Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07734


This item is only available as the following downloads:


Full Text
4NN0 XXXIII N. 80.
Por 3 miv.es adiantados 4$000,
Por 3 mezes vencidos 46-500.
DIARIO
IRMA IEIRA 16 DE ABRIL DE 857
Por anuo adiantado 15$000.
Porte franeo para o subscriptor.
KNCAKKEGADOS DA SITBSCRIPCA'O NO NORTE.
Parahiba, o 8r. Joto Rodolpho Gomes : Nitil, 6r. Joa
ulm I. Pareira Jnior; Araeilv/, o Sr. A. da Lentos Braga ;
eara, o Sr. J. Joe* da Oliveira ; Maranbao, o Sr. Joaquim Mar-
ne* Rodrigue! : Piauhv, o Sr. Domingos Herculano A. Peuoa
Cearans* ; Para', o Sr. J mimo J. Hamoi; Amaionaa, o Ir. Jero-
njmo di CoaU.
PARTIDA DO RCI04
Olinila : toda* o da*, a 9 meia duras do li.i.
luuaras.u. Gnianna e l'araluha : na, -eini.l.i- e -..ila.-eir.is.
-' t"1.....Beierrua, Bonito, Cariara, Almil.....tiaraaban*: aa lerri-iein.
S. Loareaco l'..,-,c til,.,. Naiaratk, Matos-tro, Be...... l'.-..|ii.ra. laga-
taira, Flora*. V,l!-|iwia, Uoa-Vi.la, Oricurv a Kia ni- qaartea-teir**.
Cato, i|.mca. SerjaMea, liio-l feraaoao, lna. Karroiroa, Agoa-Preta,
Pimenleiraa a Natal : quinta.-tiran.
'Todo, oa Oerretos partea a) 10 horaa di manhi.
AUDIENCIAS DOS TR1BUNAES DA CAPITAL.
Tribunal do eommereio aagunda a quintal.
Belacao ; lercai-feirai e aabbadoi.
Fazenda .- quinas e sabbados as 10 horaa.
Juno do eommereio : legundasas 10 horaa quinlaa a* male-dia.
Juizo da orphaoi: aegundaa e quintas as 10 horas.
i'rimtiri vara do cite!: segundaa a aeiias ao meio-dij.
Segunda rara do citel; quarlas aabbadosao maio-dia.
i.l'll I MI Kl Iil s IM) HEZ DE AltRII..
1 Quarto creseenle aa 11 horas e 11nmunos da tarde.
9 La cheia a 7 hora e 0 minutos da tarde.
17 Quarto minguante as9 horas e t minuto da manba.
24 La ora as 4 horase 55 minutos da tarde.
I'HK. VUAH DE IIOJE.
Primeira as horase 18 minutos da tarde.
Segunda as '> borai e 42 minutos da uianhaa.
das da semana*
13 Segunda. S. Hermenegildo principe m.
II Terca. S. Doinuina r. ; Ss. Tiburrio c Valeriano mm.
15 Quarta. S. I'aurratiu Ss. Eulhiquio, e Olimpiada un i.
16 Quinta. S. Kngraria v.: Ss. Calisto, CaritaO, c Ociliano nim.
1" Setta. S. Anicrl p. ; Ss. Ilcrmugenes e Kortnnalo mu.
18 Ssbhado. S. (laldiuo li. card. ; S. Perfrilo presb.
19 Ilomoiiiingo. I. depois de Pascua. S. Eiped tu.
EXCARREGADOS DA SlTlsciUPa.AO \n Sin.
Alagoas, o Sr. Claudino Faleao Dias; Babia, o Sr. D. Dvprai
Rio da Janeiro, o Sr. Joo Pereira Martins.
EM PERNAMUICO
O proprietario do DIARIO Manuel Figueiroa da Fana, m toa
linaria, praca da Independencia os. 6*8.
PARTE 0FFICIAL
MINISTERIO DO IMPERIO.
Termo de contrato qae faz o gbverno imperial, por
intermedio da renarlijau geral das Ierras publi-
eas, coro a Associajao Central de Coloni sajo,
para importado e recebimenlo de cincoenla mil
colonos.
Aos 26 de mirto de 1837, uesla repartirn peral
das Ierras pobhcaa, achaodo-se prsenles o director
geral delta o consetheiro Manuel Felizatdo de Souza
e Mello, e o fiscal interino Sebastiao Machado tru-
nes, comparecern! o Eim. marque? de Monl'Ale-
gre, presidente di Associacao Central de Colonisa-
jao, e os roembroa da diteclori.i da mestna, abaiio
attignados, e declararan qoe em nome da referida
associacao se obrigam a climprir o cootralo cons-
taote das condires sesuintes, qne acabam de fazer
com o governo imperial para irnportaro e recibi-
mentu de 50,000 colonos no imperio.
CAPITULO I.
O governo a'aegura a' Associajao Central de Colo-
uisajau eslahelecida nesla corle e cidade do Rio de
Janeiro os favores seguinles, em compensarlo dos
eos a que ella se obriga, e qu* coostam do capi-
lolo .
Art. i. A venda de territorios ou de qootas par-
te* de Ierras devolutas, a' razio de meio real a bra-
ja qaadrada, em qoilqoer provincia do imperio,
qoando por iniciativa do governo, ou a pedido da
associacao, Cor julaada necessaria para centros co-
loniaes, ou depsitos de colonos.
A loealidade dos territorios e de soas fracces, a
xlenso da rea respectiva, bem como o reconhe-
cimento da necessidade e conveniencia do estabelt-
cimenlo, dependem da deliberadlo do governo.
$ I. Das trras qae forero vendidas para centros
eoloniaes, dednzidas as que forero precisas para os
edificios de aso commum, como igrejas, 'escolas,
ele, ele, e para o oso particular da associajao, se-
ra' o reatante dividido pelos colonos a titulo do ven-
da, ou aforameolo perpetuo ; ficando a associacao
obrigada a dentro de dous annos, depuis de reali-
zada a compra das ditas ierras, eslabelecer nellas
como proprielarios, independemos de qualqtier oous,
oo como forairos perpetuos, pelo meos, lanas fa-
milias composlas, termo medio, de cinco indivi-
duos, qoaolas aceces de 250 mil brajas qoadradas
contiverem as ditas Ierras.
i; 2. as referidas secjfies de 230,000 brajas qua-
dradas pudtra' a associacao eslabelecer at (i fami-
lias, comanlo que a cada urna nao toque menor
rea do qoe a de ;l1,330 bracas quadrada*, equiva-
lente a' do reclaugulo de 125 brajas de base e 230
de altura.
S 3. Antes de seguirem os colonos para as Ierras
de qoe Irala este artigo e seos Si, a associacao pro-
videociiri' de modo que cuconfrem logo a' sua che-
glda casas, ou alojaraenlos provisorios e abrigado',
onde aejam receidos, e enfermarlas manidas de
ludo que for necessario pira- qoe >ern tratados oa.
que adoecerem, minenlo a sua cusa a' m^ni i as-
sociajSo oa mdicos e enUrmeiros, que forem pre-
cisos. Dan' aitD Me previespente todas as pre-
videncias para que us colonos njfo soffram privajos
em sen primeiro ealabelecimentn.
i as divises dos territerios e secjdes serio
observadas (tao'.o quanlo for possivel) as resras
prescriplas nos regulamentos de :iil de Janeiro de
1854, e 8 demaio do mesmo anno, para a medico
demarcarlo das (erras publicas.
Art. 2. A eonces rinbas, que houver devolulos em frente das locali-
dades em que a associacao eslabelecer depsitos de
colonos, rmateos, trapiches, embarques e desem-
barques, e fizer quaesquer oulras obras de edilica-
ces aecessiriis para a realisajao de seu fim, sendo
respectiva eileusao regulada pelo governo.
Arl. 3. A itencao do imposto de siza de quarsquer
ben* de raiz comprados pela associacao para dep-
sitos de colonos, hospedara!, rmateos, trapiches,
embarques o desembarques, e de todas as propie-
dades nece&sirias para o recebimenlo e Iralameoto
dos colonos.
Cessara porm, este favor se laes beos ou pro-
piedades passarera a ler uso diversu do cima in-
dicado, caso em que sera' indemnisada a fa/.enda
publica da qoantia correspondente siza que dei-
xoo de receber.
Art. 4. A preferencia no arrendamento de pro-
prios nacionaes, que nao forem necessarlos ao servi-
co do Estado para nelles fundar a associacao depo-
sito* de colonos, ou quaesqoer estabelerimenlos qne
nao forem precisos para a eiecur.lo desle con-
trato.
Arl. 5. O direito, (ecedirio de deliberajao e
Bccordo do goterno, de desapropriar os terrenos p-
blicos, ou particulares por onde haja necessidade de
eslabelecer communicajoes eservides dos centros
eoloniaes.
Arl. 6. O auxilio pecuniario que ao governo pare-
aer razoavel para as estradas e vas de communica-
rAo qoe a assorijao tiver de abrir ou melhorar en-
tre os ceutros c depsitos eoloniaes, oo com direc-
j3o ao litoral, a rio* navegaveis e estradas geraes, e
acidad* e villas importantes mais prximas.
Arl. 7. O emprestimo da mil cotilos de rcis sem
joros por espar.0 de cinco annos, lindos os qoaes se-
ra' restituido por prestares iguaes c semeatraes de
10 por cenlo.
A sua restiluicao comejara' a eflectuar-se do dia
em que se completaren] os 5 annjs do recebimenlo
de cada urna das respectiva*sommas, e sempre por
prcstaces semeslraes de 10 por cenlo da quanlia
adiantada.
A somma de que trata este artigo nao podera' ler
oulro destino que nao seja o adiaulameulo, com as
convenientes cautelas, a fazendtiros e a lavradores
de conceilo, para as despezas de parle on de lodo o
transporte de colonos europeos, e nvanjos a estes
para sahirem do seu auligo domicilio ; nao podendu
a associacao perceber por laes adianlamenlos mais
do qoe o joro de ti por cenlo ao anno, oo o crren-
le na praea do Rio de Janeiro se for mener do di-
tos 6 por cenlo.
Arl. 8. A subveneso de 30? por cada colono
maior de 10 annos, e menor de 45, e a de 20a por
colono menor de tO anuos e menor de 5, comanlo
que faja parle das familias inlroduzidas por conla
da associacao. Tres quintos desla subvenjao re-
verlerao em favor dos colonos, como auxilio para
os gaslos de Irn- porte oo de seu eslabelecimenlo.
Osdous quintos restantes perleucendo a associajao.
0 Ihesouro pagara'|estes dous quintos no uilavodia da
parliciparAo da sabida do navio importador; pira esle
fin devera' aparlicipajao ser aullienticada pelo agente
consular ou commissario, que for designado, ou ape-
provado pelo goveroo ; os Ires quintos perlencenles
aos colooos serao pagua no mesmo thesooro, 8 dias
depois da communicacAo do desembarque delles no
porlo brasileiro em que a associajAo tiver depsitos,
oo para onde houver de dirigir os colonos, ja em
virlude, dos ajustas feilos com os particulares ja com
o fim de fuudar centros eoloniaes que lenbara sido
aulorisados pelo governo. Na falla da parlicipajao
deque trata este artigo, as referidas sobvenjes de
30/ e 203 serao pagas integralmente no oitavo dia
depois da commuuicajAo do desembarque e dse
haver provado que os colonos vieram por conla da
associajao.
As participacOes do desembarque serao autenti-
cadas pela auloridade qneio governo designar.
I. As ditas sohyenees de 30f e 20-3serAo man-
lidas dtiranle o prazo de p annos, cnnlados da ap-
ptoverao do prsenle contrato, coma condijo po-
rm de introduzira associajAo o numeio de fami-
lias ou de individuos que ihe forem encon.nienda-
dos, comanlo qu* no primeiro anno o seu numero
nao seja menor de 800 familias Ou 1,000 individuos ;
no segundo anno 1.200 familias, ou (,000 indivi-
duos ; em cada um do 1- e 4- annos 2.000 Emilias
GEIBIT WITSE-
Scenas da vida holan leza.
POR HlLOECKAND.
II
Megnas dos pais.
O Sr, Witse, trazendo na mao urna carta abarla,
saodou a mulher muilo alrgremenle, quando veio al-
mojar, e disse-lhe :
Ha de chegar amanlnla o noaso candidato.
Nosso, o que '.' ptruunlou-llie a mulher.
Nosio esludante. Mas agora elle lie candidato.
bscreveu-me dizando que liavia de fazer o etame
hniiiem. Sem dovida isso passou-ae bem ; nao me
da iieniium coidado.
Esse fillto nos lem dado muita satisfarn, disse
a mulher fazemlo o cl.i. Na c|iegou elleJ a'o etame
com ettraoidinaria rapidez? "^
i a,-.."i" Cerl' ,nio,,,, m,8. d^ctajo. Est em
]L,?(.,.. i'"'" *"""' ",lnei'. leviT-lres annos
para lazer o primeiro eiam*.
.r.** .**' P^Pa'alonn p,ra as verdadeiras
d.^ T* ''""""!'""'"" noheassim'-
anr.ndM 6 "'" W" """"-fana de ler
aprendido a pronunciar essa palavra diflicil
. ,7;.'a,U,m'"U!- 1"''^ """t I 1 ama c'nosa que
a mor parte dos esludanles tratan, com leviaodade
porem elle occupou-e parlirularmente com issn'
t.usla-uo, U boa somma de dinheiro. mas a medirt-
na. segundo sempre o.ivi dizer, he um eludo mui
dlllicil ; nao convem que elle desprez nada.
Mas quanlo durara issj anda, agora que i he'
candidato; '
Nao sei. Elle qunria lamliem e-iu.|;,r a eiror-
gia e a abaletrecia, e iss>, lia de etigir bstanle lem-
po. Mas qum sabe a que he deslinmm '.
De veras'.' pergunimi a S>*. Wilse deitando
ou nieto do camiulio a faca cotn que coriava unta fa-
tia de pao, e encarando finnemenle o marido.
Todo he pos-ivel, miiiha amiga, respondeu este
p.l-sando novamenle a caria pela visla, enlrctanti>
qoe um sornso de alegra illuimuava-llie o sem-
blante.
Mas para isso nAo he preciso ler certa idade ?
lorimu a Sra. Witse altaiando modestamente os ollios
e corlando a falia com particular atlenjao.
. ~ Ue que falla vosst) perguntou o mando, o qual
linlia a mesma idea qoe a mulher.
Mas, respondeu esla contemplando obstinada-
mente a poota dt faca, para ser qoalqocr cousa.
conla do governo, seu transporte, alnjamento, sus-.
lento e fornecimenlo de ludo o que for necessario
poder ser prestado pela mesma associajao.
As sobvenjes, commisies e mais vanlagens e
obrigajes concernentes a esses contratos e as ou-
tras operajoes de que for incumbida pelo governo
farao objecto de ajustes especiaes ; ficando a asso-
ciajao obrigada a satisfazer com preferencia quaes-
quer incombencia- que receber do guverno.
% I. Nenhum colono invalido ou incapaz do servi-
jo a que se deslinar podera' ser contratado pela as-
sociajao por sua propria conta, pelo do governo e
pela de particulares ou companhias.
Se, porem, os colonos se destinarem a formar ou
augmeular emprezas agrcolas, sera' tolerada a via-
da de um oo oulro individuo que esteja naquellas
circunstancias se fizer parle das familias contrata-
das, validas e aptas para o trabalho, e se as mesmas
familias garaolirem sua msnutenjao. Comludo,
por la>- individuos r.enhuma subvenjao rerebera' a
as'ociajao, nem elle enlraio no numero dos que
trata o arl. 7. A robustez e aptidao para o traba-
lho serao allestados pelos cnsules brasleiros, oo
por quem for determinado pelo governo.
i 2. Nos contratos qoe se houver de fazer com o'
colonos contratados pelo governo, llavera' declara-
cao etpressa de cumprirem fielmente as obrigajes
a que se sujeitarem, e de empregarem-s* com zelo
e aclividade em qualqoer trabalho de sua profissAo
que pelo mesmo governo llies for marcado.
Arl. 10. Todos os favores relativos a' iaenjao de
direilos e impottos que pelo decreto n. 537 de 15 de
maio de 1850 foram concedidos a sociedade Coloni-
sadora de 18i9, em llamborgo, para fundarao da
colonia D. Francisca, na provincia de Sania Calha-
rina, inclosive o lastro de carvao de pedra, sal e
ferro nos navios qoe transportarem colonos para
os ceiros eoloniaes depsitos de qoe Irala o arl.
I. desle contrato, e em geral todos os favores e isen-
joes qoe por quaesquer disposijoes legislativas oo
administrativas teem sido oa forem oulorgadas A
mesma sociedade Colonisadora de llamburgo, e a
quaesquer oulras companhias ou emprezas de colo-
nisajao, urna vez que nao conlrariem as circums-
tancias especiaes das localidades e as conveniencias
administrativas.
Arl. 11. Toda a proteejao, auxilio e apoio mora
de que a associajAo careeer, e que dependerem do
governo, comprehesdendo-se nesles favores ioslroc-
res e recommendajSes expressas as legajes e con-
sulados brasleiros ; o pagamento de mestres de pn-
meiras lellras e de sacerdotes da religiAo dos colo-
nos, logo que se achem reunidos em cerlo nume-
ro de familias, que aera' marcado pelo governo ; as
facilidades possiveis e tendentes a remover quaes-
qoer embarajos que se opponham a' marcha regular
das legitimas operaros da associacao e ffnalment
Arl. 15. A crear .dentro de dous annos, as pro- II. A's que formarem colonias por roci de arren-
viucias em qoe houver deman la de colonos livres, damenlo.
on estabelecimenlos que ex>jam importajao de col- i. Aos fazendtiros qoe pretenderen] colouos pelo
nos em numero con.ideravel. depsitos e hospeda- j svslemade parceria oo salario.
riassemelhantes asdo art. 13 dealo contrato ; sendo 5. Aos emprezarios de quaesquer obras publicas
as plaas das hospedaras permanentes ou definid-: oo particulares.
vas, e os prejos dos comestiveis o de alojamenlo ap-
provados pelus presidentes das respectivas provin-
cias, precedeodo aodienca do delegado da reparl-
jAo geral das Ierras publicas.
As proviocias a qoe se refere esle artigo podem
ser designadas pelo govatno, conforme a necessi-
dade que houver de colonos, e de encaminhar-se
para all a emigrajao.
a coadjuvajAo das autoridades do paiz e autilins de
destacamentos militares, precedendo reclamarOoj
ou 10,000 imi.v.duos ; e no .. e ultimo anno as f.i- dos agentes da associajAo. ficando porem a.ece'ssi-
Tll.'" -I1"-!.T ,.'ara. coml,le'" "umero ""'de oa conveniencia de.Ia ultima me^dtV
pndenle da verllictjao que hoover daVizer o go
vento, ou as autoridades que forerr. por eile desis'
nadas. *
(Vid. aOiarie n.8l}
1UJNXI, ou rjtXOQO individuos.
Fie* todava |,crfillida a lmp(w|tajk e rn^ip/
numero de familias e de individuos rjTque os cima
aponlados, ama vez que a n-uci.ie.io se sojeile a
brigajao imposta oa segunda parte do art. 27 desle
contrato.
as familias e individoos ojo mnimo he litado
neste artigo, nao se incluirAoi as que a associajao
mandar vir por conta de emprezas subvencionadas
pelo governo, ou favorecidas lie qualquer oulro mo-
do com auxilios peconiarios. ji Por estes individuos
nAo recebera' a mesma assoc,j,1o as subvenjes de
que trata este artigo. '\
S 2. A (otalidade das snbvenres em cada om dos
primeiros qualro annos nao''podera' exceder a
270:0003. qualquer qne seja o nomero de familias
int'oduzidas, e o governo nar^ sobvencionara' no
fim de 5 annos por mais de 10,000 familias uu 50,000
individuos.
3 Os colonos de que traa *Ma arligo serao em
geral lavradores, permittiudo-se a' associajao so-
mente inlroduzir ale 20 por cenlo de ofliciaes me-
cnicos, como machinlas, pedreiios, carpinteiros
ferreiro*, oleiros, etc.
S Se por motivos justificados perante o gover-
no, e por esle atlendidos, a associajao nAo puder em
um ou oolro anno importar o numero de colonos
indicados Bogl' desle arligo, sera' obrigada no an-
uo immediato ao em que se der a falta, alcm da
quaulidade qoe corresponder a esse anuo, a trans-
portar a que nu antecedente de menos houver fn-
trodtizido, sob pena de 103 de mulla por cada co-
lono que faltar para completar o numero exigido.
5. As subvenefles de Mf e 203, eslabeltcidas
por este arligo, serAo elevadas at 503 e 309** o di-
videndo annual da associajao nao corresponder a 7
por cenlo do rondo realisado.
Neste caso o etcesso sobre as quanlias de :i;c
203 sera' dividido lambem na razAo de 3 para 2
entre os colonos e a associajAo.
Arl. 9. A preferencia a associajAo em igualdad*
de circunstancias para o contrato de colonos por
Oualquer cousa exclamo rindo <> Sr. Wilse,
o qoal ardia no desejo de ouvir sahir da borca desoa
querida consorte a palavra que elle mesmo oao ou-
sava pronunciar.
Porm, respondeu a Sra. Witse, qoe idade (i-
nha o joven... ( como chaiuava-se elle '.' qoando
chegnu a ser professor '.'
Oh oh I minha amiga, disse o marido, cojos
olhos scmlillavam de praier, e cuja face eslava
agitada por movimentos nervosos, nAo convera voar
lAo alto ; seja elle somenle bom medico, e conienle-
mo nos com isso.
Sem duvida, lornou a mAi agestada de ler fal-
lado lito imprudentemente ; he smenle por dizer ;
mas isso nAo he necessaiio. Pela minha parle (caria
mu contente, anda quando elle smenle podesseser
medico pralico. NAo podemos exigir ludo.
NAo, de cerlo disse o Sr. Witse.
Demais, eontinuon a mulher, qoem sabe se
isso nao sena melhor para elle ".' Um professor deve
esludar lerrivelmenle !
Sem duvida, minha amiga ; mas isso seria o
menos para o nosso Gerril.
Assira o creio, lornuu a ma de Gerril ; he s-
menle por dizer, e posso aflirmar-lhe sinceramenle
qoe nAo pens nunca em tal cousa.
Oh nAo devemos levar isso lao longe respon-
den o pai de Gerril.
Nao, cortamente, disse a mi.
Tem-se visto oulras coosas, lornou o Sr. Wilse
sam saber justamente a que fazia allusao.
Slm, respoodeo a mulher, porqoe nAo pedera
lambem acontecer isso '.'
Ninguem pode applcar-se mais do qoe Gerril,
conlinuou oSr. s\ itse.
E creio que elle leria moita aplidao para o en-
sino, disse a mulher.
Tambem o creio, e pens anda que o governo
lem a visla sobre os mocos como esse.
Seria grande felicidad- !
Cerlamente mas nao llevemos ronlar com
ella ; o m'recimenlo nem sempre he recmiliecido..
He como a qoeillo do concurso.
todava elle leve o arce**'/, di-so a indi.
Ilevia ler lulo a medalha. disse o paj.
0< loncos sao sempre felizes, disse a mai allri-
boiodo lulo ao acaso.
Soaria bem. disse o pai, o professor Wilse !
Oh .' Wilse 1 ,mi,111 a mai, pois chegava-lhe a
ve/, de ser modesta, nao se lisooge disso.
Nao me hsongeio, tespondeu o marido; digo
smenle que soaria bem.
Houve um momento de silencio, durante o qual
o mando liacava a vista para o llanielMad, e a
molber tecla urna meia ; porm um e oulro cuida-
vam na profes.or.a qoe ligan n, Gernl havia de
exercer, coosa da qual ambos eslavam convencids,
com linio que nesle mundo o merecimenlo fosse jus-
Arl. 12. Se a durajAo da associacao for prorogai a
poltmais de 10 annos na forma do arl. 1(1 dos res-
pectivos estatuios, hca-lhe desde ja aasegurada
approvajao do governo, orna vez que se nao vorifi-
quem as hv polbeses de dissoluj.lo prescri pas o art.
17 dos mesmos eslalolos.
CAPITULO II.
A associajao central de colonisajao se obriga :
Arl. 13. A ler dentro de seis mezes, contados da
approvajAo deate contrato, hospedarlas e depsitos
provisorios nos logares que forem apprvados pelo
governo para alojamenlo e sustento, quer das colo-
nos que importar, qoer dos qoe e-poataneamente
vierem para o imperio sem contrato com empreza
alguma, comanlo qoe esles lenham meios para pa-
gar as despezas que (iverem de fazer.
S la No primeiro trionnio depoii desle contrato
devera' a associajao ter prompla pelo menos urna
grande hospedara definitiva, sendo a planta do
edificio, suas eondijes hvgienicas e regulamen-
tos ioleroos dependentes da approvajao do go-
verno.
S -i. O preco do alojamen.o e dos comestiveis se-
ra' de seis em seis mezes Bledo pela associajAo e
approvado pelo governo. Urna r-la;ao de lodos os
prejos, escripia em porlnguez, francez, allemAo,
hespanhol e italiano, sera' Pitada em diversos luga-
res dos mais frequentados das hospedaras e depsi-
tos, para conhecimenlo dos colono'.
Arl. 11. A fiar tambem de (i em li mezes, e sub-
mellendo-a a' approvajAo do governo, a quanlia
por que tiver de fazer o desembarque dos colonos e
de suas hagagens dos navios importadores para as
hospedaras e depsitos, e a intervir com quaesquer
emprezarios de colooi-ajAo para que o transporte,
desde os ditos depsitos e hospedaras al o lugar do
destino dos culonos, se faca pelo preco mais favora-
vel, e aejam razoaveis as condijoes dos contratos
respectivos.
lamente apreciado.
O diloso casal ficou algum lempo raergulhado nes-
sa agradavel medila.;o. O Sr. Wilse foi quem rom-
peu primeiro o silencio.
Todava parece-me que deviamos fazer algoma
cousa em honra do candidato !
Ja tenho coidado nisso respondeu a con-
sorle.
Um pequeo janlar nao faria mal..
Sim. A quem convidaramos '.' Os Vernooy '!
Muilo bem, irei convida-los pessoalmeole ; de-
pois os Van lloel sobreludo Sexla-feira parece-me
ter um bello dia.
Mas he preciso absolutamente que tendamos
Sra. Mork.
Gerril n,1o a conhece, observou Wilse.
Ali respondeu a esposa, lomo isso por minha
eonta ; ella ha de agradar-lhe mudo ; he urna mu-
lher das mais inleressanles. A proposito sabe qui
ha urna sobrinha em casa dos Vernoov ? Me lnu-
hem orna pessoa eslranha ; porem qoaiilo mais gen-
te houver lano mais nos aiverliremos. Sao precisos
dous borneo*. Oue diz to joven llateling i
Nlo sei se Gerrit una muilo llateling, observoo
o Sr. Wilse.
. Ol e porque o nao amara 1 pergontou a rao-
llier. He um mojo moli agradavel, e traja com
muilo gosto. Em que cuida vosse ".' Gerril amar
llateling ".' Porem desde que est na Uinversidade
elle nao frequenta mais loeuhom dos mancebos de
Itollerdam.
Pela minaa parle approvo. disse o Sr. Wilse.
Mas convidaremos tambem a Wagesteerl'.'
Sam duvida. responden a molher ; enlao Pica-
mos canos de que o janlar sera muilo alegre.
Eslava formado o projeclo do janlar e bem qOe
livesse de ser dado em honra de tiemio* pas nao
tiiiham cuidado em suas sympalhias na escolha dos
convidados. Digamos a titulo de excusa que o seu
lirn era antes fazer oslentajAo oe am tiln, sabio do
que preparar para se fillto um dia agradavel.
Nesae dia o Sr. Wltee san 1 muil, culo para fazer
dillerenles titila!, elle as fez leudo na algiheira a
Carla de Gerril, e em todas as casas em que entrn,
espraiou-se sobre a arudieio inaudita do filho. Ha
militas maneiras de fazer a detgraja de um lilho
ou de orna filha, e o Sr. Wilse caliira netsa desda
milito lempo.
Na verdade era esse o seu lado fraco. O Sr. Witse
era homem moilo abastado, e notario de fama. Ti-
nha om espirito lucido, e mullos couhecimeulos ad-
quiridos ; porem suas ideias subre a superioridade
de. orna pessoa que applirou-se aos estudos eram
exagerada. Ningoem poda dizer que elle livesse
criado o lilho com moilo mimo, nem que Ihe hoo-
vesse sollado a redea ; pois liaba muilo juizo para
iaso ; dera ao joven Gerril oplima educajAo, e o
conservara sempre na trella. Mas apenas o filho en-
trara na Universidade, concebera para com elle a
mais profunda veneracAo, venerajAo de que a mi
era indozida a eompartilhar, vislo que Gerril era
seu lilho uuico. O marido posto qoe foss* instruido
Arl. 21. A garantirlos empreslimose avanjo que
o governo Ihe lizer, com Banca idnea ou hvpolheca
dos immoveis da associajao.
Arl. 25. A pagar as mullas em qoe incorrer pela
nAo execojAo dos contratos com o governo.
Art. 2(>. A promover desde logo a composicao de
memorias, que Tara' imprimir e poblicar, acerca da
colonisajao. para servirem de guia pralica aos colo-
Arl. 1. A regular por maneira conveniente a no, ,0Dre seus deveres e direilos, e sobre a coltura
distribuijao e encmenlos dos colonos que se'des- 00, RenetM priucipaes de produejao do paiz.
linarem ao servijo domestico e a ootros misteret na
corle.
Arl. 17. A reservar urna parle das trras com-
pradas em vi rinde do arl. I" desle contrato, e com
as clausulas nelle declaradas, para ah eslabelecer as
familias dos colonos, gante do campo, e trabaja-
dores, que o governo enviar para os centros col- cer que eslao no caso de serera impressas.
maes, medanle razoavel relribuijao pelos Irahalhos Arl. 27. Fica prohibido a' associajao man
Estas memoria), escripias em francez, allemao,
inglez e em outra Iniguas, conforme a naiionalida-
de dos colonos, cuja importajao se promover, devem
ser distnboida palos colonos contratados. 0 go-
verno podera' auxiliar a imprcssAo, depois de
mandar examinar as .lila- memorias, e de reconhe-
e despezas que livor de fazer para este lim.
Arl. 18. A fundar, de accordo coro o governo,
alera das hospedaras e depsitos de que tralam os
arls. 1: e 15, sociedades filiaes, oo agencias de co-
lonisajao as proviuciaa, e a abrir correspon-
dencia com oulras companhias e sociedades que
com a approvajAo do governo forem fundadas em
algumas provincias, alim de auxilia-las no que de-
pender della.
Arl. 19. A orgaoisar, lendo em altenjo as dis-
posijoes legislativas e tegolamentares concernentes
a' emigrajAo dos paizes a qn* os colonos perlence-
rero, as dos porlos de embarque, e as do imperio,
iostroejes convenientes pan os engajamenlos, em-
barques e viagens, submellendo-as autes de publi-
cadas ou expedidas a' approvajAo do governo.
