Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07732


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Full Text
ANNO XXXIII N. 84.
Por 3 mezes adiantados 4$000.
- for 3 mezes yencidoi 4S500.
TERCA FEIRA 14 DE ABRIL DE 1857
Por anno adiantado 15$000.
Porte franco para o subscriptor.
DIARIO DE PERNAMBCO.
EtVCARREGADOS DA. SIIBSCRIPCA'O NO NORTE.
Pinhibl, o 8r. Joao Rodolpho Gomes ; Natal, Sr. Joa-
utm 1. Pireira Junloi; Aneety, o 8r. A. di Lentos Brasa ;
eari, o 8r. J. Joti da Oliveira ; Maranhao, o Sr. Joaqun Mor-
na Rodriguei ; Puuhj, o 8r. Domingos Hartulano A. Pestoa
Cearaa** ; rara', sr. Joallno J. Ramoa ; Amazona*, o Ir, Jero-
aymedaCoM.
PARTIDA DOS CORREIOS.
Olinilt : todos os diae.a 9f meia horas do da.
lKuarassu, Guiauna e l'arahiba : naa segundad c seitas-feiras.
S. AnlSo, Beterroa, Ilonito, Caraaru, Allinho e Garantan*: na terga-reira.
S. Loarenco l'ao-dMIho, Naiarelh, Limueir, lircjo. Pesquera, Inga-
aira. Florea, Villa-Bella, Boa-Vi,ta, Oticury e i:>" naa i|tiartad-reiras.
Cabo, Ipojnca, Serinhaem, llio-Formoso, Una. Itarreiros, Agoa-l'reta,
Pimenteiraa e Natal : qaintaa-reiras.
(Todoa oa correioa partera aa 10 horaa da m.inha.
AUDIENCIAS DOS TRIBUNAES DA CAPITAL.
Tribunal do commercio i segundas a quintas.
Relaeao ; tercas-feirai e labbadoi.
Faienda : quartaa e labbadoi aa 10 boraa.
Juizo do commercio : legundas aa 10 horas quintas a* melo-dia.
Juizo da orphaoa : segundas e quimas aa 10 horaa.
i'rimaira vara do eivel segundas a senas ao meio-dia.
Segunda Tarado eival: quartaa aabbadoa ao melo-dia.
EPHEMEHIDES DO MEZ DE AHI'.II..
1 Quarto eretceole ai 11 horai e Hm i nulos da Urde.
9 La cheia a 7 hora a 9 minutos da (arde.
17 Quarto roinguaate as9 horas e 42 minuto da macha*.
24 La ora as 4 horase 55 minutos da tarde.
PREAMAR DE IIOJE.
Primeira aa 7 horase 42 minutos da urde.
Segunda as 6 horaa e 8 minutoa da manhaa.
DAS da semana.
13 Segunda. S. Hermenegildo principe m.
14 Tere*. S. Doranina t. ; Si. Tiburcio c Valeriano mm.
15 Quarto. S. Pancracio ; Ss. Eulhiquio, e Olimpiada mm.
16 QuinU. 8. Engracia *.: Ss. Calisto, Carillo, e Ceciliano mm.
17 Sena. S. Aniceto p. : Ss. Hermogenes e Fortnnato mm.
18 Sabbado. S. Galdiuo b. card. ; S. Perfeito presb.
19 Domomingo. 1. depois de I'ascoa. S. Eiped to.
PARTE QPPICAL
EAZJJMD
Ilm7s7%t
MINISTERIO DA V, DA.
Expediente do dia 4 de^[ fcde 1857.
Ao rniniUrio da judie*.lllm. Riin. Sr.Ha-
Tendeo jaiz municipal do lerrao da Campaoha, na
proTincia de Minas, prohibido aos collectores das
reada* geraet requererem em juizo a bem da faienda
publica, con forme represenlnu o procurador fiscal da
theseoreria da mesm provincia em ofiicio de -21 do
crranla ; a porqoe oa <\ ecloret a mais che fes das
estajcs fueses nos municipios fura da capital, onde
residem os procuradores fiscaes, sejam sem davida.
pela nafa reza de seos cargos, oa fiscaes e'agantei na-
tos da fazeoda publica, nno so para requererem e
promov.erem parante ai autoridades compiteotes la-
do o que for a bem dos interesses da mesma fazenda,
como para serem oavidoi todas is vezas que se tra-
tar de quettao que enten la com aqaellei inleresses,
o qui esta declarado expressamenle as disposic&es
em vigor, rogo a V. Exc. se sirva de espedir ai ne-
ctssariat providencias para remover-sa maisesse obs-
tacalo, ioleiramenle destituido de fandamenlo, que
se levanta ao andamenlo das xecuces fiscaes.
Di 5.
A' Ihesoureria de Pernambuco, detarmioando a
respailo de alcance de 19:3800. proveniente de adi-
antaraenlot de veneimentos militares feilosau 9 d*
lalhjo de infanlaria, para pagamento dos desUca
meatos dissemiaados pelo iulerior da provincia\4,Jf
que emquanlo subsistir o actual systema de pagevh-
tos por cautelas s pravas destacadas no interioraS
provincia senaoefleclue nova entrega sem que sejam
apresantados os prets da despeza feita com as som-
masraeebidas adiantadamente al um mez antes do
pedido que se fizar para os poni* mais prximos da
capital, e dous para os mais longinquos, resbalndo-
se aesim os vales ou cautelas, e subsliluindo-os pelos
verdadeiros documentos de despeza : 2.*, que nos
pedidos que se houverem de fazer se declare qual a
comarca onde se adiar o destacamento, acompanhan-
do sempre urna relaeao nominal des pravas destaca-
das; : 3., que informe qual a razo por que, noven-
do eolleclorias nos lagares onde existem esses docu-
mentos, se nao eOectua per ellas o pagamento dos
prets, entregaudo-ae a importancia delles p-ecisa-
menle oa poca em que a legislarlo os manda pagar,
anda mesino aalorisando-se para is por ellas sobre a lliesonraria, se sufficientes nao fo-
rem os saldos existentes em seas cofres; e 4.* final-
mente, que, a nao ser possivel effoctoar-ie o paga-
mento por esta forma, convem que proponha um ou-
tro mel que, evitando.por am lado o risco que a fa-
zenda corre com o sysietna actualmente em pratica,
faculte pelo outro tbesouraria os meios de poder
ejercer satisfactoriamente a -calisac,ao, que a lei
reslriclamsnte prescrev.
Dia 7.
A' do Paraos,' declarando que o Estado nao for-
nece casa pata ancionarem as eolleclorias, porque
devem servir paraisso as da residencia parliealar dos
respectivo.; collecloris.
Dia 10.
A' directora de reodas, para que declare ao ad-
ministrador da mesa de rendas de Cabo Fro, em so-
lucSo i davida que propoz em offieiode 12 de feve-
reiro allimo, que a ordem o 58 de 30 de jalho de
1844, conlem todos os fundamentos por que 180 ex-
pressamente exceptuados da regra geral o imposto
dos 2 "i substitutivos da dizima de chancellara, aa
habiltacei e justificares de qualquer especie, para
haver heraocas, ou para cebranc* de dividas das lie
' ranca jacinlea e da bens de defanlos e ausentes.
A' tnetooraria do Para, declarando que bem re-
solvi a davida pruposla pelocollectorda Villa Fran-
ca, ee os documsoles e papis queTsSo apresenindos,
pelos possuidnref da trras para serem registrados
pelos pirochos oa conformidad do regulamento sn-
nexo ao decrelo n. 1,318 de 30 de Janeiro de 1834,
. eeUe sojeitos so seiqfs, decidinde que, nao leudo
a capitulo 9 do errado regulnroenlo ealabelecido qae
as declararle e litlos que os particulares a presen-
taren), para'serem registrados, sejam sellado*, Dao
se dave exigir sello, vislo como laes papis nao sio
juntos a requerimenlos como documentos.
Oa 11.
A' de Pernambuco. Joa"o Mauricio Wanderley,
presidente do tribunal do Ihesouro nacional, em so-
luQjio s qaesles comidas no ofiicio do Sr. inspec-
tor da Inesuoraria de (fazenda da provincia de Per-
nambuco de 6 de fevereirn ullimo, sobn. 22 : 1 de
ter o juiz municipal de Barreires recebidos seos ven-
eimentos com altestado de frequencia, paseado pelo
juiz de direito da comarca por motivo de nao se reu-
nir em se'sao desde ranilo Umpo a respteliva cma-
ra municipal; 2.a de haver sido o ehefe de polica
igualmente pago de seos vencimmos sem alteslado
de exereieio passado pela presidencia da provincia
responde ao mesmoSr. impector, quanlo primeira
queslao, que a ordem de 28 de Janeiro deate anno,
dirigida meama thesouraria sob n. 14, j a tem re-
solvido ; quanlo a seganda, qoa a circular n. 7 da-
tada de hnntem, deelaroo que os chafes de polica
MUo isentos de apreseotar alteslado para receberem
os leo veneimentos.
Dia 13.
A' mesma.Jo3oMauricio Wanderley, presidente
do tribunal du Ihesoare nacional, respondendo ao
olllcio a. 2 da 9 Janeiro nltiino,em qae o Sr. inspec-
tor da lliesoararia de fazenda de Pernambuco pede,
oa qae seje epprovada a pratica at agora seguida
na mesial theioararia, de aceitar procurarles dos
empregndos do presidio da illia de Fernando de No-
ronha, passadas peloescrv3odo respectivo almoxari-
fado, por nao haver nesse Ingar (a bel lian de olas,
usm uniro qualquer escrivSo proprio para (al liin,
ea qoa ee regale a maneira porque se deve proceder
oestes casos : declara ao mesmo Sr. inspector qae
observe o que a tal respailo dispe a ordem do tlie-
soaro n. 182 de 11 da jonlio di 1831, emquanlo o
contrario nao for determinados.
Dia Hi.
A' mesma.Jo3o Mauricio Wanderley, presidente
do iribunal do Iheaoaro nacional, Irespondendo
ae ollicio do Senhor inspector da Ihesoura-
ria de lazeoda de Pernambuco de 7 de fevereiro
prximo passado n. 29, ero que participa ler inde-
ferido, pelos fundamentos expostos no mesmo ollicio
o reqnenmenlo do actual inspector da thesouraria
de fazenda do Cearn' Jos Francisco de Moara, que
pretenda ser pago do ordenado correspondente ao
logar di chefe de seceso da thesouraria de fazenda
de Pernimhoeol desde o da em qoe deixou o exer-
eieio de inspector da de Sergipe al o em que (omoo
posse do referido logar, para qae fora anteriormen-
te oomiado : declara ao mesmo Sr. inspeclor qne
o dilo Jos Francisco de Moara, nao tendo mandado
tomar posse do logar de chefe de seccao, como llie
era permittido, comprindo essa formalidade smente
aa oecasilo de soa passagem para o Ceara', nen-
ham dirsito lem a perceprjao do respectivo ordena-
do, nem mesmo depois que tumoo posse delle, por
fallar-lheo exereieio ; mas eslandu lilleralmenle
comprehendido na dispusico do arl. 62 do decreto
de 20 da novembro de 1830 n. 736, em conlrerio do
que pensa o Sr; inspeclor, lem direilo ao ordenado
de primeiro eseriplorario, desde que deixou o exer-
eieio de lospeclor de Sergipe al que presin jora-
mento do lugar de chefe d,e sereflo, e dahi em dian-
te a ama gralificafao, que junta ao ordenado de
primeiro ejcriplarario prefaca o de chefe de sec-
5ao, na forma prescripla no rt. 5 do decrelo de 30
de novembro de 1832, n. 1.073, coja doulrina he
applicavel qoestio ; e oolro sim, qae o mesmo Sr.
inspector labora em erro, entendendo que na ajoda
de caito arbitrada- ao dilo Moara se deve reputar
eonjprehemlidd n vencimento correspondente an
lempo em que esteve em viagem, porqoe esta dou-
trina be applicavel aos empregados despachados ou
removido* de orna para oulra provincia, de que Ira-
la o arl. 61 do decrelo de 20 de novembro de 1830,
n. 736, e nSo aos qoe sao Humeados para empregos
de commis'Ao, os qaaes alm da ajada d casto con-
cedida pelo sobredi lo arl. 61, eontinaam a perce-
ber os veneimentos dos logares que temporariamente
deixara, dos termos do arl. 62 do mencionado de-
creto.
Dia 17.
A' directora de rendas, mandando declarar au
.administrador da mesa de rendas de Mangaraliba,
am reeposti ae seu oflleio de 21 de fevereiro ullimo
qae, a'vista do arl. 19 do regalamenlo de 10 de
jalho de 1830, he claro que os 30 dias*paro o sello
das cartas de ordem, c :utam -se da data dellas e nao
di dos recibos as meimas passados.
Dia 18.
Circular.Jo3o Mauricio Wanderley, presidenle
do Iribunal do Ihesouro nacional, declara aos Srs.
inspectores das Ihesoorarias de fazenda, em confor-
miaade com o aviso do ministerio do imperio de 14
do eerronta, que oenhuma despeza por conla da
medicao de terral publicas, e aemdescriminac,3o das
particulares, eolnpas militares e civis por conla do
governe, ealeche.se e civilisac^o dos Indios, deve ser
paga sem ler o tillo do delegado do director geral
das Ierras publicas, onde o houver, o qual dever
examinar os documentos qoe aullienlicam laes des-
peras.
A' Iheionraria de S. Paulo.Jo3o Mauricio
Wanderley, presidente do tribunal do Ihesouro na-
cional, Itsdo sido informado de ue ni alfindegade
Sanios foram irregularmenle despachados, em do-
vembro do auno passado, qoalro chales de la fina
com franjas ; e tendo oovido a este respeito o res-
peclivo inspector, o qual confessa na sus informa-
(io que "i ditos chales, na havendo sido incluidos
bo manifest da embarcarlo qoe os trooxera, foram
considerados como perleocenle a passageiro ou a
bagagem desle, qoe pelo arl. 318 do regalamenlo
de 22 de juoho de 1836 est no caso de ser navega-
da de uns para oulms porlos do imperio sem as for-
malidadas da cabotagem em grosso, e como laes des-
pachos pagando direitos de expediente somenle na
razSo de 3 por cento, declara ao Sr. inspeclor da
thesouraria de S. Paulo, para qae o. faja constar ao
da sobredita alfandega : primeiro, qae os chales em
quesia, nao podendo por soa nalureza ser conside-
rados como roupa ou objeclus do aso privativo do
passageiro qoe os conduzia ; mas sm como urna
mercadoria eslrangeira navegada por cabolagem, e
n3o incluida no manifest, estavam sujeilos aos di-
reitos de cousumn na forma da ultima parle do arl.
23 do decrelo n. 1,383 de 26 de abril de 1834; nao
sendo applicaveis a esle caso, como penson o meimo
iospeetor, nem o arl. 318 do regulamento de 22 de
junho, nem o 18 do arl. 1 do decreto de 28 de a-
gosto de 1849, qae tratam especialmente da roupa e
objectos usados do servieo pessoal e diario dos pas-
sageiros, e nem a disposicao do aviso do miosterio
rio da fazenda de 6 de oulubro de 1831. n qual ae
refere a urna apprehensSo de mercadorias de manu-
factura nacional, isentas de direitos de consumo
pelos resulamentos, e que eram, alm disso, como
ae reconheceu, do aso parliealar do passageiro qoe
as leva ; segando, que se considerou os referidos
chales como objeclo da bagagem do sea conductor,
anda assim nao proceden regalarmenle ; porquanto
compra le-los feito despachar livres de direitos, e
nao enm o pagamento de 3 por cento de expediente,
qae s pode ser exigido na forma dn artigo 21 da
lei de 18 de aelerbro de 1843 de mercadorias es-
traneeiras aeompanhada* de carta de gola, hoje sobs
liloida por um manifest processado nos lemos do
ia citado arl. 23 do decrelo n. 1,385; ficaodo na io
leligencia de que das expressoes do mencionado
aviso de 6 de oulubro nao se pode concluir qae os
oiijeclos perlencenles ao aso e bagagem dos passa-
geiros devem pagar direitos algons de expediente ;
lerceiro, que estando assim provado o engao havido
contra a fazenda no despacho de qoe se (rala, com-
pre que seja ella indemnisada dos direitos de con-
samo qae se deixaram de cobrar, pelos meios indi-
cados no arl. 212do regulamento de 22 d junlio de
1836.
Da 19.
A' de .Mina.JoAo Mauricio Wanderley, prn-
dente do Iribunal do Ihesouro nacional, em soturno
ao ollicio do Sr. inspeclor da Ihesouraria da provin-
cia de Minas de 27 de marco de 1836, no qual ex-
pOe a resoloc3o qae (omoa acerca da duvjda da con-
ladoria da mesma Ihesouraria, se os direitos de 5
por cenlo que pagam as provisoes 'saccessivas dos
proebos enco4 *as devino, ser oblados so-
mante do prime ..i, segundo a ordem do Ihe-
souro n. 102 da* i de abril de 1853, ou se, em con-
equencia do disposlo no arl. 15 di lei n. 779 de 6
de setemhro de 1834, de cada provi-ao que fosse
concedida, snppondu-se por isso derogada aquella
ordem : commonica ao mesmo Sr. inspeclor qoe
fica approTada, por ser conforme ao espirito e letra
do cilado arl. 15 da lei de 6 de eelembro, a sua re-
solucSo de declarar mesma contadoria que, refe-
nn io-.e o arl. 15 s ao pagamento dos direitos oo
caso em que os pirochos encommendados viessem a
ler augmento de veneimentos, se deva cobrar os re-
feridos direitos smenle pela primeira provisao, e
nao das aoccessivas, em conformidade com a ordem
do Ihejoutt^cima menciotMda*
ENCARREGADOS DA SCRSCRDPCAO NO HL
Alagoai, o Sr. Cliudino Falcao Din ; Baha, e ir. B. Pu.ni
Rio de Janeiro,o Sr. Joao Perein Hartiaa.
EM PERNAMBUCO
O proprieta rio do DIARIO Maooel Fieneirea de tarta, aaaaa
livraria, praca di IndependeocM ni. S i 8.
Pela secretaria de eslado dos negocioVda f i/ertit:'
se ta publico que apparecer3o em circulacao, na
p/ovincia de Santa Calharina, moe Jas fala imitan-
do aa de ooro de 20/, as de prata de 960 rs., e ou-
tras.segando consta dos ollicios qae abaixo vao trans-
criptos..
N. 61.Illm. e Exm. Sr.Teudo o Exm. Sr.
presidente da provincia commnnicado a esta llie-
soararia, em ofiicio n. 45 de 27 de fevereiro allimo,
o apparecimenlo na colonia D. Francisca de ruoe-
das falsas, tinglado as de ouro de 209e os patacoes
de 960 rs., e Invendo eu, conforme me ordenou
i. Exc, feilo scienle drslaoccurreucia a todas as es-
tases subordinada! a thesouraria, afim de previni-
l*s contra a inlrodue{So de taes moedas, juico do
meu dever leva-la ao conheeimento de V. Exc, a-
preseotando a inclusa copia do ciUdo ofiicio, onde se
acliam descriptos os caracteres de falsidade-das mea-
mas moedas : cumprin lo-mi ninda por esla|occasi3o
participar V. Exc. que lem sido vistas nesla cida-
de moedas de prata de 640 rs- e de 320 rs. do ami-
go conho, hoje do valor duplo, e de 300 rs. do cunho
moderno, tambem lals'S.roas que nao lem chegado
ao meu conheeimento haverem sido apresuradas as
estarces publicas.
Beos guarde a V. Exc. Thesouraria de fazenda da
provincia de Santa Chatarina, em 7 de marco de
1857.lllm. i Exm. Sr. conselheiro Joao Mauricio
Wanderley, presider.l* do tribunal do Ihesouro na-
cional.O inspector,70,10 Franeiteo deSouzo Cou-
tinho.
Copia.N. 45.Na colonia D. Francisca, foram
encontradas as seguales moedas falsas : I; fingin-
do as de ouro de 5 oilavas. vulgarmente chamadas
de ?0?>. Ella moeda hi de prata, e parece fund.la e
doorada ; bem conhecda falsa pelo tenido,pelo poo-
co peso, e pela multa imperfeicao do seo cunho,nao
pode illoVr a quem lenha visto a legal : mal appa-
rece o ondeado do caballo da efligie, e he quasi im-
perceplivel a suissa ; 2- fing nato palacio de 96o
n. conhadoem 1821, da metal branco.forle, imper-
feita no cunho, e bem -reconhecidamenie falsa pelo
tenido, que em nada se parece com o de prata,e um
P >uco maior que a legal. A lelra T da palavra
PORT. qne na verdadeira corresponde ao centro
do laca, fica na falsa mais a esquerda, ficando o R
no lugar em qoe na verdadeira esl o T ; o que
communieo a V. S. para sua sciencia, e dar conhe-
cimeulo as autoridades, que Ihe sao subordinadas.
Dos guarde a V. S. Palacio do governo de Sania Ca-
lharina. em 27 de fevereiro de 1857.Juao Jone
Comlinho.Sr. inspeclor da Ihesouraria.--Conforme,
Cario Gaidino de Soma.Secretaria de eslado dos
negocios da faienda,27jde marc.o de 1857.Jote Se-
tenario da Rocha.
28 -
Nos despachos que baixaram pela secretara da
juslisa.poblicadoi no Jornal do Commercio da a3 do
correnle :
Onde vem jaiz de orphaosdo termo de Mariaona
baeharel Antonio Carlos Mnnlero de Barros, leia-se
hacharel Antonio Carlos Munleiro de Moara.
Onde diz : fui reformado o lente coronel da ex-
mela suarda nacional de Pernambuco Izidro Ca-
mello l'es-oa de Siqoeira Cavalcanti, leia-se Isidoro
Camello Peuoa de Siqoeira Cavalcinli.
Decreto n. 1903 de 21 de marro de 1857.
Eleva a lele o numero de lanzadores da recebedoria
do municipio da corle.
NSo sendo sufilcienle o numejo de lanzadores da
recebedoria do municipio da corle marrado na la-
bella de 15 de jonho de 1846, em consequencia da
nova divisSo de dislriclus para o laucaim-utii, feita
em virlode do decrelo n. 1752 de 26 de abril do
anno prximo passado : hei por berr. eleva-lo a sele,
ficando nesla parte alterada a referida tabella.
Joao Mauricio Wanderley, do meu conselho, se-
nador do imperio, ministro e secretario de eslado
dos negocios da fazenda e presidenle do Iribunal do
Ihesouro nacional, assim o lenha entendido e faca
execuUr. Palacio do Rio de Janeiro em 24 de muren
de 1837, 36 da independencia e do imperio.Com
i rubrica de S. M. o Imperador. JoUo Mauricio
Wanderley.
MINISTERIO DA JUSTICA.
Decreto nume'o 1,909 de 28 de marro de 1857.
Regula a subslilucao dos juizea de direilo da capital
do imperio.
Hei por bem, e em conformidad! do artigo 211
S 10 do regulamenlo numero 120 di 31 de Janeiro
de 1842, decretar o seguinle :
Arl. 1. Ojniz municipal da primeira vara subs-
tiluirt ao juit de direilo da primeira e segnnda vara
criminal.
Arl. 2. O joiz municipal da secunda vara sera' o
sobstitb'to do juiz de orphaos.
Arl. 3. Ao juiz municipal da tercera vara rom-
pele a substituirlo dos juzes especiies do com-
mercio.
Arl. 4. Qaando le der o impedimen!o de algnm
dos referidos juzes, ou hoirver accumulac,an de subi-
lituicdes, serao observadas as regras eslsbelecidas
pelo decrelo numero 133 de 26 de fevereiro de
1842. .
Jos Thomaz Nabncu de Araojo. do mea conse-
lho, ministro e secretario de estado dos negocios da
jusilla, assim o lenha entendido e faja execular.
Palacio do Rio de Janeiro, 28 de marco da 1857
trigsimo sexto da independencia a do Imperio
Com a 'rubrica de S. M. o| Imperador.Jos Tbo-
miz Naboco de Araojo.
Decrelo numero l,910;de 28 de marro de 1857.
Estabeleee na capilat do imperio dous juzes .espe-
ciaes do commercio.
Hei por bem. e em virladeda lei numero 799 de
16 de setembro de 1854, decretar o seguinle :
Art. 1. A junsdicc.no de joiz especial do commer-
cio da corle compete cumulativamente a duas varal,
com a denominarlo de primeira e segunda vara
commercial.
Arl. 2. A vara existente, ereada pelo deerelo nu-
mero 1,597 do 1" de maio de 1855, se considerara'
primeira.
Arl. 3. A segunda vara nova mente creada fica
declarada de lerceira entrela.
Art. 4. Ficam creados mais dous escriv.ies espe-
ciaos para servirem perante a segunda vara com-
mercial.
Jos Thomaz .Naboco de Araujo, do meu coQse-
Iho, ministro e secretario de-estado dos negocio, da
ju-lica, assim o lenha entendido e faca execular.
Palacio do Rio de Janeiro, em 28 de marro de 1857,
trigsimo sexlo da independencia a do imperio.__
Com a rubrica de S. M. o Imperador.Jos Tho-
maz Naboco de Araojo.
Decreto numero 1,911 de 28 de marro de 1857.
Regula a competencia, interposic3o, efieilos e forma
do jolgamenlo dos recursos a' coroa.
Hei por bem, asando da autoridade que me eon-
fere o artigo 102, S 12 da conslituicao, deeretar o
seguinle:
Art. 1. Da'-se recurso a coroa :
1. Por usurparlo de jarisdicrfio e poder tem-
poral.
2. Por qualquer censara contra empregados
civie em raz3o de seu ofiicio.
3. Por notoria violencia no exereieio da jris-
diejo e poder espiritual, poslergaodo-se o direilo
natural, ou os caones recebidos oa igreja braaileira.
Art. 2. N3o ha recorto a coroa :
Jjl. Do procedimenlo dos prelados regalaras,
otra claostram, contra aeus subditos em materia
correccional.
.-- DasluspensSe e interdictos que o bispos,
exlrajudicialmeote ou a exinformala conscientia, a
impem aos clrigos para sua emenda e correcc3o.
Arl, 3. He s competente para coohecer dos re-
corsos a' coroa o conselho de estado.
Todava nos casos do artigo 1. g 1. e 2. podem
os presidentes das provincias decidir provisoriamente
as qaesies susciladas, como decidera o conflictos
de jurisdieco.
Arl. 4. He admissivel o recurso a' coroa de qoaes-
qoer actos em qoe se d algum dos casos do artigo
1-, oo seja despacho, seolenfa. mandarn/nlo, pasto-
ral, ou seja constituirlo, aclo de cooclio provincial,
oo de visiU.
Arl. 5. Nao obila a' competencia do recurso
o grvame seja judicial oo extra-judicial.
Arl. 6. Qaalquer que seja a instancia cabe o re-
curso a' coroa nos casos do arl. 1*, e 2"
Arl. 7. Nao sera' porm admittiuu o recurso a'
coroi no caso do arl. 3", sena o quando nSo boa-
ver, oa uno for prvido u recorto que competir para
o superior ecclesiaslico. .
Arl. 8' Compele o recurso a' coroa nSo s ao se-
cular sean tambem ao ecclesiislico,' salva a dispo-
icao do art. 2-.
Arl. 9. Pode ser Inlerposlo pela parle inieres-
sada.
Art. 10. Deve ser inlerposlo pelo procurador da
coroa noa casos do arl. 1" 1* e.2-
Arl. 11. InlerpOe-se das autoridades e joizoi ec-
clasiaiticoi de qualquer ordem que sejam, ordina-
rios oa commissariu.
Arl. 12. Ue suspensivo logo qae se nterpe nos
casos do arl. 1*. >g tle 2.
Arl. 13. He porera devolutivo no caso do arl. I.
3, se o despacho de que te recorre he inlerlo-
cutnrio, salvo :
S 1. Se o grvame for tal. que nao possa ser re-
parado pela senlenSa definitiva.
que
w -------- ui w .^ i i v i u taBBaap> s
I -. Seda sentensa definitiva n3o houver appel- posto oa antiguidade.
tor, os quaes se reger3o pelas instrnc^Oes que oppor-
tnnamenle serao determinadas.
O marqoez de Caxias, do mea conselho, presiden-
te do conselho de ministros, ministro e secretario de
eslado dos negocios da guerra, o tenha assim enten-
dido e expeca os despachos necessarios. Palacio do
Rio de Janeiro em 28 de marco de 1837, 36* da in-
dependencia e do imperio.Com a robrica de S. M.
0 Imperador.Margue: de Caxiai.
Instrucc,6es para o servieo dos tres ajodantes do di-
rector do arsenal de guerra da corle, ereados por
decrelo n. 1913 de 28 do crrante, em substituirlo
do vice-director, cojo logar foi extiuclo pelo mes-
roo decrelo.
Arl. 1. O primeiro ajudanle do director sera' eu-
carregado das ofiicinas, e lera' por altribuicoes :
1. A inspeccao do servieo interno das mesmas of-
finas, soa escripturac,ao ejialancos ; a demusao e des-
pedimento de operarios e feilora das lisias de feia.
2. A polica interna do arsenal e sua seguran;*, e
a vigilancia sobre os extravos de objectos a' sahida
do edificio.
3. Axfitcalisacao do corle de fardamentos, e a dis-
tribuirlo das costuras.
4. A administradlo do servieo de apresto de bom-
bas e de exliucc.no de incendios.
5. A do servi(o dos escalares e da competente ma-
rinhagem.
6. A inipeecao dos escravos e Afrlcanoi livre ao
servieo do arsenal.
7. A do eslabelecimenlo dos aprendizes menores,
ensino e Iralamenlo desles.
Art. 2. O segnodo ajudanle do director sera' fiscal
dos servicos do almoxarifado, e lera' a sea cargo :
1. Assnlir a' verificac3o dos gneros as entradas
e sahidas dn almoxarifado ; aos eocaixolamentos e en-
frdamenos ; e aos termos de consumo, batneos e
inventarios. ,
, Fiacalitar o apresto dos sapprmentos ordenados
para as provincias, e para os corpos e repartieses di-
versas da corte.
3. Velar sobre a boa guarda e conserviclo nos ar-
mnzena do almoxarifado dot objectos concerniles a
fardamento, equipameolo, corrame. Instrumental,
ferramenta, machinas, e em geral qualquer malerii
prima.
4. Ter em dia a demonstracao da existencia e es-
lado doi objectos de fardamento, e das fazenda e
aviamenlos em ser destinados para aprompla-lo ; e
do mesmo modo a respeito do equipamenlo cor-
rame.
5. Providenciar sobre os embarques e desembar-
ques de objectos remedidos de difiranles pontos
para o arsenal, e vice-versa ; e sobre o ajuste de fro-
tes, transportes e condcese* por mar e por Ierra.
6. Fiscaliiar as cootas apresenudat pelo agente de
compras ; a qualidade e preca dot objectos por elle
comprados ; e a efieclaa;3o da entrada dos inesmos
objectos.
7. Aitiitir s sessOet do conselho administrativo
as occasioes de compra.
Art. 3. O lerceiro ajodanle finalmente, sera' in-
cumbido do servieo de anudara e armamento, (endo
a seo cargo :
1. A inspeccao da fabrica de armas da fortaleza da
Conceic3o.
2. A do laboratorio pyrolechoico do morro do Ca-
lello.
3. A do qae for relali o a' constracc3o, guarda e
aprestos dos parques de i lilharia, seus reparos, pa-
lamenta e municOes; mi. 'unas, transportes de arli-
1 liana, instrumentos e artii. ios de guerra.
4. A do que fr tendele ana melhorameolos ma-
leriaea dos objeclos destinados ao uso do exercito.
