas malignas, que, quando se as aclimata em
um solo abrazador, (ornain-e mais venenosas.
Eis aqu asara algumas passagens do pedaco rela-
livo ao cardeal Antonelli :
"..... Anlonelli nAo lem nada da firmeza e leal -
dade do estadista, elle perlence indifl'ereutemente ao
partido onde ere tirar proveito. He assim que elle
zomba do liberal em 188, e que hoje o vemos des-
hancar em violencia os furores dos sanfedislis;
he um novo papel em que elle produzmais elleitn,
porque esl inteiramente em seu carcter, que se
revela cm seu semblante trisle, am seus olhares c-
micos, em seu franzir de soinbraneelhas contrafeilo
e altivo. Seu verdadeiro espirilo, ignorante, eslra-
nbo Inda pralica, e lodo couhecimento dos ne-
-o. o.., mi;,, coiisonimido as intrigas e astucias que
consliluem raudas veres lodo o genio dos espritus
mediocres, elle passoa o lempo do exilio de Gaele
em srangear hipcritamente a cnnlianca de Pa l\,
em fechar-lhe os ouvidos i verdadi e o corceo ao
bem, em assenhorear-sede stu pensiimenlo e de sua
vontide. O* diplmalas d'enlAo, como dizem, obri-
garim o pobre pipa empenhar-ie formalmente pa-
gihelinus en. opposicAo, dominados pela ampia idea
bre esle ponto prejudicial e capital da queslao que de parara ">,, oreje aulor date do saceadocio t
aqui agitamos, saber somente u direilo d'inlcrprelar (ln imperio, ou.coino boje diriamos dos difeilos ao;
soasdisposicesou complela-los se parecer neces- i direiloi do ciado dos d,. ioteja e de fazer igualmen- ra abdicar lo lo poder poltico nal mo* deste car.
"ri"- | le custasse o qiij custass? de sua patria am podrr | dtal .' He o que eu nao poderla c.iin.lir eemplela-
Eutretanlo. primeiro que ludo, devemos fazer linraoseneo,os gibelinos queriam confiar o scepiro mente ; mas, soja como for, n que lie cerlu ha, que
tanlo para honra deslcs dous escriptores como de lo- a um s principe, a um principe leign, e como ne- Anlonelli foi depois o verdadeiro, e tanta n pnmei-
nhoin viam ent.lo na Italia que podesse por sobre a ro autor, ao menos o eicculor oran ptenle d'uma
caberi e>t coroa. ofleieeeram-na ao imperador da i poltica que boj 1S5I> disputa a palma ao rei de
Allemanba. A gnerra aoendeu-se ; pnrem quereodo aples..... a
o destino que iienhuma das duas ficc/es fusse bal- Pule-se julgar por taes palavras do furor, que
t inte forte para desemharacar a Italia da oulra.n des
grabado paiz recibi pela rivalidade dos pailidos,
que entretanto sonhavam ambos soa unidade, em
ama divisao peior lalvez do que a que linha seguido
as primeiras iuvatei dos barbaros. He assim que
no scalo \lll vo-se, s ni Lombardia, Milao,
Brcslia e Mantua declaram-se contra Frcderico llar-
da sua patria, o elogio da franqueza das rcvelaces
que vamos ouvir e este elogiojjhe verosmil que se
o aclie justo.
A ultima cousa que os povos, como os individuos,
goslam de ouvir dizer e subreludn de dizer a si mol-
inos, he a verdade. Queris agralar-lhes ? S Ibes
fallis de suas virludes.Dizem em Pars que os Fran-
cezes sao o primeiro povo do mundo ; em Berlim,
dizei qoe sAo os AllemAes, e fi:ai cerlns qne lodos
vos crerao. Os proprios Italiano! nao sn partilha-
rio por moito lempo eite erro como abundarlo
li ..ii-i .o la os liberaes italianos quando filiara doi
parlidistas ou dos ministros d'um governo absoluto.
A iucrivel ausencia de decencia e de prudencia que
caraclerisa eiIcs discursos, impressionar.i sobretudo,
se so relUetir que o abbade Gioberli nao foinidi
o que aqu
diremos. Deroais ludos tabera de-i:rrailameule, na
secolu em que .-tamo-, | qoe eicessas he capaz de
arrebatar-se por loda parle a linsoagem dos part-;
dos e pensamos que facilmenle conlinlaria aos le-
lores as passagens qae bavemos eilrihldo obre *
re de Napolei e o cardeal Ai.iouelli. lusislirrmm
smenle um pouco, pira acabar la triste pealara
dos partidos italianos, sobre o espirite comparada
dos syslemas que dividem os uuiiaiio. e e federa-
listas ; veremos quAo longe eslao de se enlenerasn
os Italiano-, sobre la qunlAo capital da faria po-
lilica que convino il-ri liaba.
Parece, no estado tm qoe se acha a peninsala,
que a nnica preoccuparAo de seus habitante*, Pie-
muutezes, Lombardos. Tuscanos, Romana*, Kepeh-
Unos, deveria ser estenderem-sa pin formar mira
si a unio maissolida pdseayel, sem se deterena das-
putar sobre a forma de governo qae a cate aiae
se deve dar. A queslAo hoje para os Italiana* Me
versa cm saber se scrAo covernados por om u ami-
tos res, oa se formarao uina ou mi,Has repablieis ;
a quasiao he labal se acudiram nu naa a jae* ea-
Iraneeiru. I ma vez amqailidn este jaco, cMee le-
r.io bstanle lempo pira disputar a soa ventaste ee-
bre o inais|beilo dos governos po.si>ei. Ealreteale
esla idea tao simples he a ultima qae lem penetra-
do as cabera. Haiunas c a coosa capital pare a*
partidos italianos, nAo he saber se i llalli aera oa
iiAu independe ote : he saber se sera federalista %
unitaria G isln val t.to longe, que ea verdade
nAo se sabe, leudo os discarsos que preferaa ee aai-
tarics sobre ot federalistas e reeiprociaaeate, te aaa
ou ontros aeeilariaui independencia da Italia com
a rondicao de ver esla indepeodencia priaaiir *
Inompho do sistema de seas idiersarios. Aaa
oolr'ora os guelfo s nao qaizerim ver m patrie I
vre, se o devse ser ol o tceptro d'am imperador
d'Allemanha, nem os cibelinas, se Ihe fatae precisa
dar este sreptro au papa.
A historia dos unitarios he toda moderna : nao
porque a idea de fizer nm estado de teda Italia
seja uov, mas ella nunca se leria prodazide lea a
forma que lliedeu o novo pailido qoe a propaca e
que pretende faze-la lnuiuphnr am da. A pti.ia-
snla. as ideas dote parli :o ala deve formar, do
Suse i It.: jo. -cu,! ama sn repblica ceveraetfa
por urna coiivenrAo qae tivesse i sai ledaeai Ra-
ma. I.ma vez expulso o eslraneeiro do seso da He-
lia ; nao liavara mais no.i ^-s .a si,M,,.
...... "-inoolezes, nem Milanetrs, nem Veaeriane*,
Btm Modeaeaaa, nem l'arnitsauos. uim lnm,
nem Humanos, mm Napolitanos ; > hovera Italia-
nos, romo nAo lia mais boje em I-ranea nem Nor-
mandos, nm Hielo...'..,, Ra.n >. nam Angavi-
uos, iirm Buuigouhezes, nem Picardos, mas tornea
le Friartem. (Juanto t escolha de liorna eosna ci-
pilai desla repulilica d- dezeseis imlh.ies de aorntns,
exphca- pelas adiniravei. recor lares desli grande ridanr.
itoma, he verdade, denur.. de ser eetae a Rama
dos papas, mas sera a Kinn dn povo, e esta nava
rungesladc farilmenle llie -ub-utuir.i a uulra. Mani-
lo ao papa, que fazem anda vivar os prrioiztH ea-
Ibolicoi .le algunas uacts ; di I rain; e d'Aualria
priiicipalmenle, a Dalia que nao pedera ata rasa
elTeito, e secundo o sistema, -en u-1 he de residencia
livrar-se-ha muilo voluntariamrau do fardo r
dos embararos que esla t-i ienria lie impe. I ma
vez que ns Franceses >Ao lAo grandes parliditta* Oa
papa, que n reccliam ; os papas re-idiram perla d'am
ceulo em AviiihAo, a o calholicismo nao aim a.
Se os I rano zc- nAo qnizerem dar um* rtsidenrt,
ao papado, eucarregaem-se delle os Aa.lruco- e es-
libcleram-no em alguma parte, em Praga ai. aaa
Inn-pruch. onde qnizerem, comanlo a peaiasala
se livre delle. Auslriacos e Franceze* nao se podeaj
entender subre este assumplo, e he am meta sim-
ples de corlar a diflicaldade, Iranspartar a pepa *
ua ini! para ns iuc.ire* qoe servram de lierro ea
chrislianisinn, em Jerusalcm. Cerno pmleria aaac-
cessor de Jess Clmsia recusar habitar tacaras s-
gralo- que tiram vjvtr e morrer o Salvador Esta*
Ideas, cujo radicalismo ha sem equivoco, camera-
rain a vogar, acerca de nula e cinco annos, pela
nriedade secreta, tornada depois lo famosa sob a
nome daJoven llalla.Lmt.enovez, enlaa Joven,
foi o seu anlor e ficou como chefe ; o en nome
era Jesc Mazzini a quemo crdulo enibu.ia.ma de
seus partidistas e mais ainda a rauca deslreza do
seus adversarios deram depois ama lal ctlearidade.
O abbade Gioberli e M. Kanalli Mena ea sea li-
vro retratos rlesla personasen) que merecem er li-
des ; limitar-nos- hemos a dizer que M. de Maiziai
parece-nos ah piulado ao natural, e qae, de orear-
do com o -enimenlo que umversalmenle inspiran a
conducta do famoso agitador, as nessaat amala* na
Earopa.o aulor do Hiiiuuvamtnto* a a da* eaaa*
rie veem e denuncian) facilmeute nelle aa dos
Usadlos da Dalia : juizo cujos motivos e*U* maita
bem e-labeler: Ins para qoe hija aqu algaa inle-
resse em recorda-|n.
Em opposicao aos unitarios, vejamos agora a*
federalistas. E-te novo partido he muito mais nn-
naoroaa do qu o oulro, porque cada om di veas
membros he a enramaran viva desle espirito guillo,
que o italiano nAo pode abandonar sea vilenlo es-
forc, o espirito de munirinelidade. i 's federalistas,
(amuem, qutrem stauramenle a umAo di llalli, di-
/tm-nos ao menos ; mas cm opposicao de* onila-
noi, que sacrificaran) realisacao desla ailo al a
propria Santa S, enlendcm qne tila nAn st pade
operar senAo respeitando a existencia independtote,
ii.io dizemos de cada om dos estados actuaes, porca
al ile cada o un das cidades di pennsula. No w
Ibes falle u'um projeelo d'uniae qui Rzetse decahir
n.o s I unm, MilAo, I lorem; i en pela, perra
mesmo radades que lulo sAo mais cipilat de ae-
iihum estado, por pequeo qoe ieja,laeaava, Ve-
neza, II iloiiba, por exemplo, cunJirao de cida-
de de provincia.
F.sle novo partido prtfereria renunciar sem nen-
iar i Inda a rniistiliiieao de naconalidade 'llbana,
a -arrilirar as (radicoes nacionaes di Mentn mes-
mo oa de Saint-Marn. I. nAo se eren qoe ciace-
r..inos : nao fazernos acnAo resumir aqui as deaosi-
ees, quo com a umrte na alma, fazem abre esle
assumplo o abbade Gioberli e M. Ranalli. Teda
um capitule, um dos mais coniideravris tm enea-
sAn, e lalvez o melhor pelo lundo a pelo estilo do
Itinumamoiiloi he consagradoi pu tura destei pre-
juizos do espirito municipal dos Italianos.e do* obs-
tculos, que ha cinco scculns, n io tem deixido de
oppor a lurmacAo de -na uuida.lt nacional. O ab-
bade Giuberli denuncia a existencia e os males caa-
ssdos por este espirito en, lodos os estados ilahiao-
in eirem.ao de um so, un P amonte, na Lumbar -
da. na lo.rana, em Huma, as Duis-SatUies, e
so a energa do patriotismo, que ellr dc-envolve ea
rombalr-ln, ba-tana a rcvclir que invtncivel iei--
leen, elle alada opaoO a oaaatRaanla debaixo de
qualquer forma, da narioialid.idr italiana. M. Ra-
nalli, i tn modo- lugares do suas nrracet, naa he
nem menos eiplicilo, nem menos ia-lruclivo do qae
o abbade Giolnrt lobre ele ponto : elle rhega i
conlirmar por ininodencias tristemenle preciosas as
asserres geraes dn autor di> Riuum ament. Fal-
lando por rxtrripln da revi luran que -e via arte-
beolar tm IHIS nos durados de Parma e de Made-
na em eonseejnencia dos aconteca*ata de Milao,
elle refere que esla leu lucen nao foi mai* cedo
i'oiisniiiiiada, que Keggie leos* recnn'ierer o to-
vernn [irniisorio de Mattena e Plai-iuee o de Pata*,
ro mister mais de um me/, de attanaOnjaBa diplo-
unticas para chrc-r nao a renni-lo-, mas i late-las
conaentir tm aitiaii ile roaaarta. E qae oulra*
provas g>-nlesca~, M nAo fassea ile|d.ir.neisdtl* fn-
neslo espirito de rtHalla nao dea a Dalia nrsta rpa-
ca i.inem nAo se rernrda da momentnea sorara-
c.'io de Genova e ii* Turiui, do Itrn r tos proone-
larins de I iirira e da d|s|,osic,lo ,lo rrto dos Pie-noa-
tezes, a idea que Carlos Mberln, anntxando a Lam-
par da a axis estados, podeiia transferir a sua capi-
tal para afilan, donaire de Milao e da Veaeaa *
.... Tudo qoanto a idade mena \iu de mais de-
ploravel nesle genero, foi enl.io iaealado sena **-
cedido. A Fioropa, qne alienta a marcha dos Pie-
raenos-que um revoluciouar.o, se no. recordarmo* i moolMe, !, A,|,,., perava ver e dia eea dia
de que elle acabava de ser ministro dos negocio* es-1 seo cxercilo augmentado com todo* quiotes na pe-
Tv,TjTOr)fy
ILEGIVEL


DIARIO DE PERNAMBUCO, SEXTA FEIRA 17 DE ABRIL DE 1857
niniula havia que podetiern pegar em armas, e que
procuras, vidamente, em cada folhl oo em cada
Ultra, que da Italia chegav, noliciai do progresso
desta grande iusurreicAo nacionala Europa cou-
fondio-se de sorpreta : nao e Iratava Jeslas follias,
oo neslas carlai se nlo das conferencias celebradas
em Milflo, em Florcita ou em Roma sobre a ques-
ISo de aber se a Italia indepemlente formara um
s estado oo muitos, seseo governo sena republica-
no oo moroacbco. e Tunm se curvara a MHao ou
Milao a Tarta, se o remo lomhtrilo-vetiesiano, que
Cario. Alberto tanto Irabalbava por libertar do es-
trangeiru, orrotria anida, no aua victoria, um s estado do Tessin ao Adritico,
ou se oto formara tres ou qualro ; que digo eu '.'
te o raesmo Piemonle nao davette, em paga de sua
, ser desmembrado, e se ote conviene resla-
htlerer a' costa de seu leirilorio a -ulica repblica
de (ienova I.amentaveis recordareis Possam ao
menos os Italiana*, lendo-as boje trabados pola pefl-
na dos mais desiuleressados e dos menos prevenidos
de seus historiadores, penetrar-se do peuumenlo
qoa em algum patte exprime o abbade Gioberli,
que se aemelhanle espinto deve continuara preva-
lecer entre eiles, so lheo*reeta derramar quelites la-
grima* ( piaugere a eald'ucclli I ] pela sorle de sua
patria, porque Hito ella esta' beiu mu la, e he una
illusau pensar era la/e la reviver.
A* desgranas da Italia nao leriam oulra causa
se nSo este estrello espirito municipal ravelado pe-
las lerriveis conlisses do abbade (ioberli e de AI.
Kanalli, que para todos os espirito* senos nao care-
ceran! de e\| lira...'ni. E se fosse uosso inteuto, em-
prebendendo esta triste pe-quiza mostrar o gran
de,ia dizerque o nico culpado ueste negocio he
n mesmo puvo italiano, poderiamos parar aqui toda
insistencia he visivelmenle su'perllua, nao heinu-
til a oulro respeito continuar mais alguna inslanteso
exame do Rinnovamenlo l e das 11 Islorie A
implacavel e palriutica intlysa dos dous historia-
dores revela aia la urna tuuilidao d outras ratoes
da desgrana da Italia. Sera pretender examina-las
todas, assignalareroos duas qoe darSo ao menos urna
idea do mais.
De um a oulro extremo da peninsula, s se traa
do unnime desejo de todos os seus habitantes de
reconstituir a lado custo a uaciunaiidade italiana :
felizmente assim he, massem querer volver-uos para
a facillima censuia do espirito de desuuiao, tambem
universal, que torna esta unammidade de desejos a
consa mais ftil do mundo, fazem os Habanos ludo
quanlo podem para ceusurar os raros traaos que,
din la rtstam de sua originalidade nacional'.' O .ib-
hade Gioberli e Al. Ksualli Ihes eiprubiam pelo con-
trario formalmente s trabal'iar para destruir todas
as reliquias subsistentes da antiga grandeza de sua
patria. Sobretodo o abbade Gioberli, mu explcito
e ao nosso ver mui judicioso sobre este ponto, con-
sagran um dos melhorea captulos de seu livro a
mostrar que seus compatriotas vo abdicando cada
vez mais em ludo toda originalidade, e toda inicia-
tiva uaeiouaes- Elle Ihes iuterroga por exemplo o
' que fazem de sua antiga "originalidade religiosa,
qoe he feilo de sua originalidade litteraria, onde esta'
finalmente ha aesaenta anuos a autonoma de soas
aspirarles polticas, e nao tem grande Irabalho em
mostrar que sobre estes tres pontos 1.1o esseuciaes,
o genio italiano, sem pensar, vai declinando cada
vez mais.
i.....A independencia de um povo, diz elle, re-
peosa antes de ludo sobie a oiiginalidadc, e tire a
propriedade de seu genio, e este genio nao lem s-
mente por eipressAo as lels c instiluirofs, mas lani-
li'Tn o estado actual da cultura geral, o estado por
ejemplo, das creuras religiosas e o da lilteratura.
Primeiramenle onde esli nossas crenrai relisiosas '.'
Ilesprezamos a religiaoTle no-sos pas, em ves de
trabalhar por continala aperfeicoando-a, em vez
de procurar empregar as riquezas que nella sobram,
e esquecemos que ella he entretanto o nico resto
desta antiga preeminencia e deste anligo cosmopo-
litismo que ja esercemos no mundo!....
Gonfissao seguramente hem notavel hem since-
r;i na bocea de um padre lao pouco suspeilo de ten*
dencias retrogradas como era o autor do Jesuta mo-
derno He preciso nao exagerar o alcance, ja bem
extenso, desta coulii-ao, mas mo he singular que
seja no paiz que ainda lem a honra de ser a metro-
pole da religiAo calholica que menos respeito se vo-
l a rehuan .' Se ha algons estados que vivan), em
inidiocre inteligencia com a santa se, sao v.s esta-
dos italianos. Recaia a culpa desta intelligencia
sobre a sania s ou sobre este" estados, he o que
nao queremos investigar ; asaignalamos snmente o
ficto e observamos que por urna ou outra razio, boa
ou na, pouco importa, o governo francez e o gu-
verno austraco, nao lem com Koma nenhuma das
conlendas em que uestes ltimos lempos Koma se
empenhou, nao s com o Pieinoule, mas tambem
rom aples, n uanio ao povo, onde a sua fe ca-
tholica'.' Em lao espinhoso assumpto, sao perigous-
simas as allirmace-, mas au tememos nada aven-
turar de excessivo, dizeudo, depois do abbade Gio-
berli, que esta fe esta muito abalada na Italia,
acresceutando, por exemplo, que ah ha menos rai-
zes de catbolicismo do que mesmo em Franca ou
n'AosIria. Sem entrar em urna dicnssao demasia-
! solida, k.cic. Miabaleeaf l>ara esclarecer nosso
pensamento urna s cousa, islo he, que o taaea*
que escrevemo, inda verosilmoltnente impossivei
confiar com plena coufiauc.a a guarda da corle em
Roma, a um exercilo exclusivamente italiano. Este
Tacto, que n nosso ver nao conlradicto por nenhu-
ma pessoa bem informada do estado do espirito
italiano, nao carece de comentario. Daqu su que-
remos tirar a conaequenria de deduzir pelo abbade
Gioberli, e vem a ser, que a Italia peraendo cada
da e caoa vez mais a poderosa originalidade reli-
giosa qoe por tamos seculos a lem sustentado como
metropole de una parte do geuero humano, caminha
antes para o completo devaiircimcnlo do que para
urna reconstituirn qualquer ds sua individualidade
nacional.
A lilleralnra na Italia esta em melhor estado que
a religiAo ? Nao certamente. a Einquanto os gran-
des povos, nossos visuitios, comern) ou consolidam
sua uoidade nacional, creando ou sustentando urna
relgao-que Ibes he propria, diz o ahhade Gioberli,
deiiamus diisipar-ie e perder-se o duplo thesouro
que recebemos de nossos pais e de nossos atoe....
He, com fJei(o,nconteslavel,pelo menos ha sesseu-
11 anuos, a originalidade ilahnna, esta originalida-
de, cujas ultimas reliquias Allieri tenloa uo ultimo
secuto reacender, deiappareceu completamente.
(Jaal'he o grande poema, a grande narrara hist-
rica, a grande obra scienlilica que appareceu desde
enlao, em italiano '' .\ lingua usual corrompeu-se
siugularmeute. Abr um jornal italiano e parecer
vi.-lia 1er alauma Ifiadnecao d'um joinal francez.
Ao contacto de nossa hugua, o velho italiano de
Machiavel e de Guichardiu desmoronou-se, para
emprear o celebre e elegante barbarismo do Sr.
secretario perpetuo da academia franceza. Anda
man, n3o he raro encontrar em certos escriptos da
Italia visiveis liados de germanismo. O propnu ab-
bade Gioberli, que com tanta raz.au se eleva contra
este salelligiu litlerario, como elle o chama, nao esta
delle isento, e o e-ludo aprofundado a que sedeu,
da plulosophia de Hegel, deu i. seu e.tjlo alguma
cousa de atormentado e de obscuro que traz um
pouco o lembrauca o idioma gennauico. M. Ka-
nalli, juiz, bem competente em tal materia, pa-
rece parlilhar nossa opiniao a este respeito... o Gio-
berli moalrou-se maii desejoso, diz elle, de es-
civer paramente do que o fez, e recommendaudo o
estudo dos melhores autores, abri urna senda que
nao trilhoa ; n3o que a sua linguageiu seja impro-
pria e careea de elegancia, mas suas unies de pa-
lavras sao extravagaules, e elle tem o dclestavel
hablo, evitado, por bous prosadores, de conceber as
ideas mais commuus sob formas abstractas e indeter-
minadas*...o Deleites que certamente pouca cousa
seriam, se fossem particulares ao aotor do Kiuuo-
vaineulo, mas que loruaram-se multo commuus nos
escriplores italianos de nosso lempo, para que a
critica os nao eneare inquieta comu symptomas de
decomposicao de urna litleralura que cabe ede urna
lingua que se desnaluralisa !
