Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07733


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Full Text
ANNOXXXUIN. 85.
Por 3 mezes adiantado* AflOOO.
Por 3 mezei vencido* 4500.
DIARIO
(jlARTA FEfRA 15 DE ABRIL DE 1857
Por anno adiantado 15$000.
Porte franco para o rubserptor.
K.vCARREGADOS DA SUBSCRIPCA'O NO NORTE.
Parablba o a*. Joio Rodolpho Goma ; Natal, e Br. Joa
uim l. P*r*ira im*',} Ar*e*'J 8r. A. d Ltmoi Braga .
ear o Sr. J- Ja*" d* Oliveira ; Maranhao, o Sr. Joaquim Mar-
n Rodrigue i Piauhy, o 8r. Domingoi Hereulioo A- Pene*
Ge^rni* ; Pari'i Sr. J ujlino 1. Ramoi; Amaionai, o Ir. Jero-
ovmeeaCetii-
PARTID\ DO i RfilOi
Olinda : toda o i i -. is 9 e uaia horas do dia.
lguarass, (Joianna e l'arahiba : as segunda* e seslas-reira*.
5. Anlo, Rcxerrcs, llnnil, Caruaril, Altmlio r> Garanlinus: na tera-rcira.
S. Lourcnco l'u-d'.tlho, Naiareth, Limoero, Rrcjci. IVsqurra, Infra-
seirl. Floras. Villa-Relia, Roa-Vi.la. Oricury e Y.\a as iinartas-Telras.
Cabo, Ipojuca, Schhticni, RJo-Formoso, Una. Ilarreiros, Agoa-I'reta,
Pimenteiras e Natal : quintas-feina*
(Todoa oa crralos parir as 10 horas da manha.
AUDIENCIAS DOS TRIBUNAES DA CAPITAL.
Tribunal do eommereio .- Hgundu quintal.
B*laco ; tercaa-feirai e labbadoi.
Fazenda .- quartas a tabbadoa ai 10 horas.
luio do eommereio: legunda ai 10 horai quiniai a* mtio-llia.
Juio da orphaoi: legunda a quintal at 10 horai.
i'rimaira rara do civel legunda a leiui ao meio-dia.
Segunda vara do eivtJ: quarui a labbadoi ao maio-dia.
EPHEMEIIIDES DO MI/. DE Alillll..
1 Quarto ereicenla ai 11 borai e 1-iminutos da tarde.
9 La ebeia a 7 hora a 9 minutos da (arde.
17 Quarto minguen te as 9 horas e **2 minuto da manhea-
24 La nova ai 4 horaie 85 minutoi da tarde. ,
l'RK VMAR m: IKl.lt.
Priraeira ai 8 horas e 30 minutos da Urde.
Segunda as 8 horas e 5* minuto da tuanhaa.
DAS DA SEMANA-
13 Segunda. S. Hermenegildo principe m.
14 Tersa. S. Domnina v. ; Si. Tiburcio e Valeriano mm.
15 Quarta. S. Pancracio ; Si. Eulbiquio, e Olimpiada mm.
16 Quinta. S. Engracia .: Sa. Calisto, Carizlo, e Ceciliano mm.
17 Seila. S. Aniceto p.; Ss, Hermogenes e Fortnnato mm.
18 Sabbado. S. Galdiuo b. card. ; S. Prrfeito presb.
19 Domomingo. 1. depois de l'ascoa. S. Eiped 10.
---------r-
ENCARREGADOS DA SUBSCRIPCAO NO SUL
Ala goas, o Sr. Claudino ralea o Diai; Sabia, o Sr. P.
Rio da Janeiro,o Sr. Joao Pereira Martina.
KM PERNAMBUCO
- DIARIO Mano.
Iirraria, praea da Independencia tu.
O P.foprieiario do DIARIO Manoel roetr*a ata Pana, M M
PARTE OFFICIAL
SrOVERMO DA PROVINCIA
Relatorio com que oExm. Sr. conselhei-
ro Sergio Teixeira de Macedo, entre-
gou a. presidencia da provincia ao Exm.
Sr. terceiro vice-presidente, Joaquim
Pires Machado Portella.
Palacio do gora'rno de Paroatnbaco, era S de abril
de 1857.
Illffl. Exm. Sr.Devendo seguir brevemente
para o Rio de Janeiro, afiro de lomar asiento oa
cmara dos diputados, e rilando impedidos os dona
primeiroe vce-presdenles da provincia, tire de
convidar V. Eie. para me subsliloir interinamen-
te oa administrarlo. Agradeco V. Exea promp-
tidlo com que acudi ao meu chamado, e louvo es-
te acia de deicarSo ao serviro do paiz.
lie de lo recanle data o relatorio com que abri a
aessao ordinaria da assembla legislativa provincial,
e ereio ler nelle sido Uo minucioso que poueo on
nada lenho a njanlar as inforraacSes que V. Ext.
pode all eolher sobre o estado da provincia.
Filho dalla, e nella domiciliado, membro da as-
sembla provincial, director da imlruccau publica,
e n-*eere(ario do governo, V. Exc. tara em mu -
tai materias conhecimenlos bem superiores aosmeui.
Saa inlelligencia affeita ao manejo dos negocios
dispensa informaces, e supprira con) vantagem
quaesquar omissoes que se achem as qne por es-
cciplo, verbalmente eu Ihe possa dar. Entretanto
para comprir o dever que me corre indicarei alguns
olelo*.
4 tai provincial que creon maii om aman nenie
noalterou o pessoal da secretaria, porque passon a
oceupar asee lagar um iddido que jide moilo pres-
Uva servico.
A tranquillidade pnbliea nao Um sido perlurba-
4a, nem ha motivo algn! para lamer que ella o
aeja em ponto algam da provincii. O espirito de or-
dem prevalece em toda a parle, o neulium motivo
exista de scilac.lo. Nao deve considerar-se como
|al aapparico da pequeos disturbios, que a pro-
ponte da rivalidades de msicas dos difiranles cor-
pos da guarda nacional, da policia a da artilharia
excitan) nai mas os desoecupados a eerlos carecieres
aHencialmente turbuleutas, que a policia pode fcil-
mente chamar ordem.
Na adminitracao d juslica criminal deu-sc ha
penco o faeto de ama absolvilo pelo jury na villa
do Cabo, que cansou alguma sorprexa.
Essa absolviese he naturalmente devida as causas
da que tiz menean no meu relatorio. Parece porm
qoenaquella villa o tribunal rio jury tero funceio-
nads com tal irregularidade que devo chamar a al-
teaedo de V. Exc. para aquella ponto.
A eerarnissao enearregada de elaborar uro project"
. de astaialoi para os collegios da orpham, ja roe apre-
senlea cuaudaue*lra*utej o seo Uob-lho. Submet-
conservam em p todas as vantdgens que tem re- I Dito A' cmara municipal do Recife.Devol-
luliado e se esperara desta operacao, a maior dai vendo a essa cmara o reqoerimento que acompa-
-. --.___,___ nhou o seo ofticio n. 2 do 1. do crrante, lenho a
quaes ser* o ver adoptado pelo eommereio um iys- MCOlnn,envJlr_,h, qge, B0 miis "rev paco de
lema qne por si so augmenta a riqueza publica, e i(mpo que for pouivel, informe de novo com que
facilita as trausacroe-. Ihe oecorrar sobre o objeclo do masmo requerirqen-
k, _. '.. ________.... i__.,__ lo, lendo ero viala o disposto no arl. 3. da resolu-
>ao roe occorre mats nenhurna medida imporlan- rta mmmku, geral gi,,ali. de 25 de oalubro
le da admintilracio, ou fado notavel que se le- de 1831, e remetiendo coro a sui inforroaeao nao
nlu dado depois da abertura da assembla pro-1 s o plano por ella adoptado para os fornoi de pa
O-o, Urobero eonR lancialmcnle, a Damas Inspecto-
ras, a se proceda assim ao exame das dilTerenles
qaesMies qoe demaadam urna solnco.
Tendo a febre amarella mostrado usa sensivel
dimlnuir;ao, Jei ordem a que.se essa diminuir;ao se
manlTesae, o hospilal provisorio creado no lazareto
da ilha do Pina Toase supprimido e desiufeclado o
edificio para licar. de novo reduzido ao objecto de
seu primeire destino. Parece porm justo lemhrar
aqui priacipalmenle para tranquillidade dos povo<
que he de necessidade crear na ilha'do Nojueira,
ou en outro ponto adeqaa lo um estabelacimenlo
seraelhinle a esse provisorio que eo a pressa fiera
montar no Pina, porque devemoi temer peridicas
invasdei dessa epidemia e de outrai, e devemos es-
tar prevenidos contra seus estragos. A ilha do Pina
nao ha a roais propria para isso palas diniculdades
da maro. Duranta a baixa-msr lera os doen-
lea da fazer um longo e ineommodo trajelo por
Ierra.
Cunvm tambera pdr outro lado ler em vista
malea que pode causar saude publica o cemiterio
qaa all se formou, e examinar se compre agora
alguma cu< fazer para evitar a exhilarao de mias-
ma! que o vento lanea sobre a eidade.
Na aaaa da detencao coneordei com o administra-
dor em urna obra de grande necessidade qoe be ti-
rar a colinda de dentro do .edificio principal e col-
leca -la Tora em construccao espeeialmenle destinada
a alta, em seguimento do eorpo da guarda. Sena al-
terar a perspectiva a o plano da edifieacao, sem al-
terar mesmo a semelria das obras erri meias-agoai
que se apoiam pela parte de dentro sobre o muro
da frente, ganhat a casa orna sala qna era neces-
saria aos guardas, e a outros srviros, ficara livre da
ramada e do perigo de incendios, e melhorar a
.iscipliha e seguranca com o arastameolo de um
le.'vic.e estranho em que ha necessidade de commu-
nica^Ses para o exterior.
Collises de interesse, questes de inlelligencia de
contrato se originsram entre os agentes da compe-
ndia da estrada da ferro nesla eidade, e a coropa-
nliia de proprielarios naeionaes que havia lomado
a si a desapropriacao e o fornecimeuto dos ter-
reno*.
O directorio em Londres, guiado por aquelles
seolimeotos de juilica eequidade que o devem ani-
mar e animan), entendeu ser o meio mais proprio de
cortar essas difficuldades o nomear-me arbitro na
quesiao declarando sojeitar-se k minba decisao qoal-
quar que fosse.
Todas as diflleuldades se acham aplanadas, e
V. Exc. sera aprestnlados lodos documentos a is-
so relativos, coja redacto ainda nao est con-
cloida.
Como a conslrur.cao da estrada de ferro vai-se
adiantando, e como lera apparecido a nebesiidade
de faxer alleracoex e rlesvios do primitivo trabado,
entend conveninle que as obras em progresso fos-
iero competentemente examinadas por parte do go-
verno, e nisso eoncordou o engenheiro director das
obras publicas da provincia.
PeVli ao Etm. ministro do imperio que me man-
daste o hbil e consciencioso engenheiro Mr. Lae
para proceder a sses exames, e dar o seu parecer.
Segundo me participa S. Etc., foi alt'ndido o meo
pedido, e pelo prximo paquete iuglez deve aqui
ehegar o Sr. Lae, a quem V. Exc. dar as conve-
nientes inslrucces.
lie condecido de V. Exc. o contrato celebrado
com a caixa filial do Banco do Brasil para a guar-
da nelln, ero cnla porrete, vencendo juro mode-
rado, dos diuliekos da lliesouraria provincial. Esse
contrato tero sido executado com vantagem clara do
eo'nrnercio e da agricultura pela mobilisacao de ca-
pjtn-sque asiariam parados ; com vantagem para a
caixa filial, qne na difierenca eutre os juros que co-
bra de seos devedores, e os que paga a' Ihesooraria,
acha ama colnpenlacao e lucro razoavel : com van-
lagem emt'm para a lliesouraria, para quem esta
operacao eqoivaleu a um augmento de renda ca1-
culado aro quiltro conlos de res annuaes, qoe a
ningiiero custam. Entrando porern em dovida a cou-
formidade desle ajuste com os jj 3- e 4- do art.
* dos estatutos da caixa filial, que Ihe prohibem
lomar dinbairo em coala correte vencendo joro
por espaco menor de se.ssaota dias, Uve de celebrar
um novo ajusta em tres rticos addicionaes aos do
primeifo contrato eslabelecendo estipulares, qoe
remover toda 1 idea da violieso da* estatutos, a
vineial.
Permita, porim, V. Exc, qne approveite esta
occasiao para recordar e expr os principio* que
tem dirigido a ininha adminislrar;ao, aqualceropre
leve a V. Exc. por um de seus melhores coad juva-
dores na importante parle della que esUve ao sea
cuidado iibmediato.
Coohece perfeilameole V. Ele, qoe todos os es-
forros do governo tem consistido, principalmente
nesla provincia, em congraciar os nimos e dester-
rar o azedume das dissenedes polticas. Os direitos
de cada um lem lido plenamente respeitados ero
ludo o que tem dependido da muida acejo directa
e se em alguna caso outros os nao tem respailado,
nao tem sido por falta de ordena ou de manifesla-
co enrgica de meus desejoit, ou da possivel re.
pressao.
A maior tolerancia de opinides tem prevalecido
as aseolhas do governo, e tenho procurado o mri-
to, a probidade e a aplidSo onde quer qne creio
acha-los para os emprear no servico publico.
V. Exc. percorrendo cada urna dai reparlfoes pu-
blicas, a comegar pela secretaria do goveroo, e com-
prelieudendo at as delegacias e subdelegadas de
policia achara' empregados professando e manifes-
tando opinies polticas contrarias is que guiam o
;overno. .
A liberdade da imprensa nao tero (ido limiles,,e
o uso on abaso desle importante e precioso direilo
tara sido levado as sua< ultimas conseqoeocias.
Atii mesmo porem tem sido meu cuidado moderar
o azedume das dissencOes. Keconhecendo a liber-
dade da todos, eo nao poda influir no uso da de
alguns, senao por conselhos e adrooeslacoes. lie
publico que lando ndo bastante atlendido, para que
cessaasem folba destinadas a manter em nome dos
principios do governo urna irrilanla polmica. As-
sim as discussoes mais animadas e vehementes da
imprensa tem lido lugar entre os adeptos de urna
poltica opposta do governo.
O direilo de assoriac.ao lem sido Uo respailado,
como o de exprimir os pensameotos. Os homens
que lomaram por trela aggredir o governo, ou an-
tes as pessoas dos governantes por meio do uso 00
aboso desles direilos ainda nao perderam um s ca-
bello da ana cabera, ainda nao liverirn de registrar
uro s acto de oppressSo da parte da aatoridade
contra suas pessoas. Tem pelo contrario a aatori-
dade sido vigilante em prolege-los contra odios que
elles lem excitado as individualidades, odios qoe
desgraciadamente entre nos tem por vezes recorrido
a' vinganca particular.
A tsrta-terteranci* e msde^^^-pebtica que nada
mais he do qu.e a juslica, ^^evefe
P>
uaiulrjili) de
urna poltica saa, tenho ajuntado um esforro inces-
sante para bbler a puiurao do crime, sobretudo da-
quelies crimes que, revelando ferocidade mais desa-
credilaon^e mais fazem perigar a sociedade. Qual-
quer qae aeja a gerarchia e posirau social do crimi-
noso, lem elle senlido que, se o governo nao oblem
sempre o seu prorapto castigo, nao he porque nao
faja por isso todos os esforcos, mo he porque quesra
poupar influencias ou potie/ies individoaes, lie por-
que a impunidade entre nos lem para lodos os cri-
minosos mais recursos do que cm qualqoer outro
paiz.
xjsle lyilema de moderacan, de tolerancia e jus-
lica, e os cuidados da boa adminislracao tem prodo-
zido seus effeilos, porque o paix prospera, (odas as
industrias que elle comporta vAo em progresso, e a
moralidade e dolara de coslumes ganha terreno.
As provas disto esto na elevac.au notavel das ren-
das, que he o verdadeiro Ih'ermometro da riqueza
podlica, na marcha desembarcela do eommereio,
no augmento condecido directamente d* producto
agrcola, no palpavel e visivel bem estar das clanes
laboriosas, na seguranza qae roanifeif* a populado,
e na duninoicao dos crimes.
Esla poltica de paz, de or lem, de moderarlo e
de juslica que tem merecido o apoio de V. Esc,
he a que V. Etc. he agora incumbido da execolar
investido da priroeira magistratura da provincia.
Os negocios v3o por cario senlir, que mSu hbil os
dirige com amor ao paiz, fidelidada s in e com a firmeza que caraclerisa o governo dos pai-
zes livrei.
Queira V. Exc. aceitar os votos, que faco pelo
bom xito de sua adminislracao, e os protestos qoe
tenho a honra de apresentar-lhe da muito par-
ticular estima e consideracao que professo a' sua
pessoa.
Dos guarde a V. ExcMm. e Exm. Sr. Joa-
quim Pires Machado Portella, vice-presidente da
provincia.
Sergio Teixeira de Mdcedo.
Expediente da Ola i da abril.
Ofticio Ao Eim. vice-presidente do Ceara,
solicitando a espedirlo de ordens para que regres-
se para aqui, logo.que avieja meihor de sande, o
alfere Julio Cesar da Fonseca, que se aeda doenle
na eidade do Aracaly.Comrriunieou-se ao general.
Uito Ao Exm general para mandar por em li-
berdade o recrula Bellarmno Francisco Ramos,
urna vez que foi elle considerado incapaz do serviro
em inspeccao de saude. Communicou-se ao juiz
de direilo de Sanio Antilo.
DitoAo chefe de policia, enviando o papis
relativos ao recrula da armada, Joao Alvesde Lima,
coja soltura pede a viuva Mara da Penha, afira de
que S. S. trale de conhecer summariaraente se esse
recrula lie o que existe com o nome de Jos Anto-
nio de Lima, a bordo de om dos navios da estacAo,
cerlo de que ficam dadas as orden para ser-lhe a-
presenlado o referido recrula. Oiliciou-se neite
sentido ai eommandanle da eslac.iu naval.
DitoA'lliesouraria de fazeuda, dizendo|que
visto nao ln ver ere lito para pagamento das despe-
zai felas com os concerlos e movis de que precisa-
*va a cav da guarda do palacio do governo, pode
S. S. fazer semelhanle pagamento sob responsabili-
dad* da presidencia.
Dito A' mesilla, para mandar pagar os venc -
mentos dos empregados da repartirn da polica, da
conformidade com a tabella innova ao decreto de
2\ da fevereiro ultimo, do qual se Ihe remetlau urna
copia em 18 de marro ultimo.Commomcou-se ao
chefe de policia.
Dilo Ao coiiseldo administrativo, para promo-
ver a compra dos objeclos indicados na relajo jun-
ta, os quae* s3o precisos para a escola elementar do
piesidio de Fernando Cammunicou-s* a' Ihesou-
raria de fazenda.
Dito Ao eommandanle de policia, dzendo que
op, nrluiuniriite sera' Iransmilli lo a' reparlir.'i 1 da
guerra para ser julgado em segunda iixlancia o pro-
ivs.o do suida lo daquelle corpo, Manoel Francisco
de Suassuna.
Dilo Ao coromanilante de Fernando, recom-
in'-ndandn que maulle dispensar do serviro o sen-
tenciado Manuel FrauVisco da Silva liuimarAes, vis-
to ler-se elle parlado c ni fidelidade, na occasiao
em que por ordem daquelle cominando veio a esla
ci lade em urna balsa com officios pedindo soccor-
rd para o presidio. Comroanicou-se ao Dr. chefe
de policia.
Dilo Ao direclor do arsenal de guerra, para
que, caso nao baja inconveniente, mande admillir
a companhia de aprendices daquelle arsenal o me-
nor Joao Demetrio Ferreira, apezr de fallar alguna
mezes para o completo da i lade requerida.
Dilo A' lliesouraria provincial, para mandar
indemnisar o alferea Antonio Manoel Barbosa, d*
qaaolia que dispendio com aluguel de casas a lu
ie* 00 lempo em que e-leve destacado no Li-
moeiro.
darlas, roas tambero os pareceres que deram a* eor-
praeOes medicas acerca do objecto de que st Irala.
Dito A*mesma. autorisando-a a- proseguir no
andamento das questes judiciaes pertaneeotes -
quell* cmara, nao obstante achar-se esgolada e
al excedida a quola consignada no orcameoto vi-
gente para oa negocios forenses.
Portara Norneando a Basiliano Magalhaes de
Castro para o lugar de amanuense da secretaria de
governo, creado pela le provincial n. 401. Com-
municoo-se a' lliesouraria provincial.
Dita Demiltindo o leaeole coronel Roque Car-
los de Alcacer Paixoto do cargo de delegado do
Ouricory, e removendo para aquella (ermo o dele-
gado do da Boa-Vista, capitn Jos Francisco da
Silva, que ser substituido palo bacharel Jos Ro-
drigues do Paiso Jnior. Communicou-se ao che-
fe de policia.
Dila Noroeando o bacharel Migoel Goncslves
Lima, para o cargo de delegado do termo de Cabrn-
b.Communicou-se ao Dr. chefe de policia.
E.rpediente do secretario da provincia.
Oficio ao secretario da'assemblea provincial, pa-
ra que envi, com a urgencia possivel, urna relacao
nominal dos empregados pblicos geraes, que por
ventura tenham lomado assenlo na mesina assem-
bla, com declararan dos qae resolvern) fazer op-
ea o de seus vencimentos como empregados pbli-
cos.
6
(inicio Ao Exm. vice-presidenle do Ceara' Irans-
miltindo os termos de exame porque passaram nes-
la provincia o lenle Joao Carlos I,ocio de Almi-
da, o legando cadete Demetrio Raymundo de Oli-
veira, a os particulares primeiros 'sargentos Fran-
cisco Ferrsira do Valle, e Jos Cypnano da Rocha,
lodos pertenceoles ao meio haiaibAo do Ceara'.
Commuuicou-se ao general commaudante das
armas.
DitoAo Exm. presidente das -Alagoas, comruo-
nicmdo ler dado as convenientes ordens lliesou-
raria provincial, para mandar pagar ao agente da
eompanhia dos paquetes a vapor a passagem nao s
do reo Jos Lopes da Silva Lima, qoe veio para
aqoi no vapor S. Salvador, mas tambera das tres
pracas que o escollaran).Expedio-se as ordens de
que se trata.
DiloAo Exm. general eommandanle das armas,
para mandar escosar do servico, nos termos do aviso
circular da guerra de 7 de fevereiro de 1815, o guar-
da nacional Francisco Mariano de Souza, que sendo
recrutado, acha-se nddido ao 10* liatalliao de infan-
laria.Communieuu se ao eommandanle do 5' ba-
talhao de infantaria da guarda nacional desle mu-
nicipio.
DiloAo mesmo.A adminislracao geral do* es-
tabelecimenlosde earidade, sendo ouvida acercada
reqoisicao de V. Exc. conlida em seu ofileio 11. 232
de 19 do correle, responden que nao lendo o hos-
pilal de caridade as uecessarias proporcoes para os
23 alienado*cue all existeui actualmente muilo
mal accommo lados, era impossivel admitnr >s dous
soldados que se acham no hospital da ra do Pires.
Convindo porm, providenciar de modo'que, os
militares a(ecados de alienadlo raeutral possam ser
convenientemente tratados, officio uesta dala ao
direclor da* obras militares para que, enlendendo*
se com V. Exc, dale quanli idni! aaUtitlusar 110
hospilal da eua do l'ire-'.' urna eRfennaria com sufll-
cenles icommodaces para reeeher os docntes da-
quella ordem, ao menos emquanto nao se apromptaa
o hospital de Pedro II, situado nn lugar dos Cos-
idos, oa o governo imperial nao me autorisa a re-
mover para o dospicio do Rio de Janeiro os aliena-
dos que aqui exisiem no acloal ho DiloAo mesmo, tenho presente o ollicio 11. 253
de 30 do corrente. em que V. Exc. pede providen-
eios sobre o destino que convem dar ao soldad > do
10 balalhao, Luiz Jos M.iriin-, recluso desde 3 de
selembro do anuo prximo passado, pur ter sido re-
clamado como escravo, por Joao Pedro dos Santos
Sobriulio, sem que este tenda al o presente pro-
duzido a competente justificara, nem requerido a
entrega ao mesmo.
Em resposta lenho a declarar a V..Exc, que de-
vendo presumirse, que todo o individuo he livre,
emquanto o contrario se nao provar. convem que o
soldado de que se Irala aeja immedialamenle solt,
e restituido ao seu bataldau, para prestar ea servico*
a que se acha obrigado.
DitoA caixa filial do Banco do Brasil.Jonto
envi a VV. SS. urna copia aulhenlica dos arligos
addicionaes e explicativos em que coneordei com os
Srs. Joao Piolo de Lemos e Auguslo J'iedeirco de
Oliveira, devidameole auterisados pela directora da
caixa filial com o fim de remover a duvida qoe ap-
parecra sobre a conformidade do contrato entre es-
ta presidencia e essa directora para a guarda, em
conta Correle, dos diuheiros da lliesouraria provin-
cial, com as disposices dos S 3' a 4' do arl. 3, dos
estatutos da caixa.
Removida assim aquella duvida. o ajnste feilo coro
a caixa continuara a prestar as vanlagens que delle
ja se lem colindo.*
DiloA lliesouraria provincial.Tendo entrado
era duvida se o contracto feilo eom a caixa filial do
Hinco do Brasil para p deposito nelle, em conta cr-
ranle vencendo juros, dos dindeiros da lliesouraria
era compativel, do modo em que eslava redigido,
com as disposices dos 3 e 4 do arl. 3 dos estatu-
ios da mesma caixa, investio sua directora aos
raembros della Joao Pinto de Lemos e Auguslo F're-
derico de Oliveira de poderes para celebrarem co-
migo um ajuste addicional que removesse aquella
duvida.
Junto achara Vmc. os arls. em que aecordamos,
que ficam fazendo parte daquelle contracto primiti-
vo, que Vmc. deve ler em visla as operas-Oes da
thesouraria para que nao soffram os seus inlsrresses.
DiloAo vigrio Venancio llenrique de JUzende,
inleirando de haver S. M. o imperador concedido a
deuiissan que solicitoo S. S do cargo de vice-presi-
denle desla provincia.Iguaes ao commendador Jo-
s Pires Ferreira e ao Exm. Antonio Coelho de Sa e
Albuquerque.
DitoA thesouraria d^ fazenda para entregar no
almoxarife do arsenal de marinha Manoel Francisco
de Moura, ou ao guarda (iedeAo Furjaz de l.acerda
a quaolia de 5398100 rs para o luslcnlo diario no
rorrenle roez aos menores admiitidus ao mesmo ar-
senal.Communicou-se ao respectivo inspector.
DiloA mesma, para pagar ao Dr. Antonio da
Silva Daltroos seos vencimentos do mez de marro
ultimo, como medico do hospilal do Pina.
Dito A mesma, inteirando-a de que a caixa fi-
lial do Banco do Brasil nesla provincia, depois do
dia 7 de jaueiro olUmo, lem emillido na circulara),
lis a quanlia de 17220:0009 em olas de diverso*
valores, cojas particularidades conslnm da nota jun-
ta.Igual commnmcacao se fez a thesouraria pro-
vincial.
Dilo Ao arsenal de marinha para mandar subs-
tituir por nutra a africana Domingas empregada no
collegio das orphaas, visto acliar-sa ella em estado de
gravidez muilo adiantado.Communicou-se ao pa-
trimonio dos orphaos.
DitoAo mesmi,enviando copia do aviso de 23do
passado, no qual o Exm. mimsiro da marinha, an
passoque declara fiear approvada i deliberaran des-
te governo de ler aulorisado o pagamento das gra-
ti'-ares que em virlude dos avisos de 6 de oulubro
de 1855 e do 1. de setembro do anno passado perce-
biam o secundo (enente da armada Manoel Anlonio
Veigas e Francisco Firmno Monleiro, encarregsdoi,
o prlmeiro, da aula de geometra pralica; e o segun-
do, da de prmeiras ledras desse arsenal, determino
ao mesmo lempo qu* sendo essas despezas feilas por
coola da.verba.Despezas extraordinarias e even-
luaes,nao be preciso consignaran para ellas.Igoal
a lliesouraria de fazenda.
DiloAo mesmo, para fornerer ao administrador
docorreio para o servico do lelegrapdo da turre do
collegio, os objeclos indicados na relacao junta, de-
vendo Smc apresentar a cunta das despezas feitas
coin a acquisirao de laes objeclos, nliin de ser satis-
feita pela (lissouraria de fazenda, para o que lira
expedida a ordem,Communicoa-se ao administra-
dor do correio, e ordenou-sc o pagamento.
DiloA lliesouraria provincial para*J;adianlar ao
Ihesoureiro panadnr da r*partirflo das obras publicas
a quanlia de 3:000.^000 rs. para a conlinoar^o das
obas encampsdas do arco do Afogadinho, e do doci-
ino segundo lauro da estrada do sul.Communicou-
se ao director das obras pubicas.
DitoA comrnissao de hygiene, para qne declare
se ja foi executada a ordem da presidencia sobre a
extinecao do hospilal provisorio do Pina, e no caso
negativo, qoantos doentes eiislem ainda nelle.
DiloAo agenle do Rio Grande do Norte, para
mandar receber do presidente do conselho adminis-
trativo um portao de ferro comprado par um cemi-
terio naqaella provincia.Communicuu-se ao con-
selho.
DiloAo provedor da saude, dando Ihe sciencia
da ler ordenado a commisso de hygiene que dessa
por extraclu o hospital provisorio do Pina, caso nao
nao sobrevisse alguro motiva em contrario, e re-
reeommendo-lhe qoe proceda a deainfeccao daquelle
edificio logo que nelle nao bouverem mais doenles.
PortaraNoroeando a Jos Joaquim de Miranda
para servir interinamente de piloto escrivao da es-
cuna Lindoya.Fizeram-se as uecessarias com-
municaces.
OfficioAo Exm. general eommandanle das ar-
mas, declarando-lhe haver nao s expedido ordem a
ageocia dos vapore*, para mandar transportar para a
corle ao lenle Joao Manoel de Lima e "silva, como
tambera a' lliesouraria de fazenda 00 sentido de ajus-
tar-se as cintas desse official e passar-se-lte a com-
pleme guia de soccorrimenlo.
DitoAo mesmo. para mandar por em liberdade o
recrula Joaquim Anlonio de Mello, qne apresentoo
isencao legal.
DiloAo mesmo, devolvendo-lhe, para que pro-
ceda na conformidad* do arl. 22 do'regnlsmenlo p-
provado pelo decreto de 17 de fevereiro de 1832,
vislo ja' estar preenchidu a formalidade determina-
da no arl, 21 do mesmo regularoenlo, o formulario
dos medicamentos magistraes que teem de ser furne-
eidos por arremalacao a' enfermara do quarto bala-
lhao de artilharia a p.
DiloAo mesmo, aotorisando-o a mandar passar
escasa do servico ao soldado de cavallaria Poociaoo
Pereira I.eite, aceitando era seu lugar o er soldado
Manoel Jo< Mouteiro, por elle ol-rendo para con-
cluir o lempo de serviro que Uie falla.
DiloAo mesmo, dizendo qoe fica scienle da ha-
ver S. Exc. mandado alistar como addido ao dcimo
batalhao de infantaria. o recrula Manoel Malheus de
Barro*.
DitoAo mesmo, apresentando para recrutas do
ejercito a Joao everiuo, Rufino Cardlo e Joaquim
Anlonio de Mello.
DiloAo Dr. chefe de policia, para que em visla
do resultado das averiguac.es a que S. S. procedeu
acerca do recrula Joa Alves de Lima, as quaes
conslam do seu ollicio n. 319, o reenvi ao eomman-
danle da estacan naval para servir na armada.
Dilo Ao mesmo, dando-lhe sciencia de que a
thesouraria provincial tero ordem para pagar a conta
das despezas feitas com o sustento dos presos pobres
da oadeia de Olinda nos meitis de Janeiro a marro
ltimos.
Dilo Ao eommandanle da estarao naval, para
mandar desembarcar o recrula Chnslov3o de Aquino
Alves, vislo ler elle apresenlado isencao legal.
Dito A' thesouraria de fazenda. As despezas
feilas eom os Africanos apprehendidoi em Seri-
nlnlem corrern) por conta do ministerio da jastira
al o dia 31 de dezembro do anno passado, mas se-
gando declarei verbalmente ao inspector do arsenal
(de marinha, ellas passaram a ser consideradas como
perlencenles a rnhricaObras do arsenaldesde o
dia 1 de jsneiro ultimo, vislo'qoe os referidos Afri-
canos se acham exclusivamente empregados em laes
obra*. a
Nesta conformidade mande V. S. levar a' referida
rubrica nao s as despezas constantes da conta junta,
relativa ao trimestre decorrido de Janeiro a marco
do corrente anno, mas ti mbem as oulras da mesma
na(ureza qu* forera feitas d'ora em dianle.
DiloA' mesma, para mandar pasar a Simplicio
Jos de Mello, conforme requisita o juiz de direilo
do Brejo. a quautia de I8|SM rs., importancia das
diarias abonadas aos reciutns Jos Severino, Rufino
'ardoso Joaquim Anlonio de Mello ; que o mesmo
'. remellen para esta capital.
'iloj Ao arsenal de marinda^ accosando rece-
) o ollicio a que veio anne.xa a coola demonslra-
"<. das quantias existentes na caia de-soccorro da
-sso sarao dos praticos, e dizendo em resposla que
esle governo nao pode compreden ler a duvida de S.
me. em empregar como emur-gou todas as mais pre-
cedentes, a quanlia de 1:9(fj*)958 qu" diz esislir'em
dinhero, pois que nao admilte duvida que deva ella
ser applirada em accoes de campanillas, cm lelras a
premio, ou em apolices da divida publica.
Dito An mesmo, envundo copias do aviso da
marinha de 18 de marco ultimo e do contrato a que
se elle refere, pelo qoal Wilsu Senil & ('.. obriga-
ram-sea fornecer nesla provincia pelo lempo de ifm
auno, ca'rvao de pedra, lano aos vapores e navios
da armada, romo as officinas d'aquelle arsenal.
Communicou-se a lliesouraria de fazenda.
Dilo Ao eommandanle de Fernando, para fa-
zer regressar com seguranca a esta capital, o reo
Joao Jos da Silva Sena, afim de ser remeltido para
as Alagoas, onde lem de ser sobinellido 1 novo jul-
gamenlo. Commameon-se ao juiz municipal da
prirneira vara derla eidade.
Diio Ao Ihesoureiro das '.oleras, remetiendo
para (e* execulado o novo plano apprnvado para a
exlraccao da* loteras da provincia.Igual a ilie-ou-
rana provincial.
Portara Cunee leu lo a Spendiao Barbosa da
Silva licenca para conduzir das Alagoas para esla
provincia 300 llames de jcopira de 8 1 16 palmos
cada nm.
Dila A agencia do vapores brasleiros, para
dar passagem para a corle, por conla do governo, ao
lenle Jlo Manoel de Lima e Silva.
Expediente d secretario da provincia.
Oficio Ao secretario da assembla provincial,
remetiendo 38 exemplares do ori-aineulo da receila
e despeza provincial, para o exercicio de 1857 a
1858, e igual numero aos do bataneo da receita e
despeza do primeiro semestre do exercicio de 1856
a 1857.
lente Firmino da Cunha Reg fez a sua apresen- 1
tarAo no quartel general vindo da provincia, da
Pirahiba no dia 11 do correle. Picando reunido ao
batalhao 10. da mesma arma a que perlenee.
.Ion' Joaquim Coelho.
EXTEB10B.
NEGOCIOS DA ITALIA.
(Correspondencia particular da Preste )
Turim, 13 de fevereiro.
a Desde 1849, nunca foi la o pronunciado como
hoje o deuccordo eotre o Piemon'le e a Austria. A
Austria nao pode perdoar ao Piemoote ler tomado
parle na guerra da Crimea ; ter comprado, a' custo
de seu saogae, e de sea oaro, o direilo de lomar
asiento a' par das grande* potencias do mundo, ler
se erguido, no coogresso de Pars, urna pona do
veo, que encobre os infinito* males qae opprimero a
Italia por causa da dominaejo eslrangeira. O mo
humor da Austria lornava-se mais intenso, a' me-
dida qoe o Piemonte augmenlava e crescia na opi-
niao publica da Europa ; e chegou ao seu pincaro,
boje que Ihe he forzoso ver todas as cidades do rei-
no lombardo-venesiano concorrerem para os cem
candiles de Alexandria,' e ofierecerem ao exercilo
sardo um mooumenlo, qoe sera' elevado sobre orna
das pracas principaes de Turim, como um lestemu-
nho de gralidAo para o passado e de esperanca para
o futuro.
a A Gazeta Official de Milao poblicoo mullos
artigos hostis ao Piemonle, mas o que ha tres dias
oella appareceu, transpoz todos os limites da con-
veniencia. Bastara' citar delle algamas passagens :
Os jornaes interpretes da poltica sarda, diz a
a Gazeta Official de Milao o fallando das potencias
occidentaex, e os homens que estao no poder, e que
os inspirara, desnaturando os factos e calumnian 10
a boa f dos accidentes, procuram engaar ,1 cuns-
ciencia publica e fazer acreditar, que a Franja e a
Inglaterra sAu auxiliares do* projectos de engran-
decimenlo da Sardenha. Elles empreslam aos oc-
cidentaes a mascara de sua propria perfidia. Inca-
pazes de se medirem coma Auslris, mas teimando
em desafia-la, elles querero eneobrir, disfarcar a
insotficieocia de suas armas com o apoio illnsorio
das armas anglo-francezas.
E pcrii.illi-me fazer-vos observar que nenhum
acto do governo piemontez, que neohuma palavra
dos jornaes tardos faz a menor alloso an desejo de
eombaler a Austria com o auxilio da Fraora, e da
Inglaterra para obler um augmento de territorio.
Islo seria inteiramente contrario a' poltica de noss0
governo, e tendera a diminuir as sympathas, que
elle inspira por luda a Italia, e que couslituem seu
verdadeiro poder, a A Gazeta continua dizendo :
qoe o Piemonle nao pode resignar-se ao eonlratem-
po, que Ihe causaran, as conferencias de Pars ; que
o procedimento da imprensa e dos estadista* pe-
monlezes de de urna temiridade' sem igual nos
annaes da diplomacia e do jornalismo ; que a maior
longanimidad lem limites, e conclu recordando,
como prognoslicu de um futuro pn-iv-l, nma pas-
sagem de Guichardin em que so acitara eitai pala-
vras : Quero castigo daquelle que l oftendeu, se-
ja um exemplo tal que tire aos outros o desejo de le
provocar.'))
Como pudeis fcilmente imaginar, e.-las antea-
ras provocaram no Piemonte a indignaco poblica.
J ministros reuuiram-se sob a presidencia do re,
e deliberaran! responder ama vez por lodas, em ter-
mos dignos e convenientes, ao jornal austraco, des-
prezar semellianles provocaeoes, e fuer teda a at-
leocao nos preparoa para algom aconlecmenlo,
que possa subrevir. O Piemonte nao atacara a
AtMUia ; mas se a Austria quizer realisar suas amea-
Circolar.Rio de Janeiro.Ministerio dos nego-
cios da gnerra em 19 de marco de 1857.Illm. e
Exm. Sr.Compelindo ao ajudante general do exer-
cilo pelo respectivo regulamenlo de 31 de Janeiro
desle anno, liscalisar o movimenlj, disciplina e ad-
minislracao do pessoal do exercilo, determina S. M.
o Imperador que V. Exc. ordene os c lie fes dos es-
labelecimentos da repartirlo da guerra ah existen-
tes que noque for privativamente relativo ao pes-
soal militar empregado nos ditos es(ahelecimen(os,se
correspondan! com o mesmo ajudante general por
intermedio do eommandanle das armas dessa pro-
vincia, e que eiecutem reslrietamenle as ordeus so-
bre laes objectos, que elle pelo referido intermedio
Ihes dirigir.
Dos guarde a V. Exc. Marque: de Caxias.
Sr. presidente da provincia.de Pernambuco.Cum-
pra-se. Palacio do coverno de Pernambuco 11 de
de abril de 1857.Portella.
COMMANDO DAS ARMAS.
Quanel geaaral do eomnaando da* armas d>
Pernambuco na eidade do Recife, em 12 de
krll da 1857.
ORDEM DO DIA N. 451.
O general eommandanle das armas declara, para
conhecimenlo da guarnicao e devido efi'eilo, que em
eouseqoencia de ler o Sr. primeiro cirurgao capilao
Dr. Prxedes Gomes de Souza f tanga, assomido
hontem as funccSes de delegado do cfrorgiao mor
do exercilo, como se havia determinado, lomoo hoje
a incumbencia do hospilal regimenlal o Sr. segundo
cirurgao lenle Dr. Olegario Cesar C-hos-u. que
ser considerado membro d- junta de saude. O Sr.
segundo cirurgao lente Dr. Jos Moniz Cordeiro
Gitahy passar* a seivir no mesmo hospilal.
Jus Joaqxtn^Cotlho.
-13-
ORDEM DO DIA N. 455.
O general eommandanle das armas faz publico,
pira sciencia da guarnirn e devido effeito, que S.
Al. o Imperador houve por bem por decreto de 28
de marco ultimo perdoar ao soldado do 10 batalhao
de infantaria Jos Mara de Fieueiredo o crime da
disercao que commetteu, segundo foi cnmmuoicado
em oficio do quartel general do exercilo datado do
1 desle mez.
O mesmo general determina, qoe ossenhores com-
mundanles de corpos, compauhias Pisas, as retardes
de moslra docerreute me/, abalara a importancia'dos
10 res diarios de elape que de mais cobiaram da
(desuuraria de fazenda, para as pravas tratadas no
hospilal regimenlal. e enfermara de Olinda, nos
mezes de Janeiro e feveieiro desle anno, de coja im-
portancia serAo o. me-mus corpos indainiiisadus pelo
cofre <1o referido hospital, e enfermara.
Jote Joaquim Coelho.
-14-
ORDEM DO DIA N. 456.
O gaberal eommandanle das armas declara, para
os fins conveniente, que no-la termos da imperial resoluc,ao de! 27 de nuvembro de
1852 para servir por tres aunas oa banda de msica
do 8* balalhao de infantaria, na qualidade de msico
de 2. oanse, o paisano Joan Francisco de Moura,
queja servio 110 exercilo, foi jnlgado robusto e 6.1o
ero insper ,;ao de saude, o qual percebera' alem dos
vencimentos que por le Ihe cumpetirera o premio de
duzenlos mil res, p-go segundo o dlsposto no artigo
3* du decreto n. 1101 de 10 de juoho de 1854.
O mesmo general declara lambem, qoe o senhor
cas, o Piemonte esta' disposto a aceitar o de-
safio.
Transcrevcmos a passagem seguinte da resposta
da Cszela Piembnteza. o
a Esclarecidos pela historia do ultimo secuto e do
prsenle, pelos exemplos antigos e modernos, os es-
tadistas a' quem a Gazela de Milao dirige essas
amargas palavras estao decididos a proseguir o ca-
minlio que coraecaram.
Administradores de um oslado italiano, el
sentem qae teem o direilo, que he seu dever por
todos os meos honestos promover a l'elicidadc da
Italia. Nao serao nem as injurias, nem as ameaeas
que Ihe fazem os joroaes officiaes d'alm de Tesin,
que os arredarao de seu proposito. Como elles
teem fe, nao na longanimidad da Austria, mas na
lealdade de suas proprias inlenrdes, na juslica dos
meios por elles empregados ; como elles sao fortes
com a amizade de seus alliadoi, com a sympathia da
Europa inteira, n.lo se deixarSo dissuadir por peri-
gos amearados, que podetiam, se fosse preciso, af-
fronlar intrpidamente, convencidos de qua nao lie
mais soroenle por numerosos soldados, nem vastos
territorios que se ganham eslas lulas eraprehandi-
das em nome dos grandes principioi da civlisacao e
da juslica.o
aples, 8 de fevereiro.
, e A policia lem feilo persegnices no domicilio
dos gene.aes Lecca, Iichilella, ex-minlilro da guer-
ra, e Filangere, ex-lugar-tenenle do re na Sicilia,
e na casa da filha deite ultimo.
Espalharam-se aos militares medalbas de tres
core, em que estavam islas palavras l'ica la
Constituzione '. Tero-se feilo prisOei entre os em.
pregados do ministerio e no exercilo.
Exlrahido. P. I'inrard.
NEGOCIOS DO ORIENTE.
(Correipofidncia particular da Preste.)
Conslantinopla, 9 .de fevereiro.
Urna questao que vos innuncei e a que nao
falla gravidade, preoecupa neste momento o minis-
terio, ,e lanea a divisSo em sen seio.
O l/atl-i-humaioun de 18 de fevereiro de 1856
proclarnou os direitos dos subditos nao mussulmanos
do imperio ; ao mesmo lempo, proclarnou seus de-
veres, enlre os quaes o de servir as fileiras do exer-
cilo. Mais tarde, orna deciso imperial inlerveio
que modificou essa prcscripcAo em sua execuco.
a Eperou-se que, com a volla da paz, nao sendo
mais necessarin um grande desenvolvimento de for-
ras militares, o governo nao lomara senao urna par-
le do contingente n.lo mossulmano, o sentara o
risto do servico sob as bandeiraa, medanle urna
conlrbuico millar. Esta conlribnieao oi filada
em cinco mil piastras por cabera.
Segundo calclos cuja exaeidAo seria difficii
apreciar, 5i,000 homens devaro formar o contin-
gente nao mussulmano. Por nma decisao imperial,
fondada sobre o fim da Roerra e sobre a necissidade
de diminuir as despezas, 36,000 homens, os doui
(reos, foram isentos do servio. Quan(o ao ultimo
terco, toroou-se a medida qne cima referimos. Em
summa, calcula-se qae 4,500 homens sero chama-
des para as bamieiras. !ie inotil vollarmos ao al-
cance de scmelhanles dhposices, no poni de visla
dos ronsideraveis encargos financeiros que sobre a
comraunidades fazem pesar. Ja sobre islo por demais
alloii-se 110 mino passado, e a Presic ja publicou
ludo o que a csie respailo linda a dizer.
Como vos escrevi precedentemente, 1 quesl.io
da orgnnisarAo do contingente nao-mossulmano foi
apresentada ;i Porla. Ella provocou urna sciso mui-
lo pronunciada no seio do gabinete. O primeiro
poni a examinar era se 01 cdrist.los (os israelita*
nao formam no contingenle senao urna Traca mi-
nora) seriam orgnisados em corpo separado com
chefei de sua religiao, ou se seriam amalgamados
no* regimentos ollominos. Se se cansaltir aos chris-
taos, sua opiniao n3o he duvidota ; elles preferem
ser separados e comroandados por ehrisiaos. He
pira elles urna garanda contra o* ultrage* que la-
men se forera disseminados pelas Iropa* ollomanas;
de mais, he urna garanta de futuro para os homens
inlelligentes e zelosos ganharem um* dragona, o
qoe he inadmissivel a um cliristao em corpo de mui-
sulmanos.
Esles motivos e outros ainda foraro coroprehen-
di los por muitos ministros, que se teem pronuncia-
do pela crearAo de um corpo separado ; sao o grao-
visir Rechid-Pach, o ministro da guerra lliza-
Pach e o ministro das finanzas Sall'eli-Pach*. Elle*
leem acrescentado que urna grande emolacao se
desenvolvera s pelo facto desla separaclo, e que,
bem dirigida, ella podia ser aproveilada no interesse
do paiz. Fora desle meio elles nao veem seuao urna
Tote de gravissimos embaracoi para o governo ;
oulras razes leem elles apresenlado, que por nao
serem de primeira ordem, nem por isso 1I0 menos
serias: a difierenca dos hbitos, do viver, dos dia*
feriados, ele.
. O outros membros do gabioele sao de opiniao
contraria. Qaerem elles que estando decretada a
igualdade de direitos e deveres, he misler, o mais
cedo possivel, realisar a fusao das diversas racas e
religies do imperio ; querem consegnintemenle que
os 4,500 bomens sejam espalhados oos regimenlos
ottomanm. A sem olhoi, o interesse da fuiao deve
fazer calar qualquer oulra consideracao ; todo pe-
rigo desapparecer ante severos regolamentos estric-
tamente executados. He provavel que sises ltimos
nao lomem parte as difficuldades e prejuizos.
s< A primeira fraccao fez Urna concesaao que tesle-
munha suas Dlencoes conciliadoras. Propoz nao
conservar o contingente nao-roussulmano sepirado
senao alesna perfeita inslroccao, e s confundir o8
regimentos de anno em anuo, chegada de recrulai.
Os partidistas da fusao immediala resistirn).
Asiim corlada, (a opiniao do gabinete lem sido
objeclo de bem graves ditcossoes ; nao terminaran)
anda.
a Para ganhar lempo, sem duvido, lem se recor-
rido a ura meio que he a panacea universal na Tur-
qua, a ama comrnissao. O lado poltico e admi-
nistrativo podando ser completamente discutido no
mesmo conselho,quizeram fazer examinar o lado mi-
litar da qnesiao, para saberem o que pensaran) os
homens entendidos de um e ootro meios de execu-
co. Por consegrante, Hiza-Pacba foi convidado a
convocar ama commisso especial para esle fim.
Ha dez dias, Riza-Pacha reuni todos os gene-
raes e alguns coronis, e Ihes submelteu a questao,
eonvidando-os a examina-la maduramente, tr Nao
he um negocio de servico que vos peso, disse o mi-
nistro ; nao olbeis nem minha classe, nem mlnha
opiniao. le um conselho que peco a cada um de
v*. Relllecti no assumplo que vos he snbmellido,
di-ruli-o ; qoe (odas as ideas se produzam livremen-
te, e, demro de elle das, dai-me vossa deliberaco,
que sera' recoldida por rnaioria de votos.
He sabbado a tarde que a commisso deve e-
milllr saa opiniao ; nao larda que ella aeja eorrhe-
cida.
Qualquer que ella seja, o minislerio nao est
menos divididu,-e essa divisto pode bem Irazer ou-
ttas. Parece qu* o temem.
a Os embaracos que parece ha de encontrar, se-
gando um despacho publicado pelo proprio M. Wil-
kins, a organisacao do Bauco lambem sao hopeen*
para o gabinete. As pessoas que mais confiavam al
aqui oeste projeclo, indagan) se as negociacOes al
agora feilas com a Porla sao serias, pois qoe se a-
preieMam contra-proposicoes, depois de terem acei-
tado um plano perfeitameute definido pelo go-
verno.
Sahe-serjae Rechid-Pacha leve justamente a
lioora de por um termo a (errivel siluacao fioancei-
ra do paiz; podera' elle continuar a ler como serios
os offerecmenlos dos capitalistas de Londres ?
Para, muita gente, 10 a pretencao de fazer a me-
nor modificaran ao programma aceito desliga o go-
verno para com M. Wilkins, o agante dos fundado-
res- inglezes.
No meio d'esses indicios He serios embaracos, a
Porta parece occapar-se activamente da crecao "de
ura minislerio de insIrucrAo poblica. He eita um
obra esencialmente til mas cheia de enormes dif-
ficuldades ; porque ella invalve milharesde questes
complicadas de religiOes, liuguas,nacionalidades,ele.
Onde est ohomemque dirigir bem tao grande em-
preza, :Tinha-se offerecido.dizem.esla pasla 1 Kau-
mil-Pacha, condado de Said-Pacha do Egyplo. Kia-
mil-Pacha n,lo sabe nma palavra das liuguas euro-
peas ; elle preferio o governo da ilha de Chypre.
As noticias da Persia referem-e a guerra. Um*
carta de Teheram, publicada pela Presse do Orien-
te, annuncia que incessanlemenle se euviam tropas,
para o sol contri os inglezes, para o esle contra o
ClfeotL Arem do exercilo regular, voluntarios par-
tera para a luta. A tomada de Beuder-BnihirVa-
rec* ler produaido urna impressao opposta a que es-
peravam os jornaes inglez*>.
O firman para a convocarlo dos Divina dos
principados sera' expedido em oilo dias. M. M.
Pisili, Koller e de Richlhofen, commissarios, dei-
xaram Conilantinopla ; M. Bensi parle hoje. S nos
resta SarfetEffendi, M. de Talleyrande sir II. Bu-
lewer, e o ultiroo vai para Alhenas.
M. Scheffer, primeiro drogoeman de nossi *m-
bainda, foi nomeado em Pars interprete do impe-
rador para as lingual orientaes ; foi substituido por
M. Outray, segundo droguemin.
Exlrahido: P.Venrrd.
MOVIMENTO INTELI.ECTLAL NA SUISSA.
A abertura de um grande estabelecimenlo de ins-
truccao publica, de importaoK publicaros lute-
ranas, laes sao os factos princip a que temos a no-
lar na historia inlellectual da Suissa em 1855.
Polytechmcum em '/.urich.Esla nova institui-
rn lera por objecto formar na theoria e na pralica
das artes respectivas, constructores, engenheiros ci-
vil para as ponles e calcadas, caminhns de ferro e
Irabalhos hvdraulicos, lopographos, mecnicos, ehi-
micos e pharmaeeoticos, monteiros e professores
para os estabelecimenlo!, de inslrnccao superior.
Subdivide-se era cinco escolas de applieacao, segun-
do ascinco vocacoes principaes para as quaes deve
preparar os discpulos ; urna sexta divi-ao compre-
dende o esludo geral das sciencias naluraes e ma-
Ihemaiicas, da lilteralura e das ciencias moraes e
publicas. A duracAn dos estudos he de Ires anuos
para as escolas de consirurrlo, de engeuharia civil e
de mecnica, e de dous annos para as escolas de
chiroica a de sciencia sobre a conservarlo de bos-
ques e maltas. Quanto aos cursos da sexta divisAo,
sau feilos por semestres, como complemento neces-
sario dos oulros. A lingua allemaa he geralmente a-
doplada, salvo para qoalro ou cinco curaos, laes co-
mo o direilo commercial, a economa poltica, a
historia da litteralora franceza, ele, que se dao
em francez; o calculo dilferencial e integral he
professado as duas liuguas. Para ser recebido como
esludanle regular, he preciso fazer ura exame de
adnussAo. O Polylechnicun substiluu desl'arle as
escolas e-lrangeii a. oode os mancebos suissos eram
obligados ate aqui a ir procurar urna in-tru.-rjo pro-
Tessiunal que nenhum esubelecunenlo Ibes podia
estabelecer 110 paiz. A esle respeilu, as suas vanla-
gens sao inconl=s(aveis, e se devo reconhecer que
de nma creacSo mil, boje especialmente que as
profisscs que exigen) eouliecimenloi scieulificos
tendera a mulliplicar-secada vez mais. Se nao apr-
senla lalvez ainda nm complexo de estudos perTei-
tamenle bem combina los, encerra ao menos osrei-
pectivos elementos) e modlficaces ulteriores o com-
plelarAo i medida qne a necessidade se fizer senlir.
Observsr-se-ha sobre ludo eom prazer que a lille-
ralura, a historia e as sciencias moraes e polticas
nao,foram esquecidascomo na mor parte das escolas
especiaes. Em nossa opinin, he ama feliz innova-
cao, pois que o ensino lilleran* scienliic* M
parece indispemavel para deseavolver
dade* inlellccluaes cuja ausencia he
gradavel, sej* qual for a carreira qai .
abrace. O gosto da* leltrato estimla o etpvrle, to-
va o peosamenlo, e poroolro ministra praaliaai d-
traeces ; a economa poltica, o direilo, a Malaria,
a arcneologia, jumara atilidade direcia Mull
de formir o juito, dar razan urna aorta da expe-
riencia qae a amadurece e a preservs de mello* dw-
vios. Joigindo que semelhanles ealudot si* tea*
proveilo para todo aqoelle qae se vota i iedaatria,
commette-se erro grave. Ao contrare sao ni acial
mente os coudeeimenlos gene* qae coesliluna a
snperioridade real, qne tornara o hornera capea de
ennceber grandes emprezas a exeeala-la* cosa fdiei-
dade. Por ootro lado a* especialidades nanea fW
tarao.
O 1'olvtechnjcum se abri a 15 de oulubro da
1855, com um numero de ildanle ainda
consideravel, mas superior ao qae se podia
para o primeiro anno, depen da* viva* repa-
cas agitadas em vario* canloe* pelo receje de ver
esle estabelecimenlo se transformar e*a aaiveralda
de federal. O pessoal qne enana he em geral boa
composlo. A boa fama de que gozan j algea* pro-
fessores nao laraara tena duvida a rfall sobre a
propria instiluirao. Prudentes medidas foram 11 MI
das acerca da vigilaocia do* estada*, a a* ertadeadel
sao obrigados a seguir assidua mente e* carie* aatvM
como a* frequenles repelirdes e o* exerekie* prati-
cos relativo* is suas futuras vocacOes.
Publicaron histricas e luteranas.Cea* pra-
va da solicitude esclarecida do governo federal, pe-
demos citar o* documentos relativos a' lalislica da
Suissa publicados pelo conseldeiro Franscini. Se*
maleriaes preciosos no* qo*es se encontrara easa
multnlao da dado* lauto mii inlereasanle* e*
se pode ter confianca na exaclido desles '
men los.
Os Irabalhos anterior** de M. Franscini ja 1
trararo numerosos eselarecimealo* ao* autores ala
Suissa histrica piltoresca, obra illeclrada, da
qoal appareceram duas ediees ao metas* lempo,
urna em fraocez, ootra esa allemio. Esla 1
cao, mui bem hila, forma dous gr*
nidos de grivuri sobre madeira e de algea* Iraje-
roloridos. A primeira rurle, esnsagrada aarr "
historie*, he devida a peona de M. Gaullioar,
fessor da.academia de Genebrs. A segenda 1
um quadro geral da confederacao lal eaaaa 1
agora conslituida, seguido di etlatstiea parliealar
do* vinle don* canloe*, cora o resumo dea pri
paes acoolecimeulos da su* historia partir alai. 1
numerosas particularidades propria* para faxer beea
conhecer as difieredeas de origem, de eealaaMa a t
carcter qae os dislingaem. O autor, M. Schaab. la
Genebra, soube dar muilo atractivo a arte IrabaaW.
A* belleza* da naturexa alpestre, qae lie asa dea
Iracos esseneiaes da nacionalidad* suissa, ahi *e aa-
conlram em relevo, nao s per discripcOe* pitlere*-
cai, mas linda por na iposirio sciealiftee aaai
ciar* e mui fnteresunl* de* phenomenos qae a 1
se ligiin. A* suas aolieia* eanlenae* nao lo
dignas de elogia* ; representara rani
physieo do pail, a* recursos que
tao, o eilado material e saeral do* seas habstaat**,
0 resultado das circumstaociaa aapeeiaee aaa> aaje :
perioae desenvolveu o espirito pabUea; 1
urna nocAo perfeilamente enca da* ia__
formas adminialraliva* eu polticas ganda* ,_.
jinchos da democracia. Narrador iaaparcial, e 1
se ahilero prudentemente de qualqetr ceaiaalane
sobre orna lAo descomunal exliavagaacia, qaa aaM-
gas Iradicei e habito* inveterado* de liberdade ble
podido impedir que produznse a aaarcaaa a aa *aae
funestas conseqoencias. Eotre aa noticia* de lid** a*
penna dos seu* collaboradorea -'------- 1 ni I
mele a da M. !.. Vulliemin sobre o canlaede
Vaud, e a de M. ed. Mallel obre Genebri. E*te*
dous escriplores ja' 1I0 ennbecidos por Irabelbe* his-
tricos mui eslimados. M. Gaallieur, hbil laabeea
nesla genero de 111 lagarea, tomo* por assempto e
canto de Neufclialel, e M. de Bou*, comelbetre de
estado, os de Fribourg, Soleore, Argovia e Valai*.
Emfim, para completar o quadro do ara livro, M.
Scdaub termina por urna rpida exeursao aes aaiaea
vizinhos da Suissa, eomprehendendo o Jara friecee,
1 Alsace, a Floresla-Ne*re, as Bergen* de tona de
Conslanca, o Tvrol. a Valleline, o* lago* ilalieaa*,
os valles do Mout-llose, o valle de A osle e a SabiU.
luir publicaban nao meaos consideravel e ceje
meriio he mais original, he e serie dea e*cript* de
Dr. Tiio Tobler sobre os Sanios Logare*. Baeeotra-
se uella certamenle a colleccXo de ebiervacda* r *e-
clarecimeulus mais completa qoe ensie acerca de
estado acloal da l'alesluia, assim romo ee aaaa dec-
lines amigos e modernos. M. Tobler viiitea dea*
veres essa regiAo, residi la' por muilo lempo, a aa
enlregon ahi a estados profundo* que leen o caeho
da erudir.io allemaa. A saa Topoorapbia vea j.
rusalem und seinen nngebungea (tepeeraaMa de
Jerusslem e leus anabalde*' furm* por si eo dea*
volume* de novecenla* paginas cada um. que asare-
cem mais de que urna rpida roeoeAo. O aaler ce-
mee 1 por um curso resumido de* vicinitede* qae
Jerusalem soffru desde a poca em qoe la' se esia-
beleceu o dominio romano. He ama especie de m*-
rnprandum dos principies soccessos de qae foi Ihei-
Iro desde a conquista de Tilo ale nimi di** ; sea*
he moi sufiicienle para recordar ao leilor circetas-
lancias a que a eidade sania deve ene estado aclaal.
Depois desla pequen* introdcelo histrica, descre-
ce com muilo cuidado a configuracAo do tolo aeaea
o qual Jerusalem esla' sentada, e nos procer* fazer
condecer a nalureza do terreno, qae Ihe parece per-
lencer ao calcario jurussico. Depois nos introdez ai
eidade, parando ligaos instantes sobre a meralka
do recinto, acerca da qoal refere varia* (radico**
curian*.-Em "I. M. Tobler falle na* leadla roe,
um espinio de santa erilici; irali-aa secepre seria-
mente, mas nao admilte-as, nem as regeila, e liai-
la-se a cila-las na saa ingenua s.mplicidade, jaalaa-
do-ldes, qoando pode, a bisloria da su origem e das
suas variantes. Desla maneira, cada em he capaz da
apreciar-lhes o valor segundo a* latee de ata pro-
prio juizn. lalvez se exija mah) da um hi*t*ri*dr,
ma* nuc gares do genero desla* devela eoTeri
os documento* lAo completo* quaolo postives*. 1
lodas as crenras supersliciosas qae a ella* *a liga*.
M. Tobler cominea a sua diss-ripcA* faxeada 1
successi va mente passar em revista aa perla* de ei-
dade, que sao sete ; a cidadelli, a* rea*, as igrej**,
os claustros, ele. Descreve com a e*a*a etecUdde
minuciosa os arredores de Jerusalem. O aeter es.
divide em dona grupos, dos quaes om encerr ledo*
os lugares cuja dislanca 11A0 excede um mate
quarlo de hora, e o oulro os que esli alem. Condes
o leiinr a's colimas e aos valle*, de aldea em aldea,
de cisterna era cislerm, assignalaiide a' aaa cerio-
sidade os vestigios de cinstraccoe* antigs, a* laga-
res consagrados pela (radele como (eado sido e
Ihealru de ilgom feilo di huloria saeta, os cemile-
r-os inligo* e moderno*, que sAo numerosos em ler-
no da eidade. Bethleem, o Colgolda, e monte dea
Oliveiras, islo he, o lugar de nascimenlo, e sitia de
sopplicio e do tmulo, o Ihealro da fseencae da Je-
sos Chrislo, foram objeclo de indigacoe* ciada
exlensM. Esle inmenso triballio, que se 1
por nma lopngraphia medica de Jerasalem.e par am
volume de nota*, he om Ihesouro de obmrie.tm
nao menos curiosas do que variadas. A mileraleejii
e a historia natural ahi eocontram am legar, mata
como o eommereio, a industria, a economa peliUea,
a hygiene publica e particelar. Sobie lodos
assumplos, M. Tobler desenvolve conheci*
posilivos e considerarOes mui esclarecidas, ae |
que da" prova de urna vasl* erudica* cejas fesue*
ndicadas.no fim das pagioas $3o de ledas a* poca*,
de lodas as liuguas e de lodos os paiies.
Ao lado das publicarles 1 m por lentes, a Sei**a al-.
lem.ia nos offerece cerlo numero de obre* etiim-
veis, enlre ai quae* alaremos: 1 Der ScJiwriterM-
che Reformitor /.ingle,seine 1 reonde uad Cegeer
{ o Reformador Suisso /.ingle, tea* a miaja* e ees
adversario- por M. de Roeder, publicado em Saial-
1. ill ; Vom Meerbi* nach den Alpen ( De Mor
nos Alpes ) pela Dr. L. Rulimeyer, drscripie psl-
loresca e sciennlica do nosso contineaia: Reise ip
Murgen lad t Viagem lo Oriente ), per M. J, H.
Schullhes*. 1 v. in-8. Srhiltl-oase ; rrefire, aaaa
Historia da lilteralura allemaa, por M. W. Wa-
ck-rnagel publicada em Basilea, em 3
in-8*
Nos canles de lingua franceza, temos ^a_
nalar numerosas IraducriVes do inglet e do all___
a mor parle destinada*, 00 a' jevenlude, aa aa ke^
bliolhecas populares, qoe se multiplicara oceatanie-
meule. Esla lillerature se distingue em eral mal*
pelo mrito do fundo, do que pelo da forma. Sao
sanias leiluras sellada* ruin o renhe leligieee 1
ou menos pronunciado. Entre a* abras danta ;
que obliteran) maior Iriumpho, figurara ra* prL
ra linha : Helena e Isabel, de mis* Mac Intech ;
a Meia de Natal, a de Mad. Welherel; a a Fiar,
de mis* Martillean ; Coatoa e Scenai di Vida M
Souabia, por Mad. Wildermuth ; Urte e r
ro, por Jeremas Gollhilf; Como fuer a I
por M. Abbott.
A esti mesma categora pertencem varits 1
orignaes, (aes como a Histeria da Reforma, a per
M. F. Naef, coroada pela sociedade geacbrex, daa
inleresses proleslanies, resumo popular e .'
MUTILADO
"X