5. A organiaar,3a de urna sala de modelos, e a
guarda e asseio da casa de arma ,
Arl.^4. Quaesqner outrosse icos aecidentaes, o
fefr distribuir' pelos ajada) fes como mais con-
fenle fr.
Arl. 3. Os ajodantes nao terso uns sobre oolros
proeminencia qqajiiao seja a que resulto de maior
da, as folhas dos respectivos operarios relativas ao i Ofiicio da irmandade do SS. Sacramento
miz pastado, mande S. S. Ma s satitfazersH) res. I ia ,, g,^ Anioni0i poaindo
ponsabilidade da presidencia a importancia dellas,
da fre-
Mpa.
a" ^'*ln')e,n na ,,e suspensivo no caso do
arl. I* 3* dos actos dos bispos em visila,salvo pro-
cedendo ellespor via do juizo.
Arl. 15; O recurso a' coroa deve ser inlerp alo
por petirao documenlada, perante o ministro da jus-
liea na corle, e presidentes as provincias, qoe de-
cidirao logo as questes que occorrerem sobre a sus-
pensao dot recursos, e rejelarao aqu'elies que fo-
tem inlerpostos contra as dsposicaet deste de-
crelo.
Arl. 16. Dai deeitoet do ministro di jualiga e pre-
sidentes das provincias, nos casos previstos pelo ar-
tigo antecedente de tuspensao e rejeicSo do recurto,
podem ai parles recorrer do ministro da justicia para
o conselho de eslado, e dos presiden les das provin-
cias para o mimalro da justiea.
Arl. 17. Inlerposlo o recurso, sera' logo intimado
a autoridade oo juiz ecclesiaslico, assigaodo-se-lhes
o prazo de 15 das para allegsrem o que convier.
Arl. 18. Se o grvame for judicial, serao pelo juiz
ecclesiaslico remedidos com a toa respoiU os autos
respectivos ; delles porm ficara' traslado, salvo se o
jacio te der na corle e o recurso liver effeito devo-
lutivo.
Arl. 19. Com a reaposla du joiz ecclesiatllco, ou
sem ella, se aao der no prazo assigoado, oovido o
procurador da coroa, e com informacSo do presi-
denle da provincia, sera' o recurso remedido para
o conselho do estado por intermedio do ministro da
justiea.
Arl. 20. No he oovido sobre o reeorto a parle
recorrida.
Arl. 21. O recurso sera' instruido coro os docu-
mentos a inquinc/irs que a aoloridadeoo juiz eccle-
tiastico, procarador da coroa, presidente de provin-
cia, e roinitlro di juslca, aeharem conveniente, pa-
ra a decisSo da quetiao.
Arl. 22. Pode a autoridade n juiz eccletiaslico,
a vista da pelie,ao do recrrante, reparar a violencia
que fez, dando para esta fim os despachos necesia-
rioa, e participando ao ministro da jolica oo ao pre
stdenie da provincia a sua decisai para ficar sem
efleiln o recurso inlerposlo.
Arl. 23. Decidido o recorto pelo conselho de es-
tado, lera' por aviso do ministerio da joslica trans-
millida a resoluto imperial ao juiz oa autoridade
ecclesiaslica.para faze-la comprir como nella te con-
liver, no prazo que o mesmo aviso fixar na corle, ou
for fixado pelo presidente da provincia.
Arl. 24. Se, nao obsianle| o juiz ou autoridade ec-
eleaiaslica nao quizer cumprir a imperial resoluto,
era ella executada como aenlenca judicial pelo joiz
de direilo da comarca, que proceder' como determi-
nan) os artigas 3 e 14 decrelo de 19 de fevereiro de
1838, o qual s nesla parle fica em vigor.
Arl. 25. O recurso no cato do arl. 1- he re-
ciproco e pode ter inlerposlo qaando algum juiz ou
autoridade temporal usurpar juritd cco,oo poder es-
piritual.
O recorso sera' inlerposlo pelo bitpo, e s3o appli-
caveis a este cio ai maneta deste decrelo relati-
vas no art. i' gf
Jos Tbomat Nabaeo de Araujo, do mea conteho,
ministro e secretario de eslado dot negocios da jos-
tica, assim o tenha entendido e laca execular. Pala-
cio do dio de Janeiro, em 28 de marjo de 1857, 36-
da independencia e do imperio.Com a rubrica de
S. M. o Imperador.Jos Thomaz Nabuco de A-
raujo.
Arligo do regulamento n. 10 de 19 de fevereiro de
1838, aos quaes se refere o decreto o- 1,911 de
28 de mari;o da 1857.
Arl. 13. Cabe|nos limites da jurisdicc3o dot juizei
de direilo, a respeito do enmprimenlo das senlencas
mencionadas, declarar, na forma dellas, sem algum
efleito as censuras e penas ecclesiatlicas que liv'erem
sido imposto* ai recorrentes, prohibindo e obstando a
que a pretexto dellas se lhes fa ou cause prejuizo pessoal oa real, mettendo-os de
poste de quaesqoer direitos e prerogativa oa red-
ditos de qoe houverem sido privados, e procedendo
e retpoosabilitaudo oa forma da lei os desobedientes,
e qae recusaren) a execu^ao.
Arl. 14. No caso de serem precitas as providencial
do joiz de direilo, na forma do arligo antecedente,
alem daa iniunaeet que se fizerem aos juizea e auto-
ridades ecclesiatlicas, se ansiunciara' ludo por edi-
laes nos luiTirrti-publicos da comarca.
MINISTERIO DA GUERRA.
Decreto n. 1913 de 28 de marro de 1837.
Extingue o lugar de vice-director do arsenal de guer-
ra da corte, e crea em substituirn o de ajudanle
do director.
Mostrando a experiencia que o eirprego de vice-
director do arsenal de guerra da corle, com allriboi-
cOes Iodependenles qaaes as qua Ihe s3o conferida!
pelo regulamento appravado por decrelo de 21 de fe-
vereiro de 1832 e oolras dispotic,6es posteriores,
contraria e entorpece n marcha do servido, al por-
qoe nao he dado a am 't individuo desempenhar sa-
tisfactoriamente as multiplicadas func(es que Ihe
s3o attribuidas : hei por bem, usando da faculdade
concedida peto i do arl. 5 da lei n. 862 de 30 de
jalho de 1836, e emquanlo difinilivamenle se nao
procede a' reforma <1os arsenaes de guerra, extinguir
o lagar de viea-direclor do irseual de guerra da cor-
le, e crear tm sotrtiiiuj{3o tret ijadanln do direc-
Todos se auxiliara mutuamente no desempenho
das ohricares que lhes sao ou forem impostss, pelas
quaes serao responsaveia inmediata e ooicamenle pe-
rante o director.
Arl. 6. O ajudanle encarregado das ofiicinas a que
ae refere o arl. 1 residir.' no edificio do arsenal.
Arl. 7. As relarfii's ofilciaes que em virlude de re-
golamenlot vigenlet exisiiam eutre o vice-director e
as repartieses fiscaes, ficara compeliodo qoelle dos
Ires ajudaoles qoe liver a seo cargo o objeclo a que*
as mesmas relacOes se referirem, sempre sob depen-
dencia da immedata raspousablidade do director.
Art. 8. O ajudanle mait graduado od mais anligo
substituir' o director em sua falla, ou impedimen-
to ; e a subslilucao passara' aos oulros segundo o
mesmo principio, quando o mais graduado esliver
impossiblitado.
Pajo em 28 de marjo de 1837. Marque: de
Caxia'.
Hei por bem oomear para o logar de director
do arseoal de guerra da corte, o coronel do eslado-
maior de primeira ciaste, Alexaodre Manoel Albino
Je Carvalho.
O marquezde Caxias, do roen conselho, pretidente
do comedio de ministros e ministro secretario de es
lado dos negocios da guerra, o lenha assim entendido
e expeca o despachos necessarios. Palacio do Rio de
Janeiro em 24 de marro de 1837, 36 da indepen-
dencia e do imperio.Com a rubrica de S. M. o Im-
peradnr. Margue: de Caxias.
Expediente do dia 20 de marco 4e 1837.
Circular aua presdanles das provincias, decla-
rando que, compeliudo ao ajudante-general do ex-
ercilo a atlribuico de fiscalisar o movimenlo, dis-
ciplina e adminulrac,ao do pessoal do exercito, deve
ordenar aos chefe- dos estabelecimenlos da reparti-
rlo da guerra all existente! para que, no qoe fr rela-
tivo ao pessoal militar empregado noa ditos estabe-
lecimenlos, se correspondan! com o referido ajudan-
le-general, por intermedio do commandante das ar-
mas, oo do aitittenle daqoelle, exeeutando restric-
tamente todas as ordens sobre laes objeclos, que por
intermedio delles lhes dirigir.
Na circular dirigida ao presidente da provincia de
S Pedro do Sul, e addicionaes, que, qaanlo ao
curto de cavallaria e infanlaria all eilabelecido,
cu'npre que o director respectivo remeda, pelo
Iramile indicado, oa mappas e relaees comprobato-
rias daa Inbilitar.'.es, approvages e mais circumt-
lancias dos alamnas militares no decurso do anno
lectivo, prestando lodos os mais esclarecimenlos qoe
Ihe forem requi-ita ins, ,. execulandoas ordens que
Ihe forem Irantmallidas pelo ajudante-general, no
que respeito a' disciplina do mencionado pessoal.
Commu'nicoo-se ao btrao de Soruhy.
21
Ao conselho supremo militar, commanicando,
para sea conheeimento, que obliveram troca de cor-
pos os seguintes oflleiaes : para o 2- balalhao de in-
fanlaria, o lenle do 4' balalhao Manoel Baptisla
llibeiro de Faria ; para o 3- balalhao de infanlaria,
o lenle do corpo da guarnirlo lita da llalna Vi-
cente Pereira de Lima ; para o 4' balalhao de in-
fanlaria, o lente do 2- balalhao Guilherme Her-
colano de Medeiros ; para o 12 balalhao de infan-
laria, o lente do 1:1- balalhao Manoel Benlo de
Andrade e o alferes do dilo balalhao Serafim Flix
de Paiva ; para o 13- balalhao de infanlaria, o l-
enle do 12' balalhao Felizardo Antonio Cabral e o
alferes do dilo balalhao Joaqaim Rodrigues de Son-
za ; e para o corpo de guarnidlo fixa da Bihia, o
lenle do 3- batalho de infanlaria Delecarlieose
Drommond de Alencar Araripe.
OOVERNO DA PROVINCIA.
Expediente da da 3 da abril.
OfficioAo Exm. vice-presidenle do Cear, com-
manicando haver dado as convenientes ordena para
que o official e pracas de pret menciona.las no ofii-
cio daquella presidencia de 15 de marero ullimo, e
que para aqui vieram afim de serem examinadas,
regresiem lodos para aquella provincia na primeira
occasiao. Ofilcfou-se a agencia dos vapores para
dar-lhes transporte.
DitoAo mesmo, acensando a recepto do ofiicio
daquella presidencia, a que acompaiiharam dout nu-
Iroi com endereco. aos hachareis Manoel Thomaz
Barbosa Freir, e Benlo Jos de Sooza, declarando
em reposto qoe foi entregue o ofiicio dirigido ao pri-
meiro. e n3o o do segundo, por haver elle fallecido
em 20 do passado, como consta da cerlidao junta.
DiloAo Exm. general commandante das armas,
dizendo ficar inteirado de ter S. Exc. mandado abrir
assentamenlo de praca, como addidos ao 10.- bala-
lhao de infanlaria aos recrutas Joao Felippe Nery,
Prudencio Anaslacio de Araujo, e Francisco Maria-
no da Sooza.
DitoAo mesmo, declarando que va levar ao co-
nheeimento do governo imperial a representarlo do
coronel commandante do 8.- balalhao de infanlaria,
acerca do prejuizo que taa-mi ao mesmo balalhao, a
decii1o dada pela Ihesouraria de fazenda das Alagas,
a respailo do pagamento da clapo aos recrulas.
DitoA Ihesouraria de faienda, dizendo qoe te a
quanlia ennsignada^para as ilespezascomas ohras do
melhoremenlo do porto em o correnle exereieio j
te aeha esgotada, e- he por etaa causa que nao le'em
sido pagu at agora, com a pretina ja ricommeoda-
mat tambem es de mais despezaaque.ae forem fazeo-
do com as mencionadas obras.
DitoA mesma, autorisaodo aob respoosabilidade
desta presidencia ai despezai com o pagaroeoto doi
veneimentos dos ofliciaes qae sirvem jaoto do gene-
ral cominan lanle das armas e do inspeclor do 3.*
dislricto de infantera, os qaaes deixaram de ser pa-
ga!, conforme dictaron o mesmo general, em conse-
quencia de estar etgolada a qoanliai'volada para as
despezas da rubrica gratilicaeoes.Commjnicou-
se aos supradilos geneial e inspeclor do 3.. dislricto
de infanlaria.
DitoAo director do arsenal de goerra, dizendo
ficar cerlo de haver fallecido no dia l.4 do correle o
menor Elias, filho da africana livre de oome Isabel.
Commiiiiicoii-se a lliesoararia de fazenda.
DiloAo mesmo, para mandar fornecer ao admi-
nistrador da casa de delenrao 12 cinturSes prelos
para espada e pillla, e 12 espadas carias e direilat,
noviodo ao metmo administrador acerca da forma e
forja daa dilas espadas.
DiloAo director geral dos Indios, declarando
que nao pode ser posto em. liberdade o recrala Jos
Antonio de Mallos, porque nao tem em seo favor
itenc-ao legal e nem cousla ser indio de raca e al-
deiado.
OitoAo commandante de polica, para entregar
ao administrador da casa de detencan 25 grauadeiros
e 12 pistolas das compradas ltimamente para aquel-
lo corpo.
DiloA' Ihesouraria provincial. Conilando-me
qoe algomaa vezei se lem exigido os imposto! de
barreiras aos estafetas do correio, e conviodo evitar
este abuso que, alm de outroa inconvenientes, pre-
judica a celeridade qoe os mesmos estafetas devem
ler em saas marchas, recommeudo a Vmc. que faca
sentir a todos os arrematantes ou administradores de
barreiras, que o estafetas, como pesioai que tran-
sitara pelas estradas em aclo efieclivo do servieo po-
blico, eslao compreheodidos, na excepto do art. 4
do regulamenlo provincial do 1 de setembro de
1838, anda metmo qae nao se achem isentos de laes
impostos por algum* clausula especial incluida nos
contratos das arrematarles das mesmas barreiras.
DitoAo director das obras publicas, remetiendo,
para que o reconsidere com urgencia, o ornamento
dot reparos preciaos a' casa que serve de quarlel aos
destacamentos da villa do Cabo, afim da qoe possam
ser feiios taes reparos.Communicou-se a respectiva
cmara.
Detpachot do dia 3 de abril.
Barlholomea Lorenco, Jacintho EletbSo e Joao
Rodrigues da Silva Valle, meslret carpioleiroi e
calafates,requerem ltalo do terreno de marinha nu
Cinco Puntas para etlabelecerem teas estileiroi.__
Nao devendo ser aforado o terreno de qoe se (rala,
por ser deslioado pela cmara municipal, para ser-
venta publica, poderao todava os soppitcaotei esla-
belecer neile os seas eslaleiros, mediante a comp-
leme licenca.
Eslevao Carvalho de Albuqoerqoe, reqoerendo
qoe se mande fazer urna bomba na varzei do enge-
nho Paulisla.A informar ao director das obras
publicas.
Praocsco Pereira Vianoa, escrivSo do hospital
regimenlal, requerendo qoe se fac,a efieclivo o arl.
34 da iustrucrio de 10 de novembro de 1853.A'
visla do disposlo no aviso de 10 de Janeiro de 1845,
nao lem lugar o que pede*.
Joao Francisco Regii Coelho, pedodo dispensa
Jo lugar de juiz de faci.Satisfgala exigencia do
arl. 102 da lei n. 261 do 3 de dezembro de 1841.
Jos Ferreira da Silva Chavea, qoer aer emprega-
do oa repartirlo da polica.A informar ao Dr.
chefe de polica.
Jos Joaquim do Reg Bairos, reqoerendo que se
mande sobr'eslar no litlo do le reno qae se maadoa
passar a Joao doi Santoi Porto.A' JoSo doi Sanios
Porto ja se passou titulo do terreno de qoe trata o
reqoerimeolo annexo a este.
Joaqoim Carvalho de Alboqoerqoe, dizendo qoe
se mande fazer mais duas bomba na varzea do en-
genho Paulittt.A informar ao director dai obrat
publicas.
Jote da Silva Sarava.pede ndemnisarao do terre-
no na parto em qoe foi edificado o hospital regimen-
lal.A informar ao impector da Ibesooraria de fa-
zenda.
Ordem Terceira do Carmo, reqoerendo ama guar-
da de honra para acompanhar as procissOes nos das
10 e 12 do correte.Diriji-se ao commandante in-
perior da guarda nacional do liecife.
Ofiicio do director geral interino da inslrucclo
poblica, apresenlando o requermento do professor
Miguel Archanjo Mndello.A informar ao inspec-
tor da Ihesouraria de fazenda provincial.
Dilo do director das obras militares, dando a ra-
zao porque nao pode proceder promplamenle a
factura das obras a cargo da directora.A infor-
mar a Ihesouraria de fazenda.
Dilo do inspeclor do arsenal de marinha, dizen-
do que te mande pagar a conla dos medicamentos
fornecidos aos Africanos livres.Foi remedido
Ihesouraria de fazenda para pagar.
O mesmo dando o tea parecer sobre a escuna
nacional Lindoya.A informar a ihesouraria de
fazenda.
4
Anni Joaquina de Astumpc3o, pedindo que se
mande por em liberdade o recrulado Justino Fer-
reira dot Prazerei.Indeferido.
Antonio Pereira de Barros, reqoerendo titulo do
terreno de marinha, qoe esta' de posie em Sanio
Amaro.A informar o Sr. procurador fiscal da
Iheionraria de fazenda, a respeito do qae no final
da nformajao inclusa den o agrimensor relativa-
mente a" impugnarlo de Jos Joaquim do Reg
Barros ; pos que (endo o mesmo Sr. procurador fis-
cal informado contra este em outrot catos, pode eo-
conlrar alguma razao de difiereuca no de que se
Ira la.
Antonio Marlns de Seabra Lasas*, amanuense
da ihesouraria de fazenda, pedindo prorogajao de
ItOMCa.A informar a thesouraria de fazenda.
Frei Antonio de Santa Anglica, (goardiao do
conveuto de Sanio Antonio, pede orna gaarda de
honra para acompanhar a procissao de enterro.__
Dirija-se ao commandante superior do Recife.
Bento Fernandes do Paco, pede a admissao de
duas meninas no collegio das orphaas.A informar
ao conselho administrativo de orphaos.
Jo3o Jos Rodrigues, professor nomeado para a
cadeira de prmeiras letras da fregoezia de Sania
Miria, pede que se mande adianlar prestando fian-
S quintia de 300/.Mandou adianlar sob
fianja.
Jos Gomet das Nevet, recrulado qoer wr posto
em liberdade.Indeferido.
Jos Mara Machado de Fgneredo, pedindo per-
mits3o para entinar parliealar primeiras letras.
Como requer.
Manoel Ferreira Goedes Aleanforado, replicando
do despacho de 31 de dezembro do anno passado.
Nao eslaudo ainda concluido os irabalhoi da estrada
de ferro em frcnle da casa do sopplicanle, nao po-
dem ser por ora tomadas em consideraeao ai novas
allegares comidas nesle seo reqoerimnlo.
Mesa regedora da imperial capella das Fronlei-
ras. pedindo correr ama lotera.A iuformar ao
thesoureiro das loteras. .
Manoel Francisco de Souza TVIagalhae, requeren-
do ser nomeado meslre de dansa no Gymnasio Pro-
vincial.A informar ao regedor do Gymnasio.
Mara Berloleza da Concei;ao, quer fazer exame
para ensinar prmeiras letras.Remedido ao Sr.
regedor do_ Gymnaiio Provincial Ipara adender o
supplieinte.
Manuel ('.apiano de Medeiros, requerendo que
seja encaminhado ao governo imperial am seu re-
querimento.A informar ao capitao do porto.
orna gaarda de
honra para acompanhar a procissao de enfermos.
Dirija-se ao.commaodaole superior da gaarda na-
cional do Recife.
Dilo do commandanle superior di gaarda nacio-
nal de Olinda, apreseotaodo para ter paga a folhl
dot ofilciaes do exercito empregados no servieo da
referida gaarda nacional.Foi remedido a' Ihesou-
raria do fazenda para pagar.
6
Eduardo Daniel Cavalcanti Velez de Guivara, pe-
dindo a admissao ao arseoal de goerra do menor
Joao Machado.Indeferido, vista do qoe diipe o
art. 2. do regulamento de 3 de Janeiro de 1842.
Carloa Jos Doarle Muhlerl, pai do recrula Ge-
roncio Eduardo Muhlerl.Indeferido.
Henrique Luz, ex-praf a do exercito.Mmdoo-
se requerer Ihesouraria de fazeoda.
Jos Ferreira da Silva Chaves, ex-cadele do exer-
cito.Nao hi vaga.
Mara de Jess da Silva Molla e ion irmSai.
Miiidon-se salisfazer a exigencia do procurador
fiscal.
A mesa rigedora da irmandade do SS. Sacra-
menfo de S. I.ourenro da Mala, pedindo que te
mande correr urna lotera.A informar ao thesou-
reiro das loteras.
Ofiicio do carador dos Africanos livres, dando a
informarlo exigida do reqoerimeolo do Africano
Jos. A informar ao joiz dos feilos da fazenda.
Dilo do capOo do porto, dando a informarlo
exigida na pelicao de Igoacia Maria de Jess.A
informar ao chefe de polica.
Dito do regedor do Gymnaiio, dizendo qoe se
pague o jornal do servente do mesmo Gymnaiio.
Maodoo-se pagar.
Dito do commandaule do destacamento volante de
Pajeo' de Flores, dando parte de achar-se recolhl-
do cadeii o erimooto Basilio de Soozi Ferriz.__
A informar ao chtfe de polica.
Dilo do director interino das obras publicas, di-
zendo qae o arrematante do 1. Iioco da estrada de
Moribeca esl oo cato de receber a 3.a prestacao.
Mandoo-se pagar pela thesouraria provincial.
Dito do general comroaodanlet das armas, apre-
senlando o ofiicio da theioararia de fazeoda, do
qual se v a razio por que reduzio o perodo do
adantamento dos veneimentos dos ofliciaes e pracas
destocadas.Volle ao Sr. inspector da Ihesouraria da
fazenda.
Dito de commandanle soperior da gaarda nacio-
nal do Recife, apresenlando a folha dos officiiei do
exercito em servirlo na referida guarda nacional.
Mandou-ie pagar.
7
' Antonio da Silva, requerendo qoa seja posloem
liberdade seo filho Jo3o Antonio da Costa. A in-
formar ao capilo do porto.
Joaqaim Rodrgaes Coelho Kelly, leoente-coro-
nel commandanle do 10 de inflinlarii, requisilando
o recolliimenlo de carinchos embalados.Mandou-se
recolher.
O mesmo, requisilando bonetes e mais objeclos
precisos para dilo balalhao.Mandou-ae fornecer.
Joao Manoel de Lima e Silva, lente do exerci-
to, pede passagem para a coate.Expediraro-te as
convenientes ordens.
Joao Pedro Maduro da Fonseca, reqoerendo qoe
seja admilldo ao arsenal de marinha o menor Jos
Antones.A iuformar ao impector do arsenal de
marinha.
Manoel Jote Pereira de Amorro, pede qoe teja
admilldo ao Gymoasio seo filho Maooel Pedro
Marlins.A informar ao regedor do Gymoasio.
Manoel Claudino de Oliveira Croi, qoer corlar
oas matas detta provincia 500 pranchet de imarel-
loA informar ao capitao do porto.
Hacharel Manoel Ferreira da Silva, administra-
dor do recolliimenlo de Nosia Senhora da Coneeicao
em Olioda, reqoerendo que se mande correr orna
lotera.A informar ao thesoureiro das loteras. '
Severioo Marques de Barros, preso para recrota,
pede ser posto em liberdade.Declare quil i auto-
ridade qoe o praadea.
njaoo Aliplo de Cirvalho, capil3o commfn-
dante da companhia de artfices, riquisilaodo car-
iuchos embalados.Mandou-se fornecer.
Ofiicio di enmara municipal do Reeife, dizeodo
que mandou alargar a roa do Caes do Hamos. A
informar ao director das obras publicas.
Dito'do chefe de polica, dizeodo qoe se mandou
pagar at despezas qoe te fizeram com o sustento dos
presos da cadea de Olioda.
8
Antonio Henrique de Miranda, capitao da axlinc-
(a guarda nacional, pede reforma. A informar io
commandanle soperior da guarda nacional do Brejo.
Benlo Feraandes do l'ago.Nno tem logar.
Jos Thomaz Caroeiro Pessoa.A' vista da infor-
maeao, n3o lem lugar.
Manoel Bezerra Carvalho, arrematante.Cence-
den-te 4 mezes de prorogaco.
Maria Filippa de Jesut.Nao ha viga.
Ofiicio do director interino das obras publicas,
dizendo que o arremalanta da conservarlo da es-
trada da Victoria tem salisfeito it obrigacoes de
eu contrato.Foi remedido a Ihesouraria provin-
cial pira pagar a pretlacao, a que lem direilo o ar-
rematante.
,J*
IITEHIOR.
RIO DE JANEIRO
. 29 de roarjo de 1857.
A presidencia da provincia do Rio de Janeiro rea-
lson a compra da casa e chcara do Sr. Dr. Au-
gusto Teiieira de Freilas, sita na ra do Fonseca
pela quanlia da quarenla conlos de res, afim de para
ella ser transferido o Asylo da Infancia Desvalida,
ob a invoeasao de Sania Leopoldina, qoe actual-
mente se ach n'umi eslreila casa di rui da Pni
da cidade de Nitherohy.
Somos informados de que a acquiscao foi muito
vanlajosa por qualquer lado que te cootidere, por-
que o edificio he vasto, bem collocado, perfeila e ca-
prichoiamenle acabado, abundante de agua potaveb
e situado em um doi mais bellos suburbios di capi-
tal, com a vantagem de nao etlar no centro dalla.
Segundo o juizo de pessoas entendidas, nem com
80:0003 se poderia hoje construir um 13o bello edi-
ficio.
Com a acquiscao do novo predio, a irmandade de
S. Vicenle de Paulo pode desde jn.eslender sua pro-
lecc,ao a maior numero de meninos desvalidos, prin-
cipalmente arhindo-se muito augmentado o seo pa-
trimonio, graeas s medidas adoptadas pelo governo
provincial, c de queja o publico lem noticia.
Por decretos de 26 de margo foram removidos :
O juiz de direilo Antonio de Souza Mendes di
comarca de S. dnenlo para a de Theresina, no
Piaohy, por o haver pedido.
O juiz municipal e de orphaos Manoel de Araujo
da Cunba, do termo de Angra dot Res na provin-
cia do Ro de Janeiro, para a 1 vara monicipal da
corle, por o haver pedido.
O juiz monicipal o de orphaos Manoel Pedro Al-
ves Morera Villaboro, do lermo do Pleo Arcado
para o de Nazirelh, na provincia da Baha, poro
haver pedido.
Foram reeooduzidoi os juzes manicipaa e ds or-
phaos doi termos de Santo Aile, en
o hacharel Francisco da Santa Ciras
Garanhans, ni mesma provincia,
Francisco Daarte.
Foram nomeadoe:
Cbefe de polica da provincia do As
de direilo Delfino Augusto Cavalcaati de) Al
que.
Joiz de direito da comarca da S. Goacale m ]
hy, o joiz de direito Flix Gomet da Rafe, I
exooeredo do cargo da chafa da polica i
do Amazonas. ,
dem da 2* comarca da provincia da I
promotor l.uiz Correa de Oueiroz Barro*.
dem da comarca da Tacaral,
o baeharel Francisco-Bernardo da Carvalho.
dem da comarca de S. Jos, as proviacia da i
ta Calharina, o jaiz monicipal Izidro Barga* ]
teiro.
dem da comarca ds Nona Seabora da Osea ds
mesma provincii, o jaiz municipal,
da Silva.
Juiz municipal a ds orphaos dea I
de-Ic, Lavrat a S. Mitbeai, aa proviacia da 1
0 baeharel Umbelino Ferreira Calle.
dem idem de Morrelet a Antonio, as |
do Paran, o baeharel Franeiteo Adeipee
Guimarlis.
Servantuario dos ofliciot da eserivie dea <
a de ausentis do municipio da corle, daraale a I
oa impedimenlo do servenluario vitalicia
Candido Martini dos Sania* Viaaaa* Jo* Atoa
Silvs Pina.
Tiveram maree da serventa vitalicia d
cios de
Eierivo de* orphaos, dos ausentes, a do
valorio dos Indios da aldea de S. Padre, de I
Cabo-Fro, da provincia do Re de Janeiro, Ja
de Sotita Borges Acciol.
Contador a distribuidor do (arma de S. Jale ae
Barra, da meama proviacia, Joaqaim Jas da Serve
Lyro.
Cootador do juizo do termo da 8. Gabriel, aa pro-
vincia deS. Pedro, Jos Joaqaim da Sirva Leal.
Foi aceita a desislenca qae fas Jaai Carrea Lsla
doi oflicioi de tabelliio do pablce, jadieial i
escrivao do civel a crme, e da pealarte*is i
do Porto de Folha, as Alagoas.
Por decrelo* de 27 do metmo mei fu
doi os juiei de direilo :
Joao Ignacio Silveira da Molla, da 9a i
provincia da Parahiba, da 1 enlraaeta, par* a de
Taobil, oa proviacia de S. Paelo, timbea de f
enlnncia, por o haver pedido.
J os Gitpir do* Sanies Lima, da ce marea da Taa-
bat, de 1 entrancia, para a de Re daa Marta*, asa
Minas (ieraes, de 2* aotraacia.
Firmioo Rodrigoe* da Silva, da rumana de Rm
das Morlet, de 2a entraen v aa preiiarea al* ]
lieraes, para jaiz especial do comaereie da I* l
da corle, de 3a entrancia.
For3o nnmridaa i
Secretorio da polica di proviacia de Espirite !
to, Joaqaim Marques da Sooza.
Ufliciaei da eeerelaria da polica da areviacia da
Pernambuco, Jos Xavier Fautliao Bnrii e Ao-
goilo Carlos de l.emes Pacheco.
Tenenle-coronel ehefe do eslade-eaater da i
mando superior da guarda-nacional daa i
da Panhibaoi, S. Sebailiaa a Villa Bella, da pra-
viocii de S. Piolo, o baeharel Joaquim Lepa* Cha-
ves.
Foi reformado oo metmo posto, lasete i
da enliga gaarda nacional da proviacia ate I
Antonio Jote de Faria.
Fot dividida a van especial do comroeccie da carta,
talisfazendo assim necesidades de fere.
O reverendo bispo do Para resigewa i
foi a resignicao aoeila por decrete de 19 <
concedendo-se-lhe licenc,* para impetrar s l
vs bolla da Sania S.
Companhia Pona i"Arta.Raaaidaa
accionista! delta companhia, repreieatoad 4,046
accoes, sob a presidencia do Sr. Maoeel Carree de
Agaiar. como procarador do Sr. bario
presidenle da companhia ; proceden aquelle i
leilora do rotatorio, e aps elle foi lide e relilorie
dos membros da commistao fiscal, qae fonm oneni-
memeole approvidot.
Passando-se i eleicao de um memoro pera s eaea-
minSo fiscal, afim de preeneher a vaga qae doee
0 Sr. \ isconde do Rio Bonito, foi eleilo o Sr. JsfJ-
qaim da Fonseca (.uimaraes.