Emfim,se lio mal sustentan) os Italianos na or-
den) da religiAo e na das Ultras, sua urigiualidade
nacional, o abbade Gioberli acha anda e cun igual
raza quanlo nos, que qua'i que nao a auslentam
melliur na ordem poltica. Elle obseiva engenho-
lamenle que torrando o habito' o 1er obras e-ttan-
getras e de s aprender a pensar neslas obras, os
Italianos iuseusivtlmcute lizeram-ia sectarios des-
leseslraugeiros, no mundo dos fados como uo das
ideas. E o que aeouleceu Que a pcuiusula acbou-
se a merct- au mais smenle das armas, man das
opuies de seas vizinhos ultra-montunos d'oulro-
mouto a Assim be, acresrenla elle que a pnmai-
ra rev,lucio franceza inlerroinpeu violeiitamenle as
reformas enlao con.ecadas pelos principes, e que a
de 1HSS fez abollar as que Iinham eutao einpreheu-
dido os povos. As palavras do abbade Gioberli
nao \o aqui mais louue do que o seu peusaiuento ?
Deixo que o julguem os leilores ; entretanto, seja
como for, sua obsor>aefu nao deixa de ser judiciosa,
e be principalnienle conleslavei que a iiiflueucia
sempre Crateatila ha um scalo, da litleralura e da
pliilo-opilia liaiiceza na llalla, poz e-la uacao em
urna depeuduicia Jos menores luoviinenlos da opi-
iii,ni que agita a Franja, luuesta a boa canducla
de sua poln,,i nacional. Que uecessi ade ii-
nham, por exeni|lu, os Italianos, no annu de ItSS,
de lalerromper o bello i higo ii.ovimeule de leloi-
mas, que dous anuos ules inauguira eulre elles
l'io IX, para lancarein-ae em seguimenlo da Fran-
ja, as aventuras de urna levolueau social'.'
O abbade Giubei ti deplorando esta abdicativo do
genio publico italiano, auignalando-o como urna
das causas da tritio condirau de seu p.iiz, nada
avanea seguramente de excessivo, e lem razfio pan
dizer, atlestaudo a historia :
A* medida que se fui olTuscando n genio pro-
prio'* Ilalia, fui-sc-llie iusen>ivelmeiile subsliluin-
do ana runesta docibdade cm tomar por modelos s
eslrartgeiros. Eisoquelez vollar e perpeluou as
cadeas de ucs.a servida,., poique nada ha mais dif-
licil do qne recrguer nm povo que perdeu al a
'mola de sua vida nacioDal,,,
na parle se serve M. Kanalli, he sua mollera uni-
versal.
("liando em marco de 18W Carlos Alberlo'a" fren-
te de lodas as lorcas do I'iemanle, travessou o Tea-
lia, foi opiniie, on antes fui esperani-a do Occiden-
te, que iproveilaudu-se desta ucca*io nica em sua
hisloiia, todas as populajes da peuiusula lam er-
guer-se em massa, e que a liaba ia encontrar um
soldado, em lodo boiiirm, capaz de carregar una
arma Em Franca principalmente, raciocinando
segundo nossos intmelo! mudares e segundo nossas
grandiosas recurdac,oe hisloiicas, viainoi ja' aples
por em marcha rem mil hoineus. os Eslados-Koma-
vinte mil. a Toscana e o-- ducados outros lautos, a
Lumbardia, mesmo depois do lecrulamenlo auslria-
co, que eslava liinge de haver-lhe rouhado luda no-
pulacAo valida, ciucoeula ou se>senta mil. Lindo
aos l'u'inonie/es. prefaziam segundo al avaliaeoes
mail moderadas, de duremos iluzeulos e ri-icuenla
mil llalliooa, para -e btterein contra o exercilo do
narechal Ka lelikj, e ja' se va esle exercilo cerca-
do por lodos os lados, brillado a rcfugiar-se em
seus mingnadoi campo* de Veroue e de .Mantua, e
em breve a capitular.
E-las suppusices, rertn que nada tinbara de dea-
honrlo para o exorcito auslriace, por bravo e beta
co1.....andido que fosse, na tiloacta em que lodos
aturalmentto linuravam. amllada pela vanguarda
pelo exercilo sardo, peloi fiancos e pela retaguarda
ameacado pelas tropas dos ducadoi, da Toscana, da
Itomaui e podia se-lo, de suas cummiinieaces com o Tvrol e
pirlto militar que em qaalquer onlra parle, mor-
menle em Franca, faz momeiit.ineameiite am solda-
do de qaalquer bomem que aos hombros traz uina
arma e da reuuiAiedestes honieus um exercilo. Se
com iiniv P T" O'cmr-se um cmilliclo I primario, aproveilo a occasia,) para fazer algtima- olhar com respeito e temor para um negro velhaco
n- vis'.i-i i a :_ p.,s,.ele,<,, P'nvmcia a sejo que sejnm ronhecldoi pelo poblico. cuntas, porque he um mgico O um feliceiro. Ha
. n nesie acio da assemlilea. bcando saliendo que Eis a eslatistica organisada sobre o movimento do am la, mas pui pequeo numere, peasoa-i, inulberes
riaui ; mas ide-lhes pedir', que formem exercitos e
combalam as ordens de om chefe, he urna lingua-
gem que elles nao eutendem mais. Este defeilo
moral do carcter dos Italianos na.i he novo em sua
historia. L'm maior pintor qoe M. Ranalli, Machia-
vel, ja o liana ubservado, desde o XVI leculo, e o
assignalou neslas linhas, que parecem a explicario
escripia de seo desastres de honlem : > Vede os
doellos e nos combales de pouCM quao superiores
em forca, em destreza e em intelligencia, sao os
italianos, mas que seja-lhes preciso combaler reu-
nidos em exercilo, e lodo seu valor se desvane-
ce. (1)
{Continua.
nos reconlieceiiios eslp territoiio como fazeudo parte
de llarreiros, o que Ihe campele he lazer cITeclivn
esse direito reconbecido pela asseniblea, e ao das A-
lagoii com ele suscitar o conflicto.
O Sr. DrpulaJo :O mala razoavel seria una
represenlaeao a a-semhlea geral.
< Sr. tiarrn.i Je Ltcerda : E que vaulagem vem
da medida indicada pelo proierlo '.'
OSr. .V. Portella: Fien-non a vanlageni de
n.1o serinas o iratoiei do conflicto,,.
< Sr. Barroi de Ijicera : Mas se nos o e-ia-
mos provorand.....
< Si'. ,V. Portella : Em que provocamos nos
o conflicto se esse terreno perlenreu lempre! I'er-
uambiiro.se lempre le/, paite da freguezia de llar-
reros ; E que inconveniente ha cm que urna le la-
ca efleeliv* cunlinuacAo de te terreno em Petnamboea '.' Nao he urna cousa no-
va, ligo he mais do que conlinuarmos com o queja
esla eslabelecido...
Um Sr. Depnlado: Un enlenile com limites
de oulra provincia.
O Sr. ,Y. I'ortetta : tjoando se estnhelecerain
os limites de Barrenos se dase os limites sao estes
e aquellese de-,I- esse lempo que esse terreno nos
lem periencido.
t ni Sr. Diputado : Es^a he a questao.
, O Sr. .V. I'ortett'i : >ao esla' islo mesmo reco-
,'7'"J peo suhlevamenlo das pupulac.Oes bom- ; nheci lo pHo prelado, que reconlieceu os limites en-
J, 'i'"6,*''T' e u',"'" l'm um momento I tre a l'rcguezi. de Barreiros e a* Vlagoas E have-
M emlm "l "" ""."V n'"S "'" '" far m "' *"* >" -eceio
Mas, emliin, labeie que nada disto se deu, e qoe do conflicto '.' I-urque raz.lu nao Lavemos de armar
lETaSSl'","'"" I PPareeer o Muflido, esle. c|le habilitado para loe
Alai porque, har-sc-ha carga disto a' falla de nar elleclivo ese direito'
coragem dos povos italianos Ouem oa.aria diier | Como disto, esta' reconi.ccdo pelos divenus docu-
depois de oilo, &anta-l.uzia e as enrgicas detezas menlos que esse lerrilorio nos perrence, esla' reco-
de lirescia cunlra o general llavuau, e mais larde ; nhec.do pelo presdeme da provincia e pelo prelt-
K1 f"Lf" 1'" |roPr;O i 1 diocesano eu nao vejo motivo algn, para que
RIO, o-ta raca tambem he brava, e quera duvdar esla assembla se recose a approvar o projecto.
% n,unm-r""la ""g Ella ca'ed"iee- O Sr. Barrot de oerda.-Sr. premenle, nao
era de balde que eu poda eselarecimenlo ; ve V.
Exc. e a eaea que he um i questao de grande impor-
tancia que se igila.
O pelicionano Francisco Atlonso de Mello temi
le Iralasse de debaler em campo raso, como outr'ora \ aliins l.ens sequeslrades pelo juiz municipal de Por-
os Horaci'js e Curia-ios, a independencia da llalla, lo Calvo, e men,leudo elle que o sea engenho per-
no mesmo instante lodos os Italianos ae inscreve- i lauco a esta provincia, requereu ao Sr. hispo e ao Sr.
presidente da provincia para aecidirem de algum
modo esla queslAo, que eu ehamarei conflicto, tonto
de jurisdiejo, em cojo caso pertencena a relaeo,
masemfim existe j' conflicto. O Sr. presidente en-
tenileu que nao poda deferir o requenmenlo do pe-
liciiinano sem ullerinr docitgo desla casa...
O .Sr. P. llaptista :Ello decidi fazendo depen-
dente da approvacAo da casa.
0 .Sr. II. de l.acerda :Requeren o supplicanle a
esta assembla o me-ma que requereu a prcsideucia,
e thz.elle (t,.
Exisle ou nao o conflicto ja''.' O que va a assem-
bla fazer .' Qual be o resaltado pralico dessa le'.'
Paliando a le, o juiz municipal de Porto Calvo esll
inhibido de continuar o equeitro ?
1 m Sr. Deputado :NAo.
O Sr. B. de l.nrerda :EnlAo qual he o fim da
lei '.' O nubre relator da commissao.aulor do projec-
to, allendendo ..os fuiulamenlos do requerimeulo do
sapplieanle, formnla o sea projecto ; os fundamen-
tos do requeriniento lendein a este lim. a' impedir
que a auloridada de Porto Calvo conliuue a susten-
tar esse sequeslro : pergunto, pode acaso a le desla
assembla prndnzir esse efleilo '!...
OSr. hlorennn :Pode, porque nAo'.'
'i Sr. //. de haeerda :NAo pode, porque enlao
se suscitara' o conflicto judicial, e s a relacao he
competente para decidir os conflictos de iarildiecgo,
e por lano o projecto nAo produz o efleilo que se
suppe.
Oao engenho do nipplicanl; he de Pernambuco
ou nao, se he de Pernambuco e se exisle essa que-
tao, Pernambuco nao pode ser parle ejuiz ao mesmo
lempo, i ipoiados e aa o engenho be de Alagoas a
questao he d milito mais imiiorlaucia, e os poderes
de Pernambuco a'nda sao mais limitados neste caso.
Assim digo eu, quer o engento seja de Pernambuco,
quer seja de Alagoas, a assembla de Pernambuco
nao pode decidir a queslAo, assim como a nao pode
decidir a de Alagoas...
O Sr. /'. Bnpti'la :Ouem he enlao '.'
O >r. II. de Lacerda :He a assembla geral. As-
sim vejo eu, que aperar dos esclarecimenlos que o
nobre deputado leve a bondade de nos dar...
' m Sr. Deputado : Trata se de marcar limites
ou de conservar os marcados '.'
O Sr. B. de l.werdn :Trata-se de liauidar um
diieito de potte, e neste ;aso o que a cuiiimissao li-
nha de fazer era o que fez o anno pas.ado o Sr. Sil
vino, que leudo queslAo idntica sohreTaquara.se
bem que nao se Iralasse de ulereases particulares,
mas questao suscitada por elle, que emende que
Taquara perlence a Pernambuco, oflefeceti ama in-
dicante para que esta assembla rcpresenlasse aos
poderes geraes do estado, al'nn de marcarem-se os
limites. Se a commis.ao emende que a questao ver-
sa sobre limites, que a quesiao he idntica aquella
oulra, o qne nao pode deixar de recouhecer, o que
llio rnoaprin era propr que se representasse ao po-
der eeral, poique un Indo o caso eu vejo qoe a as-
semldca rte Pr-rnambara nao pode P~rio o ,.
Assim entello'en, que o projecto nao deve merecer
a api.rovac.io da casa, nao so porque riiis nao somos
competentes para lato, como porque lamben elle
alo be salisl'aclorio, nao he concludenle ; passando
o projecto, nenhum efleilo prodaz, o jaiz nAo man-
dara' suspender o sequeslro, continua nelle, e o sup-
plicanle em lugar de recorrer a assembla, por isso
que ella nAo ha compelerle para litigar com o juiz
municipal de Porto Calvo, recorra ao juiz municipal
de llarreiros, e nunca a assembla provincial.
O Sr. Paula Bapti'ta sustenta o projecto e res-
ponde ao Sr. l.acerda.
Lamenta, que a assembla provincial, ha poneos
das, livesse prohibido a venda das bilbeles das lo-
teras da corle, oflendendo assim as imposiees ge-
raes do eslado, e islo contra a lei fundamental, e
azora estejam apparerendo opinmes no sentido de
nAu competir a' assembla provincial a -niean de
um negocio simples e de soa natural competencia.
Diz que na se rala de marcar limites eulre pro-
vincias ; mas de urna provincia man(er-se na posse,
em que sempre csteve e continua a estar, segando os
limites existentes.
Diz ainda qne o S possideth ha um direilo que
compete aos individuos, is provincias o aos estados,
em ser preciso que previa lei o outorgue explcita-
mente : elle ii i-e- do simples fado da pesie, e tem
sea principal fondameuto na urdem publica.
Palo que he iuleirameule ocioso querer adiar no
acto addicional alzuma disposi<;ao explcita que au-
lorse as assemblas provinciaes a manter por actos
seus legislativos a poste real e eflectiva das respecti-
vas provincias.
Pondera mais o orador, que se elle neste projecto
visse alguma disposc,ao, qua de leve faiitae a lei fun-
damental, ja' estara no seo posto a combale-lo ;
mas oque v he,a assembla qoerendo despojar-se
de um direito que pela necessidade lhe perlence.
Responden to ao Sr. l.acerda diz. que o projecto
nao he mulil, como parecen ao nobre depulado;
porquanto sendo elle approvado, saneconado e pro-
mulgado, lauto a aaloridada administrativa como a
relscao do imperio licavam leudo um acto legislativo
pelo qnal resolves-e a questao. ,
Que, quanto a aoloridade administrativa pedia
ensino primario, e que consta do relalorio do Etm
Sr. iniuistro do imperio no anuo paasado.
a Exislem uo imperio I."7I escolas de primeiras
letras frequenlada por lit.liill alumnos. Estes I-
zarismos divididos pelas dillerenles pruvincias din o
legoniie resultado :
a Minas Geraes lem SKI escolas de piimeiras le-
tras frequenlada por ld,635 alomnos
peqoeno numere, \
pricipalmemei, queein venda um feiliceiro, lumaiu-
se de lal pavor., que ne n lano inspirara Salan se
Ihes apparecesse, e de lal modo o aciedilam, que
se o negro dissesse que murria no da -e^uinle. na
lia v-1 ia remedio que a lalvaite. lili (oilicoiro nun-
ca esla sem as compleme- tabacal e cahicinbas
cheias sempre de hervas secras, a qiieallribue virta
deamilagrotaa; no com eatai licrvas pie o l.ehado
o Rio de Janeiro lem 191 escolas riquentalas opera os prodigios de sua feiliearia, que da vida ..
por <>,MS alumnos. <|uem, ca para nos, nao bullada inorrer, e inorle
n llahia lem 195 escolas frequenta las por 7,lisg liem vezes a quem linba de vver, que faz eslreme-
lOmnos, I ei de amor um roracao gid do de ICeplcitmo, que
Pernambuco lem S"> e-colas frequeutadas por | faz em lim lado quinto quer, porque o feliceiro
3,63.1 alumno*. I apregoa-te omnipotente. O qoe ngo fara'elle, te lhe
Ora bem! ae al aqui a diflerenca tanto da nu- prometierem dini.eiro ? Mat aoja como for, o carta
mero das escolas, como do numero dos alumnos he he que elles com hervas, cahajas, gallinhas prelas,
grande contra Periumboco, e-u dilTereu;a anula etc.. chegam a ser arredilados, c lem defensores lAo
n ii be mui sensivel; porque l'einambucu, se brm deilicados que juram soiue os Sanios Evaugelhos
iucero O leal, o que jiislamenle ptodigalisi coraeei (gratas a presidencia de enlau e e,
hnspilaleirus, o anda nao metcladoa do balito puin- tando lorpeun nu da ,-u emprego,
fero'que bafeja os que. entregues a corrupedo do
secuto, calcara a pes o que ha de mais sagrado para
rev.ir seus ebrios caprichos.
He o Dr. Brandan depulado doi serlanejos Itoa-
Vislanos, pelo 1:1." circulo: receba, pois, o >r. Brau-
ilAo iniuhas fellcilacOot, ja que nao live a honra
de petaoalmenta a commooicir. Cuuiinue no parla-
mento a manlor toa inleirasa de carcter indepen-
dente, e mostr ao mundo Inteiro, que o Brasil an-
da lem lilhos caparea de reivunlicar seo bro na-
cional.
Na Boa-Vitla, por occatllo da aporacao de lodoi
os collegios pela camafa municipal, houve urna Gal-
canea pomposa. A lousica do Capim-grosso nunca
e-leve lAo rica. O bello sexo, chelo de prazer, fez
u bullanle cortejo dos ires das, quanlo durou o
fe-lini, .onde a s.mplicidade dava aquella reunAo o
esplendido e solemne rigosijo. ti Bran lao panio
para o Recifa depois de ler percorrido quasi lodos os
punios da comarca, fol ao f liirirurx, e a Villa do Jo-
aaoaaaa
quae-quer consol.r,^j ,| mttm r
Irepida auie
honesto, quendo pretende sali.f.,',, tUM L'.*^'.1**
Mea ambicio, leduz. o meu escravo StaaCT a
occnllou uo eogenbo \l..-at ub... onde ir-ina r, ,'.
leilor oualii.ini.iiad.il. I rdio enlAa o Sr. |..|
um lermu de declararlo, nu qual di/ia o cabra s'ian-
plicio ser ecravo de Enimdiu Jorse de liara
denle era Porto Calvo, e cun esle termo reaaeiIm
ao delegado de polica capillo Manuel da *--
WaotJerloy. Uoe. n. J.'
Appareceu enlrelanlo om lilho do Sr.
que teja provincia de prirueira oruero, populosa, n- como lia feilico e lanas igo as provat que foi bao azeiro, aflnal conheceu petioalmenl de perla a loca
ca e industrios ; todava osla' comparada cooi uu-
Iras provincias igualmente grandes, ricas, ele.
Entremos agora na cumparacau de Pernambuco
com oulras provincias menores, c ah enlao he que
melhur pnderemoi ajaizar da nossa iustruccAo pri-
maria.
Rio Grande do Sul tem l-Jll escolas de piimeiras
ledras (requemadas por 1:761 alumnoi
de apresenlar, que haveis de sentir compnxAn por
ver um eapinlo lAo simples, lAo flaco a .- balere
sel. o pezo dn mais eslupido prejuizo, e vos nidig
liareis contra quem, abusando assim da credulidade
publica com felicos e velhacadas o vai explorando
como urna mina ine-solavel. t) nico remedio con-
tra o feliceiro he nao dar-lhe diuheiro e dar-lhe
pancada. NAo concluiremos sem contm mol a nossui
o San Paulo lem Ib", escolas frequenlada por leitores urna engrara la auedocla, passa la entre um
"i,ia'7 alumnos
E u que ha a dizer contra islo V Duas provincias
pequeas, uma com 1'iO escolas frequeutadas por
o761 alumniis, e oulra com Hm escolas Ireqoenla-
das por ."..titj" alumnos ; enlrelanlo que a grande
reiliceiro e uma pessoa, cujo nome, nem podemos,
nem devemos declarar, llovan) furtado dous caval-
los ao Sr. G., e niuguem havia que dclles noticia
desse. Decorriam j dous metal depois do detappt
reclnenlo dos Cavallos, quaudo entra por rasa
provincia de Pern.iinhuco lem apenai 85 escolas fre- do Senhor G. um esbcelo feiticeiro, eonhocido pelo
quemadas por 3,633 alumnos nomo de Pedro Velho, oflerecendo-se para dar conla
Sr. S Carcalli : Eu dou pouco por eslea | dos cavallos. O horaem reflectiu por algum lempo,
c responden depois ao feiticeiro que anilina ao seu
clculos : he lalvez como u'uma escola que eu sel,
que leudo dous discpulos aprsenla no mappa 50.
.S'r. /'. Baptiita: Eu pens que ninguem
podera' rejeilar estes dados ofliciaes, colhidos pelo
governo geral com rigoroso cuidado, para dar crdi-
to a estas historias do nobre deputadu.
I.er I imeiiie nAo he esle o meio proprio de destruir
ai desazradaveis imprc-ses, que dados ofliciaes que
correm em todo o imperio e vao ter as nac^oes es-
Irangeiras, lera produzida nesla casa, e lulo de pro-
iluzir no publico, quaudo os ler e us apreciar devi-
damenle.
Alagoai, lenhores, a pequea Alagoas, se bem que
lenlia 63 escolas, -ao ellas frequeutadas por :l,7'.l
alumnos, numero quasi igual ao dos alumnos de
Pernambuco.
E poda anida apresenlar os lados estatisticos so-
bre o movimento daiaulas de instruc^Ao secundaria,
.onde as diflereneai cunlra Pernambuco ao enor-
olferecimento. Ajuslarain sobre a paga, convenci
naramodia da bruxaria, e reliruu-sa o caboclo
pillando de contente em qaautn que o Sr. G. f.ti
dar a seus escravos algumas ordens em legrado, .No
dia marcado veio o feliceiro com um discpulo, Ires
zarrafas, milhares de cuzes uma immensidade le
cousas. I.ogo que chegoo pedio que mandasse en-
cher de agoardente as tres garrafas, quiz depois
vellas, pralos, cordao, viola, maraca' ele. ; ludo lhe
foi dando o dono da casa, qoe eslava disposlo a
rn -lrar-ll.es nu lim da historia, que nao servia da
brinco aos laes feiticeiros. Preparada a scena, come-
toa uma algazarra infernal. Canlava o meslre :
8. Luiz de Franca
1'rnzei-me os cav.llos.
Responda o discpulo :
Os cavallos, os cavallos.
Dura a i.lo bem meia hora, em que a viola e o
hmeos e as cousas.
requereu ,le ludo ceilil.lo, examines n calara >ib.
Plicio e a preta Loira, e derlarou eakjoiie q, aJ
e-cratu. na pertei.riam a seu pai.
Ao pa-0 qUP talaa facbe".ieriijm, o Sr. I ia||,
rhamsva pelo Liberal n. SM sederior de >Ki^.
narrara luda e-a historia.
Ilepois.ie.ii. diligencias lerem logar. reqf, ,
juizu muuii ipH| a naaj da Simplicio, que o W(4J.
va recolhido a pri |anlei o pepe de campra.
alem de lodo joaliaojaei a i .eiilidade do cabra, a i-i
I liz aem mnima oiaprncta, pez.r de laesasa ei
bo vai zozaodo de inalleravrl paz. o capillo I Sr. Fialho se achar en. llio Fu.mosto, e h. deuma <)
lado que he. dile, e mai.loo eulregar o mea eiera
vo. Doc. u. 3.