a*.
da historia da reforma 'religiosa do secuto XVI, ou
na Allemanhs c na Inglaterra, ou era Franca, e na
Slita ; o cr Pollo, a gcenas contemporneas, por
Mad (abriere ; a Carolina Perihes, biographia
muilo inieressanle, por M. Ch. Monnard ; l.uze
J.eonard, n por M. J. Olivicr ; o Conloa sobra a in-
fancia e a juveotude, u por M. J. J. Porchal.
Ptrcorreodo (ai diversas obras, |Tode-se fazer
orna idea bstanle exacta das tendencias momea que
formam o Iraco caracterstico da litteratari, suissa.
Sem cluvida a Suissa franeezn nao possue urna lille-
ratora'propriamenle dita, cujo tltsiovalvimenloaeja
inteiramenta nacional; mas lem cortamente uma es-
col* de escnuleTfs, cojas feices particulares se dis-
tHTl;oerurfeplitiiin pelo carcter original do gremio
em ({fie vivero. Os Esludos de M. Canliier so-
bre este Hssumpto. que oblivernin o premio do eon-
curso abarlo em IN'ii, pelo Instilulo Ceuebrez, me -
recem ser aisignals.ios, ao menos no que loca aos
eaotoes ite Vaud e de Neufebalel. durante a segunda
melada do seculo XVIII, pois que os periodo* ante-
riores, apenas sao aponlados, prtIie relativa a
Genebrt, he mol incompleta. As inveslisaroes do
aalor se concentran) m.-ii. especialmenle sobr liad,
de Slael, Mad. de Charrire e Benjamn Cuustanl ;
aprsenla um esbozo espirituoso da sociedade esco-
llada que se urupava em torno dessas personagens
eminentes. O meemo escriptor lelralou, em oulro
volume, as oiigens da imprensa na Suissa, e os lies-
tinos da lypographia geuebrez desde o seculo XV.
Terminaremos esla nomenclatura ja tonga por orna
Sioblica(3o que fax a malor honra n archelogia tu-
Ha ; he a crcolleccao de anliguidad* sussi, pelo
bajao G. de Bouslelien, 1 vol. infolio rom 28 es-
tampas do meimo formato, coloridos a pincel. Coad-
jevado pela eollecclo que possue, u autor pode re-
prodozir mui bellos especimens das qualro pocas
priaciptes a saber : a Hade primitiva on a idade de
podra, a poca helvtica ou helveloromana, a e-
poca romane e a poca burgorda ou allemauica.
Uma erudita introducto precede a explicado dos
objeclos representados as estampas, que sao execu-
tadas com muilo luxo. Os ilumuli ou tmulos
de todas as especies sflo o objeclo de orna disserla-
*o mui interessante. As numerosas excavacftei pra-
licadas pelo autor ou sob a sua direccflo Ihe permil-
liraro tratar esta materia <:llicil das inhumacOes au-
ligaa com perfeilo coohecimertu de cansa.
V-te que o movimeuto inlellectoal da Saina nao
lem declinado : anlet lende a augmentar. Assim
Berna e Neufchatel se bao tornado centros de puhli-
earoes Iliterarias que rivalisam com Laosanne e Ge-
nebra. He uro fado nutavel que no meio das agda-
(6es a que os expde ineessantemenle .1 democracia, o
lelo dos homens inlelligenles e devoladns nao se de-
, anima ; pelo contrario, parece auementar em ra-
zAo dos obstoculoi. Nunca a necessidade de esclare-
cer o povo, de Inicia-lo uos gozos que proporcionan)
as lettras, as arles e scienciat, foi melhor comprehen-
dido. De todas as parles, os esforcos se dirigen) com
ardor para este alvo, e os governos radicaes, por
menos dispostos que sejam a favorecer semeUiante de
senvolvimento, comecam a toOrer a sua ioflutacia
alutar. Corsos acadmicos sao dados a imite, em
concurrencia com os que sociedades particulares bao
estabelecido para o uso das classes laboriosas. A ins-
trucoao mais variada, esta' collorada ao alcance de
ledos, e abundantes recursos sao oereeidos a lodo
aquelle que quer sacudir o jugo da ignorancia. A
este respailo, a Suissa da' un cobre exornlo ; lula
com energa contra os maos instinctos democrticos,
asa dignamente da llberdade para combater a licen-
C e anerchia. O resollados serSo lentos lalvez,
mas cerles. Maoiftstsr-se-hao alias com nma laten.
sidade maior a medida que o mvol da inlelligencia
commum se elevar.
Fra para desejar que a Suissa toma-se parle nos
tratados interuacionaes, que consagrara os direilos
da propriedade litterria. Com effeilo al o prsenle
tem tirado eslraulia a elles. Como nao existe lei al-
gamavsobre esla materia entre os canlOes, nSo seria
imposiivel offerecer aos oslados eslrangeiros sutlicien-
tes garantas. Por varias vezes se ha temado .ntio-
dozir esla quesUo dos eonselhos federaes ; mas as
dilealdades que aprsenla, a tem afanado. Fra
roiater primeiraraente eslabelecer um direito de
propriedade soits<, qoe nao permillisse que um livru
publicado em Genebra podesse ser reimpresso em
Basila, em Beroe, em l.au.atine e vice-versa. Sera
duvida usa->e pouco de*la facul larte ; mas emquan-
to existe oppe-se a qualquer especie oe convengo
internacional. Como a Suissa alloman acba |ou-
Iras garanlias na organisarOo da livraria na Alienta
nhs, nao soOre a necessidade de mudar o estado ac-
(eal de coasas. Nao acontece o mesrno acerca dos
canles de lingua franceza. Neses, a ausencia de
ama lei sobre o direito de propriedade oflende mui-
lo o progresto do roovimenlo Iliterario. Como as
sois publicarles so podem entrar em Franca pagan-
do direilos coosideraveis, se achaiu fra do estado
de sustentar a concurrencia, anda nos mercados do
sea proprio paiz, para onde aflluem os tivros frao-
cezet por preces mui inleriores. D.ihi resulla que
a livraria soitsa nao pode tomar grande exlensao, e
qoe os eseriptores encontrara difficilmenle um e ler. Coin ama venda iSo restricta, as probabilidades
de beneficio sao mui pequeas, e nao permitiera re-
tribuir eonveoientemenle o trabalho inlellectoal.
lie uma situacilo dolorosa, a que se (leve applcar
algom remedio. A Suissa deve romprehender que
ficaodo solada, nao favorece o seo progreiso nacio-
nal, e se priva ao mesmo lempo da justa parle de
iuUuoooi que poderte mercar no dominio scienlif-
co e Iliterario.
Considerado ao sea lodo, a confederaco apresen-
la um aspecto moi satisfactorio. Asantipalbias agi-
tados pela revolucao de 1847, lendem a desappare-
cer. Era geial, cada qual se liga ao novo rgimen ;
a sua existencia parece d'ora avante segura, e os de-
bates de qoe ella anda he objeclo' lem por alvo,
nao destrui-lo, poreln methnra-lo. Se alguna symp-
tomts de reacio se manifestam aqui e all, apouas
lem uma importancia simplesmente cantonal. A
constituido ectoel da Suissa lem vanlagena positi-
vas, qoe sarjo aempre melhor apreciadas, a' medida
qoe se apagarem ot traeos deixados pela gusrra do
Sonderbund. Depende do goveruo federal apressar
este feliz resollado por um comportamenlo ao mes-
mo tempu prndenle e firme, por uma viva solicitu-
de para cora os ioleresses naciouaet, e por aro ea>-
piego prudente da aaa auloridade superior, para
manler a ordem e a paz nos canles, sem offeoder-
Ibes a .oberaoia, de que sao justamente ciosos, pois
qoe he ella que ot fax livres e prsperos. N'uro paiz
onde lanos elementos diversos se acharo juxtaposlos,
a Cealralisacao no deve iranspor certos lirones, b
pena de ver qnebrar-se os lieos. Curopre qoe pare
no ponto josto em que impede |a oligarchia e repri-
me as tendencias ajiarcbicas. Sem duvida be esla
aaa lorefa dillicil, mas a experiencia dos dez ulli-
mos annos prova qoe o povo soisso, apezar da sua
falta de naidade e do seu pendor, para se deixar duzir pelo allraclivo das ideas novas, possae um ver-
dadeiro senlimento nacional, que loma logo a diti-
lelra e Iriuin, ha das prevences de parlidos. O seu
passado a lem melhor preparado do qoe nenhum
oulro povo a tolerar a pruvanca da democracia. As-
sim, pode-se esperar que sabara' evitar os rachopus,
e que, grasas ao Iriumpho das opinies moderadas, o
fuloro o vera' lomar um novu desenvolvimento, fe-
liz e fecundo, sob a influencia dessa liberdade de
que ha recebido laotos beneficios-
(Annuaire Des Deux Mondes.)
por Uso ao poder-exeeullvo mili influencia, poder a
responsabili.lade do que o que queriam us primei-
ros constituinles.
Conlemplando o estado de lioslilidada permanente
e tem treguas ero que se arbam os membro da c-
mara dos represenlantei. Ireme-sa a' idea de que a
ausencia de algans votos lena bastado pira entregar
a' essa assembla a eleicao presidencial.
Se ella DtojMdf eliegar a um accord* tobre uma
queslSo tio imples como a do leler-raplin Iransa-
llantico, nem sobre uma questao polilico-commer-
cial como a da tarifa, nem sobre a reconbecida ne-
ce-sidade de dtspezai argentes, como se entendera
jamis para eseolher om pre.idencia da Unan 1
(rajas ao co e ao bom senso popular, este peri-
o foi dcsla vez evitado. YirAo elles igualmente
em ajuda do paiz em 1860 > Beceiamos muilo que
nao.
> ollemos a' ceremonia de que ?o principio falla-
damos.
Uma difliculdade sem imporlanc-a actual, mas
consideravel si, em outra occasiAo. dous candidatos
nao fossem separados senAo por algous votos, apre-
senluu-se qoando se chego aos cinco voios do Wis-
coDsin. Uma lempestade linha impedido os eleito-
res delegados de e reunirem na capilai do Estado
Madisoa a' 3 de dezembro, como imperiosamente o
exige a constituirlo. Keunirain-se no da I. Devia-
te riutili.ar estes ."> votos t
Em especie, esta questao nao linha alcance al-
cum, porque essea votos pertenciam ao coronel Fre
jnont, candidato repellido. Mas se e tratasse, por
exemplo, dos vinle sele votos da Pensilvania, nao
leria sido do mesmo modo. Supprimindo os, n3o
leriam ficado a M. Buchanan senao 147 vnlos, doos
de meuos da moioria legal. A eleleio pois teria si-
do devolvida a' cmara.
M. Masen, da Virginia, presdenle da convencao,
he assim que se designa a tolo momentnea do se-
nado e dacamara,illodio bemhabilmeote a questao
proclimando M. Buchanan presidente, e M. Bre-
ckionidze vice-presidente dos Estados Unidos. Mas
elle tic., resolvido ; e mas larde, he para temer, que
s nao recorra a' admissat tacita de Wiscousin co-
mo a om precedente.
Tenho aempre fallado da tarifa da alfandega.
Continua a arrastar-se alravez de diseusses sem
fim e sem alcance pralico, a que se enlregain os
grandes parlsdores da caniara. He um assumplo
muilo commodo para os fazdores de philippicas
pro e conlra a escravidao ; he, alm disso, uma
bella arena aberla a ceitos oradores para que a c-
mara se decida a acaba-la de om ou de oulro modo.
Qae importa a questao doassacar, se ella nAo of-
ferece prelexto para divagar dorante Ires horas so-
bre a necessidade do trahalho-escravo ? Que im-
porta a questao das'lias, se a ella se nao liga o tra-
balho livre ? Para que a queslAo dos ferros, se a
Pensylvania nao se declarara arruinada no caso de
te nao ceder livre entrada aos metaei t
Deve-se entretanto acabar com isso, assegoram,
etla semana. Mas de que modo f Na acabando
nada. O con r--. 1 qne, como sempre, transfere de
da para dia os negocios serios, vai-se echando op-
primido, como sempre lambem, pela mollidAo de
bilis a volar duraole os Uidiat que esla pobre ses-
sao lem aiada de viver. A tarifa, esperada ir dor-
mir, como dizem os lnglezes, r?o lumulo do Capu-
lel. Em ootros termos, sera adiada para a sesso
segninleem dezembro ; e se ella morrer de
graxa 'gras-fonduI, o,tliesouro lucrara' ligan, mi -
HiOes de dolara, retirados do commercio e da in-
dustria, sem proveilo para ninguem excepto para
os agentes de corredor.
Alcuns optimistas pretender todava, que o con-
gnsso far.V da tarifa o que se chama vulgarmente
uma lellra mal talhada : que ella admillira' fran-
camente 9 es.ncar, a IAa, e algnmas materias de
primeira uecessidade, e que redo/ira' a >:> por cenlo
o que agora se paga a 30, Acredito rinanto ;s lAas,
mas quanto ao as-ucar, oAo. E salta a pobre l.oui-
siana e o pobre Texas?
Conheceis o honrado M. Brodcrirk, o senador e-
lelo para o congresso pela California, o homem il-
lusire a quem acabam de fazer, em New-Vork,
urca recepcio pomposa a liroa de eanhAo, ele, a
cosa do budget municipal ?
Eu vos ooco re*pooder-me tristemente : nAo.
Pois bem, eonsolai-vn<, porque nAo sois o nico,,e
eo mesmo teria Beodo na mais profunda ignoran-
cia respeito dessa notabilidade sabida de repente
do p, se nosso espirituoso e crifieo Crrelo dos Es-
tados-Unidos nao me tivesse revelado sobre M.
Brodrick, as segoinles particularidadei histricas
ou anles biograpbicas.
O novo senador pela California lera, com efleilo,
antecedentes d'uma natureza particular, e sua 00-
toriedade remonta bem longe. Antes que a Cali-
fornia viesse abrir novos horisooles aos grandes ho-
mens descouhecidus, elle accumulava em New-Vork,
o logar de taberneiro e o grao raspeitavel acheta
dos butteuds, o qoe te poderia Iraduzir por ati-
radores de pedras.
He intil acrescentar que essa hoaradn compa-
nhia partencia grande classe dosrosvdies(vaga-
bundos).
Allrahido i California pelo presenliroenlo de
mais altas destinos, M. Broderick deiioa a eidade
imperial em 1850, sem que o conselho municipal
cidasse enUto em Ihe fazer cortejo. Em S. Fran-
cisco, elle eslreiou nos cargos poblicos, de qne mais
tarde devia ser eccomolado, abrindo nm estabeci-
menlo que as ms hnguas qaalificavam de casa de
jogo equivoco. I>ahi poltica, como a pralicatn
boje, -o ha um passo.
Tal he o'homem qae a California envia ao senado
dos Estados-Unidos (em falla de melhor sem davi-
d'. e quem o conselho municipal da melropole
da liiiKu tributa as honras reservadas de ordinario
aos grandes cidadAos. Admiramos em silencio.
,^___^_/ plABIODE PERNAMBUCO ^AnTAFEIRA Vi DEABRIL DE 1857
UTEHlaa.
\
A
SITUAC.iO DO CLERO.
Nao ha nada mais vulgar entre nos, nada mais
condecido e reconhecido, que as repetidas invecti-
vas contra a sopoila moralidade do nos^o clero, e
contra a sua exagerada ignorancia. Desde o meni-
no dos collogios vt llaircanos at ao relalorio olllcial
do ministro dos negocios crcl-snsliros he esla a Itn-
gnagem favorita, he esle o mote continuo de conti-
nuas lam.ici'i.-.
Mas be lempo de osludar-se esla chaca que afeia
a moral da mu-a epoca, he preciso couhecer a ori-
sidade de fazar pastar os ttgredoade soa consciencia.
e os seu- escrpulos mais ntimos pelo txpediente de
uma secretaria de estado I 1
Na ultima sestAo da ultima legislatura a enrgica
voz do illuslradoSr. Dr. Candido Mendos de Almei-
da, ja moslrnu n'om discurso mqaiimenlal qual a di-
recgAo que devia lomar o. entina rathol-cn, o entina
moral, ajo sua voz clamou enlAo no dcerlo deve
agora esse dedicado representante das legitimas ne-
cesidades innraes do povo reilubrar de novos e<-
forcos.
He preciso qoe o governo erga o estado ecclesias-
lico do profundo ah>sino de depieciarAn em que e
: he ureciso queliie d a inga, que'o enlloque na
gein do mal, e cura-lo radiclmenle. O e>lado do 'altura em que convem i sociedade qoe elle esteja.
nusso clero a,1o ha obra sua, elle he a viclima e nao I 4 ,nel0* para esle lim sao dous ; nina (acaldada de
o sacrificador : a sua exagerada ignorancia he obra Iheoloaia, e hons seminarios, uma posicao desafrao-
do governu, a Ma depreriarao moral he obra de uma Itac,a cu"' nina providente reforma das parolinas.
gerac,ao corrompida pelo virus ue uma philosophia i t"ae* f" os nossos votos, tae* sao os votos do clero,
vertiginosa. laes sAo os volos que se cnuam de todos os anuulos
NOTICIAS ESTRANGEIRAS.
(Correspondencia particular da independencia
Belga.)
New-Vork 18 de fevereiro.
Couforme-as prescripoes. da constuicSo, ai duas
cmaras do coogresso reuniram-se na qoarta-feira
ultima na tala dos representantes, e sob a presiden-
cia-tfo presdanle de senado, afim de procederem i
apnracao dos 296 votes eleiloraes dos 31 Esladoi, e
de proclamaren, o novo presidente e o novo vice-
presidente da Doiio.
Esta ceremonia nao eareee nem de inleresse, nem
de dignidade, mesmo ua actual circomstanciu,
qoando felizmente, para o repousodo paiz, a vonat-
do do novo bavia sido declarada previamente, e de
modo nao admitlir duvida. nem discossao. Per-
cebe-e que pode chegar o momento em que o cum-
prieseoto das formas contlilucionaes eoconlrara' se-
rial difealaades. Ben que uma das causas desee
perign lenha sido desviada, em cuosequencia de
uma emenda feta a' conslitulQo, oulrai ha aiuda
qoe eipalhiiiim alemenlos lerriveis de discordia, se
acontecesio ttrduvidoto o resultado da eleicao pre-
sideucial.
O poder e u pationalo de que agora dUpOa o pre-
aideole, fizeram de sua eleicao ama questao muilo
mu importante do que o Hollara previsto os iui-
mortaet autores da comlilaicdo, qoe linham peusa-
do, que a freqoenle renovajao da auloridade exe-
cativa moderara a ambicao dos candidatos a esse lu-
gar. Em nonos das com efleito, cada eleicao pre-
sidencial arrasl.i ap< s uma revoluto poltica, e
;>or conseguate uma lula mais ou menos sada enlre o ditTerenles partidos, lula que poderia
trater, em certos casos, a guerra civil e o rompi-
inenlo eventual da UniAo.
lina dai causas que lem pioduzido o crescinenlo
enorme da influencia .e patronato presidenciaes, e
por conseguinte a guerra a' que sr entregara os par-
tidarios dos candidatos rivaes, lem sua origem nu
estado pictrico do lliesouro publico. Todos esses
milhes de dollars que ji./.om improductivos em seos
cofres e de que u Esla Jo nao lem nece-sidade, sao
considerados cura o premio que as fac;e> oppuslas
disputara, e pareceiu implcitamente destiuadas a
loruarem-se a presa dos vencedores. Nao se comba-
to mais como anligamente em de fe/.a de om princi-
pio, mas para ler uma parle nos despojos do
paiz.
Oulra caosa, que abrange em si a primeira, con-
siste no estado de impotencia a' que esla' redozido
o corpo legislativo, impotencia flagrante que o col-
loe aa mpoasibilidade de cumprir pruinplt e pru-
dentemente eus deveres. Gaslando intilmente seo
lempa e -ua energa em quesles de partido, os inem-
bvoe da cangreno deipinain preeneber >uai verda-
Utftt fiiRetoei legiiUlitai, a dio aecesiariament
Decididamente sou hoje volado aosassomplos se-
rios. Apenas pude-rae alegrar ora pouco, que me
he preciso molhar no sangne a penna para vos conf-
iar o^ desfecho provisorio da tragedia de Bond-
streel'. '
Um incidenle precedeu decisAo do jury de in-
vesiigacao. Madame Alviztl, a mulher d'am ce-
lelne culileiro de New-Vork, declaron ler vendi-
do om mancebo de barbas loaras, na vespera ou
ante-vespera do crme, um punhal 3e lamina qua-
draugular. Confrontada tora Snodgrais, ella o re-
conheceu, embora elle Ufane raspado suas bar-
bas.
Cm cirurgiao, lendo experimentado sobre o cada-
ver um punh ii semelhaule ao que tinlia sido ven-
dido Sno.lgr.iss, depoz que se adsplava perfeita-
menle ns frulas receb las pela victima e aos ras-
gOes da roupa. Snodgras foi poslo em segu-
rancia.
Ootra teslemunha, um medico, conlirmou o de-
poimen|p do sapateiro Farrell aflirmando le-lo visto
na porla hora indicada, e ler entrevisto um ho-
mem que Ih fallava do interior da cusa.
Depeb) do resumo dujuil, o jury entrn eni de-
lilieracao, labbado a larde, e no fim de cinco horas
e moi, lavrou um vc-r iiet, pelo qual declara,
unnimemente, Eckel e a mulher Cunniighaiii au-
tores, e Snodgrass, cmplice do assassinalo con.mel-
lido na pessoa do Dr. Burdell. Declarou alero disso,
que as filbas de Cunningham, testemuuh.is jmpor-
laules que nAo revelaran) ludo qoanto sabem,
deveran ser gaardadas a di-posjcio do grande'
jur).
Por conseguale, os Ires primeiros tenia encerra-
dos em pri-.io criminal, e as duas meninas sarao
enhocadas em lugar seguro. Um anligo amigo da
familia eucarregou-se das duas crianzas.
O a linini-lrajiir publico fui noineado guarda dn
sequeslro judicariu, e nesta qualldade lomou poste
da rasa do doulor e de seus papis.
O grande jury vai-se entregar agora i inalraceja
secreta do negocio ; e, se achar a accusa;Ao fun-
dada, enviar os culpados aos juizes superio-
res.
O senado adiou n tratado Dallas para 5 de marro,
islo be, indefinidameule. Anda mais um no tmu-
lo dos Capulets.
O negocio dos prisionelros franeczes fi marrado
para boje ao meio dia. Seus advoaadus recurreui
novascliicanas, c elles ubliveraiu anda una voz, um
osenleuca d'haboas-cerpus.
Uma correspondencia de Washington, r>ccbida
esta manhAa, ressuscila M.Clta. Eis o 19." Minute-
fio, na expressAo dos meinbros do Congresso na con-
fidencia de M. Buchanan : MM. Grate, secretario
d'estado ; Cobb as Baancat; FloyJ na guerra;
Biown, de Teune'see na marinha ; Toucey, gene-
ral ; Jopea, >le Peoaylvanit, para us oastiM ; Thump-
shi, do Mississipi para o interior, ludo islo he bem
poiiivel.
E anda assim devenios confessar, devenios reco-
nli-cer, que ha padres menos insiruidos nos deve-
res da sua augusta mi puros na sua conduela peteoal, mas n nosso clero,
mas o ep scopado. esse anula be superiormenle ins-
truido cm vila dos meios que se ihe lem propor-
cionado ; e iiiuii.i exemplar na sua couducla, em
visl.i da geral corropCAo de todas as clataet.
Sim : em vista da geral corrupcao de todas as
classes !...
Como Jesos Clirsio diste aos qoe Ihe Irooxeram
a adullera :aquelle, que rt'enlre vos esta' puro,
seja o primeiro a alirar-lhe a podrir assim tambem
mis diremos as difTcreules classes da sociedade :
aquelle d'entre v que nao lem colpss, eje o pri-
meiro a amaldizer esle desventurado clero.
Ei aqui o clero inlcresseiro, simomaco, vendedor
de grabas espiriluaes, d riamos nos a classe do com-
mercio : aquelle d'eulre vos que sempre tralouver-
dade e lisura em soas ionios, aquelle que, embora
lenha lido as atlaa sobre os thesouros da Ierra, nuu-
ca arredou os olhosde Dos, nem torceu o coracAo
a' caridade para com o seu semelhaule, esse seja o
primeiro a alirar a pedra.
Eis aqui o clero venal e corrupto, eis aqui o cle-
ro que por dinheiro administra as gracas da igreja,
e a vende em leilao de consciencia, dinamos nos a'
dae da magislralura civil. Aquella d'entre vos,
que admimstrou a Justina com a m3o sobre a cons-
ciencia, qje nao foi sardo aos prautos da viuva e
aos gemidos do orphlo, para repellir o ouro e a in-
fluencia dos pnleulados. que em summa deu a Dos
o que era de Dos e a Cesar o que era de Gear, esse
seja o primeiro ., amal iroar tMts indignos masis-
Irados da lei da igreja.
Ei-aqui o clero descuidado, o clero qoe vive da
igreja e nao para a igre|a, eis-aqui o clero que sera
dedicarlo satisfaz forcada e exteriorcente as indis
penasfeit obrinaces To seu mmialerio, diriamos nos
a classe numerosa dos serventnarios do estado.
Aquelle denlre vos que lem servido a' patria coro
lisura, com ponloalidade, com o desinleressc de
Vasco da (ama, de D. Jo3o de Caslro, e de Alfon-
so de Albuquerqne, aquelle que nAo foi abyssimo
dos poderes que se levaiilavam, que cunqui'stou e
se maiiloiu no seu empreo, sem bajular. sem adu-
lar pessoalmenle aos chefes, esse seja o primeiro a
insultar esle clero descuidado, esle clero inleressei-
ro, este clero mais adulador dos homens, do qoe ve-
nerador oe Dos.
Eis-aqui o clero que collie os froc'os da vinha do
Senltor, e nAo trabalha neja, dianamos nos aos che-
fes de familia e aos propnelarios. Aquelle u'entre
vos qoe educa a sua prole chritamen;e, que nao
Ihe da' maos exemplos, qne cuardaa fidelida Je con-
jugal, que traa aos seus captivos e domsticos, nAo
como a bostas de carga, mas como a emelhanles seos,
que dirige religiosamente os seus subordinados, que
Ibes nao ronba o dia dn Senhor para servidos e Ira-
balhos servis, a esse diramos nos, atirat a pedra a
esle clero que lao esquecido e negligente anda dos
seus deveres.
Siro : magistrado de exemplar juatir-a, Degocianle
de acrisolada probidade, empregado publico dili-
gente eexteto, chefe de familia de exemplo edifi-
cante, mal lizei, inveclivai, atirai ao pobre clero.
Sejamos francos.
, O clero be viclima da corrupcao geral, e 03o o
nico corrompido. Toda a sociedade precisa de re-
generarle, e esa regenerarlo s he possivel, segun-
do o espirito chrisiao, segn lo o espirito da igreja
universal, da eelbelice.
Pergunlariamos, acora cora ora escriptor cootem-
posaaeo, qual o mete que lem o goveroo para mc-
ralisar a sociedade '.'
A acjAo da polica,'.' nAo.
A sociedade repelle a verdade, quando ella Ihe lis
Ira/.,I i na pona de uma espada.
Pela phliusophia, pela scieoca '.' Parece que esla
lera sido a principal idea do poder legislativo un
Brasil, pois, desde i independencia do imperio lea-
se oceupado em crear academias, escolas, lyceus,
mas com islo anda nAo consegu moralisar a so
ciedaie. O homem lem duas educares a receber
para ser all a' sociedade e a si : a o iucncA moral
e intellectual : he islo o qne responde a um graode
problema, que se temdisrutidu na> sucio Jado- sc.cn-
lificas e moraes da Europa : Qual a razAo por-
que a corrupcao dos entorne! augmentava com o
progresso das ciencias He porque < he culti-
vada a instruccao intellectual .do hoihem, e deipre-
zada a 111 -1 r 11 c- c_ A.. moral.
Irucci.i moral esl
tre nos ; foi dei-
t ara a aciuaiidade
pouco se pode fazer ueste sentido ;com dor o con-
fesamos. Sa o governo metter mos obra desde
ja com toda a energa de nma forja creadora,
daqoi a ojio annos podera' rmnecir a ri'-cn-r, rl .
O primeiro meio para Bate 'grande empreza be o
clero. A geraichia occle'iaslica he a depositara e
o mestre natural da sciencia moral.
Unan in appareceu a independencia no Brasil a
classe mais instruida, no geral do imperio, era o
clero ; em cada povoacao pequea, ou arrajal do
interior haviain dous homens sabios, os nicos que
tniiiarn livros ; o prmeiro era o parodio, e o se-
gundo o raeslre de escola : erara os dous orculos
do lugar. Velo a independencia : o governo come-
Cu a dar com abundancia a e lucacao inlellectoal
das sciencias humanase nem se lembrou da sciencia
da religiao (se.ido que ao Brasil lo ios .os recursos
para obrar eslAo ua mi do governo, e os bu pos
pouco podem.) Abriram-se canaes de inslrurr,Ao
para (odas as carretras novas: a mocidade comecou
a tomar graos cientficos as academias ; cursos
de aulas do commercio, doulores em leis, doutores
em medecinas, doutures em mathemslicas, hachareis
m lelras, eni bellas arles ludo lem prosperado.....
E o clero com poucas escape/tea de alguus etpii-
los estudioso!, ficou alraz com o seu Larraga '.' E
o que se conclue deste faci '! he que o governo ato
aqui s lem cudalo da educarlo mlelleclual do po-
vo e i. lo lem prstalo altenc.aj a' educac.to moral,
cujo meslre natural iie o clero, do qual" o governo
se lera esqnecido completamente, e he 13o pouca a
importancia que se da' a estas verdades, que procu-
ramos n,lo fazer longu este artigo para ser lido al
ao fim ; poren, temos alguma cousa de importante
a dizer.
O que lem feilo as cmaras e as assemblas pro-
vuciaes ueste enluto ? Tera consignado alguus fun-
dos para a repar.cAj queeslavam a desraorouar-se, e mesmo para alg-
mas novas ; porm islo nAo he o mais importante,
porque he o material da religiAsj : fra disto ha ou-
lro objeclo, muilo superior que conslue a verda-
deira Ideada raodeza, dn imporlanea, da ulilida-
de, da religiAo, he a organisar-o de um clero que
ensine a sua doulriua ; e eis anda a que nao en-
Irou no calclo do governo legislativo do paiz. On-
de esla' a academia de ciencias ecclesiasticas que el-
le creasse '.'
JA uma vez dissemns, e repelimos agora :
Como he possivel que dous homens, nicamente o
parodio e o seo coadjutor poetan dizer missa a hora
cerla ; nos dominsos e dios santos fazer a alia pre-
garlo do Evaiigelho e da doulriua chrislAa, explicar
caihecismo aeraaoat, entinar doutnna aos prelos,
eslar reii lente no coiifessiouario, sobre ludo desde o
principio da quaresma al o Espirito Santo, que he
ocruparAn de qualro a cinco lloras por dia ; adminis-
trar os Sacramento* aos enfermos em lodos os pontos
da purochia e a qmilquer hora do da ou da noila,
com qualqu r lempo que faja ; elar prompto na
matrii para a administractla de baptismos, eaaamen-
los, olllcios fnebre inqaerir .los pobresda freefle-
zi, e dar eoluego ao expediente da secretaria de urna
paroebia, que consi-ie no processo de todos os casa-
mentos, no registro publico, civil e religioso dos li-
vros defaoplismn, de bitos, de c i-,menlo-, e tombo,
em paeeac por dia minias cerlidOes de vida, de vid-
vez, de pobreza, e certides dos sssentus de calamen-
tos, bapusmos, obilos etc., mandar para a polica
lira Irnappa semanal de bitos, rom declararles e
notas ; mandar lodos os mezes para o ministro do
imperio nm mappa de lodo o movimenlo da fregue-
zia o iMpti.iniis, declarando femiuinos e masculinos
livres, libertos e esrravos ; de bitos cor.i as mesmas
deelartcdea e igualmente de casarnenlos ; mandar
todos os mezes para o Iheseurn urna relacAo dosem-
progados piibliciM e pensionislas da pacAo", que m ir-
reran na fr,guezia,sob pena de e nAo*pagar ao pa-
rodio a congrua, te/a isto filiar !
zada a uis(rucr.ao moral.
E(a (Ao kande obia da nslri)
13o falta do rrforsos e de meios ent
xadu lo atraz, ale agora, que par
do imperio.
i'. M. Raposo de Alraeida.
( BrutU)
PAGINA AVULS&
NAo podemos deixar de elogiar a maneiras de-
licadas e attenciosas com que Iralaram algomaa con-
frarias. a familias que foram assislir os actos da Se-
mana Saola, das igrejas onde eilAo ellas eslabeleci-
ds, e oulro lano nao podemos dijer de um seuhor,
qoe quiz fazer selecr-ao de familias pobres, porm,
honestas, em ceitos lugares onde nao haviain jerar-
chias. Na casa de Dos deve-se ser mais qoe em
lugar algum, justo, e alleucioso : na casa de Dos
nao deve haver selecto,; deixem iso para os sales
dos bailes.
Teraos visto alguns estrangeiros parar adiante
de um pobre homem, que anda de rastot pelas cal-
jadas do aterro da Boa-Vista, e rrem-se !... J nao
diremos nada.
Unan .lo clamamos contra ns casas de labolagem,
conlra as jogalina, contra essas baiucas, on :e se re-
fugian, preloi captivos, filhos familias, caixeiros.
agilas, hachareis, doutores da lei, soldados, ele. etc.
os uflendidos, ou aquelles que lomam para si (sem
preteodermosl as carapuras, se juslificam cospmdo
injurias conlra quem s Ihes deseja fazer um bem,
mu bem, que mais tarde coiibecerao, um bem, que
j4 hoje muitos nao o podem alcancar. porque se
achara reduzidos a miseria. Se o3o fossem estas jo-
gatioas, das quaes o que menos resulta be a miseria
e a vergonha, nAo se dariam tantos casos lamenta veis,
tantas dessrar-as, que nunca podera ser esquecidas, e
a< vezes nem aadas.
A proposito. Foi ha dous dias assassinado um
soldado do 4. balalliAo de arlilharia, por um oulro
da guarda nacional, dentro de uma dssas baiu-
cas, onde coslumavam a encontrar se para juga-
rem. Dizem que, o que dea caasa a esse fado la-
meulavel' foi o raesmo jogo. O assassino evadio-so,
e a polica Irata de o Capturar. Sirva mais islo de
exemplo aos jogadores, se quizerem.
Ouvimos dizer que la para uma das ras do
luirro de Santo Antonio, amanbecera espichado so-
bre uma caira 1a um menino, alias bem (rajado : al-
guem o ergueu, e o menino sumio-se ; n,lo se sabe
de que estendal sabio elle lao espiriiualisado, ocer-
to he que se a polica nao pozer um termo a essas
casas dissalulas, onde tantas enancas se vAo perder a
nossa mocidade (salvas e honrosas excepc,e) ficar
inleiramenie corrompida, e as bolsas dos pas lollre-
rao golpes borriveis, soiiAj maiores dimnos !
Consta-nos que duas tabernas em Santo-A ni. -
nio, e mais de tres na Bon-Vi-ta, vendem bebidas
espirituosas a quem quer durante a nnile. Vejam !..
s^f- A....... he preciso que S. S. veja qae
nao est em casa de sua residencia.para com lauto fa
cidade oflerecera ora sea empregado bnfeldes ; pois
reconheca que desla maneira S. S. pode colher em
represalia cousa aiada maior, e para que S. S. seja
respeilado, toma-se necessario respailara seus bai-
lemos, e nAo persiiadir-se que est tratando com o
mais vil negro, do mais nfimo servir de sua casa :