Eis o relalorio* :
Sn. accionistas da companhia Ponto da Ara.
Na ausencia do Sr. bario de Mana', a aalariasde aer
soa proeuracao, em virlode do art. 9* dea cattate*,
coube-me a honra de voi couvocar pera a reeaiae
ordinaria da companhia, em cumprimente de qae
dipoe o arl. 13 dos mesmos estatuto*.
a Pelo balando geral qoa se aeha presaale, reee-
nhecereii o eslado da companhia, o qaal pote aer
verificado visla du livros que vos *ie palele*.
* A producto do eslabelecimenlo ao piisasir*
semestre montou a 365:2149348, elevaodo-ee ae se-
gundo a 500:0739079. Os lacrea detta pSSdJaja/Jj M
primeiro semestre foram 4:328|823, a aa
37:6039977, o qoe permidio fazer um divi
II9-23O por aer,10, passaodo a fondo de
8:0019646. Os loeros do segundo semestre
se a 124:98999%, alm da 6:554*978, ptedi
quido da carreira de enealhar navies, e at d
montaran) 1 41:1239174, resallando fazer-se em di-
videndo de 129300 por aceao, e pemar-ee 20:5919 ae
fundo de reserva, qoe por conseguate fice ii
lando no fim do anno am 49:2399047.
a O numero dos operario* etapregade* ae
lecimenln no fim do aune de 1855 era te 039, nada
441 livres e 181 ciplivot, ao paaw qae ae las da
anno de 1836 elevava-se a 667, rendo 505 livre* (da*
quaes 207 nncionies e 298 eslrangeiros a 199 cap-
tivos, e com os quaes ss despenden ea jarees*
231:292/610.
* Ai divertai ofiicinas teem sido dolada* caea di-
versos michinitmos qoe facilitara toe produce,**,
sendo os principie! a nova machina da vapor da
fnrea de 25 cavallos, com caldeiris de sobresalen!*,
1 quil serve de principal motor 1 lodo o roaehiai*-
mo da fabrici, e a machina de serrar de torca ds 19
cavallos. a qoe fuuecioni pcrfeitamenle.
e Fundicio.
Alm de mailai pica! de machinimo, eacaea-
menlos e ontros objeclos, merecen) especial anac*.
pela perfeicao da fundicao. am* griade calza de vl-
vulas com o peso de 6,244 libras, rarimmaadids
pela companhia do gaz, assim coate ama gravada
quanlidade de grandes parafusns citaras, qae ss faa-
diram para o canal do mangue, a dous grandes ra-
los com o peso de 10,300 libra* para a asas da aet-
vora.
s Machinita*.
n Promplifiearam-ie nesla oflieiaa 7 machina* de
vapor, 12 guinchot, 3 guindaste!, div
de aitacar, 1 prenia hydraulica dobrada e de |
forra, 1 locomotiva hydraulica, 2 guiodiitet 1
e moilos outros objeclos de machinismo.
a Caldeireiros.
Alm de 6 eildiins para machia** de
fabriearam-s* dous grindei tonques para o canal 1
Mangue, o* pootoe* para o ese* ds alfandega, a va-
por Salado,' e actualmente esta' 1a coeclaiade
vapor para o servieo do S. M. o Iaperader, ase.
li-
MUTILADO


2
Iriodo-se um vapor para a Imperial companhia de
S. Chrlitovao a Caj'.
Estalelro.
Eili qu.i concluido para sar entregue o vapor
Cares, a brevemente ura' lanzada ao mar oHer-
mes. ambos perteneenles a companhia llniSo Cam-
pista e Fidelisla, a acha-se em conslroejo um va-
por para a companhia Nilherohy e lohomerim.
Coacorliram-ie 30 birp a vappr e 3, erobarcacoei
de vela.
fflo teqdo cabido no jioisiyel eonclqr-e o as-
sen (menlo da punte do rio Parahiba, pelas diflicul-
dades que anconlram no sea transporte, em
razao da falla de cooducc,c, dos timos camiphos e
da eatacjo cbuvosa, oblive do gevernu provincial
orna prorugijSo de 6 mizes mais, para sua con-
elosao ; ejle trabadlos acham-sa ja batanle adian-
tados, espero que anle mesmo de se lindar cjla
concatso ficaro concluidos.
Nutro fts maii liionseiras cspiranjai da que ao
nono importante eslapelecimento esta' reservado um
prospero Talare
Teodo infelizmenla fallecido o senhor visconda
do Rio Bonito, nm dos dignos membros do conielho
fiscal, enmpre-vos preencher a soa falta, que lodos
lamentamos.
a He, Srs. accionistas, qnantn me orcorre enrn-
monicar-vos, e 01 dignos membros do conselho fis-
cal, que ainda ha poneos diss visitaran) o estibele-
cimento, preencheriio as lancunas que posstm dar-
se neata uremia exposijao.
Rio de Janeiro, 28 de marjo ee 1857.Mano-
ai Correa de Agoiar. b
Srs. accionistas.O onselho fiscal vom dar-vos
ligarais informales do estabelecimenlo Ponta de
Are*.
Antes parem que o faja enroprira' o doloroso
daver da eammnnlcar-ves a rnorte do Exm. vis-
conde do Rio Bonito, sem dnvida o principal de
aso membaos, e nao nos passe asa occasia* sem que
assigoalemos noaso pezar por tao deploravel perda
ara o CQiiselho, levando nossas saudades al o sen
lmala.
Dewaia aa prsenle sessao* preeuclier soa vaga.
No decorso do auno p. p. observareis com pra-
z*r que o nosso estabelecimenlo fez progresso nola-
veis en todas as serjei de que se coropde.
O relalorio do digno procurador do Eim. presi-
dente da companhia, agora ausente, vos inslroe de-
talhadomente da toa receila e despeza, da sua renda
bruta e liquida, dos dividendos do 1- e do 2" semes-
tre, a do qoe em um como em outro foi levado' ao
faodo de reserva, que ja monta a quanlia de algnm
vulto. 1
A confrontando destat diversas cifras com os ha-
laujos aoteriores vos provnra' a verdade que avan-
cemos, 9I0 he, qoe o nosse estabelecimenlo marcha,
a nos confirma na opiniao que em onra occasiao e-
mitmot0 estabelecimenlo Ponta d'Ara faz hon-
ra ao paiz. '
c Comparando og algarismos da despeza com a
rectila brota recoobece-se um signa! de progresso,
certamsnle animador.
No primero semestre tendo sido a prodoejao de
36i2l*3t, montou a despeza a 37:6059977, que
representa poaco maisda ez por da receila.
o No segundo a de.peza. 44:1259174, apenas re-
presenta ailo por canto do valor dos productos,
500:0739079.
a Eil* diminuirlo da proporcan entre a produc-
an a os gastos, coincidindo com a fundar.no de ma-
chinas importantes que tem por facilitar o tralalho,
aotoriaa a esperanja de roaior reduejao.
A aova machina de vapor, principal motor de
toda a fabrica, devia, emquanto se coidava de a-
senla-la, perturbar momentneamente o servico e
augmentar a despeza, que depois tendera' constan-
temente diminuir.
A senaria a vapor de novo montada deva trazer
importante economa de servico brajil.
a O algarismo da receila, que foi no 2' semestre
de 1855 87:5599747. no 1- de 56 subi a 91:5289823.
e uo 2- a 124:989996, Tambem estes algarismos
demonstrara om movimenlo ascendente ; e efleriin-
do na maior despeza com assentameoto das novas
a imprtanles machinas com que foi dolado o esta-
belecimenlo, nao se pode dovidar que 01 dividecdos
feitos. igaaes aes do anuo anterior, sejam tabembem
um indicio de melhoramento.
A Pona da Ara conlinaa a prestar ao paiz o
servico de habilitar amitos Brasileiros para os di-
versos mistares da industria : dona quintos da popu-
lacho livre da fabrica eompoe-ie de naciodaes.
All encontram os Brasileiros, a mesmo os es-
trangeiros, excedente* mestres de diversos uflicios
mecnicos, como sejam os de calafates, carpinleiros,
modeladores, ferreiro-, fundidores, machinistas, calT
deireiros e onlros.
Huitos que sao hoje mestres alli aprenderam os
ofticios deque tiram soa subsistencia e de auaa fa-
milias.
Contamos 667 operarariot, dos quaes 209 sao
Brasileiros, 200 Porlqgoezes, 41 .Inglezes, 11 Ade-
mn. 7 Franeezes, 7 Belgat,2 Sainos, 4 Hespanhoes
1 Italiano, 10 Chins, 124 Africanos, e 50 criouloa.
c No relalorio da presidencia encontrareis a enu-
merarlo dos trabalhos do anoo ; sao elles da tal na-
lurezi que, no estado de progresso em qoe marcha
em geral a industria do paiz, nenhutn receio pode
haver de qoe escasseem as ancommendas ou falla qoe
lazer ; bem pelo contrario, cumpre-nos continuar ero
nono*, taforgoa para manler o estabelecimenlo a par
de sea grandioso destino.
a O contelho fiscal, em sua ollima visite a Ponta
d'Area, nlo encontrou senao motivos de anirnajaVe
de esperanja.
a Rio de Janeiro, 28 de marjo da 1857.J. B. da
Fonseea.-rJ. C. Gomes Filho.
30
l'clo ministerio da fazenda forara nomeados :
O qoarto escripturario do thesouro, Joao Cayal-
cauti de Mello e Albuquerque, para ofiicial da se-
cretaria di thesoujaria da provincia de S. Pedro do
Hio Grande do Snl.
O amanuense da secretaria da thesuuraria da pro-
vincia das Alagoas, Aoreliaoo Augusto de Sooza
Brilo, e o segundo escripturario da mesma Ihesou-
ria, Antonio Francisco da Aguiar Cardozo J-
nior, para quartos escripturarios da thesoararia da
Bahia.
O qaarlo escripturario da Ihesonraria da Bahia,
Nicolao Carneiro da Rocha Filho. pifa terceiro es-
cripturario da mesma Ihesonrarra.
O pralicanle Ernesto Manoel da Silva, para qnar-
to escripturario da mesma thesouraria.
O quarto escripturario Tilo Jos Cardozo Ran-
8*1, para ofiicial da secretaria da Ihesonraria do
Para'.
O qoarto escripturario da thesouraria dePernam-
buco, Manoel Antonio Fernandes Trigo de l.oureiro,
para o-mesmo em preso no Ihesonro.
O pagador da Ihesooraria da Babia, Manoel Jos
Freir de Carvalho Jnior, para escrivio da mesa
do consolado da mesma provincia.
Francisco Maria da-Costa Chaslinel, para pa-
gador.
Gustavo Adolpho de Menezes, para tobsliloto
do iospector-geral dos terrenos diamantinos da
Bahia,
Foram demiltidos, por assim o haverem pe-
dido :
Francisco Mora Langa, do logar da terceiro es-
cripturario do thesouro.
Joao Alves da Silva, de escrivao da mesa do con-
solado da Babia.
Francisco Jos da Rocha Medrado,
geral dos terrenos diamantinos da
viuda.
i- de abril.
A polica prestou honlem nm bom servico ao pu-
blico e ao cominercio. O Sr. I)r. segundo delegado
de polica penelroo pela madrugada no Hotel da
Inglaterra, e ah fez prender o francez Ch. J. Lefe-
bvre, ehegado ltimamente do rio da Prala, no pa-
quete brasileiro Tocanlins. A prisio deste indi-
viduo he devida a duas causas : a um roubo feilo
ao Banco Maua' e C. em Montevideo, e a 1er vindo
daquede paiz para esta corte com o nome trocado,
figurando no sen pasaporte, o nome de J. de Trarv
em vez de Ch. J. Lefebvre.
Aqui resumimos a historia deste roubo.
Lefebvre apresentou-se em Montevideo a' casa
bancaria do Sr. bardo de Maoa', e exhibindo doos
crdito dos banqaeiros J.e-Roi, Belmger el. e
Ronrn e C, de Pars, pela quanlia de 871,000
francos, consegoio que aquella caa ibe adiantave
esa quanlia, mediante letras qoe Lefebvre sacn so-
bre Le-Koi.
Diat depois de terminada esla operajao, Lefebvre
fdJta t ohlav era cooflanca os crdito* apresenla-
dos, e na raauhaa em qoe o a Tocantins largava
de Monlevido para esla corle, escreveu orna carta
ao gerente da casa Maua', annunciandn-lhe que em
aro embrolliu lucrado, que junto remettia, devolva
os crditos.
Como al entilo nenhuma suspeita havia, nao ve-
rificon aquello gerente .e, de fe.to, Ihe linham res-
tituido os crditos ; mas tre* 00 qualro dina depois
oube-se qne Lefebvre se embarcara clandestina-
mente, a com nome supposlo, no Tocanlins, e
desconfiou-se que algum roubo lioha pralicado.
O gerente da casa Maua' pedio a algumas pessoas
respeilaveis que asiistissem a' abertura do em-
brullio enviado por l.efabvre, qoe deva con-
ler os crditos e oulros docnmenlos ; e proceden-
d'o em precenca desses cavalleiros ao esame, en-
controu apenas papis sujo, B a|gumas cunta,
yelhas.
Ua averiguaes qQe posteriormente se proce-
deu em Montevideo, veio-se no couhecimento de que
Lefebvre, apenas recebera da casa Mana' os 871,000
francos, tomara letras na importancia de perto de
700,000 frauco, sobre Paris e Londres.
Ja limemos que Lefebvre se embarcara no o To-
cantins ; a resta referir as occorrencias de bordo.
Lefebvre era conhecido de algnns dos passageiros, e
apresenlava-se a bordo, no momento da partida,
com om passapurte expedido em nome de J. de
Tracy. O commandanle do vapor hesitou em rece-
be-lo, e consultou mesmo um passageiro sobre o pro-
cedimanto que devia ler.
Este aronselhou.llie, que pelo menos exigisse de
Lefebvre alguma explicar,oe.
Pedidas estas, declaroo Lefebvre, que tirara pa-
saporte com o nome supposto de J. de Tracy por
estarcompromettido em om casamento, qoe nao que-
ra tflectuar. Esta explicaran foi julgada plausivel,
por se saber que. de feito, traba pedido a mao de
nma menina de Monlevido.
Lefebvre esta' nesla ccirte desde o dia 18 do mez
passado. Caoufl embarcar no o Mdway, que
sahio no dia 17 ; mas a extraordinaria deim.ra do
Tocanlins no Rio tirande fez-lhe perder o pa-
qoete inglez.
Pelo paquete sardo Italia, entrado neste porto
nn dia 'Mi do pas dentes do Sr. barao de Maua' a noticia deste rou-
bo ; e immediatamente deram parle a' polica da
corle.
Esta providenciando a respeito, foi Lefebvre pre-
so, e levado a' presenca do Sr. chefe de polica, co-
merou suas resposlas por evasivas e denegaees.
Convencido porem da inutilidade desle systema, con-
fessuo, que com efeito modara de nome, mas por
circomstancias particulares.
Dessa confissao a' do roubo do bsico Maua' era
om passo, e Lefebvre foi anda convencido de que
era preciso dizer Indo.
Feilo islo, declaren elle que tihha certeza deque
a letra qoe sacou seria paga,' porem que nao dovi
dava, em vista do estado a que liham ehegado as
cousas, dar desde ja em aramia do pagamento par-
te das letras que lomara em Montevideo na quanlia
de 446.000 francos.
Em consequencia Lefebvre, um dos gerentes do
banco Maoa', o Sr. cnsul fraacez, que assislia a esse
Irabalho, a oulras pessoas, dirigirain-se a' casa em
qoe foi preso Lefebvre, aim de que o convenciona-
do tivesse locar.
Lefebvre, porem, apresentando apenas as primei-
ras vias das letras oflerecidas em garanta, foram
estas recusadas, visto ler elle mandado, segundo dis-
e, a segundas e terceiras para a Europa pelo pa-
quete o Medway. n
Nao havendo pois mais outro arcordo a tomar-se,
.0 Sr. chefe de polica deu suas ordens, e Lefebvre
foi recolhido a' casa .da eorrecrAo s Ave-Maras,
(raudo seos bahs fechados, lacrados, o entregues
ao Sr. consui franeez.
Ha loda a probabilidide de serem falsos os
crditos apresenlados por Lefebvre em Monle-
vido.
[Jornal do Cominercso, dn Rio.)
DIAR.ODE PERNAMBUCO TERgA. FEIRA 14 DE ABRIL DE 1857
de insppclor-
mesma pro-
que pela vontade dos concurrentes se baveria pro-
lonnado ale a noile. K
Enlrelanlo, a noile, ainda houva cm casa do Sr.
Joaqu.m de Almeioa Portugal, lente da armad
brasilina, um cha, aoqual cncorraram multas das
pessoos que tinbam assislido ao aclo do laiieamenlo
da pedra. v
O Sr. Portugal he nm dos homens quo oceupam
lugar distiucto na historia da empreza do dique me-
cnico na >Jro,icia da Uahia ; ullimamonle he
elle quera representa o Sr. Sichel eraprezario, e he
pnucipalmenle a seu e-forcos, secundados pelo au-
xilio prestado pela presidencia da provincia, que se
oeye a realisacno dessa empreza de tanta ulilidade,
qne, encarada pur lodos u8 lados, deve irazer gran-
des'vantagens, nao s a seos accionistas, como
provincia, ao Biasil.
A empreza do dique mecnico, engrnndecendo
nosso porto, auxiliando nosso commercio, conser-
vando nossa marinba, e tornando a Haba necessa-
ria para os navios eslranaeiros que viajaren), quer
para o Pacifico, quer para o Atlntico, prometa-
nos ser um dus grandes incrementos do nosso pros-
pero futuro.
Realisada ella, nao serfio mais condemnsdos mul-
los navios, anida capazes de preslarem bous servi-
do por munos anuos, mas cojos concerlos actual-
mente vAo alem das despezas necesarias para a
consiruccao d urna nova embarrarlo.
Realisada ella, deve eassar a mo'rosidade as car-
gas e descargas, proveniente da falta de recursos e
neios apropriados.
Realisada ella, moilas nutras emprezas han de
surgir, e o progresso material tomara expaosSo,
pon que he cssa a condieflo natural das boas e gran-
des emprezas.
Damos pois os parabens provincia pelo melhora-
rae.ilo que se araba de plantar em seu seio, e la-
mentamos apenas nesla occasiaopara itso prnpria
qne o mesmo resultado nao tenbam tido anda a
nossa estrada de ferro ao J azeiro, do Paragussu.
e tantas oulras emprezas em embrvao e animadas
pelos melhores desejo, ms estorvadas at hoje com
grande e sensivel prejuizo nosso.
Posja como o oa 31 de margo conlar a Bahia on-
lros moitos, e entao vira a ser um dos mais reos e
nolaveii emporios desta abenr,uada Terra de Santa
Cruz, deslio,da pela nalureza arepreaenlar om pa-
pel importantissimo no mappa das nai-oes civilizadas
e forles.
Sao estes osvolos da imprensa, interpretando fiel-
mente bs desejos dos Ualuanos.
{Jornal da Bahia.)
1)E PER-
BAIIIA.
2 de abril.
No dia 31 de marro, reunidos ao meio da, e sob
a presideqcia do Exm. Sr. desembargador Cansan-
sao de Sinimbu', na sala das sessss da Associar^ao
Commcrcal, os accionistas da companhia do Dique
Mecnico, installada no dia 28 do passado pelo au-
xilio que Ihe preslou a presidencia da provincia, as
signaran) os accionistas presentes a acta da sessilo
da installa,ao,e foi erapos*adai directora Horneada.
Lavroo-ae da posse urna nova acta, que foi tam-
bem asignada pelos accionistas prsenles, e em e-
goida dnigiram-se efles para o lugar, onde ha de
e aisenlar o dique mecnico, no Coqueiro de A-
sua de Meninos, afimde ser Unr.ida a primeira pe-
dra com (oda a solemnidade.
Ahi havia um altar expressaroenle preparado para
a ceremonia ; e, sobre rochedo, algoos espeques,
e urna grossa murrtlia, que devia receber a pedra,
havia se formado um estrado de pranches de ma-
deira, seguido de um especie %de ponle exeeotada
por meio das madres de pinho que ja la se achato, e
qne tem de servir na parle pa obra que lia de litar
sub a agua.
Nesaa ponte que se eslendia parallela a roa do
Coqueiro, eslava a msica do corpo policial e grau-
de numero de pessoas eslranbas empreza : sobre
o estrado acbavam-se os accionislas, as senhoras, e
os demais convidados, representando diversas clas-
se" como o commercio, industria, exercilo, mari-
nha, clero, politica, magistratura e imprensa.
S. Exc. Kevm., acompanhado de diversos Kevms.
conegos, e rodeado de quasi todas as priucipaes au-
toridades da provincia, reveslindo-se conveniente-
mente, proceden parante o aliar ceremonia da
toga*.
. Exc. o Sr. desembargador Sinimbo', pres-
deme da provincia, leo a seguinle inscripta o,
aberta em urna lamina de prata fortemente doorada.
LAUS DEO. \
Bahia 31 de marco de 1857.
No reinado do Sr. Doro Pedro II, Imperador
Constitucional e defensor perpetuo desle imperio do
Brasil, no dia sopra indicado, leudo presidente des-
ta provincia o desembarga ler Jo3o Los Viera Can-
saiisAo de Sinimbu', foi collocada a prjmeira peora
desta obra, cojo pnvileaio, lendo sido concedido ao
Dr. Francisco Antonio. Pereira Rocha por decreto de
3 d fevereiro de 1855. fui depois transferido a panhia 009 diques mecnicos, da qoal sahiram el el-
los directoresAdolpho Klendschmidl, Joaquim Pe-
reir Pestaa, Luiz Jos Pereira Rocha e o commen-
dador Manoel Joaquim Alves.
Os'planos desta obra foram levantados pelos
engenheiros civis iuglezes Ilenrique Law e John
Bb.ont, p a sua execucao contratada por John Wat-
son, qoe delta encarregou o engenheiro U. Vig-
ooles.
A lamina foi uoida a um vaso de folha adrado,
dentro do qual haviam sido laucadas algumas moe-
das de ouro, e assim assenladn 11a pedra, na qual foi
o mesmo vaso inlroduzrdo.
Esta pedra he de 37 palmos quadrados.e a lamina
he de nm palmo em quadro.
Eniao S. Exc o Sr. presidente da provincia, lo-
mando urna colher de pedreiro, laurou c*l sobre a
muradla, no que foi acompanhado pelas diversas au-
toridades que all se achsvam, por todas as pesso.s
gradas, pelos engenheiros, e grande parle dos accio
nistas, e depois foi a pedra nssenlada sobre a cal,
tomando logo em seguida o mesmo Sr. presidente
da provincia um massele, com o qual dea sobre ella
algumas pancadas, no que foi imitado anda por um
grande numero de pessoas.
Nesla occasiao locavam o hymno nacional a mn-
sica .1. polica e a do stimo de foz leiros de linha,
que se acliaya a frente de urna guarda de honra do
mesmo balalhao postada a entrada do pavUhla onde
se proceden a ceremonia ; subirn) ao ar varias gi-
rndolas de fogoeles, e salvou o brigoe escuna de
guerra Olmd.., que tinha ide ancurar em frente
do pavilbao, defronle do qual lambem eslavnm o.
vapores da companhia Boinfim complelamenle em-
bandeirados.
Findo o aclo, dirigio-se loda a reuniAo para a
casa contigua, onde havia urna grande mesa com 110
talheres, e na qual turnaran) parte tambem as tenbo-
ras que linham assislnlo 1 ceremonia.
Ahi, a par da profnsao de iguarias, fruclas e vi-
nhns, reinoo a maior harmona.
Todos os semblantes exprimiam sati-fagto. e em
algons notavatn-se manifestos indicios de grandecom-
moc,3o.
Depois de curia refeicao, comcraram os brindes,
entre os quaes nos lembramosdos segoioles :
Ao progresso da emprezapelo Exm. Sr. desem-
bargador Cansansao.
Ao governo monarcliicop>|n Sr. J. L. Cosa alo-
reir.
A' industria brosileirapeloSr. Dr. Jos de Bar-
ros Pimentel.
Ao exercilopelo Sr. Icnenle Portugal.
A' marinhapelo Exm. Sr. desemb.rgadnr Ou-
sansao.
Ao Exm. Sr. presidente da provinciapelo Sr.
Dr. Pereira Rocha.
Ao Sr. lenle Portugalpelo Sr. eugenheiro
Dr. L. E. Pes'oa de Barros.
A' hospiialidade'hahiaiapelo Sr. Cosa Moreira.
A' imprensapelo Sr. lenle Portugal.
Aos engenheiros ecoiitraladorpelo Sr. presiden-
te da provincia.
Aos e'lran-eiros- que nos aoxiliap) no progres-
so material do paizpelo Sr. Dr. Iiinocencio Mar-
ques. '
^ A' guarda nacionalpelo Sr. Dr. p. Miiniz.
" A's cinco horas d< tarde S Exc. o Sr.'presdan-
le da provincia propuz um brinden S. M. Imperial,
o Sr. D. Pedro II, pondo assim remate i un fest,
CORRESPONDENCIA DO DIARIO
NAMBL'CO.
MINAS GEBAES.
Com eir,1, 13 de marro.
Charo patricio e cidadao amigo, ti minha pri-
meira ola do correte aono vos uoticiei o resultado
das eleiroes desta provincia e algamas oulras cousas
de ponderacao, que me occorreratn ; e creio que a
esla hora ja a deveis ler recebido.
Em c .mplemenlo .9 noticias eleitoraes, vos direi,
qoe as bol-as conciliadoras, chimangas> caramumas
botaran) as manguinhas, ou lalvez o torro de fra.
Circuios oo descirrulos liouve, emque gi,staram-se
-niiiiiia. de conlos de res, alm dos conlos p.<(alogi-
*** que foram immuneraveis.
No circulo da Diamaulina, emporio central dos
diamantes do imperio, vagalur fama, que os chiman-
gos (liberaes,) caslaram mais de qusrtoze conlos, e
que us caramori'i (saquaremas) gastaram nao menos:
(nao fizeram a eonia.) Alli era s direi,Sr. fula-
no odie para alli ; mAo no bolso, carleira fura e lo-
me, era a resposia. .
Neste circulo houveram votos de amizade bem ca-
ros. O deputado eleito he negociante de pe iras ;
mas nao pensis, cidadao amigo, que elle he depula
do de pedra ; afta. As pedriuhas do seu negocio sin
os bonitos e luzenles diamaules, que actualmente de-
pois da paz da Europa, tem (ido ora valor mui su-
bido, e para vos dizer ludo, esla" a oilava das laes pe-
drtis e pedrinnas a mais de qualro centos mil rcis !!
Ah cidadao patricio, se neis ach.ssemos urna arro-
ba de laes pedriuhas, que bonito nao fariamos Pa-
ra dizer-vos logo luJoa respeito de diamantes, dir-
vos-liei, que ullimamenle appareceo um descoberto
diamantino em o nacho Ciar.-, municipio de Janoa-
na, confinante com o de S. Romao, e que para alli
tem concorrido grande numero de pessoas ; e que
qoe tambero a cinco legoas desta cidade, esta' se tra-
balhondo em um descobsrln denominado Barreado,
onde se Irabalhava em ouro, ha muiros aooos, as
margeos do rio do Peixe, exislindo ja para cima de
100 pessoas nesse logar, e ..irvico.
Suppe-se que as pedras echadas neste oltimo des-
coberto foram ahi deixadas pelos antigua miueirus ;
pois que a extraer, dos diamantes era antigaraeule
privilegio real, e era prohibido a qualquer eitrahir
diamantes, sob penosas mais severas.
Agora charo patricio, volvo de novo sobre os ei-
xos aos circuios, qo lano amo, e que nao me araam
que ingratidao Promello vos, meu charo, que nes-
(e qualro anuos, a miaba idea tixa, o meu proble-
ma poltico e constante, a minha inspirado de todas
as horas, as minhas vigilias, os roeus sor.hos as mi-,
unas esperances os meus prazeres, serao todos em-
pregados na reali-acHlo do grande problema da qua
dratora dos circulo. Duvidaes ? E o certo he que
nao heida descobri-lo a ninguem, senao depois de
lena a experiencia,* sahir exacta a prova. Mas,
aqu em segreo... eu vos digo, que tanto andarei, e
parare, e sohi pi e cnrrerei. e descerei, e virarei, e
mecherei, e lu*.**, e taparei, e prometterei, e lin-
gerei, e lograrei. que afinal de um circulo serei rei.
Por fallar em maito rei erre ; e por isso me exoli-
carei.
A qoadralura do circulo n3o he om problema dif-
ficil : aqnelles, que o quizerem resolver deixem de
mao a sciencia dos nmeros ou a mathematica, e a-
Iraquern-se de unhas dnts a politice, e burdejem
para alli, singrem para acola', procurando sempre o
venlo favora.cl, e se houver calmarla uavegucm a
vapor, que afinal de comas hade descobrir a quadra-
tura......
Agora vejo que me torno mais confoso, e sem pre-
lecgSes, nein exordios, vos direi. que resolucao do
meo problema he quadr.ir uncirculo para mim : e
se o conseguir pode-se dizereccehomo; desco-
brio-se afinal o suprasamino da sabedoria humana, o
rande inventor dos circuios qoadrados. E n3" me
chamem egoista : nao, p iique sou um patriota de
patente ; e demais luulio barriga, eorao os oolros
entes da minha especie. Para a realisac.au do
meu problema, desdeja espero a .vosa* eflicaz cdo-
peragao e protecciln. Amigo cidadao e patricio, la'
vai verso:
De o m circulo serei o rei
Minha molher a rainha ;
Ernbora minha cabera
Seja leve ventoinha.
Na Cmara dos dpulado*
Serei urna cegairaa :
Se no circulo meu holirem,
Urilo logo, pega, pega.
Da patria me bao de chamsr
O pai e n salvador .-
Pois hei de curar os seus males
Como profundo doutor.
Se alauem nristar eomigo
A lansja ha de qoet A minha cnura;a de tempera.
N*da ha que possa amolga-1*.
Das ma lorias um chefe ;
E abracarei urna pasla,
E quando a barriga se eocher.
Por cansado, direi, basta.
E basta tambem de versejar, que nflo he para o
meu bieo, e tambem para o de mulla gente, que
quer se considerar poeta ; salvas as honrosas eicep-
No circulo de V. iriann 1. emporio eccle*iaslico, um
candidato e os seus amigos gastaram perto de vinle
conloa de reis e Iriumphou. Se em todos os circu-
ios os candidatos tivessein de despender tanto, eues-
loii que muilos haviam de arrear oandeira, pois nao
lat bom cabello gasiar os cabriculos, e depois ficar
como disse o poeta :
Pasmavit galus, el ficavit olbaudos.
Para que ?
Em outros circuios gastaram-se tambem rios de di-
nheiro, e dizem. que votos de eleitores foram com-
prados a cont sle reis. fjue meninorios mo sao os
laes eleilores I
Ja se discute a eleiQio de algn* circalos ; e diz-se
que alguns candidatos empregaram furga e violen-
cias ; por exemplnaeja citado o circulo do Obi. Na
o:-,-1 ,., da cmara veris as laes gentilezas !