Arl. 20. A eslabelecer qnauto antes na Europa
agentes de colonisajao, e a imprr sempre nos con-
li,iius que fizer com os armadores dos navios im-
portadores de colonos a ubrigajao de ficarem os
mesmos e seus coraman tantea sujeitot aos regu-
lamentos que regerem os transpones de emi-
grantes.
-' os agentes e armadores lar,,' a associajAo
couhecer as delerminajoes regulamenlares concer-
nentes a' conduejao dos colonos ; eslahelecetido,
alm das que forem pelo governo impostas em re-
gulamenlos geraes, multas pela infracraodeslas con-
dijoes ; e de oulras que houver de formular para
que se observen! os ci ilralos e se faja por maneira
conveniente o trauspor dos colouos.
S Os agentes de color ajjo se esforjarao por en-
viar geole maniatada, da e laboriosa, e Ibes he
absolutamente vedado illosjir os colonos, fazendo-
Ihcs ler ideas faUas do mpetu*
de tania-cii- exageradas.
O agente da associajao que infringir esle preceito
V pela associajao, e em suraYaJJfa pelo commissa-
o do governo, mullido em somma nunca menor
de 0j> por colono, e dsitniHido, deciarando-se e fa-
zendo-se constar deulro e fiira do imperio o motivo
da 1111--.1 ..
Arl. 21. A fazer contratar, sempre qoe for deter-
minado pelo goveroo, sacerdotes catholicos e pasto-
res prolestantes, para prestarem auxilios espiriloaes
aos colonos, loo qoe tus respectivas localidades
chegarem elles ao numero que for determina lu pelo
governo.
Arl. 22. A ter as hospedaras e depsitos inter-
pretes allerr.aes, francezes e de oolras najoes, que
possam ser contratados pelos que receberem colonos,
oo seja para fundarao de centros colela*)* que le-
nham por base a propriedade, ou para servirem de
trabalhadores.
Arl. 23. A importar os colonos que Ihe forem en-
commeadados por. emprezas particulares, anda
quando haja completado a inlroducjAo do nume-
ro a qoe he obrigada pelo arl. 8. ^ 1. dest con-
trato.
S la Si todava as despezas dos ajustes, transpor-
te, alojamenlo e sustento dos colonos assim impor-
tados, desfalcaren! o capilal da associacao. e mesmo
rednzirem o seo dividendo a menos de 7 ", podera
a asaociajAo deixar de incuinhir-se das encommeu-
daa particulares, se por ellas liver de inlroduzir
maior numero de colonos do qoe o determinado pelo
citado arl. 8. 1. desle contrato.
As circumstancias excepcionaes deste paragrapho
sero verificadas pelo commissario.
S 2. Se os colonos encoramendadot excederem aos
nmeros li vados no art. 8. jj 1. desle cootralo, e so
os meios da associajao nAo forem Muletale* para
satisfazer os pedidos, se dar' preferencia, salva a
disposijAo do arl. 7. :
1. A's emprezas colonsadoras por grendts n-
cleos.
S. A'l que em menor escala formarem colonias
pelo systema de pequeas propriedades livres, ou
eom 6 onus de furo.
ssociajao mandar vir
colonos alm das exigencias da coltora, ou de qual-
qoer outra industria.
Aos que mandar contratar alem de laes necessida-
des, ser obrigada a sustcolar a' soa cusa, e dar
trabalho a que eslrjam habituados, al que lenham
0 conveniente deslino.
Art. 28. Os colonos contralados devem ir mani-
dos de alleeladoa ou passaporles dos cnsules, ou a-
genles do goveroo, ou de pessoas por esle designa-
das sobre sua responsabilidade, dos quaes cousle
sua moralidade, e que sao acostumados aos traba-
1 los agrcolas, ou aos oflicios indostriaes para qoe
forem ajustados, guardada a proporj.lo do arl. 8.
5 2. desle contrato, e que perante os ditos cnsules,
agentes, oo delegados desle?, declrenlo sujeitar-se
as condijoes dos respectivos ajustes, que previa-
mente deverao conhecer.
CAPULLO III.
Disposijoes geraes.
Arl. 39. A associajao submetlera com anleceden-
cia a approvajao do governo as condijaes geraes dos
contratos que houver de fazer com os colonos que
mandar contratar, fizer transportar, e receber as
suas hospedaras e depsitos.
$ 1. Eolre as condijoes geraes de laes contratos,
llavera' sempre a de serem todas as qoestoes qoe ae
-n-nlarem entre a associajac .e os colonos, e entre
esles e as pessoas que depois os coulratarein, ou por
coja conla virem, decididas por arbitros, havendo
recurso da decisao desles, na corle para a reparii-
jao geral das Ierras publicas, e as provincias para
os respectivos presidentes, ouvido o delegado do
director geral.
Das decises da ro[,artirao garal e dos presider.les
e nutrir esperanras 1 podar anda Inver recurso para o governo na cor-
lie, mas sem elleilo suspensivo. O recurso oeste ca-
so ,leve er interposlo dentro de 10 das, contados
do em que tur intimada a decisao.l
2. Di mesma maneira serao Ipcididls as quc|-
les entre os colonos e os agenles da associajAo, ar-
madores, cajiilAes de navios e quaesquer oulros 0-
dividuos que intervierem na esecujo dos contra-
tos dos colonos.
e geralmenle bem conceiluado pela disliocjAo de soa
inteligencia joltrava 11A0 ser nada em comp'arajao de
om filho que na verdade se occopara com zelo de
seus estudos, mas que lalvez Ihe fosse anda inferior
a mnilns respeilos, principalmente quanlo ao ds-
cernimento e a penetrarlo. O que havia tle melnor
nessa eonvicjAo era que ella inapirava-lhe ideias
mui largas sobre lodo o que poda aut>meular o cir-
culo dos estados de fierrit, e desenvolver as aplidoes
do mancebo ; a bdiliolheca de Gerril era orna das
melhores que jamis posauin um esludaute de medi-
cina, e 0A0 havia duvida que depois de ter nhtido
o grao, elle visitara Uerlin e Pars.
III.
Enfados de dnnzella.
Clara Dooz* eslava atsentada em urna cmara da
casa do Sr. Vernooy sobre o banco eslabelecido no
ata da janella ; Irabalhava em um cordao de sitela
para a prxima fesla de seu pai, e levanlava da
qoando em quando a linda cabera alim de olhar
para a ra Alta ; porem a mor parle .las vezes des-
viava a visla com ar contrariado, conlinuava seu
trabalho.
Era ama alegre e mimosa donzella do Guellre
qoe nao tinha liada detalla anuos completos. Seus
cabellos eram easlanhos, e ama parle delles cahiam-
Ihe sobre as faces fazendo anneis longos e abun-
dantes, entretanto que o resto formava-lhe so-
bre a cabera orna Iranja larsa e bella. Tinha umi
fronte alva como a nove, olhos grandes e azues
cheios de franqueza, faces rosadas, ,. ama bocea tau
seductora qoe uinguem saina se preferir receber
della um beijo ou urna palavra lerna.
Educada no campo, Clara tinha visto desde a in-
fancia brolarem as primeira, fu|haa, nutrir franges,
palos.e palie* lloarados, cerrera ao acaso sem nenhum
cuidado, egalopara sobre um pmwy em quantn an-
dar de caljas. Sabia di'liiisuir ludas as especies
de arvores. e tonben 1 alem dista leo valor. Todos
,os annos poli Puchos reeebia cmio presente un
I cordeirinho, e tinha no cell-iro de urna granja ao
menos viole pombos, que vinlian comer-llie na mao.
Sauduva os mojos de seo pal, mi pela aposlroplie
vulgar e aenerica : amigo* : porem charaatido-os
Jo3u, llenrique, Pedro, em nina palavra, pelo sen
nome qualquer que fosse. NAo fazia caso de um
pooco de nev 011 de geada, e pescara cem vezes i
linha em sua infancia dehaixo de grossa rhuva.
Eslava desde pouros das em Itollerdam em rasa
de seas tos es Vernoov. Nunca viera a llullauda,
e fizera tima idea muilo elevada de sua estada em
urna cidade como a segunda capital de llollanda.
A sombra ra Alta a desengaara snflrivelmente,
e lao putteo ella fmaginava que calcedla c ladrilhe*
podessem ser 13o immundos como san ordinaria-
mente os de Kolterdam durante o mao lempo, qoan-
do parece ler chovido chocolate, para servir-me da
propria etpressa de ama bella filha dessa mesma
cidade. Clara Doozt satura dote oa Ires vezes. A
S 3. As condijoes geraes dos contratos, depois de
approvadas pelo governo, se ra publicadas nos jor-
aaet mais lidos da Europa c do Urasil.
S Os colonos contratados por inleimcdio d,
at'-ociajao durante o lempo em qoe se acharara,
quer sob a prolecjAu della, quer soba i.'as pessoas
que depois os receliprem, tafia um pequeo cader-
110 era que se lanrarao lodas as quanlias recebidas
ds associajao ou das pessoas que oa conlralarem, e
bem assim as que forem entregues pelos colonos,
de modo que esles lenham sempre dianle dos olhos
a conla correnle do seu activo e pasivo, c saibam
as circumstancias em qoe st aeham.
5. O caderno de que Irala o S antecedente, cu-
jo modelo geral e uniforme deve ser apresenlado
pela associajao, e approvado pelo goveann, e cojas
primeiraa folhas mulera > o respectivo contrato, qoe
devera ser es.-riplo sem raspadura, enlrelinhas e
emendas ; e as diversas verbas de debito e crdito I
serao claras, laujadas por extenso, assignadas pe-
las parles inleretsalas.
Os possoidores de laes cadernos serao obligados a
apresenla-los a' auloridade que o governo designar
para liscalisar a maneira por que os contratos sao
cumpridos.
Art. :10. Os agenles que a associacao pelo arl. 20
desle contrato se romproinellc a ter desde ja na Eu-
ropa sito de sua livre escolha e demissAo, roas o go-
verno podera', sempre que julgar convenienle, de- j
terminar que sejam demitlidos.
Art. 31, O governo nomeara' um commissario que
teta' o direito de ass|ir a's reumoes ordinarias e
etlraord Barias da assembla geral dos accionistas e
as sessoes do conselho administrativo e da directo-
ra, bem como o de examinar toda a carresponden-
cae 1 escripturajao, os depsitos e hospedaras,
afim de adquirir por este meio pelos csclarecimen-
tos qu* po lera' exigir perfeito e exacto cooheci-
menlo da marcha dos negocios da associajao.
O commissario deven' indicar ao presidente da
associajao as medidas que julgar mais convenientes
para prevenir ou destruir abusos, e facilitar a mar-
cha do servijo ; e representar ao governo, quando
"iitn la que o andamento da associajao vo he con-
forme ao prsenle contrato, oa que lem vicios laes
qae eiubar.n;."i 1 a correle da emigrarlo, ou que as
deliberajiies lomadas pela assembla geral, conse-
lho administrativo, ou directora, lem tal alcance
que provavelmente iraporlarao a ruina da associa-
jao, ou o descrdito da colonisacAo ; podara oestes
doos nicos casos sospender as deliberojoes daquel-
n>s corpos, levando porm ludo sem perda de lem-
po ao conhecimenlo do governo, |>ara determinar
se deve subsistir a deliberajao, suspensa provisoria-
mente, ou ser annullada.
Arl. 32. O commissario do governo, sempre que
assistir a' assembla geral, e as aesses do conselho
administrativo e da directora, lera asiento igual ao
do presidente e a' direita desle.
Art. 33. Se a associajao pralicar actos que con-
Iribuam para a descrdito rlalemigrajAo, e si rein-
cidir por inultas vezes em fallas de obrigajes a
que pelos estatuios e presente contrato se acba liga-
da, fici livre ao mesmo governo, oovido o conselho
de estado, impor pena de caducidade do dito con-
trato, e retirar lodos os favores que hoover conce-
d lo ; podendo lratifer-lus livremenl* oulra
companhii que se forme para auxiliar a colonisa-
rao.
Arl. 34, Em quanlo a associajAo for devedora
a' fazenda nacional ou receher subvenrts pan o
"ontralo, transporte e Iralamento de colonos, nao
podera' fazer as operaces de que Irala o arl. 4. :$
ti. e 10 de seus estatutos, sem previo consenlimen-
to do governo, declaiado por decreto sobre consel-
la da secjao dos negocios do imperio do conselho
de estado.
Art. ,1,. I.ogo porem qua o govemo julgoe que a*
circunstancias permitiera a' associajao estender o
circulo de suas operajoes, asando das faculdaaes
concedidas pelo arl. i. SS li. e lt) ja citados sera'
licito a' mesma associajao po-las em pralica, e nes-
la occasiao lera' o governo o direito de conceder
os favores, ou fazer as reitricjOes que julgar acer-
tadas.
Art. 30. O presente contrato, com todas as obri-
gajes que delle dimanara, lano para o governo,
como para a associajao central, durara' por cinco
annos. Podera' porem ser prorogado por oulro
lauto lempo, com modificares oa sem ellas, segun-
do for accordado um anoo antes de lindar o primei-
ro prazo. *
Arl. 37. No lim do prazo marra topara ,1 dorajao
da associajAo, ou em qualquer lempo em que tiver
lugar soa dissolujao, podera o coverno nomcar um
ou mais commissarios para assishrem a' competen-
te liquidajao, e pugiiart-m pelo embolso de quaes-
quer quanlia. que a mesma associajao esliver de-
vendo a' fazenda nacional, em tinada deste e de
oulros coulralos celebrados entre ella e o governo.
Arl. 38. Alera da molta eslabelecida no art, 8. e
jj fica a associajao sojeila as em que incorrer pe-
la infraceflo das diversas obrigajes conlrahidas por
este contrato, com tanto que o imparta de cada ama
das multas nAo exceda a 3:0003000.
Arl. 39. As quesles que se suscitaren) entre
governo e a associajao sobre a ex -cujAo desle con-
trato serao decididas pela repartieao'geral das Ier-
ras pnblica. com recurso para o governo e conse-
lho de estado.
Os recursos serao iolerpostos dentro de 15 dias
contados da intimajAo.
Arl. 40. O presente conlrato sera' subraetlido .a
approvajAo do poder legislativo na parle que fur
dependenle delle, a qual s enlao podera' ser pos-
la em execujao.
E para firmeza do presente cootralo mandn o
director geral cima mencionado lavrar este termo',
que assigna com o fiscal interino, o presidente da
associajao e membroi da directora.
Kepartica geral das Ierras publicas, ios 20 de
mart|e de 1857. Manoel Ieli/.ardo de Souza e
Mello Sebasli.lo Machado Nunes. Mrquez de
Monl'Alegre.Beraardo Angosta Nate zarabuja.Francisco Jos Fialho. Francisco Jos
de Mello Souza.II. Liebich.
Faz publico igualmente, para >ci encii de goirat-
9A0 e devido effeilo, o aviso circular d o meaasno at-
uislenu de l'.i do citado mez de mar jo, em seajautti
transcripta :
AVISO CIKCULAK.
Itio de Janeiro. Ministerio dos negocios da gster -
ra era 19 d* marjo de 1857.
Illra. e Exm. Sr.Cumpeiindo ao ajOdanle gene-
ral do exercilo pelo respectivo regularnento de 31
de Janeiro desle anno lacalisar o m ,v intento, desea-
pliua e admiuislrajAo do everedo, daiermioa S. M.
o Imperador, que V. Exc. ordene aos cheln 4o* o*-
labclecimeutos da repartir de soerra ah eiislen-
tes, que 110 que lor privativamente relativo ao pea-
militar emprcuadn nos diloa subeleciiaea(o<
soal
se curre-pa lam com o mesmo a u laote general,
por nterin lio do commaudaate ,las armas desaa
provincia, e que execulem reslriclamente as ordene
sobre taes objectos qu* elle pelo referido inlermeJio
Ibes dirigir.
Dos guarde a V. EscMarqnet de Ceiiet.
Sr. presdeme da provincia de Pernambuc*.
Jo Joaquim Coelhc.
EXTERIOR.
lana /.'loo/,' 1i com a mulinl.ii. de suas lojas, o
Honmljts -> e o aleare llijnharen (3), e os mil
navios cum suas flammulas de cor e suas bandeiras,
o itiagesloso l.eureiihnetn (4) guarnecido de casas
elefantes agradaramlhe multo ; mas ella nao a-
ehou o Meaa-ll'erk (5) digno do nome do passeio,
e comparou o Plaiiladje'l) aos arredores de Gor-
ctim. A vista das agn interiores que se descobre
do lloold agradoii-ibe anda mais ; porm o lio
Vernoov, que della a fazia gozar, achoo qoe liavia
raudo vento nesse lugar, e vio-se fotjado a dar as
co-las a paisagem aqualica, entretantu qne Clara ex-
puiilia seu semblante risonho ao vento que fazia ba-
lerem as fitas de seu chapeo contra o mesmo e le-
vanlava alraz della a pona do chale. Emfim jul-
gava se mais segura alraz dos cavallos na estribara
do pai, ou no meio das vaccas nos prad.is do paiz
natal do qne uas ras de Kolterdam, ouda perda o
oovido e a vista entre a mullidlo de carretas e de
carrua-ens que psreciara ter a inlenjao expressa de
passar-lhe sobre os ps.
Seos tos amavam-ua raoilo ; eram escolenles
pessoas que liiiham bom corajAo. Iiaviam na convi-
dado com muila instancia a vi'r passar algom !empo
em atia casa durante urna titila que tiuham feilo a
saus pas no verao precedente, qoando vollavam de
urna peqoena viagem a Cleves; porm nao parlici-
pavam muilo dos prazeres da cidade. Clara ouvira
dizer que liavia em Kolterdam ara Ihealro em que
representavam alternalivamenle os adores hollaii-
dezes e francezes da Haya, e nao menos de (res sa-
las de conrerlos msicos ; em cousequencia dessas
informaces imaginara que os supraditoa eslabeleri-
menlos coulrihuiriain poderosamente para seus pra-
zeres, < Ihe dariam diverlimenlos inleiramenle no-
ves para ella. OSr. Vernooy era o negociante mais
honachao que lem havido e nunca sua mulher, alias
Ao placida como elle, ouvira de soa bocea ama pa-
lavra spera ou dnsaura lavel ; era sempre jjvial ;
mas de larde quando fechava o etcriplorlo diriga se
sociedade .In.inli'i, onde jogava um pouquinho ;
VOltava para a casa as dea horas lao aleare como sa-
Inra, mas nao data noticia de llieatro nem do con-
cerlos msicos.
Todava essas conlraricdancs nao fizeram Clara
perder coragem ; ella conservnu sua jovialidldl
natural bem que Me acoatecette desejar eut quando esi-r oa casa petara,, embora fs-e para
saber e os pombos anda a recoiiheceriam.
.No momento de que fallamos na eslava pois as-
sentada a janella, que da para a umbra ra Alta ;
coidav 110 campo, lancava de qoando em quando
um olhar a ra, e admirava-se de qoe om acende-
dor de lampefles fosse lanas vezes perturbado pela
ll) Koa principal de Kolterdam.
-' Ces magnifico plantado de arvores.
(8) 'orto do rinho.
I*) l'orto do lo. *
(5J Passeio receotemile creado.
t**J Oulro passeio.
COMHAM)0 DAS ARMAS.
Quanel general do comraaato da* arma* de
Fernambnco na cidade do Recite, em 15 de
abril de 18CT.
ORDEM DO DIA I. 157.
O seneral commandanle das arman faz publico,
que o governo de S. M. o Imperador houve por bem,
por aviso do mioi.ierio dos negocios da goerra de
2(> de marjo ultimo indeferir o requerirnenlo em
que o Sr. alferes do corpo da cuarnijAo lna do
Amazonas, J0A0 Manoel Dias pedir passagem para
o 2. batalhAo de infamara : o qne cooslou de ofli-
cio da presidencia datado de huulem.
multidao no exercicio de suas funejoes. Ert quasi
meio dia e os preparativos do caf eslavam sobre a
mesa.
Entrnu a Sra. Vornooy. Era Orna mulher de qua-
renla anuos, gorda, e de faces coradas, que liulia
urna magestosa papada, edescohria, quando fallava,
urna lileira de denles grandes alvos. Tinha cabel-
los louroa, e Irazia um veslido de merino escossez
de quadros mui largos. Depoz siienciosaraente -ubre
a mesa o cestinho de chaves 7 e poz-sea prepa-
rar o cafe.
iloas noticias, Clara, disse ella deitando a
agua. Temos urna bella perspectiva para depois da
manba. *
Para depois da manla, minha lia '.' disse Cla-
ra lamandoo cordao de ajieta sobre o banco, e de
semblante risonho.
Sim, respondeu a Sra. Vernoov : adetiuha de
que se trata '.'
Vamos ao espectculo '.'
Nao, minha filha ; nao ha espectculo quinla-
fera. H
Ao concert !
Oh nao, disse a lia.
E receando que prazeres da mesma 01 lem se a-
preteoltttem i magiuicao da sobrinha, acres-
ceuto't :
\ ames janlar era urna casa conheida.
Ah disse Clara um jiouco desu'ostosa, e em
casa de quem '!
Da familia Wilse Gerril elle volla agora...
Nao fiques to vermelha, Clara...
N3o fiquei vermelha, querida lia, disse e moja
levantando so e cnletnplaiido-sc ao e-pelho ; nunca
vi esse seuhor em minha vida.
Mas leus ouvido fallar moilo a seu re-peilo,
replicn a lia sorriado, e elle inleretsi te moilo.
Clara deivou a ta rallar, e lornou a tomar o cor-
dao de sitela.
Com effeito a lint] 1 mnc.i linha ouvido fallar mni-
lo do joven Wilse. ISf,. Vernoov era excedente
molher,julgoj le-lo dito; mas naopecetta por
etcesso de inlelliaeocia. Na tinha filho*, petlu que
sua robustez p-jsra huuve.se dado luaar uuba-
ria de que os litera, mas que os devorara a ex-m-
plo de Saturno, de memoria pigia ; o como huta
don comarielis ajndadaa por omi cottoreira, tuna
criada c um criado inferiores, viva moi commoda-
menle, ou, para melhor dizer, nao tinha qae faier.
Nao gostava de ler, senao quando eslava doenle, o
que Ihe aconlecia mui raras vezes, e para enlreleui-
menta oecopiva-te em procurar em Kolterdam e
em oulras parlesas jiessoas que iwdessera ser uni-
das pelo casamenlo. A mor parle das vezes seus
clculos nAo tinham nenhum resultado positivo ;
porem como tinha nesse momenlo em casa urna
GKAN-BRETANIU.
I.emos no ContUlucionel :
o O governo inclez acaba de publicar e cumas
pondencii diplomtica, relativa ao* negocie* de Ra-
ples, desde 1'.i de maio, ale 15 de novembro de au-
no lindo.
o No dia 1'J de maio de I85t>, diriga lord Claren-
don a sir William Temple, ministro de Inglaterra
em apotas, um oflicio em qae iqaelle unaislr* da
uego\os eslrangeiros da Grin-Brelenhi expue a*
motivo* que delerminiram o gotera* iaglax J re-
commend.ir ao das Duas Sicilia* a concerno de ata*
amnista geral, adopjao de melhor svsiena da ad-
niim-trar.iu publica.
Sir William Temple acrusa ler recebado lo of-
ficio, e da' conhecimenlo do resollado segalivo de
conferencia com o mini-lro napolitano.
O oflicio do Imia Brenter, ministre da I ranja
em aples, que opera de concert" coro Sir v..
Temple esta' compre hendido nos docurnenloi pnbti-
cidos pelo ministerio inglez.
Segue-se depois um memorndum^ dirigid* e Ser
W. Temple, por algons imgo dos presm polilieaM
napolitanos, acerca de que a estes ,e lem fetl* tnf-
frttr. Semelhante documento fot rommunicatta por
Sir W. Temple ao governo das Duas Sicihas.
< Entre os documentas apieaentidos nitam aa al -
-unas cuntas sobre procassos julgados pele Iribanil
superior militar ; bero como varios oflicio*, condado
representarles feilasem diversas epoevs, par II. Ca-
raira, aos governos de Franja e Inglaterra.
Desde 2i de julho al 27 de oulabr* he Mr. Pa-
ire qoem sobsliloe sir William Temple na corre*-
pondencii diplomtica dirigid de apte* a La*>-
dres.Os oflicios de-t diplomtica conten ab*er-
vajiies sobre o estado poltico do reino de aples.
comas dos processos, particularidades sobre a prisa*
de l'eri e ootros presos polticos, a detcnpja* de
fados cooceroentes ao rompirneoio d.e retaje** di-
plomaticas: e, linalmenle, narrara di ponida atas
emhaiiidore* de Franja e Inglaterra.
<< N'um oflicio especial manifesla mr. Petr* a HU
gralidao pela cordialidade e iuleira franqueza, caen
que para elle se houve o har Breniet, que pnr
isso recebea os agradecimenlot do gertera* de S.
M. I!.
Transcrevemos o oflicio de 10 de ntubr* ala
1856, em qoe o conde de t'.larendoii faz saber a Mr.
Pelre, que deve sahir de aples com 01 coaptegado*
la sna lesajao.
Secretaria dot negocies eslrangeiros, em 10 de onln-
bro de I h"*. ,
_ Sr.Foi com granee penar, que o governa de
5a M. se chegoo a convencer da que n gabanete na-
polilino nao esla Inclinad* a n d licar sleni
qne impera no reino das Dais Sicilia, bjecto ata
de que especialmente Irala** o ollirto, qoe, em !<
de maio ultimo, .irgi a sir William Temple.
>( O conselho que em lal documento se diva era
susgerido por aflecos amigaveis, e concebade en*
termos que nao podiam t Hender o governo napoli-
tano.
0 governo de S. M. esla' justificado de hater
dado esse conselho, por constderarAe* de interesa*
geral, e rom o desejo sincero de firmar entre Ingla-
terra e aples relajo** mais cnrdiaes, do qae as
que desde algom lempo bao existido. A re*pc<*ta da
suveruo uipolitmo nem foi eorlez, nem sattafaeto-
ria, e moslra que senAo rez loslija s intenjia** do
governo de S. M. Como, porein. o governo napoli-
tano nao ignora penosa impressio que ella canana*.
esperavamos que. absleudo-nos de repetir raaailhos
o governo napolitano, ele e-ponlaneamenle adop-
lasse meios conformes com o principie** qne na ra-
feriam us oflicios do governo de S. M. Mano lente-
rii este governo que se secuitse lal vereda, pata na*
lem o menor desejo de intervir, sem neeeswdad*,
nos negocios de iples; sendo lio -rnenle vonla-
de de satisfazer a um dever, qae o indulta a prapor
curta- reformas e alterajoes na pollira interna desaa
goterno. Silencioso e-peroo, durante alsiimas -
nanas, qua mais prudentes couselltos foasem >egoi-
dos ata aples, mas illodio-ae na sna eipeelaliva.
Tardiaraeule se recebeu urna lesrulpa quanlo a
primeira resposla que se devera ler dado, qne atan
parecia o entilo das ronviejes do governo napolil*-
110, mas sira o resoltado dk conselho* recetados de
Vienna e Paris. Semelhante de-culpa he, porem,
lao pouco salisfacloria em relaj.lo ao ohjeclo iqaa
dizia respeilo, como o liavia sido o oflicio de :M de
junho, dirigido por Ufa* Cirafta ao principe Canm.
O governo de S. M. calende, pis. em harmona
com o pensarlo goveroo do imperador do France-
zes, que se nao pod-m. por mais lempo, mentor re-
lajees diplomticas com um estado qae n jeua can-
seibos amigaveis, e que persevera ao intento de e-
guir um arbitrio condemoado pala* incoes civilt-
sadas.
o Em visli do exposto, ipenas esle oflicio reee-
berdes, vos preparis pan sahir de aple*, cem le-
dos os empregados da legajAo. deitando entrega* o
archivos ao cnsul de S. M. O ministro francez re-
cebera' iguaes inslrucjoet ; e pera qn* es inte
17! As donas da casa bolUodezas trazem as cuates
caiuui cestiobo.
linda sobrinha. nAo poda dispensar-so de facer
delta o objecto de suas vistas especulativas. de*t*
vez com o firme propotito de realtsar, *e f***e pos-
sivel, o projeclo que sahisse de suas meditar,..
Depois de haver piocurado muilo antes 1I1 chegada
de Clara, depois ue te-la condumio dea veles ao li-
tar cada vez com om novo eso.,sn, ella abracara ens-
liui a idea de que o csludanle Wilae seria m b*en
man.I para aua sobrinha. Gernt linha Ires oo qna-
Iro anuos rnaia do que ella, seos pas eram abasta -
dos, e enlravam no numero de seo. melhores ami-
gos, cu-a para a qual contribua parlicutarmenle a
CKComsIancia de que em luda a cida le de Braamo
nao po lia achar-se ninguern que oavisse rom mai*
paciencia e aflabili.lade os elocios di proli do* li-
Ilos do que os Sra. Vernoov. -Decidido es-" rasi-
mento em seu espirito foi-lbe nnp s-ivel imacmar
qualquer felicidadeno fuluro para Clan sem qna
dilo casamenlo fusse primeramente rcn-lin.1i pe-
rante o ollirial civil e depois abenjoade peta sen
ministro predilecto, e endita Intente ella chegna
laiohem a enllocar no nomero de seos anuos da fe
que sis cousas eslavam assim decretada* n rv.
Tambera nao duvidava am in.lanle de qae C.etril
voltaria dorante a e-l 1 !a de Clara em olterdim, a
dava tratos ao espirito para adiar como em e*n de
necessidade se occasionaria e--a tolli. E^neride
das palavras de seu dlustre contemporneo N*po-
leao em cuja morle, dixamo-lo de pasKacern, anida
nao cria inleiramenle que nada cela lano os cara-
ces como o eveesso da zelo de outiem ; ella se po-
zera a etallar lodos o dias e na momenlo* mais
mal escoltados o merecimenlo transcendente da
mancebo, fazendo nso de lodos os rlngioi qae e-
Ihera da bocea dos Srs. \Vile, e er.,n estes ande-
lam sempre de accordo sobre a apologa de Gerril, a
repeliam i porfa quanlo Gerril crs -' 1iv, e .,-
mo porlavase no meio d* laura rom.dad* de lafv-
le, quanlo era e-lunado de -eus pifes.orea, qaetila
habilidedelinha para lodas asscieucias, dah mel-
lara que Clara Bit podera l.irrnai oolra idea do
menceb t.i iaeaaw 1. awttaja 4 da om pedale in-
lideravel, e-pecie de ente- que a ata* bis da vi. m
-er lidoa pelas enatsjra* mais enfid.intm. Por isaai
ella snsl se infirmara do exterior desaa especie Va
miniare, aoraoadldi de qoe era imp-ivel qn* nao
te a-scinelhassr nolavelmeule ao ajo lana do mes
tre-esrola da *ldia vitinha tt>A de ara pe. A
Sra. WMM comineitera a lohre em qne Gerril o
-oulM-sse de espalhar copias de ataona versos qne
elle fizera na idade de dote annos, e qoe nalnral-
menle eram mui mediocres ; 1.-quanlo rom*
mor parle daquelles qu* sAo feibs pelo* meninos
eram escriplos em um Inm Un grava e leo cario de
morlee de elernUaie que Clara le. lo-., r.ra
muilo delles. Por lodos *** motivo* 1 perspectiva
de assenlar-se a mesma mesa que essa maravilla
na etcitoa em Clin tatisfarae qot a lia havia'
esoarado.