Julguei que arta do radu.ho | arque havia raaa-
lidadi
Calo;
Jas Francisco da Silva, cuinmaiidaule la turra vo
lame desla comarca, e delegado daquelle lenno, lem
sabido alieiar as lympathlai daquelles que o cou.mu-
nicam, administrando jnica com a maior calma, e lado, uiuguein ousaria (oi.lesiar-m o dominiae i
imparcialidade, apezar de dizer-mo o compadre \i- le do cabra Simplicio, onlrotooto o Sr. Fialbo iam-
quinho, que esla alguma cou>a mal salisfeito com o ; nuado por ilguein, airanjava a cerrbrma juslilicaci
delegado do Ouricur;, por ler capturado a dous fa- e seduzo de novo o meu eeeravs >unplirio e o le-
e cruninosus de nula naquelle termo, e o vara para a tenala do seu engoiatw, procUmauda-o
como pessoa l.vre, iki e mo defensor da liboca-
de Qoa c\ i.isruo !! !
t'.hegando ao meu couhecmento achar-*e noblica-
ti.lt.. a i
lal delegado os poz no andar da ra, logo que elle
deu as cosas.
O le......I .-coronel Aracu!f,n, aterrado pelo br-
baro assassiualo de seu genro o subdelegado Floren-
menleni senzala do engento) do >r.
missims, lano no que resoeila a instrucjao secun- maraca' nAo deixavam de locar e elles de beber
Paravam enlao e perganlava o meslre : Nao vs
ASSEMBLA LEGISLATIVA PROVINCIAL DB
PERNAMBUCO.
Se;sao ordinaria em 14 da abril de 1857.
Presidenta do Sr. Jour Pedro da Silra.
Ao meio dia, acbando-se prsenle numero legal
dos Srs. depulados, abre-sc a sessao.
I.ida, he approvada a acia da anterior
O Sr. Primeiro Secretario aprsenla o segainte
EXPEDIENTE.
Lma pelicao em que Jos Faustino Marinho Fal-
c3o, professor publico de lalim da cidade de Nata-
retb, pede o pagamento de seos ordenados relativos
aos mezes do abril, maio ejuuho do anno prximo
passado.A coinmi-sao de orcsmenlo provincial.
Oulro em que JoAo Haronea Baralhao, proprie-
tario do engenho Caraubu, comarca de Nazarelh,
vem requerer a transferencia do seu engenho para
a frezuezia e comarca de Pao d'Alho. A commis-
s3o de estalistica.
Oulra em que Fr. Cartauo de ttettioa, prefeilo
do hospicio de rtossa Senhora da Penha, pede a esla
assembla para manda;- vir da Europa freirs, afim
de dirigir o eollogio de Papacara, e se encarregar da
eduocAo das orphaas alli recnllndas, e ampliar mais
a nimia marcada annualmeule para poder sustentar
deutro do raesmo collegio 200 meninas.A commis-
s3o de petices c fazenda e orramenlo provincial.
Oulra da mesa regedora da umaudaje de Nossa
Senhora do Rosario, tnslallada na sua capilla da po-
voarao de Tigipi, freguezia dos Afgados. pediodo
a approvarao de seu comprorai parle religiosa pelo Exm. hispo diocesano.A com-
missAo de negocios ecclesiasiicos.
He lido e approvado o sezuinle parecer :
o Algons muradores de (Juipapa', requeren) a es-
la assembla que seja dividida a freguezia, forman-
do o dislriclo de Quipapa' uma s freguezia. A
coromisso de estatislica para inlerpor seu parecer,
.""" e requer que seja previamente ouvidu o
Exra. prelaub un..l.. '
o Sala das eommiasoes, lide anrn ae I89Y.r.,
cimento Portella.Gameiro Jnior.A. A. Souza
Carv.ilbo. i
He lambean lido. jolgado objeclo de deliberaciao e
mandado imprimir o projecto de ornamento muni-
cipal.
Continuaba, da discussao adiada do requerimento
do Sr. A. Cavalcanti para a nomearao ue um n.ern-
bro para a commis.Ao de comliloicala e poderes.
Depois de algumas consideraedes dos Bn. Pau'.a
Rapliila e A. Cavalcauli, he o requerimeulo posto a
votos e regeilado.
ORDEM DO DIA
Tercei.a discusiAo do projeclo n 1 idale anno,
que approva o compromisso da irmandade de S. Ali-
guel de Ipojuca.
He approvado sem dbale.
Prime.ra discussAo rio projecto n. 18 que conside-
ra como pe I encent a freguezia de llarreiros o en-
genho Sania Cruz de Francisco Allomo de Mello.
O Sr. Barrot de Lacerda.Sr. premenle, deso-
jo que algum dos nobre- membros da coinrnissAo nos
de esclarecimeulos para que possamos votar nesle
projeclo.
F^u nada sei ; ignoro mesmo se a quesiao varenle
ira' suscitar algumas duvidas com a pruviucia das
Alagoas, porque se se Irala de llmilaa de freguezias
desla provincia com a das Alazoas, nos nao podemos
decidir islo assim de relance, e por isso peco escla-
recimenlusa illuslre comn-sao de estatislica.
O Sr. Sasciinento Portella :Para aalialazcr aos
desejos do nobre depulado, eu direi |os motivos em
que me luudei, juntamente com oulro membro da
rniiuiiis.au de estatislica para apresenlar esle pro-
jecto.
O engenho Sania Cruz perlence a freguezia de
Rarreiros,: os moradores des.e engenho sempre fo-
ram qualilicados como volantes da freguezia de Bar-
reros, sempre loram qualilicados como guardas na-
conaes do balalho peitencenie a' essa freguezia, e
islo lie o que prava o peticionario, o Sr. Francisco
Allon-o de .Mello, proprielario dese engenho, com
diversos documentos do comrnandante do balalliAo,
do juiz de paz e dos demaia empregados. A visla de
lodos estes documenlus, o Sr. Francisco AITonso de
Mello requereu a presidencia da provincia qoe re-
cor.l.ecesse o seu engenho como fazendo parte da
freguezia de Barreiros ; o presdeme reconlieceu es-
se engenho como leudo perlenculo sempre a fre-
guezia de Barreiros, e por leu despacho de 10 de
novembro do auno pesiado declaruu-o expreasamen-
te fazendo dependente da appruvac.au desla assem-
bla. O prelado diocesano a quem compela tam-
bem julgar da malcra, tamben) por seu despacho
do 1" de .lezemi.ro do auno passado reconlieceu per-
lencer esse engenho a Barreiros....
l'm Sr. Deputado : EnlAo eulre quera he a
queslAo ?
O Sr. :>. Portella :He esla : Francisco Allon-
so de Mello, lerrdo de fazer inventario, a autoridade
de Porto Calvo eligi que o uzease peranle o seu
jaiz, mas elle como liuha sempre considerado seu
engenho corno fazendo parle de Barreiros, recusou-
se a essa exigencia d juiz municipal e requereu ao
presideule da provincia, munindo-te dos documen-
tos comprobalivos do que elle allega para que se re-
conl.eceise como lendo sido sempre peneucenle a
Barreiros o engenho de que he elle pruprielario.
Ora, a visla dislo o que nos cumpria fazer '.'...
O.S'r. B. l.acerda :Nada.
O Sr. .V Portella :.Nada diz o nobre deputado,
mas eu emendo que nos cumpria fazer alguma cou-
sa, porque a provincia de Pernambuco sempre este-
ve de posse deste territorio, que cumprelieu.de o en- I dito engenho, c o juiz municipal de Porlo Calvo
gento Sania Cruz. agora foi que appareceu exerceudu ah um acto de
E se islo he exaclo, se as autoridades de Barreiros ; sua jurisdiccAn. |
alternara a verdado dos fados allegados pelo sup- i Pelo que a Pernambuco compela manter a posse
pilcante, porque motivo havemus nos de recusar e obrigar qne Alagoas, se porvenlura se julga com
recouhecer esse direilo que fhe nosso, e mostrar ao direilu recorrer aos poderes geraes. O que o projeclo
poder admini-lrativo provincial que defacto esses quer, pnrlanlo, be que Alagoas faca com u enzenho
sao os limites dessa l.eaue/ia em que esla' compre- : Sania Cruz, <> que Pernambuco lem feilo com l'ara-
henilido o engenho Sania Crol'.' Porque motivo nos hiba a respeito da Taqoara.
Invenios de despiezar o direilo que nos assile, del- : l>rz finalmente o orado., que anda a-iim, Taqua-
xando as autoridad Is de Porlo Calvo fazer o que ra eata' dentro do- limites do Pernambuco, e Per-
quizerem .... nambaco lem respailado lmenle a posai da Parahl-
UmSr. Depulado :Ellas farlo o mesmo. j ha ; enlrelanlo que Sania Cruz esta' dentro dos li-
li Si. A. Portella :l)eueinos que ellas eilalie- \ miles de Pernambuco, e Pernambuco lem estado
leeam o conflu... sempre na posse delle ; pelo que Alagoas quer vio-
t Sr. B. de Larer/la :E ia nao existe lar simullanei.mei.le a posse e o direilo.
dara remunerada pelos cofres piiblicos, como no
que respaila a remunerada pelos particulares ; mas
para me nAo demorar mullo nesle ponto apresenta-
rei aa legoinles que-ao bem seusiveis.
o Em San Paulo us aulas de iustruccAo secunda-
rias, lano publicas como particulares, sao frequeu-
tadas por .TI" alumnos.
a No Ceara' sao frequeutadas por I,:tl0, em Per-
nambuco por 1,993.
Bem se"v^)ue liz a comparara com provincias
pequeas, porque se .:- lizesse com provincias de
pruneira ordem. como por exemplo com a Babia,
onde ettat aulas sao frequeutadas por perlo de 3|000
alumnos com Minal amida alo frequenlados por
mais de 7,000 alumnos, as difleren^as as cifras ser-
viran) anda de pateiilear evidentemente, qoe nao
temos dado.a inslrurcrl.i prima.ia e secnndaria a al-
ia importancia que ella lem, e he recouhecida por
lodas as naef.es c.vdisadas.
Eslas cilras lio um argumento tem replica para
lodos aquelles que emendem que a' prelexlo de se
dever cuidar de abrir estradas e de oulros progressos
materiaes, devem ainda oppor-se a crea^ao de ca-
denas para o ensiuo primario.
E seja-tne linio dizer nesle momelo que, ao
passo que assim os meslres de primeiras lellras da
provincia lem um crescido numero ae alumnos, que
se esforcam ese raalam para promover-lhei o adian-
tameuto, afuu de lerem direilo a certas aralificac/.e",
que a le Ibes da', e ao passo que vivem denaixo da
vigilancia de um director zeral, como o que temos,
severo, dedicado ao servir, e ao passu que Bao
obrigados a preencherein certas condires pesadas
para poderem receber seos pequeos ordenados, nao
tem estado isenlos re impulaees vagase tao injustas,
roai esiao cheias de grandes pocos, felos pela
grande quanlidade de porros, que -ndam empre-
gados uesse tarrifo, e na limpeza da cidade. Ha eu-
lre elles algans lAo profundos, que corre risco nAo va
alguem cahir dentro e afogar-se ; nada de tpalos,
porem cuidado com elles. E dizerem que esses per-
qalo'gravea [apoiadot.) Se islo nao ne urna ingra- i eos rngeiiheirmt sao da ruinara, qoe genle, para
lidAo, quesoirrem, ei nao ei o que seja. (Apoiadus.) j fallar e para mentir Nao podernos tolerar essa
Exislem differeules emendas sobre a mesa : urna | curiosidaae de querer em saber de quem sAo os por-
creando mais seis cadelrat, oulra creando 15, oulra i eos. Oue se importara com islo '! Cunliuue a haver
creando tl e oulra creando uma cadeira em cada da agoa lirapissima que o acaso por meio dalles nos
villa ou fregu*. deu, e agradeca-se aus pereoa e ao accaso. Al a
Se at agora nao se lem creado cadeiras em razAo rara tuina be inventora ; ale o porcoi sao nossos
das necessidades da populatao, lambem nAo cmivcm meslres, maldito aca-o '
bno, anda nao cuncerlou da alliei.acAo meulal. em escravo Simplicio, requer ao jaizu ruuuirii,| aiB.
qne cabio, lano queja havia decretado o perdi para 1 dado de busca e apprehei.Ao. Dor. n. \ eom tf.
o attaatino Francisco Nunes, que se preparoo para nu ; feilo pude conseguir a ri-lilui. ao des.e metj aacr.ve
jurv livrarie, e nao realisou-se por nao se ler mi- | o qual ullimamenle por rooielhoi da Sr. Fialbo esa
nido, e lalvez fossepor declarar o Dr. Miguel, jan do seu digno assesior fug.o a achia. r>*r*n4te. f^,
luzar seguro como proclamam) porem de ama ig-
norado.
Fas a historia fiel do que na occorrido acerca 4o
meu escravo Simplicio.
Avahe agora o puhl.ro o papel miseravel, oo* om
lodo es-e negocio ha i 'presentado o Sr. Tmtkm : o
principio declara ser Simplicio eoinu do akaojON
Jorge da l.ima, e vendo aniquilada cata aaoMrra.
proclama-o livre, urdindo essa cerebrina jaMinearaVe
que pubhrou.
Se o Sr. 1 i .liii entendia qoe Simplicio ora eo-naa
livrt e nao meu e-cravo. para qoe ouaoou ao dali
zado de polica, dizeudo perleacor elle a Fmiqdlz
do Porlo Calvo Se o conhecMata doeea libiiidioq
lhe chegou depun da pruneira OMMira ser dtaaaao-
carada. porque razio quanto de nevo lavo o cabra
Simplicio em seu engenho ota reiuorea depaorto a
prornoveu a aceAo compelealo para livra-lo da cap-
liveiro, comando sua merc eom o patrocinio do Sr.
I heu loro 1 A conarquencia a drar-ic be, qae o Sr.
I-i.i lho 11 ii ha coi.sc.eucia da qoa Simplicia era mea
escravo, mas que o ea fim era laeapietor-eo do eea
Irahalho, sem indeoBUtaclo algaoia. Bdooaawqaa
provt pode prndnzir esa drcaolala joaliicacA. m
se publicou ? se o lim do Sr. Folho era pr.var a li-
berdade .le Simplicio, parque oia on mande rilar
para assiat.r a e-.a ju-mirarau, para qoe M da-la
em Barreiros. fura do mea dMttnlM 1 Sej
que fr, desali ao Sr. Fialho a que appareca,
a juno provar a l.berdade a mea oacravo Simpl.-
cio, a ain espero, m.-rce de Daos, prevar qae elle
nAo paisa de am miseravel impeler, que ale boje
so lem locuplettdo com este* e oatr taclia len-
ticos.
Oueiram. Sn. redactores, dar poblickUae a aataa
linhas em raiuha defeza.
Jote Imz 4* (alias l.m.
. -V I!. A jusiilicac.'i" e mais documentos oo orbea
no escriptorio desta lypographia para quoat qoizet
examinar.
lMtClMETOS.
N- I.Dico eu abaixoass.unado qoe entro i
lien, qje pos-uo de mansa e pas.ifio. poste, bo___
assim uma escrava com ama cria, a dita esefava do
nome Luiza, e a cria de oerae Simplicio, aa qooaa
vendo, a como de faelu vendido aa loaba, 0> ba-
le par. lodo sempre ao Sr. Josa Luit ato Calda* Lie.
pelo prero de jan-M ,,,,_ OM ,. ^^
deile reCeb em moeda correle, o padara' a
lilo Sr. possui-los coma ten qua be, o Sea toado
de hoja para lodo sempre, os qoaet aa otado
com lodos os eos achaques, ven s, nnvet o seibas
la inesma forma que i poaaoia.e por cate ota aotigi
a fazer esta venda lirme o vali.,, a peca joalica
di Sua Mageilade Imperial, a fa(a cumprir a aar-
dar, o que ueste se coiilOm : e p ped erogoei aoSr. Jote Iguana da Vatcanoilaiv,
esle por mim fizesae, e assiguaaae, o ea aaa aangao
con. o igual do ci-luioe qoe be ama i
Eslava ama cruz.Cruz da Maeoel .
inuiiicipal, que o havia presidir, que se Francisco
Nones fuse absolvido pelos conrsienciosos joizesde
fados, appellaria. He juslameule o motivo porque
lem deixado o nosso juiz de direito de cuuvocar o
jur) nesla comarca, pas ao o reuni urna vez na
lloa-Visla, no anuo de .V., (auto que ha criminosos
cora qualro e mais anuos de priaAo, e sempre cuil.-
dos .' da Herodes Plalos, acompauhando o com-
mar.daute da forra vuliiite, uole-se, que sAo crimi-
nosos dos termos de Cihrobe Boa-Vista, e nAo os
re Ouricurv, que sao a-soprados eu. recursos, comu
que fazem muito bem. porque a esperar, que o nos-
so juiz de direilo deixe seo bello Joazeiru, e va ao
termo de Ouricurv, na distancia nao menos de 60
legoas, soflrer.am lano lempo quanlo lem grimado
os lloa, e hoje principalmente, porque relirou-ae e
nosso jaiz de direilo para o Kecife no dia 10 de fe-
vereiro com sua familia, e al esla data nao sabe o
compadre Niquind quem seja o subslilulo.
Estamos tambera sem promotor publica, e nAo sa-
bemos quem seja o uomeadn.
Relirou-.e o nosso Gameiro todo ebeio de sauda-
des, por deixar a seus jovens alumnos, e as lili.a, de
Eva, em cujas casas lodos os dase ilrelinha as huras
vagas.
salgueiro vai bem. Alli mora Alexaudre Gomes
de Sa, que perdeu ha pouco um lilho e-luda ole de
preparatorios para o baclurelalo em direilu civil,
foi esla (enra llar arrancada do lenue galbo pela des-
carnada mAo do cegador sera piedade. a inerte inex-
huhtvel de nm s golpe sepaiou o delicado fio, que
susiinba a doce vida do joven esperances., qoe fazia
a cowolarAo de seus carinhosos pais. Esse pai uo
cumulo de sua dor. lem bl.sphemado dando ao ser
dos seres alfribulos impuiiiveis, lachan lo -o de mao,
mjoslo, ele. ele., e al uegando-o. Pcrraiitam os
ceos, que esse bomem couceulre sua dur, e pare a
relleclirum pouco, para nao continuar com OMoa-
dalo injuriar aquelle, qae por muito favor aindt o
conserva cheio de vida, e possa lembrar-se do seu
nada para onde vollara.
O Ouricnrj he boje um dos pintos da comarca,
que maia ge resenle de suas coramorcs publicas.
Influencias sonhaHas queriam exigir all seu reduelo,
e lornarrm.se inexpognave.s ; masas baleiiaa do im-
anla os cavallos, discpulo '.'-nao, meslre, vem
ainda longe.
Continuava a herrara.
S. Luiz de Franca,
Ele. ele. etc.
Estiva ja' o Sr. G. arrebenlandode raiva, porque
lendo enmecadj a feinraria as i horas da larde,
eram ja' (i, quaudo o lafmeslre lombatido debebaio
chega-se a elle, e lhe diz : rrMeu senhor, seus ca-
vallm s arnanhaa, etilo mullo longe. a Bem ; he
o que en qaeria saber ; acabaran) Vmet. a sua fei-
liearia, agora vai comecar a miiiha : e lal surra
pespegnu nos feiticeiros,' que inteiramenle os curou
desse mal. (j.nfessaram que nao seriam rapares de
descobrir os cavallos, e que a feiliearia era para el-
les nra meio de vida. Nao ha melhor remedio contra
feiticeiros do que pancada. Cora meia duza desses
eslava acabada a rara dos feiticeiros.
Mais uma de>coberla do acaso. Ha muilrt
que em Olinda apparerem grandes queixas pela
falla d'agoa, e o governo sempre solicito em reme-
diar os males do paiz, lem laucado mao de alg-ins
meios, alias bem dispendiosos, mas infelizmente tem
resultado, l'm desses meios foi, c uno se sabe, os
pocos artesianos, que por qualquer eircumslancia
nao poderam ser realisados. Tanto Irabalho perdido!
Hoje quem tal dira) grieta aos porcos, o mal va.. migo semelliaute as dos alliados na Crimea, oo com
desappareerndo, sim, vai desapparecendo porque as fugeles a congreve, ou com intrpidos artilbeiros.
O Sr. Dr. sub delegarlo de Sanio Antonio acaba
da aprehender do Porlo das Canoas, uma canoa com
( barris de plvora. A diligeucia e aelividade em-
pregadas orarn laes que mal principiavara a passar
os barris para os panacun*. a polica fer-se annun-
elar. I.oavores ao Sr. Dr. Farias pela de liracAo com
crea-las precipiladaineule/. Esles saltos murlaes sAo
sempre perigosos.
Um grande numero de cadeiras creadas de uma
e vez lem graves inconvenientes ; parqoanlo de
umladolrazem um grande abalo para as financas
da provincia; e por oulro be natural que nao lie
suflicienle o numero de pessoas habilitadas para que se emprega no servico publico
occupa-las ; e, eulAu, ou iicarAovag.it, se houver Informam-nos de Pedral de Fogo e Victoria,
rigorosa jutlica no concurso, oo sero mal pri/euchi '|ue na feira chamada de Paschoa, acudiram para
das- .o i.,,,iv...... complacencias e favores. % '"ais de ii-n.. boii. qoe se vendern) de ij a 30| rs.
lorianio, decretemos por agora-a-otaaeji de t. P"rcabeca, aendo 309000 por algnm bou do grande
cadeiras, e esperemos que a experiencia, que he in- arrobao*o.o miiilo unidos '.!!!! Voja u povo deata
signe ineslra, nos guie na creacAo da outras cadel-t cidac-e o extraordinario monopolio qoe sofliemos,
ras que por ventura houiermos de decrelar para o Puis devendo a carne vei.der-se re K a 10patacas p ii
futuro. Eis o raeu vol, e nesle accordo vou mandar arroba, porq'uanlo o couro, falo, ele, da para lodos
,)s imposto!, e despea, temos toll'ri lo o exlraordi-
que
Sa
e a assembla se lemhrasse, que lano o engenho
na Cruz esla' dentro dos limites da provincia de
Pernambuco, que o Etm. presdeme, o Sr. conae-
lheiro Sergio ja' decidlo a queslAo ueste sentido, fa-
zendo a sua ddalo dependente da asscrabli pro-
vincial.
E quanlo a relacAo, como a provincia de Alagoas
perlence ao dislriclo da lelacAo, he evidente que o
acto desla assembla valora' para a deciso da ques-
lAo que por enlata se suscitar cora o juiz municipal
de Porlo Calvo e o de Barreiros, porque ambos e-l.io
no disiricio.
uma emenda.
O uobre deputado, digno raembro da commisso
de oreamenlo coiiliuuuu a censurar a le sobre a
iuslruceAo, por ella conceder ao presidente da pro-
vincia aulorisacao para crear cadeiras de primeiras
lellras.
Ja' disse e repilo agora, que esla qaeslao nem nos
aprovetta nesla occasiAo, pois que a lei exisle ; e
nem noa justifica, porque apezar desta aulonsacAo
concedida ao presideule, a assembla provincial nAo
ficou de maoi aladas para por si nAo crear cadeiras
de emino primaiio.
Todava emilire brevemente toda a minha opi-
niao a esle respeilo.