A assemhla provincial, que devia reunir-se no dia
25 du crrante, foi adiaoa por portara da presiden-
cia de 2b de fevereiro, para o da 2(J de -bril prxi-
mo fuluro. Sao divereas as opinies, que correm, a-
rerca do aihainenlo : ou dizem, que o presidente
nao querendo onvir os cegarregas, qne Ihe prelen-
dem fazer fatal opposicao, pedir sua demissSn, que
deve chegar t.reve, e relira-se para a corle a tomar
assento na sua cadeira no senado : outros, que he
coro o lira de arredar alguns depolados provincia',
e que tambem o sao geraes da assemblca, afira de di-
minuir a opposigao, por isso que. 110 lempo msreado
ja elles la iievein achar se u Correio otlicialo diz,
que o aclo da presidencia he motivado pela aeeeM-
lade de mais alguna das, para concluir diversos
trabalhos, que devem ser presentes a assembla ;
que, esse aclo, as acluae? rircumslancias da provin-
cia, nao pode causar o menor prejuuo. ou eslorvo a
marchado servico, por ja estarem promulgadas as
le- do orcamento e de uiardio do corpo policial para
o anuo finauceiro de I8.Y7 a 1858.
Em urna das minhas .nte.rores, dei-vos noticia da
fura de. 10 presos da cadia d.i capital da provincia
una das mais seguras do imperio. Entre elle* fu-
gio un celebre crimin,.so, condecido pe|. Icunlia
de-Veneno-A seo respeito Ifl se no Correio Of-
neial, que sahindo o lente Frederico Augusto da
Silva Brandan, ritm nina peqoena escolla, incumbi-
do de prende lo, na o enconlrou 1..1 povoarflo da
l.apinba. municipio de S. Lzta.onde foi ter.'e ten-
do se retirado para a Alag, Santa, I alh ecommelUda as7 horas da noiln do dia (I de fe-
vereiro, 11 um rain lio, unde punsaro rom a escolla
por um grupo de pessoas armadas, a tosa das quaes
presume se estar o Veneno.
Boa** um canticio de 2 a 3 horas,
pane a parle. O lente e alguns soldado* licaram
levemente retida*, e os vesliios deixados pelos ag
gre-sores, que se debandaram, induzem a crer que
sollreram n3o pequeo estraiw. O lente aehava-
se animado do desejo de levar a diligencia a effeilo
O piesnleme loo, que recebeu a noticia,, ordenou
por a dispnsicao do chefe de policia 40 pracas do cor-
po hso com 3 offlciaes, sendo um delles o lente co
ronel Broce.
O seguinle numero do Correio Oflichl transcre-
ve do oprogressi.ta : O Sr. chefe de polica chegoo
a esla cidade (Sabara') anle-honlem por noile, qnin-
la fera. Dizem, que os aconlecim-nios da Laeua
hania, que nao os relatamos por falla de noliria.
exaclas, .i, rain lugar a vinda de S. S. oulros aflir-
ma.n que veio em consequencia de uns* carias ,1-
rnadss na rana i|e Joaquim Veneno pelu Sr'. len-
te lira 11 lio
E aqui ponlio poni final, pois que o* dedos ja me
doem de lano escrever, achan lo-me abatido por in-
i-i)mii,i, 1. s de saude- *
A dos.
ASSEMBLA LEGISLATIVA PROVINCIAL DE
PERNAMBUCO.
Sissao ordinaria em 8 de abril de 1857.
I'remdenria da Sr. Barita Je Camaragihe.
Ao meio .lia, achan lo-se presente numero legal
dos Srs. depuladns, abre-se a sessao.
Lid*, he approvada a acta da anterior
O Sr. I'rimeiro Secretario apresenta o seguinle
EXPEDIENTE.
Lm ofiicio do secretario do'governo, remelteodo
38 exemplares do balando de receila e despeza do
prmeiro semestre do ex-rcicio de 1856 a 1857 e bem
assim igual numero de exemplares d orcamento da
receila e despeza para o aono de 1857 a 1858.A
distribuir.
Onlro do mesmo Sr., participando que, a nma
hora da larde compareceran) a prestar juramento
pecante esla assembla us Exms. Srs. bargo du Rio
Formr.so, e Drs. Joaquim Pires Machado Portella e
Manoel Joaquim Carneiro da Conbs, vice presiden-
tes nomeados para esta provincia.
Outro do Sr. deputado Manoel Ctemenlino Car-
neiro da Cuaba, participando qoe deixa de compare-
cer a sessao desta assembla por ter oe seguir para .1
provincia da Parahiba.Ioleirada.
Outro do secretario do govern, remetiendo 09 ao-
tographos das leis de os. 398a 407 promulgadas esle
auno.Inleirada.
Outro do mesmo Sr., pedindo que se remella urna
relacao dos empregados geraes, que por ventura te-
nham loma 10 assento nesla casa, com especilicacao
daquelles que honverero declarado fazer oprao de
seus venciiuent.is como eroategados pblicos.Ao
Sr. 1.0 secretario.
Oulro.du mesmo Sr. remetiendo a copia da infor
macao qoe o presidente do eonselhu administrativo
do patrimonio dos orphaos dea sobre a patigao do
Dr. Joao Jos Pinto.A quem fez a requisicau.
urna pelnja 1 em que Manoel Nuoes de Ma'llo, con-
tador do juizo municipal de Olinda, requer u paga-
memo da quanlia de 158JM50 rs., importancia em
que foi condemnada aquella municipalidad nos pro-
cesaos criminaes.A commiisao do orcamento mu-
nicipal.
Oulra. de Vicente Campello rj* Araojo e oulros
proprietarios, negociantes, agricollores e moradores
em Ouipapa', quanu districto da freguezia du All
libo, termo de Caroaru', pedindu a crearan de urna
freguezia naquelle'districto.A' commissao de esla-
tislica.
(luiri, da irmaodade do Sr. dos Martyrios, erecta
na igreja de S. Joao da cidade de Olioda, peditido
a approvarao de seu compromisso.A' commissao de
negocios eclesisticos.
L-se approva-se o seguinle parecer :
A commissao de petigoes, a quem foi prsenle o
reqoerimenlo de Manoel Elias do- Moura, pedindo
para se aforar um termo aunexo sua propriedade,
considerando, que enlende esta questo com os Ira-
nalhos a cargo da commissao de negocio* de cama-
ras, a qual foi at remullida uma reclamarlo con-
tra semelhanle prelengao, he de parecer que seja
ouvida cumulalivameola sobre este negocio, a refe-
rida commissao.
Sala das commissSes 8 de abril de 1857.Anto-
nio Cavalcanti. -Florencio Jos Carneiro Monleiro.
Joaquim Francisco de Mello Cavalcanti.
Sao lidos, julgados objectos do deliberarao, os se-
grales prujectos :
Art. 1. Fica instaurada a villa do Exn', tendo
por termo o territorio da freguezia du roesmu norae.
Art. 2. Ficam revogadas as disposicOes em con-
trario.
a Pago da assembla legislativa provincial de Per-
nambuco, 8 de abril de 1857.Frauciico Carlos
Brandao.Antonio Epaminondas de Mello.Luiz
Felippe de Souza l.eAo.Beolo Jos da Costa.Flo-
rencio Jos Carneiro Monleiro.Jos Joaquim do
Reg Barros.Uameiro Jnior.Pereira de Brilq. a
A commis-ao de li-i-laro, examinou a petigAo
do Dr. Flix Gomes do Reg, na qual pede inler-
pretiicD do S8- do irl. 42 da lei 11. 301, para que
possa levar o, seus escravos/ adquiridos por titulo de
heranca, para a provincia 1 o Para' e ahi serem em-
pregados 110 estabelerimri 3 agrcola que possoe, e
adiando attendiveis e jul..s as razes que allega, he
de parecer que se adoplefa resolucao seguinle :
A assembla legislativa provincial de Pernam-
buco, resolve :
Art. I. Os proorietarios de escravos, adquiri-
dos por beiainja, 01 ;oe residindo aqui na provincia
se mndaiem, prov ido estes que possuem i,s esm-
vos ha mais de seis .ezes levando-os comsij:o, o.
mandando levar para oulras provincias, ficam i-ui
toado imposto mencionado no art. 42, 8, da lei n.
391, quntquer que seja o numeradlos escravos que
exporten).
Art. 2. Ficara revogadas as disposiroes em con-
trario.
Paca da assembla legislativa provincial de Per-
nambuco 8 de abril de 1857.Antonio Epaminon-
das de Mello.Manoel Jo- da Silva Neiva.Dr.
Baplisla.
He li.lo, apoiado, e sem debate approvado o se-
grate leque-iineiilu :
ti Requeiro que a commissao de legislarlo, d seu
parecer sobre a seguinle quesiao alim de que no or-
gamenlo provincial, sejam dadas as providencias ne-
ce-sarri-.
Quesiao.Os filhos naluraes reconhecidos por
leslamento, segundo a lei de 2 de setembru de 1812,
san sugeilos ao pagamento de laxa de heranca t
Barros de Lacerda.
PRIMEIRA PARTE D\ ORDEM DO DIA.
Segunda discussan do projecto 11. 11 deste anno.
Art. 1. Os empregados da Ihesonraria provin-
cial, e da directora das obras publicas, excluidos os
engenheiros, perceberao a 'titulo de gratificarlo, om
augmento da vinte por cento sobre os vencimentos
que actualmente tem.
Van a mesa e apoiam-se as seguinles emendas :
Emeda do art. 1.Os ordenados dos emprega-
dos da thesouraria provincial, juizo dos feitos e re-
partirn das obras publicas, soflrerao as alteragOes
constantes da tabella anneta.Souza Carvalho.Dr.
Baplisla.
Thesouraria provincial e juizo dos feitos.
Ordenado Gralific.
Inspector .
Contador. .
Tbesoureiro. .
Procurador fiscal
2:5005900
1:7005000
1:7005000
1:400:000
1:0009000
1:0005000
9005000
6OO50OO
4005000
1:0009000
9009000
7009000
3009OOO
3005000
3009000
3009000
2005000
20.JOO0
IOO9OOO
IOO5OOO
1005000
2009000
IOO5OOO
IOO9OOO
6OO5OOO
2O0S000
20051NJO
1009000
IOO5OOO
IOO5OUO
1009000
IOOjOOO
1009000
ao chef- de polica qae parlisse para aquella lugar e
ao juiz municipal, que reside na cidade "do Sabara'!
quo otaste por ora sua residencia em Sania- Lozia
que he lermo annexo. e o do conflicto. A>m da
forja ja destacada em Sabara', o presidente maadou
Escrivlo da receila '. .
Secretario.....
Ofiicial da secretaria. .
Porteiro......
Continuo ; ,
1. Escriptorario .
2. Dito .'......
Amanuense.....;
Solicitador dos feitos provin-
ciacs ........
Repanices das obras publicas
Tbesoureiro.......1:2005000
Agente pagador.....7009000
Secretario.......1:0003000
Escripturario ...... 7005000
Amanuense.......5005000
Forleiro........5003'JOO
Continuo.......4005000
Guardas dos aiinazens 4OO5OOO
Art. addiltivo.Os olficiaes da secretaria c o
porteiro da casa da assembla provincial ler3o de
augmento em seus ordenados por anuo duzentos mil
ris cada um, e us outros empregados da mesma ca-
sa da assembla cem mitris.Dr. Baplisla.
Vai a mesa, e apuia-se a segoiule emenda :
O porteiro da assembla, lera de gralificacao
1005 rs.S. R.Luiz Felippe.
O Sr. Luiz Felippe : ( Nao devolveu seu dis-
curso, ) ..
O Sr. Paula Baplisla.Sr. presidente, e a as-
semblca provincial esliveste no accordo de nao au--
meul.tr os ordenados dos empregados, eu a acompa-
n'na fielmente.
Mas, os fados ja v3o mostrando o contrario ; par*
quaulo ja se auginenlarara os suidos dos ufliciaes de
polica, e a lisposisao de se aoraentar oulros orde-
nados, vao lodos os dias apparecendo. ,
Assim, sujeilando-me ao vol da maioria, leulio
procurado ao menos guardar a inslica, apre-enlando
emendas em favor de alguns empregados, que, se-
gundo pens, nao estao era boas circurastancias.
O nobre deputado, primeiro secretario, oppoz-se
a miiiba ementa, que augmenta o* ordenados do*
einpresadns da ca*, dizeudo, que elles -erveu, ape-
nas dou* mezes, e podera-se applicar a' outros tra-
balhos. ,
Nao me parece procedente esle argumento. He
lo fcil tle dizer, que olemprezado, que tem milito*
mezes de descanso, node aplicar** a' ootr.s meios
d viver, qaanlo diftlcil de realisar-se islo.
Que Irabalho* s.lo estes, a' que um empregado pu-
blico se pode applicar E*rnptoracao ? E*la cu-la
a apparecer, e sao mullos .1* que a procuram. A co-
zer de alale ? A fazer sapalos ?
A profi-siio do empregado, he a do seu emprego -
o* meios de subsistencia lira elle do seu ordenado
que, para isto, deve ser snflicientc.
Demais, nao se pense, que astea empreado* ira-
halbam snmenle no* dnus mezes de sessao. .\o con-
trario qnando a assemblca funeciona, elles se oceu-
pam particnlarm.-i.le nn* negocios tle expediente
qne sao milito* e ah*orvem todo o lempo, (loando
e encerr a assembla, he que elles levara os livros
para sal*Basas,.para registraren) ofiicio,-e fazerem
outro* todito*) trabalhos, qiie alisorvem dnus mezes
e as veze* mal*.
!'. I t- iiin-i.ieraijoe* he que m- Ironxeram hoja a
apresenlar esia emenda. Nao me pareceu josio. que
quando se augmeiitain o* anlenados provinriaes. es-
quecessemo* ni>9 dos nosso* empregado, que servem
com'iiKco, e de cuja aclividade e (ssidoidada esla-
mo* bem cerlos.
Creio poi, que a emenda esta' muito do caso de
ser approvada.
MUTILADO
O Sr. Conrahes Cuimaraet : Sr. presidente,
tendo assiguado com resIricgOes o projeclu que se
acba em tiisr.ussiio, quasi quo sou forondo a dar as
razes dessa* restriegues, para fazer conhecer a casa
os motivos em qu* me fuudei.
leudo a commissao, a que perteiico, de dar pare-
ceres acerca le vari, s requeriinenlos de diversos em-
pregados, que pediam augmentu de vencimeulua ;
enlendenios que devininos fazer um s projecto abran-
gendo Indos os empregados, a que julgauos dever
augmentar os onlenados ; nao fm porem pnssivel
chegar a um accordo. porqae os Ilustres coliegas da
commis-ao entendern) .que deviam e-leu ler esse
favor a uns nao a uulrus era idnticas circuns-
tancias...
l!m Sr. Deputado : Entao he favor, 011 neces-
sidade !
O Sr. Gonralves Cuimaraes : Eotenda como
quizer.
Assim pois, nao lendo si lo possivel confeccionar
om projeciu que abraugesse todo* os einpregados.que
eslivesseiii mal pagos, tambera eu nao quiz acompa-
nliar aos meus iduslres collegas no pr*|eclo em que
augmentara us urdenados a empregados, que eu jul-
guei, que devem licar coro os ordenadus que tem ;
visto como t.....bem senao augineiila**e a oulros que
lean urdenados muito inferiores. Entra por conse-
guinle na* minhas resIriccAes os empregados da the-
soararia ; mas nao o* empregados da direclorh das
obras publicas, algons dos quaes teem 400 e 5009 rs.
de ordenado, o que eu acho minio insignificante.
Os engenheiros e seas ajudames a quem o projec-
lo aiiinenla 4009 rs., tambem entrara as minhas
restriegues, nao que me opponha a que os engenhei-
ros tenbam cavalgaduras.logo que saiarn em commis-
sao, mas nio sou de opiniao, que se dem cavalga-
duras permanentes a quem nao faz viagens, a quera
nao trabadla fora da ci lade, e mesmo para corlar o
abuso pralicado pelo governo de dar cavalgaduras
aos engenheiros, sem Ih'o perraitlir a lei, e por mero
arbitrio, como se lera feito at hoje.
Concordo uo augmento de 1009000 ais amanuen-
ses da secretaria do soverno, e finalmente concordo
no art. 4. que d as prnfessoras o mesmo ordenado,
que teem os profes*ore* habilia lo-...
Um Sr. Deputado : Porque ?
O Sr. Goncaleet GuimarOet : Porque emendo
que as prufes-ura* devem leras inesmas hahililares;
team o mesmo trabadlo, e ainda mai', o do ensino
da costura, e por conseguinte ha de jnatic,* igualar-
se seus ordenados.
Senos eslivesseinos as circomstancias de augmen-
'"?* or('eilai'OS a todos os empregadus, eo de mai-
to Bom gosto assignaria ara projecto neste sentido ;
mas se vemos que o projaclo da commissao da' a uns
eoao a oulros, da a alguns que lalve* eatejam bem
pagos e nega a oulros mais necesiitados, eu nao pu-
de deixar de as9iguar com restrcc,6es,
Seiilinres. eu assignav o pr elasse dos professores, que esta muito mal paga, mas
o nobres collegas nao quizeram concordar oisso.
( Ha um aparte )
" Sr. Goncaloe Guimarax Fallo dos profes-
sores nao habilitados, segundo a lei vigente.
Um Sr. Deputado: Entao paga-s* mais a quem
au esta habilitado '.'
O Sr. Gonralve Guimardet : Mas elles foram
habilitados conforme a le que entao regutava, de-
ve-se-lhe dar meios de subsistencia para continua-
ren) nal suas cadeiras, e au se extraviaren) de seus
deveres com outros aftVzeres.
( Ha um apiri*.)
O Sr. Gonralces Guimardet : Visto que te nao
augmentava o oroenado a empregados que alias sao
mal pagos, eu nao poda assignar projecto a nao
ser com as restriegues qoe declarei oa casa, volando
smeme, pelo que -usle-iei, e contra o mais que con-
ten o projecto em uUcussao.
Vai a mei* a apoia-se uma emenda.
He tido e apoiado om requertmenlo.
O Sr. Tkeodoro : ( Nao voltoo seu dscorso.)
O Sr. Souza Carvalho justifica as suas emendas,
declarando que se nao oppe ao adiaraeulo proposlo.
Annonciando-se a chegada de S. Exc o Sr. Joa-
quim Pires Machado Portella, vice-presideole da
provincii, que vera pres'.ar juramento, o Sr. presi-
dente, desicna uma commissao para recebe-lo e
preenchidas as formalidades do e-u lo, S. Exc. pres-
ta juramento, e pouco depois retira-sicomas mes-
las solemnidades com que foi admiltido. '
Fira ada la a disnus-ao, qua ni o a primeira parle
da ordein do dia.
SEGUNDA PARTE DA ORDEM DO DA.
I. uiiiiiuar.in da segunda discusso do arl. 5. do
orcamenlo provincial com a* emendas olferecidas.
O Sr. Metra Henriques: j Nao restituio seu
dscur.o. )
O Sr. Lacerda : ( Nao voltou seu dscorso. )
O Sr. Satcimenlo Portella : (Nao restiluio seu
discurso. J
Dada a ora, fie a discusso adiada.
. O Sr. Presidente designa a ordem do dia,e levan-
la a sessao.
Sessao ordinaria em 13 da abril da 1857.
Presidencia do Sr. Jos Ped o da Silcu.
Ao meiu-dia, feit. ., chamada, e havendo numero
legal, abre-se a sessao.
L-se e approva-se a acta da anterior.
O Sr. 1. Secretario da' cunta do seguinle
EXPEDIENTE.
Lm officio do secretario do governo, remetiendo a
ennta da receila e despeza da cmara raonicipal da
villa de Serinhaero no auno prximo passado.A'
commissao de orr;amen(u municipal.
Outro do mesmo senhor, remetiendo uma petigao
em que a companhia da estrada de ferro, invocando
a garanta, que Ihe foi dada pelo decreto n. 10:10 ale
,7 de agosto de 1852, pede a desapropraoao, nao s
Ve un* terrenos de marmita no lagar das Cinco Pon-
ta, designadas na planta que aprsenla e dos que
e\t. '.'e l")s'IB a cmara municipal ; mas tambera dos
edificios que nelies se achara conslruidos e que lam
bem perlencem a mesma cmara.A' commissao de
n- .trios de cmaras.
Uma'petigao emque Benlo Jos Pires, arrema-
tante do quinto tango da r .milie n;a i da estrada do
sul, pede se consigne quola na lei do orcamenlo pro-
vincial, afim de ser o suppllcanle iiideranisaJo da
despeza que fez por mandado da presidencia com os
reparas do damno cantado pela grande cheia de 1854
na in-sina estrada.A'commissao de orgamenlo pro-
vincial.
Oo.tr* em que Antonio Jos Rodrigues de Sooza e
Jos Euzebin Alves da ailva, vem pedir uma inler-
preiagao acerca da lei provincial n. 399 de 4 do cr-
ranle, relativa a venia de bilhele* d- loteras de ou-
lras provincias.A' commissao de legislado.
> ia 11 dos, julgados objectos de deliheraclo e man-
dado* imprimir os seguinle* projeclos :
A commissao de petigoes, tendo presente o re-
quertioento de Jos Aulonio de Arauju Jnior, que
pretende eslabelocer em Papacara urna fabrica para
exlrarrao d'oleo do carofodo algodftu, allendendo a
vanlagein para a provincia, que resulta do bom xi-
to de semelhanle idea, e ao mesmo lempo a neces-
-nl tde de garanta, que tem os contracto* com a fa-
zenda publica : he de parecer que mediante con-
dicois mais reaes. do que offerece o peticionario, se
adopte a resolngao segrale :
A assembla legislativa provincial de Pernnam-
buco, resolve :
Arl. 1. Ficara concedidas la- loteras de 120
eoulos de ris cada urna para auxilio da fabrica, que
vai Jos Amonio de Araujo Jnior eslahelecer em
Papacara, que (em pur lim exliahir oleo de diver-
sas (abatnelas, e especialmente do caroco de al-
godao.
Art. 2. O concesionario se obrigara' a prestar
flanea i l.mea e a apresenlar a fabrica Irabslhando
com proveilo dentro de tres annos, ns quaes s pu-
derao ser prorogados por causa de forja maior.
Art 3. Compete ao governo da provincia a ins-
peegao da citada fabrica,|assim como a confeccjo do
contrato, de maneira que se torne exeqoivel. "
Arl. 4. Ficara revogadas as disDosigoe* em con-
trario.
Pago da assemblca lezislativa provincial de Per-
nambnen 13 de abril de 1857*Antonio Cavalcanti.
Mello Cavalcanti.
Guilherme Augusto Rodrigues Selle, arrem-
tame da b-rreira de Mntocoloiub nos Afogados pe-
de a i eri-.io do seu contralo, retiluindo-ae-lhe as
ledras a vencer, logo que coraecarem os trabalhos
da estrada de ferro, era consequencia do prejuizo
infallivel e imprevisto do peticionario, resultante da
proximidade da mesma estrada con) relajan aquella
barreira. A commissao de peUres altendendo a
justij da caus na pirle principal, considerando
que a via frrea nao entrara' era seus efieclivos tra-
badlos cora a brevidade allegada, e que as letlras
a restituir devem ser simiente na propurjao da par-
da ; he de parecer que se adople a seguinle :
K eso I o tja o.
a A assembla legislativa provincial de Pernara-
hueu resolve :
Art. h Fica rescindido o contrato da thesouraria
provincial feilo com Guilherme Auguslo Rodrigues
Se'le, acerca da barreira de Motocomb per(encen(e
a e-ira la do sul desta provincia, logo que comecem
os trabalhos de transporta da estrada de ferro, se
por ventura o novo plano do cornejo desla alleruu-a
parle que podeprejndicar ao ..tilo arrematante-
a Art. Realisada a hypolhe*e do artigo ante-
rior sr-lhe-hao entregues"as leltras a veucer por
dito Sello as.ina las. correspondentes ao conheci-
mento calculado para os mezos qoe I'.Harem do seu
contralo,
Arl. 3- Ficam revogadas as disDosires em
Conlrarin.
Pajo da assembla legislativa provincial d
Peroainhueo 7 il* abril .le 1857.Antonio Caval-
canti.Mello Cavalcanti. a
He tido e appravado o seguinle parecer !
Mai.iel Luiz da Veiga pede que esla assembla
au'.onseo pagainenln de 2l:ti025i88 rs., que a c-
mara municipal de Olinda Ihe esta a dever. A com-
missao de orame..i municipal, para bem avallar
semelhanle prelenji, neeessila de inlormajAo
d'aquella cmara, e por isso he de parecer que se
Ih'a peca.
* Sil; las commisses 13 de 'abril de 1857.__
Herbada da Silva.Nascimenlo Portella. Barros
de Lacerda. \
(Continuar-sc ha.)
O eapeclarnlo de antes .le honlem foi summa-
meule concorndo. O Sr. Joao Caelano ostenlou-se
arada como quem he, o arl.sla dramtico por ex-
cedencia.Essa tragedia (Anliinio.Jus) demonstra
a luz uierediaiia, que quantlo pafavras do Evange-
Iho nao poder reJuzr corajes oJisecados, as foguei-
ras e lodos o tratos horriveii s farfio perpetuar as
norMiAi*
. .
l' Bravo, Sr. F., he assim mesran que se deve
obrar, he assim mesmo, sim senhor; mas de
lite I -itihre seinnra iinit rn....- .. o- ..,.-
le'obramos. Itellicla que nao ha ilireito que m\o d
va ser respeitadj, que todos os direilos rio igu.lm ii~
te sagrados.
Oovimo* dbrer que era lugar liso, ha um ne-
gociulio um pouco eifpo: livros que lisamente se
fio comprando e crespamente se van vendendo. Tu-
do be negocio, dizem; mas mis, pcss.hni.ias aborre-
cidos e impertinentes, a-hamos esse um mi nego-
cio, nina e-peculajAo illirita.uVamosao poique...
Ora porq te ; porque os vendedores pela mor par-
le nao o p.idem fazer. Mas prqoe '. Porque
sao meninos que o fa/.era contra a vontade de seus
pais, que nao eessain do clamar contra tal imraora-
lidade... Mas, como quer que seja. (alla-s- muito
contra semelhanle negocio. Nem sempre lie verdade.
a voz do povn he a voz tle Dos, m-s pode bem ser
que de-ts vez o seja, e entao ahi esta' a policia corn
mais um Iranalbo. A' pro,osilo, uo Judas e.in sabba-
du de alleluia ha ara nuine bem esquisito ; ora que
despropsito !...
Locuplelaram-se os alravessadores de peixe
com a Paixau de Chrislo, aproveitaram bem a puca,
lavarara-se, como dizem. Mas o que olTreram ?
Nada ; e e lendein que o direilo de propriedide Ibes da' poder
de vender o que be seu por qualquer preco, embora
especulen! cruelmente com as necessidades do povo ;
. plantas do- ..fugados, a
e nao pensam que a sua liberdade em todas as or- los da roa do caes do Ramo.
dalia Iprtnin. ,.,. t .t~ :.- a !*
Pruponho que se aprsenle -ao Sr. Dr. ebete ae
policia, pedin lo providencial, fie* qae a dir*r-
loria do ibealro de Santa Isabel, oa asseaa rumatHsr,
nao Mmente prohiba as repreaenlare esa ** taa-
liticados. como obste a repelijaa da frc qao pala
sua arabiguidade uffendena a decora das fiamas
honestas.
ci Pajo da cmara municipal de Recife, 91 de
marjo de 1857.Silva Barroca.
Poslo em discuss, curren esta em penca ima-
da por eliiui lempo, e indo a' velo a reqoarlasen-
lo, den-se empale na volajio, desampalada a lavar
o Sr. presidente.
Os senli.tres Barala e Reg, qoe so nppetrraai aa
requermento, declararan) que araim a fatiaaa p-r
que Ihes pareca que a caraira era lurompeleala *>-
r* o fazer, e porque se vigora va na* canora ttrflT
VI?'1 a" "o'o'idade, a cojo carga asu' a lasawrle
o liiealro e espectculos publica*.
USr. Barros Brrelo fu o segrate requeriaaante
que Tui app,uvlr4o .
> I roponho que se empreguero o* roeins ntraasi
nos para coni,oatr ru ao Arajtae al* a raa la
uaiia d Agua, desapropnan io-o Iras easialus wr-
,e'^Hrua S-U Cruz, -si. MMiWNl
limite dos cofre. ..a c.m, municipal, aa aNaupri-
pr.em a. oulr., Ca-inh que ficarem e-tr/TaZviI
'""^'^P-Jad. Santa O.z.
'mL^SluSa^* "nal do Reeife, 21 da
marjo d. ia.7.-M.ooe| ar Birro> B.rrrt*. a
A requer.ioento do Sr. Fr.aea. re.olve.-. ...
se pediss.m o Exm. Sr presidente d*
deus termina onde corneja de seu semeihante,
que ess* direlto de propnedade nao he tao ibsolulo
qoe se posia u-ar i elle em prejoizo de uotrem e
muito menos do hem geral.
Era Olinda o peixe vendeo-se pela semana
sania por preco excessivn. Consta-nos que huuve
quera vendesse au povo peixe podre, e que ene in-
nocente nada sollreu, pois nos dizem, que e grtlou
bem pelo seu nome Mas houveram olhos que o
nao viram, e oavidos qoe nao ouvlram, e alias de-
vendo verse ouvir. o dit, que tres das depois do
peixe podra, elle, o cuja, veniia peixe bum sim, po-
rem barato em sua cabaninha. Dizemos baralu,
porque atravessador uo vende caro. As cavadas, is
carapitanlas, etc. peudiam-lhe do lecto como da la-
piuha pendem as fraclas que ornam'o presepio, em
qtianto qoe o povo nao i-nlia peixe para comprar.
Querem qoe todo aquelle que viola a lei seja ponido,
mas islo nem sempre ne, nein sempre pode ser assim;
e veja-se qao sendo tambera regia, que se quenna
loda aquella que val ao fago, lodo o mundo sabe
que, sem serem salamandras, os meninos de Babyio-
m* passaraui inaitu lempo na fornalha ardendo, *
sahiram intactos ; ch imamos para islo a allenjao
do fiscal e da policia.
Cantina*** a' vender um ovo e um pinto pelo
mesmo prejo de un, ovo s; ja' e v qoe a ovo au
sera fresco, porque ovo fresco nao tem pinto. Tai-
vez seja boa a inleujao dos vendemres, elles veem
procarar-se fraclas volita', como saperiore s fres-
ca*, e pensam por isso qoe o ov.i velho sera' prefe-
r vi i ao frsco. i; .iiad is, upubres de espirito que sao,
delles ser' <> reino dos ceas.
^ Porque razao esse cocheiro das proximidades
do Cara** en3o corrigir'? Qoe obstinajao 1 Nos
Ihe dizermus que esta' oOendendo a taude publica
com toda essa porcaiia, e u boinem cada vez mai
porco, mais nosso iuimigo. Sr. Intaf, iulervenba. O
hornera he leimoso, ma* por isso a felicidad* geral
se nao ha de perturbar ; uma muleta uo duas e mais
alguma cousmha, para ver se esse novo Tymon ana
nos quer tanto mal, senao da' asylo ao viajante acor-
tez, queja' uma vez nos visitn. Se o cholera tem
alguma morada aqui era Pernambuco, nao he senao
nesa coclieira. no lugar que mais elementos offere-
ce ao degenvolvimeuto de urna peste. Expulse este
seu hospede, meu senhor, araisere nobisn limpe seu
estabelecimentu, que elle espavorido foge de lodo o
lugar onde nao ha porcaria Por essa razao esta' em
su casa, [ora com elle.
Consta-nos que o Sr. fiscal da Boa Visla lera
trazidu atropellados nos vendellides por causa de me-
didas, pesos e gneros corruptos, conderanando a to
dos quinto infringen! os preceitos monicipaes. Fol-
gamos rnuito_ con. esla uolicia, e desejaremos que
tomillo, u Sr. fiscal a assim proceder, porque he
esse o meio de se fazer respeitar e merecer os nossos
elogios, e acabar com essa Iraficancia escandalosa.