(C0Mf.Hnar-tt.na..)

MUTTali"




DIARIO DE PERNAMBUCO QUINTA FEIRA 16 DEABRIL DE 1857
de s subdito* Ingieres, resirieotes uo territorio uapo-
lii.mu. nao deixem de (ei conveniente proUeco,
Odiar-sa-ha prompta, em Malla, una eiquadra ;
leudo ordem o commamdanle della para manda.
a na e oulfa ttez un barco de vapor que deve estar
cu ruinmu-.i c.icao com os cousulea de S. M. em -
pales, e nos porto da illia da Sicilia, para laber ae
sim ou u.l.i leiu padecido dainuo os interesa dos
N ama reguo man temperada, o. igaos das opi- germen ein lujo qiianlu se realisou, depois de clnu
Olei progresslSlal propriamenle ditas ale mui 110- i anuos alem no Pv roneo. He una rerelo sem riu-
...erosaseorcupara um |gar ,na.* importante. O vi la, reaccAo fon-ida, iheessaha, previ.... pela uu ,1
prtroe.ro, ou, para inellior dizer, o mai. auligo he o a iiinnanhia encuiilrou ma.s lit.erda.le sem Iranspnr
. T\J\\ r U,,eu. Pr"l"ielano e o cu di- assuas prefogati,.,.. Por agora, lie anu que para
rector he.\I. lea-iiando Corradi, riepu.ado, quu fui a historia da Hcspanha i'4uo,.
u?x'aI,d1.l,',',;.'!'l'',,,e'',i,,',,O e'" ,*b."' I"" a:tabf."B '""' ho anda liagranle. e permanece sem-
Iico .\HUl0mZ considerado como um dis- cream multa. vezaa os caprichos dos humen* ou I
solvente do parlido progresista, pela razio de que *
circunstancias eipeciaes do paiz, ou de lacunas, qoe seu HemJilo Filhu, cojo ver ladeiro Carpa represen- seos coneidadjos |,e o nroi.alo aolnni.c - lado na Hostia consagra i.era levado debaixo do pa- raro ao seu eumm...t.,.i. contra a alieanh... de qn-
diplomaticas eulre os dous estados
a Em Toulon acliar-e-ha igualmente prompta
una esqoadra franceja. O seu commaiidaule ha
de receber ideiUicae inslracc,G;.>s para visitar perio-
d camenlc os portos de aple* e Sicilia, com o in-
luito de proteger os iuleresses dos suh lilos france-
is. Cumpre-to* 1er c entregar urna copia desles of-
firios a Mr. Carada, e partiris do aples apenas
liverdes concluido os vossos preparativos para se-
nielhaule lim.
O olficio n. 39, dirigido por Mr. Pelre an cun-
da Clarendoo, conlcm algumas particularidades,
quaotu a'|8ituacAo de Carlos Poerio. Eis-aqui esle
cilicio :
Mylord.Sinlo sinceramente, nesta caria, que
ha ama dos que daqui vos dirisirei, n ler que tallar
dos p-decimenlos phvsiro* de Carlos Poeriu.
Ha iDuilo qoe aoflre de um tumor na espinha
dorsal, proveniente, juUo eu, em (grande parle, doa
incooimodos de urna louga prisco, de jiouco e mto
loslento, males etles augmentados pelo focar da
;rillii'la. Fez-se-lhe ullimainenle urna uperarfio, e
i.oo agora informado de que elle *e acha em inellior
etladu de saude. l'orro, se o ciados os dados que
cobo, e se devo julgar que tildo he verdade, por
mallo odioso qoe islo seja a' humaoidade, anda o
lia raaia o ser cerlo que, inm anlcs, nem depois da
nperacao, lenha l'oerio sido alliviado, tirando-se-lhe
ii grtlhela. Diario do C.orerno de Lisboa.)
pareca nao ter por alvo sendo por palele a indi-
vulualidade do seo director, lie por uso que os eha-
fes do partido progressida ereavan oulio jornal, a
((Nacin. cuja direcr.lo fui au principio confiada a
U. Aribau e a M. Sagasti, mora o anuo patudo
como governador civil de Madrid. A Nacin a he
um jornal monarcllico e ao mesino lempo liberal,
moderado na forma, hbil na disrussau, qu fall
maisa inleligencia do partido do que ni suas pai-
iSes, e que s- rii-Ungue uislo do uClamor publico...
He o orglo das principies notabilidad*! do anligu
partido progressista. A uNaciuii oi o jornal saini-
oflicial do ultimo gabinete, era em lavor da unilo
dos doas marechaes. Ha pouco lempo linha por di-
reclor nm homem esclarecido e modesto, M. Km
rigucroa, que morreu depois, e que foi subtlituido
por M. Daniel Carballo. A Nacin o he urna das
folhas peridicas mais estimadas na sua cor poltica.
A seu lado, eiiciuma-se Oolro jornal progressisla
chamado Las Cortes, que lie redolido por M. Ca-
ntillo Alonso t'aldespiuo, e que velo ao mundo sol
o patrocinio do general San-Miguel, o qu>l escreveu
em principio varios arligos as suas columnas. A
ere.irlo de Las Corles be do lim de Is'i
dueco .las ideas odas paixoei revolucionaria*.
[Antuuttre />? Deux Mondes.)
ASSEMBLEA LEGISLATIVA PROVINCIAL l)E
PERNAMBICO.
Sass&o ordinaria em 1.1 da abril de 1857.
Pretiaencta do Sr. .lose l'eir da Silra.
[Condoli,
O Sr. Soiira l'arralho (pela ordem,:Sr. pre-
si lente, ped a |. u\ i
exUtein no ryileana adoptado ; de sorle que estaJa
mus a este reapeilo o que ha de meliior em oulros
paizes, e quando legislamos, ojo adoplamoa um sis-
tema completo, ni apresen!.mus u:m obra iuteira
com toda* as peras necessarias, que se aunliem re. i -
proelmente e lendam a dar-lha um roovimculo re-,
guhr e inetbodico.
I'.-rere a' algumas particularidades para tornar
liem cl*ro o meu pemamento.
Se alttnilermos a vasta eiteniSn do lerrilurio do
[iara reclilicr um aparlc
li molla alleraJo no Diario de l'ernam- ] llrasil sem popiilacosofilcienle, conheceremosoqo3o
lilliril nao he, seuAo quasi impossivel, empregar-ae
bui'u.
CUIlllESl'l)NI)E^CIA DO DIARIO DE
PERNAMBUCO.
PAKAHIllA.
10 de abril da 1857.
l'rc:nio ninijo. Vou boje coulinuar minlia ta-
refa, lazando o revista Bemanaria dests cidade, se
bein que imperfeilaincnle, como costumo.
Lembrado estar", ijoe anuunciei-llie o copo
d'.igua preparado pelos empreados pblicos ao
Exm. Sr. Dr. Costa Piulo : pois bem. saiba agora
que no da \\ do corrente, pelas 7 lloras da noile, e
na casa da assemlca provincial, leve lugar a com-
pleme reunAo.
tjraude fui a coucurreucia de homens grado*,
laulissima a mesa, preciosos e delicados doces a
ornavam, deliciosos vinlios, o pnmoroias fruc-
las Ihe couiplelavam a belleza e encaiitamenl.i.
Confesso-llie que paaaai a naila diquellc da perl'ei-
Pouco lempo aiile da ultima revolucu comenava ; lameule bem ; ape/.ar de que para bem passar nao
Oscscriptoret e o* jornaesna Iletpanha, depois da
recolucaode I8.M.
Pareca que, n'uro teinpo em que ludo be posto
um diseusso, em que ludo se agita, como acoule-
Oaa alora doa Pyreneoa, a intellgcnciase devera res-
: enlir desse movi'oenlo universal, o inlervir como
jm doa actores do dr.-ma. Todava nao acnnteceu
Jesla mancira. I.ilieralmcnte, a llespanha proJuzio
pouco depois de alguna anuos. Ha livroa publicados,
ha colleroes uleis de documentos ; mas u;lo se dis-
tingue um complexo de obras e de irab-llm* que
niisliluam urna litleralora mili activa e mu fecun-
da. N'uma palavrn, poder-se-hia accrescenlar que a
ultima revoiur.io nao foi em geral lavoravel aos es-
criplures. Como eram era grande parle moderados,
ramios hilo sido baslnle mallralados ; foram ilumi-
nados das posicr.es que oceupavam. Os aconleciraen-
los que liveram lugar depois de dous anuos nao a-
proveilaram ero aos cscriplores pe>soalmenle^nem
a propria litleralora. Ua com ludo alguns livros que
se poderiam cilar como perlenceudo ao anuo que a-
caba de sumir-ae.
Em primeiro lugar existe Orna ollra. que appare-
cau sob o Ululo seguate : Da inttrucrao publica na
llespanha. Este Irahalhu que se compite do Ires to-
tumes, e que he urna historia complela do cnsino,
nflo ae recommends somente pelas queslis de que
(rala, mas anda pelo nome do autor, pelo seu t-
lenlo a pelas fuoccea que exerceu, Com efleilo o
autor he M. Gil y /.rale. He o mesmo escriplor que
deo ao thealro obras nolaveis, especialmente o bello
dramaCusman el Bueuo. M. Gil y /.rale foi
durante loogo lempo director da inalruccAo puolica;
foi o iuspirador e o executor de lodas as reforma*
operadas no ensino depois da Is 'i. Atsim, reuma
lod as coDdi^es para fazer urna obra ulil e inte
reaanle. M. Gil y /arate Iraca no eu livro orna
historia da imlriicr.no poltica, da sua decadencia
ob o anliKo rgimen, e das tentativas qoe hao ido
feilas depoia de meio aecalo, para reorganiaa-la e
melhora-la. Eleva-se gradualmenle da ioslruc(.lo
La instruer.Ki secundaria, drsla a instruc-
cAo superior, descreyendo o estado do ensino no*
seus ramos diversos e pondo nes seu* juizos lana sa-
gacidade como precisam. Manido de lodos os docu-
mento* e de lodos os alearamos relativos a materia,
eouba annna-loi, e se reala ninda muitos progresaoa
que realiaar nAo ha colpa do historiador exacto e es-
clarecido daIiistroccao publica na llespanha.
N'nutra esphera um publicista ba'tanle conhecido,
e que leve ama vida mui agitada, M. Andrs Bor-
rego, dea a luz dous livros, qoe se referan ou se re-
feran] ao menos no lempo da sua publicarao s cir-
cumstanciaa polticas. L'in (lestes livros lem por li-
lulo : A guerra do rlenle considerada emsi mes-
ma e iob o aspelo da parle que a llespanha pode
lomar na lula earpcs. O segundo Irala daReor-
ganiaaclo dos partidos na llespanha, considerada
como meio de realisar as cunlicoes do governo re-
presentativo.Os Ululo sao um pouco lngo* ; di-
zem o que o autor quiz fazer. Quando M. Borrego
escrevia sobre aguerra do Oriente,e*ta gueira
nao eslava acabada ; ao contraria se apresentava
sob um aspecto lal, que a evenlaalidade de urna
cooperacao da Pennsula n.lo era nnpussivel. O pu-
blicista hespanhol esludava nAo sem (atento lodosos
problemas nascidos desla grande lula, problemas
qoe foram resolv.lu*. lalvez smenla adiados pela
paz. A broxora Je M. Borreso sobre aReomaui-
aacao dos partidos em llespanhatinha nm inleresse
mais local, mais interior, e qoe lornou-se mais ac-
tual. O espirito que reina netsas pacinas he um es-
pirito ao mesmo lempo monarchico e liberal. 0 au-
tor faz ver o qoe casia a um paiz quando as u mi-
nes nAo listero realmente, quando uo silo grupa-
das a disciplinadas ; mu* o diflicil he sempre achar
o remedio para um mal que toda a gente percebe.
Os eslodos de M. Borrego servem para fazer conhe-
cer a siluaeo mui complexa e mu crilra da Pe-
nnsula.
l'ode-se dizer que a revolurao de IS leve por
elTelo transportar de algoma sorle a vida intelec-
tual para a imprensa. Ha sem duvida como se
acaba de ver, public&c.es Iliterarias dunas de serem
noladas; de-gracadnmenle a poltica desviou em seu
proveito, ao menos em grande parte, a actividade
doa eapirilos. Por ootro lado releva confessar que na
llespanha le-se pouco, esluda-se ainda menos, e a
impranaa he um meio commodo para muitos escrip-
torea que nao ee oecupam com Irabalhns mais ele-
vado!, ao pasao que he um alimeolo aulliciente para
os leitores, que nao sao 1.1o numerosos como se po-
derla aoppor, segundo a quantidde de jornaes pu-
blicados nesle momento alcm dos Pyrenos. Este
grande numero de joruaes e este pequeo numero
de leitores partcem duas cou com lodo astea dous lados se ronciliam mu bem
lias condicAea moraes e intellecloaes da Pennsula.
Tal como he ainda em essencia. a despeito de lodas
as agitacBes exteriores, a llespanha nao senle urna
necesaidade desmedida dejornaes. Nao he urna pres-
so da oniniao. que de ordinario faz surgir folhas
uovas as siluares que se succedem. O* jornaes de-
ven nascer em seral de urna phanlasia, de urna
preocopa^aodo fundador ou do redactor. O joma
lisroo nao conslilue um Irabalho permanenle c re-
galar ; a imprensa he um meio por onde passam os
homens para chegar a um empregu. Segu se qoe
pode li.iver por momentos um pequeo numero ,1c
leitores e um grande numero de jornaes, os quaes
sao muitas ve/es mui peaaoaea e scriem at frequen-
lemente menos una propriedade do que um en-
cargo, se nao conduzissem aquelles que os fa/.em a
um resultado que nao o de*obrar robre o espirito
publico. Alguns amenle representara muanra*
mui consideraveis de opinies nos diversos partido*;
os oulros sao o objedo de om grupo reslricto ou ale
de orna individualnlade. Tentemos precisar alciin
trjr.is de-te jornalismo hespanhol, ao qual os suc-
CasatM de'ram grande extensao sem que a accao real
que elle exerce seja proporcionada ao seu desenvol-
vimento aparenta.
Imprenta. A revolurao fez desapparecer um jor-
nal que linha mui grande noloiiedade, o Heraldo,
e ao mesmo lempo fazia nascer urna mullid*.* de
folhas, a mor parle ephemeras, lodaa de urna vio-
lencia extrema. Elas folhas, que linham nomes an-
logos s circumslanclas, aA Voz das Barricadas eo
Echo da Revolaran,, eram chelas de injurias con-
tra a religiao, a monarchia e loda a ordem social. A'
medida que aepiniAo se applaciva, ellas foram des-
apparecendu, e SO reslarara alguns jornaes que re-
presentam as ideas maisexlrcmasem materia de de-
mocracia e al de socialismo. Desle numero he a
Soberana nacional.a M. Orense, marquez de Al-
baida, um dos chefes do parlido democrtico nas
cortea, he o patrono do jornal aA Soberana, cujo
principal redactor he M. Sixto Caanara. Ainda mo-
co e conhecido depois de puucc lempo, M. Cmara
as gaba de fureri*mo ; fez esludos profundo* nas
columnas da anliga Demucralie pacifique da Fran-
ca, se repula um discpulo de M. Vetor^onaide-
ranl. O redactor da Soberana acumula algumas
vezea o papel de evangelista do furierismo pacifico e
o de excitador revolucionario, lie assim que receo-
lemenle vulgarisava a idea de que a suillinliua do
vla eatar em permanencia, e que a liberdade linha
necessidade da caber; dos Iranlores.que corrompan!
o ar que se respirava. Esla lioguagem prudozio
naluralmenle alguin escndalo. Vomi palavrn. M.
Cmara nao parece ler sido 'sempre nm demcrata
niui puro. Nsrram que ha alguns annos publirava
n'um jornal de Madrid urna oda sobre a rainlia Iss-
bel, que, sendo inuilo monarchica, foi reputada
passima. Cumo entre s deseuosc demcratas que
rompunham o partido no coiiare*o uo reina a me-
Ihor iirmoi.ia, appireccram diversos oolro* jornaea
da mesma cor. Sao especialmente a Democracia, a
Discussion, a Associaciou. A Democracia,,
depois de ler insultado mnilo a rainba, o pipa e
oulrus solirano. eatraogeiroa, lerminou recente-
mente HK carreira bastante curta. O fundador da
Vssoci.ieoii lie um joven dcpolado de Patencia
M. Eugenio acci?. Ruiz, deniocral da* mala ar-
lentes. M. Ifteolao Uaria llivero, depulado de Se-
vilha, crcou a lliseasslsa, que dirige, coadjavado
na sua larea por um do* sen* amiu, -\. Nemesio
FerDandes Cuesia, sienogr.ipho Jas corler. M. Ri-
vero he um homem a qorm n*ft falla tal"nio. Por
mai* exlravarimle que Mo seja (rara nm hespanhol,
e ainda mais para um depulaao da Anlaluzia, o di-
rector da arWacossinn e*todou a pli loMphia ille-
maa ; Inraoii ns aeus grao* na universidad liege-
li"nua da JIM. Arnold Ruge, Bruno iUere Ha\
Slirner. M. Kiveru expoz a* doulrinas do ilheismo
allcmilo rro alheen de Madri'. Ha o caso de dizer
que aquillo qoe elle n.lo pudera publica!, por falla
de livreiros e compradores, rectou no atheneu. (Jom
ludo, o seu jornal nao delxa de ser red gido om
urna inoderacao relativa. M. Rivero pa-sa pela fsrir
eabeea deste partido, qne pretende regenerar arc-
illa llespanha pela demagogia, mas que anda no i
lem felizmente convencido os II'ap.iuhoes. E>les
diversos jornaes e alguns oulros da mesma cor que sendii com'ervador
appaiecem mu nh-cur.uii-iiic lias provincias, na
teem poblicidads verdadeira. Estao reduzdua a ora 1
uumero imperceptivel de aobacriptores, I
a apparecer em Madrid um jornal da'larde decor
liberal, que ao principio se duia independenle de
todos os partidos, e que lornou-se depoia dos acon-
lecimentua de IS5I o ergio do grupo poltico da as-
erablca constiluiute, que se chamnu os progres-
sislas puros : o he a Iberia. O fundador e o di-
rector deste jornal he um joven pliarnuceolico de
necesaitava de tanta prefacio
O Sr, inspector da Iheaooraria, por uccasao da
primcira saude, proferiu um breve, elegante e en-
iluisiastico discurro a S. Etc. manifestando o desejo
que o* empregados pblicos linham de .lar um so-
lemne teslemunho do alio apreco, era que teem a S.
Exc, o qual brinde foi perfeitaraeiile correspon-
Madrid, M. Pedro Calvo Aseusio, que conseguio fa-' did
zer-se iioinear depulado por Valladolid, e que foi, O baile que pretenda oflerocer igualmente a S.
primeiro secretario das corles. 41. Calvo Asdalo era \ Exc. o corpo docommercio uaufragnu, para mo llie
apenas conhecido antes dislu por alguns dramas re-: dizer que morreu no fiasco louro.
presenlados com cerla fortuna e pela publicarlo del No dia domiagn de Ramos, liveram comero os
um jornal especial das |>harmaceulico*, (llamado I aclus da semana Mola na matriz desla freguezia ; e
El rarmaceulico, em ipie alacava co.n vigor o a' (arde pereorreu as mas da culada a procissao do
syslema homeopatlnco, que nao deixava de ser con- Senhor Rom Jess da Pobreza, feila por pobres pre-
trario aos inleresse* da sua pr lisia.-. Agora M. | tus escravos. Esleve pcrfeitainenle decenle o acln.
tialvo Asensio he um homein pulilico que passa par i e li -uve m.uor esplendor do que era de esperar-se.
talento e aurliieao. O seu jornal, que he progressisla |-Marchoii em continencia urna das comnaiihias do
mu pionunciado, mas n.lo republicano nem demo-; primeiro balalliao da luios* guarda nacional desla
eraU, lera certa importancia como orglo daa op-1eldude. ao enramando do digno capillo, o Sr. Jotlo
nies adianladas. A iberia era a iiumiga encar- Moreira de Almeida Leal.
nijada da allianra do* dous marechaes. Lisongeasa I No dia ."> chegou a ota cidado, lindo dessa. o Dr.
rauito Espartero, o-peranlo induz-lo a romper com I Minoel Clemeiilino Carnelru da Cunta, e nao en-
O'Donuell. Muitos .tus amigos do duque da Victoria,
o general liurrea, o general Allende Salazar, esta-
vam nas ideas da lb-na, e apoiavain e-lejorn.il.
Em vao (levemos esquecer nas (iler.is progressislas u
de lodos os jornaes uespuihoes que teem mais subs-
criptores ; chama-so Las Novedades, e a sua crea-
ele remonta a urna poca anterior a revolur.au de
1854. O seu fundador e director he M. ngel Fer-
nandez de los Ros, que se nao distingue por urna
grande lltterslura, mas que dirige diversas empre-
zas industriaos. Publica, alera do seu jornal quoti-
diano, brotaras hebdomadarias, El Semanario pin-
Irou no exercirio de seu emprego
Aftirinam un* que por iiicommodo de saude, ou-
tro*. i irru, que rain deliberadamente por ter de
asumir a presidencia poneos dial depois, e entlo
nao quera desaeommoder da polica ao Sr. Dr. Ter-
tuliano, que a exerce. interinamente. Sendo le igual
quilate as pravas ent favor de urna e de oulra opi-
niao, eu me nao atrevo a metter meu bedelho, para
dize.'-Uie o que a" re*pei!o pens.
Com eireitu boje acha-se na presidencia o Sr. Dr.
Ce leuliu, como ulianle Uta direi.
No dia '. do corrente, salvo o erro, dea-se um
Uiresco e a^dlluslracion.. Com as sua< poblicares, i coulliclo de jurisdiccao entre o govorno e o secreta-
rio da assemblea, o Si. Dr. Aoizio Salathel Carneiro
li(.i.:li. islo, porem, licou como que abalado e
iienhum echo leve, apenas o jornal opposiciomsla
menrionou o lacle com o asedme pioprio de loda a
opposicao. Has en que nao sou pexe nem cania,
dir-lhe-hei o que com elTelo se deu.
O paco da asaembla provincial, que tem sua se-
de em uma das azas da igreja dos velhoi jeanilas
lendo Ja uulra o palacio do goverun, ha muilo lem-
po que lem por inellior prcslimo a servir para
casa de bules, paljscadas, jury por algumas vezes,
cmara per accidtn*, casa de audiencias quando o
juiz quer, ele, ele, lem passado de vez em quando
do domiu o da assemhla para o do governo : e islo
nao se asranos mais.
Querendo a oflicialidade da guarda nacional dar
o sen copo d'agua o Sr. Icnenle-cronel coin-
maudaule Joilo Cavaleaoti pedio e obleve daquelle
secretario da a*semblc-a, o Sr. Dr. Anizio, as chaves
da casa.
Seguiudo-s a este cnpo d'agol o que fui offereci-
do pela oflicialidade de linha, pa sem sciencia du Dr. Anio, do poder do eoaniaan-
dante da guarda nacional para o da oflicialidade de
11 ma ; e aquello doutor ignorando esla passagein
das chaves, e leleso como scm|irc no desempenho de
seus deveres, maudot um* portara ao pnrleiro da
assemblea, para na forma io ealylo arrolar os ntenita
da assemblea, feciai-lhe as poitaa e recolher a*
chaves.
Vai o porteiro cumprir o preeeito, depois de b;-
Indo o segundo co|>o d'agua, e encontrando novo4
prejiaros do festanras fez |iublicacao e intimar."!. da
ordem do secretario da assemblea, os encarregailos
da fesla a*sombr.iram-se, encarreaados, nao digo
bem, sim commissionidos; e quizeram divisar nes-
l.i porlaria uma destella aos empregados pnUiees,
ou dirertameiilc S. Exc, e sol esle pretexto re*ia-
lem a entrega .1.*'. chave
M. Fernandez de los Rios faz um rommercio bas-
lnle consideravel na America bespanhola. Como
orgia de opiulea polillos e Iliterarias, Ijs Nove-
dades oceupa um lugar assas Inferior ; mas he o jor-
nal materialmente maior de Madrid, e o que cusa
meno*. O seu preco he de S reales por mez ; he o
que explica lalvez o sea grande consumo.
N'a exlremidade opposla, as opinioes carlistas e
alxolulislas lem Urobem os seus rcpresentanles Bas-
t pelen i. Cm dos seus ergaos, o mais consideravel
e o niaia conhecio desde inui'.o lempo, he o jornal
la Esperanza, que tem por halul director II. Pe-
dro de li.Hoz, natural de Santander, tibeial ou-
tr'ora, director da Gazelle ollicielle e ello1 fuuc-
cionario do miiiislerio das linanra- no lempo de Fer-
nando Vil. M. Pedro de la llz deveu a milito lac-
o e a uin grande couhecimenlo da* cousss e dos
liomcns, poder atravessar impunemente com suas
npinies pocas dilUccis. Sempre se saino do* emba-
razos cora dexlreza. Ningueni lalvez leve mais illu-
1.....'lo qoeelle sobie as probdbilidade da ascencSo
do sen partido e do eu princip.-, o conde de Mon-
temojiu ; mas permmece liel a eaoaa que ibraeon.
A Esperanza lem grande inlluoncia sobre o clero e
em cerlas provincia*, como a Catalunlia, a* Aslaiaa,
Tole lo, a Navarra, a* provincia* baacas. M. (sspai
l.abondero, lilbo rio mimslru das liiicncas de D. Car-
los quando eslava em nale, e intendente geral ini-
lilar do exercito do conde de llespanha em ata-
lajaba dorante a ultima guerra de *ucces-ao. he o
co-proprielario desle jornal com o conde de Villa-
nueva da Basca. A Esperanza he talvez o nico jor-
nal de Madrid que lenha dividendos a distribuir com
os sena propietarios : senado dizem, os son* be-
neficios ananaes sao de 5 ou li.lKI duro*. U. Podro
de la Hoz lem dO.lH) reales como director, c 5,000
reales por mez para despesa de Ndaeclo. Oulro jor-
nal absolutista he o cilholieo, que he redigido por
um padre, M. Manuel Santiaee Morenos Sacristn,
e com o qual a Esperanz.: leve mais de. una dis-
pula. O Cathclicu tem poucos subscriptores, mas p
sao constaules e invariaveis. A Esperanza e o
Catholico se assemelliam em um ponto : anilina
considerara como revolucionarios o* cilholicos fran-
cezes que ostentan nm pouco de lilier.ili-.iiui, c que
liveram o erro de coinbater a Russio durante a ul-
tima goerra.
i.iuaii.ln se discuta a lixaean da forja policial, o
nobre depulado o Sr. Anloi'uo Cavalcauti repruda-
iio c......reno um boato desairlo memoria de
Sr. Joo Koma. e islo com o lim de provar que a
revolurao comecada na presidencia do Sr. I'enna
mo fora provocada pelo partido dominante.
(.lucren 1 co rigir o an.irhroiiiMiio em que pare-
ca cair o illostre memliro eu disse : veida leiro
ou falsu osle fado, (.ilion-,e nelle no lempo do Sr.
Pires da Molla, e uso no do Sr. I'enna.
<> Diario porm publirou o ineu aparte do seguin-
le modo : esle faci terdadeira ou falso f.illou-se
multo nelle un lempo do Sr. Pires da Molla. '
Deale modo juJgar-se-hia que eu Uvera por lim
confirmar uin faci de cuja ver cidide nao sei que
exisla prosa algoma, alem po le ser o producto de uma despre/.ivel calumnia.
Apresso-me puis cm declarar que meu intuito foi
pura e smplesiiienle fazer notar o anachrouismo em
que me parecen cahir o meu honrado collega.
O Sr. Marro* de Laccrda justifica e manda a me-
sa o seguale requerimenlo que heapoiado :
Requeiro urgencia para que se chamein tanto*
suppleutes, quaulos forera ueressarios para licar
completo o numero das depuladas.llarro* de l.a-
cerda.
Depois de algumas ohservacesdoi Srs. A. Caval-
canli, Paula Baplrata, Epaminondas de .Mello, I. de
Barros, Meira llenrique*, he o fequerimento posto
a vnlos e rejeitado.
0 Se. A. Catalcnli requer que seja provisoria-
mente Horneado para a eominissao de consliluico e
poderes um memliro aliai de poder dar parecer so-
bre a in.licar.i.i para a chamada de supplenlese pc-
ilin.l.i a palavra o Sr. Paula Baplula, o Sr. presi-
dente ada a diacosaflo pela llora.
ORDEM 1)0 DIA.
1 iniinn-iriii da secunda discussao do art. 5 do
ornamento profincial adiado da sesso antecedente,
com as emendas a elle oll'erecda.
Nao baranda quem pera a palavra cncerra-se a
diseosalQ.
He approvado o artigo com as emendas dos Srs.
Amorim, N. Porlella e a ultima parlo da do Sr. I.
de Birro*.
Art. li. Com as aulas de lalim :
S I. Cornos professore*......:l:!K)0;Oon
S 2. Com o aluguel de casa du profes-
professor de S. Jos.......-.OOsODO
litOOfOOO
\ ai a mesa e apoia-sc a eguinle emenda :
o Em vez de 3:900a diga-se i::)0l>5.Son;a Car-
rallio. a
He approvado o ariigo com a emenda.
Art. 7. Com as escola* |uiinaras :
i 1. Com os prolessnres, inclusive 10
adjunclos a 300900 rs. cada um, fcando
o governo aulorisado a exceder esla con-
signadlo para augmeiilar o* ordenados
dos profesares, que se habilitareis na
forma da le n. :IU'.I ; conceder as grali-
licajoes par mais de doze ou quiuze an-
uo* de servicj a aquelles que aaquinrem
esle direilo e crear mais li cadeiras. .51:908*331
S 2. Com o aJjiguel de casas. 7:0J03 S 3. Com o rtpediente das aulas, li-
vros, movis e mais objeclos iiecessanos
aos alumnos pobres........200/TJ00
?; i. Com o siisieuto, vestuario e cura-
ralivo dos alumnos Indigentes. 1KX)0?000
lio pelo reverendo
JIM
0 a
io o Manar Francisco Xa-
61458/331
O Sr. Paula llaplisla :Sr. presidente, lepare
na quaiilia de 1:000-1 que vera ueste projec;o de le
de ornamento par sustento, vestuario e curativo de
alumnos indigentes, venho fazer sobre ella algu-
mas observaces.