este prucedimenlo he por de mais indigno da sua
pessoa, e daqoelles que o presenciaran!.
. Todo he moda, al ser impo. Ora, be ncri-
vel que o aclo que mais' degrada o homem se lenha
convertido em moda, ma tanto he assim que mu-
tos deixam de ser religsos, por medo de se mos-
traren) taes, por temereui o ridiculo. Para o philo-
sophismo, do duas una, ou o .individuo he philoso
pho drsabusado, e eolio para elle mssa, e Indo
quanto be acto sagrado he superslicao crida smen-
te pelos espirito. Irans, ou segu os preceilos da
Foi preso : a mu,ha ontem, Bernardo Joto des
Santos, que diz chamar-se Francisco Bernardo, por
or indiciado em enme de homicidio e tentar nisal-
sinar sua propria mulher.
Pela subdelegada da freguezia do Herir, os mi-
rujos inglezes Cham Gerdemph, William Stnilh,
Jamet Vilkens, e Kobius Holk, pir desordem e
ebriedade, os inglezes Blarheroan Jusens. Eloard
Gille, a William Karanrk, por brig, John Smlhe
Samuel Clem>nl, a requt.'i'.v do respectivo cnsul,
o porluguez Marques de (jliveira I. .lio, tambem a
reqnisicao do seu respectivo consol, o pardo Cei-
do Antonio da Multa, por briga, a parda Joanna
d Resiurreir,ao de Jess, e o preloescravo Jo>quim,
ambos para correccao, Manuel Jos da Silva Paula,
e a parda Antonio Mana do IMaicimenlo. ambos sem
parle, e o preto escravo F<*ancic,para averiguarles
policiaes, or crme de rouho.
Pela auhdelegacia da freguezia de S. Jos, o
preto escravo Benedicto, a requUicao de seu senhor.
E pela sobdeiegacia da freguezia da Vaizea, o
pardo Manoel Juaquira Poreia da Silva, e a parda
Mana do O' do Nascimenlo, arabos para averi-
gua c/ies polielaea por rlate de furto.
Por oflirio de honlem datado me rommonicou o
subdelegado ila freguezia de S. Frei Pedro Gnnr.al-
ves do Recito, que pelas 5 lloras da larde daqu*elle
da foi assassinado na roa dos Guararape* daquella
freguezia Vicente Ferreira do Rosario enspecada do
* li i -linio de arlilharia a p por Jos Francisco de
Araujo, qoe pode evadirse nao obstante as diligen-
cias, por elle subdelezado empregadas para captu-
rado, mas que fica empregando todos os meios a fim
de conseguir a sua captura.
Kelaro dos escravos que obliveram passaporte por
esla seereteria durante o raez de margo para te-
guirein em companhia de eus tenhore, e lendo
pago o imposto provincial.
Para o Rio de Janeiro em companhia de sens e-
n linos 3ti.
Para o Cear en companhia de seus senhores i.
Para o Rio Grande do Norte em companhia de
seus senhores 4.
Para o Ido de Janeiro havendo pago exporta-
dlo i.
PROVEIMJiUA DA SALDE DO'PORTO.
7 de abril.
Nao se deu occorreoca alguma a bordo dos na-
vios surtos no porto.
13
Foram encontrados doen'ea a bordo da barca in-
gleza iiConheali) tres tripulantes que Dcaram em ob-
lervaeaa.
e&tattP m ty&nmfauv.
greja e noe caso em vez de verdadeiro catholico,
he carola. No lempo em qoe o pbilosophismo dom-
Como he possivel que dous homens pojaran hnirra-
n.imente fazer ludo islo '.' fazem aquarda parle ;que
para mais nao ha lempo, nem lugar, nem aente : e
o peior lie, qu-, de lodos estes deveres parorhiaes, o
que pela maior parle das vezes he pretendo, be o
mais imporlanle, a insiraccAo religiosa, a prepiga-
r.Ao dotcivilitadore principios da doulrina do chrit-
liariltmo e n3o pode ser pr menos, porque o pa-
rodio para preenrber este genero de trabalho preci-
sa ler apaco para se enlregar ao esludo de gabinete,
precisa ler muilo e inslruir-se mailo'; e o servico
inalertal da paroebia pea lodo sobre elle e um uni-
ro coadjutor, e Ihe lira todo o lempo ; quando 0 pa-
rodio so se deve exigir a directo seral du servico,
para ler lempo de se entregar aos Irabalhos do mais
ni". ; l i na de uma parochia.
O se-viro das parochias, coinplelo, na te pode
fazer com menos de um arucho e tres acordles,
assim erlle munlodas na Franca e na Blgica todas
as paroclna".
F.is o que lem escapado al agora .is vistas dos le-
gisladores do paiz. Alaqoi a doulrina e a moral
ehritlia lem sido o leme da sociedade brasieira : es-
le lema lom apjdrecido no lira il ; e o que lem feilo
o poder leailntive l parece que o lem querido suh-
liluir por oulro a philosopbia : ao menos lodos
os seus actos e creao,fles denunciara que t se occo-
pa da educacAo e da inlelligencia, e nAo na eduracAo
do corarlo So povo^que s pode ser dada no Brasil
por rneiu da igreja ealholica, cuja rommiiiiicaoAo li-
vre com o primeiro chefe etpiritoal al esta hoje
prohibida; vtndo-ie o dirmaos, do Bmil na necei-
noo mais absolutamente e um grande impo e gran-
de orgulhoso dizia que dtoze homens haviain fun-
dado o chrislianismo, mas'que om s i* destru-fu;
no lempo em que o desejo de re acabar a religiAo,
fazia que se apregoasse a sua morle, e em que um
gran le re, que maior serla s re mo e philoso-
pho nao fon, constitua a ordem sacrilega Jo t-
mulo, nesse lempo era lao era moda ser philosoph".
que se prnliib-a pronunciar o norae de Dos,
ser essa uma pala ra que nada exprima. Ora,
nesse lempo espiritas fracos, lemendo o ridicob
nAo confcssnssein calholicos luz do dia, be cei.si
ravel, mas perdoavel ao mesmo lempo soa Iraqtezl i
Porem boje que al o reinado he da relgiao em ve?
do philosophisrao, o ridiculn cabe sobre quem n3o:
be catholico e slenla impiedade. Mata final he
moda ser impo e ridcutarisar em quem nAo he. A
moda; porem, nem sempre he filha da maior parte,
nem da parle sensata da me trario, sempre tonca, lyranna e impa, ella parece
ser nascida onde ha po'uea rcllexAo e multa levian-
dade. Uuaijfoi a parle da sociedade que inveutou
eisas linduras para cabello, com que pintara us gri-
salhos essea velhos e velhas dengosas-, a qOem mul-
las vejes u coveiroj.i traz neolho? Pois nAo ha I.;.
vianda.lo em pialarse a ral,- ra e fiear a cara enro-
gada como um gimpapo maduro '.' Qoai foi a parle
da sociedade que invenlou apertar-se uma creatura
a ponto de soltar-se-lhe a pelle na roupa, ou mais
claro na baleia .'Pois nao ha leviandade em com-
prar delgada cinlura, a colla de tamaito soffrimen-
(o '. Un,I foi finalmente a parle da sociedade que
invenlou esse chapellorio a que se chama carij ".'
NAo sera' tambem leviandade e graode, pr^nn filliu
de Adfto na caliera um halao desse, uma jaca,
como Ihe chama o valgo '? lado isto he leviandade,
e ludo isso he moda, mas a ludo perdoa-se, porque
ale ah se oflendem, e a i mesmus. Mas na roqda
de ser impo faltan) ao curaprimentu de seus deve-
res em todas asrelaces : dilVicullamou loniam im-
possivel soa salvar-Ao, e offendem a Dos e a leus
emelbautes, s para faz', ora choro com os que ne-
"""> a *fr.'"'' e Passarem por philosopbos. Falla-
se em Christo. nos apostlos, na igreja ele. Oque
val (uto isso? diz o moc,o de lom. Christo existi,
sim, roaa n.lo passuu de um illuslre perienagem,
execulou a risca ludo quanto rezavam as esrripiu-
ras a respeito do Messia; e apresentoa-se dizen-
du eu son o .Mes. i as ; fondoo depois a Igreja, que
at hoje nao foi possivel aind destruir, assim'como
anda se nAc aniquilou a escravidao, etc. Isso he
ser pbilusopho, pensar com a igreja, he er fanti-
co, he ser carola, l ouvisle boje mi.sa, ja' le con-
fessaste esse auno '! pergunU-lhe om amigo.
Nunca tive ouvidos para tanto, tenho uuvdo mui-
tos padres dizerem missa, mas nunca ouvi oraa se
quer. porque aquiJIo, nlm de ser em lalim, he tan
baito que nem palavra se percene. Quanto a con-
fissAo, nem fallemos nisso. E com esses e uSlros
que laes argumentos, queso provamsna ignoranci
raa edocacao, pensam ridiciilarisar a religiAo, em
quanto se cobrem deredirulo. Essas pobres rrealu-
ra porem nAo sAo irreligiosas de conuceo,. mas
unicamenle para serem na moda. Talvez no mo-
mento era que laes blasphernias Ihe saliera da bocea,
doa-lhea consciencia, mas a impiedade qoasi geral
O anima, e elle val por diante com en pbilosophis-
mo. Um distes impioszinho* de grellia. quando te
achava em urna roda de> mocas, oujot espiritos em
verdade, mais do que os nossos, se inclinara a' santa
religiAd do amor, lingra-se um elhea intolerante e
iiiitoleravel), e em toda a religiAo ridicularisava : as
mojas espantadas de ver a coragem ,com que elle
aflVoulava as iras do cao, diziam IrerauJas : O Sr.
e-la Jou'i.i, nao leme por isso um castigo ? He o
que quera o beslalhAo ; ser ao menos uiria vez em
sua vida, objeclo de adrairarao.uQoal ca"? !
Eu la' rae leino de calungas, sou agu que Morra
de crelas...?Oque porm quera o tal philiASo-
pho nada menos, era do que inleressar por elle um.l
das mocas, e para isso he que pruferia tanta asnoira,
lauta blasphemia. Tanto nao era irreligioso de co-
raco, qoe alguns dias depuis, tendo de fazer exarae
de lalirn, nAo fallou snelo com que se nao pegasse
para filar a approvacao, enlao nao eram os sanios
calungas, ollerecia a um cincoento rosarios, a oulro
uma ella, a oulro Padre Nossos etc., mas lalvoz
sem lenc,an de cumprir nad do que promedia.
Sahio roprovado ; bem dise a moja que elle lena
nm casiieo. Mal queinjuslioa ? J.,' sa vio ninguem
justamente roprovado llalli em dianle, alem de
impiu, ficou o lelo furioso. Assim sao qoasi lodos os
impos por moda.
Taqlo nos redamamos conlra a negligencia
dos lisears, como os elogiamos quanlo cumprem o
eu dever. Consta-nos que na ribein. de S. Jos rei-
na a maior oidem, des ido isso seo respectivo
fiscal.
O vapor tardo ViclorEmininnel, vindo de
Genova, runduzio os legoinlea passageiros : For-
liniato Dalla Costa, Clemente Scanavino, Geovani
\ enero, Frenkel, I). Adoiaida Uarumbey Oria i'ie
MonlalJo, em companhia de sua mana 1). I.ui/.a,
Uuize Scondolare, l.uize Monlicelli, Luir. Mans'ini,
Borgamasche Potro Gio, Guiseppe Cardella, Galle
tiuiseppe, Cnndessa Malli' Speanza e nina crSada,
Vincenzo Vaoninelti, Virginia Koinagnolo |Ra-
monila.
O vapor sar.io Vctor Eremannel, xahido
paran Rio de Janeiro, eendaiiooa aegninlea pas^a-
geinis: Dr.Joao Francisco de Moar Mif{Ihet,
Dr. Dtogo Velho Cavalcanli de Allijquerqi.u cora I
criado, Paulo Brel, .los Jo.iquim Alvos i la Silva,
llenriqucs Cirio Percira Franca.
Hospital de Caridade 1 de abril-- 8i do-
enles.
Da 13 i.
.lie ai^ianht'i*.
A as-oinlilea approvou honlem em lerceira discus-
sAo o projeclo n. 1i desle anuo,que approva o com-
proraisso da irmandade de SAo Miguel de Ipo-
juoa.
Entrando em primeira discussao o projeclo de n.
18 que considera romo fazendo parle da freguezia
de Barreiros. o engenho Sania Cruz de Francisco
Ailo i.o de Mello, tallan tu sobre o mesmo os senho-
res Paula Baplista, Birros de .ncerda eN. Porlella,
fien a 1-.-0--: a li-ii..
Continuando a segunda discantan do artigo 7 do
projeclo de ornamento provincial oraram es senho-
res P. Baplisla.e Souza Reis e Josc Pedro,licando a
discussAu adiada pela hora.
A ordem do dia para buje he i mesma e a rimei-
discusso do projeclo o. 1 j.
--*** Pelo vapor Dae, o primeiro que a nova com-
panhia de Liverpool, (-z partir daquelle porto para
o Brasil, recebemos bontem gazetas inglezas que al-
cancam a ill dosflassado.
Nenhum acouleciinento extraordinario lioha lido
lugar no velho mundo.
A quettau de Neufebalel apreseulava ullimaraen-
le um aspecto mais lisongeiru ; o re da Prussia mos-
trava-se mais brando, i vista do que esperava-se
geralraenle que uma completa reconciliacAo em
breve poria lim as desavengas existentes entre a-
quella potencia e a Repblica Helvtica.
A mesma esperanza se entretinlia relativamente
i reeoiicili.irAo da Franca e Inglaterra com o rei
de aples.
A indisposirAo porem que infelizmente separa o
Piemoule e a Austria vai-se aggravaudo cada vez
mais.
He tal o eslado em que se acham os dous paizes
que ha toda a razao para receiar que brevemente
sejam rolas entreellei as relaefles diplomticas.
Assegura-se mesmo que o ministro austraco em
Turim, o conde Paar, recbera ordens de seu gover-
no para rdrar-se daquella capital, caso nAo possa
oh!, r do gabiuele santo a satisfago pedida.
Visitando o imperador Franci-co Jos a academia
de I! -II .--.\i;.'. em Millo, foi-ihe moslrada a esta-
tua de Napoleao I em um canto do Plificioo Nao
he aqoi que ella deve estar, disse o imperador ; Na-
poleAu fez baslanle por MiMo, e esta eidade deve
le-lo a visla a toda a hora do dia e da noiie.o #
Um decreto depoi< publicado mandou que a esta-
tua fosse colocada oo jar,lira publicn sobre uma base
convenicnle.
Em i i ama nenl m indicio havia de desordem,
todava parece que o^^jwsisraa-eistrelem algans reII
ceios. rm
Asegunda divisAo da escola polylechunica qoe
coiiiinha o.lenta aluranos'foi ltimamente licencia-
da, sem se declarar a razo desle aclo. Ha quem
assegore que foi -II- motivado pelos receios de uma
Nnanif'Slacao poltica, islo o bern coiiheci.lo repo-
biicanisrnu dos merubros djqoella corpora^ao.
"Cre-se al que a escola ser removida de Pars,
pele razao de se prestarem invariavelmenleos jovens
alomiios della a apoiarem os desordeiros com os seus
conbecirr.entos militares sempre que uaquella capi-
tal retcula alguma uisui reirao.
Na Inglaterra, como ja era oulra occasiao annun-
ciainos, lioara o parlamento para ser dissolvido. O
governo lem ido forlemeiite combatido, em ambos
os casof, sendo lord Palmertton o principal tpico
de discussAo.
Fora do parlamento he ainda mais. renhida a
guerra qae mlTre o primeiro ministro. Seas adver-
sarios lem convocado meelings, nos quaes em-
pregam lodos os esfor;os para desacredia-lo ; to-
dava parece que a maiona da narAo he em seu
favor e que latiiri victorioso as eleices a que te
vai proceder.
Os Inglezes, leudo consciencia da Iriste figura
que fizeram na guerra cora a Russia, n.lo podera
deixar de apoiar o ministro que Ibes proporciona a
occasiao de indemuisar o orgolho uaciooal da qae-
bra qoe uella aoflrera.
Nao tmente a China e a Persia devem pagar pela
Russia, senAo al mesmo o pobre Jspilo !
O correspondente do oMorning Chronicle, escre-
vendo de Pars, refere que, segundo anuiinciam ga-
zetas bollan leas, dous navios de guerra inglezes
enlraram a tarfa no porto de Nngasahi, rebentan-
do a corrento que Ibes empedia a entrada, eque este
aclo aadaz elidiera de Unto terror as autoridades
japonezas que nonhuma tentativa fizeram para ex-
pellir os invasores.
Tiuhara parlidn roforro- pjra a China e o conde
de Elgiu fora enviado a Pekin em qu>lidade de em-
baixador para obler do imperador uma solujao pa-
cifica da qaesiAo pendente.
Na Russia fazia o govarno grandes esforcos para
restaurar a marinha, a qual ie ada debaixo do
rommando dogran-duque Conslanlino. Corra que
o czar irh este auno a Italia e mesmo a Pari, sendo
representado no paiz dorante a sua ausencia por
uma commi-sAo couiposla de gereraes e de altos
funecionarios publicos sob a presidencia'dos gran
duques Miguel e Nicolao.
No da 4 de maro i prximo passado lomaram pos-
se dos cargos para que foram eleitos o presidente
dos Eslados-Unidnj, Mr. Bachanan, e o vice presi-
dente, Mr. Brechenridge.
O discurso Bata orcasiao pronunciado por Mr.
Buchanan he todo cheio de senlimentos patriticos e
elevados.
O distindo americano, ilesmeiilindo as tendencias
belliciosas qne Ihe suppuuham, propoe-se a cultivar
a paz, o commercio e a araizade com todas as na-
c/ies, e quanto a' poltica interna, he sua (alelo
semiir corno que um comproraisso entre o Sul e o
Norle. que he larrea o nico prucedimenlo rasoavel
ua posicao actual dos partidos.
Os cousoldados ficaram era Londres de 93 1|8 a
93 l|i ; o cinco por cenlo hra tres por cenlo portuauezes a 45 \\2 ;os cinco por
cenlo rasaos a 107 l|i ; os doze meios belgas a 55
c os dous e meio hoilande/.es a 65.
ypuMicacao a ptbibo.
INSTRtC(JAO PUBLICA
Artigo especiaes extrahidos do relatorio
do eximio prolessor brasileiro Sr. Josc
Francisco Soares, que a lllma. assem-
bla provincial de Pernambuco, para
que os tome em sua alta conideraco,
olfereceo prolefsor particular Francis-
co de Freitasliamboa.
Cootinuafao do Diarios de 12 de marr;o).
.loplicacdo dos processos antecedentes.
I.EITUKA.
A leilora principia nu Mississipe por palavrat de
dual sj Habas. Nao be preciso que a crianca lenha
terminado o aprendizadu dos tros procesaos pira dar
principio a leilura,detde que olla tabeas vugaei a al-
guraas consoantes.e ao raesmo lempo faz decompo-i-
i;u de palavra de duas -yliabas eenlende da leitura
auricular, entra logo a fazer a applicadto desle pou-
co que Ijo, I,-ii .o palavras de duas >\ liabas forma-
das por aquellas lelras de que ja lem cuiihecimentn
pelo anligu svsleraa (ou aules, pela rolina antiga,
porque naosei que oulro nome possa melhor expre-
sar, visto que nao temes syslerua eicriplo e adopta-
do) ; peto aoligo syslema, digo, a rri.iiiQa nao pode
entrar na leiluru, aioda que seja de palavras de duas
syllaba, sem qoe lenha le minado um syllabario ex-
tensisiiroo, o qual quasi lempre aprende de ouliva
em comprehender sua verdadeira corobinar-ao pelo
novo b) alema, porem nao acontece assim, At criao-
cat (era idea de syllaba pelo que be som ua palavra
fallada, e a conhecero por sua legitima eombinacao,
islo he, que luda a cousoante reunida a uma
vogal foima om cerlo som,'que vem a ser o resul-
tado da reunan dos soiis de ambas, quaeiquer que
ellas sejam.
Alm disio, he a leilora auricular o meio vanla-
joso qoe as auxilia para lerem qualquer paUvra,
orna vez qne conberam a leles de qoe se compem
ella.
Para me fazer bstanle entendido demontlra-
rei
O qne be ler ? He pronunciar palavras.cada uma
das quaes se acha representada por om cro nume-
ro de lelras. Mas, para pronunciar palavras que
se achara representadas por lettras, o qoe he preci-
so saber I primeiro : o valor ou pronunciara., de
cada letra .- segundo: qual o som qoe retulla da
combinacao de duas, Ires ale qoalro dessas lettras,
as quaes te acham formando syllabas : lerceiro : fa-
zer a somma desies cns para da-los era ama pro-
nunciaco rpida.
Ora, -e a enanca sabe o vajur oo pronunciarn
das seis lettras, upponba-se que formam a palavra
botica ; pronunciando-te estos eis lettras ella
tem feilo a decomposir;ao da palavra em lettras,
falla somonte a synlhese. Com o processo da leilura
a.iricular chegara' a esle Ultimtum. Parque, oque
be que se faz na leilura auricular ?jO professor d.i
as lelras, a crianca forma syllabas, e pronuncia a
palavra, Pois bem, em lugar de ella haver turnado
essas lellris auricularmeule, encoutra-se no papel.
Lego, nada mais fcil do que formar som com a-
quellas letras que pronuncio., encontradas no papel,
fazer a somma desses soi-s e pronunciar a pala-
vra.
Dir-se-hij, porem : saoregras cuja applicar,ao de-
manda um raciocinio, e para o raciocinio he preerso
razio e inlelligencia que nao se deve auppor em uma
crianza de cinco a seis annot. lie om engao, por-
que a pratica me ha mostrado o-contrario. Alm de
que, nao ha necessidnde, nem era possivel come
goir-e que as enancas dispondo de semelhanles re-
gras ficaisem logo prumplas para lerem ludo que
se exigisse aellas. Ellas dispOe das .regras, princi-
pian! a fazer applicacau, e era palavras de duas syl-
lebas, Ihes ensillando o pr. fessor o modo de f"zer
.applir.-iro, e por fim a pratica, o esercicio habili-
tam-nas paYa lerem por nm processo mais rpido,
mais ventajoso e mais melhodico do qoe he b, a,
ba. Accresce ainda qoe as enancas principiara a reu-
nir lellras e a formar syllabai.pronunciar.dn os sons
della-, ao mesmo lempo que aprenden! as lellras :
porqoe em ellas coohecendo a lellra ba e a le-
tra a, o professor rene os carines em que eslo
esta lelras, immediatameole pronunciara ba.
Assim a respeito de todas as syllabas e daquellas de
mais romp,raro...
Tendo al aqu feilo nma exposic/lo minuciosa dos
diversos processos porqoe passam at enancas para
chegarem ao couhecimeoli do mecanismo da pala-
vra e do modo porque ella se traduz. e ao" mesmo
lempo mostrado as vaotagens que liei encontrado
na applicacaode taes processos, nao quero dizer com
i'so, que no curto esparo de teis mezes oo mesmo da
om auno, qualquer crianca possa firar pi, lira na
leilora ; m,. que nAo recelo affirrnar ; e he f-clo
iuconlroverso para mira, he que qualquer rrjano.i de
ida oe teora ou crescida, iutelllgenle ou estpida,
fara' pelo Methodo Caslilho em eis mezes, o qoe
pelo andgo syslema nao consegaira' fazer em dous
anuos talvez. E quando mesmo s foe verdade qoe
a cria nra aprendendo a ler pelo novo yslema s con-
seguase dar-te por prompla, na leilura, em nm lem-
po igual aquelle que be preciso boje lias escolas m
anligo lyiliaee pe ni ultima'lum,- ainda sim
e" d,^_3% o, pn-piir' em; ora o lempo seja o mesmo, a crian-
ca adquire iiifali.velir.nite ma p.rl'eir;lo pelo novo
syslema .lo que pelo enligo.
i'orqoe a criancas aprendem com maisripideze
facilidade peto novo syslema,. n.lo se explica omento
pelo modo bem condecido dos diversos" rceseos,
mat tambem e principalmente pelo modo porqoe
elles se execntam. Ha apropriaoo ao espirito das
criancas. O rythmo e a simoltaueidade sao elemen-
tos poderosos. Ter a enanca de repetir por si t e
montonamente a lijan, de que loa de dar conla nao
he o m.-mu que repet-la r\ Mmicamente fazeodo
coro com os seus compaoheirs. Notei sempre em os
aanos anteriores que muitas crianzas presentando
um demasiado acanhamento nem e quer se presta-
vara a repetir aquillo que eu Ihes euiinava ; e ai ve-
ze persisliam. insto por muitos dias. Esle anno po-
rm, rriiiiirs que no piimeiro dia d'aula manifesta-
ra ni acanhamento igual, no segundo ou lerceiro eram
os primeiros a fazer obrtsahir tua voz a' de seot
compaoheiros.
Se leoho sido baslanle minucioso be porque a islo
sou levado pelo minio aproen em que tenho o novo
syslema. Ver eu hoje a facilidade com que enancas
da mais tenra idade decompoem uma palavra em syl-
labas e esta era lettras, aisim como formara syllabas
e pronunciara n palavra, daudo-se-lhes at leitrns, e
couhecer quanto islo Ihes he otil e proveuoso para o
fim a que ellas se propem, confesso que a minht ad-
miraran, respeito e aprer-0 pelo methodo de Caslilho
solo.ni a lal ponto, que encho-me de pezar quando
ao mesmo lempo pens que urna vez ja' duvidei que
elle podesse ao menos aproveitar.
Como print-ipia a tritura nos lero:
As enancas mulleren, as lellras que eiao repre-
sentadas nos carines e no mississipe, com estas for-
mam syllabas e palavras, he preciso familiarisa-las
com os caracteres proprios do livro. Principiara,
pois, a fazer a leilura no livro designando as Ultras
rnente pelo nome qoe perlence a' figura svmholica.
No fim de doas on Ires lir-Set de leilura por esla for-
ma, pasiam enlao a designar as lettras, cada uma par
sua vez, pela pronunciarlo verdadeira. Dado igual
numero de licOes comecam ? fazer a leilura tmenle
por syllabas, e mais larde reuoindo as s\libase
pronunciando a palavra. Deila orle paisam por qoa-
lro provas ou extreirios de iial.ilitaco para poderem
entrar na leilura corrente, sendo que oda om dellet
he um novo elemento de desenvolvimeulo qoe ad-
qu'n ni para depoi lerem com bstanle clareza e
perfeicao. Na leilura das palavras por letlres e syl-
labas, que sao a segunda e lerceira prova, ha a van-
lagem de prevenir que se arostumem a ler com tup-
presau de lellras e de syllabas, defeilo couhecido no
aoligo syslema, c poucas vezes fcil de curar.
Creio ter satisfeilo Indo quauto diz respeito a' lei-
lora. Tralarei da
ESCRIPTA.
Para escrever he preciso : primeiro, aber repie-
senlar no papel as lellras, he o que se chama calli-
graphia : segundo, com quanlas lellras se deve re-
presentar qualquer palavra, he o qae faz parle da
orlhographa. Dividir! por lano a escripia om duas
parles, calligraphia, e parle orlhograptura.
.Nao he a escripia no que diz respeito a' calligra-
plua que precisa ser melhodisada ; mea no que diz
respeito a' parle orlhographica, he que ella reclama
poderosamente um processo : e este adiamos oo me-
thodo de Caslilho, como passarei a mostrar.
(Continua. >
..LFAMitliA.
Rendlmento do dia 1 a 13 .
dem do dia 14. ,
"":UaVM
******
Oesearregam hoje 15 e ikril.
Barca franceza-Cephyaa-mercadoriat.
(jalera ingleza-Hermiooedem.
Barca inglezaNauphtnlecarvae
Vapor mglei-Dene-mercadoriat.'
Brigue inglez-Merlha M.le_r ^^
Rngue autlriaeo l-i.oh..___r.". !**."'>*
Bnaue
L.. ,---------------- *~jm.
'jubicafannha de tria*,
nngue portugaezExperienciapinas JL
Briga. braslle.ro-Bom Je,u,_fat^. dTldi
Samaca b"ra-Hlenn._f.riB|,1 ,
Brigue
IMPORTACAO.
ntcional b. Afi.n.o. vinda de
o,.eg,:r.;,r:n,is"ido,Ba"'r*01".....~
/igo.
enotwa,
Rio de
iileeleu
X Pipa, vaxiai ; a Naarimeoto A- Lasaste.
f5S? "i"?""1 Motl, & IrnST-
3 raixe. cha" ; |.ma junio, & C.
2 dllo. chapeo, ; Antonio de Almeida Gome.
..1,08';P" """'. Saet., ditos dilas. 107 iSU.
dito,, SO dito, eile doce, il ,,,., toociono, ^!
xet chapeo,, .,00 ea.x, bio, ttaaaeea. eal h
rollos fumo ; a ordem. ^^
Geropeira nacional IJvraeJIoi.. vinrt da
coniigixada a Antonio |#BIl de Oliveira
maoifeslou o seguale :
7 raix.i. grvala de teda, 1 dita leacat da dtta
para algiheira, 1 livro em branco, H can.', charole.
a F. F. Tirara. *
1 volume 1 piano a 2 cadrira. ; a E P. Ttiliaa.
4 eaixat lamaraa ; a N celo Brender.
50 bairii azeile doce ; a Joto da Silva Recades
102 ctiiiohas com 12,700 charoles;a leeec Caria
21 dilat 5,230 dito, ; a Sch.ffeillim ,i C.
1 barril chumbo de moraran, 1 eaita etdroa pera
vidrar^as, 49 volume* com 212 reloeo., JH atlas ral
sa parrilla e vermfugo, 2 eaixe. dtain*. ao llalla
1 dilo ditos finos de feilro, 56 tordos cora 172 arra-
bea de tabaco, 187,300 charuto, aaa kaes*M vle-
me- ; a ordem.
Patacho nacional Bom Jesu=, viudo de Rio da
Janeiro, consignado rjartholenei
nilesloo u seguiule :
.1 caixas rap ; a Seva & C.
1 cai.au chapeos ; o Novaos rV C.
1 dllo dito, ; a t.hi'stianiii & Irmn.
2 ditos dilo* ; a J. G. Malveira.
NS'i barricas fannha de Irige, 1 raixio
calvles espingarda, e perlence-, 1,009 liesje*
Vime, 1 eaixio fazeuda*. i dilo chapeo., j eaixa
taba, 2 rollos s. II ; a ordem.
Hiato nacion.,1 Saola Ldxiaa, indo de Caaaara-
gibe, consignado Manoel Jos l.eite* tBaaittaaaaj o
seguinle :
116 saceos assocar branco, 136 ditas dita mam
vado, 7 dilot dito tmenos ; a ordem.
19 eouros algadet e 50 esleir* laneilre.
Brigue hollandez ti-veru-ur Srhomerose, viiks
de Itoloer lain, consignado a Brender a Braadn
di C ni-mif-siiiii o seguiule :
149 caixas vellat. 8 dita* espingardas, 88 l
pe de escrever, I dita quiaqaiiharlx, 2fMJ
dros para \ idraea,. 2 ditot cnaro de bezetal
la. ditos enverniMdus. 175 dita* queijw fia
t-oO ditos ditos prala, I dito lotnba d> vxce, 5* d,
lat toiha de nandres, 100 dilat e 150 Mrlese ae-
nebra, 300 botijas empalliadaa cota alee do ta Inri.
/J peij.s de cabo Icalroado, 25 toixei letto aaro
arcos de barril, 1.50 pipas vanas, 222 birria preas
10 nitos alvaiade de unco, 3 embralho*
manufacturas de algodao e oalrat
. ...;.v>i i.aIu UKKAL.
Kendimanto do da 1 a 13. 54:1
dem do dia II. .... .
*tap-
laa i-
erraCtdi-
5t:57iaW
Reodimento do da I
dem do dii l.
l-'IVKRSAS PROVINCIAS.
13.
3d5tW7V,
244*77
J.
T.da
fcran-
earre-
DESPaCIIOS E EXPORTACA PlSbA MISA
DO CONSULADO DKSTA CIDADE NO DI \
14 DE ABRIL DE 1857.
HallininrePalacho americano QwpaaaoB, Se
VVhalely i Compaohia, 1,400 tacen
cavado.
Liiboa l'al.ida nacional Alfredo,
Ramos e Silva, 16 caicos mel.
LisboaBrigue porluguez Bato Sul
A quino lynseca ti Kilho, 600 uceo, aseacar Man-
co, 21 cascos mel.
LiverpoolBarca ingleza Lindar,
gedores, 105 taccaa algooao.
Lisboa Brigoe portugoex Bom Sa-cccaeo*, bo-
_ mingos Keireira Maia, 7 pipa* aguardeote.
ValparasoBrigue americano nVolantes, Aaaorim
Irma,, 600 saceos a-sucar branca.
Rio da PralaEscuna ingleza Asia, Isaae, Cana
& Companhia, 200barricas .socar branca.
Lisboa Patacno portugus Maras, Carvalha A
trmau, 200 ssccot a.sucar branco e mateavad.
E(.KHUOKx* DU KiiNAS lMfe.N>a GE-
HAES DB II.KNAMBlil.O.
Kendimenlu do dia 1 a 13 rfc0-7a532
dem do di. H........ aa^S
8:Ma27:.
CONSULADO PROVINCIAL.
Readlmento de dia I a 13. :W:.ttaSi datad, di. 14........ 3:836*970
34:MJ7*M
$*mm%v -t5 acti
>eviot entrado, no dia 14.
Liverpool2 dits, vapor inglez Dans, la
d,?,e.W-.Slru"' '"'* r* a Astley & Companhia.
Genova e porto, intermedios21 dias, vapor sardo
Vicloria Emanad*. rommaa lanle PHotaaia
Geovaoi, carga mass. e mais generas ; a Leona*
Juoior & Companhia.
i"""^ ''"* b*rc* "f aFlar de Olivera,
de 26/ tunla.las. capillo Jote de Olvetra llass-
rique*. equipegem 12, carga feriaba da triga a
mai. genero* ; a Antonio Loiz da Oliveira Ale-
ve,],,. Pertencc ao Rio de Janeiro, rimailn .
^emlao Esleina de Almeida. Ileriaeaetitda Joto
de Almeida.
Nsvios sabidos no mesmo dia.
Rio de JaneiroVapor sardo .Victoria Emano*Ir
cnmmaodanle Pilaluga Geevaoi.
Canal pe., Kio Grande do Norle Rrigae saaco
Emihea, capiUlo 1. Hall, em lastro. Pa*s*geir,
Jo- Mendes e 1 criado.
Canal pela ParahibaBrigoe inglez Caeaaria, ea-
piiao Cnani Thon.as, carga aesecar.
LiverpoolBrigoe da ata i rjate Hercala, eaaa a
mesma carga qoe Irooxe. So.peodea da tornearas
Rio de JaneiroPelhabote brasitnre Heesrlaaa**
captol Jnaquim Aolonio Geas-alva* dsts giatoi'.
carga at.ucar e agurdenle. Paaaaaaaro, lal tajo
Josc Cidade, e i escravo a entrenar.
demBarra americaoa Rombo, com a messaa
carga que Iruuxe. Suspendeu do laraeira.
I arahibaBarca ingleza Cora*, rom e saseana car-
ga que Irooxe. Suspendeu da I iraeirAe.
1
ifoxuvponbtncln*
RBPABTICAO DA POLIC1 A.
Oe.-ui i enri.is do dia I! de abril .
Levo ao cuiihecimenlo de V. Exc.qos das difi-
ranle! parlicipaces boje reeebida neila rapsrlicao
conitt queie deram n tigoiolet oecarruntiat;
Sr*. redactores. Na ses.ao de 8 do corrente, pu-
blicada no seu Diario de hoje, disse o Sr. depulado
(|ionralvcs (iuim.iriles, por occasiao da primeira dis-
cussAo do projeclo que augmento os vencimentos dos
rjmpregndos prnvinciacs, o segninle :
.... mas n.lo sou de opiata, que sedemea-
valgaduras perra.inenlrs a quem nao faz viagens, a
quera nao lia!. ]|i,i fora da eidade, e niesmo para
cortar o abns> pralicado pelo gorerno de dar ca-
balgadura* aos engenliieros.sem Ih'o permittir a lei,
e por mero arbitrio, romo se tem feilo ale hnje. n
Per;o venia ao Sr. Concdves liuimaraes, para d-
zer-lhe que est mal informado a esse respeito. Nao
be exarlo que o governo lenha em occasiao alguma
mandado abonar ravalgadnras aos engenheiros, ou
aja Untes, qualquer que seja a cjmmissrio de qoe
ellos leiiham sido inrumbidos.
Ah esla o Sr. Inspector di Ibetoeraria provincial,
cujo leslcmonho nvo-o, a quem o nohre depulado
pode ouvir, e elle Ihe dir se jamis o governo pro-
ceden como aflirma S. S.
Tandil por fim anico disipar o encino, em que la-
biia o Sr. depulado (lOimarnes, poi^o que se nao en-
xergue em minhas palavras nonliuma referencia a
maleria do citado projeclo.
Sin, senhores redactores, seu cusanle leilor
Francisco ftaphael de Mello Reg.
ii de abril de 1837.
#!*?&<
CUACA DO RECIFE 14 DE ABRILAS
3 HORAS DA TARDE.
Cntaes ofliciaes.
Descont do lettras9 ',, ao anno.
Krele para Liverpool25| c ."> i'|0 para as.ncar
r'rederico Habilitara, presidente
P. Borges, secretario.
CAMBIOS.
Sobre Londres, 27 ,'14 a (iO d. e 27 7(8 a ;0 d.
Paris, 350 r. por fr.
l.ieboa, 95 por % de premio.
Rio de Janeiro, i por 0|() de descont.
Areoes do llaneo, 40 a 45 de premio.
companhia de Beberibe 540O0.
o companhia Peruambucana ao par.
a Utilidade Publica, 30 purcento d* premie
o o lndemnisadora. 52 idei...
and* estrada de ferro 20 por O10 le premio
Disconto de lellras, de[X a 10.
Dilo do banco8 a 10.'
Ouro.Onc,as hespanholas. .
Moedas de figiOO velhas ,
6i0 novas .
45OOO. ,
Prala.Palaccs brasileiros. ,
'Pelos columnarics. ,
s mexicanos. .