Mudo abalo lem dado o projecto apreseulado
na assembla provincial, aulorisando ao governo a
contratar a l'oruerimenlo das caruos verde), cada
um faz a su anaijyse, todos fallam e nenham lem
razao, e nos desojamos que ^iles elle passe,
para assim melhorarmos de ...
Vial como fallara apparclbos chimicos para se
conhecer o leite falsificado, rogamos ao Sr. fiscal da
Boa Vista, que tao solicito se ha mostrado em prol
do pou e qui lio bem vai de.empenhan.io as fuuc-
jOes do cargo que occopa, qne disfsrjadamente d
um p i-.eio a estrada nova e v,' presenciar as mista-
ras que all se fazem, que por certo ficara' aby.mado,
e nao Tara' injuslija Lineando fra todo aqueje lei-
te que houver ido misturado.
Hoje sobe a sceoa u drama Diterlor Fran-
efz em beneficio do Sr. Jos Luiz de Azevedo.
E,te drama, ura dos melhores que o Sr. Joao Cie-
l.nottin sei.i.-: I i. he ornado de scenai bai-
ladlo inleress.iuie*, que,quando ule fo' -epreseuta-
do, dallaran) bem vivas iijjaifes'es, ^_ amor,
ajjoura. e^4levr\-lifiiracliairr^uitados coinvCore*
to eia>t,is que as.iinpressdes por elle deixadas, .sao
ni......ne Inora- !... A visla da honda le do drama, o
Sr. Jos Luiz laiit; ,n mao lelle para seu beoefico
com profereuria a oulros, para desie mudo talisfa-
zer aos seus convidado* e amigos, e dar-nos mais
u na piova, do quanlo procura agradar ao publico
pernambucann, o Sr. Jos Luiz, he ura artista, de
bastante talento, que ao bom de-empenho da sea.
papis, rene as. inaneiras pulidas e delicadas de um
pe feilo Cvalheiro, e sabe Iralir 13o bem, aos que
descrnenle- vao au escriplorio em bnsca de bilhe-
(ei, que saliera sempre agradecidos pelas razAes que
Ibes aprsenla, e encunado por seu bom rao lo. As-
sim pois, o Sr. Jos Luiz, ja par seu trabadlo, j* por
suas arenes tem-ie tornado credor da eslima eral,
e esperamos que o publicu,hoje da de seu beneficio,
le d disso uma prova, coucorreudo para que esle
arlisla, lenha urna euchenle real. Assim o desajmos
c esperamos,porque o Sr. Jos Luiz, (permittam-noi
ainda eita vez) lem sabido couquisler as nosiai sym-
pilhias.
O vapor brasileiro nPersinunga, conduzio
desla provincia par i o Macei e porto intermedios
os seguinle. passageiros :Jos Pedro Carneiro da
Cunta Albnquerque, Olympio Marques da Silva,
Antonio M. Ramos, Felisbino de Carvalho Raposo,
Dr. Jos deMeudunja Reg Barros, Dr. Bernardo
Antonio da Mendonja Caslello Branco, Julio da
Silva Lobo, la senhon, I filho menor e urna es-
crava, D. da Silveira Lobo, Joaquim Frauciico
Diiiiz, Gabriel Antonio de Souza, Joaquina alaria
d (.un eir.i i e 2 lilhos.'
(I vapor brasileiro a arana,o conduzio a sao
bordo desla provincia para us porto do sul us segra-
les passageiros:
Desembargador Severo Amorim do Valle, J. Je-
ron) mo Monleiro e I escravo, Dr Jos Sergio Fer-
i'cn.i e 1 escravo, Ilaurique da Silva Aniones e 2
eicravos, Antonio Jos ,de Cequeua Vtente e 1 es-
cravu, Dez. AAdr Bastos de Oliveira a 1 escravo,
leneule Joao Manoel de Luna e Silva, Guilherme
Calheiros u Graja, desembargador I', mardo Ra-
bellu da Silva i'ere.ra e 1 criado, Joaquim Alves da
Silva, Dr. Domiugos tic S. Leao, sua -cultora. 1 li-
dio e 2 criados, Dr. Jeruuyiuo V de Castro Tava-
rc e I criado, Caelano Alfonso Teixeira, Francisco
Manoel Miranda, lenle Jos Amonio de Lima,
Joao Paulo Pereira Das e 2 escravos, Francelino
da Silva Monleiro e 2 escravos, Azariai Carlos de
Carvalho!,ama e I e-.ravo,Dr. Sebastiao do R. Bai- .
ros e 1 criado, barao de Ciraaragibe e 2 criados,
Antonio Jos Duarle e 2 escravos, Dr. Francisco X.
Paes Brrelo e 1 criado, Dr. Francisco C. II-.i ..Lio
1 escravo, os saldados Manoel Antonio 1 miado,
Marianno Barbosa da Silva, Joao do Reg Barros,
Pedro Cesar l'.i Brrelo, Manoel Alves de bran-
les, .Seoisii.lu Buhadlo de Vaicoucedos, Charles
James I! tusn. Jos Joaquim tle Oliveira, Fre Fi-
hppe do Sao Luiz 1'uii, Fre Joaquim do Desterro
e 1 criado, Joso Amonio Itiu uro, ioio Mauricio Ca-
valcanli da ftoeo Waimeiley el criado, Joo Vas-
co Cabral e I B*er*VO, Erue-to Auguslo do Alenla
Campo e 2 criados, Joaquim Piulo de (Jaiupoi el
escravo, Jos Goucalves di Silva, Delonsanno Pinlo
de Arauju, Dr. Jos Benlo da C. e F'iguetredo, 2
liIbas, 2 escravos e 1 criada, Jacintho Jos de Me-
tleiros, Dr. Augusto F. de Oliveira, sua mana e
2 escravo, padie Joaquim Maucm Maciel e 1 escra-
vu, D. Ctemenlino Augusto Corre* e 1 lidio.
L-se no Jornal do Commeicio da Bahia de
ti do correle : o No da 3 do correute veuoeu-se a
carne verde a 8 patacas e honlem a 10 ; anda ha
nuilu quera esleja admirado deste tacto. Admira
los estamos uns de saberraos qoe na Bahia >e vende
i% carne verde a 10 patacas,na mesma occasiao em que
nns aqui a estamos pagando a 20. Nao aovara' p .r
ahi algum especulador philaulropo que se lumbre
de mandar comprar gado na Baha!
O paquete a vapor santo Comle Cavour.n sa-
bido para Genova, levou a seu bordo os seguales
passaueirus :
Antonio Luiz Gonjalves Ferreira e 1 filho, Gaspar
Antonio Viera t.oni ir tes, Luiz Manuel Hodrisues
Valenja, sua senhora e 1 lidio menor, Ma.ioei An-
tonio dos Sanios Fooles, Jos finio de Magalhaei.
Dr. Jos Eugenio ia Silva Ramos, Jos Moreira da
Casi*. Bernardo Kerrcira Luna, Manoel Ame, Jos
t.aetauu de Carvrthu, Frery e sua senhora. Po A-
ducci e sua scuhura.
Ate amanhi.
CAMAIIA MUNICIPAL DO RECIFE.
:). SESSAO ORDINARIA DE 21 DE MAULO
DE 1857.
Presidencia do Sr. llego e Albuquerque.
Prsenles os Sis. Barros brrelo. Reg, Barroca e
Franca, fallando com causa participada o Sr. Mello
e sem ella os mais seuhores, ahrio-se a sessao [Si
lula e approvada a acta da antecedente.
Leu-se uma informajao do fiscal da Roa-Vis(a
em sentido favoravel pietencao de Jos Nones de
Oliveira qne requereu lirenja para cercar de ma-
deiri um pequeo larrea* qon pussue na ra da -V-
legri.i, aili de evilar o deposito de llxo e iramumli-
ciai. que uelle se faz, com a cnntdijan de assignar
termo. obn.i,do-*e a desfazer a cerca, qoando *e
Iw.er neoessano, e a cmara o exigir.Concedeu-se
na forma requerid*.
Foi approvado requeriuinlo do Sr. Barroca,
que na se.,au antecdeme ficou adiado.
r.qTim*DVrrMll0r 'Landa 4'm,1 0,eguin,
Hita.
provincia aa
liana****)-
a praia de 81*
San-
Despicharam-ie as Delicies d Joa0l-K rUa s.
lo., Jos da t;,l. Rabella. haeh.rt U,TmIT-S
d Cunhi Soulo-Maior, Jo* Gonjal,^ fZmZ
Cosa, Joaquim do Rosario, bichare! Jalo nal
FalcAo de Albuquerque llaraiiltio, Mmaai
Viesas, .Manoel Maiian.. Gnad*., Relaja
da Almeida, Varalo de Fred Tavira. a I '
e a esso.
Eo Manoel Ferreir Accioli, seerelaria a aaara-
vi.Reg e Albuquerque. pre-idala M. d* Bar.
ro Brrelo,Silva Bairaca.Barata da llaaaai.
Reg.Franca. 9
. SESSAO ORDINARIA EM 23 DEMARCO
DE 1857. vu
Pres,dencia do Sr. Ittgn AlWqnermut.
Presente* o Sr.. Barro* Brrelo. Barala Viaaa*
Franca e Mello, abrio-se a sessao, le |iaa aaaan
vada a acta da antecedente. Fr^
O Sr. Birala, .ules de se fazer a Irilara da -
pediente, miiulou masa a seguale prapasta ;
discusso se demorou al qoe ebega*** a Sr. f *
Pelo fundainento. qoe apresenlei na t
lenuz, proponbo que seja revolada a execoci. a
requenmeolo do Sr. vareador Barraca reladv
le a represemsr-M ao Dr. chefe de polica a i
to da pruhibicao de alguma. farcai. qu* w rea
tam no theatro publico, a para qae naa baja i
lculo nos ..mingos e dial lano*. R*cife. m
naarjo da 18.7.-B.ral*. a "'
Fez-ss a leitura da legomle
EXPEDIENTE.
Um ofiicio do Exm. presidente da provincia, aco-
sando i recepto do desla cmara, em ana Iba aa-
vioo dex copias da actas di eteirjo alliaa a ana
proceden para eleiiore. nai frecezii danta ainni-
cipio.-Inleirida.
Ootro do fiscal de Saolo Antonio, pediada paga-
mento da quanlia de 8)240, qae Kspmdera caaa
conduejaj) pan alera da Crnz do Patrio, ealerr*-
mento ah de um cavado que appareceo i
Larso de Palacio do governo no da 2i da i
-Man lou-se paasir mandado.
Outro do solicitador fizando nma eipaaiea* i
du causas j.diciae da n.unicipalidada, eav
uma relarao dividida em qualro parle. taaneNi
de que lera- ciencia, dizendo-ln *ar pracina m
busca nos carinos pira dncobnr algaava* ana *a-
lejam no ciso de ler andamento; mu qae anda pre-
ciso pagar as despez.s oe bascas, consultiva a atina-
ra se o devia facer, a finalmente pediada-lbe mum-
daa dir aleo** dinheiro para ai despeza. ja taata* a
por fazer rom ai mesmas canias, brig.nria-*n ,-
presentar son contal por e*J*i. aa qaaada a en.
mira determinar.-Mina^Laiwpaader ,.
dasse dar as buscu e pr.aM*aoe o indaaaaala m
c.u.a qoe se chissem panlaudas, ma* ana eati-
vessem revenda, de prava, indi.peosavei., *m da
"do decabirjjnie1p.lidide am joizo. e beta m-
sim a*ni*M qoe a procurador fainiiaaaa a \
nheiro padMo pelo tolieitador, abrigaada-* eeta a
dar as anas cantas do mesmo moda eo* qaeie imana.
L ma petijflo de Jos do. Santo. Torre, por letra
dos auditoria., vinda da presidencia para tar infor-
mada, em que o pelicion.no pana a o Exm. prn-
denle Ihe mande pagar quintl de 12M*0 me
despendeu com o fomecimeulo de papel, trata pea-
nas, Imieiros, agua e outros objecloa para'a tala das
audiencus, enlen lendo a Ihesouriri* da ttmtt
que esta despezi deve correr por coala de* cofre*
municipal*. Qu;* e ioformam a S. Ele., ana a
despeza nao pode ser pigi pt| c.mira, porqae Ma
na le nem pratica que o aulorae.
A commissao da pilicoe*, a qaem foi raraattid* a
requermento feilo a a.seroblea proviaeial peta* do-
no a caixeiros de Uvernn, pedindo qn par na
lo legisla.ivo Hjim o* me.mo* *UMm^mmtm
obngadoi fechu-w ao meio dia oa doaaioai a
lenjao, como ate foi de parecer qne n ***** iTf*-
chaswm torcos ui di referido*: eatnado am n-
eussao o parecer, na* foi appravado, r<*eltes cmara se informa.se centra o rnqnenda, par ni*
jolgar plannVeii n rizoes prodnzi.iaa na pelicia.
f.eu-se a enlrou em discoita* o parecer apreaoa-
lido pela mesma c.tmmis.o, dizendu qoe B.rtbefa-
meu Francisco de sonza esliv* no raa de reeenar a
quanlia de 1:9729263 pela indemni*nao da aen lar-
reno oceupado com o maladouro, e reolvea-se ana
se ouvisse pnmeiro au advogado ante* de .diw*vh
o parecer. fi""**.
Compareeea o Sr. Barroca ja no lim do* Irabilh*,
e o t:. presidente pez am dico*o o reqnenmeniu
cima do Si. Barata, qae foi approvido, tlera*. da
bem debatido, votando contra o* Se* aun*mi.
Barroca e Franca. ^ '
OSr. Mello apiesenlon o desenho de ama padre
em forma pyramtdil que achou propria para ma-
numenlo era que devera ser conservada* a* reata*
morlaes do fallecido Nornerlo Joiqnm Jos* Gaa-
dei, e ochando i cmara cara a sai irapertaacia, *
alieudandu a que o eitad* de sea. cafre* naa per-
mute grandes despezas, awaatou nn* se -niiaiji
preparar umi pedra par* Mr collocili obra a eena-
lapmo do fallecido, com inscripjlo conveaiaaM-,
correndo por conti tos prenles de mort* a* i
despezai.
Despichiram-e as pelirjoei do bacharel Aaaaa
I.OIZ (.a a ka n i i de Alboquerqoe, Antonia Jaai 4a
nosa, Alexandre Rodriane* da Almeida, bochar*I
Candido Aalrin d* Milla Alboqoerqn., Jc- Nana.
de Oliveira, Francisco Mende* Mirtim, Pedro Jeaa
Teixeira (.uim.rae.. L'rjola Mirtino, du Virann*.
V eruto da F.eila. Tavire, Jale Aalonio da f
e levantnu-se a es.ao.
Eo, Manoel Farrein Accioli, secretarle, a .
crevi.Reg e Alboqoerqoa, presidente.Fra _
Barata de Almeida. Silva B.rrae*. MlBi I
Reso.-Birro. Bego.-M. de Birro. Birrete. *
REPAHTICAO DA POUCIA
Occorrencia. do* dia II 12 da abril.
Foram preso: pela .obdeleg.ci* da fregaezia da
Kecife, Joaana da Reuorreijau da Jesas, por de-
sorden,, os warujos iuglezes Jaba, Smitt a Sinatl
Clemente, ambos a requisirSo da respectivo rinsnl
Pela subdelegacii da freguezia da Santa Aalania'
.Manoel Ignacio, por abri.
Pela >iib.telegacia da freguizia de S. J**, Gon-
jalo de Freiins Fragozo, por embri.gaez, Ja** Vi-
cente, por infraejao de postura* manieipaa*, a a
preta Mensela dos Pr.-eies, por laipeiU d* Mr *a-
Pela subdelegara da fregnezia do* Alegad**, J-
te Gomes di-Silveiri, Joiqnim Ferreir. a Jna Fian
cisco Borge, todo* por furto de cavadas.
E a reqai.ija.. do carador do* frica**, a arela
Manoel africano, para averiguarte* de ser au a*.
totano te trm*m*tm.
A assembla eceapoo-se honlem com a eajanda
discassao do orjameoto provinciil, .od,, pprand*
o art. jebe hojudo diado a diKussae *obr* a m-
A urdem du da he a primeira di.rossaa do ore-
jelo n. 31 do anno plaido, 22 e 2.1 do presan!* a
conlinuacao da mesma. p*o**ie,
- I v t^\flA*t m i
*v^ j atjaranjaav
O vapor sardo Cnnle-Cavear entrad* aa*>
honlem, traz dalas do Rio ale 2 e' da -^- *a
do correle. ^^ "" "
Foi concedida a demi,-a ,.,-pdi. p^aj.,.
de Govaz, sendo nomeado par* oblitai-l* Dr.
Francisco Jaira*rio da Gima Cerquen*
Por aviso de 2S do pdo fo. *.,<*. ..--a,
geral da arma de arliranria, forlilic.coe. i L\m
los de nuerra o brigadeiro Jlo Jase di Caan'rV
mentel.
plet.co, con, ,s aono, o n.ireehal d. VxTrolV.
conselhe.ro de guern, J3o Chrvso.l.m. rXto!
Por aviso de 1,1 d. levereiro, i ao*. pnbWe
fo. .mineado a,.Isl,n.e do ..nenie enT.lXfc *.
Suruhy, ajod.nte-general. na
Janeiro, o Sr. Manoel Rodr.goe.
tsr.to.
provincia da Ra 4a
Hirra Faocara da
Foram nomeado* :
Chele de polica da corle, o
Monleiro :
I*. Is.dre Barres
Juiz da sefondi vira eommereial, da corle. de-
sembargadnr Gadov.
As noticia* de S." Piolo, e Cimpa., recebad, al-
timante na corte dav.m como ex.sleni* einnallM
doos lagares a fehre amare!!,, fainada aliena vic-
timas.
Oa Babia, alem do qae e.n outro l.r eneanlra-
rno o. le.tore*. n.di ha mm. de menea*. A Mbrc
'" '"". f"er *'". -'ZV-rla. *J
ll..Nnod,ne!c8U"',?-se-<,',ndo -d.na**-
e..c. ^..CO,,PeLd,,,',u ""-'-al.me.la a mf-
a.Ti'a Je"e"M,rM'," Mirtini. niaiinali
ar.nl A"V" S- C,,,ri". eirc*ta^nAa
rara dmf.vo.av.,., m.i, taodo a inf^.*^


DIARIO DE PERNAMBUCO, TERgA FEIRA U DE ABRIL DE 1857
lemp, aprontado detorganisacSo en soa inlelli-
nncia, sqccumbip ticiima de alienarlo mental.
Chrgiram, *" Bahia, procedentes de.te porto : 1,
o patacho ingle aJ.C. Jost. coro 3 diaa de viagem,
i ai o brigue hamburguti Amatouas t> com 2
Sahiram, Pa estaporlo :
Do Rio, 29, ojbngoe Minerva, comscala pela
Di Baha, 5, a barca Flor de Oliveira e a 8,
n brigue escuna a Laura.
Achavsm-te carga para este porlo :
>'o Rio, brigues aUamio e Sagitario, e a
barca Recite.>
Na Bahia, o hiate Novo Olinda a escuna
.Zallla.
yublit&ef pcotfro.
AO l)R. HERACLITO DE ALENCASTKO PE-
HEIKA DA CRACA.
Trovador, escuta o canto
Que te envia um pobre amigo,
Quo vagueia sem abrigo
Contra o lado rigor oto.
Oove, acolite ai muiras fallas,
Fallan pura de amizade,
Que embebidas da saudade
Eil dedilho suspiroso.
Nunca Uve, como tu,
Lyra d'oiro a modular.
I.nulas trova* a cantar,
Inspiradas palo amor ;
Pois nao cabe ao trele bardo,
Mais que o canto (oteo e rade,
Mala que, informe, um alaude
UesTlnado pela ilr.
Querer milito, por ella,
Apezar de des lenha lo,
I r o peito abrazeado
Palo amor, chama vivaz ;
Tal fot sempre a minha siua,
SolTrer muiio, e,peregrino
Camiohar, sem ter destino,
Neste inuodn \\, fallaz.
Tu nem sabes que de magoas
Curte o pobre desprezado.
Que comtutio esperanzado
Taulas vezes julgou ser ;
I er a morte dentro d'alma,
Etorcer-se na agona,
E aorrfr-ae todava !...
.Ai 1 meu Daos antes mirrer.
Mas, emhora ao meu amor
I orne o fado des leuhosu
E-se aujo lio formoso.
Que mi -I 13o raal me quer.
Sempra eu me lembrerei
De ti nesta soledade,
E d'allivio tua amizade
Tere sempre oude esliver.
Uuve, pois, querido.amigo,
O cantar do coraba,
Que o tremor da miolia mao
Torna rude e desgeiloso.
Ouve, acolhe es minhas fallas,
Fallas puras de amizade,
Qae embebida! de saudade
Eu dedilho suspiroso.
Youmale.
29 de nnn;i.
..... I
IMPORTACA'O.
Sumaca naeonsI a Hoilencia. vinda da Baha?
consignada a Antonio Lo.it de Oliveira Azevedo, ma-
nifeslou o segointe :
2 caixes uiodezas e papelSes, 6 latas carrilera de
rame ; a R.ibe Schmettao 4 C.
79 barricas geuebra ; a Jos Joaqoira Dias Fer-
nandez.
50 caizss mamas; a Tasso J Irmao.
200 barricas familia de trigo ; J ohnston Paler
& Companhia.
1 pacole pnpelAet coberlos de seda, 1 caifa lan<
oidinirias ; a Domingos das Neves Teiieira Bastos.
2eaixote* rom 21,000 charutos; a Jos Aulonio
da Costa ce Irmao.
4 ditos com 42,050 111 lo- ; ao consignatario
t dito com 1,250 ditos; a Antunio Lopes Rodri-
goes.
32 taias de louca, 1,900 qiinrlinhas, Oalguida-
res, I caizo e 1 embriillio cadeira de arruar, 8 far-
dos coro 21 arrobas e 8 libraa de fumo, 35 caixdes e
1,836 ra\inlia* com 521:300 charutos ; a ordm.
' ...>>Ml..xii. GKHAL.
Rendimento do da J a 11. 50:0223820
Idtm do dia 13....... 4:463;959
.54:4865779
DIVERSAS
Rendimenlo dn dia 1 a
dem do di: 13. .
PROVINCIAS.
U. .
3:0865499
264925S
3:3506755
DESPACHOS DE EXPORTACAO PELA MESA
Uti i;n.N,-i;i.\ DESTA CIDADE NO DIA
13 DE ABRIL DE 1857.
LisboaBrigue portuguez Encantador, diversos
carregadores, 270 saceos assucar branco e roasca-
vado.
FalfoulliBarca ingleza Lunan, Johnstoo Paler
& Companhia. 840 saceos assucar mascavado.
Rio da l'ralaEsruiia ingle/.i A-ia, Isaac, Curio
& Companhia, 25saceos asaocar branco,
LisboaBriuue portuguez Bom Soccesso, diver-
sos carregadures, 100 saceos rssucar branco, 10
cascos mel.
LisboaPalliabnte Alfredo, Francisco Jos Au-
gusto Ferreira, 60 b.ir/is mel.
ValparaizoBrigue americano Volante, Amorim
Irmaos, 600,sacros assucar branco.
Illia Graciosa Patacho portuguez Liberdade,
Bailar & Oliveira, 113 cascos mel.
Lisboa Patacho portuguez Mara, Novaes &
Companhia, 16 sacras algodo.
Exponacao .
Rio de Janeiro, barca americana Mondamin, de
410 toneladas, conduzlo o seguiule :1,307 barri-
cas e 310 nielas ditas lamilla de trigo.
Philadelpbia, barca amaj-icaoa al. Welsh, de
280 toneladas, comluzio o aeguinle :3,600 ssceos
com 18,000 arrobas de assucar.
Eslsdos-Unidos pela Paraliiba. patacho bonove-
rUno -Julianos, de 201 toneladas, conduzio o se-
guiule :84 sarcos com 4,200 arrobas de assucar,
1,161 couros seceos.
Liaboa, brigue porlugnez a Viajante, de 29 tone-
ladas, conduzio o segointe :2,770 saceos. 5 bsrri-
quinhas e 4 caras com 13,876 ariobas e 27 libras de
a-stn-ar, 215 cascos mel, 217 eouros salgados, 26
saccas algoriao, 13 saceos gomma, 16 pipas agur-
dente, 4 praticlifie- de atuarello, 2 embrulhos doce,
1 barriquinha caf.
Porto, brigue portuguez S. Manoel I, de 255
toneladas, conduzio o segulnle :15,087 saceos e 16
barricas com 7,918 arrobase 11 libras de assucar,
32 aaccas algodao em pluma, 589 cooros salgados,
1)4 cascos mel, 5 pipas e 1 barril agurdenle de
eanna, 3 caixdes doce, 2 saccas arroz.
KChlifciHMUA DE RENDAS INTERNAS GE-
RAES DE PERNAMBUCO.
Rendimento do dial a II .... 7:7436991
dem do dia 13 .'...... 3I3541
8:0575532
,
CONSULADO PROVINCIAL-
Rendimento do dia 1 a II. 27:3656931
dem do dia 13........ 3:1846706
30:5505640
BAHA, 9 DE ABRIL.
Cambioi.
i
O luctuoso dia 27 de marco de 1856.
Por mais que minha delira as cordas lira,
Por mais que o peite mau convide ao canto,
Nada posso alcanzar... Ai! s so.piro.
Envidio meu corarlo em negrc manto.
(Dr. Magalh&et.)
Completa hoje om anno que a morte arrebaloo
do mando o lllm. Sr. tenante-coronel Bernardo
Anlanio da Mendoofi, encheu de luloe praulo orna
numerosa familia seaa amigos.
Foi naste dia que Deas, elevando da (erra urna
das almas mais virtuosas que nella pousavam, a re-
ceheu no seio dos bemavenluiados.
Longos .muios deeoneram dep"is da su mora, e
nao lerdo ces-ado anda as la rimas de humedecer os
odios de sena flhos, e urna sentida e amarga saada-
de de opprimir o eoracSo de seus mais ntimos
Batee.
Sua mamona ficar eternamente gravada o'alma
daquelles que o conheceram, bom.lernoe aflrelnoso
pal, amigo con-Janle e dedicado, cidado devolado
a aua patria, e crido-o para com o* desvalidos.
Boro pai, porque todos viram como desvelado edu-
cou seos filhos e tranalhou para os collocar na alta
posicAo em que boje se acham !...
Bom amigo, por a quem consagrava amiade!...
Bom cidad.lo, porque jf mais se negoa a dedicar-
se palo bero-eslar de sua patria, tanto assim que,
por essas excedentes quali ladea, era fidalgo eaval-
leirn da casa imperial, condecorado as tres ordens
do Cruzeiro, Rosa e Chrislo, e sempre eierceu mal-
los cargos, e principalmente eleitoraes, pala sympa-
Ihia que gozava !...
Caridoio para com os desvalidos, porque BttthWaf
t a tila se chagoa palenleando-lhe suas rre^siida-
des, que nao fosse promptameuta soccorrido!...
Pobreza desvalida, vos.qae perderles um pai todo
dedicado, em protector sem limites, deiai correr
_ _4iVJ[9HU omo>, seceos pela necessidade,?ama lagri-
rneoe saudade 51
Nao he per cerlo a mors o eiqoecimenlo de oro-
liumeni que dedicou toda a o vida para fazer bem,
por issii lembral vos sempre delta.
Esta! breves e mal 'trecadas Indias sito nma lagri-
ma de saudade que oonsagro a memoria de um ami-
go e protector, to urna ezhibi(3o que fago a saa fa-
milia, do mea pezar, nesle dia de tanto pezar para
Ha.
Assim nao fajo mijs do que juntar minhas lasti-
mas as da sua familia e de seas amigos, e dizer ao
mundo, que nesle dia foi ruteado do livro dos vivos,
nome do lllm. Sr. tenente-coronel Bernardo An-
tonio de Mendunca, o hornero que alguna podero
igualar, mros ou oaahuos eiceder em virtudes.
A Ierra lile ieja lave.
Villa do Pago 27 de maaro de 1857.
J- M. de Azettdo Jnior.
A visla das pruvu desle summario, e'o parecer du
Dr. promotor publico da comarca, condemno ao reo
Manoel Marques Coco, no grao mximo da pena du
arl. 3. dalei de 26 de uulubro de 1831. acumu-
lando mais o mximo da pena do art. 297 du cdigo
penal e mulla da le de vinte e seii de oulubro
de 1831. designando para'eumprimento da presente
seotenca a cadela da capital para onde lera' o reo
de aer conduzido e pague o inesmo reo as cusas (m
que tana bem o condemno.
Delegada de p,liria na villa de Serinhaem, 9 de
fevereiro de 185,.Francisco Antonio Carvalllo, ce-
pita delegado.
Londres a 60 dias de visla.
Par' ...;....
Hamburgo. '.....
Lisboa i) .' .
DobrOes hespanhoes .
da patria ....
Pecas de 66400 velhas. .
" de'4......
Soberanos.....
Pataces brasileiros. .
Mexicanos
Hespanhues .
Fretes.
Canal a ord. para o II -ino Unido 40 s. a 45 nom.
Entre Havre e Hamburgo 40 s. a 45 nom.
Bltico.
Liverpool 20 s. assuc. nom.
. J> lti por libra arg. I
Londres 40 s. r..,ir. vJ '
Hamburgo ou Breinen ii. VI
Trieste 45 s. a 50.
Havre ou Marselha 60 nom.
* (Diario da Bahia.)
28 a28 1|8d.
343 a 345 o fr.
645 650 ro. b.nom.
94 a 98 por c.
296000 a 29J200
293000 298200
16-5000
98000
88800 n 95000
16920 159b"
18840 18860
18920 15960
Na parte semenal publicada liootem, deu-se o en-
gao no valor dos cooros veriles, que sau de 210,
e os seceos espichado* 330 rs. por libra.
r0Pe^Jh.V **> P&KI&
ommtt(
^ilACA DO RECIFE 13 DE ABRIL AS
3UORAS DA TARDE.
Cntaces oiliciaes.
Cambio sobre Londres 27 l|2 60 div.
Dito sobre dilu27 3|4 90 div.
Descont de letlras9 1|2 ".i ao apno.
rrederico RobiUiard, preiidente
P. Rnrget, secretario.
CAMBIOS.
Sobre Londres, 27 3,4 a 60 d. e 27 7|8 a 90 d.
Pars, 350 rs. por fr.
c Lisboa, 95 por % de premio.
Rio de Janeiro, 2 por Ouj de descont.
Acoses do Banco, 40 a 4o de premio.
a' a- companhia de Bebenbe 54800P.
a companhia Periumbucana ao par.
a e UUlidade Pablica, 30 pur canto de premio.
e Imleinnisadora. 52 ideu.
a da Irada de ferro20 por 0|o de premio
Diseonlo de letlras, de,8 a 10.
Dito do banco8a 10.
yuro.Onjas beapanhulas. 28 a 288500
Mneda de 68400 velhas .... 168000
a 68400 novas .... I65OOO
o KOOO.......9JO00
Prata.Pataces brtaileiro....... 28000
Psol colnmiiarios......26000
, a mexicanos...... I586O
/anos entrados no dia 12.
Talcuana57 das, barca americana oMorning Star,
de 305 toneladas, capnao Wiilinis Cleveland,
equipagem 25, carga 1,300 barra com azeile de
peixe. Veio refrescar e segu para New-Bsdfurd.
I'erience a Nexv-Bedford.