Nao he possivel, senhnres, conceller que com a
diminua quanlia da 1:0000 se passa admillir nas
escolas do toda a provincia alumnos indigenles.sus-
tenta-lee, vesti-loa e cura-ios...
O Sr. Sa' Perrira :He que nao ha indigentes.
O Sr. /'iiiila llaplisla : islo uu exprime, co-
mo disse o urdir depata lo, que a nos*a Ierra he
ao rica, que nella se Ignora o que ha indigencia, ou
entao exprime vaa.oslenlaeao ae philanlropia e be-
neficencia.
O Sr. /. de larra:Ha a execucao da lei de
iusiruc.au publica, que assimflielermin, c au osla
revogada.
O Sr. /'an/a llaplisla :- lamo '.' o que diz esla
lei -
Ha um aparte.'.
O Sr. Paula Baptitla:Bem islo he cousa mai
dulciente. A lei, qoe leformoa a instrucean publi-
ca, o que fez foi mandar, que se admiltissem na*
aulas alguns alumno? indigentes, e a lei do oroa-
menlo he quem niarc a quaulia pata isso neces-
saria.
sacerdotes os seuhoiei Joaqoim dos Prazeres Brsi-
ner l.ius, e lien-ulano Joae Gomes Pacheco.
Percorreram-sc os Pailot, que exislem nas diver-
sas mas da ciduJe, e em cada um desles a masa
canlava o .Miserere.
O serrano da encontr foi recitado pelo reverendo
senhur padre mettre Lino do MoiiteCarmello, que
soube palhelicaineule cnmmiiver os seus uuviutes.
No da terca feira o sagrado vlalicu loi levariu em
prociealo a casa dus eulermus, acompanhado do des-
tacamento ao suro da msica marcial, e um grande
concurso de pavo ; e algumas esmolai foram dislri-
buidas a aquelles que iiccessilavain.
Na sexta feira huuve o descendimeulo da Cruz,
c ni. n anlogamente o uosso reverendo senhor si-
garlo, que bem deseinpeuhuu o tu papel ; depota
seguio-se a prucissa du enterro ; e ao 'ecolher-ie,
subi a cadena da verdade o reverendo coadjuloi
Sr. Francisco Ferreira de SouA Brancu, que, cun
raovaudo as aeclos do grande audiluno, cunseguio
arrncar-llie as lagrimas de arrepenJimeiilo daa of-
reusaa commellidas conlra aquelle que ae quiz humi-
Ihar ao marlyriu da Cruz para remir e salvar-nos do
capliveiru do inferno.
Deo quena, que essas ideas se inoculem para
sempre nos neasea torajoss, e uo< conduzam ao ver-
dadeiro amor do prximo, e ao bem obrar, para as-
s.m gazannos da presenta da quclle, que nos deu
IJ'.i grande tesleinuuho du sen amor.
Esl exerceodo a subdelegada do 1' di-ir icio de
y freguez'ia u senhor alteres Alevandre Jos de Dol-
an la Cavalcanti, 1* suppleule. Por ora nada leraus
a dizer sobre este novo erapregado, s sim qoe mus-
ir ser activo. a
Seria de muila nlihdade para os cufies provincia-
es, se apparecesse uma providencia, que vedaiae aos
negociadores de escravos, ns vendurem sem apresen-
lar ao comprador o Ululo da posse com a sisa paga :
porque da maior pafile, ou quasi de lodos, quanlos
sao comprado* pelos nussos mal is, e levados para a
capital, e ah vendidos, nao ae paga a siza : no que
lem | fazeiida provincial grande prejuizo, o qual os
colleclures nao podem obstar ; porque o comprador
dizesloudoulru do* lili diase no enlietanlu ueste
espado de lempo us couduzera, sera que paguem a
iza no dislriclo da colleclona, onde sEo comprados ;
e he para suppor que lambem nao a pagarlo em oo-
tra qualquer parle.
Consla-noi, que os liberaes desea cidade deram
pelo juizo municipal uma JaaUQeaeSa .obre a elei-
Qio de 2 da uovembro do auno pieierilo : equeo9
mesarlos pediram visla para coniestar. Veremos o
desfeicho deite.negociu ;e o resultado vos ser lians-
mitlido.
Os advugados se queixam, que o foro estOparaly-
sado, e uada a fazer ha : prova isto', que oa no-sai
hornees do mato ja nao se mu em a pleloa por qual-
quer cousa, e por la' meimo ae conciliara.
Mal dos advogados se o negocio conlinnar aa-
aim.
Concorrerara a feira 512 boii.e desles reslam 150.
As vendas foram feils sob o calculo de 3f I l|000
reis por arroba. Malarara-se para o a^ougue S8, e
a carne melhor veudeu-sa a 59190 res. Os geueio
n-ii syslema convenienlc da visitas e iiiapeceao de lo-
das ss escolas.
Este mal apparer., osmjsj irremediavelmeale em
lodo* os ramas da jiohlica adininislracao.
E lano assim que o poder administrativo, que
dispoem de lanos recursu* geraes nao c*la' ainda
moiilado icgularineiite e curo um centro de unidade
tal, que delle parta lodo o movimenlo para lodos os
p mos rom a promptida e furca, (|ue o bem publico
reclama.
Por oulro lado,quem san os inspaotorefl das nossai
escolas .' horaas sem o* estud is necessano-. sobre a
pedagoga: builione enlregues a agricultura t anu-
irs industrias laboriosas, que sao chamados a servi-
ttm gratuitamente.
8 e na jusla apreciarlo de lodos estes inconve-
nientes quizermos pro por medidas roncernanles a re-
move-los, immedialamenle um sccr.'srimo de despe-
las vira' indispor minios nimos, e, emao, a falta de
recursos do Ihesouro provincial sera' o argumento
sem replica pira centralia-las.
Senhores, nao sejamos lacis em desacreditar os
nostM homens e todo, que he nosso : digamos err.
abono da verdade, que, o que temos a elogiar he,
como sem possiiirruus ludo quanlo nos be necessano
para imlruir mni popnlacao distlminada em um vas-
to imperio, os nos*os meslres em geral desampenham
seus deveres, e a instraeeto progride, superando
grandes dillirul lades (apoiadei),
Ei uma medida, que julgo de grande iie_cessidade ;
fallo da crcacao do lugar de um visitador', remune-
rado pelo* cofre* pblicos, sufucientemenle habili-
tado, de plena conlianc i du direclor* geral dos esta-
dos c que a mandado desle va' a lillorenles poulo*.
inspeccionar as escolas, conhecer de abusos e de ou-
lra* nece*sidades.
O Sr. direclor geral do ensino, nosso digno colle-
ga, e boje administrador da provincia, sendo nesta
casa memliro da cuinmis commissao a'que eu lambem parleneo, fez-me a hon-
ra de conversar comigo largamente e de oavir mi-
li lia opiniao sobre ceilas medidas, qae elle com a ex-
periencia dos negocios contiena seierr. de absnluta
necesaidade, e pretenda propor, e eu, onvindo-o al-
leiilamenle, acquiesci a todaa as suas opinioes sem
ohscrvaces nem reparo : lao justas e Ciuveriieutes
me pareceram ellas.
I.ma deslas medidas he a cre.icSo de ara visitador,
oa loipector geral, como ja' disse".
O nobre depulado mu murou da lei, que aalorica
o presidente da provincia a crear cadenas, quando
julgar que islo he neces*ario.
Achoque o nohre depulado lem razilo. Eo ignoro
os justos motivo* desla lei ; pois, parece.me, que ao-
m siniii'i mais interessados no progresso moral da
provincia, [apelados): aomoi o* mais habilitados para
ronhecerinns est*s necesaldades, e mais empenhados
em salisfaze las apoia.los}.
Todava, pens que a evi-lrnna desla lei nao nos
eatorva no cumprimeniu dos nnssos deveres : que.
nao abalante ella, agora mesmo podemos crear tantas
cadeiras, quanla* julgsrmos necessarias.
O Sr. Carralho :Islo nao foi mais, do que nm
episodio do meu discurso.
O .Sr. Paula Baptitla : Senhores, eu poda ler
(raudo alguii* aponlamento* obre a estaslica para
provar evulentemenle qoe de lodas as provincias do
imperio a nottl he a que vive mais destituida de es-
colas de primeirai Miras. E de quem sera' esla fal-
la '.' sera' tarabem do* profesores'.' ou sera' nossa?
Digo itoeM porque quero ler parle da responsabl-
lidade, como membro de um corpo cnlleclivo ; poij
r mi minlins opinics emttlirias, ha minios anuos,
hem poda provar, qoe a culpa he daquellcs, que alimenlicioa conservara ns mesmos preeos, que vos
eolia coramunicudu, mas u alqueire de l'eijao ven-
deu-se a 35JS0, que vem a ser por cada orna cuie
deKemqua-la \s\M reis.O que nosvale he, que na
se consom lano faijao, quanlo a farinha ; alia oa
senhores de engeuho, que se n.io oao no Irabalho de
plantar mandioca, se achanara ua necessidade de o
fazer.
Ale oulra vez.
O ciclorieme.
foram victima. ; he o l.ia U, .1, indigna..." que m,i
auna a reapciloiamenle sullinam ule lao reapeitarel
chefe, ao chamaicn sua allruco para essa parta o
inquilicavel pervenidadt ; he a rnaniflar*o do
eo .colmenlo* de ordem, btsssjis olvidados, jaaaaM
poaloa em dunda, se nu agora, e por pesase a quem
no meu entender cune resnela ubrigaclo de reconbe-
cer e proclama-lo.
A raVeaanloela qoe asta fompinhs. e ejae eo
rete aos Sra. redadores, eocuao aasa ella era sea
Otario, deinou*lrara' que na-la exagaiei, expriniin-
du-me como acabo de faza-ln.
O linaria i rleramo.
sempre prefenram as obras publicas a o progresso
material aos rneius convenientes e adeqoados para
instruir e educar o poro.
Disse o nohre depulado que a quanlia de 1;00?
rs. desuada ao sustento e vestuario dos alumnos in-
digente* na i tinha jiroduz.to elfeito.
O Sr. Carralho :Nao foi islo.
O Sr. Paula Baptitla :De cedo que nao podia
pruduzir eireitu ; porque lao insignificante he ella,
que por si mesma esta' coudemnada ao esqueci-
menlo.
Em lautas escolas de primeiras ledra*, que exis-
lem na provincia, que sao 85, o que poricria fazer o
director geral da in-irurr.i,i publica com 1:000,*) rs.
para ansenlo e vestuario de alumnos pobres '.' ad-
millir dous, Ires, ou qualro alumnos indigentes nesta
ou naquells esrola '.'
Sr. presidente, eu tributo estima a lodos esses pro-
fessore*, que, sob o peso de aturados e penosos Ira-
balhos, e cercados de imineu nesles centros ensinando meninos: nao sou do nume-
re, dos desconhecidos : prtanlo, louvo o seu zelo,
faco-lhe* a devida juslic?.
V ai a nesa e apoia-se a eguinle emenda :
(v-to|.,ir;-a-se o S i do arl. 7. Metra llenri-
fUSPAHTigAO DA POLICA
Occurrenciaa do da I i de abril.
Levo ao couhecimenlo de V. Exc. que das dille-
renles parlicipaces boje receladas nesta reparlir.io
eonela que se deram a- seguinles oceurrenc
Foram presos : pela subdelegada da fregoezia de
S. Jos, o prelo liberto Miguel rchanjo e o e*cravo
Domingos, .. 11.11 por desordem.
Pela subdelegada da fregoezia da Boa-Visla, aa
prea* liberta! Rosa alaria da Conceicao e Paula
Francisca da Costa Ramo* de Jess, ambas ,lainbciii
por desordena.
K leladeleeaeia do segundo districlo desle lerr
A revolurao fez nascer alguns jornaes de uma cor
anloga, es|iecialmenle ola Estrella, que he a obra
de ecclesiaslicos. A Regeneracin defeude as
me--ii-,a- i.lelas absolutistas, sustentando todava a
dymnastia e a pessoa da rainba Isabel. O director
da Regeneracin he um mauecbo que a revolucAo
converleu um ponen ao absolutismo, M. Jos Canga
Arguelles. He o lllio do conde de Canga Arguelles,
medico em Biscaya no comeen da guerra civil ele-
vado depois ao* primeiro* poaloa da admiiii.lrarao
das lin,inras. A Regeneracin nao lera grande In-
fluencia.
(".llegamos aos jormes .la opinio moderada ou
conservadnra que oceupa u meiu Ierran entre os jor-
q,1e progressislas e oa jornaes absolutistas, (Juan-
do se Irsta da imprenta moderada bespanhola, cum-
pre aecc-sariaraciile distinguir primeiro que ludo
dous caraclere* principad, salvo descobrir depois
novas subdivisoes. E-tes dou caracteres sao o dos
moderados proprinmtiita ditos, que nunca paclua-
ram com a ultima revolurao, o o dos moderados nne
adherirn! i suldevacfio uo Campo das Guardas, que
ilefenileram e defendem a poltica do general O,
Dojinell, que sustentara e*te grupo poltico compos-
to de generaes e disignado na lingaagem da pol-
mica sob o nome de ncalvarista. Eulre os jornaes
qoe na* lomaram parla na revolocflo, a E.pana .
orcupa o primeiro lugar. O sen director lie M. .lose
Mano; Bicoii, anligo governador civil da Ala-
va e protegido de U. Pedro Egana, amigo mi-
nistro do interior, que he o verdarieiro in-pira inr
di. jornal. A Espanaa sempre se distingui por
uma dedicajao iuv.in.ivel a,i llironn, por grande
modei.icau de r.iniia. um nolavel rompnrlamcnlo e
ale celo lom de su|ierioridade. Defende era prime!.
ro lugar os aclos da admiillraejhi l.er-undiEgana,
abandonando um p.ucu o* ootrns ministerios, e i-lo
servio algumas vezo* para alienar-lite es sympalhia*
dos principaes ineinlnns do aollgo partido conserva-
dor.--Faz somente uma excepcao cm favor de N^r-
vaez, cuja poltica e pessoa smpie defenden. He
uma das folhas melhor escripia* de Ma.lnd. Oulro
jornal, defensor mu rlenle do partido moderadoia
adversario encarnirado de ludo quanlo se liga ao
movimenlo de 1851, e de ludo quanlo o seguid, he o
Lean efpaool.a fundado depois da revolurao por
M. Jos Cutieres de la Vega, medico de prlbalo,
emhora nunca lenbl exercido. M. (iullerez de la
Vega, he um hnmem de hlenlo, ainda moco, grande
amigo do general Cirdova e defensor enrgico do ge-
neral Narvacz. O Len espaol ho mufle lido en-
tre os moderado*.
Fora muilo diflicil rlassilicar lodos os jornaes de
llespanha segundo a ordemda-.ua importancia ou
somenle rin-scu hom xito material. He necesario
a um jornal de Madrid quasi dous mil aobscriptorea
para viver. Muilos nao os lem e -ao om negocio da
rircuni-laiiCM anda mais do qne poblicecotl perraa.
nenie'. Algias coii-eguein o algarismo Se dona mil
oaaigaantes, ou exerdem ompoum. AnEiperanza.a
la* Novedadea.nfazein excj?prao pelo seu bomexilo
material. N'uma pedavra pode-sc fazer idea da
circiilcao real desla diversas folhas pelas despezas
do porte, que ao publicadas de quando era quando
nai,a.elle ollicielle.dLa-* NovedBi!e*.pagam l.OOO
reales, pni mez de despegas de pone, aaEsperaiiza.il
perlo de O.ooil realei,aEpoe*lb.naloOt) reales
;; '\'"" lll'"ll"'"l. Eaparaon a.\acion,le'
J ai .1,00 reaies.o J irnal de Madrid,|,0V.I reales.
.Madrid conta punco malsoo menos
nae* quolniiauos uu beUdom-d
sessdila lor-
nae, quoiiuianos ou heudoraiduros de poltica, de
sciencia ou d'arle. A protloeia conta quasi dozeotoi
mas neslo ullimn numero, a mor parte he s-m va-
lor, o* mais imporlantea sao oaCommereioade Cdiz
jornal moderado, fondado ha quatorze annoa por
M. Alejandro Llrente, a Corona de (Aragn n o
Centro parlamentario, Diario de Bareelona.aqoe
se puliliram cm arceluna.
Se se perguntar qual he o logar d.i liltcralura
em lodo este movimenlo da imprenaa almuoa Pv-
rinPiis,e-lB lugar lie seguran pule mol pequeo. Na-
po-tigos de rtulos desla cidade, e acabadas as hor-
rorosas bambiiiellas de madeira qoe por luxo antig
haviam nas varandis do* aobradeO.
No dia 7 leve lugar o ollicn de trevas da matriz ;
houve toda a decencia possivel.
No dia S houve o lava-p*, pregando o sermao do
mandato o reverendo vigario.
Foi um sermao digno de ouvir-se. S. Rvma des-
envolvcu quanlo 1 lu foi possivel a materia.
Na occasulo de serem ns doze discpulos conduzi-
dos a banqueta para Ihes serem lavados os ps, os-
lando a igreja apinhada de mulheres e homens, fo-
rana dous batedores de braga os encarregadns
de abrir passagem. Seis ca-acu ln-, cada um dos
quaes porlavn pela man dous apostlos, isto he, dous
pobre*, eulenderam de licar no tablado tomando a
visla aos assislenle*. E*perava-se que S. Exc. fosse
l.-var os pe* aos pobres ; mas a* hora em que ia en-
trar o acto, annanciou o lelegrapho a chegadi do
Paran', em cujo bordo devia seguir S. Exc. que
por aquella arlo foi substituido pelo vigario, como
autordade erclesiaslica mais graduada.
As 11 hora* da noile daquelle dia. embarcou-se
para a corle S. Exc. o Sr. Dr. Costa Pinto, sendo a-
companhado at a bardo por grande numero de a-
migu*, e um ni,iis desabosado euleodeu que devia
levar seu extremo ale o Rio de Janeiro, e la' se
foi.....
ICnibarcaram-se tambera os Eiras, senadores Fre-
derico e padre Ciinha ; us depulados, Dr. Victorino
e Manoel Porfirio Aiauha, deixanJo de seguir o Dr.
Antonio Carlos de Aliuei.la e Alhuquerque, ou seu
suppleule, Dr. Liuaolplio Jos Corroa das Neves.
Nao aasabe por que seslroa nem o Sr. Antonio
(.arlo* foi a corle, nem Ilicin a suppleule para
nao ir; sendo cello que na occasiao da eleican a*ig-
uou um papel, no qual e nbrigava a ceder Ires an-
uo* ao suppleule, n cera ttt ama. izein que em
toda esta historieta ha suas arle* do cpela.
No mesmo da S a noile liveram lugar as visitas
dos sanios sepulcro*, que hoiiverara in i/uaitli-
late, a saber : nas Marees, Rosarlo, Misericordia,
Mai do* Homens, Carmo, Une est, Ordem Tercena,
San-Francisco, dem, e matriz.
Dei minha corra a todas e-las igrejas, e confesso-
llie a' f de chnsta.i, que huiripilei-me, assornhrei-
me, assuslei-mo ou cuino quena quando enlroi na
matriz.
Um bomcni vestido a contemporneo, slo he, le
casaca e cale.*, encarapitado no tablado d'oude ha
pouco liaban) lahido os aposlolos do lava-ps, com
om ritual na mil hraJandu com estrepitosa voz e
enloando as liees ou tastos do ollicio de Irevas, sen-
do nislo acompanhido por boa inariniba com liouras
de piano. Kste liumeui era o Sr. Joan Rebello
Braga.
Nao sei se cles ollicio* podem ser celebrados por
Oculares com pielencAu de padres ; mas o que Ihe
allirrao, he que extrauhei muilo, para nao dizer
que achei muilo feto ver um homem de calca e ca-
saca eiilomido o nllicio de Irevas, ao passo que nes-
ta occca*iao eram prsenles na matriz un. dez ou
doze padre. Tambera lal aconlecimeuto nao expo-
ra' a religiao a' perder de seu sublime. Este cantor
almador fot o armador da igreja.
No lia 9 relebrou-ie na matriz o ollicio da Paitas
de Chrislo muiln mal representado : Pilatosa carc-
ter e a- un quanlo ao de mais.
Foi o pregador do sermao da Paizloe Sr. Dr.
Liodolpho Jo- Correia da* Neves, que na verdade
de-einpeulii,|i o mais saliscfacioridiuenle o alio papel
de que so encarregou.
la muilo que da cadeira clirislaa nao coro melhor
sermao.
O ineslre de cerlmonias 'quiz que fosse apre-
senlado o sudario, allirmandn que uu Recite nao se
nsa : isto va por conta delle, que para saber quem
he, Ihe digo ser u Carmelita Sr. Fre Jos do Corarlo
de Maria.
A larde leve lagar a procissao de triiimpho, que
percorrea iodos os beccos e IrasessM do Varadoaro
crlptnres enlrc os em plegados moderado* ; ,-.
larnarain-se eessanlat na revolicAo : os empregados
nrogres-istas que o* sul.sliluir.im nas suas fuoccoes
n.lo tomir.iiii liig*r no llvro da aasigiialora, eis
como a Revis|..)t deaiijiareceu, o qoe prova,que o
publsco litlerariu nao iio minio numeroso.
Tal he pota a historia da llespaulia nesle anuo que
acaba de aomir-se e <]no foi assigulado por rauitas
aguales. A lula foi cundirn da Pennsula. Em
i.-daoaa parajen-. como e vio, se debida urna sena
. risiva queel.io de prep inderaiiriajenlre aa ideas
evolucionaras e uma politica mais pronunciada no
rans.-irr/i-s uicp.sanie*, ,-ipro-
sunacos periodieas entre s homens, occullavam
em balde esla Maoslo : o embale levo lugar por-
que eslava na lgica da causas, porque (lava om
A noile leve lugar a procissao de en'lerro feila pela
irmanddde da Sania Caso'; esteva bastante decente,
c nao menos coacorrido.
remos lido poma* chovas. No centro porem creio
lerem si.lo ellas abundantes, o que se pode collgir
de um. ullrivel chela, que deu no mage*loso, e so-
barbo P. rainba acerca de Ires da*. Islo nos Iran-
qoiiiea u.m pouco.
A aalobriuade publica, vai um pouco melhora-
da, se h-m que inda nao seja lisongeiro sea es-
lado.
A deas. Saude, patacos, e quanlo quer Ihe desejo
eternamente,
I'. S.^-A proposito : iko recebo jornaes seus a'
lampea,
Carla parHitilor.)
que islo na he mui compal
a dignidade das leis.
Senhores, ousarei dar os motivos desla dispo*icao
que vem na lei, que fundou na provincia o syslema
e rgimen do eusmo primario.
Entre as multas queslOes subre a inslrocrlo pri-
maria, e movimenlo das escolas a do ensino obriga-
lorio he orna das mai* serias e importaules. Na
Allemanha, que a respeo da instroeco pnblica,
bem pode ser considerad i como modelo, o ensino
ohrigatorio nao he uma simples realidade, mas uma
realidade acompanhada de felize* resultados.
Ora, o Exm. Sr. ministro do impeli, reforman-
do o ensiuu primario na corte, e mo querendo ser
iuJillerenle aos beueiicios, que devem resallar da
ensino obrig..lorio, adoplou-o no seo plano de re-
forma, e, a vista das dilliculdddes, qoe elle deveria
Irazer no paiz, lem caminbado com passo lenlo e
rellerl ido.
O Exm. Sr. cunselheiro Euzcbio, mui digno di-
reclorgeral da iiistrucrao publica na corle, uma das
inlelligencias superiores dVi paiz, c hornera de gran-
de dedicarlo ao ervicu publico, m tea relalorio
.creio que do auno passado), tacando nesle assump-
lo, e consideraudo-o em relata as circumslancias
especiaes do Brasil,apresenlou consideradles em ver-
dade mui junas e de grande apreco.
A falla de couvicce* e (le croncaa, em que vive
a populadlo pobre i marnente as do interior das
provincias a respeilo dos beneficios resultantes da
iiistruccao he uma rfas eausst.que moilo augmcnlam
asdilliculdales pratieai de dm lal ensino.
Os pais, que sao pobres uSo querera fazer o mais
leve sacrificio para miiidarem seu* filhos escelas
preferem ve-Ios romplelainente ignoranles, escravo
de habatos gmsseiros e sera saberem ler, nem es-
crever.
Se, pois, por um lado he dillcil empregar era
grande escala osmeioa de eoacrlo para obrigar lan-
os pais a rumprirem o rigoroso dever de darem
seus lilhus os coiihecimenlns neceisarios a todo o
hornera, por oulro esles meios de rn.u-ran devem ser
seguido* de auxilio prestad aos meninos iodigeule*
para apreiiderem nas escolas; de modo que lodos se
eonvencam de qae a ignorancia, era vez de consti-
tuir um riireilo que deva ser respeilado, he antes
uro mal lerriVel que com lodo o sacrilicio se deve
evilar.
A*sim na mesma beneficencia publica ae acln nm
incentivo, que dsve preparar e indiizir oa humeas
a nao se esquccerein do dever de procurar para os
seus filhos um bem, que se au pode dispensar.
Passanlo agora ao orcamento he evidente que a
quanlia ds l:000> rs. em relariln ao lim, para que
he destinada, he lao pequea, que melhor ser dei-
xa-la licar no cofie publico, do que gssla-lu sem ne-
iiliiini.i ulili.tade. Se quizermos augmenla-la...
Um Sr. Drpulado :Ja ha uraa einonda, elevan-
do-a a MI.HI;.
O Sr. Paula BaplUta :Augmentada que seja,
esperemos pela sua conveniente e prudente applica-
cao ; confiero! nos esforcos e dedicaclo do director
geral de iastracclo publica, pe*soa mui digna. A-
poiados.:
A i Ilustre commissao nao lem razes para n.lo ae-
ceilar eslas ob*ervaro*s. Ou augmente-se a quota
de modo que possa ser gaste com alguna ulilidade,
ou enliu, seja ella suppnmiJa. Eu o meu vul
afinal.
Vai a^mesa e apola-se a aeguinle emenda ao ^ Io
d arl. 7 do nrcaineiito provincial.:
Em vez de seis cadenas d-ga-scviulee aug-
inenle--e quota nesle sentido. /(. de Lacerda.
a Ao S i. Em vez de um cont do risdiga-se
qualro cinlo*.II. de l.arerda.
O Sr. Natcimento Porlella diz que pedio a pala-
vra para obesrvar a' ca*a que 5 1 do art, 7, consig-
nando a ine*ma veiba votada pela le do orcameuui
do auno pasta io, na importancia de 51:200 e lano*
mil reis doria augmentar essa verba, porque para
ella consigna d-*peza* que nao eram consignad*.* un
orrninenl passado, e toe* doas de gralilicures
aos profesores que liverem de exercicio mais de doze
e de quinze Hunos, e as das seis ca teiras qoe aug-
menta. Prononcie-se em favor da emenda apreseu-
lada pelo Sr. Barros de Lacerda, e couclai- diiendo
que ja' o anuo passado linha fcilo ver que a quanlia
de 1:0!H)"-'HH) rs. consignada no 5 para sustente,
vestuario e curativo dos menino* pobre* he muiln di-
minua, e que assim mullo e-liiuava ver o Sr. Dr.
Paula II ptisia acompanha-lo boje oesliu) Ideas, dan-
do-Ibes um ;-(.ni|>teln desenvnlvimenlo.
O Sr. Spuza Carralho jaslilica o proccdiincnlo
da eiiminis-ao, e einilte o seu juizo acerca da ma-
teria.
f) Sr. Paula llaplisla :Sr. presidente, nao pojso
icompanliar o nolue depulado, (jue me proceden,
qoauil-i diese, loe a nMraectO primaria na provin-
cia eslava em estado de relaxado.
Nao direi que a imtroccgu primaria na provincia
esla' cm estado lio felit, quaulu he para desejar ;
111..S lambem tilo increpo aos meslres, nao faro im-
pula^es aos homens, que eslao umpregiidoa neale
ramo ne serviro.
Ao contrario, observando os fados, aa origera e
suas camas, direi, qae raailu fallas provem ou de
HJDItflBIIatVa
Tem hoje lagar no Sania l*abel o beneficio da
asigne artista I). Uabriella De Vechy. Ouanloo pu-
blico desla capital nao soubesse cornar o mrito real
de urna artista, bastara a profunda sympalhia que
vola a D. G.ibriellu para concorrer cora o que esli-
vesie ao seu alcance, afim de que a noite de hoje
fosse em nosso thealro a mais plena nninle.lar.i. do
Iriompho d'arle e dos sinceros votos de orna prufou-
da e respeiloia amizade. (Desejamos que a senhora
D. Cabriella seja feliz, e que continu ioteressar o
publico pern.imhucano.
1 iilurin i-iios pessoa de rnnliun; i que ura cerlo
muco que lem pretencoes de rivilisado, leve o des-
plante de praticar |iubhcameiile denlro de um de
noasos templos, c durante a semana santa, o qae em
qualquer parle e em qualquer lempo ae occulla aos
olhus da todo*. Foi junto da pa, a r.uUnh i nan era
grande, mas houve demora ou lalvez cvnisiini em
nao occulla-la. Por esses signaes, veja o Sr. se nao
loi visto esse aea acto e alguns mai* que prnlicou.
Fora da igreja leria dado um grandissiino drsfrade.
mas all e naquella occasiao "lien leu amargaraenle
a consciencia religiosa d'aquelles que foram abriga-
dea a' presenciar o sea desrespeito aos homens e a
Dos. Al quando se fara' da casa do Senhor lugar
de escndalo e de iminoralidade"! Se Jess Chrislo
cxpellio do templo com .n; uite. s que nelle merca-
dejavam. o que faria .i quem lio audazmenlo o des-
I e-peil-i '.'
Noliciamoscom prazer aos oossos leitores, qoe
acaba de ser tradiizida em porluguez pelo Sr. con-
selheiro I. F. de Caslilhoa imporlanle pora do pa-
dre Ventura : A mulher calholiea. He o juizo
mais hem Eolia possivel do que lem -ido a mulher,
do que he aclualmenlee do quesera' uu futuro. Cura
loda a riqueza de sua erudicau o padre Ventura des-
creve u papel da inulber na propagado do chrislia-
mamo, e du que ella lem feilo elle ronrlue o que se-
ra' copal de fazer. Depois de ler sua obra, tuda a
mulher se orgulhara' ne ser mulher ; tanto* e ISo
grande* slo oa serviros que a causa da igreja e da
civilisarao tem ella prestado. E-sa obra por si s
cou*titue uraa rica bibliulheca para uma senhora, e
lo lo o mundo sabe que na he uraa inulilidade no
ficar-se nao ser o individuo de qae w Irala o aulor
d'aquelle delictu, conforme parlicipou-me o referi-
do subdelegado em ollicio desla dala, a villa do que
o m unle por em lber.la le
DESPACHARAN! PELA POLICA.