0
Pela inspecr-ao da alfandega se fax pobiieo
110 da 1, do correle, depon do meio da, se ha
ar.eruat.r porto d m-na rcpaitieio. *a*Mto a
a.a
ha Oe
remalaclo livre dedireilo. aoaVem.T.nleTTw'aaa^
xol.nho coro 2 fra.ro.. colendo cada fra^-o 50 ra-
alas de fam..... no valor rada um de 3, vina, o
barc, porlogoeza Noaa Setilwra do Bom
Purlu na
Successo entrada em janeiro o. cor.enle anee, a-
bandonado aos direito. por Jo-e Veto-o Soa.c.
Altaudeca de Peruan.bucu 13 de abril ao 1857 e-
0 mspeclor, Benlo Jos Fernandas B,rre*.
0 Dr. Francisco Comes Vcllozo de Alhuqunr-
que Lins, juiz municipal, em exercicio da
primeira vara etc. etc.
Farjo saber aos que eate viren, ou delle
noticia tiveretn. que em virtudc da lei de 1
de agosto de 1x46, art. 33 e Av. n. 8 do pr
meiro de fevereiro de 1847, lenho convocado
o conselbo municipal do recurso, que se
reunir na lerceira domioga do corrente
mez, e funecionara por espaco de 45 dias
na casa da cimpra desta eidade.
E pura que ebegue a noticia a todo, naii-
dei passar o presente edital, que sera afilia
do nos lugares mais publicos, c publicado
pela impieusa.
Recife 8 de abril de 1857.Francisco Co-
mes'Vellozo de Albuquerque Lins.