Pens qoe nos somos o maii enmpeleule, os
mais habilitados e ale mesmo os mais inleressados
na Cteacjo deslas cadeiras, como o meio de .lelluu -
Jir a iuslruceAo primaria pur loda a praviucia, len-
do em alione,in os recursos linanceiros da provincia.
Uma vez, porem, decretado o numero de cadei-
ra) que se faz preciso, e uma vez comprido esle
nosso dever, quanlo as localidades em que devem
licar collera las eilas cadeiras, me parece que islo
deve ser remettido para o presidente. Primeiro que
ludo, porque estando ll a frente da administraran
da provincia lem mais elementos de iuformaces
para conheceras localidades que mais precisam.
l'm Sr, Deputado:us tambera leraos esles ele-
mentos.
O Sr. Paula Baptisla:Em segundo lugar, por
que nao creamos embaracos e lulas, l.lu renbiuas,
quo inuteis para nos.
Cada um Sr. depulado lera suas alTeirOes a cerla
localidade, tem ahi sena amigos, com cuja volitado
quer concordar.
U Sr. Meira:E o governo faz o mesmo.
OSr. Pauta Baptisla:Talvez faca o mesmo,
mas he uma s peesoa que ezecula a lei, e nao en-
coutra embale de alleicoes oppuslai, e nem lulas
Imitas e porfiada., como aqu encontramos.
E que necessidade, e que prazer ha eiu nos ver-
mes neslas lulas coinpleu.meule inuleis, as quacs
nao e.-iir:,. tango a piimazia a preferencia de uma
localidade sobre as oulras, o onde soineule tami-
zado e as alTec,os he que nos domina?
Bom he lomamos nina posirAo commoda para
nos. na qual pottamoa nos inaler em haimouia,
quandu islo nao he repunaule cura os mteresses p-
blicos, que devemos promover e defender.
Team emilllda minha opiniAoa respeilo do poni
principal da queslAo. Pens que na creacAo de ca-
ano preco de Ii- e 1(i patacas pela arroba!!!'.!!!!!!!!
deiras de primeiras lellras neai devemos nos con-
tjuanla ao argumento deduzdo do fado de la- I servar indilTereulei.
Vao a mesa e ipoiani-ta as seguinles emendas :
Em lugar de i. cadeiras digj-se", sendu uma para
quara.de que a Parabiba esla' de posie, perlenrendo
alias a Pernambucu. responde ao orador que o caso
Irazido como argumento de analoga he contrario ao
facto de que se lala, fjue, apezar de Taquara per-
lencer a Pernambuco, Pernambuco lem respeilado
a simples posse da Parahiba, e por Isso ja' recorren
as poderes ceraes, para corr medidas opportunai
obrigar a Parahlha a abrir mAo daquelle terreno.
Enlrelanlo, no caso prsenle, Pernambuco he que
de longo lempo eslava na posie do eogeuho Santa
Cruz, poruenles a freguezia de llarreiros, aonde
continan) a estar qualilicados lodosos moradores do
Conrlue que vola a favor do projeclo.
Vai a' ni-si e apoia-se o sezoime requerimento
Requeire que fique adiada a discins.'io al qae a
O Sr. .-v. Portella :Mo, aqui nAo ha conflicto
de junsdiccAo, htve-lo-hia se por ventura a qu*i-
IAu fosse entro os dou- juizei, mas nao ha ronlliclo
nenhum e o que apenas o proje.-lo quer he que se roinmissao de consliiurAo e poderes de sea parecer"
recouheca como exislenle a divisa., esl.belecida an- Barios de Lacerda.
leriormente. divide recoahecida pelo presideule a A dlieasjgo Pica adiarla pela hora,
pelo prelado diocesano, e se a provincia u> Pernam- ConlinoaCJo da segunda ditcutlgo do orrameulo
buco esleve sempie da pean desse terreno como fa- provincial.
lendo liarle da freguezia de Barreiros), porque mol- O Sr. Snu:a lte< diz. que convencido da necetei-
vo nAo havemos de coutignar em uma lei que esse dade da crearem cadeiru de primeiras lellras. lo-
lerreno conliuue a fazer parle de Barreiros'.'... bre o que alguna cousa diua na >es.o. do annu de
OSr. Sabino Olegario :E ca' mu cm noatat WiO, ooenaidade qoe o Sr. Ur. director da iiistruc-
5I0, acloal ice-pretidanta da provincia re/ tcnlir
relalorio, qoando propoi a creacAo do r,
i mandar uma emenda auloi isau.l.-i o zo-
tr Sr.
vineia
OSr
provincia
Portella :Pois nao esta' em nossas.
Sabino Olegario:Meten limites de pro-
,V. Portella :Nao se Irala de limite] de
ma-is .
Oque ha de jndicioto iietiat refleiCet do aolor I mlot^'"^
iRinnovanienlu locara a ludo mundo, e depos de
o baverlido, niiigii.ni llavera que eiite em classi-
ficar onlre a- causas mais activas da decadencia de
seu paiz a ranela propentlu do genio italiano para'
procurar por lo .a parle excepto em si rueiina, 01
novis de uma regeuerargo que s e.h n'de
operar.
Ninguem llavera lambem qae he>iio em recouhe-
cer com o autor da .'I-lorien, em oulro defeilo do
povos da Italia, urna nova ra/A4. a ultimadas que | mo, a este territorio de que leraos calado ue"liet-
aqui nes davereo delr, da drpendriria secular de ,e T I"
que ellas nao deixam de se queixar. Esle defiri, I .....___________________________________________
para empregar o propriui termos de que em algu-1 (j) O Principe, epilogo a Laureol de Medicit.
a freguezia 'le Ipojuca.Reg barros
Em vez de 6 cadeiras. diga-se as parochias que
ainda nAo liverem.Epaimunndas de Mello.
Supprima-se a palavr ii.(fj, Guimaraes,
Era vez de ti cadeiras, diga se 12P. Baptisla.
O Sr. Presidente convida u S:. primeiro secreta-
rlo a oceupar a cadeira da presidencia, visto que
ten) de tomar parle na discusso.
O Sr. Primeiro Secretarlo oceupa a cadeira.
O Sr. Jos Pedro emule a sua opiuiao sobre as
metidas apresenladas.
O Sr. Soasa liis declara que leve a titiifa{lo
de ouvir os seus dous uobres collegas se pronuncia-
ren! pela necessidade de se derramar a in-IrureAo
primaria. NSo assusla ao orador o argumento apre-
semedo pelo nobre depulado o Sr. Jote Pedro, quau-
do disse que as rendas nAo bao de ser bstanles para
o pagamento dos professores das-JS cadeiras, por-
que elle orador ao calillarlo pansa que as re, la
bao de ser teflicieatei para ii- deapezas ; dado pu-
rera o ca.-o de e realisar a hypothese de deficiencia
de dinbeiio, mesmo a-sim elle orador he da op-
niao de se volar pela rreaeao das -JH carlenas, .ie|a
ra/o mu ponderosa de que a provincia cara' sa-
bendo que a (itembla nulre os melhores desejos
le lhe ser ulil, querendo tirar o puvo da ignoran-
cia, lim de que elle melhor donheca. seus direilos e
seus deveres, com o que a todiedadd sempre ganha,
al mesmo na diminuidlo dos crimes as vezes mui
borrorosat, dos quaes minias vtzos ha a principal
causa a ignorancia.
Dada a hora, lica a discuaslo adiada.
O Sr. presidente designa a urdem do dia.e levanta
a scsAo.
Consta-not que na iua do Crespo, n'um prunei-
r\ oinlar, joga-se aos domingos e relativamente jo-
ga- ^ muito forte ; prevenimos pois aos Srs. logislas
que lomem cuidado para nao serem Iludidos, ou
alguma cousa mais, poi eus calxeiros. Nao preci-
samos dizer que ha innmeros raixeiros iliguus de
elogio em vez de censura, que nessa classe ha moeot
probo*, e honrados ; mas como ha tambera quem aos
domingos v arnscar uessas e nuulras casas o pouco
que ganha cora flagrante risco de sua lidelidade e da
gaveta do palrAo, u.io podemos deixar de nos dirigir
a' esses ltimos, e de advenir -Ibes do mal que fazem.
Os que procedem com probulade, nao eslao incluidos
na uossa censura. Fariamos pelo contrario aos ou-
lros e a seus patres um servido se fossemos oais
explcitos ; lalvez ainda o sejamoi ; va islo em forma
de oli-er\aeo, e depois se nos nao alien lerem, en-
lao....
Entre as muilas couias que provam o desprezo
da cmara municipal de Olinda pelo hem estar do
povo, ayulla esse memuravel inaladouro construido
para o lira duplo de.oflerecer um lugar para matan.
{a de bois e de causar nAo pequea raorlandade na
populadlo o principalmente as prac,a< do i. bala-
HiAo, cojo quarlel lhe tica a uns ciucoeula pasan.
.au fallaremos na conslrucr,Ao da obra em que se
sastoa diuheiro consideravel. >.1o lembraiemo. que
12 pillares e um pequeo lelheiro custaram conlns
de ris. Ja sobre islo se disse quanlo se poda dizer ;
coiramos pois um veo de eaquecimento sobre essa
cbaga que infelizmente, emquanlo existir, sera un
trille le-lL-muul.il cunta os humen- que a fizeram.
Quaudo a arlualulade nos oflerece demasiado assomp
lo.embora os homens sejam os raesmos.nao voltaien.os
ao passado. Quem fiar a esso malaaouro e obseivara
porcina que nelle ha, sentir o coracao aperlarse-lhe
de dr por aquella gente a quera a pobreza ubriga a mo-
rar as proximidades daquelle foco de mialmas pestfe-
ros, e que sao victimas infalliveis do mo estado do
mala I,.um r.u entes da cmara, que nao obriga a sua
limpeza. Nao ha aqui exagerac,ao, a rcalidade. Esse
peqoeno telheirn de grande cusi nem ao menos he
ladnlbado nao chegou para uso o diuheio } a o
sangue dos buis que diariamente sao ah morios, em-
behe-se lodo na arela e produz lama de alolar.
Imagne-ie agora o que resultara' dessa lama de
singu e arria,do-se mao cheiro que exhala o sangue
podre.que se eusupa no terreno, e respondam-uos se
nao pisa sobre a cmara de Olinda urna grave res-
ponttbilidade, se al cerlo ponto nao he ella culpada
de-as enfermidalc- que teem ullimamenle atacado
corn especiah lade o quarlel d-i 1. balalbao de arli-
lliai ia, para onde leva o venlo sal lodos esses mias-
mas. Era verdade se nAo fosse o ztlo e pericia do Iilm.
Sr. Dr. Maraes, medico desse balalbao, e bem assim
a maueira porque se lem perlado, o seu digno com-
rnandante o lllm. Sr. lente coronel Uvgino, que
quasi diariamente visita os sem soldados doenles,
lalvez nAo reslasse uma s praca. desse balalbao.
A cmara deve cuidar nislo seriamente ; uao so-
mos mis que a aecusamos, be Olinda inleira, sao lo-
dos que lem vislu essa miseria, be a opinAo pu-
blica.
Andou na quaila feira a' larde pela ra do
logo, e anda pur loda a parle um honiem maluco
ou binado insultando a' quem quer qne euconlre.
A polica deve turnar conliecimenlo dalo para evi-
lar alguma scena mais trille do que esses intuitos,
baratearlos assim publicamente.
Faz uoju lomar uma chavena de caf dn que
se venJe na malar parle das tabernas lem lal chei-
ro de carrapalo, que rega a o olalo de quem ama
esle pequeo anlroalejo L'm comprad..r trooxe-
nos un. I.ocado.qoe depois de redondo a liquido.pou-
co rJUTerenca fazil na um purgante re tamariudus
compoilo Srs. enrarregadm da salubridide publica
allendei pira esta Infamia filhn da araren.
.lie aiiianhii'j.
em -ei
cideir
verno
da
provincia a crear -JS cadeiras, gando
urna para a pnvotcAo da paatagem do Joazeiro na
comarca da II ia Visla ; nao parecen 'o ao orador
compalivel c mi a illusIracAo da provincia o pequeo
PAGINA
A*I..i-':e en (Ve m
VULSA
ftat .
lizeram em pedacea o mais cooslruido de suas furli-
ficacei, e os desalojaran das posi(et.
O padre Ifareal, vomitando importancia por loda
parle com raaos de IAa, preparou-se com lem-
po para o rompimenlo dos laco que ligava seu ir-
niao Dirnas aos Granjas, familia da viova cora quem
casou-se, collado a quera sempre ludo falln sem
um momento de reflexao, acoinpnhou precipitada-
mente a seu e-.miia,lo irinAo, e boje carpe a dura
sorle. que em pa.lilha lhe cuube.
A eleicAo iie novenibio foi suspensa por inepcia
do Alvaro, e apa Una nervosa do Francisco* Pedro,
pois lendo ellei a mesa paiochial, os eleitores, e o
povo a excepeao de meia duza, de quem dispunha i
polica, e ._... mas nAo aconleceu assim, quandu a
ultimaran),e a polica veio a conlucer, que nem sem-
pre as baionelas diap.e da vuiilade do humeui, len-
do ella por Cabrion o capihlo Jos Francisco da Sil-
va, conimarul.Dle da forca volaule, que servio de.
garanta ao vol livre contra a perseguirlo de cali-
bre Sebastopol, que a polica luha preparada.
A mura, quero dizer, a polica, nao ficou conteme
eenl. inleu que devia lomar a d -forra. ,oa o q
nAo perded lempo, tialou de reerutar, e con) is
-cjva,,...,,.,. ^llt. q^m aaAi lie pro-o, be inorto, Ire-
".end..s man.ladoii O delegado sople.iie. Jola
lerreira de Siquelra, uuido a um seo amigo, cujo
nome ignoro, p diz-me o compadre Xiqalul.u, que o
i-I lambem ha subdelegado sappleule Iralara.n de
rerruiar, .- dividirarn-se em cerlo lugar para depois
reunirem-le em outro, a patrulha do tal subdelega-
do foi a mais diligente, [aorque logo amarrou a
dous, e inalnu a oulru, e s criminoso por ser sollei-
ro, e corra da prisAo, deiam dous tiros, quebraram-
Ihe a cabera, e com mais oilo Tacadas. Deo ie amer-
cie re un. em quem recahir a responsabehdade
de lAo nefando crime '.' estou convencido se liraiem
o processo, sahira criminoso o proprio inorto. Se o
Sr. chefe de polica conhecesse ale perlu os empre-
gidoi de polica da freguezia do Ouricurv, nao os
conservara.
O delegado, diz-me o compadre \iquiubn, que he
om pobre mojo sem .brocean, Joo Ferreira, dele-
gado supplente, a subdelegado de Orugas ; em W.
diz-me o compadre Xiquinho, que o vio alugado
puxando cabresto de cavallos que cargoejavam, e
boje esla feilo aoloridade de polica, qoe se Ibe deu
como airanjo de vida.
O subdelegado doOuricury, Manuel Lopes, diz-mo
compadre Xiquinho, qoe sai a finura he uau--.il. inda.
e alera de menino, lem a conducta a mais relaxada,
e cheia de torpezas, liualii.cuie faria uma reforma
completa.
lem-se dada algumas cousas alli pouco juilas en-
Ire o Anlunei, juiz municipal, e o Alvaro, tuppleu-
le, o Antur.es proco-a lo por crime de furlo de ei-
ciavus, e falsilicacAo de lellras, rnlrou cm exercicio
de seu erapregn, e depois de uma despruuuncia de
um supplente, o Alvaro nrga a legiliraidade deila
desprouuucia, e ltimamente nao o achoo compelen
teniente livre, dizeudo, que u processo nao admita
lal despronuncia, paren) doruu poneos das o cunflic-
lo de jorisdiccio. e creio que recorreram a autoiida-
de compleme.
Ex vai tranquillo presentemente, e ja nAo lie a-
quelle de uuti'oja digno de ser cantado em prosa e
veno, como dis-a o .< Imparcial. Mora all om lal
Joao Pereira, que tem gralhado com os mesmoi p-
renles, iguaes em fuiluna e valenta, leudo porem o
lal Pereira mais lipiritO, pur querer lomar as pro-
pnedadei alheias, e reduzr a escraviuAo pessoa
livre.
Fallando do Ex, len.hrei-me do vigario dalli, o
padre Joaquim Modesto Pereira de Brilo, e por con-
segaiule lemhre me de uma dissertacAo, que man-
duu ao pralo, e dizia rtspeilo a urna queslAo de .let-
penia com o vigario de Cabrob; o negocio foi le-
vado a S. Exc. Rvm., que decidi a favor do viga-
rio, como devia ser. Em abono da verdade, quei-
13o de (al ordem nao pareca lili a de um padre viii-
tador.
Seria born que S. Exc. Rvm. leudo de nos dar um
rilitader, esculhes.e d'enlra os parochnsdas duas cu-
marcas.
Desejo-lhe buns patacos, ele.
O Boa-1 isleo,
(arla particular.
A assembla disculio hontem n projeclo n. II dt-
il anno, qne eleva os veucimeul)! dos funecionarins
pblicos provincias, lando fiualmenle approvado
em requerimento que remelle o projeclo a uma com-
misso especial para a qual Tarara uomeadns os ae-
nhores : Meira.A. Cavalcaoli.1. de Birrus.
Sa Pereira e Epaminondai.
Enlrando m iiiscu-sau o oreamenlo provincial
fol approvado o arligo e Hcu adiada a disci.ssAo
sobre o 8 .
\ u. ilein do dia he a misma.
calves.Como lestemunlia que este Gz a rogo,Jo-
s Ignacio de Vascui.ellos.
N. 2.Illm. Sr. l'as.o a levar ae caahicit .
do V, S.,81 novidadei occorrida nesle luana oo 1
dejunbo prximo panado.
I- orara presui a minha ordem no dia 2, Hoariqae
Luiz da Costa, por crime da rtpancaaaeala, em Podra
Mar le Monziuho, proced na forma da le, a abi r
prononciadu : no da -JU, > cabra Simplicio, escra-
vo do leiienie-cronel Jos Luit de Calda I, n. ,,.,.
ai.resenloa-te an subdelegado de lie, d.zeuoo que
o sea verdadeiro seolior.en Emilia Jorco da i losa
m.irador em Porto Calvo : o --l.deleg.do luraar por termo a drci.rac.io, e o inlorrotoa, ro-
metiendo-me junto com o termos de doctatacle a
de inlerroalorio, al o presente nana Emilia Jaeza
de Lima, tem procurado -eu dir.no. a oota o teooa-
le-curuael Calda- l.in-, lem dado o menor rama res-
peito potte de lal escravo ; no da 27 Matatel do
.Nascimenlo Patriota, para correera por abri ede-
sordeno, fui sollo. 0
Nenhuma diligencia te pode fazer durante o
raez, em vrrlude da estacao iuv.raeaa, e daa aehon-
les daa nos.
Deo guarde a V. S. Dclegrcia da Rie Formato.
-1 dejalho dt I8.it.lllm. Sr. Dr. Gaepar Menezrs
\ asconcelloi de Druinmoud, jaiz de direito laleriu
da comaica do Rio Formulo.O doUgadi de Poli-
cie, Manuel da Cuuha Waoderley Lia.
N. 3.Diz o lente eo'onel jet Luiz de Celdas
Luis, que achando te por ordem deata jaita, rece-
Ihi lo a cadea desla cidade, a preta Laica a ara Ii
lho Simplicio, escravot do suppliciclt, eoaee aa pra-
va i ora o papel de venda jauta a justificar, d
neste mesmo juizo, e que igu.lmenle prooa o
dominio e posse lia mais de -X unos, a qual
offerece ; requer qae ie lhe miado estragar i
do ordem de soltura ao carcereire, reoti
supplicanle us meamos docomealoa. Ka
Pede a V. S.. lllm. Sr. Dr. jaiz muuicip.1
se a mandar ua Turma ralerida a polo qoe n
merca.Como proearador Aotoniu I eixeira do Bar-
ba.Como requer.Rio Formes, i* da oalobro da
IKJi.Mrnezes Druminond.
Na ?. Certificamos nut otlieiaet aboixo do:laradea
qoe indo ao engenho Sorra d'Agat, da freguena de
La, para d.irrnns cumprimenln e ottseoclo o ma
dado de bu.ca relro, alli oos appareceu o aa oes-sel.-
rio do di tu engenho Joao Vieira tiilbo, que em e-
xeuucao do dilo mndalo, enlrrgoa o escravo Saao-
plicio, perlencenle ao lenle coronel Jote Lata de
Caldas l.ins, o qual >e -chava recolhido na iiiiaali
O Sr. jgiiiiio Olegario :Trata-se dos limites da numero das cadeiraa ex slntei, iwu. parereiido*com-
freguezil ale Pernambuco eom o das Alagoas. palivel coma illusIracAo da provincia, quena muilo
O Sr. .--. Prtela :Ns nao podemos marcar Ii- extensa comarca da lina Vista bajara apenas qualro
iles de uma provincia com outra, mal podemos fa- aulas de instmcrlo primarla,
/.er com que um arlo nosso moalre o direilo que le--
Va a' meia e apoia-se a scguinle emenda
o Era lugar le seis cadeiras, diga-s -2S. Sooza
Reii...
O Sr. Paula Baptisla : Sr. presidente, como
ainda se Irala da creacu de ca Jetras para o idido
*
insigne bailarina Madarne.
sella Mourai, qoe lanos applausos ol.leve no llio,
de onde vem. Cunta -nos que snbl.ado he o dia
marcado para a su i eslra. Sendu ella ama dat pri-
meiras bailarinat que pisoa b palco do Rio de Ja-
neiro, e que ale a sua partida para esla cidade, co-
Iheu semine immepsos applausos, aguardamos o
seu irabalho para dizermos mais alguma causa.
lia uicontestavel que ao roiar do sol de cala
da vao recuando e desapparecendo cerlai idai que
nos legaran) o. lempos panadea, e quesao frucloi de
uma elucac,au grotstetra, erruuea e mtleritlitla, que
de lodo o chrisliaiusmo anda nao poda aniquilar.
Hoje, por cumplo, ji te nao ba de ver rauila gente
COMARCA DA BOA-VISTA.
ide rnarcodc IS'aT.
Tardo, porm, chego, anula que inspido, devido
a Ir, queza de mcus conhecuneulus lillerarioi, e mul-
lo mais a pequinhez de meus reirlos inlellecluaes,
que s me deixara rain-car algumas palavras, a so o
i.ii.o pela firme conviccAo de que o lorrao, que rae
vio n.scer foi o restaurado pelos Vieiras e Camaroes
e com quanlo tajl sTlanejo, e que gyra na esphera
inediucro da sociedade, todava julgo-me lambim
com direilo narrar-lhe as occurreuciai desla longin-
qua, antiga, e menos lembrada comarca da Boa-
Vista.
Seo o ultimo que se das coutai. por isso nao te-
uho sido assiduo. o a rafia he ser minha chora arre-
dada de poma ios, aonde tranquillo ouro mugir
de irinilias vareas, das quaetordenho o branro leile,
de qoe faco lenro queijo um pouco agradavel, iem-
pre oceupado nesse Iralialho delicilo, quando a cria,
dora chuva faz verdejar os campos maliudoi de flo-
rea, coju odor Taz a delicia de minha vida caropei-
Ire. que para alguem ierra inspida ; dislraio-mc.
Iloulem dignoo-ta o compadre Xiquinho paasar
comig om da, couvertei largamente, deu-nie con-
li de ludo, que passo a efpender paulatinamente.