No da III era diante o segunde :
O porluguez Joaquim da Cosa Callas, legitima-
do para ohter passaporle para Portugal.
O portuguez Joaqun. Pinto Alves, legilimado
para obler passaporle para Portugal.
O portuguez Antonio Joaquira Ferreira de Souza,
legitimado para obler passaporle para Portugal.
Manoel d'Assis'lavares, brasileo, legitimad pa
ra obler passaporle para Lisboa.
O trance/. .M inu.'l Jos, legitimado para obler
passaporle para a Europa.
Os escravos Januario e Antonia, obliveram passa-
porle* para o Rio de Janeiro em companhia de seu
senhor.
I
O porluguez Jos Moreira da Cosa Maia, legiti-
ma.ln para obler passaporle .para Portugal.
Custodio Jos Alves, brasileo, legitimario para
ohter passaporle para a Europa.
O portuguez Jos Caelano de Carvalho, legilima-
do para obter passaporle para a Europa.
O porluguez Joilo Pues Seares, legilimado para
obler passaporle para Portugal.
8
O escravo Canulo. obteve passaporle para o Rio
de Janeiro em companhia de seo senhor.
Os escravos Claudiana e Jos, obliveram panto
piule para o Rio de Janeiro era companhia de seu
senhor.
O* escravos Innocencio e Bernarda, obliveram
passaporle para o Rio de Janeiro em companhia de
seu senhor.
O escravo Francisco, obteve passaporle para o Rio
de Janeiro em companhia de seu senhor
II
Os escrauos Dnmiciano e Jos, obliveram passa-
etado actual da mulher do Brasil. Nanea i mulher portes para o Rio de Janeiro em companhia de seu
subi dio alio, nunca apologista mais veidadeiro des- "
colirio na mulher mais virtudes, mais grandezas.
Pa-sando para a lingua pmlugueza, be provavel que
as bellezas de original, pouco ou nada perdessem
suh a peuua do Sr. Caslilho.
Nao acredilo ; oculo de alcance no Iheatro !
So se eu visse.
Poia eu ca vi o astrlogo, 1.1o cerlo como Ihe
e*tar vendo agora e lano que quando elle aponlava
o ocolo para qualquer lado, vollavain-se lodos, sup-
pondo lalvez sei o cmela... au ra, todo o mundo
a fallar cm enmela e astrlogo, vcndo-seesle de ocu-
lo a' observar nlo se deve lemer o cometa.
Diga-me entlo o nome desse astrlogo que
procura o cometa no thealro.
He eiaclameule o que nao fac,o ; ja' Vmc. sa-
be o railagre, resigne-se a ignorar o nome do saolo.
Singular excenlncidade N'um Ihealro pequeo
onde n.at se d(-eiiip.i um binculo, apresenlar-se um
oculo de alcauce Su lilla que vejamos uo thealro
um telescopio ; lalvez seja agora : 'nunca ura co-
rada apparereu sera urna grande novidade. Esla ca
lica reajistroda,
Inisujeilo dessa especie de dan ty< que s se
veslem para sabir a' ra, mis que em ca*a apreciara
a aimpliciiladc natural e anterior ao peccadu, acha-
va-se nesle estado quando se aproximava a procissao
do enterro. Voume por decenle, diz elle; e
i|iianrii lodos |ieu*avain v-lo voltar de casaca, ele,
apresenla-se de chambre'sunples e nicamente. E
ludia i lo por-*e decente para ver a profieran Boa
decencia Massii quera vio acreditara que esse frau-
chinoli, que lio gainenho e penliparado vai fazer
uma visita, chegasse assim a' jauel'.a einquanln pa*-
aava uma procissao i|ue celebra um dus ravslenos
mais locantes a mais fecundos do paislo. lieviu ser
o cunlrariu; se para acto lio augusto esla' decente de
chambre, nem i-sn mesmo he mais preciso para
qualquer oulra cousa.
O especiando cm beneficio do Sr. Jos l.uiz de
Azevedo na noile do dia li, foi, como sempre espe-
ramos, bstanle concurrido. O publico apreciando
esse ador em ura riiaua.ourio incuiileslavelraenle he
senhor
O escravo Antonio, obleve passaporle para
Cear era companhia de seu senhor.
O escravo lvo, obleve passaporle para o Ceara
em companhia de seu senhor.
14
O porluguez Jo* Antonio Soares de Azevedo,
legitimado para obler passaporle para Portugal.
Os escravos Innocencia e Laurenlino, obliveram
passaporles para o Rio de Janeiro era curapanhia de
aeu senhor.
Os escravos Luiza e Jos, obliveram passaporle
para o Ierran de Bezerros om companhia de. ses
seuhor.
-. Illm. Sr. coronel.Sem perder de sata a* allen-
"V'f"! ** *<'ml"e guardar para r-m p,-
nor, pode o .b ,,|(, ,,,iresei.lar contra os acl.e.
daquelle. quando elle, ofle.dam se... d.re.lo. ,u
lira... au. bou,,., qttjlnem ,uU)frtm,.
,;ao ra.l.l.r eaoassMa asi ...e...K,.rez.. A ,, d,
honra MnjaSla deve ,,<., culada, e m,!
rece de-culpa e, ., ,.,
os limites que Ihe m.,c ,. 00 j|o P *"
lie a oa honra al..,ne.,l, nileodirta. qne esahai-
so .signados delen. em ; ,,r respeilesanaenle
pederr. a \ S. ...lulgenca. ,,/ dn J
feza, da penna (he. OaKopot .lsllm, e.pre,... ,
possa ser qual.licada de menos bem cld
Os ofliciaea do 1- baUlhl.. d- ...!.., ^
nacional .lo municipio do llec.fe. prezaro allamenle
a di.lincean, que o. collocou sob u dls0 f ,1011roM
comman.io de \ S., ; a esse m-u,. seuUasenlo ate
apreco o furca a ei.girem solemne ; e,,,,,,.,., 0il af
Irona, que Ibes he precipitadamente irioiisdo M
parle dada pelo Sr. enroman lente O i corpo d- rieii-
cia, Iranscrlpta no Diario de l'rn,amliH-> ,\t B>
no evpedienle da respectiva reparlicio. 1, de* elle*
lameulara a deploravel occurrenc.a la no.u as sk
do corrale rae/.; lodo Jeploram qoe fael.w oihi,
ordem se repilam, mas nlo Ibes ic.tencem, nevo
ellra podem iui|iedir laesaceas. Todo qaante ssaja
em soaa forras lecm elles feilo e conlinuarlo a i._
zer, pira obvia-las: cora iso obedecem a V. 8. a
salisfazem seus de-ej... de cuuservar dlesa a bea or-
dem. II in.u|.porlavel, pui-, o ver-se rrae, osa la-
gar de srem reronhendos tac. eioarces, lomei ca-
lumniadas de urna raaneira. qoe de vemos rtpellll ;
porque indignos aeriamos de ront.noar a sanar roen
V. S., se nao apaga-semus com riigmda 'a nodea
com que se nos quer infamar, e a que iaMizenenle
preslno c.'.r o mesmo Sr. commandanle de polica.
Nem um su dos oOici.es, qoe V. S. collecnn n^
fileiras do corpo que command., he rapaz de eaMn-
melier aclos Uo illegacs e infames. V. S. o sane -
e esses ullici.es nlo sao lambem lio obscuras, qae
na sociedade era que vivem nao tejara, mohecidas,
e se Ibes nao pos*, fazer jostica contra a impelarle
de desordeno*, qua Ibes he iu*i liosamente feila na
parte do Sr. commandanle de pilkia. Infetiziatea-
le, jiorera, e-a parle lem de aer lid, fura desle ca-
pital, e a honra e a digniciade nossa, a a da eerps-
rarao a qae perleucemos, no* ao em demasa casa-
ras, para que de*prezemos osa circumslancia, asase
procuremos baler de fenle t destruir a ealanuaaa,
que coaira mis ae levanlou ; que a nao ser tosa o)
mai* digna reapasla que podi. ler i.l moawirusasla-
le, seria o fi ni silencio do desprezo.
Punge-no* denlro i'.ilma dire-lo, maa campes
ler a coragem de o fazer ; adm.ramo-nos, c doeaao-
uos do pouco caso que faz o Sr. commandaale alo
polica da guarda nacional, a qual lambem nertemre
como chefe do estado-inaior da desla rapil.l.qee afelo
hesitan om deixar-se embar de aleivosas aasmaarSam
par. I i ura r n labro de i u la me a signas istOSSaVnt
dessa ror;inrar.io ; entes que nanea a OoTeadoaam,
mies sempre u respeilaram malla, a qae so asm
honrara a classe a que perienrrm. tamhOQl Me a
dealuslram. He desse acto pouco reOeclMe ajjee es
abano assignados pedem repararan, fazeaae-e as>-
bresahir ss fastas de V. S.. que, conheeenee-os ala
mais pedo, melhor Ibes s.bera dar e fazer dar raza*
a jusilla.
Para destruir mleiramenle lal calumnia, basta
appellar para os fados, e para o lesiemuuho d pes-
ao.s dignas de credlio, que presenciar.m e d*lnr-
bio que ...olivoo e-s parle ; e recordar a leasbran-
;a do dia 1 de dezembru ollimo, em qae, per ac-
ca.-ian de facloaiu.si idntico, oa olHciatM, paartan-
do-se como se porlar.m no di. -X desla mes. fo-
r in -ent actos apreciados con, loovor pelo fMern
ate Pernamhuco. Lunge de rnmerarem. alimesMa-
reuv ou augmeiilarem desordem, os eflieiaes da
guarda de honra, contra quem se den a parte de
Sr. cominandaule do corpo de polica, aatiharam
com os piatesa daOSa guarda o relabeieciiiienio 4a
ordem \ langa de agarrarem soldadas de potera
pelas golas das lardas, fui om delira aegaro pelo ta-
labarte por ora desles, e. era provacacao, qaa-i
levado de rojo ao chao. Os abano .lunados con-
sider.m-se solidarios pelo, actos da eut rollegaa m-
-uli.ii,,. iiijn-lamenle, pois qoe loo. a earawtstJsi
que se re-peda, deve reseuiir-se ani geral, da mjs-
ria irrogada qualquer de sea aosVaabros.
Teem elles intima rouvircao do qae, sera pasan
algara dado por riles, V. S. sabena fazer qae da so-
bre elles, e de aobie o corpo a que perla arena, (sane
tirad. impularao, qae adrede feila, sa qau i qaw e
manche. Nao ubstauir, porm, Ua can salad ora
certeza, julgaram.os.li.ixo sesionado*, qae me* csr-
ri.ieslrn.-ia niirj. aran' ,\f mn'lfareme sentida*, par
srern alauIte-lirus tao lrair.ie.ro*. de padrem 1
V. S. pr.ilerr.lu conlra l.ieC ultrajes.
D. benevolencia de V. S. csiaH.m otabsixe assic-
nados o mais benigno amparo ; e della ohrUin na-
do a gracs de alleuder que o aer o quariel da pati-
na a pnsio designada p.n s prara* da |- heu-
Ihlo, he boje um mal, que podo acorralar gravea
d.iuinu.; visto qoe a- pr.r.t do iMlalhae sae asal
odiada* pelo corpo de polica, e pelo ptepria chele
l.d.s por desordeir.s. Em prol sea a de sena mina
rada., pedem o* abaixo aaaagoado*, qne V. te
digne providenciar a respeilo o que julgar mrlliiii
a hem de -eos subordinados.
Vssignario*.Claudmo Kenicio Machado, nao.
jor.Miguel Jote de Almeida Pernambiaco, rapi-
lle.Aiiluuiu Francisco Pereira, espalas.Antonio
V.leulim da Silva Barroca, opila*.Anlonao Jase
Rod.igues de Souza, capillo.J*e Laz Pereira
Jauior, capitlo.Antonio de Paula Fernando* Ei-
ras, lmenle..\nionio Machado liornas da Salva,
lenle.Luiz Francisco Moteir. ne Mondones.
lenle.Jos Brasilina da Silva, lamele.__Lam
Jos Rodrigue* de Souza, lenle.Frederios U
tiuimsi.ie., lenle.Jola Bernardo do Rege Va-
lenca, alferes.Joo d. Cimba Soares liainasaaoi.
alteres.Ju.lo llenriqnes d. Silva, .IfeTet.__Manaal
(iumes de Sa, alferea.Eugenio M.rqae* de Aane-
r.m, alferes. Victorino i. de Saau Iravasaa Ja-
nor, aleres.Cael.uo d. Silva Azevedo, alfares.
Joaqun Arcenm Cintra da Silva, alferes.__
Joaquira da Cotia Ribeiro, alferes.__Furnia* Mo-
rena da C i-la, atieres. Vuloniii Luciana da Ma-
raca da Mesquii. Piraenlel, alferes.Canille Pinte
de Lemus, alfere*.
Recife .10 de merro do 1S.")7.
1
/
A
^"l
saricDaOfw.
Sgtjjgjg U % X&:&kt.
A asssmbla oceupou-se hnnlem com dsHSJHM
do parecer da coraraissau de consliluico sobre o
chainaraenlo de suppleules, o qual foi appruvado.
Approvuu era segunda discus*ao o projeclo n. II
^o augmenta u veurimenlo do* foncciouarios p-
blicos pnivinciaes. o qual licou ainda adiado e pas-
sando a' discuss.lu do arl. 7.- do urramenlo previo- chegar a lena para onde loi orriplurado, H
cial, urarain us Srs. Baplisla, Soaza" Carvalho, Son- '
t Re.*, e Jos Pedro, eaudo ainda cura a palavra
diversos senhores depulado*, adiada a discusslo pela
hora.
A ordem do dia he a rnniinu.ir.lo da mesma.
<0rrc3p0st.> euctaJ.
PASSADO, PRESENTE E FUT RO DOS AMIS-
TAS THEATRAES.
(Veril, e lime,
Houve lempo em que os arlitl.s thealr.es eram
chamados hittries, e r m-nteradi- por toda a pan,
como peoaaee nial cb.-un-a-. vi* c despresaven ; en
algumas culades cheg.v.ru me-ioo cai.sidrr. la*
como entes... excommuiig.dos.
Houve lempo era que loda a senhor. henesla esl-
a va o contado das iiiulheret do Ihealro.
Houve lempo era que oa arlisla* Ihealraes rerehi-
,nn mesquinhissiraa paga men-.l. a vmam naitci.-
valmente. .
Ai aqu pelo qife respeil. ao pa*oads ; agora
ae presente.
O arlisla Ihealral j nlo a charas kitlrie. 'Wat
hisirian nem meio hislrilo.
Outrot nomes mais ouores >eblilaiam es de bis-
li..i.. e sall.rabsnco.
Agora o anula ihealral chama- e artista de meri-
lo, de carlell.i, de menta distiucto, aaaetato, etc.
ele. etc.
Agora o genle j.i nao lem medo nem vergenha
de se r.cliar em contacto cosa u aruslas lhe.lraet.
Fehz o mortal que pode rumprimenlar ota Baile
profundo, aecuder o teu chaiol no de aa tesase
de menlu, apellar a mao urna pura. dan. de r.r-
lello. b-ijar a puna...... do pe de uma bailarina da
genero fiaocez.
Agola os arlislas tbealrae* recebem le paga per
um auno, qa.iulo bastan, par. su-lsntar em baUHaaa
de soldados durante o rae-uio pr.-o.
Agora os artistas tbealrae. qo.si qoe nao tabem e
que signifiquen! .s calcadas e a mec-adam da. mes *
porqoe ,in lam quasi .empre de carru.gem.
Al .qui o prsenle ; vejamos agora o futuro.
Vira lempo em que para ser eteriptur.do para
qualquer Ihealio, u arl.si. Ibe.tr.I se... conviosiba
[..r uma riepul.irao arlislic.
Vira irnip i em qoe lodo o adula lh-.tral qnaado
ear a leira (.ara ande l.n c*cnpluiado, oprr. I*>-
li i., n. prora todos os rirluoii dr msica da mesma
pov uaran t"i na.ln. era al.*, e liara com.iga om se-
quilo de qualro rariiiageu-, carro, de bag.gem. c-
v alienas e damas deeoinp.nhi. eguntc a ca *e>se<
e grande numero de rrlnales, criadas. Leras o
hubo*.
Vira lempo em que os arlislas Ihealraes apenas
adi.iiltiro a sua presenra nm pequeo numera de
mnil.es, os qa.c-, dc|iui< d- haverem oblido a-l.
graca, se considerarlo elevados i ralrgoria de e-
Srs. redactores.-boa parabens a mira nnsmo I
por perleoeer ao I-, balalbio da guarda nacional do' un deu-?* ou hrruc*.
municipio do Recife, ludia um c.mmand.iole, que, | lempo vira, liiulmcide, em qae o* artilles ihr.-
endo em ludo digno rio posto em que se acha eolio- traes rerclierao uu.a paga Uo Ifbnla.a. que loda -
cado, sabe respe.lar-e c cercana devida considera- '
{lo os qoe servem sob suas urdens, lenho olliciaes
qae, escollinl ,s e pruposlos |ior 13o distincte chefe,
jamis se esquecein de mular Ihe n honroso prore-
diuiriilo, jamis lecuam ame compromeliraenlo ou
iudividuo que quizar ser empreiorie, devela rneslrar
que pooooe Ire/eiiios millies | r .una, gaiantides
' i_ i ~ """"T" "Mwiamo es alinelo, jamis lecuam ame compromeiimeiilo ou Ibeatraaa iaaohe
inimilavel, cabrio de aiipl.usos merecido,, nao fa- perigo algu.n, qua..... se Ir... do deicza de sua hon- Imblfjaea ou com
zendo nata do que dar o sea a seu riuuo. ra c da de eorporacle loo onasa quanlo he mconte,- huu.e.".,n?ar se-
tic nmanh'ia.
COMARCA DE SANTO ANTAO'
Victoria 11 de abril.
O religioso povo desla cidade querendo commeme-
rar a Pablo de Clni*to,No,so Redeniplor, ronlri-
buio pan que se celebris* alguns actos da Semana
Sania.
No Domingo de Ramos sahio de lardo em procis-
sao a un igem do Senhor Buiu Jess dos P.usos da
igreja do Rosario, para onde foi IraziJa de vespera ;
o tambera a da Virgem Seohora, que acompanhiva o
tavelmcnle a guarda cvica Pernambucana
. Sim, senhores redactare*, qualquer que seja a
imergeiicia dada, meu* sujir-riores iostcnlam-se (ae*
enmo devem ser.taes qoaes seuijirc o desejei e respei-
lei : baja vista a maneira porque se lera havido pira
aniquilaren) a calumnia com qoe ,-e procumu gou-
reular-lhes o brios, ao referir-se o inolim havido na
ra Nova na noite de -Hi lio pooandu, as propnas pa
pelo Monte-Chrisio daqo/lla epoc. !
Logo qae ch-gue e-'e poni ,- gloria des irli.lt.
dos adore, das Iu.limes, dj Mi-
nino melhor Ihe queiram chaaaar, es
b.io lodnt liisiri.es, e o mando nm
v.i-I-, Iheslro '
Herirla di. s l-.tprrtarmlt
o yi E FAZ O AMOR DA arte:
Lu um pleno que *e lesa seguido em I rai.ra -a.
coi.scquencia da iiilerprelaco de uraa rl.esaal. ,|M_
vi:---.i do t-slainenln de Mr. Bar.ai-, enceolvam-as)
cou-i^nado* os eguniie- pn.meoares rel.live* nana
gmas deste Diario, bao elles polvorizado lao vil .1- j das .eqasteeea u,., precio... fcii.s per e.le ditlinr-
leivoz.a de modo a deizar seus aul ,rcs esmagado sob lo .iiliqu.no.
o aeso do publico despiezo. Ouatr.i viajante* eperav.m anriow. n.. mareen*
reuni, me*mo cora relacao a essa oecurren- do >il,. resaluda da uma atasisorSM que se ,.i,
cia, a om acln de S. S., que era miuh. humilde o
piniao, ainda mais os dlosir.im, anda raais o recom
fazendo ua arena de um hv poseo. Patudas alen
raoraenlo* picare!, acho resislaocia o os i
menda a eitunaxle leus subordinados e de lodos os, dores descobriram ama larga pedia qae servia
MUTTCSDD"



DIARIO DEPERNAMBUCO, QUINTA FEIRA 16 DS ABRIL DE 1857
'.
memoria retordares que
entrada a um sepulcro, llavia nesle pedra mu de-
senlio a fresco, de qualro c.ires, qae repres*nlav*
varios prsunauens, enlre os quaes recooheceu Mr.
t >rrois, por soa soberna rabera inclinada ao lado es-
querdo, o vencedor da Daro. Eraquanlo i pin-
tura na i poda duvidar-se que era da m.lo de Appel-
les, pois que *' n elle fra permiltido retratar o ce-
lebre conqui Noobuma duvida reslava de qae e sepultura dcs-
cobtft* n3o era a de Alevindre, mas a de sen ami-
go Ephettion.
Os quatro anliquarios entoaram um cntico de ale-
gra ao verero cala descolarla, porem depois se cn-
conlraram em una situado bstanle diflicil.
Segundo os termos de um contrato que tinliam
le lo, o que ae encontrare no meio das exea varales
devia dividir-sa em quatro parles igu.iei; porem Mr.
It irru* ler-se-liia antes deludo fosar no Niio, do
que consentir que Ixl cousa so fira-sse, e propoJ! a
eui companheiroi comprar Ibes as parles que Ibes
correspondan!, jaleando que seria orna profanarlo
dividir em quatro partea a miasen) de Alexandre.
A proposta foi rejeitada por um e aceita por doua.
O que oo quiz admilli-la era um ingle/. Koi pre-
cia cortar na pedra a quarla parle que Ihe corres-
pond* do retrato de Alexandre, a qual levou a l,an-
ahire ; porem Mr. Barroia nao o perdeu de vista.
Por eapat;o de seis anuos o eapreilou .* seglo por
loda parte, e por fim leve a saiisfacAn de ve-lo en-
tregara alma a |i-;-, conseguindo assim adquirir a
quarla parle que Ihe fallava do aeu Aleiaudre, o qoe
tlflo alcanniu sem tal ou qual sacrilicip.
NASCIMENTOS E BITOS EM BARCELONA.
Segando os ullmoa dados do registro civil da mu-
nicipalidad* de Barcelona, vise qoe o nnmern de
nascimentoa em I8jli, sobio a 8,238: masculinos
3,217, t femininos 3,0-Jf. O numero de matrimo-
nios monlou a 1,778 ; e os bitos aubiram a ,-JUi.
MEMORIAS DEL'M ASM).
O celebre (ioerraizi, ei-mimsiro llorentino, que
dlssemoi, ia publicar a aoa historia poltica com o
eslranho litlo de Memorias de um asno, realiaoa
j.i sea projeclo em Uenova.
Em frente da obra ha urna gravura emqae o autor
appareee (transformado em asno, presidindo a um
conselho de mnistru>em 1849.
4 EPIKAMMA.
Em om baile da alta aociedade de Madrid, apre-
senlou-se ti roa) eenliora elegantemente vcslida, coro
orna -.na cnnoliue de immensa rodo.
Um amigo general, vendo-a, Ihe disse
V. Ec. Irai-me ;i
me sao mullo grala-.
Porque'.'reapondeu a elegante seuhora eilre-
mamenle lisonjeada.
Porque m fet lembrar a lenda qoe tiv* no acampamento de Bailen.
EXEBCITO AUSf ItlACO.
O eiercito austraco, compe-ae de guardas de in-
fantera, avallarla, artilbaria de campanha, corpoa
technicoe, corpos de Irene* corpos de MgUraDC* in-
- tenor. As guardas comp'rehetidem : a guarda de
areheiros, exclusivamente de ofTiciaes ; a guarda de
Irahans cumposla de sargentos ; a gerdarmaria da
guarda, compoila de sargenlos da guarda ;e a guar-
da do palacio, em que enlram cabos e soldados do
eiereflat,
A Sanlaiia lem K2 regiment de linha, 14 re-
ginieau* frooleiros; e n balalliSo especial frooleiro.
Cad* regiment do infanlaria de Imha rtimpSe-se
no pede paz. de 4 batallles e li companhias, e no
po de guerra, d mais nm halalhao ile deposito de
companhia, algumai ver.es de um batalh.lo de
granadeiros terobem.
O regiment de linha conla na p de pi, 2,S:I0
hnniena, e no p de guerra 3,88t> homens.
Oa catadores formam um regiment de 8 baiillr.es
regiment imperial doi curtidores do T\rol, e 25 ba-
lalhSet separados.
A tropas sanitarias formam li companhias sepa-
radas.
A cavallaria comprehende 8,regimenlns de coura-
eeirtis, e 8 de dragues, qoe formam a cavallaria pe-
aBda, sendo cada regiment de (i esquadroes. A ca-
vallaria ligeira de 12 regiment de ublans,* 12
Je rilioseard", de 8 esquadroes cada regiment.
^ A arlilharia de campanha lem 12 resonemos, um
' ^gmanlo de artilhnria das costas, e am regiment
**t foguetes a' congreve. No p de guerra cada re-
genlo linha i baleras de ti.de 3 e de 12, i ba-
junas a cavado, de 8 pecas cada urna, e 3 compa-
Em lempo da goerra lem mais jima sexta balera
a rav.lio. euma balera de ohureiros.
As tropas de engenliaria formam 12 batidnos
separados, a quatro companhias: os ponlonerus,
6 batalhoes a quatro companhias com os treos de
ponles.
O imperador lem o cpmm indo em chefe do exer-
cito, que se divide enasjpYcrcitos, 13 corpos de exei
cito, divisoe* e brigadas. O imperio he dividido em
It) divseles militares ou generalatos.
N.O HE MA' LEMBIUNCA.
Em um bai|e dado ltimamente em Rroxellas. .
da mancebo., receben a entrada da casa '
branca, e cada joven seuhora nnia Tila verde ; ro-
gindu-se a aenhuras para darem a sua fila ao ca-
valleiro que ach.issem mais amavel, e aua man-
cebos para darem a' dama que man Ihes agra-
dasse.
O homem oo dama que reunisse maior numero
de filas, devia recebar urna prenda do dono na casa.
A mais favorecida das damas recebeu 27 litas, e foi
proclamada 27 veies amavel. O dono da casa pre-
senioou-a com um bracelete. Nenlium dos homens
reuni o numero de Tilas suflicienles para Ihe dar
juz a receber prenda.
/lei e Ordem.)
BSI'aCIIOS 1)R EXPOKTACAO pela mesa
DO CONSULADO DESTA CIDADE NO DA
15 DE ABKIL DE 1857.
LiverpoolBarca iugleza Ann Bfllwin, Johoalon
Pater & Companliia, (100 saceos assucar masca-
vado.
Rio da PrataEscuna inglczn nAaia, Isaac, Cario
iS Cornpanliia, 100 saceos e 150 barricas assucar
branca.
filia tiraciosa Patacho porluguez Liberdade
Bailar & Oliveira, .'17 cascos mel.
Buenos-AvresBarca portuguesa Amazona, Ma-
noel Alvea Guerra, 23 {tipa* agurdenle.
ValparaizoBrigue americano Volante, Aroorim
Irmaos, 00 sacros a-sucar.
ParloGalera poilugueza Olinla, Domingoa Al-
ves Matheos, 10 pranchoC* de pao d'olen.
Lisboa Paladn portuguez Mara, diversos car-
regadores, 170 sarcos e 3 barricas assucar.
LisboaPatacho nacional Alfredo, Manoel J.
Ramos e Silva, i pipas mel.
L-boaBrigne portuguez Experiencia, Amorira
Irmans, It.'iO saceos assucar.
Lisboa--itngue portuguez Bom Successo*, diver-
sos carregadores, 210 saceos e 3 barricas assucar
branco e mascavado, 500 meios de sola, 300 cou-
ros de cabra.
CxDortacao .
Liverpool, barca ingleza Olieron, de lio tone-
lada, ronduzio o seguinle : 2,100 laceo* com
10,500 arroba, de assucar, 1,071 saccas algodao, '.'02
couros salgados.'
dem, brigne inglez Cimbria, de 964 toneladas,
condiizio o sesuinte : 1,000 saceos cora 5,000 ar-
robas de assucar.
Rio de Janeiro, patacho nacional llenrique, de
I2 toneladas, cundozin o seguinle : 7!I8 saceos e
2.1 meios barris assucar, 20 pipis espirito, 20 dilas
agurdenle, 500 saceos farinba de mandioca, 2i di-
tos cera de carnauba, 73 rolos salsa parrilha, I ca-
xa redea de algodao, 735 meios de ola, 5 coaros de
bezerro, 800 cocos com casca, 80 duzias de ditos
de tirar agua, 3 pedras de lillrar.
ECEBEUOKIA DE RENDAS INTERNAS CE-
RAES DE PERNAMBUCO.
Rendimenio .in dia 1 a li .... 8:9619375
dem do dia 15.....0. 502.^)11
cional Laura, por ter a bordo melade do car-
regamento quo con luzio do Rio de Janeiro
e Bahia : para o resto, trati-se com o con-
signatario J B. d.Fonseca Jnior, na ra
do Vigario n. 23.
RIO
de Janeiro.
"patacho Rom Jess pretende seguir com
lirevidadc ; iccebc carga : a tratar coni Cae-
tano Cyriai-o da C M., na roa da Cadea do
Recite ii. 2.
Real co Hpaiiliia quetes ll**'IeZ S a v;i|)Ol'.
jh466f286
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendiinenlo do dia I a 11.
dem do da 13;
34:4079610
3:1085727
37:51693X
^
v?D ::?&.*
sj p&t o
>avins enlrados no dia 15.
Liverpool1( .lias, barca ingleza Malhilde, de
3!9 toneladas, capillo D. Me. Phun, equipsgem
Iti, carga TazeuaJas mais genero* ; a Saonders
Brnlliera & Companhia. Perlence ao porto de Li-
verpool.
N*>v-Ynrk:8 das, barca americana Virginia Es-
lelina, de 257 tonelada', cspilAo Heury Wil-
kis, eqaipagem 10, carga 1,588 barricas com fa-
rinha de trigo e mais gneros ; a Schramm Whi-
lely ,\ Companhia. Perlence a Philadelphil.
fiavios sabidos no mesmo dia.
Buenos AyresBngue portuguez Resolvido, ca-
pitao Antonio Penna, carga assucar e agurdenle.
LisboaBngue por,tuguz Encantador, ciipi.tao
Bernardo Augusto Lopes, carga assucar e mel.
Passageiros, Anlonio Coins de Araojo, Jo3o Luiz
Ferreira Rbeiro, Joaquim Piola Alve, Manoel
de Assis Tavares, Manoel da Costa Cuedes.
&PUti &,
0 Dr. Francisco Comes Vcllozode Albuquer-
que Lins,-juiz municipal, em exercicio da
primeira vara etc. etc.
Faco saber aos que este virem, ou delle
noticia iverem, que em virtude da lei de 19
de agosto de 1846, art. 33 e Av. n. 8 do pri-
meiro de fevereiro de 1847. tenho convocado
o conselho municipal do recurso, que se
reunir na terceira dominga do corrente
mes, e funecionara por espado de 15 dias,
na casa da cmara dcsta cidade.