-*
-
*#!*?*
'"a*.
'-289 0 28,4500
. 1&S000
. IttetKW
. 93000
. 250OO
. 29000
1S860
Caixa Filial tk> Banco do
Brasil
EM 14 DE ABRIL DE! 857.
Directores da semana, ossenhures : Ju.- Perera
dn t.unlia e Jus P-reira Vunna.
A cala descunta lellras a premio da 9 por cenlo
10 anuo, e toma dinheiro a juros a 6 por cenlo ao
auno.
MUTILADO
CRREIO <.:iai
Al malas que lem de conuuzir a vapor inaiez
Usne.o procedente J<>* pm lo* .la Earapa, ama*
d.slino .1 pro. ncia ds Bahis, fechs-ie a manliaa '1*
as 3 hora* da laido.
A mala que lera de condozir o bialr nariaatl
oCpibaribe. com destino ao Ararat.. Iecju- inai.lia llfi do rorrenle, 10 hois ra man ij
CONSELHO AUMI.MSTRAT1VO.
O conselho administrativo tem dec-omnrar
os objeclos seguinte :
Para diversos batalhoes.
Panno azul para capiles, covadoa 4*92,
dilo dito para sobreca&acas e calcas, covados
847, esleirs de palba de ca nauba 670, -
palos feilos na provincia, ares 1246
Quem quizer vender laes objectos, apr-
sente as suas propostas em carta recitada
na secretaria do conselho as 10 horas do da
U do corrente.
Sala das sessoes do conselho administra-
tivo para fornecimenln do arsenal de sucrr*
13 de abril de 1857. Manoel l^nacTo Br
co, mejor presdeme i merino.Bernardo
Perera do Carmo Jnior, vogal secretario
- 0111. Sr. ioaowtor da tlSSSft

I


fazenda desU provincia, manda fazer publi-
co, que; etn cumprimento do determinado
em ordem do tribunal do thesouro nacional,
tem de ser arrematado de um a tres annos,
que comegavam a correr do 1.* de julbo pr-
ximo futuro, o servigo da eapatazia da al-
fandoga desta mesma provincia,,a quem por
menos fizer ; maiores ou melhores va uta-
gens offerecer em favor da lazanda., e que
nos termos do art. 64 do regulamento de 22
de juoho de 1836, o referido contrato andar
ra em praca por 30 dias consecutivos conta-
dos o i.' de abril prximo futuro em dian-
te, e ser arrematado no dia 30 do dito mez
de abril, a l hora da tarde, perante a Ihe-
soura-ia. Os preteodenles comparecan com
seus fiadores legalcente habilitados no lu-
gar do costume.
Secretaria da thesouraria de fazenda de
Pernambuco 2 de marco de 1857.O official
maior, Emilio Xavier SoDreira de Mello.
THEATRO
DE
santa Isabel
OL'ARTA-FEiBA 15 DE ABRIL.
i~>." recita da assignatura.
Represenlar-se-ha o drama sin ( quadros,
SSEISDEliBAOSMOCKlME.
JoaoCaelano tara a parte de Julio, por elle cread).
Rematara' o especiadlo a jocoiacomedia
0 HOSPEDE DE SEL CRIADO
Os bilheles d platea e quacla ordem acharu-se a
venda o dia do espectculo, no escriplorio do
thealro.
Principiara' 8 horas.
QU1NTA-FEIRA. 16 DE ABRIL.
BENEFICIODA ACTRIZ GABRIELL4
Uepois di orcheilra executar urna hrilhanle lym-
phonia, representar-se-ha o famoso drama em
actos
ABASIA DE SAMROPEZ
no quil o Sr. Joao Caelann desempenhara' o papel
de Jorge Mauricio, por elle cterdo.
Finalisara' o espectculo com a comedia em
acto, intitulada
i SOMNMBULA.
jinetes de geraea, camarotes de quarla ordem
indas, eslo a venda no escriplorio do thealrol'
ncipiara- as 8 horas.
W^^^ff^l' t^*'***^'*"*^ *
DIARIO it PERNAMBUCO, QUARTA PETRA 15 DEARRILDE 185*
3?>i$0$

%*"&t
Para Lisboa.
O novo e veleiro plhabote portug^iez Al-
.reio, seguir para Lisboa com a maior bre-
?idade, por ter grande parte da carga enga-
jada : as pessoas que quizerem carregar
dirija-se a ra da Cadeia do Recife n. 12, es-
criplorio de Baltar & Olivelia
Espera-se
at o dia 16 do c trente, o
vapor hlice
de Liverpool, o qual depois de demarre.ir o que
Irooier para eile porto, seguir' para a Baha : na
volla tocara' aqu pura receber carga para Liver-
pool em direilura.
Hura uRio de Janeiro,
O patacho nacional \masonas,o pretende
sabir com muitn brevidade, tem metade do
sea car regatenlo prompto, para o resto e
escravos a frete, Irata-secom o seu consig-
natario Antonio Luiz de Ouveira Azevedo,
ra da Cruz n 1.
ara o Vio de Janeiro,
Pretende tahir nesles oito dia* o brigae nacional
(Velo, tem prometo dou erc.osJe seu carre
ment, para o resto etscravos a freleT p* o~i4uars
tem ejcellenles commodos : lrata-s* com o seu con-
signatario Amonio Luis de Uliveira Axevedo, toa
pa Crui n. 1.
Para a iiahit*.
A valeir e hem conhecida sumaca nacio-
nal Hortencia, pretende sahir com muila
brevidade, tem prompto dous tercos de seu
carregamento, pira o resto, trata -se com o
seu consignatario Antonio Luiz do Uliveira
Azevedo, ra da Cruz n. 1.
ca da Rio Grande do Norte, os quaes con-
sisten) n'uma elegante mobiliade Jacaranda
com marmore,ricos 'guarda vestidos de mog-
no, com espelho na frente e sem elle, guar-
da roupas, urna excellente cami francezade
Jacaranda com cortinados, urna grande mesa
elstica, aparadores com pedra sem ella,
lavatorios da mesma forma.de gosto moder-
no, com todos os seus pertences, guarda-
loucas, sofas, cadeiras. mesas, marquezas,
commodas, e meias cpmmodas, e outros
muitos movis para gabinete, quartos ele
lindos candelabros de cristal de quatro a
cinco lazas, lanlernas, candieiros iuglozes,
riquissimos vasos, malungas e oulros enfeites
de porcelana o cristal para sala e toilell, apa-
rellios de linissima porcelana, para liquido
e .solido, ditos de louga azul para o diario,
vidros e crislacs para o servigo completo de
urna mesa, um soberbo relogio de parede,
com msica, lindos qua Iros obras de prata
um ptimo carro de quatro rodas, inglez pa-
tente, com arreos, e una infundado de ob-
jectos de differenles qualidades, e que fora
infadonho innumera-los, pois s com a vista
podem ser ajuizados; quinta-feira 16 do cor-
rente as 10 horas em ponto na manhfla.
Scharheitliuik C, farSoJIeililo em pre-
senga do lllm. .sr. cnsul de llamburgo, por
intervencSo do agente uliveira, e conta e
risco de quem pertet.-cer, de diamante P 345,
urna catxa conten Jo 30 duzias de chales de
cambraia adamascados, e de l'D 2096, urna
dita com.20 pecas de brins de linho e algo-
dSo, avariados abordo do navio Comle Ro-
ger, na sua recente viagem do Havre para
este porto: quarta feira 15 do corrente, as
11 horas da manbSa, no seu armzem, ra
da Cruz.
Transferencia/
do leilo de mouilia.
U agente Pestaa, transferio o sen leilSo
de mobilia, annunciado para o dia 8, para o
da 15 do corrente, c tambem vender urna
preta de 40 anuos pouco mais ou menos, no
armazem do agente cima, ra da Cadeia do
Kecife n. 55.
fC*0ao3 c>-p&-g0os,
~ Precisa-se de uro homem para distri-
buir este DIARIO do Jlondego a Apipucos :
na livraria da praga da Independencia.
CONSERVES FRANCalSES.
PIERRE PUECHE,
Propritaire de l'Hotel et
Caf Fraileis.
Ru du Trapiche n. 2.
A l'honneur de prevenir le Qublic et parli-
^culierement sea pratiques qu'jl a recu nou-
vellement des conserves frangaises de qua-
lil superieures, telles que :
I'ATS DE FOIS GR AS TRIFFES.
SAUCISSES THUFFES.
BOl'DINS TRFFES.
PATS DE CIVET DE LIVRE.
THOJI MARINE.
SAL'MON,
CHAMPIUNONS AU NATUREL.
JULIENNES,
et plusieurs autres qualits assorties. Le toul
a des prix moderes. II espere que les per-
sonnes qui connaissent sa misino voudront
bien continuer a visi'er son hotel en les
assuranUqu'il fer son possible pou.- les sa-
lisfaire.
Deelaracao.
O Jos Piutu de Musa-
Iha.es qiieseguio para Ou
ropa no vapor sardo, ra'
proprieta rio
e o
8 ai ai-
HeaJ coospaiiiia de pa-
quetes inglez s a vapor.
i
clieiras do Puteo do
*o, ^-nestgioidado moLa4ojJ
ht oO anuos, e si IB ifrn ou-
tro^de ig5t.il uotne..aqu
apartad., vindo do norte
no vapor Pir n.
ii Sr. .los Antonio
Teixeira Barbosa,, tem
una carta de sen pa, na
ra do Crespo n !7.
Cutilaria.
No dia 20 deste mez espera-se do sul o vapor
aVON, commandante Revett, n qua.l depoisda de-
mora ilocnslume, srcniri para Smitiiamplon. tocan-
do nos portos de Saj- Vicente, TeneriQ, Madeir. e
l.i lr< Adamson Uwie&C, na do Trapiche-Novo
i. 42.
Companhia
navc,ieo u vapor Ham-
eir.
Espea-* da Europa om dos vapores de panhia, e depois da demora dn costume, seguir pa-
ra Baha n Rio ile Janeiro : qujd(fher informadlo,
eom os agente N. O. Bn'ber & C, ra da Cru. n. 4.
Para i.isboa, sahird muito breve o bn-
gue Esperiflncia, o^jual tem a maior parte
da carga proQ.'pla ; .ara nxftic dell, e pas-
sagciios, para 0 queofferece bons cornmo-
do- : trata-se r.om os consignatarios- Amo-
rim lrmaos, ta ra da Cruz n. 3.
3famio e t'ir.
Segu en poucos dias o brigue escuna na-
cional Laura, por ter a bordo metade do car-
regamento que coniuzio do iiio de Janeiro
e Bahia : pa#a o resto, trat'-se com o con-
signatario J. B. da Fonseca Jnior, na ra
o Vigario n.23.
<
de J
9
O patacho Bom Jess pretende seguir com
brevidade ; recebe carga : a tratar com Cac-
tano Cyriaco da C M na ra da Cadeia do
Bceife n. 2.
h
>Si
CONTINUA O LEILAO' DE QL'EIJOS FLA-
MENGOS E LONDRINOS.
O agente Pestaa continua o leilo de queijo pa-
ca fichar conlas plo maior preco offerecido, Imje l.">
de marro as III horas da manhaa, na porta da al-
Tandeca.
O agente Borja, em seo armazem, na ra do
Oollegto n. 15, fara' ljilao da om esrravo preto, mo-
co, proprio para lodo o servido, um dito pardo de
bonita figura, de 2 annos, um bonito moleque de
11 annos, um mulalinho de sele anuos e urna mula-
linlu de cinco anuo, ambos muilo limpus, urna pre-
I ptima coziuheira e engommadeira, e oulros
muitos, etc., que te acharan patentes ao came do<
pretndanles, no refer-lo armazem : soita-feira 7
do crranle, as 10 horas da manhaa.
O agante Borja, em seu ainiazem na
ra do Collegio n 15, fara leilo dos movis
pertencentes ao Eim. Sr. Dr. Bernardo Ma-
chado da Costa Doria, presidente da provin-