O Dr. Francisco Carlos llraudo eileva eom noieo,
achoo entra o tartaaejci grotteiro icculbiaenla, mat
daa escr.vros do reTerido engenho ; e .
mis olliciaei o mencionado escr.vo. o reeolbea*
ca.iea desla cidade ; paia cumiar, e de coma OM
0 fizemot.paisamus a presente cerlHJao.do que daa
le : o reTerido he verdade.
Rio Formozo 1:1 de fevereiro de 1857.__O elartal
Mar ludio Jos de Santa Auna.11 offlcial. Fraudare
1 ir nuil FiriZ.
.Estav.m leaonliecidoi a Mllados).
&&*mjn&$.
rtACA DO RECIFK 16 UE ABRIL AS
3 HORAS DA TARDE.
Colaces otlieiaet.
Cambio sobre Londres 7 :'q t 90 div.
Frele para LiverpoolIr2 e .'i opi para aliadlo
rrederieo llnouliar, preiideale.
P. flor*,, secretoria..
cu. C*MBIOS.
Sobre Loiidret, 2, :,j a w d. e 27 7i fPd.
Pars, S30 n. por fr.
a Lisboa, 9,i por de premio.
e Rio de Janeiro, 2 por Ihjo da detcorHa.
Acc,5es do Banco, U) a 45 da premio.
a companhia da Beber. Jo .i4|000.
a n companhia Penwmbocana ao lar.
c < I nlidade Publica, 30 paarcento de premia.
e t Inilemiiisadera. 52 nto.
i da e-lrada da ferro 20 por Om da premia.
Discanto de letlraa, de8 a 10.
Dito duba neoKa 10.
tiuro.llura- hesp.l.ludas.
Mueda de (ialtl veUus
< < 64O0 aovas
a a taOt. .
Pralt.Palacet braailatraa. .
1'esoi col.iranarkae. ,
t mexicanot. ,
.-.LFANDKl.A.
Ktndimenio do da 1 a 15. .
Idam do dia IK, .
HMM
/>- 'irrefam ko)t 17 de moni.
Il.uca francezat>phytamerca darla,
(alera mulerallermionedem.
nem.
ferro e cerveja.
Sra. redactoret.Lendo o seu conceitnadn Diario
n. '>'.) de 1"! de marco do crreme anuo, nelle depe-
rei uma correspondencia c. ra honras de mamfeslo ao
mundo, assigriada pur Joto Vieira Fialbo, na qual
esle meu rancioso e gratuito loirhigo, lanca sobre
mim loda a lama, de que esla' cheio seu corajAo lor-
pe e vil..
Na verdade cosa a cre, que alguem baja Uto fal-
lo de sensu cemnium, que avance propo-iciies inlei-
lamente falsas e as publique,, lendo a conviccAa de | Barca insieraNaoph.nl
que lera' em breve mu desmentido solemne. i lli un iuglezManha Mile
Principiou o Sr. Fialbo arrusando-me de haver a I lingue hrasileiro ADoatopipa. vattaT
rarm] redozdn a eteravidao o cabra Simplieo, lilho. HuleSobialeusegeoerot do. pan.
da negra Lniia, e para prova desse apuntuado de "
falsnlades |unlou uma jaslilicarlg adrede arranjada
em srienria raiuha, e debaxo do capote.
Eu narrare, ao publio o que realmente ha soc-
cedido, e enln qaalquer ajuize de que lado esla'
razAo e a verdade.
Em isas run.prei a Mu o I Antonio i. mcalves a
eterava Luiza con. uma cria de nome Simplicio, pelo
prec.. de oiin-IMKi t<_ Docun.anlo ii. I ; realitada a
curapra. 'ne a prela Luiza e a cria Simplicio por al-
guns amina em minha rasa na cidade do Rio Far-
inoso, e depois relirei-me com elles pira o meu en-
genho l na. onde mido com minha Tamilia.
Desde |8:>s al IK.H niuguem hoove, ninguerr,
appareceu, que me contestaste a compra do cabra
Simplicio, nem le pouco o qualificasse de pes>oa
livre.
Enlrelanlo leve o Sr. Filho o sea interregno da
aoloridade ttndo oomeado tubdelegado de Lni
Ja *.Vn
leigOla
afW
liaropeiral.iararodivertas generes.
l.NSULAIW tiKKAI.
Rendrmtnto do da 1
dem da dia II
IS.
I.i:.7lj
1:1 TTJJU
70:2li7s,7K
fl\KKSASJ PKOVIM.IAS.
Randimenloilodia | (g, # a:9 dem do dit lli....... 2;:,3
Moototl
DESPaCIHIS DE EXPORTACAO PblA mesa
IK) CONSI I.AIMI DESTA CIIIAIIK >n DIA
16 DE ABRIL UE 1B..7.
LiverpoolBarra melera Ann Baldaina, Jahoagnn
Palor d Companhia, 1,200 taceos aorar i
rada.
MUTILADO
ILEGIVEL


DIARIO DE PERNAMBUCO SEXTA FEIRA 17 DEABRIL DE 1857
' i
\
LiverpoolBarra ingleza Linda, Saunderi Bro-
_ Ihers A Companlia, 17-2 saccas algodao.
tiibrallarPolaca anslriaca aLijnbica, N. O. Bia-
bar* Companhia. 2,130 saceos assucar brauco.
Ilha Uranosa Patacho porlugaez Liberdade
Bailar ifc Oliveira, 4i cascos mel.
Bueuos-AyreaBarca portugueza Amazona, Ma-
noel Alves Guerra, 200 barricas assucar branca.
I.i-b ja Patucho nacional Alfredo, diversos car-
regadores, 33 cascos mel.
PortoGalera portugueza Olinda, diversos car-
regadores, 190 cascos mel.
Lisboa Paladn porluguez Mara, Carvalho &
Irmaos, 1t8aaccos assucar branco a mascavado.
xoortacao .
Lisboa, brigue porluguez Encantador, de 277
tonelada', conduzio o seguinle :-,8211 sarcos com
14,100 arrobas de assucar, 1,000 vaquetas, i'J pipas,
1 meia diu, 1 barril tle *. o I dilo de 5 mel.
Canal pela Parahiba, barca ioglcxa Liman, de
338 toneladas, conduzm o seguinle : 80 sarcos
coro i,200 arrobas de assurar, 10 toneladas de lastro
de rea*.
HliKIttnoiilA 1>E RENDAS INTERNAS GE-
hAES DE PERNAMBUCO.
Itendlmenlo do dia la!:, 9:1669286
dem do dia lli........1:0959191
10:5619777
i
CONSULADO PROVINCIAL.
KeiilhnenU do dia 1 a 15. 37:516533'
Mam do da 16. ....... 3:VJGo7%
brevidade, tem prompto dous tercos de sea
carregamenio, para o resto, trata-se com o
seu consignatario Antonio Luis de Oliveira
Azevedo, ra da Cruz n. 1.
M aran ha o e Para.
Segu em poucos das o brigue escuna na-
cional Laura, por ter a bordo metade do car-
regamento que conduzio do Rio de Janeiro
e Bahia : para o resto, tratj-se com o con-
signatario J. It. da Fonseca Jnior, na ra
do Vigario n. -23
de Janeiro.
O patacho Rom Jess pretende seguir com
brevidade ; recebe carga : a trata? com Cae-
tano Cyriaco da <: M na ra da Cadeia do
Recite u. 2.
Roa I coiiipanhia de pa-
quetes ingleses a vapor.
11:0139133
*%opt&tm-- $& parto
navios ntralos no dia lli.
Maranli.in pelo Ceara'"ti (lias, n do ultimo porto
17, patacho brasiteiro Sma Crnzu, de 101 to-
neladas, espitao Jo< Kodiigues Freir, equipa-
gero 8, carga arrol e ni ii- gneros ; e Cselaoo
C da Coala Moraira. Per lenca a este porto. Pas-
sagairo, Antonio dosSaulos Villica.
Acaraco'II dias, biale brasilciro Sobralense, de
97 toneladas, mestre Fram-isco Jos da Silva Ra-
lis, equipagem 8, carga sola e couros ; a Caelano
Cyrtsco da Costa Moreira. Perlence u este porto.
Pa*Mgiros, Joilo Jos da Veiga, Francisco Rodri-
gaee dos Santos, aacravo a entregar.
Navios.aahidos no meslo dia.
Canal cela ParahibaBarca ingiera Laan, capi-
llo John llaay, earg.i assocar.
Rio de JaneiroBarra americana Virginia e Esle-
PJM. com a me.roa earga qot trouxe. Suspen-
rjeu do lamejrflo.
BahiaTapar inglez tDane, commandanle W.
Slrull, carga parta da que trouxe de Liverpool.
#M*V0.
O Dr. Francisco Comes Vellozo de Albuquer-
que Litis, juiz municipal, em exercicio da
primeir vara etc. etc.
KacosabT aos que este vircm, ou delle
notiefa tiverem, que em virtudc da lei de 10
de agosto de 18*64 rt- :!:1 e Av- 8 ''o pri-
meiro de fevereiro de 18*7, ten lio convocado
o conselho municipal do recurso, que se
reunir na terceira dominga do correnle
mez, e Funccionar por espaco de 15 dias,
na casa da cmara desta cidade.
E para que chegue a noticia a todos, man-
dei passar o presente edital, que sera atusa-
do nos lugares mais pblicos, e publicado
pela imprefara.
Recife 8 de abril de 1857.Francisco Co-
mes Vellozo de Albuquerque Lins.
-----5f
Grande estalieleeiineuto
de pianos.
esquina da cainhoa DEPOSITO DE
Carlos Scheel <$ //. Sassenhoff.
J. P. Vogelev, tem a honra de avisar ao re-peilavel publico, que tem abarlo o sru deposito, on-
ichara os mais lindos, lories e bellos pianos, al boje condecidos dos afamados fabricantes
:l # Ma &
M@F!F.
No dia 20 desle mez espera-se do sul o vapor
AVON, coiiimandante Revell, o qual depoisda de-
mora do coslume, ssguira para Snuthamplon, locan-
do nos portos de San-Viente, Tcuerifl, Madeir. e
Lisboa : para pas-agens, etc., trata-se com osaeen-
les Adamson llowio&C, roa do Trapiche-Novo
n. 42.
Comparilua
naVegaf&o n vapor Hani-
M.rgo-Bla8fe,ra.
'.GARLOS
o primeiro oblen Jo os pnnieiros premio', a DMdalba de honra, na eiposirAo Monirk de 1831; esles pianos sao os preferidos ua Allemanha, llollanda, E'la.los-I.'nidns, ese adi.un
grandes depsitos dos ine-mus em Buenos-Ayres, Valparaizo, etc., etc., onde sao mullo couhecidos a de-
sejados.
Vendem-se esles pianos debaiio de toda garanti, afianzando nao sa mudarem, enmo lodos <><
mnis que tero viudo a este merend, seudo a conslruccao a mais moderua e forlissima, leudo o teclado a
elasticido'le desejada, e o citerior a maior elegancia.
Na mesma casa alina-se e concerla-se com perfeijao os mesmos instrumentos, c acha-se as msica*
as mais modernas e dos melhores cumposilores ila Europa.
Eu abaixo assignado, fago saber ao res-
peitavel publico, que o lica de 30o rs que
Jos Rodrigues de Ar.-a, passou ao Sr. Anto-
nio Jos da Silva CuimarSes, esta pago des-
de 8 do corrente. Recife 18 de abril de 1857.
Antonio Rolrigues de rea.
$$$&&$ $***$$>
:~ Na loja de cnliltiro delronte da malrir da
jj. Boa-Vista n, 86, precisa-se de um ollicial
W para corlar cabello e fazer barba : paga-se
^s bem agradando, na mesma luja amola-se e
Lotera d pro-
vincia.
0 Sr. thesoureiro manda fazer publico
que se acham venda na thesouraria das
loteras, ra da Aurora n. 26, primeiro an-
dar, brinetes, meios e quartos da terceira
parte ila sexta lotera do Cymnasio, cujas
rodas andam no dia 25 do coi rente mez.
OSr. tbesoureiro manda declarar que ex-
istem billieles, meios e quartos cima, c que
essas ultimas loteras tem sido mui felizes.
Thesouraria das loteras 15 de abril de
1857,0 escrivao.
Jos Januario Alves da Maia.
padre .,os Leite
*. rtuncir.-., achaiido-Sr-
en<
A 'i
ijrreff*!
'iV-.tera ti.
CONSELHO ADMINISTRATIVO.
O conselho administrativo tem de comprar
os objectos segutnte :
Para diversos batalhes.
d Panno azul para capotes, covados *692,
to dito para sobrecasacas e calcas, covados
47, esteiras de palba de carnauba 670, sa-
patos feitos na provincia, pares 12*6.
Quem quizer vender taes objectos, apr-
sente as suas propostas em carta fechada
na secretaria do conselho as 10 horas do dia
2* do corrente.
Sala das sesses do conselho administra-
tivo para forneciment do arsenal de guerra
13 de abril de 1857-------Manoel lijnacio Bri-
co, major presidente interino.Bernardo
Pereira do Carmo Jnior, vogal e secretario.
O lllm. Sr. inspector da thesouraria de
fazenda desta provincia, manda fazer publi-
co, que, em cumprimento do determinado
em ordem do tribunal do thesouro nacional,
tem de ser arromatado de um a tres annos,
que comec,avain a correr do t de julho pr-
ximo futuro, o servifjo da capatazia da al-
fandega desta mesma provincia,.a quem por
menos fizer ; maiores ou melbores vanta-
gens oTerecer em favor da fazanda, e que
nos termos do art. 6* do rcgulamento do 22
de juobo de 1836, o referido contrato andar
ra em prac^t por 30 dias consecutivos conta-
dos do I.* de abril prximo futuro em dian-
te, e ser arreanaudo no dia 30 do dito mez
de abril, albora da tarde, permite a the-
suuraiia. Os pretenden tes comparecen! oom
seus fiadores Ingaliveiite habilitados no lu-
gar do costume.
Secretaria da thesouraria de fazenda de
Pernambuco 2 de man;o de 1857.O olicia!
maior, Emilio Xa.vier Sonreir de Mello.
CONSELHO ADMINISTRATIVO.
O conselho administiutivo tem de comprar
o seguinte :
Para a botica da colonia militar de
Pimenleiras
Alcohol, garrafas 6, agua de labarraque.gar-
rafas 6, assucar refinado, arrobas 2, emplas-
tro amesivo estendtdo.varas *,(ios de linho,
arroba 1|2, pomada de belladona, libras 2,
dita mercurial, libras 2, tintura de bellado-
na, libras 2, dita d^ nosvomica, otilase, dita
de brionia ocas 6, dita de pulsatila, onc,as
6, nitrato de prata, oncas 2, dito de potassa,
libras *, sanlonina, migas*, oleo de ricino,
garrafas 2, cementes de marnelo, libras 2,
flores de tilia, libras 2
Quem quizer vender, aprsente as suas
propostas em carta fechada, na secretaria do
conselho as 10 boras do da 2* do corrente
mez.
Sala das sesses do conselho administrati-
vo para fornecimento do arsenal de guerra
16 de abril de 1857Manoel Ignacio Bricio,
presidente interino.Bermrdo Pereira do
Carmo Jnior, vogal e secretario.
TRIBUNAL DO COMMERCIO.
Por esta secretaria do tribunal do com-
mercio de Pernambuco, se faz publico, que
nesta dala fora- matriculado no mesmo tri-
bunal, a firma social franceza de Flix Sou-
vage 4 C.', domiolliada nesta praca com es-
tabelecimeno de grosso trato, m ra da
Cruz dn bairrodo Kecifd.
Secretaria ao tribunal do commercio de
Pernambuco 16 de abril de 1857.No im-
pedimento do ollicial-maor, Dinamcrico Au-
gusto do Reg Rangel.
THEATRO
DE
Kan ta Isabel
SABBADO, 18 DE ABRIL.
Decima iiuarta recita daassignatura.
DE
MademeseUn Aneto Monroy.
T.ndo chegad a esta eid.de, vinda do Rio de
Janeiro. Mademeaella Monro>, o empresario apro-
eiia est- occasiio para offarecer este inlervallo ao.
Sr. assignantes.
Represenlar-se-ba a moilo applaudida tragedia
am o alaa b
Espera-*, da Europa um dos vapores detla com-
panhia, e depois da demora do coslume, seguir pa-
ra Babia e lli de Janeiro : qualquer informac,ao,
com os agenles N. O. Bieber & C, ra da Crui n. i.
- Para Lisboa, >ahra milito breve o bri-
gue Experiencia, o qual tem a maior parte
da carga prompla ; para o resto della, e pas-
sageiros, para o quoollerece bons comino-
dos : trata-sc com os consignalarias Amo-
rim Irmos, na ra da Cruz n. 3.
CEARV EMARANHa'O.
Pretende seguir com brevidade, o patacho
Santa Cruz, receba carga e passagetros : a
tratar com Caelano Cyrlaco da C. M., na ra
da Cadeia do Recife n. 2.
ACAItACli'.
Segu uestes dias, o palhabotc Sobralense,
para o res'o da carga e passagetros : trata-
se com Caelano t.yriaco da C. M., na ra da
Cadeia do Recife n 2.
PARA o RIO GRANDE DO SOL.
Segu para o Rio Grande do Sul o brigue
nacional Adolpho, e por se adiar com o seu
canegamento prompto para seguir seu des-
tino al o dia 2* do correte, so pode rece-
ber passngeiros.e os que quizerem ir.podem
tratar com o capito a bordo.
Para o Porto' com escala por Lisboa, se-
gu viagem com muiU brevidade, a muitn
veleira galera portugueza Olinda. capitSo
Emidio Jse de Oliveira, ainda pode receber
alguma carga para qualquer dos dous por-
tos, assim como passageiros, para os quaes
tem muito bous conrnodos: quem nella
quizer canegar ou ir de passagem, dirija-se
ao capito, ou a Manoel Joaquim Ramos e
Silva.
IVJlfei.
O agente Borja, em seo armazn, na ra do
Collegio n. 15, fura' Uilao de um escravo preto, mo-
ro, proprio para todo o servido, um dito pardo ,de
lunilla figura, de 22 anuos, um bonito moleque de
I i anuos, um cimiI.iI nlio de ele annos e urna uiula-
imli i I. ptima coKiuheira e engominadeira, e oulros
muitos, el.*., que se achara patentes aoe\ame do.
prelendenics, no rxferido armazem: sexla-feira 7
do correnle, as 10 horas da inahhaa.
O aganle Borja, em seu armazem na
ra do Collegio n 15, fara leilao dos movis
pertenceules ao Exm. Sr. Dr. Bernardo Ma-
chado da Costa Doria, presidente da provin-
cia do Rio Crande do Norte, os quaes con-
sistem n'uina elnganie mobilia de Jacaranda
com marmore,ricos guarda vestidos de mog-
no, com espelho na frente e sem elle, guar-
da roupas, uina excellcnte cama franceza de
Jacaranda com cortinados, urna grande mesa
elstica, aparadores com pedra sem ella,
lavatorios da mesma forma, de gusto moder-
no, com lodos os seus pertences, guarda-
loucas, solas-, cailciras, mesas, marquezas,
commodas, e mcias commodas, e outros
muitos movis para gabinete, quartos etc.
lindos candelabros de cristal de qualro a
cinco luzes, lanternas, candieiros inglezes,
riquiasimos vasos, aalungas e outros enfeiles
de porcelana o cristal para sala e tiletl, apa-
relhos de linissi na porcelana, para liquido
e sollido, dilos de hinca azul para o diario,
vidros e crislacs para o servido completo de
urna mesa, um soberbo relogio de parede,
com msica, lindus qua tros, obras de prata
um ptimo carro de qualru rodas, inglez pa-
tente, com arreos, e uina inlinidade de ob-
jectos de differenles qualidades, e que fora
infadonho innumera-lus, pois s com a vista
podem ser ajuizados: terr;a-feira 21. do cor-
rente as 10 horas em ponto na tnanhaa.
ANTONIO JOS
OU
OPOKTAEAINQIISICVO.
^olim da tragedia Madamesalla Monrov dancara'
umPaa Espagnolintitulado
enlatara' o etpeelaeulo a jocosa comedia em i
i SOMNMBULA.
Os bilhtlff de pillea c qoarla ordem acham-se a
venda no da do espectculo, no escriplorio do
Iheatro.
Principiara' as 8 hora!.
iifciaoi St*tw.
Para a Baha
A veleira e bem conhecida sumaca nacio-
nal Hortencia, pretende sahir com muita
WM*?*5 ^tutod.
Serventes a mil res por dia.
Precisase le srvanles, na obra da ra
das Cruzes, e paga-se a mil reis por dia na
livraria n. 6 e g, da praca da Independencia.
Lotera
provincia.
8egiui(Sit parte da sexta lo-
leria de Gyiiinasiu
Us Vlizes hilhetes com
a raiirttta do abaixo assig-
nado, i'Oiiiitian a obter
premios grandes como se
ve nos ns,somates, ven
ti idus d t lotera aci ua
mencionada.
360 5:00093 quarlos
2fiH 1:500?:l ditos.
272 21KI3:| dilos.
1631 10?1 meio.
1853 1(Hl> 1 meio.
.11 i IfHl?1 meio.
aon 10081 bilhcte.
1137 509' meio.
2571 5091 meio.
liS .ill?1 meio.
2175 50?2 quarlos.
62 50-32 dilos.
Qs8 Ojo do i 111 posto ge-
ral, ospossnidor s delitos
nnoieos podein receber ai
ra da Oadeia n. oO, prfa
meiro aiitiar, ou na praca
da ludept-ndoncia n. 40.
P- I. L'yme.
Precisa-se de urna ama secca; na foa
da Cruz do Recife n. 57, segundo andar.
m
,, pule-se toda a qualidade de ferramenta da _~
^? corle. >
O secretario da irmandade de N. S. do
Terco, convida a seus carissimos irmos,
para apresentarem-se en: sua igreja domin-
go 1!) do corrente, pelas 7 horas da manha,
para encorporados acompanhar a procisso
do senhor dos Enfermos, da freguetia de S.
Jos do Recite.
Oescriv'ioda irmindade do SS. Sacra-
mento da freguezia de S. Jos do Recife,
convida a seus irn>3os, para comparecerem
na igreja matriz, domingo 19, pelas 7 horas
a manlia, alim de acompanhar a prociss.lo
doaenfermos de sua freguezia.
Perdeu-se na madrugada do dia 12 do
corrente mez, urna pulceira de armacao,
com esmalto azul, e um diamante, la matriz
de S Antonio, at a ra das Cruzes : por-
lanto, a pessoa que a tiver adiado, e quizer
restituir, dirija-se a ra do Cabuga u. 6, que
sera recompensada.
O lllm Sr, Manoel Jos Rodrigues Pe-
reira, tem una caria, e urna pessoa que llie
desoja fallar : a bordo da galera ingleza O-
linda.
Aluga-se a loja da ra do Collegio n.
1, propria para fazeudas, ou miudezas, e pas-
sa-se escriplura de arreudamenlo, pelo lem-
po que se convencin ;r, tambem se vende a
armag3o queja se acha prompla na mesma :
a tralar na ra do Crespo loja n. 3, prosima
ao arco de Santo Antonio.
Na ra do Cabuga, loia de ourives n.
2, se d i ra quem vende a obra de Huracin
Virgilio, e Epstola de Cicero oic.
Na ruado Apollo n. 23, primeiro an-
dar, escriplorio de Domingos Alves Matncus,
lein para vender duas excelleutes esclavas
prendadas.