E para que chegue a noticia a todos, man-
dei passar n presente cdital, que ser allisa-
do nos lugares mais pblicos, e publicado
pela imprensa.
Recite 8 de abril de 1857.Francisco Go-
mes Vello/o do Albuquerque Lins.
fc*lig*a ws.
rWgfT.rjTf '..=!

CAMBIOS.
Sobre Londres, 27 3)4 60 d. e 27 7|8 a 90 d.
* Para, 350 r. por fr.
Lisboa, 95 por de premio.
Rio de Janeiro, 2 por 0(0 de descont.
Ac$8es do Banco, 40 a 45 de piemio.
cotnpanliia de Beberibe 549000.
companhia Pernnmbucana ao par.
Ulilidade Publica, 30 porcento da premio.
a liidemnisador.'i. 52 ide-a.
da estrada de ferro 20 por Oto da premio
Disconlo de lellraa, de'8 a 10.
Dilo do banco8 a 10.
()uro.(Incas hespanholas. 289 a 289500
Moedaa de 6SO0 velhas I69OOO
69400 novas .... I63OOO
1 40000.......9000
Prata.Palacoes brasileiros......29000
Peso* cnluiiiiiari s......29OOO
mexicano*...... IjStiO
Al.FANDEUA.
Rnndimento do dia^i a II. .
dem do da 15, '.,,,.
214:0909423
16:4709263
230:5t09<86
CORREIOGERAL
A mala (un tom de condu/.ir a lancha na-
cional ConceifSo FIAr das Virtudes, com des-
tino a cidedn da Parahiba, l'echa-se boje (16)
[ente, ao meio dia.
SONSBLH ADMINISTRATIVO.
O conselho administrativo tem deVomprai
os objectos seguinle :
Para diversos batalhoes.
Panno a/ol para capoles, covados 4692,
dito dito para sobrecasacas c caigas, covados
847, esleirs de palha de carnauba 670, sa-
patos feitos na provincia, pares 1246.
Quem quizer vender taes objectos, apr-
senle as suas propostas em carta techada
na secretaria do conselho as 10 horas do da
24 do corrente.
Sala das scssOes do conselho administra-
tivo para fornecimenlo o arsenal de guerra
13 de abril de 1857.-----Manoel Ignaoio Un-
ci, major presidente interino.Bernardo
Pereira do Carao Jnior, vogal e secretario.
O lllm. Sr. inspector da thesouraria de
fazenda desta provincia, manda fazer publi-
co, que, em cumprimento do determinado
Sm ordem do tribunal do thesouro nacional,
i'm de ser arrematado de um a tres anuos,
que comecavam a correr do !. de julho pr-
ximo fuluTo, o servido da capatazia da al-
fandega ilcsla mesma provincia,.a quem por
menos lizer ; maiores ou melliores vanta-
gens offerecer em favor da fazanda, e que
nos termos do art. 64 do rcgulamenlo de 22
de juoho de 1836, o referido contrato andar
r em praca por 30 dias consecutivos conta-
dos do I.' de abril prximo futuro em dian-
te, e ser arrematado no dia 30 do dito mez
de abril, a 1 hora da tarde, perante a the-
souraria. Os prelendentes compartan) com
seus fiadores legaltrente habilitados no lu-
gar do coslume.
Secretaria da thesouraria de fazenda de
Pernambuco 2 de marco de 1857.O oicial
maior, Emilio Xavier sonreir de Mello.
No dia 20 deale me., espera-se do sul n vapor
.\VO.N, commandanle Revell, o qual depois da de-
mora do coslume, seguir para Sonlhamplnn, locan-
do nos porlos de San-Vicente, Tcnerifl, Madeira e
Lisboa : para passagens, etc., tratase com os agen-
tes Adamson Ilowie&Cs, ra do Trapiche-Novo
D. 42.
Companhia
i.ave a vnpor Ham-
biirgo Br silt;ir,i.
Espera-i* da Europa um dos vapores desta com-
panhia, e depois da demora do cosluii.e, segura pa-
ra Baha e Rio de Janeiro : qualquer infarinacao,
com o agenlea N. O. Bieher 4 f".., ra da Cruz n. 4.
Para Lisboa, sahira muito breve o bn-
gue Experiencia, o qual lem a maior parte
da carga prompta ; para o reslc delta, e pas-
sageiros, para o queofterece bons commo-
dos : trata-sc com os consignatarias Amo-
rim Irmaos, na ra da Cruz n. 3.
aratatffcS
O .agente Borja, em teu armazem, na ra do
Collegio n. 15, fara' leilao de 0111 estravo prelo, mo-
co, proprio para todo o servido, um dita pardo de
bonita ligura, de 22 anuos, um bonito moleque de
I i anuos, um mulalinho de sele- almos e urna inula-
IimIij de cinco anuos, ambos muilo limpos, oina pre-
I* ptima coznibeira e engummadeira, e oulros
mallos, etc., que se acharao paleles ao exame dos
prelendentes, no referido armazem : sexla-feira 7
do corrente, as 10 horas da maiihaa.
O aganle Borja, em seu armazem na
ra do Collegio n. 15, lara leiliio dos movis
pertencenles ao Exm. Sr. Dr. Bernardo Ma-
chado da Costa Doria, presidente da provin-
cia do Rio Grande do Norte, os quaes con-
sistem.n'uma eleganie mobilia de Jacaranda
com marmore.ricos guarda vestidos de mog-
no, com esp'elho na freuU e sem elle, guar-
da roupas, urna excellente cami francezade
Jacaranda com cortinados, urna grande mesa
elstica, aparadores cout pedra 0 sem ella,
lavatorios da mesma forma, de goslo moder-
no, com todos os seus perlences, guarda-
loucas, solas, cadeiras, mesas, marquezas,
commodas, e meias commodas, e outros
mullos movis para gabinete, quartos etc
lindos candelabros de cristal de quatro a
cinco luzes, lanterna-, candieiros iuglezes,
riquissimos vasos, ealngas o oulros enteiles
de porcelana o cristal para .sala e toiletl, apa-
rellios de linissima porcelana, [iara liquido
e sollido, diips d'; lauca azul para o diario,
vid ros e cristacs para o servido completo de
j urna mesa, um soberbo relogio de parada,
com msica, lindos qua Iros, obra* de prata
um ptimo carro de qualro rodas, inglez pa-
tente, com arreios, n unta infimdade de ob-
jectos de differeules qualidades, c que lora
infadonho innumcra-lus, pois s com a vista
podemser ajui/.ados: terca-feira 21, do cor-
rente as 10 boras em ponto na manlia.
i
Oescarregam hoje Iti dr abril.
Barca iuglezaNaophanlccarvao.
Vapor inglezDaemerendonas.
Calera iuglezallermiouedem.
Barca inglezaMalhildearroz.
Brigu* inglezMariba Milesferro e cerveja.
Bngue austracoLijulucafannha de Irigo.
Bngue brasileiroD. AITonsopipas e barricas ta-
ri**.
CaropeiraLivraraofumo e rharolos.
IMPORTACAO.
Ilrtgoe nacional Laura, viudo da Baha, con-
signado a Jos Haptisla da Fonseca Jnior, mani-
fasluu o seguinle :
70 pipas agoa salgada : ao consignatario.
-' cauoles 10,600 charutos; ao Dr. J. Aquioo
liaspar.
Vapor inglez signado a ageucia, manifestou o seguinle :
37 calxaa fazeodas de algodao, t dita dita de seda.
3 dita* vestidos de chita, 1 dita fazenda de algodao
la ; a Fox Brolliers.
39 calxai fazenda* de algodao. 3 dilas dilas de
ed a algodao, I dita lencM, 1 caixinha relogios; a
Heory Cibson.
6 caias fazentlai de algodao. I dita effelos pri-
vados ; a Saiui ters Brothers & C.
1 eaixa obras de prala ; a Barroca & Castro.
(.2 canos e 1 tar.lo fazend.i de IgooSo ; a Adim-
5011 Howie & C.
S fardos tapetes, 1 caixa perfomarias, 1 dita miu-
dezas, 1 dita objectos d* cobre, I barrica loara : 1
E. Roberli.
caixa. I i n ha 1, 1 dita meias ds algodao ; a Fe-
dol Pinto.
1 caixa vestuarios ; a Rostr.m Itooker & C.
i2 canas fazenda* de algodao ; a J. Rvder & C.
I eaixa fazenda. de la, 1 dita miu l.za-, 1 dila
obieclo. bordados; a Luiz Antonio de Siqoeira
1 fardos razendas de la, 25 caixas qudios a Pa-
ln Nash C.
"i0 barr maulega ; a Tassn 4 Irma...
10 fardos faien las de laa, 38 calas fazendas de
algodao ; a Soulball Mellon & C.
i0 caixaa quejo, ; a F. li. de Oliveir*.
2 aaccos, 2 caiiinhas, 1 escova e 13 einhrulhtis
aniaslras ; diver.oi.
Vipor sardo uViclor Emmanuelu, viudo da lie
nova, consignado a l.emos A C, inanifeslou o se-
guinle .
104 caha, e InO nvias dilas massas, SO caixas e 10
cestos tiatai.i 1 eaixao chapeos de senhora ; a An-
lonio de Alneida Comes.
ti barricas <,,|HS a |re|del Piulo A. C.
117 bala* paiei, 1 eaixao massas, (i volumes b-
lenos de Ihealro 1 pia0 f,ie a l.emos Jnior &
Leal Res. "
1 barril de gesso- a Montecelli |
.OMSLADO tiKRAL.
itendunsnto d" da 1 |. ,
dem do dia 15. .
'%i':m> ^tpfj9*9f5.
THEATRO
DE
santa Isabel
OUIMA-FEIRA. 16 DE ABRIL.
BENEFIGIODA ACTRIZ GARRIELLA
Depois da orche.lra exeeular nma brilhaiile ti/m-
phonia, represeiilar-se-ba o famoso drama em 5
actos
AD\HAGSA\-moPEZ
no qual o Sr. Joao Caelano desempenhara' o papel
de Jorge Mauricio, por elle creado.
Finaliaara' o espectculo com a comedia em um
acto, intitula la
A SOMNMBULA.
Os bilbetes de geraes, camarotes de quarla ordem
e varandas, estilo .1 venda no e.eriplorio do Ihealro!
Principiara' as 8 horas.
Wm
*"?Z:
Para Lisboa.
Onovnc vflciro pilhabntfl porluguez Al-
fredo, seguir para Lisboa com a maior bre-
yidade, pnr ter grande parle da carga enga-
jada : as pjssoas que quizerem carregar
dirija-se a ra da Cadeia do Recife n 12, es-
criptorio de Baltar ir Oliveira.
5!l:57ln6)3
l:059049
63:6305712
BIVKK5AS PROVINCIAS.
Rendimeito do di* 1 a 1.
dem d* dii 18, ,
3.'5U.5J1;12
3I4J47H
3:9099910
^spera-se
at i> di;* 16 (Id c.neiite. o
vapor hlice
^e Liverpool, o qual depois de de-rarresar o que
Irouier para e 'olla locara' aqui para receber carga pira Liver-
pool em direilura.
*;t a a Baha
A velcira e ham couhecitla sumaca nacio-
nal Ilortencia, pretende sahir com muita
brevidade, tem prompto dous tercos de seu
carregam.nio, para o resto, traa -se com o
seu consignatario Antonio Luiz de Oliveira
Azevedo, ra da Cruz n. 1.
Maraiiliao e Para.
Segu em poucos dias o brigue escuna na-
CONSEJES FHANCASES.
PIERRE PUECHE,
Propritair de VHUel et
Caf Vaneis.
Ru du Tr api cite 11. 2.
A l'honncur de prevenir le public et parli-
culiercment ses pratiques qu'il a regu nou-
yellemcnt des conserves franQaisos de qua-
lite supeneures, telles que :
PATCS DE H)IS CRAS TBUFFES.
SALCISSES TKUFFES.
BOUDINSTROFFS.
PATESDECIVET DE LI l-VHE.
THO.N MARIN.
SALMN,
CUAMPICNONS AL NATUREL.
JULIENNES,
etplusleurs autresqualitcsassortics. Le lout
a des prix moderes. || espere otie les per-
sonnes qui connaissentsa ouisino voudront
bien contmuer a visiter son ImM en les
assuranl qu'il fer son possible pour les sa-
lisfairc.
Anlonio da Silva Cusmo faz publico,
que por procuraeo passada pelo tabellio
l'ortocarreiro, tem coiilenJo todos os poJe-
resascu lilho Prxedes da Silva GusdSo,
pata gyrar em todos os negocios du sua casa
durante seu impedimento.
Prxedes da Milva Cusmio faz publi-
co que tem procuradlo bstanle de seu uai
o sr. Antonio da Silva Cusmo, para gvrar
em lodosos negocios de sua casa, durante
seu impedimento. Recife 4 de abril de 1857.
Os administra lores da massa fallida
de Joaquim MitiUo Amaral fazcm o segundo
dividendo de dez por cento.em casa de Isaac,
Curio & Companhia, roa da Cruz n.49.
Vcnde-se carne secca de Ruenos-Ay-
res a tVJ0v, de Montevideo a 4?50O cada ar-
roba, boa : na ra da Praia n 4
Precisa-.se de um bom furneiro para
urna padaria em Santo Anillo, d-se um bom
orJenado: quem quizer appareqa na ra de
Sania Isabel, casa da esquina, qua acbara
com quem tratar.
Precisa-sealugar urna ama para todo
servicodc portas a dentro : na pra?a da In-
dependencia n. 38.
Manoel da Silva Noguaira vai a Eu-
ropa.
^Sociedade de Ensaio Francez.
O I." secretario convida a lodo* os socios com-
parecer buje, as 11) lioras em poni : na ra das
Agoas verdes 11. b, primeira andar.
Oabaixoassignado, solicitador dos au-
ditorios desta capilal, Faz Cenle ao respei-
tavf-i publico, com especialidades aeoscli-
entes, que acha-se residimlo na ra da Praia.
sobrado n. 4i). segundo andar ; as pessoas
que quizerem encarroar de qualq t^o, podero procurar na mesma casa cima,
das 6 as 9 lloras da inatillaa. e das 3 da larde
em diante, que sempre adiara promptsi co-
mo he de coslume.Jnao Caelano de -breo
O Sr. Jofo Antonio de Barros Lacerda,
queira annuneiar o lugar de sua residencia
para se Ihe fallar.
Venilfi-seuin mulalinho com 10 anuos:
quem o pretender, dirija-s a rus da Penha
n. 17, segundo andar, que. achara com quem
tr.itar.
--- Pede-seaoSr. Jolo Cactano dos San-
tos, que leve a scena o drama ti'aca de Dos,
fazcndoS S. a parte <) comtnend'idor, pois
he esle um dos dramas que o nublico mais
aprecia, e que mais concurrencia leve as
Nudosas emprezas do disiincio actor Ger-
mano Francisco de Oliveira, certo como es-
tamos dos desejos que nutre o Sr. cominen-
dador em apresenlar espectculos que salis-
lacam ao publico, he que nos atrevemos a
fazer este pedido, Os apreciadores do m-
rito.
PASA APRE-
CIAR 0 THEATRO
Vendc-se por 609000 um rico binculo pa-
ra Iheatro : na praca da Independencia
11. 24.
CEBLAS.
Ja dosembarcaram as ceblas de Lisboa, e
Vendem-se no armazem de Barros & Silva.
A administrac3o geral dos c nienlos de caridade, lando entrado na posse
das casas abaixo declaradas, pertencenles
outr'ora ao hospital do Paraizo, manda fa-
zer publico aos respectivos Inquilinos, que
no dia 23 do correle, pelas 4 horas e 1|2 da
tarde, na sala de suas sessoes, no largo do
Paraizo, deveriio comparecer munidos dos
seus recibos, alim de se verificar at quando
estSo pagasaa respectivas rendas.
Fregue/.ia do Santo Antonio.
Roa da Cadcia, casas lern'as ns. 6, 8 e 10,
e sobrado n. 12 ; ra da* Crtizes, casa tor-
rean. 4; ruados. Francisco, casas terreas
ns. 5 e 3 ; ra da lloda, casas terreas ns. 1,
33e 29; ra Nova, sobrado n. 32; ruado
Queimado, sobrados ns. 34 e 36 ra de Mor:
tas n. 30; ra Direita, casa terrea n. 15;
ra de Santa Rita, casas terreas ns. 76 e U2 ;
ra do Padre Floriano, casa terrea n. 39.
Freguezia da Boa-Vista.
Ra do AragSo, casa terrea n. 8 ; rita da
Alegra, casa terrea n. 46; ra Vclha, casas
lerraaS ns 42 e 73.
Administrarlo geral dos eslabclecimentos
de caridade 14 de abril de 1857.O escrivo,
Anlonio Jos Comes do Correio
Deseja-se saber aonde existe Joaquina
de tal, tintureira, que morava na ra Direi-
ta, para entregar um vestido branco de seda
lavrada, que o abaixo assignado dora para
Ungir.C. F. Martins Ribeiro.
Na roa do Livramenio, casa n. 6, ven-
de-se lcite puro a dous tuslOes cada garra-
fa ; todos os dias as 6 para 7 horas da ma-
nhffa.
Vende-se urna estante eOfidraajada e
urna commoda, tudo de amarello c em bom
estado, urna lileira nova e muilo boa: na ra
Imperial 11. 63.
Saca-se sobre o Porto qualquer quan-
tia a vista ou a prazo, pelo prximo paquete
inglez Avon : no escriptorio da ra do ira-
piche n. 40.
@g t*^ s-* as g aja^s *
l'ttlilos fra11ce7.es. 51
f Vendem-se palitos e sohrecasacas de pan-
no lino prelo e decoros, com gola do vello- 9
* lo. de 22J a 2S3UO0 casacas Trncelas for- fJ
9 radas de seda, a 2X.; ; palitos e sohrecasacas Q
de alpaca.de 73 a 10 ; ditos de linha a :i? ; *B
g calcas de casemira pret* e de cores a In- e
Si 12?(KH) ; rolletes de rusti a 29500 ; dilos de ;:'
ti selim preto e de cores, de 53 a 83000 : na rna -:
9 Nova, luja n. 4 *
HttmiM-tMMMI S3)
O padre e>os Leite
P.r*rtaeira, achai|do-8
eiu'arreg-ado porsan mano
Antonio Leit Pita Orti-
cueira, para i ministrar
todos os seus bens e arre-
c>idar seus ret di me utos,
conforme a piocuracSlo
bastante que ihe cjnferio
em 15 do corrente mea, pe-
lo presente avisa a quem
interessar possa, dest o<
correncia, rogando ao v-
S'itltistian) Augusto Pin
menta de tiioui \ Peres, ex-
,ditiinistrador e procura-
U>r do dito seu mano, (t
* iresentar^lhe a sonta d
ita despoza./ do teni-
' ns do dito seu tu no; na
i itelligencia, que de boje
emdiant serios a lugues
das casas recebidos (telo
mesmo padre Leite. Ke-
cife 15 de abril de 1857.
Cavallo.
Vende-se um cavallo
grande e possante, para
cabrio!et: ni coclieira du
ra (Ja Guia n. i
Mauteig'a ingleza su-
perior viuda pelo vapor
Dae, sabe boje da aifan-
de-) : a tratar com Tasso
i rmaor.
0 abaixo assignado, referindo-se ao
seu annuncio publicado nos Diarios de 11 c
13 do corrente, declara que havendo oSr.
Francisco Comes de Oliveira, resolvido ulti-
manieote ir lambem a Kuropa ; o mesmo a-
MlXO assignado, deixa s o Sr. Jnsi- Joaquim
da Cosa Leite Jnior, por seu procurador,
com plenos poderos para a drecQo e ges-
tan de todos os negocios de sua casa. Per-
nambuco 1* de abril de 1837.Augusto C.
de Abreu.
Achou-se honlem na ra da Ordem
Terceira de S. Francisco dcsta cidade, urna
llr de ouro esmaltada, com diamenle no
centro : a quem pertencer, procure ao ca-
pilo Honorato Joseph de Oliveira Figueire-
tlo, no Poco da Panella, que dando os sig-
naos certns, se Ihe entregar. Km poder da
mesma pessoa cima, anda existe um a-
nej de onra que l'oi achado em urna das bin-
doiras da povoaco do I'oqo da Panella, con-
forme ja l'oi auuuuciado pelo jornal, nos pri-
meiros 'lisas de fevereiro do corrente anuo,
O qual aimia niio foi reclamado : a quem per-
tencer, pode-o ir receber na mesma casa.
Precisa-se de um bom forneiro: na
ra de dclraz da matriz da Boi-Vista, pada-
ra.
Antonio de S Lopes Fcroandes, vai
a Portugal tratar de sua saude.
Joaquim liias Fernandas, vai a Kuropa.
Hoje 16, asIO horas, na ra da Praia,
no armazem do tinado Manoel Pereira da
Silva, haver leiliio ta carne secca exislente
no m.;smo armazem, e oulros objectos, tudo
pertencente a heranca do mesmo (nado, em
presenta doSr. Dr. juiz de ausentes.
-- Precisa-De de um moc,o que escreva
bem, para um escriptorio de, advogacia, dis-
tante desta cidade seis leguas, na praia do
Caldereiro: a fallar com o Sr. Francisco de
Paula Leofoino do liego.
Precisa-se alugar um preto de meia
idadt-, que entenda de tratamentq de caval-
los, e serviQO de casa : em Santo' Amaro ao
p da rundifSo, taberna de Jos Jacintbo de
Carvalho.
COUPANHI* VIGILASTE.
Os senhores accionistas s3o convidados
para rcuuiiio exlraordiaria da assembla ge-
ral, alim de se tratar to disposlo nos aris.
5.' e 6.- dos estatutos! sabbado 18 do cor-
rele, ao meio dia, na sala das sessoes da
mesma companhia, ra do Trapiche u. 14,
segundo andar.
Traspassa-se as chaves da melhor loja
do Passeio Publico n. 9, por estar muito a-
fruguezada, propria p'.ra qualquer princi-
piante com fazendas ou sem ellas : a fallar
na rae-mu,
Melado do billiele inteiro n. 2968, per-
lence a John W. Studart, do Ceara.
- Na ra Augusta, taberna de Costa &
S, vendem-se os mais frescaea queijos do
sertao, a prero de 640 reis a libra, e sendo
intoiros a 600.
Precisa-se alugar urna ama forra ou
captiva : na ra de Hortas n 10.
Pede-se a todas
as pessoas
que tiverem capas da irman lade do Senhor
Bom Jess dos Passos, em seu poder, assim
como hrandes, o favor de mandar entregar
ao thesourciro na ra da Cadea do liecife
loja n. 13 Jos Francisco da Silva Teixeira
c Mello, Ihosourero.
Precisa-se de urna preta de meia ida-
de para fazer o serviro diario de unta casa
estrangeira : na ra .Nova n. >.
Aua /Vovan. i 2
Acaba de receber relogios de todas as qua-
lidades, lambem oculos para todas as vis-
tas, poi preQo muito em conta.
- Est eui negocio para ser vendido, o
sitio il.i estrada de Joao barros, defronte do
da Cw-icata, o qual se acha livre e desemba-
raeadti, de qualquer liypotheca, bem como
quite co n h fazenda nacional, porm se por
qiial.|in-r mulo alguem se julgarcnm direi-
lo a mesma propriedade, devera comparecer
no prazo de tres dias na praia da Indepen-
>lcncia n. 4. '
O Dr, Jernimo Vilella de Castro Ta-
vares, nao pudendo pela celcridade de sua
viagem, despedir-se pessoalmente de lodos
<|iianlos obonram com sua estima e consi-
deraco, pede-Ibes desculpa dessa falla in-
voluntaria, e ollerece-lhes seu presumo na
corte do Rio de Janeiro.
Jos Das da Costa Car lia!, faz scicnte
ao publico que o Sr. LeovBO >oriano da Sil-
va, nao tem m-iis gercncU algtima na taber-
na do aunuticiante, desde odia Vi do cor-
rente.
Retratos
lio
Insigne actor Joo Cae tao tos Santos.
Vendera-se as lojas dosSrs. Jos CsrdOM
Ayres, na roa da Cadfia do Recife, e Sr. Jos
Nogueira de Souza ra do Crespo n. i, pr-
ximo a ponte, a afaoo, c 2o000, conforme o
modelo e papel que he excellente.
Aluga-se um moleque de 15 annos bem
procedido, que se alianza : na ra das Trin-
cheiras n. 29.
Compram-se ps de sapotil em termo
de seren mudados : na ra das Trincbeiras
n. 29
Precisa-se de urna ama para lodo o ser-
vico de urna casa de Tamilia : na ra Nova,
sobrado n. 23, segondo andar.
Para seohorase
meninas.
A loja da ra Nova n. 4, recebott pelo ulti-
mo navio francez, lieos chapeos para senho-
ras e meninas, eos mais modernos touca-
dos, e vende por commodo pret;o.
Mussulinas pa-
ra vestidas.
Vcndem-se mussulinas do cores para ves-
tidos, do melhor c mais moderno goslo, ten-
do grande porcao de padroes para se esco-
Iher, e diio-se amostras com penhoros : na
ra Nova, loja n. 4.
Charutos finos
A loja da ra Nova ti 4, receben pelo ul-
timo navio vindo da Babia, um bello sorli-
mento de charutos linos, c vende por barato
prego.
Fugio no dia 21 de mareo prximo
passado, urna escrava de nacfio Angola, de
nome DelOna, com os signaos seguales
altura rcgui;ir, tem os dedos dos pos junio ao
mnimo, mais curios, he muito ladina, cos-
to ma intitular-se Torra, levou vestido de
Chita de quadros aztres, e panno da Costa :
roga-se asauloridades policiaes, e capilaes
do campo, de a apprenderem e leva-la a roa
da Madre de Daos n. 42, que sera(generosa-
meute recompensado.
Vende-se um escolente escravo crioulo
idade 18 anuos, ptimo ollicial de carpmte-
ro, sem deleito algum, para tagamento de
dividas, do que sera o comprador convimci-
do com os documentos que se mostraio :
na ra da Concordia, segunda casa sem nu-
mero, depois do armazem do Sr. Pedro Tei-
xeira Guimarffes.
Precisa-se de urna ama para o servico
de urna casa de pouca familia : quem pre-
tender, dirija-se a ra da Praia de Santa Hi-
ta, segundo andar n. 25.
Compra-se una casa que niio exceda
de 15 de aluguel, e prego de um cont na
roa da Roda n. 4.
Precisa-se de olciaes e costeiras de
alfaiate para toda a obra: na ra Nova
n. 52.
O r. .los Antonio
jjeiiera Barbosa, tem
Urna carta de seu pa, na
ruado Crespo n 17.
Cutilaria.
O abaixo
a J a i i; nado
vendo no
Dia ro n.
81 rl |3 do
frrenle,orn
annuncio do
Sr. Osear D* ferdo a nDicina de cuidara de Mr. Poininnleau
para o aterro da Baa-Villa n. .">2 ; peruunla ao
mesmo Sr. Dratibcaas, para qoanla* parle foi
Iransferida dila ollicin.i, pois que sendo aliaiio
***igna la e miiclnuas pertencente* ao dito oDirio, como
consta lo anniinrin que alinito vai publicuilo pelo
mesmo Sr. Pomiimlrau, por isso avisa ao respeila-
vel publico que be falso o que u Sr. Deslheaui
anniinri.i, pois que o annunri.i abaiio Iranscriplu
tira iodns as duvitlas a esle respeilo.
. Manuel l'errira Lope* fibeiro.
ANNUNCIO.
Mr. I'ommaleau, leudo de retirar-* para Franja,
ivisii ao ii--i.ni 1,.vel publico que veudeu lodaa aa
suas termnenlas, rnaci.iiias e mais perluiices len-
denles ao seu odlcio. ao Sr. Manoel Pereira Lopes
Ribeiro, confronte a matriz da Boa-Visla n. 8(i, o
qual se arba com loda* as habilitaces para eonli-
nuar nos misteres de sua profissilo, como sejain :
ainnla^oes, limpar e concertar espingardas, espa-
das, facas e loda a qualldad* de eoueerlo* : as pes-
soas que de seu pre(inio se tuirerem utilisar, pu-
dein dirisir-se a casa cima, que scrao servidas
com o maior telu e promplidSo p**sivfl.
Fugio no dia 3 do corrento o escravo
jGuilherme, de 26 anuos de idade, baixo,
IgTOSSura regular, cor lula, sem barba, bei-
| qos grossos, linge-se humilde, teve bexigas
a pouco lempo, e levou urna pequea por-
iciio de roupa,cre-se que se tenba dirigido
| para Serinhaem donde he natural, e a pon-
teo ehegou O S'-u senhor Dinamcrico Au-
gustbdo liego l'.angel, morador na ra da
UniSo desta cidade, recompensa o trabalbo
e as despeas de sua captura.
Precisa-se alugar um primeiro ou so-
, gundo au lar em um do- bairros desta cida-
de, preferindo-se em Santo Antonio ou S.
Josi : na na da Cadea do liecife, loja n. 50.
Fazem-so capas, halinas, chamarras e
' capas vatorias : na ra da Son/ala Nova
t). 36.
Foi entregue no sobrado desta tvpo-
graphia um par de botas jocliieiras q'ucm
as m-dou ou for dono dellas, queira man-
dar busca-las, dando os signaes.
- O abaixo assignado, morador na cida-
de do Rio-Formosu, pede a todos que se lu-
garem seoscredores, que apresentem suas
contas at o da 30 do corrente para seren
pagas, por tnr o Mesmo do fazer urna va-
gem.para fra to i nperio, e quer licar sal-
dado com todos; assim como pede a todos
os senhoros que Ihe siio devedores Ihe fa-
Qam a mesma gra<;a, a pesar de que a sua ca
sa tica gyrando da mesma forma.
Antonio Comes de.Maccdo.
Arrenda-se o engenho Cajabussu', si-
ta na freguezia da villa do Cabo : a tratar
em Oln ia com o padre Fr. Ualdlno de Santa
Ignez Araujo, no mosteiro de S. liento.
Sebastio Jos de Barros Brrelo vaW
a Europa, e deixa eocarregado de seus ne-
gocioso seu cunliado Luiz de Albuqueraue
i Marauliao.
\Iodas france-
zasa
Na loja n. 1, aterro da Boa-Vista, de ma-
damc Iiuessard Millocheau, recebeu-se pelos
ltimos navios um lindo cscolhimcnlo de
modas: chapese enfeites para scnliora,
capellas de llores e guarnices jiara vesti-
dos, vestidos bordados para bailes, ditos de
blond bordatlos para casamento, ricas man-
tas para iiovs. capellas e caixos de llores
de larangciras para culeitaros vestidos, col-
larinhos e maogas de bieo verdadeiro, ditos
de cambraia c fil, leudos de retro/, lisos e
bordados de matiz, veos pietos, branco*.
azul e verdes para chapeos, lindos chales
de nico prelo, eiiQOS de cambraia de linho
borlados, liras de cassa e de cambraia bor-
dadas, cnlrcmeio de dilo, boles para casa-
veis, csparlillios, trnqas e franjas para ves-
tidos, bicos de linho, loucados de liia, ga-
loes, litas, filos e cambraias linas, tarlala-
nis e mais fazendas muito em conta, as
quaes pelo bom goslo e baralcza agradaran
as freguezas.