U abaixo
atiig nado
vendo no
D i ario n.
81 de 13 do
rorreiile.um
annuncio do
Sr. Osear I) -lili i.u. em que declara ter-se trans-
ferido a ollicina de miliaria de Mr. Pommaleau
para o aterro da Boa-Vita n. 52 ; pergunla ao
mesmo Sr. Dpslilipaut, para quanlas parles foi
transferida dila oflicina, pois que sendo o abaleo
assignalo o nico que comprou lodas as ferraineu-
tas e machinas pertencenlef ao dito officio, como
consta do annunrio que abaixo val publicado pelo
mismo Sr. Pommatrau, por isso avisa ao respeita-
vel publico que he falso o que o Sr. Destibeaul
Htuiiicin. pois que o annuncio abaixo transcripto
lira todas as duvidac a este respeito. -
Manocl Penira I.ipt* Itibeiro.
ANNLWCIO.
Mr. Pommaleau, lendo de relirar-ee para Franja,
avisa ao re suas ferramnla, martiinas e mais pertences ten-
dentes ao seu ollicio, ao Sr. Manoel Pereira Lopes
Ribeiro, confronle a mairi/, da Boa-Visla u. 80, o
qual se acha com lodas as habililaees para conti-
nuar nos misteres de sua pndissao, como sejam
ainola;es, limpar e conrerlar espingardas, espa-
da, facas e toda a qualidade de coiitertog : as pes-
soas qae de seu pre-lim se luierem ulilisar, po-
dem dirigir-se a caa cima, que serao servidas
com o inai"r zelo e firomplnhlo pos^ivel. -
gjk De ordem do Sr. director da Associagao .".
JVv Popular de Soccorros Muluos, convido os 2!
?j? Srs. socio para sessao exlraordinana em '
,jx 15 do corrente, 7 Imras da uoite, na casa
*? de soas stssftes.O primeiro secretario,
B Jo di CvahaTeiielra.
Fugio no dia 3 do enrrento o escravo
Guilherme, de -26 annos d> idade, baixo,
grossura regular, cor fula, sem barba, bei-
?os grossos, (inge-se hu.nilde, leve bexigas
a pouco tempo e levou urna pequea por
cio de roupa, cre-se que se lenha dirigido
para S.Tinhiem donde he natural, e a pou-
co chegiu. O s^u senhor Dinamerico Au-
gusto do Reg llangel, morador na ra da
Unio desta cidade, recompensa o trabalho
e as despezas de sua captura.
I'recisa-se de urna ama de idade para
casa de homem solleiro: na ra da Praia
n. 29.
Precisa-se alugar um pnmoiro u se-
gunlo andar em um dos bairros d-sta cida-
de, preferin>lo-se em Santo Antonio ou S.
Jos: na rui da Cadeia do Kecife, luja n. 50.
AtteUi;ao
Avisa-se ao Sr. Jofo iosd Pereira, dono do
pstabelecimeiil.i de calca lo na ra dos Quar-
teis n. 14, que se niio intervenga nos nego-
cios e na vida privada de cada um ; e se
continuar a sednzir olliciaes de sapaioiro
por espirito tiio tmente deambulo, ss es-
pon melhor ludo no olho Ja ua.
Precisa-se de um homem que niio le-
nha familia, que entonla de plantaces e
andar com caringa : a tratar na ra do Ca-
bug, loja da esquina, de ourives, n..26.
O abaixo assignado, referindo-se ao
seu annuncio publcalo no Diario ns. 11 e
13 do corrente, declara que lnvendo o Sr.
Francisco Gomes du Uliveira i esolvido lti-
mamente ir lainhom a Europa, o mesmo
abaixo assignado deixa j- o Sr. Jos Joa-
quim da Costa LoRe Jnior por seu procu-
rador, com plenos poderes para a direccao
e gest.io de todos os negocios de sua casa
Pernambuco H du abril d 1857
Augusto C. de A breo
Compra-so uma aiitlnnetica de Oto-
ni na livraria ns, 6 e 8 da praca da Inde-
pendencia.
Modas france-
zas,
Na loja n. 1, aterro da Boa-Vista, de ma-
damo Buessard Millocheau, recebeu-se pelos
ulilmos navios um lindo Fscolhimento de
modas : chapeos e enfeites para senliora,
capellas de llores e guarnicOes para vesti-
dos, vestidos bordados para bailes, '.itosde
blond bordados para casamento, ricas man-
tas para noivs, capellas e caix is de llores
de larangeiras para enfettaros vestidos, col-
larinhos o mangas de bii-o verdaileiro, ditos
de cambraia c lil, lencos de retroz lisos e
bordados de matiz, veos pretos, brancos,
azul e verdes para chapeos, lindos chales
de nico preto, longos de cambraia de linho
bor lados, liras de cassa e de cambrai
dadas, cnlremeio'de dito, botes para
veis, espartilhos, trancas e franjas para ves
lidos, bicos de linho, toucados de laa, ga-
loes, Utas, filos e cambraias linas, tarlala-
ii-s r. mais fazendas muilo em conta, as
quaes pelo bom gosto e baraten agradaran
as freguezas.
- SebastiSo Jos de Barros BaOeto vai
a Europa, e deixa encarregado de seus ne-
gocios o seu cunhado Luiz de Albuquerque
Mar n hilo
- Pede-se ao autor do annuncio publi-
cado no Diario de bontem, que. haja de de-
clarar o Dome do empregado da repartitjSo
do sello que durme quando tem'de escrever
alguma verba ; isto se pede para tirar du-
vidas
O Dr. Alexandre de Souza Pereira do
Carmo, niio tendo podido despedir-se d-
todas as pessoas de sua amizade. pela cele-
ridade de sua viagem ao Rio de Janeiro, on-
de lenciona demorarse poucos dias, o faz
pur este meio, pedindo desculpa de tao-in-
voluntaria falta.
Lotera
DA
Provincia.
CORRE AMANII.U.
O abaixo assignado anda tem um resto
de seus felizes bilhetes, meios e quartos da
segunda parte da sexta lotera do Gymnasio
Pemambucano, os quaes nao estilo sujeitos
ao descont da lei
Por Salustiano de Aquino Ferreira
Jos Fortunato dos Santos Porto.
Da fabrica de sabio da ra Imperial,
desappareceu no dia 12 do corrente o escra-
vo Pedro, proprieda le do Sr. Candido C. G.
Alcoforado, com os signaes seguintes : altu-
ra regular, secco, cor lula, rosto chupado,
bocea grande, com falta de d.mtes, olhos
esbranquicados, peni s arqueadas, e falla
bem; levou caiga de casemira alvadia, ca-
misa de na ia.ioLio e chapeo preto ; he fi-
Iho do serto e foi escravo do Sr. Antonio
Jos Zacaras de Carvalho, morador no Re-
cife, onde he bem conhecido : quem o ap-
prehender, leve-o a dita fabrica, ou a seu
senhor na ra do Amorim, armazem dos
Srs. Guimaraes & Alcoforado, que ser re-
compensado.
Aluga-se uma casa terrea de pedra o
cal. com 2 quartos, 2 salas, cozinha lora e
copiar, cacimba e banho ro fundo, no lugar
da Kaixa Verde da Capunga : quem quizer
altigar, procure no mesmo luga.-, ou na ra
Nova n. 43, loja de sellciro.
Arrenda-se o engenho CajabusU', si-
ta na fregueza da villa do Cabo : a tratar
em Olinda com o padre Fr. Ualdlno de Santa
Ignez >raujo, no mosteirode S. liento.
Pazem se capas, batinas, chamarras e
capas viatorias: na ra da Senzaia Nova
n. 36. O
Foi entregue no sobrado desta typo-
graphia um par de botas joelheiras ; quem
as m-ndou ou for dono dellas, queira mar
dar busca-las, dndoos sigt es.
O abaixo assignajjIjJBI
de do Rio-Formoso, ped^ili
garem seus oredores, que aj ^
contas al o dia 30 do corre para ser. n
pagas, por ter o mesmo de .a^er una vi i-
gem para fra do i nperio, e quer licar sal-
dado com todos; assim como pede a todos
os senhoresque Ihe to devedores Hiela
Catn a mesma graga, pesar de que sua ca
sa fica gyrando da mesma forma.
Antonio Gomes de Macedo.
PeJe-se ao Sr 1. C. A. H. quo venha
pagar os vales que estflo vencidos a muito
tempo, pois se o nao fizer lera o desgosto
de ver o seu nome por extenso* e os porme-
nores desse debito o mais alguma cousa
No dia 11 do corrente, fugio da cidade
de Olinda, o escravo Joao, crioulo, de 35 a
40 annos de idade, pouco mais ou menos,
com os signaes seguintes : cor preta, esta-
tura regular, cheio do corpo, rosto barbado,
sem denles na frente da gengiva superior,
aUuma cousa gago,fcabellos carapinhads,
entre os quaes ja apparecem alguns brancos,
ecom uma cicatriz em uma das pemas ; o
referido escravo be mais conhecido por Jo.lo
Calumbi, estippde-.se que csteia esdon lido
as immeliages di cidade Olin la, ou enlSo
que se dirigisse para' a fregueza da Gloria
de Gotla': quem o apprehender con luza-o
a ciJade de Olinda, casa terrea com sotao
no paleo de S. Cedro Aposiolo, ou ao en-
genho Abreus, na comarca de Nazarcth que
sera pago com generosidade.
lie chegada a barcaga, Dous IrmSos,
com o carregamento de arroz pillado, e cas-
ca : no caes do Ramos para ver, e trata-se
com Ferreira & Matheos, ou a bordo do
mesmo.
A!uga-se uma preta boa cozinliera :
quem a pretender dinja-se a ra Nova n. 21,
loja.
Scott Wlson & Coiwpanhia, roga a lo
das as pessoas que tiverem contas com a
barca ingleza Lunan, o favor de Ih'as apre-
senlar hoje 15 de abril de 1857.
Cutilaria.
Foi Iranferida a oflicina da cutilaria de Mr.
Pommaleau, para a casa de Uscar Deslibeaux, no
aterro da lioa-Vota n. 52, onde continuar a Ira-
halhar no seu hbil ollicio : pode ser procurado to-
dos os dias.
Aluga-se para ama uma mulita que
sabe engommar com perfeigao, veste bem
urna seuh'ira, e o mais arranjo de casa, e
fiel : na ra Dimita n. 32.
Um rapaz estrangul ro de boa conduc-
ta, offerece-se para enfermeiro, ou caixeiro
de algum engenho: quem de seu prestimo
se quizer utilisar, dirija se a ra do Trapi-
che n. 14 ; na mesma casa ha um homem
com as habiliUgoas precisas, para adminis-
trar on l'eitorisar uma ba fazenda.
Os abaixo assignados, com loja de otiriv s
na ra do Gabuga n. 11, confronte ao pateo
da matriz e ra Nova, fazem publico, que
estao reeebendo continuadamente as mais
novas obras de nuro, tanto para senliora
como para hornens e meninos : ns pregos
continuam razoaveis, c passam-se contas
com responsabilidade, especificando a qua-
lidade do ouro de 14 ou 18 quilates, iicaudo
assim sujeitos os mesinos por qualquer du-
vida.Seraphim tlrmio.
i'erdeu-se uma pulceira de ouro toda
engrasada, desde n ra da Cadeia do Recife,
ale o Corpo Santo : quem a tiver adiado, e
raVbor- "" ftog-e" Sra.'u.ToaquJoalgnaeia da IqBeir* n''liluir. opoder faser na mesma
ara casa- CosU Mifanda, moradora na ra Imperial, I rua* <:ilsa n- 0J' *lue seia S^tificuo.
oara ves- haJa de Prazo Je oito dias rosgatar os i ''"ecisa-se de um rapaz para leitonsar
seus penhores, do contrario serao vendidos sp,v"'" .de campo, om engenho do termo
para pagamento : na rua Nova n. 53. ls *'*80a>i anda m.\smo que nao tenha
Da-se a quantia de dous contosi de res P'"11"-' : 'irija-se a Praga do Commercio,
a juros, sobre penhores de ouro ou prata, | <-'sei ipimi., e.
ou h-ypotheca em I;ens de raiz : a tratar na I """ "'' Antonio Gorrea Gabral, queira
rua ^ova n. 83. procurar na rua do Vigario n. 5, armazem
A pessoa quesexta-fera ultima, o lie- du caDOS' umi carta vinda do Aracaty
receu 900^000 res, pela mei-agua, moder-
na, bem construida, eui chos proprios e
que rende 8# rs. mensaes, pode tornar a
comparecer a rua de Hurtas n. 92.
Vende-se, ou arrenda-se um casa de
Dedra e cal, na Capunga Nova, porto do Ja-
cobina, com 4 quartos, 2 salas, copiar, e
quarto para pretos, quintal com 70 palmos
de frente, e 500 de futido, cacimba com a-
gua de beber : a fallar no armazem n. 3, de
fronte da escadinna da alfandega.
Perdeu-se na uoite de terga-feira, uma
pulceira de ouro, a qual foi perdida desde
ai rua do Crespo, Cadeia, at a igreja de S
Francisco : quem a adiar,querendo restituir,
leve-a a rua augusta n. 56, e ah se apresen-
tara uma igual, assim como sera gratificado,
querendo.
Vende-se um bom cavalio grande, bo-
nita figura, com todos os andares : para ver
e tratar, na rua das Cru/es, taberna da porta
larga n. 41 A.
Venie-se uma escrava moga de bonita
(gura, muito sadia : a tratar na rua do Quei-
mado n. 30.
lim homem l'ortucuez que sabe ler e escrever
deseja arranjar-se como feilor, cin algum euitenho :
qaein precisar anuoncie para ser procurado, ao
mesmo nao Ihe difieren^ ssr perlo ou longe da
prar-a.
Lotera
Di
provincia.
oorre qu ita n-feira 16 rfo
corrente.
P. t. L-tyme.
Claudio Duheux
vende plvora ingleza a 13, lia e 153001) rs. o
barril de 25 libras.
~ Os abaixo assignados com escriptorio
na rua da Cadeia do Recife n. 11, primeiio
aiylar, alm de alguns dos gneros constan-
tes de seus ltimos aonuncos, acabam de
receber pelo hiato Duvidoso, que ltima-
mente chegou do Aracaty, boa sola, cera
de carnauba e gnmma de mandioca. O prego
e qualidades destjs gneros animarao os
compradores.--Gurtel Irmflos.
IloiiiugQS Al ves
theus sacei soljre o
prensas para dito, tornos de ferro batido
para farinha, arados de ferro da mais appro-
vada construccao, fundos para alambiques
crivos e portas para fornalhas, e uma infini-
dade de obras de ferro, que-ser enfadonho
enumerar. Nu mesmo deposito existe usa
pessoa intelligentc e habilitada para receber
todas as encommendas, etc. etc., que os
annunciantes contando com a Chpacidade de
suas ofllcinas e machinrsao, e pericia, de
seus olliciaes se comprometiera a fazer exe-
cutar com a maior presteza e perfeicSo, e
exacta conformrdade com os morfelosou
Ihe forero Tor-
iniatura colori-
freeisi ,e|i
Vfim de lei-e
Ua |'i-,i sts
sa df rost 11
Ma-
orto.
i tiiua >!):i
no u eos
tle sttiiU ah
bjgm : na ca-
c"l-.i, por tr^z
a
Joao Mauricio Civalcnnli da Rocha Wjuder-
lev, lendo de embarcar h..je no vapor Paraua.upara
o Rio de Janeiro, sun ler (ido l-inpo para so despe-
dir de tolo- os seus amigos ; ol'rece tanto aos desta
como ao< da Parahilia
visos de S. Si
s seus bous desejos pelos ser-
uaqnella coi le.
Precisa sa de i.rna ama para casa de pouca fa-
milia : na rua Imperial n. II.
Preci'a-se alugar um liomein livre oo mesmo
escravo, e um meniuo de til a 11 anuos : a tratar no
bairro de S. Jos, rua do Forle 11. 3.
D. Mana Felicia la Silva Santos, viuva de
JoSo da Silva Sanios, declara que nao se responsa-
bilisa por qualqoer dabilo coutralndn depois desta
data que nao -for juslilicado pr documento por ella
assignado e rubricado por seu lilhu Dr. Augusto
Cromo M uiieiro da Silva Santos, que iao s-ouenle
se acha aulorisado a Halar de uegecios que Ihe di-
zem respeilo, cassanlo desle modo qualqorr aolo-
risagao anterior. Recife 11 de abril de IK57.
Dr. Augusto Ciruairo .Monl-iro la Silva San-
ios, para prevenir qualquer duvida feila poroulrem
em seo nome, 00 emn rubrica de suas receilas, faz
sciente que nao loma a reapoiiMi iinlade por debito,
posterior a esla data, que nao for joslilicado por
documentos por elle assignado por eiUeuso. Abril
14 de 1857.
Da-se dinheiro a juros sobre penhores
de ouro ou prata, no largo do Terrjo, segun-
do andar n. 1, na mesma casa precisa-se de
uma ama.
-Na rua Nova loja frsnce/a n. 17, de
Theophile Roberl, he chegada a primeira a-
gua de colonia de Lubin, que se fabrica em
Pars, he bem conhecida, e de muita utili-
dade, por ter o prestimo at deser.applica-
da para dores, alera de agradare! clioiro, por
ser pura, e niio ter inuilas misturas.
- Aluga-se uma casa na Passagein junto
a ponte grande com bstanles commodos
para uma familia : na rua nireita n. 3.
Na casa do detengan, cellula n. 9, se-
gunda ordem, acha-se recolnido Jos l.opes
da Silva Lima, o qual precisa fallar com o
Sr. Joo Antonio Lopes Chave-, para negocio
do seu inleres.se: pede-se ao dito senhor,
tenha a bundade de abi ciiugar.
ROYAL HOrEL'LONDON.
26, newbridge steet lllackfriars
Monsieur Polydore de Keyser a l'honneur
d'inlormer messieurs les voyageurs qu'il vi-
ent de repreudre l'liotel Royal a Londres,
tem avec tant de sucecs pendanl 15 ans
par son pre, mr. C. de Keyser L'aotel vi-
ent d'tre entierement remeubi eile nou-
veau propritaire s'efforcera, tant par I'exac-
tiludo du servici, que par la modicitc du
prix, de mriter la coufiance de messieur,
les voyageurs. Londres, le ler. janvrie,
1857
E&TABELECIMBITQ
PHDT0GHAPHIC0.
RUA ,\OVa N. 21.
Retratos de todos os tamanhos tirados se-
gundo os ltimos e mais uperfeignados pro-
cessos.retocaiiosa oleo, aquarelln ou a fumo.
l-specialidade de retratos para allinetes,
cagoletas e outras obras c' i tji
dos com toda a perfeigao. v
Retratos para cartas ;a 14oOOO, a meia du-
zia .) aparelho sempre prompto para tirar
retratos de pessoas fallecidas.
Reproducgao em ponto maior da retratos a
daguerreotypo como tambem copia de qual-
quer obra artistica.
Vistas da cidade e seus arrabaldes, sitios,
tmulos e outros monumentos.
Grande sorlimento de molduras, para pjss
touse caixinhss do ultimo goslo.
Esterescopos e vistas estereoscpicas:
pequeas e portateis cosmoramas espressa-
mente fetos para recreio dos saloes c reu-
riioes familiares, contendo uma muilo varia-
da escolha de vistas de Paris.l.ondres, Vene-
za, Suissa etc., como tambem vistas anima-
das.
Um esterescopo com 12 vistas, tudo ar-
rumado em um elegante cofrezmho com fe-
cliadura ao mdico prego de 2U9000 .' '
. T Augusto Slahl.tem a satisfagao de par-
ticipar aos seus amigos e freguezes, que no
ultimo paquete vindo da Europa, chegou o
segundo pintor que elle hara mandado en-
gajar para o seu estabelecimento. Com a
acquisiguo deste artista que acaba de sabir da
urna das pntneiras ollicinas de photographie
em Pars, elle se acha actualmente habilita-
do para dar anda mais andamento e regula-
ridade a execugao de todos os trabalhos do
sua proliss5o. Assim agradocendo ao pu-
blico, cuja conlanga espera merecer sem-
pre, o acoihiiiicnlo l'avoravel com que at a-
gora o lein Honrado, roga as pessoas que
desejam possur o seu retrato ou o de algum
pracnte, ou amigo, que se apiles-em em nian-
do-lo tirar, nao so porque orecisa algum
tempo para que um retrato' soja cuidadosa-
mente colorido ; como tambem porque o
aununciante pretende em breve retirar-se
para outra provincia do imperio ; e por isso
ser bom que.as pessoas que se desojara re-
tratar nao esperem pelos uttimos momen-
tos. Para maior comodidade das pessoas que
quizerem visitar a sua galeria, e sobreludo
das senhoras ; 6 proprielario deste estabele-
cimento, propoe-se abi incompetentemen-
te illuuiiuado, as noites de la, e deste
modo facilitar aindamis aoconhecimenlo
do publico os irabalhos da photographia.
Para os homens
que tiverem bom gosto.
Vendem-se muito bons cstojos proprios
para viagem, por torem todas osarranjos ne-
cessarios para barba, pelo barato prego de
1, 2-3, 35, 43, 55 e 69OOO cada um, esporas
muito finas uc casquinha e ago para corrcias
a le 1820(1, caixas redondas de tartaruga
para rap, pelo baratissimo prego de 5SC0,
ditas de bfalo, fazenaa muito superior a *""-" ;
15500 e 3/, ditas muito finas de massa a 1f, desenlies, e insiruegoes que
ricas cbaruteiras e muito tinas a 28 e 38500, r
ponteiras para charutos de marli.n e de nni-
corne a 500 e 600 rs., carteiras muito ricas
de mogno, proprias para viagem a 88, 100 e
1-',-;, dilas sem ser de inadena para 3?, 5; e
6/fOOO, cinlurOes de borracha a I? e 19500,
grvalas pretas c de cores, fazenda mullo
boa a I-51ID, riquissimos caivetes de pu-
nhal com cabo de madrepercla a 5;, pinceis
inglezes para barba a Id, garrafas de cores
com copos, proprias para lavatorios, pelo
baratissimo prego de I?, galheletras com to-
dos os vidros necessarios e colher, pelo ba-
rato prego de 28, trancelins pretos roligos e
chatos, ue borracha, para reiogios a 160,'
320, 400 e 500 rs., obreias de cola, contendo
todos os dias da semana, cada caixinna a 400
rs., ditas lisas a 160, escovas para denles1
muilo finas a 160, 210, 4o0 e 500 rs., e dilas |
de cabo de inariim que tambem se vende)
barato, ditas de cabo de ago para unbas a
320, 500 rs., 6U e 18, ditas de cabo de bu- ,
faloe de marlim, que se vende barato, ditas: mo,,t
muito boas para cabello a 640, 1^500 e 38, ilue"1
ditas para fato a 10280, 18500 e 2a; aliadores liriiii-i r-i
mglezes para navaihas a 10, navalbas mui- WF* ** Wmfm
tissimo finas para barba a 2; cada uma, ri-; reSIll
cas bengalas de canna e bamb, pelo bara- --------------- ^ ,'
to prego' de 20. 38 e 4#000, ditas de junco a ; L^deTho' "' "^ T '
oOI rs., 18, ljf200e 13500, caixinhas com 30 Gro Grande sor ti-
> de fa/enlax pretas
M
nn.
bTMWM.

cnval.
.-., ,v, ,._.., ,,tfuv, v pedras de ago, torneadas e muito bem feitas, l'o dito liso aseUa Urgo, cavad*. '. \
brancas e encarnadas, proprias vara jogos ; l.,', '' l,e ruM mu''" nrnrpad .
de damas ougamao, pelo baratissimo prego ***!' Prela hrapanhola muito cacareada,
de 2o, 2/500 e 38. locos de domin em cari- i c- de 28, 2/500 e 38, jogos de domin em cai- 1 c
Xilihasa 1200, 18500 e 23, diversidade ue SeHm preto macao superior, cavado
objectos de chrao marchetdo, de madrepe- \' ""."""0 Pr'10 '* '""*' "^ *

eoia barra aa
Corles de casemira de cores c
lado e de qoadrinhas, enra .
Corlea de colleles (de vedada peala e de
cores .............
Corles de anieles degarcario de seda da
varios padres a........
Meias croas sa pe ores pura menino* .
rola de cores, consistndo em jogos de da-
mas, pastas para guardar papsis, caixas para
joias, ditas para vollarete, dilas para papis,
carteiras para senhoras, e outros mais ob-
jectos, tudo de muitissimo goslo, e que nao
se vende caro, lixas de ago e de madreperola ,
para vollarete, e outras m'uitissimas cousas, ^^S^JttS:,
ludo de muito gosto e por piego barato co- Gra.alas de seda prel.se de cores
mo todos sa bem : na rua do (jueunado, na '
bem conhecida loja de miudezas da boa fa-
ma n 33.
Carlos W'alter, relojoeiro, no aterro da
Roa-Vista n. 16, avisa ao respeitavel publico
desta cidade, qae se acha eslabelecido em
dita casa, prompto .1 receber quaesquer re-
iogios e pegas concedientes a sua olcina
para concertar, assim como concerta coro
toda a perfeigao chronometros, o que tudo
afiianga prouiptilicar com a mais'perfeita
regularidade e soiiuez.
Acha-se na subdelegabia da fregueza
de S. Fr Pedro Gongalves do Recife, uma
trouxa, contendo roupa suja, que foi apa-
nhada no caes de Apollo : a quem perteucer
apresente-se, que dando os signaes e pagan-
do as despezas, Ihe sera entregue.
-Joao Luiz Pereira Lima vai a Europa
no paquete inglez.
Augusto Fredrico de Olivcira, reli-
ivndo-se para o Ro de Janeiro, deixa por
seus procuradores nesta, em 1.-"lugar ao
lllm. Sr. Jos Jo3o de Amorim, c em 2
lllm. Sr. Manoel Gongalves da Silva.
REMEDIO 1MCOMPARAVEL.
ea-
ao
Chales de merino bordado a vallada. ,
Ditos de dita bordados a seda.....
Ditos de dito com lislra de *eda .
'Uilos de dito com barra malixda, finas. .
Ditos de dito litus. ........
Ditos de clno eom franja da lia.....
Dilos de lila adamascados pretas e da core*.
Lenco* para mao.ile cambraia de linba^wa*
Pabl* de alpaca preta fina e da car. .
Gndola* de alpaca preta e de car.
Popelina de seda.de cares, mal
vado.........
Chai d seda de cores, con qaadros, ca-
vado............
La ds quadros peqaeno* c (nades, ea-
*<1o............
I.A.< eseda, bonilns padres, covada. .
Kicos corlea de lia de ramageia saalrsada
com 15 covados....... .
Mauritana de seda da cora* cera vara de
. largura, covado.........
Uraoluia de teda coro lislra* malisadM, ca-
vado............
Sedas de quadros de novo* padrors,cavada.
Chapaos de massa, francer.es tapeciataa .
Duqoeza de seda com ramagem, cavada. .
Mussulina de core nai lindas, cavada. .
Chitas francea* finas........
Castas francezes de core fiw, ara .
Era. frente do becco da CaiigregacSa,
luja n. 40.


9
r,'j^*

4

igeocia de >as-
saporle e folha eorrid
RUA DA PRAIA N. 13, I." ANDAR. '
Ciaudino do Reg Lima, despchame pela
repartigo da polica, lira passayortes par*
dentro e fra do imperio, e folha corrida,
por commodo preco e presteza
- Fugio um moleque do nome Amaro,
com 12 anuos de idade, cor fula, olhos gran-
des, pes'auas compridas, testa de bino, e os
pus no ailar he como o de papagaio. quan-
do talla he alguma cousa gago, tem em am-
bas as mitos do lado do dedo mnimo um
signal como de verruga : quem o pegar le-
ve-o a rua da Cadeia do Recife n. a, ou ao
sitio de Jos Baptsta Ribeiro de Faria na
Estancia.
FranciscoGomes deOliveira ai a Euro-
pa tratar de sua saude, bastante desti lor da
morinento em consequcucia da proGssao (a-
gente de leiles que te n exercid 1 durante
longos anuos nesta praca, e sob sua inteira
responsabilidade, como se presente lora
deixa oSr. Joo da Cruz Macedo, por seu'
bastante procurador, cern illiaiita ios pode-
res e para em tudo fazer suas vezes, eru-
quanto ausente
--- Eu abaixo assignalo, sciqntico ao pu-
blico em geral,que uiuguem trate qualquer
negocio, qu por ventura o Sr. Francisco Mo-
rena de carvalho, do lugar do Barro, fre-
guezia dos Afogados, te.ile realisar com o
seu inolciiue Antonio, por se adiar em meu
poder para fazer face a importancia de urnas
lettras que o dito scn'uor mebedevedor e
ja venc las ha mais de seis mezes : duela.'o
uiai-, que se o Sr. Francisco Moreira de Giir-
valhe, nao vier salvar a impurtancia das I
mencionadas, at ao fun uo corrente abril, 1
ou usarei dos meios judiciaes a meu alcan-
ce, ou declaro des leja realisado aquello de- cm ''a"'0 cxiira o se^uiule porte pelas crios rn-
deuma a tna para o servigo de uma familia
pequea : na rua do Pilar n. 12.
Perdeu-se no domingo do Pasclia, na
occasiiio da procissfio, una pule-ira de coti-
las de louga grandes, com veas azus, en-
castoadas em ouro, sendo as mesmas,, pre-
sas por duas cobr olas enlaca laa tendo
dous colxetes, ludo de nuro : quem tiver a-
chado queira entregar na rua do Caldereiro
n. -10, que ser gratificado.
No da 8 do co'rente, desencaminbou-
se -i sabida ua alfandega, um barril de 5.-
com vitiho de Lisboa marca JRS e PI'.R :
quem delle der noticia, dirija-so ao despa-
chante J. a. Vieiaa de Souza, que ser grati-
ficado.
DE y
Furtado Coelho- 9
Vende-se um reato : na loja do Sr. No- a
gueira, na rua do Crespo. g
3S>SSJ:':;- <99-tj>i :.;3SS8
-- Precisa-se saber onde existe Jos Pinto
lavares, de idade de 12 annos, chegado do
Porto no me: de novembro de 1856 no bri-
gue speranga, para se Ihe iolregar uma
carU e urnas incommendas de sua familia :
na rua da Senzaia .Nova n. 1.
-- veha-se vago o lugar de porteiro do
gran lo hospital do caridade, a pessoa que
sejulgsr habilitado para o mesmo lugar, ap-
pareganodito hospital, a fallar cxnoscu
regente.
Francisco l.ui/. deOliveira Azevedo, sua cu-
nhada l). [gqaela Pereira Lamegn de Azeve io, os
menores Arihnr. .\inrli., Jubo de Olivara Azevedo,
e I). M .na Eiinolimla Soares, \o a Lisboa
AVISO.
O; ice-consulado sardo fiz scienle, que de ora
hito, tendo em pagamento o dito m deque :
P .ranlo uingero po lera tran-accionar so-
bre o mesmo moleque, em hvpoiheca, ou
venda. Recife 14 ue abril de 1867.Fran-
cisco lves Motiteiro Jnior.
Precisa-se de um caixeiro que abono
sua capacidade, e que lenha praifea de ne-
gocio, para a paitara do puteo da santa Cruz
a entrada da rua do Rosario 11. 53.
Precsa-se al ,gar urna pessoa forra ou
captiva, para o servigo interno de casa : a
tratar na rua Nova n. 5|.
viadas por inaio dos vspores
llanlic*.
a Companlna l'rausa-
Pagar se-ha 500 ris por caria de 7 ', grammas ;
a que exceder dobrado, e assim por di,me :
Para llespanha. ,\
" l'orlusal ..(,., 1 .
Gilbralr. .VPorte.oMgalaelo.
R. da Prala.J
Para Inglalerra. lie larullntivo o pasainenlo (l'af-
Aliemanha .1 franchissemenl) aqui, ao mesmo
Kran;a /porte.
I Italia. ,)
GABINETE PORTDGEZ
DE .
le ordem uo lllm. Sr. presidenta do con-
selho deliberativo he convidado o mesmo
conse.ho para a reuniSo ordinaria no dia 15
do corrente, as 6 horas da tarde. Recife 13
de abnl de 1897. O 2. societario,
Jos dos Santos Peieira Jardn.
Aluga-se na matriz da Varzea uma
grande casa, com sitio e nanitas arvores
de Inicios, bem como larangeiras, cafezei-
ros,bananeiras, e muitas oulras l'ruclas :
quem pretender, dirjase ao pateo Jo Car-
mo, sobrado novo que bota a frente para a
rua de Ilortas n. 2, segundo andar, que
achara com quem tratar.
- Precisa-se do uma ama : no becco da
I.mgoeta n. it).
- Aluga-se um sitio na Passagem, a
margem do rio Capibaribe, por lodo eslo
mez : quem o pretender, dirija-se ao arma-
zem da rua do ttrum n. 2i.
--- Precisa-se de um pequeo para cai-
xeiro de lab-rus, com alguma pratlca : na
rua Imperial n 3a, defronte do chafariz.
Na rua du Rrum do Recife, sobrado n
22, no terceiro andar, precisarse de uma pes-
soa livre ou e-crava, para lavar roupa de
meninos, e engommar. paga-se bem, a bom
trata(nento : a quem convier, dirija-se a
mesma casa scima.
CAIXEIRO.
Preciss-sedoum hbil caixeiro para cusa
de pasto, paga-se bom ordenado : na rua de
Ilortas n. 16, primeiro andar.
- Precisa-se de uma ama de meia idade.
para casa de homem sulleiro, para COZinhar
e fazer o mais servigo de una casa : na rua
da Roda n. 52.
Os empreteiros do caes e aterro do
Forte do Mallos, scienlilicam aos donos das
madeiras all depositadas, que no prazo de
oito das, hajam dai es remover, visto que
se vai definitivamente acabar com dito a-
terro, iicaudo dilos aterradores, dessa data
em diante sem responsabilidade alguma,
para com dila madeira, Picando ella sujeila
no caso de Dfip removida, a fazer parte do
mesmo aterro ; e para que alguem se nao
chame a ignorancia,mandamos passar o pre-
sente, em que nos assignamos. Recife 13 de
abnl de 187.------Francisco liotelho de An-
drade.
A pessoa que achou na rua dos Quar-
teis, junto a casa do pintor santos, 5-; res,
Haja de restitul-lo ao alteres Salles de corpo
*n polica: r.a rua dos Marlytios 0.34, pois
sabe-se quem achou
--- Precisa-se de uma ama sueca ; na rua
da Cruz do Kecife 11. 57, se3un I'recisa-se de 1:01103 a premio, dndo-
se urna casa terrea em bypot1 ici : no ater-
ro da Boa-Vista n 58, loja dcsclleiro.
Bernardina Ribeiro Coelho, subdito
poilugucz, rviira-se para fra do imperio,
SOCIEDADE PIIII.AUilu.MCA.
t)< aballo asaiRnadni couvidain a* pessoaii que
se ii.-li.un ...acriplas para a .ociedade Philarmomca,
a ae teanirem no saino dolhealro de Santa I-abel,
no din 17 do crrante, as 4 horas da lar le, aliot de
proceder-te a inatallacSo na aociedade e ele^ei-te a
reapechva directora.I. de Alnaida.J. V. Vn-
leU.Jote de Vatcojiceilot. J. J. da 'onseca.
Jos Joaquuu de Moraei Sarment. A. 1'. de
rlgoeiredo.
Rouliaram da casa do palco do l'aiaizo
11. 2, um relogio e seuhora, esmaltado de
azul.com um ramo de brilhanl s em cada
lampa, e urna corrente de ouro eom dous
sineles, uma chave, v presa a um clchete !
roga-se a quem for olterecido, de o appre-
hender e levar a casa acuna indica,!at que
sera gratificado; assim como se protesta
com todo o rigor das leis contra a pessoa
em cuja mSo for encontrado.
UNGENTO HOLLOWAY.
Militares de individuos de todas as nagOes
podem testemunhar as virtudes deste reme-
dio mcomparavel, e t rovnr em caso necessa-
no, que, pelo Uso que delle iizeram, tem seu
corpo e membros iitteirameute saos, depois
de haver empregado intilmente outros tra-
tamentos. Cada pessoa poder-se-ha conven-
cer dessas curas maravilhosas pela leilura
dos peridicos que lh/as reiatam lodos os
dias_ha muitos annos ; e a maior parle del
asjso tilo sorprendentes que admiran* os,
mdicos mais celebres. Quantas pessoas re-
cobrara m com este soberano remedio o uso
de seus bracos e peinas, depois ,-.e ler per-
manecido longo tempo nos hospitaes, onde
deviam soffrera amputagao! Dellas ha mul-
tas, que havendo deixado esses asylos de pa-
deci'nento, para se nao submetterem a essa
operagao dolorosa, foram curadas completa-
mente, medianlu o uso desse precioso re-
medio. Algumas das taes pessoas, na elusflo
de seu reconhecimento.Meclararam esles re
sultados benficos dame do lord correge-
dor, e outros magistrados, alin de mais au-
tenticarem sua allirmativa.
Ningaem desesperara do estado de sua
saude se tvesse bstanle coufianga para en-
saiar este remedio constantemente, segiun-
do algum tempo o tralameuto que necessi-
tasse. a nalureza do mal, cujo resultado sena
provar ocontestavelmente: Que ludo cura.
O ungento he uttl, mas particularmente^
nos seguinlet casos.
Inllammago # ma-

Botica
AI po reas.
Caunbras.
Callos.
Canceres.
Corladuras.
Dores decabega.
das costas.
dos membros.
Enfermedades da cu-
tis eu geral.
Enfermidades doanus
Erupgoes escorbticas
Fstulas no abdomen.
Frialdade ou falta de
Calor as extremi-
dades.
Frieiras.
Gengivas escaldadas.
InchagOes.
lullammago doligado
da beziga.
Vndese este ungu
triz
Lepra.
.Males das pernas.
dos pe tus.
de olhos.
Mordeduras de rents.
Picadura de mosqui-
tos.
Pulmoes.
Quei modelas.
Sarna.
Supuragoes putridas.
Tinha, em qualquer
parte que seja.
Tremor de ervos.
Ulceras na bocea.
to ligado,
das articulagoes.
Veas torcidas ou no-
dadas as pernas.
uto no estabelecimen-
to geral de Londres n. 244, aSlrand, e n
i loja de todos os boliearios, droguistas o ou-
tras pessoas encarregadas de sua venda em
toda a America do Sul, llavana efjespanha.
Vende-se a 80o rs. cada bocelinha.contem
uma msirucgao om portuguez para explicar
o modo de .fazer uso deste ungento.
O deposi
pbarmaceul
Pernambuco.
eral ne m casa dobr. Soum,
na rua da Cruz n. 22, em
INoetiisuitorioI
HOMEOPATHICA I
DO DOUl'uft CASANOTA. c
28. Kua das Cruza. 28. S
lein sempre os mais acreditados medica-
5 mentos em linluras e em ^lbulos e bas-
y, lame om cenia, porm vendem-se sempre '5
W> mais caros por serem muilo mais suparioies <|
^ aos que Mo prepranos < Kio de Janeiro, e g
* que se vendem ue>la praca : quem duvidar |J
W veja e expcrinienle ans e oulros, e hcari con- J
<_ feneMo uo qae avancamno. sa
'' ;;--* es \ .s
C STAI'.R & C*
respeilosamente annunciam, que no seu ex,
i.'liso estabelocimenlo, em Sanio Amaro.
conlinu'a a fabricar com a maior perfeigo
e promptidfio, toda qualidade de machinis-
mo para o uso de agricultura, navegagOo o
manufactura, e que para maior commodu de
seus numerosos freguezes a do publico em
geral, tem aberto em um dos grandes arma
zens do Sr. Mosquita, na rua do Bru, alraz
do arsenal de marinha, um
DEPOSITO DE MACHINAS,
central Uomcopat^ua
EM 'KK%AMU1 Ct)
I) llkt.
SABINO OLEGARIO L. PINHO.
Kua de Santo-Amaro (Mun-
do-Novo) n. 6.
Nesle eslabelecimenlo eiitlero os laaaJiaa- ijp
asate* mais arteqoado* aos clima- da atar- 1
le, preparados com a maior itrlaacia Mi* ""
proprielario.
Etistem mediramentot preparadas ae Ra i*
-\ de Janeiro, que se vendern p>r prrrm h.i- !
>os, mas nao se garante saa eflicjcia*. H
-J etperieucia lera dmou>lrada me *t*
' mediramentos iqui preparado* radueaa '''
^J do que os que os que ves* da fra.
1 O* precus sao fir.t, wndo mais caro. ,
i.."
v precot
serem melbores, os preparadas en
j boco
.

KmSS

MUTILADO
TIIESOLRO IIOMEOPATIIICO
01:
VueMecum
DO
HMKifl'ATHA 3
PELO i>u. rj
& SABINO OLEGARIO L. PISMO. 5
.' Esla preciosa abra eenliaa a eader-a* !j
^ na boliea centra!, a IttjOUO *. acachara W
'-.' 113000 eneadernada. I -
&&&**&*& taf
C.\SILT0RI0 IOMEOPATI
DO
Dr. Mello Moraes,
DO
RI E JNEaO
NICO
deposito em Pernambuco, na ma rio mado n. 7 armazem
de fazendas de Joao Jos oV
Gouveia.
Nestc estabelecimento se encontra sempre
um completo sorlimonto de carteiras horneo
patliicas de la at la* glbulos, beaa como
carteiras cum tinturas de 12 ate 6' frascos,
sendo lodos os medicamentos da melhor
preparacao, e se vendem por pregos muito
mais baixos doque os preparados aqu.
Tambem se vendem ueste estabelecimento
o repertorio do medico hnmeopalhic*) a
65 rs., e novas pralicas elementares a 4 ra.,
publicadas no Rio pelo mcsn.o autor.
PKODICCO ES LinEUARlAS
DO
Dr. Mello Moraes
do
Rio de Janeiro.
Physiologia das paixes, 3 volumes Iii-mm
Educador da mocidade brasiteira, I
' volume
Ensaios corograpbicos, 1 volme!'.
Memorias diarias da guerra do
Brasil, i vulume...... ajjajajj
Tambem se recebemas assignataras para
a sua ultima produegao Iliteraria -tls IVir-
tuguezes perante o mundo -1 volumes aston
rs avulso idjOiiO.
compra-se effecti va mente bronze, la-
mo e cobre vellio : no deposito da fun.iico
da Aurora, na rua do llruin, logo na entra-
da n. -28, e na mesma fundicao, era Santo
maro
S SYSTEMA NORTE-AMERICANO
Aterro da Boa-Vista n. 4,
andar.
KEMEiU lOEslICT
diluas, depura-
tivas, anti-belioHa, d
Dr. Ali.ui.
liecommenuamos ao publico este excel-
lente remedio, iutroduzido no Rrasil em
Si6. .\ao lia molestia a mais obstinada que
seja, que possa resistir ao tralamenlo joili-
cioao deslp excellcnle remedio Estas pta-
las impedem as molestias contagiosas, so-
bre tudo as de nalureza svphililicaa. Sao
iguatmeaie boas para indiges"iao, como para
ja diarrbea, apoplexia, asthma e as mais aT-
fecgOes do peito, conslipages, as molestias
construidas no dito seu estabelecimento.' das senhoras em geral,lo,a a qualdade di
All achaioo os compradores um cmplelo febre, hemorrhoidas, ioleslias dos olho,
sortimento de moendas de canua, com todos do.es de cabeca, molestias de pelle renifri'
os melhoramentos alguns d.;ll.-s novos o go das ourinas, e oulras moleslias'daa lria
onginaes; a que a experiencia de muitos an- our.narias. nico deposito em Pernambuco
nos tem mostrado a necess.dade. Machinas no escriplorio de Vicente Ferreira da C '
de vapor de baixa e alta pressSo, tachas de largo da Assemblca n. 9, mil *?'
todo tamanho. tanto batidas como fundidas, nbo.dez mil res duzia. -O. Palmer Vi,
carros de mao e ditos para conduzir formas Janeiro, deposito geral roa doT*tariJ*-
do assucar, machinas para moer mandioca, n 81. aoijounvo
?00ll
-TOIH


DIAK10 DE PERNAMBUO, QUAUTA f EIRA 15 DE ABRIL DE 1857.
S r-EDRAS PRECIOSAS-1
B Aderegosdebrilhanles, jji
Dt diamante e parola, pnl- >#
jf ,eir..s, allineles, brincos *
5 a roalas, boloe e aooeis J
* de differentes gostos e de ^
diversas pedral de valor.
I0REIB1 DDARTE.
LU IIB SDhIvBI
Ra do Cabuga' n 7.
*iecehem por
y
OURO E PRATA-
Compram
tendero ou
i
g Aderemos completo, de S
;. ouro, meiosdilos.polcei- '?
* raa, allinetes, brincos g;
j$ rozelas, cordOes. trance- *
! lina, medalhas.correiites *
fO- y e enfeiles parareloeio,e s*
_ ^ oulrosmuiloobjectosde >
dos os vapores da tai- !
B (rocam prata, ooro, bri- S
8 ihanles.diaroarjtesepero- 1
* a, a outras quaesqoer
; joiasde valor, a dinheiro ^
> ou por obra. j$
mmmsm. ******)*
ropa a
sobras domis
moderno gosto, tan-
to de Franca cont
!3 Apparelhos completos, *
|j de prata, para cha, baii-
' dejas, salvas, easlicaes,
f colheres de sopa edech, *
e maitos outros objeclos g
* de prata. .?
de Lisboa, asquaes se vendem por
pre CONSULTORIO HDIEOPiTHlGO
A* 1
DO
*! nr*.TT_j.. _
Onde se achara sempre os mais acreditados medicaraenlos,
era glbulos, e preparados cora o maior escrpulo e por presos bastante commodos :
HREQOS F1XOS.
Botica del2 tubos grandes. ,
, pita de 2* > b
Dita de 36
Dita de 48
Dita de 60 b
Tubos avulsos a .. .
Frascos de tinturrademeia onca.
Manual de medicina homeopatbica de Dr. Jahr com o dic-
cionario dos termos de medicina ........
Medicina domestica do Dr. Henry .........
Tratamento do cholera morbus..........
Repertorio do Dr. Mello Moraes.........

tanto em tinturas como
10/000
153000
209000
258000
30000
19000
280OO
10 PATEO DE S.PEDRO.
A's pessoas de bom gosto se offerece no
deposito do pateo de S. Pedro n. 6, os se-
guintos objeclos, por um prego, que faz de
admirar :Caixinhas de tmaras enlejiadas,
proprias para presentes, doce de goiaba su-
perlativo, queijo londrino, bolo francez su-
perior, bolachinhas de araruta, soda, estrel-
la,alliados, e W. K., excellentissimos, amen-
doas novissimas, ameixas, passas, e ligos de
comadre, biscoutos de difTerenles qualida-
des, cha hyson da India muilo bom, cha pre-
to, e imperial, caf em caroco, e moido, o
melhor que existe no mercado, velas de
espermacete, e charutos de diversas quali-
dades, sardinhas de Nantes em latas e meiats
latas, e assucar perola, e refinado commum.
No escriptofio do engenheiro em che-
fe da estrada de ferro, precisa-se de um cai-
xeiro de escripta.brasileiro, e que escreva e
traduza o alingua ingleza;e dous engenheiros
que escrevam e traduzam o inglez, e que le-
nham pratica de levantar plantas e tirar nive-
laraontos. Assira como daqni a alguns mezes
precisa-so de varios empregados, como cai-
xeiros, etc., que possam receber ou darem
ordens em inglez.
Len Kuhn, vai a Europa.
Perdeu-se urna pulceira da ra das
Flores, al a ordein terceira do Carmo, do
ouro esmaltada de azul, gratilica-se bem a
quem quizer entregar, assim como roga-se
a quem for offerecido a apprehensao da mes-
ma, na ra Nova n. 57, por cima do deposi-
to de iouca, se dir quem gralifica-
O abaixo assignado incumbido da li-
quidarlo da ex-irma de Soares & C, julga
ter saldado todas-as dividas passivas da dita
firma, o que faz publico para que se alguem
ainda se julgar seu credor, haja de apresen-
lar sua conta dentro em oito das, tindo os
quaes n3o ser mals altcndido. Recife 13 de
abril de 1857.-Jos Soares Pinto Correia.
208000
10/000
2/000
61000
GompxtiZ.
CS.

a- a.
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go n.
vi?
Attenco
o
It. C. Yates & Companhia: estabelecidos
no Rio de Janeiro, na ra do Hospicio n. 40,
vendo ura annuncio publicado em urna das
folbas de Pernambuco pelo Sr. Bartholomeo
F. de Souza, prevetundo ao publico quo o
verdadeiro xarope do bosque s elle he
quera vende,prevenimos ao mesmo publico,
que o nusso xarope he remeltido do Rio de
Jrneiro pelos cima propietarios ao Sr.
Manoel Alves Guerra, e este senhor fez o de-
posito para ser vendido na pharmacia do Sr.
Jos da Cruz Santos, na ra Nova n. 53, ni-
cos por nos autorisados para venderem o
nosso verdadeiro, e mais prevenimos aos
senhores consumidores, que ha perto de 5
annos os rollos collados as garrafas s3o
assignados por Henry Prius, como procura- ,,
dores dos cima propietarios. Rio dejanei-!lonsadosPe,*dlla comp"*' P" *W e"
lie 1857.
A ter cao.
Scientifica se a quem convier, que a revi-
s3o de pesos, medidas e bataneas, principia
do 1. do corrente a findar no ultimo de ju-
nho : na casa da afondo, np pateo do Ter-
16.
DENTISTA FRANCEZ. I
Paulo Gaignoux deolisla, ra Nova n. 41: Jg"
i,ff Da resma casa lem agua e pon denlriuce. -'.
SEGURO CONTRA FOGO.
Companhia Alliance.
Estabelecida cm Londres, em margo de 1324.
Capital cinco milhoes de libras esterlinas.
Saunders Brothers & C, tem a honra da in-
formar aos Srs. negociantes, proprietarios da casas,
a a quem mais convier que esto plenamente au-
um diccionario hespanhol-portuguez, com
algum uso : na livraria da praca da Inde-
pendencia ns. 6 e 8.
Compra-se urna carroca de um boi :
r.o aterro dos Afogados, sitio doMuniz.
Compra-se um torrador de torrar ca-
f, em bom estado : na ra do Rangel n. 13,
- Compra-se um guincho de ferro, que
sirva para guindar Imateriaes para obras, e
que esteja em b"ra uso : quem tiver annun-
cie.
Cnmpram-se as obras seguintes : Wal-
dech, Direito Romano, traduzido em portu-
guez, Heineccio, instituicoes do Direito Ro-
mano, e Ortalon, Direito Komano ; paga-se
bem : quemasquizer vender,annuncie.
- Compram-se um par de malas ou ba-
hu'sdesla, um sellim e mais arreios, um
jogo de diccionarios francezes por Fonseca
e Roquete, urna selecta franceza, grammati-
ca de Burgaim, Virgilio, Horacio, epstolas,
e oracGes de Cicero, e diccionario latino, es-
tando tudo bem conservado, na ra da Guia
n. 42, primeiro andar.
Compram-se mulambos finos de chita
e madapoiao, para, envernisar ; na loja de
marcineiroda ra da Cadeia n. 18.
Compram-se escravos, sendo 1 preta
moca queengomme bem e cosa, 1 dita de
meia idade, quesaiba cozinhar, e 2 escravos
mocos pegas para servico de campo : na ra
da Cadeia do Recife, loja n. 50 defronte da
ra da Madre de Heos
Compra-se urna escrava mo^a, que
cosa bem, engomme e cozinhe: a tratar na
ra do Trapiche n. 14, primeiro andar.
Compra-se urna casa trra com com-
modos para familia, as freguezias de Santo
Antonio, S. Jos e Boa-Vista : trata-se na
ra Augusta n. 17,
Compram-seefTectivamente na ruadas
Flores n. 37, primeiro andar, apolices da di-
vida publica e da divida provincial, assim
como acces das diversas companhias auto-
risadas pelo governo.
Compram-se 2 escravos do 14 a 16 an-
nos : a tratai no escriptorio d Jos Joa-
qun) Oas Fernandos, ra da Cadeia do Re-
cife. *
Defronte do palacio do sr. bispn, na
Soledade, vende-se um forte piano de |jaca-
ranJa, por prego commodo, por o dono re-
tirar-se para fra da provincia.
Vendem-se 3 grades de ferro para va-
randa, em perfeito estado; na ra Direita
n. 82.
Vende-se a excellente armagSo Ja loja
da ra Direita n. 48, propria para qualquer
negocio, por se arliar em muito bom local,
ea casa ter commodos para familia: a tra-
tar na mesma ra n. 56.
Na ra de Apollo n. 1 A, primeiro an-
dar, vndese urna escrava cabrinha, de 17
annos, cozinha o diario de urna casa, e cos-
tura muito soffrivelmente.
Vaquetas e borracha.
Vendem-se muilo boas vaquetas para co-
brir carro, muito boa borracha de algodao
para borzeguins a 28O00 a vara, dita preta e
azul a 3/, dita preta e de cores, de muito boa
qualidade a 39500, dita de seda preta da me-
lhor que ha no mercado a 48 a vara, assim
como boas taxas de latSo para taixiar cal-
gados, taixas de bomba para palmlhare dor-
no, e muito bom bezerro e couros de lustre,
e mais pertences para sapateiros : no ater-
ro da Boa-Vista n. 78.
Vende-se urna escrava moca, sem vi-
cio algum, cozinha, cnsaboa, muito boa qui-
tandeira ; vende-se por prego commodo por
ter falta do oiho esquerdo: quem pretender
comprar, pode dirigir-se ate as 9 horas da
manhSa, na ra do Collegio n. 7, segundo
andar.
Vende-se urna cama de ferro folheada
de latan, por diminuto prego : quem pre-
tender, dirija-se a ra do Queimado n. 69
A, loja de ferragens.
PEKTES DE TODAS AS QUALIDAES.
Vendem-se pentes de tartaruga para cabello
o melhor que se pode encontrar, a 58, ditos
de balea imitando o mais que he possvel
aos de tartaruga, a 1/, 1.8200 e 18500, ditos
mais ordinarios de baleia a 240 e 320 rs., di-
tos de tartaruga para alizar, fornidos e mul-
to bem feitos a 48, ditos de marfim, fazenda
muito superior a 1S500, 2? e 39, ditos de
borracha de muito superior qualidade a 1;,
ditos de bfalo verdadeiro, muito finos e
bem feitos, a 640, 800 e 1", ditos a mitagHo
do unicorne a 18, ditos de balea muito bons
a 280, 320 e 400 rs., ditos de bfalo verda-
deiro, muito bonitos e bem feitos, proprios
para suissas e enancas, a 320 rs., ditos de
marfim muitssimo bons, fabricados em Lis-
boa, para piolhos, a 800, IfOOO e 18500, di-
tos pretosde bfalo tambem para piolhos, a
500 rs. : na ra do Queimado, na bm co-
nhecida loja de mudezas da boa fama n- 33.
Vende-se aieite de carrapato a 28400 rs., em
eaoadas ou em barril : na roa das Trincheiras n. 29.
Vende-se urna roalalinlia de 12 annos, e urna
crioalioha de 11, bonitas figuras e sem achaques;
oa roa das Trincheiras n. 29.
Vende-se um preto de meia idade, robusto e
sem achaques, de ludo o servigo : na roa da Senzala
Nova n. 4.
XAROPE
DO
%&tito.
ro 13 de Janeiro
Bartholomeo Francisco de Souza, len-
do o annuncio dos Srs. R. C. Yates & Com-
panhia no Diario n. 17, era que diz ser so-
mente verdadeiro o xarope de bosque que
se vende nesla ci Ja Je na pharmacia do Sr.
ros sobre edificios de lijlo e pedra, cobertos d*
tlha e igualmente sobre os objeclos que contiverem
os mesaos edificios quer consista em raobilia ou
m fazandas de qualquer qualidade.
RepartigSo da vaccina.
O coumissaro vaccinador vaccina as
Jos da Cruz Santos, onde fez deposito o 'quintas e domingos de todas as semanas, no
Sr. Manoel Alves Guerra, que recebeu delles
proprietarios, declara ao publico, que nSo
duvida seja falso o xarope de bosque que
tambem vende em sua botica, mas assevera
que elle he comprado aos mesmos Srs. R.
ti. Yates & Companhia, do Rio de Janeiro,
como provara os documentos abaixo :
RIO DE JANEIRO 8 DE AGOSTO DE 1856,
O Sr. Bartholomeo Francisco de Souza
comprou a R. C. Yates Companhia :
4 duzias de garrafas com xarope
do bosque a 548000.........2168000
6 duzias de 1[2 garrafas cora xa-
rope do bosque a 278000......1628000
Rs. 378000
Recebi o importe cima, do Sr. Antonio
Joaquin> Vieira de Carvalho. Rio de Janeiro
8 de agosto de 1856. Por R. C. Yates &
CompanhiaJos Paulino Baptista.
Reconhego verdadeiro o signal supra. Re-
cife 8 de agosto de 1856.
Em f de verdade.
Manoel Hilario Pires FerrSo.
RIO DE JANEIRO 18 DE FEVERFIRO DE
1857.
Os Srs. Constantino Gomes de Paria & I'er-
reira compraram a R. C. Yates & Compan-
hia :
4 duzias de garrafas com xarope
do bosque a 548000. ........ 216/00
6 duzias de 1[2 garrafas eom xa-
rope do bosque a 278000......162/000
Rs. 3788000
R. C. Yates &
Recebemos o importe. Por
CompanhiaW. C. Cerwartt.
Nos abaixo assignados declaramos, que
compramos o xarope cima para o Sr. Bar-
tholomeo Francisco de Souza, de Pernam-
buco, em virtude de sua ordera de 3 do cr-
reme. Rio de Janeiro 18 de fevereiro de
1857.Constantino Gomes de Faria & Fer-
reira.
Reconhego ser verdadeiro o signal sup*ra
de Constantino Gomes de Faria iV Ferreira.
Rio 18 de fevereiro de 1857.
F.m fe de verdade.
Pedro Jos de Castro.
JOHN CAT1S,
corretor geral
E AGENTE DE I.EILO'ES COMMERUAES,
n. 20, ra do Torres, ,
jPKIMEIRO ANDAR,
'Jpraca do Corpo Santo
RECIFE.
He chegado loja do Lecomte, no aterro
da Boa-Vista n. 70, o excellente leile virgi-
nal de rosa branca, para refrescara pelle, ti-
rar pannos, sardas e espinhas, igualmente o
afamado oleo .babosa para limpar c fazer
crescer os cabellos, assim como p impar-
cial de lirio de Florenga para brotoejas e as-
peridades da pelle, conserva a frescura e o
avelludado da primavera da vida.
Retinara de
Reg & Bar reto, no Mon-
teiro
No deposito desta refinaria, narua da Ca-
deia do Recife n. 30, ha sempre assucar re-
finado de superior qualidade, tanto em p
con em torrdes e em pSes, por prego mais
commodo de que em outra qualquer parte.
torreSo da Alfandega, e as tergas-feiras na
casa de sua residencia, primeiro andar do
sobrado da ra Nova, esquina da do Sol, das
7 as 9 horas da manbaa.
Precisa-se alugar um preto possante,
embora seja bruto, para trabalhar mensal-
inenWnesla typographia, dando-se o sus-
tento : na livraria ns. 6e8 da praga da In-
dependencia.
Precisa-se de nma ama de leite para
criar a urna menina de 3 mezes : na rua do
Collegio n..21, terceiro andar. Paga-se, bem.
Aluga-se urna casa na rassagem da
Magdalena, antes de chegar a ponte grande,
com sotao e muitos commodos para grande
familia : piche Novo ii. 16.
D-se a quem quizer levantar por es-
pago de alguns annos, um pedago de terre-
no novo e em matas distante do lugar do em-
barque duas leguas,beira mar,rom expelien-
tes proporgoes para muito so lucrar, por ter
trras para plantar-se, para dous mil p3es
annuaes, e da agua copeiro sem ser preciso
agude ; as pessoas que quizerem fazer algum
negocio, podm dirigir-se a rua do l.ivra-
mento n. 26,que achara com quem tratar.
Precisa-se de urna criada ou criado que
saiba cozinhar para urna casa de pouca fami-
lia : a tratar no Hospicio casa do Dr. Mendes
da t'.unh. junio ao quartel.
PrBisa-se de urna ama quesaiba cozi-
nhar, e fazer todo o mais servigo de casa :
na rua do Caldereiro, taberna n. 60.
Precisa-se de urna ama forra, ou cap-
tiva : na rua de Hortas^ulO
Luiz Jos de S^f^j, ua do Brum
n. 22, saca sobre a^fraga di .isboa o l'orlo,
ao cambio que se convenciorar-
Precisa-se de urna ar*ia para o servigo
de urna casa de pouca familia, dando-se pre-
ferencia a esAava : na rlia do Collegio n. 15,
armazem.
Lotera da pro-
vincia.
O Sr. thesoureiro manda fazer publico
que se acham venda na thesouraria das
loteras, rua da Aurora n. 26, primeiro an-
dar, bilhelss, meios e quartos da segunda
parte da sexta lotera do Gynnasio, cujas
rodas andam no da 16 do corrente mez.
OSr. thesoureiro manda declarar que ex-
iste grande porg3o de bilheles, meios e
quarlos cima, e por conseguntc grande
sortimento de numeracoes, c nessas ulti-
mas loteria tem vendido os premios maio-
res.
Thesouraria das loteras 4 de abril de
'1857.- 0escriv3o.
Jos Januario Alves da Maia.
- Precisa-se de um bom feitor para um
sitio perto da praga : na rua da Cadeia do
Recife n. 16, primeiro andar.
Alugam-se escravos a laOOO por da,
para servirem em carrinhos da alfandega,
tirados por animaes, apresenlando-se para
isso as 8 horas do dia : a tratar na rua do
Pocinho, por delraz de Santa Thereza, casa
do capitSo Franca.
Ama de leite.
Precisi-se urna boa ama de leile, paga-se bom sa-
lario : na rua de Hortas n. 16,1 andar.
Vende-se para fra da provincia urna
negra croula,de idade 25 annos, cozinha,
cose, marca, engomma bem: a tratar nos
Remedios, sitio do Sr. Antonio Alves da
Fonseca. No mesmo lugar se compia outra
que tenli.i as inesmas habilidades.
Ceblas
Vendem-se ceblas em grandes c peque-
as porgos, chegadas recntemente, por
prego commodo: na rua da Praia, armazem
n. 76.
Vende-se urna parelha' de cavados :
na coCheira da rua da Cadeia n. 3.
Ugodo liso s-
cnpira, com pequeo to-
que de a varia.
Vende-se na rua do Crespo, loja da esqui-
na que volta para a rua da Cadeia.
Pianos,
Era casadeRabeSchmettau & Companhias
rua da Cadeia n. 37, veudem-se elegante,
pianos do afamado fabricante Traumann de
Hamburgo.
Luvas de todas
as qnalidades.
Vendem-se verdadeiras luvas do pellica
de Jouvm, pretas e brancas, para hornero e
senhora a 28500 rs. o par, ditas de seda de
todas as-corus e bordadas, com guarnigOes a
28500, ditas lisas tambem de seda e de to-
das as cores, para hornera e senhora a 18,
1820O e 1#500, ditas pretas de torgal, muito
boa fazenda a 18, ditas brancas de algodSo
para homcm a 240, 320 e 400 rs., ditas de
cores muito finas de fio da Escocia para ho-
mem o senhora a 320, 400 e 500 rs., e ou-
tras mais qualidades de luvas, que se ven-
de barato: na rua do Queimado, na bem
conhecida loja de miudezas da boa fama
n. 33.
Meias de todas
as qualidades.
Vendem-se meias de seda branca para se-
nhora, o melhor que se pode encontrar a
38500 rs. o par, ditas pretas tambem muito
boa fazenda a 28500, ditas brancas de algo-
dao, muito finas a 320, 400, 500 e 600 rs.,
ditas pretas tambem muito finas a 400 rs.,
ditas de seda de cores muito limitas e pro-
prias para baptisado de mancas a 2$000,
ditas cruas muito fortes para meninos a 400
rs., ditas de cores de algodao para meninos
a 240 e 320, ditas brancas para meninas a
240 e 320, ditas cruas e brancas para ho-
mem a 160, 200, 240, 320 e 400 rs., ditas de
cores de lio da Escocia tambem para homem
a400e500rs. : na rua do Queimado, na
bem conhecida loja de miudozas da boa fa-
ma n. 33.
Vende-se uma linda negrinha, que en-
saboa c co/inha o diario de uma casa : a
tratar na rua da Gloria n. 86.
Ve)Hde-fie uma carroga para cavallo,
muito maneira e propria para servigo do
campo, para carregar capim, lenha, etc : na
rua do Poucinho, casa terrea de vidragas por
detraz de Santa Thereza-
Vende se ura escravo de meia fdade,
proprio para o servigo de campo, e bom
carreiro, por prego commodo : na rua da
Praia n. 43, primeiro andar.
Vende-se lagedo chegado de Lisboa :
no escriptorio de Francisco Severiano Ra-
bello & Filho, no largo da Assembla..
Vendem-sc queijos muito frescaes, na
roa Direita n. 4, eonfronte a torre do Livra-
mento, e queijos suissos, por prego commo-
do, eiima poigSo de barris de 5*, vasios.
Vendem-se 3 escravos mogos, bonitas
figuras : na rua Direita n. 3.
Taclias de ferro.
Na fundigSo da Aurora em Santo Amaro-
e tambem no deposito na rua do Brum, logo
na entrada, e defrojite do arsenal de mari-
nha, ha sempre. um grande sortimento de
tachas, tanlA de fabrica nacional como es-
trangeira, Calidas, fundidas, grandes, pe-
queas, rasas c fundas ; e cm ambos os lu-
gares existem guindastes para carregar ca-
noas Ou carros, livres de despeza. Os prego
siioo s mais commodos.
NA RUA DO BRUM ARMA/.EM N. 22, HA PARA
VENDER O SEGUINTE : x
Presuntos do Porto, e a retalho, na taber-
na do Sr Antonio Lopes Braga, e J. Fran-
cisco de Carvalho, na praga do Corpo San-
to, jarros para jar Jim estampados, o melhor
que tem vindo a esta praga ; os pretenden-
tes para exanvnar, podem dirigir-se a loja de
louga, atraz do Corpo Santo, de Justino An-
tonio Pinto, e para porgao, rua do Brum n.
22, aonde ha cera de carnauba superior para
vender.
Vend-se um lindo crioulinho de 8 para '/au-
no-, proprio para embarque ou OMleio : no aterro da
Boa Visla n. 10.
S Cochfeira, S
:$ na Nova n. 61 K
l Venrie-se um carro novo de quatro rodas, '
i.- oro cabriole! de duas rodas, orna carree;a 6?f
fjjl de qualro rodas, preparos para renovar car- *
;:. ros, mollas, eisos, parafusos para rodssr-
*.* cmiro-, laiilertiis, velas, vaquetas, panno,
^ sallo, bezerro, msrroqoim, colheiras en-
vernizadas, escoyas para lavar carro, es-
| ponja, camorca, escoras para arreios: tudo
93 por prec,o commodo. *<5?
Nova California
Riia do Queimado n. 6
FAZENDAS COM PEQUEO TOQUE DE
AVABI, VENDEM-SE POR TODO PRECO A
DINHEIRO A VISTA PAR\ ACABAR.
Chitas finas cores lisas, limpas a pega
6/000, covado a 160
Ditas ditas, com toque de avaria a pe-
ga a 5jO00, covado a 140
AlgoJilozuiho liso bom, a pega 28000
Dito dito com toque, a poga 18600
Dito dito trancado muito bom, a pega 2*560
Dito dito trangado com toque 28000
Dito dito com 4 palmos de largura e
30 jardas, a peca 48000
Dito de dito com a mesma largura e
com 30 jardas, a pega 380OO
Dito grosso para roupa de escravos e
saceos para assucar, a vara 160
Dito dito da mesma qualidade a vaca 120
Vende-se por prego muito commodo,
lOsaccas de feijSo mulatinho, no armazem
de Paula Lopes, no caes da alfandega.
Bacalho da escova verdadeira, marca
de fogo, vende-se no caes da alfandega, ar-
mazens de Seraphim & Paula Lopes, as
inaos dos Srs. Tasso & Santos, a qualidade
he sem comparago o mais superior no mer-
cado, e nunca veio melhor, he proprio para
guardar por amito lempo, sendo chegado
ltimamente com 22 dias de viagera semen-
t, o prego devo ser de 168000 por barrica,
mas faz-se diflcrenga, levando porgoes.
PARA SACERDOTES
Meias dclaia para sacerdotes, de boa qua-
lidade : na rua da Cadeia do Recife, loja
II. 50.
Vende-se carne secca de Bueuos-Ay-
res, boa, de 48 a 48500 cada arroba : na rua
da Pria n 4.
Hi i&0V> ib
Pei transferido odeposito dcsle xarope para abo
tica de Jos da Cruz Santos, na rua Nova u. 53'
garrafas 59500, e meias33000, sendo falso lodo
aquello que nSofor vendido neste deposito,palo
quesefaz opresenteaviso.
I-IMPORTANTE PARA 0 PUBLICO.
Para curarle phtvsicaem lodoosseusdifleren
tesgros, quermotivada por constipacoes, tosse
asthma.pleoriz.escarros desangue, ddrde cos-
tados e peito, palpitar; ao no corara o, coqueluche
bronchile, dorna garganta, e (odas as molestia
dos orga os pul moiiares.
V'dr ic-se taboado e prancbes de pi-
nho de Suecia, proprio para armagiio de ar-
mazem de assucar.
Paos de pinho vermelho para mastaros.
Chumbo de munigao.
Fothas de cc-bre.
Metal amarello e zinoo para forro., cora os
competentes pregos.
Alvaiade de chumbo e de zinco, cm p.
Tinta branca de oleo.
Papel fino de escrever.
Vinho especial do Rheno e do Porto.
Rua da Cadeia do Recife, casa de C. J. Ast-
tey \ Companhia.
Objectos para
luto.
Na rua do Queimado, na bem conhecida
loja de miudezas da boa fama n. 33, encon-
tra-se sempre completo sortimento de ade-
regos, brincos e rosetas, pulceiras e alfine-
tes, tudo preto, propriamenta para luto, e
que tudo se vende mais barato doqueem
outra qualquer parte.
Alilho bom em
SACUAS.
Na taberna glande no laJ da igreja da
Soledade, rhegou grande porgao de saccas
com muito bom railho, c vende-se por prego
commodo.
vende-se.por prego commodo,superior
vinho do Porto em barris de 8. : na rua do
Trapiche n. 14, escriptorio de M. A. Guerra.
Em casa de|Hnr. Brunn & Companhia, na*
raa da Croza. 10, vende-secognacem caixinhas de
duzia.
A3$500
Vende-se cal de Lisboa ltimamente che-
gada, ssim como polassa da llussia verda-
deira : na praga do Corpo Santn, ti.
TAIXAS PARA ENGENHO.
R* fundico de ferro de D. W. Bowman o*
rua da Brum, passaodo o chafariz.'cominaha-
der um completo soriinierto de ta i xas de ferro fun
vdo e batido de 3 a 8 palmos de bocea, as quaei
tebam-se a venda,por eprego commodo e eom
promptido: erobarcam-s oucarregam-sa amear
ro semdospeza ao comprador.
Em easa de Saunders Brothers C. praga
do Corpo Santn. 11,fea para vendar o m uinte
Ferro inglez.
Pixeda Suecia.
Alcatrao de carvo,
Eonas de linho.
Esponjas.
Drogas.
Algodaolizo para saccas.
Dito ntrancado igual ao da Bakia
E um completo sortimento da fazandas proprio
para asta mercado : tudo por prego commo do.
Vende-se superior liabas de algodao
brancas, e de cores, em novello, para costu-
ra, em casa de Southall Mellor & C, rua do
Torres n. 38.
Moinhosde vento
combombas de repuippara regarhortaseba-
xa deeapim : na fundlgiode D. W. Bowman
na raa do Brum ns. 6,8 e 10.
Potassa refinada em latas de seis
libras.
O antigo deposito da rua da Cadeia do Re-
cife n. 12, receben agora uma porgo de po-
tassa refinada de superior qualidade, em la-
las de 6 libras, que se vende por prego ra
zoavel.
\a lojMla boa f
vende-se o mais barato
possivel :
Grosdenaples preto muito boa.
covado
Cant preto muito fino,| proprio
para luto, o corado
Gorguro preto muito fino con sal-
picos, proprio para rolletes, o
covado
Panno fino azul, o corado
Lengos pretos de seda para grva-
la, meio tengo
Meias preta de seda muito supe-
riores, o par
Casemira de qnadnnhos pretos
muilo fina, o covado
Cortes de colletes de fusto
ditos de ditos de dito fino
Ditos de ditos muito superiores
Grosdenaples de seda de lindas
cores, o covado
orles de vestidos de fazenda de
seda muito linda
Setins liso* de cores, o covado
Veos pretos de fil bordados de seda f
Cambraias adamascadas, proprias
para curt nados, pecas de 90 varas
Ditas para coberlas, de bonitos pi-
dios, o covado jgg
e alera disto ha um completo sorliasenlo
fazendas finas e grossas. que vendem-se tor
pregos tSo commodos, que ningue* Mu-
ra de comprar; assim como chapeos do
Chille muito finos, que se venden por no-
nos que em onira parte: na rua do Que i a-
uo n. 22, na bem conhecida loja da too t.
Potassa e* cal
virgem.
- i
\
Couro de lustre.
Vende-se couro de lustre 1'ranCez, o me-
lhor que pode haver neste genero, pelo ba-
rato prego de 5 a pelle : na rua do Quei-
mado, na bem condecida loja de miudezas
da boa fama n. 33.
$eUins
patente inglez.
BJSao chegados e acham-se a venda os verdadeiros
e|ijem conhecidus sellins inglezes patente : na roa
do Trapiche-Novo n. 12, armazem de fazendas de
Adamson liowie & C-
Facas, garfos e
colheres
Vendem-se as melhores facas de cabo de
marlirruiiie se pode encontrar a 15-5 a duzia,
ditas dVcabo de halango muito finas a 69 a
duzia, ditas de cabo oitavado e rolico a 39,
ditas cravadas a 39200, ditas de chifre d#
viado a 49400, ditas para sobremesa cora ca-
o de balango t 59 ditas com cabos roligos
'heres de metal do prirr-
M3 ri.u.i sopa a 69 a duzia, di-J
39000, e outras mais qualida-
-s do ...c; .colheres, trinchantes e amo-
ador de fai-i_. que tudo se vende barato :
ha rua do Queimado, na bem conhecida loja
Je miudezas da boa fama n. 33.
Agencia
da fundiclo Lbw-.Vlo
rua da Senzala Nova
n. 42.
Neste estabelecimento continu'a a haver
um completo sortimento de moendas e meias
moendaspara engenho, machinas de vapor
e taixas de ferro batido e coado de todos os
tamanbos para dito.
Para niascates
e boceteiras.
t
o antigo e j bem condecido deposito da
da Cadeia do Recife. escriptorio
pa-
j\a loja da boa f
vende-se to barato que
admira :
Ricos pannos para mesa pelo dimi-
nuto prego de 3*000
Brimjbranco trangado de puro li-
nho, vara 19440
Dilo pardo liso de puro linho, vara 640
Ganga amarella franceza, muito fi-
na, covado. 320
Fil da linholiso muito fino, vara 800
Dito dito com llores, dito, vara 18280
Cambraias francezas de lindos pa-
drOes, covado 32f)
Chitas francezas muito finas, de pa-
droes novos, covado 32o
Camisas de riscado muilo bem fei-
las e muito bonitas 19500
Palitos pretos muito bem feitos 49000
Camisas >le meia muito finas 1/000
Ricos lencos de lilet cora palma
bordada a maliz 5000
Ditos ditos de cambraia muito fina
com bico de linho 19200
Luvas de seda de lindas cores, com
ricas liolotas, o par 1#280
Ditas de dita de lindas cores, bor-
dadas e enfeitadas 2/DOO
Ditas pretas de torgal 19000
Chales lisos de merino, de lindas
cores 49500
Gravatinhas ,de cassa, de padrcs
muito bomlos 240
Lengos broncos de cambraia 240
Dilos ditos dodita|com barra de cor 240
Ditos do linho proprios para rap 400
e assim outras muitas fazendas que vendem-
se por menos que em qualquer outra parte :
na rua do Queimado, nos quatro cantos n.
22, na loja da boa fe.
N. O. Bieber & Companhia, rua da
Cruz n. 4, vendem :
Lonas da Russia.
dem inglezas.
BrinzSo.
Brins d Russia.
Vinho de Madeira.
lAgodao para saceos de assucar.
Brinquedos
ra meninos,
Vendem-se diversidades de objectos de
ago, muilo delicados e proprios para meni-
nos brincar, por pregos muito baratos : na
rua Jo ijueimaiio, na bem conhecida loja de
miudezas da boa fama n. 33.
RICAS BONECAS FRANGE-
m.
Vendem-se muito lindas e bem vestidas
bonecas francezas, grandes, pelo baratissi-
mo prego de 29 e 2&00, ditas vestidas de
noivas, e cada uma no seu carto a 3/000 e
39500, prego que n3o ha quem deixe de dar:
na rua do Queimado, na bem conhecida loja
de miudezas da boa fama n. 33.
.VAQUETAS PARA CARRO.
Vendem-se em casa de S. P. Johnslon 4 C, che-
gadas ltimamente, assim como bons sellins inglezes,
fio de vela, candieiros e caslicats bronzeadoi, lado
dor pregos commodos.
Relogios.
Na rus da Cadeia do Recife n. 18, ha relo-
gios de todas as qualidades, tanto de ouro
como de prata, ditos foleados e dourados,
p or pregos baratissimos.
ior 40 rs o covado
Vende-se chita franceza larga e fina, com
pequeo toque de avaria: na rua do Cre spo,
loja de Campos & Lima.
Planta dn cidade do lle-
cfe
Vende-se a planta da cidade do Recife e
ses arrabaldes, feita pelo Sr. Dr. Jos Ma-
mede Alves Ferreira, por dez mil reis : na
livraria n. 6 c8 da praga da Independencia.
Vlappa das distancias d;
provincia.
Na livraria n. 6e 8 da praga da Indepen-
dencia, vende-se o mappa das distancias
das dilferentes villas da cidade entre si, e
relagflo capital da mesma, a milreis.
CERA DE CARNAUBA.
Vende-se cera de carnauba de boa quali-
dade : na rua da Cadeia do Recife, loja
n. 50.
Deposito
de rapprinceza da fabri-
ca de E. Gasse, no Rio
de .aneiro.
Vende-se a prego commodo rap fino,
grosso e meio grosso, da acreditada fabrica
cima, chegado pelo vapor S. Salvador ; na
rua da Cruz 11. 49.
Na rua ta Barbara iV Companhia, vendem-se efTecti-
vamente caixes vasios de todos os tama-
nhos.
-- Vende-se a verdadeira graxa inglcza n.
97, dos afamados fabricantesHay ci Mar-
tin, em barricas de 15 duzias de potes:
era casa de James Crahtree & Companhia,
rua da Cruz 11. 42.
Vendem-se duzias de raizas de massapara rap pe-
lo baratissimo prego de 640 rs.,duzias de tezouras em
carleo a 12)000 e 19200 e grandes a 19920, duzias de
caiziohas de pao com palitos dt fogo a 24o rs.,dnzMs
de pentesde cbifres muilo bons para alizar a|l9200,
duzias de pentes de baleia para alar cabello a 29200
e 29600,dozia de navalhas para barba a l96ao,groias
de bolOes madreperola para camisas a 600 res,ditas
mallo linos de gata a ICO res, grozas de botdes fi-
nos para calca a 280 rtts, carias com 25 peales de
alfioete a 14o reis,duzias de pentes de balea para fr-
itar a 39, grozas de uvellas para sapalos a 500, du-
zias de caivetes finos para aparar peonas a 23500
e 39,duzias de gailts (armnicas) a I920O e 1-2400.
duzias de torcida para caortiriros a'80, reis grozas
de marcas para cobrir a 100, 120 e 160 reis, pe-
ca de tranceln para beotinhes a 120 res, pulceiras
encarnadas muilo bonitas para Sra. e mAinas a 200
rs.,duzias de miadinhas de linhas pretas a 240 reis,
pegas com 10 varas de fila de eos a 320,360 e 4M
reis, duzias de lapes a 100 rs., dozias de caizas com
clcheles a 720 re., linhas brancas de novellos de lo-
dos os nmeros, ditas de cores, linhas de miada finas
e grogas, ditis de carrileis brancose decores, cordlo
de veslido de toda a grocura, biquiohos de (odas as
larguras, e baralos, reodas de todas as larguras, es-
pelhos, curdas de viola, filas de lita de todas as co-
res, filas de linho brancas e de cores, didaes, acudas
de todos os Humeros, filias de reda de lodus os nme-
ros, pemias de palo.caizas de chifre, rozarlos, colhe-
res de ferro, relroz de Indas as cores, vernicas, filas
de beira preta e hranca.grampas.eludoo maia que se-
ja necessario para completo sorlimenlo de bocetei-
ras emascates sjsj \w], v santa mnUo maia
i" .w-rjuWajpi'Voir;! qualquer loja, oa rua do Ouei-
mad, iK\~em conhecida loja de miudezas da boa
fama n.|33.
Para as senho-
ra de bm gosto
Vendem-se ricos cstojos de Jacaranda,
proprios para costura de senhora, pelo ba-
ratissimo prego de 28500, 49, 69, 7 e 89000,
caixinhas para guardar joias a 800 rs., 1/ e
19200, carterinhas muilo delicadas proprias
para senhora e meninos a 800 e 500 rs., le.
souras muitissirao linas para costura, de
todos os lamanhos a 500 rs., 600, 19000 e
19200, ditas para unhas tambem muito finas
a 800 rs., 19000 e 1/200, linha de peso mui-
tofina para labyrinlho a 100 rs. a meadi-
nba, ditas para bordar a 100 rs., 140 e 160.
lindas caixinhas com grampas a 160 e 300
rs., cartOes com 14 e 24 pares de clcheles
francezes a 80 rs.. 100 e 120, linhas de car-
reteis de 200 jardas do autor Alexandre a 80
rs. o carretel, ditas de 100 jardas do mesmo
autor a 40 rs., caixinhas com agulhai fran-
cezas a 160, ditas cora agulbas de papel
preto a 280, carteirinhas com agulhas ran-
cezas a 320, agulheiros muito bonitos com
agulhas tambem francezas a 160 e 320, cai-
xinhas com 16 novellos de linhas de marcar
muito finas, azues e encarnadas a 320, ricos
botes de cores para vestidos, ou roupirrhos
de meninas a 6u0 rs., 800 e 1 g a duzia, ricos
agulheiros de ago e de marfim a 240 e 800
rs., dedaes de ago muito bonitos e cada um
na suacaixinha a 500 rs almofadiubas de
muitas qualidades proprias para pregar alu-
nles e agulhas, pulceiras de varias quali-
dades, riquissimas fitas lavadas e lisas, de
todas as larguras, trancas de todas as cores
e larguras, litas de velludo abertas e lisas,
bicos muito finos de linho ede varias lar-
guras, rendas de varias larguras, babado
aberto de linho, toucas de 13a para mangas
e outras muitissimas consas, que ludo se
vende mais barato do que em outra qual-
quer parte: na rua do Queimado, na bem
conhecida loja de miudezas da.boa fama
n. 33.
igas de seda
para senil ora.
Vendem-se superiores ligas de seda para
senhora, muito bonitas e de muitos pa-
drees, pelo baratissimo prego de 15200,
1/500 e 2/000 : na rua do Queimado, na
bem conhecida loja de miudezas da boa fa-
ma n.33
Laa para vestidos.
Vendem-se cortes de 13a para vestido, de
muito bonitos padrdes, e com 15 covados
cada corte, pelo baratissimo prego de 5sO00:
na rua do Queimado n. 22, na bem conheci-
da loja da boa f.
Algodao
No 1
rua 1
ha para vender muito superior pe
Russia, dita do Rio de Janeiro, eral virto.
de Lisboa em pedra, tudo a procos muilo a-
voraveis.com os quaes (icario os conito-
dores satisfeitos. ^^^
1ECH1IISI0 Pili EIIF
no.
NA FNDigAO DE FERRO DO ENGE-
NHEIRO DAVD W. BOWMAN A
RUA DO BRUM, PASSANDO O A-
r ARIZ,
ha sempre um grande sori Janalo a* wi.i.m .k.
jacios demecliaoumospropriof ..-."-"'"
ber : moenda.e meta moendas. diuSaTn-nS
constraegao ; taizas da ferro faodide a bat m
superior qo.lid.de e de ledo... unnnn Mrnta
dentadas para agoaoaanim^, de lednnannat.
coes; caivo. e bocas de for.alha e reMre77El
airo, agu.lhoes, bronzes,p,r.fUM.%r,^S^JVI
ohos de mandioca, ele. Ir ,"""'""
NA MESMA FUNDICA'O.
seezecutam lodaa aa eocommeoda,
ndade ja conhecida eom a devida
modidade em preco.
cena saperia
preatesa sean
cobertos e descobertos, pequeos e grandes,
de ouro patente inglez, para bomem ese-
nnora de um dos melhores fabricantes do
Liverpool, vindos pelo ultimo paquete in-
glez : em casa de Soutball Mellor & C., roo
do Torres n. 38.
Arados de ferro
Na rundigso de C. Starr & Companhia, en
Santo Amaro, acbam-se para vender arados
ae rerro de um modello e construcefio muilo
superiores. ^^
Mwendns superiores.
Na fundigfio de C. Starr & Companhia, en
Santo Amaro, acham-se par. vender moen-
das de can na todas de ferro, de um modello e
construegao muito superiores.
mullan l*Miedemyi.
tu bons gustos.
Vende-se a verdadeira agua de colonia do
Piver, simples e arobr.ada em frMcoa d. -
nos lmannos, b.nhas muito ZYdTJZ.
las qual.d.aes era ricos vos, espirito.
extracto, muito finse de mui.M.noooo.
em frascos de muito go.u,, saboooteV ntitS
hnose de muitas qu.hd.des, .g.a de lTva-
de mglea. fazenda muito boa, vinagre?ro^
manco tambem inglez e muilo bon, nT
tos muito finos proprios para bolso de es-
to dame, escenci de rosa/pomada rranen
muilo boa, macassar perol, muito bonTo
todas as cores, dito oleo, pos par. denles,
pa,lha e outras nuius perfuarias, todo
muito Ono e de muitos gostos, dos melhor
fabricantes daFraug. eIngl.rra, etode
vende barato n. rua' do yueinudo, ittlhei.
non3Sec,d 'i de miudezas d. bo? Z
Botdes para pa-
litos, colletes e pininos
de camisa.
Vendem-se abotoaduraa muito as de
madreperola para colletes, pelo baraUsnno
Prego de 500 rs., ditas multo ricas de tono.
as cores a 320, 400 e 500 r... ditas muitofi-
nas de madreperola para palitos de nenios
e homens a 500 e 64U rs.. atacadores para
punhosecolarinbos de camisa, o? nl?iS
neo gosto a 400 rs.. 800 e StfJo, ditos do
cornalina para casacas a 300 rs., ootras
multa, qU.hdades de aboto.duras NO.
vendem muito barato ; na rua do Que,."
do, na bem conhecida loja de miudezas da
boa fama n. 33.
Varandis e >radis
Um lindo e variado sortimento de noool-
los para varand.s e gradaras, de costo no-
dernissimo : na undigao da Aurora en San-
to Amaro.e no deposito da mesma, napoa do
monstro,
chincha.
he
pe-
O (UIARDA-LIVItS BRASILEIRO, ou arte
da oscripturagSo mercantil apropriada ao
commercio do Brasil: vende-se na rna da
Cadeia Vclhan. 22. Prego 8/000.
elogios de patente
nglezesdeouro, desabnete edevidro:
vendem-se a preqorazoavel.em casa de
AugustoC. de Abreu, narua da Cadeia
do Recife, armazem n. N6.
Wa***!*t-^i>#
Vende-se algodSo monstro, cora 8 palmos
de largura, muito proprio para toalhas e
lencoes, pelo diminuto prego de 600 rs. a
vara : no loja da boa fe, rua do Queimado
n. 22.
Oculos e bonetes
tie todas as qtoidades.
Vendem-se oculos de todas as graduagoes
com delicadas armagOes de ago, pelo barato
prego do 800 rs. e 15500, ditos com armagoes
douradas e prateadas 13200 e 15500, dilos
com armagao de bfalo a 15200, ditos com
armagao de baleia a 480, ditos com armagSo
de metal branco a 400 rs lunetas de um s
yidro redondas e quadradas com aro de b-
lalo a 500 rs., ditas de dous vidros tambem
com armagao de bfalo a 15500, ditas de um
s vidro redondas o quadradas com aro de
tartaruga a 13200 e 15500 : na rua do Quei-
mado, ua bem conhecidada loja de miudezas
da boa fama 11. 33.
Algodaozinho da Baha
para saceos de assucar .' vende-se em casa
de N. O. Bieber & Companhia, rua da Cruz
n. 4.
Attenco.
Fugio no dia 16 do corrente mez o preto
Justino, crioulo, com os sip.naes seguintes
altura regular, cheio do cyrpo, sen barba'
com falta de denles na frente, calvo de car-
regar peso na cabega, muito regrista be
bem conhecido por andar entregando aseo-
car pelas tabernas, tem sido encontrado or
diversas pessoas conhecidas, e diz a ellas
que anda em servigo de seu senhor por is-
so roga-se as pessoas que o encontrar nue
o mande 111 prender elevar a ro. Direita'n 7
que serao generosamente recompensada. '
No dia 4 de fevereiro do correite anrto
desappareceu um negro de nagflo. ra.s qu
parece crioulo, por ter vindo muito peaue
no, anda mamando, o qual representa ter
de 26 a 32 annos de idade, de nome llalhia*
cozmheiro, estatura ordinaria, magro rosli
comprido, pouca barba, olhos grandes ao-
brancelhas fechadas, nariz chato e pontodo
beigos grossos, bocc. regular e com dente,'
tem uma pequea cicatriz em uma das I*!
ees, e outra cm uma orelba, pela aarte
baixo, de um talho que levou, bao coa
outra no pescogo, que por muilo lave, uvez
seja pOUco visivel ; lo. encontrado en Santo
Aiitao.seguindo a estrada, com un baoii-
nho de (landres novo na cabec., c um callo
no braco, sendo muito dado a briua deste*
ame .es ; eato escr.vo perlence i Gustavo
Jos do Reg, no Recie, rua da Aurora
quem o aprehender ser bem gratificado.
-- rug.ode bordo do brigue brasitoiro
Melampo, na noile do uia 8 do corrente, um
negro de nome Marcelino, nagfio Cabmda
altura regular, secco do corpo, rosto com-
prido, barba serrada e cria suissa, con falta
de dentes na frente, e consta andar vestido
com paleto, e calcado : quem o pegar leve-,
a bordo do dito navio, junto ao cae. do Pa?.-
seio Publico, ou a casa de sen consignatario
Manoel Alves Guerra, na roa do Trapiche n
"14, que sera bem recompensado.
l'EKN. :TYP. DB M. F. DE FAKIA 1857:
MUTILADO


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