Precisa-sede urna ama que saibacizi-
nhar, e fazer todo o servido de casa : na ra
Uo Caldcreiro taberna n 60.
NOVAL'U i DE FUNILE1R0.
Precisa-se de um bom ollicial de l'unilciro :
ua ra da Cruz do Recife n. 37
u portuguez que se oterece para fei-
tor no Diario de honiem (10 dirija-se a f un-
diQflo da Aurora, em santo .maio.
Um empregado de fazenda versado em
conlabilidade mercanul, com excellenle let-
tra, ou"erece-se para encarr-gar-se da escrip-
turai,lo de qualquer casa de commercio, as
horas vagas, e naoduvida do pedir a exone-
racBo do seu emprego, para dedicar-se abso^
lulamente a esse servido, una vez quo'se IlTe
proporciono um ordenado vantajuso. o an-
uunclaule, alm da li-bilitacao theorica e
pralica da materia cima, tem couliecimen
lo da to ma porque se duve dirigir nos ne-
gocios de imporiago e exponadlo, bou
como nos que respeilam as reparucoes li-
caes: quem quizer se ulilisar dop.estir j
do mesmo anuunci nte, queira aiinunciar
pelo presente jornal.
O abis > assignado estabelecido com
taberna ua ruada matriz da Boa-Viola n. 5i
pede a quem se julgar seu credor, que apr-
senle suas Coalas na mesma taberna, para
serem pagas no pi a/.o de 3 das; assim como
pede aos seus devcdoies que na mesma ta-
berna Ihe cstao devendo, que no prazo de
30 dias, de lhe aatlafazer seus dbitos. Reci
le 10 do abril de 1857.Jos Amoiii > Vas-
ques.
A pessoa que precisar de dinheiro a
premio, dirija-se a ra doQueimado loja n.
63, sendo com penhores de ouro, 250? para
cima, a dous por cento ao inez.
Jos Baplisla da Fonseca Jnior, ra
do Vigario n. 23> saca sobre Lisboa e Porto,
e toma saques sobre a Babia.
Precisa-se do costurcira para obras de
alfaiate na ra .Nova n. 49
Precisa-se de um santuario de jaca-
randa, que nao teuha menos de i palmos, e
que seja obra boa, mesmo com imagens que
sejam perfeitas; quem tiver annuncie, ou
dirija-se a ra do Crespo, loja ti. 6, que
achara com quom tratar.
Precisa-se de urna ama de leite : na
ra do Brum n. 12 C, segundo casa passando
o cbafariz, paga-se bem.
Quem precisar de urna prcla escrava,
ptima cozinheira e compiadeira, dirija-se
a ra da Cadeia do ReeilB n. 29, a pree.o
commudo.
Atfencfi -.
Quem aununciou querer comprar as ora-
coes de Cicero, as obras de Virgilio e as
obras de Horacio, dirija-se a ra Sova n. 1 :
tu.lo se vende muilo barato.
. Madm. Ilarriett Dawcs retira-se
Inglaterra
Carlos Archer retira-se
Ierra.
Crifcom f'ite.
No estabclecimento da ra de Hurlas n
16, primeiro andar, e no vasto s ilo con en-
trada pelo o pateo do Carmo, em frente de
Santa Thereza, ha a toda hora o muito bem
felto caf com leite, bous petiscos, e ha tam-
bem quartos para dormida.
Os Srs. alferes Jeronymu Alves d'As-
aumpcSo e major Ferguersteio, toe o cartas
na ra da Madre de Dos n 3i, loja.
Perdeu-se ou fui furtado do sitio do
Sr. Martinsde Lemos, na Bemfica, Passagem
da Magdalena, ora oceupado pelo Sr Eduar-
do Kruion, um cavallo ru^o com a marca P
na peina direila, e O na perna esquerda ;
aesajpareceu alguos dias passadias, o quem
Irouscr o mesmo no sitio mencionado rece-
bera boa gratificacao.
I'reta-se para os portos do norte a bar-
caga N. S. do Bom Succosso, ile carga de 30
caixasou 300 saceos com assucar: os pro-
tendentes dinjam-se ao mestre, confronto o
becco do Noronha, ou ao trapiche dacom-
panbia.
Joanna Francisca de Barros est justa
para comprar nina casa do laipa sobre pila-
res, na Capiinga, na ra das Crioulas, a lg-
cio Solero do Parias ; se alguem se adiar
com direito annuncie.
Jeronymo de Abreo avisa a todas as
pessoas que lera penhores em seu poder des-
de 1850 at hoje, que bajam do vir tirar no
prazo de 8 dias, lindos os quaes aerSo ven-
didos para seu pagamento.
--- Pergunta-se ao Sr capitSo Honorato
Joseph de Oliveira Figueiredo, ss o que 8. S.
achou, ou alguma pessoa sua, he com effeito
urna flor de ouro esmaltada, como diz em
seuannuncio, ou se urna pulceira de ouro,
visto queS. S. indo a ra Augusta, casa n
56, pedio que se lhe dsse sign.l da pulcei-
ra que se tlnha annunciado haver-se perdi-
do, dizendo ler alguem achado na mesma
noite e lugar urna pulceira, e sendo-lhe
apresentada urna igual a que so perdeu, dis-
se 8. S que nao conferia com a que foi
achada.
Manoel da Silva Nogueira vaif a Eu-
ropa.
AO S. PADRE ORTIEIRA.
OSr. padre Jos Leite Pila Ortigueira,
instituido como diz procurador de seu ma-
no, isto na hora em que este se sacramonta-
va e unga so adiando em completo ma-
rasmo sobro o leilo de dor, no qual nem po-
de mover-se des Je o dia li do corrente, es-
perando assim o Sr padre a todo o instante
pelo termo Je sua existencia..... sabe per-
feitameute..... quenSo devia, ao menos por
decencia, exigir-mo a prestacao de contas,
e muitn menos pode declarar-se competen-
te para cobrar alugueis de casas, que para
garanta do que me deve seu mano, me es-
to SUjeitOS por urna escriplura publica pas-
sada em 24 de novembro de 1854. e ratifica-
da por outra em 5 de julho de 1855, e por
outros muitos documentos que exhibirei
quando conveniente for ; se o sr. padre nao
jogar antes a sua ultima carta...... Tenho
salisfeilo o meu dever para com o publico ;
n3oquereudo amarguraros ltimos momen-
tos da existencia do meu amigo, declaro
que nao darei mais cavaco aos dcsabafus
que a mea resucito quizer ter o Sr. padre
Leite Ortigueira, de quem sou com altencSo
eleSalustiano A. P. de Souza Peres.
A polica.
Desapparcccu da ra ao Rangel, no di it
do corrente, um cabrinha de nome Justino,
de ida Je de 10 annos, com os slgnaes seguin-
tes : bocea grande, rosto oval, denles per-
feitos, ps regulares, com signae* do bichos
as c.iliecas dos dedos, manqueja de um p
por ter dado ha poucos dias um talho no
catcanhar, levou camisa de chita, caiga de
algodao de quadros, sem chapeo ; julga-se
que tenha sido TurUilo, ou perdeu-se por
nao ter conhecimento Jas ras da cidade, e
talvez sahisso para vadiar o nao acertasso
com a casa para vollar : roga-se as autori-
dades policiacs rec immendar a sua appre-
nensSo a suas patrulhas ; e qualquer que
seja o apprehensor, ser gratilicado.levaudo
ao aterro da Boa-Vista n. 42
L olera
DA.
Provincia.
O abaixo assignado vendeu as Seguate*
surtes :
Numero
.<
i
quarto
dilo
vi lio
meio
quarto
dito
200 5:000
268 1:500-
200a
212
t63l
2175
462
100-
50,-j
50a
para
para Ingla-
O mesmo tem exposto venda os seus fe-
lizes biihetes, mcios o quartos da terceira
parte da sexta I .loria do Cymnasio Per-
nambucano. os quaes n.lo esto sujeitos ao
descont dos oito por cento da lei.
Por Salustiano de Aqutno Ferreira
Jos Fortunato dos Santos Porto.
- Precisa-se do um bomem qne seja in-
telligente para vender pao na ra comum
preto, por freguezia j antiga, assim como
de um bom furoeira que soja diligente na
sua ocenpa^ao ; na ra larga do Rosario n
18, junto ao quartcl de policio.
O secretario da irmaniade de S. Jos
d'Vgonia, convida a todos os seus charissi-
mos irmaos para comparecerem no consis-
torio ila mesma irmandade, domingo, 19 do
| corrente, pelas 9 horas da manhaa. para
i reunidos em mesa geral, proceler-se a elei-
CSO da nova mesa regedor.i que tem de func-
Cionar no futuro auno de 1857 a 1858.
Os administradores da massa fallida
de Joaquim UilitSo Amaral fazem o segundo
dividendo de dez por cento.em casa .te Isaac,
Curio & Companlia, ra da Cruz n. 49.
Precisa-se de um bom forneiro para
urna padaria em Santo Anio, d-se um bom
ordenado: quem quizer appareca na ra de
Santa Isabel, casa da esquina, que achara
com quem tralar.
--- Precisa-sealugar urna ama para todo
servicode portas a dentro : na praca da In-
dependencia n. 38.
O abaixo assignado, solicitador dos au-
ditorios desta capital, faz sciente ao respet-
tavel publico, com especialidade a seus cli-
entes, que acha-se residindo na ra da Praia,
sobrado n. 49. segundo andar ; as pessoas
que quizerem encarregar de qualquer ques-
UO poderSo procurar na mesma casa cima,
das G as 9 horas da manh5a, e das 3 da larde
em diante, que sempre achara prornplo co-
mo he de coslume.Joan Caelano de Abreo.
O Sr. JoSo Antonio de Barros Lacerda,
queira annunciar o lugar de sua residencia
para se lhe fallar.
PASA AFEE-
MAR 0 THEATAO
Vende-se por M9000 um rico binculo pa-
ra theatro : na praca da independencia
u. 24
CEBLAS.
Ja desembarcaran! as ceblas de Lisboa, e
vendem-sc no armazem de Barros & Silva.
A administracao geral dos e-tabeleci-
mentos de caiidade, tundo entrado na posse
das casas abaixo declaradas, pertencentes
oulr'ora ao hospital do Paraizo, manda fa-
zer publico aos respectivos Inquilinos, que
no dia 23 Jo corrente, pelas 4 horas e 1|8 da
tarde, na sala de suas sessOes, no largo do
Paraizo, deverSo comparecer munidos dos
seus recibos, alim de se verificar at quando
estao pagas as respectivas rendas.
Fregue/.ia do Santo Antonio.
Ra da Cadeia, casas terreas ns. 6, 8 e 10,
e sobrado n. 12 ; ra das Cruzes, casa ter-
rea n. 4 ; ra de S. Francisco, casas terreas
ns. 5 e 3 ; ra da Roda, casas terrpas ns. 1,
22e29; ra Nova, sobrado n. 32; ruado
Uueimado, sobrados ns 34 e 3ti, ruadeHor-
ts n. 30 ; ra Direila, casa terrea n. 15 ;
ra de Santa Rita, casas terreas ns. 76 e 92 ;
ra do Padre Floriano, casa terrea n. 39.
Freguezia da Roa-Vista.
Ra do Aragao. casa terrea n. 8 ; ra da
Alegra, casa terrea n. 46 ; ra Velha, casas
terreas ns 42 e 73.
Administracao geral dos estabelecimentos
de candade 14 de abril de 1857 escrivao,
Antonio Jos Comes do Correio
I)eseja-se saber aonJe existe Joaquina
de tal, tintureira, que morava na ra Direi-
la, para entregar um vestido branco de seda
lavrada, que o abaixo assignado dra para
tingtr.-c. F. MaitinsRibeiro.
""" Sacase sobre o Porto qualquer quan-
tia a vista ou a prazo, pelo prximo paquete
inglez Avon : no escriplorio da ra do Tra-
piche n. 40.
Roga-se a Sra. I). Joaquina Ignacia da
Costa Miranda, moradora na ra Imperial,
baja de no prazo de oito dias resgalar os
seus penhores, do contrario sero vendidos
para pagamento : na ra Nova n. 53.
do or s >i mano
ou i > Leit I'ita Uri-
fu-:ra, para auministrar
toaos os seus beiis e arre-
cadar ^eus renimenios,
conforme a piocurac&o
bastante que lhe conferio
em 15 do corrente mt-.a, pe-
to pese nte avista quem
iiileressar possa, desta o<>
currencia, i ogando ao Sr
Salustiano Augusto lJi
menta de ;*o adiiiinistrador e procura-
dor do dito seu mano, apreseiitai'lfie a cuita dn
receita despeza, dotem-
po que administrou os
lieos do dito sen ;u no; na
iotelligencia, que de lioje
emdiante sero os a loguis
das asas receidos jieio
mesmo padre Leite. Ke-
cife I le abril de 1857.
- Achou-se honiem na ra da Ordem
Terceira de S. Francisco desta cidade, urna
llr de ouro esmaltada, com diamenle no
centro: a quem pertencer, procure ao ca-
pito Honorato Josepli de Oliveira Figueire-
do, no Poco da Panella, que dando us sig-
naos cerlos, se lhe entregara. Km poder a
mesma pc.-soa cima, an-Ja existe um a-
nel de oura que foi adiado em urna das ban-
deiras da povoagiio do Potjo da Panella, con-
forme ja foi anuunciado pelo jornal, nos pri-
meiroadioa de fevereiro do co:rente auno,
0 qual ainda nao foi reclamaJo : -a tuern per-
tencer, piidc-o ir receber na mesma casa.
Precisa-se de um bom forneiro: na
ra de delraz da matriz da Boa-Vista, pada-
ria.
Antonio de S Lopes Fernandes, vai
a Poitugal tratar de sua saude.
Joaquim Dias Fernandos, vai a Europa.
I'recisa-se de um moco que escreva
bem, para um escriplorio de advogacia, dis-
tante desta cidado seis leguas, na praia do
Caldereiro : a fallar com o Sr. Francisco de
Paula I.colimo do Reg.
Precisa-se alugar um preto de meia
idade, queentenda de tratameuto de caval-
los, eservico de casa : em sanio Amaro ao
p Ja fundlrilu, taberna de Jos Jacintlio de
Carvalho.
COUPANHIl VIGILANTE.
Os similores accionistas sao convidados
para reaolSo extraordiaria da assembla ge-
ral, alim de se tratar do dispost nos aria.
5.- o 6.- do estatuios i sabbailo 18 do cor-
rente, ao me|f> dia, na sala das sesses da
mesma companhia, ra do Trapiche u. 14,
segundo andar.
-- Traspassa-se as chaves da melhor loja
do Passeio Publico n. 9, por estar muilo a-
freguezada, propria pira qualquer princi-
piante com fazenJasou sem ellas : a fallar
na mesma.
--- Precisa-se alugar unta ama forra ou
captiva : na ra de Hurlas u 10.
I*ede-se a todas
as pessoas
que livcrem capas da irman lado do Senhor
Bom Jess dos Passos, em seu poder, assim
como brandOes, o favor de mandar entregar
ao thesoureiro na ra da Cadeia do Recife
loja n. 13 Jos Francisco da Silva Teixeira
e Mello, thesoureiro.
Precisa-se de urna prela de meia ida-
de para fazer o servido diario de urna casa
ostrangeira : na ra Nova n. 22.
Ana a/Vova n. 22
Acaba de receber relogios de todas as qua-
lidades, tambem oculos para todas as vis-
tas, por preco muilo em conta.
Jos Das da Costa Cardial, faz sciente
ao publico que o Sr. Leovino Soriano da Sil-
va, nao tem mais gerencia alguma na taber-
na do aiiiiunciaiile, desde odia 13 do cor-
rente.
Retratos
DO
Insigue ador Joo Caelano dos Sanios.
Vendcrn-se as lojas dos Srs. Jos lardoso
Ayrcs, na ra Ja Cadeia do Recife, oSr. Jos
Nogueira de Souza ra do Crespo n 2, pr-
ximo a ponte, a 2#500, e2UuO, conforme o
modelo o papel que lio excellcnte.
Aluga-se um moleque de 15 annos bem
procedido, que se alianca : na ra das l'rin-
cheiras n. 29.
Precisa-se de urna air.a para lodo o ser-
vicode uina casa de familia : na ra Nova,
sobrado n. 23, segundo andar.
Precisa-sede urna ama para oservico
de uma casa de pouca familia : quem pre-
tenJer, dirija-se a ra da l'raia de Santa Ri-
la, segundo andar n. 25.
--- Precisa-se de olliciaes e costeiras de
allaiate para loda a obra: na ra Nova
n. 52.
O r. Jos Antonio
Teixeira Barbozt
uuii carta
Agencia de pas-
sa porte e foi lia corrida,
RL'A DA PRAIA N. 13, 1.' ANDAR.
Claudino do Reg Lima, despachante pela
reparticHo da polica, tira passaporles para
dentro e fra do imperio, e folha corrida,
por conimodo preco e presteza.
-Francisco Comes de Oliveira vai a Furo,
pa tratar de sua saude, bastante desmolada
mormento em ednsequencia da prolissao r-
sente de leiloes que tem excrcido durante
longos anuos nesta praca, e sol) sua inteira
rcsponsabilidade, como se presente fora, I
deixa o Sr. Joo da Cruz Macedo, por seu
bastante procurador, com Ilimitados pode-|
res. e para em ludo fazer suas vezes, em-1
<|uanto ausente.
Ku abaixo assignado. scienlilicoao pu-I
blico em geral, que iiinguem trate qualquer'
negocio, que por ventura o Sr. Francisco Mo-
reira de Carvalho, do lugar do llarro, ire-
guezia dos Afogadns, lente realisar como)
seu moleque Antonio, por se adiar em meu
poder para fazer face a importancia de urnas \
iottras que odlosenhor me he devedor, o'
ja vencidas ha mais de seis mezes : declaro
mais, que se o Sr. Francisco Moreira de Car- !
valho, nao vier salvar a importancia das!
mencionadas, at ao lini do correnle abril,
ou usarei dos meios judiciaes a meu alcan-
ce, ou declaro desde ja realisado aquello do-
tuto, tendo em pagamento o dito moleque :
perianto ninguem podera transaccionar so-
bre o mesmo moleque, em bypolheca, ou
venda. Recife 14 de abril de 1857.Fran-
cisco Alves Monteiro Jnior.
de
a, tem
sen pa, na
ra el* Crespo n. 17.
No escriplorio do engenheiro em che-
e da estrada do forro, precisa-se de um cai-
xeiro de escripia,brasiieiro, e que escreva e
Iraduza o alingua inglezaje dous engenheiros
que escrevam e traduzam o inglez, e que te-
nhan pratica de levantar plantas e tirar nive-
lamcntos. Assim como daqni a alguus mezes
Os abaixo assignados, com loja de ourives
na ra do Cabuga n. II, confronte ao pateo
oa matriz e ra Nova, fazem publico, que
estao recebendo continuadamente as mais
novas obras de ouro, tanto para senhora
como para liomens e meninos : os|precos
continuam razoaveis, e passam-se contas
com responsabilidade, especificando a qua-
lidade do ouro de 14 ou 18 quilates, licando
assim sujeitos os mesmos por qualquer du
vida.- seraphim &Irmuo.
- Aluga-se uma casa na Passagem junto
a ponte erando com bastantes commodos
Para uma familia : na ra Direila n. 3.
Atteiico
R. C.ITates & Companhia: estabelecidos
no Rio dcJaueiro. na ra do Hospicio.n. 40,
vendo um annuncio publicado em uma das
folhas de Pernambuco pelo Sr. Bartholomeo
F. de Souza, prevetnndo ao publico que o
verdadeiro xarope do bosque ao elle he
quem vende,prevenimos ao mesmo publico,
que o nosso xarope be rcmellido do Rio de
Jrneiro pelos cima proprietarios ao Sr.
Manoel Alves Guerra, e este senhor fez o de-
posito para ser vendido na pharmacia do Sr.
Jos da Cruz Santos, na ra Nova -3, ni-
cos por nos autorisados para venderem o
nosoo verdadeiro, e mais prevenimos aos
setihores consumidores, que ha perlo de 5
annos os rotlos collados as garrafas sao
assignados por Henry Prius, como procura-
dores dos cima proprietarios. Rio ile Janei-
ro 13 de Janeiro de 1857.
Bartliolomeo Francisco de Souza, leu-
do o unnuncio dos Srs. II. C. Yales & Com-
panhia no Diario n. 17, em que diz ser s-
menle verdadeiro o xarope de bosque que
se vende nesta cidade na pharmacia do Sr.
Jos da Cruz Santos, onde fez deposito o
Sr. Manoel Alves Guerra, que recebeu miles
proprietarios, declara ao publico, que nao
duvida seja falso o xarope de bosque que
tambem vende em sua botica, mas ussevora
que elle be comprado aos mesmos Srs. R.
C. Vates & Companlia, du Rio de Janeiro,
como provam os documentos abaixo :
Rltl DK JANEIRO S DE AGOSTO E IS".r,
O Sr. Darlholomco Francisco de Souza
comprou a R C. Yales c Companhia :
4 duzias do garrafas com xarope
Jo bosque a 54900o.........2169000
C duzias de 1|2 garrafas com xa-
rope do bosque a 27^000......162?000
Rs. 378f000
Recebi o importe cima, do Sr. Antonio
Joaquim Vieira de Carvalho Rio de Janeiro
8 de agosto de 1856. Por II. C. Vales o.
CompanhiaJos Paulino Baplisla.
ReconheQo verdadeiro o signal supra. Re-
cife 8 de agosto de 1856.
Em f de verdade.
Manoel Hilario Pires Ferrao.
RIO DE JANEIRO 18 DE I EVERITRt) DE
1857.
Os Srs. Constantino Gomes de Furia & Fer-
reira compraran! a R. C. Vates & Compan-
hia :
4 duzias de garrafas com xarope
do bosque a 51-1100.........216/000
6 duzias de 1|2 garrafas com xa-
rope do bosque a STSOOO......162/000
Rs. 378^000
Recebemos o importe. Por R. C. Vates &
CompanhiaW. C. Cerwartt.
Ms abaixo assignados declaramos que
compramos o xarope cima para oSr. Bar-
tholomeo Francisco de Souza, do Pernam-
buco, em virtude de sua ord.jm de 3 do cr-
reme. Rio de Janeiro 18 de fevereiro de
1857.Constantino Gomes de Faria & F'er-
reira.
Reconheco ser verdadeiro o sigual supra
de Constantino Gomes de Faria A Ferreira.
Rio 18 de fevereiro de 1857.
F.m f de verdade.
Pedro Jos de Castro.
JOII.N GATIS,
corretor geral
E AGENTE DE LBILO'ES COHMBRUAES,
n. 20, ra do Torres,
PRIMEIRO ANDAR,
praca do Corpo Santo
RECIFE.
lie chegado loja do l.ccomte, no aterro
da Boa-Vista n. 70, o excellcnte leite virgi-
nal de rosa branca, para refrescara pelle, ti-
rar pannos, sardas e espiabas, igualmente o
afamado oleo babosa para limpar e fazer
dcscer os cabellos, assim como p impar-
cial de lirio de Florera para brotoejaa e as-
peridades da pelle, conserva a frescura e o
avelluda lo da primavera da vida.
tercfto.
Scientifica se a quem convier, que a revi-
sSo de pesos, medidas e bataneas, principia
do 1. do corrente a lindar no ultimo deju-
nho : na casa da eferiefio, no pateo do Tor-
co n. 16.
... -i, ; *w*WW fv:3---'<3::it:
DENTISTA FRNCEZ.
^ Paulo Ii.iiijiiuiu denti.la, ra Nov.i n. 11 : *'_?