Da fabrica de sabo da ra Imperial,
desappareceu no dia 12 do crreme o escra-
vo Pedro, propriedade do Sr. Candido C. C.
Alcoforado, com os signaes seguintes : altu-
ra regular, secco, cor lula, rosto chupado,
bocea grande, com falta de denles, olhos
esbranquicados, pernas arqueadas, e talla
bem ; levou caiga de casemira alvadia, ca-
misa de madapolSo o chapeo prelo ; he li-
lho do serliio e foi escravo do Sr. Anlonio
Jos Zacaras de Carvalho, morador no lie-
cife, onde he bem cotilleado : quera o ap-
prehender, leve-o a dila fabrica, ou a seu
senhor na ra do Amorim, armazem dos
Srs. Cuimaries & Alcoforado, que ser re-
compensado.
Aluga-se urna casa terrea de pedra e
cal. com 2 quartos, 2 salas, cozinha lora e
copiar, cacimba e banho no fundo, no lugar
da Baixa Verde da Capunga : quem quizer
alugar, procure no mesmo lugar, ou na ra
Nova ii. 43, loja de sellciro.
Os abaixo asignados com escriptorio
na ra da Cadeia do Reciten, ti, primei o
andar, alem de alguns dos gneros constan-
tes de seus ltimos annuncios, acabam de
receber pelo hiate Duvtdoso, que ltima-
mente ehegou do Aracaly, boa sola, cera
de carnauba e goinma de mandioca, o prego
e qualidades desles gneros animaro os
compradores.Gurgel lrm3os.
Domingos Al ves Ma-
tlieus sacca sobre o Porto*
Precisa-se de urna ama para casa de pooea fa-
milia : na ra Imperial n. 41.
Precisa-se alucar um liomein livre ou mesmo
escravo, e um menino de 10 a II anuos : I Iralar no
biirro de S. Jos, ra do Forte D. 3.
0. Mana Felicia da Silva Sanloa. viuva de
Jolo da Silva Santos, declara que nao se uipnll*
bilisa por qualquer. debito contrahido depuis desla
data que nao for justificado p*r documenlo por ella
asiando e rubricado por seu llllio Dr. Augusto
Carneiro Monleiro da Silva Santo-, que 13o somenle
se acba aulorisado a Iralar de negecios que lile di-
tem respeilo, cas-ando deste modo qualquer aolo-
risacao anterior. Hecife 11 de abril de 18.Y7.
Dr. Aususto Carneiro Monleiro da Silva han-
loi, para prevenir qualquer duvida feila puroulrem
em sea nome, ou com rubrica de su.i. rereilas, faz
scicnte que nao loma a responsabilidad* por debito,
posterior a esia dala, que nilu for loslificado por
documentos por elle BMlgoad* pur eiteusu. Abril
11 de 18.">7.
Da-se dinheiro a juros sobre penbores
de ouro ou prata, no largo do Terreo, segun-
do andar n. 1, na mesma casa precisa-se de
urna ama.
Na ra Nova loja franceza n. 17, de
Theophile liobcrt, he chegada a primeira a-
gua de colonia de l.ubin, guc se fabrica em
Paris, he bem conhecida, e de muita ulili-
dade, por ter o presliino at de ser applica-
da para dores, alem do agradavcl cheiro, por
ser pura, e nao ter militas misturas.
precisa-se
de urna ama para o servido de urna familia
pequea : na ra do Pilar n. 12.
No dia 8 do corrente, desencaminhou-
se i sabida da alfandega, um barril de 5-
com vinho de Lisboa marca JRS e Pitli :
quem dolle der noticia, dirija-se ao despa-
chante J. A. Vicira de Souza, que ser grali-
licado.
AVISO.
o; vice-contulado sardo faz scieole, que de ora
ero dianle eiiair o seguinle porte pelas cariasen-
viadas por meio dos vapores da Cooipanliia Trama-
ttanlica.
Pagar se-lia .VK) ris por caria da 7 ', grammas ;
a que exceder dobrado, Hiim por diante :
Para Hespanba.
ara iiespanlia. .\
Portugal .( ....
Cdbrallar. .>'"e """Sutorio.
R.da Prala.)
Para Inglaterra, .vil* facullalivo o pagamento Allemanba f francliissemeol) aqui, ao mesmo
l'r.'iin; i /porte.
I Italia. .1
Lotera
1)4
Provincia.
COME IIOJK.
O abaixo assiynado ainda lem um reMn
de seus fili/es bilbetes, rucios c quartos d*
segunda parte da sexta lotera do Cvmnasi
Periiambiiiano. os quaes no estaosujeilos
ao descont da lei
Por Saliistiano de Aquine Ferreira
los Fortunato tos Santos Pono.
Pede-sc ao Sr I. C. a. M. que vrnha
pagar os vales qoeesUo vencidos a mirlo
lempo, pois se o uo lizer lera o desgo>ln
de ver o sen nome por extenso, c os porme-
nores desse debito o mais alcutna cousa.
No dia II do corrente, fugio da cidade
de Olinda, o escravo Joao, crioulo, de Si a
10 anuos de idade, pouco mais ou menos,
com os signaes seguintes : cor preta, esla-
I ura regular, ebeio do corpo, rosto barbado,
sem denles na frente da gcugiva superior,
alguma cousa gago, cabellos carapiohadon,
entre os quaes ja apparecem alguns blancos,
c com urna cicatriz em urna das pernas ; o
referido escravo he mais condecido por Joo
Calumbi, e suppoe-se que eslea escondido
as immediacoes da cidade tllinda, ou rotSo
que se dirigisse para a freguezia da Gloria
de Coila': ,queni o apprebeuder conduza-o
a cidade de OlinJa, casa terrea com solo
no pateo de S. Pedro Apostlo, ou ao en-
genho Abreus, na comarca de Naiarelb que
sera pago com generosulade.
Me chegada a arcana Dous Irruios.
com o carregamento de arre/ pillado, e cas-
ca : no caes do liamos para ver, e trata-so
com Ferreira mesmo.
A'uga-se urna preta boa cozinbeira :
quem a prelen ter dirija-se a ra Nova n. 21,
loja. %
Agenda de
saporle e foi lia con id ?
Kl A DA PRAIA N. i:l, |. ANDAR.
Claudino do liego l.ima, di-spachanie pela
reparliQao da polica, tira passaportes para
dentro e fra do imperio, e Tolha corrida,
por commodo pre^o e presteza.
Fugio um moleque da nome Amaro,
com \-> annos de idade, cor fula, olhos gran
des, pestaas compridas, testa de bico, e os
ps no andar he como o de papagaio, quan-
do talla he alguma cousa gago, tem em am-
bas as maos do lado do-oedo mnimo um
signal como de verruga : quem o pegar le-
vc-o a ra da Cadeia do Recife n. 9, ou ao
sitio de Jos llaplisla Ribeiro de Faria, na
Estancia.
Francisco Comes de Oliveira vai a Kuro-
pa tratar de sua saude, bstanle deslnorada
mormente em consequencia da prolisso a-
gente de leiloes que lem exorcido durante
longos annos tiesta praca, e sol sua inteira
responsabiiidade, como se presente Tora,
deixa oSr. Joao da Cruz Macedo, por seu
bastante procurador, com illimitados pode-
res, e para em tudo fazer suas vezes, em-
quanlo ausente.
F.u abaixo assignado, scientilico ao pu-
blico cm geral, que ninguem trate qualquer
negocio, que por ventura o Sr. Francisco Mo-
reira de Carvalho. do lugar do l'.irro, fr>-
guezla dos ,\fogados, tente realisar com o
seu moleque Antonio, por se achar em meu
poder para azer face a importancia de urna*
lettras que o dito senhor me. he (levador, e
ja vencidas ha mais de seis mezes : declaro
mais, que se oSr. Francisco Moreira de Car-
valho, nao vier salvar a importancia da
mencionadas, al ao fim uo corrente abril,
ou usatei dos meios judiciaes a meu alcan-
ce, ou declaro desalo ja realisado aquello de-
bito, leudo cm pagamcnU) o dito niolo|tic :
portante uingucm podera trai'Saccionar so-
bre o mesmo molet|tic, cm bvpolhec*, ou
venda. liecife 14 de abril de 1857.Fran-
cisco A Ivs Monleiro Jnior.
pas-
- v- \*r '*r tmt \tr i
Botica
-;:-

:;-i
,
Os abaixo assignados, com loja de ourives
oa ra do Cabug* n. 1,1, confronte ao pateo
da matriz e roa Nova, fazem publico, que
estSo recebendo continuadamente as mais
novas obras de puro, tanto para senhora
como para homens e meninos : os precos
continuam razoaveis, e passam-se contas
com responsabiiidade, especificando a qua-
lidade do ouro de 1* ou 18 quilates, licando
assim sujeito os mestnos por qualquer du-
vida. Seraphim dclrm&o.
OSr. Antonio Correia Cabral, queira
procurar na ra do Vigario n. 5, armazem
de cabos, urna carta viuda do Aracaly.
Aluga-se urna casa na Passagem junto
a punte grande com bastantes commulos
Para urna familia : na ra Hircila n. 3.
- Na casa dn delencSo, relila n. 9, se-
gunda ordem, acha-se rccolnido Jos Copes
da Silva l.ima, o qual precisa fallar com o
Sr. Jolo Antonio Lopes Chaves, p*ra negocio
de seu inleresse: pede-se ao dito senhor,
tenha a bondad de ah chegar.
Oscnpreiteiros do caes e aterro do
Forte to Mallos, scientilicam aos donos das
ma le ras all depositadas, queno prazo de
oito dias, hajam dalii as remover, visto que
se vai definitivamente acabar com dito a-
terro, licando dilos aterradores, dessa data
em diante sem responsabiiidade alguma,
para com dita madeira, "Triando ella sujflila
no caso de nfio removida, a fazer parle do
mesmo aterro ; c para que alguem se n;1o
chame a ignorancia,mandamos passiro pre-
sente, em que nos assignamos. liecife 13 de
abril de 1857.-----Francisco Uolellio de An-
drade.
Lotera
provincia.
Corre quita n-feira i 6 ti o
corrate*
P. .?. Layrne.
A pessoa que sexla-feira ultima, offe-
rcreu !ll)0/0t)0 reis, pela mei-ag ia, moder-
na, bem construida, em chuna propnos c
que rende 8^ rs. mensaos, pude tornar a
comparecer a ra de Hurtas o. !I2.
Perdeu-sc na noite de ler<;a-rcira, tima
pulceira de ouro, a qual foi perdida desde
a ra do Crespo, Cadeia, au- aigrejadeS.
Francisco : quem a achar.quereno restituir,
leve-a a ra augusta n. ..(.. aiu se apresen-
tara urna igual, assim como sera gratificado,
querendn.
L'ra homem Portugue que sabe ler e escrever
deseja arr,ui|ir-se como feitor, em algum engenho :
quem precisar aonuncie para s-r procurado, ao
mesmo nao llie diftreusa; er pertijjou longo da
pri;a.

LM PEKNAMBICO
IN i)K.
SAKINO 0LECAKI0 L. PIMO. Q
Rita de Santo-Amaro (Mun- 53
do-\ovo) n. G. U
sS3 Nesle cslaheleeimeiit* eiislem os medica- %
g* mentos mais adequadus ao* climas do mw- a
, prepirados com a maior vigilancia pei*
>. propnelario. %J
-f> Kkistem medicamenlos preparados un Km Sk
Ot de Janeiro, que se vendem por precos bai- k
x'"' '"''' "'" Karaote sua erticacu. ^
...? A experiencia lem demonstrad* que os fy
_.',. mediramento* iqui preparados prodoiera ^
' S$ do que os qoe ns noc vem .-1 "* preeo sao fitos, sendo mais cares, po T,
V serem melbore, os preparados em Partan V
3 buco.. Q
THESOURO IIOMKOPATIIICO m
OL
Vadc-Mccuin I
DO M
HOMBOPATHA
PECO IIR. *
t SABINO OLEI'.AKIO L. PIMO.
^i Esta preciosa obra contina a vender-
... na bnlica renlral, a IQamBB n brochara e
Vif 11cono encadernada. I,
Precisa-se de um caixeiro que alione
sua capacitlade, e que tenha pratica de ne-
gocio, para a padaria do paleo da Santa Cruz
a entrada da ra do liosario n. 33.
Precisa-se alugar urna pessoa Torra ou
captiva, para o servieo interno de casa : a
tratar na ra Nova D. 31.
Cutilaria.
Foi transferida a ollicini d* rutilan de Mr.
Pommalean, para a casa de Osear llesliuoaus, i,..
Ierro da Boa-Vial* n. .Vi, onde rontinoam a Ira-
balbar no seu hbil oflicio : pode ae: .roturad In-
dos os dils.
Aluga-se para ama urna mulata faaj
sabe engommar com perfejco, veste bem
urna senhora, e o mais arrimo de casa, e
fiel : na ra DireiuPn. 32.
Um rapaz cstrangeiro de boa conduc-
ta, ollercce-se para enfermeiro. ou caixeiro
de algum engenho : quem de seu prelim se quizer ulisar, dinja-sc a ra iloTrapi-
che n. 14 ; na mesma casa ha um linmciu
com as hibilitacas precisas, para adminis-
trar ou felonsar urna boa fazenda.
lioga-se a Sra. I). Joaqu.ua Iguaria da
Costa Miranda, moradora na ra Imperial,
baja de no prazo de oito das r jsgalar ns
seus peuhores, do contrario serio vendidos
para pagamento na ru* Nova n. 33.
I>a-se a quanlia de dous cou'.os de reis
a juros, sobre penbores de ouro .ou prala*,
ou hypatheca em l.cns de rai/. : a Iralat na
ra Nova n, 53.
REMEDiO DOMESTICO.
Pilulas depura-
tivas, anti-beliossM, ilo
Dr. Alian.
Ilecommendamos ao publico esto cxr-el-
lente reme lio, iutrodnzido un rasil em
18i. NSo ba molestia in.iisobsliiatlaque
seja, que puaaa resistir ao ''aaanli judi-
rioso dcsle-ajxccllcnt- reme,lio. Kslas pitil-
las impedem a-, molestias conUirjaMM, so-
bre tudo as de nali hiinica. s.lo
igualmente boas para indigestad, coio para
a diarrhc.i, apoplexia, asilima cas mais af-
hcCdes do peilo, conslii-ai.cs, as iimlt-sli is
% seunoras cm geral. ;toda a oualidadc ile
lobre, areui.irrlioi.as, molestias'dua olhos
'dresete calida, molestias de pe le, reuten-
t;.lo das otjrinas, e oulras molestias das vas
ounnarias. nico deposito em Pernambuco
no escriptorio de Vicente Ferreira da Cosa'
largo da Assembla n. 9, a mil res o vidri-
nho.dez mil reis duza.-O. PalmerRio de
Janeiro, deposito geral, ra dos Ounvet
n. 81.
MJIXSDD"
ILEGIVEL


DIARIO DE PERNAMBUO, QUINTA fEIRA 16 DE ABRIL DE 18.Y7.
IOREIRA k DUARTE. 1
LIJA III URIVIf
Rua do Cabaga' n. 7-
Adereco.de brilhante, ^
diamantes e perol*, pul- 3
I veiras, alflneles, brincos
e rozeias, boloe anneis *
J de diflerenle oslsede
'?. diversas pedral de valor.
1 i
* Compram, vendem ou *
troeam prala, ouro, bri- ^ pvjs ;itt
lhanles,dian.anlesep.ro- | "|W-
|{&iVS:.naS:| moderno y:osto, tan-
OURO EPRATA- *
Adereroa completos de J
3 ouro, meiosdilos.poleei- '?:
? r;i-. alfineles, brincos
. rozeias, cordoes,trance- gj
: lins, meriallias.correules ?
AeCel)eill PUF tO- $ee,,fe,lP"reloi!o,e*
- r. j, *; oulrosmuilosobjeclotde S
dos os vapores da jfiu- -
* s Apparelnos completos, *
OOraS Uil lliaiS prala, para cha, ban- |
oulrosmuilosobjeclo
> ouro.
'i
>:
s
- dejas, salvas, caslicaes,
: colheresdesopaedech, ?
J emaitos outros objectos j|
y $ ?; $ ? $ 9S8B '?' :? S *
de Lisboa, asquaes se vendem por
pre?o commodo como eos tu mam.
CONSULTORIO HMEOPTHICO
DO
Onde seacham sempre os raais acreditados medicamentos, tanto em tinturas como
eni glbulos, e preparados com o maior escrpulo e por pregos bastante commodos :
HREQOS F1X0S.
Botica del2 tubos grandes. 10/000
Dita de 2* i d ... 159000
Dita de 36 ... 209000
Dita de 48 ... 253000
Dita de 60 i) i) ... 303000
Tubos avulsos a....... 19000
Frascos de tinturrademeia onca. 29000
Manual de medicina homeopathica de Dr. Jabr com o dic-
cionario dos termos de medicina......... 209000
Medicina domestica do Dr. Henry......... 10/000
Tratamento do cholera morbus.......... 2/000
Repertorio do Dr. Mello Moraes......... 6f000
Aluga-se na matriz da Varzea'tima
grande casa, com sitio e muitas arvores
dcTructos, bem como larangeiras, cafezei-
ros, bananeiras, e muitas oulras fructas :
quem pretender, dirija-sc ao pateo do Car-
ino, sobrado novo que bota a frente para a
rita de llortas n. 2, segundo andar, que
adiar com qucni tratar.
Comput.
de
da
Oto-
Inda-
Compra-se una arithmetica
ni na linaria na, 6 e 8 da praga
pendencia.
Compra-se
m diccionario hespanbol-porluguez, com
algum uso : na livraria da praga da hule-
pendencia ns. 6 e 8.
Compra-se um torrador de torrar ca-
fe, em bom estado : na ra do Ran^el n. 13,
- Compra-se um guincho de ferro, que
sirva para guindar Imateriaes para obras, e
que esteja em bom uso : quem tiver annun-
cie.
Compram-se um par de malas ou ba-
hu'sdesla, um sellim e mais arreios, um
jogo de diccionarios francezes por Fonseca
e Roquete, urna selecta franceza, grammati-
ca de Bhrgaim, Virgilio, Horacio, epstolas,
e oraches de Cicero, e diccionario latino, es-
tando ludo bem conservado, na ra da Guia
n. 42, primeiro andar.
Compram-se mulambos linos de chita
e madapolo, para envernisar ; na loja de
marcineiro da ra da Cadeia n. 18.
--- Compram-se 4 escravos, sendo 1 preta
moga queengomme bem e cosa, 1 dita de
meia idade, que saiba cozinhar, e 2 escravos
mocos pegas para servigo de campo na ra
Ceblas.
Vendem-se ceblas em grandes e peque-
as porces, chegadas recentemente, por
prego commodo : na ra da Praia, armazem
n. 76.
Vende-se urna parelha de cavallos :
na cocheira da ruada Cadeia n. 3.
AlgodSo liso si-
capira, com pequeo to-
que de avaria.
Vende-ae na ra do Crespo, loja da esqui-
na que volta para a ra da Cadeia.
Herrante do palacio do Sr. hispo, na
Soledade, vende-se um forte piano de (jaca-
randa, por prego commodo, por o dono re-
tlrar-se para fra da provincia.
Vendem-se 3 grades de ferro para va-
randa, em perfeito estado: na ra liireita
n. 82.
Vende-se azeile de carrapaln a 39M0 rs., em
aadas nu em barril : na roa das Trincheiras n. 29.
Vende-se a excellente armagao da loja
da ra Direita n. 48, propria para qualquer
negocio, por se achar em muito bom local,
ea casa ter commodos para familia : a tra-
tar na mesma na n. 56.
Na ra de Apollo n. 1 A, primeiro an-
dar, vende sp urna escrava cabrinha, de 17
annos, cozinha o diario de urna casa, e cos-
tura muito soffrivelmente.
Vaquetas e borracha.
Vendem-se muito boas vaquetas para co-
brir carro, muito boa borracha de algodao
para horzeguins a 23000 a vara, dita preta e
azul a 3#, dita preta ede cores, de muito boa
Pianos.
Em casa de Rabe Schmettau & Companhias
ra da Cadeia n. 37, veudem-sc elegante,
pianos do afamado fabricante Traumann de
llamburgo.
XAROPE
DO
da Cadeia do Recife, loja n. 50 del'ronte da qualidadea 3?500, dita de seda preta da me-
ma da Madrp.de Dos.
Compra-se urna escrava moja, que
cosa bem, engomme e cozinhe : a tratar fia
ra do Trapiche n. 14, primeiro andar.
Compra-se urna casa trra com com-
modos para familia, as freguezias de Santo
Antonio, S. Jos e lioa-Vista : trata-se na
ra Augusta n. 17,
Compram-se efectivamente na ruadas
Flores n. 37, primeiro andar, apolices da di-
vida publica e da divida- provincial, assim
como aegoes das diversas companhias auto-
risadas pelo governo.
CoTam-se 2 escravos do 14 a 16 an-
nos: a tratar no escriplorio de Jos Joa-
quim Dias Fernandes, ra da Cadeia do Re-
cife.
Sendo.
Attencao
A te rica o.
Scientitica-se a quem convier, que a revi-
sao de pesos, medidas e halancas, principia
do 1. do corrente a findar no ultimo deju-
nho : na casa da afericao, no pateo do Ter-
16.
trelo de
Lisboa.
No armazem de Joaquim Filippe da Costa
fflEMs mm m lvia
e algolao par* padres.
Vendem-se superiores meias pretas de
laia, pelo barato prego de IfOO o par, ditas
de algodao de superior qualidade a 600 rs. :
na ra do Queimado, na bem conhecida loja
de miudezas da boa fama n 33.
Vendem-so diversos objectos proprios
de urna escola, bem como bancos, classes,
etc., ludo muito bem c muito barato : no
becco Largo n. 1 A, se dir quem vende.
I. C.Yates & Companhia: estabelecidos
no Rio de Janeiro, na ra do Hospicio n. 40,150 n
vendo um annuncio publicado em urna das 11 affii&;2ia'a7^ n, t*-si>& ^m?* >
ralbas dePernambuco pelo Sr. Bartbolomeo '5f*SSS$?**$ &@*@'<3
F. de Souza, prevenindo ao publico que o ; verdadeiro xarope do bosque so elle be O u S1101J* "*""". ffi
quem vende.preve'nimos aoljesmo publico, f ^S^S^STilSSSA^ I
j^r'ls^n^VSrSioio0^ @^ m mm%
Manoel Alves Guerra, e este senhor fez o de-1 SEGURO CONTRA FOGO.
psito para ser vendido na pharmacia do Sr. I Companhia Alhance.
Jos da Cruz Santos, na ra Nova n. 53, uni- : Esubelecida cm Londres, em marco de 1824.
eos por nos autorisados para venderem o! Capital cinco milhes de libras esterlinas.
nosso verdadeiro, e oais prevenimos aos! Saunders Brothers & C, tem a honra d n-
n^^lc^dol a^raK Vo' 0S SrS- ^^ EftS d
assignados por Henry Prins. como procura- I q"e" "." 5f.*> plenamente .u-
dores dos cima proprietarios. Rio de janei- wr,sa^os Pe,a I11* companhia para efTectuar segu-
ro 13 de Janeiro de 1857. ros sobre edificios de tijolo e pedra, cobertos di
Bartnolomeo Francisco de Souza, leu- l*'h* e igualmente sobre os objectos quecontiverem
do o annuncio dos Srs. R. C. Yates i\ Com- s mesaos edificios quer consista em mobilia ou
panhia no Diario n. 17, em que diz ser s- aa fazendas de qualquer aualidade.
mente verdadeiro o xarope de bosque que ReparticHo da vaccina.
se vende nesta cidade na pharmacia do Sr. i O coiamissario vaccinador vaccina as
Jos da Cruz Santos, onde fez deposito o I quintas e domingos de todas as semanas, no
Sr. Manoel Alves Guerra, que recebeu delles torreSo da Alfandega, e as tercas-feiras na
proprietarios, declara ao publico, que nSo casa de sua residencia, primeiro andar do
duvida seja also o xarope de bosque que sobrado da ra Nova, esquina da do Sol das
tambem vende em sua botica, mas assevera 17 as 9 horas da manhSa.
que elle he comprado aos mesmos Srs. K.
C. Yates & Companhia, do Rio de Janeiro,
como provam os documentos abaiso :
IRl DE JANEIRO 8 DE AGOSTO DE 1856,
O 6'r. Barlholomeo Francisco de Souza
comprou a R. C. Yates & Companhia :
4 duzias do garrafas com sarape
do bosque a 54300o.........216000
6 duzias de 1|2 garrafas com sa-
rape do bosque a 273000......162^000
Rs. 378000
Hccebi o importe cima, do Sr. Antonio
Joaquim Vieira de Carvalho Rio de Janeiro
8 de agosto de 1856. Por I!. C. Yates &
CompanhiaJos Paulino Baplista.
ReconheQO verdadeiro o signal supra. Re-
cife 8 de agosto de 1856.
Em f de verdade.
Manoel Hilario Pires Ferrau.
RIO DE JANEIRO 18*DE FEVERl'IRU DE
1857.
Os Srs. Constantino i .ornes de l- aria & ler-
reira compraram a R. C. Yates t Compan-
hia :
4 duzias de garrafas com xarope
do bosque a 54000.........216/000
6 duzias de 1|2 garrafas eom xa-
rope do bosque a 2730007.....162/000
Rs. 3783000
R. C. Yates &
Recebemos o importe. Por
Companhia\V. C. Cerwartt.
Nos abaixo assignados declaramos que
compramos o xarope cima para o Sr. Bar-
lholomeo Francisco de Souza, de Pernam-
bucOj em virlude de sua ordem de 3 do cr-
lenle. Rio de Janeiro 18 de fevereiro de
1857.Constantino Gomes de raria 6 Fer-
reira.
Reconheco ser verdadeiro o signal supra
da Constantino Comes de Parta o Ferreira.
Rio 18 de fevereiro de 1857.
, F.m'f de verdade.
Pedro Jos de Castro.
JOHN G/TIS,
corretor geral
E AGENTE DE I.EILOES COMMERUAES,
n. 20, ra do Torres,
PRIMEIRO ANDAR,
lpraca do Corpo Santo
RECIFE.
He chegado loja do Lecomte, no aterro
da Boa-Vista n. 70, o excellente leite virgi-
nal de rosa branca, para refrescara pelle, ti-
rar pannos, sardas e espinhas, igualmente o
afamado oleo babosa para limpar e lazar
cicscer os cabellos, assim como p impar-
cial de lino du Florenca para brotoejas e as-
peridades da pelle, conserva a frescura e o
avelludado da primavera da vida.
Hefiftaria de
Reg & Brrelo, no Mon-
te i ro.
No deposito desla refina 1 ia, na 'ra da Ca-
deia do Recife n. 30, ha sempre assucar re-
tinado de superior qualidade, tanto em p
como em torres e em pSes, por prego mais
commodo de que em outra qualquer parte.
Leques muito fi
nos.
Vendemsc leques muito finos, com plu-
mas, espelhos e bolotas, pelo baratissimo
preco de 23 e 33500, ditos sem plumas muito
boa fazeuda a 13280 : na ra do Queimado,
na bem conhecida loja de m'iudezasda boa
fama.n. 33.
Peixe.
Vende-so na ra Direita n. 27, peixe cher-
no a 140 rs. a libra, queijos muito novos
chamado londrinoa 480 a libra, ditos a 440,
dilos muito novos a 2/, ditos a 13700. lavas
vindas da ilha de s. Miguel a 160 a cuia,
caixOesdedocea 640, ditos a 1, e outros
muitos generas por commodo preco.
No aterro daBoaVista
ll. 29,
vendem-se chapelinhas de seda paa senho-
ras, chegadas ltimamente de Franca, de
muito bom gosto, cnleiles de flores para se-
nhoras, ditos brancos proprios para noivas,
llores francezas de todas as qualidades, sipo
de llores de tudas as cores, lilij preto de sal-
picos, cttpe de todas as cores, chapeos de
palha de Italia para meninas, de aba larga,
cortes de vestidos de cambraia de seda *d
babados e de barra.
A 3800.
Precisa-se alugar um preto possante,
embora seja bruto, para trabalhar mensal-
mente nesta typographia, dando-se o sus-
tento : na livraria ns-6e8 da prara da In-
dependencia.
Precisa-se de nma ama de leite para
criar a urna menina de 3 mezes : na rua do
Collegion.21,terceiro andar. Paga-seberu.
Aluga-se urna casa na rassagem da
Magdalena, antes de chegar a ponte grande,
con slito e muitos commodos. para grande
familia : os pretendentes dirijam-se ao Tra-
piche Novo 11.16.
Precisa-se de urna criada ou criado que
saiba cozinhar para urna casa de pouca fami-
lia : a tratar no Hospicio casa do Dr. Alendes
da Cunba, junto ao quartel.
Precisa-se de urna ama que saiba cozi-
nhar, efazer todo o mais servico de casa :
na rua do Caldereiro, taberna n. 60.
No escriplorio do engenheiro emche-
le da estrada de ferro, precisa-se de um cai-
xeiro de escripta.brasileiro, e que escreva e
traduza o alingua ingleza;e dou* engenheiros
que escrevam e traduzam o inglez, e que te-
uham pratica de levantar plantas e tirar nive-
lameulos. Assim como daqni a alguus mezes
precisa-so de varios empregados, como cai-
xeiros, etc., que possam receber ou darem
ordens em inglez.
Carlos Walier, reiojoeiro, uo aterro da
Boa-Vista 11.16, avisa ao respeitavel publico
desta cidade, que $0 acha estabelecido em
dita casa, prompl a receber quaesquer re-
logios e pegas conceruenles a sua ollicina
para concertar, assim como concerla com
toda a perfeigao chronornetros, o que tudo
alliarjca promptiiiear com a mais'perfeita
regulai idade e solidez.
Acha-se na subdelegada da l'reguezia
de S. Fr. Pedro Goucalves do Recife, urna
trouxa, coulendo roupa suja, que foi apa-
niada no caes de Apollo : a quem pertencer
apresente-se, que dando os signaos e pagan,
do as despezas, lhe sera entregue.
JooLuiz Pereira Lima vai a Europa
no paquete inglez.
liernardino Ribeiro Coelho, subdito
portuguez, relira-se para lora do imperio.
Roubaram da casa do pateo do Paraizo
n. 26, um relogio oe seuhora, esmaltado de
azul, com um ramo de brilhantcs em cada
lampa, e urna corrente de ouro com dous
sinetes, urna chave, e presa a um clchete
roga-se a quem for offerecido, de o appru-
hender e levar a casa cima indicada, que
ser gratificado; assim como se protesta
com lodo o rigor das leis contra a pessoa
em cuja molor encontrada.