Bahia24 dias, garopeira brasileira l.ivracilo, de
4U toneladas, mettre Jos Custodio de Lemos,
WtPaa*? i, carga charutos e mais gneros ; a
Antonio Luz de Ohveira Azeve.tu. Partence a
bahia. "^~
Iquique38 dias, brigue dinamarqi.ez Hercules,
de 223 toneladas, capujo Handtu, equipagem 12,
carga salitre ; a ordem. Velo refrescar e legue
para Liverpool
Rio de Janeiro30 dias, patacho brasileiro Bom
Jess, de 170 toneladas, rapiiao Joao (loncalves
Res, equipagem 12, carga 900 barricas com fari
iba de trigo ; a Barlholomeo l.ourenro. Perleace
a Peiiambucu.
dem22 dias, brigue brastieiro al). Affonso, de
212 toneladas, capitao l.ourenro J cintilo de Car-
valho, equipagem 12, carga pipas vasias a varios
gneros ; a Bailar & Oliveira. Passageiro, Ma-
noel Antonio Marques,
dem e porlos intermedios10 dias, vapor sardo
Cunte de Cavour, commandaote Jacome de
Negri.
isavim sabidos no mesmo dia.
Macei e porlos intermediosVapor brasileiro Per-
ciininga, commandanle o 2.' lente Joaquim
Alves Mureira.
Rio de Janeiro e porlos intermediosVapor brasi-
leiro Paran-., commandanle Fraucuco Ferreira
Borges.
>3Yius entrados no dia 13.
Richmood36 dias, barca americana aRainbow,
de .'til toneladas, capitn S. W. Baxter, equipa-
gem 12. carga 2,800 barrios con) fariaha de
Irigo ; a Rostron Rouker & Companhia. Pertence
a Pinta lalpba.
Bahia5 das, brigue escuna brasileiro Laura,
de 163 toneladas, capitao Manoel da Silva Santos,
equipagem 12, carga pipas com agua e djverus
gneros ; a Jos Baplisla da Fonseca Jnior. Par-
tence a Maranbau. Passageiro, Joaquim da Sil-
va Santos.
Navios sabidos no mesmo dia.
New-Bedford Barca americana Morning Star,
eom a mesma carga que trouxe. Suspendeu do
lamelrao. a
GenovaVapor sardo Cont de Cavour, com-
mandanle Jacome de Negri.
Pela subdelegada dol.' districto da
cidade da Victoria, se faz publico que foram
apprehendidos dous cavallos, sendo um cas-
tanho, e tem os quatro pos calcados, e ou-
Iro alazSo, os quaes por se julgar seren fur-
tados, acham-se depositados, econvida-sea
quem for seus legitimos donos, para vifem
justificar e tomaren! posse dos ditos caval-
los. Subdelegacia to !. districto da cida-
de da Victoria 11 de abril de 1857.-xlesn-
dre Jos de Hollanda Cavalcanli, subdelega-
do supplente em exercicio
C01SSELHO ADMINISTRATIVO.
O conselho administrativo tem de comprar
os objectos segutnle :
Para diversos batalhOes.
Panno azul para capotes, covados 4692,
dito dito para sobrecasacas e caigas, covados
847, esleirs de palha de carnauba 670, M-
patos feitos na provincia, pares 1246.
Quem quizer vender taes objectos, apr-
sente as suas propostas em carta fechada
na secretaria do conselho as 10 horas do da
24 do corrente.
Sala das sessGes do couselho administra-
livo para fornecimenlo o arsenal de guerra
13 de abril de 1857.....Manoel Ignacio Bri-
co, major presidente interino.Bernardo
Pereira do Carino Jnior, vogal e secretario.
O lllm. Sr. inspector da thesourarta de
fazenda desta provincia, manda fazer publi-
co, que, em cumplimento do determinado
em orden, do tribunal do thesouro nactoual,
tem de ser arrematado de um a tres annos,
que comecavam a correr do 1 de julbo pr-
ximo futuro, o servico da capalazia da a|-
fandega desta mesma provincia,a quem por
menos lizer ; maiores ou melbores vanta-
gens offerecer em favor da fazanda, e que
nos termos do art. 64 do regulamento de 22
de junho de 1836, o referido contrato andar
r em prca por 30 dias consecutivos conta-
dos do 1.* de abril prximo futuro em dian-
te, e ser arrematado no dia 30 do dito mez
de abril, a 1 hora da tarde, perante a tbe-
souraria. Os pretendentes comparecam om
seus fiadores legalmente habilitados no4u-
gar do costume.
Secretaria da thesouraria de fazenda de
Pernambuco 2 de marc.o de 1857.O olllcial
maior, Emilio Xavier Sonreir de Mello.
COtsSELHO ADMINISTRATIVO.
O couselho administrativo tem de comprar o se-
gointe :
Para o presidio de Fernando.
Ferinlia de man noca, medida velha, alqneires
400 ; azeite doce, caadas novas, 40 ; vinagre, ditas
ditas, 40 ; briiu branco* para len^es, camisolas,
(oalhas e fronhas, peejas 26 ; papel almajo perlina,
resmas 6 ; dito paulado, resmas 4 ; Huta de escre-
ver, garrafas 12 ; caivetes finos 4 ; baraudes de
cera 12 ; cera em velas de ineia libra, arrobas 4 ;
camisas de flanella 20; colchos 60 iravesseiros 60;
cobertores de lila 50 ; brralas 100 ; bacas da ra-
me, pequeas i ; talheres 50 ; ascarredeiras de ma-
lali 50 ; pratos de luuca, 50 ; chicaras e pires, ca-
saes 21; bules de louca 4 ; assucareiros 4 ; casti-
ces de metal 2 ; colheres de metal para cha' 50 ;
perfumadores 2 ; eicrivania de metal 2 ; tasouras
pequeas para curar caustico 4 ; cordas de embira
para andamies 200 ; vidro para caixilhos, caita 1 ,
ditos para lampeos de ra 30 ; folhas de (landres,'
eaixa 1 ; ditas de ditas dobradas, caixa 1 ; plvora,
arrobas 8 ; reparos onofres de calibre 12, 8 ; pedras
de amolar 8 ; pos prelo, arroba 1 ; verde em massa;
libras 2; alvaiade, arrobas 4 ; zarcao, arroba I ;
er, arrobas 2 azul ultramar, libras 2 ; fezes de
ooro, anoba 1 ; incens, libras 4 ; .espinlo de yi-
nbo, caadas novas 6 ; alcalrao, barril 1 ; dobradi-
cas de ernz para janellas e portas, pares 100 ; pesos
de ferro de 2 arrobas, aferidos, 4 sinos de 8 arro-
bas, e de 6 ditas, 3 ; vassouras de piassava 30 ; te-
dias 4000 ; lijlos de ladnlho 4000 ; pregus caihraes
4OU0 ; ditos caiiaes 4000; pregus ripars 4000 ; ditos
de guarnirao 4000 ;'frecliaes ue 20 a 30 palmos 40 ;
enchameis de 24 a 30 dilu 40 ; travs de 30 ditos
12 ; pranchOes de amarello 4.
Botica do mesmo presidio.
Algalias sorlidas 24 ; agua de flor de larauja, gar-
rafas 12 ; dita de alface, ilas 12 ; dita ingleza, di-
tas 12 ; dita de labarraqoe, dilas 4 ; dita e sede-
litz, ditas 12 ; dita de selle, ditas 12; raiz de althea,
libras 8 ; alfazema, libras 8 ; ammoniaco liquido,di-
tas 4 ; vene, ditas 8 ; acido oxlico, oncas 4 ; di-
to cilricu, libras 2 ; sauguesugas 200 ; baisamu Irn-
builho, libras 4 ; bicarbonato ue suda, ditas 4 ;
campliora, ditas 8 ; canlharidas, ditas 2 ; cevada,
pilas 16 ; conserva de rosas, ditas 2 ; cullodio, ditas
2 ; carbonato de ferro, micas 6 ; dito d putas-a,
libras 2 ; centeiu espigado, ou(as 2 ; calomelanos,
ditas 2 ; cannella, libras i ; emplaslode vigo, ditas
4 ; dito adhesivo estendido, varas 6; peueiras de ca-
ello 2 ; emplasto de aquillao gommado, libras 4 ,
enxofre soblimado, libias 4; essencia de cannella,
on<;as 4 ; dita de cravo, ditas < ; dita ditas 2 ; dita de aniz, ditas 2; extracto de absynlhie,
ditas 2 ; dilu da genciana, duas 8 ; dito de raihaDia.
ditas 4 ; dito de alface, ditas 4 ; flor de rnica l-
bras 8 ; dita do s .bugueiro, ditas 8 ; dita de
ditas 4 ; dita de chamomila, ditas 4 ; dita de
robras, ditas 2 ; gomma arbica, dilaa 8 ; grai
ditas 8 ; erva ciilreira, ditas 2 ; jaburandy cout ,
dita 4 ; incens, ditas 32 ; iodorelo de polssai. j,
ditas 4 ; dito de mercurio, onceas 4 ; linimento ano-
dyno, libras 4 ; ludano liquido de Siflenham, ditas
4 ; dito'de Ron-seau, onc;as i ; lllih,ic,a, libras 32 !
mostarda, ditas 32 ; musgo da Corsega, ditas 3; dito
islndico, ditas 5 ; mal de abelhas ditas 32 ; mag-
nesia calcinada, ditas 2 ; mana', ditas 32 ; ena, di-
las 8 ; manleiga de cacao, ditas 2 ; nitrato de p;-
lassa, ditas 2 ; oleo de ricino, libras 32 ; dito de a-
menduas, ditas 16 ; dito de copaiba, ditas 8 ; dito
de macella, dita 1 ; pastas de juiubas. ditas 6 ; pi-
lulas ferruginosas de Valel, vi.iros 12 ; solphato de
soda, libres 4 ; dito de quiniuo, oncas 8 ; sanear-
bonalo de bismutho, libra I ; xarnpe de groselhas,
garrafas 24 ; dito do bosque, ditas 12 ; dito de pon-
las de espargoa, ditas 40 ; dito de nal, vidros 40 [
dito de Lamouroux, ganaras 40 ; dilu peitorat'in-
glez, ditas 24.
Escola do presidio.
Historia de Simau de Nantua 20 exemplares, eco-
ooroia da vida humana 20 ditos, Ardhmelica por
Coliseo 20 ditos, calhecismo de Monlpellier 20 dilos,
resumo da doutrina rhnstaa 40 ditos, carias de a, b.
c 40 ditos, taho utas 40 ditas, grammatlca porlugue-
za por Castro Nuoe* 20 ditos, geometra pratica 20
ditos, pedras de lousa 40 ditas, crees 12 duzia.,
traslados de differenlea qualidades 40-
Quem qqizer vender laes ocjeelos aprsenle as
soas prupostasem carta fechada na secretaria do con-
selho as 10 horas do ilia 20 do corrente' mez. Sala
das sessoes do conselho administrativo para forneci-
menlo do arsenal de guerra 6 de abril du 1857.
Manoel Ignacio Bnc>o, presidente interino, Ber-
nardo Pereira do Carino Jnnior, vogal e secretario.
A SOMNMBULA.
Os bilheles de gerns, camarotes de quarli ordem
e varandas, estao a venda 110 eacriplorio do Ihealrol
Principiara' as 8 horas.
Para Lisboa.
O novo e veleiro plhaboto portuguez Al-
frelo, seguir para Lisboa com a maior bre-
yidade, por ter grande parte ta carga enga-
jada : as p 'ssoas que quizerem carregar
dirija-se a rea da Cadeia do Recife 11. 12, ea-
criplorio de Baltar <\ Oliveira.
Espera-se
at odia 16do
vapor I
(torpente, o
le 1 ice
le Liverpool, o qual depols de descarrear o le
lioaxer para este porlo, seguir' para a Bahia : '"
volla locara' aqu pora receber carga para Livc'-
puol em direilura.
Par* o B'o de Janeiro.
0 patacho nacional u \masnnas, pretende
sahir com puilM brevidade, tem metade de
seu carregan-.ento promplo, para o resto e
escravos a frete, trata-se com o seu consig-
natario Antonio Luiz de Oliveira Azevedo,
ra da Cruz n 1.
'ai O /IO d .Janeiro,
Pretende sabir nasles oito dias o brigue nacional
Veloz, tem promplo dous tersos de seu carrega-
mento, para o resto e escravos a frete, para os quaes
tem ezcellentes commodos : Irata-se com o seu con-
signatario Antonio Luiz de Oliveira Azevedo, roa
pa Cruz n. 1. ,
Para a Baha
A veleira e bem conhecida sumaca nacio-
nal Hortencia, pretende sahir com muita
brevidade, tem promplo dous tercos de seu
carregamento, pra o testo, trata-se como
seu consignatario Antonio Luiz de Oliveira
Azevedo, ra da Cruz n. I.
Saltar.
Lotera
D\
provincia.
^orrequitaii-ieira 16do
eonente.
P. J. L'iyme*
*- O agente Borja, em seu armazem na
ra do Collegio n 15, far Ieil3o dos movis
pertencentes ao Exm. Sr. Dr. Bernardo Ma-
chado da Costa Doria, presidente da provin-
cia do Kto Grande do Norte.'os quaes con-
sistem n'uma eleganie inobiliade Jacaranda
errm marmorc,ricos guarda vestidos df mog-
no, com espelho na frente e sem elle, guar-
da roupas, urna excellente cami francezade
Jacaranda com cortinados, urna graude mesa
elstica, aparadores coui pedra sem ella,
lavatorios da mesma forma, de gosto moder-
no, com todos os seus pertences, guarda-
loucas, solas, Cadeiras. mesas, marquezas,
commodas, e meias commodas, e outros
muitos movis para gabinete, quartos etc.
lindos candelabros de cristal de quatro a
cinco luzes, laniornas, candieiros inglezes,
riquissimos vasos, calungas e outros enfeites
de porcelana e cristal para sala e tuilett, apa-
relhos de finissima porcelana, para liquido
e sollido, dos de Io'uq azul para o diario,
vidros e cristaes para o servico completo de
urna mesa, um soberbo relogio de parede,
com msica, lindos qtia iro-, obras de prata
um ptimo carro de quatro rodas, inglez pa-
tente, com arreios, e urna inlinidade de ob-
jectos de differentes qualidades, e que fora
iofadonho innumera-los, pois s com a vista
podem ser ajuizados : quinta-feira 16 do cor-
rente as 10 horas em ponto na manhSa.
SchalheitliticV C, faraojleiaj em pre-
senca do lllm. hr. cnsul de Hamburgo, por
interv-nQilo do agente Oliveira, e conta e
risco de quem pertet.'cer, de diamante P 345,
urna caixa conteu lo 30 duzias de chales de
cambrata adamascados, e de i'l) 2096, urna
dita com 20 pegas de biins de linho e algo-
dao, avariados abordo eto navio Comte Ro-
ger, na sua recente viagero do Havre para
este porto: quarta feira 15 do corrente, as
II horas da manhaa, no seu armazem, ra
f CrjWi
^eilodequeijos
flainei.uos, e I011J1 inos.
O agente Pestaa far leilio Dor conta de
quem perlencer, de40caixas com queijos
flameng-os, e algum'S caixas com queijos
londrinos, os mais frescaes e melhores que
tem vindo ao mercado, desembarcados de
bordo sabbado da semana pausada, e ser
leito o leilSo, na porta da alfandega hoje II
as II horas da man lia.
Transferencia
doleilo de tuo >ili;i.
O agente Pestaa, transferio o sen leilao
de mobilia, annunctado para odia 8, para o
dia 15 do corrente, e tambera vender urna
preta de 40 annos pouco mais ou menos, no,
armazem do agente cima, ra da Cadeia do
Kecife n 55
Claudio ubeux
vende plvora ingleza a 13J, 149 15J00O rs. o
barril de 25 libras.
Os abaixo assignados com escriptorio
na ra da Cadeia do Kecife n il, primeiro
andar, itlm de nlguns dos gneros constan-
tes do seos ltimos annuncios, acabam de
receber uelo hiate Duvidoso, que ulli .-
mente chegou do Aracaty, boa sola, cera
de carnauba e gomma de mandioca, o prego
e qualidades destes gneros animarao os
compradores.Gurgel IrmSos.
(urgel Irmaos compraiam para Cori-
gasoFerreim de Barcellos do Aracaty o bi-
lhete inteiro n 2065 da segunda parte da
sexta loteria do Gymnasio l'ernambucan.
J\o consultorio l


precisa-se
de urna ama para o servico de urna familia
pequea : na ra do Pilar n. 12.
Perdeu'se no domingo de Paschoa, na
occasiSoda procissSo, urna pulceira de emi-
tas de louca grandes, com veias azues, en-
casilladas em miro, sendo as mestnas, pre-
sas por duas cobrinhas enlajadas Leudo
dous colxeles, tudo de ouro : quem tiver a-
chado queira entregar na ra du Caldereiro
n 40, que ser gratificado.
No dia 8 do corrente, desencaminho-
se sabida da alfandega, um barril de 5
com vinho de Lisboa marca JRS e PHK :
quem dolle der noticia, dirija-se ao despa-
chante J. A. Vieira de Souza, que ser grati-
licado.
- Precisa-se fallar ao lllm. Sr. Manoel
Jos Rodrigues Pereira, e por isso pede-se-
lhe qiie annuncie a sua morada poc esta fo-
Iba.
POESAS
DE o
# Furtado Coelho.
A Vende-se um resto : na loja do Sr. No- it
goeira, na roa do Crespo. f$
^y -ueii d, na ra no t.reopu. 19
Precisa-se saber.onde existe Jos Pinto
Tavares, de idadede 12 annos, chegado do
Porto oo mez de novembro de 1856 no bri-
gue Ks pe ranga, p,
carta e urnas incom
na ra da Senzala Nova n. 1.
lugar de porteiro do
Os abaixo assignados, com toja de ounve
na ra do Cabuga n. 11, confronte eo peleo
da matriz e ra Nova, lazeos publico,
Ksto recebendo continuadamente as nsai.
novas obras de ouro, tanto para ion hoce
como pira horneas e meninos : os proco*
continuam razoaveis, e passam-se coala*
com responsabilidade, especificando a qua-
lidade do ouro de 14 ou 18 quilate*, tirando
assim sujeito os mestnos por quaiquer du
vida. Seraphim &lrm3o.
AlgOCl^O USO Si-
en pira, com peque loto*
que de varia-.
Vende-se na ra do Crespo, loja da esqui-
na que volla para a ra da Cadela.
Carlos Walier, reiojoeiro, no aterro da
Boa-Vista n. 16, avisa ao respeitavel publico
desta cidade, que se acha eslabelecido en>
dita casa, promplo a receber quaeaqAerre-
logio^ e pecas concerneoles sua officina
para concertar, assim como concerta con
toda a perfeicao clironometros, o oue tudo
illianca promptiticar com a mais perfeita
ioicuiuiu uc l ojo iu un ^"...u..y pi uujpiim:ai COQ1 a matS
para se lbe intregar urna regularidade e solidez.
mmendas de sua familia : Acha-se na subdelegada da frguezia
de S. Fr. Pedro Goncalres do Recife, unu
trouxa, contendn roupa suja, que foi apa-
ndada no caes de Apollo : quem perlencer
@tvi 0,
/il.l-'AMiKtiA.
Ileiidimenlo do dia 1 a II. a
(dem do dia 13......
154:172*739
37:1838160
!91:33teM
Detcarrtgam hoje 14 de abril.
Brique bollandezG-overnew chomeroroleo, qaei-
jos e velas.
Bnaue porlufoezExperienciadiverso* gneros,
Brigue austracol.ijubicafamilia de Irigo.
Barca franceaClielisemercalorias.
. Barca innletaAnn Baldwincarvao.
Sumaca brsslleiraIfofleuciafarooe charolo.
Barca iuglexaNaupliantemerendonas.
Briaua inalaiManda Milesferro e cerveja.
Palaclioportugaer.Alfredopipase barraoevinho
Brigue braoieiroBom Jesosfariuha de trigo.
Calera logleaHermiopagi|o# con) loica.
Pela inspen;iln da alfandega se faz poblico qae
no dia 17 do corrente, depois do meio dia, se ha oe
arrematar a' porta remaiarau llvre dedireitos ao arrematante, um ca-
xotinho eom 24 frascos, ronten lo cada frasco 50 pi-
llas de familia, no valor cada um de 49, viudo do
Porto na barca portogueza Nosaa Senhora do Bom
Successo, entrada em Janeiro do correle anno, a-
bandonado aos direitoa por Jo Veloio Soares.
Alfaudega de Pernambuco 13 de abril oe 1857.
O inspector, Benlo Jos Karnandes Barros.
0 Dr. Francisco Comes Vellozo de Albuquer-
que l.ins, juiz municipal, em exercicio da
. primeira vara etc. etc.
Fago saber aos que este virem, ou delle
noticia tiverem, que em virtude da lei de 19
de agosto de 1846, art. 33 e Av. n. 8 do pri-
meiro de fevereiro de 1847, tenho convocado
o conselho municipal do recurso, que se
reunir na twcpjra doininga do corrente
mez, e funecionar por espago de 15 dias,
na casa da cmara desta cidade.
E para que chegue a noticia a todos, man-
det passar o presente edital, que ser afilia-
do nos lugares mais pblicos, e publicado
pela imprensa.
Recite 8 de abril de 1857.Francisco Go-
mes Vellozo de Albuquerque Lins.
t tara 0*9.
C0IIRE1O GERAL.
Cartas seguras para os senbores :
Antonio Francisco Albano.
Manoel Pereira da Silva Jnior.
Dr. Jos Nicolao Regueira Costa.
Antonio de Souza e Silva.
Izidora Senhorinha Lopes.
Francisco de Paula Pereira.
THEATRO
DE
santa Isaiel
TERQA-FEIKA, UDEABRL.
BENEFICIO
DO
ACTOR JOS LUIZ DE AZEVEDO,
Kepresentar-ae-ha o drama de grande e ornado com banda de msica marcial e tropa, inti-
tulado o
t\OVl)E':ERMFHAVCEZ
O Sr. Jo3o Caelano dos Santos fara' a parle do
capitn Van-ur, seguindo-se cantado pela eanhora
. Isabel e o Sr. Santa nosa, o minio applaudido
duelo o
MEIKINHO E A POBUE.
Rematara' o espectculo a nova e inuito jocosa
comedia em 1 acto
0 HOSPEDE DE SEU CRUDO.
Eis o divertimenlo que o beneficiado se ufaoa ter
escnlhido para apreseular ao respeitavel publico
desla cidade, de quem espera a sua proiect;i)o.
Os bilhelrs arlidin-se desde ja' a venda no escrip-
torio do llieatro.
Principiara' as 8 horas.
-Bier- -
QUARTA-FEIKA 5 DE Altltll..
l~i." recita da agnattira.
Representar-se-ha o drama em (i quariroc,
OS SEIS DEULUOS DO CftlME-
Jo&v Caelano far., a parle de Julio, por elle creada.
Rematara' o espectculo a jocoia comedia
0 HOSPEDE DE SEL CRIADO
Os bilhelas de platea c quarla ordem acham-se a
venda no dia do espectculo., uo escriplorio do
thealro.
Principiara' as 8 horas.
QUINTA-FEIRA, l(i DE ABRIL.
BEMF.GIODA ACTRIZ GABRIELLA
Depois da orchestra eiecular urna brilhanle n/m-
phonia, representar-se-ha o famoso drama em 5
actos
A DABA DE SAS-TIOPZ
no qual o Sr Joo Caelano desempenhara' o
de Jorge Mauricio, por elle creerlo.
Ftoalisara' o espectculo eom a comedia em
icio, lolilalada
W>&#* jbvtt&o*.
papel
um
O Sr. D >inin<>os a-
dolpho Viejrc* de Mello,
asignatario'ia cor regpon-
Ueiiiiia transcripta horijem
no Liberal Pernambiicano,
contra o SSr. autillo .jos.
Correa de Aliueidv, sub le-
legradp da freiiezia da
Boa-Vista, lio coiihecido
pelobacnWHleyaioH ;
ajuize o publico sensato da
mor.iiidade da correspon-
dencia.
Precisa-se de uro homom para distri-
buireste DIAKIO do Mondego a Apipucos :
na livraria da praca da Independencia.
CONSERVES FMNGAISES.
PIERRE PDECHE,
Propriraii-i (le l'Hotel et
' a trancis.
Ru du Trapiche n. 2.
A l'honnpur de prevenir le publie et parli-
culierement ses praliques qu'il a recu nou-
yellenientdcscunserves franrjaisas de qua-
lite superieutes, telles que :
I'ATS DE K)IS GRAS TRIFFS.
SAIICISSES THUFFS.
BOL'IH.NSTKUFFKS.
PATBS l)E CIVET DE LIEVBB.
THON MARINE.
SALMN,
CIIAMPICNONS Ai; NATUREL.
JUI.IENNE8,
et plusieurs autres qualits assorties. Le tout
a des prix moderes. II espere aueles por-
sonnes qui connaissenl sa ctiisine voudront
bien continuer a vis.cr son hotel en les
assurant qu'il fer son possible pour les sa-
lisfaire.
Im homem PorluBuei que sabe ler e escrever
desi ja arranjar-se como feitor, em algum endeudo:
quem precisar annuncie para ser procurado, ao
inesmo nao |he difl'erenca *er perlo ou lonae da
prai;a.
Pede-sea cerlo empregado da rep?rtio do
sello, que dorma em casa e nao na reparlic.a"o, pois
as parles nflu estao para esperar, como acontece qua-
si sempre que o mesmo Sr. lem de por aliiutna
verba.
Gntilaria.
Foi transferida a oflicina de rutilara de Mr.
Pommalcau, para a casa de Osear Deslibeaux, no
aterro da Boa-Vista n. 52, onde conlinoar a tra-
balfur no seo hbil oflleio : pode ser proourido to-
dos o* dias.
IIOMEOPATHICO
DO OUTuR CASANOTA.
28. Ra das Cruzes. 28. u
Tem lempre os mais acreditados medica- W
mantos em lininras e em glbulos e bas- $g
(ante em conta, porm vendem-se sempre tf,
mais caros por serem mnito mala apenles **
& ana qne s,1o preparados uo Rio de Janeiro, e
# que se vendem neila prafa : quem uuvidar aj)
9 vaja e experimente uns e outros, licara con- *J
# vencido do qae avaur;amos. f$
Domingos Alves >ia-
theus sacca sobrt; o orto.
Precis i se de nina boa
ama de leie p>r poneos
diae, pagrt se bem .' nt c-
sa da restill ca.o, or traz
de Santa Hita
Hoj.:, 14 t\j corrente,
desearreg?imse os queijos
hollandezes, e vendem-se
no armazem de B.iros Ai
Silva e Eiiiiz .ios dt Cos-
ta Amorim & C.
O Nr. alteres J.erony-
mo Alves da Assnmpcao e
mrjor Fre^uerstein, teem
cuitas do Rio de Janeiro*
em casa de Jos Antonio
da Gnnia & Irmaos, ni t
da Madre d lieos
Senhores redactores.lie poblico e notoriamen-
te sabido, que entre os senhores liberaes ou praiei-
ros .lo termo de Nszareth urna diminuta fracr;Jo de
Ires a quatro farrapos etistem, m.is como sabujos a
ladrarem, at pelas feiras e mercados pblicos, do
que as erealuras humanas, e to insolentes e desca-
rados s3o, que at se alrevem a raln-carem nrligos,
como esse que se ve no Liberal Pernambucano de
10 de marro, com a epigraplie Como va, a poli-
ca de Nazareth smente para verein seanoviam
reputaces de pessoas to dislioctas, como isentas de
quaiquer manrha, tanto publica, ce-mo particular,
cujos nimias serao sufllcientea garanli^ para as nos-
sas taetlhriejSa, or lem, e iranquiMlade poblica,
qoan fusAo a toda casta de desuideirus, e de espanto aus
assassinos e ladres.
A vala de seus precedentes, como se podera' tole-
rar, ijoe nos latidos de taes sabujus sejam esles ho-
mens na qualnlade d< empregados policiaes, capazes
em darein guarida a criminosos De mais, alora
de estar lioje no exercicio de delegado de polica
como suppde esse Uiogo conespoiideute s lera in-
lltienciado na polica Uaquelle districto na. quadras
calamiloxai poique lem pas-ado o termo.
Senhorrs redactores, no tal artigo, a lem urna
verdade, e esta nao ha oulra'senau lado quauto diz
esse cuinmuuicaiiie n,lo passar de ama vil calumnia,
pregada pelo maja balso calumniador e de uin pes-
simo correspondente do Liberal, qua deiando-lhe
ler denunciado este caso horroroso do a-sa-sinalo de
Alberto de tal, depois de 13 utezes, nenbuma ver-
gonha tem de mandar para os prelos daquella folha
13o estupenda falsidade, e para que aquelles redac-
tores recunheQim quilo nef.n io be o seu informante,
saibam que esse Alberto muilo depois de ter astado
na povoagSo de Alagoa ierra, e sendo arcominelli-
tido pela .pidemia, acha-se sepultado em um cemi-
teriu dos mais pblicos do termo de Coianna e que
quanlo a esle Sania Anua, se he lint que ja esteve
morando as porteiras do engenho Junco por esparjo
de mais de quatro annos, nenhuin desses sabujos
acreditarla que fosse ladrAo de cavallos ; porm ho-
je que se acla morando em lerraj be Haixa Verde, e
'lebaixo das aislas das autonda les puliciaes, e ri-
vendo-bnieslamente de seos servidos, sera' mais que
sunlcienie razAo para ser criminoso e a lespeilo
desee outro Jos Alvas, se fose licito enleoder-se os
latidos desses sabujos, .pergunlar-se-ha quem foi,
quem he e aoode reside dentio daquelle termo.
AO PUBLICO.
Corre-me o daver de declarar que honlem fin
dou a publicaran do itinerario com a epigraphe a
minha viagem e como quer que por engano lal-
vec, o Diario impriun.se a ternura parle depois do
artigo relativo a >uarda dos domingqs, deaan lo-me
asjim em divida para com os leil ire, por isso lago
eitadeclnrarao; idvorlindo am conclusso que o re-
Terido arligo sahio da imprensa com alguma* incor-
rec?oes, que sao para relevar. Francisco Ferreira
Coria.
Recife 14 de abril de le'57.
Joan Maaririo Cavalcanli da Rocha Wjnder-
lev, leudo de embarcar hoje no vapor n Paran, a para
o Rio de Janeiro, sem ter n lo lampo para se despe-
dir de lodos os eus amigos ; ofl-rece tanto aos desta
como aos da Parahiba os seus bous desejos pelos ser-
vitos il* Si. Si." naqnella corle.
Precisa se de ama ana para casa de pouca fa-
milia : na roa Imperial n. 41.
Vande-se urna uiolatiiilia com 10 anuos, muilo
Moda e e.perla: na ra larga do Rosario n. 2, 2."
andar.
Precisa-se alugar om li inm livre ou inesmo
esoravo, e um menino de 10 a II anuos : a Iralar no
burro de S. Jos, ruado Forte n. 3.
(,oanna !l de abril de 1857.
Com ludo vai como vai e uao como deve.por isso
l vai mole.
Oui suslinere non prulest suum malum,
Alios inspiciat, el ducal lolerantiam:
(Traduerao.)
Quem nao lem memoria uin me gaiiha. Tem ap-
parecido cerlos incoinmodos em algumas pessoaa
inesmo nacionaea ; por nAo pud>rem acreditar que
a lapagem lena pelos hollandezes a IfiO e pnu-o<
anuos entre Palha e ensenho Novo, possa ser des-
truida iro.no vai sendo) pelo bem (lencionadn cida-
dao o Sr. commendador Antonio Francisco Pereira,
que molestia contagiosa que enraees htm fazejos ;
rapazeshe lempo de unirmo-oo para rogar a eos
(iroiuiiarao de ma.s aniws, a nao etpiarmos s os
males alheios, ao paso que somos vislus e couheci-
dos. Moro em distancia de 13 leguas de Timhauba,
ouro dizer que e> lugar he mais pequeo e ha menos
berulho.
Ale logo!
D. Maria Felicia da Silva Sanio, vinva de
Joao da Silva Santos, declara que nao sa re.ponsa-
bilisa por qualqoer debito conlrahnlo depois desla
data que nao for jualificado per (Inrumenlo por ella
assignado e rubricado por seu tubo Dr. Augusto
Camairo M inteiro da Silva Santos que lao sotnente
se acha autnnsado a Iralar de negeems que Ihe di-
zem respeilo, casann lo deste modo quaiquer aoto-
risacao anterior. Recife 14 de abril de 1857.
Dr. Augusto Cirneirn Alonleiro la Silva lan-
os, tara prevenir qoalquer duvida feila por oulrem
em eo mime, ou aun rubrica de -na. receitas, faz
scienta qae nSo loma a respousaiilidide p->r debito,
posterior a esta data, que nao for jo documentos por elle assignado por extenso. Abril
14 de 1857.
D-se dinheiro a juros sobre penhores
de ouroou prata, uo largo do Terco, segun-
do andar n. 1, na mesma casa precisa-se de
urna ama.
Na ra Nova loja franceza n. 17, de
Theophile Robert, he chegada a primeira a-
gua de colonia de Lubin, que se fabrica em
Pars, be bem coubecida, e de umita ulili-
dade, por ler o preslimo at de ser applica-
da para dores, aletn do agradavel ebeiro, por
ser pura, e nao ter muitas misturas.
Acha-se vago o
grande hospital de caridade, a pessoa que -------------------
se julgar habilitado para o mesmo lugar, ap- a presen te-se, que dando os sigoaes e pagan-
parega no dito hospital, a fallar cum o seu do as despezas, Ihe sera entregue,
regente. F. X. Paes Brrelo, nao tendo podido,
> Francisco Loiz de Oliveira Azevedo, sua cu- por falla de lempo, despedtr-se pesaoalfltvM-
nhada D.^ Ignacia Pereira Lenego de Azevedo, os te de todas as p -sso-s que o visitara, o faz
por meio da imprensa, olTerecendo-lhe* oa
seus servidos no Rio de Janeiro.
Precisa se de urna ama aecca ; na roa
da Cruz do Recife n. 57, segundo andar.
Precisa-se de 1:0005 a premio, dando-
si- urna casa terrea em hj polnepa : no ater-
ro da Boa-Vista n 58, loja de selleirq.
Bernardino Ribetro Coelho, subdito
portuguez, reltra-se para fra do imperio.
Atleii* a,.
....a jo i^. l_oa, 1,1 eirii, i,aim-_o uf .wi'iM", os
meiiore- Anhur, Amelia, Julio de Oliveira Azevedo,
e D. Mara Ermelinda Soares, v3o a Lisboa
AVISO.
OJ vice-coniulado sardo faz scienle, que de ora
em diante exigir o seguinte porte pelas cartas en-
viadas por meio dos vapores da Companhia Transa-
tlntica.
Pagar-se-ha 500 ris por carta de 7 grammas ;
a que exceder dobrado, e asiim por diaute :
Para Hespanha. .\
Portugal .1 .
a Cilbialiar. >Porle ob"?alono.
K. da Prata.)
Para Inglaterra, .j He facollaliv o pagamento (l'af-
Aliemanhe f franchissemenl) aqui, ao mesmo
I-ranea. ./pqrle.
Italia. .'
i&t ^?s &&, tfla
m
Botica
EM PERNAMBIXO 1
#
i?
H
i
I
m
DO DR.
SABINO OLEGAK10 L. PINHO.
Kua de Santo-Amaro (Mun-
do-Novo) n. 6. '
Nesle estahelecimento existem os medica- t^y
meiitos mais adequados aos climas du or- h
le, preparados com a maior vigilancia pelo .
propneiario. ?
Esistem medicamentos preparados no Rio
de Janeiro, que se veudem por pre^o. bal- S
xos, mas nao se garante sua effcacta. *&
A experiencia lem demonstrado que os J.-.
meilicamentos aqui preparados prodozem
melhur effeilo, ea as provincias do norte,
i:j do que os qae os que vem de fra.
Os precos .o fixos, sendo mais caros, por
serem melbores, os preparados em Pernam-
buco..
TI1ES0UR0 IIOHEOPATIIICO
OU
Vade-Mecum
DO
HOME^PATHA
PELO DR.
SABINO OLEGARIO L. PINHO.
a Esta preciosa obra contina a vender-se -
! na botica central, a 109000 em brochura e J
%)> 1IJOO0 encadernada. ^
^y-.r s .. -?... .v-,-j < v.?..;v.,--,^-..--:i;
l'erdeu-se urna pulceira de ouro toda
engrasada, desde a ra da Cadeia do Recife,
al o Corpo Santo : quem a tiver achado, e
queira restituir, o poder fazer na mesma
ra, casa n. 55, que seta gratificado.
Offerece-se um rapaz brasileiro com 17
annos de idade, quo sabe bem traduzir fran-
cez, e que tem boa lettra, para caixeiro de
casa fraucez ou ingleza.
Precisa-se de um rapaz pata l'eitorisar
o servico de campo, etn engenho do termo
das Alagas, aiiida mesmo que n3o tenha
pratica: dirija-se a Prac.a do Cotnmercio,
escriptorio n. 6.
O aballo assignado, proprietario doen-
uenho Mussaiba, avisa pela primeira vez, aos
cortadores de madeiras daquella proprieda-
de, que se abstenham de assim o fa/.er, e ao
Sr. Zeferino de Burba, que se record das
condices da escripiura que assiguoii; pelo
contrario proceder-se-na na forma da lei.
11 de abril de 1857. Joaquim S. P. de Si-
queira Cavalcanli.
Quem prejjisar de urna ama para lod/to
servico de casa : pode dirigir-se a ra e
Santa Rita n. 58
Vendem-se 3 escravos mocos, bonitas'
Ggurs : na ra Direita n. 3.
OSr. Antonio C.onaia Cabral, queira
procurar na ra do Vigarto n. 5, armazem
de cabos, urna carta viuda do Aracaty.
- Aluga-se urna casa na l-assagem'junto
a ponte grande com bastantes commudos
para urna familia : na ra liireita n. 3.
Vendem-se queijos muilo frescaes, na
rna Direita n. *, confronta a tone do l-ivra-
tnento, e queijos suissos, por prego coturno-
do, e urna po>gSo de barris de 5', trastos.
Na casa de deteuco, cellula n. 9, se-
gunda ordem, acha-se recomido Jos copes
da iva Lima, o qual precisa fallar com o
Sr. JoSo Antonio Lopes Chaves, pora negocio
de seu interesse: pede-se ao dito senlior,
tenha atondad-) de atii cticgar.
Compram-se um par de malas ou ba-
hu's desoa, um sellim e mais arreios, um
jugo de diccionarios Irancezes por Funseca
e Roquete, urna selecta franceza, grammati-
ca de Burgaim, Virgilio, Horacio, episiolas,
e oraches de Cicero, e diccionario latino, us
lando ludo bem cottservado, na ra da Guia
n. i-2, primeiro andar.
Os empreiteiros do caes e alerro do
Forte do Mattus, scientificaut aos donos das
madeiras all depositadas, que no prazode
oito dias, bajaui dalii as eniover, visto que
se vai definitivamente acabar com dito a-
lerro, licando ditos aterradores, dessa dala
em diante sem respmsabiiidade algutna,
para com dita inaJeua, licando ella suieila
no caso de nao removida, a fazer parle do
mesmo aterro ; e para que algueni se nao
chame a iguoraucia,mandamos passar o pre-
sente, em que nos assignamos. Recife 13 de
abril de 1857.-----Francisco Botelho de aii-
drade.
Compram-se as obras seguintes : W'al-
dech, Direilo Romano, iraduztdo em portu-
guez, Heioeccio, inslilutcoes do Dtreuo Ro-
mano, eOttalon, Direilo Romano ; paga-se
bem : quem as quizer vender.amiuncie.
-A pessoa que acliou na ra dos tjuar-
teis, junto a casa do pintor santos, 55 res,
aja de restilui-lo ao alteres Salles do corpo
Je polica : na ruados Marlyrios n. 34, pola
sabe-se quem acnou.
Augusto Frederico de Oliveira, reti-
rndose para o Rio de Jauetro, deixa por
seus procuradoies uesla, em !. lugar ao
lllm. Sr. Jos Joao de Amorim, geni' ao
lllm. Sr. Manoel Goucalves da silva.
Compra-se um Mirador de torrar ca-
fe, em bom estado : na ra do Rangel n. 13,
- ComHra-se um guincho de Ierro, que
sirva para guindar Imalenaes para obras, e
que esleja em bom uso : quem tiver annun-
cie.
Roubaram da casa do pateo do Paraizo
No dia II do corrente, as 3 horas da tar-
de, desappareceti do sillo do Manguind, 1
boi de car roca de cor castanho, sem aaan-
cha, com urna corda enrolada no chifr:
quem o tiver adiado,, queira dirigir-se a ra
da t.adeia de Santo Antonio, armazem de
materiaes n. 17.
6ABIISTE PORTUGUEZ
DE
De ordem do lllm. Sr. presidente do cou-
selho deliberativo he convidado o meaaao
conselho para a reunio ordinaria no dia 15
do corrente, as 6 horas da Urde. Recife 13
de abril de 1857 O 2. secretario,
Jos dos Santos Pereira Jardim.
Aluga-se na matriz da Vanea una
grande casa, com sitio e muites arrora
do Irudos, bem-como larangeiras, cafezei-
ros, lunaneiras, e muitas oulras fructas :
quem pretender, dirija-se ao pateo do Car-
ino, sobrado novo que bota a frente para
ra de Mor tas n. a, segundo andar, que
achara com quem tratar.
- f'recisa-se de urna ama: no boceo da ,
Lingoeta n. 10. ,'
Aluga-se um sitio na Passagem, V
margem do rio Capibaribe, por todo este
mez : quem o pretender, dirija-se ao arma-
zem da ra do llruin n. 1.
- Precisa-se de um pequeo para cai-
letro de laberna, com alguma pratica : na
ra Imperial n 39, dcTroute do chafara.
Para os horneas
que ti ve. cm boiu j^osto
Vendem-se muito bons cslojos propno*
para viagem, por terem todas o errarnos no-
cessartos para barba, pelo barato preco de
U, 23, 3a, *a, 5 e 65000 cada um, esporas
muito linas do easquinha e a;o para crrelas
a 13 e 13200, caixas redonda de tartaruga
para rape, pelo baratissimo preco de 53000,
ditas de bfalo, fazenda muito Superior a
13500 e 3/, ditas muilo linas de massa a l,
ricas cliaruteiras e muito linas a 2 e 3950J)
pontpiras para charutos de marui e de Mi-
corne a 500 e 600 rs., carleiras muito ricas
de mogno, proprias para viagom a 83, lo e
I3, ditas sem ser de madeua para 3, 5a
6/000, cintures de borradla a la e laMO
grvalas pretas e de cores, fazenda muito
boa a 13500, riquissimos caivetes de pu-
ubal com cabo de madreperola a 5, piuceis
tnglezes para barba a 1, garrafas de cores
com copos, proprias para lavatorios, pelo
baratissimo preco de 1, galheteiras com to-
dos os vidros pecessanos e colher, pelo ba-
rato preco de 2, iraoceltns prelos rlleos e
chatos, ue borracha, pata relogtos a ISO,
320, +00 e 500 rs.; obreas de cola, conlendo
lodos os das da semana, cada caiuuha a 400
rs., ditas lisas a 160, escovas para deules
muito linas a 160, 20, uo e 500 rs., o diU
de cabo de marfim que tambem se rendo
barato, ditas de cabo de ac para untaas a
320, 500 rs., 600 e 13, ditas de cabo de bu-
falo e de marm, que se vende barato, ditas
muilo boas para cabello a 640, 1/500 e 3a
ditas para Tato a I9280,13500 e 2a, atiadores
Higlezes para navalnas a 13, navalbas mui-
lissimo linas para barba a 23 cada una, ri-
cas bengalas de caima e bamb, pelo bara-
to preco de 23, 3a e *#000, duas de junco a
>ou rs., 13, 1*200 e 13500, caixmhas coa. M
pedras de ac, lomeadas e muito bem feiUs,
uraucas e eucarnadas, proprias ,.ara jogos
de damas ou gam3o, pelo baratissimo .mm
de 23, 2/o e 33, jogos de domin em cai-
xinhas a 1/200, I35U0 e 2, diversidade de
objectos de charao marchetados de madrepe-
roia de cores, constslindo din jugos de da-
mas, pastas para guardar papis, Caixas para
jotas, ditas para vollarete, diUs para pipis
caneiras para senhoras, e outros mais 00-'
jectos, ludo de rauiltssimo gosto, e que na
se vende caro, lisas de ac-o e de madreperola
para vollarete, e oulras muitissimas cousas,
ludo de muito goslo e por pierdo barato co-
mo lodos san,.,,, : na ra do yuenn.do, na
bem conhecida loja de miudeza da boa Ta-
ma n. 33.
azul, com um ramo de brilhanl~s'm ead
lampa, e urna corrente de ouro com dous
sinetes, urna chave, e presa a un clchete
roga-so a quem for offerecido, de o apprc-
heuder e levar casa cima indicada,, que
sera grauheado; assim como se protesta
com todo o rigor das ieis conlra a pessoa
em cuja mSo for encontrada.
Joao Luiz Pereira Lima vai a Europa
no paquete inglez.
AO PIBLICO.
No armazem de fazenaas baratas, ra do
Collegio o." 2,
vende-se*um completo sqrtimento da fa-
jeadas finas a grossas, por mais barato
precos do que em outra qualqoer parte,
tanto em norcoes como a retalbo, affian-
caodo-sa aos compradores um si preco
m para lodos: este eslabelecimonto abrio-og
g! de eombiuacao com a maior pfrte tu ea-
^ sas commerciaes inglezas, franceza, alle-
3 mos e suissas, para vender fazendas mais m
3 em conta do que se tem vendido, e por isio JK
;4 ollerecem elle maiores vantagens do que
m ouiro quaiquer; o proprietario desta im- J
g portante esubelecimento convida iodo* J
9 os seus patricios, e ao publico em geral, S
para que venham (a bem dos seus inte- 9
resses) comprar fazendas baratas: 00 ar- S
H| mazem da ra do Collegio n. i, deAn^ )
-: tolo Luiz dos Santos & Rolim.'
t.iiietesde visita.
Cravam-se e imprimem-se com perfeicao Mlhates
de visita, letlras de cummercio e lodos os obi.clee da
ai le cal igra piuca, registroe, vinhetase quaesqner de-
enhos. Abrem-se firmas, sineles, tanto a taino 4o-
ee como em relevo, 0r11a111eni0.com objectos t oere
e prata. Fazem-se riscos lindos e origina para
ordailus de labyrinlho. Ailinitte-se a recusa
n oe ; 1 Tl uu,' r'O ooroaoui oe labyrinlho. Adroitu-ee e recata da
n. 2o, um relogio le senhora, esmaltado de quaesquer oestes objeelos 00 tao de nao firarem a
azul, Com Utn ramo de brttlianl-S tm pad. conleulo das pessoas aneo., (u-omin.na.rnn -
conteni das pessoas que os encomiacndarem : ai
preten ler dirija-se a qualqoer daalee lu.rM M
bairro do Recife, roa da Madre de Dos a. 32. pn-
ineiro andar ; rm Santo Anlanio, na livraria claeatca
do paleo do Coll.gio n. 2 ; as Cinco Pontos, eetoa-
00 da quina ooufronlo a raaliiz ova.
Kijxiie Lisboa.
Vende-se rap fresco, chegado agora do
Lisboa : na prac,a da Independencia. n
loja. "

MUTILADO



/
DIARIO DE PERNAMBUO, TERQA fEIRA 14 DE ABRIL DE 1857.

\

Adereqos de brilhaolei,
diamantes e parolas, pul-
teiras, a lmeles, brincos
t rozetas, boles e aneis
de differenles goslos e de
diversas pedral de valor.
*
Compram. vendem ou
8 trocan) prala, ooro, br-
8 lhaoles,diamaolesepro-
.*> las, e outraa quaesquer
jg joiasde valor, a dioheiro J
K ou por obras.
I0REIRA k DDiRTE.
lija n %mm
Roa do Cabuga' n. 7.
tecebera por to-
dos os vapores da Bu-
ropa as obras do mais
moderno #osto, tan-
OURO E PRATA-
I
4
*
i
m
:
. Adcrecos completos de B
* ouro.meiosdilos, pulcei- ?
* ras, alinetes, brincos
rozetas, conloes, iranre-
Sj lias, medalhas,correutes S
e enfeites para relogio, e j
.>; onlrosrnuitosobjeclosde
s- ooro. ?
| Apparelhos completos, >
S de prata, para cha, ban- 4
3 dejas, salva, castigaes, &
fcolheresdesopaedech, <
e mattos outros objectos .*
* de prata. I 1
WSS:*S**-SS3ei83BaS8ga8*
to de Franca como
d'Lisboa, asquaes se vendem por
preco commodo como costumam.
CONSULTORIO HltOPATHICO
Onde se acham sempre oe mais acreditados medicamentos, tanto era tinturas como
era glbulos, e preparados com o maior escrpulo e por pregos Bastante commodos :
PRESOS FIXOS.
Botica del-2 tubos grandes. 10/000
Dita de 24 ... 159000
Dita de 36 > ... 209000
Dita de 48 a ... 259000
Dita de 60 e ... 309000
Tubos avulsos a....... 19000
Frascos de tinturrademeia onga. 29000
Manual de medicina bomeopathica do Dr. Jahr eom o dic-
cionario dos termos de medicina........ 209000
Medicina domestica do Dr. Henry .........'10/000
Tratamento do cholera morbus.......... 2/000
Repertorio do Dr. Mello Moraes.......... 61000
3
uj
o 3
rt 2 CQ
o -O
.1. aille
m
Attenco
o
R. CUYatos & Companhia: estabelecidos
no,Rio de Janeiro, na ra do Hospicio n. 40,
vendo um annuncio publicado em urna das
folbas de Pernambuco pelo Sr. Bartholomeo
F. de Souza, prevenindo ao publico que o
verdadeiro xarope do bosque s elle he-
quem yende,prevenalos a>o mesmo publico,
que o nosso xarope he remettido do Hio de
Jrneiro pelos cima proprietarios ao Sr.
ManoeL Alves Guerra, e este senhor fez o de-
posito para ser vendido na pharmacia do Sr.
Jos da Cruz Santos, na ra Nova n. 53, ni-
cos por nos autprisados para venderem o
nosso verdadeiro, e mais prevenimos aos
senhores consumidores, que ha perto de 5
annos os rollos collados as garrafas s5o
assignados por Henry Prins, como procura-
dores dos cima proprietarios. Rio de Janei-
ro 13 de Janeiro le 1857.
Bartholomeo Francisco de Souza, leu-
do o annuncio dos Srs. R. C. Yates & Com-
panhia no Diario n. 17, em que diz ser s-
mente verdadeiro o xarope de bosque que
se vende nesta cidade na pharmacia do Sr.
Jos da Cruz Santos, onde fez deposito o
Sr. Manoel Alves Guerra, que recebeu delles
proprietarios, declara ao publico, que nSo
duvida seja falso o xarope de bosque que
tambem vende em sua botica, mas assevera
que elle he comprado aos mesmos Srs. R.
C. Yates & Companhia, do Itio de Janeiro,
como provam os documentos abaixo :
RIO DE JANEIRO 8 DE AGOSTO DE 1856,
O Sr. Bartholomeo Francisco de Souza
comprou a R. C. Yates & Companhia :
4 duzias de garrafas com xarope
do bosque a 54900o.........2160O0
6 duzias de t|2 garrafas com xa-
rope do bosque a 279000......1629000
Rs. 378*000
Recebi o importe cima, do Sr. Antonio
Joaquim Vieira de Carvalho. Rio de Janeiro
8 de agosto de 1856. Por R. C. Yates &
CompanhiaJos Paulino Baptista.
Kecontiego verdadeiro o signal supra. Re-
cite 8 de agosto de 1856.
Em f de verdade.
Manoel Hilario Pires FerrSo.
RIO DE JANEIRO 18 DE FEVERFIRO DE
1857.
Os Srs. Constantino Gomes de Faria &Fer-
reira compraram a R. C. Yates hia :
4 duzias de garrafas com xarope
do bosque a 5*9000.........216/000
6 duzias de 1(2 garrafas em xa-
rope do bosque a 279000......162/000
Rs. 3789000
Recebemos o importe. Por R. C. Yates &
CompanhiaW. C. Cerwartt.
Nos abaixo assignados decla'ramos que
compramos o sarape cima para oSr. Bar-
tholomeo Francisco de Souza, de Peinara-
buco, em virtudede sua ordem de 3 do cr-
reme. Rio de Janeiro 18 de fevereiro de
1857.Constantino Gomes de Faria & Fer-
reira. .
Reconheco ser verdadeiro o signal supra
de Constantino Gomes de Faria 6 Ferr ira.
Rio 18 de fevereiro de 1857.
Km f de verdade.
Pedro Jos de Castro.
JOHN GATIS,
corretor geral
E AGENTE DE LEILO'ES COMMERUAES,
n. 20, ra do Torres,
.PKIMEIRO ANDAR,
' .praga do Corpo Santo
KECIFE.
He chegado loja do Lecomte, no aterro
da Boa-Vista n. 70, o excellcnte leito virgi-
nal de rosa branca, para refrescar a pelle, ti-
rar pannos, sardas e espinhas, igualmente o
afamado oleo babosa para limpar e fazer
crescer os cabellos, assim como p impar-
cial de lino de Klorenga para brotoejas e as-
peridades da pelle, conserva a frescura e o
a velluda do da primavera da vida.
Refina ra de
Reo & Barreto, no Mo-
teiro.
No deposito desta refinera, narua da Ca-
deia do Recife n. 30, ha sempre assucar re-
finado de superior qualidade, tanto em p
como em torros e em pSes, por prego mais
commodo de que? em outra qualqaer parte.
At'rico.
ScientiOca se a quem convier, que a revi-
sSo de pesos, medidas e balanzas, principia
do 1. do correte a (indar no ultimo de ju-
nho : na casa da afericSo, no pateo do Ter-
co n. 16.
DENTISTA FR1HCEZ.
Paulo Gaignoux dentista, ra Nova n. 41
~.1i na mesma casa tem agua e pos dentrilice.
m
SEGURO CONTRA FOGO.
Companhia Allianca.
Estabelecida cm Londres, em marco de 1824.
Capital cince milhes de libras esterlinas.
Saunders Brothers & C, tem a honra da in-
formar aos Srs. negociantes, proprietarios de casas,
a quem mais convier que estao plenamente au-
torisados pela dita companhia para eflectuar segu-
ros sobre edificios de ti jlo pedra, cobertos de
tlha e igualmente sobre os objectos quecontiverem
os mesaos edificios quer consista em mobilia ou
fazendas de qualquer qualidade.
Repartirlo da vaccina.
O coumissario vaccinador vaccina as
quintas e domingos de todas as semanas, no
torreSo da Alfandega, e as tercas-feiras na
(afra de sua residencia, primeiro andar do
sobrado da ra Nova, esquina da do Sol, das
7 as 9 horas da manbSa.
Precisa-se alugar um preto possante,
embora seja bruto, para trabalhar mensal-
mente nesta typographia, dando-se o sus-
tento : na livraria ns. 6e8 da praga da In-
dependencia.
Precisa-se de nma ama de Ieite para
criar a urna menina de 3 mezes : na ra do
Collegio n..21, terceiro andar. Paga-se bem.
Aluga-se urna casa na Passagem da
Magdalena, antes de chegar a ponte grande,
com sotao e muitos commodos para grande
familia os pretendentes dirijam-se ao Tra-
piche Novo n. 16.
D-se a quem quizer levantar por es-
pago de alguns annos, um pedaco de terre-
no novo e em matas distante do lugar do em-
barque duas leguas.beira mar,cbm excelloo-
tes proporces para muito se lucrar, por ter
larras para plantar-se, para dous mil pues
annuaes, e d agua* copeiro sem ser preciso
agudo; as pessoas que quizerem fazer algum
negocio, podem dtrigir-se a ra do Livra-
mento n. 26,que achara com quem tratar.
Precisa-se de urna criada ou criado que
saiba cozinhar para urna casa de pouca fami-
lia : a tratar no Hospicio casa do Dr. Mendes
da Cunha, junto ao quartel.
Precisa-se de urna ama que saiba cozi-
nhar, e fazer todo o mais servido de casa :
na ra do Caldereiro, taberna n. 60.
Precisa-se de urna ama forra, ou cap-
tiva : na ra de Hortas n. 10.
Perda
Do poder dos abaixo assignados, desappa-
receu um val da quantia de vinte contos de
res, passado pelo Sr. Jos Antonio Bastos, e
a favor dos annunciantes, em data de 25 de
fevereiro deste anno, o qual nSo est sella-
da, ja se cha pago, e por isso sem valor al-
gum : quem o tiver achado, raga se o favor
de entregar na ra da Cadeia do Recite, loja
de cambio n 34.Joaquim Jos Silveira &
Companhia.
Nestes 3 das espera-se a barcada Duas
lrroaas, carregada do arroz de casca e pila-
do, que se vende por menos 200 rs. do prego
crrante, e hf.vendo quem compre todo se
far alguma diirerenca : a tratar na ra da
Cadeia do Recife, com Ferreira Matheos, ou
na Soledade, defronte do palacio do senhor
bispo.
Luiz Jos de S Araujo, ra do Brum
n. 22, saca sobre a praga ue Lisboa e Porto,
ao cambio que se convencionar.
Digo eu abaixo asslgnado, que tenho
justo e contratado com o Sr. Manoel Pesta-
a a compra da posse de um terreno no lu-
gar do Verde por detraz do Hospicio, com 43
palmos de frente, e fundos at o muro que
divide em caixSo para edificar duas moradas
de casas; esealguem se julgarcom direi-
tos ao mesmo,.ou por bypolheca ou por
qualquer trato, annuncie por este Diario
nestes 3 das. Recite 9 de abril de 1857.
Francisco Maciel de Souza.
Precisa-se de urna ama para o servigo
de urna casa de pouca familia, dando-se pre-
ferencia a escrava ; na ra do Collegio n. 15,
armazem.
Lotera d /pro?
vincia.
O Sr. thesoureiro manda fazer publico
que se acham venda na thesouraria das
loteras, ra da Aurora n. 26, primeiro an-
dar, bilhetss, meios e quartos .da segunda
parte da sexta lotera do- Gymnasio, cujas
rodas andam no dia 16 do coi rente mez.
O Sr. thesoureiro manda declarar que ex-
iste grande porgSo de bilhetes, meios e
quartos rima, e por conseguinte grande
sortimento de numeragOes, e nessas ulti-
mas loteras tem vendido os premios maio-
res.
Thesouraria das loteras 4 de abril de
1857,- O escrivSo.
Jos Januario Alves da Maia
- Precisa-se de um bom feitor para um
sitio perto da praga : na ra da Cadeia do
Recife n. 16, primeiro andar.
Alugam-se escravos a ljOOo por dia,
para servirem, em carrinhos da alfandega,
tirados por animaes, a presenta ndo-se para
isso as 8 horas do dia : a tratar na ra do
Pocinho, por detraz de Santa Tbereza, casa
do capitfio Franca.
AO PATEO DE S.PEDRO.
As pessoas de bom gosto se oSerece no
deposito do pateo de s. Pedro n. 6, os se-
guintos objectos, por um prego, que faz de
admirar :Caixinbas de tmaras enfeitadas,
proprias para presentes, doce de goiaba su-
perlativo, queijo londrino, bolo francez su-
perior, bolachinhas de araruta, soda, estrel-
la,alhados, e W. K., excellentissimos, amen-
doas novissimas, ameixas, passas, e ligos de
comadre, biscoutos de differentes qualida-
dus, cha hyson da India muito bom, cha pre-
to, e imperial, caf %em carago, emoido, o
melhor que existe no mercado, velas de
espermacete, e charutos de diversas quali-
dades, sardinhas de Nantes em latas e meias
latas, e assucar perola, e refinado commum.
-- No escriptorio do engenbeiro em che-
fe da estrada de ferro, precisa-se de um cai-
xeiro de escripta.brasileiro, e que escreva e
traduza o alingua ingleza;e dous engenheiros
que escrevam e traduzam o inglez, e que te-
uham pralica de levantar plantas e tirar nive-
lamentos. Assiui como daqni a alguus mezes
precisa-se de varios em pregados, como cai-
xeiros, etc., que possam receber ou darem
ordens em inglez.
Len Kuhn, vai a Europa.
AOS SENHORES ACADMICOS.
M. A. Caja' & C, offerece a venda um lin-
do sortimento de palitos e gndolas de ca-
semira de cores, dos melhores que se pode
encontrar neste genero, proprio para extrac-
gao do invern ; assim como um sortimen-
to de toda e qualquer obra de alfaiate, de
primeira e segunda qualidade, fazendas para
qualquer obra, collarinho, meias, suspen-
sorios, e oulras muitas fazendas que estao
a vista dos compradores, tendo estipulado
desde o !. do Janeiro, um s prego para to-
dos, a diuheiro.
A pessoa que achou urna carteira de
marroquim encarnado, dourada "em ambas
as faces, contendo alrn de varios papis, 2
notas do banco, urna de 50f, e outra de
209, querendo restilui-la, com o que con tem
o podera fazer na ra -da Cruz, armazem
n. 13, onde existe ordem para gratificar, caso
exija.
Perdeu-se urna pulceira da ra das
Flores, at a ordem terceira do Carmo, do
ouro esmaltada de azul, gratifica-se bern a
quera quizer entregar, assim como roga-se
a quem for oCTerecido a apprehensao da mes-
ma, na ra Nova n. 57, por cima do deposi-
to de iouga, se dir quem gratifica.
- O abaixo assignado incumbido da li-
quidagSo da ex-firma de Soares & C, julga
ter saldado todas as dividas passivas da diu
firma, o que faz publico para que se alguem
ainda se julgar so credor, naja de apresen-
tar sua conta dentro em oito dias, lindo os
quaes no ser mais altendido.' Recife 13 de
auril de 1857.Jos Soares Pinto Correia.
CAIXEIKO.
Precisa-se de um hbil caixeiro para casa
de pasto, paga-se bom ordenado : na ra de
Hortas n. f. primeiro andar.
Precif.a-se de urna ama? de mea idade.
para casa de hornera solteiro, para cozinhar
e fazer o mais servigo de urna casa : na ra
da Roda n. 52.
Na ra do Brum do Recife, sobrado n
22, no terceiro andar, precisa-se de urna pes-
soa livre ou escrava, para lavar roupa de
meninos, eengommar, paga-se bem, e bom
tratamento : a quem convier, dirija-se a
mesma casa cima.
Na noite de quinta feira de Endoengas,
dentro da matriz'da Boa-Vista, perdeu-se
urna pulceira de ouro com lislras de esmal-
te azul: a pessoa que a tiver acbado (tendo
consciencia), querendo entregar, pode leva-
la a casan. 11, no principio da estrada de
J0S0 de Barros, que ser generosamente gra-
tificada.
Ama de leile.
Precisa-se urna boa ama de Ieite, paga-se bom sa-
lario : na ra de Hortas n. 16,1 andar.
Vende-se urna canoa de ferro folheada
de latQ, por diminuto prego: quem pre-
tender, dirija-se ra do Queiraado n. 69
A, loja de ferragens.
PENTES DE TODAS AS QUALIDAES.
Vendem-se pentes de tartaruga para cabello
o melhor que se pode encontrar, a 59, ditos
de baleia imitando o mais que be possivel
aos de tartaruga, a 1/, I920fte 19500, ditos
mais ordinarios de baleia a 240 e 320 rs.. di-
tos de tartaruga para alizar, fornidos e mul-
to bem feitos a 4, ditos de marfim, fazenda
muito superior a 19500, 21 e 39, ditos de
borracha de muito superior qualidade a 19,
ditos de bfalo verdadeiro, muito finos e
bem feitos, a 640, 800 e 18, ditos a imtagao
do unicorne a 19, ditos de baleia muito bons
a 280, 320e40O rs., ditos de bfalo verda-
deiro, muito bonitos e bem feitos, proprios
para suissas e criangas, a 320 rs., ditos de
marfim muitissimo bons, fabricados em Lis-
boa, para piolhos, a 800,1000 e 19500, di-
tos pretosde bfalo tambem para piolhos, a
500 rs.: na ra do Queiraado, na bem co-
nhecida loja da miudezas da boa fama n. 33.
$>mpfr>3.
Compra-se urna carraca de um bol :
no aterro dos Afogados, sitio do Muniz.
Compra-se urna escrava '.que cosa e
eogomme bem : na ra Nova n. 34. Na mes-
ma casa precisa-se de urna boa costureira e
honesta.
C.ompram-se mulambos finos de chita
e madapolao, para enveroisar; na loja de
marcineiroda ra da Cadeia n. 18.
Compram-se4 escravos, sendo 1 preta
moga queengomme bem e cosa, 1 dita de
meia idade, que saiba cozinhar, e 2 escravos
mogos pegas para servigo de campo : na ra
da Cadeia o Recife, loja n. 50 defronte da
ra da Madre de Dos.
Compra-se urna escrava mova, que
cosa bem, engomme e cozinhe : a tratar na
ra do Trapiche n. 14, primeiro andar.
Compra-se urna casa trra com com-
modos para familia, as freguezias de Santo
Antonio, S. Jos e Boa-Vista : trata-se na
ra Augusta n.' 17,
' Cumpram-seefectivamente na ruadas
Flores n. 37, primeiro andar, apolices da di-
vida publica e da divida provincial, assim
comoaeges das diversas companhias auto-
risadas pelo governo.
Compram-se 2 escravos de 14 a 16 an-
nos: a tratar no escriptorio de Jos Joa-
quim Das.Fernandos, ra da Cadeia do Re-
cife.
Taclias de ferro.
Na fundigSo da Aurora em Santo Amaro-
e tambem no deposito na ra do Brum, logo
na entrada, e defronte do arsenal de mari-
nha, ha sempre um grande sortimento de
tachas, tanto de fabrica nacional como es-
trangeira, batidas, fundidas, grandes, pe-
quenas, rasas o fundas ; e em ambos os lu-
gares existem guindastes para carregar ca-
noas ou carros, livres de despeza. Os prego
sioo s mais commodos.
Vendem-se tres casas terreas, 'dnas na roa do
Brom e Orna na roa dosGuararapes : a tratar na roa
dos Goararapes o. 20.
Vende-se aieite de carrapato 29400 rs., em
caadas ob em barril: na roa das Trincheiras n. 29.
Vende-se ama rpolatinha de 12 annos, e orun
crioolioha de 11, bonitas ligaras e sem achaques ;
na roa dn Trincheiras n. 29.
Vende-se ora preto de nieta idade, robusto e
sem achaques, de todo o servico : na roa da Senzala
Novan. 4.
NA RA DO BRUM ARMAZEM N. 22, HA PARA
VENDER O SEGU NTE:
> Presuntos do Porto, e a retalho, na taber-
na doSr Antonio Lopes raga, e J.Fran-
cisco de Carvalho, na praga do Corpo San-
to, jarros para jardim estampados, o melhor
que tem vindo a esta praga ; os pretenden-
tes para examinar, podem dirigir-se a lojl de
louga, atraz do Corpo Santo, de Justino An-
tonio Pinto, e para porgito, ra do Brum n.
22, aonde ha cera de carnauba superior para
vender.
Vende-se nm lindo crioalinho de 8 para 9 an-
nos, proprio para embarque ou oflieio : no aterro da
Boa Vista n. 10.
S Cocheira, S
ra Nova n. 61 S
Vende-se um carro novo de quatro rodas,
^ um cabriole! de duas rodas, urna carro;* S^
gj de quatro rodas, preparos para renovar car- ^ia
jx ro>, mollas, eiios, parafosos para rodas, m
5|? couroi, linternas, velas, vaquetas, panno, W
l?g! ?alAo, bezerros, marroquim, colheiras en- ^
*a vernizaiJas, escovas para lavar carro, e- x&
5f pooja, eamurca, escovas para arreios: todo *j
'.i? por pre$o commodo. -.'3
Nova California
riih do Queimado n. 6
FAZENDAS COM PEQUEO TOQUE DE
AVARIA, VENDEM-SE POR TODO PRECO A
DINHE1RO A VISTA PARA ACABAR.
Chitas finas cores fixas, limpas a pega
6/000, covado a
Ditas ditas, com toque de avaria a pe-
ga a 59000, covado a
A|god5ozinho liso bom, a pega
Dito dito com toque, a pega
Dito dito trancado muito bom, a pega
Dito dito trangado com toque
Dito dito com 4 palmos de largura e
30 jardas,a pega
Dito de dito com a mesma largura e
com 30 \rd; s, a pega
Dito grosso para roupa de escravos e
saceos para assucar, a vara
Dito dito da mesma qualidade a vara
Vende-so por prego muito commodo,
lOsaccas de feijSo mulatinho, no armazem
de Paula Lopes, no caes da alfandega.
Bacalho da escova verdadeira, marca
de fogo, vende-se no caes da alfandega, ar-
mazens de Sersphim & Paula Lopes, as
m3os dos Srs. Tasso & Santos, a qualidade
he. sem comparagSo o mais superior no mer-
cado, e nunca veio melhor, he proprio para
guardar por mito lempo, sendo chegado
ltimamente com 22 dias de viagem smen-
te, o prego deve ser de 169000 por barrica,
mas faz-se differenga, levando porgues.
Vendem-se pipas vasias de Lisboa, vin-
dasdo Rio de Janeiro, e juntamente 1 mo-
leque de 12 a 13 annos de idade, e ao com-
prador se dir o motivo por que se vende :
na ra da Senzala Nova n. 4.
PARA SACERDOTES
Meias de laia para sacerdotes, de boa qua-
lidade : na ra da Cadeia do Recife, loja
n. 50.
Vende-se carne secca de Buenos-Ay-
res, boa, de 49 a 49500 cada -arroba : na ra
da l'raia n. 4.
Pechindia para os alam-
tes.
Na ra do Crespo, lesquina que volta para
a ra da Cadeia, existe urna porgSo de algo;
dSo trangado muito' encorpado, proprio de
entretelas, pelo baratissimo prego de 120 a
jarda.
VenHe-se taboado e pranchOes de pi-
nho deSuecia, proprio p&ra armagSode ar-
mazem de assucar.
Paos de pinho vermelho para mastaros.
Chumbo de munigSo.
Folhas de cobre.
Metal amarello ezinoo para forro, com os
competentes pregos.
Alvaiade de chumbo e de zinco, em p.
Tinta branca de oleo.
Papel fino de escrever.
Vinbo especial do Rheno e do Porto.
Ra da Cadeia do Recife, casa de C. J. Aat-
tey ;\ Companhia.
Objectos para
luto.
Na ra do Queimado, na bem conhecida
loja de miudezas da boa fama n. 33, encoa-
tra-se sempre completo sortimento de ade-
regos, brincos e rosetas, pulceiras e aline-
tes, tudo preto, propriamente para luto, e
que tudo se vende mais barato doqueem
outra qualquer parte.
Ulilho bom em
SAGCAS.
Na taberna gtande ao lad> da igreja da
Soledade, chegou grande porgSo de saccas
com muito bom milho, e vende-se por prego
commodo.
Couro de lustre.
Vende-se couro de lustre francez, o me-
lhor que pode haver neste genero, pelo ba-
rato prego de 59 a pelle : na ra do Quei-
mado, na bem conhecida loja de miudezas
da boa fama n. 33.
Scllins
patente inglez.
fJSao cliegados e acham-se a venda os verdsdeiros
e|bem conhecidus sellins inglezes patente: na roa
do Trapiche-Novo n. 42, armazem de fazeodas.de
Adamson Howie & C.
Facas, garfos e
colheres
vendem-se as melhores facas de cabo de
marfim que se pode encontrar 159 a dozia,
ditas de cabo de halango muito finas a 69 a
duza, ditas de cabo oitavado e roligo a 39,
ditas cravadas a 39200, ditas de chifre de
viado a 49400, ditas para sobremesa com ca-
bo de balango a 59 ditas com cabos roligos
e oitavados a 39, colheres.de metal do prin-
cipe muito finas para sopa a 69 a duzia, di-
tas para cha a 39000, e oulras mais qualida-
des de facas e colheres, trinchantes e amo-
lador de facas, que ludo se vende barato :
na ra do Queimado, na bem conhecida loja
de miudezas da boa fama n. 33.
160
140
2.3OOO
19600
25560
29000
49000
3i
121
?n$f$.
Vendem-se 3 grades de ferro para va-
randa, em perfeito estado: na ra Direita
n. 82.
Vende-se a excellente armacao da loja
Ja ra Direita o. 48, propria para qualquer
negocio, por se achar em muito bom local,
ea casa ter commodos para familia : a tra-
tar na mesma ra n. 56.
Na ra de Apollo n. 1 A, primeiro an-
dar, veude-se urna escrava cabrinha, de 17
annos, cozinha o diario de urna casa, e cos-
tura muito soffrivelmente.
Defronte do palacio do Sr. bispo, na
Soledade, vende-se um forte piano de jaca-
randa, por prego commodo, por o dono re-
tlrar-se para fra da provincia.
Vende-se urna parelha de cavallos :
na cocheira da ruada Cadeia n. 3.
Vende-se um lindo carneiro, muito
manso, proprio para menino ou carga : para
ver e tratar, na cocheira do Motta, no Mun-
do Novo.
Vaquetas e borracha.
Vendem-se muito boas vaquetas para co-
brir carro, muito boa borracha de algodao
para borzeguins a 29000 a vara, dita preta e
azul a 3g, dita preta e de cores, de muito boa
qualidade a 39500, dita de seda preta da me-
lhor que ha no mercado a 43 a vara, assim
como boas taixas de latao para taixiar cal-
gados,laixas de bomba para palmilhare dor-
no, e muito bom bezerro e couros de lustre,
e mais pertences para sapateiros : no ater-
ro da Boa-Vista n. 78.
Vende-se urna escrava moga, sem vi-
cio algum, cozinha, ensaboa, muito boa qui-
tandeira ; vende-se por prego commodo por
ter falta do oiho esquerdo: quem pretender
comprar, pode dirigir-se at as 9 horas da
uianhSa, na ra do Collegio n. 7, segundo
andar.
j\a loja da boa f
vende-se to barato que
admira :
Ricos pannos para mesa pelo dimi-
nuto prego de 39000
Brimjbranco trangado de puro li-
nho, vara 19440
Dito pardo liso de puro linho, vara 640
Ganga amarella franceza, muito fi-
na, covado 320
Fil de linho liso muito fino, vara 800
0to dito com flores, dito, vara 19280
Cambraias fraocezas de lindos pa-
dres, covado
Chitas francezas muito finas, de pa-
drees novos, covado
Camisas de riscado muito bem fei-
tas e muito bonitas
Palitos pretos muito bem feitos
Camisas de meia muito finas
Ricos longos de lilet com palma
bordada a matiz
Ditos ditos de cambraia muito fina
com bico de linho
Luvas de seda de lindas cores, com
ricas bolotas, o par
Ditas de dita de lindas-cores, bor-
dadas e enfeitadas
Ditas pretas de torgal
Chales lisos de merino, de lindas
cores
Gravatinha de cassa,; de padres
muito bonitos
Lengos brancos de cambraia
Ditos ditos de ditafeom barra de cor
Ditos de linho proprios para rap
e assim outras muitas fazendas que vendem-
se por menos que em qualquer outra parte :
na ra da Queimado, nos quatro cantos n
22, na loja da boa f.
XAROPE
DO
320
32o
19500
49000
1/000
5|000
19200
1280
2^000
19000
49500
240
240
240
400
Foi transferido o deposito deste xarope para a bo
tica dejse da Crui Santos, na ra Novan. 53
garrafas 59500, e meias39000, sendo falso lodo
aquelle que nAofor vendido neste deposito,pelo
qoesefaz opresenteaviso.
IMPORTANTE PARA 0 PLBLICO.
Para curade phtysicaem lodotosseusdifleren
esgros, quermotivada porcoustipaefies, tosse
asthma.pleuriz.escarros desangue, drde cos-
tados epeilo, palpitaraono coraco,coqueluche
broochHe, dorna garganta, e todasasmoleslia
dosorgof pulmonares.
N. O. Bieber & Companhia, ra da
Cruz n. 4, vendem:
Lonas da llussia.
dem inglezas. i
BrinzSo.
lirios da Russia.
Vinho de Madeira.
AlgodSo para saceos de assucar.
Brinquedos pa-
ra meninos,
Vendem-se diversidades de objectos de-
ago, muito delicados e proprios para meni-
nos brincar, por pregos muito baratos : na
ra do Cfueimado, na bem conhecida loja de
miudezas da boa fama n. 33.
RICAS BONECAS FRANCE-
ZAS.
Vendem-se muito lindas e bem vestidas
bonecas francezas, grandes, pelo baratissi-
| prego de 29 e 29500, ditas vestidas de
vas, e cada urna no seu carino a 3/000 e
.00, prego quo nSo ha quem deixe de dar:
ra do ueimado, na bem conhecida loja
l miudezas da boa fama n. 33.
Na loja das seis
portas
Em frente do Livramento
Vendem-se riscados francezes de cores es-
curas a 160 o covado, lengos brancos com
barra de cor a 120, meias brancas para me-
ninos a 240 o par, cortes de cassa chita eom
7 varas a 1/280, riscado de algodao para rou-
pa de escravos a 120 o covado.
VAQUETAS PARA CARRO.
Vendem-se em casa de S. P. Johnslon C, che-
gadas ltimamente, aasim como bons sellins inglezes,
fio de vela, candieiroa e caslic.ats bronzeados, todo
dor precos commodos.
Vende-se,por prego commodo,superior
vinho do Porto em barris de 8. : na ra do
Trapiche n. 14, escriptorio de M. A. Guerra.
Em ,esa de Henr. Bruno ii Companhia, na
ra da Cruz n.10, vende-secognacem caixinlia de
dnzio.
Relogios.
Na ra da Cadeia do Recife n. 18, ha relo-
gios de todas as'qualidades, tanto de ouro
como de prata, ditos foleados e dourados,
por pregos baratissimos.
por 240 rs o ero va do
Vende-se hita franceza larga e fina, com
pequeo toque de avaria: na ra do Crespo,
loja de Campos & Lima.
Planta da cidade do Ke-
cfe
Vende-se a planta da cidade do Recife e
seos arrabaldes, feita pelo Sr. Dr. Jos Ma-
mede Alves Ferreira, por dez mil reis : na
livraria n. 6 e8 da praga da Independencia.
.Viappa das distancias d;>
provincia.
Na livraria n. 6 e 8 da praga da Indepen-
dencia, vende-se o mappa das distancias
das difirante villas da cidade entre si, e
relago capital da mesma, a mil reis.
CERA DE CARNAUBA.
Vende-se cera de carnauba de boa quali-
dade : na ra da Cadeia do Recife, loia
n. 50.
Deposito
de rapprinceza da fabri-
ca de E. Gasse, no Rio
de Janeiro.
Vende-se a prego commodo rap fino,
grosso e meio grosso, da acreditada fabrica
cima, chegado pelo vapor S. Salvador ; na
ra da Cruz n. 49.
Na ra da Cruz n. 50, armazem de San-
ta Barbara A Companhia, vendem-se effecti-
vamente caixes vasios de todos os tama-
uhos.
Vende-se a verdadeira graxa ingleza n.
97, dos afamados fabricantes~Day & Mar-
tin, em barricas de 15 duzias.de potes:
em casa de James Crabtree & Companhia,
ra da Cruz n. 42.
A 3$500
Vende-se cal de Lisboa ltimamente che-
gada, ssim como potassa da Russia verda-
deira : na praga do Corpo Santo o. 11.
TAIXAS PARA ENGENHO.
Ra f undifo de ferro da D. W. Bowmam u'
ra do Brum, passando o chafariz, contina ha-
derumcompleto sortimento da taixas de ferro f un
vido a batido de 3 a 8 palmos de bocea, ai quaes
acham-se a venda,por epreco commodo eom
promptido: embarcam-s oucarregM-se emear
o semdospeza ao comprador.
Em asa de Saunders Brothers C. praga
do Corpo Santn. 11, a para vender o se uinta
Ferro inglez.
Pixeda Suecia.
Alcatro de carvo,
Eonas de linho.
Esponjas.
Drogas.
Algodao lizo para saccas.
Dito entrancado igual ao da Bakia
E um completo sortimento da fazendas proprio
para asta marcado : tudo por preco commo do.
Ct-ra de carnauba egotnitia
Vende-se na ra da Cruz do Recife n. 13,
primeiro andar, por menos prego do que em
outra qnalquer parte.
Vende-se superior linhas de algodao
brancas, e de cores, em novello, para costu-
ra, em casa de Soulhall Mellor & Ce, ra do
Torres n. 38.
Moinhos de vento
combombas derepnxopara regarhortaiaba-
ia decapim : na fun.liraode D. W. Bowmau
na ra do Brom na. 6,8e 10.
Potassa refinada em latas de seis
libras.
O antigo deposito da ra da Cadeia do Re-
cife n. 12, recebeu agora urna porgSo de po-
tassa refinada de superior qualidade, em la-
tas de 6 libras, que se vende por prego ra
zoavel.
Agencia
da fu nd i cao Low-Mocr,
ra da Senzala Nova
n. 42.
Neste estabelecimento continu'a a haver
um completo sortimento de moendas e meias
moendas para engenho, machinas de vapor
e taixas de ferro batido e coado de lodos os
lmannos para dito.
Para mascates
e bocefeiras.
Veodem-se dutiasde caitas de roassapara rap pe-
lo baratissimo preco de 640 rs.,duzias de tezooras *m
caria o a I5011O e 19200 e grandes 1S920, duzias de
caixinhas de pao com palitos de fogo a 240 rs.,duzias
de pentes de cbifres muito bons para alizara|l92u0,
duzia de pentes de baleia para atar cabello a 2J20O
a 28600,duzia de navalhas para barba 18600,groiai
de bolOes madreperola para camisas a 600 reii.dilai
muito finos de gata a 160 reis, grozas de bolOes fi-
nos para caifa a 280 reis, cartas com 25 pentes de
alfinete a 14o reis.duzias de pentes de balea para a-
lizar a 38, grozas de fivellas para sapatos a 560, du-
zias de caivetes finos para aparar pennas a-28500
e :);,duzias de gaitas (armnicas) a 18200 e 18400,
duzias de torcidas para candieiros a 80, reis grozas
de marcas para cobrir a 100, 120 e 160 reit, pe-
cas de tranceln para bentinhes a 120 res, pulceiras
encarnadas muito bonitas para Sra. e meninas a 200
rs.,duzias de miadiDhas de linhas pretas a 240 res,
pSas com 10 varas de fita de cs a 320, 360 e 400
reis, duzias de lapes a 109 rs., duzias de canas com
clcheles a 720 rs., linhas brancas de novellos de to-
dos os nmeros, ditas de cores, linhas da miada finas
e grojas, ditss de carrileis brancose decores, cordSo
de vestido de toda a grosura, biquinhoa de todas as
larguras, e baratos, rendas da todas as larguras, es-
pelhos, cordas de viola, filas de 1.1a de todas as co-
res, filas de linho brancas e de cures, didaes, agullias
de lodos os nmeros, filias de seda de todos os nme-
ros, pennas de pato.eaixas de chifre, rosarios, colhe-
res de ferro, reros de todas as cores, vernicas, filas
debeira preta e branca.grampas.e lodoo mait que se-
ja necessario para completo sortimento de bocelei-
ras e mscales e qae ludu se venda muito mais bara-
10 do que em sotra qualquer loja, na ra do Ouei-
ado, na bi/mgentucida loja de miudezas da boa
tama n.|33.
Na loja da boa f
vende-se o mais barato
possivel:
Grosdenaples preto muito bom. o
covado
Canto preto muito fino, pronrio
para luto, o covado ~
CorgurSo preto muito fino con H-
picos, proprio para colletajf n
covado v
Panno fino azul, o covado
Lengos preloa de seda para errav.
, meio lengo ^ *^
MernrpP.rela' seda miiUo ,,.
ores, o par ""s"-
Casemira mu.to fina, o covado *M
f,, rtes,deJc.0,leledefuUo
n0SHaJ,,.lO8deditofino
Ditos de ditos muito superiores
Grosdenaples de sAJBL
cores, o covado IIMM
'rtes de vestidos de fazeoda da
seda muito linda
Setins liso de cores, o covado
Veos prelo.de fil bordado.Je ,<
Cambra,. adamascadas, proDriS
para cortinados, pegas de SM^.
D.Us par. cobert.s.'dV bonito. S-
dres, o covado ^
?rr lctrraod "^ -32rac
rhifu comPr"r; "ni como chapeo.
Chille muito finos, que se vendem w\2*
uo8nqU2e2e nYTa ^ : '"' <"> n. 22, na bem coooecida loja tobmtb.
Potassa e cal
14
1/MSJ
seda f
O GUARDA-LIVROS BRASILEIRO, ou arte
da escripturagSo mercantil apropriada ao
commercio do Brasil: vende-se na rna da
Cadeia Velha n. 22. Prego 8/000.
elogios de patente
nglezcsdeouro, desabnete edevidro:
vendem-seaprec,orazoavel,em casa de
AugustoC; de Abreu.naruada Cadeia
do Recife, armazem n. N6.
virgen.
No antigo ej bem conhecido deno.iio a.
ra da Cadeia do Ree.fe. eriJSg?!?
ha par. vender muito saperiorSSai
tus.,, d.t. do Rio de J.neiro7 eSlrirVm
de Lisbo. em pedr.. tudo a pom %
dorraen:tirtsq,,,es aJ^
3ECH11ISI0 Pili DIB-
NO
NA FUNDICAO DE FERRO DO FMr..
NHEIRODAV.D W.|5wIS?wa
fr BRM' '^too!
prichi^^^
ber : moendase meia. ^^",^.5^21!^
construccao ; l.ia.de ferr. f.BdwT. L^STi
sopenor qo.iid.de e de Mfit?Z!
dentadas par. .g. 0 1B1M-i d. Kl2E
caes ; crivose bocas de tornalb. e rZiLZi
airo, aguilhOes. bren^p.r^*i25S?
nhos de mandioca, ele. ilc aviss*
NA MESMA FUNDICAO.
se ezecutam lod encommewta/V^,,_.
modidade em preco. p^m.
elogi
Para as senho-
ras de bom gostft
Vendem-se ricos estojos de Jacaranda,
proprios para costura de senhora, pelo ba-
ratissimo prego de 28500, 48, 6, 78 e 88000,
caixinhas para guardar joias a 800 rs., 1/ e
18200, carterinhas muito delicadas proprias
para senhora e meninos a 800 e 500 rs., le.
souras muitissimo linas para costura, de
todos os lmannos a 500 rs., 600, 18000 e
18200, ditas para unhas tambem muito finas
a 800 rs., 18000 e 1/200, linha de peso mui-
to fina para labyrintho a 1QP rs. a meadi-
nha, ditas para bordar a 100 rs., 140 e 160.
lindas caixinbas com grampas a 160 jj 300
rs., cartees com 14 e 24 pares de clcheles
francezes a 80 rs.. 100 e 120, linhas de car-
reteis d 200 jardas do autor Alexandre a 80
rs. o carretel, ditas de 100 jardas do mesmo
autor a 40 rs., caixinhas com agulh.s fran-
cezas a 160, ditas com agu has de papel
preto a 280, carteirinbas com agulh.s fran-
cezas a 320, agulheiro8 muito bonitos com
agulhas tambem francezas a 160 e 320, cai-
xinhas com 16 novellos de linhas de marcar
muito finas, azues e encarnadas a 320, ricos
botes de cores para vestidos, ou roupinhos
de meninas.a 60 rs., 800 elja duzia, ricos
agulheiros de ago e Je marfim a 240 e 800
rs., dedaes de ago muito bonitos e cada um
na sua caixinha a 500 rs., almofadiuhas de
muitas qualidades proprias para pregar alu-
nles e agulhas, pulceiras de varias quali-
dades, riquissimas fitas lavradas e lisas, de
todas as larguras, trancas de todas as cores
e larguras, titas de velludo .bertas e lisas,
bicos muito finos de linho ede varias lar-
guras, rendas de varias larguras, babado
aberto de linho, toucas de 13a para criangas
e outras muitissimas consas, que tudo se
vende mais barato do que em outra qual-
quer parte: na ra do Queimado, na bem
conhecida loja de miudezas da boa fama
n. 33.
Ligan de seda
para senhora.
Vedem-se superiores ligas de seda para
senhora, muito bonitas e de muitos pa-
drees, pelo baratissimo prego de 18200,
1/500 e 2/000 : na ra do Queimado, na
bem conhecida loja.de miudezas da bo. fa-
ma n. 33
L&a para vestidos.
Vendem-se cortes de 13a para vestido, de
muito bonitos padrOes, e com 15 covados
cada corle, pelo baratissimo prego de 58000:
na ra do Queimado n. 22, na bem conheci-
da loja da boa f.
Algodao nionstro, he pe-
chincha.
Vende-se algodSo monstro, com 8 palmos
de largura, muito proprio para toalhas e
lengoes, pelo diminuto pregu de -600 rs a
vara : no loja da boa f, ra do Queimado
Oculos e bonetes
de tudas as quadades.
Vendem-se oculos de todas as graduagoes
coro delicadas armages de ago, pelo barato
prego do 800 rs. e 18500, ditos com armages
douradas e prateadas a 18200 e 18500, ditos
com ai muran de bfalo a 18200, ditos com
armagao de baleia a 480, ditos com armacao
de metal branco a 400 rs.. lunetas de um s
vidro redondas e quadradas com aro de bu-
falo a 500 rs., ditas de dous vidros tambem
com armag3o de bfalo a 18500, ditas de um
so vidro redondas o quadradas com aro de
tartaruga a 18200 e 18500 : na ra do Quei-
mado, na bem conhecidada loja de miudezas
da boa fama n. 33.
Algodftozinho da Bahia
para saceos de assucar: vende-se em casa
de N. O. Bieber & Companhia, ra da Cruz
n. 4.
cobertos e descobertos, pequeos e gnwm,
de ooro patente mglez. para bomem Y-
nhora de nm dos melhores f.bricnte. de
Liverpool, vindos pelo ultimo paquete in-
glez : em cas. de South.II MellordiC.\ no
do Torres n. 38.
Arados de ferro.
^.?f1ndQa d1- SUrr Companb... em
Santo Amaro, acham-se par. vender arado,
de ferro de um modello e constrnceSo muito
superiores. ^^
Moendas superiores.
s.f/"ndisSode a SUrrA ComDMAia.em
Santo Am.ro, acham-se pan vender moeo-
coo? loda,s de rerro *um mo9lh>
construccao muito superiores
PEHFilARlAl
muitusfiijo unas e de mili-
to bons goslos.
Vende-se verdadeir. ara. de ~tfmra alo
P.ver, s.mple. e.monedo em tn*n?+Z
nos lmannos, banb.s muiu, muTfEL
tas qualidades em ricos -! "^H
extrlctos muito finle muTs'SSSki
em frascos de muito gorto^WboUE22
linos e de muiu. qu.l,d.de.!\wSSSZ
de ingleza, fazeoda muito b. in,-I!!
m.tico Umbem inglez e mS ESfSX
tos muito finos proprios per. | oi doot
ldante, escenci de ros., pomada rraocez.
muito boa, roocassar pero .multo oomTo
todas as cores, dito oleo. p Mra^taST
pastilha c outras muitas ,fr"T**ff
muito fino e de muitos eoslo* do. m-k.
fabricantes da Frang. eCSSoSf 7SZ
vende barato ru. do Queimodol JTlboS
conhecida loj. de miudezaiTiubo? bo
O. 33. s, eoeW
liotoes parapa-
lits, colletes e polillos
de camisa.
Vendem-se aboloaduras muito no. do
madrepcrol. par. coUete, pelo baratimmo
prego de 500 rs., dilas multo rk-.. de toda*
as cores a 320, 400 e 500 rs., diUs .HoE
as de madreperol. p.r. palitos de meohto.
e horneo, a 500 e 640 rs.. atacadores pera
punhose coll.rinbos de emis., de muito
rico gosto a 400 rs.. 800 e teOo, dito, o
cornalina para casacas 300 rs.,.e outra,
muitas qualidades de abotoaduras ovo 00
vendem mu.to b.r.to; na ru. do QornlT
do, na bem conhecida loja de miudezas do
boa fama n. 33. ^^
Vai andas e <>iad s
Um lindo e variado sortimento de model-
los para varandas e gradaras, de Mto mo-
dernsimo : na fundig3o da Aurora ota 5.o
to Am.ro.e no deposito d. mesma, apo, do
trum.
^n^Ofti^^
Atlencao.
Fugio no dia 16 do correte mez preto
Justi0( crioulo, com os signaos segrate. :
altura regular, cheio do corpo, sem borbo,
com f.lt. de dente, n. frente, calvo do car-
regar peso na cabega, muito rcgrisU, bo
bem conhecido por andar entregando aseo-
car pelas tabernas, tem sido encontrado por
diversas pessoa. conhecida., e dix loo
que anda em servigo deseo senhor ; por io-
so roga-se as pessoas que o encontrar, quo
o maodem prender e levar rna Direita n. 76,
que serSo generosamente recompensadas.
No di. 4 de feveieiro do comit anno,
desapp.receu um negro de nago, mea qu
parece crioulo, por ter vindo muito neo.ee-
no, ainda mamando, o qual representa ter
de 26 a 32 annos de idade, de nome M.ihiaa,
cozinheiro, estatura ordinaria, magro, roste
comprido, pouca barba, olhos grandes, 00-
brancelhas fechadas, nariz chato e pontudo,
beigos grossos, bocc regular e com dente.,
tem urna pequea cicatriz em urna dea la-
ces, e outra em una orelha, pela parto do
baixo, de um Ulho que ievoo, boa como
outra no pescogo, que por muito leve, Ulvez
sej. puuco visivel ; foi encontrado em Sonto
AntSo, seguindo a estrada, com um bauzi-
nho de (landres novo na cabeca, eum gallo
no brago, sendo muito dado a briga deotoa
anii::aes ; este escravo perlenco a GusUvo
Jos do llego, no Recife, roa da Aerar.
quem o apprehender ser bem graliicado.
Fugio de bordo do brigue brasiloiro
Melampo, na noite do dia 8 do corrate, um
negro de nome Marcelino, nagao fnninda
altura regular, secco do corpo, rosto com
prido, barba serrada e cria suiaaa, coa fetU
de denles na frente, e consto andar voatide
com paleto, e c.lgado: qnem o pegar levo-o
a bordo do dito navio, junto 00 caos do Pa*-
seio Publico, ou a casa de seo consignatario
Manoel Alves Guerra, na rna do Trapiche n
14, que ser bem recompensado.

rERN.
:TYP. DE M. F. DB FAJUA 1857:
MUTILADO


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