\ na inesnm rasa tem auna e pii. 'K-lilrilicv.
Retinara de
Heg& Barfeto, no Mon-
teiro.
.>o deposito desta relinaria, na'rua da Ca-
deia do Recife n. 3<>, ba sempre assurar re-
finado de superior qualidade, tanto em p
como cm torroes e em pes, por prer;o mais
commodo de que em outra qualquer parte.
A pessoa que sexta-feira ultima, oft>-
receu WMI/OO reis, pela mei-agua, i moder-
na, bom construida, em cbus proprios e
que rende 8/ rs. mensaes, pode tornar a
comparecer a ra de Hurtas n. .
Perdeu-se ua noite de Icrca-feira, uma
pulceira de ouro, a qual foi perdida desde
a ra do Crespo, Cadeia, al a igreja de S.
Francisco : quem a acbar.quetendo restituir,
leve-a a ra augusta ti. 56, e ah se apresen-
t na urna igual,assim como sera gratificado,
quenado.
He chegada a barcaca Dous IrinJos,
com o carregamenlo de arroz pillado, e cas-
ca : no caes do Ramos para ver, e trata-se
com Ferreira mesmo.
Precisa-se do um caixeiro que alione
sua capacidade, e que lenba pralica de ne-
gocio, para a padaria do pateo da Santa Gra
a entrada da ra do Rosario n. 55.
- Precisa-se alugar uma pessoa Torra ou
captiva, para o servico interno de casa : a
tratar na ra Nova n. 51.
Domingos Alves >Ja-
tlieus sacca sobre o orto.
SebastiaoJos de Barros Brrelo vai
a Europa, e deixa encarregado de seus ne-
gocios o aasj cunhado Lais de Albuquerque
MaranhSo.
Cals Jnior retira-se para Franca.
Offerecc-se uma ama parda, de meia
idade, para cozinbar cm qualquer casa dr
bomem solteiro ou pouca familia, muilo fiel
e de bons costumes : quetn precisar, dirja-
se a travessa dos o o, neis, ra do Senhor
Bom Jess dos Passos, casa n. 33.
Precisa-se alugar um primeiro ou se-
gundo andar em um dos bairros desta cida-
de, preferindo-se em Santo Antonio ou S.
Jos: na ra da Cadeia do Recife, loja n. 50.
Fazem se capas, balmas, chamarras e
capas viatorias : na ra da kcnzala Nova
O. 36. A
Foi entregue no sobrad desta tvpo-
graphia um par de botas joclhei'ras ,- quem
as mandou ou for donodellas, queira man-
dar busca-las, dando os signues.
O abaixo assignado, morador na cida-
de do Rio-Formoso, pede a todos que sejul-
garem seus credores, que apreseolem suas
cotilas al o dia 30 do correnle para serem
pagas, por ter o mesmo de fazer urna via-
gem para fra do imperio, e quer (car sal-
dado com todos; assim como pede a todos
os sen llores que lhe sao devedores lhe fa
Can a mesma gra^a, apesar de que a sua ca
sa lica gyrando da mesma forma.
Antonio come* de Macedo.
Arrcnda-se o e.igenbo Cajabussu', si-
ta na freguezia da villa do Cabo : a tratar
em Olinda com o padre Fr. Galdino de Santa
Iguez Araujo, no mosteiro de S. liento.
C titilara.
O abano
a a i aailo
v a 1 no
Diario a.
81 Sa 13 da
rorraale,aaa
annuncio do
Sr. Osrar DrUibeam, em que Jeclara lar-te Iraa.-
faridu a oflicina da rutilara do Mr. I'ommalraa
para o aterro da Koa-VUla n. 52 ; perconla ao
meamo Sr. Dtsliheaui, pura quanlat parla l..i
transferida dita ofHcion, poii qu sendo iL>;ii
astillado o nico que comprou todaf a- ferramen-
lai e machina* pertencenlea ao dito oflino, rmnu
caima do annuncio qua abaiio val pulilicado pelo
ilumino Sr. 1'oniiTMirau. por i-so via ao reueila-
vel publico que lie falso o que o Sr. D..|i..e.-,i\
annunci.i, pois qo< o annuncio abano trjitrripiu
tira odas a-, duvidas a este respeto.
Mantel Vertir l.ipet Ribtirn.
D. Maria Felicia da Sila Sanios, sava de
JoSo da Silva Santos, declara que nao se responM-
bilUa purqoalqoer debito conti aludo depois te. I a
dala que n.lu for justificado par oorumenlo Derrita
signado e rubricad por sea lillio Dr. Aneas!*
Carueiro Monteiro da Silva Sanli*, que ISe soroenle
ss acha aulorisido a tratar de oeaeciM que lhe ,n-
z.em respeito, cas riaaeia anterior. Recife I i de abril da IH.57.
SEGURO CONTRA F0G0.
Companhia Alllaoce.
Esubelecida era Londres, em marco de 1S24.
Capital cinco milhoes de libras esterlinas.
Saunders Brothers & C, tem a honra da in-
formar aos Srs. negociantes, proprietarios da casas,
a a quem mais convier que estao plenamente au-
precisa-se Je varios empregados, como ca-I
xeiros, etc., que possam receber ou darem
ordens em inglez.
Aluga se um sitio na Passagem, a
margem do rio Capibaribe, por todo este
mez : quem o pretender, dirija-se ao arma-
zem da roa do lirum n. .
- It-se a quanlia de dous contos de reis
a juros, sobre penhores de ouro ou prata,
ou !i\ potheca em bens de raiz : a tratar na
ra Nova n. 53.
-- Preeisa-sc alugar um preto possante,
embora seja luulo, para trabalhar mensal-
I mente nesta lypographia, dando->e o sus-
I lento : na livraria us. 6e8 da praca da In-
I dependencia.
I Aluga-se urna casa na Passagem da
i Magdalena, antes de chegar a ponte grande,
j com sotflo e muitos commodos para grande
j familia : os pietendentes dirijam-se ao Tra-
piche Novo n. 16.
Precisa-se de uma criada ou criado que
seiba eozinhar para urna casa de pouca fami-
lia : a tratar no llos|iicio casa do Dr. Mondes
da Cuaba, junio ao quartel.
lorisados pela dita companhia para eflectuar segu-
ros sobre edificios de lijlo e ptdra, cobertos da
t! lia e igualmente sobre os objectos que con tiverem
os mesaios edificios quer consista em mobilia ou
n tasadas He qualquer quaiJarls.
ItepartirjQo da vaccina.
0 commissario vaccinader vaccina as
quintas e domingos de todas as semanas, no
torreSo da Alfandega, e as '.etcas-feiras na
casa de sua residencia, primeiro andar do
sobrado da ra .Nova, esquina da do Sol, uas
7 as 9 horas da manhaa.
--- Aluga-se para ama uma mulata que
sabe engommar com perfeieo, veste bem
uma senotra, e o mais arranjo de casa e
fiel : na ra Direila n. ii.
Um rapaz estrangeiro de boa conduc-
ta, ollerece-se para enfernieiro, ou caixeiro
dealgumengsnho : quem de seu prestimo
se quizer utilisar, dirija-se a ra do Trapi-
che n. 1* ; na mesma casa lia um hornera
com as h*bililacoas precisas, para adminis-
trar ou Teitorisar uma boa fazenda.
Aluga-se uma preta bea cozinheira:
quera a preteoder dirija-se a ra Nova n. 21,
loja.
e#Mtw,
Compra-sc uma arithmetica de Oto-
ni na livraria ns. 6 e 8 da praca da Inde-
pendencia.
iaOiiipra-se
um diccionario hespanhol-portuguez, com
algum uso : na livraria da praca da Inde-
pendencia us. 6 e 8.
Compra-se um torrador de torrar ca-
fe, e m lio ni estado : na ra do Rangel n. IS,
Compram-se mulambos linos de chita
e madapoln, para envernisar ; na loja de
marcineiroda ra da Cadeia n. 18
Compra-se uma escrava on{i, quei
cosa bem, engomme e cozinhe i a tratar na
ra do trapiche n. 14, primeiro andar.
Compra-se uma casa ierra com com-
modos para familia, as freguezias de Santo
Antonio, S. Jos e Boa-Vista : trata-sc na
ra Augusta n. 17,
Compram-se efectivamente na ruadas
Flores n. 37, primeiro andar, a plices da di-
vida publica e da divida provincial, assiaa
como accOes das diversas companhias auto-
risadas pelo governo.
Compram-se -2 escravos de 14 a ic sa-
nos: a tralar no escriplorio de Jos Joa-
quim Das Fernaudes, ra da Cadeia do Bc-
cie.
Compram-se ps de sapolis em termo
de serem mudados : na ra das Triocheiras
n. 29
Compra-sc uma casa que nao exceda
de 125 do aluguel, e pre^o de um cont na
ra da Roda n. 4.
Compra-se uma cabra eostumada a
criar n.cniuo : na ra de S. Francisco, so-
brado n. 8, e na livraria n. I c 8 da praca da
Independencia.'
- Conlinua-sc a comprar bronze, laUo
e cobre velho : na rundicao do lirum ns. .
8 e 10 de D. XV. Howman.
-irrtaHtta.
Vende-se um sitio com chflos propri-
os, entre as duas ponles da Magdalena, de-
lronte do Sr. Ignacio Firmo Xavier, o qual
tem de Ireile 20 palm..s murados, com
portOes, e de fundo 350 palmos, ale a cara-
boa, tem duas moradas de casas, sendo uma
por acabar, algmas arvores de f uclo, e vi-
veiro : a fallar com Kcrnardino Francisco de
Azevedo Campos, na ra das Trineheiras
n. 50.
- Vendem-se na ru* Direila n. 95 velas
de carnauba de 8, 10 c 13 em libr., por
menos preco que em outra qualquer parle,
assim como tambem caf muido liquido, su-
prasumo a 280 a libra, para bem servir o>
Ireguezes.
Vendcm-se sardinhas cm quarlos de
latas, champagne em gigos de 12 garrafas e
meias ditas, cognac en caixinoas c bar-
ucas, azeite doce lino em caixinha, tu lo de
superior qu-lidade c rerentemente clicaa-
do : na ra do Trapiche n. 11.
PAR\ PUNO.
Na rita Nova n. 1, vende-se um troya.
op=ra err- tartos, com I paginas, por
muilo em cotila, a vista do seu bom i
Vende-se um mulalinho de 10 aa_
muito luido e esperto : na ra Bella n. -H.
Velludo rico paia forrar cairos, com
to los os pertences. vende-se na ra da Cruz
u. 10
- F.m casa de llenry llrunn \ Compa-
nhia, ra da Cruz n. 10, "vendem-se pianos
chegados no ultimo navio, quadros rom
moldura, cemento romano, cognac em cat-
xas de um duzia, velas de composidto,
conservas em latas
Vende-se manteiga ingleza muilo boa
a 800 rs. e a 720 a libra, toucinho de Santos
a 280, carnes e oielha* do mesmo toucinho
a 120, caixes de doce de banana a 500 rs.,
dito de goiaba a 800 rs. e a l-'sOOO : na ra
das Cruzes n. 20.
.a?
-^


MUTILADO
ILEGIVEL


DIAKIU DE PEKNAMBL'O, SEXTA f'EIRA 17 DE ABRlL DE 1857.
Veude-se carne secca de Ruenos-Ay-
res a IjOOO, de Montevideo a 45500 cada a,r-
roba, boa : na ru da Praia n 4.
Vende-se um mulalinho com 10 anuos:
quem o pretender, d^ija-sa a ra da Penha
n. 17, segundo andar, que achara com quem
tratar.
Vende-se urna estante envidrocada e
umacommoda, ludo de amarello e em bom
estado, urna liteira nova e muito boa: na ra
//) penal n. 63.
M9>*9te^8-je#9>o>
$ palitos frunce'/.es.
SajBVaOtea-M paliliw e olirernaHcas de pan-
2 do lino prelo e d core?, rom sola de vellu-
~t iin, ile 223 a 2S3OOO ; casarm trncelas for-
39 radas de teda, a 283 ", palitos e stihrermaos
M de alpaca,;de".ja 109 ; dilos de linho a 39 ;
a) raiga de canemira preta e de cores a III? e
& 12j000 ; rlleles de fusUo a 29500 ; dilos de
t$ selim pretn e de cores, de 53 a snhu : na rua 39
9 Noa, loja n. 4
Cavallo.
grande
Venderse um cavallo
e possante, para
Vende-so a excellente armag3o da loja
da rua Direita n. 48, propria para qualquur
negocio, por se adiar cm muito bom local,
ea casa ter commudos para familia : a tra-
tar na mesma rua n. 56.
Vende-se urna cama de ferro folheada
de liil.'io, por diminuto prego: quem pre-
tender, dirija-se a rua do Queimado n. 69
A, loja de ferragans.
.. 'r Cocheira,
rua Nova u. 61
Vende-ie um carro novo de quairo rodas,
um crthnolel de duas roda*, urna catrora ES
ora
de qualro lodas preparos para renovar car-
ros, molla*, eiios, pmfom para rodas,
couro*, ntenlas, velas, vaquetas, panno.
tv2 -JalAo, bezerros, murroquin, colheiras en
5 vernuadas, escovas para lavar carro, es-

'
ponja, camurga, escovas para arreios: ludo
por pregu commodo.
m
Deposito
de rape princeza da fabri-
ca de E. Gas*e, 110 Rio
de Janeiro.
\ende-se a prego commodo rap fino,
grossoe meio grosso, da acreditada fabrica
cima, chegado pelo vaporS. Salvador ; na
rua da Cruz u. *9.
Vendc-se a verdadeira grasa inglcza n.
97, dos afamados fabricantes--ay tin, em barricas de 15 duzias de potes:
cm casa de James Crabtree >\ Companhia,
rua da Cruz n. 4-2.
La
Algodo
pe.
airo, aguilliAes, bronzcs.parafusos e c;ivillies,moi-
nlius de mandioca, ele. ele.
NA MESMA FUNUICA'O.
se execulam todas as encooimemlas com a soperio-
ridade j ronhecida com a devida pteslea ecom-
modidade em prego.
a para vestidos.
Vendem-se corts de lila para vestido,-de
muito bonitos padrOes, e com 15 covados
cada corle, pelo baratissimo preco de 5:000:
na rua do Queimado n. 22, na Iiem conheci-
da loja da boa le.
uonstro, he
chincha.
Veinle-se algodo monstro, com 8 palmos
de largura, muito proprio para loalhas e
lencoes, pelo diminuto precu de 600 rs. a
vara: no loja da boa f, rua do Queimado \aa d *2.'lo "'. escriptorio ...12,
n M. na Para venll<:r muilo superior potassa i
Oculos c bonetes
ce todas as quadadis.
cabriolet: lia coclieira
rua da Guia n. o.
Na rua Augusta, taberna fde* Costa &
S, vendem-se os mais frescaes queijos do
sartflo, a prego de 640 reis a libra, e sendo
inteiros a 600.
Para senhoras e
lucilinas.
A loja da rua iNova n. 4, recehefl pelo ulti-
mo navio francez, ricos chapeos para senho-
ras e meninas, e os mais modernos touca-
dos, e vende por commodo prego.
Aliissiiliuas pa-
ra vestidos.
Vendem-se mussulinas de cores para ves-
tidos, do melhor e mais moderno goslo, ten-
do grande porgio de padrOes para se esco-
Iher, e dflo-SR amostras com penhores : n.i
rua Nova, loja n. 4.
Charutos finos
A loja da rua Nova ... 4, recebeu pelo ul-
timo navio vindo da Babia, um bello sorti-
inento de charutos finos, e vende por barato
preco.
Vende-se um excellente escravo crioulo
idade 18 anuos, ptimo ollicial de carpiutei-
ro, sem defeito algum, para pagamento de
dividas, do que ser o comprador convenci-
do com os documentos que se mostrarao :
na rua da Concordia, segunda casa sem nu-
mero, depois do armazem do Sr. Pedro Tei-
xeira Guimaraes.
i arelos de
Lisboa.
No armazem de Joaqun. Filippe da Costa
& Companhia, rua da Madre de Dos n. 26.
Nova California
Rua do Queimado n. 6
FA/-ENDAS COM PEQUEO TOQUE DE
A VARIA, VENDEM-SE POR TODO PRECO A
DINIIEIRO A VISTA PARA ACARAR.
Chitas finas cores fisas, limpas a peca
6/000, covado a
Ditas ditas, com toque deavaria a pe-
ca a 5-3000, covado a
Algodaozinbo liso bom, a peca
Dito dito com loque, a poca
Dito dito trancado m*to bom, a pega
Dito dito trancado com toque
Dito dito com 4 palmos de largura e
30 jardas,a peca
Dito de dito com a mesma largura e
com 30 jardas, a pega
Dito grosso para roupa de escravos e
saceos para assucar, a vara
Dito dito da mesma qualidade a vara
Vende-se por prego-muito commodo,
lOsaccas de feijSo mulatinho, no armazem
de Paula Lopes, no caes da alfandega.
Bacalhao da escova verdadeira, marca
de fogo, vende-se no caes da alfandega, ar-
m.i/i'us de seraphim & Paula Lopes, as
m3os dos Srs. Tasso & Santos, a qualidade
he sem comparacao o mais superior no mer-
cado, e nunca veio melhor, he proprio para
guardar por unto lempo, sendo chegado
ltimamente com 2 dias de viagem semen-
t, o prego deve ser de 163000 por barrica,
mas faz-se diBerenga, levando porgues
Vende-se um bom cavallograr.de, bo-
nita figura, com todos os andares : para ver
e tralar, na rua das Cruzes, taberna da porta
larga n. 41 A.
Vende-se carne secca de Bucnos-Ay-
res, boa, de 45 a 43500 cada arroba : na rua
da Praia n. 4.
i\ companhia, rua da
160
140
23000
13600
25560
23000
43000
33000
160
12(1
PkEtAS L
pan padres.
e alO la.
Vendem-se superiores "meias prctas de
laia, pelo barato prego de 1#800 o par, ditas
de algodo de superior qualidade a 600 rs. :
na rua do Queimado, na bem condecida loja
de miude/as da boa tama n 33.
Vendem-se diversos objectos proprios
de urna escola, bnin como bancos, classes,
etc., tildo muilo bam e muito barato : no
becco Largo n. 1 A, se dir quem vende.
Leques muito fi-
nos.
Vcndem-se leques muito finos, com plu-
mas, cspelhos e bolotas, pelo baratissimo
prego de 23 e 33500, ditos sem plumas muilo
boa fazenda a 13280 : na rua do Queimado,
na bem conhecida loja de miudezas da boa
fama u. 33.
Peixe.
Vende-so na rua Direita c. 27, peise cuer-
no a 140 rs. a libra, queijos muito novos
chamado londrinoa480 a libra, ditos 440,
ditos muito novos a 2/, ditos a 13700, favas
vindas da illia de S. Miguel a 560 a cuia,
caixes de doce a 640, ditos a 1), e outros
muitos gneros por commodo prego.
No aterro da Boa-Vista
n. 29,
vendem-se chapclinhas de seda para senho-
ras, chegadas ltimamente de Franga, de
muito bom gdsto, enfeites de flores para se-
nhoras, ditosbrancos proprios para noivas,
flores francezas de todas as qualidades, sipo
de flores de todas as cores, filo pretode sal-
picos, crep de todas as cores, chapeos de
palha de Italia para meninas, de aba larga,
cortes de vestidos de cambraia de seda de
babados o de barra.
A 3#800.
Vendem-se palitos prelos de alpaca muito
fina, pelo prego diminuto cima, e mais de
brim de diflerentes cores a 23500 cada um :
quem quizer ver que peclnncha he, venham
a rua do Queimado n- 53, loja de miudezas
de Jos de Azevedo Maia.
Tres escravos venda.
Vendem-se duas bonitas negrinl.as e um
molequo, todos de 13 annos de idade : na
rua do Collegio n. 21, terceiro andar.
Vende-se para fura da provincia urna
negra crioul, de idade 25 annos, cozinha,
cose, marca, engomma bem: a tralar nos
Remedios, silio do Sr. Antonia Alves da
l'onseca. No mesmo lugar se cumpla outra
que tenlia as mesmas habilidades.
Vende-se urna escrava moga de bonita
figura, muito sadia : a tralar na rua do Quei-
mado n. 30.
Vende-se, ou arrenda-sc um casa de
nedra e cal, na Capunga Nova, porto do Ja-
cobina, com 4 quarlos, 2 salas, copiar, c
quarlo para pretos, quintal com 70 palmos
de frente, e 500 de fundo, cacimba com a-
gua de beber : a fallar no armazem n. 3, de-
fronte daescadinha da alfandega.
N. O. Bieber
Cruz n. 4, venden) :
Lonas da llussia.
dem inglezas.
Brinziio.
Brins da Russia.
Vinho de Madeira.
Agodao para saceos de assucar
Objectos para
luto.
Na rua do Queimado, na bem conhecida
loja de miudezas da boa fama n. 33, cncon-
tra-se senipr completo soriimento de ade-
rogos, brincos e rosetas, pulceiras e alline-
tes, tudo prelo, propriamente para luto, e
que tudose vende mais barato doquoem
outra qualqucr parte.
Milho bom em
SACCAS.
Na taberna glande ao lad> da groja da
Soledade, chegou grande porgSo de saccas
com muito bom milho, e vendc-se por prego
commodo.
Couro de lustro.
Vende-se couro de lustre francez, o me-
lhor que pode haver neste genero, pelo ba-
rato prego de 53 a palle : na rua do Quei-
mado, na bem conhecida loja de miudezas
da boa fama n. 33.
Scllins
patente inglez.
Sao cliegado* e acharo-se a venda o verdadeiros
e bem coiihecidus sellins inglezes patente : ua roa
do Trapiche-Novo n. 42, armazem de fazeodas de
Adamsoo Howie & C.
O CIIARDA-I.IVROS BRAS1LEIRO, ou arte
da esrripturagao mercantil apropriada ao
commercio do Brasil : vende-se na rna da
Cadeia Velha n. 22. Prego 8^000.
^elogios de patente
nglezesdeouro, desabnete edevidro:
vendem-seapreroia/.oavel.ein casa de
AugustoC. de Abreu, narua da Cadeia
do Recife, armazem n.N6.
Vende-se,por prego commodo.superior
vinho do Porto em barris de 8." : na rua do
Trapiche n. 14, escriptorio de M. A. Guerra.
Em casa de llenr. Brunn (t Companhia, na
rua da Cruz n.lu, vende-secognacm caixinhat de
dazia.
A 3S54MI
Vende-se cal de Lisboa ltimamente che-
gada, ssim como potassa da Russia verda-
deira : na praga do Corpo Santo n. 11.
TAIXAS PARA ENGENHO.
Ha fundicao de ferro de B. W. Bowmann a*
rua ds Brum, passando o chafariz, contina ha-
dar um completo sortimerto de taixBsde ferro f un
vido e batido de 3 a 8 palmos de bocea, ai ijuaa
acam-se a venda,por prego commodo com
pro'.nptidao: e.nbarcam-s oucarragin-se mear
ro semdospeza ao comprador.
Emeasa de Saunders Brothers C praga
do Corpo Santn. 11,ka para vandaro s* uintt
Kerro inglez.
Pixe da Suena.
Alcatro de carvo,
Eonas de linho.
Esponjas.
Drogas.
Algodo lizo para saccas.
Dito entrangado igual ae da Bakia
E um completo sortiraenio de fzendas proprio
para asta mercado tudo por prego commodo.
Vende-se superior linhas de algodo
brancas, e de cores, em novello, para costu-
ra, em casa deSouthall Mellor C., rua do
Torres n. 38.
Momhosde vento
combombas derepuxopara regarhortateba-
ia decapim : na undiraode D. W. Bowman
a roa do Brum ns. 6,8e 10.
Potassa refinada em latas de seis
libras.
O antigo deposito da rua da Cadeia do Re-
cife n. 12, recebeu agora urna porgao de po-
tassa refinada de superior qualidade, em la-
las de 6 libras, quo se vende por prego ra
zoavel
Potassa e eal
virgem.
No antigo c j bem conhecido deposito da
i da Cadeia do Recite, escriptorio n. 12,
para vender muito superior potassa da
Russia, dita do Rio de Janeiro, e cal virgem
de Lisboa em pudra, tudo a pregos muilo fa-
voraveis, com os quacs tiraran os compra-
dores satisfeitos.
11 elogios
Vendem-se oculos de todas as graduagoes
com delicadas armagocs de ago, pelo barato
prego de 800 rs. e ls500, ditos com armages
douradas e praleadas a 13200 e 13500, ditos
com armagn de bfalo a 13200, ditos com
ar.mSdhe.ba~" L*.80, d.U,.C,0i''q3. "J Liverpool, vindos pelo ultimo paquete in-
de metal branco a 400 rs., lunetas de um so
vidro redondas e quadradas com aro de bu-
cobertos e descobertos, pequeos c grandes,
de niiro patente inglez, para bomem ese-
I nhora de um dos melhores fabricantes de
lo Amaro.e no deposito da mesria, na;rua do
Brum.
Panos.
Em casadeRahcSchmettau stCompashias
rua da Cadeia n. 37, veudem-se elegante
pianos do afamado fabricante Traumann de
Hamburgo.
e tambem no deposito na rua do Brum. logo
na entrada, e defronte do arsenal de mari-
nlia, ha sempre um grande sortimento de
tachas, tanto de fabrica nacional como es-
trangeira, batidas, fundidas, grandes, pe-
quenas, rasas c Tundas ; e cm ambos os lu-
gares existem guindastes para carregar ca-
noas ou carros, livres de despeza. Os preco
soo s mais commodos.
- Vendem-sc queijos multo frescaes, na
rna Direita n. 4, eonfronle a torre do Livra-
niento, e queijos suissos, por prego coramo
"o, e nina poigflo de barris de 5-
vasiii.
rua
da
Agencia
iundirao
falo a 500 rs., ditas de dous vidros tambem
com armago de bfalo a 13500, ditas de um
so vidro redondas c quadradas com aro de
tartaruga a I32OO e 13500 : na rua do Quei-
mado, na bem conhecidada loja de miudezas
da boa fama 11. 33.
Aa loja da boa fe
vende-se o mais barato
possivel :
Crosdeaaples preto muito bom, o
covado 2#000
Cantao prelo muito||lino, proprio
para lulo, o covado 960
CorgurSo prelo muito fino com sal-
picos, proprio para colletes, o
covailo 43000
Panno lino azul, o covado 3^000
Longos pretos de seda para grva-
la, meio lenco 1/^00
Meias pretal de seda muito supe-
riores, o par 23O0O
Casemira de qnadrinhos prelos
muilo fina, o covado 1/000
Cortes de colletes de fusto 500
lutos de dilos de dito fino 1*000
Ditos de ditos muito superiores 1/600
Grosdenaples de seda de lindas
cores, o covado 23000
<:rtes de vestidos de fazenda de
seda muito linda 18/000
Setins liso* de cores, o covado 800
Veos prelos de fil bordados de seda fOfOOO
Cambraias adamascadas, proprias
para cortinados, pegas de 20 varas 7/000
Ditas para cobertas, de bonitos pa-
dies,o covado 200
e alm disto ha um completo soriimento de
fazondas finas e grossas. que vendem-se por
pregos Uo commodos, que ninguem deixa-
ra de comprar; assim como chapeos do
Chille muito finos, quo se vendem por me-
nos que em onira parte : na rua do Queima-
do n. 22, na bem conhecida loja da boa f.
Claudio Dnheux
113 e 153OOO;
Facas, garfos e
colheres
Vendem-se as melhores facas de cabo de
mariim que se pode encontrar a 153 a duzia,
ditas de cabo de halango muilo finas a 6? a
duZMi ditas de cabo oilavado e roligo a 33,
ditas cravadas a 33200, ditas de chifre de
viado a 43400, ditas para sobremesa com ca-
lio de halango a 53 ditas com cabos rogos
e oitavados a 33, colheres de metal do prin-
cipo muito finas para sopa a 63 a duzia, di-
tas para cha a 3^000, e outra.- mais qualida-
des de facas e colheres, trinchantes e amo-
lador de facas, que tudo se vende barato :
na rua do Queimado, na bem conhecida loja
de miudezas da boa fama n. 33.
Brinquedos pa-
ra meninos,
Vendem-se diversidades de objectos de
ago, muilo delicados e proprios para meni-
nos brincar, por pregos muito baratos: na
rua doijueimado, na bem conhecida loja de
miudezas da boa fama n. 33.
RICAS BONECAS FRANCE-
ZAS.
Vendem-se muito lindas c bem vestidas
bonecas francezas, grandes, pelo baratissi-
mo prego de 23 e 23500, ditas vestidas de
noivas, e cada urna no seu cartio a 3/000 e
33500, prego que nao ha quem deixe de dar:
na rua do Oueimado, na bem conhecida loja
de miudezas da boa fama n. 33.
VAQUETAS PARA CARRO.
Vcndem-se em casa de S. P. Johnslon (".., che-
gadas ltimamente, as'im como bom sellins iuBlez.es.
fio de vela, candieiros e castigan bronzeados, tudo
dor precos commodos.
JLow-lIoor,
rua da Vnzala Nova
ti. 42.
Neste estabelecimento continu'a a haver
um completo sortimento de moendas e meias
moendaspara engenho, machinas de vapor
e taixas de ferro balido e coado de todos os
lmannos para dito.
Para masca tes
e hocete i ras.
1 endem-se duzias de rsiias de massa para rap pe-
lo baratissimo prego de (10 ra.,riuzias de lezouras em
carioa l3U00e l320Ue Brandes 1320, duzias de
coixinhas Ue pao cun palitos de foso a l\ > rs.,duzias
de pcnlesde cintres muilo bous paraalizara|l920(i,
duzias de penles de baleia pata alar cabello a 2920(1
e 23uO0,duzia de navalhas para narha a 13600,grozaa
de boles madreperola para camisas a 600 reis.dilai
muilo finos de avala a 100 reis, (rozas de botes fi-
nos para caiga a 280 reis, cartas com 25 penles de
alfiDelea lio reis,duzias de penles de balea para a-
lizar a 3c, (rozas de livellas para spalos a 5G0, da-
lias de caivetes fioospara aparar pennas a 28500
e 3-3,duzias de gaitas (armnicas) a 13200 e IsiOO,
duzias de torcidas para caudieiros a 80, reis (rotas
de marcas para cobrir a 100, 12o e 160 ren, pe-
cas de tranceln para bentinhes a 120 re, pulceiras
encarnadas muilo bonitas para Sra. e meninas a 200
rs.,duzias de miadinhas de linhas prelas a 2i0 reis,
pegas com 10 varas de fila de eos a 320, 360 400
reis, duzias de lapes a 100 rs., dozias de caitas com
clcheles a 720 rs., linhas brancas de nuvellos de lo-
dos os nmeros, ditas de cores, linhas de miada finas
e srocas, dilas de carrileis brancos e de eores, cordao
de esinln de toda a grorgra, biquiohos de todas as
larguras, e baratos, reodas de todas ai larguras, es-
pelhos, curdas de viola, fitas de lila de todas as co-
res, fitas de linho brancas e de cores, didaes, agulhas
de todos os Humeros, filias de seda de lodos os nme-
ros, penuasde palo.eaixas de chifre, rzanos, colhe-
res de ferro, relroz de todas as cores, vernicas, fitas
debeira preta e branca.zrampas.eludoo mais quese-
ja necetsario para completo sortimenlode bocelei-
ras e mscales e qua tudo se vende muilo mais bara-
to do que em outra qualquer loja, na rua do 0ei-
mado, na bem conhecida loja de miudezas da boa
fama n.|:13.
Para as sen lio-
ras de bom gosto.
Vendem-se ricos cstojos de Jacaranda,
proprios para costura de senhoraf, pelo ba-
1H0.
NA FUNDICAO DE FERRO DO ENGE-
NHEIRO DAVID W.BOWMAN. ,KA
RUA DO BRUM, PASSANDO O OlIA-
FARIZ,
lia sempre um grande soriimento dos sega i ules ob-
jectos denierliauismosproprios paraen^enhos.a sa-
ber : moendase meias moendas, da mais moderna
covistrucrio ; taixasde ferro fundido e batido, de
superior qualidade e de lodosos tamaitos ; rodas
dentadas para agua ou aniaiaes, de lodae as propor-
locas de fofn
ges ; crivose bo
llia
e registros de bo-
gl'ez : em casa de Southall Mellor &"C.
do Torres n. 38.
Arados de ferro-
Na fundigo de C. Starr & Companhia, em
Santo Amaro, acham-se para vender arados
de ferro de um modello e conslrucgo muilo
superiores.
Moendas superiores.
Na fundigao de C. Starr >\ Companhia, em
Santo Amaro, acham-se para vender moen-
das de canna lodas de ferro, de um modello e
construcgSo muito superiores.
.PERFUMARAS
umiiissiiiio finase de mu*
to bons gestos.
Vende-se a verdadeira agua de colonia do
Piver, simples e ambriada em frascos de va-
rios tamanhos, banhas muito finas e de mui-
tas qualidades em ricos vasos, espiritos e
extractos muito finos e de muitas qualidades
em frascos de muito gosto, sabonetes muito
linos e de muitas qualidades, agua do lavan-
de ingleza, fazenda muito boa, vinagre aro-
mtico tambem inglez e muito bom, extrac
los muito finos proprios para bolso de es-
tudante, escencia de rosa, pomada franceza
muito boa, macassar perola muito bom e de
lodas as cores, dito oleo, pus para dentes,
paslilha o outras muitas perfumaras, tudo
muito lino e de muilos gostos, dos melhores
fabricantes da Franga e Inglaterra, e tudo se
vende barato na rua do Queimado, na bem
conbeeida loja de miudezas da boa fama
n. 38.
fio toes para pa-
ntos, colletes e punhos
de camisa.
Vendem-se abotoaduras muito finas de
madreperola para colletes, pelo baratissimo
prego de 500 rs.-, ditas muito ricas de todas
as cores a 320, 400 e 500 rs., ditas muito fi-
nas de madreperola para palitos de meninos
e homens a 500 e 640 rs., atacadores para
punhos e collarinhos de camisa, de muito
rico gosto a 400 rs., 800 e 23000, ditos de
cornalina para casacas a 300 rs., e outras
muitas qualidades de abotoaduras quo se
vendem muilo barato ; na rua do Queima-
do, na bem conhecida loja de miudezas da
boa fama n. 33.
Varfindi.s e rradcP.
Um lindo e variado sortimenlo de model-
los para varandas e gradaras, de goslo 1110-
dernissimo : na fundigSn da Aurora em .Sau-
Foi Iraneferido o deposito deste jarope para a bo
lica dejost da Cruz Santos, narua Nova 11. 53*
garrafas .jfOO, e meias38000, sendo falso lodo
aquelle qie nAnfor vendido neslc deposite,pilo
quesefaz opresenlenviso.
IMPORTARTE PARA OPIRLICO.
Para carada pht>sicaem todoosseusdifleren
esgros, quermotivada por con ti par oes, tesse
aslhma.pleuriz.escarros de sangue, drde cos-
tados <> pello, pal pilara n no coraran .coqueluche
bronchite, dorna garganta, e lodas asmolestia
dosorgaos pulmonares.
- Vende-se taboado e pranches de pi-
nho de Suecia, proprio para armagiio de ar-
mazem de assucar.
Paos de pinho vermelho para maslaros.
Chumbo de munigSo.
Folhas de cobre.
Metal amarello e zinoo para forro, com os
competentes pregos.
Alvaiade de chumbo e de zinco, em p.
Tinta branca de oleo.
Papel lino de escrever.
Vinho especial do Rheno e do Porto.
Kua da Cadeia do Pecife, casi de C J, Ast-
tey % Companhia.
Meias de todas
as qualidades.
Vendem-se meias de sed* branca para se-
nhora, o melhor que se pode encontrar a
33500 rs. o par, ditas pretas tambem muito
boa fazenda a 23500, ditas braacas de algo-
d;1o, muito finas a 320, 400, 500 e 600 rs.,
dilas pretas tambem muito finas a 400 rs.,
ditas de seda de cores muito bonitas e pro-
prias para baptisado de crian gas a 28000,
ditas cruas muito fortes para meninos a 400
rs., ditas de cores de algodo para meninos
a 240 e 320, ditas brancas para meninas a
240 e 320, ditas cruas e brancas para ho-
mem a 160, 200, 240, 320 e 400 rs., dilas de
cores de fio da Escocia tambem para ho4nem
a 400 e 500 rs. : na rua do Queimado, na
bem conhecida loja de miudezas da boa fa-
ma n. 33.
ic -t>r-$ ptfeaWi
PENTES DE TODAS AS QUAMDAES.
Vendem-so penles de tartaruga para cabello
o melhor que se pode encontrar, a 53, ditos
de baleia imitando o mais quo he possivel
aos de tartaruga, a I/, 13200 e 13500, ditos
mais ordinarios de baleia a 240 e 320 rs.. di-
tos de tartaruga para alizar, fornidos e mul-
to bem feitos a 4, ditos de murm, fazenda
muito superior a 13500, 2f e 33, ditos de
borracha de muito superior qualidade a 1-,
ditos de bfalo verdadeiro, muito finos e
bem feitos, a 640, 800 e-13, ditos a imitago
do unienrne a 13, ditos de baleia muito bon*
a 280, 320e400 rs., dilos de bfalo verda-
deiro, muito bonitos e bem feitos, proprios
para suissas e criangas, a 320 rs., dilos de
marfim muitissimo bons, fabr cados em Lis-
boa, para piolhos, a 800, 13000 e 13500, di-
tos prelos de bfalo tambem para piolhos. a
500 rs. : na rua do Queimado, na bem co-
nhecida loja de miudezas da baa fama n. 33.
' aellas de ferro.
Na fundigSo da Aurora em Santo Amaro-
Atttnco.
JuS%nnodu.,16dOCrren,em" *
jumiiio, crioulo, rom os s gnaes secuintej
a!mr'rW*r; Pho do corpo, sem barba.'
com falla de dente. n. frente, calvo dVc!
regar peso na cabega, muito regriaU, be
bem conhecido pr ,n(1,r enlreg,rndo,^"?
car pelas tabernas, tem sido en, ontradTor
diversas pessoas conl.ecidas, e diz a ellas
que anda em serv.co de seu senhor : por .a-
so roga-se as pessoas que o encontr.rV que
o manden, prender e levar rna Direita n 7
que serao generosamente recompens,,).".
uoi""8'0 de b0rd.0 0 M* braaileiro
Melampo, na noite do da 8 do corrente um
negro de nome Marcelino, nagSo Cabinda
altura regular, secco do corpo, roato eom-
prido, barba serrada e cria suiaaa, coa uita
de dentes na frente, e consta andar vestido
com paleto, e calgado : quem o pegar Im
a bordo do dito navio, junto ao caea do Paa-
seio Publico, ou a casa de seu consignatario
Manoel Alves CueKa, na rna do Trapiche n
14, que sera bem recompensado.
Kugio nodia 21 de marco prximo
passado, urna escrava de nacao Angola, de
nome Dellina, com os signaes seguintes :
altura regular, ten. os dedos dos pos junto ao
mnimo, mais eurtos, be muito ladina, cos-
tuma intitular-se Torra, levou vestido de
chita de quadros a/ues, e panno da Costa :
roga-se as autoridades policiaes, e capities
da campo, de a apprenderem e leva-la a rna
da Madre de Dos n. 42, que aera generosa-
mente recompensado.
- Fugio no dia 3 do corrente o escravo
Cu.lherme, de 26 annos de idade, b.ixo,
groaaura regular, cor rula, sem barba, bei-
gos grossos. Iinge-se humilde, leve bancas
pouco lempo, a levou urna pequeaTuoV
gSo de roupa. cre-se que se lenta, dirigido
para Serinhaem donde be natural, e a Bou-
co chegou O seL senhor Din.merico Au-
gusto do lego tt.ngel, morador n. irua da
Unmo desu cidade, recosapenaa o trabalho
e as despeas de sua captura.
H.n^ d" '' d correot>. ugio da cidade
de Ol.nda, o escravo JoSo, crioulo, de 34 a
40 annos de idade, pouco mais o mee**,
com os signaes seguintes : cor preta. esta-
tura regular, cheio do corpo, rosto barbado,
sem denlos na frente da gengiva superior,
alguma cousa gago, cabellos carapinhadoa,
entre os quaes ja apparecem alguns brancos,
e com urna cicatriz em urna das pernas ; o
referido escravo he mais conhecido por J080
Calurnbi, e suppa-se que eslea escondido
as immediages da cidade Olinda, ou rallo
que se dingisse para a freguezia da Clona
ae coila : iquem o apprehender conduxa-o
a cidade de UlinJa, casa terrea com aoUo
no pateo de S. Pedro Apostlo, ou ao en-
genho Abreus, na comarca de Naxarclh que
sera pago com generosidade.
ugio um moleque de nome Amaro,
com 12 annos de idade, cor fula, olbos gran
des, pestaas compridas, tesia de bico, e os
pes no andar he como o de papagaio, alian-
do talla he alguma cousa gago, tem em am-
bas as maos do lado do dedo mnimo um
signal como de verruga -. quem o pegar le-
vc-o a rua da Cadeia do Recite n. 9, ea ao
s.lio de Jos Baptisla Ribeiro de Faria. na
Lstancia.
Dos premios (la secunda parte da sexta lotera a beneficio do Gvmnasio Pernambueano
extrahida a 16 de Abril de 1887. '
vende plvora ingleza a 131
barril de 25 libras.
Vende-se urna linda negrinha, que en-
saboa e cozinha o diario do urna casa : a
tralar na rua da Gloria n. 86.
Vende-se urna carroga para cavallo,
muilo maneira e propria para servigo do
campo, para carregar capim, lenha, etc : na
ruti do Poucinlio, casa terrea de vidragas por
dclraz de Santa Thereza. *
Vende-se iagedo chfgado de Lisboa :
no escriptorio do Francisco Severiano Ita-
bcllo i\ Filho, no largo da Assembla.
Vendem-sc 3 escravos mogos, bonitas
figuras : na rua Direita u. 3.
Cebo i as.
Vendem-se ceblas em grandes -c peque-
naS^porges, chegadas recentemente, por
prego commodo : na rua da Praia, armazem
n. 76.
Algodo liso si-
cnpira, com pequeo to-
que de avarja.
Vctlde-se na rua do Crespo, loja da esqui-
na que volta para a rua da Cadeia.
Vende-ae aieile' de carrapalo a 23O0 rs., em
caada* ou em barril : na rua das Tr.ncheiraa n. 20.
Na rua de Apollo n. I A, primeiro an-
dar, vndese urna escrava cabrinlia, de 17
annos, cozinha o diario de urna casa, e cos-
tura muito soTrivelmente.
Relogios.
Na rua da Cadeia do Recife n. 18, ha relo-
gios de todas as qualidades, tanto de ouro
como de praia, ditos foleados e dourados,
por pregos baralissimos.
por -IO rs. o novado-
Vendc-se chita franceza larga c fina, com
pequeo toque deavaria : na rua do Crespo,
loja de Campos & Lima.
'lauta da cidade do He-
cfe
Vende-se a planta da cidade do Recife e
seus arrabaldes, feila pelo Sr. Dr. Jos Ma-
mcdcAlves Ferreira, por dez mil reis : na
livraria n. 6 e 8 da praga da Independencia.
Mappa das distancias da
provincia.
Na livraria n. 6 e 8 da praga da Indepen-
dencia, vendc-se o mappa das distancias
das diflerentes villas da cidade entre si, e
relagfio a capital da mesma, a mil reis.
Vende se um escravo de mcia idade,
proprio para o servigo de campo, e bom
Icarreiro, por prego commodo : na rua da
Praia n. 43, primeiro andar
Na rga da Cruz n. 50, armazem de San-
ta Barbara V Companhia, vendem-se effecti-
vamente caixoes vasios de todos os tama-
nhos.
ratissimo prego de 23500, 4, 69, 7 e 89000,
caixmhas para guardar joias a 800 rs., \ el
19200, carlerinhas muito delicadas proprias
para senhora e meninos a 800 e 500 rs., te
souras muitissimo linas para costura, de
todos os tamanhos a 500 rs., 600, 13000 c
13200, dilas para unhas tambem muito finas
a 800 rs., 19000 e 1/200, linha de peso mui-
to fina para labyrintho a 100 rs. a meadi-
nba, ditas para bordar a 100 rs., 140 e 160.
lindas caisinhas com grampas a 160 e 300
rs., cartes com 14 e 24 pares de clcheles
francezes a 80 rs., 100 e 120, linhas de car-
reteis de 200 jardas do autor Alexandre a SO
rs. o carretel, ditas de 100 jardas do mesmo
autor a 40 rs., caixinhas com agulbas fran-
cezas a 160, ditas com agulhas de papel
preto a 280, carteirinhas com agulhas fran-
cezas a 320, agulheiros muito bonitos com
agulhas tambem francezas a 160 e 320, cai-
xinhas com 16 novellos de linhas de marcar
muito finas, azues e encarnadas a 320, ricos
botes de cores para vestidos, ou roupinhos
de meninas a 600 rs., 800 e IJ a duz-, ricos
agulheiros de ago e de marfim a 240 e 800
rs., dedaes de ago muito bonitos e cada um
na sua caixinha a 500 rs., almofadinhas de
muitas qualidades proprias para pregar al ti
netes e agulhas, pulceiras de varias quali-
dades, riquissimas filas lavadas e lisas, de
todas as larguras, trangas de todas as cores
e larguras, lilas de velludo abertas e lisas,
bicos muilo linos de linlio ede varias lar-
guras, rendas de varias larguras, babado
aberto de linho, toucas de 13a para criangas
e oulras muitissimas consas, que tudo se
vende mais barato do que em outra qual-
quer parte: na rua no Queimado, na bem
conhecida loja de miudezas da boa fama
n. 33.
NS. PBEMS.
o
3
4
13
10
17
21
25
26
28
35
36
.18
42
45
16
18
50
SI
55
57
58
li:l
lili
89
75
78
7'J
80
81
87
88
89
91
'92
93
94
102
4
6
8
12
13
11
22
:u
:ii
35
36
37
38
42
13
45
48
52
53
55
59
(0
63
b4
67
69
NS. PKEMS.iKS. PREMS.
"3 260
58 61
59 05
53 lili
53 67
59 68
5 69
53 72
53 76
53 77
53 79
53 87
59 92
59 301
103 2
59 3
Ligas de seda
para seniora.
Vcndem-se superiores ligas de seda para
senhora, muito bonitas e de muitos pa-
drocs, pelo baratissimo prego de 13200,
1/500 c 2ot)0 : na rua do Queimado, na
bem conhecida loja de miudezas da boa fa-
ma n.33
Al"odaozinh i da Babia
para saceos de assucar.' vende-se em casa
de N. Q. Bieber 6t Companhia, rua da Cruz
n.*.
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