--- Aluga-se um sitio na Passagcm, a
margem do rio Capibaribe, por todo este
mez : quem o pretender, dirija-se ao arma-
zem da rua do Brum n. 24.
--- Precisa-se de um pequeo para cai-
xeirode taberna, com alguma pratica : na
rua Imperial n. 39, dcfronie do chafariz.
Precisa-se de urna ama secca ; na rua
da Cruz do Recife n. 57, segundo andar.
Precisa-se de IceuOf a premio, dando-
se urna cas terrea em hypotneca : no ater-
ro da Boa-Vista n. 58, loja de selleiro.
Vendem-se palitos pretns de alpaca muito
lina, pelo prego diminuto cima, e mais de
brim de diffei entes cores a 23500 cada um
quem quizer ver que pechincha he, venham
t rua do Queimado n. 53, loja de miudezas
de Jos de Azevedo Maia.
Tres escravos a venda.
Vendem-se duas bonitas negrinhas e um
moleque, todos de 13 anuos de idade : na
rua do Collegio n. 21, terceiro andar.
Vende-se para fra da provincia urna
negracrioula.de idade 25 annos, cozinha,
cose, marca, engomma bem : a tratar nos
Remedios, sitio do Sr. Antonio Alves da
Fonseca. No inesmo lugar se compia outra
que tenha as mesmas habilidades.
Vende-se urna escrava moga de bonita
figura, muito sadia : a tratar na rua do Quei-
mado n. 30.
Vende-se, ou arrenda-se um casa de
oedra e cal, na Capunga Nova, porto do Ja-
cobina, com 4 quartos, 2 salas, copiar, e
quarto para pretos, quintal com 70 palmos
de frente, e 500 de fundo, cacimb com a-
gua de beber : a fallar 110 armazem n. 3, de-
lronte daescadinha da alfandega.
Claudio Dubeux
vandal plvora ingle/a a 133. 113e 1580UO rs. o
barril de to libras.
Meias de todas
asquarfades.
Vendem-se meias de sedi branca para se-
nhora, o melhor que se pode encontrar a
3500 rs. o par, ditas pretas tambem muito
boa razenda a 23500, ditas brancas de algo-
dao, muito linas a 320, 400, 500 t; 600 rs.,
ditas pretas tambem muito finas a 400 rs.
ditas de seda de cores muito bonitas e pro-
prias para baptisado de criancas a 2*000,
ditas cruas muito fortes para meninos a 400
rs., ditas de cores de algod&o para meninos
a 240 e 320, ditas brancas para meninas a
240 e 320, ditas cruas e brancas para ho-
rnera a 160, 200, 240, 320 e 400 rs., ditas de
cores de fio da Escocia tambem para homem
a 400 e 500 rs. : na rua do Queimado, na
bem conhecida loja de miudezas da boa la-
ma n. 33.
Vende-se urna linda ncgrinlia, que cn-
saboa c cozinha o diario de una casa : a
tratar ni rua da Gloria n. 86.
Vende-se urna carroga para cavallo,
muito maneira e propria para servigo do
campo, para carregar capim, lenha, etc : na
rua do Poucinho, casa terrea de vdra;as por
delraz de Santa Thereza.
Vende-se lagedo chegado de Lisboa :
no escriptorio de Francisco Severiano Ita-
belloA Filho, no largo da Assembla.
- Vendem-sc queijos muito frescaes, na
rna Direita n. 4, eonfronte a torre do Livra-
rfento, e queijos suissos, por prego comino
do, e urna po ciio do barris de 5-, vasios
Vendem-se 3 escravos mocos, bonitas
figuras : na rua Direita n. 3.
lhor que ha no mercado a 4? a vara, assim
como boas taixas de lat5o para laixiar cal-
gados, taixas de bomba para palmilhare dor-
110, e muito bom bezerro e couros de lustre,
e mais pertences para sapateiros : no ater-
ro da Boa-Vista n. 78.
Vende-se urna cama de ferro folheada
de lato, por diminuto prego : quem pre-
tender, dirija-se a rua do Queimado n. 69
A, loja de ferragens.
PENTBS DE TODAS AS QUALIDABS.
Vendem-se pentes de tartaruga para cabello
o melhor que se pode encontrar, a.53, dilos
de baleia imitando o mais que he possivel
aos de tartaruga, a 1#, 19300 e 1?500, ditos
mais ordinarios de halcia a 240 e 320 rs.. di-
tos de tartaruga para alizar, fornidos e mui-
to bem feitos a 4s, ditos de marlim, fazenda
muito superior a 13500, 20 e 3>, ditos de
borracha de muito superior qualidade a 1o,
ditos de bfalo verdadeiro, muito linos e
bem feitos, a 640, 800 e 13, ditos a imitacSo
do unicorne a 13, ditos de baleia muito bons
a 280, 320e400 rs., ditos de hualo verda-
deiro, muito bonitos e bem feitos, proprios
para suissas e criangas, a 320 rs., ditos de
marfim muitissimo bons, fabricados em Lis-
boa, para piolhos, a 800,1j000 e 1-3500, di-
tos prelosde bfalo tambem para piolhos. a
500 rs. : na rua do Queimado, na bem co-
nhecida loja de miudezas da boa fama n. 33.
Taclias de ferro.
Na fundigo da Aurora em Santo Amaro-
e tambem 110 deposito na rua do Brum, logo
na entrada, e defronte do arsenal de mari-
nha, ha sempre um grande sortimento de
tachas, tanlo de fabrica nacional como es-
trangeira, batidas, fundidas, grandes, pe-
quenas, rasas c fundas ; e cm ambos os lu-
gares existem guindastes para carregar ca-
noas ou carros, livres de despeza. Os prego
soo s mais commodos.
Venil.-se um lindo crioulinho de 8 para !) an-
nos, proprio para embarque ou om'ciu : no aterro da
lloa Visla n. 10.

x
J-'iii transferido o deposito diste tarop pira a ho
tica de Jos da Crac Santos, na rua Novan. .'>3'
aarrafas SftSOO, e meias.'lrOOU, sendo falM lodo
aquelle que mlofor andido neste de psito, pelo
quesefaz opresenlraviso.
IMPORTANTE PARA 0 MILICO.
Para curade phl%sicaem lodorosseusdilleren
tegros, quer motiva da por conslipages, losse
asihma.pleariz.escarros de saligue, drde cos-
tados epeito, palpitarlo no coraran,coqueluche
broncliile, dorna gaanla, e todas asmoleslia
dosorgaospulroouarcs.
Venle-se tahoado e pranchoes de pi-
nho de Suecia, proprio psra armagiio de ar-
mazem de assucar.
Paos de pinho vermclho para mastaros.
Chumbo de munigSo.
Folhas de cobre.
Metal .imarello e zinoo para forro, com os
competentes pregos.
Alvaiade de chumbo e de zinco, em p.
Tinta branca de oleo.
Papel lino de escrever.
Vinho especial do Rheno c do Porto.
Rua da Cadeia do Recite, casa de C. J. Asl-
tev ) Companhia.
Objectos para
luto.
Na rua do Queimado, na bem conhecida
loja de miudezas da boa fama n. 33, cncon-
lr-se sempre completo sortimento de ade-
remos, brincos e rosetas, pulceiras e alun-
les, tudo preto, propriamente para luto, e
que tudo se vende mais barato doqueem
outra qualquer parte.
S
9

Cor netra,
rua Nova ll. 61
160
140
23000
136U0
23560
23000
43000
33000
160
120
\ en um cabriole!,de duas rodas, urna carrosa 3
g de qualro ro.'as, preparos para renovar ca- Ok
x^ ros, mollas, eixos, paral'usos para ron. t
?? eouro., linternas, velas, vaquetas, pannt >
@ ?alao, be/.erros, marroquim, colheiras er |^
a vernizadas, escovas para lavar carro, A a
^ ponja, camur^a, escovas para arreioa: lud 9
t{ff por preco commodo, '
Nova California
Rua do Queimado n. 6
FAZKNDS COM PEQUEO TOQUE DE
AVARIA, VENDEM-SE POR TODO PRECO A
DINHEIRO A VISTA PARA ACABAR.
Chitas Unas cores fixas, limpas a pega
6/000, covado a
Ditas dilas, com toque de avaria a pe-
ga a 5O00, covado a
AlgO'liiozinho liso bom, a pega
Dito dito com toque, a pega
Dito dito trangado muito bom, a pega
Dito dito trangado com loque
Dito dito com 4 palmos de largura e
30 jardas,a pega
Dito de dito com a mesma largura e
com 30 jardas, a pega
Dito grosso para roupa de escravos e
saceos para assucar, a vara
Dito dito da mesma qualidade a vara
Vende-se por prego muito commodo,
lOsaccas de feijSo mulatinho, no armazem
de Paula Lopes, no caes da alfandega.
Bacalhaoda escova verdadeira, marca
de fogo, vende-se no caes da alfandega, ar-
mazens de Seraphim & Paula Lopes, as
raSos dos Srs. Tasso A Santos, a qualidade
he sem comparagao o mais superior no mer-
cado, e nunca veio melhor, he proprio para
guardar por *iulo tempo, sendo chegado
ltimamente com 22 dias de viagem gmen-
te, o prego deve ser de 163000 por barrica,
mas faz-sedirerenga, levando porgOes
Vende-se um bom cavallo grande, bo-
nita figura, com todos os andares : para ver
e tratar, na ruadas Cruzes, taberna da porta
larga n. 41 A.
Vende-se carne secca de liuenos-Ay-
res, boa, de 43 a 43500 cada arroba : na rua
da Praia n. 4.
y. loja da boa le
vende-se to barato que
admira :
Ricos pannos para mesa pelo dimi-
nuto prego de
Brimjbranco trangado de puro li-
nho, vara
Dito pardo liso depuro linho, vara
Ganga amarella franceza, muito li-
na, covado
Fil (! linho lisq muito lino, vara
Dito dito com llores, dito, vara
Cambraias francezas de lindus pa-
droes, covado
Chilas francezas muito linas, de pa-
droes novos, covado
Camisas de riscado muito bem tai-
tas e muito bonitas
Palitos pelos muito bem feitos
Camisas de meta muito finas
Ricos lencos de iilct com palma
bordada a matiz
Dilos dilos de cambraia muito fina
com bico de linho
Luvas de seda de lindas cores, com
ricas bullas, o par
Ditas de dita de lindas cores, bor-
dadas e enfeiladas
Dilas pretas de toigal
Chales lisos de merino, de lindas
cores
Gravatinlias de cassa, de padroes
muito bonitos
Lengos brancos de cambraia
Dilos dilos de dilacom barra de cor
Hilos de linho proprios para rap
e assim oulras inuilas fazendas que vendem -
se por menos que em qualquer outra parte :
na rua do Queimado, nos qualro cantos a,
22, na loja da boa f.
N. O. Bieber o. companhia, rua da
Cruz n. 4, vendem :
Lonas da Russia.
dem inglezas.
BrinzSo.
Brinsda Russia.
Vinho de Madeira.
AgodSo para saceos de assucar
venoe-se,por preco commodo,superior
vinho do Porto em barris de 8.' : na rua do
Trapiche n. 14, escriplorio de II. A. Guerra.
Em casa de|Henr. Brunn i Companhia, na
rua da Cruz n. 10, vende-secognarem caiiwiliai de
duzia.
133500
Vende-sccal de Lisboa ltimamente che-
cada, ssim como potassa da Russia veula-
deira : na praga do Corpo Santo n. 11.
TAIXAS PARA EXC.ENHO.
Ha fundico de ferro de D. W. Bowmana u
ru d Brum, passando o chafariz, contini ha-
der um completo sortimeptod taixrsde ferro f un
'ido e batido de 3 a 8 palmos de bocea, as ques
acnam-se a vanda.por eprego commodo a cora
promptido: embarcam-soucarregaa-se emear
ro semdospeza ao comprador.
Emeasa de Saunders Brothers C. praca
do Corpo Sanion. 11,ka para vender o se uinu
Ferro inglez.
Pixe da Suecia.
Alcatro de carvo,
Eonas de linho.
Esponjas.
Drogas.
Algodao lizopara saccas.
Dito entrancado igual ao da Bakia
E um coaipleto sortimento de f:endas proprio
pareaste mercado tudo por preco commodo.
Vende-se superior liabas de algodao
brancas, o de cores, em novello, para costu-
ra, em casa de Soulhall Mellor St C, rua do
Torres n. 38.
Momhos de vento
combombas derenuxopara resar borlase ha-
xa deeapim : na randi;ode D. W.Bowman
na rua do Bram ns. 6,8el0.
Potassa refinada em latas de seis
libras.
O antigo deposito da rua da Cadeia do Re-
cife n. 12, recebeu agora urna porgao de po-
tassa refinada de superior qualidade, em la-
tas de 6 libras, que se vende por prego ra
zoavel.
Agencia
da fundico Low-lo-, r,
rua da Seniala Nova
ii. 42.
Neste estabelecimento continu'a a haver
um completo sortimento de moendas e meias
moendas para engenho, machinas de vapor
e taixas de ferro batido e coado de todos os
tamanhos para dito.
Para masca tes
e boceteiras.
Vendem-se duiiasde cainaad* masa para rape pe-
lo baralissimo preco de 610 n.,duzias de lezouras em
carlaoa Ijnnoe 1320o grandes 1892o. duzias da
comalia- de pao com palitos de fogo a 240 r.,diizias
de penlesde chifres muilo bons para ahzara|l52oo,
dntiat de pentes de baleia para alar cabello a j-2011
e 23arba a l86o,groran
de boloes madreperola para camisai a 600 reis.dilis
modo finos de agala a 100 reis, grozas de nolfies li-
no para calca a 80 ri, cartas coro 2." penles de
amuele a 140 reis.duzias de penles de balea para a-
li;.ar a 33, grozas de livellas para sapalosa jCO. du-
nas de caniveles finos para aparar pennas a 2300
e .l^.duzias de ganas ;armonicas) a Igoo e 8ioO,
duzias de torcidas para candieiros a 80, reis grozas
de marcas para eobrir a 100, 120 e 160 re, pe-
fas ile tranceln para benlinhci a 1;! res, pulceiras
encamadas muilo bonitas para Sra. e meninas a 200
rs.,iu/ia de miadinhas de linhas prelas a 210 reis
peras com 10 varas de filarte coa a 390,360* too
rei, duzia de lape a too rs., dozias de canas'com
clcheles a 720 I., linhas branca de nove los de to-
dos os nmeros, dilas de cores, linhas de miada linas
e grojas, ditas de carriieis brancose decores, cordao
de vestido de Inda a grosura, biquinhos de todas as
larguras, e baratos, rendas de lodas largura, *s-
peilios, curdas de viola, tilas de lia de todas as co-
re, filas de linho brancas e de cores, rtrriaes, agulhas
de lados o Humeros, lillas de teda de todus os nme-
ros, pciina de pato,caitas de chifre, rozarlo, colhe-
ie de retro, relroi de loda as core, vernicas, filas
debeira prela e branca.grampas.rludoo mai quese-
jn eeesario para completo ortimento de .'
ras e mscales e que turto se vende muito mais Mil-
lo do q< era outra qoalquer loja, na rua do Ouei-
mad, na bem conhecida loja de miodezas da boa
fama -|33.
Na loj^ da boa f
vende-se omais barato
possivrl :
Crosdcnaples preto muito bom o
covado '
Cantan preto tnuilo lino, proprio
para lulo,O covado
GorgurSo pelo muito fino rom sa|-
pnos, proprio para collelej o
covado
Panno Uno azul, 0 covado
Lengo pretos de seda para grava-
k. mcio lengo
Meias pretai de seda muito supe-
riores, o par
Casemira de qnadrinhos pretos
muito fina, o covado
Cortes de rlleles de lu>l,"<
hitos de ditos de dito lino
Ditos de ditos muilo superiores
Crosdenaples de seda de lindas
cores, o covado
Cortes de vestidos de fazenda de
seda muito linda
Setins lisos de cores, o covado
Veos pretos de fil bordados de seda
Cambraias adamascadas, proprias
para cortinados, pegas de 20 varas
Ditas para cobertas, de bonitos pa-
droes, o covado
e alean disto ha um completo sortieaento di
razendas finas e grossas. que vendaea-ae por
pregos tao commodos, que ninguem deixa-
ra de comprar; assim como chapeos do
Chul muito finos, que se vendem por me-
nos que em on.ra parte : na rua do Queima-
10 n. 22, na bem conhecida loja da boa I.
3:000
1
4*0
6*0
320
8n0
13280
32o
32o
19500
9000
1/000
SfoOO
13200
1280
2/000
1^000
43500
2*0
2*0
240
*00
Mlho bom em
SACCAS.
Na taberna glande ao lid > da igreja da
Soledade, chegou grande porgSo de saccas,
com muito bom milho, c vende-se por prego
commodo.
Couro de lustre.
Vende-se couro de lustre francez, o me-
lhor que pode haver neste genero, pelo ba-
rato prego de 53 a pelle: na rua do Quei-
mado, na bem conhecida loja de miudezas
da boa fama n. 33.
Sellins
patente inglez.
flSito chegados e acham-se a venda os verdsdeiros
e|hem conhendus sellins inglezes patente : na roa
do Trapiche-Novo n. 12, armazem de fazendas de
Adamsuii llowie C
aeas, garifos e
colheres
Vendem-se as melhores facas de cabo de
marfim que se pode encontrar a 153 a duzia,
ditas de cabo de bataneo muito finas a 69 a
duzia, ditas de cabo lavado e roligo a 33,
ditas cravailas a 3?200, ditas de chifre de
viado a 48*00, ditas para sobremesa com ca-
bo de balango 53 ditas com cjuos roligos
e oitavados a 33, colheres de metal do prin-
cipe muito linas para sopa a 63 a duzia, di-
tas para cha a 38000, e outras mais qualida-
des de facas e colheres. trinchantes e amo-
lador de facas, que tudo se vende barato :
na rua do Queimado, na bem conhecida loja
l^de miudezas da boa lama n. 33.
Brinquedos pa-
ra meninos,
Vendem-se diversidades de objectos de
ago, muito delicados e proprios para meni-
nos brincar, por pregos muito baratos : na
rua do yueimado, na bem conhecida loja de
miudezas da boa fama n. 33.
RICAS. BONECAS FRANGE-
ZIS.
Vendem-se muito lindas e bem vestidas
bonecas francezas, grandes, pelo baratissi-
mo prego de 23 e 23500, ditas vestidas de
noivas, e cada urna no seu cartlo a 3/000 e
33500, prego que nao ha quem deixe de dar
na rua do -Queimado, na bem conhecida loja
de miudezas da boa fama n. 33.
VAQUETAS PARA CAKKO.
Vendem-se em casa de S. 1'. Johnsion \ C, che-
gadas ltimamente, as-im como bons sellins inglezes,
lio de vela, candieiros e caslicaes bronzeados, ludo
dor preco eommodjs.
Relogios.
Na rua da Cadeia do Recife n. 18, ha relo-
gios de todas as qualidades, tanto de ouro na sua caixinha a 500 rs., almofadinheYde
como do prata, ditos (oleados e dourados,
por pregos baralissimos.
Por 40 rs. o covado.
Vende-se chita franceza larga o fina, com
pequeo toque de avaria: na rua do Crespo,
loja de Campos & Lima.
"Manta da cidade do J cfe
Vende-se a planta da cidade do Recife e
seus arrabaldes, feita pelo Sr. )r. Jos Ma-
mado Alves Ferreira, por dez mil reis : na
livraria n. 6 e8 da praga da Independencia.
Mappa das distancias da
provincia.
Na livraria n. 6e 8 da praga da Indepen-
dencia, vende-se o mappa das distancias
das dirlerentes villas da cidade entre si, e
relago a capital da mesma, a mil reis
Vende se um escravo de meia idade,
proprio para o servigo de campo, e bom
carreiro, por preco commodo ; na rua da
Praia n. 43, primeiro andar
Deposito
de rap princeza (
ea de E. Gasse,
de Janeiro.
Vende-sc a prego commodo rap lino,
grosso c moio grosso, da acreditada fabrica
cima, chegado pelo vapor S. Salvador ; na
rua da Cruz n. 9.
Na rua da Cruz u. 50, armazem de San-
ta llarbara rV Companhia, vendem-se effecti-
vamente caixes vasios de todos, os tama-
nhos.
~ Vende-se a verdadeira grasa ingleza n.
97, dos afamados fabricantesUay & Mar-
tin, em barricas de 15 duzias de potes:
emeasa de James Crabtree & Companhia,
rua da Cruz n. 42.
2/000
9CO
Majn
3/O00
1/000
tM
1/000
30*
1*MMI
1/SOO
23000
tt
800
10/000
7/000
200
Pota
t
ssa e cal
irgem.
to
la fa bri-
llo Rio
Para as senho-
ras de bom gosto
Vendem-sc ricos cstojos de Jacaranda,
proprios para costura de senliora, pelo ba-
ratissimo prego de 23500, 43, 63, 73 e 83000,
caixmhas para guardar joias a 800 rs, 1/ e
19200, carlerinhas muito delicadas proprias
para senhora e meninos a 800 e 500 rs., le
souras muitissimo linas para costura, de
todos os lamanhos a 500 rs., 600, 13000 e
13200, ditas para unhas tambem muito finas
a 800 re., 13000 e 1/200, linha de peso mui-
to fina para labyrintho a 10(1 rs. a meadi-
nha, ditas para bordar a 100 rs., 140 e 160.
lindas raixinhas com grampas a 160 e 300
rs., cartes com 14 e 24 pares de clcheles
francezes a 80 rs.. 100 e 120, linhas de car-
releis de 200 jardas do autor Alexandre a 80
rs. o carretel, ditas de f00 jardas do mesmo
autor a 4o rs caixinhas com agulhas fran-
cezas a 160, ditas com agulhas de papel
preto a 280, carteirinhas com agulhas Tran-
cezas 320, agutheiros muilo bonitos com
agulhas tambem francezas a 160 e 320, cai-
xinhas com 16 novellos de linhas de marcar
muito finas, azues e encarnadas a 320, ricos
botoes de cores para vesdos, ou roupinhos
de meninas a 6u rs., 800 e 1? a duzia, ricos
agulhciros de ago e Je marfim a 2*0 e 800
rs., dedaes de ago muito bonitos e cade um
muitas qualidades proprias para pregar alli-
netes e agulhas, pulceiras de varias quali-
dades, riquissimas litas lavtadas e lisas, de
todas as larguras, trangas de tudas as cores
e larguras, titas de velludo anertas e lisas,
bicos muito finos de linho ede varias lar-
guras, rendas de varias larguras, babado
aberto de linho, toucas de 19a para criangas
e outras oiuitissimas consas, que tudo se
vende mais barato do que em outra qual-
quer parte: na rua no Queimado, na bem
conhecida loja de miudezas da boa fama
n. 33.
/vigas de seda
para senhora.
Vendem-se superiores ligas de seda para
senliora, muito bonitas e de muitos pa-
drees, pelo baratissimo prego de 13200,
1/500 e 2/000 : na rua do Queimado, na
bem conhecida loja de miudezas da boa fa-
ma n.33
Laa para vestidos.
Vendem-se cortes de laa para vestido, de
muito bonitos padrdes, c com 15 covados
cada corte, pelo baratissimo prego de 5jO00:
na rua do Queimado n. 22, na bem conheci-
da loja da boa le.
Algodao
monstro,
chincha.
he
pe-
O CIIARDA-LIVROS BIUSILEIRO, ou'arte
da escripturagSo mercantil apropriada ao
commercio do Brasil : vende-se na rna da
Cadeia Velha n. 22. Prego 8/000.
-.elogios de patente
nglezesdeouro, desabnete edevidro:
vendem-seapreqorazoavei.em casa de
AugustoC. de Abreu, narua da Cadeia
do Recife, armazem n. f6.
Vende-sc algodao monstro, com 8 palmos
de largura, muito proprio para toalhas e
lengoes, pelo diminuto prego de 600 rs. a
vara : no loja da boa fe, rua do Queimado
n. 22.
Oculos e bonetes
ce todas- as qnadades.
Vendem-se oculos de todas as graduages
com delicadas armaedes de aro, pelo barato
prego de 800 rs. e 13500, ditos com armagoes
douradas e prateadasn 13200 e IjSOO, ditos
com armagSn de bfalo a 13200, dilos com
armagao de baleia a 480, ditos com armario
de metal branco a 400 rs., lunetas de um su
vidro redondas e qundradas com aro de bu-
falo a 500 rs., dilas de dous vidros tambem
com armaglo de bfalo a.13500, dilasde um
s vidro redondas c quadradas com aro de
tartaruga a 19900 e 1;500 : na rua do Quei-
mado, na bem conhecidada loja de miudezas
da boa fama u. 33.
Algodftozinho da Baha
para saceos de assucar.' vende-se em casa
de N. O. Bieber & Companhia, rua da Cruz
n..
No antigo c ja bem conbecido deposito da
rua da Cade., do Hecire. escriptorr? ,."
ha para vender muito superior potassa" d'
Russia dita do Rio de Janeiro, ,c, "n
de Lisboa em pedra, tudo a prego, muito?.
==:qu,esBwoOJCOBpt|.
echiisio nu un
IHO.
NAFUNDigAO DE FERRO DO ENGE-
NHEIRO DAVID W.BOWMAN ^A
RUA DO BRUM, PASSANDO O CHA-
r AKI A,
ha Minpre om grandeoriimenio dataaaaialeaea-
jectos demecl.ani.moi.proprio, paraeaMeIl m-
ber : moendas e meia moendas da aui* denT.
conslrocrao ; laiide ferro fandid" balST
superior qo.lidade e de t.dosos UauaboV- d
dentadas para agu. ou anim.e,, d. li2 "nfSetT-
SOe ; eriyoi e boca, de fornall,, e regi.lro.'de'a^-
airo. agailhae.. bronze,,Par.fu,o. e mSSmSm
nhosde mandioca, etc.elr. ."-
NA MESMA FUNDICA'O.
se eiecutam indas as encommendas con a HMri
ndade ja conhecida com a devida ptt*?EZ
modidade em preco. !" aeaw
i elogios
cobertos e descobertos, pequeos e grandes *,
de ouro patente inglez. para bomem e e -
nhora de um dos melhores fabricantes d
Liverpool, viudos pelo ultimo paquete ir.1-
glez : em casa de Soulhall Mellor o C.\ rua
do Torres n. 38.
Alados de ferro
Na Tundigao de C. Starr & Companhia, em
santo Amaro, acham-se para vender arados
oe ferro de um modello e construcgSo muilo
superiores.
Moendas superiores.
Na fundicSo de C. SUrr & Companbia, em
santo Amaro, acham-se para Tender moen-
das de canna lodas de ierro, de um modello e
conslrucgao muito superiores
muitissimo tinas ede mui-
to bons "-ostos.
Vende-se a verdadeira ac-o. d. ^i_ .
Piver, simples e *bVZlt
nos lamanhos, banhas muito OnasTde mu^
tas qualidades em ricos v.n. ._
extractos muito finos e^de mu?a?o. ^
em frascos de muilo aoslo aaboMUn. mf
linos e de muitas qu.l.d.d"d?lTw!
de ingleza, fazenda muito boa, *?i^ .
tos muito linos proprios pan hol d !
ldante, escenci, de rosa.'XaX rat
muilo boa, macassar perol.'Joito borneo.
todas as cores, d.lo oleo, pos per. dente *
pasl.lha e outras muiUs perfuin.r?.riodo
muito lino e de muitos gostos, dos melhores
vende barato n rua do Uueimado. na bem
conhecida loja de miudea.s da 'boa Z
Botoes papa pa-
ntos, collttes e punfiog
de camisa.
Vendem-se abotoaduras muito Unas dn
madreperola para colleles, pelo baratiaaimo
prego de 500 rs., dilas muilo ricas de toda.
as cores a 320, 400 e 500 rs., ditas muilo -
nas de madreperola para palitos de mrnia*.
e homens a o00 e 640 rs.. atacadora* aera
punhose collarinhos de camisa, la Juilo
rico gosto a 400 rs., 800 e O*, dilo< de
cornalina para casacas a 300 ra., e outras
mu as qualidades de abotoaduras aue se
vendem muilo barato; na rua do Qtieaaa-
boUm^,n.C3D3nheCd" to *--*
Y amn,i; s e rad< s
Lm lindo e variado sorlimenlo de model
los para va randas e gradaras, de gosto mo-
dem.ss.mo na lundigao da Aurora em San-
to Amaro.e no deposito da mesma, nairuado
fe
INcMi MIMi
Atttnyo.
Kugio no dia 16 do correle mez o preto
Justino, cnoulo, com os signaes seguinles
altura regular, ebeio do corpo, sem barba
com falta de denles na frente, calvo de car-
regar peso na cabega, muito recrala he
bem conbecido por andar entregando assu-
car pelas tabernas, tem sido encontrado or
diversas pessoas conhecidas, e diz a ella*
que anda cm servigo de seu senhor por is-
so roga-se as pessoas que o encontrar que
o mandem prender elevar roa Direita n 76
que serSo generosamente recompensadas '
- No da 4 de lee eiro do corre,te anuo
desappareceu um negro de BagSo. usque
parece cnoulo, por ter viudo muito peque-
no, anida mamando, oqual representa ter
de 26 a 32 anuos e idade, de nome Maihia>,
cuznheuo, estatura ordinaria, magro, rosto
comprido, pouca barba, olbos grandes. ac~
brancelhas fechadas, nariz chalo e ponludo,
beigos grossos, bocc. regular e com denles.
lem urna pequea cicatriz em urna dea fa
cea, e outra em urna orelha, pela parte de
baixo, de um lalho que levou, bem como
outra no pescogo, que por mulo leve, talvcz
seja pouco visivel; ro encontrado em Santo
Anl3o, segumdo a estrada, com um bauz-
nho de flandres novo na cabega, e in (alio
no brago, sendo multo dado a bina o>u.-
aniraes ; este escravo pertence a Gustavo
Jos do llego, no Recilc, roa Ja Aurora ;
quem n appreheudcr sera lieP gratificada).
Kugio de bordo ao brue braileirn
Mclampo, na noilc do dia 8 Jo corrente, um
negro de nome Marcelino, naco rabiada,
altura regular, secco do rorpo, ro I o coa-
prido, barba serrada e cria suissa, coa falta
de denles na frente, e consta anda' vestido
com paleto, e calgadc : quem o peajir leve-o
a bordo do dito navio, junto ao cas do Pas-
seio Publico, ou a osa de seu consignatario
Manoel Alves Guerri, na rua do Trpichc n
14, que sera bem recompensado.
l'ERN. :TYP. DE M. F. DB FARIA 187:

. .

MUTCSDO"


Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID EIJPW1AMT_3CXYK4 INGEST_TIME 2013-04-26T21:37:56Z PACKAGE AA00011611_07734
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES